Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17144


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Full Text
I


AMIlfO LXXI
^narta feir 9 de Agosto de 1895
SflJMESS 198
P&0PBJ1BJ.BE BS &He& flSBUEO SE AEiA & 3FILSE8S
REDACTORES AXTO.MO MITRUVIO PIXTO HWDEIBA E A^CIOLI DE VASCOiXCEIXOS e MWOII. ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.... 81000
. 45&000
Por seis mezes adiantados.
Por um armo adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
3000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBUCACOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.\ .residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adan ados. .
Por um anno adiantado .
Por trimestre vencido.
Numero avulso de dias anteriores.
161500
33S000
9&000
1200

Telegrammas

de Aguiar, Antonio Marianno Alves
de Moraes, Flix Fleury de Souza
Amorim, Antonio Pereira Prestes e
Joo Baptista da Motta
O governo italiano nao appro-
vou o accordo de liquidarlo geral
Rio de Janeiro, 5 de Agosto s
Choras eso minutos da tarde (recebido!'"' '"*"" UVJ "H*y^~ e*"**~
_ _:..,?. ,, idas reclamarles pendentes, aceito
na estacao as io horas e 40 minutos da! ...
noite e entregue s lo horas e 40 m
tos).
nu_' pelo cavalheiro Aldo Nobile ad re-
ferendum.
O referido governo est convenci-
As casas do congresso suspendern! os do d mesmo s0m esse |accordo
seus trabalhos e inseriram as respecti- a __
.: haver prompta e digna solugao en-
tre o Brazil c a Italia no quo concer-
ne s reclamares agitadas. Parece
porcia, que asoluco depende da che-
va? actas votos de pezar p lo fallecimen
to do senador pelo Estado do Espirito
Santo, Antonio Amaro de Souza Ca-
edo.
Succumbiram mais quatro foguis-gada do ministro italiano o Sr. De
tas do cruzador Tonelero, em conse-. Marino, que teve ordem de seu [go-
quencia das queimaduras que receberam j yerno para regressar o mais breve
por occasiao da cxploso da machina do que for possivel.
mesmo vapor.
Acha-se muito adiantado o inque-
rito relativo s notas falsas de iooooo.
Ha depoimentos, que compromettem
grandemente a pessoas altamente eolio- asa sita a^ travessa do Pique mais
cadas.
S. Paulo. G de Agosto.
A polica acaba de descobrir n'uma
Na Escola superior de guerra hou-
ve hoje reunio da respectiva congrega-
cao, atim de discutir-se o caso de prisao
do capitao Gomes de Castro.
Os debates foram acalorados.
O director da Escola recusou-se a to-
mar conhecimento de varios protestos
escriptos e resolveu nomear urna com-
misso sob a presidencia do general Cos-
tallat, para emittir parecer, sobre si o ca-
pito Gomes de Castro affastou-se do pro-
de mil contos de reis em notas falsas,
vindas do Rio da Prata em saceos
do milho.
Foram capturados varios indivi-
duos, em cujo poder encontraram-se
cartas e telegrammas reveladores
desse negocio.
Entro os presos ha alguus officiaes
da guarda nacional.
Buenos-Arres, 6 de Agosto.
C: ssou a publicacao do Petit Jo-
urnal folha que insultou o Brazil a
gramma de ensino de sua cadeira.
Informam que o director ameaca sus- proposito da questfto do Amap.
pender a congregaco, si o parecer lor
favoravel quelle capito.
Foi nomeado director interino da
estrada de ferro Sul de Pernambuco o
engenheiro Affonso Soares.
Da mesma estrada foram removidos' Barrocoa entre hespanhoes e cuba-
o :hcfes de seceo Jos Francisco de nos, dando-se immensas perdas.
Britto.para estrada de ferro central da f0 ferido gravemente o general
Parahyba, e Luiz Marques de Aibu- Sandoval
rqoe Maranbo para a .Central fie 0s cubanos incendiaran: Barrocoa
Montevideo, 6 de Agosto.
Pareco que encontrou-se o cadver
!do ex-almirante Saldanha da Gama.
Madrid, G de Agosto.
Houve um grande combate em
Pernambuco.
O engenheiro Teixeira Soares re-
cebeu telegramma para cbter ordem do
governo no sentido de ser entregue a
Delegacia de Londres 2o milh;s de fran-
e Jaguani, massacrando os hespa-
nhoes.
Londres, 6 de Agosto-
Foi concedida a exonerarlo pedida
eos, do emprestimo da Companbia de S. r i- *
% pelo embaixador em Berlim, Mr.
Paulo ao Rio Grande. jf, .
Malet.
licrlim, 6 de Agesto.
O governo mandou ficar sem efei-
to a ordem de expulso do publicista
francez Hutin do territorio allemo.
A taxa cambial moveu-se a 10 7/i6
e io 5/8.
Santiago, 5 de Agosto.
O arcebispo dcsta archidiocese excom-!
mugou os accionistas da empresa, os
redactores, editores e leitores d > joma
radical La Ley e do jornal caricato
cPoncio Pilatos.
Berlina, 5 de Agosto.
Foi expulso da Alsacia o jor 1 alista
francez Hutin, redactor do Gaulchis,
Pars, 5 de Agosto,
Rio de Janeiro, G de Agosto, s
T'5 horas e 15 minutos da tarde (r;cebi-
do na estacao s 8 horas e 50 minutos
da noite e entregue as 9 horas e i2 mi-
nutos).
Senadores e deputados perten-
centes ao partiio republicano federal
reuniram-se hontem em sesso secre-
ta para tratarem da fundacao do or-
gao do mesmo partido ; e depois de
amimado debate, resolveram que o
_ Em^AuchJum mineiro, depois de ferir j assumpto icasse a resoluto da com-
missao executiva.
O Sr. Nilo Pecanha apresoniai
amanha Cmara um projecto no
sentido de tornar effectivas as garan-
tas do art. 85 da Constituico fede-
deral.de sorte queosmachinistas e
os guardas marinha arranchen! na
praQa d'armas.
A taxa cambial firmou-se hoje
em 10 9il6.
tiro de rewolver o director das minas
\\ illemin no momento em que ia ser
preso e procurava servir-se de urna bom-
ba, csti explodio, arruinando o edificio
causando a morte a diversos mineiros e
ferindo gravemente a i2 pessoas.
liorna, 5 de Agosto.
Foi ratificado o tratado de commercio
celebrado entre a Jtalia e oJapo.
Rio de Janeiro, % de Agosto, s
3 horas e 20 minutos da tarde (recebi-
do na estacao as 7 horas e40 minutos da
noite e entregue s 8 horas e .. minutos
da noite).
Foi exonerado o general Soln do
commando do 7* districto militar,
sendo substituido pelo general Ba-
cellar.
Foram sanecionadas as resolu-
ces legislativas, fixando a forca na-
val, e mandando repartir entre me
filhos o montepio dos officiaes da ar-
mada e classes annexas.
Est assentado que seja orgo
do partido republicano federal o
Diario de Noticias, constituindo
urna associacao com o capital de
400 contos de reis e sob a direceo
do deputado Jo&o Lopes.
Consta que sero promovidos a
capites do corpo de estado maior
de primeira classe Alberto Cardoso
INSTRUCCAO POPULAR
OSMASITBES DA KH
POR
Gastao Tissandier
CAPITULO VIII
A INDUSTRIA E AS MACHINAS
DIARIO DE PERNAMBDCO
HEJIFE, 7 DE AGOSTO t)E 1895
Pela Patria
No 00830 artigo publicado em edigo da 4,
quaudo tratavamos da necessidade imprescindi-
vsl de urna propaganda larga e criterios em
javor aoa crditos da idea repuolicana, feliz-
mente urna rea ida Je hoje no rrossopazdal-
lamos bem patente, mostrando s razOas que
em nosso favor mililavaa, da suprema cunve
'Bienca de enraizar no corago do povo a con
[viego de que. smente ob esse rgimen, nde
ja nossa cara palna ascender a escadaria illurai-
| nada d'onde Ihe acea o seu futuro qd%, de cu-
rarlo creino?, risonho e promettedor.
Para tal desidertum devem, poi9, neste me-
lindroso periodo que alravessauos, convergir
lOdas as cosaas vistas, todos os nonos patriti-
cos esforgos, na grande raisso que, como joma-
listas C.UJ compreheoiemos o uossos altos de-
veres, nos cabe, de guiar a opiuio, de orien-
tal-a, conduzindo-a pela estrada larga das gran-
d;s verdades, fazendo-a acceitar aquelles prin
Cipios capazes de levai-a tSo almcjada felici-
dade do nosso bello paiz.
Um rgimen que uu busca a sua razan de
s-r nos ntimos fundamentos 1 coracao popu-
lar, e que nao est assim em harmona com as
tendencias da collectividade que representa ba
de cabir fatalmente, como os grandes edificios
sem solido alicerce, desmoronando-se por si
mesmo, victima de sua propria fraqueza, con-
demnados pelo seu proprio vicio de origem.
A Historia ahi estaa his.oia de lodos 09
povos e de todas as pocasbem eloqueote na
sua extraordinaria grandeza, e que registra
as suas paginas de marmore, a verdade desse
cooceto que, como um dogma, se ba imposto
atravz da evolugao universal dos povos.
No mundo pbysico codo no mundo moral, ha
ieis inflexiveis : rebellar-se contra ella?, inver
t-ndo a ordem natur&l das cousas, o qu;rer
arrstar com as consequencias de um grande
erro.
Iramos mais longe em taes considerajO :s, si
nao nos lembrassemos que escrevemos um sim-
ples artigo de jornal, e assim, synthetisando
o quaoto poss val as nossas ideas, devemos
abordar desde j o assumpto que constitue
objecio do presente artigo, e sobre o qual nao
nos podemos furtar de fazer algunas pondera-
(Oes, bemligeiras embora, disposto? como nos
acharaos, no sentido da propaganda a que nos
temos referido em os nossos artigos.
Quem quer que, como nos, baja acompanhado
com atlengo a marcha dos acontecimientos po
Uticos do Brazil, desde a iniuguracao do rgi-
men republicano at hoje -ha de ter notado a
raaneira perniciosa com qua era grande parte
dos esplritos ae achara implan adas certas ideas
revolucicnana^, certos principios anarchicos
que tantos prejuizos hao causado e sao susce-
pitveis de causar, para o futuro, aopaiz.
D'ahi, deasas ideas exaltadas, que nao pri-
mara pelo bom seoso aera nasceram de urna
causa justificadad'ahi dizemo?, es a seria de
deploraveia fictos que havemos presenciado,
essa theoria errnea de deposices que tantos
males causam aos crditos do nosso paiz e ao
rgimen de liberdade adoptado para elle,essa
successrio de acontecimentos, em sumira, pro-
vocados em oorae de urna idea falsa e que aos
litio arrastado a to grandes desgostos e a tSo
severas provagOes.
E perfumarnos : oque visam essas ideas re-
volucionarias, partidas at de fervorosos ade-
ptos do actual rgimen ? A que- alvo tendem
os designios desses que assim vivera a pertur-
bar a paz, actualmente to necessaria para a
consolidarlo da obra de Deodoro e Besjamim
Const mt ?
Convenc-ra-se os exaltados que nao por
mel de ideas subversivas, que a Repblica ha
de conseguir impor-se, como o rgimen capaz
de realizar as aspIracGes que todos n?, braz-
'eiros, nutrimos.
Nao dizimando populacas inteiras, arran
:ando a paz ao feliz e solitario lar do povo rus-
tico e ordeiro, tirando Ibe das maos o pacifico
instrumento com que fecunda os campos para
collocar-lhe aos hombros urna arma que nem ao
menos sabe manejar, como ha succedido no
heroico Estado do Rio Grande do Sul -nao
desta raaneira, dizemos, que o nosso ideal ba
de avigorarse, crescer e fructificar.
Nao : esse detderatum s conseguiremos
sombra da paz,-nica fonte bsica, d'onde de'
vemos partir para consecuco dos nossos ideaes.
Voltaremos opportunamente ao assumpto que
offereca mais largas explanares.
po ; e capitao Jos He'mino Puntual, prorie- cncoenta cootos de rit em apolices, ae ju:*o
lano dos engenhos Preferencia e Pedra Fina
sitoados no municipio de Amaragy ; leudo era
vista as infonnajes da Directora Geral da Se-
cretaria da Fazenda de 1 do corrente raez, e
mais pareceres prestados sobre o assumpto ; e
usando da attnbuigao que lile conferem os De-
cebios de 15 de Outubro de 1890 a de 31 de Ja-
neir do 1891, resolve expedir o seguale
Decreto:
Art. 1." E'conceiidn a D.Joaquina Francisca
te Salles Senna, ao Dr. Sergio Hygiuo Dias dos
Santos e ao capnao Joa Hertniuo Pontual, as-
sociados e consenhores dos engenhos Frexe-
ras, Itefrescos, Preferencia e Podra Fio par>,
indagSo de urna usina qua se denominar
Frexei.-as com capacidade para ttuzentos sac-
eos de assucar de setenta e cinco kilogrammas
cada om e quatro pipas de alcool de qua trocen
tos e oilenla. litros cada
pninjeiro dos referidos engenhos, o erapresiirao
a que se referera os Decretos da 15 de Outubro
de sel oor canto ao anno de conformidade coi)
o art. 7.* do Uecret da 15 de Oumbro de 1390
II A pnmeira preslacio ser re eblda :
a) Depois de hjrpothecado ao Estado, sem con-
curso de outro credor, o engenho Santo Ignacio
com todas as suas ierras, maltas, pastos, logn.-
douros, obras e bemfeitonas existentes e t.s
que accrescerem.
b) Depois de apreaentado document > que
prove acharem-se t ncommendados os raachims-
mos, apparelhos e ferragens destinados fa-
brica, o qual dever ser autlientcado com a
assignatura do Consol brazileiro ou agente con-
sular ou fiscal do Brazil no lugar da fabrica;
ou depois da prova de ter sido feita a encom-
meada dos mismos apparelhos por intirra-dio
de caa Commercial desta cidada qua inspi'e
conflanga, precedendo contracto de fornecirae 1-
t) de todo o appsrelho. raachinsmos e uteii
de 1800 e 31 de Janeiro da 1891 na forma e sob
as cfdiges seguintes:
I 0 Estado concorrer, a titulo de emprestimo
hypoKiecario, com a quantia de duzentos ecin-
coenta conlos de ris era apolices ao juro de 7
por eento ao anno de cenformidede cmn o art.
7." do Decreto de 15 de Ou'ubro de 1890.
II .A primeira preslac&o ser recebida :
a) Depois de hypothecado ao Estado, sem
concurso de outro credor, o engenno Frexei-
ras com todas as suas trras, maltas, pastos,
logradouros, obras e bemfeitonas existentes e
as que accrescerem.
b) Depois de ap.res;ntado iocument 1 que prn-
ve a harera-se encommenda los os machioismos,
apparelhos e ferrag-ns destinados a fabrica, o
qual dever ser autheuticado com a assignatura
do Cnsul Brazileiro ou Agente Consular ou
Fiscal do Brazil no lugar da fabrica ; ou depois
da prova da tar sido feito a encommenda dos
urna, diariamente, no jgjiiug em lempo cerlo e determinado, ass-
nando o representaos da mesma casa, na bj-
layo competente, leriuo pelo qual se obrigue a
cumprir o mesmo contracto de fomecimenio
com sujeigo do pagamento dos prejuizos p dam
nos que possara resultar Fazenda do Esta lo
pelo seu nSo cumpriraento.
III. A segunda quando todo o material e
achar no local destinado ao levaoUraento r a
usina, ou quando esteja todo j recolhido a Al-
fandega do Estido, no< termos da le n. 95, (le
9 da ozembro de 1891.
IV. A terceira.
aj Depois de se acbarera concluidas a fabn :a
e auas dependencias e funccionaudo cora regu-
laridade provada pela experiencia.
b) Depois de effectua la e inscript a hypi-
the a da usina cora tjdos os machinismo ap-
parejhos, accessonos, depenaencias, obras e
..1
bemfe t jrias qua n'ella houverera de ser estab
lecidas.
V. Os engenhos Santo Ignacio e Trapi-
che ficain obrigados ao forneciment > le can-
mesmos apparelhos por intermedio de casa com-} as usina do Cabo por lodo o tempo da
mercial desta cidada que inspire coofiaocn, pre- obrigaQo para cora o Estado, nos termos do
cebando contracto do fornecimanto da todo o | contracto apfirovado nesta dat.
apparelho, machinisrao e utensilios era teapo 1 VI. A araortisayo das apolices ser feita por
certo e determinado, assignando 0 representan-! sortera no minimo, razao ie cinco por cen.o
te da mesma casa na eslagao competente, termo (5 |o) aonualmente a comegar logo que a usina
pelo qual se obrigue a cumprir o mesmo con- nver t rado duas safras.
NICOLAU JLEBLANCPHILIPPE LEBN
RICHARD-LENOIR JACQUARDPHI-
LIPPE DE GIRARDrJOSU HEILMANN
BARTHOLOMEU THIMONNIERLUIZ
FAVRE.
(Continuago)
A queda da fabrica trazia comsigo a ruina do
inventor. A breve trecho, o privilegio, que
deiiara de ser explorado, cahio no dominio to
publico, e Leblanc vio-se desapoisado 4'ello.
Os annos foram decorrendo para Leblanc tris
tes e funei'os, at que no anno VIII, urna deci-
5o ministerial o reintegrou na posse do local
da fabrica de Saint-Denn.
(Continua]
PARTE OFFICIAL
Governo do Estado de Per-
nambuco
SECRETARIA DA INDUSTRIA
Expediente io Exm. Sr. Dr. Governador do Esta-
do do ia 5 de Abril de 1895
Decreto:
O Governador do Estado, atteudendo ao que
requereram D. Joaquina Francisca de Salles
Senna, proprietarla do engenho Frexeiras, si-
tuado no municipio da Etcada ; Dr. Sergio Hy-
glno Das dos Santos, propretarlo de engenbo
Kefreico situado tambera no mesmo mooici
tracto de fornecimento com sujeico do paga
mentado* prejuizos e damnos que possam re-
su tar a Fazenda dj listado pelo seu nao cura-
pnmeorb.
III Asegunda quando todo o material se achar
no local destinado ao levaniaraento da usina, ou
quando esleja lodo j recolhido Alfandega do
Estado, nos termos da lei 0. 25, de 9 de Dezem-
bro de 189J.
IVA terceira.
VII. Desde, porm, qua a usina der dividen-
do superior a dose por ceo o (12 |0) o exresno
ser lodo applicado a araorlisaco das apoli-
ces.
VIII. A importancia dos juros das apolices
ser recolhida 15 dia3 antes da epocha mam-
da em cada semeatre para esse fim.
Esses juros comegar&j a correr desde o se-
mestre em que as apolices forera emittidas.
IX. Se em um semestre qualquer deixareo
a) Dep>is de sa acharem concluidas a fabrica de ser pagos os juros, a nao ser por caso de
s\iai dependencias e funcionando com regu- forga raaior perfeitamente ju'iificado perante o
lariditne provada pela experiencia.
b) Dupois de effactuada e inscripta a hypo-
thea da usina com lodos 1 s machinisraos, ap-
pafMhos, accessorios, dependencias, obras e
iiemfeiiorias que oella houvesse de ser eslube-
lecida.
V Os engenhos Frexeiras, Refrosco, Prefe-
rencia e Pedra Fina ficara obrigados 10 forneci-
in'iitede cannas usina Frexeiras por lodo o
tempo da obngago para com o Estado, nos ter-
mos do contracto approvado nesla data.
VI A aiQorlisago das apolices ser feua por
sorieio no uionuo, razao le. 5 por canto an-
uualmenta e comegar logo que a usina tiver
lirado .las safras.
VII Desda porem, que a usina ier dividendo
superior a 12 por cenio o exceeso ser tolo ap-
plicado i amurlisagao das apolices.
VIII A importancia dos juros das apolices
ser recolnida quinze dias antes da epocha mar-
cada em cada semestre para ese fim.
Governador do Estado, o debito n'aquella ur
poriancia comegir a vencer o juo da mora a
ruto de (2 "j) ao tnez.
X. Se durante 1 auno, por qualqUT motivo
deixarem da ser pagos os jaris ou, na o;iocha
fixada no art. 8." do Decreto de 15 de Ojtubro
de 18)0, a quoia da amortisagi, um e outio
debito conjegaro a vencer o juro de moa na
razao de (2|,) aj mez.
XI. Em qualquer dos casos da clausula ante-
cedente o Estado alministrativaraenie se paga-
r como credor aniicheiico, palas rendas da dil-
u col locando n'ella um administrador.
XII. O concessionario lera urna escriptun-
co em forma commarcial, feita por guarda-li-
vros, que podar ser examinada por ordem do
Governo do Estado; deven o, era lodo o cas),
ser publicado aonualmente o balango da recera
e dcspezi At empresa.
XIII. N^nhura dividendo sa far ai tes de
seren satisfeitos os juros das apolices e. r.i
Esaes juros coraegaro a correr deste o sames- epocha fixada a respectiva quola de amoriisn
tre era que as ap dices forera emit Jas. gao.
IX. Se em um semestre qualquer deixarem j XIV. Quaesquer duvidas que se suscitaren
de ser pagos oa juros, a nao ser por caso de forga enire o Governador do Eaia 10, e o concessi >
raaior perfeilaiuente jusiificado peraule o o-, nano sero definitivamente resolvidas por dous
vern idor do Estado, o debilo naquella importan
cia comegar a vencer o juro da mora a razo
de 2 /, ao m z.
X Se durante ura aono, por qualquer motivo,
deixarem de ser pagos os juros ou, na epocha
lixala no art 8.a do Decreto de 15 de Outubro
de 1890, a quotu da amorlisago, nm e ouiro
debito comegaro a vencer o juro da mora na
razSo de 2 /. ao raez.
XI. Em qualquer dos casos da clausula ante-
cedente o Estado adraiuistrativaraeute se pagar
corao credor anticlirelico, pelis rendas da usina
collocaodo oella um administrador.
XII. Os concessionanos lero urna escriptu
rago era frma commercial, feia por guarda
livros, qu' poder ser examinada por or lera do
Governo do Estado; devendo, era todo o caso,
ser publicado aonualmente o bataneo da recula
e despeza da erapreza.
XIII. Nenhuin dividendo se far antes de se-
ren salisfeitos os juros das apolices e, na epo
cha fixada, a respectiva quola de amortisago.
VIV. Quaesquer duvidas que se suscitaren) contrario.
arbitros Horneados, um pelo (iovernador do Es-
tado e outro pelo concessionario.
No caso de accordo entre os arbitros, cada
um delles apresentar ura desempatador e a
Sorte decidir.
XV. O valor do preseote contracto tixa o
para os flns iegies era trezentos contos de ri'.
XVI. Ficara fazendo parle do rn ismo as di -
posirOes do Decreto de 15 d* Outubro de 1800
e do'de 31 de Jan -iro de 1391 no que llie po
derem ser applisadas.
XVII. O concessionario nbrigase a assign.r
o presente contracto dentro do prazo de quin-
ze dias, a contar desta dala, son pena de ser
considerada sem elfeito a concesso.
XVIII. O contracto resultante do presente
Decreto, salvo aso de aociedada anonyraa, f
todera ser transferido a agricultores, precu
dendo. porm, approvago do Governe do Esta-
do, Cora rela;o a todas as clausulas da cssao
ou tran'lerenca.
Art. 2. Pcara revocadas as disposigis en
entre o (iovernador do Estado e os concessio-
nanos sero definitivamente resol/idas por dois
arbitros nomeados, um pelo Goveruador do Es-
tado e outro pelos coocessionarios.
No caso de desaccordo entre os arbitros, cada
ura delles apresenlar ura desempatador e a
sorte decidir.
XV O Valor do presente contracto filado
para es fins legaes em 300.000SOOO.
XVI. Ficam fazendo parte do mesmo as dia-
posigoes do Decreto de 15 le Outubro de 1890 e
do de 31 de Janeiro de 1891 no que lhe poae-
rem ser appl*'adas.
XVII. Os coocessionarios obrigam-se a assi-
gnar o presente contracto dentro do prazo de
15 dias, a contar desta data, sob pena da ser
considerada sem elTeito a concessao.
XVIII. 0 conlracto resultante do presente De-
creto, salvo caso dejiocledade anonyraa, a po-
der ser transferido a agricultores, precedendo,
porm, approvago do Governo do Estado, com
reLigao a todas as clausulas da cesso ou trans-
ferencia.
Art. 2 Ficam revocadas as dispo.-i,5es em
contrario.
O Dr. RoJolpho Galvo, Secretarlo de Estado
dos Negocios da Industria, assim o tenba enten-
dido e faga executar.Aiexindre Jos Barbosa
Lima. Rodolpho Galvo. Remelteu-se copia
Ueste acto ao Thesourn do Estado.
0 Governador do Estado, at'endendo ao que
requereu o Dr. Jos Rufino Bezerra Cavalcanti,
proprielario dos engenhos Santo Ignacio e Tra-
piche, situados no muoicipi > do '..bo ; teodo
em vista as informacOes da Directora Geral da
Secretaria da Fazenda de 1 do corrente raez, e
mais pareceres prestados sobre o assumpto ; e
usando da attribuigo que Ihe conferem os De-
cretos de 15 de Outubro de 1890 e de 31 de Ja-
neiro de 1891, resolve espedir o seguiote:
Decreto
Art. 1." E* concedido ao Dr. Jos Rufino Be-
zerra Cavalcauli, proprietario dos engenhos
Santo Ignacio e Trapiche, para a fuodago de
urna usina que se denominar Usina do Cabo
com capacidade para duzentos saceos de assu-
car de setenta e cinco kilogrammas cada om e
quatro pipas de alcool de quatrocentos e oitenia
litros cada urna, diariamente, no primeiro dos
referidos engenhos, o emprestimo ao que se
referem os Decretos de 15 de Outubro de 1890
e 31 de Janeiro de 1891 na forma e sob as coa-
dignes seguintes r
1. O Estado concorrer, a titulo de empresti-
mo bjpothecano, com aqogatiade duzsnos e
O Dr. Rodolpho Galvo, Secre'ano de Esti-
do dos Negocios da Indu-tna, as3ira o teolia
entendido e faga executar.-Alexandre Jos
Barbosa Lima.Rodolpho Galvo.
Expediente da Dr. Secretario da Industria, do da
5 de Abril de 1895
Offlcios .
Sr. Secre ario da Fazenda. Veri(icaodo-e
ac larera-sa satisfeitos as clausulas 2 3." e do ar!. 1.* do Decreto de 26 de Margo findo,
pelo qual foi coacedido ao Baro de Frechi-
ras, Antonio dos Santos Pontual, o auxilio a
que se reforem os Decretos de 15 de Outur ro
de 1890 e 31 de Janeiro de 1831 para o deseo
volvimento da usina fundada no engenho de
sua propnodada denominado (Jbega de Neg'o
e situado no municipio de Amaragy, venho ro-
gar-vos que dignis providenciar no senti lo
de serem entregues ao mesma concasslona'io
as tres prestares na importancia de 250.0Q.0g
correspondente ao referido auxilio.
Sr Dr. Prefeilo do municipio do Racife.
Solicito vossa informago a respeilo do assun-
plo incluso requenoeuto de Fieldeo Brolhe's,
empresarios da illummago deste municipio.
Expediente do Dr. Secretario dos Seg cios da I n-
dustria, do dia 6 de Abril de 1895
Oficios :
Ao Dr. Secretario da Fazenda.-Rogo que vas
dignis de providenciar para que a Direcloria
Geral da Secretara a vosso cargo preste infor-
mago sobre o assumpto do offlcio n. 2 de 2 do
corrente da contadona da reparlgo geral eos
telegraphos, no districto deste Estado.
Ao Dr. 1. Secr etario da Cmara dos De
pul ados.Accueo o recebimento de vosso offl
co n. 30 de 3 do corrente, a que nnexasies
tres exampiares da lista das commlssOes p r-
manenles nessa Cmara, nomeadas em sessao
de 27 de Marco ultimo.
Expediente do Dr. Dlrectr Geral da 1' Directora
Offlcios : ,,
Ao Dr. Director Geral da Secretaria da a-
zenda.-Solicito, de ordem do Dr. Secretario,
que V03 digneis de informar sobre a paticao
inclusa de Francolino Americo de Albuqaerque
Mello. ,,,
Ao mesmo.Rogo, de ordem do ur. ..>
cretaro, que vos dignis de prestar mrormai.ao
sobre o assumpto do requerimento junto ua
Great Western of Brazil Ralway Limtied.
Ao Sr. Superintendente da Estrada ae
Ferro do Recife a S Francisco.O Dr. Secre-
tan 3 pade que sejam transportados com o m
xirao cuidado os volumes despachados na esta
gao das Cinco Ponas, para a Escola Industrial
Fre Caneca.
Mntatis, mulandis, ao Dr. Director da Estrada
de Ferro Sul de.Pernambuco.
Srs. Agentes do Lloyd Brazileiro.Ds
ordem do Sr. Dr. Secretario, aecuso recebido o
vosso olficio de 4 lo crreme, em qu commu-
nicaes haver c egado naqu"lla data, s (i horas
da raanh, proce nte dos portos do norte, o
vapor naci al Olinda, segurado no da i'm-
raedialo, s 5 horas da tarde para os do sul.
Comraunicou se ao Dr. director geral da Secre-
taria de Estado dos N.gocios da Industria Via-
go e Obras Publicas.
Aos raesmos.-De ordem do Sr. Dr. Se-
cretario, aecuso receb lo o vosso officio de
;oje datado, em qua cornmunicaes haver che-
gado hoje s 6 oras daraanha, procedente dos
portos do sul, o vapor nacional Planeta, se-
gurado s 5 horas para os do norte.Gomara-
uicou-ss ao Sr. Dr. director geral da Secretaria
de Estad o dos Negocios da lodustna, ViagSo
e Obras Publicas.
Expediente ao Dr. Secretario dos Xegocos ds.
Industria do dia 8 de Abril de 1895
O.Bcios :
Ao Dr. Secretario da Fazenda-P. >go que
vos digneis de conformidade coma voasa in-
formago n. 171 de 3 do correte, da mandar
pegar a Great Western of Brasil Riilway Limi-
ted, a quantia de quareota e cinco mil cei.to e
trila ris (45g:30) proveniente de passagens
concedidas pelo Estado deven lo esse pagamea-
to pelo crdito extra ;rdinario de 14 de Janeiro
prximo passado.
Ao mesmo -Rogo que vos digneis de con-
formidade con a vossa luformago n. 170 de
3 do correte de mandar pagar a Companhia
Pernambucana de Navegagao, a quantia de se-
tecentos e cinco^nta e quatro rail, seiscentos e
cincoenta rs. (751g6>0) proveniente de pasagens
concedidas por coma do Estado, devendo esta
despeza correr por conta do credno extraordi-
nario de 2 Janeiro do aono prximo passado.
Ao mesmo -Transratlo-vos, cam a inclusa
raforraago do Director da Escala Agrcola Fre
Caneca o requerimento documentado de Augus-
to Labilla, que acompanhoo o meu officio n. 14
de 5 de Fevereiro ultimo, a fim de ser comple-
tado o parecer emiltido sobre o m mo, pela
Directora Geral d'esaa Secretaria em 23 do re-
fe r do mez.
Ao Dr. inspec'or da AlfandegaAfim de
satisfazer exigencia conlida era arrimo do Dr.
director geral da !* sacc&o de contabili lade da
Secrear.a da Estado dos N-.goCios da ludustria,
Viago e Obras Pun cas na Capital Federal,
sob n. 31, de 19 de Fevereiro ultimo, rogo que
vos dignis de provid nciar atim da rae ser,
pela Repartigoa vosso cargo, fornacida urna
re ago dos propnos oaciooaes existentes n'este
Estado.
Ao superintendente da Es rada le Ferro
do Recife ao S. e'ranciscoConfirmando a re-
qnisigo fera em6 lo corrate pelo Dr. direc-
tor geral da 1 directora d'ea S cretarla de
Estado, rogo vos que providenciis afira de
que os volumes ltimamente apreseotados oa
Estago das Cinco Ponas, com destino a Esco-
la InHusina Frai Caneca sejam transpor*idoa,
cora a mxima urgencia e inexcedivel cuitado.
Ao l)r. director da Estrada de Ferco Sul
de PernambucoConfirmando a requia gao fer
ta em 6 do corrente, pelo Dr. director geral da
l.* directora d esta Secretaria de Estalo, rogo
qua provilencieis. apenas cheguern a Palmares
os volumes ltimamente apresen ados na esta
gao das Cinco Ponas, com destino Escola
Industrial Fre Caneca, adra de serem os mes-
mos transprtalos com ioexcedivel cuidado.
Ao director da Escola Industria' Frei Ca-
necaavso vos, para os fins convenientes, da
que os volumes ltimamente enviados para a
Escola sob vossa direcgo, devera ser lidos com
a mxima cautela, urna vez que contm subsian'
cias inflaroaveis.
Expediente do Dr. Directir da 1.' Directora
Ollicios :
Ao l)r. director geral da Secretaria da
Fazenda -De ordem do Dr Secretario remet o-
vos, para os devidos fin* a inclusa copia do of-
ficio n. 92 de 5 lo co rente era que o Director
Ueral da 3 Directora desta Secretaria parti-
cipa haver sido em Janeiro ultiuo, importa a
multa de 1J4S320 ris empreza de illumna-
510 pub'ca do municipio de Olud pela res-
pictrva raunicinahdade.
Expedtnte do Exm. Sr. Dr. Governador do Esta-
do, do da 9 de Abril de 1895
Decreto
O Govtroador do Estado attendendo ao que
requ-reu o Dr. Jos de S Pereira, proprielario
des engenhos Pery-piry e Pery-peryarabo, si-
ta los no municipio de Quipap ;
Teado em vista as inforraagOes da Directora
Geral da Secretaria da Fazenda, datados de 4
do corrente, e os raais pareceres prestados sobre
o assumpto;
Considerando que o auxilio suplementar de
que trata a lei n. 25 de 9 de Dezembro de 1891
leve ser concedido desde logo, afim de que o
requerente possa fazer a encommenda dos appa-
relhos cora a necessaria capacidade;
e qua do Contrario, nunca se conceder tal
auxilio, visto como o augmento da capacidade
nao poder ter logar depois de concluida a usi-
na, por isso que importara na monlagem de
um segundo mac.mismo quasi to custoso quan-
100 pnraeiro, o que nao acontecera fazendo^se
a encommenda dos priraeiros apparelhos com a
maior capacidade previamente eslnbelecida.
E, usando da atlnbuigo que Ihe conferem os
Decretos de 15 de Outudro de 1890 e 31 de Ja-
neiro de 1891 e a citada lei n. 25.
Resolve expedir o segrate
Decreto
Art. 1." E' concedido ao Dr. Jos de S Pe-
reira, proprielario dos engenhos Pery-pery e
Perv-perysraho, para a fundaga de urna usi-
na, com a primeira d'essas denominagOes e
capacidade para duzentos saceos de assucar e
setenta e cinco ki oarammas cada ura e quatro
pipas de alcool de quatrocentos e oitenta litros
cada urna, diariamente, no primeiro dos referi-
dos engenhea, o empreatimo a que sa referem
os Decretos de 15 de Outubro de 1890 e 31 de
Janeiro de 1891 e a lei n. 25 de 9 de Dezembro
d'este ultimo anuo, na forma e sobas coodicss
segrales:
I O Estado concorrer, a titulo de empresti-
mo hypethecario, com a quantia de trezentos e
setenta e cinco contos de ris (375:0009) em
apolices ao juro de sete por cenio ao anno, de
conf irmidade com o art. 7. do Decreto de 15
de Outubro de 1890.
II A primeira preslago ser recebida :
a) Depois de bypolbecado ao Estado, sem
concurso de outro credor, o engenho Pery-pe-
ry, com todas as suas trras, mallas, pastos, lo-
gradouros, obras e bemfeitorias existentes e as
que accrescerem.
b) Desos de apreseotado documento que pro-
ve acbarem-se encoramendados os machioismos,
apparelhos e ferragens destinados a fabrica, o
qual dever ser autheuticado com a assignatura
do Cnsul Brazileiro ou Agente Consular ou
Fiscal do Brazil no logar da fabrica; ou depois
da prova de ter sido feita a encommenda dos
mesmos apparelhos por intermedio de casa com-
mercial d'esta cidade que inspire confiaoga,
precedendo contracto de loraecimeato de todo
o apparelho, machioismos e utensilios em tem-
po certo e determinado, assignando o represen-
tanta da mssma casa, na estafiio competente,





-
*.



MMBHMKl

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Izarlo de JSc>'ifcanil>iico <-* Unarta-feira ? de Ag-osto cP 18&5

termo pelo qual ao obrigu a enrapnr o tnesmo
contracto de fornecimento com sujeic&o do pa-
gamento dos prejuizos e damnos que possam re-
8 altar a Fazenda do Estad* pelo seu nao cum-
priraento.
III A segunda quan.io todo o material ge
achar no local destinado ao levanlumenlo da
usina, ou quando esleja todoj recolhido a a I-
fandfga do Estado, nos termos da le n. 25 de
9 de Dezembro de 18*1.
IV. A lerceira.
a) Depois de se acharera concluidas as fabri
cas e su;is dependencias e funecionando com
regularidad^ provada pela experiencia.
b) Uepois de effectusda e inscripta a hypo-
theca da usina com todos os machinismos, p
pareihos, accessorios, dependencias, obras e
bemfeilorias que n'ella houverem de er estabe-
lecidas. .
V. Os engenho* Perv-pery, Parv-perysinho,
Paraso, S Benedicto Novo do Pery-perv e
Barra de Jangada, todos do municipio de Qui-
papa fleam otirigados ao fornecimento de cao-
nas a usina i'erj p-.ry por todo o lempo da
obrigag&o para com o Estado, ms termos do
cOntnclo approvado tiesta dula.
VI A amortisagao das apolices ser teita
por s'ormio no tmuuuo a razio de Cinco por
cento (5 Q|o)annualmnU' comecara logoqu
a usina tiv r lirado duas safras.
VII Uesrte, porm, que a usina der dividen
do superior a dose por cenlo (12 0,0) o excesso
ser toduiapplitad 4 aiuorlteagao das apoii-
eviII A importancia dos juro das apolices
ser rpcolnula. quuue das ant-s da -poefla
marcada m cala semestre para esse ara.
Esses iur<>ti,'eouiecaraoa correr desde o se-
mestre em que.as apollen f rain emitudas.
IX Se eiu utn semestre qualquer deixa.em
de ser pagos os juros a nao er por caso de for-
ca maior, peifcitamente justitlcado parante o
Governo naquell.t impor-
tancia combar a veucer nros da mora a ra-
zio d dou por cenlo 2 0,o) a mez.
\ Se durante um anuo, por qual.uer motivo
deixarem de,**- ,P gos os juros ou na ep ,cha
ixada no artigo S d, decralo de 45 de Outu-
bro de 1890 a quota da amoriisa$ao, .um e ou-
tro debao comecarao a venr.er o jurla mora
na raso de diu* por cenlo (2 Oirj) ao mez.
XI Km qualquer des casos da clausula unte-
cedene o E U alinmisirativameote se pa-
gar como credor ant.cbretuo pelas rendas da
nana cullocaude nella mu administrador.
TU O coiicessiouario lera una escripiuracao
em forma cemmercial feila por guarda-livros,
me pode.a ser examinada por ordem do Go-
veroo do Estado ; dovendo, em odo caso ser
publicado Buuualui.mie o balanco da receita
Oespe-.a XII Nenham dividendo se fara antes de se-
ren saiisfeitos os juros das apolices e na epo-
coa lixa-ta, a mpotiv* quoia de aroortisacao
XIV Quaesouer duvtd s que se susciiarem
entre o aventador io Esta lo e o concesionario
sero revolvidas uetiniiivameote por dous arbi-
tros Horneados, um pelo me-smo goveroador e
outro peto coaces=wiiano.
No caso de.desaccordo entre os arbitros, ca-
da um delles apresenur um desempatador o a
orle decidir.
XV O vaior do presente contracto C ixado
pa'ra os fina le*. !4M_?)ce,,M,s t c'ucoe0-
ta contos de res (4.>0:0OSUW<.
XVI. Ficau-fasendo parte do magno as di-
Do'icOe* MTW le 15 de Oulubro de 1890
edodeildeJane.ro de 1891, no que Ibe po-
d xTuTas^'sTvnque nao torera os appa-
relhos a capa:.dade exigida nao seta paga a
ultima presV-a*. cando assuu o auxilio teau-
zido a 2i0 O0OS0OO,
XVIII O couceswonario obnga se a assig-
na'r o presente contracto dentro do praso de
otm- das, a coniar desla data, sob prua de
?e cons timberaU ceder, se na occasiao Ha ass.gna-
S na" \*t*** 3 -'ooniuenlos. em nti-
Sro de ir"., ex..dos pela Directora Oeral da
err-laria da Fa/.enda.
XIX O mefmo con raeto s podera ser trans-
erid," salva case de sociedade anonyma a
a-riculwwp, pr^cedendo, porem, approvagao do
gSverno^,, Etado cora relacte indas as clau-
galas da esso on traiisferenc .
Ari.2- Ficatn revog.oas ta disposigoes em
C0 ?"Rodoipho Gahao, Secretario de Estado
doaNogoctoedallnduslria, assim o leona tnd.dn-e (fia eaecuiar.-.Al.xandre Jott
Barbosa Lima.-Rodolpho Galvao.
Ejpediente do Dr. Secretario
Sr^r'^cclano da. Faienda.-Remetlo-vos
or coma o .-.ocivio de 5 .lo.correnjc, conceden-
do a L>. loa urna Francisca de S..lles seoua
Dr Sercie Hvginoas dos banios e capilao
Jos HenniroHoniual o axpr.est po a que se
rehrem-n* decretos de 16,da Ootubro de 18J0
e31 dr Janeiro de 189.1, para a luudacao de
"m2 Aom srao.-ron..HU..icOBVos, a proposito
da in(onn..oao #ret...ia em oflicw n. Ia9 '-e b
do corran e! pela Directora Geral do Bsiado a
K c^rgo que por despacho desta data ficou
SjSmS Chud na de AJmeida, usofruc-
uana da rasa n. 32 da rM do Nogue.ra a con^
Urdo errente semestre, do paga raen, o d
annu.dades relativa- ao apparallio da tompa-
nhia lUo.fe Draynag* ex.sle/ite na mesma casa,
, acnnr-M esia isenta .do imposto de de-
cima.
Eivedmle do Dr. Director GerA da 1. Di
rectora
A?Sr" Gerente da Corapanhia.Pernambucana
_Ue orde-ndo Dr. Secretario vas r.i.monieo
que to:na-9e oecessano adiarpara .... ..
correte a sahida do vapor
tos do Qeare escala.
Una paia os por-
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTI-
NA, 3JEPOCIQS INTERIORES E.IN&TRUC-
gXO PUBLICA DO ESTADO DE PERNA'-
BUCO DO DA 5 DE AGOSTO DE 18J5.
Antonio Barbosa de Araujo, pedindo entrega
de documeolos.Sim, mediante recibo.
Paulo de Ainonm Salgado, reclamando con
tra a cabrasca de imposlos que est fazendo a
municinaiutude do Cabo.-Remettido ao Sr. Dr
Soban utw do Procurador Geral do Estado para
emutir pareuer.
WilsonSous & C. Lmiled. Remettido ao
Sr. Dr. Prefeito do rxuuicipio do Recite para
emitiir parecer. _.
Hermenegildo de Stqueira,
Porteixoinienno-
DIRECTTORIA GERAL DO THESO.URO
Despacito do dia 6 de Ago&to de 1825
AntonioTeiieira de Honra* Antonio Fernan-
des Pereira Braga, Francisca Julia de Assis,
Guedes & I mo, JoaoRodrigae da Silva.-Ao
porteiro para entregar ao imer ssad*.
Jos C. SimOes Jos Hereira de Amares, Jos
Pailo B^teltio, Moreira da Silva & C. e Souza
c C.-Inlorme o administrador da Recebe-
dona.
Manoel Procopio da S Iva.Ao Collector de
Olin la para fazer as notas e devolver.
Leopoluna Raymuoda de Chnsl.-A'secco
do Contencioso oara fazer as Dotas e devol-
Tef-
Francisco Correa dos Santos. Aumoda Car-
valha Silva Ferias, Enedino Gongalves Ferreira
da Luse Isidoro Ba>los de Olivera.Informe o
Sr. Dr. Subdirector da Gontabilidade.
Carvalho Ramos. A O. ertitiqnr8e.
O protocolisla,
Francisco Mdanto Frrera.
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despacho d da de Agosto de 8S5
Abaixo assignados moradores na cidade de
OUndapedindo o restabelecirneoto do chafans
da Ladetra da Ribeira Pedio-se informagao ao
Prefeito do municipio de Olinda
O porteiro,
^rc/wo Ittfra.
RELATORIO appesentado ao F.xm. Sr. Govcrnador do Estado
pelo Dr. Julio de Mello Filho, Secretario da Justica, Xc-
rocos Interiore* e Instruccfio l'nbliea.
(Contimia0oi
DELEGAGAS DA CAPITAL
Por Portaria de 3 e 15 de Dezembro do anno findo, nomeei os Baclia-
reis Manoel Bernardino Vieira Cavalcante Fillio e Ernesto Vieira Santos, aqrjelle
para o cargo de Delegado do 2o districto e este para o de Io Supplenta do D*
legado do Io districto.
MDICOS DA POLICA
Em 27 de Dezembro exoneiei, pedido, o Dr. Joo Baptisla de Carva-
lho e nomeei era substituicao o Dr. Joao Mara Seve.
Em 11 de Fevereiro do correte anno, conced dous mezes de licen$a,
com vencimentos. na forma da le, ao Dr. Augusto Coelho Leile.
E' de indeclinavel necessidade a creacao de um gabinete medico-legal.
A acertada providencia que tomastes de autorisar a constraccao de um
necroterio, de acc6rdo com as exigencias do nosso servico medico-legal, deve
ser completada pela creacao do gabinete a que venho de referr-me.
Mal remunerados como sao actualmente os mdicos da polica, nao po-
dem dedicar-se exclusivamente aos servicos de seus cargos.
Augmentados os seus vencimentos e creado o gabinete medico-legal, que
dever ler um director, com estudos especiaes, as exigencias do servico sero
attendidas com a necessaria promptidao.
CASA DE DETENCO
Contina como administrador desse importante eslabelecimento o Tenentc
Coronel bonorario do exercilo Jos Francisco Paes Brrelo, que o dirige com
inexcedivel zelo, merecendo elogios de quantos visilam o mesmo estabelecimenlo,
pelo aceio, ordem e rigorosa fiscalisacio que nelle se nolam.
Acho insuficienle o numero de guardas effeclivos, parecendo-me que
deve ser elevado esse numero ao duplo, cdhr a mesma cathegoria de guardas de
1.* classe e guardas de 2.a.
Em 24 de Janeiro ultimo conced fes mezes de licenca ao ajudante do
administrador. Antonio Pedro de Azevedo.
CADEIAS PUBLICAS
Raro o municipio, no interior do Estado, onde o edificio que serve de
cadeia offereca as precisas condicoes de seguranza e obedeza aos preceitos da
hygiene.
Em muito pequeo numero sao as localidadas em que os predios que
servem de cadeias pertencem ao Estado.
Do fado, pois, de nao teram as cadeias do interior do Estado, em sua
quasi lolalidade, os necessarios elementos de seguranza resulta a inconveniente
agglomeragao de presos na Casa de Detencao, para onde quasi diariamente sao
remettidos quer senlenciados, que alli vo cumprir a respectiva pena, quer
mesmo os reos pronunciados que vem aguardar a sessao do jury em que lem
de ser julgados.
Tudo isto agrrela incalculaveis despezas para o Estado.
Para evi'ar laes despezas e bem assim remover os inconvenientes re-
sultantes da agglomoracao de presos na Casa de Detencao desta capital, occor-
e-me lembrar-vos a creacao de cadeias ceniraes, no interior, para o que o Con-
rresso poder habililar-vos com a precisa aulorisago, votando ao mesmo tempo
g n.-cessaria verba para a conslrucco de taes estabelecimentos, cuja creacao se
aorna tanto mais urgente quanto, tendo sido extincto o presidio em Fernando de
tNoronha, para alli nao poderao mais ser remettidos presos para cumprimento
de sentenca.
Ao vosso alto criterio sujeito a idea que venlto de propr, corto de que
a tomareis na devida consideraco.
SERVICO ANTHROPOMETRICO
De conformidade cora o Decreto de 18 de Janeiro do correnle anno, no-
meei o Dr. Joaquim de Albuqucrque Barros Guiaaraes para, interinamente, diri-
gir o servico de idonfioarao com applicagao do methodo antbropomatnco.
Pr.'seguem as obras do pavilbao que foi mandado construir ao lado de
um dos raios da Casa de Detencao, para a installacao desse servico.
Ao sen Ilustrado director autorisei a fazer as encommendas dos instru-
mentos proprio.s tai orno do material preciso para o atelier photograpliico.
E'-mc summaraente grato reconhecer a boa vontade, cora que o Dr.
Barros Guimaraes, emrito professor de direito e distincto advogado, se tem
prestado a auxiliar o goverio no intuito de ser inaugurado o servico de que se
trata.
FORCA PUBLICA
O Decreto de 31 de Dezembro do anno findo, dando nova organisago
forca policial do Estado, veio attender a urna das mais palpitantes necessidades
do publico servico.
Resum Ja, como era, a forca policial, luctava o Estado cora serias difli-
culdades nao s para attender as requisicoes, feitas por autoridades do interior,
de farpa para a captura de criminosos, com) tambem para soccorrer a grande
numero de localidades, onde a forca municipal ou era insufficienle ou nao se tinha
organisado, com destacamentos para a guarda das respectivas cadeias.
Com a creacao, pois, de tres batalbOes de inlantaria, sendo um desles
destinado a destacar no alto sertao, forara sanadas aquellas difficuldades e a re-
presso dos crimes naquellas regioes boje urna realdade, como atiesta a esta
tislica criminal destes dous ltimos mezes.
- Para a execuco do Regulamento approvado pelo citado Decreto de 31
de Dezembro do anno findo, nomeei para o i.*, 2.- e 3.- BatalhOes de Infantera
Corpo de Cavallaria os seguinles officlaes :
i." Batalhao
ESTADO MAIOR
Tenente-Coronel commandante interino, o capitaodo exercito
Raymundo Magno da Silva.
Major Fiscal Porfirio Poppe Giro.
Tenente Ajudante Ermirio Jos Francisco de Souza.
Teuente Secretario Artbur dos Santos Oliveira
Tenente Quartel Mestre Jeronymo Odn Ferreira Cabral
i." Corapanhia
Capilao Jos Francisco dos Sanios
Tenerte Gustavo Eruestino da Cunha Galvao
Alferes Isidio Gomes de S
Alferes Eslanislu Luiz Biones
2.a Companhia
Capilao Abilio Gomes de S Novaes
Tenente Monoel Jos de Campos
Alferes Herculano Herval de Miranda Henriques
Alferes Udilon Euclides d'Avila
3.a Companhia
Capito Loureiro Gonealves de Azevedo.
Tenente Emilio Ferreira de Mello.
Alferes Caetano Soares dos Santosr
Alferes Jos Carlos Guenes.
4.a Companhia
Capilao Beltrando Pedro de Azevedo.
Teneote Jos Joaquim Alves.
Alferes Rodolpho Romulo Rodrigues Rosas,
Alferes Joo Ferreira da Silva Jnior.
2." Batalhao
ESTADO MA10R
Commandante interino, o coronel reformado do exercito
Leoncio Luiz Pinto Ribeiro.
Major Fiscal Jos Gomes Pereira da Sirva:
Tenenle Ajudante Joo Laurenco de Ges Vasconcellos.
Tenente Quartel Mestre Alfredo Duarle de Oliveira e Silva.
Tenente Secretario Joao Alfredo de Figueira.
1.a Companhia
Capito Luiz Pinto Ribeiro
Tenente Manoel Ferreira Dantas.
Mieras Antonio Luiz.de Carvalho.
Alferes Joo Francisco de Hollanda Cavalcanti.
2.a Companhia
Capito Joo Joaquim Francisco da Silva.
Tenente. Antonio Peregrino de Fariae.
Alferes Flix Julio Teixeira Lima.
Capi

\
i
Capi
Capi
Capit
Alferes Elpidio Philadelpho Pereira.
3.* Corapanhia
ito Joo Carolino de Ges avalcante.
Tenente Antonio de Souza Maia.
Alferes Jos Soares Correia Brazil.
Alferes Joo Biahiso da Silva.
4.a Companhia
Capito Antonio Luiz de Franca.
Tenente Jos Bento da Costa Meira.
Alferes Sebastio de Menezes Nobrega.
Alferes Joaquim Mamede de Almeida.
3. Batalhao
ESTADO-MAIOR
Tenente-Coronel Commandante interino, o Tenente-Coronel reformado c.o
Exercilo Francisco Teixeira de Carvalho.
Major Fiscal, Manoel Barbosa dos Santos.
Tenente-Ajudante, Jos Ignacio de Moraes.
Teneiite-Qaartcl-Mestre, Sabino Dourado Cavalcante.
Tenente-Secretario, Theotonio Manoel da Silva.
1.a Companhia
Capito Jos Ponciano de Macedo.
Tenente Arthur Ferreira de Carvalho.
Alferes Bellarmino Marques da Silva.
Alferes Manoel Hygino SimOes e Silva.
2.a Companhia
ito Antonio da Costa Monteiro.
Tenente Manoel Joaquim Bezcrra.
Alferes Joo Isidoro de Albuquerque.
Alferes Cosme Manoel de Brito.
3 a Companhia
Capito Orestes Alves da Silva.
Tenente Josino Alexndrino de Oliveira.
Alfer%s Arsenio Alfonso Pereira Borges.
Alferes Marcellino Jos do Rosario e Silva.
4.a Compmhia
ito Eduardo Antonio de Moraes e Silva. '
Tenente Cl.ristovo Gonealves de Albjquerque. '
Alferes Severino Jos Eleuterio-
Alferes Jos Maa de Souza.
CORPO DE CAVALLARIA
Tenente-Coronel Commandante Jos Ottoni Ribeiro Franco.
1." Esquadro
Capito Bellarmino Fernandes da Cunha .\lmeida.
Tenente Hermogenes Cavalcante Cabral.
Alferes Paulo Rodrigues da Silva Rocha.
Alferes Jos de Lemos Vascencellos.
Alferes Veterinario Sebastio Ribeiro Guimaraes.
2. Esquadro
ito Simo Chrysostomo de Souza Filho.
Tenente Sebastio Manoel Lins.
Alferes Joo Edeltrudes de Azevedo.
Alferes Manoel Feitosa de Lima.
PRESIDIO de FERNANDO DE NORONHA
Finda a licenca que Ihe oi ullimamente concedida, reassumiu em 28 de
Fevereiro ultimo o exercicio do cargo de Director desse estabelecimenlo o Tenente
Coronel Joat]uim de Gusmo Coelho, que durante seu impedimento foi substi-
tuido, primeirame^e, pelo respectivo Secretario Bacharel Joaquim de Gusmo
Coelho Filho e, por ultimo, pelo respectivo Ajudante Tenente Joo Pereira de
Lucena.
O estado sanitario do Presidio satisfactorio, notando-se no anno findo
o nao apparecimento de casos de febres.
O Rcgulamento que actualmente rege ssse estabelecimento o que bii-
xou com o Decreto n. 9,356 de Ib' de Jane ro de 1885.
Contm esse Rcgulamento disposicoes que, embora enconlrera fanda-
mento no systema por elle adoptado, comtudo. na pratica, laes disposicoes se
tornam inexequiveis.
Isto tem dado lugar a que o governo do Estado, em vfrtude de reclama-
C5es da Directora do Presidio, a tenha autorisado a adoptar providencias que a
experiencia ha aconselhado para maior regularidade do servico e mais severa
fiscalisaco quanto venda de gneros pelo almoxarifado do mesmo estabeleci-
mento.
A Lei Federal n. 22G de 3 de Dezembro do anno passado extinguid o
presidio e ordenou fosse o referido territorio definitivamente entregue a este
Estado. Em cumprimento d'essa lei o Sr. .Ministro da Justica j solicitou do
Governo do Estado ordens no sentido de serem entregues ao commandante de
um vapor, que ser alli mandado, os sentenciados dos outros Estados da Uni.o.
Ao Director do Presidio exped instrueces nesse sentido.
Existem no Presidio 562 sentenciados, sendo 336 de Pernambuco e
226 dos outros Estados da Unio.
Avulta, como vedes, o numero de sentenciados desle Estado no Presidio,
sendo impossivel removel-os para esta Capiral e muito menos distribuil-os pelos
respectivos Municipios, pelo que, extincto o Presidio, e deixando de custeial-o o
Governo Federal, urge que o do Estado v desde j tratando de organizar alli
um estabelecimento em que o systema penitenciario seja nao s urna realidade,
como tambem produza os benficos effeitos que delle natural esperar.
Com a montagem de oficinas, servicos de agricultura, recluso ele. e tudo
quanto de novo apresentado como til a estabelecimentos dessa natureza, ficar
Pernambuco com urna penitenciaria em condicoes de rivalisar com a dos pai;;es
os mais adiantados neste ramo do publico servico.
Applicando-se ao cusleio desses servicos nao s as rendas certas e fkas
que adviro cora as concessoes para explorares do Ar;hipelago, como tambem
o producto da venda dos artefactos alli fabricados, muito pouco pesaro taes
servicos no orfaraento do Estado.
(Contina.)
a mesraa autoridade as diligsne as n cessarias,
afim de capiural-o.
Em iguul data e pela raesraa autoridade,
formu reroeltidts a esta Queslara as seguir tes
armas : 8 facas de ponta, 2 compseos e 1 esto-
que, todas apprehenJ.das ere poler de diversos
deso.-deros.
Communicou-me o subdelegado do 1. < s-
tricto da fregueiia de S Jos, por oflicio de 4
do correnle, que no da antecedente, pelas 9 lo
r s da manha, no rancho que existe na ra do
Padre Munrz, d'aquellu districto, falleceu reprn-
tnamete o individuo de nome Jos Rutino.
Aquella auioridad tomando conhecimento do
facto, fez transportar o cadver para o Crmiterio
Publico de Santo Amaro, atirn da ser vistorii.do
pelos mdicos da polica, e depoi? inhumado.
S 4e e fralerO'Qade.
O Qaestor,
Jote' Ftlippe Sery da Silva Filho.
INTERIOR
e Negocios lo'
Questura Polieial
Secgao 2.X. 171Secretaria da Questura
Policial do Estada da Pernambuco, cm t de
Agoste de 1S95.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filho,
mu digno Secretario da Justina
tenores.
Participovos que forara hontera recolhdos
CaM de Uetengo as Beguintes individuos :
A' ordem do subdelegado da freguezia do Re-
cife, Jof Virissimo de Sant'.vnna Uarros, cotso
desordeiro Manoel Jos da Cunt>, Antonio .los
Lete e Joaqun* Mana da Concei^ao, por em-
briaguez e orTensas a moral publica.
A' ordem do subdelegado do 1.* districto da
freguezia de S. Jos, Jos Bezerra de Andrade,
por da ubios.
A' ordem do subdelegado do 3. districto da
Graja, Cedro Lu;z de tranga, por enme de fe-
ntnento pruv;
Por offico desta data coraraunicou me o
administrador da Casa ^c Detengao, que hoje
pelas 5 horas da inanliS. faileceu na enfermara
d'aquelle eslubeleciraento, victima de beriberi o
sentenciado appellado em Tirababa, Paulino
Jos Luiz O Paulino Jo* Soares.
Coramunica-rae o subdelegado da freguezia
do Recite, por officio de hoje datado, que hon-
tera. por volta de 3 horas da tarde, em a escada
do sobra o n. 47, sita ra da ruz d'aqu-lla
fregara, um individua, que duem ser io do
Dr. astello Branco, foi encontrado cnido e
geni fala.
A mesma autoridade fel o transportar para o
Hospital Pedro II, encontrando se nos bolgos do
mesmo individuo os segointes objec:oa, que fi-
cam depositados no cafre d'esta repartic&a 1 re-
logio com correnle de meisl u 1 carteira con-
iendo a quana de 2211760.
Communicoa-rae o subdelegado de polica
do distr cto de Beberibe por officio de hontem
datado, que no da 4 lo crrante pelas 8 horas
da noite, no lugar Agua Compnda d'aquelle
districto os individuos de nooes Joao Pereira
da Racha, courieciilo por Joo uznmbo e NiiO-
lau Marcelino Bezerra, travaiam-ae de razes,
resullauto sabir o primeiro ferido gravemente
com um talco de fouce ni mao dirmta.
Contra o delinqunte que evadio-se, procela
DESPACHOS DA PREFEITTJRA MUNICIPAL
DO RECIFE 6 DE AGOSTO DE 1895.
^ypodromo do Campo Grande.Certifiqtie-
Jos J Ferreira, Amelia A. de Oliveira,
Salles Menezes & ., Victorino D Alves, Jis
S. Costa. Joanoa B. Feitosa, Herdeiros do Es-
polio Joaquim F. Collares, Mmoel G. Lailao,
Mara do C. Lyra, Dr. osrae da S. Pere ra,
Ramiro 11. da costa & CDeferido.
Jos -. de Araujo Lourenco, A Salazar u-
n or, Manoel M. de Azevedo, Jos P. de Ljra,
Luiza M. da Concejero.Deferido deaccodo
com as posturas.
Ahce H- FIgue redo Indeferido, apetitio*
nana poder somente fazer a obra de aoco'do
com as posturas.
Joao A. da C. Castillo.Deferido obedecen-
do as prcscrpQ-'8 da lei cujo ezemplar rai
junto.
Nominato V. da Cunha.Indeferido O sup-
licante poder assim, fazer a obra chamando
a c&sa ao perflUmento legal.
Manoel C. Peres.Deferido limitndose ao
requerido.
Secretaria da Pre'eilura Municipal do Retife,
6 de Agosto de 1895.
O porteiro,
Vum Alvet da Fonseca.
A Ilha da Trindade
A' neta que hontem publicamos oeste apiana-
do dos fa'tos occorridos, sobre a oceupacao des-
sa Una, o Ministro lagle responden com a se-
oinie. que passou ao Sr. Midi tro das relac.oet
exteriores. ,. -
Tradoccao-fetropolis, 20 de Jomo de f89S.
Sr. MioietroNSo de xei oe aps mlnhas con-
ferecciag com V. Exc. na sexia-feira e nosab-
nado ltimos, commooicar ao principal Secre-
tario de Etado dos Negocios Estrangeirci de
Sua Macesiade as ob.-ervages de V. Exc, rela-
tivas ao acto altriboido .o goeroo de Sua
Jlaeeitade da oceupago da liba da T'iRdade.
Tenho o dem para informar a V. Exc. que a
poi>se da liba em qaestao foi pela p-raj.ra vez
tn-uada pela Gr-BreUoha no aooo de 1700.
Nenboma prova fot entSo eacoatr da de posee
portugueza e oenbum protesto apresntad por
PoriUKaal. Na opioiaj, port SJlisbury nao pode exls ir titulo algn brasi-
lero, qnanto a liba, superior ao da G-a-Beta-
nba. Qoudo o governo de S ja M&g*-st de to-
mn posse pela segunda v-z de ta tiba e da de
M'-rttm Vaz, em Janeiro ultimo, nao se eocon-
inu sinDil algum de oceupacao esirangeia : e
como a Tr n J.ide se faz necessaria para ama
eeUcSo lf| grapbica, o goveroo ue Sua Mages-
t*4a s.i pie consentir em abrir mj de seus
dir-Mtos sobre tila.
Tve granae esinfecsSo em ^Informar a Lord
Salisuury que V. Exc. da m- ceira a mais cor-
dial, tmtia concordado coon a oploio que leve
a tonra ne expor. que seria deenecesaano, vis-
ta ao conhecimeoto quedei da quenco ao goter-
no de Sm M-ig^-tae, m nda- un navio de
uerra T'ianade. e f stou certo de que V. Exc.
nao deixar oe recouecer qoe nao ple ser
si portuao e.viar o a navio para Brear o direito
de eooe'ani era urna tib que se teba em po-
der do governo de Sna Magestae.
Aorov ito a opoor uoioade para, Sr. Ministro,
renovar a Vjs* Ex-elleneis as veo" minha multo alia consideraco.Con. Phippt
A iai Exceiieuc Sr. Or. Carlos de Carvalbo,
M: '-tro das ReljOes E.ae-iores.
Anda o S-. M,r,itrn das Rei-cSes Exteriores
pasaoo ao Sr. Ministro ingl^z esta out-a nota
ico'jit. ohada dos orfismentos qoe Ibe aonexou,
co'j>>ror>ito-i s >ii> cirnto do Brazil.
! sejoN. 22Hio da J.ueiroMinisterio
'.? R-l c.3. Ne3'e moujuto, t-nna e ooco ojinuios aepois
do meie-dia. Uve a bon a de receber a nota da-
a Id de 20 do cor-e e. en que o s\ Conat8tioo
Phipp-, E ivado fixtrao dioaro e Biuistro Pie
"li teaciano de ^. M. Brlia nca, me c.mmoatca
de ordena do sea Governo, q'ie a pos da Trindade foi pela pritielra vez lomada pela
G a-Brelaiiha no ann? de 1700, sera que bo'*
vessa prirtesio da psrte de Poriuxai; a;ndo, pir-
lantu, O'iioto de Lord Salisbo'y, pr.nclpal Se-
cretario de Estado dos Negocios Estraogeirog,
mi-
nio dessa lrn superior ao da G-a-Bretaoba.
Accresceo'.a o Sr. Pbipns noe o GaveroodeS.
\I. a Kainba ;i- l-a-H-e am., tendo oceunado a
ilha da Trindade e a de Ma-tiu Vax, em Janeiro
ultimo, para urna egtsgau de cabo lelegraptco,
uao pode consentir em abrir ceo de ceas diret-
es soore esta.
Permita o Sr. Pnipos que en' Ihes responda
para transmittir a Lord Salisaury que o melbcj
i mo do dir-iio do Br^zii soD-e a ilna da Trin-
dade o reconhecimeoto solemue, positivo e
pratico desee dtreito pelo atmirantado iagLz,
qae em 2 de Aeosto de 1782 exped.) lerminau-
les ordeos ao offi'iat ioetez que commandata a
ila da Trindade pa a que a evacuasae sem de-
n ra e a entregasse ao goveruo ponoguez,
como rertencenie aos domicios do reino ce Por-
tugal na America do Sal e sa.eita ao vtce-reina-
do do Brazil.
V pom, u S-. Pbipps qoe lo'l Sahubury, fa-
z'-udo remomar o u uloa ingleos a 1700, aaco
em que o capilao Edmundo Hari.y aportua i
ilba da TnuJade, cercohena pelos portuguezes
no Cjiceco do seclo XVI, laoora em equivoco,
que oe arcmvos Dritanuicoa fcilmente poderos
jesvanecer.
Offerefio A consideragao do S-. Pbipps copia
das iastrueces qoe o capilao de mar e guerra
commaolante da nao N. S. dos Prazere: jeu
eai 7 de Deaemoro le 1782 ao vice-rei do Br>z i,
Luiz de Vascon:ellos Souza, para o estabeleci-
mento militar da lina da Trm aiie ne^.-e anno e
que deven* segqi:-se. carne sequo ee. a retira-
da das foros iogl-z-<3 que Intrusamente aili
acbavam-.-e. De tndo ueo e*se vice re commc-
niCcao ao sen goveroo em 29 de Dezemoo co
uie-mo anno.
Por etlaa ver o Sr. P.ipps que a Gra-Brti-
o.ia cades a jua'iga e ra:ao, detoecupaodo a
ilba da Trindaae e proclamando os direiun em
que o Brazil fuscedeo or- motive da so inde-
pendencia poltica e por ee ar a-ilh da T noa-
de sob a jonsjicQao ao goveroo do Rio ue Ja-
eiro.
O titulo de 1700, iovocado por lord Salsbury,
nao resistira aua tactos anterio es.comonao po-
dem resistir aos sub;eqoeote3.
Snbmette tambem i ap-eciaco do Sr. Pbipps
a cana regla de 2 de Fevereiro de 17ii, em
que D. Joa re de Portugal, ordeoou providen-
cias no s-uiido de impedir que a compacbia
mgleza de Gate se servisse a ilba da Tnndaf e
para o commerco de escravos.
Foi sem duvid< solemne protesto coa tra o ac'.o
de 1700, pralicado pelo capilSo Harley
Compre o aerar de appella.' para os aeatimec-
tos de jaatica do goveroo de sua magestade a
ramba da Gr ooa8 relacOes que maotem com o da Repblica
dos Esta uj-Ui'iO" do Brasil motivo da pertur-
bacao. NSo leoDo do?lda que a ve-iti :?co do
qoe afirmo seguir seda espontanea de-oc:upa-
cao da ilba da Trindade, como fez em 1781 o go-
vr rno de sua mages ale Britnica.
E porque o Sr. Pbipps no rio I de sua nota
alinde a suegestaoque xe fez de suspender-ge a
ordem Ce ir a ilba da Trindade um navio se
guerra braslleiro verificar o qu la occorna, e
.e tiara que, a vista do exposto, em nome do seo
goveroo, cao ba mal* necessidade de mandal-o
para verificar se de estar o goveroo de S. Mages-
tade a Raloba exercendo acto de soberana com
a oceupacao da mesma ilba, fago o mi s vivo
proles o contra aemelbante asserco resalvando
io iose quaasqner direnos da R-publica dos Es-
tados Cuido- do Brazil e pedlnso licenca para
fazer sentir ao Sr. Pbipps, confirman -o o qoe
verbalmeote Ibe declare boje, s 11 1/2 da ma-
n--a. que forte no seo direito, a Repblica dos
i ta ios Uiitos do Brazil nao o abandonara, con-
fiando antes de tudo oos sentimen os do governo
de S. Magestade a Raloba de Inglaterra.
Renov ao Sr. ministro as segarancas de minha
alia consideraco. CaMos de Carvalbo.
Eis os dooprnenios a que se refere S. Exc. o
Sr. ministro das relajos exteriores.
Ordem expedida ao Almiraotado da G-an-
de Brtlaoba para a aesoecupacao da liba da Tna-
aade :
Pelos commissariog que exercem o officio de
Lord Grande Almirante da G.-aade Bretaoba, e
Irlanda, etc.
Em cumorimento da deterrolnacSo fe El-Rey,
q nos foi partic pada por Lord Gran bam, fiui
aos nnocipaes Secretarios de Estado de S. Mag.,
, '-vos ordena pela presente, q evacuis a ilba da
Trinda e. e vos embarque com os Vasalos e
Efeitos de S. Mag. que a li ezlsttrem, a bordo da
Embarcaco, pela qual vos fdr levada esta Or-
dem, ta' q vos, e elle sejio coodazidoa a Lis-
boa, ou a Inglaterra, como for mais conveniente
a Corte de Portugal.
Dada debaixo do nosso signal aos 22 de Agos-
to de 1782.-Keppel.-Cb. Bretf1.1. Pratt.
Ao capito Peiippe dAuvergne, ou ao Ofncial,
que comandar as Porcas de 3. Mag. Britaonica,
deixadas na liba da Trindade pelo Comodoro
Jobnstoae.Por ordem de Saas Seohonas.Ph.
Stepbens.
lastrucgOes para a deaoecupaco da liba da
T-iodade :
7 de Dezembro de 1782. Tendc chegado a
Real P eseac de Sua Magostado a noticia do
Estabelecimenlo que os ingleses tem felto na
I ha da Trindade, perteaeaole a estes Dominios,
toman a mesma Senho-a a Resologao de negociar
coma Co-te de koadreg, coa que a-de Portugal
a conserva na mais perleita paz e am zade a
pronta e^acoagao da referida liba, na qual ir^
dlspotavel o dominio qoe tem a Goro de Portu-
gal desdo o seu de-cob-imesio. Es couaequen-
cia B eM)ha-aa Oficial que Dirtmveflie comaun-
aa o dito c-taiv-iecime di a Ordem jucta, que
com rttwtrtgo i Vasw-sowmw n^w-ae,
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Diario de Pernambnco ftnarta-feira ? de Asumi de 1&95
>
Ida deier-aina a Vicoagao que m uediatameoie
deve fdier da mesmi liba.
Logo que Vossa Senboria chagar o Prl
d'ell, rundiera por om dos seos Officiaes a re-
ferida Ordeno ao Commandante !aglei, solicitan
do a sua Execogao pelo modo determinado Pr
Sua Magestade, na Carta qae lbe eoiregaei da
Secretaria da Estado desia Repartija.), com
a data de deiesels de Setambro lo prsenle
dono
Rao dovidando o dita Commandante Ingle,
como ae deve soppdr, dar logo execogao sua
Ordem lao pasinva, deve leaembarcar a Tropa
que Vossa Senhona de acedado com o M.reuoai
de Campo Joe Raimundo Cnicnorro acbar po-
nor-loaada, para ti;:ar destacada na referida lina,
deb.uo las Ordene do SirgeBio M6r Miicel Rj-
drigoe Silvano, que teoho oomeaio Coraman-
danie della, com artilheria, manijes pelrecuoj,
vive-es, e mais provtsea aecessarias. recebeod.i
Vosa Seiboria sea bardo, das na'8 enOar-
c ces, o dito Commanian.e I jale e aais Vaa-
ai'os da Gran Bretanb qae. all se a-joa-em
com mdo o qoe bes pirieace, e qaiserm trans-
portar, para serem condn ios a esse Parto com
o meibor tratamento qoa Vossa Senbo-U laa-
pnder faier.
Como pode, porm, acontecer qoe o dita Lam-
m.indaata Ingle* uor alguna motiva* qoe nos ao-
.am oceulma duvida cu* p-o-npiidaj e boa .,
evacuar a refer la Ilb:, piM t'.i Ciaa val pro-
venida a orasei e Exoaigi na o-mi lai jt-
den* de Soa Hagvstade qu-i teuba eomoo im lo
a ?oaaa Seobo.-ia, a rula das quaei ee dar
cooclu:r com a torga, o que nao puler persoadir
a rallo b a juativ. _.
Tara Vo-sa S-nbo-ia e .tendido que o Chele
da mean Expeucao competa da Nao do sau
Cjmm udo Ifosaa Seabo'a dos Praz-res da
fragata Nossa Senbora da G.-aga- e o ais i-es
i-auaporte, para cam teda aotaridaie, e )nns-
diegaa que compete a ou? Cbefe de E^uadra a
dirigir ao seu dentina can o acero qaa po-
prio da eua loielligencia e relo do servio de sua
MageHaae, par.! j que forma o Regiment qae
evem aegui.- a Fragata, e mata emoircaga qoe
os seus reapeci'O- comman a..ies execata'fto
com a mais exaeco, rtistriooiado as sois O -
dena cono aa.eoaer, e aomeaodo om-.iaei p.r.
o Comanlo aos reendos transportes qa^es, e
qnaaao Iba parecer conveliente.
Ni mescia Esoeiigao v-i a T-np. regular ae
lnfdDtjria e Ariilban, com os Ofti:iaes uec-soa
rio* e par ae* Geaeral o Maraonal de <:amoo
Jo.-RaicnuQd Chicncrro, com artiibe i?, tnu-
nicaeos, e provimenios n-r -nanos para qdal-
(jaer ac'cS:, e para ficir principalo o aovo E
" laoelecitcenin, e qaaudo Vossa Senhona ea on-
ire no official I giez a duvua ac;ma pramedit d
antes da uUtma mlimagao. como Sua Mag<
lbe lem ordeoado na sooredita Carta de dea
de Setembro, lera todo disposio e prever ,o de
ceordo com o dito General das Trooas para so
dar om golpe pronto, e acertado. Nada leano
que dizer no caso de encontr naque.le porto,
cem allomas EobL-rcacOea Iogleas que aa opo-
Ebam so 03380 i:!t>-nto, porque eie caso se acua
premeditado e resolvido por Soa Magestade na
dita Carta de aezeses de Siembro.
as duas EmbircagOes da Traospo-te de n<
Magestade, vao por capellaes dous Religiosas
Franciscanos rom o de3t no do ticareo eccooa
(ob do referida EitabeltCirneuto, os quaes /uasa
Senhona rara Uso, fara deseuOarar, soprinao
a sua fal a com os da Ral e Fragua que loe
parec-r Oimea'.
Se fr maior a emora de Vossn Senbona ni
referida liba, para dispr o qoe fOr naceUar o
para o tmbarque dos loglezea e aa Tropa qae
deve voltar, e se puder ao mesma lempo escusa:
aigoma das mbarcagoes deTrausporle, par e la
ite (ara Vossa Senhona logo o Aviso de mo,
ccmmuaicaodo ao JitoMarecbal eeta eua deier-
minago, para lambem me participar por sua
parte o qoe se lbe cfferecer. Has sempre eaper-
que Vossa Seoboria tome bom perfeito coanec
ment uu esiado da lina e uo eslabeiecmeato
que pode admitir, tai, qoe me poasa dar gran-
des luzes para acertar ao sertigo de Sua Mav
tode a este respeito, Dem certo de qoaiito Vo-sa
Seoboria nelle se tem diiiingaido, e D* de dis-
tinguir oesta occasiS;.
Dos Goarde a Vossa Seono-ia.
Rio, 7 de Dezamoro de 1782. Luiz de Vas
concellos e Souza. Sr. Jos ae Mello Brayue.
Oflicio que o Viee-Rey do Brazildirign ao
Goverto Ponugoex rm 20 deDexembrc e 1782:
Ulm. t Exm. S.Teudo recetado 88 O-densae
Soa Magesade; participadas por V. Exc. no
Cfliio de 15 de Seiembro deeia ana, e n'ele in-
clua a Carta expedida o Almiramado da Gran-
ee Bretanba ao Omcial Iagle qoe comanda a
liba da Trindade, em qae positivamente se-lbe-
determino a tfeva evacoasam d'ela: cuidei om
p6r em execu-aoa aa mesmas Oreo, n aa, que
KOalmenie acabava de receber a respeiio aa ra
ferida lina tm ootro Officio de V- Exc. com
data de 16 o referido mtz, Boma lbe-parl:ci-
pe na micha Carla de 23 ae Navembra do pre
Bente ano.
Em conformidade das refe*:das Orderg ei te-
das as provloeocus ueceasnaa para faxer em
barcar Da Nao e Fragata de 'ioerra. que ae acha
vao n'este Porlo e em tres Transpones que jul-
goci iDdispensaveis (ara eau Expedlsam, nao t
a Tropa, que devia ser D'ela nn>regada 'lebaixo
do Comando do M-re:hal de C upo Jof Raiman
do Chicaorro.a quem ncmeei Comandante oa mes-
mi Tropa, que consta do Mapa, qoe remeto de-
baixo do N. i", mas tambem a Artilberia, Muoi
aotns a PetreCLOS, que liaba com aaieoedencia
mandado aproDtar no Trem.e qu- ae faxiao pre-
teatemeoie Deceasarios : delxanjo flear no caes-
mo Trem algoos, por cao serem aa preciaos, e
oniros, po.' terem vino similbaotes na* referi-
das Nao e Fragata ; como V- Exc. veri do M .pa
debaixo do N. 2. Alm disto s tamDem em-
barcar os Mantimentos, Matenaee, Plantar a S-
menles, qoe mosira a Helasam N. 3*, parao.coa-
somo e servigo da reterida liba.
Deven io toda es.a exsedicio ser dirigida pelo
CaprSo de mar e guerra Jos de Me la, a quem
Sua Maestade mandoo com a Nao do sen com-
maodo Nessa Senbora do* Praieresao porto
desta Capital com o aeterm Da-io m de faze-
evacuar oa'ioglezes i dita ilha da Trindade pelo
Marec^al de Campo Joe Riimundo Cbi horro ;
antes de Ibes entregar as oluxas ordena, qae
coaslio da* coplas os. 4 e S Uve com elles repe-
tidas c.Dferencus, as quaea Ins fjz ver qoaes
ero as positivas inteoces de S. M. e quaes
erao as Ordeos, por onde se deviam reger para
(r em execucao, qae a Mesma Senhota tem de-
terminado a respeito da mesma Una : e tregand)
ao sobredi o Cap ao de Mar e Gaerra a Ordem
da G an-Br.-.taobi para a f.zer entregar .o C >m-
mandanie Ioglez, que existase Da referira Una,
logo qae a ella ebegasse, a recommendando-lhe
qoe conforme a resposia, e comprimes'o, qoe o
cito Official Ingle desse Ordem d- sua LO-te,
poiesae em execagao as que lbe foram dttfgMaa,
de S Magestade, na caria de V- Exc. de 16 dt-
Setembro des'.e anno.
Com a mesma Tropa Qt embarcar o Capam
Manoel Ronrifcoes BUvido do Regimeoto ae Ia-
fantaria de Extremo, por te- tido boaa nforma-
soeos nao so da capac dade, e i la, com qoe -
emprega do Real Servise, mas lamoem do geoia
proprioe propensao ajustada para a creasam da-
quelle novo estabele-ime lo: determinando o
aobredito Marecbal qoe, depois de evacuada a
referida Ilha, e reguladas as provideoens neces-
sarlas de accordo com osobredito Capillo de Ma
e Gaerra, tasto pelo qae respeito i T'opa de la-
factaria, e Arlilharia, que deve flcar destacada no
mesmo t's'.abelecimenio, como pefo qae perteoce
i toa Ordem, e Arrecadassam da Artilhara, Ua-
nisceuB, Pretextos e mais Provisoens de Gaerra
e boca, q' all devem tambem bear, qaando esn-
vesse para ae-retlrar para esta Capital, uesse
declarar o sobredio Official Comandante da refe-
rida liba pela Portara, qoe Ihepaesei, em qoe
tambem onomeel Sargento-Mr gradoaao, entro-
gando-lbe a mesma Portara, e a Crta de Ias-
trasam, qae formei para o aooredito Comman-
dante ae-reger no Goveroo daquelle novo Bata
belecimeuto ; o qoe nao V. Exc. ver as co-
pias debaixo do NN." 6', e T. Com as infor-
masoeDS, e noli ia, qoe fr adqu-riado, podere
alierai oa accreseectar a mesma Iostrasam, e dar
as Providencias, qoe oecorrerem, por mtio da
comuoica8am, que Be-boover de abrir, d'esla Ca-
pital com a dita liba, da qaal d ve logoomeamo
Comndame faer exirabir ama pa ia Bei, para
ma-rometer com as obserraoeos, qae acbar con
venientes, para Bielbor se-estabelecer a Povea-
sam.'ea Lavoira na forma expreaada oa aofiredi-
ta lastrosam. .
Aa repelidas chavas, proprias deste Paix na
presente Esiasam, fiseram retardar a referida Ex-
pedlsam, e ainda, desos de embarcada a Tropa,
nao podarao ter pronta sabida as Embarcaaoens,
por causa do tempo, mas com efelto ae-ierao a
rea no dia 16 do presente ma.
Dos gnird a V. Fxc. Rl. 20 de Dezembr-.'
de 1782. Luiz de Vasconcellos e Souza.
Sr. aarliana de Mello e Castro.
1 fia.
Curt Regla de 22 de Feverelro do !72k
para impedir qaa o Iaglezoa freqaeatem a lia,
da Trindade
Dan ol por graca de Daos Rey da Porta
gal e dos A'.gsrves ae qaem e dalm mar frica
Senaar da Gia C. Fago saber av6i Ayres
de Saldanha de Albaiuerque Gaveroadur e
Caop*" Ga. do capitana do Rio de Janeiro, q.'
nVenda visto o qaa ae reprtseaioa e V. Rev e
Caatum Ga. 1 de mar e erra do estado do r..-
ztl Vasco Friz Cazar de M-nez* em caria d"
rinia e ba' de Maya do auno pa6sado, aoOre o
juro qua lbe fe Francisco Par.* Moades qa^
pe O inieriai se acba governaudo afeitana-
a- Ajudo a res.ieiiu de tar nido a I.ha da Tnn
dado ou paquete ingles latar geala ra larra
para apovoram.. a depo.a a lina grjode p.'
veuderem a fazeuda qaa Ltrarao, o q.' uio con-
aeguirfto pello cipp.tam de mar a gaerra Josepb
de Leoeda loedar du.s rszes cassa ctoraanio
aara o d. porlo aa jala a Lansara em trra,
carregaulo depois 'e escravoa e:j un Navio da
compauhia que se sappaoua tinba ni a Dar a
cusa do B'azii em coja pavaa;aa da d." illn da
Tria Jaue atirmo os Inglesas be muy empaaha-
da o dajee de Xamb e baje o ma:s inlerassaJo
aa conp.* na Gui com o interese da q.' ia-
iroduzo io Ine maytos escravos o< posja mas
fijamente passar a Hua grande e pa- q.' o mayo
da se atainar e te damno que cetameaie ba <>e
u:ar a lairuJucga deste coaamsrcio na d.*
I ba ton 8-rvide ordeaarvos por resologa de
.ez de Jauey.-o des'e prexaate auno eaa soosat-
ta do mea Coas.' Ultramarino, q se fort fique
-. prag<, leodo se nella bus taes Miuistros
qoe zaiem e mpUao este negocio, o qoal re o
cousegai.-em os laglezes, sera nao > muy per-
nicioso au Ei aJo do Braai! miis a eatu Reyao ;
iie que vos aviza p* que aisim o tenaaes wtan*
dijo e executardas esta m:..na Real dispoz ga a.
Ei Rey na sa Sannor o maodoa por JoJa Telles
A j"v a A uaaio Rala di Josta caceibeyrus
do s>u coa Uuraaarino e sa passau por deas
vas. Aata2'.o oaC'b-llos Pa.eira afexemLx.'
0: Ideotal a viute donsde Fevereiro da mil s-tte
ceios evot- e qaa-.ro. o Sectario. Ai.dt
Upes de L.nva a fez escreter. JoSo Telies da
Silva,Anloaia Ron aa Costa.
Pura publicar-Da Secretaria do Go-
varno loi aviado :
Palacio do Governo do E3'a lo de Pernambu-
co. Em 5 de Agasto de 1895.
O Gavernador do Estado, usando da attnbu -
gao que Iba contera a Consiiluigao no artigo 57,
5 2., resolve, para a exeettcB ) & le n. 113, de
25 da Junho, expedir o seguate
Resulamenio :
Art. 1." O Governador do Estado poder ele-
var at 503:0005003. si o cambio esiiv^r abaixo
de tresa dinheiros atarlioos por mil ruis, o au-
xilio que os Decretos .ie 15 de Outubro de 1830
e 31 de. Janeiro de 1831 a a Le n. 25 de 9 de
Dezembro desse anno lacuam aoa agricultores
para a fundagao de Usinas que livjrem capad
dape para pro iuiir diariamenta de cem a cento
e emeoenta saccas de assucir, da setenta e
cinca kllogrammas. e qua ro pipas de alcool, de
qualrocenlos e oiienu li ios e precisaren), no
mximo, de dez kilmetros de nlia farrea.
>; nico, (.'om a subida do cambio, guardada
a proporcioaalidade, o auxilio aera conced lo de
forma qn-, estando o cambio a viole, n5o exceda
de 300:0003000.
Ari. 2. O auxilio augmentar na razio de
100000S003 por cincoenla saceos de assucar que
accesc-srem a cento e cincoeota de produegao
diana, emquanta o cambio so conservar inferior
a dez, e diminuir, praporcioualm-nle, laxa
cambial, logo que esta exceda de dez.
Art. 3. As Usinas que precisarem de anis
de dez ki omeiros da liaba f:rrea, de bilola de
0.r5, (eran direito a accrescimo no auxilio d*
500:0008000 razao de 8:033|000, por ki ome-
tro, no mximo, fleando os respectivos conces-
sionarios obrigados a dar trafago publioea
submetler as tarifas, que organisarem, a appro-
vagao do Governador do Estado.
Art. 4.' O auxilio, extensivo ia Usinas exis-
tente?, inclusive as que j o receb.-r ud. e garan-
tido com hvpot teca sobra todo o activo a bens
das respectivas empresas, quando estas nao (o-
rem constituidas por proprielanos agrcolas,
ser prestado :
a) Para a fundag&o de Usinas, de conformi-
dade com as disposigOes legaes existentes ;
b) A's Usinas fundadas, que n&o estejam gra-
vadas com bypoihecas, em urna prestago.
c) A's Usinas que sa acharem hvpotb -calas,
em duas preslagtjes : a pruneira, mediante ga-
ranta de um eslabelecimento bancario, que, por
termo lavrado, no Tli -souro do Estado, ae obri-
gae pelo resgate e extlocgao da hypolbeca exis-
tente ; a segunda, depois de lavrada escnpiura
deprimeira hypolhecaeat favor do Estado.
S nico. A ultima prestago nao ser entre-
gue, sem vertcar-se que o valor da fabrica ex-
cede pelo menos um tergo do auxilio pedido,
por avaliagao feila por pessoa de confanga e
nomeagao do Governador; aiiendendo-se as
avaliagOes ao valor industrial das fabricas.
Arl. 5. Os pretendentes ao auxilio de que
trata o art. 1., as peligres que dirgirem ao
Governo, deverSo provar :
I Que sao senhores e passui loras exclusivos
e incontestalos dos terrenos destinados cui-
tara da caona de assucar e ao eslabelecimento
da Usina.
II Que os terrenos estao demarcados, para o
que ser exhibida planta devidarnente organi-
sada, ou team limites, tixados por accordo dos
seus heros conlinantea ; e livres e desembara-
dos, em conformidade com o preceito do nume-
ro precedente, podem ser hypotbocados aa Es-
tado como primeiro credor, sem coocarso com
qnalquer ou ro na prioridade da hypolbeca.
III. Que os referidos terrenos e os dos forne-
cedores de canBas, por contracto de orjflqucr
natureza, teera a exieoso e farlilidaie sulfi
cente-i para assegurar supprimenlo correspon-
dente i capacidade dos apparelhos da fabrica,
previsto o augmento de 50 |, a que allude o
arl. 5, n. II, do decreto de 15 de Outubro de
1890
IV Que aa zonas, que teem de ser hypothe-
cadas ao governo, nao se acham encravadas en
tre propnadades eslranhas, de modo a tornar
impossivel, ou mesmo embaragoso o transito e
tambem o transporte das canoas, dos productos
da Usina e do mas qua fr nacessaria para que
esta unccione regularmente.
Art. 6.. As petig6e8 serao instruidas com a
planta das propriedades a que ellas se referi-
rera, ou, quando naa seja isso possivel, a juizo
do governo, com a do local, onde deva ser instal-
lada a Usina, comprebendecdo:]
a) As obras a fazer, com os respectivos pa
nos e orgamentos da despeza provaval, inclusive
o lista do material;
'- Oa edificios que existirem e possam ser
aproveiudos para a fabrica e suas dependen-
t'li.S *
c, A axtensao das vias-ferroas a construir,
ou las que por ventara j estejam construidas.
Art. 7.. As peligOes serao tambem instruidas
com os contractos de fornecimento de cannas e
de lenha, para combustivel, Usina; e, caso te-
aham de ser 03 concessionarios os proprjoa for
necedores, com as avaliagOes, segundo as aafras
anteriores, da produegao da fabrica e do coasu
mo de lenha provaveis.
Art. 8.*. Ao governo cabe dispensar a exhi-
bigo immediata dos documentos mencionados
nos rticos precedentes, quando oecorrerem mo-
tivas ponderosos e alteodiveis, marcando, pu-
rea), praso rasoavel para o preenchimenlo da
formalidade de que aqu se traa.
Fica, entretanto, entendido que a assignalura
do contracto s tera lugar, depois da apresonta-
rjaa d'esses documentos.
Art. 9.. Recebidas as petigOes, a repar*igo
competente, que a Secretarla da industria, far
publical-as na integra e em edital, sem interrup
gao, no peridico encarregado da pobllcago do
expediente official, resumindo, ou mesmo, Irn
screvendo, conforme parecer mais conveniente
ao governo, todos os documentos que as in-
stroirem.
Art. 10. A publicagao do edital, bem como a
dos reqoerimeotos e da syn hese dos documen-
tos, ou a transcripgao d'esles ser por cunta dos
inleresaadoa e por prazo nunca inferior ao de
dez das, podendo ser ampliado por ordem su-
perior, conforme a distancia da usina a capi-
tal.
* Att. 11. Exgoitado o prazo estipulado no arti-
go precedente, o governo providenciara desde
logo para que seja resolvido o assumpto, caso
nao lenha a aparecido reelainago contra a con
cassaoimpeiraita, por existir o impedimento de
que coaita o ar. S. do decreto de 31 da Janeiro
.ie 1891, ou ouiro qu-, juizo do guverno, d^va
ser lambem tomado em consideragao.
Art. 12. Ni ni uilo da garantir quanio possi-
vel esint'iressas da Fazanda, e antas mesmo d-
effaciuar se a entrega da primeira prestago,
ser verificada por pessoa idnea, d- nomaago
do goveroo, a exaego do allegado nos docu-
mentos, procedendo-se, pelos matos regulares,
avaliagao, judicial ou admin slrativatnente, dos
angeiibos e nutras propriedades que luubau) da
ser hypothecados ao Estado.
Art 13. A invesl gago, de que trata arligo
antecedente, poder concernir nao s ao exame
escrupuloso das esc pluras de acquisigio de
propriedada nos carinos, onle teuli uu sido la-
vrala--, Dtas tambam i pesqutzas nacessarias,
para verificar-ao si, por rano de pregos licti
cios, fui ou nao defraudada a Fazt-nda, e si es
to uu Oto gravadas com slgum onus as pro-
priedades a serem hypothecadas.
Arl. 14. Os exatn s tas prop~ia lades agrico-
laj aerao efbetaadoi com a mxima circumspe-
rgo, d-. modo a caresa descriptos nos relato
ri s orHciaes, que padero ser publicados cora
a possivel minuciosi ia le, e iadicarao: a siiua-
ga > do predio ou esiabalectmento principal;
distancia kilomtrica da eslago de via-farroa,
qae Rio Bear maaa prxima; o uumero, astado
de conservagao e valar las casas de residencia;
extensao, largura media, estado da cooservago
e valor das estradas deroiag-m; extensao e
bitola das ras-farreas, seu estado da conserva-
cao, quuitidada e valor d > material Uso e ro-
dante ; rea adquada callara da caima de as-
sucar a d'oulros productos agrcolas; rea De-
capada pelos cannaviaes, seu estado da canser-
vago; procesaos ou systemas de cultura ado-
pta los; estado de conservagao das maltas, com
declaraco da quahdade das madetraa aln exts-
lent-s; dos nos e fontes naturaes, iabrica-',
descnpga-. dos machinismos e apparelhos, seu
eslado da onservago e valor; feriilidade das
trras ; a o mais que parecer digno de me.-
cao.
Arl. 15. Os preicndenles ao auxilio pecunia-
rio, facultado pela le n. 113. podarao ser prefe-
ridos uns aos oulros na ordem om que aqu vo
col locados:
1 Os que, sen lo isoladatnenle, de modestos
haveres, se associarem para fun.ir urna usina
em le reno cuja fertildade seja notoria.
2.* Os que j lea io obtido auxilio do Esta
do, bouverem regularmente desempenhado os
seus compromissos para com e Toeaooro, es-
tando em Jia com essa repattigo e conservan-
do a Usina, duvidamenta montada, em boas
condigues-
Para que esses obtenham novos auxilios, de-
ver su- esctiiiU ser examinada por guarda-
livros, ou empregado publico designado pelo
rago de 3o sapplente do subdelegado do 3' dis-. Pelo Dr. Berardo :
tricto da Graga o ca lo Luiz Macba lo Bota- Sclereolhomm, reclamada por glancoma.
Iba. 1 Duas irideciomia* pticas indicadas por man-
Theatrttwanta Izabel A companhia chas cuntraes da cornea,
italiana Modena, realiza lioje um espectculo I Duas exlracges de calaracta dura, pelo me-
em beneficio da familia do fallacido artista, bra- thodo a retalho periphenco, processo de We-

de Mlleville
zilero Xlsto Baha.
A pega escolbida o Su'livan
qua em como p rsonagens :
Nicola Jenkins, rico nagociante F. Loll.
L -lia, filh; deNicala-C. eraffioi.
Sullivau, cmico do thealro Drury.Lane-Cu
neo.
Sir Frederico Dumple. sobnnbo de Jenkius
SeralHue.
Saundcr?, corrector de commercioFormig-
gnu.
Misttress Siuo lcrsB ssi.
Merw u negoc aulo da sedas -Grassi.
Peiicloripe, irm de Marwiti -Traversi.
Poacock, advagado -Memo Lotli.
John, criado do J-.nkius -Salvarezza.
Dtksoii, criado de Suiliv n-Uigioue, e cuja
acgo pasavaa em Landr-a.
a coaUBisaao que se encarregoa da dslribui
gao de bilhetes, tera encooirado mais franca
ae 'Huiliento por parle das pesa na a que se tem
dirigido, o que vem garantir b encnan'e.
Fin lo o espectculo, naver trem para Olin-
da, Appipncos, Caxan;, e honda do custuine
-Vihciic-i llasical Pernamlaucano
Essa d gn-iataoctacao realiaa a sua fasla an
niverrersana no da 29 do correle com um
sarao musical e dansante.
E' de suppor .urna festa brilhante a allender
os crditos de qua justamente gosa o At.eneu
Musical.
Saraos gratos a sua directora pslo convite
com que obsequiou nos para u'-sisur a referida
fasla,
A UnioPublicou sa o temos sobre a me-
sa n. 29, auno 2 desse bam reJig do orgo da
classe typograpiuca.
O casamento de um toreado E' es-
te o titulo do foluaiiai qua aula bou.um come-
gamos a publicar.
l'o iemos atlirmar qua o refer do [olhe'im
u:i:a maiavilha da ana romntica, pelo que o
recommandamos aos nossas leilores.
Pequeo larapio -lloulem as 11 horas
da mauoa loi preso um menor que na pr.iga de
17, eslava a ven ler algumas ihesouras novas, i y"
^essoas que o prendaran), e fori lvalo a
presenga do Sr. sub lelegado resi-ectivo, dis
aeram cauhecel-o como autor du algumas gatu-
nagens.
O relerido menor de cor preta representan-
do ter 10 a 11 anuos de idade e trajara urna
comprida camisola de algoJao.
i. Corp Policial Hontem i tarde o
2 > orpo Policial garbosamen e sabio a pas
seio militar percorrendo multas ras d'esla ci-
dade.
Ponte da Boa Vista Em visa de
adiarse em concert o passeio do lado do
norte d'esla ponte, fle interrompido o transito
cker, sendo una cam iridect itnia.
Commissao de Helhiiramenl do
Porto do Recife Becife, 5 de Agoato de
1895.
BOLETIM METEOROLGICO
:iorat. Term etnti-
/rad4
Barmetro Tenso do
8 m.
9 .
12 .
3 t.
6
21/3
22.5
15.'
25'3
24,9
a 'J*,
759,-83
760-18
759-29
7.68*78
757,-14
oepoi
16.47
17,86
18 58
19 01
17,33
h uinir
J..
86
87
74
30
74
Thermome'rcs
Snaegiucid"
4,"3 a som-
Temperatura mnima 21,"25
desabrigadus ao meio da.
Temperatura mxima 27,l-0
59.-2-fruteado 42,-2.
Evaporagao em 2i Doras ao sol
bra 2,-1.
Chuva 6 -2.
Direcgo do vento : "WSW de mea al 7 h.
m damanha;S al 7 r. 3S m.; SVV al 7 h.
|52 m. ; SSW at 11 h- 12 m., ,SE a 11 b
43m;SSE e alternados ai 4 h. 18 m. da
tarde : ESE com interrupges de SU e 2 al
11 h. 23 m.; S al 11 h. 13 m ; SW al mea
noit".
al 8 li 4o m.; SSW al 2 h. 51 id.; E c ESE
al ernados et 8 b. 46 m. ; SE at 9 h. 33 m ;
Velucidada media do vento 2/83 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,72.
BOLETIM DO PORTO
Pra-mar ou
baixa-mar
ias
Hcras
Altura
B. M.
5 de Ahosto 10 h. 20 m. da m
4 n. 30 m. t.
0."
2."
Ooverno, e gratificado com 300S000 de cada.no refei lo passeio, por alguns das.
exame. nagos pelos peticionarios, que recome-
rao no Thcsouro easa qaanlia, logo que reijue-
rerem n auxilio.
3." Os que, sem haverem recorrido aa meio
da associago, forem senhores e possuidores
de maior rea effectivamenle oceupada por can-
naviaes, ou adequada a cultura da canna.
A't 16. Os concessionarios de Usinas regu
laro com os seus assocados e demais forne-
cedores de canna, si os tiverem, o prego do for-
necimento Usina, tendo em vista as oscilla-
ces do prec ilo assucar o mercado do Re-
cite, durante o prazo do respectivo coutracto, e
reduziro seus ajustes a escriplo, nos termos
da le, suDraetteodo-os a approvago do Go-
rerao, qui.', n;ssa occasiao, poder modifical-os
e cons rv.n ete direito e-a relagSo a tolos
os novos contractos de fornecimento de can-
nas, que aerao revistos de tres em tres annos,
emquanta nao ealiver amoriisado o capital mu-
tuado.
Art. 17. Nenhum ajuste para o fornecimento
de cannas potara ser faito por pra/.o inferior ao
de 5 annos (Oecreto 31 de Janeiro 1891 art. 4.")
ou pelo equivalente ao de 5 afras, devendo os
concessionarios de Usinas, 3 inezes antes de
terminar o penltimo anuo dos con'ractos, que
a esse tempo vigoraren), subm -tt :r os qua pre-
tenderem anda eectuar, ou renovar conside*
ragSo do Governo, nos termos e para os fios
cima indicados.
As disposigOes deste e do precedente artigo
sao extensivas, no que fr applicavel, aos con-
traetoa de fornecimenio de combus ivel a que
allude o arl. 7.'
Arl. 18. Os concessionarios de Usinas terao
escnpturagiio em forma commereial, feita es-
crupulosamente por guarda-livros idneo, a
qual ser examinada, toda vez qua o Governo
assun o determinar.
Ait 19 Na escnpturag&o, si fr prefervel a
adopgao desta providencia, dever-se-ha discri-
minar a renda da Usina com referencia can ja
ou ao niel de propnedade exclusiva dos con-
cessionarios, da que concernir nicamente aos
suppnmenios effectuados pelos fornecedores.
Era iodo caso, porra, a por coma das rendas
da Usina, ser animalmente publicado o balan
go da sua raceila e despeza.
Art. 20. Fica elevada a 2 % (Le n. 113, arl.
5.), no Caso de mora, o juro a que sio obriga-
dos os concessionarios de Usinas, desde a data
em que deixarem de entrar para os cofres do
Tnesouro com a importancia dos juros corres-
pondentes s preslages que live em recebido
e a contar do 1. semestre.
Arl. 21. O Governo far orgaoisar urna ta
bella, para o m de poder erTectuar os auxilios
com proporcionadla ie s oscillages cambines
a qoe se refere a citada Le 113.
Arl. 22. Para scalisar, conforme as instru
cgOes que recebaren), a execugio dos contractos
eulra o Th souro e os concessionarios, e entre
estes e os respectivos fornecedores, nomear o
Governo agentes de sua conlianga as zonas
em que opporlunamente f ir dividido o Estada,
de accordo com a Le n. 113 art. 6.*.
Art. 23. Os vencimentos dos funccionarios de
que trata o artigo precedente serao pagos pelos
concessionarios, distribuidas pelo Governo as
quoias cora a mxima equidade.
Art. 24. A's disposigOes do present Regu-
lamenlo w oulras qua nao estejam revogadas
pela Le o. 113 ficam sujealas as Usinas acluaes
e futuras, salvo os direitos adquiridos.
Art. 25. Pelas iufracgfj s, conforme sua gra
vidade, o Governo coraminar multas de 200$
a 1:0008030 (Dicreto de 15 de Outubro de 1890,
art. 19).
Para esse m os concessionarios de Usina
caucionaro a quanlia da dous contos de res
;2:OOOS00J., a qual ser inlegralisada sempre
que, toda ou urna parte d'ella, lenha sido appli-
cada uo pagamento de multas.
Art 26. Ficam revogadas as disposiges em
contrario.
O Dr. Julio de Mello Filho, Secretario interi-
no dos Negocios da Industria, assim o tenha en'
tendido e faga executar.
Alexandre Jos Barbosa Lima.
Julio de Melle F-.lho.
Secretaria da FazendaPor acto de
6 do crrante foi oomeado Francisco Cavalcan-
te de Albuquerque para exercer o cargo de 3'
official da segunda secgSo da Subdirectoria de
Coniabilidade do Tnesouro do Estado.
Em igual data foram Horneados para o lu-
gar decollector das Rendas do Estado no mu
nicipio de Alagoa de Baixo o cidado Jos
Alexande Ferre^ Fiiho ; e para o lugar de
escrivSo da mesma collectoria o cidado Frac
cisco Vteira d-Lima.
Por acto da mesma data fei .concedido ao
2- offi laida Recebedona do lfjttdo Mario Gon-
galves Ferreira tres mezes de licenga com orde-
nado para tratar de sua saude.
%' i'romotoria da eapital -Por acto
de aolehontein o Sr. Dr Secretario da Justig,
Negocios Interiore e Instrucgo Publica demit
tio do c rgo de 2 promotor publico da capital
o barharel Virginio Meodes Carneiro do Silva.
Suppressao da aubdelegacia e no
iiicae io de autoridades policiaes
Por acios de 5 do correle do Sr. Dr. Secreta-
rio da Just ga e sobre proposta do Sr. Dr. Ques-
tor Policial interino lu supprimida a subdele-
gada policial do di.-tricto da Carne de Vacca
do municipio de Goyanoa. cujo territorio fica
annexado ao districto de Pona da Podras do
mesmo municipio teudo como nicos limites as
barras de Goyaona e Cataama.
Foram oomaados para os cargos de subdela-
gado-o cidado Antouio Bezerra e para o de 1"
supplente do mesmo o cidado Venancio Jos
dos Be la.
Por acto anda da meama dala do Sr. Dr.
Secretario da Justiga foi nomeado para o lugar
Recreativa Juventude Recebemos
convite d'essa sociedad* para a fasla annivar-
sana que pretende reasar no da 14 do cr-
reme.
Gratos a finesa auguramos ura bella noite aos
qua assistirain inferida festa qua acreditt-
mus, esteja brilhante.
Enreja de Sania Rita de t>ssia
O Conseiuo Administrativo d'essa reaerarel
confraria, manda celebrar hoje pelas 8 horas
da manila urna missa resuda, e a DOitfl ama la-
dainha em louvor ao glorioso S. Cautano que
se venara na referida Egreja.
O L'dador -Recebamos o n. 20 desse pe'
rodico que se publica na cidade da Vtc ona.
Sociedade Guncalvcs DasReu-
nio-se uo dommgo ultimo essa corporagao sub a
prsi te. ca do acadmico Hmuri Cantlho.
Terminado o expediente foram el minados
vnte socios effectivos coma incursos nos 3 e
4 do art. 17 dos estatutos.
Na pai'/stra Iliteraria lomarara parte os Srs.
Joo Monssoo, proteslanda contra a usurpagSo
da Ilha da'l'riat'ade pela Inglaterra Soriauo de
Albuquerque, discursando sobre o centenario de
Basilio da Gama ; a Honorio Carrilh, recitando
o soneto -Ao mar.
a outra sesso .ter lugar no prximo do-
mioga.
Club Internacional -Para o esplendi-
do b.ile que se realizara no dia 24 do corrente,
recebeu o Louvre trande varldade de tacidos de
pbaotasias, para es quaes c .amamos a a'len-
',io das Exiums. Familias, que iievem pois, dar
um passeio ra Io de Margo, n. 20 A.
A cesa do vapor Planeta -Com a as-
signatura de P. B. lu-nos envalos para a sub-
scripgo da cegado vapor Planeta a quantia
de 1SO00.
Importancia j publicada 128000
P. B. 18000
13SO0O
Repartico Ceral do Telegra-
phosAchaiu-se retidos nesia repartigo os
segutnies despachos :
Da Mamanguape para Manoel Hypolilo e
Leopoldina Borgrs.
De S. Paulo para Bacchos.
O servigo para o sal, norte e centro do Esta-
do funecionam regularmente.
Triduo jolemneTer principio hoje
pelas 7 horas da ooiie, oa villa de S Loorengo
da Malta, em sua Egreja Matriz, o triduo solem-
ne em louvir ao glorioso martyr S. Lourengo,
cuja fesiividale realisase no sabbado 10 do
corrate.
Consta de Jaculatorias ao mesmo gl rioso
martyr, ladaioba e versos, cantados por sanbo
ras, e, terminar com a bengo do Santissimo
Sacramento.
0 acio ser presidido pelo Rvd. Conego Ma-
noel Deusdedit de Araujo Pereira, digno viga-
rio d'aquella villa.
Matadeuro PublicoForam abatidas
no Matadouro Publico da Cabanga 85 rezes
para o consumo de boje
casamento civil O escrivo aos cas e
meatos que fuacciona nos districtos do Recife
Santa Antonio, Sao Jos e Afogados aflixou na
repartigo do registro dos casamenlos ra
do Imperador n. 75 1/ andar, edital de procla-
mas de casamento doa segutnies contranen-
tes:
1.* Pueiicaco
Waifn lo da Cunba Aniunes, empregado no
commercio, residente na freguezia de S. Jos,
com Gorina Amelia da Cuoha, residente na fre-
guezia do Pago, solteiros e naturaes deste Es
tado.
Casa de Deteno&o Movimenti dos
presos da Casa de Delengo do Recife, Estaau
de Pernambuco, em 5 de Agosto de 1895 :
Passa^eiros -Chegados do sul no vapoj
ioglez uyde :
Arihur eanc, Gastn de Poli, Joaquira, J
de Almeida, Francisco Benicio das -.ha^-as,
V. Maranho, Thoraaz Mgraque, Idal na Juan,
Fcrretn, Rosa, Jame* Hall, Mary, Regmala Be-
an. Pedro Jes Fernandas, Jos Saraiva Jnior,
Walter George Tirwood, Izabel, Syaaey Gr -
gory.
Sahidos para a Europa no mesma va-
por :
Jos Joaquim G. Bastos, Baro de Ibiapaba,
Jos Joaquim dos Santos, sua senhora e 1 Gria-
da, Olaf A Larsen, Aristanho X Lope3, Feu-
ton, sua senhora, 2 tiltio^ e 2 cridas. Dr. Rodol-
pbo Galvo, sua sen iora e 1 llio, Jos Medi-
is, J Whitehead, C. Pralt W. Partridge, Jos
A. Miges.
Sauidos[para o sul no vapor nacional .Mer-
curio :
Apparicio Mathias, J. Lubee, Walter Eyc e
sua senhora, G-rmano Monsink-, Francisco R.
Snchez, Joaquim Tbomaz, Lourengo, Mata,
Braulio de Souza, Fortnalo Jo Das e um
menor, Jos Araujo Braga, Joo Marques,
fraocica Marques e 2 filbos, J. Lopes Klaes,
Adolpho Rosen, Dr. Jos Soriaoo de S Fila ,
Rodolpho R. e Silva.
Chegados da Europa no vapor francez
Congo:
Albert Bedel, Fernand Rosiera, Emi e Dol,
Henri Busmia, Giuha Bonagl o e 1 lilha, A.
Bigoni K. Rii^kala, K. :haade, Chaele Sarkis,
F. Dale, H. Euas, 11. tedi Marinho, 4. F. Sas-
telo, Joo de Abreu. J. C. Paz. Manoel Fre
las, Jos Alvarez, Mmael Alvarez, Jos Perei-
ra de Araujo e sua senhora, Manuel J. Vieira,
Antonio J. Vieira, Joaquim a. da Cuu ia, Luiz
M. Fraga.
Sahidos pera o sul no mesmo vapor:
Major Tranquilino da Silva Antunes, I> Cons-
tantino Rondalle, sua senhora e 2 tiltns, Jos
Thomaz M. Portella R. Bottone, Manuel Fer-
reira Leile, Joo Pires Vergueiro, Mara da
Conceigo, Guilherme Creilig.
Chegados do sul no vapor nacional Bra-
zil :
Jos Ferreira de Araujo e suas enliorn, Bispo
de Sao Paulo, Pao re Joao Baptisla Ge mes el
crido, Luiz, Antonio E. Vranna, Dionisio G.
Maia, Antooio M. R Losta. Fernando de Cas-
tro, Manoel de Oliveira e 1 criado, Antonio S.
Leal, Manoel da Cruz L. Wanderfey, Abraham
Adrick, Manoel H. H. G. da Costa, Manoel J
Guimares e sua senhora, Dr. Alaxandra Moura,
Adelaida F- M. Maura, Joanaa E. Brooteiro,
Jos Lima Brando, Leonarda Bitiencotirt, Se
verino Nielsan, Manoel B. dos Santos, sua se-
nhora e 3 rlhos, Miguel Bernardo, Mana Rosa',
Justino 'fravassos, Jos Fernando da funda.
Julius SnnntaL-. Luiz Zagallos, Lalharna M. das
Vi-gens, Benjamn V. Jacobina Jnior, Olyra-
pio de Vasconcellos, Antonio O Bali, Alfre-
do Abreu, Jos Gomes Pereira, George 0. Ga-
ta.
*em
D. Thereza de Jess
Fgueinn de Faria
Migue' de FigueirOa Faria, aeus irruios
e suas amilias mandara rezar missas por
alma de sua prezada mi, Sogra, av o
bisav D. Th-rez de Jesns F gu ira de
Faria, s 8 horas da- miiuli d > dia 9 do
co rente na igreja do Convento do Carmo
do Uecife. Agradece a todos que ae
dignarem dar m^is esta prova de ami-
sade.
Franciseo de FigueirOa Faria, sua
mulher filhos genros, netto e or aioda
cm os coraOes traspasaados de dores a
angustias pelo falle-iimento d sua que-
rida e idolatrada mai, sogra-av e bisav,
couvidatn a todos seus pa enes e amigos
para assistirem a missa do 30. dia qua
mandam celebrar por alma da mesma
tallecida, no di 9 do corren e, s 7 horas
da manhi na igreja de Nossa Senhora
do Amparo, da cidade do Olinda. Desdo
j antecipam seus sinceros agradecimen-
tos, a todos aquelleg que compareeerem.
Antonio Jos- Coimbra Guimares
1. ANNIVKKSARIO
Augusta Candida Gomes Coimbra, Antonio
Nunes Ferreira Coimbra e saus filhos, convi-
dara os seus par.-nt-js e amigos e os do seu fi-
nado e nunca esquecido e-poso, eogro, av a
lio, a assistirem s missas que por sua alma
mandam celebrar na matriz de Santo-Antonio,
qua-u-feira 7 de Agoslo, s 8 horas da manba,
primeiro aoniversari> de seu passamento ; an*
tecipando sua gritidio por essa prova de ami*
zade.
SPORT
Existiam
E turara ra.
Sahiram .
Existem .
A saber:
Naclonaea.
Mulheres .
Estranoeiros
Mulher. .
Total .
Arraroado3
Bons .
Doentes .
Loucos. .
Loucaa., -
413
375
13
25
413
391
363
21
2
5
le
Total.......
Movimento da enfermara :
Tiveram baiza:
Rodolpho Manoel Gomes.
Serapbim Marques^de Andrade.
Tiveram alta :
Joaquim Antonio do Lima conhecido por Joa-
quim eco.
Manoel Bernardo de Miranda.
Jos Laurentino de Lima ou Jos Laurentino.
Operacoes clrurgricasForam prati
cadas no huspital Pedro 11, no da 6 do corrente,
as segrales:
Pelo Dr. Arnobio Marques :
Operacao de Estlander, reclamada por carpos
eslranhos na cavidade e fistula pleural.
Duas pasthotomias a caivete, reclamadas por
phvmosis inflammatorias.
Pelo Dr. Alfredo Costa :
Quatro postbolomlas, reclamadas porphymo-
sis inflammaiorla8 com adherencia da gland e
eitreitamenlo congenilo da uretra.
Ampuiaco da perna esqaerda no logar de
eleicao, reclamada por arthrlie.
DEBbV CLUB DE PERNAMBUCO
Tie ingir bootem a ios. r p^ao'pra a 11a
corrida qoe ser tcalioada no domingo 11 do cor
reate no Prado da Estancia, sendo este o resul-
tado, a saber :
I. Pareo-1.300 cetros.
Timonoirn. Taiisfer. Pnarixeu.T-T, Bvalbo.
PetropoliB 2 e Viogador.
2. Preo1.SO0 metros.
Seo bem, Eo;reDe, Timoneiro. Petropolta e lao.
3. PareoI.ICO met*os.
Pirata, loo. Piacu, C^j < Forado eMoicardo.
4.'Pareo1.000 rjjotros.
Limeira, Piata, Girafa. Cbi
Flaotim, Proce, Allj e Piano.
fe, Nilts Pleade,
NSo se tendo realisado os pareo, Parnambo-
co, Babia, Parahvoa, Alagos e Rio deJiot-iro
chamase a coicorre ca para ootros qne fe
acbam pobli"dns no Diario de boj".
BILHETES DE INGRESSO
Oe logrease* para eaia corrida acbara-86 a
venda no esciotorio do Derny Clab do Pernam-
baco, ai a ve-p-ra d ro-rida e o resto nos por-
038 do Pralo no da da corrida.
.'11BG4C0K A PEDIDO
Alia Colonia Italiana
XX SETTEMBRE
\\ viciaandosi la data del
Setteoibre, glorioso
della Brecciii
che rendeva
a li-
li i
al-
XX
uiversario
Porta Pia.
l'ltalia la ana lcgittnaa. cap-
tale, mi permette invitare
-I itulioui resfdenti im Per-
iianibuco a veler interveni-
re, demenica prossma. 11 del
eerrente, all i pon, a lia na
da Cadeia n. :i, 1* piano,
onde trattare del nodo aaiiigllore
per olenntzzare il 25' anni-
veraario del fausto avveni-
nieiilo.
Recife, 5 de Agosto de tS5.
Dr. AntonioMolhiari Lauriu.
D. Delpliiaaa \obre da Silva.
Ilarqnes.
A todos os associades d> Apostolado da
Orao desta freguezia-, sempre "edificados
comas virtudes raras de oaiMllustra
consojia a Exma. Sra. :'. DelpbJna No-
bre da Silva Marqaes, dignisama esposa
do Sr. Dr. Antoaio Pedro da Silva Mar-
ques, muito eatimado ji da direito da
ruar, fallecida na cidad* do Recita
em 25 de Jultio ultim >, convido, e aoa
meus amigos a assistirem na segunda
feira 19 do, corrente, aos sufragios qua
por sua alma tero lugar na matriz des-
ta villa.
A todoa que concorrerem a esse acto
de piedad, desde j ae onfasso eterna-
mente agradecido.
Altinho, 1- de Agoato de L895.
Pdre Manoel Z. de Souza Lyra, di-
rector local do Apostolado d>Oracw>.
, r-M*?- -i jj iMmmmmK^^i^mm
Agencias a conferir
De urna fabrica Je Cerveja brancde erlim,
propria para a ezportacao.
De ama fabrica conceiluada e Mantaiga dina-
marquesa.
Do afamado Amargo Rasso Iwaa marca
Criado* Russak.
Da urna marca superior de Cbouricos Cer-
velaL
De urna excedente marca de Salcb chas da
Franco forte.
De orna fabrica condecida de Cacao em P
excedente gaz puro e barato.
De ama fabrica celebre de Aguardante veltio
do Centeio de Nordbaosen.
De urna fabrica conceituada de Cacao de Fa-
rinha de Avala, Alimento de changas.
De urna ezcellente marca de Amargo de An-
gostura.
De urna fabrica de extracto excellente para
sopa de caranguejos.
A dingir-se as lngnas allema, ingleza e
franceaa sob indicagao de seu comprador conti-
nental sob cifra I. B. 4.4 a Rudolfo Hossc, Har-
burgo.
Parabens
Faz annos hoje a Ilustrada professors,
D. Roaa Amelia de Castro Muniz.
Comprimentamos a t3o distincta senho-
ra desojando que muitas primaveras como
a de boje se j un tem a delicada grinalda
de sua existencia.
Recife, 7 da Agosto de 1895.
* *
Confraria de 8. Jos d'Agona
erecta no Convento de .\ossa
Senhora do Carato do Ue-
cife.
Pelo pre ente identificamos a t".dos os
nossos charissimos irmaos, a todas as cor-
poraoea religiosas e ao publico em geral
qua por provisto de honteon datado-foi-noa
concedido o titulo de confraria e o nao da
habito como ae v da documento abaixo
transcripto.
Secretaria da Confraria-da S. Jos da
Agona, 5 de Agoste de 1895.
O Secretado,
Mamede Jusiniano dos Res*




m
.








^
Diarlo de Pernambnco Qnarto-felra 1 de Agosto de 1995
Dom Manoel do Santos Persira por Merc
de Daus e da Santa S Apostlica,
Bispo de Olinda, Prelado domestico de
Sua Santidade Pretonotario Apeatulico
Ad insUr participantium etc.
Fazemos saber que usando das facilida-
des que nos foram delegadas pela nter-
nunciatura Apostlica em 14 de Junho
de 1895 exaradas na peticao em que a
Irmandade de S. Jos d Agona erecta no
Convento de Nossa Senhora do Carano do
Recife suplicava a mesma Ioternunciatura
Apostlica a Graca de passar a Confraria:
havemos por bem pela presente provisao
elevar a dita Irmandade de S. Jos d'Ago-
na, a cathegoria de Confraria e conceder
que seus irmaos possam usar nos actos con-
cernentes a nossa Santa Religiao de habito
de cSr r6xa plida, manto cor urea, e
siugelo multicor, trazendo os membros da
sua mesa regedora insignias de prata dou-
rada com a effigie do Santo Padroero, em
tudo uniformes ; e gozar de todos os pri-
vilegios, gracas e honras e exeocSes que
por direito lhe pertencerem.
Mandamos por tanto a todas aquellas
pessoas a quem pertencer o conhecimen-
to e execu5ao desta provisSo que publi-
quem, cumpram e facam cumprir tao
inteiramente como nella se contem.
Dado e paasado em nosso Palacio Epis-
copal da Soledade do Recife, sobre o
nosso signal e sello das nossas armas aos
3 dias do mez de Agosto do anno de 189a.
Eu Conego Valeriano de Alelua Correia,
escrivao da Cmara Eclesistica escrevi.
f Manoel, Bispo de Olinda.
Provisao elevando a cathegoria de Con
fraria a Irmandade de Sao Jos d'Agonia
erecta no convenio de Nossa Senhsra do
Carmo do Recife.
.----------- a------------'
Companhia Exportadora
de Alcool e Agur-
denle.
Lendonas follaas diarias, de
hoje, urna convocacSo para
Assemblea Coral a efiectuar
se em 10 do corrate n o es-
criptorio da Companhia Calca-
ra, protesto contra a referida
convocto taita por accionistas,
alguna dos quaes nao pagaram
prestacSes e por pessoas que
nSo sito legalmente autori-
sadas.
Por isso nSo attendi una pe-
ticSo. que me foi dirigida e se
acha despachada, sena que in-
teresando alguna a viesse pro-
curar
Comprehendo o alcance da
convocarlo que cobra tele-
phonica, mas mo vingar a
torpeza, pois em tempo oppor-
uiiio tudo vira a lume.
Recife. O de Agosto de 1895.
Francisco Gouveia
Presidente.
Companhia Exportado- J^St^es.
ra de alcool e agur-
dente.
PAULINO
d'Oliveira Mala, avisa a quem
interessar que mudou o seu
escriptorio do predio n. ''.
para o n. 14, 1' andar, a Ra
do Commercio-
nOMBERHO
Bolea Cemmerclal de Pernnm-
bueo
CTA^SES OFFICIAES DA JUNTA DOS
COBRETORES
Prata do Recife, 6 de Agosto de i8g$.
C-tmt'i robre Louaret 90 -I 10 9,16 u pu:
i i do Bao 0.
O presidente
AdIorIo Marqoes deAmorim.
0 secretario
Mjsoel 6. da Silva Pi lo.
Cambio
Os Bancos sbriram com a taxa de 10 9|I6 so-
ore Loodes a 90 das, re'.iraocio em seguida pa-
ra 10 1|J.
aia larde o mercado torooo a firmarse e os
Sancos davam a tan primitiva.
Letras particulares foram offcrecida a 10 5,8
para setembro prximo 'uto-o.
Cotacdes de gneros
fara o agruuUor
Assucar
Branco, idea, idem. 20O a 34600
Borneaos, llem, dem 94300 a 2.VX)
Mascavado dem, Idem. i Broto melado idem, idem 14500 a 1*600
Rtame, idem dem 14300 a 14500
Algodio
Vendido s 104800 r-c 15 kilos.
ftleool
?*r pipi da 480 litros 2054 venda.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 1154 venda.
oaros
Seceos salgados na base de 12 kilos 14 rla.
venda.
Verdes 650 ris, oominal.
Carnauba
Cota-ae de 234 a 354000 por 15 kilos.
Hel
Por 1004000 nominal.
iportaeio
Recife, 6 de Agosto de 1895
rara o exterior
No vapor ingles Edicin, pira Liverpool,
Carranram :
P. P. B.rrelo, 2000 zaceas com 140,000 kilos
de algodao.
R. Brothers, 32,500 kilos de carolos de al-
godao.
J. Ka jale, 1.003 ti os de carolos de algodio.
Na Darca pirtugueta Claadina, para o
Pono, carregaram :
M. Lima su.. 500 saccas com 17,580 kiles de
algodao.
Na barca portogoeza Hara Emilia, para
o Porto, carregarain :
A. Irmaos & C, 84 secas com 6,177 kilos de
ilgodao.
Para o Interior
No vapor francs Parabiba, pura Santos,
:a'regaratx :
Sanio a ck.& Gainer, 100 saceos com 6000 kilos
Os abaixo assignados, accionistas da
Companhia Exportadora de Alcool e
Agurdente, representando mais de
um quinto do capital social, tendo re-
querido em 23 de Julho ultimo ao di-
rector secretario da mesma Companhia
a convocacao com urgencia de urna
assemblea geral extraordinaria dos ac-
cionistas da dita Companhia, com o fm
de se eleger nova directora, por s
existir hoje o Direetor secretario da an-
liga Directora e tambem por nao se ter
reunido nem urna s vez a Assemblea
Geral em 1894 e at esta data, bem
como por outros motivos constantes da
peticao dirigida ao mesmo director se-
cretario e cuja copia ser exhibida aos
accionistas, e nao tendo at hoje o
mesmo director feito a convocacao re-
querida, apesar de (indos os oito dias
da lei, convocam urna assemblea geral
extraordinaria para o dia 10 do cor-
rente ao meio dia no escriptorio da
Companhia de Productos i alcareos,
sito no Caes do Apollo n. 73, an-
dar ; e pedem para essa reunio o com-
parecimento de todos os acciouistas,
visto tratar-se de varios assumptos de
importante nleresse social e que de-
mandam solucao urgentissima.
A presente convocacao feita de
accordo com o que preceitua a actual
lei das sociedades anonymas e para
fazer cessar o estado anmalo em que
est a Companhia.
Recife, 2 de Julho de 1895.
Jos de Azevedo Maia e Silva.
Pp. Joo Baptista Pereira de Souza.
Alfredo Souza.
Augusto Silva,
Albino Silva & C.
Antonio da Costa Mello.
Manoel Colaco Dias.
Joao Antonio da Cunha Cartella.
Antonio do Silva Ramos.
Ulysses Rotelho de Andrade.
Pp. Viuva de Bcrnardino da Silva Ra-
mos.
Alexandre A. de Caldas Padilha.
Francisco Jos Rodrigues Praga.
Pp. Vctor Goncalves de Souza Beiro.
Antonio Marques de Almeida.
Pp. Jos de Castro Monteiro.
Carlos Halliday.
Antero Soares de Vasconcellos,
Thomaz Jos de Gusmo.
Maooel Roberto de Carvalho Guima-
raes.
Antonio Francisco da Costa.
Dr. Luiz Emigidio Rodrigues Vianna.
Dr. Jos Carlos da Costa Ribeiro.
Dr. Jos Joaquim de Oliveira Fonseca.
Ernesto Arcelino de Barros Franco;
Jos A Ivs Rodrigues.
Joo Walfrido de Medeiros.
Theooaldo Saldanha.
Dr, Pedro Francisco Correia de Oli-
veira;
Sebastio Alves da Silva.
Eduardo Dubeux.
Cydronio Ignacio de Mello.
Antonio Samico de Lyra e Mello.
Peitoral de Cambar
3:000&>000
Dao-se :0OO$0OO em moeda cor-
rente a quem provar a nao authentici-
dade do seguinte attestado :
; Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porm, depois a soffrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em condices
ainda mais graves, dei-lhe entilo o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e
apenas com alguns frascos ficou radical-
mente curada. J. J do Nascimento
[ S. Jos dos Campos, S.Paulo. ]
O AGENTE Cmpanhia de Drogase
Productos Chimicos
10 i i vil- 11. llralo
Rheumatismo : curei-o, completamen-
te, t com o Elixir M. Morato -pre-
parado por D. Carlos.
S. Paulo.
MatJuns Alvares da Cuu/ia.
Deposito em Pernambuco : Companhia
da Drogas, ra Mrquez de Olinda
n. 24. _____________________
Coqueluche
Curas do Peitoral de Cambar
Declaro que crianzas de minha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos dias restabele-
cidas com o uso do PEITORAL DE
CAMBARfi, de Souza Soares.
Amrica Salvatori.
[Socio da firma Hanoel Joaquim Mo
Aeua &C, do Rio de Janeiro.]
a
Peitoral de Cambar
Opiniao do Dr. Cruz Cordeiro
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares, o
um excellente balsmico, e como tal
tenho empregado nos doentes de bron-
chites e affeccoes pulmonares com
grande proveito, tanto mais por ser
um expectorante suave e efficaz ; o
que affirmo em f de meu grao. -- Dr.
Autonio da Cruz Cordeiro. ^Parahyba
do Norte
Dr. Alfredo Gaspar Medico Con
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, 1* andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultasde 8 s 10
da manha. Chamados (por escripto)
qualqure hora, tblepuone n. 226
Dr. Barreto Sampalo Oculista
Consultorio aruaBar&o da Victoria n. 51,
w andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem a
Europa, da consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nosdomingos e dias san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade a. 26 Telephone
n. 287.
MEDICO
Dr. Amaro Wanderley
Avisa aos clientes e amigos que
pode ser procurado de 12 horas s 2
da tarde na Pharmarcia Bom Jess,
ra do Bom Jess n. 24.
Residencia Ra Direita n. 10 em
Afogados.
--------X
Dr. Aunes Coiinbra-------Clnica M
do Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez de Olinda n. 64, 1." andar, onde d
consultas das 12 s 2 horas da tarde.
Especialidades Febres, partos, moles-
tias de senhoras e criancas. Chamados
a qualquer hora na sua residencia, na
ra da Soledade n. 84, esquina da ra do
Atalho ou no consultorio
Telephone n. 387.
clima m:cA ::,::::::
O DR. CORREA DE SAV tem
o seu consultorio medico-cirur-
gico na ra do Rangel n. 8, i.-
andar, d consultas todos os dias
de i ij2 s 3 ii2 da tarde.
Residencia ra da Imperatriz
n. 5, 2." andar.
Especialidad s :
Molestias e operacoes de olhos.
(J/lrV^. mi^. Peitoral e Caucar
Parecer do Dr. Francisco Sil-
veira
O Peitoral de Cambar, de Souza
Soares, um poderoso expectorante
Tenho-o empregado commuito pro-
veito as molestias broncho-pu! mona-
res [ Dr Francisco A ugust da Silvi-i
#u) Recife.
16 Porto, 17 d Abril de 1886.
Iliii. Srs. Sottt e B wae,
Dcicl ro que tech> empegado com
ant cem a Emolso e Se f, to-ra,do-
te o'.il principalmente na therapeutn-a
nfaotil pela facilidde cora que tomada
pelos pequeos ooeotes. Compoodo se de
<>leo de fijados de b-clhau e hypaphos-
oh'tnB, oocstitue em grande numero de
mol'anas, um rcudicameotJ til e ae
aeil applicacS.o.
E. Footes,
Facultativo oj ospitaes de S. Antooi
e de S. Francisco.
DITAES

Coronel Frederico Chaves
Medico homeopatha
Ra Barae da Victoria
N. 37 1/
W
and
ar
CsrurjiSo deutista
Jos Hygiao de Miranda, cirurgic
dentista, ahrio seu consultorio na ra
Nova n. 19, 1 andar.________
V Clnica niedico-cirurgica
Medico, parteiro e operador
Dr. Manoel Carlos de Gouva,
[de volta de sua viagem, previne
aos seus c'ientes que reside eS
tem seu consultorio aberto
/ruaBaro da Victoria n. 61, l."J
landar. % D consultas de 1 s 3 horas jf>
^da tarde.
fAcceita chamados a qualquer
hora para dentro e para fra da
kcidade.
dessfucar mascadoe 150dilos com 9,CO) altes
de alio branco.
P. de Oilfeira M.ia, 500 saceos asios.
Para Rio d- Janeiro, carrezaraoi:
S. Gulmaraes & C, 40 pipas com 19,800 litros
de alcool.
F. Bdodeirr, 700 saccas com S2.7J6 kilos de
alpodao
P. de Oliveira Mala, 21 pipas com 11,345 litros
e a cool.
Ho vapor aos'rfaco Paadora. para Rio de
Jaoei o, i-arreeoa :
C. de Mdlborsmeaios, 16 pipas com 8.000 litros
de aicuoi
Para B. ha, carregaram :
Amo-icn Oarjo-o, 410 saceos com 30,750
kiius de assocar braoco.
rtn vaour nacional Iiaaja. para Rio Gran-
de no Sol. carrejaren) :
L. A. da Cosa, (0,500 cocos fracta.
C. P Cacao, 200 Darica com 51,860 kilos
de es) branc-i.
Para Porto Alegre, carreeoo:
C fe-soj. 1,300 saceos C3m 90.000 kilos de
asiocar b anco.
No vapor^lagles Boarbeo*, p.rsoPari,
carreeoo:
L. M. de Araojo, 500 barricas com 38 705
kilos de assocar oranco.
No vapor nacional Brazil, para Cear,
carregaram :
P. Carnelro & C, 10 barris com 900 i.tros de
alcool.
Para Maraobao, carregaram :
J. Saigaelral & C, 58 barricas com 3,110 kilos
de as*ocar retnalo.
Pata o Para, ca-'^garam :
A. Irmaos & C, 180 oarricas com 13.080 kilos
de sssocar branca.
N. M. do Birado, 80 barricas com 5,4'.0 I js
da assocar braDco.
n. S. Lo y j & C, 30J ba-ricaa com 33.206
kilos da assocar branco.
Amorlm & Cardoso, 335 btrricas com 13,195
kilos de sssacar braoco.
B. lardoso & C, 1 pipa com 546 litros de
alcool.
J. T. Carreiro, 100 saceos com 6000 kilos de
fejao.
Para Manos. earreearam:
A. Irmaos & C, 50 barricas com 3,400 kilos
de assacar braoco 60 barra com 5,380 litros
de asnardente.
P."Alves & C, 6 barris com 538 litros de
alcool, 130 ditos com 10,560 ditos de agurdenle
e 330 barricas com 31,363 kilos de assocar
brauco.
P. dos Sanios & C 4 caixas com 100 kllc de
doce e 24 barris com 1,800 Hitos de aguarden e
P. Pinto & C. 125 barra com 11,000 litros ue
aguldente.
P. Carnelro k C, 50 barris com 4,500 litros
de agaardente.
A. & Cardoso, 25 barricas com 814 kilos d*
associr branco.
A. 6. Torras, 35 barricas com 3,675 kilos de
assocar branco.
J. Foiseci. 500 canas com 6,900 kilos
de sabao.
Readlaaeatos publico*
Mea ce Agosto de 1895
Alfcmdega
Avisa a seus amigos e clientes, que
mudou o seu consultorio para a ra
Larga do Rosario a. 20, mntigo con-
sultorio do Dr. Ferr ra, onde continua
dar consultas das 11 1 hora da tarje
e reside no Cajueiro n. 4.
Tdepho.en. 292.
Cura de tosse asthmatica
com o Peitoral de
Cambar
Pessa da familia do Sr. Jos Car-
neiro da Silva Reg, da Bahia, que sof-
fria de urna incommoda tosse asthma-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Peitoral de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Ccmpankia de Drogas
Productos Chimicos.
ED1TAL
O Dr. Jos da Fonseca Nunes de Olivei-
ra, ju z de direito do commercio, inte-
rino, do municipio de Olinda, em vir-
tude da lei, e*c.
Faco saber aos qie o presente edital
virem, que o porteiro dos auditorios dos-
te juizo, ha de trazer em publico prego
de venda e arretuatac&o, quem mais
der, e maior lanc. offerfcer, nc dia 7 de
Agosto vindouro, dep is da respectiva au
dit-ncia, o bem abaixo mencionado, pe-
nhorado no execntivo hypothecario, que
Francisco Augusto Pacheco, na qaada-
de de emisionario de O. Murgarida Al-
ves Vianna, promove con ra o hachare
Ovidio Alves Manaya e sua mulher :
O sobrad num<-r. 31, i ua do Coro-
nel Joao de S, outr'ira Ladeira do Va-
radouro, com 3 por as e varanda de fer-
ro na frente, 2 portas 4 janellas no
oito do Norte, 5 janellas no oito do
Sul, 3 jan*'li.s no fundo, 2 sala-, 3 quar-
tos, 8ervndo um de cozinha, medindo 7
metros de Urgura e 22 e meio de exten-
3a direc'oua
DA
Secretaria da Industria
Edital
Faco publico para conhecimento coa
iateresaadoa que i o da 8 de Agosto 1
ora da tarde esta ReparticSo vende, por
meio di concurrencia publica, 50 lam-
peSes de cobre, que serviram na Ilumina-
cao da eidade da Vi-toria.
Os concurrentes deverSo escrever por
extenso, sem emenda ou virti de qudqoer
especie, o preco pelo qual se propoem ar-
rematar cada lampeSo.
S sera admittido concurreoc a, o pro-
ponente qne provar ter depositado na The-
soararia desta Repartir-So una caucSo de
oincoenta mil res (50$000) que perder
se accejtar sua proposta nSu effaotuMr o pa-
gamento dos Iampe5es arrematados, nem
mandar retir.1-os dentro de praso de 3
ias.
Recife, 30 de Julho de 1896.
A. Urbaoe P. Montetegro.
Direntor-geral interino.
Instituto Benjauin Constant
80 de Julho de 1895
P la Secrtbna do Idmioo BDJamiri i'.oii-
aot e rte ordena do S-. D'. fllrecier se f-x pu-
blico qu-, ftfi virtud ilo que lo' anion.'ado per
deceto ao eoveroo f^d^r I de 36 de Janeo Ando,
ri.nfo oie ful po'liciiiai'o ao govero lete Eela-
d por le egraooma n> 27 do eludo rcet, inserto
no Olano d^ o. 147 ee aDe'tj* i eso ei reta'ia at o diaki5 ae Aeos-
io as i'is''rirco>8 para exames i er.ps e fxt'aor-
i' ria-io-: &> 0'eia-atores. que caoifCarao to da
16 '1o m*mi raei. orian'vaias tira'.m-n e todas
as ex^geocias do Reg a nenio em vuor.
O Secret'io,
G:l-o T>rto'i no Fernanda- Qiiotella.
O pavimento terreo com prebende 2 sa-
las, 2 quartos, tendo na frente urna por-
ta e 3 janellas, e 2 portas no oi ao quintal murado do lado do N rte, e em
iberto do lado do Sul, porto de farro na
'ente do lado do Norte, avaliado em
5:5008000
E nao bavendo lancador que cffereca
O D Jo- Julia. Rc^Uira Piulo de Si-oa, juit
de direim uu l damela criminal. tuDvtr.oto
recii>roco do 3o e preeidente da 3" sesaao or-
dinaria a jurjda cioad- do Recife, e fie.
FacosaDer'a ,a'-'ti iuteresar pas*a. oue em
iir'.o.e do ari 29 1 6 2* da le estados n. 15
d; <4 oe Noveoonru je 1891, foram multidos os
jalifa de fcu> 101>a dnclardos, e com f quaa-
tus abaixo m-ni;iunala8. por nao lererr; ciuipa-
recido a lefsrtda ^esfSo :
Anloaio Ma- ing do R Francisco X<>ier Cavalcacte Los
tiaDnel r*v<.'en de Lyra
J o Rodriicei de Muraes Campos
J a,i Lu (i oe Aiujeida Lms
Or. Joio Aiios o oa Fon-eca
Francisco Rodruu<-8 de Beiro
J ai Cirios Gom-H de Aiineida
JoSo Fernamiee Ju io
J iqom Hrtiilio Fiuoo
Joaquim M iQ"el Oo'deiro
J i.- Amonio de Aleocar
lose Leopoldino Cynll de Oliveira
J i Hapils a Hra^d
J f Flix 10" Sanios
Renda do Estado :
Do da 1 aS 2J:8}i!ll
dem de 6 7:3694206
30:101*417
Somma total 323:413*945
2a saccSo da AUandega de Pernambuco, 6
de Agosto de 189o.
O cefe da seccao
L. F. Uodecera.
Pelo tbeaoareiro
Hemeoegildo N. Cbaves.
R BCRBEPORU DO ESTADO
j da 1 a 5
idem de 6
26:627*531
25932*376
Do da i s5
dem de 6
REClfE DRAIM6B
52 539*908
1:185*872
5r*t00
Renda geral
Di dia 1 a 6
dem do 6
242:063*417
58:149*111
293:212*528
1:238*272
MoTlmento do porto
Natos entrados no dia 6 le Agosto
Terra Njv;, 43 das, logar loilez Clotba, de
243 toneladas, capiSa O. 6. Joy :e, eqaipagem
10, carga bacaibo ; a Mandes Lima de C
Navios sabidos no mesmo da
Mantos e escala, vapor nacional Brazil,
commantaate Antoaio F. da 8ilra ; carga varios
gneros.
Porto Alegre e essala, vapor nacional Ita-
tiaya, commandanu H. H. haw; carga vanos
goueros.
Rarbados. logar americano Manle Lwac.
cap ao H. Higgins; en lastro.
Mercado Manieipa! de S. los
O movimeoto desio mercado no da 5 j Agos-
to 'oi o aegainte *
Bntrsram :
51 bois pesando 8.985 kilos
130 kilos de pene a 20 ra. 21600
2 compart. com mariacoaa 100 'a. *200
4 ditos com camaroes 100 ra. *400
26 1/2 columnas a 600 ra. 15*60U
1 carga com gallinbas a 500 ra. *500
7 cassaaes com gallinbas a 300 ra. 2* i o
2 cargas com miio verde a 300 ra. *600
1 carga com amendoim a 300 *300
4 cargas com batatas a 300 rs. 1*200
1 cargas com macacoeiraa a 309 ra, *309
2 cargas com ceboliabo a 300 rs. *600
1 cargas com genmaos a 300 rs. 3 o
8 cargas com verduras a 300 ra. 2*400
2 carga com canoa a 300 ra. *200
2 cargs com laraojaa a 300 rs. *6O0
2 cargas com inbame a 300 *J>
1 cargas com toncas a 300 rs. i3D0
2 cargas com diversas a 300 ra. *600
30 cargas com rarinba a 200 ra. 6*000
10 cargas com milno secco a 200 ra. 2*000
6 cargas cm fejao a 200 ra. 1*200
71 lagares a 200 ra. 14*200
12 Soiooa a NO ra. 2iOJ
12 comp. com saineiros a 1*000 12*000
8 comp. com solaeiros a '00 rs. 5*600
8 comp. com fresaaraa a ^00 -a. 4*800
34 comp. com comidaa a 70o ra. 23*800
74 comp. com fasendas a 600 ra. 44*400
49 comp. com verduras a 300 ra. 14*700
93 comp. com farinba a 400 ra, 37*100
55 comp. r,om tainos a 2*000 llo*000
Raadlmento dos das I a 4
a'^aiit
Preco do da :
Carne verde de 4 M) a 1*000 ra. o kilo.
Sainos de 1* a t*2U0 idem.
Ca-oeiro de 1*200 a 1*500 dem.
Faricba de 8 m a l*40J rs. cola.
Mi I Do de 700 a 1*006 rs. a cnia.
Fenao >.e U200 a 1*809 a caa.
*avl. esperado
De pelotas
Lngir noroeruenFe Fortuna.
Loga* ooroegaense Elisa.
Rarca oorDegaeose A'tlc.
Patrcbo ooraeifaeose E nar.
Logar dioamarqaei Varde.
Lugar Braxilelr* Brasil.
Lagar uoraegaeose Sylpbe.
Patactio argeutlno Aimina.
Dj Porto
Brlgae porlagaei Varelro.
De Cardiff
Barca nsriegaeore Sala.
Barca inglesa Pellicana
De Uaoibnrgo
Brigue allemao Ouo Grat zn Stalberg.
Bircaaliema Albatross.
Barca aflemi Liv.
De Memel
Barca alleml T. C. Bery
ue Terra Nova
Lagar Inglex Viola.
Lagar Ingles Clalba.
Lugar inilei Mennio.
Logar n, las Lavloa*
De Londres
Lagar ingles Faaay.
De New Yjrk
Barca nacional Elma.
Vapore a entrar
Mea de Agoato
Ititiba., doaol, a 7.
Barbn., do sal, i 7.
Jpiter, do sol, a 7.
Daoobe, da Europa, a 7.
Olinda, do norte, a 8.
Amasooas, da Enrnpa, a II.
olooia, do Sol, 12.
Cl meuie*. do norte, 12.
Asate Prince, de NewYurk, a 15.
Maraobao. do norte, a 16.
Alagoas, da sal, a 16.
Sania F, da Earopa, a (6.
Hatieo Brazzo, do sol. a 17.
Iberia, ca Europa, a 17.
Magdalena, do sol, a 18.
Tbameb, da Eurupa, a 19.
Treni, da Enrona, a 22.
Eiiclor, de Liverpool, 24.
Vapores a aaklr
Mez de Agoato
Santos e esc, Paraoyba, 7. as 4 horas.
Buenos Ayres e esc. Danuoe, 7, as 2 boras.
Cear e pbckIi. S. Francisco, 8, as 4 horas.
Rio e esc., Olinda, 9, as 5 boras.
Buenos-Ay -es e esc. Tbamea. 10, as 2 boras.
Sintos eesc, Amazonas, 13 as 4 bor 8.
Rivreoesc, Colonia, 14, a* 4 boras.
Rio e esc, Maraaba, 16, aa 5 boras.
Par* e New York, Cleroole*. 17, s 4 horas.
Valparaso e esc, Iberia, 17. s 4 boras.
Samos e esc, Malteo Biotzo, 17, Jrs 3 boras.
Saoios e etc.. Aite Pnoce, 17 as 4 boras.
303*000 Msnius e esc, Aiagoas, 17, as 5 boras.!"4
1.284*1001 Sanios e esc, Santa F, 18, au 4 horas.
_________I Sootbampton. e esc, Magdalena, 18, as 2 h-
1 87*100 Bueacs Ayres o esc. Trem, t2. as 2 horas.
oreco mper or ao da avaliacao, i a o _
bem a nova pr ca com o abate da 10 OIq, ; J-is- Hioeiro Pessoa
de conformidad com o art. 24 do Deere- >* Joaquim i Coata Pinto
to r, 9549, de 23 de Janeiro de .88* E^^ffi *
E par* que ebegue ao conhec monta deuin(ie Bo-gcs Leal
f>dos. m-indei psssar o presente, qie sera. Hodolo'o Martilla Mo'eira
afiixado no lugar do costumo e pujlicado
pela imprensa,
Dado e passado nesta eidade de Olin
da, aoa 16 d- Julho de 1895.
E eu bacharel Francisco Lies Caldas,
escrivao o subscrevi.
Jos da Fonseca Nunes de Oveira.
3.
Sebasii de Barros Brrelo
Adolpbo Cabra.' aposo da Cmara
Ant oto L.u-enco Carnelro
Antonio da Caoba Serapnim da Silva
A i'oiio Gomea da Silva Ramos
Anbar de Araa|o
Rento Alves de M*llo
Beroaro'oo da Cogta Campos Jonior
Garlos Angosto Ribeiro Jooior
Coslodio Furudo de M ndooca
Joao A fre io Alies Rosa.
Jos Candido de lojeida LeltSo
Jos Barbosa de Cotila
Jos Soares B ando
Julio Jos Kuongues
directoria Secretarii da
Industria
EDITAL
Tondo o Govcrno do Estado de man-
dar construir edificios destinados Esco-! Leocadio Alexaodrioo Bello
las Publicas em : Campo-Grande, Santo Manoel Jo-qoim Ferreira
Amaro Afogados, Pojo. S. Jos, Boa- Af>;-/^Uocbe de Soasa
Vista, Magaalena, Capunga e Arrayal, Uoronti Aqi0o de A bnqnerqne Ms-
fa-jo publico para conhecimento d? quem
dia 17 do
intereesar possa, que no da 1 / do meu
pr-ximo vindouro, k 1 hora da tarde, re-
cebem-se nesta Directoria propo.-lars em
carta fechada, devidameute selladas, para
a construc^a d'aquellas obras, de accordo
com as plantas organizadas por enta Re-
particao e org^ment respectivo, aa im-
portancia de 14:2828780.
Cada proponente poder concerrer a
construcejao de todos ou de um s da-
quelles edificios, depositando antes da
concorrencia, na Thesouraria desta Dire-
ctoria a quantia de quinhentos mil ris
(500S0CO), que perder se, aceita sua
proposta e convidado para assi:rnar o
contracto, nao o fizer dentro do pruzo de
8 diis, contados da data do aviso que
lhe for expedido para tal fina.
Os precoa das propostas deverio ser
escriptos por extenso, sem razura, emen-
da ou vicio de qualquer espcie ; deve-
rao ainda trazer a indicaco da residen-
cia do proponente e as provas de idunei-
dade precisas para dirigirem e executa-
rem as obra?.
Havendo duae ou mais proponas em
igualdade de condices, ser preferida a
do concorrente que melhor prova t!e ido-
neidade ofterecer.
As propostas que excederem os precoa
do ornamento, as que nao forem organi-
sadas de accorda com o presente edital
as que se basearem em precoa de outro
concorrente, e rs que forem firmadas por
pessoas queja tenham deixado de cum-
prir contracto feito com esta Repartico,
sero rejeitadas in limine.
Para a boa garanta da execucao do
c-ntracto, depositar o contractante no
Thesouro do Estado urna cauco corres-
pondeute a 10 0/o do valor total do con-
tracto, quantia que s poder ser levanta-
da depois do recebimeoto definitivo das
referidas obras.
Esta Direc oria nao reconheceri, no
caso de fallec ment do contratante direi-
to a rever8o do contracto a herdeiros.
Os conc rrentes tero de 10 s 4 bo-
ras da tarde, n*sta Repanic&o o escla-
recimentos de que precsarem.
Recife, 30 de Julho de 1895.
A. Urbano P. Montenegro,
Director geral interino.
<.uarii'Io de Pernanabinco
EDITAL
De ordem do Sr. Coronel commandaote des-
la guarnigao sao chamados comparece~em na
secretaria do mesmo commando, os senhores
tenents do 2.* batalho Benicio de Castro e Silva, alteres do 12.' da
mesma arma, Joaquim CeisoL. Ribeirs e do
9." regimen'o de cavallaria, Candido de Serpa
Piolo ; cujos ofQciaes, leem de ser inspecciona-
dos de sande por ordem do 3r. Marechal Aja-
dante G>neral communcada era officio do com-
mando do 2. dis'r cto militar de 13 do corrente
Secretaria do commando da guarnicao, 27 de
Julho de 1895.
Arsenio Borges,
Alferes secretario.
cbado
Aotooio Jos Filippe Santiago
Aritojio Sevenno Jardim
Flix Alves da Silva Santiago
francisco ANes de Lira liavalcante
Francisco Rodrigues Pinto
Ge oocio i'us Santos Teixeira
Gjilherme Rodrigues Monte Lima
Gaberme Sancbes
H-rmes D as Feroandes
Heoriqon de Miranda Hstjnes
Joo A tomo Al es d. Silva
Joaquim R..i-i|Des Pe-eira
Joaquim Jo'g- Das Pereira
Jjsg An'ooiu do Mooie
iovino Rodolf-bo "a Silvelra
Leodegano de Soasa Barbosa
Marlaoo Agripino da Conba
Pbilomeoo Angosto Ne*es e Silva
Alfredo Amando Paes Fragoso
Anioeio Coelbo da Silva
Amonio Eiuardo Pereira
Aotoaio Innocencia Ferreira da Suva
Antn <> GDcalveg de Barros
Beoto Soares de Almeida
Caries Aogosio Gomes.
Eiuardo Lemoa
Flix Noeoeira Cabril
Horacio Francisco Goncles daLni
Joao Madeira de Frenas
Joaquim Paulino de Albuqaerque
Mello
Jca Antonio Morera
Jos Aog sto Goncalves
Jote Daniel Pereira de Aievelo
Maooel Hyelno de Cirvalbj Freitas
Maooel de Ouveira
Pedro Francisco dos Sanios Cata
Abel da Rucha Parias
Adulpto Martloa do Rio
Andr Porpbirio Delgado
Ama o Alfonso de Oliveira
Antonio Paolino Gapaleante de Albo-
quenas
Claudiao de Barros
DomiBgos Joaqoim Ferreira Rraga
F.-ancicco Mueblados MscUadO
J. ao de Barros Cavalcanla
JoSo de Msraes Vieira da Cunha
Joaqaim Bernardo FalcSo
Jos de Aieve lo e Souza
Jos Bonifacio de Miranda
Manoel Gomes Pereira Guerra
D-. Manoel Joaqo;m Francisco de
Moara
Ovidio de Meodonga Paes Rarre'.o
tgoelo L'peB terelra
Altredo Franco de Si
Eduardo Aotooio da Cjs'.a Siqueira
Emigdio Pereira de Mello
Eusiaquio Angosto Barretto de 6oa-
mao
Francisco MagalbSes da Trindade
Frencisco Antonio de Miranda Doria
Francisco Borges da Silva Rosas
Geraldo Jos de Barros
Joao Francisco Pereira Landin
Joaquim Alexandrino Pereira Jonior
Maooel Coelbo de Sonta Netto
Manoel Jos Ferreira da Croa
Rodrigo da Silva Campes
Refino Scbollr
Artnar AdolDbo da Silva Schiappe
Bf liarmiao Gongalves de Oliveira
Bellarmino Loureogo da Silva
Clandlno Lina Cavilcante
D Er esto Damiao dos Santos
Francisco Eustaquio Rodrigues
Joto Alves de Carvalho
Paulo Anr.es Jacome
Ramiro Feroandes de Aievedo
Vicente ery de Magalbaes
Angosto de Figoeiredo
Germano de Miranda Dcnneyer
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105*000
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100*000
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95*000
95*000
95*000
95*000
95*000
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95*000
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Piarlo de Pernambnco ftaarta-feira 1 de Agosto de 1895
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Jos Hennque de Jveua Barros
lit Botelbo Pinto de Mosquita
Alexaodnno Enriedlo de Meaeiroa
AdiodIo Gurrea Mer.des Goiroaraes
Carlos Jote de Meielros Jonior
Damlfio Btzerra da Silva Albuquer-
qoe
FraDcigco Correia U mtflro
Joe G- mes de Onve -a Piedade
Beiivenolo de Sout Travassos
E mamo da Silva Tavares
Francisco Mm-des RiDeiro dos Sanios
H-'onqoe Bernardos de Oveira
Je3o PampOilino Cavalcanle
Jote Vieira de Siaoeira Ftfai
Maooel da Silva Farias
Aoloolo de Arroda Filoo
Candido Aloerio Sotfr da Molla
JotConraoo Al-.ides de Orea Jo-
nior
Jote Lnia Gjogalves Pereira
Luiz Francisco da COaeas
MelcDiadts Floro Ge Miraoda
Somma
85/000
85*000
80*000
50*000
80*OOo
80*000
80*000
80*000
br./lOO
UUOOn
65*000
65000
65* 00
63/OuO
65*i 00
50*000
50*000
50*000
50*000
0*1*00
51*000
que fica marcado o praso de 8 das da
data dente, para os meamos Srs. junes de facto
reqoererem as suas re, o.-as peratne este juizo
jOHiilifDdo os motives de ten >ao comparec-
meoio, e que flnao esse praso o escr lo remet-
tera ao Conceldo Municipal cma c< pa do aotoa
meo o de i i;pi ai ao d s mullas, hero ermo orna
ooira ao Dr. procurad,r dos eitoi da tazenda
municipal, am de proceder a cobraos executi-
va. como determina a sop'amtnMouaia i e o
art. 152 i* e 3# co regolameuto de 2J de Ja-
neiro de 893.
R rife, 31 de Juito de 1895
En Uarmei Be-nardii-o Vieira Cavalcadte, 2*
esernaj do jurj etc ei.
Jos Jonao R. Pinto de Sooza.
Edita 1
Illumiiiaclo elctrica da ci-
dade do Recife
A Secrataru da Industria
no Estado de Per-
Damnoco, fz publico que de accerdo com a Le
n- 73 ae 18 oe Maio do crenle aooo receber
a' u da 20 de Seu-mcro prximo propos'as
para o servico <:e Hlu:ninacao elctrica da cid j-
de do Recife, nas coudigOes seguales que r-
virao te bate para a r.tlt braceo do contra'tu
que nos termos a'accella le se bouver de la-
vrar.
Art. 1* A concurrencia versa-.
i." S.bre o praso do privilegio dorante o
qoai o cunces'iorja io ter, exclui lo quaiquer
concurrente, o monopolio uesse 8erigo.
2 Sobe as condic-'S a que se propOe o
couc-s-ionario, pos a lermnacao do praso du
privilegio.
3.' Sobre o fysteme de asseotaroen o, rana-
linacao ostriouicio e regutament>c.ao da iliumi-
Djo.
4 Sob* ht^noidae mnima da illomina-
g5o altura do calamento, em quaiquer ponto
deo o 1o .nenmetro cae limlUr a rea do pri-
Vllfgl'-
5." Sobre o p'fgo da nnidade e Ijz elctri-
ca, discriinioaoameL'e para a lluici .,cao publi-
ca, quer das roas, p'agas 'te, qoer dos edificios
purii: o',e para a particular e domiciliaria.
6. Sobre os abat mentor feitos nesse prego
qu'iinio se tratar da illomna(ao as casas de
caridades s scoluc. palac o do goveroo, quar-
teis e mais repartgo-'S publicas qoer estajoaes,
mooicipaes od ftd-r*es.
7.* Sobre a ri-ducgao oo nrego segundo o
amt ero de tu r.s oe illumioac.ao em caa noate,
e segundo augmentar o coosomo.
8.* Sebre a loeneidade media da luz nas
"ontrs, que dever&o ser servidas por lampadas
uonc inferiores a 2.000 velas.
9 Sobre a divieso iu Dio das cidades em
secioes maepeodrnies ou nao.
40.' Soore o praso para comecar os traba-
Ib'?.
I!.* Sobra o praso para terminagao des-es
tratalbos, cea) e do servido total para ditioiti
va iDi-til{ao e funccionamenio da iliuminago
em todb rea do privilegio, como separadamen-
te para os diversos bairros da cidade, de modo
a ser a parte central liuminada a lox elctrica
no mais breve praso qoe possivel fr.
Art. 2. Cada proposta devera ser acornpa-
nbada do certificado qoe atieste ter o propooen
te depositado no Tne.-ouro do Estado, como
caocc para asignaiara do contracto, a impor
tancu de IS:000 (qoiate cornos de ri^ir) em ai-
nbei-o oo em apollces da divida puo ica.
Ari. 3. Julgada a coD;arreac a se. restituir
o deposito eos propooeotes p-ejodicados, deven
do a cauc,ao do proponente preterido te eleva-
da a 30:000* por occasiao da sslguatota do
contracto, a quai nao peder ser demorada mais
de qoinze dias apos o jolgameoto da concurren-
cia, sendo aquella quaatia destinada a garanta
das multas que bauverem de ser impostas para
fiel exerocao do meemo contracto.
1." Esta raocao final permanecer no Tbe-
souro do Estado at expiragao do praso da
priMlPglo.
2 ve- ser iotegralisada, dentro de olto
d a, toda a vez qu tor desfalcada por multas
impostas peio Hscal do go>eroo em virtode oe
iofrac.ao de quaiquer das clausulas contra.:-
tuaes.
Art. 4. 0 coatraclaote Bcar sejelto s se-
gu-D'.es multas.
o) Perda total da caugo si dentro de tres me-
zes ecotades da assignato a do contracto n&o
bouver iniciado o servico <* iastallagao.
b) Mellas de 2(0* a 1.00)* dorante o privila-
gio, pela olractao de quaiquer clausula cootrac-
toal on disposi(}o do regulameoto qoe com au-
diencia do codcssicaano te' de ser elaborada
pelo engeobeiro fiscal para boa execugao do
mesmo contracto.
c) P.'-da ce metade do prego da luz corres-
pondente a cada loco qoe (or encontrado enri-
quecido oo apreseotaodo frequentes e incom-
modas iot?rmittencias.
d) Perda de doos te'os desie prego qoaado
foco >preaeatsr frequentes eclipses.
) Perda total desse prego quando o foco esti-
ver apsgado dorante mais de metade da noote.
f) Quaodo o num-ro de focos nas condlgOes
da lenraesubir l|3 do total de focos, ae
cresceri a multa de 1:000*, e a de 5:000* qaan-
do subir a mais de metade.
do subir a mais de metade.
g) Quaudo esse facto se reproduza mais de
trlnta vezes oo anno o goveroo poder rescin-
dir o contracto si nao preferir ebegar a no
a cerdo e que posean resaltar vantagens para
o servico.
bj Cadoc coDlractaote Bear a etcade as escoras duas ooi-
tes consecutivas ou n&o.
Art. ",. Para boa tiecallsacao do contracto o
goveroo maniera junto 4 companb.a om eoge-
nbeiro fiscal, um ajudante o numero de guar-
das de illumiosgSo que fr julgado necessario
mas que r.&j exceder de seis, para o qoe deve-
r o cootractaole entrar anoualmente com a
qoantiR de 20:0t0*i0 para o Tbesouro do Esta-
do, destinada a pagamento desse pessoal.
onico. Akm deesa quantia aonualmente
realisada pelo concessiooario, deveri este foroe-
cer a sua costa e de urna vz por todas para o
escriptono de fiscal sagao os iBatrumeDlos que
forem necessarlos & venficagao das csndigOes de
orna b6a lllumluagao. nao excedendo todava
essa despeza a 10:000*.
Art. 6 Dentro do praso mximo de om anno,
a comar da data da assignatura do contracto de-
veri es'ar foncciooando em toda a sua plenitode
a illomloagSo elctrica nos bairros do Recife, S.
anto Aotonio, S. Jos e Baa- Vista.
Art. 7.' O praso mximo para terminago de
lodos o trabamos ser de dous aonos.
Art. 8 Ser de tres meses o praso mximo
para iniciagc do servigo, contado esse praso da
assignatura do cont acto.
Art. 9.* Dentro desse praso dever o coneff-
sionario preferido sob pena de caJucidade t
perda da caugo entra/ para o Tbesouro do Es-
tado com a importancia de 994.917*528 ao carx-
bio do dia, segundo a avaliago do arbitro des-
empatader, como valor da astoal empresa fie
illomlmagao a gaz e nos termos da clausula 13
do contracto celebrado entre o goveroo da an-
tiga provincia de Pernamboco e Fieloen Bro-
tiers, em 26 de Abril de 1856-
1." Essa importancia destinada nos termes
da Le n. 1901 de 4 de Joobo de 1887 ao paga-
mente a que esta sujeiio o Estado por fo-ga
t-t-iella clausula e nos termos do art. Io 7
nessa le, e portarla do goveroo do Estado a-e 7
de Oatubro de 1890 e respectivos considerando'.
, 1 Re-alisado no Toesooro do Echdo p o
coocesslonario o deposito daquella impor ancla
cabera ao Goveroo do Etiaoo liquidar cim n i
den Brotbers o extlocto cooiracto e o pagamen-
to a estes devldo como lodeoioisago, iodo nos
termos da citada clausula 13* e mala decisOes
cima indicadas.
S 3.* Nessa liquidars ser avallado todo o
material da Empresa que nao tiver ndo inclui-
do na avaliago de 1889 feta por aquello arbi-
tro, para o Um de ser uideuoisada a mesma em-
presa da Importancia respectiva, que igualmente
tero de realisar os no vos cun- e.siouanos. om
anno apsa data dessa segunda avaliago.
4. Para esse Om logo que fr assigoado o
novo contracto o Goveroo oomeara os seus erbl
iros pira que procedam avaliago do material
accrescldo.
Ari 10. Em todos os pagamentos devidos por
iodemmsago do Estado a Bmpre3a o Goveroo
usar co o melbor Ibe parecer do dimito, que
Ibe garaniido pela clan-ola 13 do cit. contrae
to, de realisar di'os pagamentos em prestagoes
aonoaes segundo as forgas do cofre estaaoal,
juro de 6 /. e a quantia que restar at a extioc-
15*010 cao (ja divida.
Art. 11. Podendo a actual expresa de illoml
nago a gas coocorrer apreseotaodo proposta nos
trros do presente edital, tica entendido que a
nreferencia so ibe i aber nos termos do art. 1*
| 5 e 6 da cit. Le n. 1 901.
1. O novo contracto e pod r s?r lavrado
com Fieldeo B'oibers como innovagc do de
20 de Abnt de i85t, fetas as devidas modiflca-
goes d5o fqoaoto ao systema e illomnago e
soas coosequeccias lecnnlcas como priocipal-
aente depois de expresca declarago dos mis-
mos Fieldeo Brotbers de acceitarem a foaovagao
como liquidando defioiiivameote todas as quesv
loes existentes entre es^es empresarios e o Go*
verno do Betaric, desobrieado este do p>gameo*
to da indemoisago da cu. clausula 13* do con-
11 acto de 2o de Abril de 1856 e eem mais dlrel-
to da empresa reclamacao de quaiquer paga-
mento por parte do lisiado, i-alvo todava a divi-
da do gaz consumido na illumiosgo publica e
j eacnpturada.
2 O concesstonario, Flelden Brotners on
ouiro9, podero empreear o gaz carbn co p;.-a
iliuminago dos suburbios da cidale do K^of-,
tent igualmente privilegio para esse tira, no
qnal po ero empregar r material actoalmei.te
em servigo, feitos a juizo do eogentieiro fiscal os
aevidos reoares. concenos e substrnigoes bea
como construcgOes nuvas que forem p ei isas.
Art. 12. Os conce88iooaiios gozaro igaal-
menteoo privilegio de fornecer no permetro da
cidade torga mot-iz para o servigo das lodos,
irlas que quizerem empregar laraeesefimn
eaz carbooico ou a electricidade, ticando obri.
gados aconse-var durante odia a presso do
gaz e mais requisitas necesarios a alimentago
de motores, ao fcrBecimeoio de laboratorio, e
aos demais misteres a que poder servir aquelle
gaz.
Art. 13' 0 governo foroocer aos proponen,
tea e ao concessionarlo as plantas que possue
da cif.ade e seus suburbios, embeodo a aqueliei
organizar as demais plantas, trabalbos grapih.
eos e dados tecboiecs que forem precisos a con.
fecgo das suas pro postas.
Art. 14 A illomm, rao elctrica dever ser.
vir aos bairro* uo Recife al a fortaleza do Brum
e a poote do Limoetro, Santo Amonio todo, S.
Jos (T e 2- da uncios) at a ponte de Afoga.
des, Boa-Vista a comegar na ra da Aurora to.
das deveodo abranger lodos os pontos desse
balrro servido actualmente pelo gas carb-
nico.
1- Todos os demais pontos fura dessa rea
presentemente illumioados a gaz pedero con.
inoar a sar illumiaados da mesma forma ou a
luz elctrica segundo mais coovier aos propo.
nent'8 for accordado com o goveroo.
2-Nos suburbios o goveroo poder cooce.
der prazos maiores para terminago nos trabJ-
ibos desthaios a levar.Ibes a lllumlx
oo a luz eiec rica, lodo anda seeondo o qoe
mais coovier aos propooeotes e for Igualmente
accordado com o goveroo.
Arl. 15* Para maia rigorosa delimitagio da
a'ea a ser illomioada o concesionario assigna-
ra com o contracto um exemplar da plaota da
cidade onde essa rea estar rigorosamente
marcada.
g nico. No caso de illomioago mixta a rea
de urna e a de curo systema sero rigorosa,
mente marcadas nessa planta a lilas difle.
remes.
Arl. 16- No caso de illumioag) mixta, ba.
vendo de ser ease servigo feto a gaz em parte
rea do privilegio e a electricidade em potra
parte, os p'opooeotes devero anreseotar alm
doa poetes sobre que versa a coocurrencia para
iliuminago elctrica, anlogos detaines tecboi.
co? moiaiis mutandis para o servigo a gas. co.
mo typo de bico inclusive os mai- moderos do
sistema Aoer, sujeitaedo.se as clausulas do
edital la p'efeitura municipal de 28 de Agoste
de 1893, adiacte transcriptas.
A-i. 17. O contracto ser geral para toda rea
do municipio do Recife, sojeita a dcima urba.
a oa que de futuro estiver sojeita a essa de.
cima.
Arl. (8- Para todos os effeitos do coni-a to
serio nicos competeoles os lri~uoaea do Esta,
edo de Peraamboco.
A". 19 O goveroo
;tl cooiraciaote -por outras do typo actual 00
cidade ae Pars, i-to e, laoternis cm loros
curvos rtflexo e na porte superior.
As novas laoternas qoe se asteotarem sero
ogo deste typo.
Todas as laoternas publicas sero sempre
maotidas em p rfeito es'ado d asseio e de pio-
lara e numeradas com algarismos de metal pre-
to nos vid ros.
15.' Para a lllnminacio publica, correr por
coma do contractanie o fornecimemo e o asseo-
lamento dos combuetores, comprelieodendo o ra-
mal, a columna oo ai andella e laoteroa, e bem
assim a conservago e asseio desses orgos e a
operago de ascender e apagar, serondo om
bnrarlo, que ser flxado pelo eogeobelro fiscal
de accordo com o comprlmeoto das ooites.
16." Para a iliuminago particular lera o cen-
traciaote o privilegio exc u vo para o frneci-
mento, assentameoto e reparago # ramal at o
quer das exoctug oa das actuaes Repar-
tieres do Estado.
IVQae nSo cffrecerem ss garantas e
qoalidadea exigidas no presente edita!.
4aHenhuma proposta aer aceita sem
qoe o oonoorrente aprsente recibo pro
ando haver depositado no Tbesouro Es
tadual, at a spera do da designado
para a abertura das propostsa, a quantia de
dona oontos de ris (2.000|>000), qae per-
der em beneficio dos cofres do fijado
si
sua proposta, recosar-se o
a asaignar o contracto es-
preferida
proponente
ptetivo.
5a-Os concurrentes obaervarSo,
Ibes compre, s clausulas, abaixo
como
traus-
aeaidor, correado ae despezas Por coma do [criptas, do Decreto desta data, bem como
. te assentamenm.^necl^,, deina,:a diapo85ea legaei vigentes, re-
do Es'alo se obriga a
coacetder iseogo de impostjs estaduaes e mu.
n cipaes para o material, combastivel, obra^,
etc.cabeodo ao concesslooano solicitar se qoi.
d -r do goven o da Uaio iseogo de direitsa fe.
deraes.
CLAUSULAS A QUE SE REFERE O ART. 16
Da qoantidade do gas
I. O gas ser carbnico, extrabide do carvo
de pedra os outras substancias qoe o possam
dar nr.s condigOes em qae elle exigido pelo
prseote contracto.
2.* Aates de ser langado na rile de canall-
sago. o gas ser expurgado de lol s as ma-
materlas nocivas tanto saode publica como
boa cooservago dos erjeanameotos e appare-
IboB.
3-* A loz da gaz (era o poder iluminante o
des vellas de eapermacete das qoe queima tele
grammas e oilenta ce..ugrammas porjbora,cor-
respondente ao 120* ingieres.
4.* Esse poder nominante ser verificado
em pnotometro aberto qoeimando o gas oo
mesmo btco qoe od. llumioagic publica em
cada occaeio.
5. As experiencias pbotometricas para veri -
ficago do poder Iluminante, sero fetas tolas
ss Boi'es entre 6 e 10 horas e oe seus resulta-
dos consignados pelo inspector da inamioago
em llvro especial e sob sua guarda. De dez
em dex dias se addicienaro esees resoltados
para se coohecer o poder illomioaate medio da
decada, tncorrendo o contraciaote em mulla,
cerno abaixo se estatu, sempre que a media da
decada, fr inferiora velas, arsim como, sem-
pre qae a rxJIa de cada nolle, tomada isolada-
meote, fr inferior a nove e olto decimos de
vela.
6.*.A [ressao do gaz em quaiquer ponto dos
erjcaoameoto* pblicos jamis ser maior de
20 mlllimetros, uem menor de 4 millimetros.
TITULO 3*
Da fabrica, soas dependencias, canalissgo e
lan'ernar publicas
10. O contractaote prodozr o gas em urna oo
mais fabricas, comtanto que jamis possa invo-
car a ooidade da fabrica para isentar-se de for-
necer gas ende Ibe fr reclamado, tanto peo
aiuoi ipio como pelos particulares, deotro do
permetro da lllum cacao publica actual ea rea
a accresceotar, qoe ser marcada ni planta que
elle deve assignar por occasio da assignatura
do contracto.
11. O contractaote mantera sempre a sua fa-
brica oa fabricas, gizometro&e ominas em es-
tado de atiender a todas as necessidades do ser-
vigo da iliuminago publica oo particular ; te-r-
as bateras do torno qae forem precisas, de
sorte a biver sempre urna batera, pelo menos,
de reserva; empregar os apparelbos mais mo-
dernos para a apurago do gas, continuando
purera, somente com os actoaes exquanio eiles
baetarem e sattsfizerem as necessidades do se--
vgo da distnbolgo ; mas os gasmetros que
montar fra da fabrica sero ligados a esta po-
um conductor virgen), de sorte que, nem rxev
mo dorante o da a regolarldade de emissit
possa ser perturbada pela operago do enchi-
no enlo desses gasmetros ; ter lodos os m-
apparelnes precisos para a re olaridade do ser-
vigo; mantera sempre a rede ne carallsig.
publica e derivages at porta dos consum
dores, em bom estado e com os dimetros cor
reepondeotes as consumo.
As actuaes laoternas proprlamenle ditas se
rao, dentro do praso de tres aonos, contados o
dala da ssslgoatara do cootracto, substituida
ment do ramal e sua censervago,
do' dez primeiros metros contados do encana-
ment geral, de onde deve partir o rajial para
o consumidor, parte eata que ser cusa do
contractaote.
O eogenbeiro fiscal fixar, de accordo com o
ceotractante, a tabella dos pregos para essas
obras por conta dos consumidores, devende esta
tabella ser revista de 3 em 3 aanos.
18. Neobnm medidor poder ser asseola o
oo reaesentaio sem que pnmeiro tenba sido of-
ferecido pela inspectora do gaz. Essa afferigo
jgralua.
22 u consumo de gaz se.- pago por mes
vencido, effectuando-se esse pagamento at o
ultimo oia mil do mez seguinie. Ni falta de
pagamento por parle do Eitado. vencer o deb
lo juros rzo de 6 ",, uo pnmeiro anno, 8"..
ooaeguodo, 10 no lerceiro de demora, e as-
-im seguidamente. Na particular, o contractan-
ie ter o direito oe cortar a commuoicagSo do
gaz e e restabe ecel-a quando a divida ibe for
paga rom os cemptenles joros, a razo de 6
ao anno. Na falta de pagamento por parte do
juquilino responde o prcpneiario do predio.
23. Os medidores sero do systema mtrico,
cooiinoaodi-se, porm, a osar os que existirem
asseotes na dala deste cootructo, em quanto er-
live-em em bom estado oo poderem ser repara-
dos, u consumidor livre de comprar o medi-
dor a quem quizer, inclusive ao contrastante,
que negie objecto exercer sua iodusiria em
livre concurrencia com o mercado ; nao poder.
porm, o me mor ser de om calibre soperior ao
numero de bicos de gaz que bouver no predio.
nem ser assentado oo retirado por oulrem, que
Do o c.mtractantp.
24." A cana i isa gao a partir do medidor e os
apparelbos da illominsgo correm por conta dos
consumidores (salvo da lliominago publica)
podem ser vendidos e asenles par qu. m con-
vier ao consumidor, inclusive o confactanie,
que nesse objecto exercer sua industria livre-
mente.
25 Os consumidores 6o responsaveis pelo
agamento do gaz erjira lo em suas cisas e re*
glstrado pelos medidores, eabo'a se perca po
difeiio ou mo estado de seos apparelbos de il
iomioago ou oa caoahsago alm do medidor.
26 Taoto o contractaote como o consumidor,
sempre que sus; eitare o i,ue o medidor lem
deixado de bem luoccionar, tero o direito de
reclamar da iospectoria um exame no medidor,
correado a de>p?za por conta daquella das duas
partes qoe reclamar o ezame. Se para o exa-
me for necessario a retirada do medidor, um
ooto ser provisoriamente installado por coma
da parte reclamante, se por accordo entre ellas
nao se assemar em avahar o coosomo no inte-
im pelo Damero de bicos. 0 medidor, eeodc*
ma p-oprledade Cot hecer-ge a necessidade de sua subsilluigo
enovadespes corera por coala ao coa su.
midor.
27*. O consum lor jamis podor impedir ao
contractaote o mgresso at o medidor, lauto
para a leltora da marcago como para eotreler o
nivel d'.gua nesse apparelbo.
28 Tanto o contractante como e c nsoraidor
sao respectivamente responsaveis peraote os tri-
buuaea pela fraude que introduzretn bo me-
didor cabeodo parte lesada accionar a ootra
por re-das e dmeos.
23 O oonsumidor nSo poder oes permittir
adaptar ao mediiur apparelbo de oaturesa al-
guma com o carcter fixo e quaiquer apparelbo
desse geoeo so ser adaptado l canalisago
depois de paseado o soedidor.
TITULO 8.* -
Do contracto
31.* Duraste o praso do cootracto prefello mu-
nicipal nem o Balado podero cooceder nem per-
mii.ir qoo ootros assentem na va publica tobos
para conduego de gas de iliuminago, por aerees
oo subterrneos pa-a transporte de electnciade
com apphcago i iliuminago punllca ou particu-
lar, nem tubos, fieeocoeabe para tranapmte de
qoaiquer forga que possa ser applicada a iliumi-
nago publica ou particular, dentro da referida
rea, salve accordo amigavel com 0 contra-
cta nte.
33 Dorante o praso do comrseto, o coc-
trac ante dever ter sempre em seus dep-
sitos ou uo port desta capital o carvo pre-
ciso para o fornecimeutn de gaz de um trimestre
e bem aesim om aprovisiooameoto de tubos ta-a
o de envolvimento e sabstituigo Da rede ge.
ral publica prevavel em um trimestre. Com ao
tecedencla de seis meses o engenheiro fiscal fi-
xar essas quaiittdades a vigorar em cada exer
cicio.
35.* Para lodos os effeitos do prseme cootrs*
co sao nicos competentes os trlbuaaes do Es-
ado de Pernamboco.
TITULO 6.
Da loBpecgo
37.* Todas as obras qoe o cootractaate houvej
de faser, qoer em augmenio da canalisago pu-
olica. qoer oa sua fabrica e dependencias sero
rJscahsadas pelo inspe tor, para que seiam fe-
tas com a Decessana seguraoga e propridade.
38.* Cabe, outro sim, ao iospecior decidir
qoaes qoestes qoe se suscitaren entre a em-
presa e os partcula!res, quanto ao fornec de gax e contas de consumo, ficaodo livre as
partes recosas para os iribunaes.
39.* No principio de cada trimestre o contra-
stante remetiera ao Inspector orna lisia do pe.--
soal de acceoedores com as suas respectivas
resideoclas e designago dos respectivos diatri-
ctos em qae foorcionarem.
Quaiquer alterago oesla lista deve ser imme-.
dui- Recife, 2i5 ds Joobo de 1895.
A. rjrbano P. Mcnlenegro,
Director geral interino.
lat vas a arrendameoto de propricB esta-
duaes.
Havendo duaa oa mais de duas propos-
tas em perfeita igualdade de condigSes,
ser preferido o concurrente que melhorea
pro vas de idoneidade d-irecer.
(Claasulaa do Decreto de 27 de JYlho
de 1895.)
la=As pro pos tas versarlo exclusiva*
mente sobre cada nma das industrias aqoi
espeoifioads, sendo, porem, hvre a cm-
correncia explorag&o de urna, nica-
mente, oa mais de urna das mesmas ini
1' As qae ezoederem aos pre$os do
orgamento
2' Aa que nSo forem organiaadas de
accordo com o presente edital ;
3* As que ae basearam em praecs de
outro c-ncarrente ;
4- As qae forem firmadas por pessoas
qae tiverem deixado de cumprir con-
ractos oa promessas de oontraotcs cele-
brados com a extinota repartigJIo das
Obras Pablioas ;
5* As que uBo offereoerem as gtraotias
e qaalidadea exigidas no presente edital.
Nenhu-na propoata ser acceita sum qae
o proponente apresante reoibo quo prove
baver depositado na Tbeaooraria a quantia
de 5008000 e perder o direito de resti-
tuigSo se escolbida saa proposta, recusar-
se o proponente aassigaar o contracto res-
pectivo.
Os crcameotos e plantas das obras
de que trata o presente edital aoham-se
neata reparticSo disposigSo dos propo-
nentes, que pode.2o xaminaNos das 10
aa 4 boraa da tarde.
Recife 22 de Jalho de 1895.
A. Urbano P. Montenegro,
irector geral interino.
, oa
dostrias.
2aA cata arrematante fcam plena-
mente garanlidoa :
)o direito exclusivo de explorar a
industria que contractar, e por todo o
prtzodo arrendareento da rea, o qaa! cSo
exceder em c--so algum de 15 annos,
contadoa do dia da inatailagSo do servico ;
b)o direito de preferencia, em igual-
dade de condigSes, caso tenba de atr n-
vame nte posto em concurrencia o arren-
damento (le n. 124 art: 2 )
3* Exgottado o preso de qae trata a
clausula precedente, todos es edificios,
obras, machinas e quaesquer bemfeitoriaa
effectuadss pelos arrematantes reverterSo
para c Estado, sem indemoisacSo algama.
4aA superficie de cada om dos lotes
de trra, cujo tamanho, medicSo e demar-
cacSo serSo feitas costa dos arrematan
tes, ter o i.umero de metrea qaadrados
qae fr necessario, segundo o g6nero de
trabalbos exigidos para cada explorag&o.
5aFica constitu ado am lote de trra,
para os effeitos deste Decreto, o grapo
das ilhas, tambera pertenceates ao archi-
pelago de Fernando de Noronba. denomi-
nadas : Rata, Do Meio, Sella Gioe
tat, Rana, J2o Jos, e os ilhos all
existentes.
6aPor conta dos arrematantes corra-
rSo todas aa desposas com o servigo qae
o Governo instituir para fiscahsar a exe-
cugSo dos contractos de arrendameoto,
quer em Fernando quer no continente.
7aOs arrendameatos sero intransfe-
riveis.
6aTambem nSo'serSo aceitas as pro
postas firmadas por eatrangeiros, s poden
do oonoorrer a eate arrendamento cida-
dScg braiileiros natos ou naturalsaios ha
mais de 5 aonos, fioando entendido que
todas as questSes suscitadas quer na esco-
iha das propostas, qoer na exeeaclo do
contracto, strSo reaolvidas em definitiva
pelas autoridadea braaileiras, importando
caduoidade do contracto, sem direito
indemoisagSo de especie alguma, o appello
(cito por quaiquer forma interven55o
diplomtica oa aos bous officios de aatonda-
dea estrangeiros, bem osmo quaiquer aaao-
oiagSo dos conceaai juarioa com oidadlos oa
institaigSes estrangeiras por instrumento
publico ou particular.
O Director-geral.
J080 Diniz Ribeiro da Cuuba.
Secretaria de Estado dos
Negocios daladustriaem
27 de Juihodel895.
1," DIRECTORA
Arrendamento de lotee de trra
no Archlpelago de Fernando
de Voronha.
Para conhecimento des interessados,
fago publico qae, estando o Sr. Qoverna-
dor do Estado autorisado pela le n. 124,
de 3 do oorrente mes, a arrondar, a quem
melhorea vantagens offerecer, pequeos
lotea de trra no arohipelago de Fernando
de Noronba, recebem-se nesta Secretaria,
ate o dia 31 do mes de Agosto vindooro,
al hora da tarde, propostas pira o refe
rido arrendamento, mediante as elaasulas
em seguida estipuladas.
As propostas devem ser conveniente-
mente selladas, eotregaes em carta fecha
chada, e conter em termos claros :
1"O prego do arrendamento de cada
om lote de trra.
2*=IndicagJlo da residencia dos con-
currentes.
3a=Comprovag!o de idoneidade pare
executarem estrictamente oa contractos.
Hio aero aceitas as propostas :
IOrganizadas em desaccordo com o
presente edital.
IIBsseadas em pregos d'outros con-
currentes-
IIIFirmadas por qnm qner que tenba
deiadj de cumprir contractos ou pro!
instituto Benjamn Constant
30 de Julho de 1895
Pela secretaria do Instituto Benjamn
Constant e de ordem do Sr. Dr. Director
se fas publico qoe se aoha aborta at o
dia 15 de Agosto viodooro a insoripglo
para a matricula no curso de prepratenos
e commeroial annexo ao mesmo Instituto.
Os pas oa encarregados dos mstrioa
landos devero apreseaUr ao Director do
stabelecimento os requerimentos construi-
dos oom todcs os documentos justificativos
dos eondic,5es em que se acham os candi-
datos matricula, qae sSo ;
1- Certido de idrde ou documento
equivalente;
2* Attestado de vaciaagao oa revaci-
oagSo;
3- Certificado de qae o candidato nB.
soffre de mo'estia algama oontagioaa oa
infeoto contagioso ;
4* Attestado de bom procedimento
passado pelos professores e directores das
escolas que elle hoaver freqoantado, ou
por^pessoa reconhecidamente idnea.
A taza para a matricula nos differentes
annos do curso ser de 124000, paga na
repartigSo competente, mediante guia pas-
eada pelo secretario.
O secretario,
Ce!so Tertuliano Feraandea Q-iintlea-
Secretaria da Indus-
tria
3.a Directora
Kecebedoria do Esta-
do de Pernambuco
Edital n. 8
0 administrador faz publico a quem interessar
possa qoe, dentro de oito dias improroe.avets,
contados da data da pobiicagao do presente
eiil, sera arrecadado o Imposto relativo ao 1-
semestre do ejercicio de 1895 a 1896, contornad
a r-lac5j aoaixo.
Receoedona do Estado de Pornambnco, 6 de
Agosto de 1835.
O ai mi ni trador
Affonso de A. Mjlio Jnior.
Imposto a que se refere o edital sopra
Classe o. 22. fabrica desabao.
4iremata;ao de porcos
Faz-ae publico a onem interessar, que no dia
7 io crreme, ao meio dia, na ra Imperial n.
248, i Qj em prsca 19 porcos apprebendidos em
correifo ntcil do 2- distrlcio de S. Jos, D ra
pagamento das desposas de deposito e multa
sendo entregues a quem mais offereser, se at o
momento da praca nao apparecerem es seos
nonos reclami>odo-os, aoi qoaes ser&o entregues
dppois de <> terrm provadn, mediante o paga-
meo to das referidas despesas.
Secretaria da p-feim-a municipal do Recife,
6 de Agosto de 1895. = 3 secretario
Jo'-quim J. Perreira da Rocti:i.
Estrada de Ferro Central de
P. rnambuco
De ordem da Directora fago publico p; ra cc-
nbecimento de quem possa interessar que de
i cn'orm tade com o art. 90 do regulameoto de
taris desta estiada de ferro, serio vendios em
basta publica so ola 10 do crrente, s 11 horas
oa mansa, oo armazem de assocar da estagao
central, os anlgos abaixo relacionados, abando-
nados nas tsiai. oes desta via-ferrea.
50 0 Tijoios mteiros e quebrados.
2 Calzas com kerosene.
1 Caegalba.
1 Calza cou roupa.
6 Barricas vazias.
2 Canas, ga\. etc.
i Ancora de vlobo.
1 Volme ce saceos vazics.
1 Cooro secco.
1 Cana com a achina de costara.
4 CaixGss vazios.
1 Caiza com fogos.
9 Barricas vasia*.
1 Garrafao vasio.
1 Amarrado abragadelras.
6 Atadas arcos de ferro.
i Meza de amareo.
1 Espingarda.
1 Cabide.
1 Ma'qaezao de amarello.
i A acrela de viebo.
a dveas de commoda.
7 Folbaa de zioco.
1 Calxa com um nivel.
1 Pilan e mao.
1 Bab de Fiaodres com roopa.
1 Volme sacros vaxios.
2 Folbaa de serra.
i Sacco com assocar branco.
1 Cooro salgado.
i Caogalba.
1 Barrica com balaoga.
1 Sacco com feiao e roopa.
i Caixao com cocos.
1 Caixao com especiaras.
1 Caixao com sabao.
3 Tambores para engenbo.
28 Barricas vazias.
4 Volome8 de fejao e farlnba.
16 Barricas Vazias.
1 Sacco com macolla.
18 Saceos com carvo.
1 Caixao com drogas.
i Caita com fjgos.
16 Barricas vazias.
Secretaria, 5 de Agosto de 1895.
A. Googalves Ferreira Jnior,
Secretarle.
Affonso Taoord. L'rgo da Assem-
bla os. 19 e 23, 3 dita 8621744
Gandido Ferreira Castao, Caes do
Apollo o. 61 dem 862744
Agortinbo Costa &, Farias, Bario do
Trlumpbo o. 81, dem 852*741
Loyo & Morera, Praga da Agsem-
bla os. 1 e 3, idem 862JJ744
Santo Antonio
JoSo Meira L'ns, Caes aa Regeoe-
ragao ns. 20 e 22. idem 862/744
Recife
Gomes &Fooseca, Visconde de Ita-
parica on. 34 e 36 4* dita l:19iU6
Francisco Ribiro Pinto GnimarSea.
Barao do Tnumpbo ns. 92 a 98,
, de 1:!94/116
Joaquim Jos Martina, dita n. 72.
. ide"i l:!9Ulio
Beitrao & Mootpiro Larga do Corpo
Santa n. 19, idem 1:294*000
Jof Ferreira Ma-ques. Viscoade de
Iiaparl-.a na. 8 e 10, 5 alta 1-725488
Martins Cordelro & C, dita ns. 30
e 32, idsm 1:725*488
Amorim & Lardoso, dita ns. 20 e
_ 2*. jd^m 1:725/488
Eugenio Cardoso &C, dita ns. 38
e 40, dem 1:725/458
H. da silfa Loyo & C-, dita n. 16 e
_ ,8- Wm 1:725/488
fc.osebio da Cunna eltrSo & I'mSn,
Barao do Trlumpbo ne. 56 a 60,
idem
Rosback Brothe, Visconde de Ita-
panca n 24t 6. dita, iim
Antonio Joao Gomes de Amorim,
dita ns. 12 e 14 idem
Henrique Saraia. Barao do Trium-
pho n. 86 a 90 dem
Luis Jos da Silva Gima-aes, Com-
merclo os. 5 a (1, 7 diia
Augusto Octaviano de Sonia, Barao
do Triumpno os. 74 80, dem
finio Alves 4 C, Restaoragao ns.
6e8, 8' dita
Carp teiro Peres & C Visconde
de f apanca n. 42, idem
boscwcll Wllliam & C, Bario do
Trlumpbo o. 10, 9.' dita
Loyo &, Filbo, Visconde de Itapari-
ca o. 42. dem
Poblman 4C., Largo da Assembla
ns. 15 e 17, idem
1:725/488
2156/869
2:156/860
2:153/8tt)
2:588/232
2:588/232
35019/606
3:019/604
3:450/976
3:450/976
3:451/046
55:000/000
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
De ordem do Illm. S-. Dr. administrado' e de
conformidade enm o regulameoto em vigor, con-
xido aos cootnbnintes do imposto da 300 res
por tonelada, que nao pagaram uo prazo de 8
das contados da entrada de navios e vapores
oara no prazo de mais 15 dias cornados daquella
data, recolherem com a multa de 10 % aos co-
fres desta Roparitcao o imposlo relativo ao exer
cirio de 1895 a 1896, conforme a relaco asaixo
declarada.
i* Secgao da Ricebertoria do Estido de Per-
namboco, em 6 de Agosto de 1895.
O ebefe,
Fredenco Guimaraes.
Mez
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Nacionalidade
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05 Si ai -o
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DEGLRGOES
Recebedoria do Esta-
do de Pernambuco
De ordem do Illm. Sr. Dr. administrador
scient.fico aos Srs. contribuales do imposto de
industria e profls.-Ss comprebeodidos nas :las8es
n. 6 da tabella anuexa a le do ornamento em vi-
gor que se acham collectados pela forma constan-
te da relacao abaixo, qoe nos termos no { 2. do
art. 1. das disposigOes geraes da mesma le Ibes
lica marcado o praso,de olto das improrogaveis
a cootar da data do presente edital, para apresen-
tarem no Tribunal ao Tbesouro qusesquer recla-
magoes oo recursos.
1.* Seccao da .Receedoria do Eitadc, 6 de
de Agosto de 1895.
O ebefe,
rederico Guimaraes.
"3 ."ass
5 a>
t>TJ
o f-
oJsB -sx-fp
es o g _.
-*o. S a Sp-'
n. : : :
O. Q. .
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Prado Pernambucano j
En reuaiao da directora desta sociedade re-
solveo multa* o joclcy Manoel Martin" e-n 200/,
de accordo com o Art. 51 3. e Art. 52 nico
do cdigo de corrida, quando montava os ani-
mseB Cingo e Ida, na corrida realisada em 4 do
correrte.
Secretaria do Prado Pernimbucano, 6 de Agos-
to de 1895.Servlndode secretarlo
C de Abreo.
Nort Bntish And Mer-
cantile Insurance Com-
pany.
Capital subscripto ''
Fundos accumulados at
31/12/94
RECEITA ANNAL
De premio contra fogo 1.546.856 :18* 7d
De di'os sobre vidas 1359.821 : 16' 9^
3.000.000 : 0'0J
11.671.018 : 2" 2d
PONTE DO RIO DOCE
i; d i t a I
Palo presente lago publico a quem
se iuteressar que no dia 6 da Agosto ao
meio dia recebe-ee neata Directora pro-
postas para a construego de ama ponte
de raadeira oom varanda de ferro sobre o
Rio Doce orgada em 19.3014951 res do
local ero que em 1882 fot maroada, orna
poote qae ae nSo levoa a effeito por moti
vo de ordens soperior.
A fanga ser de 10 ./* do valor do
contracto.
As propostas devem ser conveniente-
mente aulladas, entregues em cartas fecfca-
daa e ennter em termos claros :
1* O prego pelo qusl se propSes os li-
cit ntes a executar as obras ;
2' Enderego da ana residencia ;
3* Provas de idoneidade precisa para
di rem a executarem as obras.
Havendo duas ou mais propostas em
igualdade de eondigSes sar preferido o
concurrente qae melhores provas de ido*
neidade offerecer.
NSo aerZo acceitaa as propostas
.ne-sas de contractos celebrados oom qaa recentirem das aejuiotes faltas :
CL.'.SSE 6.Armazem de assocar, com segmen-
to de 10% conforme o g 1.* do artigo da mes-
ma leDispo-icOes Geraes.
CoDtriboio Recife
Jo.- Abilio de Barros, Caes de Apol-
lo os. 69 e 71,1.* divisSo 431/372
Pooioal &Uiiveira, Visconde de lia-
panca o. 28, dem 4.U/372
Santo Antonio
M. Ferreira Leite & 0.. Ces da Re-
generagao os. 12 e 14, idem 431/372
Recife
Silva Reis & Rodrigues, Barao do
Trlumpbo o. 64, dem 431/372
Mar.oelida Costa Moreira, dita ns.
71 e 73, idem 431/372
Venancio da Silva Jt C. dita o. 84
dem 431/372
Alfredo Moreira & Irmo, dlts ns.
55 e 57, idem 431/372
J. Gado; & C., Torres n. 6, idea 431/372
Jos,dos Santos da Costa Moreira,
prsga de Tiradeiies n. 2A, idem 431/372
n inte intento
Lima dt Moraes, Ces da Regenera-
gon.4, dem 431/372
Recife
Antonio Basilio da Silva Guimaraes,
Vgaio Tennrio n. 5, idem 431/372
Correia d'Olveira & C, Visconde
de Itapanca n. 31 e 33, idem 41/372
Martina & I-mSos, Birao do Tnom-
pbo n. 62, 2.* dita 647/058
Burle & c., Commmercio ns. 13 e
nn.J. i5- ,dem 64V/058
H00 "jloao Antonio da Cos- Morei o, Pra-
. ga Tiradeotes n. 2, dem 647/058
2:906.678 .15 4
N. B.ARepartigao de fundos accumulados
sobre seguros con'ra fogo, nao se responsabiliza
pelas transages feitas pela de seguros sobre
vidas.
Agentes,
A. ii. Dallas.
fO Commereio O
SOCIEDADE
Retinara e Destilago
Pernambucana
Acbam-sea disposicao des Srs. accionistas, oo
escrtptorio des'a sociedade roa do Commereio
n. 34, o balaogo e mala documentos exigidos
por le, relativos ao anno Hado em 30 de Jonbo
prximo passado.
Recife, 19 de Julbo de 1895.
J. Googalves Pinto
______________________Presidente
seguros contra Fogo
Rojal Insuraoce Gompany
de Liverpool
CAPITAL 2.000.000 O', O1.
Fundos accumulados 8,274'9<3.1b*.0d.
AGENTE -
POLHMAM & C-
COafANMA r ^
Progresso Colonial
No escriptono desta compaobia ro i) Cem
merco o. 34, 1- andar, auham-se a diaposicao
dos Srs, accionistas o balaogo e mais docun so-
tos exigidos por iei, relativos'; o anno find.- em
30 de Juntio prximo ps?falo.
Recife, 17 de Julbo de laiio.
J. Qonilves Piolo
Pr. dente/




\
I

I
i

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Diario de Pernambneo Quarta-feira 7 e As;osto de 1591
.
DERBY-CLD
DE
PERNAMBUCO
r.. _=-
PPOJECTC DE IN8CRDPCA0 .
Para a 11a corrida a realisarse no dia II de
agosto de 1895
Nao so tendo realisado os pareos Pernambuc?,
Parahyba, Babia, Rio de Janeiro e Alagoas chama-se
novamente a concurrencia para os seguintes :
l. PAREO5ernam!>nco 1.609 metros. Haadcap Animaea d3 Pernun
buco. Fbkkios : 4005000 ao primeiro, 800000 ao segundo o 40SOOO
ao terceiro.
PesoFeniaco 54 klcs, Triaaspho 52 kilos, Malor 50 kilos, FlatSo 50 kiloa,
Tudo- 45 kilos e oa demaia 40 kilos.
PAREO Parahyba 1.609 metroa. Animaea de Pernambuco. Pre-
mios : 35U800T so primeiro, 700000 ao Bagando e 355000 ao ter-
ceiro.
Art, 5.Fear.no Triampho, Malar, PlatSo Tudo-, Ida e Palbaco.
PAREO ahia i. 100 matros. Aoimsea de Pernamboco. PBBM108 :
3005000 ao primeiro, 60*000 ao segando e 305000 terceiro.
^rt. 5.'Oa do par*o Parthyba e maia Piremon, Beija-Fior, Turco 2. Fa-
rioso, Bismarck 2.-, Qnand-mme, Famaaa 2.*
4,o PAREO Alagoas 1.000 metroa. Animaea de Pernambuco. premios:
2500000 ao primeiro, 505000 ao segundo e 2o$000 ao ter-
ceiro.
^rt. 5.-=Oa doa pareos Parafcyba, Babia e mais Maurity, Patcholy, Maacotte,
Tacier, Cocquiatador, Dictador, Vingador, Timoneiro, Oingo, Dablim a
Malaio.
PAREO Rio de Janeiro 1.000 metroa. Animaea de Parnam-
buco. premios : 3005000 ao primeiro, 605C00 ao segundo e 305000
ao terceiro.
Ja icscripcSo encerrar se-bt a 1 hora da tarde de boje.
Secretaria do Derby Club de Pernambuco, em 7 de Agosto de 1895.
O gerente,
A. A. Gonies Penna.
2.
3.
5.
PRADO
PERNAMBICANO
Projecto de inscrip^o
Para a corrida extraordinaria em beneficio
dos empregados da Casa das Aposta?, em
15 de Agosto d 1895.
i.
Peso-
2. PAREO-
3.
4.
5.
PAREOPrado PernaailuicaaoH*rdcap. 1.800 metroa Animaea de
Pernambuco. Premios: 3005000 ao primeiro, 605000 ao aegondo
e 301:00 ao terceiro
Feniaao 56 kiloe, Malor 5 kiioB, Triampho, Aventareiro e PIut2o 50
kilos, Tudo- e Bismarck 2. 48 kilos, Ida e Palhaco 45 kiloa, Hiron
deile 43 kiloa e os domis 40 kilos.
-Derby Clab de Persa a buco-1.200 metros Animaea de
PernambuaoPremios : 2505000 ao primeiro, 5O5C00 ao aegundo e
250000 ao terceiro.
Art. 5.-Feniano, MIor, Triampho, Aventureiro, Plut8o, Tado-. Biamarck,
Ida, Palhaco, Hirondelle, Beija Flor, Piramon, Farioao e Pruoe.
PAREO-llippodroano do Campo (rende1.300 metroa Animaea
de Pernamoaoo. Premios : 2505000 ae primairo, 50SOOO ao segunde e
255000 ao terceiro.
Art, 5.-Oa do pareo Datby-Club e mais Moa srdo, Cingo, Malaio, Fumaba
Qaandmme, Pirylampo, Maarity Tarca 2.* Dictador.
PAREOBenef lelo -1-000 metroa Aaimaes de Pernambuc Premioa :
2005000 ao primeiro, 400000 ao segunde e 205003 ao terceiro.
Art. 5.'Os do pareo Hippodromo do Campo Grande e mais Batory, Conquis-
tador, (varimpeiro, 'faioiete, Patchouly, Mascte, Sana-Souci, Dublim,
Baralhc, Talicier, Qallet e Vingador.
PAREOTnrf Pernaatbncano 1.100 metroa Aaimaes de Peraainm-
buco, Premioa : 2005000, ao primeiro, 50*000 ao aegundo e 205000
ao terceiro.
Art. 5.Os do pareo Beneficio e mais Maestro, Timoneiro, Petropolia, 2.*,
Pbriseu, Lucifer, Piano, Caja Forado, Berlim, Ybo Bal isa, Talis-
pher, Tenor 2.- Tiberio, Tapy 2.-, Indio, Divertido, Malango, Trans-
porte e Pirata.
& PAREO impreasa 1.150 metros. Animaos de Pernambuco. Pre-
mio : 2OO5O00 ao primeiro, 40$000 ao aegundo o 205000 ao ter-
ceiro.
Art. 5 Oa do pareo Tarf Pernambacano e mais-Seu Bem, Matory, Maurity
2.', Toulon, PUiade, Rio Grande, Niio, Liaeira, Prusaiaoo, Vioganja,
Scepticismo, Chimbte, Ideal e Pianc.
7.a PAREO PeraaBlbaeo 1.200 metros. Aniaes de Pernambuco,
que nao teubam obtido clasaifioaclo nos Prados do Recife em 1895,
contando ou n5o victoria. Premioa : 2508000 ao primeiro. 505000
ao segundo o 255000 ao terceiro.
PAREO15 de AgoatO1.000 metroa. Animaos de Pernambuco que nao
tenbam ganfco premies noa prados do Recife, contando ou nSo vioto-
ria. Premios : 2003000 ao primeiro, 403000 ao segundo a 20SOOO
ao terceiro.
9. PAREO listado 1.000 metros. Animaes de puro sangue. Pre-
mios : 3009000 ao primeiro, 605000 ao segundo e 305000 ao
terceiro.
8.
Art. 5.* Qijey.
Observa-pocs
Nenhum dos pareos contar victoria e s serSo considerados realisados
os que forem inscriptos pelo menos 5 animaea de 3 propietarios differentes.
A inscripfSo enoerrar-se-ha sabbudo 10 do crrante as 6 12 horas da
trd na Secretaria do Prado, ra da Imperatria n. 26, 1.* andar.
Secretaria do Prado Pernambucano, 6 de Agosto de 1895.
SERVTNDO DE SECRETARIO,
(X de Abreu.
lonipanhia
DE
Trilhos Urbanos do Recife a
Oiinda e Beberibe
flo escrlptorio desta companbia arnam-se a
dissosico doa Sis. aouicnislas os documentos
exigidos por iei, relativcs ao auno secial nodo
em OdeJuatoo prxima masado.
Becil, 30 e Jolbo 1895.
Beato Magalhaes
Gerente.
~ SEGUROS MARTIMOS CONTRA
, FOGO
Companbia Phenix Pernambu-
caaa
ra 00 commercio
seguro contra fogo
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERB^ESTSES
ac do vio ario n. 1, 1." anda*
Directores
Bario de Souza Lato
Thomas Comber.
Julio Casar Paes Barretto.
Prado Pernambucano
Sociedade anooyma
De conformidade com o qua dete-mlna a le
das sociedades aocnymas, tica a disposlcao dos
Srs. acciooletas, ooescriptorlo desta companb*a,
roa da Imperatria n. 26. 1- andar, copla dos
batneos referentes so anno social. Ando em 30
de Jocho prximo passado. relajas dos accio-
nistas e lita de transferencia.
Secretarla do Prado Pernambacaoo, em 2 de
Agosto de 1895.
Presidente
C. de Abreu.
THBATRO
Companhia Dramati-
tica Italiana
PROPRIEDADE DE R. F. LOTTI E
L. CERRUTI
Dirigid i pelo Sr# fc?. F. Lotti
Da qual fasem parte os eminentes ar-
tistas, Snra.
Vittorina Checchi, Se-
ralini e Sr. Eurico
Cuneo.
HOJE QUARTA-FEIRA- HOJE
Grande espectculo em beneficio da fa-
milia do actor brazileiro XISTO BAHA
Comedia em um acto do repertorio do
grande e estimado arista S. SERAF-
Le D.inne che pangono
SUCCESSO GARANTIDO
Pela primeira vez a comedia de socie-
dade, em 3 actos de MELLEVILLE
PERSONAGENS
Nicola Jenkina,
rico neg
ciante Sr. R. F. LOTTI
Lelia, filha de
Nic >la Sra. V. O SERAFFINI
Sullivan, cmi-
co do theatro
Drury-Lane Sr. E. CUNEO
S i r Frederico
Dumple so*
brinho de Jen-
^ kina. Sr. G. SERAFFINI
Saunders correc-
; tor de com-
mercio Sr. F. Formiggini
Misttress Saun-
ders Sr. I. Bossi
Merwin, negoci-
ante de sedas Sr. E. Grassi
Penelope, irm
de Marwia Sra. D. Traversi
Peacock, advo-
gado Sr. Remo Lotti
John, criado de
Jank n Sr. Salvarezza
Dikson criado de
Sullivan Sr. T. Giglione
Trens para Oiinda, Casanga, Apipu-
cos e bonds para todas as linhas.
Hora do costume
O resto diminuto de bilhetes pode ser
procurado no Theatro.
AmanhS Recita de astignatura
DAMA DAS CAMELIAS
Pede-se aos Senho-
res consummidores
?ue queiram fazer
jualquer communica-
jo ou reclama^o, se-
jaesta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pag'ar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodriguen
Freir e Joaquim An
tomo de Castro Nunes.
Todos os recibos
*" =*' i'*^^>'orjo Jato
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor alg-um.
Samuel Jones.
Gerente.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
NORTHERN
De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto 3.780^000
Fundos accumulados 3.000.000
eceiia annual:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas > 208.006
De juros a 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwel William & Q
Companhia Florestal
Agrcola
Acha-se a disp 69S0 dos Srs. accionis-
tas 10 escriptoriod-ata Companhia, a roa
do Apollo n. 22 o ba anj > e mais docu-
mentes re at vos ao anno findo em 3 de
Janbo do corrente anno.
Recife, 24 d* Julho re 1895.J
Jos Goiifalves Pifilo..
Pn aidente.
Lisboa e Porto
A BARCA PORTUGUEZA
Claudina
Segu com brp.virtade e recebe de?de jS carga
para es portes cima indicados.
A' tratar com
Amorim Irmaos & C.
3-RUA DO B0M JES3-3
QK3II Psiieoa Na-
w %
Ara-
PORTOS DO NORTE
Pcrahtjboy Natal, Macdo, Mosaor,
caty e Ciar
O paqaele
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Srgoe co dia 8 do cor-
rete s 4 huras Ca tarde.
Recebe carga, encommenas.. passagens e di
nbeiro i frete at a 11 horas da mani do aia
da partida.
Cdama-se a attengSo dos Sra. carreeadores
para a clansola 10* dos coebeomentos qne a
segointe:
i\o caso de baver slgcma reclamacao con-
tra a Campaubia, por a varia 00 pe-da, deve eer
feita por escripto ao siteote respectivo no porto
de descargu, dentro de tres das depois de Qna-
lisada:
Nio precedendo esta formalidad*, a Compa-
nbia tica Isenta de io ESCRIPTORIO
Ao Cas da Companhia Fernambucana
n. 12
Llo|d Brazileiro
O VAPOR
Oiinda
E'esperado dos
petos do norte no
da 8 doccrreBte,
e Stgnlr para oe
Dorios co buI de-
pois da~demora necesearia.
As encommenda8 serao recebidas at 1 bora
da larde do dia da sabida, no trapicbe Barbosa
Caes da Companhia Pemambocanan. 4.
Aos Srs, carregadores pedimos a sna attencao
p?ra a clausula 10* dos coobecimeolos qoe e a
seguate:
No caso de baver algnma reclamacao contri a
companbia por avams on perdas, deve ser fetta
per escripto ao aeenie respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de Bnali-
sada.
Nao precedendo esia (ormaudade, a compa
obta Qca isenta de toda a r 8pnnsabilidade.
As pae8>eeog sao tiradas no mesmo escripto-
rio, at s S1/2 horas da tarde do da da sabida
do vapor.
Attencao
As passageas pagas a bordo custam
maia 15*/f>
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro 8c G.
6RA DO COMMERCIO6
1* andar
Rorii Han 8mi fukii unmi
O paquete
Danube
COMMANDANTE G. M. HICKS
Espera-se dos nonos da Eo-
rooa at o da V de Agosto,
segoiedo depois da demora tn-
diispeosa\el Dar
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. B.Prevne-se aos Srs. receDedores de
oercadorias, que a Companhia Mala Real ingle-
Ca, contractoo com aGenual Steam Navegation
pompanvum servico da vaDores semanaes ejnt
carnudo de Bordeaos, Cogoac, Cbarente, devem
cnegar a Sootbampton a lempo de baidearem as
aargas destinadas America do Sal pare os va-
dores desta companbia.
Esta companbia acceita por preces rasoavele
para Valparaso at Abril, passsageiros com este
estino por va de Boeno8-A;res e entrada dos
Andes.
Tambem aceita passagerros para New-York
a Sootbampton, por especial amnjo (eito com
a Companbia Allemaod Lloyd, podendo demora-
rem-se Da Enropa casi o desejarem.
Reduccfio nos presos dea passagens
Ida Ida e volta
k Lisboa 1* ciasse t 20 t 30
K' SontbamptoD 1' ciasse 28 t 52
Camarotes raservatlns para os passagalroa de
Pernambuco.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nbeiro a frete, trata-se com os
AGENTES
Amorim Irmaos & C.
N. 3Roa do Rom JaamN.3
Booth Line of Seamers
E'esperado dos
portes do aorte
at o dia H do
corrale e sabir!
depois da demora
necessaria para o
Para e New-York
O vapor i nglez
Ciernen t
Para cargas e nassagens trata-se com os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commercio n. 15
^ ciumuas BIUMS
Companhia Fraoceza
Njaregsfo a Tapar
Linba -egolar entre o Havre, l^isbou,
Pernambuco, Macei, Babia, B'Jo de
Jaceiro e Santos.
O vapor
Colonia
Commandante Lequeux
Entrar no porto
Espera-se dos portos do
sol a o oa 19 d<> :orrea-
to, segoini O depois da tu-
i- d^ptusavel demc:= para o
Havre, em direitura.
R :ebe carga: tratar cota o
AGENTE
Flix Bandeira
9Ra do Commeicio 9
0 VAPOR
Santa-Fe
Ccmmasdante Vanguercy
E' es-erado da Europa
at c oa 1*3 do ccr*enle,e
secoir depois da aeiuora
eecessana para
Macei, Bahia, Rio ^le Ja-
neiro e Santos
Roga-sa aos Srs. importadorea de tarta pf loa
vaporea desta llana, qaeiram aore^enU' den
50 de 6 das, a contar to da descarga das al
vareogas qnalqaer reclamacao coacernenta a ve
lomes qoe por ventora tenbam seeoido oara oa
portos do sal. a Jim de se soderea dar a tempe
as providencias oecessarias.
Espirado o reterno praio acompala nio e
Bponsaollsa por extravos
Becebe carca: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do Commercio9
Prnce Line o Steamers
James Kuott, Newcastle-
cu-Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-toldes e o firazil Rio
da Praa
E' esperado do porto c e New-
,York al o dia 15 do ccrente e
.sabit depois da demora oeces-
rfifi'
sana para a
Bahia, Rio de Janeiro e San-
tos
O VAPOB INGLEZ
Asiatie Prince
Para carga e pasaseos trata se com os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Roa do Commercio n. 15
LEILOES
Qaarta-feira, 7, deve ter lugar o leilo dos
movis, iones, cry.-taes, 1 piano forte e mais
opjectoii da casa ae residencia do Sr. E esbao ae
M.r;.nda roa da Imperatriz n, 65, 1- andar.
LEILCT
De bons mov?, quadros. jarro?, louca, por-
celana, vidros e crystaes
Qaarta-feira, 7 do corrente
rente Pinto
Ag<
fJ.Um piano alleio, qoasi novo e fortf, 1 mo
bilia de junco cociendo <2cadeirasde euarmcao,
1 sof, i esdeiras de braco, 2 ditas de nulao(o e
2 censlos cora pedra, i espelbo rico de motdo-
'a dourada, oval, 3 laocas para cortiaados, 6
florOes para as mesmas, 2 quadros representan
oo invern e ve-o, 2 cestas para flores, i cama
de ferro, 1 cabide de raadeira, t oaoqt.toba de
dita, i lapeie grande, 3 ditos pequeos ara ja*
neila, 3 capacbos para portas, i goarua vestido
novo, 1 mesa com es ti ote para escrever, 2 con
solos de amarello, t guarda comida, 2 aparado-
res, 1 mesa elstica eom 4 taboas, i marqoezs
pequea, i cadelra esprenaicadetra, i dita ce
lonco, i lavatorio de made.ra, 1 reloglo de pare-
de, i espelbo quad-ado de moldura dourada, t
dito dte preto, 1 ranquinba de madeira, 12 ca-
detrs novas oe junco, 6 ditas pardas, t par de
jarro de vidro pequeo. 8 qnadros pequeo, I
macbioa de costara, de p, 1 caixa para escrlva-
nis, i 'elogio amaricano para algibelr i e ero*
toos, 1 cama frdoeeia, 4 aparador com pedra e
camas de ferro para meninos.
Na casa de residencia do Sr. Lnix Elf sfco
de Miranda,
Ra da Imperataiz o. 65, 1 andir
O leilo principiar 11 coras em ponto.
Entrega em acto continuo.
Luis Eiesbo de Miranda tendo de fater ama
viagem ao sol, fas le j por Inie-veocao do
agente Pinto dos movis e mais ob-eetoii ; cima
mencionados existent s na casa de ana residen-
cia 4 ra da IroDeratrix n. -)5,
Agente Pestaa
Leilo definitivo
Do grande estabelecimento com um inporian-
le motor a vapor, com todos seos pertent es, para
moer caf, oo serrar madeiras, orna ba arma-
cao, com grandes depoBltos para assu a r, i Ga-
langas com pesos, 1 carie:ra e moedo, taiioleiros,
depsitos de folbs, cofre prova de fogo, barricas
vasias e ootros monos objectos que perteotem
a massa fallida de JoSo Ribeiro & C, sita ra
Dlreita o. 30, boje Marcilio Dias.
Quinta-teira, 8 de Agcjsto
A'S 12 HORAS EM PONTO
Em o mesmo estabelecimento
0 agente Pestaa vender por mand; do e as-
si. tencia do Exm. Sr. D-. joit do commorcio e a
reqoe imeoto dos syndicos da massa ilnd de
Joao Ribeiro & C, o estabelecimento cima
mencionado, sito ra Marciho Das n 30, em
lotes, vootade dos Srs compradores.
Ansitte aiiYBira
LEILO
De boas movis, macbn de costura, levo!
ver, tapetes, reiogios, registro para gas, loocas,
vidro, talhere-, gaardaaapos finos, apparelbos
para al moco jantar, grande trem de cosinba,
grande quntidade de besidas e gneros ali-
menticios.
Quinta-feira, 8 de Agosto
A'S 11 HORAS. EM PONTO
No sobrado sito roa Bispo Sardinbs n. 12,
por tras da roa da Cade.a do Re:ife
0 agente Oliveira, competentemente autoras*
do, levara a leilae ob seguintes movis e cutres
objectos,
A SABER :
!*aadar
Urna mobi'ia de amarello completa 1/2 dita
de ja co. 2 ramas para casal, 1 msrqueso, 1
be'co de Jacaranda, i toilette de Jacaranda, 1
nesa com 2 gavetas. 6 c.deiras ce junco, 2 re-
iogios de pareie. 6 camas oe lena, l cita para
casal, quadrof, tapetes, aageres, esiarradeiras,
jarros. globo3.1 registro para gaz, encarmen-
los para agua e otz, cixSo com ferrameatas,
mesas de amarello pra ja lar e cesinba, etc.
2o audar
Urna mobia de jonco, l marbina de costura
perfelta 1 me-a reJonda, 1 rica cesta para rou-
a, 1 rresa de pao carga, 1 copula, 1 revolve-, 1
apparelno de looca rara almoco, 1 dito para
jantar, copos, talberes, colberes p.ra cb e sopa,
dazas de gcardioapos tinos, tompoleiras, froc-
tetraj, (lliro rara gaa, depsitos para aosnear,
farinba. etc., barias, i granee iem de cosinba
quas no?o, c m rerca de 40 pecas e ootroa
objectos, como sejam calxas com macarro, 1/2
barril de (U jnrio. Ial;s com biscou's, cerca
Se 700 garrafa* de cervej allem, J97 ditas da
vinro do Porto, flnr, ditas e cbampagee, gene-
br- Fok m verdadeira, coofer.a?, agua mineral,
luo es finos c ou'-as bebidas qoe estrj paten-
tes r,oa/to do It'ilo.________
AVISOS DIVERSOS
Vende ..e coi im oriaate terreno com duas
frentes de ras, preprio par urna casa oe nego-
c o e oais se quizer, t.o benco da fanrica dj te-
cidos roa no Meudoaca (Torre; ; a tratar na
ra to P:y3accu d. 9.
- Vene-se po- 16-wi oo* moDilia de jaca-
randa : na roa da Palma n. 67.
AA Prt-eisa-85 oe urna ama para cos-
nhar e comprar, para c-si de pon-'.-, familia,
paea-se bem : na rea do Apo'lo b. 36, segando
andar.________
AluAa se ama ca.-a oo Honteiro. o. 59. com
bastantes commodos, tendo agua e gaz, a tratar
CO G Mermood.____________
Venae-se vacci.g i rioolvs i o-n crias, Da-
teilelraa e tourina?, ra 'na Viseaode ce Goyaa.
Da amiga Jotoveo n. 63, portas de madeir.
Pao cenleio
Z. Mello Biae avisa ao? seus freguezes que
lecdo 'erebido farinha de Centeio, contina a
faoriear estes pies tolas a? terj.s e. sextas fdi-
ras : na ra Larga Co Ro; r:o n.40.
i. Tsaercsa de Faria
Bellrmioo BoLSo Filbo convida aos seas
pareo'es e amigcpara as sistitem as mismas
que manda celebrar oa igrtja matriz da cidade
la Victoria, do fii 9 de Acost, s 8 horas da
mant a, 30- dia do fjilecim'mo ce soa prezada
e punca esquecida av, D. Theresa de Jetus Fi-
goeiroa de Pana, fictn ;o desde j grato por
es se acto de relig ao e car d. de. .
t
Joaniilna Mari* doa PiazereN
Kanier
Jco Frederiro Nanzer. sna melbsr a filhos.
Anua Paulina Nauzer Pina e seu3 Glnos, Isabel
iiauzer Freir e seusfilbfs, Francisco Rodrigues
Franca, sua mulber e flluo-, e Domingos T.
Sjares agradecem sinceramente a todos es pa-
reles e amigos que se digoaram actmpanbar
sna nlfma morada oa nstos mortaes de sua
sempra lembrada mai, av, irmi, bisavO e sogra
Joaquina Mara dos Pr; z-ri-s fcoaer, e de qjvo
convidam a todos para assisiirem as miseas que
pelo eterno repouso de sea alma man 'am cele-
brwt na ig'eja da Fe: b s quarta fera 7 do cor-
rente, as 6 1/2 bo.as da maoba, 7* dia de sea
paestmento.
Clara aigueiro de Barceiloa
Antonio Casimiro de Bircellos. anda sobre 0
peso crcel da dor que Ibe delacera a alma, agra-
dece a todas as pessoas e amigos que se digna-
ran) acompaobar os restos mortaes de sua que-
rida e aora esquecida mulber ao cemiterio, e
de nevo convida assistirem a missa, qoe pea
sua alma manda rezar na igreja de S. Denlo, em
Oiinda, pilas 6 ncras, s 7 boras da manbado
da 10 do corrente, satimo de sen passamento,
desde j4 a pna iB'to p-alinS.-i.
t
lo Belralies dsa Sanloa
2* aonivee-ano
Deodato Pinto dos Santos, M-ma da Silv San-
tos Mara Pinto dos Santos (ausentes) coronel
Honorio Clemeolioo MTas, Tneodoiinda Mei-
rnlles dos San'os Martios e Antonio Qalatino
Martins eaovidam todos os seu prenles e ami-
gos para assistirem as missas qoe mandam ce-
lebrar por alma do seo idolatrado eutiado, filbo,
iraQ), coobado e to, < 8 boras do da 10 de
Agosto, na matriz da Boa Vista, agradecerlo
desde ja a todos quecomparecerem.
D alaria ose dos Anj s
As trma do SagraJo Coajao ae JeiUS do
convento do Carmo convidam os parentes e oo-
nbeci'os desua irm D. Mina Jos dos Anjos,
para oovtrem ama missa qua ter lugar sabbado
10 do carrete, s 8 horas, no cenveto do Car-
mo, 30* dia do seo passamento.
Apolonla Archanja da $. FaridM
E
Lydla Telxelra de Parias
Francisco Antonio Texeira de Farias, Fran-
cisca Teixeira de Farias, Isaura Teixeira de Fa.
rias, Alice Teixeira ce Farias, Apolonlo Teixei-
ra de Farias. agradecem do iotlmo d'alma a to-
das as pessoas de sua amlsade e as corporacCes
religiosas qoo se digoaram de acompaobar a. a
ult;mi morada os restos mortaes das anas. ex-
tremas mulber, fi ba, mai e irm Apolooia Ar-
chanja da Silva Faria e Lyiia Teixeira de Fa-
rias e de oovo convidam a assistirem as missas
que pelo repouso eterno das mesmas, mandam
rezar m fgreja do Convenio da Ordem Terceira
de S. Francisco oa cidade de Oltnda s 8 boras
da maob de sexta-feira 9 do corrente, 7* dia
do Infausto P3p>iDpntn.
t
ncalo Jone caimbra .ulflBaraeS
1- aL ni versar 10
Augusta Caidida Gomes atabra, Antonio
tunes F. Coimbra e seos tubos convidam os seos
parentes e amigos, e os do sea finado e nunca
eeqaecido esposo, sogro, av e lio, asaistir as
missas qoe por soaaliua mandam celebrar a
matriz oe Santo Antonio, quarta feira 7 de Agos
to, ii t boras da manb, 1 aoniversaris i seo
patsameato, antecipando sna gralidio por esa
prova de imitade.
L



H
W


i

m
Diario de Pernamlmco Qnarta-feira ? de Agoste de 1&P5
t
Jo Ln Pera-ira Lima Janior
anni'erBsrio
JoSo Lo'i Pnrein Luna. Urania Cintre Lima,
Mara Cintra L'iw, Marta -mo Liara Lima,
Mana Eli.-a Culra Lima, Freatrico Cintra Lima
fran ?-o Cintra Lima e soa ulr.er D. .oanna
Cintra Barbo Laia 8 Roberto Cintra Lima,
pas, irmaes e coan^da do fallecido Joao Luix
Pe-el'a Lia a Jnior, d> saoKaissima memoria
andaro ceiebrar anas par Ba olma, do da
8 dnrorrentv, as 8 coas da ma-uba, na maim
dBj. vii-
juut ixuclru L-upea
Ma'i? Frceme*' Gome Lo es. Amonio borres
Lope. Isabel Gomes Lotea, Eutbalia Gomias La-
pes M-'O'v.'i Gomes Ljoes. moiber e tilbos do
finado J.j Rice^n boiras, cnvioam aos amigos
do mfin), para asstsiirem as missas que por
ana alma maodam celebrar qjiota fe ira 8 do
correte, na igreja do Espirito S-utu, 30 da do
sea pcssamenio.
FERRO QUEVENIME
JixiaR o yDAD>io -? JL,A"***C*'*
14,RuedesBeaux-Art.,PAFIS Itose Mari ** Coacei.a*
Jua i. ..no Vleira, toa moltier,Mi-
da roel Cmimo Vicira e so* mlotier e
d^^M>.ti'bu e i(i< soa familia conviiam os
^^^eeoa parantes e amigos de :ua nanea
e que i'a mai.nori, a*6 cbisav, para
Jk\\ astiallT a missa que mndam relebrar
na tarraja de S. Jos de Riba-Ma-, io da 9, qoiu
a fer., as 7 h. ras da manila, coofr-ssauoo aeaoe
a agradecidos por este a ao f reiigiao e-can-
(ade.
t> < o
a ai ?
ES
E
13
OH g
t
Varia Floreac'a da Paixao
1- aoniveisano
Msnoei Pateco da S l*nra, sen Bino, sea
EO-a e soa oe'.a convikq os trenles e aor.igos
para assstirem a missa qne por alma de ana
esposa, o ai, soipa e av, m.caam celebrar a 8
horus da maob do di 9 do cerreate. na mairn
de S. Jos.
Madeirts de construccao e
Dteiiaes para edificaba')
A Camparbi-r Explorada ':e ProU'.us Cal-
careos, vende em mu a.-mtzem oo caes uo Apol-
lo n. 73 :
Maderas rara rcnstu'-cSo.
Cal brai.ca ce ja^uatioe.
Cal p tt3.
Cal virg-m para assncar.
Tijollcs de ladnln e commons.
Tijollos refractarles.
Pedras decan'a;ii para scleiras, etc.
Carne verde a 700 r?. o kilo
Ven lem os a hamo as6lgoa metra qrjaK^ace, aos lalbis da rns Marque du
Herval s. 17 e. t, e Gamboa lo Carino n I.
Esu> pr.co s-jff-e-4 alte.-acSo par. mai6 oo
para mea. a, compre re a~co:do com os precos
do gado o fei-a.-.
Recite 18 Se aiode 1895.
Flua Lima & C
Teixeirs Lopes.oerto djceni en< ._________
Vende-se
Um terreno na Torre tbora deseoberta) cbs
proprin, tei do tioas f'entes e algomas arvoreo
(rsctife.'flp: t iratpr na roa da Psim n |i"8.
Bichas de Haaiburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porfoes applica-se ventosas seccas e
sarjadas! na ra das Larangeiras n. fr
Venderse
Urna boa casa ra cldade deOlind, roa Barac
de T:;-.ira,.a ; a (r, Ur nj lrj;o do Corpo Santo
D. 17, 3- ari'i.r.____________^___^_
A luga -se
A' orr.a peicen (amia oai commodo :.
tratr na ta oe H)'ias n. 66, 2- andar.
"ama"
Pieat*-se 'ooi.i (O mi eir, ca roa Lrca de
Rosai4o n. t, I- andar ; pode dirjg.r-se i prac
da Ido- .<:, e cu. ua loji da Cbapellaria Cbiq
0. V5 _____________________________[
Uro comuodo
Um cavalhciro cbileno que acha-se
nesta cidade temporariamente, precisa
de um aposento regular em casa de al-
guir.a familia, sem dependencia de ali-
mentacao.
A quem convier pode deixar aviso
nesta rednecao.
Alaiatana Uaxias Je ham-
pos & C\
H. 35-RUA DUQUE DKCX14S-N. 35
Em frenti do Diario
Os proprie'aros ciesie bem montado eatabeie-
Cimento previoetn au ren;e.i.v-l publico que
cara beo servir aos teos fregoezes teena no re-
ferido ePlabelefiaiento am espleodiao e variedo
sortimento detasemiras o eias e de cores, a que
ba de rxe'hrr em la, biiras de poro linbo de to-
dos os padrees.
Pcssoem bons artistas, pelo qne se jnlgara
babiii'a'.i-a saiiafmer com todo gosto, esmera
e rerfeicao ao fregoez mais ex'genie.
Ht mesma alfaiaiana alngam-se casadas i
Clalis, etc., etc.
Pcrnarjrboro
da
v apor e moen
Vende-se do engerho Sleopi'S, jnoto esa-
c3o de Tigipi. un. de focea de cinu) catarlo
com mcer.da a- grade de ferro, todo em per/eilOr|
estado de conservaco.
Vaccas tourioas
Vendem-ee qoatro vaeeas lonrinas, seDto ama
panca e tres prenbe< f a tratar do Campo Gran-
de sito de Trema* M-nririo.
Em tempo
Ao publico e s familias
ladapolo KOCO a per^s.
Algodo a 3 e 4 a peca.
Crrtonrs para vestido a !40 e ?C0 ii?.
*ar*elina diagonal de cor SOO ris.
Madapolo para forro, bom, a 240 ris a
vara.
Cobertor** de l a 14200 am.
asiros e Uta* a 200 e 4'0 ris o metro.
Liabas e eolebetes e prepares, d-se de g/srr,
a qoem comprar m vsMdo.
Sedas para noiva a 600 800 ris o o>veo.
Grande e assombroso sortimento de todas as
faiewas em ghrai e que e- vende aem limite
de precos oo
Grande Oriente
LOJA DEDUAS PORTAS, RA. DO CAKT-A.
Cantas de msica
importantes modellos novos.
Secretarias proprias para presentes.
Beeebeu a Relojoaria David roa do
Cabogn. 14 desde l50itW00a 4001000.
Grande soitimento
Cariado
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XAROPE
de
POLLET
extin-
- ^^ gucas
dures ou a tnsomnta occaionadas pelas kbvralqias a. bota
AS BNXAQUKCAS, O CANCAR DO CEREBRO, A IRRITADO NER-
VOSA, AS PKEOCCUPACKS, O CAUJR DO CLIMA, A TOSSB DA
asthma. da BRONCHITE, da ru-pk e proveniente do aual-
quer outra caus.i.
O xakope de FOLI.KT provoca um somno profundo
anlogo ao somno normal; com o seu emprego
nao so csu exposlo a nenlium dos inconvenien-
tes do opio ou ua morpikina.
E a mclnor forma d'admmistracao do
chloral; sua conservacao pcrfe'lta, e,
assim aconselliado, nao irrita o esto-
mago. Formuiaire de Thrapeutque.
O XAROi'E de FOLLEX se vende em
quasi todas as pliarmacias de todos os
paizes e se prepara em Casa de
l^m^i.ch-.BtliiDTPt* Sstr^r.lacoi.raH
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EDSOO ci L.ON BLOCS^
[ O E"A8S tSEnrsa'V.'ElZ- P TCSOS CS SVS7E53S COritiECSCCS I
- --------------------------------- -_________________.
Tv. tMa^ ia'.mi-.etol,ra=a
4 aaVO** MAlgMiHH !
[" PARIS,X,nu*rEntrep6U2lPA&IS "

- -^_->. ^~~~rr~--tar-'usama*:-/--..-.-:-. ... .,.-#'
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**i -AViA vOA.
'JaBaal
OO D' DECLAT
Tosse, Catarrhcs, Grippe, Bron-
1 chites, Tsica, Coqueluche, etc-
6, Avenue Victoria,
LVCO-PHENIGO
OO C DCLAT
Antisptico poderoso, Hygiene do
toucador, da Bocea, Curativos, etc.
Pars, e Pharmaciaa
Pr cls-*p de urna ama que saios cosiebar ;.oa
rou da Concordia n. 47.
Cosinheiro
De dbi rerito precisase i roa do Commercio (
44. o o Pysanrtu 19.
-----------1------------------.---------.---------------------
Cosinheira
Preifa-se de urna boa cosiobeira : no Cami-
nho Novo o. 120.
LaJ pelas PILULAS ANTI-NE
JENXAQUECAS 1 f jl.i 11JI catarrho-oppresso
Cura instantnea iriMlilUM da|yffi gra.
I-NEVRALGICAS do \ Curados peloc
Doutor GRONIER !T*TXl30*S I^EJ-V-^a^SSEJXJn
Pa> BOBIQUE T, Siabre di tuWmu de Sedicma, 23, r. de la lonnale, PARS.- Em PERNtlTBUCO: C* de Drogas e Productos ClUmicot
APSULAS AZYSflfll
**"""' jyi
G3REIAS
Lore
TIKTAS PRJSTaB
i na coaas
Ctll UinUtFri*
JPB.BJ-VT:JjS:GF3LA.X50 S. C3-. 73. G\
MtMTrt.- a Br-5ttdoam Maiir.ru !!l! tao K:Oloi"irij(k *! B^oalbaa, c:eo i Piclno,
alaama c Capahiba, oplatns. mcJtrio, le.
rosos os laasi^aENTos eto i-
HOSTIA.
para Fbermtats
BOOIIAB
l- oemurar a mu, m. ro tiTrvu, aran*.- r& iH-raasueo.- rAiraa. i eaw a a
Precsa-ee de om criado do becco do Padre o
28, Delel.
Plvora
De todas aa quali ades
em barns e em latinhas ven-
de-se no escriptorio do Per-
nambuco Powder Factory.
Ra do Commercio n. 6.
Piano
Vende-se um novo com capa, cadeira e lsn-
'emas, roa Imperial o. 13 loja
5-Z1? Attendite et vi
dte!
Jos Samael Boteibo. fabrira^ie de bonqnets
ao ma:s aparado goeio, para casamenta, bapti-
sado, on cetro qaalqoer a -io. pode ser procu-
rado roa da Cadeia n. 43, loja de seUeiro. oo
oa soa residencia, roa aa Caaieigo n. 3, Boa
Vista.
Por ser
a mais pura,
a Peptona
CHAPOTEflUT
a ttttiett
empregada pelo
Sr.PASTEUR
e nos
laboratorios de
Berlim, Vienna,
S.-Petersburgo
e
na Marinba
Franceza.
EFF1CAC1A e ACIAQ 11AP1A
ViNHO CHIPOTET
com PEPTONA PEPSICA
A Peptona, o resultado da digesto da carne de
vacca pela pepsina como pelo estomago. Com ella
nutrem-se, sem nenhum ouiro alimento, os doentes, i
os convalescentes e todas as pessoas soffrendo 'ane-
mia por perda de forcas, digestoes difficeis, repu-
gnancia dos alimentos, febres, diabte, tsica, dysen-
teria, tumores, cancro, molestias do estomago e do
figado causadas pela habitacao dos paizes quentes.
Este Vinho o mais poderoso de todos os alimentos.
chapoteat, Pharmaceutico.
AGUA
fea*/ natural Purgativa
^t^j^^VD^
a
RUBINAT
' Fon te do Doutor LLORACH^
IA analysla da Academia da Medicina de Paria prora que a 1
[dita agua .conten 103>ai* de aubttanami tita* du quaea :\
' SULFATO DE SODA, j, StTLPATO DB MAGNESIA
96g25 a2ee

*.*/
M^ "*' aoors o letrtiro ^
v e-~i li3*.\S, com os
?GLCE5U;-OU OZ SEORETANj
t-na'rmc&iZfto, Premiado co*i medilh
CNICIl llKMtIHO INFAULIVHL
AOOPTADO PELOS HOSPIT-MTS DE PRIS
iDa.oosiUr.cs em PeraamfcafO': TRAH** M. da SILTA 4 ?'
\
4* *fiSs
^ FRADIN %
InfaUivel contra
Dy jpap.la. Costvalela,
riatuoiy sent ra,
Slarrhaaa das palzaa- queiiteaw
Precioalssimo p.na a amiopsla -
do tubo di/estivo na
rebro AmauDa.
noai
3 pora 6 coHicnilu (dttf pora-
ca) por Aa deixttg^J
'.;
E?"-:
'' 4. .iiikiW"
,xV
SMSJH
*,
'40 Mdicos
|dos Hospitaes dt
Parz
confirmaxio a
|poderosa efiecia
dot
PKITOBA
.deKaf
iJ^asle o Xaropr
de Naf de
DELANGRENIER
PARIZ
[ 53, Ru ViTienne
Sm mehSo venda #m
lodosas Pharmaciaa.
Vaccas tourinas-
Venie-s npatfaM vacc^s murioas, pre*h.s |
e parta* no eogecho Sicuoira jnoto l eetcao ,
deTi*ipi6. i
Cal iBranea e Vi r-
sem de la^iii-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos* sendo a unc?
exploradora de cal i>rai*'
ca c virgem, avisa aos
consumidores q e nao
|em suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os veradeiros pro
ductos se enctntram em
seu armazem do caes do
4pollo n. 73.________
Semen tes de Hortalizas
Cnegaala* boje
Completo sortimeato
Boa estreita do Rosario o. 9
Pocas Mandes C.
iupa,.., ..^. ..... iii
Ama
fceelssie de orna para cisionar na nu'fmpc-
D: 14, venda.
Molestias da pelle
Elixir Depurativo
Do D' CA.ZENAVE
T-MtlICO EM CIIFE DE HOSPITAL DB S0 LOI1
(DOENCAS DA PELLE)
Este Elixir representa as ultimas
conquistas da sciencia moderna e cons-
titue o mais poderoso depura-
tivo e renovador do sangue
que se conhece. fimprega-sesempre
com successo as seguintes molestias :
Dartroa. Pityriaais.
Eczema. Prurido.
Herpes. Ulcracoes.
Escrfulas. Psoriasis.
Syphilis, e todos os accidentes
resultantes das alfeccoes venreas.
Deposito PARS, 8, ru Vivienne
e em todas as- pharmadas.
_0 FERRO..-
, BMVAIS
I represnlaeuciaaealeo ferro coudo i
I na f conamu. ,g,pariaiaauaa wteil
' pruoaus mMicoa lo aiaado. pa 1
unmedijtamen( no 6angiir. nSo occa-
aiooa prisio de Teatrt. Dio canta o
l a^mgo, Dio ennegrece os denles.
Linaria nate {anas ra un cana. '
Iiiji-u a larautkra larca.
. Venam-se em todas as Pharmacias.
rarlaiu: 4042,r.St-Uxai, earlb
Molduras
Para porta a janellas forros de sala,
guarda-vestidos, lavatorios, quadros qualquer largura, de pinbo, amarello, ou
qualquer outra madeira na fabrica de
movis a vap r de Silva Fernandes ck C.
Depsito ra do Baro da Victoria
q. 49- __________
A Con8der*tao
Rendasparda*
Kspl-ndido ronimento de rne1! nurda,
r-p.is com banco, i renco pre'o, Mn'os ala
rwaa|vasraa(|as>||IM| babados bor adn- d
COO rs. a'e 3 i rec, metas pa'a senhoras bo-
j"<- e r ancas, Jencns 1p fpria, linho e aigoiS'',
b' t. p'Has e decere, leqne. fitas, hlelas
rtaaatr mnchinsa. re faTa-ira Roas. ft''n
taraban -. glrsinhoa preos e de cores errro
iodo tras qoanto se p.sga desfjar eir ariigo?
de n:io .
N. 20 Rn^ da mp-raitis 10
l>ja do Mala.
II
PASTMAS PEITORAES
OE SUCCO D'ALFAOE E LOUBO OEREJA
de (EIMAULr & C'\ Pu* em Pars
Admitt'do na pota pharmacopa ofllcialde FraaQt,
Appnudoptl* Junta oantralde Hyflene do Brasil.
Soba formad'um confeito delicioso,
tomado com prazer, tanto pelas crean-
cas, como pelos adultos, estas pas-
tilhas contm os dois principios
mais calmantes e inoffensivos em
materia medica. Empregam-se
com o melhor xito contra:
Toase, Molestias do Peito,
Defluxos, Catarrho-Epidemico,
Catarrhos, RonquidSo,
Doencas da Garganta,
Broncbttes e Coqueluche.
PA.RI8, a, RU -VrVTBNNB
KA8 PMIICIPAIS PBARatCSA*
qoaiqnes
Gompra-se
Pt-ios rneinores preces da praja
(jiia^nrJ; d- de ;
Caf e.i) cerejs.
C '"m ra^ra (hem seica*.
C f oesctscaio.
Ca
Bo'rsc^as de maon-beira.
um-r
I'nca usnfia prp|. ,.
S er. CAES Dj RAMOS R. 4__________
Piano
Vt-nds-se om nono, c-ora can?, epeira e!an-
te-nss. roa N v '. t6
iy
Criado ou copeir
rToctes se da om ; na roa de f avsnoo' orni-e-
ro 18.
HOTEL COMMEKCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e33
Este importante estabeltcimento, sob a direccSo d* sea babil proprietario MA-
NOEL GA RCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser
nico sem competencia nesta capital, % pelo esmerado gosto de sua architectura
altura interna, j pela promptidao e ceio do servijo culinario aduaneiro, j tan*
beta pela posif;o bygienica do seu edificio.
BlPaTAISBHTOS H (,
Depois de innmeras transfornaasoes por que tem paseado este ilotel, conseguir,
afinal o seu incan?avel proprietario offorecer boje ama bospedagem que deve ser
preferida pelos Ilustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontede dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
APER2SZY08
POR SE MANGER. SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixeS em
latas, queijos flamengos, suissos e do serto, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
v ii d: ; v
E' esplendido o sortimento de vinlios Figueira, Bordeaux, Porto, Vermout
j ognac, cervejas, licores, champagnes a outros aperitivos & a se boiro, odos recebi-
(dos directamente dos mais acreditados committentes d Europa.
Alm do que destinado ao com.nv.im do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importacao, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as melhores condijSes do marcado e presos sem competencia.
GRANDE HOTEL GOMM^ROILA______
XAROPE DI! RHUTER N. 2
0 MELHOR
PURIFiCADOR
PARA
O
NANf
Cono remedio n Estagao calmosa, purifleador do sangoe, digestivo
e aperiente, oeiihom entro appeilidado dep-.-ativo o-- falsaparrilba se app-o
zima teqcer ao Xar pe de Keoter n. 1. Combins quatro grandes proprieda-
des em om s remedio, operando a coi tetspo sobre os orgos digestivos, o
saogoe e < s rin?, e os Intestinos.
AbslnaiamrBle npotral.ea e expolsE pploe canaes itestinaes, rlXii e
DtiH 4a c*.e, os ;ermeus cociVv.a. ^ue aaciLm no angas. a aiica na
tr-nspir:cSo. _. ,
DEPOSITARIOS D3STES PRODUCTOS A Companhia de Drogas o Productos
CbimicosRoa Marques da Olicda n 24.
PEQUEAS PILDLAS DE REUTER
Ficuiiu entorpecido cora-se positivamente com estas pillas. Ellas
s5o um lemedio purgativo livre de perlgo para o bomem mais fraco, tao bem
como bastante activo para o bomem mais forte, e nao constipara depois; pela
aeco geral agrada a todos oue jas ossm. Sao as pillas estancarte da pro-
docc'j medica dos Estados-Unidos. S&o as xenores e mais facis a tomar.
Qoarema em carta trapeo._______________________
PARA
O
Pifar .4 DO
SABAO CURATIVO DE REUTER
Tumores, cravo, pelle vermelna, spera e oieosa impedido en orado
por o mais graede de todos os afortcoseadtre aa pelle, o Sa^ao CarUwo de
Rfnter. Prodoi a pille formse, branca t- clara e maos b'anoas; absoloia-
m-nte po-c, r'elicadrmer.te medicindo, emremamenle mcomparavel corno
sto para a tielle bem como do toocador, do banbo e do qnarto das criaogas.
ca/tela. Nao Menuino sem cada nvoltorio te: a marca re-
gistrarla oe Barclay & Sur-York. __________ _________
MEDICISAL
PARA
TOILETB
TRICOFERO DE BARRT
Urna preparafao elegante, extremamente pe-fomada, r^move todas as
rxporezas do crneo, perservatlvo cootra a calvicie e cabello cimento ; fax o
cabello crescer espesso, brando e formeso. lofallivel para curar erurgo.s,
doencas da relie, glndulas e moscalo, e cura rpidamente as cortaJoas, qoei
njsdur^s, frii'as. torr-eioras, etc.
CACIEAL-No genuino sem cda fraacr ter a marca regist-ada.
PARA 0
CABELLO E A
PELLE
piiyic.ii) d
A.J. .al
Continua a inanter em seus depsitos completo sortimento de utensilios paraa usin
dendo sempre por precos mdicos; ...
MACHINAS A VAPOR de differentes systemas e tamannos de Robmsoa e outros raor
cantes, e de a 12 cavallos ,
CALDEIRAS A VAPOR multitubularcs de Fletcher para funectonar com o ofogpas er
CALDEIRAS A VAPOR Cornish e tjpo locomotiva para funecionar com leuha e bgaco
RODAS para agua:
BOMBAS de motun-continuo.
MOENDAS e meias moendas, garant.las.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeaos.
ARADOS de dierentes systemas,
CRIVACOES para fornalhas.
MACHINAS para descarocar algodo de 14 a 50 serras com alimentadores e empastadore
a vontade des agricultores.
Fazendo parte da direeco de sua fabrica o Sr. engenheiro Angosto Clark, vantajosa-
meate conneeido dos Srs. agricultores pelos seus trabalbos de monta^em de grande numero da
Dunas iarKcronando neste stado, iocumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a producco.a
qualiJade de assucar.
APPARELHOS e meios apparelhos de vacuo ;
DISTILLaYCQES coranietas para alcool e agurdente a vapor e a fogo n, para grand
pequeas fabrica.
5JB-RUA. BAMO UOTRIMPHO
*9
MULSAO VERMFUGA
Formulada i- preparada por
Jos Mar ues Ferreira
IHiRMACETICO
TITULADO PSL WMISI1BSICZNA 2 FSmACU SA SASIA
APPROVADA PELA INSPECTORA DE i.YGIENE
Esta Emulsofaz expellir completamente em poucas herasos verme? intes-
tmaes, conhecidoa;vulgarmente com o nome de lombriga. Tem vantagem sobre
os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso purgan-
tes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada palta creancaa
sem repugnancia. Em sua maadem de cuidado ou prejudiquem au organismo.
Modo de usar
Adultos colheres daa de sopa. Crianeaa colherea das de cha. Djve ser
tomada pela manh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesmo com
asrua adocada. ___
Preco 1/2 vidro 1*5000
Duzia de 1/2 c 100O0
1 204000
DEPOSITO GERAL Pharmacia Ferreira
Praca Maciel Pinheiro19_____ _____________PERNAMBUCO__________
GHANDE
HOTEL
ERItii
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimentode primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
cce da cidade do Recife.
Accpmmodajoes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeic5e*, a mai r e mais arej da nesta capital.
A cosinha acha-se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
centimeote chegado da Europa e outro brasileiro, ambos especialiitas na ar-
(7e cubara
O proprietario d'este grande 3 luxuoao ostabelecimento tendo a certeza
deque com os elementos que cima offere-se acha-se habilitado a satisfazer aos
mais difficeia dos appetites a bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre-
parar banquetes, jantares etc., dentro ou forado mesmo c estabelecimento.
flLLA SE D ffEBStS 1IISIAS
PRECOS RASOAVE1S
* PROPRIEDADE DE
H
N

i.

i^-.

a^a^a^a^a^BaMaaffaa
i
1
i---------
-v "



Diario de Pemambnco Qnarta-feira ? de Asalto de 10.>
Duas jovens em conflicto
NO THEATRO
De repen e ooio se grande rumor nos cama-
rotes da 1* orden;, era grande conflicto entre
duas jovens: aiaqoee, cbo'o, mato, morre, api
toa, o diabo emfim cbega a polica, indaga do
f co e tica gibendo que tiobam ido a vas de
fado, D. Elvira e 0. Ueaoteva; verificada a
saofa, tinba razo D. Elvira.
Estava indignada, roosa mesmo. D. Genove-
va, com soa amiga e compaooeira de camarote
pelo faci de ver que todas as peesoas qoe esta-
vam no tbeatre, olhavam >Orne t- para sua ami-
ga e nao pira ella, Indignada usae : nao por
soa bODita cara Elvira, e e-te sen lindo vettuo
qoe est cbamando a attecgao de todos' om
vsetido de urna boma pbantaxia o lao cbique,
que, ,-eodo o meu de seda, o seo realca muro
mais qne elle e o que mais me contraria voc
Dio querer diier me a leja onde comproa a ja-
zenda de s.u vestido
El-ira, contraria dnmagargalbada ssrcae-
tica e di: para que nao lets os annnncios das
lojas ? para que oo passeas no comrierclo ?
ora Sra. D. Genoveva, outo iflicio, qando ea|
scppooba que a ana raiva era por cansa do pn-y
mo Jaca, vem a Sra. dizer qne e tao tmeme por
que meo vestido moito b mo e qne sendo de
phantata realca rxai que o sen feudo de rea
e porqe eo uao qnix diier a Sra. a Iota oode
compra. E' o caso, cao somes nada neste
mondo.
Sra. a>. Genoveva tenba jnio, nao venba para
o tbeatro dar om espectculo deste, e qoando
qoizer comprar qualqoer 'aieda oe t-a ou
pbaiUaxia de moito goeto, va a roa do C es o
n. 11. loj Estrellas da America, qne, cao
encontrar nm liodo e variado sortimeuto de fa-
adas finas e modas e bom com amenidace no
trato, adrado, sincendade na aeiida e precos
commodo?.
D. Genoveva reqoer vtrbahnente so comanda-
rlo qne b>* maode D. Elvira dar por escripto o
numero di loja. o nume na ra, o da laxenda de
so vestido, o preco e bem aeaim o nome de
tocias as iaaeoda* que ella v:o na loja referida'
o que foi deferido.
Estrellas r'Amerita
USRoa 1 de arfo1
Amiga do Crespo
MANQUES &L1MA
Agrado a todos, paaotaiia eai lee do de gorge-
ro, Ii0 o covado.
Soobei com ligo, pbaotazia, i1100 o covado.
Pery, pbaotazia de salpicos de ustraa e lavra-
das, I iO o c vado
Sedas de co es, Va:dozas.
Ditas de ditas, So'piros qoe vo e vem.
Cachemiras de cores, Boxbardtio.
Pbaotazia, SirandiDba.
Las com listras de t!a, Adelaide.
Ditas idem idem idee, Elvira.
Ditas iiem i >em idem. Ifuraci>.
Cachemira de (r, Tenbo clames de ti.
Las cem silpicos, Os 3 Jacars.
Sedas, padrOea noves. As aopr.s.
Dita tecido gorgorao, Hei oe amar-te at morrer.
dcbemira preta de cores, Nao quero amores.
Merino prelo para bolinas.
Dito caf para habito.
Granee sonimeoto de merio pretos e lavrados
Velbottoa de todas as c'es.
Grande sortimento cambraias bordadas.
Corles de vestido braoco bordados, 18000.
Vestidos de cartee, bordados s a.
Linda phiotaiia. Beijos de acor.
Ficts de i 5 a 2U0
Peitilboa de iinbo luos e bordados.
Pannos de crochet para sof e cadeiras.
Camisas bordadas para nonos.
Camisas braceas e de c es.
Vestoarios para baptisados.
Sobretodo de urna e duas wsia?.
Flanella liza e de lisias.
Chales pretos.
Cortinado de cambraia e de crochet para camas
Cortinados para jaoella.
Maoiiibaa de fia de (ores e pretas.
Ditas de algodao de corea e preta.
Camisas de ti para bomem.
Coa-ras, colchas e roberiores.
Utos americano)', 24500 om.
Baeta encarnada e azol.
Lindis8lmas caeemiras de eflres para bomma
gosto especial.
Cortes de fos Oes braoco e de cores para colete.
Atoalbado oe liebo e de algodao.
Panno da costa para mesa.
Seroulas elsticas.
Bramantes de linbo e de aigo:3\
Lmdcs padrOes de crep para caberla.
Crep preto.
Merm preto lavrado, 1*809 o covado.
Las com salpicos oe seda, Cannioba verde.
Seria de usira, Atbayde.
Paletots folba de t-ia.
Cimisasde meia com listras de cores.
Cachemiras pretal com ealpicos de cores, Abre
a porta Siob.
Linos, de qnadro e de salpico?.
Cachiuet ce fda de cores.
Vellodiiho de cores.
Suri de todas as cores.
florgorSo preto, dive-sos presos.
Se'im de todas as cores.
Bu fia lo.
Munm da China, 4S00 a peca-
Cretoue de barra om metro de largura.
Caaaa pabita fina, *O0 ris o covado.
Dita dita, 200 rls o covado.
Cbita^aperfeita, 2iO ris o covado.
E molas ootras lazendas qoe imposaivel e
descrever. ___.__ ,.
RUADO CRESPO-lt #
Estrellas dAmerica
eplso de scott i FUNOICAO GBHAL
DE OLEO DE F5GADO DE BACALHAO m ^WW^W^WW^ ^^mmWW^
ALLAN PATERSON & G
DE OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
Com Ilypophospliitos de Cal e Soda.
Approvada pela Junta Central de Hygiene Publica e autorisada pelo governo
o Brazil.
*' Dcvo dizer-vos qne no razil inteiro, son o
medico mais apologista da vosea preparado de
Oleo de Figado nica, fazem alguns annos, obtido os resultados
mais sati^facti^rios, e fui o introductor da vossa
preparaco em muitas cidadesd'estcInstado; por
tanto vos felicito e comprimento.
Da. Esvo nr. G. raiULr.
Tenenre Coronel de Linha, Kx-Cirurgio Mor do Exer-
ciio Argentino, Ex-Sub Director do Hospitalde Obste-
tricia ele l'uenos Aires, Ex-Interno do Hospital de
Notre Dame de Pssts, Membro Agraciado e Honorario
de varias Associaces, Ex-Mcdlco de Piimeira C'lasse
e Fundador das Sociedades de Soccorro Mutuo Ita-
liana e Hespanhola de Kuenos Aires, Medico Parteiro
c Especialista de Molestias ,ie Senlioras. Cirurgio
Dentisulaureado em uenos Aires, Montevideo e Pa-
rir, e premiado con Medalhas de Ouro nas Exposices
Contincntalde iS;3 e Nacional de SSo, etc., etc."
(ha A lia. Rio Grandt do Su'., Brn:.
Este I Ilustre Medico receite a
or. estevo de c. puuu. EmulsSo d Scott em todos os
casos em que esta indicada como Thisica, Escrophulas,
Anemia, Rachitismo das Criancas, Rheumatismo chro-
nico, Catarrho epidmico (Influenza) etc., em todas as
formas de Extenuacao ou Debilidade, nas Affectjes da
Gargante e Pulmes e tambem o emprega nos Conva-
lescentes. E' um facto reconhecido geralmente pela
Sciencia que come o Oleo de Figado de Bacalhao, jiao
ha outra substancia que contenha tantas propriedades
nutritivas. E aggregando-se os hypophosphitos, cujas
virtudes tnicas sao tao recommendaveis para os ervos,
cerebro e ossos, a efficacia d'estes dous componentes
augmenta, ligados como estam na EmulsSo de Scott
sob urna forma perfeitamente homognea, agradavcl ao
paladar, e de fcil digestao e assimilacjo. _____
DE VENDA NAS DROGUERAS E PHARMACIAS. ___
Evitar as falsificages e Imitacoes.
SCOTT E BOWNE, Chimieos em Nova York.
mi m
Representaces
Commissoes
62-Bi DO BOM JESS-62
Vende-se
Ima importante armajao en.idracada. tendo
parte dtarmaQ&oinKleM. livreedeeembaracaa,
e em nm doa melhorea poBtoa da roa do Ran-
eel qoem preteeder dirija-se roa Direita n.
88 i- andar, oo a ra da Peonan. 13, laja.
FOLEETIM
3
o mmm de n forjado
POR
ALEXIS BOVIER
-^*.-W*---
#m/Q3UMA
CZ!
CAPITULO I
DE NOITE A UM CANTO DE PARIZ
(Centinuaao)
A joven, Iivrando-sa dos beijos, recoa-
va serupre ; mas o Carpinteiro agr-
roua; tremia convulso, e, dos labios
abertos para um beijo, sahiram-lhe estas
palavras:
__ Vers o amor que nei ae ter-te i...
Oh preciio que me ames, v...
Eu abafo l exclamou Liaotte, es-
capando-se ; nSo estou aqui bem... Anda
d'ahi... .. .
__Vamos 14, meu amor, sso ja te pas-
sa, commocao.
A rapariga levntau-se com brandura,
aceitn o braco que o Carpinteiro lhe
offerecia e parti.
Teriam dado alguns dez pasaos para o
lado da ponte de l'Eetacade, quando ella
parou de repente e se poz a eecuUr.
r __Oaem ti qoe Tem c*' *tr*z
de nos i hora ? disse alie com vo.
grave, fraumo o aobrolba.
^3^^4^n^sit/bn^e^CjTraig^
^eT>,fTt,errs'e'3yBTi^Tjro^nrrTn cTp'a es^ s tffp't gSB8
a
E tentou ver na escurido ; pouco de-
pois accentuou a meia voz :
Ser algum gatuno... de dinhei-
ro... ou de mulheres ? Vamos a ver.
Estavam perto da ponte de l'Eatacade,
a primeira ponte do Sena que liga a ilha
de S. Luiz ao caes de S. Paulo, urna ve-
Iba conatruccao de madeira, debaixo da
qual a agua raarulhava sabindo do curso
regular.
A Linotte bavia dsixado o braco do
compaubeiro; este deu alguna pasaos di-
reito a urna sombra que se approzimava
cor rendo.
A noite estava escura ; atrovoada que
sosaobrava desde o cabir da tarde, estalou
de repente, succederam-se os ribombos e
comegou a cbover.
Apenas a sombra ebegou a dez passos,
o Carpinteiro endireitou-se e gritou :
Que o que voc quer ?
Acabar o que principiamos la em
baixe respondeu urna voz ebeia de co-
lara.
Jacqnes 1 ululou o Carpinteire dan-
do um salto.
Elle disse Linotte a meia voz e um
tanto sat'sfeita. *
E correu para detraz do qae navia che-
gado, disposta a ajudal-o na luta que i
comecar, segar ando ja dentro do bolso
amas tasouras.
Ah tu queres mais, gritava o Car-
pinteiro, arregacando as mangas... Peior
para ti 1
Tu fizaste ama aecio de salteador...
s um covarde A mim nSo se me bate,
mata-se-me..... Percebes, grande co-
varde?
Vou dar cabo de ti... Vamos, po-
des cantar o teu De profundis.
Vamos la a ver iaso... Mas fica
certo nada de compaixao, nao a techas,
que eu tambem nao : ou tu me arrancas
a pella, ou eu a ti.
Bjm, urna, valente !...
Os dous bomeBs agarraram-se um ao
outro ; nada mais se lhes ouvia, a nSo ser
as respirares offegantes.
A chuva da trovoada cahi, fazendo
um aguaceiro medonho.
A Linotte, assustada. respirando a cus-
to, com a mao sobro o seio levantado pelo
medo e pela commocao, foi encostar-se
ao parapeito do caes.
Os seas labios mexiam-se-.. Linotte
rezava !...
Cada um delles andava empenhado em
eamigalbar os ossos o outro ; ouvia-se de
quando em quando o surdo ruido d um
punbo a contundir as carnes... gritos
roucos. injurias, blaaphemias e obcenida-
des.
O Carpinteire pareca mais forte e Jac-
ijues mais nervoso ; este havia agarrado
o pescoco do adversario e tentava estran-
gula!-:>.
Ab 1 tu queres me esganar, disse o
Carpinteiro quasi asphyxiado e vomitan-
do urna terrivel blaspbemia.
E, esforcando-se como um touro, pode
eseapar-se das mSos que o seguravam ;
recuou alg ms pasaos e respirou com an-
cia para sorver a plenos pulmoas o ar que
estuve prestes a faltar-lbe.
Jacquea bavia cabido com a violencia
do abalo ; mas ergueu-se immediatamente
disposto a recomecar.
A Linotte ebegou-se perto do antige
amante e disse-lhe ao ouvido :
Foge, meu Jacques... fogeper PEs-
tacade, que eu vou comtigo... E a ti que
eu amo.
A Lino-te ainda rensava qne Jacques
viera brigar por causa delU 1
Elle ou vio-a, mas nao a comprehendeu ;
esperando a cautinuagao da luta, olhava
o adversario com os dentea cerrados a a
bocea ebeia de espuma.
O Carpinteiro mordia os labios, piscava
44-KUA 1)0 MRO 0 DTMMPH0-44
Machinas a vapor.
Moendas.
Rodas d'agua.
Tsixas tundidas e batidas.
T.ixas b tidas sem crava^ao.
Arados,
LOJA E ARMAZEM
DAS
ESTRELLAS
t randepliquia^ao de iazeadas para acabar dos
seguintes artigos:
A saber:
PoatSes lindiesimas cores de 1S200 a 4OO reia o novad?.
Madspolo americano muo largo de 180000 a pega pjr 8#CO0.
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Meias cruas para bomem a 70000 e 108000.
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Sergelim de todas aa coro a 240 rs. o covado.
Casemirj preta diagonal de 80000 e 100000 o 30000 e40O
Cheviot preto pora 18 de 7(000 a 30500 rs. o covado.
Mantillas de seda creme com toque d mot a 10000 um
Ghaardanapos de algodao para cha a 3j0 0 a duaia-
C.semiras de corea a 48000 e 55000 o covado.
Luvaa de seda, cores diverjas a O ra. o par.
Plise a 200 rs. o metro
Roba de cretones de cores a 6JC00 um.
Creoons hndissimaa corea de 280O a 18500 2 hrguras.
Sedas escosseaaa finissimas de 50OC(? a 20000 e covado.
Ditas pretas lavradas a 10500 o covado.
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Voilea franceies a 200 ra. o covado.
Camieaade meiaa para bomem a 10000 umi.
Ganga adamascada a 200 ib. o covado.
Uallfcrinbos celluloid a 200 rs. om.
Ditos de l'ho boidaJos para senboras a 5C0.
Cortea de Lin^n para veatido finita mos de 458000 a 15$000 !!
D tea fie cachemira borrado a tea de 800000 a 258000 e 300000.
Las eicoasesas e ootros pi.droei a 320 e 400 rs. o covado.
Plumas e aigretes a 18500 e 2IC00.
Brim americano bonitos paarSes a 500 e 600 ra. o oovido.
Dito pardo de 18200 a 500 rs. o covaao,
Cachemir de la para invern de 48000 a 18-C0 o covado.
Colchas brancas e de cores a 300 )
Flaneas encarnadas com deeenbos pretoa a 5.0 rs. o covado.
Ficbus, sahidaa de Dailes a 10000 om.
FustSes brancus c >m desenhoi de corea de 18500 a 800 rs. o covado.
Longos de setmetas de corea a 200 rs.
Caetones fi&nctz s clarse escures de 18000 a 600 rs o covado.
Ditos tinas p*ra cobsrua a 600 e 700 ra o oovado.
Atoi lhadcs para me:a ds 58COO a 2500.
Tapetara
Tpet.-s de coco paro fo;ro He aa la a 18^00 a jarda.
dem de juta a 28500.
dem de ale tifa a 20400.
Esteiras brancas filas a 20500.
dem de corea tinas a 3S0OO.
Capachos de coco para entraia de asila de 68000 a 120000.
Grandd quantidade de retalhos de 1S, ceda, cretone, etc, e.c.
56 e 58 Rua Duque de Caxias 56 e 58
fc
o

UJ
ce
ESCOLHIDOS
OLEO PURO
DE FIGADO
DE EACALHAO
DE
LANMAN E KEMP
RECOMENDADO
por distinctos Doutores que
lhe dio a preferencia, o re-
ceitam cada dia para todas
M doenas Pulmonares, Es-
crfulas, etc., e o consideram
o mais puro e rico em
PODER MEDICINAL
QUE SE APRESENTA
AO PUBLICO
^
E MAIORES
O
en
O
O
03
5
oa olhos e tremia com as pernas para se
conservar a prumo.
Sem saber o que dizer, respondeu as-
sim as ideas qua se lhe atropellavam ao
cerebro.
Tenho-me demorado muito... e vou
acabar com isto.
Quiz precipitar-te ; a Linotte, agar-
rando Jacques pelo braco, levou-o atraz
de si, dizendo-lhe :
Fujamos por l'Estacade ; elle quer
matar-te com o compaseo.
O mancebo deixou-se arrastar ; mas o
Carpinteiro, com a voz sumida pelo zur-
rar da tempestado, gritava :
Vou te furar as tripas !
O miseravel estava effectivamente ar-
mado com o compasso ; valeu a Jacques
a pressa com que a Linotte corra, porque
do contrario estava perdido.
Quando chejraram ao meio da ponte, o
mancebo parou.
Anda d'abi, gritava a Linotte, fa-
zendo por o levar; avia-te, que senao
agarra-nos.
NSo passo d'aqui, deixa-me... Eu
n3o aou covarde, nem escolbo adversarios
mais fracos do que eu... E' precise aca-
bar com estes valent5es... Eu n5o tenho
medo delle, nem do compasso.
Tu fogea... desgrasado apupava o
Carpinteiro.
Jacques repellio a amanta, deu dous
passos para o Carp:nteiro e responden :
Chega-te ci, meu pulba !
O Carpinteiro cresceu para elle com o
brajo levantado; Jacquas eiperouo a
tempo e deu-lhe um valente murro, qua
fez cahir o compaseo.
Abaixou-se para a apanbar, mas o Car-
pinteiro saltou-lha para cima, gritando:
__ Ab cao tinhoso 1 grande canal ha 1
vou-te esborrachar!
E segurou os pulsos ao infeliz, pondo-
lhe os joelhos em cima do peito.
Ah 1 vais ficar debaixo de mim,
rouquejou o Carpinteiro, espumando de
raiva ; ests prompto... ja- te nio mexes
d'aqui, se nio pedires misericordia I
Pedir misericordia, a ti 1 mata-rae,
apodes 1... O ultimo escarro queme
subir garganta ha de ser para te atirar
cara... Covarde pegaste em armas...
Quizeste apanhar o compasso... mas
espera que antes vais ser engaado !
O Carpinteiro fez um esforco, arrancou
das m&os do adversario o compasso, en-
direiton se, e, mostrando-o a Jacques,
disse : .
__Vamos a ver se o tea sangue ver-
melho I
A chuva cahia a cantaros.
Completamente molhados, os lutadores
escorregavam a cada movimento e iam de
encentro aa grades da ponte.
Jacques, debaixo do sea inimigo, vio
que estava perdido.
Ainda assim precurava meto de se sal-
var.....s minatos eram sculos para
elle... ,, ... ,
De repente surgie-lne urna idea e pol-a
em pratica.
Por um rpido movimento conaeguio
deitar a mi a urna pernado Carpinteiro :
este, qae estava descuidado, vacilbu e
cabio de costas sobre o parapeito.
__Oh 1 canalha 1 vociferen o collosso
desequilibrado, largando o compasso para
sa agarrar a um varal de ferro das guar-
das da ponte.
Jacques conheceu depender-lhe a vida
desse momento: reuni todas aa sua tor-
cas d'um violento encontrfto, arremes-
sou oCarpintairo para fra do parapuite.
Assassmo 1 exclamou o muer val,
sentindo-se res valar.
Chegaram 11
E vendem-sea melrot
as
bordados o que se pode en-
contrar de melhor qualdia.de
de 400 reis at 3$000, a cce-
tros proprios para enfiar
comfita&.
LojadaPerola
lina da Impera-
triz n. 7m
Domingos Fernandes.
Instrumentos de msica
Msicas modernas
Vende-fe e troca-se BARATISSUO o enorme
orlimeoto qoe recebemos hoje.
EdQ?rd Paivd & C,
Rna Bario da Victoria o. !3 (antiga casa Aia-
vedo PernaaDboco ^_____^_
Regulador da Marinha
Concerta-ae relogioa de algibeira, pn-
dulas de torre deigreja chronome.ro de
marinha, caixa de musicca, aparelbos
elctricos, ocalos, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e quslquer objecto
tendente a arte mecbanica.
9Hua Largado Hoeario-9
Tijol
OS
FabiicadoB m fabrica de Cama'Sgibe, de su-
perior qnalidad,' \endp:sa io escnp'OMo da
Con>piobiaIadotrlal Ptroambocana. ruado
Commerclo n. 6.
m
es
^3
r>3
aa
55
o
Ficon dependurado per cima da agua
agitada...
As mios agarradas a urna viga de ma-
deira escorregavam-lhe por causa da chu-
va ; debalde tentn fincar as unbas ; os
dedos nervoses enteiri;avam-se-lhe e o
vento furioso impellia-lbe o corpo, baloi-
jando-o como um pndulo no vacuo som-
biio do arej da ponte.
O Carpinteiro era robusto J demais tra-
zia as mos callejadas pela ferramenta e
0 rude trabalho bavia-as tornado fortes a
nervosas; e assim, tende empregado um
esforco violento, conaeguio apanbar urna
outra viga. i
Jantou as mos e tentava subir, forc
de bracos, at chegar com o paite viga
e tar mais seguro o apoio.
As forjas augmentavam-lhe com o pe-
rigo...
Tinha a vida pendente dos brates e
portanto a sua energa ganhava poder. Q
No entretanto, a Linotte, sempre ao
1 ido daquelle que bavia eagauado, diz'$
aupplicante :
O' Jacques, en estava deida... mas
tu bem vs que o deixei depressa... An-
da, meu amor, vamos embora, fujamos
antes que venba alguem.
Jacques nao a ouvio.
Inconsciente do crime que tinba cem-
mottido, fatigado pela luta, anniquilado
pelos ltimos esforcos qua empregara, sor-
prebendido pela victoria, ficou com es
olhus muito abertos, a bocea fechada e as
mZos crispadas no lugar em que tinba
vencido seu iuimigo.
{Contina.}
Typ. de Diar, roa Duque da Oaxia, 42
V



__________i



Full Text
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