Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17167


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Full Text
f

1HHHBVHH
A.\XO LXX
Sextai-fcir 5 de Janeiro de 1894
VI III: 114 3

1
i


\

PS6PBJX
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes atliaulados. 8$000
Por seis mezes adianlados. 15&000
Por um armo adianlado 30$000
i
UE&eSL F6tfBIBe& DB-FABIit & ILKOi
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Amede, Prince & C.*, residentes em Paris34 ru de
Proveuce
PARA OS LUGARES ON'E SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por um armo adianlado .
Numero avulso do mesmo dia.
Numero avulso de dias anteriores.
161500
33000
$100
200
-
ISSTfilJCtO PoPURLAI
EDUAgAO
ISISLLECIUAL XQBAL E PH7SICA
HERBERT SPENCER
CAPITULO II
A Educac-o Intellcctual
afui'03 iod.v:dcas dir os ho, cota cirlesa
que iodo isio peraer tempo e energa e qae as
crtaaC'S arrie- rao occopar se em facer oa seu-
exerc i<.8*ue e-crip a ou estudar a taboada, pre-
pi.-4D<(--H assim para os negocios da vida. La-
mentamos q o prevalegara anda idaias ido g os
aeiras ob-e a eiueago e qu; naj ama cooce
pg5 a lio estrella no qae e a u-nude. Sem
allarmos da oecessidade de orna callara ;*
manca das percepgQ se do valor das praii:as
cima ic licao.-e pa a satisfago d'eas oecessi-
dade, estamos preparados para defend-l-aa co
mo Tdli.'-a-i por amor ds s-iencia ca.nqo'strda.
8e o boaiens lomean 'e-t nada- a ser tueros
ffiertalares. cot-demoaaos a aloar s para o Ra
xio. sem riijif id-i-i algumi alrn !.s anas ne-
fociog se fo.se-ju-Uo oaasiJeral-os como oam
poQ'03, C9j :o Baco dos oraceres rurasao
?ae a m de erar trotado u'oaa bodega, fo
mando cacbmba e o^endo cervej >, on como
ceos morg das nas cama logares Ue safa, a' plantas nraviao
comoOems amuiibis. qus fazera a cla-s t a-
jio dt8 anuiaes -m c*ga, verme e ga > eo
to, eenaraett q ie nao ha va nece?si la le aigo-
na d escalar quulqoer coi'a qae nao aju aoe
directamente a eooner a bjlga e o celeiro. Mas
ae ba pa.-a 06 maia valiosos flns do que a gle
bi f 3? coisas que as ruieiam toen) ootras
appIiCagS ^s sem ser a facollade de baterem
moeda se taraos a exercer fecaldades mu- no
fcrea dique g-mnar e g03ar ib 03 praze'e*
tjue us O' a poesa, a arle, a snmcia e a phi-
loKopbia i-i 'e lt'U na importancia 8Qt3o '
para destja'qne se anime a tenlencia loaiiuc
Uva qae as eriaagM pa'enteam para observa-
rem aa be'lTas naiarae e lQve3tigar os pbeoj-
menjs nata tea. E se a'ililarisxo grjsse'ro
qae eecoo'p. 3 em vi.- ao inaoloe aabaolo-
nal f sem querer .onne^er qu t espe ie de mu 1-
do este e o qn- ell* ence ra precisa de ser
pasto no ca jio que ihe prop-io. Daat'o em
porteo se sabe' um o coabecime >t 1 aas lea da
vida malo ir- Mipjrunie aj que qualquer
cflnbecm 010 qoa as leis da vida preUem
cj s a u>da a a/tividale ao espirito e do co
po. mas o ihcam con todas as tr ns*cc6-M da
ca a e di ra), con iodo o commercio, com toda
a pol te, con tota a moral e que, pcUnto,
aem a su compre ensSj oo po lem ser justa-
meot^ rt-Kaiauos, nem o proct-Jtmento pes-oal
nem o [iro^eiimeoto social. Deve tambem sa-
ber-se qu- as leis da viip sSo ess ncialmeote as
kieer:a ; por tola a espbera da ceafS > orga-
ai*a;e.-i'n b'ism qu elias oo poden) ser
rop'UX' nte coiip eben idas as saas coiople
xas mao lestaiOes 3jnao juinlo tiverem sido
siadaais ias ^adS man f si ges mais simples.
Sabido sio, dte umiem saber-se qun aoxi-
iando- a c Uoca a adquir' -.s nitor na^et
exieruas lorque mj-tra tao g-andr hvnie, e
an-rta 'ose a acquiiicio de '.aes ir.form-cOes
JuraDle a adol^sc-ncia 1161 apeis a toiuxi
mu a--cunla os materiaes desapirelbados
da erg n sa$ao fcio-a materiaes qoe om da
darao ediBc.o poieros', randes Keueralisag'S
oeatiflc-a qae devem gaiar a Lossas ac6es
om joe.ii.
(Conhnia.)
Fran<'isco fle Asai Ferreia a Cos'a Lev.e,
daooel de Souu Raptis'a.Declare o liin a que
se dea-ina a certidao rqoe ida.
Beoebcdorls do Matado de Peruana
lauco
despacho; do uh 4 >e ja2(io
b 1894
Roggback Rrttbe'S D-'fe-ido
Ma-ia Joajomi Pnhrrol, P'ancisco Josi da
S.lvr; L'pi Iiforme a 4* secgai.
O >i)r -iro.
Custodio B. da S'lwi Guirmraes.
laKraec *>nbllca do Estado de
Pi'rnambiK'i)
DESPACHOS D ) OA 2 *E JJ.HEIR) DR
1894
Fransisco Amancio J-. Silva.Cono reqnsr.
3
Jolia H'OoMa de Helio. Vbono.
Secretaria '* loslroccSo PuD'ca do Bs'.ado de
Pernambaco, 4 le Janeiro de < 94.
O no'ieiro.
Feneloa Attic* Lette.
m
EXTERIOR
EUIIO PA
taita
PARTE OFFICIAL
Qnusiura Policial
i Se-fao -N. iSicretaria aa Qaeslora Po
iiciai ''o Sstado de Perc?.mbaco, 3 de Janeiro
de 1894.
gr. D Gi-enador.Partlcipo-vos qae foram
recolbtdoj a Csale DeteoSoos seguiotes in-
aJividaos:
A* orden di sat^dalegadi do v dmrfc'o de
S. Jos, "lorppe Barcellos, por eror)'iaU'-z e
disturbios; e Maoojl oaqaim do iNascmento,
por dsturbios.
A' ordem do subdelegado do Arraial Fran-n
eo Ramos Coo'iibo, coobecldo por Rigole, e
Joo Amonio 'ios Sautos, como desorieiros, e
Binba >!' '-'faj.
Na noite .ie 24 le Deiembro do anno prximo
indo, o lagar Pormjso do montcipio oe tgea-
rasti o Dliviuo Anbur de Alboquerque as-
cimeaio assassiooa com ama faca la ao solalo
da respecilva gaarda manu-i ial, Joo Bapusta
da Caana, pjr ter es'e, na qaalidal- de com-
man i -n e de orna patroina, tentado tonar nma
aca >eque aqucle se acni/a oiteuivamecie
rmate.
O Dr. a'i lisrfeta! fez proceder ao exame
cadzvrpico'e demais diligencias.
O a^8a-3lno, ap o crime, mut*tou a cavallj e
consenuso evauir-se, e para a sui captura foram
exo1; Jii*8 as n^cessarias ordans.
Tendo por < f io de bomem recommendado
ao teoen'e coruuel rommandante do co po p>n-
Clal que maudase buscar e pouiaseconveuiente-
meote a profa daqaelle copo, de nome Jo' Vi-
tal, pae se ncba-a pr.-sa no xalrex da eaa-da
municipil deOlmia, por ter ante bontem, a
9 1!2 da noe, p-ovoca-Jo dinarbi >e na barraca
Liberdade, acab de comoanicar-me o mesmo
com n niaate ter reolnilo a dita praja a pe i-
teniiaria, por del dias.
Comnaunicam m os 8ab1-le?s1os do Resi'a e
de Afosado', que nos diis 30 31 d- Daiemoro
iodo e t' d<> correte, nos seos disirictos re-
non completamente pax e tranqaillidade. .
Pelo Jeie: oo do maaicipo deGoyann* fot
reao o celeb-e hdrao de cavallos, Joao Soares
da Silva, coobecido por hit Liurentao, pro-
ociado o > monicipij de Itimo,
O delegado do mooicir-i) da Bon Jardim p*o
ceden no dia 28 de Dex mbro do aono prximo
fiado revisa oa respectiva cadete, acbando oella
recoibidos seis p'esos, que nada reclamaram.
Teudo o cidalSj S-".a-.,sia<) i )i) ..loeiro, MU-
belecido com tave-na no Montfliro, se qaeixado
de aas fd"a esta nuaoa agg'edilo p r Jjaquim
Felippe de Ovelra lastro fllbi do Dr. Miguel
Castro, e Tneoiorno Paolb de OUveira e Rsnl
Pauto de Onvein, tttios do Dr. Paalo de Olive
ra, osqiaei. luv.Jiudo osea esubelecimi iio
tetaram ferilo, acabo de reco nmendar ao 8u-
Meegado do I' dlstncto do Pj0 1e, tomando
conbect oeato do fado, oroceda c >Qtra os ag-
cresori>s -ie Riber >, na forma da lei.
Ao Sr Dr. Aiexadre Jos Barbosa Lima, tci-
to digno governador do Botado.
O Qoestor.
Julio de Mello Filho.
jthe^onro
DESPACHOS
dj
ds Pernal
Jotqain
Balad >
anea
DO DIA 4 DB JANEIRO DE
1894
_im T'anqnilino de L'mos Doarte, Com-
paobia de Haota Tnerex, Aust-lclino Persentiuo
de Almetda Andraie e Jos Aives da Silva
informe o Sr. Dr. contador.
Praoci'co Jos da Silva Lapa e Hara Joaquina
Piaaeinl.Informe o Sr. Dr. administrador da
lecetoedorli. >. .*'
Crisoi aprpsentin as ca-.ua-as o programma
du g-!verno, no qaa- est c^isifajdo, como
medida oara debellar a crlse nancetra, o aa
gmen,to de impostos sobri a prop-iedade roral e
chana.
N'este sentido apreg-ritoa lo^r- os reso^ctivos
projuctia de le; e ja du se qi .i impnsto p*o
jeciaJo pe mesmo spnbor, par coorir o defJcit
aciual. se- "sanelecito so^re os bens movis
e a tixa ie!5 oor cen).
A opimaj publica m93t*a-e fsvorav^l 39
ecouo iii- n>ioaclada9 no p*ogram na do mi
oiajierto Oriaoi. o qaal foram nomaados sob-
secretarios de Bsiado, Sal mira pa*a o miiist-*-
rio das rela^oes ext8rio*es, e Aatonelli, para 0.
da fazenda
Nj euiniito a qnestSo fiancei'a tem assunido
nos oltimos m-*zea p'opo ^is graves e
esta aoea^ads de serias conr>li*a;o>s.
As exce-siva3 dasaaSH mili a-es saa supe-
riores aos recursos da n igo fM t^n pro'ula
m 'i'e ab il i i.j o seo cedito eeseotados todos 03
re-arsos tabalarios.
O qae pod-ria salvar a Ialia do enoro-e
ken que parece imm'oe.ote en o desarma-
memo. Mas, po'jmqiano, eata idea esta ape
naseb>cada affi-oanioe qae s .'aqai a 3
annos ella jMeria serexequ vel.
O traOjlio da Aenaiha u'eale mompnlo
prepirar ?. def-oaa Qaaaceira italiana por est-s
tres aonns.
Sera i'to pos'iv I f
Os poli i os e os flnanceiros allemies conse
goiro esie tes*derdta o ?
O mioist-o da jusiiga ne^on ^xaqoa'.ar*
ano eaca de bisos cont a'i n aoQrnnai.
03 generaes Pedot'.i e Sin Uirzaa) foram no-
mea J i.s sena or >,-.
O epuialo Rara ni eivion prpaldencia
da cmara una mo; 1 1 p'' se- vo'.a la n 1 pr -
mei-a se-sa>, exprimilo a indian^o da ca
mira italiana pel> atientado commu!tilo coo"a
a'-a'na'a f'aicez, e di-i^indo a esta sinceras
fel ciUc-s e o te enuobo da sia fervorosa ad-
mi-acii e sy opatnia.
Devido a.i es:a-,dalo qae prjvocoa am
anarcb-ua, as galenas, a c mar dos depua
1 O) suspenda a ses-'S", ten lo aquel!- dynami
lisia insaitido os oepatidos em alus g'itos
Os jo'Daes, noticiando o caso com malta lo*
diguago, rep'oluzram algom^s tas ph-ase< do
vagiba 110 ; e para que fac/.m ama 1 lea da ter-
minologa, diremos que todas as pbrases ati
nam oor psta :
Vosrs sao nma borda de bandos I
Essp 11 -n a.a fo< presi e ja est seodo p*o-
cessado; mas rece.am-89 demonstrares tgaes
as ie. Pariz, nns daas casas te parlamento.
P.ir e--h motivo aa aotortlades exercem a m-
xima vigilancia.
O grupo iisrlameatar dirigido peloSp. G10-
htti reces 1 mterpellar o gabioete Crisp, por
cosi dos escan-isios bancanos.
A opoosigao entretaon or enra lanzar mo de
todos os recursos para diffimliar a mar:ba do
po'eroo ; e consta que Ioonanl exigir a de-
mi-so dos depuiados conside-alos cmplices
u'aqaelles escndalos.
A camira dos depo'.ados ten io resolvido
publ car o reiatono la co nmissao, no neala es
oe- ia'mente par* apresentar o seo pa ecer sobre
a q i-.-tao dos bancos oa Italia ji comegoa a ter
-xe -.0510 rfs leiioeracj.
s.be-se q ie os auarebistas concorrero s
p-iximas eleigO-s de deon aios e preteo iem
votar em Rima no C"lebe naidiio L'bU'Zi. ten-
por --es agitado es, resuitaodo 30 fsridos.
A:aba de ab-f-8-'ec Gaaova o coigresso
ios eaidaotes socialistas.
A seagii correo sen 1 menor io i lente.
En Bri'O'Ho, or->viacia de Bar, deram se
gravas toma'to*, endo necesaria a intervenco
1h- anoMia les militares para domtoaUos.
H hivp ; j id 1 du-is morteg e moitos fermentos.
Os maoitestaotea de Pa-nnico que p^e-
tpxtam bavpr ataca o o riaQ) mooicioal oor cao
sa da aggravacao dos tmpjsio", iornaram no da
posterior em nome-o de uos 4.000. qonmaram
os r-g'strus ia moiicipalilade e aeitaram fogo
a 18 guarnas ds guarda iscil
K'-i tgi'.aciio as coDmauas Um tropbes.
EnN poles tem navido cou3ecaiivos comba-
tes e irj os ana-cblstas e a pol-rit.
Ed Le'cira Pridlt taunem acabara de dar-se
graves desordena, resalanlo morios e feri
dos.
Dj diversos pintos da Sicilii ebegam ideoti-
cas oo'icias, inervindo a forc armida, a ponto
le re'ol'.-r nome"osos ferimeolos.
Os encrregaios da cob'a"ca de i npostos
t o -ido manitalos e as tropas insultadas, s-n-
-dn qae apesar das rdeos dadas pelos seos ebe
fe-, os soldados ln f-aternisado com a p>pola-
cjlo ; e aagmeata a agitagao conira os atenta-
dos dos bandoleros, cojas dep-edag5; eres
cem.
O gavoroo ja fea partir tropas emcrescldo nu-
mero pira iples e Sicilia, atm de rep imir as
i"g.iriens provocadas pelos aoarebiatas e ban-
doleiros. e por 1m a<>8 ; tt otados.
Carmen Sy va fat eacola.
A raijba da Rio nauia val ter ama coliega as
l tiras, em coja fronte asseota tambem o diade-
ma real.
Ea brefe app^recer n'ama revista da T >sca-
nani o Fgaro ama serie de cootos devidos
& peana da rainda Mirgarida de I alia.
Est ajustado am duelo entre Cavoloti e
Ferrari.
A Prac do Commercio, aasim como os
eraades armaiens de Genova, qoe se baviam fe
cha Jo, protestaado por esss molo cjnira a pro-
roaago da le sob*e os bancos, reabriram as
saas portas, entregaodo-se a francas operacOes,
em vista do desmentido offlcial, relativameula a
essa p orogagao.
__Sendo pro"srado o Sr. Crisp por um or-
respndante de Jornal, oavio do mesmo estadis-
ta sobre o recentes acoatectmentN europeas i
segalnies ao ecia^ds, que el'e apressen'Se em
tornat-as publicas pela traosnissa) ao jornal de
ana reportagem-
Vos, fraocetes, teadea agoa doos papi am
vez de am : o papa russ.i a o outro ; a para vos
fallar com 'ran;i-1, w-u ilu <> a si mesma
parece a coasa maaod oatoral as:e moado.
Os fa t;s b) claros : ama eaqatdra rossi pa
goa vos a visita que vos IQe Hiestes ph Croas-
ta-t; e nao crelo qae a su ida a Tmlon mod'-
Mque gravementa a aitatcao da Earooa, nem
que tenba robustecido a paz oa qae a leoba
vimpomeltido.
Qoem na verdade pensava em tasar a guerra ?
A Italia? Paree* qae oa aossos comoafiotts
che/aram a acredilal-o. visto que m'o afirmaos,
mas nem 10la a gente peisou asslm, soppo-
obo eu
Algoas fa jccioaarios tioo3 vi.-am as tr- pas
italranas transporem a rroateira; mas em toda
parte oe fau'.dnanos sao os meamos. Del ce-
rne rir. Pob'e llalla t Declarar guerra o Fran-
ca desie mod j s-m motiva algum. Has como,
aesejdva ea sbe'-o; a Italia sti desarmada, e
d'-vo accreictstttir qu- te-a maB m qaa praaar.
Seria a Alfemaotn? Nio relo que ella peo
-e ea m"!ter se em tal aventura.
Seria a Austria. Contra qa'-m tem ella rasca-
imeatoa e que podarla ella faaer ? Quan. pois.
re arriscara e -turbar a osa do marido ?
VJtando i vinta da esauad'a russa. a --nn je-
quen-'ia qne com ella implica que a Inglaterra
eve aao ellar-ae; pois podeconservar-*e com
-menenni: > que ella nao deaeja ver enfraqoe
oda a saa si nagao no Mediterrneo; muito
do sea oteresee, com ffeito, manter o prsenle
equilibrio.
Qaaoto a allianga das daas g-andee nac5es,
na verdade, devo dizel-o. nSo parcho o qn el-
la qaer diaer. Coieprat om conflicto geral qoe ningaem deeja, a Ras
si* ajuie os franceaes a obter aa provincias n-
nexadas ; iass nao vejo o qae os franceses Ibe
ooasam dar em iraca.
Depois de Telsiit, Napoleo arbiva o D nublo
om bocado iemasiu4o grae; porm agora nao
se trata ao Danubio. As aspuacas rus*as vio"
a'm disso, e pe-mltta me qoe Ine perganie
jaem tena a paraer com a expaas&o rassa no
J-ieute, seno a Fraaga ? Ora, aa oai sempre
oa V08SOS estadistas, oa vosos oradores filare o
dA papel tradiccl.ioal da Franja no Orienta;
ter r-te pap-l, qae segaramente muito 1 par-
ta e e ttui u legitimo, desapparecido repentina
n-nt-? Tereis voluntariamente consentido em
reoan'Mar a elle 1
N-j 6 posstvel.
P.i- estas raz -s o fitaro de ama alling
franco-russa me pirece de difficil comprebn-
so; e ba anda outra razao. E' forcoso ada-
r qae o futu'O de ama alliaag. franca rassa
i-|i u le u nbe n do fataro do povo rasso, e
qo'm se a-r so-l a avei'ar o na opimao sobre
esta nomo / Qn'iii a mim cre>o 00 fataro, na
grandeza '-o tutor* do povo '\i**o; mas qae
fi mi assanin esti g'andezi? Qie di-ecgtJ
turnar ella e quem soffrer com ella? Ri33ia
u oa naga > nova.
NJ esj'iegm qae ella nao entrn aiOda na
va publica, e as solean qae ella reserva
impasfivel o mus exper.entes do que ea.
P.ll 10 lo das aitimas eleigdes fraacezas, dase
o Sr. u-isp: :
A vossa Rspabiica nao tal umi Rpabli',a
aoaado muio, urna monarebia septennal.
QuaJ lo se lomar bf -eptenaal. podis estar cer-
t .a de qie se hko de reproiazir os mes nos pbe-
ao neuos qae soB u m monarenia decenoal.
Vos rizes es o-vas eis, co 1 ei mis gaardas-
tes todo o arsenal das leis da monarebia e do
imperio. Tomai a v i-si Coasitaigaa: repnbii
caua oa uioo*rcni:a ?
A nova cmara francezi o p-o iucio do sys-
ema eleilO'al dos circuios uoiaomioaes, qae o
sys'.e.ui menos democrtico qae se pls imag
a*t. Por esse sysiem v se 1 o nomem como
Foque-, batido pelo cidau) Falaoo, e o Sr. de
&a Nos, italianos, evenos a este systema o Par-
lameuto GioVt i om parlamento como ainia nao
se ti.iaa visto. >
Hi qu'Us ooservacOss do estadista italiano
coosas muito aproveitavels.
Se as -yunTiiai que elle diz professar pela
Franca sao bsstaate discativeis pa-a qaem co-
abece o sea passado. papa e tomar em coasi-
ieragi) as saas aagazes observag5es sobre a po-
ltica latenor e exterior da Repuolica.
Na eitret mo, sM se qae a pol tica da tr-
plice alnanga, que seo aenburaa vantagem na-
cional, tem seguido o rei Hunberto, colloca a
dalia em cnodigOes nlfieis oara a oraem inter-
na e de iiescaiaoro oars as liaaagas.
Toda a impreasa que se occopa sem depen-
dencias servs doa negocios pblicos, tem de
ooaciado a grividade da sitaag&o e combatido
eoargicameats a pjlnica de ruioas e de absor
ios qos reaaltam de, sem nennam iaeresse p-o-
pno, lar a Italia garantas A oosse das confus-
S amia agora o notavel |ornalista, qae, sob o
oseaduny o ) de Silvio, sm Rama o correspon
deota da 1 lep-m lence Belge, a ella dirigi a
se mate cor-esoooiencia, iransumpto do estadu
p ji;t:co do reino:
A firmo, diz elle, qa^ o5o me regosijo me-
dida que registro, dia a dia. os pnen imjnos qaa
c.i'iii. rni a todas as prevuOiS formuladas p ir
ni n ba tantus aano das coas qa-mciis ioe'i-
iveis da padt'Ci maugu-aia em i842 osla lla-
lla ; pois p-efena n-aia materia ser mao propne-
ta e ver os acn ecimenios desmentirem me.
A immens raioa qae se mamfesta por toda a
pa'i, o abaixameaio do crdito, a miseria, qae
lepois de ter tlagelladoas classea inferiores, eooe
ea que 'o campa econmico coraega a passa- para
o camp > poltico, a debaodada e o d-smimn qae
lella resalta, qaem oo a previra com os oose-
vau jres e os jui'.es mparcues do comportamea-
o t o por esta joven ngo, desde qae o seo
ra 'O genio a Impellio a entrar no engenbo pen-
goso e teraivel das grandes queslOes ear oas e
rep'eseotar papel snoerior Ss sais frgas ?
Ss fosse, eoiretauto, licito encarar sem lo os
seus embaragos acta es, poder-se-bla dizer qu
nao lem seqoer a ignorancia por dee'ulpa. por
qae a* aiv-iteocias oo Ibe faltar.m nunca.
A ar-ecadag&o das a mis. inda qae de escs
slssimos resallados, coj mus aem violencia. As
mtrrv. n;5-!s nacionaes desenv ilvem-se correcta
menie, deoa^xa doa aaspic os las lela qaa a ao-
lorisam, senda de esperar-se qae a maio- parte
tenba deairo em poaco terminado a grave mis-
sao de reaubelecer coostto Mooalneate os pa
dares pblicos derrocados pelos Impulsos de re
belliao e da forga nao ch-ganlo nio obstante a
jaita do Poier Bxecutivo a opponanidade de
restabslecer o direito do imperio de todas as ga-
rantas coQsiitucioues qae existem.
B' ao contrario, indispeaaavel nao compromet-
ter com coocessOes generisis, trrt;ctilas e
prematuras os grandes resaltados ootidoa no
sentida da pa-iBcagao moral do paiz, qae coa-
v m maoter o Poder Ex-cati?o, armado doa
meras canstitucionaes ad>-qaa-las para continuar
a obra, atim de qae a segaraoga social e a tran
quiiida le pobticaa sejam de evidencia aconstra-
tavel. .
Aps loogo periodo de fanfarronadas, de illa-
s6es e de cegaeira, entramos no periodo das
coosaea.
O* bomena polticos eatao vendo- todo negro,
o cada- qjaal carrega oas cores, cate qaal acba o
aeruo mais grave e mais mwnrn'e. Em seo
discurso de Orooero, o Sr. Gioluti tragara am
quadro poaco risonbo da situagao, reconoeceado
qae o aeo plano de restaaragao daaaceira dera
mao resaltado e qae as medidas por elle promo-
vida*: no parlamento na i baatavam OTa firmar o
equilibrio do orgaraentol O Sr- di Radini qae
Iba dar a daixa e qae, opposicionisia, acredua-
va Jj ter reservas a guardar, pozera os paitos
noi 1 ra: onecer qae o paiz e presa ae ama
cris..- form iava e que a situagao das oossa) 0-
nangat i qmsl desesperada.
&a 0'tiaio lo^ar veio o Sr. Villar], sen.dar e
x-ariaisiro, ama das Intelliganclaa mais escla-
rec Itu da pennsula, qoe ero am artigo da
Njov Ao'ologi, cuio renr-me enorme, fez
a anarye do mal qae afS ,e a nagao e tragou Ibe
o dloa.siico com mo de mast'e, sab nia i?
iga3.rfigeQ? e flzando lis as caosas ge>aes. O
Sr. di Uhdini asaignalara a desastre material do
sy le'4a em vigor. O Sr. Villari, por seu lado,
asgnala o desasir moral a poltico O seo ar-
tigo un acto de contricgSo, e ao mesmo tempo
um acta de coragem e de boa t.
Mai'era que a burgoezia italiana f.z bao-
irota do paiz qoe goverooa sem eecrunnlo e
ttn piedade, nio leado outro cu'dado seoao o
le eoriquecer, ostra preoccapagao seoSo o de
garaottf o seo bem estar, desprez mdo todo o
que podia melborar a sorte material das massas
e a oa aduca;ao. Essa analyse trabada com
nao de meace Na miaba opunao, porm, o Sr.
Vailariengaoa-se oas conclusoes.
Ezanioa elle os remedios qoe sa iadica pa-a
asuaar>: uos acreditara qae a guara orde-
na op/ar ama diversao salular. Com eff ilo,
dizem, pjdana excitar o patriot smo las mas
sas a cimentar a noria de tonas as fjrgas vivas
da nag^o, mas feria joga p*:goso. A reforma
religicaa Jle fazer a graodeta de ootras oa-
's, mis na Italia impossivl ou intil, por
qae o tart lo ca-bo'ico partida anti-nacio-nal.
S resta um meio de salvagao e esse mei-j con-
siste na iniciativa do rei e 1a umao de todos n
nartidos patritico* em toroo da moaarcbii. Na
{.illa qnsm d;z mniroia diz bn'goc-zu, de
son ajuff'o S*. Villari raciocina quasl asaim:
A oo*a|aezia noB perdea. demos ibe o nosso
poio icSi condigao para que ella nos salv).
Quieto ao appello ao rei, isto a um golpe
de esta.o mais oo menos disslmolido, falta-loe
de cerlo lgica e correegao: oorrecgo, porque
era ora estato rep-eseotativo coraprts aos ai
oisterios res loniavea e s cmaras a inicia iva
das medidas propias a garantir a prosperidade
poblict; lgica pirque 00 cisi especial, pre-
cisamente a intervenga demasiada dimanar
coa qaa de ermma os males cantra os quaes
boje as debate mas.
J1 nao myst-f-io para ningnen qae foi o rei
Uabe-tj qae qu z a trplice ailianc, qae impoz
a saa atmatengao a tolos 03 gaoioetes que se
succeje*am desde 1882 eqae mao grito os p.*o-
teatos da opiniao paoiica, quiz perseverar em
um nlii i decomoonamento de que de ba muito
a imp-e isa livre p*evira e indicara 09 o a re-
sultadas. Sabe se que por urna das ciau-ulas
con i Isa nos a;coraoa celebrados com os don-
mpaios doCen.roomonarchi comprometteo-;e
a nao permitur q-ie os das raunst-os da gue ra
e das n -go :ias estraogeiros sabissem da sua
acga directa.
A9-jmb 0^,'Oipe de estado qae o Sr, Villari io-
lica ja foi dado, mas oenvez das saas iat-n-
gds. oorqaa a poltica seguida nest-s des anuos
ista, des je que a dyuastia de S nma po'ea iou-
se a A'lpmanba, om golpa de E t ida perma-
uenle a jacto con moa.
Qne nome dar, por exemplo, reoovago da
tripii alhangt, coos^ntida pelo S-. di Ri un
em (890, na occasio em qoe o seolimento pu-
Olio ac lia ia pranuuciado com mais energa do
que nunca contri os t-atidas que nos ligara
Aust-ia e Alleraanba ?
Coosega ludo quaoto se tem dito ultima
mente para iustiticar ase acto incancebivel: af-
frmam que durante os prelimioaes entabolados
coo o ga'erno fraocez para garantir Italia cer
las vautigaos ba*n:eira*, tigara-se so governo
italiano pedida formal de reduz'.r os seus arma,
meatos. _^
Foi para responder essa congo hamiibau-
te qae o Sr di Radiai assig iara navo contracto
de aiumga antes que os tratidos vigentes Boa-
vessem expira lo.
N ate pooto esioa babilitado a dar Ibe Indi-
cados <, cuja precisoe certeza nS) .soff-eu coi-
tes.agia. Naaca foram fetas aegociagOss ofli
cues eatre a ministerio presidido pelo Sr. di
Radini e o gover io da repblica a -eseelto de
facilidades doanceiras de qae o goverao Italiano
necessitava para vencer as difficul .-ales com
que ji la ara.
A veraade que esse governo U'giti por
grande oecessidade, iniciara em Pana nezocia-
gOes ao sentido de obter ora eraprestlmo de va-
nos esiabelecimsntos de crdito importintes,
representado por am economista de alto vaur
qae te 0*3830010 ao senado, oas qae naque -mergeacla faliava e ob-ava em nome aos esta
oelecimentos em cuja dire.-gao oceupa elle lagar
importante.
E se persooagem nao t'eixou provavelmeote
le uoservar aos delegados do g>ver 10 ita laoo,
^oeemquntjexlstisse a trplice alllanga, o em
preatimo italiano r se pideria axerem Pars
cam malta diffi ul la e e e seria praticavpl
lando a I alia pr,vas das saas 1 mene-s p -cri
cas : a retaego de doos co-o3 de exercito foi
-alvez in ncada nessa occasii como correspon
.lenta a al oecessidade.
E' perfeitameate discutlvel o ficto e a cppor
un ude de tal lodlcagio: em tolo o rsa p >
rm fai fjna fio nome de a n sy dicato fina icei-
o, daraate aegociagOes floanceiras a qae o mi
nisteiio frsae-a e-a compietimente es raubo. de
sorte que oo serve de modo oeonum a jusiiti-
sar a cabegada do Sr. di Ralial.i
1 a renovago mt-cipada da trplice allianga
t-m, oois, outras caasas e fai especialmeate de-
cidida parque q 11 erara com o fa;to consnmma-
so, tornar o losa a agiiag&o qoe se maoifestava
de um extremo a outro do reino contri os ira
ia ios em qoe os bomeos t oparciaes ja viam eo-
ia a o-ig-m do mo estar, qae remava no paiz.
Sej'io assim, codo admirar se da age'ava-
gao constante e cnetboltca da crise que *Bl e a
I.alia e lorooa-se inevi avel desda o dia era qae
dcoa provado perervaria o pais aa poutlca qa
a obriga a contrariar as reivindicarla do pa-
triotismo fraocez f
Tal p diuca obriga a Franca a nada fazer qae
passa oontribar para atteouar os embaragas da
Italia, oa aates, a tula fazer para augmental-as
mais.
A Fraoga encontrn o ponto vulneravel da
Trplice Allianga, a chanfra da- cour-gi, sabe
qqe todo o que empoorece a Italia, eof-aquece
a economa geral da Liga organizada contra
ella, e o nosso paiz lornoo-se assim o alvo a
qoe conve-gem os golpea com qae se procara
aaalar a colligaco de qae ella fax parta.
emelhanie lata acaorunbadora e os oossos
estadistas commetteram o er o de oo Ibe pre-
ver os nacos e de nao comprebeuder qae falta-
van, dos os mema de sabirmos triompbaatea
jella.
A Italia nao tem economas, nao tem capliaea
disponiveis e om pas agrcola por excellencia.
Precisa, pois, antes de tudo, de crdito e de
escoa loaros commerciaes. At o da esa qoe
nao baamos orientado a ooeaa acgto diploma
tica, contra ella, a Fraoga compra va todos os
productos do nosso solo e especialmente o vi
obo, o aseite, a seda, as frotas, gado e abra-nos
a carteira do seu crdito.
Hoje o marcado fraocez est f cbado pa-a nos,
porque aprouve ao Sr. Crisp da tomar ae
di.nt-iras e de deouaciar o tr?tado de commer
io; do seo lado os banquei-os aanziensee, sa-
neado qoe nao Ibes sera fcil escoar no merca
do oa valorea Hllanos, recusara adiantar cap
taee ao noss ibesoaro-
E' precieo notar que apezarda Triolice AUIan
ga cenas relagdes de cordialidade po leara an-
da etb-isiir eotre os dous pases e eotr os dous
governos mas oa noesos miuistros commette-
ram a miedo o erro de enveoenar a poltica das
alliangas po- Raioa nbabeis.
A rerosa de comparticipar da Ezpoigo U i
versl de 1889, fpi mais do quo am er-u e deter-
miuoa o primelro m;v:m- to de "ec>do gran-
des baocta franceses, movi nenio qaa teve oo'
eff'ito a ruma da especalago predial, que fatia
son istir em Roma a milbares de operarios e en
rtqnecia a maita gente.
A ida do prin-ine de N.pales a U'.'z foi a
t0u de agua qae fez trasbordar o vaso. Desde
que um pMncipe d- Sab-iia nao trep> ou em ca-
aolar ao lado do i aperador Guilbern^. sobre o
s-jlo loreoo, oode a fortana atra.goou o i solda-
das que em Solferino baviam simeoiado < om o
seu sangne a idea italiana, deaie enia a guerra
feita em Frang ao credo :tliaoo tomn *e
imolacavel, evagora o descalabro parece com-
pleto.
Dia nos u, quaodo eslava em P-ra, raan !o da^qu s-
to de leOnog. na occasio em que o pMncipe
.ie Saooia realiza va a sua triste viagem, tela*
ron que se fos-e minslro, a cousa oa so fatia.
Acredito pi mente, mis nota de passage -.que
os estadistas Hllanos n tolos nm caracteris
tico singular: na npposigo fallam e actuara e
no poder turnara s-1 cordeiriobos.
Seja como for, e o Sr. Villari pres'ou servigo
assigaalado ao nosso paiz, lemb-ando-lbe qne a
crise qo 008 alO'm'O'a oo sam nte Bnancei
ra. mas moral e poltica. B< como se costoma
dizer algoma eoaaa no ar; j ea oomega a sen-
tir que as instuuigOss ra na mica* talvez 1 o
suiam iliesas dessa ciee. Ver Oqaei, aj'ttr,
que no mundo ^ommercial a nos centros finan
cero, em que ee nc-ra gralmeoie os i-heoo
menos da vi la social com vistas sceoticas oa
distrabidas, o lesconteotamen-o e p-ofundo e eo-
mega a surgir a coovicglo 1a qoe os loteresses
geraf-s do paiz foram sacrificados a ridiculas
P'eveigOes dyoasticas.
Oagn rep-tir por toda a parte este estribilho:
* F.11 o Rei quem qu 1.
A agitago socialista, qae na Sic'lia lomnu pro
porgOes to inquietadoras e que ameaga invadir
o sul da pemnsala oa se de*eovolvena to ra
pldameoie cumo se tem desenvolvido, sem os
erros pnliMcos qua gg'avaram a miseria pu-
blica. Ha aqui ou aeol-\ materias lnll>rama-
v ib e em ceos orgos ebegou-se a considerar
como p'ovavel urna revolugo e a e*am nar as
vantagjus e os lucooveaietit s qap 00 ter a t'a
zer ama sologo repool-caoa. O S'. VHIa-i *-
orimio em sen estudo o nezar ae qoe urna ap-
p-oximagio nao fosse possivel enue o partido
oacinoal e o partido catbolico.
Nots nr^: joroal democ-aticc qie 9 monarchia,
o asteo obstculo qae s opp> 1 essa apo 0-
ximsga, e pergunta se co cbegaio o momen-
o de mverter a frmela do Sr Crisol e de dizer
que a monarebia nns divide emqaanto que a Re
punllca nos ooir.
O atordoamemo tal que se alt-ibue al ao
S Crisp as mais tenebrosas intengOes.
Pe8soas qoe pretenden! connecer as seas
idao ocultas, affir; ara qoe o sea velbo repo-
Diic.ni-mj te ide a despenarlee o piotam como
capaz de remaUr a sua carreira por um g-ande
ac irentral.
Nato esse boato que me vem de longe, de
multo longe, po- puro diletantismo de rbronis
ta e na simpas intengo de dar Ibe ama Mea da
fnguiar sitag&o d9 espirito em que actualmente
vivemos.
O qae ba 19 certo em todo o c-8) qae em
Qoa-to camraemoran lo a expedigao nos Mil .
o Sr. Gt i-|' falln cumo fallara um trinuoo
da democracii, da coafederag dus povos e
nem siqaer citou o Re. vicnado a etiqu-ta offl
ctal; o qae da parto de om ex-pres deote do
consemo, agraciado com a G'-Croz da Annua-
ciana, 6 to irreverente como sig iitfcativo *
E agora que esla a testa da p esideucia da con-
seibo. qoe torna a ser nessa qaalidade o dir-
ct>- da potinca a qae prodazira?
Tempo ao tempo.
TilAMlBl-CflES
SanSa S
Indicam-se como canUdaios ao papado os
cardeaes 'ar cbi e Lavalleta.
No enllanto, tambara affirmado, qn^ prova-
ve.mente os vol, dos carlees recabiro 00
lardeaos Vaocetel i e Pietro, o pnmeiro dog
joaes foi iater unci no Brazii bao ba muito
tempo.
Foi publicada urna eneyelica referente aos
estados bblicos.
Depois de baver esUbe'ecidi os prineioios
fatiiamenlaes da exegse bblica. Leo XUl ^re-
vine os ca bolicos contra as interpretagOis exa-
geradas, 10 Meando qae ba bom e mao oo aya-
turna actual, e desenv >lve as regra* que devem
s*r segoidas para pfl- de ac 6 do con aa re-
centes descobertas da sciencia a pilav-a dos li-
vroa santos, qae, ao saa todo ou e > qaalquer de
cuas narter, sao dei meme laspirados, como
aturras a mesma encycli :a.
Consta queporoccasla da missa do Natal,
o Papa pregar sermo condemnando o aoar-
cbismo.
A Imprensa aff-'Cia ao Vaticano Insinaa
qoe n Papa intervira para que tenba 8 lugaa pi
cilica a qoesto de limitas entre o Eqoador e o
fer-
Ctocloio-'e urna concordata com a Repu
nlica da Colnmnia em termos muito saMsfaeto
nos Curia romana e aquella repblica ame-i-
cana.
O Papa lem conceiido frequintes audien-
cias ao carlea1 Giiimoarti, qae foi nuncio apos
tolico em Vieona.
Parece que se tratare ama apreximagao com
a Austria.
Ja tivemos occasiSo de ailadir i ama mis
sao benedictina resolvida pelo Sanie Padre ao
Braiil, misso que provavelraeute tem por prio-
cio-'i ooj*cto o repovoameot dos mo>'eiros em
qr, ba cerca de quarema anaos oo entram no
vigos.
A o'dem benedictioa, a mais rica de todas as
iBsiitmcQjs religiosas do Brasil, lem asna sede
oa Babia e mosteiros ao Rm de Janeiro, Peroam
buco, Espirito Santo e S. Paulo.
Oa aeus avallados bens vidamente cobigados
pela mo viva* na espirituosa pbrase do amiga
oarlameotar, escaparan, ba poaco de ser apa
onudos por certas corporagOes europeas prote-
gidas por om internuncio.
A defesa deasea beoa da rapacidade do golcso
moosenbor, valen a un deseos abbades a ex-
communbo levantada ulterior mente pelo Papa
bem informado.
Na Brasil os benedictinos diatingniram-se
sempre pulo seu saber e pelas suas ideas demo-
crticas.
Pro oa costra ?
(Do Paiz, do Rio de 19 de Deseobro)
Ao appare:er o awoife.to restaurador ao Sr.
Saidaoba da Gama bouve quem ae abaiaogasaa
a duvidar da solidariedade uo Sr. Cu tollo com
o acto deese bomem, baulera aolico de dictado-
ras, baje cor le Si de dyca.t'as. Essas besl>
tabes na e>am siuce a., antea maoifestamen-
te oaieoieavam o fondo moral de bypacnsla
que at eoto tloba caracter:sado aos olbos dos
analysadores rectos a cam^anba sordidissimo
dos paniuarios da revolla.
H>je irapossi-ei negar esse accordo, que,
impottaodo ha parle dos sublevados de 6 de
Seierabro xfa repudio das primitivas affirraa-
s6-s republicanas, marcaos com ira ferrete de
igoomioia, que ser na historia a estygmatiaa-
gSo eterna dos borxens qae assamiram e-
r oe o mundo as responsabilidades desse de*
g adaotiaaimo movirae to. O Sr. aldaaba da
Gama, dflegado da ex pMoceza mpe ial, sab
promessa de oovoa gaJOes ou ne algura ooro
titulo pomposja.ente nobiliarcbco, boje o
ebete arclamada da revolta, que, de onda em
oo na, ae desastre em desastre veio baier afi-
oal, eafraugalbada e relea, no es.-oiho da es-
taoraga, onde a digai'ade palia ica dos bra-
siiei.os aera metel os a pique, levaado aa
eKpuL'j-ira-'a uo seu despiezo a cbiraera trgica
da gro esca usorpago.
Huera oatnralmeaie algumas almis simplo-
nas que se su preeniara com a desf.gat-z da
converso. cora o cy i>emo des-es r,u> 1 es, que
anda 00 illa 6, daado vivas constilu gao re-
puoMcaoa, renegam Jo da pa-a a uoute as
opioiOes era cajo nome se insurg-ao), e deses-
p raa. rom a reprovago naconal bandeaoi-
& s eacaofiaras, se n laives de pudor poltico
para a uorja merc-nafia que ao 1.a d. ex-
p inceza, lai 1 de gnernlbas n'ama eocrazi-
111..da dos Abruzza.i la oeii patria esta al-
ternativa luUnij.'j'.e: camDarieio ou reslao-
raga.
O desespero de caosa traoavia as mi 3 luci-
das e fortes lotelligeocias, impelle os militantes
a folug6-s muit>3 vezes antagu icas com ar
idau foalameotaos, le/i iraaioras da usar-
gea;ia. De desvario em d-svarlo, de .xcesso
em excP8i>o, os raiis calmos ran.-tivU am se em
algozes, tala a nega moral se pe d-, todas as
i-adigOes de nunra ee dissia -ra e pela prisma
ae sangue e de odios, p 1 qn.l ento se veea
exclusivaraenta luslituigd'S nomeos, tolas as
odigoidaiies ao meritorias, todas as telvage
ras sao juntas, indos os manejos sao saoms.
U grao le ral estf era rtcar.er a- armas como
m ia de oble1* reparagtVs, de faze' vingar aa
uoutrmas, de ira por uos cutas a infallibi dade
Jo seu crueno moral qu ndo pdi mono bem
spe eler, coma no casa verlent-, qu bavendo
raeii.'S I?g3es e paciicos para reagir co tra os
veza mes, se vexames ba, o ty -auno seja quem
peosa desoppnrxir.
Desde qcu se d o prim-dro passo oa lula, af-
f,-o itanio sacied-.de e laia, o natural que o
t.oraen persisa da campanba qu- empreheo-
dea, prefenndo ser esmagado a ser vnct 10 ;
e as-im. quede ama propaganda p im uva-
meoie respeltavel, como a da ea yciopedta em
Prai ga, toda impregnada da* esp nm de equi-
dade e de di'6lto bratou pela farga das iir uuis-
tancias bistoricas. lugo que o- meo istas se
metteram a executores, essa brutal terrorismo
da Uontaoba, em nome los pnocip os ae pac,
de jusuga e de orden social, pelos seos mes-
ire.-: to docemeo'e e saoiamenie aposto^dos.
S ora espirito sunerio', ao cao rcn>oder
peta ioercia da nago, coja -uxino solici'a-, a
luapportanidade da sna resolta, deuda aa armas
e procu a reparar oela efE asa da sua abiega-
g> cvica o erro da sua inteligencia, momela
ueameale offuscada pelo Gespotismo da paixo
de nartidano.
Esshs espiritos sao raros, mesmo porque fal-
lam g-ralmente n'ama re rana as coo igOes de
meio iodiapensaveis sua irradi-g', o stiicis-
mo 00 carcter, o desapeg > das posigoes endo-
nas, a alta comprebenso das vr ud-a civraas, o
amor ab-iracto da iaa, o seotimeota da fraler*
oidade numaoa.
Qiando orna revolta inspirada uolcameole
por odio, or om acre de-ej j ae vinganga. Ira-
seudo a tona, como fazem a- lemues'ades em
cert s lagos, os detrictoa das m-ia srdidas pai-
xOes bumai as, a repu'sa ucita do povo, mudo
ao appello da sedigo. n irrita rm vea de apaci-
guar,e ante o desmeron nj-nto dessa esperan-
ga amniciosa, o ebefe, sem a au om 1 ds moral
pa a rep-i-or as violeocias do reo b.n o, sem
aboegago e sem cor gem para reco-becer o seo
erio e desiliadir os seas cumpa1 beiros de aven-
tara, abdica do sea posta, eauossa os desvarios
da sua gentp, submeue se a tolas as saas sng-
gesi6e sanguinarios alvitres.
A qaejtaj vencer, seja como fo> ; jj que
ara progrmala oo serve re-orre-se a outro, e
as-ira de t-aosaego em transaego. alte o n lo
.i'as, como se aiieroam g-avaias, val se imbe-
ciimpo'-e rolando de descrdito em descrdito,
de pe-juno em perjn io, oa -sper -ug-' Hlasoria
de i-ncontra- a Balvago no tan lo da vil .n.
Q i-iodo rebenton a revana, oe a si npies in
sprcgi psyboiigica dos eleoeoios qae tt*
uHam promovida, fcil era p*eve- a saa lovia-
biudode mural fructo bastarla de om coliga-
co de o iras, de represalias e de despeitos.
Himens que ua vespera sedeteBlavam, injo-an-
10 se guaoilmeati, fraternisa'am, esqaecidos
das aff-untas, no coo vez do cAqildanan, arvo-
ralo oor momeoios em tablado ae pantomimas,
onde o ex-almirante Cus'odio des-mpenbiva aa
fan.-.;0s de Policbioela-m6r, entfe a mmica ar
equmeira dos paizaoos. qoe um anno antes alli
tiunam e: talo aos empurr6e8, sob om tiroteio
de assaadas csusticante.
O Sr. Custodio ..-onegara logo por urna perfi-
dianessa mesma noite de 61 Teuio promet-
tido ao Sr. Roy enviar-lbe um escaler, de ciu-
me, recetaso qae jauta delle a sea liga-a Ocasse
em segunda placa, eo povo atlrinoisse ao talen-
to da pruneiro o qoe era oora do aeo genio de
almi'ane, flagio-3e esquecido e denou o rival
algamas Qoras na praia, ralado de impaciencia,
traosido de humidade, at que a coosciencia do
oeriga ibe aconselhaa o refugio. De madruga-
da iodos <'0",vi7ia-D tripaaianiemeoie otre cla-
ra ires festivos, associados para a mesma obra
de depredagoos perseguidores e as victimas,
os diffamadores e os ciffamaduse nonca espe-
"tacul 1 de tanta depi-etsSo de caract-r ennojoo
mais o espirito publico desta trra, do que essa
funganati carnavalesca de biStrifies, olazoaaodo
a sua aimirago pelo ebefe que ellea tlnbam
disg antes ve-gasiado de tosultos.
Os bomens erara leitosdesie barro. Qae es-
perar de ial Dao o, to desproviio de se iso mo-
ral, to useiroe veseiro em bernadas t explora-
goes. seno isso qoe se est vendo, a insisten-
cia n'uma Iota desgragtda a cu*ta ae falsidades
e abjecgOes, detxando boje om prog*amma para
aoragar amaon outro, abandona.icn a oaatitoi-
go da 54 de Fevereiro para faz-r tremolar e
p.inj plesbiscitario do S: Silvrira Martias,
repudiando este, emfim, por parecer pouco cla-
ro, para assomir fraoeimeute o carcter restau-
rador t
Ao deixar o ministerio proteslon < S-. Casio-
dio de Mello o sea resuelto s autoridades legal-
mente constituidas, para sombra deala affirma-
gao conspirar a aeo talante; ao preparar a re-


*
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*''*: -'

1 HBM
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*
Diario de Pernambueo Sexta-feira 5 de Janeiro de 1894
Tolla lociaruu tus ibiik das e huidos gue '--
aembaobana a roa espada coa>'a u ir. Ha-da
Dba da Gama, ce eate sreteosetse proven r -
da narreigao para restiarar o imperio; e an
ettao agir os eeos'oavi is is orden* dn tidal
gado ex-a'mirante, me'.'aibaooo a opta' e<
Dome da oy lastia dos BraKaocas Po- seo lad. ,
O Sr. Saldaoba da Gima rmala fldelMa e ao to-
Terco, protesta con ir a revolta, fortifica se,
qosndo esta bem et tr nrhei-a lo, oa pos- i
indo o qoe n-qomou, id oboruioa se tambe
e loma o romuiaodu donoavioa repelaes, moun-
do ao pit pi-l bocea dos sea* caobes e-
mesura imperio, cooira coja restaoracAo os fli
ciaes brasileiros jararam croiar hd i*mpe;os cu
abotgacao republicana a soa espada ae patrie
Ul-
Qie profooda miseria dp conuceocn?, qu
pesillPTO lodi-cal Qe 'ralcao l P-ra uppo uu
desia anan-bu e desta aecotupoe {So pi asa n<--
cer al n ama roasa oe dedicado e salvador, ir< -
eiso reconbec r tambera qoe o? lupanares "So <
escitas oais perfeiiaa da nnn ie. Nao ae r*
geoera om povo, nio e implanta orna in-i u
ao. nao se populariza urna < iu a, eeno Jan i
o i-xpmpio da ltaldad>, da poresa do saonn
Ci.
D-*< qoe o* r. Custodio aopeHon para o 1*
deraiumo. perceDemoB qoe a revolla esiava al-
eada oe gangrena, qoe comer*!'; a dei-ompor*>
Balio oe r .n'soK, imuossioi ad" de sacia-
emi>-'---(.O 8 m-ncates, re.:orreu a q iein aio:
nba de nobeiro, a psb directorio federalista
pira onde iocaoalisado o b-u oor" o* mina
chistas de S. Paulo e da Eu-ooa. BevsPaa n
se austei.taoi sera dinh-Ko, e i* do Rn> Girad,
lem dralo ata liijJ purqae se "-eviiasa #
forj-s i.os cof-es voiad-s a re-lauraclo do impe
rio. Foi sso o qae.de-am a enivader ao S
Cu-tono os emisarios ao* insurgen!-s do u'.
Our.i nav a e eoi pietiora ate, ma- pa-ae-n
brar a re.eo imp n-lii-i-, nao para dr a e t
a reo i-t-'ujo oDjenivj ar.clarado ios-.- di
dili ar, dentro da (nptie-a iosutocional, os fr, -
cessos a p linca e a administrara i r-pablir
na. Pa'a revolta do Sr. Cotudio.com mir-
tos-eriublican 8, nda-mro vinteni os Capi->
lista* m .u*rcbicos ; agora. >e o ex A fctraot r
coobecia a soa imio'encia, pas-is-e o has io Coromanlo ao Sr. Salda-'ba, reconheci ison-i t
restaurador, osTecorsos HnancHiros sprum lo*
fo-oecidos para a continac> do moviioenii
com mais ari'a do que liooam siioaiee la
minsiradosausfjdera'isu- no-gran leos^f. Ven
Cino o Sr. Coso no, euj oj aiu;a o crgoitiu -
reri ajis do que o civi-, reoaoMM o 8 1
posio e, para nao se desma.*' r escndalos
mete rm pobliro, cjn'essanooa iiwfraqtfi
orf oa o-i'ra e piI o em SadU Ca aqoi o qip se pas9oa e o que oa facios t-xliuii
raoiemnite coiiiprov-m.
Os repcrilicano^ qoe de hoa f ailhpriram a
Sr. CoaUHlo oSj te-m oj-is a esperar ; oa
pronuncuiU', >-m noaie oas saas convirgOp> po-
ln as. coDua essa nova pbasp da revolta. f le
do aci de ron^.cgo e re alvaodo pe'anie
kuttua a MranaiKen. 1 da saa dedicacu a.
renimpn tirmauo na -ou:titn'(aj de ae t"v.
reiri', ou goardam silp' co oanle do alieotadu
e sao nesrp ca-o eo-i>* de alia iraijS). rpliet- -
di s cijj oomes BoartO 8-mpre iristemp e Co
b>ros d- op'obno nos nes da democrac
Jjrasilt-ra,
Ao- UI---S da opno.ticlJ repubcaoa rao as
filg'.e o dirrlU) re adiar pur iai leu pj exprp-
,aio aliaineute p>i lotic no spu p-o e.-t' eanl<
a teo:auva de u^a'p-i;aj moarcbca. Nio ci -
remo: nirap? or ora, oa psppran^a de qo- s e
rio ilPsaeK a>r tt a BOapeiU Ce ComBll'i la ie npss criaie contra as in8 lio g
de que foram fervorosos propagaodietas b ab ?
g...i, g Miiores.
O ujompou nao para atibixaidad'e* e hesti.
tft-i. A Kpoblii'a precisa si>pr co n qo"in coi"
t-, porq ie n-s:e instauu; doio'osj di a >*a ex
jgietii-ia 00 itica qiiPfn nao f- B9BSOaoitti1
franco ujj iinmiK Vamos, seobires pir cd< oa cont-a nos.
o Viscoade de
render os innis
h je Estado de
Instituto Arclicologico o (eo
^r;ipli<-<> Pci-namliueauo
Discurso lido na sesso de '" de A^oslo de
1891 pelo consocio Ma or J D. Codeceira.
Contii'Uuyao do que foi pub'icndo no Jordal do
Reci e. de 10 it- 15 e 16 de .\ovembro p. p-
(Continuac^ao)
Enlreta"to acompanhemos os raovimentos des-
sa sonliuda conspiruco segoindo o que a res-
peilo del la se tem eaerpto.
O illusire i'ont'o Fernandes Pinbeiro. escre-
Tcndo a biogtiiphia de Claudio Manuel da '< sla,
3ue leu no Instituto Histrico, e vem cslanipa-
a em um dos nmeros de sua Revista, diz que
por eerta convivencia lilleraria que iiguva os
nomens inais notareis da Capitana de Minas.
era Claudio Manoel da Costa ainicissuno de
Thoinaz Antonio Gonzaga e por ist ia elle to-
da.- as mandas tomar cafe em casa de Gonsaga.
onde tiuiibein se reuniam, o Tmente Car ve
Coinxundante do Regiment de linlia Francisco
de l'au 1 l'"re:re de Andiade e o seu cuuliado o
I)r. Jos Alves Maciel, que acabava da en gar da
Europa, eudo estado nos E-tad<-s Unidos, era
e?te a quem se atiribuia a iniciativa da ideia
republicana.
Es-es ardentes patriotas pensavam repetidas
tetes no> meios mais adequados de livranin o
seu paz do jugo que o acrabunliava, e por isto
tuiu no futnro borisonte bnlhanle a possibili-
dade da realisai;ao dt>$-- somni d* ur-ido. acie>i
tavam que o povo exasperado com a cobranca
do imposto da derrama, que ia ser exicutad
se moxeria de sua iodiBen nya e prestara adhe-
so aos planos de liberdade e por isto contaram
com o siu apoio.
Amadurecida a ideia communicaram-na a
mais algnos cidados distincios do lugar, por
suas luzcs e posices ofliciaes, em cujo iiuiiutu
entravaui, o Tenente Coro el de (Delicias Igna-
cio Jos de Alvarenga Peiloto, o Dr. Domingos
Vidal Parboza e o Vigario Carlos Corroa de
Toledo.
Foi deste modo, c de conferencia em confe-
rencia, que se foi dilatando a esphera dos ini-
ciados no segredo, que dentro em pouco cli"gou
aos ouvidos dd apito General que, simulando
de 1 ana saber deu parte ao vi e Rei Liz de
Vasconcellos. combinando ambos desde logo os
meios de ma'tgrarem a conspirarlo, aparen-
tando impcr'.uhavel taima no que era maireiro,
O Viscoude de Barbaceua. que a esse tempo ha-
Tia cliegudo e tomado posse do governo da Ca-
pilauia, a 1 de J ul lio Me 17-8 em Villa Rica;
euou por tanlo que creasse corpo o temera-
rio projecto, esperando que fosee grande o nu-
mero 'los compromet idos.
Viiiha este overnador com in trueges aper
tailas para pdr em execugto a arrecadago do
imposto da derrama o qual se achava reduzida
a.sua cobranza quasi metade do seu animal
rendimeiito uu dos mais importantes do airi-
mo io da cora, or isto que os sena contri-
buidles eram devedores a Fazemla Real da enor-
me quantia de 538 arrobas de ouro ou .. .
3.3od 472O"0 pelo rendiinenlo de quinto f
Toda capitana estremeci com a ideia das
extorses que Ibes Italia a cobranza dos quin-
tos por meio da derrama e contribuigao loria-
da : por tanto a ideia do levante aecudio a to-
das as mentes, como o nico recurso a oppr-se
a tao formalexigencia. l'ozesse-a o Governador
em execuao que a pareca immediala a reacao.
Em quauto o governo estudava os meios de
Ter como lanzar a a derrama, os conjurados
tambein esludavam os de eff,cuar o levante.
Entrelando o Governador, de conformidade
Com as inslruci.Oes que tmlia entendeu conve-
oienle aitender as reclamaces do pwo e orde-
nou a suspengo provisoria da cobranza do
imposto da deirama, em quanto levava as quei-
xas do povo ao conliecimenio de S. M.
Com este acto do ^Governador ricavain 'rusia-
das todas as esperaiyas dos conjurados, porque
nao podiam mais contar com o apoio do pvo,
}ue nao tiulia outras esperanzas alem desia me-
ida, que era de seu real interesse; e por con-
seguinte eslava mora a ideia da conspiracao ;
assiin pensavam Claudio, Gonzaga, Alvarenga e
Maciel, que prara os principaes autores do mo-
vinMttito revolucionario ; Gonzaga dizia ao Cu-
nego Luiz da Veiga que a occasiao para o le-
vante se tinha perdido.
Isto referido pelo Commendador Joaquim
Itorberto, Couego Fernandes Piulieiro. e todos
q^aotostem escriplo a respeilo..desla conjura-
m
Desvanecida a ideia pela possibilidade da sua
exeeacao. estava o Visconde de arlacena em
dilficuldades. por falta de pravas, de poder ex-
ercer o t-eu genio vingativx.
Quiz (terem a fatalidad^ nandes Pmheiro, q 'e um fe no fosse sabedor
da conspiracao e que por etlae enlhusiasmas-
se tocaniio ao delirio o seu faaatismo. Joaquim
Jos da Silva Xavier, por aten .lia Trodela,
Alteres do Regiment de eavallaria de India,
foi o fra-o do nuil desse pranuturo lentamen
da independencia.
Te do silencia do projecto de conspirago,
procuren com urna desenvoltara de lingua e os-
tentare pregar a seus companheiros nos quar-
teis a ideia da conspira o, este seu proced-
ment oo podia car impune. Colgando esta
noticia a Claudio Manoel da Costa, diste este,
qnp se adinirava dos soldados o nao teren: pren-
dido, e d sta opinio eram os demais conjura-
dos que lineiitavam do fundo d alma que seme-
nante horneen se livesse constituido seu olticio-
so e temerario auxiliar, quando 'g ur-icn elle
11 m chefes I
r.is o grande e importante papel que repre-
seiitou ftrndemlet nessa malograda tentativa !
oin a sua le- ondtde '.pr-iUncu e itrs -zo,
com romi'iteo os lioinons mais distinctos e no-
taveis-envolvidos ness.i co ispirayo Quando
po iiam os seus servigos serem aproveitados em
occasio mais o portuua. E >' por esses servi-
cos que se vai leva:itar umi estatua sua me-
moria I !
Fot quanto bastou para que
Barbacana livesse motivo para
uobres caracteres da provincia,
Minas.
Jiaiuin Silverio dos Reis, por alcunhaJoa-
quim r>alteiro foi o infame denunciaste ; o ca-
pitn general, que acompanliava a marcha da
conspiracao. nao se surpreliendeu coma de-
nuncia dada por Silveri... cujo depoimento
muito Ibe servio para fenr com a espada da
justica qut-.les que as trevas haviam naquel-
le tempo pensad em p li~'(i e libtritude
Ve amos agora quem foi Tundentes, quem
se quer dar buje a paiei nidade de ciiefe dessa-
malograda tentativa para a independencia na-
cional
Joaiuim JosO da Silva Xavier,' Ti ai-nle<, diz
o Cotnmendad Joaquim Nortierlo, era de fa-
m ha modestamente pobre seu pai cliamava-se
Domingos da Silva .santos e sua raai Antonia
da I camaco Xavier, nascera em S. Joo d'EI-
Hei, no anuo de 748, lora mscale em Minas
Novas, mas a sua m ortuua levou-o a prisao,
d'onde sabio com pouco ou tienlium crdito, se-
cundo uffirmou Alberto da Silva de Oliveira
Rol.111, uo lulerrogaiorio a que leve de respon-
der
Restituido a lerdade, deixou de ser ma-ca-
ie e foi ser militar, so rendo 4 reterigfes, Dor
nao ter pr- lacean acliavase na idade de 30
anuos e nao passava de alteres ; as suas repe-
tidas queixas o li/.erara adquirir a ndisposico
de seus compunlieiros : eulregou-se a minera-
(,ao e conseguio adquirir um sitio no barran a
do rio Parali>buua. faliavam-llie poiMii os
meios e so possuia 3 escravos dentro era pou-
co achirase inilividado eos seus credores o
reduzirain a miseria. Vollou enlao as suas
vistas para o Rio de Janeiro. Eram os lti-
mos lampejos de sua estrella que se apa av e
de que lano se il odio, tomando por brilh nte
esplendor de seu futuro, tan chelo de trufas e
d- sangne, diz o ConeuO Fenmndes Piniieiro,
btetido do seu Corone, dous mezi'S le li-
ceo, a, parti para o Rio u 1 1 iliia natural de menor idade.
Era de estatura alia e de espadnas bem des-
envolvidas, como sao em regra os mineiros a
su pbisionomia, e mies se lornava notavel
pelo qr.er que fosse d repllenle, devido em
grande parte ao sen olliar espantado (era feio e
piivria .-empre espaoladoi, disse o ori-nel Al-
vareiiua. l'o-suia o dora da palavra c esp es-
sava-sc as mais das vezes cora enthusiasmo,
na- sem eleganciattem altralivo, o que era re-
suiladoda sua pooca educi(;0.
Desci a estas coosideraee para mostrar que
um omem as coniiices di- T>mde*tet, sem
fortuna, sem | OScao social saliente, se fami-
lia, siin amigos, sem Ilustra."10, de urna ima-
ginaran e aliada, e nalmenti' sem orienlayao
alguma, incapaz de conceber e executar um
plano de conspira,o e que dizia a Antonio Jos
Soaies de Castro, a quem com uunicou o ro-
jelo de conspiracao q-e l a apernfat e ver
UWV test" C fonda na Cap tanto de MtMI nO
podia de modo algom ser a alma de urna cons-
Eiratao. Este juizo nao somonte meu, tam-
em manifestado oelo Visconde de Harbacena
em um artigo qu lez publicar no Jornal do
Comniercio d- :7 de Novembro de l87i, com
o titulo J" qifin Jt's .sWfj X<0<" vulgo l't-
r /<' i.-U qualldo alguns JOVeOS exaltados
tentaram erigir um mouumeuto a U' denle;
por meio de urna subscripto que se malogrou,
bem como do autor de um oulro artigo que foi
pul icado no menmn jornal de tfl de Maio do
auno prximo pas.-ado com o titulo litad li-
tes
Em ambos esses rticos os seus autores con-
testara que T-r- de-te* fosse o chefe dessa ten-
tada conspiraban : o Visconde amacena diz
que ouvira di seu venerando pai, o inarquez do
inesino norae qu- sendo nomeado ajudanlc de
ordens do Governador de Angra D. M guel de
Mello no anuo de 17*8, e tendn aili residido por
espaeo de 2 anuos, aiuda encontrara vivos o
Ur. Jos Alves Ma. le e F-auc seo de Paula Frei-
r de Andrade, com elles vivo na raaior intirai-
dade. e de ambos ouvio a exposieo desses
aconieciiiientos e declararam que irndenies
nessa conspiracao ligurou a. enas como um con
liiienif 1I0 Dr. Jos Alves Maciel, limitanuo-se o
seu papel a simple* rre ios inf.i-ind-s que nao convinliain que fossem
por'escripto a un de evitar a possibilidade do
risco que corra de poder o 1.overnador liavel-
as sendo em carias commissao que elle nao
soube desempenhar co-u a cauttlla devida, em
vista do seu genio exaltado e tagarella en-
thusiasraando-se com a exposic;aoque Ihe faca
o r Jos Alves Maciel das vant-gens que go-
savam os americanos cora a &na inuependencia,
levando o o ^eu exaltamento e lo .uacidade
indiscnpcao de revelar 110 quartel de seu Regi-
ment o projecto da conspiracao, o que deu lu-
gar a ser denunciado por Joaquim Silverio dos
Re's, e que elle so oi o nico em quem seexe-
cuiou a pena de raorte, por nao ter lido quem
por elle se interessasse e e>tar o governo por-
tuguez disposlo ac ligar com severidade qual-
(uer tentativa para a independencia.
O iilus re Visconde, nesse artigo da a pa-
lerni'iade desse moviinento ao Dr. Jos Alves
Maciel. que leu 'o estudado em Coimbra e all
se formado em scieucias naturaes, visitara a
ranga e os Estados Unidos, onde adquirir
relaces particulares como TI10 naz Jelfersoti.
ura dos corip. eos da revolugao americana ecom
quem se corresponda depois que voltava a sua
patria
Logo que chegou foi reidir Ouro Preto.
onde tinha a sua familia, vivendo em corapa-
nlua de seu cunnado o Tee te Coronel Fran-
cisco de Paula i-reire de Anlrade, Comman-
dante do Regiment de Cavallara de Minas, do
qual fazia paite o alferes Tundentes. Pela con-
lianca que nelle depositava seu conmandaute,
julgou o Dr. Maiiei, que elle seria capaz c de
coiiriansa, e por isto o escobo pirzseitir e
c re>oii ra communic-ir cerlae tnform c5es que
corrtnm o risco de serim descobert s se f*srm com-
mun'cad is em enrt commissao que nao soube
desempenhar, dando em resultado a perda dos
hoiueus mais nutaveis da ento provincia de
Minas.
liz ainda nesse artigo, que depois de se ter
conhecimento de todas estas circunstancias,
nao possivel adiniltir-se que 'iirade-t s fosse
o primeiro a ter a ideia da independencia, elle
que foi apenas con idente dos conspiradores e
nao o aulor da conspiracao.
Nem sua pos r.'io, nem sua ptmea llutracan po-
diam iar-lkeimp ufanen bus ante para, esse jlm.
(Contina).
\i ll/i Ipal M r. OviU- qiftf pO 11 rUl.-U^ r- -
1 I6ra turgaua ', a|PB dl-o que linDam eOl.-
'0 arroujt)r O cofre tone, onde es aVam divpr
-os vanesas cartMJraKiBtraeas, o qu nao cj
un"-, ap de oa d na "*n-a f.
O roobo lirait se a can; eom valuH>s dp
i_a0as as cna'es do Ka'lanoi e P.r nga, q ie
tavam rm sosa maU fechada, para er i-xw-n-
ra na ma' ba de tijutem. e de ooie form -ao-
t ahilos dos p^otes de registrados, cojo falo
imal 6 oe 735*100.
Aia loa a occorrido. cernea perrans logo
-pariicao do Crrelo ub S'-. Franeiseo 80-00 e
4-b*tlo S-ilomoo. aimioistrad r e contad
mlerioos, qon tama'am a proviJeoci8 n"ce-
ir'iis levaudo o f.c o ao conaeclmento di Sr
O', cnpf- de polica.
OD'. Adalberto Ferras Is lavrar o aato
le corpo de delicio e j micmo o inqoer lo pa'a
ie*c brir o culpado oo cuija-ios aists fado en
o 1 nono.
Matriz 1 Boa "(tai S. Exc It-rna,
8 D. J0S0 Drrrd, H4.n0 ArcpbHpo do Rio
d- Janeiro cele nra-a o aaoio sa -riocii da raima
UH-ba, a- 11 li cas do du. na matr z d gua
V l
itoubu -'.nie Sootem noiie os ladroes, r-
r n.:,tu.io a i-olei-a da oorta l-aipira da casa, em
loe, no loga- Cordeiro mora o Sr. Wenceslao
le Cjrvalno Pae< de todrade* Cuosecoiram p*--
n--'a- no mit-ri .r da Casa e ao nolxo dn ama
--. c* qoe encootraram a idS), sab'.raQiram ...
831000 etn eedulas
N 1* mais no ie-am arranjar, porque, sendo
presen i tos, foiram.
Cumpinhta Verro-CarrllR-^prodozi
mos a vgean e no iota, da a bontem, por qoe
por la ipcaipavel descui 10 na revisio iia p'ova.
amo prrada de mo-io a alienl a profoi-laioenie :
Fumo urs-'qoadoa cora ura px-mpla' lo
20 relmorio qu- a Directora da C-mpanhia
e'erro-Cani de Piroarabaio anr--ttia a-
--ub.. gp'al dos respectivos acci:)DisUs Davida
no Rio de Jaueiro, oodt; a sede da mesma Com
oa hu.
R-'ere-se o r-latorio ao ano i econmico fiado
e o 30 de Jonho do anoo d'oxudo paa-ado, p m
ele que uease auno (orara para a Cemnan^a .
A lecei.a 511:674*18'
A despexa 387:773*^7
Ur a. UJi lucro
O saldo
145:Q00lik3
s o 05 m
S':<0<'0)
4.l)on()(
4:nM ti9
33 t 8i
Kste caldo foi apsim d'stribuido
t .uvidenuo, de t O/o
! -ivid-odo, de 14 U/o
- ando oe amoriisa^ao
Pon o de rererva
La -ros 8aspen.-08
M -.-ii a rtBervaa da Companbia .......
IU:4l27h9.
Eie* elementos incam a prospenda-'e da
-mureza.
No referidoanno -oran-rado ao anterior, aog-
raeniou a recen 81:60*at3*4 crescenoo lambem a
lesppz era 70.0o 388; o qae most-a que o
-ado f ji maior ao qua no aaoo econmico oie-
Mor.
O rum-jro de passageos pagas foi:
DisdeiOOris 1:649:660
DasdelUOris 1:973 051
A > todo
.N j airao anterior
ACCTeBCimO
O relatirio cooiem ontros dados lotvresM e-.
Ag'a ecemos o mirao que nos foi feito de um
exemplar
Banca !: iur de Pernainburs-
K.-ee es. D-e .1 ..c iu de rr- 11I0 e-l,i p a .11 8
oros do sera- ftre p'ox'rro Modo das apoli^-a do
era r-siimo felio ao helado e das letras nypjiae
caria emuina.
tliamtdaxdertpKal B0 CharnaOlO
o* lapeciivos a ciuiija a- rea i-arem -niraias
o- asj 'i-^Oe teinra'ps onioanhiis :
Usina Cansangao de Sintmb, 10 O/o 'o csptial
sub> ipo ou 2u*000 -.or i^ao; uo BtOCO de
rt r .>D- nP ; > ro- do ComrflP'r-ln 1 40.
Manufactura de Pho>phoros, 10 O/o 'o capital
su is r, ', o 2**000 por accao ; a ra da Ma
d p dp Do n 2i.
Progres o Colonial 10 0 q do capital nar>scnpto.
oo 40* 0 -.>r actau ; a roa do Commercio n. 38
Era Sova-fuiliecu-se h. nt-.u o n. 1, i
i auno dei-se peruaico religioso, poltico e no i
e. oo
Biapo da Parabjba- Diz a Era Novj d-
te.i.ie i. que por lele; aurua reCenidoue Roraa
sabee qae oo prximo aomiogo 7 do corr-sx-
rpc-Oe' a ea^rQao -ms ooal o Exm S- D.
Ad-.n'o AU'eho u- Miranda He'i iqoes e ou
da tO ecbarcar em Bordeaox rm oemanda do
uo88o p i-io. onde cBegara provavelmeaie era 3
de Feereiro.
Club Musical ArlenseNo da 6 do
co .ru>e mei es.- liloD comjieuiora o seo 3* an-
Dtversa'io telporando orna seseao magna )s 7
Ojr.i* da ooite, 8^iniodo-se Ibe um sarao.
A-;'d--cpriioi a soa directora o cjovite que
nos eod-rpQoo ra-a eeaa testa.
A EquitativaEta f o leda Je de 8goroB
de i -ra- tis'i.ic- Unidos, e a primeiri, a
mais adiantada, a mait importante e a melhor
do IHOUUO
E" a pr.meira, ioqoe tem a maior quan ida-
de de bfgu.un ie e?, sendo O valu, op taes
8- n "> era 31 de z- mbro de 1892 de ...
i 79:000:000.
t a m qu- eul.L o .|i. tice lOCOQ'-ertaVeiS, tOrOaOdO Or
neus coniracius simples e concisos, sem conm-
gOea aunhiu -s
E' a mais importante, porque a proporcao d
su acuvo s. o e u pa^sivo 6 maior do q ie em
qaalqoer ootra socie tade do moedo, irats que
-ra 3t de Drxeuibro de 1--9* er e tl7 0,0. O
eu aclivOt de mais o no Banco de I tl'terra.
E' ama or ot-mpaobia e a qoe deve-se prefe-
i.- par/ lomar segans de vida, porque como oa
v-u anea da mace; bem scolbido ou
e sexoraoos e posi^o floanceira, e da
s renuluaoi ao qoe qoalquer compaubia
o, como bb v das apoiices veucidas
Hiiibii no crrelo da Minan L se
u Minas Gerats d 22 ne D i-uiP. :
m O port-iro da admnistrago des correirs
leat-i E raanna. a me BMtia* da f eate ao eaiQcio acOava-se. coafa o
cslurae aberta.
todas
mero
ra ibo
o ma
ora.
Os qae o'tlla qoiserem lomar seguros o
oeamo colber iaf>rmavOes. uirjara-se ao Sr.
\lben F rjoDIispecior da Agenciai ra do
u< mme'C.io o. 44.
foso ve esL se oo Jornal do Cu.u
u reas oo l'. o :
i Em um nos nos8..s olumo- oumeros demos
i noilcia ae orna visita, qu- fiz-mm .o qaariei
o flegimen o de Gavillara da Bridada fjlicial
cuccioumeoie aos retenraos ao fogo Veles.
bis um oreve descri' (io deste corioso iu
-euto qo jaltiamoB (era uo dobso pan larga m-
fjaeocia ei ooomica.
O fog&o am fogo commom r a niica dlf
renla, qae a s uiyiei vuta se loe i ota, qoe
* lo uaina em lugar de estar na fren t esta col-
locaua em ara aos lados, o que da a vaoiagem
de tater cora qoe o cozabeiro esieja preserva o
ia maior for^a ao calor. Superiormente i (or-
.laina e?t esubelecida una reo'ia, qoe depois
Je cuea ae quoqUer laaa be-meticameaie
-i nada ; um cano con mi o gas, que 84 desea
pdnficadoras, que es aj apenas ebeia* de agua
s oestjs parte oma li de di nina as d'.uieor <, ou le 80 reculne o gal
ja perfeiumenie apio para a HlumL.acao.
Taora mas doas canas pnnQcadoras ce mi o
gasmetro esto estabelecidos em am pateo d
uuaripl, qoe coouguo coeioha, onie fooc
tona o togo.
j gitoraetro parte diversos canos destina-
das a maoterem a illumioacao e a alimeotarem
o proprio fogao, que lem ura fogare ro a gas e
as ^rtlbas aa fjruaina disposias de forma, que
iij -0 por meio do g>i fazera acceoder imme-
Jiatameoie quaiquer ieoba por, mais hmida qut.
esu-ia, raai, baveodo sufficeaie qaaotidade de
gas armasenado no gasmetro, o fogao pode
r.oalaar exelu-tvaueute cora o proprio gax 00
leona, on mesmo com qaalqoer qualidade de
carvao ou com leona. Coovem anda 'eterlr,
qos, uo Us4o Da urna gambiarra com doot bl
coa de gas, qae dio ama magnifica las tix i, pa-
re-ida um poaco com a los eletrica, tao roa
como a dj caodiairo estabele.'iJo ao pateo, e *
d- nma sala do quartel, illumoada lambem por
este procesto.
Na retorta do fogao, o valor de cada carga de
leona, seguato o p eco por qae a adqaire a Bri
gaaa Policial, de S33 reis, e prodot approsl-
ma lmeme doas metro-- cbicos de gas, qae,
sgaado o prego.actqal.vale 40 reis pouco mais
oo uienj< ; o carvao em que iiouo transformado
^bamanio ura cit-da qoe enao paggava
pela rUs, com elle entroo oo edificio pela poru'eaia leaba, reneu 300 leu, de forma qae, 133
r,q. lu -I. ICUH
qanio .le 7 7 res !
Paiprmot, poi-, o no^so j lesaeza inrmus gal ta*a iHumiua-mo* noite e
'ara por roe o dos motores a Ras, poieraoa por
tj moirn>o'o as nossa* m-rnmas; oma in-
v C* q : BB'e"M <"" t> i nuda
Esrola rrup*|id-ira da R -a Vtata
Aliri-aiO Se DO d a i* !< co -euip e cons-rva
se.bao aber a* ate o da 15, oe-sa escola a<* ma,
.nco'as oroloirlas para an dive-sis series do
corsos o eraralorios e normal.
Oa preiendpnt-s deveru dirigir sn a roa do
Hos nino o. 10 das 6 as 8 no'KB da ncie, qne
ani achara' qaetn Ibes d as instro co s neces
-ana*.
Trllnss Urbanos de OHnaa Em aa
s-raoiea er.i 'Xtraurtii-iana ieve ao meio du ne 9 do corren mes, os acciona
as da Compaiima i'riin s U'banus do Kecif" a
Uiddi e BeDe ibe, pa a pr..iipnciareo sobr
o qup p--.s.rpy o deceto n. 117 A de 15 de Se
temnro de 891.
Oprranua Cignrrelt'os O UdrlP-Pio
des es opsrariou (un.cioua no uia 7 do no 1-..ntar do predio h 21 da ra da Pdiha,
ft na.
O Tutri Caibaei.Eac}nlramos no
< Mer. ui.i), > ae Vaioaraite, mais pjrin^uo'ei
da e'uni,a i oo ooio vul'ao Cilbaco.
O l i-uia aaa ca ver-ag Oeade o da l-. de
Detemoro .111 o Mercarlo a e-a cao do
val.-ao Calnuco. Nun 'a presenciamos e-p- l,-
calo igual ao que vin h nestes nas e o val. Sj
ser mu) o tempo talvez o alvo de curiosa* vis-
tas.
Cootemplaado-o daqoi, a olrit desarmado, *
se. oma graude cnlomna de amac< el-van h -,
t altura de nais d- mil metos, com ura aiame
tro de daipotos mus oa menos. Auxiliada por
u o ocalo pode-se oDservar qoe na oo'da d-
ilanraiera despreuie se ura cir ol-i averiuelia-
>o que de quando em qoaado sube a dez
antro*.
A' ooite > esneciacora mais interesstnte : a
columna toma ujjs i' avermeihida at o mera
eiuquaoto a fomacu Ke cenfande cora as uu'eoa
formadas D-lo mesmo volcio.
Codo o'.qu disumos vii.ie e ci o leijoaa,
mus nada podemos dealn^r; ma- por iilorma
vOes colhidas de pesaoas que vivera a du tres l-'.-iijs ao valcdo, cora qae u (aliamos, stDe-
nos qae a la a exueliMa, a'ie formando ros
oas (rali.s hHeras* do vulcu, lava qae laceo
na as matas pros, mas, des.rurado taao o que
eticonira era 8*o caminbo.
Mui as familias aoandooaram os seas la's
peta i n-nin-n :ia di p-r.no e lo los os pasto lo-
rao desunidos pela ebuva de onzas, e soraeni^
a ijus leguas ao vuicio bi bamuntps.
A qaaondade de cima arrojada p-lo vul'ao
i lem Sido tal qoe OOS are lores do la<0 1,1 eiuU
loe f^ruiou-se no too uraa croata de om quarto
le poljegida de ejp -s-u -a.
A chuv de craza ate aeara tem cbeeala o
Usureo e a S. Paulo, cabmdj maior quaoudadt
nesta uluma e.iiide, scguraraeoie jor achar-ue
a mal r altura.
r*oi a 9 t.o correte qae prmcipiou a cahir a
cinta, |ii eara a g ole ereduia e i > 8>i!llJl UO |Q'M fin il.
3 61 :7l A AHiauga Liberal, > fallando do volcSd, diz
3:0.0: 51 'amn-m :
0 oalonco es aeora fanccioaando com
601 WO nouita aciividade e eio algu:s las tera-uos dado
espeLticoins imponentes.
N ; da 5, por exemplo, contemplamos po
ba lante lempo gigantesca columna de fumar
par aerla, de certa de dou* mil meiroa ae
dimetro e da altara de seis a oito mil raeiro<.
fl jcioando no ar sjb'e o verilee do vulco. No
quadranie de no-oeste o s-u aspeto era o ue r. -
> oedoa irregulares agropa ios, emqum -< que oo
qaa irante d- este pareca esmorooar 8-) em
cbava d- poeira.
Foi cortamente essa impoateravel quraiidade
de cinza que erario todas as raaias secntares di
Rio Brauro e Ke oncivi
No da 6 conuuuoa a meana fuoccaj. Feliz-
mente, para oi, ha poaco vcQtj necia ptCi do
a n o
Mu r rendimenlo-A Sjuiia: vi, do-
Esu ras Un. i e a cumpaobia de sega os de
vi la qu tem maior rendimento do muudo ; so-
l i [) ,i a to 'as as outas.
Bous canselhoEscrev.raro-nos dessa
VIII em 31 Oj UJrZ tilUo:
Coeiiou, o das, a e.-ti villa o engerbiro
Dr. M sael Domint-es da Silva, qoe velo com
* Ex na. familia tizar residencit e.t-p nos.
Elle e outros ciilegas. espera ios orev-M.e -
te, va j dar c imejo a a IraDalnos do ramal C--
via-f'-'re i. que oeve liiar esia vil a t ama d.i-
p-tages oa e-trana do sai deste Estalo, eotr
Garaibuns e Palraarea.
Hi .:ra.:.ie a iimngSo pir tao auspicios
acont-'iraenio, pareceoio f*a de dov da que
este munii ipio vai fai-r (tgura salte te e van
iajo-a entre os outros do EsUdo.
POde se m-smo prever, desde j, que elle,
pelo sea ar temperado e salaDerrimo, ppus sua-
immensas e admiraveis riquezas nararaps, pelo
xtraurdiaario ueseovolvimroto de sea commer
Co qusr de aigouio, quer e caf, e qaer e
ereats, ir ter ranoe augmento de popaiagaj
certa de seu ombaaie futuro ; tornndose a m
de tudo am poctj, de preferencia p'ocorado.
pira o r-stabelecimemo da raude alterada.
< De Aguas B-iias e de outros p.-ntos do vi
Btubo Estado dis Alagoas, maltas peseoas qui-
nQcadas lem mu:ado sua rea.oencia para esta
vi la, aljamas das qoa-s pro. u an io logo tom
p ar ca-as. para aellas aorirej estabelecimea-
tos commerci-as.
x-ede lalvez, de vinie e cinco o numero
de casas edeb'cadaa e reediBcadas no anno,
que lioda noje; e. apezar re semelbaoie cier
cimento, eocooira se eoorme d fficuldade em
bbler nma. por aluguel.
Aquellas que. era lempos nio mu lo distan
tes. eram aluitadoB por oito ou de mil r'S,
es S". acioalmeote, por multo mais do duplo.
Di, po'pm, ama nota dissooante em to i.
iSo karmomoso e prouetledor, e est ella oa
grande por^ao de cr-mmopos celebres que in
f-siao moai;ipio, depiorave circomstarci qoe
mi iu tem -concornao para Kvar o desaoioo o
espirito de bomeos boose pacirlcos, justamen-
te recelosos de quaiquer mai qae de semelbao
le gen e mes pie advlr.
< B' oara tacio de tamaoba g-avi la le qae de
vem Ungar suas vistas ai autoridades cunero
res do Esiado. fornecendo as do moni -.i pi meios
ororanto.- e decisivos para amputaco desaa par-
te gaogreoada ao corpo locial.
E para to irrporiao'p operacSo sao impo-
tentes os instrumentos arurg eos locaes ; s > ne*
ce88ario8 appareiOos u.o loruos e apsrfeicoados
maQpjadoa po* Oabeis mos.
O medico de casa, por lagos de parentesco
e de aniiiade, seoie maitas vei^s treme'-lhe a
rpao, jasiameote oa hora em qoe ella mais fir-
me e sean a deve ser; e a'am a improticoia-
,e do meio empregaao...
Parificado o ma icipio de eemelbaole man-
cha, para o qoe aevemos contar om os bons
desejoi do adoal goveroado- do Estado, esp -
rito re.to e jusiiceiro e qae tem dado sob-jas
p'ovas ne qae nao Ibe 0 indiOereaie o progrer-
so moral faltara pira qae ioqu- ao ma< alto grao dp
p-rfete i, qo- .- trem de ferro, acorde tigre se
cerro e espante os caboclos us.
era l-igar uauui a Deoc&o do novo e
grande sino da matriz, para > que fj-o fei
los m itos convites de p-ranym mos pelo vi-
gario da fregoezia, padre Jol.i M -riues de Sjo-
sa, aacerdue j cooOpcido pelo sea maosavel
selo e solicitode em assamptos de sea cargo
Fregador emrito, maoejm io fcil e elo
quealemenie a palavra na trinuau sagrada, nao
cessa o referido vicario de, qoase lodos es dia?,
fallaras soas ovelaas; e peoa que ob aeue
onselbos, aerapre inspirados no nem e em mo-
ral pora, passem desapercebidos ao grosso do
seu exerciti.
As chavas oes'es ltimos dias tem sido
aboodaotes, e nouj-se lndisive alegra nos cria-
dores e agri ul torea.
0 muuicloio est em pai, sendo mal apre
ciados pela qasi titilidade de seos babitao
tas os desgranados acn ecimeotos da comarca
I mil oobea de Aguas Bellas.
Sempre qoe me fr possivel, dar-lhe-het
notii'ias doaia ierra
Vsjlades a vendaUm volc&o i venta ou
antes, para ser exacto, doos volcOea venda'
nao oaanc] tao chapa, assim que o mereja
ser desprezadd
Existem na Islandia, lis certa folba londrioa,
.doas gandes volcOes: o Strokka o o GejBir'
que perleocam .a qm paricolar. Es;e propne-
nro onico no seu genero de propriedBdek.qoer
.j.. i u e i o t-i.iu >- p ia
ranos, cerca de 'eziiio n-nos dp rpis. O ^u
nuncio veai m fuma (ffi'tai de Dinamarca e
qn-ra qo z r ser p'opn -ta-io de Vol-Oes escre
pra C ennifpn.
Valor daa rabecas Todo* coobecem o
va or Vf a! ia ra-ipcis le fab-ic ntea celebres
anda qu' Di ucoa eooneg u o n-a valor artis-
tl-o,
Uo d is ma'8 nerf-itoa S"adiva'ios qqn seco-
"1PCP, lim VIO'0'1-ello qne p-rienrpu 80 rei de
H snai-ha, C ti .- IV e qoe o Sr. Bia comnreo
:n 1838 pr 7 500 (run-io4, loi o mci onssado
ven 'ido por 8 .OJO fr.ocos ao Sr. Hill, um dna
grandes l-b-icanips de losl-omenios de r>>MS da
Inelaerra. O p eeoso ins roraenio env--Dlfla-
no pr.moro-ai.,erite oe vprmebo e datada me
mo- poca dolceipb-e fab icaote d Cremona.
Noiea iastr ment de arco a'tingio a nrpjo
sp-iT-IOir.t* iqu-lie. O rr,1C'J uns el-vado fui
, agn tf o vnion-ellj de FnncUomme, que cus
ion 101 00 f-a os
O itiiteqiim da Beiscbstasj -No par-
'a'Ueiito aicujao O i-ilt-ijaiiu, qu-os franc Z-8
enaosaa jrevrtt-, representa import-ute pa
p-l.
A tabella de p-ecos dos p stM a das hebi la
niarRaaa dpI m-sa do R-"i'.n-t-.(. Ao meio
ia os depnKdos qoe qoerpiri aliiog roo n t-
qatm n a ecoih-" do-is .*6na8,doesh rs-n'cei-
rre dous assados, dnos lasa ose s-iore m--ei,
n-ia .un ia de a tnirco SO pfanioi; a meao>
le 21.
Paraos deintad-i cathoUcos o bo'eqnineiro e
ob-igno a preparar tolas as sextas fesras al-
tjen* pratos -;e o-ixe. O co.inbeirj do Reich
iai r->eeoe le ordenados 3')D ma eos. crea de
350X por m". O i m-mbos do Cons-lho Pede
ral auen tign-tu na n*a eolrar no boteqmm, p
quaod.i qae en m-r-nlar, mandan i ater an
seu gabinete os pratoa e as oenidas que p:vfe
rem
O i lepoiadu) que demoram-se rama ten-pi no
lu- jo m d.j que na sala das sesS'J-s. i-3o CO.
pados p-los outros com issao do viuho Crum-
p en- .
Timbem se :.p- I '.~.:n g-apn Sch iiz do
n 'IDP do neeociante de Vanos fornecedor dos
reiii o an'p do R-icn-'ae.
Biqurin.ii brasilnlras Encontr>mns
o lu.-arc.rt -le T.oDate, a seguiae nit-
ela :
C-rasta quj nas sondagpos a ja j8' o Sr.
Wi liaai Calderwjol proceoendo nos 'errenos da
taO'ic* de k-is e oteo ra.npr.ies, tora si io pn
suatrada rama las mtanle mportaiies dp car
vio de pdra, p.-ofnadi lade de errea de 60 a
Si raeirts
Cmsilerando s qne essis sondagens o ser
anda oprofondadaa, de rarpor que os resal-
tados a ooter dos estoicos do.in:e!l.geuti gcO o-
uo seto anda mamrps e melho'es.
Hessa la'uuo divaigando esta noticia, nio
crear embarazos ao f-rreo esf 'to dn D-. C n
t-a, proorieta-io da fabrica, e lio smpQ'e nos-
so dnsejo animar essas pesqo'zas importantes do
no o sob--olo.
Ja noove qnjm tiaevse qoe pm nn fatnro nao
remol TauOai fo-n-ce.- a o taz de nluoioa-
C>oubii:i : ."na te* v^i ra.is e as lo Rio de
Jau'ir S. Pai-lo, Sinios. Catnpi ias p ostras e
ta-rn 'al disse f-q o mi-!l eenie engpnbairo ci
vil que noje hoorosarne-.te fo nomeaia para di
recto- -a eseo'a poty'pci i ica de S. Paulo.
Casamento civil ?st to ne rasa-
ment que lascotooa nos d-.-trcins do R-cife,
Samo A nonio. S Jjs e afolado alixou ua rr-
nar ijao do registro de casara--nt03 ro 13 d-
Nivemb-n, amiga -lo Imperador, 0. 75, ;.r.meir
andar, edities de proclamas de Casaraeolo Uo.-
iagniatei oatrabeaies:
Se.uui!.-! publicaco
Josp Bernardo e Lt ui Ctzu uO, artista, re.
si e ts na f egoezu .ie Santo Amonio, cota Ma
ria Joaquina de Santa A na, residente na f e
?i)ezu ae Alagados, sulteiro e n.tiraes deste
Es:adO.
Ba.tnazar da S'lva Campos, natural de Por D
al, arusia, cora Mara Apngl oa Silva Cao,-
pos, Datoral dasi- Ei^do, sol ei-os e residente
oa frpuoetta op Santo Ao orno.
sencoraia ao Recife, ao da 3 de Janeiro fot a
segainte :
Exista m..... 671
Entraram..... II
Sahtram .
Falleceram
Existem .
-----717
13
1
673
5 798
grado
6 m. 2fi'6
9 > 27,2
iS > 28*5
3 t. 28.'S
> 27.8
nio do Humi
vapor dude
1-.0S 73
18 74 70
2t>05 71
19,25 66
19,42 70
Recreativa S le FeverelroAra i lia
i 3 oras la td'de, reuueui-se os mjrabro3 des-
sa b eleda le, em aeesae de as emola (erbl lia-
ra traur-iti de diversos assnniptos, em saa t;e
a pr-ca Maciel PiDQtrg n i5, and- r.
I nlao Econmica Bencflcente de
AfOKidoi R un e essa -O deaa.ie em a-
seoiii ea Ker. 1 no eia 9 do JOr'entp. nflas 6 h i
ras oa larde, o roa ae S. Mivuel o. 37, ura p <-
h 1er a Plel^o dos caraos de presiente e 2
secie a*to qoe 88 acbam vagos.
Iniurnoru a S. umirrio mirl-
tlsaoRecife, 3 de Jinetrode 1893.
Boletim metenroloinco
Horas Term. cents- Barmetro
ia 0
757-42
75 85
758->8
7SV90
759 29
Temperatura mioima 26*00
Temperatura mxima 30,-oo
Evaooraco em 24 oras ao sol 8 tro.
Chava aulla.
"ireccao do vento ESE com iotertopcSes de E
e SE de meta ooite ate 1 h. 12 ai. ar tarde ;
SSB e S- alternad s ate 1 n. 42 m. ; SE com
interruocOes de ESE e SSE at 8 h e 06 ; ESE
com interropcdea e E e SE a meia ooite.
Velocidaae media do vento i.ra 8 pnr se
gen do.
Nebulosidade media 0,55.
Boletim do porto
Prea-mar ou Das lloras Altora
oaixa mar
B. M. 3 de Jioeiro 7-30 da m 0-65
P. v 3 de i40 da t. 1.-95
PassngelrosChegados da Europa no va
por f anos Oreooque :
Juo Pe i-o Uuima'es Coimb-a. Hmoel Gomes
da silva, madame R uquay-ot 2 liihoi, mida
me V!entine Dobois, Abel Farcey e saa se
acora
Cnegados do sul no vapor nacional Un -
Jos Lesa, Joaquim R bello Antonio H L-i-
te, Mara Satornioa Pr .uca, major Leandro Ri
beiro, Manoel A. Mel-e, Caolido A. Mello Pedro
Aff raso FigueireJo, R.U Mina da Con:e ao F- -
1 x Piut e Souza.
Sabidos para o norte no vapor nacional
fO io ia :
D Pedro Rayol, Alfredo Xavier G. de Alme1-
ds, Dr. M'goel de Sooza e soa seonora, Joi
Silv D-. Manoel Azjvedo S Iva, OdHoo F. de
Carvaibo, J-jn A deMedeiros. D*. Manoel F.
Sa A itun-s, "ui sei.bara. 3 lilh is, 1 prima e 2
criad .8, Dr. Jis J. de Oliveira Pas. Dr. Joaq-iim
G Lera, 0-. Francisco P. ios Santos T.cra in-
Atiasile F Bailar e 1 fllba, Mnyis CaO-n. Jj-
F. da Costa Meira Balotno M. P. de Azevera.
Antonio Soare-, Joaiu m Ferreira, Miguel Alves
Gil. Aao-tinn- C. Coimbra, Amelia A. Dallas e 1
rilha Fra'oi-o Meotei'o And' A. da Coa a,
Tbeoobilo H llanda. Ildefonso K t-ves, Jos F.
de Faros Joo P. de Moraes. Thomaz Jo Dr.
Manoel J. do Reg, soa a-ntiora e 2 ti I b 8, Frao
cisca M G. Paiva Jobn Hild rbeim e sn> seohj
ra Jo-F. de M ora e 1 rilho, Delmiro A da
Silva R. Mata, Miguel A. P. Ma lias. Joo F ti
Costa Lina, Jo-quim R "a Silva. Jor Gomes
Ferreira Maia. lente Jos Paulino Rodrlgu-s,
Tbomas U. F. Mello.
Sabidos para o sol no vapor nacional Per
narabocj :
Dr. Caelauo de Sonza Ringel, Jo3e G. da Costa
e SHa. Dr. 'Booifacu de Arau i Faria Rocba,
sua seobora. 3 Bb se S tildas Dr. Franciseo
Lais da C. Daira e soa seubora. Ge i'gps Evans,
TnomazF.de A.utno. Maria Fra cis a M de
Mello. 1 nna e 1 criada, Hugo Felicio e sua mi,
12 pravas do exercito, Manoel P Rocha, Miguel
de Barros Liia, Joo i. da -tesurreigio.
Casa de sveseaiesaaMovimeuio dos pe
sos na Casa de Detea(ao do Recife, Estado da
Pernambnco, 3 -e Janeiro de 1894.
ixmtiam 460, entraram 4, saturara 1exis
t 463.
A saber :
Nacionaes 438, mclberes ii, estrangeiros 14
Total 463.
Arrscoados 405.
Bons 381.
Doentes II.
Laucos 3.
Loncas 0
Totel-40S.
Movimeoto oa enfermara.
Teve baixa:
Herculano Jos Lelte.
Hospital Pedro II0 moWmento desse
estabalecimeoto a cargo i Santa Cisa de Mi-
Fiiram visitadas s eofermarlss pelos segaln-
t-s mdicos:
D Barro* SoLrinho. entrn as 7 da tnanhS
e sabio a- 8
D-. Mai.,quias e trou s 10 1,4 da maabS o
s.-hto as t 1,4
D- "erardo, entroa s II liida manh esahio
s ti ||4.
Dr- A-onbio Ma quss, eo'.roo s 9 1)2 da ma-
nh e st:i) as II.
Dr. Loops Pes;6, eatroa s 9 da mbnb esa-
hio S <0 1,4.
Dr. Ve ra da Caoba, eatrou s 101,2 e sa-
bn as il 1,2.
D-.Basio* e O'vptra, entrn s 10 1,4 da ma-
nbii e s-.bio s 11 Ij4.
P a ras-ho-iim --'ii-ou aa 8 12 da manh e
a-.'ii a-i 2 da tari.-.
A,oda o i ou as 6 3,4 da manh e sabia
is 5 ti 1a tarde
Comiierto Publico Ooituario do da 2
de J ii- ir, i- i89.
Alfr^a i Le nos -e Araujo, P^roamboco 37 an-
008, tedio A'itjllO.
Samuel U. das Cbagai, Pernamboco, IS me-
ice. Grifa.
Ljiza J.i-epba a CooceiQa, Pernambnco, 45
anus, soiteira. Boa Vista.
M-ria Auelia, Pernamboco 3 mez s, f?-fa.
Francisco P-ttx Gomes, Psrnaubuco 32 an-
n s solleiro, Recito.
Then-zi Waria i"; J;8U?, Pa-ahyoa, 45 annos,
viov^. Boa Visu.
Euui x Mana da Conceigo, Pe-namboco,
mezes, G aja.
Un fera do sexo masculino, Pernamonjo, S.
Jos.
Joanna Mana da Concejero, Pe'oambaco, 7#
anuos, viuv, Boa V'8ia.
f'piismn Jos Glints, Pernambuco,60 snnos,
sjlleiro, Graga.
3 -
Anna Claudioa de F.citas, Brazil, 34 annos,
viuva, Hecife.
M noel Ferreira do Nascimenta, P^-roaraoaco,
4i aano?, sol.eiro, S. J .
Jos iuru de Saut'Aans, Peraambaco, S.
Jos*5.
G egorio Lopes a PorcloQcala, Pe oambaco,
60 annos, rasado, Rec te.
Gaidm i F aocisco Pereira "a Cosa, Pernam-
bu o, 28 auins, sol'ero, Ra Vistn.
Fi-miua, Peroaraboco, 3 metes. S. Jo.-.
Un pio, Pe'na nbeco, Aiogdo8
J. o da ,S!iva L"na, Pernamboco, B-a Vista.
Julio Vidal oa Veta- Crot, PerDambuco 28 an-
nos, a-a o B a Vista.
i
i
MUSICIANA
EPHEMERIDES LYRICAS
o de Janeiro
1809 -Kasee em Hambnrgo o notavel compe
uist.i Barlhdlov Feliz Mendelssohn.
1870 Em Vienna caLta-sc a opcretla Fati-
niiza de Supp>**
188i No tlicalro Savoy de Londres vai a
scena a .opera Prince Ida do maestro Sul-
livan.
1887 >'o "al Verme de Milo canta-se s
Fuust de Gounod.
1892 Etn Pisa, vai a scena a Sonnarabuta
de cllini,
1893 -A opera Ada de Verdi, vai a scena
no thealro Regio de Turim.
O AUCTOR DA GRAN-VIA
Causou effeito em Madrid o que aconleceu a
Chueca, auclor da Gran-Via Fot, na via pu-
blica, victima de ura roubo Os tres ga unos,
que o assi.ltaram, sabendo quem elle era, lem
brarain-se do famoso trio das vaias e man-
daratn-llie a seguinte caria, que reproduzimos
em i espanhol, para nao tirar-lhc o carcter de
oriinalidade:
Seor maestro Chuecarerdone el disgus
to que le hemos dudo ; f/norabaraos que se tra-
taba de Vd., al saberlo por los papeles y
cumpliendo um acuerdo que por humanidad ha
tomado el gremio, le devolvemos los documen-
tos y los sessenta duros y adems otros cince
que le rogamos admita como muestra de azmi-
racion y respeto al guripa de mas pupila
que tiene Madrid.
Permtanos Vd. que guardemos su retrato,
porque pensamos ponerlo en sitio de honor ea
nuestra academia .
Assignam essa carta o rata 1 Pelos,
rala i:> Chata eoi rata 3. Lavapies.
COMPANBIA VERDINI
A companhia lyrica Verdini est Irabalhande
no t*estro Phenix, do Rio > laro, ondt estreo
no mez passado cora a opera Aida .
O CORACAO DE TALYIA
Ha pouco tempo o Dr. Abel Jeandet fez doa-
co ao rauseu da Comedie Francaise de um
fragmento do coracb de Taima, que sera ex-
posto em urna vitrina especial.
Por esse motivo, a direcc&o da Casa de Mo-
liere Icmbrouse de enviar a imprensa a seguin-
te extravagante circular :
Pede-se, em falta de um fragmento do cora-
cao da Grande Rachel, ura oedacinuo de sua
garganta, de onde sahia aquella vox admiravel,
que encantou urna gera(o inteira.
Deseja-se o dedo mnimo de urna das
mos, ou arabos se fr possivel, de Mlle. Mars.
Era falta desses dedos, a directora acceita os
dos ps que ella os tiaha muito delicados.
De boa mente seto expostos na vitrina
os narizes dos grandes cmicos, os olhos daa
grandes coquettes etc., etc.
Roga-sc, emfim, a todas as pessoas, pro*
prietarias de quaiquer fragmento de algum ex-
membro de nossa omedia o obsequio de nol-e
enviar, ou pelo correio ou em encommenda.
Taes fragmentos serlo tratados com todas as
honras que Ihes sao devidas.
Consta, alan disso, que todos os membros da
Comedie Francaise resolverarn legar ao mtlr
seu, em testamento, urna parle quaiquer de saa.
corpo, o que se tornar sem duvida una das
mais curiosas collecjOes do mundo.
400 OPERAS
Em 10 annos, isto desde 1870 at 1880, 40f
operas novas se cantarara nos theatros de Ita-
lia, das quaes s 11 forain julgadas dignas de
apreco, e sao estas: Dolores de Manxocchi;
Ero e Leandro de Bottesini; Papa Mar"


I
HfGfVfl


Mari* le Perita
I
'.

3000; Napoii di Carnaval! >,
a n Goarany', de Carlos Gomes
or Rosa do mesrao auctor; II Cont
Yoae *, de Li*bani I Viandante de Litta ;
La do meso*1auctor; 11 babbeo e intrigante ,
de Sarrta; Le donne curise de Uaiglio:
Ada de Verdi; Proraesi Sposi c Me-
phiatophelea foram 4 scena antes de 18-"0.
PREMIO MUSICAL
Ha poucoo tempo fot oTerccido em Turim, um
premio ao melbor cauto popular i'uliuao. Apre-
sentaram-se -53 competidores, e o premio foi
dado a Giovanni Taverni, que recebeu a sua,
educacfio musical na Allemanha.
Porabi se pode avaliar quaes as tendencia!
masicaes actuaos da Italia.
CO POSICES DE GRETRY
Unta das boas composigoes musicaes de Gre-
try, o Julgamento de Midas foi pateada na
corte de Franja, cmquanlo era applaudida nos
meihores centros musicaes de Pariz.o que le-
vou Voltaire a dirigir ao maestro a seguinte
quadra :
, La cour denigre tes chanta
Dont Pars disait de raerveilles ;
Gretry, les oreiles dt*8 grands
Sont toojours de grandes oreiles.
A VIDA TREATRAL
O Sr. Hean de Weiadel publica no Paris
m artigo muito oferesaantecon* este titulo.
Tratando daa excursOes, na America dos
grandes artistas, dii que as pegas de Mme Sa-
rah Bernhardt que mais agradam no novo con
tinente, sao La Dame aux Camelias, Adrienne
Lecouvreur, Frou-Frou e quasi todo o reperto-
rio de Sardou.
Co o Coquelin a peca que mais concorrida
11 tille, de la Seglire.
No genero musical, fra o repertorio de Wa-
gner. que vai triumpbanao por toda a parte, o
pov das Americas prefcre as operas de Verdi e
de Meyerbeer.
Diz o mesmo escriptor que quando Mme. Sa-
rah Bernharlt parle em excursao artstica, re-
cebe de antemo urna garanta de 5.000 fradeos
por cada representacao e mais a de um tanto
sobre os lucros.
as suas tres ultimas viagens America,
duas das quaes duraram 5 mezes e a terceira
S, a grande atril recebeu quatro boas milbes
de francos.
O Sr. Grau, seu empresario, ganliou com es-
sas mesmas excurses, dous milhes, o que ja
respeitavel.
Coquelin menos pago do que Mme. Sarah
Bernhardt. Na empresa costuina ter -3.' 00 fran-
cos tixos por noite e na Aa. erica a mesma
quantia e mis um terco da receita.
Na ultima excursao ganliou 300 000 francos.
OPERA DE LEONCAVALLO
Estava marcada para o dia 9 do corrente a pri-
meira representago da nova opera em 4 actos,
de Leoncavallo, I, Medici no tbeatro dal
Verme, de Mil&o.
O libreto ja deve ter sido publicado.
Os interpr. tes principaes da opera serao: o
tenor Tama^no o bartono Beltrami, os baixos
Scarneo e Contini, e as primas donnas Stbele e
Cinc Pizzorni.
Sexta-feira 5 de Janeiro de l*5M
LITTERATR
i
Huca e menina
Amo-ie moiio O peito me suspira
Em ancla e magua Q rtmoaes fervores...
Por ti. por leo* pt-rfomes, tena amo-es,
Toda mian'alma em toreos desrira...
Mai de one serve noluc-r a Ivra,
Uaa om8 rompo' aos ten-* primores.
Ser.>8a abert em bonacs frescores
Nao compr".neDdes o que amor inspira?
Doces estrophes qoe to'dlma Pngeila
Como joi sem prego, p-qo-nina,
Que a ua i venta e, bonlanao, enfeita.
De qoe serve te dar ? Raii me eosina
No corago nao es seno m^niaa ?
Epaminondas de Albuquerque.
TrancendentalisDio
A Mano el Akao
Livre da magna, que meo ser devora
Eo f cismo as vezes ( tas bom ecismar!)
Cena o a ave na selva cania agora
Sinto o men coragao Umbem cantar I
Sioto amor, a poesa, a eterna aurora
Qu* na no:te do peito vern brilhar...
Toda a graga das cousas que avigora
Tjao o eonno feliz, se islo eonhar.. -
E entao minhMna, oh I flor, qae te presente,
ene sos vra por tilib-ria e c ente
Toa em tuse dos valles celesliaes...
Tolo esguecodo pek s leus sb'agos
Nesse imp-i' p vel templo dos espieos
Na ccmmucho dos g.ios etern-ps.
Olmdo Nstor.
PERNAMBUCO
Caixa Econmica e Monte de Soc-
cmiodePernambuco
Balando em 30de oezembro
de 1N3
CAIXA ECONMICA
Activo
AKaDdeea de Peroamouco 4.153-141**40
Montede soccorro c/ de passagem t5:38^Q0
Caixa 5:202*000
4.17 :66i*330
Passtvo
Depsitos em contas correles 4.170:661*530
MONTE DE SOCC'OREO
Activo
Emprestos sobre penhores
Movis
Apolices da divida do Estado
Caixa
XJSJX 3NT. lO
Concclho Municipal do Bom-Consolho
O Concelho Municipal da Villa DECRETA
Art. A receita geral do Municipio da im-Consellio para
o exercicio de 894 oreada -na quanlia d* i mOO0 reali-a la com o producto do que for arrecadada; no mesmo ex-
ercicio, por meio do- seguintes impostos
i.* 10 70 sobre o valor locativo do predio Majado, no pe-
rmetro da Villa.
jl #300 por cada predio no permetro da Villa, nao su-
jeto a aluguel.
cipio.
3. Tjuq por cada casa compruliendida no municipio.
4.* 60 reis por cada meiagua comprebendida no muni-
5." Dizimo de gado vaceura. cavallar e muar.
6.' Dizimo de gado cabrum e ovclhum
7. i3> por cada re abat da para o consumo publico.
8.* 8" ris por cada pe le de .iuo cabrum e ovelbum su-
jeito a este imposto o comprador, residente no municipio e ao
duplo os de outros municipios.
a. *i0 res por carga de cereaes exposta venda as fei-
rts do municipio.
S 0 50*000 per fabrica vapor para benoliciar algodo.
II. 20*0011 por bolandeira para beneficiar algodao.
112 < | 3. 20 000 por licenga para vender agurdente no perme-
tro da Villa, muOj as povoaces do municipio e a*OO as
casas particulares. Os depsitos pagarao 50HU0.
g i -. 301 0 por carga de agurdente vendidas no municipio.
S 15 2"01 por licenga para ser vaqueiro, de gado cabrum,
caballar e muar.
S 6. 3*1)00 por licenga de artista.
17. 154OO0 por licenga de calderciro.
x. f>*iiM0 por licenga de carreiro.
9 30*oiK) por licenga de portas abortas de estabeleci-
mentbs coinmerciaes desta Villa O* m para os que couliverem
de fundo, capital nao excedente quindenios mil ris, e *0uU
as povoages do municipio.
20. 6*000 por licenga de portas abertas de estabclecimen-
tos commerciaps tora da Villa e povoages do municipio.
| ti. 111*000 por lice ga de cada oleiro.
| 2i. <0*OK) por licenga para vender cigarro no perimetro
da Villa e 5*'M) nos povoados do municipio.
23. 10*000 para mascalew miudezas no municipio
1 24. 1*0'O por cada cavado consignado a alinocreve.
| 25. 240 U por cada carga de caocal IV i ras do municipio.
26. 2*000 por carga de redes vendidas no municipio.
27. 2*000 por cada casa de fazer farmlia.
28. zO*OJ por licenga para vender plvora no perimetro
i da Villa, e lu*000 as povoagOes do municipio.
29. 2" ris por cada carga de sal marinbo, exposta a venda
as ffirai do municipio.
30 4 (O ris por cada carga de carne salgada exposta
venda as feiras do municipio.
3'. '"'Or.-is por carga de bacalho, xarque e peixe as
feiras do municipio.
g 32. 3"0 ris por carga de coco exposta venda as feiras
do ni un cipio.
33. 6 ris por carga de eructas as feiras do municipio.
34. 200 reis por taboleiro de quilandeira nos lempos fes-
tivaes
35. 3i0 ris por carga de rapiduras expostas venda as
feiras do municipio.
g 36. 6 0 r>Ms por carga de rapaduras de outro municipio,
exposta venda as feiras do municipio.
37. 20 ris por cada p de careeiros fructferos.
*. 100 ris por pella cortida vendida no municipio, su-
jeito a este imposto o vendedor.
S 39. 200 r-is por cada meio de sola vendido no municipio,
sujeito i este imposto o vendedor.
40. 2-*0 ris por cada couro seceo vendido no municipio,
sujeito o vendedor.
41. I "O ris por corda de tabaco ou volume, exposta
venda as feiras do municipio.
42. 2'0 ris por carga da tabaco, exposta venda as fei-
ras do municipio.
43. 300 ris por cada carga de co-da de craoh ou outra
qualquer libra vendida as feiras do municipio.
5 4V. 4 ris por cada kilo de queijo nacional.
g 4o. DO r is por fressunis.
46 1 0 ris por cada pao de cangalha ou csteira exposta
venda as feiras do municipio.
g 47 10*0 *J por cada engenho, ou engenhoca.
g 48. o*0.i<> por cada alambique.
5 49. 201 ris por cada rez exportada para outro municipio.
">0 200 ris por sangra di>galo cabrum ovelhum e suino.
S 51 20 ris por cada carga ae caldo de canna vendida
as feiras do municipio.
g 51 5* H) para vender calgados de outro municipio.
8 53. ui* g *i4. I00 >0 por licenga para vender ogos artilciaes de
oulrn municipio.
53. 1*000 ris pelo registro de escriptura publica ou par-
ticular.
g 56, 200 ris por aferigao de cada peso ou medida.
g 57. i 00 por aferigao de melro.
58. 24500 por 'icenga de magarefe
g 59. n>*0tKi por licenra para marebante.
8 M). 20*oO por licenga de nadara.
8 61. 5*001 por balaoga para compra de algodo flcando
isentas desie imposio as fabricas a vapor
g 6 '. 5 <*> por licenga par. edificar casas no permetro da
Villa. 1*501 as povoages do municipio e 2*000 pela editicagao
de muros no perimetro da Villa.
t>3. 23*0J0 por licenga de joaliieiros.
" 64. 20i ris por cada oarga de cal.
5 65. l*0i 0 por carga de gneros importados de outro Es-
tado.'
g 66. 100 ris por cada chapeo de couro exposto venda as
feiras do municipio.
g 67. lo*o O por licenga para usar de cortume.
68. 2000 por barraca era >empo de fusta no perimetro da
Villa e 1*0' nos povoados ilo municipio.
69. 10ris nor cada barraca ou banco expostos as feiras
do municipio s:m isengo de commcrciante ai^um-
8 70. 2*00 por portara de empregado publico.
f 71. 2*01)0 por cada cerlido passada pelo oncelho Muni-
cipal.
g 72. l*00 por arrematago de qualquer nalureza.
73. i*0O por (ala carga de assucar importada de outro
g 74. lOSOrO pelo cartorio de registro de hypothecas, 10*000
pelo de orphos e 5*000 ris pelo jury.
g 5. i*o 0 po.- cada animal cavallar, vaceum ou muar, re-
frigerado no municipio. .....
g 76. 2*000 por cada licenga de empregado publico muni-
cipal. ., ,
g 77. i *000 por cada busca ds papel relativos ao archivo da
Prefeitura e da Municipalidade
g 7* 20*"0 por casa de hotel.
g 79. 5*0'0 por cada vez que representar drama.
g 80. 20*00' por bilhar uo perimetro da Villa.
g 81. 500 reis por carga de caf exposta venda as feiras
do municipio e 2* 00 viudo de outro municipio.
g 82. 3*000 por cocheira que se preste a receber animaes por
aluguel. ... j
g 83. 10*000 por escriptono de advogado.
84. 5 0O> por cada cercado no perimetro da Villa, desti-
nado receber cavallos por aluguel.
I 8o lo*OiO por licenga uara mascatear objectos de cobre,
latao, estaoho e (landres no municipio. .
g f6. 15*000 por licenga para tirar solipas ou madeira de
construego. _________" _________
o exportada para
3 87. 3 o sobro o valor de deposite*
g 8* 1 0 ris por carga de carogo de
outro municipio.
hw. fojooo por. licenga para mascatear (atento vindas de
outro municipio.
S 90 iUO ris por venda de louga de barro aa feiras do mu-
nicipio.
8 91. 200 ris par carga de louga vidrada exposta venda
as feiras do municipio.
i 91 201 reis pr carga de qua'quer, nalureza exposte
venda aas feiras do municipio, nao comprehendida nos g ante-
cedentes
g 93. 15*000 por cafacu ba no cemiterio i ublico da Villa, e
terminado o prazo marcado no cdigo de posturas, cusiar o de-
posito em cada urna 10*00 >. \
5 94. 2*000 |or epullura commum, e de urna reservada
4*000.
g 9-1 3*0oo porcada ama exhomagao.
g 96. 2*000 por toguci de caiao para transportar cadve-
res ao cemiterio.
g 97. 10*0 paf^oncesso para edificar catacumbas no ce-
miterio oceupando cada urna treze palmos de comprimeoto e seis
de largura. |
g 98. *0-o por cada sepultura de criangas de 1 5 annos,
e 1*50'de 5 8 annos.
Art. 2.e A despe/a do municipio de Bom Conseibo para o ex-
erricio'iiianceiro de i94, H qual ser distribuida pela maneira declarada nos g seguintes :
PREFEITURA
g '. Vencimcntoe do Prefeit) 10 /, gobre a im-
portancia arrecadada
g 2. dem do tbezoureiro da Prefeitura que ter
a seu cargo o servico da recehedoria.
SECRETARIA DO COCELHO
g 1. Vene i meatos do Secretario, que tera a seu
cargo o archivo.........
% 2." Vencimentos de um continuo. ...
IHSTRUCCAO PBWCA
% 1." Vencimentos de um professor e urna pro-
fessora de inslruc V primaria na Villa i:""o*000,
sendo de ordenad" 7tK>*O00e de gratilicagao 300*0u0
sem direito a expediente nem aluguel de casa.
8 2.* Vencimentos de urna profes-ora na pov^a-
go de Taquary e outra da Prata i 20 *00 sendo de
ordenado 4'K)*oO e de gratilicagao 200* 00 ; sem
direito expediente e nem aluguel de casa.
FOR9A MUNICIPAL
g 1.* Sold de um Alferes Commandante. ..
g Sold do um Sargento.....
g 3.a dem de 9 pragas inclusive um corneta a
800 rs. diarios ......
g 4. Vencimento doC-rcereiro dacadeia. .
PODER JUDICIARIO
700*000
280*000
150*000
2:000*000
1:200*000
(XPJono
4tX*0u0
2:592*000
240*000
Vencjmentos do Juiz do 1" districto 1:000SOOO,
sendo de ordenado 70 i*ooo e de gratilicagao 300*000
g 2. Vencimentos do Escrivao do jury e execu-
gOes criminaes, sem direito cusas....
ARRECADAQAO E
1:005*003
240*000
FISCALlSAgAO DAS RENDAS
g 1.* Vencimentos do Fiscal da Villa.
8 2. dem do de Taquary .
% 3.' Arrecadadores de impostos no perimetro
da Villa 8 /9 sobre a i nportancia arrecadada.
g 4. dem fora do perimetro da Villa 15 Vo so-
bre o valor arrecadado.
EMPREGAD03 EXTERNOS
g l. Vencimentos ao administrador do cemite-
rio 23 Va sobre as rendas arrecadadas.
1 dem de um guarda do cemiterio 15 /o so-
bre a renda arre.adada.
DESPEZAS DIVERSAS
g l. Jury nlistaraento, eleigo, impressao e as-
signatura do Diario........
2.a Aluguel da Casa do Pago.....
8 3. dem dacadeia......
g 4." dem do agougue.......
8 5.* Obras municipaes......
g 6. Limpesas das ras. ...
8 7 Asseio e expediente do Pago Municipal
g 8, llluininaca'da Villa ...
g 9. Fardamenlo para a forga municipal
DISPOSigES GERAES
200*000
50*000
500*0^0
150*000
180* 00
60*000
2< 0*000
5n*O"0
100*'00
150*008
50U*0o0
Art. I. O presente orgamento vigorar em todo municipio
do 1. de Janeiro do anno vindouro at o fim do mesmo exer-
cicio, pelo que os langaraenfos devero ser feit03 de couformi-
dade um as suas disposiges.
Art. i.- Os encarregados do la-gamenlo entregarSo aos col-
lectados ou a quera encontrarera no estabelecimento ou predio
sujeito ao mesmo langamenio, um av so do qual dever constar .-
aj A taxa que o contribuin e fica sujeito.
bi Que dentro em cinco dias pode redamar contra o Ian-
gamento.
c) Que o pagamento deve ser feito dentro de vintc das, Q-
cando sujeito incita de 4*000 quem nao o fize-.
Art. 3. Fico obrigados aos impostos do anno anterior aquel-
les que n> tiverem pa_m contribuigo alguma este anno.
Art. 4 Os impostos de langaiumio poder..o ser p^gos se-
mestral mente, quando excederem de 25*0 H)
Art. 5.- Os empregados nao e ectivos do municipio pagarao
os dircitos de seos novos ttulos, le ando-se era conta o que ti-
verem pago pelos ttulos cora que anteriormente servio.
Art. 6." Ao r'oncellio Municipal pertence a direcgo e a admi-
nistrago dos cemiteris existentes no municipio.
Art. 7." Os infractores das leis muaicipaes sourerao a mult
de 5*000 ou cinco dias de priso.
Art. 8. Fico revogadas a8 disposigOes em contrario.
Sala do Qoncelho Municipal de Bom Conselho, 26 de Dezem-
bro de i 893.
Candido Carlos da Costa Vilella,
Presidente.
Jos Antonio da Costa Gico,
Secretario.
Publique-se.
Bom Concelho, 26 de Dezembro de 1893.
O Prefeito,
Augusto Martiniano Soares Vdella.
Registrado e publicado na Secretaria da Prefeitura do muni-
cipio de Bom Concelho, em 26 de Dezembro de 1893.
O Secretario,
ui% 'Carlos da 'Costa Vilella.
97:861*7I6
6:126*627
1:000*000
29:200*130
atmo
Capital
Caixa econmica c/ passagem
Saldos de penhores vendidos em
leSo
134:i9i*4-3
111:066*911
15:318*290
7:603*272
T34MK)*473
S.E.&0.
Peina aboco, 4 de Janeiro dr 1894.
O gerente,
Felino D. Ferreira Coelbo.
Cujji nhn Expo tatlora le Al-
c ol e Aguar nlc
Acta da reaolff de aembla
geral ext aordlaaria da Cm
uanhl < i:iponadora e Aicool
e Agurdente.
Aoa rmU dia do mes de Novembro
de 893 a urna ron da t-rde, na sede da
C mp-bh a preBBrt' 26 Srs. Accionistas
representando 1370 95es oo*no do l-.vro
de presenca^ aclamado preside.-, te o
Sr. Francisco Boteiho de Aodrade que
convida para secretario o aeciouista Fran-
cisco M. de S. nz Qoiiveia, aps do qae
0 Sr. presidente declara s berta a seasSo.
O r. director presidente apre> tnta
orna proposta firmada pela directora noa
seguintes termos, q>e lida.
A directora da Compsnhia E. de Al-
0001 e agurdente, propSe para qoe aeja
substituido o art. 7. dos estatutos aeota
Compacbia pelo seguinte :
Art. 7 Estando raaliaado 25 |, do
capital social, o resUnte ser chamado a
medida daa neceasidadea da Compan^ia e
em prestscoea de 10 |0 com iotervallos
nunca interiorea a 3U das. Recife, 20
de Nove-ibro de 1893 Jos Joaquim da
Costa Mam.Cornelio A. Serrano de
Gouveia.
De accordo com a proposta cima ap-
prea ntada pula directora da Compaahia
Exportador de Aleool e Agurdente, ;
de partear a esta oommisiSo fiscal qae de
v>*roer approvada prl assembla geral
eztraordioaria. qae paroste fimioi convo-
cada.R cife, 25 de Novembro de 1-93.
Antonio da Cjsta Mello.-Pedro F.
Corris de Olive Submettida a disoussao e nfto havendo
qu m paliase a palavra foi pista a votos
tendo sido unnimemente approvada.
Nado mais havendo a tratar o Sr. pre-
sidenta levanta a sessSo aa dui>s iuraa
aa tarde.
Francico Boteiho d'Andrade,
Presidente.
Francisco M. de Sooza GouVeia,
Secretario.
Jos Joaquim da Costa Maya per si e
Pp. do Or. Jos Goooalvea Pioto.
Francisco M. de S usa Gouveia.
Pp de Aotonio da Silva Ramos.
Pp. de Mano*) Roberto de Qarvalho
Gustarlas.
Pp. de Alfredo Augusto de Madeiros
ilarqaes.
Pp, de KapoleSo Cesar Daart .
Pp de Antonio do C*rmo Almeida.
Pp. de Vicente Ferreira de Soasa Reis.
Pp. de Jjs Glioerio Sdrrano de Gou-
veia.
Pp de Cornelio Angosto Serrano dr
Gouveia
Pp. de Antonia Maria Serrano de Gou-
veia.
?p. de Aotonio da Lslles e Sjuzi Pon-
tes.
Pp. de Fernando Magalh&ea da Silva.
Pp. de Cyro Pedrosa.
Pp. de Antonio Soares F. de Oliveira.
Pp. de Antonio So rea de Vasnanccllos.
Pp da i .lo A. da C. Cartella.
Pp. de Jobo Nones da Cunha.
Antonio da Costa Mello.
>t. Pedro Fraacisoo Correia de Oli-
veira.
Joto de O'iveira por si e pp. do coro-
nel Ernesto A. de Sarros Franco.
Pp. do coronel SdbastiSo Alves da
Silva.
Pp. do Dr. Aatonio A. da Silva Ao-
cyo.
Illm. Sr Pres'dance da Heretissima
Junta Conneroial. Jjs Joaquim ds
C-'sta Mja> pr-si ir>nte da ompaohia Ek
portadora de Aleool e Ag ardente, re-
i"r V. S. se digne mandar certificar
e ni devidamaote ar hivaia a acta da
Tmbla geral -ztraor1ina'f< da mesma
Compaohia, reamada em 3 > de Nevem
oro propino fi..do.P. def<-niBeto. Re-
"ife, i9 ae .semblo de 1693. -J*
J>aqniiD da CosU M ya. Se-Ud. com
375 reis de psiampilnaa. O-rt.fique se.
Reoife, 4 de Ja eir de 1994. Oiinto

despacho suprs, qae a cta de qae tra'a
? presente petiQSo foi archivada na se
rjUria desta Jjnta Desta data, sob n. I.
') referid., verdaoe. Sabsorevoe nssig*
no. Em f de verdade.Saoretaria da
Jada 'ommarcial do Raoife, 4 de J-neirn
de 1894. O cfiioial maior Koaolpho Al-
o rt> Silveira. Sellado com 16509 res
m est.mpilbas.
(HKON1CA
De ama importauta rovi.i. p.nsieose
transplaoto para aqui aa segua e pala-
vr a qae nad mai nada menos, pareo^m
a na oarsipuga t Jhsda para a nosea ca-
b-c* :
s E' um faoto natural que n'um pas
como este em que a snmma de qnai to-
las as vontadea d egoitmo e pnbtiquism ,
-poia onde falta o goaio etthouco o amor
arte e o incentivo aoa que trabalham,
nda se olha o livro : romanoe, poesa o>i
tic bist jria ou phi'of phia, como um
araga sem come, onde s os colleocionado
res maniacos comprara rlguns exemplar s
de nov.dades Iliterarias oeste mtio as
,m pvbre, iudilTore te, deBalenUdor
im faoto notavel o appareoimeoto conci-
oo^ de livrop, n'ama laota homrica de
spirito, livroa principalmente, de poeta?,
os artistas do Pensamentoos mal visto.
x>r ezcelleoca, os menos presados, qoe -
lea qae se eaoaram oom um olhar de com-
paixSo e troca >
E O chrooiita qae nSo outro senBo o
Sr. Julio Lobato, termina esa* tira-a da
seguinte f.-m :
t Somos ferela, louvadi Deas em
gente moga cheia de nspirto, to^a entbu-
siaamo t creicv. Somoe (a eis em des
orever naj columnas dos jornaes a ooaaa
o.ftn-vao e o nosso amor a Patiia,
ornoa facis na palavra somos fer-
teis em talsotos finalmente dignos de
utroa meios
a-
ESPARTILHOS
Ei>ariiion.u jjoiuu. iturtCiOie, em aeda
ilKo-ao.
MEIAS p-eta e rte,cOres parabOBHBa,
00'* <> crisncss.
LEQESe vctarolss.
BliG -LASw-> i"oiais e mioioo*
RENDAS
Grande aorlimenio de bievhcremes, branco
^de edrag.
Gal Sea, fitas e bordados branoos da
odraa
PERFUMARAS
G'ao es fabrican es.
Espelhos
de ou'ros lcitores e na-
qoe comprehendam. Po
par dessa varve phei o
pr.fuida e aveotrr.da
nac mal, ha urna >xtensiva
tros cerebros
que tambem a
norial ha urna
ind ff renca
g loranoia, au m>&tada a-oda com a geral
de qaasi todus... >
linginnm os leitores nue quem escreve
as da sua propria patria.
Que dira antao elle, se preseociasse o
nosso desolador es3ectacalo a tudo qasnto
*e refere s lettras, e visee o afn que
*in ia montramos em produa r livrosdoli-
vro que s sSo lidos p. uo or, ou por algam desoecupado que pa
E-pelhos mtirt. para salaBlxotdo fabrt-
an-e H MaHTIN.
LRNQlS de cambala de liobo e seda.
CHAH80S e CAPOTAS para seoaoraaa.....,
30M00cada nm.
TOaLUaS, BRECAS e ootros BRINQEDOS
oara cnancJS.
ESTOJOS para costeras. CARTEIAS, THB-
SUR AS fioas para costaras.
PUNTES ESCOVAS para cabello, roapa, oohai e den-
les.
PWVflOS E COLLARIhHOS=~LimO
JARR'rS 4e I ,0CH 1 B '-nlt.
COBOAS HOBTL.SJklAS
Liadas capeiias e cruzes mortoarlaa.
VELOCIPBOES p CAUROS para enancas.
Alfredo, Ganches & C.
COLLEKO 3 BE JAVEZSO
RA 7 oei SETEMBRO N. II
Fate estabelecimento de iratruegao pr-r
maiia e secundaria d comeco aoa ae
trabalhoa lectivos no da 9 de Janeiro)
prximo.
O director,
B achare I Francisco Laitenka Lins.
Cha especial
< Bull t*o$
qae recebe mepsalmento
Marea
O cb especial,
Baxar a Bi-Visu < roa da Impertirla b. 88
< raelbor qae vem ao mercado, e, -vende-M
*(K) 9 llbr.
----------------------------------------- sa
Sem eontes*aeS*
Chapeara Raphael
quem tnaior e mais mcdernoeortlmento lem da
Cbaoos do todas as qaalidades.
Capolas de seda, palba e flores;
Toacas e chapeos phantasia para crean-cas.
GravaU8. flo>es, plumas e passarog.
Al(rrete8 pfianiasia para peoteadea.
Gases e veos de lodas as core8. etc., etc., etc.
iRna do uaro da VictoriaI
pela
fseto
-l-ca de igukl mana, escarnecida
maioria ? !
Aqui em Pdroambuoo entii o
iranspSa as raiai do phenomenol.
Apenca ama m-ig nfijante mi >oria se
preoocupa oom a'guioa 1-itura sadiapur
qae dos qae sioda nem, grande parte s
-cVh iotereaae em alborear im(Jea la.
ventadas da Urna pela baiza politioageai
=e aioda ha quem tenha a coragem de
publicar livroa de literatura !
Sao asaim dipnoa de todoa oa encomios
os mogos que se levantam para s^melhan
te empresa e qae ltimamente tm timb*a-
o e j mostrar mais do qae nano* o seu
v*!or.
E pra prova d'iato, ha viata o gran-
de numero de livroa qae ae acbam a pc-
blicr doa maia talentosos mogos do nosso
jea'ro litterario como sejam Artbur Mi
na, Oem sthenes, r ranga P-reir, Tneo-
tooio Freir Oympio Q-< N.-stjr, Pa lo de Anuda, Leovigildo Sa-
muel e outros.
NSo para fioar a gen'e estupefacta
diaote de taitn dest^midos que se arr -
gam altivos na lucta contra a couraga da
lcifftrenc. publica ?
Anda ltimamente surgi loe da pu-
blicidade em nvro sadio da inspimda mu
s de Carica Porto Carreiroum nomo
b-ra vantaj smente coohecido.
Um livro de poesas !
E, compre notar, no livre vigoroso, fors
te, que sabio assim com rea o qaem se
despreoconpa oom as pedradas que oa po-
bres de espirito posa-m atirar Ibe.
Tudo que se poderia diser de seme-
Ihaate livro, svntbetisoa esto Diario na
rpida noticia dada a seu respeito.
Limit i me, pois, aqui a enviar os meas
psrabens ao aeu illuatre auctor.
Mano el Arao.
P. s
A micha ultima cCbronica sabio con
tammada de erroa de reviaao.
Confio, poim, no leitor intelligente e
dcixo de corrigil-oa.
M.A.
NDCACOES UTOS
----:---------------------------------------------------.-----y
O Dr. Milel, em consequenoja de e-
i do de ruina em que se acha o predio
m que linha seu escriptorio de advoca-
.i inmlou se provisoriamenle para roa
u5 de Novembro (oulr'ora Imperador)
. 45.
Mdicos
Dr. Amaro Wanderley, d consultas
de 10 I hora, aa ra da Gadeia a.* 3
1.a andar, tulephoae n. 558.
ResidenciaRa Direila a'* 41 em
A Togados.
Dr. Joaquim Loureiro medico paftei-
jo, cousultorio ra d, fjadug u. 14,
.esidencia na Cu*-- ("'orle n. 5. casa de
azulejo, defroo'.'' .la igreja da Campia.
O Dr, Lobo Moscoso d consultas em
*ua casa ra da Gloria n. 39 das 10
horas da mauha 1 da tarde. Acban-
do-se fra do servico publico offerece-sa
para acudir a qualquer chamado com
promptido para fora da cidade. Espe-
alidiade, operacoes, partos e molestiase
de senhoras e meninos.
Dr. S Pereira. ra di Imperatriz n.
6, d coosultas medico-cirurgicas todos
os dias das 8 meio dia, menos nos
domingos e dias saoti Picados.
Dr. Arthur Cavalcanti. da co asaltas
ra do Mrquez de Oliuda a. 3, 1*
andar, de 1 s 3 horas da tarde. Resi-
denciaRa da Imperatriz n. 11 Ir
andar.
Telpphone (ao consultorio^ o. 558.
O Dr. Simplicio Mavignier tem o
seu cqasultorio a ra Mrquez de Olioda
MEMOKlAL
BAZAR
B04-VISTA
BA DA IMPFRATRIZ N.-88
Acaba de receber a ultima oovlade em
tBAUTA*
GBAVATAS de camoraia branca.
GRAVATAS de catnDrala de corea.
GKaVaTaS de st-riade corea.
6RAVATAS de seda branca.
GHAVaTAS de srda preta.
GRaVaTAS de seda crepoo.
GRAVATAS manas escocias.
B13CUITS
Liodo]sortimeoto de objectos de bisenita pro
prioa para ornato de salas, enfeiies de toillel( s
especisPB para preseote*.
OBRAS DE ELECTROPLET
sbticos para cbft.
banduas para copog.
JAL V Al UCORtlBOi.
BAKDB JAS Dar pi.
itoax* oaitSbs, MOLHtiaos, roas*. 'aaraAcroa.
aioos turubos e diversos objectos para presen-
te.
a. 27 primeiro andar.
EspecialidadesMolestias do appare-
ino respiratorio, fabre e da pello. N
Consultas das 9 as 11 na pharmacia
Minerva, largo do Terco e em seu con-
sultorio das 12 s 3 da tarde.
ResidenciaRa do Hospicio n. 41.
Chamados a qualquer hora e por es-
criplo.
Telephone n .56.
Occnllstas
Dr. Ferreira, com pratica nos princi-.
paes hospitaes e clnica de Paris e Lon-
dres, d consultas todos dias das 11 l
hora da tarde.
Consultorio e residencia ra Larga
do Rosario n. 20.
Dr. Barreto Sampato occul ita.
consultas de 1 s 4 horas no primeiro
andar da rna do Baro da Victoria a.
51.
Resideocia a ra Sele de. Setembro n.
34, entrada pela ra da Saudade n. 25
Dr. Pe* eir do Pars ; com p"afca ua clnicas ae Dr.
Whecker e Laodolt, d consultas de 1 s
4 horas da tarde a ra do Imperador a.
63. primeiro andar.
Telephone n. 588. Residencia Ca-
xang.
Droganaa
Ouimares Braga IfC. Ra Largo
do Rosario n. 34 leo graBde deposito da
objectos pertencentes aogenero.
Faria Sorinho & C, droguistas por
taacado. ra do Mrquez de Olioda ol4.
ClIaJca de molestias de olhoa
?Idos e nariz.
0 Dr. Pedro Ponlual, ex-chefe de di-
oica do professor Wecker, de volla de
sua viagem a Europa, tea sea consulto*
rio ra Nova a. 18. primeiro aodar.
Consultas de 1 s 4 da tarde.
Telephoae a. 539. ___________mg^
m

*
i
i





.
Diario de Pernawlmco So\*a-IVirq 5 de Janeiro de 1*tM
i




O Juiz de Direito de
Bota Conselho aos
collegas da magis-
tratura federal.
Conheeem todos os collegas magistrado
O interesae, que te ho maoilestkdo Da tr-
prensa e fr d'ella em tavor da setnpre
pers'g'da ila-a, que pertsncemoB.
Am>fd(>s de um* poseutadoria tor-
eada aquelles que nao toram aproveitado-
BU organiac*') das Estados, fui DCns*-
Tol em bradar contra tamanha iniq" dade,
Contra tao gr Ve ff.ioaa ao art. 6o ds
dispisico-s transitorias da Coistituicao
Federal.
E preciso nt> eaqaecer qae eo o2o
trabalhci e nem t : abaleo prdomo mea
Eorque cao bou m -i*traUo e.n d'Bpeui-
ilidade, e techo a innocencia de s-i^r,
como j diese slgore*, ^ e a actial or-
gn'**c'o da oug'B'rdtiiru do Estado et
SKM REMEDIO.
Nso aoQ, portaoo, advogado pago ;
fallo do- n;ere'a'ia e ge> eros%niecte.
i/ito ero, atn trroa re es r.-'io, eu ve
sho cong?atu r-ae com os i 1 e'res c I-
legas ecn disponibilidad*, peU bfilbeiur
viotori, que vimos de alca car P"ra
oossa c. usa. que a di. ju.at:9, a do di
reito, a da lazao.
J o!o pert-nce ao n mero dos....
ainu'r 8 do Sr. ro^rechul Flor-as > P-m
loto, e econmico Sr Dr. Femando Lobo,
O oollfgh que havia. protstalo d-.vorar
clsese da magistratura.
Cessou tempestad;. Tirad* a SMI,
oew> o ff -.'".
O botaem que tioha de puxar na corda,
tuiciduu-se.
Muito bem !
Occopa nterin-- mar.te a pssta deix"l>-
par uquelle ciddSu, o Dr. Alesandre
Cassia-o Querera ib estimados collejas saber o
sjae peosa S. Exc, sobre a quaeta< ?
Abi vai um projecto, aprc8i>tido n
cmara ds Doputados, em 1892, e qo.
se ola estua ox erro, dirme sind* boc.
omno, para acordar em teropos melhi-
rea :
O Congrerso Nacional decreta :
/rt. 1. Os desembargado es e jatees
de dir t) declarados em disponibilidad ,
en virtude Co art. 6o da d'spo..it5-;e
constit .conaeB transitorias, urca vue oo-
m-edi 8 pelo gover-io cderal para eropre-
mi pub icos, anda inesmo esti-nnhos a
magistia ura, se os accaitarem, lerlo ne'-
lea p-uvi.it a de modo toaaovivel, ? p .
dendo perdelos, por forca de sentenca.
| l. Escepta>m se aquejes empregos
0U Cjbi: issSes, por soa na'.L'rexa transi-
torias, ou de mera confianca da adminis
tracSo.
| 2 o Os magistrados que ec?. tasen os
Cargos de que trata o anterior, conti-
ontr'o pe.-ceber seus aniigoa ordenad, b
logo que cesse a cummssao ou emprego,
de que forem investidos.
Art 2. A apoeertadoria feCuliada pelo
art. 6' i as dispon-Cea transitorias, i
aei da-Ja toi temos do art. 75 da cn-
atitu.5.5 ou re^aeriaseato do jo.it em
dispor bii'dnde.
Ui ico. Sendo a spo ttadona reque-
rida ola era eootsdo o ismpo durante o
qual o jo exerceu O-musio ou cro-
prego lora a magistratura
Art. 3 Ao jtl'aea em dUpouibilidade
poatenormecte apea -ntados s"n t por in-
valides, aop'icao te se diaposiyBea do art
2* e sen .
Ai/. 4" Hevcgam-se as disposicCti em
contrario.
Sala das secsC s 19 da Agosto de 1892
Prederioo Borges, Rodrigues F-rnan-
des, M.rtmho Rjdrgues, CAS-SIANO
00 NASUIMENTO, Epitaoio Pea-O,
Andr Cav.lcaute, Fonseaa Hermes, Go-"-
calo da L>*go, Costa Rodrigues, Jos
Mariano, J" io de Heaquita, firea F-r
reir, Chagas Lobato, G. Pire, Aristides
Mala.
B un Conselbo 30 de Desembro de
1893.
Francesco Xavier Paes Barrett).
British CaBStar
tap$l
Services will be conduc-
tei as foll< W on Sjndays.
(Vlorf.ii g at 1 1.30.
Eveniog at 7.30
CelebratoQ after mor-
nio^ Serv:ce on irst Sau-
day ofeach mont.h.
Rtcfe,4,b Janeiro 1894.
Ao publico
Manodngnes Estevea,
piopr. tari.) do eQat> Riachao, fz
s iient.! ao publico e squem ioteressar
0088a que nSo <*8' de accordo coro 0 3'.
Mauoel Li-s P...choco Da segunda liaba
de demarcado que o mesme 1. an iou
currer tara Jevisao dj sea eagenho
iKa>s d frigerantei do Sr. capiiSo Jos HermiD"
Po'taal. por comp-e^iender que tao cabe
ao Sr. P^coeco o direito d> tase- caato
-; c nina liaba que devide eu engeoh"
orno Rr-frigermtc e Raa Nowt,
sem- previo accordo coc os prop ietano^
destes eng, > h a, fijando sem eSeito o
marco que col!oc;u por nSo ter havido
auc-jrdo, como se verifica fia carta que <>
r. capito J.n Hermiao P.intoal me
ei d.-r.-y-iu nettd s publicada.
ftecife, 4 le Janeiro de 1894.
Man.el do Carmo Rx.drij-.ee Ettevee.
IIIm amigo Sr. Manoel do C-rmo Ro-
drigues Esteves.
Eogenho Pretereaoia, 27 de Outubrc
de I8i'3.
A vista fo sea ^zpo to com reUgSo a
liuha que dev.d? os engeohos aR-.frig--
raniei e Rtia re Deotru do Sr Man el
Lu Picbeco, aecsito a primeira liha
teita jor couordata de V. Me. c-nn <.
Sr. Pacteco, a que dSo prejudica as tr-
ras do eogeobo c tefrigerante, e nao, por
ourte quer o S Pacheco, julgo ser de
jusiipa o que ccordo.j
Saade e felicidades Ihe desoja e a sua
Ki'ca. familia.
Por ser De V. S.
Am'go, venrrador, obrig-do e criado.
Jos termino Pontual.
COMMERCIO
Colegio de \ ssa Sentara ca
Ra da Ii-per. tris n. 2
As anise principiarlo fiocsionar a 8
de Jarieiro.
lea Jesaaercial de Perasa-
OOTA'.OSS OKKICUK8 UA JDNT* CO* COE-
mwBt
Pra$a do Recifa, 4^e Janeiro de 189i.
Hio hcave co'tko.
O presidente.
Aogueto Picio oe Lf.xc.oe.
O feretario.
Anlroo LcO"ario Rc igues.
entapio
PKAC* > KKCiFR
Os bsoros abriram hoje aoas tp:r,633 a ;0
1/a ubre L-.Ddrrs i i)0 dial1.
De tare, perfm. eaccavem a 10 .'6 ca:
offertas.
Em parel pa'" nlar Lo conste a oegoeir.
Offereciatc-se letiras a 10 3/8.
ca(8?dee d* geeeroa
Para o agricultor
a.SS'.:.- R
Crlstasado......
Dai as pi r 15 Xilcg. .
Braceo lnn dem ....
Someno-, ot-tnidetn.
MaBcu-rjio dem dem -
Broto dem dem.....
Broto melauo......
Rtame dem idem
i a 4 700
4*300 a 4-8':0
42'W a 4iK()ti
3/800 a laOOi
J9,0a 30*<
2i9-:'0 a 3 2i.i
2*7" W00 a W <
Ani fiersm-'e irania goes deste protu-to
a i. #0 por 13 kilis
Por pipa de 4S0 :t;ro^ 2705000 ve^da.
Jk%anr*t*ntc
Por pipa de 480 litros 150*000 ?eads.
Si H
Colamos nomina! a 804000 por pipa.
Coia-se de ll a 17/000 por 15 kiks oom:-
oal.
Hi>fr*i>lia
Cota se a I20C0 por 5 kilos.
C'iuro
Seceos salgados oa base de i2 kilos 1 805 ti*
coa.i al.
Verdes a 465 reis venda.
TaeextA Da ntada8 ds ssccabk al-
ooi'Io
M-* Jan i o
Kavaaaa
Bsrcacas.....
Vaporas.
Aoimses .
Entrada de Perro Central.
lata de S Francisco .
laei de LtOioelro. .
ABO-
car
uiau Saceos
i 4:
I
i.
Somma
808
1400
4^87
1690
8883
A o
dio
Saces*
32
141
74
384
531
Ituporiscao
Vapor inrles La Pae, entrado de
Liverpool em 1 do c -rreite e consignad o
a Blackbarn & 0., manifes'oa o segutn-
te :
Amotre8 3 eoliimcs a ordeo.
Arr< :>0 *acca a Fi^ueiredo Cesta e
cemp. 50 a Fe-reir Rodng es e como,
50 a Gonc :Ues & Barros, 50 a Viair
& S:lva, .'50 ^ ord--iij.
Ares de tcr'o 99 toixef a Miranda e
Saai
Biecout-8 1 Ot a Sant C.sa de Mi
aericordic. 0
B ; as do ferro 576 e 22 feixes a A.
!R:d. gu-.a de Si-a, 499 108 a Miran
da &. 9sw 499 e 108 a Ferreira Gui-
maraes e c<~>rap.
B mbs 1 caix a CompaoLi* Trilhos
Urbanos do Recite a O.icria e Beberibe,
4 {r-oeg a Luis da 0. Mesqoita.
B*rii:ha 15 tambires a L. Ferreira e
coinp.
Co.iBervss 40 eatsai a Lopes Ahciro e
comp.
O.nos de forro 24 teixes a Miranda di
Susa, 24 a V.uva de Manoel dos Sai-
tus Villaca.
Ca^eiU 5 caixas a C >a a & Posha.
Cocote 200 caitas a SuLer KestffaMoa
e coG-p.
Chapeos 2 cix*a a Raphsel Das t
comp, i a BMga &0itro.
Cha 5 grades a Costa L.nsa e comp.
Cab-s 1 rulo a Miracda fe Soma, 1 .
Viuva d^ MaeO'l dos Santos V ll 9'-
Carveja tOO caigas a Compachia de
Es iva, 50 a prdem, 30 a Quedes de
Araujo A Filbos, 112 a Medeiros Irmaos
e comp, 2 vclnmes a Maooel dos Santcs
Villana.
^Curreiaa de couro 1 oaixo a J L Sei
xas, l a V* Neeseo, l a Miranda 4 douta
Drig-a 2 caais a Braga & Cstro, 12
a Guimaraes Brag"
Ervilbaa 25 ca'xsa a Salaer Kauffmano
e comp.
Eoxadas 14 barricas a Miranda 4 Sou-
za, 80 a O.iveira Bastos e comp, 10 a
Pereira de Carvalho e comp, lo" a A, S.l
va e comp.
Estopa 24 fardos a ordem.
fcataiiho 10 barr.cas a Fe o ra Gaima-
rSes e comp.
Fulbas de cobre 9 voluines a 1?* da
C. Mesqoita.
Fcrragens 7 volames a 3raga & Castro
9 a Miraoda & Suuaa, 4 a Rea & Santo*
20 a Viuva de Maooel dos S.utoa Villaca,
2 a N. Fo coa e comp, 1 a ordem. :5 a
Ferreira Guimariss e comp, 32 a Vante
Castro e comp, 4 ao London Bank, 3 a
Albino S Iva o oomp, 69 a Antonio Pinto
da Silva e comp.
Folbaa de flandres 36 oaixaa a Ferreire
Gu-marSes e oomp, 25 a ordem, 200 a
Viarna Castro eoemp.
A bt>liemaya brai lems a&o tuahe
cid s pels insu p uuNiaae Je tea cabfi o que
1 mnitas ensolvm at os oimmotos pf% roca
ooj manto oe enibaoies e sedo-a^ otnalacoes.
Bae regio ad- roo da (ormusss mo'be e- 1 o
trpico eecD fieoerj Usado n'^sses pases do admiravel T >oic<>
O- len'.al i.a-a n Cabello quu obra ci mo por en
coto sobre o pei-i raneo p uduzindo 00 Hm de
pooco lempo de ssa applicacao om crescim oto
Da'Q-al e abvndame, e cou en*l
lo om tu-iho. urna soavi-ade, orna profusa
e Om bflleta SO'preOd-U'eB.
Li a, perfum e formosea 0 cabe1 0 ea
barba. 11
A asihaia
Cora efflcaz e eeonoarfea
Nesta p nusa molestia ifto d fficil de
curar o Peitaral de ambara di dm-. a
Suar-s tem sido de orna efBc-cia a tod-
a prova tomado s coibe-es 3 oa 4 ve-
zea ao dia, dos casos agudos, e 2 coi
chronicos, de mt nb& e le noite.
Oecia-aodo se acceiso use-ee de 1|2
de 1 ou de 2 em 2 horas at alliviar.
O do-nte evitar a homidode e o ai
da noite, e a sua alimentnc.3o ser sim-
ples e de faci1 digestSo
E' o un jo age te a Compaohia de
ggogas, ra Murquea d-. Olioda n.
D-. _^^
PHOSPHATINA FALIERES.AlimentomCrancas
Ao commercio
Oa abaixo asBi^nados c mponeotes d
firma S-moes Andrade & O, eati.b-l-'c
dos a roa Duque de Casias n. 48, "b a
donomin*iSo Estrellas do Brasil, deol
ram oue teodo expirado o przo & sea
contracta, retiroa-se o sJ io Seonque d
Silva Mure -a, p&gJ satis'eito de seo
capital e lucri'S fioaadn de posse o acti-
vo e riiopoos-veis pele p .soivu os socos
Man -iel Kusebio SimSes e J i3o Antonio
de-Aodrade. aob a fi-ma S.ao's (S Ao
drade, que espxram a mesn a pruteccSo
do respe.tivel corpo tB.mec.1 desu
praca.
Kecife, 2 de Janeiro de 1894.
''anoel Enaebio Sim3-.s.
J So Antonio de Aodrade.
Her qoe da Sil<-a VI- reir.
Dr. Bastos de Oliveira
De vulta de sua viagem a t&uropa onde
visitoa os pr ncpasi hos Mtaea de Paria,
a?isa a sens clientes e amigos qaa c.oti-
11 m a d-r consultas de 1 ai 3 huras da
tarde 00 seu consultorio a roa do Marques
de Olinda antiga da Cadeia do R-.ce o.
18, 1 andar,
R-e-ba chamados a quslquer hora em
ana rrtideooia na estrada dos Afnictos n.
2 B. Telephone n. 365/
Descobrio-se um
thesouro!
Ht.vendo pequea distancia de Pe-
lotaa (rotado do Bio Grande do Sul )
urna strra p: crala com proveito pe.U..-
peseoiB que Hi'ffrem de cffec^Sea broncho
pulmonares, e abundando abi a planta cu-
nhecida pela denominayao de Cambar
petisou o Sr. J. A. da Sonsa Soares que
rasas virtudes pjduriaa. ser attribaidxt
a (ueila planta, u2o smeote pela inspi-
r. i,-tu do ar impregnado de parti.-alas me-
d cinaes d'ella, como aioda pela abir-
pcAo da a^ua, purventura sobretsurregada
'rt'ia meamos principios em a",a pabS por entre > s saas raiaeB.
Suscitada esta idea, procunu estndat
as propriedadea da planta em qoeeto
d'ab reeultand. o preparado a que de
aomiao.iPeitoral de C.mbar.
Faricba de milbo 10 caizaa a Diar
Ferofcodea e comp.
Folbas de ferro 14 a Ferreira Guim*-
rSea e c rop 60 a Miranda & Souaa.
F< rms pra aesucr 8 gigos aos Ler
dsiros B wmaon
F". gi-.r iroi 130 a Miranda Sol- n.
Fio 10 fardos a Ramos & Geppert e
2omp-
Juoco 1 fardo a A Pinto da Silva
oomp.
(Jaita condensado lOcalaaa a Julo Fer
nandes d'Almeid 5 a Costa & Booha.
Luga 16 barnets 4 ordem, 7 e 4 cai-
X->a a J. Das Mjreira e comp., 53 gigoa
a Companbia de Estiva, 36 a J. F-ne're
de C rvnlho e comp 8 a J. da Macedu
40 a Ferreira Bidngues e comp., 9 e 2
barricas D. Tortea e comp.
Lti.ha 21 eaixai a Manoel olisco e
comp., 25 a M. J. Ribeiro, 8 ordem-
Marcadoriaa 19 volamos oidess, 1 a
J Rutherford, 9 a Braga & Castro, 2 a
GaimarScs Cardoso e curop., 4 a Bra
silian Submarin Ttljgraph C-mpany, 1
Rmos & Geppert e comp., 2 a Diogo
A. aos Res, 4i ao che fe da Coxmissau
o Laea:*to de P r amb ico, 1 a M. J.
beiro 2 a O. de GusmSo
Materioee 94 volumes e pecas a Com
pauh'H de Fiagao e Tecidos, 1 a (lardoso
14362 a Compaobia do G, 200 a Re-
cife Draym-ge Company.
M.-cbu'sm is 2 oaixaa a V* Neosen 5
ordem.
Oleo de linhaca 10 barris a F-rreira
G 1 -m.raes e comp.
Podras 5 oaixas a J. E. P.ircel).
ProvuSes 10 c>ixas a Su'aer Kauff
mano e comp., 49 a Das Fernandos e
oomp.
P-psl 3 volames a Costa Lima e oomp.
Qie.jjs 12 caix.iB a Das Fernandos e
comp
Spinto 30 raizas a E. Eantatk.
Soda caustica 3) tambores a Maooel
do* Santos Araujo.
Saceos 2 tardos i orlem, 9 a Julio e
comp.
Tecidoa 1 caixa a Ferreira e oomp., 22
a Go..c Ivs Caoba e comp., 7 a Mattos
Camiaba e comp., 4 a Laita Beatos e
oomp., 50 a Rodrigues Lima e oomp., 26
a Affjiiao Mia e com ,6a Looreiro
Maia e oomp., 20 a R do Carvalho e
comp U a Mai e cun>p.,.l2 a Al-
ves de Bri'.to e comp., 1 a Guerra rer-
uaodes e cjmp., 5 a Machado A Pereira
2 a A Vieira e oomp., 1 a Olioto Jar-
dim e comp 5 a GuimarSes Lima e
cv.mp 3 a M. Lopes M. Ramos, 2 a Sil
vtira e comp 2.a Muller e oomp., 6 a
Albino Amonm e comp. 6 ord m, 3 a
Soasa Nogoeira e comp > lia Barnet e
oomp., 3 a G. Porto.
( D. Uhi&j Medica, do Rio de Janeiro.)
E' uuicj agente a Companb a de Dro-
Cora de. rheumalismo
Illm. Sr D. Carlos Mea filho de. e
snnos de idde esteva quatro meaerc21
trovado da peroas e dos brscis, comando
por maca de odres, em om estado lasti-'
meto.
rriocipiou a fater oso do Elixir M
Moratopropacr*dr >r Carlos, e logo
aos prmeirof- ?-a;os de aso, levsntou se e
prinoipiou servir se de saas propriaa m3> s
E am verdadeiro milagro este remedio
santo.
S. Rita de Passa Qnatro.
entonto Martin de S'queira.
Adentra em Peruambcco: A Companhi*
de Droga 8.
Boa Marques de Olinda 24.
Instituto Pernaoibu-
cano
63 EnaViscon^B flBflamarpglia 63
ANIGA oO HO-PIcIO
TelephoDe-570
D.rettor: bacila-el Virginio
Karqui s C. La >
As aulas ae.ie eBtabe!ec>imeDto de ina
tub.i) primaria e secundaria reabrir-se
bfio a 8 de Juneiro viodouro.
Reoifa, 27 de bea-mbro de 1893.
O Peitoral de Cam-
bara
Semp-e foi e ser o principal re-
mediogarantidopura as molestias de
larynge, broacbios e pulmSes.
A bronotiite, fstbms, mal do peito,
rouqo.dao, laryngite, coqueluche e qual-
quer tase, por mais grave e antiga que
seja, curam-se com o Peitoral de Cam-
bar, medicamen o app-i.vado pela Junta
Central da Hygiene Pub! ca, premia c
com du-s medalbas de i'Oro de 1.a c-laase
e rodeado de valiosos atteatado9 mdicos
e de innmeras de pessoas curadas. Exi
ja se a firma do mtor :
J Alvares de Souza Soares.
E' nico agente Leste Estado a Com
panhia de Drogas.
m
Club dos Cavalleiros
do Luir
Os abaiao assgnados sociob funddore
do Club dos Cavalleiros do Luar, coDvida
t todns snci'-s fundadores, a urna r--u 5^
na Estrada Nova de Oaxang ti. Vb r.
dia 7 do corrente sb 5 horas da tarde no
residencia do associado Manuel Florenc o
d Pfc, afim de tratar-3e dos iotereesei-
do mesmo Clob.
Pernambuc, 3 de Janeiro le 1894.
Jos Thonfcz GuiroarSes.
Jos Henn ue de Oliveira.
Fr-ncbC" Primo da Cmta.
Matioel Fiorenti da Pa.
JuSo Silve-tre da Silva Oliveira.
0 Peitoral de Cambar
Cara a bronchite, a aathma, as affec
qSoh olmonares, a laiyngite, a rotiquidu,
o defluxo a coqueluche, e a tosse por
mais grave e rebelde que seja I
O agente a Pomuanhia de Drogas.
Trapo 1 fardo Vuuoa asto ecomp.
T>nta 1 barrica a Manoel Col'ag e
comp 1 a Guimar- b C -.rd 2 a Vianna C stro e como.
Tnt'B 1 barrica a Vianna Castro e
comp., 25 a F. W. d* Silva.
Vidroa 3 bftni as a J. Dias Moreira e
con p 3 Caixas a Brsge & Castro.
Valles 3 grades a Coat- L na c comp
Eipor(i;ao
REOIF, 4 O* JAN"-IB3 DH (894
Para o exteitor.
So vapor inglez 'eaay, pari N^w-York,
car regar, m :
8. Nogu.ira & L.. 8 fardos com 3,lo pellps
dj cabra e 6 dii->8 com l,il> U. as oe can-eco
P Caroeiro at C, t.OOJ saxos cum 7o 00
le los e asnocar tnascavado.
Julio 4 C, 2,3!8 saCJjs coai 540.4*0 kilos de
abocar mis avado.
No vapor infiel Expo sr, p:.raLvr-
pojl carrejaram :
h. CsrolBoA C. 5:0 saesos :on 38,i05 tiioa
>le assocar mascajada.
C^Bcao 4 Barb-sa, SOO 8a:C03 ion 37 5)0
Kilos de assur.ar rxascavado.
B. Williams & G., l.ttO saccoj con 80.8OO
k ios de < ssucar ajacavaoo.
Sa barca ponnguea Nava LHe, paao
Pono, carrejjoa :
A. X. Duarte, 100 aaccos cotn 7 sno tilas de
ai-'sacar bnoco e 40U ditus com 3U 00J ditos de
jilo psseavado.
NoOri(ce poriogaez Bia Sor'.e, para c
Porto, carregou :
A. N. Dcrte, ICO -aPooa com 7,500 kilo? de
assucar nrauco e 1,000 ditos com 7,500 ditos de
di o iua3Gva>io.
Para o inferior
j vapor allemSo Argentine, gara Rio
de Jaueiro, carreearan1 :
S. Gnimaraf8 fe C 30 pipas cr>m 4,100 litros
de aicool e 30 ditas co n 1 .,100 oiios de ugoar
dente.
C.mpanhia de Estiva. 1 000 sacets cox 60 000
kilo^ de mlitio e 500 ditos com farinQa de man
dioi-.a.-
C Gaimaraes Janiar, 300 sa icos com 18 00 '
kilos de assucar nraoco e 504 ditos com 0 l\Q
ditos de dito mascavado.
Gascio 4 B. rduna, 50 pipas co o 9.500 litros
de aguarien e. 143 saceos com 8 580 *ilui de
assocar braaco e966dtios com 9 JoO ditos de
dito mascavado.
V. A Ji'-a, 60 saceji com 36.000 klloj de
assu ar braoo e 400 dil.s coui 2i,000 ditos de
dina masi avado.
Para Sao;oj. carregaram ;
E- K-lBtUaCk *C, 100 aaccos com 15,000
kilos oe assucar braueo e 100 Dama coui 8,t500
litros de agurdente.
Cempcobia -ie Bitiva, 525 soco couj 13 5 0
kilos da assocar braoca e 275 ditos com 16,o00
diios de alto mascavado.
Na barca dinsmarqaesa No-irxa, par
Urogoavaaa, carregaram .
? Caruelro 4 G., 100 pipas com 47 0(0 litros
de agoardeuie e 50 barris com 4.&00 ano. ae
alcool.
o hiate Neptoao. para Macfto, carro
garam ;
P. Vjanna C., 10 barricas com 1,400 kilos
de as-ncar braico.
Na Darcaca Joen Asseocli, pira Pilar
de Alagoas, carregon :
Insiilu-u ViiloQit co
(^urso de Di>trC!;ao prima-
* na e secundar a
IaternHto e extrnate
Dirigiiio pelo
Baiharel 0 iolo Vctor
As aults deste estabelecimanto esUrfio
abertas do dia 8 do coneut<.- em diante.
A auia mixta infantil continuar a c-rg.
da Ezma Sra. D. Maiia da Olona F.
Vu-tir.
33-Kua do Visconrie de 4liu
qnc'qii -">3
Aos pais de familia.
desta localidade e
do interior
A professora Jl.ria Carlota de nlbu
que1 que Pae- B&rretto, tecdo tx-roido o
magisterio pul co primario por mi de
dous sanos e partioolar por oito, previne
que coDtir* a lesivo^ar na cas oede re
side a ra 89 n. 172, ereeti-ndo oe tra
belhuB escolares no di,. 9 de Jmeir<> de
1894
O nepremette se a empregar sena es-
lor,o co intu to ue em satisfaceros d -
sej-is d: 8 que se interessam pela p espe-
ndade moral e iii'e'lectual d s aeua flhos.
Tamhem recebe alomos internos por
prego mdico.
R cu*. 8 de Desembro de, 1893.

Colirio 24 de Seleoibro
Ra do Coronel Suasstina
d. !611andar (antiga
ra Augu t )
A directora d-reti estabeleoixe^to do
ednc8i;ao primaria e sfeundaria, comuiu-
nici' ao publiao em geral e aos p^-ia de
suas Blufeas em p r:>c i ar, que sjas aulas
bbr.-r-ie-h.) no cii 8 de Ja: ero e que
continua a receber flumoas pentionistas,
ce o pens'onistaa e externes.
ttej^fe. 2 de Ja ein. d 1894.
Josepha da Mens t'avilcsnti.
Dr. Coelho Lei'e
PartK'pa a s as chen es Que mudoo o"con?o.
oro pra o I." andar -> preuo o. 38 da rul
M oi)P7. i.')linia >n >w i* CaT-" do R- Mg
acm i n iwagMW
H. Vieas. 12 nar.-is ou. 6i luros de vinagre
e. 8 :aixa cotu 56 anos de genePra. .
>s oa j.vnkis:- dk 1393
Mfandeg
na uta .'e a:
0R Sa 3
;d*o c- 4
136 763*S63
1 8 t55#34
Kand d Estado
0. d". a3 47:557*fi53
[d0 o 4 8:6o7997
Semina total
215:619, 28)
57.:4i4/9;j5
Scganda seceo t AlteBdega da Peraambeeo.
4 d* jjoeiro ce 854.
O i befe da srcgSo.
Jos Gjmes Sa Suva.
o toe.ooreiro.
Lat Maooel Rcdnges Valenca.
RECSBEDOaiA DO ESTaD"
Do U Sa3 16:50)J060
laeai as 4 i:i70JU8
Curso primario e seeunda-
rio
Profcswor Sou l* Soasa crelre>
SlnsOeS)
Paieo ou i. u.o <\ ii
As aulas dente estacelpciaicoto de ednc; c5,
abrir S3-rjao no da 8 do co- rente aies.
Elixir ante-febr Cardoso
Vlanoel Cardoso Jnior
vpprovado em 51 de Marco de 1890 pea inspe-
ctora geral da uigoa junta de nygiene do Ro
le Janeiro.
Ete Elixir de composico toda vegete" pre-
parado segando as regras pfarrn&ceotiCiis, acn
elbadas pelos autores moderooB e de recanbe
elda capacidade setantifica tacto no pas como
a o es**angeiro.
F te Ehxtr e o producto nao 6 lo grande os-
mio das acedes priysioiogicas das ssstaceaj
0 i.o tarooem pai^iologicas.cntco tatobem o re-
ml'ado das lanaeusas applicacoes dos diversos
asos de febres de fundo palustre.
A api-Hcaco deste Elixir na #raode ep'.deaita
te Dexigas de 1890 a 1891 mais ama ves oe
nonsiroo a sua eficacia ; pois no pnocipiodos
p-meiroa evmpioix'as a bexiga anorta, e em ca-
se mais adiaotadus a bexiga pi'.saa s ser orna
menea febril vulgar apreveDlandu pequeas lo-
melaioes qce coma contiue;cao oo Elixir de-
-aoparecem sem todava apreeeotar recelos de
oerlgo.
Of moitovttesiados publicarte* do D ario de
Pernamboco eGaieta da Tarde provm o qne
1 xemos.
Nos casos de fbre amarella o effeiio e admi-
.* i qoe nesta cidade co Ricifo e no j Rio Je
Janeiro pooco receio causa a feb'e amarella,
mesmo estando o aaeote com vuuiito r>-eio e
aaeoineouestes al'imo* pe'ioios eniaone-
--si'io a apDlicacaj em alia dose, despretaDdo
a linea annea.
Este Elixir ja condecido do publico e de oa
-anae numero da d gno mn: cus e acresen'a-
io para corabater os iifTereu^ts irjrcmmot'os to-
los elle de caract-r feb*u.
Por malto tempe tivemus occasiao de 'aier a
ippiicacao 088 feb:-s erjip'llosas e con iSo
i eu nsuiisdc qoe Ssa-ros admirados de toal-
'n -fe; tos.
Pela t rauca rhegames r conbecer qoe noa
ataqne de feo e erys'peii.ii t erysipena como
argumente se diz necessario j oso de 10 olas
ito Elixir..
Nos graodes incooemedos das reihorcE neDB-
'ohjSo. gravidez e nos casos de parto eiiD? fe-
n fi de om rasoltado t ce to e sedero e
r.ssa coDoaicao iac joules ene nai
aeceio de applicar o El ir nem mesmo em do?ps
rp.-nores as indicadas na tabella >r.
Pe.iimos aos dignisaimos medicee qae desoja*
em faxer aso deste Elixir em sua clnica nao se
>ajeiiarem a rossa prescripcao. mas sim faxer a
pheaeio em harmona com os casos qne- dwer
a rem combater, certos de que o medicamento 6
ie comoostgao innocente para <* organismo po-
mi8 frgil que seja.
Alodo de asar
A's crianc"s atr> om anno 10 golas de 5 em 3
Di-ras em tima colber das de sopa cea fi a^aa
fr,3.
De am anno a tres ttt gottas.
Da 3 a 10 anoos em diaute, 40 gottas etc.
s'n* doses de?em sempre ser appicadas ea
agua fra.
Depsitos
Cumpanbia de Drogas e Productos Gbimiccs
Rp.ife, roa do Uaqnex de Olma o. ii.
N-ciooal Pnarnasia, rui ji'
3.
Pharmacis Oriental, rea Estrella do Botarla
o 3
Cuarteada Alfredo Ferreira, roa do Bar So da
'Meis n. 14.
Pbarmacia Maitine, ra Ocques de Casias a.
83.
Pbarmacia R:t>eiro prsca Msciel Pinbeiro 5S.
Pba'dJrcia Virtoripose de Loiz Ignacio de Aa-
irade L-ma. cidarte do Vicua
Para unalqoer informacio sera nCvUraco o
ictor na ra do Rosario Estreita n. 17.
Oe nosbos frascos sao cuadrados e conta go-
as. N*um lado ieem grvaloElixir anle-febriJ
i oo ou'.roManoel Cardso-Peroambuco, e lo-
Io os proepectos sao assgnados por aiafccel
'ardoso Jpmor. jendo .falsos oa que nao forn
laistisio*
tElFE OfiAOUSs
Do dis 2 a 3
dem ce 4
27:7730o8
ms 42
lll'#930
;t33 trendo IBunielpal de S. Jos
O raoviieuto deste mercado co da 2 oe
J.iie.ro fci oegcinie : Emr race.
34 hois pesa: do 5,315 kilos.
13 i kiioi oe peixe a 20 rs. 26 0
3 compan. com mariscos a 100 rs. fUHJ
2 diio- com camarts ? 100 rs. *2 -ti
30 columoasa 600 rs. 18*J0U
3 caricas com gallinb?s a 500 rs. 1*5
1 cassuais com gailuas a 300 rs. *30U
2 cargas com batatas a 300 rs. #ti0d
1 canta-com bananas a 300 rs. *300
3 cargas com gnmom a 300 rs. i'-'Ot
1 carita com laranjas a 300 rs. i ilK)
5 cartas com melancia a ."ICO rs. 1A500
i cjrgus com frucas a "00 rs. 600
45 carcas com farintia a 200 rs. 9*oo-i
26 cargas com milbo secco a 200 re. 52UO
10 cargas com fejao a 200 rs. 2*(HJ0
48 lagares a 100 rs. 96U0
4 soiuos a 200 rs. $ WO
H como, coro suineiros a ?< ilOOJ
8 comp. com soioeiros a 700 rs. o .00
11 comp. c. m fressoras a 600 rs. 6*600
34 comp. com comid&a a 700 rs. 53*800
50 comp. com fazeoda a 600 rs. 30*000
48 comp. cora verduras a 3ij0 rs. I4*i0
76 comp. com farioba a 400 rs. 3*40J
39 comp. com talbos a 5* 78*OOu
Rendimentos do dia 1
Precos do da :
C-iroe verde de 400 a 800 rs. o kilo.0
Salaos de 900 a I* idem. '
CarDeiro de l* a *i00 ideaft
Pariaba de 400 600 rs. s cor...
Milbo de 500 a 560 rs. a cuia.
eiio de 1*400 a 5*560 a ceta.
253*800
24^*900
498*703
Vapores a enerar
files do Jaueiro
L'.verpool..... Mercbaot*.......
Sul.......... .Manoba.........
Sol.......... -Menda.........
N.w-York..... Sleme.........
Europa....... V d' Montevideo..
Sol........... Oliada..........
Norte....... S. Salvador......
Sol...........Brati1..........
Sal.......... *L>S8 Palmas......
r*--<
5
5
5
8
9
IO
10
12
15
Vaporea a sakJr
Mea de Janeiro
Sol......... A-geo.n ....... 5 as 3b.
Sal........Ssie-io......... 9 as 8 fe.
Sal......... "S. Salvador....... 11 4 t.
i......... V.de-Mc-aocWit es' 3 6
Norte....... Brsztl........... 13> # 4 1.
I

:
t
.
Hovlmeeio do orto
Eoiradts do da 4 *
Burder.ux e escala'4 d-as, vapi.r reoceS
Oreoo ;ne de 2i59 toneladas, com-
mtnriante G. Bourdon. rquij-*gero )22r
oarga varios gneros, a H. BjiI,
& C.
rishi e escala 7 das, tpor rucicnal
tUn:- de 28 toneladas, commi-BdBDti
Francisco it. de Carv.lbo, equloigem
30, ctrga varios eeneros, a Comj-tBhi
Pernanibuctna.
Sabidas do nem") dia
Buen s y.-es e eac^ia Vipi>r frsnse*
treno^ue csmnardinte Q Bonraoo,
carga varios gneros.
S-ntos e eBC-alaVapor allemao Ttapa-
ricu cemmsndante F Kier, csiga Vi-
rios gneros.
Rio Grande do Sul Patacho argentino
Condeix cap tSo Fraociic Diae
Costf, carga varias gneros.
lavlo* esperados
Dn Pono Alegre t
Logar iojlez F.-aucm.
De Londres
Barca no-uegrens:' G uuavaer.
Luga'. 1 gies Hjrn-C.
Dj Aduerpia
Lugar GorueU-s>- A. K Bul. a
D- N W Port w
Barca noroegceaxe -teOr.
De, CardilT
Barca ocrueeoense Eliee.
eiarca noruejinense Bar'ba.
Bt a DOroefa H'al.
Barca toglela Hugo.
De Pelotas
Paiachojiosndiz Aeue.
L'Jgjr ooruPi UH'ife Aesur.
Loitar iilem&o flanV.
4.iia no noroecoeose .Igat.
Loar ingles Mirat.wy.
Lugar noroeguea.-e Ctianee
Fatacdu sueco liilona.
De, Shiel.Jj]
B rea allane Sett.uiy Gibo.
Do Porlo !
Puai-tio nacicna'R.val.
Palnaboie portuguex Lorio <.
De STaose
Barca inglesa Slarry.
Barca noruega Frey.
I
I
i
I


)
#
1
k
t
r
- \
Diario de Peroambaco Scxta-feira 5 do Janeiro de 18Q4
>
ED1TAES
Recebedori v,o Estado de
Pcrnaibnco
EDIT1L n. t
O admioiatrador da Receb-doria do
Eitdo fas publico que, teLido da se pro-
ceder a conecta dos impostes de sigses
relativos ao exroi.i> c< rreate e cona'an
tea da ta tila B tu nexa 4 lei o 64 de 6
de Abril do aonu p zimo poicado,
AasociacBo Commeroiai Bmecente, S--
ciedade C< mmere*! Beoeficeite. dos Mer-
cieiros, As ocn.t,So doa Artistas Meehaui-
eos e Liberaes e todas as que, n- st c<
dade, tiverem existencia legal, cabe a
distribuido das respectivas quotas / o de-
venoo 8-"tcc;h.Die servico, t.os tormos da
dicpoivSj peculiar, s*r teito dentro d>-
triota Clu-s improrogaveia contados da date
do pres-ntp, convida, pri egsja iocumbeo
cia as re.tridas associa^rjea.
No mtui o de melhor orientar os irte-
ressados, tas transan-ver abfciao i a arti-
go, que mu i se prerdem ao a- mpt ,
das it struct,5eB de 27 de Julbo de 1883.
Becfb-doria do E>tdo de Pcrnanibi;*
co, 2 de Janeiro de 1'94.
O administrador,
Affonso do Albuquerque Mello Jnior
TrcnscTp$ao a que se refere o edital supra
Art. i Arru.dos ludo os cjntnbu n-
tes de nma clssae, se tara oro', trplice di-
visao dos mesmes. Comp oheodr-ce-h3o
Da pnait-ira todas squeilts, que. pe fcsj
proporcBes e extenso de c^ustrj, mi-
nores ar-tagens ai firam do seu segecio
na teroeira os qae pro va velbate aufir.-
rem o duplo das vantag^as das & primei
ra e d'ab para cima j o <{ rut>;.*. I
mente cao poderem ser cottpre'>end dirs
nem na primeira nem na tercrcra divisSo
formarSo a egunda.
Ari. 22. Feto este primeiro trab Ibo,
so proceder a distribuidlo da qa-'se,
de modo que os coi.tribuintee da seguod
divis o pa^oera o mesmo que os c'a pri-
meira e m* i* metade, e o da teroeira pa-
gcatn o dobro do que p&{rrem es fia pr -
aeira.
Art 23. Q'iaod^ a industria cu pro-
nasto dSo adm:ttir r*Z"avrlcimte a tres
divUC'S de que trata o artigo 21, t fiSu
di'as divitOe tn>ecte~ e, rutile CfcBo, os
da segunda pagarlo o mesmo e mus me-
tade que os da primeira. Q". >n o, po
rm, a industria ou proftss'o nao permit-
tir divisan aiguma se distribuir o impos-
to por Art. 24. (' pri'Cesao da diatrHwgao ds
bidJ de nretereocia as pmpriaa classes a
que petteocereni >8 ceti'ribiiitKtB, Bi eitt-s
torero representadas por a* so .-<,3 u legal-'
mente existentes, e coi h- cdi-e.
A't. 2> So as a*ooia,5ee ^n^ s i;.-
cumbirem da di iribut$o de tasas d r-
particSo, depois de I zer:m as oieieSpp
de qoe trta o artigo l, *eri6oreal que
OS eon'r buintes de aiguma clussa cotn
prctei doa na teroeira atisiSo auteem
vantageos trip'.'ct das das que p-ovavel
mente p*rirem os da prmoira divisSo
poderS" fjrmar dos taes urna qnarta divi
So e collecti l-os no triplo da quota que
couber PCO da primeira ; e, neBte caso,
expende'so 88 rt-tS'-f di sen procedimco
tj no trabalbo *iy fc' U'tmh i.o i.preaeo
tar ao Coceulaao '. o-incioU
Art. 25. Si as differer.te citases tr -
boiadiB n5o se fitert-.m rt-preseotar vor
asso-i^oes esp-ciaee, oa.b< As oci
9o Commercial a d stcrboiei-i d qu ta-
mer.c osadas na tei da ce^'Dento pan-
gue torem de clisas eosrcial, e i sn
aoca^So dos Artistas MocbaniuJS e L.ib-
raes a bre artsa e
officioB.
A"t. 27. Si no praso isaprorog^vol, que
Jbes tor matCido, as assoc. .tjooo nfta apr--
sntur^m no '-'o salado Froviucia! as dis-
tri^uiv^^Bj que I11''8 competirem pelos a-
igoa 24, 2 > o 6, o t'ot-eubioo Provin-
cial as tr, tendo em %ita os artig<.>
21, 22 e 23 das preseotes lustro, gfjes.
Art. 8 Aprest-ntado por eacripto, no
praso tixado, ao Consulade Provincia!, u
trabslto das asaocia^oep, com^reher.d..
todos os cjntribuintes de ca a classe e
baervda8 as prrstea icH'ruCvSns, o
'Cousuiado se iimui a aceitsl-u.
Art. 29 Si na dlstnboiolo dai qnotiB
poim, cSo bouve.em sido c-omprabeud'-
dos todes oa cootriboi- tes, on o rea
pess-. as, qoe, em face da Iri, ni.) devati
boraa oom o prec. da arrematacao, sob
pena de multa
Armaaem n. 6
Marea Letreiro Citcj cadeirrs de vime,
viadas de Portugal no vapi r portugus
z se a consigo cSo.
Sem marca Urna caita, snm nnmero,
vinf*a do Su I no vopor ingles Tagnes,
en'rada em 26 da Novembro de i892,
cootecdo uoi eapio de pslba eu'eitaao.
(lo conjt-.i d;> a co*D8g"C,ao.
Mrc a M em cima \V em
pacote, viedo do S no vapor Dgles T>-
mar*, entrado em 18 de Janeiro de 1893
cootendo amostras, consignado a ordi-n.
urc.
dem.
'are- X M W em cima J no meio 4 e
aos lados W em b-ixo Um dito, dem,
id- m, ideo..
M. es M O & C em cima M W em bai-
*f""- A B Um d to, idem, dem
retiraren, sob peca de. realwal* a venda, estabelec manto de honda nesta oapitsl,
n&> Be atteoder mus a reolumuoao al-1 da pr cu da Repblica at a dos Remedios
goma. le do Mercado Publico at a Cochi-ir
O arrematante entrar no praso de 48 Orando o outros qoe jjlgar convenientes
nao compreheodidos -em oonoesaSo ante
or, de vendo ser preferido a qaalquer
iutro, o tystema de traego elctrica o
oarsotindc-eO no contreoto :
1 7 i0 sob e o capital nSo excedente
de qua'rojeotos coritos d* reta ;
2. CjocessSo do ama aria de terreno
eufftiecte para o estabele^imento d-. es-
tagfto central em lugar o nvencionado ;
3.* Isei-cBo > e impoitos muoi ipses ;
4 Requisit&r a a p'eriotenienciai doa
poderes compatentts em fav r do contrae-
tanto ou emprea o previlegio exetarivo
por tr>nta aonos e a iseogSo de direitus
de iiDpi rtrt;! pi.r iutrodocyo di ma-
chinas e sppsrelhos neoesaanos p^ra o
bom fuoaciuoammito do seivicj ;
5 CoDcess&o por parte do contraclan
te ou empresa de certas vantagats do Es
tado ou municipio ;
6 briga-se a comecar o servico de
ciivoUmento e asseotamento de tril'-cs
dentro de quatro meses da data da atsig-
n tura do CJD'.'auto e a ini-ugurar um Ii-
i:hi-s dentro dos prssos cunvenciOGado
sob pena de :eecisSo ipo fauto do con-
tracto ;
7. A garanta de juros e a iaercSo de
impostua moB Art. -. Nf'.e r^nmeoto fica aberto <
neceeaario crdito para cumprimento do
disposto no numero 1 do artig aoterier e
n 8 doa aonos seguales o mesmo se 'ara.
fcr-ta ia da S .p riotendeacia Moni-
ri ral de Manos, 29 de Nuvembo' de
I8)3.
O secretario,
ManeI Brig'do dos Santos.
De i r en) do I m Sr. i- nenie cotooel
Or. JoSo ClaoditH) de Oliveira Cruz, di
recio: dos obras milita ea reate Estado e
p r aut' risucao do Exoi. Sr. gen Tal cum-
a ai;dar.te do distrio!-) U<( poblico que no
di:t 9 de Janeiro vindo.iro as 11 or. 8 do
oa n-cebe-^e nesta reparigao sit a ra
de Riu.hu. lo 18 propostas em dupl.-
c .t. e c mt-nto de materiaas se obraB m.lit ra
de8te Estado ourante o exercicio de 18*H.
Us concurreutes enontrarSo na mesma
rt-parlicSo o arrcllaixeuto dos mateiiues
que houvereui de fornecnr <-. juotarao aa
r1 as propestas, attos'ados ou into:ma.Sb
que i-bdU in suaa habilits^Ses e espaede-
c-.e : orl bem como preBiarSa fiao^ ido,
>iea po; ooc-mS, de oe brar-se o cootr&cto-
'ii io como detirmina o ar.. 43 do regu-
lamento em vigor.
Director a das Obras M.litares em 22
de Deaembro de 1893.
oagtiim de Paula I. pes.
Acoaiuoi se.
.IBA FU&O
f (u [iMiiiia Korlh Briaisfa I
Mercantil e lo>orance
Capital aobscrlpto t 3.OO.OdO O* O*
r'QLdosaccumulados 9.75.443 18 6
ao Um dito, dem, id-*ro, idem.
MdiCa O J em ciaa W em baixi Um
dito, idem, m, idem.
Marca K J & ij Um di:o, idem, idem,
idtm
Marca diamante H S no centro, J N F
em cima Umalala, o. 345, vinda do SjI.
no dito vpor e mesma data, vaaia, oon-
sgn Marca Machado & Pen.ira Urna serri-
Iha de ayo para machina, pesando 250
gramolas, ibia de Bieno Ayres no va.
p r ingl.s cM^gcilm entnda em --8
de Janeiro de lb93, consignada a Ma
ch. d> S-?m m*roi Dooa pente, o em mare.
vindos da meama pr cedeocia a,no mesuio
vapor em gual data, cou e- e snlfato e
qoiiijo, pesando 261U grammas, nSo con-
stando & consigni-co.
Marca Amaro Barros Urna caixa. sm
naroa, vinda de Southamptoa no vapor
ingls Thm-8. entrada em 26 de Ja-
neiro de 18^3, contando galbos s-ca restira, consignada a Amaro de Barros.
Armasen? r. "2
M-rca J G & G Uidh ceixs, n. 6
coitendo um pequeo quadro de mader
orJi ario, quebrado, v:c Jo d> Havre no
vpor frunces S Ncoif eutrad no ar-
maaem em 3 de Fr.verriro de l".93 con-
-.g ada a Joa-'uini CbneiovSo & \J.
M.rca J F Urna can, r. 7:9,
vioda do Havre no vapor fra- ceo Bueooa
Ay'i'81, entrada em 14 de Fev-eiro de
J.892, cootendo 6 kilos de farinba lctea,
eoi m -o estado consignada a Joo F r
i.andes-de A'meidj.
M-.rca M J H Urna csixa, n, 33, de
igual procedencia e no mesmo vapur, en-
trada cm 15 de igual mes e anuo, con-
loado f'.-.Bil para esocever 'pesando 150
kilos o co.Mgjo--.da a Macoe! J. de Mi-
ru'da.
dem
p 8nd
09 De El premios fogo. preuiios vidas . CEITA AKNCAL contra .....1.495.818 sobre di-.... B92.379 6 10 e t
t 488.197 II*
dem
>deu!,
Urna d:ta, n. 351,
250 kilos e mesma
Uuia dita, n 3^2,
10 kiijs e
idem, dem,
coneignac&o.
iem, dem,
mema con-
tazoavelmente aei-o, ou, ei foalment'
n2o se observare as do.poii^es do-* *r
tigoa Jl, 22 e 23. o <.nan-ado Provio
al, CjED as jT-ceshaiiae observ>y3s8, do
vcl?er o trabalbo v.-.r--. ser incluido ou
excluido quem deva sel-o, ou < a a se'em
observadas f.s preeentps iiistriin.^Sis. Ter
minado o novo praso, o:.e para wto tr
marcado, si o trab.lho oio vaitar cem
pleto, o Consolado o iar..
Art. 33. Publicada a coecta, a pro
pory3o que se or f sendo por olassfs. o
interesando po lera no pr,-s. i vel d- quinao dias contados da dala da
pjbic-ySo dirigir ao Tbe>i:ro por in-
termedio do administrador do (Jonaulado,
C01-
bem
i uaesquer recursos contra a mesma
lecta ou quaesquer reoiama^Ses em
de aeu dueito.
Art. 34. Oa recursos inte-postos, ou
eolacaac.d'es, fra do praao do artigo an-
tecedente, nao serio encamiobados ao
Thesjuro ; e o* que a este fon m dirigi
doa, iso aef por intercedi d> Cm-a
do nao cerSo atteodidos, mm offi;ia!men-
te remettidos ao mes^o Consulado para
informar, considerando se desde logo pr joeicdos.
Nestes deis casos, cSo podcrSo ser pra
vidos os reenr.-os, qat as allea{3'*B, e-ii pela J r.n do Thesou-
ro, nem pelo presidente di provec.
Alf.-ndega de Pernam-
buco
Edital d. 30
Prazo da 30 di^s
Pela inspestoria da Alfandega se fsz
publico qae no da 8 ce Jaueiro viodoaro
serlo vendidas em basta ru'lica as mer
Cf.doriES abaixo desonptss, qae dSo fora
despachadas por seos donos 00 consigna-
tarios no praso ia lei; aos quaes alias,
fija marcado o novo praso de 33 dias, a
contar da data do presente edital par* as
pesando
B-gn8t,So.
Iddem Um-> dita, n. 354, idem, idem,
pesudo 8 k los de ^tal para escrever e
5 dit>- de envelloppes com a meema con
8'g' v^
Idi-m Uca dita, n. 349, idem, i m,
.o.ie '".i 1 5 kilos de papel vegetal e se
m> 'hant.is cono a m-sma contig- acSo.
M=ica F d E Uam dita, n. 723, vin-
da eutra a co ar -..i z-ca em 2> de Fevereiro
de 1893, c- ntendo obrai de forro b-tido,
pesando 6S kilos e coostsjeada a crdvm.
Se* marea Um barril, viudo do H.-
;<.-. ao vaoor francs-cS. Nicols, s.t-i--
1o em 4 de Fevereir de 189', cociendo
productos ehimicns. nao classifisdes, pe-
sando 2C0 kiloe, ote oooataado a oonsig,
QBljSo.
Alfandega de Percambuco, 7 de De
sembr de 1893.
O iospector,
AUxanire de Souza P-ereira do Carmo.
Aifandera
De ordem do Sr. Dr. Inspector, fica
marcado o praso de cinco dus pra os
abaixe declarados visem ssasigoar oa 2 a
;eci?. o contracto pr* o toraecii^entu
aos corpos de uar. i;3o e hospital militar
durante u 1- eemestre de 18S4
C.ndida Jua C. Ros*.
Jufio Baptuta Peres y Peres.
Aotonio Jos de -\raujo Fiiho.
Atvee da Costa & Filho.
Jo2o Eu bymio de B'itto Macedo.
Luis Mama Kiber i Qoimaraes.
Mecieses Skiappe & C.
J e xrai caco d-:> Figueiradc.
Hugo & C.
F. P. Bjuii'reau.
Kui de Jareiio de 1804.
Sei vil do de uh 'fe,
L. Frederico odeceira.
-i. B.A repart^ de fauaos uccnuiois-
dos sobre .legnrcs contra foeo, nao se
ponsabilisB pelar transaccoes feitas pela
3e -ei uro SObr-" .'liS.
Wilfloo, SoasA C.
Compaalih de Se-
guros
Contra fogo
Northern
De Londres e AKicrdeen
PoBCao ta.' c-irw
Oap ti.1 subscripto lib 3 780 000
Fupdoa aeenmnlados lib 3:000 000
Reeelta nnuu I:
De j.r mos contra fo?o lib 626 C0'
D premios sobre vidas 208 OCO
Dejares 155 000
Agente em P ________________B^swoll Williain CuiDpanliia ac regiros
FIBBLDADE DBLISBQA
Miguel Jos AI ves
* Ka do Runa jessN. t
SEGUROS MARTIMOS E TKI'RESTRE
Nestes cltioaos segar os e a onica compaEh i
d -ota praca qae ccacede aos Srs. segu'adoa iseni
i ;ao de pag.tnenio de premio em cada satic
auno, qoe equiv; le ao descont animal de cena
te i6 or cecto em favor dos -einrados
AMHITKTK
Coaspashiade Segaros Shriimos
E
TERRESTRES
Capital ].C00:000S
%* RA DO CUMMKKCIU 48
SEGKO-
601IBA F08J
Roy al liisurdoce Compaoi
CPITtt tao.OOO
, AGENTES
largo a mpih n. 6
FRAD
ERNAMfilJGANO
^ssm


QUE SE REALISAKA'NO

Dia 6 ik Janeiro

DO "
Turf Pernambucano
ec aA.3NnNrxv^}3as jL^axo .
Juizes de Chegi-dasOs Srs. Angosto G da Silva, Huarique Luiros, Gf*
vioo Paasoa, Alfredo Ferreira e M noi Farreira Cruz.
Jai de Partida Seraphim F rrira Pinto.
Jua de distanciado M ni el Qocyulvee. .
Juis de P,-.i emAd Ipho Tsques.
Juia de o8-lhaaiei'to -Tenerte m nI Jos Florencio de Carvalho,
Juia d Arch b-i ca.'a do ceoti-o Dr. Fr.^. cisco d S-uza Res, JjS Joa-
qnim da C st Main e T icm.z J.i de jru8u3.o.
Ju | daa ArchibancadiB Latr.rae.* Oj ara. Isidoro Lmn, M-j-r II rm'no
". de Figunn do, Cr.os R-gadaa, Manuel Medeiros, Captan Mauoel Lotes Vielr". O
Antonio Santo i Mor ira.
Juicea d Kara montadosJ > &tgoera d- S 'va, "anoel Jos R-n'rigueB,
Rufino Me-<)i>iia Catsoso, Juaquim Dom'ogue da Cjst tra^u, Arthur S:la e An-'
t nio J ano m M' r-
Nonei
o
a
a
*
Pellos
lid.
9
3
Cor da va(3-
menia
Proprietarf i
DECLAhACOES
THE IMPERIAL iNSUR^NCE GOMPANY L1M1TE1
E)E LOalBRffi.S
Estabelecidaem 1803
CAPITAL t .SIO.OOO
(Ba. 2 LOOOilHleSooO)
8KGTJRA EDIFICI8 E MEHCAOOBIAS
Contra o fog>
TAXAS BAiXA.S
Prompto i SilM DESCONT
AGENTES
w\\vxs c.
SOCIRDADE
Refioaria e De tila^ao Per
Banjbucana
EDITAL
Lioh.^s de boeds em Macaos
De ordem do Se Dr. Superi teri-ecte
a'esta mun aipio de Msoos, c-apit-1 do
Estado ds Amaaona-, faco sab r a qneai
0O66A interessar ue tica marcado o praso
ia noTen'a ''ias, a c< ntf-.r ''enta dats,p r:-
a apre*-nt-9o do pr, [iii'as em cart* t*
cbada, na ecreariu de,ta Sooerioterder-J
c, p^ra o nrveo de bonds D'esta cidade
oonti rrne us Vi>otngeos e i;brigai,oei pe
Tendo se procedido no "la 57 do correte o
ir eit> pa'a atuerusagfto le 40 debeoior^B na
mesxoa eoc'fdade. cooo- a sor e as oes nar.iv ros
au ue declarados, pelo que c*.o*irlo aos pc>s-o>-
lateB das me.-OM a virem re-gai; 1 as Do a u
fseriirterfo a ra to Commercio n. 3i, fio di i
Aasim coreo re
i--.'>'- os jo os rjae mtsmas encioos. do semes-
l-e fieoo ere 31 no corren e.
Secretar a do Qo*eruo do Estado ti
p.-roHmbuco, em 15 da Oezi-mbro do 189*
5.a scelo. Edital. -De ordem de S. -ie j,oe>o O'oxifo em Oiaote.
Ssc. o Sr. Dr goveroador do Estado
{ iyy publicar, pora conh^simeoto dos inte
ressados, o edital abaixo trafscript- 5 oba
na^do ocncirrectes npresentucSo de
Toposas para o BuriC'> de bonts ua ca-
oitl do Ea solici'oa o presidei.te de raesGio esta.o
em ofEcic de 1 do eorrente.
O secretario.
JoSe Augueto :', Lima.
u 141 i 335 481 578 >635 "65
23 I4 176 383 520 581 647 780
37 446 283 4(7 540 5S 728 781
60 IM !86 422 548 6(1 745 790
110 179 32-1 467 560 629 748 800
Recif- ., 27 Os D. temo Joo o d I i. PUnaa .es Li>pes Geren'e.
^tficdas co art. 3
da lei o. 35, de i4
de correte mea ab^:xo t< a- :r.p .
Ac d'ess s coodi'('3-^s d-veao as pro-
pot eooter a dec)ra traerlo a empregr, precoa das pasa-agen-
e freres, rumero das p esageos em Bada
carro e determin?c3o das poc s da inr.u-
gar^So da linbos
N nb roa proposta ser acceita sem
que o proponorto exhiba documento pe'o
qual prove baver feto previamente c<>s
Cotres da Superintendencia um deposito no
valor de dea cootos de ris oara garanta
da assign tur do contracto, deposito que
reverter em favor do muoicpio do caso
de recosa por parte do propjaeote cree
rido em assignar o contracto qne tiver de
ser lavrado. As propostis serSo rece bi-
ds o'etta secretaria ata orna hora d tar
de do da 28 de Fevereiro do anuo vindou-
ro e serao lanteoin'.mente bertas e pa
b icada, resol^endo-se dentro de 15 das
sobre a proposta preferid?.
Esta conc.rreoo'a ser tambero feita oa
Capital Federal a di dn Estados de Per-
namboco e Para devecdo porm as pro.
postas ser entregaos no lagar, dia e hnr
soima indiedas Artigo 3.* da Lei n. 35
da 14 de Novembro de 1893.
Fica* a superintendencia aatorieada a
oontractar, mediaste concurrencia po'olic,
oom quem msis Tjntgeos offerecer, o
Compaofaia Us Da Cansan-
^ao de Sinimbu*
De o-'i^O au directora, convino oflSra. accio
ni-is desia comcaotlia a reallasrem a s-'
prestacao it 10 0/0 do tapiial sobscrioio ou S04
por arco at 31 ao correte, oo Raneo de Per-
:i. niuc-, a '. a do Cjugme r. ,> n 40.
Recife, 1 oe Jar ti. C. Gstis
Direcior senretario. _____
Banco Kiiiissor de
Fernambuco
Sao convidados ,s p^ssoidores de apolices do
e.i>; restui.o frilo por esi tnor.o .0 E ia1o e as
le ras r.joih"rari:tS eaioiiaas pelo i; esrno Oari
co, a vnen reeeoer os joros do semestre Btioo.
Os coupics ferio dtsucedes no acto do pi
BM40.
Jesuioo veg FeroanJes
Direciir serviDdo de secretarlo.
1." Pa eo-Imprema ParnatnDuca
u.ios : SaUOO' ao I.
i* 8*50 rnatron. Aniroaps de Prn.ixbocc. Pre-
i010 0 ao 2' c 25uOO a o 3."
1 Tango. .
2 Phluixiotiio.
3Y o .
4Moorise 5 TuoloD .
iu dio .
Miado
R dado .
R. Vermelo
Pernatnb-.i
54
5\
5^
54
54
Vprd8 e amarello..
Aiai.............
H'H-o e eDCrnat!r.
Atol e ocre.......
Preto caro.......
Cena". Manguin&o.
J. Furaoo.
P. Ramos.
<)ood. urjricaoa1.
A. Ferreira.
2.* Parees-'r;-erco Luup-1 200 metros Aoiraaes de Peroambocr. Premios : 23W
ko i. bOittO ao 2." e 2500 to a.
Colosso .
Pgu eu .
ubi tu .
Maranguape
ilu.i do
Z mo.
K -a.!..
(Alazao
iD.imb.. SS
51
c i 2
;>2
ixol e uro
r I eo r.\
Asul f i.U o.
ti euat e azul
Coo^ela-ia Crn*tiro.
\. V. de Aimeida..
Atevedo ce C. '
Coud. ColumD?.
PareeDr. Cioncalves PintoI 4S0itp-ts
400*-OuO ao 1, c 80*000
ioimaes de Pero tebuco.
ao 2o
Premios:
1 Piraruon. .
2Mauri y .
3.Avt-u uteiro..
Cist.ib)
P.-roamb..
52 Braceo e Am^relh...
/.ai e Grenat. .
Grenat. e musgo ..
''ond. Bella Vista.
A. Tuques.
a. Meira.
4-* Parea Hipp du c m,. > CiruuJe -i.100
MtiO Pr^ujioe
3T3
K
eoaopaahla S*heaf x Per-
aanhaeaos
BOA DO COlfM-BHCI0
A compatihia de seguros m?.-
ritMpos e terrestres
Fdtliade de Lisboa
Core agencia no 1- andar da cata n. 7 da roa
0 B.'ii Je-l'8
Aos seus moito d'gr.os segerados deseja liu.s
Oons anoii cero oboo"attes pro>rjeriiia'ie8,
-g'adece lbi o sen valioso coDcorso dorante o
ooo de 189) no movimeoio da amci. ees-a
dade, ro4ni/t8t80rto-lbe ajs'm mona c-.nside
relo e booroxa cor li.irgn.
Piecife, t- de Janeiro de 1S94.
O a-genle
Mieu-i J s Alves.
Malaio. .
">r;i'a. .
Trarja-no.
0 !(l-.-i: .
Regente .
5 o Pareo-
11 ll.co
ITe'o .
e 1 ao
Ru seo
Alazao.
25ii#w.'0
Pr-roarcb
1 50*0 0..o S.'
run'roaAoimaes de Peroasn-
. o*000 ao 3.'
52
51
52
52
Verde e amarello.

z-.,I e braaeo.
ni e ooro .
'Jaro e aial. .
J. Moraea.
Viafi.li e^ & G.
I A. 0. dos Sacos.
[Cutid. Cruzeiro.
c c
Wetlij Club de Pcrauaaro-1 50 matreAnisaes de Peroabuco.
Prri:os : 30..'JU(JO co !., tJO&'W ao 2. SO.-lOO ao 3.*
I'a .1
I y-Sioper .1
ny rudo .1
Ro-ado
Z IDO.
Mellado
Pernam^
5
o
52
o'
Azul e toro. .
Vi re e amarello
'oro e prero .
Amarello e verde
Cond. Cruzeiro
C. Campts.
A. M. Airusida
t. Moraea.
.
6" PareaPrado Pemamiuiesan-I 800 roemosAo'msea dp qa Iqae' paiz. Pre
mos: 8UO.(X0 ao 2uC00 ao 2." 8i 0.0 ao 3.
Napilitano . 5 Alazao .
Petropolie . 5
\>la:.te . 5
Aool'O. . 5 \'azao .
Ur.cooa . 5 Z ho. .
H-mit . 5 Alazao .
GaayaQaj 5 Casuoho.
S P:Ul0 . 53
r'erodino . o
")
H. oa P:-at.. rii
ft. d- Pra oil
Fr.nc . 52
S. Paulo 52
Eucar.-ado
l!D relio e
Uro e preto
AZl C Orjo.
CZUl .
Verde.
. C Reseode.
'ond. lodepeQieflia.
"
Cooi. Frat-.-Ddade.
Cobo. C-uze'ro
Coud. Fliiin'DenBe.
7* PareoDr. Arrada BelirSoI.OlM) njlrosAnimaos de Pernaaiooco.
25*U;i au l.o 5UI-00 ao 2," e 23*000 ao 3
Premios
M.
O. C.
Companhia
frbos Urbanos di Recife a Gua-
da e B beribe
Assemb'i geral ex raordinarla
A reqoielcfti da < lreciorls p po- ordem do Sr
presideoie da 8S83T0'a gersl, cotivocada esta
para o d'> 9 ne Jaoei'o prximo, extrsor^'a
nan pote, ao meto dia, oa sala des sestoei da
eftagao da Aurora.
Tea por rim esta asseoib' uuiorisar a direc
toria a provideDciar sobre o qoe dispOs o decre-
to o. 117 A de 18 (e Seiembro deBte son, e
raelincar, eta, respelto as exigencias da lei, as
resolocfies too adaa na Diurna assembla, depen-
dentes enOo de m >tltgao.
Bscriptono do ereote, 21 de Deiembro de
1893.
Anteojo Perora ajaos.
Oe i-rdem no presideo e, c.bvHo aos 3-s
socos a compartcert-ro o'hi'iiio 7 do co reme
ni oossa ede. roa da Fenha n. 21, i- andar,
lio le s- prj-eder 8 eleicaj doa i ~ fnne
en 1-1.1.1 qa" l*nsj de admiuElrar o anoo sori
de 1894 a 1893, de accordo com oob-uS ts ..
N tes,
a>ere(aMa do Moote Po das Operarios Cigar-
rotsoa, 3 de Janeiro de 1894.
! sec-e'ario interino
Antonio L'ma.
Estrada de ferro cebra] de
Pernambuco
De ofdeii do S'. director engenbeiro refp,
faco naolir.o uoe t da 5 no crrenle ser *d
ir-goe dpflni'ivampni- o lrzffj;o a e---seSo ne
(i avsi. a i'ou "-.i 89 .i--tj'pstrab de farro.
Secretaria, 3 de i 0 -iec Piano
Vclslisno P Rihpiro dp Sotiza.
Companhia nacional deca-|
el-isas e roupas brancas
De orjem da rtireciona e dp aeeordo coro n
rtelib'-rnc o nani.xe da asserubla geral ex-
traor'lmsria, lira n.ar. jdj c prato oe 15 das a
;ontar da pnoiinicau desie, para os S". accio-
nistas que te acbr potradas, em mo ao ibescorpiro, rea de S.
Pranciiro d 26; rendo que, flrido o rneubo
orare, se precede. de ;c:o-do com o ar>. 7- dos
esiaio os.
Recite, 26 de Dezerxbro de IS93.
0 secretarlo
Aogoeio Silva
CUPANHIA
ProgreRso Colonial
De sccordo com o art. 5 do estatuios, con vi-
co aos S-8. arc.io(,i-t.8 a realtiarem asanos
entrada de 20 */ sobre o capital subscripto oo
V'JOOO por accao ata o dia SO de Janeiro prxi-
mo, A roa do U mmercio o. 38.
tecife, 19 de Deiembro de 1893.
Dr. Josqotm de Albnqoerque Barros Goimaraes,
reactor secretario.
t Slethprov. . S Casta abo.
2 'oro Preu>. . 5 reto .
3 BeSt.e . 5 ' ft:l' 110.
4 toeeacio 2#. 5 T ti ino.
5 Chefe. . i rt dalo .
6 y itr S
Pernarub .16
b\
54
54
64
-^8
Une. p coro. .
uro e pretu .
Azul e ooro. .
Grtoa' e azul. .
Ene. rtTPt preto.
J. Ker'i.
Con.i. Pe digo
< un. -.triscara.
,\ c... Cl' bo.
i. C. SioeO'-s
''i rrt. 1 p Jnoho.
.,!
i.-
i
mr&w$$
Os animaos inscriptos p.tra o l. pareo deverao achar-se no ensilhaoiento
as 9 lj2 horas da tnanha.
Os forfaits seio rocebiJ.s a! Scxta-feira 5 de Janeiro as 3 horas d larde
aa Secretaria da i'rado.
0 jockeys que alo se apresent.r'tn c.inveiii.>niorru:t r.ijados oom as
cores adopla.l.is ao prugrtama por seus pairee, nu serao aduiUidas a pesa gen
e serio multados de accordo com o art 51 da cmligo lia corridas.
J'revine-se aos senhores ar-oiotii-tas do pr curarem os seos ibgressos na se-
creiaria do prado-a ra da Imper.iiriz u. 26 l.'aodar
A Directora chama a utenco dos Srs. preorietaros e jockeys para o art.
20e seus e o ait. 46 que s-rio nstrctanieula observados o a horario nie for
marcado na pedia ser rigurosamente cumprido.
Chatna-se atlencao dos Srs. ptoprielarius, e jockeys, para procuraren o.<
seus carloes, e cadernelas ni Secretaria do Prado afija de Reren entregues aos>-
oorteiros no dia de corrioa.
0 portao do eusilbamonlo s d entrail.t as passoas que vier com amaiaL
.':'m
Aarchibancada do centro, fica exclusiva-
mente reservada par as directoras congeneres,
autoridades eivis e militares e imprensa.
PRECOS
EntradaGeral ...... 1^000
Entrada com direito a archiban-
cada e ensilhamento.....%0
A Entrada para Senhoras GRATUITA
Secretaria do Prado, 2 de Janeiro de 1894.
0 secretario,
Jos G. S. Gouveia*




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Diario de Pernambaeo Soxta-fcira 5 de Janeiro de ISOl
Eodereco lelegraphico-Fiuza
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eej n opjjoa op exieQ
Coujpauhia de Tecidus de
M Iha
.tsscmblca geral ordinaria
f De mofu-mioe rom oait 35 dose aiolcs.
88o con'i'ndi 8 o* Sr. acei n9tas des'a Coma-
Obia.a re oirerc-se em asaeaaola geral as li
ho-a* Apo iac'"> dos Eropregartos do Commercio, a
Ta lo Bario da Victo*la o 25, i' andar, para
a-efl-tiri-m leiiura do relatorlo do aooo (lodo,
6 el>eer o novo cnnselbo Bical e *eus uppien
les. N-'t reono tratar-sena la a bem de as
aorn i< c H^aof-eTi e da refj'm dos estatuto .
ftecife, 30 ae Dexembro oe *f93
Alfred,. A. P. Fragoso,
Secretario.
Alfaotiegd de Perambuco
P r esta reparticfio previne-se a todos
Ob d erc-dorea da luaio, de qnalquer modo
prtpbifcd", que at o dia 31 deate mez
di-v m tirar licengs, uoic* patente que
Ibe d dirD c
Soit'tos multa de 208 a 50)$, ob que a
nSo r-querer**, (art. 9.- do deereto n.
1/03 B de 28 de Desembro de 1892)-
'1. seccao, 3 de Janeiro de 1894.
O chsfe,
C ero B. de Melle.
Companhia explora-
dora de productos
calcreos
4 ch-nis Ja e capital
De c:pm da diectoria tSo convidados os S-.
tCO)Ois C83 'S: e>stt <,nrop,nhii a reauparetn a qua'ia
e i'.rad de lu 0/0 oo 20* por a o at o da 26
do rc-rt.,-, no escriptono oa cotupaobia, caes
d_ ;,-. o n.73.
Recile,' 11 ce Dezfir.h'o df 1893.
Rodrigo Ctri-jlbo
..,. -, i-, i in'orino.
U. T. F.
(laiSo Tjpugfgphica Peraambn-
cana
I)1 ordem do cidadio presidente, convido com
instancia a tonos os Srs delegados deufficioas
e proco alor geral a saitsfax rem poag presta
(O-1 na rei-pecliva ibes orarla sob 89 penas
ua li.
aecetariz da Ua Tynographica Pwnambo-
Caoa,(5 de Janeiro oe 1.&94.
O Fecretarlo
Gonsiar.cio CarvaVbe.
Aviso
No* es absixo asi naors, agpntes das cor:
paoru's i-e se oro eonf-a a f.go. l-nperlal JRoyal,
Nori-, B-itii-b e errantne e N rthe.ro tunos ae
avisar ooe pelo convento feto e'i) Lnd'as pelo
Fir Offi e^ ommitte oo d*a 6 e D--ieojbro oe
1893 < tb'ar ge ba de boje em oiaal* mais 15 0,0
gotir a t'XaK da tabeiia ex Ptemeem visU do-
ia'0?t-i- pesados do Eiado e da Cmara Moni
pe nan buco. 28 da D'ieibro de 1893.
B*'W d e Comp. agentes da Compaobia Im-
BPr>i.
i P^butan e Coaip. agentes da Comp'nbia
t Y I
I v. p. Wl'arn SooseComp. LeTi'e-i, J. Gib-
gon K-'H-r, terente da CcmpanDia Njrtb Britiab
jt y rran p
B- xw H W Jliams e Comp-, agenten da Com
saiini* Nuritiem.
Copia do convenio
Tn t 'j orovide for pajmeo' of S'a-e and
IDDui tr-al Tx-ton od extra cbarge of fllt-en
per cent Is lo r.emade aj a seprate tem m ibe
ca.e of *ii p ti es msoed lo Pernambuco cove-
riDt r'tk ratania nnier th Ta-iff.____________
Thesouro do Estado
de Pernambuco
r De ordem do Sr. Dr. Inspector do
Tbeeouro do Estado de Pernambuco de
Claro qe pigar se-ha amanh^ 5 do cor-
rect mez neata ReparticSo aa folbaa da
Becebedoria, Iostrucgio Publica, Esed-
Motmal e GymDaBiO.
Toesouraria do Th souro do Estado
* O cecrivSo <^ dep za,
Alfredo O bson.
Irmandade do Glorioso Saa-
to Amaro das Salinas
Mesa geral
m ELEICAO
r. Da conlormidade couj o q ie dip6 o art. 23
4e bo^o c .muroiDiB'o, coavidu a io-os es cos-
aca cariH,irnos iruaos a cemparefeem oeste
coDsistorio oommeo 7 docorreu-e, peas 5 boras
da t rd.. atira de em mesa gerai proceder-se a
eleicao dos i ovas fanrclooarlBsi qoe tf em de
adoinilttrar esta irmundade n 'aooo compro-
Ola al de 1894 a 1895. .
CaBaiKiono -i*ifreja dsSaito Amaro dai sa-
4aas, 4 de Janeiro de 1894.
Oatcnvao loterlno
joto Francisco de OTelf.__
Jauta Csminercial
Pela secretaria da Junta (Jomtaercial
do Recite se f% coost r que n > periodo
de 1 a 31 de Deaombro findo, forana ar-
chivados oa documentos segaintes :
Contratos :
De Antonio Pereira Braga QuimarSes
e Fredenco Oonca vea Macr aio, para
o commercio de gneros proprioa para
urna pbarmacia e drogara neats cidade, i
ru* larga do Rosario n. 34 com o capital
de 12.000|$lt0, sob a firma de Braga
& ftit.cbado.
De Antonio Jos Gomes e um comman-
ditaru, para o comaiercio em groaso e a
ret- !ho de "rneros de estiva, n cidde
da Pi-rabyba do Norte roa do Viaconde
d-. I* h uro n. 36, com o cap tal social
de lO.l'OOdOOO, lendo o com-naodit.rio
de 9 |.4t)8 00 e s"b a firma de Antonio
Jo.-* G mea & C.
De A'iice'o Augusto da Silva e JoSo
Pereira da Costa Pinto, para o oommer-
co de agurdente, alcool e outros art>goa
que coovenham eos ioteresse.s Bocines
neata cidade, ao ces da Companhia Per-
n>mbncana n. 8, cora o capital de reia
2()0.0U0)$0U0 e bob a firma de Poreira
Pinto <& U.
Do bcharel Antonio de Lellis de Souz
Puntes e Juvencio de Oliveira Franca
p^rn o commercio de faeenlaB miodeaaa.
Ohpeot e calyaJcs, na cidadt de O'mn
deste instado, com o capital de 6.0u0($00O
bol) a firma de Juvencio de Ui/eira &
^omp.
Ds Ernesto Kihn, Thomaa Beshop,
Soi-tbgut, e um commandittrio, para o
c murjercio de pelies e c oros, commisaJis
e consigoa^SiS, cSo so oeste Est do, como
no Ce-i. sendo o capital social de rd
6>.0OU?U00 eo commanditario de reis
3).000fo00, sob a firma de Kabn Sou-
thgte & C.
De M^no6l Jos da Si va Guimar3es,
Frjncisco Jjs da SU Gimaraes e
Fortunato Jos aa S: va Guim-rfies, para
o commercio de comni!BtSa e coLaigoa-
joes, de cooU prepria ou albeia, compra e
Tiura df mercad' ra nacionaes e estian-
gmras, esta cidsde, com o capital de
'OO.OCOtfOOO, sob a firma de Silva Gai-
maraes & C.
De Fraciaoo de Abbb Fernandos Vian-
na, Fo tanato Augusto doa Santos Port .
J So Joaquim da Costa Leite e Bernardt-
no Lop a Alheiro, para e*plor*cio em
alta ecala do b Ihetes d loteras naci-
nes pasta cidade, com o capi'al de reib
32.O000U0 e sob a firma de Laito, Porto
&C.
Kbtat-.to8 e mam documentoa da Com
paobia Oe Seg> ras Martimos e Terrestros
Tetiys comade neBfa cidade e com o ca-
pital de 50.U0Oi$000.
Estatuios e mais documentos da Com-
panhia Prog^esso Colonial, com tele nesta
oidade e com o capital de 4JO.UOO0OX).
Acta da reaniao ordinaria d* Compa-
nbi. Fabrica de Estopa, effctqada em 9
de Norembro de 189 i.
Acta da aasembia geral extraordinaria
da Companhia Manufacturera de Pernam
buco, effectuada em 21 de Outobro de
1893, na qual foi dwsolvida a mesma
companhia.
Alterayao de c mtractj social de Fer-
r ir* Braga & C, h-ven 1o augmento de
capital para 8 0,0 000, com a entrada de
2.1)009000 fe ta pelo socio Antouio Tei-
leira dos Saotos, fioaodo assim O lea ca
pital equiparado ao do ootro tocio. T
Llisirat>a :
oram disaolvidaa *b socie ades que
iravam sob as firmas de Manoel Alves
(Gameler), Laiaro Doorado & C.
P.ille.
Foram registradas aa seguintes firmas
Joaquim Gnb>ldi, Manoel Girio, Jos
Borges, Hero"genes Camargo, Silva Goi
maries & C, G Paille, Leite Porto d O,
Ernesto Kaottach e Manoel da Silva Car
valho.
fcecretri, 2 de Janeiro de 1894.
< searetarin,
Joaquim Thao'onio Soaret d'Avallar.
k/.f.:t:i
wS
Moesoro e ^racaty
Segoe para os ootos cima o blate Dos (e
Guarde* recebe carga : tratar na rui aa Mi
ir de Dos n. 8.__________________________
uVd Brazildro
PORTOS O NORTE
O paquete
S. Salvador
Commandante Joao Maa Peasoa
Espera-se do*
ponos do nnne
o dia de
J oeiro seg in-
jo depoi< da
mora luvjii' vei mira
Mkcei e Bahia
As eocommendas serao recebldas it 1 hora
la tarde do dia da sabida, do trapiche Barbosa
uo Irrgo do Corpo Santo o. 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a soa atteDco
oara a clausula 10* dos coabecitueotos qoe :
No caso de baver. Igoma reclamaco contra a
compaobia, por avarla oo perda, deve ser ieit;
or escripio ao ageote respectivo oo porto ae
escarga, dentro de tres dias depois de Unali
sada.
Nao procedeodo esta lormalldade, a comp:
nbia gca iseota de toda a responeabilidade.
Para passagna, fretes e eocommeadas tra
ta-se com os
AGENTES
Pereira Carm-iro & C.
6Ra ch Co ie*cio6
Io andar
Qamburg Suedamerikanis-
che Dampf-cbifffahrts-
Gesellsc aft
O vapor allemlo
Antomna
ou
O vapor Bizanz
E' esperado dos pertos
do cul i estes poncoa dias e
dea .is da demora indis-
peosavel seguir para o
Rio de Janeiro, Santos, Rio Grande do
Su!, Pelotas Porto-Alegre
Para freie etc. tra>a-se rom os
AGnTKS
Borstel an & C.
18-Roa do Commeraio 18
1* andar
Cuiapsnhia Francesa
E
"Vaveg ft> a vapor
eatre o Hsvre, Lisboa,
Rto de Janeiro e Sa-
Linba regalar
Pernambuco,
toa.
O vapor Paranagu
Commandante Baiielmont
E' esperado dos nortos da
Europa ate 0 Ca *> de Ja-
,neiro seeuiooo depois; da ae
rmora d speosavel para
Baha, Rio de Janeiro e Santos
Entrari no porta
Rogs-se aos Srs importadores de carga pelos
vaporea desta liubs, queiram' apiesentar deDiro
ie 6 das, acornar do da descarg. das alvareo
gas qualquer reclamaco conceraente a volumes
4oe norventura leobam seguido para os ponos
lo sal. atim de se poderem dar a tempo as pro-
videncias *iecppparias.
Expirado o refpriio prazo a companbia nao se
respoo8abilis& cor extravos.
Re:ebe carga, a tratar com o
AGENTE
Auguste Labille
9R^a do Commercio9
Cipaiia Pemaincsmi fie lia
T8F;ll
PORTOS DO SOL
lkceiO, Penedo, Aracjn' e Bahia
O paquete Una
Commndante Catvalho
Seguir pira
es oorios cima
indicados no dia
|14L ile Janeiro
________ s 4 horas da
uiro.
Recebe carga, eocommendas, paseagen e dl-
oneirosa treteat l Hora da larde do dia da
partida.
ESCRITORIO
Ao Caes daComnanhia Pernambcana
n. 12
Ciripaahia Pernaaibucana de Na-
vegado
PORTOS Ot) NORTE
Parhyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty e Cear
O paquete Beberibe
Cjmmandaote 1* tenante Fa io Rio
Seguir para os
ponos cima ln-
dicadus no da
n de Janeiro
aa Iboraadalar-
Recebe carga, eocommendas, passigeo e di-
ohei-os a (rete al a 1 bora da tarde do da da
partida.
ESJRIPTORlO
Ao Caes da Compaobia Pernambaoana
o. 12 ,
LEILOES
Leilo
De 50 oaizaa marca S com caslanbas
Hoj 5 do c Trente
AS li HOKAS
Xo Larg da AIfaniega
Por ltervcuy-o do ageute
Cusmao
Leilo
De movis, vdros e loucas
Sexta-fera 5 do correte
As ti horas
Agente Martins
Roa da Cadeia Recite n 372* andar
Em oaaa da Sra. D. Francisca de
Oliveira que ae retira par* ter- do Estado
1 mobilia de janeo com encost de
oslba, L cama trancez* de Jacaranda, ea-
pelbo, esoarradeiras, tapetes fiaos, porta
oartOes, ventarolUs, eateirinbaa cbioeaas
tr-inupareotes, quadros, jtrros, euf:ites d*
alia, aparadores, mesas grandes, lavato-
rio, copos, vidroB, baoiaB, bancos, loucs,
trem do coainba. banheiro etc. eto.
Ageute MI ve ira
Leilo de predios
Sexta-fe ra 5 de Janeiro
AO MEIO DIA
.\'s irmazem d roa *& dlo
?eaabro n 41,aadgado Im
perador.
O agente Silveira devidamente aoton-
sada levar a leilSo a casa terrea n. 1
a roa Bella oom porta e janella de frente,
2 salas, 3 quartos, cosinha fra, quintal
murado e soefio interna, aolo proprio, e o
sobrado de 2 andares e sotSo travess
da matriz de Sauto A&tooio n. 14 com 3
portas de trente, tendo o pavimento terreo
bem eomo os andares superiores aooom-
moda^Ses para familia, aolo proprio.
Os Sra preteodentea podem examinar
os referidla preiios.
Leilo
Do oavallo Soiroceo meio sangae naciona1,
filbo de Velo e Jatob
Do cavallo Napolitano, meio Baogue na-
cional filbo de Cornelia Venus
3* feir* 9 do crrante ao meio dia
Na praca do Cunmercio (Lingu:taj
Por iatervenga i do
Agente Gasmai)
AYISPS DIVERSOS
Precisa-fe rte um cepeiro, ama pogomm--
delra rara ro pa oe muiner, e ma ama para
andar com orna enanca ; a tratar na rea Mar-
qoez de Ofioda o. 35.
Vende-se um ocm cavalio para carrosa oo
cabiiolet ; na ra do Caonao Lima n. 1.
Criado
Precia se 4e nx que eotenda de sitio, para
tratar do mesmo : a ira-ar na roa do Apollo n. 51
Criado
Precisa-ede um menino para' criado, na roa
Baro da Victoria o. 31, loja.
Caixeiro
Precisa ee de -m caixeiro de 16 a 18 annoe fe
Idade, qoe tenba nasiaDie p-auca de merc-ana.
dando abooo sna co duct: a tratar roa Vi--
conde do Rio Branco n. 113.
Compra-se
Sement de CVndiroba,
raiz de Ipepacaanha pre-
ta em qualquerquantidade.
NA
BOTICA FBANCEZA
g^-Roa d=* Croz-22
Cosinheira e
copeira
Na Capunga, ra Joaquim Nabuco
n 61, preeisa-se de una cosinheira e
de urna copeira ; paga-se bem.
(aixerio
Precisa-pe lha'o* e qoe d conb>cimeot. de sua Conducta,
no armazem ua Estrela do Largo tt Paraso
o. IV
Cariota
He-mMind Pereira
taiociru
7- ais
( Orai por ella )
U Oauo J.mp oanieiro Claodioo
Josuoo. Jo- Carneiro, illcla Mara
da Annuociacii Caroeiro. Maris do
Carmo Lona Ciruer Lais Jise
Carobiro. Vutor Jos carneiro,
Fr nc.'pco C Paes Barreto Cariota
Joaqa'na de L-ma Joo B Nogoei
ra Rosa p soa uo>ber Anns Maris de Figoel'edu
Lima, Hennque T de Pigeeiredo Lima e sua
molber Mara J. de Fuueireau Lima. VlClorlkUo
T. de Figiieieio Lima esos uloer Jasepb--
Mana de Figoeireao Lima, esposo, filoo. s\A
av, onm*. ennhato e rompad e, agranecem a
loaos aqaeilps qoe fe deisram cooooslr os
re-tos m* naes oe Carlota H rmelioda Pereira
Caroeiro aja ultima jord<, e de novo *s
convidam pa a assisilr a mi.-s. qne por a.roa da
u>pma lera logar sa n 7 boas da maobi oa matrli de Arogadoa,
coBiesrao po- es'e arto de *e'i iao p car rta'e
t
AOOa KiSdti 'Lia don SdUI'lf, Jjt
E. dos Sautos, Alfredo fl. dos Santo e
eoa molber (ao enies). Manoel L. de
Soma Saoios. M> ii D. djf* Sa tos.
Mar a C- "a Coala Santos e seus lh. s,
de 'mbsrgaoor Manoel de Sonta Garca, soa
mulber. Hlbos, genos e netos (.usenies), agra-
decen) do intimo a' Ima a loo s as pe so?s qoe
se digo rain acompanbar ao cemiteMo publico
os re tos mo tees de sen praoteado espos oai,
sog'O avO, coobado e to, Aotooio Francisco
dos Santos e de oovo coovldam asiistlrem as
missa.4 de 7* da. qoe serio celebradas oa -esta
fera 5 do correte, pelas 8 boras do da. na
itreja do Espirito Satt/. por cjo aclj de rer
gao e cariaade se coofessam eierQameole gra-
os
t
Or. TaocUc bornea de Audrailc
ItsSMI
Eoseb o oa Cuuoa Belt So e soa mo-
lber 0. Aona Caonida de Arroda Bel
tro Fiiba, Jos di Costa Pereira e ra
moiber i) Lu'Xa Pe.dr. sa da Costa Pe-
reira, profooaameote maguado nelo
paBeameoto de sea presado pri-mo e amigo o
Dr. Francisco Gomes oe Aourade L'ma. de i-au-
no-,-8 ma memoria, maonam cel b ar mlssas
por sua alaa oa matris deS. Pedro igr>)a do
Hootim, da c.Ma e de linda, as 7 bpras da
id- una de segn ia fera 8 do crreme, e para
cajo actj de religio e carldade coovldam aos
seas prenles e sungos, aos qoaes antecipam
seu aerad*" i t
Dr. Franciac tomes ae ndrade
tMtmm
Izib-1 "eiuac ue Andrade L'ma e seus
tlloos, Dr. Francisco da .oDtia Bel rao,
kui minber eHInos conviiam neos pare-
les e am gos < os do seo tinado m rido,
oa', cuobado e lio Dr. Anirade Lima na-a aa-
sistirem as m>asas que pelo rep oso eie-*io de
sua alma mnodam Celebrar no da 8 do crente,
;.- 8 oras da m U, N-zeretb, Tracuib-em A'agoa-necra e Ja
boatao, e as capel as do 8-miuan j e dos eoge-
nbos Prirxavera e Carao'. a rolos que compsrecereui a este acto de reli
glS > P carirl' Mdssa para sopa
Venie s maca-rao aletnt a lalnarln a 11 0
o kilo ; oo pateo do mercaao n. li.
Fa ello de man i va
O oWbor e mais cuidadosmei te fabricada
boje ; deposi'o na ron Direua n. 8x
Aos proprietarios
* Qoe desejam tazer c. cadas e ladrilbos no u
lerior daa caas e a-maieus, avisa-se qoe scha-
ro om grau'ie sorti roo "e pedra prop ria-
das, do armstem do Caes de Capibarlbe o. 3, o
mostos '.a ni Crn* n ln "nai m.
Aula p irticular
D
P.ofess'ra Aona Tieodora Simoes. pateo
do Carmo n. 28 1 andar
Ni di- 8 io correte m-z teri logar a aber
"ora dos i*aoalbo desta apia_____________
Port guezt francez, latim e
arifhmetica
Un rapas praiico no eosine das materias so-
p a. o2erece-e para leccional-as em algom
coilegio : quem p-e'ender dirij* caria para esta
ijpowrapniacom as iniciaesG C. Garntasela
e molicidade de prejo__________ _______
Loja do Qoelho
SiBoa d) Imperiitriz
Receben o qoe ba de melbor em
Seda pretas.
Sedas de id'.
C'poos-oovdsde.
Pbau'aziis.
GoaroicOos pretas.
(iuarnit-s *le i0".
Ga'oes preto-.
GalO^s de cor.
Fitas de velludo.
E mmtos outros artlgos especiaos de modas
e escolidas a capricho pelo coefe de nossa
casa.______________________________.
L;aixeiros
Preciar, se de '.'nos caixe ros de idade da 14 S
18 aioos e que d coobecimento de sua cmdue-
ta : tratar oa praca Mariel Piobei'O o. li, oa
ros da S nta gres i- 3-___________._^_
O'ai eiro
Precisa se de um caixeiro de idsle de 14 a 16
anoos, com p tica de molbado*; S tratar na
ru do Motoolnrr.b n. f8, Af*i d".
D. SSl
t
i Fi unc. <.. dus Prairrt*
J a ju (i. Beruariij no- Rn-. sua uiu-
Iher, irmos e sobnnhos, coovldam aos
p- r-n ese .migo-' paps asslsnrem a missa
que mandaui cel- b a*1 por alma de aua
Km, can ada e na, D. Hara Prai ciaca d"
Prazeres, no convoto do Ctrmo, peUs 7 1/i
hj-as do da 8 do correte, 7* do seo fallec
ment pe qno jr-lir-pTi ruarnen p.
t
\rirt> Di LjftS e -ua iruia u. Har
MatbilJe Ljpes agrace en as pesas
quj se digiaram comin.-ecer ao ente-ro
aa ana prezana irm L) Amella afaiail e
Lopes, e de oovo as cjuvi iam, bem como aos
seus prente* e SBB'goa as-iflirem as missas
qne. pela alma da tiua ia, s rao celebradas pelas
S boras na i; a* b de 5 do correte mes, oa
mal iz 1a Ka Vi-la
Cap nao lieunn o AugaMu ou
Rcg.
Aielside EuuXia Los do R go manda
rezar uiisras oa matrz da B ..i V sta, as
8 horas da mboha do da 5 do correte,
30* o falierimento do seu prezaio e
onn a mquecido esposo capttao Tneolinio Au-
gusto do Reg, e conf'S-a-se agradecida aos
UO" afi asls-lrem.
t
-< BS
I
tPar a lLu Ue i a i ki Uj ..i8 de
Mut-s man a a su-- familia r<-z* missas
na matriz da Boa Vista, as 7 e 7 1/2 da
maobS oo na o do correte, 30* do seu
pa8ameoto, e para assistil as coovida aos pa
rentes e am^oi. antecipaodo desde ja prolondo
recoobecimp' 10.
Ama
Precisa se de ama molher de bsns costemef
para servir de ama a orna changa ; tratar oa
roa do Caboga o. li. de meij da at2 boras
ou oa Casa Forte o. 5.
Amas
Precisa se de deas amas, urna para cosinber
e ootra para anda- com urna menina ; & tratar
oa praca Maciel Piabeiro n. 7.
Mu ieas Dovas
EspeTtness Perdidas, valsa unnn
Amor le M<. 1 lelTI UCl'O
Balaros daiF ores, dem 2AINHJ
EstagSo das F'fl-ps, i-eia 2*00
Sania ie, qualnlba USOO
Khos do Sul, do"-do li5.0
Cra'o H meo, pi Ika UUOO
0 Tim-Tim ctmoieio 1
Novid des do Rio
O Tiros da Vov, p-lka UOPO
V< v n i Ponta. -ii-m i*o<;o
Pum I Pom f i"em 1*11(11'
Abacaxi, qoadrilba 1*C(I0
Soifejns, meihjjos, artes e irsmensa3 DOVida
des I 1 1
Na loja d9 instnaientos do Paivs, roa Nova
D. 13
Cosinheira
No becco dos Ferrefros a. 6 p-ecisa-se de ama
qoe cosiobe bem,
Fabrica de gelo
Aguas e limonadas gasosas de
tolas as qualidades
8oda water, pingar, ale, limSo, lararja,
curayi(>, abacax'S, granadina, grosellas
franbose baunilh-, hortela-pimenta etc. eto.
18 A-CAES DO OAPIBARIBE-12 A
jfcj^ Attendite et vi*
detel
Jos Samoel Botelho. fabricaste de bonquete
do mais aparado gosto, para casameoto, bapti
aado, os ootro qoalqoer acto ; pode ser proco
rado i roa da Cadeia o. 43, loja de aelleiro, oo
aa soa residencia, ras da Conceico n. 3, Boa
V|SU.
Amas
A* roa do Sebo o. 35 preclsa-se de dais amas,
urna pj-a l.var v engommar, e ooir.i para cosi
Qbor, e aevem domir em i-asa de sens patrOes.
Ama
Precisase de u~a am para cosinbar e I var:
tratar ao pateo da sact i Croz o. 18.
Ama
Precisase d u*na ama para cosinbar e faaer
compras ; ua ra das C'oxes n 33.
Amas
Criado
Precisa-se de no criado ; roa do Comme r-
clo o. ii.
Cosione^ra e criado
Precisa se oa roa da Palma n. 40.
Aula particular
Tberasa da Cruz Ribero e Carlota da Cruz
Ribeiro, titulad s pe. Es-ola narmal, partiei-
p mi que 03 da 8 dj correte aori'o orna aala
particular mixta se os'rocSo primaria, roa
imperial o. C6, encarregaodo se urna do sexo
ra-rculiuo, e ootra do sex > femenioo. ao qual
ensloar t abem traba'hos Cas
Precisa-se de orna ama para "csinbar e de
"Otra para tra'ar ae ama crianza ; na luja das
E trel'as ara Dmue de Caxias n. 56.
Ama
Ce cosinha
Precisa-se de ama ama que cosmbe bem, que
du'tna em casa dos i a. Qas e qoe anga de
sua conducta: tratar na pr-ca da Independen-
cia es. 23 e 25. loja do Chiuo Chic.
Ama
Precifa se de orna ama para cosinbar, de bom
comportamento; oa ra Imperial d. 164, la-
\erna.__________________________________
Amas e governante
Precisa-se de duas amas e ama goveroaote : a
tratir na ra Bario da Victoria u. 54. Da aoilga
agencia de meve._______^^^^^^^
Copcro
Precisn-se de om copelro de 14 i 16 aooos,
dsodo ti-.dor de soa coodacta ; oa roa do Com
Jess d. 22.
Precisa-se de am
Commercio o. 44.
Cosinheira
bom cosinbeiro; A roa d
Caixeiro
Precisa-se de om c-ixeiro com pratioa de ta<
eroa, de Idade de 14 s 16 aooos, e qoe da co
obecimeato de soa coadocta: ft tratar os ras
de Saato Affisra a. 5.
a
Para est'angeiros precisa-se de urna boa casa
com agua e ga-, peno d-s linbas da M-iglaleaa
oo Fernandes Vleira, deve i lo ie>- nunca menos
de 8-is qaartos, alueu^l t 1 800* : tratar
com Bern t 4 C. a rija do B m jssjjga. 80.
Atteiifjao
Declaro que o idivmoo que annuncia singar
"onrno ios na casa o. 180 a roa da Gloria, ao
o pude fdz-r, visto como pedinJo-me a cbava
para ctr el a neila se introdozo s --n mea coa
featimeuio, contra o que estoo orocedendo dea-
tro da !ei. 3 de Janeiro de 1894.
O propr-eiario
____________________Jo Porto.
MARAVILHA CURATIVA
DO CEUCTBE
Dr. Humphreys de Nova Ycri
A Ve.dade-ra Maravilha do Sw t
APPEOV Ai) LICENCIADA
teln laspeclo.-la Ueral de lyeieno ac
Impctio de lriizi".
'i Mar*vllba Cuiar.t r.;mecllo r.mmpai
>ara a Pisaduras, aiacl;uaduras. oafJBWia Tor
XilunkS, Cortaduras, ou Lacerac^ds, Aillv:-.ad6r,
estanca o 1 inguo, fa* parar a iilaiama-.-HO. redu>
!. UicIuko, Ira o apeooraiaeaio, e faz fiaxar a feildft
come jor encan o.
A : ura rbida para ^ucioiaJ^ras, Escaldaduras, *
Ouelmadura uo tul. & 6 superior a quulv.uur ouux.
reaudlo.
A !*I:rn*ill-T. Cnr^TlTa lmpags'.-sl T'l
idasus i'ci-oiTiui^ias, e.^ja do Nar& ios Cfnplv,,
ios PUmdes. do V onja^'O. ou a; ll,inorrlfc.*u>6o,.
Anorreujuiscura stDiprf & nunca alba.
A Maraviihov('Bratlvr;umalllvloproaipt.r
S^ Dor do U;--itcs,ie Ou#A 'la race. rjapS.
Fcre a Ncvralgla
A MaraTiha l.'umilia orcurie prono,
e [."ecloso para IVn^ rheuntuUcas, AlciJ/.u, D5ra
ll^ldcz nos Juntas ou P.-rnas.
A Ala, .- iihn Curativa eo-CT&nae remedia
a r,. Esqulm-ncla, Angina, A-^iy^oj las iTCBadaaofc
Uflammadaseemp-* seguro, sempre efflcaa
A MaraTlIba CratTa ^e multo tsIOi
?<>JHt inlei-cao para o Catarro, a Learorrhra ou
"lures Brancas, e outvos oorrunentos oebitantea.
A BlaraTlIhsv Cara'tva 6 ltnjcTel pa
t-Cdr Ulceras, Cliagas sntgas. Apostemas. Pananl
>^os. Callos, FTtelrar Jo"JKtes e Tumores.
A HaraTilba Cornil remedio piomi*
oara Dlarrbua simples, i' de Dlorrht cnronlg.
A M^ravilfaa CarutlTa ^xeeOente >
Bsoobartaa c Ca vanarlas, pam reroeduras. Dores,
rtmdureso JCitoladurea. Contu a, Laceraoowi. Xt,
Espedalidades do Dr. HrarforcTS.
3ciaedlu8 Eaperiacos.
ntaento MaraTtlhas,
Remedies SypfciUtloatf.
Uemedios Veterinwrtoao
O Tfanval do Or. FumphreTS 144 pegnua sobre *
KnermldkJee e modo dscuralessedkprat]*. pede-.
e ao seu botica-. k> ou k
nCMPHKEYS' HEDCINE COn
ltS Fulla Strt-ct. K W YORK.
OCIOS AOENTJifl
rara ?cailaa craa
?iStiriah(L

*;
I
*
-:
I
A.
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fc
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I
..

> <

Piarlo do Pornambaco Sexto-feira 5 de Janeiro de I^OI
VIGOR DO CABELLO.
DE AYER
Preparado f>-, bases scientitlcae
a pliysoIo-;ca para o fitn !>
'leueciar. os cabellos, restaura*
* cor, impedir a queda, e pronto-
cr spu vico e abundante creed-
atento.
fista apurada e excellente preparaco
en duvida o mclhor remedio at hoje
conbecido para os differentes defeitos d*
rabelladura, merece a intima attenco d-
odas as pessoas que tero tido a infelict-
Jade de perder em parte este mais rico
ornamento catnrai da physionornia.
Com <> sea eniprego Intelligente tem-sfc
oasegafdo resultados realmente sorpren
lentes Em muitos casos, porm ivt
lemprn, ;l propria calvicie tem sido curad
lerrua iicu teniente.
Sraipre secoegue fazerparar a -juec-
ios cabellos; .'nmuanto quepan o nenie
m das seniJi-as, y o ohjccto oais ut-_ t
tttt airradavel que se nde emprega;,
PltEMCADO PELO
3R J. C AYER & CA.
I * renda cas lejas de armarinlio e pe>
DEPOSITO OCU.1
CAJURUBEBA
Este enereici e prodigio medicamento, que com^cou a ser vu'gsrisido em
1883, e que tBo ben^tic s resaltados produsio o cara do reamathismo, molestias)de
P'-ile, leucorrheut, asthma, n"s s i as d ffjrentes torroas da t-y jhili, estofe par m uto tempo par-alisado por Circums
tanciaa imperiosas; boje, porm, re op continu a merecer do Ilustrado publico a iro.nn ico-itacao de que sexpre gosou.
Appmvado p-1- reapeitavt-1 Junta Central de Hy^iene por Decreto de 2) de
Jucho de 1883 e 18 de Abril d- lh85.
fOMFO 1CAO DE
. FIRMINO CANUDO DE FGCEIREDO
BaFTISTA dfe FIGUEIREDO
A venda na Pbarmn< ii o. 34 da ra L rga do K h.hii do Brigi db Machad
ootr'< ra de Bartholomeo & C
SAUDB PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
SrsEe Sry "a!f!Msa ***?ma,es de p6*3 e d pei, ,ambem p -fcridas
t cnagas e ulceras. E famoso para a gota e o reumatismo e para todas\ enfermidades de peito nao
se reconhecc egual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumor* as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros controlados e
juncturas recias, obra como por encanta
^ e"" PreParadas "'"""" Eab.lemmo do Profesar Hollowav,
78, HEW OXFOBD STEEET (antes 633, Oxford Street), LOHDEES
E vtndemse em todas as pharmacias do universo.
^Os comprado., sso convidados "^^^ggfag cada cal,, e Pote -**.. firecao.
^#**##*#*#**#****jr
w INFLUENZA
APPROVCAO DA ACADEMIA o> MEDICINA o e PARS
e .SSime". mgfflg dS BFES 6 dS BRONCHIS. aca.ma a TOSSE
Def Iuxos,Bronchites &
ia,r-, aa.... iP
HAMAMELIS
DE BRISTOL
(AVELEIRA MACICA)
Venderse
Tres varra paridas e 0ma ea-rott, sendo too-
ID; s. om tu i orna ra- cc pm bnm es'ado e
om cavado : iraiar r C-mpioa da Casa Ftrte,
rna do < oft. Le te n 6 B. venda.
Compra pe a
Vigarjo n. 3i, i
Canoa
peqneoa
a c; roa
andar.
na roa do
Semetites Novas de
Hortaligsse f.res
Becebemos por este
completo sorMrnento de
talicaa e I.nd a fl res.
Poc s neodes &
Ra Kstr.-ita i > Roeano
ultimo vapor uro
ementes de Hor
C.
Vinho da Sera da Estrella
Nao tem ri-/i propno pra mesa urna especia'idade.
P( q\S MFN E8 & C.
Roa Es relia de Rosarlo n 8
Obras de Y me cuno spjubi
Sestas para compras (Tamaohos diver-
sos.)
Bergns
Bdiaios d< ra paoel.
KOPEIRuS.
CADEIRAS o que se pode
desejar de mu* aperfeicodo.
RITA r STRFIT* no ROSARIO N. 9
________Pocas Mendes & C.
Con p.fin aurt mrito de gerjeros de 1*
^oalidhde e praon oa Bata resomidos.
Rua Estreita d'> Rosar'o n. 9
Pocas Mendes C
Liquidago
O proprietario pretendeudo acabar eom
as fazendah exbtentes y ende as por metade
de seu valor como seja.
Etam oe de foree a 200 ris o cove^o
Ozeford de quadros 8 2u0 r s n co?;".
Flanea braoca par, eatido .. 320 ris o coro
Vo"l oocitos e fiooa a 5(-0 ri o co^sdGa
C>-crem!ia 2 largurxs h 600 ris o cevade.
Lan e sedr. tD a 8(JC ris o cuvado.
Ricos cortes de vestidos.
Brius clares para roupa de met/ino a 800 ris o C5va
Escovas aiphdores da deotts a 200 urna.
Grande srttmeBto de fic..-!i
dem em cacemiras ;xtcs e de cs?{t,
Peyas de btirdados e ?*zt f c'3
R'Ct'S Levii.acas da seda e de slgcda?.
Completo sortimentr de roupa feiu e mnitns outroi artigos, qie convida
es a Exrcus. familias pira um p9soio so estnleciroeoto.
A proveite m
fiRa Io dexYIarcoTI
AINTIGA DI CMSPO
1^^.^-0^^^^.S^3.8^RUO ^'"tClaude. PARS. EM TODAS AS PHARMACIAS.
$??#!
FERRO EfflARTIAL-BOi
8tDW?%lZellC?X a drs'?m "pl(1ez ao """ sua riqueza o Torca. Neo da /S
Rif f Y, ~ nao ennegrece os dentae rao irrita o estomaao. /?.
PAR'S- 50- riJ Bolina. Deiwsito em M'ernambueo ; V
o estomago.
i DKOSAS & PRODUCIOS CBIMICOS.
ITGCENTO EXTRACTO
ESPECIFICO PARA O
RKEUMATISma
E HEIVORRHOIDAS
INCHAgSES
Agua t Melissa
"^"M-ioa Successor dos Carmelitas
PARIS 14, Bita de VAbbaye, 14 PARZS
CONTRA
Apoplexia
Cholera
Enjo do mar
Flatos
Clicas
Indigestes
Eesconiar
DAS
JFalsifirarrs
e exigir a Assignatura
de
5-
s. psilipscu
Hua do Vigano
A^ 19 Becife
S e nico fa-
bricante Pr.
i <>>> i|(.
sinetes de borra-
dla no Norte do
Brazil c Uni
Licores de Marie
Brizard
aoiaeto. cnrscSo, cacan a I vaoi le creme
de Th Murrusquino etc., C09. A :S de
diversas marcas e precedencia 7eode-se
na
Adega h.rtnpcza
Ruada* Larangeiras n. 4
02
~rxl
C33 oca

-Sfl
co
pre-
Tinhosdo Porto finos
em 10 e engarrafados vjrjde-se por
eos rasoaveis na
A0KGAP0KTGEZ1
Ra das La
Puro
iraDgeiras n.
azeie de Ol-
veira
Superior de 1/sorte
Tende-se em L.ATINIIAS de liro e-
GARRAFADO na
Adega Poriugueza
Rbi d s LaraR;:im o. 4
CX3
col:
-atLQ SOS
N?
111
^ FABRICA^
RUADOVISCONDE DORIO
BRANCO
ANTIQA DA AURORA
t= c^-
O proprietario drste ^stabelecimen'o desojando tornar bem conhecide. do
MicoQ do oomia7ciu geral os productos de sua fabrica, xtrakiaos V> Oaj Afc.
ii,0 ienipap eoitrss irucUs de n< sa flora, cojas tormolas e modo de prepara(Si
foram approvad s pe'.a Iosoectoria da Hygieas oeste E-t"do, vem apresentar a lista
dos ditos productos, que Cada t'ia vSo sendo cooffccionados com mais parfeifSo e
aceio, conservando de modo rt-pecial toda parte medicinal dos respeo ivos fractos.
AUm das irtudes medicinaes dos preparados da marca sapra, qae tem por
base o caj e genipapo, com spjam os vinhos, licores n cognacs, que j sao perfeita
mente conbecidas, aobresae aioda o uso quotidiano que delles se faz lembrar por occa
siSo das refccSes diarias, como bebidas de ebeiro e sabor agradavel a qualquer pala.
dar, principalmente as pessoas que sotTrem do estomago, aoemia, syphiles, molestias
pelle, etc., etc., provocando ao m-umo tempo melbor appette, os vinhos finos que se
diating'-em por etiquetas de um at tres A. cima dos respectivos rtulos.
Especialidades, Numeradores de metal c """
no- com e sem da'a, excelsior marcando con
2 c res. lapiseirag, aatomatos, relogios etc.
a casa nao tem agentes que percorrem as '
ras.
Pistas de pQrgaminho, que servem de calco
pnra escrever e que tem a grande ntilidade de
naodeixar ap mao. sobre a qual se pc-
aerao tomar sotas e lacilmente limpal-as
cilKfc cu.I.i unja.
Pequeas lampadas n-tautaaeie* dea'iriSei
(em preciso de fsforos, rom moletas'de re
serva systema modernissimo 2(KH) urna.
Vende-se Hua do Vigario n. 19 1." addtf
Reciie.
farateira Uiilioson Apparelho
de p gMs-Br e outros io-
vseclos.
S* ****<* BrKf| p n....
' *-r|. A';;i iniiil
r. i aoo. Registrado em quasi
todas as repblicas da
America do Sel. Preco
de cada um :.()"i>. SO
e Dnifa venda eia
rrosso e a retalho para
rl .l e Re-
publica Argentina.
do Vigario n. 19 '. andaf
PERIVAMBtGO
H PHILUSN, INVENTOR
Kola-Bh-Natton
RICA em CAFENA. THEOBROMINA, TA.NN1NO e MATERIA ENCARNADA da OLA
Elixir, Vinho e Granulado
torrada
dor
E&tractoa fluides, Pastilhas, Pilulas,
T0HIC0S ESSHCMLmETE
prrNJurtns exi*r!nicntauos como nwfor ezllo nos lio-i4Sr*T Doniores Pujaras- Bba:>,>-tz. 1I_: -ah:>, Uubus, JIai.l,:/.. monnht. etc. na
^yuentsria, Diabetes, Alban.lncrla,
:s=ata ) de Kola
Efit*j./.D0nES
iulr?di
Phosnlaturu. <-x,-e eo de tn.iolno'pi.ysioo 01 intellctul.
tkn.rtr tlr.,..KC t 1. .-./, ir ,-,/. <; Jte.lall.n..., Or* -.1 IHvloxanm ll,.
" -'' :' >' '-' Ym*'_*iumtim :. 1- r<, -P, r
Vinh s tintos d mesa
(ollares, Palhele e L\\mMw
e isa tas ontras acreditadas marcas acaba
de ch'-gar para o j bem conhecido ar-
mazem de vinhos
Adega Portugueza
Boa das jgUjjfgg 4
WHISKY
Royal Blend marca VIADO
Este fzcellente Whiky Escoces pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de canna
para fortificar o corpo
Vende-se a retalho nos maiores rma-
seos de roolbados.
Pede Royal Blend marca VIADO
onjo Done e embiema afio registrados por
odo e Brasil.
BR0WNS & C.
I eooa'-'o S holc F Iho, amigo r -
lojoeiro da casa do fallecido tonente-co-
ronel AugustoFernandes do Rgo, avi-
sa aos seus numerosos freguezes e
amigos, que se acha estabelecido com
officina de relojoana e luoelaria, na
!iraca da independencia n. 18, sob a
irma social de Barros & Scbuler, onde
continua na sua profisso, prometien-
do servir a contento de todos.
Na mesma casa encontrarao os seus
freguezes e amigos relogios e lunetas
de todas as qualidades e tudo quanto
for tendente aos mesmos.
Recife, 2 de Janeiro de 1894.
VINHO DE CAJ' de diversaa qnahdades, eoa Barril, Ancoreta e em caixa.
duzia de g-rrafas.
DITO DE ABACAXI de diversas qualidades em barril, anooreta e em caixa de 1 dasia
DITO DE GENIPAuO de diversas qualidades em barril, ancoreta e em caixa del dosis
LICOR DE MANGA E DITO DE LARANJA em caixa de 1 dasia de garrafas.
APRRITAFS de Caj, Lararja e do Genipapo, em caixa de 1 dasia.
COGNAC DE CAJ' em caix de 1 dasia.
CuG-AC DE LARANJA E DE GENIPAPO em caix de 1 dasia.
VERNOUTH DE CAJ' em caixa de 1 dasia de garrafas.
Vende-Be tamben os productos cima em caixa de 1 dasia de garrafas sort>-
das (ama de cada qaaiidade) pelo preco de 1800 0 liquido, oa a vontade do compra-
dor. D se preces correntes dos pr< dactos cima.
Doce em cada, steco e crystal>8'do de caj, abieaxi, laranja i'.r><
OUVEI1TA XAMPDBT'
Acaoam de receber um variado e esplendoroso sortimento de fasendas fidu
de aparado gostu, pelo que pedem s Exms. familias e fregueses a honra de am>
visita ao sea estabelecimento.
Taeo sao:
Sedas brancas d cores lisas e lavradas.
Cachemiras eseaeesss de seda e IS e de ora 1S.
Cortes de cachemira boriiiea, lindos desenos. ,
Satin ras, ricos gostos.
Toile fine ricos desenkos.
Livantine de ramsgem.
V lia o russi, lindas cores.
Chachemira com listras de seda.
Enxovaes para baptisado.
E ama infioidade de artigos que torna-se impossivel enumeral-os.
VER PARA CRtR
21-3R.TJTA. 1 X3XVX JVJR.r.aIS
GRAGEAS
de Caoahlba, Cubeba
natanhia e Farro, tlsmutho
ileatrio. Terebenthina, V
3
H?Q'enlca s Pt serradora
tem causar
accidente sjguiti.
A GRAGEAS FORTN, forSo as prneiras que obtiveram a approva?5odaAeade7B
de medicina (1R30) e que adoptaram-se nos Uonpitaes. Curam aa moletlcs secreta.
tusLiz rsisldss sena fatigar os estomagas mais delicados.
A 1NJEOQAO PORTIN sempre recommendada como o complemento da loedica^&o.
Z3a>s>osUtMrlosi m Faraanabiaoo FRAN" Uff. da SIL1 A. CT
HEbALHA DE HONRA
0 OLEO CHETRIER
deslntectado pelo AlcatrJIo,
tnico e t/*aaorco, e Que mullo
augmenta aa propriedtdee do |
0 OLED de FIGADO
DE BIC4H0 FERRUGINOSO
4 j unid orenarjelo tjus permifg
tdmrtittitr o Perro tem pn~
ttuzir Priado de Ventre, ntm
Xccommodo.
MPOSITO M S riU
21, ni di rais'-liBtfflartre. 21
DIPLOMA DE HONRA]
;e ferruginoso:
*0 ALCAT^5
^//fVRIER.^

T&>?&*
BECRITADU I'OB TOBAS AS
Cele'oridadcs Medicas |
0k FRANCA E BA El HOPA
as
MOLESTIAS DO PEITO,
AFFCQOES ESCROFULOSAS I
CHLOROSIS,
ANEMIA, DEBILIDAD-E,
TSICA PULMONAR,
BRONoHITES, RACHITISMO
Vinho de Coca
LICBNCIADOS PKI.A INSPECTORA DB HYGIBNS DO IMPERIO DO BRaZIL.
Olinda
m &SRAL
mmf irs9h &
44RA JBABO DO TRMPHO-44
Machinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Taixaa batidas em cravagc
Arados.
PS^Sf^MB#
n
Aloga-pa o sobrado cito S laiiPira da S, rom
ppqoin para a roa do HomDm, crui u-imes
cocemodo*, i"o a'Dorissdo, cacimba, ato ni-
csoaiis, bunhPiro ; a iralar no mesmo vntiraOc
co na ros d> Isperatrit o. 35, i* antier.
ATKINSON'S
WHITE ROS
O mnls suave de todos os perfumes guares
A original e unici essenola TeriAtJieira.
a de ATfcUKsoN. Kritor as coutraMucoes.
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
bem preparada nm dos perfumes dos
mais refrescantes. A de Atkinvo.v, de
fabrica^ao ingkza reconLecda como
a mais fin .
Vendem-se em tot' > a parte.
7. V B. ATaLOffSOJT,
24, Od Bond Street, Londres.
-AVISO LegUimu somenle eom o rollo
escodo aiol am.ireilo e a marca da
labnea ama "Roa branca'* eom
o compKto entiVreco
"SS ASTHMA
Oppreteo, Catarro, com O
:kr>r> cx-.^BFt.-*r. -
Obtere l mili tlttt neompeetii.
Deposito em todas as HatsmaBjaS
Doce de caj
Vende-se excellen-
's
te doce de aj sec<
feito a capricho. Na
ladeira da Ribeira so-
brade n. 28, na cidade
de Olinda.
Nao se vende a re-
talho.
Fabrica
Belleza do Carao
DE
Esta'delicada prera-,
rai.^o, (jue no> olTe-'
rece perico akmiBb coa-
ser a a mocfdauc'o a
belleza.
uas applicaccs dia-
rlas conservao'a. peile
o seu aveludado fl wes-
cura.
Cura completa s rapidamenle
Cteirott,IlacUatlnfitH, SurtUis,
Itnptgenii, F.nplnhas, SignUe
de Grvidas, etc.
Oeooslto geral i Pharm"inrjUsa da Ci. DEtACRC
Brurelias (Blgica).
D.poaiio n fwmiiiHM i __ _
;onAiunae ohooas paooocTos csnancc.
Nao* sendo possiv 1 ac-
tualmente o embarque de
fumo no porto do R Janeiro, veme-nos forjad i-
subir I'000 no pretjo de
cada milheiro de nesnos ci-
garros al que nos geia pos-
sivel pascar fumo para efeta
capi'al.
Recife, 26 Dezenbrode
193.
Azfedo& C.
automtico deprecsao
PAR i
Moendas decannds
Cardos A 1 Dio, tnico rep"--ei'antpgne8tG
Estado dos eiiat>-obr-iros L. "e Cainhfi e E.
Boibe'boo'i. ia- a niri^ocj'o do REGULA-
DOR AUTOMTICO de PRgS'), 3-iem aos
spes amibos e froeijs linei* "o ^ireni ao
seu p^crtotono a 'ua 'o Bi'o de T'i moin n.
2 arito de exammarem o dito ?pp-rf-Uo qoe
" -c!'.i> perfe'tam'-nte o problema da comoleta
expres>5) sem perigo d' e>pecie a tnrra por
p-sespem cp corp > *-nirsDb i entre os ''jHnlros.
O apparelo r.'p ser applu-ado a tolas
mopodas qpalijuer q-ie sej o sysiewa e lama-
nbo, e poda 6?r mtiotado sem oterrnpjo da
D)oag< m.
O ab.'ixo 3'si?' ados rom lonpi praca de
(r(>o!aeta e t-atalnoa de usina. earantOB ac
te*s DUiri'r- sos! ejdoezes e arpli/os qnp a- "iras
ir.'aeera ne m a-ao do REGOLa'OR AUTO-
MTICO ne PP.ES^AO. o que o farlam 8- por
v ora r So eslivessem perfeitam^ntq. c rtoa
(iifso.
as encrmmenrfas oo REGULADOR sando fei-
tas coro o cenca podem prestar aiodi n > pre-
#i-nif s t'a R-atides se vico-'. Beodo trt3 os qaa>
ro vf zet, patfo o hii Bitn o om o acgmato
da extrarto que elle pertnitle.
Recife, 17 k Ouib-.- >.- :v3.
Carnoso A IrrrAo.
Licor depurttiivo vegetal lodade do Me-
dico Quintella
Esto Dotiibilissimu depurante que vem
precedido de i*n gr.mde fama, infatvel'
dh cura de iiu);i> ,is dencus syp.iiliticas,
escrofulosas, rheumaiieas e de pette, co-
tno tumores, ulceras, dures reumticas,
osteocopas e oevralgicas, blctn>rrogias
agudas e dirimirs, cancos syphilitii'OS,
inflamtnaces viceraes, d'olhos. ouvidos,
gatgaukis, ioleslinos, etc., e em todas ai
muletillas de pelle, simples ou dialhericas,
assiiii cuino ua alopecia ou queda do ca-
bello, e as dueocas deleroiiuadas por sa-
turaco mercurial. '
Do-se giaits fulhetos onde se eacoo-
tram oumertisas experiencias feitas cor
este especilico dos hospitaes pblicos a
muilos anotados de mdicos e docuiueo-
tos particulares.
Faa-sw descont emeasa de
FAR1A SOBRINHO & C.
Rna do Marpmt de Oitnda n
Ladrilhos e Mu-
zaicos de
Fnidioeie Cresta i C
Rio de Jaueiro e S Paulo>
Esta fabrica perfeitameote montada.
exeoata o mais engenta pedido qae Iba
seja leit >, por qaem qoer desejxr, ama
sala, corredor, q^art', terraco cu psseio.
perfeiumrnte limp e de dorsoSo terna.
O mosaico nacional da casa Ciest* nlo
rio e tea sido preferido a outros la-
drdboa, porqn byuieoico, limpo, efita
tapete* oo estelraa a torno I
ututos -se 'attengao dos Srs.. castra-
o'ores para o catalogo e amostras era
asa de PAULINO MAIA, ra do Co
mercio n.'22, l.' aodar.
Presos aeatidails, kd compettiasa
------------------------1-" ......>



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V )
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8
Diario de Pcrnainbuco Sexta-feira 5 de Janeiro de 1894
ARMAZEM DO LIMA
(Fundado em
Os proprietarics ce-re an igo e tabe'ecic eotc, apresentam admira^ao dos
feas Ilustres fregtteze* e ?o estimavel publico d'esta capiral a mais chic e fasci-
nante novidade no artig > de p e entes apropriados para as grandiosas festas do
ATAL, &MWQ nom UBIS
rccebidos direclamente das grandes cidades '
Extraordinaria ccllefao ilc bahios, estojo*, azafates, folies e saceos, cestinhas, livioa, dminos, Bebs, caricatures, carleiras, guilarras, desucrlaires ,
ibolhecas, chaveras, tambores, fauleils, mr.ppa mondo, cadiras, jornacs, baldes, carrinhos, pharo!, kiosques, bandolinas, tic, etc., sendo tudo gnaroecido dos
bbl
oieliio es
CONFEITOS e AMENDOAS
Lindo sortimonlo em doces crvslallisados, fina M.irme!*da cm ladnlhos, Passis finas em bonitas caixas, Qucijadas de Cintra, Rainha Claudia, Peras
Pecegos cvystallisados, Tmaras do Egyplo, Ameixas especiaes, Bisciils de Reos, doces em calda e ttrop, mimosas caixinlias de phantasia com especial Figo
b"ndu, P' ras seccas, e pir fim a monnmenlal exposigo em linias latas de phanlasia com Bolachinbas, Queijos Suisso, Praio, Flamcngo, ChedJar, Fine apple-
cheese, Sniao, Londrino e o afamado
^fV
Especialistas em Cb Verde e Prelo, Vinbos finos c de Pasto, Aguas mineraes, Presuntos de Lamego, manleiga, Fiambres novos, Conservas variadas.
Cenejas nUemVs, Cognacs, Aperitivos, Champagnes, Kumrael n 00, Bhum, Anis del Caballo, Agua ardenle d'Eslremoz, licores finos, entre elles os celebres
< AB1UC01IJNE GLACIAL MARC Vinbos linos de Bordeaos, sbresahiudo-se o apreciavel
ChiUeau du Mapsin Lima
Finalmente o Armazcm do Lima especa urna visita de teas distinclos freguezes e do rcspeitavel publico, afim de vcrificarem de < VISU o que cima
alltgam, garanlindo gneros novos e procos extraordinariamente mdicos.
&c.
1--RTJA BARAO DA VICTORIA--3
*
Telsphon 323
Cal Virgem de
Jaguaribe
^m barricas para o fabrico
de s ucor vende a Compa-
ihL Exploradora de Pro-
du< tos Calca reot*.
y. t ego 83000 por
barrica
ae? do Apollo n. 73
/'im Olixida
ende ; e excellente doce
de c&jteccoj tratar ja
rr do Bom Fim < 59.
BrT^f, pelas e Ce cores, lisas e la-
bradas, erande vai-in^de
Aa 'Farata d< s ames
38-R..H S-rS. rfa Vico-ia38
10RTF.S DE .VESTIDOS
Em soda, IS e cambraia b> rdada, o qne
i de im-is Me.
__Au Parad's #* Dame____
FAZi-NDAS MO -AS
Surtimento i pussivel to d'Bcrever-se
toen recebido de Paria
4fi faradls de*i Isamea
FOLHEUM
4
MAR BRAYO
POR
PRIME1RA PARTE
FEITICEIBA
(Continuago)
Ter.a rasSo, mea fi ha, diese elle por
fim. E' grave e ... perigoao ; mas oSo
podes d-iiar de ir.
Assim me parece, mamaron Edme
OB pouco hesitante.
O que o fasia hesitar que, do fundo,
senta orna grande alegra ao ouv r sea pai
reaolver qaeatSo oeste sentido. O que
lie rece-ara aojo. de todo era orna sen-
tenca do anclo, obrigando-o a declinar a
honra de acomp.nhar Armelle e a soa
companhejra no passeio qne tinbam resol-
vida fsser.
O piloto ficoa alguns instantes silen-
cioso
JReflectia.
JV repente levan toa-se, e, sem aliad ir
o aasampto da conversa, diste :
-- Oil.a, vai estar ama noite bonita.
anU*
xpreaiZo de alegra b.-ilhoa na
oy*ioumia de Ed""* o replicn :
Ora essa pai, d8o me podas faier
fraposta mais agradavel.
LAS COM SEDAS
Lisas e em edre Chanyeantt, oltimano.
ridade.
u Par*li* dea (lames
SSi?&SIi9JIB0 \ \
L' o 8(>rt c: mas janelihS e colchas de Bada e de
reiid* t*m
4*j Paradla dea Daes
Acabado o janUr, os doas bomens diri-
giram-sa par. o caes.
Pra a gante do mar, e eapec;almente
para o bret&o, silencioso e sonhador, nada
cbpga a um passeio desto genero.
C*nforme annanciara Le Clehd, a noite
estava bonita. As trovas tinbam aquella
transparencia que peraitta vista distin-
gur, ao cabo de alguns instantes, todoa
os object.s, a nao ser que a vista soja
offuecada por ama claridade vinda de
lado.
Pois isso que torna a esouridao das
cida es tSo profunda e deesa
A cada instante a la da um bioo de
g.ta, de u a lanterna, de orna vitrina alL
miada, rompe a harmona do claro escaro
e pela vilete do 'contraste torna mais
negro o meio ambier.le.
Aqoi nao se podia dar esse caso. As
luzee isoladas e espalbadaa dos phares, as
dos oav 8 faldeado* ou das embara9Ses
en movimento n8o podiam taaer concur-
rencia s BciotallaiSe das estrellas. Ab,
a la derramava generosamente abundante
olaridade sobre o porto e recortar* muda-
mente o perfil dos obj ltoa.
O barco do piloto desliou como um
phantasma sobre aa aguas transparentes.
O pai e o filho tinhm-se sentado ao lado
om do cutro. Edme ia ao lema, Haoo
levava a escota da vela. Urna brisa suave
refrescava-lbvs a fronte e eochia a vela.
Metteu peb pais-gem grande e n'um
instante atravessoo o gargalo. Urna hora
depois, t frgil embrcbjao dansara sobre
a agua sombua.
S entlo Le Clebd rompen o silenoio
moditat vo qne at eotSr. conservara.
EotSo, perguntou elle com esforg?,
gostas duquella menina, mea filho ?
Nio teobo cortesa, mea pai. Re-
ceio smal a, e nada mais.
Sena orna grande deagraca, rapas !
O gosrda-marinha nao respondn nata
uimu n BOWMAN

Contiua ? manter em seus depsitos completo sortiuicnto de utensilios para lavoura ves
dndo sem'i;2 por preooe mdico? ;
MACHINAS A VAPOR de differentes systemas e Uiuanhos, de Robinson e outros fabn
cantes, e de 2 a 42 cavallos.
CALDEIRAS A VAPOR multitubulares de Fletcher, para funecionar com o fogo das for
nalhas das tachas
CALUEIRAS A VAPOR Cornisti e typo locomotiva para funecionar com lecha e bagaijo
R )HAS para agua.
B'IMKaS de motuo-ccDtinuo.
MENDAS e metas m>>enaas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e bando, cravadas e caldeadas.
ARADOS de di (Turen tes systemas.
CRIVACOES para fornalhas.
MACHINAS para descansar algodo de 14 a 50 serras com amentadores e empasUorn
a fmtade dos agricultores.
FazencJo parte da direccSo de sua fabrica o Sr. engeuneiro Augusto Clark, vanUjosa-
mente conbecido dos Srs. agricultores, pelos seus trabalhos de montagem de grande numero u
Lscas funccionando neste Estado, LncumDem-se de mandar vire erigir garanlindo a prodcelo t
qualidade de assucar;
APPARELHOS e meioa apparelhos de vacuo ,
DISTILLACOES completas para alcool e agurdente, a vapor e a fogo n, para grandes i
pequeas fabricaa.
52BITA BARAO DO TRIUMPHO-52
3PK3.D(NrA.XyXDBXTCO
Iba disia seu
e baixou a cabeca ; u aue
pai j ella o tinha peniade.
O pilo'o reeomegoa, querendo explicar
bem a aua idda :
Urna grande desgrac^, Edme, por-
que certo que essa menina nao feta
para ti. Fia o que pala para te educar.
Nieso empreguei todos os meas recursos,
e gragas a Deas, correspondente rainha
aspee ativa. Es:s (fE;il e bem viato,
tens futura, mas preciso seres rasoavel.
Nao somos da meaos soniedade que os
Desnotls, nao tena senac o rea sold e o
ten pai nao pode aapprir os avs.
Ha pouco tempo de mais que a algaem
para que te aoeitem assim aem preceden-
tes. Se a amas has de ter que aoffrsr,
mea filho, teem me dito qae o amor fas
soffrer cruelmente qaando contrariado.
En nSo aei o que Amei toa mli, que
logo me corresponden, e fomc.s feliaoa des-
de o da do nosao casamento. Preaisas
orna mulher como toa mSi.
Edme oontinaava oalado ; ouvia d stra
bidameote; o sea pensamento estava
leoge.
Haon dea am profundo su-piro, o qae
s'goificva nelle am grande deagosto. De-
pois o m 'ama voa dalente :
Mea Deas 1 talves en jilease mal
em faaer de ti am homem cima da nosaa
oondioSo. Oa velboa do mea tempo bem
disiam que am filuo nio ganha nada em
aer mais do qae sea pai. Se tivesae fija-
do simples piloto oomo en, amrtas ama
boa rapariga na nosaa posio&o : ha tantas
boas e bonita* I Ai gamas at alo ncaa.
Mas am guarda-mariuha nio pode oasar
com nma camponeea. Precisas urna me-
nina, sim, mas am poaoo mais abaixo da
sobrinha do oommandaote Desnoels.
esta Tes o offioial ergaea osbej e
disse oom voa firme :
Pai, se amo Mlie. Ctaneno, jaro qae
mine-, Ih'o bai de dar a entender. Mms
dSo cso com outra.
O anciS.) murmarou tristemente :
K sers iofelis. Fioas aolteiro e o
ten velbo pai nSo ter a consolacSo de
abracar os teus filhos.
Que importa 1 Terei oamprido o meu
de ver. E acaso somos nos feitos, nos bo-
mens do m*r, para as alegras dos ootros
homens T Vivero! comtg >, meu pai. Sa
subir de posto, vivaremos oomo agora, mas
com mais confortes.
Huon abanou a cabeca e com am sor
riso trBte, qae Edme vio olaridade da
loa, dase :
Obrigado pela toa affeicSo, mea fi-
Ih. Mas essa vida a am homem nio
basta. Precisa outra ooasa. Oom que
preenchers o vacuo do tea ooraelo ? Que
paizlo ser bastante forte para te f ser
esquecer a outra ?
O iffi jiaL fea um gesto am tanto alti-
vo j com o brago este adido apontoa para
o mar.
, E aquella, pergontou elle, nSo me
basta ? Desde qae nio tens minha mli,
disseste-m'o aioda agora, ella tem sido a
toa companbeira. Porque nio tambem a
minha ?
H jon Le Clehd j nio sorria ; grossas
lagrima* lhe oorriam as faoes.
Filho, fallas bem, fallas com am bo-
mem qae encara valeotemente o aoffri-
mentj e o perigo. Mas olo atiendes
differenea das noss idades. Soa am ve-
lbo, ea ; j sei o qae a vida. A tristes
e o isolamento j gelaram mea saagae.
Qae importa I tor .ou a diaer Edme.
Deus ha de ajudar-me, e o mar vr-me-ba
buscar, se o mal exceder aa michas for
fas.
Oalaram-ae amboa. Ambos, effeotiva-
maote, soffriam, ea sentido oppoeto, aim
pre* ao destos patarras.
No goarda-mariuha tinha sito a espon-
lu t mu bis .,,,
^ 56 e 58 Ra Duque de Caxias 5(> e 58
Sendo fioi de uno resoiv mo: v n..er ^om grande dif-
ferenc e piejos os arti#.(,s s-. guintes :
MAIA OLA" AMKK1CAN0, sem confsool" a IgO 0 a p^'.
SARGELIU DIAGONAL, toda* as cor. s, i 240 *. <. evvanV.
VOILeS OS -OKES, mos deeenhos, a 200 rr. < .'-du.
CHITAS 'iLARA eecu'as, b6 ^u.'i *de, a 240 320 eoeasV
TOALH' S DK 1.INH') adh&mucad-> p. r8 ms*a, a 85'v.tO s :O0 jot
PNO :-A C'.'STA jmjw me*a a '60 < o vovod.
CAS.. IB IRAS PRTAS e de edra, pura S, 35OO f 45000 e^av'o.
BK1N8 D,-: 00-:F.S noricno-, lindoB MdiSea, a 800 !$(KP o c v* Bttli BKaN'O >- l-nh- a 2,5500 ~it2.
MLTTON ENFE TADO para ocst .mes, a $6 0 ru o envido.
KLANELLA i>. A GODAO a II d**de 5C0 l|2f.O c vado.
GANGAS ENCARNADAS osrs cubertis 240/.. o mvad;,
CiicT MES LINDOi pstdtSes p-ra coberta, a cO/.j e 6 "b o o ior. do.
'AiLE DE VICRY, padrSaa daros e mador de 8 ) > 4 *0 rs. o oovado.
CRETONAS DE I QU\LID kDE riooa D.d.5as hsO) 69J s. o o> indo.-
CR lTE DE LINN com todus seus pfrtences. do 183000 a 12-5000.
LANS D'-'. LI-TAS de 400 a 240 o cov-do.
LANS fSjOSS Z^S cUras o escuras, da 1^000 a 500 f. o colado.
GUARDAN4OS ,. 3 000- duia.
Bit TANJA rISA ?. 00 a pe a.
BRAMANTE TR-.'^ADO 4 larguras a 1400 rs. o metro.
V LLUD J DA fiUaIA, alttsa moda, 1$200 o covado.
A. i-ib marcedentu ac;ma u..j-i ou \al pussue miiii a L JA DaS ESTfft.L
LAS uo> grasd deposito dos seguales ax-Ljoa :
Alias grandes de tu!, s es taasanhos.
Dits de Carneira p^.ra vigem.
.Minsquir.9 ameilSMnoa.
^los^u.t.nrofi d todos ca tamnloi, brincos o de cores.
Este ira da I.r quadado optitna e padiSis inteiramentc n>Tos.
AlihtitftB, taoetes, jutas c.
tortitas Jar tinados b>.r,-...-. da oroebet.
Tec.d'- n corta arreedudoa para cortin-a de jsaell-, lindissimos dasech^s, a 15200
ltvO
Todos esses ar i0- -s vendo a Loja a Arma.m du Eitrslae p ir pra^i sam cos
elenci .
5(5 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
TELEPHONE N. 210
Ilfll'sS^
l-J
IDGERWOOD
Rodas d'&gaa
Torbinas
Enjrenbo $err.
Moond^ de Qbbbi
Moinhoa d. fa
Debu!bat!.r-
e^^r or-. i
Machinas a vsper
Prtatela
Lavadoras
Despolpadorea
Desoascadorca^
Ventiladores
mb qaas
D. unidores, O aductores CUdores Evap^rader^a a vapnr Defecad iresde
:p!e effeit, Vacutos e todos oa ni^hn!tm-8 _>erle cantes ao f bnco do a-> -osr, cal-
teira Multiubalar para queimar ba^.tco ou casca de caf. Prensas Hvaraulicas,
i-irnbas de todos os tamanhos, C?roeiro8 Hydraolioos para levantar agua, Arados de
j'antar aiilhc, etc. etc. Engenho completo de tabricrr farinha e engenho completo
.>>-a binefisiar arres.
Corroas de so! e de borracha da qialidadd soporior. Ole eepecial pa;**
cachicas. Pertef.ces o pagas Bvr.lsas p?ra as roacoinia.
ESCRP10R0
95Ktta do Ouvifirr95
a 136mam da Sads134 t$$
13%
Lidge/wood Mf'g (J. Lima
Este agradvel n a.i.-'c < meiiiioiaitp o extorminador das tossas reasentes
e an'ii'-s, cath irros, *affi3a3s broo^hit^s shroaioaa, rouqui ISes, a finalmente coas
tra todos os padecimentos proveoiencas da irritacS? dis via) reapirato.-ias.
Convem como unitivo sos tysicos.
OOMPOI^AO ~iE
FBM'NO OANODO M FGOdliREDO
iPf t J ll fibftttr 1 Jllti I Hffltll
PR )PaGAO-ES
A veedi i.a Ptlaratajl* d- B."iit A
Fui
Ltrga
do
d.jnilj, outr'iirada !i.-ta I sirio n 3i
tanea manifestado d'um aentimeuto de
desalent.
No piloto provocavam urna dr aguda,
que elle r.em sequer tinha pondo sus-
pnitar.
P >r 6m toi elle qae primeiro elevoa s
voa oom am tom qae fazia presentir am
immeDso dengosto.
Mea filha, o homem nSo ten direitu
de morrer antes da sua h >ra, pronuncioa
elle gravemente.
Disse eo por acas) que quera mor-
rer ? exc'amou Edm, apavorado oom as
suas proprias express334 m is anda pelo
presentimiento da dr paterna.
Nio o dissette ; mas o qae diiSeste
signifioa isso, a nSo ser qae ea j nSo en-
tenda nada.
O mancebo j tinha recuperado o sea
sangae fro. Euendea a mSo ao p a apert >u oom ama ajergia sombra.
Vs, filho, ser .a terrvel isso. O que
me teria servido faser de ti o que s boje?
Toda a minha vida de resignado a de
abaegacSo de toda s especie nao teria dado
seoSo est* oonseqoencia Ver o mea filho
ir adianto de mim.
Edme levaotou-se no baroo. Apertoo o
anoilo contra si.
Eotao o pai reapiroa mas francamente.
Os seus pulsos hercleo levaotaram o
mancebo, oomo coatamava faaer qaaado
elle aioda era oriangt.
Depois, poaaando-o no banco, fitou-o
oom a soa bella physionomia brecasada,
faaendo-lbe ver daas grandes lagrimas.
que lhe oorriam pelas faoea.
Oih, disse, respirando livremeote,
dasde que eras pequeo qae me nio met-
tias tanto medo. Agora tenho a toa pa-
labra, isso basta-mo.
Nio disse mais. Do seo peito aahio am
grito abofado. Lvgou o filho, o lancou s
sobre o lome.
E' que, por poaoo tompo qa tivass
4 para iue a chalupa se desviasse sob o im-
pulso da crrante.
Esta, aaziliaJa pelo vento, tinha lancado
mSo do baroo, e levava-o oom toda a ra-
piden da correte, oomejaoda por o arre-
messar sobre a rocha mas prozima das
Truies. Era tempo de virar.
Edme pm-se a puxar a escota com ex-
trema prudencia, enguanto sea pai panha
o |lme ao vento.
A emharoagSo, descahida pela crrente,
nSo pdie virar. O remoioho da rocha
mandou-lhe orna poroao d'agaa que alagon
oa dous. Mas a chalupa, oom este impal-
p, rojou sobre o baixio sem lhe tocar.
Era clro que a manobra s tinha feito
ganhar tempo. Com semelhaote brisa e
sobretodo com a forya da correte, o bar-
co cahiria iafallivelmeote sobre as temiveis
podras.
Edme nSo precisava que o maudassem.
N'um fechar de olhoa tinha arreado a me.
aena e oo'hido as eiootas.
J Haoo, litteralmeate deitado sobre
um remo, Ibe grtava :
Ais remos, rapaa, e aparta bsm.
O gu-irda-narinha pegoo n'um remo e
rabos, inolinaado-se, rxmaram oom forca.
Um instante viraram a oabega, viram a
rocha a tre; brajas apeoas atraa dalles.
Para ende vamos nos, pai, pergun-
tou ella oom angustia
Aparta, aparta repatio o piloto com
a voi toda transtornada.
O remoiohonm verdadeiro turbilhao
j tiaba apaahado o barco. Seria nm ai-
lagra evitar o ohoqae, e nesta noite ola-
risaima, o msr, naa proximidades do reoi-
f abrs enormes cavas, negras oomo o.
pea do inferno, omqaaot o baixio estar
todo bra-.oo, coberto do espuma.
(Continuo)._______
Typ. do Diario roa Doyiv doCsiiMn*^
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