Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17088


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Full Text
\ O L X V --
1
MERO 24
QCKTA-FBB1A 30 J E JANEIRO M 1890
m
. i
1 ;-'
PERNAMBIG
Propriedade
anoel Figueirda de Faria db Fhos
i
PARA A CAPITAfc E LIARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres menea adiautados. .' 01
Por sia dilbs idem. "
Pqi um anno idem......
ror u
.c,*aa
numero avuleo, do mesmo dia.
?

Os Srs. Auied^e, Prifice & C
de Paris, sato os iiossqs agentes ex-
- elusivos de aiiimcis-epublica-
coes na Frange aglaterra.
PARA DENTRO E FORA DO ESTADO
Por seis mezes au'aaudos. .33
Por nove ditos idem. '. .
Por um anno idem. .
Cada numero avulso, de dias anteriores.
134500
20,5000
26,5000
. 0100
I
I
1
TELEGRAMMAS
ILM fASTJCL1S BO mw
RIO de "JANEIRO, 29 de Janeiro, s
3 horas r. 3 minutos da. tarde.
O governo declaroa hoje ser inexacta a
noticia de que o Dr. Demetrio, ministro da
agricultura, s continuara a fazer parte
do ministerio sob a condigno do Dr. Ruy
Barbosa, ministro da fazenda, modificar o
decreto sobre Basco do Enris8o.
O governo solidaio nessa questao,
e, convencido de que serr bem ao paiz,
nSo alterara o decreto.
I \
'
I) -


;t *


^.'
M


2:27152 ja LimiL savas
-PARS, 28 de Janeiro, noite.
A Cmara dos Deputados nomeou urna
commisslo de 55 membios para o exame
das tarifas das Alfandegas.
Esta commissao conta 39 proteccionistas,
isto membros hostis renovacSo dos
tratados de commercio c m as potencias
estrangeiras.
VIENNA, 29 de Janeiro.
Est gravemente doente o Conde An-
drassy.
LONDRES, 29 de Janeiro.
A noticia relativa chegada de seis mi]
homens de tropas italianas, em Adoua,
acha-se confirmada.
Agencia Havas, filial em Pernambuco,
29 de Janeiro de 1890.
MSTRHCCiO POPEAlT
A LITirATCSA 2SA3ILEISA
NOS
TEVIPOS COLONIAKS
POR
A Lineratura Brasllelra do scalo
XVI ao comeco do XIX
ESBOZO HISTRICO
V
(CoatinuacSo)
luda quando o fri corpo
Se envolver na trra fra,
Ha de corroer meus ossos
A mortal nielan:holia.
Se acaso dura a tristeza
Dos nomea na companhia.
All meBmo hei de ter n'alma,
A mortal melaocholia.
Sobre a minha sepultura
Que esrrevessem "eu quera,
Um epitphio em triumpho
Da mortal melancbolia.
Lereno alegrou os outro3,
E nunca teve alegra :
Viveu e morreu nos bracos
Da mortal melancbolia.
Esta comoosigo retrata tielme.;te Barbosa.
A'BTins dos seus invejosos detractores no tmtan-
to "continuavam a escarncelo, a elle que to
nali: atado havia sido pela natureza, e cujos ac-
centoi edr exhalava tos da :edeuipgu de urna raga, que havia de
constituir urna boa p.irte da populagAo brazileira,
a elle que morria Je peaa Lzendo rir as damas.
Mas nem todos foraui crueis com o poeta bra-
zileiro.
Muitos de seu3 contemporneos o prezaram e
souberam avahar-lhe o sentimento, sobresahindo
entre outros o padre Jos Agostinbo ae Macedo
e Beklnor Curvo Semedo. Pertenceu tambem
Caldas Arcadia de Roma debaixo do pseudo-
nvreo de Lereno Selinuntuo, foi um dos fundado-
re- e presidente da Academia das bellas lettras
de Lisboa, e a posteridade finalmente soube fa
Br-lbe justica, inscrevendo o no catalogo
poeta? brazifeiros.
Ausente da patria n. nca se esqueceu
como provam os seguintes versos :
Sos l no Brazil
A nossa ternura,
A assucar nos sabe,
T< ra muita dogura.
dos
della
D:
dei-
Por iim a sua natureza cansada sem duvida
daquca luta titnica cerno o roble derrubad
pelo furacAo, apagou se de sbito em 1800.
jingos Caldas Barbosa, o cantor de viola,
xa-a de existir. .
Francisco de Mello Franco outro esenptor
desce tempo, que alcancou justa e bem mereci-
da nomeada. devida nao s s soas composiges
noetieas como a seus trabalbos scientificos e suas
ide s liberaes. Nasceu em|Paracatu, provincia de
Minad, a 17 de Setembro de 17o7, depowoe ter
eetudado humanidades no semmar.o deS. Joa-
mim, do Rio de Janeiro, passou para Coimbra
2 estudar medicin-.. To gran le foi a soa appl
oaco e to aproveitados os seos estados, tantas
trovas deu de intelligeucia e eapacidade que tjdos
06 seus condiscpulos o admiravam e alguns aos
se; s professores o distinguiam ; mas como nem
tpdosque compunnam o corpo decente erami
lastrados, Millo Franco desaradoa a -ilguns del-
lee, qoe para se vingarem talvez de algum m /te-
jo do joven estu bunal da Ioqui8icao, sendo por esta encerrado
nos seus negregados calaboucos. Foi enlao que,
despertando se o estro potico do infeliz moco,
compoz as Noites sem somno, com tal toterpre
Ucao de Bentimento, Unta verdade e inspirajao
que o collocaram desda logo entre os mais nota-
veis poetas do sen tempo.
Comprovada a ma innocencia e posto em lber-,
dade, cusou com orna dan.a sgffrido um anno de piisopor nao querer de-
pdr contra elle. Terminanlo afinal os seus estu
dos, nterpretou o seus adeusoa em um poema
heroe-co'aiico iiritulado oR.ino da estupidez, no
qual se di* que collaborara o seu condiscpulo e
compatriota Jos Bonifacio d'Andrada Silva.
Esta obra cojo autor nao foi conhftf senao
nruito tempo depois, e da qual se fhefam tres
edices em Paris em 18t?, 18il e 1834, tfm de
urna outra feita em Lisboa em 1823, equ final-
mente foi reproduzidanos Satyricooportuguezes,
produzio grande sensacao no mundo luterano;
tanta era a graca, o donaire, a pureza da lin-
guasrem e a delicadeza das forjas. Era urna sa
tvra escripta com a luva de pellica-, masioue po-
nha em relevo com toda a sua nudez os oefeftos
dos que queriam critifar. Esse poema .'deu-lhe
tanta fama as leltra. como as scienclas Ibe
deu o Tratado de febres e a Educago physica.
Chamado ao Rio de Janeiro paradesempenbar
o lugar de medico da noiva do principe D. Pedro,
a archiduqueza Leopoldina d'Austria, posterior-
mente mi do actual imperador do Brazil, em
barcn se para a sua patria onde cbegouem 1817
mas no tira de algum tempo as suas ideas libe-
raes que nao procurava oceultar, acarretaram-lbe
o desfavor da corte. Este acontecimenlo coinc
dindo com a quebra de urna casa commercial
depositara de quasi toda a sua fortuna, alt;rou
tao profundamente a sua saude que, iodo para
recuperal a a S. Paulo, emeaminho vio se forga-
do a recolner se n'uma cabana onde expirou.
m
(Contina)
Actos do poder execulvo
DECRETO N. -- Subshtue as leis ob. 1,237 de
24 de Setembro de 1884 e 3,272 de 5 de Outu-
bro de 1885.
TITULO I
DA HTPOTHBCA
Art. i. Nao ha outras bypothecas e onus
reaes senao os que este decreto estabelece.
Art. 2. A hypotheca regulada somente pela
lei civil, ainda que algum ou todos os creiores
sejam commerciantes. Ficam derogadas as dis-
posicOes do cdigo commercial, relativas i hy-
potheca de bens de raz.
8 1. S podem ser objecto de hypotheca :
Os immoveis;
Os accessorios dos immoveis com os me3moa
i mu o veis;
Os animaes pertencentes s propriedades
agrcolas, que forem especificados no contracto,
sendo com as mesmas propriedades;
0 dominio directo dos bens emphyteutico3 ;
O dominio til dos mesmos bens, independen-
te da licenca do seoborio, o qual nao perde, no
caso de alienacao, o direito de opeo ;
Osengeohos centraos, fabricas, usinas e ofi-
cinas, abrangeodo os edificios e machinismos ;
As estradas de ferro, comprehendendo todos
os seus immoveis, accessorios, material fixo e
rodante.
E2. Sao accessorios dos itemoveis agrcolas:
a instrumentos ria lavoura e os utensilios das
fabricas respectivas, adherentes ao solo;
g 3 O preco, que no caso dosinistro, fr de-
vido pelo segurador ao segurado, nao sendo ap-
plicado a rep;iracao, tica subrogado ao imnovel
hjpothocado.
Esta disposigao applicavel desapropriagao
por necessidade, ou u'ilidade publica, assim
como indemnisacao, pela qual fr respoosavel
o terceiro em razAo da perda, ou deterioraco.
| 4. S pode hypothecar quem pode alhear
Os immoveis que nSo podem ser alnead03, nao
podem ser hypothccad03.
5 Ficam em vigor as disposiges d03 art
gos 26 e seguintes do cdigo commercial 'sobre
a capacidade dos menores e mulheres casadas
commerciantes, para hypothecarem os immo-
veis. ... ,
6. O dominio superveniente revalida, d;sde
a inscripgAo, as bypothecas contrahidas >m boa
f pelas pessoas, que com justo titulo possuiam
os immoveis hypolhecados.
7." Nao s o fiador, senAo tambem qualquer
terceiro pode hypothecar seus bens pela obriga-
co albea. ,
8." A hypotheca legal, ou convencional.
9. As bypothecas ou legaes, ou convenci-
naes, somente se regulam pela propriedade.
Esta determinada pela inscripgio nos termos
estabelecidos por este decreto.
M0. SAo nullas as hypotheeas de garantas
de dividas contrahidas anteriormente a data da
escriptura, nos quirenta dias precedentes po-
ca legal da quebra (art. 827 do cdigo crimi-
nal).
11. Fica derogado era sua segunda parte o
art. 273 do cdigo commercial.
capitulo i
Da hypotheca legal
Att. 3.* Esta hypotheca compete :
g l. A' mulher casada sobre os immoveis do
marido;
Pelo dote .
Pelos contractos ante-nupciaes exclusivos da
coramunhAo;
Pelos bens provenientes de heraaca, legado,
ou doagAo, que lhe acontegam na coastancia do
matrimonio, se Ibe forem deixad03 com a clau-
sula de nao ser communicados.
2. Aos menores e interdictos sobre os m
movis do tutor ou curador.
g 3. Aos filhos menores sobre os immoveis do
pai que administrou 03 bens maternos ou ad-
venticios dos mesmos filhos.
g 4." Aos filhos menores do primeiro matri
menio sobre os immoveis do pai ou mi, que
passa a egundas nupcias, tendo herdadu bens
de algum filho d'aquelle matrimonio.
g 5." fazenda publica geral, de cada Es
lado e A municipal sobre os immoveis dos seus
thesoureiros, collectores, administradores, exac-
tores, prepostos, rendeiros, contractadores e
fiadores ,.
g 6." A's igrejas, mosteiros, misericordias e
corporages de mAo morta, sobre os immoveis
dos seus thesoureiros, prepostos, procuradores
e syndicos. .
g 7." Ao Estado c aos offendidos, ou seus her-
deiros, sobre os Immoveis do criminoso.
1 8. Aos co berdeiros pela garanta do aeu
quinhSo, ou torna da partilha sobre o mmovel
da b ranga adjudicado ao herdeiro reponente.
9.' Os dotes ou contractos ante nupciaes
nao valem contra terceiro :
Sem escriptura publica;
Sem expressa exclusSo da comraunnao;
Sem estimagAo; .
Sem insinnagao, nos casos em que a le exige.
g 10. As bypothecas legaes de toda e qualquer
especie em nenbum caso valerao contra tercel-
ros, sem a iodispensavei formalidade da inser-
pgo e ejpecialisagao.
j 11. Nao se considera derogado por este de-
creto o direito, qne ao exequeate compete, de
proseguir a execugAo da sentenga contra os ad-
quirentes dos bens do condemnado; mas, para
ser opposto a terceiros, conforme valer, depen-
de de inscripcAo e (art. 9o) especialisagAo.
CAPITULO II
Das Irypolhecas contencionaes
Art. 4. A bjpotbeca convencional Jdeve ser
especial, com quaatia determinada e Bobre bens
presentes.
as hy-
Ficam prohihides e de nenbum effeito
Ipothecas gerae e sobre bens kiros.
g i.0 A hypotheca covencioHtdBve indicar
nomeadamente o tnmovel, ou ianoyeis, em que
ella consistir, com g-ua situago -e caracteri3
ticos.. / -
g .'yA hvpotbea convencional contprehen-
de todas- as bemfeitorias, que accr. scerera ao
mmovel bypothecado, assim cobo as acceses
na tu raes, as quaes se consideran in fluidos os
fmetos pendentts, collndos e beneficiados das
propriedades ruraes e agrcolas e alugueis de
predios.
"3." Caso o mmovel, ou immoveis hypothe
cades perecam, ou soffrati deteriorago que os' interdicto, a qual subsistir por iodo o temp
torne ipsufhcientes para seguranga da divida,"
pdeocredor mandar demandar logo a mesma
divida, se b devedor recusar o reforgo da byp j-
theca.
4." Os contractos celebrados em paif es-
trangeiro nao prodozem hypotheca sobre os bens
situados no Bruii, salvo direito estabelecido nos
traslados, ou e forem celebrados entre brazilei
ros, ou em favor d'elles nos consulalos, com
as solemnidades e coudiges que este decreto
prescreve.
g 5 Quando o crdito for indeterminado, a
inscripgo so poderA ter lugar com o valor esti-
mativo, que o credor e o devedor aju3tarem ex-
pressamente.
g 6. A escriptura da substaneia da hypo-
theca convencional.
E' da substancia das escripturas de hypothe-
cas, para que validas sejam, declaragao expres-
sa, que n'ellas deve ser feita por parte do mu-
tuario, de estarem ou nAo, os seus bens suieitos
a quaesquer responsabilidades por bypothecas
legaes ; importando para o mesmo mutuario as
Sienas do crime de estellionato a inexactidAo cu
alsidade da declaragAo feita.
7. O devedor nAo lica pela hypotheca inhi-
bido de hypothecar de novo o mmovel, cujo va-
lor exceder o d'ella, mas, neste caso, realizndo-
se o pagamento de qualquer das dividas, o im
movel permanece hypothecado As restantes, nao
s em parte, mas na sua totalidade.
g 8." O immovel commum a diversos propie-
tarios nAo pode hypothecar se na sua totalidade
sem consentimiento de todos ; mas cada um po-
de hypothacar individualmente a parte que n'elle
tiver, se for divisivel, e s a respeito dessa par-
te vigorar a indivisibilidade da hypotheca. NAo
admissivel ao registro urna hypotheca de.im-
movel possuido em commum sem o consenti-
mento dos co preprietarios, ou divisibilidade
manifest.
g 9. Quando o pagamento a que est sojeita
a bypolheca for ajustado por prestages e o de-
vedor deixar de satisfazer alguma todas se re-
putarAo vencidas.
TITULO II'
DOS *P. IVILkGIOS e DOStONUS REAES
Art. 5- Os privilegios nAo cemprehendidos
neste decreto referem-se :
Aos movis ;
Aos immoveis nAo hypothecad03 ;
Ao prego dos immoveis hypothecados, depois
de pagas as dividas, bypolhecarias.
g 1.- Exceptuam-se da disposigAo de3te ar-
tigo:
i.- Os crditos provenientes das despezas e
cusas judiciaes feitaa para execugAo do immo-
vel bypothecado, as quaes serAo deduzidas pre-
cipuamente do producto do mesmo immovel.
1.- Os debentire3 ou obrigages ao portador
emittiios pelas sociedales anonymas ou com-
manditarias por aeges.
g 2.- Continuam em vigor as preferencias es-
ta belecidas pela legislagao actual, tanto a res-
peito dos bens movis, semoventes e Immoveis
nao hypothecados, como a respeito do prego dos
immoveis hypothecados depois de pagas as di^
vidas hypotnecaras.
Art. 6.- Somente se consideram onus reaes :
O penbor agrcola ;
A servidAo ;
O uso ;
A habitago ;
O antichrese ;
O usofructo ;
O foro;
0 legado de prestages ou alimentos expres-
samente consignado no immovel.
!. Os outros onus, que os proprietarios
impuzerem aos seus predios, se havero como
pessoaes e nao podem prejudicar os credores
hypothecarios.
g 2. Os referidos onus reaes nj podem ser
cppostos sos credores hypothecarios, se os titu-
les respectivos nAo tiverein sido transcriptos an-
tes das hypothecas.
g 3. Os onus reae passam com o immovel
par o dominio do comprador ou successor.
g 4.- Ficam salvos, independentemente de
transcripgAo e inscripgAo, e considerados como
onus reaes, a decima e outros impostos respe-
ctivos aos immoveis.
g 5. A disposigAo do 2.- s comprehende
os onus reaes instituidos por actos intervivos,
assim como as servidss adquiridas por pre-
scripclo, sendo a transcripgAo neste caso por
meio de justificagAo migada por sentenga ou
qualquer outro acto judicial declaradp.
TTULO til
DO REGISTRO GERAL
Art. 7. O registro geral comprehende :
A transcripgAo dos ttulos da transmissAo dc3
immoveis suceptiveis de hypotheca e a insti
tuigAo dos onjjs reaes.
A inscripgo das hypothecas.
g 1." a transcripgAo e inscripgAo devem ser
fetas na comarca, ou comarcas onde forem os
bens situados.
g 2. A3 despezas da traoscripgao incumbem
ao adquirente. As despeza de inscripgAo com-
petem ao devedor.
g 3." Este registro Tica encarregado aos tabel-
lies, creados, ou designados pelo decreto o. 482
de 14 de Novembro da 1846.
CAPTULO I
Ua transcripcao
Art. 8. A transmissAo intervivos por titulo
oneroso ou gratuito de bens susceptiveis de hy
pothecs (art. 2.g 1.,) assim como a instituigao
dos onus reaes (art. ^., nAo operam seus effe-
tos a respeito de terceiro,, senao pela transcrip-
gAo, e desde a dada della.
S !. A transcripgAo serA por extracto.
1 2 Quando a transmissAo for por escripto
particular, nos casos ein.que a legislagao acta'
o permute, nAo poder esse escripto ser tran-
scripto, se delle nAo constar a assignatura dos
contrahentes reconbecida por tabeltAo v o co
nbecimento da siza.
g 3 o Quando as partes quizerem a transcrip-
gAo dos seus titulos trfto ai verbum, esta se lar
em livros auxiliares, aos quaes ser remissivo o
dos extractos; porra neste, e nao naquelles.
que se apontarAo as cesses e quaesquer inscrip
gcs e oceurrenoias.
4/ A transcripcao nAo Indnz a prova do
d.u.oio, que fica satvo a quem for.
g 5." Quando os contractos de transmissAo de
immoveis, que forem transcriptos, dependerem
de condiges, estas se nao haverAc por cumpri
das, on resol vidas, para com terceiros, se nAo
constar do registro o implemento, cu nAo imple-
mento dellas por meio de declaragAo dos inle-
ressados, fundada em documento legal, ou com
notiflcagao da parte.
8 6. As transcripgoes te'ro seu numero de
ordem, e A margem de cada urna otabeliAo re
ferirA o numero ou nmeros posteriores, relati-
vos ao mesmo immovel. ou seja transmitido in-
tegralmente, oo por partes
7.c Nos regulimentos se determinarA o pro-
cesso e escriplurugao da transcripgAo.
CAPITL'LO II
Da ituenpeao das hypothecas
Art. 9. Todas as hypothecas legaes, conven
cionaes, ou Judiciaes, s'omente valem contra ter
ceirns desde a data da mscr-ipcSo.
1. S 3ub3istem, entre es contrahentes,
quae.-quer hypothecas nSo inscriptas.
g 2. A ingcripgao, salva a disposigAo do art.
11, valeri por 30 aonos, e s depenae de reno
vacAo, findoeste prazo.
Nesti dispoaigao nao se comprehende a in
scripgo da arpo heca da mulher casada e do
do casamente QutnterdicgAo, e a das sociedades
de crdito real. jpe durar por todo o tempo da
sua exttertfa jecal.
g 3. As jnsorp^Ses serio feitas pela ordem
em que forem requeridas.
Esii ordem designada por nmeros.
O numero determina a prioridade.
g 4." Quando duas ou mais pessoas concorre-
rem ao mesmo .tempo, as iuscripges serAo feitas
sob o mesmo numero.
O mesmo tempo qoer dizer, de manha, das 6
at s 12, ou de tarde, das 12 at s 6 horas.
g 5." NAo se d prioridade entre as inscrip
ges do mesmo numero.
g 6." A inscripgo da hypotheca convencional
compete aos interessados.
g 7. A inscripgAo da hypotheca legal compete
aos interesados, e incumbe aos empregados p-
blicos a oaixo designados.
g 8. A ioscripcao da hypotheca legal da mu-
lher deve ser requerida :
Pelo matido.
Pelo pai. f
g 9. Pode ser requerida, nAo s pela mulher
e pelo doador, como por qualquer prente della.
g 10 Incumbe:
Ao labellio ;
Ao testamenteiro;
Ao juiz da provedoria;
Aojuiz de direito em correigAo.
g 11. A inscripgo da tutela ou cratela deve
ser requerida:
Pelo tutor ou curador antes do exercicio.
Pelo testamenteiro.
12. Pode ser requerida:
Por qualquer prente do orphAo ou interdicto.
g 13. Incumbe : "
Ao tabelliAo ;
Ao escrivo dos orphAos cu da provedoria
Ao curador geral;
Ao juiz de orpfaios ou da provedoria ;
Aojuiz de direito em correigAo.
g 14. A inscripgio da hypotheca de criminoso
pode ser requerida pelo onendido e incumbe :
Ao promotor;
Ao escrivo ;
Ao juiz do processo em execugAo ;
Ao juiz de direito em correigao.
15. A inscripgo da hypotheca das corpo-
rages de mAo morta deve ser requerida por
aquell es que as administran], e incumbe :
Ao escrivAo da provedoria.
Ao promotor de cpelas.
Aojuiz de cpelas;
Ao juiz de direito em correigAo.
16. A inscripgio da hypotheca de pai deve
ser requerida pelo pai.
g 17. Pode ser requerida por qualquer paren-
te do pai.
g 18. Incumbe: .
Ao escrivo do inventario ou da provedo-
ria ;
Ao tabelliAo ;
Ao juiz de orphAos, ou da provedoria ;
Ao juiz de direito em correigAo.
19. A inscripgAo das hypothecas dos respon-
saveis da fazenda publica incumbe aos empre-
gados que forem designados pelo ministerio da
fazenda, e deve tambem ser reqnerida pelos
meamos respousavels.
g 20- Todos os empregados aos quaes incum-
bem as referidas jnicripges ficam sujeitos,
pala omisso, responsabdidade civil e cnmi
nal. -.
210 testamenteiro perder o beneficio da3
pessoas iesadaa vintena que poder perceber;
e o marid (8 8"), o tutor e curador (g II),
aquel les que anministram as corporages de mo
morta (g 13), o pai (g 16) e os responsaveis da
fazenda publica (g 19) ficam sujeitos s penas
de estellionato pela omisso da inscripgAo, ve
rificada a fraude.
g 22. AinscripgAo de todas as hypothecas
convenciones, legaes e judiciaes ser feita em
livros proprios, e deve conter:
Quanto s convenciones:
O nome, domicilio e profissio do credor ;
O nome, domicilio e profissio do devedor;
A data e natureza d) titulo;
O valor do crdito, ou a sua eslimagAo ajusta
da pelas parles;
A po do vencimento;
Os juros estipulados ; ....
A situacao, denominagAo e caractersticos do
imm ivel hypothecado...... .
O credor, alm do domicilio propno, poder
designar outro, onde seja notificado.
Quanto s legaes e judiciaes:
O nome, domicilio e prolissAo dos responsa-
veis ;
O nome e domicilio do orphAo, do filho da mu
lher e do criminoso ;
O emprego, titulo ou razAo da responsabilida-
de e a data respectiva.
8 23 Os livros da inscripgo serAo divididos
em tantas columnas quanto os requisitos de ca-
da urna das inscripge3 tendo alm disso nina
margem em branco. tAo larga como a escripia,
para nella se langarem as csse3, remisses e
quaesquer oceurrencias. .
24. Alm dos livros das inseripges e da-
aoelles que os reglamentos determinaren! ha-
verA dois grandes livros alpha'jeti^os, que serAo
indicadores dos outros, sendo um delles desti
nado para ae pecos o outro para oa immo-
veis referidos naa inscripges.
i 25. O governo determinar as formalidades
da inscripgo, conforme a base deste artigo.
titulo iv
dos effeitos das hypothbcas e soas
beumQhi
Art 10. A hypotheca indivisivel, grava o
immo el ou immoveis respectivos integralmen-
te, em cada urna das suas suas partes, qual-
quer que seja a pessoa, em cujo poder se acha-
1* At A transcripgAo do titulo da transmis-
sAo sAo todas as aeges competentes e validas
contra o proprietario primitivo, e exequlvels
contra quem que'r que for o detentor.
g 2o Ficam derrogadas :
A excepgAo de excussAo ;
A faculdade de largar a hypotheca.
8 3- Se no3 30 dias depois da transcripgAo o
adquirente nAo notificar aos credores hypothe-
ca rtas para a remissAo da hypotheca boa obn
^Vaeges que contra elle propuzerem os cre-
dores hypothecarios para indemnizagAo de per-
das~e damnos;
TV's cust3 e despezas judiciaes ;
A' differenga do prego da avaliagAo e adjud
cacAo, so esta houver lugar.
0 immovel ser penhorado e vendido por conta
do adquirente, ainda que elle queira pagar ou
depositar o prego da venda ou avaliagAo. Salvo :
Se o credor cooReotir ;
Se o prego da venda ou avaliagAo bastar para
pagamento da hypotheca;
Se o adquirente pagar a hypotbeca ;
A avaliagAo nunca ser menor que o prego da
venda.
4. Se o adquirente quizer garantirse con-
tra o effeito da execusso da hypotheca notificar
judicialmente, dentro dos 30 dias, aos credores
hypotbecario8 o seu contracto", declarando o prego
da alienagAo, ou outro maior para ter lugar a
remissAo.
A notiflcagao ser feita no domicilio inscripto,
ou por editos, se o credor abi se nao achar.
g 5. O credor notificado pode requerer, no
prazo assignado para oppo3igo; que o immovel
seja licitado.
g 6 Sao admittidos a licitar'.
Os credores hypolhscarios ; ,
Os fiadores,: ".,.
O mesmo adquirente. :,
g 7." NAo sen, o requerida a licttflljro prego
da alienagAo, ou aquelle que o adquirente pro-
puzer, se haver por definitivamente flxado para
ramissAo do immovel, que ficarA livre de hypo
tbecas, pago, ou depositado o dito prego.
8. O adquirente que soffrer a desappropria
cao do inmoval, ou pela penbora, oa pela lici-
tagAo, que pagar a ypotheca, que pagal a por
maior prego que o da alienagAo por causa da
adjudicagAo ou da licitagAo, que supportar cus-
tas e despezas judiciaes, tera aegio regresslva
contra o vendedor.
g 9.- A licitagAo nao pode exceder o quinto da
avaliagAo.
g 10 A remissAo da hvpotheca tem lugar ainda
nAo sendo vencida a divida.
A hypotheca legal especialisada remivel na
forma deste titulo, figurando pelas pessoas a que
ella pertence, aquellas que pela legislagao em
vigor forem competantes.
TITULO V
DA EXTlNCgAO DAS htpothscas e cancbllambnto
DAS TRANSCRlPgES E INSCRIPgOES
Art. 11. A hypotheca extingue se :
g i. Pela extincgao da obrigagAo principal.
2. Pela destruigAo da cousa hypothecada,
salva a disposigAo do art. 2." g 3."
g 3. Pela renuncia do credor.
4." Pela remissAo.
| 5.a Pela sentenga passada em julgado.
6." A extincgAo das hypothecas s comega a
ter effeito depois de averbada oo competente re-
gistro, e s poder ser attendida em juizo vista
da certiiAo do averbamento.
g 7. Se na poca .no pagamento o credor se
nAo apresentar, para receber a divida hypothe-
caria, o devedor liberta se pelo deposito judicial
da importancia da mesma divida e juros venc
doj, spndo por conta do credor as despezas do
deposito, que se far com a clausula de ser
levantado pela pessoa a quem de direito per-
tencer.
A prescripgAo da hypotheca nAo pode ser m-
dependente e diversa da prescripgAo ou obnga-
gio principal.
Art. 12. O cancellamento tem lugar por con-
venci das partes e sentenga dos juizes e dos
inbunaes.
TITULO VI
DAS CESSOBS E SUBROGAQOBS
Art. 13. 0 cessionario do crdito hypothecario
ou a pessoa validamente subrogada no dito ere
dito exercer sobre o immovel os mesmos direi-
tos que co.npetem ao cedente ou subrogante e
tem o direito de fazer inscrever margem da
inscripgAo principal a cessAo ou subrogago.
As cesses s se podem fazer por escriptura
publica oa termo judicial.
g 1. Constituida a hypotheca conforme o
art. 4 g 6 ou cedida conforme este artigo, urna
vez que a inscripgAo fique em.primeiro lugar e
sem concu-rencia, podem sobre ella as so:ie
dades especialmente autorisadas pelo governo
emittir, com o nome de letras hypothecanas,
ttulos de dividas transmissiveis e pagaveis, pelo
modo que se determina nos paragraphos se
guintes:
2. As letras hypothecanas sio uominativas
ou ao portador.
g 3. As letras nominativas sAo transmissiveis
por endosso, cujo effeito ser somente o da ces-
sAo civil.
4 o 0 valor das letras hypothecanas nunca
serA inferior a 100*000.
g 5. Os emprestimos bypothecanos nao po-
dem exceder A metade do valor dos immoveis
ruraes e tres quartos dos immoveis urbano3.
g 6 A emissAo da i letras hypothecanas nAo
poder exceder importancia da divida arad i
nao amortizada, nem o decuplo do capital social
realisado.
8 7." Os emprestimos hyp Hhecarios sAo paga-
veis por annuidades, calculadas de modo que a
amortizagAo total se realize no praso mximo de
50 annos.
g 8." A annuidade comprehende :
0 juro estipulado;
A quota da amortisagio ;
i. porcentgem da administragAo.
9. Nos estatutos das so :iedade3, 03 quaes
serAo sujeitos approvago do governo, se de-
terminar : ....
A circumstancia territorial de cada socie
dade : ...
A tarifa para o calculo da amortisagAo e por-
centgem da administragAo ;
O modo e condiges dos pagamentos anleci
O inlervallo entre o pagamento das annuida
des e o dos juros das letras hypothecanas ;
A constituigAo do fundo de reserva;
Os casos da dissolugAo voluntaria da socieda-
de, e a fr.na e condiges da liquidagar;
O. modo daemssAoe da amortisagAo das letras
hypothecarias ; '
O modo de annuilagAo das letras bypotheca-
8 10 A falta de pagamento da annuidade au-
torisa a sociedade para exigir, nAo esse pa-
gamento, mas tambera de toda a divida anda
nao amortisada. ,
8 11 0 emprestimos hypothecarios sAo fetos
em dinheiro ou em letras Hypothecarias.
8 12 O capital das sociedades e as letras hy
pompearas, ou a sua transferencia, sAo sentas
de sello proporcional. -y
A arremata gao ou adjudicagAo dos immoveis
para pagamento da sociedade tambem nenia
da siza. -, .' ,
g 13 O portador da Jetra hypolbecafla s tem
accao contra a sociedade.
8 14. As sociedades, de que trata este decre-
to nio sAo sujeitas A faliencia commercial.
Verificada a insolvencia, a.requerimento do
procurador fiscal do thesouro publico, ou das
thesourartas, aos quaes 03 credores devem par-
ticipar a falta de pagamento o juiz do civel do
domicilio, procedendo As diligencias necessa-
rias, decretar a liquiiagAo forgada da socie-
dade. ,.
Deste despacho haver aggravo de petigAo.
Decretada a liquidagAo forgada, ser o estabe
kcimento confiado a umaadministrago proviso
na -composta de tres portadores de letras hypo
thecarias e de dous accionistaa nomeados pelo
i 15. O juiz convocar os portadores das le
tras hypothecarias para, no prazo de 15 dias,
nomearem urna administragAo que tome conta
do e8tabelecimento para sua liquidagio defin
t V3
5 15 Estas sociedades, alm das operages de
hypotheca a longo prazo com amortisagAo, a
curto prazo com ou sem amortisagAo de penbor
agcL-ola, de lavoura e industrias que lhe sAo
connexas, a saber : -
a) Sobre engenhos centraes e quaesquer fa
bncas de preparar productos agrcolas, creagAo
de burgos, ropos oa centros de trabalho rural,
introduego e lixagio de immigrantes, para la-
vrar e cultivar o solo ;
b) CoDstrocgao de casas destinadas habitagSe
dos cultivadores, colonos ou immigrantes, a re
di8 de animaes e conservag&o das provises
dos productos agrarios e primeira nanipula-
gAo destes;
c) Deseccamento, drenagem e irrigcAo do
solo ;
d) Plantagio de vinbedos, cha, caf, canoa, al-
godAo, ma'e. cacAo, quina, plantas textis e ar-
vores frocViferas;
e) Nivelamento e orientagAo de terrenos, aber
turas de estradas e camneos ruraes, canalisagAo
e direegouu torrentes, lagis exios ;
f> Criagapv'O gado e tujlo qu diz MMptto- ao
melbo amento de ragas pecuaria? e exprorego
desta industria em alt escala, mincracao, pnn-
cipalmenle do ferro e do carvo de pedra, culti-
vo, colheila e replantagao do caoulchouc (borra-
cha ;)
g) Todas as mais operages congeneres, que
sero mencionadas em regulamento. .
Podem, em carteiras especiaes, completamen-
te disuadas da carteira hypolhecaria, fazer :
1. Descont?, emprestimos, cauges, cam-
biaes, depsitos de dinheiro m cont correte a
a prazo.
2. Abrir e conceder crditos, comprar e ven-
der bens, titulos e valores de qualquer especie.
3.' Adquirir trras incultas ou nAo, divioil-as,
demarcal as e colonisal as.
4. Organizar emprezas e estabelecimedtos in-
lustriaes.''
5." Construir estradas de ferro, engenhos cen-
traes, usinas, fabricas, officinas, edificios pbli-
cos e particulares.
6." Encarregarse de quaesquer obras publi-
cas e por conta de particulares.
7.' Administrar, gerir, e custear quaesquer
emprezas ou estabelecimentos industriaos, que
adquira. ou fundo, por cont propria ou albeia.
8. Contractar com os governos, geral e de
c-ida Estado, sobre tudo quanto disser respeito
ao seu objecto e fim.
9.a Contractar a vinda de colonos e o seu esta-
belecimento as propriedades que lhe pertengam
ou a terceiros.
10. Emittir letras hypothecarias ou de penhor.
11. Emittir obrigages o portador por conta
propria ou de terceiros.
12. Emittir letras ao portador com prazo fixo.
13 Emittir billietes ao portador as bases e
condiges cstabelecidas pelo governo.
TITULO VII
DAS ACQOBS B EXBCUgOBS HYPOTHBCARIAS B PIONO -
RATICIAS
Art. 19. as aeges e execuges hypothecarias
e pignoraticias, por dividas contrahidas antes e
depois do presente decreto, serAo observadas,
nAo s as disposiges coudas na 2' parte, titulos
Io, 2o e 3* do regulamento n. 737 de 25 de No-
vembro de 1850, guardado, quanto As pegas de
que se devem corapor as cartas de sentengas, o
que se acba estabelecido no decreto n. 5.737 de
2 de Setembro de 1874, mas tambem todas as
disposiges sobre materia de nullidades e recur-
sos de ag gravo, appellagAo e revist, sua inter-
posigAo e forma de processo de que trata a 3'
parte do mencionado regulamento n. 737, com
as se.uintes alterages extensivas igualmente s
execuges commerciaes.
g 1. Fica era todos os casos abolida a adjudi-
cagAo judicial obligatoria. Seos benspenhorudos
nAo encontrarem na praga lango superior
avaliagAo irAo 2a, guardado o intervllo de 8
dias, dispensados os preges com abatimento de
10 /., e, se n'esta ainda nao encontrarem na 1"
praga lango superior, ou igual, uo valor dos mes-
mos bens, proveniente do referido abatimento de
10 %, iro A 3', cora igual abatimento de 10 %
e n'ella serAo vendidos pelo maior prego que for
offerecido, Bcando salvo ao exequente, em qual-
quer das pragas, o direito de langar, independente
ce licenca do juiz, ou de requerer que os mesmos
bens Ibe sejam adjudicados.
2o. Quando as execuges bouver mais de
um licitante serA preferido aquelle que se pro-
paier a arrematar englobadamente todos os bens
levados A praga, comtanto que offerega na pri-
meira praga prego pelo menos igual ao da ava-
liagAo. e, na3 outras duas, prego pelo menos igua
ao mator lango offerecido.
g 3o. E' licito, nao s ao execut do, ma3 tam-
bera A sua mulher, ascendentes e descendentes,
remir, ou dar langador a todos ou alguns do
bens penhorados at A assignatura do auto de
arrematagAo, sem que seja oecessaria a citagAo
do executado.
S 4o. Para que o executado, sua mulher, as-
cendentes, ou descendentes, possa remir ou dar
largador a. todos ou a alguns de seus bens pre-
ciso que offerega prego igual ao da avaliagAo na
primeira praga, e, as outras, ao maior querel-
las for offerecido. .
g 5*. Nenhuma das pessoas cima indicadas
poderA remir, ou dar langador a algum ou alguns
bens bavendo licitante qua se proponha arrema-
tar todos os bens, offercendo por elles os pregos
que na occasiAo tiverem.
g 6. A assignago de 10 dias substituida
pelo processo execulivo, estabelecido nos arts.
310 a 317 do regulamento n. 37 de 25 de Novem-
bro de 1860, effectuando 3e a penhora do immo-
vel ou immoveis hypothecados, seja a acgAo in-
tentada contra o devedor, seja contra os tercei-
ros detentares.
g 7. Para se propor a acgAo e effectuar se a
penhora, quando aquella for intentada contra os
herdeiros, ou successpres do originario devedor,
basta que o mandado executivo seja intimado
aquelle que estiver na posse e cabega do casal,
ou na adminitr^gAo do immovel ou immoveis
hypothecados, podendo a intimago aos demais
interessados ser feita por editaes, com o prazo
de 30 dias.
g 8o. Achandose ausente, ou oceultando se o
devedor, de modo que nao seja possivel a promp-
ta intimago de mandado executivo, se proceder
ao sequestro, como medida assecuratona os di-
reitos do credor.
Contra o sequestro assim feto nAo se admiltira
nenhuma especie de re'urso.
9o. AexpeligAo do mandado executivo, ou
do mandado de equestro, nos casos em que esta
couber, nAo ser concedida, sem que a petigo
em que taes diligencias forem requeridas seja
instruida com escriptura de divida e hypotheca.
10. A jurisdigao ser sempre a commercial
e o foro competente o do contracto, ou da situa-
go dos bens hypothecados, escolha do mu-
Liiftntp
g 11. Servir para base da hasta publica a ava-
liagAo constante Jo contracto.
Art. 15. ao executado, ilm dos embargos au-
risado3 nos arts. 577 e 578 do regulamento o.
737 de 25 de Novembro de ISoO.na. permittido
oppor contra as escripturas de bypolbecas cutroi
que nao os de nullidades >'e pleno direito, defi-
nidas n) mencionado regulartento, e das quesAt
expreseameule pronuciadas pela legislagAo hypo-
tbecaria; sub .istindo em vigor, quanto aos cre-
dores, as disposiges do3 arts. 61/ e 688 4o a
5 do dito regulamento, sem prejuizo das pre-
scripges do 5 do art. 240 e do g 3 do art. 292
do regulamento n. 3.433 de 26 de Abril de1865,
para os casos que nAo forem de insolvabilidade
Art. 16. Em quaesquer execuges promovidas
por credores chirographarios conira o devedor
commu poder o credor hypothecario defender,
por via de embargos, os seus direitos e pnvue-
*,
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Diario de Pernamhur.oQuinta-feira 30
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gios, ra o Bm d- obstar a venda do iramuvel
oo im'tujveis bypothecides.
Ari. 17. As letras hypothecarias, alm dos fa
Tores decretados pela legislante ero vtifor. goza
rio mais da isencio contenda p*la an.J&O do
regulamento a. 737de 1MH para o efleHu .la
nao serein fleohoraOar se ua* na falla absoluta
de outros beus per parte do deve tor, e po fin
er empreadas em fl mc.au fosela paulina,
crinmaes oulras, a oa conversas jos bra* de
menores, orphao, e interdicto*-.
A letra hy,M)thecarta prefere aiqaalqaartitulo-,
de divida cbirograpbaria-ou privilegiada.
Art. 19. Os bancos e sociedades de crdito
real e qualquer > apialisia podero tanibem fozer
emprestimos aos agricultores, a curto praio. sob
peubor de colli tas pendentes, producios agr-
colas, de annn.ies. machinas, instrumentos e
quae.-quer outros accessonos nao comprebendi
009 uas escnpturas de nypotheca, e, quando o
estejam, piecedendo conseniimento do credor
hypothecario.
g i. Este penh.r licar em poder do mutua-
rio e a prelado delle pri. veniente exclue todo e
qualquer privilegio, devendo ser inscripto no
competente registro hypotbecario, para que pos
ga pro uzir os seus devtdos effettos.
2 Sero punidos com as penas do art. 26i
do cdigo criminal a alenselo sem consent-
meato do credor e os desvos dos objectos que
tiverem sido dados em penhor para a celebra
fio de taes emprestimos, e bem assim todos e
quaesquer acto? praticados em fraude das ga-
rantas 10 debito contrabido.
3; a execucao dt-s'.e penhor serao observa
das a prt-scripoes los arls. 4o e 5o, qnanto ao
processo julgamenio e execucao das secces by
polbecariHs.
Art. 20. Ao i'xeculado nao permittido oppr
s escriiitoras e'byoothecas celebradas e inscri
ptas conforme os art-. 132, 133 e 134 do regola-
meato a. 3 453 de 26 ue Abril de 1865 ontros
embargos que nao os de nullidade de pl-no di
reno delinidos no regulaioento n. 737 de 25 de
Novemb o de 1850 e dos que s > expres-uinen-
te pronvmlatfKs p.-la l<'inluao hypdltaeearia.
l1." O-'ur'-'lores chirigraiihirii.se os porby
potheca nao ise.nptos en 1* lugar e sem concur-
rencia so por va de acca ordinaria le uullida
de ou 'Vscis.hj poderao invalida- os-effeitos de
i* ny.ioth -ca, a que compete a propriedade pelo
res|teativo registro
2 A disputa entra crelorcs, dos qoaes al-
guna leiiba hypotheca inscripta em lugar e
geiu i onoiir-encia, nao poJeri versar senao 8c-
kre o ponto restricto da prefer ocia
J 3. Venrtcada a annrhre art. 71 *3 'o reglamento n 3.471 de 3 de la-
ndo de 1865 ao poder o dcvedor nt hretico
ser execoiado por nenbum ootro credor, qual-
quer qne-seja a natureza do seu titulo.
4 Nenbum embargo, secuestro ou qualquer
accdo'iin'exenuclo pendente iinpeuir as socie
d des de crdito real de immittir se na posse
dos dens hypoihecados por raeio da antichrese
pelo tempo e pura os effeitos previstos neste de
creii
5:* \ antichrese devidameote julgada. nao
po: ser invalidada senao por senteuca ootida
em aceito ondina ia pelo devedor hypotbeca-
rio.
6 Mesmo depois de iniciada a accao ou
exea gao. e a qualquer lempo, poder a socie-
dad- de crdito real optar pela auliciirese dos
bens hyiiottiecados.
J 7o C >nsi lerara-se como feitos sobre primei-
ra hyi>oth -ca, <-m todo e qualquer caso os em-
prestimos destina los ao pagamento le quaes
fuer lvidas do mutuario, urna vez que a escri
ptura do contracto seja inscripta em Io lugar e
sem 'oncurren na, licando assim n-vogados o
art. 19 e -eus p.c-agraphos do regulamento de 3
de lauto de 1 -65.
ati. 21. Piran sojeitos jurisdi'cao commer
cial e fa leticia todos os signatarios de ene i tos
eommerciue*. coiupreh*n lidos os qu conirabi
rem emprestimos medanle hypotbeea ou pe-
nhor agrcola por sotana suo*rioi' a 3:000000.
TJTULO VIH
DI8POSICOBS IRA.VSITOII AS
Art 22. b'ica extuicto o prmlgiu das fabricas
de assu ar e miner cao, do qual traa a lei de
30 Agosto de 1833.
Art. 22. O governo, regulanwnlando o presen-
te decieto cusoilitando e modificando segundo
elle os decretos regulamen ara n. 3,453 de 26
de AIj I de 1865. o. 317t de 3 de Junho Je
1865 e n 9 549 de 23 de Juneiro de t886.
Ar'. 24 Fica.ii revogadas as leis ns. 1.237 de
2i .le SeiemDro de 1864 o art. i- da le n. 2.687
de 6 de. Novembro de 1875, e le o. 3.272 de 5
de Oulubro de 1885; e bem assim quaesquer
dispo.-icoes em contrario.
Sala das .-essoes, em 17 de Janeiro de 1898.
Manuel D-udo'O da Fonseca.Uuy Barbosa.
Francisco
o 1
do
cripturano da uiesmu repartija Joao
de Paula e Silva.
1* esonpturario da alfondega da capit
Francisco de Sallea&rretr Roas.
2* ecripturano ua referida altaadega, o 3
tiieesa nacional Qandnso Baa Meodonca
CarvkWu.
'ortr.ro da dita alfandiga o muadae Faiwto
Jo< do Amarai.
Poram aposentadoa :
O contador do iheaouro nacional Joa AfRmaa
de Garvxlbu ; o l' e<>oripturar os do oumoio tbe
i sooro, Guiibenn da Siiva-Lemos, Jos di Silva,
Lemos, Fred-rico Augusto de Lemos. Mximo
Amonio Barbosa Jox Antonio de Carvalbo, Vi-
ceate de Mello Wanderley, Maciei Pinbeiru e o
bacharel Jos Joaquim dos Res o 2*escripto
rario, Chrisltaiio Augusto Freiiag ; o Confeenie
da atfandega da capital, Jos Iguacio de Mes-
quita e o porteiro da mesma repartigao Luis Jo*
aquitn de Carvalho os doas ltimos a seu pe
dide.
Foram aposentados: o inspector da-The-
souraria de Fazenda da Babia Raymuodo da Sil-
va Cuuba e a seu pedido o inspector da Alian
dega do Rio Grande do Sul Beuto Jos M irns
de Menszee-; o 2 eseriptorono da Thesoonrrra
' de Fazenda da Parabyba Joaquim Francisco de
Nascimtnto; a seu pedido o 3escriptunirio da
Alfandega de Peraambuco J-.aquitu Emilio dr
Soasa Gouveia; os portelros: da. Tbesourana
de Faznda do Paran Francisco Libanio Gui
maraes e o di AlfanJega do Rio Grande do Sui
Beruardino Francis o de Freilas.
Foi no;ueado 2 escripturario da Ibes u-
raria de Fasenda de Pernambnco o 3' Antonio
Jos da Silva Sarment.
Foram nomealos segundos escriptaranos
da Alfandega de Pernambo:o os terceiros bacba
re Felippe Lopes rlelto e Tbomaz 0 lonco de
Micedo.
Foi exonerado- Francisco Barbosa de Paula
do lugar i.e procurador tiacal da Tliesouraria de,
Fazeuda do Lear.
bral Godolphim e Virgilio Laodeliao de Nora
ptw.
i 12 i-aaraen*--TiieoJJB: Jos- Olsaano de
Almeida Jsaura, Hs*eulas-a- de Aniujo,- Ze anua
OBbvier dm-Monaa* OaspanaB da>flSstra>Garnro
de 1a4o, AMredaJMbMro da. Co-la e feeyllsrd*
Gfcry.sosioaaode Queiroz; atiere: Er esi Mar-
oaade Awu|o. Riymunlo nonato da Silveira,
Hariaoo IHa-ambel da Cuaoeicia Jnior Chris
lojrao de HbUanda avataatte. Qa'lua- Froatiin
*>'
Uiaisterio da Harloha
-0 1* luachi'iisla da rmala Jeiouymo Dil
arle It d'igue= foi nomaauo director das offlc
uas de uiactnnas .0 Arseal de Marmba de Per-
aambuco.
O eapitao de fragata Manoe: Lourengo de
Casiro Rocha foi nouieado capito do pono do
Estado do Ceara.
Ministerio do Interior
Foiam Humeados : i Viw governador <'o
Estado de Minas Graes J"o "inhe.ro da Silva,
f Ur. Adiim > olyutbo do- Sautos Prese 3 "
bao ra re Pr.inrtscb d Paula Feneira R^zende.
Fui leme.ido se ret iriu do Esladc do Ceara
O Sr. Mauoel de Oliveira Paiva.
Foi uomeado ,iara servir como ofuVnil de
gabineie do Sr. ministro du ii.terior. o am.uiuen-
e do nie.-mu iiiiiii-teno Joaquim Mirques Al.a-
res de Castro Juniur.
Ministerio da Justica
Foram removidos :
O juiz de .lireiio Antonio Eucli les da S.ivera,
da comarca de Barras, de r> entrancia. no Estado
do.Piuuliy, para a de Pastor B' m. de 2* entrancia
uo Estado do Miranhao.
O juiz de direito Tboru Joaquim Torres, da
tomara deS Jiao de Monenegro. de entran
cia, no E udo do Rio Grande uo Sol p.ira a de
S -i bastiai de igual entrancia, no mesrao Estado
des.iii-mi rado daquella, pela quul opiou
O juiz de direito Antonio F rras da Motta Pe
irrita, da comarca de I jaiiy. de 2* eatrancia.
ao E -lado de Saula Catharina. oaru a dV Saqua
reuia, de i^uai eniraiicia, no E-lado do Rio de
Ju iro, a s.-u iiedidu. .
U juiz de direito Joaquim Antonio de Souz<
E.-puuia, da comarca de aeihe e. de rntran
eia, para a do Porto Seguro, ambas no Estado da
Blna
Fortn nomeados :
Juiz de direi'o -ia comarca de S. J o de M teorgro. Estadu do rtio Graude do Sul, o tiaeha-
rei G idolreiln Cunha ; da comun-a de Porto R--ai,
Bs!.: o de G yaz, o bacbarel Joaquim Fei| de
Albnqueique bttn, da d* Ci thte. np Estalo
da B.bia, o bacharel Felinto Justimano Per;ira
Barloe.
Juiz de direito da comarca da Palma, de len
Irano'a, no E-tado de G 'yaz, o bachaiel E luardo
Augusto Nogueira de Camargo ;
Juiz de direito da comarca de Barras, de !
entrancia, no Esl.do do Piauhy, o bacharel Joa-
quim Hibeiro Goualves :
Juiz de direito da comarca de S. Jo&o Baptista
do Rio Verde, de 1* entrancia, no Estado de S.
Paulo, o bacharel Antonio L me d Silva.
Foi declarado sem efteito o decreto de 13 de
Jo.'bo do anno pas-ado, que designou a comarca
de Carolina, no Estado do B.ir nlino, para nella
rer exercicio o juiz de direito Felippe Oaltro de
ustro.
Ministerio da Fazenda
Por decretos de 22 do corrente foram no
neados : __ : ''
Di ector geral do thesouro nacional o sub-di-
recior da Uireetona geral das rendas publicas,
arlos Pinto de Figuriredo.
Pagador g- ral do tbesouro nacional, o cidadao
JOs Joaquim Pereira Peaba.
For..m aposentados :
dnector geral do tbesouro nacional, Antonio
Buiz Feroaodes da Cunha, a sea pedido, e o pa-
adur geral do menino tbesouro, Jusiiniano Jos
e Barros.
Por mulos da mesma d-ta loram nomeados :
Contadores do thesouro nacional : o director
da seccao na estatisiica, exttncto bacharel Pran-
sco Jos da Rocha e o 1" escri ptura rio do dito
tie-ouro. Jus Ferreira Sampaio.
Subdirector da directora geral das rendas pu-
JHicas o contador Jos Ignacio Ewerton de Al-
meida.
! escripturanos do thesouro, os 2** Joaquim
Jjo- Maciei, Jos Eduardo da CosU e Cunha e
Bogeaio Mara de Paiva Rio.
Continuo, Valentiai Jos Tavares.
Conferente da alfondega da capital, o i" es-
Minlsterlo da Guerra
Por portara de 23 de Janeiro foram clas.-.i
ticados s seguales Srs. oUieiies subalterno :
Eiigenharul' bal ihaul'nmeiros teneutes :
All'jo-o Fi-ruandes Mon'.i iro u lanoccii :io de
B-iriose V iboo icellos ; segundo lenles An
tomo Carlos Silva do Bra-il, Manuel de Almeida
i.avaic me e Luiz Mana de Ueaurepaire Piulo
Peixolo.
V oaialhaoPnmeiros-ieueiites : T.istao de
Aleuoar Araripe soorinbo. Joao Biptista da Mu-
u e Quiiiuliauo w Suuzj e Mello: segundo te
nenies: Jos Joaquim Pereira Lj.u e Domingo.-
VllglIlO do NascimenO.
Artttkartal* regiment Primers-teneo-
te : Jos Goiicalvcs ae Almei Aiiionio Ma-
riano A.ves de Moraes, Majoel Xvii r oeOlivei-
ra e Ivo Uo Pra io Monte Pires ua Franca.
2* regiment Pnmeiios-teneu es : Adolpho
Augusto de Uliveira Galvdo, Heonque N-.gu. ira
Borges, J.o danoel ue Bruce "Jnior, Au^usio
CiULinalu de A. aojo, Augusto Mana Si-.-o.i. Pe-
dro Ferreira Nelto, Jos Bevaqua e Flelo Pires
Ferreira, segundos lenenies : Pedro H"ii ique
Cordeiru Juuiur, Mauoel Go calves da Silva Jos
de O.iveira G.meno e P.ulioo da nocba Fre
las; aggregados ao u e.-mo regiment: Nstor
Villar Barre.o Uiutiuho, Pedro Pauo de Castro
Cerqu-ira, Sebasliu Francisco Al ves e Jos
Eduardo branches de Moura.
3* r-gimeuto PrimenOi-tenentes: Antonio
Pereira ue Atuuquerque Souz., Francisco Meo
des da Rocha. Jos Mana Mj eir Guiinaraes,
Preluuiauo Ferreira da Ro ba e Joao de Aluu
queique Serejo; aggregados, pnuieiros-len-
les : y.iam Abraoiea e Haspuopbilo de Moura.
4o regiment Pi uieirus-teneul s : Margal Fi
gueira, Cas uno Pacheco de Assis.Trislau arras
Bai ,i- lo Leite. Alvaro Maraes Marn is, Fab.
Patricio de. Azambuja, Juveual de Maitus Freir
e Pamenio M ,runs Rangel.
5 regi.ueutoPnmeiros enenu-s : Je-onytuo
Vilella Tavares. Octavio Augusto Gonc.alves da
Silva, Egyio Talloue, Lafoyeite Barnusa Rodri-
gues Perelia. Ul.no Mauoel Crrela Julio Ceaar
B-irbj-a Peiiua, Jos Ame ico de Matms e Alo r
to ardoso de Acular ,^egundos-teneoles : Joao
Fulgencio de Lima MmdU, J >e C .nd.do da Su
va Muncy Claudio da Buena L na, V ctor EJu
ardo Iluto ni Auloaio Julio ba bosa da Franca.
F.aOCi.- o Ca aculo de Qdi'iroga Rosa e Jjio Ma-
riot; .g.renaios, primeiros ime ne-: Tooias
Beckcr, M-moei Pauloja Rodrigues e Anionm Au-
gaa o de Mo.di s. ,
Io Laiaibao Io leueule G idofredo de Mello
Barrt-to; aggr> gados, primeiros-teneiiies A fre
do U car Fieury de Va.-coiice.L.s e JueM->ria de U-.-qui'.a.
2o bataihao2 leinuie Aflbaaa de L-gorio Jo-
a.
4 batalhao1* lenene Francisco Mentes Je
Moraes; seguunus teneot s ; Felinto Aisino B>a
ga Cavalcaue e A'exaodre Jos liar oo-a Lima
5o batalbao Prtmeiros-leiieiiles : Joaquim
Ba.thazar de AOcen Soir, Pedro Alexandriuo ue
Souza e Silva, Augusto Tas so Fiagoso e Bonifa
ciu Gomes da Costa segundos lenles : Joao
Carlos Pereira lotapiua, Alfredo Carlos de Aze-
veda M rque Juiu Archimed: s Bacellar, Ma
no- I SoaieS de Luna. Amonio CaViilCanle de Al
buqu-rque. Alfredo L yrand ; aggr-ga ios : pri
iuel'0- leneules : Eug>uio Bitteiicuurt. Custodio
Gomes de S no-i Braga e Arisu.ies de Oiiveira
Goo.iirt
Cacallann -Io regimentTenenles : Alexan
dre Z arias le Assampgao Eduardo Jo- B-f-
boa Ju iior. Jos rasiiio de Ainornn Be/.erra
Jo-e da Sil* i Pessoa, Mano I Joaquim Machado
Ai lior Napolen de Oliveira Madureira e Joao
Ludgero dos Santos Aauar Conuy; alfares :
Francis. o eran da C >sta Kilbo rauta Antonio
da Hoclia Ceno lelino Pereira da Silva e Joao
Chusuo fereira de Carvalbo; agregados :
Gue avo Eus a^iuio d-Fana Leite. Alfredo Pe-
reira drC.rvaino e Augusto de Carvalho.
2 regim utoTemuie Luiz de MirandaAze
vedo j alteres o nado Ci ybio de Carvalho Li-
ma.
3o regimentTeneoies : Francisco de Piula
Noronha e Alvaro Pedreira Franco ; alferes Joao
Mara Ma alo.
4 regimentTenentes : Tnsto da Cunha,
Augusto Jj-Gon<;alvej da Silva. Antonio Telles
da Silveira, Mauoel Crrela de Mattos ; rifaras :
Joao Candido de assis, Luiz Alberto Portella.
Manoel Martiusde Vascoucellos, Felippe Anto
oio Cardo-ode Saata Craz P'irao
6o regunen-tt TnMit*i : Maaei Ftliuiano La
dislau dos Sauto e Abel Nogueira ; alfere : Ua
waldo do Najcimenlo Paeh-cj. CiiiilloBrandao
Trujano cesar, Jo&o Polyca oj T lemaeo Pedro
de astro Cercelet, Joao Evaugeiista Brrellos,
Fran-isco Xivier do Carmo Jnior e Joaquim de
Moraes Ca tro.
7* regiment-Teaeole Jos Joaqmm Dantas ;
alie es : Tilo Livu de Migalhaes. Jo- Joaqun
de izevedo Saidanha, Pedro de \lcantara Jnior.
Miguel Jos Vargas Gilca, Orozmbo Barnab
de Senna Oliveira.
8 regimentTenente Joaquim Mximo Ma-
dureira de S ; alfjres Joao Francisco da Rocha,
Francisco Craveiro de S, Anior.io Ribeiro dos
Santos.
Kt9 regiment -Teneotes : Joao Thomaz de Can
tuana. 3uilherme Augusto da Silva e JoSo Bap
lista Neiva de Figueiredo; alferes : Edgard Eu
rico i oemon, Epiphanio Jos da Silveira, Ar-
tbur Lauro di Maita e Luiz Pereira Pinto
10 regimentTenenie Pedro Pinto Peixolo
Veltro ; alferes : Oympio de Abreu Lima, Tno-
maz Braga, Deoclec.ano de Senna Oias, Ray-
mutilo Gmcalves de Atuvo Filho.Francisco Vir-
gilio de Carvalbo e Edoardo Honorio de Ait.o-
nm Bezerra.
lt regiment Tenenles : Manoel Jos dos
Saotos Barbosa, Antonio Mara das Mens Mar-
ques de Figueiredo, Eurico de Aodrade Neves
Meirelles, Pedro Nolasco Alves Ferreira. AlTon
so Carlos Barroim, Antonio Manoel da Silva C-
mara, Caodido Dulcidlo Pereira e Pedro D'Ar
tagoam da Silva Mondare; alferes : E-oesto
Frascisco Ornellas, Antonio Fraocisco Xavier
de Barros, Julio Mana Vieira, Augbs'o Ignacio
do Espinto Sanio^Cardoso/ Alfredo Saldaoha,
Frederico Augusta Xavier de Brillo, Nuoo Ca
23.* batatbo de infamara-Al'eres Annimo
Pereira, Entrico Guilherme Pinto de G^va.
DmsrinaM' Gomes da Rwto-Arsailo. Fernaudo
Jo#de Hsstas Costa, Alfredo Revrrirrt Piquete
Qatton Baaavolo.
Mr? bBMUiao Tenentes. Ifredode S >aza Men
das Oiytnpso Moreira da Silva Ca>tri. Antono
Luiz fegaades d Souza e AfPmso Grey^Marquez
de Soasas; alferes Antonio da.Rosa 'Pereira.-Al-
fredo Asuaislo de Luna RotHbo,- Tu le Sai>-
de Mesquila,Jos Aerelisa>Gomaat. Jo*oiLuis de N'-iva -e Lima e Pau-o Fernaudes da Soasa e Al
Soasa Piros. Baldme- do- Cuato Ramas, Jos buquerque.
Ribeiro Perwrae Praociseo- Candido de Brttto 25 natalbaoTenentes: Luiz Ignacio Domin
Maciei; aggregados alferes: Tholomiro de i gas e Aiooio S-basiiio Basilio Pyrrho.
Araujo e Silva e Zozimo AI ves da Siivfua. 26. b,.ialhfto Teae .tes : Gustavo dos Santos
Corpo de transporteTenentes: Cromando Sarahyba e Crodegaudo Meodes Ferreira ; alferes
de Bnto Bastos Joao Po da Penseca e Constan i Antonio Deodeciano Calneitos, Odidm Piol.gy
tira Aulones do Prado ; alferes : Eduardo Mon BrazUieQse, Joao Emilio Ramalbo e Symphronio
leiro de Barros, oao Baptista Xivier, Launudo | aes Brrelo.
Seixo de Brito. 27. batalhaoTenente Jos Bezerra de Mene
Infantaria-i* batalhaoTenentes : Rodolpbo' sesSa, alferes Muioel Rodrigues de Macedo.
Cavalcaue da Silva Pessoa, Napoleao F-lippe .\"^^27-.^. : A"^! ^"^ R
Aeb, Leopoldo Amonio Luiz
de Miranda, Jos
de Aleucar Aranite ; a feres : Joao Brum <'erei
ra GoOcaWes loao Baptista da Silva Carvalbo,
Antonio Jos Fernn.les Figueira Jnior Ma-
noel J"s Domiugu-8 Porlo, Joao Francisco la
Mlva Baga Ptibo, Secandino Eustaquio da Cu-
nha e Fraocisco d'Avila e Silva.
2o oatalhe Tenentes : 11 irado da Rocha e
Silva. Vicente Ribello Leitj e Manoel Vieira Lo
pes,
3o batalhao -Tenente Ernesto Marques Ma
chado ; alferes : Alfredo Aeveilland e Ladislao
Telles Pereira.
4* batalbao Tenentes: Jos Joaquim Teixei-
ra d Sjoza e Jo*e Xavier djs Aojos0
5i batalhao -Teoeuie Luciano Affonso Rodri-
gues.
6o batalhaoAlferes: Jos 4esjria Lopes de
Oliveira. Jguacio Antonio de Meuezes e Joaquim
Vieira da Silva.
7 bataihaoTenontes: Fortunato de Sannu
Das Antonio Jjs 'inheiro TupinaisbX; Carlos
Augusto de Souza, Jos B > ilfucfo e Anitrade
Vouuelli; alferes : Heonque L"fevre* Ignacio
Gomes ^ Costa, Vicior Vieira de Almeida, J iflo
Leopoldo M inieaegro da unha. Joao Baptista
A ihrou Cvileno, Alberto L'onoldo Xavier de
Azeveuo, Vicente Aanacio de Lm .
8o batalhaoTenente Manoel Lucas Evange-
lista.; alferes Luiz Alves.de Souza.
. 9 batalbao Tenentes : Jos Nicolao Tolentino
de Lemo Inno :encio de Sinf Vina Velloso ; al
feres Antonio Agripinho de Souza Nazareth.
10" b italhao Teneoles : Lu lero Jos da
Cruz, Manuel Raymundo deSousa; alf res. Leo
nidio urelia io de Almeida. Benlo Jos de S e
Figueiredo Jnior, Antonio dos Baotos Mendon-
ca, Francisco Ramos, S.Iveslre Martins B-zerra
rtraudao.
Aggregado -"ebasliao avalcante Laceras de
Almeida.
11. batalhao Agsregados : alferes Manoel
Onidre Muuiz Ribeiro, Antonio Pereira Ltttau da
Silva e Amonio Rodrigues Ramos.
12." btala o Tenente loao Baplista Kot.
13." bata bao Teneoles, M uoel Marq es de
:Souza e Cirios Ferreira da Fonloura Cuoha.
14 balalhSo T mente Manoel Vicente e Pi
abo; alteres Miguel dos Aojos Alvares dos Pri
zere*,Pilho e Joaquim Ba lu Pyrmo.
16 batalhao -Temutes, Ral Pedro Drum
mood Cabnia e Jos Antonio dos Res ; alteres
a.'o egado, Feliupe Finodico Morrourt.
17. baulnaoTenentes, Joiquim Jos Pereira
Jnior e Guilherme \ureRo do Carino; alferes
los Augusto Pereira Leite e 1-trcellino Jos
Jorge.
21.' batalbaoTi-n^nte Jos M-^ssias Ferreira
Pires, alferes Vicente Rebollo Leite Sobnnho
Antonio Pedio Snotarera e I s donorato Xivier
Mattoso.
22 batalhao Tenentes Messias Lulgero de
Uliveira Valladao pe'ro Carelioo Pinto de Al
meida e Innocencio Pabncio Ferreira de Mallos
alferes Jos Joaquim Cardoso.
irk e Annrade e Ildetonso Cotmbra; alferer
uiz Accacio Leyraua, Amador Barbosa,-Carlos
de Andrade Ataujo, Joao UcoOa Rodrigues e Mi
gutl la Cunha Martina.
9'. bitalbio1Tenenti? Francisco Ferreira Soa-
res a'feres Panlioo Jos da Silva Rosa.
30." batalhao IWlentes : Tilo Ray.uun lo de
Carvalho e Carlos Pacheco de S; alferes, Clrl-
mundo Adalberto Repomueeuo da Silva.
31. batalbao Tenentes: Leopoldo Antonio
Luiz de Miranda, Joto Candido Di mense Fetrei
ra e Antonio da --ilva Paraguass; alferes: Ge-
neraldo Gualter Pereira Machado, Alftvdo Arthur
Osear Marmho, Francisco Cabral ;a Silveira. Os-
ea Jos Martins. Joab Evangelista da Silva Ncry,
ArisiideB Theodoro Pereira oe Mello. Ben> venuto
de Souza Magalhes, J o Jorge de Campos. Cas-
siano Pacheco de Assis e Alipio Nobre.
32." baialhaoTeneutes : Luopnldo de Souza
Salles. Juvencio RodriguTs dos Santos p Antonio
Fran isc Correa ; alfe-es: Arthur de Laras Ri
bas. Lu Ferreira Prestes, Luiz Ferreira Soares,
luarte de Alleluia Pires, Joaquim Atves de Aracio
Reg, Eriest Carlos Cesar. Alfrdo-*oir s do
Nasciinento, Manoel M-irtencio da Fonseca. Emy
gdio Teixeira d'; Azevedo e Adolpho Ferreira
Barros Ptmtoura.
33 balalhftiM-Teneiites: Tbomaz Diniz Villas
Boas. loa Carlos Galbardo e Cbrispim Guedes
F-rrei'a ; alferes: Antonio Oympin'da Fonseca
Conu iho Alpiniano Santos Fernandes, Fausto
Augusto de Paula Barros Jos Viegas da Silva.
Alfredo Fernandes la Silveira ,Luiz Narciso de
Barros C-ivalranti. Manoel da Silva Pire* Perrei
ra, Antonio Martin de Mello, Antonio Gomes Pa
dilha e Eradlo B'aulm de Azevedo Leite.
34 batalbao -T nenies : Seraphim Jos do
Valle, 'bogo Antonio Baha Vilentim Pereira da
Guia e Luiz Z-'ferino Moreira; alfeies: Francia
co Antunes da Cota. Prandsco Haotfta T mw
de M-llo. Joaquin de Album Potenuy Francisco
de Paula Fernandes Baros, Jos AniaOJ l-z-r-
ra Cavalriintt, Francisco Ferreira Soares Valdo
miro O-wal lo de Azamboja Cabral, Joo '"*' i h|B~'------' I
mano da Silva Tavares, Joaquim Villa-Barreto
Coutinho e Manoel Joaquim da S Iva *aia.
35'batallan Ten-mes: Finaran Antunes
Br.izil Correa, Joao An u es Latto e Joo Ra bello
da lio fia ; alftres : Cicero Frnnklin d Vaseon-
cellos \i .nt 'iro, Galdino Ernesto da Silva L'Mte.
Julio Augusto de Mullo e Silva, vdolpho Jos de
Carvalbo, Beojamin da Cunha Moreira Alves
Abilio Augusto de Noronha e Silvsi Segisnando
Rolrigues da Silva, J-is Si nplicio de Senna. An
iniiio Barros) de Souza Sobrinbo e Joao de Dear
M mira de Car/alho.
36. batalhaoTenentes : Hy^no da Costa Nu
oes, Joaquim Jos ia Costa B; ros, Joaquim da
Silva SimOes e Antonio Bento da P-osta Real J-
nior ; alferes: Jos Custodio da Sifveira, Adolpho
Guilherme de Mirandi Lisboa, Alfredo arlos de-
I-aeema Gom-'-, Aloibtades de '.zambuja Cabral
Anhur G unes de Carvalho, Manoel eco Vergue;
ro, Arthur Pa>ente da Costa, Jos' Cap'tulino Fre:
re Garaeiro, Joaquim Candido Cordeiro e Fernan-
do de Souza e Mello.
Governo da Provincia
BELTORIO cora que o Evm. 9r. eonsclheiro llaaoel Alves
de Araujo entrego a aataninisiraeSo da proTinci
ao Ex ni. Mr. Dr. Hfglsmundo Antonio Goncalvs
em 141 de \ovombro do l'SSO.
Ittm. Exm. Sr.
De accordo com a circular de 11 de Mtr9o do 1849 compre me. ao pasear a
administr.-cao a V. Exc, dar as devidas informa^SaB acerca da marcha dos negocios
pabliooB.
FORA DE LINHA
Tendo o coronel do corpo de engenheir -s Jos Cerqueira do Aguiar Lima,
sido nomoado nter mente commandunte das armas da p.ovia ia, por portara do
M. nisterio da Querr de 8 de Jalho, assumio desde o dia 16 o exercicio d'aquelle
cargo.
Deaempenha com zelo e intelligencia esse distincto officitl o cargo que to
dignamente Ihe foi confiado.
Por portArta de 31 d'aquelle mez conced ao alferes do 14. hatalho dejm
fintaria Vicente Magno Mues | O das de 1 cenca com vencimeutos na forma da le
p^ra tratar de aua sade, e por 30 das ia mesma cuoformidade e para igual fim, ao
teneate do 2. ba alh o da mesma arma Manuel Mauricio Lopes Lima.
Em >0 de Agosto, de conformidade comy' art. 2 do decreto n. 2,844, de 9
de Novembro de 1861 e aviso-do Ministerio da Guerra de 30 de Deaemro de I8?>
nomeei o 3. juiz substituto da comarca do Recife, bacharel Benicio Nelson Tavares
da Cuaha Mello para exarcer int rioamente o cargo de adjunto do auditor de guerra,
coi substituirn do bacharel Braz Florentino Henriques de Souza, que exercia dito
.-arg e deixou de ser reoniuztdt no de juiz substituto.
ARSENAL DE GUERRA
Assumio em 6 de Agosto o exercicio do earn de director d'aquelle estabelleci-
mento o tenente-corunel de artilhiria Jorge D.niz de Santiago, para o qual foi no-
meado por decreto de 2U de Julho, em substituicito, do tenente-coronel do corpo de
estado maior de 1.a class-3 Antonio Florencio Pereira do Lago que foi mandado com-
mandar as armas da provincia do Amazonas.
Deaempenlia cum intelligencia e zelo aquelle funecionario o importante cargo
que lhe foi confiado.
A 1 ae Semoibro reassumio o exercicio do cargo de commandante da compa
nhia de operarios militares o teneate honorario do exercito Jos Francisco de Paula
Vellez, que renunoiou o resto da licencia concedida ltimamente por esta presidencia
vara tratameuto de sua sade^ revertendo ao seu tugar o escrevente de 2.a classe
alferes Raymundo de Almeida Sampaio, que se ach tva no exercicio d'aquelle cargo,
cessando de existir a interinidade de Venancio Hemeteno Lobo, Labat no do escre-
vente de 2.a classe. _
Por portara de 8 de Novembro conced ao mestre de gymnasti'ja Antonio Pe
dro Dionisio 3 mezes de licenca com vencimentos na forma da lei para tratar de sua
sade.
ARSENAL DE MARINHA
CoutiDa na inspectora d'es estabelecimento o distincta capito tenente da
armada Manoel Augusto de Castro Menezes, que a par do seu zelo e dedic*cjl> muito
b contribuido para o bom audamente dos negocios a cargo do mesmo esubeleci
ment.
Pelo uiiuietnriu d Marinea, segundo oonsta do nvlao n. 1,033 de 28 de
Agosto, to demittido, na mesma data, o escrevento da directora de construcvSes na
OBRAS MILITARES
''ontiua na direccio das Obras Militares- d'esta provincia o zeloso e intelli-
gente major de corpo de engenheiros Gregorio Thaumaturgo de Azevedo, que cota
muita dt-duacio se ha mostrado no desempenho dos negocios da reparticao a sea
cargo.
A 28 do Agosto ticaram concluidos os reparos que estavam tendo executadoa
sa Fortaleza do brum.
Do orcamento na importancia de 2l8|Jff41 daaaendeu-ae a quantia de 110^)00
oom salarios e a de 644I0 ooar. matertaes, resultando aaaim o sal0.0 de 43(>961 em
favor do Estado.
Acham se tambera concluidos os tratabalhos da substituicSo do antio encana-
ment d'agoa do quartel do 2. batalblo' de infanter a pelo novo systema da alta
presaio.
Tendo sido or; .das essas obras na importancia de 5805500 verifica-se o saldo
de 290 rs.
ESCOLA DE APRENDIZES MARIHEIROS
Pejo Ministerio da Ma inha foi nomeado em 18 de Julho para o cargo do
commandArte dessa esj.lt o 1 tenente d 1 armada JoSo Maximiliano Algemon Sid-
ney Scherfer, que entrn em exercice a 16 de Agosto.
Esne distincto offioml, que com ze.o dirige tSo importante estabelecimento, mili-
to ha contribuido para-o sen desnvelvimento e desojada disciplina.
E d 3t) de Julho, segundo consta de aviso da mesma data, foi exonerado Jos
Cancio t'avalcante de A'buquerque do lugar de professor da mesma escola e nomea-
do para substituil o Joaquim Estevea Alves.
Ao 2. teqente Jos Joaquim Guimaraes embarcado
pertencente a referida escola, foi concedida pelo respectivo
mezes pura tratamento de sua sade.
A 31 de Agosto ficou concluid a mudanca da escola do predio em que so
EO patacho Guararapes,
Ministerio licenca de 3
achava para aquello em que fuucciona a enfermara de Marinha.
CORPO CONSULAR
ora 1 de
De*volti de saa viagem a Europa reas umi o respectivo exercicio
Oulubro S J i A tonio de Araujo do LivramBnto, cnsul da Austria.
Em 15 de Outub o, reaseumio o exercicio, de v.i.ta da E ropa, o Sr. H. Nie-
rneye.-, c n u dos Pitaes la xos.
Tendo l.-.nca lo m 2 de Novembro o < ciimpr-; se > no Fxequatur Imperial
concedido nomeacao -o Si Di Antonio.de .'astro F ij p ra cnsul de Po tuga!,
nesta provincia, oom jurisiicyrw as d. Par-hy a e Rio tjrrande do No te, eyp.-di a
iCMnojbB con pe tenis as necessaias .rdena uara o re onhecimento officia: do Sr. Dr.
A:ionio Fej naq elle carao' r.
TR BCNAL DA RELaCAO
Contiiii na pre idenoia desse Tribunal, o conselheiro Quntino Jos de
Mira/d..
Por decreto de 3 le Ou ubr rindo, toi nomeado o ju z de direito da vara
do Commercio da & otare, i'esta c. piud, bacharel L bomas Garcv-z Par.nhos Montene-
gro para o logar da de-.emba/^a^or
Asumio o ex- r icio no -ia 5 do corrente
Uoncedi a esse magisttado, uo dia 6, tres mezes de licenca para tratar de sua
Banda.
Tendo coacta o a licenc/. un ojo gozo se chuva, o 'eoembargador Jos Ri-
de Aiiii.-id Santos re ss mi em > des t mez o .-.xiercicio de se 1 cargo
J.UJZES DE. OIBEITO
Por di^cre't c'e. 28 de JuaU ul imo foi reuiov do, pedi-io, o ju z de direito
be
ro
11 a a
oimhrj dcamarc. de Obiuos 10 Pa.j para a de Goyanna,
o (ib
provincia.
Ashhiio o exercicio > dia 2 de Ontnbro findo
Teudo si 10 por deere.m de G d Jul o utino designada a comarcu de Aguas
Btllaa para nella .er exerc ci o juiz d<: direao bacharel Liberato Villar 13. reto
'"utinho, no da 1 de Agusio prestou jur-ment e entrou elle em exercicio._
Falleceram, a da 17 de Agtnto o juiz de dieito di coma, cade Villa Bella,
bacharel Arco ci Peromu da Silv, e no Jia 13 d: Setembro o da de Bezerros, ba-
chure: Joaquim Gueones da Si'va Mello.
Por de reto de 11 de Setembro ultimo foi nomeado o bacbarel Carolino de
Leoni iV1mO8Jaia.de direito da comarca de Vill* Bella.
Asan uio o exercicio no di lo de Outubro findo.
Tendo 8 do p r decreto de 23 do mea fin o designada a vara do Commercio
da comarca desta c p tal, p ra neila Car exercic o o juiz de dir to bacharel Sigismun-
do Antonio Goncalvea, no dia 4 do corrente prestou e le juramento e tomou posse.
Por decreto de 2i de Outubro findo t'01 nomeado juiz de direito da comarca
dd Bezerros o bacharel Sebastin do Reg Barros.
-iesumio o ex-jroLio no dia 6 do con ente.
(Continua.)
Governo do Enfado de ernuui
unco
11ESPACHU8 DA il-.fttliTARIA DO GoVr.liN )
DO B8TA1DO DE PhHNA.MUlJCO, 22 i>t JA-
NEIK" DE 189U
Tenente Areelioo de Oliveira QOza. Informe
o commandante superior da guarda nacional da
comarca do Reeife.
Antonio Aquilino de Campos Informa oins
pector do Tbesouro do Estado sobre a conve-
niencia do pedido de que se trata.
AntHo Ce i enioo Leite. Informe o inspec
tor do Thesouro.
Albeiro, Fernandes & CAguardem o crdito
solici ado peto ministerio da guerra ao ministe
rio competente, segundo consta do aviso expe
dido a este governo em 21 de Dezembro ultimo.
Gommissao representante da sociedade de
scieodas namraes e de aothroiiolo^ia.Informe
o regedor do Gvmnasio Pern^mbucano.
D. Estevo Cavalcante. Deferido com officio I ticionana .-e apreseoiarap.ua
de boje ao inspector geral da instruccao puhli -a na^a- T
para mandar examinar, na forma do o 5 do ar
igo 13 do decreto n. 10.0I de 9 de Marco de
verno nao pode conceder passtigeos para a ca-
pital, ie if-iil.
Coupanhia t'eraambucana.lol'ormj o ins-
pector ua Tii.-'Sour.'.riB-de Fa/.eii.lu.
A ue^me ftifofnre o inspectordnThe?oora-
ria de Fazenda.
A me ma.Informe, o inspector da Thesoura-
ria de Fazeidii.
A mesma.Nesta data me dirijo ao ministerio
da justica no sentido de que requer a peticio-
naria.
A ine.-ma.Ncsla data me dicijo ao minuta-
rio da fazenda ne sentido requerido.
A me.-.uja. Nesta dala me dirijo ao ministe-
rio du fazenda no sentido de que requer a snp-
plicante.
Cl.-doaitfo Arrstheu da Rorhi Pereira.Re-
mettido i jun a medica lo Estado, a quem o pe-
lii-ionarto se apresemar pura serinspeccionndo.
Clninlo Guimares Ribmro Hachado.Re-
mettido i junta mlica do Estado, a quem a pe-
ser inspeccio-
na, Mauoel Jos de Castro Vilella. Para exercer interinamente essa ca.gu uomeei
de Setembro i andido arneiro de Albuquerque Lacerda.
Pelo mesmo -Miaiatcrio, conforme consta le aviso n. 1,759 de 10 de Setembro,
foi exonerado Joaquina da Silva abral do lug3r do escrevente dadir;c oria de ma
ch as, seudo nomeado para exarcer interinamente dito-lugar Jos Octaviano Nogueira
de Mello.
Para o lugar de mestre da segundo consta de aviso do Miniateri'i da Marinha n 1,4J4, Aristides Jorge Estrellas
coutra-mestre de igual ofBuina do Arsenal de Marinha na provincia da Ba ua.
Ao amanuense da secretaria da inspeceo Cleodon Augusto de Albuquerque
Chaves conced, por portara de 12 de Setembro, 3 mezes de licenca, na forma da
le, para tratar de sua sade onde lhe convier.
Segundo consta de aviso do Ministerio da M rinha n. 1,967 de Outubro, foi
nomeado, na musma data Crescendo Brnno para o cargo de director dad- officioas de
machinas do Arsenal de Marinha d'eata provincia -m suhatituicSo do 1." machinist
reformado 1. teuente (iab el Ferreira da Cruz, exonerado d'esse emprego que inte-
riaamen.e exercia.
Pelo mesmo Minisierio, conforme consta de avuo n. 2,002 de 4 de Outubro
foi nomeado na mema data o capito-teueote Rodrigo Nuno da Costa para o lugar
de director das pnicmas de construc(o naval do Arsenal de Marinha da Baha li-
cando exonerado de igual cv.rgo que exercia n esta pro^isoia.
De cont rmidade com o art. 2 > do regulamentto annexo ao decreto n. 5 622
de 2 de Maio de 1874 nomeei sob proposta do inspector do Arsenal de Marinha o
mestre das oficinas de oonstrucco naval Francisco Jomes de Figueiredo para exer
cer interinamente o ca/go de director dus mesmas offinas.
GUA-RA NACIONAL
"De accordo com a lei n. 2,395, de l de Setembro de i873, preenchi alguraas
vagas existente em varios corpos da guarda nacional.
1889, o 'ilfio do peticionario.
Francisca Mara da Annunciacao. Os actos
de 26 de Outuoro foram considerados sem effei-
lo pelo de 20 de Novembro, servindo de fun la-
mento a essa resoluc&o haver sido excedida a
atorisajao coot la na lei a. 2,<>il. Provida a
peticionaria em 26 de Outubro e annnlada a sua
nomeao por esse fundamento, allos sao tam
oein todos os actos que daqueHe decorreram;
cahendo peticionana receber do Thesouro do
Estado os emolumentos que pagou e devendo o
sea veocimento ser regulado como o dos pro
fessores que se acham dentro do praso para to-
mar coota das cadeiras para que foram removi-
dos.
Felippe de s e Albnquerque.Ao Thesouro
do Estado para pagar opportuoamente.
Francisco Cordeiro Fooseca de Medciros.0
concurso lera lugar em llaio prximo, de accor-
do com o ai ligo 83 do regulamento de 18.de Ja-
aeiro ae 1889.
Jos Marco3 Accioli Porreia Sendo menor o
peticionario, preciso se faz reqocimento ou au
tori.-aco pateroa.
Jos Joaquim de Azevedo.Informe o inspec-
tor da Thesoui ana de Fazenda.
Jo.- Francisco Florencio de Souza.Informe
0 inspector iferal da instruccao pub ica
i .ao Garlos de Moura.Informe o inspector
da Tbesouro do Estado.
Joao de Moraes aninsFilho. Encaminhe se,
devendo o peticionario'pagar o porte na repart
cao dos correi s.
Joanna Paula Porto Machado.Informe o ins-
pector da Tliesonraria de Fazenda,
Bacharel Jos Marianno Caraeiro Bezerra Ca-
valcante. Dvtendo cora officio de boje The
soura ia de Fazenda.
Coronal Joaquim Xavier de Moraes Anrtrade.
Nao ha qu detirir, visto" achar se provirio o
carao de promotor publico da comarca de Tn-
umpho.
Jo.- Izllco Martins Jnior.Deferido com cf
licio de boje Tb^sonraria de Fazeuda.
J.iaqunu G ocalves VieiraEntregue se este
reqneruneuto om o offic.io do juiz de direito da
cotnar a do Limoeiro de 13 do corrente
Manoel euigno da Silva.-rJnnte procuraco.
Manoel Marques de Abren orto, Reraettido
junta medica a qnotn o pe icionario seapre-en-
i.na para ser inspeccionado.
Mano!l Smygdio dos Santos.Ao Dr. juiz de
direito do 2o districto criminal do Recife, para
providenciar.
Simeao de Aze\edo Campos. Selle e volte
quereodo.
- 23-
Abaixo assianada;, costureiras do Arsenal de
Guerra.Aguardem a solicitado do ministerio Ja guerra.
A- mesmas. Aguardem a concesso do ere
du hoje snliciudo do ministerio da guerra.
Abiixo assignados cidadaos residentes na po
voacSo e frenuezia de Belm e comarca de Ga
brobd. >' vista do acto de 20 de Novembro que
luandou vigo-ar o Reg. de 18 d Janeiro de 1888
t podem ser nomeados professores pblicos os
titulados pela Escola Normal, quando nao ai-pa
recerem concurrentes as cadeiras vagas (lei n.
1,969" de 16 de Marco de 1889 )
Antonio das Chagas Rodrigues Machado.
Remetiido a junta medica do Esiado. a quem o
iit ticioaario se apresentar para ser lospeccio
oado.
Amalia Durvalina de Barros Mariano.Eatre-
gela se 8>. mente os documentos, mediante re-
cibo.
Auna Borges do Amara! e Meo.^-Este go-
lio.Selle e volte, que-
rendo.
Francisco Lucio de Castro.Aguarde o con-
curso, de accordo com o Reg. de 18 de Janeiro
de. 1888, e u vior, ex-vi do acto de 20 de No-
vembiode 1889.
Pelismioa Atves Cordeiro. Sim. cumprindo
pulido 11 aria a di-p is cao do art. 13 do regula-
mento da Colonia Isa./el. que exige niemnisa-
rfio proporcioual ao tempo que os menores tix
.permanecido naque I le estabeleciu.enlo*
Bacbarel Saldino Teixeira Lins de Barros Lo-
reto. Sim, com ordeaaJo n forma da lei.
Teuente Jos Aatouio finio, -la orme o com-
mandante superior da guarda nacional da co-
marca do Recife.
Jos da Malta Cardim. Informe o actual ins-
pector do Arseaal de Marinha.
Joaquim Manoel de Oliveira e silva -Entre-
gue se, mediante recibo.
M-ijorJo-e 'era! lo de Lima.Informe o ins-
pector do Thesouro lo Estado.
J.iaqoim Francisco da Silva.Informo o di-
rector da Escola Normal.
Alferes Luiz Bezerra dos Sa itos. Informe O
inspector-da The-ouraria de Kazeada.
Padre Lourenco de Albjqierque Luyla.
Iufonne o mep-'Cior da Tnesou an de Fazenda.
Manoel de Sju inspector especial de Ierras e colonisaeao
Manuel de llollaada Cavalcante. luorme a
cidadao director geral das obras publicas.
Manoel Florencio de Moraes Peres Informa
O n-pe .tor da Tne.-oiiraria de Fazenda.
Mana Thereza Gavalcaote de AlOuquerque.
Informe o inspector du Thesouraria de Fazen-
da.
Mara do Rosario Pioheiro.-Informe o inspec-
tor do The.-ouro do Estado.
Nioacia Gu-'des Moura Alves.Informe o ins-
pector da Tnesourariade Fazenda.
Nicas da Silva Gusmo Ao inspector da
Thesouro do Estado para eecuiar opportuna-
meute o pgameato.
Raymundo Theodoro Godlaho. Aguarde
concurso.
Alferes Severiano Jos da Silva. No caso ver-
tente facultativa a concesso da gratilicayo ds
tiiii'.a annos, e as circumstancias actuaes dos
cofres do Estado nao possivel atteader ao p :ti-
cionaric.
Simplicio da Cruz Ribeiro Ju lior.Eacami-
nhe-se, devdndo o peticionario pagar o porte na
rep-'.riicao dos Correios.
Superintendente da estrada de ferro do R:cife
ao Sao Francisco.Informe o inspector do Ta-
souro do Edado.
Th. Greit Westero Of Brasil Railway Limited.
Informe oinspector do Thesouro do Estado.
Tito dos Passos de Almeida Rosas Filbo.Ia-
forme o actual inspector do Arsenal de Mari-
nha.
Tertullna Mara da Luz.-Requeira ao Minis-
terio da Marinha
26 -
Abaixo assignados, propietarios e negocian-
tes do povoado de Lagoa do Carro da comarca
de Nazareth.Informe o cidadao director geral
de obras publicas, tendo em vista o despacho
;!e 2 do corrate.
Dr Antonio Miguel Pessoa de Araujo.Eoca-
ininhe se, dependo ser pago na repartigao doi
Crrelos o competente porte.
Antoaio Martins Alves de Carvalho.Ao com-
mandante do corpo de polica para proceder co-
mo julgar conveniente.
. Antonio Facundo de Castro Meaezes. Ao di-
rector do presidio de Fernando de Noronha pa-
ra informar.
r.
i

-!
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CT -


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--' ;




Diario de PeraambiimQuinta feir 30 de Janeiro de 1S90
I
I


Antumo Florentino de Olivein. Amante o
concurso.
Alvaro D=h<>a Cavalcante.Sim
Camilla da Careo.) Torres Junte a peticiona-
ria o titulo < que se refere.
Dr. Fernando de A jumo Gaspar. -Sim, pagan
do o porte na repart gao do< Cerreras.
Perreira Guun raes 4 CInformo Sr ios
pector la Alfan lega.
Herm-dinda Francisca da Rosa. Requeira ao
dirertur do Arsenal de Guerra.
Isabel I^iacia de Gus ou Villela.-Declare
(fuaes os servicos a que se refere a peticiooa
na.
Jos Adolpho Ro-lrigues Liroa. Informe o
inspector da Thesouraria de Paseada
Joo Guilherrae Dantas. Ao cidado director
geral de obras puhlcas par- informar.
Jos Jeronymo Basto II.Nao hi lugares va-
go.
Jos- Eleuterio de Azevedo. Informe a Int-m
dencia Municipal do Recife, tendo em vista as
razes al egidas pelo peiicionario.
Josepha Piepedigna Rabello Padilha.Remet
tido a a ni u sio incumbida de rever o orca-
mento >io Estado.
Jos Brai da Silva. -Ao director do presidio
de Fernando de Noronha para informar.
Joo G -mes da osla.Ao Dr. juiz de direito
de orphaos da comarca do Recife para informar
Bacharel Moioel Joaquim Machado Jnior.
Sim provlsoriamen e e sem vencimentos.
Mraoel Gimes na Sique.raAo D\ juiz de
direito da comarca de S. Berilo para informar.
Alfer-s Manuel M-ndes la Silva.-Nomeie-se
para o pon de alferes da 4.a companbia do
corpo de polica.
Man iel Ignacio di Silva.Ao Dr. juiz muni
cipal do termo de li >m Cooselbo para informar.
Bacharel Pedro F ancuco Crrela de Oliveira.
Informe o inspector d Tnesourana de Fa
Muda.
Torquato Laurentino Ferreira de Mello.-In
forme o inspector geral da Instrucgq.Publica.

EM ADUITAMENTO AOS DBSP \CH08 DO DA
24 DO CBRENTE
Antonio de Bu gos Ponce de Len.Prejudi-
cado.
As'.-pnco Minervino Meira.Prejudicado.
Temte Antonio Ajmuira Machado, -erejudl-
cado.
Capito Decio Augusto Rodrigues lia Silva.
Prejudicado.
Bachaiel E nesto Cnnha. Prejudicado.
Bacharel Francisco de AsS'S Pereira Rocha.
Prejudicado.
Capitao Joao Theodorairo Costa Mootciro.--
Prejulicado.
Bacharel Jos Moreira Alves da Silva. -Preju
rucado.
Pedro da Sdveira Loho.Komeie se.
Antonio til yin po de Azevedo Souza. Nao est
as o dices do decreto de 26 de Dezembro de
1889 e pniano sea elimiBado do numero dos
que tm de ser addidos as repartiges d'este Es
lado.
Autonio d. Burdos Pooce de Len,Prejudi
cado.
Teoente Antonio Francisco Cordeiro de Mello.
Prejudicado.
Au :u-to Xavier Carneiro da Cunha.Preju
dicado.
Antoi.io Carlos Cavalcante de Al uquerque.-
Prijudic; do.
Dominicos Theo loro Regueira Pinto de Sonsa.
Prejudicado.
Eiu.irdo Antuncs de Albuquerque Melle.
Pr-judicado.
Fionano Rodrigues do Passo.Prejudicado.
Bacharel Francisco Brederodes de Andrade.
Prejudicado.
Teoente Francisco Pereira oo Lago.Prejudi-
cado.
Maj ir kmacio Leopoldo de Albuquerque Ma
ranhao. -Prejudicado.
Jos Faustino Mannho Falco.Prejudicado.
Joao GostonNomeie se.
Jos de Calaz.me Vieira de Souza.Prejudi-
cado.
Jos de Barros Lms Vand rleyPrejudicalo.
Alferes Miguel Joaquim do Reg Barros.Pre-
judicado.
Olavo Co rea Crespo Prejudi-
AMKiilCA DO fUL
Joaquina Alves de Carvalho Veras, pro- adoerindo a esta manifestacSo a AssoclaeaoCom-
feuorf publica -E^m.nhe-ae. %"*, em ^ permaaente. pede a d8S0.
Hachar! Alvaro Uchoa Uaval ante. |uco da3 amilPiiJ, intimando o governo a resol
urnpra te e registre-ae e marco o prazo ver por si a questo da A rica Onental.
de li dias para entrar no gozo da licenca.' Lisboa 23
O estado doS nimos atracador; o povo pos
' -esso nao olha raa a a eonsiderages, pro orando
' por tidos os modos irrogar affrontas a Gr Bre
taoba *
Terca de 4.000 negociante! percorrer ro as
' rnas exitiindo em altos orados qae seja declara
I da guerra a Inglaterra, e pe lindo ao poro que
' se aliste no exercito c ..miada. "*"
O prestito imponente, sendo- reeebido por
loda a p re com entusisticas acclamages.
Os can ponios dos suburbios aftuiram em gran
de massa a esta cidade c seau^m ao couce da
proc'ssto cvica, entoaudo canges patriticas e
dando muito realce perspectiva com seos eos
turnes piltoresi-os e.variega ios.
A guamigo acba-se toda em armas e de
prorapudao. Patrulhas dobradas de infamara e
cavallana percorrem ts ras sem com'.udo o')
Starem as mantfestacOes publicas.
Desde hotem, ao meio dia. que esta capital
est em estado de sitio eotelegrapho sob imme
da a flscalisago dos agentes do governo.
A legago e consalado iogleze- esto guarda-
dos or numeroso contingente da gnardi muni
cipal.
O Sr. Glyra Pe're. ministro da Inglaterra junto
a esta corte, deu as ne-esaarias providencias
para que a esquadra ingleza do Mediterrneo
nao enirasse n'este porto, afira de evitar-se al
gum conflicto serio da maritihagem cem o povo
sobremodo exaltado.
O advogado
cado.
Secretaria
Pernambuco,
do Governo
.. de Janeiro
do
de
Estado de
1890.
11 porteiro,
H. Macitl da Silva.
Po
Ja
* tpartlci* da Pollcl
2.* seccJo.N. '1.Secretaria de
licia do Estado de Pernambuco, 29 de
neiro de 189. Cidadao.Participo-vot
?ae foram nontem recolhidos Casa de
letencao os seguintes individuos :
A' minha ordera, J is Gomes da Silva e Lau-
rentino Bezerra da Silva, alienados, com destino
ao Asylo da Tumanneira.
A' ordem do Dr. delegado do 2o districto da
capital, Anastacio Raytnuodo Guimares e Lura
Francisco de Olivara, conbecido por Lula Pato
a, por e utii'iaguez e disturbios.
A' ordem do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, Cosme Pereira dos Santos, co
nheiido por Jos Mana, Jovino Jos Joaquim de
A'meida e Joo Ferreira Das, por embriaguez e
disturbios.
A' ordem do do i' districlo da Boa Vista
Candido Jovino da Co-ta Doria, por disturbios
N sta data expeco circulares aos cidadaos-
iuizes muoicnaes desle Estado, pediodo m
mecam urna lista nominal dos reos pronun e
Ciados que se acharem ausentes, alim de que
esta chetatura possa providenciar em ordem a
serem elles capturados.
Tambem ueste data recommendo s autori-
dades policiae.- a mxima brevidade na forma
gao dos tnqueritos, sempre que occorrer qual
quer facto delictuoso, acerescentando que em
taes casos nao deixem le effectuar o respectivo
corpo de delicio, remetiendo ditos inqueritos
ao promotor publico por intermedio do juiz en
rainal a quem competir conhecer da culpa, sem
pre que te tratar de um enme publico, man
dando, porm, arcnival os quando se Iratar de
crimes particulares para, serem entregues aos
interessados e para que sejam pagas as cusas.
Sade e fraternidade Ao brigadein
Jos Simeao de Oliveira, mu digno go-
vernaiior provisorio do Estado de Per
nambucoO Chefe de polica, Antonio
Antunes Riba.
Pelo paquete inglez Amengua recebemos hon-
tem as seguales noticia: "
Paeifleo
Datas at 6 de Janeiro :
Em L'tua reuni-" o partido democrtico,
para proclamar a candidatura de Nicolao Piero-
la presidencia do Per ^
O general Alf^ro desn.entio, do Chile, a noti-
cia da uniao cora Echemque, que Ihe at'ribuiam
com o intuito de revolueionar o Per, afim de
declarar a gnerr. a repblica do Eqaador.
Cartas da Bolivia chegadas a Iquique. diziam
que em Anca cinnlavam com insistencia boatos
de prxima revoluco na Bolivia; accrescenian
do que recomecra vigorosamente o recrulameu
lo em todo o paiz.
Algumas pe mom receiavam prxima declara-
Qo de guerra ao Per, outras, e estas e n maior
numero, explicavam o recrutamentocorao medi-
da provocada pela sahida de Camacno e Pacheco
Cspedes de Puno.
De Moliendo, porm, chpgaram telegrammas
a Valparaizo que davaro como inexactos os boa
tos de disturbios na Bolivi i.
O ministro da Bolivia em Aisumpco, em no-
ta diplomtica acerca d questo territorial do
Chu'O. declarou, em nome epor ordem do seu
go erno, ao do Paraguay :
l. Que a repblica da Bolivia mantem a inte-
gnuade de seus direito sobre toda a zona terri
torial da margen) direita do rio Paraguay, com
prehendiaa entre a baha Negra e a desemboca
dura do Pilcomayo, em frente a Lambar.
2." Que desconhece todos o actos jurisdicio
naes adoptados pelo governo do Paraguay rea
nvaroenle aos territorios do 'haco, assim como
todas 8 arcoes emergentes delles, C'-entuando
os etTei'os derta noQeaco con ra as acquisi-
particulares ou conectivas fetas ou que se
rem sobre os indicados territorios.
O cjnselho le estado chiltno approvou o pro
toadlo assignudo pelos ministros do (hile e do
Per, que estipula o-stiruinte : o Chile perda as
dividas conlrahidasaffcia repblica do Per com
os emprestim s ne 69. 70 e 71, e em retribuico
o Per otiriea se a < bter que os pos-uidores de
ttulos rwpeit^m os arts. 4o, 7 e 8o do tr-tado
de Ancn. Obnga se tambem a que os ditos
posuidores declaren) o 'hile livra de toda a res-
ponsabiltdade no t .cuite ao assuropto guano.
Rio da Prata
Datas de Montevideo at i9 de Janeiro:
// Siglo, de Montevideo, publicou um tele
ramina expedido de Buenos Ayres a 9, segun-
do" o qual M.ou ftxado o capital do Banco Naci
nal em 30 000 000 de pesos, cabendo a respon-
sabilidade de dous quintos dessa quanlia ao go
vernoe a de tres quintos aos accionistas.
O citado diario, no dia 16, deu a seguinte no-
ticia:
O que lia de deniadeiro n?s versOes que cir-
culara, que estando reunidas varias pessoas na
asa de .u Iiencia3, interrogado o general Tajes
pelos Srs. Dr. TuIL Freir, Echevarra %,Giri-
baldi, reiteruu sua^ declaracoes de que nao ti
ola nem lera candidato prudencial e que seus
amigos podiam couiprometter-se com quem bem
Ihes parecesse.
O governo uruguayo decretou honras ofliciaes
ao ministro das reiacoes exteriores do Brazil
quando chegre a Montevideo.
Foram pjblrtados no Rio de Janeiro estes
telegramas:
Montevideo 22 de Janeiro.
Houve niodirjeacao no novo ministerio "chileno,
Velasquez licou com a pasta da guerra e Velas-
co com a da justic,a.
O couracado chileno Cochra*e ebegou a Pun-
ta-Arenas.
A imprensa daqui offerecer ao Sr. Quintino
Bocayuva urna festa luterana, na sua volla'do
Paraguay.
O club de esgrima prepara urna brilhante
festa.
Em '"ordova ter o ministro brazileiro rece
pgao esplendida.
O presidente do Uruguy assignou a le de
garanta sobre os bonds hypilhecarios.
Montevideo. 22 de Janeiro.
O Sr Quintino Bocayuva visifu hoje o presi
leute da repblica
Bueno Ayrj, 3 de Janeiro.
O Sr. Quintino Boiyuva telpgraphou ao Dr.
Pelhgrini, vire presidente da repblica, deca
rando que demorar se ha alguns das aioda era
Monievideo.
Chegaram 03 Srs. Dr. Moreno e coronel Gar
raendia que voltarao sabbado para Montevideo.
O Centro Republicano Brazileiro receber aqu
a raisso brazileira.
No Paraguay ser offerecido um lbum ao Sr.
Quiolino Bocayuva.
No P.osano tambem se preparam festas e urna
grande revista de tropas.
Os egociantes de vinhos do Porto c Lisboa
concorrem exposicao rural argentina.
O ministro do Per parti para Montevideo.
Montevideo, 23 de Janeiro.
A^parecu um novo diario colorado, que sus-
tenta a candidatura do general Prez presi-
d ncia da repblica.
25 de Janeiro.
O mimslro Moreno parti para Buenos Ayres
hontem e regressa sabbado para terminar os
trabalhos.
Ao embarque foi acompamado pelos minis-
tros Bocayuva. Z jallos e niuitas outras pes
soas.
Houve conferencia entre Bocayuva e Zeballos
sobre a qucstSo de Mi-ses.
Espera-se o coronel Dionisio Cerqueira para
firmar se o tratado, o que se realizar no sab-
bado.
Boje e amanha reaiizam-se conferencias no
palacio do governo no salo em que se celebrou
o congresso internacional.
Esta tarde Bocayuva visitar as redaeces dos
diarios.
Fazem-se graodes p-eparativos na legacSo ar-
gentina para o banquete que o ministro Zebal-
los val offerecer a Quintino Bocayuva, e ao qual
a.-sistiio o presidente da repblica, ministros.
,*orpo diplomtico, imprensa e outras pessoas.
INTERIOR
Reeebedoria do Estado de
Pernambuco
DESPACHOS DO DA 6 DK JANEIRO DK
1890
Bernardino Pereira Ramos.De'erido,
em vista das informacSes.
Machado C, Jos Pedro dos Santos
Cruz, Paulo Felippe de Salles Abreu, Tra
jano Jos D.n.z, Antonio Simdes de L roa,
Jubo P. Lobo e D. Emiliana Alex, ndrma
da S.lva Santiago. A' 1 .* seccao para os
fins devid< s.
D. Leonilla Eudocia de Moraes Ra-
bello.Informe a 1.a seccao.
-
Inspectora geral da Instrucco
publica do Estado de l'eroam
buco.
DK8PACH08 DO DIA 28 DE JANEIRO DE
1890
Pedro Pereira de Souza Lemos, pro
fessor publico. Encaminhe-se.
Amelia do Prado Ribeiro da Cunha
Souto Maior, professora publica.Enea
minhe se.
29
Serriliano Correia Maia, professor pu-
blico.Enea rain be se.
Laurino da Fonseca Eiina.Como re-
EUROPA
Conntriii AnKle-porlngaes
Foram publicados no Biu de Ja eiro estes te-
egr romas:
Li>ij'i, 2z de Janeiro
Il'iuv um grande meeting com o intuito de
reunir fundos para a resistencia. Varias casas
inglezas fecharam as poetas. Os negociantes ti
raram de suas vidracas os productos inglezes.
s estudanies da escola naval queimaram as ca
xas de biscoutos inglezes.
O governo estabeleceu a censura nos telegra-
phos.
s operarios entregaram ao Centro Cou.mer-
cial um protesto contra o ultimtum inglez.
Lisboa 22.
Na Hus-ia. como na Franga e Bespanha, a im
prensa en ni festa'se sympaibica a Portugal
O Jornal de S. Petersburgo de parecer que a
Iuglaier a de?e acceitar a arbitragem, sob pena
das outras potencias a forcarem a sso.
Em todas as redaeges dos jornies d'esta ca-! execugfto depois de veriucar se por es pago de
pital estao aberUs subscripgo^s destinadas a au- um anno a inanutencaj do cambio ao par de
xiliar o governo na construego das obras de de- 87 d. por 1*000. ...
feza de nossa cosa. Pareceodo consideraveis as obngagOes exi
0 povo obngou as casas inglezas a fecharem,' g< las do Banco, perjmittir-s.- Ihe ha amia poder
forgaodo tambem algumas asas nacioaaes a re-, effe. tuar todas s operages do commercio e m-
tirarem d.s vitrinas os gneros mglezes expos-! dusina por conta propna e de terceiros, cooce-
tog deudo-se Ihe \s< ngOos de taxas, mpostos e di-
urna casa de comeftiveis, prxima ao Arsenal renos em-determinados casos, e garaaiindo se
de Mannha, foi aped ejada pelo^ aspirantes, por Ihe a preferencia.
Sul do Brazil
Pelo paquete ug.ez Aconcagua, que pa.-.sou
bootem para a Europa, livemos as seguintes no-
ticias :
Capital FederaJ
Datas at 24 de Jaiiei o.
Abrir-se 23 a w-cincan dos accionistas
para o Banco dos Estams Uuid03 do Brazil.
A' tarde as aeges "pedidas exce liam ao nu
mero das que coustituem o apital.
O Sr. Visconde do Guafy dirigi a 22 urna
proposta escripta ao Sr. ministro da fazenda,
solicitando autorisagao para organisar o Banco
de Eraissao da regiao do N irte, com sede na
Babia e o capital do 150 OOO:O00, as condi-
gOes do decreto de 17 de Janeirj de 1890.
Cerca de meia noiie de 23 arder o chalet
restaurant do Jardim Zoolgico. A' esse pro-
posito escreveu 0 Paiz de 24 :
Bavia pouco mais de um mez que o re-tau
rante linha pasSJo a 6er propriedade de Mme.
Clraeuce Androu.
Por morosidade da transmissao do aviso a
estago de bombeiros mais proxina, que 6 a da
ra Oitj de Djzerabro. e devido mesrao eleva-
go do local em que e mamfestou o,rogo, pouco
ou nada se conseguio para a sua extinegao
0 subdelegado do 2o districto da freguezia do
Eoge'ibo Velho acudi solicito, acompanhado do
esenvo e de inspectores da quarteiro, pre
slando bons servigos em f.izar retirar dos apo-
sentos terreos algn i movis, louga e metaes do
servigo que foi possivel salvar.
Quando compare eu o pessoal de bombeiros
da estago de S Christovao, 1 1/2 ho-a depois,
nada tnais havia a fazer a;haodo se tudo retu
zido a cinzas.
O iredio eslava seguro na companhia Argos
em 3'>:00'JOO e pertencia, bem como a mobilia
existente a empreza d Ja-dira Ziolo^ico.
Sob o titulo Em'Sio e Crdito fcz o Htrnal
do Commercio de 23 as segrales reflexOes em
artigo editorial:
Questoes ha tao importantes pelas suas con
sequencias prximas e inevitaves que, em quaes-
3uer -.ondigSes. entendemos ser dever inadiavel
a imprensa chamar para ellas a atlengao dos
interessados Neste caso estao os difficeis pro
Dleroas que procurou resolver o recente decrete
expedido pelo Ministerio da Fa-.enda sob n. 165.
problemas cuja scISco interessa imraediata-
mente a lodosos habitantes do nosso paiz.
Cam as poucas linhas que vamos esrrever
nao BaMmos da o bita que consideramos estar-
nos tragada, porque naa mais pretendemos fa-
zer do qu>' ampliar noticias la conhecidas
0 de-Teto, a que nos referimos, versa sobre
assumpto econmico dos mais delicados-0 cr-
dito, de que a emissao de notas urna das fr
mas. Precede este decreto urna exposigSode
motivos, documento ootavel, ioipirado evidrate-
meote por um semimento de elevado patrio
tismo. Diz, com effeiio, um dos mais estimados
ecouomistas modernos que amortizar a divida
nacioaal 6 dever de patritica providencia, e
cilu com merecido louvor o exeraplo dos Esta
dos Unidos, que, de 1864 a 1887, pjr meio de
incessantes amort-zacoes, diminuirn! a sua di
vida nacional de. cerca de 2.000.000:0 Oi'00. .
Ora, a simples leitura da exposigo de mo-
tivos lirmada pelo Sr. ministro da fazenda deix
toa de toda a duvida que o ardeote desejo de
extinguir nossa divida interna fundada, em praso
relativamente cuito, foi a preoccupagSo quasi
exclusiva do illustrado autor do decreto n. 165.
Para alcangar e.-te seu principal intuito,
concebeu o Sr. ministro da fazen la engenhosa
combinagao, que parece-ios ser um tanto com
piteada e nao estar de iateiro accordo com o-
principios establecidos.
Da exposigo feita por S. Exc deprehende-
mos ter o Sr. ministro raciocinado assim :
Accumulando se animalmente certa quantia,
a qual se coniem juros, obter se-ha no lim de
um praso determinado urna somma equivalente
ao valor da totalidade, ou parte dos tituios da
divida fundada que se queira extinguir. Esta
accumulagao, que o Estado nao tem meios de
fazer, pode ser realisada por urna instituteao de
c-edito, cujas operagOes permutara reservar an
nualmente certa quota, por exemplo, 10 dos
lucros brutos. Em troca deste servigo, podera
o Estado dar InstituicSo o direito de emittir
notas com curso legal por importancia igual
das apolices que a mesma instituigao adquirir e
conservar com a clausula de inalie.naveis. Pela
emissao mobilisar se-biam as apolices, alias tea-
lienaves, e a insti'uigao de crdito, ou bancoj
eraissor. faria urna accamulago annual que per
mitiiria em certo praso a aanullago dos ttulos
da divida interna fundada.
Nao seudo provavelmente sufhcientes para
o H o proposto os lucros provenientei da erais
sio em taes condigOes, poder se ha dar tambem
ao banco o direito de emittir letras hypothe-
carias, baseadas em emprestimos feitos a la-
voura e outros ramos le industria annexos,
auxiliando se por este meio a industria agrcola.
Para lomar cfcaz este auxilio dando valor e
cred lo a letra hypolhecaria, o Estado gar ntir
o servigo dessas letras. Nao convindo, entre-
tanto, sobrecarregar o Ihesouro nacional com
onus directos, adoplar-se-ba a seguinte comb
nago : em troea dos favores rcennos, o banco,
duplamente eraissor, sujeitar se-ha A diminuigao
da taxa do juro das apolices. a qual ruara re-
dunda de 5 para 3 % "O prirneiro anno, e de
1/2 "/ ''In ca>la um d08 8eis "luos seguintes, de
modo que no lim do sexto anno deixarao as apo
lices de vencer juro3. ,
Sendo necessario, finalm nte, cuidar de. em
futuro mais ou menos remoto, tornar egular o
me; circulante, ohrigar-se ha o banco a trocar
por -"je la metlica, a voi tade do portador, nao
so vt utas que tiouver emittido como tambem
as do ihesouro ; deveo lete systema entrar em
que, de nurnero-as e variadas alterages. flcou
convertido na lei de 24 de Novembro. A nota
banca na, quanto a nos, s pode desempenbar
sua attl3sima fan gao qaando convertlvel em
moedametallica, vista e vontade do porta
dor.
as condigOes daquella lei, ou do recente
decreto a noa do Banco ser um titulo de divi-
da garantido por outro Ululo de divida. O fan
do em apolices do referido decreto; e servir
s para determinar o limite da emissao ; cum
pre nao qjecer que em coosequencia da aecu
mulacao-anuualmente feita pelo Banco (parli
iha de lucros entre a instituigao e o Estado) as
apolices flearao annulladas para todos os effei
los em pni que pode ser curto.
Pare.-e-nos tambera pouco prudente autori-
sur um banco de emissao para as numerosas
operages de varia especie a que cima nos re
ferimos. E' provavel que no regolamento para
execuclo do decreto n. 16o se tratar de atte
nuar os graves inconvenientes que dahi podem
resultar por meio le urna necessaria separagao
das carteiras, de modo que os descontos pro
priameote commerciaes sejam convenienteraen
te attendidos e nao flqu.m prejudicados por ou
tras operages de demorada realizagao.
As vaoiageos e preferencias concedidas ao
bancj sendo accumuladas em urna s entidade
e abrangeodo vastissima rbita, estabeleceriam
um quasi monopolio em favor dessa instituigao,
se nao fossem, como naturalmente se rao, defini-
dos e limitados no ngulamenio os Casos era que
podero ser coa didos taes favores, que Jevem
alias ser compengados por beneficios de cara
ter geral.
Na amplitude que nos parece resultar das
disposices do decreto, o novo banco seria um
coucurrenle Uo pederso que faria desanima
rem todos os ramos de industria e a iniciativa
individual.-
, Convencidos de que scmelhante resultado
esta ronri das intengoes do Sr. ministro da fa-
zenda, (tamos da sua itiustrago, que mediante
modiflcaeaese limitagOes razoaveis, nao poderao
deixar de ser altendidos os justos inleresses do
commercioe da industria do paiz.
Est (sio no interesse nao s do Estado co
mo do prnprio banco, que se vae crear, e cujos
instituidores nao podem querer facultades iiii
mitauas, porque nao ignorara certamente que
todo o poder sem limites tende fatalmente a
abusar de sua forga, e que os abu-os enervara
e destroem era curto prazo as mais poderosas
orgaoisages
EMtado da Baha
Nao tiveircs folbas desse Estado.
A c cta da sesso antecedente foi approvada
sem debate sendo dispensada a teitura a reque
rimento do Sr. accionista Izidoro Bastos de Oli-
veira, visto ja ter sido publicada pela imprensa
de conformidade com a lei. #
0 Sr. presidente observa que sendo o objecto
da sfsso de hoje a discussao dos novos esiatu
tos confeccionados pela conmi-soanteriormen
te para isso nomeada ia-proceder (aturado
projecto apresentado, o que se effectuuu por ar-
deos, que foram approvados cora alterages em
relagoo aos de ns. 6,12, 33, 36, 47 e 48 apre
sentadas pelos accionistas Sebastiao Lopes Gui
maraes, 1 jdoro Bastos de Oliveira e Claudio Du
beux, e bem assim o seguinte artigo additivo
pela propria commisso apresentado, s pode
ser eleito fiscal accionista da mesma cumpa
ntiia. *
0 Sr. director Manoel Joo de Amorim. blen-
lo a (>alavra. dlsse ter o gerente Sr. Clemente
Lima, p r officio de 31 Je Dezembro prximo
passado pedido sua exoneracao desse cargo, e
que Ihe sen lo concedido a directora procura
preencher o lugar com pessoa idnea; disse
mais que aproveita a opportunidade para em
nome da directora agradecer ao Sr. presideote
da assembla geral os servigos que com solici
lude tem prest ido mesma e companhia prtn
i-ipalmente aos relativos confecgo dos novos
estatutos onde mostrou dedicago.
O Sr. presidente agradecerlo essa fineza do
Sr. director, declarou que tem apnas procurado
corresponder contiangae attenges da direito
na o dos Srs. accionistas cumarindo assim um
dever o qual continuar a cumprireraquanto pu
'ier porque tem nisso a maior satlsfagao.
Pedindo a palavra o Sr. accionista Claudio Du
beux para apresentar urna proposta, disse em
vista da communicago que acaba de iraze a
assembla geral o Se lireelor Manoel Joo de
Amorim, de haver siJo dispensado dos si rvigos
da erencia da companhia o Sr Ciernen e Lima,
proponho que se consigne dm acta que a assem
blea geral, tendo scieocia de haver o Sr. Cle-
mente Lima resignado o ca go de gerente da
companhia, agradece Ihe o servigo que no perio-
do de dez annos com intelligencia, actividade e
ini'xcedivel zelo prestou mesma companhia.
Posta a proposta discus.-o foi approvada
io- u-ino mu ntn.
Nada mais havendo a tratar o Sr. presidiante
declarou encerrada a sesso s 2 horas da tarde
e para constar lavrei a presente acta.
Sebastiao Lopes fuimaraes.
Secretario ad hoc.
THAmRIPCES
quer.
Jet
quer.
Alves Pereira Lima.Como re-
conservar exposias latas de iscoutos Brignt.
Anda nao sa sfeitos, os mesmos aspirantes
apoderaran) se das latas, esvasiando as no mejo
da ra.
A imprensa ingleza aconslha represalias, de-
claran Jo em artigos furibundos que os portu-
guezes, dando pro vas de srmelhante ra va im
potente bem mosiravaru que deecendiam de
uma raga de trali ;antes de escravos pilavras
texiuaes.
O governo, no intuito de evitar successos mais
nos servigos de imcuigragao, lOlonisagao, minera
gao e vatros por con la do Estado, alm de cesso
graiuria de Ierras dev. Utas e direito le desa
propriagao na lorma da lei.
Tal nos parece ser em resumo a combina
gao do decreto de 17 do corrate, engenhosa.
carao 'ii-senos. mas tamnem muito complicada,
circumstaocia que servir para desculpar algu
raa inexactido que, porventura, hajamos com
mettido.
Nao podemos, todava, concluir esta noticia
graves, prohibi que l jornae3 tralassem da sem algumas ligeiras observages.
uuestao anglo portuguPia. Relativamente emissao bancana pensa-
Os ope arios, cm grandes prqcisoes cvicas, mos hoje do rnesmo modo que pensavamos
represeniam contra o ultimtum da Inglaterra, qaando foi apresentado no senado o projecto
As ele?es
(Gazeta de Noticias, do Rio de Janeiro)
Tratando ha lempos da questo, importantis-
siuj para as eleiges prximas, da incluso do
poderoso e inlelligente elemento dos nacionali
eados na chsse ios eleitores, lembramos a con
veniencia de fazer se ex ofp;io o alistamento ge
ral, procedendo se s excluses respectivas,
quaodo terminado o pazo dentro do qual se
p- multe a recusa do direito mesma nacionali
saco.
Nao sabemos al que ponto ess alvitre tenha.
sido acceito pela illuslre coratn^o encarrega
da d'este impo tantissimo tr.ibalho ; mas. urna
vez que ella esta reunida, fazendo estu los e
activan o a confecgo dos regulameatos de que
est n.'umbida, nao demais apontarao seu cri-
terio e competeocia diversas ponderages, que
sao feitas a tespeito das eleigoei prximas.
Pde-se discutir em these. se ha coovenieo
ca em o poder publico levar at o eleitpr o di-
reito de voto, ou se ao candidato a esse direito
corapete requer I o ; as nradiges, porm, em
que estamos, atienta a nossa educago poltica e
atteota sobretudo a exiguidade do prazo, dentro
do qual se deve fazer o alistaineo.o eleroral,
parece que ao Estado cumpre o dever de fazer o
arrolamento como se fosse um trbalho de a
tatislica.aproveitando como concurso poderoso
para a confecgo das listas o acto vol tivo dos
cidadaos, mas buscando meios de completar em
Cada localidade as omisses de que os nos?os
hbitos de indifferenga fariara com certeza re-
sentirse os quadras elcitoracs.
Era relago ao elemento oacionalisado, j o
diss mos, o alistameoto ex-oficio impe se corao
umi necessidade, pela razode que nao se deve
ODrigar a requerer titulo de eleitor -o que urna
manifesiago directa da vontade de nacion-tlisar"
se iquelus a quem a lei deixou a Derdade de
na ionaltsar se sera neohuma forraalidale acti
va. e i rnente por omisso de di-ctaragei. per
ante as municipalidades ; em relago ao ele
ment nacional, a mesma providencia K faz De-
cessaria, e por muitas ra E,n p neirn lugar, sendo iadispensavel o
alistamento tx-oflkio dos nacionalisados, seria
extraordinariamente trabalhoso, seria raesmo
iuexequivel vista da urgencia do servigo, ura
p-ocessu de alistamento especial para aquelles,
e simultneamente o processo de alistameoto
destes ; em seguado lugar, feto ex officio o alis-
tamento dos nacionalisados e voluntanamen e o
dos oacionaes, quasi certo que este (icaria
numa proporgo de extrema inferioridade, e
iiaiii um vicio na base da representago. nSo
porque hou'esse mal era que os eleitores naci
nalsados Bcassem nessa p siga) de superiori
ade numrica, por Isso que a adopgao da nova
patria importa adoptar ioteresses geraes de
t mos nos, mas porque na realidade ficaria enor
meraente desfalcado o quadro eieitoral.
Basta lngaros olbos para ura passado recente,
que. se reconhecer o pouco zelo em que por ha
biio teos os nossos dir^itos. R'damavase
constantemente contra o alto censo que fez me
nos de duzentos rail eleitores em um paiz de
doze mi hes de habitantes ; gritava-se contra a
u-urpago do direito do voto; clamava-se contra
a verdade da represenlagao nacional ; mas,
quando cbe*ava a poca das revis s eleitoraes,
salvo excepgoes rarissimas, os qua^ros expen
mentavam apenas iasigoiticaoKvaugmeuto, e este
mesrao devido, n 10 a iniciativa do cidado, mas
ao trabalbo dos capatazes eleitoraes.
Diro que essa indifferenga que senotava pela
ausencia de candidatos ao direiio de eleitor.
pode notar se depois do alistamento ex officio,
pela falta de concurso do eleitor s urnas ; mas
nc9secaso toda a argumentago faina de fun-
damento. Ha milhares de eventualidades im
previstas que fallam de ura momento para outro
ao senttraento popular, e oestes casos cada um
o prirneiro a ter o maior interesse era concorrer
s urnas ; baja vista a questo abolicionista, baja
vista as ultimas eleiges republicanas. Em po-
cas norroaes, possivel que continu essa in-
differenga ; mas, qu ndo qualquer problema
agitar o espirito publico, necessariameute a-von-
tade do pa' ha de querer fazer-se sentir ; e
mais patritico ir ao encon ro dessa vontade
para conferir-Ihe um direito de que elU nao co-
gita hoje, do que apegar se a "formulas-r dineiras
pa a ao poder dar Ihe tal dlreiio no momento
em que ella precise delle.
REVISTA DIARIA
ASSOCIAgOES
Aeta da Meaao extraordinaria da
asa minea geral dos Nra. acclonta
tas da Companbl : l'eriinmbuoana
aos 14 diua da mea de Janeiro de
1900.
PRESIDENCIA DO 8B. DR. JOS NICOLAO TO
LENTESO US CAKVALHO
Ao meio da, achando-se presentes os Srs. ac
cronistas Arthur D illas, Baro ue Casa Fone,
Claudio Dubeux. Iidoro Bastos de Oliveira, J.
H. Box* II, Jos ClomeotiuoH-nr ques da Silva
Dr. Jos NioloToleniino de Carvalho, Manoel
Joo de Amorim, M Calmon Brothers & C, e
Saunders Brpthers & C, represe dados pelo Sr.
Julio von Schsien, Sebastiao Lopes Guimares,
V. do L'vrame.nto, Wil.-on Sons 4C repri-sen
lados pelo Sr. R. A. Mather, representando o ca
pital de 616.700*1)00; nao leudo comparecido
por motivo de molestia, o Exm. Sr. conseltieiro
Dr. Jos Rernardo Gdvio Alcotorado, presidente
da assembla geral. foi esse luga oceupado pelo
secretario da mesma o Sr. Dr. Jos Nicolao To-
lentino de Carvalho
O Sr. presidente declarou aberta a sesso vis-
to aver numero legal.
Sendo dispensado de oceupar o lugar de se-
cretario o suppleote J H Boxwell. por ter alle-
gado encomtnodo, o Sr. presideote convida o ac
co lisia Sebastiao Lopes Guimares para oceu-
par o mesrao lugar.
Conaelhos de IntendenciaPor a tos
do cidado governador deste Estado foram nj
meados intendentes d*
Nazareth
MaHoel Dionisio Pereira, servindo de presiden
te, Antonio Xavier Carneiro de Moura e Antonio
Jos Lopes de Albuquerque. Junitr.
Grvala
Antonio Avelin > do Reg Barros, servindo e
presidente, Josirao Bezerra de Vasconcellos Tor
res e Manoel Bezerra de Siqueira Hamos.
lesqueira
Dr. Francisco de Fre tas Caraciolo, servindo
major Satyro Ferreira Lete.
Muribeca
Coronel Joo Paulo Carneiro de Souza Bandei
ra. servindo de presidente. Manoel Carneiro Leao
e Dr. Sopronlo Kuiichiniano da Paz Portella.
Victoria
Dr Luiz de Caldas Lias, servindo de presiden
te; Thjodomiro Christovao do Nasmento Valois
e Luiz Ignacio de Andrade Lma.
Tabellionato do Recif Por acto de
h>ratera do cidado gobernador deste Estad -, foi
nnmeado tobellio de notas da cidade do Recife,
Pe tro da Silveira Lobo.
Ewcrivao de orpbos Por acto do mes
mo govenudor, de igual data foi nomeado es
crivo de orphos do termo da E cada. Joao
Goston.
Folbeto A Livraria Franceza obsequiou-
nos cora um cxeuip'ar d > folbeto que, sob o litu
lo A sita ao da r publica e a sua orient'cao, pu
blicou o Sr. Dr. Lourengo Bezerra Carneiro da
Cunha.
Agradecemos o mimo.
Bancos dcsta pracaOs estaiielcciraen
tos bancarios desta proca/de acord com a As
so iago Comrnercial, resolveram do mez prxi-
mo por diante fechar o expediente de rec> bi
iGfntos e pagamentos s 3 horas 'ia tarde.
Snnta Bita de Cansa-Hoje, s 6 horas
da tarde, devem reunir se os confrades de San
ia Rita de Cassa em collegio representativo,
para presiago de contas e outros assumptos.
Artistas Mechanlron e Iiiberaes
Os membros dessa associagSo di-vem reunir s"
hoje, s 6 e 1/2 horas da larde, em assembla
geral. para eregerera a sua nova directora para
o anno social de 1891 a 91.
Casa de Detenco -Perante junta de
fazenda do Toesouro do Estado lera lugar hoje.
aomeio dia, a arrematagao em hasta publica do
fornecimeoto de 3!00 raciros de algodo mes-
ciado, para vestuario dos presos pobres da Casa
de Detengo.
Estado do Maranho 0 Jornal do
i'ommercio, do Rio de Janeiro, publicou estes
teleg a urnas :
S Luiz do Maranho, 22 de Janeiro.
Ch.jgou hoje e assuraio a admtnisirago o Dr.
Pcrciuncula, vallando ao cargo de chefe de po-
lica o Dr. Va relia.
Este reuni hontem em palacio diversos cida
d.is para deliaerar s>bre a nomeago de um
cimmisso que ahi advngue a restilugo de
400: OOiOOO per encentes ao Estado do Mar
niiao, lecolhidos ao ih-souro Nacioaal e prev
nientes do imposta de cannas de Trapahy.
Fo-ara norneados: Hennes de Souza, Tcixeira
!e. Siuza. Eliezer Tavarei, Sebaslio Ewrton e
R-rngel Pestaa.
Foi tambem nomeada a commisso que redi
gira a representago para ser remettida com
u-i-so d'ahi.
Hoje ha uma raanifestago ao Dr. Varella.
A popmago licou satisfeita com a sua admi
nistrago.
23 de Janeiro.
Teve csplend da manifes'ago o Dr. Varella.
que foi acompaohado por raunas pssnoas e pro
nunciou ura discurso, agradecendo ao povo.
Serwico militar Hoje superior do dia
o cidado capitj Manoel Anseitno, e faz a ron
da de visita um sub. Iierno de cavallaria.
Oi4" batalbo dar a guaroigao da cidade e
o 2" o official.
Foi addido ao destacamento de cavallaria o
alumno da escoia militar da Capital Federal,
Aristides Ferreira Bandeira. que por portara do
Ministerio da Gu rra de 13 do correte, obteve
3 raez-s de licenga para tratar de sua sade
neste Estado
Mandou-se que seja apresentado a del -gacia
do cirurgio mor do exerciio no dia 31 do co-
ren e aflm de ser inspeccionado de sade. con
forme solicitou seu commandaote em officio n.
69 de 27, o cabo de esquadra do 14 de infanta
a, Jos Pereira Guimares.
Alistaran) se como voluntarios 16 paisanos.
Comarca de Bom coime no Sobre a
situago desse muiiicipiodao uos noticias pouco
lisongeiras, fazendo se a mesma siluagao por
isso c edora de providencias que Ihe attenuetn a
oppressSo m que acham-se os habitantes.
A esse estado o nosso missivista d'alli j allu
dio em carta que ante bontem publicamos; e
anda consta-nos que urna commisso j t expol-o
tambera ao digno governalor, do qual nao de
raoraro, por certo as providencias, soliito
i'Oino em bem curar dos ioreresses da popu-
laco contiada sua admlnistrago.
No entre anto aquellas noticias a que nos re
ferimos. affinnam que a affliccao daqu lies povos
excede muito 4 de>cripgo Ja referida carta e
exposigo que a commisso lizera ao Exm. go-
veroador.
O governo nao se recusar a soccorrer os emi-
grantes, que, faltos de tudo, mortos de fome,
teein afluido para a mencionada villa, cujos ha
bitaites em grande parte por seu turno sao
carecedores, pelos effeitos da secca do soccorro
publico : a cnse doradora que tem-n'os perse
guido. reluzo-os extema p--nuru.
E para que o soccorro do poder publico nessa
coojunctura afflictiva deixe aps si, alm do
grandioso da salvago le vidas, um effeilo os
tensivo de interesse geral e de salisfac&o ne-
cessidades materiaes da localidade poder-se bia
autori8ar a conslrucgio da cadea e do agude,
obras de grande preciso aaquella villa, para
aellas ser aproveilado o trabalbo dos carentes
de soccorro publico.
N8811 servigo poder-se ha despender uos de
cooios de ris : a av.liago calculada. Mas,
anda quando suba a mais alguna causa, nao
ser razao para omillir se a provideocia, que se
eoeabega precisamente na verha geral de soc-
corros pulili o< ; pois, asjiin. ao passo que se
proporclooa utiluieoie aos lgidos da fome e
da oudez um recurso seguro, que os ba de alea-
lar e reanimar, dota s ao mesrao tempo o mu-
nicipio com a atisfago de n cessida es reaes e
pela quat ha 'muito reclama dos jodores p-
blicos o raesmo municipio.
Escala TVoraaal -Eis o resultado dos exa-
mes de sufficiencia procedidos boutetn na Escola
Normal. s
Cario a da '"ruz Ribeiro, di-liricgo.
Francisco Berengu :r Cesar Sobrtoho, plenamente.
Francisco Caraciolo dos Santos. dem.
Methilde de Azevedo Villarouco, idem.
emvin la Telle.s de Lcenla, idem.
Luiza le Azevedo Villarouco, idem.
Josepha Hyppolita Ferreira de Castro, appro-
v da.
Amalia Faria de Vasconcellos, dem,
intonia Joseuhina Correia de Albuquerque,
idem.
Antonia Zeferina de Vasconcellos, idem.
Francisca Tho nazia Pontes, i e n.
Mara Carmeina da Purificago e Silva, idem.
Portugal So"> esse titulo publicou aGazeta
de Noticia, do Rio de Janeiro, o artigo abaixo do
dino portugus Vntonio Teixeira KoJrgues,
que desejaudo concorrer com um donativo para
a emergencia de sua patria e por outro lado dis-
cordando dos alvitres propo-tos pelos seu3 com-
patriotas e disiinctos filbos do B a-til que se tem
asso> iado aos de Portugal, expe no mesrao ar-
tigo o modo prati :o de realisar se a idea, tao
completa como ella coacebi la.
Bera merecem da patria aquelles que nella e
fra d' lia manifestara seu acry;olado patriotismo
o que, reunidos como um s i m-ra se levam-
lam para reagir contra aggresso brutal que
no mcuIo de progresso e de humanidade ostenta
o forte Contra o fraco. .
Se esses adquirem jus admirago univer-
sal, o que nao mer< cera outros que ligados a es-
sa patria pelo respeito e amor a seus antepassa-
dos, vem dar o nobre exemplo to seu civismo,
offertando boa parte de ua fortuua para disfor-
gar a uffionta t
Dentre e^ses, parti o primai-o brado, do
respeiiavel chive do jornal o Paiz, offertando
perto de 40.000J no caso de que fosse declarada
a guerra entre Portugal e Inglaterra.
que se seguio, fcil era de prever, pois
que, quando a questo de patriotismo, o portu-
goez em quaiqa^r narte que se ache. nao vsa-
cr ticios e s v o BoBrnaeota da mi patria.
Havendo, p irm, qu-m suppuaaa n>i* -a olTer-
tas feitas condicionalraente, no caso deque fosse
declarada^ guerru Mea iam sem effcito alten-
dado se a desigualdade de Ihrgis eotre as
duas uages; e tambem quem julgue que a
quest.) rermina'r por meJsdiplouiaiieo,s eisto
foi por muitos vaticinado desde o principio, o
que pelas ultimas noticias parece ir a acontecer,
lembramos aos dignos signatarios das esponta-
neas offertas que as fagam effeclivas dando se-
Ihe as segrales applicages :
Io A favor das vctimas debombardeameolo
de qualquer parte do territorio p.rtuguez ou do-
minios.
2o No caso de que seja a questo resolvida
por accor lo diplomtico, e para que lique con-
sigoado o patriotismo da colonia portuguesa no
Brasil e a conl'ratenii-ago dos lilhos deste pait
para com Portugal seja o producto dosdoDativos
aqni obudos. mp egado em um crusador de 1*
ilasse, o qual receber um nome almsivo a esse
fact), que lelembre a espontaneidade da offerta.
Desejaudo concorrer para a execugo dessa
i leia, offereco ( 00> e se porveotura nao me-
recer approvagao, flear desde logo disposigo
do Exm. Sr. ministro da marinha era Portugal,
para ser distribuida por .quellcs que ao lado de
Serpa Pinto, bateram se em Makololos, hooraudo
tnais uma vez o velho Portuga!.
Capital Federal, 20 de Janeiro de 1890.An-
tonio Teixeira Rodrigues.
I iiio AcadmicaHoje, pelas 10 ho-
ras do da, rene se essa sociedade em um
dos sales da Facul lade de Direito em sesso
ordinaria para proceder eleigo da respectiva
directora.
Hesmo a trem O menor Joo Rapbael,
v ndedor .imbuante de jornaes do dia, acbava-
se hontem pela mann ra Baro da Victoria
o o seu labut r. quaodo de ura 1j > i > i que passa-
va. da linha da Magdaleaa, chamado por um
passaguiro que pede Ihe um exemplar deste
Diario, e ao mesmo tempo troco para moeda de
300 ris.
o menor, sem descoofianga, nem presumindo
a pega, d Ibe o Diario e passa o troco exigido
antes de receber mesmo a moeda, que conver-
tida cm nikel de 100 ris pelo cavalheiro...
dessa industria entregue ao menor declarndo-
me ser de 500 ris e quando j o bond seguia
seu lestino
S depois de toado o pastan que foi reco-
oliecido c logro, tendo o cavalheiro folha para
inteiral o das toticias e por cima dinheiro aioda
oara pagar Ihe a passagem.
E esse espertalho, que alias traja va limpaman-
te, de que nao sera capaz quaodo assim proce-
de e com urr.a crianga de quem se apropria de
uns vileos I
>;;r:-oio"ta das obras de conserva-
do dos portos de PernambucoReci-
i-, 28 d> Jaaeiro de 18P0
Boletim meteorolgico
Horas
6 m. 9 12 3 t. 6 26".9 28,2 29.6 28-.61 28'0'
Barmetro a
0
Tenso
do vapor
759-13!
760-20'
759-401
788-42
58-51
20 33
20,05
21,13
20 89
2^.20'
!
i
B
=
i:
n
67
72
V,
Temperatura mxima30,"50.
Dita mnima-26, 50.
Evaporago em 24 horas: i
'nuva nulla.
Direcco do vento
turante todo o dia.
-'e lucida de media
ocdo.
Nebulosidade media0,"64.
Boletim do porto
sombra5,-7.
ENE, E e ESE alternados
do ventoi ,"09 por se
Leudes Efficiuar-se-bo os seguintes :
Amanha :
Pelo agente Gusrao s 11 horas, praca do
Cooded'Eu n.2de moveis,,piaoo, porcelaoas etc.
Pelo ageote Pesiaua, s 11 horas, travessa do
C rpo Santo o. 27 de duas meias aguas.
Pelo agente Bnt o, s II horas, no pateo df
Paraiio n. 9 rte movis, louga etc.
Mtssas fnebresSero celebradas :
Hje:
A's 8 horas, as matrizes da Boa Vista e de S.
Pedro em Olinda, pela alma de i> Anna da Silva
Ferreira ; s 7 horas, na igrea do Bom Fitn, pela
alma de Manoel i-igueira de Menezes.
Amanha :
A's 6 oras, na igreja da Penha. pela auna d
Pedro Pinto d A>aujo; s 8 horas, na matris da
Boa Vista, pela alma de Joo Franciscoi lfeiira
Marques ; s 7 horas, na ornem 3* .^Carmo,
pela alma de Brazilino Augusto LumacK de Mel-
lo Filho ; s 8 no-as, na matriz da Boa- Vista,
pela alma do coramendador F ancisM'Severiano
Rabello Juoi-r ; s 8 horas oa igcaja;,flamante
Cruz, pela alma de Luiz de Oliveira Lima.
Passaaelros-Sahidos paa'a-Europa ns
vapor inglez cancagua :
Mme. Hury e 2 me.iores e 1 criada, Joaquira
Ferreira de Carvalho. jm i8I b t
Sabidos para o norte no vapor, amansan
Finance: -. ,-
J. H Toolker Leo Hess, Da I miro A. da Lru*-
oi nacional
Gouwei, e Alfredo Guimares, ,t
Sabidos para o nortt>; no.,f
"togalves de Aguiar, Tafgino'erera da Cos-
ta, Brasiliano Cavalcann,d Albuquerque Jt-
3i

i



>-
I
.fe
I

io de PernambucoQuinta-feira 30 de Janeiro de
nior, 4 praga de polica c 1 presos, 1 prac.
liaba, Francisco Jub WeiH. s Braodc, Joa-
qaim Rodrigue do NaBCimenlo Vriato A. Sero-
jo Dr. Geraldo de Soma Pw de Aodraue 10a
sehora e3 lilaos e 3 criados, CUmero da Silva
Sampaio. CaeUao de Al'meida Campos c Estellita
Jo^ge.
cm* DeteneiuSl'svimenio aos
os da Casa de Deteacin do Recife, Estadr
de Pernambaco, era 28 de Janeito e ib-0
Existiam 570, entraram 10; sahiram 9 ,
tem 571.
A saber:
Nadonaes 533 ; mnlheros 33 strcsetlfoa 6
-Total 571.
Arracoado 47
Boas 393.
Doentes22 .
Loucos 8.
Laucas 4.
-Total 437.
Movimeoto aa enfermara
Tiveram baixa :
Serafim Leite de Lima.
Pedro Flix Antonio.
Francisco Roque Soares.
Foram visitados os presos deste estabeleci-
mealo por 192 pessoas, seado 62 horneas e 130
mulheres
Hospital Pedro XI -O movimento def>>
estabclecimento decaridade, no dia 28 de Ja-
o :iro foi o seguate :
Eararam 12
Sahiram 16
Falleceram 2
Existem 413
Poram visitadas as respectivas enfermara
:los Drs. ,
M03C030 s 8 1/4.
Cysueiro s 9 1/2.
Barros So ariahos 7.
Be-ardo s 10 3/4
alaquias ki 10 1/4.
Pontual s 9 1/2.
Simes Barbosa s 9 3/4
0 Dr. Sstevao Cavalcante nocompareceu.
0 cirurgiao dentista Numa Pompio s 8 I/i
ticras.
O pharmaceutico entrn s8 1[4 da maulla t-
labio s 5 da tarde.
O ajndante do pharmaceutico entrou s 7 l.i
ahio *e 5 1/2 horas da tarde.
Lotera do Grao Par*-Eis os premios
da 6.' serie da 34.' lotera do Gro-Par, ex-
trahida em 29 de Janeiro de 1890 :
60:000000
6 0005000
3:000*003
1:200*000
1:200*000
appkoximacobs
600*000
6004000
300*000
" 300*000
180*000
180*000
os seguintes
cojo premio grand i de 60:000/, ser extraoi-
da no da .. de corrate.
A 4* parte da 33- lotera, dessa provincia
iujo premio grande 120:000*000, serextrahi
la no dia de Jaaeiro.
Lotera** corteA Ia parte da 254a lote
ia, cajo premio maior de 10:000*000 ser ex-
trahidanodia 31 de Fevereiro.
Ceaiterlo Putollco Obituario do dia 28
de Janeiro.
Clotilde Ferreira da Silva, Pernambuco, 16 aa
aos, 80lteira, Santo Antonio ; tubrculos pulmo-
nares.
Anhur Borges Leal, Pernambuco, 28 annos.
solteiro, Boa-Vista ; lisica pulmonar.
Francisco Ferreira Brando, Portugal, 40 an
nos, solteiro, Bi-Vista ; anystolia.
Mario, Pernambuco, 15 annos, Afogados; bron
chite.
Noemia, Pernambuco, 4 metes, Recife ; gastro
entente.
Josepha Mara de S. Roque, Pernambaco, 59
annos, viuva, Graca ; erysipela.
Urna cnauga, Pernambuco, Graca, nasceu
morta.
Irioo, Rio Grande do Norte, 9 metes; deo-
ligo.
Joao Ferreira do'Nascimento, Pernambuco, 20
anoos, solteiro, Ba-Vista ; broocbite.
Mara Bernarda da Conceigo, 23 annoa, Graca',;
entente ebronica.
Clemente. Pernambuco 3 mezes, Santo Anto
nio; ttano infaotil.
Frivolioa fez, no anno passado, boas corridas
na Inglaterra, alcanzando alguns segundos e
terceiros lagares com animaes superiores.
E'; pols de esperar que no turf fluminense
faca brilbantes figuras.

Davenport, o. famoso irmo do coahecido Clan
Chattan, foi comprado pelo Sr. Bernardino Aeos-
ta, propriel'ario to Stud Belgrano, na Re(>ublica
Argentina.
O famoso animal tem sido, em Buenos-A yres.
objecto de rcuitas visitas de todos os sportmea
que ufflaem ao S'ud Belgraoo para admirarem
o celebre titilo de Choppeadale.
PUBLICARES A PEDIDO
SPORT
137
7692
231
7316
/484
136
7691
7693
230
32
Esto premiados com 600*000
nmeros:
2252 3219 4340 4974
Esli premiados cora 300*000 os seguintes
nmeros:
3496 3540 4050 5803 6938
Esto premiados com 120/000 os seguintes
nmeros :
131 132 133 134 133 136
138 139 <40
Esto premiados cora 60*000 os seguintes nu-
mero i
76? 1 7693 7694 76 5 7696 7o97
7698 7699 7700
Esto premiados com 30*OJ0 os seguintes nn
meros:
232 233 234 235 236 237
238 239 2i0
Todos os nmeros terminados em 37 esto prc
miados com 60*000, excepto o da sorte grande.
Todos os nmeros terraioados era 92 esto prc
miados com 60*000, excepto o da sorte imme
diata.
Todos os nmeros terminados em 31 esto pre
miados com 30*000.
Todos os nmeros terminados em 7 esto
premiados com 30*000, excepto os terminados
em 37.
Todos os nmeros terminados em 2 esto
premiados com 30*000, exrepto os terminados
era 9.
A seguinte lotera corre no dia 5 de Feve
reiro com o plano de 230:000*000.
Lotera do ram-ParaA 8a parte, da
31" lotera, cujo premio grande de 2oJ:O0*.
era extrahida no da 5 e Fevi reiro.
A 7 parte da A' lotera dessa provincia
COMERCIO
Revista do Mercado
RiCIFS, 29 DE JANEIEO DE 1810.
O movimento limilou se a traasages no mer-
cado de cambios.
folsa
ippodromo do (ampo Grande
Teve lugar hontem a ioscripeo do pareo sup
plemt-ntar, ficaado o mesmo composto do- ani-
maes : Tupy Boa Vista, Good morniog, Escu
tapio e Cupido.

O cavallo Xanthos, importado ha pouco no
Rio de Janeiro pela Coudelaria Brazileira, filho
de Peter e Ophinia.
Era Franca correu seis vezes, no anno pas
sado.
A primeira a 31 do Marco, n'um tiro de 2.000
metros, chegando em terceiro lugar atrat de
l'hiegetbon e de Rixotto.
A segunda a 7 de Abril, n'um pareo di 2,200
metros, chegando ainJa em terceiro lugar, bati
do por Folie e Target.
A terceira a 28 de Abril, n'um pareo dr 2,500
metros, nao obtendo collocac?. Fui, porin,
balido pelos celebres animaes Acbilte, Crioire,
Volcan e Sagittaria, mas batea o Vazistas que
depois foi o vencedor do graude Prix de Pariz.
A quarta vez qne correu foi a 2 de Maio. n'um
tiro de 2,400 metros, sahindo victorioso, batea
do os seus se te compel ti ores.
A quinta foi a 16 de Maio, n'um pareo de
2,400 metros, chegando em quarlo lugar batido
por Flatleur, Meilleur e Dundy.
A ultima vez que se apresenteu as raas pa-
risienses foi a 15 de Jonho, n'um pareo de 1.609
metros, chegando inulto mal collodado.
Por carta recebida de Mew market, sabemos
que o condecido jockey Arnold comprou a un
importante propretano britannico una linda
cgua, fillia de Isonoiny, e por consequencia ir
da famosa Seabreeze.
Calara por emjuanto o nome da egua e o sru
prego, podendo, todava, aflirmar se que el a
tem fama na Inglaterra e custou urna mo cheia
de libras sterlina?.
Arnold nao comprou outros animaes, era
pensa trazer outros alm do seu, .alvo se a cou
delaria com quo elle consta ter lirmado contra
co, se resolver a importar akuns.
Sabe se que em New mantel llie foi offerecido
um van ajo-o contracto, que elle recusou, affir
maudo j estar corapromettldo com urna das
p: anuirs coudelarias do Rio de Janeiro.
Da Coude!aria 13 de Novcmbro morreram o
cavallo Ausler e a egua Charybdes.
Auser era Hlho de Camballo, e pelas provas
que os seus proprietarios Ihe. conheciam, tinlimn
nelle omitas esporangas. Foi urna perda sensi
vel para o r;/fluminense.
Cnarylides, cuja velocidade vertiginosa ha de
ser srmpre lembraaa no mesmo turf, era liltia
de Lowlandes.
A Coudelaria Cruzeiro da Capital Federal,
comprou, por en:omraeada de um sportsman
conhecido, a cgua Elza do Sr. F Moreira.

0 condecido jockey H. Cousins comprou na
Inglaterra, por 340 guineos, a egua Fiivolina.
alaz, tres nnos, por Barcoldine e Frivolous.
G
ris.
t'onros
uros salgados 350 r( s, e
es verdes a 213
QeTAQta officiaes da junta dos cor-
EETOBE3
Recife. 29 de Janeiro Je 18!O
Cambio sobre o Bu de Janeiro, 1> /t. com 3 8
0/0 de descont, hont-m.
'^mbio sobre Para, 60 d/v. cora l 1/2 0.0 de
desmonto, hontem. -
Caqjbio sobre Lisboa, vista 154 0,0 de premio,
do banco, hontem.
O oresidente,
Anlooio Leona do Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
Cambio
PBAf A DO RECIFE
Qe bancos abriram a 24 d. mostrndose dis-
^4tbs a saccar a 2i 18.
2 horas da tarde offereceram algun3 bao-
osaccar a24 1/4 e tiiulmeute a 24 j,8 sem
actjirem tomadores.
Papel particular foi offerecido a 24 7/16, exi-
gktdu os bancos 24 1/2.
PRACA DO RIO DE J--XEIRO
Tata bancaria i ffl -u! i'i 1/4.
Mercado calmo.
Algodo
Nao cobsIou vendas.
A exportaco feita pela alfanega njste m?z at
o dia 2.1, conaou de 48X607 kilos, sendo 3:5.429
ja-a o exterior, e 168 178 para o interior.
As entradaR verificadas at a tata de b >je
betn a 17.303 saccas, sendo por:
so
Bircacas.
Vafores .....
Amaes.....
Ti%-ferrea de Caruar. -.
T,a-frrea de S. Francisco.
V.a-ferrea de Limoeiro
Somma-
1
Saccas
739
470
4.8V4
1033
1 832
7.583
17.50] Saccas
Assaear
Os presos pagos ao agricultor, por 15 kilos, se-
.oado a Associaco Commercial Agrcola, foram
ja seg-uioles:
Usioas..... 4OiW a 4*500
Branco..... 3*700 a 4*300
Somenos..... 2*600 a 2*800
Miscavado purgado 1*600 a 1*700
Brutos..... 1*300. a l*6f*)
R-tame..... 1:000 a 1*100
A exportaco, feita pela alfandeg neste mez at
o dia 25, sabio a 13.106 051 kilos, sendo 2.427.053
par o exterior* 10.678.9*9 para o interior.
As entradas verificadas at a data de hoje, 30
t>em a 181.964 rceos sendo por
Sarcacas.. .... 71.243 rtacecs
/apores ..... 325
Aaimaes. ... 11.081
Via-frrea de Cmaro. 517*
Via-frrea de S. Francisco. 7* 559
y ia-ferrea do Limoeiro 15038
Somoia. 181 964 Sao. s
%su:irdcace
Cota-se a lOOiOO, por pipa de 480 litros.
Aleool
Cota-se a 190*000 por pipa de 4;0 litros.
el
Gota-se a 5*000 por pipa de 480 litros.
Paula da Al utl. 1
SBO.--A CE 27 DE JANKIKO A I DE FKVCUEiBO
Dg l!-0
Vide o Diario de. 26 Jineiro
navios i descarga
Barca uorueguene l'usnas, carvo.
Barca allem Schuam, varios geaeros.
Brc. allem Rhj, carvfto.
Barca noroeguense Coi/rlor, carvo.
Barca portigueza Novo Silencio, varios geaeros.
Barca naciooat il-irnaainha, Verios gneros.
Bar norueguen-e Uionning Louise, carvo.
Briguu italiano Immicottta Concezione, varios
fienerai.
Brigoe porugutz Boa S,rte, varios gneros.
Escuna joruteueose Gefione; xerque.
Lugar allerao Harold, varios gneros.
Lugar portuguez Mara, varios gneros.
I.gar allemo Atarie Stoh, carvo.
Logar anericaao Trances, farinha de trio.
Car ioglez Volador. Vdriss geaeros.
Patacho lio landez Clara, xarque.
Ecuna allem Fritz. xarqae.
PaUcdo nacional Industrial, varios gjoero?.
Patacho n: cioual Marmho 2-, varios gneros.
Patacho inglez_Bftu llosa., b; caldo.
E\por atar*, 28 de j aneuo db 18v0
Para o exterior
No vapor americano Finance, para New
York, carregaram :
P. Carnero A C, 7,500 pellos de cabra.
H. Forsler 4 C, 3 400 saceos com 235,000
kilos de assucar mascavadj.
J. C. Levy, 982 pe les de cabra..
Abe ieifi & C, 34.700 p-jil.-s de cabra.
G. de Mallos Irmio, 1,450 pelles de cabra e
35 saceos com 2.200 kilos de cera de carnauba.
yqra o tterioi
No vapor americano Finar.ce, para Para,
carregaram :
T. C. 4 Filho. 150 barris com 14.400 litros de
agurdente.
t.. Guiraares, 200 harneas com 8,221 kilos
de assucar tranco.
N. Martin > do Eirado, so barricas com 3,000
kilos de assucar branco.
Amonra Innos 4 C, 30 pipas com 14,i00
litros de ajtaar jento.
Para Maranho, lirowjs 4 C, 50 sacc, s e >m
3.750 kilos de assucar branco e 55 ditos cora
4,125 ditos de dito masca vado.
A. M da Silva, 20 barris com 1,200 litros de
mel.
No vapor uacionai Espirito Santo, para
Mansos, carregaram :
M. Borges 4 C. 75 volumes com 4,279 kilos
de assucar branco.
Amorim Irmaos 4 C, 50 jariis com 4 800
litros de agurdente e 20 barricas com 760 kilos
de assucar refinado.
Pinto Al ves 4 C, 91 barris e 1 pipa com 9,216
litros de aguarieute.
F. Machado de Moura, 50 barris com 4,800
litros de azuardentj
Para Para, carregar.m :
f. M. da Silva 4 C, 1 tipa com 480 litros de
agurdenle.
Amorim Irmos 4 C. 75 barritas com 5,010
kilos de cssucar mascavado
A balsa de cambio
VI
Iadubitavelmente a poltica anli-fiaanceira >
Visconde de Ouro-Preto pode ser considerada
eomo o requinte da anarchia e da insensatez em
financas I
Em suas coasequencias lgicas, ella s nos
poderia dar o desespero, a degradajo e a mise-
ria sociaes.
E, deste3 elementos dissoiventes do bem C3tar
dos associados o da prosperidade nacioaal. ludo
eria licito esperar desde o aniquilamento da
raonarchia al a dissolugo e o reta'hamento da
uoidade nacional.
Nao se douvessc apavorado o nobre Vizconde
em face das advertencias de sua propri 1 con
scicncia ; oo se houvesse elle leipbrado de for
talecer a monarchia pelo aniquilam^nio do ele
ment militaro mais forte e o oais sao que
re8tava ao seio da soc^edade bazileira : e, um
pouco mais tarde, e apesar de talo, viria necee-
sariamente o descondecido com tolos os horro-
res qae o desespero costuma crear.
Mas, Deus escreve certo por linhas lorias. A
propria demencia do Visconde salvou o Brazil,
apressando a queda da ronarchia 1
No dia 15 de Novembro de 1889 o-exercito c a
marinda nacionaes escreverarn, com a pauta da
glorioia espada do grande Manoel Deodoro da
Fonseca a pagina raais brtihante e honrosa da
sua bistoria, ou antes da hisioria do Brazil, nao
servindo se seno dos caracteres com que se es
crevem : amor da patria I
A instituico de ura governo republicino con
fiado a homens bem intencionados e verdadera-
mente amigos da patria foi o ep logo da epo
pea de 15 de Xovembro, que constiiue boje o
episodio ma'8 breve, miis gl-irioso e ma s des
lumbrante da historia da bumanidade.
Reconstituir a patria, era condi^oes apropria-
das ao seu mximo desenvolviraenio material u
ao mximo aperfeigaaneato moral, eis a gran
diosa misso poltica a cargo do novo governo
Ora, o apcrfeicoamcn'o moral da sociedMe
Jepende por tal forma do seu desenvolvimento
material, onde se enfeixam as prncipaes con Oes da existencia materi il dos assora los que.
nao ha>eria maior co.itrasenso do que o de ant^
por se ao apeifeicoamento moral da soredale
ao seu desenvolvimento material e progressivo.
As leis mais sabias no sentido do aperfeigoa
ment moral da sociedade sero necessanamente
quasi inuteis e esteris se, aules dt ludo, urna
poltica verdaderamente linanceira oo Inufer
facilitado a todos os asso iados a soluci do
problema da sua propria exisvocia material..
Habilitar os associados a deb.Harem,.por;si
ratsmos, es necessi tades mais vilaes da sua in
dividualidade, eis o fin da poltica flnanceira
eis o maior problema di boa poltica nacional e
patritica.
E' lc certo que do desenvolv nento e aper
feicoamento da actividade in lividu! dependem
o bem estar e a felicidade material dos associa-
dos, como certo qne o facto das foriuiias ac
cumuladas e hereditarias, que libela rauitos dos
associados dessa ob'igacfn natural, nj rontra
diz de modo algara a verdado da nossa allirma
ti va.
Mas, evidentemente lodos o* aforeos e li-
gencias dos d-azileiros, no senlidoilo desenvo!
vinnnto e apr-iv- llmenlo Ja sua actividade, se
rao irremediavelmente uullos ou pessimamente
compensadi.s, emqumlo permaneceiem as mes.
mts condicOes soi'iaes. crea lascla poltica la-
t linanceira da inonircliia, por forji das qoaea
as a plices da divida pu ilioa consiilu 11 o pri
cipal sondo dos afortunados e os cuiprego* pu
Micos o sondo exclusivo dos desafortunados.
Nao se pode absrduiamonie duvidar da gran
de m.sso civilizadora do raoio circulane. E'
elle o ohjecto exclusivo da po'.iea (manceira
e desta lo somenie dfeorrem con li;0i's apenes
mais ou menos com pal i ve s ou ioeorapaiivei-
E C. B.ltro 4 Irmo, '.00 banicas com 4,40.'
kilos de a3.- ucar reliuado.
B. Torreo Jnior, 100 dnicas com 3.080
kilos ele assucar braua e fOO diias cora' 4,0i!
ditos de dito raascav.ido.
A Guimares, 300 barricas cora 18,452 kilos
de assucar branco.
J. Borges, 150 barricas :om 8,881 kilos de
assucar branco.
Pinto A. A C, 110 barricas cora 6,6*i kilos
de assucar branco.
Para Maraudo. carregaram :
J. M. Das, 7 caixes com 45 V2 ktlos de rap.
F. M. da Uva 4 1;., 1 barril cora 96 litros le
agurdente.
Para Cear. Maii 4 Rezen le 62 barricas com
6 822 kilos de assucar branco.
P. Carneiro. 40 stecos Cora 3.0f0 kilos de
assucar branc .
No vapor nacional Sergtpe, para Penedo,
carregaram :
E. C. Bckrao Irmo, 5 barricas com 3.0
kilos de assucar refinado.
No patacho allemo Clara, paia' Porto-
Alegre, carregou :
F. Galvo, 4.00J cocos seceos.
Na barca port^gm-za Nocj Silencio, para
Rio de Jaaeiro, carregou :
M. Amorim 500 saceos com 30 000 kilos d-
assucsr branco e 500 ditos com 30.000 ditos de
dito mascavado.
rio patacho Pinto 1-, para Porto-Alegre.
carregaram :
'.Carneiro C, 1,375 volumes con 9(,l2o
Kilos de assucar branco e !25 ditos com 40,8"3
ditos de dilo mascavado.
N > hiate D. Antonia, para Aracaty, carre
gou :
A. Flcre, 20 caicas com 230 litios de genebra
e 4 di as com 32 kdos de capillo.
Na barcaca Rosaltna, para Mosso., carre
gOU :
J. Fernandes de M^nezes, 4 barricas cora 240
kilos de assucar ortico e 8 ditas com 530 diws
de dito mascavado.
Para Maco, car. egou ;
J. K. de Menezes. 7 harneas com 570 kilos de
assucar branco e 23 ditas cora i.162 ditos de dito
masci vado.
Diuheiro
EECEBIDO
Pelo vapor nacional Serg:pe, do tul, para :
Martina Fiuza 4 C 600*000
Soaresdo Amaral 4 C. 3U*'i
Reudlmcutos pRbllcos
VKZ DE JANSIHO
Alfanega
com o desenvolvimento e aproveitaoieaU) da ac-
tividade das naces.
Somos naturalmente infensos a apologa do
dinheiro que. era si raesrno, naJ nada \-ale
e na 1 ra neto tira mcreciminto a ninguem. Mas,
orn apostlos da sdeoeia, nao po lemoa dei-
xar de ligai mxima importancia s convencOes
sociaes, em vlrtude da-; qoaes. o m deve representar a solugo pratica da grande
eqnac&o de todas as riq-iozas, de tolos os ser-
vicos e de todos os valores, allm de equivaler a
todas as objectividades da activd de individual
e de regei todas as religues inter-individoaet,
no seio das nacOs civilisadas.
A verdadeira politici financeira nao pode, por
tanto, ter outro rim que oo seja o de resolver,
antes de todo, o problem 1 da ve.dadeira con
st.tuico do meio circulante, era cond cjs de
p.dercorresponder a todas a? exigencias do m-
ximo aeseuvolvimenlo da actividade, da rique
za, e do progresse nacionaes. 'ara isto con
d cao abralutaraeute iodisp nsive a descentra-
I i sacao do meio circulant-;, de qm resultado
lgico e inevitavel a desjcoiralisaco adminis-
trativa. Mas, ante3 de ludo, indispensavel
que a constituico da moeJa fiduciaria seja ri
gorosamente fiuaoceira,
S ha um paft, no mundo, capaz de provocar
observagOes linanceira^ verdadciramente uteis e
identificas, que o dos oslados Unidos da Ame-
rica do Norie. A sua coaslituig'io poltica con-
ferindo exclu3ivaraea;e aos dilTerentes Estado 1
da Uuio o direito de autoiisar a creago de
bancos etnissores e reservando exclusivamente
aos poderes centraos o lireito de cre.ir!Ja mo da
de curso aacioiial, rvsolfea perfeitaraente o pro-
blerai da descentralisaco do meio cir a'ant-.
A falseada mosda bancaria autorisala pelos di
varsos Estados, embora dsse lugar a grande
e successivas criaos mdietariase nanearas, pro
porcionou todavia vanlageis-iocalculaveis aodc
senvolvimento da actividad-;, da riqueza edi
prugresso nacionaes, porque era dcsceutralisa-
da. as novas cidades a cn-ayo de baucos pre
cedeu muilas vezes da escola o a di igrej .
As fontes da renda publica desenvolver iin-se
e opulentaram se de modo que, em J.nito V
1857 existan) 1 60) bsn.-os, toda a divida naci
nal eslava paga e no Uiesouro havia umi .-omina
dupoiiivel do cerca trinti itilh5i;s de dollars
que o Congresso maido dividir eotre o diver
sosJEsados.
Nessc mesmaanno a f.lseada moeda aos ban
eos denlugar a urna grande cri3^ mondaria, .
todas a relacOos financeiras se d-scquiiibrarara
no seio do paiz.
Quando mais tarde reappareccu o equilibrio,
veib a guerra da successo, eosamerie,anr)3. que
deratn qo muado o pri.nciro cxemplo de des'en
tralisgai ife-meio circulante, o p-imeiro exera-
p!o da verdajlvira descniralisago e da verda
deira autenoraia adrainist-acuvjs, deram-llie
Uirabcm o primeiro ex;.npta de urna orgiuisa
gao puramente flnanceira di moeda bancaaa.
A moeda dos seus bancos n; r ionaes omittidas
sob a exclusiva garanta de ltalos da lvida pu
blica pagava se com p 1 pul nionla nacoial, de
contiluigo fiOaaceira mu:Lo menos pereita que
a do papel moeda brazileiro.
Nada nasce completo e perCeilo ; c, portanto,
nao admira que aquellos priraeiros exempls dos
Estados Unido; se revulso* das inperfeiges
que Ilies uo'amos, afi.n d-; qu1? o Br.:z:l os cor
rija o os adopte ora provco s ra.
O nobre Viscond.i de Ouro Preto bevi poda
estudar a poltica tiiianciira dos Estados J'iioo-
e n'ella inspirar se proveil.smente ; mas, pre-
fera a ro'.ioa Jo vellio mandd e adoplou eous.i
aluda peor queapoliii.'a anti linan:eira dos nos-
os lempos coloniaes s [ia a dar 1109 n sya iica
10 braziieiro de Pariz e dos f'utpa B-vxos !
A historia dos esta.lis. s dedl'oi^uiMdos uo
raariatra desastre igual ao Jo estadista brjiei
ro!
Na 1 o salisf z 1 poltica do -eu ante :es.*or .-bje-
ctivada na pertinaz reducc'io do meio circu.1 1 -o
nacional ineptamente mal.-iiudo pna ceguiir.i
do- uossos fin-..nc:'iros I O jo icito o att.-adi).
e.oraoatu dio raaitas outr.is li^unu, e lAVi ni
Ihsia em convir na iubsttu!<;o do nosso irre
p eiiensivel papel moe-ia por uu meio circu.111
le b.u;ario, igualmenle. lidjeiario, poiin false-i-
d-i e sera ga"aulii de pagamento, fornccid 1 (.ela
avaioza do uus peque.uos o pobres Capitalistas
Bscraogciros, cuu> de 90 auios de servida)
de de.-lioura e das maioies bumimayO s para <
Brazil !
Foi a negago da p,.li iea linanceira quem
Iraosformuu o Brazil Culoili.il em :; g 1 indepun-
tle'ile e monarctiica. Fui ulla qje.i trausfor
in ,'u a nossa uionaii ln em i.'|/UOl.c-i, eliminan-
do aiitrcipadaraeto o !,;s as resisten ias e todos
os ob.-tdi;uloi ao iles-'iilieo d.i ,r!ijrijsa jornala
ln lo de Noveiuliro E :it:ui'a que essa
Reeif
t)o dia i a 2S
dem de i'
D)s*:tlaige
J 1*1.4 8
3361721
9:807JI71
Mercado 31uulc'>p;il re a. A,.
O mo.imento desie mjrcado DO da 23 de
Janeiro fji o seguinte :
Eotraram :
26 i/2 bois pesando 3 371 kilos.
520 kilos de peixe a 20 rea I0400
5 carga cou firmh.t a 200 r-. llOilO
4 ditas de frudas d versa* a 300 r?. 1*200
33 columnas a 609 r*. 18',W
1 escnplo.io a 300 r. 3:>0
61 labolei-os a S00 r=." 12*2001
10 uinos a 200 rs. 2*600
negago da poltica financeira de fructos tito pec-
cos e amargos se acha aperfeigoada e reqmote-
di pelo syndicato, necessariamente transforma
r a nossa repblica em anarchia, em prejuiso
da uoidade da nossa grande palria, se, qaanto
antes o nosso patritico governo republicano
nao arripiar carreira, atirando por trra o mal
dito o. funesto syndicato e adoptando bases lar-
gas, scientificas e rigorosamente linanceiras para
um'a poltica salvadora c regeneradora do dra
til t
O tempo urge E, dous mezes e meio 13 se
voquasA perdidos, em prejuizo da verdadeira
solidificado da repblica, da uoificaco da con-
fianga imional, da reivindicago da patria.e da
iniciada prosperidade social.
O syffdicato a conlinuagao forgtda e inevi-
tavel da 1 olitica anti-Hoanceira do Visconde de
Ouro Preto, que contradiz, 110 mais alto grao, a
paz social, a urdera publica, o progresa.; nacio-
nal e a dignidade ck qualquer goveroo.
A rcsponsabilidude dj actual goverao im
mensa e nao ha meio termo : ou a Repblica
mata o syudicato, ou ser morta por elle.
Se o governo, matando o iyndicato, adoptar
urna poltica scienlifica, finance:ra e francamen-
t'j americana, ver immediatamente o pa;z ani
mar Ihe por ura grande desenvolvimento da
actividade brazileira e polos rpidos p'Ogressos
ni agricultura, as industrias, as arles e no
comraercio ; e, era futuro nao renoto, tereraos
necessariaraenie opulentadas ts foutes da renda
publica, saldos orgamentarios, possibilidade de
pagamento di divida publica, e saldos no bi-
tango das cintas ioTeroacioaiea, que f,.rgirao o
cambio em oosso favor, apesar de tu o I
Clheremos necessariamente todos os fructos
la poltica financeira dos Estados Unidos, po--
I que o Brazil vasto c riquissino, quanlo tiver
'mojo circuame des enlraUSado e abundante.
tura todos os altractivos para a emigrag. j livre.
b espontanea.
Se, porra, o govorno repabu uino se podesse
resigaai a ser simples couli.iuador di li lan
ceiro, quo sacr.ficou a patria a capitalistas es-
irangeiros ; entco. ludo eotaria perdido em
lernpi mais breve do que se pjeria pensar.
Defeudendo os p-iueipios e as i ias que te
mos expen.I.do, nos uioslraaios simplesmenie
lgicos e Coherriles.
Qj.indo em 188 o problema fiuancriro do
Bratil temou a forma, de utnfc simples qovsiib
ue discriiuinago do rendas geraes, pioyciaes
euHluicipaes ; escrjvemos os n >ss'jsEhs.iins
Econmicoscontra as priraissas e conclasOes
do relatono do una e.iui nissao d: liomens no
lavis, detigaado- p Ij govorno pira estudar
ossa ijuosto
Qu-iu-lo cto 1S83 o Sesmo problema rea apa
recea sob a forma de ua ir, je. :o r.an:rio.
que sjSooverteu eni lei; es.;reveA)s o nosso
Esludo fin incairo sobre o meio ercuiante, os
bancos e o rgimen mone-iario no B>'azi!.
A nossa linguag-m foi seiiijirn clara e f aira.
Q-jando tivemos noticia deque o Viscjnd oe
Ouo-P.eto e-tiva decidido pelo resgate do nos-
so fjap I uioeda, demos co eg 1 a u:n li.ro que.
seiia urna critica severa di 3a poltica liua-
Ceira.
Nuaci fizcrais ruysleri 1 dos nosso; enaceitas,
sojire a poltica no paiz, dicSa los peas mais
completas COOViegOi- seieivifi :is.
Q lando en Oatuoro do anuo passado veio o
d^egracido e desastroso 1 mpre.-timo externa de
PeraaniOUC), e.u favor do qual niinea pude des-
cubrir a djcdo' ju.-tiloaiivi *c./\i; vi i, publica
mos, 110 Diario de Penutmbaca, d-- 12 de Nrera
bro. u u projve'.o de banco otTvreci lo por nos ao
governo provincial como CoUra golpH aos tes
astros do aovo cmpreaiicio e o:; rep'psaMa
scientitica coni.-a a poltica fun-s issim.i do
Viacoade deOiro Pie:-.
Apesar do repu amos sera valor iratico a
eterna qe-la i de fo.mas d; governo. nao po
dem'\s dtix-ir ie apalau'lir.a excepcional proela-
oacSo 4a Repblica no B-d/.il. cono .-ople
applaudir a salvago d putni: porque sincera
m-'nii; nao a en^arainja-aenoimioo nico meio
pruico capas de ncliiicir a obra do Visconde
de Ouro- relo.
Cnmpricrs portmlfy o nosso 'dover oTere
corado em bem da -utria lado quito !i niss.i
uus dar
Es a r.\.'ic-ig.lo nica dos pvse.it:s rticos.
Paira super om a -foi sera pre a nossi divisa.
Rccie, 26 do Janeiro de I8M.
Francsco AmjiUhas d- C.M-
r->si*cs-
60 compartimentos com farinha a 500
Renda geral :
Do dia 2 a 28
dem de 29
7J6:131S'.0
3i-452O0
Renda provincial :
Do dia 2 a 58 145:084*890
dem de 29
10:618^808
770 583 916
155 703 707
rs.
28 ditos do comidis a 5t0 rs.
99 ditos de legumes e fjzuudas a
400 rs.
9 d:tos de fressuras a 600 rs.
lo ditos de suinos a 700 rs.
4 Compartimentos d'e camaroos
a 200 rs.
33 talhos a 2*
Renlimen'o de 1 a 17 do crrenie
30*000
n*ooo
39 ooo
5*4fl0
ti* 30"
800
6G*OO0
2I3;910
5:790*380
Procos do dia:
Carne verde do 240 .1 4S0 ris o kilo.
Carneiro de6i0 a 800 juera.
Suiuos de 560 a 640 ris dem.
Farinha de 06 > a 0*'i ris a c'uia.
Milho de 480 a 560 ris idera
Feiio de 900 a 1*440 teto
6:001*280
Europa
%'aporrs a entrar
MEZ DE JAXEIUO
...... Olinda........
MEZ DE KEVEKEIBO
Europa....... Turnar........
Liverpool..... Marincr......
Sul............ Elbe...........
Mil........... Tijuca........
Sul----- ..... Eqmtetir......
Norte......... Aliamcu.......
Europa...... Nerlhe.........
Norte......... ilaranlio.......
Sul.......... Pernambaco.....
Norte......... Alagos.....
30
\
2
i
i
2
3
3
4
7
13
Somma tolal 916:287*613
Segunda seceo da Atamtegu de Pernambuco,
29 d Janeiro de 1890.
O thesoureiroFlorencio Dominguos.
0 chefe da secgoCicero B. de Mello.
Reeebedorln geral
Do dia 2 a 2j
dem de z9
35:2.35i810
1:213*.09
36 4'i931l
Recebedorla provincial
Doaia2a28 i03 60>*093
dem de 29 046*112
10S.9oi;50o
Hovimcno do porto
Navios entreds no dia 29
Valparaso e escala22 dms, Tapor ic-
glez Aconcagua, de 2,G.;5 toneladas,
commandante A Hamiltor-, equipagem
95, carga varios g raeros : aWiisonSons
Santos 27 das, patatlio ,'nglez Noatum,
de 2iO toneladas, capito G. G. Langu,
equpng ni 8, em lastro ; a H. Luadgren
V.
Navios sahidos no mesmodia
Liverpool e escalavapor inglez Acon-
cagua commandintc A. Hamilfon,
cirga varios gneros.
Barbadoslugar inglez Kozina, capitSo
J. Stofford, em lastro.
Lisb-Sa e Portolugar portuguez Mara,
cap'.to Carlos Lino Ganpar, cirga va-
rios gneros.
New York e escala vapor americano
Finance, coinmandaut E. O. B.iker,
carga varios gneros.
O cx-secretario Gusoio Lobo e
o guai'dit-f!vr9, loso Friueti,
das '.-st?ad:is d-j ferro do gorer-
110 nctc iNtailo de Peraam-
bsjeo.
I
Ton'.io ain'.Ui o espirito tristemente a'-abrjnha-
do, logai/remen'c appreiienaivo polo preraaturo
trespasso de nrinlta idolatrada lilliinha, de ter
111 rocordigo. liria Atfuun-.iada de Gusmfio
Libo, que'mal havia completado o curio eyelo
de 13 primaveras quando a p^rdi, e cujo fina
lissimo aLileciineuto me fez guardar o loito da
ior. cora maivr i-'avidide de in-us padecirarfu-
tos desde o i\i 3 do orrenle, era cuja nanh
infelirmonte ella, em atan brag 13. nos de meu
respeiiard pai, (siu querido t\6) o minn.i cara
esposa,cedeu aquella lei irrevogjvel da nature
r.a ; eoincidiuJo isto 24 horas dep^is de haver
minha mulber dado luz, om grande risco do
vida, e pelo que ento me possui dos mais se
nos receios.
IfBamo asim compungido, etimbenreiifermn,
e certo de que por isto o mora oslado de per-
Ui'liic.to anda de todo ponto pronunciado,
moral e physicamen'e, o que podar ejnfrmiro
Ilustre clnico desta capital, Dr. Joo Paulo,
meu medico assiston'.e, uo me oximirei, con
forme prometli, em um pequeo artigo que man
lei publicar na fasela da Tarde de 24 c no D;a
iio de Pernambuco de 23, todo do mez passado,
om explicar o meu procedimiento d-; cidado e
de funecionario durante o tempo quo exerci os
cargos do auxiliar de escripia do Prolonga-
meotoda Eiirada de Ferro de S. Francisco, en-
tro 1878 1881, e de secretario dessa o daEs-
trada de Ferro de Caruar entre Agosto do 1888
Janeiro de 1890, e qual o nico motivo porque
fui exonerado deste. ultimo cargo, cuj > ex ireicio
deixei no dia 20 do trrenle.
E ldante do curso ju-ilico em 1865, quand >
por um arroao de enlbusiasmo patrio segu
para guerra do Paraguay, e de l regrcisan
do. cooliuuei na prestago de relevantes servig is
pblicos, em nonhura dos quaes procedi cora
desvos de conducta, nao seria possivel que, j
em meio quartel da vida, e portanto. com a ex-
periencia mais amadurecida pelo tempo, lendo
alera disto numerosa familia a maaler e um pas
sado de 23 a anos de servidos, que tanto me Ii-
sonjeia c nobil ta, c constitue o meu nico pa-
trimonio, procedesse no presento por modo tao
irregular que desse causa a ser demitlido do u n
cargo civil e de rcsponsabilidaJc secundaria a
alguns de superior cathegoria que desempenhei
na clas.-e militar, a qual me desvn -eo de per
tencer.
A prova inconcussa do que venlu de referir
est evidente nos dez documentos q-ic abaixo
publico, (I; e que me sao sobremaieira hnro-
sos e dos quaes se veriliga com mxima eloqueii-
cia que jamis quebrante!, siquer, a conrianga
que inspirei aos raras rhcfes, e ora mesmo in
corr no mais ligeiro estremeciraeato do zc!o e
dedicagio, ou falta de curapriracnto do dove-
res.
II
A simples leitura dos referidos Joram-.n o;
me dispensa De mais ampias explicages para
doixar bem li.npo que nao fui destituido de
dito cargo por faltas que houvesse comraetiido,
seado qae, pelo meaos, ne.diuran me foi ar/i
da ofllcialinente noMinisterio da Agricult ira.
e tanto isto fra de toda duvida que a minha
exoneraco e immodiata substituigo lora n p-o-
postas por un director que ?inda nao meconhe-
cia, e nem ao meu substituto o Sr. Vitaliaoo, e
pelo que s poderiam ter sido inspiradas por
qu.lqucr amigo do novo director, suppondo eu
ento que fra elle um seu colleg exonera
do da directora-, e que raeSmo a-sim irrespon
savel, porra para ser agradavel ao guarda li-
vros, meu inimigo gratuito, e qu; por muilas
hurailhages o atuahio a sua in'imidade, tendo
por isto a coragem deincumbil o, laKcz, de to
ingloria tarefa, odsou impiedosamente, malevo
lamente preparar as trevas o animo despreve-
nido daquelte seu soeces or, para que este, em
ra hora, se deixasse impressionar por modo a
interessar-se pela exonerago acintosa de um
pai de euorme familia, cora 9 fllhos, 1 sobrinha
orph de pai e de rai e 4 ex-ingenuos, alm de
sua mulher e 3 fmulos, ao todo -inclusive elle
21 necssitados de pao 1. de um militar, em-
tira: j meio encanecido nos servicos de paz e
de guerra do seu paiz t ..
Do que deixo dito se deduz tambem e clara-
mente que nao foi o movel de minha exonerago
a apregoada falla de conllang, desde que o seo
solicitador e o da nomeaco de meu successor,
conforme j o declarei, e aqui repito, nao ma
conheciae nemquelle, quando o propoz para
ubsiituir me.
(Veja se agora o documento n. 9, a cujo si-
gnatario atlribuo a iniciativa de minha demis-
so).
III '
A inlignago que aquella acto de supina vio-
lencia e de execranda malrersago, tem produ-
zido era todas as pessoas que me consideram, e
at mesmo das que se relacionara commigo me
nos intimamente, attingio ao seu maior auge
quando Ibes iuformei qae havia sido substitui-
do por um paisano, mogo casado de prximo,
leado um s ilho, e que embora com restric-
tas nabilitages de secretaria de esti-adas de fer-
ro, e j i ajjferindo ah de long data um ordena-
do de (23* mensaes, nao deveri preterir me,
so iretudo pelos servicos que tombo, e icando
eu sem meios oara mais vantajo ament se o
aquioiioai: I-----
Que iojustica I... Mas como qu:ira com fer-
ro rere, com ferro ser ferido, espero que nao
estar longo, o dia era que sobre a cabeca do
meu inalf-itor, j bem encanecida pelo averno
dos anuos, caiam cora os mais terrivois effeitos
todas as malligis das vinte o umi victimas,
por si agora imraoladas em holocausto 110 altar
do sacrificio de lo tremeuda expiago.
Horresco re'eris!...
Ideuligi sorte, provuvelm-nte, estar reserva-
da ao mea Ilustre amigo, o major Guilhermino
l'aes Sarrelo, encarregado dos depsitos da Ca-
ruar. Carcter distiucto, gciio altanoiro, ja-
mis se curvou era obediencia e respoito ao
guardi-livros, e disso provir, lalvez, a suaexo-
tior.gapreparad, nos escondrijos...
Pera que ulo se diga qae fago reclame em
despeilo a i ijustiga que soffri, aprego bera alto
desta tribuna uuversal que sao muitasas pes-
soas que guardara tristes recordag5s do septua-
g-niriognarda-livros.
Enire ell;n record-me do Ilustrado engcuhei-
ro Alfredo Fernandes Das, ex chefe do ir-ifeg
da ferro-via de Caruar, o do ex almoxanft, des-
sa e da linha do Proloniamento, o diuno cida-
do Jj-re Francisco do Reg Cavalcante,"cujos ca-
raelcn s sobrauceiros por exeelleacia nuaca se
di.braram as insinuacoes capciosas d'aquelle
meu infeliz preceptor da mocidado, o qual nem
por esta qualidade irapugnou ja isiir rao ao pos-
te da mais toroe e secreta UilTiinngao. cora o
perverso iotuUo de obstar me a adquerir o pao
la vida.
Jase v, pci;, qa-c nao sou o uni d;sa(Toc:o
desse.hornera d? corago pelrilicado, segundo
N-ro nas persegaicOas, ou outri Tiberio nashy-
pocrisias; desse novo Janus da mythokgia an-
tiga desdts quo ha outn-s que Ihe votara bem si-
^n hcava indiffcrnea.
Em coaclusao, a raiu'ia vinganga est em que
elle tambera pai de familia eque embora mui-
10 limitada, coratudo o seu remor-o pelos males
foiios, nao pelo seu prestigio que' nenhum,
mas pelo de outros, o'upivonr no seu seio do-
mestico em continuos sobro-altos, os quaes nao
raro so couvenero era espectros uiedoutios para
sempre o pertubarera 11 s caladas da noile e uo
remanso do sorano.
E's a-xai talo quito cu niria-ra; ex'.ernir
acerca da doaiisso co.n que fui surprehen lido,
sera que para olla houvesse concorrido porqual-
quec frn, e qu; s fii originada de aleives je-
suticos do ura inconsciente,
Deus a sociedade que nos ju'gue, e distribua
por 11s o castigo qae ca la ura raerec-r.
Coalio era extremo no actual gov-rno proviso-
rio q coa a onerosa familia que tenlio e boa somma
de servig u j 1 prasla los desdo 1863.
A osala que ha pou:o unis de do:s metes,
mu rovo.'ucau picilici. taoto fez pe 1 patria, tor-
nando a ura paiz livre, ou a leuho taran -ra. e
embora domis iulirao raorociraculo, ser ella
mesiin que rae reco nmeodar as autoridades
h'glmente constituidas.
Eu assim o espero.
Olda, 28 !e Janeiro de 1890.
A. G. de Gnsmrio Lobo.
capio honorario do exercito.
P. S.Respou lerei a qoa quer escripto refe-
ren le ao assumpto, mas Utvidamcrate assig.ia-
do.
G. Lobo.
Eis os documentos :
X 1
- Ira. Sr. capital A. G. de G. Lobo. Recife,
3 > de Agosto do 1879 Attendendo com prater
uo que pede mo V. S. ua carta retro, e prestan-
do o dovido preiio verdade e a justiga, cum-
pre mo declarar que era q lanto dirig a secgo
e.ic-rregada dos cs'ulrs Ua linha frrea da Vic-
toria esteveV. S. incunbiio daescripturagao e
di expodionie da mesraa secgo, desempenan-
lo so de quanlo Ih 1 foi entregue, de modo alta-
mente diguo do louvor, com as maiores oxicgo,
diligencia e assiduidade, e muito intelligeute-
inenle.
E'-rae tambera grato acorescentar que sobre
pontuilissimo no cumplimento dos seus deveres
foi sempre V. S. perfeito cavalheiro para com-
raigo.
Polo V. S. fa:erde.-ta minha resposta o uso
Lque mais convier aos seus interesses, contando
tambera com que, em qualquer parte, me ha de
encontrar prorapto para prestar ihe os meus di-
minutos servigos e dispor o de V. S., atiento,
venerador a criado. (Assignad'o). -Ricardo de
Menezes .
N. 2
Illm. Sr- Rcife, 23 380. -Tendo V. S.
s'do designado, pelo Sr. eng nheiro chefe,' para
servir na 1.a secgo da Estrada de Ferro de Ca-
ruar. cumpro o grato dever de agradecer-lhe o
auxilio eflicaz que V. S. prestou-me ao desem-
penho dos diversos servigos a cargo d'o3ta se-
cretaria.
Deus guarde a V. S.Illm. Sr. capilo A. G.
do Gusmo Lobo, auxiliar do Prolongamento.
(Assign ido) -Antn o J. de O. Campos J-
nior, secretario.
N. 3
Illm ir. capio ao onio G. deG. Lobo.
Recife, 72-81.Satisfazirado ao seu peaido,
curapre-me declarar que durante tempo e.m
que dirig os trabalhos da 1.a secgo da Estrada
de Ferro do Caruar, foi V. S. empregado assi-
d jo. e curaprio cem zelo, actividade e intelli-
geocia os seus deveres.
De V. S. atiento, venerador e criado.
(Assignado)Joo Oez.-rra de Mello.
N. 4
Declaro que o ilustrado Sr. capio A. G.
de Gusmo Lobo, durante o tempo que servio
comraigo, sempre manifesiou zelo e assiduidade
era tolos os trabalhos qae Ihe foram coa-
liados.
Recife, 82 81.
(Assignado) Lniz da Nobreg, engenbeiro
chefe de seceo.
N. 3
Atiesto que o Sr. cipitao A. G. de G. Lobo,
durante o lempo que >eryio oeste Prolongamen-
to mostrou zelo e aptid. No cargo que oceu-
pou porlou se srai.e mal'o coa'enie.temunte.
Recife, 8 -81.
(Assignado) Eugnh) Adriano Pereira da
Cunlia c Mello, engenbeiro era chefe.
N. 6
Allcsto qae o S\ capilo Gusmo Lobo, du-
rante o lempo que sc-v;o comraigo nc:as es-
tradas. de8empenhou cora muito zelo e dedica-
gXo o lugar de secretario, e teve sempre exem-
plar conduct.
Recife, 5 -i89.
(As3ignado) Antonio de Sampaio Pires Fer-
reira, engenh iro era ehefe.
iN. 7
Atiesto que o coraoortameuto moral e civil
do supplicaoto (capilo Gracindo L ibo) foi in-
leiramoate correcto, e que desemponhou de mo-
do satisfactorio os doveres do cargo de secreta-
rio destas rstradas, du^aale o periodo que de-
correu de 26 do Outubro- a 26 de Novembro de
1S88, no qual exerci interinamente as lunecoes
de directoreogenhoiro em chefe das mesmas.
Recife, 10-1-89.
( ssignado)-Alfredo Dias.
N. 8
Atiesto que. o S \ capito A. G. de Gusmao
Lobo, secretario destas estradas, um emprega-
d i celoso, assido c bera curapridor dos seus
deveres ; e qae durante raiuha administrago
interina dosempeulieu o cargo de secretario com


- T
-r



;-
0-
I
E
.J
)
Diario de Peraambuco-rQuiDta feira 30 de Janeiro de 1890
muita indiligencia, e pelo que bstente me au-
xilien
Recife, 4-11-89.
(Assigoado)-Caetano Alberto de Castro as
imetfio, i.- engenheiro, serviudo de dire-
cetor.
N. 9
Circular ...........
(2)A V. S. agradego os bons desejos que
manifestara de coadjuvar leal e eflieazaiente a
miohu dniinistrago, apenas iniciada. Su!e e
fralcrnidade.Ao cidado secreta:io.
(Asignado) Aaro Rea.
Recife, 25-11-89. .
N 10
Em virlude da peligo retro atiesto que
durante o tempo que iutoimmenle exerci a di
rectora destas estradas, o peticionario procurou
cumprir seus deveres, tendo apenas commet
tido uraa falta, talvez por m compre henso
das ordens em vigor
(3) Recife, 191289.
(Assignado)-Jos de Carvalho Almeida, di-
rector interina.
olas
(1) S nao tenho attestado do Dr. Rocha Dias,
engenheiro director, o qual seguindo para o
Rio a servigo, de l foi removido pira a B;hia,
e por isto nao tive opportuoidade de ser honra-
do som documento tcu.
(i) O Sr. engenheiro Aaro Reis agradeceu-
me os brns desejos jue manifestei de coadjuval-o
leal e cfficazmeute, e entretanto cunsiou-me
de funte pura que fora elle quera promover a
minha exonerago de secretario, j estando alias
exonerado, a seu pedido, da directora.
(3) E-sa falta foi nicamente porque dei scien
cia oficial ac guarda-livrosde um despacho nega-
tivo dadirecioria materia de um ufliciodesse
empregado, que entendeu que eu devia fazel-o
por pr tocollo, e nao por officio, e disso proveio
o director em circular dirigirse aos chefes de
servigo. salientando essa grande n'gligencta do
secretario, alias a uuica que consta do archivo
da secretaria, conforme ahi mesujo se cerulicou
a meu requerimento.
(Todos estes documentos estao sellados e re-
conhecidos.)

AO TENESTE
jos c-mino mu u silva
Complementa pelo seu 41 anniverssrio na-
talicio, que muitos outros ter no
meio das maiores felicidades
Lu seu companheiro.
Rcti!c,-30-l-1890.
Confraria de Santa Rita de
Cassia
Hoje pelas seia horas da tarde, e por,
convocacSo do conselho administrativo des-
ta confraria, deve se reunir o respeo'.ivo
collegio representativo, para habilitar o
mesmo conselho a trattr com mxima ur-
gencia da preetacSo de con as, perante-o
juizo de cabellas e residuos da capital des
te Estado; o que nlo foi cumprido por
outras administrares menos escrupulosas,
f.'.cto es'e que deu em resultado ser contra
a mesma Confraria expedido mandado de
sequestro contra seus bens e dos prnci-
paes membros do referido c.nse'.'-o admi-
nistrativo, segundo nos informaram.
E' de esperar que lodos os confrades
comprecam reuniSo convocada pela se-
gunda vez e que deixou de ser realizada
na primeira convocacSo por falta de nume-
ro (gal e alm do auxilio que oe :essara
mente prestaram com cuas luzes concor-
ram com seas obulos para reconstruccao
da capella mor da igreja qa* f.lizmente j
se acha coberta gagas ao respeitavel ci-
dadao major Jos Elias de OUveir-, rege
dor da Col fiara, p.os parochianos de S
Jos, so p?ssoal do Arsenl de Guerra e
da Companhia de Bomberos.
E' para lastimar que outras eorp ra-
ides e commis.s nao tenham ainda aecu-
dido ao appello da Confraria de Santa
Hita de Cassia, quando muitas dellas, con-
formo tivemos occasiao de dizer, se mani-
festaram desejosas de concorrerem para
fim tao justo c qus s podia caracerisar
os nossos sentimentos religiosos.
Confiarnos que os habientes desta cap -
tal no desmeutirao os seus precedeutes,
pelo que ainda estamos proiptos a rece-
ber qualquer quantia que se dignarem nos
enviar, e publicaremos como nos curapre,
urna vez que nos propomos a advogar tSo
justa causa, os nomes e esportulas.
O Monte emOlinda
AO BESPSITAVBL PUBLICO E ESPECIALMEN
TE A TOOS OS DEVOTOS DE NOSSA 8E-
KHORA DO MOKT3
Nao posso d<':-nr de, era meu humilde retiro,
enviar aos ferfu ..os devotos, urna ligeira no-
ticia, dando sa .is yjJo aoacto que, quasi preii
piladamente o z.
Temi se pisado o acto da inaugurago da
cape; la mor da Excelsa S<'nliora, cachndome
em um estado ilc ;:batimento physlco e moral,
era extremo tal que nada meobngaria a deter-
me por inais teupo, sera procurar Unitivo aos
meus stiffriaieiitos.
Parece incrivel, entretanto, e urna verdade ;
B0 di.) em que cu di va eslar arrebatado de sa-
tisfago |j ena, nesse dia em que todos os o!ha
res e urna concurrencia enorme, convergiam
para a minha hurail le pessoa, tendo rae cm jp
parencia. de que ludo o que s-; tinha consegu
do, era devidu a mira, quanco eu sinto o contra-
rio, Deus o sabe ; estas e outras indizlveis cir
curasiancias, zeram era mira, ura nao sci que,
de contrariedad)', occon endo-rae todas as tris-
tes cinuns anuas passadas, considerando ver
frustrado o raeu pedido, mais de urna vez, que
nada se dissese que pare esseelogios a meu r>s
peilo. ccnsidea 1J0 tanta gente contrariada por
meu respeilo (gratuiuraente I); tinalmente, eu
sentia, ser saber expressar, eu ibera va cora
desaforo. .- :n tai) r o porque, vimlo a se coa
lrma'p:-r.v.la:n-i.t-.', aquellas paUvras do art.
21 de.-le, quando euraecei, .diz-ndo, que ha im
prcsso ti.i desagradavel, qu era a nlelligen
oia pode t> .Tesar, era pintor mair hbil, cora
as corres u.att vina piolar I
PoBianto, o meu estado obrigon me a procu
rarUnitivo >:> ar mais puro.
Parece, q:: mui de prO|)OS0 recebi de um
amigo, rae segundo o diztr do Eccl., a
nuikor dadh i Uv to; rece!>i ura coavite para
vir prestar ibais urnas vez, o meu humilde pres
timo, era lugar do mui Jigno parocho na fregu
zia. que habitando um pouco distante, me con
eeeu liceoca pora, po: sl.'fazerum servico qpe
io incompatirsl cora a uiinhi humilde per.-o
aiidade ; c aqui, \oijj Uados, por q'k-m s:i*%mU^s saudailepor^ucin
tanto di bo,i vintul.' sullTittesde o'da- 19 de
Marco de I8j9, at u meraora^l JT^26 de Ja-
eiro de l9(), estju carpindo os desgostos que,
com os innmeros pecca.lo', leuho .illendido
um Deu- tj hora c tai mifcricorlioso.
Em breve estar i de volta para continuar a
cumprir i vnntide de Deu?.
Desde j me preparo pira p-estar minhas con-
ta3ruinu tosas de iuIj quanto recebimo e li
zetles no vener^nao templo do Monte que ha de
Jurar :;t u ikn do- t;npis, com nos da prava
dljla, inci.iitesiaveliueiile, o poder de Deus, na
creacSo do e sa acabju de ver e se pjder
(onnujr a rer tela; aqoelles q'ic quizerem ve-
iifTCar. BaJo *rj wat.
Era meu r tiru. uos 28 de Jmeiro de 189 >.
Clrigo Jar al.
N. 3 93
Salsaparrilha de Brisfol
Os venenos das entranhas da trra e
empregados como remedios, matara an-
nualmentc milhares de pessoas A 4)10-
pria plvora e as balas nao sao nem na
raetade tSo mortferas. A Salsaparrilha
de Bristol est inteiramente isenta dessas
maldicSee do genero humano, chamades
< espeeieos mincraes. Seus incestantes
triumphos atravez do espayo do 35 annos,
sobre as escrfulas, cancros, erysipellas e
das glndulas ; s se devem ao reino ve
getal. E' o nico remedio preparado pe-
los homens, que desarraiga do systema o
virus das enfermidi-des malignas, e ao
mesmo tempo restaura e fortifica a consti-
tuieflo physica. Aos debis d forca, aos
anciSos vida, para os que soffrem, um
balsamo suavisador e santo, para 03 aba
tidos de animo, urna elixir vivificante,
para as pessoas, o bello sexo um auxiliar
perpetuo em todos os seus incommedos es-
peciaes, e para todos o remedio mais ef
ricaz e inoffeusivo outorgado pela sciencia,
para o allivio e preservac) dos sofFrimen
tos humanos.
Encontrar-8e-ha venda em todos os
estabelecimentos principaes de drogas do
mundo.
COLLECI PRVTAND
Estrada de Jao de Barros, n. 27
Este esUbelecimento pa: ticular de educacSo e ensino tem operado grandes ,'re
.formas em seu prog'amma ds ensino e em sua economa, collocando se na altura de
collegios particularv38 das principaes cidades da Europa. E' assim que, alm da in-
struejao intellectual. pby.-ica e domestica, methodica, perfeita e completa, ministrada
por um corpo docente Ilustrado, e polo director o sua familia, o ollegio Prytano
fornece aos seus educandos internos, mais as seguintes vantagens, desconhecidas e
nSo offerecidas em nenhum dos collegios da Repblica, quer publico quer partcula
res: todos os objectos de escripturagdo, tratamtnto medico em qualquer doenca M ENXO
VAL COXD7LETO Di ROUPA DIABIA, !'E CAMA E DE BANHO, CALCADO, ec, ; 8 tudo pela
mesma pensSo de 6OO5O0O nnnaes, paga pelo contribuinte em qualquer outro inter-
mito do Paiz.
O Collegio Pry'auo recebe alumnos internos, semi-internos e externos Est
loealisado em um dos mais sauc'apeis e aprziveis arrabaldes da capital, em iva gran
de predio de vastas e sadias acomaodacSes, com um espacoso e Dem arborisado po-
mar para recreios; agua encanada, e illurainada lampadas de gaz carbnico de sys-
thema mui recente. Esi situado na Estrada de Joao de Barros, n. 27, muito pr-
ximo da estacilo d Principo, da via-ferrea do Recife a Olinda; fica perto da linha de
bond de Fernandea Vieira e tem na varanda para maior saliencias urna grande ta
boleta em o dstico do Colbgio.
llx no es'.abelecimonto Estatutos impressos, que esclarecem e nSo deixam du-
vidis. Abre suas aulas no dia lo de Jaueiro prximo de 1890.
Podi m dar inforraaeSus e explicaySes detidas sobre o ('oUegio Pry.'ano, os ci-
da.laos : Drs. Adolpho T C. irne, Augusto C- Vaz e Eduardo Silveira; e os nego-
ciantes Joaquim Meieiros, Alipio RosadoJ da firma Guerra fe Fe; tundes, Odilon Du-
arte & Lmat e Antomo Rodrigues d-. Souza & C. Em ni5o desses cavalheroa en-
contrar se hao estatutos impressos do Collegio.
Recife, 28 de Dczembro de 1889.
O direstor,
Tranquilino G. de M. Leitclo.
Dr. Alfredo Gaspar
EDITAES
MEDICO
Operador, parteiro trata com especiali
iade de molestias de senhoras e creancaa
Consultorio e residencia ra da impe-
ratriz n. 18, 1 andar.
Consultas de 8 s 10 da manbl.
Chamados (por escripto) A qualquer ho<.
TELEPHONE N. 226' '
V
0 De. Eroiirio Coutinho,
de volta de sua vagem Europa, on-
de se dedicou especialmente ao es-
to lo das molestias rto systema ner-
voso, lixnu sua residencia e consul-
torio ra da Aurore n. 85.
Consultas de meio dia s 2 horas.
TELEPHONE N. 367

*i5
Taberculose palmoaar
Cura garantida pelo Peitoral de Cato
bar.
Alberto Rodrigues Branco, tendo abra-
aado de coracu a grande u&turalisacao
Brazileira, ainda assim nfic esqueeeu a pa-
tria aor.de nasctH, e por esta razao offe-
rce a quantia de cem mil ris para dea
affrontar a 1 onra nacional portugueza, fa-
zendn votos para que a colonia portugueza
em Pernaiubuo imite a colonia dos mais
estados do Uraztl.
Recife, 29 de Janeiro de 1890.
Alberto Rodrigues Branco.
Ao pilblico
Decliroq- c constitu procurador ac meu llio
o ". Fraucisco Acciofy Lins, coqi'bs po*fres
gerat'6 e cspec.iaes que em direit^ se confere,
ce-s-udo nes a data os pwccradores constituido''.
anteriormente. Gamtlleira, 27 de Anei o de
1890.
Maria Zu mira Marques.
Cidadao chefe de polica
Os moradores das ras da Aurora t
Fcnno8a c circumvisinhanca pedem-vos, a
bem da raoralidade e respeito devido s
suas familias, que mandis rpcolhcr ao
Asylo de Alienados um desasisado, co
nbecido pnr Macedo, que vaga por essas
mas a proferir as maiores obscenidades.
Esper.-in de vossa jnstica ser attendi-
dos.
Auxilios lavoura
Pereira Carneiro & C. continnam, autorisado
^elo Banco do Brasil, conceder emprestimof
i lavoura das provincias de Pcrnambuco, Ala
goas.Parahyba t Rio Grande do Norte, medianu-
as condifOes de que os ioteressados sero Infor-
mados no escriptorio & ra do Coramerci.i n. 6
las 11 horae da manti as 2 da tarde.
Inglez e Francez
Cursos ra da Aurora, n. 37, 2.*
dar.
an
nstitution Fran^aise de De-
moiselles
Uua Rur de 8. Borjn a. IO
AS AULAS ABRIR S i HAO A 7 DE JANEIRO
A directora,
/. Atoar.
COLLEGIO
De Di. S. da Penha n. 37,2 andar
RA DA AURORA
a dlreecSo de A^gns-
Sob
(a Carneiro
Os trabalhos I-divos desie esUbelecimen o
de ii.struci.5o primaria e secundaria, para o
s'xo feminino, principiaro a 7 de Janeiro
Mudaoca de escriptorio
Miguel Jo? de Almeida Pernimbuco, proru
rador des feitos da faienda deste Estado e advo-
ado, mudou o seu escriptorio para o !. andar
d predio n. 45. ra o Imperador,'.onde ser
encon'rado d;s 9 horas da manba s 4 da larde.
Atten^ao
A comm'ssao liquidadora do espolio de
Deodato M; nteiro & C. pede aos devedo-
res do mesmo espolio para psgaram ou
entender te com o seu representante na ci-
dade da Escada o Sr. Joaquim da Silva
Costa, o mais breve possivel.
Recife, 14 de Janeiro de 1890.
Maia & Rezende.
Machado Lopes* & C.
Oliveira Basto d C.
Dr. Silva Leal
CLNICA MEDICO CD1UB6ICA
Consultorio e residencia rna do Livramento
o. 6 i andar Consu tas das II s 3 horae da
tarde. Chamados a qualquer hora, por escripto.
Bronchlte aguda ou chronlca
O Peitoral de Cambar o melhor rr-
medio.
Aguas ascallaas de moudarJz em
Ponte Vedra na Heapanha
Estas aguas contera cm si mineraes que
produzem um cffeito maravilhoso em qual-
quer creatura que faca uso dellas. Como
seja para as molestias de estomago, qual-
uer que sejam el!r.s, para as molestias
a bexiga e dos rins para qualquer des as
molestias, so ha differenca em mais ou
menos porcao das aguas que se tem de
tomar para produzir bom resultada.
Acham se a venda em casa doSr. An-
tonio Affonso Simoes na ra do Visconde
de Goyannan. 1.
IDr. auares
be ltclb
Medico formado pela
Faculdade do Rio de
Janeiro, tendo-se dedi-
cado com especialidade
therapeutica moderna
das molestias de pellc
j e syphilis, na Policlini-
j ca geral da corte, cargo
do Dr. Silva Araujo,
onde servio como sea
ajudante ; d consultas
de meio dia s 3 horas,
no 1.* andar da casan.
15 do largo do Corpo
Santo, e recebe chama-
dos a qualquer hora em
sua residencia, ra do
Vizconde de Coyanna
n. J5.
La Rosa Alemana
E' o nome de urna qualidade de arveja
branca que, pila primeira vez vem a este
Estado.
A cerveja La Rosa Alemana nao con-
ten acido ou producto chimico.
A preparacao da cerveja La Rosa Ale-
mana chegou ao mais alto grao de perfei
cao. E' SUBLIME, muitissimo sgrada-
vel ao paladar, finalmente urna combi-
nacSo de substancias poderosas para a boi
alimentado. As mais afamadas cervejas
:nao trazera o nome do fabricante. Entre-
tanto o proprietario da cerveja La Rosa
[Alemana tendo conquistado o segredo da
sua saudavel cerneja registrou a marca
com a saa firma no rotulo.
E como teve a honra. de requestar a
Empathia publica e para que a cerveja
% Rosa Alemana contine a gour de
concto do respeitavel publico, amiudadas
vezes manda examinar a sua cerveja pelas
celebridades chimicas.
Diversos attestados de chimicos e dou-
ores em medicina justificam que a cerveja
La Rosa Alemana muito saudavel e um
soberano alimento, enjos documentos fi
cam disposicSo do respeitavel publico.
Diz o Dr. Vernier: Tenho por muitas
vezes examinado no laboratorio publico a
cerveja La Rosa Alemana e nao encontr
materia chimica e sim urna gigantesca pie-
paracto de substancias que representam
urna valiosa riqueza para a alimentacao.
A cerveja La Ro^a Alemana goza de
grande conceto na Europa e um illustre
cavalleiro desta prsca, ha pouco chegado
do estrangeiro, animou o fabricaute a ex-
portaba convencido de ter grande acceita
fao aqu.
Teem veada em grosso e a retalho:
Machado & C, ra do Vigario n. 19;
Albino Fernandes & C, ra do Mrquez
de Olinda n. 2; Jos da Costa Caseiro
& C ra da Cruz n. 13; Lopes & Arau-
jo, ra do Livramento n. 38 ; Vasconcel-
*k)a Sobrinbo &'C., ra da Aurora n. 81;
R. Ferreira & C, ra Mrquez do Olinda
n. 50; Poca Mendos & O, ra Estreita
do Rosario; Manoel Jcaquim Alves R-
beiro, travesa das Cruzes ; Pereira Fer-
reira & C, ra do Imperador ; Joaquim
ChristovSo & C, ra do Cabug, Jos
Fernandes Lima ct C, ra Nova ; Salga-
do & C, ra das Cruzes no'20 ; Antonio
Almei-ia Rabel!o, ra da UniSo n. 2; An-
tonio ..Souza Duarte Ferreira, ra da
Uniao; Antonio Jos Martina, praca Con-
de d'Eu n. 2; Luiz Jos Salgado, praca
do Conde diEu; Marcelino Martins Oes
teira, ra do Vigario n. 6 ; Azevedo Maia
& C./rua da Iraperatriz
O doutor Alvaro Barbalho Uchoa
cante, juiz substituto do civel desta c-
dade do Recifo e seu termo, capital do
Estado de Pernambuco, em virtnde da
le, etc.
Face saber aos qne o presente edital vi-
rem on delle noticia tiverem, quer lindos
os oito dias da lo serao levados s praca
com o abate de dez por cento, depoia da
audiencia deste juizo, que ter lugar no
dia Io de Fevereiro vindouro, os gneros
seguintes :
Urna pipa de vinho Figueira com tor-
neira e attestada (vinho ordinario) avalla
da por 1004000. Urna pipa servindo de
deposito com 16 caadas de agurdente
branca, avahado tudo por 22i50OO. Urna
dita com seis caadas de agurdente bran-
ca, avahado tudo por 125000; 1 r logio
de paredo avahado por 5}000; 21 garra
fas com vinho Figueira avahadas por
60300 ; 15 garrafas com oleo para lampa-
rilla, avahadas por 4jJ800; 10 garrafas
com cognac ordinario por O/JOOO : 5 bo-
tijas de genebra Fockinck por 20500 ; 24
garrafas com capil por 40803; 30 meias
garrafas com Salvator Ber por 903CO ;
10 frascos com genebra por 30700 ; 27
garrafas com genebra de laranja por
80100 ; 20 garrafas com oleo para lampa-
rina por 60400 ; 50 meias garrafas com
cerveja Guineas por 100 ; urna caixa com
maisena por 40.
Prefazendo todos os gneros a quantia
de 2'.45200 ; penhorados para pagamento
da execucSo que promove Francisco Gre-
go Fu Miguel, contra ToSo Lasalvia de
Cae tan o, e vSo pela 2 a vez praca com
o abatimento de 10 por cento, que da
quantia de 210420, cando reduzido o va-
lor da avaliacSo a 1920780, por nao ter
apparecido licitante que cobrisse o prego
da avaliacao, pelo que toda a pessea que
em ditos gneros quizer laucar o poder
fazer no dia da praca.
E para que chegue ao conhecimento de
todos mandei passar o presente, que ser
publicado pela imprensa e affixado no lu-
gar do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife,
aos 2 de Janeiro de 1890. Subscrevo e
asBigno.
Eu, Pedro Tertuliano da Cunha, escri-
vab, o escrevi.
Alvaro Barbalho Uchda Cavalcaute.
Recebedoria do Estado
Caval- ^e'a?S d*8 casas da freguezia de S. Jos,
DECLARACOES
Oculista
Dr. Barrete Sampaio, culista,
ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, de volta de sua via-
gem Europa, d consultas de
1 s 4 horas da tarde, no Io
andar da casa n. 51 ra do
Baro da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Telephone 285.
Residencia ra Sote de Setem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
Telephone 287.

Toase convulsa! coqueluche
NSo deis crian ca seno o Peitoral de
Cambar.
({ Fredcrico Chaves Jnior j(
Homoepatha
lUDRA BARAO DA VICTORIA39/'
rriraci?' nadar { I
Cirurgio Dentista
DR. ROBERT P. RAWLINSON, for
mado pela Universidade de Maryland nos
Estados-Unidos, tom aberto o seu cnsul
torio, na na BarS do Victoria 18, 1
dar.
Consultas das 10 s 4 horas da tarde.
aE
Dr. BallhiLi- da Silveira
> -1
!
Especialidadefebres, molestias
as enancas, dos orgaos respirato-
rios e das senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
ora da capital.
AVISO
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabino,
ra do BarSo da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia. 5
Advogado
Bachabel Celso F. Henhiques de Souza
Mudou seu escriptorio para a ra do
Imperador n. 77, 1. andar.
Leonor Porto
j Ra Larga do Rosarlo nu- J
I ( mero 6 )
V SEGUNDO ANDAR \>
{I Contina a executar os mais difficeis
/figuriao3 receidos de Londres, Pariz,
) Lisboa e Rio de Janeiro.
( 1 Prima em perfeicito de costuras, em
II em brevidade, modicidade em precos e
( ) fino gosto.
LI
ADVOGADO
Dr. A. ClodoaldodeSoza
Escriptorio -Ra do Bom Jess (an
liga da Cruz) n. i. i.* andar, da* 10
horas da mauha as 4 da tardeTele
phone n. 102.
ResidenciaRa Imperial n. ti8 Te-
lephoce n. 104.
Professora
Urna senhora perfeitamento habilitada e
com bastante pratica de .ensino prope-se
a leccionar em collegios e casas particu
lares as seguintes materias: portuguez,
francez, msica e pian?, a tratar na ra do
Visconde de Albuquerque (antiga da Ma-
triz da Boa Vista) n. 20.
Collegio Amor Divino
Ba da Imperatrli a. 3*
As aulas abrir se bao no dia 7 do correte.
A directora,
Olimpia Afra ds Mendonca.
De ordem do cidado Dr. inspector deste
Tnesouro, fago publico que no dia 30 do cor
rente ir praja o lorntcimento de 3,000 me-
tros de algoda mesclado para vestuario dos
presos pobres da Casa de Detenco.
Os concurrentes devem apn. sentar as suas pro-
postas em carta fechada e habilitar-se na forma
da lei.
Secretaria do Thesouro do Estado de Pernam-
buco, 24 de Janeiro de 1890.
0 oficial,
Lindolfo Compeli.
Sociedade
Uniao Comirercial Bcnefi-
cente dos Mercieiros
S.-ienlilico a todos os associados queacliam-se
ca, atraso de suas mensalidades, que termina
no dia 31 do cerreote o praso marcado para se
quilarem com os cofres soc;aes.
Findo o referido praso, aquelles que nSo a
houverem ftito serao eliminados por falta de
pasamento.
Secretaria da rociedade Uniao Commeicial
Benekente dos Mercieiros, 29 de aneiro de
1890.O I- secretario,
J. Maia.
Faculdade de Direito
De ordem do cidado Dr. director, e de con
formidade com o aviso de Ministerio dos Neg
cios do Interior n. 336 de 18 do correte, fago
publico que est em concurso com prazo de
quatro mezes a contar da data deste, a sub-
stituigo da cadeira de arithmttica e geometra
do curso de preparatorios annexo a esta Facul-
dade, vago por ter sido nomeado professorca
thedratico o respectivj substituto bacharel Ma-
noel Fernandes S Aolunes ; pelo que os que
quizerem inscrevar-se para o mesmo, devero
se apresentar desde j com documentos que pro-
vem :
1* Sua qualidade de cidado brasileiro.
2o Maioridaie legal.
3* Mcralidade attestada pelos respectivos pa-
rochos e follia corrida nos lugares onde ouve-
rem residido nos ltimos cinco annos.
4o Capacidade prolissional, a qaal prova-se
exhibindo o candidato lguns dos seguintes do-
cumentos:
Titulo de capacidade na materia or. concurso,
conferido pelo director da instruevo primaria e
secundaria do munip^cio da Capital Federal, titu-
lo de prefessor tambem na materia em concur
so, concedido pelo Governo Provisorio, diploma
de bacbarel ou de doutor as FaoulJades da
Repblica ou Academias estrangeiras. ou de ba-
chaiel em lellras.
As peasoas ootaveis por seu talento ou rco
nhecidameute habilitadas, podero ser dispenfca
das da prova de capacidade pelo governo, e as
que nio poderem provar ou obtiverem dispensa
passaro por um ex :me antes de serem admit-
Udos inscripgo, tudo de couformidade com o
capitulo 4 do regulamento de a de Maio de
1856.
E para constar mandou o mesmo cidado Dr.
director, aixar este edital que ser publicado
ueste Estado, na Capital Federal, e nos Esta ios
mais prximos.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife,
28 de Janeiro de 890.
(Assignado) o secretario,
Bonifacio de Arago Faria Rucha.
"Aviso-
Com o 11 m de melbor regulnriaar o
erviro Interno c de accordo com a
pratica admltlida e seguida cm to
da* a praca* commerclae*. tendo
Ido ouvldo o digno presidente da
AMMOclacaoCommerclal Beneflcente
reaolveram os Banco* eatabelecldo*
nenia praca, abalxo mencionado*,
fechar o expediente don Receblmen-
to* e Pagamento* 3 lunas da
tarde, a comecar do da 3 de Feve-
reiro prximo futuro, do que sclen-
tlflcam ao lllutre corpo do com-
merclo e a toda* a* pessoas que
msntecmrelaeoes commerclae
con* os mesmo Banco*,
Becife. tH de Janeiro de 1890.
cujo valor locativo foi augmentado para
o exerccio de 1890, pelo lanzador Af-
fonso Lucio de Albuquerque Mello.
Ra Vidal de Negreiros n. 50.
Antonio Moreira Reis 4530OO
Dita n. 58.Bento Eleuterio
de Souza (.astro 273O0O
Dita n. HO.-Francisco dos
Santos Moreira 333*000
Dita n. 11 (iAntonio Joaquim
CascSo 3935000
Dita n. 118.Maria Alexan-
drina de Carvalho 357^000
Dita n. 124. Jos de Azeve-
do Maia e Silva 309*000
Dtan. 144. -Joao da Silva
Santos e outros 600)5000
Dita n. 152.Fernando & Pri-
mo 333*000
Dita n. 3.Manoel Gon calves
Ferreira e Silva 733*800
Dita n. 29. Victorino Do-
mingos Alves Maia 1:120*000
Dita n. 55.Antonio Gomes
Correia de Miranda 546*000
Dita n. 61. Jos Antonio
Gonsalves Penna 240*000
Dita n. 93.Fibos de Jo5o
Fernandes de Moura 369*000
Dita n. 103. Jos Joaquim
Ferreira de Souza 453*C00
Dita n. 135. Ricardo Jos
Gomes da Luz 369*000
Frei Henriques n. 14. Ir-
mandade das Almas do Re-
cife 153*000
Dita n. 22.Mr noel Fernan-
des Mascarenhas 153*000
Becife, 20 de Janeiro de 1890.
O chefe,
'J. X C. de Barros Compeli.
(.signado*) :
Pelo London A Brasillan Bank.
Limited. Wllliam II. Bllton, gerenle.
Pelo Engllsb Banlt of Blo de Ja-
neiro. Limited. *. 1. P. Clarlson*
gerente.
Pelo Banco de Pernambuco, Wli-
lla m M. Vebste rt gerente.
Pelo Banco Bul amerlrauo, F. A.
Parbeco. gerente,
l
C onfraria de Santa Ri-
ta de Cassia
Coilfgio Representativo
t.' convocaco
De ordem do -irmo regedor, major Jos Elias
de Oliveira, em nrtude da autorisacSo do con-
selho administrativo desta confraria, convido
todos os nossos irmos para quinta feira 30 do
corr nte, peas 6 horas da tarde, comparecerem
em nosso consistorio, afim de em numero legal
conitituirem o Collegio Representativo e assim
habilitarem o conselho a tomar providencias ne-
cassarias relativamente a presaco de con tas de
diversas administraces, perante o juizo de ca-
pellas, e Umarem conhecimento de outros cs-
sumptos de alta importancia.
Secretaria da confraria de Santa Rita de Cas-
sia, 28 de Janeiro de 1890.
O secreiario,
Jos de A. Cosa Ponte?.
Sociedade
DOS
artistas Mechanicos e Li-
beraes
Assem! lea geral de eleigao, 2.* convosagao
Nao se tendo reunido no dia 23 do correte
nemero leg. 1 da socios para proceder-3e a elei-
cio da directora para o anno social de 1890 a
1891, convido de novo aos nossos consocios que
na forma dos estatutos se acharem no goso dos
seus direitos. a comparecerem no dia 30 do cor-
rente, s 6 !l horas da tarde, para o indicado
Om, cumprindo notar que nesla segunda convo-
cago proceder-se-ha a elcigao com o numero de
socios que comparecer.
Secretara da Sociedade dos Artistas Mechani
eos e Lioeraes, 24 de Janeiro de 1890.
0 1 secretario,
Joaquim L. Teixeira.
Obras publicas
De ordem do cidadao engenheirc director, e
em virlude da autorisacao do cidado general
governador de3te Estado, de 20 do correte, faco
publico que no dia 8 de Fevereiro prximo vin-
douro recebem-se propostas em cartas fechadas,
competentemente selladas, para execuj&o das
seguintes obras :
Reparos da ponte de Nazarelli. oreados em
I.-937*720.
dem do ponlilho sobre o riacho Canos, na
estrada de Grvala, na importancia de o:060.
dem de diversas pontes da estrada da Victo-
ria, na de 2:939 .'200.
dem dos bociros de Campia?, Maus e Bu-
IhOes, na de 1:172 072.
As propostas devera ser assignadas pelos lici-
tantes, com as firmas reconhecidas, e devero-
delarar o prego pelo qual se obrigara a execu-
tar a obra, como o local de sua residencia e a?
habililages que possuam para dirigir os traba-
lhos, as quaes scro abertas ao meio dia em
presenga dos proponentes.
Nao sero aceitas a- propostas nos seguintes
casos:
1." As que excederem dos pregos dos orga-
mentos.
2." As que nao forem organizadas de accordo
com o presente edital.
3. As que nao oTerecerem as garantas exigi-
das.
4. As que se basrarem sobre os pregos das
propostas dos outro3 concurrentes
5. As qie forem apresentadas por pessoas
que j tenham deixado de cumprir contractos
celebrados com a icpartigo.
Os orcamentos c mais coodiges dos contra-
ctos acnam se nesta secretaria, onde podem
ser examinados peles pretendentes.
Para concorrer praga cima detero os lici-
tantes depositar cesta repartigSo as seguintes
quantias:
De 97886 para a primeira obra.
De 253*000 para a segunda.
De 146*960 para a leneira.
De 58*604 para a quarta.
Todas estas quantias sao equivalentes a 5 %
dos valores dos respectivos orgamectos, come
determina o art. 42 do egulamento de 30 de
Outubro de 1889.
Secretara da direcloria gerai de obras publi-
cas, 22 de Janeiro de 1890.
O engenheiro ajudante,
___________ A Reg mfo. ___
Edital n. 9
(2* praca)
Pela inspectora desta Alfandega se faz publi-
co que s 11 horas do dia 1 de Fevereiro vin-
douro sero arrematadas porta desta repart-
gao as mercaJorias abaixo declaradas :
Aritazemn 7
Marca JM-Duas grades, ns. 976 e 7, vinda3 de
Hamburgo no navio norueguense Axel, entrado
em 30 de Janeiro de 1889, consignadas a Jos
de Macedo,-contendo louga n. 1 em pegas nao
cla8siflcadas, pesando liquido legal 298 kilo-
gramraas.
Sem marcam barril sem numero, de torna
Tlagem, no vapor francez Athens, entrado em
13 de Abril, idem, nao consta do manifest,
contendo vinho deteriorado sem valor.
3* Secgo da Alfandega de Pernambuco, 29
de Janeiro de 1890.
0 chefe,
Domingos Joaquim ia Fonscca.
N. S. doTerco
Em vii lude do despacho do cidadio Dr. juiz
de direito da provedoria desta comarca, cenv do
os irmos para no dia 2 do mez vindouro, pelas
10 horas do dia, reunidos no consistorio da igre-.
ja proceder se a elcigao da nova mesa regeuora
da mesma irraandade, visto como es que foram
elait08 nao acceitaram os cargos.
Consistorio da "iruiandade de N. S. ds Tergo,
em 29 de Janeiro de 1890.O thesoureiro,
Lvdio P. S. de Oliveira.


f>
Diario de PerimiiitMu---Quinla-feird 30 de Janeiro de '8911



*;
<-
I
Airemaiat^o
Ho -i 7 de Fevereiro ser arrematado O en-
aho Jaguaribe. sito no termo da Escala, va-
do por 0 000-000 : qujm qoer fazer ac-
oisic_o de urna boa propriedade, cbegada a
ccasiao muito commodo por distar da cidade
neia leg'oa, terreno aiaito frtil, e contiguo ao
eagenho centr i de Firmen; > praca ser na
asa das audiencias as 9 horas da manha do
Abdicado da cima meociooado.___________
Capitana do Porto
De orejera do cidadao capito-tent-nte. capito
do porto desle Esta lo, se faz publico, para
ciencia dos i riten asados, qce, a proposito de
orna reclamacao da dir-*ctoru das obras de coa
gervacao dos portos deste Esudo, e convindo a
todo transe eviUr se os abairoaineotos que bio
do frequeBtes. anc< raudo as alvarerigas de
flarga e descarga prximo s dragas e vapores
Eerteicentes aquella repartic&o, ficam ditas em-
arcaces. de ora em diante obrigadas a fun
dear ao norte da ponte Buarque de Macedo e
Forte do Brum.
O.- bat.-IOi's perte icen tes repartidlo alludida
terao o ancorano ro comprebendido entre as
poDtes Sete de Srtembro e Buacque de Macedo.
Picaro prohibidas as alvarengas ite fu dearem
a Corda dos Passarinnos. podendo somente alli
ancorar as dra.as do serviQo.de OBCavacao.
Capitana do porto do Estado de Pirnambuco,
2*. de Janeiro ae 1890
O secretario,
Mario F. de Castro Chaves.
Derby Club de Per-
nambuco
Por esta dir. cioria foraui suspensos por t inta
das os jock*ys Alfredo de Freitas, que moiituu o
vallo Mignon, e L-iiz de Franca, que moatou o
avallo aranguape, ambos uo 2- pareo ; u I*
por ter desobedecido as ordens estabelecidas
pela directora e o J- por ter embarazado a cor
rida do cavallo Coloss > na recta de cbegada.
Recife, 27 ae Janeiro de 1890.
O secretario,
os de Oliveira Cas ro.
Saeta Casa de Misericordia
do Recife
Por esta secretaria sao chamadas as amas que
te acham criando e.xpostos para virem receber
as suas meosalHades vencidas do 1 de Julho
ao ultimo de Dezembro no anno passado, no
salao do respectivo ert_bclecimento polis 8
Moras da maoha do da 30 do con ente
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 26 de Janeiro de 1890.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza
Sociedade Refiuaria e Dis-
tillacao Pernr. mbucana
Sao convidados os *rs. accionistas a realizar
a 3" entrada de 10 %, equivalente a 20*000 por
acco, at o dia 31 do co-rente mez, conforme
s arts. 8o e 9o di s estatutos, no escriptorio do
Exm. Sr. thesoureiro Baro de Petrolina ; entra
da pela ra do Torres n. 48, Io aniar.
Recife, 15 de Janeiro de 1890.
O presidente,
Joao Fe nandes Lopes.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Na secretaria da Santa Casa recibem-se pro-
jostas pa -a arrendaraento do predio n. 33, ra
Mrquez de Olinda, com araazem propno pira
raalqoer estabelecimento commercial, com
grande reducco no prego da enda.
As propostas sero apreciadas pela junta em
laasesso prxima.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Jecife, 30 de Outubro de 1889.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
MARTIMOS
B
razil
United States and
M. S. S. C.
O vapor Allianca
E' esperado de New York
at o dia 3 de Fevereirc
to o al I 11 I de
mora necessaria seguir:
para a
Baha, Rio de Janeiro e Manto*
'ara carga, passagens, encommendas e d)
.eiro a trete trata-se com os
Henry Forster & C.
8Ra do Commecior8
1* andar
Companhia Brasileira df
Ni
V:
*'B
lavega^ao a vapor
PORTOS DO SUL
O vapor Maranho
ommandante o eapit&o de fragata Pedro
Hyppolyto Duarte
E' esperado dos portos do or
te atf o dia 4 de Fevereiro e de-
,pois da d-mora indispensavpi
' __^udas sero recetadas no trapicii
t irbosa ate 1 hora da larde do dia da sabidi'
Para carga, passagens, encommendas e valo-
ras rata-se com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
3 vapor Pernambuco
Commandante Antonio Francisco de
Almeida
E* esperado dos portos do sm
ate i da 7 de Fevereiro e se-
't'Uindo dapoi- da demora indis
Jpensavel pare r portos do nor-
te tlll Jl.ii.....s.
As encommendas s sero recebidas na ager
iiatp 1 horada tarde do dia da saluda.
Para carga, encommendas, passagens e file
res trata-se com os
Pereira Carneiro el C.
*=iua do Commero=h
\o andar
oval Maii Steam Packe
Company
O vapor Tamar
iV*_l_Sv\. Espera-se da Europa at o dia la
k^B&w^Frvereiro, se.'uiudo depois da dem
_S__SB-Sa__rra do costme para
Baha, Rio de laoeiro, Sanios,
Montevideo e Buenos-Ayres
Para passagens, fretese encommendas trata
se com os AGENTES.
O vapor Elbe
E' esperado do sul no dia 2 de Fe
vereiro, eguindo depois da demor.
necessaria para
Lisboa, vlgo. e ionthampoo
Huouc43o de pansagen
Ida Ida e voll<
A Lisboa 1 classe 20 x 30
A SouthamptoD 1* classe t 28 42
. Camarotes reservados para os passageiros di
Pe-nambuco.
Para passagens fretes, encommendas, trau-si
00 Jl 00
Amorim Irmos & C
N. 3Roa do Bon JeausN. 3
IN*
CANA
D*
regacio costelra por vapor
PORTOS DO NORTE
arahyba, Natal, Maco, Mossor, Araca-
ty e Ceard
O vapor i* apama
Commandsnt Carvalho
-g- Segu no dia 5)de Fevereiro as 8
aUV horas da tarde. Recebe carga at o
"'
Encommendas, passagens e dinheiro a fretc.
i s 3 horas da tarde do dia 5.
ESCRIPTORIO
o Can da Companhiu Pernambucanu
n. 12
Companhie de Messageries
Mari times
LINHA MENSAL
3 paquete Equateur
Commandante Moreau
E' esperado dos portos do
sul no dia 2 de ^evereiru
seguindo depois dademo
radflcosume para bor-
deaux, tocando em
Dakar e sboa
Ijembra-se aos Srs. passageiros de todas as
isses que ha lugares reservados para esta
;encia, que podem tomar em qualquer tempe
Faz-se abatimento de 15 0|0 em favor das fa-
llas compostas de 4 pessoas ao menos e que
.garem 4 passagens inteiras.
Por excepco, os criados de familias que to-
arem bilhetes de proa, gozam tambem deste
atimento.
)s vales poetaes so se dao at o dia 30 de De
iembro pagos de contado
!>ara carga, passagens, encommendas e di-
eiro a frete : trata-se com o AGENTE.
O paquete Nerthe
Commandante Lecointre
E' esperado da Europa no
dia 8 de Fevereiro e se
guir depois da demora
necessaria para
zhia, Rio de Janeiro, Buenoe-Ayre t
Montevideo
..embra-se aos Srs. passageiros de todas as
.sses que ha lugares reservados para es>a
encia, que podem tomar em quatquer tempo
'revine-ae aos Srs. recebedores de mercado
i3 que s se attender a reclamacOes por fal-
s, nos volumes, que forem reconhecidas na
casio da descarga, assim como devero den
j de 4 horas a contar do dia da descarga da-
varengas, fazerem qualquer reclamaco con-
rnentes a volumes que porventura tenham se
ido para os portos do sul, afim de poder-se
r a tempo as providencias necessarias.
te paquetes n&o lllumlnadn a
.s -le<-lrir.
'ara carga, passagens, encommendas e di-
n -eiro a frete : trata-se com o
AGENTE
Augiste Labille
- Ra do Commercio 9
COPAKHI* PMMUUi O l'CANA
DE
avegaco costelra por vapor
PORiOS DO SUL
,1 icei. Penedo, Aracaju' e Babia
O vapor S.Francisco
Commandante Pereira
Segu uo dia 7 de Fevereiro a.-
5 horas da tarde. Recebe car
ga at o dia 6.
ncommendas, passagens e Jinheiros frete
t as 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRDTORIO
Ao Cae da Companhia Pernambucam.
n. 12
ompanhia Bahiana de Na-
ve;ago Vapor
Macei, Villa-Nova, Penedo, Araca-
j, Estancia e Baha
O vapor Sergipe
' ni man dan te Rebello
Seguir para os
portos cima
indicado no dia
30 do crreme ftf
4 horas da tarde
0ard~carga. par-sagt-u. euiwmnjeudas e duibep
o a frete trata-se com o
AGENTE
edro Osorio de Cerqueira
17Ra Ho Viqnrio 17
LEILOES
Leilo
Agente Britto
De movis, loucas, etc.
Urna mi bilia de ama relio 1 cama franceza, 2
marqoHzftes. 1 toilette 1 guarda vestido,! couimo-
da* 12 cadeiras de junco, 1 marqueza. 1 cabide e
quartinheira de n lumna. 1 mesa elstica, 2 apa-
padores. 1 espelho oval. 1 relogio de parede. i
lavatorio quadros, jarros, lonja para alutogo e
juntar, vidros e tpeles, candieiros para kerose-
ne, 1 mesa para jogo, 2 lanjas, 1 mesa de louro,
escarraleiras, 1 jarro, trens de ccsinha e mais
objectos.
nexta-felra, 31 do corrente
Pateo do Paraizo n. 9
A't 11 hora
Agente Pestaa
Leilo defin ivo
De duas mei'aguas de p-dra e cal edifica-
das em terreno proprio, sitas travessn
do Principe ns. 1 e3, pertencentes ao
inventario de J. ao Cardoso Barreto.
Meata-felra 31 do corrente
As' 11 horas em ponto
No armazem travesea do Corpo Santo
n. 27
O agente Pestaa veader por mandado e as-
assisteitrid do Exm. Sr. i>r juiz de erpbos as
mei'aguas cima referidas
Leila
>
De bons movis, excellente piano, por-
celana, vidros e loucas.
CONSTANDO
De 1 excellente piano allemo com pouco uso
coberto e carteira para o a^mo, 1 mobilia de
junco medalho completa com consolos de pe
dra. 4 etaeeres com jarros. 2 jarros com plantas
para consolos, 1 tapete para ,-ofa, 1 porta carto
de electro pate. 1 guarnigao de pannos para ca-
eiras. 1 almofada para sof, escarradeiras de
porcelana, 1 espelho oval, diversos quadros, 1
cama franceza de jcaraiid. 1 banca de cabe-
ceira 1 importante, toilele, porta-extracto e mais
objectos para o mesmo, i cabide de columna. I
banca de ferro. 1 guarda vestidos de amarell >,
1 toilet- pequea, 1 santuario e commoda de ja
caranda, 2 jarros, 1 cesta-para roupa, 1 commo-
da de amarello, i banca de amarello, 1 mesa
elstica com 6 taboas, aparadorjs. cadeiras de
vimes com bracos, 12 ditas de junco para sala
de jantar, 1 eaaeira para viagt-m, 1 soft de ama
relio, apparelho de porcelana para rtl e jantar,
garrafas, copos, ulheres, colheres, callees, 1, la-
vatorio com pedra, 1 tbear, camas de lona ero
tons e outras plantas em vaso, trem de cosinba
e ou'ros mnitos objectos per encentes a caaa de
Umtlia.
eiia-felra, 31 do corrente
A' 11 hora
0 agente Gusmo. au'oi-ado por urna familia
que mudou se para f ra da provincia, fai leilo
no Io andar do sobrado o. 2 da fraga do Conde
d'Eu de todos os objectos cima mencionados
os quaes se acham em muito bomesta do de con-
servaco. __^__^^^
Leilo
De 10 fogSes de ferro econmicos de ns.
6, 7 e 8
Sabbado, 1 de Fevereiro
A' 11 hora
0 agente Gusmo far leilo dos fogoes cima
mencionados em lotes, voniade dos comprado
res, devendo ter lugar o leilo no armatem n. 10
da ra do Bom Jess. ____
.
Leilo
De 5 caixascom urea FC contra marca
FL cem canella, avariada da agua do
mar a bordo do navio Familien, viudo
de H.tmburgo, entrado neste porto em
25 de Nove abro.
Segunda-felra 3 de Fevereiro
A's 11 oras em ponto
.Wo armazem da ra do Mrquez de Olinda
n 48
O agente Gusmo far leilo por conta e ris-
co ae quem pertencer de 5 caixas com canel
las cima mencionada.
Em seguida
20 canastras com alhos, 40 caixas com a;u;i
florida, movis, loucas, vidros, fazendt.8 e miu-
dezas. ___________
Leilo
Do sobrado de 3 andares sito ra de
M..nz e Barros n. 8, rendendo 69(5
mensaes, est. ndo todo aiugado.
Do sobrado de L andar (em obras) com
tres ta-es e janellas nos oitSes, sito
ra da Roda n 39.
Segunda-felra, 3 de Fevereiro
A's 11 horas
7o armazem ra do Mrquez de Olinda
n.48
0 agente Gusmo, competentemente autorisa-
no far leilo dos predios cima mencionados,'
os quaes podem ser exainidos peios comprado
res. ___________________________
i eilao
Da armacao, gneros e utensilios da ta-
verna e refina5ao de caf sita no sobradi
olio em Dous Irmos (antiga estrada de
Caixang)
Tere-*-felra, 4 de Fevereiro
A's 1 i [2 horas da tarde
O agente Gusmo, auionsado, far leilo de
armaco. gneros e utensilios de taverna e ret
uacao ueccaf, cima mencionada, a qual ser
\. no ida em um ou mais lotes volitado do com
prador.
Os concurrentes terSo passagem gratis no trem
de meiojdia.
AVISOS DIVERSOS
Precisa-.-e de um fetor ; na ra do Pay
sand u. 19.
l'recisa se de urna ama que saiba lavar e
engommar, para pouca familia ; na ra Bella
numero 45.
Precisase oeuma cosinheira ; na ra Fer-
nande Viena n. i(
Prect a se de urna ama para cos ibar; na
ra das Tniictie ras n. 17 se tratar__________
Aluga se a casa da ra de S. Joo n 62,
com 2 salas, 4 quartos, gabinete ao lado, com
grande quintal e quino para criado, por 30*
uiensal, tendo agua eocanada da companhia uo
Be Den bo ; m ra das Tiincbeiras o. 17, loja.
Aluga se o predio ra das Larangeiras n
18. constando de armazem, 1- e 2 andar-,
presianuo-se muito para um hotel i hospedara :
a tratar na ra do Bom Jess n 18, escriptorio.
Amga >e o 1- andar n. 278 ra Coronel
Suassuna ; a tratar na ca>a Prt-aile & C, ra
Baro a Victoria n. o9. ou no Chora menino n.
12, sobrado junto a cupe la.
Aluga-se a grande casa caiada e pintada
com granue sitio arborizado e todo murado, sito
ao neceo do Padre Iugkz. as chaves no mesmo,
a tratar no armazem n. 25 travessa do Corpo
Santo. ______
Aogam se duas s?las com commodos, sen-
do mu com fente para a ra Duque deCaxias,
e a ouira pbra o largo de Pedro 2j" ; a tratar na-
|oja a ra tiuque de Caxias n 79.*
luga --e duas casas novas ra da Casa
Porte, tendo cada urna 5quarto, 2 grao es su
las, cusioha fra quintal murado, agua encana-
da e banheiro c m ehoviscos ; a tratar na ra
Duque de Caxias n 30, padaria d i Beiro c AI
meida.
Alugam se casas caladas e pintadas nos
andos de S Goncalo, a 8*000; a tratar na ra
la Imperatriz n. 76.
Alugam-se o 1 e 2- andares da casa n. 43t
a ra Visconde de Inbama, com agua e com-
modos para familia ; as chaves no andar terreo-
Offerece se urna senhora para lecciouar
primeiras le.trase algum trabalhode agulha. em
collegio ju casa particular, deixaudo carta fe-
chada oesta typographia, com u tniciaes T. II
0 sobrado d- um andar (rm obras) sito
ra da Roda n. 39 esta bem localisa o. tem tres
fes, com janellas no- oii'-s ; ijuem quizer
tompial oe reedifical-o, oe ceno Ihe dar um
ooin rendimento: fallar aoPinho BorgesouBur
lamaqui.
Caixeiro
Preci3a-se de um caixeiro com pratica ; na
ra da Umo B. 54.
Caixeiro
Precisase de um caixeiro om pratica depa.
dara, dando ti dor de sua conducta ; em Santo
Amaro das Salinax.
Casa em Olinda
Aluga se a de n 3 a ra de S. Bento. junto
ao largo da igrej, com bons Commodos, fres: ,
Mim agua e quintal murado; a tratar na mesma
casa ou no Iaigo Mrquez doHerval o. 3, antigo
da Com ordia.
balo para escriptorio
Aluga-se a sa a do 1' andar no piedio sito no
pateo do Collegio o. 77 a tratar na loja da Es-
peronca.
M
erceria
Vende se* impoit.me casa sita ra Paulino
Cmara (ant ga Caun da do Ca mo) n. 2, por bou
propneiario ter de reinar-se par*fra por causa
de iiiulrstia ; a referida :asa torna-s. recom
mendada ja pela boa lo>alidade. assim como
oela boa fie*u. zia que tem : quem pretender,
pode se dirigir mesma casa, que achara com
quem tratar.
Bonito
Vende-se a propriedade denominada Pedra
Dourada, com excellenes mat; s das melhore?
madeiras para coostruccOes, situada Da comarca
de Booito ; a irat r na cidade de Bezerros, com
Guilbermino T vares de Medtirc.
Setins de odres a 400 e 700 rs.
Lis e flanellas, todas as cores, a 32 > rs.
Tarlatanas, todas as cores, a 00 ra.
Velludilhos e velbotinss a 60 rs.
Gaze de seda, prateada, 3 edres, a 1^000.
Luvas, todas as odres, a 10 Luvas tricadas de seda a 200 rs.
anga liaas a 200 rs.
Meias, phantasia, a 500 e 700 rs
Bombaixas de c6res, novidade a lkXX).
Loques a 500 rs.
Crotones de urna s cor a 240 rs.
E muitaa fazendas que se vende ra mais
barato
Loja da> Listras Azues
61Ra Duqu-; de ('axias61
O hornera do moto continuo quer fallar
com os engenheiros do Estado de Per
nambuco no dia 12 de Fevereiro do cor-
rente anno.
Para tal fim convida tamben) a c'asse
dos cidadaos scienticos, bem as meninas
de 13 annos e seus pas.
NO
TmO SABTA ISABEL
No dia 19 de Fevereiro
(Prximo vindouro)
Sendo que o governador d'este Estado
d o devido consentimento e precisa ga-
ranta, luz, etc.
2 de Janeiro de 1890.
O ESCR VAO,
Chene BreziL
_ SI i. SSOPUIETARTOS a~v*mjbnf
UNGENTO STEVENS
O umeo suos'.il:iiii4> a cautclsa^ao Jo-' caTo
jeto foKO. ll m.'ra tlhso pre arado e o una
emedlo "erla.lelraineiite i-fucaz par.-, curar tudM
qiiiiesquor Mltc&ei lufcnu it amia, IBtaMMI t
;irsanu o Disct-'i -'> toda a dsHre-.a. O annos d;
Siume e continuo xito em tedas as cor
das, Za&ras >, e^xos principis dru.belocl-
Tientos do ettT-.ll.> em In.rlatsrr e Enrope
Nunca delxa nodos aluma E ostcr eipen
nenta lo para flear convencido do seii vaor.
Vende-te em caixas com a comrelenie indtcacmn
para o seu lmpr~ao. em portugus
au .re',rido oor H. B STEVENS. ri-dic-TSISIITU
i. Pil'-' '.itl, Lvfdns lglilerr)
toslUn P sr-D-oo Fr<- .1 0.1k tT
especficos"
DO CEXE2RR
Dr. Humphreys de Nova York.
Emqfw mali*de SO annos, pimplen, r.cguraseffl.
can* e Ksrstos. A ven.la uaa rirosBrtaj e Pnar-
moclas principis e raai:. garantidas do Mundo.
Co. CUBA
1. Pebres,Congesto. Inflammocoea............
J. Febrce (olli-acausadas jor I.omhngas....
8. rolic*. Choro elcsouiuta das enancas......
4. DlsrrlieadeCTiancaseAdulio ...
Doidc Denics'edeCara,eKevralsia
9. I)or de Cnbeca. Enchaqut.-. Venfeem.....
JO. Ili?epin, Iifdl^lao, Frteao de \ entre.....
11. tuppreseao daTtecra Escsaon Demo-
rads...........................- -.........
11 l.eu. orrhea, FloresEnui.Jij, Bcaraproft;
13. f.'ronp, Tosse Ruaca. Didleuldadede Kcspirar
11. Heruen, Erunces. Krysipela ... ..........
15. Itheauinli.nl", Doresrhcu.r.ati.-a?..........
lf.. SezoOH, Maielta, FebrolnterralUgate........
1T. Ucranrrbnida, llmotrclmao. rntemas on
externas, simules o sngrenlas ..... ,
18. Opbtbnhnin, Ollios traco- on. Inftimmados.
19. Catarro nirudoou elircGl.1. euiixo........
sn. Cnqoelr -he, t.k.-i-.:^-. mdfa.............
31. Xraa," niracgodifflcaliosa.................
28. F>nppu-bv-io tos C 'o*. .Sanies ...........
. Enerolulas, Incha'-oe c ulceras.............
24. Debilldade x<-ro., on Pbyfc..............
25. Hidropesa, A'-uniulac. -s Cuidas...........
. Knjoo de Mar, ..ausea. Voiiit.w............
27. Molentir.soHiiuarlas, Clenlo: ou Pedra
na Bexlpa.............................. :-
28. Impotencia, rehllldado nervosa seminal..
29. C'liaenlnhajna Hoera, ou Ar-nta .........
80. Incootisencia de Oui-lna. ourlnarsenii
Casia..i..................j.-.":............
81. MenirtraacSodolorosa, Prurito
E2. Molestia do CoiU, Pa!l,ita"..es. etc .
83. Epylep.-i, Mal caduco. GotUcorat. Baile de
04. Dlphthera','MnialgnodeOari.-iiita .....
35. ConsestSes Ctarouieas, DSr .le t'alwca.
O Manual do Dr. Humphreys. 11! paginas sohm
as Enteriuldades c o modo do cralas, sed* gratn,
pede-se ao seu boticario ou
HUMPHItEYS' MEDICINE CO.,
109 Falten Strecc, NEW VOKE.
nico deposit o para vendas em
grosso Da imperial drogara de F.
Manoel da Silva & C, ra Mar-
ques de Olinda n. 23
MARAVILHA CURATIVA
DO CLEBES
Dr. Humphreys de Nova York.
A Verdadeira Maravilha do Seculo.
APPEOVADA E LICENCIADA
aela Inspectora (eral de Hynleae do
Imperio do Brasil.
A Maravilha (a ral Iva t remedio prompte
para as Pisaduras, Machucaduras, Contusoes, Tor-
ced uras. Cortaduras, ou Laceraccos. All va a dr,
estanca o aangue, fas parar a fnnammscao. redas
a lnchac&o, tira o descoramento, e (as sarar a fertda
como por encanto.
A Maravilha Curativa ( alllvlo promptoe
cura rpida para Quelmadorss, Bscaldadnras, e
Quelmadura do Sol, e superior a qualquer outro
remedio.
A Maravilha Curativa Impagavelpara
todas as Hcmorrhaglas, seis do Naris, assOenslvss,
dos Pulmoes. do Estomago, ou as Hemorrboklae oa
aimorrenascura senipree nunca falha
A Maravilha ('sratlvaumalllTloprompto
nata Dar de Denles, de Ouvidos, ds Face, inchscfto
da "ace e Nevrslgla.
A Maravilha Curativa orecursoprompto
e precioso para Dores rheumatlcas, Aleljao, odre
Blgldes as Juntas ou Peinas.
pnfSSSSa, Angina, Amy pialas lnchadasou
inllammadassempre seguro, sempre etncax.
A Maravilha CarntlT de multo valor
como Injeccao para o Catarro, a I^ucorrhea ou as
Plores Brancas, eoutros corrtmentos debilitantes.
A Maravilha Curativa e lmpocsvcl pare
curar Ulceras. Chsgas antigs. Apostemas, Panart-
cios. Callos, Frleiras, Joanetese Tumores.
A Maravilha CurativajemedloiTOnipto
nara Dlarrhea simples, e de Diarrnea cnronjca.
A Maravilha CimrtTae pnente nss
Estrebarias e Cfcvauarteas. psreTdi^ureaDOres,
Plssdurase Esf oladuras. ContusOes, Lacerscoes, *c
Especialidades do Dr. Sunphrfyi.
Remedios Especifico,
l'ugnento Maravllheso,
Remsdios SypUIUlooa,
K emedion Veteriaarloo.
O Manual do Dr. Humpbreys 144 paginassobre.M
E ii f ermldades e modo de cralas su da gratis, pede.
se ao seu boticario ou &
HUMPHREYS' MEDICINE CO.,
109 Fulton Street, NEW YORK.
nico deposito pura vendas om
grosso na imperial drogara de F
Manoel da Silva & C. roa Mar
ques de Olinda n. 23.
Ao publico e o com-
mercio
Maroel dos Sanio Serralvo p ni-ina ao pa
bluo e ei-pe;uluie.iie no i-- nm roai ii-rcial, qne
ij. 9ta dala compran a lo? Piwito nrn-cvio
por> lor Fi lix. h tiverna de-um p'iipriedadc,
-ita ra rt i Principe u. ?8-a. Hvre 'les. mba-
ragada de t du e qu Jijuer onu- t i'ntn todo o
pasfivoda mema t-.vern;. s h a xrtuetvo res-
ponsabilidade do referido Juse P.- n

&'
SONSTiPACOES,
Irritac3o do Peito e dd Garnunta
Contra essa~ aiTe oes. a pa XAROPC do AF de OEL6N3BFHU u PAP.r.
possem umaefflcacia --. o-.)- i rincatlapel
Membru8 da Acaa inia ao Medicina .1 i-'ranca..
enntendo opio nem la pouen sata au . como Morphina ou CiAein ^-Xi prm.iclon rii
Disirao-8e com oplirao omlo o pcnranco a;
enancas solTrcndo do 'fosee ou donju-t-zuC
Depoutot ntt Phirmscut do .'.'i/ot.'j intelro.
jSHj-
IKFMJJVBI
m :odc>.o cuso ce
RHHUMATiSMO
impurezas do SugBe, Emp?oes, Escro
fulas, Sectas, SipMIi?
e toda zccciio de na traen
eruptiva ca venrea
SALSAPAEHILfA
DE BRISTOL
0 flemed! (Ir ftoJLi w ex^'llencia!
tuna da Silva Ferrcira
Jos Fen audes Fcreira (anseute), Alfredo
Rodrigues dos Anjos. una rnu her e tilho?. Fran
cisca da Silva Lima Beiriz e filbos, D,- Jos Al
ves Lima e sua mnlher, Francisco Carlos da
Silva Fragoso, sua rnulner e. lilhos e Antonio
Fernaniles Bei iz. sua mulher e Albos, limito
agrado em a todas as pessoas que se dignaram
de a'ompanbar ao ceuiiterio publico os re-tos
mortaes de sua prelada mulher, so^ra, mai, a o.
irma. tia e cunt da. e de unvo Ibes pedem i ra-
ridoso obsequio de assisnrem as 'rissas que pela
.iima la me.-mu tinada -c celebradas ras ma-
trizes da Boa Vtsia, do Recife e -. P dru Mariyr
de OliDda, s 8 tijas da manba do dia 0 do
corrent-, "timo di d'> falle''ment ____


Pedro Pinto de Araujo
Philadelphu Ernestina d=> Almeida Fortes, For-
tunata Alexandr,na de Aimeida Fortes, bacharel
Luiz G.nzaga de Arauj i, Delorisano Pinto de
Araujo Fortunato Pinto de iraujo. Mana Celeste
Pinto de Araujo (ausen es), anuel Pinto de
Araujo, Philadelpha Andrea de Araujo, tia e
irms do fallecido Pedro Pinto de Uaiijo, con
vidam aos pareDtes e amigos o carldoso obse
quio de assisurem < missh, que na sexta-feira
31 do corrente. as 6 horas da manha, stimo dia
de seu passamento. se ba de celebrar Da igreja
de S. S da Penha, pela alma do mesmo ; e des
de j se, cmfessara agradecid s por este acto de
candade religio. ____
REMEDIO DO DR. AYER
CONTRA
AS SEZOES OU MALEITAS.
O Remedio do Dr. Ayer, descobertti
vegetal que nao conten a quina nem o
arsnico, nem to pouco outro ingrediente
nocivo, 6 um remedio infallivel e prompto
para toda a qnalidade de febres intermit-.
tente on maieitas. Seus effeitos sao per-
manentes e certos e nenhum mal abso-
lutamente pode advir do seu emprego.
Da mesma forma torna-se o meihor
remedio possivel para todas aquellas
doencos que provm dos effeitos do
miasmas, qne se desenvolvem nos lugare
pantanosos c infectados, e que geralmente
earacterisSo-se pelas afeccOes do>
fijado e do baco.
O Remedio de Ayer curar sempre,
mesmo nos casos peiores, toda a vez que
fr empregado convenientemente e se-
gundo as direcces.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYiR & CA.,
I.owelL. Maas.. Est.-Unidos.

Precita se de urna ci sinheira em casa de pon-
ga familia, e ce urna menina de 12 a 14 annos.
para andar com meninos, dse-lhi-s "ordenad*
ou tom; se conta, dando-se o que precisarem ; a
tratar no caes da Cv-mpania Pernambucana n.
4, armazem. ^_____ __
Ama
Precisa se de urna ama para cosi bar e com-
prar em casa de familia ; a tratar na ra Direite
n. 114, ou na de Santa Rita n. 49, serrana a
vapor.______________
Ama
t
Joo Francisco T.- veira Mar
que*
D. Luiza Cavalcante Teixeira Marques. Dr.
Ambrosio Hacbado da Cunta Cavalcante, tua
m' iher e filho-, coronel Manoel Cavalcante de
Albuquerque, sua mulher e filhos, Manoel Ca
val ante d- Mello, sua mulber e filbos e Joaquim
de Souza Silva Cunba, sua mulber e filhos man
dam celebrar missas pelo repouso eterno de seu
fallecido marido, cunha o e tio. Jo&o Francisco
Teixeira Marques, no da H d i corronto, -?8
horas da marina, na matriz da Boa Vista, t para
e-te acto de religio convidara os seus parentes
e amigos a assslirem ; ctnfi ssando se desde ji
g adecidos._________________________
t
Manoel Figaeira de Meneies
Mara Ciara de Mello FiLueira e seus filbos,
anda s b o peso de impressao dolorosa. agia-
decem cordialmente a todos os parentes e ami
ios que se dignaram acorapanhar o corpo inani-
mado do seu pranteado esposo e pai, Manoel
Figueira de Menezcs. ao cemitero publico, e
novameate os con vid m para assistirem a mis
sas que pelo eterno repouso de sua alma ma -
dam celebrar no dia 30 do corrente. s 7 horas
la maah, stimo dia do seu passamento, na
ig eja do Senbor do Bomm, na cidade de
Olinda.
t
Anua da Silva Ferrelra
Antonio Fernandes da Silva Bei iz sua mu-
her e filhos, profundamente sentidos pelo des
canco eterno de sua sempre lembrada cunhada,
ta e madrinba, convidam ans seus pai entes e
amieos para assistirem as missas que mandam
celebrar no dia 30 de Janeiro, pelas 8 hora. da
manha. na matriz ia Ro-Vista, stimo dia do
seu fallecimento, confessando se eternamente
gra'os.
t
Anna da sila Ferreira
Francisca da S Iva Lima Beiri.-, seus filhos e
filhas convidam as pessoas de soa amizade para
assistirem a- missas que pelo descanco eterno
de sua sempre lembradc irma e ta, Anna da
ilva Ferreira, mandam celebrai na matriz de
s. Pedro Mariyr de Ohnda, no uia 30 do corren-
te, as 8 horas da manha, stimo do fallec
ment
t
Hilo
;;: xilina Augusta l.umnrli ile
Filliw
Brazilina Augusta Lumack de Mello e seus
parentes, dgradecem a todis as pessoas que se
dignaram acompanhar os restos mortaes de sn>
filha Brazilina Augusta Lumack de Mello Filba,
ao cemitero de Santo A aro, e de novo as con-
vidam para assistirem as missas do 7* dia, que
terao lugar na Ordem Tercena.do Carmo, sexta
feira, 31 do corrente. s 7 horas da manha, pe-
nhorando d. sde j o seu eterno agradecimento
por este acto de i-ar'dade e 'digiri.
Precisase de urna ama que cosinhe e engorn-
me com perfeicao, para dpaa pessoas ; na fabri-
ca ra da Florentina n. 36.
Ama
Preca-se de urna ama que sai ia bem engom-
mar, para sercice de casa de familia ; na ra
Mrquez do Herval_,_anii_a Concordia n. 104.
Ama
Precisase de urna corinheira : a tratar ia
ra do Hospital Pedro 2 ^sobrado n. 1.
Ama
Precisa se de urna una para cosinhar; na ros
larga do Rosario n. 46.

' ,



-


j
:
,.-

A^ma
Precisa-se de urna ama para o servico r/ornea-
tico ; a tratar na ra Harto da Victoria n. 54
na nova agencia de movis. ^^^^^
Ama
Precisa se de urna ama para cuidar de urna
crianfa (prefere se menina) ; a tratar na roa de
Imperador n. 77. loia. _
Ama
... :
u -.
i.uix de Oliveira lama
L'z de uliveira Lima Jnior, sua mulher e
linios. Catbarina Curio, desembargador Quintino
Jos de Miranda, bacharel Jesuino Lopes de Mi
randa, mandam rezar missas em si Ifragio d'al-
ma de seu pai, sogro, av e cunbado, Lnz de
Oliv ira Lima, fdllecilo na c dde de Lisboa, e
desde j agradecen o coroparecimento dos seus
amibos e prente a esse acto ae religip e & -
ndad que ha de s<-r celeCrado oa reja da
Santa Cruz, no da 31 do correte mez, pelas 8
limas .la mantl
t
T ndo fallecido em Lisboa o ccmmendador
Fra- cis:o Severiant Kabello Jnior, seu irmao o
commendado Eusenio Rapba l Rabello, suas ir
ms i familias man am rrzar urna missa por sua
alma na matriz da Boa Vi-ia, s ^liura do dia
31 do crreme, tfitcesm. dia do *eu fallecimen
to, o que paienteam para todos que c. elles
mantm relaces, e que qui_erem assistir a este
acta'
Precisa se de urna ama : no pateo do Paraiz
numero 20. _______^_____
Ama
Precisa se de urna ma para cosinhar ; na ra
dos Gu rara pea n 88. _________
Ama
Precisa se d.- urna a na que saiba lavar e ea-
gommar, para ca-a de p quena familia, prefe*
rindo se que dnrma em casa dos patiej ; a tra-
tar na rea da Unio n. 5. __________
Ama
Precisa-se c im urgencia de una ama para
andar com urna enanca de alauns meses; a
tratar na ra da Imperuiriz n. 57. ________
Ama para cosinhar
Precisa se de ima cosinheira ; na prasa do-
Conde d'Eun 26. sobrado amarello. ______
Aluga-se
na ra Direita n. 45, obt.de, a casa roa da
Gloria n. 63. est ilmpa, bom quintal e cacimba ;
a de n. 11 travessa o Corpo Sauto, e a le a.
4 travessa da fundigSo.
Aluga-se
o 3- andar do sobrado ra de Marcilio Dias.
antiga Direita n. 12, para pouca familia ; a tra-
tar no 2- andar do mesmo.
Al ligue* barato
Roa da Roda ns. 58 e 60.
Largo do Mercado loja o. 17.
Becco do Campello n. 1, Io. andar.
Loja do sobrado do becco do Calabouco n. 4>
Ra do Nogueira n. 13.
Viscoade Goyanna n. 163 com agua e gas.
Travessa do armo, loja n. 10.
Becco do Tarnbi n. 21.
A tratar ra de Commercio n. 5, 1 andar,
dscnptono de Silva Guimares & C.
Se sotres porque queres
D8A E CONVENCEK-TE-HAS
CUBA RADICAL
;1



' a.



Curluio \i-ii Ca.Hlanle de
Albuquerque
Manoel Cavaica te ue Albuquerque e sua en-
tibad* Mana Vieira de Mello, cnnvinam aos seus
[i;renles e amigos p ra assistirem a n issa que
pelo eterno descanco de fu sempre lembrada
mulher e irm: Carlota Vieira i.avalcaote de l -
buquerque, mandam celebrar na igrej.. da So
leiiade, pelas 8 horas da manh do dia 1- de
Fevereiro, trigsimo lo fallecimento, e desde j
antripam seu agiadpcimer.to.
SEM DIETA
DAS
Molestias de pelle
SYPHlLmCAS.
Darthros, sarnas, ulceras antigs, m-
pingens, bobas, gommas, cancros, rbeuma-
osmo e morpha.
Com os prodigiosos
XAROPE E UNGENTO
DE
Hydrocotile Calasans
Applicacfto fcilUso sem perigoEf-
feitos promptos, dieta razoavel.
Contra fados nao ba argumentos
Estes remedios sao os mais commodos
do mundo. Envia-se gratuitamente, pelo
correio, direccBes para uso d'estes medi-
camentos admiraveis.
Prego do ungento 14200 o frasca,
Preco do xarope 3)5000 a garrafa. "
Preparados por Calazans & C. Phar-
macia Imperial, Babia.
Deposito no Recife
Francisco Manoel da Silva & C.
Ra Mrquez de Olinda n. 23


%




;.
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ii
fr
Hxrm #4#? iNqmiint>tH*o> Quinta-feira 30 He Janeiro rf 891)
A ESTACAO
Jorialde ndas parsienses dedicad as S horas Brazili^ras
Acabude sahiro n. 1 do XIX anno, 15 de
Janeiro de 1890
co3NrriNraa:
?tt bellsimas gravuras sobre a sua especialidade: modas, objectos de adorno
de ph ntasia. S3.> de apurado gosto tadaa as toilette que aprsente este numero;
Done figurinos colloridos apresentendo bellas toilettes para sarao e passeio,
perfeitamente explicadas no texto;
Um suplemento litterario Ilustrado de finisaimas grasuras, e repleto de scin-
sillante. prosa Firma-o conhecidoa escriptort*.
PKEi AVUI.SO 0000
ASSIGNATURAS
Os senhorvs assignantes q>ie pagarem su-s asignaturas ate 15 de Fevereiro
receberSo gratis urna caixinba com 3 aabonetes finos ou 100 cartCes marcados com
leu nome.
Os assigiantes de semestre receberSo tamhem como brinde um elegante leque.
Um auno .... I4#00O | Seis mezes .... 8#000
^GENCi \
LIVRaRIA fkancrza
9Ra 1. de M are 3 9
Licenciado pola Inspectora 1 Sytfaw 4o Imperio de BrazU.
,
VINdeMOITIER
U caatal* M rtst I i
a-suu
DIGESTIVO, TNICO, FEBRFUGO
PREPARADO COM
Quina e Pyrophosphato de Ferro I
KSTB
[O FOI PRECONIZADO POR TODA A IaPHDtSi MXDICA
COMO SKJDO O VAIS PODEROSO
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*Twitiw" '
Tnico empreado para curar
ANEMIA. CHLOROSE
EMPOBRECIMENTO DO SANGUE
Soberano contra as fe brea
| H0UTVET, Puarnucentlco di I1 Classe, hoareau tur
PARS 44, ra des Lombards, 44 PARS
Depnaltartos em Pernameuco : F^AN- M. da SIL.VA O
C HAS PRINCIPABS P'IARMACIA:
Loja das Tres Portas
justo ao jumgm
Zephyr de ramagem 5io :s. o cov^Ho. Fich de la a 10500 um.
Meri ios de duao larguras a *4U rs. o dito. Kena heapanhola, a 260Q. o eovado
Etemine lisos a nOO rs. o dit<
Setius do Japao a 240 rs o dito.
Crep de IX para vestido a 240 rs. o
dito.
Chache miras de listra, duas larguras, de
25000 por U200 o dito.
Cortinados bordados a b\JOX' pu-
Ritos cortes de zephyr bordados a 14)5000.
Setim? de todas as cTes a H00 rs. o co-
rado
Eaguiao pardo a USO e 400 rs. o dito.
CasacoB de Jers.-y a 60000 um
Flandla branca, teda 18. a 4 0 rs. ; ba
rato.
Seda palh v a 15W0G o eovado.
Cortinado de crochet para janeM* a 7iJ000.
Cortts braceos bordados a 18(5000, o que
ha de lindo
Sahida de baile a 1*000 e 1*500.
StargetioB) a 3 rs. o eovado
Guanncao de crochet a 7*000 urna.
Camisa* do flaaella a 2*500, 30690 e
5*U()0 urna
Crep para coberta a 600 rs. o eovado.
Madapolo americano a* 6*009 e 701,00 a
peca.
Cheviot preto a 2*500 o eovado.
At **Wa- de cor a 1*500 o dito.
Pa .no da Coate a 1*000 e 1*200 o dito
Bramante de linho a 1*600 o metro.
Toalhas para bauho a e 1**00.
Espartilhos finos com um toque, de 12*
por 5*000.
Pecas de eaguiao de algodao a 3*500.
Camisa allemes a 36*000 a duzia.
Flanella mgleza azul para palitot a 4*500
o eovado.
A toa l hado bordado a 1*200 metros.
Fusto branco a 360 rs. o eovado.
Lindos cortes de metins a 8*000.
Capdlas e veo para aoiva a 70060*, 8*000
10*000 e 12*000
Cortes de fusto para collete.
Co tes de seda pata collete.
Crotones claros e esouros a 240, 280, 320
e 360 rs. o eovado.
Ca,nbraia branca bordada a 4*000, 5*000
e 60000 a peca.
Cambraia com lpicos de cores a 4*000 a
peca.
Alpacas lavradas a 50Q rs. o eovado.
La Amazonas a 400 rs. o dito.
euioa com barra a 1*200 a duzia.
' '.ambraja Victoria a 2*800 a paca
Zephyr de listra, o qua ha de mais fino,
* 400 rs. o eovado,
Renda da Austria a 300 rs. o dito.
Loques transparentes a 2*500 um.
Setineta branca e de cor.
Brim pardo a 280, 400 o 500 rs. o eovado.
Alpaca preta a 300 rs. o dito.
Vel tintina preta a 700 rs. o dito.
r^o'vxJsa^Des
Fitas de todas cores e larguras.
Bordados e entremeios.
Baleias forradas a 500 rs. a duzia.
i'aixas coro perfumaras.
Porte deda'a 600 rs um.
Plastrn de cores a 1*500.
Extractos de diversos ti.ricantes.
Bico- lisos e matisados.
Baleias pretas a 240 rs. a duzia
Kaleudarios com perfumaras.
Lavas de seda a 2J0H8 2*500
Regates de cores a 2*000.
ESPECIALIDADES
Guarda po para sent IMOtX*. I 'alitote de esguiao pardo a 4*500 um.
Gaaniap para hatacas b*000. titots de alpaca preta a 4*500
Falitots de seda palha a ttaJi.. j Palrtota de alpaca do edr a 4*500
Roupas para banhos saldados
Boupa p^ra horneo* a 4*000. i Roupas p ira senhora a 10*000.
Ditas p^ra meninos a 5*O00. | Boleas para o morara fim
CASA DE CONFIANZA
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MEIQ-SECLO DE XITO *- 51 PREMIOS
29 Medalhas de Ouro e BipJomas de Honra
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NA L1 J DE FAZENDAS
2iRA DO CRSPO21
Merino francs, urna largura, todaa as
cores, 12 pura, 280 rs., o eovado.
Dit >, duas largurrs, cor azul, a 400 ra.
o eovado.
Lis diversas com listras e quadros de
seda a 406 rs. o eovado; faoenda de
800 ra.
Merino de cor, duas largonas, com lis-
tras, fazenda de 2*O>0, a 80 > rs. o eovado.
Etamines arrendados, lavrados e de lia
tras, fazenda de muita phantasia, a 400 rs.
o eovado, cores lindas.
Maatilhas hespanholas, cremes e pretas,
3*0(10 urna
Brim de linho, padrdes mimosos para
600 rs. o eovado.
Camisas francesas, punhos, collarinho.
de linho.
Fichus de 18, e 12 e seda, de 1*000 i
6*000 um.
Lencos brancos de algodao, linho, borr>
de seda e seda pura, brancos e de edre
'Sravatas e mantas, sortimento com
pleto.
Leques do papel muito lindos, 320 rs
um.
Eapartilhos para senhoras e meninat.
todas as qualidades e precos.
Lencos chinezes, de seda, para rap.
Collarinhos de linhj para homem t.
1*000 a duzia.
FustSo branco lavrado e com flores *
enancas, a ouo rs.
Linho pardo para vestido, escuro o ola 1400, 500 e 1 *000.
ro, de 360 e 440 rs. o eovado. Peitinhos de vidrilho a 1*000 um.
Zephirs finos para vestido, ramagem Capas, visites e romeiras, de cachemi
grande, a 500 rs. o cov do. raa, gorgorto vidrilhos, todos os precos
La adamascadas com salpicos de seda Bramantes de linho e algodao.
a 500 ra. o eovado. Toalhas adamascadas para mesa 2*00(
Sedas lavradas, de listras e de quadros, urna.
a 1*000 o eovado.
('hitas Bortimento completo, de 200,
240, 280 e 320 ra. o eovado.
Crotones francezes vt;rdadeiros, a 320,
360 e 400 rs. evado.
Cachemiras lisaB para vestidos a,200 rs.
o eovado.
Meias brancas cruas e de cSres para
homens, senhoras e crianzas, todos os pre
Quardanapos de linho e algodao, de
3*000, 4*000, 5*000 o 6*000 a duzia.
Setim Macao, todas as cores.
Surah de todas as cores, seda pura.
Merm preto, 12 para, de 640, 800
1*0< 0 e 1*5iO o eovado; baratissimo
Bretenha de linho 27 varas por 12*C00
Modopol2o algodao grande variedade en?
precos.
Cortea de casineta, cores fixas, a 1*000
coa.
E muitos outros artigos que vendemos por qualquer preco.
Na RA DO CRESPO N. 21 LOJA DE
OLIVEIRA CAMPOS & C.
CUBA SEGURA os MOLESTIAS SECRETAS
Midalha ds Prafa na Expo$igio Universal da Barcelona em 1888
Medalha de Ouro, Paria, 1886. Diploma de Honra, Paria, 1986
9 Injeccao de
KAVA KAVA
DO DOTOR F0URN1ER
BLENNORRH AGAS
SPERMATORRHAS, CYSTITES
URTHRITES, CORRIMIENTOS
Estas enfermidades, recentes ou antigs, curain-se radicalmente em algims das,
em gegredo, sem rgimen nem tisanas, e sem cancar era perturbar os orgaos digestivos.
Exija-me sobre caca pilula. sobre cada cai'xa, sobre cada rotulo,
a aseignatura Awffat^
PASIS, 22, Frac* d Madeleine, 22, FABZS
r
SAUDE PARA TODOS.
"*\
iENTJiWOLLQWAY
IO Dngnento de Hollow-.y um remed io 'ntalUvel pira os males de pernas e do peito; tamban pa.a
Jsserida inttgas chagji e ulceras. E famoso pan a gotas rheumatismoejiaia rodas as enfeiniK _
jides de peitc niio se reconliece cgual t
(Pan os afn de gffganta, bronchites resframentos e tosses. -
Turnares ns g.^ndilan e tnrias 'I ^or'rahiHos HinctiiiKS recias, obra como por encanto.
.! 'w>* mnficina* '**> pre*t laj srae^teii F.smlw1"jimbrito do .'iwiessor Ho'a^wav.
8. M> 0 f ISE r ntes 1XS, .ixtord Straet), LQITD&X,
i ..lid- n tocad as i har necias do universo.
/9' ^ UO ^praaores l"!o cvnvidat. ^ res>atlosaiiKDte .'. xuuouff o* rot*i4o9 de oda caira e Pote se laoteCOl fe |
u.rrci-ao. 333. Oxfc-nl Sireet, rio iallicagaa.
MIAfl CEEJU
UUNMERSONI!
4.iH Um 0'TRIlMriM4
1a<*ljnas a vapor
Moeodas.
Boda d'agaa.
FaixaB tundidas e hatidaK
__
Taixas batidas sem cra.vajs(
Arados
eaf-A
ADMINI8TR\QAO :
i>AKIZ, 8, Bonlevard Hentmartre, PARiZ
pastilhas digestivas fabricadas em
Vicby com os Saesex.raliulos(tal Fontes. Sao
de gosto agradavtl u a sua lecao certa con-
tra a Azia e as DtgesCOes difflcet-
SAES DE YICHV WtM BANHOS. Cm rolo para um Canijo, para as pessoas que c5o podem Ir a Vicby.
Para evitar as imitaedet exigir em lodo o* productos a
MARCA DA COiVtP. DE VICHY
Em PernaMbuco, ot Prodncio acuna ickio-5 em caa *e SULZER A koecklin,
. nuil Crn; Aua. LA81LLE.

'JNDin-AO DE 8IN0 8 BRONZ)
DE
LUZ DA CKIZ MESaUITA
66rna do Baro do Triumpho66
Tem para vender o seguate:
Machina le ebre para fazer espirito de destillar e restillar.
Almhlqne de cobre do antgo e novo systema com esquenje garapa.
. Serpeattiaiaa da cobre e de estanho.
Carapaewa de cobre. *
1'.l\tt, taixo caldeiraa de cobre.
Bonibai de todas as qualidades de repuchos, aspirantes e continuas.
Torne!ras de bronze e madeira de todos os tamanhos.
Caos de cobre, de chambo e de ferro.
RepartJdelraa, pessadeiras e esoun?ad',iraB de cobre e de ferro estanhado
C'ofcre em lenco) e arnielas
Hola ingleza e do Rio.
radanos patente e de lapis.
Maos de 1 libra at 110 arrobas.
E muitos outros objectos. *
JCARREGAM-SE le qualquer ooiicerto e obnurde encommenda, garan-
:ido preateea, perfeicSo e presos mdicos, para o que tem nesaoal habilitado.
VENDE a oraso ou dinheiro com descont.
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A VAPOR
-------*----------
FABRICA DE L1UR0S DE ESCRIPTUBACAO
(Danoel J. de CQiranda
--39^RUA DQE*-DE--CAXIAS-*-39h
NUMERO TELEPHONICO 194
i.>;ieo i*-
NBIAN
W
J^a:;,A:N.
GRAXA LIQUIDA IMPERMEAVEL\
euprsoa.be ess& eboovajb
O magnioo LUSTRO d'ssta sraiaj
conmerva-oa durante usa sanana,
seja qual fr o tetnpo.
uALnfUHAL O LO SS Gomma lustrosa elstica para as Boltinas das Senhoras. I
APPLICA-8E 6EM Z8COVAB
PASTA UNCTUOSA, em caixa de. olha da andres, tul qual[
entregue ao Kxercito Ingles.
tmk NueuN MANun comr' tA, m ei a. Honor Lao, londms o.
Agentes gerae* em PERNAMBUCO :
Qulmaraea A Perman.
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ELIXIR GREZ
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Jkjpprovada palat Znanpaotorlat da tt-yaono do BraiU
CASCARA SAGRADA
Verdadslro Remullo
Contra a Prieto de "Ventre habitual.
I0DURET0FERR0 CASCARA
O maM activo dos Ferruginosos
Nao prodnzlndo a Prisao da Vantre.
Deposito geral: PHARMACIA G. DEMAZIRE, 71, avenue de Villiers, Pars
Km Ptrmamlmeo : FRAN" M. da SILVA A C.
Viuva Rjgaard
Cooipra-se urna casa em bum estado na cida
de de Olinda, para retdeocia da viuva Rygaard
podeodo a peisoa inuressada dirigir se a ru da
Cadeia do Recifp n. 43 loja de selleiro. e ahi en
tender se com o Sr. Samuel "otelbo um dos en-
carregados para esse thn.
Excellente mora ca
Alupa se barato, rus du Bospitil Pedro 2
no luirar dos Gustan, urna csa assobradada,
com agua, muitos '-ommoilos. muito fresca e
junto do hacho salgad>>. a iratar com J iqum
Moreira eis. das 8 s 10 horas da manh, o
qual aluga tamhem alli casas de 61 8* e 104
Ao
commercu
0 abaixo assignado, nni:o responsavel pela
firma de Bernardina <>a Costa Maia & C, com
loja de calcados ra do Livramenio n. 19. de
clara que nada deve nesta uraca- nem em nutra
qualquer; quem sejutgHr ;redor aprsenle se
no prasvi de oita das 0 mesmo pede a todos
os seu* rtevedore-s para mandar saldar seus d-
bitos at o da 25 do co "rente.
Recife, y de Janeiro ds 890.
____jerrnmipo da Costa Maia.
Cautelas do Monte de So
corro
Compra-s Cautelas do Monte de -oc-
corro de qualquer joia, brilhantes e r lo-
gios, paga-se bem na ra do Cabug n.
14. n. Loja de relojoeiro.
Casas para hlugar
Ns. .'{(). 26 e 48, Ra ra Capita Antonio ds
Lima em Santo .maro das Salinas ; a tratar Ba
roa Marquezde Olinda n. 8. lytboerf phia
K luj^a-se
o magnifico sitio com boa casa, na estrada de
Joo de Barros n. 28, ton do multas frocteiras,
uai grande jardira e i uitos canteiros para ver-
Jurus, e por ser porto da Mado c pas.-ando na
porta trem e bonds, auem quizar dirija se a
tratar na ra do Commercio n. 26-A
Hh f pa
Compra se urna harpa rom movimento e em
bom estad ; na ra N. va n i3.
Cosinheiro
Precisa se de um i-osiobeiro ou cosinbeira ; i
ra uo Ptogresso n. i. '
**ataces velhos
Comprare na ra do Cabug d. 14, relojoa-
ria D ana
A tt en gao
Na roa do Paysand n. 23. deseja se faltar com I
o Sr. Fortunato Pram-isco das hagas, rarpina
empreado na Companhia dos BoiiUs. a Degoctc
que o mesmo nao lygor i; do contrario declara se
o motivo de ser chamado.
i Ovsinberra
Precisase de nma ama para cozinhar;
no 3. andar do predi > n. 42 da ra Du-
3ue de Casia, por cima da typographia
u Diario.
Criado
Precisa se de am ra iaz al 14 aonos, para
criado; na prca do onde d'Eu n. 26, sobrado
amarello
i aixeiro
Precisa se de um eaixeiro com pratica e ha-
bilit*c&o, pa-a urna cas^ q e vende em gitano,
dando Mador de sua conducta; a tratara ra
Vidal do Negreirot n. 156
Alugflm se a casas n. 8 a ra da Cniao e n-
4 roa Conde da Boa Vista ; a tratar com o*
3io. NcfKMRoo, 4 |ir-i:i da brfBSBB Jencia.
Iastrumentos de msica
para banda mnalcal o erehestra
Asaba de chegar um bonito e moderno sorti-
mKito oara o Pautheon Musical, ra Nova o?-
mPro <3
VERMIFUGE COLMET
CHOCOLATE oom SANTONINA
WFAUra ian ititrii.- u L0HBU6AS
ble ?ermlfufo l raiaiiindiM fele
sei ubor agriojivel e etnseriscio iodeoida.
Etifir t aasignalur; _
Paria, 26, ra da Templa e UM irlacliaw PIlirBItUa^
TONINA /
INoivos
Hyi
0 Bazar do Berife. raa (arquez de Oliad
n. 11, receben grandes e bonitos espelbos par
ornameotos de salas de n.iivados, a prco asm
competencia no Bazar do Recife de Domingo
M Martin?_____________________
Coziriheira
Precisa se de una boa cusioheira para fami-
lia que est temporariaiuene em Casanga;
trata no esc iptorio da compaphia de bonds.
Caixeiro
gienico
Acabam de chegar'os m lipeaeaveis filtros
para purificar /o Tesa do Corpo Santo n. 25.
Sitio
Aluaa-se ou vende se um sitio no Poco da
Panella, junto a cas} do ^r Loure ro, todo mu-
raJo e com bastan e- fru teiras da ido fru to
boa casa com commodos para grande familia,
qnartos independenles par criados, cocheira,
boa agua, perto des banhus ; quera pretender,
dinja-se ao caes da Companhia Peroambucana
o 4, aruazem.
f^^15 Attendite et vi
Precisa se d# um psqwno com ortica de
taverna e que d a*ons de sua ceoducU ; na
ra d Hortas n. 15.
1
iete!
Jos Samuel BoMho participa ao respeitave
publico que eucarrega e de faoricar bouqu ts r
bolos para casamento, baptizado oo outro qual
qaeraito, assim como fanrica capeles mortua
las de perpetdas ; a talar na ra Nova n. *5
2-andar, e ra da Cadeia do Becife o. 43, loja
de sel.eiro.
Compra se urna casa de 3 a s quartos. dentro
da cidade u arr^ baldes ; a tratar na ra barao
da Victoria n. 15. loja.
Casa em Olinda
Cdese a quem preMsar .de banbu'a salgados.
urna casa na praia de-S. Francisco, perto do
mar a casa tem c immodos para grande fami-
lii; a tratar no esenpton i do Diuno
Muito barat<
Aluga se a casa n. 39 da roa General Sears
antiga do Jasmim ; a tratar na taverna junto.
En sTommadeira
Na casa n. 32, na estrada de Fernandes Vieira,
precisa se de urna engommadeira.____________
2.u andar para-alujar
A luga-se o segund > andar do predi-
n. 4- da raa do Vigarto Thenorio a tra
ctar do pavimento terreo do mesmo,
Estribero
Precisa se de um estribeiro que Saf
gnez. para nm eng-nno prximo a ealjga
BibeirSo; quem peeteoder, dirija se a ra
Alecrim n. 2, 2- andar.


.









>-.

u



fcwA<-
frqinfc tmm 1 fral:r
jf Approvadi psle. Otanran Jsnta ds
Hygiena PaWic- S Corta.
Auctorisado por Decreto Imperial
de 20 de Junho de 1883.
COMPOSI^O
de
Firmino Candido de Figueiredo.
Empregado com a maior efficacia nu
-n rkeumatismo de qualquer naturas,
fi em todas as molrsUas da felle, as
1! leucorreas ou flores trancas, nos
sorTrimentosoccasionadospein tMflOlt*
do sangue, e finalmente BM dtercnte
formas da syphilis.
Dse Nos primeiro seis dios nma
-t colher das de cha pela manl.a e wutra
\ noitc, puramente ou diluida em agua
I e em seguida mudar-sc-ha para cine-

J c em segu
-3 .es das- de sopa para os adultos e me
j tade para ns enancas.
Rgimen Os doentcs devem ab- f.
ster-se apellas do alimento acido e gor- j f-
duroso;" devem usar dos banhos frios ou j
momos, segundo o estado da molestia. ^
- fc
DEPOSITO CENTBAL
I Fr.ncisco Manoel da Silva & C.
1 rogis tas
23 Ra Mrquez de Olinda
Pi-rnambuco

<
r
;-
;-
(
:-
:-
^-rr+,++!r-+'+++++++-l"
Cimento
A 5800 a barrica ; veneni Fonseca Irniaos
VENDAS
Carnaval
0 Baza" do Recife. ra Mrquez de Olinda n.
11, recbeu grande sortimento de mascaras de
todas a< quaiidades ; vende-st- em grande* e
pequeas quautid aU> a precos muito razoaveis:
na ifamada lojade raiudezas Bazar do Recif .de
Domingcs M Mariins.
Aluja-
se
a casa n. 121 ra da Aurora, com coramodos
para pr nde familia, temi agua, paz, jardim
bem plantado, e mais um grande ^quintal mura
do ; a tratar na ra Duque de '.'xias o. 74, pri-
meiro andar.
Attenc,ao
Vende-se farello do Rio da Prata, com 42 ki
los, a 2*400 ; na ra Mrquez do Herval n. 73.
MOMKtt
P *LiEFIV Vsnde-se em toda a oart
Paulino
Ra do Imperador n. 28, an-
tiga casa de campos
Tem sempreo inportante vinho Palbete ser-
ce/veja Panlmo Bier e o delicioso vinho Musca-
tl aos cepos. Doce sceo de caj, em calda
eatrangeiras "licor de canella de ortela pimenta
e o grande licor de cervezas: 'nm complptn or
Uiu>-oi ao que na de maisjfino e puro.
Cofre de ferro
Veude-sc um em bom estado, prova de fqao
a tratar na ra das Trin:heiras n. 3.
Tambas
Vende-se em barris e quartolas, na ra de Pe
dro Affonso ns. i i e 3.
Criado copeiro
Precisa se de um menino de 12 a 14 anuos
que eutenda do servico de copeiro ; no sitio a.
o da estrada de Joao Fern^ndes Vieira, casa
amarella
. rOLHETU
ODIO DE TIGRE
POR
ssni IZSSIES
PROLOGO
A NOITK M NATAL
(Continuacao !o n. 23;
VIII
O nevoeiro convertera-se em orvalho
frigidiissimo.
O agente, para- se aquecer coinecou a
caminhar rpidamente e em menos de vin-
te minutos ebegoa ao posto da ra Gre-
aelle.
Apezar das lgubres peripecias d'a-
quella noite, nao se esquecera do homem
a quem derrabara com urna bengalada.
Quera ver se as algiberas do assassi-
ao haveria alguma conaa que esclarecesee
quadruplo drama em que elle acabava
de desempenhar o seu papel.
Entrando no posto, foj logo direito ao
gabinete do ebefe.
Trouxeram-lhe seta noite um 'cada-
ver^?, perguntou elle.
Trouxeram quasi um cadver. *.
Como?! Quasi?!... Pois eu teria
a fortuna de nao matar logo aquelle se
lhaco ?...
Pois foj o se ihor que...
uj Fa, sim. E, entlo, vive anda,
heiif?
Foi talvez o movimento da carrua-
gem que lbe desperton uns derradeiros so-
pros de vida, porque quando depuzeram o
corpo no leito de campanha, notei algu
mas contraccSes dos membros.
E depois ?
Mandei chamar um medico.
Para engenhos
Lopes & Araujo, venden
a presos sem competencia
^arantindoa boa qualidade
os artigas abaixo mencio-
nados.
Gal de Lisboa.
Dita de Jagnaribe.
Oleo de mocot.
Dito para machina.
Azeite de coco.
Dito de carrapato.
Dito de peixe.
Pixe em latas.
Kerosene inexplosivel.
Potassia da Russia em caixa*
de 10 e 25 kilos.
(Cimento Porttend.
Graxa em bexigas.
Roa do Livramento d. 38
Telephone 316
as Listras kims
A Grande Novidade
PARA MODISTA
HA\E il'lXM AHERICAXOS
Com molas para augmentar ou diminuir a
grussura do corpo.
Qualquer senhora nragra ou gorda pode ia-
zer seus vestidos sem necessidade de
provar.
Fecha-se como qualquer chapeo de sol.
Preco SOOO
Mosquiteiro Americano
Com armacao de differentes tamanhos.
al0*OOQe H*OOQ
Estante para Msica
Para amadores ou profissionaes ; fechase e
fie a de tamanho de urna flauta ; muito
fcil para condueco.
_______Preco S*OO0
Cel/uloid
Colarinhos Peitos e Punhos
Lindos modelos, muito til aos viajantes
Prccon 5*000 um temo
Relogio Espertadore
om movimento, e figuras muito lindas para
mesas ou para presentes a 6)5000,80000,
100000._______________________
Oleado para Mesa
Quadrados ou de qualquer tamanho que
Ee deseje.
A 4&5QQ cada qnadrado
Retrato a Oleo
Com lindas molduras em alto relevo, o que
ha de mais lindo para um presente e
para Bala de visitas.
a 5*OOQ e mal preco
Qualquer familia que desejar ter nm lia-
do e perfeito retrato bastante mandar
um retrato em cartSo de visita nSo im-
porta que seja antigo, basta dizer a cor
dos olhos e do cabello para chegar um
retrato desejado. _________^^
fara ver, e fazur tniiutT
Dirija ee Loja das Listas Azues
RA DUQUE DE CAXIAS N. 61
Leite puro
Na estrada de Joo Fernandes Vieira, sitio o
ao depois das rasas novas da direita, vende s
iodos os das leite puro de vaccas taurinas s t
ra, garante-se a qualidade do leite.
Rudimentos de grammatica
ingleza pelo Dr. Barros
Sobrinho
A' venda, na praca da Independencia n. 24, e
em tod; s as livrarias, menos na da ra do Im-
perador n. 46.
Fez bem ; nao so por humanidade,
mas tambem porque, se os mortos nao fal-
lam, ha grandes probabilidades de ser in-
formado por um ferido, tanto mais que a
febre ajudar.
Anda o agente que eu mandara nao
tinha voltado, quando se apresentou um
medico. Conduzi-o eu mesmo ao p do
no-so homem, que j nao se mexia. O
doutor examinou-o, apalpou-o, inclinou se
sobre elle, a ver se o coracao anda batia
e por fim tornou~a cobrir o corpo e dase-
me : t Pode mandal-o para a Morgue,
que j nao elle que de l sabe.
E' um gracejo de mo gosto, disse
o Sr Diniz. NSo seria eu que chamasse
tal medico para nim.
Oh Elles l se entendem, quando
dizem destas colisas. Tm visto muito.
Nao importa, de arreliar. Revia
tou o cadver ?
N3o, senhor. Recommendaram me
que esperasse peloSr., e s em ultimo caso
deixaria de cumprir essa ordem.
Bom, allumie-me. Talvez seja til
preeucher esta ultima f'ormalidade.
O chefe pegou n'uma lanterna e abri a
porta do calabouco.
Sobre u;n leito de campanha via-se um
homem estendido, coberto com urna man-
ta de la escura.
O chefe do posto proiectou.sobre aquelle
sitio a luz da sua lanterna
Mas que diabo disse o pedaco d'as-
no do medio ? exclamou o Sr. Diniz.
Elle ainda se mexe ; ora veja...
E, com tffcito, via-se que os membros
do assassino se agitavam em movimentos
nervosos.
O chefe approximou se, e o Sr. Diniz
levantou lentamente a cobertura do c^r-
po.
Entao ob dous homens soltaram um gri-
te de horror.
Com mil demonios! gritn o inspec-
tor. Quequer itto dfzer ?
O assassino estava deitado de costas.
Dera-se derramamento cerebral e o san-
gue espalhara-se pela enxerga, coagulan
do se na base da nuca, prximo a urna
orelha.
Mas nao foi isto o que horrorisou os
dous pol.cias.
O rosto inchado e fensanguentado do as-
sassino era apenas urna cbaga medonha,
coberta de urna especie de escama em
ebuliclo e como que sulcada por um li-
Especialidades
PASTILHAS HYGIENICAS PARA
AO ENDER 0 FOGO, supprimin
do o immundo kerosene e dan-
do n'um instante um fogo inln-
so. a caixa com 20 pastilhas 100-rs
OLEOGRAPHIAS: Io. A importan-
te obra prima de Victor Meirel
le.j: A Pr iuieira Hissa no Bra-
zil,grande quadro histrico- da
deHcoberta do Brazil, medindo 99
X 76 centimttro-i de valor real de
15i poucos exemplares) 6*000
f SCENA5 DE CORRIDAS, qua-
dros de cavallos admiravelmente
desenbados e proprios para sa-
las. 26 differentes, um 1*000
3o RETRATO DE SADI CARNOT,
preSidente da repblica france-
sa, o melbor anda publicado UOOO
CAMISAS DE FLANELLA para ho-
mens, orna de 2J a 5*000
PERFUMARAS, artlgos para presentes. Quadros
e albuns para retratos. Carteiras para cigar-
ros e charutos. Cigarreiras e charuteiras de
mbar e espuma verdadeiros. Bengalas. Pa-
Selaria. Lengos de linho a 4*500 a duzia.
eias. Espartilbos. Leques. Bonecas e brin-
quedos diversos. Fitas. Bordados. Luvas de
seda pretas e de cores e outros muitos artlgos
de iniu Jezas.
Mala barato do que em ontra qunl-
quer parte
NA
Rainha das Flores
Rua do Baro da Victoria n. 41
er^ambiico-Quinla-feira 30 de Janeiro Boyal Blend marca V1AD0
Este excellente Whisky Escocez pr.
ferivel ao cognac ou agurdente de can*.,
para fortificar o corpo.
Vende-se a rctolno noo molkoren rm<-
zens de molhados.
Pede Rojal Blend marca Vladc
cujo nome e emblema sao registrados pan
todo Brazil.
___________BROWNS & C, agente.
Fo centeio
Mello & Biset tendo recebido nova remessa de
farinha centeio, avisa aos seus freguezes que
continan: a fabricar este delicioso pao centeio
todas as tercas e sextas-feiras ; na ra larga do
Rosario n. 40.
Vinho puro de Santarem
Da quinta do Brral
Os proprietarios do Armazem Central, ru<<
do Cabuga n. 11, avrsam aos seus di s ti netos fre
guezes e ao respeitavel publico que receberauj
nova remessa deste especial vinho, o qual s
recommenda por ser puro da uva, e s se reta
Iba em seu armazem.
Joaquim ChristovSo & C.
Telephone 447
Farello superior, 42 kilos
1*500 o aaceo
Vende se no largo do Corpo Santo n. 6.
Livraria Contempora
nea
iDKlriimcnloi de matici
Bombard&o, bombardino, barytono, tromp
trombone, helicn, saxaphone carrilon, bombe
caixa, pratos.clarinitas. flautas.rabecas, violoe
-calejos, caixas de msica, etc., etc.
Papel pintado
para forro de salas, quartos, gabinetes, corred
res.
Molduras
dourad; s, pretas e douradas para quadros.
Malas
para viaeem, diversos formatos, especialmer.'
para roapa de senbora e camarote.
Novidades
para presentes, escriptorio, toucador, etc., et<;
BAMIRO M. COSTA & C.
Roa Primeiro de Barco m. 9
Vende-se um fptimo pia-
no, qasi novo, do autor Fe-
lippe HenriqueHerv; a tra-
tar na ra da Imperatriz n.
7, loja de piano.
quido corrosivo, que o Sr. Diniz reconhe-
ceu logo ser vitriolo.
Um dos olhos desmesuradamente aber-
tos, pro duzia urna impresso estranha; o
outro, tumefacto, horrivel, desapparecia
inteiramente sob pedacos de carne gol-
peada, que o cobriam.
Os labios, inchadissimos e contrahidos,
pareciam estrangular a lingua, que penda
violcea.
Os dous homens olharam um para o ou-
tro.
Dominava-os urna sorpreza cheia de
mal estar e de desgosto.
O Sr. Diniz foi o primeiro que voltoua
si, da estupefacto ; as primeiras palavras
que disse em voz baixa, foram estas :
Isto obra do supposto medico.
E' provavel. Mas como fez elle isto,
e para que ?
Ora !... Quiz impossibilitar este ho
mem de trahir os que o puzeram em cam-
po. Temos, pois, em nosso poder apenas
um instrumento, e urge, cuate o que cus-
tar, encontrar a cabeoa que manda. De
pressa, chefe ; mande conduzir esse infe-
liz ao hospital, e recommende que. o tra-
tera com o mximo cuidado. E' pre-
ciso, a tode transe, que elle 'alie, anda
que consiga dizer um nome; depois pode
morrer.... ser um roubo feito ao caoV-
falso
O chefe transmittio esta ordom, e d'ab
a cinco minutos o moribundo, removido
para urna maca, era conduzido ao hospital
do Qros Caillou.
Entretanto, o Sr. Diniz examinava
luz da lanterna os objectos que haviam si-
do encontrados nos bolsos do faccinora.
Eram : um porte-monnaie, contendo duas
moedas de vinte trancos, tres notas de com
fraacos e ajguns sidos ; urna corda de se
da, medindo tres metros e meio, e um re-
volver. A
Alm disso encontrara-af>lhe um hvrefe
de i p.Tario, a que tinham Sido arrancadas
todas as paginas, excepto urna, toda suja,
onde estava escripto :
4 Andr MigkMi, idade 23 annos, ser-
ralbeiro, natural de Benza (Italia).-
t Signal par*icuiar : nao sabeMer, nem
escrever.
* Ultimo domicilo : Roma, em Maio de
1870- X
Todo amarrotado e encebado, este livre-
te pareca ter estte por quitos mezes na
algibeira onde fora encontrado.
P ara engenhos
GUIMARAES & VA LENTE, parteci
pam aos seqs freguezes e Illms. Srs. de
engecho que, como semprc, tm grande
deposito dos ajtgos abaixo mencionados,
garantindo tudo de primera qualidade e
presos sen competencia a saber
Cal nova de Lisboa,
Dita de Jaguaribe.
Cimento portland.
Oleo de mocot.
leos americanos
especiaes para machnismos-
Azeite de coco,
Dito de carrapato.
Dito de peixe.
Pixe em lata.
(5 galSes.)
Kerozene inexplosivel.
Graxa em bexigas.
Gaxeta de linho.
Potassa do Russia.
(em caixas, barriquinhas, latas grandes
e pequeas.)
Formicida Capanema.
6- -Corpo-Santo6
Codito
Ra da Imperatriz n. 56
brande estabeleclmento de modas
e fajeadas Unas
Completo 8orlimeoto de fazendas em tecidos
de novidade e escrupulosa escolha que recebeu
directamente da Europa. Variadissimo sorti
ment em fazendas pretas, merinos, cachemiras
lisas e lavradas, etarri es de sida, domares,
chamalotes, canas e visitas, especialidade neste
genero, em seda, gase e cachemira, ricamente
co ife-.donadas, mantas e mantilnas de renda,
etc., etc., leques e lavas. Especialidades em
fazendas brancas, bramantes de linho puro e
algodao e linho, morim, grande variedade de
marcas especiaes, s encentrada na loja Coelho-
Telephone489
Domingos Coelho & Soares
Silhes inglezes para
montara
Venden se dous ilhoes inglezes em bom es-
tado, quasi novos, e por preco commodo ; na
ra Nova n. 13.
Attenco

Para os doeatea. oa de aatkde e prin-
cipalmente aa crlaneas
D. Jeronyma Cousseiro participa aos seus nu-
meroso! freguezes e ao publico em geral, que j
se acna exptsta a venda as suas bem connecids
fculas de araruta e mata rana por ella prepara
das, da nova safra do anno prximo passado, nos
seguiutes estabelecimntos dos cidadaos :
Vaiconcellos & Sobrinho, ra da Aurora n. 81.
Moreira Ribeiro & C. ra da Imperatriz n. 2.
Paulo Jos Alves 5c C, ra Baro da Victoria
numero 60.
Ze'erino Valente & C caes 22 de Novembro
numero 44.
A. M. Veras & C, rna Duque de Caxias n. 57,
pharmacia americana.
Pereira da Silva Lisboa, ra do Imperador
numero 14.
Manoel Jos Vieira & C, ra larga do Rosario
numero 14.
Botelho Rezeude & Filho, ra da Hora (Espi-
nhelro).__________________
Kiosque
A FLORIDA
Fitas lavradas com um palmo de larg
ra a 2$000 o metro.
Papel de arroz de "todas as cores.
Chapelinas modernas a 5^000.
Rendas bespanholas de todas as c3rs
preta com e sem vidrilhos.
Lindas guanic3es de vidrilhos pretos pa' a
casaco.
Grande sortimento de galrjes, palmas e
rozas de vidrilho preto.
Bicos matisados de urna s cor como se-
am, granad,, azul, rosa, beije, palha, ebum-
oo, salmn, terracote emuitas outras cores.
Sabonetes perfumados a 500 rs. a du ;
Lindos desenhos para talagarca.
Lencos de seda a 500 rs.
Bicos de seda e de algodao core e sem
vidrilho.
Mantilbas de seda e de algodao.
Franjas de seda com e sem vidrilho
Renda hespanbola.
Collarinhos para bomem a 3000 e 4$>:
a duzia.
Bordados de cambraia tapada a 400 50/
600 e 8O0rs.5t&peca.
dem com 3 e 12 metros, de qualquer
argura a 10200.
LencoB de linho em caixinhas a 3000'.'' a
dita.
Meias para homem, duzia a 40000.
dem para senhora, duzia a 40000.
Finas pulseiras americanas a 40, 6 e
80000 o par.
Cortinados todos de crochet para can,, a
120000, 170000 e 190000 o par, algvns
de cores.
Ditos para ianellas a 70000.
Pannos de crochet para cadeiraa a 300 e
10000.
Ditos para sof a 20000.
Capellas com veo para noiva a 6000^ e
80000.
Lindos enxovaes baptisados a 80 100 e
120000.
Toucas de setim para baptisado a 30, 44 e
50000.
Gnnaldas e ramos de seda, o que ha de
melhor.
Lindas fitas n. 12 para chapeos.
Luvas de seda, cano comprido a 20 s par
Ditas de seda para creanca a 10000.
Dita para moca a 10500 o par.
Espartilbos para creanca a 40 e 40500,
Ditos para senhora a 40, 40500, 50000 e
60000.
Linha de machina a 60 rs. o carritel.
Linha de machina a 600 rs. a duzia.
Albuns de pellucia de diversas cores.
Livros de missa a 10500, 20000, 205.
30000, e 30000 cada um.
Lindas luvas de seda com salpicos e cou
listas, gosto moderno, a 20500 o paz.
Toalhas para banho a 10300.
Toalhas para rosto a 300.
Totlhas para mi a 160 rs.
Babadores com inscricScs e paizagem a
500 rs. e 400000 a duzia.
Espelhos grandes com mulduras finas de
cantos redondos a 40000 e a 60000 urna
Bengalas flauta.
Grande sortimento de luvas de seda arren-
dada, com palmas canno comprido a
10500, 20000 a 20500.
Ra Duque de Caxias n. 103
Superior vinho de AJ-
cobaQa
O acreditado e antigo armazem do Lima par
ticipa ao publico e aos seus freguezes que acaba
de receber urna nova remessa deste especial
vinho, escolhido propriamente pelo chefe desta
casa, tornando-se recommendado por ser purc
e de boa qualidade- Jos Fernandes Lima & C.
roa Baro di Victoria numero 3, Telephone323
Farello superior 42 kilos
24300 o sacco
Vende-se no largo do Mercado n. 12
Vende-se o grande afamado kiosque bem afre-
euezado, confronte a escola Modelo, o motivo
dir- ie ha ao comprador, faz se toda concessSo ;
a tratar com Silva Azevedo A C, ra Mrquez
do Herval n. 73.
0 Sr. Diniz fez inscrever tudo aquillo
no livro do posto, e recommendou que man-
dassem os objectos apprehendidos sua
repartilo.
Depois, antes de retirar-se, perguntou
ao chefe do posto, se elle seria capaz de
reconhecer o falso medico.
Isso nao era, respondeu elle. Se ape
as que era alto; mas, como trazia a gola
levantada, nao posso assegurar se tinha ca-
bellos louros ou castanho : o quo posso
assegurar-lhe, que e um espertalhao e
que devia entrar j *com o frasco de vi-
triolo na mao, porque nao se demorou nem
trinta segundos.
Mais urna razSo para o procura rmos
sem perda d um instante. Oh! res-
mungou o Sr. Diniz, devras zangado
preciso agarrar aquelle patife, e hei de
agarral-o !
E nisto chamou urna carruagem, subi
para ella e deu ao cocheiro a sua mo-
rada.
D'ahi a um quarto de hora entrava em
casa.
Nao pode reprimir um suspiro de sau-
dade, ao passar pela sala de jantar e ver
ainda mesa os restos da ceia.
. Para se consolar um pouco, encheu um
jopo de Brdeos, onde molhou um bis-
coito.
Depois, nos bicoa dos ps, foi para o
quarto, despio-se e metteu-se na cama, on-
de sua mulher j dorma a bom dormir.
Safa! murmurou, emfim, o pobre
inspector, esteadendo-se voluptuosamente
na cama. Safa que noite de Natal I
FIM DO PROLOGO
PRIMERA parte
HERMNA
Pariz a cidade ceebre por excellen-
cia.
Capital do mundo civilisado, foco de ig-
ni$2o cujo calor irradia para os pontos ex-
tremos do globo, gerador sem rival das
artes, do luxo, do prazer, da moda, cadi-
nho enorme onde refervem todas a mar-
Alfafa nova
ebegada directamente, a 120 rs. o kilo, ou 6*000
o fardo ; vende-se no largo do Corpo Santo nu-
mero 6.
vilhas da civilisacSo, paraso e inferno on
de se reunem todos os esplendores e todas
as gangrenas.
Pariz finalmente, e scntillante colos-
so que, apezar dos recentes desastres da
Franja, reina ainda sobre o mundo, do al-
to da sua fecundidade inesgotavel.
Mas aos ps deste Pariz pharol agitara
se o Pariz-basbaque-, o Pariz-satyrico, o Pa-
rz-explorador, o Parz-gracejador, como
nodoas de lama que maculam o marmore
d'uma estatua, como tomos negros turbi-
lhando n'um raio de sol.
E, a despeito de tantos elementos bi-
zarros e heterogneos, o que domina neste
camaleao de reflexos multicores, a eter-
na juventude.
Hoje urna crianca boa e meiga, ama
nba terrivel, a um tempo espirituoso e
sarcastico, Pariz gosta de variar, destre
por curiosidade, enthusiasma-se por tudo,
procura em cada da um novo brinquedo,
de que s vezes faz um dolo, que logo
depois despedaja.
Tal a explicacao das predilecgBes e
dos despresos da grande cidde; das for-
tunas que ella crea repentinamente e das
ruinas que causa ; das mediocridedes que
admira e das glorias que esmaga.
Os habis, os espertos, sabera aprovei-
tar o bom humor do Pariz-baby ; os inha-
beis ou os tmidos recebem lhe apenas os
holpes os desdns.
O Dr. Petrus Weber pertencia sem du-
vjda primeira destas cathegorias, porque
cm 1875 era um dos mdicos mais em vo-
2& da grande capital.
As suas consultas pagavam se entlo a
dous lu;zes, as suas visitas a cem francos,
e ninguem consegua ser operado por elle
sena* a troco de urna nota de mil fran-
cos.
E, comtudo, os seus clientes nao rega-
teavam ; todo. pagavam, sem murmurar,
as contas do sabio doutor.
Tinha urna reputacao tao bem estabe-
leci ia Fazia curas tao briUiantes Os
seus saloes eram frequentados por tao boa
sociedade !
Havia quem fosse casa delle sem a
menor indisposicSo, s para ser introduz-
do, pelo criado de opulenta libr, na sala
onde muitas pessoas da mais alta estirpe,
esperavam ser admittidas presebea do
medico da moda.
E que altas diligencias se empregavam,
que de empenhos se mettam, afim de ob-
Liquidacao para acabar
Na Revotado
rna Duque de Caxias n. 48
Por cstarmos no fim do anno, resolve-
mos vender por menos 50 por cento aa
sc-guintes fazendas.
Etamines de cor a 300, 400 e500 rs. oco-
vado.
Cachemira com toque de mofo com duas
larguras de 20 800, covado.
Zephir de quadros modernos a 120, e 160
e 200 o covado.
Las de quadros modernas a 200 e 243 o
covado.
Cretones miudinhos a 200, 240, 280
320 o covado.
Cachimira modernas de quadros de 20COO
por 10000 o covado.
Merinos lizos a 200 e 440 o covado.
Ricos cortes de cachemira bordados de la
seda de 800 por 300 e 400.
Ditos bordados de lynon de 180000 por
100000.
Ditos de cretone com barra a 60000.
Ditos modernos de setineta a 70.
Las com listas de seda a 400 o covado.
Seda Japoneza a 200 e 240 o covado.
Bramante com quatro larguras a 10000 a
10200 o metro.
Algodao trancado para toalha a 10O( 0 o
metro.
Cort'nados bordados para cama a 60 o par
Ditos de crochet a 100.
Etamines finas para vestido de 160 a peca
por 100.
Setins de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Fustao de c6r para roupa ds homem a 500
o covado.
Esguiao pardo e amarello para vestido a
360 o covado.
Velbutinas de listas e quadros a 800 o
covade, para acabar.
Setins chamarlotado de todas as cores a
10500 o covado.
Bicos brancos e de cores a 10500 e 20000
a pega.
Lenjos brancos com barra a 10200, 10800
e 20000 a duzia.
Fechus de retroz a 10000 um.
Luvas de seda,todas as cores, para senho*
raa 10000 10500 e 20000.
Espartilhos couraea a 40000, 50000 e 60.
Cachenez para homem e senhora a 10500
um.
Costumes de Jersey para criancas de 4 a
5 annos a 70000 um.
?asacos de Jersey para senhora, a 60
um.
Pannos de crochet para cadeiras a 500 rs.
um.
Lencol de bramante a 10600 um
Csbertas forradas para casal 20500
urna.
Toalhas para crianca a 120 e 160 urna.
Cobertores brancos de la com pequeo de-
feito a 20000.
Lencos de linho a 20000, 30000 e 40000
a duzia.
Ceroulas franeczas, a 10000, para acabar.
Colchas adamascadas, a 20000, 30000,
40000 e 50000 urna.
Ditas de crochet, a 40000, 50000, 60000,
70000 e 80000 um.
Cortes de cachemira a 30500, 40000, 50
e 60000 um.
Cortes de fustao para collete a 500 rs.
e 10000 um.
Ditos de velludo bordado a seda a 20000
um.
Camisas brancas de linho para homem a
20000 urna.
Ditas de meia. superior qualidade, a 10
urna.
Brim branco de bnho de 40000 por 20500
vara.
Renda hespanhola a 20 o covado.
Completo sortimento de cachemira de cd-
res e pretas para costumes, precos sem
competencia, assim como aprompta-s qual-
quer costume em 24 horas.
Sna Revolucao
HENRIQUE DA SILVA MOREIRA '
ter um convite para as duas ou tres soire
que o medico dava em todos os invernos
lite da sociedade parisiense !...
Todos all se atropellavam, sob urna tem-
peratura que faria inveja do Senegal,
para obter um aperto de mao do dono da
casa e applaudir tres ou quatro celebrida-
des theatraes, que obsequiosamente iam
abrilhantar as recepcSes principescas de
Petrus Weber.
Gracas a convites, intelligentemente dis-
tribuidos, os principaes jornaes davam no
dia seguinte extensas noticias daquellas
reunioes artsticas, como se se tratasse de
urna primeira representacao.
Louvavam os artistas, as toilettes e as
bellezas das mulheres, citavam os nomes
e os ttulos dos homens, transcreviam o
men da ceia, e terminavam os artigo
pelos mais rasgados elogios ao amphy-
triao.
Estes reclames traduziam se n'um gran-
de augmento de clientella, e accrescenta-
vam novos florSes corda scientiaca do
Ilustre especialista
Porque, Se ainda o nao dissemos, ficar
agora ditoo Dr. Weber era um espe-
cialista.
Concentrara os seus estudos n'um pon-
to nicoo organismo vocal e respira-
torio.
Encrregara-se do tratamento de todas
as affecjSes do peito, dos bronchios, do
pharynge ou do larynge, e abandonara
generosamente aos seus confrades todas
as outras molestias e miserias da humani-
dade.
Tendo chegado a Pariz havia tres an-
nos, o Dr. Weber, da faculdade de Cin-
cinnati, installara-se luxuosamente n'um
primeiro andar da ra da Chausse-d'An
tin.
Nos dous lados do portao da casa va se
urna lapide de marmore preto com esta
simples inscripc&o em letras douradas :
DR. PETRUS WEBER
DE CINCINNATT
Logo no primeiro mez mobiliara tres
sumptuoBOs saloes e um gabinete que era
urna maravilha de luxo e de conforto.
O resto veio depois.
Continuar ts-ha)
"~ Typ. do fiarto ra do Duque de casias u. *
f


.
- K
i


Full Text
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