Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17145


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Full Text

AMN-O 1a
Huiia feir 8 ilo AgoMo di 1 65
fojlIKiRO i 99
>.

PERMMBCO
REDACTORES AXTOMO WITRLVIO PIXTO RAXDEIRA E ACCIOU DE VASCOXCEEL.OS 0 MAIVOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo dia.
8*000
(5#000
30&000
I10
SAO N0SS0S AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQ0ES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire

PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por um anno adiantado ...
Por trimestre vencido. .
Numero avulso de dias anteriores.
1650
331000
94000
1200
Telegrammas | DIARIO DE PERNAMBUCO
*..
s;c pisiiwiAa i: wi:
Rio de
6 horas eC
ni cstafo as 7
noitc c
tos).
Janeiro, 7 de Agosto s
minutos da tarde (recebido
horas c 30 minutos da
horas c 10 minu-
entregu s 8
A Cmara des diputados npprovoucm
segunda discussao o orojecto do Senado
bre companhias de seguros estrangei-
A tNoticia diz que o Sr. Alberto
,\ epomuceno aceita a dirceco do Con-
.atoiio de Msica creado nesse Estado
por lei ultima do respectivo Congresso.
Os..premo Tribunal Federal con-
cedeu por unanimidade thabeaf-corpus
aos coronis Valladao e Olympij Ferraz.
O Tribunal considerou illegaes as de-
cisOes .de juiz seccional do Estado de
Sergipe no processo instaurado contra
os impetrantes referidos.
Consta que, reconhecidos os direi-
tos do Drazil llha da Trindade, o go-
verno britnico propora ao da Repbli-
ca o arrendamentc do mesma llha.
A taxa cambial manteve-se] em
10 i/2.
Madrid. 7 de Agosto.
Os cubanos for^aram a guarnido hes-
panhola de Baire a capitular.
Os mesmos cubanos destruiram a po-
voaeao e massacraram a populaco hes-
panhola.
Pars, 7 de Agosto,
O congresso naciona1 degeographa de
Bordeaux approvou urna indicaco no
sentido de solicitar-se ao governo que
entre urgentemente em accordo c:>m o
Brazil para que seja xado o rio Ara-
guury como limite da Guyanna.
RECIFE, 8 DE AGOSTO DE 1895
l na reflexao
INSTRUCCAOPOPILAK
33mm& da::;::;::
POR
Gallito I -an CAPULLO VIH
A INDUSTRIA E AS MACHINAS
IIO'I.AU I.EBLAXCPHILIPPE LEBON
RICHARD-LENOIR JACQUARDPIII-
LII'PE DE GIRAKDJOSU IEILMANN
BARTHOLOMEU THIMONNIERLUIZ
IAVRK.
(Continuado)
E foi essa toda a inilemnisago dos males sof-
lndos. Dep iis de mil tentativas baldadas para
restabelecer a fabrica, I,-hianc nao couseguio
arraQjar capitses com que reedificasse as oltici-
nas em parte do-troidas, e o autor de urna das
maiore3 deseo no.s da chimica applicada vea
a morrer na mlzera, em 1806. (1).
Mnlrelaot j. c fabrico da soda artificial tomava
por loda aparte um grande desenvolvimento, e
ao passo que os heru-ros de Nicolau Leblanc
nao colniam roabura resultado d'aquella desco-
Li-rt.i, mullos industria!*, que a exploravaro, ti-
raian d'ella avultadisstmos lucros.
M na lard, quizer.-un ronfea' a Nicolau Leblanc
a prorilado da su> descoberla e foi s em 1855
aae toda a secgo de chimica da Academia das
ricieoc a?, couvidava para dar o stu parecer
acerca de urna petizo dirigida ao imperador
pela lumiha Leblanc, presiou ao inventar a bo-
wenagem de que elle era credor ao palz.
Damos em seguida as conclusGes do parecer
apresentado por M. Dumas. em Dome da com-
111 i 3 sao :
A importante descoberla do processo, pelo
qual se extrahe a sod do sal marinbo, pertence
exclusivamente a Leblanc... Se se trata, como
sua faai lia desoja, de prestar urna justa home-
nagem ao auctor da descoberta da seda artifi-
cial, essa homenagam cabe a Leblanc, e portanto
a sua familia de ve ser manifestada... Leblanc
o auctor de urna industria, que abrto carainho
a todas as applicages da chimica s artes.
'' 1 meuus interesante do que a da soda
artificial, a bis oria do gaz para a il uminacao.
importante descoberla de que fo autor Pnilippe
Lebon.
Quem examinar os documentos, que se refe-
rem a existencia de Plnlippe Lebon ; quem se-
guir passo a passo os obstculos, que leve de
vencer, aquelle benemrito trabalhador ; qura
estudar aquelle grande carcter e os nobilsi-
mos sentimentos que o animara ; quem observar
ns viviss raos lampejos de genio d'aquelle cere-
bro privilegiado, sentir se-ha dominado por urna
admiragao profunda por aquelle humilde traba
Ibador, que dotou o mundo com orna descoberta
de to magnilicos resultados !
Ph'lippe Lebon nascen em Brachay (Haute-
Marne), a 9 de Maio de 1767. Vnte annos de-
pois, entrou para a Escola de ponyes e calgadas,
onde a breve trecho se distingio pelo seu espi-
rito engeunosoe investigador.
(1) Tem-ae dita po' differentes vezes que o
desespero levou Nicolao. Leblanc a suicidar-se ;
mss nao temos conhecimente de quaesquer do-
cumentos, que conlirmtm esta assergo, que a
nosso ver falsa.
(Continua)
Quando temos laucado ao publico alguraas
ida as em prol dos magnos interesses a ideia
repuDlicans, como succedeu nos nossos edi-
ctoria3s de uuntrin e de doioingo ultimoouiro
ntuitojro nos moveu sinao o de concorrermos
na altura das nossas l'jrcas para o enaltocimen-
to da meema ideia, que desejaramos sempre ver,
engrandecida e glorificada.
Absolutamente nao nos chegou no conheci-
mento, facto nenbum que deaoaeiaue perigo
para a ordem de cousas estabelecidas no paiz,
que, a nao serrn ain la as coiiimog;s que o
perturbam no Estado do Rio Grande do Sol, sa-
bemos gosar da raais perfetta calma.
Quando fallamos da necessidade que tem cada
orgao da opima', caria cidadao patriota de estar
s mpre em guarda contra es inimigos das insti-
tuites vigentes, fizernol-o biseados em factos
que sao do dominio geral e que de urna maoeira
to patente, hao perturbado a marcha dos nego-
cios publico, dificultando a administracao do
paiz.
Quem contesta que mullos desses factos ler-
se-iam evitado, si outras fossem as medidas de
prevenjao tomadas, j pelo governo, ja pelo
duirinamento da imprensa,j por cada ci-
dadao, isoladamente ? Quem ignora, que em
virtude d'essa improvidencia, a revolta de 6 de
Setembro tena grandes probalidades de victo-
ria, si ante ella nao se erguesse a figura varonil
do marechal Flonaoo Peixoto, cuja coragem
indmita, cujo Inolvidavel patrio! smo, deve-
nios hoje a paz de que gosamos, o respeilo ao
principio de auloridade, sem o qual nao pode
haver paiz nenhum normalmente constituido ?
Foi visando taes fins, sob a impresso desses
factos, que erguemos a peona na misso patrio-
tica de langar um brado de alerta s lileiras re-
publicanas que, em quaesquer emergencias, de-
ven) estar de sobreaviso contra os que, pertur-
bando a ordem publica,jachaui n'isto meto para
chegar aos seus flus inconfessaveis.
Entendemos que em todo o ternpi, reine em-
bora a paz, no infructfero que nos outros,
joroalistas, que temos sobre os hombros to
grandes responsabilidades,procuremos avigo-
rar oa alma popula* os eriiadeiros princioios
que a nac.lo dere guardar e defender, procure-
mos dill'undir as ideias altruisticas e boas, capa-
zes de fazer a sua felicidade e que devemos ob-
servar como o ritual da nossa propria religio.
A mocidade que agora desponla e para quem
_ a patria volta os amoraveis olbos, tem necessida-
de de urna educagao social e poltica mais larga,
raais consenUnea com as necessidades de 1110-
] ment, mais de accordo com os novos e ampios
horizontes que no desvendou o actual rgimen :
dalii especialmente a necessidade de urna nova
evangehsaco da imprensa criteriosa, e que sabe
collocar cima de tudo, os grandes interesses da
patria, que svnihetisam a causa do nosso futuro
e do tiosso progresso.
E'es'.e, poi. nicamente o nosso intuito, que
tornamos aqui bem patente, atina de que nao
seja desvirtuado, por qualquer motivo, mesmo
involuntario, o peosameoto que nos ha inspirado
estas considerarles.
depnis que foi formulado o actual regulamento Ao raesin \llogo providenciis no senti-
de Hygiene, e sendo esse lempo mais do que do de ser i.fun.,ado com urgencia o incluso
sutticiHiite para que o publico lenha inieirado : requenmento do Dr. Jao Augusto do Reg
das disposiyes contidas h tal regulamento, Barres, referente concessao qae por decreto
convem que' ordenis aos Commissarlos de j de 5 do correte, foi feta ao r. Jos Rufino
hygiene maior aclividade e rigCr no modo de Bez^rra Cavalcaoli, para a fundajo de urna usi-
exercer a flscalisago das substancias alimen-
taros e dos domicilios.
Convem igualmente qu* fagis nnalyaar no
laboratorio nnnexo a essa Inspectora a agua do
abasleciinento desta cidade, tomada no', ma-.
nanciaes e depois de passar pelos encaaameblos
fazendo-se separadamente cada analvse, cujo
resultado dever ser publicado. .
A* analvses devem ser feitas debaixo do
ponto de vista hydrolimelrico cbimico e ijicte
nologieo.
Espediente do r. Director Geral da i.' directora
(Juicios :
Ao Sr. Dr. Inspector dos Theairos.-O Dr.
Secretario manda communicar vos que-, ja forara
dadas as providencias no senudo de serem
executados os concertos reclamados em offkio
de hoje, que desle modo tica respondido.
Directora
na, no municipio do Cabo, de accordo com o*
Dicretos de 1 de Oulubro de 18X e 31 de Ja-
neiro da 1891.
A este^companham os demais papis concer-
ncotes rn seta coacesso e que opportunamen-
te devolvereis.
Sr. capito de fragata Jos Percira Guima-
jrac, nppctor do Ar#enal de Manntia do Her-
namhuuo Accuso recebido o vosso ofiicio sob
ti. !!" 13 do corrente, em que participaos
achai-se prumpta dos reparos de que oecessita-
va a lancha para transporte do lix .
Agradecen lo as providencias que solicita-
m?nte vos dignasles lomar, nfira de que esse
servido fosse felio cora brevidale, mecurapr-
i'oclarar-vos. que aguardo a conta da despega
'eita, que seioDporlututnenle indemnizada.
Sr Dr. Secretario da Kazenda. Pego que
vos dignis de infjrmar sobre a requisigo do
Dr. Director Geral-da %.' Directora desta Si
Ao r. Director Geral da 3.
desta Seereari. O Dr. Secretario recommo- cretariaVle Estado, constante d"oilicio jauT*.
la-vos quo providenciis no seulido de sorem '101, de 10 do corrente. -Coramunicou-se ao Dr.
fornecidos ao Quartel do 3 Batalbo de Iefan- oirecior Geral da 3." Directora,
tana Estadual, os objectos eewtaolM do offleto d d( D d %, Dinetoria
innlr\ imr i'.mi mo ann n 11 illrltr aa IllPi i r~* .
junio, por copia, que sobn- 11, dirigi o raeirao
Dr. Secretario da justiga, Negocios Iuleriores e
Ioslrucgo Publica.
Espediente do r. Secretario da industria, do d'ia
11 de Abril de 1895
PARTE OFFIC1AL
Governo do Estado de Per-
namhuco
SECRETARIA. DA INDUSTRIA
Expediente do Dr. Secrttario da Industria, do dia
10 de Abril de S9
Officio :
Sr. Dr. Secretario da Justiga, Negocios Inte-
riores e Ioslrucgo Publica.Para o vosso co-
nhecimeoto e devidos fias, comraunico que
uesla data autorse ao Dr. Director Geral da
3.* Directora desta Secretaria, a mandar exe-
cutar os reparos de que nec ssia o Theatro
aula Izabel, como se verifica do oflicio do
mesmo Director, jun o por copia -Communi-
cou se ao Dr. Director Geral da 3.a Directora
da industria.
Sr. Dr. Secretarlo da Fazenda.Envio-vos,
por copia o Decreto de 5 do corrente, conceden-
do ao Dr. Jos Rufino Bizerra Cavalcaot, para a
fundago de urna usina no municipio do Cabo.
o auxilio a qu se referem os Decretos de 13 de
Oulubro de 1890 e 31 de Janeiro de 1891.
Ao ni.amo- Solicito-vos a expedigo das
neressanas ordeos no sentido de ser paga a
Ohveira etc. Irmos a quantia de cento e vinte
e tres mil e soleceatos res, a que se referem a
conta e documentos juntos, eorrendo tal des-
peza por conta do crdito extraordinario do 1.*
de Mato do anno passado.
Ao Excm. Sr. Gabriel Pizza, Ministro dos
Estados Unidos do Brazif em Franga.
Tenbo era mos vosso officio de 18 do mez
ultimo, do qual ora respondo, declarndolos
sciente de tudo quanto expuzestes com relago
aos trabailios realisados para a Inspectora de
llygiene e Escola Industrial Fre caneca, neste
Estado-
Rogo-vos efieclucis o pagamento da factura
na importancia de fr. 703 35 devida a Kiefe
Freres, e o saldo que por ventura existir, do
qual ser adccionado o que se verificar da
crdera ullimaraenie renovada, continuar era
vosso poder, aguardando a deliberago que
opportunamente vos ser communicada a res
peito
Cumpro, com summo prazer, a obrigagao de
agradecer a dedicago extrema que manifes-
tantes nos servigos que tao solicita e deainle-
ressadamenie tenues prestado.
Sr. Dr. Inspector Geral interino de hygiene.
Inteirado de quanto me propuzestes sobre lei-
te e caf, no vosso otiicio de boje datado, julgo
conveniente que submeltais -approvago do
Conselho de Salubridade as InslrncgOes que so
bre o assumpto vem formuladas no mesmo of
flClQ?
Olrosm; jase teodo passado alguns mezes reate mez.
OrHcio :
Sr. Br. Governador do Estado.Participo-
vos que tendo de seguir hoje para o Sul da
Repblica, por motive de molestia em pessa
da familia, tica mterrompido meu exercicio
nesta Secretaria de Estado.
Expediente do Exm. Sr. Dr. Governador do Es-
tado, do dia 13 de Abril de 189
Acto:
O Governador do Estado, attendendo ao que
reoresentou o Dr. Secretarlo interino dos Ne-
gocios da Industria, e tenJo em v sta o expoito
pelo Dr Prefeito do municipio d'os'a capital
em oflicio sob n. 168, de 9 do correte 'aez, e
in.iis o acto de 30 de Junho do anno passado
resolve, abrir, sob sua respoosabilidade, um
cred.to extraordinario na impoitancia de vinte
oit) cootos, duz-nios s-ssenta e tres rail e oi'o
ceDtos reis (28:2635800) afira de occorrer ao
pagamento ua Ulumiuago publica d'esta capi-
tal durante o mez de Margo ultimo.
Os Drs. Julio de Mello F llio e Pedro
Jos de Oliveira Pernamou o, Secretarios de
Estado da Justiga N-gacios Interiores e Ins-
truego Publica e interino dos Negocios da In-
d t-ti; e da Fazenda assira o teulium enten-
dido e fagam executar.
Expedttnte do Dr. Secrttario, interino
Officios :
Ao Dr Secretario da FazendaEnvio-vos o
Decreto de 9 do corrente con eiendo ao Dr.
Jos de S Pereira, para a (undago de urna
Usina no municipio de Quipap o auxilio a que
se rpferem os Deere os de 15 de Outubro de
1890 e 31 de Janeiro de 1S9L e a lei n. 25 de
9 de Dezeiubro ultimo.
Ao mesmo Remello vos para os devidos
fins, copia do con'.raclo celebrado em 9 do cr-
reme com o Dr. Sergio Hygino Das dos San-
tos, U Joaquina Francisca de Salles Senaa <
capito Jo Herminio Pontual, para < funda-
gao de urna Usina de accordo com os Decretos
de 15 de Oulubro de 1890 e 31 de Janeiro de
1891
Ao mesmo.Solicito-vos a expedigo das
necessanas ordens no sentid) de ser paga a J.
H. GirarJ, constructor da Escola Publica -Ma
ctel Pinneiro<>, a quantia de ura cont seiscen-
los cincoenta e um mil fresemos e vinte reis
(1:6518320) a que lera direiio, conforme consta
do certificado junio, por obras supplemetilares
realisadas de a -c r lu com as ordens de servigo
sob n. 10 de 3.J Directora d'esta Secretaria,
corrndo essa despeza por conta do deposito
das loteras do Estado.
Ao Dr. director geral da 3.* Directora.
Providenciae no sanlido de ser examinado o
encanamento de gaz do quai tel do 1 batalho
EsUdual, que parece estar estragado vista do
excessivo consumo que presenta diariamente
u respectivo registro, conforme declara o raajor
commaodaute interino.
Ao ra:srao. Autoriso-vos a mandirde
effectuar com >oda a urgencia os reparos de iju
necessita a cpula do e inicio da Casa de De
tengo, conforme solicita o Dr. Secreario da
Justiga em officio sob n. l de 10 do corrente.
Expediente do Dr. Director da 1.' Dirtcloria
Ofiicios :
Ao r. Director Geral da Secretaria da Fa
zeoda.De ordem do Dr. Secretan) interino
solicito vosso parecer sobre as duas inclusas
engues de Mauoel Cleraenltno Corrrea de
Mello.
Ao mesmo.Da ordem do Dr. Secretario,
pego que vos digneis de informar sobre o io-
cluso officio do Dr. Director Geral da 3* Dire-
ctora d'esta Repartigo sob n 98 de 9 do cor-
rele, relativo coma e documento, tambera
inclusos, de Sr. Gerente da Estrada de Ferro
do Recite Caxang.
Ao mesmo De ordem do Dr. Secretario,
rogo que vos dignis de informar sobre a peli-
go inclusa em que, Manoel Caroeiro Leo pro-
prietario do engenho Recreio situado no muni-
cipio de Muribeca, requer o auxilio de 250:0008
(duzentos e cincoenta contos de ris; para a
fundago de urna usina.
Ao Dr. Director Geral da 3." Directora.
De oraem do Dr. Secretario, reitero o pedido
que ja vos fiz, afira de remetlerdes, com urgen-
cia, a esta Directora o orgamento das despezad
com os servgos a vosso cargo, a serem effectua
das no corrente exercicio, de modo a poder se
confeccionar o orgamento geral d'esta Secre-
taria.
Expediente do Dr Secretario interine do dia i5
de Abril de 1895
Portara:
O Secretario interino da Industria, attenden-
do ao que requeren Emiliano Brito de Araujo
Novaes, ebefe do 2.' Districto da 3 Sub-Dire-
ctoria da 3* Directora da Secretaria a seu
cargo, e tendo em vista o attestado medico ex-
hib io, resolve conceder Ihe dons mezes de li
cenga, com ordenado para tratar de sua sa-le,
onde ibe couvier.
Officios :
Sr. Dr. F. Veira Martins, Ministro do Brazil
era Bruxellas.-O Dr. Governador aecusa o re-
cebimento do officio de 12 de Fevereiro ultimo,
a que annexastes um retalho do Economista
International cooleodo o artigo que, devldo
aos cuidados da Legago a vosso cargo, publi-
cou aquelle jornal, a respeito do listado em cuja
adtnnistrago collaboro.
O mesmo Dr. Governador. quemandou trans-
crever esse nrligo no Diario de Pernambuco,
agradego o servlgo relevante que aos crditos
do mesmo Estado no estrangeiro com a melbor
vontade prestastes.
Ao Dr. Secretario da Fazenda.Solicito a
expedigo das necessarias ordens no sentida de
ser entregue ao thesourero inlerido da 3.' Di-
rectora d'esia Secretaria. Rodolpho Gomes Leal,
a quantia de 15:0008000, afim de occorrer s
despezas com o pagamento do peasoal da mes-
ma Directora, dorante a 1." quinzena do cor
(Juicios
Sr. Dr. Director Geral da 3.* Dire:loria.-
Man lae fazer os concertos de que traa o le
nente-coronel commandante interino do 1." ba-
talho estadoal, no incluso officio n. 111, de 4
do corrente.Communic>u-3e ao commandante
interino do 1. batalho estadoal.
Ao mesmo. De ordem do Dr. Secretario
interino, vos communco que nesta data solici-
tou se do Dr. Secretn.no da Fazenda, ordens no
seutido de ser entregue ao thesourero interino
dessa Direc ona a quantia de 15:0008000 para
pagamento do pessoal de que trata o vosso ofi-
cio n. 112 de bojedatido.
Ao mesmo. O Dr. Secretario interino
manea communicar-vos que no requermenlo
de Antonio Baptista de Araujo, sobre que pre-
slasies mformago em officio n. 95 de 9 do co -
rente, exarou nesla dala o seguiote despacho :
Indefendo ; devendo ser collc-cado no ao-
dar terreo o apparelho retralo sem scieocia
da fiscalisago. >
SECRETARIA DA INDUSTRIA
Expediente do Dr. Secretario interino, do dia 1G
de Abril de l'J
Officios :
Sr Dr Secretario da Justiga, Negocios lote-
riores e Ioslrucgo Publica. Communco vos
que nesla data provdenciei no sentido de se
rera (oroeeidas a Cas* de Detengo vmte lor-
neiras pequeas de 3/4 e dez de 7,8, conforme
requisiiast'-s em oflicio n. 13, de 8 oo corrente
-.oratlMitiicou'sa ao Dr. Director Geral da 3.*
Dir.clona.
S*. Dr. sob-Prefeito do municipio de Gra-
nito. Para resolver sobre a duviii apresent >.-
da eiO'tofficio d* 7 de Margo ultimo, pelo Secre
iario da Prefe tura desse municipio declaro vos
que est em pleno vigor a le n. 1,220 de 21 de
Junho de 1875.
im!o a lixaro de limites de qae trata o
m'esuJo oHV'io, P'iuao qu deveis fazet o ao po*
ler legislativo, nico competente para tratar de
tal iKsamnt-, segundo determina o 9. do
art. 36 da Coosllluigo do Estado.
Expediente do Dr. Dir Mor da 1' Dlrectori*
Oficios :
Sr. Dr. Secretario da Fazenda. O Dr. Secre
tao raa da comuiutucar-vcs para os fin- con-
venientes, que m 13 leste mezo Dr. Alberto
de Meudonga reasaiuiio o exercicio do cargo
de commissario d#5.# districto da 1." circutn-
senpeo sanitaria, renunciando o resto da liceo-
ga, em cujo gozo so achava.
Ao mesmoPego de ordem do Dr. Se-
cretario interino, que informis sobre o assump-
to da inclusa peugo de Carlos Lu leu e Fe-
lippe Paes de Oliveira.
ao meamoSolicito de ordem do Dr. Se
cretano interino que vos^digneis de informar
sobre o assumpto das pejjes juntas de Anto-
nio Marliuiano da Silva, Manoel Gomes de
Figueiredo, continuos da 2,* Directora d'esia
Secretaria de Estado.
Ao mesmoDe ordem do Dr. Secretario
interino, rogo-vos que providenciis no sentido
de ser informada por essa Directora, a peligo
inclusa era que Antonio dos Saotos Pontual,
Baro de Frecoeiras reclama contra o Decreto
da concessao da usina Frecheiras
Sr. administrador da Escola Industrial
Frei CanecaO Dr. Secretario interino scieoie
pelo officio de 10 de Margo ulimo de haver de-
sabado a fornalha da cadeira quando da uzina
sob vossaadtnip.i-tniQa). a qual vae encontrar
m conce.rto approvo a deliberarn que tomas'
les de taier oceup r-se por alguns dias em
servigos externos vigentes o respectivo pes
-Sr. Major Porphiro Poppe GirSo O Dr-
Secretario interino e3ti sciente pelo offic o Cir-
cular de 8 desle mez, deque vos acbaes nle-
nnamen e commaodando o 1. Bataloo de In
f.iuteru Esladual.
Sr. Dr. Director Geral da 3." Direc-
tora.De ordem du Dr. Secretario interino
ru"o-vos digneis informar sobre o inclusa re-
queriraento da Companhia Recire Draynage, pe-
aindo a relevago de mullas que Ihe forum im-
nos'as por falta d'agua em apparelhos e irregu-
laridade noservigo da reraogo de lixo.
__ r. Agentes do Lloyd BrasileiroDe or-
dem do Dr- Secretario aecuso o recebimeoto de
vosso officio de hoo'em datado era que commu'
uicaes que vapor nacional Alagoas teodo
checado as 6 horas da raanha dos porlos do
norte seguir para os do Sul hoje as 5 horas
da tardeCommun cou.se ao Dr. Director Ge-
ral da Secretaria de Estado dos Negocios da
Industria e Obras Publicas.
Expediente do i'im. Sr. Dr. Governador do Esta-
do do ia 17 de Abril de 1895
Decreto :
0 Governador do Estado, attendendo ao que
requereu Manosl Lutz Pacheco, prophetario do
BBgeoho Baizde Dentro situado no munici-
pio de Amaragv : tendo em vista as informa-
gOes da Directora Geral da Secretaria da Fa-
zenda de 4 do correla e raais pareceres presta-
dos sobre o assnmpto ; e usando da attribuigao
que Ihe conferem os Decretos de 15 >ie Oulubro
ri 1890 e 31 de Janeiro de 1891, resolve expe-
dir o seguiote
Decreto:
Art. l. E' concedido a Mauoel Luiz Pacheco,
propietario do engenho Raz de Dentro para
a fundago de utna usina que se denominar
Raz de Dentro com capacidade para cem sac-
eos de assucar de setenta e cinco kilograramas
cada um e quatro pipas de alcool de quatrocen
ios e oitenla litros cada urna, diariamente, no
referido eegenho, o empreslimo a que se re-
ferem os Decretos de 15 de Outubro de 1890
e 31 de Janeiro de 1891 na forma e sob as coo-
dicOes segointes:
I. O Estado concorrer, a titulo de empreslimo
hvpothecaro, com a quaniia de duzentos ecin-
cenla cantos de ris em apolices, ao juro de 7
por cento ao anno de conformidad cora o art.
- do Decreto de 15 de Outubro de 1890.
II. A primeira prestago ser recebida :
a) Depois de hypothecado ao Estado, sera
concurso de outro "credor, o engenno Raz de
Dentro com todas as sitas trras, mattas, pastos,
logradouros, obras e bemfeitorias existentes e
as que accrescerem.
b) Depois de apresentado documento que p-o-
ve acharem-se encoraraendados os machioismos,
apparelhos e ferragms destinados a fabrica, o
qual dever ser aulhenticado cora u assignalura
do Cnsul Urazileiro ou Agente Consular ou
Fiscal do Brazil no lug?r da fabrica ; ou depois
da priva de|ter sido feita a eocommenda dos
mesmos apparelhos por intermedio de casa cora-
raercal desta cidade que tn-pire coofianga, pre-
cedendo contracto da forni-ciraento de lodo o
apparelho, inacbimsm > e utensilios em teono
certo e determinado, assignando o representan-
te da mesma casa, na estago complente, termo
pelo qual se obrigue a rumprir o tnesui > con-
trario de fornecitu :nto com sujeigo rio paga
ment do- prejuizos e dainos que possara re-
su tar Fazenda do Estado pelo seu nao cutn-
primenlo.
III. A segunda quando to lo o material se achar
no local destinado ao levantamento da usina, ou
quando este-ja lodo j recolhido Alfaodega do
Estado, nos termos da lei n. 25, de 9 de Dezera-
Dro de 1891.
IV. A terceira.
aj Depiis de se acharera cencluidas a fabrica
e suas dependencias e fue i man lo com regu-
laridaae provada pela experiencia.
b) Depois de efi'actuada e inscripta a hypo-
theca da usina com lodos ? machinismos, ap-
parelho, accessorios, dependencias, obras e
Oemfailorias que oella bouverem de ser estabe-
lecidas.
V. A amortisago das apolices ser feita por
sorteio no mnimo, razao de 5 por cento an-
nualmenle e comegar logo que a usina tiver
tralo duas safras.
VI. Desde porm, que a usina der divilendo
superior a 12 por ceolo o excesso ser tolo ap-
plicario amorlisago das apolices.
Vil. A importancia dos juros das apolices
ser recolnjda quinze dias anies da epocha mar-
cada em cada semestre para esse tira.
Esses juros comegaro a correr desde o se-
mestre em que as apolices forem eraelttdas.
VIII. Se era um semestre qualquer deixarein
de ser pagos os juros, a nao er por caso de
forga raaior perfetamente justificado perante o
Governador do Estado, o debito naquell* impor-
tancia comegar a vencer o juro da mora a razo
de 2 |o ao mez.
IX. Se durante ura anno, por qualquer moti-
vo, deixarem de ser pagos os juros ou, na epo-
cha fixada no art. 8.' do Decreto de 15 de Ouiu-1
bro de 1890, a quota da imoriisago, um e ouiro
debito cunegaro a vencer o juro .la morara;
razo de 2 |, ao mez.
X. K n qualquer dos casos da clausula ante-
cedente o Estado alrainistraiivaineale se pagar
como ere tor antiemtico, pelas reas da usina i
collocando nella ura administrad >r.
XI. O concessionario lera urna escriplurago :
em forma coramercial, feita por guarda hvros, j
que poier ser examinada por ordem do Go- i
verno lo Estado; dev.-n.Jo. em lodo caso, ser i
publicado aiinuiliiietiii; o balango, receita e des-
pega da empresa.
XII. X'eiiiium dividendo se far antes de se-
rem sal sfeilos os juros das apolices, e na ep >-
clia fixada, a respectiva quota de amorlisago.
XIII. Quaesquer duvidas qae se suscilarein
entre o Governador do Estado e o concessio-
nario s 'rao dafinitivamenie resolv las pjr dous
arbitns iiomead.?, um pelo governador
talo e OUtro pelo concessionario.

DESPACHOS DO DR. SECRETARIO DA
ZEKDA NO DIA 5 DE AGOSTO
1895.
FA-
DE
Mara do Carmo Pereira de M.ice lo. estae
tecnia com loja de cera ra dj Li'vrarneato
n. 36, tendj sido dispensa do pagamento dos
impostos estaduaes pe le para mandar se dar
naixa as rep-irtiges fiscaes.Informe o Sr
Dr. director geral.
Meira Silva &, C, estabelecidos com taverat
no predio n. 4 da ra de Pedro-Affjnso, recla-
mando contra a coMeeia que Ihes foi feita tu
importancia de 533J274 Informe o Sr. Dr.
director geral.
Dia*
Mario G. Ferraira, 2." official da Recebede-
ria do Estado, ped ido tres mezes de licenga.
Como requer.
Mari Leopol tina de M Rezente, professors.
era disponibilidade, pedinio pagamento de ven*
ciraeoto3 que se aedam escripiura.ios.Infor-
me o Sr. Dr. director geral.
Felippa F. de Aibuquerque Regueira, ex-pro-
fessora da 4 cadeira de Santo Ara iro das Sa-
linas, pedindo pagamento de 87J500 que dei-
xjU de receber.Pague se de conlormidade
com a mformago da directora geral.
Primenio Duarte Ribe r, pedindo ilumina-.
gao do imposto de industria e profiss&o.=Ae
Sr. Dr. director geral.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO
No caso de desaccordo entre os arbitros cala
um delles apr sentar um pesempatador e a
sorte decidir.
XIV. O valor do presente contracto e tixado
para os fins legacs em 2J0 OOOJOJJ
XV. Ficam fnzendo parte do msm) as dis-
posires do Oecreto de 15 de Outubro de 1893
e dode 31 de Jan -iro Je 1891 no que Ihe pu
derem ser appliadas.
Despicho! do da 6 de Agosto de 1895
Fonseca & Souzi, R.iro de Ltraoeiro, Joa-
qun! Jos Duarte, Vicente Barbalho Uchiit
Oavalcante, B:rnardioo Campos & C. Manuel
Ferreira Bartnolo & C, J Fernand ) da Silva
Pinto, Henry Wogeiey, Banco E nissor de Per-
iiaiiione.i. Domingos Fernn les, eaula & Sal-
do Es- gado, J. Girare", Viann i Castro & C, Francisce
1 Jos de Mello Costa, Fonst-ca Irmos & C Jos
de Souza Aguiar & ., Joaquim Lopes de Aze-
vedo, Illuminato Soares da Fonseca, Silveira i.
C, Joaquim Ferreira de arvalho 4 C Anto-
nio Joaquim da Costa, Argo de Onveira Pela-
gio, B'nto Ribeiro & '., J. Fernando da Silva
Pinto, Das Loureiro C, PaUmo de Oliveira
Maia, Apr gio Silva & C, -Manoel da Silva No-
gueira, Dr. Francisco do R go Barros de La-
certa, Conselheiro Dr. Joaquim Crrela da
de ser
XVI. O concessionario] obriga-se a assignar. Arauj j, Maia e Silva & C, Esu-vo de Gusmu,
o presente contracto dentro do prazo de quin- Maia e Silva & C, Guerra Fernando, Joo de
Aqumo Fonseca, Flix Venancio Cantalice,
Agos'.inho dos Saotos 4 C, Pereira Carneiro &.
C, Nunes Fonseca k, C, Pereira Caroeiro &
C, Adolp o Franco & \, Alvares de larvalho
Carvalho & C, Rjdolpho A'iiunes & C, Alva-
ze dias, a contar de considerada sera etfetto'a concessao.
XVII. O contracto resultante do prsenle
Decreto, Slvo .aso de sociedade anonyma, s
poder ser transferido a agricultores, prefi-
riendo, porm, approvago do Goveroe do Esta-
do, cora rela.o a t idas as clausulas da cjssaoj res de Carval'o & C., Miguel Meira, Miguel
ou translerencia. | Carneiro de Moraes. Vianna ..astro & C, Alb-
Art. 2 Fcara revogadas as disposigOs em a> Silva & C, Eduardo Paes Oaraiuha, Jos..
contrario. | Emigdio Ferreira Lima. Jos B z-^rra da osla
O Ur. Julio de Mello Filho, Secre'ario ioteri- Gued s, Luiz Machado Bolellio, Gomes de Mat-
no dos Negocios da Indu-lna, assim o tenha
entendido e faga executar. Alexaodre Jos
Barbosa Luna.-Julio de Mello Filho.Remet-
t-u-se copia deste decreto ao Thesouro do Es-
tado.
Expediente do Dr. Secretario interino
Officios .
ao Dr. Secretario da Fazenda.Pego que
vos dignis de providenciar no sentido de
serem fornecidos a Inspectora de Hygiene,
conforme solicita em officio n. 103 de boje da-
tado, alguns exemplares do regulamento da
Secretara a vosso cargo e do que Mr expedido
com o Decreto de 8 da Fevereiro ultimo para
a cobranga do iraoosto de selloJommunicou-
se ao Dr. Secretario da Justiga, Negocios Inte
riores e Ioslrucgo Publica.
Ao Dr. Prefeito do municipio do Rscif.
Communco vos que o Dr. Director Geral da
iQ.iustna, Viago e Obras fubhcus providen-
cio | no 8enlido de ser reparada a galena
publica de exgoto na travessa do Peixoto, con
forme vossa reclaraago em officio n. 181 de
1 do correte.
Ao mesmo.Para que vos dignis provi-
denciar, cora a urgencia que se faz oecessana,
reraetto-vos a inclusa copia do olucio do Dr.
inspector da Hygien-, sob n. 102 de nontem
datado. Communcou-se ao Dr. director da
2.* directora. ...
Ao Dr. promotor da Santa Casa de mi
sericordia.Encontrando a Inspectora de Hy-
giene serias difficuldades na cooducgo de va-
riolosos do centro da cidade para o Hospital
de Santa gueda, servigo que tem sido feio em
padiolas cooduzidas por homens anda nao at-
fectados, rogo que, de acord com o exposto
era o officio do Dr. inspector geral interino de
Hyhiene de hontem datado, sob n. 100, junto
por copia, vos dignis de por a aisposigao da
mesma inspectora o carro que essa Insiituigo
posxue para aemelhante lim.-Commuoicou-3e
ao Dr. director da 2.* directora.
Exoedientt do Dr. Director da 1* Directora
Ao Dr. fcspector da Hygiene.Commu-
nico-vos, de ordem do Dr. Secretario interino
que nesta data officion-se a 3' directora para
providenciar ao seotido de ser desobstruidlo
esgolo da rui Joaquim Nabuco, conforme so-
licitastes em officio sob n. 101 de 16 do cor-
rente.-Communtcou-se ao Dr. director geral
da 3" directora.
Ao Dr. director geral da Secretaria da
Fazenda.-Afim de satisfazer o pedido conste-
le do officio o. 36 de 16 do correle do r. se-
cretario da Cmara dos Deputados do Estaoo,
roso vos de ordem do Dr. Secretario inler.no,
queprovidencieisnosentidOi.de serem coma
raaxima urgencia, fornecidas a esta directora
copias dos contractos e iraodagoes realtsados
com a Companhia Ferro Carril e estradas de
ferro que ligara esta capital a seus suburb-os.
tos Irmos, Rodrigo larvalho S; 0., An onio di
Cruz Res, Cyprtano & Baptista, Rodrigo Car-
valho & i;., Julia Dredesn, Rimiro M. Coala .
C, Julia Doeidedm-Informe 1.* secgo.
Ferreira & C, Antonio de Almeda & C, An-
tonio de Almeida & C, Antonio da LIBi Res,
A. Martins & C, Manoel Collago & C, Luiz Ma-
chado Boleiho, Pessoa &, Silveira, Almeida Go-
mes Os C -Dirija se Directora Geral da Se-
cretaria de l-'-iz -tilla.
Joo Carolino do Nasciraento.Ccrtifique-se.
J. Ganches & O.-Iodelerido, em vista da id-
forraago.
custodio Ridrigues Neves.A' vista da ic-
formago indefendo.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Guimaret.
Questursa Polieiul
Secgo 2.N. 172 -Secretaria da Questor*
Policial do Estado da Pernambuco, em 7 de
Agoste de 1895.
Ao Sr coronel Dr. Julio de Mello Filhflt,
mu digno Secretario da Justiga e Negocios la-
tenores. .. ,
Pariicpovos que forara hontera recoinidoa*
Casa de Detengo os segulnles individuos:
a' ordem do subdelegado do 2.' districto da
freguezia de S- Jos, Claudino da Silva Santos
e Liberio Caroeiro dos Santos, por embriagaet
e disturbios.
A' ordem do subdelegado da Magdalena, Jo-
sepha Francisca de Assis, por enme de furto,
Elisa Mara da Conceigo, Honorina da Silva e
Alexandrina Marta da Conceigo, por offensas &
raeral publica
A' ordem do subdelegado] da Torre, Deolinda
Ookissi, por disturbios.
Nesta data communicou-rae o subdelegado da
1. districto da freguezia de S. Jos, que aote-
honlem por volta de 7 horas e meia da noufce
a casa n. 82 sito ra de Lomas Valentinas.
0 ex-cabo do 2." baialho de infantaria federal,
coohecido por Pompeo, ferio cora urna estocada
a Ladislao de Freitas Albuquerque, por tec
este declarado, que urna cdula sem numere
que achava-se era a referida casa, bavia sida
dada por Pompeo.
Contra o delinquente que evadio-se procede
aquella auloridade as necessarias diligencias a
tira de captural-o.
Pelo subdelegado do districto do Peres, io-
ram remettidas a esta repartigo, as seguiote
armas: 6 Tacas de pona, 3 caivetes e S es-
p tos, todas appreheodidas era poder de diver-
yer^os desordeiros.
Scde e fraieroidade.
O Qsestor,
1 Jos Felippe Nery i% Silva F*-


1
S i
DESPACHOS DA SECRETARIA DA Jsfr-
CA, NEGOCIOS INTERIORES E INSTROC-
CO PUBLICA DO ESTADO DE PERNAi
BUCO DO DIA f? DE AGOSTO DE 1895. '
Francisco Miguel do Nascimento, senteacia-
do, pedindo certido.-Ao Sr. Dr. presideote
do Superior Tribunal de Justiga.
Jcs do Patrocinio Carino Ribeiro, pediada
entregado documentos. Sim, mediante re-
cibo.
Jos Aujo de Souza, sent-nciado, pedisic
cerlidao. Ao Sr. L)r juiz de direito ao ma-
me, po da Vi tina para attenler.
Gustavo Ernestmo d Jioba (ialvo, capitao
do3. b.itAto EstalueigPlefen.i;- nos ter-
mos do officio ao Dr. Secretario da Fazenda
Honorio Accoly Villar di Silva, soldado da
1. batalho de infantaria Estadual, requerend
reforma.Reraettido a Junta medicado Es
talo
Manoel Alves de Barros, sentenciado, pedin-
do perdo.Ao Sr. Dr. Substituto do Proca-
rador geral do Estado, para que se digne de
informar.
Hermenegildo de Siqueira,
Porleiro interino.
i

i-
i3L HBHi






Otarlo de Pernambnco ftninta-foira 8 de Agosto te 18.1*5



SECRETARIA DA INDUSTRIA.2.* DIRE-
CTORA
lusptctoria Qiral di Hygiene
Expediente |do dia 5 de Agosto de 1895
Pelo Dr. commissario do 3' districto, foram
multados : .
0 Sr. Francisco Barbos Longantio, propne-
tario da caa da ra do Oapitao Lima n. 8, em
quinhentos mil rea (500S000), por iofracgo
e reincidencia do art. 35 do Regulamento vi-
gente
O proprietario da casa da ra do Paysandu
a. 3, em vmte mil res (20(1000), por infracgao
do art. 39 do Regulamen o vigente.
Pelo Dr. inspector geral interino da hygiene,
foi multado em cem mil ris (100S003) o Dr
Antonio Joaquim de Barros Sobnuho, por in-
fracgao do art. 51 do Regulamento sanitario vi-
gente.
Pelo Dr. commissario do 3o distncto, foram
intimados: ...
O Sr. Francisco Barbosa LongarHto, propna-
tario do predio da ra do Capitao Lima n. 8
para no praso de 15 das canalisar as aguas ser
vidas e fezes, inutilisando o encanamento ac-
tual que esl imprestavel e prejudicial.
^O Sr. Gurgel do Amaral, proprietario do pre-
dio da raa do Anrgao n. 34, para no praso de
39 das mandar mudar o local onde se acha o
appareiho da Companhia Draioage para o quin-
tal do referido predio, calal-o, pintal-o ;e acea
lo, Qnalmente, sem .. que nao pode ser habita
do.
Ficando os meamos senhores sojeitos as pe-
nalidades da lei na falta de cumpnmenlo das
respectivas intimacis.
Foram considerados em condiges nvgiem-
cas para serem habitados ;
Pelo Dr- commissario do 5* diatricto, o pre-
dio n. 6 da Travesa do antigo Pono.
Pelo Dr commissario do 2 distncto, o predo
n. 11 da ra Das Cardoso.
Pelo Dr commissario do 3o districto, o pre-
dio n. 3 da ra 1 de Margo.
Da t
Joao Ant.nio da Cunna Cartella, pedindo
dispensa da molla que Ihe foi imposta pelo Dr.
commissario do 4 disincto.Em vista da in-
formagao deferido.
Joaquim Ferreira deCarvalho ft L,-, pedindo
para mandar examinar caf.Sim.
Foram considerados em condigOes hygienicas
para serem habitados :
Pelo Dr. commissario do 3* distncto, os pre-
dios ns. 8 do ra do Vsconde de Albuquerque,
33 da ra do Bario de S. Borja e 85 da ra do
Colovello.
Pelo Dr. commissario ;do 4o distncto, oa pre-
dios ns. 10 da ra do Crespo, 149 da ra da
Concordia e 15 A., da ra das Lreoulas.
Pelo Dr. comm ssario do 5o districto, os pre-
dios ns. 22 da ra de Domingos Jos Martins e
117 da ra do Pilar.
Dia 7
D. Maria Amelia de Freilas Moraea Pinheiro
padindo para raaudar examinar a casa n. 13 da
Travessa do Prixoto.Ao Dr. commissario do
2 districto para examinar.
Vianaa Casiro &. C, pedindo dispensa de
multa.Indefendo.
Pelo Dr. commisoario do 3* distncto, foram
considerados em condigOes bvgienicas para se-
rem habitados os predios ns 9 Travessa de Joo
Francisco e 18 la ra das Pernambucanas.
Secretara da Inspectora Geral de Hygiene
do Estado de Pernarabuco, em 7 de Agosto de
1895. .
Ayo'tnario da Triniadc M. Hennques.
Secretario.
INTERIOR
A Uka da Trindade
traos-
Bkiaes
S. da
Em sus ertigo rfe 27 de Jolho ol'.imo, eacre-
vj o jemal do Conjmercio :
As noticias que oes chesam de orgenes as
mais anlonsaiai co- Brmam as nossas previcef
Ji i omn e amltavel sologa da quesilo da
iba i. Tritdadeque parpi-f tinto aorprendea
o no c Gnvenio ton o no Giv^rno Britnico.
T leg'ammas ce Londres, de osnqoi',ug, coja
imioriaacw ttnaoeeiri e onive-fal e cnja influ-
encia na pori'da'fe p d'tica a Inglaterra incon-
lestavel, cornmcoicag&o par* aqu qoe o Pnmel-
ro M oistro lord Sahsnory icdaroa ao cbefe da
casa a que aiiudiroo?, qoedecedida por seu lado
a queaiao di occcp.>ga> da Iba que anda ba
poneos mas tgnorava, lugo que recebes^ as 'e-
clamagoes do Governo do Brasil. Vimos i eses
eleersmmap.
Po- ou'ro lado, da f.egsgao Brasil^' em Loo-
dre receben o inist o das BeUges Exteriores
telBKramoja. annonrurado quena en"eveia cor,
o Maques (te Snlisbury declaren o Min airo ao
Sr. D Suma Crrela o mesmo, itta ; ter tiao
aoiicia da ec^opagSo da Una oa poneos da e
asfegorcu mais e cfficalsente qne esiaia pom-
pto a oiacoiir rnica elmente a qualquer recia
magSo.
A Agencia leuie- e o Tirxes foram au'.ori-
eados a faier a m?ma aeclaragu.
Estarcen taajbemiforaiadosdeqoe o Sr. Pbip-
pe, enristro ingler, envin nota ao M n'Btro oaa
RriagOes Extu'iorea. duendo-lne qoe commoni
con pelo telegradho ao Goveroo oglez o p-otes-
:o fio Govemo Br sileiro e qoe pelo paqoete que
parti Qomem remetiera copia das notas de 22
e 23 do corren e e dos documentos qoe acom-
paobarm ? ultima.
Oscfciaes oa co'vet D. Isabel no anno de
1856, in-obidos de explo-ar a liba da Trindade
deram o aeguiule relatono :
" Cunpriniio a promes-a vamos ajora
crever psra aqu o relmorio fetio p^loa o
da noa?a corvta D Isabel em 1856:
Sr. C mmaodanie.Ioxum .m- u, r V.
explor 5^10 da liba a Tr n .ade r .-.o.ugio de
divero^ qaesitos a sen resptito lurmad.e, pro-
coramos, taDio quan'.o possivel, satisfaier a eesa
(ommi8s expooao o reauliado daa nossus d-
vet eac-s.
O terreno da Trjn lade, ao qo"* parece, de
*o magao graoitia e pertence a sena plotonica.
Escarpado* roubejos altas man^aubas cercam
algnn-- valles e explanadas, pela ttaior parte co-
bertos de vegeiagao.
A .erra em monea luga'es ama especie de
3rglll a que, enire i s, se da o come de m.<8-
=ape. A scperficie di liba aera, qu nao mnito,
de tres leguas qcadradas; o espago coltivavel,
porm. nao pode exceder a legua e meia.
O milbo, a mana oca e aifferentes especies
e legumes abi poderao ter pUntadoa com pro-
TCtto. Em apolo deaaa Dossa opio a), citaremus
o facto de bavermos encouira 'o graode parte do
solo coberto de orna especie de leguminosa, qoe
parece bavtr eido serceada ba pouco lempo.
Do lado do oo'deaie (N E, e ^eacHido das titas
e escabrosas mcolanbaa qoe lioiitam a iiba pelo
rje.-'.e eocdntremos agoa excedente, coja ongex
308 loiroarUtl. porm. determinar, poraoe a
Taita de lempo noa inhibi de seguir o seo corso.
E-.-d parte qoe talvez a de mais soave decli-
? em toda a liba e vai terminar em orna praia
pedregosa, desobrigada e de forte arrebentagan,
aihava-ee coberta de troncos e ramos seceos,
:alvei tombaaoi pelo eff-iio de alzum temporal,
do come das mootanna >'* oeste, onde crescem
arfores de grandeza regolar.
Abi tambem motamos om espago qoadrado fe-
cbado iieUs mioaa de om rro-o de pedras soltus.
que nos parecen ter sido amigamente orna bort*
oo logar coluvado.
A i eodoesie (S G) ba orna peqorna praia qoe,
iegoodo a no-aa epioio, e o logar qoe cnVece
neioor deaembir;U' Lio s porque a^ii pode
foouear os navios mal? abrgalos dos v> otos d
rjTde-te e de leste (N E e E), cono poraoe,
com a coo?lrocgao de aica ponte, qun se adiio.
te 15 a 20 bracas pelo mar, se poder desem-
barcar com a fa Mlidale, removendo-ee por esta
forca oa iiconveal ntes da forle res=aca, qoe
abi reioa e terna o de.-embarque difficil e per -
go o.
E'te por:o, se tal nome se pode dar a otra en-
:1a pequea firrrady, pela galleada de doa
pon aa, limpo, profando e arto a abrigar na.
vic8 de peqaena tonelagem qoe, podendo sem
rlaco intro r.se por elle, ticario mats hem fan-
Je*db3 e coberte dos nsoUos dos ventos qrj"
eoP'am desde Scite (S E) at o Su .'oSst-? (S O)
O seo fondo de arela, couciaba e coral, e a
agoa ao clara qoe ua profandidada de ouo
bracas se eoxerea a arela.
Ji distancia de meia amarra (60 bragas), de-
morand Pao de Assocar ao So-sudoeete (SSO;
da agolba oo Sal-qaarta-Sudoeste (8430) verda.
Pora das auia pontas Ba Id bracas de agua,
lunlo pedra.
Na diUnc de seis amarra-, demorando a
por tt a Laste qoarta de nordeste (E4NB), e orna
pequca lina contigua a oaira pon>a a Nordeste
qoarta de oeste, (NOiJ), romos.magnticos,
acbamosSO bracas, funde ara.
Este po to era talvez procurado de preferen.
ca pelos navios qoe aoligamente demandavam
a ilha, njDotbese qoe podemos fnadar nao s
na ctrcumataac'a de ser o terreno por esas lado
mais acessivel. mas tambem oo facto de ba.
ve-moa encontrado na [rada de ama collina,
qoe vai morrer oa prau, pedagoa de teltias e
ootroa vestigios de orna babitagao, e bem asaim
om peqaeno moro de pedras, qoe parece ter ser-
vido de pedestal a om- pao ao baudaira.
A despeno dos esforc* qoe eupregamoe. nao
nos foi possivel d?scobnr"caga oh vestigios del.
la, o que nos fes soppor qoe as cabras qoe, se.
guodo a tralic;Sj, abi se encontravam, em
aboudancia, oo procoraram as altoras, oo loram
exlini'tas pelos Baleelros, que freqoeoiemente
abi aportam.
Como em Fernando de Nj-oatia, ahndanosla
ilha a especie de cirangneijos a que all se d
o Dome de Garamom.
A faciiidade de fabricar cal de pedra calcrea,
qoe se eocontra u grande qaautida le es al.
gona logares da iiba, a existaouia de bom bar.
o, pedra e algnma msdeirc, tomam aa cooa.
trocgoei 'aceiss de pooco dispendio.
E-ti liba qoe de alga na importancia como
ponto estratgico en ratao da proximidade em
que esta das nos-oa cortas, poderla ser ntilisa.
aa para e estabelecimemo de om presidio oo
para a fandagao de om colooW de percadores,
por aebar.se a peque ia distancia das linas Mar.
t.m Vaz.oode se encouira abundancia de peixe
e por eerem as soaa aguas enanamente pa.
COSHS.
Como colonia agrico'a, porm, nenboma van.
tagem ella pi* cfferecer, nio a pela pequana
cu tura de que soaceptivel, como pela difficol.
da'e de dar sabida aosaeo) producios.
Tes su?, Il n. Sr. commaodaote, a6 coiside.
ragOes qae a perfonctona aaalve a qoe poje.
os proceder nos habilita a faxer, e que temos
a honra de aobmetter ao illoairad criterio de
V. S.
Bo--do da corveta D. Isabel, em 22 de Feve.
reiro de 1856.
Illm. Sr. caoitao de mar e goerra M-moel
Francisco da Cista Pereira, commaodaoe da
corveta D. Isaoel
(AssignidosAatooio Carlos Ribeiro de Ao.
drade, i- tenenteGaio Pinbeiro de Vaaconcel.
(03, 2- tente.
A" citado Jo-nal eacrereo om almiraote refor-
mado estas linhas :
A occooagoda lina da T iadade pelos la-
glei-*s, c pirada Iasidiosamaote em Jaoeiro do
rorrent' anuo, tem em face do Direito Interna-
cional, todo os caraclviUlcoa dos actos prau-
catfo8 oo eecolo III pelos subditos da rainba
Tema. _
A nota de Mr. Pnipns, representante do uo-
verno'Britanaico, consigjanlo a declaracao, qoe
o Miuiatro dis elagoe xteriores Ibe flxera
erbalnieote, de que o Gjvernj da Repblica da-
ia (lealaido de mandar um vao 'e goarra
Trindade, b qaaiiticaodo de inopportooa a men-
g'io alias o levada a effeito. e.-si nota, d
urna iinvierf.oencia que faz lembrar a chancella-
ra de Rjsa8. .
E' licito, portanti, iiferir que o G>?e-no Bri-
tannico. sosciando inoDinidamenia om ce flicto
com a Repoblica Braaileira teii deaigoioa occol
toa, que a.i polen flciir limitadoa ao aballo da
I'ba da Trindade.
E^'a oao se, presta absolutamente eetag&o de
carvao de qoe precia a Mariaba Real, ao looeo
da coeta oriental da America do Sol, asm de
completaf o circulo do p der naval com qoe a
Inglaterra pretende envolver o mundo para pro-
lecgao de seo commemo martimo e segoranga
de 8uas po sesaea olfa-narints.
A liba cobigaia peloa eatrategiatas inglezea
ootra : a d Fernando de NuronbJ.
Um do-" mais illostradoj officiaes da Marinba
Beal, n simiraote olomb. en leitora qoe fet, ba
a k-eoa ono. em om circnlo te-bnico, disse.
pooco ais oo menos, o qoei voo rep'odozlr:
E' evi lente que as liobas de operacOea deoos-
?os crozei-'is nn cao de nos acbarmaa envol-
v ios em un s;rand guerra martima, care:e-
rivo oo Attlaouce Meridional de orna eslagao de
carSo; portante, se nensa eventoalidade nao
podemos conseguir a allianga do Brai 1, teremos
de temar a liba de Fernando e Noooba.
Tal qual como as o-igeos do ooier martimo
das oages da pira'ariamms oa menos orga-
nisadae do8 pheniclos, do* egypcios, dos greeos,
dos illyri08, dos rabes, dos (caulmavos, dos
normandos e dos bretOea.
O iliostre almi'anie inglpz nio fez mais do qoe
tomar ao p da lefa o conoecido proloquio :
O triiente de Neotooo o sceptro do mundo
Para mim, f'a de dovida, qoe o gabinete
de S. Jame moi canaladamente qoiz provocar
orna explosSo d-no*O amor proprio nacional,
imaginando qce o descomaonal atlentado im-
pellisse o no8?o Goemo a praticar ene-glcas
represalias, contra as qoaes procurarla desaf-
fron-ar-se pela ocup-gao daa prioeipaes ilbas
do oosao littcrn!.
E como todos os confl ctos internacionaes qua-
si sempre termmao por conceseOes reciprocas,
ce de que nao se d8 a completa subjogigao de
om dos belligeraotes, a Inglaterra abrira mo
de t9da as 'Ibas qoe por veotora estivessem em
seo poder, excepto daqoella qoe objecto di
sua cobiga, quero dlter Peroaodo de Norooba.
Qoa-iio aTrindadeos inglezesestanao prorop-
i a a estipular, no tratado de paz, que a lo-
porm, as oages fracaa teem muiio mala coa-
sclencia de seas dlreltoe, e as grandes potencias
foram levasa* a ter maisjaitida a comp-ebensao
de seas deveres.
A conquiata torooo'se aasoos praticavel, por
qoe j nao ba ama naci coja preponderanoia
sobe as ootraa seja absolata, e o interesaaa ce
cada ama eiao em qoe aa ootraa nSo se avanta*
gem maito. E' es*a a mais effisax garanta dos
pavos relativanenie traeos, e nao de moito
i-mpj o conflicto deaire a Qespaaba e a Aliena-
nba, por caosa das Na America as incorsOaa absorveatea daa grao-
des poteacias europea oaaoatraram difficalda-
de-i especiaes.
O americaoisma om sentlmeatsj bem detlaido
e'a soa teadeocia para desprender das me-
tropoies o resto de territorio alo la a ellas liga-
do. Nio orna qoastSo paraneate abstracta de
independencia continental. Ai papolagOes ame-
ricanas 8&o coosuioidaa, parta pelo elemento
ladigeia, e parte pela popougao europea que ae
deaaggrega da velbj mando, desco>iteoie con a
desigual panilna que a voiba organsigao social
da Europa faz eot<-e as 4iffdreates classes. Der
aggregados por um sentimeato oa revolta natu-
ral, o meio loflue sobra ellas pela graudetf,
robustecen,'o em sena auimoi o seituneuto de
in lependeocia. D'abl ama sociedade com tea
deacias no>as, tncompaiivel com os moldes da
velba civiiis'gao eoropa. O'ahi s fa?li e espon-
tanea rebellio ooni-a quai-ju? tentativa de
proceder aqu por aqoelles moldea.
Fact js conseqoentes :
Estamos latormados qae o Sr. Pbipps, minis-
tro logles, envin oaia ao miaistro* das relag5es
exteriores, disedo-lhe que c -min jt.cdo pelo
leleerapbo aa governo ioglez o protesta do ga-
verno brastleiro a que, pelo piquete qoe pa-tio
a 26, reme t Ta capia das notas de 22 e 23 dO
corrate aos djcunetto* qua scompaanarin
a ultima.
Da legag&o brasilera em Londres receben o
ministro aas relagdes extenores telezranma aa-
nuBciinlj qae aa oa reviv.a com o inarqiez ue
aalisba'j, S. Etc. declarjo ter noticia da o"-
copagib da ilha ba poacos das e asaeguroo qae
eslava pronvpto a discctir amigavelmeoie a
qoaiquer reclamagao.
A agencia Reate: e o Time] f jram autarl-
aados a faser igual declaragio.
airo te egramnu da mesma procedeoc a
c infirma as baai dUposigOes em qne esta o go-
veroa ingles em re!aaa ao casa da tib da |*flo-
dode, e anonacia que lord Silisbury sabmttte-
na oo da 30 do oaasado a quesiio aa coaselaa
do ministros de S M. Bntaoaica.
De Lo adres dizeuj qae iodos os graadea jor*
naes da Cuy nablica-am telegramma* de aeus
correjooodeotes no Ra de Janeiro communi-
caudo qna reiua gra na eUervesceacia aa capi-
tal e entras grandes ctdadss do B-il a respai-
lo da qoestao da illm da Trindade.
O Trn.'s* eo Gluoa comneatan estes te-
legrammas dizendiqui nao p>d;n explicar as
maoilestagdes realisalas coaira stu paiz. desde
qne o Pjiegn Office n4o se oppe a disiatir
enm a cbaacellaru brasilera os dlreitas qoe
este paiz diz ter eob-e a liba en que '.o.
Estes ortfaoa accresceotam qae, e verdadei-
ramenie a Triniaie pertence ao B asil, a la-
glaierra n5o se recasa- a recaabecel-a e orde-
nara inmediatamente aos mannbei-os iogiezes
para cvacjal a, accresce ido que o Daily Cnro-
ai :le, un doa mais imprtanles joroaes lono
dnoas, publicoo um arugo em a-fez-i dos di-
re tos da Brasil oa quesio agitada.
Eata noticia tri transmutida so nosso gav;roa
pla legagao da Br sil i-m Loadren
as aoa3 casas da coa>resso oacioaal ra
ooanimemeate approvudas as segualas decla-
ragOea :
> Oaeaado da Reoublica. cer:o doa dir tas
do Brasil saore a iloa da Tandaie, domaa io
da ssotimeaio do respe.iu i integndade do ter-
ritorio e a soberana uaciooal, aguarda o resal-
tado das providencias tomadas pelo poder ex-
ecotlvo quanto a ocsapago dessa ilha pelo gci-
veroo brtianaico e affirma a aoa solidanedade
uo aeotido ue auxiliar o governo nesse patriti-
co intento com as medidas qoe lbe coun^rem a
manolengo desa pane do ierrto-io nacional.
A cmara dus depata ios, inierpretando os
Sooiimeaios do povo crasileiro e scieoie do at-
tentado commetiido pelo goverao "iagles contra
a integrldade nacional, appUodindo a condacta
altiva, do poder execotivo da RepuDii:a, cooci-
ts-o as mala enrgicas e briosas aflirmag&es do
direita iaconteslado do Brasil. >
E qaacdn talo o paiz se pronu jciava turma-
aleo oa revindicagao dos seos direitos, anaon-
ciou-se de Moatevida, que era correte terem
os ebefes revolnciooarios, reoaidoa aa fronieira,
resolvido unnimemente aompauliar seas com
patrilas na iaignagao que Ibea provoca a oc-
capago da ilha to Tria i .da p los nglezes, es-
perando qOH o Brasil manteaba com altivez oa
sos direio .
EXTERIOR
tOb
glaterra consentiraaue os Braaileiros ae apo-
deraesem da liba de Wight no da em qo elle
volta88em a por os ps no roenedo qua havia
sido o pomo de discordia eot e as dnas nages.
A taetica diplomtica antiga e a Inglaterra
oselrae veseira em pratlcala.
Esperemos, porm, qae o Governo do Sr. Pru-
dente d Mo'aea coounoara a tratar da questao
rom a firmeza e habilidade. com qne a tem tra-
tado at ao ponto em qne est, e que o pavo
braiileiro nao se desviar do bom senso qoe oa
observadores mais imparciaes nelle reconbe-
cem.
Este o nice meio de confundirmo?. peran-
le o mundo civiiisado, a poltica prepotente e
tortuosa do Gabinete de S. James.
A Gaseta de Noticias occopaodo-se do aa-
eompto langa em importante ariigo estea as-
cents :
O eepirito publico tem eatado profundamente
agitado com a questio da iiba da T'iodade, e
lod^s as dissengOea politicaa desappareceram
dante do facto oaolito e da eoerglca uombrida-
de com qoe pro'eleu o governo.
A propria Inglaterra nos offeiece o primeiro e
o melbor dos argamentos em nosso favo', man-
teodo eo egredo a occaoago daraaie algons
mezeg, occopago que a ser legitima, oo a ter
p^lo menos as aBparencias de legitimidade, te-
ria sido feia abertamente, i los do da, precedida
mesmo de aviso ao nosso governo, sam o qual o
governo ingles manuaha Uo boas relagdes, qoe
^ioba ba pdoco servido de iotermelitrio no con
Qic-.o diolomaiico qae tivemcs com Portugal.
O aigillo guardado demonstra qne se preten-
da, pela oc( upagao demorad, e nio protestada,
rimar direito, lemonsirando o abanaoao; ea
nao ser a indiscr gao do Financia! News a oc-
c ip^gSo cominoaria qoem sabe por quanto tem
po, e qundo menos dara logar a organsago
de servlgos, pelos qaaea depois a poderoaa na-
gSo reclamara lories indemnisagea.
Felizmente o ogo foi descoberto a tempo, e
governo e nagao na se moatraram disposios a
soieitar-!e a elle, e o nosso direito sera respec-
tado.
De todos oa pontos do paiz ebegam enrgicos
proteaios contra a violagao do territorio nacio-
oal, e em regra essea protestos teem-se maa'.ido
aos jas os limites, o qae vaotaioso para a cao-
II, afim de nao farnecer pretextos,a futoras re
clamacoes.
Para sso, jostica dizel-o, coacorreram gran-
demeote, cao a a eoergia, como a prompildao
rom qoe agio o geverno, e a nagao iaiei-a mos-
i-a se satisfeita, e agu.rla cootiante o resaltado
las negaciagOea diplo iticaa eataboladae. Aa
noticias qoe nos ebegam da Enropa aao trao-
uoillieadoras, e todo ridica qae aa coosas aca-
Daito do melhar modo possivel.
Os applaasoa aoa actos do governo tiesta diffi
cil emergeocia pode-se dizer qae tem aido una
nimes. Nem polla ser de ootro modo, desde
qoe elle procedoa prompta e enrgicamente.
Na acbamo-aos em conflicto com orna nagao
ara e conchlnha
deiro, encortramos oito bragas de agoa, fondo materialmente fone, e em lempos cao maito re-
AMERICA DO SL
Chile
Depcis de prolonga .-e g-andemente z cri?e
miaia'.erial e ae pasear a organiaagao deom no.
vo eabiiiate P9f diflereotes pbjaes, aflaal foi or.
ganisado pelo S-. Manael Ricabarrea. aqaero,
affirraou-se em circalos poncos, ter dado op-e.
siaente da Repblica ampias poderes afim de
censegnir por termo a criss adminitrativa, di
seado.se mesmo qoe, ceno da autonoma que
loe conceda o ebefe da Estado, o Sr. Recabar,
rea ji liaba formulado o seo programma miois.
tanal, qoe apreseatado a conslderagao do preal.
dente Manit, este o aceitara.
O gibtneie Rocabarrem ficou composto com
este peseoal pertenceate aos pirlidos radical e
balmaceditta :
Manaes Rjcabarreo, presidente doroaaeiboe
mioist-odo interior; Ssocaes Fontecil'a, usu.
ca : Henriqoe Mac leer, lazenda ; Avila baezaj
industria ; Val ex y Vilday, guerra Claudio
Miite, retagOes exteriores.
Oa novoa digoitariaa j empossaram de sua8
pastas. .,
A commi88o da cmara dos depo'.adoa dra
parecer sobre a reorgani ago da guarda nario.
na'- ,.
Eatava 8endo ealulado om novo prejeao
deempretirao qae sedizia necessano para aa.
segurar a aitua.ao ecoaomica.
A e8te respeito diiia se qoe o execntivo serla
aotonaado a tomar a Calxa Hypotbecana om bo.
nos deS-|. de aroa e 2 -|.de amortisagao a
somma de 100.000.030 pesos com a clausula ex.
presaa de pagamento em oaro da amortisasao e
oros.
O goverao garantirla ea8e empres'.imo com
hypolbecas sobre a aalitreiras do norte e oa
ferro carns do anl.
Oa cem milboea tero deste modo em parte a
cancellar a divida interior de 3 -|. e o reato ao
pagamento de algunas divi J s mumeipaes e pa,
ra continuar a flauga da lei de converaao.
O governo tem a ioteocao de elevara ....
12.000 o effectivo do exercita act vo em lempo
de paz, fixado em 6 000 pela le de 2 de Jauei.
ro de 1892.
Annuoclam que nes'.e sentido ser enviado ao
parlamento um projecto. aabenlo.se ] qne a
grande maiorla das cuas cmaras iba favora.
vel.
O ministro argeotlno, junto ao govemo
ebegon a cidala de Valparaso ; e corre como
ceno qne o diplmala argeotino recebeo lnetroc.
gOes para discutir a malanga dos marcos de li-
mites ntreos dois oaizes.
O presidente Moni: teve no dia 29 ionga e
cordial coafe-encia com o mesmo ministro.
Consta que se traloo da questao de limites.
Os jornaes indgenas cootinuam a occapar.
ss lonamante da questao, sendo a maior parte
(avoravel a idea emittida por diversos persona,
geus de suometter a questio a geograpfeos en.
ropeus, os quae3 serio encarregados de tragar a
frooteira --ntre oa dons paizes.
Convidam os meamos jornaes os doas gover-
aos a adoptar esta p-opoaigo, a qual resolver
assim todas as difficaldadea, moatranio.se fa
voraveia a arbitragem os Jornaes La Patria,
Bdion e Nueva Repblica.
Dorante a no'.ta de 1., am cameroso gra
po comegoa a dar vivas ao Chile e morras aoa
cuyaaoa di'igiudo.ae ao quartel do 2- de lina
pedindo ama msica.
O commaod nte oegoa.?e a dal.a e entio rom.
peram em iaeuUos contra a tropa, qae os fez
dispersar.
O grupo reoaio.se de novo e foi ao consolado
argentiao, repetindo a gritarla.
con orden da disparsal.os e fazer fogo oo caso
de resistencia.
Varios desordeiros foram psesoa, entra e'.ln
algaos dos promotores.
Toda3 as autoridades liverm ordam de re.
primir aa deaordeis qna se repetiasem.
Em ama entrevista com o cansa, argentino
declaroa qoe nio dava importancia ao ficto, ef.
teito de uecessarias ItoagOes.
Durante a entrevista ebegoa o commissario e
aasegaroa ao vice.cooaul, qua os culpados aariam
punidos e qoe se liubam tomado serias previ.
denciaa para impedir a reaovagio de qaalqaer
aiaqae.
O Wastern Corrier ga*aate que o oresi.
dente Mjait dedaroa ao offijiai do exeecito chi.
leo de nom^ Wson que iaevitavel a gaerra
eatre a Rcpubl :a Argentina e o Chile.
As testas en honra a S. Tanga le-miM.
ram por u n banqueta, otTarecida pala iflii n.
dade da gaarniga as autoridades civia e e icle.
81 eticas a jai reaniias.
Os brindes liram eninasiasttcos, aobrelevan.
d.'.sa o do arcabispo de Valparaso que fez a
apologa da paz.
O ministro argentiao tambe o prouuiciou
discurso mano noiavel sobra o mesmo ibems.
O general Kjraer esta actoalneota em
vlagoca de valla da Allemanna.
Es'.e distinta militar esperado nos primeiros
dias de Agosto prximo.
Em commis8i) do governo segaem Dreve-
mente para a Ea-opa o general Martnez, coro-
nel Itabaca e mais seis officiaes da exerci'.o in-
cumbidaa de comorar ar. amamos.
O ministerio da goe-ra adqairio o Campo
Batuco, para nelle serem realisaias as manobras
militares.
Un jorcal eatrangeiro asaegura a exiateo-
cia de am pa:io oo comaromissa com a F'aaga
para que esta oagio exerga pressio moral eoore
Prerala, aun de qae uaasint ua seaso de Tac-
na e Arica.
Em- troca dessa interveagio da Franga, qoe
que 8e aaaccioaoa par um paco formal e ea-
cripto, o goverao compromettea-ae a "eaol'e.' a
qu-stao Day.'reas da maneira satisfactoria.
Para c normar esta oaticia addoz-ae facto de
ter recebdo o miaiatro franiex o dm de sea
goveroo para trasladar-te a Lima cam ca-acter
da eaviad especial para loiciar a questio aun
de obter o caoseatimaota de Pierola da cessio
le Tacoa e Arica.
Enbora seja malta asirii e ?rave esta lofar-
aagia, taas as circamstaacias qa^ o rodeiam,
cd isn uia t-aia-se de ramores vagos, mas do
a gona couai con laodameaia serio.
Qialquer param qoe fasae a miervengo da
Eraaga. anda qae >b se trataasem de uiilisar
sua ollceacia moral para exercer pressio sobe
) goverao do Per, seria am caeo extraardiaano
d io'erveagio da pateocia eurapaa em a.-.aamp-
tos qae 82o de exclusivi competea;a das na-
gOes laleressadas.
liomo quer que sej', assezara-sp qae o gover-
ao eati diepoetj a regularan breve praza todas
aa suas quesiOes com o Per, de maneira deii
altiva, devando iniciar j algomis qa-stas du-
te sentido, e para isso o goierno da Lima deli-
beroo ooaiear oo ministro para Santiago.
Esia em organisagio am coroa patritico
iluiuladoHuasards da Morte cojo comman
dame o Dr. E;baurren Valerio.
Este baiaibao formado por mogo3 da melnnr
sociedade desla capital.
A animagio da mocidade chilena cada vea
mais caracterstica, regis mos da a creagio da clubs militares, e t-OJO
diversas commistOea solioitida armas e nair^c-
tores.
Dizia-'e qie a casa Armstrang onereceu
um navio de igual torga e suoerior em -.archa
ao Ganbaldi e que se compronette a eotre-
gai-o aaies qae a casa Aasaldo pasaa por esse
crazador as costas argeotiaas.
D i tratado chileno-boliviano falle-se como
da facto oefialtivo.
N aguem dnvida qae seja approvado pelo coa-
gresdo da Solivia sem a meaor modincagio.
Sobre as aoaa clausulas, saoe-se qae en ama
deilas o Chile cede i Bol.vu o torrttorio chama-
do Poma Gorda, qae perteoceu ao Par e que
em ootra estabslece-se a ces^o que aera concia
deravelmente ampliada no caao de ooler-ae de
Pe- a cesis do Tacna e Ano, coasa que t-
dava como lodabitavel.
Todava, por aitimo e ao qae consta em cir-
culas paliticosna capital, o conseloo de miis-
tros da Bolivia rejeiiou o tratado de pjx, pedin-
do par ese motivo demasio o minisiro das re-
IdCfa^a e lerior a.
-- TenUram incendiar a fabrica de cartu:boa
e oatras maaigSas BSMIlrsH eatabele^lda na ci-
dade da Valparaso.
A polica aona rigoroso Iniaento a reapeitc,
porjj naa consegua anda prender oa crimlao-
afta
O Sr. Faraaolez Vial, adiido legagio
chilena no Rio de Jaoeiro, foi transferido para
Moatevida.
Birros A-ana, o illus'.ra estadiata chileno,
acha-se enfermo de orna pneumona.
Falle:eu repentinamente o caobecido es
criptor e joraaliata Mximo Cabeiioa, qae redi-
e-o a maior parte dos jornaes de Valparaso,
sendo am dos fundadores la Opiniio, na qaal
collaborava com o pseodonymo de Bouifacio
Gaerr. .
T^m caido chavas copiosas cesta cidaae e
oatros pontos do Caite.
Segeado si diz a caadidatora aPreaideocn
que tem mais probabilidade de victoria a de
D. Viceote Reys.
_ Os Balmacedlstas deliberario ligar-se aos
liberaos e esla alliaoga poode trazer a queda do
mialaterio, porque oa coase.-vadores depaia da
votada a lai da coaversio tambem aa) Iba derio
apolo mais.
O Mercurio tranacreve do T.mas om
artigo sobre o emprestimo chileno subscripto
viate vezeu. qae diz o segainte :
O alto crdito de qoe goza o Chile nos gran-
des mrcalos da Europa se dave a que o gover-
oo do Cbile marcha aereno atravz das dimmal-
dades da poltica iBtema, dominando as urgen-
cias dos temperaraentosextremse consolidando
o p-mcipio de autondade dentro da le.
E* essa sem onteatagio a causa verdadera
que levanta o crdito ex remo taoloa graos mais
sobre o dos oatros paizes sal americanos, e para
demonstral-o poblicar a coiagio dos empresa-
moa deasas republicar em que o Chile oceupa o
primeiro logar.
Pjr isso dizem as folaaa de Valparaso :
Ha legtimos motivos de salisfagaa nacioBal
ao tur qoe 03 elemeotos de nossa prospendade
e prestigio nio esli em ama riqueza excepcio-
nal do nosso solo, mas sim na cordura do ca-
rcter nacional para fugir das exageragoes do
espiri.o de innovagOes pergosas e en-regar-se
tranquilla e confiadamente a prestigiar as nossas
iosiitoig5es republicanas, barmonisando acn-
solidagio do principio da autoridade com o di-
reito, afirmando o imperio da liberdade dent-o
da lei, denando sempre abarla a porta para as
reformas exigidas, nao por circomstaocias de
partido mas pala repressio do voto popular e
sendo sempre respeitadores dos nossoe pactos
Internacionaea e dos direitcs e interesses leg-
timos daa nag5es straagelras.
Paraguay
O Senado approvou n iraiaao de lentes com a
Boliva. .
Na mesma casa do Coog-esso rm aoorovaao
timbem o projecto destinando 100.000 pezoe
auouaea por cinco anaos para fomentar, por
melos de premios aos agricultores a produegao
de caf e de algodio.
Havia no dia 17 mais de 30.000 tonelladas
de canua sem callocagio.
Oa agricultores estavio desanimados.
A impjrugao tem diminaido considersvel-
mente, ,
a imprensa da capital pede ao governo do
general Egosqaiza qoe nio iaterveoha em favor
oem contra a Repblica Arentiaa e a do Chile
em caso le guerra entre os dois pases.
Todos :s jornaes aconseiham ao governo a
oeutraiidade a mal3 completa se om conflicto
armada surgir de um momete para outro.
goveroo tambem foi interpellado na caman
dos depjtad03 a proposito da posigao qoe aaao-
miri no caao -:e goerra entre as dnas Repbli-
cas: e o minisiro da guerra responden qoe a
aea'.ralldadj paraguaya eatava aasegorada, prin
cioalmente pela paaigSo geographica da repa-
0 rne8tno ministro declaroa qne ctiamar a
servigo a guarda oaciooal, aflm de garantir a
integndade e neu'.ralidade no territorio para-
guayo, no caao dessa se declirar.
Indlcava -seos oomes do Dr. Adolpbo De-
coud e Silvano Godoy para aobstitnlr o fallecmo
Ceoiioa a ser maito disentida a creagio
do novo Banco Nacional.
Foram declarados eem effaito os imposioa
de iraasilo para o malte.
A Democracia, receben cartas ao sea
correspoadeote em Loadres, em qae se dizque
os bonos paraguayos conziram-ae e..tre 14 e
16; a divida activa do Paraguay sobe por em-
pretimos a 970.000 libras esterlinas.
O coode Auioaelli, mlnisi-o da Italia, foi
recebllo festivamente em A-sampgo.
Ja apresent iu as saas credaaciaes aa presi-
dente da Repuolica, em audiencia eapec al, sen-
do o acto revestida de grande eolemnidade.
O goveroador resolveo fazer representar o
Paraguay na e pnsigao tnteroaci^oal de Ba-lim.
Consta qae o ministro nespanhnl trata de
celebrar um tratado de commereio com i Rpu-
Wtca, onde tem aogmemado a exponaga de la
baso para a Earopa.
Un capiulisia oriental eUS reaelviilo a es-
tabelacea orna graada xarqueada no Alto Para-
guay.
A reaoeito da paiz lse nnma folba argen*
tiaa este coocerto :
Por diversos coadactoa chegamnos noli i >s
ammadorea desie paiz: oo corpa legislativa,trr
rn i s e administrago panuca de As^ampgao
fl i-ain resoeitaven membros de todas i3 (ac-
gOes em que all ae diviie a opiaiao pubilci.
A laoreasa gosi de hberdade absoluta; ai|
garantas iudividaaes sao religiosa nenie repe'
t.das pir tcdoBos representantes da autardade
e oodese dizer qoe o paia eniroa em um pnase
de esperangas progresso.
O cam r.ercio est'nde o wi mavimentc at ia
ultimas 'regila e a renda da A'aadez* se aas-
l-rit* e augmenta su s eairadas. perantti 11 >
por en ua o pagameato da de-pea, seui o que
uia pode baser baa:admui8lragio.
Urna ampia e gereaosa lei de rrcisiia a'.rio
as portas da patria a todos os seos Qo s re -
deates no estr.ogai-o.
Apezardasex grados diraitos na Argen-
tina sobre os producios paraguayas, a navega-
gao augme .ta e ae Assa.ior.i, ieem bd (euo
remese is importantes de fu .a para a ropa e
se proieciam novas cultur .s, -ni aiudo es oo ie>
res poblaos a da inrva, algodio, cal e oatras
art gos.
A oomeacao da Sr. Decaul para minist-o
das -elagas exterioras foi acertada, porque em
sea oaz o mais bam preparado para eaaa ca
go, tea lo o reare8e.tso em diversos paizes.
Elie j) creou urna legagao paraguaya na Eorj-
us, cam re.vd-ocia e.n Parts, elevoa a ctbego-
r]a di repre-eaiagan uo Paraga-y em Buenos-
Ay es, reuaiado-a i fa M-uitevid?, projecia .c
carda soora a divida logleza e oem aanm fazer
tratados commerciaos soa paizes esirangeiros
para mulnorrr a cofldicao ecoaomica daa pro-
ducios pa aguayas oos mercados exlerio-es.
Ao emrar uo ministerio dirigi aas caisole5
ama circolar, nedio;o-lhes que t rnasse o bem
conhecido o Paraguay, qua attrahissetQ pa-a
ella emigraaies espe-and recebe- re.atonas
om detainalas nlor na;ss dos irabalhas que j
fizareu, procuraodo em li_-i par todos os meios
caocorrer pa-a a prosparilale e engrandec
uenio aa Repblica, trauodo de fazsr explorar
s-'-'S vahos.8 variadas riquezas medante a
afll>bnc.ia ua ama emigragao boarada, laboriosa
e moral que all vi eopregar s:u< csoitaes e
aedicar-se a qua.quer rama ou indmt-ia ao.
Oal.
COLLABRAGAO
instituir escolas-oficinas, as qaaes janc-
tamente com os elementos de lei tura a
escipta e algamas tinturas de contabili-
dade se proporcionasse ao menino, con-
forme o sexo, o ensino de oficios ade-
quados sua condi*9So e aptidCes espe-
ciaos.
O importante e urgente formar ope-
rarios intelligentes, gente de trabalht
que, ao sabir da escola, poAam encootrar
colloca5es bem remuneradas para satis-
fa9ao das necessidades da vida.
Mu pouco ou quasi nada se adianta
com a extens&o quantitativa de escolas
que nSo se prestem aprendizagem da
officios, quando a escassez d bra90S e a
falta de conhecimentos especiaos fazem
se sentir em todas as esphras da activi-
dade social, as industrias, na mine^So
e na agricultura.
Com o qua despendido aotualmenta
nesse ramo de servico ha o bastante para
emprehender a rdforma no sentido indi-
cado.
A. questio nSo esr em dizer que ha
tantas mil escolas, em que se ensinam a
leitara, a escripia e outras nocSe? ele-
mentares ; mas em poder affirmar que ha
tantas escolas-oficinas, em que ss h5o
formado tantos meninos com os seus ofi-
cios, sendo assim to uteis para si mismoa
e suas fam lias, como psra a sociedade.
Deste modo o numero de educandos as
escol 8-officins rapresentaria o algaris-
mo de outros tantos auxiliares seguros e
competentes para as industrias e de mais
laboras, que trazem o bem estar e o en-
grandecimento nacional.
Os meninos q de educaQao sam a aprendizagem de am
oficio ou profisso, que lhes permita ga-
nhar hon-ndamente a vida, tendem des-
gra9adamentu perder-se, porqua desha-
bituam-se oa vivdm alheios i exigencias
imprescindiveis do trabalho.
As consequencias desta deploravel si-
tuago fazera-se sentir cada dia em mal
estar proporcional
E\ pois, dever, que corresponde ainda
previso dos estidistas, legisladores e
em geral das c'asses dirigentes da so-
ciedade, prover ao fomento e prevenir o
desenvolvimento dos males qae decorrem
de urna educa9o popular incompleta e qua
nao satisfa9a aos fias a que est el a des-
tinada pela p-opria natureza das cousas.
A'educaco popular indispensavel que
se BBBOeiem a intelligencia e ^s aptido23
pra icas de trabalho.
Izidori) J. Fernandez.
MUSICIANA
motos a
aente forte, e em lempos nao mano re- argentino, ropsuuuo a nuru. ..- ---- --.-- .,_-_,.-. aan6ar
nossa poaigao seria fifficilima. Hoja, A aotordade policial fex sabir viole bomens ministro na Repblica Argentina, sagoeer
A ustruccSo publica.
Quando ha pouco mais de meio aeculo
inic ou-se na America o grande movi-
mento di edaca9ao popular, parecau no
momento que o impulsa urgente era pro-
curar chegar-se a que a massa do povo
aprendesse a 1er, escrever e ter noces
de contabilidade.
A diff.tsao do gosto pela leitura teri,
inevitaveimente, de concorrar para urna
aprendizagem mais fcil e satisfactoria
dos officios, do trabalho e das fainas, a
que os operarios tem de applicar saa ac-
tividade, como base segura do bem star,
e mesmo da riqueza, as vicissitaies e
exigencias da vida
A in8trucco elementar ha chegado
em algumas Repblicas, como o Chali, a
Argentina e o Mxico ao mais lisoageiro
desenvolvimiento ; o nesses paizes as es-
colas primarias de ambos os sexos regs
tram-se em numero consideraval, sendo
a re?pactiva de?peza a maior verba de
dota9&o budgetaria.
Todava, as circunstancias que emer-
gem das exigencias actuaos, tem-se can-
siderado que a instruc9o secuadaria com
rudimentos de grammatica, historia, geo-
graphia e outros ramos escolares, nao
basta por si s para dar aos meninos o
preparo que os hab'lite a gaaharem a
vida nos labores e oceupacoes que resal
tam do movimenta social.
Si essa aprendizagem nao se acompa-
nhar de um oficio qualquer, o ensiuo es-
calar nao tatisfaz s verdaderas necessi-
dades dos meninos que frequentam as es
colas. Com a aprendizagem exclusiva
dos ramos cursados nellas, nenhum me-
nino fica com aptido ou habilitado a ga-
nhar a subsistencia. Os diplomas que
obtem, ou os premios que recabe, no fim
de cada anno, cao lhe proporcionan] urna
seguranca de bem estar na lucta pela
vida.
A gente do povo, que nao disf-e de
recursos, nao pode em caso a'gum dedi-
car seus filaos aprendizagem primaria,
para pol-os depus, por mires tantos
annos, em urna tanda ou oficina, afim
de adquirirem conhecimentos ou pratica
de um officio qualquer, cuja remunera-
gao possa occorrer as multplices exigen-
cias da vida.
D'ahi, o que ha muitos tem parecido
mais coveniente e econmico sacrifi-
car a instruC9o primaria aprendizagem
de um offic o, para que o menino contri-
bua o mais promptamenta pessivel a alli-
viar os encargos dos pas ao interesse da
familia.
Este methodo de instruefao popular
incompleta tem graves inconvenientes ;
pois muito reduzido o numero de meni-
nos que sejam capazes de ganhar a vida
com a aprendizagem dos ramos escolares.
A mor parte d'elles aprende rotineira-
mente um officio ou busca occupa9es
que nao exigem prepero algn intellec-
tiial ; e os que vo escola e aprendem
tambem um oficio as tendas sSo em sua
grande parte meio-obreiro;', que apenas
conseguem ganhar escasaamente o pao
de sua familia.
Nesta situacaa, geralmente conhucida,
na actualidade a instrueco primaria,
tal qual acha se ella constituida, nao
marca um progresso que possa reputar-se
um augmento de bem estar as classe
populares.
O augmento de escolas primaran, em
taes condcSes, s faz perpetuar as incon^
vanienciasda semelhante situasao Ji/
tempo, pois, de reagir contra o syslemja,
como o fazem o Chili o a Repulid Ar-
gentina, fazendo-se urna inverso mais
pratica e positiva no mesmo systema,, e
de modo que procura ao filho do povo
mais benficos resaltados.
Parece-nos, pois, qua dever-se-H
CARLOS GOMES
A eata qu* a Companhia Modena teve a de-
licadeza e deli:ar ao graod maestro Cario*
Gomes esteve ver coacurrencia, que foi selecta e que eocnia o
theatro, pnlo bem escolhtdo programma, por
ludo, emfim.
Nada mais justo era mais lisongeiro para
nos, do que essa homeoagem da Companhia Mo-
dena, prestada ae gra-ide artista brazileiro, qua
tem na Iiaha a sua patria adoptiva, e nada mais
honroso para os empresarios da Companhia Mo-
dena do que dedicar a sua festa ao priaieiro
geni musical da America, e ao maior dos Bra-
zilairos. Dizemos isto com orgulho, talvez
mesmo que com vaidade, mas certamente sem
exagero e com juslig.
E o graade maestro tev mais urna prova
da admiragao, do fanatismo que lhe votara os
seus compatriotas pernambucanos, como de
resto Ih'o volara lodos os que teem a consc.en-
cia do Artista Genial que possuetn porque
nasceu na mesma trra que foi o seu bergo.
Como j dissemos, o theatro eslava comple-
tamente cheio e n'elle se via o que de mais
distiocto ha na sociedade pernambucana.
A' entrada de Carlos Gomes era scena, rebea-
tou urna grande manifestagao da platea, e um
cliuveiro de flores cobrio o immortal artista e
juncou completamente o palco.
A execucao da Syinphonia do Guarany arran-
cou urna nova e prolagadissma exploso de
palmas e bravos, e Carlos Gomes foi obngaio
a repetil-a no meio de um delirio que se vio,
que se palpou, mas que nao se descreve. E ao
terminar, emquanto a platea inteira saulava o
Grande Maestro, elle aoragava os msicos e
saudava-os ao mesmo tempo que agradeca as
raamfesuges do publico.
Depois seguirarn-se o Sr. Gamoletti e Sra.
Cerutti que cantaram dous uumeros da msica
e que foram muito applaudidos.
Eralim, a manifestigo da companhia Modena
a Carlos Gomes ro, por todos os ttulos, con-
digna e svrnpaihica, e nos saudando o Ilustre
maestro por mais este triurapho, devoraos tam-
bem manifestar a nossa gratido aos Srs. Lolti
e Cerutti, directores da companhia, que noara-
ram igualmente o Grande Maestro e a nagio
brazilera.
UN MARITO IX CAMPAGNA
Assim se intitula urna fabrica de gargalhadas
em 3 actos, que a Companhia Modena repre-
senlou na noite da festa de Carlos Gomes. E
urna comedia linisairaa, urna scea familiar e
cmica, factos veridicos e sorprendidos am fla-
grante, mas socialmente encobertos ; um mari-
do a quema mulher obriga a aaM quorum* ni-
terminavel, a visitas aos lausperennes ou aos
terets, eraquaoto que elle, libertino e manhoso,
o que procura aah r sob o pretex o de tratar
da agricultura para ir dar rende: vousus co-
cones, com o seu amigo -ezar, otficial de ma-
Lolti, Serafini, Cuneo. Grassi e Vittorina Se-
raflu', Bossi, Micliel a Traverai, deram todo o
realce bella comedia, sabeodo aproveilar to-
das as excellentes situagOes de que esta re-
cheiada, especialmente os Srs. Lotli e Sarafini,
que sao dous alistas eximi03 e correctissimos,
principalmente\io genero cmico.
Hoie representa se o excellente drama Dama,
das Camelias, o que basla dizer para que o
Theatro Santa Isabel fique totalmente cheio.
"REVISTA diaria
.
Autoridade policial Por acto de 6
do corrate do Sr. Dr. Secretario da Justiga e
sobre proposta do Dr. ijaestor Policial interi-
no foi nomeado o cidado Luiz Bellarmino Ne-
gro Monte, para exercer o cargo de subdele-
gado do districto de ^ cenca do municipio de
Nazareth, sendo, a pedido, ..exonerado o ac-
lUA.'nnivcrsario do !ovidades>-Foi
hontem dia de grande nsosijo para os nossos
collagasdo-Novidades. por marcar o mesmo
da o 1" anniversario do critenoso collega ves-
PeOuasi' todos os jornaes diarios e psriodicos
aue se publicara nesta ciiade se zeram repre-
sentar na festa inlima que os mesmos collegas
do Novidades haviam or^anisado para solem-
nisar o seu anniversario.
A redaegao do N.vidades se acaava ador-
nada e a ella artluiram. a^m do3 representan-
tas da imprensa, grande numera de pessoa
gradas e araiges do collega.
Ao lunch que foi oerecido aos circumstan-
tes forana erguidos muitos, brindes, entre os
ques salienlaremos, recoaecidos, o que Foi
eruilo nor Fernando Barroca a esta redaegao
alh representada pelo nosso collega Manoet
\rao que agradeceu, brindando por 3ua vez a,
redaegae do Navidades na pessoa do seu dig-
no redactor cbsfe.




i

.
atea


w
ir
Diario de Pemamtonco Qninta-feira S de Agosto de 1*1)5
3
^Agradecidos aos collega pela maneir
imcta com que nos trataran), d'aqu anda
^ez fazumos votos para que par muitos anno
se prolongue a tua existenea, empenbada em
nem servir a causa publica.
-0 Xovidades dar hoja urna ediccao es-
pecial, consagrada ao seu anuiversario.
Retinta ModernaMandou-no* o Sr.
Leopoldo A. da Silv.:ira os fascculos 17 e 18
desse semanario illuBlrado, que se publica em
Lisboa, e oceupa-se de actualidades, lilterutu-
ra. bellas artes, volgarisacio variedades.
Companbia Ferro Carril -Urna carta
que recebemos nos pede para cbainarmos a at-
tengo do Sr. engenheiro riscal dessa Compa
nina para continua inobservancia do orario las
lnhas de Afogados.
O nosso informante diz que todos os passa-
geiros da referida linha poderao altesar o fac-
i que sempre causador de prejuios, como 6
fcil avaliar-se.
Acreditamos que urna Vez reconbecida essa
irregularidade, sejam einpenbados esforcoaaflin
de sanal-a em bem do publico, e em especial
E-urna encyople'dia' .Ilustrada das familias, dos moradores daquell. rrabaHe
cuja leuura iutenata geralment, pelos va-ios | Tf-Uoi Urbanos do Rccife
A0
e a Prin-
era
de
artigo? e grande numeo de ramas e por uso
bao nos fuitamos a recomraan ial a ao publico
qus a achara na Ageucia Litleraria.
Eis os summarios dos referdos fascculos :
!s" ir-TextoSanto An'onio de LisboaR.
CODtOfl populares : A alhada de Saulo
tomo.
Romance popular : Santo Amonio
"o Santo Aotonio da Cathedral de Servilha-
J. S.
Cantigas populares.
Ella e elle (cont)-Ramalho O. ligio,
lvanho romance;Walter Scoti.
Vanidades : Edios e noticias, Ditos e ane-
doclas Passaiempos.
IllustracOes -A deocao oopular a Santo An-
tonio, Sanio amonio com o menino e Quarto
ond nisceu Sanio Antonio, desenhos da Anto-
nio B.ieta O Sanio Antonio da Cathedral de
Servilha, quadro de Mun lo.-Ivan-oe. (duas
gravuras), desenhos da Uiou a V. Lix, gravu-
ras de lloyte. m .
N 18 -textoIgrejas de Santo Antonio de
Lisboa e PaduaR.
Escripto* das ebras de-Santo Antonio,
Sanio Antonio (versos) -Joao de Lemoi.
Ivanhu6 (rman.:e)-\Valler Scott
O cotovell* rito (uovella)-Daniel Zscnok.
Daniel Zscnokk -M. X.
Variedades : Echos e noticia?, DH03 e ane-
doclas, Passalempos.
lilusiracOes-Igr.-jas de Santo Antonio
Lisboa i Padua-Lanlio : dois desrnbos
Rio). L'ravura de Huyol.
Lagenie de la fflode -A mesrna Agej.
Ca Lmeraru chegou o u. t>2, exemplar de lo
d Judio ultimo dessa publicacao narisi
de modas oo servico do mundo elegante
Carlos Gomes-Tendo de seguir boje
para o sul. leva homem a genlesa de vtr pi
soalmente trazer-nos as suas despedida?, o glo-
rioso brazileiro cujo nora encuna estas u-
uhas: .
O maestro Carlos Gcra-;s veio acompanhado
dos Srs. Drs. Adelino Fillio e Morena Al ves, e
em nossa presenca exoressou o seu reconheci
ment ao povo pernambucano, para o qual pedi-
nos que fossemos interpretes u'esses senlimeu-
tos. ao que muit golosamente accedemos.
Na ligeira, poim agradavel palestra que
comnosro e (releve o grande brazileiro, niain-
feslou elle o desejo que pedinos para tornar
publico, de que fossem de preferencia ouvidas
entre nos as suas operas menos conbecidas
como o Schivo. e o Cond r., o que real
mente nos parece mu to justo e digno ue ser to-
mado em loda a considerado.
(.arlos Gomes segu para a Baha, onde e de
esperar qua Ihe sejam tributadas as hoaaeoa-
gens a que tem direito, e ao apertar-noa as
otos disse-nos- al breve: o que desejamos
se tradu/a n'uma reali.iade.
Que bonanzosos ventos coniuzam-n o ao seu
alme.ado defino, sao os votos com que em es
pirito acompanliaiuoso grande brazileiro.
Alfandcfra A Inspectora d'esla reparti-
do prorogou por 30 das o prazo concedido ao
capilo Francisco Theodos o de Macedo para ti-
rar os ttulos de terrenos de mar nha situados
na ilna de Itamarac. devendo terminar o mes-
ino prazo a 12 do corrate.
Varilas 0 D.-. preleito tendo feto acqui-
sigo de um carro para o transporte de variolo-
sos, pede a lodos que iiverera sciencia de qual-
quer caso, o favor da communical-o a prefeilu-
ra, em noia por escripto, com a declaracSo ex
acia da ruae numero da casa, atim de se fazer
a remocao immediata, como medida de isola-
menio capaz de evi ar a propag?sio em carcter
epidmico.
Igualmente providenciou o Dr. prefaito para
que o servido de vaccinagao e revaccinacao fos-
se eio diariamente, j na secco corresponden
te da prefeilura, ja us diver?as freguezias al-
ternadamente nos dias da semana, precedendo
avia pela imp'ensa.
Desacato-O Sr. professor Joao Valenta)
Teixeira bastos, honrado iunccionario publico
da RecebeJona di Estado, escreveu-nos o se
guate:
lllms. Sr?. redactores do Diario de Pernam
6<*co-Hogo a Vv. Ss. a publcagao das seguin-
tes liuhas: .
Com pezar commuoico a Vv. Ss. que fui hon-
lem, a 1 hora da tarde, dessala lo pelo Sr. Ben-
to Ribeiro, eslab lecido no pateo do Livraraeu-
to, motivando tal acto o que passo a relatar.
.--ndo eu morador em umi >asa oa qual foi
meu antecessor o Sr. FracUco Vaia que ric.ou
devendo xo seu fiador, o Sr. Rib-TO, a quanila
de 4OS0O0; exige o msmo Sr. Ribeirn. qua eu
interaniseo d'esla quantia. Pai tal lim, fui
ciaraado hontem, toja do Sr. R beiro, sendo
por este rtcebido com mioleraveis insultos, che
gando ao ponto de ameagar me c m um pao
covadoi
Bale fado j levei ao conhecimenio do Dr.
questor policial, que toraou conhecimento, e
deu algumas providencias.
Do criado a obrisado.Jo Valentim Teixeira
Bastos
O criine do padre AmaroAcha se
em ensaic esta grande pega r-alisu do nolavel
escriptor portusuez, Ega de Queiroz.
O grupo artstico que, sob a direccSo do co-
nliecido actor Antonio Livraraeoto, tem de tra-
balhar n'aque'ls drama, ernprega desde j lodos
os esforgos imaginaveis am de que possa ple-
namente satisfazer ao respeitavel publico que
ancioso aguarda a realisacao de dilo espectcu-
lo o qual lera logar aps a retirada da Compa-
nhia Modena que ora trabalha no tbeatro Santa
Isabel.
Os papis de : Padre Amaro, Congno Das,
S m cirannero Natano e Amelia, eslo confia-
aos artlsias: Pamplona Ltvramsnlo. Rosa
iga, Teixeira e A. Med iros.
A- encommendas de bilhetes sero feitas at
. L2hDra8do lia do espeelaeulo.
1. batalho estadual Hontem este
bao, sob o commando do corooel Itaymuo-
do Magno, sabio em meia marcha a passeio mi-
litar depois de fazer exercicio de mano
Iras, no qual njtou se toda a ordem e disci-
plina.
Viciedadc Musical Consta-nos qu?,
uguns mogos amantes do eogran
declnenlo d'esle logar, irabalham para a creu
i,o le urna socedade musical.
Para este fim tuver, no domingo prximo,
. reOniao ca residencia de um dos associa-
dos.
Os sapatos e os elnellos das
senituras infflezasUm formoso sapa-
teiro e Londres puhhcou ura a:t:go em um
jjrnalda Reino Unido.no qual ae-
de !er d to que fabrica continuadamente
sapa'.'is e bolinas de senhora, ao prego u ual de
braa esterlinas flOOD liancosj co tou que
recentemente fez para lady X..., um dos mais
Ilustres nomes da Inglaterra um par de clii
nellos bo ornados de esmereldas e ru-
bins.
R sabis 0 custo estes cbinellos '
. maisqoe4300 libras esterlinas ou par
.00 francos !J
Mas ao basta.
U;na marqueza mandou fazer tambem para
seu usj u u par enriquecido de diamantes, e o
pagou uo valor de 12000 libras esterlinas isto
, 300 000 francos.
sa pretende que o povo moderno no pode
dar aiguma ide:a do fausto dos antgos !
Cousas uteiN de saber Qaantos sao
08 postos cardeaes?
Quatro. Saude, dlieiro, beef stedes o
Quies sao as estrellas errantes ?
*.s que se vOm quando alguem pisa ca
callos.
Equaes sao as fixas ?
A taxa, a donada casa e as lettras.
Diflifnldades DifQculdades para um
tel-graphista ?
Mandar despac1 os em letras apuradas.
iculdades para um melindroso ?
Tomar um chato... de cardenalicio.
Dificuldades para um juiz ?
Fazer empalltdecer um mouro.
xang-O Sr. II Fleiclier, gerente dessa
Companbia nos escroveu, communicando-nos
que nafta ebegado ao conhecimenio do mesmo
o facto de terem alguna industriosos, feilo
pedidos falsos em nome da Companoa para
diversas casas comraerciaes.
Esses pedidos teem sido assignados com 03
nomes Tenorio e Contador.
Previnam- a, pois, contra elles os incau'os.
Reparticao eral don Telegra-
phos-Acham-se retidos nesta repartigao os
seguidles despachos :
Dao, Jaragua, Sa Brrelo, Itamb, Rodrigues
Boaventura, Mossor, Virgilio S Pereira, Rio.
O servico para o sai, norte e centro do Esta-
do funrcionam regularmente.
Tratiimento da lebre amarella e
da varila Sr- Dr. Sabino eff.receu nos
dous libretos intitulados : iratamento da febre
amarella, e tratain nlo da varila.
Ditos libretos o Dr. Sabino destribue gratui-
tamente em sua pharmacia horaeophatica,
ra do Bar&o da Victoria n. 43-
Agradecidos.
Festa de Nossa Senhora do Feliz
Parto A commisso eocarregada da realisa-
gao d"esta festa, que lera iHgar no dia 8 de Ss-
terabro prximo, tem empregado todos os es-
forgos para que a mesrna feslividade seja re-
vestida de loia a pompa e brithantismo.
casamento ciwll -O esenvao aos casa-
mentos qua funeciona nos districlos do Recife
Sao! i Antonio, Sao Jos e Afogados allixou na
repartigao do registro dos casamenlos ra
rio Imperador n. 75 1." andar, edital de procla-
mas de casamento dos seguales contraren-
les :
2.* Publicaco
Antonio de Araujo Lopes, natural de Portugal,
negocame, com I) Elisa Mara da Cosa Va-
lente, natural deste Estado solteiros, e residen-
tes oa freguezia de Santo Antonio.
l.'Pufe/eafo
Francisco Epiphanio Gongalves da Rocha,
agricultor, com Umbelina Isabel do MpBte Lima,
solleiros, natoraes deste Estado e residen! s na
fregueiia deS. Antonio.
Jiatriz do < orpo Santo-A irmandade
do Sanhor dos Passos coulractou um capellao,
que celebrar o sacrificio da missa todas as
sextas feras s 7 horas da manba.
Casa de Uetenoao Movimenf dos
presos da Casa de Detengo do Recife, Estado
de Pernambaco, em 6 de Agosto de 1895 :
Beovinda Clementina Hedelros, Pernambuco,
28 annos, aolteira, B. Vista.
Lour"nga Mara d" Jesua. Pernambuco, 50 an-
nos, Bolteira, B. Vista.
Angela Maria Mascarenhaa, Pernambuco, 30
annos, solteira, B. Vista.
Jos Joaquim, Parahyba, 32 annos, solteiro,
B. Vista.
Siverno Fabricio, Pernambuco, 34 annos,
solteiro B. Vista.
Maria Magdaleoa da Paz, Pernambuco, 50 an
nos, solteira, B. Vista.
Dia 6
JoSo Pinto de Matos Lomos, Pernambuco, 43
annos, casado, B. Vista.
Joao Bernardo Lanati, Roma, SO annos, casa-
do, S Aotonio.
Antonio Tavares da Cosa, Portugal, 63 annos,
viuvo, S. Antonio.
SJoaquim Arcelino Pereira Caldas, Pernambu-
co 11 dias, B. Vista.
Manoel Ferreira do Nascimento, Pernambuco.
50 annos, solteiro, B. Vista.
Lupiciaia Maria Cordeiro, Pernambuco, 22
annos, seltero, S. Jos.
Joao Climaco Pereira de Souza, Pernambuco,
38 annos, Graga
Leopoldina Maria da Silva, Pernambuco, 3
dias, B. Vista.
Rivmuudo Mauricio Paes, Brazil, 7 annos,
B. Vista.
Maria Jos do Espirito Santo, Pernambuco,
i5annos, casado, B. Vista.
Jos Flix, Pernambuco, 50 annosi viuvo, B.
Vista.
Joanna Maria da Conceigao, Peroambuco, 60
annos, sol eir. B. Vista.
Clara Maria, Pernambuco, 25 anaos, solteira,
B..Vista.
Paulino Jos Lios ou Paulino Jos Soares,
Parahyba, 23 annos, casado, S. Antonio.
Mana de Albuqu:rque, Pernambuco, momeo-
tos, B Vista.
HRONICA JUDICIARI
Existiam
Entraram.
Sahiram .
Existem .
i saber:
Naclonaes.
Mulheres .
Estraneiios
Muliier. .
Tolal .
Arragoados
Bons .
Doeotes .
Loucos. .
Loucas. .
413
7
10
410
370
15
25
410
331
365
19
2
5
391
Total.......
Movimento da enfermara:
Ti vera m alta :
Flor-mino Antonio Pereira.
Por fallecimeoto Pauliuo Jos Luz cu Paulino
Jos Soares.
commisso de Melhoramento do
Porto do Reeife-Recife, 6 de Agosto de
1895.
BOLETIM METEOROLGICO
LA
84
83
74
72
69
Temperatura minima 20,*59 Thermometros
desabrigados ao meio dia.
Temperatura mxima 27,C0 Eonegrecido
58."6-Prateado 41,-5.
Evaporago em 24 boras ao sol 5,"7 a som-
bra 2,-8.
Chuva nuil a.
' Direcgao do vento : WSW de meia al 6 h.
10 m. da manba ; SWai 7 h 59 m. ; SSW at
8 b. |15 m.; S com ioterrupgoes de SSE e
SSW at 10 .h. 13 m.; SSE e SE a alterna-
dos at meia noite.
Duss horas de calma pela madrugada.
Velocidade media do yeuto 2,"92 por se-
cundo.
rtebulosidade media 0,67.
Horas. Term eutti Barmetro Tenso d
jrmdi *o; vapoi
8 m. 2l,-0 759,-38 16.24
9 24,'0 760,-13 18,44
12- 25 ,'5 759.-10 17,97
3] t. 25/8 7.58*65 17,81
6 . 24>,9 759,-38 16,48
BOLETIM DO PORTO
Dias Horas
Altura
Pra-mar ou
baixa-mar
li. M. 6 de Agosto 11 b. 05 m. da m. 0,-35
-- V. 5 b. 15 m. t. 2.-20
Cemiterlo PublleoForam sepultados
no Omiteno Publico de Santo Amaro, no dia
3 ile Agosto de 1895.
Rita Mana de Cassia, Pernambuco, 53 annos,
solteira, Recife.
Francisco lveo de Lima, Pernambuco, 30
annos, casado B. Vista.
Mana da Conceigao, Pernambuco, 50 aanos,
solteira, B. Vista.
Antouio Francisco Bezerra, Pernambuco, 35
annos, solt ra, Graga.
Adolpho Nielseo, Suissa, 23 annos, solteiro,
B. Vista.
Cari uasson, Allemanha, 53 annos, rasado, B.
Vista.
Severina Maria da Conceigao, Pernambuco, 1
anno, S. Antonio.
Jos, Brasil, 3 annos, S. Antonio.
Antonio Francisco da Silva, 36 aaoos, solteiro,
S. Vista.
Maria Calhanna do Espirito Santo, Pernam-
bu >, viuva, B. Vista.
!' ancelina Maria da '"ooceigao, Pernambuco,
40 annos, solteira Boa Vista.
Mi noel Autouio da Franga, Pernambucc, 36
mi.. solteira, B. Vista.
ti oa Ouilherraina do Espirito Santo, 24
annos, solteira, B. Vista.
Um i-.odo sexo mascolino, B. Vista.
Manuel Martins Ferraz, Portugal, 45 anno?,
solteno. S. Aotonio
Mana Machado Ucba, Pernambuco, 4 horas,
B. Vista.
Thereza Maria de Jess, Pernambuco, 70 an-
nos, viuva, t Vista.
Uirisiina Rosa da Conceigao, Pernambuco,
42 annos, solteira, Recife.
Narciso Rodrigues da Silva, Pernambuco, 50
annos, solteiro, S. Jos.
D. Olson, Noruega, 23 annos, solteiro, B,
Vista.
B. Beatzen, Noruega, 20 annos, solteiro, Boa
Vista.
Mara Francisca da Conceigao, Pernambuco,
12 annos, casada. B. Vista.
Jos Paulino Brillo, Peroambuco, 42 annos.
solteiro, B. Vista.
Dia 5
Joao/Tavares da Silva, Pernambuco, 31 annos,
Pogo.
Julio Tito Jorge, Portugal, 35 annos, viuvo,
B. Vista.
Lames Landel, Noruega, 20 annos, solteiro,
B. Vista.
Francisco de Alcntara Perrier, Pernambuco,
38 annos, casado, S. Jos.
Clauliua Moraes, frica, 80 annos, solteiro,
S- Antonio.
Salustiaao, Pernambuco, 35 annos, solteiro,
S. Jos.
Josepba Dsrolba Melcbiades, Pernambuco,
27 annos, casado, B. Vista.
Martiniano de Souza Barbosa, Pernambuco,
25 annoa, casado, B. Vista.
apeilor Tribunal de ustlca
SESSaO ORDINARIA EM 6 DE AGOSTJ
DE 1695
"RESIDENCIA DO SS. DR. FRANCISCO LUIZ
Secretario Dr. Virgilio Coe'Jio
A's horas do costme, presentes os Sr., juiz a
em numero legal e o suostituio uo Dr. procara'
dor geral do Estado, foi acera a sesso, tma
e app'ovada a acia da antecedente.
Distribuidos e passados oa feitos, deram-ce
as seguiotes
JDLQAMESTOS
Hab?as-co pas.
Pacientes :
Flismiao Soares de Meodooga.Mandoa-se '
in'o-raar o ju i dti dirtito di Viciara.
Maooel Mana Iglesias. Negou-se, unnime-
mente-
Recurso crime :
Do joiz de direito de O inda em commisso
especial no 3* als-nctj criminal do Recife.
Recorreote o joiso, recorrido Jor L-lie de
Amazonas Bn-.l. Re ior o juiz iu&o Carlos
A ijujo; os ju'zes Cosa Ribeiro e Aimeida.
.i .ve teu-se o julgamento em diligencia.
Age'avua de instrumento :
De GoyanuA Tavares da Roctn Piloo, aggavado II -a :q ie
U. Tavares da Rocha. Re ator c juiz Costa R.-
Delro. Adjumos os juizes Carlos Vaz e Caldas
oanelu.Nao ce lomoo coobecimi-nto.
Da Vicio iaAggravaute D. Julia de Albu-
qu-rque Barros, a^K^avado Daniel Moreir.i na
Co.-ti. Relato- o juz C'Uas Brrelo. Adjucljs
os juizes xlmeida e Carlos Vai.Nao se lom.u
an.ieciu.enio. unanimememe.
Aggravo de petigao :
Do RecifeA^ravaote D. Aona Rosalina Mj-
rejra Cam ., aggravado Aniooio do Carmo Al-
meidi. Relator o (ais Carlos Vas. Adjumos oa
juizs Joao Carlos e Galvao.Jeo-se provim?n-
io. unnimemente.
PASSAQBMS
Dj juiz Alapida ao juiz Q. os Vaz :
Appeliagocivei :
Appeliaue o o.ichirel Jo: Marjellino da Rj
sa Silva, appeilados Amorim os Ca.dv.sj-
ELb Di tecife E. Paranle Joao Mellcbarequa,
embargados SiUaRe>s & C.
Do juis Coata Ribeiro ao juiz Cidjs Barre
to:
Appi-llagao crime :
De NazaretQAppellante Bellarmino Jos de
Mello, a. pellada a jusugi.
UISTKlHDigES
Aggravo de instrumento:
Ao juiz Costa Ribeiro :
De PalmaresAfigravautea Aotonio Daarie
Puno a ootros, aggravado Autouio Hermiuio de
Lima.
Ao juiz Caldas Barreto :
Aggravante-o Dr. Francisco Acciolj Lios.
aggravado o loonei Silvmo Moreira Civalcaute.
Appellagao civel:
Ao ,uiz Almeida :
D; Jaboa.aoAppellaote Runos o Gapert, ap-
padado o Dr. Toomat Coelno de Almeida.
En jerrou-se a essao as 2 huras e 30 minlos
Ja larae.
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
Imperador n." 63 i." andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n." 588.
Dr. Barreto Sampaio, oceulista, d
consultas de 1 s i horas oo primeiro
andar da roa do Baro da Victoria n.
51.
Bjsidencia a ra Hospicio n. 46.
Teleohone n. 35.
Medico
Dr, Joaquim Lourtiro medico partei-
ro, consultorio ra do Oabug o. 14,
ivsideucia na Casa r*orte n. 5, casa de
uzulejo, defronte ja igreja da Campia.
Dr. S Pereira, ra da Imperalriz n.
Ij, d consultas medico-cirnrgicas todo
"i cias das 8 meio dia, menos no
lioaiiutios e dias santificados.
O Dr, Lobo Motcoso d consultas en
jua casa ra da Gloria n. 39 das 10
horas da manh 1 da larda. Achau-
:i-se fra do servico publico offerece-se
para acudir a quaiquer chamado com
promptido para fora da cidade. Espe-
cia lidade, operaedes, paitos e molestias
de senhoras e raninos.
Drogaras
baria Sorinho dt C, droguistas por
atacado, ra do Mrquez de Oltnda o. i\.
Guimaraes Braga C. Depsitos
d* Drogas e productos cbimicos, espe>
calidades l'Oarmaceuticas, medicamenN
ios homeupalieos e Unas, leos, pin-
ceis etc., etc. Uua do Mrquez de Olio
da n, 60.
A. P. Braga Guimaraes Agencia de
todas as especialidades pharmaceulicas,
lilas, drogas, productos cbimicos e un-
iros medicamentos bomeopathicos, roa
Larga do Posario n. 34.
Papis Pintados.
(jCasa especial de Papis pintados de
todas as qualidades para forrar sallas.
Ra Mrquez de Olinda n. 12.
UBC4C0S A PEDIDO
D. Thereza de Jess
Fgueira de Faria
Miguel de FigueirGa Faria, seuurmSoa
e suas familias mandara rezar missa-* por
alma de sua prezada mi, sogra, av
bisav D. Thfrez- de Jess Figu ir de
Faria, s 8 horas da manh& d<> dia 9 do
co-rente na igreja do Convento do Carmo
do Recife. Agradece a todos que, se
dignarem dar mis esta prova de ami-
sade.
' '
PERNAMBUCO
London&Pdver Pate
Bank Limited
E^tabelecido em 1 **
Capital
dem realisado
Fundo de reserva
1.500.000
900.000
900.000
BALANCETE DA CAIXA FILIAL NESTA
PRACA, EM 31 DE JULHO DE 1895
Activo
Letras descontadas 1.127:9918980
Letras a receber 1.144:5803330
Emprestimos, coritas caucio-
nadas, etc. 1 033:6648350
Diversas contas 9:282S200
Caixa matriz, tliaes e agen
cias 7.481:1348450
Peohores de empres timos,
contas caucionadas etc. 1.074:2718080
Caixa em moeda correte 5.828:8768720
Rs. 17.839:8018110
Passivo
Capital declarado da Caixa
Filial
Deposito prazo Bxo e com
aviso
Contas corren tes sem juros
Diversas contas
Ttulos em caucSo
Caixa matriz, iiliaes e agea-
cias
500:0008000
2.895:1968280
922:7318160
1 123:61)28040
1.974:2718080
11.323:9105550
Re. 17.839:8018110
S. E. &0.
Pernambuco, 7 de Agosto de 1895.
(Firmado) T. Ellis, gerente.
F IVtlmot, contador ioterno.
[.
NDICACOES OTIS
Ocenllsta
O Dr. Pedro Pont(a,ex-chefe de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, i. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de i s 4 horas da
Urde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Pereira da Silva com pratica na^
Companbia Exportadora
de Alcool e Agur-
dente.
Lendonas folhas diarias, de
hoje, urna convocacSo para
Assembla Geral a eflee(uar<
se em i do corrate n o es-
eriptorio da Coinpanhia Calca-
rla, protesto contra a referida
convoctto feita por accionistas,
alguna dos quaes nao pagaram
prestacSes e por pessoas que
nilo su legalmente autori-
sadas.
Por isso nilo attendi urna pe-
ticSo. que me foi dirigida e se
acha despachada, sena que in-
teressado algum a viesse pro-
curar
Conaprebende o alcance da
obvcaeSo que obra tele-
pbonicait, as nao vingar a
torpeza, pois em tempo oppor-
tuno tudo vira a lame.
Recife. de Agosto deftSOS.
Francisco <-ouv'ia
Presidente.
D. Thereza de Jess
Fgueira de Faria
Francisco de Fgueira Faria, sua
mulher filhos genros, netto e or*, airda
trm os cora90es traspassaos de dores e
angustias pelo falle -ment d sua que
rida e idolatrada m2i, sogra av e bisav,
convidam a todos aeus pa entes e amigos
para asaistirem missa do 30. dia que
mandara celebrar por alma da mesrai
fallecida, no di 9 do corren'e, s 7 h ras
da manh na igreja de Nossa Senhora
do Amparo, da cidade do Olinda. Desd
antecipam seus sinceros agradecimea-
tos, a todos aquellee que compareoerem.
del
an-
dl
al-
Alla Colonia Italiana
XX SETTEMBRE
Avvicioaodosi la data
\ V Setiembre, glorioso
niversario della Brecoia
Porta Pia, che rendeva
I Italia la sua legittima cap-
tale, mi permetto invitare
gl'italioni resdenti in Per-
nambuco a voler nterveni-
re, domenica prossma, 11 del
correute, all I pom, alia ra
da Cadeia n. 3, 1* piano,
onde trattare del modo migliore
per solennizzare il 25* anni-
versario del fausto avveni-
mento.
Recife, 5 de Agosto de 1895.
Dr. Antonio Uolinari Laurin.
1. AWIVKItS VISIO
8 DE AGOSTO

J
J
J
MA CORO A <^
DE
Saudades
Sobre o tmulo de Joao Luiz
Pereira Lima Kilho vae
depositar boje sua
irma e maarinha
i. C. Lima.
Agencias a conferir
De urna fabrica de Orv-ja branca de Berlim,
propria para a exporta^&o.
De urna fabrica cooceituada de Manteiga dina-
marquesa.
Do afamado Amargo Russo Iwao* marca
tCnado* Russak.
De urna marca superior de Chourigos Cer-
velaL
De urna excellenio marca de Salcb chas de
Franco forte.
De urna fabrica conheca? de Cacao em P
excelleote gaz puro e barato.
De urna fabrica celebre de Aguar3le velho
do Centeio de Nordhausen.
De urna fabrica eonceitoada de Cacao de Ft-
rinha de A vea, Alimento de enancas.
De urna excedente marca de Amargo de An
gostura.
De urna fabrica de extracta exeellente para
sopa de caraoguejos.
A dingir-se as lngoas alleraa, inglea e
franceza sob indicacSo de seu comprador conti-
nental sob cifra I. B 4i4 a Rudolfo Mosse, Hiun
burgo.
parecimento de todos os acciouistas,
visto tratar-se de varios assumptos de
importante iateres-se social e que de-
mandam eolugo urgentissima.
A presente convocacao feita de
accordo com o que preceitua a actaal
lei das sociedades anonymas e para
fazer cessar o estado anmalo em que
est a Companhia.
Recife, 2 de Julho de 4895.
Jos de Azevedo Maia e Silva.
Pp. Joao Baptista Pereira de Souza.
Alfredo Souza.
Augufcto Silva,
Albino Silva & C.
Antonio da Costa Mello.
Manoel Colago Pias.
Joao Antonio da Cunha Cartella.
Antonio do Silva Ramos.
Ulysses Botelho de Andrade.
Pp. Viuva de Bernardino da Sirva Ra-
mos.
Alexandre A. de Caldas Padilha.
Francisco Jos Rodrigues Praga.
Pp. Victor Goncalves de Souza Beirao.
Antonio Marques de Almeida.
Pp. Jos de Castro Monteiro.
Carlos Halliday.
Antero Soares de Vasconcellos,
Thomaz Jos de Gusmao.
Mauoel Roberto de Carvalho Guima-
raes.
Antoio Francisco da Costa.
Dr. Luiz Emigidio Rodrigues Vianna.
Dr. Jos Carlos da Costa Ribeiro.
Dr. Jos Joaquim de Oliveira Fonseca.
Ernesto Arcelino de Barros Franco;
Jus Alves Rodrigues.
Joao Walfrido de Medeiros.
TheoDaldo Saldanha.
Dr, Pedro Francisco Correia de Oli-
veira;
Sebastiao Alves da Silva.
Eduardo Dubeux.
Manoel Joaquim de Miranda.
Francisco Solano de Magalhes.
Cydronio Ignacio de Mello.
Antonio Samico de Lvra e Mello.
Tendes tosse ? Soffrei
do peito?
Usai o mais efficaz dos remedios, o
PEITORAL DE CAMBAR, de Sou-
za Soares, garantido por Decreto do
goveruo geralde 30 de Junho de 1884.
Este preparado foi distinguido com
tres medalhas de I.* classe e acha-se
approvado pela Exma. ex-Junta -Cen-
tral de Hygiene Publica do Brazil.
O PEITORAL DE CAMBAR^ tem
realisado curas maravilhosas e por
isso, o remedio de maior consumo em
todo o paiz.
Vende-se as principies pharmarias
O agente Companhia de Drogase Pro-
ductos Ckimicos
?---------------
O ur. Gemuiiano Costa
Parecer sobre o Peitoral de
Cambar
Tendo empregado por varias vezes o
Peitoral de Cambar, do Sr Souza Soa-
res, de Pelotas, tirei sempre muito
bom resultado, quer na enfermara de
marinha, quer na minha clnica parti-
cular, pelo que aconselho sempre est
preparado aos que soffrem de bronchi-
te, principalmente asthmatica Dr.
Geminiano os da Costa. I Belm do
Para ]
O verdadeiro Sedlitz Granulado pur
gativo refrea ante o preparado por Ch.
Chanteau-1 pharmaceutico de primeira
^cls^^o, 54, r. des Fr nces-Bourg, Pariz,
antigo~*Stcio-do Dr. Bu^gwraeve, funda-
dor da Phai*iMeia Disimtrica.
Acautele-se contrlSjis iaw.18^563; exi'
gir o envoltorio amarello do inventor^
cb. Cliauteaud.
Aguas mineraas ferruginosas se for-
mam disso'.vendo os saes ferruginosos so-
luveis que compem os terrenos que atra-
vessam, m?s nunca conten o forro no
estado de phosphato, deixando de reunir
assim o principios constitutivos dos os-
sos e do sangue. Um eabto bem conhe-
cido, o Sr. Leras, doutor em sciencian,
preparou, sob o nomo de Ferro soluvel
de Leras, um liqa-do claro e lmpido
qua c n m estes dous elementos e h r-
pidamente ao singue saa riqueza a cor
rermelba. D'ahi o grande numero de
curas obtidas naa doeajas earacterisadas
palo empobrecimiento do sangue, i5o com
muns hoj-, como a anemia, chlorose, fra
qaeza geral, caimbras do estomago.
M0LFST1AS do ESTOMAGO. VinUo Cbassana
As mais providentes ministram a seus
filhos, como depurativ) e fortificante o
Xaropa ante-escorbutico Esta me-
dicamento age pela nfima quandade de
iodo que contm naturalmente o ag So
e traaos de euxofra que existe no rabSo
Ma-, La bem 30ann>s, o& mdicos prefe-
rem ao Xarepe ante escorbtico o
Xaropt do Rbao iodado de Grmault
e C.a que tem a va tagem de agir
mas promptamente e conter maior quan-
tidade da iodo combinado con a sueco
d'agriSo.
O alcatro provm da combusto do
pinbeiro e ci-ntm productos empyreuma-
ticos indigestos, e por isso ceda o lugar
todos os dias ao < Xarepe de Seiva de
Pinheiio mar.timo de Lagasse ; esta
seiva encorra todos s principios inalte-
rados do pinheiro martimo o ah est o
segredo da sua efficacia contra as resfria-
mentos, tosses, bronchite, grippes e ir-
rita3e4 do peito.
Companhia Exportado-
ra de alcool e agur-
dente.
Os abaixo assignados, accionistas da
Companhia Exportadora de Alcool e
Agurdente, representando mais de
um quinto do capital social, tendo re-
querido em 23 de Julbo ultimo ao di-
rector secretario da mesrna Companhia
a convocacao com urgencia de urna
assemblea geral extraordinaria dos ac-
cionistas da dita Companhia, com o fim
de se eleger nova directora, por s
existir hoje o Director secretario da au-
riga Directora e tambera por nao se ter
reunido nem urna s vez a Assemblea
Geral em 1894 e at esta data, bem
como por outros motivos constantes da
petigao dirigida ao mesmo director se-
cretario e cuja copia ser exhibida aos
accionistas, e nao tendo at hoje o
mesmo director feito a convocacao re-
querida, apesar de fiados os oito dias
da lei, convocam urna assemblea geral
extraordinaria para o dia 10 do cor-
rente ao meio dia no escriptorio da
Companhia de Productos calcreos,
sito no Caes do Apollo n. 73, 1; an-
dar ; e pedem para essa reunio o com
Muitas e muitas obsrvaseles feitas por
eminente.-' mdicos tanto nos hospitaes co-
mo na chimica particular, demonstr ram
que as Perolas d> ether de Dr. Cler-
tan conbtituem medicamento verdadei-
ramente heroico, que dissipa Tapadamente
a) caimbras do estomago, as palpitacoes,
as clicas hepticas, os gazes inte tinaos,
as suff> cac3es causadas pelos lugares do-
lorosos provindo de d'gestao difficil; em-
fi:n todas as dores que provm de qual-
quer sobrexcitar ao nervosa.
------------m -----------
Peitoral de Cambar
l:.aO-r00
D-se esta quantia a quem .rovar a
So authenticidade da declaraco infraj
Ha mais de 5 annos que eu sorTria
ie um grave bronchite, havendo dias
e lanzar mais de m3ia garrafa de san-
gue e nao podendo muitas vezes con-
ciliar o somno.
J sem esperanzas de restabelecimen-
to, com as forc/as exhaustas, resolv,
a conselho de um amigo, tomar o P-
toral de Cambar, de Souza Soares, e,
logo aos primeiros frascos, senti urna
melhora consideravel, podendo dormir -
e deixando de lancar sangue.
Com a contnuaco do remedio, os
soifrimentos foram gradualmente desap-
parecendo e hoje acho-me completa-
mente restabelecido Joao Jos" Z
bendo (Lavrador em Canta gallo, Esta-
do Rio de Janeiro. ]
O agenteCompanhia de Drogas t
Productos Chimicos.
------------ Ci
Dr. Francisco Leopoldina
Especialidades : Febres, molestias de
enancas, syphiliticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da tarde
ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1.
andar.
ResidenciaRa da Santa Cruz n. 72.
Telephone n. 214.
Chamados por escripto.

~
-A.
I MIUM 1
-----


Diario de Permmbuco Quinta-feira ci Agobio de 1995
.
Terrivel tosse secca
Cara da Peitoral de Cambar
O Sr. Joaquim Alves Cavalcanti, resi-
dente na cidade da Fortaleza, declara,
que suamulher, soffrendo durante aous
annosde urna horriveltosse secca com
dores no peito, para a qual nao achou
allivio na medicina, curou-se com o
Peitoral de Cambar, de Souza Soares.
O agenteCompanhia de Drogas e
seducios Chimices.
Hygino de Miranda
pela Faculdade de Pariz, cir
abri
Dr. m
Medico .
Drgiao parteiro, abri provisoriamente
seu consultorio na ra Nova n. 19, L*
andar. Consultas das 1 s 3. Espe-
cialidades : partos, molestias das senbo-
as e dos orgaos genito-urinarios. Re-
sidencia: ra do Bario de S. Borja 30.
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendoza
Consultorio : Ra da Imperatri* n. 8,
J*. andar.
Consultas : de 1 s 3 da tarde.
Clnica medica cirur-
gica
Do Dr. Domlnsuea da silva*
Especialidades : melesilas de seohoras, crian
jas, de apparelbo resolutorio e okesttvo
Da consultas cas 10 a 1 da larde em saa res -
1 tu ca e pateo do Terco n 33.
Atiende a chamados para (ora da cidade.
Bronchite asthmatica
Curada pelo Peitoral de Cam-
bar
O Sr. Joao Antonio da Silva, residente
no Barreado, Minas-Geraes, curou-se
de nma bronchite asthmatica que ha
Z mezes o atormentava, j nao o dei
xando dormir, com o uso do Peitoral de
Cambar, de Souza Soares.
* O agente Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos.
Advogado
O bacharel Antonio Tolentino Rodri-
gos Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, poda ser procurado
seo seu escriptorio a Praca 17 n. 79, das
0 horas da manba s 4 da tarda.
Aa Paradi des Dames
\ Casa especial de artigos para
Noivas
Ras Baro da Vdoria 38
Teephone .
Au Paradis des Damei
Especialidade em sedas, brancas, preta"
de edres, gases, surabs, para casamen-
to?, bailes e passeios, para grande escos
llia.
38 Ra B. da Victoria 38
Telphone 59
Dr. Alfredo Gaspar Medico Con
sultorio e residencia ra da Imperatrie
n. 71, 1* andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manb. Chamados (por escripto)
qualqure hora, tblbphone n. 226
Coronel Frederico Chaves
Medico homeopatha
Ra lia rao da Victoria
N. 37 1/ .n.ar
sa. m:m ::y:hl::
Avisa a seus amigos e clientes, que
mudou o seu consultorio para a ra
Larga do Rosario a 20, antigo con-
sultorio do Dr. Ferr ra, onde continua
dar consultas das 11 a 1 hora da tarde
e reside no Cajueiro n. 4.
Tlepho. en. 292.
Dr. Brrelo Sampaio Oculista
Consultorio ruaBarao da Victoria n. 51,
1.* andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem a
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nosdomingos e dias san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade a. 26 Telephone
n. 287.
e embora o doente bouvesse eslado sof- Elixir Ati-Febril Cardoso
freodo durante semanas inleiras d'utna
dOMMEBCIfl
Bolea Commerclal de Pernam-
bueo
CTA^ES OFFICIaES da junta dos
cobretores
Praca do Recife, 7 de Agosto de 1895.
Caronjo foDre Luom a 90 ilv 10 9|(6 a por
'J do Baoio.
O piesideote
Antonio M.i-qnpj deAmorix.
U secretario
M.oiel di ilva Pi lo.
Cambio
O Banco* abriram com a ti xa de 10 1|2 sobre
Londres a 90 d|v, subndo depou para 10 9|I6,
micte-do-e ale ao lecbar e as ira: saceos fo-
.am regulares.
Letras particnlarea foram negocida a9 11(16
if prqaena esca'a.
otafet de geaeros
tara o agneiM'or
AsiUCar
sranco.idto.idem. 1*600 5 3*600
Someoos, llera, dem '/.."Jo a 2*190
Maecavado dem.ideoi. s- 14880 a 34000
Broto SwUdC.NSff; Sai 14500 a 14630
(lame, dem ideu* U300 a l*dw
Algodao
Vendido 110*80J pe15 kilos.
alool
-j- pipa de 180 litros 1054 venda.
A(airdra(
for pipa de *80 litros 1154 venda.
aros
Seceos salgados na base de II kilos 950 rls.
wida.
Verdes 650 rls, nominal.
Carnauba
Cola-se da 234 a 354000 por 15 kioe.
Me I
Por 1004000 nomlcal.
ImportaciSo
B'emen e escala, vapor allemao Kroos Prins
!. Wilnelm, entrado no da 31 do paasado e
consignado a Vctor Neesen.
Amostras t caixas a diversos.
Azulejo 8 caixas 4 ordem.
Armas 4 caixas a Vianoa Castro & C, 2 a J.
os Santos O.iveira.
Albos 70 caixas a C. Lima & C, 38 a G. de
Araojo & Filaos.
Batatas 20 ca xb a Companbia de Estiva.
Barns 100 a escola Fr-i Caneca.
Carros 4 ao director da estrada de ferro Cen-
cimento 200 barricas a Salzer Hialina no &
pOTJP '
Cooros 1 caixa a Companhia I. de chapeos.
Cabellos 1 caixa a ordem.
Ceblas 10 caixas a Companhia de Estiva.
Eoxofre 12 barricas a Guimaraes Braga &
Gmnp *
1 Garrafas 3 cabs a I. L. Rodrigoes.
Folbas de looro i saceos a G. de Araujo ft
fins.
Ltv os 17 caixas o'dem.
Louea 6 caixas e 2 Darrlcas ordem.
Mercadorias 1 volme a G. de Mattos Irmoe,
S3 ao caoi Si do porto, 2 ordem.
Madei-a 16 caixas ordem.
Marmor" 1 caixa 4 ordem.
Machinas de costara 2 caixas ordem.
Oojecios de cobre 1 caixa a ordem.
Ornamentos de igreia 1 caixa ordem.
Objectoe religioso- 4 caixas ordem.
?jrce l*na 4 caixss a ordem.
Palito 3 caizes a G. de Araojo & Filhos,
oadr;d"s 38 caixas a Joaqaim Sal.ueiral.
Solbas 16 sacecs a G. de Araojo & FilQ03.
Tecidos 3 c.s a ordem,
Dteosilios II caixas ordem.
j 7 cjix.8 i colonia Fre Caneca, i a A.
MEDICO
Dr. Amaro Wanderlcy
Avisa aos clientes e amigos que
pode ser procurado de 12 horas s 2
da tarde na Pharmarcia Bom Jess,
ra do Bom Jess n. 24-
Residencia Ra Direita n. i0 em
Afogados.
-----------*------------
Dr. Vanes Coiaibra--------Clnica M
ateo Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez de Olinda n. 64, l.8 andar, onde d
consultas das 12 s 2 boras da tarde.
Especialidades Febres, partos, moles-
tias de senboras e criancas. Cbamados
a qualquer bora na sua residencia, na
ra da Soledade n. 84, esquina da ra do
Atalho ou no consultorio
Telephone n. 387.
Agencia geral de privile-
gios de nvencJEo e registro de
marcas
ADLPHO H\II.I,V
Caixa do Crrelo n. *i I capital
Federal
Trata se por correspondencia
Como est % un- da sua toase
Esta pergunta feila diariamente com
beaelica solicitude cnilhares de pessdas
e aoeotanto muito melhor seria se os per
gunlantes indicassem o meio de conseguir
um alivio immediato e seguro, recommeo-
dando aos seus amigos enfermos, o Peito-
ral de Anacahuita porque anda mesmo

G. V. Lrsl, 250 a Companhia de E-tn, 4 pipas
e 50 ra-rm a C. L'raa & C.
V>dros 83 calas a Miranda & Soozi, 35 ft or-
dem.
Payao nalacho argentino Maia Alxe,
entrado em i do correte e consignado a Pereira
Caroeiro & C.
Xtrqoe 2 250 fardos i ordem.
Terra Noa, Iota' inglex Ppggy. ntralo em
2 i.o eo-rent e coosigiado a B'a Itu-q & C.
Bacaibao 2,401 oamcas e 2,198 melaa ditas i
oroem.
A acaj a es-.ola, vapor nacional 3. Prancia-
?o>, entrado no da 1 e consignado a Companbia
PerBamno'-ana
Ateite. 2 caixas a Boxw-U Willhm & C.
Algodao 172 saceos Ravmaoda S-'ixaa & C.
Carocos de algodlo 101 sacos a E. Kann.
C.oo'o 111 ao aesmo.
P- lies 15 f-r'os 9 mesmo. 6 a ordem.
8 la 0 meiot ,oio a Rosaba k Brotbera & C,
1,000 a Rxingoe Lima a C.
A-acaid e escala, vapor r.a ional Una, entra-
do em 31 do p asada e consignado a Companhia
Pernamoacana.
Barrica 240 a V. Telles da Silva.
Chotos 349 a E. lUbn.
Piltros 23 cala ordetc.
Lioca 7 barricas a diversos.
Ife-cadorias 50 volme* ordem.
relie 32 ra-dos a E. K.hn.
Sola 47 mtiis rolos a H^ y ainado Sel xas.
tosse violenta ou d'uma constipaco for-
tissima, este soberano remedio para todas
as onfenr.idades pulmonares, os aliviara
e curara dentro do curto espaco de vinte
qualro horas.
Os nativos do Mxico conheciam per-
feilamenteas extraordinarias virtudes tne-
dicioaes da arvore da qual se extrae es-
la maravilhosa preparacao, e era o seu
grande remedio favorito em todas as en
fermidnde da garganta e a dos plomdos
Peitoral de Anacahuita, nao leni
seu igual entre todos os pulmonicos da
materia medica, e por isso pode-se-lhe
chamar com toda propriedade e razo, o
nico remedio digno do nome.
COMO GARANTA contra as falsifica-
cues, observe-se bein que os nomestie
jMnman e Kemp venham eslampados em
letras transpaiente no papel do livrinho
que serve de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se venda em todas as boticas
e drogaras.
ESTE
ducumento prova, que
o Cognac Brazileiro
tuais velho que a Rep-
blica.
mu ici.ioi i: i it \ \< \ini
Mhiistcrc du Commercc de
^ Iluduslrie ( des Colonice
EXl'OSITION UNIVERSALE DE
1889
La Jury Inteotional des Recompens
Decerne un deplome de
II i: Mo \ HONOBABLE
A Mrs. A. M. Veras et C.
BREZIL
Par Icurs prodnits < Ol-A A<
BRAZILEIRO et AGIARDEA-
TE de CAMMA
DA :
GROUP Vil
DESINFECTA-
CLASSE 93.
Garrafa
Duzia
8^500
52>000
Cea' e escala, vapor nacional Jaboaiao, en-
trad -m 31 do psssado e cooigoado a Compa-
nbia Pernarbocana, maoifeslon :
Algodao 1.081 fardos a diversos.
Bagas de mamona 17 saceos a J. Esnaly.
Chapeos 10 fardos a M. de Sonsa Franco.
O a 16 saceos a A O'im 1 oaos & C.
Coaros 21 a Mattos Caminna & C, 63 a J. A.
C. Vianna.
Esler.8 30 masaos a C Lima & C, 26 a M.
de Sonta Franco.
Marcador lis 1 caixa ao mesmo, 1 a G. de Mat-
tos Irmao8.
fexe 21 barris Companbia de Estiva.
Palles 20 fardos a Delmiro e Gooveia, 12 a
Rosaback broibers & C, 7 a Soaza Nogoeira
& C, 19 a G. de Mtica IrmSos, 1 a ordtm.
Qaoiios 2 raixaa a ordem.
Tecidos l caixa a C. Frey & C.
Yuros 5 caixa a C Lima & C.
New York, vapor belga Gal I j, entrado em
i do correte e couaigoado a Blackbnrn & S.,
manf-flioo :
Appareibot para telapbone 2 volme a A. do
C Almelda.
Amostras 1 volme ordem.
Baoba 50 barra a F. Costa & C. 50 a C. Le-
mos & C, 500 a ComoaBhia de Es iva.
Cooros 1 caxi a o'dem.
Graxa 2 barricas a ordem.
Banba 50 barri< a F. Coala & C, 50 a C. Le
moa Ai C, 500 4 Companbia de Estiva.
Cooros 1 caixa a ordem.
Grsxa 2 barricas a ordem.
Mobillas 8 caixas i ordem, 1 a I. N. da Fon-
seca. 2 a A. Gaeres.
Merradorias i caixas ordsm, 1 a A. J. C de
Araojo. 1 a R. de Ornsma & C, la A. Pareir.
4 Irma09, 1 a B ixwe I William & C.
Maiz?oa 40 caixas a C. Lemoa & C.
Reloelos 17 volnmes ordem, i a Rodrigoes
Lima & C, I a V. Grandio.
Toocioho 20 barra a F. Costa & C., 10 a C
Lemas & C, 5 caixas a J. N da Fooseca.
Teclod 9 volomes a ordem, 5 a Rod-ipues Li-
ma & C, i a N. Maia 4 C, 2 a Maia & C.
Vidros 30 caixas a C Halliday & C.
Mon'evido a escala, vapor noroegaense > Ber-
fosereo. entrado no da 4 do correte e consi-
gnado a M. S Mala, manifeston :
Farinba de ir.go i.000 saceos.
Farinba rie trigo 4.100 aaccos.
Milho 98o suecos.
Xarqoe 4 275 fardos aos consignatarios.
Trieste e escala, vapor aosiriaco Pandora.
entrado em 3 do correte e consignado a H. Fo-
'Bter & C, macifesion :
Ajo 10 calzas ordem.
Faz-se descont na proporejio da im-
portancia o pedido.
l'iriarjjLlo dentista
Jos Hygino de Miranda, cirurg-io
dentista, abri seu consultorio na ra
Nova n. 19, 1* andar.
^mmmmamqwm^amam^mmmammmmmi^mmmmtL.
Coofeltos 1 caixa a ordem.|
Coi servas 17 cmxas ordem.
Ceiveja 60 caixas a o-dem.
Farinba trigo 1.509 barricas a Machado &
Lopes, 2-000 an COOSIgOitiriOr-, 160 a PaiVM
Vleme A C-, 100 Saot Casa de Mmeror
da.
Mercadorias 6 vo'unes a ordem, i a L- Maia
& C.,1 a J. Geran.
Mar co-e 4 cxs e 50 padras ordem, 25 a
A. D. C. Viaona.
Papel 10 caixas a Maooel Collaco & C. 8 or-
dem, 2 a P-reira de Fa-is A C.
Salames 1 caixa a ordem, 1 a branles Lopes
de Medina.
Vermonir 10 caixas ordem.
Vmoo 3(0 narria e 64 caixas ordem.
Vidria 1 caixa oroem.
*vDOrl8>CA
Recife, 7 de Agoato de 185
rara o exterior
No vapor ingles Edictor, para Liverpool,
carreaaram :
P. Paea Barreto. 21008 zllos de carolos de
gono.
C F. Cas ), 1000 saceos com 75,000 kilos
de asBocar mascavado.
Bia'i, lurn & C, 1710 kilo < de borracha de
maogaoeira.
H. Brothers, 6,955 kilos de carogos de algodao
8EGNCO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior!
Approvaao em 21 de Marco de 18P6 i ela In.-pec-1
toiia Geral da digna Joula de djieoe do Rio I
de Janeiro.
Este Elivr de cemposicao toda vegetal pre-
parado xegnudo as raigrs pbarmaceolicas, arou-
eelhadas pelos aolores modernos e de recoobe
cida csd. cidade scientitica tanto no paiz cerro
oo extrangeiro.
Este Elixir o prometo nao p do g-atide es
tu'io das aco s physiologicas das sabsiauclea
como tambeni patolgicas, como tambera o re-
soltado das Immenras apphcacOes nos diversos
casos de febres de fundo palustre.
A applii-acao de Esie Elixir na grande epide-
mia de bexigas de (890 a 1891 mais orna vei
lemcosiroD a ana tuteada; pois no principio dos
rimeiros eymptomas u bexiga abona, e em ca
Si s mai8 amantados a bexiga pa.-sa a ser orna
joenca febril vulgar apreseoiando peqa-nas ti
..ef. tO".- qne com a conlio'jacao do elixir desa-
iiarecem sein todava sprtsentar receloa e pt -
rlgo.
Oe moitos aneciados poblicadcs do Darode
PernambDCo e Caieta da Tarde* provam o qne
diz^mos.
Nos casos de febre amarella o effeito e admi
ra 'ei.apreseutando pheoomeoja to maravilco
w qoe nesta cidade do Recife e no i) R.o da
Jineiro ponco receto ransa a febre amarella
riHsmo estando o doente com vomito pretos.
sanguneonestes olamos periodos eu.o ae
Mflarw a aupucacao em alta dose, deaprezando
taclla annexa.
Este Elixir j conhecido do publico de un.
gruoe numero de dignos mdicos apreseniado
para combaier os ditferenies incommodoa todos
Mea de carar.ter febril.
Por muito tempo tivemos occasiSo de 'itfT a
applicaQao oas lebis erysipt-llo8a3 a cuiu tao
bom resellado que CcatDOa admirados de to ai-
loa 'fle.tos.
Pela praiica rbegames o connecer que ms
ataques il feore ervsipeilosa oo erysipeiia come
vulgamenle se diz oecessarlo o uso de 10 oiu.
i Mixir.
Nos grandes incommodos das senhoras mens-
roac5o, gravidea e nos casos de parlo com fe.
ore de om resoltado mi: i- ce to e segD'o em
a soa co.up08icao to stxiples que nao cfT-rece
recelo de applicar o Elixir nern oiesmo em do.-et
-lopenores ie indicadas na taclia lofra.
t'edimos aos dicni88imos mdicos oue deseja-
rem fazer uso oeste Elixir em ana curuca au
^Ojeuarem i nossa preacripcao, mas sim fazer a
a. plicacao em narmonia com ob caso. qne dse
is.-ert combater, cerMis de que o medicamento e
a composicJAo innocente para o organismo p.r
'ni!- frgil qne sea.
Modo de usar
A's criancs ate um aooo 10 gotas de 2 em 2
oras em urna colber das de sopa cheia d agt a
tria.
lie om a tres annos 15 gottas.
De 3 a IG annos em oante 40 gottas etc.
Estas dones devem sempre ser appcadas em
egua fra.
Depolto*
Compannia de bregas e Productos Qbimicos
Keclfe, ra do Marqoes de Olioda o. 23.
Nacional Pharmacia, ra Larga do Rosarlo o
15
Pbarmacia Oriental, roa Estrena do Ko>ao;.
a 3
Parmacia Alfredo Frreira. roa do Bario Ci
Vi. loria n. <4
Pnarmacia Martins, roa Duque de Casias l
P3.
Pharmacia Ribeiro, i praca Maciel Pioelro 21
Hi,armada Victorieose de Lnn Ignacio de An-
drade Lima, cidade da Vidoria
Para qualquer nformaco sera encontrado o
autor na ra Estreita do Rosario n. 17.
Os costos frascos sao quadradoa e coma go-
tas. N'um lado teem gravadoElixir anie-feunl
no oatroMaooel CardosoPer&ambuco, e to
doa o: prospectos sao assi;oados por Maoue
Cardoso Jnior, sendo falsos os que nao furem
assignados.
Elixir depura-
tivo vegetal
Formula de Angelino .Jos
dos Santos ndrade
Approvadc pela Inspectora Oeral de Hy
giene Publica do Rio de Janeiro em 2(
de Julho de 18S7.
EjI i depurativo 6 de grande efJicacia as rrc-
estus sypbilitica* De imoreza do saogue; assim
como em todas as molestas das senhoraa.
Tem curado radicalmente omitas pesKoas ac
commetticas da terrivel moles bariben.
Rheumatismo sypbilitxo ou gotozo, d<)r scia-
tica erupgOes de pene, cancros, e cancros ve-
nreos, lores brnncas, by^tensmo. frouxnto p
nrvea, irnos e outras itlammaces des oihos
nolest.as do tigauo, escronbulas, escerbuu)*
wffrimentos de estomago, uiceas, gommas, us-
las, empingn deas, auros, pannos e manchas
da pelle, booas e DooOes, sarnas, catarros e
qaaesquer moldstias da bexiga, entre ouiras
ainuionria. ounnas doces e sanguinolentas
a emia, paralysia, erysipelas, e nflammagle
pan peroas h-morrhoidas, ma, s h>K]|i0e
melles, tomores, nevralrias, e elephant'.azs da
jiorpba, as irregularidades damenstruaeyo.
Prova-s com aquelle numero de nietanos
publicados e os que existen: em oosso poder
emeacta deste elixir as molestias naicj .
Encontra se a venda na Botica
do RossrSo n. 35
A'ruaBaraida Vinaria i. 57 8' dar! toda
qmlquer explics.<;?.o quf for preciaoocsrca desw
Reparado.
Cuiadu cosa faUsliiiracdea
Modo de usar
Os adultos tomaro qatro eolhere das d
sopa pe manh e "natro noite.
As enancas di i a 1 anoos tomarao'nma co
Iber pela manb e outra a oeite e as de 5 [a
anuos tomarao duas coiberes pela manh daas
oile
3a direc'oua
DA
Secretaria da Industria
Edital
Fago publico para cocheoimento coi
iuteresaados que ro da 8 de Agosto a 1
ora da tarda esta KepartigSo vende, pof
meio d* coccarrencia pobiioa, 50 lam-
peSes de cobre, qne aerviram na iliumina-
eflo da oidade da Vi"t<>ria.
Oa concurrentes deverSo escrever por
extenso, eem emenda oa vinio do quslq'ier
especie, o preco pelo qual se propoem ar-
reroMtar cada lampeSo.
S ser dmitt:do concurrencia, o pro-
pon-rite que provar ter depositado ne The-
aoursria desta Repartilo nma caucao de
ciucoe.nta mil rea (50$OOG) aue perder
se acceitar sua propi'ata DSueffaatuar o pa-
gamento dos l&mpeSas arrematados, nem
raanjir retir*l-oa aentro de prazo de 3
dl88.
Recife, 30 de Julho de 1893.
A. Urbana P. Montnre^io.
Director-geral interino.
Major Fernando Lobo
Cura do Peitoral de Cambar
Fernando Jos da Gama Lobo d'Ega,
major reformado do exercito, residjn-
em Jaguarao, certifica que, soffrendo
durante muitos annos deu ma tosse as-
thmatica, curou-se radicalmente com o
uso do Peitoral de Carnear de Souza
toares. [Firma reconhecida]
Instituto Benja Din Constant
80 de Jui'ho de 1895
P la Secretaria de Insiitoio Baejamin COBf-
aot e iit orden do Sr. D-. Olreetsr sh z pt-
blieo qu-, em virtide deceio flo eove'no fc-dr I de 26 de Jon;o flodo,
ci f,> ose fol r'3'liciiai"1 a<) gov-'iio rJuBle Esla-
d > por te egramroa a* 57 du eludo mez, ioserto
no iii"ii .i-o. 147 je 2 do crreme, achasl-
se arie'tvM t t-s'.o Sei r-:t3ria a^ o (a-l (i Adus-
to aa i'is rl| cOes para exames era es e r x'-aor-
d'na'ios op ore- aratjrea, qun eOflBPaTSO <>( dia
16 do roemo uiez. obse'\ai^s lioalm'D e todas
as exigencias do l'.e^u aj- to em viaor.
O Secret 'i'.i,
C:1o Tcrlo'i na Feroaaae; Qjintella.
EDITES
Para o Interior
Pandora
para Sar
Na vapor austraco
tos, carreos :
P. de Oliteira Maia, 10 pipa com 5.500 litros
de aicool e 3ol saceos com 31 810 kilos ae asso-
car branco
Para Rio da Janeiro carretn :
P. de olivelra Maia, 50 pipas com 25000 litros
de agairdeote.
Para Babia, carregaram :
A. & 'Jardoso, 100 saceos com 7,500 kilos de
assocar branco.
fio vapor francs Pa-ahiba-, para Sarjioi.
carregaram :
M. 8. Maia. 10 pipas com 5,970 litros de
alcool.
P. de Olivelra Mala, 500 saceos com 30,000
kilos de asincar branca.
Para Rio da Janeiro, carregaram :
G. Paulle, 4.0 pipas com 50,700 litros de alcool.
F- Fe;reir A C, 55 pipas com 12.120 litros
de alcool.
No vapor nacional OliBda*, para Babia,
carrekoa :
J. F. Borges, 16 caixas com 288 kilos de
doce.
o vapor ioglex Bourbon, para o Para,
carrecaran :
S. Guimaraes & C, 600 barricas com i'.DOO
kilos de assuc r oranco.
No vapor naciooal Braxil, para M iris
carregaram :
U. de Estiva, 35 barricas com 2,(25 kilos de
assn ar braoco 15 barra cem 1,305 litros de
agurdente.
P. Alves A C, 70 barricas com 4.325 kilos de
assucar brauco.
Para Parahiba. carregaram:
C. Assucareira, 300 barricas com 19,200 kilos
de aasocar refinado.
Pooual & Oiiveira, 160 barricas com 10 223
kilos de assncar brauco.
Para Cear, carregaram :
M C. Bandeira de Mello, 30 barricas com
1,350 kilos de assncar reSnado.
B. Williams & C, 4 I4as com oleo de ricino
Para Maranhao, carregoo :
M. Poge, 10 ba-ncas com 1,050 kilos de
assacar braoco.
-lo vapor n cional S. Francisco, para
-jc.'o. cirrega-am :
P. Vianoa & C. 10 barricas com 1,103 kilos
Na barcaga Maria Josp*, para Macei, car
regaram :
F. Irmos a C, 110 ealxas com 2,403 kilos
de sabao e 50 ditas com 1.CS0 ditos de dito.
Para Pilar de Alagoas, carregaram :
J. S- do Ainaral X, C, 4 barra e 10 calzas
com 432 litros de genebra.
Na barcaja Nasinha, para Mamanguape.
carregoo :
A. Mchalo, 15 saces com 375 kilos de So
de algcda?. i
Na lancha Rucrelo, para Porto de Pedras.
cirregur-m :
P. carvalbo & C, 2 e&ixas com 4a kilos de
Sabo.
yo h'a:p Crrelo te Natal., para NUal
Carregaram .
L. Ferreira ft C, 37 caixas com 962 kilos de
saoao.
S. Araojo & C, '0 caixas com 1,610 kilos de
safa.).
C. de Estiva, 10 r8xa com 240 kilos de 3sbo
e 5 barricas com 4'0 altos de asguc' retirado.
F. I-mos & C, 240 caixas com 5,52J kilos oe
saofio.
Na barcac.. Parsgaass, para Parabiba,
carrepararp :
F. l'mios & C, 100 caixas com 432 Irlos de
Reaidlaieatos pblicos
Mex de Azosto de 1895
Renda geral
Do dia 1 a 6
dem de 7
Alfandega
295:2124558
70:403*591
365.616I20
Guaruicto de Peruana buco
ED1TAL
De ordem do Sr. i oronel commandatite des-
ta guaroi(&o sao cnamad >s comparecerem na
Screiaria do mesmo commamlo os sonhores
t-- ren le do 2.* balalbaj Benicio de Castro e Silva, alteres do 12." da
raesma arma, Joaquim Celso L Ribeiro e do
9 rgimen o de cavallaris, Candido de Serpa
Pinto ; cojos offiemes, leem de ser inspecciona
dos de saude por ordem do Sr. Marechal Aju-
dante G neral ciinmunirada em officio do com-
mando do 2. d s'r co militar de 13 do correte
Secretaria do commando da guarnijao, 27 de
Julho de 1895.
Armenio Borges,
Alferes secretario.
34 comp. com comida a 70u rs.
74 comp. com fazeudas a 600 rs.
49 comp. com verduras a 3<>0 rs.
97 comp. com lao o a a i'V) rs.
53 comp. com tainos a 24000
Rcndlmento dos diai i a 5 i
234800
444400
144700
384800
11O4000
SI8400
t874l00
1.9054300
kilo.
Renda do Estado
Do da 1 a 6
dem de 7
30:1014418
6:3834091
Somma total
de
36:5844509
402.2004629
Peroambuco, 7
2' scelo da Alfandega
de Agosto de 1895.
O ebefe da secgao
L. F. Codecera.
Pelo ibesoareiro
flemeoeglldo N. Chaves.
R ECEBEMRIA B0 ESTADO
Do dia 1 a 6
dem de 7
Da dia 1 a 6
dem de 7
RECITE DRAINAGE
52:55H4908
16:1864058
68:7154966
1:2384272
114824
"7:2534096
Movimcnto do porto
Navio entrado no dia 7 de Agosto
Sorjtbamptom e escala 12 das Vapor ingiez
Dannbe de 3425 toneladas, commandaote G.
M. Huk), equtpagem 145, carga varios gne-
ros ; a Amonm Irma is & C
Sabido no mesmo dia
Boenos Ayres e escalaVapor ingiez Danobe
commaudacte G. M. Hkk] ; carga varios g-
neros.
Mercado Honieipal de S. Jos
OmovitneDiodest marcado oo da 6 ae Agos-
to fol o seguinta -
Entranm :
48 bois pesando 8.698 kilos
240 kilo* do peixe a 20 rs. 44800
5 compart. com mariscos 100 -s. 4500
5 ditos com camares ? 100 rs. 4500
26 1/2 columnas a 600 rs. 134600
3 carga com gallinhas a 500 rs. 14500
8 caasuaes com gallinhas a 300 rs. 24i JO
7 cargas com milho verde a 300 rs. 24100
1 carga com amendoim a 300 4300
5 cargas com batatas a 300 rs. 14500
1 cargas com macacheiras a 300 rs. 4309
1 cargas com cebolinbp a 300 rs. 4300
8 cargas com genmuns a 300 rs. 24'0
11 cargas com verduras a 500 rs. 34300
2 carga com canoa a 300 rs. 4200
4 cargas com laraojas a 300 rs. 14500
1 cargas com inbame a 300 4i0
1 cargas com iougas a 300 rs. 4300
2 cargas com tive.-sss a 300 rs 4600
28 cargas com farinba a 200 rs. 54600
5 cargas com milho secco a 200 re. 14000
5 cargas cem fejao a 200 rs. 4 4000
75 lugares a 200 rs. 154000
18 Soioos i 200 rs. uomi
12 comp. com soineires a (4000 124000
8 comp. com selnti-ufca ?00 n>. 546001
8 comp. com ressoraaa .'-K.'.a. 448001
Precoe do da :
Carne arde de 400 a 14000 rs. o
Sainos ae 14 a 142JO ii.t-.i-.
Ca-ceiro de 14200 a i45uc dem.
Faricba de 890 a i i V) J rs. caa.
Hubo de 700 a 14000 rs. a cuia.
Feiao ce 14000 a 210 0 a caa.
aiaTlo* aperador
D i-elola
Lugir ocroerueote Fortuna.
Luga- norueeueoae Elisa.
Barca ooroei:uense A*c.
Pdt?cbu noruetueose Eioar.
Lugar Lugar Braaiirirj Brar.il.
Lugar uorueguense Sflphe.
Patacho argenlioo Aluiiiu.
Dj Porto
Brigue portoguez V->reiro.
De Cardiff
Barca D^rnegoence Sala.
Barca logleza Pellicana
De Hamburgo
Brigue allemao Ouo Grat zu Stalberg.
Bi'Caaliem Albatross.
Barca aflemS Liv.
De Me cae I
Barca allem T. C. Berj
e Terra Nova
Lagar ingiez Viola.
Lugar ingles Mennio.
De Londres
Lugar ingle Facny.
De NewYoik
Barca oaclonal Elma.
Vapore a enerar
Me de Agosto
lutiba., do sol, a 8.
BarDon. do sol, i 8.
Jpiter, do sul, a 8-
Olinda, do norie, a 8.
Aaiazoaas, da Eumoa, a 11.
Colonia, no Sol, > 12.
Cl meoie*, do norte, a 12.
Coleridgo, do sal. a 13-
asale Prtnce, de New York, a 15.
Miraobo. do norte, a 16.
Alagoas. da sul, a 16.
.Sania Fe, oa Earopa, a 16.
Maneo B.-ozzo", do sol. a 17.
Iberia*, Magdalena*, do sal, a 18.
Tbamer, da Eur. pa, a 19.
Trent, da Earot.a, a 22.
Aicbtet, de Liverpool, a 24.
Vaporea a aablr
Mez de Agoato
gintos e esc., Paranyoa*, 8. ls i horas.
CearS e escnia. S. Fran'Iscr, 8, s i boras.
Rio e esc., Olioda, 9, es 5 boras.
B:enos-Ajres e esc. Tbames. 10, as 2 boras.
gintos eesc, AmazouaE, 13, aa 4 bor s.
N:w-Yoik, Coieridge, 13, as 2 horas.
Rivreoesc, Colonia, 14, as 4 horas.
Rio e esc, Hararb, 16, as 5 horas.
Para e New-York, Clemente, 17, s 4 horas.
Valparaso e esc, Iberia, 17, a 4 horas.
Saatos e esc, Matteo Brazzo, 17, ls 3 horas.
Santos e nc, Asate P.ince, 17 as 4 horas.
Maana e esc., AlagoaE, 17, as 5 borc
Santos e eac., Sucia F, 18, as 4 oras.
Southampion e esc., Magdalena*, 18, as 2 o.
Santos e esc., Asiatic Prlnce, 19, as 4 boras.
Buenca Ayree o esc. Trent, 52, as 2 horas.
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E terrestses
BA DO VIOARIO N. 1, 1. ANDAR
Directores
Bario de Soaza Lefio
Thomaz Comber.
Julio Cesar Taes Barretto.
O D-. Jo-e Julia Re.u-ira Pioto e SbUa. uiz
ne nireio no 1 uisirict cimiral. mb^ii'.olo
reciproco do 3o e preeideole da 3* seeto or-
iHiiaria do iorjda ciaadr do Recife, e *C
Fcosaber*a nu-m iuie'essar pasca, que em
Ai-one do an 23 Io 2 da iel eet.do^l o. 15
d-- 14 d Soveaioro je 1891, foram multados os
joize de helo int'a declardos, e com o qcaa-
tas abamo ajeociooafias. por nao terem cm pa-
'e'ido a referida has*So :
Antonio Ma' ins do Ro
Francisco Xlier C^valcacte Lins
QiOnol Tavare^ d>- Ljra
J o Rodrigues de Maraes Campos
Jo&o Livino de Aiuieida Lir.s
Dr. Joio >onos o da Foo-ec*
Francisco Rodrinurs ae Beuo
J n Cirios Goui- J de Almelda
Joao Feroandes Ju'io
J .rllllllO BZlllO Pl':0O
Jjnquim Mjq el Co'deiro
Jjr Aiitooio de Aleocar
Jof Leopoldino Cyrill de Oliveira
.i .-e Kaptisia Br.>kd
J. s Flix do* Sales
Jos* Rioeiro Pessoa
J. s Joaquim ia Cesta Pinto
Ma oel Augusto da Caoba
Mjiooel Ferreira da Cruz
Mantel BO-ges Le ii
tt.'ii'U o Martius M reir
Seba3'iao de Barros Brrelo
Adulpbo Cabra, aposo da Cmara
Ant mo Loareoco Caroeiro
Antonio da Cunba Serapnim da Silva
A i'o'ro GumeB da Silva Ramos
Aribur de A-o)o
Beoto Alves de Mello
Bern^rdioo da Costa Campos Jacior
Carlos Augusto Ribeiro Jnior
Custodio Furudo de M nODa
Joao Agredo Alves Roza.
Jos CDiiido ae Imeida LetlSo
Jos Barbosa de Costa
Jos Soare B anaao
Jallo Jos ttuongues
Leocadio A'exaoririoo Bello
Maooe1 J qoim Ferreira
Albino A' to.iio Mota
Atfreio Watiorhe de Sooza
Coronel AQtooio de A baquerque M-
cbado
Aotooio Jo Fel ppe Santiago
Antono Sevenoo Jardin
Flix Alveg d, Suva Saotiago
Kr,ncisco Ales de Lia?a uavalcante
Praocisco Rodrigue- Minio
Ge oocio dos Saotoa Teixeira
Gulherme Rudngoes Monte Lima
Goiiheroje San"bes
Hermes Das Feraindes
Heoriqoe -le M randa Hen ijoes
Joao A tomo Al es d S:Ua
Joaquim Rodrigues Pereira
Joaqaiaj Jo'g> Dua Pereira
J is An'onio oo Monie
Jovino R >dol|bo na Svera
Leo'ega'io de Sonzs Barbota
Mariano Agnoioo da Cocha
Pbilomeno *ugnsio Nees e Silva
Alfredo Amando Paes Fragoso
Aoiooio Coelbo da Silva
Antonio Emardo Pareira
Antonio I inoceocio Ftrreira da Silva
Aniou o GuD(alves de Barros
Beoto Soares de Almelda
Carlis Aogaslo G.'fies.
El ar 'o Lemos
F-lix Noeneira Cabril
Horacio Francisco Goncalves da Luz
Joo Madeiri de Fre.tas
Joaquim Paulino de Albuqaerque
Mello
Jos Aotonio Moreira
Jos Aogis'.o Goncalves
Jnf Daniel Pereira de Asevero
Minoel Hvitioo de Cirvalhj Freitas
Maooel de O iveira
Pedro Francisco dos Sanios C.s'a
Abel d* Rocha Farias
Adclpto Martlos do Rio
Aadr Po'poirio Delgado
Ama o Affooso de Oliveira
Aotonio Paolino Cavalcante de Albo-
faersaa
Claudiao de Barros
Domingos Joaqaim Ferreira Braga
Francisco M laudes Machado
Joao de barros Cavalcanla
Joo de Msraes Vieira da Cunba
Joaaum Bernardo Falcao
Jos de Aievelo e Sooza
Jos Bootfacio de Miranda
Maooel Gomes Pereira Guerra
D-. Maooel Joaqaim Francisco de
Honra
Ovidio da Menflcja Paes Barre'o
Agce'lo Lopes terelra
Alfredo Fraoco de S4
Eduardo Antonio da C js'.a S>qoeira
Emigdio Pereira de Mello
Eustaquio Angnsto Barretto de Gas-
mao
Francisco MagalbSea da Trndade
Francisco Antonio de Miran-i Doria
Francisco Borges da Silva Rozas
Geraldo Jos de Barro3
JoSo Francisco Pereira L'mdio
Joaquim,Alexandnno Pereira Jnior
Maooel Coelbo de Souza Netto
Manoel Jos Ferreira da Crnz
Rodrigo da Silva Campos
Rufino S.-.rinli t
Artbor A'o'tbo da Silva Scbiappe '
Btltarmioo Gjrcalves de Oliveira
Bellarmico Loareoco da Silva
Clan Uno Lins Cavalcaote
D^miao Ma'qoes da Silva Costa
Er esto Dam'.ao dos Santos
Francisco Eustaquio Rodrigue;;
JoSo Alves de Carvatho
Paulo AnnesJacome
Ramiro Feroandes de Arevedo
Vicente rvery de Magslhaes
Angosto de Figoeiredo
Germano de Miranda Dsnoeysr
I2r000
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100*000
95*000
95*000
95*000
93*090
95*000
95*000
9a*O0O
95*000
95*000
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90*hi)
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90*000
90*000
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90*000
90*OOo
90*1',,
83*000
b5*000
I
W:



Diario de Pernambaco ftninta-feira 8 de Agosto de 18S5
5
85*000
83*000
80*000
50*000
80#00q
Job? Hiurique de Ollvea Barros
Jjs Bolelbo Pinio de Mezquita
lexaonno Ewtedio de Meietros
Antonio Correia Mer.des Guimaraes
Carlos Jota de Meielros Jomor
Damiso Bezerra da Silva Albuquer-
qoe
Fraociaco Correia M mtelro
Jue G mes de Olive 'a Piedade
Benvenoto de Soma Travassos
B1uar<0 da Silva Tavarea
Francisco MeLdes Ribeiro dos Sanios
Hennqoe Beroardes de Ohvelra
Joo Pdmpbilioo Cavalcao;e
Jos Vieira de Siaoeua Fcr-az
Manoel da Silva F^naa
Antonio oe Arruda FHno
Candido Alnerlo SoJr da Molla
JofO T.jnraJO Al .idea de O-rea J-
nior
Jote Lnu Gongalvea Perera
Luiz F/ancisco das Cbagas
Melcbades Fio-o de Miranda
qoe Bca marcado o pra80 de 8 das aa
data des.e. para oa meamos Srs. jone* de facto
reqoerertro as sui* recusas peraue cate juno
justificando os uiolivcs de seo nao comparec-
meoio, e qoe flodo es."- praso o eecr to remet-
ter ao Concelno Municipal orna dpi do aotoa
meo o de iaiposlvao da mullas, bem amo nina
outra ao Dr. procurad.r dea feto da laienda
municipal, afim de proceder a cobraog exernii-
va, cono determina a sep-atmn locada l<-i e o
ari. 152 | 1 e 3* co regulamento de 31 de Ja-
neiro dr )891.
Boctfe, 31 de Jur.o de 1895
Eu M ii eeernao do jury ere evi.
Jos Jniiao R. Piolo de Sooza.
Edita 1
CI-
Illiiniiiiacu elctrica da
dude do ReciTe
A Secretaria da 1 duatna uo Eslavo de Per-
nambuco. faz publico qoe de accordo om a Lei
d. 73 e 18 ie Maio do crenle anoo receber
a'. o da 20 de Seu-mbro prximo prop3siaa
para o fervico de illu:nloacio elctrica da cida-
de do Re> ife, naa coad>co>s set-oir.les que ser-
virio ce Sate-4 para a r.t-lebrajo do centrado
que nos termos 'aeuella le se hoover de la-
vrar.
Art. 1 A concurrencia versa'*.
1." S-bre o praso do privilegio du'ant" e
qnal o conces-oua io lera, excluido quaiquer
concurrente, o monopolio nesse servigo.
| 2." Sobe aa condig5j8 a que ee propoe o
coucisionirio, aps a terminagao do praso do
privilegio.
3.' Sobre o systema de assentamenc, cana-
liaaeio uistriDoigao e regulameotagio da illumi-
n-cao.
4 Sob-e iQtjnoi la e mtoima da llcmina-
,o altura do calcamento, em quaiquer ponto
renco iio nenmetro que limitar a rea do prl-
Vllgl''-
5." Sobre o prego da onidade e laz elec.ri-
ca, diecri jjinaoamen'e para a illominagio puDli-
ca, quer das ras, ptagas rtc, quer dos edicios
ponli' o-, e para a particular e domiciliarla.
$ 6. Sobre oa abal memos feitoa nesse p'eco
quando se tratar da illounnaco as casas de
caridades s escolas, palacio do governo, quar-
;eie e. mais repartigO-'s publicas quer esiaaoaes,
municipaes ou fed- roes.
7.* Sobre a rtdocgaooo orejo segundo o
numero de bcras de iliuminar,ao em caaa uoute,
t segundo augmentar o cunsumo.
8.* Sobre a ioiensidade media da lu as
">onie8, que deverio <" 8ervidaa por lampadas
nunca inferiores a .OOO velas.
] 9. Sobre a iviso cu nao das cidades em
secio'ea inuepeodemes ou nao.
10." Soore o praso para corneja" os traba-
lbos.
11.a Sobre o praso para te-rxioacao ae' es
tranalhos, nem so do servigo total para diHniti
va intta.lago e foocclonaoiemo da Hlumiosgf.o
em toda rea do privilegio, como reparadamen-
te para oa diversos bairro8 da cidade, de modo
a ser a par e central iliumioada a lu elctrica
no mais breve praso qoe possivel fr.
Art. S. Cada preposta devela ser acompa-
nbada do cenifleado qoe atieste ter o proponen
!e depositada do Theouro do Etado, como
caugao para m>s tancia de 16:000 (quiaze cont* de rin) em d-
nbelro oa em apolices da divida poolica.
Art. 3. Jolgada a con;urrenca ae restituir
o depobtto aes proponentes prejudicados, deven
do a cancao >io proponente preferido ter eleva-
da a 30:000* por occasiao da asignatura do
contracto, a qoai nao pader ser demorada mais
de qoinze dias apos o jolgameato da concurren-
cia, sendo aquella quautia destinada a garantia
das mallas que bouverem de ser impoetas para
i ji exero(io do menuo cootracto.
i. Esta cancao Qnal permanecer no Tbe-
souro do Estado at expiraco do praso de
privilegio.
2 D^ve- ser Integralisad, dealro de oito
Ivas, toda a vez que for .'.eafalcada por multas
o postas peio riscal do gobern em virtnde de
lractao de quaiquer das clausulas confac-
toaes.
Art. *..* O coutractante Bcar sejetto s se-
guintes maltas.
a) Perna total da caucao si dentro de tree me-
zescontadis da asslgnatura do contracto nao
bouver iniciado o aervico rt installaco.
b) Mollas de 2C0* a 1:001* dorante o privile-
gio, pela infrac(o de quaiquer clausula contrac-
tual oa disposicao do regulamento que com au-
diencia do coocessioBano te-a de ser elaborada
oeio engeobeiro fiscal para boa execuc.au do
mesmo contracto.
c) Porda de metade do prego da lu corres-
pondente a cada foco que for encontrado enlo-
quecido ou apreseotando (requemes e incom-
modas ipt"rmitiencias.
d) Pe-da de doos legos desse prego quaado
!aco apreseatar frequentes eclipses.
e) Perda total desse prego quando o foco esti-
ver aotgado dorante mais de metade da noute.
f) Quando 0 ouaero de focos as condlgOea
da iciiraesubir a l|3 do total de focos, ac
creecer* a multa de 1:000*, e a de 5:000* quan-
do eubir a mais de metade.
do sabir a mais de metade.
g) Quando esse tacto se reprodoia mais de
trlnia veies no anno o governo poder* rescin-
dir o cootracto si Bao preferir ebegar a no
accerdo *e que possam resultar vantagens para
o servigo.
b> Cadacidade do cont-acto si por colpa do
contraciaote Bear a cidade *s escoras duas noi-
:es etnsecutivas oo nao.
Art. r.' Para t6a UscallsacSo do contracto o
governo maniera junio companbia om engr-
nbetro fiscal, om ajudante e o numero de guar-
as de llluminaglo que I6r julgado necessa-io
oas qoe Do exceder de seis, para o que deve-
r e contraclave eotrsr annualmente com a
qoantis de 20.000*00 para o Tbesouro do Esta-
do destinada a pagamento desse pessoal.
nico. Alem desea quantia annualmente
relisada pelo conceesionar.o, dever es'.e forne-
cer soa custa e de orna vz por tolas para o
eecrlplorio de Bacal sagSo oa instrumentos qae
forem necessarlos 4 venfleagao das candiges de
urna boa illumlnago. o&o excelendo todava
esea despeza a 10:000*.
Art. 6 Dentro do praso mximo de um anno,
a coniar da data da aeaignatura do contracto de-
veri esar foncciooando em toda a sua plenitude
a illuwmagSo elctrica nos bairros do Recife, S.
Santo Amonio, S. Jos e Boa Vista.
Art. 7.* O praso mximo para terminaclo de
.ojos o' trabalbos ser de doos anuos.
4rt. 8 Ser de tres mezes o praso mximo
rara iniciago do servigo, contado esse paso da
asslgcatora do cont acto.
Art. 9." Dentro desse praio dever o conces-
ionario preferido sob pena de caducidade e
perda da caugSo entra.- para o Tne'onro do Es-
tado com a impo'tancia de 9[i4:9l7*528 ao carx-
r.io rio da, eegundoa avaliagao do arbitro dee-
empatascr, como valor da aetual emprea de
Uumimago agaz e nos termos da clausula U
do contracto celebrado entre o govo-no da a-
ina provincia de PernaTiboco e Fieloan Bro-
-.aers. ex 26 de Abril de 1856.
1." Essa importancia destinada nos termes
a Le n. 1.901 de i da Joobo de 1887 ao paga-
arm q0e est* sujeo o Eetado por fo ga
- -Ma clausula e no3 termos do art. Io 7*
3e*..iei, ponala dogoverno do Estado ae 7
de Ou'unro de 1890 e respectivos consideranO'.
Io Reallsado no Taesouro do Eetado pelo
cooceasiooario o deposito daquella impor ancla
caber* -o Governo do Eataao liquidar cem Ki 1-
den B-otners o extiocio coniracioe o pagamen-
to a esies devldo como miemoieeco, iodo nos
termos da citada clausula 13' e mais decisOe
cima indicadas.
801000 | 3 fjP98a liqaidajao ser* avallado torio o
o! v! maieirial da Eroprcsa ano nao tiver sido inclai-
80*000 Jo D, ava|iaC50 lie jogg felta p0r aqoeile arbi-
6*i 00 lr0i para am de ger ,udeioisada a mesma cm-
f5500() prea da importancia reapecfva, qoe igualmente
65*0'KJ lBro de realisar os oovos conie-siruarlos, om
OSOUO anflll aposa cata aeisa gegunna avaliatio.
65* W g 40 para e8ge qw |OR0 que fr aasigoado o
63*010 D0V0 contracto o Governo nomeara oa ecus arbl
ti5i 00 lrc8 p,ra ,jne pr0Ce(iam avaliagao do naienal
80*000 accre8Cido,
oO*tO Art |o. Em todos os pagamentos devidos por
iniemnisago do E tado Emprej o Gjveroo
80*000 Ujara co 0 melhor Ibe parecer no diraito, qm-
50*000 )de e ^araondo pela clan ola 13 do cit, contrac
0*000 io, de realisar ditos pagamentos em prestagOes
50*000 annoaes segundo as forgas do cofre estaaoal,
---------mro de 6 /. e a quaniia que restar at a extlnc-
13:815*000 ao da divida.
Art. 11. Poendo a actual expresa de illnmi
naco a eaa rencor rer apreseotando proposla oos
lerrxos do preaeote edital, Bca entendido que a
nr^ferencia e ibe abar noa termos do art. 1.
5o e 6' ca cit. Le n. 1.901.
l. O novo contracto s6 pod r sr lavndo
rom Fielden B'oibjrs como ionovago do de
26 ce Abril de 806, fetas as devidas modidea-
gOes nao e quanto ao -ystema e llomnagao e
suas consequecclas ecbnlcas como principal-
nenie depnls de exprs? a declarago dos mes-
mos Fielaen Brctbe<-s de acceitarem a iuaovagao
como liqaidando detlnuivamente todas as qaHv
loes existentes entre e^es empresarios e o Go-
verno do Estarte, deaoDrigado este do pagamen-
to da odemoiSHu da cit. rlaosula 13" do con-
acto de 2 de Abril de 1856 e sem mais dlrel-
to da empresa rerl imafo de qualqaer paga-
mento por parte do Kstado, mIv todava a divi
da do gaz consumido na illumioag&o publica e
j earr-ipiurada.
2* O con ooiros, podero emoreear o gaz carbn co p'^'a
iiinminago dos suburbios da cida le do llic;fj,
ten o igualmente privilegio pira esse tim, no
qiral po er&o empregar r material actoalmeLte
em servigo, fetos a juno do engenneiro Bacal os
oeviiios repares, concerios e substl uigdes bem
como cnnsirucge8 novas qoe forem p-etisas.
Ari 12. Os concesaionanos gozaro igaal-
menteuo privilegio de forcecer no permetro da
cidade torga mot'iz para o servigo das indos,
trias que quizerem empregar 1 ara esse fimo
gaz carbnico ou a eleeincidade, ficando obn.
gados a conservar du-ante odia a presso do
gaz e mais requisitas necesearios a alimeotago
de moiores, ao fomecimeoio de laboratorio, e
aos demais misteres a qoe poder servir aqoelie
ial.
Art. 13- O governo foroecer aos proponen,
tes e ao conreseiooario as plantas que possue
da crade e seus suburbios, embeodo a aqoelles
organisar as demais plantas, trabalbos grapib.
cose dados tecboiecs que forem precisos a con.
fecgo das suas repostas.
Art. 14' A illuminir-ao elctrica dever ser.
vir aos bairro* uo Recife al a fortaleza do Brum
e a ponte do Limoeiro, Santo Amonio todo, S.
Jos (i- e 2- distinctoa) at a ooote de Afoga.
des, Bca.Vista a comegar na ra da Aurora to.
das devendo abranger todos oa pontos desse
bairro aervido actualmente pelo gaz carb-
nico.
S 1 Todos os demais pontos fora dessa rea
presentemente llonioados a gai pedero con.
lanar a s;r Iluminados da mesma forma ou a
luz elctrica segundo mais convier aoa prjpo.
nentes for accordado com o governo.
2- Nos 80bnrbios o governo poder* cooce.
der prazos maiores para termiaago aos trab.-
iboa destiaadosa levar.Ibea a llumis
00 a lux eiec rica, ludo anda secundo o que
mais coovier aos propooeotes e for Igualmente
accordado com o governo.
Art. 15' Para mala rigorosa delimitagio da
a-ea a ser iliumioada o conceesionarlo aasigna-
r* com o cootracto om exemplar da planta da
cidade onde essa rea estar* rigorosamente
marcada.
nico. No casi de illumiago mixta a rea
de ama e a de eu>ro systema sero rigorosa,
mente marcadas nesea planta a tintas dille.
rentes.
Art. 16- No caso de illuminac) mixta, ha.
vendo de ser esse servigo feto a gaz em Darte
rea do privilegio e a electrieldade em potra
parte, os propooeotes deverio aveseoiar alm
dos poalrs sobre qoe versa a concurrencia para
illumiago elctrica, anlogos detalbes tecboi.
coa moiatis mutaodi8 para o servigo a gaz, co.
mo lypo de bico inclusive os mal- moderooa do
sistema Auer, sujeitaRdo.se as clausulas do
edital ia p'efeiiura municipal de 28 de Agosto
le 1893, adiaste transcriptas.
A'i. 17. O contracto ser eral para toda rea
do municipio do Recife, sojeita a decima orba.
na oa que de futuro estiver sojeita a essa de.
cima.
Art. 18- Para todos os effeitos do contracto
sero nicos compelemos os traoaes do Esta.
edo de Peraambnco.
A-. 19 O governo do Es'ado ae obriga a
coacetder isengo de iajpostja estadaaes e mu.
u'cipaes para o material, corabastivel, obra,
etc.canendo ao co^cesslon^no solicitar se qoi.
d r do goverro da Ualo isengo de direttoa fe.
deraes.
CLAUSULAS A QUE SE REFERE O ART. 16
Da qoaolidade do gaz
1.a O gaz ser carbnico, extrabide do carvo
de ped-a cu ootras eunstancias qae o possam
dar ossconigOes em que elle exigido pelo
pvseote coetraetj.
2.* Antes de ser langjrto na rle de caaali-
sago, o gaz ser exporgado de tol s as ma-
materias nocivas tanto sanie publica coceo *
boa conservago dos encaoameoios e appaie*
lbos.
3.* A luz do gaz ter* o poder illominante re
dea vellas de espermacete das que queima aete
grammaa e oitenta ce ugrammas porjbora,cor-
respondente ao 120* ingleses.
4.* Esse poder illomiante ser* verificado
em pootometro aberto queimando o gas no
mesmo bico que o d. llumioagic publica em
cada occasio.
S. As experiencias pbotometricas para veri-
Bcago do poder iliumioaote, sero fetas todas
as uoi'ej entre 6 e 10 boras e os seos resulta-
dos consignados pelo inspector da iiliminago
em hvro especial e sob sua guarda. De des
em des diaa se addiciooaro eases resaltados
para se conbecer o poder illamioaote medio da
decada, iocorreodo o contractante em multa,
como abaixo se estatu, sempre que a uidia da
decada, fr inferior a velas, aesim como, sem-
pre qae a rxlia de cada nolte, tomada isolada-
mente, Idr inferior a nove e olto decimos de
sel.
6-*. A iresgSo do gas em quaiquer ponto dos
e:i apamentos pblicos jamis ser maior de
20 miliimetro.', uem menor de 4 millimetros.
TITULO 3
Da fabrica, saas dependencias, caoalisagao e
lan'eroar publicas
10. O contractante produzr* o caz em urna ou
mais fabricas, com tanto que j*mais possa invo-
car a umdade da fabrica para aentar-se de for-
necer gaz onde Ibe fr reclamado, tanto peo
moni ipio como pelos particulares, dentro do
permetro da tllom cacao publica actual ea rea
a accresceotar, que ser* marcada na plaota qoe
eile ceve assignar por occasio da asslgnatura
do contracto.
11. O contractante mantera sempre asna fa-
brica oa fabricas, gasmetros o officioa8 em es-
tado de atiender a todas as oecessidades do ser-
vigo da illumiago publica ou particular; tera
as bateras do lorno qae forem precisas, de
aorie a biver sempre orna balera, pelo menos,
de reserva ; empregar* os apparelbos mais mo-
dernos para a aporago do gaz, continuando
porem, Bornete com os actoaes exquanto elles
ba.-tarem e satisBserem as oecessidades do ser-
v go da distnbuigo ; mas os gazometros que
montar f-a da fanrica sero ligados a esta per
um conduetjr virgem, de sorte que, nem me-
mo dorante o da a regularidade de emissae
possa ser perturbada pela operago do eocb-
m enio desses gazometros ; ter* lodos os BM
apparelnes precisos para a re ularidade do ser -
vigo; manter* sempre a rede ne caralisigo
publica e denvagoes at .6 porta dos consumi-
dores, em bom estado e com os dimetros cor
respondentes aa consumo-
As actoaes laDteroas proprlamenle ditas se-
ro, dentro do praxo de tres aoooe, contados da
data da asslgnatura do cootracto, substituidas
;tl contrac ante por ootras do typo actual 00a
cuade de Parla, i-io laoternas cm viuros
corvos reflexo e na porte superior.
As novan lanternas que ae asientarem sero
ogo deste typo.
To'ias as laoternas publicas sero sempre
mantidaa em p rfeo ea'ado d asaeio e de pio-
lara e oumeraaas com algarismos de metal pre-
to nos vidrus.
15 Para a llluminaglo publica, correr* por
conia do cootracwote o forcecimento e o assen-
tamento dos combuetares, comprebendeuuo o ra-
mal, a columna oa ai andella e laoterna, e nem
asaim a eocse-vag 1 e aeseio desses orgos e a
operago de acceuder o apoca-, secundo am
bo-ario que sera Oxaiio pelo engenbelro fiscal
de arcordo com o comprimento das ooiles.
16. ."ara a illumiago particular ter* o cen-j
traciante o privilegio exc>u vo para o foroeci-
meoto, assentameiito e rr-paragj do ramal at o
me Hdor, correado as deepezas por con'a do
co isomidor, salvo aa le assentameoto, foree:i-
mento do ramal e sua cmservaco, na extenso
do-dez primeiros metros contados do encana-
ment geral, ae onde dte partir o ramal para
o consumidor, parte esta que ser custa do
contractante.
O eogeobeiro fiscal fixar, de accordo com o
contractante, a tabella do8 pregoa para essaa
obras por conla dos coosomldores, devende esla
tabella ser revista de 3 em 3 asnos.
18." Nenbnm medidor poder* ser assecla o
ou reassenlaao sem que primeiro tauba sido of-
ferecido pela inspectora do gaz. Essa affarigo
'gratnlia.
22 o consumo de gaz ser* paeo por mez
vencido, effectuando-se esse pagamento at o
0K1 lo da all do mez seguale. Na falta de
pagamento por parle no E 10 juros r*iao de 6 ,0 "O primeiro anoo, 8 .-.
noBfgondo, 10 ",0 no terceiro de demora, e as-
-im eguidameule. Na particular, o contractan-
te lera o direno '-e cortar a commuoicagio do
gaz e e reataoe ecel-a quaado a divida ine fer
pawa rom os competentes juros, a raso de 6
ao anno. Na falta de pagameuio por parle do
luqolmo responde o prcprieiario do predio.
23 Os medidores eero do systema mtrico,
coutinuandi-se, porm, a usar os que existirem
asBentes na dala deste contracto, em quanio ef-
live em em bom estado 00 poderem ser repara-
do, consumidor livre de comprar o medi-
dor a quem quizer, inclusive ao contractame.
que oeste objecto exercer* sua industria em
livre concurrencia cem o mercado ; ni poder.
porm. o me loor ser de om calibre superior ao
numero de bicos de gaz que bouver 00 predio,
nem ser assenUao oa retirado por outrem, que
nao o c otractante.
24. A caoalisagao a partir do medidor e os
apparelbos da illumiago correm por conla dos
consumidores (salvo da illumiago publica) e
pouem ser vendidos e aseotes por qaem coo-
vier ao consumidor, inclusive o cooi'actanie,
que Desse objecto exercer sua iudostru livre-
menle.
25" 03 conaomldores 6o responsaveis pelo
agameuto do gaz entrado em euss casas e re
gistrado pelos medidores, embora se perca po
ui l'-i.u oa m*o estado ae t-eu< apparelbos de il
luninaco ou na caualisago alm do medidor.
26 Taolo o contractante como o consumidor,
sempre que sasr-eitare o que o medidor lem
deixado de bem lunecionar, tero o direlto de
reclamar da inspectora um exame no medidor,
cor-reodo a despeza por conla daquella das duas
partes que reclamar o eiame. Se para o exa-
me for oecesaano a retirada do medidor, om
outo ser* provisoriamente inetaliado por coota
da parte reclamante, ae por accordo entre ellas
nao ae asseotar em avallar o ron-urna no inte'
im pelo numero de bicos. O mediaor, sendo"
ma p'Onriedade do consum 10-, ae do exame.
Coohere'-se a necessidade de eoa enbsiituigo
e nova despera coren por corita ao codbu.
Dtlriar.
27*. O coosumhor jamis podor* impedir ao
coutractante o ingresso ate o medidor, tanto
para a lellura da marcagao como para eotreter o
nivel ri'dgoa oeaee apparelbo.
28 Tanto o coolractante como e r nsomldor
sao respectivamente responsaveis peraole cBjn
bouaes pe'a fraude que inuoJuzreu so me-
didor cabendo parle leeada accionar a outra
por rt'd>8 e damoos.
23 O oonsumidor nio poder nem permittir
adaptar ao aiedilur apparelbo de naloreza al-
guma com o carcter Bxo e qoalquer apparelbo
desse gene o sosera adaptado canalisago
depois de pa-eaio o medidor.
TITULO 5.
Do cootracto
31. Doraste o praso do contracto prefelto mu-
nicipal oem o Estado podero cooceder nem per-
mitir qua ootros asseutem oa va publica tubos
para t-ooducgo de gaz de illumia-gao, por aerees
00 subterrneas pa-a transporte de electriel ade
com applicago a illumiago publica ou particu-
lar, nem tobos, fiosocoeab* para transporte de
qoaiquer forga qae peesa ser applicada a illomi-
nago publica 00 particular, dentro da referida
rea, salvo accordo amigavel com o coutra-
ctante.
33* Durante o praso do cootracto, o con-
trac ante dever* ter sempre em seus dep-
sitos ou no pjrt desta capital o carvo pre-
cteo para o foroecimeutn de gaz de um trimestre
e nem assim um aprofiaionameoto de toos 1 a-a
o ae emolumento e sebstituicao na rede ge.
ral publica prevavel em am trimestre. Com an
tecedencia de seis metes o engenheiro fiscal fi-
xar essaa quantidades a vigorar em cada exer
ciclo.
35.* Para todos os effeitos do presente contra-
cto eo nicos competentes os trlsuaaes do Es-
ado de Pernambuco.
TITUL'J 6.
Da napecgo
37. Todas es obras que o contractaaie bouvej
de fater, quer em augmento da canalisago pu-
n ica. quer na soa fab-ica e dependencias sero
Bscali8adas pelo ioepe tor, para que seiam fe-
tas rom a necessaria seguranga e propriedade.
38. Cabe, outro sim, ao inspector decidir
qoaes qaeslOes qae se susciure entre a em-
presa e os particulares, quaoto ao fomec>r.ento
de gaz e cootas de consumo, fijando livre as
partes recuras para os tribuoaes.
39. No pnocipio de cada trimestre o contra-
staoie remetiera ao inspector urna lisia do pe.c-
Boal de acceaedores com as suas respectivas
residencias e designago dos respectivos diatri-
etos em que fonccionarem.
Qaalqaer allerago oesta lisia deve ser imme-
diammente commooicada ao inspector.
Recife, 26 da Joobo de 1895.
A. nrbaoo P. Montenegro,
Director geral Interino.
qner das eztinctaa oa das aotaaet Rspar-
ti(Ses do Estado.
IVQ je nSo offereoerem s garantas e
qnalidadea exigidas no presenta edita!.
41Henhuma proposta ser aceita sem
qae o conoarrente aprsente recibo pro-
vando baver depositado no Theaouro Ea-
tsdua!, at vospera do da designado
para a abortara das propostas, a quantia de
doos cantos de res (2.000(9000). qae per-
der em beneficio dos cofres do Estado
si, preferida soa proposta, recusar-se o
pro ponente a aasignar o contracto res-
pectivo.
5aOs concurrentes observarSo, como
Ibes compre, as clausulas, abaixo trans-
criptas, do Decreto deata data, bem como
as demais disposicSea legaes vigentes, re-
lativas a arrendameoto de proprics esta-
daaes.
Havendo duas ou mais de duas propos-
tas em perfeita igualdade de condicSss,
ser preferido o concurrente qae melborea
trovas de idoneidade off;recor.
(OiaaauUs do Decreto de 27 de Jilho
de 1895.)
la=Aa propostas versaro exclusiva*
mente sobre cada nma das industrias aqu
espeo fi :adts, sendo, porem, livre a con-
currencia exploragao de orna, nica-
mente, oa mais de ama das mes mas ini-
dostrias.
2aA ca a arrematante ficam plena-
mente garantidos :
)a direito exclusivo de explorar a
industria que contractar, e por todo o
pnzodo arrendanento da rea, o qual nSo
exceder em csso algum de 15 annos,
contadoa do dia da instaliagSo do servigo ;
b)o direito de preferencia, em igual-
dade de condigoes, caso tenha de ser no-
vameote posto em concurrencia o arren-
amento (lei d. 124 art: 2)
1* As qae exoedereai aos preces do
ornamento ;
2' As que nSo forem organisadas de
accordo com o presente edital ;
3* As qae se basearam em preces de
outro concurrente ;
4- As qae forem firmadas por pesseas
que tiverem j deixado de cumprir con
ractos oa promessas de contractos cele-
brados com a extinota reparticSo das
Obras Publicas ;
5* As qae nao cffereserem as garantas
e qaalidades exigidas no presente edital.
Nenhana proposta ser acceita sem qae
o proponents aprsente reoibo qae prove
baver depositado na Tbes mraria a quantia
de 5008000 e perder o direito de resti-
tuigSo se escolbida soa propoata, recusar-
se o proponente aassrgaar o contrasto res-
pectivo.
Os crcamentos e plantas das obins
de qae trata o presente edital aoham-se
neata reparticSc dispoaigao dos propo-
nentea, que pode. So examinal-os di,a 10
as 4 bort>s da tarde.
Recife 22 de Jnlbo de 1895.
A. Urbano P. Montenegro,
Director geral interino.
3' Exgottado o prazo da qoe trata a
clausula precedente, todos es edificios,
obruB, machinas e qnaeaquer bemfeitorias
effectuadea pelos arrematantes reverterSo
para c Estado, sem indemnisacSo algama.
4aA superficie de cada am dos lotes
de trra, cuja tamanho, medicSo e demar-
cacSo serSo feitas custa dos arrematan
tea, ter o umero de metres quadrados
que tor necesario, segando o generu de
trabblhos exigidos pra cada exploragfio.
5aFica constitaindo am lote de trra,
para es effeitos deste Decreto, o grupo
das ilhas, tambera pertencentes a > arch,-
pelago de Fernaodo de Noronba, denomi-
nadas : Rataa, cDo Meict, tSella Qiae
ta>, iRasa, JSo Jos*, e os ilbos all
existentes.
6aPor conta dos arrematantes corre-
rlo todas as desposas 00 m o servigo qae
o Governo instituir para fiscalisar a exe-
caglo dos contractos de arrendameoto,
quer em Fernando quer no continente.
7*Os arrendamentos serao intransfe-
riveis.
8aTambem nSo serSo aceitaa as pro
postas firmadas por estrangeiros, s poden
do obcorrer a este arrendamento cida-
dBcs brasileiros natos oa natural'sados ha
mais de 5 annos, ficando entendido qae
todas as qaestoes suscitadas quer na esco-
iha das propestas, qoer na exeoucBo do
contracto, BtrSo resolvidas em definitiva
pelas autoridades brasileiras, importando
caducidade do contracto, aem direito
indemnisacSo de especie algama, o appello
tetto por qoalquer forma ctervengSo
diplomtica ou aoa bona officios de aatonda-
da* estrangeiros, bem cerno qualqaer asso-
oiacSo dos conoesiionarios com cicladlos oo
inatituicSea eatrangeiras por inatramento
publico ou particular.
O Director-geral.
J0S0 Diniz Ribeiro da Cunea.
instituto BeDjamin Constant
30 de Julho de 1895
Secretara de Estado dos
Negocios da Industria em
c27 de Julhodel895.
1, DIRECTORA
irrentiamenio de lotes de trra
no .trchipelago de Fernando
de Voronha.
Para conhecimento dos interessados,
frgo publico qae, estando o Sr. Governa-
dor do Estado antorisado pela le n. 124,
de 3 do correte mei, a arrendar, a quem
melbores vantagens offerecer, pequeos
lote8 de trra no archipelago de Fernando
de Noronha, recebem-se nesta Secretaria,
at o dia 31 do mea de Agosto vindooro,
1 hora da tarde, proposas para o rete
rido arrendameoto, medanla as claasulas
em seguida estipuladas.
As propostas devem ser conveniente
mente selladas, eatregnes em carta fecha-
chada, e conter em termos clares :
1*O prego do arrendamento de cada
am lote de trra.
2*=Indicacjlo da residencia des con-
currentes.
3a=ComprovacSo de ideneidade para
executarem estrictamente os contractos.
NSo serSo aceitaa as propestas :
1Urganiaadaa em deaaccordo com o
presente edita!.
IIBueadas em presos d'outros con*
Pela secretaria do Instituto Benjamn
Cocstant e de ordem do Sr. Dr. Director
se fas publico qoe 89 aoba aborta at o
dia 15 de Agosto viadooro a inscripcSo
para a matricula no cursi de preparatorios
e cnmmercial annexo ao mesmo Ios.ttoto.
Os pas oa encarregados dos matrioa
landos dererSo apreseat.r ao Director do
stabelecimento os reqoeriraentcs construi-
dos comtodcs es documentos justificativos
dos eondieSes em que se acham os candi-
datos m.trioul, qae s&o ;
1- CertidSo de idr de oa documento
equivalente;
2* Attestado de vacinacSo ou revac-
nacSo;
3a Certificado de qae o candidato nS.
soffre de mo'estia algama contagiosa oa
inte -to contagioso ;
4* Attestado de bom procedimento
paasado pelos profesares e directores das
escolas que elle hoover freqaantado, oo
por^pessoa reoonhecidamente idnea.
A taxa para a matricula nos differentes
ancos do curso ser de 12$0C0, paga na
repartiglo competente, mediante guia pas-
eada pelo secretario.
O secretario,
Ce'sj Tertuliano Fernandos Qiiotlea*
i
Secretaria da Indus-
tria
3.a Directora
PONTE DO RIO DOCE
i: -I l tal
Polo presente fago publico a quem
se intereasar qae no da :6 do Agosto ao
meio dia recebe-se neata Directora pro-
postas para a cnnstracco de ama ponte
de madeira com varanda de ferro aobre o
Rio Doce oreada em 19.30109o 1 reia do
local em qae em 1882 foi maroada, orna
ponte qne se nSo levou a
vo. de ordens superior.
A flanea ser de 10
contracto.
As propostas devem ser conveniente-
mente selladas, entregues em c-vtes fecha-
das e conter em termos claros :
l* O prego pelo qual se prop5e" os li-
aitantes a executar as obras ;
2* Endereyo da sua residencia ;
3* Provas de idoneidaia precisa para
dirigirem e executirem as obras.
Havendo duas ou mais propostas em
igualdde de condic5es ser preferido o
conoarrente qae melhores provas de ido-
effeito por mot i
./ do valor do
Kecebedoria do Esta-
do de Pernambuco
Edital n. 8
0 administrador fax publico a quem interessar
possa que, dentro de oito di-. improroeaven,
contados da data da poblicacao do presente
editsl, sera arrecadado o imposto relativa ao 1-
semestre do exercicio de 1895 a 18S6, coatornaa
a r-lac&o abano.
Receoedona do Estado de Pernambuco, 6 de
Agosto de 1895.
O admioi'trador
AffansD de A. Mello Janlor
Imposto a que se refere o edital supra
Classe d. 22. fabrica de sabao.
Estrada de Ferro Central de
Pt rnambuco
De ordem da Directora fago publiro para co-
obecimeoto de qaem possa imeresaar que de
conformMade com o ari. 90 do regolameato de
tarifas desta estiada de ferro, serio vendidos em
baata publica no ala 10 do correte, s 11 borau
da manba, no armazem de assacar da estacao
central, os rticos abano relacionados, abaodo-
nadOB uas eataioes deata via-ferrea.
50'0 Tijolos inteiros e quebrados.
2 Caitas com k-rosene.
1 Cangalna.
1 Calxa cou roupa.
6 Barricas vazias.
2 Canas, ga~. etc.
1 Angora de vlono.
1 Volme i e saceos vazrs.
1 Couro secco.
1 Caixa com rracbina de costara.
4 CaixOiis vazioa.
1 Calxa com ogos.
9 Barricaa vaciar.
I Garrafao vazio.
1 Amarrado abracaderas.
6 Aladea arcos de ferro.
1 Ueza de amareo.
1 Espingarda.
i Cablde.
1 Maqnezao de amarello.
1 Aacoreta de vinbo.
4 i;.vetas de commnda.
7 Polbis de zineo.
1 Caixa com um nivel.
1 Pilo e mo.
1 Bab de Plandres com roupa.
1 Volume sacos vazios.
2 folhas de serra.
1 Sacco com assocar brauco.
1 Couro salgado.
1 Caogalba.
1 Barrica com balaoga.
1 Sacco com feijao e roupa.
1 Caixao com cocos.
i Caixao com especiaras.
1 Caixao com sabio.
3 Tambores para engenbo.
28 Barricas vazias.
4 Volumes de feijao e farlnba.
16 Barricas vazias.
1 Sjcco com macella.
18 Saceos com carvio.
I Cjxo com rirogae.
1 C >ixa com f jos.
16 Barricas vasiai>.
Secretarla, b de Agosto de 1895.
A. Goocalvea Ferreira Janlor,
Secretarte.
nambnco contra Dona Aira Paolodia de
Franca Lopea e outros, viuva e herdeiros
do Coroael Luis de Paula Lopea, e serlo
arrematadas para pagamento do pedido na
mencionada accSo executiva.
E nSo havendo licitantes qae cabram o
pre$o daa referidas propriadades, irSo
ellas a segunda praca com o intervalo de
8 dias e abatimento de des por ceato nos
termos da lei.
E pra qae chegue ao conhecimanto de
todos mandei passar o presente edital qae
ser publicado pela imprensa e affixado nos
logares do coatume.
Dado e paasado nesta cidade do Re-
cie, capital do fl stado de Pernambaco,
aos 7 dias do mei de Agosto de 1895,
stimo da Repubca dos Estados Unidos
do Brasil.
Eu Eustaquio Cavalcanti Lins Walca-
cer, escrivBo o escrevi
Francisco Altino Correia de Araujo.
currentes-
IIIFirmadas por quem qner que tenba I neidade oPerecer.
deixacb de cumprir contractos ou pro* NSo serSo acceitas as propostas
eisas de contrete o celebrados com qua recentirem das e'aintes faltas ;
que se
O Dr. Francisco Altino Correia de Araujo
juis de direito do commercio da cidade
do Recife, capital do Estado de Per-
nambuco, em virtude da lei.
Fago saber aos que o presente edital
vrem oa delle noticia tiverem qae, no
da 5 de Setemhro prximo vindoaro, de-
pois da respectiva audiencia sero arre-
matadas em hasta publica deste ja izo e
pelo maior prego que for offorecido os im
movis eeguintes :
Um sobrado de 3 andares, sob n: 15,
sito a ra do Codorois, Fre^a- z-,a de S&o
Fre Pedro Qoocalves, desta cidade, ava-
llado pela quantia de oito contos da reis
(8.OOO0COO).
Urna caaa tarrea sob numero 23 ra
da Laranjeira Fregaezia de Santo Antonio,
avahada por quatro cantos do reis
(4.000)5000).
Urna casa terrea sob numero 6 ra
do Bemfioa (Passagem da M Fregueiia da Boa-Viata, avaliada pela
quantia de seis contos de re Um sobrado sob numero 2, ao Largo
de Santa Crus. avaliado per viute a cinco
contos de reis (-5.000000).
Um sobrado sob n. 8, ao mesmo Largo
de Santa Crns, Freguesia da Be-V sta,
avaliado por deseseis contos ce res
(16.0005000).
Um sobrado aob numero 10. no mes mi
Largo da Santa Cras, avahado por vinto
e cinco contos de reis (25.0000000).
Urna casa terrea sob namaro 4, ao Lar-
go da Santa Cros, avaliada por tres con-
t b dereis 3.C00O0O.
Urna casa terrea aob numero 6, no
mesmo Largo da Santa Crns, avaliada por
oito contos de reis, (8.0005000),
Urna caaa terrea seb numero 12, ao
Largo da Santa Crusj avahada por seis
contos de res (6.0005000).
Urna casa terrea sob numero 17, ao
Largo da Santa Cras, avahada por des
ooatos de reis (IO.O005CO0),,
Urna casa terrea sob numero 4, a ra
do Coronel Lamenha, Fregaesia da Boa-
Viata, avaliada pela quantia de dous
contos e qainhentos mil reis (2.5005000).
Urna casa teirea sob numero 6, ra
do Coronel Lamenha, avaliada por tres
contos de r.s (3.0005000).
Urna eaia terrea sob numero 10, s;ta
inesma ra do Coronel Lamenha, tvaliada
peh quantia de tres contos de reis.
Urna casa terrea sob numero 2, a rna
do BarSo de itamarac, Freguesia da
Qraca, avaliada pela qaantia de tr s con-
tos de reis (3.0005000)-
As mencionadas propredades vio
praca por forca da acsSo execativS prono-
vida pelo Sanco de Creaito Real c e Per-
3." Directora da Secreta-
taria da Industria
EDITAL
Tendo sido nefta daia 'escindido, por iofrac*
gii das clausula- 8. e 9.' o contracto Armado
pelo Sr. Francisco Klbeiro Pessoa, para ccostrac-
cao de 10.760 metr s quadrados de calcamento
a parallepipedo?, ca ra Riachuelo teco publico
qae co dia 17 do rorrete a 1 bora da tarde,
ueela Directora, rechem-genmamerjie propos-
as para o mesmo servigo.
As propoetas devem ser convenientemente sel*
ladas, entregues em caitas fecbadas e conter em
termos claroa:
1. O prego pelo qual se propoem os licitantes
a execoljr as tbr3s;
2.* Eoderego de sua residencia ;
2. Provas de idoneidade prossional precisas
para dirigirem eexecotarem as obras.
Havendo duas ou mais propostas em ieuildade
de condieOes, ser preferida a lo concurrente que
memores provas de idoneidade offerecer.
Xa) se ) aceitas as propostas que se resen*
tirem das seeuioies faltas :
i. As que nio forem organisadas de accordo
com o preienteedital;
2 As que ae basearem em precos de outro
conrarrecte ;
3.* A' que forem firmadas por pessoia que ji
tiverem delzado de cumprir cootracto com esia
Reoamcao;
4.a As qu nio offerecerem as Karantias e
qualidades exigidas no presente edital.
Nenhuma propona se-i r-ceita sem que o pro*
poneo'e prove ter depositado na Tbesourarla
desta Directora a quamia ue 3C0j>000 que per-
der ee aceita sua proposia e convidado para
assigna- o contracto nio o riier dentro do praso
de 3 dia?.
Para a boa garanta da execegio do contracto,
depesitaro doniractantS no Tbesouro do Bata-
do urna caugio correspondente a 10 0/0 do valor
lotal do mesmo contracto.
Esta Di-ectoria ti} reconbecer. no caso de
faliecimeoto do contractante, direito de rever*
cando contracto berdelros.
Recife 1 de Agotto de 1895.
A. Urbano P. Montenegro,
Director Geral interino.
Oliada
Pelo julio de direito de ausen'es da muai:i-
pi de Olioda erio arrematados em bosta pu-
blica, no dia 10 do correte mez ao lagar Porlo
da Maleira, em Beberibe, casa o. 39, aa 10horas
do da, os poneos movis e roupa de neo, deixa-
dos pelo Uado Joaqaim Anamacio da Cuaba.
Ollnda, 26 de Jalno de 1895.
O escrivSo Dr. Caldas.
Olinda
Pelo jntso de dtrei'.o de ausentes do munici-
pio de Oilnda, sio cbamados os berdeiros soc-
cessores do tinado Joaquim Anaaiacio da Caoba,
e toaos qae direito teBbam i sua beraoga a vi-
rem babilitar-se no prazo de trinta das.
Olinda, 26 de Jolbo de 1895-
Cartoriodo esermo Dr. Caldas,
DECLARACOES
Recebedora do Estado
de Pernambuco
De ordem do Illm. Sr. Dr. administrador e de
conformidade com o regulamento em vigor, ron -
xido aos contr buintes do imposto da 300 res
por tonelad?, que nio pagaram no prazo de 8
das cootados da entrada de navios e vapo*es
para oo prazo de mais 15 dias contados daquella
data, recolberem com a muda de 10 % aos co-
fres desta Repartido o imposto relativo ao eier-
clrio fe 1895 a 1896, conforme a relagio aBaixo
declarada.
I* Secgio da Rscebeforia do Estido de Per-
nambuco, em 6 de Agosto de 1895.
0 ebefe,
Frederico Guimaries.
tf
0 Mez

p
Entrada

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KW OWOlOl- ex acto
-a .. Tta Tt> 9
co nOI7M^IM<
S ooooc S2S 0
Nort Bntish And iVIer-
cantile Insurance Com-
pany.
Capital subscripto
Fondos accumulados al
31/12/94
RECEI1A A.N.NI'AL
De premio rnnira fogo t.r>r>856 :18* 7a
3.000.000 : 0" 0*
11.671.018 : 2' 2d
De di os sobre vidas
l.mo-51 : 16-9*


2:906.G7S 15 4
N. B. A Repartigio de hados m umulados
sobre seguros con'ra logo, nio serespon=atiilisa
pela9 transaces feitas" pela de seguros sobre
vidas.
Agentes,
A. B. Dallas.
IO Commercio IO






Diarlo de Peraambnco Quiita-fcira H de Agosto de l95
THE1TR0 Sffl ISABEL
Quinta-feira, 8 de Agosto de 1895
Grande Companliia Drama ica Italiana
DAMAS DAS C4
Principiar as 8 horas
Bondi e trens para todas as linhas me os para 01 inda.
PRADO
PERMMBUCANO
Projecto de inscripQo
Para a corrida extraordinaria em beneVio
dos empregados da Casa das Apostas, em
15 de Agosto de 1895.
1.* PAREOPrado PernawbucanoHsndcap. 1.800 metros Animaes de
Pernambuco. Premios: 3004000 ao primeiro, 60000 ao segundo
a dOfCOO ao teroeiro
PesoPeniaoo 56 kilos, Malor 55 kilos, Triompho, Aventureiro e PlutSo 50
kilos, Tudo- e Bismarck 2.- 48 kilos, Ida e Palhaco 45 kilos, Hiron
deile 43 kilos e os demaia 40 kiloi.
2' P.'REODerby Club de Persiaabuco1.200 metros Animaes de
Pemambu joPremios : 250f>000 ao primeiro, 5O0COO ao segando e
250000 ao terceiro.
Art. 5.Veniano, Malor, Triompho, Aventareiro, PlutSo, Tado-. Bismarck,
Ida, Palhaco, Hiron de le, Beija Flor, Piramon, Furioso e Praoe.
3.- PAREO-Hippodromo do Campo Grande1.300 metros Animaos
de Peroatnouco. Premios: 2504000 ao primeiro, 50SOO0 ao segundo e
25400G ao terceiro.
Art. 5.-Os do pareo Derby-Olab e mais MWardo, Cingo, Malaio, Famac a
Qaand-mme, Piryla-npo, Maority Torco 2.' Dictador.
4.- PAREOBeneficio-1-000 rastros Animaes de Pernambuco Premioa :
2004000 ao primeiro, 404000 ao segundo e 204000 ao terceiro.
Art. 5.'Os do pareo Hippodromo do Campo Grande e mais Batory, Conquis-
tador, Garimpeiro, 'Salliolete. Patchouly, Mascte, Sans-Souci, Dublim,
Baralhc, Taltcier, Oallst e Vingador.
5.- PAREOTurf Pernaaslbucano1.100 metros Aniones de Pemamm-
buco. Premios : 2004000, ao primeiro, 50S000 ao segundo e 204000
ao terceiro.
Art. 5."Os do parao Beneficio e mais Maestro, Timooeiro, Petropolis, 2.*,
Phsrisea, Lucifer, Piano, Caja Forado, Berlim, Ybo Baliaa, TaliB-
pher, Tenor 2.- Tiberio, Tupy 2., Indio, Divertido, Malange, Trans-
porte e Pirata.
<$.- PAREO Imprensa 1.150 metros. Aoiniaes de Pernambuco. Pre-
mio : 20000 ae primeiro, 40SO00 ao segundo e 204000 ao ter-
ceiro .
Art. 5-' Os do pareo Turf Pernambacano e mais-Seu Bem, Matnry, Manrity
2.-, Toolon, Pltiade, Rio Grande, Nilo, iaaeira, Piusaiano, Vingan$a,
Scepticismo, Chimbnte, Ideal e Pianc.
7.* PAREO Pernambuco 1.200 metros. Anitwaea de Pernamboco,
contando ou nSo victoria. Premios : 250(000 ao primeiro. 504000
ao segundo e 254000 ao terceiro.
/PAREO15 de Agosto1.000 metros. Animaes de Pernambuco quena
tenham ganko premioa nos prados do Recife, contando ou nSo vioto-
ria. Premioa : 2003000 ao primeiro, 40SOCO ao segando e 23S000
ao terceiro.
S. PAREO Kstildo 1.000 metros. Animaes de puro sangae. Pre-
mios : 300i9OO0 ga primeiro, 603000 ao segundo e 304000 ao
terceiro.
Art. 5.- Gijry.
Nenhum dos pareos contar victoria e serSo considerados realisados
es que forero inscriptos pelo menos 5 aoimaea dn 3 proprietarioa differentes.
A inscripcSo encerrar-se-ha sabbado 10 do corrente a 6 lj2 horas da
tsrde na Secretaria, do Prado, ra da Imperatrii n. 26, 1.* andar.
Secretaria do Prado Pernambucano, 6 de Agesto de 1835.
SERVINDO DE SECRETARIO,
C, de Abreu.
DE
Trilhos Urbaoos do Reoife a
Olinda e Beberibe
No escriptorio deata compaobia acbam-se
disposicao dos Srs. aoeionistas os documentos
exigios por lei, rotativos ao auno secial rindo
em 30 dp Jucho prximo passado.
Recife, 3udeJolbo 1895.
Bento Magalbes
Gerente.
COPAHA ~
Progresso Colonial
So escriptorio deata companbia roa da Gcm
mercio n. 3i, 1- andar, acbam-se a disposicao
des Srs, accionistas o bataneo e mais docoo en-
tos exigidos por lei. relativos ao anuo nodo em
30 de Jonbo prximo passa lo.
Recife, i; deJclbo ce 1895.
J. Goocalves Pinto
_________Presidente.__________
Seguros tta fe
Royal Insurance Gompaoy
de Liverpool
CAPITAL 9,000,000 O O .
Fundos accumulados 8,274'9<3,lys.0d.
AGESTE
POLHMANN & C
Companhia Progresso
Colonial
Assembia geral ordinaria
Sao convidados os Srs. acricnis'as a se renal*
rem em assembla ec-ai ordinaria do da 19 do
crreme mes, a 1 n.*a da tarde, no seo eecrip-
terio a roa do commercio n. 34, i- andar, para
oovi-em o relatorio e apreciacao das coatas re-
o ao rano social udo.
Recife, 3 de Agosto ce 18P5.
J. Gjnflves Pinta
Presidente.
Prado Pernambucano
Sociedade acooyena
De cooformidade com o qua dte mina le
das sociedades ancoymas. tica disposicao dos
Srs. accionistas, no escriptorio desta companh'a,
roa da Imperalrix o. 26. 1- andar, copia dos
balaoc.0! referentes ao anno social, lindo eta 30
de Jonbo prximo passado. relacao dos accio-
nistas e lila de transferencia.
Secretaria do Prado Pernambucano, em 2 de
Agosto de 1895.
Presidente
C. de Abren-
COMPASniA
Fabrica de Vidros de Peraambneo
sao convidados os Srs accionistas para no oa
12 do crrente mez, ao me:o da, no sen escrip-
torio, ee reonirem em rssemhla geral extraor-
oinaria, ahm de tralar-se da reforma dos adoses
estatatca.
0 director secretarlo
Antonio Miuervioo de M. Soares Pllbo
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companha Plienix l'cruambu-
cana
RDA dO COM MERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
Edital ii. 3 A
0 Administrador fax pobl'co a qoem Interee-
sar possa qoe dentro fe oito das ;mp o-ogaveis
cootados do da 5 do correte sera arrecad.aa
bocea do cofre o imposto de taxa xa relativo ao
! semestre do exercicio de 1895 a 1896, coufor-
me a relato abaixo.
Recebecona "" Esttdo de Percamtuo, em 3
de Agosto de 1895.
O adooin:ftrador,
Al.nso de Alboqaerqoe Mello Jnnior.
TAXA FIXA
Fabrica de eax carbnica do Rec.fe
dita de Olinda
dita ae gelo 2
dita de leos
n ti de rap
d ta de pefamarlas
dita de vtlas de teariaas
dita ae rarvao animal
Prorio le oeotista
dita de advogado
ana de so'icrador
Uta de contador e avaliador
d 11 de partidor e avaliador
Una de medico
dita de agrimensor
dita de engeiheiro civil e mecbanico
dita ue caxei'o despacbace
(ira dita de agente de leilCes
dita de i se :vao de qoalqaer jolzo ou
tnboDdl
dita de corrector de numero
dita de tabelliao
dita de suarda litros
dita de interpretes
dita de directores, agentea oo regen-
tes de compaobias eu sociedades
annimas qaando remunerados e
sgentej ou ccn^ignstariod de vapo-
res
Por jcalnelro8 qne mascatear no Es-
tado qaer tenba ou nao estabelec-
mento
Por deposito de carvo de pedra para
vendar em grosso
Por caxeiro viajante
Por bilbar, pagaudo 802000 cada um
qoe exceder a aaiaade
Por casa de penborca
12.0002000
2:5002000
2 01020 JO
6U020U0
5OU2I00
600200H
t0/200t>
502H00
1002000
1002010
402000
502000
5020jO
K 020t 0
10020C0
1002006
6H2000
302000
2502000
502000
2102000
1002060
50*i.-00
oUjSOOO
3002000
5002000
3:0002000
20J2000
1502000
1:0002000
Pede-se aos Senho-
res consummidores
me queram. fazer
jualquer communica-
ao ou reclamajo, se-
ja esta feita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,onde tambein se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pag"ar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
Lisboa e Porto
A BARCA PORTUGUEZA
Claudina
Segne com brevldade e recebe desde ja carga
para.os pones cima indicados.
A' tratar com
Amorim Irmaos & C,
3RA DO BOM JESUS-3
GuaiB Pansiuan o Na-
I
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maeo, Motnor, Ara-
caty e Cear
O paqoeie
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Sgce oo dia H do cor-
rete as 4 boras da tarde.
Recebe carga, encommec^as, passagens e di
nbeiro a frete at a 11 horss da manba do dia
ta partida.
Cbama-se a attencao dos Srs. carreeadoree
para a clausula 10* dos coebecimentos que a
seguiote :
c*o caso de baver algoma reclamac3o con-
tra a Companbia, por avaria ou pe-da, deve ser
feita por escripto ao agente respectivo no porto
de descarga, dentro de tres das depois de Boa-
Usada :
NSo precedendo esta formalidad, a Compa-
nbia dea isenta de toda a responsabilidade.
E9CRIPTJRIO
Ao Cae da Comvanhia Pemambucana
o. 12
Llojd Brazileiro
O VAPOR
Olinda
E' esperado dos
portos do norte no
dia S do corrate,
e seguir para os
portoa ao sul de-
pois da demora necessari?..
UV. 3 IU
CUi ** vii
^v=ye
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
SOCIEDADE
Relinaria e Destilago
Pemambucana
Acbam-se i disposicao dos Srs. accionistas, no
escriptorio des'a sociedade roa do Commercio
?. 3'*, o bataneo e mais documentos exigidos
por lf\ relativos ao anno fiado em 30 de Jonbo
prximo paseado.
Recife, 19 de Julbo de 1895.
J. Goocalves Pinto
Presidente
SOlIEDADE
Benefleenle do Guardan Mauiei
paos do Iletife
Tecdo de eer oid-ovida e-ta teciedade, por
delibe'acao da aesembia geral de 1 de Agosto,
comida-se a todos a socios em da para corx-
parecerem sede eoclal nos das 8 e 1? do cor
rente mes, para execocSj do Art. 6> dos estatu-
id des'a sociedade.
Recife, 3 de Agosto <4e 1895.
O 1' dfcL.e'.ario
Jo Fernaodee de Ate vedo.
Companhia
Exploradora de prodactos
Calcreos
Acbam se disposicao dos Srs. accionistas,
no escriptorio cesta compaobia, os balaocos
Outrosim, convido para comparecerem no dia referentes ao auno Godo em 30 de Junbo, e os
14 ao floente, as 3 boi as da tarde, a'm de en- mais do omentos de que traa a le das socleda-
ccroradoj. acomputituij- a procissSo de H. des annimas.
S. da Boa Morte, da qual tivemos o bouroeo con-1 Recife, 7 de Agosto de 1895.
tile.0 secretario interino A. J. Barbosa Vianna
Beumnoto P. de Lacerda. Presidente..
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
MUYtUVAVX
De Londres e Abcrdccn
P0S9&0 fnanceira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
eceiln animal:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwel William & O
Companhia Florestal
Agrcola
Acha-se a disp-sijo de Srs. accionis-
tas no escriptorio desta Companhia, a ra
do Apollo n. 22 o ba'anca e mais docu- j.
mentos re ativos ao anno lindo em 30 de
Junbo do corrente anno.
Recife, 24 de Julho de 1895.j
Jos Gottfatoes Pinto..
Presidente.
As encommeodas sero recebidas at 1 hora
da tarde do dia da sabida, no trapiebe Barbosa
Caes da Companbia Pemambucana n. 4.
Aos Srs, carregadores pedimos a sna attencSo
para a clausula 10* Jos coebecimentos que a
segniute:
o caso de baver algoma reclamagao contra a
companbia por avarlas ou perdas, deve ser feita
por escripto ao agente respactivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de flnali-
sada.
Nao precedendo esta formandade, a compa
ub'a tica isenta de toda a r ep nsab'.dade.
As pdtsagens sao tiradas 00 mesmo escripto-
rio, at as 21/2 boras da larde do da da sabida
do vapor.
Attencao
As passagens pagas a bordo custam
mais 15Vs>
Para carga, passagens, encommeodas e valo-
res trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6RA DO COMMERCIO6
1* andar
Boolh Line of Sleamers
B'esperado dos
portos do norte
at o dia l* do
corrente e aahir*
depois da demora
oecessaria para o
Para e New-York
Ovaporinglez
Ciernen t
Para cargas e passagens trata-se com os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Rna do Commercio n. 15
Veperave
Coufrarla de U. Bened.cto erecta no
toiu'niii dea reli^iuaua fraecis-
anos, na cldade do Beclfe
Le ordem da mesa rege.iora, convido a todos
os cosaos irmaos queestiverem co goso deseus
atrailla para comparecerem em nosso capitulo
re dia 11 do corrente. s 10 boras dn manb,
afjm de se reonirem em seaso de asaembla
geral e proceder-ee a eleicao ao novos eleilos
par* o annocompromissal te 1895 1896-
CtlGElRS REUNS
Companhia Fraaceza
iaTegaco a vapor
Linha regular entra o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Hacei, Babia, Rio de
Jaceirc e San toa.
O vapor
Colonia
Commandante Lequeux
Entrar no porto
Espera-e dos portos do
gol ai o dia lt do correo-
Ma, ssgoinco depois da lo-
' ispecsavel demera para o
direltnra.
II
LINHA MENSAL
Vapor Medoc
Entrar no porto
Espera-se da Europa at o da
19 de Agosto, segulndo depoJ
da demora necessana para
Bahia,"SIo de Janeiro San-
tos, Montevideo e Buenos-
Ayres
Previne-se anda aos Srs. recebedores de mer-
cadorias que 6 se attender a reelamacoes por
faltas, que forem reconbecida" na occasiao -a
descarga dos volumes ; e que dentro da 48 bo
as a contar do dia da descarga das a!vareaa,
deverao faier qnalqoer reciamaco concernen-
te a volumes que por ventura tenham aegni'.o
para os portos do snl, alim de serem dada a
lampo aa providencias aec 'as.
Roga-se aos Srs. passac Je se pressnw.-
reta na vespera da ebegac- aa vapor para loma
rem as suas passagens.
Para carga, passagens, encommendas e diobc
rj a frete tratar com
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
1. andar
Pacifico Steam Navigalion Cose
STRAITS OF MAQELLAM LINE
O paquete Iberia
Espera-se da Europa at o da
1* do correle e eegoira de-
pois da demora do cosiume para
ValpaTaiso, com escala por
Babia, Rio de Janeiro e
Montevideo
Para carga, passagens, encorxmendas e di-
obeiro a "rete, trata-se com es
AGENTES
Wilson Sons & C Limitec!.
10Ra do Commercio10
1. andar
Agente Pestaa
Leilo
Oe 3 vaccas toorinas com crias, naecidas
d-' novo
Sextafeira, 9 do corrente
A'S 12 HORAS EM PONTO
No armozem a travetsa do Corpo Santo
n. 27
Recebe carga: tratar com o
AGENTE
Pacific Steaoi Navigation Um-
pany
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paquete Potosi
Eapera-se dos
portes o8nlato
dia te de Agoe-
p, e seguir de-
pois da demora
do usiome para Liverpool com escala por
Lisboa e Plymouth
Para carga, paesagens, encommeodas e dlobei-
ro a frete trata-se com os
AGENTES
Wilson, Sons I (J Limited
10RA DO COMMERCIO 10
1* andar
Prince Line of Steamers
James Kuott, Newcaatle-
cu-Tyne
LINHA REGULAR ENTRE CS
Estados-Unidos e o firazil e Rio
da Prata
E' esperado do porto de New-
York at o da 31 do corrente e
sabir depois da demora oeces-
saria para a
Baha, Rio de Janeiro e San-
tos
O VAPOR INGLEZ
Asiatic Prince
Para car^ e passagens trata se com os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commercio n. 15
LEILOES
AVISOS DIVERSOS
No escriptorio deste Diario compra-se
o Diario de Pernambuco de 22 de
Fevereiro deste anno. 3
_Eo abaixo aasignado declaro que vend ao Sr-
.iDtino Jote do.-: Samos W.ndeileyo es'abele.
cimento s to;a roa Vital de Ntgr- i o n. 2, livre
e dest-mbaracudo de qoaqoo' onus.
Recife, 8 tie Akobio de 1895.
Ma: o-l Rirtrioii oieu Ferrelra Guimaries.
Vende .-.-e um m .orlante terreno com duas
frentes de roas, proprio par. urca casa de nego-
cio e mais se quizer, go becco aa faorica de te-
cidos i roa ao MeutfOQCa (Torre> ; a tratar na
roa do P. Tjanou n. 9.
- Vene-se po- ?6,JOOJJ nma mobilia de Jaca-
randa : na roa da Palma n. 67.
AA Precisa-sj de ama ama para cos-
nhar e comprar, para crsa de pooca familia,
pae<-se bem : na rea do Apoo a. 36, segando
indar.
Aluga se nma caa uo Monteiro, n. 59. com
bastantes coonroodos, t- :iflu agua e eaz, i tratar
con G. Mermoud.
Veode-se vaccas crionlaaiom crias, bda-
leiteiraa e tou-'ioa?, na ra Vi^cinde de Goyaa.
oa aoiitra ','otoel!o n. 63. portas de madeira.
Pao cent e io
Z. Mello Biset avisa so seas freguezes que
teodo refebido farmha de Cenleio, continua a
fabricar estes pites iotas ae tercas e sextas ti-
ras : na ra Larga oo Rosario n, 40.
>. Tiierasa de Jeiui Fisjueiroa
Faria
Rellcrmloo BoIcSo Filbu convida aos seus
pareotes e amigepara as sistirem a missas
que manda celebrar na u-r^a mairiz da cidade
da Victoria, no na 9 e Aso3to, f s 8 horas da
manta, 30- dia do faileclm^nto de sna prezada
e r.ooca esqoerida av, O. Tne-pfa de Je.-u* Fi-
gaeira de Paria, ficeu-'o desde ja grato por
es<" i f
Jlom Beirelies dos Santos
2* auniveetario
Deodato Pin oos Santos, Maiia da Silv San-
tos Hara Pinto dos Sautos (ausentes) coronel
Honorio Clemeotino Martin?. Tbeodoiinda Mei-
rnlles dos Sanios MartiD8 e Antoolo QaiBt>oo
Mirtina caovidsm todos os sea pareles e ami-
gos para assistirem as missas qoe mandam ce-
lebrar por alma do sen idolatrado eutlsdo, filbo,
irrx), cuobado e to, s 8 boras do dia 10 de
Aeosto, na matriz da Boa Vista, asradecendo
desde \i a todo qoecemoarecerem.
D alarla fos dos Anj s
As Irmas do Sgralo Coacao ae Jeeus do
convento do Carmu coo?'dara os pareles e co-
?beci 'os desua irm O. Mina Jos dos Aojos,
pa-a ouvirem urna missa qus lera logar eabbado
10 do cirrente, s 8 boras, no etnvento do Car-
no, 3U* dia do seo pasamento.
Agente Pestaa
Leilao definitivo
Do grande estabelecimeoto com um importan-
te motor a vapor, com todos seos perUnces, para
moer cafe, ou serrar maaeiras, nma boa a'mi-
co, com grandes depsitos para asentar, 4 ba-
taneas com pesos, 1 carteira e mocbo, taboleiros,
depsitos de folba,.cofre prova de fogo, barricas
vazias e ootros muitoa objectos qoe pertencem
a maesa fallida de Joo Ribfiro C, sita a rta
Direita n. 30, boje Marcilio Dias.
Quinta-leira, 8 de Agosto
A'S 12 HORAS EM PONTO
Em o mesmo estabelecimeoto
O agente Pestaa veoderi por mandado e as-
si itenci a do Exm. Sr. Dr. joiz do commenio e a
reque-imeoto dos syndicos da masaa fallida de
Joo Ribelro & C, o estabelecimeoto cima
mencionado, silo roa Marciiio Dus n. 30, em
lotes, vootade dos Srs compradores.
Flix Bandeira
9Ra do Commercio 9
O VAPOR
Santa-F
Commandante Vanguercy
F,' esperado da Eoropa
at o da Id do cerrente, e
eeguir depois da deoiora
: neceesaria para
Macei, Bahia, Rio de Ja-
neiro e Santos
Rogi-se aos Srs. importadores de cana pelos
vapores desta llana, queiram anresentar den-
hj de 6 dias, a contar do da descarga das al-
iaren gas qualquer reciamaco coucernente a ve
lumes qoe ior ventara tenham segoido para os
portos do Bul, aiai de se poderem dar a tempo
a3 providencias necessarias.
Expirado o reienco praio acompanDia nao st
asponaaollisa por extravos
Recebe carca: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Ra do Commercio9
Astii Oliveira
LEILAO
De bous movis, macbo de costura, revo!
ver, tapetes, reiogios, registro para gaz, loucas,
vidros, talbere--, goardaDtpos Saos, apparelbos
para almcgo e jantar. graode trem de cosieba,
grande qu.ntidade de bebidas e gneros ti-
men tirios.
Quinta-eira, 8 de Agosto
A'S 11 HORAS EM PONTO
No sobrado sito a roa Bispo Sardinba n. 12,
por traz da rna da Cadeia do Retire
O agente Oliveira, competentemente autorisa-
do. levar a leilo os aeguinted movis e outros
objectos,
A SABER :
1* andar
Urna mobi'ia de amareilo completa 1/2 dita
de ju co. 2 ramas para casal, 1 marquezo, 1
berco de Jacaranda, l toilette de Jacaranda 1
cesa com 2 gavetas. 6 cadeiras ce juoco, 2 re-
iogios de parele, 6 camas de lona, 1 dita para
casal, quadros, tapetes, eiageres, esrarradtir.is,
jarros, globos, i registro para gaz, encaaameo
(08 para agua e eaz, caizo com fer-amentbs,
mesas de amareilo para ja: tar e cesinba, etc.
i' andar
Urna mobilia de jooco, 1 machina de costura
perfeita i me-a reiooca, 1 rica cesta para rcu-
pa, i rxesa de pi carga, 1 copula, 1 re .olve\ 1
appareltio de lauca para Umoc", 1 dito para
jaotar, copos, talherei. colbt-res pra cha e f6::a
'dazias de guardanapes Qdos, compotelras, fru -
teira, filtro para agua, Otpositos para assucar,
farioba, etc., bacas, 1 grande i>tm de cosinba
quasi novo, cem cerca de 40 pecas e outros
oDjectos, como sejam cixas com macarro, 1/2
barril de cu inho, latas com biacou'os, cerca
de 700 garrafas de cervej allem, 597 ditas de
vinho do Porto, fino, ditas de cbampagne, grne-
bra Fokim verdadeira, conservas, agua mineral,
lu.-es ticos e ootras bebidas qoe estarlo paten-
tes ro acto ao IrlSc.
Leilo
De ums mobilia com taxpos de pedra, espe-
Ibo oval, grande, 1 piuco, qoadros, pratos p;ira
parede, 1 relogio, 1 mesa para amar, aparador,
cadeiras de juoco, urna c ,ma franceza para ca-
sal, 1 sof de Jacaranda, 1 mesa para allaiale e
ou'-ros objectos.
Sexta-feira, 9 do corrente
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
No sobrado da roa do Bom Jesas n. 6
A jolonia Arckanja da N. Faria
E
Lydla Teixelra de Parias
Fraocisco Aotomo Texcira de Farias, Fran-
cisca Teixeira de Faria, Izaora Teixeira de Fa.
riap, Alice Teixeira r"e Faria?, Apoloolo Ttixei-
ra Oe Parias, agradecen do iutimo d'alma a to-
das as pessoas de soa amisade e as corporac6s
religiosas quo ee d'goaram de acompanbar a a
oltima morada os restos morlaes das saas ex-
tremas mulher, fi'ha, mi e irma Apolooia Ar-
chaDja da Silva Fana e Lydia Teixeira de Pa-
rias e de novo convidara a assistirem aa missas
qoe palo repoaso eterno daa msmai, ruaodam
rezar na igreja do Cooveuto da Ordeno Terceira
de S. Fraocisco na cidade de Olinda s 8 horas
da manb de sexta-feira 9 do correte, 7a dia
do infausto psss ment.
Coronel Hanot-1 Comes de carros e
Silva
Aotomo Secundiuo de Barros e Silva e
ana mulbe- fazem dizer ni a missa na
matriz de Gamelleira. s 8 1/2 de sabba-
do 10 de Agosto, trigsimo do passamea-
lo de sen jamis esqoecidu pal sogro o coro-
nel Manoel Gomes de Barros e Silva.
Petem a presenga de seos pareotes e pesseas
rio suas rp'acO1'9 ______
f
CORONEL MANOfeL GOMES DE BARROS E
SILVA
Joo Baptista de Barros e Silva, em
commemoracSo ao trigsimo dia do falle-
cimeoio de stu p-enteado pal, manda ce-
lebrar nma tussa na capelia do eageaho
Rtbeiro, s 8 1/2 de sabbao 10 uo corrente.
Pede a seus i-arm-es e ;amiguj o cempare:'-
o>cnt>. ______________
t
t
< orouel Manoel ornes do Barros
e Silwa
Comxemorai.ao ao 30* n
Amalia EuJoxia Medeiros e Silva,
D,\ Joo B ptta de Barres e Silva, Leo-
nor de Birrus e Silva, Maooel G. de
Barros e Silva, Antonio S. de artos e
Silva e ana malbar, Js M iretra de
1 arrps e Silva, aioda preses de profunda ma-
goa pelo passamento de seo extremossimo
mariao, pal e 6ou.ro o coronel Maooel Gomes
de Barros e Silva, tedem a seus pareBies e
P'-ssoaa de soa amizarie a cindosa merc de
uuvir as missas que mandam rezar na capella
do cemiteno publico e aa de engenbo Ribeir?,
sabbado 10 do correte, & 8 ."ores.
Apreisam-se em assegurar a todos que assig*
iirem a eases actos de piedade sea reconhect-
m^mo. _______
Clara saigueiro de Barceilos
Antonio Casimiro de B.rtciios. anda sobre o
peBo cruel da dor qoe Ibe delacera a alma, agra-
dece a todas as pessoas e amigos qoe se digua-
ram acompanbar os restos mortaes de sua que-
rida e nunca esquecida mulher ao cemiteno, e
de novo convida a assistirem a miesa, qoe pea
sua alma manda rezar na igreja de S. Beato, em
Olinda, pilas 6 boras, s 7 boras da manb do
da 9 do correte, satimo de seo paseamento,
desde ji a sua eterna gratloo.
i
-


a
Diarlo de Pernambcieo Quibta-foira 8 de Agosto de 1895

.1
f
-Jo, Luis rereir* Lim Jnior
i* anni>,ersarlo
Joo Ljix Pe-eira Lima. Urania Cintra Lima,
Maria C'iitra Lima. Mana lo rmo ClO'-ra Lima,
Mana Elira Cintra Lima, Federico Cintra Lima
rrancisro Cintra Lima e sos olter D. Joaona
Cintra Barnoea Lima e Roberto Cintra Lima,
paia, irmes e coobada do fallecido JoSo Lnii
Pereira Lima Jnior, de sauJ.sisaima memoria
andarao celebrar missas por sua alma, no da
8 do rorrete, ae 8 no: as da mai-ba, Da matriz
da Boa Vista.
loa ftibclro Lupe
Mari? Francisca Gomes Lt> >>. Amonio borres
Lope. Isabel Gomes Lopes, Erjtbalia Gomes Le-
pe?, M< tinado I;ao Rtbeiro Lopes, convidan) aos amigos
do mesmo, para asalsilrem as missaa que Dor
sua alma mandam celeb-a- qninta (eir 8 do
correnie, s 8lboras na Igreja do E-pirito Santa,
30- da do sen passamento.
t
aria norme a da Paixao
1' anniveisario
Msnoel Pacheco da S coa e sua neta convidara os oarentes e amigos
para tssistirem a musa que por alma de sua
esposa, cai, soara e ao, mandara celebrar a> 8
horas a manba do da 9 do cerreute, Da matrli
de S. Jas.
Coronel Manoei
AUGMENTA
TNICO
ORIENTAL
CURA A CASPA
IMPBOB A CAHIDA DO
CABELLO
PERFUMA
0
d
d
te
JAUDB PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas puricao o Sangue, corrigem todas as desordenas do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constUii9oes delicadas, e sao d'um valor incrivel para toas as enfermidades peculiares
ao sexo frminino em todas as edades. Para os meninos assim como tambem para is pessoas de idade avaocada
a sua eficacia e incontestavel.
Essaa medicinas sao preparadas sement no Estabelecimen'.o do Profeskor Hollowat.
78, 1TEW 0Z70BD STBEET (antes S33, Oxford Street), LONDRES,
E vendemse em todas as pharmacias do universo.
' Os compradores sao convidados respeitosanante a examinar os rtulos de cada ctixa e Pote se n*o teera a dirocoao,
533. Oxford Street, sao falsilicaooes.
ss:
de Baratos
me*
e silva
tJos Moreira de Barros e Silva, tendo
de mandar din-ruma musa por alma de
sea est emoso pai. pede a seus prenles
e pesco' de sna auisade a candarte
onvil-a, s 8 1/2 de sabb'do 10
canel'* "o O-rrniTio Pnhlir-n.
de
do actual, na
Coronel Manuel Gomes de Barros
e Silva
tMaooel Gomes o Barros e Silva Filho
manda reaar urna m^a peloreponso ter
ro uaseu nunca esquecido pai o cerenel
Manoel Gones de Barros e Silva, na ca-
pella do cemrerio publico &< 8 1/i de sabbado
10 do rorrenle.
Par. .s- sul-a convida seos parentes e amigos
de sen pai.
t
Joo Bernardo Lenatt
7 da
Joao L zH,o ce OiHetr, mandim rtz r urna missa pelo
repouso eterno de s m prendo turgo Joao Be'-
Dardo L.natl. segunda Mra 11 do correte, s
8 1/2 da rnaabS, ja igreja de Nossa Senbora do
lVladeiras de construccao e
nsteiiaespara edifica^ao
A Companbia Exploradora de Productos Cal-
careos, vende em sen armaiem no caes do Apol-,
o n. 73:
Madei-as para cortst-nrcSo.
Cal braoca cejaguarine.
Cal preta.
Cal virgem para assucar.
Tijcllcs de ladrnti' e commans.
Tijnllos refractarios.
Pedras decantarla para sci9iras, etc.
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CASA PINET, MARCASSIN, FUNDADA EM 1852, PARIZ
EXPLOTACAO GERAL do CAUTCHC
POR MESO DE NOVOS PR0CES80S APERKEICOADOS
Especialidado em Instrumeatos da Medicina a Chirurgia
Tubos bicos de mamadeiras colchaos saceos para gaz
fundas almoadas injoctadores orinoes pessanos, etc.
ESPECIALIOADE tu BEXIGAS k BORRACHA
PARA FUMADORES
Er.viflo-se os Catlogos franco.
E. PUJALET, SC
34, roa Turblgo, PARIZ
Fabrica : Aux Lilas, perto dk Pariz.
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aou JVa> v^TAj
Fr clss-se de orna ama que saina cosinhar ;.na
roa da Concordia n. 47.
Ccsinheiro
De om rerito nrecisase- ra do Commercio
44 o o Pysnand 19.
Prcisa-se de urna
laho Novo o. 120.
Gosinheira
boa cosinbeira
llfijecpao Cadet-
i SAIS GONHECIDA
UTO
Mundo enteiro
1
i
PARA r.URAR
DO Cami-
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendem os abaixo assigaados, carne de pri-
meira qnalidade, no* talhns da roa Marquei do
Herval p. J7 e S, e CambOa do Carmo o I.
Este preco scffrer alteracao par mais od
para menea, sempre fe accordo com os prejos
do gado n?R fe'a.-.
Recife, 18 Ce Laio de 1895.
Fiuza Lima & C
Teixeira LcpcS.oerto do eeoji erit .__________
Vcde-se
Um terreno na Torre proprio. lei'do doas trentes e algomae arvoreo
frocliferas:
tratar na roa da Palma n. |08.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porfes applica-se ventosas seccas e
arjadas na ra das Larangeiras n. 14
cfande~se
Urna boa casa na cldade de Olinda, ra Barac
deTar?r0na 1 a tratar no largo do Corpo Santo
D. 17, 3- andar._________________________
Aluga-se
A' crea peqcen: familia um commodo ; a
tratar na roa de Horias o. 66, J- andar.
Precisa-se fe ama cojinbeira. na roa L?rga do
Rosario o. M, 1- andar; pode dlrig:r-se i praja
da Indeneodeacia, na loja da Cbapellaria Cniq
0^2 4^25.___________
Um comuxodo
Um cavalheiro chileno que acha-se
nesta cidade temporariamente, precisa
de um aposento regular em casa de al-
guma familia, sem dependencia de ali-
mentacSo.
A quem convier pode deixar aviso
nesta redacejo.
Vaccas tourinas
Vendem-se qnatro vaccas tonrina?, sendo urna
parida e tres prenbe?: a tratar no Campo Grao-
de sitio de Thomat Mauricio._________________
Criado
Precta-se de um criado no becco do Padre n
58, nolel. ______________________
Pia:o
Vtnde-se orn nevo, poa
ernas, a roa Nova d. 16.
capa, cadeiraelan-
Tijolc
s
Fabricados nt fabrica de Csmarsgibe, de sn-
penor qulidate, -ende-sa 10 escriptono da
Jrr ostrlal PernamDocana. i ruado
Comeerpio n. 6.
DE
Campci & C
R. 35-RUADUQUEDECXUS-N.35
Em fren.t do Diario
Os proprietarios deste bem montado estabele-
Gimer.to previnem ao respe uvl publico que
rara ce-D servir aos seus fregueies teem no re-
ferido rfitabelerirr"rjto nm esplendido e vanaao
gjr'.irrenio decaseroiras p etss e r!e cores, a qoe
ba de rr.e'brr em la, brins do poro llnbo de lo-
dos os padrbes. ,
Possuem bons artistas, pelo qoe se )ulgm
babill'aios a satisfaser com todo gosto, esmero
t oerf-igao ao freeoei mais ex'gente.
Na mesma alfaiaiarla alugam-ce casacas e
claks, etc., etc.
Saem nenhutn outro medicamento e Bem temer accidentes* 3
PARS 7, Bonlavard Denain, 1 PARS
Ak Depsitos em Pfruamiiiro I FRAN" M da SILVA A C". e as principase PharmaesBB gk
TUS NERVOSAS
CURA OERT-A.
XAROPE HENRY MURE
Bom xito Tencado por 16 annos de experiencias nos Hospitaos da Pa-rs
PKLA CURA DB
Epilcps i a- il i/sttfiti
1-horea
Htjntero-Epilepaia
Jlofrs/iiis to Cerebro
e do Espitihaco
Diabete tismicarado
ConvuFftes, Vertigenm
Crine nervosas
Enaiaqueea, Tonteiras
Congetttoe cerebrae
III sr i ni n ti
Spermatorrha
Om Folhe'i moli importuu i dlrifit* gralciUaute i Qoalqoer setsoa qnJ> NClir
.HENRY MURE em PONT-SAINT-ESPRIT (RlAica),
VKNiJt a al IUUU JO ftU.tUli'AlU) i'UAKMAClAi K UKuUAiUAS
Plvora
De toas aa quali ades
em barris e em latinhas ven-
de-se no eccriptorio do Per-
nambuco Powder Factory.
Ra do Commercio n. 6.
Pino
Verde-sp om novo com capa, cadeira e tan-
ternas, roa Imperial o. 13 loja
fZgr Attendite et vi
dte!
Jos Samuel Botetbo. fabricante de booqnets
ao mais apurado gosto, para casamento, bapti
sado, oo outro quaiqner acto, pode ser procu-
rado roa da Ccdeia n. 43, loja de selleiro, od
na soa residencia, ra aa Conceicao a. 3, Boa
Vista.
Porto
Compra fe um de ferro, cem 8 palmos de lar-
Era, por 12 ce altura, embora esleja asado
BiDe Moto d. 153.
Vaccas tourinas
Vende-se magn!n>as vaccas tounaas, prenhs
e pardas : no eogenbo Sicunira junto a eetajao
de T tipi.___________________________________.
Sementes de Hortalizas
Cbegadas koje
oropieto soriimeato
Boa estreita do Rosari" n. 9
Po^as Mendes C. ^^^^^
o API0L&JORETeHOMOLLE
regulariza
a MENSTRUAQO
Para ter a Verdadeira Agua de
VICHY
(FRANCA)
Ecoigir e HOHM I! cor m Cmptuia.
CLESTIUS.-6^^^
GRANDE-GRILLE.
H0PITAL.-E"tom'*0
Ter t cuidado il designar a Fonti.
OepjiUs em PtrnamliLTO: AOfi. LABILLE, MAR *
ILV* JDSUOj r :-, ftwittt Fsaiiuau t llnjtsri*.
laropePhenicadodeViai
Destre os microbios ou germens das
molestias de peito e constite um medi-
camento infallivel contra as Tosses,
Catarrhos, Bronchites, Grippe, Rou-
quidao et Influenza.
Deposito: 8, rae Vivienne e as prlnclpaes PDarmdat..
ASTHMHPPRESSAO
Os Cigarros Indianos de GRIMAULT
e C" constituem a preparacio a mais
eflicaz que se conhece para comba-
ter a asthma, a oppressao, as suffoca-
coes, a tosse nervosa, os catarrhos e a
insomnia.
Cada cigarro leva a firma de GRIMAULT & C
DEPOSITO EM PARS, 8, RA VIVIENTE
e as principaes pharmacias.
Em tena iso
Ama
Prr-ci-^-e de urna para casinbar na roa Impe-
rial D. 164 venda._________________
Protesto
A. Martins & C declaam protestar coat-a a
venda da srmao do estabe'fcimento dos S'f.
Salles & Meoeies, rus do Rancel n 18 por se
achar em letgto movido pelos declarantes.
Rerf' 7 de Aerstn de 1895________________
Gosinheira e criado
Prectn-ee ; na roa do Hospicio o. li-
A o publico e -s familias
Madupnlo 4*000 a pei^a.
A'Soa a Si 4 a peg^.
Crnones par vr-iico s ?40 e 00 lis.
a melins disgonal de rfl- S00 res.
Madapol pira forro. L>oro, a 40 reis a
vara
Ceberterr* de la 1/200 rm.
Blcosi e atas a 200 e 4' 0 ris o metro.
Liabas i i rif-i p f prepriis, d-se de grnja
qoem comprar orv> v>s!Uo.
Sdns par;, nona a 600 r 800 ris o covado.
Granne e aesombroso Bcrtituenio de toda- as
faiendas em gera! e qoe s; vender se.;, limite
de pregos no
Grande Oriente
LOJA DEDUAS PORTAS, RA DO CABU A
^ QUININA DE PELLETIER ^
O DOS TRES SELLOS
Eadoptada par todos os mdicos, em con-
sequenca da sua reconhecida pureza e
da sua efficacia contra as Knxa-
quecas, as IVcvi-jiIiw, as
Febres intexTultteiitos e as se-
zea, a Ciot i a, os XUaeumatis-
mos, as Sudores ioetir*ii!iK;
cada capsula, do tomanho d'uma S \
ervilha, impresa com o nome ipgitei)
de.............................- \^J
Obro mais rpidamente que as pilulas ou
grageas, e tomao-se com mais facilidade
que as obreias. E' o tnico mais poderoso
que se conhece. ma capsula somente
representa um grande copo de vinho de
quina. _^_
Deposito em PARS, 8, me Vivienne
fcW E AS PRINCIPAES PHARMACIAS M
Elixir Digestivo
de PEPSINA
de GRIMAULT
Deliciosa preparado tendo a propriedade de
jnpprir, no homem, a falta de sueco gstrico.
elementoindispensaveldadigestao.CurOeTiU:
Ms tigestoes;
Nauseas Azia;
Gastites e Gastralgias;
Enxaqueca;
Vmitos;
Diarrhea;
Caimbras d'Estomago ;
Embarazos gstricos;
Molestias do ligado.
Combate os vmitos das mulheres
pejadas, e tonifica os velhos e os con-
valescentes. .
Em PARS, 8, Rae Vivienne
kc as Principis Pharmacias'^
Molduras
Para porta e janellas. forros de sal,
I guarda-vestidos, lavatorios, quadros de
qualquer largura, de pinho, amarello, on
iqualquer outra madeira na fabrica de
movis a vap r de Silv. Fernandes & C.
Dep sito ra do Baro da Victoria
a. 49-
Caixas de msica
importantes modellos novos.
Secretarias proprias par presentes
Reeebeu a Relojoaria David ra do
Cabugan. 14 desde 150.5000 a 400J000.
Grande SO: timento
Je
onsKler^cao
Rendaparda
ndido ioriimenio le mecas pardas,
om banro. r raneo e preio, linios des^-
iibos e dlve'sas lardeas bahados bor ado de
CO r--. a- 34 a rec?, meias para senheas ho-
' r ancas, ienfios da seda, lioho e algodio.
i, relas e d<- cees leqnes. Utas, baleas,
moldas psr* machinas, pcfotnanas Anas, goln
ealosinhos rretos e de cores, emfira
'^do mala qoanio se pussa desejar em anigo:
le trio mi.
N. 20 Ra da impera ris X. 20
L'l< rl> Ma'
Ciido ou copeiro
frecisa te oe nm ; na ruado Pavsaoao'nnme-
ro 1.
Vapor e moenda
IVen 'e-se no engenho Slcopi-a, ionto a es'a
\;ao de Tigipi, um de torga de' alloi
id rxoeoda de grade de ferro, todo em perfeito
'eeta l de conservacao.
LOJA E ABMAZEM
DAS
ESTRELLAS
Cradepliquiacao de azendas para acabar dos
seguintes artigos :
A saber:
FaatSea lindisaimas cores de 18200 a 4OO rea o covad?.
Madapolo americaDo moito largo da 1S/5000 a pega pjr 81SCOO.
Dito para oc iva a 40500 a pega.
AlgodSosinho americano a 5$ )00, 7(JO00 e 8|$000 a pega.
Cretones ingletes claroa e eiooroa a 300, 400 e 500 rs.
Brins de cores lindos padrSes a 600 e 800 rs. o covado.
Setim de cores a 800 rs. o covado.
Sedas obao-alotadas lindos desenhoa de 48500 e 18500.
Leqaaa de gase e de Letim a 58000, 60000 e 81000.
Meias cruaa para homem a 7(5000 e 108000.
Ditas ernaa pa-aaeobora a 120OGO e 15S000.
Collariohoa de linho diversos foraiatoa a 60000 a dusia.
Etamioes brancoa rendadoa com toqao ce mofo a 600 e 800 rs. o covado,
Bretadia de linho, fina a 10300 vara*
Merinos pretos liaoa e de coma a 184 0, 16J00 e 20000.
Ditos de cores de 10200 a 240 rs. o covado.
Orgaodya a Pon padour a 400 e 500 rs. *
Cortes de cae i miras para os leas a G0CO1 e 100000.
Camisas para homem a 480000 a duzia.
Eapartilhoa finos a 7(JOCO, 80000 e 8000 um.
Sergelim de tods.8 aa core a 240 rs. o covado.
Caaemira preta diagonal de 86000 100000 o 30000 e40O <
Cheviot preto pura IS de 7(000 a 30500 rs. o covado.
MsDtilhaa de seda creme com toque de mc > a 10000 um
Guardaos pos de algodio para cha a 300, i0 a duiia-
C-semiraa de cores a 480O e 55000 o cavado.
Lavas de aeda, cores diversas a 00 rs. o par.
Plisc a 200 rs. o motro
Roba de cretones de corea a 61000 nm.
Crepuna lindissirnaa corea de 28500 a 18500 2 lergaras.
3edua eseossems ticissim de 50000 a 20000 o covade.
Ditas pretas lavradas a 10500 o covado.
Sarah de cores a 18500 o covado.
Cobertores americanos a 18500 am.
Leocoa brancoa com bordados de corea a 5S000 a dusia.
Brini branco puro linho n. 5 e 6 a ogCOO e 302OO a vara.
Voilea franceses a 200 ti. o covado.
Camisas de meias para homem a 10000 urna.
Gucga adamascada a 200 is. o covado.
Cbllarinhoa celluloid a 300 rs. um.
Ditos de laho boda^o' para s;nhoras a 500.
Cortea ce Liov.n para vestido finiesimos de 45S000 a 15000 !!
D Ion de cachemira bor^aio a sea de 800000 a 258000 e 300000.
LSs eicossazaa e oatros psdrSea a 320 e 400 rs. o covado.
Piuras e aigre:es a 18500 > 28000.
Brim americano bonitos paarSes a 500 e 600 as. o covado.
Dito pardo de 18200 a 500 rs. o covaco,
Cachemira de IS para invern de 4SC00 a l(C0y j covado.
Cclchaa branoss e de cores a 35000
Flanellas encarnadas com desenhos pretos a 00 rs. o cavado.
Ficaua, sahidaa de Dailea a 10000 um.
FustSes brancos com desenbos de cores de 18500 a 800 rs. o covado.
Lencos de setinetaa de cores a 200 rs.
Caetones f.ancez-s clarse escuroa de 18000 a 600 rs. o covado.
Ditos tinas para cobartaa a 600 a 700 ra o covado.
Atorlhados para me.-a de 580OO a 2i500.
Tapetara
T*pet-sde coco paro forro de as la a 1S800 a jarda.
dem de jeta a 28500.
dem de a le tifa 20400.
Eateiraa brancas tinas a 20500-
dem de corea tinas a 38000.
Capachca de coco para entrada de aalla de 68000 a 120000.
Grande quantidade de retalhos 'e 15, teda, cretone, eto, e.c.
56 e 58 Raa Duque de Caxias 56 e 58
TLEME l W
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NEM MODIFICAgAO DE C0STUMES
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I
ESPECFICOS de
Eugenio Marques de Hollanda
Salsa* earoba e manaea -Cura to-
das as molestias da pelle, rheumatismos agudos
ou chronicos, todas as artecgOes de origem sy-
philitica, escrfulas, ulceras, bobas, dartbros Z
tnpgens
Pilulas de veisunina-Combai'tm as
prises do ventre, a3 enchquecas e sao depura-
tivas e reguladoras.
Elixir de imberlblnaRestabeleco os
dyspepiicos, facilita as digestoes e promove a
defCacSo.
Vinho de annaz ferruginoso c
quinado Para os chloro-anemicos, debela
a poeraya intertropical, reconstitue os hydropi-
cos, benbericos e convalescentes.
Varope de flor de arueira e ma-
tamba- Muito recommendado na bronchite,
na heraoptise e as tosses agudas ou chronicas,
ni influenza e asthma.
Xarope de mnlungr e flores de
larangeiras '.ontra insomnias, nevrose
cardiaca, hyslerismos, clicas hepticas, tosses
nervosas, asthma, coqueluche e convulsOes das
enancas. .
Vinho de cacao, peplona e lacto
phosphato de cal, quinado Contra o
racialismo das changas, desenvolvendo-as, rea-
nimando o organismo ; faz recuperar as torca*
perdidas por molestias prolongadas e anemia.
Estes e outros preparados do Ilustre cnimico
couiinuam a ser fabricados somente no seu afa-
mado Laboratorio ra Visconde do Rio Bran-
co, n. 12. Capital Federal.
Cuidado com as imitacoes
Vendem-se as Hiarmacias e Drogaras desle
Estado e no Deposito geral ao Largo da Compa
nhia Pernsmbucana n. 6, 1." andar. Es:riptorio
de Jos Musumbo. _________________
Boa inoradla
^.l.EllUIBIIIlilflIllIflIt^
JjXJZ
DIAMANTE,!
L0NGMAN & MARTNEZ, %
'Z NEW YORK. J
m Livie de Explosao, Fumaca ;MioChrtro **
A venda em tod os os >
armazems de seceos e rao
^iHiEiiiiicsnaiiri
Ao commercio
O abaixo assignado ledo comprado ao Sr.
Aotooio Verisslmo da Silva o sen estabelecimen*
to de molbados sito a estrada de Ponte de Ucboa
o. 23, livre e desembarazado de todo e qualquer
onns, avisa a quem se jalgir credor apresentar
seos molos no praso de tres das, para ser pago,
a contar desta dala.
Becife, 8 de Agosto de 1895-
Jos Das de Carvalho.
Precis-se de urna
Rangel n. S.
Ama '
para cosinbar, a rut do
Vende-se nma cisa de taipa
qaanoj, cosinba, e aointal, s
rom I salfs,
n< Magdalena,
rof onie aparada os bo'nds, jonto ao qoartel.
or preco moi'o cot" o^o : tr?. -ge na paca do
Har al n. 3 Ijirm/em de m 'e-i ta,____________
Ao commercio
0 abaixo assignado te do vendido so Sr. Jr1
DiiBde Csrvalbo ^eu esiatj cimento d'? roniria-
dos cito Eslrsdi da Ponte de boa n. 23 II
vre e desembarscado de todo e qoaiqo jr roo>^
avisa a quem se juigar ten \-::z,t
eos ttulos para serero psgo, no p:s.' d tres
das, a contar desta data.
Recito, 8 de Agosto de 1895.
Antonio Veriseimo da Silva.
Grande oficica de serralhei-
ro e ferreiro
Ra do Padre Maniz
ntiga de Santa Bita Nova n. 53
Os proprletari' s oesia oiclca se eocarreeam
de qualquer fabilio roma seja : aisentamento
de machinas, assentamentos de eogenos de
ozinas e de ent-as fabricas, caldeiras de foeo,
de asseaiamecto e entras especks, chaminets.
anqnef. cnva'.>s batidas, portOes, baodeirag,
arandas de differen'es sistemas, ferrageos par
moendas. ecpeclalidadeem tradalbos martimo e
p iotaa!lita.ie em seos tato?, para isto tem soas
oflicinss bem montadas e um pessoal h?D:lita-
dissimo e bem conbeciao neste Estado.
Chamamos a atteoco dos Srs. pretendeotes i
virem vialti r a nova fsbrtca auxiliadora da agri-
cultura.
Becardo des Santos & C.
Te!epbone n. 668


TINT.A NICA
instantnea
rara a BARBA, e o CABELLO
( rm sa frateo) ni prisar>( aljui osa lanfM
Pars, nuiei, ru lafatstte, 53
DasosHi w PtrntmlHico: f U (rafal rrotteU islate
rfksh
T
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J
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" ..


IHario de Prnambnco Qntta-feira 8 de Ag-owto de 195

Duas jovens em conflicto
NO THEATRO
De repen e oovio se grande romor nos cama
rotes da 1* ordem, era e-ande conflicto entre
duas jovens: ataques, choro, mato, morre, api
loe, o dtabo emfim cnega a polica, iodaea d<
f cto e rica sibeodo nue unnr.m ido a vas de
facto, D. Elvira e D uenoveva; verificada
laosa, linba raiSo D. Elvir?.
Eslava indignada, funrsa mesmo. D. Genove-
va, com soa amiga e compandeira de camarote
pelo fado de ver qoe todas as peesoas qoe esta-
vam bo tbeatro, olbavam Ornete para soa ami-
ga e nao p ira ella, indignada uisse : nao po'
soa booita cara Elvira, ele seo lindo vestida
que est cbarntodo a aitecc&o de todos' um
vsetido de urna bonita pbaotazia o lo chique,
que, ;enito o meu de seda, o sea realca muro
mais que elle e o que maia me contraria vor
nao querer dizer me a loja oode comproa a ja-
zeoda de stu vestido
El*ira, contraria'a, dutragargalbada sarcas-
tica e dix : para que nao leis os annonclos da
lojas? para qoe oo pattsclas oo commercio ?
ora Sra. D. Genoveva, oauo ctScio, qi.ndo en
sopponba que a fu raiva era por cansa do pri-
mo Jaca, vem a Sra. diser qoe tao trnente por
que mi o veBlido auito bi nito e qne, sendo de
thantazia realja rrai qoeoseofendo de teta
e porque eu nao quiz dizer a Sra. a Iota oude
coaiprei. E' o caso, cao somcs nada neste
mondo.
Sra. D. Genoveva tenha juizo, nao veoba para
o tbealro dar nm eepe-tacoio deste, e quandi
quizer comprar qualqoer 'azenda oe tlaou
pbaotazia de muito goalo, v a roa do Crespo
C. 12. Iiji Estrellas da An.erica, que, tao
encontrar dm liodo e vanado sonimetjto de L-
zendjs finas e modas e bom com ameniiace no
trato, agrado, siDcendade na aedida e p-egos
commodos.
D. Genoveva reqner verbalmrnte ao commisfa-
rio que Ib" mande D. Evi-a dar por escnpio o
uumeo da loja. o nume <*a ra, o da (azeDda de
Feu vt-sdo.o pr.'fo e bem a-sim o nome de
locaa as atoada* que tila vio na loja referida'
o que foi defer o.
Estrellas '*'Amerita
13-Roa 1-de ilarfoi*
Antiga do Crespo
M A O E W A L I M A
Agrado i todos, pnaotazia em toe do de gorgc-
ro. ii00 O C0?adO.
Sonhei com liso, phantazia, 1100 o covado.
Peiy, phantazia de salpicos de nstras e lavra-
das, 00 o c vado
Sedas de toes, Vaidozas.
Ditas de ditas, Sa'puos que vao e vem.
Cachemiras de cores. Boiiibardeio.
Pbaotazia, Siriodioba.
Las com lisiras de t'a, Aielaide.
Ditas idem dem iderr, Elvira.
Ditas iiem iaem id^ni. Muracb.
Cachemira de cf, Tenbo cioroes de ti.
Las cem salpico*, Os 3 Jacars.
Sedas, padrOes noves. As fogrs.
Dita tecido gorgurao, Hel de arxar-te at morrer.
Cachemira preta de cores, Nao quero amores.
Merino preto para bolinas.
Dito ci para habito.
GraoCe sortimento de merino pretos e lavrados
Velbotioa de todas as itVes.
Grande sortlmenio caoobraias bordadas.
Corles de vestido b-a'ico bordados, 1800o.
Vestidos de carti'e?, bordados a scia.
Linda pb:0taiia Re-ios de aG.or.
l-'icts de i a 20*000.
Peitildos de iinbo lnos e bord.do?.
Pannos de crochet para sof e cideiras.
Camisas bordadas para nonos.
Camisas brancas e de cd es.
Vesicanos para baplisados.
Sobn lulo de una e anas vistas.
Flanella liza e de listas.
Chai- s pretos.
Cortinado? de can.braia e de crochet para camas
Cortmados para janella.
Mantilbas de tela de 'Ores 6 preas.
Ditas de algodao de (ores e preta.
CamUas de la para bomem.
Cobrtas, colcoas e cobertores,
itos americanef, SrJOO um.
Baeta eocarnaaa e azul.
Lindissimas casemlras de cores para taomma
gosto especial.
Cortes de fus 6es braoco e de cores para colete.
Atoalbado de Itabo e de algodao.
Panno da costa para mesa.
Seroulas elsticas.
Bramantes de linbo e de algosa.
Ltndts padoes de crep para coberta.
Crep preto.
Merm prelo lavrado, U803 o covado.
Las com salpicos de seda, Canoinba verde.
Serta de lisira, Athayde. '
Paletots folba de leda.
Camisas de meia com list'as de c6res.
Cachemiras pretas com salpicoB de cores,
a porta Sinb.
Linos, de qaadro e de salpicos.
Cachiuet ce seda de cores.
Velln ho de cores.
Snr de todas ai' core?.
Coreorao prelo, dive'sos pre^o.
Seiim de todas as cores.
Boffalo.
Murim da China, juO a pea.
Cretone de barra um metro de largura.
Caasa pabti'ta fina, 40J ris o covado.
Dita dita, 200 rls o covado.
Chita perfeiia, 240 ris o covado.
E multas outras (azendas que impossivel
desertver.
RA DO CRESPO-12
Estrellas dAmerica
EMULSO VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PHiRMACETICO
TITULABO ?SU ESCOLA DE 11MU l mmilL !A SASIA
APPROVADA PELA INSPECTORA DE i,YGIENE
Esta Emuso faz enpellir completamente em poucas heras os vermes intes-
tinaes, conhecidos vulgarmente com o nome de lombriga. Tem vantagem sobre
os demais medicamentos empregados para o mesmo rim, a de nao ser preciso purgan-
tes depois de seu uso e ser agr&davel ao paladar, podendo ser usada pel.s cranlas
Bem repugnancia. Em sua composigo nao eatram substancias minoraos que de
mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de asar
Adultos colheres das de sopa. Craneas colheres das de cha. Djve ser
tomada pela manh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesmo com
agua adocada.
Vreco 1/2 vidro 1(5000
'1 28000
Duzia do 1/2 < 100O0
c 1 c
DEPOSITO GERAL
Pra$a Maciel Pinheiro19
205000
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
fab!
or
.Hinai
Contina a manter em seus depsitos completo sortimento de utensilios paraa asn
deudo sempre por precos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de differentes systemas e tamanhos de Robiuson e outros
cantes, e de 2 a 12 caval los
CALDEIRAS A VAPOR multitubulares de Fletcher para funecionar com o ofogpas
nalbas das tacnas.
CALDEIRAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para fueccionar com leona e bgaco
RODAS para a BOMBAS de motun-continuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldea ls.
ARADOS de diflerentes systemas,
CRIVACOES para lornalhas.
MACHINAS para descarocar algodao de 14 a 50 serras com alimentadores e empastadore
a vontade dos agricultores.
Fazendo parte da direceo de sua fabrica o Sr. engenbeiro Augusto Clark, vantajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabamos de montagera de grande numero da
Uzinas fnnecionando neste Estado, iacumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a produegao e
qualidade de assucar.
APPAI'.ELHOS e meios apparelhos de vacuo ;
DIST1LLACOES completas para alcnol e agurdente a vapor e a fogo n, para grand
pequeas fabrica.
52RITA BARIO UO TRIMPHOS2
Abre
V^ende-se
l'ma importante armagao eovidracada, tendo
parle de armagao iogleza, Hvree desembarazada,
e em um des melhores pontoa da ro' do Ran-
gel: qnem pretender dirija-se roa Direlta o.
88, 1- andar, ou & ra da Pecha n. 23, loja.
FOLHETIM i
Representaces
Commissoes
62--RA DO BOM JESS--62
GRANDE
HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Esto importante estabelecimento, sob a direccSo da seu hbil proprietario MA-
NOEL GA RCIA, o auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser
nico sem compotencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architoctura
altura interna, j pela promptidao e aceio do servijo culinario aduaneiro, j tar-
bea! pela posijo hygienica do'seu edificio.
Depoia de innmeras transformaces por que tem paesado este Hotel, consegait.
afiual o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna bospedagem que deve sei
preferida pelos Ilustres viajantes.
HOSPEDARAS do 1* e 2a classos relativamente distribuidas debaixo da melbor
ordem o aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentos.
J&PEB3S1YOS
POUR SE MANGER. Salpicoes, ostras, lagostins, salchicbas, etc., peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do serto, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
AHEOA
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermout
ognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a. a se bolso, odos rocabi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do quo destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importagao, principalmente vinbo Bordeaux em_guartolas e cognacs
fnissimos, que vende as melhores condigoes do mercado e precos sem competencia.
GRANDE HOTEL COMMaKCLA
X4ROPE DE RilUTER IV. 2
!
Como remedio da Estacio calmosa, purifleador do sangae, digestivo
e aperiente, oeuhum outro appellidado d>-pr.-ativo o alsaparnlba se app-o
zima tequer ao Xar pe de Heoter n. 2. Combina qoatro grandes proprieda-
ues em um t remedio, operando a um lempo tobre os orgos digestivos, o
saogue e os uns, e os Intestinos.
Absulnatam'-rjtH oeotralisa i expulsa pelos canaes itestinaes, nu e
po-ci 3 ce.ie, os (itrmens txives. {ue Suctum q angas, na mina na
tr n-nir gao.
DEPOSITARIOS DZSTflS PRODUCTOS- A Companhia do Drogas o Producto
ChimicosRoa Marque de Olinda n. 24.J
0 MEL110R
PURIFICAD OR
PARA
O
HAS ti
PEQUEAS PILLAS DE REUTEK
Ft.'H'iu entorpecido cura-se positivamente com estas pillas. Ellas
sao um remedio purgativo uvre de perlgo para o bomem mais fraco, tao bem
como bastante activo para o homem mais forte, e nao constipam depois; pela
aeco geial agrada a todos nue ,as osam. Sao as pillas eatao'arte aa pro-
dnecao medica dos Estados-Unidos. Sao as menores o mais facis a lomar.
Qnarenta em cada frasco.
PARA
O
IlftlD
SABAO CURATIVO DE REUTER
Tumores, cravo, pello vermelba, spera e oleosa impedido ou curado
oor o mais grande de todos os aformoseadores da relie, o Sanao Carstivo de
Renter. Prodnz a pelle formos, branca e clara e mos brandas; absoluta-
mente paro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel como
sabio para a pelle bem como do toucador, do banho e do qoarto das criancas.
cautela. Nao genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
gistrada ae Barclav 4C. ew-York.
MEDICINAL
PARA
TOILIME
TRICOFERO DE BARRY
Urna preparac&o elegante, extremamente perfumada, ramove todas as
mpnrezas do crneo, persprvatlvo contra a calvicie e cabello cinzenlo ; fax o
cabello crescer espesso, brando e formoso. Infallivel para corar erufQ.'S,
doengas da pelie, glndulas e msculo, e cora rapidao.ente as cortadoras, qaei
maduras, f< ii ias. torceioras. etc.
CAffKL-So (enoino sem cada frascr te' a marca registrada.
tm
PARA O
CABELLO E a
PELLE
GRAINDE

rUNQ16AQ CBBAL
&RS9N&C
44-UA J UABO 0 DTRlJPH0-44
Mchicas a Vjpor.
Mceodas.
Rodas d'agna
Txs luu Jidas e batidas.
Tsixn b tidas sem crava^aj.
Arados.
0
POR
ALEXIS BOVIER
_^*.-W~-~-
^>DLO^D
CAPITULO I
DE NOITE A UM CANTO DE PARIZ
(Continuajao)
Soltou do pe'.to um suspiro de allivio e
de repente estremeceu.
O Carpinteiro havia-se-lhe agarrado a
urna perna.
As guardas da ponte de l'Estacade eram
leitas de duas vigas de madera, urna as-
sentando no taboleiro da ponte e a outra
que dava pela cintur* ; estas duas vigas
eram atravessadas de dous em dous me-
tros por um X partido no maio.
O Carpinteiro conseguio deitar a mSo a
nm destes X.
Vendo que Jacques ainda l Cita va,
juntou a energa que lhe restava, ; segu-
roo-se com urna das mos apenas o com a
outra, subindo um pouco, para o que tove
do empregsr urna enorme forca de pulsos,
agarrou a perna daquelle que o imagina-
ra afogado a essas horas.
O primoiro mvimento de Jacques foi
egurar-se bem como ama daa mos ao pa.asim tempwtuosa
rapeito da ponte e dar com a outra va-
lentes socos na cabega do seu rival.
Oh ou tu me tiras d'aqui, ou vens
commigo, regougou o Carpinteiro.
Diabo nao chego a acabar comtigo
por urna vez !
Acabars em eu arrebentando.
Continuou urna luta horrivel, na som-
bra, debaixo de chuva, luz dos relmpa-
gos, perdendo-so-lhes aa pragas no ribom-
bar dos trovoes e nos sil vos do vento ; o
Carpinteiro puxando, para quebrar, a
perna de encontr ao pao... Jacques
dando, sem cessar, murros na cabeca do
miseravel. ..
Mas a cabega ora dura e ninguem po-
deria dizer quem vinha" a cangar primei-
ro, so a cabega, se o punho.
A Linotte, ao ver reapparecer aquello
quo ella julgava morto, encheu-se do me-
do como se estivease diante d'um espe-
ctro ; rocuou alguns passos... Quem ella
julgava um pbantasma, ainda vivia.....
Creou animo e, chegando-se a Jacques,
disse-lhe :
Vou-te provar que o odeio o que s
amo a ti !...
E, com a covardia de mulher, a ceguei-
ra de amante, abri as grandes tesouras
e aportou os dedos do Carpinteiro, nervo-
samente agarrado* a viga.
A' impressao d'uma horrivel dr, o in-
feliz gritou com todas as forgas :
Assassino Soccorro !
Dizendo isto, largou a perna que tinha
fincado, para deitar a mao a viga e sega-
rar-se com mais firmeza.
Ao ouvir este grito, Jacques, assustado
o mais livre nos movimentoi, deu lhe re-
petidos socos na cara para o obrigar a
calar.
A chuva continua va a cahir...
Era um quadro horrivel a luta de mor-
to daquelles dous homens em ama noite
HOTEL
eos
Ba 15 de Novembro 29
Estabelecimentcde primeira ordem.
Casa montada com luso e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
: da cidade do Recife.
A commodagoe8 magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicSe, a mai r e mais arej-da nesta capital.
A cosinha acha-te a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
?entimente chegado da Enropa o outro brasileiro, ambos especializas na ar-
' e cubara
O proprietario d'este grande o luxuoso estabelecimento tendo a certeza
deque com os elementos que cima offerese acha-se habilitado a satisfazer aos
mais difficeis dos appetites o bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre-
parar* banquetes, jantares etc., dentro ou forado mesmo c estabelecimento.
FALLA-SI DIflHSOS ID 1011$
PKECOS HASOAVE1S
PROPRIEDADE DE
N. GRUNBERG
Jacques esta va vestido de farrapos ; o
fato rasgado na primeira luta, cahia-lhe
aos bocados ; a camisa, toda molbada,
rasgava-se a cada novo esforgo, deixando-
lhe o corpo a descoberto, fumegando com
a chuva.
No rosto comecavam-lhe a apparecer
nodoas violceas, resultantes das panca-
das que tinha apanhado ; o sangue j lhe j Soccorro soccorro !
corra dos olhos, do nariz o dos oavidos, I Era lgubre aqualle grito perdido no
banhando-lhe, do mistura com a chuva, afsssurro da chuva e confundindo-so com
dido, na agua negra como tinta qne ma-
rulhava por baixo de seus ps... Os
olhos sahiam-lhe das rbitas, a bocea es-
pumava-lhe, a barba e Os cabellos erica-
vam-se-lhe, e parecia-lhe ouvir j o glu-
glu mortal dos afogados.
E gastava as ultimas f-rgas qne lhe
resta vam para gritar
camisa em tiras.
O Carpinteiro cstava dependurado do1
lado de fura do parapeito ; o fato enso-
pado entoirigava-lhe o corpo, fazendo-o
ganhar a apparencia de cadver ; debaixo
delle corra a agua sombra, reflectindo a
espacos o brilho dos relmpagos, o urna
ou outra luz perdida no meio da chuva.
Os pesados barcos amarrados por de-
baixo da ponto batiam na agua, estrebu-
xando com as amarras.
Em cima, a Linotte, de joelhos, mais
bella (apezar do odio chammejante que
seus oihos faiscavam), pelo effeito dos ca-
bellos empastados na cabega o saltos em
anneis brilhantes ao longo^das faces ; a
bocea ligeiramente contratada, mostrando
os dentes cerrados, a pello, que reluzia,
muito branca pela chuva; as linhas ainda
enchutas do vestido molhado, faziam-na
parecer urna estatneta de marfim, das
que a idade media deixou pelos sanctua-
rios.
A chuva caba, caha sempre 1 O vento
gemia, soprando com violencia torrivol, o
pondo era convulsiies as arvores do caes
e do Jardim Botnico.
Por urna noite des tas, no mel deste ba-
rulho, n'um momento terrivel, 0 Carpin-
teiro ulava:
Assassino 1 assassino !
Arrepiava contemplal-o, ao sentir as
mos abriram-se-lhe e deixarem as vigas
da ponte, para cabir sem esperanza, per-
0 sib'.lar do vento.
Jacques, meio louco, assustado por
aquello grito que julgou chamara Pariz
inteiro, cangado por to grandes lutas,
era que duas vezes se julgou perdido, te-
niendo ver surgir um salvador, m vin-
gador, considerando o facto solado, e
sem se lembrar que a luta ae tornava as-
sassinato... um crime... louco de raiva,
disse :
Acabemos com ato, morre para
abi!
Foi horrivel... Com o calcanhar da
bota esmagou, de encontr viga, os de-
dos do infeliz !
A Linotte dizTa
Anda, Jacques!. anda !... K'
mais faeil cortar-lhe os dedos um a um,
que deixal-o subir... preciso que ello
mergulhe !
E as tesouras concluiram a sua obra
odiosa.
Ouvio-se um grito terrivel... o ul-
timo I
Dspois a queda d'um corpo na agua, o
foi o resto 1
, A chuva e o vento seronaram um pou-
co como so os elementos ovitassem escon-
de-OB.
Jacques ficou petrificado por instantes.
Depois inclinou-se ao parapeito o olhou
P*ra a agua oscura, ondo o Carpinteiro
acabava de apparecer ; a corrente desfez
os ltimos vestigios que ficaram do liqui-
do tmulo...
Vio-se urna mao... tentando debalde
segurar se ; submergo-se de novo...
Dopois um ligeiro gorgulhar e foi o
resto... foitudo!... Jacques, aterrado,
com as mos fincadas no parapeito, o
olhar fixo na agua, a fronte gottejando,
nao pela chuva, porque o fogo do cerebro
a tinha tvaporado, mas pelo suor.....
Jacques nao podia sabir daquelle lugar...
Parecia-lhe ver enterrado no lodo o cada-
ver da sua victima.
O ultimo grito do Carpinteiro havia pe-
trificado a Linotte ; respirava a custo, o
sangue parecia quedar-lhe as veias, um
fri terrivel a gelava at medula dos
0S8O8 e o grito sempre a choar-lhe nos
ouvidos I
As tesouras cahram-lhe das mos ; o
ruido de ac que foi de encontr a urna
viga o depois cahir na agua fol-a tre-
mer I...
Jacques fitou-a... Os seus olhos quas;
despediram faiscas de lume...
De repente astremeceram... Tinham
ouvido barulhe o vozes que diziam :
E' alm na ponte de l'Estacade,
ainda l osto.
Os dous aesassinos, trmulos, fita-
ram-se.
Os passos approximavam se.
Foi a Linotte quem primeiro aventou o
perigo em que os dous laboravam.
Penetrando com o olhar a escurid&o,
vio um grupo de individuos que vinham
para elles correndo; nao tinham um
instante a perder.
A Lino'to agarrou Jacques pelo brago e
arrastando-o na direceo do hotel Lamber
disse-lhe com voz abafada :
Fogo depressa ; j nos viram.,.
Chegaram I
E vendem-sea m| w
bordados o que se psde en-
contrar de melhor quaidiade
de 400 reis at 3$000, a me-
tros pror>rios para enriar
comfita^.
LojadaPerola
Roa la Impera-
Iris 11. 3*
Domingos Fernand.es.
Instrumentos de msica
Msicas modernas
Venda-Fe e trora-se BARATISsI\!0 o enorme
sortioaenio qoe recebemos h Eduardo Paiva & f,
Rna Barao da Victoria n. li (.'.diga cusa Axe*
vedo' Pernaoiboco
Regulador da Marinha
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre deigreja ebronomero de
marinha, caixa de musicca, aparelhus
elctricos, ocalos, binculos, oculos de
alcance, joas e todo e qu&lquer objecto
tendente a arte mechanica.
yfvua Larga do Koeario9
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Cal Branca e V i r-
ffem de lumia-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc9
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do caes do
Apollo n. 73.
Eu matei-o, disse Jacqties.
NSo, disse Linotte, voces brigaram,
e foi ella que te atacou primeiro...
Assassino repetia o miseravo!, so-
guindo a Linotte.
Mas anda depressa, gritva ella. J
vem na ponte !
Eu son um assassino, repetia Jac-
ques, sem ouvir o que Iho dizia a compa-
nhoira.
Inconsciente, l ia levado pela rapa-
Masaqualles que os porseguiam tinham
estugado o passo.
Os doas miseraveis acabavam de passar
a ponte o iam j no caos, quando tres po-
licas se chegaram a elles o os prende-
ram.
A Linotte estrebuchou e quiz fugir.
Deixem-me, disse ella, eu nao fiz
mal aenhum .. elles brigaram... e en
ao me matti em nada. Deixem-me...
eu nao quero ser presa... quero ir para a
minba casa I
Basta do berreiros e ospalhafatos,
disse o polica, quando n3o trabalham as
algornaa.
Oh! 8enhor, eu n5o fiz mal nenhum,
juro-lh'o...
Jacques, pelo contrario, ao sentir no
hombro a mo do agente, deu-so como
preso e disao :
Fui eu que o matei.
Conhecia-o ?
Conhocia, sim, seuhor... nos lua-
mos !
que o
elle quaria-me matar.
matei...
e fui eu
{Contina.}
Typ. o Diaria, ra Duque de Oaxias, 42
T
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-;'
V


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