Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17169


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Full Text
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PABA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
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Por tres mfcs adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
8&000
5&000
301000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Amede, Prince^c C.*, residentes om Pars34 ru de
Provence
EDU< AAO
istellectual, uosal e phtsica
HERBERT SPENGER
CAPITULO II
A Educa^o Intcllectual
A opimo prog'-tis va ae qie o desenho 0 om
elemen o de e ra agA>, 6 gm doa moios sfgn i^s
de conal -paag0s* m i- raciooaea que agora co-
megarm a p-e i'ecer sob-e a cultura wat*!.
MH urna vei farea-os n9ta* qoj os professo
re^ e-tao a-op'an *o afn. 1 o corso r\- a n.'ue
za perpetuamente lies ministra. Ai tentativas
espontaneas feias peas eriaogas era oeseuna-
rem bomens, cae s arvo-es e animaes qoe o
"cercara n'uma lousa, se nao p .nem ub er rot-
ea melborcu com om lapis soara o papel *
Jh'oa fornecem, sao f m.liare* a toras eilea. Um
d'.S maiort-ti p-azeres da* mangaa ver non ll-
vro de estampas e 6 frequeote a su> tende c
imitativa originar a v i a >e de tazar lambeim
pintora. Ese eorgo. eaprezad > em pintar *s
coisaf msi* n imn..- .j... e> a- 0-m > um^p-i.
;jj exe'ii o t a*e7^Prepi0e*, *
wo loruar maiof a eiactidao e mala
roca osla a ob*-rvac5o oVlias.
Mosi aniouos inler ana toa pelas U'8 deseo-
heras eoDre as pronrielad-*' .-nsi vpt d *<8, e pelos 8 os e '.(nos j j?tameme aquelie genero ae culra'J que
uVma inora mala lo-8 c niveo
Se os me* re se daixasaem guiar pelos ton-
ehs aNiioreza, nao ao f. z- ><1o lo sezenho
urna parie da educ-ca>. maa eae.'l.nendo H me-
I'u>--b p oceatos oo 9'u eoaiuo. ma> o melhor
l' i m ledo Co que altura taiem. U que qut
a -:->ni,-1 t-nia li ora' pnm iran ole.?
C laas de g aoie volme, coicas de booia
co-; objecraa ao reior 08 8-tH prazeres -aerea nuroa.ioa de qoem leoba
rrCebito commogOea maia furos; vacca8 e caes
que os ioieresaam petos tnat s phenomenna que
ao eseotam; ra-i'8 qoe ellas v'm a todoa oa
rooroemo* e qoe ibea f irem s valas pela gtan
d--za oo oela extravganr.ia ^a rw cnsTorga".
K qoal p n nroceaao de rep-es-ntago qu- ellas
D-efer-em? O i olordo. .
A' (alta d melnor eerveNjhes om bi adoda
i.apel e om lapa; mas, orna can de iidUs e
uro pincel, j-o slo verrtadetroa tbe'oa"oa!
i) oeeobo dos rootnrnoa aparece I g > denos
1o seo amor pelo col i >oe fe t pno-ipil
lu-nepr- ser ob'to a'ii.t>a. se Inea c n
m - vnl> rte
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por uin anno adiantado
Numero avulso do mesmo dia~.
Numero avulso de dias anteriores.
161500
334000
200
0
futo"! Ora, por ui8 'I
qer i roque tiran-I
Ira'a qoe pa'-g. om> tal suaagao aoa meatreo
e jfB-i'd i. qae deixam nara maia tarde o col
rU i e qoe eOHioam o jeaenbn pulo b irr vel pro
:hsso 'e copiar I nna-, somos de opin-ao que s
a so de iostroi-ga asa m loiicato preciaimen-
i o meibor. A p'toriiade da cor a 'rma, qoe,
om ja-1is>emos. '<*m orna base p->Y'Hologica,
eve ser recotib'C da oeade o trinciplu e tam-
i en deade o mncp o a< coiaaa imitadas deti m
-er r>a"s. E-s nao e rd prop'i das criangaa, mas qoe peraiate
-m monas i ea oaa dorante a vita Ini-in, deve
anr suDst-in'emente explorado c.'Oio n-toral es
^ojc o ao es dio da forma Cimpa'at vaneaie
UilBcl e s-m aimtivo* : o prazer na futura pin-
or leve ser a reco o 'eQ'a qoa as cnangsa 'e-
"fto em pe ape-uva para o* traba boa dedeaeobo
Igo Ineot- 8 os esforcos ibo
urceasanes, na cer pza de qie depois de mais
larga experiencia ellas mil< se pteiessaro
oelo' o^j-ctosaimpleg e fac-ia, totan 'o tamben
ep-nlunl os, de tal oodo qu- i-e aporoximara
gr doaimente d'aqnellas im'tgOea qoe m is si-
milbaogas (iveram ora a realldade. A externa
i>>dennibilidade qoe estaa primeira^ teout *aa
(T''e -em. em coof-mida1e da le da evotogao,
nao razao bastante para qoe ellas nao ae
fagam.
rCon'inli.)
7i i-ob talegaim de S
- '
Lou'engo la af'.tta Ca
f ram remetidas a esta Repartigao 7 fa:as de
poma e 1 revolver aporeneudidoa em po er de
eaoriielna.
Fora'B ta ooem remet Idas pe'o sob elegalo
dj I.- diairietg do S n diveraaa armas .-roai-
bi las tom.daa a deaord-iros najaelle districto.
Ao Sr. D-. Alejandre Jos Baroosa Limj, mol-
to digno goveroador do Eftado.
O Qiestor.
Julio de Mello Fko.
-isjra a-ia da Qieslora
Pernamboco em 8 de Ja-
PARTE OFFICIAL
3." Scc^ao.I'alaeo do Govcrno do Instado
de Pcrnaiiilmeo, cm 30 de Dezcmbro
do 1893.
0 Governador do Estado, usando da attribuigo
que lhe confere o art. 57, 2. da Consliluica do
mesmo, rnsolve expedir, para execa(ld do art. 1.
dis Disposicoes Gentes da lei n. 64, de 0 de Abril
ol mo, o segninte:
REGULAMENTO
(O inslrucgo para o proecsao executivo fiscal e providencia
actrea da regularidade do servigo dos cartoiios dos Feitts
da Fazcnda do Estadoj.
(Continuacao)
CAPITULO Vil
DOS EMBARGOS A EXICUQAO
Art. oo." O execulado poder dentro do pra?odo art. 3>, c
depois da arromatacao al. a assignaiura da carta respectiva,
oppor embargos modificativos ou iiifiinyuites do julgauo ou rela-
tivos ao modo da exer.oi.ac
An. 56." Os embargos smente raspenderao a execugo.
i. Si forem de nullidade procedente de lalta di priineira
citaco ;
i.- Si forera de nu'l dade do processo ila arremalagao, pro-
vada iiiconiiiiciite no romermeato em que a vista for pedida
t. Nos casos nao onpecihVadea em es nmeros anteriores
03 embargos somonte polerao ser admittidos e u auto ip;irfado
sem suspenso da execugo
2. ()s embargos em urna o outra hypolhese serao proces-
sados nos termos do art. 32, 55 iu e 2.*.
Ait. 57. Em qualquer periodo da execogao al a assigna-
tura da caria de arremalagao ou de adjud cago serao os tercei-
ros senbores e possuidores, adiniUidoa a emoarfar cora suspeo-
so' da execugo conlanto que apr^sentem iiiciuiinenii todos os
titulos que jusliliquetu o seu dominio c posse, sem o que nao
sero ouvidos ....
8 i Sendo admittidos, o Juiz assignara por despacho o
prazo de dez dias improrogavel para se apre.-entarem os embar-
cos e mais provas de sua leyitiuiidade. Findo o prazo rao os
autos coin vista ao Procurador dos Feitos e com seu parecer se-
guir-se-ha o julgamenlo. .
8 2 Levanlar-se-ha a penliora si forera os embargos julga-
dos provados ; e no caso contrario ser o lerceiro embargaute
condemnado as custa, proseguindo-se ua execugo.
3." Se os embargos fontal opposlos, somrnle a alguns dos
bens penhorados e executados, correrao em apartado, proseguin-
do-se a execugo contra os bens nao embargados.
CAPITULO VIII
' DO CONCURSO DE CREDORES
Art. 58. O concurso de preferencia com a Fazenda ser pro-
movido por meio de petigo do Juiz dos Feitos ta qual o credor
preferente legit me a sua qualidade, produzindo logo todos os
titulos e razoes.
Art. 59." Autoada a petigo em separado cora todos os docu-
mentos oflerecidos, dar se-ha vista ao Procurador dos Feitos e
com sua resposla seguir-se-lia o julgamenlo.
S t Roconhecida a preferencia, suspender-se-ha a execugSo
e levantar-se-liao os sequestros ou penhoras que se bouverem
feito promovendo-se a execu.o contra ouiros bens do devedor.
5 2." No caso contrario, excluido o preferente, proseguir-se-
na nos termos ulterio es da execugo
Art. 6">." Nao ter lugar o concurso de pre'erencia :
8 1. Qnnndn honver ben* suficientes do devedor commum :
i i." i-epois de entregue o prego da arremalagao, ou de jul-
gada a adjudcacao.
Art ''t.0 Ao credor preferente incumbe a prova de insolva-
bilidade do devedor.
Art. 62. Havendo bena de prompta execugo aufficientcs
para pagamento da Fazenda, sobre os quaes nao versar a prefe-
re >ca, contra elles dever proseguir a execugo. N'esle caso a
pro va incumbe tambera ao credor preferente.
Ari. 63." Sao ti'utos de pro'er*ucia coplra a Fazenda provan-
do-se serein anteriores a divida fiscal :
i i. As hfpotliecas convenciouaes ou legaes especialisadas e
inscriptas na orina da lei
2 o O direno sobre o valor das bemfeitorias quanto ao cre-
dor que e>i'prestou dinheiro ou concorreu com os maleriacs ou a
raao de obra para edilicacao, reparago ou reedilicago do predio,
bera como para se abrir.u ou se arrolearera torras incultas.
Art. 6i. A Fazenda no juizo liscal nio chama credores nem
se aprsenla como articulante; so tem que disputar os artigos do
preferente.
A-t. 65. Nao craparecendo em tempo o preferente (art. 60)
fica cora direito salvo para promover por aegao ordinaria a pre-
ferencia que ti ver sobre o prego da"arremataco.
nico. Era todo caso os bens passarao ao arrematante, li-
vres e desemha/agados de todo e qualquer cnus livpothecario, e
nao estario sujeitos a nova execugo por dividas 'Fazenda do
Eta''o, anteriores arremalagao.
Art. 66. Tendo a Fazenda de allegar preferencia as execu-
go>s que >e moverem pelo Joi/o commum, ^er a causa, mediante
requenmento do Procurador dos Feit s, devolvida ao Juizo Pri-
valivo da Fazenda o alti correr at liual decisao sobre a prefe-
rencia.
CAPITULO IX
DA EXT1NCQAO DA EXECUCAO
Art. 67. Considerarse ha extracta a execugo sem mais ne-
ce-sidade de quilago nos autos ou de senienga ou termo de ex-
tmego juntando-se em qualquer temp" ao feito:
l. Uocumenio authentico de haver sido paga a respectiva
importancia na repartigao liscal a reradadora ;
2 Certidao de annullagao da divida passada pela dita repar-
tigao :
3" Requertraenlo do t'rccarador Uros Fertos pciilmro w an-iil
vamentc do procesao era virlude de ordem ransm ttida pelo
Tbesouro.
S nico. Nos referidos casos o Juiz p"or simples despacho nos
autos, mandar a chivar o feito, condeonando naslcuslas quem as
houver occasionado.
Art. 68 Em qualquer e-tado da causa at a assignatura do
auto da arremalagao e entrega do prego ou oa assignatura da
carta de adjudicago, ser o devedor adraittido a pagar a divida.
{. Os autos iro ao ontador para imputar os juros, si a
divida os vencer, e con lar as cuitas.
5 Feita a corita, o devedor far entrega no cartorio da
importancia total do debito e custaa, oniendo do c.scriv&o um
recibo com todas as declaragoes necessanas em ordem a discri-
minar o principal, juros e cusas da divida. Esse recibo ser
rubricado, por um dos so'icitadores do Juizo
J lmmediatamente q escrivSo expedir as guias para o
recolhimento, o qual ser feito sem perda de lempo p'-Io solicita-
dor que houver rubricado o recibo de que traa o g 2.. Feito o
recolhimento ser apresentad i no cartorio o respectivo cooheci-
mento de quitago anm de que o escrivo lome as notas conve-
nientes nos autos. Este titulo de qutago ser entregue ao con-
tribuiote que o reclamar, ro3tituindo este o recibo passado pelo
Escrivo conforme o 2. com declarago de liaver-lhe sido en-
tregue o dito titulo de quitago. As referidas guias sero rubri-
cadas pelo Juiz dos Feitos.
Art 69. > escrivo solicitador ou qualquer outro funecio-
nario do Juizo dos Feitos que nao cumprir inmediatamente o
disposto nos rticos e paragraphos antecedentes, ou fr causa de
extravio de quantias recebidas para pagamenio da divida fiscal,
alm da responsabilidade legal em que incorerem, sero imnre-
diatamentc suspensos dos seus empregos pelo Juiz doa Feitos da
Fazenda, procedendo-se incontinenti a sequestro em seus bens
ou de seus fiadores para garanta da Fazenda e do devedor que
tiver entregue no cartorio a importancia da execuco na forma
cima determinada.
Art. 70. Os officiaes de justiga nao poderSo receber dos de-
vedores executados quantia alguma a pretexto de pagamento,
quer do principal quer das cusas da exe ugo, sob pena de sus-
penso e de responsabilidade.
i.' Secgo N. 8.
Policial do Ratado de
ne:ro de !8'.'4.
Sr. D- Governador.Partiioc-vo8 qae fofam
reco.bidoa h Casa de Doieogao os aegoiaiea la
divMujs :
No di : .
a' minna ordem, Janunio Antonio Francisco,
Jjj Bipcsu ae ai ne da, Pedro Rmeiro da Sil-
a, Joo Ferr ra da Silva, Jigo Crrela da Pal.
Alenudre F-ranciaeo dos vtmoa, Joii Pereira
ios Santos, vin ios do presidio de Feroaoio
A' .irj-m do suti U\ ?o da frega-zia de Sra-
to Aitinio, JoJo Fdromtea da N'-e?, preso em
II erante, por c me de furto da ra vallo.
A'odin do aobdeleg^do do 3.J didtrl:to da
G-. ga. Manoet C^rneiro do Naacimeato, para ave
ri/iHi-O s p liciaes.
N. ..a 6:
A' mi'iba ordem, Cnrado da Fooseca e Silva,
r-m-t'.lio palo delug do de Plimares, para ave-
nguitgoea puliciaeai; M i-imei-o, vini.) de S. Luureoco da alta, como
atuio; Mrfooel Mdrqaea je L'ma e Jone H.i-
(ueus, r.- :] tu la pelo sub i i'iiado ao 1 diatri-
co na BOi Vala, pj averiguado-a.
A' nri-m do sndele.ado da ireuezi,i do Re-
cife Mif-ia Lim. ;e. Amorim. como gdiuna, e los acceaao do
Co p r^i-ifargao de pjat-.ir^a Qiuoic pea.
A '.i 1" d do s H'deleeado da feria- zla de San-
to A-.t un. FraifiaC' TVdres Muoiz, por c ime
de >ell jrjm> n:j
A' o-i-Ji do suiieegado do 2' dislri.to de
S Jos, Allomo da Costa onteiro, por em.ria-
oex.
No d>a 7:
A' minoa orden Mmoel Ignacio Goocalvea
Looiro e t'iionio lgacio G mg .ives Longo, cara
avengo gOjs policiaes. p>r constar serem cnmi
io oa n j- muaiuip oa de P'Sqtri'a e Boiqae.
Coaamaalooa me > saoieleKaio do i da
trelo de S. oti qu- ao nU 4 do correaie. a 2
boraa do ti-ie, es mo a orio -ar na racpi das
inco Pomaa os menorea de nomoi Vinasi no
Anselmo da Cunba e Luiz u Silva Vianna, levuu
cale para o meucioQUu ligar urna Certa j-nn i
dade ie polvord, e d- parceria com aioeile fie*
ra om na-aco do cbo, cohocaodo em a-g ida
a p dvora qae bivu lavado e aiirando-lbe um
pn gpnoro d o se a expioso de qae resaltoa sa-
birem aaibos bintant- nu-nn dn
O meamo aoodeleitado t m m coabecimento do
fcto e f-x traosp riar os ditos menores, L Viaona, para a <*a da familia e Veris o H. 80ill Pedro II, visto ae- ell" desvalido
Copimanica me o subdelegad > de Afogadoa
que no di 5 do co-r- nt, aa II noraa da noote
fi>i F'aici-co Uexerra de Meaezes ferido c< m am
careie pelo individuo de nome Antonio Hamos
de Al mu-rijue. que evadio-se apon o enme,
i.not a qoem procede a rere iia aa onda Je noa
termos da le ,
Ao Sr Or. Alexaodre Jos Barbosa Lima.
mal icffj Sjvumwior < g..Jf>----- '
^ O queetor,
Julio de Mello Filbo.
n i n M. ne M r ca*ii, emano ae eaiidv,
serao aa prlmeiraa v ctma-*.
Eff'Ct vajieut-, espera--e no R-si :h-U< gan
de cel a na coaira o pedido Je n vos crdito-
para ae colmias.
O aoguoato de um milho de crdito pira a
costa orientil aera v j-eita-uente combatido
p-loa adve'aariiB do actual eyatema de colomaa
gao, em que predoina o elemen o miutr, aeo
do qoe por ultimo levaoioa se ami axitago
viviaaima eoire oa ^ooservadore* e particular-
mente entre oa agrarios alie o -s con ira M. de
C'pnvi, que ae lia te aeolarado a SI. de VIia-
leuUel que oa gricdtore8 loe patea de s-si
birem das difflcal lades naa ac-u-ies circamstao-
cias nao mere;iam comtemp'ago algnma.
Ne te aapecto que tem revest lo aa coma',
conaMera-ae mmuente a criae do mioislerio
allsmto.
Ao que ae da, o cbaaceller, profuadameate
deago-ioao, dea-ja reti'a'-se
O govorno maodoa proceder a in)aerito
naa admiaisimcOes dos jo'oaes para o ti o de
eatabelecer qoai-oi demooalrativoa da im io--
t ocia total daa assignaturas e da importancia
da renda de annunuoj.
A tmprensa n-^rlnenae comidera esse inque
rito como preando da decretago de a o im-
posta de 8 lio ou s >bre oa exerapiares dos j tr-
naea oa sobre os annuactov.
lgaaloeots o goverro ;nia n&o adberio,
oem maoifcatou neonuma lat ocao de ratiQcar o
protocolo da Acta G"ai d^ Coni--encii de Bru
xellaa e aa suia coodigOe-i suoai lia'iaa.
Em Berlim, on le temo o governo coobecl-
meoto i que preiendiam oa aaarcnit-a rea
Bar, em loar puolico, om eran le meeting, oro-
linio o son a am -aga do pnso do co-te aa par
tilo, avaatoa om joroai a Mea le pronioir-se o
publico a gale aa da Bolaa pira
evitar qualauer a i-otado a>ar lii Oj pr n^-ipi h jornaes comoaiem este alvitre
e a ffalional Zatunj diz que o u 11 mio de
vaar semeili^nlea crimes um .. ior j intar-
naciooal.
O :raie Bolx foi noueado emba ador
allemo juqio ao Qui'tnal
Os jornaes dr Berlim pub'icam o flm da al-
locugo que o i uperador dirigi aoa reorotaa
por uccasio 1a preaiagao do juramento.
E'l-a textualmente
< O sollado o&o deve tor voniade di ; He a
tem orna que a miaba. So existe urna I* i
que a minba. E agora, ne, t-iei vosso aervi-
go e obe >e">-i a vo-iso-* cbeTea.
0 rt'chstig app'onu. por 173 vorai contra
136, a propoata re*ogando as leis cont-a os je
mi taa.
D'Sde qa o governo bavia recoohecido tacita
iD'ae qae a altitud do centro catbollco p da
codificar aeriameote a votagao d s mallas de
faz oda, qoe e.ie jolga in-i-sp asive s pa a o:
ecrer aos oovos encargos creados peas refor
maa miut-res, era eviiente que. faien to os ra-
tboiicoa qneato do regreaao dos jtsottas, o seu
pi ojelo sena a eito pele govrao.
Foi o que succedea.
A 0088o v- esta aologo ni foi resoltado de
am accedo de occaaio, eslava desde moitj pre
parada,_ mesmo antes daa eieigOe.a ger-e<, e a
conferencia eure o imperador Gailberme e o
papa L>eao XIII oo fot absolutamente estraaha
a ella.
de Berilio e o Vati-
(Contina).
Yerno
DESPACHOS D
do lisiado de Per
namtu-fo
DA 28 DEDEZEMRO DB
1893
Cattoo MarqoA. lafortne o iospector do
Tescuro. .
Teoeote Eduardo Antonio de Moraes e Si va.
Deferido, com officio esta data ao TaesdO'o
do Estado.
Generosa Ramos Feroand=.a de Carvolbo. lo-
forme o inspector do Tueaoo'o.
Jos Toeolo-o Co-ceiro de Barros.ioiorme o
inspector do Estado.
Mara Leopoliiaa Pires Ferreira.-Remetrto
ao Sr. prefeito ao momclpio da Ijaarase para
informar. jg _
Bacbarel Maooel Be'nandino Vleira Cavalcan-
te Filbo.Como reqne.
Antonio Aogoaio de Sonta e S. -Informe o
Dr. iospector do Tbeaooro do Esta'.
Anca Ponposa da Croz.Ioforme o ospecor
do Toes raro. ,
Cooponbia Florestal Agricola.-Deferido, aoa
termo* do ofJMo deata data ao Dr. mspetor do
Tbesouro db E-tado .
Bacoarel Jos C .volcante de Albaanerque
onda.-Ioforme o Sr. Dr. presideote do supe-
rior tribuoal de joitiga.
MarianoaRoside Melelroa.-Iaforme olas
pector do Tbesouro.
Uaooe Joae de Campos Barbosa.Deferido,
com offic:o desU data ao Inspector doToeaooro
ilo Balado n
Rabino Jo' Peixoto e Sil-a Iaforme o D
inspector do Toesooro do Estarlo
1 de J*neiro de 1894
Bacbarel Aquilino Gomes Pono. Jaatlfl'-o
Dspoia de annoiado oa secretaria do governo
rametta-fe este requerlmeDto ao napector do
Tbfsooro para os Boa convenientef.
Bernjelino B a Silva Caneca. Informe o
Dr inapector d Tbexooro do Balado.
Bacbarel Jiaquim F anlaco de Arroda.la
lome o iospector do Tbesouro.
id pw rn. auo oc Aim.-i Ja PesCa. i i O .
qiealor policial, para f zer entregar ao pelicio
nario, qae se acba recolbido a Casa de Dteogo
a rerndi joota.
Barban! Pedro Eslellita Carneiro Lias.Jos
t tico D pola de aoaoiado na secretaria do go-
verno remtta se e-te requenmento ao inapec or
io Tbe?ooro para os devidos Sua.
Secretaria oo Governo ao Balado de Pernam
ouco, 8 ae Janeiro de 189i-
O porteiro,
H. M. da Silva.
Jjncsiiira Policial
2 Secc&o -N. 4S-crelaria da Qaestora Po-
licial io Salado de Pernamboco, 5 da Janeiro
de 1894.
Sr. D Go-ernador. Partlcipo-vos qoe forano
bontem recolbidos a Casa deDeieocoos segoia-
t-s iodividoos :
A' minba ordem, Cnrlstiano Franco America
no, pira avengoacOea.
subdelegado da fregaezia de
.- il oovu e mais pegas ie rjuoa, que ae acbaam
em poder da mesma autondaie, afim de serem
entregaos a quem for de direito.
Communica me o subdelegado do Arrayal
qae boutem 10 noi-aa da manba. no logar
Uitelro daquelle dis'rlcto, Imo a preta vei
Anna Barreto de Sao-'Aooa lai*r fogo e acnao
do se nessa onca ao com um caodieiro de gaa,
aconteceo eotornar-se e io:euoiir-!be roopa, fl:an o a referida preta borrlvelmeote
qoeimada.
LoKoqoe leve a lencia do fado a mesma ao o-
ridade dea as neceaarlas proviieo>iis faieo i i
ranspo'tir a offelila pa-a o Hiaoilal Pedro II
afim de ser coQveDieotemeiiie tratada.
Ao delegado da Victoria recommeodo oes
ta data qae me preste p'omotas e minociosas
ioformacO-8 sobre oa fados a'u occorrldos e de
nunciaios orlo Diario de Pernamboco e Gaie*
ta aa Tarde de bontem.
Timbera acabo de determ'nar ao delegado
do municipio de J boatio que, iraoaportaodo-se
T-gio', syaiiqta doa abonos praticadospela
A'ordem do *m~~~m- -------- n----- .- --.
Sanio Aatooio. M*ru Joa d Silva, como aliena- pulcia uaquelia lorahtfade e de qae se fas mea-
da, com destiao ao y.o da Tamanbeira.
A' ornem do subdelegado do 1 niatnc.o d.
Graca, Hercol ao Jos do Espirito Sioto, por
emonavaet e dis'u bios.
Corxmaolcou me o sabdegado de S Loa-eo
CO da Uat't que oo da 30 de Des-mbro proxi
mo fliao foiloe apreeeotaao o caaavbr de J>e
le M oexes acompanbado de um ofbcio do i ia
oeelor deqoarte rao aqoelle diatrietn e junta
rente de um info-m co do director da Fabn
a deTecldos deC maragiae, Dr. Carlos Alber-
to de Meneies e mala empregados, em que aU-
oam ter Jos de M-oeaes se soicidado em ama
as ca-as da dn fabrica, attnboiodo aer paixOei
amorosas o movel de tal infe.icidade.
Pelas diligencias a qoe proceden aquella an-
toridade venflcou seque Becllvamenie ae aui
cidara o referido Joa de Meaexes, serviado-se
de urna corda.
Fo ni eocontralos oa casado suicida doos
relogios e deas correntes de oikel, ama lata com
roopa, urna carteira cooteado qaareota e dona r
mil rel, dona bl.betea de loteras, um cbijeode' dade na forma da lei.
gm em ca la dirigida a G>seta da Tarle de
no"tem.
Q laoto as reclamicOes feitas pela Gaieta do
rtte fe em auas ultim -a edigOas sobre irregu-
laridades qae se tem dido ao policiamen o da
C i panga, acabo de tooar algumas medidas no
-.eoujo de melborar qaaato posslvel o mesmo
mu ameoto.
Ao subdelegado do R'Cife ofticiei nesta data
recoomeodaudo qae com toda actividade proce
da as mata rigoro as deiig-^nctas no aeatido de
descoorir e punir os ano.dores a qoem se re
(ere o Joroal do Recifa de'boje na LOticia
sob aepigrapaeGiobadcres gamoos.
Commoaicoo-mrt o delegado de Ligoa de
Gatos qoe oo lia 31 de Desembro ultimo, no lo-
g Mario da Cooceicao grave nenie ferido com orna
acada peloeeleDre criminoso de morte Joa Pio-
lo de Heirellea.
Cont-a o delinquente, que ae evadi aps a
perpetragao do crime, procade a referida aatori-
Tbeaioiiro do Estad de Pernaina
buco
DESPACHOS DO DA S OH JANEIRO DB
1B94
Mallos Caaunba & C, Adolpbo Martios do
Rio. Antonio Joaqun. Teneira Lucra de Castro e
Manuel Ciem-nuuo Crrela de Mello.Informe o
Sr. II'. contador.
Prtl'io Heades Ma'tius e Vicente Ferreira da
Costa Miranda.Haja vis a o Sr. Dr. procurador
Bacal.
Leopoldo Borges GalvSoUcbOa.Ioforme o Sr.
Dr administrador da Recebedona.
Coala (lea Cysoeiro 4 CVolts ao Sr. Dr.
contador para declarar se foi recolbido o joro do
ultimo semestre. ^^_^
Becebedorls* do Eatado de Pernam-
buco
DESPACHO! DO DI A DE JANEIRO
DB 1894
Joaqu' de sique ra Carneiro da Canba.Cer-
tifique e9.
Manoel Teilea de Sonta. Ioforme a lk sec-
go.
Martina Irmao & Ca' 8ecgio.
O oortHiro,
Custodio B. da Silva Guimardes.
ULTERIOR
EUHOPA
tllrmanha
Liga-ae g'aide im *fia|* em Berlim 8 de
csO-a das seis c-omioios sjculiaas, que se p-o-
nunciaram contra o syatema doa impoatos dire-
voa as-un cono A reciamagao feita por mala de
2.000 oniaisias, protestaodo zoa ra todo e qual-
tuer aog Dent dos lmpostos sobre aa opera
gOe de ooisa.
B' creic-ote em todo o pa's, pols, a agitagr
con ra o* nevos impostos, e qaer nos pa-scer
que o governo ter de veicer grandes aiffiral-
da le? para as levar por deaote.
A quenao das reforma< militares traba am
dspe to, por asalm dizer, man th jo ioo, de'imia
as entre anotaos da uaz e part lai ios da gaerra,
Obedeca a uma euggeaio poltica superior.
A qoeatao de imoostos e>seacialmaate pratica.
abraoge tolos os cidaift 8, irtere^sa a toda gea-
te, porque incide especialmente em parte eobre
oa c nauooilores, em pane sobre o proprto com
mercio
Aproveitaodo e-te movimento da opiniao .-oo
trario a poltica irioutiria oo governo, os sob-
balas aorem urna cimpaoba decidida coaira o
governo.
Por oatro lado, aa relagOss eat-e oa Eitados
Federaos e a P uaila nao pamcam ser aa mais
cordeaea. a ponto d8 bavar o Winembarg re
rado de B-rlrao o aeu rep'-eseatante diplomtico,
recaaa do>se abaolaiameate a acqalescer a ado
p;ao do projicto de imooato soore os viotaoa.
Bale, bem como o itnpoato sobre tabacos, no
teem probabiiidade alguma de passarem no Re*
cbatag.
Com relago, porem, aos tratados de commer
co, ao contrario do que ae dizia ao principio,
parece nao bavar duvida que elles serao vo'a
dos, da do-ae mesmo qae nem serio largamen
le d.scati ios cono- ameagaai os agrarios, qae
assim molifliarj a sua aititude, seodo qae
coma e i cancordtacla, a coomissao dos trata
dos oo Reichstag allemao ja approvoa par 15
votos coafa 7 o tratado com a Rumania e por
13 -.jotro 6 o tratado com a Se-via.
Este lacio qua pOs a claro a posstbilidade da
um accOrdo ealre os tratados de commercio, fas
reputar aa nos circuios pariameataree a suuacio
actaal como mallo critica e posslvel de prolnzir
uan crise ministerial, em que o chancelle: de
As relagOsd entre a role
til) ITHlrtlrt .HK i IMU-^H .- |
ro ife 8a' que o entro c-< holilj- Jl
da obler
um granae aucces^o, afuman lo assim a aoa
preponderancia e u.llu-n i tomando un o-s-
gfto v.ntajoaa no artamento e sen 1o cooailera-
do um c.llaborador ini-p-Msav.-l para a exeou-
gao de plaaoa Kovernameataea.
lato, coo-ldera lo o fo 'to na saa geoerali lade;
e na especialidade. a votagao do p'-ojeco favara-
vel ao fere8so doa j -aullas tem igualmente una
grande importancia poltica e om vasto alcance
social.
R-p eseita una reiviodfag5o das ideas con-
servadoras sobre oa a .-..iigo* do radica'i-mi. qoe
ofto deixam de prodasir resaltados rallara io na
conce il'agSo e disciplina dos ele nenies conser-
vadoras, em o*dem coutanalugar, se no a
domiaar, as aadac as 1a propagaoda en favor
de orna larga e profunda reino elsgo da poli l-
ca e da edu '.agio 11 era i.
Ora, na situago nili:i! em que se ochava o
aoveroo, pea oppo-oga > qae a sua politia eco
oomlca eacoatrava o'uoa parte dos conservado-
res e dos gran lea prop-ietarios agrcolas, reco
onceo que aem o concu'so do centro, ser ihe-
bia imposaivel levar a bou te-mo a saa reforma
nauceira e obter a votago de uovoa imposto^,
sem os qaaes o tbesouro nao podeid faser face
aos encargos resaitanea da p-oiiulggaj das
recentes refomas mmta'es.
IfeB'as circonstaocias, nai fez qaeali politi
ca da mogo favorave ao reg'eaao dos jeoitas,
e deixou iiosrdada plena aoa parado* governa
meaiaea para proc-drem como elbor enten-
deas m, de modo que o cealro consjalo fcil
mete a maiona, qae Iba dea Kaauo de causa.
Toda a impreosa a 11 n > commeuta o voto do
Re chstag sobre a qoeaiSo.
Parece evidenciado que o governo pa'a se as-
segurar da votagao dos impostos obre o tab co,
teve qoe traoaiglr com o centro catoolico defe
rindo a aoa amiga pretengao.
A lei de expalsao dos psuitas ioaueuroa a
m-m.'avel lucia entre o imoe'in aliem^n e o
Van cano coobecida pelo non' Kultur Kampf
Foi aoreaeutada ao pariamenco comxi a e-
presao do vo o das populacO-'s que ba lam di
rgido ao parlamento nomer sos petigOia p'edra
do a expola&o de urna ordem cujas teodeucias
nao podiam ser pati-io-icas, visto qae o sea ebe
fe resida ao estraogelro.
E' p-eeiao oio eaqueier qae ieto ae passava
log en aegaia a proclamagio da infallioilida-
de do papa.
Aa d scus'O's oo parlara'ato foram reihilaa
e q nodo a lei da esplalo foi pabiicata (\ de
Jamo de 1872) noave em v-ua poatos =e, ioa
tuaaltoa de protesto contra elle.
Ale era moto simples 1 comprebecdi ap>*
naa dois artigos, o p-i n ko prombra lo a exia
teocia no le*rto*io allamo da Companbia de
Jesaa, e o segaado determinando qae oa mem-
bros e-.t'aoeiro3 da ordem sariam mmediata-
meate expalsoa e qae os oaciooae poderlam
ser expnlaoa e Internado* em residencias qua
Ibes foasem lixa-ia palo goverao.
O' jornaes c tbolicoa exultara com a votagSo
do pojecto, e disam qoe o ceotro catoolico eaia
seonor da siuagao ao paramento.
A < G inqu et coocedea a revogago p ra quo o centro vote a
reforma fiscal.
O tribunal impo'ial em Leipzig acaba de
coademaar oa doia 01 iae< do exercito fraacei
acensados de expan g o : o Sr. D.'gony a 6
anoos de priao e o Sr. Delgaey a i amos,am-
bos em fortaleza de gusrra.
Esoera-se, porem, qae o Imperador Gailber-
me II pe'doara oa meamos coademaado8, por
occaaiio '*as featas do Natal.
Em Mj q'aadnlbt de raoeleroi falsos. '
Aleo doa inalromentos para a fabricacSo da
moe ia falsa, a polica descobnu as aoas bus
cas graaie .lUiatldade de -folbetos aaarebistaa.
B-it resolvldo qua aa graodea maoob-aa
ao Brandebargo se realizarlo com as prximas
neves.
serio enlao pratlcameate experimentados os
natos militaroa adoptados para safrioo da
guerra. J
Corren qae o principe de Bit na k Uvera
orna re abid maa. ao contrario isto, u es ado
de aaude da m-a na saiisfaciorio.
0D-. S hw ong-' assegari qae todos 08
ves.igios da doeog>, qae ol mmeme atacoo o
prajipe, deaapparrCd'am ; e un .ament, por
orecaogao, leva un a vida mano .egrad- e cau-
tailosa e laso, talvez, f A o motilo ia boatos
que com tana ha la iaieuca correram sob o ag-
gravame^to da saa loeoca.
A p-opo-ito, acaba de apoarecer pm Berlim
om livro do Sr. Blam, deaomioado O Inparlo,
ao qaal se con em lfo'ma.-s iaditas sobre
cerras incidentes da demisso de M. de Bia-
marek.
Couta o autor, qae no momento em que o
principe de Bis-nar k ae despeda da muera-
irlz, esta apenoo-ibe a mao mato commovido
d zeo ,o Iba : -L oei sie wibl (adejjs \. Ge
principes prsenles repetra u esie adeos
O o dos captulos mais int-res-anies do livro
a aarragao dos ioci entes boaea que assigaa'
lram e iro Bisroarch.
E s como se exorime o escriptor allemao :
. c Des le que o imperador teve co-m-cimento
das conferencias de Biaaar. k com Wn uoorst,
rnvioa ao Cbaocelle'o chefe do ga noste oivil,
c Sr. ae Lcanos, e 10- fes diaar c a gante :
0 imperador exige qae o Sr. de t a ni k, qaatt-
do qaiz.r recener depin ios com os qaiea de-
aei tratar Je qoestOes p)irii;-a, preiaa o 080
SnOeranO.
O Cnauceller reapindeo an Sr. da Lacanus :
ttogo voa qae di;, s a Saa Mi^aatade qo en
u&o permuto a nn gera qae abra oo feche a
porta de miaba ci-a.
Em resultado do qae, Gnlh-roe apparecea
em IS de Margo pela am na e1o, no oalaclo
io Cb.ocelier qaautfb B tma-ck. > -rala ao
leito ; e pedia nara Ina mi,r i orna ditiniOte.
O Cnadceller ve-uo-ae S< preaaas h an-asen-
tou-aeaolnpe ador. Bate, em am mm de ir-
ntagao, pergaatou-lbe o qae s.gnifJc auaa negociagO-s cora W.uJt i rsi. Bismarck
responden Ibe que se tratava de oeg .cos or-
vados. O Imperador deciaroo-lb que tinna o
direito de exigir qge o PUOMO u a te upo til
ao correte daa n-yi-r agOe* travadas palo sea
cba celter com om cbtfa de partido como Win-
dtborst.
Rismirrk repellio esta exigencia dizeodo qae
nao su o me i ter io as suas re igoes oo o deputa*
dos a o-nbuuia fiaialii.gao e que na> parmiltN
ra a pesaos alguma qae dsse oraens em saa
casa.
Nao i.be'evreis mesmo se eu vos der as mi*
nnas or Gailberme H, re-endo de colera.Aa ordena do
meo soberano ola traispOem n limiar do salao
de miaba mulber, resono-o Bsn.-rk com Or*
me. E accres<:ento i : Nao me conae vel no
po:er sendo para como ir orna p*l*vra dada ao
1 operador Guilberme I. Ms esraa pm-npto a
retirar me, se me tomo mportuuu Gailber-
ma II.
Esta scena impresionante nao 'ardua a pro*
.luz r as saas conaequa-iciaa :
Na ra rana de 17 de Marga o i ti oe ador envin
o geneal Habuka ao cban -e^er, -: ra a miss&O
le ibe nz-*r: O Imperador aguarda "fli car-
ta do Sr. de Bismarck pedindo a aoa r fo ma.
O nt'M-cllcT icspuadrn eo f(karal qua, pot
moiv >a de Carcter purameoie p-hili-e Jakarta
.ii r.i' t u >' acto frivolo deaertaHo a na deira
naa ci-cunpUn ia acoaj. AtAm du o. nma
caria do r.baocelle- i edipd i a sua ref >rma e
servi'ia pan apreaeotar a si'aagao -ib om pon-
to de vista falso. O imparad h traha direito e o
poder de despedir o ebeu ellerquao-i Ineap-ou-
vease. Elle poda fazer como o im eraior da
Aoat ia, que, quaodo nao qae- con*- va- mais
lempo om ministro diz-imoi.-sm-n; : Aprax-00!
iiapeasar fauoo oa sicraao das sua* ai ges.
Elle Bismarck oao oo lia eo errar a saa carreta
palliisa por noa a-io cujas conseqaeonaa conali-
tniram aos aeus olbos a maio deag-aga qae po-
da ferlr a nagao alie na.
O general de Hmoke afaatou-ae com esta mis-
ao. Maa, no mea no da, o Sr. de Lcanos,
.-befe do gabinete cwil d imperado aoreaeo-
loo-se ao cbancelier e Iba sisar': O moerador
ordena-voB au^offeregaesa ni llora a voasa do-
missi. Nao foi todo. O Sr. de Ldcanu' ac>
creaceatoo qae o aooe'ano uSemoia ae h ocal-
le' nomeal-o Duque de L reapondeo qoe ja seria e de aa muo Duqae
de Laneabonrgo ae o tivesae qaerido.
O S-. de Lacaoas insisti e dedaroa ao Sr.
de Bismar k qae o soneraao p om- "a o i :eder
ao aeo cbaoieller ama dola.o suffi tente pa't
Ibe permiillr repre-n'ar em ba moma rom O
san ntulo e a saa dlgaidade da duqus O Sr.
deBisraank pe-sistio na sua recusa :TenhO
atrs de mim urna carreira tal qaa nSo me po-
dem convidar a en^erral a correndj atrs de
ama gratiQcagSo como a qa' se off rece no anoo
novo aosemp'egadoa lelosos dos crrelo*.
Cmotado dcava da p o f lhe traba ordenado qae pedase a sua exoaera-'
co.
A esta ordem o Sr. deBiamirk ma pedia
onpor nem mesmo os escraoulos de consclencia
de qaa liaba, fallado ao piioclpio ao ene al Ha*
buka, porque emflm.'o Imoeralor nao ae Impor-
tava com elles e persista ap.-zir de rado em
de-oedlr o aeu ch^oceller.
E n p-eseigi desta ordem ntida e precisa.
B -rair. k poln ver que iba offe-eciam urna
sahid i airos*. U na s cousa o feria e revolta-
va. E' qoa Ibe exiglsaem a reda -gai do seu pe-
dido de reforma no beveespgi le algasias
oras. Estoa p'ompto dase elle ao Sr. de La-
caaus, a assigaar im me nata mente a miaba de-
masi pora e simples; quanto ao pedido de
reforma q ia deve s-r a uiuma pega offi'.ial de
um mioistro que pre-toa alaoaa sar-igoa a Alie-
n i.ina e Prussia exijo mais temoo pa-a redi-
ll-a. Devo-o a mlm mesmo e devo-o historia.
A biatoria deva saber um dia porque fui despe-
dido.
Era vista disto Bismarck redlglo de 18 a 19
le Mirgo ama carta ao imoerador, e Qasta carta
fazia ama exposgao da sitoagao po!ii:a e dai
'a/O.8 que Ibe probib'am a despeito do sea esta-
io de saude a sua a?*..gada idade, qae se reti-
ra-se, a menos que orna ordem positiva do im-
perador o&o Ibe rosee eotregoe Neate doca-
m-ato volumoao, o cbaoceller expli -ava-se loa-
gamente sobre a 8tu igSo qae o presidente do
ministerio prasslaao oceopava em relagao aos
seas collegas. Dapols procarava demoa ira* qoe
ae itmttassem a saas auribuigOea nao poderla
mais aasurar a responsabilidade do governo e
da direigo dos negocios poi ticos m-smo con-
servando o titulo as ranegOes de cbaaceller. De
maoelra que sob pretexto de pedir a sua refor-
ma demonstrava a aecessidade de permanecer
oas sais fuaccoes.
Nio necessario dizer qae Bl mar. k tinha
poso oa re lacgo deate documento todo vigor
e poder de p-rraaaao da um documento official,
por rae, com effei'.o. elle llgava a esa carta toda
a importancia d; um do mmeato official
O que o prava qae to aa as vetes qae mais
tarde era objecto de om at.qae da pa-te ao
aovo goverao, responda convidando a publicar
a saa memoria de 18 Marco de 1890. Os oovos
governantes sablam nem porque o oao fiiiam.
O imperador oto recoma a memo-ia senfia a
J) di Margo, ao meio da. E elle acaba va pro-
vavelmeote de a percorrar, quando algumas
horas depois o Sr. de Locames, cba'a do gOi-
Vi
I
: 'M
. |
1 1
t-1. M

. i




j
.'3--




i

Diario de Peraambnco Tert?a-fei*a t* de Janeiro fie IS1M
>_r*
nete civil, e S .1 Habu.ke, chile <*o iln.f
te militar, vte-ain eu -t-gar 10 Sr; omi carta p.eveoioiio-c que era aposentado.
vas fraudes eonspurquem essas paginas', falsi- fTT.l^Ii TZ^LJI^Z*!! Zt^. -~~ITbu Durante acto tocarle Bigamia--bandee- de
O imperador confer ao mesma lempo ao ficando a verdade da historia, ou a sua subtra/J" P"qoe^erieoreje ae ro.os o ive-r,, ^e, sendo depuia qaeimado,em grande rogo
BBBBB^BBBBBI BBBBBBBBBBBeaeBBBBI _~~. a _J ^A^BBBBBBBBBHBBiaBlBBBl IbbBBB^BbBIbbBBBBBB^B'34eieeiB^BB. -^^^^^^^^^^^^^^^^^^^HHHH^B^^HIH^HVA^ a #11 ra t 41
A C imoaobla de TriitKS Urbapee far expedir
om trm eepecial apea a r"ct'vi.iede.
(Contina).
cfctncell-r >> malo de duque de Laaeohorgo e
proineitu Ihe o seu retrato ue corpa loteiro.
O prlucipe de B ornar & dirigi a 23 de Marco
10 cis rilo para s oe-.ean. D liiuru e LU
paco ie eo pnmt-iro acea apparn ni o operador. Q e que eil
diese a Birmunk ? Nunca se s'iine
Betaa tevrl i;0 .-, u|* veracid-de im oaaiv*-'
apurar er.uj i>ng*ui a \iaa aletaasoaa nu-
cir, moa bt-rtjut-st-8. Mas o inipera-ior acaba di
or e ir qoe aa pcscoaa di- sua Or-.e oa" des nin
ta oa boato- qor pooe'iam ser eso.ibados e qj
nem inesmo 'etpuudnm aos ataques qoe )*>
dir guio. coofa ..c pesoasqi-e loraoi tnvulvid^
uestes acootecimenios
raUeceu o h losopbo K i-I Lu Wig Micbe
let oa i j i ae 'Jl anuos.
iistoia patria
In-ttiito Arclieolojfie. o Goo-
g-rapliico Pei'Uautbucano
Discurso lido na gessao ue Id de Agosto de
18M pelo consocio Mu or J. Codoceir.i.
Conli ucao d. que foi publicado uo Jordal do
Reci e du i-lt-13 e lli de Novetubio p. p-
(Coutinua^o)
Nao lardou quem vicsse pela imprensa con-
testar esse Fado duviiiando que exirtisse docu-
mento qu;1 o eomi>iovusse ; artigo que ro pu-
bli ado cun a aaeigaalUra maj un
Be! o m-, bem coiuu uin ouiro assigrado poruin
Sr. Arislidos M.iia, publicado na inesina liif.r-
ma no qual o seo autor ebegou at a repetir o
dito de Qaioet: que a mentira Uem se tor-
nado nos noesoa das urna viriude IheologaL
Portanto qualincou de unta mentira o que llu-
via escgpto, aquello Ilustrado escript r.
A' esta, descomunal aggresso responded o
Ilustrado Dr. alivio Homero na sua obta lista-
ra da LMttr tmn ;>rus le <-, (un. 2. pag. 77 a
77, fa einlo uina rezcnlia do que escieveo
aquelle ilustrado comuieudador cni sea Jivro
sobre a con ura. io imiieira, dizctido que elle
Com o sen esonpto conlribuio para reduziras
propo ioe- assustadorasque v.n timando cnirr
tmtontho o os lwazileii'e.s o direito de pliaiila.-iaiein be-
roes c encher de se .ideuzes o eco de sua
historia, se hw aprai crear uina mytholegia
politica, creem-p'a como Ins bem aprouver
Eslo no sen ilireito.
biz que al boje ai .da nao poude compre*
het.der e uem pude tolerar a preleiicao estolid.i
e biulalisanie de se querer impedir os tos da critica, e uem os selvageus attaques
de que. loi victima o Commetidador Joaquim
Norberlo por liaver tocado de leve na Figura
de Tu i detu I
E uto da pane de espiritos que se dizem
liberaes.
B uina groaecira intolerancia, : prepria
de nimos selvagens.
Aliii de tudo una enoruiississima injus-
lieu, por que u livro de on erio de So iza,
lit-ui unge ue i-r obra das waccMiawo, pin
livio uuimado de fcrUssiiBO espirito liberal'
a alentados impetos deurocraticos.
o Qua o motivo pelo qottl grandes e consa
grados h ioes. diviinsados pela buniauidade
inieiru podem tir sido visilados no seu uiiilio
de luzes e o:r.bras pela cnlica, e nao se lia
de facer o mesmono biazil, a verlo* unwzi-
a nhi'x i,e h ni, ih !
Qua a ra-fio pela qual um Strauas pode
c cliegar at Clmslo e. ar. ancai-llie parte da
aureola, e nao podera i:m Norberlo platicar o
Uiesmo e.n i r -te 1
Ora dei'eino-nos de phantasias imitis e
respeiieiniis antes de ludo a veril,ide
Nnss;i de ocracia nao precisa, para viver,
de liiniar-.se ein e aceros v lalsid. des, etc.
O Ilustre (.lommendador Joaquim Norbt'rto
no se fea esperar escrevendo una meiLOr a,
que leo no Insiilulo Histrico na sessao de '< f
De enioio de !ll e corre luipressu ein um dos
nmeros de sua Revista com o segoi ic titulo -
liindfit'es peame is historiador s occu'ares de
tu tfinp). ,
Nessa memoria diz o seu autor que foi tal
a iinpre-ssao que lile caUSUD a ronleslaijo a
SC'U cict'iplu *^UO iK'^Jlt mr^mu n s)i'ur *
ter.a havido engao de sua pene na cilmjao do
facto e por islo recorreo de novo ao archivo do
Institu.), para se eertilicav ein visia do docu-
mento que atli existe, e de laclo euconlrou a
osrulacao aos p> s do seu atgoi no mencin do
documento mas com grande surpresa vio que
as palawas Hie be.) .a vsprs. estavam inuti-
Usadas sobre grossa camada de Iluta muito
negra, e anula moderna, quan lo a do manus-
cripio Cala ainarellada elo lempo!
A anean lo que a fratMe fra finia di-pois que
el.e resiiaira o mauuscripto ao Instituto ; isto
, depois (lo dia 7 de Noveinliro de 18? i ; i que
nessa occasilo chumara a attenrao do conser-
vador da biblioteca e archivo do Instituto para
esse laclo e suljinctlendo ao exaine Ue un seu
COllega.vcric.iaui que ap'ezar de ciscada a phra-
Be, uhsisiem as bastes das letras Ib bj p ,
que iteixau. b osps-, alein de que i eimmac'io da phrasc
torna va incompleto o sentido da oraco, e por
tan o lera leita a falsi icaio sem relie sao
tale faci tainbcm con miado no ouiro do-
cumento ilii' all existe, e que atliihuido a
Fr. ItayiliLOdO de P ma forte, UTO dos francisca-
nos que assiatiu aos ulHuios momentos de Ira
dt'itfi. onde se 10 foiha 7 v o segMBMS:
o Hmaiihec o o dia 2 qu Ihe abra a eter-
muade Knira o algoz rr Ihe vestir a ulva,
e pe.indo-liie de coslume o perdo da mor-
te, e que a Justina que Ihe novia os bra-
eos e nao a vouiude, plcidamente voliou se
a cite e Ihe disse : Uli! wwi umgii, de xe-me
be]! r-Jit na ii.uus e os prs I
O que ledo, con; demonstrarlo de humil-
dadi-, com a mesnia despie a camisa e vesiio
a alta, dizendo (|ue o seu Hcdemptor morre-
ra por eiie luinbein n
Querein una prova mais evidente do que sSo
capazes os lunticos sectarios de uudentrs, pa-
ra e; grunuecerem a sua memoria 1
Levam o seu phnnesi poni de propbana-j
reni o santuario do are ivo de una sociedade
para falsi eurem docuiuenlSs que ulliexistem
eni deposito .
O iiiustiado Commendailor Joaquim Norberlo
principia a ana citada memoria- dizendo que
oi por multo lempo eniliusiasta do I'ir d-nUs
pea ruz. o de que os martyres atiru em as sym,
puiinas e os algoias se tornam dgaos das inal-
dii,' es Uo puvo nas a medida que se ia ni-
stiu ndo oa bislor i da malograda con;ura(;o,
se va mo i fioir e arrefeci-r o sen. mthasi su o o
te\e de eulren.iar'autc o homein qu em 2i de
Annl de i"9 ju' uo era o mesnio ardeute
apostlo da emuncpago poltica
Us anuos que passou na pri-au segregado do
mundo, o couiiaclo em.que se acbou conos
fraales franciscanos, qu Ibe transmudaram as
ldeas, os eou-ellios que Ihe deram os seus jui-
zes com l'eineiitidas rotpessas, ludo isto con-
concorreo para tran!ormar o conjurado em um
lioiiiein en.ido de 'iiysticismo. =p ender. m um
pulriut'i e exic-tartitn -//(/ I
. Diz o Coininendado: Norberlo, e contina :
Pura elle o patbulo a- de gloria, e aun a ara do s'acncio para ex-
P" < Pie er o antes uiorrer co.u o credo santo
nos labios do que so!laudo o brado da malo-
giuda revolta que era Tiro a uberdide! Com.-
u me f.:. r,.m u s MUfuru das revutuc spn-
iitiH.ii. c-i"s de I8i7 c ISii. (*) Porque nao
o le/. que mais espt-ruva dos seus algo-
res ueste mundo ?
Nao acuaria, cerlo um echo que Ihe res-
pou lesse seuio 3l anuos depois, mas fazia
e.-lreiue;er pela patiia mullos coracoes sopi-
tado- no sonmo do iiidi!:ereiilissunu. etc.
) isse que como poeta cu romancista bem po-
dera ter descrilo o conjurado mineiro segun-
do sua iu piru(,'o palnotica, mas (Orno his-
toriador consciencioso tinna djante de si as de-
duc(,u(.s liguas- dos documentos, que sao : o us
tesie' (.u'c.i dahitiorw em que se .1-va ba-
seur seguindo-a como buasola da vurdado que
lheapcK,tuU o caminboa seguir por um tenebro-
so mar que duiuu lo unos de aturadas e pa-
cieiues |iesquizas. Lo contrario fora Irahir a
historia e ineutir aos contemporneos.
Ao concluir a Icura da sua mera iria pediu
ao Instituto que ifr.csse imprimir ua sua Revis- duct V, aa> e pequan, oUaae, i4i,ua o couju o pnu-eiro, appiicaao I prucitaao 'lo Nap< leao femi iirt, to poaco conbecido pur
de mtarsMM. do*, o/ie oooasia,an Jc
to'os don* documento-', anu de evilar que no-
strf*"
lt .UO o
J e Cu
l. Dur
co o (rae foi satisleito estampando-se os dous
docume tos emun dos nmeros daquella Revis-
ta, bem como a sua memoria.
(*) E' o insusnelto e Ilustrado Commendiv
I-OL1T CA EUROPEA







O que l
g "i erra
( Do Jfitrnal des Deba! )
A guerra f >i o primar catado d
li .mun, o* ori{-m da sociedades; guerr-
cooira os animaea da pre^ ; guerra do>
omeus I ire bi per fuma, < dio, ving.i<--
o ponto de hocr^, e dep>a t,u rra ie
sultana das mmigr >;oei dos povoa, guer-
ras de conquista. A guerra fot a lei
.. -.preai. "i r- : >r:h-ijjm i -.ou'ro d -
rei i sbqo o do m is novo, do oa a
forte, do mais sobrio sobro raya
vola^tu^as e a^ioliejdas. A guerra como
coa si civilista no seoil > deseante, pas-
SJU a ser -eiU or pa'it.ss, a lirn da mi
tpr o pquilibrio en re us nacSas. Tornoa-
8> mxnoa t.-eque-..t- mad da qua a arte
tros i! m-.iar e destruir fea novos pro
^rej.-os, a pode Be prsver o tampo em
que, em vea de eer o eaudo natural, ello
se to-nar o estaco "normal da humanida
t.;, i en q -e, dap:>is de ter nvorooido .
i!>vi'i ayi'>, cabai jor to.heUa. A.pai
>? todos os da>eov.>limantos qua com-
porta palo tr. v t s-3- ,oa ji como o sa d s a eiocUd s
civi inda. M a om qi'iato nos acbamoa
a rcA s <^e tneio da 0iuiK.hr>, estamos ainda
longa do lermo denajavel, o por muito
temp > anda o> pcT^s n'\) da dar a d-ivo
:r mo mors'ra o malh da auas riqaesas
di saas foryse da s-u aavgua.
Na hora oraaea'e, '.presta-so a Euro ja
>s>ra urna guerra t > c >m> c moa a vi >
uuoi-': o aotigo miO':t-o di estado, o
Sr. Bobo ffla, trati de org^ouar de aota
rSo o aeu -.j ma.to e balanza, tomaido
por baba dos calcula a gu A prova gnrra ser um duelo entra
a Franca e a All-manho oa utra guerra
Wll J V'0- ^*u vencido pagar tod-ta
'. HeepHias, como em 187-1, ou estas se-
. i dividida* entre rccna a'liadoa.
0 tr.ncezes c^lciUraoi que a guerra
ifl 187J custira ho Cutido -.un* so-n "
rsduo a .'f 15 b 15 s da f-arcos, mas sem
ae coTDreli-ndeiein Leatt impor ani* *
pe-d s fOr d s p:l*a commuoas e palos
particalar;8 Quuiza bii'Sas da frene;.,
ist > d< ae > de marcos, represno
tam 4 Q|0 o juro annn I d"> 480 -rnlbC s
de m.rcoa imposto naeai vencida.
lat o ii-ia um mia>mo. Em pnmei
ro lug r o aute--t ds tropas ao^:muli-
.-) prok roa gu-.rri exigir deepeza-
mais coks der-veia, e o resultado depen-
der u-.lve do tervc-> ra intendensia que
fioco S: cells d toda a su;-liiridade Alia
n>ai h.
Oa --'estrorjos proinaido tari* mais
terrveis, o encarnc-maoto ma3 f riaso.
O- lia cejes ea iovaia^am a Alinmaui.
deiaariaMl um novo LonvoH f,a um rovo
'fe'aa incendiar tnlo, deyastar tudo; os
a le Sea reoom -y-ri-m a tragedia de Ba
spill s.
N5 pj-ovjye! qjifl a eu^rr dure menos
;:;;;> *^al 3108 esiKo multo mata
iinh^litados a 'rasiatir-qu em 1870; as
trontt-iras e a capital estSo beriaBadaa de
inrtilrujaa qoe se i tomnm num da
Por outro l tur-i guerra teaba durcao tu-is looga qu
a precedente, tanto por causa dos embara
los fiar-ciroa de c-da am di a pnvos,
como pela incerrupeSo 1a vida civil, c-tua;t
'ij pe'a parmanan'.ia de todos oa borama
val' ios da v nta e um a qu reata e cin^o
aonos Bob &s armas.
Do angmecto doa oombatentes reanlta-
ria Ha um augmento de d^speza de 60
a 70 o;0. ) raiuistro da guerra da S-
x ,< :- calcula as dea jeras da guerra em 20
bi oVs da mareos, e por cooaagointe, em
'i) uiilh3-a de m-rcos o enc-rgo annuad
<) Sr. 8 fcafe elevara esta eomma- a 25
ilbjSi de marcos, e sn, ao meamo tempo,
ti sse pjeciso pagar ss deeprzas de orna
revuluiSo social, o resltalo excedera 30
biioea
O Sr S jhoefTo'e o3o c que em tempo
daip&a, es eja imTii^en e um lav^ntamin-
o socialista. .Me, em caso da guerra e
de derrota, o povo venmdo ve ia pro<>u
2 I sino est tortemeote representdo, um.
nova ediy.lo da Commuow, rey sta e
guUrmeote augmentada, aob a dir.c.a
loa ehefes mus fan^tioos Eota dictadu-
ra temporaria do proletariado oaus ra
fcrtiin publica e particular perdas inc>l-
ojlavis.
P ebter as ioorxb neoessariis para alimoni
t.-r a guerra ? O thesouro que a Are-"
mano. tero, reserva na torre de Spand-e
aa r8eerV''s do baoco a o emprestimo ni
t do, a qn*i mais t .ffrer oom a dapr-
oiac*o do papel moeda, e oem o aagaen
to do prego dos objeotot de eonsumo. A
d'iia* claaae que, portar lucrar oom >
guerra aar a de gr.nde capital mobiba-
fio, oa fomeord>rB do ezereno, u j-ga-
dores, os especuladores. O perigo do s -
aiasmo creace' oom iaao...
A o.ncl sao do S Sohnetf^e 0 que a
AHemaoha deve re3igoar-ae a novos sa-
crifisioi, Augmentar suo effeotivjs o qua
dr .a, votar o pr-jecto de le do Sr. d
(Japrivi, faser preparativos nunca vistos
o ra que oioguem ose tas&l-a.
8a reprnduaimos esta esbogo d) trn-
mtndo flagello que a aaoexacSo da Al
Hapic-L ire-ia Buapendeu sobre a Europa,
a p' r outro mo ivo Fagamos ao c >8a i
es a f. ira
. O uestro editor poblicou a con Inosgio de am
(riba'ho poltico, aob o talo : Um sacre tari i
de N soleto I ( nne provoiea ea dos arrb vos polieiaee, graeaa aos
Conpanna iVmaMbacana ds Ha qaae toroa.L-e coobncHos moltoi fac os dessa
jais ea saus representantes a ja ti-^.-d-
raconbecer que nu oa ellas mercad.-f' ? Cim as despesaa ni icares oa reouaram
p*rmte ib sa^nfioi s meteria^a Oa ex
trDgai-.ia nio dejcinbec^m quiuto vale
o noaso e .-ercito, onda prese ier-se re
tupiado tudo que ha do vgoroo e b2o em
onaso psiz. O pung por-- coi vera de
ou:ra arte, de nossos prti los qu-', ein
aaa queatSas, d3> sa lem>ram da patria.
N3o se porte pan ar s^m estremecer, em
qu? pidi*'nos tar ido aororohendi "os por
urna guerra no me o das c:8is que ca
o-nos de atraveasar. Ora uo o issive
a illu8So sobre ista : oa pr-xim* gaurra.
cMJ-s furores e carnageos arte alguma por
mais realista cmaegu na pintar, tratr-
aa-ha de urna queatSo da vita ou da ao.-
t ou p lo menos para a n**gSo vencida.
uffli disia o principe de B amarek de
una saugria & braac<.
T, BOUROSAU.
Kr,VISTA HAKIX
caminhos de farro que 'perteo^em ao &*- iaaioap a foi a
tado. Ma. eo.Wag, ser* maio, para K'jXV.'ffl'
IilCenfaS) -P.> p; u la ar .y .i U.-I3 _.->
H u 11, Esjj. S". D'. governa.ior io Es arto c c-
:eieo daaa mezes Je h (!-,;. o proaM>ior pn-
ii i : ao mu'H iplo de Bferros, ba b T'l aoocl
Ht-r'ard.oj V:eira Cavalcaat-* Plta-, para t.-a'ar
o- sua saoda rom os vencimetnos a que ti>er
1 re tfl na forma da I-i deveudo ea.rar no golu
da r, t^fii arenga denirj do p'aio de 20 oas.
J Por podara oe 3 iio co-rrn'ii o EsaoSf.
0 gove-oajor o E-'ud raocedtu u:o i cenga ao p'ufflolor publo do municipio de
Cerrantes, bicnarel Pedro M-irqu- Cavalcanie
de Atbu^uerque, para iraur de sos aaude, c.m
o* vr-ocimentos a qne tem direilo tu firma a-
ei d^veodo enlar no gjjo da referida bc-enc
deot-1 io pr'at-j de 30 diss.
Manifeatu N'ouirs seccas des e Dtort>
damos n.j- puolicio-ie um ijanlat^slo qu.- aj
pan dirig- o S- D Aooibal Falca?.
E-e documeoio que o:> envo. torio oes fo
en lereg do s aotitem r,o- chegoo mo*.
U Sr Dr. Ano oal Falcao fai nrlle vmendeho
noruble em relacfu i-os 8Jus concei'os bju o*
iinuin sub taaoia S. S. confr-s.-
ad i deplarav Irnen e am soa^ apreeiacOe', e
dtciara-se preeaetO a servir repobllcj pi-iuqaal
sempre pagoara,
Unio a eblampa esse (iocoxoato, bem >e
ver que apenas abrimos esp.gi urna naalfar*
-ro "xp-e-i -,:ve, da qu.-1 todava nao as-omi
.iio- a reponabiiitia ( da todos o* rncenos
exteroadj.. qoe -correm exclasl?meaie pof
COIh no sea donatario.
Uiniatro la m-triaba '.o t-i r,j- q i-
teo 10 p.^iidj e nb'.idj txonrraca > do ca?go o ac
fual Sr mmiafOd marl.ha '-^ nomeado pira
8ui>tuui!-J o S- slmi un e ''.o lio N-'to.
Bilallio Patritico de Marro -s
gutote :
Como se v '*o telegramrra abaixo, qae S.
Exe. o S i-n-ral Leite de Castro ti-ve a ge:ti-
leza de mo8t ar-uo:. anto isjj o (Javer-Qo fc'ie
ral a irgaaiaigto do BalaltjTo Pai o ico V <-
Ma go.
Saeretlrla da Gn:r,-a, 6 de Janeiro de 189i.
t Geaaral Leii* de C'tro.Re do Gu-erno Faderal p. ilei-i oier que el'e
actiu jubiloso e multo grad-ce a o'ttao sa-
Hfao uo Baa tai Pairioilco 6 de Ma 50, elo
qa/ute ^rov que o bro'Co povo p*"naj bu
rano coneaera 88 11, ti u'ces republictnas.
Dfi-i-, p'jis, dar-lbe a orain88sSo aeflaUB
o, sendo Oom naod.uio, fisc 1 e jnanteof
tti-iaes do exercito, conviudo, porm, que s
aqu-riele no cato de OfcessidBoe. Viva o
R publica I Marecbm Enias Galvo. >
Vapor alleaao Ollndafor t. le.-a-n
ma i|H ie>iou ua B bao Sr. > 'nv.ni l no-
do crrelo, a qae po- ra boaoade nos m.-n u
a)0rt'ar, Sdofc-se qoe.o vapor albmtj Ollnda
sena despachado bonlem a Urde.
E' povavel. pois, que sabmdo d'aquetle por-
10 nooiem, toque em Pernambaco 11 pela ma
o ha.
Jaro de opoitceeV garrir de :i j-,
em. >odoa 8 uidi- uni dir 11 horas da mauba
e 2 na ta'de. 8i-ro pagua ni Alfiniega es ju-
ros das apolicei- da divina interna fondada, refe-
rpntes ao |.u 'do semestre do nno pa-sa-M.
tiiinp niiii iniiuarnai Pernambu
cana1 .-.iu.- i i-.-fii- uui exi-uipUr, ?om que
iojjus oirntseados, oo relatono anreaentada a
- 8|-mb't geral (toe acii nis'as da Comp> bia
lodotrial rr"namboca,na em 28 de Deteobro
u t mu pela rerp-chva d rector!..
Retare se ao anno econmico rindo em 30
Ju j ulum e dis q-"* s-ldo liquido do auno
foi. apenas de H7:COO#7H o que permit
de-tribuir aoa acci 01 s am nviiren lo de 6 /
id irr.p->riaoe de 71:0004, t-odon resto as ap-
oCages recomendadas ods eslaiotos.
Occupa-se depoie-con-o c>iaiona ermp'-
;iina, que, pelo expaaido, se acba em Doas
'ordljies.
Que caua vez prospere mais, sao es costos
.us.
Mon( Plod Opcrarloi Cigarri-lro*
1'. ndo i-sia Hiicirsuade a 7 uo cmn-ote 'flectaatw
* e 1. icfto dos fiiriccionarii'S p ra d r>gil a no an
ao social de 1894 a 95 obitve o sesotnte resol-
tado :
Presldeote, i e 2* vice dito-Antonio l-Ji
Snra Pofrien Alfredo Goncalves l^ges de Mello
e M-i.io-i E o'h. no Ferreira de Mella.
I- e 2- secrtanos-Aflo so L. d Costa Ribel-
0 e Jaae Bruno Los Watiderli^r.
Tbesoareiro Manoel dos San'os Araojo
Millo. '
O- adorManoel Ca'olino'VasconceiIos-L'ns.
B.btiotrecarjoJoSo-Giidm d- Atevelo.
i- e t- Proearadore8hv o Placido de Frei-
tas e A'ibor Gavalcan e Aluoqoerqoe Meno.
Conmi sao te linaocasJo B-*ptista Silva
L-)Da'o, Joa^nim Eliaa ue Sa Luni.e Saferioo da
Suva Maula.
GommiasSo da gyodicapca Franci-co Reliz
Varoi-, Lao'isno Albloo da Sooza e Henriqne
La < a >e A sajo.
Ferro vi a to Sa-o Fra aloco Ante
hoH'en ness ferreWa, o iri-oj qn pela manba-
s yuio p%ra o lo.erior, seff^en' ddh demora ae
aeriam auffioiantea, ae oSo se deisasse a
guerra alimentar-s* a si mesma no terri
torio invadido, oode < s ezercitos passarS -
oomo urna nuvem da -*;anhoros. Apeaar
diaso nlo havar remedio senao recorrer
.0 e-ir- foro i -o, exj r-sa ao perigo ae
nma banaar-cta de assigaados. D'ab urna
disiauiclo do valor do dioheiro, urna per
da pira' toda a gente que toaba reodi
mantos g-rantido palo Estado.
Os tranoeaea, alm doosaus 12 milhSis
de mareos, perderaos s com a philoxam
uu8 20 b liSes. Sipporcaram-mo. De no
vo terfij de lser gemer o prlo dos aa-
sigoados. A illemaaha, como grantia
o p -pe moeda qua emdma em gloto,
t na a aoa propr.edade'dominial, es seu9*j47 mld'jtcs em conBeqaetftfi de reparo nre0i
fot mi.-ter fater na linhatsoore a
e sufis immedlacdrs,- o'e en
B por' intuitos perversos1 forsm tiradas 98 Cu-
a Resaia p^r om-lado, e para a Auetria qhm das que apertam os tMIhos.
e a Italia por outro, se a Inglaterra- Fellzmeite de^cebrio-se-o attenlado antes da
oiii aa socedrrer'oom Bubaidioa e taran hirada'passagam do^'a-n por all, e deram -se
as providencias osees anas, resultando apenas
a raf'Ha demora na'ma'oaa At bonfem, despeitodas pesqoizas faltan,
oSo forain descoierios Os autores do crime. Eo'
iretinro prosegn^m as diliaeneas e aM^otentoo^
30 de vig'iancia pela s vuracQi da linha.
E' o caso de, sendo deneobertoa 08 amo-es de
tiasde emprestimos.
Qiand, ^pdj a guerra, ao tratar 'de1
ex'iogoir est-s dividas itameasas, tara de
ae recorrer a imp< Btos~esmagddores,*redU-
iraa dssueaws uteis do Eitai e ua. oom-
munai, fenaeroarbeua ao tibt.ao ou atv< act() ner?efo, serfifl eMes severametilepnlJos.
b r na 'bauoarreti. A liq-Jidagao aera
tamerota, ob aoffrimantos economic s tra
pensUo- da ivil %*+*
Basar em llbda'-Em viriu^e de nao
ter 8100 possival couoosirem-se todas-*as pno
j-,l.M1Mnm rufardiiTunrr. tima an. dasi d-baz>r proma'ido em'Olimla'1, Visto o mt
ra coma.gc. um re^rdmsnto, ama sus- .(snpo qa(j fcf Dg U dP8|?na(0: par0 tB* ,fla> ,
-. -ti-H uutauo. 0"jUoa i- aua. oO <
kO- p eier^ncaes, Vrncntue em 31 de D z^-rn
D'o ultimo; bem como rescatando as tort-dd-s
em 26 lo m- mi mes.
O Municipio ? ni ni--oi nos cbegn *
naos o u. 5i, de 31 de Dezembro, uese neblo-
uia tario o iu :eo-e.
Annoncla elle a soa sospenso p-r lempo in-
deiarm nalo, prometteolo qo-, se 'eaorn ecer,
vol ara (heu de vior e com a mesma .I ai va
lente e convencida.
Oe-ejau.os qae, desapparecidas as causas o
CdBiO-i ci Hs-a oospensao, vot> 8 lija o int-
r>-8Snte beba muario, tao esi imtj oa vi lona
cidade.
Frctuezla lo ReciteNi1 d rn So6
;0 Cir um, como suc;p!-u palo N.t 1 1 *nic
Boro, hoov fo gares pjii'ili "8 na feuui-zia d:
.4o F ri Pedro 3.infama lo H^-if-', u tan lo-?c
a ni. .-ma ordem < paz oo'-5rvalaa anierioroieot*
nao san io ?-ff-'-t u oin-i J0 p-i-iu
u m-smo eu:csjeu as decais fre?urxids o
R.-cife.
|nnlarSo e a boa polica.
Verdades laronitainvea Di uds
as uusas iio uiO'.i'O o qce ha de mai* m.erto 6
a vida.
O chefe do familia qoe para susient'l-a f
cuota com o ?eu ranalho de tolo-, os das, nao
poi" ga'jnt r toe o futuro.
Urna garau ia segu a para s>". futuro t se-
poJera cns-KOr com mi apoi C; ua impoiao-
t) sociedade de seg OJ de vidaA Bqu ti-
tiva.
oca deiltmida-Os j i'Oies smiricano-
coouio a ci y-saue uuia aeoioade Boston, M>ss
Jeasie A k- man que acara de lerminar um^
lo'ii i vi i^>-:u de P.'vpjgaoda a rjv-z d Aflatra-
I a a ladia e a Cbtna, du*anle a qual pe'to u--
vint rail alelos forim por ella reerstaoea a
S-jc.iedjde dt T mpraug. que presidente.
Durace os seis o neo anuos de vlpg-m, vt---
Ack-irman empr>-giu o aieios de transpo u- qu-
euem : o cavallo, u uacbo. o camello, o e e
pnaute, o buf.I), o hirco a va or, a c.ii, >
iuo-o. a diliKimi', a carreti, a cadi-irir,ba, o
p-'lacqciro e o erro se mo. N^m urna vez
.jqu-i'a menina torneo o camiobo de te-ro.
Passanlo a Iooko da cjs.a af icana jumo de
ora amo onde se eicott-avam pescad rea-de
ero 8. vesiio o falo de om Otiles para Mz:
urna ex-.lor cao soDmina.
Uu nejiiyto >-uto*iasta qa z a tolo tnife
lngarce aua pa'a a Stgul'.
S-Koodo o caaeruo ten -ias lomaba oor Mi-3
A. le rmao, '-si- qoe uercorreu 160 C03 kio
metros, vi-nou 502 g an es cidides, proal na a
1.4i7 reMuiOas, Ui i.3X1 onf-rccUi', receban
i.000 artos e exped- 6 000, t..almente, fscre
'e 70J arillos para us dwe.S'.s jarnaes em qie
colla -jra
Corpo de eavanarla eatadoal S->
creveo-io- mo aiures a rxa >eui o no Gapio<
ribe, n- Gap naa, que xando-se oas prafi*a uo
corpo de cavalUna eatado^l qa-, vin-io nanbar
>s cavados no po to do 1 qie, io uso el ?- tam
b?m OaObo em trajos de Adao anes d pj. cado
Tornando publ -o o facu, para coabee mani
do Sr. o ornan unta do carpo e ao U". Qie--
tor, qoe 'e certn o ignoram e-tamo-> eer os d-
qae se-4o la-'as a< providencias qu-* poinm
tin ao hos-i off-nsiv "Odor da- fi odian.
A
e;:i
gropne puoiicou o ju ..me. co de Peraauneco*
de 5 uo orreute :
A bene cerita A^Sciac4o Coirmercial Bene-
H euti de Perfimbu^o iiesie mes pratlcon um acto de ju no oerreito accorio com as bu^s bcoroias tra-
dicOes.
Considerou de modo qne Itn moito digno
o pr. cedim-nti do illust e Dr. Alexanlre d
Sooz'i Perei'a do Car o. zeoso HHpaotur la Al-
f.u trn. em b n Uno da legitima a*p! ga uo
cummercio, e em offi.'io exleroa^i o saa pensa-
minto a re-peuo com a siosendade e circurn
specc4> que caracteneain os seas acis
paasamo: p^ra a- nosnas co'U'iiivis o men
ciooado offiiioqu-i. reaicaudo o sorl$ preaia-
do pelo d g o msoector da Alfande^^, pO o
a.te relevo o cri.erlo e justica da distiociiisima
Associac4o.
Eso of.io :
Asociicao C n-imutM. a Junttru i/ejH94.llHB' 8>. esta A-- cii;4 c inieouun.w eos esf-igos era.
pregados por V. S. pi-raote o Exm ir. ciiojg
tro da Fazenda, para qn* fosselb di-spacha-ia-
llv-e- do aog-uen-o de 30 por cenle do novo or
jam^oto, aa mercidjrua ei lentes na Alfan'ie
ga e as que eivessem em viagem, sabidas para
o Braz 1 at 31 de D'zembro fludo, o que cm
seguio conforme se verifica de lel.'gramma do
mesmo mmistro, da... ao. mes bode, esta \s
socii i4o em so se.sf4o de boj-, r<-Bolvu que
se a^rodecesse a V. 8 tfio as ki a'ado aerv po
prestado so commerc.o,-o q e nesle momeo o
cumpnmo com a eaasM Btisfico.
ApreeniamcB a V 8. em nosso oome e no
da As-ociacio ommerclal Beuefl'.eme, os pro-
testos da mais assaoja estima e ronsideri5 >.
>Dea* guai-deaV.'S.illro. Sr coronel Dr. Ale
xanir de Sovu Pereira do Ga-mp, multa digao
in?pecir da Alfsmdeg?. p
aefuio de valaQiaado a more bate i
poi., uao i-e pJ-* evita, o guipe fata ; tx>a8
p^d<--se ven-er uitas aiflictJauta resolinies
.ia morte de.um ba-n pro ecio- pelo aaxti'O qoe
etend- a familia o peculio receii'o o^los htr-
diro.-d'aqnetie qu- leve a.p'ecaop4j de segu-
rar a vi 'a n E|o t "va.
Orden hononlloan para cnli-.itio
Deno a uo receuio uecretu uo re e da ar..-..
de Portag*!. agraciando Mme, Ca boi c. m a
grande banda cas Dafnia Nobres deSan'-a-Is -
bel, vem a propisito reco'dar 'que ufa ea
uui a Odem ua Eu opa reservada s senho-
ras.
J aoterlo'meoto a possuiam cbu tos pjizes dia.ioi {& s aoalovas.
A mais aouga O-^^m do uy-sne, ins imida
em 13 de Agneto de 1443 obr Frederifo.ll, de B-aodeDorgo, e que anda boje existe na
Pro-ala.
A Ru;sia tem a Ordem- de Saata Catharina,
creada em 1714 pelo imperador Pedro I
Urna francesa, Leonor de Gouzaa, m5e do
imperador Leopu|io I furodoo na AO't'i em 18
de Setembro de I66S, a Ordem da Cruz Estrel-
lada.
i O imDarlo da AHenaoha >orrfe*e *b draa-?,
desde 22 de Miio de 1871. a Crozdo Mr-ri o>.
Exiana j na Bjviera urna G uz do M-- uo
para as mulherea, creada p^lo re Luiz II em 13
de Maio de 1870, e aa P,'ossia. alm da Odeiu
j ciiada, a uraera de Laiz, m.-i toid i por
Prederico Gj berree 111, em 3 de Agosto de
1814.
A est3S condecoracOes especiaes D&ra o b-llo
sexo, compre a-creserntar a famosa R si de
uro, qae o Summ Pooi-Bca exa 'temante este
ani>o ccoferio S rainba Amelia de Portugal.
(na novo planela-Du teleitramma da
repartlvau asirouuiur. de K "I annoncla ade<
coberia de boj novo planeta, uo da SdeiNovem
bro s-lr Doras e 8 amato < os noi:e.
O antro rio 13 >;raode>a.
Jniu prineipeara do >!* oeeoilo>-
0 vi-cuoue G. uo Sa.m AV'uvur pandea na Ke
vue hpfiuomadaire um curioso estado sobre
urna umao principesca do 11 8Dio, parece fcr sido a primea de relc6es aiada d. 8-
conlecluas entre a Franca e a Russia.
Tr-iu-ee da princesa Aonaffliha do grSodu-
que rosto reinaoie em Kew, oja mi foi so li-
cuada per Heonqoel ue Frao8t> para iv-ar-se
da oiffi uleade de eocontrar, aos Estados m.-i.-
v8iuns, orna mulaer que aao-fossn soa prenla
a om grao jo probibi&j d.s leis rigorosas da
Igreja da Ida la Media.
Viova a atoado g^u-lu^ue- (aoou a ebbadia
e S-. Viceoi'emr8eWi8, masoio tardn em re-
uonciar osa tralo dd Runha e & exo-n -n i
da vida de onveetO/posqeaoia, pouo lempo
depois, fez ge rap-ar, em -orna a, como
simples pasidra, por om Bello joven, de nome.
Rjol, conde de G-py.
Kapaieo eo naulh iHtieose tteudWl pue i-.ou o valome tao espe-
rado- ere Fraderico Mjason, -sobre Nir.oleao e
as Mulberes. Nesta primeira serieb'Amoor
Pre leiicj Mas.-on iecBaatiini,-aom-aaxilitf de
dodutngnioB'itiedrhisdouai intereaseexurp-i D i'
:-p .-bi do g anlrt imperaaor anda descorne-
Mo.
ta Casa-Bis o p*ssoal que ao mfz de
D i-ii.iri u'ti no ocopoaos eelabelelmenlos
- a-g i .1 ou.. roa in-iu gao.
Ho'p tai P^dro ti mi
H-isni ai djs lnziro3 *<
H isni al d b i r.i'i'oi 22
i;o iegi i das orpnaos 192
* y o de m-o md-ide 216
H 1-1:0 lO dos ''.-O i 1 i' 269
Cesa ios esposios:
En poder da* satas 92{
N-i eBialeciiento 217( 303
T>tal 17.2
T-i*rmma> retido*Na E<'ag.) des-
la cidade ao Teiegrapno NiOiooii acbaoVM os
S'aulote? :
Para Fretlae, da Viciora; para L Brim, de
N al; pa a L B um d* N >ai ; p ra do lo, da
Fortaleza; par^ G< e Moreira, da Biaia; p 'a
0'- Q ..u. 7, da Hardnyba ; e um avmo para Dr.
V o le G sta.
Occup ?:u mental da Infancl n;i
eaeolaa-E.ho e* fi .eli :
Q -n o ie c-U'ura os v?lbos me boos de
-osiuo p'inario resi.mba d >a vel.ijs es o' .s e
dos seus fystpraas anngos; n4o sa eooaiajtfj q
hy^ieo'came'e eram Itea alada aaarai os me-
ib i es.
(Ji.i o iscono verddr-i-o do eosini p ima
rio t E' o em qua os luuoos eab-'ra ler bm
C-. npreh-adem o ou" l-m, escrev-m correcta
mente ama carta ou om coat e fazaia as quat o
primerai opirag-'S a> aritnme'.'Ca.
Como os teUores sao ra, um dos m-s'*e mala
convemiios da necesmaie de acoomoiaro
ensieo a p i enca ofaotil do eqien i meatj. o
p-r,fj sor T mjfsla, lente oa Rt-al Ua reraiade
de Pjdua.
As uas tbosrias, diz elle 'm nasa carta ao
pi'L-p lo pai ni) e'j fl-n s dis-i-ncia, deqi
elM rjjirapoie ora apostlo em l) praco d.
*ua experienc a : elle recben ss soas primatraa
inpiragO'Sdo pal. vU'liu-nta medico, o qual
b?rj comp'ebenJeu que o ra qual a tafia*a anjava snjeita muias pertar*
b.^gss cerebraes > a dneocas, era a exagera ia
io Nt-m te cr^ia qqe som^nt* os msdiins se pre
oceuparam com tata esgrija. aela que L o.-ir
di que r.43 tLnt sajido on oondo gosr dos
pr zeros ua uosidaie. po' t-*r cou-oulio o-
seus mais beilos ancos na biDli.>the--a pai^'na.)
ler e a estu-ia-, a Ir iozit e a co't.por, sem r-
soffren o. e ulkei o ea juveuil Uade, dase
o'cm 'e sem escrino- :
Eatrenos, Jeiie muro tempo aeducacSo n5i
se occod do aorpa co a p.ra eili muito oa'xi
e bj cta ; PC-opa se qo-ren'O cultivar o iorro. a- urna o c rpo,
sem perceoer qj i UfOiaandp e-"le, arruina reci-
p*..Raineute la .bem o eapi'ito.
Qiai-8 pr(fuas reraaaea nete periodo-do
ODatot poe a ios nossos 1ia< I
E q-ie bello asomino de ej,n1o no seria i
vwa intima degti i feliz que nao tuve se na
dores. iiej'llu3<. desespero e 'oi victimada
bylropesia a da pttttsica quaoto piMi ao uieno
gojsr do neme e prestigio jue ih" de a fam-..
ecbo da estima infinita em que era ci.is oe-ado
pe'os italianos e ialvez moda mais pelos estrau
geios.
0 pro'essor Tiraas-ia, co tea onnsr-al sobr^
a qiestfo da loteoiperanca do traoaloo mea'H
oas f-scolas. appii&'U fr*uc raenie e com i^-ku-
raog o ferro n Cirila... eabrindoaemo t a.i-
ao-a a tolos, prov.iu cora todj -lncia como a
nier.siiale do trabiloo dive ser proporciona ia
ntaresa pbislca e cb'mi a do elementos qu-
entram era acc&o; pols que ao eqolioiioen re
eai< d..us fa tore-i qne e- dee ce'tameote
ha lo, e visto st lo ex e-isivo coosui.o do vUo*
loieileetual, que resolta a doenpa, oto-pd-ea
morte.
Tamaiaia n5o se. coaieniou 8orrijnte em disco
Ir tono taalrioarto a d-ffi:1 que-tao ;el'.e lev
a paciencia ie !-r a ana'ysar oa iivros de ter.io
que sa do eafo ar aos-menioos, priac palmer,
te as grammaticis e as aritbmettcaj.
Aporta os deleites gravissimos de firma, de
eto-iicgio, de leglca, e critica com razio multas
demaSsa, s aeraaaa c. reg *s que torurim o
cerebro dos alumnos, e q-ie talves, os pr-p-in
m-sres, iidaa as-ioi i- lirada,(OAo souberSm
Comprtbr'O'ler cem facni-lrine.
Tomas -la asstm estoln a questo de qu en
com m'flbrtS pobres torgas enjprebeodo a dts-
cnpgap ao modo mais prai:o possivci ; e icve
verjadeiramt-n'.e o mrito de er aasHee aicpia-
o s-u ocuscuio a' i ioteiligencias menos illa*
miu^dn?.
iaamin civil O eacivao da ra-
s.neow oas Iregnuus da Boa Vista, G'pn,
P CO da PanelU e Viraba, ffinou oo dia 6 du
correte, oa reparipao do n-giatro. i roa de
Imp-r-dor o. 41, i andir e:ii.-a de procla
ma. ue casam-mioi do segu otea- cuntrabeaies :
SeDnriapi.blicacao
: Baeharel A'inur H-atrique de Alboine'iue
Med, com Euenial Leopoldina de Moacdso
Bandeira. solo iros, residente* aa fregnezia do
Popo da P.nelia.
F ancuco'"bagis da Siln, residente na fre-
CO'-zia de Atogado?, com BalislaMS Pereira A>
Silv-, residente ns fre^aezia do P.'co da Pa-
nelia, r-mbos a'-iieros.
inaarrioria dt dlolrteto marl
BI'*.oRecito, 6 ne Janeiro ae 1893.
Boietim metHorolOk:ico
loras Tervt. centt- Barmetro Ttnsao do
Looca i.
Total411.
Movimeoto na enfermarla.
' Ti erm baixa :
Jone Vieira de L'roa.
N o. Uo Jos ae Fallas.
Tiveram alta ,
He c lao Jos Lele.
Jos B ierra Ue Oiieirs.
alosuano Jos '"- S .ata.
Cemlterio f ablteo Obituario do dia 5
Je Janeiro .e l89i.
Jogda S la Fe-reira Jnior. P.rtogal.80 an-
ooa. vioio B,i-Vi-U.
r-ma, femarabuco 10 mez>. San'o Antonio.
Mana P^roarabneo 8 annos. B >a V>8ta.
M n l.-narid, Pernmouco, 75 rutios-, viuva,
Jo- Vista.
Vice >te de Paola B 'bosa, Pernambuco, 27an-
no.-, sol'eiro, Boa-Vnt'.
J So Jor a* Parias, Portugal, i9 anuos, rol-
eirn. Boa Vi ti.
Jao Bocer, Alleaanbi, 6 annos. solteiro,
Boa V's'J.
Tn -mas, Perni"bu:o, 7 dias, R--.'lfe.
Atcxandrina Mana da G< nceigda, P rnamboco,
50 i"Qr8 solteiri, Doa-Vita.
f
Autonlo Co'oiii L o eiro, orluzal, 38 an-
nps, casado, Afjgadoa.
Clata \'-rii oo Monte, .Pern.rnouco, 89 annos,
vlava, S. J >s.
Jaqu-n^ M>n fa Gonceig Pe-nambuco, 60
aonoo, soiteir.i, Boa-Vi-!a.
G'ogioa Lilil dos Santos, Pernambuco, 3
aapo1, soiter, Pogo.
M.-r'a Aio-ti M^rtins Rbeiro, Pernambaco,
7 m*8es, Boa-Vi la.
vj.im-i, Pe'iia nbaco 3 oras. S J ae.
Atmlo B*oio da Si a Pe.-jambucj. 63an-
no, -o eir, B la-Viata.
O y opio di Go"a Aionquerque, Pernambaco,
io Bonos-, Saoto \a a lo.
Praociaca Miru a Gioc^iglo, Ro G ante do
N re, 30 a-io.... Boi-V ati.
E n lia da Coq eig-), Pernambu o, Gnp.
Taeodorio.Pernam&uO, 18 ulives, Sao o Aa-
'0110.
7
Joaqu ra de Atmeia e Stalta, Portugal, 78 an-
ao* v ov i. Santo-4atooJ>v.
Marga lia GinndBde Sjczi, Pdrnambu'3, 36
inno^, cai anua M i-i da L viuv!. Gu -Vista "
I.i-e .i Mteael dos Anjos, Pernambaco, 40
anuos triovo 6o i Vwta.
J '^Ocbeiino i Sha, Pernambaco, 18 an-
ne;-., s tciiro, G ca.
Ijb F aocla o dt Freltas, Pera.mbuco, 69
annos solido, Bo Vista
J i j Birbcsj, Peraambnco, 5 annos, Bca-
Vi-ita.
Fraocisrii Pdrplra de Parias, Peroambuco, 5S
anuos, sol:-ira. Roa Vista.
agfflS jjBjflJMA
Junta Cuiumerrlal du Beilfe
Acta da sessao de 28 di Dszembro de 1893
Presidencia do
sr.
Deputido J; q-:-n 0:'jle
Bastos
S'.'retarij D. S-jares d'A.ellar
A's 10 horas da manb foi ab--rta a sessao es-
timo pe-eaies os S-8. depuia i.. : coumen-
dad>r Loi'9 M>cbado, Brltro, F gueireio e
daoso Ayes.
I,ii e .pprjvali a ac i d* sessao anterior
aros-deu se a leitu-a do se^aiit
EXPiSUIfcKTE
OBios :
Di Jantajdos Gir-eclo-e', de 26 da crrante,
ac-.i'ndo o rece irneoto ao oflijio dusia Junta
a 128 -P-ra o drebivo.
Di me ola ter bavi-lo cengan na prsga co Jicurso da
s .nina de 18 < i3 Pa*a o arcblvo.
F.-.;m distriouidos i ruoric* 03 ieguintss 11-
vros :
Di. os :
Da G mnnhia Serraria [Pernjoibucana e de
J.lio Azevedo.
Gopiadores:
Di Compintin Tethys e de Cosa Lina 4 C.
grario
6 m. 28.0
9 27 3
13 28'8
3 t. 28*9
6 28 8
nsao do iami
vapor dude
18,8$ 7i
195. 71
SO 73 71
20 73 71
20,36 7a
(a <*>
75- 99
733- II
785- 96
751-93
73.-.60
Temueratara mnima rt.'OO
Temoei-aiart mxima 30, 0
EvaQirac&o em H no sa ao sol 9 m2.
Chuvn ijolla.
, .''irecgao do veQtp ESE cora iotrrof55e3 de E
e SE de mera noite at h. e 15 m. Ua tarde ,
SE r-ora interropcO^s de E e SE ate meig noue.
Vblocidaie media do vento 8,m75 pir se
gando.
Nebulosidad media 0,40.
Boietim do porto
?ra mar ou Das Horas Altura
baixa-mar
R. M. 6 de Jsoetro 9-4> ia m 0-50
P. M. de 3-55 da t. i -2)
clcwettwl reara II-O mo mento de--e
estatleimeoto a cargo i Santa C'sa r'e Mi-
sericordia do Reeife, ao dia 7 de Janei o foi o
segrtele
reatisa-srjem corrtiuoico, no proxlmo-domiogo,' 'pbrases diversas da vida apalxoa*!- do impe-
_ ~ i n*.-___>__t ^ j n -. hh mi>.t H i-n noi ltela
----------- ---- IVatl J* -> \S *- >WUIUH.' w ** 1 ** '*' *" *" lUfc"! i f-~ ""~ --------
Sa prircipalmen'e a proprieade pro- oo Lirgo do Csrmo, um oovo bazar cuja pro-'rador. E'uro estudo doj amores de mocidaae
Exisam.....676
Enlraram..... 16
------692
Sahtram..... f
FallelDeram \ 3
Existem.....696
- 705
Foraro visitadas a enfermarlas pelos seguin-
Hes me.iisos:
D Barros Sebriofto, entroo s 6 da manbS
e --.b o 8 7.
Dr. Malaqaiaa eotrou s 11 da maaba o
sabio ?s 1 1|2
Dr. eerardo, entrn s 9 i| J .a -manba e sabio
8 11 1|.
Dr- A-nohio Marqaas, entran s t da manba
e sabia s 10 1|2.
Dr. Looe* fessz, eatrou s t i[2 da manha e
sanio us 10 12.
Dr. Vieira da Cunba, entrou B 10 e sa-
bio |s tt.
D'.Bastos de OKveira, eatroa s 114 da ma-
obaj e sabio s 11.
P a id "leoco entrn as 8 1|1 da manbS e
asbiui8 X da tarde.
Anda s 4 a tarde
D,i.<) reenc*t-Movi rom tn dos tf'e
sos ta Gasa de Detencio do Reeife, Estado de
Peroambuco, 7 e Janeiro ile 1894.
xi-'i-m- 481, eutraram saniram 0exis-
t 487.
A saber ;
.acionaes 463, malbe'ea II, eatrangelros 13.
Total -487.
Arrcoadc* 421.
B.os 3"3.
Doaniea ti.
Ljucc-b 3.
DESPACHS
PetifOps:
D-i Jefa de Aqoino Medeiro, pediado o regis-
tro da marca ueoomi tal Izison qne pre-
ien e as-ioallar oa c'garros de seo fabrico.
Vita ao Dr. secrda-io.
DeO.Wil-ii Gu.-ma, p-'iindo o registro de
ami proca'i-sard -'Ri-ghtre se.
De Luiz vernal a de Julio Azevedo, pedindo o
reto-uo ie soa brmas.M..o'iou se registrar.
Dj Francisco Ja--qaim Ribttro de Bmio, agen-
te ae leoet, pe n lo o re to dr- i r.p-j->i segnudo semesire do ext-rt io coriente.Gome
requer.
j Franciico Ignao:o Pin'o, agente de l-uOe,
pedmdo o reg s ro da no-ueata) de Alfredo
Fiok Pinto, ptra seu preposio.Vista ao Dr.
Secretaria
D- Juo de Aquio, dnf, desantrarhadas doB
autos de agg avo por elle iaiesposte para o
S;pcr:or Triouu I le Jnutica na< quaes pede o
regi'tro das marcas deslioadas a wstgnail r ob
tTudu:ios r.e sua fabr a de aat.&o, a roa do
K-iro do Tricobo os. 2U e 22, adiadas na ses-
o p.isa i-,S--J "n eKlatradu na confonuida-
de do icco.-duo no Sopeno- Tr.boual de Jus lea,
que.deu pfuvimeoto ao aggravo jaierpusto.pelo
supplicao'e.
Nao inma'am parte os Srs. presiden'e e-de-
p tido ?i^aeireJo, por lerem sa didad* de aus-
paitMa
D-^ Jo Alves de Freitas & C., peiiodo para
que seja-sospens o leguwoda m*rca requtrldo
por Joa- Ue Aqoino Puj a a, visto como, d-w
prevalecer a doa suppiican.es, por s,-r a iierior
^o preie.id do i-'lo siotit'.codo, e para o q-e of-
f.-ecein do.tmept curo que p-ovam bavar pro*
po o a c.omp*t-nte a<-ci'.Eff-cuiaJo o re.i-.
i'o ua marca atiouida oelos supplic.ntes, sejam
.-o-pi-usoios seoj cffjKos e proeeda-se. a rea-
peno d- cof.fo'TJ-dade com o final do dlposta
no art. SI do Reg. expedido rom o Decr. o.
9,81*8, de 31 de D-zeuib-'o de 1887a
Sj onram parte os Srs. presidente e depu-
ia|o figueiroiWvpor terem-8e dado pr sus-
pello.
De Joao de Aqoino P-joseca, oppor>do-se a
-osien-o dos eQV os de nma das marcas to
pp'ic-uts requer da por Jo Alves de Fre tas
A G a vista Uasirazs expendidas.So curso
ia ae.io proposta peljs suppllcados que cabe
ao supplica te aores-niar as razO-s idaziidS ;
or 1880 o&o tem lutv o que r^quereir.
Nai tomaram pirie oa Srs. preaideo e de-
poiado Figueireie, por ierem-83 dado por ana-
peltos.
Petos Srs. agentes de leilas, Jo IzMo-o Mar-
tio, Minoel do NaBCiroentj Cesar Bu laniaqui*.
Ariaildes Jj- de Ol'veira. Joaquim iUxi niaoo
P-8'iia, jFraoclsco Juiqatm H beiro de b'ito,
Tai tem Jos ae Qnmia e Jos Jucintbo Silvetra,
fjram apresema io) os seu< livroa : Diarios dej
en ralas e sab m e comas- correaes a.im da
se-pin examinu-tos pela aeritissima juoia, o que.
reilo verificou-3t> a senorote'i
gente MirunDimos de entrada? e -eab!-.
esesiptarados a' SI deste mes e canta cor-
reqte at'I3 *\ mesmo nm
Agente "BOrlaanquiDlarioa de entradal e
saqi las escr p>ur.doa a 14 es-e mse e conta
;onreate a' 11 de Oaiubre u'tluio.
Agente ftNveiiBDiario de eu'ra las-escripta-
radas at 10, diario ae sabidas at 14 e eoula.
coSraate ai* 10, tullo deste mas.
Ageote Pettana -Ditrio de entradas at 23 de
Selmoro ntrmai Diario de*sbtJas e conta cor-
rete al*3do presnteme. I
Ageote BriioDiario de entradas esciptorada
aial8 ,e vove:ubro ultimo. Diario de sabidas
alio da 24 e conta crrante at odie 11, tudo
dojmesmo mes ortivembra i
Aen'e OsrB5.>D-.bto doientradae- escripia-,
rado'at 15 i? correle. Di^ri de sabidas e ,
coila trrenle dt'tJ loimeimouBei.
A rado atA H dert^ mea-e diartedaBaMios e corf^
ts co'ronte ate.15 d-'^rosmameaiT .
Si la wta-ujv.-ndj a tratar,4 o Sfi p?esdete,.
eneerrou a aesso s tf'br>-a1T'a m'jbi.
Al
V

l'
1

*
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i
* -
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V
1:
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Dlariode Pernambneo Terqa.-i'eir O, de Janeiro de 1Sf4
1
FERNAMBCO
- %
i
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i-
. *
h
i
<

>

t.

9:149*6
100*000
i00::00000
XjDSX 3NT. 24.
BBCEITA
O Concelbo Mumc- p 1 do Ree l resol ve [t
Art. 1. A r-ceita da Ha i -ipalirtade oo Recite oara o fre-
do Oooceiro do auao de 1894 reda ein 1:487.149*649 e se
consumir do producto da ^egultt8 verba* :
I Alogoel de predioa mun.cipaea .
S 2.* LiQdemioJ e 'OJ de terrenal maoici-
P"........
8 3* Redmalo das mercados pblicos, se-
guod as ianpi|a em vigor.....
4.* Dito dea matadooroa. por caaa res aba-
tida o., municipio a 8*010......30300 *000
8.5.#D-cima urbana, respei'adae as dtfpoai-
10-s da le o. 1544 co-u r. Uc&o fment s caaaa
qoe nao tiverem solea, ou dependencisa.qae au-
goeni-ai o seo valor.......400.030*000
6. Recu a eveoloal......4:000* 8 7. Divida activa.......0 000*000
S 8.T Sal o do ese cicio ante-ior 100:0 *V 00
8 tt. fcuitar, segundo o (Jodigo Penal e por
infracto de postaras.......6:003*000
a 10. Dita' por falta de cump-lmemo de coa-
tractos........... 100*000
1C0*100
8 11. Ditas por quebramento de flaneas .
8 11. Ijvestidora de terreno de roa, calculada
oa razo de metro quadado, contorne o local e a
retpecOva taot-lla........
8 13. Costas........
8 14 Malta pela lodevida retencio de impos-
tos e n-nda mao'ripal; dea por cento
g 15. Dois e meio por cea lo sobre o valor do
deposon ..........
8 16. Emolumentos muncipaes que serlo co-
tirados oa seguate cooformidade :
N. I. AUar pira aba-tora de eslabelecimea.
to coromercaee, oo permetro da cidade 10*.
Nis dema* frgueMas 8*.
(As qaitandas pagarlo meud destaa taxas).
N. 1. Por titulo de p-ovimeoto de emo'go oa
de aposeotadorms coro ordenado, 400*000, 20*
tem de 400*300 para cma 8% .
N, 3. Por molo de oomei(4) p-oviro-la que
ce di-eito a rerceber ordenado, nelade das taxas
aciaa..........
N. 4. Reforma co apoaiUla de t tn O' <0*.
N. 5. Por ntrnetco de despacBuBies monici*
paes 10*..........
N 6. Mem de Bttpp'.eo'ei de oscaes 20*. .
N. 7. Por portara ou despacho concedendo li-
cenca para se passirem mulos de aforameoto de
terrenos muocipaes COI......
N. 8. Por titulo da coLcesso de terrenos ou
posse 30*...... ...
N. 9. Por certidio, em geral,;3*G00,cobrando-
se mais 500 ris por ca<*a laoda excedente da qoarta,
e baeodo bosca rxais 500 'is por anno, nao ee
cor.t me nem o anno que corre, : e n os que ex:e-
derem de quiote........
N. 10. Rege'rJ e qoalqotr portara de no-
meac3i on titolo 8*0 0 .....
N. II. Registro de carta de rraihioisia 10*000
N 12. Per termo de 6aaca, respooeabiltdade
on deposito 10*........
N. 13- Por termo de arrematagao de obras
muorinaes. qualqu?r qou Sfji o ?m valor !/
N. 14. Por termo de arrematacau de alogoel
de predios e imoosos monlcipaes. qaalquer que
eeja o ---o valor 1 /,.......
(A O'imeira eopii Ber dada gratas a part<).
N. 15 Pj' termo de respcnsatlidade de im-
pressnr>-B oe joroaes 10*000.....
N 16. P^r averblo de transfeeocia de esta-
fce'eimeoioromaiercial oo indostrial, cojo capitl
altioglr a 5000*......10*000
Q ando o :apitalexvder.lP 5:000*. 20*000
Qa;.ndo exceder de 50.COO* 100*000
N. 17. Por averbfiao de eacriptor de compra
oa venda de preltas urbaaos oa ruaes meto por
ceDtj...........I6.000*COO
N. *8. Pelo regl8'ro de titulo de med'co, clrur-
gio, pbartnaceu'iC), deoluta e erueolieiro 20*.
N. 19. Pelo re/isiro de titulo de pirwtra 5*.
N. 20. Pelo mu.o ex pe.li lo a espalases e
mestre de crup) 10*.......
N. II. Pelo ltalo expedido a t .madores e ma-
garefes 10*.........
N. 2!. Pelo ti'uio expeiidj a bolleiroo 2*
N. 23. Pelo t.tu'o expedido ai> k-is <00*.
N. 24. P-lo litlo expedido a carroceiro 3*.
N. 2S. Pelo registro de sai'a marca para qua!*
quer esopi'ie de animal 20*. .....
N. 26. Pelo reght-o de portara de licerga
com qo<'quer ordenado 5*.....
M. 27. Por tprmo de declaracio de proprieta.
res de jo-n es 20*.......
17. EiifiC'i&o:
N. 1. Li 'n.;- para ediflc^r, alm do imposto
de arro meato, inclusive c cordeaejio, pagar, por
metro qnirtmdo da rea oceupada, pelo pnmeiro
pavimni'" 200 rii e pela do qoe accescerem
N. 2 Senno a casa de Una en logar permit-
tido p^'a municioalidade
N- 3 Por cala metro correte de armameato
quando luja de ser dala cordeafj 300 re s.
(As ce-cas paga-So eumeote o liofbtla de ar-
ruamemo).
N. 4 L'cprc' psra e=cava6es as roas da ci-
dade para cana i pondo n> p iaitivo estado o lena da roa 8*000
N. 5 Licenft para substituco de travs na
COberta, para fazer cornija, parapeto oa caoasa-
gao tas asuap do telbado 4*C00] ....
N. 6 LiciTgi para f ler graades rebaucos ro
exterior do p-edio 2*000......'
N. 7 L'cenca para madar ou ctltocar aoleln
degros, ver. a, oaaleira e parlada no exterior do
predio por cada vio 2*000......
N. 8 Lw nca p; ra rasgar ou tapar porla oa
janel'a no ext-rior do predio e substituir varaoda
4*0:0..........
N, 9 Liceoga para armar aQdaim<*8 mi roas
para qaalquer obra ou coacertos nao pe vistos nos
nmeros an rrlores 3*000 .....
N. 10 Li enga para collocagaj de materlaes
na ra ere luanto se rizerem as obras eem emba-
rsar o uao-ito 5*i'00.......
N. 11 Looc para qoalquar octra oDra ou
concert nao pre^i^to oos nnmeros anteriores 3*.
(A collocaco de materiaes at 48 Doras nada
pagar).
.7:000*000
(As tara* dos os. 1, 4, 5, 6 7, 8. 9, 10 e 11
ero cobradas por metade:a do Jperl metro da ci-
dade).
8 18. Per qaalquer cas no permetro da ci-
dade cojo nivel seja inferior ao da roa 80*000. 1:000*0C0
8 19. Por qaalquer casa oo perSIameoto da
ra dentro do pertnelro da cidade qae nao tiver
parapeilo, corn'ja e canaliaadag as agas do teiba-
do, exceptuadas as-qoe es iTerem na planta para
aereas demoUdas, 10*......
| SO. P qwlqaer casa fra do per31amento
da roo. ilO*'oo........ tOOfOOO
811. Po qaalquer caaa de aflorado, oaafre-
goexias da e da<*e, qoe cooaarvar varaoda de roa-
delra. W0*O00........ 800*000
|tl. Por da eaaa osa tregoexias do per-
metro da cidade, cijo qoiiHal dfite"para oatra ras,
ion*ooo
100*009
400*000
200*000
NMMQ
100*900
40*000
40*000
80* 00
50*000
200*000
40*UOO
100*000
60*000
200*OCO
80*000
100*000
100*000
200*000
200*000
20*000
600*000
100*300
10*CC0
20*000
100*000
50*000
4C0* 00
60*000
1CO*000
20*000
40*0C0
100 ris
80 re?.
10:000*000
1*000
2*000
3*010
4*000
5*000 36:00 *000
20*003 540*100
Ir.veSS V'CCO, prai 6 0-0 -4100. ON a* iltora
desgnala pelai pastoras, 10*000 .... 150*000
(23. Por ca- qoarto oa babracio das coa
struribs denominadascortigjguo perim"tra da
cidade e que q4j uverem agua po'.avel encanada e
latrma para aso dut moradores oo qndro, qoer
aejam cuoa ruldaa oas frentes, quer oos haadoi oa
oo centro irg terreos, 20*000.....10:000*030
8 24. Por metro corre .te de terreno* nlo
murauos, no permetro da cidade, comprebeodidos
os t-r-ei-oi al. gado-, 500 ris..... 600*000
8 28 Rtrodimeoto doa cemlterioa pblicos vi-
fo-ai da para o do S*obor Bom Jeaus da Redemp*
{So, ri g. f iir.lt-s laxas :
N 1 Por cada espago oos moros do cemite-
rio Dar deposito dj ama issada a perptlu dade
25*000 ..........
N. i D.'pjsiioem r;atacomba da munlcipallda-
. de liado o pras-j da iobomaco; por aooo 30*Oi 0.
N. 3 De cada terreno a perpetoiuade para a-
algos e ruausoloj, 200*000.....
N. 4 De cade jaxigo doa construido* aobre as
catacumbas da moni ioilidade, sendo grande 100*
seodo oequ-oo 80*00. ....
N. S Pelo encerramento de tosalos a perpe-
tuida'e, mauselos e earaeiros: sendo grande 1S*
sendo peqoeoo 10*000.......
N. 6 Pela encerramento de cada calaraa*>a
. de trmaadade ou confrarta sendo; ds adultos 8*000
seodo de prvulos 8*000......
N. 7. Pela abertor* de catacumbas qoe eocer-
. rem restos morlaea 6* 00......
. N. 8 Pelo alogoel de cada ea'acomba da mu-
Dicipslidade, para adultos 30*000, para parvo<
los 15*0'00.........30:000*000
N. 9 SeouMuras commoos ou reservadas 4*.
8 26. Os carros fnebres cada vea que aabl-
rem cjndusmdo cadveres para o cemiter paga-
rlo:
Os de kuxo 60*000....... 120*000
Os de l claase 30*000......- 1M)*000
3s Je 2 clcee 15*00 J...... 300*000
Os de 3* classe 5*000......1:000*000
Os demais nada, pagarlo e os qoe coodozi-em
p&rvulos seodo de qoalqoer das trta meociouadas
classes pagarlo metade daal*xas acma.
8 27. A afericio de peees medidas cojo im-
po-to ser cobrado pelas taxas indicadas gen lo me-
tade na revi?ao:
N. 1 Por om metro 10*003.....
N. 1 Por Hi, corda, r*-goa e trena de agrimen-
sor, a< 6 metros de cada om 1*
E dab para cima por cada metra mais 00
rtia........ .
N. 3 Por cada vaailha que servir .para medi-
da de seceos < u lquidos, at a capactdade de doa3
, litros ICO t;s.........
Por caaa litro maja oo inf-aeco excdeme 103
ris...........
-N. 4 Por cada peso de kilogrammo 200 ris.
Por peso menor 100 ris d
N, 5 Ror baiaDca commom al ,20 kiiogram-
m as 3*000.........
A' 80.d tos 4*000.......
Ate SOO dltoe 5*.......
A 400 ditas 10*000 ...
N. 6 Por baUoca decimal 10*000.
N. 7 Por b.Unca c- Dtisimal 15*000 .
N. 8. Por aocoras empreadas em coaduzir li-
quido-, Uve a revislo .
N 9. Por bar/is de quinto .
N. 10.(Por ti oa de qoarto
N. II. Por ditas de terco .
N. 11. .Por pipaa ....
8 28. Rendimento des k'opqoes
10. Por cabera de gado so>ro: cv-lhum e
cib'um t.inaio nos agoogaes e aballo fra dos
mal*, sjMg potl co.....*400 600*000
8 30. Para montar oa ter gaiodasta, oo casa
de nu-ique- dae fregaesias da cidade, seoio p.i-a
aegoc.io........80*000 400*C0O
8 31. Por licenga para mascatear oo o nnl-
cip-o.........20*000 1.000*100
8 31. Por machina a vapor e oulros motores
emur.-gidofl em typograpbias e litograpbua no
mu-jh-:pio........35*000 200*000
E para qualquer outro mister at a fo'Qa de
dez cav-illos......S r0*000 500*000
Di dea para cima......100* K)0 1:500*000
33. Por carro oo -carrcgi, de dass rodas e
molas, para iraosporte de carga de> qualquer ns-
loreza........10*000 200*000
Dito dito srm implas .... !0*00 400*000
Por cali carro ou a-roca de qoatro rodas,
com molas para transporte de ctrga de qoilqoer 200*00
natureza........ 20*000 400*0000
Dito dito sem molas .... 40*000
C minados de passeu.....15*000 1:500*000
8 34. Por b.t3 ou ejcaleres empcegado* oo
servico da porto......5*000 200*000
P. r rada rebocador .... 4C*000 320*103
8 35. tor tonelada de alvarepga, caca e lan-
cha embregadas no servijj de carga e descarga
do pono........*300 3:000*000
8 36. Por cada canoa empregada no servicp
de ir-nspo-le de materiaes. 5*00 800*000
8 37. Por carimbo e nameraco de vehculos,
embarcac.6'.a de pas-geiros oa Carga sojeitas a
imposto, de orna > vez *i09 150*000
8 38 Por loscripclo, qoer em tabolelas, qoer
nlo, (com rxcloslo das peqaeaas, as portas)
stnionope-iaie.ro da cidade 5*'K)0 .200*000
E n.-s outros logares do monicipio 2*000 80*000
8 39 Para pregar cariases e arjouncins ons
loga'es uermiilidos pela monicipalidade. 20*000 100*000
iO Un por cento sobre o valor hcaivo doa
preoits fj s fe^uez as oeS. Fre Pet.ro Gongaives,
Santo Aoicoio. S. Jo.^ e Bta-Vista, apelicado o
pr docto do impo-to ao servido de remoco to li-
xo das casas e reapeitados os l:m t a actualmtnle
em 'fgor..........40.000*000
8 41. Por casa de negocio de molnados, no
permetro da ciial?, qoe conaervac. rotula em
qaalquer de auas portas, exceptuadas aqusllas que
servirem da residaacia i familia do commer-
claote.......> 80*000 2004000
4). Por c>sa de eacbioento do agurdente
oo ah o. 1 dentro do pe-imemro da cidade 500*000 8:000*000
4t. Por garapeiras que connoarem. na
raaK9...... 100*000 100*000
8 44. Por_quaesqoer estbalos de aaimaes, co-
ebeiras, padwias, cavallaria) e reri-ianas, qae
c-in'inuarem nos ligaros proaiaidos pela muncl-
palidale........300*000 6:000*003
8 43. P. r.baixa da capim deolro do peri aHtro
ceotrai da cidade .... .600*000 1:000* 300
ios demalilogar.ee, por meltd correte *l00 2:000*000
8 45 Per p de coqueico fracturo, exceptua-
dos 23 pa'a o proprietirio. ... *80 603*090
8 47. Por cada co.-ral ou viit-iru daaptuhar
peixe........10*000 100*000
8 48. Para, armar cjretoa, fl,a,ear.,,temp>:sna-
meote,postes daqaaljuar uature*a,,aroi* ar os e
faier emDa-dauameuus oas. leatas, aeado no pe-
riaaeirodacila.de. .... .20*000 100*000
Nos demais logares ao maoiclpio 10*000 100*000
8 49. Para atar barracas em tempea.de (es-
tas, at qoe ellas tarmweo, sea) prrjuiao do im- *
poto sobre bebidas eapirituojas 10*030 60/000
8 80. Por.Jiceoca para,xefda de ogaa .aniQ-
ciaes, denomniador-la, aalaoiraai.qoalauer es-
tarjelecimeato oaiawciaJ,,,acaAd.aaai -ffeito
qaalqasr orabibicto.....100*000 LOiQafOGO
8 81. Para, apilar fog* da lisl deatro do per-
50*000
3o*000
15*0G0
metro W cidade......9u*00O E0.'*0 0
Pa-a ollar lago do ar dentro do perlme^o da
cidade........10*000 1:000*000
as asmis fregueziaa metade deaus taxas.
8 81. Por compaobia q wat re, acrobtica ou
gym'iHstica qae der funches em circo < o pavl-
Itioes, qaereet'* aejam agnados em terrenos par-
ticulares, qoer pblicos, coa entrada para, sendo
do permetro da c>dade, Ocaado. issita do im-
posto do segoiote.....50'*OX)
N*s deasta fregoezias do moeitiplo 100*000 600*000
8 63. Para ter circo ou pavilbo den'nano a
eppe 'aculo, com entrada paga, sendo no pe?imr-
tro da ciraie......500*000
Na* demaii (regoeiias. 100*000 600*000
i 64. Por cada e*pecta sas, oircoa oa pavilbOes, com entrada paga, seodo
no perimeiro-|da cidade. 15*000
as demaia freguezias. 6*000 600*000
8 85. Por cada concert vocal ou inctru'D-o-
trl com entrada paga. 10*000 108*000
. (Nloserio devidas as laxas deale 8 e diate-
cedenta quando o concert oa .espectculo fr
em be-eficio de iostitoic&ea.ptas.)
8 86. Por cada bailejcom eolrada psga, sen-
do an i-haotasia oo mascaras* 100*000 300*003 .
8 67a A soasas de exposigao de villar, uvolj,
qoadros vivos co qaaesqoar ostros divert m-ntos
c garlo, aomeoie, oo permetro da ci-
dade ........ 20*000 40*003
.: as demaia (regoez as. 10* 00 20*OO
- 8 88. Por caaaa de jotos oio prohibidoa. sen-
do oas (regnettaa da cidade 100*000
N demaia fregaeziaa 8O1OOO l:CO0*0O0
6 59, D-*08 por cento sobre o valor de cada
peu'e de corrida cobrado* doa apoatalores p^laa
d:re;ioruf, no] acto da venda das mesmas poolea,
deveodo ar resutoido o imposto quando estas
Dio derem rateio, oa forem aoaatladaa as corridas
e restituido o oreep das peales e vendidas, quer
seja a corrida com eolrada paga, qoer gratis 20:000* ;00
8 60. Por cada da de corridas pos eslabele*
cunemos bjppodromicos, com ectrada psga oa
gratoita.......100*000 8:100*000
61. Por cad~ liaba telepnouica daaexiateu-
tes e das que forera colIccaJas oas roas e estradas
do municipio ...... 3*000 2 000*060
(Bxepioamse daa.dispoaic.oss d^ste 8 **
obas collocadas por empresas ou parncjlares para
ieo servido privativo.)
8 6i. Pira ter garapeira dos logares permitti-
dos pe muoieipalidade 5*'03 103*000
8 63. Para iert*ougue ., 35*000 1:400*000
8 64. Por casa de negocio qoe vender em
g'0-nu Debidas espirituosas. 80*000 *
Pelas que reoderem em grosso e
a reta'ho. ....
Pelas qoe veod*>rem sement a
re!albo, inclusive kiok-s, botis,
eneas de >asto, botqoias, barracas,
por occBSiio de fastas, etc. : sendo
em qoalqoer das fregoecias da cidade
N*s demais f-eguezas. 15*000 2o:00*C00
65. Por casa ou rstabeleciosect) qoe para
sen servido tivr trunos cruzando a
roa ..... 60*000 300*000
8 66. Mella de 10 por cento pela fall oe pa
gameo'o o impofto oo tearpo evido 2:006*000
6'. o D-r cento addiciooaes s impisices
da p-ps-nte I-i. rom etcepclo das menciooadas
nos 88 ^ 2.3,4,8. 13,29.59, 69.
8 68. Impcsto de p.rta abena queoiccidiri
sobre iodos os eatabelacimeotos commerciaes e os
con-tantes da tabella aaoexa soo o. I, seodo :
N. I. Sobre cada Banco oo agencia dMe, oa
casas sanearas que rizerem transaccGes i cam>
t'o. robre cada compmbie de Segaros, ^e E diva
co" D-ogas......... 1:000*000
N. 2. Soare qoa'qoer eatte'ecimento tieso-
(iedade aoooyma qoe oiogoiar de iseojo legal 800*000
N. 3.(Sobre cada fabrica de sabo oa cada
srmaxem de baoalbio....... 69C*C00
N. 4. Soh-e cada fondijo a vapor, aim do
imaosiodoS31....... 500*000
N. 5. SuD-e cada estabelec m-'Oto de bebidas
artiliria-s, observadas as pr8cripc6js hygieoicas 800*0)0
N. 6. S'bre cada fabr ca uu d-tomo de be-
.bidas de fracua straogeiras e 300*000
N. 7. Sobre cada fabrica ca depps.ta de be-
bidas de (rucias do pa'z, cu 'ab-ica dj ole > 200*000
N. 8. Sobre ootros quaesquer etabtUc men-
tos commerciaes, -10 ia que p-nencentes ao mes-
ra dono ou compaania, na stgaiate raza.3 sobre o
alogael aooual do predio :
Al 400*000, 2 ror n oto,
De ii>i *iioo -te 800*000 3 por cen'o.
De 801*000 1:20 *0'0 4 por cento.
D- !:lOi*'0 ae 1:800*000, 6 por cento.
D 1:801*000 al 2 il0000, 6 ror caatj.
De 2.4<'1*0>I0 at IJOOstOO 7 0/0.
De 3 001 *000 ai 3.600*000. 8 o'o
Be 3 Oi*K)0 ,tft 4.00*00). 9 O/o.
De 4 201*000 por diaote, 10 0 o
as f'. gaesiis fura do pe imMro da cidade
n.e'.i te daa laxas, nlo podeodo, poi.u. o imposto,
qoer amas e quer neutras freguesias, ser inferior
a 8*0J0..........80.000*000
* Para a collecta desle imposto, servir de base
o lanQ.mento para o Imposto de decima e nlo en-
trar no calclo O alugu -I dos pavimentos deslina-
dos a res dencia do dono do estabelecimeoto oa
des seus em pregad ns, quando forem elles dutiocto
taqu-ies em qoe se tizer o negocio oa deposito de
mercado'ias.........
8 39. Por cada sacco de assocar oo algo-lio
bar il cu ancora de agoardeote oo slcool, con-
dusido em carrreas desembarcado de trapiebe,
barfagi8 cu esiagfjes de ca rain no de f^rro, bem
como.por cada barrica de bacalbau, (anona de tri-
go e por cada volme sabido da A fan lega ou tra-
piche 8ifjodegadse desembarcados nos caes, com
ex^epclo daa (cachinas e oteacilios desuados as
mesmaa, seodo os rfceh=dore8 respensaveis pelo
pagamento, com appicac.ao ao saneamento, embel-
le-amento e calgaaaento da ct lade 40 ris 120.000*000
70. 15 O/o sobre o valor locativo dos predios
em cojas frentes se fizer calcamenoepago de urna
80 vez.......... 6:003*000
Os predios qae actualmente. Uverem aa frentes
caljadas nada pagarlo pelo-oalaraeqto dos oitfjas,
quaolo dei'.arem para outras ras ou prsgas, cera
pelo da parto .posterior......
8 71. Porcada engrasador 10*000. *
de prelerppc'a
800*000
1.487.149*649
Art. 2.a A despeza da.Muoicipalidadelo Rclfe
para o exeteicio aoceiro do anno de 1*94 or-
eada em 1-4-0; 158*016 e ser! ^apphcada aos
eervigos aeguntes :
8 l. lliuojioacla publica.....260:000*000
8 Polica. MuaiciDal.......181:326*000
8 3. Iostrucco publica primarla, elevados os
veocim-oios doi professores e professoras a......
2:4'0*000 anuuaea, bem cono a gratiflRaclo de 10
professore de escolas noctoroas a 600*000 an-
nuaes e covaprebeodlda a quaoiia de. 6:000*000
para vestoarloa de meninos pobres. ... *
J4. Coai a aubwncao meo sal de 60*000 a
viole profeaaerra. eoio 10 do sexo masculino e 10
do sexo femioino. cada om dos quaes teri a quan-
lia meuaal de 30*000 para o expedate daa aulas
e auxilio ao aluxuel das casas em qoe aa. meamas
lancclooaiWjdada^reviadeslgnacaAdotocal l;J0O*O00
261:100*000
A nbveocio teri concedida
ao* professi re* e profeesoras, que oio feram aprc-
veitados a que continua rao no cnsino e o requere-
rf m, p'ovando competentemente a soa dedicaco
, ao m> amo ensioo.
S 5. Saneameoto, embeesamento e calcamea-
todariiade.........
8 0- OesapropnscSira......
8 7. L'mpeza, jardins e arborisaclo da cidade
8 8. Obra* diversas, lnco-ise mictorics.
8 9. Coocerto-de predroa raanicipaes.
10. Obras da novo tuerca io da Boi-Vista.
8 11. Ooras do arcado de Afogados.
S Bventuaea dos cemiierios pblicos.
813. Ceraiterio de Afogados .
8 <4. Esentoaes diversas .
8 18. Jaros e resgates obrigatorlo de apolicca
mun'cliaes.........
8 16. loslituto vaccinieo e reparticSo de by-
gieo-, sendo os veqcimentas do soperinleodente,
0:000*100 ; de om jalante 3:GOO*O0 ; oe nm
secret-io 1:800*000; dols eervente- ( diana)
1:U0*-!C0; om medico vaccinador 3:000*000;
um eecreveote 1:200*'00; um guana 901*000;
U.TJ servente de estabulo (diaria) 180*001; alaguel
do estabulo 360*C0O ; material e expedieote.....
3:120*000......a .
8 17. .Jaty e el"c&ea municipios .
18. Expediei.te da Prefeiiura.
8 19. Im presides do Concelbo e da Prefei-
lura .............
20. Costas jodtetaes ...
8 21. Yencimeotos dotjoites de Jhtricto.
8 22. Veocimentos do Preteito. ...
8 23. Vencimemo dos empregados da Seere-
tf r a d> Concelbo, Inclusive o ibesooreiro e o Bel
elevadq o veonmeoio do oorteiro a 1:800*000 e
o dos cominos a 1:200*000 cada um
8 34. Expedieote e diaria de 2*000 a dois
serventes da)Secretarla do Concelbo.
8 23. Vencimeoto dos empregados aposea-
tadoe...........
8 26. veocimeotos dos empregados da pre'ei
tura, prvidos em vi'lude de Lei ou autorlsaco do
Gonceiro e com vencimenlo as mesmas precisa-
do, nlo seodo considerados taes, qoalqoer aog-
menio, feltof sem Lei oa aotorisacSo, elev ideaos
veoclmeo'os do enearregado das ife^cO^s a.....
1:610*000; do mestre de obra* a 2:000*000 ; dos
fi'caes oas fregoetias S. Frei Pedro Oongalse?,
Sao'o AmoDh, Ba Vista e i. districlo de S. ioi
a 2:400*000 ; qoarenta eouam guardas a.......
l-2 0* 00 cada om e a 3:600*000 es veacimeotcs
de cada um doa quatro escrives ....
I 27. Com a execujio da Lei n. 14 deste
anno...........
8 28. rrolameato di populacho do monicipio
do Recife..........
sj
1!0:C00*000
50:0*3*000
7:000000
10:000*000
10 0 0* 00
33:060*000
16:000*000
500*000
lO.-t-OOiOOO
4:000*000
36:920*000
21:000/000
2:000*000
4:000*000
8.000*000
2:000*000
14:000*000
10K)00*300
33*00*000
3:460*0.0
9:482*016
231 ;2O0*0O3
oJtOCOOOO
e.-ooo*ooo
1.480:188*016
Disposi^oes geraes
Art. 1.* As casas denortinaJas ori'cos qoe a joizo do meJict
Scperintendente da Hvfieoe forem declarados inbabliaveis, serlo
os respectivos duoos obrigados a demol! as no prjso qot Ibes
lr marcado e Dio o azt-ndo, ser a deru iligao reallsada de rdea
da Prefeitora e os meamos doaos obrigados i despeza da demo-
lico.
Art. 1.* Ficam em vigor, no exercir-io desta Lei, o disposto
nosarts. 3,4, 5, 7, 8, 9, 10, 11,12,13 13, da L?i o. 1, de 23 dfl
F -vereiro do correal anno, bem como a autnsacio couda na
Lei o. II. de 8 de Juobo, tambem do corrate anuo.
Art. 3 Fica o Prefeilo autonsado a mandar proceder e apra-
ser.tir au Cmceiho :
i o pianu e orcameoto de doas predios en substUoigao ls
peqoeoas loj; s existentes na Praca da Ijependencip, cera desti-
no a estabelecimeotos comrcerciaes oa industriaes, comprebendi-
do o alargameoto das doaa actoaes travesea', deveado ditos pre-
dios ter a altura de um and -r, de modo a permittlr a monlagem
de galeras internas admitidas em os estabeieclraedtos ffioder*
nos.
2.o O plano e orcameoto da canalisago para esgoto das sgoas
ploviaes e de oso domestica, centro do permetro da cidade,
bem como o (remenlo do calcameoto Da parte nlo ca cada
8 nico. O Prefeito abrir concurrenca para a acquieiclo
das plantas e orgameDtos dos esgnios e caitamente
Art. i E' prcb bida a cobraoc* de impostus de qualquer ca-
toreza. Das estraias ou ru'as d> municipio.
Art. 8. Ab licengas da Prefeitura terSo erleito oo correr do
exercicio da concesso, exceptlas relativas cottinoaclo de obra
nSoiaterrompida e dos funccicnarios, oos ca-os previstos era
lei.
Ar!. 6. Os emprega los que derem lugar a cobranca iodevida
de impostos pagarlo a multado 10 % e serlo coa:emnados as
cusas feiiPB.
Art. 7. As execu(6es por impostos nao pagos, serao teitaa da
preferen ia, em beos movis do devedor e na 'aita destes em oa
aluo-ns de bem de raiz, quando a divida nao exceder a mais de
metade do valor do mmuvel, caso em qoe a execoco poder re-
cabir oo mtsxoimmovef.
Art. 8. Revogadas as disposicOes em contrario.
T\B^1X\ N. 1
(ART. l."68)
1 Sobre cada Banco ou Agencia deste oa casas Bmc.rias que
tjzerem naisacO-'S de cimbio, sobre cada Compaobia de Sega-
roe, Estiva oa Drogas.
2 Sobre qu .Iquer'"rstabeleclmenlo de socledade aDo.iyma que
nao pozar de istngij legal.
3 Sobre cada fabrica de aablo ou a-mazem de bacalbo.
4 Sobre cada fuiaicS), a m do impoeto do 8 32.
o Sobre cada estaMecimento de bebidas aritciaee, ob.erva-
das as pretCripces bytieaicas.
6 Sobre cada fabrica .le bebidas ou deposito de bebida] de
(rodas estraogeiras.
7 Sibre cada fabrica de bebidas oa deposito de bebidas de
fiadas do paiz oa fabrica de leos.
8 Sobre oulros quaesqaer estabelecimeotos 3 commerciaes,
ainda que perteoceuies ao mesmo dono oa compaobia, na segua-
te razio, sobre o alogoel do predio :
2 /. at 400*000
3 /. de 401*100 at 801*000
4 /, de 801*000 al 1:200*000
8 '/. de 1:201*000 at 1:800* 00
8 /. de I:f0 *000 a J:40>*000
7 8 / "e 3:004*000 at 3:600*000
9 / de 3:f0i*000 at 4:200*000
10 % de 4:101*000 por dame..
Sai. da* S8880es do Concelbo Manicipal do Recife, 18 de Di
senbro de 1893.
Desembargado- aiz de Albaqaerqae Marlias Pereira,
Preaideote.
D;. Taomaz Ferreira de Carva ho SobriobO.
Serviado de i.4 secretario.
Jos de Amelo Mala e Silva.
Serviado de 1' secretarlo.
Pobliqoe-se.
Recife, 30 de Dezembro de 1893.
O PREFEITO,
Mancel Tinta famoso.

X.
.
i I

mmm^^w^^


Ufarlo de Pernambiico Terga-feira 9 de Janeiro de 1894
/

I

SPORT
Prado Pernambncaao
9* CORKIA
Iasngarsram so a corridas do tarf
peraambueano do aooo sportivo da 18.4.
^Ao Prado Poro bud.no oou' e a hon-
ra da imougSo desea tacto, como era d-^
ralla p>r aii p io'ila*a na rep bhoa fe-
derativa de nosso aport: a tout seigneur
tout l'.ionneur
E o leu bippodromo, festivo em toda
as maoifest.c.o'dB, realiso i a corrida c>m
mmraiva ro sexto aooiveraano da io
Mise da bocio ada a de abortara da-
corria-a nesto aooo. f-tendo o aem
naiorea mcd-otea, cjm animaclo 6 con
Oorreooia compativel oom a coiocden i
de oa'.ra-i diBtr-ccfca da quadra e que por
ellas paroellou a popjl. y5J da cidade.
A guarda, velha, poru, no se reo-
de ; e o pradj do Lobo l teve-a pos
tos, hzendolhe as h.-mr-a do da e mov-
mentscdi-he a acc>o
A 'est, foi agradavel.
Nao queremos, tdvia, tffirmar qu-
elU prenuncie orna roelborn, ca peior
real na ecoaomia (a cciooal do turf nt>
Do*o amo. NSo. pDr c.erto ; pjrque tam-
btm gub sol ii'hil novum aphon mo d*
cieucia popular, ojja evi.ieuci> irrecu
savel.
As CJU8.3 permaoecem inal tem veis, sSo
sempr as mesases.
K est certesa nfio pode deisar de ser
consoladora !
Mas uumpre i Sj dormir quem deve
vigi.r. 1-0880 turf Bcff e de letSes or-
giniCt-, que import curar aem mus de
tei ja ; ja ompromettem Iba a vida, e
efiVetivi meii'e tem Ibe traiido bb atro
pl.i .Djt-i i.) que se mauifesta creseente
clbos vi>toa -
K que mais se espera para applicscao
do remedio ?
O cotrgis de eorridas das coists so
ciedadeB ep rtivss t&j d-fiiectea e ojo
tem ispebiioes C'.Jh prat ca tsm-fe revi -
Ido tnoiladcia p-.lo irbirio que per
ttittem. Di tacto, nelles dcBCotihece-e
o principio d. li.Eritzci.cSo dos parelbei-
roa pnt nieio de regr.a positivas presta
btlocidts ; e fiftim aeixa-ae este r. b.Ih
ir pirecS-s do memento, seno apre
cicoea na raro irracionaes e m su o e-
VkCas 3e i ff .-guarnen." occasion.l
D'ab anda a ptrsibil>d>d de corst-
toicSo de pareos subte iplados s cartas
pnvws; e a f sospeit aeBsa evisnui.li
dade obrg- prov de cia que exc'aa o
possivel dlla, sai 8o o penaameuto di-
que sbo posea dar te.
De uiais, sociedades coogen res ib
sportivas bippodromica repugnara coa
a existencia de pluralidade de cdigos ;
p..i8 ob-.deceido a ideLtico BtiBeiafo e
tecdo igu..eB Bes, Buaa regrts devem ser
DDilorae e pautar r.e por umt a mode
ljao cotBtitccocal
Arcstaccio oa cdigos especiaes, que
era regen ib dobiob prados, um singu-
lar que oontubataccie o servido turfico *
rrguie em commum o modo de agir dos
meBnoB prados, medida capital, que b
respectivas d resuma nao devem mai
ed. 5r, c ao con'roTio lh-a i deVf r Curtr
della deede j, tradusiiido a em facto
com toda a pr< mptidKo, no preprio inte
reBie e do du publico, que per certo, s as relaiSt-B expsita ser mais garantido
6 por ven'Ui rceoo e*p' uOMMERCO
Bolsa cesasaerelMl de if*crm*m-
bneo
goTAgOas officlass oa junta dos coa-
KKTObE
Prti$a do Recifs, k de Janeiro de 1894c.
Nao tioave co <>cau.
O presidente.
Aogoeto Piuto de Lemos.
O ^cretario,
Anin'o L-ci.arjo Rodrigues.
t KBVf.lO
PRAVA DO BHUIFH
Os B.nccs ibnram com a ura de 10 1/i sobre
Londres a O^ia'.
O Bere*oo ico.-ervoo-'f qua^ que parsli?adu.
Em popel prlitular cao iol'S'ou negocio
CoiBcdes d genrros
Para o ayricuUor
ASSC/R
Cristallssdo......**?00 a 4 900
8i:.a8 per S k'k?. 4* Braoco dem \atva .... 4*Stw a 4nuii
3omeoc, dem dem. 34800 a 4<0Ji'
aacavdo dem dem 149..0 a 3.0!)"
Bruto dem dem.....*900 a SaSOO
Broto mtiauo......S47uu a *4 8-.i-
Reume dem idea .... J420J a S*5 ><
AlgodAo
Flicrac-se vendas dt$ie prodic'o a l\tV0
por 15 kilos.
llc-ool
Por pipa de 480 troc 2704000 yeada.
Agnardrnre
Por pipa de 480 litrcF 150*000 veods.
a^l
Colamos nominal a 804000 por p!pa.
Carnauba
Colase de 114 a 174000 por 15 kilos nomi-
nal.
Boerscha
Colase a S240C0 por 5 kilos.
Coaroe
Seceos salgados na base de 12 kilos a 805 ris
oeaI al.
Verdes a 465 teis venda.
TaJBSX! A DAS ENTHADA8 DB A88CAR B AL-
oot>Io
M Jan i o
Entradas
Barcacas -
Vapores.....
Anlmaes.....
Bstrada de Ferro Central.
dem de S Francisco .
dem de Limoelro. .
Somms
A880-
car
Oas Saceos
1 a S 11479
I a 8
1 a 6 1576
1 a 8 3164
1 a 6 16031
i l 0 S635
37988
A RO
dao
E esta exprsalo de boa vootada ao
torf peroambaoioo, de parte do BM.'iiats,
tradua amistoso oumprioaoto s dignas
directoras, oue ae afaoa memo do rnaimo tarf, boje que e'h e
reabre.
Paasamos a historar o resaltado das
carrirs dos d ff irautes pareos da oerrid*
do 6 do corrate, oom a qual abriram-se
oa trabalhos no proponte aaoo.

Primeiro pareoImpreaaa Peroamba
cana800 mtros. Animaea de Pernam-
bic". Premios : 25J5 ao primeiro, 5j(5
o secundo e 255 ao tere ii-o.
Yo >, mootadi po P Aiesaodri-
no, 54 k<8..
i."
2.
3.
PhiliMtiocco, dem por Deolmdo,
54 k's ,
Toulon, dem por Andr, 54
kl..,
T mpo : 58"
K.t ib das p ules : Y io em primeiro
I3i}00 o em s-guido 7<4U0 ; Philomomo
ero segundo 7(5500.
M i/iment) daa poo'es: Circolaram
324. ean f 22 e en 2" 72, na aomma
de l.62i.$'. 0.

Segando pareo Frederioo Loop
l SKXj metroa Animaea de Pein-m'iuoo.
Penos: 2V'fJ0OO ao primeiro, 6Q0OOU
ao aegaudo a 25$t)0U ao teroeiru.
Un 1 n, montado por J Campos,
b kilos
Py :ti i' u idem por L. de Frac-
qs, 52 k>los
Co'oi-o, dem por Deolindo, 52
kilas
Tempo: 87 1,2"
R.teto das poulea : Dub'-'n em primero
8 lOO e em segundo 6t00; Pygmca em
Dtgucdo 6(J7(XJ.
Movimonto das poulea : Circularan)
491, *m primnro 341 e eiu segundo 150,
oa som ma de 2:455a>C'O0.
#
Terceiro pareoDr. Qoncalves Pinto
1.450 metros Animes da Pernam-
boa*. Primios: 400501)0 o primeir ,
805000 eo s gund e 404UO0 ao terceiro.
Aventoreiro, montado por A.
Me>ra, 52 k Ijs
M>niy, idam por M. Peceira,
52 kilos
P mo >o, idem por J. Marcelino,
52 ki os
fempo : 108 1|2"
R.teio des poules : Aveotareiro 145700
Movimento du8 poulrs : Ciicularam
518, nao tendo havino jogo de segundo,
na Bomma de 2:5905000.
*
Q.:3rto pareo Hi pod-omod) Campo
Gr-cde1.100 aetroaAnuoaes de Per-
oamo.ci. Prenios: 250<)0^0 o pri
meiro, 5040JU ao segando e 255000 ao
terceiro.
fraquinaB, montado por J. Mar-
celino, bJ kiloa
Prate, dem per P. AeXan-
drmo, 52 kilos
Co obso, ideu. pur Deolindo, 52
k'ioi
Tempo : 81 lfi"
K- teio d>a poules : Traqoints em pri-
miiro 205700 e en segando 110lOO ,
Pr*ta etc seguid. 7f800.
Movimeoto das poules: Circjlnri.ro
667, em primeito 5( 0 e em stguodo 167,
r s tanas d- 3:33 50'H).
1
2
3
em pri-
85900 ;
Quiote pareo^-Ueiby C ub de Pero m
b ico 1.250 mevroBAnimaos do Pe-
nmbuco. Preu os : 30 5 00 o pri-
meiro, 605'J00 ao segundo e 305000 ao
terceiro.
Todoe, montado por Casi.iiro,
hi kilos
Pigmeu. idem por Liis de Fraa-
ra, 52 k l< 8
Al'y S opper, i 'em por Olympio,
52 k los
Tempo : 93 \{2''
R.tuo -a poules : Tadi
roe.D 17^700 e em segando
Pygmea em segundo 7'80 .
Movimento das pool ja : C rcolarm
58.9, em primeim 434 em sexuado 155,
u somma de 2:94 #u00.

S-xto pareo Piado P roaiobuoaoo
1.800 nvtros A"ia>aea de qualqoer paiz
Premios : 80 '50 O ao primeiro, 20 $00
ao segundo e ;050 K) ao terceiro.
Napolitano, militado por B. Mc-
icfta, 53 k Atlante, idej por Olympio, 52
kilos
Petropolis, idem por J. Campos,
4 k>ioa
Tempo : 124 '
R-aei 1 ds ^otiles: Napoli'^oo em p-i
meiro 85200 e em sjgonuo 75100 ; Atl
ante em segundo 25 3U0.
Movimeoco daa p ules : Circularan^
477, em primeiro 363 a em segundo 09,
na somma de 2:3855^00.

Stimo pareo. Dr. Arroda Riltrlo.
1 000 metros Anicni.es de Pern-mbuc
Premios: 2-15 ao primeiro, 5 5 ao se-
gando e 255 ao terceiro.
Niafveri.y, m otado por Pedresa,
56 kii..s
Maacotte, idem por O'ympo, 54
kilos
Bocoaoio 2a. dem por Nstor,
54 k loa
Tempo : 74".
Rateo da* poules: Nictheny en pn-
moiro 1674K> e ea segundv 2956JO :
Masc.it-j em eegando 24$ 100.
.Viovimeoto ds poules: irca'aram 494
em pri eiro 3^4 ^m segando 100, n*
somma de 24T05000.
OO, ao" p ano que I .gru 1
d*r nn soffrivnl rateiro < suas poa'es.
Qita, e basto 1 qaerer pa-a ooase^ui!-)
K Ter (jai >S v.le te *aitn*.l p d
ra para Tem- 2\ OedeBo, 8 nflor r
Tupy 2, Nev^.y.rk, Valaio, Pirata, T -
moso, A'chivn, Bolivar, Fantoohn e F-
ni-no, em 8<)0 metros ; para Touloo
Masjotte e Bl ckstoie, em 1 0 Pyriamyo e Main'y em 1,010 ; Dr
Todo cm 960, 1,050 e l. 50 j par. A' J
Stopne- e Pirat* oa 1 100; pr* Ha em
et)
l I 0
nauu. do Batauo
Do di 2 a 6 31:98)4272
dem da 8 is.733.9c3
52:7)5*235
Stmma total 407:3464 Si
Ssgondi seceo da Altaudega ds feruamDDtu,
8 ds j-ni-c ds 1894
U ihefe da seccao,
Jos Gomes t* Suva.
u inetooreiro.
Lnu Uauoel Rtdngoea Valeoca.
RECKBBD0(>A DO ESTADO
Do ala 2 a o 28 6C04389
dem as 8 7:5014399
tOan 1 DRAIKAGE
Do d;a 2 a 6
idfcU 8
36:1614788
3074640
915433
1:27249"6
Saccas
1899
665
384
310
1171
_443
T
a*asl!saeMts>a palsU#s
wat ra jansibo db 1893
AVoiUs
Beoda geral
Dodiaa 300 8414153
ldsm ds 8
PAUTA DA ALFANDEGA
TAL0RES DAS MEHCAOOB'AS NACIONAS 8CJEITAS A
DlaalTOS DE IXPuRtaQAO
Semana de 8 a 13 de Janeiro
Agostante cacbca, litro............ 270
Dua de-tilada ou aicool'............. 543
Alodao eji rama, kiiog .......... 6'3
Aries com casca, dem............... 1U
. -iC7 Dranuc, ilem............... 283
Duo loascavaui, Idem.............. 174
uno letiDudo. dem................. 8 3
BaKOs de oumotia, ldsm........... 120
Bo racua de leiie maogabtira, dem I450U
seSo, aem........................ 8'0
Cale bom. wera.................. J4H>0
Duo vs ulba oa reatolbo, idem........ 1430*
Cera em veas, kilo.................. 14000
Carocos ou sement* de algodao, ;dem. 40
Ca rapateira isementpj ....^......... 12o
Ca-Dooa idem...........".......... 9w
Cd>vao e peira. iooelaaa........... 30,0'jo
i.ooros tercos espudados, kllag...... 7 5
Ditos ditos salgado?, dem.......... 715
Ui us ver.es, dem...... .......... 4Z3
CoorioOos de caoras tornaos, valor do
ceoto......................... 1904
F-nuiia e ma0' Graxa sebJ, og................... 700
GeutDfr, litro..................... 4M)
Jdbo'BQ'iy if-lna). dem............. 800
Jl.-ios te rola, valer nominal.......... 74-tUti
hI ae uuqae oa mtlaco, litro........ 170
SIilno, kno^r........................ 90
Ptiles ae cabra em Cabello, valor do
cto-o........................... 1704
Iiem de carneiro em cabello, valor do 130*
St-meote de carotba por kilo......... 60
SaDfto. kilo.......................... 320
Tata|ooa (madeira> kilo.............. 40
Casa das epoa'as: Emittiu 3,5C0 pou-
les, apurando 17:8005, a que mouteu toa<.
o sea movimento.

Na corrida de que temos tratado, sobre-
sahiram sb carreiras ptla extelleocia de
Oiblin e Aventareiro nos segando e ter
cairo pareos, dos quaea toram os vence
dores.
Dablin relembrou tempes idos. F rito geraimente suffia<- cia do publico, suuts manter e corres
p -nder coufianca tele depositada,
avhi tuieiro c< ntirmou juito, que del-
le ee orna. estes vnima^a que ora )L.
sao pare heiros, 1 enbum pode cuiDpeiircun
elle, e todos i ho ervrSu de tropheot
de victoria, quando com elle torem a
raia, menos que haja alguma inversao de
ter o.- de fastoree.
Ne-sa corr la metmo tevese a prova
da affirmay3o que laceamos.
De lutiin ou por preaotSp^S-j -
dominar a crtica de oue elie 1 ao tocan,
e Maunty appareceu favoieido pelo con-
curse oob tpostaiiores, cujaa esperanzas,
porn, se iram borlados deBtro em p<>.
novlncnto do % orto
Navios ubiaosDO da 8
\ew-Y01kvapor logle De Sayal commso-
dame 6. Ja er, ctr^a assocar.
Terra Novalogar ingle Djq, capit&o R.
Mea ley, em lastro.
Santos e escalavapor ingles J. W. Ta,
co mandante Davia Bo-js, carga vanos g-
neros.
Montevideopaiacbo dinamarqus Zira, ca-
p o P J- Pederseo, carga assocar.
Nava Orleaos, barca portugus Man Viseo,
capi&o alsaoel 3omes da Silva, em lastro.
Navios entrsdos no ola 7
Havre e Pcala30 dasvapor fraodes Para
nigua, de lalO ooelsdss, commaodsme Bal
lemont, equto gem 40, carga varios gneros ;
:630a 8)7' a Angosto Labille.
NfwY k t e.-c. 28 oae, vaf'u. eLeuiau So-
nroje*, de 14(8 iitielanas-, ( o.a. i.. .Ij e 1.
LlictLbe'K. t qui t-^eoj 28, carga tros ene-
roe ; Peinr Carneiro & C.
Bordeauz e es.ala pela Iloa Grande30 dir-,
vapor froDCes Ha B|au, de 2648 ti in laaa
cunmaudaoito E. ioi.r.ei, equ>pc.K'Oi 53, ca
ga v>rics k*oei08; a H Burle & c.
N. w Y. ik 20 olas Vhuor iiigles IuoiaPiii-
ce, ae 11 i8 iinelaoae, ti rLDj, nd>.Lie A. Bj
rlay equipakem '.3, carga vaiios generoe ;
W.Imw sot 4 C.
Haiifaz-3i ol, ia i ubc.f ingles Ficr nce M
Sm it. de 98 << neiauas, ca'.to J. bu C. Al
Un, tqo>pak,tm 7, em ladro ; a A. B. Dallar.
ObatT*S0>S
Procedente de Bordei>ux e.escala (undetn to
I. uain o vapor liAoCtS M. tajau e cau cem
mi" i 00 Com o (erra.
Nao biove sabidas nos dias 7 t 8e cau bco
ve eolrr.uao no da 6
Mercado Hanlclpal de H. los
O movimento deste mercado no da 4 de
Jineiro fti osegoiote : Bn>r. ram.
31 neis pesaLdo 4,927 kilos.
454 kilos oe peixe a 20 re. 941 "
4 ooipart. cote oiarieCOB a 100 '9. 4>'H>
& d o.- com cauarOes t 100 rs. 44't
31 columnas a SuO r. I84S00
5 cargas com galUnbas a 500 rs. 245 0
2 cassaais cum gailiunas a 300 rs. 46t>(>
4 cargas com batatas a 300 rs. 1420
1 carita com bananas a 300 rs. 430
1 cara com macacbeiras a 300 r?. 43t.ii
4 cargas com geriaiom a 300 rs. 1420i>
2 carga coin laraoas a 300 rs. 4 UO
8 cartas com melaocia a 300 r. 24<)
3 r^rg.18 com Iracas a 300 re. 400
30 carcas com farinba a 200 rs. 6* 10 cargas com miiho secco a 200 rs. HI00
6 cargascom fejao a 100 rs. 14J(*o
48 logares a 200 rs. 946UO
8 suiuos a 2u.i rs. 146HJ
11 com', com someros a 14 1I4'H)
7 co'iip. coa. soioeiroB a 7(K) rs. 449oo
11 ci.oip. c. tj fressoras a 600 rs. 6*tiiHi
34 comp. com com Jas a 700 rs. 23480U
5U comp. com fazenda*- a 600 rs. 3U400U
48 cetnp. coro verduras a 3i 0 r>. 144400
78 comp. com fanoda a 400 rs. 3-420 >
39 comp. cum tainos a 24 78400 '
3584 !0.
766450o
I O; e finalmente p.ra Turo 2
1,8501
E', no eatretanto, provavel que estive---
se masas ooo-siSus em moa o ,i. ;
iua actualmanto que logr* perfe
de, tem o apente dcaadido, e 11S0 p id
vasa.
tCsta sexuada nbaae tuqueiti(in*vel
mente mi is decorosa e consentauea com
h nra do sport e a digmde.de d > sp n ts
m>o,

Nio se teodo real aad> a inscri|>c&> do
grande pernio Prado Peruera^ncauo.
tuB daveria ser,o de h mra di orrnh, n
supplementar que o auOat.tuio e eff cmo
*, deisaram de correr Apjllo e o He -
mit.- '
*
Derby Club
Hnje eaoerra prado d clstaaoia a in-
acnpvao para a su* corrida de domiog
prximo.
O projecto est puolio^do na secca
propna.
fl].LlCACOBAPEDD
Aos mcus concidados
Potir ma Patrie j embrasserais
mon plus cruel eunemi, qui je
donnerais ensuite mon oorps
devorar Danton.
(t A Repblica verdadeirameate a
grande ojierago poltica reservada, uta
so ao Brazil, como a todo o Occidente
contemporneo da situacao histrica o
tacto complexo que a determina .ma-
nifest do 1 rjiueiro Congreeso Republicano
de Perr.ambuco.
A extrema gravidade a que attingio a
espantosa crise contra a qual reage a Rej
publica, veio, detnindo e accentuando 1
carcter monstruosamente retrogado do
movimento insurreccional da armada, assig-
nar a cada cidado, especialmente a cada
republicano, o posto qtie lbe cabe nesse
prlio nefasto ..
Se espintos sinceros, coracoes inspira-
dos no amor da causa publica puderain
aceitar e proclamar a legitunitlade da re-
volucao, cujo chefe a dizia destinada a
terminar a guerra civil do Rio Grande,
restabelecendo no goso pleno das liber-
dades constitucionaes, o povo di'quelle
Estado brasileiro, a mesma rectido c a
pureza desses nimos lhes nao mais con-
sentem a ] ereeveran9a em tao funesta
illusao. O manilesto do Sr. Saldanba da
Gama nao se presta a nenbuma duvida,
nao permitte sophismas, nem subterfugios
o que elle Inscreve o maior att- ntado
contra o capital p-ogresso poltico por
nossa Patria realisado desde a sua inde-
pendencia Soto este pi'Dto de vista, a
complicacSo tremenda da crise brasilcira
simultneamente um fecto auspicioso,
porque vem fatalmente determinar a soli-
danedade perfeita de todos os republica-
nos, quaesquer que sejam as discordias
que os tenham separado.
Se, em lempo de revolucao, como dizia
Tcito, a d fficuldade nao est em cum-
pnr o c dadao seu dever, mas em laber
no que esse dever consista, j no caso
presente scmelh.nte embarazo nao pode
tolher a ac9ao enrgica do verdadeiros
patriotas em prol da sustenta^o da Re
publica.
Com effeito j nao se trata de restituir a
paz ao pevo rio-grandent-e, reintegrando-o
em sua autonoma de Estado federado
Bendlmeatos do Preces do da :
' Carne verue de 400 a 800 rs. o kilo.
Solos de 800 a 14 Hem.
Caroeiro de 14 a 14400 idem.
Farinba de 400 > 500 rs. a cul
Milho de 5"0 a 560 rs. a cola.
Feio de 14400 a 24500 a cola.
Vaporea a entrar
Mes de Janeiro
1.014470j
10
Sol..... ... aolioba.... 10
Sal....... Sol....... Norte .. .... 10 10
... S. Salvador*.. .... 10
Sol . ... Brdiil....... r IX
Vaporea a sahlr
Mea de Janeiro
3U1 Sileroo......... 10 SB 3 b
Sai......... P.rsnagna ...... 10 as 3 b.
j Ul .*... S. Salvador*..a. 11 4b
'DI..... . V. de Monte video*. 11 as 3 b
Europa. .. Olmia ......... 12 as 4 0
Sal......... T.k-08.......... 13 as 3 b.
Sorte....... Brasil*........... 13 as 4 b.
3al ......... Una* ............ 15 11 3 6.
Europa...... T'ent*........... 18 a 1 b
jUI ..! Uroguiy........ 19 as 5 b.
j nao se trata de restaurar o dominio 3as
leis, nem mesroo de obstar a inconst tu
cional reeleicao do Vice-Presidente em
exercicio do cargo supremo cta Nacao :
todos os motivos, graves ou secundarios,
que p deriam legitimar o movimento in-
surreccional contra o Governo legalmente
estabelecido nao foram, conforme agora
se v, senao ind gnus pretextos que enc<>-
brirarn o criminoso designio de reinstalla
a monarchia no Brazil.
O objectivo real, nico da revolta da
esquadra, acaba de proclamal-o em seu
man.festo o Sr. Saldanha da Gama
consultar a Na(&o sobre a forma de go-
verno que lhe ct.nvem adoptar
O que est em causa, pois, a exis-
tencia mesma da Repblica, de cuja so te
decidir um plebiscito presidido pelos
tiiumphadores que a houverem estrangu-
lado, e que certaraente nao o tenta iam fa-
zer para resuscilal-a mediante a miracu-
losa panacea do voto popular. A hypo-
crisia lo grosseira que mais tem de
irrisoria do que de revoltante
Quando nos campos de batalha houve-
rem perecido e nos patbulos tiverem sido
victimados os mais enrgicos republicanos
e as pris5e3 houverem segregado da vida
social brasileira todos os restantes; quan
4.-e tireiro zesse restaurar o rgimen monarchico, o
dever do G verno republicano, di todos j
os 83U8 sustentadores e de todos os patrio-
tas era impedir energ caraente semelhante
retrocesso A Repblica 6 urna resillen
te feliz de toda a nossa evolucao h storica;
nao obra sequer d'uma geracao e menos
urna d'essas c instruecocs arbitrarias e
ephemeras que o capricho dos mocos in
gratos possa abolir, quaesquer qiw sejam
os sorfrimantos que lhes tenhn custado
a consolidaco d esse incontestavel pro-
gres so .
O portentoso g.jnio poltico tao admira
vel no seu lucido bom senso int ;rspaotivo
quanto na energia formidanda do sea ca-
rcter e na incoiumeusuravel profuudeza
de seu amor da Patria, Danton, o gran-
de estadista que u meio da maior to -
menta resoluoionaria que ainda viram os
seculos, salvou a Patria franceza e dispoz
os elementos necesarios organisacao re-
publicana, nao se illudio cerca do carac-
cter reaccionario das massas, e atreveo-se,
em plena vigemia do dogma da sobera-
na do povo, definido pela metaphysica po-
ltica, a roclainar que o governo-das so-
ciedades pertcnc a s minoras, verdad
rudimentar truismo ainda hje nao
geraliuente comprebendido, isto por
te.ncia a espiritos de olei5lo, capazes de
definirem e en aminhareu o progresso,
guiando as aspH'atoas populares, transfor-
mando-as em opiniSes que esclarccem e
detenninam os actos do poder governati
vo. De accordo com esta theiuia do ap-
perelho d rector das nac5es, elle antevio
a coneepeo de que as revolu^Ses dos po-
vos para nos servirmos da expresso en-
tao em uso e correspondente ao que hoje
se tradus pelo vocabulo progresso eram
os resultantes da exp. nso de forcas his-
tricas ninieamentc, supe.iores s Tonta-
des arbitrarias dos ndiv dos solados ou
agrupados, por ellas aria ados mu tas ve
zes inconscientemente- atravz dos mais
desencontrades successos t-oi ass m que
elle, o oigan sador da insurre ccao de iU
de Agosto, que aboli a realesa ein Fran
5a, sentio e manifeetou que a sua obra era
fundamentalinonie a mesma que a de Ri-
cheli9ii e de Ilenrique IV ; ass m como
concentrara toda a foica poltica na junta
de Sulvaco Publica, e no Tr bunal Revo
lucionario o poder de julgar ein pr nieira e
ultima nstancia ; assim como a nda por
sua aeco decisiva e enrgica fra reje ta-
do pela convengo o appello ao povo, para
coubrm.ir ou cassar a
cao de Luiz XVI.
Esta a tradico que nos inspira, esta
a doutrina que vigora para todos os ver-
dade ros republicanos, segundo os quaes
o appello ao povo, a consulta a Nacao ,
e 11 principio, um proce-so irracional, e
praticamente um recurso hypoerita de que
o reaccionarismo se tem servido em detri-
mento da liberdade, da ordem e d pro-
gresso. Na pros nte crise nacional, como
j o externamos, essa pretensa manifesta-
rlo de respe to opin &o nacional a
mais insidiosa das ciladas a que poder a
ser attrahida a boa i dos braz leiros.
Mas, se nao fra superfluo, j nao
tempo de demonstrar em que o nosso dever
consiste, seno de cumpril-o inteiramente,
como elle se impoe a nosso patriotismo.
s meus concidadaos, a quem me dir jo,
especialmente os pernambueanos^ sabem
que, desde que o niarechal Floriano Pei-
xoto prestou seu auxilio effieac ssiino e
preponderante revolta promovida pelo
ex-governador Julio de Castilhos contra o
governo instituido no Rio Grande do Sul
pelos promotores do movimento restaura-
dor da constituicao republicana violada
jelo golpe do Estado de 3 de Novembro
de fcil deehgtu -me abertamenle da po-
ltica seguida pelo chefe da Nacao, cu-
j'os intuitos combat com ardor eres
cente. Sabem ainda que embora naoheu-
vesse tomado parte no movimento insur-
reccional da esquadra, de que s tive
conhecimento quando elle se declarou,-
tentpva aproveitar os successos d'elle de-
corrente, paia evitar que o Estado de
Pernanibiuo viesse a ser ainda urna vez
presa do vencedor, quando podera cons-
tituir-se o arbitro da paz e readquirir
sua antiga hegemonia na c munho bra
zileira S a angustia da presente situa-
ciio me forga a revelar estas intanefies, que
foram calumniosamente deturpadas; guar-
dei o mais altivo silencio emquanto pude
fase-lo sem faltar ao meu dever de patrio-
ta e de republicano, e quando alias arras
tava os maiores per gos pela solidariedade
que me attr buia com o movimento revol-
toso da esquadra, cujo triumpho almejei,
em quanto sinceramente pude acreditar na
elevacilo de sta intuitos.
Hoje, porm, quando o manifest Sal-
danha da Gama projecta sobre esa crimi-
nosa tentativa luz tao sinistra nenbuma
Buwo-estSto da amor proprio pode deter-ine
Republicano desde a adolescencia ; tendo
sido um dos mais tenases propagandistas
da installaco desse rgimen em nosapa-
tria ; ligado ao mov ment que a realisou
em 'l5 de Novembro, quando os suc
cessos me reservaram o papel de organisa-
dor da manifestago popular que naquelle.
dia memoravel defini na Cmara iViuuici-
pal da antiga corte a queda do Impero, e
o advento da nova ordem polit'ca ; impul
sor da Revolucao de 23 de Novembro, que
restaurou a Constituicao de ^4 de Feve-
reiro, em que eu collaborra como deputa-
do : raeu silencio, ante urna revolta por
me o da qual se pretende restaurar a mo-
Caruaru'
Os 8"*va8sigoados, tend morlaldo ai obra te cooservacio m -" <
ecpeoipono
m- -o de orna
cer a todos
eoiram diversos DegociB"te> du Recita, e decla-
ram que as cmtss coo)pruOiiiorla d 8 respecti-
vas despeina p iem ser x-m Ba-iaj por qoem
ti ver i 1 teres-e, na Io|a ti sega sigaata lo.
Carnai em 2 A. P. da Hnv.1 M'aoes.
SjdroQiu Po da 3iiveira Vidal. .
------------------asasasaigi
Collflgo S. IVli^iie-l Archanjo-*
RJA DA GL'WIA N. 125
As acias abnr-e-oao 9 10 crreme.
A ve* iij' r.tO'-'.
Olympi 4. de milonga.
Co.lftgio It ueAg^U '
A matricula para os que p eienuerem fre-
jut:'.t-ir as wU* desse esiabelecmenio esiar
.iiieria d 1 da 12 ero daote e as uirs (uoccicna-
rila a cornejar d'u na 15.
Ar bellezas biui Um,n iuii conbe
cid b pela rku p uoaidt.e 10 etu CoDel os que *
i multas eavulvr'n at ce oainoios p^B como
nm aiaoto Esie iegio adnno da- lurnn sas moibeies do
ir pico e ieuj dovida alloma di vidu ao oso isli
'lie', 11-uJ j n'e.-se< paiter un a O i -n'-ai i ara o Cabello qu i bra ctmo pur en-
v'Uiu f ubre o per] raneo p 1 ..ziiido do rim de
i ,11 o t mpo de sua appiuavao om crescim ato
j u ai e buuame, e iou.mounaoiioao cabel-.
o oca bnino. orna suavi..ade, urna profusii}
e uma Ltl.eza s'preud-D'.i 8.
Li<.pi, perfuma e (ormosea o cabell c-a
oarba. 21
Ao publico
Mro! do Carmu R .diig.es Esteres,
propnetario do enganco iachao, ftz
tieute ao publico e aquem intereasar
.ii.ssa que nao esi de accordo com o Sr.
Manuel Luiz Pi.chec; na segunda liaba *
de demarcacio que o mesme uando* ''
correr para m devisSo dj bou engenbo
iKais de> Deotroi eos o engenho Re y
frigeraotei do Sr. capiSo J^e Hermino .
Portual. por compreheoder que iai cabe
ao Sr. P*cbeuo o direit i da lase.* canto
em orna haba que divide seu engenho
:< m O tRetrigerentc e Rais Nuve^
um previo accordo coc oa proprietarios
leatea egtbhoa, fi.audo sem effeito o
marco que oolluoou por nao ter bavido
acord, como se ver trice aa carta que o
S. capit&o i .. Hermiau Pjotual me
enderegoa nette stntido e que va: abaixo
sentenca da execu-( publicada.
Recite, 4 de Janeiro de 1894.
Man el do Carino R^drijues Esteves.
:
il
11

y
>
Illm amigo Sr. Manoel do Carmo Ro-
drigues Estoves.
E' K'-nhu Preterenca, 27 de Oatubro
-fe 18-3.
A vista do seu expetto cem relrcSo a
litiha que devide os er gentes cRetrige-
rMDtei e Raia e Det,tn do Sr Mantel -_
Lua Pacheco, t acceito a primeira linha
teita jor coicoidata de V". Me. com o
er. Pacbtco, a que cao prejtdica ta ter- /
raa do ecgenbo cKefrigerantei, o nao, por
oede quer o Sr. Paibtco, ju.'go ser de
Justina o ooe ccordo. -&.^ BB
Saude e telicidadea lhe deieja e a__tua^
Ezoia. lamina. -^
Por ser e V. S.
Am'go, veoerder, obngtdo e criado.
Jos hermino Pont xa?.
do s os corruptiveis e os cobardes tive-
rem voz^=a Nasao brasileira ser consul-
tada sob e o seu modo de ser e seu dcsti-j narchia o Brazil^ seria urna traho a toda
no, e responder pela bocea da ignavia e a mniia vda publica ou, pelo menos, urna
da criadagem, que o que lhe convem, de efeccj[0 do met dever politcio Renunc an
me hor e mais vivificante, o que ella
honem ejeitou, nauseada tCanis re-
versus ad vomitum suum.
A historia contempornea fornece nos,
entre vanas outras, a mais auggestiva das
liC9oes cerca do valor dos plebiscitos,
qnando nos refere as circumstancias em
que, assassinados ou desterrados os repu-
blicanos de 184 <, milhares de eleitores
francezes pretenderam legitimar o regi
men imperial, que mais tarde pe eceu cha
furdado na lama ensanguenta'da de S
dan! .
Nem nos licito determo-nos a cons -
derar a legitimidade d'essa pretensa con-
sulta Nac$o, objectivo agora confesa
da esqadra insurgida. Quem ignora o
que pode dar o processo eleitoral motivo
de todas as corrupcSes, as mSos da
oppressao e da prepotencia ?
Ainda quando a maioria da NacSo,
manifestando-se livremente as urnas, qui-
m caso perdido!
Com referencia a um oaso de tuber
lose pal onsr, ais o honrad estancieir.
Sr. Vicente SimSes Filbo, morador em
Sarandy, Rio Grande do Sal :
... Empregaei todos os recursos
para sal val-o da morte :
Medico de Sat.t- Anna do Li-ramento,
qaem consultei, decl&rarsm ter caso
perdido e intil qaalqaer tratamento, visV
to o estado adiaotado da doen^i: o Pr.
Fialho, porm, aconselhou me o Peitoral
de Cambar de V. &., tal ves anicamente
para satisfazer-m, e fei com este prepa-
rado que o mea filbo se euroa!
Vicente Sirnes Flho. 23
(A firma est rejunhecida.)j
i
E' agente a
Compaabis de Drogan
>
do, cmo renuncio definitivamente a toda
a aspirago a cargos da administrado ou a
quaesquer funccSea electivas sob o actual
governo, seria desertar o posto de sincero
republicano, que me honro de ser o recu-
sar-Ihe meu concurso como simplas c-da-
dito E' esta coopera9o na defesa da Re-
publ ca o compromisso qHe estas Iinhas tra
duzem.
14 de Dezembro de 1893.
Annibal Flcao
Instituto 19 de Abril
As aulas deste estabelectmento de educscaj
a rem se oo dia 15 do co ree'e.
A matricula estar abena a datar do da 8 do
cor ente.
Contiofti s receber alomos iotemo, sime-
inte oob e externos. .
Ros do Hospic:o o. 81Mepbooe ojo
i director "^uf
QLaii Porto Carrelr.
Curso primario e -eeunda-
rio
Profesnor
los de Sostza Cordelro
Maatfea
Pateo o carao o. 23
As aolas deste estabelecimeoto de edacacSo,
dDrir 83-ba oo dia 8 do co reate mes.
Cura de feridas
Foi oom o uso do Elixir, M. Monto
que curei me de urnas feridaa de mo i
carao'er que t:ve muito tempo, sem pode..
tbter melhoras com multes medicamentos -j
que tomei. %
Hoje gragas ao grande deporativo |
Elixir M. Mora o-propagado por D. Car-
los, estoo completamante bom.
Mandona publicar esta para bem di ha*
msnidsde.
Arsrss.
F. de Andrade Costa.
Agentes ero Pernsabuoo: A Compart
de Drogas. *
Boa Marques de Olinda 24.
M.-


af
\
Diario de Pernambnco Terca-fcira 9 de Janeiro de 1994
S
V
i.
i

/'
I



Formulario interna-
cional
Eis o que dii o Sr. Dr. Pires A)
meida, em en importante c Formulario
Internacional.
t... B-m avisado ando a o Sr. J. A
de Soasa Soares, de Pe otas, preparando
coro essa especie o sea Peit ral de Cam-
bar, que tive occasiSo de examinar e
oom pleno cooheoimeoto aoo. seibo o seu
uso o< m a maior confiaoca...
O agente a Compaotia de Droga.
Collegio de N sss Scnhora da
Teitha
Ba da Imperttris o. 2
As ai Ka principiara funooiooar a 8
de JareTC.
Tosse asmathtica
De JaguarSo oi-ios en vi .do o seguinte
attestado :
a Eu aba do do exercito, aitesto qne S' ffrendo de
ama tosse asm*ttatica, de muitos nn s
achc-me hoje restabeiecido com o uso do
Peitor! de Cambar do Sr. J. Alvares
de Soma Soares, de Pelota.
Fernando Jus da Qama Lobo
(A firn a est reconhecida.)
E' nico apete oeste Estado a Com
pauhia dr Droga*.
Instituto Pcrnambu-
cano
63 EhiscuiIi finares li 63
ANTIOA DO B-PMO
Telephi.ne-57 I
D.rtdor: bacbarel Virginio
Marques C. L h
As aulas ente estabe'eeiroento de ins
trocySo primna e secuodaria reabrir-se
bao a 8 de J-Deiro vindnuro.
Recife, 27 de Deaembro de 1893.
A Pulmona
CURA EFFICAZ E ECONMICA
A pulmooia ou molestia dos puimoes,
Coneupc.Ro, tuberculoso ou lysica polmo
nar, tem suio, em seu principi" debellana
polo Peitural de Cambar de S< uza Soa-
res, como est provado por muios attes
tado.- mdicos e C8sus de curt-s, usado se-
guidkmeote ti colbcres 2 ou 3 vtzes ao
dia.
O doeote em uso deste remedio deve
ter deacanco regular, cad-1 da txcessos.
Deve pascsar em bont das evitando t
da D>'ite e as sumidades A eua .Hite ,
taySu deve ser aubttancial : b. a carne -
pao, legumes, fructas, etc.
As'im curt>m se doente de pa moDai,
como j ee tem curado muitos, savaudo-os
de urna morte certa !
E' uico agente a Coropankia de Dro-
gas.
losilla r fioojatto
Curso de Bbtrucgao prima-
ria e secundar a
Internato e extrnalo
Dirigido pelo
BacbmlO.inlo Vcor
As aulta deste estnbeleeimanto es'.^rSo
aberuB do dia 8 do corrate em di.nte.
A aula xta infantil continuar *cs.rgo
da Exma Sra. D. Malla da Gloria F.
Vctor.
33-BU8 do Visconde de Albo*
qaci'qa -Si
Enseignemnr, de la langue
po: tugare a etrangrs
Le B^ebeiie- mrlco Fanles Tneo de
Loufiro, rufessr-BT particoi er de laogons.
ayant arqos pendut un annee, quM a e u
Ri,; de laneiro. la ora'iqae i l'enat4gQ*9seBt de
la langue p jrt-ig; -t a rtrants'B, >>r une me
tho e 1 P"U invent!<"i n na, a oaet, cor-s I"',
la roe M r til o Daa, li, icni etg-\ un
cju'8 pa ique de rel'.e lan^u pour reux. qui
veui leni aiiprea !r<' A la parlar; en r"evni le
pre eodant avnlr lafeuaiaiss'O e de I or gram-
mar-1 aliona', h suw pirl-r, au tno'!', h
laogee frngese, pon povoir Drenare, en ceile-
ci, les I.coas oouvuiu .i preu.isaga de
cell-l.
L'oo p'io-ra trouver, pov c \i, COM lui aiie,
quelqu'^ur.' de la jos) re.
Collegio de Santa Lucia
i-AR* O SEXO PRVIVIN1
Ba al Llvramenlo n. 97. Z' ardr
A aumueav eaiabelec m uio de 11 -iru cao
pri .ara i" e nodarib, aD ir-.-i -ta) no da 8 de
Jdneiro do correte anoo.
A director*.
A5THA DO RKGO BAHRETO D ALMBIDA.
Advogado
O Dr. JjSo Vl^i'a de AroIo rpabrio sen es
cript rio de advocada na 'Ui Estreta do Rosa-
rio o. 10, oode pode ser procurodo toos os das
OteU uas 11 borss da maoha t 3 da tarde.
R--eide temporariamente m cidade de J. bj&tao.
Gurso theorico e pratico
DAS
Ltngaaa nacional, latina, francesa
e tngleaa
O bacba'el *m--Mco P^roaadfaTrlKt de Loa
rero, pr-fesaor particalar de iotrocsao secua
daria provisloosio pelo coaelba g-ra de los
troccao pooiica do Estado de Pe.-ojmbuco ihd
aberio na caa de ana residencia, roa de Va-
li Das n 1M, J- anoa', om ccrj ibeorico e
pratico ass liogoas nacional, latios, francesa e
oglea: dioroo, r' stodaotea, e nocturno,
para empregados do commercto.
ProiOese igualmente a eoinsr as annni'i
liogOHS assim co-uo geograpbia, p3r collegios e
casas particnlares a p ssoss de ambos os sexos;
para o que pode ser procurado na mesma cssa,
a quaiaoer bora do da.
Collegio Parthenon
3-RA DO HOSPICIO3
As sulss deste collegio reaorlr se bao no da
8 do correle. Admu'.e alomaos iotetnos, semi-
iottraoa e externos.
O director
Bacbarel OTidlo Altes Msnuya.
BaioHoiiriint'i Mendea
A di o'orid u.. M .< e Pi. p.nutO'-x manda
oor Ima lo tina' o cooeucio bi>rao Rudrigoes
tiendes 'etar orna mu^a quarts-frlra, 10 do
co'rente, 60- cto, q. p <^rA logar na g'pja da Msdre de Dsuj.
O'Us 7 1/i bur s da mama, cosiia a Exrca,
(amiba e aatges do finado.
Do ingos da Cunn G. Rocba.
Collrgio 24 de Membro
Ra do Coronel Suassnna
d. 161 1 an lar (^ntiga
ra Augu t )
A directora dtti esthbelecixeRto du
educacao pnmria e secundaria, comma-
dio> ao publiio em geral e bob pris de
anas aluinas em p riic i ar} qoa ajas aulas
abnr-se-hau a 6i< 8 de Ja-ero e que
C' ni'oua a receber i'lumni.s pen:!uc:att 8,
ce > pena onistas e externes.
Keaife. 2 d J* eiro de 1894.
Josepha dis Mer Rachsrel pr|a Njea Sob'icbo lecciona
em ca-as p-rtkularea. Residencia, roa da Au-
rora u. 133.
ED1TAES
, .., rtate C8BO, os
o meemo e mt>is m< -
Recebedori* ^o Estado de
Pernanib'co
E5JIT.ll M. t
O edmuistrador da Recebedoria do
Estado f*a publico que, tasMss) de se pro-
ceder a coeeta dos impostes de alatses
relxttvoft ao ex*rci) o rrente e cons'sn
tes da tabella B araama le d. 64 ^e 6
de Abril do acno p oximo p^asad^,
A-snC'tc8o Ccmmercia! Benefiuente, S<-
cied.de Cmm9rcil Binefioento dos Mer-
cieiros, As ucihC,ao dos Artistas Mechaoi-
Ci>8 e Libaraes e todas es que. n^sta ci
di.de, tiverem cxUtercia legal, cabe a
distribuicfo dbS respeotivsB quotas ; e ri-
vemo a--melh:nte servido, ros termos da
d'.-'po 'i,j peculier, sr teito dentro de
trinta dt> s improro^aveis coi tsdes da data
do pros- nte, o Dvida para eesa incumben
cia 88 re.tridr.a aas ch^c-.
No ntu; o de melbo- orientar sos inte-
resas dos, taa trarjs?rver absixo os arti
go, que ntaia se preidem ao asi m|t ,
das ii BtnuiScB do 27 de Julbo de 1883.
Reo: b-dona do Estdo de Pernambu
eo, 2 de Janeiro de U94.
O administrador,
Affocso de A'.buqnerque Mallo Junior.
7Vcn8cr9pcflo a que se reftre o edtal supra
Art- Arrcldoa todos os contribua-
tes de umfi cUsse, se fsr orna trplice di-
visa* dos meamos. Comprehender-se-bao
ca pnmeira todos aquelUs, que. peiss
proj.orySes e exten>So Ce icdustii*, me-
uort.8 artegerB Ptfiram do seu negocio
na tercwira os qui pruvavelm-nte aofiri-
rem o duplo des rantagena dos A primei
ra e d'abi para cima ; e o que rasoavel
mente i So poderem ser compre^-end dos
nem ra pnmeira nem na terceira divtsfio
tcrmarSo s eg. nds.
Arl. 22. Feto este p-imeiro trab lbo,
fe proceder a distribuicao da* quo'ae,
d modo que os O' tribuintes da segunda
divis o pa^uem o mesmo que os a pri-
meira e ni i metade, e oa da terceira pa-
guem o dobro do que pagarem ca da pr -
u eir.
Art 23. Q'ia;. fiaaao nfio admittir raBoavelroente as tres
oi.iio a t'u que tata o artigo 21, te faiSo
di t.a divitOen tmente : e
da egunca pagurSo
tsde que os da pnmeira. Quando, po
im, a industria ou profia88o nao permit-
tir divicSo alguma se diatriltmr o impos-
to por todos os coitribuioter igua'menie.
art. 24. <> processo da distribuido ds
quot s ou t-XHB dh repartiQao eer incum-
bid) de jietcrecci a preprias classes a
que perteocerem os cootribuintes, si etM8
forer" repreientad.-a por aeso iscles legal
mente exietpnteBj e cocb cd*s.
A"t. 2i. So fa associatSes que so ic-
cumbirem da di tnbuieao de tusas de re-
particao, depois do f. zerem as divis.SM
de que trata o artigo 21, reriSc&rem que
os contrbuintes de ftlgtma clases oocd
prebendaos na terceira dl*i*8o auferem
vantageoa trip'.ici das dt.8 que provavel
mente p<-ferirem oa da primoira divisao,
poderSo formar dos tnes urna (juarta divi
sao e colUct. l-os no triplo da qnuta que
couber ob da piimeira ; e, Deste caso,
esptnde-So ae ri.zSi' do tea proced>men
ti no trabalbo que hauerem de apresen
tar ao Consulado Piovi.icial.
Art. 2S. Si as difterentes cUsses tr^-
btnatUl n2o ae fiserera representar por
assotiatSos especises, cabera Aa ocin
ca (iommercial a d atnbuicS di qu :a-
mane otiadas na iei de ornamento para
}ue torem de classe commercial, e As
secia^ao dos Attintas MejbanicJS e Libe-
raes a das que recaLirem sobrd artes e
officioe.
Art. 27. Si no prtso improrogavel, que
Ibea tor roaicido, as asBooncjSiJs uSo apre-
arntarem no *'o suledo Provincial as dia-
tribuicSes, que Ibes competirem pelos ar-
tigoa 24, 2i e 6, o CotBulado Provic-
oial as t.i, teodo em viita os artigos
21, 22 e 23 das presentes iostruccSes.
Art. 28 Apreaentado por esoripto, no
praso lixado, ao Consulado Provincia!, o
trabalbo das associs^Sep, comprebendo
todos os contribuimos de ca a citase e
observadas as presentes instrucfSes, o
Consulado se limitar aceital-o.
Art. 29. Si na distribuicao das quotta,
poim, uSo Louve.em sido comprebendi-
doa todos os contribuir tes, oa o lorem
pesBcas, que, em face da Iei, nBo devam
rasoavelmente sel-o, ou, si fiaa'mente,
nto se observarem as dispotic3es dos sr
tigos 21, 22 e 23, o Consulado Provin
cial, cjm 88 necestarii.s obser?f.c5es, de-
volver o trsbalbo para ser incluido ou
excluido quem deva sel-o, ou [a a serem
observadas aa presentes iostruc^Sas. Ter
minado o novo puso, que psra isto for
marcado, si o trabalbo nao voltar oom-
pleto, o Consolado o far.
Art. 33. Publicada a collecta, a pro-
porjo que se for fsendo por classt-s, o
interessado poder no praso inproroga-
Tl de quinao dias contados da data d
publicarlo, dirigir au lbea>uro por in
termedm do administrador do Consulado,
i usesquer recursos contra a mesma ool-
lecta ou quaesqurr reciamai,8eB em bem
de seu dueito.
Art. 34. Os recursos interpostos, ou
leolamacoes, (ora do praao do artigo ao*
tji"-'ltnte, nao serio enesminbados so
Thesooro ; e os que a este fon m dirig
do, aem o-r por inte.medio do Conin'a
do nao terao atte. didos, ntm offi-ia men-
te remettidos so mesreo Consulado psra
iniormar, considerando se desde logo pre-
juridos.
N'-s'.es dois cssos, uSo poderSo ser pre
vides oa recur.-OD, quaesquer que sejam
as allega^Oee, i em pela J ota do Thesou-
ro, nem pelo presidente da provn o>. -
Ar.nii K;t ,f Pern-KDbuco
i: lili AL N 31
PhASU DL 30 D4AS
Pela insp ctoria da Alfi>ulega se Ua
publico que to da 7 de F^veieiro prxi-
mo serio vend;d s em basta (.oblea as
mercadoiisB abkixo deaenptas que nSo
foram despacbkdes por (eos docos ou con
signatarias no prssn da le ; tos qut.es
alias, fija m- redo o pr.so de 0 das, a
co tar desta data, para ib retirr m, sob
pena de, r a isada a venda, nSo ee atten
der mais a reclama^io alguma.
O arrema rn'e pagar, sob pena de
m>ila, a-npoitaicia da arrematacSo no
praso de 48 huras.
Arm.eem n. 1
MdS. Qubtro caixas, ns. 2, 53 a 2,-5(5
doBChrregad s em 12 da Janeiro de 1 93,
v>nd8 de Haburgo a: varor lleroao
cCi tn cont-n (ti.tina para typogra
phia, pesando 200 kilcs e coaaignadts a
ordem.
RU&C* Tia es xa, n. 71i,,descarre-
gada em 20 o dito mea e ai no, vinda
de igual prece enca no navio allemS
tCei.rf, contend) di se chapeos de pello
de li bre e cousig, ada a ordem.
dem. Urna oaixa n. 2, descarregada
em 21 do dito mea o anno, de igual pro-
cedencia e mesmj vapor, oonteodo : o r b
de cobre e suas ligas e doze alb.ba c- ca a de papel e pelucia de algodSo con
mgeada a K. de Drr.z a & C.
Armsst-m r. 2
Marca d-amnit-s MJM Urna oaixa n 1
deBCa.irrt.Kda em 2 oe Janeiro de 1893
vnda de Liverpool co vapor cExp'ore.'
contengo (apel para crt2o em folba, pn
-ai d 195 ki.os e cuosigoada a M. J. de
M randa.
loeiu. [den: n 2, dem, pesando 160
kiina e mesma cocaigoaySo.
dem. dem n. 3, dem. peBtndo 190
kilos e a merma coi signa^So.
dem. dem n. 4. ilem, pesando 179
kil"a e a uetma consignacBo.
dem. dem n 6 dem, pesando 292,
kil a e a mesrua etnsig agSo
Ilom o. 7, dem, peeacdi 107 k:k>s, a
meama coo8'gnbtSo.
dem. dem n. 5, idem, contendo:
4,5 kilos de exrteiras de nouro p-ra cotts ;
20 k 1 s de cou-os cortidos ; 9 ditos de
gomma arbica; 15 kil s da lmba de s
pi.te io; 6 ki'oj de fio de arsme e 93
kiloa de papel tinto para encaderuac3o e
mesma to eigracSo.
Marca divmante 2648 BA. Urna caix-
n. 11, descarre.ada em 25 de Jan-Jro da
re93, de uiverpuol no vapor ugi'*
Sebo arcontendo moiio> branco pesando
235 k'loa e consignada a ordem.
Alft>ndega de Pernambuco, 5 de J.-.-
neiro de 1891.
O insp ctor,
Alexaudre de Souza Pereira do Varmv.
De cr em do I m. Sr. tenente coione
Dr. JoSo Claudiuo de Oiiveira Cruz, di
rectoi das obras militaiei neste Estado e
p r aut risaco do Exm. Sr. generul com-
! an "ari'a do distrio?" fago public que no
du 9 de Janeiro vindouro as- 11 or 8 do
(ia recebe-9e nesfa repartido Bita a ra
de Riaehuelo i 18 propostaa em duph-
C*ta e em carta fechada para o fori.eci
ment de maternas aa obras rxilit-res
deate Estado curante o exercicio de 1891.
Os coocurreutea ene* n'.rarSo na meama
repartiySo o arn llhm-uto doa mattciues
que houverem de forr.eoer e juDtarSo aa
sias propGstss, attesradoa ou informa;8es
que i-bon m subb habilits^Sas e capaed-
de l or.-l bam como prestara^ fi-.ni,.. ido,
oea por ooc8iSo de oe ebrar-seo contracto
tudo como determina o ar.. 43 do regu-
lamento em vigor.
Director a daa Obraa Militarte em 22
de Dezembro de 1893.
Joaquim de Paula L^pes.
Amanuense.
O Illm. Sr. Dr. inspector desta re-
.ai'tic3'!, tendo em vista a reeommeoda
gao < ffical do Exm. Sr. Dr. Governador
di Estado de 5 do correte, manda tuser
publico qu; no prximo saboado 13 do
andante, perante a juma da fasenda, it
nov. meute a prca o fbroeoimonto de > ji-
menta So e dietas aos presos pobres da
Casa de De. en cao, corr. spoudei te ao tri-
meetre de Janeiro a Marco o coirent
anoo, aerv odo de base o prec> de 480
reia, para cada racBo ou dieta.'
Secretaria do Thesouro do Estado, 8 de
Jeneiro ce 1894.
S%rvindo de secretario,
Epaminondat P. Bandeira A. de Vascon
cdlus. __________
Re:ebedoria do Estado de
PeDambuco
E lila I d. 2
O administrador da Reoabedoria do
Eatado fas publico para oonhecirceato dos
iotereasados que, dentro do pnz3 de 30
das otis impunes veis, cootadia da 15
do correte, se prooed l nesta rep ri-
c3o a cobranza relativa ao exercicio em
vigor de 189 ... da oontriboicKo e 50f000
por patenta para se poder retalhar agunr-
dent j oa aloool, quer puro, quer traesfor-
mado, oob eat.-belecimentos da cidade do
Reuife, e 255000 por igual patete cor-
respondente aos estabe 03 meatos fra da
edide, oonferme os nv. 31 e 32 da ta-
bella C anoexi a Iei n. 64 do 6 de Abril
do anno findo.
Na lr na do ar'igo 46 parte segunda
do Regulamentc de 27 de Maio de 1887,
pelo nSo pagamsoto dessa patente ne
praio marcado, inoorrer o contr.buinte
na multa em dobro da respectiva qaota.
Rce' edi.rin do Eatado de P^rnambuco,
9 de Jantiro de 1894.
O administrador,
AfiVso de Albuquerque Mello Jnior.
S
DECLARARES
Banco Einissor de
Pernambuco
SSo convidados os possoidoiea de apoltces do
empresiimo f-Ho por eme banco so E >ado e as
le ras i yuiti-< ari. s emuiiuus pelo u es no Dao
co, a v.ie o recener os juros do semt-st-e fludo.
Os coopjas ferio diSiC dos oo acto do paga-
meu'u.
Jesuloo Alvea FerDsnJfs
Direcu r serviodo Companhia
Trilhos t I) nos di. Recita a Olio-
da e B brTbd
Ageemb'i eerai a rao'diosria
A reqaisica. da ireciO'ia c por ordem do Sr.
presifleD'o da ass'iola (er|( cobvocnda esta
pra o d:a 9 e Jaoei'0 prximo. ext'Hord'ya
riatreote, ao meio da, na sala d&s se8>Sea da
eal^caj da Aorora.
Ten por tim i sia assembli. aatoriaar a diec
tena a providenciar obre o to 0. 117 A de 15 e Selerobro debte sddo. e
ractitii ar, em resueno as t xi^e< a- da le, as
re8oloc6t-8 too sdas na uluma aesemDla, depen<
de tes em&o (Je ~d .iivagao.
E-cnptorio do gerente, 21 de Dezembro de
1893.
Anu.pio Per?ia SirrOs.
Lompanhia de Tecidos de
M )ha
^sscmbla geral ordinaria
De (ODfuTDHle i'UUi O Bit 33 0o8 eiatUtl8,
ao cooviidis o Sr. cn n.--tns '? a Coxpa-
nbia,a re nirem-e em assemoia geral as 11
riorai do di, 16 "" Janeiro p'uxi o, na sle da
AseoiiacSo dos Empreados o Commrrcio, i
ui do Baao da Vicio'la n 25, '. andar, para
si-HniD a leilura do rrlatono do anno ftodo,
e el'ner o novo cooselbo trCii e reus euppleD-
es. Neta reoiiao iratar-se na tambem dr- as-
.-um, t. f ti"ai;eT >a e da refjm dos estainto-'.
Recite, 30 de Desembro de IS93
Alfredo A. ". Fragoso,
Secretario.
Companhia nacional de ca-
ri isas e roupas brancas
De oMem da dirpaona e de aciordo com a
deliberag-o i Damoje da as-emblc-i geral ex.
t-aor.'i riH, fli-j mar.ido c prazo contar da i u*'ii--,i(,5 desie, para os Srv. se-io-
nistas que te a eotraiias, em nio do ibestoreiro, a roa de S.
Francisco n 26; rendo que, findo o metOio
pra o*, se prcceaei de iccordo ctm o arl. dos
es'aiOTS.
Recili, 26 de Dezeabro de 1803.
0 secretarlo
Auguro Silva
Companri'a Manufactora de
phosphoros
S5o convidados os Sis. a:ci Distas a realiBa-
rem, deolo d-i trala das, a cooiar da presen e i
ato, a terceira entrada de suas prestcoe*. ft
razao de 10 O/o "o raoitii BMMCrlpto ou 20400o
por aigao em u ao do tbfsooreiro, uj da Ma-
are fl" Dos n. 22.
Recite, i ae De'enhro .'e 18*3.
0 d;rfctor secretario
Joaquim gres Gi"cav" da S'lva
Thesouro do Estado
de Pernambnco
De ordem do Sr. Dr. Inspector do
Tuesouro do Estado de Pemumboco de
claro que ptgar se-ha amanb<- U do cr-
rante mez nesta RepartiySo ac empre
gados do Senado e da Assrmbla.
Toesouraria do Th souro do Estado
do Pernambuco, 8 de Janeiro de 1894.
O eBcrivSo da de >u< z-i,
Alfredo Q.baun.
S )0IEDADE
Umao coma ercial benefi-
cente les mere iei r )8
Ai'Sembli geral ext aordinarii
De ordem do Sr. presiiente, cori7ido a to1o3
os Ss. mol s comparecer^ na sede social
ua Ba'&o da Viciona n. 60 qn correate, ao meio dia para di'cati' se os addi-
t so* aos eiaiotos propus'.os pela directora.
N^sla seBs'io t'ati-se n de assomto9 moito
iQKiortaoieg q.ie se rsipresiao risiiv^r.
Em cooiiiiU'Co ani-ciooar a mesna ag-e-n
hla em sei-sai or >ioaria para procedern a
eleicao dos membros qoe teem de dirigir dettidet sociacs un-..n'e o aDo de 1894
Seci-etaria da Soc oade Uniao Comrrercia!
flei>efl-;enie dos Mercieiros, 8 de Janeiro de
(894.
Felippn 11. Cruz,
1 secretarlo.
S. B. \. 1.
Scciedade beceficente dos
artistas mdu triaes
De ordem do ?r. presi'eote, conv'do a t-do
o. S'S. so ios arim d compare :erem n.,s t-.-Oe-
de e*CS, sextas e djraiogos. seodo oas tercia
s m xt f.- r. 6 1/2 da Loite, e nos domiogos >s 3
1/1 da tar"e.
N B. Todo e qulqrjer qrjJ foi" avisad" pa-a
as as-5-8 e qne fal ar ser o u!'--'o na quamia
qce marca os nossos < i- tio*; assi n co o tjdo
qoe es'.ver ^t as do pa*a com a iheBooraria, que
deo'ro <'e 30 das nao I qu dar, eea iluminado
a bem oe-ia sociedade ; aEm como no dia 30
de Janeiro abr Secieiaria a Sociedala dos Arti-laa lados-
irises, 9 de Janeiro de 1894
O secretsrio
J i j Sampaio.
siGObu uutk neo
CB'|-Mibial\inh Brilbb 1
Mercantil e liMirance
tspital sobscriplo A3 0UOOHO 0* O4
Fondo? accomniados 9.7K2 443 18 5
BBCEITA A> NOAL
Oo premios contra
topo.......1.495.818 6 10
De preuiios sobre di-
vidas ..... 992.379 6 t
i 4X8.197 12* U'
J. B.A rep3rtcac de tondos accomola-
dos sobre segures contra fogo, nao se
poosabilisa pelar tranaacebes feitas pela s
de eegrjro 80br /idas.
Wilson, Sons A 0..
CompdiiMa Se-
guros
Contra fogo
Northern
De Iitiodreg e Aberdeen
Posic-'o fia, cura
Onp tal Eubsciip'.o lib
Ford is accmuNdos lib
Recclia nnau I:
De pr mos oontia fo?o lib
De premios sobre vidas >
De juros
Agente em P^rnmbco,
Boawell W.lliam A C.
5$ 780 000
3:U00 000
208 0( 0
155 00O
B .curia, k lo.
.caes para caodieiroa, patente, um.
B nba e pr.rco. ki o.
. Vooom 5 k i e pasto, um.
Brabat te, n. vello de 100 erammas.
Bre, k lo.
rJHndeira nacional d 2 a 6 por ^s, uro.
Bila dem.
Bkla (a decimal eom forca ce 20 kilos
dem.
Oartai- de A B 0, dmia.
C .aj.'--! C lia ca B hia, ki'o.
'Jnuivetea uOS, um.
Oolheresde metal para sopa, para oh de
oobre e suas lit-i s, d' Zia.
Cibe es de pedreim dusia.
Ch'imbo em b> ':> pus de vidr^ um.
C m.-nto P..I ti nd, barrica de 140 e de
70 kilos, urna
C rvo de pudra, Card ff e NcW at!e 9
para terreiro, tonelada.
JordkB de cro, pessa.
'ab 8 de c. ir, kilo
C bes de mi'il as id m.
Cbamica p-tentoj urna.
CoOecas da usader, duaia.
(iOiopnnfia "'e cegaros
FDE LIDADB DB LISBOA
Miguel Jos Al ves
IV. Boa do i? o ni Jrmt!V. t
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestes ltimos segoros a nica compaso.!
d :?ta praca que concede aos Srs. segurados isem
t ;io de pagamento de premio em cada seti-i.
aano. qoe equivale ao descont annoal de rern
le 15 "or ceolo em tavor dos aeenradoa
A31 HITKTE
Gumpaabia de Segaros Marrliios
E
TERRESTRES
Capital 1,(100:000$
48 RA DO COMM-KOIO 48
*
c
Roy al liisurdDce (^ompaoj
de Liverpool
CAPIT4I. 200.000
AGENTES
Pohltsian 4r C
largo da Comp.sifi.s n. 6
Siciedade Benefoeaio dos Artistas
Industriaos
Esta snc'edade pede pa a que o Sr. Jo- Cu
periio campaeca na sede desia sociedade pola
e .esim nao comorr, pa-ear pelas nenas do
00330 ioaquim Teizeirs B-bisi, M hoi J,s-
qo'ro Rlbe ro e Joaquim Roirieaes da Pooeca
Alfan lega de Pernam-
buco
jaros de plices
De ordem do Sr. Dr. inspector des'a
reparticSo, convido ob posaoidorea de apo
ices da divida interna fundada a reoebe-
rem os juros rela'ivaroente so 2o semes-
tre do eserc co do 1893, cojo pagamento
Be effjctiiHt do dia 9 deste mea em diao-
te das 11 horas da manbS as 2 da tarde,
m preter vel man te.
Al ndeara do Estado de Pernambnco 8
de Janeiro de 1894.
O eicrivSo,
JotLo Qon$alvti do* Santos Jnior.
THE IMPERIAL INSURANCE COMPANY L1M1TEI
Estabelecidaem 1803
CAPITAL a,iO.BM0
(H*. sa.oooKtooSooo)
SKGRA BDIF1CI8 E MEKCADOKIAJ
Contra o fog .
TAXAS baixas
i'romptu irkganieniu S-- prejulao
Sh.M DESCONT
AGENTES
BflttWNS C.
Cb.curas e pires, Cls-1.
C-l ero giSo, kilo
Cboa pai eocbada, nro.
626 00H C,, Hvnoo, kilo
O; br oca *em vellas, iieto.
Couroa para f..rro, um.
Cb pieto, k lo.
al oran3-i, litro.
C 1 preta, i em.
Cabos o linho kilo.
Cuur.s coitid e de beaerro, um.
Cobre em i lh, kilo.
Djutnra corista dizia.
Doce de goaba kilo.
Eovtll pps ia tolium, um.
EovOoppes para offijiu, um.
Esteiras de plha qualidade e dimenslo,
urna.
Et.tt.Lho em verga, kilo.
o cb-dhs de 3 |2e 4 libras, ma
Ettt. i a de palda para cauglhas, urna.
Fumo de curdei em lata, klo.
feV3iB asaerioaoofl sonidos, um.
P -rusta db mDdiooa, litr-.
F. .-i .'-.. de tugo S oF, barrica.
Fio de 4ul.ii, novello dd 100 grammaa.
F-uiLLa de tpioca, litro.
F aadrea, iolha di J.t. a tamanhos.
G .aiua arabio, em p, kil .
Uramm tica Pirtugueaa de Ca tro NuneB,
urna.
a-a^.inaiic-. Portugurzi de Abilio, idem.
(icographia para a i .f ccia por Lacerda,
dem.
Gnmma-laca, kilo.
(luaima xrxbca liqti;', frasoo.
Qiz, k>lo.
Qesso er, i'lene.
H istia urna.
istorus do B aeil per Lacerda, para in*
fancia, orna
I'.ceoBO kilo.
Kerosene, lata com 14 1(2 kiloa.
Li>cre, pao.
L.t 1 de eitura, pelo Dr. Abilio 0
B rgea, e por H'lario R beiro, um.
Livri 2 de leitura, idem, dem, um.
8EK.
JO

I lira y
eofRpassbla S^heaix Per-
aahneaa9
RA DOCOMMErtCIO
Alfandega
Forueciaieato para o PrsiJio
de Fernando
De o:dem do Sr. Dr. inspector, fag
publho que tcodo sido cousiderdas do
ne.buai tffo to : s propnatas rocebidas no
da 3 de Uezembro receutemente findo,
pura o fon ecimento de generes e mais
r'igoB para i Presidio de Femando de
Noronha durante o somastre de Janeiro a
Juubo do presenta -o.o. visto ter sido
necetsar 0 corrigir algunas irrego'sridrt
des do edtal pa loado que ffi i; *av:-m
o julgamento dos mesmas propOata*, rece-
ber-8e-hao n .vas para o menmo forree -
'.rento at o di 12 do corrate, s 11
horaa da maabS, 88 quaes serS->, : ano de
aoslume, coniidfs em cartas selladas e
fechadas e cooterSo a deciaragSo expresea
de qu es proporentcs ae tbr'garo a por
os gneros e prtigos* caquelle Presidio,
>c.-orieado a toda despea de acondicio-
oumento- e fete e correndo o r-sco d-
qualquer avaria ou outra a'^uma eveotua-
lidade durante o transporte t final re
cebimento no logar do destino.
O f-ro-iooeotas devero habilit r se pe
rante a iospectoria o'esta reparticaV, re-
quer^odo previameata aeste sentido e
provaudo que sSo negociantes matricula-
do?. Ficdtn iseoto d'eata habilitadlo oa
propooctes que o fizeram para a con-
currencia do referida da 23 de Oezembro.
Os gneros e artigos deverSo ter de
primeira qualidade e propostos pelas uni-
dades aqoi meociooadss; conviudo que
Sijam depositadas nesta Rep*ri.o as
amostras receaiariaB.
Arithmeti.a de Castro Nones, orna.
Arroz pilado, kilo.
Ararut-, idem.
Assocar oraooo refinado, idem.
Aloool de 36 a 40, litro*
Agulbas para costura, papal.
Aseite doce, litro.
Acucar masca vedo, kilo.
dem maaoavsdiobo, idem.
Alg. diosi. hj, metro.
Algodfio transado azul, idem.
Aguarrs, kilo.
rame de ferro, dem.
Arce a de farro sol dos, idem*
Aloatrio, barril com 165 kiloa, um.
Ale tria, ,kil.
BotSea de oaio oam dous furos, g:
Livro 3* de leituix, idem, idem, um.
Livrc brinco oom 50, i 0 e i00 folhaa,
dt papel i.lm-sao, um.
L p1: de boirach>.8, dueia.
ito Fab r, idem.
D t- s de oar i a, idem.
O.tos dj cores, idem.
L'Xa branft, folba.
Limas aortidas, meia canoa e triangular,
urna.
L'.:bu de ci-stura, carntel.
Manuscript-iB, um.
Maoteig francesa, hta de klo.
D:ta i. gleZi, idem.
Marmeilt-dn, kilo.
MacanSo, idem.
MadapilS", metro.
Mam de IS, r.rca
Oculoa da alcance, um.
Papel almsco pautd< Fame, resmo.
'ito cartEo matta borrSo, folba.
Pedraa psra escreve-, sortidas urna.
H a do j .ouid grosaos para bal P-vi. a pura candieiros, ortidoe, dusia.
P^lb de carnauba para chapoB, cento.
Pnaa de !)C/> (lo 10 ) caixa.
Pregoa IrariCr". e., kilo.
Pa.'s de luugHB Agatha, duzia.
Papel de bollanda pautado, folba.
Presilbas p-.ra papel de metal branco e
amarel'o, soit.das, c-iza de groaa.
PAi s de aiuupira, do diversos tamanhos,
uro.
P..i-1-.Iuos de ferro gn ndes. kilo.
Ditos a Ierro grande, um.
Ditos de trro pequeos e aortidos, kilo.
Pxb, k lo.
Koxo-teira, klo.
Syatema mtrico decimal, um.
yida forte kilo.
Sulla, meio.
8abSo amarelio. kilo.
Sal commurr, litro.
Seocante !e z-nco, k lo.
Taboadas, du ia.
Tinta pret* para e^orever, garrafa.
Tabo>8 de louro para jralbo, ums.
Toa'haa de algodo, dusia.
Tabias de amarelio para sjalha, de di-
versos tau.auh s, urna.
Troves dd diversos tamanhos, ama.
Telba de bairro, cento.
Traslados, cclleccao.
Vidro para vidraoa, de qul^uer t-macho..
om.
Vaasooras de piassava, ama.
Vinho do porto, litro.
Vellos Stearines kilo.
Vmavre de Lisboa, litro.
Vinbo bra-iuo, dem.
Verde ebromo, k:lo.
X*rqoe, idem
Xi' prSes para prensa, um.
Em 6 dd J-neiro de 1894.
Servindo de chele de 3.a seclo,
L. Fredea Codeceira.
Alfandega de P^rnambaco
Per ata repartic&o previoe-se todos
oa roerosdores da lomo, de qnalqaer aaodo
preparado, qoe at o dia 31 deate mes
devero, tirar lioenea, uuioa ptinte que
Ihe da direito a ease commercoj fiaoJo-
aojeitoa multa de 20$ a 501, oa qoe
nSo requererem, (>.rt. 9.' do deeroto .
1,V03 B de 28 de Deaembro de 1892)*
1. teoclo, 3 de Janeiro da 1894.
O ohefe, Cicero B. de Uelle._____

1




Vil'i m i
ti
Diarlo Je Peroamiiueo Tergft'feira 9 de, Janeiro de 1894
^**
DERBY-CLUB
RNAMBUtO
I
I
PROJEOTO DE INSflRtWAO
Para a 1/corrida a realizar-se no dia 14 de
Janeiro de J894
-Cansolafu 800 metros Anin-aee de Pernamb ico qoe oSo
teobum gaor.o do D rhy e Hippndrorao. pkbmTos : 2504000 ao pr
meiro. 50(J00 ao eejrnndo e 2cSU00 o terreiro.
-l'onp:09>('o *.3n0 metros. HanJcop Animaos de Per
uambuco. premios : 3006O00 ac primciro, 604000 ao segando e
JOfOOO ao terceiro.
-Velocidad 1.010 metros- Animaes de Pernamdaoo. pr-
mi..s : 2504000 ao primeiro 500000 ao segundo e 251000 ao ter
cetro. .
Tentativa 1.200 me-os. Animaes de Percambooo. pre-
mios : 25 4000 m primeiro, 504000 ao segundo o 25UO0 ao ter-
ebro. \
-Esper>enrla 1.609 metros. Aoimaes.de Parnarabaco. pkb
mos : 3 )J4000 ao primeiro, 6O1JOOO ao segando e 300000 ao ter-
ceiro.
-Prado, da Balancia 1.750 metras. Animaos de aoalquor
paii. pkkmios : 4004000 ao primeiro, 804000 ao segundo e 404000
ao tareero.
-Eelra 1.100 metro*. Aniases de Pernaabuoo. pbkmios :
250400U ao primeiro, 504000 ao segando e 2.;4000 ao ter-
ceir.
-fuatica 1.L0O metros. Animaes de Pernambaco. e punges
que uo tenbar, g> ho nos pradi.s -o Recife PHKMiOS
2504000 ao primeiro; 50400J ao segando e 254000 ao ter-
1. PAREO-
3. PAREO
3. PAREO
7 i* PAREO-
5. PAREO
.' -PAREO.
7* PAREO-
*. PAREO-
ceiro.
Observaces

De aooordo com o srt. -. do codito de corridas nSo podarlo ser ioseriptos
ao parao Compensara os arimaes Pir.oion, Maor y e Aventurero, no pareo Veloci-
du-i os meamos do p*rao Comp-naaglo e mai Pyrilumpo e Pluto, no pare Ten-
tativa na meamos dos pareos C.npeaaac Tudo-, Uiguenote, Sana Souoi BeHim e A ly Stopr.r, no pareo experiencia os dos
aeris Compensayao, VeIocid.de n Tentativa e m&u Dublm, Pygmen Itarangoape,
Mouro e Coloaso, no pareo E>tra os animaes dos pareos Compensado, Velocidade,
sprrieoci>, Tentativa e maia Taliepker e Po atable.
Os pareos a sarao lealisadoa inscrevendo-sa 4 animaes de tres propretarios
diferentes.
% O peso para o pareo Hunde?? sebe-se naata secretarla a disposigSo i Srs.
groprietarioe.
Ner.buma proposia ser Hd~ sem o valir da inscripcSo.
A inscr'p9ao ter logar quarta-felra 10 do correnta do logar e hora do
Oot^e.
Os parees C apena-yto, Tentativa, Experiencia e Estrs nSo oontaro
VCtcr3.
Secretaria do Derby-Clob de Pcirarobueo 5 de J neiro de 1694.
O f-ecretarii,
J. Be ni no da Silva,
Eoilereco telegraphico-Fiuza
*
eej u muod op bxibq
Santa Casa de .Miseri-
cordia do Recife
De or-iem da Mma. Joola Ar-mioistratlva des
a Sania Cesa ee de. la-a ooe ds prxima re mne* os arreo-iame-itos dos predios abusos fe
curado, visto pao terem os inqeilioos renovado
e res activos contractos, cojo praao se acba ter-
jsjtaado
Os prtendentes deverao entenderse coma
oeai -ao de predios a roa do Bom-Jesoa os.
gecet-'ia da Santa C'-a de liseri orJia do
Sacife, S.do Janeiro de 1894.
~^~~ o esr-rivao,
Jos Honorio B de Menezet.
Prepuesta do R*cife
8. do Marale OHQda o. 63.
Caes na AU-ndHgs p. I-
Sis do atrqu' ce O toda n. 83. i* mar.
Secco 4eoi d '8 '"ja. i a S* andar.
I Saa aoT imi n. il.
de*n.J.
tu da Moeda n. 45.
fM do Amonm a. 64. 3K
nm n. 68.
I era o. K0.
I lem n 47.
I Isa d. 45
[1 'in d. 23 loja, t- e i* andar.
Iimn. 24.
M-ra n. 26.
Tr-fssa da Midre de Daos n. 18.
Idm d. 14.
I iem o. 2.
Roa Burreto de Uenpc^s {a. 5.
R'U d08 r)Q'g-8 B. 19.
II'CQ D. 21.
Ro do V: ario n. 22, 2- andar-
I ifai o. 27 loja.
Ilun 25, e 2- andar.
Roa do Bispo Santera n. 11. loja, 1 e 2- ao-
dar. .
Roa deDotniofios Joe Martina D. 136, loja %' e
2- aodar.
(lem idem n. 114 I e 2- andar.
Iiem dem n. 133,1' e 1- aodar.
Roa da R^i-oragan o 21
Ha do Bjid Je-cs n. 11, i andar.
I >em n. 29. 2' andar.
Roa de 8. Jorge o. 89.
Iim o. 96
Boa do Bisdo S-rdinha n. 3, loja.
Boa Roa do Pbarol o. 80
Beecodo Abreo o. 2, loja i-, i 3 e 4- todiM
[j* ko oa AuBtmoie* <. 16, 3* atid. r.
riua oe S. Jor.e n 30. luj* e 1- aod.r
Mem soorado junio ii T avesia da Fuodlcku o. 5.
S. o An ooto
Boa de Harcilio Diaa o 8, loja e 2- andar.]
Roa da Viraca n. 7.
oa de santa Toeresa o. 4.
Ineui n. 7.
II m o. 5.
Roa Larga do Bosarlo o 24, 2- e 3a aodar.
Roa a? S Bom Jeao* da< ij'ioolaa o. 8.
Paieoso Par>iso o. 29, i- e 2- andar.
Rea do M.'quti do Herval n. 29, 1' andar.
Ii*-m n. 15.
dem n 11.
..oa a Palma n. 34.
(oa Doqot- Be Callas o. 77. 2* loja.
Roa 16 no Mo*embro o. 81, 1* annar.
Roa do Viscoode de Iob-ioaa o. 86.
Armaiem a. 3 A, d roa < Galea Nova.
S. Jo-
Roa de Padre Floriaou o. 45.
dem n. 17.
Recco da Ca-valho o. 5.
Roa de Santa Rua n. 34
Kua dos Pescador, s o, 11.
tija Vidal de Neveiros n. 94.
rloa do Coiooel Sd saona n. 94.
R du Paire Fio ra no n- 63.
Iiem o. 65.
Ro* Imperisl n. 153. loja, e 2- andar.
Roa do Padr Flotuno o. 38.
Fregoeaia da rJ0aVita
Roa do Rozne n. 58.
Roa do B*>a> se S. lio ja a. 3.
Roa do Viaconde de Alouquerqoe o. 101.
Iiem o. 6l.
Roa Sete de Setesaoro n. 22.
Fregaetia da Graga
Travessa do Yon a a a. 3, obrado.
. Sitio bo Rozara o.
8iuo oa eetiaaa a'AROa Fra.
01.oda
Sillo liba do PaiB-slano.
Bis irada de Ferro Central
de l'eroamhuco
De orden do S director eogeabeiro
ohefe fago poblioo que a tend) sido re-
cebii"a io propost para a ezeoooSo do
servia da Cir
ss na ealxglo eeatral deata estrada no
semestre de Janeiro a Jjoha do corre anno, o quol lora pos'o em cnourr. ncia
publica por eMital de 22 do mes prximo
paaaado^ fiea desde ja aborta nova ooc-
currtrca para o fias indicado debaizo
das seguiates coidi(,"5*a :
As propostas serSo apresentadaa. at 2
boras da tarde d) du 13- do correte eto
carta feobada e devidameole ailadas,
sem rasiiaa ou emendas e esc ipt*s di
maceira intelligivel.
II
O contractante tr& obrigado- a tffecloar
a descarga dentro do praao mximo de
seis boras, contadas da obegavia do trem
a estacS central, saadu a car^a feta si-
mtluneamente se assim for neceasario,
a j'jiso da admiaistragV) da estrado.
III
O coetraotante ficar reapons9el pela
guarda sa ne/cadoriaa no acto d*a carga
e desoarga, pela arruraaySo por raaroas,
pelas avariHa provenieote* da roa tiifdO
u-o no aerviyo tea cargo, pelo aceto
dos armaaeas em qas trabslbar, o bem
aasim, pela idoooiaade do pessotr qie
empregar, m qual,em qaaoto parmoaecer
oa esug&M entral, ticara su jeito a todos
oa regul.meatos e disposi^Ses em vigor
na estrada.
IV
P*ra s?r admittide concurrencia de
pooita' cada proponente na tbesouaaria
da Eatrada a quaniia deoem mil r deodo o direrto de levaotal-a acuelle que
convidado para aasgoar o contracto,. 26
o aer dentro de 3 diaa co tades ao em
que reoebor o aviso ara essa fim.
V
Para garantir a boa execugSo do con-
tracto depositar o oor.trautaote na tbe-
aouraria da Estrada a qaaotia de doaen-
tos mil ris.
VI
A Estrada obrg-ie a pagar meosal-
mente, ao coutractnte a cODta das tooel
adas de neroadorias por elle carregadas
ou desoarregadaa duranto o mea ante-
rior.
VII
O contracto aera intransferivel e come-
ga a vigorar do da seguate ao de sua
aaaigoatara.
Secretaria da Estrada de Ferro Cen
'ral de Pornuubuco, Recife, 5 de Janeiro
de 1891.
V. P. R'-beiro de Soma.
Scietario.
Alfandega de Per-
nambuco
Da ordem do Sr. Dr. Inspector e em
vita do offioio a elle dirig do boje pelo
Dr. Fiscal r!o3 Eogenhcs 0>-ntrke< fica
marcado ao Sr. Henvy SwaleB, gerente
da Fabrica Central de 8. Lourengo como
.epiementante da ompanb a Nortb Bra-
silban Sogar Limited o pr*so fie 8 di>-s
para vir reclher a ebta slfab>ega a qi>sn
na de tes CJOtos de reis (3.-00^(5000),
id porta: ca da multa q pelo rcierido l/v. Fi c>l por ter-se ne-
gado, cotorme es tnmos d'aqnello o'-
tioio, a prest r eEolf-ncisasnoa que con-
atitaem obrigxgSes da mea coa companhia
para com o Onverno.
Em 5 de Janeiro de 1894.
Servindo de chete da 3a seooSo,
Lua Y. Cdeceira.
O Dr. Francieoo Altmo C >rreia d'Aruujo,
juia de orpbSnB do municipio do Reci-
te, estado de Pernambuco em virtude
da le, eto.
F.go saber a todos que o presente edi-
tal vuelo ou d'e ls notici* tiverem que co
da-9 de Janeiro p-oximovicdouro, dapois
'da audie-ncia deate joiao, oa reapeotisa
fsIs, se' Uvado a prag pab'ic, para ser
arrendado por qaem mais der pelo espado
de 2> anooa, a casi e -sitio n. 4 a roa da
Pogo, fregoeaia d'eate oome servindo de
baae para a arre san tayae o prego actual de
500JO<0, seado o arremataote obrigado a
prestar fiacg* o manter dito.predio e si-
tio.esa bom esta lo. Dito predio e sitio
n a,prag a requerimeaio de Fracci-co
doa Santos de Moraes e S.lva, Artbur Na-
poleAo do Reg Barros e outros cjnBenho-
res.
E. paca q*e bague ao oonhecissonto de
todos mindei pastar o prsenle edital nao
sarA publ.cado pela impraosa e aifiaado
oo lugar do ooatame. Dado e passado
D'eate municipio doiRacife, Eitado da Per-
nambaco *os 20 de De sembr de 1893.
Eo..taaai 8iriso-do J3aros Fatelo,
esorivlo de orpblos, o mbsarevi.
Franciico Altmo C. ds Arwjo.
Uuiiipauliia
DB
Tecido> de Mal ha
De conformidad9 com o art. 117 da lei das
ocleda >s ano..y as, acoa-e a diuposi^o dos
acciJOlstss denla compaobia, na ade ds.uirsma
a rua P.'imeiro de Mag a. 7. a coia do balso-
co, a rt-ldja j dos accionlas e a lis
Ir reacia reslisadas, qoe pocerJo eer veribeadas
pela* refer ios ai-cioni-uas.
Recite, 15 de Dcombro de 1893.
A.lredo a P Fragoso
Sucrelario.
Escola Normal de PeraimtiDCo
MATRICULAS
j ordem do Sr director desta escola
laqo publie) a quera itaraaaar que. de
soco-do oom o art 29 d R gulamen'o
de 2r" da D-iaobro de 1887,. escario
abirtaa ae matriculas doa 3 oooa do ourso
e das aulas arin--x., a c.>ntar d) 45 do
c rrente mea a 3 de Fevereiro prximo.
A matricula naa aulas de 1*. anno, a
s;r facultada aos individuos qoe prova-
rem:
I. Idt.de mai >r da 8 naos, se forem
do sexo masooliao e de 16 eead) do sexo
fenjinino
II. IsengBo de culpa qoe motive a
prrda da oadsira de professor publico ;
III Ser de booa oos ames ;
IV. NIo oSrsr molestia contagios,
nem ter defdito pbyaiao que oa privem de
bem exeroer o magisterio ;
V.- Ter s recentemente
VI. Habiltelo as materias profes
s 'das noa trea -g Ais do osioo primario,
oa naa do eaame que boaver de fazer na
escola.
A* alormas poderlo ser dispenaqdaa, a
jui.o do director, daa pravas na II e III.
A matricula- ao 2 e 3.* aono dep^ade
l soaaate d> exhibilo de certificados
de approvagSo em todas as mataras da
noo anterior.
O-it.-osim declaro, que o meso Sr
D-. director ten designado o dia 29 do
correte, s 10 i ras da manbSr para
tfF-ct tricula do 1.a sano, deyeodo os preten-
deotes reqnerel-p at- a dia 27.
Seeret-na da Eaooa N.rm.il do Per-
nambueo, 8 de Janeiro de 1894
O aaOf tario.
Francisco Cario dar &Uva Fragoso
AvUo
Nos os abaixo a8rigoadpsr agentes daa coc-
paooias de se.uro contra a feo Imperial. jRoyarr
Nj'tri Brit>b e Mercantiie e oribern temos*de
avisar ooe pelo roovenio feto em Loiodras pelo
F r Offices < ommiue oo d
1893 cobrar se b de boie em dnrrte mala 15 n,0
sorr a- Ua* da labera exetene em isla doa
in.D i.-t-s pesado! do Estado e da Cmara Mum
Bjpal.
Pe-n-iaboso. 28 de D-iernbro de 1893.
B'iw.QeCenjp. agentes da Sompo-obia In
penal.
PgoJman e Comp. agestes -la CompaDbia
Roy.l.
p. o. Wsra SoQs e Comp. LaTi'e'-, J. Gib-
8oo Kealer, es-eme da Compannia Hurto Britisb
& M^rcannle.
Bw II Wijama e Ccmp-, ageoteH da Com
pautiii Nonbera.
Copia do congenio
Tn -t >o orovide for payneo of S'a'e and
rnei.1 ipal T x non en ecira charee-of fluyen
pr cen la u) r.emade aa a seprale nem iq ibe
ca-e of ull p. liiies usoed lo PernamDnco cove-
riog riski raame un ler ib-Ta-iff.
Compa'iiia Us na Caasan-
-ao de Sinicubu'
De ordem ua dr:to-i8, conjiid^.osSre. accio-
nitt.a desta compaobia a realiasrem a a-xin
presiago de 10 0/0 do capital suDfrri i.io ou Sd-t
por arca.) at Si o cor-yeote, no Banco de Per-
nambuce, a rua do Cjmnje'co o i&i.
R:cire, 1 de Janeirs de 1894
t. O. G.tis
D re: or aecrelario.
COMPANHIA ~~
Progresso Colonial
De accordo com o art. 8 doa estatuios, eoovi-
eo aos S'8. acciooi-t s a readiarem a seeond
eotntia du l *f, aobre o ranal nobsciplo oo
VilOOO or aejao at o na SO de Janeiro prxi-
mo, S roa do L. n mercio o. 38.
"i-.-ile. 19 de Deierni.ro de 1893.
Dr. Jjaqiiit-j de Alooqaerqoe Barros Gnimaraes.
'DCtor t-erre'ario.
Mrtcei e Bahia
As encomiendas serio recealdas ( I bors
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
oo Urge do Cepo Santo o. 11.
Aos srs. carreeadorea pedimos a soa atlenco
aara a clausula 10* dos conbeciuientos que :
Ho caso de baver. Igoma reclamacio contra a
compaobia, por avana oo perda, deva ner ;eit;
nor esenpio ao agente respectivo do porto oe
descarga, deoiro ds.tresdiaa depois de Bnali-
sada.
Nao procedendo esta lormahdade, a compa-
nbia Bca isenta dp toda a reepoasaMlldade.
Para paseag.ns, (reies e ^ocomneadas tra-
ta-se com es
AGENTES
Pereira Cnror-iro Si C.
6Rtut dv Co tfo6
Io aodar
Gumpaobm PwaaffllMicanadc Bt-
PORTOS l>^> NORTE
Parhyba, Natat. Maco Mossor, Artt-
co*y e Cear
O paquete Beberibe
CT.mrjaundaotfl 1' tere.t? Fa io Rio
Segnir para os
nonos cima In-
diraduB no dia
11 de j!Dir.
as 4 boras datar
de.
Recebe carga, encommen.ras, passigeos e di
nbei'oa a frete at a 1 nor.; ta tarde do da ua
part ia.
FS JRIPlOfilO
Ao Caes da Compaatu Peraambucai-.a
n 2
ia.f.:t:i
os
Moesoro e .racaty
Seeo" para os po'tos cima o blate D^o> te
Giiaede* rpcebe carga : tratar la ru> ua Mi
dre de D'08 n 8.
Bamburg Suedamer\kar>is-
che Dampf-chifffahrts-
Gesellsc aft
O vapor Uruguay
B' esnerafo i .. nor-os -"a
Eoropa'ai o aia isa de Ja-
i.'ir j xeeoinao depois da oe
mora i jd spensavel para
Baha] Rio de Jaaeiro e
Sautos
T-i* caiga, pasageua, encommendas di
ohei/o a tre^e: trata-a coiii es
Coosi^aatarios
Wi\ Sisam m\ m-
m
O paquete Tagus
Commandante W. Snaith
E' esperado Ha Eu*opa at
odia 1S oo 14 de Janeiro
gegoiuuo dnpuu da domara
aecessana para
Babia, Rio de Jansiroy Montevideo e Bue-
nos-Ayres
Para carga, pasaagena enwmmendas e dl-
meiro a frete : trata-se com os AGENTES.
O paquete Trent
CommsndaBte W- H. Milner
E' eaperado dos
por tos do sol al
o da de Ja-
sembr segowdo
nepote da demora
oecessari pan
S Vicenta, Las Palmea, Lisboa, Vigo e
Soithamp'on
N. B.Previoe-se aos Brs. recebedor de es
mercaduras, qoe a Compaobis Mala flssl Ingle-
sa, cootrsetoo oom aGeoersl Steam Narigstlon,
onaptojm aervlco ds vaporee sentases qna
paninuo ce Bor-.eaox. ognac, Gnarbot, etc, de
sem chegar a Sjotoamptoo a tom'au ie baldea
rem ascasgas deaUuadas a America do Sal
para os vapores desta compaabia.
ReduccBo oos pregos das passagaos
l & LWooa 1* ciaese A s-1 30
A'Soatharrjpioa *cl?.8 t Vi i 42
Camaroto,a reservados para ea passagetos ce
Perosmboco.
Parapsasagans, trete?.. encommendas, OSjIbbsji
com o
AGENTiLS
A.aior!Ti aroao & C
M* ttnvMn
PORTOS O NORTE
Q paquete
S. Salvador
LE1L0ES
Leila
>
Oo cavado Sairocc > meio Ergue naoieual
filho de V. 'o Jat.o
Do Ovallo N p iiitaiiD, nielo Bangue na-
cional filho de Cornelie e Venus
3 tetra 9 do corrent ao meio dia
N prga do C mmercio (Lmgusts)
Por iiitervergS do
Ageole Ousmao
Commandant* Jo~io
Mara Pessoa
E-pea-se dos
por,os do ntr:e
a 6 o dia de
J oeir.i segno-
oo drpoi' da
mora iuj .-!
wei o*'+
r*.V..W
(sfHtlUS tuvs
C*sB*laoliiak Fraacess
^E
Navtg <-o a vapor
Liaba regular eatre o Fravre, Lisboa,
Peroambuoo, Rio de Janeiro e Sao-
tos.
O vapor
ViHe de Montevideo
.Commandante Tiaaier
E' esperado da Euros
p. aleo da 9 >e Ja
neiro e seguir depoi-
la-nemura neceesri-
p.r;;
Baha, K.;o ae Jiaclsoe Saatos
Entrar no porto.
Roga-se aos Sr importadores de carga pelos
vapores desta nha, queiram aprsenlar dentro
e 6 d.as, acooiar do da descarga das alvareo
eas qualqaer reclamacao coa: eroente a volomes
^ae nofenlura teocam 8eoid para os portos
lo gal. stlm de se poderem dar a lempo as pro-
videncias necesarias.
Expirado o referido prazo a companbia nao se
reepoosabil8C oor extravio?.
He ebe carga, a tratar rom o
AtbNTE
A.ug"uste Labille
9 R'a do Coramercio 9
CoipaoMa FiNanMcaua U fia
PORTOS DO SOL
fccet. Pinedo, iracjir e Babia
O paquete Una
Comm'idaote Ctrvalho
Segoir p.ra
es oortoa a;:oa
....- j -a-irn n ) 4i
ilS '> rorrea
leBfc oras da
aror.
Reoeln carga, encon ojeadas, passajens e dl-
i ..-.is a Iretrs at 1 hora da tarde do dia da
oartida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Oom oanhia Pernambcana
n 12
O vapor Oiiada
E' esperado dos
portos o 8nl ai(
o ola IO ie Ja-
neiro begoiDdo
depois dt peque
oa demora para
Lisboa e Hamburgo
Para paasageos, carga, frete etc., trata-ae com
08
Consignatarioa
BorFelmaon & C.
Roa do Commercio n. 18
O vapor allemSo
A n tonina
ou
O vapor Bizanz
E' esperado das portos
do sal uestes poneos dios e
depils ds demora iodis-
peosavel segoirS para o
Rio de Janeiro, Santos, Rio Graade do
Sol, Pelotas o Porto-Alegre
Pars fete etc. traia-se cora os
A0tf*TstS
Borsteln an & C.
18- Roa do Commoroio 18
Ia andar
Agtnte' Pestaa
Lrilo
De excelleotes caar o elleaie'.
R^togioB, oadeia, oolcihs, luuga, c t-
t*n-dos. tialbas, cipos, ohi-aras de porce-
lana, e o tros auit.s o,.jectos, que esta-
rlo presantes e que s rli vealid^s para
lechamei lo de co tas.
Uuirl -ftir*i 10M Jiaero
A'S 11 HOR 8
No armaiem a travetsa do C'orpo Santo
n 27.
L i'a) f i 'V is osados
_________ AiteNH___________
Qaaria-ferra 10 ie Jaaeiro
Rua da P/aia n. 3.9 1- andar
Casa do tallecid J. qu m de Aimeida.
O A g e n te M a r t i n s
Far lei'Ao ao o re- do m-rteilo dos 80'
guintei movis : 2 aos, 4 oadeiraa de)
biagos, 16 cad iras a> guara .lo, 4 ditas
e balngo, I meas redonda, 4 coofollcs,
9 oadeira* de janeo, 1 cma fraoaeas, 1
guarda roupas. 1 mesa elstica, 2 apara
dores, 1 ca-moda, 1 guarda-comidaB, 1
mesa oom 2 e -s, e mesa de eosiohs,
e muitos otjectos de cea d- famiha.
.' AS 11 HORAS
Leilo
Da 45 caizs cjra batatas novas e per-
frit .
Quirta-feira 10 do correte
A'S lt HORAS
Ao Lar i da Alfiolegu
Por lu.irve yao U' agnule O ic.uSo.
AVISOS DIVERSOS
Precisa-se aluga* ni chalet com jar
sSflt) arvores, banlieiroe agua encanada
para uraa familia, entre o arrebalde do
Ponte dlfehoa e Reciv A tratar ne
Consuladoide Francar 10 rua do
Commercior 2 andar.
Precii-a-te e uoj ct-peiro, orna engomm&-
deiraia'a roupa (emalner, e ma ama para
andar com uuia crianga ; S tratar na rea Mr-
quez de Olinda n. 35.
Veode se a casa terrea o. 58 S ros de S-
J ao, s-lo oreiro manoba, 3 **laa. 3 gabine-
tes na .reate e po'Uo ao lad .. i ijuart;s mais,
quintal e qnar'o fo a para criado a;m da od-
i.anri'a Beoeribj : S tratar ua roa V-iu i nume-
ra 98t_________________________*____________
L. E HoilriKo-s V.ao a ojo -ou -eu rr.crlp-
torw.de advocaba para a roa do imperaoor o. 77
i" anJar.
VENDS-SE am bom cavallo para carrogs
oo eabriolei, n-> rua d* Cap. ai Lima u. 1.
Criado
Precisa-sede om menino pata criado, na roa
Baro da Victoria n. 31 toja.
Cosinheira e
cop
eir
Na Capunga, rua Joaiiuim Nabuco
a 61, piecUa-s& du urna cosinheira e
de urna cope.ra ; paga se bra.
Mu.*icas novas
Esperaogas Perdidas, valsa 1 000
Amor de Mai. Iiem UCOO
Hatalhs das F ores, idem 2<)00
Balsese das F 6 es, icem J(100
Sao"a -e. qiainlha t500
eihos do Sul, do" ado 15U0
C- 0 TimTim ct-mpino f
SJomS>deS rio Rio
Os Tiros da Vov6, p ika 1*000
V v n i Pona, iiem J000
Puto 1 Puro 1 idem M(00
At)ai'-xi, qoa'iina 1 JU. )
Soi'ejos, me; .Jos, arles e immeasaa Dovida-
dea I I I
Na uia de iost uneotos do Pa va, roa Nova
D. 13.
Qsixerio
Precisare ce nm raixeiro com pratlra de mo-
lalos e qie o cor.b- ni"i't. de soa oodocta,
no armazem da Estrela do Lirgo le ParaifO
n. 14.
30J000
Perdeo se na no t de 5 do cor'eote, co snll-
g< H.vi Ioieraaciooal. una pulseira de curo
com franjas to mesmn metal : graiirlr-a-ee com
a quaniia cima a qcen leval a a Mrs. DvWsley,
oa Estanri?, n. 2.
Sitio
Veode se om exrelleo'e sitio os estrada do
Iryranga em Afogsdos. com 900 .nalmos de
frente e 700 de fon io. com 2 casas de vvenla,
130 pea da coqoeiros, 85 dtos de araoBeiraB e
imeiras, 57 ditos de mannu-ra 45 diios de ca-
|ej.eir >?, 5 4U08 de poeiros, todft ando aVactos, e X exc-llootes
cacimnas ae cOi seua : i tratar com J sl Fran-
cisco da Cmara Sacnaeo, a roa de S. Miguel 0.
73 B, Alagados._____________________^___^
Aula mixta particular
Mana Erce.t.oa Cjlomb er, titntada pela Es-
cola Propasadora, pariic pa aos pas e familia
qne abrir ?ua anla no da IS du carrete, A es-
trada Je Jlo de Barrpg o. i9.________________
CaixeirO
P.eci;a-se de um oa ISa 14 anooa : a lretar
na traesaa ca Prata n. 0, aotiga boceo do Ma-
risco._________________ "
Caixeiro
Precisa-ee de dona caixeires de JO a 15 anuos
de idaoe veom prat ca se molbaaea, na roa da
Pedro aITjdso o. 4.
Caixeiro
. Precisa-se de na de II a 14 aonos, com slgo-
ma pratica de taver. a : i tratar na roa do Capi-
llo Lima n. 15, Samo Amaro,
T*
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'r \
X
1
n::
"


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Ai
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4r
Piarlo do Peraamfmco Ter^a-feira O de
uimum
vi mo fedkieugo
Yf abarraque
TNICO E DIGESTIVO**
'O-'.'. U V NHO DE QUINiUM d'AunuD Labahaq-h, emininentojnenie tnico e febrfugo devs ser preferido a
todaa as outras pr<,para<;5os d" quioa.
****. O VINHO DE QUiNlHI de Labbraqd, preparado com o QVIHIUM (extracto de Terdaoeir_qahia),
approrado pela Academia de Medicina, coistirae um medicamento de compoicSo determinada, rice snu
principios activos, e com o qnal os mdicos e or doentee podem sompro contar.
". Vn. O VINHO DS QUINSUM de Labahbao.ch, prescripte com grande xito as pettoo fr>Ka$,dcbilttad por Jieersaj cautas tfentraqxt'xhicnto, neja por antigat molettiat; aos aultoa fatigadopor umrapxdo craetmento
s menina que tm diffieuldade em se forinar s desenvolver; s muChercs devoii dos parto; aos veiot enj'raqueedo ptla
edade ou doeness.- No caso de Chlorosc.Unemia, Core pallidss, esto vinbo um podereio anxiar dos ferruginosos.
Tomadoiunto,porexempte,coinaMr'/ FAHIZ. 18. ra Jacob ? X*. rJRERfcJ Cssa A. CHAMf'lGNr C. Succ
^f jH ___ B NA, MAIUTt l'ARTK VM PHMCIAS B TOnOS OS PAIZKS
19. ra Jacob, PARIZ
VERDAOEIRAS PUMAS do D" BLAUD
EmpreKm-e Qom ptimo xilo na " tos Franceses e hairanceiroa para a cor a AXKniA, ihloojk (t.*r*e pmuitiai) a a
fnnui( tfa* meninas.
A ir>.*e> cao no hoto CoJmj Frunctt, ouirosl m o tacto Trtflc*.i; a i-'"0.1,1 "estas nioiaa, ;i-"rl>an *Mit DBBOOM-FIEM-S& OS XVKZ-a- a^Bt
OTA. 4i ytntatmt filma oo ">' SIkmC :1w M ini$u a- .da am fratasa s (JZ fraMvil
*t SOCs 0C U;'t, ff nunca aor a'utlt.
fasjs. a. ao r.Tw!m. dbpqsitos s* Turas as pb!cj?es ph_rkacia8
^V.A/o
aKav
2?roductO
.\-
**
co^
Essencia. .
P de Arroz.
DATURA INDIEN
DATURA HTDIE1!
S3bo........DATURA INDIS
Agua de Toucador DATURA INCIEN
Oleo........DATURA INDIEN
Logo para o pela. .DATURA JUDIEN
SAGHETS ORIZA SOLIDIFICADOS
PLAQUETTSS ELEGANTES
16 PERFUMES EXQUISITOS
EM TODAS AS PBITfCIPAES CASAS DA AMXRICA TO SVL

CURA
HAROPI
CERTA
BLO
Bom xito verificado por 15 aunes dj experiencias nos HoaphawM do l'aris
PEI.A CURA HE
Epilepsia-Hi/fiteria
Choren
Hysfero-Epilepsia
Mole fias rfj Cerebro
e do Espitifiaco
Diabete as/mearatlo
CotiruTsoes. Vertigena
Crines :yvoKitH
Emcaqueeits, Touteiras
Coiujestoes eerebrae
Iitsomnia
Nperutatorrlia
Dm Folheto naitu la?ortaaU c dirigido ar:t.itam;ate a ua:q.:r assjlt gie p:lr
HSPSHY iHUREe^ PQiii-SfllHT-EiaPrtlT (FaftacA\
VEM11C SK EU TODAS AS PKINCI.'AES fllAKllAClAs E DK^liAlUAS
Depurativo e Regenerador to Sangue
Pririlegiado lo G-overno de S. MI. el Rei d'I
x>o pnopFson
B. 11 i S 10 P A G t IA I 0
VKNDK-SK B CI.LSI VAilEN 1 K EM
aules, -4k, CZst.isx.-tr*. S=. IVIareo (Gasa ii-ox>xrl.)
A CASA D-B FLOHENCA EST. SUPPniMtDA. 0 Mr, ERNESTO PA:1L INO posse
IMU ii ;e.,.;... MCrotit asli pr ,, ,j nao *J la'aafa Praftwr J'KJOA'YMO PAGLIANO, e /o.
Exijir soSrt o /rasco e 3 cSauca a marca do fabrica, det siia conformemente le.
hr>E:;to pagliano.
Dcposos 0111 Periiiiinbiic: csas?A;TH:& do si:oi;it3 o p^O"Ductob CEintzcos
FiqadoJacalhao
DOUTOR D.UGO-UX
Iodo-Ferruginoso, com 'Juina e
tfe Earanja amarga.
com Casca
HU
Dr rOl'.DES
I KDO FEIFIB
tu OUINb
UirlDJKXM
I Dl-Dfl
mi
Quando ss trata de curar as
DOENQAS DO PEITO
ESCRFULAS L.YMPHATISIHO
ANEMIA- CHLOROSF, etc.
os Medieos dfio sempre, sem hesitar, a preferencia ao OL.EO de FIGADO
de BACALHO do D' DUCOUX, Iodo-Ferruginoso, com Quina
I Casca de Laranja amarga, por fiuer e quo a sua coiaposico o faz mirlnrsi* imniilii tnico e corroborante.
Deposita geral: 7, So levar Denain, em FASIS
Acha-ee para vender cnt todas as fbarmacias e Drogaras acrediudas do Unirerso.
Deseoiifiarse da Falsiflcace e InxUace.
aTKSNS^S
WH1TE10S
cnconti i>ela soa dorara s^rive e dclica*!*.
Bmpirtpitlr s*Va mxiusuo* qfte* drigioal
t nica eeseii'a verJud^Ir-:.
ATKINSON'S
OPOPflNAX I HEUOTRCPE.
WOOD yiOLET I TBE'JOL
e outro pcrums 6cle(K"c I aos mata pela sna forca e uta natural
Veudem-sc em toda a \ u
24, Od Bond Slrcot. Londres.
^AViSO! I^itiniu somente com n r :lc-
escu :.nc uff. "Ros* iTaac*" c^ir
C completo ideT#-;n
nsrA'STHMA
Oppresrt*','* Cathm.' caca 0
^<3 4ai_#BJFl^ar'.
Obten ti mtiraitn rvcomptsn.-
Deposito'em' todos as Pliarmacl
Medalha* Ouro^* Eposl3es UnvrMas- B>
Srfftk kS DE /jv'*^*
tr.
(i
9
3 j^oB,A.X7
Iffttffftffttfffff
ex
a-ge
omp
Sfruof otes ele C< nilireba.
raiz de Ipepscu^oha pre-
ta ;m quclauertqusntidade.
M
BOTICA PRANCEZ A.
WHISKY,
Royai Blttd marca VIADO
I Este ezcelUnte Wli-ky Escoces pro-
ferivel so cognac ou eguardocte de obdd
par forticsr o corpoc
Veode se a reta'h'j nos maioiea arma- -
teok de nf'lbfcdoB.
Pede Roy al Blend. marea VIADO
cojo Done e en.b*iem sEo-rgistrad.s por
tdoo Brszif.
BBOWN8 & C.
; ---- -------- 1 i- -
Escola particular
Amalia Prudencia AfveB Ltics, aioaioa mestrt.
litolads Th-Io .bro'Dora? deeie Estado,, pro
Gr**era pob'lca ero ditpopibiininti, previne 80'
^i8 tfe f'ro lia ece do i!t'8*ii rorrtule a*rt
itiOiB *"fCoa rflxt*de lOft'CffovprirriaMa, na roa
do Ca'idtlrc-iro o. 91, freguna Ce 8J:s 9
mm m
Ladrilhos e Mo-
za, eos de
EfflftBiiele (insta r.
Rio de Janeiro e S Paulo
Eita fabrica perfeit-mente montada,
exeoata o msis exigente pedido que lhe
aeja feif, por qnetn quer dtisej^r, ntaa
sala, corredor, qiart<, terrado cq pnsseio,
p-rfeitura-nto lircp o de drsracSo tterna
U moiaico nacional d.s cssa Uist n3o
Irte e tem eido preferido a cutres la-
drilbos, porque hygienico, lirjjpu, evita
tapete on esteiraa e eterno !
Obicna-ce at:.-rcao dos Srs., c ntru
c'ores para o cat'ogo o amnstroB en:
asa de PAULINO MAIA, i raa do Ccm
meroio o. '2 1.* and.r.
Prafei a a idvdna. *<>m rompetetrr ca
(NAKAgLHA CURATIVA
O. iiiphreys e Nova i'orx
^ Ve.dade;a Maravilha do Se; %
ArPEOVADA E LICENCIADA
jclr. nsinr"& -in ?eral do llvu-' : <*
LnpVftt tr Rrwzi1,
. Mi'-v.vIIlri Vu\ Ukfl e r-'tv.r:A> pra
s-".! u: l'tu:iU"5s iHchuf'Jiurfta, Jojitnsix-e, T'it
eduras Oonfti ..>. -u l^icc-rucX#*, aiiv4 uw
a i" o o uncu** fnz imra.- a uJlOLOE^a ri'tx
.^ >.' v;iue*cor*:ie;ti.o."efazhjr tfci .
xwnt ^yreaC&u o.
A .l:ir.iviiaa t'iiraiivn ailivo onam \
r..a irt-.ji: para Vuoln>a.l*.ra, tscnUlfl/lu-.*. +
leuura de 6ol,* eu.-erior auu^iuv;; *jut6
nnea
A AI: 40$ K!um(4.u .- Hi^monlkfiMOj
fcs rrei .1 upive uuncafalba.
A <>!:: :; viiti ?ara.#lvr umi.!ilvio(- __
p:,!-.. '- '. tic Ourif1' a ''a Face. U S-*-t
A '!;:. viifiTi 'ara#vr urna)il-.-:,, j,-( p,,-.
i-.'\- tScOiivUr1 'A''aFac;:. U ^ ,
'la reoe a EkrtraigiA,
A Maravifea 4,'\irnUAcorixur5t' smaM
. pe --i rhtfumatlcaa,Aleljro.o i -
4, .'';>., :i!ui t'urr.tlTH i-o.nvmr rnr.-i
eh iiiiivnol, Aniiin* ^;.i.^j'*_; las rclmiiuM)*
..lir.mniiiiK:-' lempr f-\.i:ro,8<'mproef..c?ia
X *fnnv;?>:ti Coirtiva .-. jioinj < .< : .1 o *\ erro, a bettCorrlwftou *
pi resBi lo^rfttiMriincntiiBdwjIllar.U'a.
- 'liirnviilia C*i-orlva imjncavpi frt
ru j '. iji .. l
-^nsCaih .. y irai* &wm&vFuxa&K*
r*!brt Co--ttTa-rQetioprrnctM
^am !.>Lir:^.\.n]pls. -de Dtrrvcar'iinis_'(,^
-* '.(uifi Cnruttra vtctiipihc ba
-': :iRn:,ns. |iara l'or^e<)urr>s, DO.-".
. j: ^.uluras.Coiitu ajs.I-accrav^''*-*-
Na ra d Araffo
n. 30, precisase de
urna ama que cosinhe
bem e para casa de pe
quena familia.
Ama
Precisa se de urna malhar de brns co^teme
para servir de ama a cm< crianc ; a t'atar na
roa do Cdok3 o. ti. de mei > da atea Duras
oo na Casa Forte n. 8.
Amas
Precisa se de deas amas, urna para coMnir.r
e oot-a para anda- com erna reeniaa ; a tratar
na praca Haclfl Pioheiro a. 7.
Atrias
A' roa do Stbi n. 3S'i!rtcisa-se i'e dn;s amas
orna pj a Uva- r engonmar, e ootr^ para cos
ndir, e cevi-m do m-.rcaj rasa d s?<-.s patr&es.
Ama
Precisa-se de n~a am* para cosichar e livar
a tritar no pateo da aar.tj Cro n. 18.
Amas
Precisa-se de orna ama para ?<6inbar e di
oot-a para tra'r de orna enanca ; na 1. ja das
E: trel'as ara DoiO" d i'atiai n. 56
ma
Prec'fa se dn nma ama para cosiohar, ti> b- ro
comportamttj;e na ra Imperial o. 16, la-
te oa.
Ama
Precisa ,-e de na a ama p ra rasa rln familia
A trat r na rna oo Vip>r o n. 13. artnazem.
c
asa
Para estrane^iro0 r-rt-nsa-se de nma boa casa
rom aeni e oo Fcrtiaodea Vloira. deve-ilo le- nun:a mrnos
dn g-is qsarto, a'ueo l ?l 1 800 : tratar
com Bern i di C. roa no Bit J-sos n. fO
ZsgetUlatm o ]>. Stucr^^r^-
Ken'sdini SyptiittfOK,
itrmrdio Veicrinj-rto
*_ Maaval to ur. Hamplms^ l*1 rvpinai's to^pw
, ,t.p;il *:';*- (li'.;;iis. pi'.'o
S^1 -u i a11Stlo' tu ou
aBlPHBETa* BtBOKCIXK C9
18C I ullos EtMreta ! ONaXO AOKKT8S
SRlfirsTM*
Vendern
ZtVr depnrvoo vegetal todada do Mt'
dico Quintea
Este notabilsimo (iepuraote que vem
precedido de > gmade fama, infallivel
ua cura de loda8 js doencas sypbiliticas.
escrofulosas, rheutnaticas e de pelle, ct>
mu tumores, ulceras, dores reumticas,
usleur-opas e Dvralgc,as, bleuiirrogias
agudas e rhrotiicas, cancros syphilitiros,
i>nimmacoes viceraes, d'olhos. ouvidos,
gaigantas, iotestiiK, etc., e em tudas m
mulaslias de pelle, simples ou dialhericas.
fissim como oa alopecia ou queda do ca-
bello, e oas doencas determinadas por sa-
turadlo mercurial.
Do-se gratis MMof onde se encoo-
Iram dumorosas experiencias feitas cou
eto especifico dos hospilaes pblicos t
mtiilos atiesados de mdicos e documen-
tos particulares. .
Faz-se descont em casa de
FAR1A S0BR1NH0 & C.
; Rna ilo Maro-tez de Qknia n.
Canoa
Compra-ye a .-.s croa pequea ; na roa do
Vigario o. 3:, 1 Bridar.
f^ Attendite et vi
dte!
Jos Samuel BMelho. fabricante de boofaeti
do u,ai4 apurau(> gosto, p^ra ca-amenlo, bapt'
jado, oa orjiro quaiqopr a-io : p6le ser procu
a!o ra da Oat-ia n. 43, ioi d^ selleiro. oo
ua soa resideocia, ra di Cooce;cao n. 3, Bo.
Vista___________________ ________________
Cusinheira
No becee doa Ferrefrus o. 6 p ecisa se de nma
qoe cosintae bem.
Cadernttd perdida
Tendo o auaixn Bogado ptriido nn-a
carlerneta de 1:8001000 pede a quem
aobot o f*r>r de -iitregbl-a no essripto
rio d Dario qn ser graiifeda.
Recit.. 8 d J ero de 1891
Antonio dos Sa'nks Freir de Andrade
Loja do p/ieliio
56-Boa di luiperatriz S6
Becebm o qoe ia de melbor em
Sedas prela.
Sedas de c*.
C'poes oovidade.
Pbaoiatias.
Goa'olcO-a prpia.
Guamii-8 te ifl.-.
Ja Oes prtta-.
Gal6aB de cor.
Fitas de velludo.
E mnitos oniroj t iros especiaes de modas
e escjlbidas a capricb'j ale oefa de casta
'asa.
mmm wiwr
Para en gen hos
e usinas
fiaimares t Tihat *+*
a manter em aeus armi"i s grarde e p r
manante deposito d<>s artigos abaixo dea-
criminad ib, os quaea aSo ioiportadoa
rectamente e ver.dem a presos
Sem competencia
C'A d Lsbo^.
Dita deJagnaribe.
Cimento \ ortland Hemoo? e
Piramyd.
Olee de moeo.
Dito de ncii.o.
Dito mineral, ?rR mudmm em
barrB e btas.
Vzeite de Garrapato.
D;to de peixe.
Dito de Coco.
Potassa da Radia em latai
caixas e barricaa.
Graxa do Rio Grande!
em bexi^ui r barreas.
Peixe em latas e barrs.
Oaxeta ^ divrs^s qaabdadei
Tnsulphito de Cal piFa c]a
rific--r 9i8uc>r.
Fui .ii ci'j a^neina
o remsdio mais efficas pma a completa
extingito a
4e--Largo di Cro Santo-4 cS
Kum
ESiKhiMiilB
-j^
b. pnarso
Ba du Figano
Tectiri
N 19 Berife
S c nico fa-
bricante Pr-
floiooa I (]q
finetcs de borra-
cha no .Norte do
Brazll e tnicos
nue fornece ca-
limbos de bor-
racha em -
Bspecialidada, Numeradores de m-ta! c ^
bos com e sem tlala, excelsior marcan.o'coi!
2 c rus. liipisri'as, actematos, relogio.- c.. j
a casa nao tes agentes que percoi 'r* as
ras.
Se)
ran">8 de pergaminho, que Berrea 4e c<\ce
para eacreVBff e que tem a grande atili'lar1' d*
nao dentar amactr m, eobre a qual se po-
darfiO Uiiar u:tis c fcilmente lima', .-.s i
SMOfl cada u;ua.
'eqiienas Ismpadas in^anfaneae-! 11 i' im
(sem precisa c fsforos) com metalas de re-
serva sysicma Dtodernisimo \ 2S00O u:n.-
Vndese Ra du Vigaiio n. 19 t. anda*
Reci c.
------ >
Parateira Hiilipson. Apparen*
de p s i'Br e outros in-
sectos.
t* >"*itte Braulio r- n..>M.
I.".". >'("(< A'KeixiuJt
n. 1300>. Registrado em quasi
lodas as republiCM da
America do Sul. Preca
de cada um :; ">. S
tinfi. venda eai
rosso e a retalbo para
i !< o Br s-.'i c Re-
publica Argentina.
do Vibrio n. 19 !. anda
PERNAMBUGO ^a
II PHILIhSON, INVENTOS
Coptiro
Precis- -se de om cupeiro de 14 16 annos,
dando fi-dor ce sna couducla na ra do Hom
Jes s o. 22.
Criado
Precisa-se de na criado
co o. ii.
roa do r.ommer-
.
A
i eon?--o S hule' F Iho, artigo i r -
lojoeiro da casa do fallecido teneqte-co-
.ronel Augusto Fernandes do Reg, av-
jka aos seus numerosos freguezes e
amigos, que se acha estabelecido com
officina de relojoana e luoetaiia, na
praca da independencia n. 18, sob a
I,firma social de Barros & Schuler, on
continua na sua profisso, prometien-
do servir a contento ide todos.
Na mesma casa encontrarlo os seus
freguezes e amigos telogios e lunetas
de todas as qualidades o tudo quanto
for tendente nos' mesmos.
Recife. 2 de Janeiro de iftV, b
Cosiiihe.ra e criado
Precisa se oa roa da Palma p. 40.
Precisa-se de um
Commerclo ir. ii.
(ksin-e.ro
bom co8iobeiro; -ua d
Am; % e governante
PreciBa-tt- dp coas an.as e urna sovf roanie ;
tratar na rna Bario oa Victoria n. 5i, na antig
agracia de movejr.
--" ---------------------'------------*-------------- r
Saceos de alg-otla
Para 42 lijjs defarinUar vende Va' mi roa
Direua ri. 9i>, a 81 tf oirto. ;___________
Caixeiro-
Pfeciea-pe de m caixetre de 16 a 18 bodob da
Idade, qoe unba nastant'a p auca de uierc*-ana,
dando abuoo eua co".doct. : 4 tratar roa Vis-
coode do Rio Branco b. 113.
i- > ------------------------------
Fabr-ica de g"elo l
Aguas e Irnitmados gasnw k
Soda'Wator, ioger^ ale, limldr crselo, ebwr.xiir, gracadina," groe|lM
trntoH "baorlha, bortH J-pitnerita etc. trt'p
A-OAS8--DO CAPI5RIBE12 A
Criado
Prpci-a-se de nm criado de 12 16 annoa :
tratar na ro das LarangelraB n. I.
Aula p articular
P. ofeea r Aona T-iendora SimSra. pateo
do Carmo n 26. 1 andar
Ni di 8 ura dos naOiUbos desia aula _______________
Gngenho Albuquer-
que
\azarflh
VeDde-se o engu bo Oboqnerqae Domonici-
p o de Naicrttb. l/i de legoa da estacio Barau
ca. montado a vapor <.'e Itob-oB, com serra para
ieobaeduoa oosimeotos de q.dtro tazas baii
das. b a Cd8a de norgar, de bagaco; disltlacSo
tnm momada, cam encanament a'agua. e-iriba-
ra casa de fazer farinba c m todas acci mmo-
da^dcs, urna ontra aprcpMaia para barracao.oo
ueposito Je (jt-neros, eicellente cercado oom
mais da meiade d Vdlado novo e cerca nativa.
Vende ge taabem a B.fra fondada para mais
de 3 000 pies, 24 beis escjlbidos, 3 cti" 5
bar os ci>rgaeiroe, 4 vi-ci-ae, 4 garrotas, 4 ca
vallas de estrrnatla, 300 'ornas de ferro, 28
iilhPirns- de tljol s dn H veo aria; mal da safa
de 2,600 pi s e 30 000 cosas d Mea medara.
O refeuoo ngeobo lem boa casa "e vivenda
e miras c .ra lav adores bem fondados s> qoem
qotzer. p- ia, empregar o aeo capital em nm
boa propriedade dirija-re ao meoclooadu nge
i.ho para tratar com o abaiio a=-si--nado, ao
pr prletano, qoe o vende em -virtude de suj
ojodan'ca para sol do Estado
Eotenho Aibuq .erqae, 8 de Janeiro de 1894
Francisco Atirtp no do Reg Barros
Velocipede-
Vsnde se am qna.-i novo de dnas rodas, para
bomem ; na roa NuVa n. 30, no Artaiheo
Venda de na?
Casa de commissdes e
repre-

Lisca
. EXPOSICAO
ni completo mmm e
a^jorjasa?0R.jv.s
CATLOGOS 38
0^3Z3DKT:C-3COS
le innmeras-fabiicas de todos os n*zes da Europa
las duas America?,' de toda especie de inorcadoria, de
cnachinas e materia prima.
Deposito do afamado tCREOLIM? o melbor des-
infectante econhecido.
Deposito da bem conhecida ODOMTNA do
Or. H; Rirdet.
vio
Vendeos* o patacho hol-
landez c Regoerai actual
mente em descarga no au-
coradouo i temo. -
O n rio est classifica-
do na Vritas- com 5(6 A
1J ate o dia 18 d Abril
de 1896.
. Qualqnef informacao com-1
o capitaoa bordo.
J. J. Aapents n
i
Liquidbaos
O proprietariu prettudeudo acabar eoui
as fazend i^ existentes vende as por melado
de seu valor como se ja.
Etamne de cores a 200 ria o oovan.
Oxel. rd de quadros a 2u0 ria o eotae.
Fianalla braoca par vestido & 330 res a ttajaaJBa
Vo-I Dar iros e finos a 500 rein o covadi
Cachamna 9 larguras.a 600 ris o corado.
Lan e eeda tina a 8(>C ria o Oovado.
Riopa cortes de vaatidoa.
Brins cWe.s para roopa de mec.'no a 800 ria-o etasMlta -m
Escjvas !irrp..d'jrea de dent s a 200 orna.
Grande Bortimanto de fiekil
dem em oaeemirHs.ajftlaa e de catM.-
Pecas de bordados *'JBstNBB^.*>
Rices Levil.acas a seda e de !sodSe
Completo surtimetita de uupa ieita e naitica outnw arigia, qe
Sansas, familiis para um passeio ao eataleoiaB|aj .
Aproveitem.
f 1Ra 15 de Mareo-TI
J TVT'T TtV af>i nn

V *
a
u.
bbbbCi
T.------~
TV


!? ?



I


8
Mario de
* w, _- ^-X^f^rn

JPElTORALDsCEREJ
Do Dr. Ayer.
aa Bfermi&oefi mate noioros:*A da fugu -
* flOi pulme?, ...rdln&**iaiwst<. dtocovoWcai-ei
sno por principio ba*" f-e^eeMS, uujoa renait*
{ alo o d'if-cl? de curar : .ronpUme:.t<.i
tratto com o remedio ocnvenieoe. Os Fafrt
oa euTwtMi dio rtc.poc.n.rnt*- o roaclt"
-.,- H, -
5o Paluiuiim l I 'rthlr*.
Peitora) de Ceraja do Di. Aye*
t* i;*/.*, par o ,. en i-u -!
h pt*t. ae am s dlb, pode i*m milito* cmcj
tcsr v^rlv oorqMticffi Por **p'
fnle> '' t .-, < < fto d<- eAesdf tevidoaa, em^ui
i iiferroMadc se apodera do lytuattetf .rr*f >
(rofo mk instaste, c rcmedto uui oerto e 101!
mt4Wto, ? -** r< medio sem iuvida a?g?.>
iriRv-^ os CtKR.'A sk> Dr. Arsa,
WfVAhMH rato
DR. J. C. AYER & CA
? onre', M*f*., F-at^-Trntoc*.
ITTOTO 3K3.X
Obras de Y me, cmo s-jam
Sestas pera compras (TamBLboa diver-
09.)
Berros
B-j'nio* P'T pooel.
ROUPEIROS.
CADEIRAS o que se pode
desejar de nHi- uperJeiguedo.
RA fSTRFlT no ROSARIO N. 9
Popa Mendes&C.________
Sea.entes No\as de
Hor'alicas e toree
Reo-bernns por e*te ultimo vapor uro
eoipleto g'.r'iir'n' de semer.tes de Hor
taii^aa e l.rd h fli-ea.
Poi?: Mendes & C.
Rna Estrrita do Rosario n 9
Vinho da Serra da Estrella
NSo tem riv/al esta ualidade ce ioho
propno par mesa, no especalidade.
POCAS MEN ES 4 C.
Ra Carela da Rosarlo n f)
Conpieio sortimetto de gneros de 1*
qu&lidade e pre$oi os maia resomidos.
R!- Esireita d > Rosaro n. 9
Pocas Mendes C
Licores de Marie
Erizard
anisete, coradlo, cacan a I vori 1" creme
de Th Murr.iaquino etc., COO. A *8 de
diversa imanas e procedencia vea e--caa
Adcgtf PiTtngoeza
Rua Puro azeite tie Oli.
veira
Superior de .'serte
vende se ero .ATINHAS de liro e-
GARRAFADO na
Ad;jgi Portuguesa
la* d s lari.ff-iFS n, 4
V"inh:s untos d-m^sa
Collares PalheteeAlYirailio
o rou ta* natraS acrditadas marcas acaba
de ch- gr para o j bem conhecido ar-
mazem de vioboa
Adega Poitugueza
Bna das Larangeiras n. 4
Yinhoa do Porto finos
em 10" e engarrafados vande-se por pre-
. eos n e. veis na
AIiKr.APOHTfiKZi
Ru (Jas Larangeiras n.
G
MAR BRAYO
POR
PI 3RK KAEL
PRIMEIRA PARTE
XI
U M B E R 9 O
(CootisoacSo)
Ol nim arados peroebem tSo bem o que
ncoip^rebeosivel a outrem !
Vio ouotiaoando tempra atrave* dos
rcobotantes, da ripaa e daa taboaa.
Com ama espantosa olar<*ia o bfficial
enanciou todas aa qaaldades do futuro
Bftvk>.
Ha de ter naia des metros da oom-
rido do que o Qebe. A aaa largura
noa coatados ha de aer de vinte metros.
Sari movido por dous belioea. Qaatro
anacbina dirTareotemente collocadas darlo
asoTimaoto a vida a esta massa. A aua
aoaray^ a partir da liona de fluctosflo
late Sma espeaaora de qaareota a cinoo
aaatimetroa, de qaareota a cinco tambem
tai volta daa torriobaa, da dea sobra a
auwert* biiodda. A toa marcha deve
ttagir deioito na aa a experiencia cor
impaaar ezaotmaute ao calclo dos en-
ebkeiro,
Arauatla a Joanna abaorviam utteral
anta aa asplioa^Sea do aaa gaia.*

Eate agr*davel aerg>oi medioaala.'to o estorminador das toaaei reaaentea
e anti^ap, cathirroj, a ff>oa;5-8, broaohitia ohroaioaa, rouquiiCos, e fialmsnte ooae
tra todos oa padeeimootoa pri>venieo'-sa di irritaoS) das viaa respiratorias.
Cfnvem como lioitivo eos tysicaa.
ooMpa^igAO ob
FBM'NO CANDADO DJ? H60K1RED0
AppriT'fl' pla BB>j"itav.lJaii OBH?mi
PR')P*GAI)'KKS r
BAFTISTA A FIGUBIBEDO ,,
Fui Lrga do Rsnrh n 34
Terga^feira 9 de Janeiro de 1&Q4
"ais nn
imu citif
ds oxjrrx^as ^xrrs
La
Vv"
Rodas d'agoa
Torbinas
Engenbo de S&m
Moendaa de Oanus U
Moinhos de i'a
Debulb adores
Separadores
Machinas a vapor
Prtatela
Lavadores
Deapolpadores
Deaoascadorea'
Ventiladores
Mambiqoes
Bruidores, C nductoree. Catadores, E vaporadoras a vapor Defecado res da
triple effeito, Vacutoa e todos es machiniem.B pertencantea ao f bnco do as ooar, cal-
deira Multitabalar para queimar bagado oa casca de oaf. Prensas Hyaraulica,
bombas de todos os tamanb^s, Oroeiroa Hydraolioos para levantar agua, Arados de
olantar milho, etc. etc. Engenbo completo do abric r farinha e engenbo completo
pura bjnefieiar arroa.
Corrtias de s-la e de borracha de qnalidade soperior. Ole especial par
machinas. Pertenoes o pe^t b avr.lsas pira as machn is.
S8CRIPI0RI0
95Kua do Oovidor95
136Ra da Sade134 e 136
Lidgerwood Mfg (7. Lima
OLVEIRA CAMPOS
Acaoam de receber um variado e esplendoroso sortimento de fasendas fioas
de apurado goatu, pelo que pedem s Ezma. familias e frrgoeaes a honra de ama
mita ao sea estabelecimento.
Tacs hslo :
Sedas brancas e d cores lisas e lavradss.
Cachemiras esocC' zas da seda e 1S e de para 18.
Cortes de cachemira borildcB, lindos desenhos.
Satn rar, ricos goatos.
Toile fine ricos desenhos
Livantine de rBmageu.
V lia o rasso, lindas cores.
Cbachemira oom hstras de seda.
Eusovaes para baptisado.
E urna infinidude de artigos que torna-se impissivel enumera! oa.
VER PARA ORtfR
n niiisiiir ia
FUND1GA0 DO BOWIAN
e
Contina ? manter em seas depsitos cofipleio sortimento de utensilios para lavoura ven-
d-nib sem-ite por precos mdicos ;
MACHINAS A VAPOK de differentes Bystema3 e tatnanhos, de Robinson e outros fabri-
cantes, e de 2 12 cavallos.
CALDKIRAS A VAPOR multitnbulares de Fletcher, para funecionar com o fogo das for-
aalhas das tacnas
CALDEIRAS A VAPOR Cornjsb e typo locomotiva para fanecionar com lenha e bagaco,
R )I>AS para agaa.
B >MBaS de moiuo-ccn'inuo.
MokndaS e meias moeaaas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e bando, cravadas e caldeadas.
ARADOS ae differentes systemas.
CRIVAQOES para fornalhas.
MACHINAS para descarocar algodo de 14 a 50 serras com alimeatadores e empastaforts
a vtade dos agnealtores.
Faaendo parte da direceo de saa fabrica o Sr. engenneiro Augusto Clark, vantajsa-
m 'nte conhecido dos Srs. agricultores, pelos seus trabalhos de montagem de grande numero d
i s uas funccionando neste Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a produccao t
qnalidade de assucar;
APPARELHOS e meios apparelhos de vacuo ,
DISTILLACOES completas para alcool e agurdente, a vapor e a fogo n, para grandes e
pequeas fabncaa.
52-BUA BARIO DO TRIMPHO-52
Este levou-a-i m- a lon^e, tea-lbua oa>-
prehender as modi6oa^3ia que revolucij-
oaram a arte das conatru.j5;s navaea, e
qnasi total sappressao da quilha. de qoe
apenas se oonservoa avante e i r o india-
pensavel para manter a linha de desvio
dos ravios ; o j&o das propnlsaO/Sas oon-
trsnadaa no duplo behoe (fferecaodo um
ponto de apoio mais poderoso, gracas
reaiatencia, qointaplicada do me.o li
qoido.
Joanna nao pode reprimir am saspiro e
ama rtflezSo triste.
Cortamente, senhor, todo isso mai
to bonito. Todo ieao prova os iooalcala-
vea reoarsns do geoic humano, mas nada
diaso rotunda em saa honra. P..is nlo
vejo em todo isto senlo o instrumento da
ira, a obra prima da destroicto; e aper-
feiyoando assias os instrumentos da morte,
o hoDsm uio obtem oatro resaltado seoftu
o de apressar a saa dasapparioKo daste
mando.
Basta I disse Edme sorrindo, nSo
julgo a especie humana bem perto de
koabar.
A Sra. Oesnoels abanoa a saa bonita
oabeca.
Seja, oonoedea ella, admitto que a
noaaa fina raga tenba a.oda alguna se jo los
do vid Mas qoe ezistenoia seri a saa
sombra de taes progressos ?
Que oondiySes prop roiooarJo s noaaaa
gerayS^s, oa pelo menos as qoe noa hSo de
seguir ?
ae ser das mais e das filhas, das mu-
lheres e das >rmls ante estaa msravilha-
medonhas qoe as obriga lo a optar pela
touoa de viuva oa pelo vo de freir ?
Tenho d daqaellas que hlo de vir de-
pois da os, e onfesso-lbe, ooncluio ala
distr;hidamente, qoe nuooi aoonselhsria
ama rapariga de qoem foase amiga que
casasse oom am marinheiro.
Por obnsegainta, pergantoa Amelle,
rindo, aei-i jpruvar-me-bia O eu o fiaesse,
mia'a tia ?
A Sra. Deanoels mor da a os beioos, mas
era um penco tarde para tostar a palavra.
O mai qoe podia faaer era emeodal-a.
Filba, responden ella, acredita qoe
oesse ponto nSo te censurara, visto eu
mesma ter teito a dita tolice. Nlo ao
marinheiro em ai qae ea echo o inconve-
niente, mas da atroa neoessidade do perigo
perpetuo, mltiplo, cootinuo a inevitavel
qae paira sobre elle.
Iafelizmente o golpe estsva dado. Edme
tioba partioipado dcata jalgamento cruel.
Elle, at eotlo reanimado e radiante
sob o olhar de Armelle, baizava a oabeca
confuso e triste. Ettava prevenido ; fica-
va aabondo qae nlo podia contar oom o
auxilio da Sra. Desaoels, no caso de lhe
sor permittida sgame esperance.
Tanto que o passeio foi am poaoo abre-
viado e a conversa resentic-se do estade
de espirito do oficia!.
Alm disso as saas companbeiras come-
cavam a sentir-ae fatigadas. Nlo se per-
corre impunemente am eapaoo to vaato
oomo o porto militar de Lorient. Nlo se
noontram alli oadeiras e bancos dispoai-
olo doa visitantes, e daoansa-se oomo se
pode sobre as travs deitadas, sobre os
marcos, sobre os montSas de crrante?, de
obaaes qae gaarnecem as encraailhadas do
arsenal.
O mancebo contentou-se peis em con-
dusir as duas senhoras offiomas de Can-
dan e forja, onde, por alguna momentos
ellas se ioterosaaram uos differentes traba-
lhos de ferro.
Martelloa, ceroaadores, laminadoras, ar-
rancaran! novas exolamac,8es Sra. Dos*
ooels.
Depoia, o espirito movel da joven ae-
chara paasoa dos iastramentos para os
horneas._____ |
CAflDIIS HUMAOS
Itua Baro do rriuinpho ns. 10U a 104 e ma
do Viseonde de I tapanca ns. 22
J&Sb JCa G X Je? Je*
Tem sempre em deposito :
RUINAS a vapor de 4 a 8 oavalloa dos melhores dofabrcantes.
CALACORIAS multitjbulares para 4, 5, 6 e 8 oavalloa.
MOENI)AS aa mais solidas e melhores domerca.
TAIXaS de ferro ^utido cravrdas caldeadas, rundido de todos os manhoa
UODA8 O'AOIIA pra cubos de maaeiia e todas de ferro.
RODAS DENTADAS de espora e angulares He diversos tamanlioj.
CK'VAOOES duplas e -c de foraalhaa para asaentamentoa.
BOMBAS DE REPUCliu sem sola, vlvula de bronae.
CHUUACEIRAS parafusoseo mais que se opsa deaejar pin^agiho,
a de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer pac de machiuismo Unto de fe-
indido oomo batido-
EN ARKEOAM SE de mandar vir da Europa por eooomiaenda. medite am
-ummiaslo rasoavel, qualquer machiniamo e C')NT ACTAM apparelhos para O
as, para fabricar Je 100 a 300 aeoe de assucar >m 24 hovaa.
Obrigam-se a mootegoro dos manmu e rnsponaabiliamvse pelo bom trb
e tem am hbil ecgenbeiro ;.ogle maito orntitw, .'!m de dos am dos ioj
a heiro* r
GRADP
COMRSBACIMi
Bna Larga dio Rosario os 29 ( 31
Telephone n. f 5 \
Manoel Qarcia, conhecendo a inadiavel necessidade de qae escerJia est
raDde capital, sem ponpar sacrificios e de-pas, acaba de fundir entibos hoten
OOMMERCIAL E CONQRSSSI3TA em um grande estab.-lecimento om hopedaru
nominando o
Grande Hotel Commercial
Alli eroontrar o poblio > pernambaesno e os Ilustres viajantes, alm de ben
reparadas comidas, beb as finas e i sjolhidi.a, orna bem moneada e descante hospe
aria, com todas as presenpc3es hygiencs, a par de nm servido completo por partr
o grande pesaoal dn que dispoe esse impertante estabelecimento, hoje o primeiro ote
ea genero -.s! cidade.
Montado com a mazima escancia, dispSe o ORANDE HOTEL COMVlE
CIAL de um sallo de recreio artisticamente preparado, onde podem i er realisadoi
anquetas.
O proprietario deste estabelecimento pede a visita do publio Pernambaesno
GPANDK f"TEL OOMMBHCIAL
CAJURUBEBA
Este enercioo e prodigioso medicamento, qae com-coi a ser vu'g^risdo em
1883, e qoe t3o banefic 8 resultados produsio na cura do Mumathiamo, molestias de
pelle, lauoorrheaa, asthma, nos 8' ff'ima toa oocasionaios pcl impureza do sangue, e
i ai d ff matea tormas da ty jhiiis, eateve por muito tempo parahsado por circuns-
tancias imperiosas; hoje, porm, re*opnrace eoa todo seu vigor ; a de esperar que
continu a merecar do Ilustrado publico a irera) c:-it-'y"io da que sempre gonou.
Aoprnvudo pda respeitavel Junta Cdutral de Hy^ieae por Jajreti de 2 de
Junho de 1883 e 18 d Abril do 185.
COMPO igAO DE
a MBMDO CANDIDO DE FIGBIRBDO
PRUPAQADORKS
BAUTISTA efi? FIGUEIREDO
A venda na Pharmni. n. 34 da ra L rga Oo Rosario de Brega & Muhil c
ontr'ora de 8artholomeu & C
^ ESCOLHIDOS \&
CO 0 CO LU ce li-CO O O < O u. Ul Q OLEO PURO DE FIGADO DE ACALHAO DB LANMAN E KEMP RECOMENDADO por distinctos Doutores que lhe dio a preferencia, o re-ceitam cada dia para todas as doencas Pulmonares, Escrfulas, etc., e 0 consideram 0 mais puro e rico em PODER MEDICINAL QUE SE PRESENTA AO PUBLICO O 03 > O O 03
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CalVirgem de
Jaguaribe
Em barricas para o fabric
de asFUCbr vende a Compa-
ohia Exploradora de Pro-
luctos Calca 8.
Pre9o 8$000 por
barrica
Cae? do Apello n. 73
m Olinda
Venle se excellente doce
de c j secco, a tratar la
ra do Bom Fim n. 19.
Aos proprietarios
Qoe deeejam later cacarlas e ladrilbos 00 in-
terior das cajas e trtateos, avisa-se que ach
'o um grande sorti ren'o "e p^dra : proDris-
das, no irmnieai ao Caec de Capibarlbe o. 3, e
ajiiar- na r a <\ Crn n 48 arrnasfli._____
Doce de caj
Veade-se excellen-
te doce de aj sec<*of
feito a capricho. Na
ladeira da Ribeira so-
brado i). 28, na cidade
ie Olinda.
Nao se vende a re-
talho.
sedas"
Brancss, preus e ce cores, lisas e la-
bradas, grande varierlsde.
Au Paradla dts ames
38Ra B.rgo da Victoria38
CORTES DE VESTIDOS
Em soda, IB a cambraia bordada, o qae
ba de ma8 chic.
Au sarad's des Dame
FA&.NDAS Si MODAS
Sortimento itiposaivel de descrever-se
tem recebido de Paria
Au Paradla dea ames
Mas eite arsenal contai nm verda-
deiro everoito, ezolamou ella.
Sitn, mmba aenhora, responden
Edme, dia bem ; um ezeroito. S o
Breono que admiron ainda agora oocopa
oitooentos operarios.
Devoras! retorqaio Joanna, mas
orna populacho, que deve canter lares e
familias ?
Com sertesa, e mesmo familias nu-
merosas.
E onde se aloja toda essa gente ?
Sappooho qoe n5j no arsenal.
Nlo, minia aenhora. Alojam-se per
aqni e por all, o mais paito pOssivel dai
offioinas e doi estaleiros. Oooupam a
maior parte dos arrabaldes de Lorient.
Alguna veem de Kare-itreoh, de Larmor,
de P-ir.-Louis, de Loo-Mrk>ik, de Po
meur ; outros faaem pela manhft e aoite
o oam abo d'Heonebout, todo isto para
gaobar as doas francos e ci 'oeota oa os
tres frenos de am dia de qaatorae horas
de trabalbo.
Edme tioba dito estas ultimas palavras
visivelmenta impre*sionado. Iadieava cma
generosa oompaix&o.
Joanna pareca soismar. Caloa-sa ons
mementos.
Ao sahirem do porto e quando iam se-
guindo os caes do porto da oommeroio,
Armelle disse baizinho :
Pobres mulberea I
Edme elhoa para a menina. as saas
pslpebrai brilhavam duas lagrimas.
Elle aegoio a direo^ao do sea olhar, in-
vestigando a costa, qoe a mar, moito
baiza, desoobria.
Compreheodea o qae oaassva o d de
armelle, en frente de am quadro qoe elle,
porm, oanbeoia moito bem.
Ao longo das praias lodosas, viam-se
Amas mulberes de saias curtas, pernas
nas, mergolhando ate meie oorpo o'agoa
a^^^a-^M^a^a^aasas
salgaJ, e emparrando diante de si os
oamaroeiros. 3
Era o espectculo ordinario d"8 pesca-
dores de camarSo qae ella agora ti o ha
dian'e dos olhos.
Amelio repet o, oom ama suave exprs-
sSo de oompaizlo e de BciTrimento :
Poores mulberes I
Sim, pobres mulberes, rude este labor
as mares baizas, por todos os tempos,
qaasi em todas as estaco* mais vulgar hygiene, sobretodo bygiene
feminina.
Essas infelises vSo a qualqaer hora qae
a vasante as redame. Eotram n'agaa ge-
lada. Urnas vSo em oa^a de conchas, oa-
tras d aquel I a qnalidade de oamailo a qae
chamam em Pariz gantes, que as aguas vi-
vas traaem em abundancia s ntssas cos-
tas.
Entre essas mulberes, ha velhas e mo-
gas ; ha mlia de familia e raparigas sol-
tetras. Altas e fortes, baizas e magras,
feiss e bonitas, eotram todas oom o mes
mo desembarazo, o mesmo passo, oom a
mesma fleagma, neasa agua do mar, nto
pensando no sezo a que perteooem, das
conhecendo as suas vsntsgens, at uesoa-
rando o pudor.
Pouco Ibes importa qae o publico lhes
veja as pernea I Nesses momeotos nem
parecom mulberes, essas pobres oreataras,
cojo eanhi mdio, nest tarefa, varia de
quinte a trinta sidos.
Felisas as qoe attingem asea quantia !
NSo teem sotuer, as desgraoadas, a media
das malhores de pescadores, qae podem
ficar as suas casas.
Era o qae tioba conmovido Hile. Gq-
neac, e Edme era grato por essa oompai-
I So.
A menina revelavs se-lhe agora sob oa*
tro aspecto. Digna a oorapsa amavel e
elegante.
US CEU SEBAS
Lisas e em edres ChangeanU, ultimfi no-
vidade.
A u Paradls des Dame
E' o sortimeoto.que em cortinados para
camas e janellas e oolohas de seda e de
renda tem
Aa Paradls des ames
Massa para sopa
Veode s macarrao. aletria e talbarlm a 140
o kilo ; no pateo do mercarlo n. 42.
Quena teria pois podido resistir a am
tal conjuncto de sedoc^Ses?
E era isso qae ia tornar mais diffioil o
ter do renunciar a ella, o qae tornava a
abnegacSo mais cruel.
Do repente, os lindos olhos '.de Armella
toroaramse secos; recuperaran! a saa
iatensidade de ezpressSd.
Ah I murmaroa ella, oomo o 'mea
ti3 tem rasSo 1 Qae baila obra a oamprir
o emancipar a r.oiaa Bretaaha, dando lhe
com qae sr basta a si, dando aos notaos
compatriotas os meios da viver de nm la-
bor dignamente remaoerado I
Mas logo em segaida, transi a testa a
sorrio oom desdem. Aooresoenton com
algum asdame :
-- Mas is-me esqneosndo qoe isto sSo
uns devaneios qae be devem ser indiffe-
rentes, minha tia, e a ai tambem, Sr. Le
ClehO.
Joanna replicn evasivamente; mas,
oonfessando franoamente a saa ignoran-
cia.
Minha querida fiiha, para te dar a
minha opiniSo, preoisava saber, priraeiro,
em qae consiste esse devsneio.
O guarda-marinha pela saa parte toi
mais afirmativo. Ezprimio-sa maito cls
ra mente a esse respeito :
Minha aenhora, tive a honra da ou-
vir estas theorias da propria bocea do com-
mandante e partilbo-as humildemente.
EntSo, dos nteos, Sr. Le Clehft,
ezolamou Armelle, estimo-o maito.
Era sincera. Lia se-lhe a satisfaoSo na
physiooomia.
Edme julgou 1er, nesses grandes olhos
fitas nelle, essa mema affaiojlo qae o tiahs
feito estremeoer, enohendo a SOS alma
oom ama indiaivel embriagaos.
Infelizmente I era bem poaoo Mas 0
amor i frgil. Vive mendigando as migs-
lhs qoe cahem da mesa.
{Contina).

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