Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17087


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Full Text
ANNO LXY NMilO 23
QU-A'ffA-FBIRA 29 VE JA
1890
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Propriedade de Manoel Figueira de Faria dks Filhos

PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE

Por tres meses adiantados. .
Por seis ditos dem......
Por um anno ideni.....' .
Cada numero avulso, do mesmo dia.
60000
12)5000
23jKXX)
0100
Os Srs. Amede Prince & Q.
de Pars, sao os nossos agentes ex-
clusivos de annuncios epoblica-
oes na Franca e Inglaterra.

PARA DENTRO E FORA DO ESTADO
*','
Por seis meaes 4jantados. 130500
Por nove ditos idem...... 200000
Por um anno idem...... 260000
Cada numero avulso, de dias anteriores. 0100


!

TELEGRAMAS
ss37i;c rAsncua so das::
RIO de JANEIRO, 2* de Janeiro, s
4 horas e 10'minutos da tarde.
Foi nomeado juiz de direito da comarca
de Miradouro, no Estado do MaranhSo, o
bacharel Francisco Isidoro de AlmekU.
Foi nomeado adjunto do Arsenal de
Guerra do Estado de Peroambuco, Auto-
io Pedro Dionisio.
* Apromotoria publica da Capitel Fe'
deral denunciou contra o BarSo de Capa,
nema, ex-director dos Telegraphos, e Ri-
cardo Santos, thesoureiro da mesma re.
partilo, como incursos no art. 170 do
Ccdigo Criminal.
53B7I5G JA A&SSTCXA SAVA3
LONDRES, 28 de Janeiro, pela ma-
mha.
Corre o boato de que seis mil bomens
de tropas italianas acabam de chegar em
Adona (Abyssinia).
Agencia Havas, filial cm Pernambuco'
2o de Janeiro de l 90
IHSTROCqO POPDXAR
l L::.'i:a ssazzlszba
sos
r M P ^ C0L0N1AXS
POR
a .literatura Braslleira do scalo
XVI a o comeco do XIX
KSBO<,'(> HISTRICO
V
(Coalinuac2o)
"No meo innocente rosto
Quem o notava bem va,
gue eia triste &Z se marcara
A mortal melancholia.
Que fiz eu a natureza,
A' fortuna eu que faria,
Para inspirar me to cedo
A mortal melaacholia ?
De alearla (roco en fallar,
Mas nao sel que e airgna .
Sunca me deixou sabel-o
A mortal melancholia.
Se um anno triste se acaba.
Triste ooufo principia
Marca aa horas dias, e mezes,
A mortal melaucholia.
Sou forgado a alegre canto,
Fafiu Colreos de alegria,
S oeculto no fundo d'alina
A murtal melancholia.
En\ugo o pranto nos olhos,
Obrigo a que a bocea ria.
Para disfaicar comvosco
A mortal melancholia.
Nao quero com os raeus pezares
Funestar a companni i:
Que urna peste que livra
a mortal melaacholia.
Se os seas bjns me mo a u sorte,
Mostra-m'os por zomba 11,
Parque para mim s gu ir Ja
A mortal melancholia.
Sonhei que urna ao.">*ia mSo
Venturoso me fuia ',
Fui suuDj e lUa -m verdade
A mortal melancholia.
Fui abranger as venturas
Que o sonho me offereeia ;
E despert! abracando
A mortal melanchlia.
Se nm prazer se me dirige,
Occulta forca o desvia :
SO de mim se nao separa
' A mortal melancholia.
Ella me vai consumndo
De hora a hora, du a dia :
Sinto-nie ir desfaileceado
Da mortal melan liolia.
do Cruzeiro na aesso de 19 de Junbo de 1888.
E, sete dias mais tardo, na mesma cmara, o Sr.
Lafayette, em obrase anda mais peremptoria, ne-
gava de todo a exequibilidade aos estabelecimen-
tos de emissao com assentu cm metal: E' isso
absolutamente impossivel em um pau. como o
Brazil, onde a balanca do commercio sempre nos
desfavoravei. Os importadores, que tm le fa
zer pagamentos na Europa, sujeitos a um cambio
a que o orador chamar feroz, .-e uo paiz hou
vesse um Uaoco como iesejara aiguas senadores,
procuranam obter bilhetes d'elle, leval-os-hiam
ao mesmo Banco, para os trocar em ouro, e com
este tariam os S"us pagamentos no estraugeiro.
Uso repelir-se-hia compre, e teamos o caso do
tonel tas Donaidee.. Nao podemos, portanto,
conclua elle, coustituir Bancos sobre base me-
tal lica. *
Menos de um mei depois, entretanto, estando o
projecto j na ultima discusso, e~"essa adianlada,
oderradeiro ministro das naocas da irjairarehia
assignava, com o Sr. Lafayette, a emendaque pre-
valecen, constituindo na lei de 1888 o art. 6o, or
gera da tentativa frustrada logo nasceoca, da
emissao raetallica entre nos : > Tambem poder
ser elevada ao triplo do referido capital a emis-
sao dos Banco3 que o constituirem em moeda me
tallica e se obrigarem a trocar por esta os seus
bilhetes. Idea que passou, captando a muitos
apenas a adbeso de tolerancia dos que, certos
da inexequi ilidade do eosaio, capacitados de que
nao encontrara, ao menos, quem o aecusasse
reputavam indifferentes a condescendencia e sal,
va assim a responsabilidade do legislador.
Nao nos licito aproindar o exame histrico
alui dos Tactos, prescru'.ando ua conscienciados
dous autores do projecto as razes, que os leva
rain sbitamente da incredulidade conanca na
praticabilidade d'esse systema de emissao.
Mas a ongem d'essa soIucVj parece ter estado
na perspectiva da importacao eminente de cab
da'es estrangeiros para o Brazil. determinada pela
negociaco ue algumas empresas consideraveis,
que se acbavam em via de incorporacao no mer-
cado europea.
Na alta do cambio coasequeale a esse ficto pu-
zeram Ilimitada f esses espiritos, quando ma
nifestamente o phenoraeno augurado seria torco
smente de natureza transitoria, e.devia, dentro
em pouco lempo, mallo grar, como boje estamos
presenceaodo, esperanzas to mal ponderadas.
Gracas i essa iliuso. autorisou a lei n. 3403,
de 24 de Novembro de 1883. duas especies dis
tinctas dos Bancos emissores, teado ons a sua
base em ttulos pblicos, outros em metal, al vi
tre este que ac bou por fixar as-preferencias do
governo. O cambio, superior a 27 como enlo se
achava, justificara essa saluco, se houvesse es
tabilidade na laxa. Mas obiviameole ella nao
normal. au poda, pnrtanio, servir de alicerce
ao novo rgimen de emissao, que, no pensamento
dos seus fun ladores, deve succeder moeda fi-
duciaria dofislado, depois de resgatal-a. ''
Para que* nao incorressera n'essa decepeo,
bastara considerarem o movimento commercial
e monetario do paiz as suas relaces com o ex-
terior. Tomando, por exemplo. o exercicio liqui
dado de 188687, com o semestre addicional,
temos:
De um lado,
a) Importado de mercadorias 162.000:0004000
b) Remessa de cambiae para
juros da divida externa... 20.001:000000
c) Garanta de juros........ 7.000:000*000
4) ifC'-a^L'S, encomio auto mim;:
de material JOellico, de es-
tradas de ferro, obras pu-
blicas, etc............... 10.000:000*000
e) Juros e dividendos, algueis
de particulares.......... J2.000:000*"00
22rO00:000*000
161.000.000*000
18.000:000 JOJO
Do outro, ^Jl-
a) Exportacao de mercadoras
6) Dinheiro entrado na Euro-
pa.............; ....
{Contina)
PARTE 0FF1C1AL
Acto do Poder execulvo .
BMISSAO E CRDITO
Expotifao ao cnefe do gorerno provisorio
Sr. maiechal.Ou.ndo no p~arlame:ito se de-
bateu, nao ha dous annos, o problema dos bancos
de cirulaco, a todos os colaboradores do pro
jeclo, rt-poislran'fo'm-i'ni lei de 24 de Novem-
bro, se impunha a evidencia da impossibilidade
da emissao bancsria soore base em metal, as
condices econmicas e monetarias d'esie paiz.
N'e-ae sentido se exprima enlo o meu ante-
cessor n'esta pasta ; e como ell se pronuncia
ram os outros don* co nuctores d'essa reforma :
o visconde do Cruzeiro e o ex-senador Lafayette
ftejeitando. por incompossivel com a existencia
o papel moeda, a emissao sobre lastra metallico,
pendiam todos para o modelo dos bancos racio
mes aavricanoB, to fecundos no3 Estados-Uoi
dos. A mai.r difficuldade, opinava o primeiro
4'esses don. parlamentares, deadop'arosban
eos de fisso sobre oase metalli-ja consiste na
eventu^litide. a qu1 est-iriam expostos de ve
rem esrozr se os seus depsitos porque a depre
ciacSo 'io paj'el-moeoade em relacao ao ouro ex
pelllria da -iiculago a emissao dos bancos, que
concorreria ao roco. Fallava assim o visconde
& 171.000:0004000
dficit.............. 50000:000*000
Essa differenca entre o activo e o passivo do
paiz no jogo das suas transaeces monetarias e
cothmerciaes com o estrangeiro, isto entre a
exportacao e a importacao de capitaes e merca
dorias, impunha-nos, est claro, a necessidade
absoluta d< recorrer ao crdito, contrahindo
obrigac6es gravosas ao futuro e absolu ament
irreproductivejs. Em taes condigoes a cotaco do
cambio, naturalmente, se nao concorressem cir-
cunstancias excepcioaaes.o'O nao o auxiliassem
os subterfugios usuaes na administracao das
nossas financas, longe de elevar se a 27, desee
ria iiiuito abaixo do par. E.-ses cincoenta mil
conos de dficit, m efeito, equivaliam a
25 por cento na massa da nossa circulaco lidu
ciara (Tnesouro e Banco do Brazil) a esse em-
po ; o qui conesponde cinc dinheiros sterli
nos, representando, pois, no cambio um3 d.ffe-
renca que o d>-veria reduzir a 22.
E. nao obstante, o vimos ascender culmina
cao de 27, excedendo-a,'librndose neisa altu
ra, anda que pouco ou na la melhorasse, de en-
tao para ca, a situaco ecoaomica do paiz.
E' que, gracas ao artificio tradicional de illu-
dir os dficits orcam^ntarios, alargando as
proporcOes da divida publica, preoecupa los ni-
camente em t-atvar appar-n ias, por satisfeitos
se aao os nossos governos, desde que evitam
pedir a praca as cambiaes necessarias para des-
empenbar no estrangeiro oe compromissos do
Thesouro. reservando as mos dos seus ban
queiros, mediante emprestimos extemos, meios
MilliiM -nte* para prover ao servir;) da divida, e
arrostur os outros encargos da facenda nacional
no me. cado europeu
Diminuindo consideravelmente a procura das
cambiaes no mercado interior, a ausencia desse
poderoso concurrente apparelho a alta do cam
OKi, excluiodo um dos elementos mus sensiveis
da sua deprecUo, mas a puro beneficio de um
embuste, que dissimula a realidade econmica
do paiz em um dos seus caracteres normaes.
tecendo perigosas' riladas ao commercio e s
li.ianc.is da naco. '
A ulta io camiodeixou, pois, de marcar,
ent e nos, prospenade, para assignalar aoenas
a presso crescenle dos nos*es gravam-s Urna
successo de dividas acionaes e particplares
equilibra miracolosamente essa eletacSo, me-
d Ja que creaCe a daspeza estril, e se agigao
tan cada vez mais os encarges do gestado. Nao
deve a outras causas o nos;o ingenu) orgulho
nacimal o espectculo da alta do cambio 2m
que, ha tres annos, nos apasceniamos, satisfei-
to.- e co .liados. So le 1886 a 1889 con'rahunos
in Load res tres dividas no valor de doze mi
Ihes 1p libras, ou cerca de cem mil contos de
ris, afora cento e cincoenta mil e u empresa
mos iuteruos E parte desses encargos, coutra
mmol os sob o engodo de poupar tres mil con
tos pelo abiiimeivo do juro as apolices le 5
por cento ; com o que economizamos tres. pa>
onerar as Ihaocas publieis em seis ou sete.
Exhaustos os recursos extremos que a sus
teutam, essa situaco lUu-oria ml'iili e'menie
ha de canir. E, para espacar esse desenlace, o
governo ba de perpetuara fallancia do regim-n
hiinnceiro, cuja lei consiste em malar a divida
a poder de dividas maiores, ou deixar o cambio
sua evolucao espontaiea, de tal arte que as
>uas m licaces, esiremes de vicios officiaes que
o leem corrompido, inspirwm contlanca e deti-
nam com sincerldade a situaco do nercado.
Acabamos de aasistir a novas pravas da falli-
bilidade desse registro ecoaonaico entre nos.
No dia immediato revoluco. qu.ui lo tudo
erain appreheusfies acerca do presente e duvi-
das sobre o futuro, vimos o cambio pairar em
urna elevaco ultra normal. Mais tarde, quando
de .oda a parte reoascia a esperanc i e a con
lianca publica, o applauso do commercio a ad-
heso de todas as classes laboriosas entraram a
consolidarse de dia em dia, firmando se profu -
damente esta situaco de tranquillidade, de ere-
dito, de trabalbo que nos rodea, comecou a taxa
a cabir acceleradameate. Em seguida vimol a
re scender. oscillar, firmar se, fluctuar anda
merc de influencias cojo segredo se murmura,
mas cujoa interesses talvez nao se confes-iem.
E' que. desde que taltou alta a cumplicidade
do sophisma ofBcial, o phenomeno natural pro
cura o seu nivel, libertanJo-se das presses que
o falseavam e, dissipando as sombras inimigas
da verdade.
Bastn a accaj Jesta por ilgamas semanas,
para s- des?anecer de todo b miragem flnaocei-
ra, com que a monarchia plaaejava rehabilitar-
se para oterceiro reinado.
Urna ritraccao de numerario, em importancia
relativamente diminuta, enche i de difficuldades
e temores a pracJ. O governo vio se exorado
a socorrer a estabelecimentos e particulares,
subministrando recursos ao mercado monetario.
A emissao inetallica, entretanto, existia; nao
eslava pluralisada -inda na execuco ; ainda
nao poda amedroutar-se com os receios da su-
perabundancia do papel derramado simultanea-
mente por varios bancos emissores. Todava
essa emsso recolbeu se, precisamente quando
mais necessaria era, quando mais interesse ti
nha em comprovar o seu ministerio oemfazeio.
E o estabelecimento armado dessa faeuldade,
saudada ainda honlem como um manancial de
meios para os apuros da praca, vase ebrigado
a uscar em emprestimos do Thesouro o papel
reclamado pelas necessidades. a que a sua emis
sao bancaria deveria prover. E' c-rto que,
procedendo assim, esse estabelecimento respei-
tavel cedeu forca do caso ; mas implcitamen-
te confessou a ioopportunidad do systema de
emissao, que representa.
O sentimento da fra-jueza do cambio, apezar
da sua elevaco, a evidencia do carcter licticio
desta, os symplomas da sua instabilidade dicta-
vam ao banco de emissao essa norma de pru
dencia trivial. Sobradas razOes lhe assutiam,
para temer aafflueacia das cdulas apresentadas
a troco, sob o impulso da menor especuljco,
que poderia arrastar o estabelecimento a serios
perigos, originando urna crise na praga, e bai
xando por sua vez o cambio j, baixo ou varil-
lante. O menor abalo neste genero, o pnico e
a crise, contra a qual, mallograda ao nascedou-
ro a emissao de base metallica, os recursos con
linua-ao. a ser os emprestimos do thesouro, em
|ue o -governo nao deve persistir, ou o curso
orgaj, que presentemente deve evitar a todo o
tripe:
O dilemma acluai portanto, este : ou prose
guir na carreira desastrosa dos emprestimos em
apoie de um systema errneo e cada vez mais
fatal, ou resistir s tentaces do crdito, levan
tando paradeiro ao systema de dividas crescen
tes, e estabelecendo, ao mesmo tempo, um r gi-
men de emissao capaz de satisfazer, na aciuall-
dade as necessidades monetarias do paiz. sera
invaso ofBcial no dominio dos factos economi
eos, a que o cambio deve obedecer.
i fim um paiz, onde o equilibrio do cambio se
S-estavel, de.no'anddi a compensago normal da*
suas despeza- pelos seus recursos oaluraes, a
emissao sobre metal sem duvida menhunm. a
Olucao racional e legitima, eflicaz e creadoa
poraue ass> ntando acirculacao em elementos
infalliveis e fcilmente realisiveis, influe roo
lianca absoluta, e tem na sua elasticidade a p e-
cabeao contra os seus riscos. Mas,_ exactamen
te porisso, necessario que o principio d ssa
confianca esteja superior a ncerteti-s equ"1. a
qualquer abalo dispontia o estabelecimento de
meios para reslabelecel a, mediante a satisfaco
plena e iminediata das suas obrigacOes para c nu
o publico, na conversao de papel emittiJc.
Preencbe esses dous requisitos a emissao ban
caria, qual a temos ?
Evidentemente nao.
Nao; porque est subordinada ao cambio de
27, e ha de recuaranle as suas depresscs, sem
pre imminentes e graves, cuja oc:urreneia im
poria ao estabelecimento incalculive3 prejuizos,
obrigando o a trocar em ouro ao par notas cota-
daa abaixo delle. E tal o recelo deste perigo
que. agora mesmo, nao obstante a ascenso pro
gressiva da taxa apparentemenle firme a 26 nes-
te momento, de dia em dia mais, ao passo que
cresce a retraego do numerario, vai-se retra-
hindo tambem a circulaco do banco emissor.
Nao, ainda ; porque, cobnudo p ouro apenas o
terco da emissao. a exigencia do troco, deter-
minada pelas oaixas do cambio, encontrara o
estabelecimento desarmado para acudir aos com-
promissos, produzindo no mercado .acalcla
veis catastrophea.
Logo, se a emissao bancaria constitue urna
necessidade, o que, em nossos dias, difficil seria
contentar, a especie que nos resta 6, das duas.
adinftidas na lei d) 1888, a que nao foi execu-
tada : a circulaco sobre ttulos do estado. Egre-
gios exemplos autorisim esse expediente. Do
papel do banco de Inglaterra, 16,300000 libras
urculam sem garant i metallica, representadas
nicamente nos 41.000.uOO esterlinos, em que
consiste o debito do estado para com esse esta
belecimenlo, e em 5.20JO00 3ras desecurites,
ou fundos pubiieos de primeira ordem, adqui-
ridos pelo banco para la-tro do seu servico de
emissao Nos Estados-Unidos, a circulaco dos
bancos emissores, assente na' lei de 25 de Feve-
reiro de 1863 e no acto de 3de Junho de 1864,-
que a emendou, corresponde a 90 % do valor do
deposito' em ttulos naciouaes, feto pelos esta
btleciiientos emissores no tnesouro da Unio
Verdade sej que. no mecanismo da emissao
sobre fundos, a nota nao conversivel. E sobre
esta desvantagem se er*'ue triumphaote a gran-
de objeccao :ontra este systema Note-se. po-
rem, primeiraraeote, que, no rgimen da'arco-
lago fiduciaria, elevada ao tri|>lo d me' il em
deposito, a cooversibilidide ua > real, exequi-
vel. segura, seno qu into ao terco do pap,-l em
ti lo. Por outro lado, ainda n'oversivel, u '
menos ceno qje a cdula bancaria. aftai c 111
por ttulos do Estado, reooe as co niic -ssen-
oiaes a essu factor econmico para auxiliar o de-
senvolvimenO da riqueza Jo pau. Tudo est em
nao se sobre arre^ar a circulaco, c.em que se
observe sempre a regra da equivalencia entre o
o instrumento convencional das tran accoese
as necessidades da pr.tc i.
Nao pode da corTespon le:- a essa exigencia ca-
pital o Estado, que d5o faz operac s comner-
ciaes: emitte, e re'gata apenas por as-im diz r
mecnicamente, quando autonsado. Demais em
um plano, como o que ora adoptamos, onde se
coufere emissao Daucaria a fuicco de redu-
nr o debito nacional, nao se -poderia dizer que
se ex ggere a tenso do crdito : antes se lhe
addiciona um principio novo, slido e poderoso
de confianca-
Nao por consequeucia, decisiva a objecc
da mconveraib'lidade, que, a se lhe attribueir
preponderancia afisoluta, viria privar-no agora
do menos defeituoso de iodos os sys'emis de
circulagao Qdu.iaria possivi 1 no m>mento actual
Contar boje com a emis o sobre metal, seria
fechar voluntariamente os olbo-< em presenca da
realidade. Augmentar a maesa do papel do Es-
tado rra aggravar, sem compeosago, o debito
publico, em vez de entrar resolutamente, como
uos cumpre, no syutema de redueco persisten-
te e progressiva.
A consc enca nacional impoe nos esse cami-
nho. Dell se feaorga, desde os priraeirog dias
inmediatos revoluco, em brilhaute mov
ment de. propaganjla, a ciarse militar. Ora, o
systema da circulccao sobre a plices acpimo-
da se simultneamente aos dous fias: eupan lir
o meio circulante, proporcionando ao deaenvol-
vimento econmico do paiz os recursos de que.
necessita, e minorar se nio extinguir as obri-
gaces da divida nacional, cujo servico absorve
iininensa parta da nu-n receita.
Para adaptar a esse desidertum o mecanismo
que vamos instituir, es banco*, que' o servirein
aceitarn, desde o comeco das suas operacoes,
diminuico consideravej no juro las agites
'jue 1lies compuzer*mjb|ado: aoci.tl iljaoipui
cao que avulUri^oBMfilVaano' at se extio
enir ao cabo de seis' o frtrmio deeses ttulos em
beneficio do Estab.
Ainda mais : df massa dos lucro- brutos re-
tirar cada ano >'i estabelecimento urna quota
nunca inferior a 10 /, para, com a ?ccuniula
cao dos joros semestraes de 6 coustituir um
fundo representativo do capital em apolices que,
no termo do praso- de existencia dos bancos, se
considerar dimitido.
Dous intuitos, desta arte, se preenchem :
1) Fecundar a riqueza publica, mediante a fa
cilitico de recurso s classes productoras ;
2) Cercear a despeza, eliminando progressi-
vamente o servico da divida interna.
A divida conaolidicU da Bepublica consiste
em :
381o99:300^00
100.000:0004000
34 435-000*000
Apolices papel 5 /
dem ouro 4 /
dem idem 4 V %
dem idem 6 %

Total
534.988:300*000
Excluindo-se a de 4 %, creada peloempres-
timo de 1889, esga divida representa em juros
um servico, mafe ou menos, de 26.06l:000*0JO.
Abatida a importancia em ouro. lica o debito
em papelexpmido nasomma de 3ll.399:300*.
Suppondo qoe os tres bancos corresponden-
tes s tres regios -norte, centro e sul as
quaes divide o paiz o decreto que ora vos pro
pomos, absorvessem no seu lastro 300 00:000,
teamos, feita a redueco do premio :
Servigo restante
em 5 "I. 9.000:000*0 i
em 5 o/.
em 5 %
em S /o
em 5 %
em 5 %
em 5 '/o
Ora, easas redaeces exprimiriam urna econo-
ma de :
No l. anno del'7o
No 2." anao de 1 Vz
No 3." anno de 3 7o
No 4." auno de 3 Vi
No 5. anno de 4 70
No 6. anno de 4 /
No 7. anno de 8 7.
7
7.500:000*000
6 000:000*000
4 500:000*000
3 0000:00*u00
1.500:000*000
. *
providencias tendentes a esse resultado sobre
sane a que estende a jurisdieco commercial aos
lavradores que firmaren) letras ou papis da ere
dito, ordem e prazo fixo. >o iremos to loo s0 recomidas
ir., IIiiiIa .-. _...*n A t n nln tnam. unan IaVh iv ,
ge, neite ponto, quanto Inglaterra, cujas leis
obrigam o agricultor ao uso de livros commer-
ciaes. Commorcialisando os actos, sem com-
mercialisar as pessoas, teremos obtldo a vanta-
gem desejavel.
A agricultura tem altas aspiraces, dizia, nao
ha mmto, em uta notavel esludo anda indito,
o Baro de Pataoapiacaba ; e, para se levar ao
nivel da industria e do commercio, s lhe faltam
os meios, ue que a industria e o commercio di
pem, ha muitos annos. Como o commercio e a
industria, quer ella sabir do direito commum;
;>o8 se v peada pelas deloagas e despems da
lei civil, verdadeiro espantall para os capitaPT
A administracao da ju^tica conserva supersti-
cioso respeito a certos ritos, que nao sao de
nossos terapos, e que constituem verdadeiros r
moras para a circulaco dos valores agrcolas e
para-incremento da riqueza publica Entre a
agricultura no immens movimento da ;ircula-
co fiduciaria, que dos grandes estabelecime.i
tos bancarios se derramara em crdito por todas
as veas do organismo social. Applique-se ao
papel de crdito agrcola, convertido em com-
mercial, a legfelacSo mercantil, sujeitando o la
vi a lor assirnatario do bilbetc de crdito sane*
cao por ella imposta aos commerciantes.
Dessa eminente comprebenso das fu.icies
modernas do crdito applicado lavoura resul
tara consequencia8, a que procuramos dar cor-
po, especialmente nos dous decretos desta serie,
simplincando as transaeces do crdito agrico
la, equiparaodo-o ao commercial, accelerando o
curso udiciario das suas reparaces, e mobili
sando lhe os valores.
Abi tendea o espirito em que nos inspiramos
ao elaborar a estructura desses quatro decretos,
que vamos submetter vossa acquiescencia, e
onde se encada systematlcamente, como as
grandes partes de um todo indivisivel, o pensa-
mento de encarnar as leis do crdito, condicSo
de toda a produeco n*4e toda a riqueza, em um
vasto organismo complexo homogneo e robus-
to como us suas aspirares, as suas adaptaces e
os seus direitos no seio de urna nago que re-
nasce ao ambiente la vida americana sob o in
fluxo da demoeracia pacifica, liberal e credora.
Capital Federal, 18 de laneiro de 1890.Ruy
Barbosa, ministro da fazenda.
leis vigentesguardar se-ha a seguinte ordem
as preferencias, em relaco aos credores :
o) por notas em irculaQo que nao tenuam
No 1.* anno
No i." anno
No 3." anno
No 4 anno
No 5 anno
No 6. anno
'

600:000000
7-500:000-000
9 000:000*000
iO 500:000*000
12.000:000*000
13 500:000*000
Total nos seis annos 53.500:000*000
D'ahi fim diante a economa seria de......
I5.000:000*0'JO anuuaes, ou, no- 44 annos re
iijaugs'ienle.- aj*i''*ncia desses esl belecimen
lo, mai- 66OTWl:000* poupados pela erario
A IJlcionada ao total snpra, essa vantagem ;:s
cende a 718 0o0:00o*000. Accrescente se a esse
valor do capital em apolices, cujo completo res
;;aie entao se te concluido e teremos.....
I 018 000:0<0* "0, salvos por es-'e meio, era 50
annos, ao sorveaoaro da divida publica.
lias esta orao saco pude assumir m-ii" urna
face de utindade nacional, qie o decreto lhe d,
fertilisan lo successivamenle essas economas
mediante o-seu empr go systematico era auxilios
a lavoura. A enorme somina ue capitaes do
Estado, quasi de todo tnprolicuamente applica
los at hoje em emprestimos classitcados oessa
categona. iraduz a confiss) offi;ial da insuili
cteocia tos recursos monetarios da praca desti-
nados a esse ramo da nosw activHale A esta"
penuria devem acudir tam iem os novos estabe
lecimenios, institumdo para tss qarleiras espe-
ciaes, e recebendo como auxilios a essas trans
aeces apenas quan'.ia equivalente redueco
operada por elle no juro das apolices, at ao
anno em jue elle se extinguir. De enlo em
diante esse subsidio ficar reduzido metade.
Essas sommas accumular-3e ho em um fundo
especialmente consignado a garantir o servig
das lettras hypothecarias, emittidas em empres
timos lavoura e suas industrias auxiliares.
D'esl'arte se canalsar para fontes reprodu-
ctivas a economa no juro das apolices, que
constituirem o fun lo desses bancos, sem grava-
rae para as flaancas nacionaes, pois o governo
se limitar a entregar ao'estabelecimeuto, nos
seis annos iniciaes, o que elle lhe poup, adju
vando o d'ahi avante, apenas com metade do
premio, e lucrando, portanto, a outra meta-
de, afora o capital todo das apolices iranio-
biltsadas, que no m de cincoenta annos se
achara redimido pelo-estabeleciraento emissor.
Claro est que, garantido assim por um fundo
especial e pioveniente do Estado o servico da
letlra hypolhecaria, crescer, no mercado, a es
tiraaco desta; abrindo se lhe curso franco. E,
como o seu juro nao pode ser inferi- a 5 ou
6 /., maior. pois, sempre que o da apolice
actual, graude procura encontra o esses ttulos
para era prego it- capitaes, ralorisando-se assim
lisongeiramente em beneficio do paiz.
Ampiia esta reforma anda raai- a aeco sala
lar desses papis de crdito, facultando lettra
hypothecaria applicaces at agora exclusiva
mente reservadasJs apolices; providencia alias
iraprescindivel, para aecudirao vasio aberto pela
retirada instantnea de grande ma ?*a d<; titulo^
nacionaes, que perdurarlo inalienaveis durante
a existencia o banco, expirando com elie.
a' funecao eiuuiuatiya que a es-es institutos
se comm'tte era relaco divida consolidada,
aa-resce, no systema da reforma, o encargo da
onversibili lafl? da sua propna ernissiio desde
que o cjuia.o attingir a Ctagiio de 27. e iieia te
mantiver ffxaiaente por um anno ; aswmindo,
ao nfesmo tempo, eaaea banc >s. o orapromisso
de permutareis Igualmente, desde entao, em es
pocies metallicas, a vontade do pona ur e vis-
ta, as notas do 'veino que e;u circulavo exis
tirera. Isla sem indemnisaco algania.
insensato seria, porrn, enipreheader orna o--
gani:acao bancaria as proporcOcs quevimos de
esbocjr, s"e nao abranqessemos noaratnlo da re
forma a iegislaco ''.-js so-iedaie an iiymas,
ocm como a das hyaolheeas e onus reaes, e oo
liuc.-senii as bases de nm rgimen; seipritificb
pira o credPo move!. Todasespas transforma''
coej sao "ssencialmente asociadas, constolodS
urna va.ua nconsirucco. E aqu esia porque
uo pode subsistir acioalmente, entre nos, a an-
liga tradig regulainon ar, qoe lig.va a outro
mos da acco administrativa essas questes,
hoie necessanameote suoordinadas, pela nata
tx dos intcreosies aellas preponderantes, ao
Ministerio da Fazenda.
Nao so po lia, por exemplg, dar a letra hypo-
lhecaria i S' u verdadeiro' pap.l econmico.
ajjo.'aoioa n -sa confianca, que e principo
viul da sua cireulacfto. sem alterar, t ida. 1,237,
de 24 oe Seieaibro de. 1864. e a de 5 ac Outubro
883, .m lodo o l -11-* i'isiituic''-i d."
crdito real, dundo ao ciedor todu as seguan
cas convenientes, para que o crdito e facilite
aos que necessitarem de solictalo. Entre as
DKCBBTO N. 164, DB 17 DE JAXCIBO DB 1890
Proc a organisacao de bancos de emissao
O marechal Manoel Deodoro da Fonseca, che-
fe do governo provisorio, constituido pelo exer-
rito e armada em nome da naco
Decreta :
Art 1." Pode rao emiltir bilhetes ao portador
os bancos que se fundarem com autorisaco do
governo, e cujo fundo social fr constituido eom
apolices da divida publica, moeda corrente, ou
ouro, observadas as disposices seguintes :
1." O paiz dividir se ha em tres regies, a
saoer:
a) a do norte, comprebendendo o Estado da
Baha at o do Amazonas ;
b) a do centro, comprebendendo os Estados do
Rio de Janeiro, S. Paulo, Minas-Geraes, Espirito
Santo, Paran e Santa Catbarina;;
ci a do sul, comprehendendo os Estados do
Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Goyaz.
g 2.* A cada urna destas regies corresponde
r um banco, cajo capital ser :
Norte, com sede na Baha,
at 150,000:000*000
Centro, com sede no Rio de
Jaueiro, at 200,003:000*000
Sul, com sede em Porto
Alegre, at 100,000:000*000
450,000:000*000
Esse capitaser realizado em prestares, nun-
ca interiores a '0 %, e convertido em apolices,
as quaes se ave.rbarao em nome dos respectivos
bmeos com a clausula de inalienaveis.
3.a Os bancos tero sucursaes ou agencias
nos pontos. ,ue, de accordo com o'governo, fu
rem iulgados convenientes.
-!. O banca que se constituir, encarregar se
ba de fundar, de accordo com o governo, caixas
liaes em Estados fra da sua circumscripgo,
no caso de nao se organisarem os correspon-
dentes s regies respectivas.
J 5.* A emsso de bilhetes ao portador nao
poder exce ler a importancia das apolices que
constituirem o ,fundo social dos bancos, nem a
sua cirmlaco ltrapassar os limites da circotn
seripeo territorial de cada um. Os bancos,
porrn, tero conta entre s para regularisar a
passagam da moeda de praca praca.
6. Quando a circulaQao fr feita por um
banco em regio e3tranna sua circumscripcao,
ex vi do i 4 do art. Io, as respectivas olas, ob-
servadas as disposices do paragrapho anterior,
contero um carimbo com as lettras RN, RC ou
RS, alim de facilitar a sua substituico pelas dos
respectivos bancos, logo qu~*e fundarem. Fei-
ta a substituico, as notas inatilisadas restituir-
se bao ao banco emissor; e, dado que nem to-
das se presentem, marcar-se fia um prazo para
esse lim, sob pena de presenpeo, devendo nes-
se caso ser o banco emissor embolsado da som
ina dessas notas prescriptas pelo banco corres
pondente regio.
7." Os bilhetes emittidos em conformidade
c m as 'isposices deste decreto sero recebi
dos, e tero curo as estaces publicas, gozan-
do das regalas conferidas s notas do Estado.
8. Os baucos podero ter oficinas proprias
para impressau de seus bilhetes, as quaes fica-
ro sob a tiscalisaco do governo. Emquanto,
porai, nao as hoavet, serio os bilhetes forneci-
d s pelo governo, correndo toda a despeza por
conta dos respectivos bancos.
Os bilhetes contero :
0 nome do banco emissor ;
A assigoatura do chefe da emissao, ou do seu
substituto, e rubrica ao fiscal por parte do go-
verno.'
Os bilhetes sero dos mesmos valores que os
actuaes do filado.
9 A faioilicagao de bilh. tes e a introiucco
de falsificados serio ponidas com as penas com
minadas pelo dire-to vigente ao crime de moeda
falsa.
| 10. Os bancos ii.'.-aro sujeitos liscalisacao
do governo, spe-ialmeate no que respelta
emsso, sabstituicj' r- sgate dos bilhetes, por
intermedio de pessoas nomeadas pelo ministerio
de fazenda, que lhes marcar attribuices,I8Ci-
lisadoras e o respectiva vencimento, o qual.no
poder exceder a 10:000*000
5 11. O txcsio da emissao de bilhetes alera
dos limites determinados neste decreto, impor
tara : -
a) para os bancos, a revogaco do decreto de
autori3ac*a e sua iiquidaco toreada e imme
oata ;
6) para os directores e gerentes, as penas do
art. 173 do codito criminal, alm da ndemni-
safo das perdas e dainous causados aos ac;io-
isia* ;
. c) para os flseaes conniventes em taes faltas
cuque, tendo deltas conhecimento, u5o as de-
run'iarera era terapa, as mesmas penas cima
ii.en ionadas.
1 12. O prazo de uuraco destes bancos ser
de 50 anuos, podeo ser prorogado, mediante
po ;seo do giaveroo
13. .da a dquidico, 'oreada ou volunta
na, autes ou depois de expirado o prazo de du-
raco do bancoobservadas as disposices das
b) o Estado pelas apolices que comportaren! o
raudo de reconstiluicao do capital do banco, ai
qpaes seio abatidas do capital e entregues ao
Thesouro Nacional sem direito a indemnisaco
alguma;
c) Os crodo'res preferenciaes nos termos do c-
digo commercial;
2) os credores chirographarios ;
e) os accionistas.
A assembla geral do banco, com assistencia
do fiscal do governo, resolverquando se tor-
nar uecetsaria a liquidaco o modo pratico de
realizal a assignando os .direitos e intecesses
dos credores eassociados.
(1*/. Os bancos tem o direito de substitu
us suas notas em circulaco por outras, sempre
que o julgarem conveniente, taze'lo para esse
fim annuncios por editaes, publicados na ira-
prensa de todos os Estados da sua circumscri-
pcao nos quaes flxar um prazo nunca inferior
a seis mezes. Aa notas, que deixarem de,ser
apresentadas, reputar se ho prescritas, e as
que forera substituidas, sero incineradas em
presenca do fiscal do governo.
Art. 2." Os bancos constituidos nos termos
deste decreto podero operar.
) em emprestimos, descontos e cambios;
2) emohypothecas a curto e longo prazo, emit-
tindo letras hypothecarias ;
3) em penhor agrico'a sobre fruclos pendeales,
colhidos e armazenados;
4) em adiantamentos sobre instrumentos de
trabalbo, mechinas, apparelhos e todos os meios
de produeco das propriedade- agrcolas, eoge-
nhos centraes, fabrioas e ofcina3 ;
5) em emprestimos de carcter e natureza in-
dustrial para construeco de edificios pblicos e
particulares, estradas de ferro e outras, caes,
dcas, melboramentos de portos, telegraphos,
telephones e quaesquer emprehendimentos in-
dustriis ;
6) em comprar e vender trras, incultas o
nao, parcellai as e demrcalas, por conta pro-
pria ou alheia;
7) encarregar-se de assumptos tendentes co-
lom saco, fazendo os adiantamentos necessario i,
mediante ajuste e contracto cora os colonos, oo
terceiros interessados.
8) incumbir-se, por conta propria, ou alheia,
de desecamenfo, drenagem e irrigago do slo.
9) tratar do nivelamento e orientacSo de ter-
renos, abertura de estradas e caminbos ruraes,
canatisaco e direceo de torrentes, lagas e
ros e facilitar os meios ncessariosmediante
ajuste e condicesa qualquer cultura, criace
de gado de todas as especies e exploraco d
muas, principalmente de carvo de peora, co-
bre, ferro e outros metaes.
10) finalmente, podero efiectuar todas as ope-
racoes de commercio e industria, por conta pro-
pna ou de terceiros.
Art. 3. E' concedido aos bancos formados nos
termos do presente decreto:
o) cesso gratuita, discripeo do governo ;
de trras d^volutas, na zona de sua circumscri-
pcao, para localisaeo de colonos e fundaco de
estabelecimentos industriaes de qualquer or-
dem ;
b) preferencia, em igualdade de condices,
na construeco'de estradas de ferro e outras
ibras e melboramentos projectados pelo go-
verno.
c preferencia, em condices iguaes, para ex-
ploraco de minas de qualquer especie, compre-
nendidas na sua circumscripcao territorial, e
bem assim para exploraces de canaes e com-
municages fluviaes, que servirem s ditas minas
on dellas se avizinbarem
d) preferencia, em igualdade de condices,
nos contractos com o governo sobre objectos de
colonisago e imraigraco na sua circumscripcao
territorial ;
e) direito de desapropnaca nos termos da lei
n. 816 de 10 de Julbo de 1855 e seu reglamen-
to, que baixou com o decreto n. 1,664 d i 27 de
Outubro do mesmo anno, e bem assim isenca
de decimas, impostse direitos aduaneiros para
os estabelecimentos industriaes, que fundarem,
emquanto os houverem sob sua administracao, e
material de qualquer especie, que imporlarem
com destino e applicaco a esses estabelecimen-
tos, estradas de ferro, exploraco de rios, mina
e outras fiantes le produeco.
Art. i." Para que os bancos possam pretender
os favores do presente decreto, e gozar a faeul-
dade da emissao de notas, devem obrigar se, em
favor do Estado :
Io a reduzir, a contar do comeco das suas
operacoes, 2 0/ no juro das apolices, que con-
stitairem o seu fundo social, e a augmentar es-
ta prrcentagem mais 1/2 % annnal at a com-
pleta extineco do referido juro ;
2o a averbar como inalienaveis as apolices
que constituirem seu fundo social, das quaes
nao podero dispr, salvo accordo com o go-
bern. .
3o a constituir, com um quota nunca inferior
a 107o das lucros brutos, um fundo, parare
presentar o capital m apolices, que ficarao an-
nufladas, para todos os effeitos, no fim do pra-
zo de durago dos bancos.
A essa quota sero contados, semestralmente ,
juros na razo mlnima.de 6 7 ao anno. Ces-
sar a formaco desse fundo logo que sua im-
portancia attingir o respectivo limite ;
4o A emprestar lavoura e industrias auxi-
liar, a juro nunca superior de 6 %i commisso
de 1/2 /, e prazo mximo de 30 araos, sobre
hypotheca de immo eis ruraes, urbanos e in-
dustriaes, e bem assim effectuar com ella tran-
saeces de p ;nhor de productos e outros ttulos
que offerecam garanta, a prazo nunca superior
a tres annos.
Para auxiliar taes emprestimos o governo con-
correr apenas com a somma que receber do
bancos a titulo de redueco da. taxa de juro das
apolices que constituirem seu fundo social; e .
depois dessas sommas altingircm totalidaae
do juro, licar esle auxilio reduzido a metade.
Com este auxilio os bancos formaro- um fun-
do especial para garantir o servico da letra hy-
polhecaria que emittirem em virtude de empres
timos lavoura e industria auxiliar;
5o a converter era especies metallicas, von-
tade do portador e vista, to smenle as notas
que emit'.irem, um anno depois do cambhattiu-
gir e manter a taxa pSr de 27. ou mais, toman-
do iual compromisso qunto s notas do go-
verno, que houver em circulaco, sem direito a
indemnisaco alguma.
Art. 5 Desde que, nos termos do nomero ante-
rior, comear a convertibilidade das notas era
especies aietallicas, ventado do portador e
vista, os bancos tero sempre um encaixe me-
tallico.lgual s respectivas crculaces de notas
dessa "natureza. ...
O excesso da emsso alm dos limites deter-
mioados pelo encaixe meUlico acarretadas pe-
nas comrainads no art. Io, 11 deste decreto.
Paragrrpbo nico. A emissao de bilhetes so-
bre ba-e raetallica nao inhibe os bancos de con-
tinuarem a fazer a sua circulafio sobre base de
apolice?. ; .
Art 6 Os bancos actuaes de circulaco rae-
tallica conlinuaro' no goso de seo privilegio,
observadas aa diposices legaes-
Art. T Os emprestimos aos agricultores nos
termos do art. 10 da lei n. 3,172 de 5 de Ou-
tubro de 1885 podero ser feitos por prazo de
um a tres annos, e ainda por escnpio particu-
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Diario


Up, a-si-iua lo pelo llovedor e duas i'-teiounha-,
eujas > mas -ero refioonecidas aut -s do re/|s-
tro; revngalos nela B*rie 0 art. 107 e | 1 n
4* io deor.no a. 9 5*9 d; 23.de J turnio de i ri tos.
I. r ida>ia ai i la j,ua ,d > negociadas, subsiste
rwp i-.i jiii 11 di-, d cjiene, se se tornar io-
1886.
Ari. 8 Os baacua
decreto Aearati sujo
fem a ni atera.
Art. 9 rt -v (din
o.
Sala das sessoes daafloveaao- Proaisono 17 I-
Ja leiro doro da Fui^eca. Ri>f Ma-k*a.
mstaaMatos e*guid i
*igiiesji
un
este
re-
Itra
DscagTO x 65 ob i7 ot jan*io dc 1890
Rffonm lei h 3050. de 4 de Novembro de 1882
U M.recu 11 Miuo I D-odiro da Fouseca, re
do governo provis rio. constituido pelo exer
gio e ailada eio oome da nacao decreta :
Art. Io As couipa ibias ou-oeiedales auooy-
as, seja civil, ou conaereial o s-u nbjecio.
podera esubelecer se sem auionsavo do o
Terao.
Unas e outras re.'(? se por este dooreto.
Depeniera, porin, de autoriaacau do go-
Terao, para seor(aoi-arera :
1.Q Baques .la-Ptranlaano;
2 Os Bancos de creaito real ;
3* Os m >iwe-pins. *>3 montes de soccorro ou
de piedade, u cu xas ccoaoraieas e as so-Jteda
des e seguro-i aramos ;
4* As sociedades aoouyraas, que tiverem oop
objeto o coatioercio ou orne-cimento de gene-
ros ouwitootaucus alimentares
j S Conuau o taomein a depender da auto
risacao 4o /overeo, para fonc :wear at Rpa
blica, as sociedades aoouyraas eslraiigeiraa;
ebseeraaoo-ae. a respeito destas o segante :
I. Os estatutos ieclararao o pras > msxm >
nuoea supe ior a twas anos, eonta-los da'ikrta
da autorisaco, dentro dos quies a sowed*te ou
o pautita lera de real sar dous i reos pe>o->
ii'"11- do seu cap ul no paiz.
li. Sssas oompuahias >u s > -ledades tira o sa
jeita; asdiposicfte* do presente de reto uo io-
aote s relaces, iiredos e oton^-icSes aaftra a
sociedad'-, e seos cr -dores. accloni-tas e quues
qu-fr i er-t-sa tos, qae tive/em domicilio no B-a
sil :xj aasea^as.
III. O n i.i a autw sago ssas sociedades
cu n >nr >. sot> pena le mil iliie, o disposto no
art. 3 |1.' os- i-a 3 e g 5 lesie decreto.
Art. i' \s coapt ima- oa -o .-totales aaony
mas d s^oara se por ama d-meaiaasao paru-
oul irou fxda iadioa(fti di s-u objecio.
A lesin 1510 ou loawnina^o leve diffiren
Bl a de >uuira8 qua*s eotii'a, ou jemelnanta, de .modo qae po-^aa in
lazir en erro, ou enguna, i qa-lqier majres
gado assiste o direito de faw^a modkicar. e
demandar pardas e laoi!W<, causados pela iden
kdade-,' o* wme'hana.
I 1.* Nao ib 'S pennitiido terem irnw ou ra
lio aoctal.
j i." Js aocioj -sito respoasav.'.s somente pela
BOU de cipital da- a ^es, que subscrevem, ou
lili- sao cedidas.
3" Sao da exctuuva competencia dojvzo
coinmerr-iul as qoestoes relatiius a existencia
das wmpiobias, aos rireitos eobri?aoes das
ocios enire si, ou entre ell9 e a sojia-lade, a
di.-.-nli,- i. Iv|ld.ici e part Illa.
Art. 3. As -.oci-dade* anonymas nao dem i!0*u*uir deSaiiivaineouj, senio depois de
sobsc ipi capital social tlo, e effwitiwaueot!
ieposiiada em aigum banco, ou em mo de pe
oa abiiwda,A>-icolha da maioria *9 ssbscri-
tores, a dcima parte em diabeiro do valor de
ada^-a-too.
Para a lorm iio essencia! pe o meaos o concurso de ete so
cos
| 1* As sociedades anonymas ou companhias
eoustttuein se :
1"0j por escwptora publica, asaignida por
lodos os -uiis > ipio'es. que contera :
A d'oUrjco da vontade leormireni a osn
panhia;
As regros m otalatos, pelos quaes Be lenba
de reger;
A twmcnpsao do conbeaimento do deposito
da dii:na par e do capital social.
2o Ou por deiiberacao da assemW>a igeral lo
madi na co ifomudiide do -rt. 15 i'; sealn
apres. atados e lidos os estaUtos. pre iameni-
assigwios por tod^s os sobseri flores, e exnibi
do o locumeuio to ie;> capital.
2o As prestayes ou entradas, que consis-
tirem, nao em lmheiro, mas em bens. cousas ou
iireitos, erao admittidos peto valor em ue
lorein esunnidas por tres toiMradts. numeado?
pela fe nuta gwuldos accwoisUs napriaei
ra nunio.
\ sociedad-; anonyma nio a-* reputar legal-
nenie uoMtiinida -nenio dep ms de approvad
pela as-.-:nlikM ^erai a ilitajavaliaco. *
So eso le fraude ouiksAj Maroia s lou-
Tados nenio nwponsaveis pelas perdas e dam-
ao- re-uluo'.es.
3* K' I ato, depois de constituida a soei-
dade, estubelecer s- era fuvor dos fon iud Mterawrw. q hijam oacorwdo cum serv-
aos para a formacSo da companhi i, quinar
Tanag-:iB eouMBieiUe eo parte dos luc-as'4qui
o*.
g i" A- -oiiiedades anonymas,: devidameiite
consupuidas, ao po ierio eairur eAnefBend
palia ir v ili'taai. ate acto al^oui Koaii dep ms le
arc'nv-:id's na Junta dramercial, ende nao a
houvpr no r- gi Uro de hypnahecus da comarca :
1* 0 i-nir -o ou-i'-iiaiutos da soii -daHe ;
2." A lista un ii-iaiiva dos sanscipiores, eoio
indi -ar:io do amero de aeoes e entradas de
eada un;
3." A'rttdii-.i do dpjBito da flaU parteado
eapi'al;
4." \ acta do in-i .Maco da BSJunMa geral e
no-neacao ios administradores.
5 ntes das eomp inhias-enlraiflin em exer
co, serio, a.ib a meenia, comrain icao do par
E-apilo an'-Cilenle poDiica-tos nos jorn.ies do
ru oa do lujar wwii -nroxf-no-, rep.odar.i-
dos, na corte, no Di'ino Bf^.tal e as provia
a-, n foih i qui' der o exu* lien e do geverno,
os i'strtui-is. ou a es-nptira I > -.ontraclo so-nal
o a d-.:i.i-*ca> da d'a em <|ue fa:*am arrhin
dos e d is n i aes. p olissO -s e m iradas dos a imi-'
istradore-.
No rvistr l hyiioWwcas da qpmarca da sed*
da sicielal- ur nivar-s-i-hi ura eveaspl'tr di
bina O lie s li reta a- dltn aonlicages, e a-*
de qa-i 'raan iri. 6." ftca'tKido a -luea q4r
ue s-ia U i"-lii l n!i as, e ubter re tidOeS
paga !dc o r--n>-: 0 c;jto.
A". 4 S-<\ na 'i ric'i o apw-ica'>.e cIT-
In ira > >r c mi i da son la i-, oa eomonahi i s -
ao leiii; de :> sti ui U ella pela fo mi que
de< -'ni i art' < < o*1 'u a a prneuc-iidasas
forra di i Im 1-k i"s5" do mes.no artigo-.
An 5." 0 acta i u ior. > c m-uaicao legal
da s; i 11 c ao ppaiNMiiataan das-Ririatn
iades dos II i" 3 loan 3.' ficaro snb a
IB- i in- nuil i id-! dos -Mis fu 11 id ore* ou a a I ro
listn io a, saivo se. ROOSUMIida a sojielade, a
sseiot a t-.iI as-amlr a :es )02s,iUilila laes aaWa.
II-
tle
8lgHJ
| 7o Ainla i|ue eio direiio e vola \ por oao
p0S8Ur 0 OU oero de a Cues exigido peos esi.i-
autos, p*Taitido-g to.iuianawmato i-aiiiarw-rr
afrreania**! as-^mW^a aval, ^e Wiiaaitr vol*
ia pacto dM)eni.
ff 8 Para a imelu do^admui^araiiiws-e'*!
osanrnB*osauae8 aaa-Jfai(*a !"'^''da4>ara a* ImIi
ami^des afa*Hi ie n .lar.,-tao ad oaanta^
iina>rs -MoacMMu,
a i
soi<*awi i a su nada' p uifa oa-naaaa occor-
o leiuii / aan que ade eaa ine^fwrea-M^-o^aaidii-JOxaaaBalao de '
c i-au .i-o--.e.s aaaaritrfnaajem traa-
ido .
lt)l
da
le, dan*
nedada aparo v.
s pon*f*oaa afpao ivom
antoMpm** teaaiaoaaaami nanfcreaU>aa. niiaaetradnre- i i *--, maae ajana aaaionMa*
omaaacuiiana's.
jdr Qitxfiu-r ]CBiiaMaas.<-iBrr-ncMiraNi>iMi0
menor de ate e represe-lanoo pelo menos uiu
juiatudo capiuil da *Miuipannia, poJatni reque
re aaoHvooa^lo rxiraordiaana da aaMintau
eral.
Na pe igo, dirigida admmistrac&o da socie
dade. se declarara o iuotiv,qoe uao-ponera ve.
t,dT sobre materia, acios e coatas ja apretiados
e julgaios em as-i-aiba iteral.
I. Observada e*ta restricvo, a convocacao po
der-se-ba effeclu ir pelos -preprias -requereMies.
se a ad.niuislra^ao nao a realisar nj prazo de
oitd dias.
III. Se a reuniao da assembla eral ordinaria
jco aata i- -o* side tr+* mw Mee eslipul -da nos eaUdtttos .qn dqui-r.-acciuiiisia p >
dora exii?il-a da aduiinistracao, e, ote send > at-
U-ndino, tero diieito de faaer elle proprio a
oonvo>:aso,-diciaraado eta ctrc^msUocia no
ami.n.-io reaptfctiro.
IV. AsseiiRilas ;eraes ordiaanas oa poiiem
i'ucrioiur com luauos de i res so tas capazes de
constnuil-as, afora os-dirertores e li-r.ae-; pea-i
de. nuiluade das delnerai,-6e.i adop g l. Nao i'Oilem v..iar n-.s assemolas uera-s:
Os adiuriislradorta, para ap rovarwn seas 0a
lansos. teutas o laveiiurh*; os Hsnaesi os seas
pare, eres e os iMooisia-, a avaluyao de seu
quii de-, OU i)0.i' r'lU VaUl liiell- eMipul la-
,uos esiaiutii on i'o.it .i^o .- i ii.
A'l. Afta Un ue. antes ia dala a p raa 11 para
a rduitfcau-iiu a-s-- ublea.*serulr aununoiara a al
m ni-if*# da .ocudade ll nv.ua dispoai(Hi
do- socios uo.p>opno eaUoelanlUiKnio uude ell i
tiv. r i .---te :
) Copados batane n conti-a.p a.>iDili.:ajao
11 aBSSa*a*ae-i
qa.-jatans ifaakta
COUBtSMiUUaMH.
'i 3#la.ta. a-4de >dai-cuioaMiioaa, andi
*n><*e regi-i. umb arm*d'! aoertura e eoew-
rau -u o i j uea 11, : uo icadj e senado aos ter-
mos do art. 13 do co.iuo commercial, para o
m de a-ne se lauca em;
1." O nome de cada cciosisia. com iadicacao
do uumero ue suas acedas ;
< A declarado das entradas de capital i cau-
sadas ;
3. as transferencias das aeces com a res-
pectiva dala, assignadas pelo oedeute e cessio-
uario o i por *ens le^iioos prouoradores :
i. As oouvercOes daa.ac^as em ttulos ao
portal jr
g 4. O peabor Jas accSes mminativas coas
-|nnaB po>wrBacaeao-UiiMudeuaaiiaiuia;
o das .acvtMs ao p.i. uJor e-das trausfemets,
madiaiita aadaaaa pela forma eslabelecida nos
arts. 271 e 271 docadaajo eomiaercial.
A eou-tiiu^a i do peubor nao suspende o ex-
ertuau d.s uireitoside accionista.
.\n. 8. Goia.au,'ao mdivisivul era referen
Ca a sociedade.
yutolo un deates ututos portaaoer a diver-
aa pe -jOjs, a sociedade suspender o-axercicia
do- direii.M, qu- a iaet mulos sao labrenles.
era juatito. maso na fr deaiduada couio uiitca
prepucial ta.
Art. 9.* As sociedades au corapaabuis auooy
maserao ad.uMttsir.nJaS por ULauaaiiarias leffi-
porarios, renoaaveis reete^iveas.. sjcws, ou uao
sucios, i;iU|K'ii.iij-, ou gratuitos ; ao poden
doioada utaudaio exceder io. praaode seu an-
uos.
O.aJmwttradore.s, saoutracousa oaoaebou-
v.-r esl ,m.a.io ilo-i ns-atuus aU CJlTaJO social,
lOdi-m i.i.u--ar ue ile.s, que os aUMll.:m ua.ges
[ao liana dos ii;io J da :o u,jnU.a UknA pvr
oujos a los-ii :a.ao. a.n tia casi njsooosa-veas. >as I. v-1 as e. paasiv .s ;
Ait. 10. O aoiaero, nvtri*aa^o, aomeagao,! apiada .etacao .anin
du ac.i, desutaicao, sui.-iUica > e-aitib ujas
lot adiuiM-iraJaVtss da onied .de sero lutados
nis est i'.alos ou :> nrajiu soy ai.
g i. iuo kktpiMt4>iii era ciatraO'aos esta
unas :
1 ra isi i vaga 11 latear, le d.aistra-
d ir d-is-.iiii. ao oUB-iit-iwis j/odsorias o.tiadmi
osl adores eu exorciw o eos .nacaes, cuutpe
nudo a asseioalea ge.ai fazer a .o.u-.aco d-jii-
u uvi. .m p uuei rouaio qae se-seguir.
1 u- ti o o- ra.lo; .- miiuura- de i- > lere-, pa a p aU ur -o los os actos ie ges-
ta j eiiiivos ujnu e ao oiije : o da sociedade.
ass..n oj no iv,i -.-..'.u.I a a.u j j.zj u-tia e pis
si't neuie
Ni pilera o-. .I.atdi-tra.ljres, atino expre-
sa r-Mftf 'ui esiaJuios :
.) T atvigi-, ouauoiar direitos, bypjthocar
ou i u,i 'iiii ir neos aooiaes:
b C -.11. nr oor.a; -. alienar oens el;
en.is ; Xi:e^to e eUrS aiitas s: lucluem UaJ
o i-r cbosqua laora oj ocuande sociedade.
g 2. Di aiiouistnadjres/aao oau-aaera Obi
gicao poaaMal, iuiivklo.il >i -ondina, o<- ojii
U actos 01 o,jerai;6'JS, que WallSam im --xercicio
do sea raaudaio.
g '.' Os aiimni-'tradoiHss, aie*de euirarem
em exfcicio.' si) oOr..' .dus a cauctouar a res
pou abili lade de sua gealaaoum o aura ro de
cc : que s bouver lixado nos estatutos.
A aot,ao iar-se-lia por termo no I vr j do .-
gi-iro ; eodoas .icfes,..-e foreiu ao.po'iadw
deposibidas oa uaua da ^ociodade, m em poder
de .essaa aaigndap -la ai<-una'i aj<*nl.
Gssa cauco pode ser prestada em f-iv.ir do
aira nistralor po qoalqur accionista.
S 4." A poroeiua niuisiradoiv-.. fu idadores, ou quaitsauer mpre
^a to da soCieiiade. rut.rarsc-Oa dostlodos fi-
jo dos, depois de deduxida aparte deatiuada a
o1 tiar o nido de reseriia.
Art.. II. <>s aiuiinisti'jdoressAj resjoaaaveis :
u) A' ocie lade, pela negligencia, guipa m
.loto, cota que.se noeverem ao desj.npeuno do
uaildato :
6) A' sociedade e aos tercetros p/ejudica los,
peto exu-sso d-jonaadaio;
c) A' aociedadi aaaaanaawaa prejadwedos a iiqwlacao oo po
lii'ianaatenUi, pelas infraccoes do presente de ..?,.. .
cr-to e dos e.-tlalos.
Parugraolio uuico. O aceto lista lensempre
salva a aagaO co.npe tente, para Ira ver ho admi-
msu-adores as pardas e damoae rssulisntes ua
violavaodeste A lita accao podera -er mteatada e i>aacia-
ii.-.i' p-.-r to is i.u :u ii- accionistas; i po .no-
do, uorem, referirse a actos e opetticdes ja pal
^ad.iB por tnisouaolas gerae-.
An 12. Oaiann sradador, que tiver ialeres
se op.wsi-i ao da uorapaohia em qnalquer ope
rae a i social, n io podara tomar parte aa dliov
xa'.ao a ruspeito, e ser obligado a. fazer o iteees-
sano -vis*aos >utos. administrados, la>raa-
lo-se d'Clarag.io disso uaacla das eessOes.
N ci-o -i' q .e e tiai a dellikiracau S'-r
toma .a i" tos de.uais a l.aiistradores e petos
li- a a .nal ti i de votos
os iniete-.a los petas pedas t. dimnos resulnin
tes la ioI>--ia m-i i das pres-r pyO-s desia le,
alativas as on-l-icOe* e c nstitni^o da-i cumpa
Bbia-' {arta. 2. -' J-*)-
Ari. 6.' 311 oj 'tos- pu dieubae Jo art 3 o
H 4.* a.0 so ne *d^ naovatoreicuirtra tur
aeir.it. us actos relativos:
!. A' alti-iacao dos es'.atu'.os ;
2." Ao anuaq a do eapilal;
0 caoi'al -jiiiI o.i i Doiera ser ugmentado
e i oo '-.i')- d ms ilfi-'-n-ta di) raoital sub
Senpto, icrv^i no d- orw. a ampliago .los
erv'Co- a C "'C6 a soc.iaes.
3. A' O itinuavo da tO Jad.' depuis di seu
lernio :
4 o A' dissolucao antes do seu termo ;
b \o na lo ie l>q ndagai.
A faka tle r gistiO e pabliciade nao ple Ser
ppnsia pea sociedade ou pelos socios contra
leri'.eiros.
Pa a,' p o nico. E'nula, de pleno direiUi,
a coiua-m"i( ou suciedad"* aurayma. que lr
ton* hu 'a -em as requisitos e formalidades do
an 3 o S Io e 2.
An. 7. O capital tnctal divi' "-se em a i-go-s.
an q a>s pndem sub livir se em fracc-s KOaes
que reunidas em numero equivalente aecu,
oneieiu os UKnu.i.- di re lo.- desta.
| 1 A-a-cOe-t .aro nimio ilivas at o seu
inngral puuaaeoto, reahsado o qoai poderse
ko converter em tuoloe au portador, por va de
ndosso, seaiuado stiver estipulado nos e>ta
BU'.
1 2 Vao podem negocia se as accOes antes
de realisado 1/5 do sea valor.
do- valores o. e.w, immvet8, b*m como todar-
dos accionista-.
Mha numero de aeces resjoouvas e o esia Jo
do i-.'a leal I e> 1'opia da lidiadas Iraiisf-.reiie-aS d" a cOs
eio Ua. 1S,nos, r. all.-a la- uo le.urso di) a mu.
g 1 Al.-i wst*-ra B '.ata iar-lar, da svs-ao
idananianMni aaaaln pjlicaiM pela iapen-a
0 reljtono da oie r &- la coifliUAsaao lisial.
2 M in ni ilia*. qu i ido "iui'0. apos a re
uuio se pabficara p la wipne-'Si a a ;ia da s
enbJa geral.
A t 17 As ood.id.'S ou coiipamins .no-iy
ni'S dis*ulv*m se :
Io Itor om-eiiso de o lo- o* acr.ionmas ;
2 ur del raedu da assemula gbral (art. 15
g 4 )
3o op i isoivi ocia oo cessa. ao de pagamen
tos;
Vo Pe, terraiaaoao 'le seu.-p.azo;
5 Pela redo cao do numero dos so^io a m
. oo- d -eie. "ie-te ra-o a sociedade s -e eo
tender oi-jol*i la, e daranie i .rjzi le s-ls
m-/.os na eo oBBHiir.ner o OU ie o legal.
Helos acios -iu.'. a compuibia praticar. depois
uae o iiume o de socios -e r- u/.ir a raeuo- d
seie, sera > sol .Unamente respaasaveis os ad
.ntaiawadoaaa, ou acci mi-tas. se dentro lo dno
pra/.o le seis :;i-ies nao fr preencnido o nu-
m-ro legal
6o HSiatnana se que Hies imposi\iel pree.i
chereno nsaa>ai N > s i! aerli 11 neiade di Cioual i,S al.'Uin rtranes lev vil oilsU'lar a assemb'ea
'.'eralsiwre conveniutia de LquiUg) anteci
paila.
. Caso, porfo, a p-rli -aj de tres manos d
c ip-t .1 social, qual |ue ac uinisu oo ie requere
a liqui lago jul. nal da sociedade
Arl. t8. Ai sociedades e corapanhiis anony
mas nao ao ratonas a faiteada ; alvo, porm.
i resooasubiiida le criminal de s-os represen-
tan ese s) i.is, p,| ruetide-s contra a socednle e terceiroS.
Ar 19. ii apMcavets a lijadacao fory da
Ida- so "dade- aa -nymas, cora as alteace
'coiLslaates.dosarts.20 21 22. 23 24 e 2, a-
disp js-^o- s lo cohj i co n n C ai relativas 3 tal
ad ni lis ral i va
e ser 'eearada
sena i
i. Poraaio I; reque"iinOio"p"socied de.
ou de algui/i accionista, nos Jases do art. 17. nx
n e 6o, ultima-parte, lasiraidu com o baUnco e
ioaenUrio ;
2. 1' >r ra no de r cre-lores, instruido c*.m a comoei-ote, jusiiHca-
5&o, no ca-o de oe-asaca i de pigaonuio de.divi-
1 s, liqui las e veoci Jas ;
I)i aeutaaea que decretar a li.quilacio, cabe o
rocar-to I .iggraode pelicao.
!.-P a liau|.liC-l--l)I '. fazer StV.aiai<-v-iUn'te.
Aru 20 i> Cura-la a q-udacao por sooleny.
dd >uix-dfl ea.unerio. n n -ara este deuire s
rie > ..inores crelore. daos sy.iicos, cijis
Jiine.,0 m du i,-41 at ajt" tl '"'* -',"V:' lelibere u
sobre a concordata que Ibes for ifferecida ou
trt 13. Os a im:us.ra lores que na faltu de j -oa a nqi. laci d >i>ii iva.
limilario ou uto ub-i.iu e o in-eu ano, t.u p r
nei ir i iveuiano frauJui.'Oto, repa. tirem divi-
dendos nao ae-idus, sao .posso imente oOnga-
dis a esniuir Caixa social a som.ua do- ms-
anos divideudus, e stijtiu.-s, alui dtnso. as proas
. .mu.''- traque locorrerem.
Pacu*raptio aaico. So podaran facer parte.dos venli.-ac io de un o uiro
d:. i'l'M ni- la-i .-0C!.:.l.id '- aUO(y,l)is o-lu:r.'9 g.uisados
li pn g i" O- -y aleos :i..oi -ados tomara i pos-e da
pari.noii i s itual, pin oooaseav.!r.so*aapeoas
de <*p-isiuni, ofUoataaaa s.neuie acios de
imples a I iliiisi" a; i >.
5 2 I icu uiie ibes proceder logo, pormeio de
pe ii.is. an atal .neo e inveaturio ia sodedade, ou
e j e-ti /ereai of
emcmi ..s no su.uustre.
.ii. 14. i assembla geral Hornear nuuaal
meiie tres oa.m..is liscaes sappieii.as, socios ou
nao socios, enoarfogados do dar parecer son re
os negjiijs e opei-jges doaoao'segoiiii'.eii
d i p ir iia-e o iialauco. iuveaiari.) ucm.as da
. Imai-fagao.
g I' K" aoiiia Ji-lii)-.:acSuj da asseraljla ge-
ral u|ipro.ando.as irtmias obiaiifio, se nao
2 Se.a io-torera noaeados iscae- uao
ace.iiii-.i.ii u Ata ou seioroar-iu aflpedidos,
minuete .lOipiesideule .da jooia c iiBraei'c.ial, e,
0 toe nuaa liouier, ao >uiz uo coajiue'cio doler
iu >, ,1-requei i'uiatoHle.quai-*oer uo adiaisiioU-a
dores, a uomeafao de qu-.-m os subUMua ou sir-
va da .a I : iHii l-a.l .tliUi UD.
g 3o O < iiscies dusaale o la uestie.qae pre
; i i a rouQ.ao ordinaria da as.-e.ubiea geral,
lm o dimtO'.deiexaraiaar os litros, venliuar o
siadidicaixa e alaaaftaaca exig'r informa"
c s dos a tmioistradores sbreos operac s s-
cin.-s. e c mocar eiirajrJuijria.neu.e aaSieHh
bic geral, ^
4 O- ilieitos da.respoosabilidad dos lis-
cae- p ra co a a so necada daieraaiuara ce pidas
reara i do mandato.
Art. 15. Haver, em cada auno .uiaa. asein
blea geral dosaccioaistdS,cuja reuaio se lixar
Sin os.fanJ .dores sdid .riameate reiponsiv^isaos eUiuto.s,-aiiiiciaudo-se 13da*antes sem
pn- pela imprensa.
g Io Naaaa reu.io-ser lido o lolalorio dos
il-ae-, apreseniados, nismlidis e approrados o
bii ngi, cintos e iovuniano.
g A us^eubla geral cQmi>or u ba deom
Di a :o de. accionistas, que repres-ale, palo m:
ii js, quarto do cu|iital social.
g 3 S- cstemuuierose nio reunir, convocar
se-lia oaama por meio de aunuocios aos >ca-aais,
dedaraado-eojiDoliea quet-e delibrrara, qua quer
q -ej i a soaiuia do uapilal repre.-entado pelos
aoctouistaa preso tes.
g 4- To lavia. a assembla geral que de ve d:
libe'ar sobre os casos dos art.-. 3" e 6D, carece,
paa -e const; u'.r validaraeute, da uii numeco
de ax ooitas qae repres. nte. pelo menis, dous
tercos ni Capital so "Jai.
Se oera na pniaeira. nem na s guada rcani3o
oiiipaiecer o numero de accionistas xiglda M I
.r.igrupbo, convocar se-ba ier.:eiia, ana
de I a-a cao de que a aeseraola podea deliberar,
seja qutil fr a somma to capial representado
pelos preseutes. tAtm do^ ..nnancios, u couvo-
CaCtS Oeste ca.-o se fara por carta.
As dehoeragObS da assembla tgeral. taulo no
caso desie paragr.rpho. como uo d % i% tomar
se-ho pela maioria dos so ios picseotes.
g S. A coQvocacao extraordinaria da assem-
bit'.i gt-xal ser sempxo motivada.
g 6o Nos esiaiutes se determiflar a ordem,.
que .-e na de guardar oas reunies la assembla
geral, o numero raiaimo de aeces ncwssario
os accionistas para iserem admitudos a votar
em assembMa gerai, e o de voto que compete a
cada ura na razao do numero das aeces que pos-
suir.
Ari. 21. O pusseido balanco e ioveatario, o,u--
ser.io d cum lanhados de ra reUtorio dosyidi
eos s .a-e a Cius.ts ipie deuirawaaro a liquida
cao "la a lUlpaaaia auercio oav..c..ir os n-dores 'medioate edaes.
cara ie ano sulfi tieate e laoBiladas.asdistaacias
alUn eque ob ue a convjcacaoao-onheciraen
lo das oier-ssados ausentes,. para doiiberaitin
-onr a eoiicjr.l.Ua 01 iiq.iida5' ).
Puragrapbo amco. A J lida, loma.' e amisaje-inos-teraiosprescripio-
peM lei 1 .-in relaco validadodas -.ooaordatss
a|iiv- -na I a 11 > p'ocesso tle faUeocias.
Arto 22. Nao mwder. a reaaio dos redores.
se 1- p e na 1 es da i-0;tedale OU itompanllia
apresena em an juit do oaimer ao ooO";ordata.
por escriOMi, ceoeedida por credorej emioamero
exigidoaio pai.igiiapbo antee denm -fiomologa
da '- 1 con.or'at>, u 111 caao a qae l crace
di la um rnuoiao de credoras, loru-r serba onn
gataaln aara mos rs ere.iores.
Art. 23 E u qualquer^esudo da liqindag'o pd
ajus'-ir aa concordata, ai oda -qnaud > j.oegeita.la
com'unto que se .-.oncena ua forma do-paragra-
pbo nico do-art. 21.
Art. 24 Sondo negadia concordata ou vin lo
aiescnJirsa prosegu: a iquidaco at sua
solucao linal. serv.i.do cual pleiioi poderes os
syutiicos ua-a tos, os qus podero ser desii-
tuidos a requeriaiento 1 ao justificado dps credo
res em antora de num-ro e orediio*.
Art. 2j. O tredores, represeatando- dous ler
cns los oi-eslitos, podem :
g Io Cunlituar o negocio da sociedade oa cora
panfila
i" Ccdol-o a nutra sociidude existente, ou
que para eaaa li u venha a formar se.
An. 2!) Incurren] ua |icna de mulla dc 200|l a
3:000*0 iO
1 Os fu laderos de sociedades, que na consti
laica 1 de I >s lateatwffl de observar aformalida-
des proscriptas no art. ,3o, suus parugraphos e
nume. u|:
2." Os admiaitlradres que, aveodo sido 00-
meados no insleameotu pu-dico de coastitu (,'>
da ceetoda o. ua :a assemola geral de que ira
ta o n. Saiog l-^'lo art. 3 deixaiemde observar
as pii ic.r ipe-s do 4" e seas nmeros, o do
5o do mato il. 3o :
3*0- admM istia ores que nao cumprirem as
dispOiccs do art. e seus nmeros, a do a t.
12 c do art. 15. deixaodode convocar a as-em
blea i.'-' al urdiaana as epocbas marcadas nos
estatutos .
4." Os administradores qoe vioiaretn as dispo-
s'c's do art, 16 e bi-us paragraphos;
5o Os-adraioistradorcsque emittirem obr'ga-
^es a o portador ceq conlravencio s disposices
do g Io a"h,'0.
Art. 17. Inorrem as disposiges do g 4 do
art 264 do cdigo criminal ;
1.' Os adavoistradores, que infriogirem as pre-
scripcesdo art. 31 ;
2. Os administradores ou gerentes, que distri-
buircm dividendos oao devidos (art. 13) ;
3." Os administradores, que por quaiquer arli
acio promoverem falsas cotaces das aeces ;
4 Os admiuisira lores, que para garantir-m
ce iitus sociaes. aceitarera oaMoOor das ina< j
d.i.iintpisarapaiinia.
gt 1 Osdfc aes que deixjwem ddeiiunmar oms
sao- < datamos annuaes (.i. .14)-a di-aaahaicao
le .Uvi l'Od 8 11*0 dev dos e qaMHquer -autia-
'rapoVs. pnMi :-id iS D ileCcrsivOo -iMu aeito-ta
le- iawi* e ||.Whis -uj-itaenut-sea-aa-ime.
tnver saneo por comolicaa-das aeaorea swsm-s
delir,ios-aiuo laes, -erau-panidna.
g 2o Iraapppiisabilliadrt-jdos administradunns
iH-caes niaaaatou) ojuigaiaataa>a,4proialfao>das
cuntas aaaa 1 pela assemtwea ral:-aa > se a 1
raimado ans aeco cri uiaal contra elles.
Aat 28 No caso e di -soldoto da soci-daile
aiKjiiyiia, por inaoivocia. ou por &***&<> .to
)agamenlos, sri igualmente punidos com as
penas do arj. 2.i4 do Cdigo Criminal 08 a m
nwtrudores ou gerentes, que subtrahireiu os 11
vros da mesira sociedade. que o nutili-arem
u Ins. aKerarem o enni. do ; os que dnninu'
retn, desviarem ou o u la em parte do activo;
e s qa", enoMtaanataaa pob icos em eeerip ot
imrliculares. ou era balancoa, altribuirem a so-
L- lado a iebao de oom aus qae ella nao de
ver.
'Art.**>. di eriius. de-qne -trata oert. =6. se
ra iiru eus,dos -etu ido as invtumpces -dos
orts-47 ei48 do deoreto u. 4-824 deuH de-Nooem
bro de 1871. h jatead s pelo juiz de direito Oa
comarca cora os recursos lenaes
Art. -30. Eo to-os os cines, de que traa asie
l-i'.reio canora, a accao pubea.
A t. 31. E' probib"la -sim-i-dalles anonymas
comprare vender as suas proprias aeg--.
Nesta prouDicao aao e eowpi-vht-aiiK a anuir-
i. sacio- das aefes, urna vea que fie faca com fu 11
loe d-tapoeivei-.
Art. 32. E' oenninid" s sociedades auoiiymas
c ntralnr .mpicsiiin is em diabei-o. 'dentro u
0 a ilo oaiz, emiltinio para eaaediio obrigaees
ao portador.
g 1 A iiopnrUnci 1 de laes en prestimos au
lOie-axcedeiio vaior do lando soiaal at sua tola
Moda. '
g 2. Essas obrigaces l(-rao por Hanca todo .
ativoe boas da aOrW&tdo, preferioo a qoae-
qil-T Ul os IHUlos de divida.
g :l No caso se liquiduc.it) da sociedade. ew
p< dadores tlessas ob laces havero a sua lu
,1 laucia atiit-s de qun6>quer oui^os oradores ; *
O dep iis de rec.ilhid.i- todas ell-S, OU (tepurta
I" o valor daa que filiarem. eerio pagos os de-
inais oredores na urdeiu tas outras prefereu
cas
g 4 Aos p>rtidiires aVssas onrigaces li
nuadi-wiiras rcumes d'-aaspinotoa gecaled .
culir, seta voto quaiquer as- iBpto. que iu torease
a divida -Hl>"8eilt.( la por enss mutis.
Vi, .33. S 1 ai pli ;a-ei.s s sociedades aaony
ua> ex 111- il-s a ik.-.>ic-s dos g| 1 .", 2." e 3
do ..ri.2., ari, 6o e a ms uuueris g l. e 2 1I11
11. 10 -ii-ts. U, M 17 18a 'o in Iu-ivuB- 3
5'- d iiatlnM, na I", 2.3 1 artj27, **. 2
31 32,- assiiii cu mi ..^ un g 3 do art. 7.". e ;,-
lus or'. >2 14 lo e 16. 11 3 do art. 26 e ri
aii.27.-aea- u^a-ros e paagnolio-.
Parugrapno nnic 1 is oi:ie-U.|,-8 t trun.eir.i
exisaaaaea ao uai^s obnga las a eu prir u f.s
|in*lii Ui arl. l.Q;iii-/W. le dro e.U Seis 1 u. y. 1
noutar da dauda aiub'icug & do presente deore
10; pena d.- p-r-i.-r-m o .uro lo de ftraccin..'
ne-1,1 Kepunlca.
Art ii v- i-t-p'isioHssaVisU deoreo oo imiii
eii'-uilnu: a .-o a-'il.i les 4t ,-oce irrus mulo.
1 ui .s luteranas, -c eitiHcaa. pulitic i beaeli-
uies .que nao tomare u j fbrui.i anony ua. A
lilas socar-iades p dem ee-ia-iHuir sem aui >ri
ay4.1 do o"eroo e rg raum.
Socud id em o 4rt. .36 -' pnr u ii 10 s ooie hades era co u udna (ijodigo d 1 'iora ur;o.,arts 311 a 314
1 vi lir era a aj>a o ca nial com que eutiain u
w-iaa cuiiiioaii inarius.
g I." N- cuannaairla D>rac;e- toaoli 1
lameaie rtwpoitsavrtis os gerentes os socios.qu.-
or seus 110.es. oi'oimmes, ou appellidos, |gs
a-.-'ii ua anua sacutl e ..s que asdignarem a
i'i/mi, a nao ser de;laradamenie por proeura-
*' ___
g 2" O -noiaes d.s gerentes devem-se toilicu'
4V) ..Co e.(Mr>tllllUVO da so. iedade.
Art. 36. A sucieilal em caa 1 aadila por.ac
l>* fnoi se p.r aseaJaUan nablicaou parea
lar, if.-si.MH 11 por lodos os s mtm ; e uao
r 'iwiara l-gatinente .lonsulu: I te i depois de
siiba;riitti tnlo o cipilit e deuu-u .da em baoco,
ou 01 mu 1 de pessa abaaa'la. escoba du
.1.11 1.1 dos subscriptoMS, a decima pane da en-
trada 011 nre-iaco de. cada -ocio.
An. 37. Us poderes dos gereates. os direitns
los comman manos, qaaolo s detiberaces -
actos de i-ei'.-aya 1. eos ca o de diss lufa 1
alm dos-ioeasonadosajari. 17. sero regulados
nos e-.aiutu- mi con relo sodal.
.Arl. 3s. Salvo clausolioueslipuiaco em con-
trai 10 :
% 1. A assembla g ral nao ple, sem exprs
3o accordo du. gerente ou gereates ratificar ou
oralicar. act qae inte essem a sociedade para
co n lercetras oa que unportem mu auca ou al
ie 2 E.n -aso -ie 111 irte, iucapaciilade legal
ou 1 aipidiineatn do gerente, campee aos fisc.iof
fazer a uoiaeacao de ura administrador proviso-
rio, qu-- s pn lera nraticar a -t s de simples g s
too, ou os que forera ne:essarios par a cooser
vac&o do- direitos da suciedade.
Dmiro do prazo de quince, a contar 1a ata
da o meaco do aimioistrador'pnwsono, era
1 uiimaaik a assetobla geral, para elefer o ge
rent elleutivo.
Urna copia da acia, coalendo a nomeaco do
gerente sen archivada c publicada ou confor-
iiida te .to* |g 4." e S do a' t. 3
g 3 -l A sucudade em com oandrta -por acc6e
laman aa pela morte de jaalqaer dos geneo
es.
virt. 36. 03 fiscaes podem representar em
jaizo a socieda le, para intentar contra os so
cos solidarios w aeg-s neeessanas. se sata o
deliberar a assembla geral, sem prejuizo dos di-
reitos de ca la un los coraraandi'arios.
Art 40. Sao apiihraveis s soc edades em
ooiaaipodita or aeges as~ dispnsices dos 'fg
1 e2du.art. 1.% los art* 4.. 5.. 6a. 7o
-eus narugtaphos,- e dos arts.-8., 11,13, 14 15
16 e 17.
Art 41. Sio tambera appOoaveis s mcsinas
sociedades as dispos-ces do arl. 26, ns. 1 2.
t.' e 4., e dos arts. 27, 29, 30, 32 e seas: atara-
graohos.
An 42. O enverno xi)-*1ir o regulameato
.muventete, moditicaiido p-'Us deste deerato as
lieposicoPH do decreto n. 6\ bro de 1882.
Art. 43. F' tam revogailas a lei n. 3.150, de
4 de Kaaiaaabro de 1882, e bera aasim quaes
-quer di posig-s em contrario 3 do preseate
lcrete.
Sabudas t-essOe* do pajareado orovisorio. 47 df
Janeiro -te 1890 2 'a reimblica Manoel Deo
dore da Fonteea. flity Barbosa.
I-! JA-
iaisterio daOnerra
Est refornado, a seu pedido, no posto de
raarecPal do exereito, o teneoie-general Viscon
de da Penha.
Es: promov ios' a teuente geaeral effeUivo,
0 teneote-geoeral graduado aro de Miran la
Res a tenente geiieral.graduado, o mare^hal de
campa Herm-i E nesto da Fj.iceca ; a marechal
1 c rapo, os br guleins Jos de Almeida Bar
reto e Carlos Ressip Filho, Para as vagas eates
dou* ltimos os bngadeiros Tud; S>*r;sN-iva
e Or. Beojauin Const-iul BoJelbo de Mtgalbaes.
Foi ajosentado com o ordenado proporcional
ao lempo de .-ervigo, de conformidade com o
art. 291 do regulamento- que acorapunhoa o de
creio u. 5 118 de 19 de OotuOro de 1872 o 1
offi iai !a-ecrelana da nitealeocia de gUJfra
J :in Rodrigues de St-Zi Fra, visto achar-se
iocafiaz por nativo de ni' leslia, de cooiHiaar
no exer .'icio ae sea empego.
Forara nomeados l" ofticaes o capitn re
formado do exercilo Austnciioo.ViRarira e o 2'
do sotouio Beraardino aa Costa -guiar a 2'
officiaes, os amanuenses da I" BBCCao do alnio-
xarifade Joaquim Zuzimo Ribnro e o,interiuo
da secretaria trnald > P.-reir aa afotta e ama-
autinse Guilb-rme Araaud ouunbo e da I"
peccSo do aloioxarifado Jos Caroeiro de Birros
Azevedo e a 2* seceo Anaihal Procro de An
drade. e amanuense inteiioo da secrelaria desta
intenaVncia, teaente honorario do exereito Ar
liado de fiouza.
Foi demittido do higac de amanuense da
2 secgao do almoxajifado Polydoro daFonse-a
QOioUiilba Jordo.
Ili ai te rio da M arlaba
A seu p-d. lu fu reiovma lo > al m auie .Mar
pauez de Tamaiidar.
aUoaerap atBaa I ate
taao
iKSPACHos a* ifcaaaarABiA uno
mi E8T1DO. aw raatNAJBUoo, 11
NKIK L>K IHWll
^ Ag i Brrelo de Mello Reg -S ja addid.i
Si-Cetaria doate OV1T1IO.
AiOui o Joaapjira Coeibo dos Sinlos.Infirme
0 inpe B iro do Limoei o Sun
B lanuiu do- Santos Buido.Concedo tres
iO'Z'S. .
-rancisco Lacio de CastroD se a certido
pedida e entregue se os dommeoto-, mellante
recibo.
Bacharel .Celso Florealioo Henriques de Sua
za. Ao Dr. ju z de direito do cwBajeroio para
infor ar.
HiNhu'elfrBBOiseo de Assis Pedir Rocha.
^VoBr.juu Je diraito da vara oivel p mar.
FranciscoSeraphijo,de tesi43apaUjo.C >n-
afda-pe.
Francisco M. Barros.^4)ef.irido, ora officio de
aoje aa inspector da Alfaodega.
adre. Fraocisco Joaquim da-Silva. ITifaln
aira fliciode hoje & Thesouraria d- Fazenda.
'Ff-bptte de: Si e Aluuquerque. -Pa.se portara
aa lo. .na requerida.
fiun-s de Mdtos 1 rrao.-- Informe o-director
'oAr.-eaal df-Guena.
He milla Ly lia Atoofo-ado de Lima.Entre
gae-gH anWaas o aiiuaiado,medico, mvdianie re
Po.
Ueaaeliiido deAlnoquerijue Mello~Reiaeili
do ao director.ua Secretaria da extiacta Afwera
hla L-gislaliva P.ovinciai para Un ier ao pe
iicioiirm, a vista de,aaa iulurmacao divbootem
1 liada.
Joao, Joaquim de .(Minia. Informan enraman
dante dmoorala de -iireudises aan-naras.
iBaulian-.l oaqemiTne.iid,-ro Caroeiro de Al >u
que meHemetud 1 ao inspector do fheeearii
o !-- a lo para iii'i' id.-r.
J.-. auiiu Ciim-ieo da Silva.Informe o ios
p-cwr atf'Taaasanaaa de Katnoda.
J .ii|Uim J awe de Mello Pilh >. -sRemeitilo ao
rigeior du y,uasio Pe^naibU'wno pra m.10
i.r -simiitir o ioar ua unoi-ira vaga qu-
i.eli/er
J-iJ^aaiUo Ri ewo R una N sta data le
.ui|o ai .Mi.rtstorioMa &ie-ra no -e -tino de --r
bdiuda aftoaarania de Funeada a elfcc uar
1 pa.a-.iieoi.nleqie.s- .rata.
Aiferes luao P o da Silva VU>0-|. Indefecl ',
ti o c iu lauac or n ku > di-^osi no irt 44
aii 1 24i *e .16 te Juomo de l49,- li a 11
tutos d- oa4*ojemo d m oovos e v Iros oir
ioOf. eOiore^ados ,que tee n reintegrados em
-U- Wgo *pr.ii_ de (.es anuos, co id'ca
-la qoe uaa td v.-mlica com *elaku ao iielici i
an 1.
.jii-ii Ea 11.\! 1 Bin-ista. S p'i'ter -eceiie:' o
od" 10 ten -lite re.fo toado do exercilo Jos Eli
-.nodos Sumos..orne.amacha soffr-udo das fa
ciudades m ;iilaes o cj'OH ur .visa-), de.iurntor. do ioni 1 con
.1 'ne a mfonn qi .prestada pato inapinttnrTin
Eif-souraria ie. Paaenda, eai.'.ffi:io de 17 d
.-. irreiile, n. 57.
Maria.LdAter.t- da Silva Pa tes.Coran reqoer
dm-iei Celos Viai. Informe-o iosperior do
r.i.Tuu ) oo Etiudo.
TiinatiPed o Becerra Cavaicaate Maoiel.
l-ia tildo ao direnlor da Secretaria a entnela
\-semWaaL.-iji8luva para iteoder ao Delicio
nano.
i'ndro Pcr4rade Saawa Lraos. 'Reraeiiido
muta medica d o S-ia do, a qu-in o peticwnario
s.-.apresentara paj-u -er inapecoiooado.
R (i il|>M C-i i|.'f la -Silva. Seja andido -Se
cre .na di Repa tigo da luatruc^io-Poblica.
Silaa .G-uiraares C aUwaetUdo ao inspe
tnida yfaaatega para aiarader.
Vi. lo Lino Tooi.i- d- Mello. Informe o com
nanJante da.tfsc.la le opron-iiz-s marinheiros.
V gario Zeferin t Fuireira Velloso. -t-Infurme o
iiiapector da Tbesoarana dc Fazenda, toado em
vista o documeo.o junto.
JO
Aouixo a&sigaadns, c.dados rosdont-s fr:
desta cufade.iRej.ueira*o tommaudaotedo cor
po de polica.
Abaixo nssignados :nora In-cs na freguezia-de
H-lm uiti- da comarca de Villa-Bella. -Informe o
juiz de direiio da comarca de Villa-B lia.
Aolooio Joaquim Co'luo dos Saotos.sRemet
'ido ao inspector do Tnesuuro do Bolado para
alten ler nos termos de .ua mform gao n. 63 de
boje datada.
nt nir Luiz de Sena Cavaleante. Oquadro
ia oBi'-.ial di ie da guarda civ.ca e.sJa coiindelo
e oao procedente a infonaBfao 'que denati. ao
i)--ticnMiano a Tespeitada proxim reformada
ananu.
AlferassAotmotMartins de Mello.Iiforme o
insp -i-ior da rtiasoura ia de Fazenda
Abiaxoiassigoados'e pracas do carpo de pe
Meta. R'-rai ttido ao inspector do Tbesouro do
Est ido para 'attender, nao ha vendo incoo ve
iiiente.
Antoni Fernandes de Alboquerque. Deferi-
do, com dffieiiide hoje ao oidadao uspecior do
Tn.-souro 1o Eslado
franeia-o Antonio Barbosa. Informe oins
uector do Tb'-sooro do'Estado.
?rancHdr'Maria da AnnnnciagJo. -Iulorme o
insiiector geral dalustruccao Polica.
FranciscoUndngaes da Silva Ao Dr. ju'Z
daidireito lo 2o dwtneto criminal para prov
leaciar.
Alferes Carlos Anausto dc Alraid Snares
Foi maidatlo amimr em vista da itiformaco do
regedor, de ioje datada.
FranriscoSoares Pereira. Aguarde oppnrtu
nidadr pira ser juigado pelo crime em que te
acha pronunciado.
Francisco Alvas 4 C Informe o .inspector da
Tnesooraria de Fazenda.
Dr. Jos Fehx da Quina nanean. Como re
quer.
Joan Vctor Alves-.Matlreus. lafbnne o inspec
ton de'hyai'-ne
Bacharel Jos'de S Cavalcanle de Atboquer
qae. hifbrin&o inspector iltlfaesouraria de Fa-
zenda
Bacharel J .s i Mari rao Caroeiro Bazerra Ca
vaicaule.Informe o Sr. iaspeOor da Th souru
na de Faee ida.
Joaquim Goncalves de Oliveira. -Selle o volte.
querendo.
Joaima M-iria da Cooceico Informe o cora-
ra unanle ros.
Jos Bernardo Laoatte. Ajcoarde opporluni-
dade.
JooAlves la Silva.Ao Dr. juiz de direito
do 3* distneto enminai para, providenciar.
Joaquim llasilio Pyrro Informe.o laspeelor
daTliesouranade aaatfSda.
Jos Daciaoo Viei a de. Amorim Seja addlda
secretaria da extincta Assemola Lgklaiiva
Provincial, passando a 1 xcrcer o JU;ar de ama
nuense de que traa a portara de 26 de Dezem
bro fiodo, sem prejuizo dos venciiuenlos que
pe cebe aciuaimeiite.
Jo.- Maa Ddgado Burba.Informe a Cmara
Municipal de rao l'AIno.
Jjao Vasco abral de AI,'ooez.O sopplicaote
dete aguardar a con essio do preciso crdito.'
Vigano Jolio M. do Reir Ba'ros. Nopole
ler lugar p. rquanloo arl 2 49 da lei 11 2009
anioiisou a desposa, le que -t- trata, mas n;i"
votou ti pran.ro cr.-dito ; sendo que pelo arl. 20
da mesma lei a utoi acao c-ta caduca.
Padre Jo E-imund i de Quena.Deferdo
com ofli'io d- li aje TiiHsourana de Fazenda.
Padre Jaao Mirjues ne So n Nao pode ter
lurur. porquaulo o art. 2o 49 da Li 1. 20'9
aoiorisou a- .esp'Z.i, dc que se trata, mas Di o
votou o preciso crdito, sendo -que pelo art. 2d
da mesma lei a ao'O'isaco e^ta caduca.
Padre Joo Pacifico Pereira F rire Informe o
inspector da Tuesourarit de Faz-nda.
Francisco brkl da Silvei-a.Itiformeo in-
spector da Th-iouraria de Fazenda.
Mano 1 Baptista dos Santos. Ao juiz de direito
do 8. di Manoel* Lopes Machado Bamus. Informe o
inspector da Tnesourana de F.zeola.
Padre Marcelino Vieira-da Silva eS.-Infor-
me o inspector da Tbesouraria de Fazon.ia.
Bacharel Manoel Gomes VtegaeO peticiona
rio ao pode ser attendido visto como o logar
para o qual pede remocSo, na hypotheae de apo
seiuag 1 do actual servenluirn) t'-in de ser ex-
Hn ioa-io lo -to ie ser este ad lido ao Th-soura
lo B-iado i m c.iasequeu na da,ultima relorma
da lanimte. loria.
Pora.de ia Vasconcellos. Informe o iospe-
flor alfaida rasUoccao oubl'Ca.
T aautMMio Eoauquio de G miuo. -Iulorme
diruoi- do- Arseaal.de & ra.
-ainwatania d>> Ou-rceno -do Estado da
Paran Lubat-o, 3due Jaoeiro de 1890.
H. Macid da Si/va.
H999I
ftei^rtlrau ala n"is*-la
f. soccao. N. \Secretaria de Po-
ca do Estado de Pernambueo, 2S de Ja-
MM do 18y0. CidadO. -"articipo-voa
que lo rara -eonlhidos Casa de Oete.iyaa
os seguintes ludividuoa:
No ,aja..23:
j4' ordem do su ileiealo di freguiv.ia da
Sanio Antonio LuaZ Gomes M,cha.lo eM.ooet
Francisco Casarlo de I Mello, por embriaguez e
disturbios.
A' ornea do do 1 distncto *da Boa-Vista,
Josepha Severraa le Sant'Anna, por enrae le fe-
r enlos.
A' ordem do dirt lisrricto da Graga An-
tonio Jos do Espirito Sanio cunbecido por AO-
ton-.o da Lucia, por nmtinifqni h disturbios.
A' oneui do de Apipados.rAnto lio de lal,
alienado en o destino ao asyio da Timan ie-ra.
No dia 26 :
A'ordem do Dr. delesfao lo 1 districtt
la i.'.'-inl-l. l'elro Joaplim de Saiit'AOna. Kr.in-
\cisco Pe-eir, Rayrauudo Jo- Ignacio. Joao An-
imo de iqoe ra Filbo. G iftriei rchanjo na
Niscimenio, JosG um* Per ira. Ao'ooio Fe 1 ipe
M Espiciio-Snt'ijVtcliiriaaii Canao; Amelia Ma-
na da GouceiQ.io. Vrenla Mina da Con eiyio,
Quitea Mina da Codreico, Margarida Liberata
sll'o isa Ja-epha M ria a CoacoMo, Gfl 'da
R la da Co 1 eij;o. Albina Mina la lamcegao,-
R isaliua Mara da onceiyo e Aona Mana da
Con t-io. Como vagabnO'los.
iA' ordem do subdelega lo do Recife, Joa'i'iim
G'*nolvs-s dos-Saou 8. por crale de furto ; An-
tonio Francisco de iiiveira Salustiano J i- da
S 1UZ1. Jo- E 11* 11 0 Vleira. Jos I, mimo de
Pneitas Jess. Bosalina Mana d An ion -laco,
Rolopho Riendo de I) iv-Ka, Arthur dos Au|0(
Si Barreiio e La man Fiel dag Ne.ves, por esn-
nnaguez e disturbios ; J i.lo Ppanciseo Ferr-ira a
Pedro ie Al il-'i I i Reis, por offlSaS a moral |)U-
iilica ; M ra el Fraai'HCu d 1 Costa, onhe -i lo por
Manoel Pret 1. Josi' V"vnie d-- ouza, Viruta
Forrera de >ul eJio Bernardo as N-ves,
como vagaban los.
le Santo v-iionio, Aus'iaa.
Antonio Hilario toLiCerlia
Costa, p cff-nsas a m iral
- A' onlein do
i-lino d- S'-iiu 1.
da
Torre.iBi-nedieio Jos d -
publica
OH-
Mir-e lian J),
publica
A' oedm uo da
ta por "IT osas moral
No dia 27
A' miubaordem, Antonio Braanra de Vascon-
celios. ap' e-e nado oelo c in unante lo cru-
'. V; [*ber>Ui'ie or Time de furto ; VI- noel Sa-
cuiji ra ue M11 ra. Mi noel 11 Pa? Pereira, conhe-
r.i-IO por M u i-I Lis, Jo Pian, iro da Silva,
Qui itiliaini Joaquim da Silva e oprnardino Ptn-
o de S-nna, re wrtiilos no va0U'!do3 e dea-
nrdeiros pelo jond'dertdo.dutS^dislrieode-Be-
beribe.
A' ordem do Dr delegado do Io districto da
oaoiial, 1 on.-untMio Felinpe Siraiiaao, Manoel
otuam do NagiMHieaio. Mm-el-Miria, Lauren-
tino Jos Runos. Luiz Alves Macedo Moreno,
Joatiuim Jos T..vares. Iiidoro da Conce:go oa
Iziu ro Fra-ncsco da Coneico. Jos FsgundeB
deS-noa, JeSo J's de Ohviira, L'i'-io Pereira
de Sonta, Jo.- Marc -llino do Nisclmento, Joan
Antonio Nepomocno. Joao Fraucisco dos San-
tos. Mnio'-I Jos do Narcimeoto, Manoel da Luz
Ramal no ou Manoel da Luz Amaro Jos Fran-
cisco, Joao Jo> de Sani'Aona. anoel Pinto de
'Mello, Salvado- Jos de Lima. Cypriano de Sou-
za Vegas, Manoel Xavier da Sil v.i ,i,au nano Jo-
s Pereira. Manoel Joaquim de Sant'Anna Ma-
noel Antonio do Espirito Santo, Joao Vieira de
Aruujo, Jos Chnstovao do Carmo, Luiz Jos dos
Saotos, Gab n-l Beato Goncalves, Laurentina
Ferreira Onga, Delmiro Januano de Oliveira,
M no. I Hf'ario de Sant'Anna M noel Francisca
da Silva, H'-nrique Flix da Silva, Francisca
rWreira 'io Espirito Santo, Antonio Miguel Fei-
loaa, Manoel do Nasciraenlo ou danoel do Nas-
cunento Vera ruz, Mi noel Arcnanjo Rosa Lima,
Antonio Evangelista Gomes. Joao Paulino Jos,
Ribeiro. Antonio Francisco dos. Satos, Antonia
oures da Silva, Augusto Florencio dos Santos,
Viriato Fraucisco Gimes da Silva tsate Vicen-
te dos Smios. Jo- Nazano Bi-po e Joao Pereira
do Nasciraenlo, como vagabundo"; Joo Gomes
de Mello, alieoado, com destino ao Asylo da Ta-
an nei ra.
A' ordem do subdelegado ao Recife. Jos Al-
ves de Oliveira, como vagabundo e Francisca
Jos de Limi., por offensaa moral publica.
A'ordem do do 1" distncto da Boa-Vista loan
P.omo dos Pr zeres. Doria, por disturbios.
A' ordem do da Mad .lena Herculano Jos da
Espirito Santo por ooVosaa moral publica.
A" ordem do do Peres Manuel Antonio de
pAraujo, conhecido por Manoel Tcaicao e Vcente
Ferreira Honorato, conbecido por Vicente de
Mello, como desordeiros.
No dia 24 do correte, s 3 1/2 horas da
tarde e na roa do Hospicio, Josepha Severina
de Sant'Anna ferio levemente a Mana Fetici na
da lOnceigao, por ter eaia-Uie dirigido pa-lavras
offens as.
outra a delnqueme, que foi presa em fla-
grante, procede se dos termos do iuquerito po-
licial
Entraram em exercicio :
1 luudiio Cavalcrale 'elloso Freir, tobdele-
gadp do Io dis rici < de Goyanna.
Antonio Cavaleante de Aibuque."ue Mello, de-
legado do 'crino de Huique.
- n'o da 16 do corrate e aa usiau Trapiche,
do termo de Serrahi-m, o indiviiuosle nome
Jos Venancio ferio graveni'nte cora ama faca-
da, o Manuel Antonio co Nasciraenlo.
O deliuquente foi preso em flagrante'e contra
o mesmo abno se aqueriio.
No da 15 do corren!*, s 3 1/2 horas da
madrugada Jos Al es Feiosa. conhecido por
Pajehu, e morador no povuado P.-upriedade, de
termo de Bio Firmo o, assassmou com um lira
de pisrala a Ft lix Jos ne Sanl'Anna.
C.ratra o delnqueme, que evadi se, proce-
den se na forma da lei.
Pelo subdelegado do 2o distiieto da Boa-
Vista foi pie-o e reclhidf Casa de Deteuyoe
reo Joaquim B--nto da Paixao M.'deiros, pronun-
C'a 10 peiviite o Dr. juiz de direito do 4distn-
cto criminal como ucurso as penas do art.
201 do cdigo criminal.
Sade e fraternidadeAo brigadeire
J-is Sitneao de Uiiveira, mai digno go-
^ernauor provisorio do Estado de Par-
aambucoO Chefe de polica, Antoni*
Antunrs Ribas.
EXTERIOR
A ME tMCA DO SUL
elo paquete a ucricano Finance li venosas se-
guiutes notielaK:
raoiflco e to da Prata
Foiam publicados no Rio de lanelro estes -te-
li'tframmas : '
i'tiip ruizo 20 de Jam-iro .'
Fu di-sol i lo o Congresso Chileno.
Foram abs olvido- os re vola '.ioaarios bolivianoa
Gonzlez, Flores a P. dreal.
Bueno* Aures, 20 de Janeiro :
u Banco Ni muai contrahio com o bauqueire
Caben, do Aotuerpia. um emprestirao de oite
milhoes de pes; s era oaro, cora garanta dos ti-
Ul".
Valparaso. 21 le Janeiro :
O ministerio chileno 6:ou assira organisadp :
presdeme lo ons.elho e minlsVo do interior,
Aikilpbo Bbani; do exterior. Luardi Makenue ;
da-jusuca. Vial Recaba en ; da guerra. Alexan-
dre Fierro ; dos trabalh >s, Val des Carrera, e da
fazenda, Noiasco Gaudario.
O Sr. laceres, presidente do Pera, assignou a
contracto Danuiihra.ue.
Hueno$-Ayres. 21 de. Janeiro :
Prepara se aqdl urna manfestaco ao ministro
Enrique Moreno.
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a.n* rtV* 1'eriiafiilWMMQliarla 'A-Ara* 21 le Janeiro te
890

0 t-'vriii' c miprn i nt-fiorona eaai**ffdat- de
rt-pi'i
O vice p-esidenlfl da rfpubli'N', Dr iVIlit-rint
conf< nmiou co o vano- hanqu iroi sob i-
t*+" a adoptar se para faaer b-.ixa o pre;n do
_
I

4
I
P ii tutapriim-t* a qiwrt-o4na em Orrit>.
Monte* tio i< de J u i:o :
F.ill'-m i>. Uui-nga, director da emliilr
ued cin.i 'IV u ea MI il.
il d>* Janeiro :
O-mi-ou *gi io Rmc'iurlo. esperado desde hon-
lem. nomotHreom huj ne-in po i>.
Foi 101 > Hala lente rodeaj o pelos navios da
armada argentina e da orienta!.
U-nois das salvas do es'ylo pelo cruza lo-
ria;'' it-riuio 8>* a-> <-n unlro du en*, macado
i ud' gera argentino i4*iar u O minli.ii o .l.s re. gf>s eM.-ii.i-es ila Repu
blifaAi;*e lm*D Z billns o futalo xl^odi-
nar.o iia infama Repblica n sta. o Sr. D Guido >
minisno hraz leiru Menear, o anuir.iiHe C r tero.
COr.lHlft riiirttin-hi-f-sde (Dar leria .i a raes
ma lli'MUb icj, secretarios d.i I' yiga e mais
aj m i ns dd 11 un i va argentina.
N Rmo vapor .la unen ten i,i da m-Trifiba uru-
u y i i reare niiiite do -*Dt*ern*> oriental o Sr
Or ii.iiln. s ajiillAUM le rleos do jresideiii-*
d R.-publica, o capi'iio do porto e outr.is auto-
rid e< c.vis e milita es.
fin uuiims lafMM turara os metobros da le
gaya i ur cileiru. a cnin-m-s-ui mineada pe a eo
lu" hr.izileir.. pira dar a bOi vinda a Sr.
fu mino, lueinbro* da impr. usa e onlra- pes
aoas.
-A bordo do Ruchas! mi le fora n receii'las as
pess.j.is present 3 pil > S'. uiuisiro das relage-
exiriur t d i B azil, hou.e uiu airaoCO Oo q tal
Se irucuaiu diversos brin le-.
Dey >is yassaraio se par o .\spardo, que se
guio pai a leira ai-ompaiihdo p*ins navios da r-
mela onent.'l i* griwi*i ui.-me o de ouirts rapo
res mu ,-iija* vergas a s h annlieiros dando
T-as MI representante d ir iz.il.
O S* Q iiiiti"n h '-pe.lou se nos aposento* es
Ss.i.l io-iiie lomados para s> fin no Hoie
rei|i..| uela "onmiissao hrazileira
0 Sr E mu* Vio eno segu boje |ia a Boe
Os a y i- a coiii o ti u de assistir a uina fesla de
familia.
'aiii ilnra dentro de dous dias.
Preparan se grandi.- fes as.
EUROPA
CoBllidlu umkIo iiurluKuc
Fo am puulieados pei'O PiuS, do Rio de Ja-
neiro 08 .-- uin.es teleg ainiu s :
Madr d, 20 :
Mi- ni* z0,';00 pes.-oas reuniram se na prac.i
reai dYatn cidade, e i uis lugar elevailo tze
ra.i.-se onvn liversos orado es, no meio de pro
fu i 'o -lleudo.
0- nit'siiios ora n.res lisio ara n os ini'id< ules
bavn 's emre l'oriugil < Inglaterra, li maraui os
dir.ios ii'ai|ueile. expuzeraiu o nrocedunento
IDiquo de lord Sal'Sliury e nncitaram os espee
tado'ts a manifestar re em favor de Po'tug. I qu
te pie'eudla espoliar de seus d>reitos ai enio
respi nados.
A euonne multi in prnoiniieu era vivas a
Po lutial e deu arrh s de acom lanbal o na re
Tind ccao deseus d. ramios ( na desffionta das
effeu-as que porvi-ntura a Inglaterra Ib.* din
fiase.
Hedim 20:
O pn-i 1*1 pe de Bisraar^k, em varias inferen
cias, de.'iarou que com rrlagao ao coiifln to le
Tintado entre Inglaterra e Portugal, sobre a
po-se da regifio orienta da frica, a Ahetu nha
gPfniri.r urna poltica de coDirlIlago.
Lisboa, 21 :
lonae as classes procurara porlia provar pu
blicam nte a sua reprovagao e resenlimento para
com a Inglaterra.
0 Duiue ne Palmella. sportman notavel, mnito
apologista d is cusiura-s inalrze- e intimamente
re'ai lunado com os principara iluis do high
foshnn de bomires, nao cuoiente em devolver a
egaco ingleza nesta capital as nedalbas que
lhe lorain conferida por servicos prestados
Inglaterra acaba de despedir todos os seus crea
do- i palafr neiros inglezes.
Os joruaes ollic o-os do Remo Uiido usara de
lingiiagem acriiuotno-a contra o Sr. L ipo Vaz de
Sao p. io e M lio, mtni.siro da justica, por cousen
r jue o p ivo insulte as a mas da Gran Breta
una e desaca e os subditos da rajona Victoria
residentes era Portugal.
O governo. eiu nein elabora la nota dirigida 4s
potencias europ as, bis ona os acoiilecimentos
*(iie .-e H'in dalo relativamente, a qnentao anglo-
poi u^i.ezi. mostra a sem razo da Inglaterra
em querer a lina forca apossar se de territorios
ba srrulos sujeitos a fueran.a de eortugal e ter-
mina p ir fzer eloquenie appd o s me,-mas no
tencas para que, bascadas na jusilla que nos
caoe. irwiu de m> iiimi iras jumo ao governo de
Saint James evitando se assira a n alizacao de
ma prepotencia que escandalisana era alto grao
a civil isaca > de nosso seculo e o denauamento
de inuito san.me precioso, visio Pjrtual e-lar
disposto a nao ceder, anda que seja forjado a
[layar nao das anuas
ira mt-eling raonstro effectuado honlem nesta
oapitil. lii-ou resolvido fundar se una associa
jfco, que ter por lito aiiontar qu-ies es nei/o
cian'es que, iial los ic patriotismo, cootinuera a
im 101 lar gneros de procedencia ingleza.
Os nimos estn raais calmos depois que o povo
ae conveuceu de que a iinp-ensa liberal de todos
m paize-, inclu.-ive a da propria Inglaterra, d
rihao a Portugal.
INTERIOR
Mil do Brazil
Pelo paquete americano Fmanee, hn
tem chegado do su I, tevemoa eatas noti-
ias :
KfcUado d* Mliiai-tcraes
No decenn o de 1880 a 1889 deapendeu
Thesouraria de tazeuda deste estado em
estampilhas do sello adhesivo a importancia
4 24'J:150i50UO a saber : Importancia a
aollectorias 1.132:-.99*J8O0 Importai,-
oia devolvida ao Theaoiio Nacional e
casa da moed-i 116:350,5800.
O delegtdo do termo de Mar de
He panhii realizou a priaSo dos criminosos
Manuel Celso Nogueira Penido e Joaquim
Ce so Nogueira Penido, pronunciadas nes
ta comarca por terem morto ao italiano
Antonio de tal, os quaes achavam-se homi
aiados no districto do Aven ureiro Os
criminosos estao recolhidos cadeia de
Mar d Hespanha, dispnsico do juiz
municipal deste termo.
Na cidade da Leopoldida trata se da
fundacao de urna companhia par* a expo-
racjlo e fornecimento e I ni elctrica para
a illummacSo da mesma cidade, tatagua
es e Vista Aleg-e.
Em Pirapetinga, na fazenda denomi-
narla S uta Julia, de propriedade do Revi.
Sadr Francisco Julio d s Santos, vigario
eata frtguezia, houve, nos primeiros dias
do corren te mez, enorme inundacao, pro-
dtisida pelf* grandes chuv s, qua alii ca-
kiram.
As aguas avolumaram-se de tal modo que
invadirn) a referida faenda, estendendo
se por todos os seus compartimentos.
O Revd. vigario, apezar de sua idade
vaneada, nao perde ; a energa dando
proiuptas providencias para evitar qualq r
desastre.
Ab criacS a, existentes no pateo da fa
senda e tm lugares prximos, furam em
grande parte dizimadas pelas aguas.
Capital red ral
Dotas at '2 de Janeiro :
Lemos no Jornal de omtnereio de 22:
?b o titalo Reforma dat-rtpar'iqfto defa
aenda:
t Foi asaignado hontem pelo chele do
governo provisorio o decreto que altera o
numere e vencimentos dos empregados da
Secretaria de Fazenda, Taesouro Naciomal
e Ricebedoota deata capital.
r Na expocicSo de motivo com qm-; foi
0 d*reto upresentado "assignatnra d >
Sr. mrechal Deorndo, o Sr. ministro da
faz*nda-ii>ia-o naa aaguintes baaas :
i." Augmento de venciinenlos sem
augme.nto de despeza.
f 2. Reiiu co de p-'saoal.
( 3." oaccao ao u-abalho.
c 4.* Simnitioaci- da aarrluo/aceleran-
do o expediente.
c Estas bases sao arapl mente desenvol
vidas pIo Sr. Dr Rnb Barbosa.
L sm na me ma fotn, sob o titulo
0 Hyinmi da Pro lama t htfeci.iou-se lioni-.in no theaira, lyrico
1 soleiumdude da esculla de um dos qua-
tro hy.uoo.-, que a coromissSo nomeada
pac.t utl ni co.isiderara os melhores dos
trinca apresentados a concursa.
O chef 1 do governo provisorio chegou
ao tbeatro 1 hora da tari ac 11 pan ta
do d cu a.eereLar.os Dr. Fonseca Her
iqes e iiiajur tiannes da Fonseca, e aju
dan tea d ordens in-ajur Olympio da Fon
seca, capitu teuente 'onyalves Le te e Io
tenuiio; Libanio Luis.
< Depms de lhe serem tenas as devidas
continencias por uma forca do rgimen o
policial desta cap tai, dirigi se par. o ca-
marote de honra, onde j se achavam os
Sm. ministros do interior, da justica, da
guerra e da agricultura.
lustntes depois, estava o tneatrj com
pletaiueute cheiu.
c No palco tora armado um estrado pa
ra os msicos, por tra do qual havia uiuJ
v.s oso :rop..o de baudeiras de diversas
na^oes.
A numerosa banda, regida pelo maes-
tro Carlos do Mesquita, coraecou entilo a
execit-.r os hyoiiios com acompanhamento
do coro para vozes de homens.
i U pri ueiro, que nos dizem ser de
Francisco Braga, joven de muito talento,
mesire da banda dos Meninos Desvdidos.
agradou immensamente. A forma melodi
Ca ue.-te cauto patr.otico, talvez i.ao sej
de uma original) iade muito absoluta, mas*
a maueira por que est harraonisado o
hynjuo, o brilho da instrumentaca >, todo
o eutbosiasmo col >rido e vigor que resal
i a da co te tura geral da pea, torna o
um hymno proprio para o povo para quem
riles d ;veui ser fetos.
O segundo, que attribuem a J. Quei
roz, pianista de muito talento talhad
era um genero completamente improprio
para um canto patritico. E' sombro, me
lanconco, lgubre na instrumentayo, di
vacando muito pelos tona menores ; pare-
ce, eaitiui, mais uma eiegia plangente e
caneada, do que um hymuopara despertar
o patriotismo de um povo.
t O terceiro hymno de Alberto Ne-
pomuceno, um dos msicos mais Ilustra
dos que possue o Brazil e qje est estu
dando Da Europa
( Este hymno tem s duas frazes, mu
to bem fetas, muito bem tratadas, arch -
tectadas com mmta inspiracSo, m-.s com
pouca sceuographia para o gosto do nosso
publico.
Em um a .ditorio de allemaes seria
este hymno com certeza o escolhido.
A quarta pe5a affi-iuam nos ser do
maestro Leopoldo Miguez, autor da M r-
chu e'egica a (JamSes, da Symphon a em
*i do po-*.ma sy opbonico baritina e de
tantos ontros trabal os de grande valor.
O hymno, feito de principio a fim, por
pulso d 1 mes tro, cometa a phrase inicia
com um compasso da Marselheza, rerai
niscencia que deve ser explicada pelo
maestro, como homenagem ao canto d-
Itouget de lisie, que como que o berc.o
de todos os cantos republicanos.
O hvn no de Le. poldo M guez grava-
se fcilmente na memoria, mas e apezar
disso perfeitamente tratado e parece nos
que, se excluirmos o hymno austraco de
Hayden, nao hovera outro que se po-sa
comparar com o do no-so maestro no que
11 a factura musical.
a Na segunda aodicao dos qua.ro hym
nos o de Francisco -traga foi applaudidis
mo e repet Jo a pedido' do publico.
0 segundo recebeu manifestacoes de
desagrado ; o te-ceiro toi applaudido por
uns e mal reerbiio por outros ; e final-
mente, o rio Sr Le poldo Miguez, enthu
ni,..-ticamente Bandado com palmos, brav--s
e ace-'os de le .eos, tanto da platea como
do camarotes.
1 Terminada a segunda audicao, ret
ou-se o chefe do governo provisorio para
uma sala contigua ao camarote, onde com
pareceu pouco depois a Commissao julga-
dnra, que deelarou escolher o hymno de
Leopol o Miguez, confonnando-se assim
com a opiniSo do publico, tao calorosamen
te manifestada momentos antes.
Acto continuo, foi assignado pelo che
fe do governo c pelos ministros presentes
o seguinte decreto :
t governo provisorio da Repblica
dos Estados Unidos do Brazil, constituido
pele exercito e armada, em nome da na
Se nu.dia 15 do correnta, nao ae tivess
eaoolbido eata hyraao o**a hymno naci
nal d>i* Estados Unido do Brasil, seria
tarrea acc4amdo e etjjolhtdo hont *m.
No fim da solemnidade foi o Sr Mi-
gues ao salao de honra e ahi abracado pe-
t'^^*i*^,^^P*" lO^'^^^^T^r wP^^^^^^^^Kfr'^J^^9^rV^^^P^^~ ^9 IDi'
auttios preaenla 1
~ ---"-l--'f-| rniii
Datas at 18 de. Janetro :
No Caeli-oeiro de Inapemirim, a 22 do
mes paasndo, em nm passaio que tizera o
fazenda do Mntum, diversas pess as, en-
tre as qu nes o Dr. Horca do Arauj 1 e sua
familia, aooftteeeu ser attingrda por uma
bda de espingarda uma sobrinha do 3r.
H >rta, a qual fcil tara vendo a arma na
mSo do Dr. Eugenio Braudao e julgand >
estivesse desCarregada.
Ofenmnto fui na perna reita : mas,
telizmente, nS do-se a off-ndid.i em boas condicSes.
Fallece am : na capital, o major Fran-
cisco Manuel do Nascimentn, chelo de sec
ca*> aposentado da tiesixiraria de f**tenda,
e D. Jesuina Knfina Marti is de Oaveira
En i i rio a- B h la
Nao tivemos folhas desse estado.
Entretanto, ao aviso de 1855 que. fe-
chaa aa punta i >ta.- cn-nvaataax ao novicia-
to, segmtraai-se varios anto*j iiiaidlniiiisuniin
mero de jj.orridas que. haveria no anna ;or- vr tomal'as, para o que devia elle estar semp-s
rente e qoantas d*veri ..u cab^r a.c-adajim.. preparado.
Nao so.-podanda cnegHn.a acord, t, D-snacei a peticij. d,;iUiaado:
asse rabi a geral, ahm de delibe ar esta que a este seria u Jadas todd8.ag.:raiilia para
como raerhor entender descnraioar e resalvar a siw respo isal..dade
O eidadao cap t. Luciano- Eugenio de Orado depoitnentojlo.resiKUsaviJtta 10 pa-
ae Lizembro ae looo, demonstrando que ridoa. o que nao e.e, por4ue etle deviaes-
diriotaria de ?ntlo que se d d*iffic.ldades qoe pre8eutem-ite surgem, e a a seu cargo-eraquaiquar oo-aian. qje. Iba
que retaca ontra ^^^r%T^S^ ^
Caria d Rie xii faieiro
(Para o Correio Patdi&tano)
Rio, 9 de Janeiro de 1890.
SKPARAQAO DA EGRIJA E DO BSTADO ----
DMA PaUASE PkOPHETKJA
O facto cu minant ; des a s mana foi 1
decreto de lib -rdade d culos, cuja bue-
ga j d-ve ter sido ceubecida iu.
Na verdade a situitcao dos negoeios de
natureza mixta desde muito se tornaran)
um grave estorvo p iz do Estado e i'a
egreja e ao exjrcicio das liberd.ides e e-
mentares. Por ou'ro laio, com o desen-
volvimento que temos procur-.do dar a
immigracad, a restricoio que s drriam os
cultor e conri .so *_; divergentes, era O'ist-i
c ilo p-rman nte ao ff *.civo povoaraento
do n aso s lo, a fixidea da faoi li es.ran-
geira e do capital.
Aim disso, a allianca dos r'ous pode
res, thror.o e alt r. traziam socedade
poltica serias difiic ldades; e o clero,
ion^e do engrandecer-se e fortificar se
, el 1 for^a da do ; ria, pola propagado
e pela emulacSo com os cultos concur-
entes, appelUva par* os seu "antigos pri-
vilegios, para o fegira'n oflicial sob que
vivia, para a supe aticao popubr, par, a
ignorancia das m ssas, a merc d: taes
arm s, div e tirava forca aos partidos
po itic -s, ii.fiuindo po'.b ros- e decisivameo
te na m -nifestacao di voto e ni Borte das
candi iatu.aS.
Ai da que uves ido do dir to de p~f
droado, o poder publico no Brazil era
vlipeadado as su s principaes prero-
gat;vas, por que os bispos. na genera ida-
de dos caso no se .- nbme t am sinac
c ir a romana, e os pndr s nao obe-ieciam
ino a auctori ade do respectivo dioce
sano.
Assim que, 1 mbor 1 o recurso a cor,
no- casos de suspensao ex informata con
tcientia, se achasse e. le.dio no Alvar d..s Faculdades e em
outr.vs 1 ia garantiduras do direito indivi-
dual dos ele ig is, a verda e que os bis
pos jamis se j ilgaram obrigado* a "ar
execucao a qu Iquer pxoriraenta que r.caso
contrarias e a tupos ca 1 daqii Ha pena.
Re -t*ir seria abnr conflicto-, que incendia
vara o piiz mteiro, e traziam gf vissimns
p rtur ajT a socie 'ade ms actos eaen-
ci e 1 da vi a civil, os quacs na maior pa-
te dos caso<, recebem a sua s. .cyao do
poder espiri'ual

Est na memoria de tod o coofleto
havido com a maco ar a, e outra n o foi
causa da lameitavel luta que se trav u
e tre os bispo-, as n. andades reliriosas
e o governo, 8 nao a ab.-c. uta independen-
cia que se rrogou a egreja -.o modo de
entender e executar as bullas poniicias,
que conti h m mate ia mixta.
Ai da ha p uco o revd. bispo do Rio de
laneiro, fun ai.do-se n < ve h e nao pla-
citada bulla que occasio ou o alludidocon
dicto m (on co, prohibi que os padies
desta dio e celebrass 111 missas era su
tl'r gio alma do emment brazileiro Vis-
cunde Vieir-i. da Silva, por ter sido este ci
dado grao-mestre da m conaria.
Os jorn es bradavam com c rta timidez,
me ras a Cidaie do Rio, que, atacandu
cao, decreta :
t Art. 1.* E' conservado como Hymno
Nacional a composicao musical do maestr
Francisco Manoel da Silva.
t Art. 2.a E' adoptada, sob o ti uto de
1 ynmo da Proclamacao ta R publi a, a
composicao musical do maestro Leopoldo
Miguez, bascada na poesa do cidado Jos
Joaquim de ampos da i.osta de Medeiros
e Albuquerque.
Sala das sessoes do Governo Proviso
rio da Repblica dos Estados Unidos do
Brazil, em 20 de Janeiro dr 1890, 2o da
Repblica. Manoel Deodoro da Fonseca.
Anstides da Silveira L >bo. Man el
Ferraz de Campos Salles. Benjamn
Uonstant Botclho de Magalh&es.^Deme-
trio Nones Ribei-o.
chefe do Governo Provisorio e os
membros do ministerio voltaram para o ca-
marote, onde o Sr. ministro do k-terior
leu em voz alia o referido decreto.
< ada um dos dous artigo* toi recele
do com estrepitosos e prolongado pplau
sos, que romperam de todos os lados.
A banda rep -to ento o hymno esco-
Ihido, que foi ouvido de p e com verda-
deiro enthusiasmo.
Para que nada faltasse a esta esplen-
dida festa artiat ca, tocou-se, a pedido do
publico, o hymno brazileiro, vnlho, o
bi tonco.
A impressao qne a composicic de
Francisco Manoel produzio no nosso pu-
blico nSo se descreve. Foi um delirio !
ortemente o d --pousino cler cil, concitou
ao mesmo tempo o governo garantir os
atholios contra actos que dependiam do
placet do padroeiro pa 1 t rera a devida
execucao por parte dos bispos. O gover-
no toi Burdo mpletament aos rec amos
dessa folha benemrita, sempre qu se
trata de combater uma ty.ua ia, e o acto
do Sr D. Lacerda Eew sera a menor re
pressao .
Por su. vez o padroeiro abusn de su s
prerogativxs, para supprimir um dos mo
dos de propagar a n o caito catholi -o,
qual fosse o das o dos religiosas, estabe
lece ido d propno alvedrio e sem a mni-
ma audiencia da Santa S a prohibic.au de
novijos, e regulando, em favor do E vado,
o confisco d bens perte'nceotes s mesmas
ordeiis, em virtude de acquisicar.. doicSes
ein-titu 5-s solemnemente perraittiias e
protegidas pelas nossas leis.
O direito cannico, cuja formula mais
positiva a respeito desta ultima iiypo.be
se, a seccao 24, capitulo ll do Concilio
de Tiento, fulmina com penas aeverissi-
mas aquel les que desviaren) os bens ec
clesisaticos do seu verdadeiro destino.
1'ito garantido e tao excepcionaes eram
os direitos dos religiosos e dos conventos,
{Ue, una e outros, sepre eativeram fra da
aiitond.de d s bispos, sendo o papa o su-
rior legi imo, directo e reconhecido, re-
presentado por seus visitadores.
No estado de direito sob que vivamos,
sendo a religi&o catbolica a reigio do es
lado, nao poda o representante temporal
do padreado prescindir da audiencia e an
ouencia do Su ramo Pont rice, tratando se
de subditos directos da curia romana, ae
menos'sob o ponto de vista religioso. O
nosso direito civil privado bastante ex
plicito. As ordens religiosas existem ero
communidades, em vir ude da le o sob a
proteccSo da lei ; pela mesma razSo po-
diam possuir bens, embora para adqui
ril-os oh alienal-os, houvessem necaaeidade
da licenca pr.via do poder publico.
n. 1764dq..28 de Jnnho de 1870, qne
raandou, pelo art. 18, converter, no prazo
da dea.-.aoao*, am apobces mtranaferiveis
da divida punlica interna, os predrot-Ttts
no e urbanosv terrenos e eacravoa, que
as ordena r-l.giosas possuissem. NSo teni-
do tido eXKcuyaoi.esse deerato dentro do.
praso marcad- em re, evidentemente*de
via-se entender ter ell-> oadocada, n2o seca
do mata licito ao governo fazar d'ala em-}
diaate obra por elle Na-o entendan as-
sim o mmi-.tro do imperio do gabinete La
tayette, e fundando se na alludida autori-
sacao, expedio o decreto n. 9,05*4 da 22
de 3ezabro de 1883 mandomarreeadur
e vender em hasta publica os bens dos con-
ventos- e, untataat, um. tribunal da axcep-
cSo para conheeer de quaesquer embargos
e decidd-os sem recurso! Abrise por
essa occasiao fortissiota campauha piaim
prensa contra sniu)hante attwntado, o que
demoro > muito o andamento crimmoso de
tal esbu lio. at que succedeu ao Sr. La
fayette o Sr Dan bis e este, tendo ouvido
o eminente advogado das ordens, o ven
lando conselheiro Saldanha Marinho, da
solveu o odioso tribunal do Santo Oflicii),
de que era inqaisidor-mr o consalneiro
Eduardo de An rade Pinto, mandando a->
mesmo tempo repr as cousas no autig>
estado.
H* poucj, quando ministro, o Sr. For-
rera! Viaaaa, fie. ao son. prpgramraa do
repara*ao, expedio avia, revogaa lo a or
dem que pro.ubi o novfciato. Estepisso
dado para o restabeleciment das antigs
communidaies religiosas, nao paiaava de
uma medida platnica, propria de um to
mera qne pisso.i o nrettiar da sua vida,
aprenden lo e estudando na sol dio do
claustro d S .nto, Antuuo, e ahi edificas
do cada vez mais o sea amor e aiheaao
ao culto catholico.
Ssm patrim nio, despojado-s de todos os
bens m teriaes, obngadoa a entregar ai
proel ma do meirinho 011 ao martelt > do
leiloeiro as propriedades que tantos fiis
piedosos doaram s ordens para, com os
seus rendiment08, prover a susteataga. de
todos os seus encargos temporaes e espi
medidas de qua podesse resultar para o
rhypdrom- paga te d-a- tavH^j
O cidadao Dr. Joo de S Cavacante
n cazo
p>r estar inforinadj da-diversas anim-s .iiser-
vicos da directora a s> u cargo fadap...ie io*ea
reqieriiaento, couio arguiuaaio oara reDccar o
ntuaes ; como esperar que os conventos
se repovoassem d frades e mong.es dedi
cid o ao culto catbelico? Fora imst -r que
o ir Ferr ra Viaona se achasse armado
de uma lei que declarasse restituida sua
antiga plenitude a propr edade dos con
ventos, para que estes, abrindo de par em
par as anas portas, podessem contar com
a inn 1 julayao rpida e abundante de sui-
gue novo as suas veas quasi vasias e
bambas.
# *
NSo se sabe porque, o ex-imper :dor do
Hr /.il era inin igo dos eocrentos, e alias
o seu mestre foi frei Pedro, bispo de hry
sopolis, e o oralor qua mais delician os
sus ouvidos, quando a eloquencia sagrada
era o primeiro adorno e a gah mais res-
plendento das festaa da igr 'ja, foi o gran-
de Montalverne. Mesmo ceg o frade
inspirado subia ao pulp'to a pyra sagrada
que lhe devoran o olhos s para dar as fes
tas da cor o aquella grandeza histrica de
que os res fideiissimos jamis pr scindi
rain, eraquanto Vieira e outros luminares
existiam. -
* Aindt ha pouco, em Petropoiis, um fra-
de bum, humano, velho, resignado sua
surto C.rregando no coracao o cemiterio
de todos os seus. irinos, porque elle o
nico que rest,. da grande provincia de
Santo Antonio, com sede na corte, fallan
do sobre o antigo exp endor da f, lem-
brava ao imperador quinto os frades ha
viam contribu do em zelo e cm sciencia
paia o bem da humanidade.
Em eloquencia, s conheci Montal
verne, dase o imperador; depois delle a
decadencia foi tal que nao havia mais como
appellar para os seas viveiros, frei JoSo.
Mas, Senbf-r, Montalverne era mor-
tal, devia morrer, disse-lhe ffei Joao ; o
sen exemplo, o aeolhiment que elle me-
recen de Vosea Magestade, devia desafiar
o estimulo e o zelo da nnssa im cidade,
desperdigada no vicio ou na mana dos em-
regos pblicos.
NSo, nao! interrompeu o Imperador,
O frande fez seu tempo, e eu nao concor
jo por modo algum para que elle volte ao
Brazil.
Fre Joao, su mi 11 I o-se um pouco dentro
do seu burel, trmulo de respeito mas
tambera de magu -*., fechou o dialogo com
eata phsse prophetica :
Talvez a repblica nfio tenha tanto
inedo d -s pobres frades !..
O Imporador fez que nao ouvio, e re-
tirou-se com a pbysionomiaannuviada.
Aquelle frade, veli.o'e supplice, mette-
ra-lhe medo.
....e...... .....................
Refere uma pes-oa de bordo do Ala-
gda*, que o Imperador, na viagam do exi-
iio, uma noite, quando todos de sua fami-
lia j se baviam recolhido, subi ao con-
rea do n -.vio dominado de viva inquieta
980, como quem evitava persistente pesa-
dello, e m nologava est.d pala Tras:
T.ilvez a repblica nSo tenha tanto
111 do dos pobres frades !
Jlo Hobacio,
d'Albaqaerqae, exalicando a acto da 27 de **! q,ue '8"'^t^' naj cx^-o pon1 do
n, rvvK.^ A iaiu o" ?-"*"' UD,r.queriraeiito nau,coD (a>emeln.rata.all.ac6e8,
Uezembro de 188, disse que quando as que 110 enunto se exUu.vem, le nadavaleriam
tres directoras dus prados, a oowmte di i para alterar o despacho qu* p ofe-i.
do Hippodrotno, se reuniram naquelle da
para se accordarem, era o accordo o nico
meio com que podia m* .ter se, deyendo a
pauta das corxidaa-sor orgaaaada-nu.fim
de cada auno.
O c dado Marcelino <9 Souza Travas-
sos explicou o que houvera na reim i d<;
20 do passado, e diss que havia sido *pre
sentada por parte do Hipp uma ta
bella de 51 corrida* para o orr-nte arao,
oabendo a.cada 'pr do 17 corridas, exoep
cuando os dias santificados e al rab do
mingos, concluio declaraid.> que.-h*vi* as
sgnalo o docurae do que na occaaino ti
11 ha sido lavrado.
O cidadao Ferreira Muia fez observa-
coes sobre a publica-; i > do aanuncio para
a.comd^ que se effeotaou; a 5.
O cid ida Or. i evao aimlcante fun
daraitiu o. 8rt^ into Bcono-fta, q*ie fu ap
prevale po.- uL-i!iiinid.d*s de votos : Pu
poua 1 que a dirocMna.aaceseaia da n >vo
ba3e^ para um accordo, por si- ou por meio
de um 1 co nrassao, qua nontcar ; e no
caso ein que ao pjssa obier vautage-is
para 9 Hippolrorao, deternu* se a dar -m
corridas coufotne atender.'Dr. BsW-
Vj Cavalcant^.
0 inesm Dr. EstevUo Gavalc.ie.tc, o
u) inensbro do co n-uis.s.ii fisaal, d-darm
que n3o poda coatinuar nessa earra, MSB
Cao pauco o eidado T avass >s, pir hiver
tomado parte como directr na ret nio
ultima da directora dos tres praios.
O cidado Trav iss-s d-.cI-.roi qu por*
sua vez, de.xava de pertencer referida-
commissao.
Em seguida a aisembla, por unan: ni-
dade de votos, apprnvou a noto ac. ) 'ei-
ta de conformidade com a lei das socieda-
des anonymas, dos cidados Francisco da
Costa Safio e Manoel Lopes de .8 > z 1 Car-
valhopara os lugares de directores.
E nada mais li.ivendo a tra. r se, o ci-
dadao presidente levantou a sessao s dua
horas da terde.
Servindo de secretario,
Jos Garln de Almeid* Soases.
REVISTA DIARIA
RectiUcaro Pela Secretaria do Governo
do Estado do.-- fui declarado, para ter publicida
de, que h rave equivoco, inclnindo se no expe-
diente de 18 de Dejerabro ultimo, publicado no
Diano de t>ern>mbtico de 25 do corr-nte, copia
de urna (loriara aposcntamlo o ex pagador da
Keparticao das Obris Puolicas. Vicente Ferreira
Id Cosa M-r 11 I 1.
I ns 1 rucea o publicaPelo Sr. Dr in--
pector (eral e pela portara de 2o do crreme,
foi conlinnida a tiomeacao de D. Mana Ctiryso-
lita de Carvidho. para n ge interinamente a ca-
deira mixto de M.ilhada na Pedra era Caruar
durante o uupeiimento '.'a profemora effeeiiva
Mara Leopoldina Piri-s Ferreira.
Eacola Normal Resolveti, or portara
de 28 do andante, o Sr. Dr. inspector ge al da
iasirocgao uui.lica.noraeiir, 1 m substiiuieao ao
fareceo o me necesaria paia elu iJ.igo da
verdade nes'e assuraato e escIr.ireciiBeot. da
ju-ticu faco vos -i.tcoui.nunicuca ....
mana (aaluila Ua..ainanaa. m i^reja de
S. IV no do Re :ite, pelas borasa 1/2 .1 : manfla,
raissacantada era coraiueaoracao do aaoiversa
rio da sjiraca.i daaue lu ig fija ;. aetoccnebrtilo,
no dia ;j0 de Janeiro de 178 i. ..pela ento ...bispo
desta dioc *se e provedur naiiuelle anno da res-
pecliv irinan-lada de S. Pedro, D. Thomaz da
Eticar-laga Host- c-Li ua.
Clladatone e a Bepublica Br sU*l-
ra--0 esUdj-Uiiiit-z Glai-uae. protrindo um
di-curs.j -ia M iiiche-*ier, referi se, geyurcto 0
Maiiii de P.ins.aa-t aconteciiiicuto,- de 15 de So-
vejiorovosiiiio tinto nos se^ainte titrraos,
que sao lisougeiros ao Bcm :
0 pro>-r.'8'o la huin.iBiide pd sw-n,
creio eu, uiireulidade.
Pi-ocurarc deinjuslrar m a. idea (ccu.itjinJ'J-
rae d nra iconteciraemo recente, a ulUuia.i:-o-
lu;ai do B -asil.
Se aa me en^na mudo, e-u realucior.to-
in el 1 ta qu.il e o u andancar ne a discutir
a sufllieQ-f-aciade suis crasas e. o son resulta-
do d.niiiiuvo, o i.si 1 raolo siiAfuasaneain o fac-
i cousuuraido A ira dos mais Ootaveis indi-
cios to p lUire-iso quo en circu asccias im.
poetantes ja deu a liuraaiuda te,
A- tendencias do contin nte americano .sao
sao fivoraveis a rao larcnia, ra.is todos admiltetn
que o h 1 neo ex-elii-nt:! e distheto, oraderri-
oalo do Uiron.1 p >r esta revoluca i, nao o deve
certinciite .-1 qual-pie- falta so-nal.
Aqu, oest.i iu lepen f* ite assiciaca brit-
nica deisai- ne prestar le-ternuiho aos cus-me-
mos-; Uve a hxi a ilaiBprroiar al^airajede suas
.jUililadiis ,>-s-iies, das quaiu oaanrvi-tizer
duascoias: nao ha hi In^literra, ncra-m
Mra ;iiester no mais tampbu o p.ili.i;*i do uq-
o, como ta un. h8riide-cn->U(aD: n'io lia ho-
mera ni : i aw'di .lo qire f n o iraperu : !o Bra-
sil ci a Iquirir iodos o.-' OOnlMSMI-liras de-ulil
anplictgo e nenbun im nircna foi rovis dedi-
Cido feli-.iiade lo 3 *u povo
Sen n une sera distineto na hisloriai,.' e
ainda q. m<< nao caib.i dar paree-*!*- solnre s
cau-as que prjduzir..m -"~QTnul? fWlisflrn filTI'
ura pas iinportiinte, estoa imeiraraentii conven-
cido d* que nennaraa debas foi a dsanppo?acao
do proce uraco o do nouerador, nemialia-. dtiaf-
fe cao a raa pessua.
Mi- o qoe notavrl q*', nesse paiz.se-
raeltiant inadaiicalenna podida effectuae-ss sem
a men* tentativa de viol. ucia, sem perturbagao
poderaos (liz.-l-o, da ordam social, aera interrom-
per o CU--S0 das transacces cominerciaes por
raais de 21 ou 48 horas, sera um tiro, sera pri-
ses e se o effiso de saogue (pois acredito que
ura s feriuieiito accidental faz excepgo ao mea
asserto) b loto isto n'uma sucie-iade longinqna,
que se poda julgar de civilisaco atrazada, uma
socedade que. lucton ate poneos das, se e que
anda nao luua de certo modo contra a maldita
e perniio.'a escravidaok e onde a moral de tolo
o puiz deve ter sido consi.eiavehnente retarda-
da era seu iesenvolviraento pAn exislencia des-
ta deploravet institnigira
D*ieraos, porta ito con-iderar. com.profun-
do sentimeot de gr lidio, que em seraelbants
p.iiz tal mudanca baja podido proiuzLr se de ma-
n-ira to inteiraiin ote santa dos incidentes qua
c istuniam acouipatibar asmudangus deformas
de j/o.-erno.
E' un especiaculo que deve inspirar espe*
rntiea nos que se inleresara pela fe-cidadc dos
seus seuieltiiiuies ; elle deuinstraque. nao sen-
do ju-liticavrl prever ura estado de consas uto-
pico, podemos to.lavia esperar algura progresa*
da hninan ale na lu-.ta que ella sustenta con-
tra o males, que outr'ora tanto contribuir
para tornar sua cond'g-iodepioravel e peoosi
lustiiiiio Arctteolag-ico e Geogra
ASSOCIAgOES
Hippodromo do Campo
s Grande
ACTA DA 8E8SAO EXTaAOEDNABIA DA A8
8_liBL,KA GEKAL, EM 8 DE jANbIBO DE
189D.
Presidmcvj. do cidadao Dr Jos Antonio
de Ahneida unha
' A' l hora da tarde, presantes 24 accio-
nistas, representando 81 accSes, como se
verifica do livro de oomparecimntof'o ci-
dadao presidente, que baria convidado pa-
ra ocoupar o lugar de secretario ao cida-
dao tenente Jos Carlos de Almeida 3oa-
res, decl'-r u berta a -sessSo.
Foi lida e approvada sem debatea acta
da sessao ordinaria de 12 de Julho de
1889.
O cidadSo capitn Joaquim Innocenoio
Gomes, presidente da directora, obtendo
a palavra, communicou que no dia 20 do
mez prozimo fiado, reumrain-se no Prado
Pernambueano os directores dos tres pra-
das desta cidada, a nra de se designar o nu-
nspector eral da insiruccao publica, para exa
minar em francs, ioglez e antbmMtoa ao rae
or Pedro Cavalcante de Albuquerque, procedeu
honlem, as 11 horas do dia, na secretaria da
quelia reparticao. ao duo exame. sendo o exa-
minado approvado plenamwin*
Ht-; articao do corre*RosoWeu o Sr.
adnnnisiraiioi deesa repdiiicao, por portaras de
nootem. nomear agentes aos Srs. seguintes :
M ivss G mea-ves de Liim, de Leonoldiua, era
substituigao d- Antonio Tiloma- de Aquino. exo
nerado por ter residencia tr aaq-nella vina;
Amonio Domingos de Freitas, por nao ter aceito Julo Lucio de Fre tas ante
nrmente notne4o;
Luis Jos da &ilva 1 avaluante Filho da caiei
a ia Victoria", por ter pedido exonerago Jos
Espendiao Xivier de Lina, que exercia o lu
gar.
ervici. militar He-je superior do dia
ocididao capitn S Barreta, e faz a ronda de
visita om subalterno de cdvallaria.
O 2. balalbao dar a guarnicdo da cidade, o
offij 1.1I e o commandante da uarda de pal co.
que sera dada pela forca de ai tildara.
Foi coraraunicado :
Que o cidadao general goveroador despachou
houtem as se^ntntes |ieti jt-s das pracas do 2.a
de infamara : Particular 2 sargemo loao
Vasco Cabral Netto Como rqoer ; 2. ca
.Irte Joao da Costa Medeiros Si brindo lade-
ferido, em vista do aviso de 20 de Agosto de
1889 ; Pedro Rufino dos Santos Concedo > ;
e Jos Maria de Freitas Concedo por tres
mezes.
Que virda das ordras da Repartigao do Aju
dante-General. cuntida em officio n. 317 e 379
de 15 e 17 do correte, o 2.* batalhao de infan-
taria e destacamento de cavallaria remellara,
este certido dos us-*entamentos do anspecada
Vicente Ferreira da Costa Ventora e soldado Fe
lism no Rodrigues laurindo. que licaram per
tenc-n lo ao 1. regimenra da referida arma ; e
aquelie a do cornete ro Martmiao Joaquim de
Santa Anna, actualmente incluido no 13* da
mesma arma.
Que era vista do qoe foi determinado em por-
tara do Ministerio aa. Guerra-, de 3. publicada
em ordem do dia da Reparticao do Ajudante-
Geueral, n. 20 de 9 do correte, sejain. exeloi
dos de addidos a est^ quartel general os cida
iaos capitao Antonio Ignacio de Albuquerque
Xavier e alferes Antonio Valerio dos Santos Ne-
ves, ambos do 2.a de inf mtaria.
Alistaraui se romo volunt rios 15 paisanos.
Desfalque do Telegrapbo -Pelo mi-
uiil 11 da fazenda foi ding do ao da justica o se
guite aviso, em 20 de Janeiro:
> 0 depoimeoto feito pelo Bardo de Campane
ma peranie o Dr. chefe de polica, no dia 18 do
correte mez, acerca da sua responsabilidadeno
desfalque encontrado na repartido dos telegra
phos. coDtem uma derUracao em parte deficien-
te e em parte inexacta em reiicao. an despacho
deste ministerio era requei iraento do mesmo ba-
r&o
R^quereu e-te :
Io Que fosse encerrada a escriprraco da
directora geral dos telegrapbos. ate o dia em
que eve coi neg a administra cao interina do Sr.
1 tenente Jos Augusto Vinbaes ;-
-' 2" Que lhe fosse concedido o praso de um
anno para pi e-taco de suas ratas.
Quer o Ia qner o 2 itera constituem fados
reculados pelo pro-esso normal da tomada de
conta di s responsaveis e que nao convinba alte-
rar, abriodo-M uma excepeo era favor do pe-
ticionario.
, concessio do praso de um anno, especial-
mente, era de todo o.pomo inconveniente, o
pedido importara daratftadoresponsavel a con-
flssao tacita na lmpoastMtiiisde-Beprestar as suas
coutas logo que a adniinisUsoaocnteadease de-
ex-gi.. uma corametnoraco da ordem qu.- elle
reahzava, tendo cometo precisamente a 1 hora
da larde, cotnassistemia 10 governaior, seu .se-
cretario e ajudante. cnsules de Portugal, da
Siena e do Pe; deserabargadorevlentes da
Faculdade, advogado-, coramerciantei, artistas,
professores, autoridades civis e multares e al-
guias familias.
Ab-io a sessao o conselheirc Dr. Joao Jos
finio Jinior cora um notavel discurso acerca da
libercac&o de Pernarabuco do dominio hollandez
e da fundacao da so ied ide.
Era seguida o 1 secretario D-. Regoeira Cos-
ta, fazendo um minucioso rektono eheio de re-
flexOes soDre o movim. nto liiterario, adramistra-
tivo e econmico do Instituto, fechou-o com a
apreciaco critica de todas as ofirtaa a este fei-
tas durante o anno acadmico: prximo lindo.
Teve entao a palavra o orador do Instituto
0 D*. Maximiuno Machado em seu discurso
desenvolveu estas duas meses, que a Pernarabu-
co se deve a ioiegridade nacional, 2a a su-
perioridade da raca latina sobre as ragas infe-
r tres, terminando com a comicerao agao dot
socios fallec los 00 anno social.
Fallaram tambera seguidamente os oradores
do Gabinete Porluguez de Leitura, do cnnselho
superior da Propag-dora da Instrucgo Publica,
do C30selho director da mesma Propagadora na
paroehia da Boa Visti, e do corno docente da
Escola N rraal a cargo da mesma associaco,
da Associago Medico Pharraaceuiic.a, do Con-
gresso Instructivo Pernarabucano e po- ultimo o
acadmico Sergio Lnreto.
Fez as hunras da fes.a uma guarda do 14 ba-
talhaf. de infantaria, dando a fartaieza du Brua
nma salva de 21 tiros.
A' noite os salees do Instituto, brilbantementa
illuraioados, foratn visitados por grande numere
de familias e cidados de todas as classes, to-
cando durante essa visita a msica do Arsenal
de Guerra diversas pecas do seu-repertorio.
Oa portasoese* do Brasil -A c raviti
das director as de algumas sociedades portu-
guezas, no Rio de Janeiro reunio-se na sede da
Caixa de Soccorros D. Pedro V grande numero
de directoras de outras sociedades da mesma
nacionalidade e compatriotas pertencenle8 ao
comraercio. industria e lavoura sendo acclt-
mado presidente da asaembia o Sr. Wenceslao
de Souza Gutmariies, que coovidoa para a mesa
os presidentes da Socedade Portugueza de Be-
neficencia, Ca xa de Soccorras D PedoV.'Ly-
co Lilterario Portuguej, Retiro Littcrario. Por-
tuguez e algn ( represeoian.es de outras socie-
dades.
O Sf Dr. Figueiredo de Magalhes propo qut
se eu.'i-.sse ao presidente do couselho de inini-
tros le Portugal um tvlegrararaa declarando qua
a colonia portugueza do Rio ie Janeiro applau-
dia o procedimeuio do governo e povo portngusz
e eslava a seu lado para desaffrontar a honra na-
cional, propondo tambera que oa portuguezei
evitassem, quanto possivel, transaegoes coramer-
ciaes rom a.- casas ioglezas
Eniraram no debate os Srs. Seabra, Guilhernn
de Oliveira Real, Cerqueira e Gomes .Brandad,
e por fim foram pprovadas unnimemente as
duas propostas.
O Sr. Cerqu. ira propoz um votoae. profunda
gratidao impreosa-brazileira, pela, maueira
carinhosa por que tem tratado tao meliodroit
assumpto, sendo esta proposta calorosamente
applaudida
Por proposta do Sr. Baldnmero, foi inserida
na acta dos trabalhos um voto de louvor colo-
nia portugueza da capital de S Paulo, pelo ee
patritico procedimeoto nesta emergencia.
Tambera por ini ativa do Sr.J)r. Figuoiredo
de Magalhes fi ou con-tiuida nmacommisss
permanente, de vigilancia, sob a presidencia
effectiva do Sr. Wenceslao de Souza GuiraarM
e honoraria do Sr. conselheiro Leonardo Caetaa*








Diario de Peruambuco-Quarta-feira 29 de Janeiro de i89d

*.

*!m

em
iH-
ro
se
de Araoio e autorisada a procede!" como sea
plriolisUM axnselnar e as circumstancias exi
girem, manifestando os presentes a vontade de
tntrarem de pronpto com as quantias que anas
poses permittiam. Mas o presidente da reunio
declarou que 3e se tornasse necessnria a
nerosa contribuirlo, elle a communlcaria
tempo. ;
O telegramma enviado o segrate :
Presidente do '.onselho de ministros.-L.-
Iioa.As sociedades portuguesas, reunidas boje
em sesso solemne, resolveram ^xpressar os
seos sentimentos de fraternal rarinho e que era
todas as emergencias da patria os portugueses
do Braiil estaro seoipre e inco.dicionalmente
ao lado do povo e da alma portugueza. Wen
ceslo Souza Guimaraes, presidente do Cent"
Executivo Patritico.
Em S. Paulo igualmente no dio 19 real.sou _
no Real Club a seguoda reuni&o popular da co
lonia portugueza codo enorme concurrencia, de-
clarando o Sr. Eduardo Salamonde, secretirio
da coramisso execuliva, aberta a tubscripeo
dos donativos por inteiro ou por c.ntribuicOes
menaes.
Como prova de reconbecimento Franca pela
sua atttude na queslao de Portugal com a In-
glaterra, o Vifconde de S. Joaquim, sabendo que
eftava present o Sr. Charles Morel, redactor da
toile Su Sud, convidou-o a tomar parte 003 Ira-
balhos, oceupando lugar na mesa.
A subscripeo produsio em ara quarlo de hora
*):000000, sendo de 8:000*000 a sommi Jas
eon'riouices mensaes : a subscripcao continua
aberta.
I-iscreveram se mais voluntaos, tendo sido
Horneado instructor o Sr. Lucio Gancalve?, de-
vendo os exercicios comecar no memo dia 19.
O Viscoade de S. Joaquim e o Sr. Domingos
Jos Coelbo da Silva declararan) que acompa
nhariam os voluntario? a Portugal, caso estes
atlinjam ao numero de quinhentos e tendo sido
O Yisconde entusisticamente victoriado. Ha
yerdadeiro delirio na colonia.
Fealn do Poco--Na distribuicao dos en-
carregados das novenas, cabe a de hoje aos em
pregados da companbia de Caxaog.
Dizem nos que estes nao tara peupado esfor-
eos para se salirem bem dessa commissne ; e
procuram ejecutar r novena com apparato tan
to nes actos religiosos, como nos profanos
A gerencia da companhia expedir trens ex
raordinarios, se a concurrenciu o exigir,
tiiiao de cortar cabello*O de Pita
k C ra da Imatratriz n. 9 acaba de passr
por transformages em seu todo ; vestio novas
roupas est mesmo catita, convidando que nel-
!e os queixos e as canecas se vo rejuveaescer.
subdelegada de Manto Antn-o -
Nessa subdelegacia acbam se em deposito, para
serem procurados pelos respectivos lonas, duas
camisas brancas com as marcas Antonio Marques
d'Amorim e A. M. A. e um palilot de brim bran-
30 sera marca, apprenhendidos a gatunos ; bem
como um caixao e um sacco deixados pelo ga-
nbudor Theodoro Al ves da Silva por haver-se
perdido do dono, a cojo servico ia na conduc
|lo.
egresa*Recolhe-se ao Estado do Para,
londe viera a t-ste em visita familia de sua
Exma Sra., o Dr. Gemido de Souza Paes de Au-
drade coja visita agradecen', Jciejando Ihe
feliz viagem. '
Pao d'AiiioDissa comarca nos aoticiam
o seguinte :
Teve lugar, como foi annunciado, a possedo
di-ectorio republicano desta comarca, no doroin:
go, 86 do cadente mez, urna hora da tarde.
Procedeodose a respectiva eleico, deu o
seuioles resultado:
Presidente- Coroael Francisco Vidal Aranha
Montenegro.
Vice prndenleMajor Sebastio Antonio
do Rogo Cavalcante.
1 SecretarioFeliciano Eleuterio doHcri
unte Brazileiro.
2- Secretario-Pedro de Alcntara di Silva
Coulinho.
Representante-Jos Antonio Cezardc Vas
xmcellos Jnior.
< ThesoureiroCapitao Joaqaim Correia de
Iranio Vasconrellos.
Foi nompnda urna commissao pera tonfec-
tiooar o resp-itivo nj,uluicntp, compota d seguiuip ci.'. .1,1,: :
Tenente coronel Jos Francisco Pinheiro Ra
mos. Jos.'' Antonio Cezar de Vasconrello Jnnior
9 Jos Francisco de Albuquerque Pimentel
A caca do leopardo -A librara Quintas
teve a officiosidnde de offrrecer nos um tame
dessa obra de yuinlino de Oliveira.
Recommendamo8 a sua leilura que rauilo inte
ressa pelo assumpto da ebraPortugal e a In
hierra perante o trauco de eseravos.
' FacadaNa usina Trapiche, m t Tino de
Serinhem, e no dia 16 do torrente, Jos Venan
ao ferio gravemente com urna lacada a M-raoW
Antonio do Nascimento, sendo preso em fli
rante.
Aaaaaainato -No povoado Propnedade do
termo de Rio Formoso, e no da 15 do corrente,
Jos Alves Feitosa assassinou com om tiro de
Jistola a Flix Jos de Sant'Anna ; evadindo se
epois do enme.
CriminosoFoi preso e recolhido a ca-a
de deteuco o reo Jonqnim Rento da Paixao Me
derros, pronunciado no artigo 201 do co ligo cri
minal
Circulo Catbollco do BecWe Hoje
as 8 horas da noite e dc ra do Visconde ce
Ouro Branco n. 37, primeiro andar, (enliga Au
rora) installar se-ba a aula de inglez de que re
eocarregou o Sr. Dr. Mallet. s pessoas que
matricularan] se. podem pois all apresentarse
C0MMERC10

Revista do Mercado
Rtemt, 28 ]>K JANEIRO DB 18L0.
Mouve algum movimen'.o nos mercidos de
cambio e de algodlo, mantendo se os outros pa-
ndos.
?' .
f >olsa
VfA<;5S8 OFFICIAES DA JONTA DOS COK
RETOBES
Cambio sobre Para, 13 d/v. com 3/8 0,0 de
des^nto.
Cambio sobre Londres. 90 d/v. Si l/i d. p:-r lf,
do bance.
Recte, 28 Janeiro d* 18:0
u presidente.
Antonio Leona do Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
___
Caiaahio
PBAfA DO BECIFB
O mercado abri firme a 24 i/4 banc ino, rea
tizando o London algomas iransacces a esta
taxa.
Ao rucio dia houve slgnal de fraqueza c aiguns
dos bancos pediram 24 178 al 24, sem acharem
tomadores.
O mercado fecbou calmo a 24 1.4 bancario.
Em papel particular constou algumas-4ransac-
cOes a 24 /2 e 24 7/16.
PBACA DO BIO DE J NEIHO
Taxa bancada geral 24 1/4, exigioflo o.- toma-
dores 24 3/.
Papel particular foi passado 1/8.
Alsodo
Houve vendas do de 1* sortc do sei lao aos pre-
eos de 7*100 e 74200 para o de inJher quali-
dade. fechando o mercado em pos cao duvidosi.
A exporttcSo feta iMla alfandega n^ste rae* at
o dia 24, cou.-tou de 469 '.'55 kilos, seudo 3 S 429
paa o exterior, e 154 5:6 para o interior.
as entrada" verUJea^ at>'' a tala drli j,> .so
aera a 16.815 ceas, -e>.do por:
B.rcacaa. I 739 Sa..:..,
Vipores 4"0
V -'inaes ... i 8i
V ft-fatreaQ* Oaruaro- '27
V j-ferrea de S. Franca ..-. 1831
V i-ferea deLimotii .003
Uirecto-la das obra* flecsasert
do do* porto* de Peroanabpco Re/i
fe, 17 d s Janeiro de 189JJr
Boletim meteorolgico
lloras ** t ^metroaj^ 0.
e* 33
6 m. 25,9 739-36 1904 76
M-.i 760-12 20,28 67
12 29,6 759-85 20,77 67
3 t. 29.4 :38-19 21,28 69
6 28\7 T58-4 21,23 72
Temperatura mxima30,"23.
Dita mnima 23/25.
Evaporacao em 24 horas : -orabra5,-3.
Chuva- milla.
Direccao do vento : E durante todo o dia.
Velocidade media do veuio2,-68 por se-
cundo.
Nebulosidade media0,-29.
Boletim do porto
Leude* Effectuar-se-hao os feguiotes :
Hoje :
Pefo agente Pinto, as 11 horas, ra do Bom
J sus n. 45, de moves austriacot. loucas e miu-
dezas.
Pelo agente Brit'o, as 10 1/2 horas, a ra do
Barao de S. Borja n. 3. de movis, loucas, etc.
Pelo agente Stepplc, s 11 horas, na 'amara
Municipal de Olinda, di um sobrado e dividas
Pelo agente Martins, s i01/2 horas, ra das
TriDcheiras n. 19. de movis e loucas.
lasa* fnebre*Serao celebradas :
Amarilis : '
A's 8 horas, as matrizes da Boa Vista e de. S
Pedro em Olinda, pela alma de D. Aona da Silva
Ferreira ; s 7 horas, na igreja do Bom Fim, pela
alma de Manoel Figneira de Menr-zes.
Pa**ageiroaChegados do sul no vapor
a menea no Finance :
Abilio Sorgos, Miguel A Mendes Jacob Mius
sor, George Elias. Alvaro Vianna, Manoel Torres,
Jos G. da Cunha Silva, Joao Porfirio Machado,
Dr. M. Luiz da Veiga. Joao Carlos Muller, sua
senhora e ura menor, Joao Pedro dos Santos i
Manoel Rodrigues da Costa.
Cauta de neirncauMivuoento nos pr
os da Casa de Detencao do Recife do Estadr
ie Pernambuco, em 27 de Janeiio I8S0.
Bxistiam 531 entraram 39; sahiram 20; exif
em 570.
a gaber '
Nacionaes 530 ; mulher^- 34 ; estrangeiros 6 ;
-Total 570.
Arracoados 423
Bons 392
Doentes 23.
Loucos 6.
Loucas 4.
-Total 423.
Movimento oa enfer.iiana
Teve baixa :
Manoel Jos d-, Santa Anna (m -n ir).
Tiveram alta :
Manoel Demetrio da Paixao
Roberto Alves de Souza.
Hospital Pedro fl O rr.ovime.nto de-"
stabelecimento decaridade, no dia 27 de Ja
q iro foi o 8eguinte:
Entraram
Sabiram 20
Fclleceram J
Exiatem 419
Corare visitadas as respectivas enfermara'
e'08 Drs.
Moscoso s 8 1/4.
Barros Sooriaiio s 6 1/2.
Berardo s II.
Malaquiat 10 i/2.
Estevao Cavacanu- 9 1/4.
Simoes Barbosa s 9 3,4
Nao compareceram os Drs. :
Pontaal.
Cysneiro.
" cirurgio dentist Numa Pompiiio s 8 bo-
ras.
pharrnaceutico eniroc as 8 1,4 da inann.i *
aio *s 5 1/2 horas da tarde.
O ajudante do pharmaceutico entrou a 7 114
.no s 2 da tarde.
Lotera do ram-rar- A 6* parte, di
14' lotera, cujo premio raoue de 60:000.'
ser extraida hoje. 29 W Janeiro.
A 8- parte u i* lotera dessa provincia.
;ujo premio grand* i de 250:000*, ser extrabi
ia no dia de corrente.
A 4* parte U> 33* lotera, dessa provincia
;ujo premio grande i20:0000>>0, era extrat i
la no dia .. de Janeiro.
Lotera da corte A 1' pirle da 254* loo-
ia, cujo premio maior de 10:0t) irahida no dia 31 de Fevereiro.
Ceaalterlo Publico Obituario do da 27
de Janeiro.
EmilioLeopoldino de Mel oNt v>s, Pernambu
co, 26 anuos, casado, Afigados; tubrculos
pulmonares.
Isabel, Pernambuco, 13 annos, Graca ; caihar
ro sufflelente.
Joaona Pereira dos Santos, Pernambuco, 23
anuos, casada, Santo Antonio ; mielite.
Francisco Vicente Ferreira, Pcrnambuco, 15
annos, S. Jjs ; uremia.
Amelia, Pernambuco, 16 mezes, Gmca ; dea-
tico.
Isabel, Pernambuco, g dias, Boa Vista: gastro
entente.
Sebastiana, Pernambuco. horas, G ac.
Franciseo Bernardo f.e M-llo, eriambuo, 4''
annos, casado Boa Vista : ulcera gangrenosa.
Paulino Manoel da- chagas, Pernambuco, 25
annos, solteiro, Boa Vista; ttano espontaneo.
uvenal Fortunato la Fonseca, Pernambuco, 20
annos, solteiro, Bo Vista ; pneumona.
Malina Marii da Conceicaj, Parahyb.i, 40 an-
nos, solteiro, Boa Vista; peitonite sep'ica.
Maria Pernambuco, 1 dia, S. Jos ; iuvUbili-
dade.
Maria Pernambuco, 3 mezes, Boa-Vista. ;
eclampsia.
Manoel, Pernambuco, 2 das, Boa Vista ; in
viabilidade.
SPORT
laucar
)c precos pajro.i ao agruullor, por 15 kilos, se-
.undoa Associav'o (ioiuiuerciui Agrcola, foraui
s epuintes:
smas..... 4*000 a 4*500
tranco..... 35t)0 a 400
3 .menos..... 2/630 a 2/7^
Miscavado purgado *600 a 14700
;,utos ... I** a 1*700
I ame..... f'Wi l#tu
\ exportacao, feita pela alfandega neste mez at
j dia24,3Ubiu a 12 748 322 kilos, sendo 2.427.023
i rao exterior e 10.3 l.29 para o interior.
As entradas verific-u'?.s al a data de hoje, so-
oem a 177.466 caceos seodo por:
urcacaa, (8.8:8 daccos
'aporea..... 520
.nimaes. 10.421
Via-ferrea de Caruar. 8 864
.'ia-ferrea de S. Francisco 74 539
'ia-terrea do Limoeiro ,.42i8
Somrua.
f,* 466 Sicccr,
Soiuilla.
16 815 Jad*.
Coairo
Couros salgados 50 ris, e res.
- *_
%eu:trdeDte
Cola-s a 100*000, por pipa de 480 litros.
4lcool
C ta-se a 1901000 por pipa de -0 titros.
Sel
CoU-ae a 35*000 por pipa dc 4S0 litros.
anta da Alfandega
SIMAN* CI 27 o Jxnhiko a 1 di: fbvirbiro
OB 18.0
Vide o Diarto de 36 J uiciro
navios descarga
Barca noruegueoe Pusnas, carvc.
Barca allem Scatia*, varios gea?ros.
Barc allem Rkea, carvo.
HaTa noruegueose CoHevtor, carvo.
Barca poitogueta NovoSitencio, varios gneros.
Barca nacional Marian*inha, Vsrioa genrros.
Barca noruegueose Dron*inQ Louise, carvo.
Brigue italiano ImmicotUa Cuacezwtu, varios
tenero.
Ongoeporugui Boa S/tte, varios gneros.
Escuna ooruteueose Gefione; virque.
Lugar allemao Harold, varios gneros.
Lugar portugus Afana, varios seeros.
Lugar allemao Marie Stah. carvo.
Losar a uericaoo Trances, farinha de trigo,
'-jar ingle Votador. vriss gene-os.
Patacho no tandea dora, xarque ,
Efcum. allerni Fruz, xarque.
'aticoo nacional Imduttrial, varo jaeros.
Patacho niCJooal Martnno 2^, vrroi gneros.
Patacho ingles BtUa Ro$a, b: calbo.
Foram suspensos pela directora AoDfrty Club
os jockess Alfredo de Freitas e Luis de Frang,
por 30 das ; este por liaver embaracado a cor
rida do cavallo Colosso com o Marangu'pe era
que montava; e aqu-rile por baver le--obede.cido
s ord^ns estabelecidatquerendo escepar com o
Mignon

PeL; mesma directora foi considerado distan
ciado o animal Maranguape na ultima corrida do
Prado di Estanaa.
Em consequencia dessa Jeberaco paasa o
1. premio a ser auferido pelo Colosso e o: outros
dous pelos que cheganm na ordem immedia
mente anterior ao mesmo Colosto.

Sport Federal
A Companhia Nacional de Constru* cao vai s-
Ubelecer n'u n dos bairros di capital federal,
cora facis meos de enduo^o, um es'ab leci
ment com aquella denomi iao, com salo
apropriado e todos os instrumentos ne^es?anos
para o tiro ao alvo e ejercicios de esgrima ;
apparelhos de gymnastia, b Ibares, restaurant,
sal6es para baile, palestra, etc., Isla para cor
ridas a p, a veLcipcde e todo quanto nque
rido para jogos alhleticos e olynpiso,, final
mente om agradavel ponto de reunio, onde
diariamente hatera di vert :neutos e exercicios.
Tambera far parte des-es live.rtimentos a
grande festa patriticaTiro Federali? cuja
direcgo se incumbe o cidado Dr. Ennes de
Souza.
Para os socios que se inscreverara e pagaram
at 5 do corrente, a contribuigo foi de 12 m'n
saudades de 51 oa 50* de urna e vez, eo do
bro para os que se inscrevenm posteriormente.

Os arrendatarios do Prado Pelotease consli
tuiram-se em sociedade eob a Jenominaco Derby
Club Pelotense.
Foram approvados os estatutoseoodi| corridas talhados pelo do Jockey Club do Rio de
Janeiro.

Ficou hoatera eonstituida a nova sociedade
Tuif Club, sendo eleita a seguinte directora :
Presidente, Dr. Joao de Fisueiredo Richi;
vice pre3idente. Jos Manoel Navarro< 1. se-
creiario, J i? Pinio Cerqueira; 2." secretarlo
Francisco Jos Calraon da Gama; ih-soureiro.
Manoel Fernandes Guimaraes.
DirectoresAr.lonio da Silveira Serpa, Jem
nymo de Araujo Teixei a, Jjaquim Jo- Tavaies,
J'a(uira Duarlc do Nascimento, Joo i arlos d<-
Olive;ra, c exarotiel Caodido Alves da Silva.
Cuos'lho fiscal-Thomaz" da Costa Ribello.
major Modesto Beujarai.. Luiz de Vasconcell is.
Francisco Manoel da Silva Araujo, Mano-l Jos
de Pov a Juoior e Joo Bernardo Lobato i'-reira
A sociedade oi constituida com o capital de
100:000^000.

Tic Tac vai entrar em preparo para o Grande
Premio do Hippodromo GaanaDara' que segindo
nos consta, se reatisara nos primeiros das de
Marco viudouro.

Minador, comprado ha dias pelo Sr. Artbui
Mendes, Ibi victim. an e-hontem no ?eo box, n
ocheira Moreaud, de uno accidentt? qot! Trae'.u
rou ihe o fmur da mao d n ila.
Sen lo mal irremediavel, Mirsador teve que
ser inorto pela acfi.io de ura toxico.
E assira acaba ura here. I
*
lippodromo do ampo Sraade
Eocerrou se anlebonteiu a taaanpfao para a
corrida que develer lugar no dia 2 de Feveseiro
prximo.
Os pareos ficaram assim organisaiies :
! pareo Ensato 80J metros Talfcpher, Vil
lage, Despota. Tyranno. Royal c Barbalo.
2J pareo Ziaprens i-900 metros.Boa Vista.
Bonaparte Caubv, M 3* pareo Derty C/u6-1609 metros.Flumi
nense, Gallileu e Favorita.
4o pareoPrado Pernambucano 830 metros.
Templar, Ai umary. Flautista, Delegado, Vinga
dor e Piramon. i'
6o pareoIncentivo -800 metros-Rame, Ura
no II, Fidalgo, Colosso, Telegramma, Piuto e
Porto Alegre.
Nao tendo sido possivel effectoar a formacao
lanportacSo
Vapor americano Finance, entrado dos partos
ilo sul em 28 e consignado a II. Forster C,
manifestou :
Carga do Rio de Janeiro
Caf 165 saceos a Soares de Amaral Iraos.
60 a Pinto & Ribeiro. 130 a Souza Basto. Amo-
rim C, 323 a Domingos Cruz & C, t30 a Mi
nol dos Santo* raojo, 63 a Arauo Castro &
C 175 a Figuc.redo Josta 4 C, 60 a Carvalho
* '., 60 a Dom.ngos Ferreira da Silva & C, 60
a Ferreira Barros 4 C, 6 0a Paiva Valente 4
C, 20' a Antonio R idrigues da ''osla C 163
a loaquira Ferreira de larvalho 4 G, 53 a Fer-
reira Rodrigues C, 14 a Paulo Jos Alves
4 C.
Cogntc 10 caxas ordem.
Colla 5 saceos a J laqom da Silva 4 C
Fumo 10 voluraes a Paiva Vlente 4 C, 72 a
Atevedo 4 C, 1 a lanoel Antonio Pereira, 11
ordera 71 a Alrn-idj Machado C.,1 a Joaquim
T. Carneiro, 2a D mingos Joaquim ave;
Flandres 1 caixa a Andrade Lipes 4 C.
Merca lorias d. versas I cauca a And/de Lopes
iC.
P-, nnn de algo !) 39 farlos a Rodrigues Lima
4 C 10 a M ehado 4 Pen ira 10 a Francisco
Ribeiro Pinto Guimaraes C, 30 ordem.
Trigo 500 saceos a Fraga Rocha C.
Sardiubas 20 caixas a Fernandes da Cosa
4 t\
Viobo 2 pipas e 10 barris a A. Doarte Simoer.
2 e 254 or Jera, I e i6 a os Rodrigues 4 C,
5 e 87 a Duiaiiogos Cruz 4 C, 1 e 31 a Pereira
de Carvlho-* :., 1 e 51 a Domingos Gomes, 15
a Das Feroandes *C, 20 a Neves Pedroza &
C, 36 a Lopes de Magalhes 4 C, 23 a Doiuin
gos Ferreira da Silva i C, 13 a Guimaraes R >
cha C, 5 a Gui jiaraes 4 Valente, 39 a Ara ojo
Castro 4 C.
Xarque 571 fardos ordem, 800 a Maia V
Rczeade, 91 a Costa 4 Medeiros 302 a Pereira
Carneiro 4 C.
Carga da Baha
Fumo 2 caixas a R. de Druzina.
Panno de algodo 25 fardos a 6'oncalves Cu
nba 4 C, 30 a Guerra. Fernandes 4 C, 30 a
Albino Araorira 4 C 20 a Alves dg. Brillo y
C, 15 a Joaquim Agostinho 4 C.
Exportacao
asura, 25 Da janbuo de 18S0
Para o exterior
... No 'ngar portuguei Maria, pra Lisbo?,
carregiraiii:
D. Ferreira da Silva C, 1 barrica com 30
kilos de assucar branco, 1 dita com 30 ditos de
caf, 1 caixa com 200 charutos e 1 dita com 500
cigarros.
fura o mter'or
No vapor nacional rlindo, para Bio de
Janeiro, carrcgaranj :
l Borges, 30> saceos com 18,000 kilos de
assucar branco e 32 ditos com 1,920 ditos da dito
manca vado.
do 5" pareo por terem sido inscriptos cinco ani-
maes d dous nicos propietarios, resolveu a
directora subs'iluil o, brindo a inscripeo hoje
as 3 haias da larde para um supplemeutar de
1.10".' metros -animaes de Pernambuco, que nao
teiiharu ganbo em distancia maior de ISl'O me
tros no3 prados do Recife.
CHROHICA JDDIC1AR1A
Tribunal da Relaco
SESSO ORDINARIA EM 28 DE JANEI-
RO DE 1890
'RESIDENCIA DO CIDADAO OESEUBAROADOB
(UINTINO DE M1BANDA
Secretario, o cidado Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costurae, presentes os cidados
debembargadores em numero legal, foi aberta a
sesso depois de Irda e approvada a acta da an-
t jeedente.
Distribuidos e passados os feitos deram-se
is seguintcs
JDLGAMENTOS
Recursos enmes
De Par.etlas Recurrente o juizo, recor ido
Joao Horae.io de Macedo. Relator o desembar
gador Pires Ferreira Negou-se provimento,
unnimemente.
De Panellas Recurrente o juizo, recorrida
Luiza Urabel na Bezerra Marques. Relator o
d-sembargador Monteiro de Andrade. Negou
se jrovimeuto, unnimemente.
Do Recife Recorrt nte Manoel dos Prazeres
Pe eir de Oliveira, recorrido o juizo. Relator
o desembargador Oliveira Andrade. -Negou-se
provimento, unnimemente.
Aggravo3 de petico
Do Recite Augravante Luiz deP^ula Lopes,
aigravado P. H. Tuner.nann. Relaior o desem
bargador Pires Goncalves. Adjuntos os desem
bargadores Alves Ribeiro e Oliveira Andrade.
Negou se provimento, contra o voto do desem-
bargador Alves Ribeiro, em parte.
Do Recife. Agravantes Luiz Goncalves da
Sdva 4 Pinto, aggravado L-wu H'ruann. Ro-
lator o desembargador Oliveira Andrade. Art
juntos os desembargadores Alraei la Santos e
Silva Reg. Neaou-se provimento ao aggravo
de Luiz Goncalves da Sil a Pino e deu-se
protlmenio ao de Jos di Silva Liyo, unnime-
mente. .
Do Recife Aggravante Gratuliauo dos Santos
Vital, aggravado Joo G.ncj'lves oe Souza Bei
rao. Relator o desembargador Alves Ribeiro.
Adjuntos os desembargadores Oliveira Andrade
e Monteiro de Andrade Negou se provirae lo,
unnimemente.
PA8SAQENS
Do desembargador Delflno avalcante ao des'
embargador Pires Ferreira :
Appellago civel
Do Recife piieliautes alaria Francisca no-
Anjos Curado e Hemek-rio Vidal de N.-grciros
apellados os meamos. ,
Ao desembargador Monleiro de Andrade :
Appellac.ot'8 criraies
Da Parahyba Appellante o juizo, appeados
Blvski Fran-isco dos Santo* e oniro.
O desembargador Pires Goncalves,.corno pro
motor da justica e procurador da fazenda deu
parecer nos seguintes feitos :
Aiipellajoes crimes
Dc Pedias de Fotro Appellante o juizo, ap
pellada Prudencia Ferreira de Lima.
Do U;eife Appellante Aitoino Leandro Ra
raos, ai'peliada a Justina.
Oo Recife -Aiipellaiite o juizo, appellado v
conie de Assis Tavares.
De Agua Preta Appellante o juizo, appellado
Liur-iutino Jos dos Santos
Do Cabo Appellaule o juizo, appsliailo M-
noel Serid .
De Mana G-ande-Appellante o juizo, appel-
lado Fiaiicico Jos do Araujo.
Da Princeza Appellante Antonio Altea dos
Stotoe. appeada a jusiifa.
jTrompho Appel-anteo juizo, appellado
M noel Vicmte 'la Cruz.
Appellaco civel
De Camaragibe AppellaatesJos Ignacio Pin
lo e outro, appellado Manoel Ba ilio da Silva.
Do desembargador Alvas Ribeiro ao desem
bargador Tavares de Vaseoucellos :
Appellaco crime
D Tiiub^iba Appelaute i promotor pui.li-
;t>, apjiellaio Jos Lanlo di Sdva Mirrocos.
Appellaeo civel
De Palmares Appellante D. Anua Rita Ca
va'.caiite de Albuquerque, appellado Manoel de
H i' Qjeir- Barros.
Do desembargador Tavares de Vasconcellos
,io desembargador Oliveira Andrade :
Appellaco crime
Do Rio FormosoAppellaule o juizo, apuclla
do Leandro Fulippe.
Do desembargador Oliveira Andrade ao des-
mbargador Silva Reg :
Appellaces crimes
Da Parahyba Appellante o juizo, appellado
Salustiuo Luiz de Franca.
D Souza Appellantes o mizo e Mura Deljia
do Nascimento, appellados Feljuto Jos Pereira
e outro.
Do desembargador Alraeida Santos ao desem
bargador Deilino Cavalcanle : .
Appellages crimes
Do Porlo Calvo Appellan'e o juizo, appellado
Basilio Francisco du M.
Do Recife Appellaule Mauoel Joaquim da
Silva, appellada a juslica.
J H. Boxwell 230 saceos coui 13,000 kilos de
assncar braoco e 101 ditos com 6,000 ditos de
di lo masca vado.
No vapor francez V. de Pernambuco, para
Rjo de Jineiro, carregaram : ~r .
. H. Buile 4 C, 100 saceos cora 7,^96 kilos de
algodo.
Audrade Lipes 4 C, 121 saccas com 8,8?3
kilos de algodo.
Jos Carlos Marinbo, 2-9 saceos com Ib,140
kilos de assucar braaco e 31 ditos com 1,8:0
ditos de dito mafcavado.
ManoelAmorim,30 pipa3 cora 14,400 litros de
agurdente, 10 dilas com 4,800 ditos dc alcool,
4U0 saceos com 24.000 kilos de assucar branco e
104 ditos cora 8,040 ditos de dito mascavado.
Para Santos, carregou :
Anti uio V. de Barros, i 000 saceos com 60,000
kilos de assucar mascavado.
No vapor nacional Mandos, para Rio de la-
neiro, carregou :
A. Correia de Rezende, 6,00i cocos, fru"ta.
No vapor nacional Sergipe, para Baha,
carregou : ,,.,
M. r. Mar.juis, 100 barricas com 4 070 kilos
de assucar branco e 100 ditos cora 11.H0O ditos
d di o mascavado.
o vapor nacional Una. para Cear, carre-
gou :
A. Doruiugues da Silva, 1 volume com laman
eos.
No vapor nacional Esp>nto Santo, para
Marauho, eairegou ; .,,,.,
H. Otiveir.,, 50 saceos cora 13.000 kilos de
assucar branco.
Para Para, carregar. m :
Bailbolomeo-4 C. Successores 1) voluraes
com preparados medicinaos.
Na escuna noruegueose Gelton, \ ara Pelo
tas, carregaram:
Amuriui 110808 4 0., 430 volumes cora 42,500
kilos de assucar mascavado e i,i50 ditos com
t0,730 ditos de dito branco.
No patacho noruegens Listen, para Santos
carregaram :
S. Guimaraes 4 O, 400 saceos com 24 00
kilos de assucar branco e 1.000 ditos cora 60,000
ditos de dito mascavado.
t> Na barca portugueza Ncj Silencio, para
Rio de Janeiro, carregaram :
S. Guimaraes 4 C, 3'.I0 saceos com 30.000
kilos de assucar branco.
Nj biale D. Antonia, para Aracaty, carre-
goU :
J. Foerstenberg, 700 sacco 3 com farinBa de
mandioca.
Na barcaca Correio Parahgbano, para Mos-
.-Oi, carregou :
Arthur deLemos, 400 saceos com 24,000 kilos
de fejo.
Na barcaca Espadarte, para Parahyba, car-
regou .'
Arihur de Lemos, 400 saceos com 24,000 kilos
de feijo. .
iio hiate nacloool Gtnqmtg, para Natal,
carregou :
Joao Moraes, 1 barrica con 280 kilos de sso
car refinado.
DOJQENCUS
Com vista ao desembargador promotor da jus-
tica:
AppellacSes crimes
De Jaiooalo-Appellante Jos Toco, appellada
a justica.
De Garuar Appellaule o promotor publico,
appellado Manoel JoD Pereira.
De Tacarat Appellante o promotor publico,
appellado Jovino Pereira de S.
Encerrou-se a sessio s 2 1.4 horas da larde.
Publicares a pedido
Cmara de Olinda
Nao responderei a Ventas, porque e=tou infor-
mado que nao merece ioipuiaco o individuo,
que. se oceulta debaixo d'este pseudonymo ; se
uo enlendesse que devoao publico urna contes
taco formal do que diss aos seus escripios,
Ventas, referindo se a mim.
Em vinude de um contracto celebrado por mim
cora a Cmara Municipal de Olinda. par forca de
urna disposico leeal, tive vamenle levei a eETeito no lugar reconhrcido e
mais' apropriado, a juizo do director das obras
publicas e do medico designado pelo governo, o
cemiterio que existe hoje em Bebenbe.
Para essa ccsdtruccao rasblico e notonio, que
alm dos rneus esloreos e recursos, certo^que
obtive por meio de uoia subsiripgo para esse
lira a quantia de 33>.
Durante certo teuifio estive na administragiu
lo cemiterio, que pertence a irmandade de Nossa
Senhora da Cooceico de Beberibe, e do qual ra
eu administrador e por isso asseguro ao publico
que nunca recus :i oenterramento all de cadver
de peasoa pobre, a ex:epc) ric om enviado pele
subdelegado do Io distrito, dernittido bem do
serv-co publico, iioique pre.endeu que o eoter-
ramelo deia ser felu sem minha audiencia,
pretexiaodo ser publico o ceaiiterio, e dever se
u'elle sepultar se.n .itribuig-ao algnma todos o-
cadveres que apparecessem.
D'dhi onginou s- una redaraaco Cmara
que foi decidida de acardo Cum os direitos da
irmandide que eu defendi: (cando, d'urna vi-z,
firmn.aa verJale de que o cemiterio Ce Beberibe
pa'tieular.
A falsidade e c.Iu nnia de Ventas cao paten-
tes, porque era Beberibe todos sabem que lein
nido sepultados i.o icnileiio mencionado, cerca
de tresenlos cadveres u-oto que, lulvez s-
mente 30, mediante rei'ibuico.
subdelegddo do 2 disiricio Francisco Ja
nuarra, durante o lempo jue e.-t-"ve em exercicio.
nao passou atte-lado a'g.ra para enterra nenio
de cadveres de pes-( a que nao fosse misera
el.
Veritas tem d'i-ti, gcii ocia, e s por malevo-
lencia escreveu o contrario.
O que ea : ffintio fiel de verificar se, a vista
do iivro de r.-gitrii le i'bos, era poder do es-
crivu de paz di- B-tK-nb'.
Cora estas palav rus dttU Bjr linda a minha res
posta.
/ ucwno Eugenio de Mello.
4O0OO< XX XXiCX -X-XOt XOCOC VSXXX CCC^^< ''XXXXOjX- >xx>
Paraben* |
ao sincero amwe e distncH pro |
\ fessor publico Francisco Marques i
8 da Triudade por t,-r completado, |
S hoje, niais ama primavera.
I Recife, 28-1 90.
I L d) A' I
OCOC5i0001 O 500COC 5990 :XOC -^XlOO XXXXX
Cmara de Olinda
Sob esta episfraplie exhibi se no Diario de
boje o Sr. II. ibs'm. le indo de era modo des
commuii-l ao D:. Joo de ^-, que nao s s.- acha
ausente, li i cerca de 8 das, em viagem ao sul
do Estado, romo que neiihunM parte lera nos
rtigos publicados no l r-ial do Rec'fe contrae
me-ino Gibson. Sabi te pcrf^itaineuic a fonte
d'onde emanara laes .rii.iio*, ro.no o Dr. Joao
de ~ s-.ja incapaz p-.d rseu iraract. r franco, de
atacar, sob o anonyrao, a quera quer que seja.
p-otestauos era fuu ai gem descomedida do Sr. Gbson, em relafo
aquelle amigo.
O Sr. Giosen not. Ye o ;rilerio preciso, des-
culpe-nos, pira conlie->r a intriga dos que se
interesara era velo de I jti cora o Dr. Joo de
S, e pegou, coma qualu,uer meniao nexperien-
te, na cauda da raposa.
Nao ouca intrigas e esmere que, segundo nos
parece, o Dr Jjo de S, logo que volie, Ihe dar
resposla cabal.
Recife, 28 de Janeiro d 1890.
f'w amigo.
Dr. Silva Leal
clnica ubdico cihbgica
Consultorio e rcMdniU a rn3 do Livramnto
n. 6 i andar Coosu te8 das 11 s 3 horas da
tarde. Chamados a qoalquer hora, por e.-cripto
ReadliBralot pablicos
hkz dk cortrao
Al/'mlcija
Renda geral :
Do dia 2 a 27 697 804 11 (
dem de 2* 38 3174699
R. na provincial :
Do dia 2 a '1 133 800 313
dem dr 28 9:214i84
Soinran otal
736:131*810
14o.a84*t99
881:216*709
Seguoda a^tfto da Viraidega de. Pernambuco,
28 de Janeiro de I8S0
O thesourir., -FI.Tencio Domingues.
Ochefe see/;ft i -Cicero B. de Mello.
ReeeHedoria geral
Do dia 2 a 27 33 192*823
dem de 28 i.O>2j99j)
33:233*813
Reeehedorla provincial
Doaia2a27 t0}.755*735
dem de ii 2:849*333
108 60^093
R<-fc a?rslnge
Do .'a 2 a 27 3:Wl4fit
I lera de ;8 I 327 981
63304i8
Mercado nnn-c'pal de %. fase
') itoriraentc dest- mercado" lio da 27 de
Janeiro f d o seguinte :
Eolraram : *"
28 beis pesaud:, 3 903 kilos.
6)5 kilos de peixe a 20 reas 2*100
17 carga cora farinha a 200 r.*.. 31400
3 ditas de froctas d versas a 300 r=. 1/500
33 columnas a 600 rs. I9800
l escriptorio a 3C0 rs. 300
101 taba-lei.-os a .00 rs. 20*200
8'sainos a 200 rs. 1*600
oi compartimi'iiuis co d krinha a 300
| rs. 27 000
28 ditos de comidas a 300 rs. 14*000
99 ditos dc legumcs e fazemta9 a
-400 rs. 39*600
9wtos de Tiesuras a 600 rs. 5*400
I6losdesuin.-a700rs. 11*200
4 Compartiment.w de camaroes
a 200 rs. 800
33 talbos a 2* 66*00
210*700
Ren-limento de l a -;6 da .-..rrcnie 5:o79*680
5:790*380
Escola particular para me-
ninos
Joo Fraocisc > da Costa Fialho, alumno mes-
tre titulado pela SsCoia Normal deste Estado
seeniitic. aos pai- de familias que na ra de
Christovo Colomb n. 7 (antia travessa do
Lobato) a ham-se ab-rtas aa matriculas de sua
e cola, no dia 7 de Janeiro.
Precos commod-so
Ao commercio
Os abaixo assignades declaram que en 31 de
Dezembro prximo passado dissolverara, de com-
an-
Presos do dia:
Carne verde do 200 a 480 ris o kilo.
Carneiro de 640 a 800 idem. ,
Sumos de 560 a 600 ris idem.
Farinha de 560 a 600 ris a cuia.
Milho de 480 a 360 ris idem.
Feio de 930 a 14140 idem
Vapores a entrar
MEZ i E JANCIBO
Sul........... Aconcagua........
Europa....... Olinda..........
23
30

Mudanza de escriptorio
Miguel Jos de Alraeida Pernimbuco, procu-
rador dos feitos da fazenda deste Estado e adro-
gado, mudou o 8euesciiptorio para o 1.* andar
do predio n. 45. ra rio Imperador,.onde ser
cncon'rado ds 9 horas da raanh s 4 da tarde.
[ Cidadao ebefe de polica
Os moradores das runa da Aurora
Frrmosa e e.ircumviginhanca pedem-vos, a
bem da moralidade e respeito devido s
suas familias, que mandis recolber' ao
Asylo de Alienados uro desasisado, co-
nhecido por Macedo, que vaga por essas
ras a proferir as maiores obscenidades.
Esper^m de vossa justica ser attendi-
dos.
tuda e qualquer responsabilidade, continuando
cora o mesmo ramo de negocio e sob a mesma
firma o socio Augusto Frederico de Castro Me-
d iros, nico rcspoosavel pelo activo e passivo
da exlincla sociedade.
Re ife, 23 de Janeiro de 1890
Jos Maia Sobrinho.
Augusto F. de Castro Medeiros.

i '
i
m
Auxilios lavoura
Pereira Carneiro & C. coniinuam, autorisados
elo Banco do Brasil, conceder emprestimos
i lavoura das provincias de Pernambuco, Ala-
goas. Parahyba Rio Grande do Norte, mediante
as condicoes le que c< ir.teressados sero infor-
mados no eeoriplorio ra do Commercio n. 6
las 11 horas ta raann. s 2 da tarde.
Bronchitc aguda oa ehroalca
O Peitoral de Cambar o melbor rr-
oedio.
Ing-lez e Francez
Cursos ra da Aurora, n. 37, 2.
dar.
nstitution Francaise de De-
moiselles
Ra Baruo de Borja n. IO
AS ZULAS ABRIR SE 1IAO A 7 DE JANEIRO
A directora,
/. Alour.
Atten^ao
A comm'ssSo l;qdadora do espolio dc
Deodato Monteiro di C pede aos devedo-
res do mesmo espolio para pagaren ou
entender re com o seu representante na ci-
dade da Sacada o Sr. Joaquina da Silva
Costa, o mais breve possivel.
Recife, 14 de Janeiro de 1890.
ifaia & Rezende-
Machado Lopes & C.
Oliveira Basto & C.
v-
COLLEGIO
De i S. da Penha n. 37,2o andar
BA DA AURORA
Sob a direccao de Angos-
ta Carneiro
Os trabalhos 1-ctivos desie establecimen'-O
de i strucio primaria e secundaria, para o
i xo feminino, principiaro a 7 de Janeiro


-
Vapore a sahir
MEZ DE JANEIRO
New-York.... Finance .......... 29 as 4 h.
BiNCO SIL AMERICANO
Capital 20.000:OOO$O0(>
ESTE BANCO FUNCCIONA
A
3-Rna do Commercio3
Oesconta letras e coritas assignadas.
Adiana dinheiro sobre caugSo de ttulos
e mercadorias e abre con tas correntes com
garanta dos uesmos efTeitos.
Recebe em depsito ttulos e valores.
Faz movimento de fundos de preca
praga e concede cartas de crdito, abono e
lianca. ,
Paga cm conta corrente de movimento

3 % ao ann-
ou
por
Recebe dinheiro a prazo fixo
aviso a juro convenciooado.
E faz outras operac3es ban carias.
Banco Sul Americano
38-RUADO C0MMERCI0-38
Saca por todos os vapores sobre o Ban-
co de Portugual em Lieboa, Porto e o 'ra
localidades do mesmo Reino.
Uoviincnto do porto
Navios entrv.dos no dia 28
Santos e escala10 dios vapor americano Fi-
nance, de 1919 toneladas, commandante E. C.
Baker, equipagcKLjIS, carga varios gneros ;
a Henry Foratur 4 C.
Navios sghidot no mesmo da
Ufanaos e escalaVisor nacional Espirito Santo,
commandante Francisco A. de Alraeida, carga
varios gneros.
BarbadosBarca nornegueose Pusnas, capito
N. C.abrielsen, em lastro.
Rio de JaneiroLugar ioglez Electra. capito
Hsnry 6. Lesuer, carga baralno.
Rio Grande do NorteHiat nacional Giriquity 2
mestre J. II. da Silveira, carga varios gneros.


Diario de Femambco-Quarta feira 29 de Janeiro de 1890


Cinco
C hagas
0K
Deus Nosso Senhbr
Jess Christo
oattnuago da n. 278 do Twil do Recife (dii
6 de l) zembro prximo passido)
Cora o lim de gsseotir as h.sc- se I idas para
a comp.iiiuia. prosegu nu Juz) de Coinm-'do
a n querer e a otter o que i ntendi ser justo
e ut I ; uin despacho que o Ilustre juiz d.- coui-
mercio uie deu ciu .3 Jcste aiei, o que nao
necessario lrauscrev< r ayora. rae fi-z oiir <
sangue ; uias o atajar F/ankiiu DM estud.iva
Cun o tiLHHlIn .'.Imetda, e por sjo aprumei
me nltii, mas puujo oompn lieudia do que
lia e.n virlude do mea csUdo ; ento ped
quelle major que .:;.- expU^ss* um ponto, a
logo aps que oie lesse lura nara ourir e nao
fallar.
A caneca eslava no niestna lugar, mas a vita
fiera rapio eclypsa-la o o corpo uiu pouo agita-
do ; nao rae fuiz Irabir, e disse o segrate :
por obsequio nac nic inliuie esle despacho
boj*.
subi logo cora umita prudencia, C voltei duas
vezes au eartorio depcis i ara ciliar bem para o
despacio, e euto emnpreheiidi-o ; 3abin !o, ea-
coiitre o juiz ua oseada, na ultima vez que ti-
iilia i o ver o despache, e tiocuos futas
affettoosu, como huji, em stu e.scriplo. 10
Resolv nesse da, que foi un 16. se me n>to
eugano, faxer una replica : c por isso em 17
fui ao eartorio tirar ua:s nota das folitas dos
autos cude eslavara cerias pegas, e cora ellaa
vid pira casa, onde hz ura requerioiento re-
plicando e citando os (jpjuimratos nos autos por
suas respectivas fulhasj e ao me-nu rapo jun-
tando os docuraeniO: que corapletavam os fut
amentos.
O Ilustre juiz d:?paehou no eartorio no sen
tido de ir nos autos esse nqueriraeoto de repli-
ca com documentos que eutreguei no da 18 e
o esenvo etn SO fez a juilada e os autos con-
clusos.
II j; as 10 horas fui ao eartorio c j tinham
chegado os autos., e o esenvo ento foi ver,
abri c leu baixo o que o illustre juiz Ucba dea
pachado ou julgado ; oas eu esperando conlic-
ci, por certa cuusa que se passava no escrivo,
queme era favoravel ; e no tira verbalroaote
elle me o disse entregando rae' os autos para eu
ler : o feto o se^u ule :
0 Dr. adnifn!si lido a importancia do ramiado de lis. 747, que
manteve a fls. 718 e 749 v.
As considerac.is produzda a fl^. 758 v.,
pelo Dr. administrador, nao procedem, eiu vi.-ta
do accordo junto por ceitido a fl-. 5j8 e 559.
A fallencia foi qualilicada fraudulenta, cer
to, e em consequenc a pronunciado o fallido ;
mas o > i'ffeitos da pronuncia foram destruidos
pelo do a cordato que esolveu alinal O pleito.
Em laca termos, teuJo o accordo nTer'do de-
clarad;' ir esp.nsavcl o fallido pelo sea estado
de alienacu autenor sua fallencia e o absolv
do, segu se que foi e todo apagada a presura
gao de fraude i|u autorisou a pronu cia, pela
certeza ;la iiresponsabililade qte fundam>"iitou
oaecorla). E nem mesan se oinprehenJe a
Coexistencia de ulienago e de frautie que se
repellen).

Assim, pela absolvigo do fallido decretada
pelo accordo, a [alinela resolveu-sc era casual
sendo lacontestavel ao fallido o dinito ao ,-oe
corro rae pede, nos temos do art. 825 do (Jo
digo do Ciui.iitrciu e que o Dr. administrador
pro pora.
InJero a pretengo rio fallido a entrega da
massa por tito bit isso eTci o da sua absolv
gao, lenuo apias seu direito depois de juntar
senteoca to levaniamento da sua ioteroicgn,
por re.cordata dos .-cus credores cuja aceitacao
produzira aquella entrega.
Recife, 2i d' Janeiro de 1890.
S- Goncahcs.

Abstenho me de commentar este despacho,
jolgado, ou feilo. por muita razOes, mas cun
pre me dizer o pegumte ;obre o mesmo.
O mandado de 6 le M i> ile 1889 e para
receber sru imprne tenho despendido mis do
que a importancia elle; o administrador o rec-
to, nSo 6 credor e o Dr. Milet prou olor da ju<
tica.
Se as pessoas que nao sao do foro, soubessein
com que replica e documentos loi arrancado es
te feto; nniogiicni aceita va e nem propunha
questOes judici.is; e o que o frito encerr, Ui
edado a muil- do propno foro cotihecer, e mi-
to est o peor mal.
O accordo absolveu um lou '0 era virtude da
lei, que depois de se ter coudemnado sem dote
sa para lins incooressaveie o elJefe de ama casa
commerciaJ. ento forga se | i! por looco por
una forma indn ada por outro accordo etn ui
licencias, ulim de MSeutar aquella ; bso'.vi^'io e
accordo em lei.
Assim extincta a fraude e abso vido o cora
nerciante, engaada a justica, sao engaa
dos os credores e s a victima principal eonbe-
ce a fraude e os que a pazeram por fiaudu
lento.
A fnude prati.a la < ore o louco, irresponsav. I.
fbS-ie pni?ar por verid a, mas. ; quelle a colgado repelle a exi-l-m ia da fraude por si
pralicala e quer asumir a responsabilidade
Jella agora, iu fizer re.-ponsaveis seus au:ore
aerante o Goveru Nacional.
0 direiW que te:n ao soccorro do art. 8i5 do
Oodtgo d'S'le a abertura da f-jllencia nao Ihe e
conferida p>li accordo que o absolveu, mas
pe ler jwtilicado por ldm forma a fater tre
iner os magistrados o foccionarios do foro : M
se so con-.- nao. Je 20 30, 40, 50 e nem inea-
ao de 10'OOO roetiSae em face dos docuuicn
tos que air.incaram a mello despicho c da im
porhincii dos tlaveres.
Carapre notar que este feito, j destrniu o do
juiz Montenegro de 17 de Dezembro de 1888,J
que poi mu t cntao julguu e se obsliuou em dar
itespacho a simultanea pelico que pedia os bens
r"o:i'. gados pela afeada.
Meu credore at 23 de Fevereiro de 188o nao
teem direitO algurn sobre o raeu futuro; (pois eu
Coacto U o que pude pa a os ajudar. e salvar
minha \ida e ofcli r a libcniade, o que coasegui
com sacrificios indesciiptivei; (foram pooco es
crupulosos meus credores no desempecho de
seus deveres na assistencia aos actos da fallen
C0U.S610 PBVTANBD
E>trada de Joao de Barros, n. 27
Esto cst.belecimento pa ticular de educacSo e cr.sino tea opar<.do grandes re
forma em seu prog'amm.i da ensino
e em 8ua economa, collocsndo se na altura de
alm da in-
trada
&W
'-**
collegios particulares das principaes cidades da Suiopa. E' assim que
strueyo intelloctusl. pby-ica o domostic-i, methodica, perfeita e completa, ministrada
por um corpo docente Ilustrado, c polo director c sua fami ia, o llegio Prytanto
fornece aos seus educandos internos, ruis as seguintes vantagens, desconhecldas e
nSo oferecidas era nenhum doi c< llegios d Rpublici, quer pblicos quer partcula
rea : todos os objectos de escripturacSo, tratamtnto medico em qvalquer doenca M ENXO
VAL COMPLETO Dli EOUPa DIARIA, HE CAMA E DE BaNHO, CALCaD, etc.; e tudo pela
mesma peneSo de 6(X)00 aonuaes, paga pelo contnbuinte em qualquer out'o inter
oato do Paiz.
O CoUegio Pry'a-.o recebe alumnos internos, semi-internos e externos Est
I ocalisado em um dos mais saudaveis e apraziveis arrabal des da capital, em. im gran
de predio de vast s e sadias acomn odatScs, com um espagoso e oem arborisado po
mar para recr *ios; agua e.ncan;''^, e luminada lampadas de gaz carbnico de sy*
thema mui recente. Est tita ido ua Estrada de Jo5o do Barros, n. 27, omito peo
x rao da estacad da Principa, di vu-ferreu do lieoie a Olnda; fica perto da hnba de
bond de Fernandes Vteu-a c tea ua varanda para maior saliencias urna grande ta
boleta em o distico do Coll gio.
Ha no s-ibeleciii.-c..: i Estatuto impressos, que esclarcc^m e nao ''eixam en
vidis. Abre sua* aulas no da lo da Jan e;ro prximo d< 1890.
Pid> m dar informadora c cx>!icac5es detidas sobre 0 ollegio Piy aneo, 03 ci
dadlo*: Drs. Adolpho T C -irnc, Augusto Q. Vaz e Eduardo ilveira; o oa neg>
ciaste* Joaqnira Uedeifot, Alipi<> Uosado, da firma Guerra & Fu-nandes, Odilon Du
arte A Irma > e Antonio Rodrigues d S^usa & 0. Em mao denses cavlbeiros en-
eontrar-se bao estatuto* impressos do CoUegio.
Recife, 28 de Dezembro de 1889.
O director,
Tranquilino G. de M. Leitio.
____ M. 3!
As seades dezaad ts. As pes-
Boas armadas c >m a Sal.-aparrilha de Bfis-
tol, e que residem nos districtos era que
! reinam as febres intermitientes e sezoes,
- podem realmente zombar dessa enfermi-
;dade aniquiladora.Uro frasco deste po-
' deroso torre vegetal afugenta os calofros,
'e perseverandose no seu uso, as forjas
se rustabelecem completamente, e o sjste-
ma so frtalece contra o miasma genera-
dor da molestia. Ella iem sido univer-
samente experimentada peto espado de 35
annos as localidades infestadas pelas s-
siles e febres intermitientes. Porm os
benignos effeitos deste graode Especifico
: conservador da vida, nao se limitara a urna
s classe da entermidades; a sua aceito
medicinal to extensa, como as das pro-
prias molestias As escrfulas de typo mais
horrivel, o cancro destruidor, as contrac
coes das juntas, tendSes e msculos, o en-
torpecimento e congestad do ligado, o es-
tado mrbido do estomago e do ven tre, a
astria, a tosse convulsa, as erupeftos o
rheumatismo, a debilidade geral, sao sub-
jligadas com urna rapidez e seguranca tal,
que assoinbra os mdicos os mais experi
mentados; grajas as 8uts qualidades na
Pisadoras, curativas e fortificantes.
Vende-se .n todas as principaes lijas de
toda a parte do mundo
Eleig
0 Dr. Enuirio Minho,
de volta de sua vagem Europa, on-
de ae dedicou especialmente ao es-
tudo das molestias do systema ner-
voso, lixou sua residencia e cnsul
torio ra da Aurore n. 8o.
Consultas de meio dia as 2 hora?.
TELEPHONE N. 367
&*&
Tuberculose pulmonar
Cura garantida pelo Peitoral de Cam
bar.

:ia Agora tenho a minha reahahilitagadlirina
da pelo accordo de 13 de Novembro de 1888,
que e um pouquiono antes do feito do juiz Uno
tenegro nos autos em 17 de Dezembro de 1888
0 Governo prepare le.--, e a invest lora 3c
magistrados conliraa hotnen- honestos e d- t.i
intelligencia, como sSo o> ii;ze< de dueiio que-
ja tenho indicado por divi-r.-.n vezes.
Se os meus credores em fallencia foram De-
'Rigentes, ou confiarara, eonr, pr sua cunta es
sa falta e confianca ; com as provas que em
17 deste mez apresentei c esto nrs autos de
'\s. 741 a 759, eles se de^enjanem que o fo
ram como eu fui... mas, eu vou sobre o gover-
u pelo saldo do bataneo c pelo meu cralo :
cada um de per si faca o mesura, os ausentes
por que os presentes cnmprissem com seus de
reres assistado.
0 fallido faz proposta a seos credores quan-
do bem julgado de comformidade com as Icis.
e os seus direitos sao respetado* por ellas,
bem como sua casa para o lim intacta se aguar
da em deposito : oio no caso vereote. que....
a seu tempo se fara completa jstica ?obrc esta
fallencia.
Recife, 25 de Janeiro 1890.
Antonio Fm
Francisco Corga.
Tosse convulsa? roqt clncbc
NSd deis crianca serJo o Poitoral d
Cambar.
FrcdcricoUhaves Jnior j
Homoepatha
-HA BARO DA VICTORIA 39j
rrlamelro andar (
3Dr. ^c ildb
Medico formado pela
Faculdade do Rio de
Janeiro, tendo-se dedi-
cado com especial idade
r therapeutica moderna
das molestias de pelK
e syphilis, na Policlni-
ca geral da corte, cargo
do Dr. Silva Araujo,
onde servio como seu
aldante ; da consultas
de meio dia as 3 horas,
no I." andar da casan.
15 do largo do Corpo
Santo, e recebe chama-
dos a qualquer hora em
sua- residencia a ra do
Vi*conde de Coyanna
n. J85.
Publicada r 19 de Marco de 1889 para 03 devo-
tos que tra de fazer a f.-sta do Glorioso S.
Jos da Extrema, a 19 de Marco de 1890
Junes por eieijo
Os cidadaos :
Coronel Jos Pereira de Araujo.
Dr. Joao Lopes de Siqueira Santos.
Capilo Hisbello Barbosa da Silva.
Juizes protectores
Os cidadaos:
Dr. Jos Eugenio Ramos.
Dr Nstor de Siqueira Cav.lcaate.
Capitao Arthur de Siqueira tval-ante.
Juizas por elcicao
As Exmas. Sras.:
Esposa do Sr. cqconel Cincinato Velloso da Sil
veira.
Esposa do g. major Joao Bap:ista da Rocha
Baixa Lins.
Esposa do Sr. Dr. Antonio Venancio Cavalcante.
Juizas protectoras
As Exmas. Sra-t. :
Esposa do Sr. maior F-uctuoso Dias Alves da
Silva.
fc.spos.nlo Sr. Dr. Paulo Mrateiro de araujo.
Esposa do Sr. capitao Jwo Matioel de Barros
S.lva.
Esposa do Sr. toneoto Aniooto Bertino Pereira
de Carvalho.
Esposa do Sr. JvSo Cuma -o Bjrbalho.
Tii-'so'.iros
Os eidadj&os:
Capitao Kriu is:o Pinheiro do Menezes.
Mauoei Jos de Lima.
Procurad ores
Os cidadaos:
Joo Baptista Alves Monteiro.
ftaphael Jos aulas.
(Assianada pelo Revin. vigario, procurador
do patrimonio )
Prevnose aos devotos eleitos da festa de S
Jos da Ex'rema, queso vai dar principio ao
ensaio de cavathadas para esse dia.
CoUegio Amor Divino
Boa da Imperatrlz n. St
As aulas abrir se nao no dia 7 do correte.
A directora,
Olimpia Afra de Jfendonca.
A rsenal de Marinha
D? ordera do cidadao capillo ttneote Frede-
rNJO Guilherme de iouza, Serran", ins rector
deste arsenal, fago publico, para i.tero conhe
cimento de quera int ressar pessa que. em ob-
servancia a< disporto era aviso do Ministerio da
Marinha n. 504 de 30 de Dezembro do anoo pro
xioio fiodo, receben)-se pro postas em cartas fe-
chadas, na secretaria desta inspeco, at as II
horas da manh do dia 4 de Fevereito futuro,
para as obras a fazer se no edificio onde fsne-
cona a fun licao deste arsenal, servindo de base
a discripgao aas mesmas obras, que se acha ex
^ posta tiesta secretaria, para o necessario exame
'dos concurrentes.
-ecretana da Inspecgo do Arsenal de Mari
nha do Estado de Pernambuco, 25 de Jnneiro de
18900 secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
irros e
Obras publicas
EDITES
0 Dr. Jos Antonio Carneiro da Silva, juiz de
direito de Orphaos da comarca de Olnda, em
virtude da lei.
Faco saber aos que o presente Edital virem e
delle noticia tiverem, que no dia 29 do corrente,
depois da audiencia, o porteiro interino dos au
ditorios desta cid.:de, trar a publico pregao de
venda e arrematacio a quem mais der e melnor
lanco offerecer os bens seguinles :
Immovei
Uraa casa terrea ra do Amparo n. 31, com
duas portas e urna jaoella de trente, dnas salas,
urna saleta, seis qoartos, coziiina externa e
quintal era uberto, medindo treze palmos frente
e 82 de fundo.
Uraa casa de liipa, com urna garapcira. no
Cymnasio PeraaMbacaao, 'i'i
de tfanelro de 1890
Pela secretaria do Gymna>io Pernambucano, e
de ordem do Rvd. cid* dan regedor, se faz pu
tilico a quem uiteressar possa, que no corrente
anno sera observado o seguate horario as au
las do curso :
Latira 2 anno, das 8 9.
Allemao, dem.
Italiano, dem.
Escripturacao mercantil, dem.
Latim 4o anno, das 9 s 10.
Arithmetica e algeb a, idem.
Geographia, dem.
Historia e corographia Jo Brazil, das 10 s 11.
Ioglez, idem.
Porlugnez 1 anno, idem.
Dito 2* anuo, idem.
Sciencias naturaes, idem.
Geometra e trigonometra, das 11 s 12.
Latim t<> anno, idem.
Dito 3* anno, das 12 1.
Rhetorica, dem.
Francez 1 anno, de 1 s 2.
Dito 2 anno. idem.
Historia universal, dem.
Primeiras lettras, das 9 1.
O secretario.
lelso Tertuliano F. Quintella.
Derby lub Je Per-
nambuco
Sao convidados os Srs. accioni.-tas a 30 reu
nirem em assembla geral extraordinaria, de
conformidade com o art. 16 dos estatutos, no
dia 29 do corrente ao meio dia, tua do Impe-
rador n. 22 Io an lar, ara de tomarem conhe
cimento dos orados que pela directora foram
dirigidos ao Sr. Dr. Heorique J. Scbutel.
Recife. 23 de Janeiro de 1890.
O secretario.
Jote de Oltsmra Castro.
Coll
Di
legio Liiocesano
Conforme o disposto no art. 3." do reguta-
mento d'sste col egio, cumpre-me fazer publico
para coohecimento dos interessadns, que esi. 1 i
elle aberto no dia 1." de Fevereiro prximo vin-
douro.
logar Maria Simplicia de Fragoso, meli'ndo dita Olioda, 24 de Janeiro de 1890
Conego Fabricio,
Director.
drogas em

Oculista
Dr. Ban-eto Sampaio, aculiata,
cx-chefe de clinica do Dr. de
Wecker, do volta de sua via-
gem Europa, d consultas de
1 s 4 horas da tarde, no Io
andar da casa n. 51 ra do
liaran da Victoria, excepto nos
domingos e dias aantifcados.
Telephone 285.
Residencia ra Sete de Setem-
bro n. 34. Entrada pela na da
Saudade n. 25
Telephone 287.
0
IJ
La Rosa Alemana
E' o nome de urna qualidade de c rveja
branca que, p;la pi imeira vez vera a este
Estado
A cer veja La Rosa Alemana eao con-
tera acido ou producto chiraico.
A prepaiayjo da cerveja La Rosa Ale
mana chegou ao mais alto grao de perfei
cao. E' SUBLIvlE, muitissimo sgrada
vel ao paladar, tinalmcnte urna combi-
n;ii;5o de substancias poderosas para a D'.
alimentsc;ao. As mais afamadas ce.rvejas
nao trazera o nome do fabricante. Entre
tanto o proprietano da cerveja La Rosa
Alemana tendo conquistado o segredo da
sua saudavel cerveja registrn a marca
com a 8a firma no rotuio.
E como teve a honra de requestar a
syrapathia publica e para que a cervea
La Rosa Alemana contine a goe r de
cunceito do respeitavel publico, amindadas
vezes manda examinar a sua cerveja pelas
celebridades chimicas.
Diversos atteatados de chimicos e dou-
tores em medicina justificam que a cerveja
] I La Rosa Alemana muito saudavel e um
i < soberano alimento, enjos documentos ti
I i cam disposicSo do retpeitavel publico
j Diz o Dr. Verrrier: Tenho por multas
vezes examinado no laboratorio publico a
; cerveja La Roisa Alemana e nao encontr
1 materia chimica e sim urna gigantesca pie-
parayiSo de substancias que representan)
uraa valiosa riqueza para a alimentaco.
A cerveja La Roa Alemana goza de
grande coneeito na Europa e ura illustre
i cavajleiro desta praya, ha pouco chegado
' do estrangeiro, animou o fabricaute a ex-
i portal-a c.nvenoido de ter grande acceita
cao aqu.
Teem venda em grosso e a retalho:
**-i Machado & O., ra do Vigarij n. 19;
I Albino Fernandes &
casa 70 palmos de frente e 40 de fundo, com 1
sala. 1 quarto, 1 dito que serve de venda, urna
saleta que serve de cozinha, 1 qarto para es-
tribara ; sendo o terreno de dita casa rendeiro
ao coronel Manoel Dionizio Gomi s lo Reg.
Movis
Duas mesas redondas.- 1 sof. 'I marqneza,
Scadeiras de braco, 1 dita de balnnco. 6 cadei-
ras de guaniigoem rao estado, 3 banqainbas
dea'na'ello, 1 mesa cora gaveiSo I commoda,
3 cabides de parada, 1 pequeo esp- Iho doura-
do, 1 espada, 1 rede, 1 espelbo redondo enver
nisado de pelo, 1 candieiro e gaz era bom es-
lado. 1 bah com diversas pegas de roupa, 6
peyas de estopa para bracos e cncoslos de ca-
deiras, bordadas a crochet, 1 mesa pequea para
jamare tres bancos, 2Jarros para agua, 1 ba-
ca de rame. 6 pequeas travetas c 1 pequeo
lote de ma leira, 1 meia porta, 3 copos para agua,
1 lintelro de vidro c 1 meia porta.
Os bens quaes perteucem ao espolio do finado
capitn Manuel Alca otilado Torres, e vo a iraca |
requerimento do respectivo curador. i a 3* etrada de '9>> lU'valeot* a 20*000 por
Derby Club de Per-
nambuco
Por esta din ctor.a foram multados por tinta
dias os jockeys Alfredo de Freitasque montou o
cavado Mignou, e Luiz de Franga, "que montou o
cavallo Uaranguapc, ambos no 2- pareo ; o I
por ter desobedecido as ordeos cstabelecidas
pela directora e o 1- por ter eaibaragado a cor-
rida do cavallo Colossi na recta de chegada.
Recife, 27 de Janeiro de 1890.
O secretario,
os de Oliveira Cas ro.
Sociedade Retinara e Dis-
tilla^ao Pern;imbucana
Sao convidados os fra accionistas a realizar
.-vium reruaiiues ex C, ra do Mrquez
Ut. Aurelio (raspar -de uHada. 2; jau da costa cm^ho
MEDICO ^ raa *^a <-Jruz n- 1^> ^P68 Aran-
Operador, parteiro trata com especiali >^ rua do Loramente n. i 8 ; Vasconel-
lade de molestias de senhoras e crcaricaa
Oonsuitorio e residencia rua da impu
atriz n. 18, 1 andar.
CocEiiltas de 8 s 10 da raaulia.
Chamados (por cecripto) qualquer hora
TSIJrllOSF Lt. "223
-Ji
11 .MEDJ''' HOMSOrATA
}r. W6ax. da Siiveira
I { Especia!idade febres, molestiat
das criaucaB, dos ornaos rcspirao-
rii e.das enli-oras.
Prc8t4-se. a qualquer chnmado para
ora da 4apitH.
, Todos o chamados davem ser di-
t ( rigidog pharruicia do Dr. tiabino,
> rua do Barao da Victoria o. 43,
f\ onde se indicara sua residencia/
Iuo o, v.., rua uaa
I Aimci a Rabel lo,
. tonio touza Di
ADVUOAO
Dr. A. Clodoaldo de Smi/a
Escriptorio-llua do Itom Jihus (an
tiga da Cruz) o. i. 1 andar, da- 10
horas da manila as i da taaaeTele
phone n. 102.
ResidenciaRua Imperial o. I-U Te-
phoee o 104.
los Sobrinho & C-, rua da Aurora n. 81 ;
R. Ferreira & C, rua Mrquez de O. inda
n. 50; l'oya Mendes A C, rua Estreita
do Rosario; Manoel Jcaquim AJ ves Ri-
beiro, travesea das Cruzes ; Pereira Fer-
reira & C, rua do Imperador ; Joaquim
< bristovSo & C, rua do Cabug, Jos
Fernandes Lima 4 O, rua Nova ; Salga-
do C, rua das Cruzei no 20 ; Antonio
rua da UniSo u. 2; An-
Duarte Ferreira, rua da
L'mfL.; Antonio.Jos Martina, pr^ca-Con-
de u'Eu n. 2; Luiz Jos Salgado, prcea
!; do Conde di Eu; Marcelino Martina Ges
| leira, rua do Vigario n. 6; Azevedo Maia
i & C, ru i da Imperatriz
*. 1 '
tj;
]i|J Dr.Mello Gomes
f j Medico operador partea
' j H 46Rua do Bario da Victoria46
I i (UKKKOSTE DA PUA1MACIA PDTHO)
; (i Onde tera eonaultorlo real-
dnela i pudendo ser encontrado e
recehendo chamados qualquer bora
do dia e da noitc.
Especialidades : partos, febres, moles-
tias de setitioras e dos pulmOes, syphilis
em geral, cura rpida e completa e one- i
raefiea de estreltametos e mais sori- '
mentos da uretra.
Acode de prompto a chamados para
fOra, a qualquer distancia.
. Telephone n. 394
para que chegue ao sonhecimeoto de tolos
maadei passar o psente que ser affixado no
losar do costume e publicado pela impreusa
Dado e passado nesta cidade de Olinda, aos da.pela ruado Torres n.48, 1^ anlar.
aeco, at o dia 31 do co-rente mez, conforme
os arls. 8" e 9 d( s estatutos, no escriptorio do
Exm. Sr. thesoureiro Rarao de Petrolina ; entra
22 de Jjtciro de 1890.
Eu, bachare Franci co Lins Car las, escrivlo
sub.-crevi.Jos Antonio Corrcia da Silva.
DECLARACOES
De ordem do cilarioD^. inspector deste
Thesouro, fago publico que no dia 10 do cor
rente ir praca o lorncimento de 3.000 me-
tros de algodij mesclado para vestuario dos
presos pobres da Casa de Detenjo.
Os concurrentes devem apresentar as suas pro-
postas era carta fechada e habilitar-se na forma
da lei.
Secretaria do Thesouro do Estado de Pernam-
buco, 2i d,- Janeiro de 1890.
O official,
Lindolfo Compeli.
Recife, 1S de Janeiro de 1890.
O presidente,
Joao Fe nandes Lopes.
Sociedade
Contraria de Santa Ki
ta de Cassia
Coll fio Reprrsentalho
V.* (onvoruruo
De ordem do irmo regedor, major Jos Elias
de Oliveira, em virtude da utoris.-icSo do con-
selho administrativo desu contraria, convido
todos bs nossos irmos para quinta feira 30 do
corrite, pelas 6 horas di tarde, compareccrem
em nosso consistorio, afim de em numero legal
yosiituirein o Collegra Representativo e a?3ira
habilitarem o cooselho a tomar providencias ne-
ca.'sanas relativamente a presaefio deconlas de
divertas administraces, pernote o juizo de ca-
pellas, e umarem cnhecimento de oetros as-
sumptos de alta importancia.
Secretaria da contraria de Santa Rita de Cas-
sia, 28 de Janeiro de 1890.
0 secretario,
Jos de A. Costa Ponte?.
Faculdade de Direito
- ordera do cidadao Dr. director, e de con-
furuiidade com o aviso do Ministerio dos Neg-
cios do Interior n. 336 de 18 do corrente, fago
DOS
Vrtistas Mchameos e Li-
beraes
Assem.la geral de eleigo, 2.a convecagao
.Nao se tendo reunido no dia 23 do corrente
nemero legI da socios para proceder-se a elei-
o da directora para o anno social de 1890 a
1891. convido de novo aos nossos consocios que
na forma dos estatutos se acharem no goso dos
seus dinitos. a comparecerem no dia 30 do cor-
rente, s 6 112 horas da tarde, para o indica lo
fim. cumprindo notar que nesta segunda convo-
ca gao proceder sc-ha a eleigo como numero de
socios que comparecer.
Secretar a da Sociedade dos Artistas Mechani
os eLioeraes, 24 de JaBeiro de 1890.
0 l secretario,
Joaquim L. Teixeira.
- :** _______
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Por esta secretaria sao chamadas as irua; que
se acham criando expostos para virem receber
as suas nieosahVades vencidas do 1 de Julho
ao ultimo de Dezembro oo anno passado, no
salo do respectivo ertabelecimento pelis 8
horas da manh do dia 30 do corrente
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 26 de Janeiro de 1890.
0 escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza
Obras do Porto
De ordem do cidadao engenheiro. recommen-
do aos schores proprietarios de alvareogas e
canoas, que nao conlinueui a fundear ditas em
barcages prximo as dragas e vapores empre
fiados no servigo da conservagao do porto, alim
publico queesl em concurso cora prazo de de eviiarem com a enchente oo vasante da ma
qualro mezes a contar da dala deste, a sub-' os frequemes abalr lamentos
11
^cr&
st tuicao da cadeira de antlimrtica e geometra
docur&o de preparatorios aouexo a esta Facul-
dade, vago por ler sido Horneado professor ca-
thedratico o re3pecliv susiituio bacharel Ma-
noel Ft mandes S Antum-s; pulo que os que
quizercm inscrevir-se para o tnesmo, devero
se apresentar dfsJe j com docu nen'.os que pro-
vera :
1 Sua qualidade de cidadao bra.iluiro.
2 Maiorida le legal.
3* Mcralidade attestada pelos respectivos pa-
rodies e follia corrida nos lugares onde ouvc-
rem residido uos ltimos cinco anuos.
4* Capacidadc protissional, a qaal prova-se
exibindo o candidato -Iguos dos seguinles do-
cumentos :
Titulo de capacidadc na materia em concurso,
conferido pelo director da instrucvo primaria e
seeundana do raooip ci oa Capital Federal, titu
lo de prifessor taiuo-m na materia em conenr
so, concedido pelo Governo Provisorio, diploma
de bacharet ou de doutor as Facoldadcs da
Repblica oj Academias estrangeras.ou ue ha-
chare! em lettras.
As pessoa3 notuve.is por seu talento ou r^co
Repartigio das obras de conservaglo dos por-
to de Pernambuco, 23 de Janeiro oe 1890.
O 1- escripturario,
Manoel Duarte Pereira.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Ka secretaria da Santa Casa rectbem-se pro-
lostas pa*a arrendamento do predio n. 33, rea
arquez de Olinda, com arnazcm proprio p.ra
ualquer esubelecimeolo commercial, com
;rande reduegio no prego da -enda.
Vs propostas serao apreciadas pela junta em
ua sessao prxima.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
(ecife, 30 de OaUbro de 1889.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Hippodromo do Camp
Grande
NSo se podendo realisar o par o de animaos
nhecidameute liaoiitadas, podero serdispensa de qualquer pas por terem sido inscriptos cinco
das da prova de capacaade pelo governo, e as animaes pertenceotes a dous proprietarios, fica
que nao poderem provar ou obtiverera dispensa i aberta a ioscripgo para o segrate
passaio por ura exime antea de seren admit- Supplemenlari,IO0 awtrosanimaes de Per
tido8 inscripgo, ludo de conformidade cora o
capitulo 4o do regulamento de o de Maio de
1856. ,
E para constar mandn o.mesura cidadao Dr.
din clor, aflixar este edital que ser publicado
nesle Estado, na Capital Federal, e nosEstalos
mais prximos.
Secretarla da Faculdade de Direito do Recife,
28 de Janeiro de 1890.
(Assignado) o secretario,
- Bonifacio de Arago Faria Rncha.
pplera
lambuco que nao tetihara ganho era distancia
maior a 1 580 metros nos prados do Recife.
Premios 200*000 ao 1 400.'0 ao 2- e
OOOOaoS-. .
^ero acceitas propostis at Uv'y.: as 3 horas
da tarde oa se retara -lo llif/podronio, nao e
re3hsanf!o o pareo sera que e inscrevam ani-
maes iie tres pruiirietarios differentes.
Recife, 28 de Janeiro de 1893
0 secretario,
Sonza Carvalho.
-i- '.
u

'.
-
De or,dem do cidadao engeuheirc director, e
em virtude da autorisago do cidadao general
governador deste Estado, de 20 do corrente, fago
publico que no dia 8 de Fevereiro prximo vin-
douro recebem se propostas em cartas fechadas,
competentemente selladas, para execugo d:
seguinles obras :
Reparos da ponte de Nazarelb, oreados em
1.9575725. ^ -
dem do pontilhao eobre o riacho Pano. nu
estrada de Grvala, na importancia de 5;060.
Idem de diversa* ponfes da estrada da Victo-
ria, aa de 2:939*200.
dem dos boeiros de Campias, Maus e Lu-
Ihoes, na de l:172071
As proposlas devera ser assignadas pelos fi-
lantes, com es firmas -i dbohecidas, e deverao
declarar o prego pelo qual se obrigam a execo-
tar a obra, como o local de sua residencia e as
habilitagoes que possuara para dirigir os traba-
Ihos, as qaaes serao abenas ao meio dia em
presenga dos proponentes.
Nao sero aceitas a- propostas nos seguinles
casos:
i. As que excederem dos pregos dos orga-
raentos.
2." As que nao foi era organisadas.de acconio
cora o presente edital.
3 As que nao offerecerem as garantas ex ri-
sas.
4. As que se basearem sobre os pregos das
propostas dos ohtros coocurreotes
5." As qie forem aprefentadae por pessoas
que j lenliam deixado de cumprir contractos
celebrados com a leparligao.
Os orcamentos e mais condiges dos contra-
ctos acham se nesta secretaria, onde podem
ser examinados pelos pretendente3.
Para concorrer praga cima devero os lici-
tantes depositar nesta repartigo as seguin'es
quantias:
De 974886 para a primeira obra.
De 253*000 para a segunda.
De 146*960 para a ter.-eira.
De 584604 para a quarta.
Todas estas quantias sao equivalentes a 5 /
dos valores dos respectivos orgamentos, como
determina o ari. 42 do leguiamento de 30 de
Outubro de 889.
Secretaria da directora gerai de obras pub-
cas, 22 de Janeiro de 1890.
O en?enheiro ajudant-.
_______ A. Reg Netto.
Gynmaslo Pernambucano, c-nt
de Janeiro de l o
Pela secretaria doGymnasio Pernambucano. e
deo;dem do Rvd. cidadao regedor, se declara ao^
paes de familia, e a quem mais interessar poss,
que a abertura solemne do curio scientilico e
litterario ter lugar no dia 3 de Fevereiro prxi-
mo vindouro, e de?de j se acha aberta a in-
scripgo da matricula para aquelles que preten-
derem estudar as segumtes disciplinas :
Lingna nacional.
Dita latina.
Dita francesa.
Dita ingleza.
Ditas allem e italiana.
Geographia aotiga e moderna.
Historia sagrada antiga e moderna.
Geometra e trigonometria.
Arithmetica e algebra.
PhilosopMa.
Rhetorica e poelica.
II ,-lona e cborcgraphia do Brazil.
Sciencias naturaes.
Escripturago mercantil.
O corpo djcent>- do instituto composto de 19
professores, oreupando se cada um dellcs o-
men.ecom a materia ensinada em sua respecti-
va cadeira.
Sero adiuiltidns no Gymnasio alumnos inter-
nos, meio pensionistas e externos
Os pensionistas residiro nj instituto, tendo
direito de estudar a serle de disciplinas de o,:.--
e compe o estadio scicntifico e litlerario do
Gymnasio, de conformidade com o programla
estabelecido : a ser alimentados sadia e abun-
dantemente e'a ser tratados era snas pequeas
enfermidades. O instituto fornecer anda me-
dico, medicamentos, cama, mesa, cadeira, luz,
corle de cabello, guardanapo, lavatorio, banho,
mu.-ica e desenho.
Os meio pensionistas se aprercntaro no es-
tabelecimento nos dias lectivos, s horas r-m
que as aulas se abrirem, e desde ento at se-
r m encerradas tarde ; sao equiparados aes
pensionistas, quanto aos estudos, alimentago e
recreio. _
Os alnmnos externos e teem direito s ligues
e expicagfies dos respectivos professores.
A pensao annual de 300*000 que pagam os
alumnos internos do Gymnasio, se cobrar pelo
anno lectivo somentc, dividida era prestagocs de
1004000 cada urna ; comegando a primeira etn
Fevereiro, a segunda em M-iio e a terceira cui
Agosto e terminar no Bm de .Novembro.
Para os alumnos de instiucgo primaria que
devem se acbar no estabelecimenlo no ala 16 uo
Janeiro, a primeira prestago ser antecipada
sem augmento de peaso.
A pen.-o annual dos meio-pensionistas, ser
de 1604000 em Ires pr3tagoes de 604000 cada
urna, elTectuada a cobranga do mesmo modo que
para os internos.
Os alumnos internos de qualquer cathegoria
pagaro na entrada e por urna s vez, urna' jola
de 204000 ; dous irmtos 304000, sendo 154000
por cada um e nao haver ma s augmento de
joia crescendo o numero destes-
0 instituto eacarregar-se-ba da lavagem da
roupa dos alumnos internos que nao tiverem
quem o faga por lora, e isto mediante 154000
era cada preslago. ste pagamento se far de
modo idntico uo da penso e conjunclamente
com elle, dando direito aos concerlos das pega*
arruinadas do euxoval.
As despezas com livros e mais objectos indis-
pensaveis para a escriplurago, correm por con-
ta nos alumnos internos; devendo seus paes ou
quem os representar deixar quantia suucient*'
para este fornecimento.
Os externos s tera direito s ligues e expli-
cages das materias ensinadas no curso, quaes-
quer que ellas sejam, pagando apenas no acto
da matricula a laxa igual a que pagara oa alum-
nos no CoUegio das Artes
-Ha tarab-ra urna cadeira de instruego primu-
ria para os alumnos internos e meio pensionis -
tas, em a q al se ensina segundo o programma
das escolas publicas, 003 termo; do regiment
interno.
0 secretario,
Celto Tertuliano F. Quintella.
Escola Normal do Ebtrtdo
de Pernafllbuco
ffatrleula
De ordem do Dr. director faco publico,
a quem interessar que a contar do dia 15
do corrente, at 3 de Fevereiro, estar
aberta a matricula para os diversos annos
d'esta Escola. Os pretendentes dever?t<.
requerel a ao Dr. director, provando para
a matricula no 1." anuo :
1 "" Idade maior de 17 annos, se forem
do sexo masculino, e de 15, sendo do
sexo feminino;
2.IsencSo de culpa que motive a
perda da Cadeira de professor publico;
3.Ser de bons costumes ; j\,
4."NSo soFrer molestias contagiosas
nem defeitos physicos que os privem de
bem exercer o magisterio ;
5- HabilitagAo as materias profeses
das nos treB graos do ensino primario, ou
as do exame que houver de fazer na
escola.
Quanto matricula para os outros an-
nos basta ser a petigSo instruida com cer
tincados de appnvaeSo em todas ns ma-
terias do anno anterior.
Out.'osiru declaro, que o m:sme Dr. di-
rector tera' designado o dia 28 do corrente
para comegar o exame da que tracta o
art. 27 do rcgulamouto vigente.
Secretaria da Escola Normal, 7 de Ja-
ueiro de 1890.
Francisco Lt ros da Silva Fragoso,
Secietario.
'
i
:
1


,
- -. .-.- y.,-



Minrui
tU*
tjimria-tira
Arrema iij.
Ho di 7 de Fevere untado o BBJao"ib'. it D" uTino opoi 0000*00: qu iu q.nae fuer c
fB*>ica" de B,a *** l'HfiHMM*, ^ rtieiiada
fceMo, mu>t'j oiniii'vi i or diar J: '-id i *
BB* lea>> terreno muil frtil, e i.h'i^u-i o
aa%ein o reir I de Pirro sa ; pnn.. r>i n.i
a da* iud"'iii i >* ai- h ho m d mauh >
SMiCd.i d a-rifKn uie> iidiiHdi-.
- procurador dos fetoa da taaend
o ErU da thesonro a relacftd ix transen p
ta da devedorea da Coropnnhia R.-cife
aVrkinage, relativa ao 1. semestre do
cercicio de 1885 a 1886. la freguezia ria
Ba-V'sta q e denaraia de pagar n<> teas*
!* competente declara aos mesmos dere-
ftres que lhes tica marcado o pruno de 3"
diaa, a contar da piildicncao do presente
edita I, pan dentro delle pagaren, o de-
ftfftoa, com guia da seceso d<> contencioso,
ertos de que findo aquelle praso procede-
r a cobranea judicialmente.
Recifc, 13 de Janein. de IH'Md.
O pro Mirador dw feti 8,
Miguel Jos de A'meid/i I ernambuco.
ftelaco dos devedores di segundo semes-
tre -do ezercicio de 1885 l-*'6, da
freguezia da Boa Vista, que d izaram
de pagar no tetnpo comp- tente:
fonceic&o n. 34. Futios Anro
nio Luis do Aiuaral S Iva
Tiao nde de A.b querqu' n. 73
Franctlina Chritian.. Ltnluvica
ntoa
ita n. 81. FrancisC" Jac ntb da
Sampaio
ito n. 7. Francisco Goncilvea
da ot>ta
r\)nte Velba n. 34 F encisca 'ui-
lhermina de 'onza Anoea
Dita n 102 A nn-.-in .
Dita n. 9. Fructuoso Martina
Gomes
Dita n H. Flora Maria Diniz
Riachuelo n. 10. Francisco de
S"uz Soares
Bn&picio n. 6. Fiancisco de ar-
valh" Si'ares Brandao
Socego n. 40. Frai.celma Sabina
do Monte
Dita n. 42. A mesma
Hospital Pedro II n. 2. Fortunata
(.andida Coelbo
" oronel Lamen ha n. 15. Francis-
co de arvalho de Andrade
BrandSo.
Dita n. 45. Francisco Martina
Raposo
Travesea do Veras n. 11. Fran
cisco Ges Cavalcante
Alegra n. 2. Fr ncisco Ferreira
da Silva e euims
Lelo I oroa io d. 12. Francisco
de Souza Reg Monteiro
Tlsconde de Gyauna n. 119.
Francisco Ignacio Tinoco de
Souza
Dita n. 121. O mesmo
Imperatriz n. 76. Gregorio Thau
maturgo de *> Leiao
Ponte Velua n. 42. Gabriel Ger-
mano de Agu ai lirmt rmyos
Sl Gonzalo n. 28. Guilherme Go-
mes Padilha
General Seara n. 20. Gu Inerme
Degal
Travesea do Veras n 7. !>ertru-
des Msria do Sactamento
15*096
15*196
15*096
15*096
154 96
15* 96
15 096
15)0y6
15*'96
35*16,
15*096
I5*i'96
7*548
15*096
46*030
15*096
15*096
15*096
15*09b-
15*096
15*096
15*096
45*136
l*096
15*09o
(Continua)
Companljia fce Seguros
CQ2TTBA fg&c
N0RTHEBN
de Londres e Aberdaeu
-'osifao boancfira (Ihummt Capital subscripto 3.000,000
Fundos aecumulados 3.421,00=
itere!t a animal :
De premios contra fogo 607,000
De premios sobre vidas 197,000
De uros > 143,000
O AGENTE,
John ti. Boxine..
London & Brasilian Bank
Limited
Ra do Commercia n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
cas do mesmo banco eni Portugal seodi
m Lisboa ra dos Capel listas n. 75. N
.'orto, ra dos Ingleses.
AKITIMUS UMKA MO
Coanpanhia Phealx Per
uamltueaBa
' RUA DO COMMEnni V ifi
ttHllpilllll! d >('4III0S
Jiieliafi* &t ij9ba
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 9Bu a Rom Jenun >. 9
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
.Vestes ltimos seguros ( a nica companhi.
;e8ta praca que concede aos Srs. segurados semp
;3o de pagamento de premio em cada setim*
'."P.O. o que equivale ao descont annu.il de cer
15 por cetito em favor dos segurados
E IFICI0S E MERCADORIAS
TASAS BAIXAS
Prompto pagamento de prejuitot
SEM DESCONT
A COUPASiil
IMPERIAL
DE LONDRES
EST: 1803
CAP: B. 1.0M>:000*0M>
A ENTES BUOW NS & C.
N. 5-RUA DO C0MMER' 10 H. 5
SEGURO CONTRA FOCO
Hoyal Insurance Compain
de Liverpool
CAPITAL. 1.000:000
AGENTES
R.DEDEUSINA&C.
13Ba Mrquez de Olinda13
he LherfNtol k Umnn k IUIh
UCS27SV. ttZSSMC C.
Kn do ( onnnri'io n. 3
tiiHipjfftlili dr >rgiim>
JtlAKlTIMOS E TFHHETKES
AIMTAL l,(K)o:(KK)4iO()(
SlNISTWfTPA(i(lS
!:* e Bmm > dp t-*n-*
rlantinios.. I, I l():(M)(M)
Terrestres. ;J I ti:0O0(XM<
44Rus do ComlHm-cur-~44
_______i,ABiTH!0 ___
.'-ired Staie.* ant Brazi!
m S. S. C.
O vapor Allianca
E' esperado de NewYork
at o dia 3 de Feverein
to o al i > i dt
mora DeeeMIfli MpAi
para
B hla. Rio de ^nnelro c Nanlo
ira carga, paesagena, >-ucouiiDen
iro a hite trata-se cohi o-
rlenr\ Korster & C.
8-IUU d Commeciti-*
i
Companhie de Messajeries
Maritimes
LINHA MENSAL
) paquete Equateur
Commandante Moreau
E' esperado sul no dia i de pvereini
sefiuindo depois da demo
ra d eos ume para bor-
deaux toi-ando em
Dakar e Uafeoa
^embra-se aoa Srs. passageircs de todas as
isses que ha lugares reservados para esta
encia, que podem tomar em qualqner tempo
?az-se abatimento de 15 0|0 ero ravor da fa
Jias compostas de 4 pessoas ao menos e -que
garem 4 passagens inteiras.
'or excepc&o, os criados de familias que to-
irem bilhetes de proa, gozam tambem deste
atnnent.
)s vales postaes so se dao at o dia 30 de Be
.e a bfo pagos de contado
Para carga, passafWM, encomiKndaa e di
eiro a frete : trata-se com o AGENTE.
O paquete Nerthe
Commandante Lecointre
E' esperado da Europa m>
dia 8 de Fevereiro e se
uira depois da demora
aecessaria para
iMa, Rio de Janeiro, Buenat-Ayres e
Montevideo
jcmbra-se aos Srs. passageiroa de todas a^
asee que ha lugares reserrados para esta
enca, que podem tomar ero quatqner tempo
*revine-se aoe Srs. recebedorec de mercado
qwe 30 se attender a reclamaces por fal
s, nos volunes, que forero reconbecidas nn
casio da descarga, assim como deverao der-
i de 4 horas a contar do dia da descarga da-
/arengas, fazerem qualquer reclamacao con
mentes a voluaies jue porventura tenham se
ido para os portos do sul, afim de poder-s^
- a tempo as providencia? necessarias
Sste* paqui'o *o tlliiriiinaclo i
:* -Irrlrtca.
?a;a carga, passagens, encommendas e di
n ieiro a frete: trata-se com o
AGENTE
Aug sie Labille
Ra do Contmereio 9
Oompanhia Brasileira de
Mavenacao Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor Maranho
ommandaote o eapitao de fragata Pedro
Hyppolyto Duarte
K' esperado dos portos do or
u- au o dia 4 de Fevereiro e de-
iois da d> mora indispensave^
eeuira para < portos do sul
Kfeu^Jdaa sero recebidas no trapict.
B rbosa au i liora da larde do dia da sahio;>
Para carga, passagens, encommendas e vale-
rata-8e com os AGENTE.".
PORTOS DO NORTE
) vapor Pernambuco
Pacific SiHfSaviiaMon
CoillpHCIV
STRAITSOFM.WELLAN LlNK
O paquete A eoncagua
Espw-a-se do sul at o di;
29 iIh Janeiro e sefuir
depois da .lecuora do costu
me para Liverpool por
Lisboa. Bordean* e l>l.DHnlh
?ara caiga, passageiT.. WPtttBafrmtut "
h'Mro a freip : traia-M- com D
AGENTEI
Wiisiti. Nolis A (.. milH
14RUA IM> 'OMMEW'Ki-li
onupanhia HhiHna de
vetfa^ao Vapor
V?aeej, yllaNova, Penedo, Araoa- -
4, Estancia e Hahi
i > vapor '* erg-i pe
' mmandante Rebello
Seguir* para at
portos cima
indicado no di*
180 ilo correnie it
'4 horas da tarde
'aracaria. pa>aeu, ncoutiueads* e dinoe
o < frete trata-se com o
A6ENTK
edro Osorio de Cenjueira
17 Hw do Viq/uti, 17
LEILOES
No aran zem da ru d< Boro Jess n. 45
serao vendii'os div.rsi'S instrumentos musiraes,
bo..s un tniia- de juni'o. radi-tras avulsas e mui-
li's uutros movis e miudezas Hi existentes.
ewo*
de mebilias .usrriacas. aioericanas. cadeiras de
jun o vuisas e muitos nutro- movis, jarros
candieiros, lenca jramta 'a. leques. grvalas p
muiia outras n udezns.
Quai la-feira. do correnie
A's 11 horas
Agente Pinto
o araazm a ru do Itooi ku a. t.
)m continuacao
vender o mesmo agent urna ra xa com instru
meirtos, taes como : pn>tons. barytoBos-baixos,
rouiboues. ophicleides e outros.
Ag'en
te B'ritto
Leilo
DE B0NS MOVIS E LO^AS
0 ajenie cima, auionsado por urna familia
que vai para a Baha, f-.i-a leilo do segumie :
Duas mutullas de pao carga quasi i ovas. 2
maiquezOes, 1 lavatorio. 1 marqueza 1 mesa de
jaotar. aparadores, c hides, 1 cummoda, 2 bao
eos, 1 espelho 1 -relog-o de an- le. t quart
nheira. machina de austora, jarros, camlieiros.
Ipuca para dlmoco i janiar. quadros, vidros, 1
lardmeira, 6 eta.eres. tapetes, t lavatorio, 1
mesa de pinho, tn ai de cosinha, jarra e outros
u hj Hitos.
luaria-felra, O do corrate
A's 11 horas
Ra do Sebo n. 3 vu Baro de S. Borja
cente Hepple
Leilo definitivo
Do sobrado e grande pavimento terreo sit..
ru. de S. lieino sob n. 24, hoje ra
27 de Janeiro, (Olinda) e as dividas na
importancia de 7: 1*0040, pertencentes
a n asna fallida de. Palineira iV Inuo
Quarta-feira, 29 docorrente
A' 1 hora da tarde
No arin em municipal de Olinda
0 agente cima por mandado e assislencia
do ciiiadSo Dr. juiz e- pecial do cnmmprclo, a
rpquerunenlo do ridadfto Dr. curador fl cal da
ine-mn inas-a levar a leilSo o sobraoo cima e
dividas, sprvindo d^ bse os pregos do 3o teHIu
A Kuma explicatao o mesmo agente dar aus
licitamos.
Leilao de trastes e loncas
Quarta -felra, 'i% do corrate
Ra das Trii chairas n. 19
A's 10 e 1\2 horas
0 a gen te Mariins far letiu dos movis de ama-
relio e urna hoa cama dr jacarao la, jarros, e pe-
lho8, louca e trens de casa de familia por or-
dem d. Sra. Ma ianna de Mello Castello Branco.
.. Ao correr do marlello
; nimandr.nte Antonio
Almeida
Francisco de
E' esperado dos portos do su
ate. < dia 7 de ?evereiroe ee-
uindo depo da demora indis
p-'nsave! para ta portos do or
t ate .\iai i .-
a.s ;iicmmeada so serio recelU'a;- oa*e
ci i at 1 hora da tanie do dia da sabida
'-'va carga, eDCOiBmwdaB. naas-^pens e val
res frata-w com os
AGENTES
reir Carnwiro & C
i=^kua <1n Commereii>=*
la -.-.da*
loyal Mail Si**aa Packe
Com pan y
O vapor Tamar
Espera-s d:- Europa at o dia 1 a
Feverni: .aiudo depois da dem
ra ilo CO ,. .e para
Mahla, Rio de aoelro, Santo.
Montevideo e E3nenos-Ayrea
Para passagens, fretese encommendas Tu,
i com os Ai.ENTES.
O vapor Elbe
E' esperado do mi no da 2 d- Fe
veriro, ssguindo depois da deroo'
! una pira
lAnhna. Viga, e Monthamptoo
Renuc^o de paxnagetu
Ida Ida e-vou-
A ist I* classe i 20 30
A mpiOQ 1*claaae 28 l 42
tes resfrradop para os passagwoKC'
Pe oamhuco.
ara passagens fretes, encociraendas, trata-*

Viiiorim Irmos & C
o 3on JessN. 3
Leil >
De bons movis, excellente p;ano, por-
celana, vidros e loucas.
CONSTANDO
De 1 excellente piano allemao cem pouco uso
coberto e cadeira para o me-uic, 1 mobilia de
junco me lalhao completa rnm lonsolns de pe
ara 4 elajeres com jarros. 2 jarros rom p antas.
para arosolos, I tapete para i-ofa. 1 porta-cartas
iie electro piale. 1 guarniyao de pannos ara ca-
ii-1 ras. 1 almofada para sof, escarradeias de
porcelana, I espelho oval, diversos quadroF, 1
cama francez.i de Jacaranda. 1 banca de cabe-
ceira 1 importante, tuileii', pona-extracto e.mais
ubjectos paia o mesnio, 1 cabide de columna, i-
banca de ferro. I yua da vi-ftidos de aiuarell ,
i tiiiiet pequea, i santuario e commoda de ja-
/aran.i, 2 jarros, l cest. para roupa, 1 con mo-
da de amirellr, i banca de amartllo, i mesa
i-lastii'a com 6 iabo*>, aparador t, cadeiras de
vimes eom bracos. 12 ditas de uncu para sala
de jamar, 1 caaeira para viagem. 1 sof de ama-
relio, apparelbo de porcelana para 'ha e'jantar,
garrafas, copos talheres, colberes, clices, 1 la-
vatorio com pedra. 1 tbpar, cama de lona ero
tons e ouiras plantas em vaso, trem de cositiba
e ouiros muitos objertos per encentes a casa de
lilil li .
fte&iA-feJra, 3 do corrate
A's 11 horas
0 agente Gusmo. au'o-adn por urna familia
le niudiiu se para f ra da provincia, fai leiln
no i" audar do sobrado n. 2 da Praca do Conde
d'Eu de todos os ohji'Ctos cima mencionaren
o-qiiaes se acbam em'muito boruesta du de ceu
servaco.
Agente Pestaa
Leil'r defin ivti
De duas mei'aguas de p.-dra e cal edifica-
das em terreno.propro, sitas travessn
do Principe ns. 1 e3, perteucentes ao
inventario de J<>ao Cardoso Barrete.
Me&ta-fef ra 8 I do corrente
As' 11 horas em ponto
Aro armazem tiavessa do Corpo Santo
n. 27
0 agente Pestaa veader por mandado e as-
assisteiicia do Exm. Sr. i>r. juiz de orphaos as
mei'aguus cima referidas.
LeiR<>
De lOfogfon da-'ferro ecBoniico oVns.
6, 7 e 8
nbhadn, 1 de Fnerclro
^A's 11 horas
0 agente Gusmo fura leilo dos fogoes aeima
meucn-nndos erfl Ioips, von'ade dis comprado
es. iievendo dr lugar o leilio no armazem n. 10
da ru do Bom Jei-s
AVISOS DIVERSOS
Preci-a^r ne iillld din ^He Milliu bem en
gnmmur, p#ra servic de cas^ d f.milia, na
ra Coiic rdia ti 104.
Prensa s- de urna a a para servico do
esii o di- i a-a de lamilia ; ia ra t "di-.Marco
numen 2.______ _______________________
Precit-a-.-e de um feior; na ra do Pay
nand ur!9.
*_____________________
Precisa se. ue ma ama que saiba lavar e
engonimar, para pou.a familia ; na ra Bella
numero 4. ,
Precisa e te urna eosii heira ; na ra Fer
namrV- Vieira n. 2i.
Aluga se o pr. du- a iua uas Trim-h iras n
18. Ctisiauio de armazem. 1- e 2 andares,
. resian -o se mudo para um hotel t hospedarla :
a ti atar na ra d > Boro Jess n 18. esenptorio.
Aiuga e o 1 andar a. 278 A-tua Coronel
Suassuua a tratar ni ia-a Pr>ai(e tk C, ra
Baro a Victoria o. 9. ou no Chora menino n.
12, sobrado junto a cape'la.
Aluga-se a grande rasa caiada e pintada
com granue sitio a'bonsado e todo murado, sit
ao neceo do Padre Iuylez. as chaves no mesmo,
a traiar no annazetn n. 25 travessa do Corpo
Santo.
Aingam se duas srlas com commodos, seo-
do ata cuui f i-ule para a ra noque do Caxias,
e a ouira p- ra o largo de Pedro 2." ; a, tratar ua
ioj.i a ra tiuque di- Caxi^a n 79.
luya e duas ca-as novas a ra da Casa
Forte, tndo rada urna Squartoi, 2 gian es su
as, ccsinh fo- quintal murado, a^uu encana-
do e bauheiro c m rhovisco- ; a tratar na ma
Di que de Caxi s n 30. paiaria d : Beiro f Al
meida.
AluKatn se casas caladas e pintadas nos
indos de S Goncalo, a 8#000; a tratar na ra
ti Imperatn? n. 76.
Alujaro se o 1 e 2- anla^s da casa n. i3t
i ra Visconde de Inhama com .goa e coro
modos para familia ; as chaves no andar terreo.
Offerece se urna senhora para leecjoiiar
primeiras le tras p algum trabalho de asulha eui
colleiio u casa na iieuUr, deixaudo carta fi-
cheda oes i lypographia. coro s micia-'S T. JU
0 sobrado d um andar (em obras) sito
ra da Ho i n. 39 esta bem localisa o tem tres
f ees. com janellas no- oitOes ; ijuem quizer
compral o e reedifical-o, oe certo Ihe dar um
Dom rendimento : filiar ao Pinho Borges ou Bur
lamaqui.
O OLEO PU.
-DE-
-SE-
prodnz efbitos anlogos a os da>
Emulso bsiji Hfp^hosphites
dos mesmos souhores, no caso de
ser preferido o traotamento nesta
forma para o curativo oa inoom-
modoa
do Peio, a Garganta o os PuMSes
LULAS
0 homem do^moto continuo quer fallar
com os engenheiro^ do Estado de Per
nambuco no dia 12 de Fevereiro do cor-
rente anuo.
Para tal fim c-invida tmbem a c'asse
dos cidadSos sci<-nticos, bem as meninas
de 13 anno e seus pas.
Para o tratamtnto e pmnpta cura dai
Molestias do estomago e do
intestinos, molestias do flgado,
dispepsia, indlaestGes, clicas,
nauseas, diarrtea, prlso do
ventre, alta de appetite, incom- -
modos depois da comida, enxa-
quecas e dores de cabera chroni-
cas, rheumatsmo e nevralfrias,
molestias da peUe, molestias pe-
ridicas das senhoras, e, aleta
destas, muitaa outras enfermidadesque se
classiflco debaixo de urna iuflnidade do
nomos, todas porm, oriundas da mesma
causa, a saber-;
Desarranjos dos oreaos de di-
gestfio e assimllacao,
donde provm a Impureza e o enfraqueci*
ment do sangue, com a debilidade e con-
gesto de todos os orgos vitaes do syn-
teaat
Procnrem-se
AS PILULAS CATHARTtCAS DE AYER,
PREPARADAS PFI.O
DR J. C. AYER & CA.,
Lowell, Mass., Est.-Unidos.
Dnroaxo Osbai.
Estril>eiro
Precisa se de um estribis que seja por u
g'.ez. para um eng no prximo a pstiedo de
R i beiro ; uuem pee tender, dirija se ra do
lecriai u. 2. 2 anda .
i) osi nheira
Precisa-fe de urna co>inheira pira casa de
pou familia, a tratar na ra do Visconde de
Goyanoa n. 4.
ESPECFICOS
DO CELEBRE
Or. Humphreys de Heva York.
Era oan mate de 90 annos, Btanple^ sepTiros, effl-
cazes e baratos. A venda as TOjsir^i e Poar-
luaclas principesa e mala e.irautias ilo jluuao.
so. crntA
1. Febrod, Cougcstn, niflammari-s............
2. Pebre c Collcacai'sadas uorLombrlgas....
8. Clica, Choro elnsomnij das enancas......
4. Oiarrkee doOrint,->iso Adultos .............
5. Draemerlo, D'rcsdo Harnea. CollcaMlloea
6. (lolerlnR.i.'oii-ra-Morbo, Vmitos.....-.-
". Toaw, (;onmiiia;4o. Kouquido. Bronchlte..
e Oe-.itesedi.U-am. o Nevroteta.......
8. Jlflr tle l>e-.i
9. llar de t'ab
i0. ]) 11. tSuiipreMsiio ue. /..c;-;l
rada.....................................
11 I.eo-orrhea, Floree. Braunw, Eegra profusa
18. ir jb,Toh(u)Ronca. Uialculdadede Respirar
11. Ilerr.-, hrnpcOes, Eryslpela............
15. Khtiimuli-.iio, Ddreiirheu.naUoas..........
t (ezSeii, MaM'a, Febrolnleruilttente........
17. llemci rki i lan. Almu.ivimas. luteruas ou
externas. Himples ou 8;iurentas...... .-..-.
1K. Optitbnlmin, r'IUi>3 fraoos onlnammaoos.
19. Ilnftrro, agufloOT crontco, Defluxo........
20. Coqcetr -^smo-Uca.............
21. nibui -.iravodsrnV'l'jsa.................
SJ. Bpp!irfcv.iodOH r "o, Snrdez ...........
23. BrTOtH] enceras.............
24. D.biltda.'-t KL-r?..,wi Dioica.............
25. II} iiro'.iel-i- "iiiiiulaqoeaCoWM...........
tKiiioo de ;j. .air.ca. Vomitas.....-v--
5Iole*f 1hi oarinuri.'-s, Clenlos ou edro
na Bcxiaa.................................-
28. Imporenc-iu. B'.hilidc.le nervosa seminal..
29. ("aeninkunjia Boec,>u Apata.........
S. fcaaMBeaSa *< Ocarina. Ourtmu- na
Caraa ...................................
Sl. Mcnetriiuc^o l^;ero., Frurtto...........
S!. Motrjutiu- doTcruc-V), ralpltacom.. t Uv.
&. B S. V1U).....................................
84. T>Dhth*f>>^ '! maUinne ale areania......
SS. Conera-HC.- O Manual do l>r. HUTE'ihrcvs, 111 peines sobro
as Enfsrmkmdcso o iaoao d e ouralus. ie pede-sc ao seu boticario ou &
HCltrPHBKY' MEOICINK "CO..
10O T^attoo Btit-ct
NEW YORK.
nico deposit o para vendas em
grogso na imperial drogara de F.
Manuel" da Silva & C, ra Mr-
quez de Olinda n. 23
NO
THE4TR0 SANTA ISABEL
Xo da it dr FeTerelro
(Prximo vindouro)
Sendo que o governador d'este Estado
d o devino cousentimento e precisa ga-
ranta, luz, etc.
2 de Janeiro de 1890.
O ESCR VO,
Chtie Brez.
Preei-a se de utna e sinheira em ca-a de pou-
sa familia, e e um im na de i a 14 annos,
para andar Com metutio-. ou ioiii^ se cu ta,d o o-seo que preeisarem ; a
tratar i.o i ae- da C in.uiitiia Pernatubucana a.
4. artiiozem.
\ ma
Anua da Silva Ferreira
Jos Fer> audes Fe> reir (auM-nt<), Alfredo
Rodrigues o-. Alijos, sna mu her e tJIlios, Fran
cisca da >ilva Lima Beiriz e liliios. D Jos Al
vs L ma e sua mnlher, Fraoeiseo toarlos da
Silva Fragoso, sua uiulne e liliics e A tomo
Fernamie-. Bei iz. sua mulhvr e lhos, muito
agraiieeem a todas a.- pessoas que se dignarais
de a -ompanhar ao ceiiiteno publico os rt^tos
mortaes de sua prelada mulher, soara, mi, a^,
iniia tia e cunli da, e de novo lhes pedem t ca
ridoso obsequio de assisiirem as'eissas que pela
ima la me^ma tinada pero celebradas oas ma-
trizes da Boa Vista, do Recite e -. P dro Mariyr
de Olinda, s 8 huas da manha do dia 30 do
current -timo di du falle tinento
Pedro Pinto de Araujo
Pbiladelpbu Ernestina d Almeida Fortes, For
lutiati Alexatidr>oa de Aimeida Fortes nacharel
Luiz G i)/.iid de Araoj l>-l -ri.-ano Pinto de
Araujo Fortunato Pinto de Araujo, Mana Celeste
Pinto, de Araujo (ausen es), "anoel Pinto de
Araujo. Pbiladelpha Andrn de Araujo, tia e
irms do fallecido Pedro Pinto de \raujo, con
vidain aos pareces e amigos o caiidoso obse
quio le assisuretn miss.., que n.t sexta-feira
31 do correte, a- 6 horas da manli. stimo dia
de seu passamenio. se ha de celebrar na igreja
de S. S da IVnha. pela alma do mesmo ; e des
de j se c candarte relig'So.
t
MARftViLHA CURATIVA
DO CELEBRE
Dr. Hiwip!ireys de Nova York.
A Verdadeira Maravilha do Sculo.
- APPROVADA E LICENCIADA
pela Inspectora Geral de Hygirr.c do
Issperia da Brasil.
A Blaravlllia CuraliTn remedio prompto
para as Ptsaduraa, naehncaduras, Contusoes, Tor-
ceduras. Corladuras, ou Laoeracoos. AlllvIaadaV,
FManca o Bannue, faz parar a InflammasaA redas
a lncbacao. ttraoaiesoorainemo. efazsarar a /erlda
como por encanto.
A .Maravilha Curativa alllrio promptoe
- cura rpida para O.uei.aduras, Ecadaduras. e
Quelmadura do Sol, e superkjr a qualquer outro
resaedlo.
i. A Maj-KvSlha CnratiTii lmnagarel par
rspaacas Hemorrbagnia, seja do Nariz, dasiicngivas,
vsfas Puhnoes. do Estomago, ou ar. HemorrhoidaH ou
Almorrelmafccurasempree nunca ralba.
A Mfcrallha CnratiTaumalllrioprompto
para Oor de lien es, de Ourtdoa, da Face. Inchacao
Sa Paco e Neralfda.
A MarnTllaa CnratWa, orecursoprompto
enredoso para Dores rheumaiicos, Alt-ijao, Dore
- aUgldca naa J untas ou Pernea.
. A Maravilha Caratlra o grande remedio
para laqutoencta. Angina, Amgdala? Inchadasou
anflammadasnempi-e seguro, gempre eflicaz.
A MaraTlba Caratrra de multo valor
emo tMeoclo para o Catarro, a Len..-orrhea ou as
Plores Brancas, e outros eorrtmentos aleblUtantes.
A Mararllha Carativa hnpagavel para
curar ulceras. Cbagas antigs. Apostemas, Panarl-
clos. Callos. iTletras, Joanetes e Tumores.
A Maravilha Cnrallrae remedio prompto
jiara Dtarrhoa pimples, e de Dlarrhea chronica.
A Maravilha Carativa exceBente as
Estrellarlas r Cavanarlcas. para Torcednras, Dores.
Itsadurase Esf oladuras. Contiisoes. I*ceracoea, ac.
Sspedadadas do Dr. Hampto-ers.
Bcmedloli SapeclSatas,
l'ngnento Maravhoao,
lleaiedios Syphiliticota,
B emedtos Veterinario*.
O yanua! d-> IW. VTumphrcji" 144 paginas sobre as
Satsrnildeaiws e modo *!< cural-as se dagratis, pedo*
se so sen boticario ou a
BUMPHltEYS' fliEDICIKE CO.,
J09 Faltn Btreet, KEWTOKK.
nico deposito para vendas em
gr'>88o na imperial drogara de F.
Manoel da Silva & C. ra Mar
quez de Olinda n. 23.
Juu Franrisru Tclxeira Mar
que
D. Luia Cavalcaute Teixeira Marjues, Dr.
Ambrosi' Macbado da Cunha Cavalcante, -ua
m iher e fllho-, coronel Manoel Cavalcante de
Albuquerque, sua mulber e Albos, Manoel Ca
val ante d Mello, sua mulher e Albos e Fran
cisco d Souza Silva Cunha e sua mulher man
dam celebrar Tiissas pelo repouso eterno de seu
fabeci io mando, cunha o e tio. Jofto Francisco
Teixeira Marques, no dia H d corronto, as
horas da man a, na matriz da Boa-Vi-ia. i para
este acto de religiao convidam os seu6 prenles
e amigos a assislirem ; ctnPssaodo se desde ji
,(? adecidoB.
t
Manoel Fisuelra de Menezea
MuM Ciara de Mello Fiyueira e seus filhos,
anda s b o peso de imiiressao doloro-a. agia-
decem cjrdialmente a'todos os parentes e ami,
.'is que se digriaram acouipaohai- o corpo inani-
mado do seu pranteado esposo e pal, Manoel
Fifjueira de Menezes. ao eeunlerio publico, c
novameute os convid m para asgistirem a i mis
sas que pelo eterno repouso du sua alma ma -
dam celebrar no dia 30 do corrente s 7 horas
la maulla, timo da to seu passamento, na
ig eja do Senhor do BomAm, na cidade de
Olinda.
Prec sa se de urna ama para cos har com-
prar em ca*a de familia ; a trata'- n i ra Direita
n 11*. ou na de S na Rita n 49, serrara a
vapor. ___
A ma.
Preii>a se un.;' an.:: que c-iohc p engoa-
me com pe fe cao, p a tlu s pe^soa- ; na tabri-
ca ra da Ptoritina n. ."Ifi. ^^
Ama
recitase e U'iia ama pa1 a an lar com me-
ninos e li var algaord r m- a ; na estaco da Ja-
ueira se innicaiA o sito
_^,,, ----------------- i i
Ama
Preci>a-se de uBBa ama que -ai >a bpm engom-
mar. para sen-ice da casa de familia ; na ras
Mrquez do Herval. .an !(,' Concordia n. 104.
Ama
Precs -se de n*- a- ama f-ara tosinhar em casa
de pequea faurfku ; a'traiar na ra da Saala
Cruz n 86 J_ ,._________________
Ama
Precisa-.se fie urna eo jnbeira : 3 tratar n
ra do Hospital P>dio 2 fobrado
a tra
fi. i.
H
\IIIJt
Precisa se de urna tua para cosinhar; nanta
larga do Rosario 11. 46.
Ama-
Prccisa-se de urna ama para o servico domes-
tico ; a tratar na roa arao 'a Victoria n. 54
na nova agencia de movis.
Ama
Precisa se (le urna a u* para cuidar de una
cianea (prefere se menina) ; a trat-r na ruada
Imperador n. 77. lojn. ________
Ama ara cosinhar
Precisa se de nma cosiutie ra ; na praca o
Conde d'Eu n 26. robrado amarello.
Alug'a-se
a casa n. 121 *rua da aurora, c m commodos
oara gr nde familia, tendn bem plantado, e m.is um grande quintal mura-
do ; a tratar na ra Duque de axitts n. 74, pri
meiro andar.'
Alu^a-se
na ra Direita n. 43, sobr >io, a casa ra da
Gloria n. 63 est ilmpa, bom qufntal e cacimba ;
a de n. H iravessa o Corpo Santo, e a te 1.
4 travessa da fundir .
Aiug-ut; barato
Ra da Roda ns. 38 e 60.
Largo do Mercado toja n. 17.
Becco do Campello n. 1. Io. andar.
Loja do sobrado do becco do Calabonco n. 4.
Ra do Noyneira n 13.
Visconde Goyanna n. 163 com agua e gas.
Travet-sa do armo, loja n. 10.
Becco do Tambi n t
A tratar a ra de Cointnercio n. 6,1 andar
dscnptorio de Silva (icmiafes & C.
f
A o publico e ao coiri-
jnercio
Maioel dos San'o- Serralvo p rticipa ao pn
blito e e^p. ;lalme.iie ao c- rpo tommercial, que
111 sta dai.i cumpiou a Jo.- Posino, noheciio
por Ju.-6 Flix, a taverna de sua propriedade,
rita ra d Principe u. 28-A. livre e desemba-
racada de t- do e qu Iquer onns Arando todo o
passivoda me ma taverna s h a exclusiva res-
ponsabilidade do referido Jos Posin .
Anua da Silva Ferreira
Antonio Fern-mies da Silva Bei iz sua mu-
her e Alhos, profundamente sentidos pelo des
canco etemo de sua sempre lemhrada cunhada,
ta e madririha, couvidam aus seus pai entese
amibos para assistirem as mi^sas que mandan)
celebrar no dia 30 de L.neiro pelas 8 hora-, da
manh na 11. t'iz la Bo -Vista, stimo dia do
,-eu fdileeimento, canfessnido se eteroamente
gra'os._________________________________
dagajHBBHBlJBiaaaMSa\iaaWSSaVaaaaWhkr<'
Anua da silva Ferreira ,
Francisca da Silva Lima 'Jein?, seus Albos e
Hlha< coovidam a? pessoas de ra am as.istirem a- missas que pe 1 descauco eleino
de ua .^errpre lembrad. nna e ta, Anna da
ilv,. Ferreira, mandam relebrai na matriz de
s. Pedro Martyr de 0 inda, no dia 30 do corre-
le, as 8 hora- da manb, stimo do fallec
iiienio
s.
t
aelc de Helio
Rr.izlltnn ADfDala l.u
Mato
Brasilina Augusta Luinack de Mello e seus
prenles, agraileceai a todis as pessoas que se
iii".n.irain at'ompanbar os restos mortaes de sut
filha brazilina Augusta Lumack de Mello Filha,
ao cemilerio de.Santo A aro, e de novo as con-
vidam para assistirem as missas do 7* dia, que
tero lugar na Ordem Terreira do Carmo, sexta
feira, 31 do corrente, s 7 horas da manha, pe-
nhorando d-sde ja o seu eterno agradec ment
por este acto de caridade e Tligiao._________
Criado copeiro
Precisa se de um menino de 12 a 14 armas,
que eutenda do servico de copeiro ; no sitio l.
5 da estra a amarella.

Se solTres porpe qneres
D8A E CONVt3CEK-TE-HA8
CU KA K ADR AL
SEM DIETA
DAS
Molestias de pelle
8YPHILTC.A8.
Darthros, sarnas, ulceras antigs, ia-
pingens, bobas, goiuuias, cancros, rheuaa-
osmo e morph.
Com os prodigiosos
XAEOPE E UNGENTO
DE
Hydrocotile Calasans
Applicacao fcilUso sem perigoBf-
fetos promptos, dieta rasonvei.
Cootra fados nao isa linimentos
Estes remedios Bao os irais commodos
do mundo. Envia-se gratuitamente, pela
correio, direcc5es para nao d'estea medi-
camentos admiraveia.
Preco do ungento 1)5200 o frasoa.
Pre90 do xarope 3(5000 a garrafa.
Preparados por Calasans & C. Phar-
macia Imperial, Babia.
Deposito no Recite
Francisco Manoel da Silva & C.
Ra Mrquez de Olinda n. 23
r '.
i-
t

r


-





X
1


Juudo Ae Peenamhii.u)- Quariavfaka .29 *U Minora 4~ GUERLAIN DE PARS
*** PERFUMARA DE LUX0, Roa de la Paiz, S ###
ITieOS A MODA ESPECIALMENTE RECOMENDADOS
iasacara* o <
Anua l aaial.
i ijnlo para oa cld
-----wat Paroma da
.Jora, de u nx ji rjiieii^s Mt'\ te Snhtrras BraHims
Acaba (iVsahrr o n. I lo XIX auno. 15de
Jvitro de 1890
l>elliaimas.jpivun*4'>ire especialidtde : modas, objectoa de Adorno
mm
de ph uUsiH Sai de ap ir*do .g>at i d.Itlte< qn aprsente este Damero
Do s laurinos o1U).*ims pctaMatundo bellos toilettes para sarao e paaseio,
erf*jj-n+nte explicadas > texto;
Um s pplemento liferario *Uastradri de fioissimas gravuras, e repleto de scin-
tillante. trv.-a Firma-o oiitamid. eauriptores. '
PE l
AVUI-SO 1^000
ASSGNATKAS
Criado
Preeis ie de am raaos at 14 innoS, par;
criado; na peata doooode s'8n n. 28. sobrad
amarello
Cixeiro
Os genitores aosjpnai .- q. u^arem su os^rpoutnras ate 15 de Fevereiro
recebeao gr.tis um eaixi lia o un 3 aaonetes Baos ou 11M) cartoes marcados com
eu noiue.
C's assjg cantea de a*at* t r-c-isvrV n smno Krmde um elcgant loque.
m
armo
14 000 j 8 te ijkz.
8^000
I 1X7
K
OIA
i\ i
F

2^
9Ra JLa de Mareo9
Precisa se de um caiveiro com pralica e ha
bilitaco, paia urna casa qie veadejyn grtsao.
dando fiadorjde saa ooaeecaa ; a tratar i a roa
Vidal de Negreirot n. 166.
Hygienico
Acabam de cfacgar oe tasjpeaeavais .tres
para pnribVar nossas crystalinas aguas ; na tra
vt-asa do Corpo jaaaio n. A5
Aluea-se ou vende ae um sitio no Fajo la
Panella, ja"tO'aa do nr Louraro, todo mu-
ra Jo e com bastan e- fra Reirs .dando foleto
bOrt casa com com modos tpata gtaade sglii
qnartos indepeudenies par eriados, cocneira,
boa agua, perto dos bastea ; fuem fuwtatraVr.
dinja-sp o caes da Companhia Pernambucana,
o 4, arnazem.
IL^sT* Attedifr*et vi
(tetad
Jo^e Samuel Bot*-lbo pa-ticipa ao respeitaw
publico que encarrejra bolos para casamento, bapti-ado ou outro qeal-
qaer '-tu. a&siiu cvaiu Ctorva capailas morlua
us d- perpetu- ; a t atar na ra Nova n. 5 '
2-nedar, e ra da Gamma do.Reafe n. i3, lojh
de sel i-iro.
o;8as para ug-ai
., 30, 86 e 18, na roa Zapita* Antn.'
Lima em San-o Amaradas '-linas ; s -ata
ra W:i-nii"7'*eOIBjda B. 8, 1 "*'
d.

luga
*se
o magnifico sitio rom *> asa, na estrada de
soto de Barros n -t8 tmdo 'multas froetei'as,
um grande jsrdiD e niiitae aaieiros pan er-
dirs, e por ter perto da 4dade e atetando na
fertantwjM -e-toodx, awm qu'r dirija-ie a
B*aia k ftwmwn ". 8ft-A
SAMO -BENTFKG0
lo
DR. RIEDEi.
A melhor preparado hygleaica para d::rcar e onservar
uu,a cusa.terrea com quurtos pelo saenos, en
hom estado e tea coa. wo bauro da Bo, Vi-1
3uem a tiver podeU doixar as dimensoesoa ru
as Larangeiras n. S. offi:ina de ourives con
tai lojjue esteja desembacacada de^qnajfjuer by
dotheca.
H
ar
Compra se
kom estad' :
pa
ama harpa com raovimento e en
na na N *a a. 13. *
CosinheiTO
Precisa se de um osinbmro au csiobeira
ra uo Piotresso n. 1.
. Compra-e
ria David.
"atacoes vethos
na ra doCabug o. 14. relojor
Precisa se conurar un-.
tar na ra da Uni;i u. o-.
asa
I !| I)
;i .i. a tra
Muit bttmti
Aluga se i easa
antiga do Jan ii ;
:i. 3 i
a fr-.iar ii t
a ,-e:.'
JUIIIO
E
nuil .Na casa ii t a iad di- F- roiodes Vieira,
pretHtii tt. ufiu- rn mu atmu.
P'i fiif ae de um i
Him>-m10.
no pal do Paraizo
ma
m^sh m*K,^ ri'
4*e.
de J.neiro. com a marca registrada
Appro^qda pela junta de hygiene do Rio
para todos os E-t J' Unidos do Brazil.
VENUK-SK AS SKGUINTKS KASAS:
Maia Sobrinho 4 C.
Castro Medeiros & .
Duarte 4 C.
Pedro Antunes & C.
JoSo Bezerra &. G.
Netto ampos & ''.
Manoe! Joa^urm Eibeiro & C.
Maia e Silva & C,
Barbosa & Santos.
Barros & C.
Nn na Pompilio,
Ni mea S'ooaeoa & C.
W^^l e Vieira Nevq
Manoel Cardoso Jnior.
Idam-el olaQO & (J.
Pap u>a & Bastos.
Riheir" & A'incida.
Antonio D. de Lima & C.
S.h.n.. Pnho Joo Ramos.
Deposito por a tac dLo:
THE O. JST
Luryo do Corpo Santo
Alueitm se a casas n. 8 I ra da Unido e i
4 ra Onde da Bia Vista: a tratar com n
Srs. Neyreirus, a praca da lude peo leona
Instrumentos de msica
ra u u r.x
Compra se urna casa de 3 a qua-tos. dente-' nshn itartegarmai luniaii uimoatiaauwBJsti
da cid le o arr. balites
' da Victoria n. 18 i. ja.
tratar na na bario ment oarao Paubeon Mn-kal, ra Nova na-
meio t3.
Leja das Tres lirias
Zephjr de
BarioAa il"1
l'HTO & LO*K
o >'
a
. d*i
i. cov^ido.
is. o dito.
240
3. O
i;
tH' r,.
un
a-a 4 \)
d 11.'.
r*.
ba

i 75KJO.
a liJi5 i [950U.
,r e
ve i
Lindos cortes i- m-t i ardMMO.
(,'ap 'Jf-f
lOOUO
Sm'tm
'o
ramagem
dua
Etamine lisos a i(M' re n
Setim do Ja pao a "4' -.-.
Crep de la parv vea ib
dito.
Chachemira8 de li.-tr. d
25000 por l*K> o dit
Certinados bordad: t
Ritos cortes de ujphyr bonl. 'tos a 14dt<00.
Setms de todas as rs. o c<>-
?ado
EaguiSo pardo a *('
Caaacos de Jera y
Flanea branca. todt
rato.
Seda palhi a I5O0O
Cortinado de,crochet Bn
Cortts brancos bordados
ba de liado
Sabida de baile a \m.\{:
fc.lfti lijis, rs o ...
Ghiarnic^o de crochet a
Canudas do flanea -
55W00uma
irepe para ^oberta a. 6v>0 rs. > <:< vad ..
Madapolao americano a tiOUO e l (/ a
peca.
Cheviot prcto a 2550" o covado.
Atoaihado de cor a lo'JO < dno
Pan-.o da Costa a !,:0 e. IrS^O o dito
Bramante de linho a J'JO n i< tro.
Toalhas para.banhe e l-^Ki
WfiOD um.
- 00 ooTado
a tm inn toqnc, de 12)
Fich de l a
He
EsprtfMii ti'
por M6O0. "'Merino francez, una largura, todas as
PeV-* d- geKi:V> ^<- >dt>t)di a 30OO. corea, la pura, 280 re., o ovedo.
Oamisas *tem:fi a dusia. D>*" duaw iargarre, or aaul, ,a-40Ors.
rguiJW, de Flariea malaca k* I para palrtot a 4#500 **ado.
o cavado. Las diversas com listras e qnadroa de
Atoa hado bordado a lfl'200 nretres. seda a 400 rs. o covado; fazeuda de
rVr. braiii HW rh. o corado. 800 rs.
Ai'J DE FAZENDAS
21- KUA 1)0 CR 1SIH 24
ACABO -SE GOH AS DO RES OE DENTES!
imt.o oso o
Elixir, P e Pasta Dentifrioios
RR. PP. BENEDICTINOS
do ABBAWTA de SOTJH^A.C (iToxta.e)
Dom HAOUELONNE (Prior)
OmiOR CURATIVO
B O
Merino de cor, diias larguras, com lia- pleto.
pira iMiva a7i>i0, 8(9060 tras, fenda'de2iJ8'l0, a 800*8. ocovade.
Etamines a:rendados, lavrados e de lie
tres, faaenda. de muita phautasw, a 400 r&
o covado, corea lindas.
Ma.itilhas heapanhtlas, crcanes e pretat,
o(Mi(j uma
Brito de linho, padroes mimosos para
criancas, a 600 rs. o covado.
i- 1?<4MK
Ciiliete.
e -...ros a 2*0, 280, 320
o ciwaito.
1 ret n*s clan
e "Mat i,.
a ..... tiruwa feoriMh a 4O00, 5()000
e fiOOOO b pev.
t'ambr auna ji- laiaaale oerea a 41000 a
pev.
Alpacas lavrada>
La Ain. zon s a
." ,-<>ni b^
mu V'i'Ti
Camis -.s francezaa, ptmhos, collariuhor
de linho.
Fichua de la, e la e seda, de 16000 a I
1)6'100 ora.
Lencos brancos de algodSo, linho, borr
de seda e oeda ura, branoos e de cores '
bravatas e mantas, sortimento com
dco PRESERTATITO
Migeos Dentarias
INTE DO AMO
1373
PELO
Prir-fim BOiauB
Leques .de papel muito liodw, 320 r
um.
Eap irtilhos para senhoras e meninas
todaa as qualidades e precoa
Lengos ckinezes, de seda, para rap.
' ollarinbo8 de linhj para homem <
1)5 Fustao branco lavrado e com flores
EXTRACTO r>A. KTOTXCIA.
A otttwI.a de FIERRE BOORSATTD e seua processe primitivos Aa escrupulosamente reepelUdoi.
Bttc .Bllzar ** nesaoS-Paim gota das proprleda-lcs mais preciosas. PreTem a carie dos dente que
tama airo o rocano teurpo qne o aSMa Eipel-e o nngue das gengiras que tonifica e reforca e
diwipa toda incha.ao. Purifica o hlito enanca a bocea em que deixa urna fresonra deliciesii e *nrarri.
Prerem e cura as dOrrs de gargantai-as ronquldoes, inflammaoJes, ns npbtas e in-feaoOai tle toda wyeeie.
N'muip.ilaTra.^ asoquotirianodelixlr
toa ~xn.. P. Sm?tllotlno asse-
gora a sanie p-rpetaa da Q.trfranta /$MZ$jfeJ1 9^ <* '
ed,iaoeii>.0mo*.,eM)or-oHno) '/flfiBtfgi (/ce.t-tyyil(XM/f '
Tezes secular dos nos^os Kevarindos Pa a ;".00 rs. o covado.
(X) rs. o dit
i*. IS20D jdaiia.
^HIMl a peya.
trv.. re b de mais fino, |
Zephyr de
4iiO rr i-, vai- ,
Batatas 4h A*mm ?0O rs. o dito.
-> uaWBf.a.i--;.*i*r. i(jri(X) am.
Setirotii bnuic e de cor.
Krtro pardo u n#aW,4K**B 500-rs. o covado.
Alpaca urw t. MH) r* >- d*'.
Vel irr>. :i 7iO rt.. o dito.
re i'-.
Extractes de diwersfH ra-
Bico-; usos e mattfiado8.
Balcias pretas a 2-Ul n> duzia
Kalendarioe com pcriunianx>-.
Lavas de sed-s a 2
Regatas de cores a tiKiO
Fnas ne t *^ ftie-. e larguras.
Bordados e iit.umei s.
Bnlm tnrrada'ii OO-rs. 6duzia.
aixas com perfuiMsTias.
P'M-ui .'e ia ;. ' lastnn de cores a 1(5500.
Linho pardo para vestido, escuro e ca 400, 500 e 1|J090.
ro, de 360 e-440 rs. o cavado. Peitmhaa ide vidrilho -a 1(5000 um.
Zephirs finos para eatido, ramagen Capas, visites romeiras, de cachemi
grande, a 500 rs. o cov do. ras, gorgoro vidrilkos, to-ios os procos
La adama-cadas aam aalpicoe -de sedt| Bramantes de linho e algsdao.
a 500 rs. o-corao. Toalhas adamascadas -paso mesa 2(5000
Sedas hwradas, de listras c de quadros, uma.
jia liJOO o covado. Guardanapos de linho e algodao, dt
< hitas, sortimento completo, de 200,3(5000, 4*5000, atfOOo e bdOOO a dnzia.
;240, 280 e 320-rs. o covado. 1 Setim Macao, todas as c res.
j Cretones franeezes vi-rdadeiros, a 320, | Surah de todas.as cores, cedo para.
360 e 400 rs. .covado. Merino ponto, 13 pa, de<640, 800
j Cachemiras lisas para reatados a,200n>. lfJOt 0 e lf5500- o covodo ; baratsimo
(o covado. I Bretanba de'linho 27 varas por 125< 00
Meias brancas cruas e de cores para Mndopoiao algodao grande variedade em
honenx. senhoras e oriancaa, todos os. prej precne.
nada tem de oommum com os productos
onicamente agr.vlamia spailiados os oom-
meic); d'ellas diatiiiguaMtaata aorsais
virtudaav ptmwuivaa como por ana
aogao carativa, enrgica, rpida o
oarta.
----------------- AGENTE GERAL
0i *//(?ca >ee-&*74
A.IS&CUJIfJ, BRDEOS
Acbae em todas as Perfumarias, Pharmacias o Drogaras do mundo lntelro.
MiriXS^UBaaWErS
08.
Cortes de casineta cores fixas, a 1*5000
E'muitos outiMs artigo* que vendonus por.qualnoer profo.
Na RA DO CRESPO N. 21 LOJA DE
OLVEKA CAMPOS & G.
.-3T"
a icrr^r-^Kritmirm
Guarda p para seohor. '(kih.
Guarda >i para hon m.
Palitot8 de seda paih..
Ro upas
Koupa p-ra hogkefis a -
Ditas para neirizK*i .'-*
A ~: \ i *
20Hui I.
itltfit *lc
tota .1.
Pl.tutS de
|)*l*.l
^sjfi-.-'M. p r'.vi a 4(5500 um.
p... preta a 4U.
.'paca de (or 455CC
HiihoN iinlwyiMor
tltaipaa p ita aeakoVa a lOOOO.
I.toi^iao ,-.ra aesiBp Ei
20
?1
M* R
- &. Aj-
-

A.11I i. Ul rn^Luk
Depurativo e Regenerador do Sangue
Privilegiado polo Oovemo de S. M. el Rei d'Italia
G-ovenio de S.
r>o iMioraaaoii
HTOST0 PAaLT4I9
t
do oMftHMa >olmr JERaNVMO PAQL.IAMO, M
V.MiE->F RX( MISIVA MKNTB RM
ZTapoles, 4, Calata S. Marco (Casa propria)
A CASA DE FL0RENQA ESTA aUPPflUIDA. 0 itlir. ERNZST0 PAUAN0 poikm
toat t raceitas ucnptat pela propria mi do difunto Pr^tessor JERQNYU0 PAGUAMO. 4ft
mu to, outrotim um documento qua o daiigna como nico luccessor : Q
tHESU PAGUAMO. S
Depoaitoa em rVniamnM / TWJt.:i" OK. da. iTi O R M niOAS AS- PRIHOrPaBS phabmacias IH) itrumt M,
CAPSULAS
THE Y Oa Y4AJS
Preparad spele DOUTQjR Cl'iJffl Premio Montyon
1
.. ..
As Capsula-. "athey-Cayiuscoi.i 'r.t >lucro :'.cljado$eGiten nao faRSo nunca
V o estomago e *"o recmfnenrtaers pelen Prus\nwm*n tim RNcnNkHfcH o -Medeiraae
I as'ttedie8 dr>. o^iHous "de-Paris. Loi)rr.? .\.-..-,.p u ;. etfra rpida dee :
tMaBaoat*naotigoj ou oaaootoa. ttaSezicirliea, a Bltaxaarrtiaj'e, b Oysttte |
' da Collo. o Gatf rrno e as Molestia aa Bexigas e dos 4rgoa jjavu.iv c'-.. rria. ,
| na* "ma txpfiaaa daMhidn aeo-npauA* ,sd Fiatao. j
------------ !
Catear VerU-'arae Capsulas Matliay-Caylus de Ct-IN & C-.oe PdPAC '
V, gi*e achiio em cata dos Droguistas t Pharmetaeutiaag- ^ ,
F*BRICI DE LI?R0S OE ESCR1PTURICW
I(fCABUNAAe ? PAiTAQAO
Oanoel -J. de GQiranoa
** 39 *- RUA DUQUE DE CAXIAS hh- 39 -*>
NUMERO "PELEPHONICO 194
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SABOE PARA TODOS.
PLULAS' I4L
\ t, ftolaa-iuir'lfltm-9 Sangue, corrigan Ms-: as itswems de Estomago*
doa lnt*< > Fortalacem a samle Jas coaitilUyOes delicadas, e slo d'um valor ncriwel faratadat ns enfermiilaes f
- peculiares ao sexo feminino em todas as edades. Para r s meninos asm caaio tamkem paca as |
pessoas de idade avancada a sua cfficaoia e incontestaveL
I--------------------------------
!
'
Horoi
medicioas sSo pr 'miadas RtenteniD EstbdocUiemo i> Prolcs-or UtnAOWAV
S. VBW 0ZFEO -STBEET (Dtoi 53). O&ford Strettt), L0HDBBS,
E venJcm*c em todas as pharmacias do universo.
adacM b4 Qjiiritir.do-s ropeitManeote a examinar ci rouiios de cula c*lu c Pole se nf^ ffffi" 3 I
direcsao, 3, Oxford Slreei, sao snificaijocs.
-WPBMearaOBO s-iaa-i-ai-^aaom'^. nWJ
lxui|in: .-f uiua cjii txn.biiiu e>bdo ua de ileOrnla, para osili'iiCia fia viuva Kyjanru
podfi Ki a (n-soa nifi-f^>inla ilin^r se a ru il;
Caili->a iin Hecife n. 43 lija de seUnifa. eiutiiiei'
ileoilfr -r i-.iid o Sr. S- iiMi-l oli'llio um dos an-
ca"r'"ito> pau es.-e tim.
Excel tente ?wora Aluja bu'-ato d ru el- 11 svii I IVdrn 2-
roln.-r do- C i'lhos. uma c s. ; s-obradaiia.
com a^ua. m itos oinmo'los. muito fresca e
jui.lo no hf>iio pnipad h tratar <-m 1 qoi
Mnwira s. das 8 aa 40 iMnaa >DaoM. o
quu .ilii;iii lanil'fin lli ca<-as n 6A 8i>- K)#
I
Cufr- d (erro
HoasaoaoaOi -1 *> i 't>ssdo. BOMeoSa
,a tratar na ra Tnn boinas n. 3.
iiihwD
Vrint"-sp un barris e quarto as, ni na de Pe
do .-iirm-o us II 3
Nt
lVt)S
Jo
&m* O i itUMi a-oi(nHiio, miiui rSiiMnsovel ( 4a
bru i. oV o .Mino a Onsta Mua A C. 010
lOJ de C lewloi- A ma ii LiT'auett'o n 19 *le
clara ia praca fietn em nutra
(jonl |tn i; queni se jul r edor apre-ente -e
no |.ra> de olio dias 0 me-mo pe.ie a uido-
es-iwu- devedor4>.p.ira utandar mi Jar .-eus de
bi'os ule o 'lia 25do w-Teii'e
Rei-lfe, t de.Ji.neiro .!! )89
lern r mo da Conta Maia.
0 liizar do Rerife a run a quez de Otindi
n. t( rereb u (traortes e bnnios espetho.- para
Ornamentos de s*ls> He n ivados. a p"Co sj.m
con peleona no Baz- do Kecife de Domingos
H Mari n ^^^^
Uw at quisi^t
AlDua-S' pio-.i e-i lie e mi'lito i loja n. l,
-Sita- Na eSlie'lw ilo K -jr ti. 0(1 HB" |io->to para
rinyoi-i ; a ir tur na Ul' Inefta do Ris rio tl-
m i-' 30
Cautelan
do 'Monte
<:nrro
de S
i
i*'Aiftir**ira
Pre> l?a -e de uui b>
lia que esta t.-.niior. '
trat.i no esc iptori.i d>
. indar
\lng:i-se
. e-i 'ti ira para faml-
-i n i em *'ixanK; a
.ii:ii|i;mhia de bou is.
a Ji^ar
par*
ti sijJiiinl ;itiiar
t i uipru-se amelas do Sojite de
corn qualquer joia, brilcame- a
ur
.. | i .
$$coQ2?t (interessantissima
i PH1VILEOIA.DA.)
AfSESEfiTAMS H&tl .jstteros)
Basta esfregar kmtttttie os o!-atos'-para pcrfiiriial-es
(a Oartis. eupp., Papel para Cartas, etc.)
---------*5(C----------
"L. LEQ-E-i4D, Fbrncvu ;r Cdrto e Stawrfa
, PA3IS
i ..'-'S ss *fl .-.B' oc-
lo-
gn* yaga-se bern na ra o Cabug n.
14. Loja d* re'oiio. m.
Attenqao
Na rn.t do Payssi-dn n. 23. deseja se fall'rcon
0 Sr. F. rinnaui RfJn mo das tiaras, carpina
t'ii'P'eua'lo na Comino lli des Bonds, a net'iicii
queo nn*tno i n ior-.; do contrario deelara se
O motivo de -it ihiniatlo.
PlLULAS BLAIR
GOTA aEs RHEUMATISMOS
0 Celeberrim re roin wghz fiara
Gota, Rhenmatismos, Seiatica.
Lumbago e Nevragias.
ACAMieltu te a Lxlas a> p<>sso.tiqai'. ttadeei-rem
as mi>lfttas 4e:ina, recen le ou t'iliifas. quo
Otu: as PI tAft BUIft A)\'TR.\ A GOTA
E OS RH UM .T1SMS. por serciu .Us pj.a.as
eoiisi fr.idas u rtta jamis it.i .-ipr wnUdu ao publico, sendo eniprs-
g.iJj- com ptimo vxilo ha ji largos anoos laoto
na Ktirop.i comn na America.
H*U* Pimas, alia* perreiamenle iaoflsosiTSJ,
Dio i-tf n diela aigtnna. Vemllas em caitas
d,- i f) 000 (*9 50 rei. Acham-MS n ca.-a de todos
os rViarm .ceticos ou ilroguUtasdo mundo eoteiro.
tssss, tartos w Perfkinttruco: Pr* HJ* 5'rst ^.
osi h"ira
Precisa se de uma ama para oozinhar;
ro 8k' andar do predi, n. 42 da ra Du-
que de Curias, por cima da typograpnia
I do Diario.
do predi
4 da na i|n Vijfrrn' Tltrutoxio da: no (.luvitiu-nii- it <*>'> d< BsSWPtl,
Caixelro
Precisase de nm pejueno c'in pr'Ht.fia de
'avern e que de nitocio rfc sua-eondatta ; na
ma d (tortita t o
VINHO de QUINIUM
LABARrtAQUE
approvado pela Acadcm ia de Mediciuade Paitaj
6 o resumo, a contlensac&o de todos os pria
cipios activos de quina. Alguna gramwxmt
de Quinium produzem o mesmo afeito qm
curio kilos de quina. > (Robiquet, lente Escola de phamiacia de Pariz).
t Tendo procurado por muito tempo uta
tonteo poderoso, encontrei-o no seu quiniwm
o qual considero como o restaurador por.
exoellenciit das eonstituicoes exhaustas
D'Cababet i
c 3 Vinho de <3 wairxi vasaft
^.abarraque o muta til compUh
men'o da qui ina no tratamento das febrtt.
Os effeitos sao particularmente notaMJt
as febres antigua de oecesao e na cacheas
paludosa. (Bocbardat, lente da AcademiaJ
lu todas as pnarmaclas. Fatir. L. Freiu. W. na
Jacob. Parla __
em 01ind t>asa
Cede se a quem pregar de baobos sainados,
urna casa na pruia de S. Francisco, perto
nar a cas tem e.inmodos para (traolo
lia ; a ti atar no esciipiom do Dwrw.
fwfi-
'S
i s
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I
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: QrKmm
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H
Diario e j'e.Aiaiiiueo-Quarhi-fcMra 29 de Janeiro de i890


i

Prepara o ticoc frpuratiw
Approvado pe'.:. Iilustrsda acta de
Hygiene Pobc- S Cene.
[ Auctorisado por Dec.to Imperial
de 20 de Juuho de 1883.
COMPOSICAO
de
Firmino Candido de Pipeireiio.
Empreado cora a maior eficacia no
rhetimatismo de qualquer natnrea,
em todas a* molestias da pelle, as
leucorreas ou flores brancas, nos
soffrimentosoccasi.madospelr. impureza
do sangue, e finalmente as diferentes
formas da syphis.
Dse Nos-primeiros ei dias ama
colher das de cha pela manlia e cutra
noite, puramente ou diluida cm agua
e em seguida mudar-se-lia para colhe-
.es das de s*-pa para os adulto- e mc-
tade para as enancas.
Rgimen Os docnte^ '.otciu ab-
lier-sc .-penas do alimento acido e gor-
duroso; devem usar dos banliOo fros 011
momos, segundo o estado da mole>tia.
I
UP031T0 CIKTBai
Francisco Mauoel da Silva & C. E
Droguistas
23 Kua Mai quez de Olinda
Pcrnambuco
#W-+-+v++"+++-i--!-i-i I I11 I nTi 15
Casimiro Jos Gonc,alves
Precisase fallar a este senhor, negocio de
familia ; ca roa de Surto Amaron- 6._______
Cimento
A 5J800 a barrica ; venem Fotiseca Irmaos
VENDAS
Carnaval'
0 Baza doRecife. ra Mrquez de Olinda u.
11, rec beu grande sortiuiento de mascaras de
todas a- quaiidades ; vende-se em grande- e
pequeas quantidad-s aprecos muito razoaveis:
aa i femada loja de miodezas Bazar do lieiif de
Domingc s M. Marns.
Attencjk
>
VeDde fe ura hotel muito afre ^uerado, un
amadas melhores localidades de Santo inlonio:
o motivada venda eu dono achar se doente e
ter de retirar se para o serto ; a tratar ua ru:>
larga do Rosario n. 16.
Boa acquisicao
Vende se a loja d? miudezas ra Duque de
Caxias 1. 97 : a tratar ua mesma ra nmeros
93 e 95.
Kiosq
ue
Vende-seo grande afamado kio=que bem afre-
Stezado, confronte a escola Modelo, o motivo
r- a tratar com Suva Azevedo n C, ra Mrquez
do Herval n. 73.
Attencao
Vende-se farello do Rio da Prata. con 41 ki
los, a 200 ; na ra Mrquez dj Herval n. 73.
ntOtSUTl
tomis,
*>f* OLER'
VMde-it e:n taii a mrt
Paulino
Ra do Imperador n. 28, an-
tiga casa de campos
lem Remano inportante vinho Palbete ser-
cerveja Paulino Bier e o de icioso vinho Musca
tel aos copos. Doce seceo de caj, em calda
estrangeir licor de canella de ortela pimenta
e o grande licor de cervejas ; um completo sor-
timento dn que ba de maislflno e puro
FOLHETIH
ODIO GE TIGRE
POR
sin: tbssiss
PROLOGO
A NOITK DE NATAL
(CnticuacSo do n.
Vil
22;
Porque o bom do JoSo tinha apenas um
desejo, ardeute desejo que o torturava s
vezes como ama drguiar dous cavallos
pur sung atrellados a um desses huitres-
$ortt ligeiros, graciosos, elegantes, que sa-
neo) das grandes officinas do faubourg
Santo-Hario c dos Campos Elyseos.
E JoSo Br".:iet via-se reduzido a passar
em Paria a um franco e cincoenta a cor
rida e a dous fronco3 a hora, das seis da
manhS meia noite e meia hora, com um
aecresci.no de eincoenti cntimos pelas
restantes hora3 da noite, n'um pequero
coup azul, listrado de vermelho, quasi
inhabilitado pelo longo servico, peas in-
temperies, pc!o vandalismo dos passagei-
ros, apezar do reljjrioso cuidado com que
o antigo s>pahi o lknp'iva todas as manhis.
JoSo, que. tiuh obtido baixa hara uns
dezeseia annoj esttvera dez annos empre-
gado n'um ebeneira.
Um bello dia, porm, cahyado de tra-
balh8r para Os outros,-alagara na roa Cour-
ton, em Motmartre, urna cavallarica e
ama corheira, com um pequeo qaarto por
cima
A' forja de procurar pelos leilSes, con
seguir coroprar ama parelha, que como
entendedor, loe parecer boa.
Os dous animaes tinhaoi pertenddo ao
exercito ; m tinha a marca do 2o reg
ment de spafci? e chamara se Laghouot,
Para en gentos
Lopes & Araujo, venden
a presos sem competencia
^firantindo a boa qualidade
os artigos abaixo mencio-
uados.
Gal de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Oleo de mocot.
Dito para machina.
Azeite de coco.
Dito de carrapato.
Dito de peixe.
Pixe em latas.
Kerosene inexplosivei.
Potassia da Russia em caixa>
de 10 e 2& kilos.
Cimento Porttind.
Graxa em bexigas.
Ra do Liwamenlo n. 38
Telephone 316
as Lislras \i\m
A Grande Novidade
PARA MODISTA
ANE ti l.\% AHERICAXOS
Com molas para augmentar ou diminuir a
grussura do corpo.
Qualquer senhora u agr ou gorda pode fa
zer 8eu9 vestidos sem necessidade de
provar.
Fecha-se como qualquer chapeo de sol.
Piteo t4*000
Mo8guiteirot Americanos
Com armacao de difFerentes tamanhos.
aietoeot 1**000
Estantes para Msica
Para amadores ou protissionaes ; acha se e
tica de tamanho de urna flauta ; muit<
fcil para condcelo.
_______Prero &*OOQ______
Cel/uloid
' 'olarinhos Peiios e Punhos
Lindos modelos, muito til aos viajantes
Preco* 5&OOQ um lerno
Relogios Espertadoru
om movimento, e fgurss muito lindas para
mesas ou para presentes a 60000,81JOOO,
100000._______________________
Oleados para Mesas
Quadrados ou de qus!quer tamanho que
te deseje.
A 4OO cada quadrado
Retratos a Oleo
Com lindas molduras em alto relevo, o que
ha de mais lindo para um presente e
para sala de visitas.
a *5*000 e malw proco
Qualquer familia que desejar ter um lin-
do e perfeito retrato bastante mandar
um retrato em cartSo de visita nao im-
porta que seja antigo, basta dizer a cr
dos olhos e do cabello para chegar om
retrato desejado.________^^
Para ver, e fazer encommendas
Dirija se Loj das Listes Azues
RA DUQUE DE AXJAS N. 61
Leite puro
Na estrada de Joao Remandes Vieira, slQo 11
odepois-das casas novas da direita. vende -
todos os das leite puro de vaccas tourinaa
rra, garante-se a qnalidade do leite
Rudimentos de grammatica
ingleza pelo Dr. Barros
Sobrinho
A' venda, na praca da Independencia n. ti, e
era tod. s as livrarias, menos na da ra do Im-
perador n. 46.
o outro a do 4o de hussards e dava pelo
nome de Sult3o.
Na manhS em que JoSo Brunet, devida-
mente autorisado, sabio pela primeira vez
com a sua carruagem, puxada pela La-
ghouat, a egua favortti, sentio urna ale-
gra tal, que julgou ter realisado todos os
eeus tonhos.
Mas quem mais tem, mais quer, e seis
annos depois de trabalhar por sua tonta
desfzera-se a orgulhosa satisfacao dos pri-
meiros tempos e Jofto Brunet deixou-se
dsvairar por ambigSes irrealisaveis.
E era absorto em cubigosas reflexSes
que JoSo voltava a trote do posto da ra
de Varennes, onde, depois de conduzr o
passageiro ferido do hospital do Gros Ca!l-
lou, acabava de epr o cadver do assas-
sino.
Julgando que as duas horas da manhS
nao arranjaria mais fregueses, retomara
philosophicamente o caminho de Montmar-
tre e subia a Chauese d'Antin, quando a
esquina do boulevard Uaussmann foi cha-
mado por um par que desmbocava da pra-
ca da Nova Opera.
Era um homem de alta es'Atura, muito
agasalhado n'um sobre.tu lo com a goila
levantada e urna mulher de toilette espa-
ventosa, envolta n'ama capa forrada de
pees. .
*01, .-osheiro tinbain gritado.
Joao approximou logs a carruagem do
passcio. a
O homem So sobretudo abri a pnrti
nhola e deixou subir a bu<* companheira,
dizendo :he:
Aoade vamoXfts ceiar, meu amor ?
Onde quiaoM8) respondeu a dama.
Ao Magny ?
Si.n, sim, ah deve sei divartido.
Ou /es, coebeiro ? Ao ilagny con-
cluio o froguez mettendo-f>e no trem.
Joao retomou o camiuho que acabara de
percorrer, com urna certa pena de que os
seus novos freguezes nSo tiveBsem escolhi-
do o restaurante Ca ra de Contrescarpe,
em vez do de Lathuile, o que teria pou-
pado seis kilmetros* y ,bro Laghouot.
Emfim, como os paseageiros pareciam
muito alegres, a julgar peas gargalhadas
que partam de dentro do in m, JoSo bru-
net couaolou se com a idea de que recebe
ria uma boa gorgeta e ue qi pode'li descancar no da segainte.
\o avistar a casa Magny, notou com sor-
prezH que os candelabros exterio -es dSo
Especialidades
PASTILHAS HYGIENICAS PARA
AC ENDER 0 FOGO, snpprimin-
do o imoiundo kerosene e dan-
do n'um instante um foeo inten-
sa, a caixa com 20 pastilhas 100 rs
OLE0GR\I'HIAS: 1. A importan-
te obra pruna de Victor Meirel
le-: A Primeira Missa no Bra-
zil, grande quadro histrico da
descoberta do ftrazil, medino99
X 76 centimetroi de valor real de
I5 (poucoa exemplares) 6*000
t SCENA- DE CORRIDAS, qoa-
dros de cavalLs aitmiravelmente
desenhados e proprios para sa-
las. J6 diferentes, um 1*000
3 RETRATO DE SADI CARNOT,
presidente da repblica trance-
za, o melhor ainda publicado 1*000
CAMISAS DE FLANELLA para ho-
men8, uma de 2* a 5*000
PERFUMARAS, artigos para presentes. Quadros
e albuns para retratos. Carteiras para cigar
ros e charutos. Cigarreiras e charuteiras de
mbar e espuma verdadeiros. Bengalas. Pa-
Selaria. Lencos de linho a 4*600 a duzia
eias. EspatUibos. Leques. Bonecas e brin
quedos diversos. Fitas. Bordados. Linas de
seda pretas e de cores e outros muitos artigos
de miudezas.
Mal* barato do qu- em ouira miai-
quer parte
NA
Rainha das Flores
Roa doltar.u da Victoria u. 41
Boyal Blend marca YIAO
Este excellente Whisky Escoces pr-
ferivel ao cognac ou agurdente de cac*
para fortificar o corno.
Vende-se a retalho nos melhores arm-
zens de molhados.
Pede Royal Blend marca Vlado
cajo nome e emblema sao registrados par:
todo Brazil.
BROWNS & C, agentea
Pao centeio
Mello & Biset tendo recebido nova remessa de
farinha centeio, avisa aos seos fregnezes que
continuam a fabricar este delicioso pao centeio
todas as tercas e sextas-feiras ; na ra larga do
Rosario n. 4(X_______^_______
Vinho puro de Santarem
Da quinta do Barral
Os propretaros do Armazem Central, ru.
do Cabug n. 11, avisam aos seos distinctos fre
guezes eao respeitavel publico que receberan
nova remessa oeste especial vinho, o qual s>
recommenda por ser puro da uva, e s se reta
iba em seu armazem.
Joaquina ChristovSo & C.
Telephone 447
Farello superior, 42 kilos
2*500 o aeeo
Vende se no torga do Corpo Santo n. 6.
Livraria Contempora
nea
Instrumentos de musir
Bomnardao, bombardino, barytono, tromi
trombone, helicn, saxanhone carrilon, bomi^
caixa, pratos.clarinitas. flautas,rabecas, violbe
realejos, caixas de msica, etc., etc.
Papel pintado
para forro de salas, quartos, gabinetes, correo
res.
Molduras
dourad;s, pretas e douradas para quadros.
Malas
para viaeem, diversos formatos, espedalme:
para roupa de senhora e camarote.
Novidades
para presentes, escrptorio, toucador, etc., eti.
RAMIRO M. COSTA & C.
Una Prlmelro de Harro n. 9
PIANO
Vende-se um ptimo pia-
no, quasi novo, do autor Fe-
lippe Henrique Herv; a tra-
tar na ra da Impertriz n.
7, loja de piano.
estavam accesos, e, ao parar 4 porta, um
polica approvimou-se da carruagem.
Abri se uma das vidracas e q passagei-
ro deitou a cabeca fra da portinhola.
Est fechado o restaurante, meu ca-
ro senhor, disse o polica.
Fechado, como? perguntou o fre-
guez de Joao Brunet; por ordem superior
ou por algum cousa que acontecen ?
Por um caso que se deu.
Oh! cmo if so semsaborSo.! lamen
tou a dama, cujo rosto appareceu ao lado
do scu companheiro; virmos de tSo longe
dar com as ventas na porta !
Mas os senbores estSo a dous passos
da casa Foyot, insinuou o agente.
Foyot!.. Isso n2o. ,. antes cer-
vejaria Medias. Mas, verdade, que foi
isto? Rebentou o gaz, c em cima de
Magny.
NSo, mas commetteu se alli um cri-
me.
E nos nSo estarmos c! exclamou a
joven pezarosa. Isto que um hor d'jjsu-
vre catite. E que crime foi ?
Nao sei; acabam de levar d'aqui
dous cadveres e temos ordem de nao dei-
xar approximar pessoa alguma.
Dous cadver a s! suspirou a su-
jeiu.
Credo disse o homem, que se fi
zera mu to pallido. Vamos, vamos de-
pressa para outras pasagens mais alegres.
Cocheiro, para o caf Riche!
A pjrtiuola fechou-se e JoSo poz a
iv rruagem em andamento, eneolhendo im-
perceptivelmente os hombros.
NSo animoso o meu freguez, disse
elle, a -meia voz, para o agente de poli-
ca. Um rapagao d%quelles, que parece
uu couraceiro, a desma:an/lo como qual-
quer menina, por uma cousa de nada.
Oh! Os homens nao se medein aos
palmos ..
- Boa noite, camarada.
Boa noite.
D'aht a um quarto de hora o fiacre do
antigo Bpahi chegava esquina da ra Le
Peletier.
O par apeou-se.
O homem atirou com cincos francos a
JoSo Bruuet, dizendo lhe :
Guarda.
Obrigado, freguez, agradecen o co-
cheiro com um sorriso.
E metiendo a m8o na algibeira para ti-
rar un .orU-monaaie de couro, onde met-
Para engenhos
MUIMAUES & VA LENTE, partee;
pam aos seus fregueses e Illms. Srs. d-
engenbo que, como sempre, tm grandt-,
deposito dos artigos abaixo mencionados
garantindo tudo de primeira qualidade <
presos sem competencia a saber
Cal nova de Lisboa,
Dita de Jaguaribe.
Cimento portland.
Oleo de mocot.
leos americanos
especiaes para machinisnjos.
Azeite de coco,
Dito de carrapato.
Dito de peixe.
Pixe em lata.
(5 galoes.)
Kerozene inexplosivei.
Graxa em bexigas.
Gaxeti de linho,
Potassa dn Russia.
(em caixas, barriquinhas, lates grande*-
e pequeas.)
Formicida Capanefna.
6--Corpo-Santo--6
\ Alfafa
nova e de mperior qualidade ; vende-se ae pre
<> de 100 rs. o kilo, no trapiche Fiuza & C ao
lirgo de Corpo Santo.
o$lho
Ra da Impertriz n. 56
Srande estaheleclmento de modas
e faiendas flnas
Completo sortimento de fazendas em tecidos
denovidade e escrupulosa escolba que recebeu
diectamente da Europa. Variadissimo sorti
mnto em fazendas pretas, merinos cachemiras
lisia e lavradas, etau i es de 8fda. domares,
chamalotes, capas e visitas, especialidade neste
geiero, em seda, gase e cachemira, ricamente
coleccionadas, mantas e mantilbas de renda,
etc., etc., leques e lavas. Especialidades em
fazendas brancas, branantes de linho puro e
tlgodo e linho, morim, grande, variedade de
marcas especiaes, s eoc;ntradana loja Coelbo.
Telephone489
Domingos Cocino A Moars
Silhes ingle/es para
montara

Venden se dous rilbes inglazes-em bom es-
tado, quasi novos, e por prejo commodo ; na
na Aova a. 13.
Attengo J
Tara os deentea os de sade e prln-
ripaimeiiie as erlaneas
D. Jeronyma Cou-iseiro pirticipa aos seus nu
meroso,' freguezes e ao publico em geral, qe-i
se ach expi ata venda as suas bem conhecids
fculas de araruta e matarana por ella prepara-
das, da nova safra do anco prximo passado, nos
eguiuies estabeiecimenlos dos cidados :
Va-concellos & Sobrinbo, ua da Aurora n. 81.
Moreira Ribeiro & C. ra da Impertriz n. 2.
Paulo-Jos Alvest C, ra Barao da Victoria
numero 60.
Ze ferino Valente & C caes- 22 de Novembro
numero 44.
A. M. Veras & C ra Duque de Caxias n. 57,
pbarmacia americana.
Pereira da Silva Lisboa, ra do Imperador
numero 14.
Manoel Jos Vieira & C-, ra larga do Rosario
numero 14.
Botelbo Rezende & Filho, rna da Hora (Espi-
nbeiro).
u o dinheiro, JoSo Brunet accrescenou
a meia voz:
Paiece-me que uma boa sopa de vi-
nho nao faria mal a alguem do meu co-
nbecimento, depois de uma noite de tanto
trsbalho. NSo verdade, minba velha
Ltghouat1
E saltando para o passeio com toda a
agil.dade, o antigo soldado condusio o ani-
mal pelo freio at a porta da taverna visi-
nb, onde lhe tirou o bridSo.
Depois entrou no armazem, mu*muran-
dc alegremente :
- E sou eu, minha querida, que6te of
fereco a sopa.
O taverneiro, apezar da hora ava' cada,
tinha ainda um certo numero do fregue-
zes, que estavam festejando o Natal; por
uso o cocheiro nSo pode ser logo servido.
Aproveitou a demora para encher o ca-
chimbo, que accendeu c comecou a fu
mar, tornando anda mas irrespiravel do,
cue esteva a atmosphera impura da ta-
rerna.
Em uma mesa prxima estavam senta-
dos dous individuos, tao inclinados um pa-
ra o outro que se tocavam com as cabe-
cas, ou antes com as palas dos binets.
| Ambos elles, posto que nSo esivessem
sjosolutainente ebrios, tinham chegado a
eese estado particular em que a cabeca co-
neca a pesar, o corpo a amollecer e a lin-
gua a enteramelar-se.
Urna garrafa de cognac, vasia, testemu-
nhava que nao fora orloesinente a con
versa que os levara aquella afinacSo.
Joo olhou-os de revez e sorrio irnica
mente.
Um dos homens pegou na garrafa e em-
borcou a. *
Nem pinga!.., resmungou elle. E
eu ainda com sede... E tu, Daviol, apos-
to que tambern..
Eu... como sempre.
Rapaz, dous puncha gritou o pri-
meiro dando uma grande pancada na mesa.
O moco, um rapazote de quinze annos,
que esteva servindo Joao Bruuet, voltou-
se para o fregus e disse-lhe :
fossemec j bebeu muito esta noi-
te, Sr. Lamblin !
J beb muito. E que tsns tu com
eso ? Avia-te ou prego te uma chulipa
que fiuas a arder.
Alm de que sou eu quem paga.. .
disse o outro.
Daviol, meu velho, nSo dizes senlo
A FLORIDA
Fitas lavradas com nm palmo de iarg
ra a <5000 o metro.
Papel de arroz de todas as cores.
Chapelinaa modernas a 50000.
Rendas hespanholasde todas as o
pretas com e sem videilhos.
Lindas guanices de vidnlhos pretos p*> a
easaeo.
' Grande sortimento de galoes, palmas e
roza de vidrilho preto.
Bicee matisados de uma s cor como se
am, granad, azul, rosa, beije, palha, cl.um
oo, salmn, terracote e muites outras cores.
Sabonetes perfumados a 500 rs. a du t
Lindos desenhos para talagarca.
Lencos de seda a 500 rs.
Bicos de seda e de algodSo com e sem
vidrilho.
Mantilbas de seda e de algodlo.
Franjas de seda com e sem vidrilho.
Renda hespanhola.
(yollarinhos para homem a 3<>000 e 4)JOt
a duzra.
Bordados de cambraia tapada a 400 50
600e800rs.iapeca.
dem com 3 o 1]2 metros, de qualquer
argura-a 1(J200.
Lencos ole linl m caixinhas a 3^00t a
dita.
Meias para homem, duzia a 4^000
dem para senhora, duzia a 44000.
Finas pulseiras americanas a 45, bV. e
8OOOo par.
ortinados todos de crochet para canu a
124000, 174000 e 194000 o par, alg ns
de cores.
Ditos para janellas a 74000.
Pannos de crochet para cade ir as a 80 e
14000.
Ditos para sof a 24000. -
Capel las com veo para noiva a 640f>- e
84000.
Lindos enxovaes baptiaados a 84 10j e
124000.
Toncas de setim para baptisado a 34, 4 e
54000.
Onnaldas e ramos de seda, o que ha de
melhor.
Lindas fitas n. 12 para chapeos.
Luvas de seda, cano cotnprido a 2$ pa<
Ditas de seda para creanca a 14000.
Dita para moca a 1(5500 q par.
Espartilhos para creanca a 44 e 44500,
Ditos para senhora a 44, 44500, 5400T e
64000.
Linha de machina a 60 rs. o carritel.
Linha de machina a 600 rs. a duzia.
Albuns de pellucia de diversas cores.
Livros de missa a 14500, 24000, 245
34000, e 34000 cada um.
Lindas luvas de seda com salpicos e-cop-
listas, gosto moderno, a 24500 o pas.
Toalhas para banho a 14300.
Toalhas para rosto a 300.
Toi lhas para m3o a 160 rs.
Babadores com inscricoes e paizagem a
500 rs. e 440000 a duzia.
Espelhos grandes com mulduras finas de
cantos redondos a 44000 e a 64000 uma
Bengalas flauta.
Grande sortimento de luvas de seda arree
dada com palmas canno comprido a
14500, 20004 a 2*500.
Roa Duque k taxias n. IOS
Superior vinho de A.1-
eol)a 0 acreditado e antigo armazem o Lima par
ticipa ao poblico e aos seus freguezes que acabe
de receber tuna nova remessa deste especia
vinho, escolhido propiamente pelo chefe destt
asa. tornndose recommendado por ser pon
e de boa qualidade Jo-e Peruaiides Lima & C.
ra Barao di Victoria numero 3. Telephooe323
Farello superior 42 kilos
2*500 o sacco
Vende-se oo lar,-o do Mercado n. 12
Alfafa nova
chegada directamente, a 120 rs. o kilo, ou 6*000
o fardo ; vende -se no largo do Corpo Santo nn-
mero 6.
apparecesse,
ira dizer...
eu
tolicos Prova de que o garoto tem razao,
porque a tua bola j n2o regula.
Lamhlin!
Esteta agora a zangar-te !... Nlo
disseste tu : sou eu quem paga?
Dissa.
Pois nao s tu. E' o italiano.
L isso verdade. E o caso que
ella nao apparece e devia aqu vir trazer-
nos as taes notas do banco. J passa mui-
to da hora combinada.
Elle vira.
E se elle se safou ?
Eu o apanharei.
Onde ?
Na ra Milton.
Ah sim. E nSo
eei onde est o cavallo e
O antigo spahi, ao mesmo tempo que to-
mava o sjii grog com toda a placidez ia
ouvindo aquello dialogo sem lhe compre
hender o alcance ; no emtanto, ao passar
em frente dos ebrios, nSo pode deixar de
murmurar :
Estilo aqui dous malandros : alto
l com elles. J percebi que roubaram um
cavallo, com o que nada tenho, visto que
nao era meu.
E voltando para a carruagem, enfreou
de novo a sua e.:ua e subi para a almofa-
da, nizendo carinhosamente ao animal :
Jesta vez vamos dormir, minba ami-
guinha.
Mas esteva escripto que o pobre JoSo
Brunet ainda nao poderia ir descancar,
porque apenas p3gou ns redeas sentio u u
arrutar de sedas e ouvio uma voz de mu-
lher peg ntar-lhe :
Est livre, cocheiro ?
Sim, minha s.nhora, respondeu Joao.
Oh Mas demorou .se pouco tempo...
Ah verdade. Foi voss que me
trouxe.
Sim, mas vinha acompanhada.
E agora venho s, e nJlo ceiei. NSo
tem graea i.-to ?
E' exquisito, .
Ora, nao me importa.. deu me dous
luSzes... Mas de arreliar. Traz-me do
outro lado do*rio,*para afinal me largar
na porta de m restaurante..
E' que vio l talvez quem lhe agr
dasse mais
lfao,.n& vio. Encontrn dous ami-
gos, pz-8e a conversar com elles e disse-
lhe s qae havia tres horts andar a pas-
seinr commigo. $sntira. Quando nos met-
Liqudacao .para acabar
__ Ka Revotarlo
ra iunqne de Caxias n. 18
Por esrarmos no rim do anno, resolve-
mos vender por meno 50 por cento as
seguntes fazendas
En. mines de cor a 300, 400 e500 rs. oco-
vado.
Oachemira com toque de mofo com duas
larguras de 20 800 covado.
ephir de quadros modernos a 120, e 160
e 200 o covado.
Las de quadros modernas '40 o
covado.
.'retoes miudinhos a
120 o novado.
i Jachi mira modernas'de qn
por 14'XX) o edfado.
Merinos lisos a 200 e 440 o covado.
Rico cortes de cachemira bordados de la -
seda de 804 por 304 e 404.
Ditos bordados de lynon de 184000 por
104000. ^
Ditos' de cretone com barra a 64000.
>itos modernos de setinete a 74.
Las com listas de seda a 400 o covado.
Seda Japoneza a 200 e 240 o covado.
Bramante com guatro larguras a 14000 e
1(5200 o metro.
AlgodSo trancado para toalha a 140( 0 o
metro.
Gort nados bordados para cama a 64 o par
Ditos de crochet a 104.
Etemines tinas para vestido de 164 a peca
por 104. '
Setins de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
FustSo de cor para roupa ds homem a 500
o covado.
Esguiao pardo e amarello para vestido a
360 o covado.
Velbutinas de listas e quadros a 800 o
covade, para acabar.
Setins chamarlotado de todas as cores s
14500 o covado.
Bicos brancos e de cores a 14500 e 24000
a peca.
Lencos brancos com barra a 1)5200, 1J800
e 24000 a duzia.
Fechus de retroz a 14000 um.
Luvas de seda,todas as cores, para senho
raa 14000 14500 e 24000.
Espartilhos couraca a 44000, 54000 e 64
Cachenez para homem e senhora a 14500
um.
Costumea de Jersey para criancas de 4 a
5 annos a 74000 um.
Oasacoa de Jersey para senhora, a 64
um.
Pannos de crochet para cadeiras a 500 rs.
um.
Lencol de bramante a 14600 um
Csbertas forradas para casal a 24500
uma.
Toalhas para crian ca a 120 e 160 uma.
Cobertores brancos de l com pequeo de-
feito a 24000.
Lenjos de linho a 2(JO00, 34000 e 44000
a duzia.
Ceroulas francezas, a 14000, para acabar.
Colchas adamascadas, a 24000, 34000,
44000 e 54000 uma.
Ditas de crochet, a 44000, 54000, 64000,
74000 e 84000 um.
Cortes de cachemira a 34500, 44000, 54
e 6(5000 um.
Cortes de fustSo para collete a 500 rs.
e 1(5000.um.
Ditos de velludo bordado "a seda a 24000
um.
Camisas brancas de linho para homem a
24000 uma.
Ditas de meia. superior qualidade, a 14
uma.
Brim braneo de linho de 44000 por 24500
vara.
Renda hespanbola a 2(5 o eovado.
. Completo sortimento de cachemira de co-
res e pretas para costumes, precos sem
competencia, ssim como aprompta-s: qual-
quer costume em 24 horas.
So na Revolucao
HENRIQUE DA SLLVA MOREUAA

temes no trem acabava eu de o encontrar
em casa de Neeser.
JoSo, que se apeara, ajudou a joven a
subir para a carruagem.
Para onde quer ir ? perguntou elle.
Para ra Notre Dame de Lorette
48. Mas pare ahi porta da primeira
pastelaria que encontrar, porque tenho a
bairiga a dar horas, gracas quelle imb-
cil. E cheirava tSo bem l no restauran-
te !... O patusco, depois de ter palestra-
do com os seus amigos, travou-me do bra-
co, levou me para o corredor e disse-me
assim com uma voz exquisita, que esteva
incommodado, qse aceitasse aquillo pele
incommodo, que me tiuba dado, que se
quizesse poda ceiar minhi vontade e
uma dessas noites nos tornar i amos a ver.
E a senhora conhece-o ?
Pouco; tinha-o visto apenas urna oa
duas vezes.
Era melhor ter ceido.
Tolice no caso. Dava cabo dos meus
quarenta francos, emquanto que com trinta
sidos cono ahi qualquer cousa. Vamos,
a caminho.
Joao poz-se a rir, pegou as redeas e
conduzio a freguesa a uma pastelaria da
ra dos Martyres, d'onde ella sshio logo
com um embrulho ; depois oi pol a por-
ta da casa.
E'ahi, Laghouot, cheirando-lhe j c<
cheira, rompen a trote largo, apezar da1,
greme calcada, at ra Consten.
Vinte minutos depois, Joo, tendo tra
tado carinhosamente do animal, estendia-
sa na cama, murmurando:
E' exquisita a partida daquelle su-
jeito. Incommodar uma pobre rapariga,
fazel-a andar de um lado para outro e ella
com o'estoraago vazio !...
i E depois aquella historia de dizer aos
outros que a encontrara havia tres ho-
ras... Para que diabo servira aquella
mentira ?... Deixa estar que nSo me hei
de esquecer deste caso. Elle, nao sei
quem seja Quanto mulher conheci
da, ra Notre Dame de Lorette,_ 48. A
Cometa, me disse ella que se charnava.
VID. .
Eram quatro horas da manh qnandr c
Sr. Diniz tomou a direccSo da ra u-
puytren.
Continu artt-ha.)
~Tjd. do />iarw rna do Duque de axias h. 4J
I
* W -.i* -
; -

-.





. .
J

-

I"-
I
'-

*
aMdafi
mas.


Full Text
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