Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17080


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Full Text
ANNO LXY NUMERO 16
TEHQA-gSERA 21 l'E JANEIRO,PE 1890
A
i
-.

*
.



11
DIARIO DE
Propriedade de Manoel Figueira de Faria efe Vimos
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiar tadus. .
Por seiB ditos idem..:...
Por un anuo idem......
Cada numero avulso, do mesmo dia.
6?000
13#000
230000
0100
JOs Srs. Amede Prince & C.
, Paris; sao os possos agentes ex-
clusivos de anniincios e publica-
res a Franca e Inglaterra.

TELEGRAHHAS
S3B7I50 rA&TICLAa 20 SIABZO
RIO de JANEIRO, 20 de Janeiro, s
3 Loras da tarde.
Foi nomeado director das obras milita*
res, no Estado de Pernambuco, o capitlo
Jo2o '. laudino da Cr z.
Foi nomeado lente substituto -interino
de arithmetica, no Curso Annexo da Fa-
culdade de Direito do Re s fe, Jos Ferf ei-
r da Cruz Vieira.
Foi publicado um decreto estatuindp
6obre o novo p'ano de uniformes para os
offieiaes da armada nacional.
O Dr. Ruy Barbosa, ministro da fa-
zenda, autorisou ao cidado Mayrink a or-
ganisar um banco de emissao de fundo de
apoliceS, de accordo com o novo decreto
que regula a especie.
O caixa da Reparticao Geral do Te-
legrap'. o Nacional aecusa como causadores
do desfalque encontrado o BarSo de Capa,
nema, ex-director dessa repartido, e ou-
tros.
O Bar3o de L'apanema foi preso no sab-
bado ultimo, sendo solt hontem, porm,
mediante fianca, qa-3 prestou.
NATAL, 20 de Janeiro, s 11 horas e
15 minutos da maubS.
O vapor
Pirapama, da Companhia Per-
nambucana, aqui chegado do Norte, segu
hoje iumo Sul, em viagem para Pernam.
buco.
mw 2A a&escia um
MADRID, 18 de Janeiro.
D. Alonso Martnez foi encarregado de
formar um novo ministerio.
LISBOA, 18 de Janeiro, noite.
Contina pacifica a situacSo geral de
Portugal.
TORINO, 18 de Janeiro, noite.
O principe Amadeo, Duque d'Aosta
acha-se gravemente enfermo.
ROMA, 18 de Janeiro.
O embaixador da Repblica Franceza
Mr. Y. F. B. Mariani acaba de fallecer.
LISBOA, 19 de Janeiro.
A noticia relativa a urna declarac&o de
guerra entre Portugal e Inglaterra que cor
reu em diversos logares, foi um boato
also.
Os respectivos governos trn urna atti-
tude mais favoravel, beni que o governo
po.-tuguez persista na sua recusa de cessSo
de territorio na frica.
Acreditase geralmente que um arranjo,
dando satisfacao a tolos, concluir-se-ba
brevemente.
TORINO, 19 de Janeiro, pela manba.
Falleceu esta noite o principe Amadeo,
Duque d'Aosta, irmlo de S. M. o Rei
Humberto.
LISBOA, 20 de Janeiro.
As cortes oram adiadas para o mez de
Maio prximo.
MADRID, 20 de Janeiro.
D. Alonso Martnez, tendo declinado a
missao de constituir ministerio, foi chama-
do de novo D. Sagasta.
Urna importante maniestacao acaba de
realisar-se aqui a proposito dos negocio
de Portugal a Inglaterra.
A ordem nao foi perturbada.
Agencia Hava, filial em Pernambuc o
20 de Janeiro de 1S90
Nasceu Alvareog Peixclo no Rio de Janeiro
no anno de 1748, curson humanidades no colle-
glo dos Jesutas da mesma cidada, d'onde pas-
sande-se para Coimbra, matriculouse na Uni-
versidade reeebendo ahi o grao de Doutor em
direito cannico. Sua applieago, brilhantes do-
tes e aventajada reputago como poeta devida
as suas primeiras composiges, valeram Ibe a
proteegao do marquez de Ponibal que o fez no
mear logo jaiz real de Cintra, logar que desem
penhou al 1776 em que a pedido seu, quando
apenas conlava 28 anuos, obleve um em prego
no tribunal do Rio das MortP3, capitana de Mi-
nas Geraes, para onde sguio sem demora.
A sua traduccao da Merope, de Maffei, que de-
dicou so marquez de Lavradio, vice re da colo-
nia naquella epocua, deu causa a que^ntre elles
se tbclecesSe grande amizudc, sentimento
csseTJue Alvarenga Peixoto procurou sempre
merecer, pois continuamente enviava de S. Joo
d'EIRei novas produeges poticas ao vice re,
figurando entre as mais notaveis o drama em
verso Eneas no Lacio, que foi mu lo apreciado
naquella epocba. Infelizmente essa produego,
como muitas ontras, nao chegou at nos. Tao
delicada conducta para com o vice-rei, a justjca
>!as suas sentencas e algumas o&Vrtas Iitteraria3
fetas a D. Rodrigo Jos de Menezes, governador
da provincia de Minas, grangearam-lhe tarobem
a estima d'esta autoridade, a qflem Alvarenga
Peixolo dedicou urna poesa saudando o nasci-
ment de ura filho eomposigo esta que adqui-
ri grande nomeada no seu tempo, e que War-
nhagen transcreveu no Florilegio como urna das
melhores de Peixoto.
Como nao poda deixar de acontecer, igual
amizade se estabeleceu entre Alvarenga Peixoto,
Claudio Manoel da Costa e Thomaz Antonio Gon-
zaga, sendo por estes apresentado admittido
com grao te enthuslasmo no seufda Arcadia Ul
tramartna. na qual Hgurou ao que parece sob o
pseudonymo de Ernesto Phemcio; com que as-
signou a sua poesa em resposta aos Deuses de
Nize, de Claudio Manoel da Costa.
A melhor prodcelo das que se le conhecem
eque o arrebatou s maiores alturas do sent
ment potico e da inspiracao, a Me rainha
D. Mara, rogando-lhe que venha'a America.
Essa poesa, sem sahir dos moldes do rigorismo
claesico, eheia do nacionalismo que acalentava
sua alma e Ibe escandec a fulgurante imagina-
gao. N'ella se eocontram accentos tao vibrantes
ecos tao sonoros e orados- de independencia tao
sublimes, que apezar da exagerago de alguns
conceitos, nao pode deixarue arrancar ao leitor
ura grito de admiragosaudando a magestade
do genio Logar a inspirago patritica I Eis
essa ole qoenenhum dos que se tem oceupado
Ja poesa brazileira jamis deixou passar des-
apercebida; o que igualmente nao faremos, pon-
do de parte todas as suas canges e poesas ero
ticas, que nao revelam tanto o carcter enthusias-
la do poeta.
(Contina)
IHSTRPGQiO POPDLAR
LITTSSATBA B&AZILSIBA
NOS
TK3IP0S COLONIAES
POB
* I.itteriktura Braslleirn do eule
X.VM ao comeo do XIX
ESBOZO HISTRICO
V
(Co%tinuas?o)
Houve tambem por esse tempo outro poeta,
Ignacio Jos d'Alvarenga Peixoto, reputado
or Woircomo antor das Cartas Chilenas, das
quaes j tiremos occa3iao de fallar, cujas poe-
sas melodiosas, tranquillas e irapeccaveis na
forma, contrastavam singularmente com o ca-
rcter dicidido e enrgico de que deu grandes
pravas dorante a sua vida.
RECIPE, 21 DE JANEIRO DE 1890
Mallogro d cniprestlmo
Sabido, cono est, que o emprestimo externo,
em m hora contractado era nome da provincia,
boje Estado de Pernnmbuco, pelo penltimo de
seus presidentes, o Sr. Manoel Alves de Araujo,
anda pela ra das amarguras, pois que foram re-
cambiados os primeiros saques eliecluados por
conta do mesmo emprestimo ; liamos que sero
lidos com mteresse pelos cidados que se preoc-
cupam com a cousa publica, os seguintes docu
mentos offieiaes, que poem patente o mallogro de
idntica operagao realisada no Estado de Minas
Geraes pelo Sr. Conde de Figueiredo, o mesmo
intermediario do infeliz emprestimo de Pernam-
buco.
A nobre altivez cora que o actual governador
de Minas Geraes, repellio nao s as modificages
que se intentou faz->r no contracto desse empres-
timo, mas tambem o pedido de novos poderes
para contrahir um novo emprestimo externo,
de certo credora de applauso, e digna de imi-
tagao.
Saiba por toda parte ser assim correcta e digr.a
a attitude daadmiistracao, e so '.ero lu;rar
com isto os Estados Unidos do Brazil, que nao
devem mais fkar merc des gananciosos, que
querem especular cora o seu crdito, aprovei-
tando geitosamente cireumstancias fortuitas e
imprevista?.
O honrado governador do Estado de Pernam
buco, sabemos, nutre os mesmos nobres intuitos
que o seu collega de Minas Geraes ; e isto tan-
to mais honroso S. Exc. quinto o malsinado
emprestimo externo de Pernambuco foi um
verdadeiro desastre flnanceiro, poi3 gravara de
um modo cruel as rendas do Estado.
Para julgal-o, basta dizer-se que, tendo sido
contrado em 30 de um mez, e para ser reali-
sado em prestagOes com prazos de 90 das de
vista, estipulou-se que os juros seriam pagos,
contar do d'aquelle mez e sobre todo o valor
do emprestimo 1
D'est'arte, os juros pagos ao receber a pri-
meira prestagao, e referentes ao Io semestre,
corresponderiam 310i inclusives as perdas
resultantes da negociagao das cambiaes 1
Era, repetimos, um desastre flnanceiro esse
emprestimo. E, pois, deixal o naufragar ante
as exigencias do contractante, motivadas nos
acontecimientos de 15 de Novembro, se nos afi-
gura obra de grande patriotismo.
Eis os documentos que em comeco alludi
mos :
2-secgao.Palacio do governo do Estado de
Minas Gtraes, Ouro-Preto, 9 de Janeiro de 1890.
Pelas copias juntas da correspondencia troca-
da entre o governo do Estado e o Banco Naci
nal do Brazil, veris o que occorreu com o con
tracto do emprestimo celebrado pela ex-provin-
cia com o Banco Allianca do Porto.
andovos conheclmento deste incidente, que
dever ser levado pela im prensa apreciago
do Estado, teuho por fim, principalmente, rei
teirarvos as recommendag^s que vos fi% como
a todos os collaberadores offieiaes de mrhba ad-
ministrago, logo que a inidei, sobre a urgen-
cia da mais severa economa dos dinheiros pu
bucos, solicitude na sta arrecadago e intelli-
gente applicagao dos mesmos, que todos de ve-
ris soggerir-me, de modo que o seu emprego,
ntidamente justificado pelas necessidades mo-
raes e matenaes da communhlo, se transforme
em verdadeira e proveitosa fecundagao das nos-
sas fon tea de rendas, deixando de constituir se
o apanagio dos que, sob quaesquer regimens,
acreditam-se e se proclamam seus fervorosos
adeptos, quaadp verdadeiramen.o o sao e aov
ament dos ornamentos respectivos.
O desastre do systema monarchico que teve,
alias, os mais dignos e venerandos representarl-
tes na dyoastia deposta, deve precaver nos con
Ira a nohlica da aflluadagem e nepotismo que
impe a intituicoes mal orientadas o seu rui-
doso, embora fragilissimo e vacillant; apoio,
afastaodo-o do grande anonymato da opniao
que se nao enxerga e nem se apalpa, mi que
lem a possanca dos alicerces subterrneos de
cuja firmeza aspend, exclusivamente, a segu
ranga dos edificios. /
Fazendo desapparecer, como teoho feito, algu-
mas reparticOes e collaboragOes taoinuteis.quan-
lo dispendiosas ; supprimindo, quandv natura
mente vagam, empregos as rtpar(ig9,9ff"
vicio doioooflarismo demasiado prejudlPo
servigo public e arreda aptid0e3 de industrias
mais proveitosa i a si e sociedado ; escusan-
do me systhem iticamenli; a usar de attribuiges
conferidas a granel pelas ultimas assemblas
provinciaes do passado rgimen, j para melho-
rar aposentadoras a homens validos e j para
galardoar correras eleitoraes por meio de one-
rosissimas garantas de juro.; a commettimentds
to mal estudados quanto imprudentes, tenbo
levado em mira, tambem, premuuir o Estado
contra as difficuldades econmicas que se deviam
prever, dados os providenciaes e patriticos
acontecimentos que se consummaram a 15 de
Novembro, os quaes por demais afortunados,
talvez, anda se nao impuzeram como naturaes,
lgicos e legtimos que foram, confianga dos
capitaes estrangeiros que. como veles, retra
hem-se, ensinando nos, providencialmente, a
nica estrada segura e digna que devenios pene-
trar a do aproveitamento exclusivo, por era-
quanto, o'os nossos recursos internos, at que a
evidencia se imponha, e justiga completa seja
feita a um povo que soube unir-se para a liber
dade e ser digno no dia da victoria.
Considerando, entretanto, que de urgente
neetssidade consolidar a divida fluctuante do
Estado, satisfacer promptamente os encargos
com que o rgimen republicano o encontrou
onerado, reorganisar Ibe certos servigos, entre
os quaes avulta o da sua instruegto, viar-go fr-
rea e immigragSo, para os quaes j eslo toma
das providencias que reputo eflisazes, levantar a
sua estatistlca quanto populagao, produego
agrcola e industrial, conhecimento, quinto pos-
sivel exacto, da qualidade de seus terrenos,- ele-
mentos naturaes de riquezas em madeiras de
construegao e minerios, nao poderei prescindir
de um emprestimo interno que ser opportuna-
mente annunciado e que, dadas as boas condi
gOes econmicas em jue o vilo collocar as me
didas restrictivas de despezas que esto sendo
adoptadas, ha de ser coroado qua em muito concorier o patriotismo mineiro
e de quantos cidados admirara e applaudem a
nossa energa, sobriedade e religioso escrpulo
no desempenho das obrigages que conlrhimos.
Recommendovos que preparis tolos os ele-
mentos precisos para o fim que tenho em vista,
me sendo grato pensar, pelos dados queja reco-
Ihi, que cora a somma de dez mil contos no m-
ximo, que corresponder a um encargo de seis-
centos contos annuae3, ludo ser liquidado e
iniciado efficaz e- proveitosamente neste auspi-
cioso a'vorecer de era nova que devemos, prin
cipalmente os mineiros, estremecer e zelar, pois
se fomos os que mais intransigentemente resis-
timos s ultimas tentativas da mopaichia mal
aconselhada, forneceram as nossastiontanhas os
primeiros videntes da repblica no tempo col
nial e os seus primeiros e heroicos martyres.
Saude e fraternidade. Jos Cesario de Farta
Alvim. Sr. director de fazenda do Estado.
Ouro Preto, 8 de Dezembro de 18S9.Srs
Con Je de Figueiredo e Luiz Rodrigues de Oli-
veira.
Accuso recebida a carta que me dirigales em
data de 5 do corrate, pedindo me procuragao
que habilite ao llustre Sr. Conde de Figueiredo
para liquidar com o Banco Allianga do Porto o
desagradavel incidente oxorrido com o con-
tracto de emprestimo por aquelle estabelccimea
to de crdito celebrado com a ex-provincia, hoje
estado de Minas Geraes, sob meu governo pre
sentemente.
Cumpre-me responder que :
A frivolidade e insubsistencia do pretexto que
tal estabelecimento enger-drou para furtar-se s
obrigagOes contrahidas, denuncia, me parece,
um calculo que elle aliaga, de memorar a sua
transacgSo na crenga de que este estado esteja
em condiges econmicas precarias c que s
sujeitar a imposig0e3, creng que ^ a igno
rancia do que.elle pode explicar.
Era conscicncia, nao posso em nome deste
estado allegar perdas e dainos, nao posso e
nem de o j porque nao Ibe causou o banco al-
ludido mal rreparavel, j porque, dadas as con
dignes em que se achara presentemente, o seu
crdito e as suas linangas que ho de melhorar
ainda, pois sao assumpto da principal preoccu
pago, me facilimo obter o dinheiro de que
elle realmente carece era melhores condicoen.
Assim, longe de afftigir-me, econmicamente
fallando, o mallogro do emprestimo, para o que
em nada concorreu este estado, considero o
acontecimento vantajoso.
O que houve de desagredave"; foi o fado de
ter o Banco Allianga do Porto desaltendido a in-
tervengo do ministro da fazenda do Estado Fe
d'-ral, o qual |o biz.rra nenie ioterveio a res-
ponder pela honorabilidade e recursos deste
estado.
Comprehendeis, porm, que a singular so
brancena do Banco Allianga do Torto em nada
affeetar a estabilidade das nossas actuaes in
stituigoes.
Pela urgencia de fazer ao Ilustre Sr. Conde
de Figueiredo prestes a partir, sciente do meu
pensamenlo, escrevo esta, heje, domingo, dia
em que nao posso mandar averfguor na directo-
ra de fazenda deste estado o qttantum da fub
responsabilidade para com o Banco National
sob a digna presidencia do illustre Sr. Conde de
Figueiredo, responsabilidade quo, ltenla as mi-
nhas disposiges, cumpre com urgencia : egu-
lar se
Devo dizer-vo3 que este estado nao careca
ento da somma que contratou com o Banco Al
lianga do Porto, tanto que, para dar deslino
fartura do numerario que lhe vinh;, ordenaram
se obras perfeitamente dispensaveis, com o
Forum administrativo, edificios para escolas e
hospitaes, tudo sobreestado hoje por ordem
minha.
Tenho por averiguado que com menos de me-
tade da somma contractada porei este estado a
cavallciro de quaesquer embaragos e sem recor
rer a capiUes de fra, con3eguirei a importancia
de que v nha a carecer.
A sua renda deste anno se approximar, s'eno
chegar, cinco mil contos, e crescer no prxi-
mo, attenta a melhor organisagSo do impos'.o e
arrecadago que vou instituir, e a economa se
vera que estou observando e hel de observar.
im vista do que acabo de expor e sem tempo
de conferenciar com os chefes das repartig5es
fiscaes do estado, compre lende o filustre Sr.
Conde de Figueiredo que nao devo autorisar no-
vas tentativas de emprestimo externo, pelo que
dixo de mandar a procuraco que pedis, da qual
tenho por cer o fana o mais conveniente nso o
illustre Sr. conde a cujo patriotismo e prestigio
conmercial rendo as mais sinceras homenagens.
Saude e fraternidade. -Jos Cesarlo de Farta Al
vim.
Exm. Sr. goveriador. Temos a honra de
aecusar orecebimeuto da ca taque V. Exc. se
servio dirigir-nos'com data de 8 de Dezembro.
Cordialinente agradecemos a V. Exc. por sua
interes8anti8sima resposta communicacio que,
com grande pozar tivemos o rigoroso dever de
azer a V. Exc. relativamente situago Jo ne
gocio do- emprestimo contractado com o Banco
Allianga .1o Porto. -
Di ospoeigo to clara que V. Exc se dignou
de fazi*r da situagD linanceira 1o estado de Mi-
iii-Gerjes, cuja administr.igo era boa h* foi
conliada & alta competencia de V. Exc, ufana-
rao-nos do ver que sobram recursos a esse esta
do para fazer frente su' s necessidades." Tao
briihanVv' a situigo flnaaceira desse estydo
. como resolta da^exposicSo de V. Exc, que co-
uheeiylla no etrafl^o- de*s*loaar o cr-
dito ^.flepublica Brazilfrrl"*na qual o estado
de MinDS Mccupa vasto espago e posigo saliente
pela importancia de seu territorio, da sua po-
pulagao e da sua "variadissima produego.
Anda mais : a carta de V. Exc. prova evi-
dente de qua o Brazil possue habis e consen
ciosos administradores.
Por esse"duplo motivo contamos merecer ap-
provago de V. Exc. por termos commuoicado
ao Banco Allianga copia da carta que V. Exc. se
servio de dirigir nos.
Roigamos de ver que V. Exc, longe de affli-
gir-se com o mallogro da opjragao do empresti-
mo, considera o acontecimento vantajoso, econo
raicamentfp /aliando.
Escrevehdo-nos V. Exc. em ura domingo era
attengao prxima partida do Sr. Conde de Fi
eueiredo, e para que este cavalheiro flcasse co-
nhecedor do seu pensamenlo, muito nos penho-
rou a n3 outros e ao nosto prezado presidente
essa delicadeza de V. Exc.
Tambera nos confessarcos grato-i pelo que V.
Exc se servio de escrever-nos relativamente
espoosahilidade dess estado para com o nosso
Banco, responsabiliJade cujo quantum V, Exc.
ia mandar averiguar na directora de fazenda no
intuito de. fazel-a regular.
Parece cus que nos cumpria aguardar o re-
sultado dessa averiguagao, e por isso, e nao por
negligencia, que s hoje vimos agradecer a V.
Exc por sua benvola carta, aproveltando a
occasio para apre3enlar a V. Exc. os nossos
votos pela saude de V. Exc. e pela prosperida-
de do estado de Minas, no novo anno que ence
tamos. -
Com gosto reiteramos a V. Exc. a seguranga
da nossa dedicago e com subida estima nos
subscrevemos e somos de V. Exc. Attentissi-
mos compatriotas.
Banco Nacional do Brazil.
Ex Sr. Jos Cesario de Faria Alvim, M. D.
Governador do Estado de MinaB Geraes.Vtscon
de de Guahy, presidente.Luiz Rodrigues de Ol
reir. Rio de Janeiro, 2 de Janeiro de 1890.
PARA DENTRO E FORA DO' ESTADQ*
? ? -
Po^sis QMzes adiantados. ? 13)5500
Por nove ditos idem. .....' 20)5000
Por um anno^ idem. 26j$OO0
Cada numero avulso, de m anteriores.. iJlOO
m
overa) do Esado de Pernam-
buco
EXPEDIE-TTE DO DIA O DE DEZEMBRO DE 1889
Actos:
O goconiador interino do Estado, tendo em
vista a pu^ao dobacharel Galdino Teixeira Lins
de Barros j.ireto. 3o escriptorario addido r.o The
sonro do mesmo Estado e a informt.go prestads
a resaeito pelo inspector em officio de 30 de No-
vemb'io ultimo, n. 18, resolve determinar que
o 3o escripiurario Laurentino AJtonio Cesa-
rlo de Azevedo passe a ser addido ao dito The
souro. entrando assim para o quadro dos emp^e-
gsdos como 3o escripiurario effectivo o referido
bacharei Galdino Loreto Remetteu-se copia
ao inspector do Thesouro do Estado.
O governador interino do Estado tendo em
vista a proposta do inspector geral da Instruc-
go Publica contida no officio n. 14 de 30 de No
verabro Gado resolve nomear o cidado Bernardo
Jos da Cmara para exercer o cargo de delega-
do do districto luterano de Cuyambuca em sub
stituigo do actual que Bca exonerado a pedido.
Communicou se ao inspector geral da Instruc-
co Publica.
O governador interino do Estado resolve
exonerar Joaquim Teixeira Peixoto do cargo de
ajudante do Bibliotecario da Faculdade de Di
reito do Recife, e nomear, para substituil-o, o
cidado Jos Joaquim da Costa Pereira Braga.
Communtcou-se ao director da Faculdade de
Direito. ,
O governador interino do Estado resolve
exonerar o bacharei Silo Cabal Pereira de Aa
drade do cargo de .promotor publico da comarca
de Goyanna e Qomear.para substituil-o o bacha-
rei Antonio Gomes de Albuquerque Fizerara-
se as necessarias communicages.
O governador interino do Estado, tenio em
vista a proposta do inspector do Thesouro co-
uda em officio de hoje, n. 35, resolve nomear
o promotor publico, bacharei Henrique Martins
para exercer o cargo de ajudante do procurador
dos Feitos da Fazenda deste Estado no munici-
pio da Escada, ficando exonerado de dito cargo
o bacharei Sergio Diniz deHoura Mattos.Com
muoicou seao inspector do Thesou.-o.
O governador do Estado, tendo em vista
a petigo do cidado Manoel Cavalcante de Al-
buquerque, e a informago a respeito prestada
pelo inspector do Thesouro do mesmo EstaJo em
officio de 27 de Novembro ultimo, sob n. 8, re-
solve determinar, de accordo com o linal da men-
cionada informago que se exceptu na cobran
ga o imposto decretado no art. 2o 38, da le
n. 225 de 3 de Novembro ultimo, o valor das
hYPOthecas feitas sob garanta de estabelecimen-
tos a;rico!as.Remetteu-se copia ao inspector
do Thesouro.
Officios: .-,-.' j
Ao inspector da Thesourana de Fazenda.
Por conta do crdito abe-to era 19 de Oatubro
ultimo verbajudas de custoautoruo-vos a
mandar pagr ao bacharei Loureogo Augusto de
S e Albuquerque. ou a seu precurador, a qan
lia de 6'JOOOO correepondente ojuda de custo,
que deixou de receber na qualidade de deputa-
do que foi Asserabla Geral Legislativa pelo
10 districto deste Estado.
Ao mesmo. Communico-vos que o juiz
municipal e de orphos do termo de Bonito, bu
charel Sebastio Ildefonso lo Reg Borros, nter-
rompeo, por motivo de melestia, em 2 do cor
rente mez, o exercicio de seu cargo.
Ao inspector do Thesouro do Estado. -Para
os lins convenientes declaro vos qne a 3 do cor-
rente assumio o exercicio do cargo de director
.la Escola NoTmal o Dr. Manoel Enedino do Reg
Vuleng, segundo declarou-me em officio da
mesma data. .
Ao mesmo.-Renietlo-T03, para que itfor-
meis convenientemente com o que se vos ortere
cer, as seis propostas apresentadas para o con-
tracto de illuminaco a*gaz dest cidade.
Ao gerente da Sociedade Auxiliadora da
Agricultura de PernambucoEnvi vos, para
que informis com o que se vos offerecer, a tra-
duego de um officio que em 27 de Novembro
ultimo dirigi me o cnsul dos Estados-Unidos
da America, nesta capital, acerca da cultura da
laranja, figos, limOei e azeitonas. T
Ao commandante do corpo de polica. -Ap-^
provo os engaj amentos dos paisanos de que tra-
ta o vossp efucio de hontem datado, sob n. 27,
que assim Uca respondido.
Ao gerente da Companhia Pernambucana
deNavegaco. Providencial, para que o major
delegado do termo do Rio Formoso e comman-
dante da fortaleza de Tamaodar, Joaquim Fran
cisco Diniz tenha urna passagem d r jj.outi-a
de proa de ida e volta at esta -capital tois as
vezes que o requisitar e bem assim para que te
oham lugar as passagens que forera pr nas a
juizo daquelle cidado para a conduegao de pre
sos e respectiva escolta Revendo ellas.'correr por
conta das gratuitas a que o governo tem direito.
Fez-se a necessaria communicgo.
Ao mesmo.Declaro vos que autorisei hoje
o cidado Jos de Siqueira Menezes a disper de
urna passagem gratuita do porto de Aracaj a
esta ci^We.Commumcou-se ao intoressado.
Ao Dr juiz de direito da provedoria de ca-
pellas e residuos da comarca desta capital.In-
teiradffdo assumpto dosvossos officios de \.% 13
e 18daH|*eubro Qo dero OTimrTwabflistenre o vosso acronranflando
affixar edital e considera ido pretendentes ao
provimeuto da serventa vitalicia dos "cargos
reunidos de promotor de capellas e residuos e
curador geral de ausentes da comarca da capital
deste Estado, porquanto, pelo fado indicado na
copia,.que enviasles do referido edital, nao de-
viam Qomo foram ser por vos tidos por vagos
ditos cargos, conforme decidi, entre outros, o
aviso junto por copia, do ministerio dos neg
cios da justiga,"de 21 de Outubro do corrate
anoo.
E, sendo necessario providenciar sobre o as-
sumpto con exacto conhecimento de todos os
fados que reem ltimamente occorrido, refiom-
raendo-vos que me informis se o bacharei Jn5o
de S e Albuquerque, a quem p; r decreto de 19
de Julho de 1880, se fez merc da serventa vi-
talicia dos mencionados cargos, prestou jura
ment e tomou posse declarndome a data era
que elle interrompeu o exercicio de suas fue
gees.
Portaras:
Os Srs. agen'es da companhia brasilexra do
navegago a vapor fagam transportar ao Rio de
Janeiro, por conta do ministerio da marinha o
Io tenente Joo Maximiliano Algernon Sidney
Scheifler^e bem assim sua raulher, qualro futios
menores de cinco annos de ida de. Communi
cou-se ao inspector do Arsenal de Marinha.
Os Srs. agentes da Companhia 'raslleira
de navegago fagam transportar ao Rio de Janei-
ro por conta do ministerio da guerra, o cabo de
esquadra Manoel Canuto do Nascimento, transfe-
rido do V batalho de infantaria para um dos
corpos da guarnigSo daquelle Estado.
O cidado gerente da Companhia Pernam-
bucana sirva se de conceder passagem do porto
desta capital ao de"Micei. no vapor que segu
para o sul a 9 do correte, a D. rmezinda Ca
valcante Duarte, urna irm, urna Bina e um tiiho
de oito annos, as duas primeiras de r e as duas
ultimas de proa ; providenciando sobre o regres-
so das mesmas quando se apresentarem requisi-
tando, tolas por conta das grduitas a que o go-
verno tem direito, sendo a3 de r por conta das
grataitas a que o governo tem direito, sendo
a de r por coct das do decreto n. 10.208 de 15
de Margo do corrente anno e as de proa por con-
ta do contracto deste Estado.
O cidado gerente da Companhia Pernam-
bucana de Navegago sirva se de providenciar
para que tenham passagem de r, na primeira
opportunidade do porto da capital do Estado da
Baha ao deste, o Dr. Astrolabio Jos dos Pssos,
por conta das gratuitas a que o governo tem di-
reito.
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco d passagem. por conta
deste Estado da estago de Cinco Pontas de
Timb ass, a um cabo de esquadra e trez pra-
gas de polica, que destacam para o districto de
S. Jos delpojuca.
EXPEDIENTE DO DR. SECRETARIO
Officios :
Ao Dr. chefe de polica.De ordem do go-
vernador interino do Estado communico vos que
nos vossos officios de hontem datado3 sob 08.
1616, 1617 e 1618, foi hoje proferido o despacho
seguinte :
Ao commandante do corpo de Polica para
satisfacer a requisigo.
Ao director do Arsenal de Gnerra.O ci-
dado governador interino do Estado manda de-
clararlos que por despacho de hoje indeferio o
requerimento do amanuense interino desse Ar
seal. Gongalo Attico Lima, sobre que versa a
vossa informago de hontem, sob n. 213.
Ao presidente e vereadores da cmara mu
nicipal do Recife.De ordem do governador in
terino do Estado communico-vos que por acto de
12 de Novembro foi aposentado o amanuense da
contadoria dessa cmara, Joaquim de Gouvea
Cordeiro. _, ,
Ao administrador da Casa de Detengao.
O governador interino do Estado mandatr^ns-
mittir vos a inclusa certido de baptismo, aun
de ser entregue ao preso pobre recolhido a essa
Casa de Detengao Manoel Sebastio de Oliveira.
Edital.Por esta secretaria se faz publico que
lica sem effeito o edital de hontem convidando o
engenheiro Joo Nery Ferreira a declarar se
aceita as modificages propostas pela comrais-
so nomeada para dar parecer sobre as propos-
tas apresentadas para o novo contracto de llu
minego a gaz desta cidade, visto que taes pro-
postas vo ser reformadas pelo Thesouro do Es-
tado.
sahir ferido gravemente o primeiro, sendo pre-
sos os deliiiqueates, contra os quaes procedeu
se na forma da le.
Eatraram em exercicio :
Francisco Berenguer Cezar de Menezes, sub-
delegado do districto do termo do Cabo.
Caetano Varejo, subdelegado do 2 districto
do referido termo
Laurindo Arcelino de Veras, delegado do ter-
mo de Correles.
Jos Gomes c!e Lima, delegado do tormode
Triarapio, na qualidade de 1 supplente-
Antonio Ignacio Pessoa de raujo, subdele-
gado do districto de Tracunhem, na qualidade
de 3o supplente.
Ante hontem, cerca de meia noite, mani-
-restou aUu(Mio no tiieaUfruJa* Variedades na
No1 a Hambiirgo, de propriedade de Augusto
Krus3 &C, Successores, o qual, nao obstante
os servigos prestados com promptido pela
Companhia de Bombeiros, ficou reduzidaa
cinzas.
Comparecerain ao lugar todas as autoridades
policiae3, piquetes de cavallaria, infantera e
Guarda Cvica.
O subdelegado da freguezia de Santo Antonio
abri inqnerito para vorificar a causa do meen
dio e do resultado do mesmo vos darei em tem-
po conhecimento,
Sade e fraternidade Ao brigadeiro
Jos Sinielo de Oliveira, mui digno go-
vernador provisorio do Estado de Per-
aambucoO Chefe de polica, Antonio
Antunes Ribas.
INTERIOR
ca
neiro
Rt partico da Polica
2.* secgSo. N. 14.Secretaria de Po-
do Estado de Pernambuco, 20 de Ja
de 1890. CidadSo.Participo-vos
quo foram rccolhdos Cajsa de Detengan
os seguintes individuos:
No dia 18: m ~"-,..., .
A'ordem de subdelegado do :. districto da
Boa-Vista, Jos Gomes do Nascimento, Mana
Anna Rosa Pontes e Jos Bernardino do Nasci-
mento, por embriaguez e disturbios.
No da 19 : .-._.
A' ordem 8o subdelegado do Recife, Thomaz
de -quino Xavier, por offensas moral publica,
e Alexandre Gauthier, por embriaguez e distur
A; ordem do de Santo Antonio, Vicente Fer-
reira de Lima, por uso do armas defesas.
No dia 14 do correte, s 2 horas da tarde,
foi alcangado pela roda motora da Usina Timb,
situada no districto de Maanguape, um trabalha
dor da mesma Usina, de nome Manoel Ramos de
Oliveira Costa, que veio a raorrer horas depois
em consequencia do3 fenmentosque recebera.
O subdelegado respectivo tomou conhecimento
do tacto e abri inquerito. .
A's 6 horas da tardo de 17 do corrente, foi
fncontrado no rio que passa pela ponte de Moto
colomb, em Afogados, o cadver de um hornera
de.cr preta, o qual sendo retirado d'agua, veri-
flcou o Dr. Jos Flix, oue o examinou, ter sido
a morte proveniente de asphyxia por submer-
so. ,, .
Nao*foi reconheeda a identidade.
Em virtude de requerimento do delegado
de Nazareth, foi capturado no dia li do corrente
no termo de Iguarass e remettido Casa de
Detengao, o criminoso.de morte, Manoel Bernar-
do de Miran )a. .
No dia 10 do corrente e no lugap denomi-
nado Mond do Junco -, do termo de Bezerroa,
deu se um conflicto por causa de questftes de
trras en're os individuos, de nomes Francisco
Antonio da Silva, Antonio Franciscodos Santos
e Benvenuto de Souza Cocino, do qual resultou
Norte do Brazil
O paquete nacional Para, entrado do norte
ante ho.itera, trouxe as seguiutes noticias :
Estado do Amazonas
Datas at 5 de Janeiro.
Chegara e assumira [o exercicio do cargo de
invernador do Estado, o i. tenente de artilharia
Ur. Augusto Ximenes Villeroy.
Tambem chegaram e assumiram o exer-
cicio dos respectivos cargos, o secretario do go-
verno 2." tenente de artilharia Francisco Menles
da Rocha, e o chefe de polica, Dr. Joaquim Vil-
lela de Oliveira Marcondes.
Fallecer o Dr. Jos Francisco de Araujo
Lima juiz de direito da comarca de Manos, e
lilbo do Estado de Pernambuco.
O Commercio do Amazonas escreveu seu res-
peito :
Intelligencia cultivada por bons, serios e
ampios estudos, cidado cumpridor de todos os
deveres sociaes, magistrado, cujo carcter justi-
ceiro e recto impoz se sempre admirago e
ao respeito e censiderago de todos que o conbe-
ceram, pai de familia exemplar e extremosia-
simo, o Dr. Araujo Lima era urna individuali-
dade por tolos os ttulos digna da venerago de
seus considados.
Estado do Para
Datas at 10 de Janeiro.
Foram momeados juiees municipaes e de or-
phos ; do termo de Alenquer bacharei Jos
Joo de Mattos Jnior; do termo de Muan, ba-
charei Salvador Rosa.
Lemos na Frovincia do Para de 9 :
A convite do Sr. governador do Estado, re-
unirain hontem, s 2 horas da tarde, em palacio,
os representantes das curapaohias e emprezas
de navegago subvencionadas pelos cofres pbli-
cos, com excepgao do representante da Amaxon
Company, Limited, que nao pode, por enfermo,
comparecer.
O Sr. governador fez lhes, em rpidas pala
vras, notar o pessimo estado em que a Rep-
blica veio encontrar o Thesouro do PT e pro-
poz lhes, como medida providencial, a reduego
de 5 % oas respectivas subrenges aonuaes, que
formara, em sua totalidade a brilhane cifra de
476:4005 por anno.
o Esta redueco estender-se-ha nao s ssub-
vengOes futuras, at melhorarem os cofres pu
blicos, mas tambem s vencidas, o que importa
em grande allivio para o Estado, sem que, por
isso, advenha prejUizo sensivel s companhias e
emprezas subvencionadas.
Annuiram logo todos os presentes, com ex-
cepgao do Sr. Francisco Xavier Rodrigues de
Souza, agente da Companhia 'Josteira do Mara-
nlio, que nada pode deliberar a tal respeito,
porm que prometteu escrever para S. Luiz so-
bre o assumpto.
03 emprezarios da navegago a Santa Julia
tambem adiaram a sua resposta, at dep.is de
haverem conversado com a directora de urna
casa bancaria, com a qual entretm transacgfis
commerciaes.
A' Companhia do Amizonas, Limitada, vai
o Sr. governador dirigirle officialmente. .
o Este acto do governo do Para traduz grande
economa, de que sabero ser gratos os bons
parense;; sinceros e patriotas.
Estado do Maranlio
Datas at 12 de Janeiro :
Deixara o exercicio do cargo de governador o
Dr. Pedro Tavares, aasumindo-o o chefe de po-
lica Dr. Eleuterio F. Muniz Varella.
Este recebera e desempenhara a incumbencia
constante do seguiute telegramma :
Agradec officialmente da parle do Governo
Federal ao Dr. Peiro Tavares os servicos por
elle irestados, no curto periodo de sua adminis-
trago, no que' toca especialmente grande mo-
ralidade do seu governoA Foi aomeado chefe de polica interino, e
assumira tambem o exercicio desse cargo, o
respectivo secretario, major Joo Baptista de Mo-
raes Reg. ,
No dia 1. fra inaugurada offictalmeate a
Fabiica de Fiagao e tecidos Maranhense.
O acto foi solemne.
L se no Globo de 8 :
o De3abou hontem sobre a cidade urna ehuva
torrencial, que perdurou desde 7 horas da noite
at s 4 da madrugada.
. Trovejou incessantemente durante algumas
horas da noite. Cahio urna faisca elctrica as
immediages do Cutim. A estrada do Caminho
Grande, que pessima, tornou-se intransitavel,
tendo sido consideravelmente excavada em min-
ios luga es. ,
O calgamento, recentemente euectuado, na
ra do Pesponto, foi completamente inutilisado.
Nao sabemos de outros desastres.
Estado do Ccar
Dias at 15 de Janeiro : ,
Foram diasolvidas as cmaras municipaes de
Maranguape e Baturit sendo nomeados para
ellas con3elh03 de intendencia compostos dos
cidacbios : .,...
Baturit -Bacharei Pompilio Cordeiro da Cruz,
Guilherme Perdigo, Alfredo Dulra de Souza,
Alfredo Ferreira e Francisco Ernesto de OU-
MaranguapeManoel Guerreiro de Souza Pi-
nheiro, Joo Correia de Melle, Manoel Cesario
Mendt, Joaquim Correia Sombra e Pedro Gur-
gel do Amarul Barbosa.
Lemos no Libertador de 11 :
' Sao animadoras as noticias que nos chegam
^."paSe que as. chuvas toem sido geraes
pelas informagoes recebidns de Q^eramobim,
Mara Pereira, Boa Viagem, S. Matheus, Quiza-
da, Baturit, Pacatuba e outros pontos.

*.


-

-

;'






*

_x-






Diario de Pernambuco-Ter^a feira 21 d* Janeiro de IS90

I
-!

Hoirtemn pluvimetro marcon nes capital
27 millimetros.
J haviam cabido pequea* chavas ante-
riormente e iioje tero rfcovido quasi todo dia.
L-se na mesar < No dia U do cmate osas, falieceu aa'San-
ta Casa de Misericordia o .orenheiro civil Han
rique Alvares DelgadovO-Ua ooeupava o loajar de
cbefe do trafego e locomoco da estrada de ferro
de Baturil.
Proflssional distado, occupoirdi verses car*
goa de conanca do governo, deseos#enhaasi
sempre de modo honroso.
O finado era natural do Rio de Janeiro e
inapto. >
BMado do Uo tirando do Norte
Datas at 16 de Janeiro :
Constara as noticias da carta do nojso corres-
pondente, publi :ada n'outra secgo
Eldo ti Parabyfca
Datas at 18 de Janeiro :
Foi dissolvida a cmara municipal da capital,
sendo nomeado intendente do municipio o ma
jor Francisco Pinto Pessoa
Lemos no Jornal da Pardkyba :
No intuito de resgatar a divida deste Esta-
do, o seu gobernador, Dr. Venancio Neiva, no-
meou ama commissao, com posta dos cidados
Dr. Joao Golbo Gongalves Lisboa, maior Fran-
cisco Pinto Pessoa, padre Feiippe Benicio da
Fonseca Galvo, Francisco Olavo de Me.deiros e
Francisco de Brillo Lyra, afim de ageneiarem
donativos para aquelle iim.
E' de soppor que os resultados correspon-
dam a to patriticos desejos.
L se na mesma fol a de 15 :
A estago telegraphica communica nos :
Houve copiosa chuva, acompanhada de tro
voada, durante toda a noite de ante-bontem para
hontem, desde a Baha at Itapicur-Mirim no
Maranilo.
rosa manifestacSo, fazendo todos sinceros
voto* pelo breve- regrosso do iUastre ci-
dadlo.
Por acto de antena, foi ertinota a ca-
tnar*.uiunipaA' |)or ova intminasja compoetsMoiegui.<
tes cidados: Din Jos Ps4 Antunes,
Joaqaim Ignacio .Pereira, Fabricio 'Gomos
Pedrosa, Odilom.de Amorim Garca e Dr.
s8Manoar Porfirio ^ OKveira Santos
A escoiha que acaba de fazer o Ilustre
fovernador, destes cinco distinctos cida-
aos, nao poda ser mais acertada c reve-
la bem os intuitos de t. Exc, que deste
modo presta ao. municipio o mais assigna-
lado ser vico.
Jonsta-nos que pretende S. Exc. no
mear outraa intendencias nos diversos mu-
nicipios do Estado.-
No momento em que tragamos estas li
nhas, somos agradavelmonte sorprehendi-
dos oonr o ribombar dos trov8es, acompa-
nhados de chava torrencial, que parece
ter sido geral em toda a provincia.
O contentamente geral em todos, pelas
esperanzas de ver terminado o periodo ca
lamitoso que temos atravessado.
O senador Corris retirara-se do conselho de coaselho; e como anda ha tempo, araanha
e q"A acompanhaado a.ma-ona. noite (tua-Maio) nos reuniremos no-pago da er | conhece. as linhas-do exercito que "conmanda
IMISTHIAS E ARTES
CORRESPONDENCIAS
IM> Mario de Pernambuco
RIO GRANDE DO NORTE, natal, 16
Janeiro de 1890
As noticias que temos recebido at ago
ra dos diversos pontos do Estado, nao sao
muito animadoras a respeito de inverso,
sendo que, notase que ltimamente tem
chegado aqu maior numero de pessas do
sertao em produra de soc corros.
O Exm. governador, tem comprado se
mentes- por in ermedio da Thesouraria de
Fazenda, para serem distribuidas pelo
povo, na esperanza de termos invern que
todos iesejam, para que desappareca a ca
lam dad* q* nos atfiiga.
A noticia do ultimo decreto do go-
verno provisorio, a respeito das relajos
do Estado com- a igreja nao teve aqui o
enthusiasmo que parecer a muitos.
E' assira que. somonte de 8 para 9 ho
ras da noite, dia em qu aqui foi conheci
do o referido decreto, alguna cidados or-
ganisaram urna |passeiata de msica e fo
g-,etes, que per: orreu lgumas ras da ci
dade, tendo porm pouco concorrida e ani-
mada esta maaifastacSo..
Por acto de 13 do corrente foi ex-
tineta urna das sessoes da secretaria do
governo, compjsta de um chefe e dous of
ficiaes, havendo um pequeo angmento de
ordenado para os dous chefes de sessao e
outros empregados que ficaram na mesma
secretaria.
Foram nomeados promotores pbli-
cos da comarca de Poteogy o bacharel
Diogenes Celso da Nobrega, do Aeary o
bacharel Antonio Joe de Mello Souza Fi-
lho, o de oyaninha o ba harel JoSo Car-
los (iu i maraes.
Feram tambem nomeados juizes mu
nicipaes : do termo de Macahyba e Santa
Rita, o bacharel Pedro Jos de Olivoira
Pernambuco; de Acary o bacharel Jos
Ferreira Muniz.
A 8 do corrente, falleceu n'esta ci
dade o quarto annista do curso de direito
Jos Estevao Pereira, fillio do honrado e
prestimoso cidadao Joaquim Ignacio Pe
reir O indi toso mogo, que contava ape
as 21 ann.s javt'is dotes atcllectuaes de par com ex
cellentea qualidades, pe:as quaes se fazia
estimar geralmente.
Ao seu enterro, que teve lugar no dia 9
pelat. 7 horas da inanha, coacorreu o
Exm. governador e crescido numero de
pesada*.
Tendo recebido as melhores prevas,
no co.icusso que teve lugar em 7 do cor-
rente, foi nomeado professor de francez do
Atheneu, o distincto
Braz ile Mello.
3J0 Sr. F. Dreyfus tratando da situago euro-
pea dos aasucares,- em 4 de Novembro ultimo,
escrevia de Pariz o seguinte :
Sa resamirmos tudo quanto temos escriptoat
boje a respeito deste artigo, pedemos diajTago-
ra que previamos urna crise dos assucares, e a
realidade confirmou a exactido das nossas pre-
dieges.
Depender agora do tempo de subtuetter a si-
tuago do artigo aexame profundo athn de sa
ber se o futnro deve anda ser julgado como pes
si insta. Para este effeito, promettemos dar um
inappa, que mostr, segundo a nossa maneira
de ver, como a pradueco e o consumo se apre-
sentaram durante esta campanba.
Temos que calcular com cifras enormes.
Calculamos a produego europea como se se-
gu :
188990 tonel, contra 1888 89
Allemanha 1.230.000 m 990.60i
Austria 720-000 r f 523.2i2
Franca 673 000 * 466.767
ftussia 320.000 * 337 000
Blgica Hoianda 190 000 " 143 8'J4
60 000 *t " 46.040
outros paizes 60.000 * (T 33.000
3.473.000 2.764 487
Logo para 1839 -90 um excesso do prxima-
mente 700 000 toneladas.
Calculamos o excesso de produeco das colo-
nias em 50000 toneladas, ou um excelso de pro
dueco total de 750.000 toneladas.
Admiltimos cifras deproduego qu.' ce-130160-
te serdo atti3gidas, mas nao excedidas, segura-
mente ; nao seguimos, pois, a poltica obtnsa de
certos jornaes da especialidade que avaliam a
produeco que teremos nesta catnpantia em me-
nos.
Chegamos em poucas palavras ao resultado
seguinte:
A mais da colheita pro
ximamente
Becebido do comego an
tecipado da prodecgo
at ao Io de Outubro
Entregue a mais de Ja-
va contra 1888 at ao
Io da o jtubro prxima-
mente
Das outras colonias pr-
ximamente
Temos poi3 no 1." de
Outubro que calcular
em um excesso de pro-
ximameate
Ton.
90.000
O.OOO
2L000
Ton.
730 00
150 000
600 00J
os cinco
causada
rio grandense Dr.
No lugar Pajussra do termo de Ma- 2 Augmento de produeco real.
cahyb't, Manooi Francisco Barbisa, tendo
alte ceo com Thomaz AIvjs Rufino, a 6
do crrente, J^leu urna facada neste, que
proauzo a morte immeditamcnte.
O asea si'o foi preso, pelo cidadao Es
tev?o Kudrig tes '-a ''r^z e couduzdo para
esta cidade, onde foi apresentado ao dlo
gado de polica, que precedeu sem demo-
ra s diligencias legaes.
Na cidade de Canguaretama, pelas
9 horas da mano em que Feliz Jos da
Silva, conhocido por homem sertanejo, al-
tenava com sua propria muihjr de nome
Jo vi na, foi surprehendido por um tiro da
espingarda que Ihe desfechou seu proprio
filho Luiz Jos Bezerra, o qual foi prezo
e recolhido a respectiva cadeia. O subde-
legado de policia, procedeu no offendido o
corpo de doiicto e abri inquerito a qus
deu destino egal.
Na mesma cidade e no lugar deno-
minado Muricy, incendiou-se um rancho
de p- ha pertencentc a Manoel Agostinho ;
o incendio se deu em occasiSo que Jose-
pha M lia, muliier de Agostinho, sabira
para casa de um visinho no intuito de pi-
lar uin pouco da farinha para um seu fi-
lhinbo recem nascido,. que nao foi possivel
retirar das chammas, cando reduzido a
Tal a produego.
Vejamos agora o consumo.
A diminuido do consumo durante
ltimos mezes antes do 1" de Outubro,
pelos precos altalos inmoderadamente e que
obrigaromos refinadores a fechar ou a limitar o
seu trabalho, o que fez com que 03 stocks de
segunda e terceira ruo fossem completamente
gasios, eleva-se pelo meaos a 330 000 toneladas.
E?ta dimiouico que ja tinhamo3 previsto tam
bem, nao foi, no entanto, seno ficticia, e, se
guado os nosso cal ulos, teremos durante a
presente carap nha um augmento de consumo
ficticio de prximamente as mesmas cifras.
Do m-smomolo o augmento de consumo re-
gular, e real, uvaliado pelo3 baixos presos ac
tues e que prometle ser muito grande, deveria,
segundo os meus clculos moderados, elevarse
a 5 %. po.-tanto, proximameute 230:000 tonela
das. O excesso de produego de prximamente
600.000 toneladas, metemos a esperar para es-
ta cu-jpanlia ser, pois, inteiramente ubsorvido
por :
Io Augmento de produ-co ficticia ;
De modo que, sob o nosso ponto de vista, o
stock universal no Io de Outubro de 189 1 nao
ser maior do que foi na mesma data deste auno.
As cifras dos stock; un versaos no Io de Outu
bro eraro constantemente favoraveis e compara-
da entre si eram de toneladas:
cmzas
Vai ser publicado nesta capital mais
m peridico que eos consta temar o ti-
tuloO Rio Grande do Nortede que
aera redactor e proprietario o Dr. Anto
nio de Amorim Garca O novo campeSo
da imprensa,, segundo nos informam sa-
hir nos primeiros das de Fevereiro, de-
vendo chegar brevemente o prelo, que foi
mandado comprar no Rio, pelo Dr. Amo-
rim Garca e seus irmSos.
Segu neste paquete, portador da
presente, com destino a capital federal, o
Dr. Pedro Velho de Albuquerque Mara-
nhSo, o primeiro governador deste Es
todo, quando proclamada a repblica.
Chefe republicano antigo e prestigioso e
rio grandense distinctisimo, o Dr. Pedro
Velho nao somente um c-dadao digno*
pelo seu carcter e inabalaveis conviccSes,
eom urna das mais bellas esperasen deste
Estado, que def* sentir justo orgulho de
contal-o por seu filho e que goza do maior
estima sympathias.
Seus numerosos amigos, pretendem por
ecasiSo de sea embarque, fazer-lhe hon-
1883|
924.782
1886 !
807.790 I
1887
803.3^2
1898 I
671.117
1889
373.789
Os pregos esto baixos, principalmente em
Pars, onde se est.muil& abaixp da paridade dos
outros mercados. 0 cshido do artigo sao,
ap. spr d. s fortes coiheilas.
Nao eremos que sa corra gruade risro com-
prando. Grandes offai ecimentos de fabri-as po
uero ainda txercer una pressSo passageiranos
precos, ma3 os compradores aproveitaro em
seguida a occasio.
Os fabricantes ganliaram, grande parte, du
rante a campanha que acabou, muito dinheiro,
d'ahia saa forga finanenira de poder reter a sua
raercadona; pois, difficil^suppr que continua-
ro a vender aos pregos de crise actoaes.
Carta do Rio de da adro
(Para o Correio Paultano)
Rio, 24 de Dezembro de 1888.
SummarioJago de tabella.O Visconde^lo Cru-
zeiro. Sua carreira parlamentar.
Suas qualidades de orador. A presi-
dencia da cmara.Seu concursa as
reformas Seu primeiro passo na ques-
to servil.Sorpresa no acampamento.
Queura da uniao do partido.Dous
factos histricos.Um gabinete interi-
no. -Locta do imperador pela qnesto
servil.Resistencia do ministerio Ita-
boraby. Um dialogo canoso.Urna
conferencia especialNovo dialogo e
sorpreza.Nova conferencia sob a pre-
sidencia do imperador.Vencedores e
vencidos.O Sr. Diogo Velho, viscon-
de de Cavalcante.Anda um dialogo.
0 imperador snbmette se.O Mar
Juez de S. Vicente.0 Sr. Teixeira
unior, ministro.Sua retirada imrae-
dala. Ocio dos ricos.Raras sortidas.
- Excepco do Sr. Antonio Prado.
Ultima pha8e do Sr. Teixeira Jnior.
Sua recusa para o ministerio.Inva-
lidez dos homens pblicos.0 lorreio
de S. Cnristovao.Doencas e doentes
polticos.Escusa injnstitlcavel..go
niada siluacao.
Para nao alongar mioha carta anterior, deixei
de fallar do incidente que oscorreu entre a de-
missao resol vida do ministerio de 10 de Margo e
o comparecimento do senador Correia no pago
de Petropolis, onde, a distancia do theatro revol-
to dos acontecimentos, o imperador entendea de
resolver ama das crises mais graves e mais pro-
longadas do segundo reinado. -*
O Sr. Correia, attonito c nao achando- porta de
anida mais prompta, lembrou o uome do Vh
conde do Cruzeiro Jeronymo Jos Teixeira Ju
nior, 1 senador pelo Rio de Janeiro, indicago
realmente feliz e aquella que melhor-poderia
consiliar os interesses polticos com os da diffi
cil situago econmica que o pas atravessava.
Puncos homens figuraram ni poltica do im-
perio, o a principio com mais lustre e ambico
pe is posigOes esta veis, e, mais tarde, com m isl
borrar s posigOes responsaveis, do que o Vis
conde do Cruzeiro. Dir-se nia que na primeira
ptaas de saa carreira persegua o a vaidade.
como na segunda persegmo o o egosmo.
Com effeito, ninguem com mais successo oc-
cupou um lugar na cmara dos deputados. Ora-
dor fecundo e elevado, polemista incisivo e la
ctito, argumentadjr lgico e sarcasttso, elle al
quino desde logo bastante prestigio para nao
teaer, nos prelios que se travaram, dentro e foi"a
do parlamento, o rwal dynasta que deparara
como eompaoheiro de deputago pelo Rio de Ja
neiro. Gragas a essas notaveis e raras qualida-
des, o diputado Teixeira Jnior fUmrou sempre
as commissOes de mais elevada conriaog 1 po
litica na cmara, e, antes do seu emulo, asseo
tou-se na cadeira de presidente de?sa elevada
corporago, de onde tomn vO) para o senado,
mo giado a guerra que lhe mo/era o iilust-e
chofe daopposigio binete 7 de Margo hasteoa a bandeira da eaiau
cipago dos escravos.
Teixeira Jnior prometlia ser um poltico ope
rosissimo, e homem para morrer como o impera
dor Sptimo Severo no seu posto de honra e de
trabalho.
Em geral elle era visto agitaado urna reforma
ou ajulando a paasagem de urna lei til aos in-
teresses econmicos do paiz ; mas. a sua pbas*
realmente pica, as fuodages do nome com qu
teria de passar immorlal historia, esto na
iniciativa qae tomou em Maio de 1870, sob o do
minio do ministerio Itaborahy, com a apreseata-
go de um requerimento conectivo, pedindo a
nomeago de urna commissao especial ie nov-
membros para dar cmara seu parecer, com
urgencia, sobre as medidas mais convenientes a
emancipagio do estado servil.
Nomeada urna co.nmisso, nao de nove, m s
de cinco membros, o deputado Teixeira Jnior
toroou se a figura central de todo o movimeoto,
e a elle coube a honra le redigir o parecer de 15
de Agosto de 1S70, que urna das obras parla
mentares mais eruditas, e mais profundamente
meditadas que conhecemos.
0 requerimento de 21 de Malo |defl870 { hio
no acampamento da poltica escravista de 16 le
Julho com una granada, e os seusestilhago^
despedacaram sbitamente a unan mida le das
forgas partidarias com que o gabinete Iiaborahy
um anoo antes satura tnumphante das urnas.
Dos factos coucorrerara para o succ sso da
arrojada empreza que o diputado Teixeira J-
nior ievou avante, despedagaodo para sempre a
uniao do partido conservador, to forte, ne>3sa
poca, nos seus centros vitaes, que, at o com-
paravam organisago admiravel dos corpas
bierarchieos da igreja oade a submisso locou
a perfeigao do lemmaperinde ac caiaver.
1. 0 imperador entrara francamente em rea
gOes com as. sociedades abolicolistas da Eu
ropa; quera viajar circumdado da aura de so
berano philosopho e demcrata e reconheoera
que, sem ferir francamente a ba'alha contra o
escravismo, nao lhe era possivel attrahiraatten-
gao do universo civil:sado, especialmente dos
poetas e prosadores mais celebrados, com os
quaes teria s tergar armas, pondo pela pn
meira vez e.n prota a sci2iichi'adqairidoda"ante
trinta anuos de estudo dentro dos solitarios mu-
ros do palacio de S. Chrlstovo.
2. O marques de S. Vicente j eslava [alado
para tomar o basto do poder, e essa reserva
imperial divuljou *e tanto quanto foi peeisD
iara enfraquecer e desmoralisar na avena par-
amentar o gabinete Itaborahy, levan laudaron-
tra elle as ambiges dos que nunca acreditaran!
que, no Hrazil, ser ministro, era urna tristeza e
urna armadilha.
Embora o gabinete Itaborahy tivesse atraves
sa lo a -esso parlamentar com maioria, comtu lo
toda a gente sabia que elle nSo era mais do que
um gabinete interino, espera da opportunidade
para passar o ramo ao succesor effectivo cajos
companheiros estavam apalavrados para o pri-
meiro signal.
O gabinete Itaborahy (izera puagentissimo sa
crilicio aos interesses agrcolas, conservando-se
cooslrangidamente no poder por mais tempo do
que o perEittium as ciccam-tancias especiaos
em que se col locara de3de as proximidades da
abertura da sesso de 1870, para com o impe
rador.
Era praxe inveteraJa, o presidente do conse
Iho ou o ministro do imperio subraetter ao exame
e approvago previas de Sua Magestade o pro-
jecto la fala do tnrono. O imperador discuta
tanto a grammalica como as reformas desse
documento, contribuiodo alternadamente, or
para melhoral o sob o ponto de vista de verna
cudale, ora para tornal-a hybrido sob este
mesaio aspecto. Cora referencia s reformas.
em geral, a poltica de Sua Magestade era a do
celebre medico de Gil Blas : quanto mais an-
mico melhor o doeote.
Dessa vez, porm, o imperador poz de parte
as suas preoccupagoc3 de purista, e quebrou a
tradiego da poltica do laisser faire, laisser pas
ser para exigir que na fala do ihrono fosse in-
cluido um tpico relativo emancipago do es-
tado servil.
O Visconle do Itaborahy eslremeceu, quasi
apopltico como um membro da sagrada con
gregac&o do Index, ante a heresia enorme da
liberdade dos captivos, e repellio n liminea. pre
tengao do imperador.
Mas, Sr. Itaborahy, eu nao sou abolicio-
nista; eu nao sou mesmo emancipador; quero,
porm, preparar o paiz par* ser urna e outra
cousa. Por ora contentme com urna esperanga,
e urna phrase nesta sentido que eu indico para
a fala do throno.
Impossivel, senhor? Tal reforma nao est
comprehendida nos nossos ajustes, qnanto fui
chamado para organizar gabinete, nem de leve
alludi a ella no meu programan. Damais, es-
tamos a bracos com urna guerra externa, e seria
um crime perturbar ainda mais as nossas finan
gas com essa idea philanthropica, com que a po-
ltica nada tem.
Sei que sou um philosopho para os se
nboros, quando falo nestas cousas, retorquio o
imperador; mas nao sei onde esto os polticos
christos do Brazil, quando se oppotm igual-
dade humana, e quando fecham 03 olhos a um
mal que ha de crescer ao ponto de 'impor se
como orna a eaga a todos 03 governos.
A escravido, qual a temos, um direito
longamenle consagrado, responden Itaborahy;
nada reclama a providencia lembrada por Vossa
Magestade, porque nada p5e em perigo a ordem
social por esse lado. O escravo um factor eco-
nmico c um exemplo de obediencia s leis.
Trccaram se mais outras phrases vivas de
formal divergeacia entre o imperador e o vis-
conde de Itaborahy,.e afinal este retirou se, pro
ni3ttendo dar urna resposta definitiva depois de
conferenciar com os seus collegas. Houve com
effeito urna conferencia especial para esse fim,
e o viscomie de Itaborahy passou por -nova e
maior sorpreza, deparando com doia votos di
vergentes-no seio do gabineteos Srs. Diogo
Vplhn ministro da nirrieultora. e Nehiaa. minis-
itico acivissimo, arregimentador, general que
dessa corsrscB*oto wntM a^sjtlssslSisW adav I uo por um dos seos soldados,
cainara, tevift*a4Msna e*&*J+'W* "** ^w ** a> *ir. d? U-eiteza do tempo. o E itretanlo o Sr. viseoade do Cruzeiro teve d*
tt*mmutnal. O'dilemina-sicaraferreitaa^an* i.afSBdof'esperava aioda paliar a partida. Na comparecer perane o imperador para declinar
Hocado: ou os )nserMdorss>ecoBcilia* vesfpra daabertura do p^siam.'nco, as 8 horas da investidura de or'ansJor e cjuvi
aoW a unie dos^eas ehefes-prepaBderant 8-o* ila Nje, SssrMage-tide reamo o ministerio 10 ~'
os hberaes gabiastvvwsle do pago da* cidade, e ooz de no-
Entretants-a imperador nao qaana dssmasea vo a quests em discussasf O presidetite da
rar de repeat asi-toabria* liberaes, j comas cooseinoeecapitulou todo3^ies-se*sr({umeBts.
guarniges ajpostos, pissau apsebendaao Sk e declaroa que a recusa inJicaga de S. M.
orreia. Era um jogo deubella, de qaal^ode- aassara por minora de v >ios.
ra Teaultar, entretant, a pesaongasio da- vida do* Q-jero-oavi.- as razOes de cada un, disse o
partido conservador no poder. imperadtr, e comegarei pelos mais mogos. Co
mo pen-^a, Sr. Diogo Vejho ? (Era
o ministro
la agricultura.
O Sr. Dio'j Velho, hoje viaconde Cavalcaote.
foi sempre um homem dexaracter aiiivo muito
iadepemlente as suas apreciagoes ejilgamen-
tos. Apezar de ligado por .lagos de iatirao pa-
rentesco ao antigo feudo Cavalcante de Peroam
buco, cuia influeacia em toda t> norte do Impe-
rio en decisiva, o Sr. Diogo Velho gozav de
prestigio real na saa provincia natal, e a sui
eleigo nao.dependa do plactt dos centros ab-
sorventes da corte, para sahir triumahante das
urnas. Espirito reflectido, de solida instruegio,
homem affeito ao manejo Ja aimiuistrago pa-
blica era que se iniciara muito moco, autor de
trabalho < de ommisso e de projectos que o
celloeavam na primeira linha como deputado, o
ministro da agricultura, acudiu ao appello do im-
perador, enunciando se com a mxima fian
queza.
Pens, senhor, que ara grave erto nao
irazer para o tapeta da discussSo esta reforma.
Nao sena talvez prudente d.inunu il-a amanh,
e em seguida traluzil a em prejecto. 0 pouco
que agora dissessemos na fala do throno, porm,
servira de advertencia aos proprietarios de es-
cravos, para em tempo, prepararem-se em ordem
a supportar o abalo da transformago do traba
Iho, sem graves perturbigOes na sua e na fortu-
na poMca.
A eseravido urna nodoa que deveraos apa-
gar da nossa civilisago. Como indicio de que
o governo ira habilitando a lavoura a mudar le
rgimen sem se desorganiza, t-wciono apresen
tar nesta sesso varias metidas indirectas sobre
'olomsaco e im nigrago, sobre e rgimen hy-
pothecano, sonre a li de trras, etc. Por este
modo c legaremos em paz ao resultado mus con-
ciliador e digno.
Os ministros da gtterra -biro de Maritiba;
da marin'na iiaro de Cnegipe; do imperio
Paulin i de Souza; retorta co u o presidate lo
conselho; o ministro da justiga, porm -Joaquim
Ociaviano Nenias, representante de umi provin-
cia essencialinefl'e agri;ola, cora> S Paulo, vo-
lou com o Sr iogo Velho. aloptaalo en todos
os seas term >s as suas conclusSas.
Neste caso, disse o imperalor, hi anda um
terceiro voto, o do Sr. Para>ihos, mioistro de es
irangpiros, que est amante (misso do Para-
guay), otas qu'- j me declaraa a sua opinio fa-
vor.' vel t\ reforma.
Aiu la asS'in estamos em mioria, disse o
prasidenti! do con*' Iho ; mas se Vossa Haeesta
de faz disso questio de confiaaga poltica, aos
aos retiramos.
Nunca, acuda o imperador. Esta questo,
como questo social, que e, ha de ser sempre
enllocada pormim no terreno neutro dos parti
dos. Eu espere qus un da a maioria seja for-
mada de liberaes e conservadora?. 0 sennor
ver que nao omsegue o silencio da actual ca
mar neste assurapto. Para enfraquecel-o, basta
a divergencia queja lavrano seio "do proprio ga-
binete. No e llanto estou prompto a 1er ama-
nh na sessao imperial de aoertura do corpo le-,
gislativo este docu nento do erro dos seahores
e da mioha obediencia s formulas cuastituoio-
naes.
A suspeila do imperador conttrmou-se dentro
de poucos dia3. com a apreentago do requer
ment da commissao especial para dar parecer
sobre a questo do elemento servil, e desde en-
to o viscande de Itaborahy Ievou esperando o
ministerio de 29 da Setembro de 1870, presidid)
pelo marqiez de S. Vicente, para entre^ar-lhe
as pastas^
Se um fado ioquahlicavel, o veso i nperi .1,
de ministros apalavrados para suecessores, nao
ba duvida que foi perfeitamente correcta a cha
raada do marquez de S. Vieeo.e para organisara
aova admioiitrayo, urna vez que o imperador
entendea ser chegado o mmenlo de iaiciar a
reforma do estado servil. Esse grande estadista
e profundo jurisconsulto organisou, como conse-
Iheiro de estado, projectos-de raform sobre tal
assumpto, que foram consideraJos sempre os
melhores subsidios prestados obn da emanci
pagao ; c sendo essa obra o seu objectivo no go-
verno, a entrada do deputado Teixeira Jnior
para a pasta da agricultura tornou-se ponto obri-
gado da nova adminis'.rago.
Com pasmo geral o Sr. Teixeira Jnior dous
mezes depois, de.-ertou do posto que pareca ser
o -. >n o doiraJo de suas aspirages po'iticas, e a
vida de ferias pirlamentares, que teve o gabinete
do 29 de Setembro sua dissolug) antes da ses-
sao de 1871 impediram que se tornasse bastante
explcita a retirada do ministro da agricultura,
justamente aquelle que mais compromisos to-
man tal respeito parante a cmara.
Desde enlo o Sr. Teixeira Jnior foi procu-
rando as sombras crepusculares da poltica, c so
nao desappareceu logo do movimento activo, por-
que sem um lugar no senado e no onselho de
estado, os homens de maior mrito do imperio,
em geral, nao julgavam completa sua cirrera
poltica.
Urna vez com assento n'aquellas duas corpo-
ragOes isto firmada a sua inteira independen-
:a do eleitorado e a sua preponderancia no mai* ieS3e. 030rio e Caxia3 eram dous bravos, de
Velho, ministro da agricultura, e Nebia?, minis
tro da justiga. .
Bem, disse o presidente do conselho. ama
vez que os senhores esto em minora, aqnesto
est vencida e o ministerio contina, sem sahir
do seu programma.
Era um desafio crise, que os dous membros
divergentes tiveram a prudencia de evitar, urna
vez que nSo podiam contar com o parlamento
para unpOr o seu voto.
O presidente do conselho voltou ao imperador
e comamnicou-lheque a maioria do ministerio
nao adoptara o alvitre lembrado por Saa Mages-
tade. '
Mas,ueste caso, ha urna minoxia no seio
do gabinete ?
-Ha.
Quero ento ouvir tedo o ministerio em
alto conselho pilitico na nago, o Sr. Teixeira
Jnaior entendeu que o verdadeiro era por em
pra'ica o dito de um philosopho sceptico como o
Sr. Lifayettc : Um nomem poltico "deve fazer
lado para ser senador, depois que o deve pe-
rli a Deus que lhe prolongue o mais que puder
os dia3 e o ocio.
Para o ocio cum dignitale o Sr. Teixeira Jnior
tinha collossal patrimonio, o que o tornava o pri-
meiro plutcrata do senado ; e ainda quando nao
fos-em taes as disposices do seu espirito, no
Brazil a fortuna traz fastio poltica. A nao ser
o Sr. Antonio Prado, que jamis deixou a brecha,
quando j nao dependa nem do seu partido nem
da corda, todoa 03 mais fazem-se voluntarios do
ostracismo. E o que mais, todos evitam syste
maticamente a continuago da vida em commum
com os amigos promotores de sua elevaco na
provincia, e emigrara para a corte, onde a poli
tica e a advbcacia administrativa lhes proporcio-
nara largas vantagens. So o Sr. Saraiva nio se-
guio esta trilha da iugratido e do cahulo inte-
resseiro.
. Effectivaraente o bello espirito que tantos jac-
ios de luz projectou sobre o paiz inteiro, quando
depend 1 do eleitorado e da corda, retirou-se
um gran le silencio, raras vezes interrompido ; e,
para furtar se a quaesquer cumplicidades polti-
cas com o seu partido, deixou tambem o exerci
co do conselho de estado, corporago esta que
o prezava com avareza, porque o tinha como o
seu iheologo era assoraptos financeiros. So lti-
mamente os seus iDteresses e o seu patriotismo
oonseguirara por na brecha a sua grande e. res-
peitavel competencia proflssional, arrancando
lhe o projecto sobre bancos le emi3so, conver-
tido depois na lei de 24 de Novembro do auno
passado.
Um homem poltico no Brazil. por grande que
seja o seu mrito, se tem o proposito de archivar
o seu nome entre as glorias patrias, como Fer-
nandes da Cunta, consegue o em pouco tempo.
A emulago e a inveja dos phanaticos ajudam
grandemente essa preoecunago, filha do egos-
mo ou das decepgdes, e no fim de aigum tempo
as geragOas novas lhe sao completamente aesco-
nhecidas. O r. Teixeira Jnior, desde que se
emancipou do eleitorado, limitoa-se conviven-
cia cora 03 velos companheiros do extincto ceno-
bio da ra do Areal, desprendendo-se completa-
mente de todas as suas antigs alliancas partida
ras. Seu partido so se poda conhecer ultima-
"menle n'um dia reservado aos convivios cibari
eos, em que, para fazer as honras um faiso,
elle tinha o gosto de reunir e fundir n'uma so
aspiraco diante d'aqueila victima apetitosa dos
prazeres venatorios, os Srs. Joo Alfredo, La-
fayette, Antonio Prado, Affonso Celso, Tauaay e
outro..
A mesa da coramunho partidaria muito mais
espiritual e exclusiva, pensa-se as ideas e nos
amigos do mesmo credo poltico, e com estes de-
ba se ineessantemente como soldado ou general,
emquanto a morte nao lavra o decreto irrevoga-
vel da reforma.
Nfto era, pois, o Sr. Teixeira Jnior, visconde
do Cruzeiro, o estadista indicado pelas circum
stancias diffiseis em que o paiz se encontrava
em Junho para substituir o Sr. Joao Alfredo, po-
za nunca a raza verdadeira e real caraenerisa
as si.uagas e os homens, o motivo de excusa
apresentado foi a falta de situt^ o eterno efsW
sado em todas aatrisee para mystitJoar o paiz
eojcoltar degeaerenciawe vicios queestavaai
no amago das instituqOas, como o cupim est no
cerne das madeiras mais rijas.
Nao ha ura s hornea puolico do Brazil aue
ao cabo de algara tempo de lutas e de incertezas
crueis sobre o da de amanh; nSo tenha a sau
de minada e nao aprsente urna veihice precce
destoan lo completamente dos aonos de idad
que na readdade conta. Tolos soffrem urna en-
ermidade miis ou menos chronica propria des-
te clima ar late e hmido; o ligado a viscera
deposit ma devari03 germens mrbidos que for-
mara a consntuigb medica desta vasta necropo
le dos vivos e dos morios e no fim de contas, o
en prego qae se exerce com assidua e austera
eoraprobensao de deveres, passa-ios algunsan-f
nos de exercicio, em vez de meio de vida
meio da morte.
Os horneas que, pela elevaco de seus talen
tos e prestigio, frequeotararn mais o miuistario,
bearam todos uas invlidos de ciacoenta e ses-
seata anuos. O imperador estragava-laes a sau-
dee as ngidas compleigOes, obrigando os a pra-
tica, bi-semanal-de despachos e conferencias sob
a sua presidencia, em um dos torreos do pala-
cio da Boa Vista, em S. Christovo. A asceaco
a esse posto astronmico era cruel, para um ho
mam coxu como o visconde do Itaborahy, lyra
pnatico como o duque de 'axias e o visconde do
Rio Branco, asmathico ro no o baro de Cctegipe,
ou cardiaco como Ba .-que de Maeedo e F. Beli-
sario.
Para se fazer urna idea do eofraqueciraento
que os ho neqs polticos traziam do governo
sob o reinado do Sr. D. Pedro II, basta recordar
o seguinte :
Doraimst'rio presidido peo baro de Coteg
pe orgamsado em 20 da Agosto de 1883, j fal-
le :eram :o baro de Cotegipe, o senador Juo
queira, FYaneiseo Belisario e Rodrigo Silva.
Do m.iusterio p,-KSidido pelo Sr Joo Alfredo,
organisa.lo em 10 de Margo de 1888 j falleceram
os Srs. Vieir.i Deve sa levar tambera era linha de conta o
trajelo para .r e voliar de S. Christovo, cerca
de dois kilmetros de distancia da cidade. Du-
rante o da, na estago calmosa, o sol de fogo,
3o e 36 graos centgrados, quasi o 5 raegal ; du
raote a noite a mesma temperatura, aggravada
pelas hmida es que se despreadem dos pauta
no-i e do lengol que alaga o sub solo desta cida
"de. Oaseompensagas da primavera nem falla-
mos, porme estas sao fugitivas como tudo o-que
bou oa vida ; e -le mais. os ministerios no Bra-
sil ou ica pulerara gosir as docu>-as dessa esti
gao. que pira elles, era terriveimenle uppressi
va, justamaute. porque coincida; com a epocha
da reuniao de parlamento, a grand 1 e importuna
confian1 de pediuets, como chamava o senador
Zicnarias.
No torreo do despacho nao havia o menor
confo-to ; apenas agua e u n pouco de aleo! na
cioaal e assucar. Em torno de urna mesa sute
cadairas e 00 topo urna poltrona de graode es-
paldar para o imperador. Todos es mioislro-
seiraJos com a compostura Toreada anraeoe
obrigava a aessaaote presenga do iirperalor.
sempre de asaca e elles sempre de farda, uzea-
se fn ou calor. Absoluta auseacia de urna ante
sala para um passageiro repouso, ou para es
pairecer o cansago, fumando um charuto.
Os que, fatigados em excesso, como o Sr. La-
fayelte. que aadava duas leguas da Gavea a S:
Cbristovo, quebravam a tradiego dos impert
gados durante cinco e seis lonjas horas de des-
pacho, poltico de banalidades administrativas,
ou de sabatinas resingueiras sobre as malorea-
ges da imprensa; quando queriam repousar
um poueo o esp rito e tomar alguns tragos de ar
e de fumaga de cigarro tinham que vlr para a
escada do torreo, seatavam -te no batete, com
farda de ministro, por nao haver outro meio de
um secretario de estado descansar nos pagos im
pariaes I
Qiem nao usava deste expeliente cadia ao
soiiiuo e iusenstvelmenle dorma urna '>oa par-
te do tempo qne o imperador despenda ero es-
miugar cousas que nao eram da sua competen-
cia e de que nao cura o pretor.
Nao havia novela de Jornal que o imperador
oo quizasse apurar eo n os seus ministros, e at
para ajudal o uesla trela intrusa da vida do go-
verno, fez qua se deslacasse para o pago um em-
pregado da secretaria de justiga, ao qual eram
distribuidos diariamente magos e magos dga-
selas, com o Iim de orgaoisar extractos miou
ciosos. Jos de Alencar acabou com esta pratica
e con outras, qua lhe va erem o castigo das pre-
tarigOis no senado, elle que no Ceara e no Bra-
sil oo tinha competidor emihabilitagdes e talen
to t Mas a pratica voltou, quando a f toroou a oceupar o lugar daquelle boaemerito
ministro.
Foi assim que o imperador estragou a sua e a
sauie de todos os homens polticos do seu tem
po; e comtdo elle, apezar de inutilisaao para o
servigo, quando foi deposto, achava se em plena
effeciivdade do seu cargo de soberano. A po
litica do Brasil sem ir foi feita com os homens
doente3 da glycosuria, de affecges cardiacas ou
hapiticas, os quaes eram encontrados as duas
casas do parjamento, promptos para todo o ser*
vigo e para todas as commisses. quaesquer que"
fossem as pennas e canceiras que dah lhes ad-
pe.-nas incbadas pela aaemi?. e a lymphatite, e
comtudo affron'.aram o inhspito clima do Para-
guay, commandaram era pessoa os n03S03 exer
citos, cobriram de gloria a nossa bandeira e o
nosso nome, e ainda vieram dar patria, uo ser
vigo do governo os restos de vida que a metra-
ltu e os miasmas palustres nao poieram devo-
rar. Rio Branco trouxe dos pantanos que atra-
vessou para ganhar as ordillieiras de Cerro Co-
ra, naquella repblica, a molestia fatal a que
succumbio. O cancro nuica pode roer-lhe o
patriotismo.
Emconcluso : o visconda do Cruzeiro dea-se
por doente para o servigo do ministerio, justa
mente quando acabava de aceitar urna pasta
mais pesada do que as do gabinete le S. Cuisto-
vo -o luga? de provedor da Santa Casa da Mi
sericordia. Sao innmeras as dependencias
dessa in3tituigo, cuja riquaza e pobreza absor-
vem toda actividade das mais fortes organisa
goes, mas Zacaras e Cotegipe, por mais penosos
que fossem os trabalbo3 do governo, sempre har-
raonisaram os seu3 deveres de modo que a po
litica nao toma va cari iade o tempo que esta
exiga em lime la humanidade.
E assim, a situago de Junho, tropegando
direita o esquerda, era doentes de diabetes, foi
afinal victima de orna d essas pausas da enlendi-
mento, symptomaticas de to terrlvel mal.
O resultado foi a agona em que se eatorceu
durante dous das as mos do visconde de Viei-
ra da Silva
A resposta do visconde do Cruze ro ao impe-
rador, devia ter sido esta, mas leal e real:
Senhor. nao aceito o encargo de organisar
ministerio, porque sou hoje um homem estranho
poltica. Embora senador do imperio, eu nao
conbego os meus visinhos .da cmara dos depu-
tados, como nao conhego os operarios do bairro
em que moro.
Joao Horacio.
Chegou o trem expresso s 8 horas e 40 minu-
tos da manli em Dous Jrmaos, onde se apearam
os excursionistas. Foi-lne sarrido caf e- co-
gnac : e, poucos minutos depois, subiram todos,
em.troly, pelo plano inclinado, at o alto da.col.
lina, onde se acha o reserratorio'da compaahia,
que sobterraoeo, e encunado por urna coberta
suspensa sobre columnas de ferro, tendo a for-
ma v chalet.
Visitado o reservatorio, para o qual d accesso
urna escada de caracol, e apreciado o esplendido
panorama que se descortina da explanada, d3S-
ceram os excursionistas pela mesma forma o
plano inclinado, e dirigiram-se para o grande
edificio onde se acbam situados os motores a va-
por, em numero de tres, e as bombas aspirantes-
calcantes, e viram minuciosamente tuio quanto
alli havia digno de ola.
A's 10 1/2 lhes gl servido um excelleate al-
mogo, cuja sobremesa foram trocados diversos
brindes, sendo saudados o governador do Esta-
do, a Empresa do Beberibe e seu3 dignos ge-
rente e directores.
Ao meio-dia, dirigiram-se todos os excursio-
nistas, a carro, at o agude antigo e galera e
pogos de captago, que substituirn] aquelle, e
que Ibes ficam ao lado, distantes da "casa da3 ma-
chinas cerca de 2 1/2 kilmetros. Foram ah visi.
tadas essas ebras minuciosamente; e s 2 horas
da tarde regressaram todos casa em que se
hospedaran), e onde dansou-se at 3 horas da
tarde.
Foi ento servido um bom jantar, rsnovando--
se ao dessert os briades ; e s 6 horas regressa
ram todos os excursiooistas cidade, onde che-
garam s 6 horas, e 40 minutos da tarde, todos
encantados pelos obsequ.os de que foram alvo
por pane da companhia, e todos satis.eitos pela
inspeceo das obras da empreza. que realmente
credora de aprego e estima pelo modo como exe-
cutou o contracto celebrado com u proviocia de
eutao. hoje Estado de Pernambuco.
Com effeito, as obras foram feitas com solidez
e elegancia, e sao mautidas com esa;ralo asseio.
e oo perdido, e aotes muito lucrativo o tempo'
que se ga3ta em percorrel as e examiaal as.
Coastam ellas de tres partes, como se poda de-
prehender do que fica expsto: as obras de t-
mala d'agua ; as de elevaco e impulso do li-
quido ; e o reservatorio de distribuigao.
As primeiras consistem n'uma galera e em di-
versos pogos, que todos se communicara succes-
sivameine, e que sao destinados a apanhar a
agua do sub solo, reuuindo-a3 na galera, de onde
ella sugada pelas bambas e impellida para s
icservaturio ou directamente injectada no3 canoo
que a distribuem pela cidade.
O fundo da galeria fica 10 metros superior ao
nivel medio do mar, e suas paredes verlicaes k'm
leudas pelas quaes filtra a agua dos vsios que
elle capta. Os pogos, um dos quaes tem a fr*
ma elliptica, (eado os demais a circular, variara
de profundidade, e colhem, por fendas somclhan-
tes s da galeria, a agua fornecida pelos diver-
sos veos sitalos em alturas diferentes.
A massa d'a?ua captada assim superior a
12 000:000 de litros diariamente.
O agude, nao obstante nao ser aclualmente
aproveitado, conserva se perfeitamente limpo.
No momento da visita tinha pouca agua.
A regio onde elle situado e onde foram con-
struidos os pogos e a galeria de sorprendente
riqueza aquifera. Oade quer que se faga um
buraco, este logo e logo ebeio d'agua, perfei-
tamente potavel. Isto na superficie do solo;
imagine-se o que ser no sub-solo I
Por este lado (leamos tranquillos. A empreza
tem alli mananciaes inexgotaveis. De futuro
bastar lhe ha construirnovos pogoseaugmentar,
desenvolvendo-a, a galeria, para obter 20, 30 ou
40 milhOes de litros d'agua por dia.
E os novos pogos e desenvolugao da galeria
nao prejudicaro os actualmente existentes, por-
jue a massa d'agua subterrnea enorme, e de-
mais, a observago constante tem demonstrado
que os pogos actuaes nSo se prejudicam reci-
procamente, ao contrario, axiliam-se mutua
mente.
As ebras de elevago e impulso d'agua, si-
REVISTA DIARIA
Companhia do Beberibe Antehon-
teni, em trem expresso que largou do Largo do
Palacio s 8 horas da manh, o cidado gover-
nador d'este Estado, illustre general Jos Si
meo de Oliveira, dirigio-se ao engenho Dous
Irmaor, cima 3o povoado de Apipucos, afim de
examinar as obras alli realisadas pela Compa-
nhia do Beberibe, ao intuito de bem^ abastecer
d'agua a populago do Recife.
Acompanharam ao digno governador sua illus-
tre familia e seus ajuJantes de ordeas,. o Dr.
chefe de policia e outras pessoas gradas, alm de
'multaserespeitaveis sennoras da melhor socie-
dade, uns por convite do honrado geaeral, ou-
tros por convite do digno gerente e directores
da empresa, que tambem lizeram parte da ex-
curaSo.
uadas n'um graode edificio de tres corpos, a
2 e 1/2 kilmetros approximadamente das pr-
meiras, e ao lado da antiga casa de vivenda do
engenho Dous Irmaos, consistem, como j foi
dito, em tres possantes machinas a vapor e ou-
tras tantas bombas aspeantes -calcante, todas
dispostas na melhor ordem e perfeitamente con-
servadas.
O trabalho de aspiragao das bombas rada-
zido consideravelmeatc, porque, ficando o tundo
da galeria de captago 3 metros superior ao pa-
vimento onde esto assentes as machinas, as
aguas veem dessa galeria at as bombas quasi
pelo seu proprio peso O maior trabalho das
bombas pois, o de impulso, j para levantar
o liquido at o reservatorio ac dislribuigo, j
para iojectal-o nos 3anos que o trazem para a
cidade.
Os motores e bombas nao funccionim simul
taneamenle. Alternam se no servigo, que dura
noite e dia sem interrupgo. O fumo do carvo
queiraado as fornalhas das caldeiras, antes de
tersahida pila grande chamin, de excellente
construego. aproveitado n'uma machina es-
pecial, situada n'um dos corpos do edificio, sen-
dc-lhe roubado grande parte do calrico para
aquecer a agua fornecida 3 caldeiras dos mo-
tores. Vai nisso urna notavel economa.
Muitos outros melhoramentos sao observados
no referido edificio das machina3, onde tudo
feito com promptido, metbodo e seguranca,
gragas aos intelligenles cuidados do engenheiro
director o Sr. BrethertWd.
Quem est na casa das machinas, sabe; por
exemplo, e com seguraoga extrema, o numero
de litros d'agua fowecidos era. cada.:. iQsiae_
pelos pogos e-gausiasde capta^io,-, obstado -pre-
ciso do reservatorio do alto da collna, isto ,
quan'os milhoes Lde litros con tem, e^qual ofor-
necimento d'agua feito cidade, quantos mi-
lhoes de litros sao entregues jmcon sumo.
Todas essas indicages sSo dada3 por ppare-
Ihos de registra, em que ponteiros movis sobre
cylindros em. que se enrolara largas tiras ere
papel tragam curvas indicativas dosmevimentos
d'agua e do trabalho das machinas.
Em summa, as casas das machinas, ludo
medido coto preciso, e tudo alli faz honra
direceo technica dos trabalbos.
Finalmente, a ultima obra, o reservatorio,
situado no alto de urna collna, a poucos metros
da casa das machinas. Esse reservatorio, cuja
capacidade e altara nao temos presentes, sub-
terrneo, como convinha para que a agua fosase
mais fresca, e foi moito bem cooattuido^le al-
venaria de cimento.

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Diario de Pernambuco--Ter^a-feira 21 de Janeiro de 1890


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i>
Para elle da accesso, como ja fei dito, um
plano ir. nado sobre o qual assentam trilbos
de ferro, servidos por doas trolys puxados por
um cabo de ac, que rosto em fflovimeato por
uma machina (isa, collocada no alto da colliaa.
Quaudo sobe um dos trolys. desee o outro con-
duzlndo passageipoi e cargas.
Do reservatorio deseo pelo proprio peso a
agua para a distribuicio cidad ; mas oem sem-
pre i.-so acontece, pois as machinas impeliera-
n'a directamente s vezes para esse flm, lancan-
do-a na canalisago, como aconteca na occaso
da visita.
E releva dizer que examinamos essa agua, e
Nao exageramos em aftirmar que mesmo alem
de nossa espectativa foi a diverso.
N'ella a par de jubilo, reinou contentamento
geral; e essa disposicao ac;eatuava se anda
; mais pelo cavalheirismo e ameniJade de que
sabem usar os seus digaos directores.
A's 2 t|2 da maoba em bond gentilmente ofe-
recido pela mesma sociedade, reliraram-se to
dos quanlos assistiram a to attranente resta.
Sertl^o-militar Hoje superior do da
o cidado S-rra Maruos, e dar a ronda de vi-
sita um subalterno de c 'vallara.
O 2 balalho dar a guarnigo da cidade
Foi determinado :
Que seja incluido como addido ao 14- batalho
de infamara o alumno da Escola Militar do Cea-
r Arthur Henrique da Silva.
Que o destacamento de cavallara inclua como
addido alumno da Escola Militar do Cear Al-
:)rovu.ol-a. Era perfcitamaote poUvel. Fresca, i fre(j0 jos da s,iva pere3i qUC em viagem para o
transparente, lmpida e sem sabor, cfferecta to- 'Estado da Baha, desembarcou aqu por doente.
das as garantas para o consumo. E disso con Alistaram se como voluntarios 11 individuos
i j _.. .... .,. t;. CoImo central militarE' hoje
cluunos que os sedimentos, a que uma vez fue- que ,a uima m se reaoe esta comu,,88ao n'0
mosalluso nesta columna, sao fructos da pas- j quartel da companbia de bombeiros do Recite,
sageiu do liquido atravz da longa filia de ca- 6 horas da tarde.
nos que u couluzem. para a cidade, sedimentos
originados talvez de incrustares internas des
ses canos, violentamente arrancadas pela agua
em alta presso.
Sej. a^sim, por n, ou seja de outra forma, o
que atte-stamos que a agua colinda justamente
dos napa mi non du empresa e iium diatamente
servida autei de ser injectada na canalisaco,
agua pura, potavel e saudavel.
Tal foi o que observamos e a concluso que
chegmos na visita que fizemos s obras da em-
presa, ragas obsequosilade do digno Sr. ge-
rente, Dr Ceciliano Mimede, a quem agradece-
mos a fineza do convite, que amavclmente nos
dirigi.
Promotores pblicos Por actos de
hontcoi do governador deste estado, foram no-
meados promotores pblicos :
Da coman-a da Boa-Vista, o bacharel Pedro
Marques Oavuloante de Albuquerque ;
Da comarca do Granito, o bacharel Alfredo
Cernelio du Silva Ramos.
Honroso -O cidado Dr.JosIzidoro Mar
tins Jnior, ao deixar o cargo de chefe de poli-
ca inleriao deste estado, no dcsempeiibo do
qual hoflve-M perfeitamente bem, dirigi ao ci-
dado Dr. Antonio Jos da Costa Ribeiro Jnior, f
secretario da Repartigo da Polica, o oflicio que)
damos abaizo:
secretaria da Polica do estado de Pernam-
buco em 8 de Janeiro de 1893.
Para essa reuniao sao convidados todos-os seus
raembros.
Instituto Benelicentu dos OOnciaes
da Ciuarda nacional Essa sociedade
fuucciona hoje, s 6 1|2 horas da tarde, em as-
sembla geral ,para eleger sua nova directora.
artistas Mecbanicos e Ilberae-
Real sou se aatebontem a festa commemorativa
do 48* anniversario da creago da Sociedade dos
Artistas Mchameos e Liberaes e do 9o da crea-
go do actual Lyceu de Artes e OIBeios.
A' sesso magna, quo teve lugfcr s 11 horas
do da, comparecram muitas pessoas, e foram
proferidos discursos anlogos festa.
A' noite o palacete do Lyceu de Artes e Oficios
esteve iUumioado e franco visitaco publica,
tocando all uma banda de msica.
Concorreram a vi.i tal o as primeiras autori-
dades do Estado e grande massa de povo de to
das as classes, sendo muitas familias.
Proioniauiiilo da estrada de fer-
ro do Becife ao S. Francisco e estra-
da de ferro do Becife a Cvrnar
Assumio hontem o exercicio do cargo de secre-
tario dessas estradas, o 1 escripturario Victa-
liano Pernambucano Ribeiro de Souza, promo-
7ido por portara do Ministerio d'Agrirultura,
Commercio e Obras Publicas, de 21 de Dezem-
bro ultimo-
Xa mesma data deixou o exercicio desse
cargo o Sr. capito Antouio Gracindo de Gusmo
Lobo, que bem exerceii suas fuaeces em mais
de um anno que foi secretario.
Curso annexo Faculdade de Dl-
reltoo da 27 do corrente abrem-se as ma
trculas das materias que constituera as aulas
Passando hoje o exercicio do cargo de chefe preparatorias da Faculdade de Direito, estenden-
de polica so Dr. Antonio Ribas, nomeado pelo do-se a inscripgo at o dia 8 de Fevereiro sem
. dependencia de despacho da directora da mesma
[Faculdade; e d'ahi at o I." de Abril s ter
! lugar por despa:ho e prova anterior dos motivos
; justificativos desse relardaraento.
As matriculas das aulas de lioguas fecham-se
definitivamente no ultimo de Julho, sendo licito
i as disciplinas do curso annexo a matricula em
pego vos que agrade- jtnais de uma aula, sendo quena matriculacolle
; os vossos auxiliares | ctiva de rhetorica e philosophia deve-se saber <
governo provisorio para oceupar como effeclivo
o referido cargo, cumpre me louvar-vos pelo zelo,
inteligencia e dedicago rom qu>*, ouranle a
minlia ioterinidade na adininistrago dos nego-
cios da polica, auxiliastea a mesnia adminis-
tragao.
E' rae grato expressar me deste modo com
relago a vos, e fazendo o.
cais em meu nome a tolos
to de Pao d'Alho, teve lugar a eleigo dos ram-
bros, que compem o directorio republicano
desta comarca, cm numero de onze, sendo elei
tos os seguintea cidados : maior ebastio An
toniodoRego Gavalcaate, Feliciano Eleuterio
do Horisonte Braaiteiro, Pedro de Alcntara da
Silva Coutiatio, cotouel Francisco Vidal Aranha
Montenegro, Jos Antonio Cesar" de VMconcel-
los Jnior, tenente*?bronel Sotero Marques de
Vraojo Pinheiro, tenente-coronel Jos Francisco
Pinbeiro Ramos, capito Joaquim Correia de
Araujo Vas:oncellos, Jos Francisco de Albu-
querque Pimentel, coronel Luiz de Albuquerque
Maranho e Manoel Maria da Cruz Pequeo.
. Foi designado o domingo 26 do corrate
mez, a 1 hora da tarde, para a reuniao dos
membros cima mencionados, aflm de tomarem
po3se e rocederem eleigo, entre si, do pre
sidente e mais funccionarios, que tem de com
por b referido directorio.
Foram eleitos os alludidos membros por es-
crutinio secreto.correndo a votaco na maior
ordem possivel, sendo a mesa elei toral presi-
dida pelo cidado Feliciano E. do H. Pinheiro,
designado para esse lira pelo Club Republicano
da cidade do Recife, fazendo parte da mesma
mesa, quatro cidados" nomeadss pelo alludido
presidente.
Festejos carnavalescosFicou assim
organisada a commisso para os festejos carna-
valescos da ra da Imperatriz nos das 16,17 e
18 de Fevereiro deste anno : Francisco Petrocel-
li, Domingos Coelbo, Joaqum Teixeira Peixoto,
Sdilsn Duarte. Abi'.io Pereira da Silva. Joo C.
B. Macedo, Jos Henriques da Silva, Francisco
HiUriao Maia, Agripino Branco, Francisco Ro
drigues dos Santos, Fernando Bezerra Caval
cante, Justo Pereira da Silv i, Manoel Soares
de Abelgaria e Manoel Jos de Sant'Anna Araujo.
Club di> Juih -E club poltico
nomeou uma commisso paro ir a bordo do
Para comprimentar em sua passagem, o cida-
do Pedro Tavares, ex governador do Estado
do Maranho.
Directora das obras de coae:i-
o dos portos de PemambaeoReci-
fe, 19 di Janeiro de 1890.
Boletim meteorolgico
Horas fli
.Se6*
- . H-
6m. 23,3
9 28,8
12 29,9
3 t. 29,9
6 28,6
Barmetro a
0
Tenso
do vapor
4>
-3
7".
a
3
da secretaria o modo correcto e digno por que latm e francez, e ha de geographia e historia
servirnm durante o periodo da minba adminis ter conhecimento de francez.
traga >. As taxas pela inscripgo regulam
Saude e fraternid ide. Ao cidado Dr. Jos
Antonio da Costa Ribeiro Junior.-Jo. Izidero
Martms Jnior.
O Duque de lostaUm telegramma da!
6*003
Em uma aula
Em dnas
Em tres 12*000
Xovo jutz de direitoAcaba de ser no-
Agi n ia Havas de 19 do corrente, publicado na meado juiz de direito da comarca de S. Joo da
rubrica competente, danos a noticia do fallec-1 Santa Cru-, no estado do Rio Grande do Sul,
menf-> principe Amadeo (Fernando Mara) Duque o JDr. Pedro Wanderley Jacques, cuja escolha
de Aosta. nnio do actual rei. da Italia, Humberto obedecen a uma feliz inspirago do goverao
I, e lilho do finado e pt-pular rei Vctor Emma- pelasqualidades do novo magistrado
nuel II.
O principe Amadeo nasceu em 30 de Maio de
18). e pois contava 45 annos incompletos.
Foi casado com a princeza Maria Victoria, li
Iba do Principe della isterna, e enviuvou em
1876. licando Ihe dous lilhos : o principe Vctor
Emm.inuel, conde de Turim. e o principe Luiz
Amadeo.
Pertencia armada italiana, quando, eleito rei
de He.-pauba, aceitou a corda em 4 de Dezembro
de 1870.
Foi um rei patriota e procurou manter-se nos
limites con-tiiucionaes, cimentando as institu
deseuvolvendo as lorgas taes de Hespa
Natural deste estado de Pernambuco, era cuja
Faculdade formou-se no anno de 1883, e lhode
um distincto servidor do paiz, o finado capito
de mar e guerra Jos Avelino da Silva Jacques,
que entre nsexerceudierentes cargos de dis-
tinego e conanga o Dr. Pedro Wanderley ha
de nonrar a toga e no servigo publico nao des-
merecer de sua filiago.
Nos o felicitamos por sua merecida noraeago.
Arsenal de Mariana Ao assumir bon
tem a inspectora do Arsenal de Marinha deste
Estado o capito lente Frederico Guilherme de
Souza Serano que commandava o cruzador Li-
' berdade ao deixar o comraando do mesmo, bai-
cOes c
nha. j xou a seguinte ordem do dia
Foram, porm. infrarliferos os seus esTorgoj. j Ordem do dia n. 1.Xomeado pelo governo,
A H spauha trabalbada pela revolugo e pelas inspector interino do ArsmaL de Marinha de
ideas democr ticas, e mal servida por parados 'Perna nbu^o, passi boje ao offieial immediato Io
polillos fraccionados e sem consistencia, nao ; tenente Augusto Clemeute Montelro de Barros,
' o commando deste crusador.
ro despe lir-me dos meus commandados agr
dego aos officiaes, inferiores e ^uain;g5o o ze!o
e dedicago no servigo que sempre manifesta-
podia quadrar a um espirito elevado como era o
do r.i i>. Amadeo I.
H'-nunciou elle expontaneamenlc a cora hes-
panhola, sabindo do- dominios desse paiz cer-
cado de todo prestigio e escudado no cavalhei-
rismo hespanbol.
Foi isso era Fevereiro de 1873 ; e desde euto
f oi o principe Aradeu viver na Italia, Gxando
residencia em Turim, onde, em vida calma e
tranquilla, finou-se elle, legando historia um
nome honrauo e a ligo fructuosa d'aquella re
num'ia de cora. que lo de espinhos Ihe fra.
IncendioCerca de mela noite de sabbado
para domingo ultimo, manifestou se incendio no
rain e ago votos para que continuem a dar as
mais inequvocas prosas de lealdade ao governo
que nos rege.
Bordo di) cruzador Laberdade, no perto de Per-
nambuco, 20 de Janeiro de 1890.
(Assignado) Frederico Gmlhetme de Souza
i Serrano, capito tenente commandante
Lanterna MgicaPublicou-se o n. 279
I desle peridico livre e humorstico.
E' cons 'grado esse numero memoria do rei
Tbeatro das Variedades, que, c mo e sabe, era ,je portuga'l'D. Luiz I, cujo retrato traz ni 1
sito na rea central dos edificios que constituera ] pagina, dando tns out-os especimens do mauso-
leo e decorages da igreja da Penha, por occa-
so dos fuoeraes all mandados fazer pela colo-
nia portogueza era honra do rei patriota.
Associaco Commercial -da Para-
a Fabrica 'lova Hamburgo, no predio n. 1 da ra
do Sol, par cha de Santo Antonio.
Suppe se quecomegara o incendio n'um dos
carnarios do theatro, onde se alojavam de pre-
sente os criados do restaurant recreio actual-
mente all em funegoes ; e cre-se feralmente que
foi motivado por al suma ponta de charuto ou
cigarro atirada ao chao descuidosamente ou mes-
mo poralgura phosphoro incendiado em identi
cas condiges.
Fosse como fosse, o cerlo que, sendo o thea-
tro todo construido com piubo de Riga e pintado >
a oleo, o incendio lavrou com tal intensidade I
que, quaudo tocaram as igrejas o annunciando, |
e .i Companhia de Bombeiros arcudio guiada to i
smente pelo claro das chammas e faiscas que '
invadiram a atmosphera quando abateu a coberta
do theatro, j este era um monto de ruinas.
A acgo da Compbbia de Bombeiros liraitou-
se a concentrar o foco do incendio all, ev.tando
que elle se propagasse aos domis comparti-
mentos da fabrica e aos predios circuravisinhos,
entre os quaes conta-se o Lyceu de Artes e Ofi-
cios, importante edificio da Sociedade dos Artis-
tas Mechanicose Liberaes. para o qual concorreu
valiosamente a provincia, boje estado de Per-
nambuco.
E aquella acgo, desenvolvida enrgicamente,
teve o melhor resultado; o fogo foilocalisado,
licando penas algo tostadas pelas labaredas as
galeras lateraes da fabrica, onde sao situados o
jogo da boila, o restaurant e os bilbares.
Os prejuizos sao calculados em 30:0004000.
O beatro nao eslava no seguro contra riscos
de incendio, como nao o esto as demais depen-
dencias da fabrica. Isto dis bastante em p- da
casualidade do incendio, se quemo perversa
o nao aieiou para prejudicar os donos do esta-
belecimento, os Sra. Soares do Amaral & Irmos.
- A' polica cumpre averiguar isso, e ella o est
fazendo.
Alm da Companhia de Bombeiros, cujos ser-
vicos na emergencia foram inestimaveis, compa-
receram ao lugar do incendio os cidados go-
vernador do Estado, ebefe de policia, delegado
do 1. districto, subdelegados, piquetes dos di-
versos corpos da guarnigao e de polica, e enor-
me massa de povo. -
Uma praga do coFpo de bombeiros, a de n. 42,
ao dar um salto em razio do sea oficio, deslo-
cou um p ; pelo que foi recolhida ao respectivo
quartel
Nada mais se den de lamentavel seno a perda
completa do tbeatrinho das Variedades, elegante
e bonita construego que to til ti nha silo ao
publico do Recife, dando-lhe noites de recreio e
prazer.
Arsenal de Mariahb Assumio honlera
o exercicio do cargo de inspector do Arsenal de
Marinha deste Estado, deixaodo o commando da
Lberdade, o Sr. capito tenente Frederico Gui
lberme de Souza Serrano.
Eid consequencia, assumio interinamente
o comman lo da referida canhoneira Liberdade o
Sr. 1- tenente Augusto Clemente Monteiro de
Barros.
Deixou o cargo de inspector do referido
Arsenal o Sr. capito de fragata Manoel Augus
to de Castro Menezes, que o exercera durante
alguna mezes com criterio e zelo.
creativa Magdalenense-Realisou-
se como baamos noticiado no sabbado ultimo, o
sarao por essa scciedade offerecido a seus socios'
e convidados.
760-12 18,00 85
761-04: 20,73 71
760-66 21,64 69
759-27 21,64 69
759-57 22,05 77
Temueratura mxima31,"00.
Dita mnima23,'0O.
Evaporago em 24 horas: ao sol-6,"7
somOra3,-3.
Ihuva-nulla.
Direcgo do vento : SE de meia noite it 8
horas e 48 minutos da tarde; E at meia noite.
Velocidade media do vento1,-43 por se
.V?bulosi(':: ie media0,"37.
Boletim do porto
Pontual.
Sstevao Cavalcante. .
imoes Barbosa.
O ctrurgio dentista Numa Pompilio n5o esm
parecen.
O pharmaceutico entrn s8 1[3 da"manha e
ahio 11/2 da tarde.
O ajudante do pharmaceutico entrou .- 7 12"
'aho s 5 1/2 horas da tarde.
Lotera do Sratn-Para A 5 parte, da
14* lotera, cujo premio ser extrahida amanb 22 le Janeiro.
Lotera da edrteA 3" parte da 253* lote-
a, cujo premio maior de;10:O0OJ0O0 ser ex-
traada boje 21 do corrente.
Cesalterlo PublicoObituario do dia 18
de Janeiro:
Domingos Jos Machado, Airica, 7o annos,
casado. Recife ; enterite
Alice, Pernambuco, 13 mezes, Boa Vista ; me-
ninglte.
Hygino, Pernambuco, 4 das, Recife ; trau-
matismo.
Joo Cancio Barbosa da Silva, Pernambuco,
43 annos, sol'.eir, Boa Vista ; tuherculose
Fraocelina Maria do Espirito Santo, Pernam
buco, 35 annos, solteiro. Boa-Vista ; diarrhea.
19
m feto, Pe"nambuco, Recife ; frrqueza con
geoita.
Francisco Pereira Barroso, Pernambuco, 39
annos, solteiro, Boa Vista ; accesso pernicioso.
Severino, Pernambuco, 3 mezes, Boa Vista ;
eclampsia
23 r i'3 Dias Roraa 9-18 da manh 335 da Urde 936 4 05 da manha A-ra
B. H. p. a.i b. a. P. M. 19 de Janeiro a 20 de Janeiro -.50 2-,57 0,33 2-,62
hyba-Do visinho Estado daParahyba recebe-
mos ura oficio acompanhado de um exemplar j
impresso dos estatutos da Associago Commer-
cial, recentemente alli fundada na capital.
Agradecendo o mimo, e correspondendo ao
pedido da digna directora, Ihe enviaremos o
Diario de Pernambuco; e daqui a saudamos, fa-
zendo votos pela sua prosperidade
Aulas de preparatorios No dia 3 de
Fevereiro prximo aorem se as aulas do curso
annexo Faculdade de Direito de3la cidade, nos
termos do regulamento respectivo.
E' o seguinte o horario do servigo lectivo :
Philosophia, das 8 s 9 horas, na 6' sala.
Portu^uez. das 9 s 10, dem-
Rhetorica, das 10 s 11, idem.
Inglez, das 11 s 12, idem.
Arithmetica e geometra, das 12 1, idem.
Geographia e historia, de 1 s 2, idem.
Francez, das 2 s 3, idem.
Lat;,,, de 1 s 3, na :<* sala
Faculdade de DireitoEm cumprimen-
to de vviso do Ministerio do Interior de 30 de
Dezembro ultimo sob n. 741, comegam no dia 3
de Fevereiro prximo os exames de preparato-
rios para aquelles que tendo se inscripto na pri
meira epocha, deixaram de effectual os por forga
da disposigo do art. 3 do decreto n. 9,674 de
2 de Outubro e explicado pelo aviso de 9 do
mesmo mez do anno prximo passado.
Pela Secretaria da mesma Faculdade opportu
mente sero declarados quaes os exames as
condiges do referido aviso, para devido conhe-
cimento dosinteressados.
Xa*areth-0 Centro Luterano e Recreati
vo Nazareno procedeu de accordo com os seus
esta'utos no dia 15 do corrente sua eleigo
para nova directora que tem de servir no cor
rente anno, dando o seguinte resultado :
Presidente Bellarmino CVrneiro Leo.
Vice presidente Manoel Joo Rio JordSo Cha-
ves.
! secretarioDaciano Lins Carneiro de Albu-
querque-
i dito Jos de Souza Pacheco.
ThesoureiroAntonio Machado R Jeb.
OradorVctor Vieira.
A nova dire;torii tomar posse no dia 27 do
corrente a'8 horas da noite por occasio de ser
celebrado o 9 anniversario da sociedade Para
isso sao convidados todos os socios.
Cadver A's 6 horas da tarde de 17 do
corrente, foi retirado do rio Capibaribe, no lugar
Ponte de Afogados, o cadver de um oo nen de
crprea, o qual, sendo vistoriado pelo Dr. Jo-
s Flix, foi mandado sepultar, depois de reco
nbecidd ter sido causa da morte asphyxia por
submersao.
Conflicto e ferimento -Em 10 do cor-
rente, no lugar Mond de Junco, do termo de
Bezerros, deu-se um conflicto por questes de
trras entre os individuos Francisco Antonio da
Silva, Antonio Francisco dos Santos, e Bemve
uto de Souza Coelbo, sahlndo d'elle ferido gra-
vemente o primeiro.
Os delinquentes foram presos.
Peo d'AlhoCommunicam nos da cidade
de Pao d'Alho:
No dia 19, 1 hora da tarde, no Pago da
Cmara Municipal desta cidade do Espirito San-'
Leiloes Eflectuar-se ho os seguiotes:
Hoje :
Pelo agente Brillo, s 11 horas, travessadoi
Ferreiros n. 8, de mobjlia e diversos movis.
Pelo agente S'.eppl, Ss 11 1/2 horas, ra do
Imperador n. 39, de um caval lo de corrida.
Pelo agente Gusmo s 11 horas, ra Mr-
quez de Olinda n."48, de fazendas.
Amanh :
Pelo agente Pinto, s 10 1/2 horas, ra "Con-
de da Boa-Vista n. 24 M, de movis, lougas e vi-
dros.
Pelo agente Pestaa, s 11 horas, travessa do
Corpo Santo n. 27, de dividas.
Pelo agente Gusmo, 1 hora da tarde, oa
praga do Commercio, de 2 ava'los de corrida.
Missas fnebresSero celebradas :
Amanh :
A's 8 horas, na matriz da Coa-Vista, pela alma
do Dr. Jos Jeronymo Pacheco de Albuquerque
Maranho ; 3 7 horas, na igreja do Tergo, pela
alma de Manoel Alves de Carvalho ; s 7 horas,
na Ordem Terceira do Carino, pela alma de D.
Maria Rosal ir. a Fonseca ; s 7 1 2 horas, na igreja
lo Tergo, pela alma de V. Maria Ignacia de
Jess
P*ssagelrosChegados do norte no vapor
nacional Para :
Aprigio Jos Vieira, Emygdio Benjamn, Ma-
noel Brrelo, Augusto Moura Paz, Chrispira do
Amaral, Paulino Cassiano Toscano de Brillo, Li
banio deB.rros, Sebastiana, Micbelli e Raphaeli
Bruno, J. M. Correia Pacheco, Carlos Falco,
Adalberto Baptista Vieira, Henrique A. Godoy
Vasconcellos. Dr. Francisco Baptista Vieira e sua
senhora, alumno militar Arthur H. da Silva, Dr.
Antonio Vicente do Nascimento Feitosa, Joo Mo-
reir de Carvalho, sua senhora e 3 lilhos, Ma-
noel Ignacio Santos, Alfredo Ferreira da Rocha,
Dr. Pedro /eiho de Albuquerque Maranho, ca
pitao M. Peterson, Valdevino Ferreira da Costa,
Francisco Assis Guedes, Francisco Assis Guedes,
Francisco Bossei, Alfredo Paiva, Carlos de Paula
Lopes e sua senhora, Manoel Henriques de SI,
Jos Varandas, 1 preso e 1 praga.
Sahid03 para o sul no mesmo vapor :
Dr. Joaqum A. de Almeida Freilas, J. M Cor-
reia Pacheco, Francisco Xavier Ferreira, Dr
Dario.Cavalcante, Jos Bernardo C. da Cosa
Reis, Dr. Cimha Menezes, Dr. Tiiomaz Coclho de
Gusmo c 6 pessoas de sua familia, Joo Alfredo
do Reg Barros, Jos Ignacio Avilla Jnior, 2 ir-
ms e 1 criada, Jos Vaz Dias de Pinho, Cypria-
no C. Ribeiro. Manoel M. de Oliveira, Joo Por-
co, Antonio Marques, Antonio Domingues Amo
rim, Jos Bonafina, sna senhora e 3 lilhos. Pi-
cola Laealvia, Olympio P. de Carvalho, Casemiro
G. da Silva, Francisco de Paula Cruz, Angelo Pe-
trocellj, Antonio Semichaia e 3 lilhos, Jo5o Ste
phem, sua senhora e 1 filbo, Pascboal Bonafina e
1 filho, Joo Bezerra da Silva, Francisco Lopes
de Mi: anda, alfere3-a!umno Gustavo Eustaquio
de Faria Leite, cadete Bartholomeu E. M. Wan-
derley, cadete Olympio Nunes Luz da Silva, Dr.
Jos da Cunba Teixeira, sua senhera e sua so-
gra, 101 pragas, 3 mulheres e 5 mariuheiros na-
cionaes.
Casa de BetencAuMovlmento dos p~-
os da Casa de Detenco do Recife do Estadc
le Pernambuco, em 19 de Janeiio :e 1890 ?
Existiam 479; entraram 3; sabiram 2; ::'.:.-
em480.
A saber:
Nacionaes 453 ; mulheres 21; estrang?i:o3 6 ;
-Total 480
Arracoados 400
Bons 369.
Doentes 24.
Loucos 4.
Loucas 3.
-Total 400.
Movimento da enfermarla
Tiveram bai xa :
Joaquim Jos dos Santos.
Jos Leandro de iiranda Filho.
Manoel Albino Ferreira de Azevedo.
Tiveram alta :
Manoel Severino dos Santos.
Jan ua rio Jos da Silva.
Libanio Jos de Santa Anna.
Jos Bomfini dos Santos.
Foram visitados os presos
ment por 180 pessoas sendo
mulheres.
Hospital Pedro 11-0 movimento
stabelecimento de caridade, no dia 19
aeiro foi o seguinte :
deste eslabeleci
91 horneas e 99
desie
de Ja-
Entraram
Sabiram
F&lleceram
, Existem
Foram visitadas
elos Drs.
Moscoso s 8 12.
Cysneiro s 7 1/4.
Barros Soanabos71/4.
Berardo s 8 li2.
Nao compareceram os Drs.
alaquias.
10
5
i
496
as respectivas enfermarla*
MPOUCO DE TUPO
Constituio-se em Londres a Tower Company,
com o lira le erigir uma torre que exceda a de
Eiffoi e tenha precisamente uma altura de 1,200
ps (365 metros.)
Abri-se concurso para apresentaco de pro-
jectos Ja nova construego, sendo estabelecido
um primeiro premio de 7,300 fraacos, c um se-
gundo premio de 3,750 francoj.
O concurso se fechar no prximo Fevereiro.

Morreu, na idade de 74 annos, o engeobeiro
inglez Sir Daaiel Goock, que bastante na/ia se
distinguido com os seus trabalhos de lelegra-
pbia. Poi ura dus co-proprietarios do famoso na-
vio Breat Easlern, do qual veioafioal a ser o nico
possuidor por telo adquirido em razo de haver
collocado o cabo marino transatlntico, sendo
que em consequencia deste trabalho obteve o
titulo de ndbreza.
#
At agora nenhum dos critcos de Shakespea
re tinba podido descubrir quem foi a mulher
cuja belleza e grapas o grande poeta e drama-
turgo cantou em 26 sonetos.
Tiiomaz Tylor acnou alguos documentos, que
demonstrara, segundo elle afirma, que a bella
incgnita era Maria Ftlon, filha de iir Edward
Fitton, dama d'honor da rainba Isabel Scha-
kespeare teve, segundo Tylor, rival preferido
no conde William Herbert Pembroke, ao qual
allude em alguns sonetos debaixo do nome de
WH ou William.
#
Varias experiencias foram praticadas por
Freytag, com o proposito de reconhecer a re-
sistencia ofierecida pelos diversos bacterios
acgo do sal; e para estabelecer condiges idn-
tica! da salga ordinara das carnes, dissdlveu
o experimentador sal as gelatinas de cultura
deTxando uma parte dellas no estado solido.
Com inoculages successivas executadas com
as gelatinas sobpostas salgadura, veriticouse
que os bacterios resistiro de um modo muilo
variavel, segundo as especies, morrendo os ba
cilios do colera em pouca horas, cmquanto que
os micraganismos do typho, da erysipela, po-
diam resistir por raezes acgo do sal.
Igual resistencia apreseotaram os bculos da
tuberculose, o que demonstra oquanto perigo-
so o habito que se tem de salgar a carne dos
animaes affectados desta doeuca com a idea er-
rnea que os germens do mal sao destruidos
pela salgadura.
Segundo outras evperiencias de Forster, a re
sistencia nao verdadeiramente propria dos mi
crorganismo8, mas slm dos seus esporos.

A iVatio ai Zeiluj diz que Ernesto Cohn de
Amsterdam pode photographar ha pouco um
jacto d'agua com a velocidade de metros 8,20
po'r segundo.
^ara este fim nao emp-egou, como forga lu-
minosa, o po de magnesio, que arde com a ve
locidade de outantesiraa parte de um secundo;
mas usou de uma faisca elctrica, cuja durago
no .uaximo de 1:81,000 de segundo.
A photo raphia do jacto d'agua sahio perfei-
tamente, e mo3trou com grande clareza o movi-
mento de cada uma gotta.
Em Stuthgarl, na typographia do editor Fer-
naades Enke foi publicado um escripto do Sr.
Ernesto Hallier sobre aHistoria da instrucgo
do seculo XIX as suas relages com o desen
volviinento das sciencias nalutaes (Kalder En-
trvickelung der Natarwis.se schaftrem.
as pescaras das costas da Saecia e da No-
mega, alguraas companhias comegaram a trans-
formar os productos da pesca, quando esta
abundante, n'uma especie d'estrume que na
agricultura torna se utilissimo.
O guano de bacalho contem mnito azoto e
acido carconico e potassa; e sobretudo de
grande utilidade para os terrenos calcreos e
arenosos.
P?rece que [o azoto de origem animal, que
nesse estreo se contem, ; mais fcilmente assi
milavel do que o de origem vegetal.
O custo do novo guano pouco elevado, e a
sua applicago faz-se no vero ou no invern.
Entre as varias publicares que] comp5era a
serie numerosa dos Manuaes Hoepli novo
Tratado d bacierologia, dos Srs. Giovaoni e Hi
cardi Canestrini,publicado es Milo, nos pare-
ce destinado a oceupar um posto de bonra.
De facto, a presentando de modo claro e con
C80 os resultados dos numerosos estudos bacte-
rologicos feitos oestes ltimos tempos, conse-
guio dous lins utilissimos: construir um subsi-'
dio aos naturalistas, aos mdicos, e aos veteri-
narios, e ao mesmo tempo formar uma obra de
vulgarisago, que todas as pessoas cultas po-
dera ter conseguido com grande proveito.
Entretanto, diga-se a verdade : a directora
procedeu correctamente nao annullando a cor-
rida, que foi licitmeate disputad-, ; e nos que
somos inexoraveis em profligar os abusos e n
decencias que porventura pratiquem as dire-
ctoras de prados, com as quaes nenhuma ligago
temos, nao recusaremos tambera os nossos en-
comios quando ella) os mere:erem.
As partidas foram em- geral hoas, o horario
foi rigorosamente observado cora prejuizo me3mo
da empreza e a nao serem aquelles que se jul-
ga arn prejudjeados com a validade da corrida
do 5. pareo, todos os mais frequenladores reli-
raram-se anle-hontem do Prado Pernambucano
persuadidos de que a sua directora empenba-se
em plantar a moralidade em 00380 turf.
Oxal que assim seja e que as directoras dos
outros prados se compenetrem dessa neceasi-
dade e sal vera o turf pernambucano da ruina a
que o arrastaram os tribofes immoraes e decisoes
injustas dos julgadores.
Eis o resultado das corridas :
s
1. pareo-^Ex/ro 800 metrosEguas de Per-
nambuco que nao baviam ganbo este anno nesta
distanciaPremios: 150$, 303 o 15000.
A corri la foi gaoha de ponta a ponta por
Steila em 60".
Fantina foi 2.* e Invicta 3.*.
P.iule de Steila, dirigida por Martms Ferreira,
em i-, 6i90O; em 2., 6*100.
Poule de Fantina em 2 7*000.
Movimento geral, 7353000.
2." pareo -/; de Julho -1.609 u.etros-i-Ani-
maes p -lindos do paiz que nao baviam ganho
este anno nesta distancia Premios : 300, 60
e3000.
Vulcano puxou a corrida, celendo pouco de
pois a ponta a Aymor. Ocrea de 1.000 metros
depois da sabida, Recife, montado por Manoel
Virgilio, collocou se na vanguarda e ebegou ao
vencedor em 117 1/2".
Aymor foi 2o e Vulcano 3o.
Poule de Recife em 1. 93400 ; em 2, 7*700.
Poule de Aymor em 2o. 313500.
Movimento geral, 3:030JOO.
H
3o pareo Consolacao800 metros.Animaes
de Pernambuco que nao haviam ganho nos pra
los do Recife.-Premios: 2003000, 40*00;) e
203000.
Arreada a banJeira. sabio Despota na van-
guarda, seguido de Pluto ao qual emparelhou
cerca de 200 metros depois. Na entrada da recta
de chegada Despota readquirio a posigo da van
guarda, ganhando a corrida em 58 i/2".
Pluto foi 2o e Mignon 3*.
Nao correram Petit Maitre e Singapore.
Poule de Despola, dirigido por Manoel Ar-
chanjO, era 1, 493800; em 2", 24330D.
Poula de Pluto eui 2o. 93000.
Movimento geral, 3:405*000.
* ".
4o pareo Harmona. 850 tnetr; s.Animaes
pungas:Premios : 200*000, 403000 e 203000.
Sahio Piramou na vanguarda c nessa posigiio
se conservou at a recta de chegada, quaudo foi
batido por Arumary, dirigido por Nicolao, 'que
logrou ganhar a corrida era 60 1/2".
Piramon foi 2o e Tupy 3o.
Nao correu Templar.
Poule de Arumary em Io, 73700; em 2o,
63500.
Poule de Piramon em 2", 63300.
Movimento geral, 2:2203000.
1." andar,, das 9 da mauM s 4 da tarde.
Telephone n. 102. Residencia, roa Im
penal n. 148. Telephone n. 104.
O baeharel Joaquim Ikiago da Fonseca
'jem seu escriptorio de advogado ra do
Imperador n. 14, l. andar.
O baeharel Bonifacio de Aragao Faria
Rocha contina a advogar. Escriptorio
ua do Imperador n. 46., 1." andar.
O bacharel Petronho de Santa Cruz Oli-
vara, encarrega se de levantar empresti-
mos perante o Banco do Brazil para auxi-
io da lavoura. Escriptorio ra do Impe-
rador b. 69, 1. andar. Residencia sitio
na Jaqueira, prximo estagao.
rogarla
Faria Sobrinko jado, roa do Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva & C, deposi-
arios de todas as especialidades pharma-
euiicas, tintas, drogas, productos chimi-
las e medicamentos homeopticos, ra do
&arquez de Olinda n. 23.
Tinta de escrever
A melhor a tinta Victoria, vende-se a
500 rs. meia garrafa e a 800 re. uau gar-
rafa inteira na Livraria Comtemporanea
de Ramiro M. Costa, ra Io. de Marco n.
2, loja de ferragens de Albino da Silva
i C, ra da cadeia n. 42; loja de ferra-
=rens de Brandao & C, ra Duque de Ca-
sias n. 46.
PUBLICARES i PEDIDO
% baixa
de
IV
cambio
5o pareo Compensacac850 metrosAnimaes
de Pernambuco que nao baviam ganho era maior
distancia.Premios : 2005000,403000 e 203000.
Ao signal de partida, pulou Humilde na ponta,
que foi pouco depois oceupada por Pluto.
Na entrada da recta de chegada, Sans-Souci
montado por Martins Ferreira, colloca se na
vanguarda e ganha a corrida em 60".
Roa-Vista foi 2o e Maranguape 3o.
Negarara sahida Gauby e Hercules.
Poule de Sans Souci, em Io. 3243500; era 2,
94*700
Poule de Boa-Vista era 2, 17*600.
Movimento geral, 3:725*000.
*
6' pareo Prado Pernambucano1 609 metros
Animaes estrangeiros. Premios : 4003000,
803000 e 403000.
Tendo Brazil feito forfait, disputou Apollo a
corrida somen'.ecom Vesp'T e Zngara.
O valente animal ganhou folgado a corrida era
112"
Vesper obteve o 2o lugar, chegando Zngara
distanciada.
Poule de Apollo, 53700
Movimento geral, 2503000.
#
Nao "ealizou-se a corrida do 7o pareo.
PERNAMBUCO
Monte-pio Portuguez
Capital em apollce 12:000*001
MOVIMENTO DA CA XA DE OUTCBBO DE-
ZEMBRO DE 1889 A CARGO DO SOCIO
THESOUREIRO MANOEL J< 'S VIEIRA.
Receita
Saldo do trimestre an-
terior 4040646
Mcnsalidades de socios 2110000
Quotade3 conselheiros 450000 2560000
Despeza
Subsidios a socios, viu-
vas e orphaos
Aluguel da sede social
Ordenado de cobrador,
missas por alma de
socios fallecidos, e
annuncios
6600646
4500000
750000
900010 6150010
SPORT
Derby Club
J formulou o tea projecto de iuscripco para
a 3 corrida, realisavel no da 26 do corrente.
A inscripeo fechase hoje tarde.
*
Club Esgrima
Na sexta feira ultima houve a reuniao da as-
sembla geral d'essa sociedade.
Tratou se desenvolvidamente das materias que
foram objecto da sesso; e respectiva dire-
ctora remetteu-se a execuco das deliberacoes
tomadas.
E' de parecer que em pouco esteja a socie-
dade em plena pratica dos seus lins, abrindo as-
sim mais um ncleo de distraeco instructiva e
recreativa vida desta cidade.

Hippodronio do Campo Grande
Nesse prsdo ba uma corrida no dia 2 de Fe-
vereiro prximo.
O programma ser publicado opportunamente
pela directora.
Informara-nos que nao realisou-se no sabbado
ultimo o leilo do purairangue Pkakrno, como
fra annuncrado.
#
Prado Pernambucano
Realisou se ante-bontem a 9." corrida no prado
da Magdalena.
A concurrencia foi pequea e o jogo das pou-
les, que den apenas um resultado de 13:365*000,
esteve fraquissimo.
O divermento correu, em boa ordem e muita
regularidade at o 5." pareo, quando alguns
apostadores reclamaram a nullidade da corrida
por terem ticado parados dous dos animaes que
deviam disputar o premio.
A directora nao satisfez aos reclamadles, a
corrida foi conderada valida e 01 reclanantes
promoverara urnas assuadas que poderiam ter
assumido proporcoes desagradaveis, se nao .fosse
a prudente intervenco de algumas pessoas.
Saldo Rs. 450636
O servigo medico, para todos os socios,
continua a cargo do distincto c'inico Dr,
Carneiro da Cunha.
A convocaco ordinaria d'assembla ge-
ral, que devia ter lugar em Outubro findo,
tel-o-ha em Fevereiro.
Manoel F. Velloso.
Secr tario
IND1CAC0ES UTEIS
Mdicos i
Dr. S Pereira, ra da imperatria n. 8,
d consultas medico-cirurgicas todos os dias
das 8 ao meio dia, menos nos domingos e
dias santificados.
Dr. Castro Jess medico e operador
Pratica a lavagem do tero quando e co-
mo aconselhada. Consaltas das 11 s
i da tarde em sua riaidencia ra de
8om Jess (antiga da Cruz) n. 23, 1.'
andar. Telephone n. 380
O Dr. Matheus Vaz, medico, tem o seu
ascnpzorio a roa do Queimado n. 43, 1."
andar, onde d consultas das 11 a 1 hora
da tarde. Reside ra de Gervasio Pires
n. 27. Encarrega-se do tratament das
molestias de olh*. Telephone n. 427.
Dr. Joaquim Louieiro medico e partei
ro, consultorio ra do Cabng u. 14,
l. andar de 12 a 2 da tarde; residencia
ao Monteiro.
Br. Ribeiro de Bruto d consultas de
meio dia s 3 horas da tarde, no 1. an-
dar a ra Duque de Casias n. 46, poden-
do ser procurado para chamados na sus
residencia ra do Hospicio n. 81. Te-
lephone n. 303.
Advogado -
O advogado Jos Antonio de Magalhdes
Bastos mudon o sea escriptorio para a ra
1. de Marco n. 18, 1." andar.
Dr. Clodoaldo de Souza, escriptorio a
roa do Bom-Jesus (Antiga da Cruz) n. 1,
Fazendo justica ao senso pralico do Syndicato
e aos reconbecidos talentos e illustragao do no-
bre Visconde de Ouro Preto, acreditamos que
nao Ihes tero passado desapercibidas as vanta-
gens manifestas da tonstituicSo financeira da
moeda bancaria, por nos apresentada, quer em
ooso precedente artigo, quer cm nossoEstudo
Finaaceiro sobre o ratio circulante, os bancos e
o rgimen monetario, no Brazil publicado em
1888.
Nao Ibes attribuiremos, por Unto, a triste co-
ragem de afirmar anda a inculcada superiori-
dade da falseada moeda cora que o Syndicato
lembrou-se de felicitar-nos I
Nao ter escapado a nenhum espirito cultiva-
do que, a constituico linanceira que desejamos
para a moeda bancaria, no Brazil, 6 incompara-
velmente mais perfeita e completa do que a dos
bancos nacionaes araericanes.
A moeda desses bancos cosa viciosamente de
um curso nacional que a torna de certo modo
independente e rival da moeda nacional, irapossi-
bili.ando a de servir Ihe siraplesraente de elaste-
rio, como o exigem todas as grandes convenien-
cias da sociedade, e dos particulares.
Desta sorte, o grande aehado americano de pa-
gar se a moeda particular dos baixos pela moeda
fiduciaria da collectividade social, deixou de ser
ap'oveilado era beneficio da moeda nacional,
como de ahsoluto mister.
Aquella inapreciavel descoberla do espirito
pratico americano ainda oou incompleta e ate
certo ponto estenlisada porque os ttulos da di-
vida publica_garantidos pelo credilo nacional.
que foram perfeitamente militados para caucio-
naremo valor total da moeda bancaria, deixaram
de ser igualmente- aproveitados para cauciona-
rem tambera o pagamento da mesma moeda.
Para isto Bastara a obri,-;cao lega! do governo
federal de resgatar os mesmos tilulos sempre
que o exigisse o prompto e integral pagamento
da raceda bancaria, emittindo para isto"o papel
raoeda nacional indispensavel. Ento, a organi-
sago linanceira da moeda bancaria, assim corri-
gida, flearia to perfeila como a do proprio pape!
moeda nacional, ao qunl rigorosamente equiva-
leria.
E, as necessidades do rescate de apolices
para o pagamento da moeda bancaria adiara a
adminif tracao nacional o mais seguro criterium
para abastecer exactamente a cireulaco com a
moeda nacional precisamente necessaria ao pro-
gressivo desenvolviraento do paiz.
Fra d'este caso, o governo nao tena mais ne-
cessidade de emitnr moeda, porque o dinheirc
banca rio Ihe forneceria a melhor das bases para a
melhor das polticas hoanceiras, em todos os
casos urgentes.
Nao foi outro o fim obtido pela poltica finan
cira dos americanos, que suslenlaram a longa
guerra da seccesso, cujas despesas annuaes se
achavam orgadas era 500.000:000 de dolan, sem
o emprestimo externo de um ceiiil sequer.
Apesar das suas imperfeijoes, a raoeda .dos
bancos nacionaes, em numero superior a dois mil,
nunca foi superabundante, nao prervocou a menor
crise e Do oceusionou o menor abalo as rela-
ges financeiras dos Estados Unidos.
As sommas asombrosas de papel.' moeda em
circulago derara lgicamente em resultado um
desenvolviraento quasi vertiginoso da actividade
nacional, activaram um desenvolviraento da emi-
grago espontanea quasi incrivel e fecundaram
de tal sorte todas as fontes da renda publica que.
em breve o governo federal libertou se dos seus
dbitos colosgaes. E, apesar de sobrar-lhe hoje
muito ouro, anda nao Ihe foi dado resgatar cer-
ca de 300.000:000*000 de papel moeda.nacional,
que ainda circulara porque es americinoso pre-
ferem ao proprio ouro.
Phenomeno assombroso e inexplicavel para a
, economa poltica A moeda dos bancos uacio-
naes garantida apenas por ttulos da divid,pu-
blica revelou-se a perder de vista, muitissimo su-
perior dos bancos de fundo metlico obrigados
a pagal-a em ouro vonlade do portador I Nao
fosse a permanencia de cerca de quatro mil ban-
cos de tundo metlico ao lado dos bneos nacio-
naes, e, os americanos se teriam libertado de
quaesjuer clises bancarias.
Ora, se a moeda dos bancos nacionaes, apezar
dos defeilos que Ihe notamos, em sua constitui-
go linanceira, poude produzir o immenso pro-
greaso e todos os maravilhosos resultados que
ainda enchem de assombro o velbo mundo;
quaes devero ser, entre nos, os resultados a es-
perar de igual moeda bancaria rigorosamente
Seifeita, sob o ponto de vista da sua constituigao
nanceira?!
Ainda os clculos apparentemente mais exage-
rados podero ser excedidos na realidade.
Neste paiz, to vasto quanto rico, ondea popu-
lacho relativamente insignificante e onde tudo
est por fazer. ser-nos-ha impossivel dar passos
largos sem muito e muito dinheiro em circu-
lago.
O decuplo da miseravel so ama que temos cor-
tamente nao nos bastar desde que a moeda ban-
caria, descentralizada, constituida em efasterio
da moeda nacional e exclusivamente benfica.
nos facilitar a immigrago espontanea na maior
escala possivel e nos desvendar todos os grandes
borisontes na actividade nacional.
Esperar to grandiosos resultados da infesada
moeda metlica ou da falseada e detesta vel moe-
da dos bancos de fundo metlico, sena mais que
loucura! Seria simplesmente a maior das toli
ees !
E, entretanto, este paiz esteve em vesperas de
trocar o mais prospero e risonho futuro pela mais
abjecla escavido ao syndicato Nao se com
prebende mesmo que baja um s brasileiro ami-
go da sua patria que tenha saudades da raonar-
chia, por mais que tenha amado ao veneravel
Sr. D. Pedro de Alcntara /
O syndicato talvez se pretenda justificar di-
zendo : \ium thesouro incalculavel as mos
de um cgo e por elle offere um prego to ri-
diculo quanto indigno de ser aceito. Usei do
meu direito e nada mais. Se a.minha offerta foi
aceita, apezar das mais* bumilbantes e deshon-
rosas condiges-, a culpa nao foi minba porque
s olhei para o meu interesse e nada mais.
Efectivamente, parte a inqualificavel ousa-
dia, a grande culpa nao foi do syndicato.
Mas, como se poder defender o grande esta-
dista, o consuma io financeiro e o tiladissuno
palinunhda monarchia ? I O nobre Visconde de
de ouro Preto, quando muito poder dizer : Fui
rigorosamente lgico. A ecoaomia poltica me
frez crer que o papel-moeda nacional era o peior
dos males, o ronbo legalisado e a negago da
verdadeira moeda por ser destituido do valor
intrnseco. Os meus antecessores pensaram do





Diario de Pernambuco--TerQa-feira 21 de Janeiro de 1890





mesmo modo ; mas, nao ou-arnmTxtinguil-o.
Para Hvrar o Brasil do peior dos males, contrac-
tei com o syndtoato o (ornecimento de urna ou
tra moeda fiJocIafMf, porwn pagavel en ooro.
E' corto que Ibe .le o direi^o de exigir o cur-
so forjado do seu~papel moeda, quaudo Ihe ap -
Srouvesse; que obriguei o paiz ao eorapromisso
e honra de n5o asar do seo direito soberano de
emittir moeda durante 90 anuos; que uypotne
qnei Ibe o crdito nacional, como amparo di
sua moeda, gem garanta de pagamento, e com-
Srometti o thesouro a comprar-llie o pape! moe-
a nacional que elle resgatasse. Mas o que va-
lem estas insignificancias diaute de un papel
bancario paaavel em ouro ? I
Apreodi cora os grandes raestres as grandes
escolas do velho mundo, e nao flz mais do que
imitar como pude a Inglaterra e a Franca, onde
a unidade dos grandes bancos privilegiadas 6 a
mais formal condemnacSo do papel moeda na
cional. Dando ao Brasil o bnnn man privilegia-
do do mando, conseguirei tres .-andes fin : a
extincc5o do papel moeda, a solidititajo da
monarchia e, o reinado do oaro. Foi urna hfcSo
de mestre que Jei caaalha, que anda abi a
fallar de patria e de repblica .'
Se o vesso fim foi o apiquilamento da patria,
a vossa lgica est correcta. O vo so tMunpho
seria completo.
Mas, a nossa carlilha 6 outra, e a dos que de
sejam o engranlecimen'o, o progrosso ea ri
nueza da patria ; e ne3te caso temos o direito
de dizer-vos: A vossa lgica foi anti cientfica,
porque revelastcs que nao tinbeis a menor nogo
da oonstiluicao flnanceira da muela HJuciana ;
foi baseada no erro, porque r.s vossas premio-
sas vos obrigaram a equipa-ar o pnpe-moeda
brasileiro dos Estadas Unidos, aos asignados
fraucezes e a moeda de Law e at a prefenr-lnes
o papel dos bancos de fundo metalheo; foi so-
phi'iea ; porque ni quizestes ou nao soubes
tes distinguir entre a verdadeirae perfeita cons-
tituisao linanceir-a do papel moeda b-asileiro e
americano, e a consii'.uicao anti-linanceira e er-
rnea dos assignados f-ancezee, da moeta de
Law eda dos barnos de fundo metalllico; foi
insincera porque nao recuastes ne:n m^iuo
diante das conseq" nci s lgicas, porem absur
das, das vossas premissas econ micas; fei des
leal, por que nao vacilastes diante das, cala
mitosos e inevitaveis desastres do vosso banco
banco nacional do Brasil apela de qrrantos fa
vores e privilegios Ihe cunee lesseis ; e, emfim,
foi indigna de homens serios e escrupulosos,
porque, para jogar era urna : cartela o futuro
inteiro do Brasil o submethvtes s confiro s
mais hnmilbantes e deshonrosas exigidas pelo
syndicato.
Se o vossonstlra^io foi completo ao lertei .>
da sciencia e ia lgica, nao o tai menos no lar-
reno da critica histrica. Diante dos .re3ul ados
praticos da pessima poltica tinanceira do veibo
mundo nSo vos impressionaram a foxe. a nu les,
a miseria e as infeli.idad -.a da grande autora
das massas populares e, nem vos irapressio ia
ram to pou:o a indignaco. as justas quixas o
o espirito da sua natural rcvolta que tm erigen
prado aqui, o socialismo, al: o homem ioule:
atSfl) o eoromnoumo, mais al:n o rnhilismo e
por toda a parte o pcnamcnto da subslituico
do mal certo de boje, pelo bem in ;erto de ama
uha
Jo vostocaram nem as dires nem us prut-:s
tos dos infelizes gobernados contra os seas m >s
governos, que nunca Ibes sonberan: dar mais do
que deu nosonoso (mvernamonarcliKO.
Impressionaram vos, porera, as grandra ri
quizas aecumuladas na mDos de uiui p< q ; n.
miona, os destara -rrntes resdt- dos ilesas r!
queza?. o alio poder dos bancos privilegiados
ia Inglaterra e da Franca, a ccntraliaac&o mone-
taria dos Cleariu--licuses e as mi-avims dus
grandes cidado*, admirada:: por mu i turba ira
mensa e infelizes I
E, nt-sie rabme quadro. cxcia>tvaT.caic
creado pela poltica ttnanectra do reln i rapo lo,
nem ao menos tuestes ver que a ordem publi-
ca, Mb a qual tudo se tem manlido, tong-i de
ser urna resultanie lgica e natura! di bj.i po
lica. nao paisa do simples quicaglo ou de
liagida reconcih. y entre n mieria & o capi-
tal, entre a adviUtide social explorada e a ocio-
sidade que a expl ra, ca vi; tu Je da ni pellica
dos goveraos e a cusi das maores vioieac a<
legaes contra o dircilo e a Jignitfade humana !
Por mais qu" ren(-tenios a individnada-Ie e
O carcter daquelle que foi o iOv'Onsceote co-
veiro da mona vliii, na i j> iJeiOos deixar d pa
If'ulcaroscrr qacotevsramdeijtaraogoi r-
no republicano o mai-- onerOi>3 e Four'tfo .' la
dos os lepados--'1 Syidm.t" !
PatenteanJo aos c b-s do publico impar, Ul
as consequencias lgicas e. ineviuveis (.'oi.de
ceote concbavo e cttiinulando :. t-or^gciuca
eacrgia donosao pj'ruH-a gorerno, para qu
nos liberte da mais liomiUiante c deshonrosa s
cravidao que nos preparara o ;-y.i iicato, acr.-
bUnJlIJKliitl
Revisla do Mercado
U-fOfk, 20 > JASKIB Da I'O.
O rnovimeiito foi limitad.) e constou aperas de
transaccOes re mercado de catDbioj.
f*o!$a
SOTARES 0FF1CIAES QA JVSTA VOS COH
BSCT0BE9
Reefe, 23 Apolices provinciaes, juro de 7 O O, valor de
1:0 O*, emi*sSo a> -'J Agosto promo p: 1
sado, a 1.03 ca.!a ..-.:.a.
Accbes da fabrica de iarrre te i ios de : ornara-
buco, do valor de 1003 ao par.
Oimbio sobre o Rio de Janeiro, lo!,, c.l.3.8
0/0 de descont.
Na Bolsa venderam-se
S apolices nrevinciaes de 1:000?.
30 aceces da fabrica de Uaglo c tecdos d.;
Pernambuco.
u rrciosite,
An'oni) Leona Uj Bodngucs.
O secretario,
Eduardo PaxnK.
PBA?A DO RFCIFE
Os bancos principiaram ir-'tct-ndo accir a
2o 7/8, dando, porm. mais tarde o F.ng!-h e o
Pernambuco, a 2 reliri^do pOfji, drpois &
realis?das algum:.- irunsa<-(0>>s.
Sao lionve n-gr'io em papel pailiclar.
PSAyA DO RIO DE .1 XEV.O
Nohov.ve transaic-s.
O de 1* sorte do sertao vk- SOO Krrap.
A exporlacSo teta pela i ifaod -ga r.^te me at
o da 17, con.-dou de 3o2o70 kilos, sendo t'i.73<
para c extenor, c 106 8J5 pura o inlerior.
Asentrada.~ : :r!.fie&du aM a tata -\\ j-; o-
bcma9.12.j- ,: r
B;rcar.as.....
Vipores.....
Ammaes.....
Via-ferTca :< C iruaro.
V;a-f?vrea de Frinc:s:o.
Va-r'errea deLiraoeiro
di tamos prestar nos?a patria o maior dos ser
vicos que possa um iadiviuuo prestar a socieda
de de que faz parte.
Nao trepide o gaverno, abaixo o sjndicato I
(Con tiuuaremos).
Recife, 16 de Janeiro de 1890.
Francisco Amintas de Carvalho Moura.
ThermoCauterio
Quce medicamento, non sanant, ea ferrum sanqt;
qua> ferrum non sana, ea ignit sanat; qua vero
ignis non sanat,ea insanabilia existimare opportet.
Hip.
As veriades que resaltara d'esse aplioiismo se-
riam ditas la se porventura nSo fosseuJ profo-
ridas na trra.
Diversos poetas da chuva e do sol, lyricos e mo
demos firmes em poltica, como em astheca e
quic em plstica, lancetadores da humanidaue,
porque leram por cima, gracas ao methedo de
JjSo de Deus, o Gil Brax, pretendem recorrer ao
principio de Anima fundados na hydroierapia
que em certos casos s produzem efieito mistu-
rados com mel e aveia !
Respeitamos muito a prolciencia universaLdos
redactores A'A Lanceta, jornal quasi caricato,
quasi salyrico, qua^i cmico. H i ai de tudo :
deputados que nao fallaran), professores de di
reito que nao ebegaram a abrir a Constiluicao,
cnsules sera farda e muitos outros cavalheiros
dlustres e serios segando attestados valiosos do
i;iub Cupim e da Guarda Negra.
M is, discordamos dos dignos professores, pre
feria Jo seguir era liohi recta as prescripgOes
cirurgicas.
Esta molestia denominada gua dinegrlsmo, ca-
racterisada pela ari&bcao ao tbroo? e pela grita
contra as conscicncias san tem apresentado, des-
de o sea apparecimento, -ymptamas mltiplos e
nota veis : o inttresse orcamentario, a tendencia
leslia urn processo geral morado que se pie
bem chamar diathese da pouc cergonha.
Pela aulhopsia, pelas experieacias inan.ma
vili, segundo anatomos palhologistas distinctos
como Charcot e Gourbmt, Curio e Cerquei'ra, os
individuos aflec!ados de guarda negrismo agudo,
sao por ndole monarcnis'.as ou rrpujlicaaus.
eomUato que d'ahi pjssara tirar qualquer resol
tadu immediato Nulas: muis :desequilibrio
nas funogOes cersbraes e grande elMticMade na
macote d;> estomago.
Eti alguns foi cmpregada a digitalis, mas sem
elTeito.
Segundo Talamon, Ranvier, Beniasc't, Arnobio
e Sera^hira, seria preferirel o empr-go das ln-
jecces hypodermi-as de ligado de albacora. Veio,
p)rin, a celebre questao do p ixe lluminar a
sciencia e foi affecla ao conh.cimen'o dos pom
btiros.
Continuemos o nosso histrico.
A'iui e:n Pernamiiu:o, onde a molestia mais se
loal30U, tem se sy.uptonjatisido de mod. espan-
losO; o cupinismo. n manif st !{jcs aos adeersa
ros, r.s wnsagens aos ivibelli.stas decihido-. o
mirinnism> chrjnico sao otltros Linios rasd'Jd de
etica rara molestia.
O microbio originario d'essa enfermidade me
donha. visto ao 'mieri-;.'.u::..>, Ion i a forma da
pL-nc.-e e lnomina tu :COiig egdil.
Veio nos do biixo imperio france, dedo Ion
ga data c foi a principio eudeujko, deptis epi
demico.
fucto f, que alaetroo se.
Iudividuus oatr'or.i denwgegjs puro-, qu.isi
que rroadi, a um simples ascti.no doliberal*
mi coi bu, maodaram t.'biii as erCBa., as idea?
e ;i .
Outros fi lalgos, iogIcie3 e n>aaeetro? p ova
d.i-j ajo dliaram contoctos antn o nucrji > parj
en oar o ave Cesar mea te*kt>r p>ii>c;pe
Os reoebt-sUturtoi boUcionioas retpeUse* re
publicnos nntig s, bellos tpecm**s go'hicos : me
li;os, tribunos dsotistaa. uarla-livrus. juris-
consirl'os, perderam o equilibrio c earo'aram -
na b:mieira ik'gr.i di) servili.-::!-; hypcriti toca-
dos da influenza.
O prufessor IMt, d-s.:nvo'v- I.) a palhogenia
lo guaidi-t.Ciii'iii\ affirma que a molestia pro
\ui a monoinania das graa.leta*.
O Dr. Carijciro Mari-.nno, apresenti vjri.i ea
sos de sua clnica.
F'por altimoolanca:sm\ o.p?cie de febre
miasmtica, contagiosa, corrosiva dos tecides
norrnaes.
Todos os.processos anle-scoptieas, e.trxo- a
desinfectantes, firam inuiiluwnic tra'ado*.
. P< lo menos assim o di?, o 0.-. Poa.tUi'Hade.
Ex sotada a tbef apetc i, vamos ape.'ar-:o-
aa recurso extremo, sfl u do v.:r se ser pjssivel
editar a am/iUtacm.
ri-----liIMIII Wlll'i lilil l ll l l I
ia-ferrea .;-; S. Fruccjsro-. 47 002
ia-fcrreo do L'mooiro 8.i"i
.
ll 7 8 ijiccC'-,
788 ^:car
72 i
2 010
:> o
1011
3.7*9
Sornma
issaer
9 l'6 Sacras
Us precos pagos so agncuor. xir VWca, sc-
gundoa Asaocj-i'v.o Coaamerrtal
oe segnintes:
usinas..... 0a44*W
Branco..... 5 a i 0>.>
Sanenos. ... 2v
Mzsca^do purgado al 7IX>
ratos..... a I 571
R^'arae T_^ "'0 ;' !,r>0j
\e.xportaco. frita pela dlfandet
o da 17, subiu 8.83.8'ii kilos, pendo 2.388 Ol 1
para o exterior c 0.503.i'V) pava o interior

As ntra
bem a 116
Barcacas
Vaporea .
Anlmaes. S.290
Tia-ferros ce Oruartt. 5.30J
htgti al a dato de boje. ?o
C03S*0&
Couros salgados 303:-.':-'. ~ >s verte? a t\r,
r.-is
Lg&Bure*w
Cota-ea I0OJSO0O, no [ra Ce iS^Tt-i?.
XleOti
Cota-se a I90;*0-.X) por pina .'e i;0 litro.
5feJ
;;ota-f.e u ;3ooo ror rir^ >v- '> .:
Paaa da MJkmUs^a
BtUB* T. 20 \ 23 D?. lAHKtaO r,; I8L0
Viia o Oiru djWJiaeirJ
^arca noruegu-.-n.-e i'u-nns. carvSo.
BarM uortegue ise Con, rarvao
Bfrea norucuucase Spektdatioss, Barrio.
Barca aema Schuam. vanos geaeroi.
Bar:a tioruegaensc Suez, cuirvo.
Baxa sueca Groen, curvan. '
uem Rha, rarfj.
Uaeca norueguense Cotitmr, carvo.
i; ir a ioi^.sa Bellrct$, bttcjluao.
[i. rea iogieza Paragero, bacaiajio.
C irea po:tiguex .VeroSiieuvio, varios gneros,
rea naeiooal Marianninhir. v. ros gem ros.
Ba-.-a aeraegoeose Dronning Lettist, carv&o.
ie italiano IaumcoUla Ctnafsione, varios
Lcoere*
B'idUt) ing?z Cura acopia, bcaloo.
Escuna joruteuec e Gefi/nte, xerqu-1..
IA ;iiIeuiO 'HOld, lDS g*9*:lt)5.
; .i-uguez luna. v-'\os seeros.
i ati (Bao Marie Stt't. eaxri.
togjringle! >os-n L3ar inVui F/o.- Lght. Iuiej.
: in^'K-z Volador, r-riss genero--.
13 tiolaudez Clara, xu.-:[ue.
Patacho tspaOMi Encamactr.i. xart ..' norac raen e i.odien, canoa jane es.
.-cun.. allema Prut, xarquo.
PatiCo nacional fmatrial, vario.- goneo-.
i'aa boucioaal M nnhu 8-, arlos geucrus.
Lagar americano Franca, entrabo de
New Y^rk, erra 20 do andante e eomigaa-
do a linchad Lopes & C, m;nfeston :
Familia de tr'go 4.tJ:.0 barrier.s ajs con-
s gnatarlos.
Vapor ai'emto Capua, entiudo de N'tw-
York em I e c ns'goado a J.Pter c O.,
manifistou :
Banha 100 barcia a onza Bajo, Arao-
rim J C, 50 a S jares de Amaral Irmos.
1' irinlia de trigo 4.NJ0 barreas a Mar
v\i,do Lipes & O &00 a
& a
Toncinho 20 barra a
A mor m c J.
P..tc.c!io irg'ez Emulator, entrado de
Teira Nova em 10 e OOOBignao a Black
bwm Needha'in & C, nMUabjaon :
Bacalbo 2.0tX) bansa e 1 300 meias
ditas d ordem.
Experimentaremos a lamina e.candecente dejimpossivel, Marianno, Ramos, tenante Ma-
Paquelin o thermecauterio. ^ f Nama- Junior- Sobrinho, VilLla,
Qneimemos a guarda negra com for-o em b;a [n_^L i.A*- r.' 3.
sa, essa pstula maligna que nao convm se in-
nocule no relente organismo da Repblica.
Daremos conta da ope-aco.
Dr. AzAUBuu. medico privado do Conde d'Eu
e varios outros priacipes de meio sanguc.
Boa Vista
Logo que aqui chegou a auspiciosa no-
ticia da proclmaselo do goveruo republi-
cano no Imperio, acontecimento este, que
trouxe para o paiz urna nova r. de res-
taurasSo, rasgando dovos borisontes a esta
patria estremecida por seus dilectos filaos,
o partido conservador adherndo enthu3as-
tcamente ao novo rgimen de" governo,
inaugurado pela rev)Iuc2o pacifica de 15
de Novembro, facto inaudito na historia
das naroes, e querendo dar urna prova
inconcnssa de que sua adhes3o frmea e
leal nSc s'gnificava m&ii do que os senti-
mentos de patriotismo e de amor ao s-
graadecimento da patria e nSo dissfmnla
do projecto de planos preconcebidas,- o
partido conservador, sempi-o o sustentacu
lo de t->do governa que tenh-t por r.mmn
__a ordem e o levantamento dos direitos
e garantia dos cidadaos, promoveu tas-
seiatas para manifestar o seu jubilo e inti-
ma satisfcelo pelo advento da Repblica,
que cortamente ser o governo da igi;;-
dade, da justica, da ordcn e da garanlia
de todos os direitos.
Inspirando a mais sincera confianca os
noraes dos cidados que constituir.-.m o go-
verno republicano, cem justo contenta-
ment que veem os adhe'r-ntes figurare >ii
nelle os do insigne heme sem ambieo.
como Ihe chamou o prantendo Tobas Bar-
reto, marecha! Deodoro da Fouseca, de
Ruy Barbosa o portentoso talento e trans
cendente erudlsao, do Quiniuo Bocsyuva
0 demcrata e sympatico jomalista e ou-
tros nao menos illustres cidadSos altamente
collocades por anas virtades civic.ts, pa-
triotismo nunca desmentido c sentiment .s
daverdaderos demcratas.
X) povo quo v "nstinctivameute as vsn-
tagens que ihe advirao do patritico e
inspirado governo, hoje na dirccca<) dos
destinos do Brazil, acorapanhou delirante
aque'les que jubilosos davam mostra de
que abracavam e reconheciam o governo
provisorio.
Em animada pass^.ia'a os festej-.d->res
fizeram echoar repetidos vivas ao i; c'yto
gen ral Deodoro, a-Ruy Barbosa, ao i;l-
nistorio republicano, ao povo brazileiro,
ao Estado de Pernambuco e ao seu deno-
dado governador, emquanto atroavm do
ar innumeroa t')giites.
Fui de lamenta:, po:em, que diaue de
t.uo justo e festivo tontcntamonto se esc
Jhesse eo silencio e invcncivel tristez.:
0 partido liberal, procurando at, dizcm i b
com sentimento, iatimid:;- ;;l;;uinas p3s'.as
par^i a:io tomaren) parte na manif.'!-t.i';':<.
do regozj), promovida polos adherentes
ao partido rt.-iibca-jo.
Narramos o faci>, em o.nmeutDi o.
Daus queira que o partido liberal dest'
municipio se compenetro de que devem-s
unidos tralmlhsr p>r urna s idia e
eonzretisarmo nos pan am p6 6ro.
Uir. republicana
tinguir-me com a honrosa medalha da de
functa abolisao, tenho a dizer a estes tSo
dignos confradea que nSo posso aceitar
emelhante adulasao por ser contraria aos
meus principios polticos e orleanistas.
Tive mi:ita pena da princeza e bou dos
que acreditam na volta do Conde d'Eu.
Quaudo morrea D. Luiz, nndei toda
urna tarde de luto, como podem dar teste
mnnho os meus amigos Ricardo e Phae-
lante.
Dcmais tenbo ainda muitos negocios a
liquidar com a monarchia. j Angel Pinto de Andrade.
E s n3o escrevo na lanceta Qorn) \ Jos Antonio de Mello.
Doraue auero ser a^radavel ao meu sym-1 Manoel Braz de Oliveira.
v .r n -IL S-_t, Jos Buge3 da Costa Maniz.
pathico Guilherme Pinto. J I JoSoPaulo dos Ssntos.
Quem qnizer que de murros em laca de jose favares Xetlo.
ponta.
Adetis.
Major A. A. ~Leal.
F. S- Brevemente comparece re com' juliao Borges da Costa.
o meu novo manifest poltico em bollan- i Luiz Bordes da 'osla.
Vicente Aires de Oliveira.
Manoel de Abreu Pereira Filbo.
Henrique Fe reir Callado.
Porlirio Jos Tabajuani.
Jos Aureliano da Silva.
Aureliaoo Pereira de Lyra.
Amaro Jos de Araujo.
Antonio Pereira de Mello.
Manoel Joaqnim Tavares.
Nicacio Lopes da Silva.
Lourenco Bezerra da Silva.
Jo5o Jos dos Santos.
Custolio Elyaen de Barros Pinang.
Francisco Pereim Ramiro.
Manoel Jorge de Souza.
Firmiaoo Bezerra de Carros.
Joao Floriino Moura.
Manoel Jorge da Silva.
, Joaqnim Ferreira da Silva.
Manoel Coutinho te Oliveira Barbosa.
Antonio Jos Mascarenhas.
Eraygdo Ferreira Callado.
! Firmino Francisco Brando.
dez, prefaci:.do pelos talentos s e afama- Simplicio Alexandre d- Oveira.
dos pubGeistaa de altiva: Visconde de Ta-; SiSaliSa.
batisga, Barao de Caiara, Dr. Hygmo c| jos Vnlentim de H>'an.la Cavalcante.
proessor Antonia Pinheiro de Castro, do- j Antonio de Hollaadn !'ava!cantc
m do Ocano A-lantico. \ JoSp Evangelista Cavalcailfe.
T...J Izidoro Goncalves do Barros.
Visco rlaGa la'Araujo Barro?.
Honorio Pereira de Lima.
JoJ Tavares de Barros Rslto.
Beoodielo losS de Aquino.
t.o L^iaao j,, )im ,0f6 de A..l|,
te Perutsuiduco j^q Chrvsostomo de Araujo.
Os abaixo assignados, agricultores, residentes I Antonio de Souza Ferr.-ira.
Cd::d5o governatlo?
oeste districto de Taqaary. do tormo ue Bjiu Cou
s Iii i, vi'cm mu respeitjsameuie pedir-vos pro-
Mdecis, para que os pos-midores de animaos,
cavaUar e vaccom, estenJiJos na solo (i'este dis-
irieto, co:niiretiendido na disposigo da art. Ca
ila le n. 1171, de 26 de Abril de 1873, observen
o dispoa'.o no art. 69 da le ci'ada, tirando i icon-
tinenti seus aniUMea para lugar desiloado
ericefto, alira rfe preayer tle maior- s dainos as
nossas lavouras, que tperu si to, na maior parte,
ilesruilas por e^ses aniaiac?.
Si vos nao :1er Jes pro i lea ia nf ai seremos
Joo Firmo da Rocha F:a-1?.
, nem a pintura ponera > saiisazpr. a-i um cx-
redtridos .10 estado ;!e miseria, porque o ;irri uo ompo na pa3Sageiu da l*)i'agn si im ipew q;:e-se
Nos-a Senhora do Monte
'Frnslalseo
Ha imore-j.ao na vi.ta bumaua, tao agradatel
ou deaagriidavel que, po> ciis qu; a l.nguagem
bu'naua proenrj ex.: .s-.-r, on anda o pintor
mais hbil procuro p*ataj". nciu'a cxircao,
pintura peder) satfospr. E
SdS)2SCK
Manifesta^ao :cm tempo
C. nsi.andu-me que ae meas
l.is4r.
amigos da cdia g 'arda .i-rira o intrnn.;;.
corre'igioiari;3 da repabUcn',],}
gentes
insiga iii A Per|ii
tos do norte -m 20
Caroeiro & ('., maifcstTj :
Barricas 28 rolamos a Amji-im Irmil^s
& C.
Domina de aodioca 10 pav.circs a Gas-
ta Lima & O.
Farinba de Uaudto 600 saceos a
Amor i m '.r_::.o & O.', 100 ^ Mouiv. Bor
ges &. C
Pt:is i2 a Am ri:ii [r^aSos 1.
Tapioca 20 p-n-jir s :: D*vid Ferreira
Prto Baltar, '0 a fJoata L-.xa J.
Xiro-ie 8&4 mullas o:de:u.
itue ie;nos o da nos a I.v Mira, qnu tem lio
por dcmais co abatida, e ao mtsma te npb des
protegida, para ir dssap'p^receodfl a palos, aesta
trise rigorosa, em qu-; oltiamo-' para u na s^c;:
Ktrriri, e pira o prec) enonnissini) das viuia
ibas em coocflueiica do dimiu das lavoaras :o
no-so ;-;m >.
SaJe e fralenidade.
PavOag&o de T.ijuiry, 4 Je JiaciM do 1830.
Janua.'io Cabra! de Me.la.
Joao Jacntlio de Mello.
Man.el Jas Pereira Jdtobffi
Uis Bo'ges da Costa.
A linio Veira de Medeiros.
piiro Celestino de Barros. r
Antonio Borjfes da Costa
A .toaio 1! i-;''S '.ia G -s'a SabfKlb
Juao Borgen da Cusa
ttjnorl do Naselmeiito Cosa e L:aaa.
i\-lro Mirques Beietra.
Antonio G:cilves Je Oliveira Barros.
Januirio Agn !0 de Oveira.
IHfdM Miviet \;r.:ir,i cl-i Costa.
.! ..- !..'.:. s n Lya ama.
Antonio :! liirrcs Ariujoi
t'rasflid i) Reinaldo e Oliveira^
Iii'- de B'.rros e Araojo.
CdlaiiiHi e Barros e Araujs Peisoa.
J.jo Guillieruid de Luna.
laeintbo Alves Je M i!o.
Mano-1 i'e Arau.n Barros.
JiXiquim de r.itij i l!.;.r..s.
tai mo Jji 'i reir l.-.: L.
.i.Iii Aai.'uiu MalaEria.
/cente Alvea.
Fri:ci.-co Auto Jo talafria.
J ;jj i'.or:eia Si-bra!.
J i r ps'rri'ira da Cruz.
Hanoi I bid >ro de Moneze?.
l'-e Iro Pereira de Oliveira. -
i.- o v.iO Lopes i!.i Silva.
Lai -i Pereira Dtwrte Lnges.
Luiz .i-falves de frro.
M:r:.-;i:i JjS I)..irL\
Jos de M..lli)Ohvfir.
J.'f 15 zcrr de '!/:a.
Thoolenio ?. P'ira lo- S.nlos.
Luizdebu'ros Arauj .
ktorinc Vic- me Putrarz. (
I-'.r.w!:;(ie;; i. irUJOS, Ssaccos com l.'J'Xi kilos
k m.lllj.
venen eq
sea ii > m i i.-ne-.t'i t-ruido pela
pjunili''encia (ls seas ,'. r :,ile;r.-s .devutos e
laes II 10J, t- 0 lo a ;r ,:--i:: :
Cumpr'o-.v fie'.m-: -, i j S4r* iimunc-ado
n">s artigas rta f-5, ifl e 17 est*! cor/e ue ai z ;
tudo e.-t.iv,i |;.-i'i:i:-;i.;a; a iawgea da Vt'gem
fra uescila da altar, arTjsoriB'UV p;-st
desde a !!'do W CfA :: *' -''' !>"'-ximn
pasaado, ia ami aWta > -la', usfferanl^ s-;
a hora apresada a t 'a lerai i pritneiramenle
as'luis anip-id i' su u :.- M ai.'i i di e.icau-
feito, e e de tudo quanto tem resoltado i obra
de D?us e de sua Virgem Mi, me vier, at a
mesma morte, eu aceito por anior d'elles, tudo.
J tive occasiao de dizer que a obra do Monte
um pregador raudo, porm eloquentissimo, e
com (ffeito ; depois da IrasIadacSo da imagem,
poucas horas ha passado sem muila gente na
igreja, tudo admirando e bemdiiendo a provi-
dencia de Deus.
Bemdigamos o se poder.
No dia seguate, pelas 7 horas da manbS, ce-
lebrou-se. na nova c.pella, com muitaconcur-
rencia.
Outro asurapto. Nao posso deixar, anda
que nao agrade a alguns, demonstrar ao res
peitavel publico o que se tem dado com a mi-
nba humilde personalidade, a respeito a grande
obra que Pqus cooseguioe permito.
Tenho sido victima de calumnias atroz^s, de
accosacOcs severas, ja para com o venerando
juizo de capellas, e ji para com o venerando
tribuoal ecclesiastico ; em ludo isto eu nao te-
nho concorrido oem directa e at indirectamen-
te (de proposito) para se rae arrogar tanta pa-
ternidaie ; tenh a apenas procurado cora rainhas
fracas (broas beneficiar a capel.'a do Monte e a
devecao dos fiis, que, incontestavelmente aban-
donada, ia esfriando de dia para dia, a f e a
devociio do po.o; eu, em momentos de seria
coasidf rajo a: benemrito da igreja e do povo,
de oluos vollados para o co, com inteira con-
liacca de Deus e em fu grande Mi e na de-
vecio dos liis, puz raaos obra, e esta, foi
tamo em Deus. que se realizou tal qua, desde
ha muito, eu tinta projectado ; e porque s?. con-
seguio, eis todo o mal e toda a sorte de ac-
cosacoes. Bcmdito seja Deus.
Xa j posso, nao devo tocar nos pon los pnci-
paes das aecusaces; porm entre ellas abem
qae eu pretenda fascr festividade, sera licenca
do qu-.m compete a dar.
Ora. no Dinrio de 8 dcste mez, publiquei a
granda solemnilade cm accao de gracas pelo
triumpio do conseguimeu o da obra; mas, isto
mesmo, preveniodo que, se nao se podesse con-
BegUir solemnemente, seria raissa rezada, etc.,
etc.
Oii! bora j se disse : que o inferno se des-
eoer.de.iu pura dar balalba a oiirA da Rainha do
Co, e apezar disto, ella triumpliou e tnompba-
r de t-do: se Deus quizer;temse envidado
;udo, a (i ai de me enchotar da igreja como se eu
gueira a igreja do Monte para, viver cusa del-
la. eu livessu io fazer a obra, com vista de to-
mar conta, como diz aleivosmente algmm i-
nalniente, tea-se tramado me esbofetearem as fa-
ces e dse modo ser despido da bitina polo Exm.
Sr )sp-j etc., um t mearoeacou rasgar aba-
tena .'i c :mn,!i> do SuiHe .. qata ira para com
quem s tem qu-. perioar e sodVer tudo pdo
amor de Nossa Senhora do Monie ? I
lio p)sso lies tar em entregar taJo o que lento
co:iseg;i-i dos fleta, a i^r ja, etc., etc., o que
d.vk jo que a devoijo do Monte pro-pere. que
se acatw a obra geral que reclama o estado da
igreja, e que irnlim se iaca a devida justica aos
id coito J datgreja do Monte, redundando em ludo
pata glora ae Deus e de buacariahosa Mi.
Qae desappaream as di.fli.uldades e que me
taiora eapcaa-SBOr, <: dina ttrou-sej lu p-n-a mi-joso, se acaso lob escandilisado o prexi-
acc-ulen'm-se -0 v.-l.scs novas !.-ai. setas que- ;(10 na r,ci0.x completam ftalfeirm- na:-wirrad i o.-naao
I rif= e f^U'*. 'ii-i i i.' ini i i tjJ ama
swj iniies;ri|i*!ve! i, Strfassar. A. pltgnr a
iior.:. CoaVde UO Sr. i): i-alega>'n ijjti'1100
para irr ; honra de .;; i lar a c.;: iraj" i
l.igr.'- ini-'g-'in ate a urna I
iccedendo, c-xn um paona d i se a;a
poga-ww resp-itosan; :,! e EBtre i .i! ol ares
cond.i'i la a > sora U --.si. da a Bp.Mmria
de -oia --idad- 6 tas ls$ &> 2t'ws, tado
anntmc'Hnrto u eit\ '' '>r i \ h a: dis* de
.-os-^nir i. putei- ii i> : o desoa Virg
altar- r.-. i- eHe
1 'C'.SiU.
Con;uo dizendo : emquanlo a Hiinlia nss?,
ennsegi o que projectei, e coHjcamlo a mi'a-
grosa i-.i::^i::i iroai mmhas nidiguus moscm
seu nouimi'.mai nicho e ;itjr p;imoro3amenle
acaba lo. celebrndose no dia se-tninte no novo
altar, dei por ora, coi'.c uio todo o meu humil-
de istargu, morreado conten'.c. legando ios pre-
;'i'.i-se vinclouro?, um exeinplodoqticn'o pc'e
j | ..-; dr. DtUM quiijo eilo quer e consenle.
Peco por cardade que io esquecam os que
forcm sqaelte veneran !o teaip'o de dizerem a
1 i Sossa Seaiiora urna palavra para que el a me li-
Mi. si-Hwlh trea ite u u i r-ainha qn- ndo uei vr Ao |afi0 xa.l ('. augusto oso : ra ar ama ba t.w un Ai:, ,, : a magcm encontrada junto oote.
hW dS3 ibHroi na i O a&\ ',*'--; lveio>ira a igreja no dia 17 dcste mez.. ptr.'eita-
mSi. qn" para pxperim lta o ain r u.i.; v-'.-.m-1 U1,nlp CIjcerUda e OBcafuada e dada a Uencia
deiros tho, aii:e.;;.--, o di ,-. v-ram | ^ .!a 5J_ tl pief,.;, dos Capucliinlias ; tem
logar i! rec*D5 nem a Koguig -m h m*n a k itearerer, ue.n 0 :c[} Ciisa0 e 10j,. Sli ua exposla u venera-
o pinl r mais ha. i! al :' ^.-'!;' '3 (Je c.-,0 jos aejj,conservando se tao justa memoria
cons.il-H'.i se deslisaram e sfeuts i !i a ; pa r,,,.0. ,J3 a nopasado?.
Lpe Innaos
Souza Bastos,
Vapor nacional Para, entrado dos por-
OCtra, 1" ;>.. j.s. i 6 < ;-'>)
!',:;n i. 'JttfKf
--io v,;p-s u.j'. /;.'.( /, para Liverpool
ca rcr arara :
G de V,.-:t i .'- L03, S.'isacc-.s cora 6.5*0 la.es
de ilcito, i d:ijs com i :0n (Wos de cura de
iurofitoattt ii,.--ic;s ion! 3,W8 riles de bor-
racha.
u vapor iog e.: Po .' ire p a ^ w-Yark.
carreguam :
l'olnmao & <"., l,7-0 SMCGS WM 1*7,0*5 k:!o-
;lii asquear nit vsrntr.
ara o miera*
Nj vapir iui'e Ccr.'i, p^fa.Portfl A'egre,
carregaii.rn :
i'. Ca narro & r.., o sacis cun -'iO tlot do
assuciir forneo.
No vaoor f.'iic z V&i de ihatecldij. Dir
Sjatos. c-rre^ar-.m :
. fea^r^a Irmaos A C.. 32S cc.>s coa 1**0'
liilj de a83uoar latacavalo ; J3 ditoa C'U
1(1,600 ditos de d.tj branco,
P. Cmaro & C, t.t'UO sacflBS cor: G'\'i
kilos d assuca' uasc.ivjdo.
Paia Rm ic anoRV, c .:,".rain :
H. lort* 4 C, 1.00J L-acc.s con G0 0O kilos
de as.-oear branco.
So vapor n. cion :! Pura. ;ar Bu ce Ja-
neiro, carregaram :
II. Pe niad:-s, IVA) cj 05, 11 '.;.
- J. S. da Costa Joreira, 203 saceos om 12,0 o
kil.u de assacarh-.an 1; e. Si) dil.-s cou 43,000
ditos de ihlj masca vado.
Silva G.ima;;. /i (;., \) saceos .10 a 2,5i
kilos ie asdUCtr branca -'M illas co n
ditos de dito 1:1 r av.da
Ba:le C, 30 taceos com 3LiiW kilos Je
a8uc.ir brarc*.
Manorl Amorim. 230 s c:or, eom !3 0'0 fe las
de assucar braceo c 00 fijl co.. 0
de dito nascavado.
No vapor nacional -/ ;;-"?s para Mansos,
rarregaram :
P. Kioto C, 50 in m rom '.'jo iilrqs dr
a_UinJene
P. Alves A C. Si
^guarienteebanicairom ', !'u kaid; a- u-
car branco.
M. Bi-ges &C, con 1.553
mear i''; U''0.
Mmoa ('. M rtins, tbirricas c&n 1
ite assucar Biajico,
9. M. de M. 1 10 tsrr i con 9 6
agc.a;dent".
Pira
II. Oliveira i I kilo.- djn a
car tranco i i ditos cosa :^u ditos e di.o mas'
ido.
Barlhelomco & C Se 7 ciisai
(ucJn-ame:.
No lii-iie nacin;! Co'if-o de mx
C-ar, carregaram:
G. de Mallos Irmos, i < 0 > iapcoa con; Earnia
de mandioca.
Na barcaca' A'oi-ia 0.'yw/)'', p. :v. M
carregaram:
Dia 18
Para o exterior
N.io biisvt espoM icao.
fura o interior
No uar partugaez Temerario, para Pelo-
ta-, carregrfcm :
C :'.. ,. S Iva. 0 c_:;m 2),030 kilos
!c : -, -. orto e o i. o- b>.u : IfcO ditos
it(; ,ijti -n '.svavMa.
'i.-.;:ii ii:.rs C. USO harnea- cos
.. | las kilos de assucar branco o 370 ditas com
8,170 df-s .i dim Bi?
- So p;:t:icno hespancjol Enarn cion, para
i'.! t-s, i-arre-rar.im ':
\'i:i a i.-M,.'Hi-.s \Filu 10 brrkaa cjm
,! ..U>~ ktlos ie as-n -.v lc i
Na barca i"g- -za Vonl"i, para Sangos,
p-HYi I. tV-rii o-o & O., I -1-' coc* com 77.280
kiios de asquear D-aaeo e 3, 25 dilos con
187.500 d'is de dil i ; do.
Nu ;i;il:i.dio ;r< -. :i Lis en. p;ra San
\ carrtfrafn :
. fjuin'rai-a C. 0 00) saceos cora 30-3,000
kilos d .- a-sucar braneo.
N'i v.,,,-.( fi.inc 2 V. de Peinemiibco, para
Sani.1, A Labill-. .740 saceos com ib.OOtJkilos
ie a;mc r bnco r 1,000 ditos c,om 60,000
;t'? de dito mas'-a~a m.
I'.ra .io-i" !ane;ro, carregou :
A. !.-'bile,ij(H) sucia com 48 000 kk'os de
as, w;.,r raiic > e 20J ditos com 11,000 citos de
>;i o -v.a civado.
(Jj vapor aemi.) Honlcriji, para Rio de
Janeiro, carregaram :
Borslelojan & C, 130 saccaa com 10.833 kilos
de alfiodo.
____Sr) vapor nacional I ara, para IUj de li-
PC!1 o, carregaram :
Sdva liuiiBrfte- & C. -500 saceos com 2V,C00
kil-i.i do isr-ucar roascsvado e 000 ditos com
:j*j.i.00 liras de diio
P. Carneiro & C 40 saceos com 2.400 k'Ios
de asiVCar masca vado.
Ij le A: C., I com 8/ kilos de asan-
car "mascavado.
A V. !; 10, 00 oc.es, fruetn.
Jo ripor oiciosal ;;vv. pira Marjn!:-! -.
car e-r-tu :
F de A/ ' kilos
de as--ivi- na --o.
i'a'a l'-:, irrf-atara D : ^
A.C. da Silva i(0 saceos com 30, 00 kilos
ihi :^s ar braaco.
UrGuim r s, 50b:rri: con 4,800 litros da
agiiartPite.
Manos, carregou :
A. tioioiarites, 5 harria co:n 4S0 tre-s de
agu r lente / barricas com 410 kilo de assu
car branco
_>;,,. ig!es -'-li'-c da, para N ta.,
carrejen -.
ti i; i, mi, 30 sacos com 3,000kilos de mt;
10 e ifi a J OOOdi'.us de feijij.-
N-.. v.ipor n-cioual Para, para Itio de Ja
rar a-'aram,:
Am r.ai luna- A '.., 1,800 saceos com 108,100
r branco e 70 d.los com 43,2u0
d tis d 'i lo mascavado.
.Y. iii-t.-iY*pfmo, pira Aracaly, carega-
H O iveira, 23 saceos com 1,500 klui de rat-
iio. .
A. flT*. '0 garra!0;s com genebra e 55 bar-
rial- co: O'iO dilos oe dito.
.So Ina; Apody. nara MossorO, carregou : 3
15 8. Travasso, 150 saceos com 9,030 kilos
h0- ...
fa barca Flor do Porto, pura Macera, Pinto
i. a C. 3 barricas com 273 kilos de aisucar
j recia nno a ignji reploui, ^no?" ti ics-jana
i proromper ein altM v.z;'> at as i .'os, l>- mdi-
jzenlo abondade c poder d'uaaiciles que it: la
' podem ; cu mesmo afra pj lo resistir ; so nao
1 rompesse aschamrra: qoe n"a<|oeIn inrenlo
j sent, talvea adeecoSd ; rntfta nmi| : Coris-
tos s". d-.ivida'.- '.:. [iod'.r ,' Dms ota caa
prova icoate-tacl da su pO!tr. n i -reccio
dest grande ffl(UHlB ll! : f '-' !3lJ donitta-
gro, eis \i-n tcmaic raiiagre, et.. l'c
Depois nriM-ti. que la'vez a ).-ci-i'n on o
log'ir nal f-.-se pfojri i para .:>..:'.ar a sttis-
f.Vo, mas nem sufl b h u n loras a nc
casi.no, e sim a Ocasias d ihina iniim :a:
cniiiu. esti- tranqu H '-tu aiaia i|i- saris
!tthe!t-o
rececdO
Pelo vapor/nacional .P,ri>-o ror!?. para :
Lf'Ddon --- b ailiao H i i t.ui OJO
Moura. fcoraps A C i.:: 1;10
BgftlwMMwk !MK)C00
Seixfls Irmaos ;t 2;;o.-i-00
FernandS & Ira Sos 3.S0S61
Fraucisco Rsarro PaW Gaita .raes .onosooo
ipassai
F.ta tudo fija leus P,emdi!o.
Oiioda, 20 de Janeiro de .800.
C. J 1J.
nst.itutiou Francaise de De-
mo iselles
BXl'EDIDO
|V!,i vapor leinao Mt-iiievi lat paro.
Sju's 3-O2O/00Q
Koaracao-4
mi os A-xsrao
Atfandga
l> ;s h lieos
Rauda gend
Do da 2 a 18
dem' dv 2i
-, S : :
JSS'dli v
BlU Haro de S. iorja n.
AS Alt-AS A1511U SU IIAO A 7 DE
A directora,
/. Aioar.
r"arinha te 44 > a 30; res a euia,
io ie 4SJ r. 560 ris dem.
Feiio di 9.X1 iiW dem.
EO
JANEIRO
Cear.......
Sui.........
Europa.......
Norte.........
Sul.........v.
I'apoce a cur.-sr
MEZ V''f. JAKEIBO
..... Pirapatna........
...... Sergtpe..........
Ville de Pernambuco.
Manos...........
Esp:nlo Santo.....
'1
22
24
23
27
Vapores a sahir
Sul.........
-autos e esc..
Norte........
MSZ DE JANEIRO
Mandos........... 23 as 5 h
Ville de Pernambuco. 23 as 4 h.
Espirito Santo...... 28 as oh.
R. oda provincia! :
Do dia 2 a li 10'1:G25: ai i
dem de 2q
&W2; 57
U59 039iB
IUKI'MLlMHfiMI
Capital 20.000:000|000
ESTE BANCO FNCCIONA
A
88Raa do Coinmercio88
Desconta letras e contas assignadas.
Adianta diuheiro sobre caucao de tituba
. *Sg? JS*. .,u..!:. .'' :,171 e mercadoriaa e abre contas correntes com
20 dS Janeiro de 1880. garanta dos nieamoa effeitos.
Recebe cm deposito ttulos e valores.
Faz mov meato de fundos de praca
praja e concede carta? do crdito, abono e
fiiingj.
l'aga em conta corrente de movimento
3 % ao a"n0-
Recebe dinharo a prazo fixo ou por-
aviso e. juro convencoado.
E faz outras operacoes bancarias.
O thesonreirc r1 ri .ci D.v.i;:-..ti'.cs.
O chale d.i scco&o -i: c:o fa. de cllo.
cecI!ori; geral
Do dia 2 a 17 22 3552<52
dem de !8 .4TOC0O
___
2>:033>S83
Keeci>edor3a >ro*!acJiiI
;o-iia2al7 7:001.4.71
ilsm de 18 2:7i>20^
93 :'0O73
Elecfc ra{R:ge
1)0 na 2 a~17 1:77i 8!7
dem de 18 UU9S
:'. Slc-eado Hnn!e!pal de % Jase
O n-ovirneuto deste marcado .s das 18 e 19
delaneiro foi o segoii
Eolraram :
39 bois pesar.d.! fi 752 kilo?.
1080 kilos de peie a 20 ris 2H00
18 carara coai artoaa i ^00 rs. diOO
1 ditas de iu'.as dj-essa a 300 rs. 300
65 columnas a 6'JO rs. ;!9i000
2 escriptorio a 300 r?. 000
130 tabolei.-os a 200 rs.
52 suioos a 200 rs. ID^ipO
119 cOfflparUtBvntos coa fi.riUia i>)> .....
i-j. *': joOO
J'G ditos de comidas a iOO rs.
193 ditos dolegumcs e fazendas a
400 rs.
18 d4.os de frns.;>:a.5 n GOO rs.
32 dilos de sumo- a 7'Xl rs.
12 Compartimentos d camarOes
a 200 r?.
68 tainos a 25
77,200
!0:8'J0
Slovliacna do porto
Xavios entrados no dia 19
Mandos e escala13 das, vapo>- nacional Para*
de l,9s)91oaeladaa. commauclaate Antonio Fer.
rrira da Silva, cqolpagCiB CO. carga varios ge-
nexos : a Pereira Caroeiro c C.
Poto30 das, l.i -igue portuguez Boa Sorte,
de 2'3 toneladas, capilo Duuiel de lattos,
< quipagem 9, carga varios gneros, a Mendes,
Lima & G.
Nudos sonidos no mesmo aia
Barba losii-ca sueca Gripen. capitSo M. Jen-
sen, em lastro.
Porto Alegre e psralaVapor in.'rlaz am'-ta,
comfflendaalo W. Ogge, carga varios gene-
ros.
Navios entrados no dia 20
Ba'itimoiM32 das, lugar americ.ino France.-,
de 644 toneladas, capitn John Thompson,
. equipasen 10, carga farinha de trigo a Ma-
chado Lopes <5c C.
Buenos Ayres por Montevideo-14 das, vapor
ingo;8Euclid, de971 toneladas, comman-
dante J. Ledward, equipagem 3<>, carga vanos
cuneros; a Blackbarn, Needham A C.
.340O jfaco-IO das, hiato nacional Aurora 2\\e
70 toneladas, rueslre Joaquim Jos da Svei-
ra, equipagem 4, carga sal; a Garlos Antonio
de Araujo.
Navios saludos no mesmo dia
240O
I3000O
Uenlimento de 1 a 17 do crrente
i i\: ooo
3:61I'280
4:05o280
Presos do dia:
Carne verde de 320 a 480 res o kilo.
Caroeiro d>> 640 a 800 dem.
Sumos de 600 a 6W reis dem.
-i
-I
-1
-
I

I
i
1
I
E
f
l
Rio de Janeiro o escalaVapor nocional rara,
commandaote Antonio Ferreira "da Silva, car-
ga varios gneros.-
West IniiesBarca iogieza Parajero, capiluo
D Thompson, em lastro.
BarbadosBarca norueguense Suez. cspittO
C. Lirsen, eui lastro.


Diario de Pernambuco-Ter^a-feira 21 de Janeiro de 1890
o
I



-
Incendio do Theatro de
Variedades
Nos abaixo assignados, proprietarios do
Caf Jardim, departamento da fabrica
Nova Hamburgo, em extremo penhorados
pelo mmediato eomparecimento iaa dignas
autoridades administrativas e policiacs por
occasiSo do incendio que na noite de 18
do correte, em poucoa minutos devorou
o edificio do tbeatro, pelas acertadas pro
videncias qae isolaratn o incendio do resto
do estabelecimento, campre-nos, aqu lou
var e admirar especialmente a nexee-
divel pericia exercida pelo babil corp de
bombeiros, ao que, inpontestavelmente de-
vemos o nao tejera ficalo reduzidas o cin-
zas as diversas galeras que circamdam
o local do inesndio.
Noaso profundo reuonheciniento, pois,
polica e ao corpo de. bombeiro6.
Nada estava e era nuucji esteve se
'guro.
Recife, 20 de Janeiro de 1890.
Augusto Krnes
tiuceessores.
EDITAES
.' rcruu. Secretarla do governo
do Estado d Pernambuco. 1 de
Janeiro de I.
De ordem do brigadeiro Goternador do Esta-
do, faco publico, para oa devidoa eTeitos, que ao
provimento do officio de eacrivo de orphios do
termo Se Escada coneorreram dentro d) praso
le^al os cidados capitao Aot >oio Francisco Cor-
deiro de Mello Augusto X ivicr Carneiro da Cu
oha, Domingos Thejdoro ReUrira Pinto de
Soo2a, Antonio Carlos Cavalcant; de Albirquer
que, Antcnio deBurgis Ponee de Len, Joao
Gostn. Olavo Corroa Crespo, Jos Faustino Ma
nnbo Palco, t.nentc Francisco Pereira Jo La-
to, Jos de B,sros Lias Wanderley, ?Ionano
Rodrigaes do Passo bacharel Francia o Brcde
rodea de Andrade Jos Odasans Viran de Sou-
za, Sducrdo An.unes de Alnaqaeique iello, al-
feres honorario Miguel J oaqaim do Reg Biri os :
e fora do mesmo praso, o inajor Ignacio Leopol
do de Albuquerque Maracho.
O secretario,
Antonio Ignacio de M. Neves.
P
DERBY C3L1IB
DE
ERNAMBUCO
Flelro dos devotos qne icem
de festejar o gloro Sanio
Aalo no auno de ISO
Na cleigo para essa festa publicada no Dia-
rio de 15 do corrente, deram-se dou* equvocos
lypographicoa, que convea rectificar.
Foi o primeno a falla do none Jo Sr. G^atu
lis00 dos Santos Vital entro os juizes por (evo
'ao-
Foi o segundo, lar sabido o nomo do Sr. ca-
pilo Anto;uo de Mello Vercosa entre os procu-
radores, quando lio o tliesouiviio.
FiC3n assim coi rgidos essc3 enganoa.
Despedid
Retrrnlo me boje para o sel onde pretendo
demorar-me, e r) me tendo sido possivel des-
pedirme pcssoalnv.mle de tedas aquellas pea
COas que ma dispensara amigada, co por
meio deste, offereiendo Ibes os meus diminutos
prestimos onJe quer qu? rae ai h .
Recite, 20 do Janeiro dt 1S90.
D.-. tilceira Barros.
--=-
y. 388
Suv porcui poileroso. Ape-
sar go vg r epronrptidJk) cun a que Salsa
unalba do Bristo), Incta contra as moles
tias as mata peconhentas. C n tudo ;;
Bita accSo suave e seus componentes ve-
gctaes einincntMucnte curativos e f>rt-
ricant, nao se acham dosvirtualisados
por nenhuma substancia miacra!. Pode-se
administrar com toda a segur, nca 's
eriauens e as senhores delicadas, que ps-
decem as molestias e deonlens physicfB
inherentes no sea sexo, c acharao que
nico remedio, para seas p- dccimoiitos e
debiitdade. Todas suas tendencias s2o s.>
IutifL-ra:. Abre oappiUte, fortifica o es-
tomaga, regula O figado e <> ventre, cobre
o corpo magro e extenuado com carnes
novas e firmes, d tom sea norvos, refrea
ca es msculos, d elaatici lade o corpo
e suavisa o espirito. Bista d zcr-se que
dentro do espao de 3") annos nunca co.s
ton q :e fHn-.sse ama f vez no curativo
ds enfermdadea ulcerosas e cruptiveis.
Encont^a-se vonda em Iodos os prin-
cipies estibeiccimtntos de drogas e em to-
das as boticas as nais acreditadas.
*. aeccao. Secretarla do Covcrno
do Estado de Peraambiws, 13 le
Janeiro de 1S0O
Ds ordem do brigadeiro Goveaaaor d El -
do, f eo publico, p:ra os devidos WMu, que
ao provimento io ottcio do Ubei io iiu noms d*
comarca dcsta : p t :l concorrurain, ''.vj.ro do
prao Ifigal, cu odadaoa s-:n:io Miiicrvino
Meir,-;, x-pllao I--lo Tbooiioairo da i'.o.~taM.i;i-
tei o Pedro da Sihaira L ibo, bach-wc! Jj- Mo-
ie ra Ivcsda Sllv.% teneMe AsiOni Jiaquim
MiaJo, bacbaraf E-nej-toCunia, capitn De
efe Augusto Roferifucs 4a Sst. captAi Anto-
nio Francisco Cor3cJ <'c Mell) Antonio de
Burg^3 Poace de l.eon ; e fora do m.'smo o ba-
cbarel Frncisco de Assis Pereira Rocba.
O secretario,
Antonio Ignacio de Mosquita Neves.
2.* secgao. Secretaria do governo do E8tado
de Pemambuco, em i; de Janeiro de 1890
Be ordem do brigad-:iro govemador do Estjdo
e em observancia ao dispesto no art. 5. do de-
creto n. 82C6 de 8 do Outubro ao juiz de direito Alci biadea Pataleante de Al
bumi'.-que, de sua rtmogao, por dt-creto de 30
deDcteoibro fiado, da cem rea de Floresta para
a do Formosa, no E-tado de Goyuz, Ihe Bfftdo
marcado o praso de site mezes para asnmir o
esercicio de sua fancejoca.
O secretario.
Antonio Ignack d^ M'.-quita nieves.
**>",
Da 3/
PROJECTO DE NSGRBPJO
corrida a realizar-se no dia 26 de
Janeiro de 1890
Cyamasfo Pernambiicaaio, em
Animaes de Pemambuco que
15O,J0O0 ao primeiro, 30IOOO
Editaln 7
(:1a praca)
Pela inspectoria desta Alfandega se f-z publi-
co que as 11 horas do dia 21 do corrente tan,
serio arrematadas a porta desta reparticao as
mercaclorias abaixo declaradas:
Armazcm n. 3
Mire- A M V i CUrna caixa ni, vinda de
New York no vapor americano Fioaoce, cr-
. tracto em 30 de Marco de 1889, consignada or-
dem, coaleado : sabao msdieinal, pesando nos
envoltorios 11 kilogrammaa; 12 garrafas com
vinbo medicinal na> especificado, pesando hqoi
do legal i kilasrammis; 14i vidros com lini-
mento nao especificado pesando I:qui io Ir-^al 3i
kil.>gramma>; 2i dit >s com xarop^M mediciones
pisando liquido ogal 1 kilogramma; 72 ditos
com plalas m?(iicinn.ca. pesando liquido I ki-
locraauaa : 24 d js com mjecc&o, pasando li-
quido legal i kilograaimas; 33"kilogi-ammis de
DOS para curar aniiaes.
Em coniiau:icao ser vendido em2' prac i:n
barril marca'J A C rindo de Lisboa no vaparin-
g!cz Pelambro*, entrado ero 15 de Ab-il de
1889. co'isi,'nado a Jjo F. Forroira, conten la
3ilitros de vinbo coaiuuu, (recomido ua Com
panhia Pernamouianj'.
3- 3ec;u> da A-fiml=gi Jo Pernarnbuvj, 20 do
Jaueiro de 1890.
Oche fe,
Domingos Joaquina da Fonseca.
i?\1,^S CONSLAgAO SOO metros.
n3o tenham ganbo no Derby. Premios
ao segundo e 155000 ao tereciro.
9 Y&i\9 EXPERIENCIA 80 metros. Animaes do Pemambuco que
nao teubam ganho no Derby nesta distancia e em maior de 850 me
. tros nos prados do Recife. Premios: 20 !000 ao primeiro, 400000 ao
segundo c 205000 ao tereciro.
." ^Wi^ RAPIDEZfl.SO metros. Animaes nacionaes at meio san-
gue que n2o,t3nbr-m ganbo este anno no Derby- Premios: 3000000
ao primeiro, G0000 ao segundo e 30000 ao tereeiro.
t^^^S ANIMAR AO l.fOO-metros. Animaes de Pemambuco que
nao tenham ganho era distancia superior a 1.500 metras no Derby.
Premios: 2UO0OOO ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao
tereeiro.
^W>9 VELOCIDADE 1.M metros. Egoas estrangeiras Pre:
mos: 4000000 primeira, 8O0OOO segunda e 400000 terceira.
. ^^3 PROSPERIDAD^ 8SO metros. Animaes de Pemambu-
co que nao tcnbam ganbo no Derby em maior distancia. Premios:
2Ot'0OOO ao primeiro, 400000 ao segundo e 203000 ao tereeiro.
* YWS^ ESTADO DE PERNAMBUCO <>0 metros. Animaes pun-
gas, Premios: 000000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000
ao tereeiro.
Observares
S serao aceitas para cada pareo as 16 propostas que primeiro forem lidas.
Nenhum pareo se- realizar -sem ques o inscrevam, animaes de tres proprie-
tarios differentes.
Nao poderSo inscrever-se no mesmo pareo mais de 2 animaes do mesmo pro-
pietario ou tratados na mesma coudelaria.
A inscripcao encerrar-sc-ha na terja-feira, 21 do corrente s 6 horas da tarde,
na secretaria do Derbv Club, na ra do Imperador n. 22, 1. andar.
O SECRETARIO,
Jos de Olive ira Castro.
Cabre, SMeezeaihro de 1889
Tendo com a mudar, ca de forma de go-
verno deeapparecido os .-artklos cinservn-
dor e liber.-il, para que nao ponh'aiB em du-
vida a minha a'.tilude, declaro que ccho-me
unido ao m j >r Soljnio Soarea de Mello,
cum o fim de prestarmos ao governo nos-
sa franca e leal adhealo nova ordem de
cousas ; sendo o noss} pensamento,o de
bem sjrvir patria.
Antonio Jus da Andrade.
Not
ice
Britisb Eni coual chu-ch E-labliahmcnt Per-
nambuco. T!ie Animal General nveting of ?ub-
crihers w II be btM at Ibe Biitisb Consulate
en SaltordaV Ihe 2a"1 instant at -O' Cock p. m.
Ikcife, 18 Janoarj 1890.
A. tolten.
l. M Cnsul.
segac^sg-
GRANDE CERVEJ.1RI A
ft'af f.crdim
rEPARTA^I'iS O DA FAVMICA DE CER-
VtJA
Nova Hairburgo
A o ptsbco
Nao obstante o inesperado incendio que
destruio o Theatro do contro do jardim,
faz se publico que todo o servigo, nSo t
do CAF jardim, como de todos os mais
departamentos da fabrica do visto cstabe-.
leciment, continua sem a menor interrup-
ySo dispcsic;ao do Ilustrado e benvolo
publico pernambuca'no eempre uprec.ador
do que boro c bello, til e agradare!.
Tambera se faz publico que, apezar dos
petares no lugar do ipc>adidp Tbeatrinbo
se vai preparar ura explendido salao que
far .s delicias dos numerosos e aprecia-
dores dos pittorescs bailes no prximo
carnaval, dias emquetoio o estabeleci-
mento estar deslumbrante.
E, para contentar certos amigos que
anda o tiajao ignorar, se assegura que,
nada absolutamente nada es'. seguro} nem
em companhiaa nacionaet nem estrangeiras:
os nicos prejuiieados nHo os proprieta-
rios.
Estando a fndar-ae a limpeza c pintura
do entro departamento da fabrica o da
ra Florentina-T-eita semaoa !>c ann'in
ciar sua roabertura: sala de jogog de b>
lhareB e bola, e alao de bebidas, seb a,
direccH i (le madame ***.
Rfcife, 20 de Janeiro de 1>.90.'
Augusto Kruss.
Successores
DECLARARES
Faculdadc de Direito
De ororm do cidado diieclor desta faculdide,
faco pub ico que'D uia 27 do corrente comeca-
r a matricula pira us solas preparatorias, e
pjder vITe.-laar so at o dia 8 de Fevereiro, in
de ledente de despacho do meamo ciladeo di-
rector.
D.'sU u-liioa:lata c.i diantc, at o 1- de Abril, r, .lr
oaluoir.o qne'uizor mairicular-se deve-- justi- -:
Bear perame a directora os motivos que o re- art. 27 do regulamunto vigente.
Escola Normal do Estado
de Pemambuco
a trie til a
De ordem do Dr. director fuco publico,
a quem interessarque a contar do dia 15
do corrente, *at 3 de Fevereiro, estar
aberta a matricula para os diversos annos
d'esta Escola. Os pretendente3 devero
requerel-a ao Dr. director, provando para
a matricula no 1." anno:
1 Idade maior de 17 annos, se forem
do sexo masculino, e de 15, sendo do
sexo feminino;
2.Isengao de culpa que motive a
perda da cadeira de professor publico;
3.Ser do bons costumes ;
4.N3o soffi'er molestias contagiosas
nem defeitos physicos que oa prvem de
bem exercer o magisterio ;
5.Habilitago as materias profesaa-
daa nos tres graos do ensino prirrari, ou
as do exarae que houver de fazer na
esc-'da.
Quanto matricula para os outro3 an-
nos basta ser a peticSo instruida com cer-
tificados de approvacao em todas as ma
terias do anno anterior.
Out.'csim declaro, que o m-tsme Lr. di-
rector tem designado o dia 28 do corrento
o examc da que tracta o
Directora das Obras Mili-
tares
De ordem do cidado capitto Jirector interino
da reparticao de obras militares deste Estado,
faco publico que no dia 28 do corrento mez, a
11 borts da manha na reparticao das obras mi
litares, no Pala:io do Governo, se receber pro-
postas em cartas fichadas d3 negociantes ou
rraas commerciaes desta praga, que quizerem
cor.tractar no correte anno, o fjrneciment s
obras militares dos materhes constantea da re-
lagao existente na mesma reparticao, disposi
cao dos pretendentes.
Repanico das Obras Militares em Pernambu
co. 3 de J-.neiro de 1890
Jjs Aritaado da Cunha.
2o cadete 2o sargento amanuense^
Thesouraria de Fa-
zenda
Di oriem do cidado inapeetjr, fago publico
que esta thesouraria acha se habilitada cera o
necnssario crdito par-, paganento dos seguin-
es en dores de ex^rcirios lindes
Mapoel Jouquim Alves da Coala
Fielden Brothera
Comp-.nhia l'ertmbucana
Oliveira Castro & C.
Francisco Pinto de Mig lhca
Jo-6 Runo Climaco dn Silva
Joo Walfredo de Modeiroa
Antonio Rcdrignes de Souza S C.
O mesmo
T.:aenlc Clernenlino Accioly Lias
ta.daram uaquelleact3J
Os ulu'inoa poder.io frrquenlar, se o quizerem.
mais de urna aula, c, m taulo qne o? que pie
boderea) matricular se as culis de rbetorica e
pbilosopbia, mostrm ter aprendido lalim e _
Secretaria da Escola Normal, 7 de Ja-
neiro de 1890.
Francisco C(.rlos da Silva Fragoso,
Secretario.
de reograplua e historia,! o ]i R*frtarn f*
ino-fem a; ber o francs, devenJo a prova ne OOClCUaUC JXeiltltll Id
tes caaos ser dida por attestado paasado por
profeasor publico oa particular, autorisado pelo
governo para leccionar.
A matricula naa lulaa de linguas ser permit-
ti la at o llm d > mez de Jilho. e as de seen
ciaa atol- de Ajiril, e loilas as aula3 sero
abertaa no dia 3 de Fevereiro provmo riodon
ro, de conf jrmidade com o art. 16 do regula
ment daa ralos preparntorias, sendo o rcapec
tlvo horario o seguinte :
l'hosophia, daa 8 as 9 horas, na 0. sala.
Partoeoea, es 9 as 10, dem.
Sbetorica, d^s 10 as ti, i'lem.
l-Aez, das 11 as 12. i Itm.
t. ntbmclica e gconlria, da* 12 a 1 hora,
dem.
Geographia e historia, tc 1 as 2, i !em
Fninecz, das 2 as 3, idem. '
Latina, de 1 as 3, na 3 s:la.
D.i pi'iico para n atrioula, dew conatir o
nome, ti!ia;o, nat!;ra!i ;.tle e i lade do alumno,
e di- iiav;- siito satistct.t a laxa da matricula.
Pela inscripcao em urna aula
dem idem em duaa
lieaa idem e;n -res
Secretaria da Faculdadc de ircito do Recife,
18 de Janeiro de 1890.-0 secetario.
Bonifacio de Arago P. Rochr*.
Dis-
tillagao Pernambucana
Sao convidados os Srs. accionistas a realizar
a 3* entrada de 10 %, equiva'.ent:'. a 20000 por
aci;o, al o dia 31 do crenle mez, conforme
oa arts. 8o e 9* d(s es'atucos, no escrinlorio do
Exm. Sr. thesourtiro Barfw de Peirolin ; entra
da pela ra do Torres u. 48, i" anlar.
Recife, 15 de JaLeiro de 1890.
O presidente.
Joo Fe nandes Ldpes.
Instituto Beaccente dos OOciaes
da Guarde nacional
De ordem do cilad'o prca lente da ass;mi.: m
geral, couviio a todo3 oa enhores sacios a ::
'unirem em asaembla geral no da 21 rente, s 6 1/2 horas da tarde, em n.saa sed?
ra larga do Rosario n. 18, i andar, am de se
, proceder a eUico doa novos funccionarios^iara
5000;, cor;ente anno. Out'oaim, a eleicSo ser reita
900.com o nuuorj e socios que comparecer, coa-
1SC00' forme determina o art. 57 10 dos posaos i r!a-
4.376*069
l:550tO0
86-4000
1:963S08
2 6035C01
f0OGO
1D33040
553i3i80
1 i 30W)
7438
18
T'.ie80uraria do Fazendu de Pemambuco,
de Janeiro do 1890.O recretatio,
Dr. Antonio J. de ant'Anna.
Sociedade
DOS
Vrtistas Mechaaicos e Li-
beraos
Aasemb'-a peral de cbiro
De ordem da Sr. director, convido a lodos oa
nosroa consocios, qce de accor-.lo com os esta-
toto3, se acbarca no goso doa teus direitos, a
cuiaparecerem no da 23 o correute. s 6 lioraa
da tardo, :.lim de proceder se aeteice da di-
rectora pa:a o corrent.; aonj social de 1800 a
4591.
Secretar a da Soledad* dos Artistas M.chaui
coa eLiOeraes, 20 de Janeiio de 18.0.
0 i secretario,
Joaquim t. Teixeira.
Juizosdos feitos dafazenda
tUt39.
Secrefcria da aflrembtfa geral do Instituto. 17
de Janeiro de 1890. O 1- secretario,
foaqoaB M.d iro." Ra__)f_so. _
Banco do Brmi
Pelo presente ^o
convidador os Sis. ac-
cionista i das novas c-
zil, aqui sub>criptas,
a virem jeaztf a se.
g*onda entrada de dez
por cento ou vinte mii
is por acc,o, nos dias
-*S!Si%SS&S>~-
Escola particular para me-
ninos
JoAo Franciscj da Costa Pialtao, alumno i
tre ululad) pela Escola Normal de.ne Estado
scien'Hic- a.33 pai de familias que na roa de
ChrHtovao Golomb n. 7 (an'.isa traveesa do
Lobato) a bam-se abertas as malriculas de sua
e cola, no dia 7 de Janeiro.
Preces commol so
nacional
Etcr'vao Reg Darr s
l'erar.te o Sr. Dr. ju z subtitulo dos feitos da
(aseada Benicio Nelsoa da Cunha Tavares ~ c\w -n fli, iQ(
Mello DO dia 24 do corrente-u.ez. pelas 41 horas 21a O OlO CCJTen te 110' nti Zk
da iLanJia depois da audiencia se vender d #
escrip torio de Pereira
d
udiencia se vender tm
praca publica", es bens seguintes :
Uin sobrado de 3 andarea tito a ra do Livra
racnto n. 7. frepuezia de Sanio Antonio, avaiia
do por 3.0C05C0, pcrtencin'.e a Dioso Augusto
des Rete.
Urna olaria sobre 5-j (.almos de lijub e cal co
beta de telba sita no lugar Cxllio? n. 23 per-
t'.nccDte a Vicente Perreira doa Santos Barros,
avafiada por 1:5005001.
Dma rsaa terrea de lijo!* e cal coberla de te-
Iba n 121 A, no lufcar polinyu, Estrada Nova de
Caxang, edificada e.m tTrcno coja natureza se
ipnora se 6 proprio, fotelro ou arrendado per-
lencente a Leoncio Pereira de Souza avaha fa por
70/.
Urna casa de rancho coberta de telha, sita no
lugar denominado Areiai, freguezia de Afoga-
dos, pertencent a Jo Rodrigues da Silva,
pelo preco de 27.
Estes Di'na sao vendidos para pagamento da
fazenda nacional.
Recife, ifc de Janeiro de 18^9.
O solicitad-",
Luiz M3Chado.Bo!elbo.
Carneiro Sf C, ra
Commercio n.* 6, 1.
an Companhia Ferro Carril de Per-
nambuco
Dividendo
Do dia 27 do corrate enr diante, pagi-se
no escriptorio central desla com >aobia, no Rio
de Janeiro, o 15 dividendo de 45000 por aeco,
correspondente ao i" semestre do esercicio de
1889 a 1890.
Recife, 20 de Janeiro de 1890.
Carl03 Alberto de Mencz1.;,
Geren'.c.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
A junta admioistetiva dfgfa san'i casa con
trreta, com qu m melliorea vp.laguus cfforccer,
: demolilo do predi > de dou? and; rea n. 44 da
ra Mrquez de Olin-R e a conatro :co de outro
igual ao cont-guo n. 42, c m um andar somente-
As prop;stas dev< -rio fer a presentadas em
caitas fechadas, devidamer.t'j selladas, pelas 3
horas da tarde do dia 21 do corrente, na sala
de suas sessea. d :vendo os proponentes apre
se Urcra fiador idneo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife; 17 de Janeiro de 1890.
0 escrivSo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Na secretaria da Santa C?.-a reci bem-ae pro-
testas pa*a arrendamento do predio n. 33, i ra
i:rquez de Olinda, com arn azcm proprio psra
lUafquer estabelecimento commercial, com
rranae reduegao no prego da -enda.
ia propoalas serao apreciadas pela junta em
ua aessao prxima. "
Secretaria da Sarita Casa de Miaericordia do
;.?cife, 30 de Outubro de 1889.
0 escrivo,
' Pedro Rodrigues de Souza.
Facudade de Direito do
Recife
Por esta secretaria, de ordem do cida-
do director, se faz publico, que ero. vir
tudc da ordem do governo federal cons-
tante do officio abaixo tran cripto do Go-
verno Provisorio deste Estado, baverao, a
comecor do dia 3 do ruez p.'oximo, na Fa-
culdadc, examen dos preparatorios, que
serSo opportunameno declarados para os
estud nes que tendo se inscripto na pri-
meira epochaos nao p-ideratn fazer em ra-
zao do disposto no art. 3. do decreto o
aviso no dito oficio citados Os estudan-
tea que estiverem ti 'estas cndicSes de
Terao desde ji requerer para serem seus
nomes incluidos bu respectivas listas de
chamados. .
fi de Janeiro de iseo
Pela secretaria do Gymuasio Pernambucano, e
de ordem do Rvo\ cidado regedor, se declara aos
paes de familia, e a quem mais interessar possa,
que a abertura solemne do curso scienlinco e
litterario tera lugar no dia 3 de Fevereiro proxi
mo vindouro, e desde ja se acha aberta a in-
scripcSo da matricula para aqoelle3 que prelen-
dercm estudar aa seguintes disciplinas :
Liogna nacional.
Dita latina.
Dita franceza.
Dita ingleza.
Ditas allem e italiana.
Geographia antiga e moderna.
Historia sagrada antiga e moderna
Geometra e trigonometra.
Arllhmetica e algebra.
Philosophia.
Rhelorica e potica.
Hstoiia e chorographia do Brazil.
Sciencias naturaes.
Escripturacao mercao.il.
0 corpo docente do instituto composto de 19
profesaores, oceupando se rada um dellea s-
men e com a materia ensinada em sua respecti-
va cadeira.
Serao admittidos no Gymnasio alumnos inter-
nos, meio pensionistas e externos
Oa pensionistas residjro no instituto, tendo
direito d estudar a serie de disciplinas de que
se compe o estadio scientifico e iitterario do
Gymnasio, de conformidade com o programma
eaiabelecido ; a ser alimentados sadia e abun-
dantemente e a ser tratados era suas pequeas
enfermidades. O instituto fornecer am'la me-
dico, medicamentos, cama, mesa, cadeira, luz,
corle de cabello, guardanapo, lavatorio, banho,
msica e desenho.
Os meio pensionistas se apreaentarap no es-
tabelecimento nos dias lectivos, s horas em
que as aulas se abrirem, e desde entao at se-
rem encerradas a tarde ; so equiparados aes
pensionistas, quanto aos estudos, alimentasao e
reersio.
Os alumnos externos so teem direito s ligues
e explicaeoea dos respectivos professores.
A pensao annual ;de 308000 que pagam oa
aiumnos internes do Gymnasio, se cobrar pelo
anno lectivo somente, divididaem prestacOes de
100/000 cada urna ; comecando a priraeira em
Fevereiro, a segunda em Muio e a terceira em
agosto e terminar no lim de ovembro.
Para os alumnos de instrucco primaria que
devera se achar no estabelecimento no da 16 de
Janeiro, a primeira pre toco ser antecipada
sem ugmento de penso.
A penso annual doa meio-penaionistas, ser
de 1805000 em tres prealaces de 60400.) cada
urna, elTectuada a cebranca do mesmo modo que
para os internos-
Os alumnos interno-; de qualquer cathegoria
pagaro na entrada e por urna s vez, urna joia
de 20/000 ; dous irm03 30/000, sendo 15/000
por cada um e nao baver ma's augmento de
joia crescendo o numero destes-
O instituto encarregar-se-ha da lavagem da
roupa dos alumnos internos que nao tiverem
quem o faga por fra, cisto mediante 15/000
em cada preslag. ste pagamento se fara de
modo idntico ao* da pensao e conjunctamente
com elle, dundo direito aos concertoa das pega3
arruinadaa do eoxoval.
Aa despezas com litros e mais objectos indis-
pc-n3aveia para a escriplurago, correm por eon-
ta dos alumnos internos ; devendo seus paes ou
quem oa representar deixar quantia sumeieate
pa.a este fornecimenlo.
Oa externos tem direiio 3 'ige3 e expli-
rag5es daa malcras ensilladas no curso, quaes-
quer que ellas sejam, pagando spenas no acto
!a matricula a taxa igual a que pagam os alum-
nos no Cjllegio das Arte s
lia tiimbcm urna cadeira de inslrncgo prima-
ria para oa alumnos internos e meio-pensionis-
tas, em a q al se ensina segundo o programma
das escolas publicas, nos ttrmo3 do regimcn'o
interno.
0 secretario,
Celso Tertuliano F. Quinte'.la.
Derby Club de Pernarabnco
Os Srs. accionistas qiifiram procurar n'eata
secretaria, os novo? ca:ioas em substituico doa
antigs, al o dia 23 do corrente. Depota d'esta
data estes carlOes n"o tero valor.
Secretaria do Derby Clo de Pemambuco, 17
de Janeiro de 1890.
O secretarlo,
J. de O. Castro.
Cib Republicano Parociiial da
ffca-Vista
Convido os socios deste Club a se reunirem
quar'a fiara, 22 de Jan iro, cm sesso extraordi-
naria.
O 2o secretario,
Rodrigues Vianna.
17 381
I7.HI9
17.4-23
17.433
17.434
17 433
4.a secc3o.Palacio
.do Goverao do
Estado de Pemambuco. Em 8 de Janei-
Para 03 devidos eff-jitos com-
munco-vos que o Governo Provisorio da
lepubbca, segundo declaron-me o cida-
dSo -Ministro dos Negocios do Interior m
aviso n 741 de 30 de Dezembro fiado,
resolv'eu q\ie, at ulterior deliberacSo, nao
se coninue n observar o disposto no art
a. do Dec. ti. 0,617 de 2 do Outubro de
1886, explicado pelo aviso de 9 do mes-
mo mez e anno; devondo ser admitlidos
a prestar os exames de preparatorios para
que ae ach^m inscriptos n'esta epoeha os
ustudantes aos quaos n^o tenba sido per
airtido fazel-oa em virtude d'aquella dis-
fpos9Ab. Sade e fraternidade.Jos Si-
' neao de OliveiraSr.' director da Fd-
culdade de Direito do Rcife.
Secretara da Facudade de Direito do
Recife, 20 de Jaioiro de 1890.
O secretario,
B. Aragao de Furia Rocha.
Recreativa Magdalenense
Por crdera superior convido oa Sra. socios a
se reunirem em assemblj geral. quinta-feira,
23 do cerrente, s 7 horas da tarde.
S. R. Magdalrncnse. 20 do aneiro de 1890.
O 1 secretario.
Tito Livio da Silva
Monte de Soccorro de Per-
nambuco
4 leilo de jolas
Es!e estabelecimento far leilo no dia 22 io
corrente, periutermeriiodo ? gen te Martins, em
toa se" I-, a ra do Bomleaus n. 32, s 11 ho-
ras :ia manha, dos objectos que nao forera rea-
patudos atoa vespera, constantes das seguiniea
camelas, ven.idaa de Dozembro de 1887 a Maio
de. 1888a dinheiro decentado :
16-895 2 pegas de brincoscravejalas de brilhan-
tes pequeos.
17.333 2 pares de brincoa, 1 dito de argoies, 1
volta de ouro.. urna medalha ouro de lei
6 1 rolcira de prata.
17 381 1 corrente para relogio, 1 porta relogio,
1 alinete e 1 relogio de ouro.
I correte para elogio curo de lei.
1 Iraaselim curo de lei.
. 1 rosario ouro de lei.
17 430 1 corrente para relogio ouro de lei.
17.431 i faqueiro contendo 72 colherea, 7 con
elias,t par de trinchantes, 48 garfoa, 24
facaa peqneaa. 4 collieres paramal e 1
salva, prata de lei.
1 broche de curo cooteed brilhautts.
1 relogio de ouro de le-
1 lrnceiim o botOes, 1 annel, 1 relogi),
ouro de lei c 1 par de esporas prata
baixa.
17 438 1 volta de ouro, 1 raedalha com brilhan
les e diamantes, ouro de lei.
17.410 1 correute dup a com inidalha para re-
logio. 1 liga el pulsoira com medalha,
ouro de lei.
17.141 1 par de rozlas de ouro com 2 rubins e
c>cuIo de biilharjtes, 3 boloes de ouro
com 3 perdas grandes, i relogio de ou
ro, 1 corrente e medalha para relogio,
. de lei.
17 443 1 .-hapa de ouro cravejada de brilhan
lea Je offieal da rrdem da Rosa, 3 bo-
les de ouro com 3 bnlliantes.
17.44o l annel de ouro com brilliantes. -
17.446 1 medalha de ouro com briihantcs.
17 40 % pares de rozela.s de ouro com 4 bri-
ihaaes, 1 annel con 1 dito, 3 pirca de
brincos, 1 crus, 1 cordo, ouro de le, 2
silvas, 1 pahteir, 18 colherea para so
pa. 12 dilaa para cha e 1 dita para ar-
roz, prata de lei.
17 453 1 pulseira de ouio' com disticq-amisa
deciavcjada do brilliaales pequeos e
1 rorrete para relogio, ouro de le.
17.-*59 1 p-ilaeira de ouro com brilhantes.
17.4(1 1 paliteiro e 31 carnerea para cha, prata
17.463 i annoldeouro com brilhJntc.
17.465 1 vol:a de ouro, 1 ikedalna, 1 traacelm
e l relogio. ouro de lei.
17.468 1 volta d: du.elira com 6;teteias, 1
medalha e 1 annel ouro de lei.
17.469 l par de-brincos de ouro cravejado de
brilhonte3 e diamantea, 1 pulaeira, 1 aln-
/ete, i par de rozelas, ouro de le.
17.470 1 cruz de ouro om brilhantes e 2 pul-
seiras, ouro de !;. -
18.471 1 salva e 8 colheres de cha, piala de leu
17.472.1 pulseira, 2 ilfiaetes, i par de brincos,
1 trancelira e 1 aune!, oa-o de lei.
17.473 i crus de ouiu i annel com brilhantes
pequeos, 1 alfinete para manta, i dedal
e4 aunis, ouro de lei.
17.474 i' par de brincos com catnapheu e pero-
las, 1 volta de trancelim, 1 medalha 1
cruz e 2 anneia, ouro de lei, 1 salva. 14
colheres el flvela de prata.
17.475 1 volta de ouro para aenhora, ouro de
lei.
17.476 1 annel de ouro com 1 brilhante grande
17.477 1 Pulseira de ouro Com rubins e perola
e i alfinete, ouro de lei.
17.478 2 aunis de ouro com brilhantes peque-
os, 1 alfin te p^ra retrato, ouro de lei.
17.410 1 broche cravejado de brilhantes em pra-
ta, 2 grampos de ouro cravejado3 de bri-
lhantes
17.500 1 hacia antiga e Ijarro.'prata de lei.
17.517 i volta de ouro com medalha, ouro de
lei.
17 519 2 pares de rozeUs, 1 medalha, l annel, -
ouro de lei, 3 bo'.Sea, ourobaixo.
17 523 1 annel de ouro com 2 brilhantes.
17.525 1 pulseira de ouro com esmeralda e ru-
bios, ouro de lei.
17550 4Jpares de brincoa, 2 alfinetes, 1 trance-
lim, 1 annel, ouro de lei, 1 pulseira, 3
cordes, 2 cruzes e 1 annel, ouro baixo.
17.554 1 cordo, ouro de lei.
17.569 i corrente paraTelogio, ouro de lei, e 1
moeda de ouro de 20J00O.
17.580 1 broche, 1 par de rozetas de ouro com
brilhantes, e 2 anneia com 5 ditos.
17.584 2 pulseiras, i trancelim, 1 cordo, 4 an-
neis, sendo 1 com" brilhantes e 3 botes
ouro de lei.
17.585 1 corrente para relogio, ouro de lei.
17 593 24 colheres para cha, de prata.
17 605 1 alfinete, 1 melallia e l volta de tran-
celim, ooro de lei.
17 611 1 par de brceos, 1 dito de roze:aa, 2
medalhas, l luneta, 1 cruz, 1 figa, 1 al-
finete pequeo, 1 annel, 1 par de botOes,
2 bolas, ouro de lei, 1 annel, ouro baixo.
17.619 i cruz de ouro com 7 brilhantes.
17.621 3 brincos, 2 pecas de ditos, 1 medalha
pequea, 1 annel de ouro de lei, 1 cordik)
e 1 annel, ouro baixo.
17.637 3 pulseiras, 3 pares de rozetas, 1 dito
de botOes, 1 cordo, 1 cruz, 1 annel e 1
caixa de ouro de lei.
17.642 2 fios de enro de lei, 2 coracoes de cor-
nelina, em ouro baixo.
17671 1 volta de ouro de lei.
17.679 3 anneis e 1 cordo de ouro de lei.
17.692 1 pulseira de ouro e 1 broche crave-
jado de brilhantes, 1 par de rozetas tam-
hem "cravejado e 1 pulseira con ten do
brilhantes e diamantes. ..
17 693 1 par de ruzetas de ouroCTntendo 2 sa-
phiros e circuios de brilhantes, 1 annel
cora brilhantes e sjphiras, 1 annel cora -
1 biilhanle 1 volta de ouro com meda-
lha, 1 pulseira, 2 pares de brincos e 1
cruz, ouro de lei, 1 pulseira, 2 alfinetes,
ouro baixo.
17.694 i correute para relogio e I volta de curo
de lei.
17-697 5 garfos, 5 facas com cabo de prata de
lei.
17 699 1 corrente para relogio e 1 moe-
dinha de ouro de lei,
17.700 1 correntio d" curo, 2 trancelins, 1 cai-
xa para rap, 2 ivdl'8, 1 par de botes,
ouro de :ei, 1 par de boles, ouro baixo,
2 selvas, 2 paliteiros, 24 colheres para
sopa, 10 ditas para cha, 2 ditas para ti-
rar sopa, prata de lei.
17.701 1 par de rozetas de ouro com 2 pulsei-
ras, 1 volta da ouro, 1 corrente para re-
logio de senhora e 1 relogio de ouro de
le.
17 702 i trancelim com luneta, 1 pulseira com
me- dalha e annel, ouro de lei.
17.704 1 pulaeira, 1 corrente para relogio, 1
trancelim, 2 alinetes, 3 pares de rozetas
e 7 botes, ouro de Id, pulaeira, 1 par
de brinzos, 1 dito de rozetas, 1 alfinete,
7 botes, 1 annel e 1 cruz, ouro baixo.
17.712 1 par de rozet:s de ouro, 1 cruz, conten-
do brilhante?, 1 pulseira e 1 vofta, curo
de lei
17.757
17.760
17-776
17-780
17.713 i corren'e cuita, ouro de lei.
17.726 1 corrente cam medalha, ouro de loi.
18.736 1 par de rczelas deonro com 2 brilhan-
tes.
17.739 2 pares de brincoa, 1 dito de rozetas e 1
relogio, ouro de lei.
17.746 6 garfos com cabo de prala, 1 tesoura
com prala, prata de lei.
1 pulseira, 1 dedal, curo de le.
1 par do rozetas co i: brilhantes, 1 salva,
1 paliteiro, 9 colheres para sopa e 9 dilaa
Sara cha, de prala.
salvas, 1 paliteiro, 1 colher :ara tirar
arroz, 13 ditas para cha, prata de lei.
1 allinee, 1 medalha, 1 cordc, 1 par de
rozetas, ouro de lei.
1 par de rezlas de ouro com 2 peroles
circuladas de brilhanlea, 1 par ie ditas
comrunae bri'hantes, 2 anneia com
brilh-iBles, i .ollas de ouro, 1 medalho
e 2 pulseiras, ouro de l;i.
17.799 Isalva prata de lei.
17.824 1 trancelim, ouro de lei-
17.837 1 corrente e medalha para relogio, ouro
de lei, 11 raoedinh's de ouro em Botio.
17.841 1 par de boles de ouro de lei.
17 851 1 trancelim. curo de lei.
17.866 i co rente e raeialha para relogio e 3
botes ouro de lei. *
17.877 i annel de ouro com um brilhante pe-
queo.
17.879 1 relogio de ouro.
17.893 1 brocie de ouro com brilhantes.
17-889 1 par de brinco de ouro e 1 medalha
cravejada de brilhantes.
17.893 1 relogio, ouro de lei.
17.896 1 broche. 2-parca de rozetas, ou-o de
lei. f.
17.902 1 pulseira c 1 broche, ouro de lei.
17.909 1 pulseira, 1 par de. brincos, 1 alfinete,
1 coraco de cornelina em ouro, 1 volta
de cordo, i de trancelim e 14 teleias,
ouro ce lei.
17.911 1 salva de prala.
17.919 1 trancelim, 1 cruz, i luneta, ouro de
lei, 2 cssticaes prata de lei.
17.922 1 annel de ouro com brHbanies.
17.925 1 bro;he. 1 par de brincoa cravejado de
perolas, ouro de lei.
17 91-7 1 cordo, 1 fga, 1 alfinete, 1 p.r de ro-
zetas, 1 brinco. 1 dedal, 1 annel com 2
pequeos: brilhantes, ouro de lei.
17 928 1 pulseira de ouro com brilhantes, 1 pul-
seira com perolas c rubins, 1 broche cora,
rubina e p-rolas, 1 volta de ouro e 1 me-
dalha, ouro de lei.
17.944 Pnncl do curo cora brhantca em "cir-
culo.
17.946 1 trancelim, 1 raceda de ouro com lago,
ouro de lei.
17.982 1 par de brinca?, 2 diios de rozetas e i
annel, ouro de lef, 1 pulseira, 1 alfinete,
-1 par de rosetas, 2 cordes, 1 cruz em
curo, 1 emblema do sol em curo e 2 an-
neis curo baixo.
18.005 6 colheres pera oea, 10 ditas para cha,
prata baixa.
18 006 1 rafa, i paliteiro, 4 colucres para se-
pa, 17 ditas para cha, prata de lei.
18 014 1 pulseira, ouro de lei.
18.016 1 pul-eira, curo de lei.
18.020 1 volia de Oiiro para senhora, ouro da
______lei.
18 t>25 1 alfinele. 1 .par de brincos, 1 trancelim,
ouro de lei.
18.027 1 cordo e 1 relogio, ouro do le.
18.034 1 trancelim, 1 cruz, ouro de lei.
18-038 l'par de brincos. 1 medalha 'o 1 annel,
ouro ie l:i, 1 paliteiro.
18 039 1 par de rozels c 1 dedal, ouro de iei.
18 041 3 pulseiras, 1 volta de tnncelim, 1 par
de rozetas fo'na doua brilhantes, 1 nnel,
1 par do botes a 1 dedal, ouro de le.
18.048 i pulseira, i Irancclim, 1 alfinete e 5 t-
telas, ouro de U-i.
18 063 2 pares de brincos, 1 volta de trance-
lim, 1 asnel, ouro d"c lei.
18-064 l'par de ioz.-trs de ouro com brilhantes.
18 065 1 volta de oufio. 1 medalha. i volta de
trancelim, 1 iioedinha de ouro com la.o,
3 teteias e 1 relogio, ouro de lei.
18-078 1 relogio, ouro.de le.
l.085 1 par de rozetas cora brilhantes peque-
nos, 3 1'2 parea de ditas, 1 alfinete e 2
botes, boro de lei,-I par de rozetas,
ouro baixo. ... .,
18 089 1 pulseira de ouro com brilhanlea, 2 bro-
ches de outo com ditos, ouro de le, 1
par de brincoa cravejados de diamantes.
18.103 1 par de rozetas de ouro com brilhantes.
18.107 2 anneis de ouro, em um tem 1 brilhan-
..
i;
V




r -


?

l




6
Diario de Pemambuco--Tere, a-feir 2 i de Janeiro de 1890
bri-
com
te pequeo, 1 alfinete e 1 botao ouro de
lei.
18.113 l relogio, ouro de le.
18.130 1 gargantilha de ouro contendo 13
loantes, 13 perolas, 1 cruz de onro
brilhantes.
18.143 1 fiar dr brincos, 1 moedinba de ouro
com lagj, 1 volta de tranceln), 2 em
blemas da Conceico e Espirito Santo, 2
bentinhos e 1 luneta, ouro de lei.
18.150 1 colar, ouro de lei, 1 par de botoes,
onro baixo.
18.169 1 alfinete, 1 par de brincos, 3 voltas de
traDcelim, ouro de lei.
18.194 1 volta de ouro com medalha e 1 annel
ouro de lei.
18.200 1 cruz de curo com bnlbantes e 1 fio de
? erlas,
trancelim, 1 medalha pequea, 2 pa-
res de brincos e 1 annel, ouro de lei.
18.211 1 par de botoes de ouro com 2 brilhun
tes e 1 annel cora dito.
18.21* 1 volta de ouro com medalha, ouro
lei.
18-227 1 annel de ouro com 1 brilhante |
queno.'
correte e medalha, ouro de lei.
de
pe-
15*31 1
18537 1 trancelim, ouro de le.
18 245 1 broche de ouro cravejado de brilhan
tes, 2 pulseiras de ouro com ditos, 1
cruz toda crevejada de brilhantes gran-
des.
18-249 18 colheres para sopa, 26 ditas para cha,
1 concha para arroz, de prata.
18.250 1 pulseira, 1 broche, 1 par de brincos
com bnihantes, 1 broche, 1 par de brin
eos com brilhantes pequeos e rubios
grandes, 2 pulseiras de ouro, 1 broche
com esmeralda e perola.
18.252 1 volta para senhora ogro de lei.
18.256 1 relogio de ouro de lei.
18.262 1 traucelim, ouro de lei.
18.266 1 cruz de ouro com brilhantes e 1 fio de
perolas raudas
18.268 1 alfinete de ouro com brillantes e rn
ins, 1 annel com um brilhante.
18 269 1 correle para relogio, 1 par de brincos,
1 dito de rosetas, ouro de lei.
18.270 2 pares de rosetas, ouro baixo, 12 co-
lheres para eh, prata baixa.
18 275 1 volta de ouro, 1 medalha, ouro de lei.
18 298 1 trancelim e 1 medalha, ouro de lei.
18.310 1 corrale para relogio faltando chave.
1 correotao para relogio, 1 cordao, 1
vola de dito 1 alfioete, um par de brin-
cos, 2 anneis, 1 moeda de ouro com lago
ouro de lei.
18.318 1 correte e medalha para relogio, Ouro
de lei.
18 319 1 relogio ouro de lei.
19.324 1 pulseira, 1 broche, 1 volta de ouro
com laco, 1 medalha e 1 par de brinets,
ouro de lei.
18.331 1 par de rosetas, 1 allinete, 1 cruz de
ouro, 1 volta de cordao, 6 teteias, 1 al
nete com pedra e 1 annel, ouro de lei.
19.334 1 relogio de ouro de lei. .
18-343 2 aooeis de curo com brilhantes.
18.354 1 cordao, 1 moedinba dj 0Bfo com lago,
ouro fle lei.
18.371 3 pulseiras, 1 volta de cordao grosso. 8
teteias de ouro, 1 moeda de prata com
laco de ouro, ouro de lei.
18.372 1 relogio de ouro.
18.377 1 par de rosetas com 2 brilhantes, i an-
nel com dito, 4 botoes ihantes, 1 corrente de ouro com portu-
relogio, ouro de le.
18.412 1 par de rosetas de ouro em 2 brilhantes
circulados de diamantes.
88-414 1 par de brincos, 1 dito de rosetas, 1 al
lioete, 2 aooeis, 1 teteia, ouro de lei, 1
annel e 1 aro de alfinete, ouro baixo..
18.415 1 broche 1 par de brincos, ouro de lei.
18.416 1 pulseira, 2 medalha?, 1 traucelim, 2
correntes para relogio, 1 par de Brincos
e 1 annel, ouro de le.
18.417 1 moedinha de ouro, do valor de 5*000
2 voltas de tran:elim, 1 boto e 1 liga,
ouro de lei.
18.420 2 anneis de ouro com 2 brilhantes, 1
cruz de ouro com dito, 1 fio de perolas.
18.429 6moedinnas de ouro (dollars) em bo
t5es.
18.430 6 colheres para sopa, 2 ditas para sopa e
arroz, prata de lei, 1 castical, prata
baixa.
18.437 1 par de rosetas de ouro. contend 4 bri
Ihantes, sendo 2 grandes.
18.453 1 emblema do EspHto-Santo, 1 coraco
em ouro, 1 dsdal e 5 botoes, ouro de
lei
18.466 2 bules, 1, assucareiro, 1 manteigueira.
1 leiteira,!! salva pequea, 1 coador, 2
colheres piara peixe e arroz, 1 jarro e
bacia, prata de lei.
18.473 1 corrente e medalhas para relogio e 1
pulseira, ouro de lei.
i8.i73 1 volta de trancelim, 1 medalha, 2 moe-
dinhas de ouro em botoes e 2 anneis
ouro de. lei.
18.476 1 annel de ouro com um brilhante pe-
queo.
18.481 1 anntl de ouro com um brilhante pe-
queo, 1 pulseira, 1 alfinete de ouro com
rubins e pedra, 1 corrente para relogio,
2 medalhas de ouro de lei, 1 paliteiro, 1
salva pequea, prata de lei.
18.495 i annel de ouro com tres brilhantes pe-
queos.
18 500 1 trancelim ehato, ouro de lei.
18.508 1 par de brincos, 1 cordao, 1 volta de
contas de ouro, 1 coragao, 1 medalha, 1
cruz, 1 annel, 2 ligas em ouro e 2 bo-
toes, curo de lei; 1 cordo, 1 olho de
Santa Lnzia, ouro baixo.
'8.514 1 pulseira, 2 broches, 1 par de brincos,
1 med ilha, ouro de lei.
18 522 1 par de rosetas de our< com 4 bri-
lhantes.
18526 1 moeda de ouro de 5*000, 2 voltas de
trancelim, 1 medalha, 2 figas de coral em
ouro e trez teteas, ouro de lei.
18- 530 1 corrente e medalha para relogio, ouro
de lei.
18.531 1 trancelim, 1 volta de dito, 1 cruz, ouro
de lei.
18.533 1 annel de ouro com brilhante.
18.535 1 annel de ouro com trez brilhantes, 1
dito com um brilhante.
18-538 1 corrente e medalha, para relogio pe-
ueno de ouro de lei.
rosario de oure, 4 anneis, 2 moedinhas
de ouro em botoes, ouro de lei.
18 542 1 corrente e medalha e teteas para re-
logio, 3 tramelins, 1 loneta, 1 cordao, 1
rosario, 3 alfinetes, 1 par de brincos 9
anneis, 1 dedal ouro de lei, 1 pulseira
com requi lfe, 1 dita de ouro, 1 allinete,
2 pares de rozetas, ouro baixo.
18.50 brilhantes pequeos sobre papel.
18.552 1 corrente e medalha para relogio.
Recife, 13 de Janeiro de 1890.
O gerente,
Feltno D Ferreira Coelh.
MARTIMOS
JompaDhia Bafaiana de Na-
vegado Vapor
Macei, Villa-Nova, Penedo, Araca-
- j, Estancia e Baha
O vapor Sergipe
"em man dan te Re be lio
E' esperado dos portos cima
at o dia 22 (Je Janeiro, e de
pois da demora do costume re-
kgressar para os mesmos
Para carga, passagens, encommendas e dinhei-
ro a frete trata-se com o
AGENTE
3edro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vigario17 .
lili ^
irran
lotas
Segae com brevidade para os portes cima a
barca nacional Marianmha recebe carga a tra-
ar coa Baltar, Oliveira & C.
Companhie de Mssageries
Maritimes*
LINHA MENSAL
O paquete Equateur
Commandante Moreau
E' esperado dos portos do
sul no dia 2 de Pevereiro
seguindo depois dademo
ra de cos'ume para bor-
deara, tocando em
Dakar e Lisboa
Leoibra-se aos Srs. passageiros de todas as
asas que ha logares reservados para esta
;encia, que podem tomar em qualquer tempo
Paz-se abatimento de 15 0|0 em mor das fa-
tuas compostas de 4 pessoas ao menos e que
igarem 4 passagens inteiras.
Por excepcao, os criados de familias que to-
aren! bilhetes de proa, gozam tambem deste
ratimente.
Os vales postaes s se dao at o dia 30 de De
zembro pagos de contado.
Para carga, passagens, encommendas e.di-
leiro a frete : trata-se com o AGENTE.
O paquete Nerthe
Commandante Lecointre
E' esperado da Europa no
dia 3 de Pevereiro e se-
guir depois da demora
aecessaria para
Jiia, Rio de Janeiro, Buenos-Ayres e
Montevideo
..embra-se aos Srs. passageiros de todas as
isses que ha logares reservados para esta
:encia, que podem tomar em quatquer tempo.
?revine-8e aos Srs. recebedores de mercado-
is qoe s se attender a reclamaces por fal-
s, nos volames, que forem reconhecidas na
oasiao da descarga, assim como deverao der>-
o de 48 horas a contar do dia da descarga das
/arengas, fazerem qnalquer reciamacSo con-
rnentes a volumes que porventura tenham se-
ndo para os portos do sol, afim -de poder-se
ir a tempo as providencias necessarias.
COHPII1NA
ICA*A
PBBNA
D
lavegaeao costelra per vapor
POBTOS DO NOffTE
arahyba, Natal, Maco, Monor, Araca-
ty e Cear
O vapor Una
Commandante Monteiro
... Segu no dia 25de Janeiro as 5
^|w. horas da tarde. Recebe carga at o
ftjdia 24
Sncommendas, passagens e dinheiro frete,
i as 4 horas da tarde do dia 25.
ESCRIPTORIO
lo Cae da Companhia Pernambucanu
n. 12
LEILOES
Quarta feira, 22. deve ter lugar oxleilo dos
movis e mais objeclos da casa de residencia da
Sra. D. Isabel Thompson, que vai para a Europa.
Leilo
Unte paquetea
s elctrica.
fio Hluminado a
Para carga, passagens, encommendas e di-
leiro a frete : trata-se com o
AGENTE
Auguste Labille
3 Ra do Commereio 9
CHARGEURS REUNS
Companhia Francesa
DE
Naregacao a vapor
Liaba qoinzenal entre o Havre, Lisboa
?ernamb*co, Babia, Rio de Janeiro e
Santos.
O- vapor
Ville de Pernambuco
Commandante l'oux
E' esperado da Europa at o dia
25 de Janeiro, seguindo depois
da iDdispensavel demora para a
Macei, Kio de Janeiro e Santos
Soga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vaoores desta linha, queiram apresentar dentr;
de 6 das a contar do da descarga das alvarengat
qualquer reclamajao concernente a volumes que
l>orventura tenham seguido para os portos di
sul afim de se poder dar a tempo as provi
Vacias necessarias.
Sxpirado o reierido prazo a companhia nao s<
responsabilisa por extravos.
Para carga, pas3agens, encommendas e d'
ab?iro a frete : trata-se com c
AGENTE
Angoste Labille
9- RA DO COMMRCIO 9
De fazendas, constan lo de 1 caixan. 1, com.
dozias de fiebus de la, 1 caixa o. 2 com 10 du-
nas de camisas de meia de algodo, 1 caixa n
3 com pecas de caubraias adamascadas e du
zias de lencos de morim estampado.
Teroa-feira, 21 do corrente
A's 11 horas
O agente Gusmao far leilo, no armazem n.
48 da ra do Mrquez de Olinda, das fazendas
actm mencionadas.
Leilo
Companhia Brasil eir de
Navegacao Vapor
PORTOS DO NORTE
^apor Espirito-Santo
Commandante ( arlos Antonio Gomes
E' esperado dos portos do snJ
ate i da 27 de Janeiro c se-
guindo depoit da demora indis-
pensavel para os portos do nor-
te ate taauaob. ,
is encommendas s serao recebidas na ager,
cii ate 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, encommendas, passagens e valo
res trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
SwmRua do Commereio -O1
1 andar
COMPWnii PERMHIII C4-VA
DE
aTegaeSo costelra por vapor
POR'iOS DO SUL.
Macei, Penedo, racajn e Babia
O vapor Jacuhype
Commandante Esteves
Segoe no dia 24 de Janeiro as
5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 23.
Encommendas, passagens e dinheiros frete,
t as 3 horas da tarde do dia da partida
ESCRD7TORO -
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
Pacific Steam Navigation
Company
STRAITSOFMAGELLAN UNE
O paquete Aconcagua
Espera-se do sul at o dia
89 de Janeiro e seguir,
depois da demora do costu-
me para Liverpool por
Lisboa, Bordean* e iMymoiilh
Para carga, passageiros, encommendas e di
nheiro a freie: trata-se com os
AGENTES
Wilson, Sons A C, Limited
14RA DO COMMERCIO14
COMPAVHIA PEKVAOUCAIA
DE
avegaco costelra por vapor
PORTOS DO SUL
Tamandar e Rio Formoso
O vapor S.Francisco
Commandante Pereira
Segu no dia 23 do corren-
te as 5 horas da tarde Re-
cebe carga at o dia 11.
Encommendas, passagens e dinheiro frete
as 3 horas da tarde do da 23.
ESCKDPTORIO
lo Cae da Companhia Pernambucana
n. 12
Oe um importante cavallo de corrida, que
tem ganho diversos premios nos pra-
dos
Terca feira. 91 do corrente
A's 11 e 1\2 horas em ponto
No armazem ra do Imperador n. 39
O agente Stepple levar a leilo o cavallo ci-
ma, por conta e risco de quem pertencer.
Agente Sveira
2 leilo
De urna parte -da casa terrea sita ra
do Visconde de Albuquerque n. 123
Terea-feira. ti do corrate
A's 11 horas em ponto
No armazem ra Estreita do Rosario
n.8
O ageote Silveira, por mandado e com assis-
tencia do Illra Sr. Dr. jniz de ausentes e a re
querimento do Dr. curador de ausuntes, levar
a leilo urna parte da referida casa, espolio de
Francisco Lucio das Cbagas.
Leilo
AVISOS DIVERSOS
Preciea-se de um criado e de orna copeira
para casa de ponca familia a tratar no 1 andar
do predio n. 3, pateo de S.,'Pedro.
- Precisa se de urna au a para servigo do
mestico de casa de tamilia ; la roa 1. de Margo
gomero 2._____________________________
Aluga-se o 3 anda da roa da Penha n.
1 ; a tratar no escriptorio la roa 1.a de Marco
numero 17.
OtTerece se urna seohora para leccioDar
primeiras leltras e algum trabalho de agulba, em
collegio ou casa particular, deixando carta fe-
chada oesta typograpbia, com as iniciaes T. M.
De movis, loua, crystaes, porcelana, can
dieiros a g z, j rros e tapetes
A sabor i
Um piaoo forte, umamobilia de Jacaranda com
1 sof, 2 consolos com pedra, 12 cadeiras de
guarnico jardineiras com pedra, cadeiras de
balaceo, consolos avulsos, jarros para flores
candieiros a gaz. estatuetas, espelbo3 dourados
e 2 tancas para cortinados.
Cma estante para livros, 1 secretaria de jaca-
reada, 1 carteira para seohora, quadros e 1 mesa
grande redonda.
Urna mesa elstica com 6Ttaboa3, 1 gnarda-
louga envidrucado, 1 aparador com armario, 1
guarda comida 12 cadeiras de guaroico, ca-
deiras de balaaco, 1 relogio de parede e 1 tapete
forro de sala.
Dous apparelhos de porceliDa para jantar, 2
ditos" para cha, copos, clices, compoteiras, fru-
cteiras, garrafas, ja-ros com azas para agua, fru
cieiras, mesas de cosiDha e trem de cosioha.
Quatro quartos comple'ameote mobilhados cem
camas, commodas, lavatorios, guarda-vestidos e
ma.s accessorios de casa de familia, existentes
oa casa da
Ra do Conde da Boa-viwta n. I M
(ontr'ora Cmlnbo Soo)
QUAKTA FEIRA, 22 t) CORRENTE
D. Isabel Thompsoo, tendo de fazer urna via-
gem Europa, fax leilo por intervpnco do
agente Pinto, dos movis e mais objectos exis-
tentes casa de sua residencia, ra do Conde
da Ba-Vista n 24 M.
O leilo principiar s 10 1/2 horas em ponto.
Vendem-se
lindas mobilias austracas e de junco, cadeiras
avulsas de Thonnet, do armazem da ra do Bom
Jess o. 46. ________
Leilo
Agente Britto
Em continuaco do do dia 17, rua de 7 deSe-
tembro, antigo becco dos Ferreiros n. 8
Vender o seguipte:
Urna mobilin de Jacaranda, 1 guarda-vestido,
1 guarda roupa, 1 toilette, 1 cama le Jacaranda,
2 marquezOes, 2 commodas, 1 cabide de colum-
na. 1 banca. 1 berro. 1 mesa elstica, 1 guarda
louca importante, camas de ferro, 2 aparadores,
movis avulsos, jarros, louga para almoco e jan-
tar, vidros, bandeijas, 12 cadeiras de juuco, 12
ditas de pao carga, relogios de parede, quadros,
candieiros emuitos outros objectos, inclusive 1
guarda-comida.
<|iiarta-frlra. 2 9 do corrente
A's 11 horas
Leilo
De dous importantes cavallos de sangue, para
corridas, constando da egua Phedra e do caval-
lo Phalerno.
Quarta-feira, 22 do corrente
A 1 hora da tarde
O agente Gusmo far leilo na praca do Com-
mereio (Lingueta) dos importantes cavallos ci-
ma mencionados.
Agente Pestaa
Leilo
das dividas da massa fallida de Joao Fe-
liiberto da Cruz Braga & C.
Quarta-feira 22 do corrente, s 11 horas em
ponto, no armazem travessa do Corpo Santo-1
n. 27.
O agente Pestaa far leilo.. por mandado
com assistencia do Exm. Sr. Dr. juiz do com-
mereio, das dividas cima mencionadas.
Agente Stepple
Leilo importante
Terca-felra, IN do corrate
v A's 11 oras em ponto
No armazem. ra do Imperador n. 39
De um importante sitio com urna escol-
ente casa assobradada, no largo do
Monteiro, sob n. 1.
O ageote Stepple, autorisado pelo cidado Dr.
Antonio Gomes Tavares, que retira-se d'este Es-
tado para o do Cear, levara e_ leilo um im-
portante sitio com urna excellente ca a assobra-
dada, sita no lugar do Monteiro, sob n. 1, com os
seguintes commodos : pavimento terreo com 2
espagosas salas assoalbadas e 3 grandes quartos.
terraco, grande cosinba, dispensa; no andar su-
perior, 2 grandes salas, 3 quartos, e muita fres :a
toda-casa; no sitio urna grande cocheira, estri-
bara, ca:imba com boa agua potavel e bomba,
casa de banho com tanque a mosaico e grande
deposito de ferro, galinheiro todo de ferro, obra
prima, quartos para criados, nm dito com anpa-
relho, sitio todo murado com 2 portees de ferro
e gradeamento de ferro, e um porto no fundo
que deita .o ara o rio Capibaribe, onde existe nm
excellente banheiro para banho salgado, com
variedades de excellentes fructeiras; como os
Srs. pretendentes podero desde j examinar o
referido sitio, e qualquer informagSo o mesmo
agente dar.
\ Aluga t-e barato a loja e Io andar da roa
streita do Rosario n. 38, e a casa terrea Jn. 108
da ra da Gloria, a tratar oa ra do Pilar n. 86
Francisco los da Costa Ferreira, prati-
cante do correio, veio ao chamado da senhora.
Meando de voltar t boje.
Precisase de um caixeiro. com idade de
12 a 14 annos, com alguma pratica de venda, a
tratar na ra de Hortas n. 1.___________
Aluga se a grande casa caiada e piolada
com grande sitio arborisado e todo murado, sito
ao becco do Padre Inglez, as chaves no mesmo,
a tratar no armazem o. 25 travesea do Corpo-
Saoto.________________________________.
Vende se urna taverna ra dos Martyrios
n. 146, tem pouco capital, o motivo da venda
o dono estar doente ; trata-se na mesnia ou oa
ra da Palma o. 111._________'______________
Alugam-se casas caladas e pintadas nos
undos de S Goncalo, a 81000; a tratar na ra
la Imperatriz n. 76. ________^^
Alugam-se o 1- e 2- andares da casa n. 43t
roa Visconde de Inhama, com agua e com-
modos para familia; as chaves no andar terreo.
Venfle-se urna mobilia de Jacaranda em
perfeit>eitado, constando de sof, cadeiras de
balango, consolos, jarros, etageres, muitos era
veiro3, palmeiras, arvore da fortuna, tceira
grande, tudo porque o ion o vai para fra da
ti rra; no Caminho Novo n. 128. Na mesma casa
aluga-se um comm'-do pa a pessoa que nao te
nha familia, dando-sc comida, querendo.
Vende se um bom sitio dentro da cidade
de Olinda, perto da estago do Varado uro, com
coqueiros, sapetiseiros e outras agrores de frac
tos tem urna boa cacimba que nao scea, tanque
de cimento ao p para banho, tem a frente e o
fundo morados e portos, deita os fundos para a
estrada do norte (muito frequentada) offerecen-
do vantagens para negocio, bea casa, bem con
servada e limpa, com terr.no ptimo para plan
tagOes; quem pretender dirija se roa da Flo-
resta, por detraz da do BarSo da Vera Cruz nu
mero 2.
Vende se bois mansos e carrogas de quatro
rodas ; na ra do Cotovfto n. 119.__________
A escola publica de instrucgSo primaria da
i cadeira lo sexo feminino da freguezia de S.
Fr. Pedro Goncalves do Recife, regida pela pro-
fessora Claudiana Nativa d) O'Santos, acha se
funccioi ando dtsdeo dia 17 do corrente, na ra
Mrquez de Olinda n 44,2- andar.
O MICROBIO
OA
flentiorrhMgia
3 radicalmente aniquilado peto emprego da
INJECCAO CADST
DEPOSITO SBAL:
ff
PA-TS, JIoev-Td De-ai-, 7, f AT.ZS ||
Ver t Nojcii que serve Je cmbrulho a cada ifc
tldra ta Injce^o Cadet.
Depsitos ca toiat as pr!ctf;rs Pharmac! o Si^pL >}
SS?_r-"553S22^'^"?V__t
Ama
Piecisa-se de urna ama para cosinba de casa
de pequea familia ; na ra do Imperador n.
40, armazem. ______ ___
Gosinheira
Precisase de urna cosinheira para casa de
pequea familia ; na ra Duque de Caxias e. 86,
terceiro andar.
\o commereio
. N3 abaixo assignsdos declaramos pelo pre-
sente que dissolvemos amigave mente oosa
sociedade. a qual gyrava sob a firma Santos &
Monteiro, ficando o activo e passivo de dita casa
a cargo do socio Maooel Googalves da Silva
Monteiro.
Recife, 16 de Janeiro de 1890.
Jos Silva Santos.
Manoel Gongalves da Silva Monteiro
Excellente morada
Aluga-se barato, ra do Hospital Pedro 2.
no lugar dos Coelhos, urna casa assobradada
com agua, muitos commodos, muito fresca e
Snto do baoha salgado a tratar com Joaquim
oreira Reis, das 8 as 10 horas da mEoh, o
qual aluga tambem alli casas de 6S, 8# 10* e
12*000___________________________________
Amas
Precisa se de urna boa engommadeira e de
urna cosinheira que faga compras ; a Uatar na
ra do Hospicio a. 40._____________________
Ao commercii
O abaixo assignado, unix> responsavel pela
firma de Rernardino da Costa Maia & C, com
loja de calgailos ra do Livramento n. 19, de
clara que nada deve nesta praga nem em outra
qualquer : quem se julgar credor aprsenle se
no praso de oito das. 0 mesmo pede a todos
os seus devedores para mandar saldar seos d-
bitos at o dia 23 do corrente. _
Recife, y de Janeiro de f890.
Bernardino da Costa Maia.
Cosinheira
Precisase de urna ama para cozinhar;
no 3. andar do predio n. 42 da ra Du-
que de Caxias, -por cima da typographia
do Diario.
Costureira
Na ra Sete de Setembro n. 6, precisase de
orna costureira que saiba cortar e eofeitar ves-
tidos com perfeigo.
Grande refinaco
Aluga-sc o grande armazem onde foi a antiga
refinagilo do Manguinbo, com repartimentos,
fornalnas e grande chamin, com portas largas
para entradas de cavallos e carrogas para carre-
gar, pelo que presta-se a qualquer fabrica,
gendo um dos pontos perraittidos pela Cmara
para montagem de machinas de picar fumo : a
tratar na ra da.Madre de Deus n. 3, hotel Pi-
tollo. onde tambem se alugam duas casas no
Entroncamento, proprias para tavernas ou ou-
tro qualquer negocio, perto dos bonds e estrada
de ferro.
Ao commereio
Bu, abaixo assignado, tendo just o e contractado
com o Sr. Antonio Lourenco Ferreira da Lus, o
seo estabelecimento de cabelleireiro e barbeiro
sito ra do Livramento n. 31, livre e desemba
racado de qualquer onus, se atgoem se julgar
credor, aprsente soas contas no praso de tres
das, lindos os qoaes nao acceitarei reclamago
alguma.
Becife, 20 de Janeiro de 1890.
Joo Pedro dos Santos Cruz.
1NFALLIVEL e RADICAL
no curativo de todas ns affeocoes bronchiaes :
Mal de Garganta, Toase e Tsica
PEITORAL
Remedio Vegetal da Natnreza para o alli-
vio e cura de todas as molestias
Do Peito dos PulmSos.
Ama
Na ra da Matriz da Boa Vista n. 26, 1- an-
dar, precisa se de urna ama que cosinhe be_,
para casa de pequea familia. _______^^
Ama
Precisa-se de urna ama que cosinhe e engom-
te com perfeigo, para duas pessoas ; na fabri-
ca ra da Florentina n. 36.
Ama
Precisase de urna aim para cozJnhar ; na
travessa do Pires n. 5, Giriquiti.
Amas
Precisa se de duas amas, urna para cosinhar :
outra para servigo domestico, em casa de fami-
lia, que tenham boas connuefas ; a tratar na
ra RirSo do Triumpjio n 68^_______
Ama de cosinha
Precisa-se de urna, que desempenbe bem este
servigo ; a tratar no caes 22 df Novembro n. 24.
armazem.
Caiada e pintada
E' assim que est a casa terrea n. 63 da ra
Visconde de Albuquerque, a qutl se aluga na
ra Direita n. 45, sobrado.
Ama
Precisa se de urna ama secca para crianga, na
ra do Vigario n. 25, 2." andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e com-
prar para casa de duas pessoas e que durma em
casa ; na ra do Imperador n. 23, 1 andar.
Ama de leite
Precisase de urna, a tratar rra ra da Impe-
ratriz h. 11. ________
Ama de leite .
Precisa-se com urgencia, de urna que queira
ir para o Rio de Janeiro com urna fami'ia. Ra
da Impera'riz n. 32, Io andar._______________
Negocio de vantag-em
Dase o sustento e roupa a urna mulher de
meia idade e bons costumes, para companhia de
urna senhora casada, a tractar na ra do Caldei
reiro n. 7 A
Caixeiro
Precisase de um de 12 a 14 annos, na ra do
Lima n. 68, Santo Amaro.
Cosinheira
Precisa-se de orna cosinheira para casa de
pou:a familia, a tratar na ra do Visconde de
Goyanna n. 4.
Caixeiro
Precisase de um menino com pratica de veni
da e de reconhecida conducta, na ra de Hortas
n. 15.
Hara Ignacia de Jess
Candida Apolonia Pinto de Campos e Bel-
larmino Lourenco da Silva, agradecem cor-
dialmente s pessoas que sedignaram acom-
panhar ultima morada os restos mortaes
de sua sempre lembrada mi e irra Mara
Ignacia de Jeauti, e convidam aos seus
prenles e. amigos a a.-sislirem a missa que
mandam rezar na igreja de Nossa Senhora
do Tergo, s 7 1/2 horas da manh de quar-
ta-feira, 22 do corrente, 7o dia de seu passa-
mento; confessando-se desde j, por este ac-
to de religio e caridade, eternamente agra-
decidos.
Manoel de Pontea Gomes
2- anniversario
Jos dos Santos Moreira e Antonio Gongalves
dos Santos, gratis memoria da seu sempre
chorado primo e amigo, Manoel de Fontes Go
mes, mandam rezar urna missa por sua alma,
quinta-feira 23 do corrente, s 5 bora3 da ma
nh, oa igreja de S. do Tergo, e convidam
aos prenlos e amigos para assistirem a esse
acto de caridade e religio. Desde j antecipam
seus agradeciment03.__________________^^

t
Mara Roaalina Ponseca
Vrimeirt anniversario
Jos Malinas da Fonseca, Jesuina de Abreu
Fonseca, Joaquim Thiago da Fonseca e suas ir-
ms convidam a seus parentes e amigos para
assistirem missa que por alma de sua presada
lilha e irm Mara Rosalina da Fonseca mandam
resar na Ordem Terceira do Carmo pelas 7 horas
da manh do dia 22 do corrate, 1 anniversario
de seu infausto passamento, hypothecando, des-
de j a sua gratido eteroa qutlles que compa-
re cerem a esse acto.
t
Manoel AI ven de Carvaltao
Manoel Ferreira e sua familia cordialmente
agradecem a toda; as pessoas q e assistiram aos
oltimos momentos e acompanbaram ao cemiterio
os restas mortaes de seu nclito-o compadre e
amigo Maooel Alves de Carva'ho ; e de novo as
convidam a assistir a missa qne por soa alma
mandam rezar na igreja de N. S. do Tergo, pe-
las 7 horas da m: nh de 21 do correnti, stimo
dia de seo fallecimento, e por cojo acto de re
ligifto e caridade bypothecam sua gratlcao.
t
Dr. Jom leronymo Pacheco de
Albuquerque Harnuo
Um amigo do finado Dr. Jo: Jeronymo con
vida aos parentes e amigos do mesmo finado,
para assistirem as missa3 que manda rezar s 8
horas da mantia de terca feira 21 do corre te,
na matriz da Boa-Vista, trigsimo dia de seo
passamento. _________________
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado sob bases scientficas
e physiolojflcas para o fim de
beneficiar os cabellos, restaurar
a cor, Impedir a queda, e promo-
ver seu vico e abundante crescl-
mento.
Esta aparada e excellente preparado,
sem duvida o inelhor remedio at hoje
conhecldo para os differentes defeitos da
cabelladura, merece a ntima atten^o de
todas as pessoas qne tm tido a inclici-
dade de pdteer em parte este mais rico
ornamento natural da physionomia.
Com o sen emprego intelligente tem-se
conseguido resultados realmente sorpren-
dentes. Em muitos casos, porm no
sempre, a proprla calvicie tem sido curada
permanentemente.
Sempre se consegue fazer parar a queda
dos cabellos; emquanto que para o peinen-
no das senhoras, 6 o objecto mais til
mais agradavel que se pode empregar.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA,
Iiowell, Mass., Est.-Uuidos.
A' venda as lejas de armarinho e per-
fRm arias.
DEPOSITO GERAJ
*=- *-33 '
-


-- .
V
<. '
mr.
Livrameito & C, muda-
ram o seu escriptorio para
o Forte do Matto n. 3, en-
trada pelo caes.
Casa
Precisa-se comprar um pequea casa, a tra-
tar na ra da (Jalao n. 5i.
. ";
-
>-
H
;rna
P1

Compra se urna harpa com movimento e em
bom estad( ; na ra N. va n. 13.
Attengo
Veode se um hotel muito afreguezado, em
urna das melhores localidades de Saoto '.ntonio:
o motivo da venda eu ilono achar se djente e
ter de retirar se para o serio ; a tratar na ra
larga do Rosario n. 16.
Casa para augar
Aluga-se o 1- andar do sobrado ra larga
do Rosario, esquina da estreita ; a tratar na
loja.
Criado
Precisase l um criado que nao seja maior
de 14 annos no 3* andar do predio n. 42 da
ra Duque de Caxias. por cima da typographia
do Diario.
Mdiille d'Or^,Croii.ClieTa_er
. US PLUS HAUTES RC0MPEHSE9
JtOHMMIMIM
EXPOSITION
UNIV-1878
ESPECIALMENTE PREP**:F':nR)S'jrJlMCAELlO
R6coniraendanios e-te producto,
eosiiierado pelas celebr-lades medicas,
pelos seos princi ios de quina,
cono a Bi poderosu regenerador que sa WjSece.
Abusos Recoiismendados
PERFUMARA DE LACTEINA
twn_(iilada [elas C9l_rid_<3 ledicu.
GOTAS CONCENTRADAS para o lento.
AGDA DIVINA dita agua de saude.
LtTES ARTIGOS ACHAM-SE NA FABRICA
| PARfS 13. rae d'Engbiei, 13 PARS
Ptpositoi en todas ai Perfumaras, Phirmieias
e Cabellereiros da America.
>
.;-'
-- '




.-
Patacoes velhos
Compra-se na ra do Cabug u. 14, relojoa-
ria David.
Cozinheira
Precisa se de urna boa cosinheira para fami
lia que est temporariamente em Caxang; 6
trata* no esciptorio da companhia de bonds.
Uvas hespanholas
Mito perfeilas, em meias barricas; vendem-se
ra do Vigario n. 19, Machado C.
Professora ou prfessr
Em um engenho, prximo estacao le Tim-
b- Assvia-frrea de S.Fraocisco, precisa-se
de urna pessoa habilitada a eosioar : portuguez,
francez, msica e piano; a tratir na ra Mar
quez de Olinda n. 56, Io andar.
Cosinheiro
Precisa se de um cosinheiro ou cosinheira ;
ra do Piogresso n. 1.
Cosinheira
Precisa-se de urna cosicheira. na ra da Ami-
zade n. 21 (Capunga).



luga
-se
o 1- andar do sob >do ra Direita n. 3, caiado
e pintado ; a tratar no 3- andar do mesmo.
^3-r* Attendte et vi-
dete!
Jos Samuel Rotelho participa ao respeitave l
publico que encarrega- e de fabricar bouquets e
bolos para casamento, baptizado oa outro qnal-
quer acto, assim como fabrica capellas mortua
ras de perpetuas ; a tratar na ra Nova n. 45.
2 andar, eruadaCadeia do Recife n. 43, loja
de selleiro.
_
M


I, ,y..- ^1,_ )_!!



nano de Peroambueo--Tr^a-feira 21 He Janeiro de 890
TKE DAME 1E HBIZ
1 A-RUA DO CABUG-.-l A
Madaine iv< Idet previne a& Exmas. Sras. e ao respeitavel pu-
blico, que ie* ebeu urn nove e lindo sortimento de vestidos borda
dos de la, alg-odAo, linho e sedas de todas as qualidades e cores.
Nova reineta de chapese cha pelmas e muitos outros rticos pro-
prios par OFFICII*A DE COSTURA
Fazem-se vestidos de baile, casamento, com todo gosto e esmero.
LUTO BM 24 HQKAS
Csinheiro
Na tMvessa deJofto de Barros (Solasele) pre-
isa-se de um csinheiro oa cosinheira.
Criada
ODONTINE
Predsa-se de um. criada para o servico de
casa ; a tratar no caes 22 de Novembro n. 24,
armaiem.
Alaga m-se a casas a. 8 ra da Unio ei.
4 ra Conde da Boa-Vista; a tratar com o
Srs. egreiros, praca da Independencia.
Gopeiro
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franceza, e preparadas por um processo appro-
vado pela Academia de Medioina de Pariz.
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Quinina e conserva infinitamente sem alte-
racao, e se engole sem deixar o menor amargor
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lendo a tres grammas de sal C* asVCs**.
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Pedro Antunes & C.
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Sargc. X) rs. o corado.
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Camisas allemaes a 360000 a duzia.
Fin noli ingleza azul cara palito t a 40500
O covado.
Atoalhado bordado a 10200 metros.
Fustao branco a 360 rs. o covado."
Lindos cortes de metins a 80000.
Capellas e veo para noiva a 70OCO, 80000
100000 e 120000.
Cortes de fustao para collete.
Cortes de seda paia collete.
Cretones cleros e escures a 240, 280, 320
o 360 rs. o covado.
Cambraia branca bordada a 40000, 50000
e 60000 b peca.
Cambala com ealpicos de edres a40000 a
peca.
Alpacas lavradas a 500 rs. o covado.
La Amazonas a 400 rs. o dito,
^encos com barra a 102CO a duzia.
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Zephyr de listra, o que ha de mais fino,
a 400 rs. o covado,
Renda da Austria a 300 rs. o dito.
Leqnes transparentes a 20500 um.
Setineta branca e de cor.
Brim pardo a 280, 400 e 500 rs. o covado.
Alpaca preta a 300 rs. o dito.
Velbutina preta a 700 rs. o dito.
Merino francez, urna largura, todas as
cores, 1S pura, 280 rs., o covado.
Dito, duas largurrs, cor azul, a 400 rs.
o covado.
LSs diversas com listras e quadros de
seda a 400 rs. o covado; fazenda de
800 rs.
Merino de c6r, duas larguras, com lis-
tras, fazenda de 20000, a 800 rs. o covado.
Etamines arrendados, lavrados e de lis
tras, fazenda de multa phantasia, a 400 rs.
o covado, cores lindas.
Mantilhas hespanholas, cremes e pretas,
30000 urna.
Brim de linho, padroes mimosos para
criancas, a 600 rs. o covado.
Linho pardo para vestido, escuro e ca '400, 500 e 10000.
ro, de 360 e 440 rs. o covado. Peitinhos de vidrilho a 10000 um.
Zephirs finos para vestido, ramagem Capas, visites e romeiras, de cachemi-
grande. a 500 rs. o covdo. .ras, gorgorito a vidrilhos, todos os p.-ecos.
La adamascadas com salpico-; de seda Bramantes de linho e algodao.
a 600 ro. o corado. Toalhne adamascadas para mesa 25000
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Camisas francezas,
de linho.
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de seda e seda pura, brancos e de coks.
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Baleias forradas a 500 rs. a duzia.
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Porta dedal a 600 rs. um.
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Palitota de alpaca preta a 40500.
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EXTRACTO DA NOTICIA
A. formula de FIERRE BOURSAUD e seos proceesos primitfos s&o escrupulooBoente resrciudos.
Bite Bllxir dos nossos Padres goza das proprlodades mais. preciosas. Prevem a carie dos dentes que
torna alros ao mesmo tempo que oe oonsolida. Expelle o sangue das goagivas qnc toniflea c reforca e
dlsslpa toda inchacSo. Pnriflca o hlito c sanea a bocea em qui 3 Ixa urna frescura deliciosa e dnraTel.
Prerem e enr as dires de garganta, as ronquidoes, iaflammac/je;, as aptalU c irritacoes de toda especie.
N'uma palavra, o uso quotidiano do Eliiir
dos RR. FP. Benedictinos ase-
gura a saude perpetua da Gargjuita
e da Bocea.Oomo Te-se,o especinco cinco
Teses secular dos nossos ReTereodos Padres
nada tem de comi^um com os productos
nicamente agradareis espalhadcs no com- h y.
rilercio; d'elles distingue^tantoi>or shm |^y:^jBTff ^" c^0f>'!,'^p,'^y"-~'-~""^^
virtudes preventivas cerno per ;oj "^^fe^^? / ^^^g^f. C/c%+*
accSo curativa, enrgica, rpida e
certa.
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Aha-se em'lodas as Perfumarias, Pharmacias e Drogaras do mundo iteiro.
KJU ... Ji
.

. .- iu>



8

Diario eje Prnam-Imco-Tersa-feira 21 de Janeiro de 1890




Fitparaa timbo d Approvado pele lnatrada arta 4e
Hyglens PaMice. da Corte.
Auctorisado por Decreto Imperial
de 20 de jnho de 1883.
COMPOSI9O
de
Firmino Candido de Figueiredo.
Empregado com o maior efficacia no
rheumatismo de qualquer natoreza,
em todas as molestias da pellt, as
leucorreas ou flores brancas, nos
soffrimentosoccasionadospela impureza
do sangve, e finalmente as differentes
formas da syphilis.
Dse Nos primeiros seis dias urna
colher das de cha pela manba e outra
i noite, puramente ou diluida am agua
e em seguida mudar-se-ha para colhe-
res das de sopa para os adultos e me-
tade para as crianzas.
Rgimen Os doentcs devem ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
duroso; devem usar dos banhos trios ou
mornos, segundo o estado da molestia.
ESPOSITO OENTBAL
I Francisco Manoel da Silva & C.
Droguistas
23 Ra Mrquez de Olinda
Pernambuco
Para a festa
Chegou urna remessa do excellerte yinbt
Mourista, urna espe -.ialidade e continua a ven
der-se por 8*300 o zarrafao de tres caadas
toIlando oeasco 7000 ; no armazem da ra t
Amorim n. 60.
Viuva Rygaard
Compra-se ama casa em bom estado na cida
de de Olinda, para residencia da viuva Rygaard
podendo ape3soa interessada dirigir se a ruada
Gadeia do Recife n. 43 loja de selleiro, e ahi en
tenderse com o Sr. Samuel Botelho. um dos en-
carregados para esse fim.
Gaiadas e pintadas
Alnga se um armazem com um sobradinbo
ra Pedro Afionso n. 74 ; urna casa terrea a ra
de Santa Thereza n. 46 ; um 2- an^ar ra es-
tulta do Rosario n. 2; urna casa terrea no
beeco do Calabouco n. 24 ; urna loja do sobra
de a ra Coronel Suassuoa n 66 ; a tratar no
pc'.eo de S. Pedro n. 3, 1- an lar.
VENDAS
Vende se o antigo e bem acreditado rsta
be'ecimento de calcados naonaes da ra'do
Livramento n. 11 que foi do finado Pocas, o
3nal se torna recommendado pela boa localida-
e cm que est ; a tratar no mesmo.
Vende se o sobrado (era obras! sito ra
da Roda n. 39, com trts faces ejanella no oito
e 03 da ra de Harcilio Da; ns o e 7, fallar com
o agente Rurlamaquiou Pinho Borges.
Paulino
Ra do Imperador n. 28, an-
tiga casa de campos
Tem sempre o inpcrlante vinho Palbete ser-
cerveja Paulino Bier e o de icioso vinbo Musca-
tel aos copos. Doce sceo de caj, em calda
estrangeiros, licor de canella de ortela pimenta
e o grande licor de cervejas ; um completo sor-
timento do que ha de maisfino e puro._________
^ulej
os
Coa. lindiscimas cores e desenbos yariadiss.
mo?, encontra se para vender um grande sorti
ment desle artigo, proprio para frentes de
casas, corredores cosinhas e banheiros, por
Srecos sem comnetencia ; na ra Viscond dt
oyanna n. 43.
FOLHETM

0M0 DE TIGRE
POR
nsni ::::::?,
PROLOGO
A NOITE DE NATAL
(ContnuacjEo do n. 15 )
Que seja feliz repetio Armi, ven-
do o seu companheiro desapparecer ala-
vs da nevoa.Aquelle que tem sorte e
audacia 1
E sem perder de vista o individuo a
quem segua, Armi torceu caminho, am
de passar junto de um coup particular que
estacionava a um canto do largo.
O cocheiro estava no seu posto, segu-
rando as redeas.
Armi fez lhe um signal de intelligencia
e o coup comecou a descer a passo.
Tendo chegado praca, o rapaz" louro
olhou em torno de si, como para se orien-
taro que nSo era fcile enriando pela
ra de Rennes, entrn 'ana loja de ca-
belleireiro, poita da qual as symbolicas
bacas de cobre oscllavam nos^ ses gan-
chos.
Armi deixou se alcanzar pelo coup.
Faze-te ao largo, disse elle ao co-
cheiro, nlo des occasiab a qua reparem
em mim. Safa te, e d'aqui a vinte minu-
tos l te espero onde sabes.
O cocheiro largou redeas ao cavallo, es-
timulou-o com o chicote e o animal parti
com a velocidade de um raio. .
Armi enrolou um cigarro e foi esprei-
tar vidraca do cabelleireiro.
Para engenhos
Lopes & Araujo, venden
a presos sem competencia
garantindo a boa qualidade
os artigos abaix mencio-
nados.
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Dita de Jaguaribe.
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Azeite de coco.
Dito de carrapato.
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de 10 e 25 kilos.
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Com molas para augmentar ou diminuir a
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zer seus vestidos sem necessidade de
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Fecha-se como qualquer chapeo de sol.
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Com armagao de differentes tamanhos.
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Para amadores ou profissionaes ; fecha-se t
tica de tamanho de urna flauta ; muitc
fcil para condcelo.
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mesas ou para presentes a 6)5000,80000,
100000.______________.
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Quadrados ou de qualquer tamanho que
Be deseje.
A 1 *."O cada quadrado
Retratos a Oleo
Com lindas molduras em alto relevo, o que
ha de mais lindo para um presente e
para sala de visitas.
a 15*OQO e mni preco
Qualquer familia que desejar ter um lin-
do e perfeito retrato bastante mandar
um retrato em cartSo de visita nao im-
porta que seja antigo, basta dizer a cor
dos olhos e do cabello para chegar um
retrato desejado.
Para ver, e fazer encommendas
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go depois das casas novas da direita. vende
todos os das leite puro de vaccas taurinas i- o
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nova e de superior qualidade ; vende-se ao pre
co de 100 rs. o kilo, no trapiche Fiuza. & C ao
largo de- Corpo Santo. _______
Burra
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fogo ; a tratar na padaria ra Coronel Suassu-
na n 8.
MMHaMMBIiiMHHHi
O viajante estava fazendo a barba.
O espiSo atravessou entSo a ra e foi
para o passeio opposto fazer sentinella.
Ao Cabo de dez minutos, o mancebo sa-
hio do cabelleireiro e dirigise para a es-
tacao de carruagens do boulevard dos In-
vlidos.
Estavam alinhados alli uns dez fiacres.
O desconhecido passou e tornou a pas-
sar em revista toda a fila, examinando at-
tentamente es cavallos, como se quizesse
assegurar-ge do vigor do animal a que pre-
tenda confiar o encargo de o conduzir.
Paron^ emfira, diante de um coup pu-
xado por urna pequea egua cinzenta, cu-
jas formas sem duvida o seduziram; abri
a portinhola, vjo que o interior do carro
era relativamente limpo e que os caixilhos
tinham as vidracas competentes.
O cocheiro sorria com um ar bonachei-
rao, come confiando no resultado do exa-
me passado sua equipagem
Ests livre por toda a noite, cochei-
ro ?
Estou, sim, meu freguez.
E o animal bom ?
Umafjoia; nSo tem pernas, tem azas -r
palavra de Jn&o Brunet.
O desconhecido atiron com a mala para
dentro do trem e subi.
Vamos longe, freguez ? perguntou o
cocheiro, fechando- a portinhola.
Nao sei ainda.
E' boa T -
Olha, para na avenida de Breteuil,
por detraz da igreja S. Francisco Xavier.
L te dirci nde vamos.
Est dito. Largamos s onze equa-
renta e cinco, freguez.
Bem, nao h duvida. -r
Brunet subi para a almofada.
Vamos, Laghouat, minha fiiha, a ca-
minho, e juizinho disse elle assobiando
sua egua, moda dos cavalleiros ara-
bes.
E murmurou baixinho :
Um rapago como este, quasi meia
noite do Natal, isto obra! Vai, com cer-
teza, esperar a sua bella. Est claro, de
pois iremos ceiar e em seguida.. Eu j
ei o que sSo estas cousas I j passei por
ellas.
E, satiafeito com a sua perspicacia, Joao
Brunet rio socapa.
Armi, vendo a carruagem dirigr'-se pa*
ra o lado da esplanada, estugara o passo,
dizendo ;
Especialidades
PASTILHAS HYGIENICS PARA
AO ENDER O FOGO, supprimin-
do o immundo kerosene e dan-
do n'um instante um fego inten-
so, a caixa com 20 pastlhas 100 rs
OLEOGRAPHIAS : Io. A importan-
te obra prima de Victor Meirel
' les: A Primera Missa no Bra-
zil, grande quadro histrico da
descQoerta do Brazil, medindo 99
X 76 centimttroa de valor real de
ol (poneos exemplares) 6000
f SCENAS DE CORRIDAS, qua-
dros de cavallcs admiravelmente
desenbados e proprios para sa-
las,-26 differentes, um i/00()
3' RETRATO DE SADI CARNOT,
presidente da repblica trance-
za, o melbor ainda publicado 1/000
CAMISAS DE FLANELLA para ho-
mens. urna de 2 a 5/000
PERFUMARAS, artigos para presentes. Quadros
e albuns para retratos. Carteiras para cigar-
ros e charutos. Cigarreiras e charuteiras de
mbar e espuma verdadeiros. Bengalas. Pa-
Selaria. Lencos de linho a 4/500 a duzia-
eias. Espartilhos. Leques. Bonecas e brin-
quedes diversos. Fitas. Bordados. Luvas de
seda prelas e de cores e outros muitos artigos
de miudezas.
Hais barato do que em outra qual-
quer parte
\ Rainha das Flores
SSiia do Bario da Vieloria a. 41
Royal Blend marca VIADO
Este excellente Whisky Escoces pra
ferivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-Be a retalho noa melhores arma-
zens de molhados.
Pede Royal Blend marca Viado.
enjo nome e emblema sao registrados par?
todo Brazil.
. BRQWNS & C, agenteB.
Pao centeio
Mello A Biset tendojecebido nova remessa de
farinha centeio, avisa aos seus freguezes que
continuam a fabricar este delicioso pao centeio
(odas as tercas e sextas-feiras ; na ra larga do
Rosario n. 40.______________________________
Vinho puro de Santarem
Da quinta do Barral
Os proprletarios do Armazem Central, a ras
Jo Cabug n. 11, avisam aos seas distinct03 fre-
guezes e ao respeitavel publico que receberam
nova remessa deste especial vinho, o qual s*
recommenda por ser puro da uva, e so se reta
lia em eu armazem.
Joaquim Christovao & C.
Telephone 447
Fayello superior, 42 kilos
2*300 o sacco
"Vende se.no largo do Corpo Santo n. 6.
Livraria Contempora
nea
Instrumentos de msica
Bombardao. bombardino, barytono, tromp
trombone, helicn, saxaphone, carrilon, bornee
caixa, pratos.clarinitas, flautas,rabecas,viol6c:
realejos, caixas de msica, etc., etc.
Papel pintado
para forro de salas, guarios, gabinetes, corred*
res.
Molduras
dourade s, pretas e donradas para quadros.
Malas
para viaeem, diversos formatos, especialmeai
para roupa de senhora e camarote.
Novidades
para presentes, escriptorio, toucador, etc., ele.
- nawmo ar. costa c.
Boa Prlmelro de Harco n. >
Carnaval
0 Baza- do Recife, ra Mrquez de Olinda n.
11, rec* beu grande soriimento de mascara* de
todas a^ qualidades ; vende-se em grandes e
pequeas quantidadcis a precos muito razoavtis:
na afamada loja de miudezas Bazar do Recift, d--
Domingts M. Marlins.
Atten^ao
Vende-se a taveraa do largo do Mercado n. 7,
bem localisada ; o motivo da venda se dir ao
comprador : a tratar na mesma.
A LOJA MAIS BARATKIRi
PARIZ NAMERIC/
AZEVEDO, IBMaO & C.
16Ra do B. da Victoria16
200Telephon+200
Tendo recebido directamente da Eurov
grande sortimento de fazendas e modis
que ha de mais novo e prejos sem coic
petenera.
A saber ;
Capas de surah, senda e merino.
Renda preta, diversas quahdades.
Etamines, pretos, de 12 e 15 seda.
Damass de seda pura.
Merinos pretas de 800, 1,5000 e H2i C
Crinoline preta e branca a 400.
Sargolim, todas as cores, a 200 rs.
Bramante de linho a 10500, com i:
palmos.
Toalhas para banho a 10000 e 1J50C
Chachemiras com 2 larguras a 800 n
Ditas de l e seda 2 larguras a 10000
MadapolSo trancado a 9p000 a peca.
Dito globo a 70000 a dita
Dito camiseiro a 70000.
Fichas de 15 e seda 10000.
Brins de linho coi es fixes a 600.
Espartilhos couraca a 40000 e 50CV
Colchas de fustao a 20000 e 30000.
Capellas para noiva com veo bordado
60000.
Toalhas de corea para rosto.
Rendas, comprimento de saia a 105C(
Renda de 1S, preta, para quaresma.
Pao verde para bilhar.
Tapetes para sof a 130000.
A verdadeira esteira para forro de bou
a 10000.
Camisas de fianella a 50000.
Cortinados de crochet para cama *
100000.
Chitas de cores a 200 rs.
Crotones com 2 larguras a 400.
Baleias com forro a 390 a duzia.
Ditas sem forro.
Seda de cores a 800 e 10000.
Extracto Rita Sangal a 20000.
Velbutina de quadro a 800 e 10900.
GuarnicSes, pretas, de vidrilhos.
Bicos de seda, brancos.
Caixas com extractos para presente
Rendas hespanhola a 40000.
Capachos de coco.
Luvas de seda a 20000 o par.
Meias de seda para homem.
Dita de dita para senhora.
Flanellas de cores para roupas.
Panno da Costa para mesa.
Vestuarios para baptisado,
Colchas, de crochet com flores.
Crep inglez para enfeite'
Grande sortimento de chapeos
Se ti neta para coberta a 600 rs.
Cortes de collecte de seda.
Dito de fustao de cores.
Dito de casemira de cores.
TELEPHONE 200
do :
oiho
Ra da Imperatriz n. 56
Grande estabeledmento de modas
e fazendas finas
Completo sortimento de fazendas em tecidos
de novidade e escrupulosa escolha que recebeu
directamente da Europa. Variadissimo sorti
meto em fazendas pretas, merinos, cachemiras
lisas e lavradas, etarrires de seda, domares,
chamalotes, capas e visitas, especialidade neste
genera, em seda, gase e cachemira, ricamente
co fe donadas, mantas e mantilhas de renda,
etc., etc., leques e luvas. Espec alidades_ em
Mzendea branca,-tarareantes Oe intlO puro e
algodao e linho, morim, grande variedade de
marcas especiaes, s encentrada na loja Coelho.
Telephone489
Domingos Coelho ft oares
Silhes
ingle;
es
para
montana
Venden se dous .-lhOes ins;leze3 em bom es-
tado, quasi novos, e por prejo comaodo ; na
1 ra Nova n. 13.
Ah!... Como fcil conhecer estes
apaixonados pelas suas antecipas5es de
tres quartos de hora !...
Chegando avenida de Breteuil,
sitio que o freguez lhe indicara, Jo3o
Brunet parou junto ao passeio.
O mancebo apeiou-se rpidamente e to-
rnou a direccSo de um grande muro que,
a uns cincoenta pftssos de distancia d'all^
pareca circumdar um. jardim.
Com effeito, atravez dos ramos das
vores via-se, ao alcance de um tiro
pistola, um palacete de dous andares, desa
tacando-se vagamente atravez do nevoeiro.
A fachada principal devfa dar sobre o
boulevard dos Invlidos.
No muro que deitava para a avenida de
Breteuil havia apenas urna pequea porta,
H0MASL
LSRY
_
Veodt-u em toda a oirt
crescente ; todas as suas {acuidades per-
ceptivas se concentravam no nico objec-
tivo de ouvr m ruido, um passo, de ver
um signal qualquer..
Mas tudo era mudo e quedo no meio
daquella atmosphera de um fri pene
trante.
Todos os ruidos se abafavam na densi-
dade do nevoeiro.
Da igreja prxima, scintillante de lu-
zes, evolavaje fracamente a voz do or-
glo e os cnticos ^sagrados dos assiaten-
tes .. vt
As carruagens que passavam ao longe
pareciam pisar um tapete ; os bicos de
gz, nao podendo irradiar atravez da ne-
voa que os envolva, punham no espa^
uhs pontos amarellados e tristonhos.
destinada sem duvida ao servico do jajjij S O sino da igreja deu, finalmente, a rnea
dim.
O desconhecido olhava para a casa com
um ar sor-prendido. jt-
. Admirava-sc, de certo, d vor all bri-
lharem muitas luzes, porque murmurava :
O quarto do av6, ainda va... Tal
vez'costume 1er depois de deitado. Mas
o do mordomo, a rouparia, a copa .. Efe
t entlo tudo a p, esta noite ?
a S no quarto d'ella nlo ha luz. E'
exquisito. .*
Voltou entilo para perto da* carruagem^
consultou o relogio luz de urna das lan-
ternas, o que provocou urna careta a J
Brunet,e caminhou outra vez at p#-
ta do jardim.
Deu tres ou quatro voltas no mesmo
sentido, accendeu um cigarro e, encostan-
do-se a urna arvore, comecou a fumar cjm
impaciencia febril.
Isto sabido dizia com os seusbo-
t3es Jlo Brunet, fumando pachorrenta-
mente o seu cachimbo. O rapazote est
impaciente pela demora da pequea. Des
canea, felizardo, que ella nlo se jujga
ayida bastante formosa para te apparecer..
Falta lhe urna fitinha, um pouco de pes de
arroz, urna serie de ninharias... Que f ia-
bo i Urna mulher sempre tem direito a um
quarto de hora de espera. Ella ha de
vir, a tontinha, e tu nao lhe ralhars, nao,
essa te juro eu .'
Mas o desconhecido pareca nSo ser da
mesma opini&o.
Demonatrftva-lhe a implacavel lgica que
havia urna animacao desusada no palacete
que elle vigiava
pite-
f O mancebo deitou bruscamente fra o
cigarro-dirigi se para a ra Ebl.
Ab>! Ah parece que a bella ha de
vir daquelle lado murmurou JoSo Bru-
net ao ver desappaSrecer o seu freguez.
Poie isto aqu nao nenhum bairro de eo
cotes !...
Decorreram alguns segundos.
Joao Brunet, eempre fumando o seu ca-
chimbo, assoviava urna marcha guerreira
que lhe rec.ordava o- tempo em que as
trras da frica, servir na legiSo dos apff-
dcscnhecido corra a passo accelera-
fdo para o boulevard dos Invlidos.
Tin. u n_^ _->^a fni Wn nnnnntnn n
A FLORIDA
Fitas lavradas com um palmo de Urgi-
r a 20000 o metro.
Papel de arroz de todas as cores.
Chapelinas modernas a 50000.
Bendas hespanholas de todas as c3rs
pretas com o sem vidrilhos.
TJnH^p guanicSes de vidrilhos pretos para
casaco.
Grande soi-timento de galoes, palmas e
rozas de vidrilho preto.'
Bicos matisados de urna s edr-como se-
am, granad, azul, rosa, beije, palha, chum-
oo, salmn, terracote e muitas outras cores.
Sabonetes perfumados a 500 rs. a du i
Lindos desenhos para talagarca.
Lenjos de seda a 500 rs.
Bicos de seda e de algodao com e sem
vidrilho.
Mantilhas de seda e de algodSo.
Franjas de seda com e sem vidrilho.
Renda hespanhola.
Collarinhos para homem a 30000 e 4000
a duzia.
Bordados de cambraia tapada a 400 50i
600 e800rs.|a peca.
dem com 3 e 12 metros, de qua,'quer
argura a 10200.
Lencos de linho em caixinhas a 30000 a
dita.
Meias para homem, duzia a 40000.
dem para senhora, duzia a 40000.
Finas pulseiras americanas a 40, 60 e
80000 o par.
Cortinados todos de crochet para cama a
120000, 170000 e 190000 o par, agrns
de coras.
Ditos para }aneiiaa a 70000.
Pannos de crochet para cadeiras a 800' e
10000.
Ditos para sof a 20000.
Capellas com veo para noiva a 60000 e
80000.
Lindos enxovaes baptisados a 80 100 e
120000.
Toucas de setim para baptisado a 30, 4 e
50000.
Grmaldas e ramos de seda, o que ha de
melbor.
Lindas fitas n. 12 para chapeos.
Luvas de seda, cano comprido a 20 9 pa>
Ditas de seda para creanca a 10000.
Dita para moca a 10500 o par.
Espartilhos para creanca a 40 e 40500.
Ditos para senhora a 40, 40500, 50000 e
60000.
Linha de machina a 60 rs. o carritel.
Linha de machina a 600 rs. a duzia.
Albuns de pilluda de diversas cores.
Livros de missa a 10500, 20000, 205
30000, e 30000 cada um.
Lindas luvas de seda com salpicos e co
listas, gosto moderno, a 20500 o pas.
Toalhas para banho a 10300.
Toalhas para rosto a 300.
Totilias para mao a 160 rs.
Babadores com inscricSes e paizagem a
500 rs. e 400000 a duzia.
Espelhos grandes com mulduras finas de
cantos redondos a 40000 e a 60000 urna
Bengalas flauta.
Grande sortimento de luvas de seda arree
dada, com palmas canno comprido a
10500, 20000 a 20500.
Ra Duque de Gaxias n. 105
Superior vinho de A.1-
cobac,a
0 acreditado e antigo armazem do Lima par
licipa ao publico e aos seus freguezes que acaba
de receber urna neva remessa deste especia!
vinho, escolhido propiciamente pelo chefe desta
casa, tornando-se recommendado per ser purc
a de boa qualidade. Jos Feraandes Lima 4 C.:
ra Barao d% Victoria numero 3, Telephone323
Farello superior 42 kilos
2*300 o sacco
Vende-se no largo do Afercado n. 121
Alfafa nova
chegada directamente, a 120 rs. o kilo, ou M000
o fardo ; vende se no largo do Corpo Santo nu-
mero 6.
tio o mancebo com mal contida violencia.
E, vendo que estava esquina da ra
Masseran, metteu por ella frj W intuito
de desorientar o adversario e poder conti-
nuar o seu caminho. -
Pare bradou diante delle uma";novafvou ?
terrava-lhe o chapeo pela cabeca abaixo
Bandidos Entao voces sao dous !
exclamou o desconhecido a quem o chapeo
tapava os olhos.
At tres, se for preciso, meu rapa-
zote, regougou um terceiro homem com
accentuacSo estrangeira muito pronun-
ciada.
Liquida^ao para acabar
Da Revohtfo
roa Duque de Caxlas n. 4 8
Por cstarmos no fim do anno, resolve-
mos vender por menos 50 por cento as
seguintes fazendas.
Etamines de cor a 300, 400 e500 rs. oco-
vado.
Cachemira com toque de mofo com duas
larguras de 20 800, covado.
Zephir de quadros modernos a 120, e 160
e 200 o covado.
Las de quadros modernas a 200 e 240 o
covado.
Crotones miudinhos a 200, 240, 280 e
320 o covado.
Cachimira modernas de quadros de 20000
por 10000 o covado.
Merinos lizos a 200 e 440 o covado.
Ricos cortes de cachemira bordados de 1S e
seda de 800 por 300 e 400.
Ditos bordados de lynon de 180000 por
100000.
Ditos de cretone com barra a 60000.
Ditos modernos de setineta a 70.
Las com listas de seda a 400 o covado.
Seda Japoneza a 200 e 240 o covado.
Bramante com quatro larguras a 10000 e
10200 o metro.
AlgodSo trancado para toa]ha a 100! 0 o
metro.
Cort'nados bordados para cama a 60 o par
Ditos de crochet a 100.
Etamines finas para vestido de 160 a peca
por 100.
Setins de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Fustao de c6r para roupa de homem a 500
o covado.
Esgui2o pardo e amarello para vestido a
360 o covado.
Velbutinas de listas e quadros a 800 o
covade, para acabar.
Setins chamarlotado de todas as cures a
10500 o covado.
Bicos brancos e de cores a 10500 e 20000
a peca.
Len50s brancos com barra a 10200, 10800
e 20000 a duzia.
Fechus de retroz a 10000 um.
Luvas de seda,todas as cores, para senho-
ra a 10000 10500 e 20000.
Espartilhos couraca a 40000, 50000 e 60.
Cachenez para homem e senhora a 10500
um.
Costumes de Jersey para enancas de 4 a
5 annos a 70000 um.
C'asacos de Jersey para senhora, a 60
um.
Pannos de crochet para cadeiras a 500 -8-
um.
Lencol de bramante a 10600 um
Cbertas forradas para casal a 20000
urna.
Toalhas para crianca a 120 e 160 urna.
Cobertores brancos de 13 com pequeo de-
feito a 20000.
Lencos de linho a StfOOO, 30000 e 40000
a duzia.
Ceroulas francezas, a 10000, para acabar.
Colchas adamascadas, a 20000, 30000,
40000 e 50000 urna.
Ditas de crochet, a 40000, 50000, 60000,
70000 e 80000 um.
Cortes de cachemira a 30500, 40000, 50
e 60000 um.
Cortes de fustSo para collete a 500 rs.
e 10000 um.
Ditos de velludo bordado a seda a 20000
um.
Camisas brancas de linho para homem a
25000 urna.
Ditas de meia. superior qualidade, a 10
urna.
Brimfbranco de linho de 40000 por 20500
vara.
Renda hespanhola a 20 o covado.
Completo sortimento de cachemira de co-
res e pretas para costumes, precos sem
competencia, assim como aprompta-s 3 qual-
quer coJtume em 24 horas.
Sia Revolucao
HENRIQUE DA SILVA MOREIRA '
guer e dar um segundo grito, to terrivel
que o antigo spahi sentio gelar se-lhe o
sangue as veias.
Trata-se aqui de assassinar um ho-
mem exclamou elle ; ahi vou-freguez, ahi
voz. Raspem-se voces, disse rpidamente
E ao mesmo tempo urna bengalada en- 5> estrangtfro.; eu me encarrego de acabar
O mancebo desenvencilhando se final- Toma, canalha, gritou o Sr. Diniz
Crispava-lhe os ervos urna agitacld j Deixe-me pasBar, j lhe disse
1 De rep :nte foi de encontr a um ho-
mem que vinha em sentido opposto, com
tal violencia que ambos iam cahindo.
Safa, que bruto exclamou o man
fcebo.
Bruto vac respondeu urna voz
colrica e avinhado. NSo tinha talvez lu-
gar no meio da calcada... Er preciso vir
estorvar o passeio e atrepellar a gente ho-
Hesta.
O desconhecido, para evitar quest3?s, ia
continuar o seu caminho.
Nem me pedes desculpa, alarve ? !...
Quebraste-me o cachimbo e ias-me dei-
xtndo estatelado no chao !... D-me to-
das as satisfacSes, ou esgano-te, patife !...
Voc est doudo Deixe-me pas-
sar I disse o viajante/ que comecava a irri-
tr-se.
Sem pagares o "prejuizo que nao
deixo! Isso nunca
rdpe-
9
mente do chapeo, procurou reconhecer os
seus aggressores atravez do nevoeiro ; jaas
duas outras bengaladas o alcancaram, ama
na nuca, outra no peito.
Assassinos murmurou elle camba-
leando. Era ent3o urna espera ?!
Ah! nSo quizeste dar-me Batisfa5e8
por eu ser um pobre diabo !... disse o pri-
meiro adversario ; pois apanha a tua con-
ta, anda.
sobre a cabeca do rapaz, que cahio de joe
de vez com esse patife que ahi vem
Os dous bandidos fugiram rentes com o
muro.
E o estrangeiro, lancando-se sobre o
ferido, entorroulhe o punhal na garganta.
Mas ao mesmo tempo urna violenta ca-
cetada prostrava o assassino junto da vic-
tima.

" -i
;.

i i
-I


'
com a voz alterada, levantando a sua ben-
gala.
E, entretanto, Joao Brunet repitia da
outra esquina da ra :
Onde est, meu freguez, onde est o
_k?
V buscar urna lanterna, depressa !
ordenou o filho do Sr. Comtois.
E, emquanto o cocheiro voltava, cor-
rendo para o seu fiacr*, o velhoidirigia-se


E descarregou tres bengaladas a segui* para o boulevard e chegava esquina, no
momento'preciso em que a carrurgem que
lhos, soltando um grito dejsoccorro, verda elle vira se punha em movimento
deiramente desesperado.
Nada de )arulho, que diabo! Esta-
mos n'um bairro socegado, disse a voz que
pareca ser de um estrangeiroAniiamo
fanandek.
O ferido., escudando com um braco,, di-
ligenciava arrastar-se para fra da ra Mas-
seran, onde conjecturva que os seus gri-
tos nao seriam ouvidos.
Mas os ifes bandidos continuavam sem
de3cano a espancar a sua victima, j em
a.tortor ; s vezes, porm, as bengaladas
em vez de baterem no desgranado batiam
na parede, e os malvados soltavam entao
imprecases de raiva.
De repente ouvio-se na extremidade da
ra Ebl a voz de JoSo Brunet que, aos
gritos do mancebo, saltara da almofada.
Eh! freguez l E' o senhor quem pe-
de soccorro ? perguntava elle.
Depr ssa! Toca a acabar oojp *k> !
disse o que pareca ser o chefe. Ofhem
que nos agarram
se
lBto;acaba-8e com urna' n
o ebrio, enriando"se sobre
for cal
urna' naifada, dis-
a victima,
que, .ao sentirlo, fri do
as carnes, ainda teve
#?
penetrar-lhe
para Be er-
^ A galope A galope voeifer&va
urna, voz dentro do trem. J aqui cheira
pamh
O cavallo, estimulado por duas chicota-
das, parti como um raio.
Mas o Sr. Dinz; engatilhando o revot-
ver, disparou dous'- tiros sobre os fugiti-
vos.
O coup fez um zig-zag, sem comtuda
afrouxar a sua carreira veloz.
Bom marquei o, hei de encontral-o,
dase elle, voltando para a ra Masseran.
JfljkO Brunet chegava. nes3e instante com
Isuffoarruagem, da jal tirou as lanter-
nas.
O Sr. Diniz pegou n'uma
bos procederam ao xji'e
lucta.
Estenddo p
grande navalha entewid'
manoabo a quem*' Joao Br
no seu tren).'
A ferida sangrava abundantemente.
m:-
(Continuar-se-ha.)
Tjo. do Diario ra do Dujue de Caxias n. U
dellas e ac
do lugar da
com urna
ito, jazia o
conduai



Full Text
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