Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17143


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Full Text
AMMO LXXI

Ter^a-feira O de Agosto de 18&5

HUMERO 199
K
4X
PERNAMBCO.

PSePRJBB&Bl BB 1S&K6EL flSBSIEO BE jMKiit & FILHGS
REDACTORES AXTOXIO WITRUVIO PINTO BAIN'DjEIRA E ACCIOLI DE VASCONCEJLLOS e MAXOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes aflautados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anno a dianta do .
Numero avulso do mesmo dia.
8*000
451000
30000
*100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBUCACOESNA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Majenca Favre & C.\ residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
aii i
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. ... 161500
Por am anno adiantado .... 33000
Por trimestre vencido. .... 9$000
Numero avulso de dias anteriores. 200
Telegrammas
m ::: partculas do busi-
Rio de Janeiro, 3 de Agosto s
4 horas c 45 minutos da tarde (recebido
na cstaco as 10 horas e 35 minutos da
noite c entregue s lo horas e 50 minu-
tos).
Est iormalmente desmentida a noti-
cia que correu por transmisso telegra-
phica de haverem-se o coronel Carlos
Telles e Apparicio Saraivu obsequiado
por meio de troja de almocos nos res-
pectivos acampamentos.
Ha noticia de terem-se apresentado
ao general Menna Barreto, abandonando
a rcvolta os coronis Fernando Jacoben,
Joao Nepomuceno da Costa c Felisberto
Baptista c\ \lmeida Soares, o tejiente
coronel Bei 'io Soares. os capites An-
tonio Hildebrando, Joo Pedro de Oli-
veira e Joo Francisco Glovan e o tenen-
te Jos Mathias de Alhayde.
Em experiencia hoje executada as
machinas do cruzador a Tonelero, ao
terminar o servico, sobreveio terrivel ex-
ploso que produzio duas mortes instan-
tneas em foguistas, causando tambem
nove ferimentos grvese diversos leves
em outras pessoas.
Foram nomeados ofliciaes para os
batalhoes de infantera n. I08 e de reser-
va n. 66 da guarda nacional do municipio
de Alagoa de Baixo nesse Estado.
Foram tambem nomeados para guarda
nacional do municipio de Boa Vista a
of:i-ialidade dos batalhes de infantera
ns. i3iei32e de reserva n. 78, sendo
comeado commandante superior Joi
Cypriano de Amorim.
A taxa cambial firmou-se em 10 i|2*
smente "99 apresetassj Mfllre fot concedi-
do o privlegio de invengo, a 27 de Janeiro da
1791, constituio-se hgo ama sociedade entre
Leblanc, Diz She e o duque de Or eans, para
a ezploracao d'aquella industria. Moniou-se a
fabrica em Saint-Oenis, e pareca que a fortuna
sorna abertamente aos socios da empreza, quan
do a execucao do duque de Orleane llus veic
destruir as mais legitimas esperangas.
Leblanc, em se deixar vencer por estes pri-
meiros revezes da sorle, quiz montar urna fa>
brica em Marselha ; mas aquella idea feliz havia
de ser explorada muis larde por outro?, e assim
o creador de urna das oossas grandes industrias
foi obrigado a liquidar o activo da sociedade >
Qual outru Paljssy. se nao deitou, como aquelle
os movis ao lume, vio pelo menos vendel os
em leiln, com todos os apparelhos e productos
do estabelecimento, que com tanto trabalbo e
lamanbos sacrificios liaba fundado.
(Contni)
no musen do Gymnasio Pernambucano e fezer
experiencia no Gabinete de Physica e Labora-
DIARIO DE PERNAMBCO
Bolxla, 3 de Agosto.
O conflicto que o ultimtum do 2o-
verno d;sta Repblica dirigido a do
Per havia levantado e faria augurar
consequencias seriamente
por felicidade acaba de ter
gavel.
Chile, 3 de Agosto.
Organisado, j tomou posseo novo mi-
nisterio que compe-se dos seguintes:
Presidente ds conselhj e ministro do
interior Manocl Recabarren.
Relacoes extariores, Claudio Matte.
Fazenda, Mak Iver.
Guerra, Valdor.
Justica, Snchez Fontecilla.
Industria, Avila Baeza.
Londres, 3 de Agosto*
Foi lancado nesta praca um empresti-
mo italiano.
\ cana, 3 de Agosto.
Finou-se o archiduque Rob.rto de
Toscana.
RECIFE, 6 DE AGOSTO DE 1895
O nosso porto
Desde 1815 que se projecta o melhoramento
do nosso porto, que por sua posigao em relago
ao Continente est forgosamenle destinado a ser
o mais importante emporio commercial de toda
a America do Sul.
Eeogeolieiroa, como L. L. Vauthler (1815), a
quem esta Ierra deve a sua iniciacao nos conhe
clmentos da arte racional de bein construir;
Neate e Lae (18J2;, Vctor Fournie, (1874), que
tao amigo de Pernambuco se moslrou phaota-
siando em esljlo correcto todo o quadro do seu
desenvolvimento futuro, verdadeiras glorias eu-
ropeas ; Manoel de Barros Oarretto '18 3. Ra-
pbael A. Galvao (1869), Alfredo Lisboa (I8i7),
verdadeiros corypheus di engeoharia nacioual;
todos elle?, aps estudos aprofundados, offere-
cer m ao Governo planos mais ou menos accor
des; ficando por (im (1889) resol ndi a execu-
go de to importantes obras.
No entretanto,incidentes que nao vm ao caso
aqu referir, adiaram-n'as, at boje, apezar de
contracto firmado e de serem mesmo inaugura-
das as obras (1830;. Agora, porem, como larga-
mente o indica um profissional que looga serie
de artigos escreveu no Jornal do Recife, os obst-
culos que execugao de taes obras se oppunbam,
cessaram; e assim poderao ellas ser ufinal
r'-alisadas si a iniciativa individual convergir
para a argao governamental e tiver a idea o
bafejo offlcial areolando as aspirages do povo
'generoso de Pernambuco.
O Exm. Sr. Dr. Barbosa L'ma, tao sollicto
em desenvolver os malhoraraeotos materiaes, o
progresso intellectual, ltenlo no futuroso hori-
zonte de sua Ierra natal, estamos bem cerlos,
nao fecbar os ouvido. ao apptllo que assim
directa e indirectamente se lhe faz :E' lempo
momentosas, -de termos o nosso porto ; lempo de dar ex-
solujo ami- pansao a exuberante actividade de aossas rela-
v coas com o velbo e o novo mundo 1...
Nao se enganou o articulista do Jornal do Re-
cife, que lhe deu logar de honra na sua columna
de redaccao.quando affirmou que toda a Imprensa
Pernambucana se manifestara em favor de to
grande e necessario melboramento.
Pela nossa parte, com este relembramento
historio, podemos afflrmar: Somos pelo me-
lhoramento de nosso porto e o eseencial 0 que
alie seja realisado desde j>.
LXSTRUCCAO POPULAR
OS MA51YBES DA SCIEUC.A
POR
Gasto Tissandier
CAPITULO VIII
A INDUSTRIA E AS MACHINAS
XICOLAU LEBLANCPHIUPPE LEBON
RICHARD-LENOIR JACO JARDPHI-
LIl'PE DE GIRARDJOSU HeILMANN
BARTHOLOMEU THIMONNIERLU1Z
FAVRE.
(Coitinuacdo)
* Nos seu3 escriptos acerca das trab.lbos e
investigares pacientes a que se entregou, Le-
blanc lamenta-se de nao ter sido auxiliado como
precisava para levar mais longe os seus estudos,
e faz votos para que outro investigador, mais
bafejado da fortuna, prosiga n'aquelles trabalhos.
A respeilo da soda, nSo diz urna palavra ; nao
sola um queixume por er perdido aquella for
tuna, que soobara. Nos escriptos em que dos
narra vinle anuos de trabalhos pacientes, apenas
ligeirameate se refere aos dois anuos que gas-
tn em montar a fabrica de soda
E' iodubitavelmente que Leblanc tinha calcu-
lado e previsto a fortuna que Iba idvina da sua
ijiscoberta, o aenimma a0QTe qut l4o auspicio-
Governo do Estado de Per-
nambuco
SECRETARIA DA INDUSTRIA
Expediente do Dr. Secretario do Estado dos Nejo
cio$ da Industria, do dia 21 de Maro de
1895
Portara :
O Secretario de Estado dos Negocios da In-
dustria resolve nomear o cidadao Jos Joaquim
de Lima para o logar de deseobista de 2.*
classe da 3' Directora da Secretaria a seu
cargo.
Olcios:
Ao Dr. Secretario da Fazenda.- Solicito-vos
a expedigao das necessarias ordens no sentido
de ser paga a Julio H. Girard, constructor da
Escola Publica Maciel Pinheiro, a quanlia de
6:0478333, a que lem direo, conforme consta
do certificado junto, por obras supplementares
reaiisadas de accordo com as ordene de servico
ns. 2 e 5 da 3' Directora desta Secretaria.
Expediente do Dr. Director da 1.' Dirtcloria
Ao Dr. Director Geral da Secretaria da Fa-
zenda.De ordem do Dr. Secretario rogo que
vos digoeis de informar sobre o assumpto da
inclusa pelicao documentada em que o Dr. Jos
de S Pereira. solicita concesso de auxilio do
Estado para a fundag&o de urna Uzioa.
Ao mesmo.O Dr. Secretario manda com-
municar-vos que o Commissario do 3. disirlcto
sanitario desta Capital, Dr. Augusto Coelho
Leite, reatsumio bon em o respectivo exercicio,
renunciando o resto da liceuca em cujo goso
se acbava.
Ao mesmo.Pego, de ordem do Dr. Se-
cretario, mandis annexar os inclusos papis
pelicao de Jaciotha Claudina de Almeida a que
me refer no otcio de 13 do corrate, sob n.
46.
Ao mesmo.De ordain do Dr. Secre'ario
solicito vosso parecer, com a possivel brevidade,
sobre a inclusa petigo de lgoacia Josepba de
Jess.
Expediente do dia 22 de Marco de 1895
Portara:
O Dr. Secretario de Estado dos Negocios da
Industria, resolve nomear para serviren ce
examinadores no coocurso a que no dia z6 do
correle se tem de proceder para preencbtmento
da vaga de 3 otticial da 1.a .Secgao da 1.a Sub-
directoria da 3* Directora da Secretaria a seu
cargo, os cidadaos Manoel Joaquim Silveira c
Bacnarel Francisco de Albayde Maitins Hibeiro,
que hao de collaborar sob a presidencia do res-
pectivo Director Dr.Jos Joaquim Rodrigues Sal-
dan! Jnior, de conformidade com as Iostruc
coas de 8 do allodido mez.
Oficios :
Ao Dr. Secretario da Justica, Negocios In-
teriores e lostrucg&o Publica.Solicito que to
dignis de providenciar afim de que o Eoge-
nbeiro Louiz Lombard possi lirremente estudar
lorio Clnico da Escola Norma
Ao Dr. Director Geral da Secretaria de
Fazenda De ordem do Dr. Secretario rogo
vos digneis prestar nformacao sbreos inclusos
requeriraentos de Fielden Brotbra, empresarios
da illuminacao gaz desta Cidade.
Expediente di Dr. Secretario do Estado dos Ne
gocios da Industria, do da 23 de Marco de
1895.
Oflicios :
Ao Dr. Jos Antonio de Almeida Per-
nambucoFico inteirado pelo contedo de vos-
so oOiiio sob n. 326 de 13 do correle de ha-
verdes nessa data ussutnido o exercicio do car-
po de director engenheiro chefe da Estrada de
Ferro Central de Fernaiiibuoo.
Ao engenheiro Theop'iilo de Vasconcellos
Accusmlo o racebimonto de vosso ofticio n.
2ii, de 19 do correte, agradeco a cemmunica
to que, me fazeis de, naquella dala, baverdes
p'ssado o exercicio do cargo de Director da
Estrada de Ferro Central de Pernambuco ao
Dr. Jos Antonio de Almeida Pernambuco
Ejpdenle do Dr. Director Geral da I.' Directo-
ra da Inda-Hit, do dia 25 Marc) de\1895.
Orfico ao Dr. Director da 2 Uirec oria da
Industria-O Dr. Secretario, sciente pelo te-
legramma do Juiz de Direiio de Floresta an-
nexo ao oflico o 274 de 2! da crrante, do Dr.
Secretario da Justica, Negoc os Interiores e lo
strueco Publica, de estar, com grande inleojl-
dade, grassaodo a varila n'aquelle municipio,
recommenda que expegaes as providencias ur-
gen es que o caso requer.
Expediente do Dr. Director Geral da 1.a Direc
turia em 20 de Marco de 1895
OlBcio : **
Aos Srs. Agentes do Lloyd Brasileiro
De ordem do Dr. Secretario aecuso o recebi-
mento de vosso offlcio de 21 do correte em qae
communicaes que o vapor nacional < B azil *
teouo chegado naquella da d >s portos do Nor-
<<*, seguir no da unmediato s 4 horas da tar-
de para os portos do SulCommunicou-se ao
Dr. Direct r Geral da Secretaria de Estado dos
Negocio- da Industria, Viacio e Obras Publicas.
Expediente do Dr. Secretario de Estado ios Ne-
gocios da Industria, do dia 27 de Marco de
1895
Oflicios :
Ao Dr. Director Geral da 3.a Directora
Prondencae no sentido de seren orgada3
as despezas com os reparos de que necessita o
predio que serve de cadeia no municipio de
Nazaretn, conforme solicitou o Dr. Secretario
da Justiga em otiicio sob n. 9 de 23 do correo
te mez.
Ao Director da Escola Industrial Frei Ca
eca-Mandae entregar a Djlohina M^ria dos
Prazeres, iodependente de qualqu>;r contribu*
cao o menor Jos Vieira de M;llo, que est na
Escola sob vossa directo.
Aos Srs. Agentes do Lloyd Bri8.1eroO
Dr. Secretari 1 manda aecusar recebido o vosso
otfic o de hoje dtalo em que communlcae?, a
chingada do vapo- M-ranhao dos portos da Sul
as 6 horas da manh e que o mesmo salura
para os do N01 te amuihi as 5 lisras da larde
1 ommunicou sj ao Director Geral da Secreta-
ria de Estado dos Negocios da Industria Viago
e Obras Publicas.
Expediente d Dr Secretario de Estado do Ne-
gocios da Industria, do da 29 de Marco de
1895.
Offlcios :
ao Dr. Antonio Jos de Oliveira Pernam-
buco -Peco que mandis entregar 3* Directora
d'esla Secretaria de Estado, para a qual passou
a tiseal8aco da Companhia Ferro Carril de
Pernambuco, os papis que cooslituem o archi-
vo da mesilla fiscali8acao.
Expediente do Dr. Director Geral da Ia Directora
Oificios :
Ao Dr. Director Geral da 3.a Directora.O
Dr. Secretario uanda communicar-vo?, para os
flns convenientes, que na pelico de Jos da
Costa Ferreira a que vo3 referisles no otfi.io
n. 59 de 2 deste nuz exarou o segunle despa-
cho :
Indefendo, devendo o peticionario man-
dar collocar, a sua custa, o apparelho reti-
rado, som autorisagao do predio n. 5 da ra de
Tujutv.
AoDr. Director Geral da Secretaria da
Fazenda.-Solicito, de ordem do Dr. Secretario,
que prestis nformacao sobre o assumpto do
requerimento junto, de Manoel Feroandes Vel-
loso.
Ao mesmo.De ordem do Dr. Secretario
pego que informis sobre o assumpto da inclu-
sa petigo de Morgan Snell & C.
Expediente do Dr. Governador do Estado, do dia
30 de Ma*go de 1895
Decreto :
O Governador do EsUdo, no intuito de asse-
gurar o direito que a nomeacao adquirem os
candidatos clarificados nos concursos para
provimento de cargjs da Secretaria da Indus-
tria, ae.reta :
Arl 1." Serao preenchidas pelos candidatos
approvados no coocurso a que ltimamente se
tiver procedido, na ordem ue sua clas3ificar.au,
as vagas que no praso de um anno se verifica
rcm, a contar da dala em que bouverem termi-
nado os respectivos exames.
Art. 2 Smente esgotado esse praso ou a
lista dos uiesmos candidatos, ter lugar novo
concurso, observando se ent&o a disposicao do
arl. 1." das instrucgas expedidas com o decre-
to de 8 desta mez, assim modificado.
O Dr. Roiolpho Galvao, Secretario de Estado
dos Negocus da Industria, assim o tenha en-
tendido e faga executar.Alexandre Jos Bar-
bosa LimaRodolphe Galvao.
Expediente do Dr. Secretario de Estado dos Nego-
cios da Industria, do da 30 de Marco de 1895
Porlaiias :
O Dr. Secretario de Estado dos Negocios da
Industria, de accordo com a proposta do Dr.
Director Geral i 3.a directora da Secretaria a
seu cargo, resolve promover ao lugar de 1." of-
ficial (contador) da 1.a secgao da 1.a subdireclo
ra respectiva, o 2 otllaal da 1.a directora
Tito Franco de Mendonga.
O Secretario de Estado dos Negocios da In-
dustria, de accordo com a proposta do Dr. Di
rector Geral da 1.a Directora da Secretaria a
seu cargo, resolve promover ao lugar de 2.a of-
ficial da mesma directora o 3.* offlcial bacba
re Samuel Ramos de Parias.
O Secretario de Estado de conformidade com
o decreto de hoje dalado, resolve nomear para
o lugar de 3.a offlcial da 1.a secgao da 1.a sub
directora da 3 directora da Secretaria a seu
cargo o cidadao Alvaro Ladislu Cajakante de
Albuquerque.
O Dr. Secretarlo de Estado dos Negocios da
Industria, de conformidade com o decreto de
buje datado, resolve nomear 3 ofcial da 1"
directora da Secretaria a seu cargo, o cidadao
Agripino Tovrso Nogueira Lima.
Offlclos :
Ao Dr. Secretario da Fazenda.Solicito-vos
a expedcao das necessarias ordens no sentido
de ser paga i'ompaoha de Sania Thereza a
quantia de 2:531*726 a que tem direito pela
illuminacao publica da cidade de Olinda, du-
rante o mez de Dezembro prximo passado,
conforme sa verifica da conta junta, correndo
essa deapeza por coala do cr-diio extraordina-
rio especialmente abarlo para esse ttm.
Aa Dr. Secretario da Jostica, Nagocios In-
teriores la-struccao Publica.Communico-vos
que 00 officio n. 10, de honlem datado, em que
pcdis'es providencias no sentido de evitarem aa
os estragos causados pela chuva no quartel do
corpo de cavallana, exarei hoje o despacho se-
guinte : Ao Dr. director geral da 3.a directo
ria para providenciar com urgencia .
Expediente do Exm. Sr. Dr. Governador do Estado
do da 1 de Abril di 1895
Acto:
O Governador do Estado, attendendo ao que
requereu Jos Guilherme da Silva Duarte, apo
sentado no cargo de Secretario da Iaspectorla
de Hygieoe Publica; e considerando que, para
ser Calculada sua pensSo, o peticionario provou
er mais de 30 annos de effeciivo exercicio ;
Determina de conformidade com a informago
prestada em officio n. 140 de 30 de Margo lindo,
pela Secretaria da Fazenda, baseado no arl. 5."
da lei n. 683 de 5 de Malo de 1836, que soja
computada na referida pensao a gratificago
de um tergo dos vencimentos que percebia o
mesmo peticionario
O Dr. Rodolpho Galvao, Secretario da Inius-
tra, assim o tenha entendido a faga executar.-
Alexandre Jos Barbosa Lima.Rodolpho Galvao.
Expediente do Dr. Secretarh
Oflicios :
Ao lir. Secretario da Justga, Negocios Inte-
riores e Instrucgo Publica.Remeti vos um
volume cootendo tubos de lympha vacciniea e
bem assim a ambulancia de medicamentos para
o municipio de Salgueiro conforme solicilastes
em ofilcio de 13 do mez ultimo.
AoDr Director Geral da Secretaria da I*"a
zenda.Teoho a honra de enviar-vos para os
devidos lias o ponto dos empreados da Dire-
ctora a aeu cargo, corresponder ao msz de
jur<;o ultimo.
"*' Ao Dr. Juiz de Direito do municipio de
Olinda.Tendo sido sorteado para a actual ses
sao do Jury d'esse municipio o 2.a olGcial d'esta
Secretaria de Estado Bacharel Miguel Nunes
Viaona e havendo grande accumulagao de ser-
vigo8 o'esta Reparligao pego vos que o dispen
seis da referida ses?ao.
Expediente do Dr Secretario da Iniusti la do dia
2 de Abril de 1895
Offlcios :
Ao Dr. Secretario da Fazenda.Incluso re-
metio-vos por copia o Decreto de 23 de Margo
ultimo, conceden lo ao Bario de Frecheiras,
proprietario do Engenho Cabega de Njgro, si-
tuajo 110 municipio de Amaragy, para o desen-
volvimento da usina all existente, o empresli-
mo, a que se referem os Decretos de 15 de Ou
'ubro de 1890 e 31 de Janeiro de 1891.
Ao mesmo Solicito-vos a expedigao das
necessarias ordens no sentido de ser paga ao
cidadao Julio Hennque Girard, empreteiro da
construegao do edificio da Escola Maciel Pi-
nheiro a quantia de dezeseis contos, oitocenlos e
iiinta e nove mil, duzentos e noventa e tres
tis (16:8398i93), constante do cerliicaio jun-
to, relativa quaiU presiag&o, a que tem
ilireito em, virluda da el msula 37 do respectivo
contracto, devendo essa despeza correr por con
t j do deposito das loteras.
Ao mesmo.-De accordo com a informago
prestada em otficio n 133, de 21 de Margo ul-
timo, pela Directora Geral da Se-retara de Es-
tado a vosso cargo, solicito que mandis
Communico-vos que no ollicio n. 184, da ts
do corrente, recebido hoja nesta Secretaria de
Estado exerci o despacho segonte: Ao Dr.
Director Geral da 3.a Directora para provi-
denciar com urgencia.
Expediente do Dr. Director Geral da 1.' directora
Offlcio :
Ao Dr. Director Geral da Secretaria da Fa-
zenda.De ordem do Dr. Secretario pego que
devolvaes os papis que juntei do otficio n.
106 de 21 de Margo findo, afim de serem an-
nexados a petigo de Jaciatha Claudina de Al-
meida que voltju a esta Secretaria com o vosso
parecer u. 143 do 1.* do corrente.
---------------?
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTI-
QA, NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
CXO PUBLICA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO DO DIA 3 DE AGOSTO DE 18J5.
Arsenio Alfonso Pereira Borges, alfares do
3. batalho Estadual.Deferido, nos termos
do offlcio desta data, ao Dr. Secretario da Fa-
zenda.
Jos Feliciano Martios, soldado do 1. bati-
Ibao Estadual, requerendo baixa.Seja sub-
muttilo a inspecgao medica, nos termos das
ordens em vigor.
Jos Ricardo de Almeida, sentenciado, pe-
dindo certidao. -Ao Sr. director o Presidio
de Fernando de Nirooha, para mandar entre-
gar ao peticionario a cemdo inclusa.
Manoel Joo de Oliveira, sentenciado, pe-
dmdo perdi.Ao Sr. Dr. substituto do pro-
curador geral do Estado, para que se digne le
informar.
Vicente Ferreira He Lima, ex praga do 1.a
batalhao de mfantaria Estadoal, pedndo paga-
mento de vencimentos.Deferido, nos termos
do officio desta dala, ao Dr. Secretario da Fa-
zenda.
Artliur Machado Freir Pereira da Silva,
chefe da 2.a secgao da 2.a directora desta Se-
cretaria, requerendo 1 mez de licenga.Sim,
com ordenado.
Innocencio Antunes de Farias Torres, offlcial
aposentado da Junta Commercial, requerendo
gratificagao de mais de 30 annos. Attjndido,
com o offlcio de hoje, ao Dr. Secretario da Fa-
zenda.
O mesmo.Attendido.
Laurentino Quedes Alcoforado, prof.-ssor pu-
blico, pediodo para ser considerado em dispo-
nibihdadd.-NSo tem lugar o que requer o sup-
plicautj.
Hermenegildo de Siqueira,
Portoiro interino-
DIRECTORA GERAL DO THESOURO
Despachos do da 2 de Agosto de 1835
Alvares Carvaluo &. C, o mesmo, Antonio da
Cruzltets, Cypriano C, Eduardo Paes Cami-
DOa, Jos da Cosa Guedes, Jos Emygdo Fer-
reira Lima, Luiz Machado Bolelho, Manuel Car-
ne iro de Moraes, Miguel Mena. Albino Silva &
C o mesmo, Alvares Carvaltio & C, Viaona
Castro & C.-Informe o Sr. administrador da
Recebedoria.
U. nto d'Almeida & C, Mara Francisca Go-
pagar mes Lopes.;erlifique-se.
Companhia Pernambucana A-. Navegagao a j iJab 1 Coutinho Soares Banieira, Banco da
Vapor, pelo crdito extraordinario de 2 de Ja- Rupublica, Medeiros Laime &C.-Iaiorme o Sr.
fiein> 10 anno prximo findo, a quanlia de.... sub director da Contabilidad-.
728000 (setenta o dous mil ris) importancia de (jussy Juveual do Reg.Haja vista o Sr. Dr.
passagens concedidas por conta do Estado. I procurador fiscal.
Ao mesmo.-Pego vos que mandis entregar
ao secretario da a Directora desta Secretaria
de Estado, bacharel Apolinario Antunes Meira
Henriquas, por conta do crdito extraordinario
de 23 de Kevereiro ultimo a quantia de 70S500
(setenta mil e quinhentos ris), para occorrer a
despezas de expediente effecinadas no mez de
Margo prximo fin 10. Communicou-se ao Dr.
Director da 3a Directora.
Ao Dr. Director Geral da 3a Direcloria.
Tranrmtito vo., em resposta ao officio o. 83 de
O protocolista,
Franchco Militino Ferreira.
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despachos do da 31 de Julho de 1895
Jos Ignacio de Avila, proprielano dos pre-
dios ns. 2te 51 a ra Nova de Santa Rita, pe-
diodo baixa das anuidades da Corapanbia Re
. cife Dravnage da casa n. 51, visto como nao ex-
23 de Margo ultimo, copia ,1o de. honlem uata- ea|)Dre|n0 no me8mo predio. Indeferido.
rtr. iin a-w rioi-.il rtsi Pnmnanhia Farro Larri de 1 __,r ___ r._____ ...,,..___,,..
do, o ex'fiscal da Companhia Ferro Carril de
Pernambuco, acompanhada dos papis que con-
slituem o archivo da respectiva flsealisagao.
Expedienti do Dr. Secretario dos Negocio* da In*
dustria do dia 3 de Abr 11 de 1895.
Portarla ;
O Dr. Secretarlo da Iniusria resolve exo-
nerar a pedido, do lugar de auxiliar da 2a Di-
rectora Geral da Secretaria a seu cargo, o ci-
dadao Alfredo Rabello Cintra, nomear para
substituil-o o cidadao Antonio Candido Sities.
Commuoicou se ao Dr. D rector da 2a Dire-
ctora.
Offlcios ;
Ao Dr. Sjcrelario da Fazenda.-Rogo que
providenciis no sentido de 3er pelo Tbesouro
do Estado, entregue au cidadao Ro lolpbo Go
mes Leal a quanlia de 30:0003000 (trtnta con-
tos da ris), afim da occorrer ao pagamento do
pessoal da 3a Directora desta Secretaria du-
rante o mez de Mirgo prximo findo, devendo
taes despezas correrem por conta dos g 35.
33 e 37, arligo 1 do orgameoto em proroga
cao.
Ao mesmo.Solicito-vos a expedigSo das
necessarias ordens no sentido de serem pagas
as contas inclusas, relativas a despezas feitas
com a Inspectora de Hygiene do Estado e so-
bra as quaes emttio parecer a 2a Subdirectoria
de Contabilidade do Thesouro em 16 de Feve-
reiro ultimo, devendo taes despezas correr por
conta do crdito extraordinario de 23 desse
mez.
Releva notar que as ditas contas importara
em 1458100 e no em 1333300 como por engao
diz a 2a Subdirectoria no parecer alludldo.
Ao Dr. Inspector de Hygiene.Communi-
co-vos para os deviJos flns que nesta data so-
licitei ao Dr. Secretario da Fazenda as ordens
necessarias para pagamento das contas, a que
se refere vosso officio sob n. 35 de 31 de Ja-
neiro ultimo.
Ao Dr. Director Geral da Secretaria de
Fazenda. Incluso remetto-vos para os devidos
fins a folha para pagamento do pessoal da 2a Di-
rectora desta Secretaria de Eslado, correspon-
dente ao mez que hoje linda.
Ao Dr. Director Geral da 3" Directora.
Autori8o-vos a tomardes as providencias que
julgardes necessarias afim de serem reparados
os estragos produzidos pelas encbenlas dos ros
durantes as ultimas cheias e de que trata o
vosso offlcio o. 83 de Ia do andante mez.
Ao Dr. Godolredo de Mello Barreno, En-
genheiro Director das Obras da Faculdade de
Direito do Ricife.Aecuso o recebinxento de
vosso officio de 28 do maz prximo lodo, em
o qual communicaes haver assumido, na mesma
data a dirergao dos trabalhos para construegao
do edificio destinado Faculdade de Direito.
Com agradecer a ganlileza de vossa commu-
nicSo, cabe-me assegurar-vos que estarei sem-
pre prompto a prestar o concurso de que ne-
cessiiardes para o bom desempenho da com-
mtssao da que vos achaes incumbido.
Expediente do Dr. Secrttario da Indust,ia, do da
4 de Abril de 1895
Oflicios :
Sr. Dr. Secretario da Fazenda. Rogo que
vos digneis de providenciar para que a Direc-
tora geral da secretaria a vosso cargo preste
informago sobre o requerimento junto do Dr.
Miguel de Figueira Faria, a que vae annexo
o parecer a. 90 de de 30 de Marco fiado
do Dr. Director Gjral da Industria, Viaco e
Obras Publicas.
Sr. Dr. Prefeito do municipio do Recife.
Tbmaz Luciano Ramos, commerc ante na
Colonia Isabel, pe indo pagamento do forne-
eimento que fez a mesma colonia.-Sim, nos
termos do offlcio desta da a ao Dr. director da
Escola Fre aneca,
Companhia Qreat Western of Brazil Railway
Limiled, pedinao pagamen.o de passsageus
concedidas por conl 00 Eslado durante o mez
de Malo proxinu passado.-Sim, nos termos do
offlcio desta data ao Dr. Secretario da Fazcn
da.
Jos da Costa Ferreira. pedlndo suppresso
dos apparelhos existentes em seus predio silos
a ra da Campan ia Pernambucana n. 18 e a
ruaTuyuty n. 5Informe o Dr. director geral
interino da 3' directeria.
O porleiro,
Archias Mafia.
DESPACHOS DO DR. SECRETARIO DA FA-
ZENDA NO DIA 2 DE AGOSTO DE
1895.
Mario G. Ferreira, 2 offlcial da Recebedoria
do Eslado, pediudo tres mezes de ltcenja.
Selle o aUcs ado.
- 3
Bacharel Diomedes Gonjalvas da Silva, juiz
do 4 districto municipal em exercicio parcial
da vara da Fazenda durante o mez de Outubro
do anno passado do dia 5 13, pediodo paga-
mento do que Iba compete pela arrecadagSo do
do referido mez,Informe o Sr. Dr. Director
Geral.
Alvares de Carvaiho & C, estabelecidos com
toja de ferrageos a ra Duque de Caxias n. 86.
pedindo para serem eliminados do numero dos
contribuidles da classe n. 3 tabella Aannexa a
lei n- 121 do correnta annoInforme o Sr.
Dr. Director Geral.
Os mesmos, reclamando conira a inclusao na
classe n. 38 A annexa a lei n. 131 do corrate
anno.Informe o Sr. Dr. DirecUr Geral.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PER- i
NAMBUCO
Despachos do da 5 de Agosto de 1S95
Paul Juen, Victoriano de Paiva, Albino
Amorim &C, Joseph Krause & C. H. Burle &
C, Francisco Gomes de Souza Leu", Antonio
Guilhermino dos Santo, Manoel Bai tisla Seve,
Knnes Baibosa Cooper & C, Silveira & C.,
Francisco Martina Gomes, CandiJa Herma*
Ferreira, Prenle Vianna & C-, Laurinio Ro-
drigues Cimpello. Blackerhurn & C, Antonio
Raposo Torres, Pedro de Nogueira Irmios, F
P. Boalitrenu, loso Manoel de Franga, Pedro
Alves do Silva, Joo Vicente de Aquino, Silva
Fernandos & C. Companhia Servigos de Por-
tos, Domingos Jos Aniunes Guimaraes, Jos
Joaquim Moreira. Informe a 1 secgao.
Jos Joaju m Dias Ferraira, Argeo de Oli-
veira Pelagio.Dirija-e ao Tribunal do Tbe-
souro.
Janbslon Pater & C, P. M. Liaucer, Silva
Guimares & C., Antonio da 1 ruz It-is, Silva
GurmarSes & C, Campa nina de Servigos la*
ritimos de Pernambuco, Jos Paulo Botelbo,
Alfredo Paes & Primo, Beroet & C. Antonio
Rodrigues de Souza, Menezea Nobre & C, Joo
Rufino Faoseca & C Informe a 1- secgao.
Placida Jac bina de Lemos, Borsielmann &
CInforme o 1* secgao.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Guimares.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE 5 DE AGOSTO DE 1895.
Edmunda Eudoxia da Fooseca, Jos C. de
Lima, Juvencio Amancio de Castro, Manoel do
Na3Cimenlo Ferreira.-Deferido, pigaodo og
imposlos.
Antonio M Soares das Neves. Flix Juvenal,
Joanna Mara da Conceigo.-Em vista da uftr*
mu gao nao ha que deferir,,
Flrmina J. F. da Rosa, Justino Pereira Al-
ves, Jo&o C. da i.03'a Albuquerque, Demetrio
Adolpho Muoiz, Mara Izabel deSuuza, Manual-
la do Nascimento Costn, Mara Francisca dos
Santo Smpli io F. das Cbngas, Olegario J.
Baplisia, Jos Caelano Marque de Oliveira,
Antonio Mandes Soares, a ;ompinh a de Ser*
vicos Martimos, padre Marques do Bomfim,
Antonio Marques do Bomfim Saotino da Costa
Mout-iro, Fedro Ramos, Ismael Gongalves Ro-
drigues; Jos Francisco Areia, Felippe F. Nee*
dham.
Irmaodade do SS. de Santo Antonio, a Bra-
s lian Submarin Teligraph Company Limited.
Indefendo.
Anna Anglica da Fonseca, Francisca Isa-
bel, Juvino \nihero de C. Maia, Manoel Mene-
zes Scbappe.- Averbe-se.
Ignacio de Souza Mooteiro.Deferido, repon-
do o leito da ra.
Irmaodade do SS. de S. Antonio. Indeferi-
do, a parle da ra calgada era oceupada por
edificio enlao demolido.
Secretaria da Pre'eitura Municipal o Racife,
5 de Agosto de 1895.
O porteiro,
Yuno Alves da Fonseca.
Questura Policial
SeceSo 2.aN. 170 -Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 5 de
Agosto de 1895.
Ao Sr. coronal Dr. Julio de Mello Filho,
mu digno Secretario da Justiga e Negocios In-
teriores.
Particpevosqoe foram honlem recomidos a
Casa da Datengao es seguintes individuos :
Nodia3.
A' minha ordum, Mara Cavalcante da Albu-
querque, como alienada, al que psssa ter o
conveniente desuno.
A' ordem do delegado do 2- districto da ca-
pital, Hermogeoes Miguel da Silva, Casaiano
Almeida do Rosario, Manoel Rodrigues do Nis-
cimaoto e Rachel Mara do Nascimeolo. por
embr agua e disturbios, Braz Tertuliano dos
Santos, para averiguaces poiiciaes e Manoel ao
tal, como desordeiro.
A' ordem do subdelegado da fragueiia de
Sanio Antonio Jos do Nascimemo, por dis-
turbios.
A' ordem do subdelegado do 1' districto de
S. Jos, Bruno Jos Rodrigues, como gatuno.
A' ordem do subdelegado do Arrayal. Auna
Mana, como alienada, at que possa ter o eoa-
venienle destino.
No dia 4.
A* ordem do subdelegado do 2- districto
da freguezia de S. Jos, Acacio Sergio de
Souza, por disturbios oso de arma prob.blda.
CQNGR3SSQ NACIONAL
Senado
Presente numero leeal de Srs. senadores, teva
oe dia 26 logar a 62a sessao sob a presidencia
do Sr. Manoel Victorino.
Lida e approsada a acta, o Sr. 1. secretario
leu o expediente, oraouo em seguida os S -s. Go-
mes de Castro e Lelte e Oiticica que m.cdcu i
mesa em requerimento.
Depois ain a oraram os S s. Se veri no Vieira e
Coelho Rodrigues, que retirou o reqoerimeuto
que bootem hiera, pedindo lnformagoes sobre a
Una da Trindade*
Ns ordem do da, depois de serem approvadoa
diversos projectos 9 proposicoes, oraram a fator
do proiecio n. 5, de 1895, o- Srs. Crrela de Araa-
jo e Campos Salles e contra os Srs. Cateada e
Coeiho Ridrigoes.
Desgnala a ordem da da, levantoo se a ees-
sao ts 3 horas da tarde.
Teve bootem logar a 63 sesso, pe-aBts nu-
mero legal de Srs. senaio:es e presidida pelo
Sr. Manoel Victorino.
Lida a acta e apprevada sem reclamago, o Sr.
1. Secreta. 10 dea conta do expediente.
Passaodo-se a otdem do dia o Sr. GoBcaliea
Cnaves usoa da palavra ao disentir o projecta
qae aispoa sobre conflictos resultantes de dap-
catas ou contestagoes de legitimidad? de gover-
oadore e assemblas nos Estados da Unio, jus.
nficando e mandando mesa am requerimento.
Esgoiadas as materias, a dada a ordem do dia,
levantoo-se a sesso a 11|S boras da tarde.
P'eseote numero legal de Sr. Senadores,
realisou-ie ne da 29 a 64.a sessio, sob a presi-
dencia de Sr. Dr. Manoel Victorino.
Ltda acta e apresentado o expediente pelo
Sr. 1." Secretario, passoa-se ordem do dis, qae
coastou ae irabalbos daa commisiOes.
O Sr. Jcio Barbsiba justifica e manda i mesa
aa projecto a resoello das delibericts e setos
doa poderes de municipio fede al.
O Sr. Beverino Vieira justifice tambem son
projecto a resoelto dos aitiiiradM em dispoal.
bihdade, qae nao foi acceltj, conforme> dedmi
o Sr. Prendeos, por nao esiar de cenformidads)
com o i i.- do art. 80 do Regiment.
Designada a orden do di, leenu-se a Bes.
iiiil bon da Urda.
A' ordwn do subdelegado do 8- districto di
freguezia da Boa Vis'a, Antonio Clemente da
Silva e Taeotooia Mara da Couceigao. por dis.
turbios. 5
Por offlcio desta data commuoicoume o
subdelegado do 3- districto da Graga, qoafcon-
tem as 11 horas da noite, no lugar Pantano
daquetle districto o individuo de nome Pedro
Luiz de Souza, armando se de urna estaca e com
ella esborduou a Germano Jos da Souza e a
sua propria mai Paulina Mara da Conceicao.
Comparecendo aquella autorldade ao refe-
rido lugar, tomou conhecimento do facto e man-
dou vislonar o ofendido, fazendo recolhar
t.asa de Detengao o ofTaosor, contri o qual pro-
cede nos termos da lei.
Communicou-me o mesmo delegado, que no
da 29 do dito mez, pelas 9 boras da noute, em
leras do Engenho Mussumb, do mesmo muoi-
cipoi, os individuos de nomes Luiz Francisco a
Paulo Jorge do Nascimanlo, alli moradores
travaram luta entre si, resultando sahir leve-'
menle ferido o secundo.
Conira o delinquente que se evadn, procede
a mesma autoridade nos t rmos da lei.
Communieou-rna o juiz do Io districto do
5Y,n,cl1P|1 de A-'agOas de Baixo, por offlcio de
i d' Julno prox mo passado, que no dia 22 do
dito mez, por v lia da 2 horas da tarde, no lu-
gar Campos d'aquelle municipio, os individuos
Antonio de tal conhecido por Pao Velho a Fran-
cisco Pedro Soares, travaram renbi la luta en-
tre si resultando a morte de ambos e flear %
mulher de Francisco Pedro Soares, gravemente
ferido por um liro desfechado por Pao Velho.
A autoridade respectiva lomando conheci*
meuto do faci fez visloriar a offendida.
6 ule e I rieruidaue.
O Qaeslor,
Jos Felippe Nery da Silva FiUio.
\
~L

llMDTUMD




I

Pkario de Pernambit^o Tert?a-feira H e Agosto ce frto

Cmara do Deputados
Sob a presidencia do Sr. Arihur Ros, erfectoou-
se do da 23 a 58.* aesjSo ordinaria desla cas do
Congreeao.
Lidasvapprovadaaacta da sesso antecedente-
forana oa primeira parto da ordem do da, appro,
vados'aem debata oa proje tea o. 95. autorizando
o Poder Executivo a abrir oa cranos eiiraor>i
aarics de 54:000* a verba n. 5 e >ie 60.010# a
veVbaV 7 do SrtTiV da le n. 266 de 2i de De
zembro de 18i, e o. 7i, ragolau io a prova para
nabilitacao a percepcao de meia sido e do mon-
tepo doa militare de ierra e mar, e o re.ueri-
raoto do S'. Nilo Pesaoba, pediudo a aomeagaa
da orna comtcisso espe tal para tratar da reo--
gBnisai,ao da g arda nacioaal. Fillaram pela
ordem os Sr. Bueno de Andrade, Joi Carlos,
Nilo Pecaona e Ovidio branles.
Soore a 2.* disco 8lo do o gamenio da mari-
nha para I82G, falln o S-. Thamai avalcaute,
sent a disrasaa > euiaia.
Na l.* uarte da ord-tn do ai, proseguio se na
3. dUcossao do projeclo b. 38. relcrmaudo oen-
Sino rus Faculdades de D.rei'o. e o ou sobre o
agsompta o Sr. Valladares, qne esgoun a dora.
No espediente occop iratn a iriouoa os r. Ver-
gas ae Abren, Benedicto Liile e Silva Monis.
Lsvantou-ie a sessao *i 5 horas e 5 .oinuios da
arde. __
Realisan-3e no lia 17 a 59." sessao ordira-
Fla deste ramo do Oong'esso Nacional. Presi-
dio-a .Sr. A'lhor Ros.
Agravada a ac a dos trabalbos anteriores, ds
..' parte da ordem do da, foram sem debate ap
arowades os projeiioB: .
N. 102 de {893,aotoTisaBdooROverooaa rir
ao Mioistario d. ustiga e Negnos Interiores o
crdito aopplementar de 104:030* P" cco"rr.r
aa desperas n. (3 do art. !. da le n. 206 de 2i
de Deiembro de'1894 Holicia do Dsincto Fede-
ral (Brigada Policial).
N. 115. de 1095, autorisandoo governo a abrir
O crento-supplementar de 44:816*423 ao Minis-
terio da Juslica Negocios Interio-es, no nercr.io
de is9i, aplicado 2 'ub-ra-Servigo Sanitario
Maritimo-da le n. 191 8 de 30 de Selembro de
1393
N. 116, ds 1893. autorsaodo o governo a abrir
ao crdito ix'.raordimrio de 257:152*158 para
varias dspeias rom o Hospital de Marinha.
N. 128, de I89o,antorisaodooeoverfioa abrir
un credi no extraordinario de 898:484*840 para
pagamento do exceiso de deapexa coua o servico
de colooisacSo no Ev.ado do Rio Grande do Sol,
no exerci io de 1893.
Aanoociada a cootinoagSo da 2." diecassao do
proiecto que fixa a despeii do Mi isterio da Mi-
naba para 1896, ora'am os Srs. Aogosto Severo
e Tnomai Cavbante.
Passao lo-se i 2.' i arle da o'dera ao ola, pri-
sa: nio a 3." iscaso do projecto n. 38, refr-
tD8Bdo o n*ino oa* Fa uldaies de Dlreito. O -
copeo se do assnmpto o Sr. Paolino de Soasa Jo-
Na hora do expediente (aliaran os Srs. Coelio
Liso', Baeoo ae Andrade e Edua-do Rimo?.
Levantoose a sessao as 4 horas e 45 minuto
da tarde.
A' s8<4o de 29 compareceram 146 Srs. de-
satados.
Appii vada a a3ta da seasSa antecedente, pas-
soo-se a 1.a part da ordem do dia.
Os Srs. Jos Carlos e Angosto Severo discuti-
rn) na |. parte da ordem do dia o orgamanto da
marraba, ricando adiado o debate.
Ni J." parte o Sr. P.= n'ino de Soasa Jnior tal
oo soDre a rejorma do enaino as Faculdades de
Dlreito.
Anonadada a aora do expediente, ojararo os
S:s Oidn brante, Carlos de Eovaes. Medeiros
e Albuquerque e Neiva.
Levan da larde.
INTERIOR
A llha da TrinJade
cocheado a occopagio desa pa te do terri-
torio brsiildiro tm uome da Inglaterra, o Sr.
rstoiatro das relages exteriores Dr. Ca*'os de
i alno fo saluiu em ou:f pra/ideac.a o>
enttdo de maater itiesa a aooerania e integro
o terrttoib racieaae.
Como se sabe, a ujlicu do fasto foi verdadei-
ra sorpre a ; e por aso leva o Sr. D*. Carlos
de CarvalOo de passar telepramma para Lou-
ires ao ojsso minist-o. rtferiodo a noticia da
0Ccupac,aj dada pelo Fviancal Ataos, e delle
dingindo i:torma;ao a respeno daqQelle minii-
tro proanpl;imenie respooieo neste sentido :
Tele^rammaLondrep, 21- deJalhode 1895
Mniitro ExteriorRa.
Lord Siosrrory acfia-3e ausente, mas soube
do F.vetny Office, qo* a ilba da Trindale esU
occopida em ujme do governo ogle des Je
Janeiro oltimo pa-a o cabo sobaiarioo argen.lno
Este fa.to nao leve publicidade nem aotiti
cicao otScial.
A prmei-a occooaci> inglesa teve lagar em
1700, oS. rfailej fiodoa nmi eolonia ingesa
am 178', qne dtpon foi aOandooala em 1781,
pelos emig'ao'.^s togieses.
Desde entao visuao rega'armn'e a ilba os
aavus de guerra lEgltses.sendo o nltimo o Ruby
ea 1879, deisaoJo eua visita assigoalada seiu
protesto de nagaa algoma, e tirmaudo qne nao
hivia aill festigio de outra occopacao-C'or-
*'" ^ ^
Ni tirde de 19 do passido, o :conou o Sr. Dr
Orto de oarvalno a atteojao do Sr. 0. Pnipp*,
ainutro ingles acrediudo oo Rio de Janeiro a
reepeito do tacto, e aps passou estt oou ao
rTendo represeotaota da Ioglaterra.
No da 19 do crreme mes Uve a honra de
oovir do Sr. Coos'-aotiio Pbipps, enviado os-
traordinarue ministro ptenipoieaciarlo de S.
M. Bnt-.nica, a poposfio da no*-'a dada por
algons ornaes da occopago ;' Ibi 'i Irioda-
da, no Ocano AU-li o, W a A "ira M-
ridional e a costi occidenial di re*, per sub-
ditos de Baa Majestad-, que nao ma pareca
ies;itji :a de (undaiten o.
Immediatimeute o&arvei que, estando eesi
a oodomiaio da Repblica doa EitadjB-U-
dos ao Bras;l, urna tal oceupaco seria ilieg:-
timae nao poderla prevalecer; affirmei-lbe que
tal dominio era toeieqmve, dJ qao em lempa
opp.riano dedunria a demonsirago ; aoono;ei-
he nao s baver ordnalo por tehgraBma a
legiCo Drasilelra en Liodreaqse me prestas-
te iafjr0>c6e8 a esae reaPe'<,} coai!' raa,bm a
agitdcao q:e oofeprllo pmlico se ipjdati'i.
neta otcas.ij emqaaearoa tactos de ordem
jlernaciooal eaiavo fermentando e esalta do
o natural e nobre aentimeoto -e oacionalidade.
Tendo o Poi: do ia segointe denunciada a
-eBuioi) do overoo Federal de mandar aquel
: iitii om navio de guerra, verihear o tacto da
oecupai o S-. Pnippa leve a gettilea de pro-
carar-me as 3 ooraa da Urde oara, melbor In-
wmado, deciarar-me qne e:a vo aadeiro o tac-
to da ocGooacJo em oome da ccroi da lag'.a-
rra de- ae Fevereiro ultimo por se tratar de
ter nono abandonado enelle nao baver veatlgio
iian de poue da qualqaer outra u .aa.
Nao dlistmole a aorprez eeoao desgosto.qne
jao me caosava, renovando aa imana* amr
aiivas da vtspara, apoiados nos amaceieoiei
aiatan os e no eatemoonoj dos geog a-bai.
Desvanecidas as dolidas qaanto i tBectlvida-
de da occopa^So, dase o Sr. P.:.ppa que coa-
viril sosoender a oriem retaiiva a sabida do
na va de goe ra, por laso qne lev.rl aa miabas
obervacoes ao coobe-.lmento do sea governo e
aoe deutro de 48 noras teria oaiu-atmeote la-
stro cO-s oara tratar deele i acdeme deaagra-
davel 8 relajees em qos leUmue se mm m
0' djua pmses, o Br.sii e a Ingiatcra.
"Cumoro agora o dever de consignar aq-.i,
-no p'omeui ao Sr. Pb'.pp, as raiths em.
aueme tandei para qual.ticar de lllegilim
rseme oceopacao da liba da Irindade ; ante ,
pornj, i.ernv.'.t.-aie coonisuoica:-lbe que, po
lelegramma boaiem recebido, a legaja brazi-
letra eai Landres, diase-me ter al-io lnfarma-
da na Foreing-Offux que esa a occupCio data
de Jaceiro u tiuo, em come do governo ingles,
para o servico do cabo submarino argentino,
nao >e tendo dado publicidade a eaae acto nam
ce trio noflcacSo algoma.
A ilba da Triodade, :oma o Sr. Phipos Babe,
eaia meada em 20-3l do lat. sal e 13"-47'
37" de loag. ate do meridiauo do Rio de Ji-
neiic, e dista segando The practico of oavi-
eat oa and oaoiical astronosy de H. Rap
per (Sicoi. R- N. 7, Load. 1862) 551 m:thaa
ceograpbica do j:onto da cosa do Estado &j
Spir.tj S nU, situado na musma Lti ide.
Ba^toberla pelo^ portugueses em 1501,-sera
15 de Abril de 1700 a ella aportou o eip^.
iDglez Eimoado Halley e em 31 de Mato de 1775
J. Ko.k, em ana segunda viagem.
Em 1781. acbaodo-se o governo da Gra Bre-
tanba em guerra co n o da H-spanha, man loo
oceupar essa ilba, para bostilisar o convmer-
cio hespanhol com aa colonias do P*l, e qa-
mativoa serias reclamacis da Uespaeha a Po'-
lugil. e ordenar este ao vice-re do Brasil, qua
mandaase expedlgao de.occopal-a.
Formou-se entao ao aaao ae 1782 un eetabe
lecimeoto militar ponigues, tendo recebidoor-
dem em 16 de t-'etembro desse auna o fice
re para promover communiU2Oes regalares
com a lina.
Na vi8gem de La rroosp. e 1.1783, foi ivls-
toda a baodeira portUKoea sobre orna manti
nna e rnente por ordem de 6 de i-evereiro d'.
1793 foram r.'tira ios o desla ameato e o arma-
mento qae all se arbavam, Hendo iraasporta-
d s pela fragata Princesa da Bera. que che-
gon ao Rio de J^ueiru em 11 de Oatuoro do
memo anno.
Cum a indeneodeocia do Busil a ilba da Trio-
dade deixon de perteocer a Pcnugal.
Em 1815 a corv ta brasilera ItapaCica* com-
mamada pelo capillo domar e guerra Diog'
Jorge ae Bruto, all (g;eve em commissao d i
G verno braaileiro; mandando em 1831 a regen-
cia em uorae do iraperaier proceder a eatudos a
-xaraea para a uiuisaco dessa ilOa.
Em co ,m ssao do Governo, ain la nella eslive
ram a corveta D. Isabc-I em 1856, a corveti
Jahiinat em 1871, a corv.ta N iheroy. ness--
mesmo anno e em 1884, e ulumameaie o trao3-
pjrie de guerra Pened ta em A.orl de 1894, aob
o commaudo do 1* lente da armada Joaquina
Sarmanno.
Antea da commiesao confiada em 1894 ao tran-
gjorte Pene-o o Governo da Repuolica iniciara
trabalbcs no seotido de aproveitsmeoto da liba
para sei vico penitenciario o qne consta d3 "'-
sos ae 11 de Jalno e de 14 de Oatabro de 1891
do Miaiteno da Justica. Milte-Brum e Elis-
Rclu8 (es'e a'nla em 1834) eolre as ierras per-
tenceotea ao Brasil enomcan a ilba da Trinda-
de, nura nao invocar PierreLaronase (DiCt. Univ.
T. XV).
evo tambem ponderar so Sr. Pnlpp3 que so >
o rgimen do imperio, o Gaverao orasile ro, oo-
deirtton. 9 334 de 29 de Novembr-o de 88*,
coniedeo perujlssao ao cidadao Joio Alvea Gaet-
ra pars explorar mineres exlrahir productos
aaturaes e eitabelecer salinas na ilba da Trio-
dade, consideran 1o-i accesoria da entao pro-
vincia do EaDinio Sao'o. Tolo isso 6 decisivo.
A ociopac) modo legitimo de adquirir do-
minio 8omeaie com relacj as coasas qje n&o
lem ionores oullins e s9o taes as que na
esla no dominio klheio oo pnrqu: nunca per
teoceram a pesaoa algoma oo porque foram
abiodoaadas por seo aotigo iono.
O abandono nao se p-eiume pea regraa-
mo Buaia jactare p ceiumuu ; depende da in-
tengao de renunciar e da cesac$o do poier phy-
aico sobrea coosa, nao se coofadtndo con o
simples desaaparo oa deserga O prop leta-io
poda delxar a cusa dse ti ou o desamparo e
no entretanto conservar o dominio. O faci da
posae legal nao coasiste em reter realmente a
cousa, mas em tel-a a sua Iivre dtspnsita. A
ausencia do propietario, o desimparo ou diser-
cao no excluem a 'ivre dispodglo e d'aui ani-
mo r.-t.nelur posseasin*.
Galo (Iosi. C. 4 g 154) ensina : ...qaonlam
posrid-mas animo hoIo quom volamos reiinee
po88e8ioaeja,Nejae vero diserl locum al -
quemsali8 es',ut pro derelicto babenda< si', aed
manilei s appareat ndicos deelinqaendi ailec-
nc> -accreaceota Mdblembruek, Doctrina Pan-
dea 241 e 231.
abandono nao p Je decorrer senao de raa-
n'fBtaco expressa da voitade, por wbo qae o
an mua> a passibilidle de reprodusir a : n
metra v. nUde da acqulaigo da posse e, como
eosiaa Savlgcj ( 32), nem ba necessidade de
ter coostaaieneoie a coosci-ns a da posae. Pa-
ra 0 abandono preciso om -a :io novo de voa-
tale, dirigido em sentido contrario da primeira
vootadeanimas in cootranam actas.Pro
dereH'.to auteu babetur qaod dominios e a ana-
te adjerent a', id reram suarom est oolit* exari-
me-8e a Instlala.
Qaando a cous, cojo algodono se invoca para
leitimar a occupic., do domiaio di ami na-
sas, aaaiv rigc*oea se fas a eecest^ada de a.noi-
ai-i em maGileauSo poBit va e expreasa da
v nt de de rae querer cootiooar a possoi', por
isjoque no nominio ierr;t rlal oSo se preiome
o abaadooo, a preauaipcSo nao a da ser ares
njiiiu corno nooaso da Instilla-loaula qoce
in man nata (quo ra'o acsidi) occupanlis ttt.
nnllios enim esse creditar.
Se a ilba da Triodade foi descoberta palos
po-tugaeses e por tiles aecupadot milita-meate
at 1795 ; se eatea factoa sao historicoa e a me-
mo'ia das oaces xclne a ignoraocia delles; se
por acios positivos e pablic.s anaufe-ion sem
pre o goverao a convlcgno de sera lina da Trio-
dale lerretorio nacional, a condicional da oesu
paca*,que ter por objaeto a.-es nollio nao s
venfi a.
A oosse perde-^e sorpere somente quanJo
facoldade de dispor t^rna-se completameoie im
posaivel: qaando desapparece o estado de las-
'o qae nao permita dspor da cousa possuida.
Se o Brai I nao maoifestoo por acto expressv
a vautade de abandonar a lira, qae tora adjud-
cala ao coolioeote b-silelro, pelo fado de sua
independencia poltica, e se, e uisso ha de con
vr o Sr. Pnipos, nao exis e am esudo de rada
que o impedase de ci-por da liba ou de uti'.sar-
se delta quando e como ida apovesse, com o
domi io conservon intrea a posse e nao sendo
respro derelisio ana occupaSo em nome do
governo ingles nao titulo legitimo ae asqaisi-
co do comilo.
Aprese liando estas reflexOes ao Sr. Pbipps,
acredito qae nio se dedlgnard de submeitel-as
ao goveroo de S. M. a Riloba aa Inglaterra,
romo protesto contra a occooacao da liba da
Triaeade, qoe fax parte do territorio bras lolrc,
e estou cerlo de qae desfeito o eqoivoco do
abandono e de ser, po'tanio, a mesma ithi rea
nullios, elle expedir suas ordens no sentido
da desoccupje.a>, remida assim bomenagrm aoB
seotimeaios da juanea e accenoadas mais Dina
ves as iiispoi'c'3 em qae se acnam os dous go
Yernos, o do Brasil e o da Inglaterra, deoa
servar ioalteradas as relacOes em qoe se man-
tm.
Por iumo qae fosee o valor da ilba da Tnn-
dade, o Goveroo Federal julgar-sn bia obngado
a ter este procedimen'o. porqae ee a lesfio de
direito fos^e coosciente e proposital, pnndanor
nacional na) sentir-se bla menos aneciado.
Renov ao Sr. Ministro as sega'ancas da mi-
aba alta coocideracio Carlos de Carvalbo.
que alm da so tirem rcfl-sctido noa Beus tr
balhos, Ihe deram sein,.re e hao dar-I se una
cuiilio da rara originnlidad;, qua o que mul-
tas vezes coacorre tambem para a reputaco
de un arlis a.
lluro se micon'ra umn individuilidade ISo
su i. um cerebro lio prodigioso, um tempera-
mento ta> rijo.
Carlos Gomes um Artit com que urna
geracSo pode orgulliar-se, e um bramleiro
que todos n?, Scus poincios, tonioi o dever de
aaudar edenis curvaimos dcanle do seu Ge-
nio.
E' iito o qm sueca le -foi isto o qua so va
na esta de Carlos Gome?, em que, uuia bri-
llidiile discurso, o Dr. M o reir Alvos foi o ver-
da tetro interpreta do sentroslo nacional
Anda bem que assim acoutice : o co itrario see
ra dar-mos prova de una inconscianria quo
nao po3 sabeiu is dar o rieeldo valor ao mnor gtn>
ani5tico da America u ao inu'or dos Brazilci-
ro*.
A fasta qua so fe a Carlos Gamas, fo bas
tanie digna de u.n til Artista; todava, ven)
a proposito mencionar qu>, no momnio em
i(ii' um 11 lustre maiiil'-stinia fa/.ia um discurso
all alindo a que Carlos Ganes ara uiuiti ad-
mirad na Italia, ouvimos dizer aun distincto
cidadao italiano, o aeguinte :
E pod-i iili-uiir que na Italia o adinram
mns do que no Brazt !
lito, su lem nlguina cousa de iojnso para
nos, da-nos trntretan o um grande e justo or-
gulho, e di nos am la ensejo a diser qua o qu^
o Brazii tem feilo por ('arlos Gomes mudo,
iiia< o quo devemos tazar lem de ser alada mul-
lo mas.
Que todos os brazileiros se cirnpentraro do
sau dever: Quam poMOa umi Gloia como
Carlos Gomes, d;va orguibar-se com ella, e
mantel-a como urna Reliquia Sagrada..
Um bravo ao Grande Maestro !
TOSCA
Com urna exilianliJa casa repre eitou_ a
Comianhla Mudni asa magtiiica trag -da da
Sarauu, que foi muuissimo apreciada lia mc-
zes, quando represanlada pela me-ma Coinpi
nina, s que nao o foi manos agora, eui que a
Sra. Seraflm nos deU mus umi prova eloqum
le do s u misculo tlamo da artista dramtica
que .
Cuneo, um mngn ftco Mario Civarailizzi, o
apaixonailo le Tu/ct; Lolli o misiao Dar ao Scar-
pia, corred i e multo applaudiio; Cerulti, um
Angeloill, com o perfeilo conlieciraento do seu
pei-sonng-ra, cujo carcter nem si-mpra as-
sim temos visto interprelar. Todos os restan
tes artistas, muito bm, com) sempre.

MISERA VEIS
Foi o drama ante-tiontcm representado pela
mesma Corapanhia, e com igual 8Uccesso da re-
presentacSo anterior na epocha passada.
V'aldjean, interprelao pelo dislijclo artista
Sr. i.'uneo, e um fursoaagem r.ue merece se-
vis o, e qua cerlainente uao poda ter sido exea
dldo.
Tolo o primeiro acto e 3imple.mente unic
extraordinario de vardade. absolutamente
perfeilo de CoraCterleaCtlo.
Polem ter liavido muitos Valdjetns bons ou
magnitcos, mas duvidamos que lenha havido
algum i^ellior. Sa outro litulo nao recommen-
dasse a Sr Cuneo ao respaito e admirago
das pilala*, bastara e.ote parsonagem de val-
djean, cojo carcter paderia t:r sido conce
bido por om genio creador, pr um espirito
inmaginario como o da Vctor Hugo.
Pie urna co.xpinhia dramtica ser raedioc.-e,
ou mesmo insignificante, qua possuindo um
artista como Cuneo, que asiira interpreta Val-
djean, qua a aim intrpreta Olheh, qua assim
interpreta Kean, quo assim interpreta Hamlet,
p le apreseiiiar-se era qualqusr parte, com a
certi'za de ser aoplau lida.
Mis i unco, Lolti, Ceruiti, Sarafini, Formigi-
ni. a parda Vrttorina Seraflm, Micliali, Bossi e
Traversi, formara ura conjunsto lio dstincto
que podiain bera presentar ae ao lado de qual-
quer coinpaiilua de prnneiri ordem.
No nroximo aooade aera a fea'.n artislica aa
Sra. Vicltorna Seralini, a dislincta dama qua
lauto agrado tem tido por parle da nos-ia pa
te i a.
aforrar.,. m rrer bo outono, quando
ara todas aa partes brilhant aa la a ar-
dentea dai cliamins.. quando os ni-
nhos dos amores se inundara da pea-
mes myaterio8os e de ebriedades igno-
radas.
Morrer... distante della, sena vol a,
aem poder comnaunicar-lha minha3 an-
gustias !... sertpra a lucta da alia...
sempre o escolh de um contratarnpo !...
M seravel humanidade !
Nao poss vel... quero vi a... quero
morrer, porm am reus bra? i, sau
lado, ja lo de sous labios. S na, conapre-
bendo a morte, imagino o co... a s-u
lado.
-)o(-
Lila vive em ana casinba, coa trada
era frente a una palacio alteroso, de mui-
to andares, com grandes columnas e de
tectus brilliata pelo sol que nelles bate,
oa le algumas plantas silvestres exten-
demos saus bragos capr cbosos, e cr^scera
goivoa e cravos.
E' tarde, escura e fiia ; urna especie
de tempestade qua gema pela amplidio
dos er.s.
Cum qua vehera^niia abr aporta.
Vs ? Est chorando, e nao ob-
stante vira.
- Habes qm semp-'e te espero.
Meu amor ..
J coineyas com tuas loucura.
- Sim, o amar uraa graude loucu,
ra ; urna loucura que dilacera a alnan,-
que aturde o paosaraaanto. Nao cabes
que a leu lado me mpassivel a refla-
x ? Nao verdad-a qui ba uausic* sena
palavras?
Nio verdada que les era uaeus olhas
o que nao posso dizer, aquillo qua sonho
como una delirio irapossivel ? Nao ver-
dad^, que e vento esc evo suas ideas no
co ? Nao verdada, que genaera as
aguas sob oa salgueiros meronoorios ?
Dize... os passaros nao cborara em seus
cantos prolongados, em suas notas pro-
funda) Para onda quer que laucas a
v sta, abi a natureza aa manitesta com as
suas core*, com as suas alegras, com as
suas tristezas com os eeus impetra de
paixo inspirada.
E' a harmona universal, o sen men-
t eterno, 4 a vida, o echo de mundo,
o amar que nao falla, que nio se agita
mas que vivifica, que sal va a huraanida-e
do naa tyrio prolongad) da existencia.
- Ab 1 meu cha o, dis esta m itas
verdades, certo, mas que infelizmente
Sena uome
As rosas chorana as tardes da prima-
vera, recabem oa sculos dos colibris, sen-
tara o regatinho que bes ainaera. as
na languidez mo-
abrera os seus
CARLOS COMES
A' no'icia qm ante-hontora demos sobre a
feta de Carlos Games, devoraos anda aceros-
cantar algumas notas para corapl'UI-a se bem
3ue ad.scrip.ao duraa fosla de tal ordem gran
H>sa, nio s^ja fcil de fazer. Demais, nosso
principal flin dar a impressao sobre o grande
artista Carlos Gomes, na regencia da orclies
tra.
O theatro eslava loUlmente tomado por ludo
o que a oo3sa sociedada possue d mais ds-
tincto. ,.-,..,
A vasta e alegre sala, crivada da tjilcttes ri-
cas de rostos de damas formosas, e profu-a-
nvnie'illuminada, offerecia um golpe de vista
soDerbo, sent a se a gente como que n'ura Pa
raizo cujo perfumado ambiente nos dava um
bera 'estar sensivl, e ura orgulho inexprim -
val
QuanJo s 9 horas da noite Carlos Gomes
appareceu no palco, rebenlou uma explosao de
palmas e vivas que muito se proion.-oo, o quan-
do o Orando Maestro empunliou a batuta, ludo
parrcu ltcar suspenso della, coma por esta::
to, mal se onvin lo arfar o proprio paito, tal foi
o aomento de ancieda le por ouvir soar as pri-
oairas notas do Gaarany.
Carlos Gora^s, dapois de fazer urra continen-
cia ao Sr. Governador do Estado, continencia
esta feti com uma distinccSo notavel, subiu
ao estrado da regencia, e em poucos segn ios
priocipiava a execujao da sublima Symphoma
do Gairany, qui toi ao mesmo t-rapo um alli-
vio e um delirio, que termnou d'ab a minutos
por uma extraordinaria maniestacao ao Grande
Maestro Carlos Gomes.
E' indiscriplivel.
Carlos Gomes, possue ainda a energa pro-
pria dos trinta annoa, energa que dorara
en-rgia qua ch*ga a enthusiasmar; aqoelie
gesto largo e arrebatado que Ihe ep--aliar,
aquella innpraerrcia phisica, aquello genio Br-
denle, qaalidades que tanto o taraciensam e
plantas, e aa erlusao,
ribunda da eua alegra,
clices ebrios de prazer.
O outon > sepulta a vida, porm, sob
sua capa e galo, agita-aa 8 amor, estal
Um as explosoes arde ites da alma.
O outono convida s caricia, ao sent-
raento recproco, ao affecto iminao dos
seres.
O out no a primavera do invern.
As arvores cobertas de folbas amarele-
cidas se movem silenciosamente na des-
erta alameda.
Ha nao se i que secreta -margura nesse
mundo da vegetaso, nesses immensos ala-
mos, que recebetn em suas copas todos
os embates dos ventos, todas as loucuras
da tempastade, lodos os despojos da na-
tureza, pirecendo gigantes conderana-
das a viver no esque amento da sua gran-
deza.
Em torno delles nao ba arbustos, nao
existem plantas, nao vicejam flores.
Daus absoluto em Bas obras.
Immoveis, smente vivem da desespe-
raco ; encadeiados pelas proprias raizes,
na b-ra da temprstade, bramem com a
colera somb ia da impotencia, do genio
qae desafia o espao, con olhares alti-
vos e provocadores.
-)o(-
A chuva caha do co como illuses
desprendidas das azas dos anjos.
A trra o sepulchro do espajo !
Tudo incide na trra, tudo vem a ella,
como uma maldico, como um lamento.
A trra guarda toda* s dores, todas
a miserias da humanidade : o hospital
do mundo!
Ao m rrer, a alma bo eleva outras re-
gioes superiores, e abandona a materia, o
Para amar
vaga pelo
menos em
possuo.
n3o cabara em meu corarso.
noessita-se de f, e a minha
e pac, por todas as partes,
minha alma.
A f, ta abena, eu nao
Ninhi f foi-se com a tua ; minha alma
duvida de tudo desde qua a tua duvida,
mas te...
Cala-te...
Por que calar? Ha delicto em fallar?
Nao queres que diga a palavra de um
sentimento que adivinhaa, de una desejo
quo sa agita como a luz no empaco.
Attende, que deliras...
Santmaot-, r^paasado d leddade
e tm que existe essa carinho- qc sbi ac
co pelo impulso de uraa palavra? Porque
silencias ? Ainda podes ser feliz.
Da qua maneira I
Araando-me.
Ella sorrio tristemnte, mirando-me
com os olboa heios de lagrimas
Sim, amando-me, como ten3 ama-
do, como amas aind eisas visSas qua se
desvanecam, oue vs alongareu-se sem
pre, como sombras que sao. Eu em tem-
do algum atraicoar-te-hei ; jamis ohi-
dare os meus* jrame tos ; viveremos
unidos, qaaes duas criancas que, por qual
quer inconveniente, nao podem identifi-
car se pelos 1 eos indis3 luveis. Meas ca-
rinhos j sel'aram o pacto, que necessida-
de ha, pois, de uma priva material ?
__ Tu rae amaras, nos nos amaremos
em silencio, na tranquillidade da noite,
quando tudo emraudace, para qua n ssas
a!m amor.
E' impossivel, nio ma facas mais
que Dus. Attnde. Considera-o com a
sua iniser cordia infinita ; considera que
elli esquece aa misaras dos horaans ; que
vaga por esses mundos ignotos ; que
possue a a'ma ; que espera a morte, que
tens p;r toda a tua felicid*de.
Mas nSo ma queiras idealsar assim, a
mim que jama s abandonar te-hei, e cuja
voz at os meus djradeiros instantes ou-
virs dizer-te :
Eu ta amo, eu te idoUtro, au morro
te amando !
Eras o nico sonho qua hei asariciado
em minha vida. Meu amor um amor
impossivel, mas grande pela propna
abnegaba, pelo aeu mesmo desconsol.
J ma nao amas, nao importa
p, isto o deprezivel, o repugnante,
trra.
M.nha vida, forcosa fallar de minha
vida ; os que s ffrem contam suas penas e
suas tristezas I
Minha vida um poema de dor, em
que cada dia uma estrophe amarga,
cada psnsamento uma agrima occulta,
cada suspiro um sulco cavado em minh>
alma.
Ah I sempre a masma palavra aa-
terrar !
Nada conservamos, nada podemos le-
var da nossos momentos de alegra, dos
escassos raios da sol que derramara.se em
nosaa vida ? NSo podemos levar ao co
o testamunho de nossa dita, os ardores de
nosaos amores ?
A esperanca em Daus 1
E a esperanca para que ? Que nos
resta no -lm tmulo, no abysmo da
moita?
Para que a esparanca, sa nJo tamos o
direito de ascender com as nossaa illu
Mi ? Para qae erve o my erio, si na-
da nos c mpraz, nem torna mis suave a
morte ? Tudo fica,os beijos, os temos
olhares, as caricias.
P3aa
sobre minha fronte, assim ; e nio
xa i -
sentes como ella sa inunda de lagrima* 7
Nao ta aflijas ; choro a alegra de uma
esperanga 1 Em outra parte, que
asta, sers minha... minha para
nao
ara
pra
i
Cruel !
Sim, crueldade um impossivel...
um impossivel tracado entre nos arabos
pelo mundo.
.........
At logo. Quanto soffro !
Ao deixar a csinha, o ceo era n-gro ;
a chuva cahinda torrencialmente, innun-
d'Va-me a alma de tristes present nentos;
a tempestado ruga no espaco ; meu co-
rceo esta va a ponto de estalar da dor.
Duas tempestadas !
Quiz fixar a vista no firmamento, po-
rm um veo de chumbo encobria-o todo.
Em meu espirito foi si acsumulando de
poisco em pouco um mundo de ideas tris
tes ; os olhos enc'oeram-se-me de la-
grimas.
Enxuguei-as com o lenjo.
N&o ha felicidade na trra mur-
murei pausadamente ; e como que o echo
repetio :
Nao ha fe'icidade 1
Isidoro J. Fernandez.
EVISTA DIARIA
Licencia* Foram concedidas: por um
mes,ao 3." otncial da 3.* director a da Secreta-
ria da Justica, Negociot Interiores e Inslruccao
Publica, Armando d'Albuquerque Pereira d'Oli-
veira ; por deus mezes, ao 3. offl"ial da masma
directora, Aoilio (loaa-das Marcos Jansao.
Eairaram no gozo d'ellas: o primeiro em 27
i
de Junan prximo Ando e o segundo no dial.*
do corrente.
SuistitulpoFoi norneado para substi-
tuir interinamente o 3." offinial da 3." directora
da Saerelaria da JusIicj, N;gocos Interiores e
I i-tru.jr > Publica Abilio Rosa das Margs Jan
san, durante o seu Impedimento, o cidadao Al-
bert i Pereira d'Oliveira, o qual a=sumio o exer-
cicio do car;.i no dia 2 do corrente.
Nuinca^oPor decreto de 31 de Julho
Bfld > rol ii..'meato o enganheirogeographo Lauis
Lombard para exercor o cargo de sub-direcior
da 2.a sob directora da 3.' directora geral da
Secretaria da Industria d'este Estado
Sem elfeitu-Por dacreto 30 d mez d ;
Jullio nd > foi considera lo sem eifeita o do 15
do m srao mez, na parta refaranta nomeago
li.uliarul Jas Ferraira Mu.'i'z. para lente da ci
deira de I literatura nacional preced ia de no
ico-s sobre a literatura un.versal Jo Instituto
> Benjamn Coa.-tant
lii.titit > Benjamin ConwtantFoi
nom ado Uole da ca lera de litleramra nacio-
nal l'essfl losillolo o Dr. Mano;l d'Oliveira Li-
ma, p ii d relo d i 30 le Jalao uliinn.
Ev :ieriy."K -Por decreto de Ida corren-
ti conco-leu-sa i exon raga o pe Ui i pelo Dr.
Uodolpbo Galvao do cargo do Secretario da In-
du tria, lata ter da seguir para a Europa em
ComflDMaao lo g--verno
Oeinissau o iioitaea^iku -Por acto de
do corrate do Sr. l)r. --ecr- ano da Justica
e son propos'a lo Dr. Qu slor Policial inte-
rino foi demillido Celio Mitlii-us Kerreira do
cargad; 1." suppleniu do sublelegado do2.*
districio da Gragi.
,' ir i to da mesma data foi nomcado Alfredo
Baxerra t.'avalcante paral." rapplenle do de-
legado do municipio da Peeqewira em substi-
tuigo, por fallecimento, do que exercia dito
cargo.
Rectiflca^u-Em ura aviso daReceb--,
tona do Esiuio, referente M claases contri-j
humtes de inoposUM, publicado no Diario de :
sabbado ultime na see^aa -Declaiagis : na
Imita 19 leia-ss tlisse n. 4?,. em vez d.-
Ciasse n. 2 oran por engao fi publicado e
ag r i reciiftcaai H
i Mit> c nove fabricas Existe- na
capital i'aulista claalmeote, dentro di per-
metro erbaoo, 103 fabricas, das qaaes 22 sao
de trabalh'is da inadeira ; 15 ollicinas m-cha-
oiCas; 13 le fat-i;o e moagem;ll de bebidas;
10 la mnresaao e enca.lernago 5 de clia
pis 4 de tecdos ; 4 -le lin as frreas ; 3 le
corta naa a cria** ; 3 de preparar Cuinos, 2
le luz. elctrica; 2 de aaMo a relias; 2 de
tijo'.los e t Ibas ; 1 de phosp oros, gaz de ir
luminagao t-., e 1 de creraac' de Iiko.
O pessoal lixo inniti 5. C70 operarios ea
foga ni itara renraaentida n ir 2.831 cavados*
resta da GloriaAmanlr, s 5 12 ho-
ras d) da, liastear-se ha a baniaira da festivi-
dad d Nossa Senliora da Gloria, era sut igrcja
d'essa deiiominayao.
As novenas lerfio comeen s 5 horas da tarde.
Failcchneiito-Vic.oa defebre puerpe-
ral lallecaa no da 4 do correte na cida le de
Olmda, I), liara Birbosa Silgueiro de Borcel-
loa, cnisorte do professor de inuslna Sr. -\nto-
nio CasemirO le Barcello?, na idade de 23 an-
uos ; era uraa virtule sui vid >, deixando tres
innocentes orphao?, sendo o uliiwo de cinco
lias de nascido.
Pai sua alma a petamos seu esposo.
Condessa Frisseri -Brevemente dar
um cooeerte easa dianocta cantora, qu3 tanto
se tem importo pelo seu real merecimenlo.
E" de c^r qu- essa f sla artislica lenha gran-
de brllliaiiisnio, pois a Sra. Condesa l-'riggeri,
nao obstante as naluraes emogOes de uma eslra,
sahio-se da maneira a mais bnlliante quando na
festival Curios Gomes, leve occasio de cantar a
bailada do Gaarany, Cera urna vilta um principe.
E" de esperar, pois, que quando melhor so of-
fereca para admirar o tlenlo da Sra. Con dessa
t'riggeri aproveite a oceasiao o no3so publico,
que sabe tributar applausos a quera, coma a
dislincta cantora, os merece realmente.
Ferro Carril Parahynana. -A digna
directora dess i co ripanbia expi-dia-noa o se-
tieta iifpacMi telogrspliico .
. Parabj 3 da Aaosto de { 89S R**ficg5o
do Uiari) de 'rnambuco.
Fo boje installada cora toda a solemmdade e
assiitencia do Exm. presidente do Estado e
mais autoridades .1' Companha Ferro Carril
Parahybana.
Directora,-Antonio Gom^f, Joz Ricardo,
Ann Cohn, Antonio de Carvalbo, Director das
Ob-as Publicas.
Agradecemos a gentilesa da communicagao
dos distinctia cavaiheiros qua a subscreverara ;
e proven unos o ensejo para felicitar o vizinho
Estado por essa melhoramenio, que affirma um
passo auspicioso na senda do progresso real.
Ilha aben^oadla -E1 ama das do grupo
de Lipiri, ao sul da Italia, entre e3 e par e a
Sicilia ; o mundo coniece-a 8jb o nomo de Pa-
naria. _
i Dentro do 3eu territorio naa existem m-
dicos nem dentistas, e cora tudo os seus ha-
bitanies vivem longos annos a nunca soffrem
dos denles. ,
Nao ba um s a lvogado ; priaa cousa
que nao se condece ; ign ira se oque sejara
processos por quesias de proprieda, uo se sa-
be o que roubo-
Nao oxistetn tabernas nem tabacanas. mo
ha raen ligas aera asylos. Cada familia cultiva
no su terreno bstanle Irigo e leguraes, azeite
e vinlio suaciente para os U proprio consumo ;
dos dous ultimas productos expor am o naces-
arios para mandar vir de fora os raateriaes
destinados ao sngalo vestuario dos hobilan es.
O mar fornece a aliraentagao animal. Em
toda a ilha nao ha um s caaran para carrua-
gem e poucos de seus habitan ea v.rara jama s
um cavallo. ,
Esteldyllico Estado era grauie partp,
obra de um hornera de um pobre catliolico.
a Quando elle veio em Passaria nao encon-
trn n-'tn por o, era correio. nem Egrja, finar
mente, cousa algurao, a nao ser uma ilha ver-
dejante e frtil, e uraa poputago n5o selvagem
nem m, mas completaraenle analphabeta.
a Ah tcou, consagran io-se a sua raisso ci-
vilisadora, baptisando, casando, enterrando,
pregando, instruin lo e serenamente pasa indo a
v da a espalhar o bera era volta de si.
. Gragasaosseus infatigaveis esforgo, Pa-
nana bera agora ura pequeo porto, ommunica
cOes poataes cora a m-trpele, lelegraplio sub-
marino para a Sicl a, urna escola e uma bella
% Todos s carg's pubcoa se achara reuni-
dos em urna s pessoa. O padre Michilangelo
6 cura, presidente do municipio, coramissario
da marinha, director do correio e chele da esta-
gao lelegriphica submarina, ajudado n'esle all'
naa funrc&n por aua sohrinha.
passamento -Ni sabbado ultimo falle
cea era viagem da Varzea para a c dade da
Olinda a joven D. Lydia Teixeira de Fana, h-
Ira do Sr. capito Francisco Antonio Teixeira de
Faria. .,
A nda multo ranga, pois conlava apenes 14
aunas de idade, a sua marte foi um immenso
golpe para seu pa>, qne ainda ha bem poucos
das perder a virtuosa esposa.
O enterro foi bastante concorndo e effeclua-
do no eeraiterio de Olinda.
A seu inconsolavel pai os nosso sinceros pe-
a III pg
Occidente-A Agencia Liltararia]chegon o
n. 596" deaia Revista lllnstreda de Por ugal e
do Eurangeiro.
Era suas illustrages traz o cortejo ailegon o
por occasifto do entanario anionino desalan
do na Avenida da Liberdade, as Illummages
oo Arraial do Farreiro no Pago, e as ras Au-
rea.Augnata, Bella da Ralnha a Nova do Alma-
da
Por ellas pode-se avallar o que foram as fes-
taa do centenario.
Heclamaco -Ura nosso assignanla pede
a aitengo de quem poesa competir p&ra um tre-
cho do cakaraeiito ltimamente concluido tra-
versa do Corpo Sanio.
ola o reclamante iruperfeig&o no acabampn-
to a diversidad na padra empregada. qua acha
f a do commuoi d esse servigo
Com estes dados podar ser verificada a pro-
cedencia eu nSo de recamagao, e dar se a pro
videncia, sendo reconbecido o fado acensado.
MultaPelo Dr. coramissario do hyg ene
do3 diatriclo foram impostas aa seguiotea mol-
as :
De 500(1000 ao Sr. Francisco Barbosa Longa-
rito, por mfracgo e reincidencia ao arl. 35 Jo
regulamento sanitario vigente.
De 20g000 ao proprittario do predio n. 3 da
roa do Payaand, por infraego
mesmo regulamento.
Pelo Dr. inspector de hygiene, em 100$003 o
Dr Antonio Joaqulm de Barros Sobrinho, por
infra-igo do arl. 51 do mesmo regulamento!
Publica^es :-Recebamos:
O n. 2, anno I, do E:ho das Lettras, de qua sao
redactores os Srs. Gastan de Vasconcelios, Gas-
par Loyo e Lyra Andrade.
Es b -m redigido.
Por intermedio da Agencia (.literaria, o n.
37 da Leilura, o esplendido magazine Iliterario
de Lisboa que cada vez mais se recommeoda ao
favor pub ico.
O presente numro cornea a publogo de
ura mi-nitico Irabalho de Tolstoi, Amo e criado,
e termina a oublicago da llh i do Thesou.ro do
esenptor Ingle' Steveoson.
O n. 547 di XV anno do r;i, hab lomada-
rio que se publnana '.upital Federal.
Agradecemos.
Historias do Are da Velhan -Re-
cebemos esse lvre do Sr. Viruta P.idilna, pu-
blicado no Rio de Janeiro.
E' tima collecgo de historietas, ou cont03
populares m iraes e proveiloso3 de vari is pai-
zes, traduzidos uns e ou OOlfOS apmhados da
trndigo oral e ess;i eollecgo destioa-a o seu
autor as criongas, f izmido ella parte da BiDlio-
theca la Livraria do Povo, doa Srs. Qnresma
& C. na Capital Federal, rui de S. Jos as. 05
e 67.
E' uma 1 tleralura sul genens. que agrada
aquellas a quera se destinara, e qun della apro-
' veiiaro os ensinament03 raoraes que nella sa
conten.
Deleitan lo os espirlos infatitis", nclles insi-
na a planta boa sement.
Pro Patria 'i o titulo da um folbeto
queois fni offereeido pelo Sr. Silveira. da
Agencia L'lteraria. e da lavra do Dr. Cunha
e Costa, disiincio a ivoeado o jornalista ponn-
juez o qual publica um manifest aos repu-
blicanos poruueze?, e o programma da demo-
cracia porlugueza sen lo este traballi i dedicado
ao Dr. Carlos de Carvalbo ministro dos estrao-
geiros desla Rpubca, por ter reatado as rcla-
g5"s cora Ponugai.
E' um trabalno patritico, que deve ser lido
par todos os porlugu'-zes.
Casta 500 rei^, e v :o le-so na livraia do Sr.
Silveira.
Ao lao in'ornaeional-O distiaeto
artista Sr. Lilti, da Campanilla Mo lena, en-
carrega-nos de serros inierpretes para cora o
dstincto Clob Internacional lo Recifa, re-
presentado na p'ssoado seu illu- t", oExrn. Sr Bario da Casa Forte, da tnuita
gratl mo que Ibes de/e, pi'lo briiho q >e derara
a ^ua fesla artislica, a cujo 3lub a dedicou
e agrad icermos rauto o muo qua I lia foi ofTs-
raeido, o quil con-ervar co.nn uraa grata re-
conlago da dislinciis-i na socier"- le que tanto
o distingui. *
I i-li'sr --.ininits retido- in ion se re
d s ni it-pTiican G .ral oi leeg.-ap'no 08
se-' in'es avi=o- :
De tfac;i, para Rocha Sontos.
De Fortaleza, pira Alvaro Oiloni.
De Natal; para Carlos Dinta3
fo Lar$;o Hachado, para l)r Daro Tavares.
Uo Rio, para Dr. Eduardo Ferreira.
Servigo funccionando regularmente para Sul,
Norte e centro do Estado.
casamento civil -O escrlva-a ojs case
raentos que funeciona nos districlos do Rjcife
Smti Antonio, o Jas e Amgalos aflixou na
repartigo do reglero dos casamentos ra
do Imperador n. 75 1." andar, edilal de procla-
mas de casamento dos soguintes conlraee-
tes:
2 Publicnco
Candido Jos de Sint'Anna, art-sta, com Ma-
ra Francisca dos Rei?, solteiro?, naturaes deste-
Estado e residente na fregue/.ia de Afng idos.
Coiiiiiss'to de Helhtramento do
Porto do ttecife -Recae, 4 de Agosto de
1895.
BOLETIM METEOROLOGrCO
Horas. Term centi-
jrai
Barmetro Tenso do
m-
22,-n
2c.O
24 0
24,'8
24,6
O
760 -2:
761 "03
762-17
7.5S-44
75S.-72
vepot
1Q.04
18,30
18 43
V.t.19
17,9o
fimie
i:
91
85
83
31
77
Temperatura mnima 22,a25 Thermometros
desabrigados ao meio dia.
Temperatura mxima 23,75 Ennegrecido
51."2 -Prateado 37,-2.
Evaporago era i boras ao sol 1,*5 som-
bra 1,*5.
':huval7"2-
Direccio do vento: SW de maa at Oh.
58ra. damanh; WSW at 1 h. 43 m.; W
at 2 ti. 52 m. ; ESE cora interrupges ae SE
c E at 7 h. 47 m.. SSE a 8 b 48 ra.; ESE
at 18 h. 02 m.: ENE al 10 h. 57 ra.; E e
ESE e apernados al 0 h- 31 da tarde ; W
al 8 h 46 m.; SSVV al 2 h. 51 m.; E e ESE
apernados ci 8 h. 46 m. ; SE at 9 h. 33 m.;
WSW almeia noite.
Velocidade media do vento 3,31 por se-
gundo.
- Nebulosidade media 0,80
BOLETIM DO PORTO
Dia3 Horas
Pra-mar ou Das Horas Altura
baixa-mar
B. M. 4 de Abosta 9 h. 35 ra. da m. 0."4>
P. 3 h. 44 m. t. 2.-10
Comraunicou-rae o aalegaJo da polica do
municipio de Goyanna, por olfic'o de 3) de Ju-
lho ultimo, que no da 28 do mesmo me/, no
lugar G lyanninh*,' daquelle municipio fra
capturado o individua de nome Francisco Be-
zerra, por ser all pronunciado emerimado
in re.
Hatadeuro Publico'-'oram abatidas
no Matadouro Publico da Cabanga 180 rezes
para o consumo de boje-
Casa, de Uetencao Moviment- dos
presos da Casa de Detengo do Recifre. Estado
is Peroambaco, em 4 Je Agoslo de 1895 :
Existiam....... 413
Entrarara....... 5
Sabiram......> 7
Existem .
A saber:
Nacionaes.
Mulheres .
Estranseiios
Uullier. .
Total .
Arragoados
Bons
Ooentes .
Loucos. .
Loucas.
Total.....
Movimento da enfermara
Teve baixa :
Jos Manoel Bezerra.
Ti ve ram alia :
Joo Henriqua de Souza.
Jos Tavares de SanfAnna.
411
373
13
25
411
3'3
364
22
2
5
393
i^ovii des Novidades !!
Badar -LVglse au Bresil, 1 vol. troc.
P F. de Cliristo Loto Maravilhoso.
Gustavo Konigrwald -Mappa da ame-
rica do 'Ul- ,
Th. Huse ey-S iencias >'aturaes, 1 vol.
ene. ,
jorge PalmerComo me tornu kneip-
ista, 1 vol ene
Dr. Pires de Alineada Analyse das
ounnas, 1 vol. -nc.
Rodrigo Octaviobonbos funestos, 1
vol- ene.
Col'ecro Econmica n 1.
uuia tes, 1 vol. broc.
O Estado do nio de Janeiro, 1 vol.
ene.
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LaairiardDiccionario de meJicina, 3
vols. ene.




Diaria de Pernumbwco Tcrga-fcira 3


raer-
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cantil, 1 vo'. itic- ....
Valentim Es'apa- Methodo do atraale
2 vola broc.
Methodo da vlotao, 1 vol broc.
WeinseheneU -Manual do eugenheiro
1 vol. ene. ,
Vinhola brazileira, 1 vol. ene.
Vir da 'o Pad lha=-Hi3lorias do arco
d Vnstett C-Hisior:a Natural, 2 vols. ene.
nefru > Jueiaria, 1 vol broc
Tobas Barr ttaEUuios dedirito.l
vo!. broc ,
Aulran-Leide fallencus, 1 vol. ene
AuU-aii -Le da casamento?, 1 vol. ene
Bcsimcntit de m-tas, 1 vol. broc.
Mil e urna noites. 1 vol. ene
D mOulxite, l vol. rnc
Revolia a'A randa 1 vol. ene.
ve icina easelra, l Wl. ene.
Omediiodo- pato-res 1 yol ene.
asiuciu. lava de jada l vol. ene.
Araripe -Cdigo civil l vol. ene.
Cantar da motilabas, i vol. ene.
Garofalo-Criminaloga, 1 vol ene
Tratad d Tachigraph a, broc.
itiicaner O llom-iu conforme a sciencia,
broc.
LyraduTrovadir, broc.
Altum Trovador, broc.
T. de Freitas Oiulnna das aejo s, ene
Rouert -l'bysica, bior,
Bobert Sones do cartas, broc.
Ilolicrt Pre-lidigltaye?, broc.
Secretarlo b aziiei o.euc.
Dra-fapai, M. niai o Neni-, broc.
Dcmcrsay -Hwtor a do Paraguay, broc.
Artliur Azevedo -Conlos assiveis
Brjums -Viagens no dorse de urna ba-
ltia, bree.
Fiaiuiuurion -Urania, ene.
iii.ias DireilO civil, 2 vols. ene.
AleuearGaraloja, eac.
ti. Junte*-Corras lig-ttgs, ene.
*. Romero-Latera ura brazilira,-i sois
ene. ,
C. Das -Poesas, 2 V0l8. ene.
F. area -Obras, 3 vols ene
p da.Silva-AHis ona e a Legenda,
3ere b-iic.
V. Ilu^o -N. S. do Pars, ene.
A. Hereulanu-'J bo&o, broc.
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LIVRAR1A ESCOLA LO POVO
DE
SOUZA PA2 C
81 -RA DO 1W1 hkALGR8i
Compra e venda livros novos e sadcs
swar
Prado Peruambucaao
2 a CORRIDA
Apezar de jessimo dia invernoso, exe-
cuto'u o prado do Lucca a sua cor. ida,
que foi regular e sem maior. s incidentes.
Deixou de correr o set mo e ultimo
A casa das apostas emittio 3.036 poules
e apuro por conseguinte 15.1800000.
Foi este o resultado das (.arreiras.
L- pareo1000 metros premio 25U8
ocedor Indio em 77", jockey Jos Mr-
1
Vencedo
celino, 54 kls., dando a poule em 1/
14*100 e em 2.- 9$'J00.
Flau imem 2.- 25S700.

2.* pareo1 2C0 metros -premio 3005
Veccedor Dictador em 02", jockey Jos
Marcelino o2 kls., d ndo a poule em I.'
1070 e em 2.- ti300.
Vingador em 2.- 682C0.

3.- pareo1.400 metrospremio 300S
Vearedor Tudo- em 106", jockey J. Cam-
pos, 52 kls., dando a poule em i.' lliJOOO
a em 2.- 5S7u0.
Ida em 2.- 50700.
*
4 pareo2.000 metrospremio 5008
Vencedor Seubem em 161", jockey Manoel
Pereira 52 kls. dando a poula em 1,-
2235)00 e em 2.- 108900.
Fausto em 2.- 163009.
(5.* paeo-1.500 me'r spremio 3038
Vencedor Cingo em 119', jockiy Maaoel
Martino, 52 kls, dando a poule em 1.-
98SOOe em 2.- 60500.
Conquistador em 128200.

6.' parvo1.000 metrospremio 2500
Vencedor Indio em 77", jockey Jos
Marcelino, 51 kls, dando a poule em l.*
88900 e em 2.- 70900.
Transporte em 2.- 1684C0.
Derby Club de Pernambuce
Ercerra-se boje inecripcao para a
corrida de domingo no Prado da Es ascia,
chando-se o pr jacto publicado n'outra
seccjlo desta iDia io>.
Os iagressos para esta Trida do ao
sai posBuidor o direito de tirar os seguin-
tes premios ; a saber :
1. Um excel ente polypbonio com va-
riadiss'mo sortimento de pecas do msica
no val r de 4C08000.
2.' Um fnissimo lbum para re-
tractos.
3.*Um lindo linteiro com figuras.
4.-Um relogio com crreme de metal.
O valor destas premios att neea somma
de GCOJOwO, sendo s rtead.s e entregues
no dia da corrida, seja qual for a quanti-
dade de ingressos vendidos, pois sao
apenas mil com 10 nmeros cada um.
" JDRISPRDDEHCIA
Alguinas jucstdcs sobre a by-
potheca
Embargantes Ernesto & Leopoldo
Embargadas D. Senhorinha Ma-
a Ferreira e outra
(Continuacao do n. i6jj
A DECLARACO DE VOTO DO ILLUSTRE
SR. DR. GALVAO
Coraego hoje a examinar a declaraco de voto,
feita pelo llu-tre Sr. Dr. Galvao no Accordao
de 31 de Maio ullirm, conforme o compromisso
que tuui'ii em meu ardgo publicado nsste
Diario a 10 do cadente mez da Julbo.
Como deve estar na lembranca dos que me
tem lido, esse Accoruao, abandonando comple-
tamente os fundamentos o em parle o disposi-
tivo do Accordao anterior, decidi quj o erro de
numero, occorrido na inscripto da hypotbeca
do predio n 157 da ra Imperial, tornou nuila
essa oscnpgo, a despeito mesmo do Accordao
ha muito passado em julsaao, que a declarou
valida na acgo de nullidade, contra meus cons-
tiiUtntes Eroslo & Leopoldo intentada pela
massa fallida de Flix Gomes Coimbra, entre
outros motivos, pelo do alludido erro de nu-
mero.
Nessa sentido votoa o Ilustre Sr. Dr. Gal-
vao secundo consta do menokmado Accordao
de L de Maio, j por mim aublioado boj Dim-
rici de 29 e 30 dj Junho proxim pascado.
A ese Accordao, qux loi proleriilo por una-
nimidade de votos, ad>licionou, entre tanto, o
Ilustre Sr. Dr. Galvo a dechraco de vol, em
cajo exorne vou entrar e quo coan-c* por estas
palavrns : Vole tambem despre-ando os em-
bargor pelos fundamentos de meu voto a fls-
129 e do Accordao de fls. 5i>.
Da publicago que fiz dos 1." e 2 Accor-
daos v-se que os fundamentos do vuti e os do
AccordSo, a que se refere o Sr. Dr. Galvao e
que sao em prteos mesraos que pir diversa
forma elle reprodu em ua ultima declaraco de
voto, consist 'in por um lado em cons derar se
ext:ncta a bjpotheca em questo por forga da
venda do predio hypot'iecado em leilo judi-
cial, a que uttnbuem-s o* nusmos sffoilOi da
arremal 'cao sulemne em praca publica, e por
oulro lido em admillir-s: qus o credor por
custas da fallencia prefere ao credor hypothe-
cario e que, por lauto, 'Jeviam as E.nbargm-
tes t;rceiras D S:nhorinha e sua mn prefe-
rir aos m-.us constituuits Ernesto & Leopol
do.
Evdcnca-e do exposto que lanto no voo
venc lo por occa^iSo do 1." Aecordo como no
2." Accordao, o Ilustra Sr. Dr. Galvo julgou
subsistente e valida contra as Embargantes 3".
a hypothe a de meus constituate!, a despeito
mesmo do allegado erro de' numero, que elle
declarou no voto VtiuUt do 1 Accordao, de modo
elaro preciso, nenhum alcance ter pira de-
amo da causa, oque co,ilr;u u no 2' Accor-
dSo, e b'in as-nn rjue no ultimo Accordao e na
dteiarigao de voto que Ihe accrescciitou julgou
ao ment lempo que a hypotlica era nu'li e
que era r,j/di.
Quan :o o Sr. Dr. Galvao no Accordao de
31 de Maio decidi com os dous juizes c >m-
panlieiros que o erro de numero do predio by
pottiecailo unnullou radicalmente a inseripgo
da liypotlieca e que o AccorJo passado em
julgado, considerando valida essa iosenpcao na
allu lida aeco de nullidade, nao se teleno a
terceiros e que, por Unto, 0 erro de n mero
oc orrido na inecripcao da r specliva hypo'heca
annull u essa in.-cnpco e a mesma hjpoUieca
em relag'o a es.ses terceiros e consegumte-
iii ule t unb;in em rela(i i s E.nbargaiiles 3.",
julgou que a hyputlieca era nulh.
Quando, p >rem, na mes:na occaso o Sr. Dr.
Galvao declarou votar 'ambera para que 83 jui-
gasse extincia a liypolheca pela venda do pre-
dio hypothecado em lelo judicial por confun-
dir este com solemne UTomalacAo em praga
publica e para que se considerassem as Embar-
ganies 3" preferentes aos meus constiluinle-,
julij ni qu .' a mcsir.a bypoiheca era valida.
Atu tem-se um mod'o de julgar bem singular.
E' o nmui esse el non esse.
Si a hypoiheca por v ci da inscripgo era
n illt em ndago a terceiros o oSr. Dr. Galvao
distocotivenceu se por ocrasiai"do ullim julgi-
iiienti', como que na mesma o.ca-io em ,ue
afinnou a ui nullidade, attirmon tambem a sua
valtdade, desde queconiinuou a susieular que o
le ao judicial extinguiu essa hypoiheca e fez
passar o predio vendido era leilo da Embar-
gantes 3" livr^ e desembaragado do onus hypo
(becario, e bem assim que as mesmas Embar-
gantes 3.*" como pretensas successoras dos ere
dores por cuitas da fallencia deviam preferir
aos meus constlluintes como credorea hypo-
ihecarins no pru iuc o do mesm > pr dio ?
De certo, o Sr. Dr. Galvao, continuando a
sustentar que a bypitheca de mus conslituin-
I i txlinguiu-se pela venda era leilao judicial
do predio hypothecado alfirmou a validide dessa
hypoiheca ; porque nao se exii igue seno o que
existe e urna hvpct ,eca nu la urna hypotheca
que nao existe.
Sim ; o Sr. Dr. Galv^, cnnhnuando a rosten*
tentar que as Embargantes 3." deviam p eferir
aos meus constituintes, affinnou anda urna vez
a validade da hypoiheca em questdo ; porque, de-
pois de ludo quunio eu dase sobre esta ques-
lao, at mesmo n > artigo cora que lan'o abeepi
nhou-se o Sr. Dr. Benjamn Bandera, anda
agora adm ti u a preferencia das Embargantes
3.", como creJori-s privilegiadas, aos meuscoos
Uluintes, como credores hypolhecarlos, no pro-
ducto da venda do predio hypothecado, e no
se coinprehen le preferencia em relagii a um
credo hypothccar o, senQo quando existe hypo-
theca valida.
Si a hypotheca, pois, era valida, como o Ilus-
tre Sr. Dr. Galvao por duas vezas havia cohe-
rentemente reconhecido e dec dido, declarando
mesmo que a sua validade prevaleca a despeito
do allegado erro de numero na inscripedo por nao
ter, na hypothese dos autos, semellunte allegacdo
alcance algum para julgir si de modo d verso,
como que uj contiiuou a ser voto vencido n->
ultimo Accordao, ao menos neste ponto, que en-
volva o seu criterio e a sua coherencia de jul
gador f
O fado que o Ilustre Sr. Dr Galvao nos
ires AccordC8 da causa de que me oceupo jul-
gou a 1* vez que a hypoiheca era avalda e que o
erro de numero allegado nenhum alcance ttnha
para annulla-a mesmo em relagdo s Embargan-
tes 3": mas que a veuda do bem iiypoibe< ado,
em leilao judicial, a extinguir, assim cerno quo
O Dr, Lobo Motcoso d coustiltas MB
iua casa ra da Gloria o. 39 das I"
horas da manh 1 da tarde. Achan-
lo-se fra do servico publico ffereiv-.*-
para acudir a quaiquer chamado coin
proiaptido para fora da cidade. Espe-
cia lidade, operaces, palios e molestias
io senhoras e r^niuos.
Drogara*
aria Soirinho C, droguistas por
ata ado. ra do Mrquez de Olioda o. 41.
Gvimaraes Braga Depsitos
i' Drogas e productos chimicos, espe
c ilidades l'liarmaceuticas, medicamenN
ios homaopatigus e Unas, leos, po*
eis etc., ele. llua du Marquez.de Olio
ia o, 60.
A. P. Braga Guimaraes Agencia de
todas as especialidades phannaceuticas,
.unas, drogas, productos chimicos e ou~
iros oiedicameDlos homopalhicos, rtu
Larga do Posario n. 34.
Papis Pintados.
{jCasa especial de Papis pintados de
todas as qualidades para forrar sallas.
Ra Mrquez de Olinda n. 12.
legalmente anlori-
ntlo sao
adas.
Por isso nao attendi urna ie-
tietto. que me foi dirigida e se
aclia despachada, sena que in-
(eressado alguna a viesse pro-
curar
Comprehendo o alcance da ,
convocardo que obra tele- L>. hereZta G JeSU
phonca, mas mo ngar a
torpeza, pois em tempo oppcr-
tuno tildo vira.
ReclFe. O de Agosto delS!)..
Francisco Gouveia
t
Presidente.
LBU(8E 4 PEDIDO
a- mismas Embargantes 3" eviara preferir aos
credores hypolhecanos 110 producto do mesmo
bem : a 2* vez nesse mesmo sentido, pois que o
2a Accordao em substancia outra cousa nao
seno a materia do seu voto vencido no 1- Ac-
cordao ; e a 3' vez que o erro do nunero, an-
nullando radicalmente a inserpgao da hyuothera
de que se Iraia. onnullra a mesma hypotlieca em
relagdo s Embargantes 3U e ao mesmo lempo que
esse en o de numero nenhum alcance tiuhi para
annullar essa hypotlieca, assim como que essa
mesma hypoiheca era v tilda, ochando se apenas
extincta pela venda do bem hypothecado em leilao
judicial, e que no producto dessa venda devi*m
preferir aos.meus constituintes, credores bypo-
thicarios, as Embargantes 3-', credoras pnvi
legiadas por mero effeito de urna gyicnastic
jurdica.
Do que flea expendido segu se que o voto
do Ilustre .Sr. Dr. Galvao no ultimo Aecordao
annullou a sna declararao da voto nesse mesmo
Accordao e que tal declaragao por sua vez an-
nullou o voto do mesmo illustre juz.
Nao ha, porlanto, jurdicamente fallando, nem
voto, era declaragao de voto ; porque o que
aullo em direito como se no existase e nul-
lo e vol do illustre Sr. Dr. Galvo, como nui-
la a sua declaiagao de voto.
t'ara nao alongar demasiadamente e- le arti-
go, como por forca das circunstancias tem
acontecido com outros, por hoje fago ponto aqu,
reservando me para analysar era outros arligos
a queslao do leilaoarremataco.
Recife, 30 de Julho de 1895.'
Dr. Jos l'tceiie Metra de Vasconcellos.
(Contina )
Confraria de H. Jos erecta no f'0:1 vento de .lossa
Menhora do C-ir o do Re-
cife.
Pelo pre ente scientifiemos a t-.dos os
o.-Sis cbirissimoi i mitos, a tod.s as cor-
poia;oes religiosas e ao publico em t^eral
que por proviaao de houteui datadv foi-nos
coi Cidido o titulo dec nfraria e o uso de
bab to como *e ve dj documen o abaixo
transcripto.
Secretaria da Confraria de S... Jja da
Agona, 5 de Agosto de 1895.
O Secrttar o,
Mamede ]ustiniano dos Reis.
Dom Manoel do Santos Per.ira por Merce
de Daus e da Santa S Apostlica,
Bispo de Olinda, Prelado domestico di
S ia Santidade pretonotario Ap slico
Adinstar participaimium etc.
Faz-jmos saber que usando das facilida-
des que nos foram delegados pela Inter-
nunciatura Apostlica em 14 de Junbo
de 1895 exaradas na peti.ito em que a
Irmandada de S. Jos d'A^onia erecta no
Convento de Nossa Senhora do Caro do
Recife suplicava a mesma Internunciatura
Apstol ca a Graca de passar a Confraria:
hav;mos por bem presente proviso elevar
a d ta Iraiandade de S. Jos d'Agonia, a
catbegoria de Confraria e conceder que
seus irinos possam usar nos actos concer-
neutes a nossa Santa Religio de bab.to
de cor, rxa plida, manto cor urea, e
singelo mult cor, trazando os membros da
sua mesa regedora i signias de prata dou-
rada eom elfigie do Santo P-droei o, em
tuJo uniformes ; e gozar de todos os pri-
vilegios, g acas e honras e exenco s que
por dir to lhe pertencerem.
Ma.damos p r taoto a todas aquellas
pesoas a quem pertencer o conhecimen-
to e execuco desta provis&o que publi-
quen], cumpram e facam cumprir tito
inteiramente com> nella se contem.
Dado e passad > em nosso Palacio Epis-
copal da Soledade do Recife, sobre o
uosso signal e sello das nossaa armas aos
3 das do mez de Agosto do anno de 189J.
Eu Conego Valeriano da Aleluia Cerreia,
tscrivSo da Cmara Eclesistica escrevi.
f Manoel Bispo da Olinda.
Prov sao elevando a catbegoria de Con
d'A
Senh .ra do
fraria a Irmandade de Sao Jos d'Agona
er.cta no convenio de Nossa
Carmo do Recife.
Alia Colonia Ataliana
XX SETTEMBKE
Avvicinandosi la data
W Setiembre, glorioso
del
n-
di
all
ISBICACBS OTIS
Ocenllstas
Dr. Brrelo Sampaio, oceulista, d
cousuli. a de 1 s i horas uo primeiro
aodar :.'< roa do Barao da Victoria n.
51.
Fvjsideucia a ra Hospicio n. 46.
Telenhoue u. 35.
O Dr. Pedro Pontmt,ex-che(e de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
residencia em S. Jos do Mangunho
n. 4. Consultas de 1 s 4 horas da
tarde. Chamados a quaiquer hora.
Dr. Pereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de 1 s 4 da tarde a ra do
Imperador n.* 63 i.* andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n. 588.
medico
Dr, Joaquim Lowrtiro medico partei
ro, consultorio ra do Cabug n. 14,
residencia na Casa Forte o. 5, casa de
azulejo, defroote da igreja da Campia.
Dr. S Peretra, ra da Imperatriz n-
6, d coosultas medico-cirurgicas lodoi
0 das das 8 meio dia, meos 00
ilomiogos e das santificados.
Italia
tale,
niversasio della Brecoia
Porta Pia, che rendeva
la sna legittima cap
mi permetto Invitare
gl'italioni residente em Per-
nambnco a voler interveni-
re domeniea prossimo, 11 del
corrate, ol l pom, alia ra
da Cadela n. 'Ui. 1* piano,
onde trattare del modo miglore
per solennizzare il 95* anal-
versario del fausto avveni-
mento.
Recife, 5 de Agosto de 195.
Dr. Antonio Moliuar I.ain-in.
Aos Srs. telegraphistas da Es-
trada de Ferro do Recife
ao Caxang.
Chimo aos Srs. Francisco Aotonio de
Aleocar, Fraicisao de Albuquerqus Mel o
e Manoel Co reia de Araujo, que venhara
provar a minha incapac dade de traba-
lhar em quaiquer apparelho telejraphico,
pelo sy^tima Morss em presenca do
Exm. Governador o os peritos que lorem
no.neados pelo mesmo Exm. Sr.
Re i fe, 5-8-95.
Mamede Torres e Suva.
ompanhia Exportadora
de Alcool e Agur-
dente.
Lendonas folhas diarias, de
boje, urna convocaban para
Assembla f-eral a eflectpar
se ena IO do eorrente n o es-
criptorio da Companhia Calca-
rla, protesto contra a referida
convocao feita por accionistas,
alguns dos quaes mo pagaram
prestacOcs e por pessoas que
l'.'aea da Independencia
(entre dois cidados)
llein Z... 016 como vaes, Dent; assim
assim e v< mal. Nao dorm loca 11 ile. ver
dade estaca com 03 olhos vermellios. provalmen
ta tomaste urna godemadi.
Qual, foi cousa peior... 0 qu*1 foi que
aconleccu I Ora estou com defunlo fresa em
casa. Ole islo o diabo, que a HygieQi nao
quer defunlo da conserva.
Quera foi quo le morreu foi o teu Cau-
la qual fot atiaba Sogra t... Ora Seu Z
por lsto qu chora?, tirantes a sorla grande do
l'ara, olha vera c varaos ao Manoel das Dor-
na?, tomar urna blcada, para enxugares as la-
crimas ; olec seu Gor, bote para uj : quanto
seu Ze, duas metra fiadoras.
'.onde vaes fazer o enterro da velha ?
Rm ca do commendalor das lagrimas.
Olere, qu.-m et cidadao ? Oh hom &,
o Sr. Aura.
Oler.. ."-ste j est podre!. .
O qu", morruu I
Na 1; p Ir de rico de s enterrar de
funt<'S. mo (osem,vida ..
Vamos ao papajaio arania, qu;ro ducr
ao RUU.
Ougo d zer que 15o careiro ; qual t" his-
toria, eu In^fjcoo que quero ; bito-llu na pin-
ca, mascliio-llie as raaos, fago o enterro p--Io
prego qu; quero.
V l eMe s la: conla das despezas, o
atade e o habito ; o comprador quera di o
prego, e afl tal di con a, aina fico-l.e deven
do dous ou tres mil res, e nao I a pago raais,
e ao deiois de sahr. vollo e elle paga a biel-
da '-mUrn, da regracia, e PAE DOS PO-
UKESI I
Puij sim, vamos.
?---------------
Go i panhia Exportado-
ra de alcool e agur-
denle.
Os abaixo assignads, accionistas da
Companliia Exportadora de Alcool e
Agurdente, representando mais de
um quinto do capital social, tendo re-
querido em 23 de Julho ultimo ao di-
rector secretario da mesma Companhia
a convocafao com urgencia de urna
assemblea geral extraordinaria dos ac-
cionistas da dita Companhia, com o fim
de se eleger nova directora, por s
existir hoje o Director secretario da an-
tiga Directora c tambem por nao se ter
reunido nem urna s vez a Assemblea
Geral em 1894 e at esta data, bem
como por outros motivos constantes da
peticao dirigida ao mesmo director se-
cretario e cuja copia ser exhibida aos
accionistas, e nao tendo al hoje o
mesmo director feito a convocagao re-
querida, apesar de Ondos os oito dias
da lei, convocam urna assemblea geral
extraordinaria para o dia 10 do cor-
rente ao meio dia no escriptorio da
Companhia de Productos i alcareos,
sito no Caes do Apollo n. 73, i* an-
dar ; e pedem para essa reuniSo o com-
parecimento de todos os accionistas,
visto tratar-se de varios assumptos de
importante interesse social e que de-
mandam soluQao urgentissima.
A presente convocacao feita de
accordo com o que preceitua a actual
lei das sociedades anonymas e para
fazer cessar o estado anmalo em que
est a Companhia.
Recife, 2 de Julho de 1895.
Jos de Azevedo Maia e Silva.
Pp. Joo Baplista Pereira de Souza.
Alfredo Souza.
Augusto Silva,
Albino Silva & C.
Anlonio da Costa Mello.
Manoel Colado Dias.
Joo Antonio da Cunha Cartella.
Antonio do Silva Ramos.
Ulysses Botelho de Andrade.
Pp. Viuva de Bcrnardino da Silva Ra-
ggmos.
Alexandre A. de Caldas Padilha.
Francisco Jos Rodrigues Praca.
Pp. Vctor Goncalves de Souza Beiro.
Antonio Marques de Almeida.
Pp. Jos de Castro Monteiro.
Carlos Halliday.
Antero Soares de Vasconcellos,
Thomaz Jos de Gusmao.
Mauocl Roberto de Carvalho Guima-
raes.
Antonio Francisco da Costa.
Dr. Luiz Emigidio Rodrigues Vianna.
Dr. Jos Carlos da Costa Ribeiro.
Dr. Jos Joaquim de Oliveira Fonseca.
Ernesto Arcelino de Barros Franco;
os Alves Rodrigues.
Joo Walfrido de Medeiros.
TheoDaldo Saldanba.
Dr, Pedro Francisco Correia de Oli-
veira;
Sebastio Alves da Silva.
Eduardo Dubeux.
Manoel Joaquim de Miranda.
Francisco Solano de Magalhes.
Cydronio Ignacio de Mello.
Antonio Samico de Lyra e Mello.
Fgueiri de Faria
Miguel de FigueirGa Fara, seui rmaos
e suas familias mandam rezar missa-< por
alma de sua prezada mai, Sogra, av a
bisav D. Th rez de Jess F gu ira de
Faria, s 8 horas da raaoha d > dia 9 do
crente na igreja do Convento do Carmo
do Recife. Agradece a tudo3 que ee
digoarem dar m is esta prova de ami-
sade.
VMM
d Oliveira Maia. avisa a quena
inieressar qne mudou o sea
escriptorio do predio n. B2,
para o n. II. 1* andar, Ra
doo oniinercio-
Olyinpio de Oliveira
Cura do Peitoral de Cambar
O Sr. Olympio A. de Oliveira, sendo
atacado de forte constiparlo com tosse
desesperadora, s conseguiu restabele-
cer-se tomando ) Veitoral de Cambar,
de Souza Soaret.
O agente Con.panla de Drogas e Pro
dutos Chimicos
Fr nciBCo de FigueirGa Faria, sua
mulher filhos genros, netto e or-, a'u.da
era os caraces t aspassados de dores e
angustias pelo falle imento d sua que
rida e idolatrada mai, sogra av e bisav,
convidam a todos ceus pa en'es e amigos
para assistirem missa do 30." dia que
mandara celebrar por alma da mesma
tallecida, no di 9 do crrante, s 7 h ras
da manhi na igrrja de Nossa Senhora
do Amparo, da cidade do Olinda. Desd'
ja antecipam seus sinceros agradecimen-
tos, a todos aquellee que comparecerem.
E' muito fcil explicar o pbenocieno
da digestao: basta por n'um vaso de
cryst 1 a carne misturada com o sueco
gstrico do estomago do carneiro, deno-
minado pepsina; passado o tempo neces-
sario, a carne se acha dis olvida, pepto-
nisada, e dando o ral r exig d. Assim
suecede no estomago dos seres humanos,
tornando-se pois eomprehensivel __ que, se
falta' o sueco gstrico, a digestao nao
poder effectuar-se, se as psssoas que
pad cerem de gastralgias, pitutes e ou-
trus affece.oe8 do estomago nao tomarem
o Elixrne Pepsina de Gnmault e Cia,
que infaliivel para h digestao e a assi-
milatao d s alimentos.
Antonio los Soares
Alvaro Noja Soares e su* mulher Mar a An-
nunciada Villares Soare?, lendo recebido a in
fausta noticia de ter fallecido seu presado pai e
sogro Antonio Jos Soares, na capital doEslado
da Baha, no da 31 de Julo, convidam seus
prenles e amigos para assstirem as missas
qu -iro celebradas na Matriz da Bda-Visla,
is 8 horas da manlia do dia 6 do correle, con-
fesando sua grati 15o aos que comparecerem a
esse aciode religio e candade.
antonio Jos Coimbra (>iiiuara<-s
1." ANNIVEKSAaiO
Augusta Candida Gomes Coimbra, Antonio
Nuues Ferreira Coimbra e ssus filhos, convi-
dam os seus prenles e amigos e os do seu ti-
nado e nunca esquecido e.-poso, sogro, av e
lio, a assislirem s missas que por sua alma
mandam celebrar na matriz de Santo An'onio,
qua-la-feira. 7 de Agosto, s 8 horas da manba,
primeiro ; nniversari > de seu passsmento ; an-
tecipando sua gr-iiidao por essa prova de ami
zade.
A grippe e a influenza borrorisam as
familias ; a quinina cura est-s afiec9es,
mas quando boa, e a melhor a de Pel-
letier, seu inventor. Encerrada em pe-
quen s capsulas, contendo dez centi-
grammas cada urna (10 por um gr.), ellas
offerecem o meio de propagar este incom-
paravel remedio.
Agencias a conferir
De urna fabrica de Cerveja branca de Berlim,
propria para a ezportaiao.
De urna fabrica conceituada de Maoteiga dina-
marquesa.
Do afamado Amargo Russo I\van> marca
Criado Russak.
De urna marca superior de Chourigos Cer-
velat.
De urna excedente marca de Salch chas de
Franco forle.
De urna fabrica condecida de Cacao em P
excellente gaz puro e barato.
De urna fabrica celebre de.Agurdente velho
do Centeio de Nordhausen.
De urna fabrica cooceiluada de Cacao de Fa-
rinha de Avea, Alimento de crianc/is.
De urna excellente marca de Amargo de An
gostura.
De urna fabrica de extracto excellente para
sopa de caranguejus
A dirigir-se as lnguas alleraa, inglea e
franceza sob inJicaco de seu comprador conti-
nental sob cifra I. B. 4i4 a Rudolfo Mosse, Ham
burgo.
A. B. C. F.
E' cortamente de muito mo gosto
Dar um bzile em 24 d'Agosto,
Quando solt o demo, como eorrente,
ousas faz de rretto- medo gente.
Querem brincar com tigo, presidente !
Nao queias um tal baile : s p-udente
E's bastante tolo, e endemoniado
Ficars duro de soflfrer, cuidado !
Peitoral de Cambar
i:oo-rooo
D-se um cont de res em moe-da
eorrente a quem provar a nao authen-
ticdade do attestado abaixo :
Tendo sido accommettida de tuber-
culose incipiente urna minha filha, de
13 annos de idade, sujeitei-a a rigoroso
tratamento medico, porm, sem resul-
tado.
Vendo que o mal marchava para um
desfecho fatal, resolv, por conselho de
pessoa que me era dedicada, dar mi-
nhafilha o Peitoral de Cambar, de
SouaiySoares, e com tanta felicidade o
fiz, que, depois do uso de alguns fras-
cos, a molestia desapparecia comple-
jamente. iodo Antonio Pereira San-
ivgo ( Socio da firma Santiago, Irmo
C, do Rio de Janeiro.
O agente Companhia de Drogas e Pro-
pnctos Chimicos,
Fumando um Cigarro Indio de di-
mault e Cia, calma-se logo a saturna, a
oppressao, a expectorado, a tese ner-
vosa, a rouquidao, e reapparece o serano
Barao da Malta Bacellar
Parecer sobre o Peitoral de
Cambara
O eminente clnico paraense Exm.
Sr. barao da Matta Bacellar, em pare-
cer que deu sobre o Peitoral de Cam-
bar, de Souza Soares, declarou havel-os
empregado na sua clnica civil e hos-
ptalar COM PTIMOS RESULTA-
DOS as bronchites e molestias do appa-
relho broncho-pulm nar.
--------------------------------------------
Elixir lff. Norato
Salvei-me dos horriveis humores syphi-
liticos quo me persegu rara tanto tempo,
com o uso do Elixir M. Morato propaga-
do por D. Carlus.
Mogy-mirim.
Arthur Iravasso.
Deposito em Pernambuco : Companhia
de Drogas e Product s Chimicos.
A laryngite e o Peitoral
de Cambar
O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gcmene
soro, medico da armada, certificou que
urna pessGa de sua familia que desde
mezes soffria de urna laryngite com ac-
cessos de tosse, restabeleceu-se com o
uso do Peitoral de Cambar, de Souza
Soares.
O AGENTE Companhia de Droga
Productos Chimicos.
Major Fernando Lobo
Cura do Peitoral de Cambar
Fernando Jos da Gama Lobo d'Eca,
major reformado do exercito, residen-
em Jaguaro, certifica que, soffrendo
durante mutos annos deu ma tosse as-
t'imatica, curou-se radicalmente com o
uso do Peitoral de Cambar de Souza
Soares. [Ffrma reconhecida]
Prisao is Wi,P6 Laxativa i,Vichy
Botucat
Deve ser Hda eom intersea a seguinte
noticia, qo a Fanfulla publica a pro-
posito dos productos medtcioaes, propa-
gados pelo Sr. D. Carlos :
Todo o Brazd, a espeeialment. ele
florescenti:simo Estado,:tem ouvido 'fal*
lar do Elixir e de outras especialidades
medicinae. do Sr. M. Morato, mas nem
todos conbecem o alto mrito, a bonda-
e, a tenacidade e a gentileza do prepa-
rador de3S4B productos, o Sr. D. Ca los,
que um joven ebeio de intelligencia,
e estudos, que com o seu Lbor incan-
?avel soube ganhar os elegios da vacias
celebridades medicas a tantos attestades
de benemerencia porparte.de numerosos
doentes, hojo pwfeitamente curados pelo-
m ravilhoso Elixir.
E vitto abordamos este ssumpto, de-
vemos dizer, por amor a verdade, que
tanto as plalas de Tayuy como o Eli-
xir M. Morato sao productos examinados
e approvados pela Inspectora Ceral de
Saude, do Ro de Janeir -, e que a sua
venda foi autorisada pelo governo federal,
primeiro, e pelo da S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas plan-
tas raras que se encontrara na flora ds
nossos aerte--, s serve para a cara, mi-
racul sa da asthma, do cancro das do-
res rbeumatcas, da sypniles da terrivel
morpba.
O seu segredo foi revelado, ba bastan-
te tempo, pelo chefa de urna tribu de in-
dios, cujo nome agora nos escapa, ma
que opportunamente designronlo?, por
que este facto se prende urna interessante
historieta, que vale a pena ser narrada.'
O estabelecimento do Sr. D. Caries
em urna importancia excepcional e pode
competir com os melhoros desse genero,
que se acham as demais partei do
mundo.
Asistimos ha alguns dias, a prepara-
cao desta Elixir, acompanbando at enl-
mente tod'-s o trabalbos, desde a tritura-
cio de8 vegetaes at ao encaxotament,
ao qual se segu a expedido para as
milis importantes pharmacits da Europa.
Alm do curioso processo, sao dignos
de admirar a fiscalisacio, ordem, disci-
plina que reinara, no ampio laboratorio,
do qual s hoje o Sr. D. Carlos, comsga
a c lher os fructos, alias altamente liaon-
geiros, tanto pelo lado moral como pela
pecuniario.
O Sr. D. Carlos nao sa deixa, perm,..
dormir sebre os loaros, cogitando sem-
pre em ampliar mais o seu estabeocimea-
to, estudando o processo para o fabrico
de outros productos medicinae 1 que se-
rao, antes de tudo, submettidos & analy-
*


\





IPBgpp
Piarlo de Pernamboco Terga-feira O de Agosto de 1SQ5
se dos mais notaveis e intelligentee m-
dicos. .
Oa noseos cumprimentos a esse no-
mem Ilustre que em B>tucat, gosa de
geral sympathia e ao qual deejamos
rosperos negocios.
------- *a>
Elixir Ati-Febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior
Apprc vado em 31 de Marjn de 1859 pela Inepec-
teria Geral da digna Jauta de Hjgiene do Rio
de Janeiro.
Este Elmr de ccmposico toda vegetal 6 pre-
parado segundo aa rearas pharmaceulicaB, acn-
elbadaa pelos autores modernos e de reconbe
cida capacidade scienlifaca tanto no pala cerno
no exlrangeiro.
Este Elixir o producto nao a do g'ande es.
todo tas accOta pbjsiologicaa das subsianclas
eomo tambem patolgicas, como lambern o re-
soltado das mmeoaas applicajOeB nos diversos
casos de tabres de fundo palustre,
A applicacao de Este Elixir oa grande epide-
mia de bexigas de 1890 a 1891 maia orna vei
demonstren a sua eficacia; poisno principio dos
prlmeiros eympiomas a bexiga aborta, e em ,ca-
ob mais aalantados a bexiga pansa a ser orno
doeoca febril vulgar apresentaodo pequeas to-
mefdcO'ia que com a continiaco do elixir desa-
parecem aem todavia apre6enUr recelos de pe-
rico.
Os muitOB attestados publicadoa no Diario de
Pernamboco e Gaxela da Tarde* provam o qce
Nos casos de febre amarella o effeilo e admi
mel.apresentando pbenomenos tao maravilho
bob que nesta cidade do Recife e no do Rio de
Janeiro pouco recelo causa a febre amarella
mesmo estando o doente com vomito preio?.
sanguneonestea ltimos periodos entao oe-
ce8ario a applicaco em ;alta dose, despreando
tabella annexa-
Este Elixir )a condecido do publico de uro
grande numero de dignos mdicos apreseniado
para combater oa differenies ocommodoa todos
ellas de carcter febril.
Por multo tempo tivemos occasio de faser a
applicaco naa febtee erjsipellosas e com tao
bom resultado que Acarnos admiradas de tao al-
tos effeiios. .
Pela pradea ebegames a conbecer que nca
ataques de feore erysipellosa ou erysipella como
valgamente se diz necessario o uso de 10 diat
do Elixir.
Nos grandes incommodos das senhoras menE-
roacio, gravides e nos casos de parto com fe.
ore de om resoltado mu'to certo e seguro em
a ena co.nposigao to simples qoe nio offerece
receio de applicar o Elixir nem mesmo em doses
superiores as indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dignissimoa mdicos ane desea-
rem faxer uso deste Elixir em sua canica nao 6e
BBjeitarem nesaa prescripeo, maa sim faxer a
applicaco em harmoaia com os casos que dse
jarem combater, certos de que o medicamento
da composicSo innocente para o organismo por
mais frgil que seja.
Modo de asar
A's criancas at um anuo 10 gotas de 2 em 2
toras em orna colber das de sopa chela d agua
fra.
De nm a tres anne? 15 gottas.
De 3 a IC anoos em diante 40 gottas etc.
Estas doses devem sempre ser applicadas em
tgoa fra.
BepoHitoa
Com pan na de Drogas e Prodoctos Cbimfcos
Recife, ra do Marqoei de Olinda n. 13.
Nacional Pbarmacia, ra Larga do Rosarlo a.
*&
Pbarmacla Oriental, ra Estrei'a do Roeao(j
D 3
Pbarmacia Alfredo F reir, ra do Bario da
Victoria n. 14
Pbarmacia Martina, roa Duque de Caxias n.
W.
Pbarmacia Ribeiro, praca Maciel Pinbeiro 22
Pbarmacia Victoriense de Luis Ignacio de Ao-
drade Lima, cidade da Victoria
Para qualquer informacSo sera encontrado o
autor na ra Estreita do Rosario a. 17.
Os noBbos fra. eos sao quadrados e conta go-
tas. N'um lado teem grvaloElixir ante fe Dril
e no outroManoel CardosoPernamboco, e to
doa o: prospectos tao assi nados por Manoe
Cardoso Jnior, sendo falsos os que nao forem
assigoados.
Elixir depura-
tivo vegetal
Formula de Angelino Jos
dos Santos ndrade
ipprovadc pela Inspectora Geral de Hy
giene Publica do Rio de Janeiro em 21
de Julho de 1887.
Est j depurativo de grande eficacia as mo-
estiaa sjpbiliticas pe irxureza do sangue; assim
como em todas as molestias das senhoras.
Tem curado radicalmente umitas pessoas ac
commettidas da terrivel moles beriberi.
Rbeumatismo svpbilitico ou goiozo, dor scla
tica erupc6es de peie, cancros, e cancros ve-
nreos, flores brancas, byaterismo, frouxidlo de
ervos, iriies e outraa iorlammacoea dos olhos
molestas do ligado, escropbulas, escorbuto*
soffrimentcs de estomago, ulceras, gommas, fis
utas, empinge dos, altros, pannos e manchas
da pelle, bobas e boooes, sarnas, catarrbos e
quaesquer moldstias da bexiga, entre oulras
albuinuria, oorinas doces e sanguinolentas
anemia, paralysia, erisipelas, e inflammacle
pas pernas hemorrhoidas, ma, s. ii'iisjt&e
celles, tumores, nevralgias, e eiepbantiais da
morpba, as irregularidades damenstruacJo.
Prova-se com aquelle numero de attestados
publicados e os que existen: em nosso peder
eficacia deste elixir as molestias indicadas.
Karonln se a venda na Botica
do Rosarlo n. 35
A'ruaRarao da Victoria a. 37 s> dar tod&
qualquer explicacao que for precisoocerca destt
Reparado.
Calado rom ralalflVafoea
Modo de usar
Oa adultos tomarao quatro colberc da' d
sopa pe maon e quatro noite.
As criancas de 1 a i annos tomarao'uraa co
Iber pela manb e ooira a neite e as de 5.a
innos tomarao duaa comeres pela manb anas
oite
C'irur jiilo dentista
Jos Hygino de Miranda, cirurgiSo
dentista, 'abri seu consultorio na ra
Nova n. 19, 1* andar.
noMERf.w
lea Coaanerclal de Pernnm-
baeo
COTAfES OFFICIAES DA JUNTA DOS
COBRETORES
Praca do Recife, de Agosto de l8g$.
Mo Deve ci ugiu.
O presidente
Antonio Marques de Amorto.
O secretarlo
Maooel C. da Silva Pito.
Cambio
Os Banco* abriram com a taxa de 10 1|2 sobre
Londres a 90 dias, sabio -o depon para 10 9|<6
appareceodo pono, tomadores e as traosact-s
foram em pequea escala.
Em papel particular sao constou negocio.
C/Otaces de geoeros
J*ra o agricultor
Astucar
Braoco.idcro.idem. 2*600 a 31600
Sorteos, liem, dem 1*308 a 1*400
Maecavado, dem, idem. UNOi 1*000
Bruto melado idem, dem 1*600 a 1*600
htame, dem idem 1*300 a 1*5*0
Algodao
N5oconsten negocio.
ftleeol
rr pipa da 480 litros 105* venda.
4 (ti arden te
Por pipa de 480 litros 115* venda.
Coarta*
Seceos salgados na base de ti kilos 1* rls.
tanda.
Verdee 650 rls, nominal.
Carnauba
Cota-Be da 23* a 35*000 por 15 kilos.
Hel
Por 100*000 nominal.
KiDorfsee
Recife, 5 de Agosto de 1895
rara o exterior
,N5o bouva.
Para o interior
"~ Na escuna oornegoease Geaine, para Pe
Iotas, carregaram :
A. Irmaos & C, 10 pipas com 9,451 litros de
agoardecte e 3 ditas com 1,614 ditos de alcool
ti. Mala, 1 caxas cem 100 kilos de doce.
no vapor nacional Kaiiaja, para Pelotas,
carreeou :
L. i. 3- Gnimares, 100 barricas com 11,620
kilos de assucar branco.
Para Paranagu, carregaram :
Beltrao & Irmlo, 5000 cocos frucla.
Para Rio Grande do Sol, carregou :
J. M. de Abren, 327 aaccos com 24,525 kilos
de assucar braceo.
Para Porlo Alegre, carregaram :
10 pipas com i 963 litros de alcool.
Secretaria de Estado dos
Negocios da Iodu9lria em
c27 de Julho de 1895.
iy directora
Arrendiimeulo de lotes de trra
no Archlpelngo de Fernando
de Xoronha.
Para conheotiaento dos interessades,
afo publico que, estando o Sr. Governa-
dor do Estado autoristdo pela le r. 124,
de 3 do corrente mea, a arrendar, a qaem
melhorea vantagecs offarecer, pequeos
lotes de trra no robipelago de Fernando
de Noronba, recebem-as nrsta Secretaria,
at odia 3Ido mea da Agosto viodooro,
1 hora da tarde, propoetas p ira o reie
rido arrendamento, medanla aa claaaulaa
em aegaida estipuladas.
Aa propostaa devem aer conveniente.
mente selladas, entregaos em carta fecha
obada, e conter em termos clares :
1* O proco do arrendamento de eada
am lote da ttrr.
2*=Indica$lo da r<8;deooia dts con-
currentes.
3a=Comprovac,io de idoneidade para
exec itaretn estrictamente ea contractos.
NSo aerSo scti'aa as propcatai:
IUrganiaadaa em deaaccordo com o
presente ediUl.
IIB>ieadas em prefos d'outros con-
currentes*
IIIFirmadas por qntm qcer que tenha
deiaad > de oomprir contractos oa pro.
Para R R. B oibers, SO (accas com 3,657 kiloa de
algcdio.
No vapor nacional Sanie!me, par San-
to*, carregaram :
P. Caroelro a C, 27 saceos com 1,620 k los
de aaaucar mascavado.
J. M. Leite, 183 saceos com 9.780 kilos de
assucar branco e 562 ditos com 33,71) ditos de
dito mase:vado.
Para B o de Janeiro, carregou :
M. de Sonta Franco, 1 ca xa com 18 kilos de
peonas de ema.
&o vapor n clooal -S. Francisco, par i
Mjco. carrega'sm :
.'. Viajr a & C, 1 ealxa com 10 litros de co-
gnac.
Para A'ac.Iv, eirreearam :
P. Vianoa & C 3 caixaa com 100 litros de
alcool. 1 duaa com cbocalbos de ferro. 1 tacbo
de ferro e 1 caixas drogas.
Na barcas ParaguassA, para Parabiba,
carreearam :
C. Pinto & C, 10 calxaa com 60 1 t-os de ge-
oebra, 1 dita com 11 ditos de vermoatb e 10 bar
ns com 5V0 ditos de vinbo de froctas.
C. dd Estiva, 2 calxai com 140 kilos de dace
Rendlmentos publico*
Mes de Agosto de 1895
Alfandega
meiaaa de contractos celebrados com \a%
quer daa extinetsa oa das ictuaei Iiepar-
ti(Sas do EsUdj.
IVQae nao offoreoerem es garantas e
qaalidadea exigidas no preaente edita'.
4Menbnma proposta aer* aceita sem
que o conoorrente aprsente rooibo pro-
vando haver depositado no Thesouro Es-
tf dual, at veapera do da designado
para a abertura daa propostes, qaantia de
doua oontoa de r;s (2.000^000) que per-
der em beneficio dos cofres do ts ado
ai, preferida ana proposta, recuiar-se o
proponente a aisignar o contracto re-
pectivo.
5* Os concurrentes observarSo, como
Ibes compre, es oUuaulas, abaixo trans-
criptas, do I-ecrnto dssta data, bem como
aa dema'!a dispoaigSea legaea vigentes, re-
lativas a arrendamento de proprics eata-
daaes.
Havendo duaa oa maia de duss propos-
tas em perfeita igaaldade de condi^Sis,
ser preferido o concurrente que meliiurea
provsa de idoneidade cl recer.
(Claaaulaa do Decreto de 27 de Ji lbo
de 1895 )
la=As propostaa versarlo exclusiva*
mente sobre cada nma das industrias aqu
espec fi:adi a, sendo, porom, livre a c n-
correncia exploracSo de ama, nica-
mente, oa mais de ama daa meatnaa ini-
doatrias.
2aA c 'a arrematante fcam p'.ei a-
mente garantidoa :
)3 direi'o excluivo de explorara
industria qae cootraotar, e por todo o
prazodo arrendamento da rea, o qaa! rao
exceder em c so algum de 15 annos,
contados do dia da installiic&o do servico ;
b)o diie to de preferencia, em igutl-
dade de oondi^Ses, oso tenha de a r no-
vamente posto em concurrencia o arren-
daminto (lei r. 124 art: 2)
3* Exgottado o praxo de qae trata a
clausula precedente, todos es edificios,
obras, machios s e qaaeaquer bemfeitoiias
effectaades peloa arrematantes reverterSo
para c Estado, aem indemnsacSo alguma.
4aA sjpetficie de cada nm des lotes
de trra, cu jo ttmanho, med cao e demar-
cacao aerSo feitaa casta dos arrematan
tes, ter o i amero e metres qaadrados
que id: neessario, segando o genero d
trb-lhos exigidos p 5*Fica conatitamdo am lote de trra,
para es effeitc a deste Decreta, o grupo
daa ilhas, tambem perteoceotes a> arch.-
pelago de Fernaodo de Noronba, deoom-
nadas : R-tat, Do Meio, Sella Ooe
ta, t&aaa*, ao Jos, e os ilboa all
existentes.
6JPor conta doa arrematantes cot-
rSo todas as desposas oom o servico qae
o Qoverno instituir para fscalisar a exe-
cu(So dos contractos de arrendamento,
quer em Fernando quer no continente.
7* Os arrendameutos sarao ittranafe-
riveit.
aTambem nlo' aerSo ecsitaa aa pro
postas firmadla por estrangeiros, s poden
do oLCorrer a este arrendamento cide-
dacs braeileiros natos oa natnralaados ha
mais de 5 annos, ficando entsodido que
todas aa qaeatSe auscitadas quer na eaco
iba daa propestaa, quer ca exeoacto do
contracto, strao reaolvidas em def.nitiva
telas autoridadea braaileiras, importando
c'ducidade do contracto, sem direito
indema;sagSo de espacie alguma, o appello
feito por qualqaer forma intervengo
diplomtica ou aobbons officioa de autorida-
des estrangeiros, bem como qualquer asao-
cisjSo d s concesti marios com cidadlos ou
iostitai(Ses estracgeiras por ioatrumento
publico ca particular.
O Oirector-geral.
Jlo Diniz Ribeiro da Cunha.
Beoda geral
o dia 1 a 3
dem de 5
18:6'8995
56:374*422
Renda do Estado :
Do da 1 a 3 13:1611825
dem de 5 9:670J3S6
Eomma total
de
242:063**17
22:8321191
264:895*598
Pernamboco, 5
9a saccio da Alfandega
de Agosto de 1895.
O ebefe da seceso
L. F. odecera.
Pelo tbesooreiro
Hemeneglldo N. Cbaves.
R ECEBEPORIA DO ESTADO
Dj dia I a 3
dem de 5
Do dia 1 al
dem de 5
RECIfE DRAINAGE
16016*340
10:6111192
26:6271531
291648
1:1561024
1:1851672
Kovlmcnto do porto
Navios entrados no dia 4 de Agosto
Bordeaux e escala, 14 das Vapor ,francei
Congo de 1986 toneladas, commaodante Le
Galle, eoulpigem 122, carga virios geaeros ;
a H. Burle & C.
Terra Nova, 40 dasBarca iogleza Livinie de
231 toneladas, cip'tao Daniel Tborx, equipa
gem 111, carga bacalco; a Johnaion Pat er
& C.
New-Yo k, 15 das Vapor belga Gallilen de
1442 toneladas, commaodante G. BraitblruK,
equipagem 44, carga varios gneros ; a B--(k-
borne & C.
Navios sabidos oo mesmo dia
Buenos Ayres e escalaVapor francs Cong,
commandaote Le Gilie ; carga.va-ios geoe-
ros.
Sanios e escala Vapor allemao K-onsp-ins Fi
W.lhelme, csmmaodaate M. V. Dek-o ; car.
ga varios ^ereros.
Santos e escalaVapor mcicn.l Santelmo,
cjmmaodaoie A. H y; ca-fra arios aeoe-os.
Barbados-Ligar loglex Silvcs Sea cap tio J.
Sowob ; em lastro.
E trados no dia 5
Havre e escala. 11 das Vaoor francs Par -
byna de 1886 oneladas, com manante A. Lu-
ce, eiuipag-tu 42. carga vinos ; a Flix B.o-
deira.
Rio de Janeiro e escal, 7 dasVapor nacional
Brani, de 1999 loneudis, commandaote Aa
ionio L. da Silva, equipagem 60, carga varios
gneros ; a Perelra Carneiro & C.
Buenos Av es e escala, 18 diasVapor notua
goease Bergenaeren de 411 tonelaia, com
mandante R. Morianseo, equipagem 15, carga
varios geaeros ; a kf S. Mala.
Sabido no mesmo eia
R o de Jaoeiro e escala Vapor Belga jallileu'
eom-oaudante Geo Braitlralti; carga varios
geoeros.
Mercado Mainlclpal de al. los
Omovimentodeste marcado oo dia 4 da Ag03-
to fol o segulnte:
Bntraram :
54 bois pesando 10.875 kilos
75 kilos de peixe a o re. 11500
3 compart. com mariscosa 100 rs. 1300
7 ditos com camarOes 100 rs. 1700
26 i/2 columnas a 600 rs. 151600
5 carga com gallinbas a 500 rs. 21500
7 easBuaes com gallinbas a 300 ra. 211,0
lo cargas com mllbo verde a 300 rs. 31000
1 carga com ameodotm a 300 1300
3 cargas com batatas a 300 rs. 1930
1 cargas com macacbeiraa a 300 ra. 1309
2 cargas com cebollnbo a 300 rs. 1600
1 cargas com gerlmuns s 300 rs. 13 '0
12 cargas com verduras a 300 rs. 31600
2 carga com canoa a 300 rs. 1200
1 cargas com Uranias a 360 rs. loo
1 cargas com iobame a 300 ,'160)
1 cargas com loucas a 30 rs. 1330
i cargas com diversas a 300 ra. 16'JO
i 2 cargas com farinba a 100 rs. 11400
5 cargas com milno secco a 200 rs. 11003
6 cargas cem fejao a 200 rs. 11200
81 lugares a 200 rs. 161200
29 Suloos a 200 rs. 54803
12 comp. com duineiros a 11000 121000
8 comp. com sciQti'oe a 700 rs. 51600
8 comp. com fressuras a 00 "s. 418)0
34 comp. com comidas a 70U rs. 231800
71 comp. com fasendas a 600 ra. 421600
49 comp. com verduras a 300 rs, 141700
95 comp. com farinba a 400 rs, 381000
59 comp. r.om talbos a 11000 1181000
3.a directora Secretaria da
Industria
EDITAL
Tando o Govcrno do Estado de man-
dar construir edificios destinados & Esco-
les Publicas em : Capo-6rande, Santo
Amaro, Afogados, Poco, S. Jos, Boa
Vista, Magdalena, Capunga e Arraya!,
faco publico para conhecimento de quem
interessar possa, que no dia 17 do mea
pr ximo vindouro, a 1 hora da tarde, re-
cebam-se nesta Directora propostars em
carta fechada, devidamente selladas, para
a construc{&3 d'aquellas obras, de accordo
com as plantas organisadas por esta Re-
particao e orc portancia de 14:2828780.
Cada proponente poder concorrer a
constmcc,o de todos ou de um e da-
quelles edificios, depositando antea da
concorrencia, na Tbesouraria desta Dire-
ctora a quantia de q ni olientes mil ria
(OOSO'-'O), que perder se, aceita sua
proposta e convidado para assijjnar o
contracto, n3o fizer dentro do prazo de
8 das, contados da data da aviso que
Ibe for expedido para tal fim.
Os prego das pmpietas devero ser
escriptos por extenso, sem razura, emen-
da ou vicio de qualquer espcie ; deve-
ro anda trazer a indicado da residen-
cia do proponente e as pravas de id nei-
dade precisas para dirigirem e oxecuta-
rem aa obras1.
Hivendo dnas ou mais propo-tas em
igualdade de condices, ser preferida a
do concoi rente que melhor pro va da ido-
neidade ofierecer.
As pr postas que excederem os presos
do ornamento, as que n5o forem organi-
sadas de accord-i com o presente edital
as que se basearem em presos de outro
concorrente, e fa que forem firmadas por
peasoas queja tenham deixado de cum-
prir contrac o feito com esta Repartico,
aero rejeitadas in limine.
Para a boa garanta da execuco do
c ntracto, d-rositar o contractante no
Thesouro do Estado urna cauco corres-
ponder a 10 O/o do valor total do con-
tracto, quantia que s poder ser levanta-
da depois do recebimento definitivo das
referidas obras.
Esta Oirec oriu nao reconbecer, no
caso da fallecimento do contratante direi-
to a reverso do contracto a herdeiro*.
Os cene rrentes tero de 10 s 4 ho-
ras da tarde, a-ata Rspanic&o 01 escla
recimentoa de que rrec earem.
Rffcife, 30 de Julhi de 1895.
A. Urbatio P. Montenegro,
Director geral interino.
3a direc oua
DA
Secretaria da Industria
Edi tal
Fuco publicj para conhecimento ros
iotere^aadoB que i o d a 8 de Agosto a 1
uora da tarde esta Repartidlo vende, por
meio d concurrencia publica, 50 lam-
peras de cobre, que serviram na illumioa-
efio ra cid de da Victoria.
Oa emeorrentea devero esorever por
eztenao, aem emenda ou vi ni o de qualquer
especie, o prego pelo qa&l se propoem ar-
rematar e^ UmpeSo.
F se i, id tt'do concurraic'a, o pro
pom ; irovar ter depositado na The
aoarar ciaooenta mil res (50f00G) que perder
se acoeitar sua proposta ooeffestaar o pa-
t;.ment doa lampeSaa arrematado*, n-m
mandtr rtiral-os dentro de praso de 3
diss.
Re;.fe, 30 de Julho de 1893.
A. Urbano P. Montenegro.
Direotoi-geral interino.
Reodlmnto dos das 1 a 3
Pracos do da:
Carne verde de 200 a 11000 rs. o
Suloos de 11 a 11200 dem.
Ca-neiro de 11200 a 11500 idem.
Pancba de 8!M> a 1140) rs. a cuia.
Milno de 700 a (1000 rs. a cana.
feiao ce 11200 a U800 a cuta.
3)31200
9701903
1.284110)
kilo.
SaiTloa esperad**
Da Pelotaa
Barca norcegaeose Artic.
Pjtrcbo Doruefueose Eioar.
Logar dioamarquea Varde.
Lug.r Brati tirj Brsill.
Lu Fatacbo argeutioo Aiml-i-i.
Dj Porto
Brigue porlogux V*rero.
De CardifI
Barca nraegaenre Sala.
Barca logleta Pellicaoa
De Hamburgo
Brigue allemao Otto Grat xu Slalberg.
Barca alietn Albairosa.
Birca allemi Liv.
De Hemel
Barca allema T. C. Be.-y
De Terra Nova
Lagar ingle Viola.
Lugcr loglex Cintos.
Lugar ingles Mennio.
Lugar in. les Lavloa*
Da Loadre
Lugar iagle Paoay.
De New Y j k
Barca nacional Elma.
Vaporea a enerar
Mea de Agosto
Ititiba, do sol, a 6.
Barbn, do sui, a 6.
Jpiter, do sol, a 6.
Iiapoan, do aul. a 6.
Daoobe, da Earopa, a 7.
Olioda, do norte, a 8.
Amasooas*, da Eu-opa, a 11.
Cl meute, do norte, a 12.
Asate Prince, deNtwYork, a 15.
Miranbao*. do norte, a 16.
Aiaeoaa*. da aul, a 16.
Mattao Broxzo, do aul, a 17.
Iberia, da Europa, a 17.
Magdalena, do tul, a 18.
Toameb, da Eurupa, a 19.
Trenl, da Earopa, a 22.
Vapore a sabir
Mez de Agosto
Santos e esc, Paraajroa, 7, as 4 hora?.
Minaos e esu.. Brasil*. 7, a 2 boras.
Baenos Ayrea e esj.. Daiaoe*, 7, as 2 hora?.
Geara e rscpla, S. Franclsc", 8, aa 4 hor.s.
It o e esr, Olloda, 9, aa 5 boras.
Baeoos-Ayres eesc, Tbames. 10, as 2 boras.
Sintos eesc, Amaioaap, 13, aa 4 bor.-s.
Un e esc, Varaqbi, 16, as 5 boras.
Pari e New Yjrk, Ciemsote*. 17, s 4 boras.
Valparaso e esc., Iberia*, 17, s 4 boras.
Salios e esc, Matteo Bruazo*, 17, s 3 boras
Santos e etc., A-iate P.ince*. 17 as 4 doras.
Uauaus e esc, Aiagoas, 17, as 5 bora.
Soolhampton e esc, Magdalena*, 18, as 2 ti.
Bnencs Ayres o esc. Treot, 22, as 2 qors-
Royal InsuraDce Gompany
de Liverpool
CAPITAL ,000,000 Os, O^.
Fundos accumulados 8,274'9.'31lb.0,,.
AGENTE
POLHMANN & C
Instituto BeDJumin Constant
30 de Julho de 1895
Pela s tratara do Instituto Benjamn
Corstant e de ordem do Sr. Dr. Director
se isa publico qoe se aoba aberta at o
dia 15 de Agosto viodouro a irs:ripc5o
para a matricula no ourao de preparat r os
e commeroial annexo ao mesmo Irs'.itato.
Os pas ou encarregados dea mt trica
landos deverSo atreceatr ao Direotor do
stabelecimeoto dos oomtodcs rs documentos jistificativcs
des eood^oes em qoe se acbam es candi*
dates m-trinuU, qoe sao ;
1* (Jertidao de idrde oa documect?
equivalente;
2' Attestado de vaciaacSo oa revaci-
naySo ;
3* Certificado de que o candidato nS.
s ffre de mo'es'U alguma contagiosa oa
nfeoto contagios > ;
4* Attet> do de bom procedimento
p.isido pales profeFsirfs e directores dss
es3o!ts que elle houer freqoentado, ou
por|'p''88oa reconhecid&mente ida-es.
A taza para a o.atricuU nrs d Eferentes
ancos do curso ser da 12;0 0, pga na
repartiera eoapeteote, mediaate guia paa-
8*da palo sicretario.
O seera'an'o,
Ce's Tertiliaoj Faraan^^s Qiintlsa*
Alfandega
TERRENOS DE MArflrU E\f CA
TUAMA, ILHA DE SU ALEIXO,
BARRA DE JANGADA, BARRA
DE SERrNBASM, PORTO DE GAL-
LINHAS, CARNE DE VACCA,
PONT A DE PEDRS E MRrA FA-
RIND.
ODr, IospfC'cr desta Rp tozer publico, para cinh C meat3 dos inte-
reasado, que, em vista do que Ibe repra
f en^o > o Dr P.-< c irador SeCC.i >nal da Re-
pablica em 20 do cirrea'e e de cinfor-
midade c) n o dispoeto no O-'cit n.
4105 de 22 de Fevereiro de 186S, fe
marcado o oraso do 30 das, a c ntr da
pi'b C {''o di prefentf, para ca pu aei-o*
doa terrenos de marinlia -irus-ins am Ca-
Ciamn, lina, de Sar.to / 1 ico. Barra de
laogsda, rJarr de SeriobS-m, Porto de
Ga'l ol-as, Caroe de Vare*, Poeta da pe-
dras e Mara Farinhi i ('n Bao os que
n'cirn a 15 l.rnc's cnveiras ou 32 metros,
Contapo8 do pr*a-nr-madio para tetra),
oa aqueles que poisuem os terrenos pa -
ticultrea em C-.jaa tentadas ae icitm ot
mes nos terrenos de mariobs, requerer en
u preieraccia nue lie< cab*, de accorao
oom o citado D coto, no respectivo afo-
ranjecto sob p:oa de perderem ease d-
reito e aerem oa r f iiios terrenos di ni -
r n i aiorades a qoem os preteoder e sa
tiafia-.T aa exigencias l-pr-ic-s
Os requerimentos, icslruidos com dc:u-
mantos sqcc provem o aireito de prefe-
rencia e ac >mpahadoa da planta e'e 'ene-
no que se pretender, a qnal ser firmad*
por profia.it n 1 e na etc U de 1.200,
aerao dirigidos ao ref-iiao Dr. Inspector,
ir-c .meute oa por intermedio do cl-
lec'or da 1 c^iiade, que os eccmiohai.
Alfandega de Peroambo em 30 de
J 1 io da 1895.
O cSefe, interino,
Sebaat'Si M aWlfa Pyrrho._
Secretaria da Industria
3." DIRECTORA
Tando sido rescindido o contracto que
os Srs Silva Gnsmio 4 O, firmaram com
esta directora para cotstruccSo do caloa-
mento do largo da Republic>, medindo
dose mil metros qaadrado* (12m,000)
I 50 publico que no dia 15 de Agosto a 1
hora da tarde recebem.se propostas para
o m8ino servico.
Asprop )stas devem teroonvenientemec-
te seladas e conter em termos claros :
1.' O prego pelo qml ae propfj^n oa li
citantes a execuUr metro quadrado do
calcamento.
2.a Enderezo de sua residencia ;
3.* Proras de idoneidade p ra d rgirem
e executarem as obras.
Havendo duas oa nra's propostaa em
igaaldade de oondicSea ser preferido o
c incurren'e qae melborea provaa de ido-
ce dada offerecer.
Nao serSo aoceitas as propostas que ae
resentirem daa aeguintea taitas :
1.a As que se basearem em precos de
outros concurrentes ;
2.a As que forem firmadas por peesoia
qaa tit-erex j deixado de cumprir con-
tractos celebrados com a extincta reparti-
lo >ie Otras Publicas:
3.a As que nlo ofterecerem aa garantiaa
o quxlidadea exigidas no preaente edital.
Nenbuma propotta ser acceita sem que
o proponente aprsente reoioo que prove
haver depositado na tbesouraria a qnantia
de 500J a perder o direito de restituirlo
ae, eaooihida ana proposta, reoosar-se o
pr. ponente a aaaigoar o contracto respe-
ctivo.
Para a boa garanta da execucSa do
contracto, dopositar o oootractante no
Tuesouro do Estado ama caucSo corres-
pondente a 10 O/o do valor total do moamo
oottraco.
Aa plantaa daa obr8i de qae trata o
preaente edital cham-ie nesta reparticSo
dispoaicSo doa propocentea, que poderSo
examinal-aa daa 10 a 4 boraa da tarde.
Rscifa, 17 de Julho de fl5.
A Urbano P. Montenegro
3.a Directora da Secreta-
taria da Industria
EDITAL
Tendo sido neta d< a rescindido, por iofrac
(3) das clausular 8 e 9.* o contracto firmado
pelo Sr. Francisco Hlbeiro Peaso?, pin ccostroc
cao 10 10.760 metr s quadradoa de calcamento
a parallepipedos, ca ra RiacDuelo fsco publico
qoe co da 17 do correte a 1 bora da tarde,
oeeta Directora, recebem-se unamente propos-
taa para o mesmo servlgo.
As propona devem eer coovenleotemente sel-
ladas, entregues em csttas fechadas e conter .em
termos claros:
1. O prego pelo qoal se propoem 03 licitantes
a execoUr as cbrjB;
2.* Sndereco de sua residencia ;
3. p.-ovas de idoneidade prolissional precisas
psra dirigirem e executarem as obras.
Havendo duas ou mais propoatas em if.u'.ldade
de con i6es, er preferidas loeoncnrreoteqne
melhores ororas de idoneidade offerecer.
Nio sei) aceitas as propoatas que se resen-
tirem das seguales bitas :
1. As que nao forem organisadas de accordo
com o preicr.teedital;
2 As en! ee basearem em precos de ctftro
com-urente;
3 Ai qu forem firmadas por petois qoe ji
tiverem deixado de cumprir contracto com es-a
Rparico;
4." As qu n9o offa.-ecerem as srantias e
qoilldadea exigidas no presente erfitai.
Neohoma p'o;o.ta sera sceitd aem que o pro*
ponen-e prove ter depositado na Ttieacurarla
I desta Directora a qunna de 3f0000 que per-
der ie a< era sua i.ropos'a e convidado rara
' asuena- o contracto na> o fier deniro do praso
de 3 dia?.
Para a boa garanta da execoc'o do contracto,
depcslta' o don raclao,2 00 Tceson-o ao Eaia-
do urna caocao correspondente a 10 0,0 do valor
total do mesmo contracto.
K-u Drectoria 1 a> reconbecer. no ce so de
falitcimtntj do coiiracunte, oir to de rever-
tao do cjntracln berdeiro>.
Recile 1 de Ago ti de 1895.
A. Urbauo P. MontercRro,
Di'ectir Setal 'nierioo.
(istituto Beoja uia Constaa
SO de Julho de 1895
P. la Secretaria do Jodiilo B Djarria Cons-
tan!, e de orderu do S'. D'. director se fri pu-
blico qu-, m viitcde do que loi sotorlfado per
decelo no eoverno f- d-r I de 26 le Joobu lindo,
r.r-ofo me foi participado ao goveroe deete Esla-
d i por te'egramma da 27 do citado mez, inserto
no Diario de o. 147 .le 2 do Ccrreme, aehsm-
te abe-tj cfs o Serrdta-ia a' o diaa15 dp Apos-
to as i'iscrljcoeg para exameB teraes e xtraor-
dioaMos Ce pre aralores. que coaugaro r;o da
16 do metan mez. obsertaias rira^m-u e todas
as expendas do Regu anento em viaor.
O Secretario,
C Ijo Terlu'i ni Feroanae- Qiinttlla.
Cuarnic&o do Pernamliuco
EDITAL
De ordem do Sr. Coronel commandnnte des-
la guarnigo sio chamad s comparecern] na
secretaria do nicfinj commando, os senhores
tente do 2.' butalhSj 'ic Infantaria Keiippe
I Benicio de Castro e Silva, alferes do 12.' da
' mesma arma, Joaquim L'cio L Ribeiro e do
9." rgimen o de cavallaria, Candido de Serpa
Pinto; cujos officiae!", leem da ser inspecciona-
dos de saude por ordem do Sr. Marcena! Aju-
. danta G m-ral coimnuneada em offtVio do cora-
1 mando do 2. d s'r co militar de 13 do corrente
Secretaria do c<>mmando da guarnico, 27 de
Julho de 1895.
Arstnio torgas.
Alteros secretario.
O 0 Jo e Jal le Re. U-ira Puno ue Soma, J0Z
de direi'o io t* uisirun c-imlnal. fubti".uto
reciiirnco do 3 e preeidei te da eesso or-
dinaria do iurjdi cioade do R-d'e,e fie.
Fajo saber a iicra mie'eJar posa. que em
alr'.o'.e do ari 2J %% Io a 2 da !el eetadosl o. 15
d; 14 te NorenDru je IS91 foram mult.dos os
i ju ten de ficto mtra di-cUrcdoP, e com as qrau-
' tas abaixo -r.-n -una-las. por nao terem Ciiipi-
: -erido a ref-ida res-io :
I Aatooia Ma' ins do R o
Frau.isco X ier Gav?lcar_te Lina
i (abr.el lavare^ de Lyra
J o Ri.irn.ce' de Mjraen Campos
J o Lni o de Aimeida Los
j Dr. Joio zoilos o da Ponseca
I Fraocisro RodriKU'8 de B-*itJ
Jai Cirios Gomeg de Aimeida
J-.Si Feruau-'.'K J io
I J : q-iira HallllO 1'1'iDO
i Jiaquim H-in~el Cordeiro
ijic Antouio de Aleocar
iJo- Leopoldino Cynll de Oliveira
Jis Hapti- a B-atta
Ju Flix ic Sa-jtos
Jjg Rioeiro Pesnoa
J f J.aqoim da Costa Pinto
Ma oei Aiiusto da ''.aoba
Maooel Ferreira da C-US
Minee' Ko'Rcs Le .i
HodolD'o Martina Mi'eira
Sebaano de Barros Barreto
Adolpbo Cabra! Art lio Li uenco Carneiro
Antooio da Cocha Serapnim da Silva
A i'o i'o G m-s da Silva Ramos
Arihur de A-aop
Bento AUes de M-Ho
B-riurJo da CosU Campos Jnior
Carlos Augusto Ribeiro Juuior
Costcdio Furtalo de M Mocea
JoSu A (re lo Al ves Rixa.
Joe Caoiido de liueida LeliSo
J )r? Barbosa de Costa
Jo6 Soare* B anoo
Jallo J< s Kocrigues
Leocadio Atexandrlno Bello
Man- e Jj-quim Ferreira
Albino A' t) io it xa
Al'ieio Wattocbe de Sooza
Coronal Aotooio de A buquerque Ha-
chado
Antonio J i- F-l rpe Santiaeo
Aono Sevenoo Jirdin
Flix Alvea oa Silva Santiago
Francisco Al'es de Lina uavalcaote
Francisco Rodrieue* Pinto
Ge oocio rs Saulo T^ixeira
Gjilherme Rodrigues Monte Lima
Guiberme Sanrhes
H-irmes D as Feroandes
Heorique de Miranda Hen iaes
Joo A tooio Al ei d<> 83ra
Joiquim Rodrigues Pereira
Joaqoim Jog' Das Pereira
J sr, Amoniu do Moote
Jovino Ridoiibo a Silve'ra
L-oiea-io de Souaa Barbosa
Mariano Agripino da Caoba
PLilomeoo /of?UBto Nees e Silva
Alfredo Amando Paes Fragoso
Antonio Cot-ibo da Silva
Antooio Eloardo Pereira
Antonio I Inocencio Ferreira da Silva
Antn o Geojalves de Barros
Beoto Soares de Almeida
Carh s Acost Gjmes.
Edgardo Lemoa
FellX Nocueira Cabnl
Horacio Francisco Goncalves da Los
Joo Mideiri de Freltas
Josquim Paulino de Albuquerque
Mello
Jos Aotonlo Moreira
Jos Aogisto Goncalves
mi Daniel Pereira de Aieve'o
Manoel Hvslno de Cirvalbi Freitas
Manoel de O.ivura
Pedro Frantisco dos Santos C sta
Abel da Rocba Panas
Adelpto Martina do Rio
Andr Porpblrio Delgado
Ama o AfTooso de Oliveira
Antonia Paulino Cavalcaote de Albu-
quenue
Claudioo de Barros
DomiBgos Jaaqolm Ferreira Braga
F.-ancicCo M-l.-niides Machado
Joo de Barros Cavalcanla
Joo de Maraes Vielra da Caoba
Joaquim Bernardo Falco
Jos de AieveloeSooxa
Jos Bonifacio de Miranda
Maooel Gomes Pereira Guerra
D-. Manoel Jo3qo m Francisco de
Moura
Ovidio de Mendorca Paes Barre'o
4goe lo L'pea terelra
Alfredo Franco de S
Edoardo Antonio da Cos'a Siqueira
Emigdio Pereira de Mello
Eustaquio Augusto Barretto de Gas-
mao
Francisco MagalbSes da Trindade
Pr8nci8co Antonio de Miranda Doria
Francisco Borges da Silva Roas
Geraldo Jos de Barros
Joo Francisco Pereira Landin
Joaquina Alexandrioo Pereira Jnior
Manoel Ccelbo de Souia etto
Maooel Jos Ferreira da Croa
Rodrigo da Silva Campos
Rufino Scbuller
Arihur Adolpbo da Silva S niappe
Bfliarmlflo Gjrcilves de Oliveira
Bellarmioo Lourenco da Silva
Claudioo Ltns Cavalcaote
Damio Marques da Silva Cosa
Er esto Damio dos Santos
Francisco Eustaquio Rodrigues
Joao Alves de Carvalbo
Paulo Anees Jacome
Ramiro Fernandes de Azevedo
Vicente nery de Magslhes
Augusto de Figueiredo
Germano de Miranda Donneyer
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S0#000
85*000
85*000

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-.. J* '
Diarfo de Pernambaco Tcrca-feira de A&rosto de 1895
_
>
k
J'i' HMirlqoe de Oivei-a Barros
J > Boltlbo Pialo de Mesqoita
Alcxaodnno Eu indio de Meietros
Adiodio Correia Me: deB Colmarles
Carie? Jote de Me elroc Jonior
Dimio Beierra da Silva Albuquer-
qae
Fraccisco Correia M >otelro
JuE G mea de O ive a Piedade
Beovenato de Soui T"avaasos
E loar 10 da Silva Tavares
F-ancisco Mei.dea Ribeiro dos Sanios
H-nr.qae Beroardes de Oliveira
J o Pampbilmo Cava lean te
Jo; Vieira de Siaoeira Fir-as
Miooel da Silva F.rias
Aoloato de A'rada Filno
CiDdido Alnerto Solr da Malta
Jo c T.jnraJO Al ndes de Corea Jo-
Dior
Jote Lii Gjngalves Pereira
Luiz Fanciseo das Cbagas
Meicoiades Floro ce Miranda
85*00)
85*000
80*000
SP*%0
80OOo
80*000
80*030
80*000
65*1,00
5*0Oo
65*0 GaOJO
65* 00
65*010
65* 50*000
50*'00
60*030
80*000
10*000
5(*000
Somrxa
13:816*000
& qoe tica marcado o praso de 8 das oa
data deaie. para oa meamos Srs. jmies de faci
reqorrert'ti] as cute recusas peraire este ju zj
juetibcando ea molivos de een io comparec-
melo, e que fludo esse praso o escr vio remet-
te-a i, Cuncelbo Mu loipal orna c< pi do aoloa
rxen o de ixp Bi.ao d 8 mola), hem nruj ama
entra ao Dr. prccu-ad.r des feoi da fazenda
municipal, ahm de po.eler a cobranfa executi-
va, (030 determina a sepam*niOGa art. 152 | l* e 3" co regolameclo de SI de Ja-
neiro de 189).
R fe, 31 de lao de 1895
Eu Manoel Bemarduo Vieira Cavalcad'e, 2
escri' do jury e-c e>.
Joe Junio R. Piolo de S; ozx
Edita 1
da ci-
lllumiiiacio elctrica
dade do Recife
A Sicrataru da lidoslria do Kala'o de Per-
naTicco. faz publico qoe de acardo D. 7J e 18 e Maio d) ro renie aooo receber
a' o da 20 de Seto-mbro prximo propja'aa
par* o fervigo <*e illurnlnacao elctrica da cida-
de do Re.ife, oas coedrges setioioUs que ser-
viro ce bate-para actUbr-igio do contracto
qje c-i tirajes a'aanelia le s: boaver de la-
vrar.
Art. 1* A concurrencia versa**.
1." Sbre o p-aao do privilegio do-aot o
quai o concesiona-io lera, excluido qaalquer
concurrente, o monopolio cease servigo.
2 Soh e as coaaig-s a qoe se prope o
couC' alonarlo, sps a termiuagio do praeo do
privilegio.
3.* S breo tya'emc de Eesentaroen'c, rana-
1:l-c:'-o dt8iri0oig->o e ngulamtntago da ilicmi
Dacfto.
4 Sob.-s a iatooidaie minina da illcmioa-
;a j aliara do calamento, em qoalqoer ponto
cen o do nenmeiro que limlr a area do prl
/ilfgl.
5 o Sobie o prrgo da unidade de laz lec'.ri-
ca, ir'- iijii a lan.ei.'e parn a illomiQagio poiill-
ca, quer daa roas p'acas *t-, qoer dos edificios
poriii'O-, e para a particular e domiciliarla.
6. Sobre os abat meoioa feitos ce.;se p ego
Qoando se tratar da illominago as caaaa de
cari udes s escola, pataco do geveroc, quar-
eie e mais repartido s publicas qoer eaiajoaea,
mnpicipaes cu tt res.
7.* Sobre a rtduccSo oo nrejo segundo o
?umtro de h r-i* ce illumioa(,2o em cada ooote,
t seeondo aut-m- mar o c .neumo.
8.* Seuiea ioeuridade media da luz Das
"ornes, que deverao s' servidas por lampadas
annea inferiores a 1.003 velas.
9 Scbre a divitao ten u-e* indepeodeoies oo Dao.
10. Sonre o praso para comegar os triba-
Ibis.
ll. Sebre o praso para teTriG?cSo dei es
iraLlho-*, oeai ( do serveu total para diHoiti
vj iDi>taila(ao e fDncctooaojeaio da illomimc/.o
em toda area do privilegio, romo reparadameo-
te para os diver.-oa bairros da cidade, de modo
a ser a par e ceotral ilium:nala i loa elctrica
no mai? breve praso qoe porsivel for.
Art. Io. Cada proposla dever ser acomp?-
nbada do ceriiflcado qse altate 1er o propooeo
te deposnade oo Tne-ou'o do Eitaio, como
caucac para ajs'gna!Hr:i do ccn'racto, a impor-
tancia de 1C:000 (qoiaie cornos de re) em di-
abeiro oa em apollas da divida poi ica
Art. 3.' Jalgada acoocorreoca te restitotra
o deposiio aes proponeotes p-ejud.cado, deveo
do a caocao do proponente preferido ser eleva-
da a 30:000* por eccasiao da a^icnatu'a do
coutracto, a qoai c j peder ttr demoiada mais
de qoinze das apos o jalgameato da concorei-
ca, sendo aquella quauia eatiuada a garanta
das molas que beuverem de ser Impostas para
ri-i eifl'-ugo Co metmo contracto.
1. Esta caogio Db.I permanecer do Tbe
souro do Estado at a expirado do praso de
privilegio.
2 Dever4 ser IntegralisadJ, d^plro de olto
das, toda a ves que for esfalcada por multas
impostas peio hscal do go-eroo em viriode de
inf.-.c.ao de qoalqoer das clausulas cont ac-
tua-s.
Art. t. 0 coDtractaate ficar sejeito s se-
guinies molas.
a) Perda total da caugo si dentro de tres me-
zea contad s da asslgoato a do contracto Dio
boaver iniciado o servico de iBsUliO.
b) Mullas de 2C0* a 1 OO1* durante o privile-
gio, pela tofraccio de qoalqoer tUosola contrac-
tual oo dispoaigo do regolameoio qoe com ao-
dieucia do conceasicBario tea de ser elaborada
pelo togeobtiro fiscal para boa execugao do
mesmo contracto.
c) Porda ee metade do prego da loz corres-
pondente a cada foco qoe for earoitrado eofra-
qoecido oo apreseotaodo frequeutes e iocom-
motiis lut-'rmitiencias.
0) Perda de deas te*cos desse prego qoaado
foco apreaeat r freqoeotes eclipses.
) Perda total desse prego qoando o foco esti-
ver apsgado durante mais de metade da noote.
f) Qo*n;lo o numero de focos as condlgfes
da leiiraesobir a 113 do total de foco?, ae
cresceri a mola de 1:000*, e a de 5:000* qoan-
do sobir a mala de metade.
do sabir a mata de metade.
g) Qoando esse fado se reprodoia mais de
trl iia vezes do bddo o governo peder rsacio-
dir o contracto si nao preferir ebegar a oo
ac ordo ie que possam resultar vaotageos para
o servigc.
b) Cadacidade do cont-aclo si por colpa do
coDtraciao.e ficar a cidade is escoras doas ooi-
tes consecutivas oo Dio.
Art. 6.' Para boa ecalisacao do contracto o
governo maniera jooto companbia om eogr-
uoeiro nacal, om ajodante e o Damero de guar-
das de lllcmiocclo qoe r jolgado Decessario
mas qoe ca<) exceder de seis, para o qoe deve-
r e cootractante entrar aonualmente com a
qoaniis de 20.0 0*i0 para o Tbeeooro do Esta-
do, destinada a pagamento desse peetoal.
cnico. Alem deaaa quan'ia annualmente
realisada pelo concessionano, dever ese forne-
cer eaa costa e de orna vz por todas para o
eacriptono de Bs al sagio os ieslrcmeolos qoe
forem necessarlos venfkagao das can i'gOes de
orna ba illamloacSo. nis excelenio todava
essa despeza a 10:000*.
Art. 6 Dentro do praso mximo de om auno,
a conar da data da asslgnatora do contracto de-
vera estar funeciooando em loda a eoa pleoitode
a illamioaglo elctrica nos bairros do Recife. S.
anto Amonio, S. Jos e B a Vial:.
Art. 7.* 0 praso mximo para termioagSode
todos on trabamos ser de doos aooos.
rt. 8 Ser de tres meses o praso mximo
para inlclagac do servigo, contado easa p aso da
asslgraiora do cont acto.
A't. 9." Dentro desse praso deveri o eoocer-
Bicoario preferido iob pena de caJucidade e
perda da caagio eotra/ para o Tne tado com a importancia de 994:917*528 ao cam-
bio do da, segundo a avaliago do arbitro des-
emraiadcr, como valor da aatoal expresa de
illumimagic i gas e nos termos da clausula 13
do contracto celebrado entre o governo da an-
tiga provincia de Percaduucd e Fleideo Bro-
tbera, e a 2 de Abril de 1856.
I.' Essa importancia deetinada DOS termes
da Le o. 1.901 de 4 s Joobo de 1887 ao paga-
mento a qoe est sepilo o E.-tado por foga
daqoella claoeoia e nos termos d art. 1 7*
desaa le, e portarla do governo do Estado de 7
de Ou'.unro de 1890 e respectivos considerando'.
.8 i^Realicado co Tcesoro do Eetado peo
coocesstooario o depjsiio daqo illa Importan ;la
cabera ae Governo do Estado liquidar c>.m Fi 1
dea B'oiners o exilado contracto e o pagamen-
to a estes devldo como lodemoisagio, iodo no
termos da citada eladsola 13* e mats decisOes
cima indicada?.
S 3.* Nessa liqaldagia ser avallado tofo o
material da Empresa ano oio tiver sido Inclui-
do oa avaliago de 1889 fella por aqoelle arbi-
tro, para o m de ser lodennisada a mesma em-
prea da Importancia respectiva, qoe igualmente
terio de realiaar os oovos come-siruarus. om
anoo apaa data dessa segonda avaliago.
g 4. Para esse flm logo qoe for asstgnado o
oovo contracto o Governo Horneara os seos erbl
ires pira qoe procedam avaliago do material
accrescldo.
Art 10. En todos os pagamentos devidos por
indemnisagio do E-tado S Bmpre3A o Giveroo
u^ari co o melbor Ibe parecnr do dlraito, que
loe garantido pela claa ula 13 do cit. contrae
to, de realiaar ditos pagamentos em prestagoes
annoaes segando as (orgas do cofre esta mal,
juro de 6 "/. e a qoamia qoe restar al a exunc-
go da divida.
Ari. 11. Podendo a actual exprfsi de illaml
aago a gas ccDCotrer apresentaodo proposta nos
termos do presente edital, Oca entendido qoe a
preferencia s Ibe aber nos termos do art. 1,
5e 6* cacit. Li o. 1 901.
g 1.a O oovo contracto t ped r 8?r lavrarto
com Fieldeo B*o Id de Ab.-ilde 856. fetaa as devidas moiiflca-
goes nio f (Danto ao tystema e illumnago e
soas consequejcias ecnulcas como priacipal-
aeoie depois de expreata declarago dos mes-
moa Fielden Brctlie-a de acceiiarem a innovag-o
como liquidan lo deOoiiivamente todas aa queDv
lea existentes entre esses empresarios e o Go*
verno do E-t* 1r, desobrlgado este do pagamen-
to da indemoisagi da cit. claasula 13* do con-
i acto de 2 de Abril de 1856 e sem mais dlrel-
to da t-mp'esa reclamago de qualquer pga-
me,.lo per parte do EsiadJ, c-alvj todava a divi-
da do gas consomldo oa illumioagio publica e
j e.^ rip'urada.
2 O concesstonarlo, Fl'llen Brotoers oo
outms, podero empreear o gaz carbn co pa-a
iliominagio dos suburbios da cldaie do Rcif-*,
ten o igualmente privilegio pira esse Hro, no
qual po erio empregar r material actaalmei te
em aervigo, fetos a jaiso do eogeoh.eiro Qscal os
jeviaos reoares concertos e sobirt oigoea bem
como eonsirocgOes navas que forem per isas.
Art. 12. Os conceseiooanoa gozaro igual-
mente do privilegio de forcecer no permetro da
cidade torga motis para o aervigo das indos.
trias qu'quiz.'rem empregar i ara esse Bu o
gaz carb joco oo a eleciricidade, litando oOri.
gados a conservar dorante o dia a presso do
gaz e mais requisitas necessarlos a alimeatagio
de molote*, ao foreeclmem.o de labjratorio, e
aos demais misteres a qoe poder servir aquelle
gas.
Art. 13- 0 governo foroecer aos proponen,
tes e so cod< emonarlo as plantas qoe poasoe
da cicade e seas Baborbios, c orgaoiear as demais plantas, trabalbos grapib.
eos e dados teiboi&s que forem precisos a con.
fecgio das suas propostas.
Art. 14' A illurcin. cao elctrica rieve sar.
vir aoa barro-- uo Recife al a fortaleza do Brom
e a ponte do Limcetro, Sinio Amonio todo, S.
JoF(i*e2- disiincios) at a ponte de Afoga.
des, Bca.VIstaa comegir na ra da Aurora to.
das devendo abranger lodos os FOJtostresse
bairro servido actualmente pelo gas carb-
nico.
S 1' Todos os demais pontos tora dessa area
presentemente illarxioaio? a gas pederio con.
inuar a ser iliomiatdos da meama forma oa a
loz elctrica segando mais coovier aos prapo.
nent-'S e for accordado com o governo.
2- Nos soberbios o governo poderi conce.
der prfzoa maiorespara termiasga dos trba-
nos desiiaadosa levar.Ibes a illvmis
oo a las elec rica, todo anda segando o qoe
mais coovier aos proponeotes e for Igoaimeme
accordado com o governo.
Art. (5- Para mais rigorosa delimifagao da
a-ea t ser illomloada o conce&sionarlo assigoa
r com o contracto om exemplar da planta da
cidade onde easa area estar rigorosamente
marcada.
uoica. N > caso de illamlagio mixta a area
de orna e a de cu ro systema serio rigorosa,
mele marcadas nessa planta a tintas dille.
rentes.
Art. 16- Nc> caso de lllomioagi) mfxia, ba.
vendo de ser ene se.-vlgo feto a grz em Darte
arta do privilegio e a electricidade em ootra
parte, os p-opooeotes deverio apreseotar alm
dos poetes sobre qoe versa a concurrencia para
illumioagio elctrica, anlogos detalnes tecbnl-
co8 moiatls mutandis para o aervigo a gas, co.
mo typo de bico indosive os mai- moderos do
sjateau Aoer, ujeiiaHd\=e as clausulas do
eoital da prefeitora municipal de 18 de Agoste
de 189), adiaste transcriptas.
A i. (7. O contracto ser geral para tada area
do municipio do R-tcife, sojeita a decima orna.
aa oa qoe de fotoru es:ver sojeita s essa de.
cima.
A't. (8- Para todos os effei'os do contra Mo
sero nicos competente i os tri.unaea doEiia.
edo de Pe-aimbuco.
A-. 19 O governo do Es'alo se obriga a
coacetder isengo de irxpcst.s estadoaes e mo.
o cipaea para o material, combastivel, obrar,
etc.cabeodo ao coacesslooarlo solicitar se qoi.
deraes.
CLAUSULAS A QUE SE REFERE O ART. 16
Da qaantidade do gas
l.9 O gas ser carbnico, extrabido do carvio
de ped-a ce cairas sabstaoclas qoe o possam
oar nss con iigoesem que elle exigido pelo
presente coatraetj.
2 Antes de ser iangido na rf-le de caoali-
sagio, o gas ser expurgado de loi s as ma-
materias nocivas tanto eauie publica como i
boa cooservagio dos eocauameotos e appaie-
Ib.-B.
3.* A los da gas te- o poder Iluminante o>
des vellas de esperuacete das qoe qoeima aete
grammas e olteota cei.ugrammas porjbora,cor-
respondente ao 120* ingleses.
4.* Esse poder lium nanie seri verificado
em pootomelro aberto qaeimaodo o gas na
mesmo bico qoe od. illooinagic publica em
cada occatio.
5* As experiencias pbotomelricas para veri-
rJcagio do poder llomiuante, serii fetas todas
as coei entre 6 e 10 boras e os seos resalta-
dos consignados pelo Inspector da inimioagio
em livro especlsl e sob sos goarda. De des
em des das se addiciooario esses resoltados
para se conhecer o poder illamtnante medio da
decada, locorrendo o contractante em malta,
como abano se estaioe, aempre qoe a media da
decada, Iflr Inferior a velas, aesim como, sem-
pre que a mlia de cada nolte, tomada iiolala-
mente, 16: Inferior a oove e olio dteimos de
tela.
6.*^A tressio do gas em qoalqoer ponto dos
erj acmenlo) poblicos jamis ser maior de
10 milllmetros, aem menor de 4 millimetros.
TITULO 3*
Da fabrica, soas dependencias, canalisagio e
lan'eroar publicas
10. O cootractante prodoziri o ra em ama oo
mais fabricas, comanlo que jamis possa invo-
car a unidade da fabrica para laentar-se de for-
necer gas ende Ibe 16- reclamado, tanto peo
mooi lpio como pelos particulares, dentro do
permetro da lllom cacao publica aeleal ea area
a accresceot&r, qoe sri marcada ai planta qoe
eile tfeve assigoar por occasiio da asslgoatara
do cootracto.
11. O cootractaate mantera semore a soa fa-
brica oa fabricas, gasmetros e offirioas em es-
tado de atiender a todas as necessidades do aer-
vigo da iliominagio publica oo particular; te-a
as bateras do torno qoe forem precisas, de
sorte a btver sempre urna batera, pelo menos,
de reserva ; empregar os apparelbos mais mo-
dernos para a aporagio do gas, continuando,
porem, somente com os actaaes exquanio el les
bsetarem e aatiatize-em as necessidades do ser*
v go da distrlbotgo ; mas os gasmetros que
mootar (6a da fabrica serio ligados a esta por
om condoctar virgem, de sorte que, nem me?-
mo dorante o da a regolaridade de emlssio
possa ser perturbada pela operagio do encbr
mento desaes gasmetros-, lera lodos os ma
apparelues precisos para a re olaridade do ser-
vigo; maoteri aempre a rdde ne carallsigio
publica e derivages a porta dos consumi-
dores, em bom asalo e com os diameiros cor
frespondentes as consumo.
I As actaaes laoternas proprlameale ditas se-
rio, dentro do prazo de tres aonoa, contados da
d;a da -asignatura do contracto, sobaliioidas
loonirac aute por ouiras do typo acloal *
ciJad-i de Pars, i-lo 6, laoternas cm viiros
corvas reflexo e oa porte soperior.
As aovas laoternas qoe se asseotarem serlo
ogo deste typa.
Todss as laoternas publicas serio sempre
mjottdaa em p rfelto es'ado d aselo e de pio-
lara e numeradas com algarismos de metal pre-
to nos vidrus.
15.' Para a UlumioBgio publica, correr por
conta do contractante o forcecimeoto e o asseo-
lamento dos combutt-res, caraprebendeodo o ra-
mal, a columna oa a'andella e laatd.oa, e bem
a-sim a coeservagio e aeseio disses orgios e a
operagio de asceuder o apagar, ae.unioum
horario que ser Oxado pelo eogeobelro flseal
de accordo com o comprimeoto das noiles.
16.* Para a lllomioa^ij particular lera o ero-
trac ante o privilegio exc u vo pao o forneci-
meoto, asseotameoto e r<-paragii fs* ramal at o
aeltdor, correndo as doepezas por con a do
coosomidor, salvo as te asseniameoto, forue l-
menlo do ramal e sua ccoservagio, oa exteuao
do dez primeiros metros contados do encana
ment g-THl, de onde deta parir o ramal para
o cooBomldor, parte esta qoe ser custa do
contractante.
O engenbeiro fiscal fizar, de accordo com o
ceniractante, a tabella dos pregos para essas
obras por coala dos consumidores, deveodo esta
tabella ser revista de 3 em 3 annos.
18. N-obiim medidor poderi ser asseola o
oa reaeseotaio sem que pnmeiro teoba si lo of-
ferecido pela inspectora do gaz. Essa ffdrtgo
['graiua.
22 o concomo de gaz ser pago por mez
vencido, effectuando-se esse pagamento al o
Diurno dia atil do mes segointe. N falta de
pagamento por parle do Elido. vencer o debi-
to ju'os i rtzo de 6 ,. >o pnmeiro auno, 8 ,0
no 8'gando, 10 *, no lerceiro de demora, e aa-
-im eeguidameole. Na particalar, o contractan-
te ter o direuo e corlar a cemmuoicag&o do
gaz e s restabe ecel-a qoando a divida Ibe fe-
paga com os competenus joros, a rsiio de 6 *,
ao aooo. Na falta de pag.meuio por parte do
juqolmo responde o prcprieiarlo do pretio.
23 Os medidores serio do systema mtrico,
cootmnandi-se, porm, a osar os qoe exietir-m
assectes na data deste coatr.do, em qoao'o es-
tile em em bom estado ou poderem ser repara-
das, u conanmidor livre de comprar o medi-
dor a qoe-n qoizer, inclusive ao contrtame,
que nesie objecto exercer soa i dusiria em
livre concurrencia cera o mercado ; n > poder.
porm, o me Mor ser de om calibre soperior ao
numero de bicos de gaz qoe boa-er no predio,
oem ser asseou lo ou retirado por oatrem, qae
oio o c ntractante.
34. A canalisagio a partir do medidor e os
apparelbos da illumioagio correm por coda doj
consumidores (salvo da iliominagio publica) e
podem ser vedidos e asreates por qa-m coo-
vier ao consumidor, inclusive o coafsetante,
que nesae ebjecio exercer aoa industria livre-
mente.
2o Os consomldores sio responsaveis pelo
agameoto do gaz ntralo em -t.ua casas e re*
giatralo pelos meiidores, eaoo-a ae perca po
di f-i-o ou ruo estado de seas apparelbos de il
lomioacio ou na canalisagio alm Co medid jr.
2G* Tanto o cootractante romo o consomidor,
aempre qae sosieiiare i: <;ue o medidor tem
deixado de bem luoeclonar, terio o dirello de
reclamar da inspectora om exame no medlior,
correado a de>pesa por coula daqoella das doas
partea qoe reclamar o exame. Se para o exa-
me for necessano a retirada do medidor, om
ool o se' provisoriamente tostallado por coma
da parte reclamante, Be por accor.'o ent-e ellas
Do ae asaeoiar em avallar o concomo no loU*
im pelo numero de biros. O medidor, sendo*
ma p-ooriedaae do roobumiior, se do exame.
Coi he -er-se a oecessidade de eoa cabsiitolgio
e aova despez corera por coala ao cont-
midor.
27*. O consum lor jamis podori ico ped r ao
coutractaote o legreaso al o medidor, lauto
para a leltora da marcago como para ntrete: o
nivel d'agga oesce apparelbo-
28 T.rito o contractante como e c naomldor
aio respectivamente rtsponsaveis persnle os tri
buuaes pe'a fraude que inuoJaziren ao me-
didor cabeido i parle lesada accionar a cana
por r a-d-.s e dsmoos.
2 O oonsamidor oio poderi oes permitir
adaptar so utediior appa elbo de natureza al-
goma com o carcter flxo e qoalqoer apparelbo
desse gene o ao seri adaptado i canalisagio
depois de pa sa'o o medidor.
TITULO 5.*
Do contracto
31. Doraste o praso do cootrauo preteiioma
oloipal nem o Baiauo poderSo conceder nem per-
muir qoa oolros aaseotem aa vta poblica tobos
para conduegio de gaz ue iliamlnagio, por aerees
ou sob'erranejs para transporte de electricl >ade
com applicago a illuaioagio poollca oa partlco-
lar. nem tor.oa, Boeocoeabd para transpone de
qjaiqoer forga qoe ptssa ser applicada a iliomi-
nagio poblica oa particular, dentro da referida
area, salvo accordo amigavel com o cootra-
ctaate.
33 Dorante o praso do comrseto, o con-
trae ante deveri ter sempre em sene dep-
sitos ou do prt desta capital o carvio pre-
ciso para o forne:imeuto de gaz de ota trimestre
e nem assim un sproiisioaameoto de tobos i a-a
o de eovolvimento e sebsiitoigio oa rede ge.
ral poblica provavel em am trimestre. Com ao
lecedtocia de seis meses o engenheiro flseal ti-
xari essas quant dadea a vigorar em cada exer
ccio.
35.* Para lodos es e\-lt08 do presente ,contrs-
co aio nicos competentes os irlbaaaea do Es-
ado de Pemsmbaco.
TITUL'J 6.
Da laspeegio
37.* Todas as obras qoe o cootractaate bouvej
de fazer, qoer em augmento da canalisagio pa-
nuca, qaer oa soa fab-ica e dependencias serio
Qscalisadas pelo ioepe tor, para qae sejam fal-
tas com a necessarla segoranga e propridade.
38.* Cabe, outro sim, ao iospector decidir
qoaes qoestoes qoe se soaciure entre a em-
presa e os particulares, qaaoto so forneCmento
de gaz e coritas de coosomo, fijando livre as
partes recabas para es tribaoses.
39. No principio de cada trimestre o cutra-
tame remetiera ao Inspector ama Una do pes-
aoal de accededores com as soas respectivas
residencias e deslgnagio dos respectivos dntri-
cto) em qae fooccionarem.
Qaalquer alteragio nesta lls'a deve ser Imms-
dlatamente commuoicada ao inspector.
Recife, 26 da Jocho de 1895.
A. Q'baoo P. Montenegro,
Director geral Interino.
L utetiiino do Reg Ba<>os,di(a
H.. Cabg
il|H A Jjaqoim Cb ystovla e C.
taverna
Duqu! de Caxias
Litros
500
Ns.
SOORel-go dos contribolates sojetis to Impotti de
200 ris por litro de sgaardeote qoer pora
qoer mesformada, qae sa ret .Iba oa fregoe-
i da Ya-z-a relativo ao exerclcio de 1895
1895
Estrada Nova
a
{aqoim Perelra da Silva Res
N^nej e Silva
Bario da Victoria
Ns.
[60 Paulo Jote A'ves e C, dita
1|3 Jote Pernandfs L 69 Alves de Freltas e Irmio
Trave sa do Qaelmado
Ns.
3 Jos Rodrgaos e C, dita
9 Antonio Joqaim da;Coaia, dita
T avessa do Duque de Casias
Ns.
M noel Jcaqoim Alves Ribelro,
dita
Lirga do Rosario
N.
I& Uaooel Josa Vieira e C, di-
ta
10 Ma-qoes Sobriobo e C, dita
38 Antonio Mirques e,C, dita
44 Manoel Soa res de* Figaelredo,
dita
48 SoaresNveae C. dita
13 Delfl o Lopes da Oas, dita
37 Manoel Mattiase C. dita
Dr. FeitOia
Ns.
18 Doorado Pontea e C,
9 Pegas Mendes e C dita
47 Jos Francisco Domiogues, di.
ta
La-go do Bario de Ln:ena
N'.
14 Gomes Augusto Gayo Miranda,
dita
16 Manoel Martios G mes, dita
Krauci-co Jac ntbo
N*.
2416 Viei-aASilva, dita
70 Mmoel Go-nea da Cooba, dita
72 Z ferino Valentee C., ita
Joio do Reg
Ns.
2 Manoel Alves da Sir,to* e C,
dita
8 Manoel M ireira Gimes, diti
32 Antonio J. S- Braodo, dita
34 J i) Fernandas Demtciolo e C,
dita
Bario do Villa-Bella'
ft>.
3 :enes?s e Alves, dita
Cooselbeiro Piretli
N'.
11 Antonio Mriele C, dita
Major Agostinbo Bezarra
Ns.
21 ];io E-pindoli da Costa, dita
General Abren e Lima
Ib.
6 Jos Parreira da Silva a C,
dita
8 Fnncisco Pereira da Silva Reis
dita
28 Fraocisco Maia e C, dita
Ns.
5 A Joaquina Alves da Silva Ja-
nitr, dita
Pedro Ivo
N'.
iO Lonrengo Borja & C dita
22 Romano &C, dita
F ei Caneca
N-.
2 Migael Domingos dos Sanios,
dita
Paulino Cmara
Na
2 Mi noel Joaqolm Pe-era Reis,
d ta
44 Joio Martios & C, dita
Largo do Carmo
Na.
2 Maooel Soares d'Oliveira, dita
1 Joaqolm Malsano de Castro,
dita
Fogo
Na.
18 Joio G 1 & Rodrigues, dila
32 Gil & Rodrigos, dita
Livrameato
Ns.
28 Joio da Caoba Vaseoocellos,
diia
30 ipua 8r AcaifjA. Hita
Peoba
NS.
6|S Lopes Magalhies & C, dita
3i.33 Neves Pedrosa a C.dila
Ns.
Largo da Peuba
DECLARCOES
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
De ordem do Illm. Sr. Dr. administrador scien
tfico aoa Srs. coDtrlbaimes dos impostos de 200
rs. por litro ds agairdeote e 50 |. sabr o va-
lor locativo, qoe se acbam conctalos pela to-
ma constante das relagfjis sbaix> Ibes lira msrC
cado o praso de trinta das impror. gavea a con-
tar da data do presente ediiai, para aprsenla,
rem no T.-iDunal do Toesouro qaaesqoer recia.
magOes ou recursos.
Ia Seo$lo da Recebedoria do E tado
em 30 de Julho de 1895.
O chef*
Frodericu GuimarSea
RelagSo dos cootriboiotes conectados para o pa.
gamento do Imposto de 200 rJ. por litro de
agurdente qoer pu-a, quer transformada qui
se retalhar na cidade, fregu-zia de Simo Au.
tocio, relativo ao exercleio de 1895 a 1896.
15 de Novcmbro
Ns.
14 Jos da Silva Pereira Lisboi, ta-
verna
28,30 Jos Rodrigoea Maia, dila
4b Pereira Perreira e C, dita
Caes daRegeoeragio
&i Man )el Francisco de Sooza. di'a
Ltoeralioo do R g) Barros, ktos-
qoe
Sebastiio de Sooza Bandio, dita
Aodr Pereira, dlti
Amaro Emiliano Soares, dito
Florencio Jos de Azevedo Santos,
dita
6 Joaqoim N igueira da Silva, dita
8 Fraoco & C dita
10 Maooel Pereira da Silva, C,
dita
12 Amonio Francisco da S 1 va Mala,
dita
Viscoode de I.hnuaa
N,
62 Castanbal & C dita
5 Ju.- Correia LaHe, di'a
7 Antonio Pereira Magalbies C,
lia
45 Domingos Amorim & C, dita
49 Pomea & Irrxio, dita
al Jo Antonio do Coolo, dila
53 Airiano Pereira da Los, dita
61,63 Ja.- Ce Mello Salgado & C,
dita
65 Antonio Feroandes Barros, dita
GJ Au'oaio C 73 Joaq-im Camelo Barbosa, dita
75 Jos Franco Ferrelra, dita
Pedro Affjaso
Ns.
4 Metra e S iva & <\, dita
4-ii46 A Figaeira h Silva, dita
82 Santos da Figaeira & C, dita
1|3 Os mesmos, dita
9,11 Pereira Carvalbo & C-. dita
41(43 Fr ocisco Braga & C, dita
61 Aquilina libero & C, dita
Travessa do Arsenal da Goerra
9'Antonio da Costa Teixeira, dita
Marcho Das
Ns.
74 Nogoeira da Silva & C, dila
75 An'ooio Ucboa & C, dita
9i MartioH & Viaona, dita
16 Antonio Guilnermino dos Santos,
dita
Largo de S. Pedro
Ns.
2 Miguel de Azevedo Andrade.
dita
Lomas Valeatinas
Ns.
46 Csroeiro & Sobrinbo, dita
15 Amonio Feroandes de Figaeire-
do Paiva, dita
Coronel Suaaanna
Ns.
1 joaqoim Alves & C, dita
17 Googalvea Dits & Irmio, dita
17 RidrigaesSaraiva, lita
Sama Tberesa
Ns.
14 MPoel Mirtlos &C .dita
Dr. Tobas
34 Albino Joaqoim Coelho Pachaco,
olla
Felippe Camsrao
Ns.
4 Maooel Lipes & C, dita
71 Joaqoim Jalio de Soaza, dila
24 de Maio
Na-
11 Pedio Ojogalvep, dita
Marques do H rval
Nl-
36 Ai onio Cecilio dos Santos, dita
73 Firmioo Alves & C, dita
Jallo Ceear, Kiosqoes,
Man'el Leite, dito
joio Obdom d'Oliveira, dito
Francolino d'Almelda Ramos, dito
Jaio eos S Jote fc'everloo des Santos, dito
830 Largo da Praceta
SOO Ns.
800,1 Sonta & Pinto, Taverna
800! Cadela Nova
IN-.
8 0 17 Silva & C, dita
Litros
800
5,0
00
Ll ros
600
Li'rn l t'OB
700 J.jf P'arcsco do C"Btj 500
500 J io Baptista Perreira 500
I JoeCampello & C. 400
Litros Jac |oes Frag so 500
5C0 Jjs Matarlo & G. 400
800 A-celioo Jacqoe* 450
500 Joaqolm J a.- Ramos 500
Estrada do Caxaog
Litr ajTOomaz Besarra Cavalsaote 400
500 Anna Maria da Coaceigio 40J
5J0 Pedro Beserra Costa Guedes 450
Baptista & C. 400 j
Litros Gama & Filuo 500
Rea de S. Fraocisco de Paoli
500 Aatoolo Gvmss Meodoaga 5C0
Ambol
Litros Maooel Jase de Ollvelra 500
Barreiras
600 Goedes;& I mi 4f0
500 Jo.- Pedro Feroandes 400
500 Estagio Velba
Branda} 4 C. 400
500 liba
501 Madame Elisa 400
8> R ia de Sio Joio
00 Jd: Corsiao de Paula Ferreira 400
Aprigio Silva 450
L ir's Manoel Oljmpio Ferreira 500
600 Francisco de Paula Perreira 400
500 Fioreotioo Roirgoes Campello 4U0
JuS'ioo Fraocisco Oaarte 40U
500 Roa do Sol
Laorindo P.odrigaes Campello 500
L (-oa Joio Canoa Pereira da Silva 500
Roa das Lirangeiras
1.500 F.-aocisco Cbriapioiana da Coala 500
500 Eatrrda das Barreiras
Leoooldino Cezar da S.lva Maraes 4f0
Litros Jo Aives de Soora 430
1.000 Amoo o Jjaquim Ca'oei'-o Lias '.', 11
603 Francisco Nueueira de Mello 400
500 Siseoando Beserra Cava.cante 400
Cemiterio
L't'-os Alexaodrina Correia Gomes 400
Bebdooro
f.00 Jos Ignacia C-ibral 400
500 Joio Paolo de Andrade 4'.0
800
FREGUEZIA DA BOA VISTA
800
Lil'os
900
Li roa
580
Litros
500
Litros
500
900
80J
L t'os
800
Litros
03
500
Litros
00
Litros ]
601
00
L'tros
800
9C0
Lit'08
100)
600
Litros
503
Mil
Litro*
00
500
Litros
600
10-0
1000
703
Litros
800
800
800
70J
500
6-10
710
7C0
700
600
700
900
Lit'oa
500
600
03
00
500
503
500
Litros
600
L'tros
03
800
500
500
Litros
500
Litros
600
503
Litros
710
600
300
Litros
600
Litros
500
L.tos
603
6.0
L'tros
300
Litros
600
500
803
800
8:0
800
800
803
Litros
500
Litros
300.
RelagSo dos coatrirui-.tei do imposte de 50 %
eoore v*lor locativo dos estabelecimentos qu
nio se acbam compreaeodidos na tabella A
e B da lei do ogamento o. 121 de 28 de Ja-
nbo de 1835 pelo laagador Hemeteno M. da
Silva
Ra Vconde de Pe'otaa
Na.
6 Ccotiibo & C, ofBcioa de fu-
' ileiro 300JOO0
30 Joue Eicalosse, tl ina de
sapatelro I 0*003
t Aotanlo Lolz do3 Santos, de-
posito de carvio 100*000
37 V ctorino Silva & C. deposi-
>o 400*000
45 Aoiiu-ta Affoaso Moateiro San-
ios, laja ae barbetro 83*000
. Travessa do Veras
5 Ej Jo :ia Enilia Tavares Sal-
dacba, asaieUn-e sT**1 63*000
Travesaa de Joio Francisco
5 Ambroslua Feroandes de Soa-
za, as, .-nenle 72*000
10 Auna Lacia de Castro e Silva 60*000
Roa Viscoade de Aiooqaerque
2 A-aojo & C, ires agoagaes 600*000
44 Pedro fa no Ferrar, officiaa de
sapaieiro 130*000
51 Felisbioo N.berlo & C., offi:i-
oa de sapatelro 100*003
88 Carlot de A-aojo Libo, assis-
, tente 72*000
23 Jj Soares, officiaa de mar-
liuriro 103*000
Roa Dr. Jae Miriaono
8 Jos Maooel da Har, coebeira
de carros de aiaguel 400*003
10 Antonio Joio de Araajc, offici-
aa de carrogas 300*003
12 Xeuopnonte A itero Babia, offi-
cina de ferrador 13 '*00J
14 Bo elbo & C, coebeira de car-
roa de alogoel 480*000
28 Maooel Jo; Martia, coebeira
de carros de alncii! oco^ooo
ifc u.uoei ae Maeeuo, coebeira de
carrogas e bola 110*C03
44 A Beoto B-andio, Coebeira de
ca-rogas e bola 100*000
Ponte Velba
74 Constancia Maca da Silva, aaeis-
tenle 50*000
1 Antonio Rodrigues da Costa
75 Antooio G.-egorio Cbavea, depo-
sito de carvio 300*000
Largo da Campia
6 A lainel Nnaer, as si-tente 40*000
Praga da Santa C'as
4 Maria Francisca do Carmo, de-
posito de carvio 150*010
6 Catemiro Francs:o B. Pereira,
dem idem 200*000
8 UemeolinoClaadinoR btiro Ac-
coli, toja de barbairo 150*000
12 Viova Hollaoda, depofito de
carvio 120/000
16 Joaqoim Nicolio Perreira, agoa-
gae 300*000
22 Joio Pessoa de Altuioerqce,
iaem 403*300
Roa Visconde do Rio Braoco
29 Claadino Iadio dos Santos, cffi-
cia de loroeiro 100*000
141 a 147 Joio de Soasa Oliveira,
coebeira de vaccas 103*000
149 Manoel Correia Fortado, idem 100*0 0
i79 Moreira Silva k C eslaleiro 200*000
R:a Coode da Boa-Vista
14 A Jos da Silva Capaila, coebei-
ra de v.ccas 100*COO
24 Antonio Raposo Torrea, idem 100*C0
46 Luisa Maria do Naecimeoto, aa-
siaiente 60*000
104 A Jof de Sooza Raposo, co-
on-ira de vaccas 100*000
13 Manoel Candila de Alboqaer-
qae, agoogae 240*o:o
17 Abius Beilarmiao, deposito de
carvio 120*000
17 Mana Digna de Hallan Ja Praga,
l. ja de loaga de barro 150*000
49 Carlos Marques de Oliveira, co-
ebeira re carregas de bota 100*000
57 Joio Cbryaoetomo de Aibaqoer-
qae, acoiiga* 200*000
77 Mantel Paulo de Albuquerqae,
igoogae 300*000
105 Amaro Madareira, deposito de
seceos. 965000
Saoto Antonio
Joro Broz C. S.lva, Viacande da
Iobaama o. 61, Idem 100*000
Vlceoie d Araojo & C, Marcillo
Das n. 9, iden 100*000
AlfredtJ Joi Ferreira, Bati tfa Vic
torla o. 14, ile-D 100*000
Boa-Vista
Joio Micedo, Ixperatrls o. 45, 5*
divisio 200*000
S. Jos
Antonio S. Albnqoerque Maraobio,
Vidal de N-greiros n. 135, idem 200*000
Alexandre aos Santos Selva, dita o.
12, Idem 200*000
Boa-Vista
Joe Marques Ferreira, prag i Miciel
Plnbelro n. 19. idem 200*000
Saoto Antonio
i E'pidio Barbosa, Livramecta o. 37,
1 idem 200*000
S. Jos
Tbeodomiro drs Santos Selva, Vi-
dal de Nejjr, i os o. 139. idem 200*0)0.
Recife
0 iveira & i-aa-, Bsm Jesos n. 24,
dem 203*000
Sanio Antonio
Dr. Joio Sabino L Piobo Bario da
Victoria n. 43, 6* diviaio 250*000
Jo. i. da Costa, larga da Rosarlo
o. 35, idem 250*000
Liiz I. Andrade Lima. Bato da Vic-
toria o. 51. idem 250*000
Victoriano de Arasio Ebla, Vis-
conde de Icbauma n. 34, 7* di-
viaSo 300*000
Ao ooio Pere:ra B. Guimaries, lar-
ga co Rosario n. 34, idem 3CO*000
Mirtimaoo Veras, Duque de Caxaa
n. 57, dem 300*000
Baa Vista
Artbor de Si & Silva, prara Maciel
Piobeiro n. 22. (0* divliio 45OJOO0
Saato Aotonio
J. A. Mala e Silva, lrga do Rosario
o. 28, II* 1 .1310 553*030
Graciliaoo Mi-tins & C, Djqoe de
Caxias n 88, idem 550*000
Recife
H. Rcuiaayrol.Bom Jesas n. 22,16'
divi io 750*030
Sanio Antooio
Martioiano Jos de Campos, Dr.
FeC8a o. 3. idem 730*000
Recifa
F.-aacisc F.oro Lal & C. Marqoez
de Olioda n. 51. dem 750*003
Paria ScbrinOo & C, dita n. 41,
dem 1:500*000
Gaimaries Braga & C, dita 0,
idem 1:500*000
C jTnanbla de Drogas, dita n. 24,
117' divisio 4:500*000
CLASSE N. 33.Liias dn roapas fetas.....
20:003*000
Cont-ibn nlc3 Qaotas
Fetiaezia de Saoto Aotonio
Mreira & C, roa Djqos de Caxias
0. 77 *, 1 divisio 270*270
DiasLemoa, Estrella do Risario n.
1, dem 270*270
A. Maatarenbas, travessa de S. Pe-
dro n. 8, idem 2*0*170
Aatoolo Ma a-to travessa de S. Ma-
rinbo n. 1, dem 170*170
Haracio C. Araojo, Cibugi n. 11,
idem 270*270
Boa Vista
Crescendo & C. Inperatris o. 10,
1 em 270*270
Cavalcante & C, di'a n. 17, idem 273*270
Santos Mjre.ra & Braga, dila n. 24,
idem 270*270
Santo Aatoniu
Radrigaes & C, Bario da Victoria
o. 48 270*270
Joaqcim Ferreira Cimpas, Doqoe
de Caxias n. 35, idem 270*270
denriqoe Tavares, Praga de 17, n.
17, dem 270*270
Maooal Marelra Reis, 1 de Margo
n. 10, dem 270*270
Marqaes & Lima, dita n. II, idem 270*270
Gongalves Hamos & C, Raogel n.
13, dem 270*270
Alvaro Pereira & C, dita o. 15,
idem 270*170
Paulino da Silva Piolo, dita n. 20
llem 170* 70
J. U. Barbosa, dita n. 12, Idem 27u*70
J A C.nati lilla n 1. iw~. L roro
Joa Ferreira da Cuaba &, C, dita
d. 41, idem 170*270
Boa-Vista
Maioel Antonio de Carvalbo, Iupe-
rlris n. 76, idem 270*i70
Ottoa Silva & C, dita o. 58, 2> di-
sio 405*408
Recife
Gaidino Jos Baols, Marqaes de
O i ida o. 10, idem 403*405
Santo Antooio
Coimbra & Targioo, Marcilio Das
n. ll.ld m 405*405
Baa Vista
Angosto Naronba, Imperatrix n. 11,
i'em 40o*40S
A. C. Acciolv Ramos, dito n. 19,
dem 40r*405*
Joa Maria de Carvalbo, dita o. 38,
dem 403*405
Joaqam Aribar & IrxS-, dila o.
61, dem 405*405
Saato Antea o
Maia & C- Lirga do Eosario o. 18,
dem 405*40$
Flix Venancio de Cintallce, Bario
da Victoria o. 19, dem 405*405
Recife
Tiborcio de Cliveira & C, Marqaes
deOliodao.51 405*403
J. C. Caroeirc, Bom Josas n 52,
4 divisio 710*810
Sanio Antooio
Bernardioo Campos & C, 1* de
Margo n. 1. dem 7.0*810
Jaio Lobo, Qjiuze deNovembro n.
16, dem 710*810
Joaquim Lolz Teixeira & C, Doqoe
de Caxias bs. 56 e 58, idem 710*810
Luiz Ferreira & C Qaioze de No-
vembro n. 54, idem 710*810
Joio Correia & C, Bario da Victo-
ria n. 45. 5* divisio 1:081*080
Silva Ferreira & C, dita n. 46,
idem 1:081*080
Melicbareck, dita o. 48, idem l:08i*080
Silva Rea & C, dita n. 34, dem 1:081*080
Ferreira & C dita o. 18, idem 1:081*080
Paul Jalien, dita o. 00, ideo 1:091*080
Recebedoria do Esta-
do de Pernambuco
De ordena do illm. Sr. Dr. Alrrinisirador sci-
enutico aos Srs. contribuales dos impostes de
industria e proflasa comprebendidos oas classes
os. 15,33, 46, da tabella aonexa a lei do orgamen-
to em vigor, qoe se acbam conectadas pela for-
ma constante das relagO a abaixo, qae nos ter-
mos do l" do art. Ia das dispoaigoes geraes da
mesma le, Ibes ca marcado o praso de olto
das improrogaveis a contar da data do presente
edltal, para apreseotarem no Tribunal do Toe-
fooro qoaesqoer ieclamag;s oa recursos.
1* secgio da Receba loria do Estado de Per-
nambuco, eu 2 de Agosto de 1895.
O ebefe,
Frederico Gaimaries.
Classe o. 15-rbarrracias
CoQlribninles:
Fregaexla de Santo Anloalo
Ildefonso de Azeveio, ra Bario da
Victoria o. 37, i* divisan
Fredenco Cbaves, dita o. 37, idem
Agostiobo Jos Soares, pateo do Car-
mo n. 3, Idem
Afcgsdos
Anaa R. S. Tornio, 3* div sio
Capuoga
Selva & Sobricb:, Joaqam Naboco
D. 31, ilem
Quilas
so;ooo
50*900
5o;<)oo
100* 00
10/000
CLASSE N. 46.- Hoteis
Contribu ntes Quitas
Fregoezia de Santa Aotoaio
Manoel Tem ira de Carvalbo, roa
M rciiio Di; s o. 45, 1 divisio 94*536
S. Jar
Luz AugU:to de Mello Lomas Va-
lentinas D. 45, idem 94*636
Tbecpallo Maro-i da Paixio, Vidal
de Negreros n. 3, idem 94*636
Alfredo Copertioo de Alboqoerque
Saotos, Lomas Valentinas n. 8.
idem 94*636
Migue! Francisco dos Anjea, Largo
da Peoba n. 8, idem 9.J635
Jof Arcbanjo dos Santos, dito do
Merca lo n. 5, ilem 94*633
Joio Luiz Vlanna, Padre Meis n.
5. iat,ni 94*636
Ramos Filbo & C, dito da Peoba
o. 37, idem 94*636
Santo Antonio
Guilberme Barbosa dos Saoto*, Pe-
dro Affonso n. 59, idem 94*636
Francisco Cbrletiano Gomes, Bella
o. 7, idem 94*636
Boa Vista
Antooio Francisco, Cajoeiro o. 12,
idem 94*636
Santo Antonio
Vicente Antonio aa Mola, Sol a.
13, idem 9'*"0
Ociaviaoo de Mello Braga, Praga
Ba-io de Lacena o. 17. idem 94*636
Recife
Silvino da Cosa Macbado, Pa.-ol
0. 4, idem 94*636
Euseoio & C, Amorim n. 17, idem 94*336
1-abel Tor/es Accialj, Maris e Bar-
ros n. 9, Idem 94*636
Francisco Araujo. dita n. 5, idem 94*636
Joio ot C, S. Jorge o. 18, idem 941633



aatal
~1.
i

-t


Diarfe de Pernambnco Ter^a-feiraO de Agoaio de lt)


Boa Vista
Jos Joaqn'm de Carvalbr>, Praga de
Maciel Pmbelro o. 18, idem 94*636
Jorge Ttis.'lra, pateo da Santa Craz
o. 6, dem 94*639
S. Jo3
Valeriano Metes, Ma-cilio Olas n.
33, 2' rtivlsao 14M954
Manoel Bi-tta'a, tra^essa do Mi-
telro o. 2, dem 111*934
Santo Antonio
Tertuliano Rodrigues de Oltveiri,
Foro n. 34, dem 141*934
Jos dos Saltos. Bec:o do Padre o.
28, iaetn 111*954
Fregueiia de Santo ADtooio
Ldz da Silva Das. Santo Amaro o.
40 2* divisao 141*954
MiDoel Domingos de Sonta, E. do
Ro8.riou 33, dem 141*954
MiQoel Elpiito dos Santos &C,
D. de Cjxas n. 3), dem 141*934
Kecife
Amaral & C, T. ccideBle (Brum)
n. 16. dem 141*934
Miguel Gome?, Apollo n. 5, dem 141*954
Raphael Co.per, L. do Arsenal n.
12, dem 141*834
Felippe Googalies Torras, Seozalla
n. 7, idem 141*954
Maooel Amaral Biptiat.1, idem, n.
16, iJem 1115934
Vinsimo Antonio de Sonta, idem.
n. W, dem 141*934
Mjnoel Jos do Nascimen o, Tanoei-
ros o. 1, idem 141*954
Vale iano & C. Ma.-2 Deua c. 5,
idem 141*934
Santo Antn;>
Manoel Girrido Jnnior, M. Diaa n.
6.3'divieao 19*"2
Jo5o do Amaral. Foro n. 10, idem 18J-7
Rosas & G, P. B. de Lacena d. 6,
id.m 189*272
Jallo de Oliveira 4 C., Larga do
Risario n. 13. idem 189*278
Recife
Joo de D.us di Silveira, Aeal n. _____.
2. iiem 189*272
Saoio Antonio
Julio Jos de Oliveira, barangeiras
es. 8,10, 4' divisao 1835908
Manoel Atve?, D. ce CaxUa n. 2
idem Z8d*uo
J3:e Jaaqcim de Carvalho, L. do
Rosario c 25, idem 183*9*8
G-r.ca
ladama Manoella, Joaqaim Nabaco
d. 9 dem 8J908
Recife
i'.doro Altes Piola, Toui de Sjh-
aa d. I, dem -SJtS
Minoel Vaqae, llem, n. 8, dem 28390j
D. Miria, Ap-IIOD. 2.ide 283*908
Santo ADtooio
Alfredo Hiracio GdimarSea, D. de __-._._
Caxias n. 29, 5' divi9o 378*ji6
R efe
Manoel Meneres, Rispo Sardioba n.
l,idem 37*3>
Colma >s & C- Liogoea, iiem 378*546
Pedro Antonio Lima, Vigano n. 9, _____
i-tn 3 8*5.5
Grana
Diego MarqueG, Mingu.nno a. 197,
dem 378*546
Madama Li:y.em, Estancia n. 177,
idem 3'8345
Midaira D y, idem d. 93, id.m 378*546
Rec fe
Torres Irmaos, Liogoe a. 6* divl- ______
fj0 4/3*180
L. Lefrana, iaem, Ide-n 473*180
A-ogados
Madama Elvira, Magdalena, 7' di- ______
vi.So 567*816
Santo Acto io
Helena Severina dos Rea, 15 de _-._
Novembro n. 16, idem 567*816
Francisca Slqneira, dem, n. 83, _____
dem 56/*oli
Recife
Aaensto & C., Commercio n. 12,
8* divisao 662*4^0
Vanea
Tneobaldo Saldanba, Caxang idem 662*i50
Sao o Antonio
N. Gaiaaberg, 15 de Novembro n. ___._
29, idem 661*450
Manoel Pardal Garca Lvga do Ro-
sario ns. 29, 31 e 33. 9* dTisa 737*874
Santa Casa de Misericordia
do Recife
A lllms. junta administrativa de&ta santa casa
em sesso do da 6 de Agosto prximo vindou o
recebe p'opo las par ademolicao e reedifica.So
dos predios ns. 24 e 26 a roa da Madre de Dos,
fregnena do Secif.', de accordo com ts coodi-
_5es ab Ixo declaradas e a planta que se acba
netta secretaria para ser examinada pelos con-
corre-tes.
CosdifiOea
O cootratanle obrigado a demolir os doos
predios e levantar nm, de conformidade com a
planta, aproveitando oo oto us materlaes dos
demolidos, conforme for estipulado.
A nao 'azer molifica.o algoma Das respec
tivas (bras, seta qoe seja de accordo com a san
ta cata.
A empregar em todas as portas de iavn ea'o
terreo ombreiraa e soleirae de cantarla, de L .cea
A enpregar materiaes da melbor qoalidade.
A dar fiador idneo, qoe aas'goe com o con-
tratante o contrato qae serd lavrado nesia secrc
taria.
O pretend, nle detera execntar e fazer entrega
da obra deotro do prazc ae seis mezes.
O pagamento da Importancia da obra sera
realzada em presla.oes meosaes coeforme o
SBrvico execntado durante o mez.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 31 de Jolho de 1895.
O escrivao
Jes, Honorio B. de Meoeies.
DE
Trilhos Urbanos do Recife a
Olioda e Beberibe
No escriplorlo desta compaobia acbam-se
disposicao dos Srs. aoc.ootsias os documentos
exigidos por lei, rea ives ao aono secial Ando
em 30 de Juobo prximo passado.
Recife, 30 de Jolbo 1895.
Bento MagalhSes
Gerente.
DERBY-CLB
DE
PERMMBIJCO
P
Para a
rojecto de inscripQo
Ia corrida a realisar seno dia II de
1895
1 PAREO-
Peso
2.- PAREO
Art. 5.
3.- PAREO
Art.5.-
4. PAREO
Art. 5.-
5.- PAREO
Art. 5.
6.- PAREO
Art.5
7." PAREO
Art. 5.
8.- PAREO
9. PAREO-
gosto de
Pernambuco 1.800 metros. Hardcap Animnea de Pera nn
buco. Pbkmios : 400000 ao primeiro, 8O0COO ao segundo e 4OJ0O0
ao terceiro.
Feniaoo 56 klloe, Triompho 54 kilo, PiulSo e Malor 46 kios,Tado- 45
kilos e oa demaa 40 kilo:.
- Parahyba 1.609 metros. Aniases de Pernambnco. Pre-
mios : 35to$00') ao primeiro, 705000 ao ae gando e3()*OO50 ao ter
ceiro.
__Feniano, Triompho, P.ntSo, Tado- M.Ior e Ida.
ttahla 1.503 meirj3. Animaos de Pernambaco. premios:
3005000 _o primviro, 60.000 ao segundo o 30(5000 ao terceiro
__Os do pareo Par.hyba e maia Piramon, Beija-Fior, Turco 2. Fa-
oso, Bism&rok 2.-, P*lba$>, Q-iand-mma ex mera o PynlmDpo.
Pa 1.300 metros, /tcimaes de Pernambnco. premios:
300OOU ao primeiro, (05000 ao segundo e 30.090 ao ter-
ceiro.
=Oa dos pareos Parahyba, Babia e uiaii Fama.a 2.-, Maurity, Palchon
ly, Mascotto, Talioier, Conqniatidor, Qallioleto, Dictador, "Jingo, Ba-
tory, Dcblim e Malaio.
__ Cear 1.203 metros. Animaos de Peroambnco. pre-
mios : 3-00000 ao primeiro, 60OO0 ao segundo e 300000 ao
terceiro.
Os do psreo P^rabyba, Babia, Para e maii Qallet, Tali.p^er, Tenor
2.*, Pharise, Viogador, Berlim, Fortalez?, Lucifer, Garimpouo,
Tiberio, Bar. lho, Sata Souci o Timoneiro.
__ HaraaSo 1.100 metros. Aar sai de Pernambuco. Pre-
mios : 500000 ao primeiro, 500000 o ssgundo e 25$000 ao
tereiro.
0_ doa pareos Parahyba, Babia, Para, Ceara e mais Peiropolis 2.*,
Ecireby, Narciso, Prussiano, Vinganja, Mouro, Mendigo, Temoso e
Moacardo.
__ tjHO Paulo 1.003 metros. = Animaoa de Pernambnco.
premios : 2-00000 ao primeiro, 500000 ao segando e 2500
ao terceiro.
Os d pareoa Parabyba, Btbia, Para, Cear, MaranbSo a mais Ybo,
Bausa. Sea Im, Gatuno, Maestro, Cbj Furado, Malanga e Qood
Morning.
-Alageas 1.090 matros Animaea de Pernambnoa qae nSo te-
nham ganho 1' a 2' premios nos prados do R.c.fe, CDntando oa nao
viciara. Premios : 2500000 ao primeiro' 5O0OCO ao segundo e
25000 D ao terceiro.
Rio de lanelro 1.800 metros. Animaos do paro saDga9.
Premios : 500)000 bu primeiro, 1000000 ao segundo e 500000
ao terceiro.
Art. 5. Giy.
Obswvacw
NSo poderlo ser inscripto oa animaea Divertido e Hiren-olle.
Os pareos so aerSo considerados realisadoa ioscrevendo-se e oorrendo 5
animaea de 4 proprietarios diferentes.
O animal qae for inscripto sem estar matricnlsdo e que deixar de correr
por eate motivo perder a inBCripcl?. _. _
A inscripcao encerrar-soha impreteirvelmeote na ter^a-feira 6 do correte
i 6 Ii2 hora da tarde, devendo vir acompanhada da respectiva importancia,
a caso nao venba poder a Directora, quarendo privar o animal de tomar parte no
r--_n. nonaiderando sem effeito.
O proprietaiio que Obhm i.oBro^.-- mmm -nma-a pura "' "n i>"rhy
abde Pernambaoo, aa3m como o jockeys, empregados de coudelama e maisa
pessoas que tenbam iuteres_e naa c-rridaa presume-ae qae sSo conheoedoraa dai
disposic^es do cdigo de corrida e qae a ellas s. aojeitam, bem como aa deciaSes.
Tocando a peaagem oa animaea deverSo estar junto da respectiva casa para
terem immediatamente ensilhados e segairem para o barraoao no oentro da rata, onde
10 poderSo estar oa oekeys e oa tratadores ou oriados, oa quaes nio poderSo ter ocm-
munica&o com pesaoa alguma antes da realisar.se a corrida.
Becrarita do Derby Club de Pernambuoo, 1 de Agosto de 1895.
O gerente-
A. Gomes Penna.
COMPANHIA STETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BO*. DO VIOA.RIO N. 1, 1. -ND.B
Directorea
Bario de Souza Le&o
Tbomaz Comber.
Julio Cesar Paea Barretto.
Hospital portuguez
DE
Benefleencia
Premio de irtude
A Uila admims rati*a deete boepital tendo de
adiodtear o premio de 50'j,i a blba on filbo, fa-
milia, natDral da ci la Je do Recife, qoe pelo seo
trabaibo bone-to tlver concorrtdo ifBcasmenie
para BORtenacao de seos pas, on aasistido a tea
pal on mt com verdadeira dedicago e amor
filial, dorante doeD.a grave e proloncada ; pre
mo qoe foijinat toloo pelo fallecido commeadi-
dor Antonio Joa de M.galha.'S Boatos, cbama as
peasoaB qoe s.' Julgarem no cato de concorrer
a esje premio, a apreseolarem no prizo de 60
das, contados desta data, na secretaria deate
hospital, os documentos comprobatorios de sua
preten.ao, os quaes dcTem declarar nome, es-
tado, proficuo idade e residencia ; e provar
seren natoraes desia cldade e Daverem preen-
cbido es requisitos exigidos pelo testador, sendo
fiara este flm india, ensavel nota exposlsao doa
actos em qae foodam sua ote en.fij.
Secretaria do Iloapital Portcgaes de Benefi
encia em Pernambaco, 15 de Jalbo de 1895.
Antonio Jos Manas
Secretario.
COMPANHIA
Progresso Colonia-
No escriptono desta tempnela & roa do Com-
mercio n. 3-, andar, acbam-se a dispoai.-O
dos Srs, accionistas o balaceo e mais documen-
tos exigidos por le, relativos ao anno Godo em
30 de Jonbo prximo passa-o.
Recife, i; de Jalbo de 1895.
J. Oon.alves Piolo
Presidente-
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companliia Pisen. l'ernanabu-
cana
RA O COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
Pede-se ao Senho-
res consummidores
me queiram fazer
jualquer coiniiiunica-
jo ou reclama ja esta feita no escrip-
tono desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,onde tambein sere-
ceber qualquer conta
que queiram pag"ar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, HermiQo
Francisco Rodrigue?
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
de&ta einpreza deye
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
tem o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Companhia Florestal
Agrcola
Acba-se a disp siSo des Srs. acclonia-
tas ro f script'rio d bta Compauhia, a ra
do Apollo n. 22 o ba any i e mais docu-
mentes re et vos ao anno findo em 30 de
Junbo do correte anno.
Recife, 24de Julho <-e 1895.;
y os Gotifalves Piulo..
Pr.sid n e.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
aoivvuv:v\n
De Londres e Aberdeen
Posicio financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
eceita animal :
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwel Wliam & C
Nort British And Mer-
cantile Insurance Com-
pany.
Capital subscripto tj 3000.000 : 0' 0a
Fundos accumulados at
31/12/94 11.671.018 : 2' 2a
RECE1TA ANNUAL
De premio contra fogo i 1.546.856 :18' "d
De di os sobre vidas t 1.359.821 :16* 9a
& 2:906.67TTl5_T
N. B.A Repartigao de fondos accumulados
sobra seguros con ra fogo, nao serespoosablisa
pelas transares feitas pela de seguros sobre
vidas.
Agentes,
A. B. Dalias.
IO i C'oiuniftrcio IO
SOCIEDADE "
Refinaria e Destila^o
Pernambucana
Acbam-se i diapoBi.ao dos Srs. accionistas, no
escriptorlo desla socledade roa do Commercio
n. 34, o balaoco e mais documentos exigidos
por lei, relativos ao auno rindo em 30 de Jonbo
prximo passado.
Recife, 19 de Jalbo de 1895.
J. Goncalves Pjnuj
Presidente
Companhia Centro
Commercial
Convidamos os Sr?. acia- islas desta coma
nhia a fazerem a sex a entrada de sm eap^l
nu Bancj ae Pe-nambu^o, & Mzj de 10 0/0 e
den ro rio prazo de 30 das, rentados de boje.
Macei, 7 .eJolno de (8 5.
3.- directores
Tii>oreN> Aivea de Carvalto.
Boavemo'a Amorim.
Pedro de Almelaa
dompanhis F^rro Carril di Per-
nambaco
AVSO
Amanta os carros da liaha de Ha val trans
tara) pela de Razias, em consequeacia de repa
ros urgentes naque'la llena.
Ercrip.irioda oicpinhia Ferro Carrli de Per-
oaibaco. 5 de Agosto de 1895.
Fetippe de A'djo Saxpaio
G reato.
Prado Pernambucano
Socieda te aconyna
De cooform:dae ion o '' d?.te mina ale
das 80ciedaded anoDy cas. H :a diapj-.aj dos
Sr?. accionistas, no e.crioto'io det companh'a,
roa da Iioprairix o. 26, 1- a miar, copla dos
balao.oa referentes ao ann > social flod j em 30
do Jonbo prximo pa*saitu. rla.aj dOJ accio-
u'stu e li'ta da tran^-fe f-nca.
Secretarla do Prado Pe nambu:a-o, em 2 de
Agosto de 1895.
P eaiiente
C. de Abren-
*sa:fviti*eos
AeNa-
nm imnnai
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty e Cear
O paqneie
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
S>gop no dia 8 do cor
rente s 4 bora3 da tarde.
Recebe carga, encommendas, passaeens e di
nheiro i frete at aa 11 boras da manbi do dia
da partida.
Cbama-re a atteocSo dos Srs. carreeadores
para a clausula 10* dos coebecimentos que a
eeguiote :
c i\o caso de baver algnma reclama5o con-
tra a Compaobia, por avaria 00 pe*da, deve ser
feita por escripto ao agente respectivo no porto
de descarga, dentro de tres das depois de tina-
Usada :
Nio precedendo esta formalidade, a Compa-
obia tica leenta de toda a respoosabilidaae. *
ESCRIPT JRIO
Ao Cae da Companhia Pernambucana
________________0^2________________
Llo;d Brazileiro
O VAPOR
CHARMIJaS KEUIS
Companhia Fraaceza
-Vavegfo a vapor
Linba regular entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Macei, Babia, Rio de
Janeiro e Santos.
O vapor
Colonia
Commandante Lequeux
Entrar no porto
Espera-te dos portea do
enl ai o dia I* do soma-
ta sgoin o depois du lo-
dispensavel deme:: para o
Havre, em direitnra.
R cebe carga : a tra ar com o
AG-.NTE
Fel'X Bandeira
9R ia do CociBiercio 9
O VAPOR
Santa-Fe
Commandante Vanguercy
E' esmerado da Eorooa
at o da E da cirette.e
eeecira depois da deiuora
Etcedsaria pura
ti
Macei, Baha, Rio de Ja-
neiro e Santos
Rwgj-se aoa Srs. importadores de car;-a pelos
vapores desta llnia, qneirax anresenlar ien
3 .e 6 das, a contar do da -Jescarga da-; al
varelas qualquer reclamacao coatemente a ve
lomee .qoe or ventora lenbam seeoido para ns
portos i o sul, a Jm de ee pode-em dar a tempe
as providencias necassarias.
Expirado o reteri.'o prazo a comprala nio ee
spj-asaoilisa por extravos
Recebe carca: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa dr> Commeroio 9
Olinda
K' esperado dos
portos do uerte 00
dia 9 do corrale,
e seguir para es
Portos co sul de-
pois da demora necessaria.
As encommendas serio recebidas at 1 hora
da tarde do dia da sabida, no trapiche Rarbosa
Caes da Compaobia Pernambucana n. V
Aos Srs, carregadores pedimos a sea atteocSo
p?ra a clausula 10* dos coobecimeotos qoe a
legaiute:
Me caso de baver alguma reclamado contra a
compaobia por avarlas oo perdas, deve bot fetta
por escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de Boali-
sada.
Nao precedeodo eata formatidade, a compa
abia tica iseota de toda a r sp oeabilicJade.
As passagena sao tiradas no mesmo escripto-
rio, at as 21/2 horas da tarde do da da sabida
do vapor.
Atten^ao
As passageos pagas a bordo custam
maia 15*/f>
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res trats-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6BA DO COMMERCIO-6
1* andar
1 Man o Mm mmi
O paquete
Danube
COUMANDANTE G. M. HICKS
Eapera-se dos nonos da Eu-
ropa at o dia 9 de Agosto,
segoiedo depois da demora n-
diispensstel oara
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. B.Previne-se aoB Srs. rece Dedo rea de
mercadorlas, qae a Companhia Mala Real iogls-
Ca, contracton com aGenual Steam NavegatioD
pompanvom servlcoda vanores semanaes que
cartlndo de Bordeaos, Cognac, Cbareate, devem
ebegar a Sontbampton a tempo de haldearem as
largas destinadas America do Sol para os va-
dores desta compaobia.
Esta companhia acceita por precos ra&oavele
para Valpai aleo at Abril, passaagelros com este
destino por va de Buenos-Ajrea e entrada dOc
Andes.
Tambem aceita passagelros para New-York
a SouthamptoD, por especial arraojo feito coa
a Compaobia Allemand Lloyd, podendo demora-
rem-se na Enropa casi o deerjarem.
Redno$8o nos pregoa das paiaageca
Ida Ida e volta
A Lisboa 1* classe 20 t :0
A' Sontbampton i* classe 28 4 52
Camarotes raservaUea para oa passagelros de
Ptrnamuco.
Para carga, passagens, encommendas e dl-
nbeiro a frete, trata-secom os
AGENTES
Amorim Irraos & C.
N. 3Ru do Boa JesnN.3
Bootli Liiie of Sleamers
E' esperado dos
portos do n irle
at o da t'i do
correrte e subir
depois da demora
necessaria para o
Para e New-York
O vapor inelez
Ciernen t
Para cargas e rasBaeeos tra's-se com os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp,
Ra do Commercio n. 15
Prnce Line of Steamers
James Kuott, Newcastle-
cu-Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-toldes e o firazil e Rio
da
E' esperado do porto de New-
York at o da is do correte e
eabir depois da demora aeces-
aaria para
Baha, Rio de Janeiro e San-
tos
O VAPOR INGLEZ
Asiatic Prince
Para Carga e passagens trata se com os
Consignatarios
Johnston Pater e Gomp.
Roa do Commercio n. 15
LEILOES
Terca-feira, 9, leUao de ama arrr.3c.io, bal-
ear, carteras e oDiectos de ecripiono.
Qoarta-telr*, 7, deve ter logar o leil.o dos
movis, loa., ciy^taes, 1 plano forte e mais
cDjacto* da casa ae residencia do Sr. E es Bao de
Miranda roa da Imperatriz n, 65,1- anlar._
tonr, 1 cama ft-joceza, 1 aparador cem pedra e
carcus de ferro para mt nios.
Na casa de residencia do Sr. Luis Elesto
de Miranda,
Ra da Imperataiz n. 65, 1' andar
O leilao princ piar 11 horas em ponto.
Entrega em acto comineo.
Luis EieabSo de Hi-aada tendo de fazer nma
viagem .10 sol, tas le So por inte v.-n.o do
agente Piolo dos movis e ma:s ohjectos cima
mencionados existen', s na ca--a de toa e.den-
ca a iui da l'i.crratris ". 65,
Agente ISilveira
leito
De pieiios
Ter^a-feira 6 de Agosto
A'S II E 1/2 HORAS
%o armazem ra i 5 de fio-
venabro n. 41
O a.ente acimi por mandado e cem aESisten-
iia rio E'.m. S\ Dr. jvz de olre to da prtvedo-
ra e a reqoer-rrn-i lo 'o nten a ia" 'e dos bens
dnx dos pelo lioaijo tadre FraLCieco Anciano
ie Suuta A-ujo, levara a leilio no da, Cora e
iuar aciu.a indicado-, -ua? i"ortantea casas
edicadds ro a. uniripio de Palmaren, e reno
n-f pi, pitas a ra Viscond to Rio Branco n.
30 e pie. i do JLu '.y p- 4_. teudo esta iim ter-
reno ao lado.
Oa Srs. prt tendentes podem eiamlnar.
Agente ^estaa
Leilao definitivo
Do grande e3tar-elecirnenio cc*m om importan-
te motor av.ro, cem lodcs seos pert-ncei. pra
moer cate, ou serra' caieiras, orna bda arma-
gao, com ranees deeootMe ra-a asan ar, 4 ba-
lanja* cem peas, 1 c^r:e ra e no fto, taboielros,
depoitas ;e fclh*. eofre Drova de fogo, barricas
vastas e oslrc-B mciioi ob)>'Ctoj qae pertaocem
a maesa fallad, de Joo Roelro C, sita a ra
Direila o. 30, h'je Ma ciln Dias.
Quinta-teira, 8 de Agosto
A'S 12 HORAS EM PONTO
Em o mesmo eaiDelecimento
O agente Psisna reidera por manJadoe as-
si tencia do Em. Sr. D juiz do commercio e a
reqne intento doa fja leos da roa^ca ialuda de
loso Ribelro 4 u.. o estele icaento cima
mecciooade, sito roa MarcU'o D:8 c. 30, em
loe?, voolade dos Srs. conm-a o--s.
AlB (Mil
LEILAO
e bous movis m;-cn.o.' de costura, revol-
ver, tapeies, re;oglas, regs ro para gaz, lencas,
vidros, talbere", eujrdantpus tinos, apcarelhos
para limoso e jantar, g-ande trem de co-icho,
(rrard-< qu nlidade de beodas e gneros -11-
mentidos.
Quinta-eira, 8 de Agosto
A'S 11 HORAS EM PONTO
No sobrado sito a roa Rispo Sarainba o. 12,
pir traz da roa da Cideia do Recife
O agente Cliveira, competentemente u'irisa-
do, levar a lellie os seguintes movis e outros
objettor.
A SABER :
1* sudar
Urna mobi'ia de amarello completa 1/2 dita
de ju co. 2 camas para ca?al, 1 DJtrquotSo, 1
be-fio de Jacaranda, toilette de Jacaranda, l
o esa cem 2 gavttt-s. G cadeiras de Junco, 2 re-
logios de pareie, 6 camas de lena, 1 diti para
casal, quadrop, tapetes, e ageres, escarradeiras,
jarros, globos, 1 registro para gaz. enea amen-
tos para agua e saz, caixao com re ranalas,
mesas de amarello paa ja-lar e cceinbo, etc.
2 andar
Urna mobi h de janeo, 1 nurbina de costara
perfeita t me*a redooda, 1 rica cesta para rou-
pa, 1 mesa de po carga, 1 rou a, 1 re-o!ve-, i
apparelbo de looca pi-a tlmoc, i dito para
jantar, copos, talbere*, eclh- res pura cb e sopa,
des as de eucrd.oapcs Hno', (ompo'eiras, Yu>
leirai, fltro rara azua, cepo >toi para a socar,
farioba, ele, bicia, i gra me t-tm de cosinha
qu3si novo, Cim cerca de 40 pegas e cetros
ofcjertos, como t-j-m caixas com ma-a-rao, 1/2
barril de de 700 garrafas de cervej; allema, 267 ditis da
viar-o do Poito, Bno, ditas ne ih.mpag-e, gene-
bra Fok m verdadeiN, coafervaa, agU3 mineral,
lues Heos e ooiras bebidas qoe esUrao patea-
tes no a to do InllSo.
Leil
(V
ao
De 1 armsco pequea, 2 dtelros, cadeiras de
guarnigo, balean, 1 curteira, 2 barris. 1 .llan-
ca, pesos e medidas, e gneros.
Terca-feira, 6 do co/rente
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
Roa ViJal de Negreires o. 41, outr'ora pateo
do Tergo
Garntese a chave da casa.
Agente restaa
Leilao
De 63 accSes da Estrada de Ferro de Ribeirao
a Rooi o de os. 4882 a 4904, de os. 901 a HO, de
ns. 2291 a 2310, de ns. 1486 a 1495.
Terca-eira. 6 do cbrente
A'S 12 HORAS EM PORTO
No armazem a travesea do Corpa Santo
n. 27
0 agente Pesiara vender em publico lellSo
por mandado e astistencia do Exm. Sr. Dr. jais
do commercio, e a requerimeolo do Sr. Vi.tori
no Oomiogces Lins Maia 63 accfcs acia a men-
cionadas pelo malor prego que for obttdo em
eilao.
LEILAO
De bons movis, qoadros. jarros, lonja por-
celana, vidros e crysttes
Quarta-feira, 7 do corrente
Agente Pinto
'3Um piano alletnio, qua-i novo e forte, 1 mo
bilia de junco conteni )2cadei-as de gua'nlcl",
1 sof, 2 cadeiras de breo, 2 ditas de oalaoco e
2 cngolos cem pedra, 1 espelbo rico de moldu-
'a doursda, oval, 3 tancas para cortinados, 6
tlorOes paa as meemas, 2 quadros reprsseolan
do invern e ve-So, 2 cestas para flore-, I cama
de ferro, 1 cabide de madeira, 1 baoquloba de
dita, 1 tapete grende, 3 ditos peqaenos rara ja-
neila, 3 capachos para purtas, 1 guarda vestido
novo, 1 mesa com estante para escrever, 2 con
solos de amarello, 1 guarda comida, 2 aparado-
ras, 1 mesa elstica com 4 taboas, 1 marqaezi
pequea. 1 cadelra espretalcadelra, 1 dita ce
|anco, i lavatorio de madera, 1 reloglo de pare-
de, I espelbo qaadrado de moldara dournda, 1
dito dte preto, 1 raoquinha de madeira, 12 ca-
del-as novas de junco, 6 ditas pardas, 1 par de
jarro de vidro pequeo. 8 qmdros peqoeoo?, 1
machina de costara, de pe, 1 caixa para escriva-
nii, 1 lelcgio amaricaoo para algibelri e ero-
AVISOS DIVERSOS
Veode om Importante terreno com dnas
frentes de roas, proprio par ama casa de nego-
cio e mais se qoizer, oo beco da fabrica de te-
c dos rea do Mexidonca (Torre) ; a tratar na
roa do Pysiori n. 9.
-- Vene se por 26 '*000 urna mohna de jaca-
randa: na ra da Pa rxa n. 67.
Ai.A Precisa-a^ de urna ama para cos-
nhar e comprar, para crsa de poona familia,
pag?-se bem : na roa do Apo lo a.36, segando
amar._________________________________
Pao centeio
fJ!Z. Mello Bise avisa aos seas fregueses que
ledo rerebido farioba de Centeio, contina a
fairicar estes pies todag as tergis e sextas fji-
ras : na ra Larga do Rosario n. 40.
D. Tberasa de .etus Fguetroa
Parta.
Bell&rmioo RnlcSo Filbo convida aos seas
prenles e smigopara as sistirem as missas
que manda celebtar na igreja matriz da cidade
da Victoria, no dia 9 de Agosto, .' s 8 horas da
manta, 30- dia do fiiler-inxno de soa prezada
e sunca esqoerida av, D. Theresa de lesas Fi-
gaeirOa de Pana, Bctn io desde ] grato por
i sejacto de religao e car d.de. u..
t
Joaqun liarla dos Piazrrc
IManaier
J, ao Frederiro Nanser. sua mclbsr 4 Albos.
Anna Paolina Nauser Pina e seus filies, Isabel
fljuzer Freir e seusfilhts, Francisco Rodrigues
Frao.a, soa mulher e filuos, e Domingos T.
Soares agradecem sinceramente a todos es pa-
rales e amigos qoe se digoaram acempannar
sni ultima morada os restos mortae* de eoa
sempr^ lembrada mil, av, irmi, bisav e togra
Joaqu oa Mara dos Prazeres Naaier, e de novo
coovioam a todos para assistlrem as missas qae
pelo eterno repouso de sua alma man >am cele-
brar na ig-eja da Peoha, quarta feua 7 do cor-
rentp, as 6 1/2 horas da maotiS, 7* dia de sea
passmeotQ.
Clara Saigueiro de Uarceilo*
Antonio Casimiro de Rircellos. alada sobre o
peso croe! da dor que Ibe delacera a alma, agra-
dece a todas as pessoas e amigos qae se digna-
ram acompaobar os restos mortaes de ana que-
rida e nunca esqoecida molher ao cemiterio, e
de novo convida assistlrem a mista, qoe pela
sai sima manda resar na te eja de S. Denio, em
Olinda, pilas 6 boras, s 7 boras da nanbfi do
da 10 do corrate, stimo de sea passamento,
desde ja a soa eterna gratidao.



* -
V



Otario de Peroambaco -* Terqa-feira e de Agosto de ll5
f
f
Joo Lula Perefra Lima Jnior
! annivernno
Jlo Laix Pe-eira L'tna, Uraala Cintra Lim,
Mara Cintra Lim?, Mari* do Crmo Co Ti Lima,
Mara Eli-a Cintra Lma, F'edf rico Cinfa Lima
rran :Imo Cintra Lima e Boa ulrer D. Joacna
Cintra BirDoaa Lima a Roberto Cintra Lima,
paie, ircoaes e eo'ibada do f Mecido Joao Loi
Peret-a Lioa Jnior, d* saod.S'salma memoria
wand ra> celebrar niis^s pir sea alma, no da
8 dn ro-rent',as $ tioas di micha, ni matriz
daBoi Vala.
oai anclru liiipes
Mari- Fr Delaei Oemea l-** Aro-.io orres
Lipe* Isabel G;mes LopeJ, Eulhlia Gorras Lo-
pe?, M-.rn.-i Gom-B L^pee. n>u b-r e tilhos do
finado J ) Rite ro Loi es, eaovldam sos amigos
do mermj. para assi'iri-m as miisa* que Dor
Eua sima mandim celebrar qiarta fera 8 do
correte, na reja do Espirito S.olo, 30 da do
sen p:B:?men-o.
Madeiras de coo^truccao e
n ^teriaes para euificaQa
A Conrpar.bia Esplorad.m ce Procu les Cal-
creos, vende em tea armazem co caes do Apel-
lo n. 73:
Maderas para rrrst ircSo.
Cal branca tejaguaiioe.
Cal ptt.
Cal virg m para a.ncar.
Tijollos de ladnlR" e caminara.
Tijollos refractarles.
PedriB Carne ver le a 700 re. o kilo
Venli-m es abano assignalo*, carne de prl-
meira qoalMare, nos lalhis da mi Mrquei do
Hervsl p. 7 e 2, e Gamboa do Carino n I.
Este pr-jo siffre aller8cSo par. mais on
para mem-e, armp'e re a:cordo com os presos
de gado o-9 'ei*a.-.
Recite, 18 de laiodp 1893.
Pian Ltma & C
Teixeira Lopes.r-ert) doc-ni eri .____________
Vende-se
Um lerreno naT'-.' hora des^o baria) cbas
proprlo, le.io doai f c-nii-s e alearais arvoreo
froctlfl "0": a trata- na na da Pairo n. I'8.
Bichas de Namburgo
Vende-se em grandes e pequea*
porfoes applica-se ventosas seccas e
sarjadas', na ra das Larangeiras n. fr
Venderse
Urna boa c.i?a na cldade de Oiind, roa Bario
deTacarnnj a tratar no largo do Corpo Santo
r. 17, 3- anaar._______________
A luga-se
A' orna peqren faniia cm ermmodo ; a
t-atar ua rea re Hrlaa n. 66, 2- andar.
J^X&J^
Preci?a-se ce orn* co inPeira. ca toa L?rga do
Roiatio o. 52, 1- andar ; pode dtrig:r-?e i praca
da Inder-enencia, na loja da Cbapellaria Cbiq
D. *"_____.,_________________
luga-se
Um terrero ceta orai capa, no C;mnbo Novo
n. iil ; a tratar na loj- das Estrellas, roa Du
que de Cexi s na f 6 e o*..
Aluga-se
A casa ro da Gcoee>iQ n. 8, cnietamm-
') hmpa e a seiada iele bjgiene; a traa: 8
rna da lmceratriz n. 16.
m comuiodo
Um cavalheiro chileno que acba-se
nesta cidade temporariamente, precisa
de um aposento regular em casa de al-
guma familia, sem dependencia de a!i-
mentacSo.
A quem convicr pode deixar aviso
nesta rediccao.___________________
Allatana Caxias de iam-
pos & Ca.
N. 35-RIU DUQUE DEC XUS-N. 35
Ei frente do Diario
03 proprieiar;os deste bem montado eglabale-
cimeoto previnem ao resneiuvfl publico qoe
para bem servir acs feos r-egueies teetn no re-
ferido estabelecimento om esplendido e varBdo
sor'.iccento de caseroiras o eiaa e de corea, a qoe
ha de tre'bfr cm la, b.ins de puro linbo de lo-
dos os paJ'Cfe.
Pos.-ueai bens artistas, pelo qoe se jolgam
tabili'a ios a eaiiefazer com todo gosto, esmero
e perf-ico ao fregoe* mais ex'geaie.
Ni aema alfaiaiarla alogam-e casadas b
claiis, etc., etc.
Pernananeo_____________
Vapor e moenda
Ven"e-?e no rngerbo Sictni-a. junio a es'a
(So de Tigip:6, om de fore;a de cioco cavados
com rxcerjda de grade de ferro, todo em perfeUo
estado de caoservaclo.
Aluga-se
A r;.-a te-rea n 26daBixa Verde (Capaoga) i
a tratar na leja das E.lreilns. roa Duque de
siias re. 58 e 58. _________^__^__
Aenco
Gonvida-se aos Srs. qoe
tem e o seu pod?r dinheiro
deuns bilhetes do Deiby
a virem p?gar dentro de 24
horas, do eoF-trario ferao pu-
blicados os seus nemes por
estenso neste jornal.
Vaccas tourinas
Vecdrm-se qoatro vares toarinaa, eendo orna
parifa e tres prenbe': a trntar no Campo Gran-
de 8t o de l^oniai M^oricio._______________
Em te tupo
Ao publico e s familias
>Iadapolo iOCO a perja.
Algoa&o 3 t 4< a pepa.
Crnones para vestido a !40 e ICO li?.
Mr melin dbgonal de c- 200 rie.
adnpolo para forro, boro, a 240 ris
vara.
Culx-riorra de 14 8 14200 um.
icos e ata a JO e VO ris o metro.
Liuhas e '-o -iu tea e prepares, da-sede grae;.
qcitm cemprar ota vestido.
Sdp psra notva a00 e 800ris O covsde.
Gran.'e&aesciDbrogo airtlmeDlo de todas at
faiecdag em geral e qoe s venden sem Iimiu
de presos co
Grand^ Oriente
LOJA DECUA8 POMAS, RA -fiO CABULA.
Duas jovens em conflicto
NO THEATRO
De repeo e covio se grande roaor nos cama
rotes da l* ordem, era gande cjLflicto entre
doaa joveos: aiaqoes, cboro, mato, morre, api-
tos, o dnbo emBm tbega a pclicia, indaga do
f cto e tica gibeodo que nobam ido a vin de
facte, D. Elvira e D tieooveva; verificada a
taaea, liaba raan D. Elvir?.
Ketava lod'gaada, furiosa mesmo, D. Genove-
va, com soa aiciea e cotcpaooeira de camarote
pelo fac o de ver que lodaa as petsoas qoe esta*
vam bo tbeatro, olaavam fOme t para eua ami-
ga e nao p ira eII?, Indignada uieae : nao por
oa boolla cara Elvira, e ele seo liodo vest Jo
qoe est cbamiodoa aitetao de todos' om
salido de um bonla pbantszia o lao chique,
que. .endo o meo de ceda, o t < o teaca n.uro
mais qoe elle e o que m.is me contraria voc
nao querer dizer me a leja onde comproa o ja-
Z!-n i, de seo vesllJo
Elvi.-a, contraria a, d una ga-galliaia sarcas-
t ca e diz : para qi e nao lea os aouoncics das
lojs? para qua cao passtias no commerclo ?
ora Srs. D. Genoveva, ooi o cfficio qndo co
sopponba que a >ua raiva eia por cansa do pri-
mo Joca, vem a Sra. dlzer qoe lao fseme por
que roto vestido a.tilo omiio e qoe sendo de
ihmtazia realca aai que osen eendo de tia
e poique en n&o cu z dizer a Sra. i Iota oede'
coniiiei. E' o Co, cao eomts nata neste
monde.
S'a. D. G'noveva lenba joizo, r.; vecba para
o tbeatro dar cm eepectaccio deste, e quando
qnizer ccmirar qoalqcer 'azenda ce l'atn
pbanUzi de moiio gofto, vJ a roa do C es o
n 12. loj i Bltwtas di Ai erica, qoe, to
encomrai om liodo e variado so limeLto de b-
zendas fioas e modas e bom com ameoidade nn
iralo, agrado, sinceridade na n.eida e p-ejos
corr.icotoe.
D. Gencv> va reqaer verbslmente so commissa-
rio 4oe Ibe maede D. Elvira d^r por escripto o
numero da loja. o oome ca ra, o da frienda i.e
un vestido, o pr:-0 e bem attim o nome de
lodas as .tienda- que ella vio na loja referida'
o que foi defe^Ho.
Estrellas ^'America
fl8 -Roa 1' de Marco I*
Aniga do Crespo
MAHOOEH 4LIMA
Agrado a todos, pnantazia em tec do de gorge-
rao, 1*M0 o covado.
Sonbel cm t.go, phaolazia, 1!00 o covado.
Pe y, rbantazia de s.lpicus de atras e lavra-
das, tfiOboc vado
Sedas de c^es. Vatd07as.
Ditas de .litas, So pirua qae voe em. .
Cachemiras de c6rea, Bojjb3rdeo.
Pnantazia, Sir.ndioba.
LSs cum lisras de ea, AJelaide.
D:tus idero idem iaem, Eivi-a.
Ditas iiem iJem idem. M'jracb.
Cachemira de <6-, Tenho ciumes de ti.
Lis com falp.co?, O 3 Jacars.
.'tJaH, taiirea noves. As scgr.B.
Dita tecido gorgnrSo, Hei de amar-te at morrer.
Cachemira prea de cores, Nao qoero amores.
Merino pre'.o para boltuas.
Dito c. fe para habito.
Granee sonimento de merino pretos e lavrados-
Velbotina de todas as cts.
Grande sorlimento cambraias bordadas.
Con. Je vestido b-a-icc bordados, 18003.
Vestidos de carle', brdalos a t la.
Linda th ntazia. Beijos de a^-or.
Picls de ItS a 20O.'O
Pii linos de inbo luos e bordados.
Panto* te crccbet para sota e cadeiras.
Camisas bordadas para noivos.
Camisas brancas e de cO es.
Vesicarios para baplisados.
Sobretodo de una e anas \istap.
Flaodla liza e de listas.
Chai, a pretos.
Coruoado? de catLbraia e do crochet para camsB
Cortinados para janella.
Mantnhas de t.ia de cores e pretas.
Ditas de algodao de edraa e preta.
Cemitas de a p^ra bomem.
Ccb;rt88, colchas e roberioreB.
Bos americanos, 24500 um.
JBaeta encarnada e azul.
Liadiseima8 rasemiras de cores para bomma
gosto especial.
Cones de fos'Oes branco e de cores para colete.
Atoalbado ce liebo e de algodao.
Panno da cota para mesa.
Seroulas elsticas.
Bramantes de tinao e de algo.&.\
Lnd.a pad Oes de crep pata coberta.
Crep preto.
Merino preto lavrado, 14803 o covado.
Las com salplcos de seda, Cauciona verde.
sila de usira, Albayde.
Paletots folbade eaa.
C'misas de meia com Metras de cores.
Cactiemiras pretas com ealpicos de cores, Abre
a po'ta Sinba.
Linos, de qoadro e de ealpicos.
Cacbiuet i:e eda de cores.
Velln no da corea.
Sor de todas as cores.
Sorgorao preto, diversos prec.09.
Se im de todas as cores.
Mtalo.
Moriin da Chica, W500 a pec>-
Cretoce de barra om metro de largura.
Casta pabti-ta Qoa, 403 ris o covado.
Dita dita, 200 ele o covado.
Cba perfena, 2i0 ris o covado.
E molas ootraa fazendas que impoesivel
descrever.
RUADO CRESPO-12 _
Estrellas dAmerica
Pr clsa-se de urna ama que saina cosiobar; na
rna da Concordia n. 47.______________
Molduras
Para porta e janellas, forros de sala,
guarda-vestidos, lavatorios, quadros jde
qualquer largura, de pinho, amarello, ou
qualquer outra madeira, na fabrica de
movis a vap' r de Silva Femandes & C.
Deposito ra do Baro da Victoria
n. 49-____________________
Cal JBranea e V i r-
gem de Jagua-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora de cal t>ran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade,e
que os verdadeiros pro-
ductos se ene ntram em
seu anr azem do caes do
o n. 73.
r P.IK.l CVBAU "
a ANEMIA o RACHITISMO
a LEUCORRHEA as ESCROPHULAS
oRHEUMATISMO .da^kw ^LW a TSICA, etc.
de
1SXTUA.CTO de F1GA.DO de BA.CA.LHA.O
k mais efficaz anda do que o oleo _c: de flgado de bacalhao
GOSTO do Vinho Vivien e TAO AGRADAVEL. que as
mesmas crianzas totnam-no com ppazer.
Xtut prinel/tea pharmaciaa. PARS, Hua Lafayette, 186 .
OLEO
HOGGIHOGG
|H'il'l**W
MDHTP0PH08PHIT08d.CAL
de SODA
Ei.rutodeFIGADOS FRESCOS
. BACALHAO
0 mais activo, agradirel
e nutritivo
Rtccitido ha pfrio J( mcio-ieculo pelel
primeiroi mdicos do mondo.
Contri u molestlaa de Pelto.Toiie.Tnmope, ZrrnpQSes d< Velle, tic
(FrucoTHWNGUURES) Firmada HOGO, 2, Rut Cutlgliont,PARS, t Numttiii.l
Otpotito : COMPANHIA de DROGAS e PRODUCTOS CHIMICO
Deliciosa reme de oleo deflgado
de bacalhao de og-ctao agradavel
ao paladar como o lelte i as enancas
tomam-o com goato.
VEDAOEIRAS PILULAS D" BLAUD
2a?regmm-M om ptimo dio ba mala ce *e taatt pela mal parte voa Fnuicezes Katruigelrog para a cara da ANKJaiA, VHI-OUOHM (orern pmUHm) a
ftrmmf ttoa v-jwtnoa.
A lcsercio no novo Cotes Francs, outrosim o tacto da havar a rwatav vmytlm o Bruta
Tarificado a -Tichela Cestas rllolaa, auto.-lndo-Uiefl a venda, eacnaa qualcraer encomio
ti 8KnM* i'a unir plana amatar mu aarnei m aab aMa cmh ana,
BCOar3PIElVE-l3E OAS IMITA^Ea
MTA. Ai rrta3-j PHjIu co Mf BUtud ote nntm mulo m ttltttt 11H r>attol
M NO f 00 H/y rAajS, Kf7A PATSWNB. OBPQSIT08 EM TOPAS AS nUHCSPAIS PHAWACI/J
^AUO
MORRHUQL
De GHA?OTEAU
O MORRHUOL contdm todos os prin-
cipios que entrio na composico do ^leo
de llgaao de bacalhao, excepto a materia
gordurosa. Elle age com mais rapidez e
representa 25 vezes o seu peso d'leo.
As experiencias effectuadas nos hospi-
taes provario que o MORRHUOL
muito efficaz as Bronchites, nos Resfria-
mentos, nos Catarrhos o as Molestias
de pato em seu principio. Desda os pri-
meiros dias de sua applicacilo, cesso os
sures nocturnos, reapparece o appetite,
avivao-se as cores de face, os doentes
aecusao um sentimento de bem estar,
achSo-se mais fortes, a tosse dimine, o
corpo augmenta de peso. O MORRHUOL
modifica promptamente a constituicao
das cranlas debis e lymphaticas,
sujeitas a resfriamentos frequentes.
PARS, 8, RU VIVIENNE
e em todas as P.harmacias
**eS**.
*# Medalhas di Ouro us ExposicSes UniversSes fc
a
tJ. FAU
BRDEOS IFRANQA)
*& DsoqsHqs em tcei >i icndit dt Comtitittit. _9>
9
YIHHO e XAROPE ce QOINA e FERRO
De GRIMAULT A O, Ph"> de Pars
Approvadotpel Junta do Hygieno do Rio-de-Janeiro
GaacAs s suas propriedades tnicas e
reparadoras, estes preparadoe produ-
zem os melhores resultados quando em-
pregados contra a anemia, a caloroso,
a leucorrhea. as desordens da mens-
trua;ao, as caimbras do estomago,conse-
cutivas a essas enfermedades, o lympha-
tismo e oulras molestias provenientes
da pobresa do sangue.
Este Vinho e este Xarope aao prepa-
rados com a casca da eicellente quina
que serve para a fabricacao da celebre
QUININA DE PELLETIER.
Em PARS, 8, roa Vivleone.
SABONETES
^Hed\ean\etv\,o a o s
De GRIMAULT e tv
SABONETE SULFUROSO contra as bor-
bullas, as mancha e as diversas erupces
que se manifesto na pelle.
SABONETE SULFURO-ALCALINO
chamado sabonete de Helmerick, contra
a sarna, a tinAu, malhas escamosas e a
pityriase do couro cabelludo.
SABONETEoeALCATRAOmNORUEGA
empregado nos mesmos casos que o
precedente. __________
SABONETE DE ACIDO PHENICO Pr,-
servativo e antiepidemico.
SABONETE deALCATRAO co. BRAX
contra as afTeccOes cutneas, chronicas ou
ligeiras, crostasdeleite,dartros, eczema.
Deposito em PARS, 8, rna Vivienne.
NOTOS PERFUMES
DE RIGAUD E CIA
PERFOHeiBOS DAS CSRTES
d'Espanha, da 6recia e da Hollanda
EXTRACTO: Graciosa.
Iris.
Violette blanche.
Ylang-Ylang.
Lolas blano.
Asean io.
Rosina.
Melati.
Muguet des bois.
Saboes e Pos de Arroz
COM OS MESMOS CHEIROS
Deposito em PARIZ, 8, Rae Vivienne
Sementes de Hortalizas
Cliegadas boje
Completo sortiireo'o
Roa eatreia ^o Rosario p. 9
Pocas Mi'ndis & C.
Caixeiro
Apolli
T* DE FORCAS
Clorofi, UeaidMU
v K CKRTA PBLO
PE? .jFEEORIIBI
UN;.:.. FCRRUGIN080
Recoflhe.in-: ssimiiavel e prtftrUH
pelos mellwe.-: midios do mundo,
Itticoai cjU Mtiritfut t iauUcfies.
ROM ATACADO I
13. Boa aranler-aV^aaBra. em P
Depotitoi em todas ai piinoipatt Pharmacii
Dentes
Termina a korrivel dor de dentes usan-
do o excellaote preparado de Manoe
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circulacao, attea-
tara a efficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Maaoel da Sil-
va &c C., ra do Marques de Olinda
n. 23,
Pkarmacia Martina, ra Duque de
axiaa n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Etreita uo
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, rus ao
j i fio da Victoria n. 14.
i'harmacia Virgilio Lopes, rua Larg
Roes rjo n. 13
A Uuos! Jer^^ao
cadaa parda*
Esplecdido tonimenio ai-, roelas pardas,
c otifl com b amo, l raneo e pre'o, linios des-
obo? e avesue. larsa'as babados bor ado" d
800 rp. ae Zt a ietv-, meiss pj-a fentioras bo-
mtnsecr aricas, lene- s dt- pp-ib, liobo ealgortfio.
braoc.s. p-cias e de coie-, Ifqnes. tilas, nalea-
ao!ha? ptr- aarhiLEg, refjiaias floas, guio
aollbarias, galreinhos pretoa i df core-, etciiro
todo mais quinto ee p fsa desejar en anigo
de mi i'i p.
N. 20 Ru' *a imppra ris H. iO
L"ja do Maia
Precisa-fe de om com pra'ica de molbados,
dan^n Banca de se comincl ; a tratar na roa
doi Pires n. 31, de 10 ae 3 da Urde.__________
Atlencao !...
O MOSTEIRO-DE MARAYAL
Compnrxenia aos seos tmigos e freufzes, e
ivisaao rublico em geral qoe de volia da via-
gex que fet a Europa, vai contien^r com o fa
brlco dos iradicii n..< s boiliobos e bombos teDO
do rodos O' das oaqoella estacar, emiaou-
olios de 900 ij e em caixiobas proprias para
p-e--.eDlea. 1*000.
Avisa tanbt m qoe os seos pacoli bos se-So
sempre rrll .do.- rom etiquetas da casa p-ra os
i ac r. tes bq se illonl-em eotn es que era sppa
rectm simtlan. o os frvjlccros.
Re ebem-si^ co-ommeodaa para qaalqoer qoan
tldade de noilcs, e iodo tendele a arle de con-
eiaii? e paste-lana, Uamo.-ej, isitors, peros
te. et<\
Marayal.I Aeosio 1(95.
Antonio M. n eiro.
Oe om rerlto nrtcisase
44. o o Pyssancfi 19.
Cosinhfiiro
i roa do C.mme.-cio
Pie isr-:e Ap orna
lo -on. (20.
^'isinheira
boa co.-ibeira
oo Cami-
i'enHe-Be
Csa Importarte armaffio et visteada, lenco
pane d ani>t{a'> i.* i* i, uve e ii> rembarr^ada.
e em oo des melhore pontos da ru do Ran-
gel: qoem pretender dlrlja-s1 6 ru' Dlreilan.
88, 1- andar, oo a ra da Peoban.K, laja.
Cantas de msica
importantes modellos novos.
Secretarias proprias para preeentea.
Receben a Relojoaria David ra do
Cabuga n. 14 desde 150,5000 a 400>000.
Grande so tmente
Ama deleite
P-eMsc-se de una ; na rea do Raitel n. 49.
Grande cficioa de serralhri-
ro e ferr i ro
>oa doPad.elhifliz
tutiita de ama Bita TVovan. 58
O prop iran s eaia oon.ua aa -marreKam
se qviiquer tb Ibo com > ?eja : asaeor; menlo
ie maihirifs, arst-niamentoe ce ecgei dis de
rzioa8 e de om as fabricas, cal e-ras re fo?o.
de s-gPTiameoto e iu*as eepeci't, cbamineis,
erqoer\ crita-6 s batidas, portees, bandeiras
verandas de oiflVreo'es Blsteuas. ferragens para
moeodte ecpeciatniacieem t-aaloos martimo e
p.n'O'lida.e em seo? talos, para islo lem sos
Biclnai bi-m montadas e om pesscal bcbilit
iirstmo e bem fvnbecido oeele Estado.
Chamamos a aitentao dos Srs. pretendenteB i
irpm it r a nova fabrica aox hadara da an
Re-n.-rdo diB Sao'os ft C.
T. ei hnne P. 668 _____ ____
DO POTO
de Margo -19
Este acreditado estatbelecimento continua a
vender por presos sem competidor os
artigos abaixo mencionados
UnsUndo de
SadapolSo pera noivaa t. 45C0 e 5*000 a poya':
Dito americano a 8J000 e O^OG.
Dito francea para a misas, puuhca e col arinhoa 13^00"*.
Jretonei claroa a 320 o covado.
Ditos escuroa muito largos a 403 o covi.do.
htamines arrendados a 500 o colado. ------
Bramante para lences 4 !srgor>a 2^000 o metro.
Atoalbado branco e lavrado para mesa a 20500 e 3000 o metro.
Cachemiras com 2 larguras para veatitidos de 2^500 por 10200 o oovado.
Qaemira preta de agoriid psra roupa de bomem a 2f000 o covado.
Cachemiras de IS coa 1 s'ras do eea a 10200 o cavado,
Grande aorlimento de benites padroes a 10000 o covado.
Lndos chamaloteB comhicnftis a rOOo covado.
Meia de IS para eecbo ra a 405000 a duzia.
Ditas de alg'dSo para aenbora a 120COO a daaia.
Ditas de c r para bomem a 120:00 a cuaia.
Ditas croas com flos ia asda pora bornen a 120000 a daaia.
Setinetaa de todas as corea a 600 o covado.
Sddas trancas Uvradas para vestid' s dt; noiva a 20500 o covado.
Cortinados de crochet e cambra! b"rdt,dos para cama e janella a 100000 o par.
Capellas coravo para noivas a 10-5000 e 120000 ama.
Epartilhos de couraca a 60OOt>, e 80000 um.
Moequiteiros amercaBoaa 150000 um.
tamisas para hemem dormir a h'SOOO ca.
Ditas para s nhora idem a 60000 ums.
Fiooa cortes de oaaemira ingleaa para ca'ca a 80000 e 100000 um.
Camisas de malba de 12 pira hornern e sechora a 65000 urna.
Veatuarioe de Jerc*y para meninos a 150000 um.
Cohertbs de croione para c-ma dac^sal a 50000 urna.
CaaiLetaa p^ra roip de homens e crea ocas a 500 o covedo.
Brim branco n. 6 a 20500 a vara.
Dito preto al08OOav?ra.
Sobretodos com urna e daas vistea, cjbsrtoreB, cclx s, ceroulas, mantilbaB, tudj pjr
pro; tem cempetencia.
S na
QJA DO POVD
19-DaxjAA. x* rx3eiwxjL.5a-i
(4ntiga do Crespo)
cii d ni $ mm
XAROPE DE REUTER N. 2
Cono remedio da EstagSo calmosa, purificador do Bango?, digestivo i
e aperiente, nenhom ontro appellidado depprat^o o; calaaparrilta se app.o
xima feqoer ao Xor pe de Keoier n. 2. Combina qoatro graodes proprieta-
d-s em an s remedio, operando a ora lempo cobre os orgos digistas, o
t-aogoe e es ta?, e os Intestinos.
Absoloutam^nte oeotralisa e expulsi p'la anaes iteBlloaes, ntu e
re- ri i* ps.le, os germeus aocivet, ;ae Ructuam na a age, n* u:ira na
tr nspir ci. __,
DEPO&ITARI0S D2STES PRODUCTOSA Companhia de Drogaa c Pouosa
CbimicosRaa Marque* de Olinda n 24.
0 MELHOR
PURIFiCADOR
PARA
O
PEQUEAS PILUL,3 DE REUTER
FigaJ eoiorpfddo cora-se pos.tivmeote com estas pillas. Ellas
s5o om remedio purgativo livre de perigo para o bomem mais fraco, iSo bem
< orno bstanle tctlvo para o bomem mais o te, e nao constipam depots; pela
accao geial agrada a todos ooe jas ossm. io as pillas estn larie da pro-
iluc.o medica dos Eetadoe-Uoidos.
Qoa renta em cada frasco.
sao as menores e mais facis a tomar.
PARA
O
FlSADO
SABAO CURATIVO DE REUTER
Tomores, cravo, pelle vermelba, spera e oleosa impedido oo corado
por o mais grande de todos os aformoBeado'e3 da pelle, o S8D&0 Cartivo de
Renter. Prodos a pille fjrmosa, branca clara e maos brandas; absolola-
mente poro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel como
til o para a pelle bem como do mocador, do banbo e do qoarto das crianzas.
citeu Nao genoino cem cada envoltorio ter a marca re-
gistrada de Barclay & C. New-York. ________________^_________
MEDICINAL
PARA
TOILETB
TRICOFERO DE BARRT
Urna preparagao elegante, extr<-mente perfumada, ramove todas as
mporeaa do crneo, perervativo contri a calvicie e cabt IIj cimento ; fa o
cabello crescer espesso, breado e forc so. Infailivel oara corar erareis,
doenjas da pelie, glaniiolas e moBColo, c cora rapidaa.ente as cortadoras, quei
madoras, fei'as, torce-mas, etc.
caCteal-.No geooino s-.m cada frascr ter a marca registrada.
PARA O
CABELLO E A
PELLE
EW
fabri
er
Qaem achou ?
Perdtuie oo trajelo d Bo
ui ooobec m*B < de di-cn
' I llecife,
e draicage : a
p.'g oa qoe aih oleDha a fcondade de e-.irega-
i, a na cana ". 44 a roa dos PrsseTPB oo m bar-
ajada b. 24 a ra do Bom Jes.b, qoe sera gra-
tificad*.
Continua a manter em seus depsitos completo sortlmento de utensilios paraa usin
dendo sempre por precos mdicos:
MACHINAS A VAPOR de dinerentes systemas e tamannos de Robui3on e outros
CALDETRAS A VAPOR multitubular?s de Fletcber para funecionar com o ofogpas
nalhas daetacbaa. ,"
CALDEIRAS A VArOR Corniab e typo locomotiva para fonccionar com lenba e bgaco
RODAS para agua:
BOMBAS de moton-continoo.
MOENDAS e meias moendas, g irantidas.
TACHAS de ferro fundido e ba"do, cravadas e caldea-ls.
ARADOS de differentes system: 3,
CRIVACOES para tomainas. ____ ___.
MACHINAS para descarocar algodao de 14 a SO serras com alunentadorea e empastadoret
a vontade dos aaTicultores. _. .
Fazendo parte da direccSo de sra fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clark, vantajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores reos seus trabalhos de montagem de grande numero do
zinas foneciemando aeste Estado, incurabem-se de mandar vir e erigir garantindo a producsao.a
qualidade de assucar.
APPARELHOS e meioa apparelhos de vacuo ;
DISTILLACOES completas para alcool e agurdente a vapor e a fogo n, para grand
pequeas fabrica.
58-EA RAMO D0TRIMPH0-52
EMULSA VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
mRMACETICO
:::::a:o rsii ssccla 12 mim 1 mm::L sa sasia
APPROVADA PELA INSPECTORA DE ..YOIENE
Esta Emulso faz eipellir completamente em poucas he ras os vermes intes-
tmaes, conhecidos vulgarmente com o nome de lombriga. Tem vantagem sobre
os demais medicamentos empreg-ados para o mesmo fim, a de nSo bot preciso porgan-
tes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pe s creanyaa
sem repugnancia. Em sua composicao nao entram substancias mineraes que de
mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Crianeaa colheres daa de cha. Dove-ser
tomada pela manh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou meenio.coni
ae-ua adocada.
Preco 1/2 vidro 1*000
1 2O0O


Duzia de 1/2 <
t 1 <
DEPOSITO GERAL
Praca Maciel Pinhbiro19
10*000
200000
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
L____ItEBlWH._____|
T


Diario de Pernambnco xo^ra-feira O de Vi;o*!o de 1995
pS
A TOSSE E
PEITORAL
DE
ANACAHUITA
t
PREPARADO POB
LANMAN E KEMP
NEW YORK
0 BALSAMO MAiS EFFICAZ
MODUZ CUBAS OMIAVEIS t TEM
TR1UHPHA0O EM MUITOS CASOS OE
PHTHISiCA INCIPIENTE.
Cfl
t
O
Mi
i
O
>
NFALL1VEL |ff[
HOTEL COMERCIAL
xa:as3PDx3JV.]axA.s
Ra Larga do Rosario ns. 29, M e 33
Este importante estabeltcimento, sob a direcfSo da sea Lbil proprietario MA-
NOEL GA RCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima, em ser
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado rosto de sua architectura
altura interna, j pela promptidao e aceie do servico culinario aduaneiro, ja tar
bera pal poeis&o hygienica do'seu edificio.
BIPBT&MIEETOS ,
Depois de innmeras transformares por que tem passado este Hotel, consegu*.
afiual o seu incancavel proprietario offerecer boje urna hoapedagem que deve ag
preferida pelos Ilustres viajantes.
HOSPEDARAS de Ia e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
. SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
' banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
APERITIVOS
POUR SE MANGER. Salpreses, ostras, lagostins, salchicbas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do aert&o, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaee.
ADEGA
E' esplendido o sortimento de vinbos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermout
ognac, cervejaB, licores, champagnes e outros aperitivos & a se boiro, odos recabi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importadlo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as melhores condicoes do mercado e pre^os'Beui competoucT.
GRANDE HOTEL OOMMRClLA
Instrumentos de msica
Msicas modernas
Ven'ic-;e e troca-se BARATISSIi'O o enorme
or linea lo que recebemos brje.
Eduardo Paira k f,
Roa Bario da Victoria o. 13 (amiga osa Aie-
vedo1 Pernamboco
TO- JiT-
Representares
Commissoes
62-RA DO BOM JESUS--62
Regulador da Marinha
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometro de
marinha, caixa de musicca, aparelhos
elctricos, oculos, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qualquer objecto
tendente a arte mechanica.
9Ra Larga do Rosario -9
Criado ou copeiro
Precisa te de om ; na roa de Pajsaoao' Dame-
ro 9.
Tijolos
Fabricados na fabru-a de CamarsRibe, de su-
perior qo'lidae, ende-se io escriptorlo da
Ccapsrhiilodotrial Peruambocana, rnade
Commerclo n. 6.________________________
Plvora
De todas aa quali 'ades
em barrs e em latinhas ven-
de-se no ecriptorio do Per-
nambuco Powder Factory.
Ra do Commercio n. 6.
rino
Vende-ae om doto com capa, cadeira e lan
leroa8, & roa Imperial o. 13 luja___________
Criado
Precisa-ae de om na prac< Miciel Piobcir
n. 19.
FOLHETBI

0 CASAMENTO DE M FOBQADO
POR
ALEXIS BOVIER
CAPITULO I
DE NOITE A M CANTO DE PARIZ
(ContinuacSo)
Apanbou a sua conta, dase um dos
espectadores.
Leva mais d'uma bora a curar-se a
compr-se.
O ar da noite faz-lhe bera ; por este
calor a conveniente dormir ca fra, diaae
outro.
Tu fizestel as boas ao pobre diabo,
exclamou um quarto, drigindo-se a um
Tlente nmeto que estava compondo a
aboaado o casaco, afim da reparar a des-
ordena em qua a luta lha baria posto o
r estuario.
E se ella n&o estiver satiafaito, an-
da aqui estou prompto para outra, disse o
interpellado n'um tom ameacador.
O que assim fallou a a quem chama-
?am o Carpinteiro naatiro da profissSo,
ara um bailo rapaglo doa seas trinta
annos.
Tinha am solido pescoco por cima de
as hombros largas robustos; ama par-
GHANDE
HOTEL
Ra 15 de Novembro 29
E8tabelecimentcde primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais bygieni-
C08 da cidade do Recife.
AccommodacSes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refei^Ses a mai r e mais arej da nesta capital.
A cosinba acba-se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
centimente chegado da Enropa a outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
(]e culiara
O proprietario d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
deque com os elementos que cima offere se acha-se habilitado a satisfazer aos
mais difficeia dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre-
parar banquetes, jantares etc., dentro ou forado mesmo c eatabelecimento.
FALLi-SI DifilSiS IDIOIAS
PRECOS RASOAVE1S
4 PROPRIEDADE DE
N. GRUNBERG
* LOJA E ARMAZEM
DAS
ESTRELLAS
k'randepliquiacao de iazendas para acabar dos
. seguintes artigos:
A saber:
FoatSes liodieaimas corea de 1S200 a 4OO res o corad;.
Madapolo americano moito largo de 18/9000 a peca pjr 80COO.
Dito para m ira a 40500 a pega.
Algodlosinho americano a 58 iCO, 7JC 00 e 8)9000 a pee*.
Cretones inglezea claros e eicaroa a 300,'400 e 500 rs.
Brins de cSres lindos padiSes a 600 e 800 rs. o corado.
Setim decores a 800 rs. o covado.
Sedas chan-aloUdas licdoa desenbos da 4S500 e 18500.
Lqasi de gasa e da letim a &SO0O, 6,5000 e 88000.
Meias croas para heme m a "5000 e 108000.
gitaa cruaa pa a senhora a 12 JOCO e 158000.
bllariohoa de linbo diversos formatos a 60C0 a doiia.
EtamiLes brancoa rendado* com toque de mofo a 600 e 800 rs. o covado,
Bietanba de linhc, fina a 10300 vara-
Merinos pretos liaos e de cores a 1 4 0, 16000 a 2*000.
Ditos de co es de 10200 a 240 is. o covado.
Orgatdva a Porrpadour a 400 e 500 rs.
Cortes de casimiras para celgaa a 6000"' e 10^000.
v amii.B para bomem a 48^000 a di za.
Esnartilbos fios a 7(JOCO, 80000 e 980OO am.
Sergt lim de todas as cores 240 rs. o covado.
Casemira preta diagonal d 80000 e 100000 o 30000 e43
Cheviot preto pora 18 de 78000 a 30500 rs. o covado.
M-*ntil':as de seda reme com toque da molj a 10000 am
"Suardant pos de algodSo para cha a 300.'0 a dusia-
0 semiraa de cores a 480JO e 5JO0O o covado.
Luvas de seda, cores diverjas a 100 rs. o par.
PliacS a 200 rs. o metro.
Boba do cietonea de cores a 68000 am.
Crepons hndiasimas cores de 28500 a 1S5 0 2 brgaras.
Sedas eacoBaesas finisaimas de 50OGO a 20000 o covhdo,
Ditas prelaa lavradaa a 10500 o covad),
Surah de corea a 18500 o covado.
Cobertores americanos a lS500am.
Lencos brancoa com bordados de coras a 58000 a das;a.
Brim braceo paro liohon. 5 e 6 : 3^C00 302CO a vara.
Voilea fraocetei a 200 n. o covado.
Camiaas de meiaa para homem a 10000 umi.
Ganga adamascada a 2C0 is. o covado.
Callariobos celluloid a 300 rs. om.
Ditos de 1 oho boida^oi para s-nhorai a 5C0.
Cortes de Lin n para vestido finias moa de 458000 a 15$0OO !!
D.tcs Ce cachemira bordado a ie'a de 800000 a 258000 a 30^000.
Las elcoasesaa e oatros padrSes a 320 a 400 rs. o covado.
Plomas e aigretes a 18500 e 28000.
Brim americano bonitoa paarSes a 500 a 600 rs. o cov do.
Dito pardo de 18200 a 500 rs. o covaoo,
CacLemir* de 13 para invern de 4$000 a 18 00 o covado.
Colchas branoas e de corea a 30000.
Flanel'ai enoarnada com deaeahoa pretos a 5C0 rs. o covado.
Fichas, sahidas de oailes a 10003 am.
FustSes brancus C9m desenhoi de cores de 18500 a 800 rs. o covado.
Lenc,os de aetioatas de corea a 200 rs.
Caetones fraocez s clarse oscuros de 18000 a 600 rs. o covado.
Ditos fioaa p-ra cobsrtas a 600 e 700 rs o covado.
Ato: lbadcs para meea de 58000 a 20500.
Tapetara
Tapetes de roco para forro da sala a 18300 a jarda.
dem de jota a 28500.
dem de ale tifa a 20100.
Bsteiras brancas fioaa a 20500.
dem de cores tinaa a 38000.
Capachos de cooo para entrada de salla de 68000 a 120000.
Grande qaantidade de retalhos e 12, seda, cretona, ato, te.
56 e 58 Rna Duque de Caxias 56 e 58
TELEPil l m
feita cabeca com a viseira um pouco bai-
xa, nariz comprido e recto, a bocea bem
deaenbada, olhos pequeos, mas salientes
e negros como o vidro d'uma garrafa,
que os cilios eapessos e sombros faziam
brilhar com lampejos vivos e rpidos...
Os cabellos eram negros, assim como a
barba, e a tez morena.
Veatia casaco de velludo s riscas, col-
lete e calcas do mesmo panno.
Fra o Carpinteiro quem havia derru-
bado o pobre rapaz.
Urna rapariga loura, bem bonita, po-
bremente vestida, mas com asaeio, olhava
trate para a Bcena, que diante della se
paasava.
N8o o deixam, n!o veriade, aqai
ficar esta noite ? perguntou ella aos as-
sistentes.
A pequea havia sido, provavelmente,
a causa do pugilato, porque, fitaudo nella
os olhos faiscantes, o Carpinteiro diese
n'um tom rude a ameacador :
O que perguntaste ?... vejo que lbe
tinbas muiti amor. E ainda o amas, o
teu Jacques ?... Ora deixa. qua isso nao
dora muito tempo... E agora vamo-nos,
antes que venha a polica... NSo tenbo
muito gosto em dormir na esquadra...
Linotte, d-me o teu braco, e n2o te de-
ores.
A rapariga tremeu de receio, mas, obe-
diente, passou o bra90 por entre o que Iba
haviam offerecido, e voltando ligeramen-
te a cabera, receioaa de que lhe percebes-
aem o movimento, mandou um olbar com-
passivo, ou pezaroso, olhar de amor tai-
vez, ao infeliz estendido no cbio, mur-
murando :
Pobre Jacques I
Um dos que haviam assistido a luta
apanhou o bonet do vencido, e pondo-lh'a
na cabeca, dase gracejando :
De dia fas calor, mas as noitas es-
li frescas; preciso cuidado com as
constipabas...
Os covardes riram para lisongear o ven-
cedor ; trocaram-se logo em seguida aper-
tos de mi, dizendo :
At quinta-fe ra 1
At quiuta-feira, que dia de baile.
Separaram-se, partindo cada um per
seu lado.
O Carpinteiro foi de braco dado com a
Linotte ; atravessou a ponte de Ecluse, e
seguio pelo caes da Malha ; depois de ha-
ver dado uns cem passos, disse para a
companbeira :
Nao te vejo alegre, como devias es-
tar n'um dia de casamento, Linotte.....
Sabes que ha j muito que en te amava...
Ah exclamou ella, como resposta
s palavras, a que n&o tinha dado atten-
Sao.
Sim I ha muito que eu dizia para
commigo : no dia em que ella quizar, des-
embarajal-a-hei de Jacques sem hesita-
cao. .. N&o sabias como eu te amava ?
Eu amava Jacques 1
O Carpinteiro carregou o sobr'olho, fez
parar a Linotte e, empurrando-a com um
movimento butal para diante delle, disse
n'um tom de ameaca :
Toma cuidado, menina, foi por tua
livre vontade que esta noite deizaste o
Jacques ; escuta bem, se lha tornas a fal-
lar. ai de ti e delle... Vela!... Nao
caias em tal.
A Linotte sentio arrepios e caloa-sa.
De novo segu am pelo caminho que
levavam e o Carpinteiro continuou com
mais docura :
Por que o deixaste, se ainda- o
amas?...
Porque audava aempre a fallar em
ti, era aumento...
Ah! elle tinha ciumea...
Nunca se devem mostrar a ama mu-
lher desconfianjaa do qua ella asaa eutro ;
altft-
FUNDCAD CSHAL
allan mmm & c
44-RUA DO BAR0 0 DTR1UMPH0-44
Machinas a vapor.
Mcendas.
Rodas d'agua.
Taix^s tundidas e batidas.
Teixas b .tidas sern cravaijao.
Aradcs.
Chegaram! I
E vendem se a metros2
bordados o que se pode en-
contrar de melbrr qualdiade
de 400 reis at 3$000, a me-
tros proprios para enriar
conifita*.
LojadaPerola
Roa da Impera-
triz n. 99
Domingos Fernandes.
o-s
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ter ciumes de qualquer, provocar o
appetite de olhar para elle.
E tu olhaste para mim ?...
Olhei... vi que eras ferte... or-
polento... e disse para commigo : eu de-
via amar com prazer um rapaz valente.
Ah tu d'zi&s S9o t
O Carpinteiro pavoneava-se todo, bam-
baleando a cabera.
Quando pens n'uma cousa, desej'3
posauil-a... Embora me arrependa e a
n&o queira depois, disse ella mais baizo.
Mas o Carpinteiro havia fcado a pensar
na confas&o de Linotte e n&o ouvio aa
ultimas palavras.
Esta noite, prosegu o ella sem olhar
ao resaltado, e para o arreliar, diaae-lhe
que te havia de fallar, de dancar comtigo.
Elle prohibio-m'o.
Prohibio-t'o... elle! elle I oh 1
forte de mais... aquelle ninguem prohi-
bir urna mulher de me fallar I coitado I
E afinal ? proaeguio o Carpinteiro com
a ''asistencia de um namorado, que s sa-
pera ouvir cousas agradaveis.
Afinal... eu ri-me para ti, fallei-te,
dancei comtigo... ella dancou com outra,
a, quando me vinha pedir aatisfacOa?,
disse-te : reapoude-lha !... Vocea l se
arranjaram.
O que I... tu disseate-me ao ou vi-
do : olha se me livras delle... a vou com-
tigo.
__ verdade, eu disse-te isao, porqne
me santia despaitada; mas n&o foi a
serio,
__ Pois Linotte, j diies muito tarde...
Eu son um homem... Percebes ?
Dizendo qne era om homem, o Carpin- (
teiro manifestara am peosamento que
pode assim tradoair-se: eu aou um bruto
capaz de tudo A Lino'.te comprehn.
deu'O, porque ae apressou a responder
Mas tu bem vea qua eu cumpro o
que disse: vira comtigo. Talviz me
queiras j bater ?
E a desgracada apertou o brt.qo do
companheiro.
Oh! eu quando amo... quando
amo, accentuou o Carpinteir com feroci-
dade, amo a valer !
E deu um valente soco na ar.
Eras um bom amigo de Jacques !
disse a Linotte por entre os dentes._
E continuaram o caminho silenciosos ;
a Linette entreolhava de quando enl quan-
do o Carpinteiro, que morda o bigode.
Desencadeavt se alguma tempestado
dentro daquelle crneo... o mesmo que
no co, porque os relmpagos do calor
fendiam as nuvens, Iluminando com
phantasticos reverberos o caes, as margena
o rio.
Arfando com o msenlo peito, parou'
soltando ruidosos suspiros.
Oh 1 eu abafo... o calor os .a noite
queima a gente. Vamos sentar-nos, Li-
notte. .. eu preciso de estar perto de ti...
quero dizer-te que te amo... e qaa mato
aquelle que me quizer roubar-te...
Sentaram-se n'um banco do caes.
Eu son valente, e possuo os instin-
ctos e os appetites dos valentes. C)8tuma
diser-se : valente e bruto... Seja... com-
an to que me n&o digam : prohibo-to isto...
Eu fajo o que quero... Eu quero-te, per-
tences-me, s miuha, e esta pnnbo eami-
galhara crneo do primeire qa i tentar
poaauir te... mesmo daquelle qua ama-
res... Csm^rehandes, Linotte? V6 como
eu te ama I. em amo-te como un. tigre,
como am loto. E s dentadas qne ellee
J
si
o &
0 Attendite et vi
dte!
Joa Samuel Botelho. fabricante de booqnets
ao mais apurado gosio, para casamento, baptl-
aado, oo omro qaalqner acto, pode ser procu-
rado a roa da Cadeia o. 43, toja de aelleiro, ou
na sea residencia, ra da Conceic&o n. 3, Boa
Vista._________________
Vaccas tourinas
Vende-ae magniticaa vaccas tonrioaa, preobs
e parliaa : oo ecgeaho Sicupira jooto a eaUcao
de T.tipi.
recabem os machos qne se Ihea avisinham
das femeas. Ku j esteu arrependido de
nSo ter estrangulado o teu amante.
Mas eu j nao amo o Jacques! ex-
clamou vivamente Linotte, reagindo con-
tra o fri que lhe invada a espinha. Eu
dizia aquillo, accrescentou ella, eaforcan-
do-se por mostrar um sorriao ; eu dizia
aquillo para te aBsustar.
E baizon a cabera ; correram-lhe duas
lagrimas ao longo das faces.
A indigna lembrnu-se do pobre rapaz
3ue tinha deixado quasi morto, coberto
e sangue, eateudido nocbSo... I.em-
brou-se de que, por um simples despeito,
enjoa resultados n&o previa, tinha aban-
donado aquelle a quem amava... Foi por
causa della, que Jacques havia brindo,
por causa della que o trahia.
Jacques era bondoso ; ella n&o podia
atirar-lhe ao rosto seoio o defeito de a
imar em extremo, e, estupida e ingrata,
prefera-o aquelle grosseiro bruto...
J l tinha a punieo ; estar cheia
de vergooha e de medo. Cerreu-a um
calafrio ao sentir a mSo do Carpinteiro,
que lhe apertava a cintura e, muito che-
gado a alia, colando-lhe a bocea as faces,
dizia a meia voz :
__ Oh sim, Linotte, eu amo-te como
s cousas qne se desejam no desespero da
as posaair... En amo-te tanto I Olha :
quando me fallaras, sentia-me corar.....
N&o sabia o que te havia de dizer... Faz-
nos estupidas o amor... Perto da ti, santia
ima confuaio que nao explico.),
Jjf. da Dimr. roa buqoe da Oaxiaa, 42


Full Text
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