Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17153


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Full Text
.1
AVNO LXXI
Domingo 1$ de Agesto de 1895
\i vi i: no i*
PERNAMBUCO.
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezs adiantados. .
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
PSePEJIBABK BS 1UUK6SL EIGBEIKO BB F&BI& & FilHQS
REDACTORES AXTOMO YVITRXJVIO PINTO BAXDEIRA' E ACCIOLJ DE VASCOXCELL5 e M.1XOEL AHA
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN- PARA OS LUGARES ONDE jSE PAGA PORTE
n c i, i, ^^lNGhMS!RA d 4Q a Por seis mezes adiantados. v ,- 16*500
Os Srs Mayen* Favre & C, residentes em Pans-18 rae de Por am anno adantado J .# ;; ; 33|00Q
t. ft^n.p Retalia,. Por trimestre vencido. 9*000
Numero avulso de das antenores. J200
A
8S000
45*000
30*000
1100
Ia Grange Bttelire
Teleprammas
SBS7I50 PARTCULAS 20 DIARI3
Rio de Janeiro, 16 de Agosto s
8 horas e 40 minutos da noite (recebido
na estayao s 10 horas e .. minutos da
noite c entregue s lo horas| e 33 minu-
tos).
A falla do throno 'ida honten na C-
mara dos Communs, refere-se annexa-
fao do territorio portuguez de Mashona
no Cabo da Ba-Espcranca.
A Cmara dos Lords hontem mesmo
approvou a resposta.
O Banco Nacional teve despacho te-
legraphico de Londres, noticiando que a
taxa do Banco de Inglaterra era 2 "|0, e
que os emprestirrios brazileiros cotavam-
-sc: 4 lia de 1879 a 88> de l888 a?8'e0
de'1889 a 74, tendo os ttulos deste bai
xado 1 ponto.
INSTRUCCAO POPULAR
os mnm da senveu
POR
Gastao Tiesandier
CAPITULO VIII
A INDUSTRIA E AS MACHINAS
NICOLAU LEBLANXrHILIPPB LEBON
RICHARD-LENOIR JACQUARDPHI-
LIPPE DE GIRARDJOSU HEILMANN
BARTHOLOMEU THIMONNIERLUIZ
FAVRE.
(Gontinuaco)
Chcgou einfim o momento da Iodos prestarara
as suas horaeoagens ao il ustre inventor, e 11:11a
coxmi sao, nomeada pelo m.nistro, declara qua
jos vantjosos resillados obtilos pelas expe-
riencias ao cidadao Lebon nao s satiszeram,
mas al ezcederam ai esperanzas dos que se
ioleressaro pelas sciencias e pjlas artes.
D'ahi a pooco, Napoleao I ceda a Phihppe Le-
bon urna parla da floresta de Rouvray, para elle
all organisar a industria do fabrico do gaz de
lllumin. fo. Infelizmente, Lebon foi forjado a
empraiender muitos traballics ao mesmo lempo,
preparando o gaz e fabricando o acido actica e
o alcalro, que devia expedir para o Havre para
o servico da marmita. Apazar de lodos os ira
balhos e fadiga?, Lebon leve entilo como qu- um
raio de esperanga, e julgou r emlim sorrir lita
a fortuna. A sua fabrica ji visitada por muitos
sabios e bomens nolaveis, e entre elles pelos
principes russos Galuzin e Dotgarowki, que, em
nome do seu governo, tizerara ao inveu'or urna
propO;ta para que elle fosse para Russia e le-
vaete os seus apparelho?, licando com a liber-
dade de estabelecer as condiges.
Ptnlippe Lebon rejeiteu aquellas seductoras
offertag, respondend n'ura bello impeto de p.i-
triot #rao, que a descebarla que fizera pertencia
sua patria, e que nenhum oulro paiz se apro
venara dos resultados dos seus trabadlos.
A esperanga, que tinlia despontado no animo
de Lebon, bein depressa se dissipou. Os nimi-
gos e concorrentes causaram-lbe mil dissabores,
e parece que al os elementos conspiravara con-
tra pobre inventor. Um horrivel furaciio des-
Iruio a casa em que elle habitava, e pouco tem
po depois o fogo devorava-lhe urna parle da fa-
brica. A fatalidade pareca apostada em per-
segur o malaventurado inventor; mas nao era
elle de espirito que fcilmente aveigasse aos re
vezes e uo infortunio, tanlo mus que unha urna
esposa que o aleutava com a sua coragem e a
fu alTeigo.
(Contina)
Art. 3.a O ministro da marioba, de accordo
com o da industria, viacSoe obras publicas, pro-
videnciara para que as compaobiis de navega-
gao subvencionada pelo Estado eejam obrtgadas
a o istruir seus navios rom os requisitos indis-
peosivtis pa-a, na eveotaalidade de gera, se-
reu convenidos em ernzadores.
A't. .- FiCam revocadas as dltposiges em
contrario.
Capital Federal, 1 de Agosto de 1893, 7o da
Repblica.
Prudente J. de Moraes Barres.
Elisiarlo Jos Bar boza.
LE 3 8-DE 6 DE AGJSTO DK 1895
Determina que o montepo dos oQiciaes di ar
mada e clasnes aooexas, a que se refere a re-
soluto de 23 de Setembro de 1793, seja rega-
lado Dlo mesmo decreto que trata do monte-
po dos sd:iae8 do ezercito.
0 P esidaate da Repblica dos Estados Uoidoa
do Bratll:
Fago saber que o Consresso Nacional decre-
loo e eu san :ciono a le segrate :
Ar'. i.* o uiJLlep d dos officlaes da a-maa e
cla-aes anaeas, de qae traa a re-olcco de 23
de Setembro de 1793, (era resalido pelo mesmo
decreto qae regala o movepio dos olliciaes do
ezercilo; aiobos serlo divididos em daas parles
iKuaes, caben Jo orna 4 vluva, al tila 8? acbar
as co idigaa e.-l tui las oesse decreta e a out-a
aos Dlhos successivei, na forma da lei, guarda-
das as coodicOeg acimi referidas.
1 1.* So baveoJo rilbo3, a viuva receber as
duas parles.
5' 1 Fi uto toiprehenJiJos na disposlgao
deta le, des le a sai p-omulgac&o, os Albos dos
ollicii'es fallecidos, qaando soas viavas estive
rem percebeodo por io'eiro o montepo.
Art. 2. Revogam-83 as dispoatc.oes em con-
trario.
Capital Federal, 6 de Agosto de 1895. 7" da
Repblica.
Prnden'e J. de Moraes Barros.
E 1 tan J. Barbosa.
DCRETON... DE 8DE AGOSTO D3 1833
Iadalii as pragas da goarda nacional, exercito,
armad?, brigada polici'l da Capital Foderal a
do como de bambei-oi ucorsas em de^ereOe0.
O P esilente da Repaohca dos E-ndos Unidos
do Brnil:
No exercl;io da alfriboico conferida pelo ari.
48 *> ji Constituigao, resolve ladoltar as pra-
gi- da guarda nacional, do ex 41 brig-ida policial da Capital Federal e do cor 'o
de bnmbeiros qoc, tendo commettido o crime de
1* e 2' detecto simples ou aggravida e de 3'
dfserg3 simples, s; apreaontarem, uo praio de
60 das da puolicago deste decreto, f aatori-
lades civis e militares d-nn da Repblica 00
s legacas e consaldosbraiilei-os, aproveitan-
do o presente indulto lambem as que por laes
crime3 e.-tiverem sentenciadas en por senten-
ciar.
C.pilal Fed-r.l, 8 de A?o'to de 1893, 7 da
RepoDtlca.Pru lente J. de Moraes Parros.Dr.
Antonio Gogaives Ferrelra. Eliziario Jos
BarbosaBernardo Vasqaes.
I
COMUer
oa-p-ig;
PARTE OFF1CIAL
Actos do poder legislativo
L : M 285Dli 1 UE AGOSTO OS 1895
Fijc a orgj paval para o txercicio de lo9S
i' cu lene da RpuDiica djs Estados nicos
do .;
.- 50 .-aber que o CongresfO Nacional decre-
1.0 r cu Ddocciono a le cegainte :
rt 1 14 forg nasal para o exerc ci de 1896
coii'tara :
I \) ifliciaes do corpo da armada e das
1 ..r^es acoexas, de accordo om j8 respectivo,
u, comp.tbendidxs os qae forem preciso
embarcar nos eavius de guerra e ira' aportes da
Un lo, conforme enes lolagoes e dos esiados
uaiore* daa epquadras e divisOea Ttainer.
2. De 010 prag-i do corpo de mirinbeiros
LiiivOats, inclusive 3t0 pragas para as 3 com-
panbias de fogoistas e 10) da cempanbia de
M '.'"-G-o so.
3 De 1.000 foguistas contrariados de con
formidade com o respecti?o re^niameoto pro-
mulgado para os fogu sUs extranuaiera-ios, em-
quaato o corpo Ce miriubeircs naicrai.es nao
poder atiender s exigencias de lodo o servico.
i De 3 000 aprendiz.s marlabslros.
5.' De 4 O prucas do batilbo de infantera
de maii'iba.
6. Em tempo de guerra, do peasral que fjr
Beeeuarto
A '. i.' E* o governo aatoiisado.
% i.' A engajar p Ciunal, durante a paz 00 a guerra, O pessoal pre-
ciso para preencher as classes qae houver na
forga nazhnal.
A aboLar meosalmenie, aos qna se enga
a"-'f, como mariQei'cfl nacionaes ou sol dos,
m.is ro" a'e da toldo qos ora percebem sssas
Cas es devendo o prazo de eag-jamenlo ser
pelo menos de 3 ancos.
S 3.' A conceter aos marinbeiros na ionae?,
po:edeotes das escolas de aprenaizes, que com-
pletirem 5 aonos de Berreo, sem cot qce or
npjsr.>nj. urai grstiiacao meosal correspm-
UrlC a meude do sol o da classe a que perteo-
ceren".
4 A ooc;der amina gr.til]cat, 3, equi-
valente a metade do sold, as pr. 51a ao corpo de
marionet'os nacionaes qoe completaren] o tempo
le.ai 'i- eerveo e cooiiooarem a servir s.m en
g ];X-n'.o.
S 8. A considerar na reserva os navios que
pre.-.isarem de concertos que se prolongaren por
msis de 90 dlac Cara om desasa navios tera a
b rdo osegomie peeso-il militar: commandante,
mme^lj'.o. commls ario, mesire. flel e nm qolo
lo da lo 3co, prtebendo oe veacimen'.oi de n,-
tio rmalo.
Ministerio da Justica e negocios
Interiores
D're-.loria id Jusilla
Por decretos de $9 oe Julho animo :
Foram nomados para a enar .a nacional:
Estado de Pemamboco
Muncipio de Po u'Albo
C m i.anio aupeiior
Estado-maiorTenente-ro'onel ebefe do esta-
do-maior, capillo Manoel Barboza Camello ;
Major secretaria gadnado, Fraacisc Marques
de Airuqaerque Maraobao;
Majores-ajodanles de or'eis, Joao Leonio
Ivs Cavalcanle e Pedro Marques de Araujo
Pinbeiro;
M jor quariel-aeslrc, o teoeote Fraacisco de
B.rrus Silva Costro;
Major ciro'gio-mr, o capito Francisco Aa-
looio Braynr de SjUii.
29 batalbo de iofantaria
Ealadc-mamiMijor-sca', Jos Elys.o Caval-
can e de Albuquerqo^
Cipiiao-ajodaote, o lente Aatoaio de Abren
Marques bacslbao;
Tjnentt-3e:reiario, Vicente Ferreira PestOi
Vilia-Nova;
Teoeote qaar'el-meelre, Severino Gaadencio
Friado Je Meodooca ;
C-pno ciro-giao, o alferes Genuino Jos Ar-
liatuio da Silva.
i.* CompaobiaCapitn, Jos Francisco di
R isa Jnior;
Teneote, Jjo Viera G mes d.s Sanies e Joao
Marques de Alboioerqoe Miranbo.
Alfere, Paulino Praoeisco de Soox, Vicente
Gercino Gomes Maru.'js e Joaquina Francisco da
Rosa.
2. Companbi,Cspitao, Jote Lmz de Souza;
TeoenleK, M.ri nuo Antonio t itencourl e Sd-
venoo de So .iza Mooteiro;
Alferes, Solero Tranqoillino Furtado de Meo
doea, JrJo Jos de Sam'Anua Res e Antonio
Tertuliano de Saoi'Aooi Res.
3.* CompanbiaCapiao, Lu z Francisco de
Bjrros S Iva ,
Teoentes, Jet Barbosa de Barros Lima e Joa
quim Fra cisco de Lima Mame Rizo;
Aiferes, Jos Antonio da Silva, Heoriqoe Pa
dro Alves Civalcante e Antonio Florencio de
Barros.
i* CeuoaobiaCapi'.Jo, o linate Manoel Jo>-
qnim do Reg Jnior;
Teoentes, Pedro Cavaleante de Albnqaerqoe e
Miuoel Slmao Santiago;
Alferes, Joao Ant ,nio Cavaleante de Albnqaer-
qoe, Aclyianio Cor i de Flgu-iredo Mello eJoj
Severino de Lima.
9.* regimeato de cavailaria
Es'ado-maiorMaj"r-ftsial, I lmenlo Samico
de Lyra e Mel;
Cap So-ajadaute, otenente Jos Francisco Cor-
rea de Vasconcellos;
Teoenie-eecrelario, Jos 7.-ferino Brayaer Rin-
Plj
Teoeote qaartel-mistre, Jos F. ancuco de Ar-
roda Filbo;
Capltao clro-giSo, Alfrelo da Cosa Carva-
lbo.
1. EsquadraoCipiS\ o Iteras Seve-iaco
Jos Freir ;
Teoentes, Joao Lniz das Santos e Joaquina Loiz
do' Santos.
Alere, Angosto Laiz dos Santos, Jos Pedro
Rodrigues Villas-Bois e Jos Franciaco de Bar-
ro Mendoaca.
2, EsqoadrSoJapitao, Faaciso Antones da
Silva ;
Tee tes, Joao de Mello Mait os e M aoel Fer-
reira Llmi ;
Ailerer, Olympio Martios de Oiivelra, Jos Be-
ze-ra de Albnquerqoe e Belmlro de Aodrade
Lma.
3 EsqnadrSoCipltao, Mmoel Jos dos San
IOS ;
Teoentep, es allfres J080 Ribeiro|de Lemos
Vasconcellos e Severino de Castro Pereit;
Alfsre*, Francisco Pereira Cavaloanfe, Fran
cis Igmcio de SsDt'Anna e Joao Pereira do Nis-
cimento.
4 Esquadro- Cipitio, Jos Francisco de A -
roda;
Teoentes, Jos Kiria.dos Smlos Cavaleante e
Manoel liarla de Santos Cavbante;
Alferes, Joj Frao isco Barbosa da Silva, Joio
Mara da Silva e Benjamn de Sosia Mooteiro.
10 oa al. 4) da riSerja
Trnente-:onnel, o capitio Joe Vj.ra de Mello
Franco- ,-
Eitado-TaiorM jor fiscal, o lenen'e Joaota-
valcaote de Albuqaerque;
Capigao-ajuiante, o lente Jos Cjm6 de
Arao|o Vasconcellos;
Teoente-secretario, Stelliano E'eoterio da
Silva ;
Tenenle quarlelmeslre, Fernando A' tocio
Vieira de Mello;
Cap ao ciro-giao, Aareliaoo Eleuterio d a
Silva.
I. CcmpinhlaCipitao, o airee* Manoel Jos
de Sant'Anaa Reis:;
Tenentes, Joaquina Damnsceno Mannho e Joao
Frsnjisc dos Sanios;
Alferes, Joao Tocmaz Pereira, anrooel do Es
ptritc-Sanio Barros e Joao Dimasceno Marinbo
de Barro?.! ,
2.* Compai-bia-Capiao, o alferes Jos Znien
00 do Espirito Santo;
Tenentes. Domlogos Sorii Mauricio e Antonio
Joaquim de Sant'Aooa ;
AlfereF, Simao Barbosa da Suva. Benedictoo
Gomea da Silva e Joioo Carlos de Sooja.
3.* CompiniiaCapi'.ao Paulino Soarea Ri-
beiro; ,,*'"
Ten.nles, Jos Maria Dilgado Barba e.Jorge?
ezerra de Meoeses ;
Alferes, F aucisco Alves Gaedes da lbrega,
Ge-ioino Antonio de Soaza e Joao Ignacio dos
Saolos.
4." CompanbiaCapitSo Vicenta Antonio No-
vellino ;
Teoen.cs. Antonio Bezern de Mello e Antonio
Pasctioal Camaroiii ;
Alferer, Ao onio Crrela Mauricio, Nicolao Vi
ceute Capoizoli e Miguel Aicbanjo de Cirva
Ib.
Por decreto de 5 do co'rente, foi nomeado
o Dr. J ao de Borros barreto para o logar de pre
parador de bygieoe oa Facaldade de Direito do
R o de Janeiro.
Fo| nomeado lente snbst-tato da 3.a serle
da Faculda e de Direilo de S. Paulo o D.\ StVc-
i.oo de S uza Presta.
IfOjIer aceiiaio, ..uai qus 010 uouvesie loco >'
eaiajte em exerc-:-oi sem a odiapensavel
jetnu.-so do minislTio da tuerr^, olicitau
.ior iniermelio de seus cnafes ; e reileirar aos
coojmaodantes de d strlcios e goarn goes a re-
ndacao ja feto de que neobom offijiai
aga pode xercsr cargo municipal, si nio.
oH mesmo f-derai, dos ootros ministerios, sjnal'
quer que s*ja a n.toresi ceaaa cig, aem per-
missao do u,in sterlo da oerra, deteodo taes
commandantes (aier cee8ar oseierclcios dos qae
porveoiara oc.paa o. referidos cargas rs.u
eeea aaiorisagio.
Foram ciassifleados no 40 ta'.alhao da n-
f. nana o coronel Juno Augusto da Sorra Mar-
""faB"" Par decietode 13 oe Novembro uo
*uW9 P>oximo pissaio reverteu i 1* classe do
exercito ; e no 6 reeimeoto de cavailaria o al-
fa ra addiao ao ioalainao de artBana Virgi-
lio Cunes Gulmaries.
Foram trane.ldcs:
Para o 13* regiment de arilbaria, ao qaal se
acba addido, o alferga do 8- GalJiao Alves Pra-
gna.
U arma de ..I istsria, o alfe-es do 11- Jo
Pereira Maciel para o 23- ; Francisco ypou o
4e,'{Uiveira do 36- para o 26- ; eRiS;mlro Fiau-
100 Guenel'O do 2 >* para o 34. *
Para a 2a classe do ezercit Sean lo ag-
gr^g'dj ao resptCiivo corpo, o cap .-med co
fie y.clare Dr. Orlando Sucup;ra, vi-10 bave
iao, em inspeccSo oe saude a qua foi snometti-
1 ULjolgado incapaz para o s rvigo do uocsuoo
eJK-rsuo.
Da mesma arma de cavailaria para a de in-
famarla', conforma pedio, ao alferes Augusta
da Costa None, da cooformidade com o > 1- -
posto 00 art. 6- da le u. 1143, de 11 ue Setex-
brj de 1851.
Cmceeu-se troca tle corpos entre si aos
alferes Joss Este (So do Amazooas Ferraz e Ar-
mando Bordes Mooteiro, este do 9- regimeoio
ae civallana e aquella do 1- da mesma arma.
Inlsterlo da raasenala
Foi exonerado a De -ido Pedro de O ivei a Ma-
chado, de pratican e da Toesouraria de F do Estado de Minas G-iaes.
Foi declarado sem eLTei o e litlo qoe nc-
meoa Jos Paes Prcenc, paa o legar de offi-lal
da Caixa Ec. nomica do Estado de Mallo-Groase,
visto nao baver aceitado a referida nomeaco
e nomeado para o mesmo logar Jos Ferrara
Meodes.
Fot nomeado Tbomaz Evaristo fessi d<
Mello do logir de official oa Caixa Econmica
do Estado do Rio Grande do Norte e nomeado
para o substitu.- Pedro de Alcntara Viveiros.
Ministerio da Industria e Viaeao
Foi aposentado o eogeabeiro Raymunda de
Soma Raposo, 00 cargo decbefa de e< > do
proionccmrnio da estrada de ferro de Porto AL-
gre e ugaayaoa.
Ministerio da graerra
Por decretos de 8 do correte.
Foram promovidos nos carpos de eogeobeiros
e de asiado-maior de 1* classe e uas armas de
cavailaria e iofantaria e uo quadro extraordina-
rio do exerclio os seguiotes officiaes :
Cepo de eagenneirosA coronel, oteoeLt;-
coronel Bellarmioo M-nJooga, por merecimen-
lo ; a coronel graduado, o leueoie-'O'ooel Ma*
ncel Gouga vi s Campe lo Frang; a tenent- co-
ronel o major (jabino Bezouro, por merecimeo-
to; a major, u major graduado Joaquim de Car-
vaino Salome Pereira, por aoiiKoidade.
Corpo de esiado-maior de laclasse-A coro-
nel, o coooel graduado AnloniO Americo Poreia
a oliva, por merecimen 0 ; a coronel gradalo
o teneote-coronel Braz Fer era de F anga Vel-
loso ; a cipitao, o lente Amonio Mariano Al-
vea de Moraes.
Arji de CavailariaA coronel gradoado, o
tenenie-ci roael Lopo Hoorique ae Mello; al-
ente o aiferes Emiliano Gil, por ami^u dade.
Arma de infmiia.-iaA lente, o alferes Jodc
Leopcldo Montenegro da Cuaba, por amguida-
de.
Qua 1ro extraordinario A coronel, o coronel
rauuado do mesmo quadro Roberto Trompowi-
ky Leitao de Almeas, po: autlgaidade.
Foram transferidos:
Pera o corpo de engeobelros, de accordo com
o 2 do art. 7 da lei n. 39 A, de 30 de Janei-
ro e 1892, o capiiao do corpo de eslada-maior
de arulbaria Godofredo de Mallo Birreta.
De uos para o&t'os corpos as armas de ar*
tllnana, cavailaria e Iofantaria.
Arma de artilhariaPara o corpo de esta (o-
maior, o ter.euie-coronel do 3* oatalnao Jo&j
Carlos Marqce- Heunque; para o 4 rogimeuio,
o leen le coronel do 2 oaialbao Miguel oe Or
velra Paes.
Arma de cavallailaPara o 11* rudimento, o
coronel dola ot Florencio de Toledo Rioas
Arma de infauariaPara o 17* batilo&o, o ts-
neoie-corooel do 40' Jos Solero de Meneses e
o capi-ao Jos Aogosio Pareira Leite, paa a 2'
cnnopanbia ; para o 19* oitalbo, o capuo ao
17j Francisco Jos do Coolo para a 4a compa-
nnia.
Foram mandados reverter.
Ao quadro effecliio do exe-cito e classiflcar
no 14 regixento de raoallana o coronel Jos
Pedro de Oiivelra Galvao, e no 2 bala.bao de
arliibaria o coronel Francisco Xavier daptista,
ambos do quadro extraordinario, visto terem
es-ado os motivos qae de iranafereactas para este quadro.
A' Ia clas-e do exercito, ficabdo sem eff ito os
decretos de 4 de Dazembro do anno p-exixo
paseado, de 23 de Jaoeiro e 11 da Favereiro l-
timos, os segoiotes officiaes;
Coronel Jos Freir Bezerril Fontenell do
estado-maior de arlilb-na; teoeote-coioiel,
Jos Ignacio Xavier de B t\ da arma de infaa-
Laaro Sodr,
mni-iter.o da Harlnha
Foi nomeado o cipiito-tvoeate Severiano A Ionio de Casiiiboa para exerter interioameoie
logar de director de arliloana do arsenal oe t*
capital.
Revertan ao qu idro sitivc da armada o 1 -
lente Narciso do I'.alo Carvalho.
rem satisleitoa os juros das apolices ; e da
epocba fizada, a respectiva quota de amortisa-
co.
13.a Os engenhos Sapocagy ds Baixo e Sapo-
caj de Cima* ficain obrigados ao fornecimen-
lo le caimas a Usina Massauass por todo o
tempo eslabelecido no contraclo approvado
nesta data.
14.* Quaesquer duvidas que se suscitaren) en-
tre o Governador do Estado e a concessiona-
ria serao definitivamente resolv las por dous
arbitros nomeados, um pelo Goveruadcr do Es-
tado e oulro pela concesionaria
No caso de desaccordo entre os arbitros, cada
um delles apresentar um desempatador e a
sorie decidir.
15.a O valor do prsenle contracto xado
para os fins legaes em 450.O00S00O.
16.a F.catu fazendo narts do mesmo as dspo-
sigOes do decreto de 15 de Outubro de 1890 e
do de 31 de Janeiro de 1891 e da Lsi n. 25 de
9 de Dezembro deste ultimo anno, no qu llie
poderem ser apphcados.
17.a Caso se verifique no lerem os appare-
llios a capacidade exigida nao ser pago a ul-
tima pri-singao licaii lo assnu o auxilio reduzido
a -50:0O0SO0O. '
1'-.' A concessionaria sa obrig a assignir os
pra sent contraclo dentro do prazo de 15 dia
a contar desta data sob pena de ser considera-
da sem cff-ito a concessao.
19. O mesmo contracto s poder ser trans-
iendo salvo caso di sociedade anonyma a agri-
cultores, precedendo porra, approvago do Go-
verno do Est-ido, cora relagfko a todas as clau-
sulas da sesso ou transferencia.
Art 2. Ficara revogaJas as disposigOes em
contrario.
O r. Julio da Mello Filbo, Secretario interi-
no dos Negocios da Industria, assim o lenha en-
tendido e faga execular. Alexandre Jos Bar-
besa Lima.Julio de Mello Filbo
Governo do Estado de per-
iiuiuIiiico
Expediente do Dr. Governador do Estado, do dia
28 deJanhode 1895
Decreto
O Governador do Esta lo, atlendendo ao quo
requereu D. Carolina da Silveira Lias, viuva de
coronel Murcio illo da Silveira Lina, proprieta-
nu doengenbo Massauass, situado no muniel
pi da Escada ; tendo em v sla as informages
da Directora Geral da Secretaria de Fazeuda,
de 4 do correte, e inais pareceres prestados
sobre o assumpto : e usando da attnbuigo que
llie conferem 03 Decr tos de 15 de Outubro de
UWO e 31 de Janeiro da 1891, e Le n.25, do 1.
de Dezembro desle bllimo auno, resolve expe-
dir o segtinte
Decreto
Art 1. E' concedido D. Carolina da Sil-
vara Lins, viuva do coronel Marcionillo da Sil-
vtira Lins,proprletina doengenbo Massauass,
situado no municipio Ja Escada p ra o dsseo-
volvunenlo da usina all ja fundada, com capa-
cidade para duzeotos saceos de assucar da se*
lenta e cinco kilogrammas cada um e seis pipas
de alcool do quatrocentos e o lenta litros cada
urna, diariamente, o empresiimo a que se refe-
em os Decretos de 15 de Outubro de 1890 e 31
Je Janeiro de 1891 e a Lei n. 25 de 9 de Uezera-
aro desle ultimo anno, na forma a sob as con-
Jig;8 segumtes :j
1.a O Estado concorrer, a titulo de pmpresii-
010 hypothecario, com a quaniia de 3"5:000s000
em apolices, ao juro de sete por cento ao auno,
de couforraidade com o art. 7." do Decreto de
15 de Outubro de 1890.
2.a A primeira prestagao ser recebida :
aj Depois de bypolbecado ao Estado, sem
concurso de outro credor, o eogenho Massauas-
s. com todas as suas trras, mallas, pastos, lo
gradouros, obras e bemfeilorias existentes e as
que accreacerem.
b) Depois de apresmiado documeato que
prove acharem-se eocommenlados os machi
mimos, apparelbos e ferragens destinados
fabrica, o qual dever ser autbeniicado com a
assignalura de cnsul brazileiro ou agente con-
sular ou fiscal do Urazil no logar da fabr ca :
ou depois da prova de ter sido feita a encom-
menda dos mesmos apparelhos por intermedio
da casa cmmercial oest.i cidade que inspire
confianga/precedenJo contraclo de forneetmea-tt
de lodo o appareilio, mechanismos e utensilios
em lampo corto e determinado assigoando o
representante da mesan casa, na eslagao com-
petente, termo pelo qual se obngue a cumprir o
mesmo cwniracio da forneciineot com sujeigo
uo pagamento dos prejuizos e damnos que pos
sam resultar Fazenda do Esludo pelo seu nao
cumprimento.
3.a A segunda quando lodo o material se
acbar no local desuado ao levaniamenlo d
usina, ou quando esteja todo ja recolhido Al-
fandega do Estado, nos termos da Lei o. 25, de
9 de Dezembro de 1891.
4a A terceira
a) Depois de se acharem conclu las a fabri-
ca suas dependencias e funccienando com re-
gularidada provada pela experiencia.
b) Depois de ettectuada e inscripta a hypo-
theca da usina com todos os ma. hinismos, ap-
parelbos, accessorios, dependencias, obras e
bemfeito ias que nella bouverera de ser.eslabe-
lecidas.
5a A amortizagao das apolices ser feita por
sorieio no mimmo, razao de 5 % animalmen-
te e comecar logo que a u*ina tiver tirado duas
safras.
6.a D^sde, porra que a usina der dividendo
superior a 12 / o excesso ser todo applicado
lana; m jo-es, Lauro Saeire, qae rever ao
quadro extraordinario, e Alvaro Lopes MacnaJo, .
e capiles Corlolaoo oe Carvalbo e Silva.docor- > amonizago das aponces.
po de eogaobeircs.e Edgardo Giogalves Ribelro
e Alexandre Jos Barbosa Lima, do co-po de
estado maior de Ia classe.
foi declarado ao commandante do 2" dis-
tricio mili ', qae nao pode o medico de 4* du-
la do exercito Dr. Joo Moreira da Costa Lima,
qoe serva oa gaarniclo do Estado do Rio G a .-
de do N arte, exercer cumulanvameote os luic
ges de medico militar e ai de Inspector de by
Hiena puolioa e director do hospital de cartdaae
no dito E-tad<\ visto qae laes (oncgOes sao io-
compaliveis, como bem pondera o cb-fe de sea
o do pessoal da reparllgo siotlaria do exer-
cito, como lambem porque, dos casos ea qae a
a cnmnlagio se ds, em face da le a. 44 B, de
2 oe Junbo de 1892, someote o mmatarlo da
guerra pole conbecer di sua conven e:uia,
qaao'.o vecorrem Ln do mesmo mlolrtsrlo, pois
sendo facultativa como essa lai, nio val ella
a permiuir accomalaglo qne possa ser preja-
dicial ao servlgo publico, como sio ao servigo
militar os de qae se trata e qoe alea disto pr
dem affectar a ditciplloa, como o incidente na-
vldo no referido Estado eatl mostrando, pelo
qae o referido commandante deve providenciar
pa a qae aqaelle medlce de xi immedlatameaie
o exerctcio dos cargos esladoaes que indavida-
meote exerce, deca anlo3c-!be qae o3o os ds-
A importancia dos juros das apolices sar
racolbida quinze diaa antes da poca marcada
euveada semestre para etse tira.
Ifses juros cumegarlo a correr desde o se-
mestre era que as apolices forera emittidus
f^Se em um semestre qualquer deixarem
de'ier pagos os juros, a nlo ser por caso de
forga maior perfeilamente juslificado perante o
Governador de Estado, o debito daquella impor-
tancia comegar a vencer o juro da mora ra
zSo de 2 /. ao mez.
9.a Se durante um nno, por qualquer motivo,
d ixarem de ser pagos os juros ou na eoocha
fixada no art. 8.a do Decreto de 15 de Outubro
de 1890, a quola da amortisaco, um e outro
debilo coraegarao a vencer o juro da mora na
razio de 2*i, ao mez.
10.a Era qoalquer dos casos da clausula ante-
cedente o Estado adminislrativamen e e se pa-
gar como credor antichrelico, pelas rendas da
usina callocando nella um administrador.
11.a A concessionaria ter urna esrripturaglo
em forma commercial, feita por guarda-livros
que poder ser examinada por ordem do Go-
verno do Estado : devendo, em todo caso ser
publicado annualmenti o balango da receila e
despeza da empresa
12.a Nennum devi4endo se far anles de se
DIRECTORA GERAL DO THESOURO
Despachos do dia 16 de Agosto de i8gh
Antonio dos Santos Villaga Defer !o, afim
de ser considerado irresponsavel pelos dbitos
dos anteriores aquilinos da casa u. 160 outr'o-
ra n. 15> a 15S) a ra Oilenta e Nove, anliga
Imperial, freguezia de S. Jos, nquelle que na
mesma casa vier a estabelecer-se, menos quan-
to ao imposto de bombeiros.
Gminarles Braga & C. Indefendo, em vis-
ta das inforra-igOes.
Companbia Industrial e Commercio de Estiva.
Deferido, afim de ser cons derado irresponsa-
vel pelos dbitos dos anteriores inqmlmos do
pavimento terreo do predio n 8, Trave.ssa da
Madre de Deus, Freguezia do liecie, aquelle
que no mesmo pavimento terreo viera estabele-
cer sa, menos porra com relagao ao imposto de
bombeiros.
Andr da Souza Leao.Deferido, devendo
apresentar as apolices para seren verbadas.
Santa Casa de Mis-ricordia de Recife.Defe
1 ido. afim de ser considerado irresponsavel pe-
los debilos dos anteriores nquilinos do predio
n 62, ra do Araorim, freguezia do Recife,
perteucenle ao patrimonio da Santa Casa
aquella que n mesmo predio vier a estabele-
cer-se, menos porra com rdagao ao imposto de
bombeiros.
Manoel Candido de Albuquerque. -Indefen-
do, em vista da iuformacao da Recebedona.
Jos de Mello. Deferido, era vista das infor
mages.
Ponlual Rosendo & C Nega.se provimento
ao recurso em vista dos informagOes.
Wlson, Sons & C, Limited, esiabeleciios
ra do Lomraerc o. -ga-se provimento ao re-
curso, em vista das iuformagOes.
Maitns Ftusa & C O Tribunal do Tliesouro
resolve manler a deciso dada pela Juma Kspe-
clal, em sessuo de 4 de Junbo do co rente ao
no.
Luiza Firno'ma de Barros Mooteiro.Dirija-se
ao poder legislativo.
Bastos & C Deferido, afim de ser conside-
rado irresponsavel pelos dbitos d s anteriores
inquilinos da casa 0. 5, a ra da Santa Cruz,
freguezia da Boa Vista, menos porem cora rela-
gao ao imposto da bombeiros.
Jos Gomes Laal. Defen.lo.
Izabel Coiitinbo de Torres Bandeira.Defe-
rido.
Manoel Fernandas Vel oso.Deferido, adra
de ser dada b iixa da execugao.
Joo Alfredo Quenlal.Deferido.
Jorge Fec .-Deferido, afira de se- conside-
rada senta de dcimas a sua casa n. 9 A, ra
Pedro Alem freguezia do Pog.o da Panella, a
conlar do exercicio de 1890 a 1892 inclusive,
e de 1895 a 189J, emquanto subVisilrem em seu
favor as conaigOes da lei n. 1541.
. San os & C. O Tribunal do i'hesouro, tend 1
em vista o r quenmento de Saolos & ., e as
informages prestadas sobra o assumpto. resol
ve declarar que o imposto do n 25 da tabella
A, annexa lei do orgamenio em vigor, deve
ser distribuido smente pelas fabricas de picar
fumo e fazer charutos e cigarros ; e bem assim
que os depsitos ou dependencias de estabele-
ciraenios e.-lao lambem ajenos a collecta espe-
cial.
Antonio Ferreira dn Rocha Leal.-Deferido,
afim de ser dada baixa da execugo.que porveo
tura existir com relagao aos mpostos de deci
mas e annuidades da casa n. 5, ra do Fogo,
freguezia de Santo Antonio, no exerccio de 1891
Jos Ildefonso de Souza Rangel.-Deferido,
afim de ser considerado irresponsavel pelos de
bilos dos anteriores inquilinos da casa e telbeiro
n. 151, Estrada do Giquia a Jaboatao, fregue-
zia de Afogados, aquelle que na mesma casa e
telbeiro vier estabelecer-se.
Gaspar Jos de Mello.Deferido, afim de ser
considerado irresponsavel pelos dbitos dos an-
teriores inquilinos da casa n. 28, a ra Marciho
Dias, fregaezla de Santo Antonio, menos porem
cora relagao ao imposto de bombeiros.
Machado & Lopes.Iodefer le em vista das
informages.
Lino de Abreu Cerqueira.Indefendo, em
vista das informages.
Jos Paulo Botelho.Iodeferido, em vi3ta das
informagecs.
Andr Mentor de Carvalbo. Indeierido, em
vista das informages.
freguezia, o cadver de um individuo de efir
preta e anda mogo, coja ideolidade, nao o i
reconherida
Aquella autciidade tomando conhecimeatfo
do faci, fez transportar cadver para o &?
milerio Publico de Santo Amaro, a fim de aar
vistoriado pelos mdicos da polica e depolf-
inhumado.
Saude e Fraternidade.
O Qnestor,
Jos Felippe Nery da Silva Fillw.
coNGaasso nacional
Poltica de Pernambuco
DISCURSO PRONUNCIADO NA SESSO DB
31 DE JITNHO DE 1895
O Sr. Correa de Araujo:-Sr. .Presi-
dente, n3o pretenda oceupar novamente a at-
teng&o do Senado, discutindo o projeclo qoe a
Commissao de Legslacao e Justiga offereceo
em substiluigSo ao que foi apreseotado pe'o
honrado Senador por S. Paulo, reduzmdo a tres
o prazo de seis raeze3 eslabelecido para as io-
compatiltdades eleitoraes.
Os dis ursos,
illustrado
tuertar* policial
2.a secgao.--N. 180.Secre aria da Questora
Policial do Estado de Pernambuco, em 17 de
Agosto de 1895. .
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello, dignissimo
crelario da Justiga e Nogocios Interiores.
Partcipo-vos que foram hontem recolhidos
Casa de Detengao. os seguintes individuos :
A' ordem do subdel gado da freguezia do Re-
cife, Pedro Jos Dias, como d;sordeiro.
A'ordem do subdelegado do 1. districto da
freguezia de S. Jos Martinho Benevides dos
San os e Manoel Felippe Neves, conhecido por
Caibarino, como desordeiros e Ignaca Maria da
Oonceiglo, por offensas a moral publica.
A' ordem do subdelegado do 2.* districto da
freguezia de S. Jos, Francisco Jos Ferreira e
Jos Marcolino Francisco Gomas, por distur-
bios. .
Por ofllcio desta data, communicou-meo sub-
bdelegaao do 1.a districto da freguezia de Afo-
gados, que hontem pala manh, fe encontrado
no brajo do rio Capibaiibe, qne passa n'aquella
. porra, proferidos honlem pe'o
Senador pelo Maranhao e principal-
mente a excurso que S. Exc. fez em um desses
discursos at ao Estado que tenho a honra de
representar-me demoveram desse proposito
obrigando-rae a pedir ainda ao Senado a sua
altengo para algumas considerages que passo
a expender relativamente ao assumpto.
Hintem, por occasiao do primeiro dos discor-
sos proferaos pelo nobre Senador a quero, j me
referi, nao rae achava ne3te recinto, havia sido
chamado para a sala das comraisses, onde en-
lo fuoccionava aquella que tem de emiltir pa-
recer sobre o projecto qua deve reeulamentar o
art. 6. daConstituigo.
Por esse motivo nao rae foi possivel ouvir o
discurso proferido por S. Exc.; mas, li os reso-
nos publicados quer pelo Diario do Coogres-
80*, quer pelo Jornal do Commercio e a elles
vou referir-me as considerages que passo a
expender em contestagao aos argumentos invo-
cados contra o projeclo.
Se por acaso, pois, fr infiel na reprodoccao
desses argumentos, desde ja pego ao nobre Se-
nador mil desculpas para essa falta involun-
taria; sirvo n! das publicages hoje feilas.
Priocipiou S Exc, ponderando que as leis
eram ou devino, ser promulgadas por motivo de
utilidade publica e qua nem o projecto' oeiB O
substitutivo atlenliam a esse principio.
E' exactamenie esse ponto cootravrtrtido, 6
exactameaie isto o que discutimos, o qoe est
era questao; deseja-se saber se ha ou nao vaa-
tagera, utilidade publica na reduegao do praao
eslabelecilo para aa incompatibilidades eleito-
raes.
S. Exc. opina era sentido negativo, acredita
que nao til a medida co sgrala pelo proje-
cto ; nos que o sustentamos, estamos conven-
cidos do contrario, acreditamos que e ulil a re-
duegao do prazo.
Quaes sao as razas pro luzidas para demons-
trar que o projecto nao til ?
Vejamos:
~A primeira qu^ se encontra no resumo TeltO
pelo Diario do Congresso a seguinte :
As communicages nos Estados sao to dif-
ficeis que, reduzido o prazo a Ires mezes, a no-
ticia da terminaco do governo de um cidadSo
ha de ebegar muito pouco tempo depois daa
medidas tomadas por elle para assegurar ssa
reelei.ao .'
Este argumento nao procede, e n3o procede
por urna razao muito slirples.
Hoje prazo dentro do qual o Governo exerce
as suas funeges conheci lo a prior, Jeter-
minado pela Consiituigao dos listados. Nao
precisa, pois o prazo de tres, nem o de seis
mezes pan que se saiba, para que se torne po-
bl'co qu: o Governador deixou o exerccio do
eargo ; muio antes, no dia mesmo era que co-
mega o periodo governam- nial, pde-se deter-
minar com exactido o dia em que devem cessar
as funeges do Cargo.
O Sr. Severino Vieira:Di um aparte.
O Sr. Correa de Anujo :-Estou apreciando
os argumen os produidos contra o projecto,
sigo a ordem em que elles se acham expostoe
no Diario do Congresso Este e o primeiro,
conforme se v do resumo ah publicado.
Como dizia, nao lera procedencia o argu-
mento, porque o prazo certo, determinado
em disposgao constitucional.
Conseguiotement-a nao ha recelo de que, po
falta de comraunicagas, deixe de ebegar aS
respectivas circuinnscripges a noticia de qoe o
Presidente ou Governador lerminou as soas
funeges governamentaes.
O Sr. Severino Vieira : Este argumento re-
verte se contra V. Exc.
O Sr. Correa de Araujo :V. Exc o reverta.
O Sr. Severino Vieira :'ego a palavra.
O Sr. Correa de Araujo (lendo o resumo do
discurso d> S". Gomes de Castro, publicado- DO
Diario do Congresso' : A Commissao diz
que nao ba razio para reducir se esse prazo
nao se reduzr oulros, deixando preferida a
questo incumbida ao seu exaude que era rela-
tiva vautagem da redaegao.
A Co Linisso, nao vendo razio para se alte-
rar a le existente, diz que se tem de altara*-,
euia altere-se tambero o prazo de todas as-
incorapatibilidades >.
Foi remullidj Commisslo o projecto apre-
aentado pelo nobre Senador por S. Paulo ; dis-
cutindo-o, a Commissao aceilou a idea da redav
cedo do prazo, nlo s para os Governadores a
Vice-Goveroadores de Estados, como para todas
os funccionanoa comprehendidus no art. 30ia
lei de 26 de Janeiro de 1832; desde que se re-
duzisse o prazo para desiocompalibilisar os Go-
vernadores e Vico Governadores, devia a reda-
egao aproveitar a lodos os outros funecionarios
de que falla aquelle artigo.
Note-se que na propna lei da 1892 n5o havia
uoiformidade de prazo: eslabeleceu-se o fia-
seis mezes para cessar a incorapaliblidade da
cerlos funecionarios e o de um anno para cessar
a incompatibiltdade dos juizes de direito, enu-
merados 00 S 8. do citado art. 30.
A Commisslo, entendendo que era exces3vo
o prazo eslabelecido por essa lei para acojoisi-
co da capacidade eleitoral activa, e de accordo
com o principio consagrado na lei ele toral do
Imperio, para o caso de dfssoluclo da Cmara
dos Depuiados, adoptou no substitutivo opraat
de tres mezes.
Diz o honrado senador pelo Maralo: sr
commissao nao vendo razao. Ha engao,, a
commisslo vi < razio, encontrou fundamento
para reduzr o prazo e, se nlo tivesae encontra-
do, opinara pela rajetglo do projecto.
Se a razio que induzio a commisslo a acei-
tar o projecto nlo se acha expressa no parecer,
ella 0 foi poroccasiao da 2.a discussio.
Entao todos nos que sustentamos o projecto,
disaemos que nlo havia razio da ser para de-
cretar-se um prazo lio longo para cessar a ie-
compatibilidade de que trata o artigo da lei elec-
toral em questlo; porquanto, se o governader
o magistrado ou qualquer outro dos incemp^t:
bilisados liver influencia real no Estado, embo-
ra decorrido o prazo da seis mezes, ou de as-
anno, a sua influen ia continuar; si, porrn, a
influencia fr smente official, ella desappara-



-*;- ^A^.--.--~

Mal
%
Piarlo de Pernambuco Domingo 1 de Agosto de l$*o

cera no dia etn qua ello tiver da deixar o
cargo.
Nj ha, pois, razio para prolongar se por seis
mezes o praso da incompatibilidad, reatringin-
do-sa a33im o numero d'aquellas que podem ser
eleitos para os silos cargos da repreaeotagio
nacional em coosequeocia do axercicio de car-
gos administrativos, nos quaas poda o funecio-
aario ler prestado servtgoa que o recoraraen
dem, qua o tornera digno da eleigio.
Disse sin la S. Exc que as democracias so
aecusadas de nao conseguirem estbil.dade no
dreito poltico... Das se o direito publico
poJe alierar-se, o direito civil deva ler perma-
ia.
Assim pronunciando-se, S. Exc. raconheca
que as alteraos relati-as ao direito poltico
tio inconvenientes como as qua aleclam ao
lireito civil.
HOra, sendo a reforma de que se trata, de di
-eilo poltico, nao meraca a censura qua Ihe fez
o nobre senador, pois trta-se de um direito que
e Msceptivel de conalaates allerages, sera gra
ves inconvenientes.
Quando duvda houvesse sobre anecessidale
de moiiticar-se o direito poltico, muitas vezes
litado por paixas partidaria, pelas convenien-
cias da occasiio, ahi e>l o ari. 2." do projecto
i:.aao sjil'ieu at boje a raioima Impugnagio
ue prova exuberaiitajBenle a necessidade de
er refrmalo o direito creado pela dsposigio
que ah se r. voga
Quera fci que al agora criticou ou censurou
essaariigo do projeclo, pelo qual se faz desap-
parecer a inconjpatibiliJadu decretada para
aquella que exercer o cargo de governalor de
jiu E*tado vir oceuparj) de ministro eu secre-
tario ? Ningur-m.
Porque ? Porque to los sabemos que a in
compatlbilidade do governador p ira o cargo de
ministro ou secreiar.o do presdante da Rep-
blica foi una medida p>litica, determinada
pelas circunstancias da occasiao, insp rada pelo
seutimento partidario.
Hoje, nao actan lo as mismas circumstan-
cias, nao imperan lo oa meslos sentiraenlos,
procuramos lazar csssar aquella iucompalibili-
dade, convencidos, como estamos, da conve-
niencia, da vaotagem que ba era qua cidadio
que exerceram o cargo da governador, que abi
adquiriram o conbeciinento dos negocios da ad-
ministrar; 10 publica, possain vir prestar servi-
dos ao pas junto ao chefe do poder ex.cu
-.ivo.
DIMe ainda o nobre sanador pelo Maranhio
que nao era amigo ifas incompatibilidades ; que
M assustana se visse estabelecido o prui-
io da reeleigio dos governadores; que acre-
dita que em grande paMe o xito da confedera-
jao americana foi devido reeleigio de Was-
hington.
S Exc. nao amigo das incompatibilidades
e entretanto quer conservar o p azo de seis me-
zes para qu; ellas desapparegam Se o nobre
senador inimigo das incompatibilidades, si
amigo do principio opposto, parece que deve
aceitar todas as modificagfjes tendentes res-
iringir aquelle principio.
O'Sr. Campis alles -Apoiado.
0"Sr. Crrela d patibilidades e nao podendo fxl as dasappare-
ber, procuro resimgil-as o inais possivel; os
que procurara e^tendel-as, prolongar o prazo era
que ellas produzeiu os saus etleiios, sao os seus
JOS.
Se S. Exc inimigo deve aceitar o projecto
qua reduz o prazo de seis a tres mezes.
Se a incorapatibilidade. diz o honrado sena
ler,deve ser mamila, porque est decretada na
Jonslitulgio preciso que o prazo nao neja
jusorio e seja estabelecido de accordo com o
aensam.'Stj do legislador eoost tuinte.
A Consmuigio nos arts. 23 25 eaiabelece as
incotnpatibildadfs parlamentares. D'ellas nao
cogita o proj-ct >.
No art. Jo' diz nos a Constituido quaes sao a3
condttfWa de elegibihdada para o Conxresso
Nacional.
Tambera o projecto nada innova a -sse res
peilo.
N) ari. 27 dispe: O Congresso declarara
m lei especial s casos da incompaiibilidade
eleitoral.
lo das atlribuigis qu. o legislador con-
tnuint! i le confer i, > Coi. :abelecendo as incompatibilidades, poda tixar
orazo, podia determinar que taes ou laes
rrionanos serian ncompativeis tres, seis
... zes ou memo um anno, depois qua dei-
lassem o axercicio dos earg is, assira como po
decretar qu>, cessanio esse exe-cieio, o
unccionan > Mearla zpto para ser leilo.
A ''onMiluigio do Estado de Pernarabuc \ no
arl. 22 estabelece a incompal'bilirtade de cer
unccionarios. mas nao rixan lo prazo albura
para a daracfto d'essa incorapatibilidade tirina a
lootrina de que censando o xereiea, o ex-fuuc-
Cionario a'dquire a capacnlade eleitoral acliva.
Anda con vara nota-, n projecto da Constitui-
lacretada pelo governo previsorio tambera
nao de erminava prazo algum para cessar a in
ipatibilidade; ah %< raencionava a incompa
ibilidnde de certos funccionarios e nao se eon
grata prazo algum para que ella cassasse ;
;ra, sen lo a Inco npaiibilidade sirici jurls, de-
>eraos concluir qoe, c-ssando o ejercicio do
carg', itcaria o luucciona j cora a capacidale
electiva.
w;s|> ile S Pauli -Consta nos qua S.
Csc Revdrai. O S-. 1). Joaquim Arcoverde, bis
: S. Pao i, aiBMiha M achara no palacio la
la 11 ein visita S Exc. Revdro*. o Sr. D
iqel, bispo d Otada, e onde permanecer
Jdran'.e tres dtas.
IiLstitut I.itt>T irlo Olindense -
I tratar de i atareases so:ias reunir se-ha
.;sa as-i.'Ciagaoera sua sede no dora'a^o proxi
D0: a u:ua h >ra da lar le, em sessao de aaseru-
i geral exiraordinar. i, devendo a ella com
oarscer lodos os so:ios elFeclivos e protecto-
-es.
Kinct;soplo) O ronhecil) ador Lyr
icha-se agora com o seu raaravilhoso Knet isco
diverliudo o publico que alHue diariamente
. ra da Barao da Victoria, cara o fim da admi-
rar a grandioso inventj dellerison.
Lyn boje expora no seu aovo armare
i)o uraa esplendid vista pissada era uaa la-
erna. em que tomam pare cinco persona-
gene.
Banquetes unanstrus] Os opulentos
.urguezes porqae os habita lea de Haraburgo ecpsaram,
oanquele offorecido ao imperador Guilher-
me, as glorias gastronmicas da Cily.
Londres t;nha al agora o provilegio dos ban-
tes maravilhosos.
Ojaotar otl'ereiio pela Cily ao principe da
3alle em lsri eustou 108 OOOSOO o que offe-
-eceu ao Duque de Yorz por occasiao so
caaamenio d'esle com a princeza Maria de
Teck, rnportou era 9:0008000; a o banquete
zoto que, no anno passalo, obsequiou lord Ro-
?ebenf, o chefe do gabinete dernissionario, cus-
he a quantia de 85:0008000.
No famoso jantar offerecido ha dias na g-an-
capital ingleza ao principe Narrullah Khan,
:onsumiram se, entre ou raa iguarias, 500 la-
308 lineuados enormes, 120 pers, 200
g6er, 10 presuntos, 20 pernas de vilella, 800
los de carne picada, 700 maos de vacca, 450
l, 550 kilos de batatas e ama sopa de tarta-
rtga, a classica spa de Londresque, s por
Dstou 1:1403.
Isto sera fallar no? vinhos, os mais preciosos
Je mondo, e, conseguintemente, os mais ca-
"03.
Os hamburguezes gastaram no banquet* of-
cida ao imperador Guilberrae a na festa no-
na da improvisada liba sobre o Arsler, cer-
la 223 Achataram, portanto, as
opulencias britaoieas; e, como os boos inglezes
nao ho do quprer dar-se por vencidos, de
iomir qua seja ae arromba o pnmero ban-
iuete dado na City a qualquer peronagem no-
:avel que all ciegue.
i douirina do projecto da Constitoi^ao
i'Cido pelo Governo rovisorio. A (.'ons-
c4o preferio n.lo especificar as incompati-
bilidades, confiando a urna lei ordinaria a esse
.ilio.
A lei de 26 de Janeiro de 1892, regulando aa
.acompaiibilidades aleitoraas, fixoa o prazo de
0 mezes para que ellas cessassem.
Podemos, psis, perfeitamente reduzir esta
isba 3 mezes, a duus ou mesme eliminal o.
porque a lei podia ter deixado da estabslecel-
lem orl'ensa do principio consagrado pela
Qpoatiroicfto.
NSo vejo na ConstituigSo o menor embarago
ara a reduegio do prazo.
' D z o honrado senador qqe a reduccao pro-
posta loma o prazo Ilusorio, salvan lose apa-
nag as appareacias, sacrifica se o principio.
Qual senhores, o principio que o projeclo
sacrifica ?
A verdade daele cao, pois, receia se que a
influencia do cargo possa concorrer para afas-
lar a Itberdade do pleito eleitoral.
Mas, jtiva occasiao de dizer, a influencia
oBicial nio se prolonga alera do exercicio, de-
sapparace com o cargo ; se alera dessa afluen-
cia o funecionario lem outra muito legitima
que nao Ihe advera do axercicio do cargo, essa
contina depois de 6 mezes.
O Sr. Campos Salles : -Apoiado.
O Sr Correa de Araujo :Sendo essa a nossa
convlcgio, somos lgicos, a loplaodo a reduc-
S&o do prazo, approximamo-nos do principio
opposlo aoda incompatib lidai, sam recelar
que se sacrifique a verdade da el'r5o.
O honrado senador pelo Maranlio fallou dos
dous prazoa que a lei eleitoral do rgimen do
imperio estabelecia para a incompatibilidad-;
eleitoral, um de 6 mezes para as eielcOes que
tivessem de ser leitas nos perodos ordinarios
de cada legislatura, outro de tres para a eleijio
a qua se tivesse de proceder no caso da disso
Ioa0 da Cmara dos Depulados.
Justificando esse ultimo prazo, disse S. Exc.
que era suilicieute esse para as medidas ga-
ranidoras do direilo, quer da opposicio, quer
do proprio Governo.
O prazo ordinario de 6 mezes foi reduzido a
3 no caso de dissoluo, e no conceito do no-
bre senador este ultimo prazo era sufflciente
para garnuiir os draitos da opposifiao e do
Governo. '
Se enlio o prazo de 3 mezes era sufuciente
para garanta dos direi'.os de iodos, opposiio 6
Governo, isto, se elle ora suficiente para ga-
rantir a verdade da elaicio, para j nta'-a da
qualqu;r influencia oflicial, nio ha razio pare
que hoje pretendamos conservar o prazo de a
mezes.
So o direito eleitoral ficava garantido com o
prazo de 3 mezes, como dizer-se hoje que sen-
do adoptado este prazo, a eleigo deixar de
ser livre, deixar de ser a exprsalo da ver-
dade ?
Establecen do o prazo de 6 mezes, disse S.
lxc, o legslidor quz evitar qua o individuo
investido de nm alto cargo, podesse aprovei-
lar-se da influencia provenienie do exercicio
dr-sse cargo para ageitar a sua candidatura.
Mas se o prazo de 3 mezes 6urHcienta para
garantiros direitos da opposigio e do Gover-
no, se a eleicio 6eri a expressio do verdade
porque a influencia do cargo desappar;cc np
sei como se p le raceiar que o projecto venba
concorrer para que a eleifiio seja deturpada.
O nonrado senador fallou-nos da preiengio de
alterar-so a Constiluigio do Espirito Santo para
facilitar a reelegi do Governador ; disse S.
Exc que foi bom nio se ter reformada a Cons-
tituigio para esse fim, embora tivesse attri-
buido a prosperidade ou consolidagio da Rep-
blica Americana reeleigo de Washington.
Nio tenlio duvila em roncordar com S. Exc
toas islo nada em com o projecto, que nio alta
ra o que se acha estabelecido as constituices
estadoaes e apenas restringe a tres o praso de
seis mezes para as incompatibilidades dos de-
po'a-los e sena lores federaes.
Do Espirito-Sanlo pissou S. Exc. a Sergipe
e dahi a Pernambuco e disse que ouvira dizer
que o Governador desse Estado, que nao contava
cora o apoio da maio ia, promova a eleicio ou
tinna um candidato para suc:eder-lho no go-
verno...
O Sr. Gomes do CastroEu n5> disse sto; V.
Exc. far-m-ha o obsequio de nio nnprestarrae
cousas que eu nao disse ; fez-so me al a injus-
ttca de suppr que eu ignorava que a el igio
dos governadores era feita segundo a legislagio
dos Estados.
O Sr. Crrela de Araujo.-E' a segunda vez
que ougo o m-u honrado amigo dizer-me qua
altei Ihe com a jusliga, attnbuindo-llie a igno-
rancia de principios que S. Exc. nio pote ig-
ranc
norar.
O Sr. Gomes de Castro.-Eu nao pod a dizer
tal cmsa.
O Sr. Correia de Araujo.O nobre senador ao
concluir o seu discurso fallou na candidatura
olIi:-al do aciual governador de Pernambuco.
O Sr. Gomes de Castr-Foi pordemais, um
incidente.
O Sr. Correia de Araujo.Tambera por de
mais incidi-ntemeflie, vou tratar do assumpto.
0 Sr. Gomes Je Castro.Mais nada afflancei.
Sr Correia de Araujo.V. Exc. nada alian-
cou, referi se ao que se dizia : qu-*ro restabe-
Leeer a varda le coai reUgii a esses boaos para
que fique bern pa ente que o projecto era qu:s-
i<>, olT-Tecido pola Coraioiasio de Legislagio de
cujo parecer fui relator, nio lera por tira, nio
visa mteresses polticos do Estado de Pernam-
buco.
O Sr. Gomos de Castro. V. Exc. combate um
phantasma.
O Sr. Joaquim PernambucoPara que V
Exc trouxa este phanlasraa ?
O Sr. Correia de Araujo. V. Exc. rtsfor 0-003
que se dizia que o actual governador de Per
nambuco U oh a coma candidato um Sr. Mello
para substitu! o, e qus o projecto poda ler por
fiu desincorapalibilisar esse candidato.
Nes^a occas ao eu d;sse era parle que a com-
patlbilidade ou incompatibilidade do Governa-
dor de Pernambuco dependa da lei esladual e
nio da le federal. S. Etc. i-ecooheceu a pro-
cedencia da reeposla e attnbuio o ogao em
que laborava duali lade da legis'agio eleitoral.
O sr M lio de quera se trata provavelman e
o l>r. Julio de Mello, que foi secretario do Go-
verno e chefe de polica do Maranhao, que, hi
pouco lempo, exerceu era Pernamhu:o o cargo
Je questor e que hoje o secretario do jastica.
E' um funecionario distinciissimo, tem prestado
relevantes servigos ao Estado ..
O Sr. J. Pernambuco Apoiado.
O Sr. Garris de Araujo. .. nos cargse
que ah tem exercido. Mas, nio pode ser can-
qidaio ao luaar de Governador, porque apenas
tem 31 ou 32 annos e a Constiluigio prescreva
que nio p le ser eleito Governador sera contar
35 annos de dade.
Elle mais mogo do qua o actual Governalor
qua tambera nao pode ser candidato ao lugar de
senador se fosse eu eleito Governador, porque
tamnera nio tem 35 annos de idada
A liypoili.'se di sereu eleilo Governador tam-
betn alose v nficara, porque alera do muitas
oulras razas, o qua falta em idide naquelles
funcciooano3 sobra era mi a. Estou velho a
sinlo-me cangado ; n exercor aquelle cargo.
Agora mesmo o Coogresso de Pernambuco
acaba de volar a le n. 93, marcando para 7 de
D zembro a eleii&o do Governalor. Se o r.
Julio da Me o quizesse e pudesse ser eleito para
aquella cargo, pedera em lempo opporluno sua
demissio para se desincorapatibilisar, sem es-
perar a approvagio desse projecto.
Quanto aVIeigo de Governador para o Car-
go de senador, de\o ainda accrescentar que si
ella qui/.esse ser candidato e estivesse incom-
pativel, podia fcilmente fazer eleger um ami
go qua renunciaste o cargo, mgo qua cessasse
a incompatibilldade. Uto applica-se a todos
os Estados.
Com relagio a Pernambuco, sabera os raaus
correligionarios que se precisarem de um lu-
gar no Senado para o actual Governador ou
para outro amigo, podem dispr livrementedo
que eu oceupo. Acceitei o honroso mandato
que me foi confiado por obediencia a elles ;
pois ..
0 Sr. Severino Vieira : Crame terio urna
violencia p-tr tica.
O Sr. Correia de Araujo :-Cora toda a fran-
queza e sinceridade mais de urna vez Ihes te-
nho annuncado a resolugSo de renuncar o
cargo, logo que caregam delle.
O Sr. Coelho RodriguesSeria urna deser-
gSo da causa publica.
O Sr. Corr-ia de Araujo-Nao apreseatei,
pois; o projecto, redaziodo o prazo da incora-
patibilidaa'e de seis a tres mezes, para ageitar
nleresses polticos de Pernambuco.
O Sr Domingos VicenteNio sa Ihe fe/, esta
injustiga.
O Sr. Correia de AraujoMas desde qua
isto se podia inferir do que nontera 3e disse,
era raeu dever dar a explicago qua o Senado
acaba de ouvir.
(liando hontem o honrado senador pelo Ma-
ranhao referi que se dizia que o actual Go-
vernador de Pernambuco nio ilnha maloria no
Estado, flz ver am aparte que o nico meio
que nhamos para conhecer que era a maioria
do Estado era a eleigio.
Nios a elalgio do coogresso do Estado
como a eleigio federal provam que a maioria
do Estado apoia o GoverBador. Na ele gio do
Estado forana eleitos opposiciooistas ; na elei-
( io federal a opposicao elegeu represenlaatas
em todos os distr.ctos, sendo que no di capital
foram ti itos tres e a cmara alegeu um quarlo.
I'oss) dizer qua acamara elegeu o quarlo
can lidalo da oppjsigio porque ella approvou.
urna acta em que se simulou urna cleigo qua
o coogresso annulou, conheceodo da validado
da eleigio do Presidente da Repblica.
O Sr. Joaquim PeanambucoApoiado.
0 Sr. Correia de AraujoNio vejo, pois,
fundamento, para dizer-se que o Estado nio
apoia o Governador ou que elle nio tem a
maioria do Estado.
O Sr. Gomes de CastroNao se disse islo.
O Sr. Correia de Araujo-V. Exc. nio fallou
em falta de maioria, nio disse que se dizia que
o Governador nao coniaya com a ma oria do
Eslado? Creio que esli no sju discurso es-
tas palavras.
O Sr. Gomes de Castro -Pois bem. Mas nada
aliancei. Tambero quanto a Sergipo se afirma
que o Governador actale um intruso.
O Sr. Correia de Araujo Do Sergipe nada
conhego, nada digo ; dos sus negocios poli-
lieos tratera seus r^preseniames. Dos nego-
cios de Pernambuco, os que con iego, devo
dizer o que sei, devo dar lestemunho da ver-
dade.
O Sr. Gomes de CastroPole ser-lhe til,
mas nao necessaria esta resposta,
O Sr. Correia de Araujo-E' necessario qua
se diga a verdade, que se desfaga a aecusagio
mesmo quando ella leita em termos vagos.
Se disse que o Governador da Fernambuco
procura eleger um candidato seu para substi
tuil-o no governo do Estado ; sei que isto nio
verdade, devo declarar qne o actual Governa-
dor de Pernambuco nio tem candidato para
subatituil o acceiiar o candidato que o partido
apresentar e saber raanter-se com a digni-
dad^ qua o seu carcter e o cargo Ihe impOera.
Concluindo, fallou o honrado senador pelo
Maranhio em abusos que se lm commetlido
as ultimas eleiges. Se abusos se m dado
nio so em Pernambuco, em todos 03 Esta-
dos.
Ha na lei eleitoral d sposigOes que nio ga-
rantem suflicienlementeo vot> ; basta lembrar
a que faz depender a eleirio as differentes
secgOes do comparecimento dos msanos. No-
ii eiam-se amigos para comporera as mesas
eleitoraes e se o partido da opposigio forle,
tem maioria nessa ou naquella secgao, diz-se
aos araig03 que nao comparogam para organi-
sar a mesa eleitoral ; os eleitores da opposi
gio deixara de votar e assim fica- fcil o irium-
pho.
Para a eleigio a que se vai proceder em Per-
nambuco, a 7 de Dez mbro, o Congresso votou
a le n. 113, onde se adoptou alguinio providen-
cias no sentido de garantir a liberdade da elei-
gio.
Creio, Sr. Presidente, ler dito bastante para
demonstrar ao Ilustrado senador pelo Mara-
nhio que suas considemgOes rela'ivamente ao
projeclo era discussao, nio sao proceden es,
que S. Exc. est dems admenle prevenido
contra o rae?rao projecto, conra o qual invoca
todas as fraudes que se lm dado em materia
eleitoral.
Se lemos retrogradado, as causas sio oulras,
nio se prendera ao praso de tres ou seis me
zes ostabelecilo para aa incompatibilidades.
Tenbo concluido.
OSr. Ministro do xterior vii olrigir ama
mensagem ao Congresso, pedindo a creado de
ae ora consolado buj George Towa, oa Gny moa
Ingleza ; e correte que elle ja lem promptaa
as mformagO-s que vai dirigir ao Coogosso,
orre a quesiio do Amapi.
O Sr. ttiotsiro da Visg5o appr.vou a e-
gointe tabella epreseutala p h Compaobla
Ll yl Brazileiro, oara as visteas Da liaba lio-
vi,.l" de San a Cathanna ; pare o Norte do Esta-
do, sabidas i a 17 ; s.tildas para o Sal, 7, 12 e
.
Esta tabella vigorar at 31 de Dezembro do
correte anoo.
A paej.'i brevemente m Capital Federal
a-a i-n inaiulado. Rio e Jaoero dedica-
a defendir O' Interesjus da Ujio nos Ens-
iles e o< ues'es na Uoio.
Disseram-aos ao J jrn 1 do Comnercio
qae a noticia, que o M oairo do hterio' pagoo
mil lio-as sterliais a urna compaohia inelez ,
cojos navios oia liverarn Mvra praiica na bossa
lur.ia, laalo resultalo a umi reclaaiag&o dipio
mica, que fi.'ou resolv la por aquella quar
til.
- A commiaso de Inspecgio 'as Alfand^gas
do Estada dakBiQia, Ahgoas, Sergipe e Per-
namhuo ap esent u o respectivo relatorlo ao
Sr. U oiitro da Fazeoda.
No da 7 daeorreo'e, annivenario natalicio
do njarechal mlois ro da uerra Bernardo Vas-
qaes, os (fliJiaes do t>en eaialo-msior Ihectfa1
,-eeeram no mes.no da um quadro com o sea
reirato, crcalo coa o retalos drs mesm'.s,
lendo una allegr a i biialhi de Si de M em que o Sr. raa'ecual se po-loa do modo di-
({oo do maior l.>ki.
Civi.lheiro di tino trato, attencioso e delicado,
sab-i S. Ekc alliar os :everes da curtezia cora
o do servigo que Ibe ei'. couSalo, meecendo
po- 6so. a estiaa e coiaideragao dos seos con-
paoheiroi de a-rnas e de qaanlos tea a sallsfi-
eio e cooecei-3.
Com ma .iftv a.o o-lo mesmo motivo a ban-
da I 10 oraliio de lofaclena toe u alvor,-. :a
na reriieocia deS. Et:., toc.odn taaibemial
so:r iari! da ttoerra, oa occas;io da ebegada,
as b odas do 1- e 23- bata'bio de inranter;a, e
a retldeocia, a ocl'-, a Dandi '>o 22.*
gem; tenha como um sonho incommodo, que ao
despenar se esqueca.
Nesse ncidente nio lem o transurapto do povo
do Brazl -vio apeoas urna aberragSo cuja lera-
branga se nio guarda pela hediondez, que nao
pode constituir typo por isso mesmo que em
laes deformidades se nio repousa o espirito.
Victorina checchl -Veio hontem sor-
prehendeunos tristemente a noticia do inespe-
rado fallecimento da natavel artista cujo nomo
encima as prsenles lionas.
Tlenlo admiravelment- previlegiado, o pu-
blico d'esta cidade leve occasiao de ainia lia
excellen'e publ cago metisal do Oratorio Sale-
siano de Tunin, Italia.
O n. 31 anno VI, da Era Nova, o sera-
pre critenoso orgio Rvdra. Vigario Augusto Franklin Moreira da
Silva
O n. 2, anno Io do Sirius revista Ili-
teraria e sejeolirica que encelou a sua publica*
gio na Capital Federal.
casamento civil-O escrivio aos casa-
melos da Boa-Vista, Graga, Pogo o Varzea,
atflxou na repartigio do registro a ra do Im-

ESTADOS DA Plf
SL
Rio Grande do Snl
Diti' teleg'apbicas at 9 do corr-nte.
Pro:j leu-se no 5* dis'.rkto a e eigio de ara
i ptalo literal o ra pr>-encbe,- a vaja abena
pela renaocia do D". AOboti.
Nio roo3ti alteragio da ordera e parece que
nao ba duviua na victoria do Dr. Cassiaao do
Naacimento.
A Federagao desminti oa edigio de 8
do correle a noticia de ter o D 'Ja-tilho en-
eoramendado no R o da Prata armamento e rau-
niges.
O gove'no do Estado oio rogi'.ou disao, se-
gando a am magio daqatlla folha.
0 deseabargador Borgesde Medel'oi, che-
fe de polica, contina desenvolvendo amima
acuvidade e energa para des -.obrimeito dos m
pilcados no crime de moeda lalsi-
E t-o oo'ras prlsOes foi feita no dia 7 a do co.
orie:ido sobii'.o italiano Jos Cjmasc'H, smio
liraoe a preso o p-op-leiano daaa kiosqu, por
estar vea denlo e:timpilbas de lfoOifil.
aas.
Sabemos qoe o general Uacellar ni) acei-
ta o rtommaolo do 7- diat-icto mlitar.
lniailou.se n.> da 6 solemnemente a nova
Companbia Territorial, pe-ante el-vado nnrae-o
de acciooisias repes otando o capital de m'I
co it.i, apjronmadaaiaQte. i
a ComDiahia Progresso Industrial adqu-
rio oor 50 000 terreoe pira elifi-agi) do pre.
dio para faaccionimeato Je saa faUtuja da cal.
gado.
Fot laaogarado em bello palacete, expre't
samenti cou?taido para o fina qie se desti.
a'., o i oro tinte imernato dirigido pelo Dr.
Hleiolcia p.
S. Paulo
O tas telegraphicae al l do correte.
N camt'a deu--e no da 8 tro:a de apaMes
violento' entre os depu'a los Pereira Qaeiroz
ovpraista, e A er.iud-e C elho, opposi u
mata.
Depois na eala de palestra aqaelle depatado
agi-reiio este, que Bou ferido no rosto.
Kj issu io a prasldeaoia do triboaal de jas.
tgi o D-. S osa Lima.
As no no igOes dos aovos minis ros para o raes.
mo triboial derem ser feilas por estes das pro.
ximia.
Km Saitos consta que desappareceu oa
importaste coaimercianie, danlo pr-jaizod col.
cuhdos em 5 >.000 libras.
Nuaalia ciJae no dia 8, por causa de toral
tos Ungidos a ea irmao o delegado de polilla,
o ma;or Campos ag^redio OynpioLimi. reda,
ctor da Tibaia do Povo, d'Spar m ii-liie tres
uros de revolver, que nio o att agiram.
A a i onda le api a occarrea^ia, deixou o
exvicio do cargo,
--Por falu de oumero niohouve eessio na
cmara municipal para fazer a apuragio das elri.
.5 8 de 30 io mez passado.
O secretarlo do interior contoai o aqae-
-Ito sobre notas falsas em segre'o dejostlga.
A, aasociagij comraercial expoi ea sen sali
ex'mptarea das notas lalsas cedidas peto D .
chefe :e .mllcia, arin de prevenir o pub ico coo.
ira qaalqre* eagaoo,
Foi i-a'.tivam-"ite marcado para o da 13
do correte o apparecimeato do luniclp'.o sob
e redaegio do Dr. Jagaaribe.
Es io enca-reginaa do cargo de secretaio o
D-. Leopoldo F-elias e da pa-te Iliteraria e r.
tslica Or. VVencesi) Quairoz.
Para a vag de mi .ist o do interior tara,
bem se falla muito no norae do Dr. Alfredo Pa.
jol.
?cr ca-a da sna nomeagio de lente ca.
tbedratico 03 alaonos do faculdade de dire.io
fiaeram maoi'ett gio deaprego ao p-ofessor Dr.
Severino Prestes, qaanlo entrav na sala e ao
coro-car a aula.
O lamno Daro R beiro saaloa o raestr* mos.
trando a eetima eadairgi) dos saua discipa,
los.
O Dr. Prestes "gra'ecea coamovtdo.
A' ooite os acadmicos em marcha aux fiara,
beaox firanrn re.". 3-iCi i do Uli'.r.ra profesaor
uovaaeote lelicilal.o
O Dr. Cesarlo Motta, temporarlam >nts afas.
lado da polines, aono consnltorio medico
Tenlo a cimara maaicipil da cidade do
Prata, Eslaio da Moas, representado ao Baen
Uaiao pedl.ido 70a este levaasa aqaella cidad-
a estrala de ferro deUoe-aoa ao Coxira, o ban.
co espondeo qus a coostraegio da estrada de
Ierro etiva dependente de traosaegio com ban.
qouiros i ilazes, acbaodo.se entiooladas j a
aegoc acota
Saberuoa qoe a companbia Paaluta dirigi
ao gova-00 epreseotagio provando. os aens di.
renos psra obt^r liceoga do governo ati n de
consirair o ramal de Agua Vermelha,contra a
qoal a CJtnpanbia Mogjaoa representoa, op.
pondo.sea p-eleogio daqaella.
CAPITAL FEDERAL
Dalas at 10 do co-rente.
CoGStj qoe o Sr. Hiaistro da Fazemla dirigir!
por estes das, ao Cona'esso urna mensagera pe-
diodo um crdito de 1,500:000/.
rautflX.adUUra'' e aP,"aUd" Thealr0 So^uin-tefcm'ir SS.?"1" ^ ****""
2 Pub'.icaco
Quin'.ino Franc seo da Cunha cora Josepha
Soares Ferreira solteiros o residentes na fre-
guezia da B. Vista,
Izidoro Marques de Oliveira, praga do Io cor-
po Estadoal, com Mana Francisco da Britto,
solteiros residentes na freguezia .la B. Vista.
Virgilio Gongalves Torres com Etelvina Leo-
poldina Gomes, solteiros e residente na fregue-
zia da I!. Vista.
Manoel Jos da Silva com Maria Julia da
Costa, solteiros, rosidentes na freguezia do Po-
go da Panella.
Casa A-3 Deteneao Movlraeato dos
oresos da Casa de Detonco do Recife. Estado
de Pernambuco, em 16 de Agosto de 1805 :
**55H"
REVISTA DIARIA
Autoridades polieiaesPor portara
do 13 do corrente o Sr. Dr. Secretario da Just-
ga de accordo com a proposta do Dr. Queslor Po-
licial mlerino, reinlegrou o cidadio Domingos
Alves de Siqueira no cargo da delegado do mu-
ncipio de S. Jos do Egypto e noraeou o cida-
dio Gabriel Ag ;s'inho dos Sanios para o cargo
da subdelegado do Io d3trlcto do mesmo muni-
cipio, sendo exonerados os actuaes.
Por aclo de 16 do corrente foi nomealo o
major Francisco Jos Mondes Cah paro o cargo
de Io supplente do delegado de Muribeca, Sean-
do exonerado o actual.
Por aclo. da mesma data foi nomeado o ci-
dadio Antonio Sergio da Cruz Muniz para o lu-
gar de subdelegado do districto do Peres, em
subsiiluigo do actual que foi exonerado, pe-
dido
Rcmoco e nouicaco -Por acto de
11 do correte do Sr. Dr. Secretarla da Jusliga,
Negocios Interiores e Instrucgio Publica foi re-
movido o promotor publico do municipio de Ca-
nbotinho, bacharel Bernardino de Senna Ferrei-
ra Cabral para igual cargo no de Gloria de
Goyt, e, nomeado em sua suustituigio o bacha-
rel Jos da Fonseca Nunes de Oliveira, ambos
com o prazo de 15 das para assumir o exarci
ci de suas funeges.
Hagistradus em disponibilidade
O Sr. Dr. inspector da Alfandega recebeu te
legramraa do Director da Conlabilidade do The-
souro Federal, a respeitu dos magistrados em
dispon bilidide ltimamente apo enlados, para
cujo conhecimento estamos auionsados a fazer
pblicos os termos do mesmo lelegramma, que
gio os segrales:
R-ceba e encaminhe immedialameole ao
Ministerio da Justiga petigao e documentos
apreserHarera para liquidagio suas aposentado-
ras magistrados disponibilidade aposentados
por Decreto n. 203'J de 23 de Julho ultimo, theor
seguinte: O Presidenta da Repblica dos
Estados-Unidos do Brasil: para dar execugi)
ao estatuido no artigo 6' das disposiges transi-
torias da Constiluigio Federal, decreta : An.
unieo. Sio aposentados, com ordenado propor-
cional ao lempo de servigo, os magistrados que
nio forara aproveilados na organisaqio judicia-
ra federal ou dos Estados da Umio o que cons-
tato da relagio junta assignada polo Ministro de
Hslado da Justiga e Negocios Interiores.
Guarda Niacionai do Cabo-Por de-
creto do GovernoEederal de 5 de Julho ultimo
foi reformado no posto de coronel o lenente-co
ror.el Joio Chrisostomo da Senna Tapioca, com-
mandante do 13 balalhio de reseiva da Guarda
Nacional do municipio do Cabo.
administrador dos Crrelos -Che-
goo hontem da Capital Federal o illustre cida-
dio Sr. Francisco Cintra Lima, administrador
ltimamente nomeado para a Rapartiglo Geral
dos Correios d'esle Estado.
0 Sr. Cintra Lima veio no vapor oacional Es-
pinto Santo, e acha se hospedado em palacio,
segundo nos inforraaram.
Curaprimentando ao recamchegado, daraos-
Ihe aa boas vindas.
Proceillmento incorrecto O esti-
mavel collega Dr. Isidoro J. Fernaadez, dis-
tinti publicista chileno, que em excursao de
recreio e de illuslragio de seu espirito tem via-
ja lo pela Europa e ora visita a nas3a patria,
achando-3a do presente nesta capital, leve no
prooosito de sua excursao de visitar a Impor-
tante cidade ae Goyanna, onle foi damorou-se
por alguus dias e acaba de regressar a esta ca
pial.
Si o nosso collega traz boas impressoes da
localidade e aa araab dade de diversos cava-
Iheiros que o ob3equiarara, taes irapreseOs re-
caaerio em seu espirito uraa raasa, que Ihe
tanto mais desagradavel quanto delja
origera quera por seu carcter ollicial dizia
mantel-o na allura do respeito devido ao cargo
e um estrangelro qualiticado, de manen as
extraordinariamente delicadas e que visitava a
heroica Goyanna como urna homenagem as
suas iradigOes honrosas.
O nosso disuado collega exp>no3 o occor-
rido deste modo; ....
Chegado aquella cidade installou-ae o um ho-
tel d'alli. onde permaneceu durante a sua es-
tada ; e quando estava na 5' fera utm a reti-
rar-se para aqu, de volta de seu passeio, acbou-
se roubado era 60s, tirados IOS do bolso do
seu oalelol e 501 da mala de viagera, cujo fe-
cho fora evidentemente violado. Sem fazer
raaior cabedal do tacto quinto ao prejuizo ma
leral, nolouo ao dono do hotel e do mesmo
facto deu conhecimento a policia, como Ihe foi
aconselhado.
A autoridade em exercicio compareceu, a de-
pois de folhear o cdigo para ver onde qualiti-
caria o delicio, depois aioda de recorrer a on-
iros livros, resolveu inventariar 03 objectos con-
t J03 na mala, o que nio vinba ao caso, pos a
mala fon violada no hotel e encontrara se a
quantia de 8S000 em poder de um criado do
mesmo hotel, que nio explicou a procedencia
da mesma quantia, e fugo sem Ihe ser ella ap-
prehendida.
Kisto parou a providencia da alludida auto-
ridade, e ludo foi teslemunhado por urnas 50
jajsssoas em meio de desordera sem igual, quan-
do a mesma autoridade apartan lo-se para um
gratuita o inslitamente usou de termos
iuiprop :roso3 com referenci a elle, a quaoi
chamou de vagabundo ; o que ouvido por varias
pessoas, estas Ih'o contestaram notando que tal
qualilicagio indigna uio devia a autoridaie,
que tanto descia, attribuir a um cavalheiro, que
era recommandado especialmente, entre outros,
aos Srs. capitio Manoel Aurelio e Drs Ludovico
e Bellarmlno Correia da Oliveira, cidadios cuja
importancia local devidamente acatada para
nio hombrear-se com quera ihes desmeregam.
Em preaeoga desta exposico, o facto exclue
todo o commeoto, e caracterlsa-se por si o proce-
der da autoridade para cora urna pessoa distiac-
ta um ex;rangeiro que Iba vsitava o lorrio
natal um chileno notavel que merece a nossa
hosntatidade com o cavellieriarao a qua os bra-
zileiros esli acoslumados a ser acolbidos na
patria d'esse lio cruamente trtalo por umaau-
Aiada muito moga, a distincta senliora, a que
de certo aguardava um brilbante fu uro, vio
seu nome ligado imraorredouramente i gaieria
das arlislas que souberara imporsa pelo ver*
dadeiro merecimaolo.
O seu enlerramento teva lugar liontom pelas
11 lloras da raanhi.
Contristados por essa facto, damos sentidos
psames aos seus companheiros, especialmente
ao seu digno esposo, o dislncto artista G.
Serafioi.
Congresso Xacional -Hoje publicamos
no secgao compelen e, o discurso do Dr. Joaquim
Conoa de Araujo, senador por este Estado no
Congresso Fe leral ;
Recomme idaraos o mesmo discurso a alten'
gio ilos nossos leitores.
Estrada de Ferro Central de Per-
nambuco- Na seecao competente val inserto
um edital d'easa estrada, cuja leilura interessa
ao publico, pela raodificagio fei'.a na parte do
horario da mesma estrada com refereocia ao
irera M 1.
A alteragio a que nos referimos entra era exe-
cugio no lia 2 por daute.
Liimii T-vpogrraplUeaReune-se hoje
era sessio ord uan essa associigio, funeci;-
nando era segui da o concelho de delegados.
Viuva e lilla.s de Bandeira Fillio
Recebemos a seguinle carta :
Em snlemaisagio ao meu anniversario na-
talicio (18 de Agosto) remetlo-lhe a quantia de
cinco rail res, para ser applicado ao patrimonio
da familia do iodiloso Mmoel Bandeira F1II10.
Seu ciialo grato Joaquim F. V.
A subscnpgio est com rniis esta importan-
a represaniada as?ra:
Quantia ji publicada 771000
Joaquim F. V. 5S00")
8-2SOO0
Servico de liysiene-Sob a direcgioj
doDr. Avila, coiumissai o do 1- Uislricto Si-
nilao, loi hontem deiinfedada o 2.- andar do
predio o. 71 a Ra 15 de Novembro, onde ve-
rificou-se nm bito por molestia infeclo-conta-
glosa.
Anda sob i direegio do mesmo commissano
loi desinfectado o predio n. 33 da Ra do Ran-
Existiam
Entrara rr.
Sahirain
Molla e
exarar
Ex3tem
saber :
Naclonaes.
Mulheres .
Eatranaeiios
Muliier. .
Total .
Arragoados
Boos .
Doentes .
Loncos. .
Loucas. .
403
6
5
"09
379
5
25
409
398
382
15
1
398
'"Soifflo'mcidaoU. condemnamol-o cera redolor principal o
TaSofiTMaioilloal^^
Pelos Drs. Alberto de M ndonga e Avila, cora-
m38arios do 5 e l" Districlos San tarios fo-
rio visitados 33 domicilios no burro do Re-
cite.
Contra a variola-0 Sr. Dr. Mmoel de
Siqueira Cavacal anti, oifereceu-nos honiam di-
sos v dros da um preservativo de sua cora-
sigio e que ha sido erapregado com etflcaz
contra a vanla.
Sobre esse medicamento, viraos diversos ages-
tados firmados por pessoas competentes eu re as
quaes diversos mdicos d esta cidade e quo
muito recoiumendao o mesmo med cernalo que
encontrato venia na Pharmacia Ribeiro, a
fraga Maciel Pinlleiro 11. 22.
ao r. Dr. Siqueira somos agradecidos pela
ollera que nua foz.
Oa referidos vidros, que sio em nume-
ro de 5, ficio a dsposigio do Hospital San-
t'Aaueda que poder mandar buscal-os direc-
tamente era nosso escriptorio, declarando-nos
o seu aulor que cedera 03 qua fossem sulfi-
cenles para tratamantos dos daentes do mesmo
astabelecimealo. I
lntituto Itenjamin Constant-le-
rio lugar ara >nhi nesse Instituto os exames de
Alleraao e U-eograpnia, ficandoas mesas exa-
minadoras assim constituidas :
Banca de al emio, professor Faustino Porto,
presidente ; Maximiliano Huih e Dr. Pedro
Celso Uchoa Cavalcanti, examinadores.
Banca de Geographia, Dr. Aruobio Marques,
pres deute ; Drs Joo Feliciano da
Albuquerque e Ezequiel Franco de S,
nadores.
SulTrasio-Amarihi pelas 8 horas na La-
pella doCeraiterio Publico, celebrar-se-ha urna
raissa por alraado negociante Bento Caelano
Vieira. ,
FestUidade religiosa. Tera lugar
hoje a tradicional festa da gloriosa Sant Anaa,
constand do segrate :
M saa solemne, precedida de Tercias, orando
ao Evangelhe o conego Tburibio Fiuaa.
A orchestra acha-ae confiada ao profesaor
Manoel Americo. .
Antes do sermio ser cantada a Ave-Mana
do Merca taute pelo professor Comoietti.
A noile pelas 7 horas, ter luga o Te
Deum, Espirito-Santo, do maestro Colas, pre
gando nessa occasiio o conego Joio Raogel.
Adecoragiido templo acaa-se confiada a
um artista de mrito.
Em todos os actos tocara a banda de msica
dos menores do Arseoal de Guerra.
companbia Trillaos Urbanos de
Olioda-Pedem-nos para publicar o segura-
'Moradores da cidade de Olinda, red.mam
do Sr. geren a da via-fjrrea de Olinda, sobre
o novo modo de partida das treos da estagio do
Varadouro, que o feito com lanta irrrogulanda-
de que anie-hootem ia 3endo victima um po-
bre velho sapateiro de nome Vicente Ferreira.
lista irregularidade comegou, desda qua o
Sr. gerente retormou o horario da e3tagio do
Carmo para a do Varadouro ; pois que sea lo
esta urna das eslages principaes e mus fre-
queoiadas de passageiros, justimenta a que
menos demora tera, nio dando siquor tempo
para estes tomarem os wagons, licaudo raoitja
atropellados, perdendo o trera para nio toraal-o
em movimanto, preveaindo qualquor desastre
que possa succeder-lbes.
Esperamos, portanto, que o Sr. gerente d" as
devidas p ovideucias o'esle se itido para mais
tarde nio termos alguma occurrencia lamenta-
val
Novenas de Xossa Senliora da Pe
nba -Commuoicio-nos :
< Os inissonarios capuchiochos pretendem
celebrir cera toda a Jpompa e devogio possi-
veis a solemne festa da sua inclyta Padroeira,
era seu raagn ico tempio nesta cidad'.
A gran ie festa ser precedida das novenas
do costurae, |que principia.io Jna Sexla-Feira,
23 do correle as 5 e raeia horas da tarde, e
cootinuaiio nos das seguintea, as mesmas no-
PM
Nesse mesmo dia, as 6 horas da raanhi, ha-
veri mlssa cantada em honrada excelsa Vir-
gem.da P^aha, e era seguida o nasteamento da
sua sagrada baadeir. no pateo do mesmo tera-
P Tanto na Missa como as novenas, cantar
um selecto coro de dislinclas aenhoras, parten-
centes a Ordem Torcera da Penitencia, com
acorapanharaen o de harmoniura -esiiis di-
reegio de Fre Frauciaco de Milo, rolig oao da
mesma ordem dos Capuchia^os.
Nio duixarao os ditos m33iooano3 de anv-
daV todos os esforgos para que esta festa seja
devotamente brilbante ; porm uio dispondo de
recursos pecun arios, por serera m ndican-
tes voluntarios, pedem humil lamente a todos
os devotos da ines:na Virgem Santissima o
obulo de que precisara, para fazer face as des-
peda que occorrem em saiaelbanle occasiio. ,
E poato quo, por motivos justos, nio possara
aquellos religiosos ir peasoalineute agaaciar de
porta -m porta as respectivas esraolaa, rogara
ao3 meamos fiis se digaam mandar entr-
galos a qualquer um d'alles oa Egroja ou no
hospicio da l'enia.
Conladdo pois, cora a tradicional devogio e
generosidade do bom povo pernambdcano para
com a Virgera da Panha, deade j os missiona-
rios capuchinhos Ihes aaiecipam os seus mais
cordiaas agradeciraentos suppcando agrande
Mi de Deus sa digne cebnl-os de suas extre-
mosas bengios a continuar a diapenaarlhea a
sua pujante proteegio.
Publlcacoes -Recebaraoa :
O n. 29 anno II do Brazil Mdico de qua
Dr. Azevedo Sodr
Total.....
Moviraento da enfermara :
Tiveram baixa:
Balizarlo Alves de 'arvalho.
Joio liaplisia doa Santos.
Matadouro ubilcoForam abatidas
no Mitalouro Publico da Cabanga 118 rezas
para o consumo de hoje.
Hospital Pedro II O movimenlo desse
estabelecimenlo cargo da -anta Casa de Mise-
ricordia do Recife no dia 10 le Agosto, foi o se-
guinte :
Entraram..... 14
Sahiram ..... 13
Fallecern! .... 5
Existera..... 760
Forara visitadas as enfermaras pelos segura-
tes mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entrou as 6 1/2 da ma-
nila e sabio s 7 1|2.
Dr. Berardo enlrou s 111 1 da manhi e sabio
s 12.
Di. Lopes Pessoa, entrou is 9 3/1 da maahi
e sahio s 12 1/2.
Dr. Vieira da Cunta, entrou ia 10 1/4 da maoha
e sahiu s 11 3 4.
Dr. Arnobio Marques entrou s 9 1/4 da
na hi e sanio as 12 1.2.
Dr. Bastos de O'iveira. ea'.rou s 9 3/1 da
maniii e sahio s 10.
)r. Carneiro da i;unha, enlrou s 9 3/4 da
manhi a sahio s 10 1/4.
Dr. Jos Avila enlrou s 10 1,2 da manila e
aahio s 12 1/2.
Dr. Nunes Coimbra, entrou s 9 34 da ma-
nila e sahio as 10 1*.
Dr. Alfredo Costa, entrou
e sabio as 7 3 4.
Dr. Joio Marques, enlrou
e sahio a 10 1|2.
Dr. Baplista de Carvalho,
manhi a sahio s 9 1|2.
!. Ajudante do pharmaceu ico,
8 da manhi e sahio s 4 la tarde.
2." Ajudante do pharmaceutico entrou
7 3/4 da manhi e sahio s 4 da larde.
Assistenie, enlrou s 9 3[4 da raanba e sahio
s 11 1|4.
Passageiros -Sabidos do sul ao vapor
nacional Maranhio :
Emilio Ferreira de Mello, Vicente Vasconce:-
los, Anselmo Ferreira da Cru/., Guelfo Pattro-
nieri, Joio B. Carneiro da unha, Galdino Sam-
paio, sua senliora, sua sogra e 3 filhos, Dr. C.
Maltas, Francisco Talles, 2 soldados, Dr. M.
Aguiar Moreira, sua senhora, sua mii, 8 filis a
1 criada, D. Antonia M da Conceigao, Maria F.
daConceigio e 3 filhos, Antonio T. da Silva,
D. Mara da Conceigao e Silva, Leopoldina F.
Ferreira. 2 cabos e 2 soldados, Fraucelino H.
de Santa Rosa.
-Chegados do sul no vapor inglez Col*
ridge.
Dr E. Sahnoor, Juiio Muniz, Faveo', A. F.
W. Scbuanbock, A. C. Leite, J. B. Soutbgate .
sua seniora, Antoinelte Bezehelie, Therezine
Belh, Evaristo Alves Martin.*, Victorino Carvaa
Iho, Antonio 0. dos Santos, Polo Ramesis, J. E-
Ferreira Girairies, Arn-allo Balino J. A. Bis-
as
s 9
da manila
da raanbi
entrou s 9 da
entrou 3
a
po.
Cemiterlo Publico -Foram sepultados
no Cemiterio Publico de Santo Amaro, no dia
lo' de Ag03lo de 1893, 03 seguintea cadveres :
Thereza do Reg Barros Araujo, Pernambuco,
42 annos, casado, Boa-Vista.
Maria Laura da Costa Mello, Pernambuco, 30
annos, solteira, Boa-Vista.
Jeronymo Joio de Freila3, Rio Grande do Nor-
te, i9 anno3, selleiro, Boa-Vista.
Antonio, Pernambuco, 3 annos, Santo Anto-
nio.
Severino, Pernambuco, 1 anno, S. Jos.
Joio Francisco de Araujo, Pernambuco, 30
annos, soltairo, Boa-Vista.
Maria Theodora da Luz, Pernambuco, 45 an-
nos, solteira, Boa-Vista.
Manoel Jos da Silva, Parahyba, {23 annos,
solteira, Boa-Vista.
Joo Lipes da ilva, Pernambuco, 40 annos,
casado, Graga.
Jos Gamillo, Pernambuco, 19 annos, solteiro,
Boa-Vista.
Mana Joaquina, Pernambuco, 27 annos, a:l-
teira, Boa Vista.
Clara Mana, Pernambuco, 12 annos, solteira.
Boa-Vista.
Manoel Pereira, Pernambuco, 35 annos, soltei-
ro, Boa-Vista.
Mara Damiana Conceigio, Pernambuco, do
annos, casad, Boa-Vista.
Maria de Lima, Pernambuco, 21 aoaos, saliei-
ra, Boa-Vista.
Agustinha Maria Conceigao, Pernambuco, 7
annos, Boa-Vista.
---------------------1^~-
CALEPINO
1 des Kovidades !
da Dosimetra, revista
expunja-a das suas notas .e impressOes de va-
O a. 8 aaao 10.' do Boletim Sa eslaoo,*
L^OVl
Badar-L'S'gliae au Bresll, 1 vol. broc.
p F. de Cbristo-Loto Maravilhoso.
Gustavo Konigwald -Mappa da aae-
rica do -ul. ,
Th. Huse ey-S iencias Naturaes, l vol.
ene. ,
Jorge Palmer-Como me tornei koeip-
ista, l vol. en'i.
nr. Piros de AlmeldaAnalyse das
oarinas, l vol. me
Rodrigo Octa-iosonho3 funestos, 1
vol. ene
Coliecrao Econmica n 1.
Armand Silvestre -Fariboles amulan-
tes, 1 vol. broc. .
O Estado do Bio de Janelro.l vo'.
eDC" LIVROS RCEMCHEGADOS
Lanssard-diccionario da medicina, s
VCvirdiaao de Carvalho-Manual raer
"vaVentimEs.apa-Metholo do alfaiate
vola, broc _: .___
Metliodo de violio, 1 vol. broc.
Weinsehenck -Manual do eugaoheiro
1 vol. ene
vinbola brazileira, l vol. ene.
viridiato PadilhaHistorias do ^
da velha, ene.
nstett Historia Natural, 2 vola, ene
Reforma Juiiearia, 1 vol. broc.


arco

m 1 -J
aa^



mi

\
m
diario de Periiambnco Pomigo 1 de Agosto de I-SP5
a
ene
DC.
Tobas Barr toE-tudos de dimito, 1
vol- broc. .
Autran-Lei de falleocias, 1 '"
Autrun -Loi di c.isain-iito?,,1 vol.
Reziiueut de cuitas, l vol. broc.
Mil e urna noites. 1 vol. ene.
DoinQuixitte, 1 vol. ene.
Revulia d'A. mda l vol ene.
Medicina oaseira, 1 vol. enc-
O medico do- padres 1 vol. ene.
As memo las de jada 1 vol. en.
Araripe-Cdigo cm 1 vol. ene.
Cantor de molinbas. 1 vol. ene.
Garofalo-eriminalos.a, 1 vol enc.
Ti-itad d.- Taehig'aph a, broc.
Schner-0 Houfem conforme a sc.enc.a,
torrad Trovadnr, broc.
Alhuin d> Trovador, broc
T.deFrcitas Douinoa das acco s, enc
Itoliert-l'livsicn, broc,
Bobert Sortea '1" carias, broc.
Robcrt -Prestid tglU$6ei, broc.
Secretario braaitei o. aoc
Uroz- apal, Mamai N '". broc-
Bemersay -HlStor a do Paraguay broc
Artliur A/.eveilo -Coa os W*
broc
roums -Viagem no dorsa de urna l
e a, hroi".
Fiamiuurion -Urania, enc.
Ribas Direilo o,vil, 2 vol?. ene.
Aleieir=Ga'-aluja, enc.
G. Jnior -Curvea g-sage, ene.
S. Romero Hilera ura brazilam,
ene.
3. Das -Poesas, 2 vols. enc.
F. vareila l.as, 3 vola ene
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V. Hu;o N. S. de Par", ene.
A. Ilerculano-U bobo, broc.
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Compaaliia Progresso Colonial
RELV.TORIO APRESENTADO A ASSEMBLKA
GERAL DOS ACCIONISTAS
'Srs. Accionistas
Era cumprlinenlo Jas disp05ic"s dos Balatu
tos que rega osla Coinpanbia vein -i directora
apresenlar-vos 0 re itorio dos Tactos principis
qu: occorreram dorante o pnraeiro anno soei-il
e que ntereasam aos Sr. Aerioaieaa.
Habilita ia a i ompaahia a fuoceonar era fins
de Dezembro de 1893, a directora pre-.ecupoo-
se logo cora o c nlracto para aequiicao dos ma-
chinism-.s e do material preciso para a niont.-
iii da usina e construccao de fias-ferrea.
Pedio proposlas aos representante, Beata el-
dade.de Ubricaa Je machioismos e ro obriga.a
a preferir a proposta do engeohelro S. Diner-
mann, reprerentanle da fabrica alterna Seng r-
bauser nao so p >r s.r a ruis ras-avel Dea
CondicCns apreaenlada, como por terein os fun-
dadores da LOfflpanbia al certo ponto Bdtanla-
do gervico eotraa no edificio destinado usina,
de accordo com as oanlas e disposicdea forne-
cidas por aquelle e igeohairo.
Eiu Miio do anuo passado chgaram as pri-
mefraa pecas do app.relho que por difflculda
des de transporte, creadaa pela E-orada de Per-
ro Central, s e.u Julbo poderam cli-gar a se le
da usina.
As outras pecas foram sucesivamente che-
gan lo e os trabalbos la monlagem effectuarara-
se com maiima deligencla de mulo que ra
Dezembro as obras mdispensaveis achavam-se
concluida?, ape-ar do rigoroso e prolongado in-
terno e da lalla de material sutlicieutemente no
mercado. ,
A mon agem foi elTeduala soh a rlireccao le-
chnica do er.genheiro Dinermano, auxiliado pelo
u.ihanico e cal lereirj enviadoa pela labnca
Sangerbaoaer. ,
O edificio da usina, cuja siiuacSo nao a
mais conveniente, foi qua*i loto cunsiruido de
Jaueiro a Dezejnb'o de 13)4, lendo a Corap nhia
comprado Vfsenda Nacional a antig* casa dos
Moinboa da colonia e dependencias.
Conta a Companhia cerca de 10 kilmetros
de estradas de ferro em coniicO s de trafegar,
como sjara a estrada qui liga a sede da usina
Estrada de Ferro Central, a qual tem tres
trilhos para que possam transitar os carros da
Central CJm Ditola de 1 ni tro e os. carroe lo-
comotivas da Companhia raa bilola de 0,7a, e a
e trada que partiudo da le da usina vae em
dr- cgao do eng n o Entre Ri i, passando pelo
antigo engenho Soccorro, me onde ja iliegam os
t: ilho. .
Convm notar que a ligacao da va terrea da
Companhia com a da Eslra la d trro Cen'ral
foi procraslinada I >ngimenie pel adrninistra-
Co deisa estrada, que recbenlo pedido da
Com aribia cm Abril p>ra consentir ua ligacao,
so em Julho le esta autor.sata, o que orcasio-
nou granda demora no transporte dos maehinis-
mo*- a .
Alm d'isto cuslou essa ligagao grande des
peza Companhia que leve de pagar na-cidade
de Jaboato por alg-ins melros de terreno a
quantia de 11.50S8C.
As estradas em construccSo sSo a que se din-
ge para o anligo engenho San o Andr e d ah
para o engenho Guarauy e a que procura os li
mite da colonia com o eegenho Palmeira.
A construccao destas estradas com alguna pa-
quenos ramaes indispen^avel ao desenvolv
ment e prosperidade da usina. Os trabalhos,
porra, se acham por ora paralysados.
Pensa a directora que mediante certas me-
didas a Companhia poder colloear-se em con-
dicOss de pro pendade e entre estas medidas
sao pnneipaes :
Substituido da moend.i da usina por urna
oulra maior e acquisico de mais tilgunus pe-
gas aflm de que pos'sa fabricar diariamente
mais de 150 saceos de assucar, despendendo
alias com o fabrico a uiesma quanlia que
actualmente.
Desenvolvimento das estradas de ferro e
augmento domaterial rodante do modo a faci-
litar a conduegaa de canoas, animando assim
os plantadores.
Adiantamento de dinheiro era maior escala
aos pUntalores para que as safras sejam sem-
pre abundan es.
Montagem de destillagai cujos apparelho3 ja
se acbam na sede da usina.
Construccao de casas paia operarios, pois
apenas exiatetn quatro que sao insuIHcie.itea ;
sem casas para apararlos durante a safra,
nao poderu t;r uina permanencia continua no
tranalrio.
Ka tam, entretanto, recursos Companhia
para proceder a laes melhoramenlos.
Fun Inda com cap tal insurciente, vio au
raentarem considoravelOBMita suas deapezas
comas differeneaa di camino e cora as ditfi-
culdades na montagem da usina, que. absorve-
ram o emprestirao por meio de obrigafoes, au-
tortsado pela aasembla garal de 19 da Margo
do anuo passado.
O resultado negativo da moagetn da 1 salra
pelos m ittvoa j 'conhecidos veio augmentar as
illfcaldades e erer urna situagao desfavora
vel.
Em taes eondges e em visla da urgencia
de urna solngao enlendeu a directora convocar
urna assembl a ge ral dos arcionislas para que
j.-les delib rem a respailo da situagSo da Com-
pair.ia. .
E" possivel que um etnprestnr.o s ja au'on-
sado e conforme as disposigOes da l"i sobre
auxilio 4a usinas esae mprestimo polcra ser
contrahido com o governo do Esialo
Se tssun (r a Companhia cara habiltala a
empregir os mei>s necessanos-ilim de oollo-
car se em comiiges de auenr lucros sulncien
tg para ratia'aaer seas cunpromissos e retnu-
neiar o capital dos accionistas.
Donte o anno lind > foram assignados vinle
e tres lemos oe transferencias da aegO"?, sen
do o numero destas do 558.
Reconh-cendo a estreiteza desta expoiigo,
a directora submette & apreciacao e examc dos
Srs. acciooiotiislas os relatnos parciaes dos
srs. AgosUolto Hete, Dr. Barata Ges e enge
nbero Oioermann n >s quaes se acham con-
aigoados (odas as mioodenciaa e ocurrencias
relativas usina e a moagera e ter grande, sa-
tisf.igo em fornecer rerbalmente queaqoer
oolras itiforaagois que Ib*' forem pedidas.
Couclumdo a exposigao do que occorreu du-
ran e o primeiro anno flnanceiro da Compa-
rta, aguarda a directorio a apreciag&o dos
Srs. accionistas e o julgamsnlo dos actos
da administragao.
Recife, 30 de Junho de 1393.
Jos (onralves Pinto,
Presidenta.
Jo Marcelino da Rosa e Silv,
Director thesoureiro.
J. A. /Jarros Gumtres,
Director secretario.
Bataneo Gcral em i$<) de Junlio
de 18 5 5
ACTIVO
Accionistas 5:8S0.*0.
Deposito da Director a 30030SOOO
Usina Progresso Colonial 573 02dS9<0
Bens de rfaii 11:500,^00
Sang -rhaus r A. M. fabrik ______
(r/caugao) 85:X)000
Cuntas Correales de adntaraeo-
l8 20:207S'00
Movis e Utensilios 396S0O0
Soetedade It. a D. Pernambucana 4:792s000
Assucar 6 141S10
Contas Correntes 5:24SS330
. Saraico L. e Millo (c/usm*) 269S830
CaugOes 60.000SOOO
Banco de Pernambuco 83S50O
Emtsso de Obrigages (Deben-
lures) lol 2003000
Ca xa 1:9988140
Lucros e Perdas 14:616 ro, coositono raa do Cabug n. 14,
resideuci na Casa Forte n. 5, casa de
azulejo, defroote; da igreja da Campia.
Dr. S Peretra, ra da linf-eratriz n.
I>, d consultas medico-cirurgicas too'y*
> das das 8 moio dia, menos no
ioininjos e dia3 sauliticados.
O Dr, Lobo Afotcoso d consultas ern
tiia casa ra da Gloria n. 39 das Id
doras da manh 1 da tarde. Acliau
do-sc fra do servico publico ollerece-se
para acudir a quaiquer chamado totb
promplido para fura da cidado. Eape*
ciaiidade, operaces, paitos e molesas
d seih)ias e ^nitios.
Drogaras
aria Sodrinho & C, droguistas por
atacado, ra do Mrquez do Olio a D. 41.
Qvimaraes Braga C. epositoa
J Drogas e productos chimicos, spe-
calidades pharmaeeuticas, medicamenN
los homaupati:us e tintas, leos, pin*'
ceis ele, ele. Ra do Marquuz do Olio
Ja n, 6U.
A. P.Braga Guimaracs Agencia de
todis as especial irtaos pharniiiceulicas,
nulas, drogas, productos chimicos eou-
tros medicamentos hotn opathicos, n
Larga do Posario n. 34.
Papis Pintados.
(jCasa especial de Papis pintados de
todas as qualidades para forrar sallas.
Ra Mrquez de Olinda n. 12.
UBUCtCftE* 4 PEDIDO
A moagera comegou em fins de Dezembro e
como ordinariamente acontece com as usinas
em sua prrneira safra, teve varias vexes de ser
interrumpida por causa de desarran;o do machi-
nismo e concert da alguraa3 pegas, d'ahi resul-
tando prejuizos para a Companhia.
As diversas interrupges da moag-m occa io-
nando perdas as cannas c irtadas que seccavam
e na garapa que se inutilisava, a falta de um
pessoal adestrado no servigo, as ms condices
de algutnas qualidades de canoas, o mao fue-
nonaraento de alguns raachinisraos. a epocha
tar lia da moagem. ludo isto concorreu para que
esta nao daae resultados satisfactorio-* neasi
primeira safra, como se v do balango geral.
Accresce ain la a circurastaocia de b.iver a
administragao da usina mudado mais de orna
vez.
O primeiro administrador o Sr. Agosiinh"
Nave?, que com grande acttvidade e zelo eafor-
gou.se na construegao do edificio da fabrica e
nnntagem dos machinismos, a toeceu gravemen-
te algun3 das aps a experiencia geral destes
e foi substitu lo durante o mez de Janeiro do
correte anno pelo Dr. Barata Ges que para
isto offereceu-se expontanea e desiotaressada-
mente.
Dando-se continuos desarranjos nos macht-
cismi/S, entendeu a directiria ser de toda con-
veniencia entregar ao engenheiro Dinermann a
direegao da usina, ao qua este accedeo para
tirar a pnrneira safra durante a qual e segun-
do o contracto corra por conta da labrca San-
gerhau'er a responsabilidade pela capacidade
cbira funecionamento dos apparelhos.
Assim procedendo, a directora lee em visla
tirar fabrica Sangerhauser ou ao sru repre
sentante todo e qualquer pretexto para expli-
cacao ou justitteagao do rao funecionamento
dos macliinismos.
Melhoraram, corto, pisteriorraent-J as con
djgoes da moagem, mas no de modo a impe-
dir a directora de justificar algutnas redama
ges, que na forma do contracto foram sujeitas
a apreciaCo, exame e deciso de arbitros.
Estes decidiratn em favor da Companhia e
em aecordo^flrttl com o representante da fabri-
ca SangerhauserVficou res-olvido descentar-se
da ultima prestigio a pagar Sangerhauser a
quantla de Ms. .
ficaodo assim a ultima presUgao reducida a
Ms
Por intermedio do Banoo de Pernambucc,
aclual depositario da caugao de 427 debentu-
res com que foi garantido o pagamento dessa I
preatagao, deu.se conhecimento desse accordo I
fabrica Saogerbauser e aguardamos resposia*
Rs. 083:7399959
PASSIVO
Capital 400 OOOsOOO
CaugSo da Direcloria 30:0308000
Ttulos de Obrlgages (Deban-
tures) 25O:O:OS0O0
Juros de ObrigagO.-s (Deben-
tures) 4:4408000
Credores Geraes 36:3978100
Banco Popular (c/caugo) 47:416S">10
S. Dirnerman (c/dastillagao) 9:9003000
Contas a pagar 23:2128730
Letras descontadas 32:0008000
Agestinho da Silva Neves
(.-/usina) 318329
Administragao da Usina 6518090
Tituloa caucionados 145:4008000
Aluguei* 690:0008000
Honorario da Commissao fiscal l:800s000
Dr. Jos Gongalves Pinto 6008000
Dr. Joaquim d'A. Barros Gui-
maraes flOOsOOO
Dr. Jos M. da Rosa e Silva 6008000
Rs. 983:7398950
S. E. O.
Cormlio Couveia,
Guarda-livroa.
PARECER DA COMMISSAO FISCAL
Srs. Accinala. A Commissio fiscal da
Companhia Progresso Colonial, observando o
lisposto noart. 18 dos estatutos, tam examina
do ledas as contas e balango da mesma Compa
i-.hia relativamente ao anno social fiado em 30
deJuiho prximo passalo, encontrando a sua
e cr pturagao fela com todo o asseio e clareza.
Pelo seu balango verificamos ter havtdo um
prejuizo de Rs. 14:6168330 prejuizo este na fa-
bricagao e occasionado pea irregulandade de
funecionamento dos apparelhos.
NSo podemos mal iizer de sua digna directo-
ra, na qual reconhecemos todo o empenho e
dedicagao, urna vez que, lonhecendo ella das
causasde tal prejuizo, reclamou da fabrica for-
necedora dos apparelhos o nao cumpriraenlo do
contracto e co seguinlemente o aparfeigoamen-
to de todos os apparelhos, que melnormenle de-
verao fuucciooar na prxima safra.
Assim, pois, enteode esta Commissao que
merecem approvagao as contas apresentadas.
Recife, 17 de Agosto de 1895
Aiijnslo Ocliviano de Souza.
Munotl do Xascbnenlo Cesar Baria man ni.
Ileeife. 1 de Agosto fie
lllin. Sr. Adolpo lo Lenios.
II. O. Asonto Geral la Efiui-
tativa dos listados Luidos,
llccife
liui^o e $r.
Ou.ii a V. S. ser o interprete
los uaeus siuccro agraleci-
inontos a essa Companliia de
nove coutos quiuheutos e sos-
senta e seis mil e (regentes
reis (Rs. 9.586 j300), pelo se-
curo da apolice n. VtH.^ft'i
emittida pela equitativa dos
litados Luidos e pertencente
a nieu fallecido esposo Fran-
cisco M. do Amara I ; leudo
alias esse segurado Teito ape-
nas a primeira prestacTo (pre-
mio) semestral na importancia
do |uatro centos trinta e tres
mil seteeentos reis (433J.SOO).
Sou com estima de V. 8.
Olympla f*. Ouimarffcs do
% mural
-^caiTfe^ee^ -s^3? -fe^sfc^-
a
a
u
a
-
. o
t- 03 3 "
-2 = 5
|3S|i
a a o 5 =
a
S
a o S ,9
-^af%***$- eyr -e-^w e>TAro-
Bronchite ^slhmatca
O DR. COELHO LEITE, Clnico de
justa nomeada na cidade do Rcifa,
a ttesta qan o
Xarope df Lubeiia loflata
EO
PHARMACEUTICX)
ILDEFONSO DK AZEYRDO
E' excellnt9 no tratamento da BRON-
CHITE ASTHMTICA
Depsitos :
Ra Barao da Victoria 37, i.1 andar.
Pharmacia Conceijao.
Pharmacia Alfredo Ferreira e em toda
as boas pharmacias.
Pernambuco
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendonca
Consultorio : Ra da Irnperatriz n. 8,
L*. andar.
Consultas : de' 1 s 3 da tarde.
t 'iriir ;iri dentista
Jos Hygino de Miranda, cirurgio
dentista, "abri eeu consultorio ua ra
Nova n. 19, Io andar.
Agencias a conferir
De urna fabrica de Cerveja branca de Berlim
Iropria pora a exporta.ao.
De urna fabrica conceituada de Mantei^a dina-
marquesa.
Do afumado Amargo Russo IwaOa marca
triado. Rossak.
De urna marca superior de Chourigos Cer-
vel;il.
De una excedente marca do Salch chas de
Franco forte.
De urna fbrici condecida de Cacao era P
excellente g;iz pu'o a barato.
De una fabrica celebre de Agurdente velbo
do 'enleio de Nordhausen.
De urna fabrica conceiluada de Cacao de Fa-
rinha de Avea, Alimento de erianca.
De urna excelente marca de Amargo de An
go.-tura.
De urna fabrica de extracto excellenle para
sopa de caranguejos.
A dingir-se tas I ngu s nllem, inglesa e
francezi sob indicagao de seu comprador conl-
nenial sob cifra I. O 4i4 a Rudolfo Mossc, Ham
burgo.
STE
ducumenlo prova, que
o Cognac Brazileiro
jiais v Iho que a Rep-
blica-
Ul III BLIQI E FRAAC AISE
Ministci'c du Commcrcc de
I'lndusti'ie et des Coloides
EXL'OSITION UNIVEBSALE DE
1889
Le Jury Intentional des Recompens
Decente un deplomc de
MEaTIOSIHOJIOiABLE
A Mrs. A. M. Veras et C.
BREZIL
Par leurs produits COCI^AC
IlltiXILISIHO et .IGIMRDEV
TE de CA1\A EST\FECT
DA :
GUOUP Al I
Garrafa
Duzia
t I. \*SI. SI
" 2^300
25^000
Jus l'ic/orno de l'oica.
NDICACES OTIS
Occullstas
O Dr. Pedro Pontual,ex-chefe de
clnica do prpfessor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, i. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de I s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Vereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de 1 s 4 da tarde a ra do
Imperador n.' 63 1. andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n. 588.
Dr. Brrelo Sampaio, oceulista, d
consultas de 1 s 4 horas do primeiro
indar da roa do Barao da Victoria d.
51.
Pesideocia a ra Hospicio n. 46.
Telenhone n. 3o5.
nedlco
Dr, Joaquim Lowrtiro medico parlel-
Para fazsr dormir um asthmatico, sup-
primindo a opressao, os accessos de tosse,
as suffocasCes, bast fazel-o fumar um
Cio-arro Indio de Grimault e Cia.
Ninguem se deve admirar, quando se
considera a vida sedentaria e absoluta-
mente nervosa dos escriptores, Je todos os
errpregados de escriptorio, modistas e
costureiras, que hajam tantas molestias
das visa digestivas pituitas, gastralgias,
inflamma50es intestinaes, etc. E' o que
explica superabuudantemente o conside-
ravel xito do Elixir de Peps na de Gri-
nault e Cia, soberano contra estas tffeo-
?5es que corrompem a vida, visto ser im-
possivel existir sem nutrico ; gracas a
tXo delicioso Elixir preparado com gene-
roso vinho, as funcc.es do estomago re-
cuperara promptameute a acividade que
tinham pe dido.
Naa nevralgias, e dores de cabeca
sempre as Capsulas de Quinina de Pelle-
tier que se obta pr.impamente allivio e
cura. N2o suesode o mesmo com os
novos saes miueraes propostos, ha multo
tempo ; o estomago revolta-se completa-
mente, e podem manifestar-se complica-
coes do lado do coracao. As capsulas de
Quinina de Pelle ier nunca produzem
emilhantea accente<.
Faz-se descont na proporgo da im-
portancia do pedido.
Peitoral de Cambar
Opiniilo do Dr. Cruz Cordeiro
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares, o
um excellente balsmico, e como tal
tenho empregado nos doentes de bron-
chites e affecfoes pulmonares com
grande proveito, tanto mais por ser
um expectorante suave e efficaz ; o
que affirmo em f de meu grao. Dr.
Antonio da Cruz Cordeiro. {Parahyba
do Norte
Clnica medieo-eirurgiea
Medico, parteiro e operador
Dr. Manoel Carlos de Gouva,^
i de volta de sua viagem, previne.
,aos seus cUentes que reside e,
'tem seu consultorio aberto| ;
ruaBaro da Victoria n. 61, l."
.andar.
D consultas de 1 as 3 horas'
ida tarde.
Acceita chamados a qualquor
ora para dentro e para fra da1;
cidade.
3^^:^la%:&^i&^?^$
Coqueluche
Curas do Peitoral de Cambar
Declaro que cranfas da mnha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos das restabele-
cidas com o uso do PEITORAL DE
CAMBAR^, de Souza Soares.
Americo Salvatori.
[Socio da firma Manoel Joaquim Me?
Aei.ta &C, do Rio de Janeiro.]
Peitoral e Croar
Parecer do Dr. Francisco Sil-
veira
O Peitoral de Cambar, de Souza
Soares, um poderoso expectorante
Tenho-o empregado commuito, pro-
veito as molestias broncho-pulmona-
res [ Dr Francisco Angust da Svi-i
a) Recife.
Clnica medica cirur-
<:ica
Do Rr, iomiiKii4-n da Silva
E-r.ecialniade : a elci|< s ce nei burs, crjaa
gai, de aprareino resn^raii rio e di.eji v
Ua eooMltai 1 10 t oa ''c em sua res -
lenCM e paieo do T rg) n 33.
Atiente a ibamdoa para f ra da .hade
Avisa a seus amigos e clientes, que
mudou o .~eu consultorio para a ra
Larga do Rosario n 20, antigo con-
sultorio do Dr Ferr ra, onde continua
dar c nsultas das 11 1 hora da tar;e
e reside no Cajueiro n 4.
Telepho en. 292.
Prova-se com aquelle numero de atte3taitos
j publicados e os que existen: em nosso poderu
' efhcac; desle elixir naa molestias ndice??.
Eneontra se n v-nda na Uotlca
do Hw.>:irlo n. 3&
A'ruaBa.^ .^ / se lar toda
qnaiqoer expiu-i'.,uc ...r i.;v.m>ocerca dests
Reparado.
Colado cea s. ;kixr!?s;6es
.^lotlo de U9ar
Os adultos tomaro quatro eolhere das d
opa pe maoha e nnatfo ft noite.
As cnaucas d> i a t a'inos tomarao'uraa co
Iber pela m nh e outra a neite e as de 5 a
unos tomarao duas colberes pela manb das.:
cite
Dr. Xuncs CoiiuOra-------Clnica M
aico Cirurgica Consultorio, a, ra Mr-
quez de Olinda n. 64, 1. andar, onde d_
consultas das 12 2 boras da tarde.
Especialidades Febres, partos, moles-
tias de senhoras e criancas. Chamados
a qualquer hora na sua residencia, na
ra da Soledade n. 84, esquina da ra do
Atalho ou no consultorio
Telephone n. 387.
--------------^---------------
Advogndo
O bacharcl Antonio Tolentno Rodri-
gues Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, poda ser procurado
em seu escriptorio Praca 17 n. 79, das
10 horas da manha s 4 da tardn.
An Paradi* Cdsa especial de rtigos para
Niivas
Ra Baro da Yielar.a 58
Telephone 59
Dr. a. Hygino de lranda
Medico pela Faculdade de Pariz, cir
nrgio parteiro, abri provisoriamente
seu consultorio na ra Nov n. 19, 1
andar. Consultas das 1 s 3. Espe-
cialidades : partos, moles-ias das senho-
ras e dos orgo genito-unnarios. Re-
sidencia: ra do Barao de S. Borja 3>\
---------------^
lr. Iturreto Matapalo Oculista
Consultorio ruaBarao da Victoria n. 51,
l.* andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nosdomingos e dias san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade u. 26 Telephone
n 287.
Coronel Frederico Chaves
Medico homeopatha
Ra llanlo da Victoria
N. 37 1.- andar
Dr. Francisco Leopoldino
especialidades: Febres, molestias de
enancas, syphiliticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da tarde
ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1.
andar.'
Residencia-Ra da Santa Cruz n. 72
Telephone o. 214.
Chamados por eacripto.
Cura de tosse asthmattca
com o.Peitoral de
Cambar
Pessa da familia do Sr Jos Car-
neiro da Silva Reg, da Bahia, que sof-
fria de urna incommoda tosse asthma-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Peitoral de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Ccmpanhia de Droga*
Productos Chimicos.
lmtiM,P6 Laxativa d,Vchy
Elixir Ati-Febril Cardoso
SEGUNLO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior
Approvaiio f-m 21 de Mdrr,p de (810 iela Iaspec-
to/ia Geral da digLa IsnM de Hv^ic-ne do Rio
de Janeiro.
E-e Elixir de c. mposieo 'oda vegetal pre-
,iardo <-egonao as rearas i bain.acenlicas, acta-
eihadas oeloii aotoren oiedoroos e de reconbe-
cida caocidite scientBca teto uo p& cemo
ij" extranKeiro.
t-te BlUJlr o prodn"to oa> f do g'aode es.
M *r aec 8 ph|pid.' gn as cas ^obstancias
orno umbem pdioicgica'. coico 'ambem o re-
bultado Ja=imi.cn,bc sppt^Uvds nos diversos
iSCf de feftrfs rte -fund i>a j.-ire,
A asplnscao de E*w Elixir na g'ande epide-
Ola de bexigas de 89U a i8,t mais Coa vei
ler/i'DS ron a sea t-fficacia; ro'bno princlpiodoa
"rimeiros ryioptomas a bex'gn aborta, e em |ca-
s s oala adianUduB bcx-ta pat-sa a ier orna
iot-tca lebal volcar ayamaial Bo pea-naa tc-
iLtf qd's n a rece a> sem todava apftsepta- receics ue pe-
rigo.
O? melles atteuiados pu;>liostn j no O.ario de
Pernambuco e Saxeia ua Tar> provam o":e
dis-mos.
Nos casos de febre amarella o effeilo e admi-
ra 7eI,apreseo'.ando obenorcen ,s to maravilbo-
*ot qoe nesta cidade do Recte t- no do Rio de
J metro pooco receto caaia a febre amaretla
ueumo estando o doente cox vomito pretos.
si iirulneouestes olumos peoios enlao ne-
cesario a appicacao em alta o o.-te, desprezando
tt i lia nocu.
Eite Elixir j co'ihecido do puWico de um
grande nomero de dgnos mdicos apresentado
pan ccmoaier os dirleren.ea tucemmodes todos
lies de carsf.ter Irb.-il.
Por multo tempe tivemos occ?sio de 'aser a
ipplicacao as lebi-'s eryp-p' llosas e com to
boni resallado qoe Bctos admirados de to al-
tos efleuos.
Pela pratica ebegamos i conbecer que nes
ataques d< feare erystpetlofa on erysipea como
volganien.e se diz necf sscria o oso de i0 dlaa
jo Elixir.
Nos grandes incommodos da? senhoras mens-
raaco, gravidez e uos :agos de pano com fe.
ore de om re-oltado mu < ce to e seguro em
a ena co.nposico to simples non nao i Ofrece
receio de applicaro Elxirnem uiosmo em doses
operiores is indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dicnie^imoa uieoicoi aue deseja'
rero fazer oso desie Elixir em sua uimica nao 66
jQjenarem nossa prescripvo, mas sim fazer a
ar-plicac&o em barmoma cai os casos que dse
ja rem combater, eertoa de que o aeacaaieoio
a comoosico innocente para o organismo por
mal.- frgil qne seia.
nodo de usar
A's criancan at om anoo 10 gotas de 2 em 2
oras em urna colber das de ops ebeta d agua
Ira.
De um a tres annos 1S gottas.
De 3 a IG annos em dame i Estas doses devem sempre ser applicadas em
egoa fra.
VepoMitos
Compannia de Drogas e Vrooctos Cbimicoa
Recife, roa do Uarqoez de Olmda n. 23.
Nacional Pbar jaacia, ra Larga do Rosarlo a.
35
Pbarmacia Oriental, roa Eairs< a do Po?ao[j
o 3
Pbirmacia Aitredo Firrer roa do BarSo da
Victoria n. 14
Pnarmacia Martina, rna Duque de Caxias r.
eo.
Pharmacia Ribeiro, a praca Maciel Pinbeiro 21
Poarmacia Victorieose de Loiz Ignacio de An-
drade Lima, cidade da Vici ria
Para qualqoer tnformacao aera encontrado 0
autor na ra Estrella do Rosario o. 17.
Os nostos f?.oco' *o an.'ti''" e conta go-
las. N'nm lado teem grvaloEuxir ante feoril
e no ostroMaar d'- o: prospectos eo assi rjaJos por Mama
Cardoso Jnior, sendo falsos os que nao (orem
assignados.
MEDICO
Dr. Amaro Wanderley
Avisa aos clientes e amigos que
pode ser procurado de 12 horas s 2
Ida tarde na Pharmarcia Bom Jess,
a ra do Bom Jess n. 24.
Residencia Ra Direita n. 10 em
Afogados.
INFLUENZA,
A bronchite que sobrevem a Influ
enza, as Corysas (difluxos) acompanh*-
das de reaeco febril, bromito-pneumo-
na, catharro pulmonar com febre ele-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molestias da ftrganta, insom-
nios etosses sufocantes CiJem immedia-
tamente ao uso do
XaropedeLobeliainlata
litIr.er bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico'
approvada pela illustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia Inflata, no tratamen
to da Influenza podem ser attestados
por centenas de pessoas da maior ex-
cepeo, residentes n'esta cidade.
Depsitos
ya do Baro da Victoria n. 37, 1/ an-
fdar, sala posterior.
Pernanabco
Agencia geral de privile-
gios de InvenctEo e registro de
marcas
ADULPHO BAIL.LY
Caixa do Crrelo n. ki 1 c:t|tital
Federal
Traa se por correspondencia
Elixir depura-
tivo vegetal
Formula de Angelino Jos
dos Santos ndrade
ipprovadc pela Inspectoria Garal do Hy
giene Publica do Rio de Janeiro em 21
de Julho do 1887.
Est j deporatiTo de grande eficacia as mo-
egtlis sypbiliticas oe irr.uresa do saoiree; assim
:omo em todas as molestias das senhoras.
Tem corado radicalmente multas pessoas ac
coamettidas da terrivel moles bariberi.
Rheomatismo ypbilitico ou gomz, dr scla
tiea erupcoes de peiie, caucroa, e cancroB va-
nereoe, flores braucas, bysterismo, frouxidso de
oervos, irites e oolras inllammaooea dos odo*
jiolest.as do ligado, eacropbulas, esccrbutcf
oflrimentcs de estomago, ulceras, gommae, fis
olas, emplnge dos, aiiros, pannos e manenas
di pelle, bobos e booOes, sarnas, catarubos e
quaesquer moldstlas da bexiga, entre utrae
ilooinuria, ourinas doces e sangninoleaia
anemia, paralysia, erysipelas, e Inflaiwact*
pns pernas bemorrtioidas, ma, s. o-inypoe
celles, tumores, nevralgias, e elepbanats da
morpha, as irregolaridadei da menstruaco.
Elixir M. llralo
Ha quatro naos que esta va entrevado
sem poder ir na roa nem cuidar ua
minha vida, com -jrte rheumatiamo a
qua ning-uem dav* remedio. Tomei seis
raac s de Elixir M. M>rato, a estot
couiplelemente arado. Ajudado de Daua
eeja quem descobrio este remedio.
Villa da Lancees.
Wtnceslau Peretra Bonil/uz. _
Deposito em Pernambuco : Compaa
da Drogas, ra Mrquez de Olinda
B..34._______________________
PeitoraF de Cambar
Dao-se :ooo$ooo em moeda cor-
rente a quem provar a nao authentici-
dade do seguinte attestado:
Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porm, depois a sofrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em condices
anda mais graves, dei-lhe ento o Pe
toral de Cambar, de Souza Soares, a
apenas com alguns frascos ficou radical-
mente curada. /. J do NascitnenU
[ S. Jos dos Campos, S.Paulo. ]
0 AGENTE Cmpanhia de Drogase
Productos Chimicos
S. Tbomas, 29 de Dezembro de 1880-
Sr. agente dos Srs.
Lanmar. L Kmp, presente.
1 Ira. Sr.Para cea coobecimeoto e o d casa
qoe V. S. tao disflao*iot ep-eai ota, tenbo o
prazer de declarar qoe hei u?.:. <._ uaalu
peaeoa e miaba familia o Toolco Oriental da
LaBmao 4 K mp e 4o os re-cl atoa que delle
bel oDio bai sido altamente' satufacterioe.
A quantos amigos a b 1 recommendado para a
caspa os ha curado radicalm i.'e pelo que creio
qoe esta prepsracao a rrelnor de ra classe
para augmentar, llmpar e embellecer o ca-
bello.
Sou 9cu amigo.
Eduardo H. Morir. >S
Bronchite asthn.aca
Curada pela Peitaral de Caam
bara
O Sr. Jo3o"Antonio da Silva, residenta
no Barreado, Minae-Geraes, curou-sa
de urna bronchite asthmatica que ha
8 mezes o atormentara, j n3o o de
xando dormir, com o uso do Ptrald,
Cambar, de Souza Soares.
O agente Companhia de Drogase Pr#-
ductos Chimicos.
MUTILADO




l_UBlKL





~..-_____-... _-.



Piarlo de Penmmbnco Domingo 18 de Agosto de I $95
EDITAES
Venda de fazendas de cria-
cao, aanexas a Escola In-
dustrial Fre Caneca.
Secretadla da Industria 1.a
Directora en 13 de Agesto
de 18S5.
EOITAL
De orden do Dr. Secretario interino
kco publico, para conhecimento dos inte-
ressados, que de cooformidade con o de
oroto desta data sarao reoebidas neata be-
creUria at o dia 15 de Setembro pro-
ao Tindoaro, propostas em oarU fechada,
para compra das f-seudas de criecao em
sTBeoto, Altinho e Panellas, anneaae a
aoola Industrial Fre Caneca.
Os respectivos titnlos de poase acham-ie
ao archivo da Escola, oom o director da
qual ae deverlo entender oa interessados.
O director geral,
JoSo Dioias Ribeiro o a Cunha.
O administrador da Recebedoria do
Estado de Pernambuco faz publico, a
quem interessar possa, que "dentro de 8
dias improrogaveis, contados da data do
presente, aera arrecadado pela Reparticao
a bocea do cofre o imposto relativo ao
1/ semestre do exercicio de 1895 a 1896
das classes abaixo menc nadas :
Classe 24 Fabmas* de destillacao e
restillacSo- d alcool.
Classe 29 Loja de vender chapeos.
Recebedoria do Estado de Pernambuco
17 de Agosto de 1895.
O administrador,
(Assignado) Affonso de A. Mello Jnior.
Instituto Benjamn Constant
13 de Agosto de 1895
Pela sscretaria do Instituto Benjamn
Constant e de orden do Sr. Dr. Director
ae faa publico qoe se acba prorogada
at o dia 20 do crrante a insoripcao para
a matricula no curso de preprate ros e
oommercial annexo ao mesmo Instituto,
aaendo parte do curso de preparatorios aa
eguiutes diaciplinaa :
Lingna Portogueaa.
Latina.
Franceaa
Iogleaa.
Itahan .
AlamS.
c Grega.
Mathetnatica.
Aatronomia.
PhyeiCi e chimica.
Oeographia.
ChorograpLia do Brasil.
Mineraloga.
I Geologa.
' Meteraologia.
Bio logia.
Historia Universal.
Historia do Braail.
Litteratnra Nacional.
Sociologa e Moral.
Eocnomia Poltica.
Direito patrie.
Msica.
Deeanho.
Faaem parte do curto oommercial ts ie-
giintcs dtcip'inai :
Portugus.
Fratesa,
Ingle.
Anthmetica.
Algebra.
Geographia e Hiitoria.
EaoriptuaaoSo Mercantil.
Direito C immerc si.
3aligraphia.
O secretario,
Co'sd Teituliano Feraandea Quiotella.
COHMEfiCIO
Secretaria da Industria
3* DRECTORU
Escolas publicas
Para conbecimeoto dos mieresaados fsco pu-
blico qoe do da 11 de Setembro ptoxtmo a i
bora da larde, recbete- e oesta directora pro-
postas para coosiroccao de edificios destinado*
is escolas publicas, as srgantes locali ades :
J.boaito. Victoria. Pao d'Albo, Nasaretb, Tura-
baoba G yaona, Linoei'o, Cabo, Sacada, Palma
res e Olinda, oreados cada un em 35:2934034.
No d'a 17 do referido meseameami bora
receben ce tamben propostas para igoaes coc-
stroe^ftes e ditas coodices, nos municipios de
Caroar Pesqoeira, Barreiros.Garaobooa e Bo
nito, podeodo cada propoBente coocorrer a mala
de orna daqocllas obras, desde qoe teoba a ido
neidale exigida.
As proposias detem ser escripias por exten-
so, sem rasara, emenda oa vicio de qaalqoer es-
pecie, sendo regeittdas as que se resen.uen das
seuiotes fa'tas :
I.' As qoe excederem os precos do orcamen-
to ;
1.* A que nao 'oreen crganisadas de accordo
com o presente eoilal;
3" As que se basearem a precos de oot o
coocarreote ;
i.* As firmadas por pessoas qoe a tenham
deixado de cumprir contracto com esta repar-
ticao ;
5.' A' qoe nao t-fferecerem as garandas e
qnalidides exigidas oesie edital.
Haveodo dnas cu noai propoetas em igoalda-
de de coadiges. sera preferida a do coclraclan-
te qoe melbor prova de Idooeidade apreeentar.
Os prnpooeotes deverAo indicar o logar de soa
residencia, provar a sua idoneidade para dirig
em e execolarem as obas.
Neobom proponeate sera admit do a concur-
rencia sem qoe prove ter depositado oa Tbesoo-
raria deca Repa ticao orna qaaotia correspon-
dente a S / do vaior de cada obra, importancia
que perlera se, escolbHa a soa proposta e coo-
vidado para astigoar o respectivo contracto, a
lato se recusar.
Para boa garanta da execnco do contracto,
depositar* o contractante no Toesooro do Esta-
do, orna caucao qoe tera previameote arbitrada
por esta Directora.
Os org.m-ntoa e plantas relat ves a essas
obras eetarAo diarlaaeote das 10 da maoba as
4 boras da tarde au exame dos coocorrentes
nesli Repartigao.
Recile, 11 de Agosto de 1895.
A.U. Pefsoa Mon'eneg-o,
Director geral iolerino.
VaccinacSo e revacciaae*
O Dr. Preieito do municipio do Re:ife uiaoda
anr poblco, para e< obeclmento de todos, rs
segoiotes arillos do Cdigo de Posturas em vi-
gor.
CAPITULO XI
Pr ,iiiencias doraote as epldem'as
Artigo ooico. En tempo de epidemia de va-
rilas a vaccloscao e revarcmacao deverao iam
bem ter praiicadas nos dtmicilios obrigatorla-
rxer.ie, em lodos aqu> II-s que nao tiverem tig-
naes de vaccioagao rcenle de varilas.
Pjraerapn i anico. Os mdicos eoearreeados
do servico podero ailar em If 4000 ou 3 das
de prisao ao* inidcos que recosareai injaai-
ncadamen e a vaccioa.
CAITULO XII
Art. !- A vaccnacSj oorigatoria no moni
c:po do Renle ; na detfEtr pratteadas as
enancas praxo de seis mexes contados do as*
cimento.
Ait. Io En tempo de epidemia este praxo ti-
cara limitado a trB meses.
Art. 3 Todas as pessoas de Idade superior,
qoe nao poderem most-ar os sigoaes de boa va-
ccioa aotenor cu de varila eerio obrigtdaa
vaccioacao.
Art. 4 Nos praiof designados no art. I.-, as
cianeas devem >er apresentadas oo Iosti oto
Vaccnico oo remettido o altestado menico de
ata vaccioaclo, oo de lerem soffrido varilas,
oa falla de compareclmeoto e da remessa de
altestado que sera ponida com a molta de lu
o medico do nsito o Vaccinieo ir ao domici
lio da cueca para vaecioal-a, em caxo de re-
cosa oo emnecllio por parle dos respoosavels
pela enanca estes Bcar&o sojeitos i segunda
malta de (O, que pnder ser convertida em
praxo por tres diaa e a crianca ser! vacci
nada.
Art. 5,- Todo o individuo vaccioado lera de
apreseutar- sexto e o oluvo dia depon da vaccioar.o para
nao locorrer na molta de 54000.
Art. 6.- A exiracc&o da vaccioa volun-
tarla.
Ari. 7.- Aresentsco de atteslado medico
de teromeoioo iigoaes de boa vacclna ou de
varilas iodispeosdvel para a admissio oas
escolas e qoaeeqoer eslabeleclmenlos do eosioo
primarlo.
An. 8 Os meoloos engeilados qoe nSp esli-
verem vaccinadoe, sel-o-bao logo oos primeiros
dias da entrada na roda, antes de eotregoes s
aatat.
Art. 9,- A reacloacao igualmente obrlga-
tona desde a idade des annos.
Parajranbo onico, Oa iotratore serio mul-
tados em 10JOCO oo tres dias de priao.
Art. 10. u medico da Prefeitnra e os medites
qoe tiverem a seo cargo estabeiedmenloa pa-
niicoi e particulares, os directores e decaes
desse? esiabelecimeotos, sempre qe veriflda-
rem qoalqoer falta da obeervacao do disposto
no artigo antecedente devem reparat-a com a
prnmpla vsc;inacao ou revaccioarjao.
ir'. 11. O' m-dicos d s bospilaes e casas de
candsde e o di Casa de Detenc&o vicclnarao os
soceorrldos e ddteolos.
Secretaria da P-feiiura Mooicipal do Re:f?,
14 de Agosto de 1895.
0 secretario,
Joaqolm Jos Perreira da Rocha.
3.a Directora Secretaria da
Industria
EDITAL
Teodo o Gjveroo do Btalo de mandar con-
stroir e naci deslio ios a Escolas Pabltcas
em : Campe -Grande. Saoto Amaro, Afogad(S
Poco, S. Off, Boa-Viia, Magdalena Capunga
e Arraya', fago publico p-ra coabeimeolo de
qoem inUresaar possa, qoe no dia 17 do mex
proxlm vlodoore, I bora ds tarde, receben)-
ss oesta Directora piopostas em canas faena-
da, devtdimeote selladas, para a cooatrurc&o
daqoellas obra, de accordo com as plantas ur*
gao.salas pr esta Riparticao e orc^meoio res-
pectivo, oa importancia de l4:18i478J.
Cada proponeole portera cenorre- a cooslroc-
gao de todcs oo de om i daqoelles edincior,
depositando sotes dacoocir en :ia na (bexoora-
ria deeti Oirectoria a quaotia de qaibeotob
mil rls (500*000). qoe perder* se, aceita soa
prorosta s convidado para assigoar o cooiracto
oso o flser dentro do praxo de 8 diaa, cootados
da data da aviso qoe be lo: expedido para tal
flor.
us precos das proposias deverao ser escl-
pos por exieoso, sem rasara, emenda oo vicio
de qoalqaer espede; deve-au aioda irazer a u-
dicacao daresideacla a propooeote e as provas
de idooeidade precisas para dlriglrem e execo-
tirem as obras.
Hiveodo daas oo mais propostas em igoalda-
de de coodlcJes. sera preferida a do concorreo-
t qoe melbor prova de idooeidade cflVrecer.
As proposlasqu* excederem os prfOs do o -
cmenif, as que oai fjrem orgaolealaa de ac-
cordo com o presente edital. as qoe ae basea-
rem em precos de ootro coocorreote, e as qoe
(orem firmadas por peifois qoe ja ttobam dei-
xado de comprlr contracto feltj com eela repar-
tlfao, serao rejeitidas i'n limine.
P^ra a boa garaoiia da execocao do contra-
cto, depositara o cont-aciaote oo Tneaooro do
Estado orna caoc,a) correspondente a 10 0(0 do
valor total do contracto, qcaotia qoe f peoera
ser levantada depois do recebimento deoi ivo
das referidas obras.
Esta Directo ia nao reconbecer, no caso de
fallectmeoto do cootractaote dir.no a revereao
do c( ntracto a berdelros.
Os concorrenies terode 10 astdor.s da lar-
de, oesta repa.-i'cao os escla ecimentoa de qoe
prerisarem.
Recifp, 17 de Ago-to de 1895.
A. Urbano P. Montenegro.
Dire< lor era1 miermo.
GuarnicSo
I N

de
Belfa eemmerclal de Pernnni-
baee
COTACSES OFFICIAES DA JUNTA DOS
COBRETORES
Prafa do Recift, 17 de Agosto de l8g$.
Cambio Londres a 90 d|V 10 3,4 d por U do
Sanco.
O presidente
Antoaio Marques de Amoro.
O secretarlo
Maooel O. da Silva Pialo.
amblo
Os Bancos abrirn com a laxa de 10 3,4 sobre
Londres a 90 d|?, mantenda-se at so lecbar, na-
vendo poocoi tomadores*
Em letras particulares nao consten negocio.
Por ser vespera de mala para a Europa, as
'.ransatces fo am multo limitadas e o mercado
csteve em completa apatbia.
Cataces de generas
r*ra o agncuUor
Assucar
lranco.idcm.idem. M00 31600
Sumeaos, 1 Jem, dem 1*300 a 2*400
Mascavado dem, dem. 1IM0 11000
Bruto melado dem, dem 1*508 a 1*600
Relame, dem dem 1*300 a 1*560
aleadla
Foi negooiado a 10800 por 15 klloi.
aleeel
Jtf pipa de 480 litros 190* venda.
ACaardeaite
Por pipa da 400 litros 1001 venda.
OMg
Seceos salgados na bate de 11 kilos 950 rls.
randa.
Verdes 630 rls, nominal.
Carnauba
Cola-se da 23* a 35*006 por 15 kilos.
Mel
Por 110*000 oomloal.
BxpertaeSe
lfcclfe, 17 de Agosto de 1895
rara o exterior
Na barca ptrtoguexa Claodioa, para o
Porto, carregaram :
Miranda & Soasa, 1 c ixa tom 18 lilroa de
agurdente e 10 barricas com 550 kilcs de asau-
car braceo.
Para o interior
ZeqaibS'
para Porto
No lugar nacional
Alegre, carregou :
M. S. Maia, 89 pipas com 50.910 litros ds
agurdente.
No vapor nacional I atiba, para Porto
Alegre, carregaram :
A- Fernaoee3 a C, 6 pipas com 2.485 litros
de alcool e 10 ditas com 4,800 ditos de agur-
dente.
M. S. Maia. 300 saceos com 22,500 kilos de i
ssocar branco.
Para Pelotas, carregou :
U. S Maia, 36 pipas com 18,000 litros
aguarden.
Para Rio de Janeiro, carregou :
J. G. de Amoro, 3 caixaa com 550 kilos de
tnico
No vapor oacional Jpiter, para Rio de
Janeiro, carregou:
E- Silva, 4000 cocos fructa
Para Victoria, carregou :
J. T. Carrei-o, 100 barra com 4.400 litros de
agurdente.
No vapor ingles A. P in.e, para Rio de
Janeiro, carreearam :
B. Williams k C, 324 saecas com 24,403 kilo
de tlgodo.
C. de Melboramenio, 16 pip s com 8.0000 litros
de aguardante.
Para Victoria, etrreearam :
A. Pernandes 4 C, 600 .ecos com 30.000
kilos de assucar mases vado.
No vapor nacional Ur, para Peoedo,
carregaram :
F. Rodrigues & C, 2 barri.s com 180 litros
de alcooi.
No vapor ioglex tClemcnt*. para o Para,
carregaram :
J. Balibar & C, 160 barricas com 10,440 kilos
de assucar branco.
Kaotback & Gruaier, 6 pipas com 3 2,0 litros
de alcool e 5 ditas com 2,500 ditos de agur-
dente.
Loyo & Moreira, 481 barricas com 35,274 kilo
de assucar braoco.
No biaie Barroso, para Macio, carrega-
ram :
C. Lemos & C, 17 caixas com 170 litros de
cidra, 15 dties com 36'J kilos de sabio, 4 barri-
cas com 240 ditos de assucar refinado, 18 caixas
com 230 litros de geoebra e 1 dita com 5 kilos
de veas.
C de Estiva. 2 caixas com 64 litros de oleo
de ricino, 10 ditas com 91 ditos de geoebra. 3
barricas com 81 ditos de cerveja, 4 caixas com
36 dltoa de cidra e 1 dita com 60 kilos de doce.
G. Mattos Irmao, 3 volumes com 16S kilos de
doce.
Para MassorO, carregou:
G. Mattos Iroiao, 15000 cigarros, 1 caixa com
15 kilos de cers em velas e 1 dita com 45 kilos
de doce.
No vapor nacional Espirito Santo, para
0 Para, earregaram :
A. Irj.ao3 & C 125 btrricas com 15,914 kilos
de assucar braoco.
N. M. do Eirado, 80 barricas com 5,540 kilos
de assoc r branco.
A. G. Torres, 35 barricas com 2,675 kilos de
assucar branco.
P*ra Maranb&o, carregaram :
P. Alves & C, 10 barricas com 500 kilos de
assucar reGoado e 10 ditas coo 535 ditos de dito
branco
Pata Cear?, carregou :
M. C Bandelra de Mallo, 10 barricas com..
1 169 kilos de assucar braoco.
Para Mansos, carregaram :
A. I-oaos & U.i 1 pina com 541 litros de
alcool, 90 barris com 7,910 ditos de agurdente
e 135 usrricas com 10,202 kilos de aeeucar
branco.
P. Rodrigues & C., 30 caixas com 390 kilos
de sabia, 15 barricas com 899 ditos de assucar
branco e 5 barris com 480 litros de agurdenle.
T. Lipa C, 30 canas com 390 Sillos de
sabio-
A- & Cerdoso, 13o barricas com 11,160 kilos
de assucar braoco.
P. Pialo & C 22 barris com 1,936 litros de
de Pernambneo
DOLTO
Edtal
O Sr. coronel commaodaote de 11 gcarnlci",
fax saber qoe, por decreto de 8 do trrete,
publicado em o'dem do da do sr. gene al com-
mandaote do 2 dis foram indultadas lodas ai prac, s do exerciio
qoe commel'fram os rrimes de prior-ira ese
ganda disercOes simples. Is qoaes devem apri-
seota -se dentro do prax de 60 due a couiar
da data deste.
Sec-e'aria 00 Commaodo (a Goarnc&o. tm
Pernambaco 14 de Agosto de 1895.
Arseoio Barges,
A'feres secretarlo.
Secretaria de Estado dos
Negocios da Industria em
7 de Juihodel895.
l, DIRECrORIA
irrendanento de lotes de trra
aa Arehlpelago de Fernando
de .\orooha.
Para conhecimento dos interesaados,
faoo publico que, estando o Sr. Goberna-
dor do Estado autorisado pela le o. 124,
de 3 do corrate mes, a arrendar, a quem
melbores vantsgeoB offareoer, pequeos
lotea de trra no archipelago de Fernando
de Noronha, recebem-se nesta Secretaria,
at o dia 31 do mea de Agosto vindouro, I poataa firmadas por eatrangeiros, a poden- [da em 3:1590.) 18, e do Riacho Daas Pe'
aieool e 195 ditos com 18,040 ditos de sgaar
denle.
Poninal & Oliveira, 5 barris com 440 litros de
agurdente e 25 saceos com 1,875 kilos de assa-
car braoco.
F. I -uijs & C, 600 caixas com 6,500 kilos
de saoao.
(I. ai. do Eirado, 100 barricas com 5,500 kiloa
de assucar branco-
P. de Oliveira Mita, 50 barricas com 2,750
kilcs de assucar branco e 5 ditas com 300 ditos
de dito retinado, 50 barris com 4.400 litros de
agurdente.
A. re-candes (J., 3 barricas com 180 kilos
de assucar refinado e 33 voinmes com 1,955 ditos
de dito braoco, 10 barris coo 870 litros de
aguardeote e 3 caixaa com 20P kilos de doce.
Kantba k 4 G-unier, 60 bar 4 com 5120 litros
de agurdenle e 60 barricas com 4,140 kilos de
assucar braoco.
Na barcaca Parsgaass, para Parabiba,
carregaram :
A. Machado & C, 2 caixas com 192 kilos de
(amo.
C. Pinto & C, 3 caixas com 21 litros de cidra,
4 barris com 360 ditos de vinagre, 5 paisas com
60 ditos de vermootb, 5 ditas com 60 ditos de
cognac, 55 ditas com 550 ditos de geoebra. 3
barris e 5 caixas com 310 ditos de viobo da
frustas.
Na barcaca Apollo, para Macei, carre-
garam :
F. Irmaos & CI, 25 caixas com 575 kilos de
sabao e 25 ditas com 325 dlios de sabooetes.
PAUTA DA~ALrANDEGA
VALOBBS DAS HBBCADOBUa NACMNAM SCJaUTAS
MaSITOS DI euomaco
Semana de 12 a 17 de Agosto de 1895
Agurdeme, cacbca litio.......... 235
Dita de canoa, litro................ 400
Dita destilada oa alcool............ 36
Algodao em rama, kilog........... 720
Arrox com casca,n tu,............. |20
Assucar branco. dem............. lsl
Dito mascavado dem............. 108
Dito retinado. dem................ 360
Baees de mmooa, idem........... 130
Borracha de teite maogabeira, dem. 11500
Cacao, dem..................... 900
Caf bom, dem................... 11700
Dito escolba ou restolbo, idem...... |200
Dito moide, dem....*-............ 2!0O
Dito ordinario, idem............... iiiOO
Sement de carnauba, o kilo....... 47
Sabao, kilo....................... 330
Sebo em rama, kilo.......... 666
Tatajuba madeira, kilo........... (20
Taboaa de amarello, dona......... 160*000
Cera em veas,kile................. 11600
4 1 hora da tarde, propoataa pra o refe-
rido arreadamente, mediana as clauaulag
enl sega ida estipuladas.
As proooataa devem ser oonveniente.
mente selladas, entregues em carta fecba
chada, e cooter em termos clares :
1* O preco do arrendamento de esda
um lote de ti re.
2*=Indicac8o da rcs:denoa des con-
currentes.
3a=ComprovacSo de idoneidade para
esecjtarea estrictamente es contractos.
Nao serlo aceras as propcatas :
IUrganisadas em deaaccordo com o
presente edital.
IIBiceadas em precoa d'outros cou-
a rrentea*
IIIFirmadsa por quem qcer que tenha
deixado de cumprir contractos ou pro
oe ssas de contrastes celebrados com qoa
uaer das extinctas uujdas 1 ctaaes Repar-
ti^Sda do Eatado.
IVQie rilo off-recerem aa garantas e
qualidadea ezigidaa no presente edita'.
4*Menhama proposta aer aceita sem
que o concurrente aprsente recibo pro-
vando baver depoeifalo no Theaouro Es
Udtial, at vaapera do da deaignado
para a abortara das propostsa, a quantia de
doos cintos de rea (2.000|JOOO) que per-
der em beneficio dos ores do Es'ado
i, preferida sua propesta, recuaar-se o
propnente a aisignar o contracto iei-
p< ctivo.
5aOs concurrentes observsrSo, como
lhea compre, as clausulas, abaizo trans-
criptas, do Decreto deata data, bem como
as demaia disposicoea legaes vigentes, re-
lativas a arreodameato de proprics eata-
daaes.
Havendo daaa ou mais de dass propos-
tas em perfeita igualdade de cndilo is,
ser preferido o coocarreote que melhores
provss de idoneidade cffirecer.
(Olauaalas do Decreto de 27 de Jilbo
de 1895 )
1-=A propostas versarao ezc'usiva
mete sobre cada nma daa ndoatriaa aqoi
espeofiad(s, sendo, porem, hvre a en-
currencia exploradlo de orna, nica-
mente, oa maia de urna das meamaa ioi-
doatrias.
2a A c 'a irrematante fioam plena-
mente garantidos :
a)a direi'o exclusivo de explorar a
Industria qoe contraotar, e por todo o
prtzodo arrendanento da rea, o qua! rSo
exceier em eso algum de 15 sones,
contados do dia da installag&o do servico ;
b)o direito de preferencia, em igutl-
dade de condi^Cea, ciao tenha de atr co-
yamente posto em concurrencia o arren-
damtnto (le c. 124 arf: 2)
3' Esgoltado o praxo do que trata a
olaosula precedente, todos rs edificios,
obras, machinas e quaesquer bemfeitoriaa
effectuadas pelos arrematantes rever ter 2o
para c Estado, sem indemoisacSo alguma.
4aa superficie de cada um des lotes
de trra, oujo tamanho, medicao e demar-
celo aerSo feitaa cnata dos arrematan
tea, ter o mmero de metrea qaadrados
qoa (ur necssario, aegaodo o g6oero de
trabhlhos exigidos p*ra cada explorac&o.
5aFica constitoindo um lote de trra,
para os effeitcs deste Decret, o grupo
das ilhas, tambera pertenceotes a arebi-
pelago de Fernando de Noronba, denom!-
nadas : R-.ta, Do Meioi, tSella Oioe
ta, Raaai, c JSo Jos, e oa ilhos all
existentes.
6aPor oonta dos arrematantes corr
rio todas as deapesaa oom o aervico que
o Governo instituir para fiscalisar a exe-
cocSo dos contractos de arreodameato,
qaer em Fernando quer no continente
7* Os arrendamentoa serSo ictransfe-
riveis.
>Tambem nSo aerSo acsitaa as pro
do .'ocoorrer a este anendame&to cidc-: dras, oreada em G:682J453.
dSos braaileiros natos ou natural sa-ks ha
maia de 5 annos, ficando entendido que
todas as qoestSe suscitadas quer na esco
Iha das propestas, quer na execucSo do
contracto, strlo resol vides ex dtfativa
pe lea auoridadea braeileiraa, imp >rtaodo
cadaoidade do contrete, aern direito
indemoisaclo de etpicie alguma, o appello
(eito por qoalquer fr ra intervencBo
diplomtica ou aoa bona tffici oa de autorida-
des eBlrangeircs, bem como qualquer asso-
ciacSo d s concesii icarios com cidadlos cu
institoigSes estrangeiras por icatrumento
publico ou particular.
O Director-gera'.
JoSo Din z Ribeiro da Cunha.
Pagauaeuto do ealcaiuonto
da
421997
4**^97
851s)95
42199
51147
42197
581K7
1431797
371*00
331547
33*5*7
t04i 7111'47
571645
71134?
333V7
a*97
37H(Hi
221-07
611897
ra do fogo, freguezia le S.
Antonio.
O Pieeiio do afuo'.cipio do l -cife, manda fa-
zer publico aos proprioarios a tupracitada roa
qoe 00 prazo improrGga'W de 20 jisi, coniadc
aa dct> do 1 rt-Gt-n e edita', deverio r recolbe-
ao i fe mooicipal a lxpo. Uona do cal^amen o
fetto e calculado oa ratao de 15 ,0 sobre o v.lor
locativo d s respectivas pellos, ae conform d. -
de con o dispouo 00 70 art. Ia do ornamento
vg'nte.
2 D-i, O mesmo
8 1-ia 11 Perei-a de Horaes
10 Joao Lois de Araujo
12 Elvira Perreira C opos Andrade
i4 Jeroovmo Saleado C. Ga niraes
16 Samuel Eioatv
18 O mesmo
20 Mana Joaquina e H 2t Mana Oliveira L>nrcDga Oliveira e
Anna Oliveira
24 ioaqulm JifGonjalves Guimares
26 Ai tooio de Paiva rVr etra
28 O mesmo
30 M noel Antonio Sinlcs Fontes
31 Mdra da Conceicio Vei(*a
34 Ilalioa Leilao da S. Cardlo
36 Aooa Hosa da Silva
38 Irmanrtade da S. Tnndade
40 Anna 11. da Silva Rios
42 Aukusio H. de Uiraoda
44 Gertrnd s, flba de Francisco Per
reir V tal
46 Jos Soares Nevta
48 Carolioa Mar,a Almeida N gneira
50 Joaquim Pires da Silva
f.2 Mana da C juchcso Carnetro Araijo
54 Victoriano de Aragao Ebla
56 Domneos Pino de P euas
1 Laix, tima de Fnotisco Luiz Ca-
rral ti987
3 Manoel Fernacd.- Mascarenbas 2519M7
7 Jo Joaqaim aa 1 a-eos 3 II 47
9 Manoel Perrtira Maacareobas 331547
li O ditsaoo 421 97
13 Gaodino Ernesto de Uedeiros 411530
lo Manuel Perrera M-scaieabas 521447
17 PrauciBCj l-aorilla 42*997
19 Amella A. Bandeira de M'Po 211C8
21 M .ra Joaqama T. Bordes C. 291767
23 Antcnio M.rt.ns Ce Cirvatbo & I
mos 33*347
25 J.ao D. da S Pinto Alnti'a Gui-
mares 6t*S9
7 FraociscoAilooio da Silva 7316' 0
29 Heonqoe Pereira Pinto Bravo 371800
31 Braga e S 371800
33 Jote Soarcs Peroandes de 01 veira 421997
35 Beairlt R drigo.es ds S oza 3,10 221961
35 Leooor Rodrigues de Sooza 2,10 I51<> 9
35 Julieta Rod lgoes de Sonsa 3,10 2UP6
35 Codido Rodrigo"- de Sonta 2,(0 151309
37 Ao'ooio da Silva F.na 421397
39 Mana Francisca da Costa 221^80
41 Jos Goocalves dos Saotos 251987
3 Praocisco de Mel'o C. Albcqaer-
qu-i 511447
45 Ordem 3a do Carao 421997
47 Jos Gomes de Amorim 421997
49 Orde a 3* do Ca-mo 251987
Contadoria da Pre'eitora Mooicipal do Uec.f-,
16 de Ages o de 1895
Serviodo de contador,
Miriaono d Pigaelrdi Paria.
As prpost'S devem ser conveniente-
mente selladas, entregues ein carta fecha-
da e conter em termos claros :
1, O prego pelo qual se propSen exe-
cutar ss obras os licitantes ;
2.- O lugar em que residem os propo-
nentes ;
3.- Provas de idoneidade precisa para
dirigir e executat as obras.
Havendo duas ou mais propostas em
igualdade d condicSes, ser preferid? a
do concurrente que melhores proras de
idunei lade offerecer.
Ser&o regeitadas es propostas que 88
resentirem das seguintes faltas :
l.' As que excederem os precos do cr-
gamento ;
2.' As que nao forem organisadas de
accordo com o presente ed tal ;
3.* As" que se basearem em precos offe-
recidos por outro concoi rente ;
4.a As que forem firmadas psr pessoas
que ja tenham deixado de cumprir con-
tracto com esta Repartigao ;
5.a As de eoncorrente que n3o offere-
cer as garantas exigidas oeste dital.
Cada proposta versar sobre urna a-
quellas obras ; pudendo, porm, um s
propouen'e cancorrer a mais de urna ou
a todas ellas, urna vez que tenha a ido-
neid de exigida.
Nenhuma propo ta ser aceita sem que
o proponente prove ter depositado na
The ouia iadesta Keparticao urna caugo
eorrespondonte a 5 /. s bre o valor da
obra que se propuzer executar, qaantia
que pe d-r se, aceita sua proposta e
couvidado para assigoar o contracto res-
Ipectivo a isto se recusar.
Para a ba garanta da exe.uco do
co tracto, depositar o contractante. no
Theaouro do Estado urna cauclo qus ser
previamente arbitrada por esta Repar-
tico.
Os o'camentos e plantas relativos a
3315\7 essas obras, a ham-se nesta Directora a
251987 I disDosicao dos interessados das 10 as 4
horas da tarde
Esta Directora nao reconhecer, no
da faliecimento do contractante, di-
464fii
4997
58111
37180U
3912>7
Secretaria da
3a
Industtia
Parinba e mandioca, kilo.......... 152
G-axa sebo, kilog................ 693
Geoebra, litro..................... 360
Jaboraody (folna), idem.. ........ 800
Helos de sola, valor nominal........ 71500
Mel de tanque oa melsco. litro...... 166
Milbokiiogr...................... 130
Oleo de mamona oa de riciao impura
litro.......................... 530
Pelles de cabra em cabello, valor
do cento...................... 2401
Idam de caroero em cabello, valor do
ceoto .......................... 1(01
Perfom iras, k lo.................. 21000
Sapatjs de couro braoco oa tinto, par 21100
KenillDsenlo* pablleoa
Hez ce Agosto de 1895
Directora
EDITAL
Para conhecimento dos interessados, fa-
50 publico qui no dia 29 do corrente
mez, no meio dia, reeebem-se nesta Dire-
ctora propostas para a construccSo do
pontilbSo do Riacho do Carrapicho, orca-
jaso
re to de
deiroB.
Ilecfe,
reversa 1 do contracto a her-
10 de Agosto de 1895.
A Urbano P. Montenegro.
Director-Geral-interino.
') D Mreos Talio ios Res Lima, Jju de Di-
reno i* Paz 1.la Municipal do Recita, etc.
Paz saber p-lo presente qm no da 19 de
A vala a qaem H der os s-guates bens pe.
abor.dos p r execocao da (oxeada municipal :
Freguezia do K-c \- A armacao de madeira
de amartllo, eoveroiaada e entidracada, com o
comp teite balea com taaopo de pedra, pesos
e medidas ex'fteote* no es'aoelecimento n. 6 de
Largo do Carpo alto avaiiado* por 7001030 ;
perteoce a Joaquim Gued^s Vi lete.
Fregoezla oe Santo Antonio A armago de
madeira de louro, pimada a oleo, balea o, ba
una e um terne de peso, eai.-leutes no
: tjb'lecimeoto 0. 63, ra do Vis-onde do
i haoma avallados por bU0 00; perltace a Mar-
iju-s & Silva.
Fi-egaf z'a de S
Ji 6 O terreno com a f en-
rienda geral
Do dia 1 a 16
dem de 17
Alfandega
80i:03318i3
48:3,41941
Renda do Estado :
Do da 1 a 16 111:0891772
dem de 17 6:4051442
Somma total
8.9:40)1714
117:4954014
966:8951928
commaudaole H W. dejes ; carga varios ge-
ne oa.
Mansos e escU Vapo- nacioial Espirito
Sano*, comaiandaoie Francisco Micedo;
carga vanos gneros.
R o Grande da Sol e escala Vapo- nacional
Jpiter., commaodante cap ao lente Galdlnc
da Veiga; carga vanos geoeros.
Bibia e escala Vapor nacional Uiai, cox-
maodanleB. R. de Carvalbo; carga varios g-
neros.
Genova e escalaVapor italiano Matteo Bruz-
zo, commandaote M. Ros.eco; carga vanos
gneros.
Santos e escala Vapor ioglez Azialic P.- i a -
ce., commandaote W. Andersea ; carga vario
geaerop,
Ntw Y. ke escala Vapor ioglez Ciernen!
comm.njaue G. S. Mormj ; carga varios g-
neros.
U para o pofoi, mediado de frente 120 palmos
e de fooio 600 oio, sito na roa Inpenai, ava-
llado po- 5JO/000 ; periecca a Prxedes do Silva
Csalo.
Freguesa da Boa Vis'aO terreno ao Caes
do Cipibaib com 60 metros de f-enee de
fonda 35 ditos e 20 centmetros avaliado por
8'GJ 00; perteoce sberdelros de Jote da Guaba
Mo-eira Alves
E para coottir pass.a-se o edital oa forma
da lei.
Dadoe passado neUa cidade do Il^cile de Per*
nambuco, aoa 9 v Aeo'lo de 1895.
Eu, Jote da Costa Reg L ma, escrivao, ;ub-
screvl.
Marcos Talio dos Res Lims.
2* s5Co da Alfandega de Pernambuco, 17
de Agosto de 1865.
O cbe'e da seccao
L. P. Codecen.
Pelo ibesooreiro
flemenegildo N. Cbaves.
R EEBEOORIA
Do dia 1 a 16
dem de 17
DO ESTADO
142 9361213
4:1001565
RECIPE DRAINAGS
dia 1 a 16
dem de 17
1,7:0361778
1:5371591
910*9.0
2:4631511
Dita vegetal em broto, kilo........2811000
Carocos ou sement de algodao, idem 045
Carrapaleira (sement)............ 190
Carnauba, idem................... U933
Cognac, litro.................... 11000
Litro, litro..................... 400
Capil e li'ores, litro............... UOOO
CarvSo oe pedra, tonelada.......... 40*000
Dito aolmel...................... 150
Coaros seceos espichados, .kilog.... NO
Ditas ditos salgados. dem.........
Ditos verdes, idem.......,.......
Conrinbo om......................
Cocos em casca, cea.o...........
Cbiaellas, par.......,.............
Botinas, par.....................,
Ta mancos, par................/ ..
Dace?, kilo........-........../...
1 wiiimno 1
Horlmento do porto
Navios eotrados 00 dia 17
Rio e escala, 7 diasVapor nacional Espirito
5. uc de 1760 toneladas, equipagem 61, com-
mandaote Francisco 0. Hacedo, carga varios ge
eros; a Pereira Caraeiro.
Liverpool e escala, 16 das Vapor ioglez
Iberia* de 2.932 103eladas, eqoipagem 100,
commaodante 11. \V. Havei. carga vanos g-
neros ; a Wilson Sons & C.
Cotooop. 28 dias Barca dinamarquesa Ven
ne de 588 toneladas, eqaipagen 12, commao-
dante N- N. Ame, em lastro ; a H. Lond-
greo.
Rio e escala, 5 diasVapor italiano Matteo
Bruizo* de 2.543 toneladas, equipagem 76.com
mandante M. Kosasco. carga vanos gneros a
Blackourn & C.
Havre e Lisboa, 20 dias Vapor fraocez San-
ta F de 1.604 toneladas, equipagem 46, com-
maodante a. Taoqaarey. carga varios gneros ;
a Flix Bandeira.
N.vios sabidos 00 mermo dia
^ Valparaizo e escala Vapor ingles Iberia,
Mercado Hnninpai de 8. fos
O movimeaio deste mercado ao da 16 da Agos-
to (el o aegointe:
Entraran :
39 bois pesando 6.975 kilos
745 kiloa de peixe a 20 rs. 141900
11 compart. com mariscosa 100 -s. 11100
6 ditos com camarOes ? 100 rs. 16OO
26 1/2 columnas a 600 rs. 151600
1 carga com gallinbas a 500 rs. 1500
7 eassoaes com galliobas a 300 rs. 21100
10 ca-Raa com milho verde a 300 rs. 31000
1 carga com ameadoim a 300 1300
5 cargas com batatas a 300 rs. 11500
1 cargas con macacneiras a 300 rs. 1309
1 cargas com cebollnbo a 300 rs. 1300
6 cargaa com genmuos a 300 rs. 118)0
11 cargas com verduras a 300 rs. 31300
2 carga com canna a 300 rs. 1600
3 cargaa com Uranias a 300 rs. 1900
6 cargas com iobame a 300 118X1
1 cargas com loucas a 300 rs. 1300
3 cargasicom diversas a 300 rs. 1990
32 cargas com rarinba a 200 rs. 61400
20 cargas com milho secco a 200 rs. 41000
20 cargas cem fejao a 200 rs. 410O0
70 lagares a 200 rs. 141(> 0
15 Sainos a 200 rs. 3.0j0
12 comp. com sainetros a UOOO 121000
9 comp. coo sci.-ui'u: a 700 rs. 21700
8 comp. com Iressuraa a 300 -s. 4181)0
34 comp. com comidas a 70o rs. 231800
74 comp. com fazendas a 600 rs. 441400
49 comp. com verduras a 300 rs. 141700
96 comp. com fariona a 400 rs. 384400
54 comp. com tainos a 21000 1081000
Randlmento dos das 1 a 15
Precos do da:
Carne verde de 3X1 a UOOO rs. o
Suinos de U a U200 idem.
Ca-neiro de 11200 a 11500 dem.
Faricba de 800 a 1140J rs. a caa.
Milbo de 700 a UOOO rs. a caia.
PaliSo ce UOOO a 21O0O a caa.
xavioa esperadoe
De Pelotas
Lugir d uamaiqaez Forluoa.
Encoca a lema Elae.
Barca noruegoesse Artc.
Pdtrcbo oorueguense Etaar.
Logar dnamarquez Varde.
Lugar Brazilelrs Brazil.
3311200
4 8291300
5.1604500
kilo.
Patacbo argeulioo Alraloa.
Lagar noraegoeose Sylpbe.
Dj Porto
Brigae n-*t-guz Vnrelro.
De Cardiff
Barca Doruegaeos* Auriga.
Barca ooroega^use P.ltneci'.
tarca norte^oease Mid.
Barca noraegoeose Ragaa.
Barca n^raegoense Sala.
Barca noraegoeose Vasco da Goma.
Barca oorueeueose Verklge.
Barca noroegoeose Amer.
De New-Port
Barca ooroegueoie Viig.
Barca oo-o-gueose S: Olaf.
Barca inglesa Pellicaoo
De Uaabargo
Brigae allemio O.to Grat zu Stalberg.
Barca aliem A'.batrosa.
Barca aflemi Liv.
De Mesel
Barca allema T. C. Be*y.
'ce Terra Nova
Lottar ing'et Viola.
Lugar inlex Menoo-
De Londres
Brigae sueco P.-id.
Lagar iagle Paooy.
De Liverpool
Brigae inglez Micnad B zentsen.
New Yo k
Barca nacional Vic'urla.
____ *x
Vaporea a entrar
Mea de Agosto
Santa F, da Earopa, a 18.
Trent, da Enrona, a i8.
Medoc*. da Europa, a 18.
Magdalena*, do sol, a 18.
Bagaoca, do norie, a 18.
Jaboat&o*, do sol, a 19.
Capna, de NewYork, a 20.
Galilea, do sai, a 22.
Tbameb*, da Europa, a 22.
Actor*, de Liverpool, 23.
Patagoola, da Eu*opa, a 25.
Poto-i*, do sol, a 26.
S. Francisco, do norte, a 26.
Beberibe, do norte, a 28.
Vapores a sabir
Hez de Agoato
Babia e esc, Uaa, 18. a 4 boras.
Havre o esc, Colooia, 18, i 4 boras.
Par e NewcYork, lemQte, 18, s 4 boras.
Santos e esc, Santa F>, 18. as 4 horas.
Soainampton e esc, Magdaleoa, 13, as 2 0.
Buenos Ayrea e ese., Toames, 19, as 4 boraa
Santos e esc. Asiatic Prnce, 19, as 4 boras.
Rio de Janeiro, Bragansa, 19, as 3 boras.
B. Ayres e ere, Medoc*, 20. ai 4 boras.
Renos Ayres o esc. Treor, 22 as 2
Plymontb e esc, ?otos<, 25, as 2 boras.
Royal Insuraoce Gompany
de Liverpool
CAPITAL ,000,000 >, O1.
unds accumulados 8,274'9'3,lS>,.0d.
AGENTE
POLHi\IANi\ & C
**
i
t



/


X
I
Diario de Pcrnambnco Domingo 1S de Agosto de iSst5
o


Estado de Pernam-
buco
3a direcr tas
ros
fechadas e conter em termos cla-
DA
(Ob.
Secretaria da Industria
>ra> publica
Edi tal
Para csnhecimento ce sintereBsados, faco
publico que at o din 30 do Agosto pro-
zimo vindouro, recebem-se nesta Rapar-
ticao, proposUs em c*" feobadts devi-
da lente sellada, para o fornecimento de
qoiobeotos mil (500:000) pirallelepipedea
ce grauto ou gneiss c >m as eeguiotes di-
meosSes : 0, 26x0, 12x0, 18. desembar-
cada co caes que for indicado por esta
Repartidlo.
Para ser admittido conccarreocia de-
positar cada propooeote, na Theeoararia
desta Directora a qaantia de um cont
de res 1:0008000) que perder so, aooeita
sua proposta e convidado para assigoar o
contracto, nao o fier dentro do praao de
8 das, c intados da data do aviso que lhe
ir expedido para 'al uro.
Os preces das pr po as serlo eecipts
por estenso, sem ranura, emenda ou vicio
de quulquer eepte e,
A concurrencia verssr sobre o prego,
tempo do f< rnecimento e conaic5es do pa
game nto.
Para a bi garanta da cxetugSo do con-
tracto depositar o oontraotsnte no The-
souro do Estad), urna can gao que s-i
pre mente arbitrada por esta Repar-
tido.
A directora nSo rece onecer, no caso
de fallecimento do cootr.ctaote, direito
reversSo do contracto a herdeiros.
Recife, 24 AotCLio Urbano Peisoa Montare r o
i. O preco pelo qual se pi^poem
os licitantes a executar as obras ;
2." Enderezo de sua residencia pro-
ssional;
3.* Prova de idoneidade para dirigi-
rem e executarem as obras.
Havendo duas ou. mais propostas em
igualdade de condices, ser prefirido
o concurrente que mclhores provas de
idoneidade offerecer.
Nao sero acceitas as propostas que
se resentirem das seguintes faltas :
i. As que nao forem organisadas de
accordo com o presente edita!.
2.' As que se basearem em precos de
outros concurrentes.
3. As que forem firmadas por pes-
soas que j tiveram deixado de com-
prir contractos ou promessas de con-
tractos celebrados com o extincta Re-
particao das Obras Publicas.
4.0 As que nao offerecerem as ga-
antias e qualidades exigidas no pre-
sente edital.
Nenhuma proposta ser acceita sem
que o proponente aprsente recibo que
prove haver depositado, at a vespera,
na Thesouraria, a quantia dereis.......
5;000$000 e perder o direito de res-
tituido se, escolhida sua proposta,
recusar-se o proponente a assignar o
I contracto respectivo.
As plantas das obras de que trata o
presente edital acham-se:
Em Pernambuco nesta Directora,
nc Rio de Janeiro na typographia do
iornal do Commercio, em S. Paulo na
typographia que pubbicar o presente
edital.
Recife, 9 de julho de 1895.
A. Urbano P. Montenegro,
Director Geral interino.
Venda de propriedades aune-
xas a MmI; Industrial Fre
Caneca.
ECRETARIA DA INDUSTRIA, l3 DEAGOS-
O DE 1895.
EDITAL
! Directora
De oidem do D-. Secretario interino fajo po-
bli:o, para cooberiDn-'ot) doa loteressadcs, qoe
Ce curi formularle com o decreto detta dau tt-rao
recebidaJ ne>t Secretaria a' o da 15 de S>-
trar prximo viniiouro propostas em car 11
fe bada, para compra Ca Prcpr eade de S. Ba-
e1 cu> e da; Calendan de criac&o em !* Beoio,
Al.ir.bo e Par.elias, aooexas a Escola Iniuelnal
Fre Caoeca.
0>i respectivos littlos de posse acharo se 00
arebuo da Eicolt, com o directo, na qual ee
deverao eateoder os nter sado?.
O Irecor geral"
JoSi Din; RlOei'o da Conhi.
Calcadas da ra do Dr.
Tobas Barreto
De ordem do Dr. Preteito do Mu-icipio
tito pelo presente i timados 01 proprieta-
os des caff.8 ns. 35 a 55, sitas na roa do
Dr, Tobas Barreto, a, no praso de 10das
o otados desta data, frzerem elevar 03
pasaetos das sopraditaa casas ao nivel de
da ctr. 57, visto ir-se realisar o c'c*
metto da mesma rna, sob pena de ao
mandado executar pela Prefeitora porcoct
dos respectivos donos,
Secretara da Prefeitora Monioipal do
Recife, 13 de Agosto de 1895.
O secretario,
Joaquina Jos Ferreira da Rocha.
0 Dr.) Me Gomes Villar, Jai Soo-tituto do com-
mercio desis cidade do Recife e capital do
Esudo de Pernambuco em virtude da iei. etc.
Fajo saber aoa que o presente edi'al vtrem 00
de'le noticia liverem e s quem lotereaar po-^a,
qne, por parte de Jjo Gonclves Coimbra, foi
dirigida ao D- jota de dreno do commercio
a peiicao do ibeor segointe :
Peticao : Illa?. Sr. D-. Jais do Commercio.
Joao dooialves Coimbra, commreuau e com fir
ma inscripta, acbaodoee em diUkulcades para
pagar iniefirlmente a seos credo es, fisera com
eatep. representando tres quinos do passiva, o
accordo ex'rajodlcial, a ane se refere o aniso
130 do Decreto o. 917 de 24 de Ootcbro de 1890,
e reqoer a V. S. pars Que, dignando-se faier
as pre.-cipces do artigo 122 do mesmo Decreto,
julgae. por bimtlogacao, o alladido accordo,
afim d proDsir os iffeitos lerae*. E. R. M.
Recife, 7 de Agosto de 1895. U advogadr,
D-. Clodualdo Lope. (Sel aua}.
E ma8 se nao cominea em di'a petic^, na
qoal fol preferido o despacbe do theor segoiut :
Despacho : Juro eopeicao. Recife, 7 de Ago-
to de 1895. Aluno de Aranjo. E nada mate
fe cootioba em o dito despacao, em vista do
qoal o upplicante dirigio-me a pe icSo do teo:
segniMe :
Peiifio : Illro. Sr. D-. Jois Dietriclal S&b-
s'i'.oto do Commercio. O eoppltcaate reqoer a
V. S. defenmpnto da peii^ao retro, orna ves que
loroo soapeicSo o Dr. Jun de Direiip. E. R. M.
Recife, 895. 0 advogado, D;. Clodoaldo
Lopes.
E mais se nio contioba em a dita pecio os
qoal p-oferi o despacbo do tbeor fegoinle.
Deepacbo : D sirbuiJa e aotoada pasee-e oa
editaes Recife, 8 de Agosto de 1895. Gomes
Villar. E mais ee d3o cootioba e-u o dito des
pacbo, proferido na Iludida peiic,ao, qoe teve a
segointe dislrlDoti : A Brillo.Oltveira.
Em camprlmeoio do mesmo despacbo o escri-
\ compiteoie depcis de auloar as resp-divas
peti(0es e mais ptca>, passoo o presente ediUi
pelo qoal Oca aonoocialo, de cooformldsde com
a Iei, o pedido de bomolnga^ao da concordata
de qoe se trata. Bcando marcido o prazo de dez
da? a cootar da pnblicacao deste. para dentro
deil- terem feilas as reciamagOes qoe booverem.
a. para qoe tbegue ao conbecimeoto de todoe,
roaudei pasear o presente edita), qoe sera pu
blicado pela Imprecsa e affixado dos logares do
costme.
Dado e paesade cesta cidade do R--elfe, capi-
tal do Estado de Percambaco, aos 12 de Agosto
de 4895.
Eo, Gustsvo Alberto de Britto, 2o ecrivao do
commercio, o esertvi.
Jus Gomes Vi a-.
Secretaria da Industria
3.a DIRECTORA
Passeio Publico 13 de Maio
EIDTAL
Para conhecimento dos interessados,
aco publico que, estando o Governador
do Estado auctorisado pela le n. 112
de 22 do mez p. findo, a despender at
a quantia de 500 contos com as ob as
do Passeio Publico 13 de Maio rece-
bem-se n'esta Directora, no da 30
de Setembro vindouro, ao meio dia,
propostas para a construeco dessas
obras, de accordo com o plano do En-
genheiro Emilio Gustavo Bernger, con-
stante da memoria abaixo transcripta,
exceptuando-se duas tercas partes do
aterro que j se acham feitas e desa-
propriacao de casa para o jardineiro.
As propostas devem ser convenien-
temente selladas, entregues em car-
Helhorn naentos
Passeio rub eo 13 de Halo
Memoria descriptiva apresentada pelo enge
nheiro Bcring.r C n l de Julho de 1878.
O presente projecto tem por fina cons-
truc;5o em ao. dos qaarteirSes da cidade
do Recife, uro paiseio publico de genero
conbecido pelo norxe de Jardim Ioglez.
Os grandes jardins pblicos em Londres
sSo muitiis veiea denominados > pjImSes
da cidadei.
E' por ah, realmente, qoe respira, tan-
to no pbysico como no moral a grande ci-
dad'..
E' ahi qoe o operario, depois de ter dei-
zado sua cfScina, vai-se retemperar ; l
ah que o pensador vai procurar a calma
e o repooso oecessario a meditacSo ; ahi
que a mocidade pode se entregar a seus
ptssaten pos, scostumar se a respeitar a
propriedade publico e iostrair-se divertin-
dc-;e.
E' ali em nma palavra o grat.de labo
ratero em qoe se purifica o ar das cidades
populosas, o que torna i adi apuna tve! o j ar-
das interiores, anda mesSM nao devendo
ellea ser frequentados.
Como da o Sr. Arthur Haogn na sua
magnifica obra sobra os jarains pablioos
t ama grande cidade que nao tem jaidins
poblicos nao vive ; aquellas qus ulo tem
safficiente vivem mal.
Asaim todaa aa cidades cuja aitoaclo,
industria ou commerc o, goaam de uro
corto recome nSo tem exc tido em entrar
largamente o'etta aenda, e a capita' do
Brt /. I di, n'esta mesmo momento, a prova
do grande interesse que liga a esta questSo
destinando una grands campo da cidade A
creaclo de um jardim central.
Em New York mesmo, onde ss questSes
utilitarias primam sabr todas aa oatra',
os membroa da ed lidade, acabsram por
aoctoriaar, por motivos de salubrdade, a
oreacad do paaseio publico qne denomina-
se Central Pare.
A cidade do Recife possoe j cus esqua-
res elegantes, o piimeiro no Campo daa
Princeaaa e o aeguudo ca prc$a do Con-
pa d'Ea.
Ellea serven para ornamentaren! e are,
j.rem aa pracaa em que f rem construidos
e offetecem ou offereesrau ao pssseiador
urna sombra e um precioso lugar de repin-
ao.
Mas aens becefhios bygieoicos nSo p i-
dem se estender teiSo em urna pequea
aona ; o paaaeiador qoe demor* ae nelle,
continua a ficar no meio do ruido e da a-
gitacSo da ra a maltidao cSo encontra a'li
o eapa^o necessario ; e aa grandes festas
pcpularea slo ahi impoasivea.
E" pois de toda neceasidade que sejam
completatM por um passeio mais impor-
Unt.
O local para este novo jardim ae mpSa
por ai meamo ; elle oa terrenoa devolu-
toa que se esteodem pir traa do Qymnaaio
e do Psqo da Asaembla Provincial at a
ra do Hosp.oio.
F cara assim snpprimido ao alagado de
aspecto repugnante que bXo ae deve conti-
nuar a tolerar no centro da cidade.
Dar-e ha ao Payo da Assemba a ao
Gymnazio urna visinhanca mais agradavel
e maia salub-e, nm lngar de recolhimento
para o legislador om lugar de distraccSo
para o alumno e, para os dous, aguas fres-
oaa, e sombra eapesaa, o frigua opacum
do ve'.ho Horacio.
Em outra occasiao j ioi presentado
um projecto para transformar este local
em passeio publico ; o qne acha-sa men
oionado no al timo rotatorio, que S.Eze. o
Sr. preaidente da previncia,apresentoj
Assembla Provincial.
Maa sua aoperffeie era m-iitc diminuta
para nm jardim de paysagam ou ogler.
O presente projecto augmenta esta su
peticie primitivs em orna larga proporgao
em ha: monis com as neceasidades futuras
ds cidade, recnando ,para este fio, os li-
mites do lado do sul at o caminho de fer-
ro de Olinda.
Snpprme alm disto, oa caes primitiva
mente projectadoa ao lado do norte, e ado-
pta claramente oa typos dos paaaeios cha-
mados rdins IogleaeEB com lagos, pon-
tos de vista e outros aecessorios.
Os limites exactos do novo passeio sSo,
o faa ver a planta, ao Norte o canal de aa-
hida das aguas, ao Oeite a roa do Hw
Epsaor,olaul a roa D. Isabel, aprovetan
rvaisotiosreira ilha d'eata roa, a Late o
aeordSpnidanto da ra da Saudade, o Qym
ciseanP anincial e a rna da Aurora.
ddjssj8poniite8 deixam, ao lado do Gym-
hapnaarncial, nma superficie de 48,a50
hosojcbb! a ser transformada em um jar*
dim reservado especialmente para distra-
ccBo e instrnecao dos a'umn.a do Gym-
nasio.
A superficie total do novo passeio de
13HA.8A.
Etta superficie nao excessiva nem di-
minuta.
Ella corresponde approximadamente a
superficie ro Parque de Bruxellta ....
(141A,4), oa a do Pare de Anvers
(121/.); e nm pouoo maior qne a do gra-
cioso Paro da Maoeean de Paria (til 4)
ou o jardim de Bordeau>(l01a) ; e t
clmente excede muito de superficial do
Jardim da Estrella de Liabda (61 A) e a-
de :Natura artia magiatra do Amsterdsro.
As entrads do passeio sao em nnmero
de cinco das quaea das dflo entradas
prinoipaes situadas as duas extremidades
do paaaeio, a primera na ru da Aurora
a aegunda no encentro das duas ruar
D. Isabel e Hospicio.
As entradas secundarias sao para as
ras do Hospicio, D. Isabel e pelongamen-
te, do da Saudade.
Aa portf s fio destrbuidaa de modo a
permittir que as pessoaa que mcram nos
arredores pospam atravessar o passeio sem
grandes rodeios e gosar assim da hospitali-
dade do ptsseio dirignde-se a ceas traba
Ihoa ou a seus negocios.
Oa porto*ss aSo formados per grandes
prosas pilares de alvenaria construidos
os ladoa.
Elles sSo construidos de tal maneira que
nada faa obstculo ao transporte daa trvo-
re* e que, possam dar fcilmente franca
passagem dos carros.
' com effeito muto eonven'ente coa-
servt.r a facaldade de deixar circular oa
o irros de psaseio em certsa mas do jardim,
c mo se pratica na maior par'.e dos parques
pblicos urna diminuta retribuigao receida
doa earroa de paaaeio, compensar por de-
maia as desposas da oonservacSo do cal-
cameoto.
Para o uso d.s carrosa em gvral para
a ciroulacSo dos grandes grupos o projecto
pre< um caminho de circuito com 12 me-
tros de largora e um kilmetro e 200 me-
tros de ceienvolvimento sem contar os ca-
minhos de accesso.
Esta grande arteria segu tsnto quanto
possivel o contorno do jardim,maa de i
xando aeropre nm algrete eom grandea ar-
vores entre o samioho e o maro, porque
nec siario qut cestas especies de jardins
posaa-ae esquejer ioteiramente a ra c>m
eeu ruidos e sentir-se realmsnte em oatro
lagar.
Na parte aeptentrional o caminho do cir-
cuito contorna nm lago artificial.
Daas outraa grandea artar aa deatinadaa
inteiramente a pesaoaa a pcompUtam a re-
de de grande circulacSo: a primeira segu a
parte sul do lago, e, na planta, vai denomi-
nada por avenida do Aquartumi : a segun-
da commnica a avenida do Aquariumi
com o portSo collooado na proximidade da
ra D. Isabel.
Bmflai camoboa de menor largura es-
tabelecem commanica$8es entre as gran-
des arterias e ci'Umo pssieio em tapetas
de verdura de dimensSes convenientes.
No tra9ado de todos eatea oaminhos f>\
adoptado, oomo us), corvas de rsiides
raios gando-se de modo que nao firam
a vista.
Tamben forana adoptadas grandea lar-
guras para os caminbos, para que a circo-
laclo jamaia possa ser emba:acada mesmo
coa momentos de gran le animadlo; oomo
por qualoner festa popular, concert, fa-
gos de artificio, regatas, ou outras que re-
unam em alguna lugarea a populscao de
muitoa quartairSea da cidade.
As pequeas veredas nao vSo represen-
ta daa no deaenbo, maa podem ser feitas
a o meamo tempo que as arterias prin-
oipaes.
Cr eio dever haver mnita prudencia a
ere reipeito, porque a m ral e a decencia
alo 'ntereasadas nisto.
Sguindo o costume da Inglaterra podd-
aer concedido ao publico em determina*
dos das livre goio de um tabolheiro de
relva nos quaes o publico possa livrenente
paaaeiar, divertir-so a seu gosto.
O lago artificial qne aera u nico vesti-
gio do alagado actual tem urna superficie
de 2. 82. eomprehendendo n'esta numero
a superficie daa duas ilbas.
As a pas serlo ah mantidas ao nivel
das altas marea por meio de urna compor-
ta col Ir cada por baixo a ponte que pSe
em commaoicac&o e lago com o canal, que
ao noito limita o jardim.
A meama comporta permittir renovar
as agoaa todaa as veaea que for neoeaaario,
a franquear paaaagem a embarcaces de
passeio oa di corrida que deven povoar
o lsgo.
A menor das duas ilhas do lago nSo ae-
ra ligada a trra firme.
Ea'a ilha destinada a servir de refogio
aos animaea aquaticos, Uea oomo cysnes,
gansos, patoa etc. que aoimarao o lago.
Alem d'isto poder ser?ir tambem como
o ti-n doa paaseioa dos barqaeiros.
Na grande ilha catar o pavilhSo da m-
sica.
Ao relor do pavilhSo ha ver ama pra-
ya orientada da tal maneira que oa aona da
muaica obegaem fcilmente at a avenida
do Aquariunsa,
Diversas caminbos cortarlo a ilha em
diversos pontos sentidos, indo todas termi.
oar na praca ou as duas pontesiohaa de
oommunioacad.
Esta disposiclo permitte, gragea aa daas
pontesinhaa que dio accesso a lh., v.r fi-
car sem difficaldade as pessoss admittidas
a circular, quer trate-se de urna reuniao
officia', quer da algama festa publica, dan-
do-se lugar a percepgSo de urna quantia
qualquer.
Alem disto saticf-is nma oeoessidade
para mnitos passeiadores, qoe ouvindo a
msica quairam ooutiauar a passeiar.
Emfim apreienta nm o igo deaenvolvs-
mento de camiohoa nos quaes os passeia-
dores podem assiatir commodamente aoa
jogoa nuticos, que poderlo ser organisa-
dos no lsgo.
Ao lado do jardim do Gymoasio fioou
reservado om logar psra um jardim
botnico.
Pens que todo passeio publico ser um
j-rdira de estudos, isto qoe s'guindo o
exemplo do que se corneja a fazer geral-
mente na Europa, aa qualidades das arvo-
res e das p'aotas sarao as maia variadas
0 qus chamo na p'anta maia parteular- .parte da ra da Aurora e do rio Csp.bt-
mente Jardim bktanico o lucI reservado j ribe.
a cuitaras de certas p'aotas espaciaea, I Os massicos de arvores devem ser plan-
d' aquellas qne devem estar em grapos, oa'tadoa com grande ouilado e de maneira a
q ae nio baja nm outro logar conveniente
_ A superficie destinada a este jardim par-
ticular quaai de i.lA.O, aiiperfioie maior
de que a do Jardim B ;ta-icj de Bor-
deaux.
A escolha do local foi feita de maneira
a oollocar eate campo de eatudos ao alcan-
ce immeditto dos proffessores e dos alum
nos do Gymnaaio, que poderlo por ahi di-
rigir-se, quer por urna porta especial a-
orir no maro do proprio Gymnisio, quer
pela porta publica cae para este fin acha-
sa a pouco diatanoia do edificio.
Tambem estSo representados no plano
os lugares em que tem de ser collocadoa
um Aquarium um PavilhSo, um caf
Reataurant, ama casa de jardineiros, um
mirante, e urna estatua monumental.
Outros quaesqner edificios poderBo ser
feitos so depois sem que baja fiiffiealdadei
Ua Aquariuna pblicos tambem tan
dem a se espalhar de mais a maie, e o sea
saooesso dos mais proveitosoa a scieccia
e dos mais legtimos.
O sabio ah enooatra um lagar de obser-
vacSo e de eatudo perfeitamente orgaoiaa
do ; o hornera do mundo ahi se tamiliari-
sa com os costamos anda tSo poneos con-
heoidos doi difieren tes seres, algumas ve-
to mystenosos, ou tSo estranho8 que po-
voam uossos mares ou n^ssoa rioa.
O Aquarium que acba se projectado,
compSe-ie de um edificio inncipal, e de
um telheiro com tanques, e de om reser
vatorio d'agoa.
Espaco sufficteute^flcoa reservado para
o futuro deaenvolviolento destas cjnstruc-
c8es.
O edificio principal do qual vai junto ao
preseate momcrial, nm deaenho da facha-
da principal, tem a forma de om chalet
com dous pavilhos salientes nos extremos
reunidos por om terraco coberto e urna ao-
ta com jaoellas de varands.
O visitante), depois da ter circulado co
terrajo, atravessa um dos dous pavilhs
e acha-se entao em urna galera que ae et-
tende em todo o comprimento do edifido.
Esta galera ventilada abundantemen-
te pelaa veueawnas que as aHrem para o
terrajo e para aa duas faces externas da
galera.
Ella recebe a la pelos vidroi colloca-
dos na frente doa tanques que oontem os
diversos animaos e qoe sao dispostos de
modo qoe a las s penetra na galera de
pois de ter atravegsado a agua doa taoquea
O espectador pode assim oommidamen-
te, assentado em frente doa vdros, assiatir
a seu goato aa evolucBea dos seres curio
sos de que se coa tama povoar oa Aquari
fundir-je com a relva.
Ev.ta se asBm a transicSo brusca qoe
vemos muito geral nente nos parques.
As diversas qualidades de arvores serSo
eacolhidss de maneira que as foihas e os
fpaotos pruda*amopposic!o de matiaes.
Caobos de ti>re* de um vivo colorido de-
aer.harao oa coatornoa de certoa massicoa
Nos lagares mais vistos puntar-se-ha
grapos de plantas de folhagem orna-
mental.
Aten o 213.302-3 $853
Muro 11&7"1 a 2O.JO0O
PortSea 5 a3C0K)00
Ponte de comporta
Compra da cas do jardineiro
Imprevisto
181:3060700
23:5404000
4:0C0$000
10:C 001000
8:OC0|O00
226:8461700
28:153))30O
S5feO0000O
A'guns oanteiroa de flores serlo plaata-
dig as proximidades doa lug.res maia fre-
quentados.
Limito me pois a asaignalar somonte es-
tes detalhes ; ellea dever&o ser estudados
com o maior cuidad? quando ohegar a
occasiao da faser-ae aa plantacSes,
As differentes alturas do solo do jardim
sSo indicadas, entre parentheies no pro-
prio plano.
P.recen me ^ever restringirme por
ososa da graaoe qaantidade da aterro ne-
cessario, a nSo dar ao passed sonto o m)
vimant > de ter a in dispensa val para evitar
a mjnotooia.
A oota ( PO.mOO) corresponde ao nive
medio dos mares, bio a cota de l,m30
da escala do Arsenal de Mirinha.
Aa itas mares attingindo a cota
(101,4>76) foram admettidas como altara
mnima para oa caminbos a cota qne cor-
responda aaaoleiraadaa casas da vsiuhanya.
Tres emineuoias dommaoi o jardim.
A maia alta a praca do pavilhSo que
00 centro fio a a cota de(l04,m07).
Ao ra ior o terreno vai ae abaixando at
o nivet do lsgo.
A soga id eminecc;a a praca do mi-
rante qoe est a cota (103,07)..
A ferceir* o local do Aquarium, a
cota 112.m7.
Nesta importancia a despesa oocasiooa-
da realmente pelo passeio publica nao en-
tra senSo pela diminuta qaantia de cerca
le 50 contos, porque o presente projecto,
oomo ja disse nSo augmenta o volme do
aterro j decidido precedentemente, e exi-
ge somonte cae o trabalhi ssja concluido
dentre de oicco oa seis annos, em lugar
de vinte oa triota annos.
Seja como <6r, a despeaa aonual co
exceder termo medio de 42:500f$000 sen-
do a despesa total parliihada em seis an-
cos.
Eala quantia basta para a rpida creaclo
de um grande pa se i o que, mais tarde,
e a proporcSo job recursos ae qae se dis-
puser, se sperteij ara por meio de diver*
sos atorooseamectis e ebegar ao nivel
dos passeios pblicos que oes outras oda-
des importantes podem servir de modelos.
Recife, em 1 de Julho de 1895.
O eogenhero pricc pal, Bernger.
Eotre o mirante e o aquarium estende-
se urna depressSo qua recolhe as aguas de
cada um doa lados e as esgota por um bueiro
00 lago collooado atrs da casa dos jardi-
neiros.
.-I
ana : anemones, polvos, cirangueijos, o-
valhs marinhor, macropodes da|Chioa, etc.
Os tanques teem l,"O0 de altura sobre
"00 de largo e l." de coaprido.
Alguna teemjo comprimento duplo, To
doa aSo prvidos de torneiraa de aljmenta-
co e de esgoto e de canos de sangra-
douro.
A alimentario feita por meio de um
reservatorio d agua, construido de slve-
caria.
Os tanque--, sendo indjpeodente nns
dos outros, podem conter agua dooe ou
aalgada.
E'l-s 5o diapistos conforme o typo
qoe foi adoptado que tem dado mnito bom
resultado no Aquarium da elegante es-
tarci de baches de Archors.
Os Aquariuna da exposiclo universal de
1867 apresen:arara no aeu interior 0 as-
pecto de grutas com atalaotitea e atagoni-
tes pelos procesaos doa Srs. Cc-maes e Bit-
tenconrt.
Esta disposiclo de folie effeito, mas-
exige pranlo aerridionlo artistaa eapecil
aes e neceesita de grandea desposas de
cocaervaolo, alem de ser de nm casto
muito alto.
Eataa oonsideracSes decidirlo a regeital-
as e a adoptar om typo maia simp'ea que
v-ae su outros lugares oomo por exemplo
do jardim de aolimatacio do Bosque de Bor-
gonha em Paria.
A agua dep-'.is de ter circulado nos tan-
ques de vidro corre para es depsitos cor.s
trados aeb oa telheiroa atraa do edificio
principal.
Nestea depoaitos oonservar-ae ha aa re
servas dos peixes do Aquariumt ou oa
animaea aqnatiooa de muito grandes di-
mensOis para oa tanques de vidro.
O pavilhSo cojo desenbo tambem acom-
panha o presente memorial foi projectado
pelo typo mourisco.
El e tem dea lados oinumsoriptos a um
renla de des metros de dimetro.
A sua cooatrucclo de madeira recorta-
da, com ornamentos em salienoia, tornan-
do aasim fcil conaervaclo e pintadoa com
vivas cores.
A escolha deste material de oonstrucjlo
me ioi aspirada pela coasideraclo de que
em um pas que possue as maia bellas
mattas e aa qualidades de madeira'as maia
variadas o as mais raras, a industria da
marcenara e carpintera de va ser animada
e desenvolvida de maueira a poder nter
contra a invaslo, muitaa veaea pouco jus
tificada, de ferro.
A morada daa jardineiros ser no nico
edificio j exiatente e que aera reunido ao
jardim, apresentando urna supeifiite sufi-
ciente para este destino.
Um mirante feito da madeira de forma
rustica, abrigado dos raios do sol por urna
cubera de aape, elevar-se ha em frente
a entrada principal d* esquina das ras do
D. Isabel e do Hospicio.
Este mirante rermittir ao paseiante
gosar da viata doa arredores.
Em face da entrada principal da ra da
Aurora, haver om taboleiro circular doe
poder, ser aproveitado para nelle collo-
car-ae algum monumento histrico tu sym-
bolico.
Na proximidade da roa D. Isabel, om
dos ngulos podar ser concedido para a
aonatracoao de am caf-ResUuraDt.
O jardim formado de grandes oantei-
roa oom plantacSes de arvorea dispostas de
modo a deixar alaros por onde o olhar 'dos
passeiantes possa descobrir pontos de vis-
ta ao longe.
As direcc3sa segnado as quaes estes
clares devem aohar-se esto indicados na
planta, por linhas encarnadas pootuadas.
Assim, de alguos pontos da ra da H.a-
O passeio ser cercado de ama pequea
grade de ferro col locad a aobre um mu-
de alveaaria de tijollos com 1 s juntas vilio
vea e com ama cornija ds cimento.
A altura do moro ser de (l,m40) afim
de deixar ver, as pessoas qae paasarem,
o aspecto ds verdura e algunas perspecti-
vas do passeio.
As verbas dispooiveis para as obraa
da cidade parecen me nio parmittir pea-
sar na reaiisaclo mmediata e completa
do presente projecto.
Mas, posaivel, e cr io ser urgente,
determinar deade logo o local exacto do
jardim, regalar aa aaaa prinoipaes dispo-
scBas e tratar da execucao progressivs.
E' preciso evitar que um terreno perfei-
tamente apropriado para a creaclo de um
paaaeio publico seja utiiisado para outro
fio, qae fi jue-se mais tarde na contingen-
cia de demolir quarte r5ss j edificados
A maior deapesa e a maia indispensavel
a do aterro cu i o volme eleva-ae, confor-
me moatram oa perfis juntos a 213mj,302.
Mas, con vem co perder de visUi que
j foi decidido que oa alagados aobre oa
quaes dever se elevar o jardim serlo ater-
rados por meio daa esotvajoei do porto
equeslem dto^o volante de 213.,D3-02,
nio superior ao que neoessitaria o ater-
ro feito nicamente para a cocstrucclo de
casas : com effeito osdimiocioi movimen-
tos de trra qae foram caloulados para dar
alguma variedade ao jardim slo mais que
compensados pelo lago das regatas* ande
o terreno fioa ao nivel aotoal.
Infelizmente a qaantidade de areia con
daaida at boje inteiramente inaignificao
te, e parece mesmo que algum tempo foi
quaai completamente abandonado este a r-
vico.
Neste momento a occasiao a mais pro-
pria para obter-ae a trros per barato pre-
qo, porque sentindo o servico do porto
falta de conductores a vapor para a aar
extrahiia pelaa dragas, mostra-se diapito
a faser o traoeporte gratuito, se lfae for
fornes'.do o material oeoessario.
Pareoe-me ser muito conveniente apro-
veitar ae eataooQ^sI porquj maia tardo
o numero doa conductores vapor estar
augmentado, e nio aera mais possivel ao
servico do porto eocarregar-se deite traca-
porte por barcos impelhdoa a mo, senlo
pigaodi-se-lhe a sdespeass dos conducto
res a vapor e da tripulaco.
Admittindo que o volares transportado
pelo servico do porto at o paaseio seja de
150 m003 por dia, o aterro por seno elevar-
se-h'a a 250xiia 150" 30O=37.5OO,b3, e se-
ria necessario para todo o aterro cinco ou
seis aones.
O prego do metro cubico se estabelece-
ria da maneira aeguinle :
Compra de seis {canoas de
vinte toneladas, necessariaa
para o tranaporte alem daa que
j pcaeuQ o aervico do porto :
6x2:50010=15:0000, o que d
por metro 15:O00S
DECLARACOES
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
Oa oru'em do Ulm. Sr. Dr. Administrador sci-
enutico aos s:a. contribuales o imposto de in-
dustria e prolitaj comprebeodidos oas classes
a. 19 da tabella annexa i Iei do orcamento em
vigor, qae se acbam collecladoa pela fer j?a cons-
taote das relacGes .abaixo qae nos termos do
2" do art. 1* Jas d'sposicOes geraes da mesma
Iei loes tica marcado o praso de olto dias lm-
proroKaveis a coota- da data do presente edital
para apreieotarem ne Tlbonal do Taesouro
quaesquer recursos 00 reclamacOes.
i* Sectao aa Recebedoria do Eatjdo de Per#
nambaco, em 16 de Agosto de 1895.
O ebefe,
Pieder.co Gaimaraei.
CL\SSB 19-Emprezas anoDjmas en agencias
nao tributadas directamente em sen ramo es-
pecial de negocio tlevado a quota a mais 10 (
das dleposicea ge aeg.
Fregnetia de Affogados
ContriboiDtea:
Prado Peroarxbucsoo, Travesa do
Laca f |Q Ia div.sao quota 516*778
Graca
Oerby Clah, raa afarcil o Dias sin
dem, dem 516*778
Hjnpjdromo do Campo Grande, Es-
trada de Belm aja dem. dem 510*778
Recife
Compaobia Promotora de Industria
e Meiborarxentop, Coimercio o.
43, dem. dem 516*778
Empresa de Serv:co do Porto, idam
dem, D. 15, 2 divi-Se, dem 775*167
Abogados
Fabrica de Pbospboros, ra do Rio
b|q idem, dem 775*167
S. Jos
Fabrica de Estopa, Gasmetro em
dem, idem 775*167
Sin o Antonio
Compaobis Cbapelaria Norte iodos-
tul as Babia, Daque de Canas
n. 41, 3* divisar, idem 1 033*556
Recife
Compaohta de Servicos MarUiuos,
C. da Compaobia o. 3, idem idem 1:033*356
Graca
Usina Beltrao, C. Grande sin i* di-
visao.idem 1:350*331
Recite
Companhia Geral de Melnoramen-
t ,g em Perosrxboco, Itaparica n.
8, idem, idem 1:550*33
Compaobia Exploradora de Produc-
tos Cakareop, U. do Apollo ns.
73|75, 6' divlso, Idem 2:583890
Boa-Vista
Trilbos U bioos do Recite a Olinda
e Bebenbe, V. do Rio Branco, o.
81,7'divsSo, idem 3:100*668
Samo Antonio
Companhia do Beberibe, 15 de N:-
vembro u. 71, dem 3:100*668
Boa-Vista
Compaobia Refinadora H Aua-
reir, roa Jos Marlaono p. 54,
lleco, dem 3:100*668
Saoto ADto :io
Trilbos U'jaoos do Recife a Ca-
xaoga, roa G. Abren e Lima n. 2,
dem, dem 3:100*608
Recife
Compachia Toe Nvt Brasillan So-
par Factor y Limited, ra do Com-
mercio n. 3i, 9* divi.'ao, Idem 4:13^*224
Compaobia Agrcola Me rea u'- I de
Pernamboco, Itaparica o. 28,10
divlsac, dem 4:651*002
Affogados
Compaobia de FiacSo de Tecidos da
Torre, R.o n. 40, IIa divisao, .....
idem J_____________5:167*819
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
De ordem do lm. Sr. Dr. administrador
ecientieo aos Srs. contribuales ao imposto de
40 "|o constante da relacao abaixo, conforme a
Iei 00 orcamento em vigor que Ibes fica marcado
o praso de trtna dias inaprorogavels paa apre-
entarem neata repartigio os seas re urso.- a con-
tar ds dats do preseote edital,
1.* Sectao da Receedoria do Estado, 17 ce
Agosto de 1895.
O chefe,
Frederico Gaio-arSes.
213,302-3=
Carga em carros, decarga
regulurisar;2o
Traosporte em carros a dis-
tancia media de 20Cm=
. I
DaspeaasgeraeSjbentti jio etc.
Total
00700
400
280
75050
100
0850
Ac meamo tempo que se fser o aterro
se construir o muro, a oomp rta, es por-
teas e poder-ae-ha comegar aa plantabas.
Assim poder-se-ha brevemente e econ-
micamente vir a coostrar um passeio que
pos ser tracqaeado a circula^Bo pu-
blica.
Maia tarde entao e contorme oa recur-
sos disponiveia poder-se'ha completar o
muro collocando um gradil, iostalar o
aquarium, o pavilhSo etc.
Neatas condigSea aa despesaa para crear
o giro do paaaeio, cralo com um maro
(oom soura suffijiente para poder sapprir
maia var
que for possivel e oonterSo insoripcSas ic- pioio aperceoer ae ha o mirante, oa daas 1 a alti do atadil,) construir os psrtS's e a
d cando asu nome ecientifico e seu nome pontesiohaa o pavilhSo. | poete de comporta deatioada a maetsr a
vulgar. Oo mirante gosai-aa-ha vis'.a da mi nagua no mesmo local aera o seguime :
Relsc,a> dos contribuais sojeitos ao imposto
de ')",. na fregoesia da Vatxta
Ba'nardiuo de Secna Viera L ma,
Errada Nova n. (09 C
Possidooio Fins L.ma, Iputoga n.
135
Arcelioo Jjcqaes, iputoga n. 1|S
Antonio Francisco dos Prasere?, Ipu-
tioga o. 176
Antonio Pedro da CottJ, Eitrada do
Caxaaga n. l|s
Poasldonio Fiaza Lima, Rui de Sao
Francisco n. t5
Leodovina Ucba Rodrigues Campel-
lo, Ambole r. 12
Fraocisco de Holanda Cavelcaoti, Am-
bole n. 1|b
AotoDia Francisca de J;sos Carn'iro,
Ambol 0. 1)8
Joa Pedro Fer:aDdes, Barreiras n.
III
Feliciano Carneiro Lin', Barreiras
Jjaqoim Francisco R beiro, Barreiras
V. 1|S
Trajaoo Rodrigues Campelln, Roa do
Sil
JjaquiQl"Francisco R belro, Barreiras
Fraocisco Severiaano de Pania, Bar-
reiras
Joo Manotl d'livelra, Bureiras
PcsJidonio Finia Lima. B*rreiras
Dr. DelfiaoCavalcaDll a"Alboqnerqaa,
Barbalbo .
Joo Ferreira de Carvalbc, Estabulo
de vaccas ,
Luis de Fraoja da Silveira, Rna de
Sao l.'&o
80*000
48*000
6*0CO
60*000
80*G0
120*000
203*000
320*0C0
560*008
96*000
60*000
96*000
96*003
72*003
72*000
48*003
48*000
320*000
80*000
71*003


I
O laDgador,
An'.OQio Joaqulm Co;r


Diarto de Pernambnco Domingo
i* rite Agosto de 1SQ5
^oi.opjk.^Nnoos&j^
Mappa demostrativo do rendimento da Alfandega de Pernambuco no mez de Abril de 1895
Comparado com o de igual mez de 1894.
DIX0.MI.NACA0 DAS RENDAS
Dtretlot de importaqao
Para consumo.....
Espediente de 10 /<> dos gneros
livres de direitos de consumo
Dito das capatasias ....
Armazenagera.....
Despacho martimo
Imposto de phares
Dito de dcas .
de 60 /o
de 50 <>'
de 10 ,
Addicionaes
nlirior
Renda do Correio Gerai
Dita da impr nsa nacional <
Diario Oflicial ....
Dita das matriculas nos estabele
c'menlos offlciaes de iastruccio
superior. ........
Dita dos proprios nacionaes
Foros de terreos e de marinlia
Laudernios .....
Sello do papel lixo.....
Dito do papel proporcional. .
Dito do papel adhesivo. .
Imposto de transporte .
Sobre vencimentos e subsidio; .
Cobranza da divida activa .
Consumo
1806
903 5953485
1891
i
Imposto de fumo.....
Extraordinaria
ContriboicSo para o Monte-pio da
maana.......
[ndemnisac&es ....
Receita eventual, compreliendidas
as multas......
Monte-pio Militar ....
Dito dos empregados pblicos.
Depsitos
Emprestimo do cofre de orphos .
Depsitos da Caixa Econmica .
Ditos de diversas origeas .
Coiitribuiguo de caridade .
Somma......
20.86S.ST10
9 1981701
20.3798287
4.8008000
l.tsOO
253.2318511
173.197SU9
8.683S91
13 5S3s 710
79|000
2 400SOOO
60*000
895937
4778200
l 303S070
3 1825172
27 3788650.
(i 5!'3S*00
3 5111186
12.9250641
4808030
266822
5.50
14.5411337
1.21IS368
1.2578577
9 0308000
215.69780001
25 9218036
9 3088545
1.055.8908994
28 3008086
6.685S100
27.6638562
3 3-70S000
1-3898346
289.501888.
181 2308122
6.7358850
D1FFERENQAS
Para mais
2.5138301
1 -1808000
Para menos
152 2958509
7. 131&376
8
1 2848275
8
2238146
36 2708313
8.033S003
4.052835'
E. F. C. P.
Fa<;o publico para conhecimonto
dos Srs. intere3satios que o Sr. Dr.
Director Engenhoiro Chofe reselveu
fazer a seguinte modiflcacao na par-
te do horario d'esta estrada de ferro,
relativa ao trem M 1.

I
H
50
H
Clugada
o
o
I
Partida
o
O
7>

C liegada
12S0OO
10.480SOOO
1898750
1.929829<
7.0138692
7 1US6001
5.4688050
2 8718019
80S679
l..ilsOOO
190s112
10.5758377
8 4858371
5118 77
2 5058640
230.7778000-.
2 9568853j
2.8558636
13 5833740
37S000
608000
205893'
2*78150
2.3738772
8
20 267S050
1.1258750
6108167
42.8148062
8.080SO0O
3 5318220
w
Par/ida
2
"0
K
>
03
Cliegada
o
Par/ida
o
a
o
v.
O
I
Cliegada
4
Partida
708081
6 115S366
7898691
1.7518937
9 0008000
8.9208000
22.9618203
6.4528909
1.816. 1331 1 902 6958028 141.519#919
1.514S000
5 0258730
>
O
>
x.
Cliegada
oo
o
Par tida
t

2
>
z
a
M. P. O- C.
Monte Pi dos Operario-
Cigarreiros
Assembia geral extraordinaria
De ordera d S: Dr, Prest'ente onvilo a to-
dos os soci s deste Uaote Po a se reuoirem era
sseoibla geral extraordinaria, na se prximo i'om'M 18 do correte, s 10 harai da
macha atioj de -e tratar de astu i pos de gran-
de inte-resae soci-.l.
hecife, 16 de Agosta de 1893.
O secretario.
Candido Henrique Perelra.
oo
re
O'
Cli
goda
10
-i
Partida
ce
03
Cliegada
I
Partida
o
E

'
o
B5
n
-
(Ti
O
"5.
MARXTX1CCS
Hambuig- Suedamerikanis-
c h e Damptschif fahrts-
Gesellschaft.
O vapor Patagonia
da demora necesaria para o
Rio de Janeiro
E' esperado da
Eoropa c t o da
& do correte,
o je.uir depois
e Santcs
Esta tabella vigorar do dia 2G do
corrate era dianto.
Secretaria, 17 de Agosto rtt 1895.
A. Goncalvc Ferreira Jnior,
Secretario.
227.7 80896
RECAPITCLACAO m "TT---------
DENOMi.NAQAO DAS RENDAS Imporluijo....... Depsitos........ 060 0128183 5.9068200 429 1128151 105-0908696 4808000 8 289.9208601 1.118854080-12 4 7008346 477.4678856 35-1868088 1.9948000 22.2088207 212.5898489 1.902.605802-i 8 1 2568854 8 69 9048608 8 3 607S918 47.3378112 158.4078850 8 48.3558705 8 1.5148000 8 t
Total...... 1.816.1338986 122.1068522 208 3678564
Pede-se aos Senho-
res consummidores
me queiram fazer
pialquer communica-
cao ou reclamaeao, se-
aesta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An
tono de Castro Nunes.
Todos os recibos
Lisboa e Poito
A BARCA PORTUGUEZA
Claudina
Segu cem brevldade e recebe de$de j carga
para es porlos acuca indicados.
A' tratar com
Amorim Irmaos & C,
3RA DO BOM JE3U3-3
Diflerenca para menos_
86.2018012
2.a seccSo da Alfandega de Pernal
?red rico Codeceira.O 2. escripturario.
Pernambuco, 31 de Julho de 1895-(Assignado)-0 chefe, Lu'n
Jos Muneiro Pess*.
PRADO
PERNAMBCANO
Frojecto de inscripQo
Para a 3.a corrida que se realisar
no
i.
2.
4.-
5.
6.
7.
8.
9.
Coropanhia de Trilhos Ur-
banos do Recie a (linda
e Beberibe.
ASSEMBLE'A GERAL ORDINARIA
SSo convidados os S1-?. accionistas a se rmvA-
rem tva a-B> uilila geral ordinaria no da 2 de
Seleaibro prximo lotnro, a 1 hora da larde, no
escr'piorlo dVsta Comr>aDh n. 83, para cui:ea> o reUtoriO e parecer da cora-
mispao fiscal e p*cceeein a eleicao de presi
dente da as-emola geral ecommlsiao fiscal do
exercicio rorrele.
Recife, 13 de Agosto de 1895.
liut" Mi(ja.h5e3.
G'r.ptP.________
SOClLiDitt
Bednatria e itraiiiuro Pernam'
bacana
A^srmb Ci geral ordloaria
S) ccovidados os ?. accoaistas a ce reoni-
rem ero as correte a ex, 4 1 Dora da tar'e, oo seo escrip-
lorio a roa do toxn ercio o. 3i, para ou'irecc o
relato io e aprecala) das contas, relativo? ao
aoo socia1 fljdo e i. 30 de JooOo prximo pas-
eado, asaim como, eleger a nova directora, com*
mlssao Uso I upoleotes.
Recife. U de Agoato de 895.
Jos GoncaUes Pir.to
Presideate.
Este vapor illumicado luz elctrica
e offerece optimaa ccoommcdajoea aos
3ra. paaiageircs.
Qodesqoer reclsmacoes s sero attendidas 48
no as depois da oitima aescarga do vapor na
Alfandega.
Entrar no porto
Para nassageos, carga, (rete e etc., trata-sa
cora es '
Consignatarios
Borstelmanu 8p C.
Ri& do Commeroio a. 18
! andar
Norddeutscher Lloyd
o VAPOR
Weser
1.' esperado da Eoropa
al o dia 21 du correte e
segoir depois oa demers
r,ec.-faria para a
Baha, Rio de Janeiro
e Santos
Pa*a carga, passagens, etc., trata-se com o
AGENTE
V. Neesen
Caes do Raoms n. 4

OS
domingo 25 de Agosto de 1895
PAREOAquarltt 1.609 metros Aoimaea de paro aaagae. Premios:
4004000 ao primeiro, 80000 ao segundo e 401000 ao teroeiro.
PAREO Arles 2.000 metro*. Aoimaea de Pernambuco. Premios :
5C05OO0 ao primeiro, 1000000 at ssgoodo e 60*000 ao Art, 5.Feniano, Mal r, Triampho, Palhayo, Plotio, > ventareiro, Tado-, Ida.
Biamrck 2-, Piramon, Hirondele Beija-flor 2- a-Famaca
3.- PAREO __Tauros 1.800 metros. Aoiabaes de Pernambuco. Premios:
400)5000 ao primen o, 801000 o segundo e 400000 ao teroeiro.
Art. 5.*- Os do pareo Aries a mais Turco 2-, Maurity, Pyrilampo, Furioso,
Maste, Graai-nriie, Malaio, BaUrr. Ciago, Coi qoistador, Pat-
chouly, Vingador, Talioier, Dictador, Tt, Maestro, Prosee, Garim
peno, Galioletto, Sau-Bem, Tenor 2.a, Mosoardo e Taluprer.
PAREO- Leo 1.500 metros Animaos de Pernambuco Premios : 3O0OCO
ao primeiro, 600000 ao segando e 300000 ao teroeiro.
PAREO .MaaJnl 1.450 metros Aoimaea de Pernamoooo. Premios:
3OO0OCO ao primeiro, 60J000 ao segundo e 300000 ao teroeiro.
Art. 5.-Feniaoo, Mulor, Triompbo, e P.atSo
PAREO-Cncer 1.400 metros. Animaes de Pernambuco. premios:
3000000 o primeiro, 60(000 ao segando e 300000 terceiro.
Art. 5.-Os do pareo Aries.
PAREO Ncorplo 1.3(0 metrosAnimaes de Pernambaeo. Premio:
2500000 ao primeiro, 5O00J ao segando e 250000 ao terciro.
Art. 5.''Js do pareo Tauros, meas Vingador, T-lisoier, Dictador, Tat,
Maestro, Prosee, Garimpeiro, Galioletto, Seo-Bem, Tenor 2-, Mosoardo
e Tlispher.
PAREO Vl'gos 1.100 metros. Animaos de Pernambuco. pasmos:
25O0GOO ao primeiro, 500000 ao segando e 25|000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.* Os do jareo Tauro*.
PAREO Libra 1.030 metros. Aniaaes de Pernambuco qne d2o tenham
^anho no Prado e Hippodromo em 1895, contando ou nao victoria. PBK-
MIOS : 2508000 ao 1.% 500000 ao 25 e 30-5000 ao3.
Neuhum drs pareesccntarSa victoria e serad considerados realisados os
que foram inscriptos pelo menos 5 animaes de 3 proprietarios diferentes.
Previne-s, sos Srs. proprietonca qua nao serao admissiveis oba;rva5oaa nss do Apj,lo 2 Q ^.^^ -& ^ docu_
propestas. ___ 9 I nientos relativos ao anno findo em 30 de
A inscripto encerrar se-ba terca-feira 20 do correte s b l\ horac da
tarde na Stcretaria do Prado, ra da Iuperatria n. 26, l* andar.
Secretaria do Prado Pernambucano, 14 -le Agesto de 1895.
SERVINDO DE SECRETARIO,
C. de Abreu.
Companhia Progresso
Colonial
Assembia geral ordinaria
Sai conva 'os os Srs. accionistas a se rennl-
rem em agsembla geral ordiaaiia oo dia 19 do
crreme mes, i Dora da tarde, no feo escrlp.
torio a roa do t.'omctercio o. 3a, 4* andar, para
oovirem o relato io e apreciacio das comas re-
lativo ao snoo social Oodo.
Recife, 3 de Agosto de 8S5.
J. Giocalves Pinto
Presidente.
Oompanhia Centro Com-
mercial
Ultima chamada
S5o coavlcados os Srs. accionistas a faxer a
seiima e oitima entrada 6 razio de 10 C/0, DO
Banco de Pern>mbDCo. do prato de 3o das, a
contar deala data.
Maoei, 7 de Agosto de 1893.
Os directores
Tiborcio A. de Carvalbo.
Boavento'a A'uorim.
Pedro Almelda.
OOMPANHIA
DE
Drogas e producios chimicos
o escriptor.o desta compaohia i ra Marques
de Olioda. papa se acs se ihores acclooislas o
qoarto dividendo relativo ao anco rjodu em 31
de Diiembro de 89i na raio de #W)0 por
aceo.
Recite, 12 de Agosto da 1895.
U director secretario
racilino O. C- Martins
^SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Plienix Pernambu*
cana
RA O COM HERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
Companhia Florestal
Agrcola
Acba-se a disp s9o dos Srs. accionis-
tas no escriptorio desta Companhia, a ra
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
iem o que nao tero
valor alg-um.
Samuel Jones.
Gerente.
Nort Bntish And Mer-
cantile Insurance Com-
panj
3.000000
O'O
2'^
Capilal subscripto
Fundos nccumulaios at
31/12/94 11.671.018
RECEITA ANNUAL
De premio contra foao 1.546.856 :18' T^
De di os sobre vidas 1.359.821 : 16- 9'
t 2:906.678 15 4
N. B.A Reparticao de fundos accumolados
sobra seguros contra logo, nao seresponsabilisa
pelas transares feitas pela de seguros sobre
vidas.
Agentes,
A. II. Dalias.
O Commercio O
Alfaiates empreiteiros
Aeecc&o de costaras deste arsenal precias de
alfaiates empreiteiros, babUilados a cortar e ma-
nufacturar lardameoto para os diversos corpos
oo exercito. _
Scelo Pernaabeco, 9 dt Aeesto^e 1895.
O eacarreaado
Flix Aotooio de A cantara
C.pitaj adjaoto.
Companhia Florestal Agr-
cola
ASSEMfLA GERAL ORDINARIA
Sao coovidadts os S's' accloolstas a sa reoni-
rem em assembia -e al ordaarla co dia 27 do
correte mez, ao rxeio dia, do eecriptone a, roa
do Apollo n. 22, 1 andar, a qual tera por tiro
clgar o balaoco relativo ao aooe social lindo
em 28 de Jonbo, nlalorio e parecer da commis-
ao fiscal e aesim como procedc-se a elei(?o da
commis&o Deca e suppleotes, qne tm de fonc-
clonar do prssent anno, devendo caua accic-
Oista deposiiar soaa ac(0-s nos cofres da corx-
panbia at o da 22 do correte.
Rscife, 10 de Agesto de 1895.
J. G. Pinto
Director presidente.
Companhia do .Bebe-
ribe
Assentbfa geral
Sao convidados os sanbares accionistas desta
compaDbia caraparecerem no dia 30 do corren-
te mez, ao meto da, no 1- andar do predio n.
71 roa 15 de Novembro, alim de em assembia
eeral ordinaria lomar coobecimento dorelatorlc,
co' tas e parecer fiscal, relativos ao snoo social
(iodo em 30 de Abril de 1895, e na forma dos
estatutos eieger se o presidente e secretario da
assembia eral, e Aseses qa tem de fuoccio-
nar do correte son.
Recife. 1 de Agesto de 1895.
Graclliano O. C. Martins
Director g rente erioo.
Junho do corrente anno.
Recife, 24 de Julho Ce 1895.J
Jos Goiifalvcs Pinto
Prcaid.-nte,
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.006
155.000
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres o Aberdecn
Posicao financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
eceta animal:
De premios contra fogo
De premios sobre vidas
Da juros
Agente em Pernambuco,
Boxwel William. & C
CuMPAiMllA ~"
Fabrica de Vidros de Per-
nambuco
ao se tendo realisao a r noi) da aEsem-
bla ge al extraord-niria, que deveria tratar da
reforma dos estatutos desta compaobia, por
falta de n-mero, sao novamente convidados os
Srs. acciooistaj se reunirem no sen escriptorio
oo da 19 do corrente mes, ao mel ca, para o
mermo tim.
Recife, 12 de Agosto de 1895.
O director secretario
Antonio Mioerv.no de M. L Pilbo.
Rui la Sun Pacrat \mm
O paquete
Magdalena
Commandante James Pope
E'esperado dos
porjos do sul no
dia 18 do co
ente, seguindo
de pois da demo-
ra necessana para
*. Tcente, Lisboa, vigo e Son
laamptoa
O vapor
Trent
U jromanttante F. K: Exhaos
Espera-se dos Dorios da Eu-
ropa at o dia 19 do correlo,
seguindo depois da demora ne-
cessaria Dar
Maceio, Baha, Rio de Ja*
neiro e Santos
O paquete
Thames
Commandante Jamti Brsnder
Espera-se d a
Eoropa do dia
?* do correte.
|seguindo depolB
da demora in-
diepensavel para
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. B.Previne-ee aos Srs. recebedores de
oercadorlas, qne a Companhia Mala Real iogls-
Ga, contractOD com aGecuat Steam Mavegatiorj
pompaovom servico da vapores semanaes qna
camodo de fiordeaox, Cogaac, Cbarenle, devem
cnegar a Soutbampton a lempo de baidearem as
zargas destinadas America do Sni para os va-
doras desta compaobia.
Esta compaobia acceita por precos raioavels
para Valpaiaiso at Ab.-ii, passsageiros com este
destino por va de Buenos-Aires e entrada doo
Andes.
Tambem aceita passagelros para New-York
a Soutbampton, por espacial arraojo feo com
a Compaobia AHemaDd Lloyd, podando demora-
rem-se na Eoropa casi o desejarem.
Roduoolo noo presos das paasageoa
Ida Ida e volta
A Lisboa 1* classe 20 t JO
A' Southampton 1" claase 28 A 52
Camarotes reservados para os passagairos de
Pernambaeo.
Para o Cear
Segu no da 21 do correte o lar naciona
Olivia, poder.dJ ioda rececer algoma carga
i tratar na ra do umaercio d. 6. pavimento
terreo.
LINHA MENSAL
Vapor Medoc
Entrar co porto
Espera-se da Europa at o dia
lsd-: Agosto, secnlndo depois
da demora uecesearia para
Bahia, Rio de Janeiro San-
tos, Montevideo e Buenos-
Ayres
Pre^ine-se sindaaos Srs. recebedores de mer-
cadorias que 6 se attender a re.ciamatOes por
(al as, qne forem reconhecida" na occasiao da
descarga dos volumes ; e que dentro de 48 ho-
ras a contar do dia ta descarga das alvarengas,
devero faxer qualquer retlamagao concernen-
te a volumes que perventura tenham seguido
para os portos do sul, alim ce seram dadas a
tampo aa providencias nec i 'as.
Roga-se aos Srs. passag.c Je se ?^reae3!a.
em na vespera da chegac'j ..j vapor para ioma
'em a3 suas passagens.
Para carga, pas-age-os, encommendas e diabei
rj a frete tratar com
OS AGENTES
C.
42RA DO TORRES42
1. andar
Prince Line of Steamers
James iaiioit Xew C'asllc oa-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados Inidos e o Brazil e Rio da
Prala
H. Burle &
E' esperado de New York
ao dia 3 de Setemaro, e
aabird depois da demora ne-
cessaria para a
Bahia. Rio de Janeiro e
Santos
O vapor inglez
Car ib Prince
Tem ptimas ac3omodacSes para passa
geiros e illominado i la elctrica.
Para cargas e passagecs traia-se com os
Consignatarios
Jobnston Pater 8f O.
Ra doCommercio n. 15
Paciflc Steam NaYigatioo tm>
pony
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paquete Potos
Espera-se do a
portos do sol at o
da Se de Agos-
te, e segalra de-
pois da demora
do cosime para Liverpool com escala por
Lisboa e Plymouth
Para earga, passagens, encommendas e dintel-
ro a frete trata-se com os
AGENTES
WHsod, Soos i C, United
10RA DOCOMMERCIO 10
! andar
LEILOES
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARinMOS E TERRESTSES
BA DO AIOVBIO N. 1, 1. AND.B
Directores;
Bario de Souza Leao
Thomaz Comber.
Julio Ctisar Taes Barretto.
Ben.-. Loy. '"ayallei-
ros da Cruz
S. F.-. P.-.
Sao convidados os llrr. doQu.U-. para a
ess.*. de lalclac&o, que tera logar segunda
elra 19 de Agosto correte, 7 bor. s da noute-
M. Mirtina gr.- 18'..
Secret.\
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidadSo tenente coronel Dr. di-
rector do Areeoal de Gaerra, distribuem-se eos
turas nos das 19, 20 e 21 do corren'e mez,
romascosturelras, posaolaoras das goias dos.
01 a 450, de conformidade com as ordena em
vigor.
secc&o das costuras do Arsenal de Guerra do
Estado de Pernambuco, 18 de Agosto de 1835
r*elix Antonio de Alcanzara
CapiUo oijun'o.
4iremata5ao de. porcos
Fai-se publico a qoeui possa interessar qne
terca (eir 20 do correte, o mel dia, ua pr. ga
do CoDselheiro ha<) Alfredo, do diitrldo da
Masdalena, na casa qne serve de mercado, irao
em praga tres porcos e tres bacorioboa para
panameoio das despesas de multa e deposito,
sendo entregues a quem mais tftVecer se at o
momelo da praca do forem reclamados p-
seos donos, ros quaea, seodo recoobecido o seo
direlto. serai eotregaes, mediente o pagamento
das referidas deapesss.
Seceiaria da pr*fttura municipal do R>c:fe,
17 de Agosto de 1895=0 secretarlo
Joaquim l. Ferreira da llocta.
Para carga, passagens, encommendas di-
abelro a frete. lrata-se com os
AGENTES
Amorim Irraos & C.
N. 3Roa do Bom Jeana .3
Companhia Rob. M. Stomans Lioe
Vapor allemao
Capua
E' eaparado ae NtW-York
no da *o do corrente, se-
guindo depois de pequea
demora para o
Rio de Janeiro e Santos
Para carga e encommendas tratar com es
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
Ra do Commercio u. 6
1.andar
M Gross Lio o Steamers
E'esperado dos
portos d o no-te
al 13 do cor-
rete e sabir dc-
nois ds demora
necesaria nara
Ceara, Para e New-York
O vaporinglez
Lisbonense
Para cargas e passagens trata se com os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commercio n. 15
Agente Oliveira
Importante
LEILAO
De Dons e nr08 movis, ditos estufado?, gsan-
des e impottaDtes quadros a oleo, noscrystaes,
cb]ec;os de electro-pile, porcelanas 'finas, espe-
Ibos, bom piano, machina para fabricar glo,
\ Deos para jardn?, etc.
Ter^a-teira, 2Qdo co-rente
A's II horas
No palacete sito 4 roa Luis do P.i>ko, onde resi-
di o finado Jos de Vascoocellos
O agente Olhei-a au ori--ado pela Exma. Sra.
D. Galdina de VascoLCellos B-llo, levar a leilSo
todos os trovis e mais onjectes que foram do
fallecido Joi de Vaecrncellos, a saber : 1 im-
portante piaoo, novo, de canda, para concert, 1
mcbilla de pbaotaxta rom 10 cadelras de goarni -
rao, i ditas de braco e 1 sof, 1 importante
cama do mogrj. toda ectalbada, 1 rico guarda
roupa e guarda ves.idos, 1 graede espelbo, t
dockerques com pedra e epelbo, 1 importante
telogio de brooie, 1 r.ca secretarla de mogno, i
cantcnetras de mofjno, 1 grsnde armarlo com ra-
logio e espelbo, 1 rico guarda roupa com porta
de eepelao 1 rico lavatorio com pedra e espelbo
1 ccmrooda com pedra, I Oiaeis de mogno com
pedra, i poltronas estufadas, 1 rica e importan-
ie meza redonoa Cim pedra de mosaico repre-
aeolaodo orna B. tra, 3 ditas de mogoo e ferro,
1 aparador de mogno envidragato. 1 dito gran-
de de carvalao, 1 rico porta rrjypeos, 1 mesa pa-
ra lavagem, 1 cixade metal *ara j. go. 2 relo*
gios de broite. 1 rea terrina de electoplale, i
baodeija grande dem, diverses gelbeieiros de
eleclopiale, 1 Importante teroo de electoplate
composto de 3 facteiras com pratos da cristal,
1 caleteira do me mo me al. 4 ricos jarras gran-
des e doorados, l porta geilo de electoplate, S
rro8 douradoe, garrafas de crigtal para vlnbo, 1
rico porta rartes de metal e brome, 1 porta
garrafas, Ucoreiros, porta ronservap, descansos
para pratoe, argolUs aas para guardanapo,
quebra cotes, 1 globo de ?uapenQao, 1 jogo de
sadr, completo, figuras desease, langas para
cortinaloB,cabidos, 1 banbeiro grande com bom*

I

:-"




'
L ._ i^^^
ba, jarro3 de c-isial com r de electoplate, 1 con*
versadelra importante, eetantes paro mgica e
livroB, e outros qh'.oh cbjectos de 'grande valor
08 quaes estaram a vista > 01 Sr. licuantes no
teto do leilo.
0 bond da liaba de Sa to Amaro que part r da
Estacao do Brum as 10 boras e 40 minntos dari
passagem gratis aosSrp. concurrentes ao leilo-
Leilo
Da armajo, balean, I repartimiento de ma-
deira. mtedezas. constando de chaming, agua
flor.da, iieba, pregos, frascos Nbieo, roopa
feita, iaboa, folbas de zlnco e oo'.ros artigos
existentes no eg RA IMPBHIAL r. 89
Ter^a-feira, 20 do co/rente
As H horas
Agente Pinto
Na ref -rida casa, com ccmmod03 pira familiaj
garantindo-ee as chave?.
Agente festaii
Diarlo de Pernambnco Domingo 18 de Agosto de 185

Leilo
Dj i sobrados soo^os edifliadta em terreno
propio, a roa 15 de Novemoro, ootr'ora Impe-
rador ds. 18 e JO, es quaes p--la tu i loclidade
cbamam a altengo dos S-s. capitalistas que
queiram montir un grande eHabelecimeutoctuj-
mercia1, como tejam: Banco ou Eutco Pa-
Mtco.
Quinta-feira, 22 do corrente
A's 12 horsB
No armozem a travessa do Corpo Santo
n. 27
O agenf Pestaa competen'emente aotorisado
Tendera o* eobra-ics ^cima q eticlooado?, que
pola saa lo a quem quer montar um grande esu belfamente
Para o.nalQnT info-tD'io c< m o ni^mo agente.

AVISOS DIVERSOS
Um rapaz qie ]4 preco) exame de portu-
ecez, (ranees, ingier. aritnmeii'a e nutras mate-
rias meces importarles ai caso, cffjr.-ce-se aoe
Srsire:tores d- Cama* e ooir.ig faDricae para
todo o erv co de uretra dos mesrecs estabele-
cimeEios: quem o quizer para ero eerv qo faca
favor de dirifcir c?ria f. criada para esta redaccJo
com as laldae S M C.______________________
Vende su un terreno na Torre ; a traar
Da ra das Trine! ei'as n. 27.
Precisa-ee de uim ama psra cosiobar ; na
roa do Imperador n t7 I- a ar.___________
Pe:oeu-pp u pateo do Mercado om alfi-
nete de ou-o crsvejaio cem pedra de dicininte :
quem achoo-o pode vi" en1 regar Da roa Ooqoe
de Guias n. 78. qce pagur-se-ba ao portador o
tetado._________ _________________
_Vendf-se c estate'ecimeoln de mocados sito
roa t"o Copim u. 24. fregoe;ia da Graca: a
tratar com Jas Jscizibo de Olivera, no aem.
estabelecimenio.
fc A TOSSE E *
u M \< Ps P c5 a 09 O 3 W S W PEITOUL DE AKACAHUITA PREPARADO POR LANMAN E KEMP NIW YORK 0 BALSAMO MAiS EFFICAZ PRODUZ CURAS ADMIRAVElS E TE TRIUMPMAOO EM MUITOS CAS03 OE PHTHIS.CA INCIPIENTE. O H % O ? oo c; s o 6 W ce
* NFALLIVEL |J^
^encle-se
l'ma importarte armagSo envidragada, tendo
parle de armagao ingleza, liv-ee d-eembarscada,
e em um dos melhores pontea da ro> do Ran-
gel: quem pretender dirija-ge 8 roa Direita n.
88, i- andar, ou a ra da Penb n. 83. lija.
Taverna
Vende-seuma em om hotn ponto, Da fregoetia
de S. Jos, propria para principiante por ser de
dooco eani'.al ; a tratar na ra Mrquez do Her-
val d, 165. ____________________
Caixeiros
Precisare le dcu8 crixeiroa coro prat'ra de
molbados, sendo o 1 de 18 a 20 aonos e e 2- de
i4 i i6 aoooe. dando conbeemeno de anas cod
doctas ; a tratar na ra do Capiao Lima n. 15
Sanio Amaro das Salinas. ______
Gaxeiro
Preciea-se As om menino de 10 a
com pratica de molhdj?, ra do
n. 5.
12 anuos,
ccidioo
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porfoes applica-se ventosas seccas e
Sirjada; na r ua das Larangeiras n. 14
Marceara
Vende fe cma merceana bem afregoezada, 1,
roa ca Casa Forte n. 15: a iratar ca mesma com
seo pronrielrrlo. ________^__________
.Mechanico de pnraeira
classe
Precisa-se de um, para
trabalhar com urna machina
a v. por de 160 ca valles de
orga.
Fundco BowiDaii
Aluga-se
O 3- indar da roa ao Imperaoor n. 44 com
boos ommoto<< : a tr 'ar com c Dr. Alcoforado
D na roa Augusta d. 198-
a I iu bachar<*l fraucez, pro-
i( fessor durante I. annos, de-
seja ensinar en saa casa ou
rr om casas particulares, frau-
coz. latim. grogo, arithmeti-
a ca, histeria, geographia, des-
re cnlio. niusica ( solfejo e liar-
re monium ). Pode I azor educa*
a c3o completa depois da Ia.
rjr aula at ao bacharelado.
a Carta no Escriptario do
rr Diario.
Vende-se
Um terreno na Torre (Nova descoberta) cbis
proprio, leoo doas feotes e algomas arvoreo
(rociileras: a iratar na roa da Palma o. 108.
Vacc na animal
Vende se boa vaccioa ingl'za ba rooco che-
gada, e Ofm as^im lancetas para vaccinacao e
tubos vasios para colher as vaccinas.
Pharmacia Ferreira praga Maclel
Madeiras de construccao e
n ateiia<\s para edificacao
A Compaobia Exploradora de Productos Cal-
creos, vende em eeu armazem no caes do Apel-
lo o. 73:
Madeiras para ronst o cao.
Cal branca de jaguatioe.
Cal preta.
Cal virgim para assncar.
Tijollos de ladrilb' e communs.
Tijolloa refractarios.
Pedrsa de cantara prra eoleirae), etc.
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro de reconbeca con-
docta e com pralica de molo dea; Irata-s? na
roa do Arati n. 37, deposito de caf._________
Caixeiro
Precisare de um de 12 a 16 annop, com prati-
ca de tavern?, oo Bem ella, na ra da Goia n. 41.
Gaixeiro
Preclea-se de um com pratica de taeroa : i
tratar na ra Viscoade de Goyanoa o. 62, anilga
do Cotovello.
Em tempo
Ao publico e s familias
Hadapolo 4<000 a pera.
Algodo a 3 e 4* a peca.
Cretones para vestido a 540 e 200 rtB.
8*relln diagonal de co> 400 rie.
Hadapolo para Torro. Doro, a 240 ris a
Vi-ra.
Caberlorc de la ;> *200 um.
icos e Otas a 200 e 4 0 rU o metro.
Lionas e cornetes e p-e^aros, d-se de graca
a qotm comprar upi vi s'.ido.
Sedas para noiva a 600 e 800 ria o covado.
Granle e assorobroso gertimento de toda^ as
faiendas em gral e qoe 8 venden geni limite
de prcc.08 no
Grande Oriente
LOJA DBDUAS PORTAS, RU v 0 ) W A.
Safra em usina
Vende-se orna piqn na safra na asina Pbenix
rata se na roa P'inceza leabel n. 11, das 6 4s
8 1/2 boraa da manbS.
4o commercio
Helena Suirina dosR-is declara o commer-
cio e ao publico qoe neta dita vetdeo livree
desembarsca!o de todo e aoalquer onus o botel
e Hospedan.. dtio^iaado H i el de Lond'es, qoe
ECbre ua firm? girava nesia ciarte ra 15 de
I* ove moro n. 16, aos S*s. Pontea IrruSo, e
qoem se olear p ejod'cano apregente-se no pro-
zo de tresdia8, a contar de.--u data.
Recife, 17 de Agcsio de 1895.
Hfl-na Sivi-ina do Rig.
Ao commercio
Pontee & irmai declara ao commercio e ao
publico que crmiiraram livre e aegembar:(;ado
do todo e qoalqoer oous, o bclel e hospedara
denominado Hoiel da Londres, alta a roa 15 de
Novembro n. 16.
Recife, 17 de Ago:lo de 1895.
_ _________________Port-a 6t irao._______
Chegaram I!
E vendemsea metro3
bordados o que se pode en-
contrar de melhor qualidade
de 400 reis at 3$000, a me-
tros proprios para enfiar
com fitas.
Loja da Perola
Ra da Impera-
Iriz n. Um
iJomingos Fernandps.
Vende-se
Regulador da MarinLa
Coacerta-se relogios de algibeira, pen-
dtilafl d torre deigreja chronometro de
marinha, caixa de musicca, aparelhoa
elctricos^ oculos, bijoculoe, oculos de
alcance, joiasetodo e quslquer objecto
tendente a arte mecbanica.
9 Rna Larga do Roftrio-9
A prcprledsde doOlbo d'Acoa deCotnmguba,
comarca de G avat, coterio de matas, da pars
t rar dromeites e faier carvo, distnte da esta-
cao de RusMoba legoa e meiai propria para
criar gado e ootros anicraes, com boa casa de
siveoda e em de mcrado-eg: qcem pretender
dirija-ge a masma proptiedade qoe achara ccdj
quem trata-, e querendo artquerir ioformasao, a
roa Larga do Rosario n 44._________________
'Venderse
Urna boa casa ca cldade de Ollod, roa Barai
de Tacarooa; a tratar no largo do Corpo Santo
o. 17, 3- andar._________________________
A ConsideMcao
Rendao pardas
Espleodido torumenio de rnedaa pardas,
cruas com branca, tranco e preto, lindos dee*-
ubos e flive-sag largaras, babadog boroados. df
600 re. at 3* a rec, meias para senhoraa ho-
rneas e enancas, leoens de seda, liDbo e algodao.
brancas, pretas e de eater, leqoe?. fitas, baleas
asolhas pan machinas, perfoxa-ias flnas.goto
quilbarias, galcsintios pretos e de cores, eronro
ludo maig quanto fe pjega desejar em artigo.-
de miodeae .
N. O Ra da impera'iii *o
L-'h do Maia______________
Cosinheiro
De om rerito precisase roa do Commercio
44, on PysBando, 19.
-JJULJLi I irt"l1r1r-r'Tirt'ir-lr'ffj
agua Jelissa <.< Carmelitas
TJxij.co Buccessor dos Carx.elita.B
A.-&.& 14, Una de VAbbaye, 14 >.ZS
_!--------w i .
LS4^
TRANSRRf
14
RUEdeL'ABBAYE,!
pars
CONTRA
Apoplexia Flatos
Cholqra Clicas
Enjo do mar I Indigestos
Febre ama/ella, etc.
Lar o protpecto no qual 'al tntoMtta
. ctda tidro.
Deve-se exigir o letrelro brance
a preto, em todos os vldros,
saja qual lr o tamanho.
DXPOSITOS KM TODA* AS PB4BMCIAS
do Universo
Desconfiar
DAS
jfalsifirflcfs
e exigir a Assignatura
de
?/3m
WPPFPP&PS&,
r-
SAUDE PARA TODOS.
UNCUENT(kHO LLOWAY
<1 9 ile pernas e do peito ; tambem para as ferida
; resfriamentos e tosses.
O Ungento de Ilolloway <1*um remedio infalliveljjHv
antigs chagas e ulceras. famoso para a gota coi.
se reconheu
Para os males de garganta, bronc
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem seinclhante e para os membros contrahidos e
juiKturas recias, obra como por encanta
Estas i ledicinas sAo preparada; '.rtmente no Estaiwlecimento -lo ProTessor Hoi.i^vwaV,
78, NEW OXFORD 8TEEET (antes 533, Oxford Street), LONDEES,
E vendemsc em todas as iiharmacias do universo.
ttT Os ccoipradores t*o convidados respciinsameutc a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se nio teeir. a direcoao,
533. Vfofd Street, sAo falsitic.tCoes.
Pharmacia
PreciPt-ee de om pratico ; na botica frsnrezi
roa do Buj Jesos d. 21. ________
Criado
Preci-se de um criado ; no becco do Padre
o. 28, botel._______________________
Ama
Cosirhelra, precisa-se de ama na roa do Rao-
- ei n. 25.
Vende-se
i eslabelecimeoto de molhados com armagao
propria para qoalqoer ramo de negocio na roa
Lirea do Rosario o. 37.
Ama
PreCaa-se de urna ama para cosinbar ; na roa
Larga d Rosario o. 9, relojoaria.
FEBRO M/UITIAL-BCOiMwui
._ agrodavol torna iar com rapidez ao mangue sua riqueza e forca. Nao d /~
prio de venir ao ennegrece oe dentee nao irrita o e.mtomago. /^Sj
AR1S. 50, ri Bollen. Deposito em FerMambues ; P" i DR064S h PROMCTOS CHIMICOS. /S O I
w^mt^a^m^t^fmmammmt^i^amMwammmmammmi^^'^mumawmmtmtmammmmwm
IPILLAS DIGESTIVAS DE PANGREATINAi
de DEFRESNE [..
Pharmaceutico de Ia Classe, Fornecedor dos Hospitaes de Parts Y?
A Pnncreatina empregada nos hospRaes de Parts, o mais poderoso fs
digestivo, que se conhega, visto como tem a propriedade de digerir efe
tornar assimilaveis nio smente a carne e os corpos gordurosos, masfp
tambem o pao, o amido e as fculas. f^s
Qualqucr que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracao, ouSS
ausencia ele sueco gstrico, inflammacao, ou ulcerav'Oes do estomago, ou
do intestino, 3 a 5 ululas de Pancreatina de Defresne depois da co-
mida, senipre alcangam os melhores resultados e sao por isso proscriptas
pelos mdicos contra as seguintcs affeccOes:
Falta de appetite. Anemia. } Gastralgias.
Ms digestes.
Vmitos.
Diarrhea. j Ulceraces cancerosas.
Dysenteria. j Enfermidades do ligado.
Flatulencia estomacal. Gastrites. \ Emmagrecimento.
Somnolenciadepoisecomer.evomitosqcsacompanhan a gravidez
PANCREATINA DEFRESNE em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-
radazinhas depois da oumiaa.
Km casa de DEFRESNE, autor da Feptona, PARS, e em todas a: Pharmaaas
w?w^,$^&^^&^^&^^^&&<
Os Pos de Rog
MEDICAMENTO APPROVADO PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARIZ
Os POS DE ROG sao o verdadeiro purgante das senhoras,
das crinaras e das pessoas de constituico delicada. Com um virlro
de POS DE ROG, fcil a levar c wis'igo por toda parle, podse
preparar na occasio necessaria, ui.'a limonada de gosto agra-
davel e muito refrigerante.
OsPSDEROGconservam-soinfiiiilamop.tcsemsealterar.Em-
Sregam-se' deitando o contedo do vidro em meia garrafa d'agua,
eixando em contacto duranleuma hora.ou melhor da noite para o
dia; rolhara garrafa quando se desejar ter urna limonada gazosa.
Nao se deve aceitar os vidros que n?o tiverem
sobre os rtulos o endereco: 19, ra Jacob, Pai iz.
Fabricaevenaaporatacado:CSL.FIIERE-A.CHlPIGNYEC*,S~, 19. ra Jacob, PARIZ
A. VAREJO, EM QUASI TODAS AS PHARMACIAS DE TODOS OS 1>A1ZES
Purgativo JuWen
CONFUTO VEGETAL, LAXATIVO E REFRIGERANTE
contra PRISO DE VENTRE
Approvado pela Junta central de Hygiene publica do Brazil
Este laxante, exclusivamente vegetal, admiravel contra affecedes
do estomago e do figado, ictericia, bile. Sua acco rpida e
benfica as enxaquecas, as inchaedes do ventre, provenientes de
inftammacSo intestinal, porque nao irrita os orgos abdominaes.
O Purgativo Julien resolveu o difficil problema de purgar as cranlas
que nao acceitam purgativo algn.
Deposito em Pars, 8, ma Vivienne, e as principaes Pharmacias e Drogaras
CATARRH&
TOSSE ANTI8I
TSICA
Este remedio, em
granulos, nao tea
sabor nenfrum
SU TOD1S AS rHAIlMSOSV
s> f.'Rtuwfic'i > siauwtu0tmn\tmnnM
Vinlio e Xaropa ne Busart
CONTENDO o UCTO-PHOSPHATO de CAL
Appbovadob pela JUNTA d'HYGIESE
do RIO-DE-JANEIRO
OLacto-Phosphato de ca contido no
XAROPE e no VINHO de DUSART
o mais poderoso dos medicamen-
tos reconstituintes. Elle fortifica e endi-
reita os ossos das cranlas achilicas.
torna vigorosos e activos os adolescentes
molles e lymphaticos e os que monstruo-
so fatigados pelo crescimento rpido.
As muiheres oravidas fazendo ii?" de
VINHO ou do "XAROPE de DUSART
supportao bem o seu estado, sem fatiga,
sem vmitos, e do a luz a creanras
fortes e vigorosas. O LaCtO-PhOSphtO
B cal torna rico o leite das Amas e
preserva as creancas da Diarrhea verde
e das molestias propinas da poca do
crescimento. Pela sua influencia, a Den-
uedo fcil e opera-se sem convulsfles.
DenojJieinPiRls, 8. rae VMeane. e ms prindiiaes Fbannaclas
Ferro Girard
Approvado pela Academia de Medecina de
Paris. Approvado pela Junta
Central de Hygiene publica do Brasil.
O Professor Hrard encarregado do
Uelatnr) Academia demonstrou que
fcilmente acceito pelos doenles,
bem tolerado pelo estomago, restaura
as /brys e cura a chloro-anemia;
que o que distingue particularmente
este novo sal de ferro, que nao causa
priso de ventre, a combate, e elevan-
do se a dase, obtme-se dejecces
numerosas.
OFERBOGIRARDcora anemia,
cores paludas, caimbras de
estomago, empobrecimento do
sangue; foi tilica os tempera-
mentos traeos,excita o appetite,
regulariza as regras e combate
a esterilidade.
Deposito em Paris, 8, ra Vivienne
| MS PI-.1SC1PAIS DROGARAS E PHAMIACIAS
Gaixeiro
Precisa-se da nm com Dratics efe t.ivj,na : a
tratar no largo do Pemial n. 21, danto conbe
cia-eclo de sea conduela.
Criado ou copeiro
j>'erl?a se de otn ; na roa de WfMimu' gaune
ol9._____________________________________
Boa inoradla
Vend- e urna C2ga de taipa rom 1 galas, i
qoaMo, coeinn, e qeiolal, fita n- Mognalena.
conf oo'e a pagada doa bondg, junto ao qiatel
por prfgo moi'o crmrroo : traia-gcyOa p aj.i do
Lerl n. 3 armszem ds materlaei.
SaAS i HMA
Oppresso, Catarrho
feom os CIGARROS CLRY
e os POS CLRY
ObTfvfram as mais altas recompensag
Vnda por atacada: D' CLRT em Mamlha (Franca)
m hdn*hbuco C" ds Drogas e Producto* Chimicos.
Povora
De to as hp quali ades
em barns e em h tinhas veo-
d'-se no e eriplorio do Per-
nambuco f>owtler Factoiy.
la do Tommerc o n. 6.
P-a o
Vf,d'-
g-, r
novo, foro cap^, cideiraelao
n. 16.
/ ^ .' 1A
aniiiiiiuiiiiiiiiiiiiiii
Felippe Filgaelra Oalvo
Seiimo 'da
Francflina Filgoeira Gilvao, Joao Rantist
Galvao, sua uiolb r Maria Benedicta de Freitas3
G lva> e geo Blbo. Leopoldina Fiigoeira GaWii
d' Millo9, ?au maridoJarearas Gomes de Mi'.'n
e bpo riltio, Leopoldi F 'gae'ra Galvao, Albino
Filgceira Gal vito, Gnilherroioa FiUaeira Galva
e Joaquina Figueifa GalvSo, agradecen do inti-
mo d'dlma confiara da Siniinirca Trindade, a
iodos eos parentea e amigos qae acompaoha-
ram at o cemiterlo publico oa restog morir es de
stD nunca e-qo^ci lo marido, pai. av, aogro.
lio e genro, Felippe Kilgoelra Gal'j, e de novo
osctnvid-m para agslstir asmigaag qoemandam
reletirar m da 19 do torrente, g 8 ho'ag da
manba. na igreja de S. Pedro do Recife, p.lo
que hyp-ihpcam a oa pierna gratidao-
t
aria do Xascimento Ferrelra
Coelho
F lino Dooslano Ferreira Coelho, ua molher
e lilno?. Caelano Ferrela Coelho e ana molher.
JoUia Aogusia Ferreira Codbo e Maria do Naac
melo P. Coelbo agradecen) a pegoag que ee
'ligna ana conduzi' 4 ulilm? morada 03 reatoB
oDuna-g de fea prelada ni. sogra e av, Maria
o Nascimenlo F. Coeloo, e ae convidan), como
:ra beua pareitrg e amigos para aesislirem se
xigag que terao lugar na tegonda feira 19 do
correnle, s 8 horae da manta na matriz de
goto Antonio, 7- dia da ten infausto paea-
a.i-nto._________
t
Mara Aprigia da Silva Campos
Bal has'.r o Suva Campo e feu* connado?
pgrariecm do iniimo d'alma a todS ae pei-soas
une se digoaram aeimpanhar os reate a raortae*
de em estremosi eepo?a e ira: a, Maria Aprigia
da Silva Campos ao cemiieno pabiico, e de aovo
rogam o eepecial obaeqoio dg me?mag pessoac
aiodas as mala de foas relajo>s e das da Boad'
e aasiglirem a mise do stimo dia qoe por aoa
alna mandara celebrar oa igreja da M^dre d*
DU3, se,:undt feira 19 do c-jrrmle, a 7 birat
to dia, por cojo acto de rsligiao ge coofessam
eternamente reconhecldos.
I LUZ 1
DIAMANTE,!
LOiGMAN & MARTNEZ.
NEW YORK. 2
j Livre de Exploso, Fumaca MoChHro m
A venda em loe" /S os
Vj a.rraazems de seceos e mo
^3S.ILGIMOIJU!lll
TU
NEM MODIFICACAO DE COSTUMES
C3
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a

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S
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s
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tea
Joo ETangelista 6o
Trigecimo da
Ua'ina Auta da Cucha Gomas e geus blhos
convidam todos os prenles e amigos para
assistircm as mineas que por alma do descanso
ete'oo do sen nunca e.gqoecido efpo?o ep^t,
candara celebrar na matrl* de Santo Antrnio, a
7 1/1 oeras > a manba de JO do correle, 30- din
do sen fallecimento. e desde j ee confessam
eternamente gratos.
Dr. Slanoel Poly.mrpo More ir de
Azevedo
Julia Adelaide na Silva Aievedo, ausente,
Jalifa Amea de Azeve o Goavea e geus filboe,
Mara Adelaide de Aievedo, Julia I menta oe
Aievedo, D Manoel Poiycarpo Morelra de
Az vedo Jaoior, sua molber e Blbo, Dr. Lao-
reniioo Antonio Mo*elra de Azevedo, sua mo
ihrr e Albo, Dr. Miool Clemeotino de OH
veira Escore), aoa molber e filbos ausente-
muiber, tiihos, (genro e netos, agradedecem
s pegeoas que ee digoaram acompanbar i
ultima morada os reatoa mortaes de sen pre-
gado marido, pv, sogro e avo Dr. Manoel Po
ivearpo Mirura de Aievedo eoscoavldam,
como aos geot careles e amigos para aigtstirem
g mis-a* que terao lagar terca-feira. 20 do
corrente, i* 8 bcras da aasha, ni matriz da
Hja-Vista, 7* da deeei iofaasto p Aproveitam o ensejo para do intimo da alma
agradecerlo) a benevolencia e caridade dos ge-
nerosos corg5 s- do tmigo Uuacio P.lta Jord&o
a gua amavel genbora. dos ltimos e angas-
ceos momentes da cosso bondoso Manoel Poiy-
carpo.
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Amelia S3-'ano de Soiza. seos entlados e fi-
bus agradecem intttnaoieote ao rorpo docente e
aos alumnos da Facoidsde de Diraite do Recife
a as deraals pef8038 que ee digoar.a-n acompa-
nbar at o cemiterio pabliro oa reatos mortaes
e cea praoteado esposo e pai, Dr. Jos Soriano
ip Sooza, e novan ente ts convidam, aaslm como
u pa.-eates n amigea pra agsigtirem aa mia-
-as que pelo eteri>o repoofo de finado mandam
eieb'ar o mat'U da Boa Vala, s 8 horas da
nuil de 19 do correte, aatecpaodo des e j
ua gratio por eaee acto de religio e cari-
'a.-ip.
Tkoiuaz Antonio da Costa
Pinientel
Maria Carolina C. Pimeotpl, Jcs C. C- ?i
mentel. Augos'o Pimeitel, Manoel PimfB'e!, Li
bania Pintete!. Anna pimeB e1, Estber Pimentel.
Manoel Ferreira da Cunha, Maria Pimentel da Co
iba, Tabel Tavareg da Cos?. Anna Tivareg d8
C gla, Alexandriaa da Silva Barbosa e Mria Eu-
lalia da Costa agradecem do intimo d'alaa a to-
las as re?eeas qo** ge digngram acampaobar os
restes mottaeg de tea presa o eaposo, pae, sogro,
lio e penro, e de novo coovidam para assislir as
miaeas que terao logar no conveoto do Carmo,
pelas 8 horas da maob de terca-feira, 20 do cor-
rent>. rplf qoe fiam soturnamente grato.
ESPECFICOS de
Eugenio Marques de ollauda
Salsa, caroba e mauae-Cura to-
das as molestias da pelle, rheumatismos agudos
ou chronicos, todas as affeccOes de origem sy-
pbilitica, escrfulas, ulceras, bobas, darthros "
m pgens.
Pliulas de veamina-Combaetmas
prisOes do ventre, as enchuquecas e so depura-
tivas e reguladoras.
Elixir de imberibina-Restabelece 03
dyspepticos, facilita as digestes e p.-omove a
defecncSo.
Vinho de anna/. ferruginoso e
quinado-Para os chloro-anemicos, debela
a poemya intertropical, reconstitue 03 bydropi-
cos. benbericos e convalescentes.
Xarope de flor de aruelra e iuu-
tamba-Muito recommendado na bronchite,
na hemoptise e as tos-res agudas ou chronicas,
na influenza e aslhma.
Xarorte de iiiulun^ii e flores de
larangeiras lonlra insomnias, nevrose
cardiaca, hvsterismos, clicas hepticas, tosses
nervosas, sihma, coqueluche e convul30es das
criancas. ._
Vinho de cacao, peptona e Iacto
phosphato de cal, quinado Contra o
racnitismo das criancas, desenvolvendo-as, rea-
nimando o organismo; faz recuperar as forjas
perdidas por molestias prolongadas e anemia.
Estes e outros preparados do Ilustre chimtco
continuara a ser fabricados somente no seu afa-
mado Laboratorio ra Visconde do Ro Braa-
co, n. 12. Capital Federal.
Cuidado com as imitaeoes]
Vendem-se as Pharmacias e Drogaras deste
Estado e no Deposito geral ao Largo da Compa-
nhia Pernarabucana n. 6. 1." andar. .Escriptono
de Jos Musumbo.

CC
"3
a
o
r/3
c/3
*
-
>
"5
o

najor Pedro BsptiMa caraeiro
Francisco de Paula Mal a e saa muiber convi-
dara a pp^oag de sua trizad* e as de gen rira
do irn o e conbado Pedro B ptisla Carneiro
pri asgislirem a n.'Sras de 7* oia qus sero
ezadas o matriz de Santo AnUoio, ta 8 boris
da manta de terca fMra 10 :o correte. Por
eg-'P caridoso ob-equio anteelpam-lbeg sincero
re 'orhH, inen'.u
Ou rofim, agradecem do intimo d'alma at
ptovia ie coosidp'aco, rebebida? de amigos e
oirpanbeiro do finado, qoe o levaiam oLima
morada, e especulmen e s con oracbea S. e
Amor da 0-dero e rlob Dr matico Familiar,
aselm con o ao Monte Pi iog "olontaiios da
Patria e Irmandade de N. S. do Tergo, a que
pa^lenc a o meamo tinado._______^^
Jovini no Maota
^otohnlv o Tul.iarih.pr Po1e ser procorado para os mislereg de soa
81CIJ1MV e aiIIS]lIJCI p.0(iP8aoemoiina8,o. 1S, 4 roa de Sania Tne
Vndem-e enes Jju- anmaes.
reea.
DE
Campos & C
N. 35-RUA DUQUE DE CXUS-N. 35
E i frente do Diario
Os proprie'ar os deate bem montado estbele-
cimento p-evinetr. au respe:tavfl publico qoe
rara bem servi- ars feas frpguezes teem no re-
ferido estabelemento om esplend o e variado
sortimeoto decasproira p etae e dp coreg, o que
ba de rreibrr em IS, b bs do poro Moho de to-
dos os padropg, e por precos rasoaveia.
Posgoem bons artillas, pelo que ge julgsm
Habilitados a saiisfazer com todo go^to, esmero
e nerf-i30 ao freguez mais pxigenie.
Na mesma affaia'ar a alogam-ae casacas e
Claks, etc.. etc.
Instrumentos Je msica
Msicas moderoas
Vfn'e-re e troca-se PABTISeUO o eoorm orlimer'io qoe rpcebpm s brje.
Edu d* hm i (\
Rna BarSo da Victoria n. 13 (anliga csa ze-
vedoi Peru:.r< ho"o_______________________
AutDiiia Mana Barbosa
Tem urna casa tiara alug-r, eoafrotte o eilio
rio D'. Uzonp, na t-avesea da T;re o. 7, a tatar
na mesma, com a eenhora tema.


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Diario de Pernambnco Domingo IS de Agosto de 1995
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Ama
Precisa fe de croa ama que saiba
na roa de Ho taj n. 17, taberna.
cesinhar
Cal Branca e Vir-
^em de Jagrna-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran
ca e virgem, avisa 3 os
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se enci-ntram em
seu anrazem do caes do
lo n. 73.
Apolli
Oosinheira e criado
r ectsa- e ; na roa do Hospicio n. 14.
Carne verde a 700 re. o kil o
Vendem os abaizo assigoados, carne de prl
metra qcalidade, dos talnis da roa Mrquez di
Herval g. 17 e i, e Gamboa do Carreo D I.
Este prtgo soffrera alteragao par mais oo
pera menea, sempre i'e accotdo com 03 pregor
do gado nss leira.-.
Recite. 18CeMaiode 1895.
Fiuza Lima & C
|Caixas de msica
Importantes modellos novos.
Secretarias proprias para presentes.
Becebea a Relojoaria David ra do
Cabug n. 14 desde 1500000 a 400000.
Grande soitimento
Semen tes de Hortalizas
Cbegadas boje
Completo soruar ea'.o
Boa eslreita 'o Rosario n. 9
Poga* Meodes C.___________
Grande officioa de serralhei-
ro e ferreiro
Boa do Padie oniz
tutiga de Santa Bita Novan. 53
Oc proprielari'B desia olcita se eocarream
de qtnlquer trabalbo como ceja : asseoiaaienio
de macbioas, asseotameDtos de eogeiboa de
ozinas e de oofas fabricas, calderas fe ogo
de asserjiamento e ouiras especias, cbamiueis
tanque. crivacCes batidas, portep, baodeiras
varar.das de diflVreo'es siete 1 as. errageos pan
moeodas. epecialidade em t-aQalnos martimo e
poolaalidaue em seos t atu?, para lsto lem so a
cflicinas bem montadas e uro pesaoal habilita
dissimo e bem c. nhecirio oeste Estado.
Chamamos a atieocao des Srs. preteodentes a
virem visiUr a nova fabrica aux liadora da agri
couora.
Beosrdo des Sanios & C.
Teiepbone n. 668
FOLHETIM
19
0 CASAMENTO DE M FORJADO
POR
ALEXIS BOVER
GRANDE
HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabeltcimento, Bob a direceo da seu hbil proprietario MA-
NOEL GA RCIA, auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser
nico sem competencia nesta capital, ja pelo esmerado gosto de sua arebitectura
altura interna, j pela promptidao e aceie do servi?o culinario aduaneiro, j4 tar
bem pela posifo bygienica do'seu editicio.
1PAETAMSKT0S
f Depois de innmeras transformacSes por que tem pausado ate Hotel, consegnK
. afnal o seu incancavel proprietario offerecer boje ama hospedagem que dere sei
' preferida pelos illustres viajantes.
I30SPEDARIAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
1,
POUR SE MANGER. Salpicles, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertao, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADECIA
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermout
ognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se boiro, odo3 recebi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importado, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as melhores condicoes do marcado e precossem%pmpetencia.
GRANDE HOTEL COMMRCLA
GRANDE
mi
eos
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimentcde primeira oidem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
da cidade do Recife.
A commodajiies magnificas, todas com janellas para s ra.
Esplendida aalade refeigSe, a mai r e mais arej-da nesta capital.
A cosinha achare a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
centimente ebegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
e culiara
O proprietario d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
deque com os elementos que cima offere se acha-se habilitado a satisfazer aos
mais difficeis dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre-
parar banquetes, jantares etc., dentro ou forado mesmo c estabelecimento.
Ais nm
m. a
E DIVERSOS IDIOUS
PRECOS KASOAVE1S
PROPRIEDADE DE
N. GRUNBERG'
DESCOERTA
ELIXIR M MRATO
PROPAGADO POR
D CARLOS
Elle cura toda a 8 jphilis.
Elle cura o rheumatismo.
Elle cura a asthma.
Elle cura cancros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MURATO, pro-
pagado por
30 C>A.3B.X,QS
DEPOSITO !M lv:UXAMBt i\
A COIMA OS DOGiS E PRODUCTOS
Ra Mrquez de Olnda 24
M
FOTO
rmxTWTT3
*&.*. I.MT"
CAPITULO IV
A ESPELUNCA DA PELLE DO COELHO
e torcendo o cor-
em frente do velho
^A.1W^
PRIMEIRA PARTE
ASRI3AS na SEIU
CAPITULO III
UM RETRATO E UMA TELA
(Continuagao)
Lalongaeur chegou-se ao ouvido de Pe*
tite e disse-lhe :
E o nosso contracto ?
Esta disse no mesmo tom a Grosbou-
lean :
E o nosso contracto ?
Depois, depois... respondeu elle...
deixemos fallar o baro.
Petite disse ao ourido de Lalongaeur :
O Eugenio disse que depois de fallar
O bario.
Bem 1 exclamoa Lalonguear.
E deitou vinho em todos os copos, co-
mef ando oa que estavam a roda a comer
a beber.
O bario sentado
freguez, dizia-lhe :
Tio Lanout, eu boje tenho muita
cousa rica, bronze, roupas que preciso
ir buscar esta noite.
K' longe ?
Bem sabe, no armazem d'Asnieres.
Sim, um pouco longe.
Parte esta em Suresnes.
Dous trabalhos, nesse cixso ?
Nao, fca tudo em caminho...
Bem, la iremos.
O velhote disse isto no mesmo tom em
que diria : A comraiseo fica a meu
cargo.
O to Lanout negociva em tbjectos
roubados, mas usava nos seus contractos
as phrases ordinarias das rela^Ses com-
merciaes.
Fingia ignorar a fouto d'onde vnha
aquillo que comprava.
Em negocios om o baro pareca acre-
ditar que este comprava objeccos a com-
panbias e lb'os revenda depois. Mas os
dous conheciam-se bem e nenbum delles
julgava o outro idiota.
Commettiam a delicadeza de se enga-
narem para reciprocamente serem deli-
cados.
Houve um curto silencio, durante o
qual o barSo es evo accendendo um cha-
ruto, e, foito isto, Lmsemend apoiou
tambem os cotovellos sobre a mesa, per-
guntando :
Tio Lanout, diga o que que toma ?
Oh nao, que ge faz tarde... vou-
me embora.
Aiuda cedo e temos que fallar...
Gustavo I
O criado appareceu immediatamente,
| abanando com a cabeca
po ; sorrio e perguntou :
O Sr. bar3o chamou ?
Chamei... traz urna de Bordeus!
Bem, bem, j se, o costurae...
Gustavo foi ao balcSo fallar com a pa-
troa. Esta desappareceu por algans mi-
nutos e voltou depois, trazendo urna gar-
rafa cheia de p, que entregou ao ser-
vente.
Lalongueur dizia a Petite em vos
baixa :
Que miseria do velho de Bordeus...
E quem o paga somos nos I o nosso di-
nheiro qae gira.
A Petite repetio a Grosbouleao a phrase
do visinho.
Ora delle, a c otar desta noite,
respondeu.
A Pet.te, voltando-se para Lalongueur :
Eugenio diz que esta noite j gasta
do que delle.
Lalongueur rangeu os dentes e ca-
lou-se.
Gustavo tinha desarrolhado a garrafa;
depois de receber a paga foi-ae embora, e
o baro, enchendo os copos, disse a La-
nout :
Tio Lanout, conhece os negociantes
de objectos usados em Pariz ? ^
Ora esa !... Pois que diabo teaho
eu sido ?... Entretanto depende do arti-
go a vender.
Diabo I pois ah que est a duvi-
da... o artigo...
Homem, falla claro, diga o que
qner1...
Um esclarecimento... sobre urna
casa com quem posso fazer ntgooio.....
Quera saber se olla paga bem.
Que casa ?
A casa Berard & C.
Na ra d'Enghen ?
Na ra d'Enghien... isao mesmo !
Lanout olbeu fixamente para o barao,
19 Ra I.' de Marco -19
Este acreditado estabelecimento continua a
vender por presos sem competidor os
artigos abaixo mencionados
Constando de
fnadapolBo para noiva a 4|$5C0 e 5*000 a peca:
Dito americano a 8f000 e 10)9000.
Dltofraocei para camisas, puchos e col arinhos 1300\
O'r-tones claros a 320 o covado.
Ditos escaros mnito largos a 400 o covado.
tlamines arrendados a 500 o covado. -----j
Bramante para lences 4 larguras 2(000 o metro.
Atoalbado braoco a lavrado para mesa a 2(5500 e 3(5000 o metro.
Cachemiras com 2 largores psra veati'idos da 20500 por 10200 o oovado.
Qasemira preta de agooal para roupa de homem a 2|000 o covado.
Cachemiras de 13 oom 1 struS du sea a 10200 o covado.
Grande sortimento de bonitos padrSes a 10000 o covado.
L ndos chamalotea comhionetia a >00o civado.
Meia de IS para senbo ras a 400000 a duzia.
Ditas de algodSo para senbora a 120000 a dosis.
Ditas de c r para homem a 120500 a dutia.
Ditas croas com os d<> ssda pora homem a 120000 a dalia.
Setioetas de todas as cores a 600 o covado.
Sedas brancas hvradas para vestidos de ooiva a 20500 o covado.
Cortinados de orochat a cambraia bordados para cama e jaoella a 100000 o par.
Capailas ccmvo para noivas a 100000 a 120OCO ama.
Eipartilhos de couraca a 60000, a 80000 um.
Moiquiteiros amerceaos a 150000 um.
Camisas para homem dormir a 6S0OO urna.
Ditas para senhora dem a 60000 ame.
Finos cortes de caseniira inglesa para c*'(a a 80000 e 100000 um.
Camisas de malha de IS p*r* homem a seohora a 650C0 urna.
Vestuarios de Jeicey para meninos a 150000 om.
Cobertas de cretona para c CasLetas pira ro< pa da homeoa a creaacaa a 500 o covado.
Brim braoco n.6t 20500 a vara.
Dito preto a 108CO a v*r.
SobretudoB com orna e doas vistaB, cobertores, eclz s, ceroulas, mantilhas, tudj p>r
preQ'i sem ccmpatencia.
S na
L0JA DO P00
19-x^xj-a. x* X3DSxwxA.3n.ga-i
(Antiga do Crespo)
U1IU0 Di 1011SOBBINHO
e disse-lhe com o espanto d'um homem
aue visse a sombra allumiar o sol:
Pois quer fazer negocios com a casa
Berard... voc ?
__ Sim, disse afoitamento o baro, des-
afiando os commentarios.
Mas que especie de negocios pode
voc fazer... a casa Iwnetta por excel-
lenca, deixou o velho escapar por entre
os dentes.
__E ent&o ? perguntou com insolencia
o baro.
Oh eu disse sto por dizer, res-
pondeu Lanout com enfado. Aponto nm
tacto.
O bario deitou, bebeu e continuou :
Pois, tio Lanout, exactamente o
faeto que apontou que me admira.
Porque?
Adimiro-me da facilidade com que
se passa o diploma de honesta a urna casa
tio recentemente fundada.
Como, de fundacio recente ? ex-
clamou o velho, era a antiga casa Nither
& C.a ; existe ha mais de trinta anuos,
quatro depois de fundada, Nither retirou-
se dos negocios, pausando a casa ao seu
principal empregado... Berard, tres an-
nos depois, fioa o nico proprietario
d'uma dss primeiras casas de Pariz ; e se
na firma ainda ha O*, representaao de
madame Berard.
Mas porque meios arranjou Berard
aquillo T
Trabalbando, respondeu seccameute
o velho.
Lanout era um grande m trala, mas
repugnava-lhe ouvir Losemondeste era
mais patfe-morder ama reputacao fei-
ta pela nica razio de lhe parecer difficil
traoalhar.
Houve um cuto silencio que o bario
interrompeu dizendo :
Elle muto rico ? I
-- Oh la iiso !
Ah excldmou Losemond.
Mo grado seu, os labios tremeram-lhe
e sentio esgazaarem-se-lhe os olhos...
O que eu nao sou capaz de explicar
a rapidez d'essa fortuna. Ha dez annos
que era esse Berard ? Nada.
Era um rapaz que velo da provincia;
est em Pariz ha sete annos apenas e vi-
nha recommendado por pintor ao Ni-
ther. .. Vinha de...
Bem sei d'onde I exclamou o bario
com um riso de nsaldade...
Eu nSo sei... A sua applicagio ao
trabalho, a reserva que tinha para todos,
a aversio aos divertimentos, ao mundo, a
tudo o qne nao fosee-trabalhar, c mquista-
ram-lhe a amizade de Nither, um velho
original... o que em 48 se chama va um
communista... que lhe passou a casa,
ha, creio eu, un: quatro annos, oo quatto
o meio.
Fez um bom casamento...
Nada disso... at parece incivel...
porque o Nither devia aconselhal-o.. ..
Casou, ha seis annos, com a filh d'ung
pobres diabos, encadernadores, creio eu,
que mora va m na mesma casa que elle,
na ra das Acacias, em Montmartre...
amava-a, dizia elle!
E os pais da mulher eram pobres ?
perguntou o bario estupefacto.
Como a miseria... mas elle tirou-os
de l... aebo que Ibes deu urna mesada...
o que ni impede que ellas se vejam..
teve um cunhado em casa, mas vio-se
obrigado a mandal-o embora... era o
Mouuou... um pequeo que vinha por
aqui vpzes.
O Moanou catraeiro ?
Sim. 6 euohado do Berard... es-
tragou-lhe muito dinheiro...
E apezar de tudo isso arranjou for-
tuna em to pouco tempo...
Eu nio lhe dista que arranjou, ey
Duas jovens em conflicto
NO THEaTRO
De repen e oovio se grande rumor nos cama*
rotes da i* ordem. era grande conflicto entre
doaB joveos: aiaqoes, cho'o, mato, morre, api-
ios, o diabo emnm chepa a polica, indaea do
f rt'o p Mea sibeodo qoe imbam ido a vias de
faer D. Elvira e D ueooveva; verificada a
eaos, linba raiao D. Elvir.
Eslava md-gaada, fonesa mesmo, D. Genove-
va, com soa amiaa e compaDbeira de camarote
peio fac'o de ver qoe todas as pessoas qoe ests-
vam oo tbeatro, olisavam fOneitepara sua mi-
sa e nao p.ra ell, indignada cese : nao por
soa booita cara Elvira, e este sea lindo vestido
qoeesl cbamtndo a aiteccao de todos' um
vsetido de um bona pbataila o lao chique,
qoe. tendo o meo de seda, o sea tea'ca muito
mais qoe elle a o qoe mais me coDtrana voc
co qoerer duer me a loj onde comproa a ja-
teada de si a vestido
Ehirs, cooirarud, d oa a garsinada sarcag-
tica a da : para qoe d&o lea os annoncirs das
lojas ? para que oo paselas oo commercio ?
ora Sra. D. Genoveva, ootro cfficlo, qsndo ea
Boppooha qoe a toa raiva era por caoea do pri-
0)0 Jaca, vem a Sra. diter qoe tSo f-mente por
qoe ano vestido muito benito e qae sendo de
ih ni tana realca mai que o sen eendo de fla
e porqoe eo nao qoiz dixer a Sra. a Iota onde
couprel. E' o caso, cao somos nada neste
monde.
Sra. D. Genoveva teDba oiio, nao veoha para
o tbeatro d*r om espectculo deste, e quando
qoiier comprar qoalqoer 'aieoda ce f'a cu
pb intazia de moito gosto, va i rna do Crespo
a. 12, la}] Esire'Ias da Amrica, qoe, cao f
eocoolra' om liado e variado so'timeoto de fa-
zendds fiaas e mudas e bom com ameoidade no
'.ralo, agrado, siocendade na melida e pregos
eooBDoiofl.
D. Geooveva reqner verbalmeote ao commisa-
rio qoe Ibe maede D. Elvira d jr por escripto o
oumero da loja. o nome da roa, o da fnzeoda da
seo vestido, o prsco e bem aesica o nome de
tolas aa aieoda* que ella vio oa luja referida*
o qoe loi defci'io.
Estrellas ('Amerita
AS -Rna 1- de Marro1
Antiga do Crespo
MAR0.UE8&LIMA
Agrado a todos pfiactaua em tec'do de gorgo-
ro, 1/ZUO o covado.
Sonhei com leo, pbaniazja, f100 o covado.
Pe y, phantaiia de salpicos de lislras e lavra-
das, iftQb o c vado
Sedas de l es. Va:dozas.
Ditas de ditas, Su-piros que vio e vem.
Cachemiras de cores, Boxbardeio.
Pnaotazia, Slrandioba.
Las com lisiras de teda. Adelaide.
Ditas dem dem Htc, Eni-a.
Ditas i lem dem ilfcr. Maracb.
Cachemira de (-, Tenbo cinmea de ti.
La8 com salpicos Os3JiCars.
vdas, padrOea ni.'vos, As sogras.
Ditatecidogorgorao, 11 ia a uir-'. at nrrer.
Cachemira preta de c-es. Nao quero amores.
Marin preto para bottaas.
Dito esf para habito.
Grande sortimeoto de roer no pretos e lavrados*
Velbotina de todas as rO-es. _j
Gran le sorlimenio caoaDraias bordadas.
Con. g de vestido raneo bordados, 18000.
Vestidos de carite, brdalos s 18.
Liada pbaotana, Reijos de aa.or.
Frt i de i i i 200J0
Ptiultios de mbo luos e bordados.
Pannos de crocbet para sola e cadeirae.
Camisas bordadas para ooivos.
Camisas trancas e de co es.
Vestaarios para baptisados.
Sobretodo de sua e doas \ista?.
Planilla lita efe lisias.
Chal-s pretos.
Cortinado? de cau.braia e de crochet para canas
Cortinados para jaoella.
Maotiibas de t .a de < res e pretas.
Ditas de algodao de cores e preta.
Camisas de 'i para bomem.
Cubarlas, colchas e cobertores.
Biios americano-, 24500 om.
Baeta encarnada e atol.
Liodissimas caeemlras de cores para bomma
gosto especial.
Cories de fos 6s branco e de cores para colele.
Atoalbado de ItBbo e de algodao.
Panoo da co la para mesa.
Seroolas elsticas.
Bramaotes de linio e de algoiSo.
L'ndcs pad Oes de crep para coberta.
Crep preto.
Merm preto lavrado, IJ80D o covado.
Las com salpicos de eoa, Caonioba verde.
Seda de listra, Albayde.
Paletots folba de eda.
Camisas de meia com list-as de cores.
Cachemiras pretas com salpicos de cores, Abre
a porta Sii na.
Linos, de qoadro e de salpicos.
Cacbiuet ce ela de cores.
Vello ii ho de corea.
Snra de todas as cores,
fiorgoro prelo, diversos presos.
Seum de todas ai cores.
Boffalo.
Murim da China, I4S00 a pega.
Crttoce de barra om metro de largura.
Cassa pabtieta tio, 40J rts o covado.
Dita dita, 200 iia o covado.
Cbiia pcrfeia, 240 ris o covado.
E multas ootras lazendas qae impossivel
descrever.
RITA DO CRESPO i2
Estrellas dAmerica
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Tijolos
Fabricados na fabrica de Camarsgibe, de sn-
penor qodidade, \ ende-se io escriptorio da
(. id pr-h ilr.ridrui It r: ambocana. ruado
Commercio o. 6.
disse que est fazendo fortuna; pagou o
que deva o a casa agora delle.
Mas nio em quatro annos que se
ganha tanto dinheiro.
PerdSo, elle fez duas operacoes na
bolsa em 1866, duramte a guerra, que o
fizeram enriquecer d'um da para outro.
Tudo tem explicado... rico !
Houve ainda outro momento de silencio
que Lanout interrompeu ao ouvir a meia
noite.
Levantou-se, dizendo :
__Despeco-me at amanhS... vou a
casa ; Nomia deve estar inquieta...
Pode ir s nove horas a minha casa,
que deve estar tudo prompto.
__ Dme algans luizes.
__Aqu tem, disse Lanout dando-lha
para a mSo dez luizes... Adeus.
At amanh.
Lanout sahio.
O baro chegou-se & mesa em que esta-
vam os da sua quadrlha, encostou-se um
pouco e, fiagindo conversar distrahida-
mente, disse-lhes :
Tenhe aqui na mo dez francos para
cada um ; amanh noite, a esta hora,
faremos as contas... Aonde puzeram vo-
ces aquillo ?
Grosbouleau respondeu :
Havemos de leval-os esta noite ao
armazem d'Asnieres.
Muto bem... adeus, at amanh.
E o baro sahio.
Lalongaeur acotovellou Petite e esta
Eugenio, repetindo o que o outro lhe da-
sera :
__Que o leve o diabo e nos nao torna
a apparectr 1 i ...
[Contina,
Typ. do Diario, ra Duque de Gaxias, 42
A
I
BUMIMVsIbi^bMbMbj


Full Text
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