Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17078


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Full Text
ANNO LXVI- NUMERO U


SABBADO 18 DE JANEIRO DE 1890
m
DE PERNAMBUG
Propriedad de Manoel Figueira de Faria db Filhos
PARA A CAPITAL E LGAKES OKDE. KAO SE PAGA PORTE
f
Por tres meses adiantados. .
Por seis ditos idem......
Por am auno idem......
Cada numero avulso, do mesmo dia.
66000
12^000
23 (5100
Os Srs. Amede Priuce & Q.
de Pars, sao os nossos agente*
elusivos de annuncios e pul
^oes na Franca e Inglaterra.
TELEGRAMAS
IWm TASTIC7LAB DO SZABIC
NATAL, 17 de Janeiro, s 12 horas e
15 minutos da tarde.
Com des no Capital Federal embarca
J.~^._ .hoje no paquete nacional Para, o chafe
republicano; .Br. Pedro Velho de Albu
querqne MaranhJtb-
Os seas amigos preparauF'-jj'ra-o.seu
mbarque expresivas manifestacSes. "<'*
, RIO de JANEIRO, 17 de Janeiro, as
3 hjras e 20 minatOB da tarde.
Foram comeados :
Eaviado ext aoriinario e ministro ple-
nipotenciario do Brazil ern Montevideo,
R miro Barcellos ;
Secretario da legado do Brazil no Cnile,
Augusto Cockrane d'Alencar;
SecrjUrio da legacl do Brazil no Per,
Osear Amaral. f
Foi removido para Vienna d'Austria,
o Dr. Henrique Mamede Lins de Al-
meida.
Foi nomesdo cnsul ger^l no S lto, o Dr. Joaquim do* Prado Ama-
ral.
Foi aposentado no respectivo cargo,
-

o Barao de Janr.
Foi posto em dispoaibilidade o ac
tnal ministro di Brazil no (bjle^ Dr. Pe-
dro Francisca Correa de


->
!
? -
.



BERLIM, 16 de Jnneiro.
A abortara o^asiij uo panamento
prussiano teve logar hoje.
A mensagem real menciona as lms re
[ac3es externas e trata de questSes de um
interesse todo nacional.
LONDRES, 16 de Janeiro.
Telegrammas de Zanzbar annunciam
que Emu-Bey contina gravemente en-
fermo e Seu estado inspira inquietacSes.
LISBOA, 16 de Janeiro, noite.
A populacho d'esta capital contina a
manifestar urna grande indignoslo a pro-
posito dog factos do Sul d'Africa; todava
a situacao geral pacifica.
As cortes portuguezas vilo ser adiadas
brevemente.
MADRID, 17 de Janeiro, pela manha.
EI-Rei D. Afifonso XIII entrn em con-
valescenca.
PARS, 17 de Janeiro.
O Senado reel-g a hontem seu antigo
presidente Mr. Le Royer.
Telegrammas de Canns annunciam a,
chegada de D. Pedro de Alcntara e sua
familia.
A^e-ieia Ha vas, nliai em Pernambuco,
1. de Janeiro de 19J.
J raeassaltam, j me ferem
Melanclicos cuidados t *
Sao espectros esfaimados,
Que me qnerem devorar.
Como vens, etc.
Oh que lgubre gemido
Sae d'aquelle cajueiro !
E' do passaro agoureiro
O sentido lamentar!
Puro amor terrisel sorle !
Glaura bella infausto agouro !
Ai de mim E o meu tbesouro
Impa morte, has de roubar.
Como vens. etc.
Mas onde eueont.os mais originalidade, mais
.correeco e galantera 6 no3 seus madrigaes.
Essas composicfs Breves, sentidas e syntheticas,
mariposas do pensapreuto ou relmpagos da in-
spirago, sahem da sua penna como, aquarellas
da alma emolduradas em marfim : pocoso e*-
cederam n'este genero de poesia. Mesmo na
poca de Srcilla, em que urna s d'essas compo
siges fazia reputeCTO re um poeta, nunca o
madrigal e l v. a a n Uif altura transcrip
cao dos dous seguintes dispnsanos ele qualquer
outro coniraentario:
MADRIGAES
i..
Se eu consegus! um dia ser mudado
Em verde bija-flr, oh I que ventura l.
Desprezara a ternura
Das bellas flores no risonho prado.
Alegre e namorado
Me verk s, 0 Glaura, em novos giros
Exbalar mil suspiros,
Roubando em toa face melindrosa
O doce nctar de purpurea rosa.
Jasmius e rosas tinha
Para adornar o tronco da uiangueira :
A' font Glaura vinha,
Escondi-me ntre a rama lisonge ra :
Fiquei a tarde ioteira
A ver as perfeiges da minha amada ;
Mas quando recostada
Principia a cantar os mena amores,
Deixo cabir as Pires,
Ella me v, e exhala, que ventura I
Dous suspiros de amor e de ternura.
Estes dous madrigaes sao o liel trnsumpto du
vida do poete ; cscrevia para dizer ao anudo
amo o sou amado ; mas, a sua ventura devia du-
rar amito pouco; a morte arrebatoti-JJie o.ob-
jecto do seu culto, e entao cantou a- dr que o
crnciava em notas coouaovedoras.
(Conttna)
PARTE 0FF1CIAL
"Sala das sssOes do governo ni
Estados Unidos do Brazil, em 2 de Jaero de
1890, 2 da,
ac ru
epubca.iano ti Deodor o da Fon-
es da Silceira Lobo.
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fr-lJCl*!!*!
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CO C;! C I*
4 0C
E& t- t>* t>. ft tfr. *
iiiliiiii
a.
a dos terrenos dos indios, depender de approva-
cao dos governadores dos Estados ; embora taes
terrenos pert^ncam ao natrimonio das municipa
lidades, por forca db dUposto nos referidos re
I 1 omina
ronto m
PARA DENTRO E FORA DO ESTADO
Por seis mezes adiantados. 13f5500
Por nove ditos idem."..... 200000
'or um anno idem..... 26^000
da numero avulso, de dias anteriores. 100
yulamento de i86& e
depender d'elles
licenca para a tra
mesmos terrenos,
tence a essas corpo

a
-j.
a
a
9
a
o
INSTRCglO POPULAR
iimium mmm
sos
on

p
i
i
;jtfP0S golonuks
POR
A L.itxerntura Braxllelralo necnlo
XVt a o cometo do XIX
tSBOgO EISTOKICO
V
(Ct>tinuasSo)
ALA
Como vens tio vagarosa
Oh formosa e branca la t
Vem co'a tua luz serena
Minba pena a consolar.
Geme, cue Imangoeira anliga
Ao moverse o rouco vento,
E renova o meu tormento,
2u- i '' t '
Me achara leu rosto lindo,
Que se eleva, reflVctindo
Puros ralos eobre o mar.
Como vens, etc.
Sent Glaura mortaes dores ;
Os prazeres se oceultaram,
E no seio Ihe flearam
Os amores a chorar.
Infeliz! Sem lenitivo
Poge timda a esperanca.
E me afflige co'a lembranca -
Mais activo a meu pezar.
Como vens, etc.
A caneada phantasia
ji'esta triste escurdade,
Eotregando-se saudade,
Principia a delirar.
Acto do mlcr executiTO
Decreto u. 4 D-de 2 de Janeiro de 1S0U
Restaura e reoranisa a Directora Geral de
Etatistica creada pelo art. 2 da le n. 1,829 de
9 de Setembo de 1870., e manda proceder ao
segundu riuuseamento da populacao ios Esta-
dos aidos do Braztl.
Tendo de proceder se, no dia 31 de Deaem
bro de 1890, ao segundo recenseamento da po-
pulacao dos Estados Unidos do Brazil, de con-
formidade com o que diapSe o art. 13 da lei n.
3,348 de 20 de Ontubro de. 1887, e sendo iudis-
pensa 'el para esse e outros lins de administra-
gao publica, reoraanisar o servico da estatistica,
que nao pie continuar iusuflicientemente con-
stituido como foi pelo decreto n. 8,311 de 17 de
Dezembro de 1881, mrmente depois da instal
lacao do importante servico do registro civil dos
nascimentos, ca-amentos e bitos ; o governo
provisorio dos Estados Unidos do Brazil de-
creta : ,
Art. !. Tica restaurada a Directora Gerat de
Estatistica creada -em virtud da disposico do
art. 2* da lei n. 1,829 *e 7 de Setenbro de 1870.
pelo desreto n. 4,076 de 14 de Janeiro de 1871
e revogodo o decret) n. 8,341 de 17 de Dezem
bro de 1881, que mr.exou os servigos de estatis-
tica a 3a directora da secretaria de estado dos
negocios do imperio, boje do interior.
Art. i. A directora geral de estati3tica reger-
se ha pelo rcgulamento promufgado rom o de
creto n. 4 676 de 14 de laneiro de 1871, feitas a
"allerages seguintes:
l-l. Pica creada na directora geral de esta-
tistica, mais uma secgao, que ser a 3 e a ella
pertencer o se vigo relativo co registro civil dos
nasciiDe3tos, casamentos e obios e ao movimen-
to geral da populagao.
2.' A directora gerJ de estatistica ter os
empregad03 seguintes : 1 director geral, 1 se-
cretario, que ser chefe de urna das sccg5e.:, i
ehefes de secgo. 6 primeiros oflicites.. 6 segun-
dos ofliciaes, 10 amanuenses, 10 praticantes, 1
porteiro e 1 guarda do rehiro e 2 continuos.
3. A nomeagao de director geral, do secre
taio e dos ehefes de secgo sera feita por de
creto do governo da repblica, a dos detnas
empregades comce'ira ao mlbistro e secretario
de estado dos-negocios do interior, precedendo,
quanto dos piati nt'-s, o concurso de que
trata o art: 22 de 1871. A3 primer*g n^meag5es. comtudo,
uao depenlem de'coacureo
4. A vagvde director gviel sera livremente
preenebida. Todas as anta s de empregados de
penna, s o governo ou o ministro nao julgarem
convenie:e pro e le de outro modo, seras pre-
i-ni-hulas por atsso dos empregalos da classe
immediatammte in c-rior, observado sempre que
fr possivel, o principio da maior antiguidade.
sendo esta coniadaem rflacio ao '.empo de ser
vico efectivo na reparti',ao, co em commissao
concernente a trbalhos estati>tio?.
5. O gecr-tario ser o substituto do director
geral, e, na sua ausencia ou impedimento, ser-
vira o cnefe de secgao mais antigo, .
{ 6 As demissoes; exercicio interino, des.
contos por falta, licengas, aDO-entadorias, tex-
po e modo de servico, penas disciplinares e tudo
o mais que est ou vier a ser regulado e dispos
to a tespeito dos empregados da secretaria ce
estado dos n"godos do interior, applicavel ao>
empregados da directora geral de estatistica na
parte em quenSo forem contrarias s disposi
c6es oeste decreto. .' .
{ 7." O empregados da directora geral de
estatistica lero os vencimentos-marcados na
tabella annexa*
Art. 3. O segando resenceamento da popu-
lacao dos-Estad: Unidos do Brazil dever rea-
lizarse no dia 31 de Dezeaibro de 1890, tfeven-
do obserfar-se, nesse servico, as diposigOes do
regulagiento promulgado com o decreto n. 4,836
de 30 de Dezembro de 1871.
Art. 4.' As Jisposicoes dos reguUmentos de 14
de Janeiro e de 30 de Dezembro de 1871, que se
referem ao ministro do imperio, municipio 3a
corte, provincias, presidentes de provincias e
conseibo de estado, devem ser entendidas, en
razo da nova forma de governo, com o mmis
tro do ioterior, municipio federal, estadoi, go-
vernadores e goerno provisorio.
Art. 5." Ficam rtvogadas as disposigOes em
contrario.
Ministerio da Fazeuda
Ministerio des negocios da fazenda. Rio de Ja-
neiro, 28 de Dezembro de 1889.
Roy Barbosa, presidente do tribunal do tbesou-
ro nacional, ordena que, para a boa exeeugo do
disposto no art. 8.* da lei n. 3. da le n. 3,3'i8
de 20 de Outubro de 1887 se observem as se-
guintes instrueges :
Art. 1." Quando tratarse de terrenos de ma
rinna propriamente ditos, dos reservados para
servidao publica as margens dos ros navegados
ou naregateis e dos accrescidos natural ou arti
dcialmente, isto 6, daquelles a que se referem os
MJ.e, 2.* e 3.* do art. !. do decreto n. 4,105 de
de Pevereiro de 186$,,s&o competentes para a
concessSo do aforamento.
| !. Na Capital Federal, quanto aos de mari-
nha e accrescidos, comprehendidos os do Man-
gue da Cidade Nova, o conselho de Intendencia
Municipal, a cujo cofre pertencem a renda dos
foros e laudemlos dos de marinha e do Mangue
e a dos loros dos accrescidos, conservando o
tnesouro nacional o direito ao laudemio destes
ependero : a primeira concessSo de aforamento,
em ambos os casos, de approvagao do ministerio
da fazenda, ou:o representante do senhorio di-
recto de taes terrenos, que a repblica ; e as
traosmlssOes de uns para outres foreiros, de li
cenga do conselho da intendencia municipal,
quando se tratar de terrenos do mangue e de
iunuha. propriauente ditos, e daquelle minis-
terio, se os terrenos forem accrescidos ; obser
vadas nos procesaos respectivos as instrueges
de 14 de Novembro de 1832 e as uispo3g0es do
decreto n. 4,105, cima citado, no que forem
applkaveis. (Lei n. 38 de 3 de Outubro de 1834,
art. 37, n. lei de 20 de Outubro de 1838, art.
9.*, n. 27 ; decreto citado n. 4,105 de 1868. art
1 c le n. 33i8 de 20 de Outubro de 18S7, art.
8., n. 3).
as pnmeiras concessOes de aforamento de
terrenos de marinha ou accrescidos, 6 devido o
sello proporcional correspondente importancia
Je 20 anaos de foro, pago no anno da assigna-
lura do termo da einpbyteuse, na secretaria do
mesmj conselho de mteudencia municipal (art.
i.' ii. 2 do regulamunto n. 8,946 de 19 de Maio
de 1883); e da liceaga do ministerio da fazenda
para a transferencia do dominio utl des terre
nos acc.cscidos se pagara o sello de 11 500 do
ii. II, 6." da ti. ella b do referido reguiamento,
alm do laudemio Je 2 1/2 do prego da traus
inissao e do imposto prop-io desta que fr de
vido na forma do renutamenlo n. 5,581 de 31 de
Margo de 1874.
No sedo proporcional, correspondente im-
portancia de 20 annos de foro, dos coatractos de
tmphyteuse, 6 lambem devido todas as vezes
que se rcalisar qualquer transferencia de atora-
ment, alm do laudemio e imposto de transinis-
.-o, devido de cada transferencia de que se pas-
sar titu.o a pessoa que adquirir o dominio.
Exceptua-se o caso de heranga, no qual 03 her-
deiros nSo precisam de oUtro titulo alm ao for-
mal de partilhas em que a propriedad foreira
Ihes coubeeuiquiui o; e, vista de semelhaiite
titulo, se averbar'no respectivo assentamento a
transferencia para o Uerdeiro, pagos os foros ven
cidos (orde-m n. 460 de 30 de Selembro de 1862;.
g I. Nos Estados Federaes, excepio o do Rio
de Janeiro, as respectivas cmaras munitipaes ou
as corpoigoe8 $ue as subsiituirwn, dependenJo,
porm, as primeiras concess s de aforamonto de
"terrenos de marinha e ac rescidos de pprovaguo
e as transferc^.c as do doninio til de uns pura
outros foreiros de licenga dos seus governadores,
observadas, no que forem applicaveis, a regras
esabolecida8 na legilaca cima-citada.
Os direito; a pagar sao o sello do contracto
da erapbyteuse, na forma cima, o de 4* da li-
cenga pura a transferencia e o laudemio perten
cente ao senhorio directo dps referidos terrenos.
Art. 2. Quando tratar-se de terrenos de ex-
melas aldeas de indios, que nao tenn.m sidoou
nao forem reunidos, nos termos da resolugo n.
2 672 de 20 de Outubro de 1875, cuja renda pro
veniente do aforamento perteoce boje s muuici*
p Ji iados, nos termos do mencionado ai t. 8o, n.
3, 2' parte-, da lei n. 3,378, a concesivo para 03
primeiros" atoramentos depender d^ approvagao
do goveruackr do Elado em que estiverem si-
tuados os terrenos, e as transferencias do domi-
nio til, qie e segulrem, de licenga do mesmo
govrmadtir, observando se, em arabos os casos,
no aue'for applicaVel, o processo estabelecido no
Jecrpto n. 4.103, para as concesses de terrenos
de marinha, como recommenda a circular n. 118
de 12-ue Dezembro de 1887.
De cjnformidade,'porm, com o aviso circular
do ministerio da fazenda de 4 de Abnl de 1888,
os novos aforamentos dos terrenos d'esta natu
reza s deverap ser concedidos depois de previa
audiencia do ministerio da agricultura e obras
publicas, para que declare se 03 terreos devo-
tutos sao ou nao necessanos para servigos a seu
cargo.
Osimpostos a pagar as concessOes.e trans-
misses d'estes twrenos sao os mesmos j indi
cados pua o* do marinha e accrescidos.
Ar. 5." Quando tratar se de terrenos devolutos
encravados as povoagOes, ou a ellas adjacenles
(art. 3o da lei n. 66 de 12 de Outubro de 1833; ou
da3 mendonadas nos arts. 76 e 79 do regulamen
to n. 1,318 de 30 de Janeiro de 1854. cujas dis-
posicOes foram concretisaaas no do art. 1. g 3o
da resolugSo n. 2,672 de 1875, a primeira con-
cessSo de aforamento deve, do mesmo modo que
HOCao de 1875 ; m".s n5o
des municipalidades a
incia do dominio til dos
.e aqui o laudemio per-
_ es. Em tal caso o imposto
geral a pagar smete o sello proporcional do
contracto da emphyteuse. Nos terrenos d'esta es-
pecie nao se comprenendem os que te ach >rem
inscriptos como proprios oacionaes nos ltvros c-
tbesouro e das thesourarias de fazenda, a respeito
dos qa. es contina en, pleno vigor a comp ten-
cia do ministerio d?. fozada para deliberar sobre
o seo destino. *
Art. 4 o Quando, oalmeote, tralar-le' ae ter-
renos devolutos, em que nao estiver ou tiver de
ser fundada alguffia'povoagao, e nao forem ne
cosarios para logradouro3 pblicos, quaes os de
que faz mengo o art. 8#, n. 3, parte 3*, da lei n.
3,348, mas de que as administragoes dos Estado
Federaes precisem para algum fim de utilidade
publica, taes torreaos s- poderSo ser transferi-
dos, pelo ministerio da agricultura, commercio
obras publicas aos Estados onde se acharen.
Fca a transferencia, aos governadores dos
mesmos Estados compete a concessao de afora-
mento ou arrendamtBto e applicago da renda
ao que for determinado.
Art. 5. No Estado "do Rio de Janeiro, por mo-
tivo da c nMiuhao de interesses, que ba na Ba
hia da Capital Fedlfral e costas prximas, as pn-
meiras concesses ,de aforamentos dos terrenos
a que se referem estes instrueges sero feitas
pelas municipalidaies dos lugares ondeas hou
ver; deveado ellas, psrm, antes de expedirm
os respectivos ttulos submetter as ditas conces
ses approvagao do ministerio da fazenda e fi
cando de nenhum effeito os aforamentos en que
nao se guardar esta fbrmalidade. As transferen
cas de dominio til d'estes terrenos, de uns para
cutros foreiros, dependentes de licenca do se-
nhorio directo, s podero realisar se depois que
o ministerio da fazenda, a quem dever ser so-
licitada a mesma cenga, a houver concedido.
Art. 6. A's municipalidades compete mandar
proceder sua custa ou por conta dos interessa-
dos, segundo IraUr se de terrenos para logra
douros pblicos ou para aforamento a particula-
res, as medigoes,avalias023 e demarcago de que
dupenderen as con-eases, que Ihe forem reque-
ridas ; conforme o determina a lei de 1887, j ci-
tada, e foi explicado pela circular do ministerio
da fazenda n. 118 dj 11 de Dezembro Jo mesmo
anno. Rny Barbosa.
Uorerno do Estado de Pernam-
buco
BXPBOIE.VTE DO DIA 2 DB DEZEMBRO DE 1889
Actos :
O governaaor interino do Estado -resolve, de
accordo com a lei u. 1,992 de 16 de Maio ultimo,
aposentar Fran;-eUna. Augusto de Hoanda Cba
con no cargo de pofleiro da Secretaria d'este
Estado com o ordenad por inteiro e a terga par-
te dos vencimantos que percebe, visto contar
mais de tnnta anaos te servigos.
O governador iutenno do Eotado resolve uo
mear Hemelerio Olael da Silva para exercer o
cargo ae porteiro da Secretaria do Gjverno.
O governador iotermo do Estado resolve
nomear urna commissao composta dos engenhei-
ros Antonio Pereira Simes e Herculano riamos,
para dar pareer sobre o estado do torreo em
que fanceiona a Repar tigo de SaJe do Porto.
Fizeram-se as necessarias comniuuicages.
O governador in.ermo do Estado tendo em
vista a proposta do inspector do The ouro, con-
tlda ern oflicio de 29 e Nuv mbro lindo, n. lo.
resolve nomear o promotor publico, bacharel Hy
gino da Silva Gusmo para exercer o cargo Je
ajudante do procurador dos feitos da fazenda do
Estado no municipio de Pau d'Alho ; fleando as-
sira exo erado-de dito cargo o baclarel Marcoli
na Ferreira Lima. Coramuuicou se ao iospec or
do Thesouro do Estado.
O governador interino do Estado resolve
exonerar o bacharel Francisco de Carvalho Gon
galves da Rocha do cargo de promotor publico
na comarca de Iguarass, e nomear para subsli
tuil-o o bacharel Manoel Freir llagues. Fize-
ram-se* as necessarias communicaces.
O governador interino do Estado resolve
exonerar o cidado l.uiz Aurelio de Godoy Vas
concellos do cargo de promotor publko da co
marca de Ingazeira, nomear para substituido o
bacharel Luiz Affonso de O iveira Jardim.Fize
am se as necessarias communicagoes.
O governador interiDO do Estado resolve
exonerar o cidado, Manoel Francisco de Souza
Jnior do cargo de promotor publico da comarca
de Petrulina, e nomear para substituil-o o bacha
re Virgilio Cardoso de Oliveira.Fizeram se as
necessarias commanicages.
O governador interino do Estado resolve
exonerar o cidado Antonio Joaquim dos Santos
Maogabeira do cargo de promotor publico da co
marca de Boa Vista, e nom. ar para substjtuil-oo
bacharel Francisco da Fonseca Figueiredo.-Fi
u rara-se as necessarias communicages.
O governador interino do Estado resolve
exonerar o cidado Joaquim Jos Ribeiro do car-
a de promotor publico da comarca ele Odrtcury,
e nolr.oar para subsliluii-o o bacharel Joaqukn
Agripiuo de Meodonga Simes.-Fizeram-se a3
necessarias communicages.
Officios: "
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda. Lorri-
munico vos que o bacharel Vuipiano da Cunba
Rega assumio o exereido do cargo de juiz substi
tuto da comarca de lgu..ras em 28 Je Novembro
lindo. ,
Ao mesmo.Communico vos que o Dacna
re Antonio da Rocha Hollando Cavaicante assu
mi no da 30 de Novembro lindo, o exercicio do
cargo de oromotor publico da comarca da \icto-
-1 Ao mesmo.Com o abate de o / concedido
pelo pharmaceutico Jos dcAzevedo Maia e Sil-
va mande! pagar ao mesmo pharmaceutico a
quantia de 2:3Z3190, coufonne a conta junta,
resultante do (wneciment de medicamentos ao
pr.-siilio de Fernando de Noronha, a respeito do
que essa Thesouraria iuformou em officios de 22
de Outubro e 29 de Novembro sob ns. 412 a 483.
Ao-mesmoRemetto vos, para os devido-
lins, copia do oficio do director da 3' directora
da secretaria de estado tUis negocios do hnpeno.
hoje do interior, de 7 de Novembro lindo, n
1 172, relativo ao, augmento de crdito de.....
4-OOUOtR requisitado por es.-a aspecto. ia para
a verba 'ulto publico, do exercicio de 188o.
^Ao coronel commandahte do 22 batalhao
de infantariaAutoriso vos apandar pagara
conduego para bordo lo vapor Manos esperado
do norte, da bagagera do ti- batalhao de infan-
taria son vosso commando; alagando as carrogas
necessarias'para esse a. _
Ao director do Arsenal de Guerra.ton
forme determina o cjdado minl3 ro e secretario
de catado dos negocios da guerra, em telegram-
madehautem datado, autorisowos a mandar
transferir para o 22 batalhao de infantaria as
pracasda companhia de operarios militares des
se Arsenal M noel Cyrillo Bi3po, Francisco de
Paala e Silva e Pedro Cesario*de Oliveira, sobre
qae versam vossas in:brmage3, de 30 de No-
vembroflndr, n3. 202 e 203 -Commuaicou se
ao commandante do 21a batalhao.
Ao mesmo.Aotons-vos' mandar satis-
faxer o incluso pedido de diverste artigos para a
nagao da fortaleza do Brum durante o cor
rente mez.Communieou se ao comanaadante da
fortaleza.
Ao mesmo.De accordo com vossa intor-
mago, de boje datada sob n. 204, autoriso vos
a mandar fornecer ao 22 ba'.alho de infantaria
ft caixes para conlucco de arma aento con-
stantes do inclu30 pedido, conforme solicita o
respectivo ccmmmdanteem oflicio de 28 do mez
lindo, n. 220.Pisen m-se as necessarias com
municacoes.
- Ao inspector do Tbesouro do Estado.Ac
cuso o recebimento do vosso offido, n. 495, de
14 de Novenbro lindo, em que me communicais
que, tendo o ex tenente quartel meftre do corpo
de polica Aatonio Jos de Sjoza e Silva, reco-
mi Jo a esse Ttiesoaro a importancia de que era
devedor fazende do Estado, solicita-tes do jai-
zo crinioal a sua soltura, que effectn-ament foi
r?aiisada.
Ao mesmo. -Para resolver o peJido que
faz o vigario Augusto Franklim Moreira da Silva
da entrega da quantia de 4:000*0000 consignada
no 49 do artigo 2 da lei n. 2,009, de 1 de Ju-
Iho deste anno, pan as obras da matrig da fre-
guezia da Boa Vista," compre que me informis
se j foi entregue ignal quantia consignada no
43 do artigo 2 da lei n. 1,884, de 30 de Abril
de 1887.
Ao mesmj.Podis mandar adiantar :o
alferes do corpo de pc-licia, Theodomiro Thoraaz
Cavaicante p.'jsoa, um mez de sold na impor-
tancia de I03#000, e abonnr-lbe a aju la de cus'o
na de 454000, conforme vosso oflicio de hoj,
sob n. 21. -Communieou seao commandante co
corpo.
Ao mesmo.Approvo a a'reraatago feita
nesse Tbesouro por Antonio Fernandes Xavier
de Lima para o servigo de illuminago da cida-
de Caruaru durante o exercicio de 1890 pelo
preco de 220 ris diarios por cadi um lampeSo,
coarorme consta do vosso officio, de 21 de No-
vembro fiado, sob n. 3.Coranuaicou-se a C-
mara Municipal respectiva.
Ao inspector geral da Instrucgo Publica
Para vosso conheclmento e fin coaveaiente?
declaro-vos que os actos a.decorrer de 26 de Ou
tubro a 15 de Novembro ltimos relativos 4 no
meaco, remogo, e jubilago de professores,
eato comprehendidos na portara le 22 do ci
tado mez de Novembro.
Portaras:
O Sr. gerente daCotrpanhia Pornimbucina
de Navegagao faga transportar ao Estado das
Alagoa3, por conta do Ministerio da Guerra, o
cidalo capitao Jaouario da Silva AssurapgSo
que vai reunirse ao 26 batalhao te infantaria
alli existente, e bem assim a fan ilia do dito dal, com rosta de sua rnulher D. Anna Marfa da
Assumngao e lilhos Fabio de 13 l|2 annos de
idale, anuario, de 12 : nnos, Mana de 10 an-
003, Julia de 9 annos, I-abel de 6 annos, Ade
laide de 4 annos e Cyrillo de 3 amos. E dio-se ordera ao inspeator da Theeouraria de
Fazenda para mandar ajustar contas
Os Srs. agentes da Companhia Brazileira de
Navegagao fagam transportar ao Estado do Rio
de Janeiro, por conta do Ministerio da Guerra,
em virtude de telegramma do ,-judante general
Jo exercilo de 26 e 28 de Novembro lindo, os
ofliciaes e pragis constantes das relages juntas
or copia e bem a:sim suas familias, e mais 18
cadetes que devem 'mbarcar com o 22* ba'.alho
de infantaria, conforme solicita o respectivo
commandante em officio n 923 de 30 do mes-
mo mez.Communisou-se ao commandante do
22 batalhao de infantaria.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco d oassagem, por con
ta deste Estadu, da estaco de Cinco Pontas
.le Agua Preta, ao furriel do Corpo de Polica
Eduardo Antonio de Moraes, que para alli des-
taca. .
dem da estaco de Cinco Pontas da'Es-
c.ada, a praga do Corpo d Polica Luiz Paulo de
Araujo que em diligenc para alli segu.
EXPEDIENTE DO DR. SECBETABIO
Dulcios :
Ao Ur. juiz de direito do civel da comarca
do Rcife.O cidado governador interino do
Estado, inteirado de vosso oflicio de 28 de No
vembro liado, recommenda-vos que remetais
para esta repartigo, em observancia do di: pos
o no ar. 133 do regulamento expedido pe.o
decreto n 9,420 de 28 de Abril de 188o, copia
do Edital pondo em concurso o provimenlo do
'oflicio de tabellio de notas da comarca do Re
cife, vago pelo fallecimenlo do respectivo serven
mano Antonio Borges da Silveira Lobo-
Ao engeneiro nscal da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco 0 cidado governa or
interino do Estado deu boje o conveniente des
tino aos documentos que vieram annexos ao
osso officio de 27 de Novembro ultimo.
Aos cembros da commissao liquidadora
das contas da estrada de ferro do Limoeiro.
O cidado governador interino deu boje o con-
veniente destino aos documeutos que acompa
uhharam o vosso oflicio de 29 de Novembro ul
timo.
Edital:
De ordem do cidado governador nlenno
deste Estado fago publico, para os devidos envi-
tes, o edital abaixo transcripto, pondo em con-
curso o provimenlo do offido de esenvao de or-
pbaos e ausentea dj termo da Escade.-O secre
tario interino, Joo d'Oliveira.
Dr. Hennque de Barros Lias, juiz municipal e.
de orphos do termo da Escada, comarca do
mesmo nome do Estado de Pernambuco, em
virtude da lei, etc. ^
Fago saber a03 que o presente edital virem e
deile noticia tiverem e a quem interessar possa,
que em visia de deteiminago do Exm Sr. go
veruudcr deste Estado e de accordo com o art.
1 do decreto n. 3,322 de 14 de Julho de 188-
fica marcado o prazo de 30 dias, a cantar de
hoje para o concurso dos offidos de esenvo de
orphos e ausentes deste termo creado pe,o de
creto de 30 de Janeiro de 1834, vago por falle
cimento do respectivo serventuario, Joo Carlos
Cavaicante ae Albuquerque.
Os pretendentes serventa vitalicia do ipes-
mo (ffio devem apresentar-se devidamenteha
uilitadoa dentro do prazo referido e na formado
decreto de 28 de Abril de 1885.
E para que chegue ao conhecimcnlo de lodos,
mandei passar o presente que ser affixado no
lugar do costume e publicado pela imprensa.
Dado e p issado nesta cidade da Escada, aos
28 de Novembro de 1889. Eu, Antonio Carlos
i'avalcante de Albuquerque, escrivao de orpboi
interino, o escrevi.Henrique de Barros Lins-
Certifico eu abaixo assignado qne. nesta data,
afflxei o edial pondo a concurso o officio de es-
crivao de orphSos e ausentes deste termo-
O referido verdai-,.aDou te. Esiada, 28
de Novembro de 1889 -O oficial Je justlga c
porteiro interino dos auditorios, Antonio Bezer-
ra da Cunha Brito. ...
E mais se nao conliuha no edital e .certidao do
popteiro que bem e fielmente copiei '
Escada, 27 de Novembro ue 1889.-3 escrivao
de orpnaos interino, Antonio Carlos C. de Ana
XPEDIENTE DO DIA 3 DB BBZSMBBO DE 1889
ACtOS :
O governador interino do Estado rtso. ve ex
onerar, a pedido, oacbarel Joo de Oliveira do
cargo de secretario ioteriao dest Estado.rt
zeram se as necessarias communicaces.
O governador interino do Estado, atu-n
dendo ao que solicitou o eogenheiro Gregorio
Thaumalurgo de Axevedo, resolve dispensa! o
do servico de que foi incumbido por acto de 26
de Agosto ultimo relativamente direcgo di
construego do novo edificio destinado Facul-
dade de Direito desta cidade.Fizeram-se as
necessarias communicaces.
O governador interino do Estado, de con
formidado com o art. 4o 4o do Reg. de 18 de
Janeiro de 1888, resolve nomear os hachareis
Cicero Odn Peregrino da Silva, Ezequiel Fran-
co de. S, Vicente Ferrer de Barros Wanderley,
Jos Diniz Barreto e Monsenhor Joaquim Arco-
verde de Albuquer-.jue Cavaicante para exerce-
rem 03 cargos de rnembroa do conselho littera-
noadurante o anno vrindouroCommunieou se
ao raspador geral da instrucgo publica.
o governador interino do Estado, tendo
em vista a proposta constaute de officio n. 12 de
29 de Novembro rindo, do inspector geral da
instrtegSo publica, resolve nomear o Dr. Joa-. .
quim Antonio de Castro Loureiro para exercer o
cargo de delegado do districto lilterario do Pogo
da Panella, em substituigo do actual, que fica
exonerado.Commuoicou-se ao iospector geral
da instrucgo publica.
Oficios :
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda. -
Communico vos que em 30 de Novembro exon-
relo cidado Cypriano Gomes de S Quirino,
Firmino Gomes de Meneaes e Manoel da Crui
Si Rodrigues, dos careos de promotores pbli-
cos das comarcas de Labrob, Floresta e Sal-
gueiro e nomeei para substituil os os hachareis
Ascendino Lins de Albuquerque Jos Mariano
Garaeiro Leoe Antonio Soa-es de Novaes Mel-
lo Avelins.
Ao mesmo.-Transmitiindo-vos os papei3
que vieram annexos ao Aviso do ministerio dos
Nagoios d marinha, de 22 de Novembro fiado,
n.81 declaro vos que, conforme consta do ci-
tado Aviso, foi deferido orequerimento em que
o Io tenente da armada Jgnacio Luiz de Azeve-
o Costa pedia para consignar mensalmente a
sea procurador neste Estado, a quantia de 50,
deduzida do respectivo sold, a comecar do 1*
do mesmo mez. i'ommunicou-se ao inspector
do Arsenal de Marinha.
Ao mesmo.Para os devidos fias remetto-
vo8 a inclusa folha na importancia de 132*000,
ritrenle ao pagaraeuto do caldeireiro Francis-
co das Chagas Queiroz, pelos concertos que fez
ua caldeira da canhoneira Trartpe, a que se re-
iere vosso oflicio de 21 de Outubro ultimo, n.
404, e a ordem do Tnesouro Nacional de 20 de
Novembro Mudo. n. 2. Communieou se ao ins-
pector do Arsenal de Marinha.
Ao mesmo.Communico vos que o juiz
municipal e de orphos do termo de Floresta ba-
charel Antonio Candido Correia de Araujo assu-
mio no dia Io de Novembro lindo o exercicio
interi.o da vara de direito da comarca di mes-'
ma denominago.
Ao mesmo.-Man lai ajustar contas e pas-
arr guia geral aos ofliciaes ao 22" batalhao de
infantaria, conforme a folha dos vencimentoi
que fofpaga hontem p)r essa repartigo.Com-
raunicou-se ao respectiro commandante.
to mesmo.Traosraitto-vos, para os fins
convenientes, copia do officio de 29 do mez lin-
do, do juiz de direito da comarca de Cimbres,
relativo ao exercicio do respeclivo promotor pu-
blico,
Ao mesmo.Communico-vos que o bacha-
rel Manoel Henrique Wanderley assumio no dia
28 de Novembro lindo, o exercicio do cargo de
promotor pablico da c)inarca de Palmares.
Ao commandante do 14 batalhao de infan-
taria. Providencial para qne seja remettida
secretaria do governo deste Estado com desti-
no Repartieo de Ajudaote General, certido
de asseatameotos do que consta relativamente
ex praga do batalhao sob vo3so commando, Jos
Francisco Ribeiro, actualmente :abo de esqui-
dra do 22 oatalho de infantiria.
Ao mesmo. Com a inclusa copia da infor-
n.ago do director do Arsenal de Guerra de
hornera, sob n. 206, respondo ao vosso oflicio n.
812 de 28 de Novembro ultimo, concernente ao
pedido feito para raodilieaco da bandeira do
bitalho sob vosso conmando.
- ao inspector do'Tbesouro do Estado.De
accordo com a vossa informago le hontem. sob
n. 22, autoriso-vos a mandar abonar ao tenente-
coronel commandante do corpo de polica a
auautia de 300*000 para compra de cavalga
ura.
Ao mesmo.A Joo Climaco de Miranda,
arrematante des reparos da ponte de S. Joo, na
estrada de Pao d'Alho sobre o rio Capibaribe,
mande pagar de accordo com a informago desse
Tnesouro, sob o. 12, de 28 d'.Novembro ultimo
o ceriifleado da repartigo de obras publicas de
24 de Selembro ultimo, que devolvo, a quantia
de 1:3113797 a que tem direito, iademnisada
pr. viamente a responsabilidade do eatylo.
Communicou-se ao director geral de obras pu-
blicas.
Ao juiz de direito presidente da junta re-
visora da comarca de IngazeiraA'vista da
consulta de vosso oflicio de 11 do mez rindo,
declaro-vos que deveis apurar o a'istamento mi-
litar procedido na freguezia de S. Jos do
Enypto, embora nao tenha reraettiio a junta pa-
rocbiai do Senhor Bom Jeras dos Remedios o
resultado de seus trabalhos.
Ao cidado Francisco Benicio das Cnagas.
Em resposta 4 consulta ex irada em offido de
29 do mez lindo declaro que est em vigor a
autorisago de i3 deste mez, sobre a execugo
dos reparos argentes no proprio nacional que
serve de escol villa do Bonito, no valor de
SOO00O.
Portaras :
Os ci adaos agentes da Companhia Brazi-
lei a de Navegagao a Vapor mandem dar passa-
gens de r, por conta do Ministerio da Fazenda,
no primeiro vapor que passar, ao cidadj Octa-
viano iristides Coelho, o qual vai com destino
ao Bio de Janeiro assnmir o exrcicio do cargo
de oficial de descarga, para o qual foi remov-
iio ; bem assin s pessoas de sua familia, con-
stantes da relago junta por copia, sendo proa
a passag. m criada, conforme solicitou o inspe-
ctor da Tnesouraria de Fazenda em officio de 28
de Novembro prximo passado, sob n. 482
Communicou-se ao inspector da Thesouraria de
Fazenda.
O cidado gerente da Companhia Peroam
bucana de Navegago-maode da- passagens de
r al o visinbo estado da Parahyba, na primeira
oppcrtunilade, ao cidado' Manoe Tertuliano
Soares de Avellar e a sua senhora por conta
da gratuitas a que o governo tem direito.
Idcn, idem, ao cidado Alipio Freir de
Sales Pessoa.
dem ate Aracaj, ao Dr. Joo de Araujo
Lima. ,
O Sr. superindentente da estrada de ferro
do Recite ao S. Francisco, sirva se de conceder
passagens de ida e volta, para serem levada em
eonta das gratuitas a que o governo tem direito,
quando nao forem concedidas pela secretaria
d'este Estado, entre as estages das Cinco Pon-
tas e de Palmares, com direito a bagasem, aos
Revnis capuchinhos Clemente Cassiano, Paschoal
Joo do Monte c Lourengo Ferrao, quando cada
um de per si, para isso, se apreseotar, e era idn-
ticas condiges para ;ransportar at aquella esta-
go os seguintes volumes :
Seis barricas de bacalhio.
Duas caixas de sabo.
Duas ditas de gaz.
Quatro barricas de farlnha de trigo.
- I lera ao encarregado da estago de Palma-
res no prolongamento para mandar transportar
at Garanbuns.


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2
Diario de Peniamhu-o--Sabbado 18
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I

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O Sr. saperratendeote da estrada de (ferro
do Recife ao S. Francisco d passagens, por
eonta d'este Estado, da esta^ao de Ciaco Ponas
a de Una, a tres criminosos que tm de respon-
der a julgameot ao ten de Boa Consisto,
bem como a ura cabo de bqeadra e aeis pupas
do corpo de peana, peesedenciande ajuadtoao
regresso d'essa Malla.
Mittaiis miatoat ao eacamgaaa a estaeo
de Palmares, pana andar tiaportar at Gara
nhuns.
BXPEDIEHTI DOBB. SCCHIja
Officios :
Ao Dr. chefe de polica.De ordem do ci-
iaio governador interino do Estado, communt-
co-vos que nos vossos officios de hontera data
ios, sob db. 1595, 1596 e 1600, foi proferido o
seguate despacho :
Ao commandante do corpo de polica para
satisfazer a requisico.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
O governador interino do Estado raaada vos re-
mtter cinco ordens do Ministerio da Fazenda de
ds. i 6.
Ao secretario do commanlo das armas.
De ordem do governador uterino do Salada
transmiti vos, para os devidosfios, a inclusa
lia de medicamentos t mais artigos, mandados
Eroecer por aviso de 19 de Setembro nitrato.
pe lo laboratorio chanico pharmaceuto militar
pharmacia militar d'este Estado.
Ao coHector de Garaelleira, Francisco An-
tonio de Metra Lima.O governador interreo -lo
Salado manda acensar o recebimento de vosso
afficio de J7 de Novembro ultimo, em qne offe
jeceis cinco por eento de vossos venomentos,
como contigeote para o resgale da divida pil-
anca extensa, a principiar do 1* de Janeiro (te
1890 em diante, por lempo indeterminado.
O mesa governador coat da deca rar-vosjque
acceita o altadido efferecimeiito, e agradece esse
rosso acto de patriotismo, de que deu cooheci-
ento ao Thetoaro do Estado, para os devidos
effeitos. Communicou se ao inspector do Toe
soero.
Ae gerente da Compaabia Pernambucana
deNavegacia De ordem do goveTaardor inte-
rino da Estado, acenso o recebimento de oflicio
de horneen, no qual coramnwcaes qne eesa coai-
panhia expedir os vapores Pirapama para os
portes do norte at Gear a 5 do correte, e S.
Franauao para os portas do sul at a capital do
Estado da Babia, no da 9, anacos s 5 horas da
tarde.
ttepariH* la Pcslrcla
2.* aeocad.N. 12.Secretaria de Po
cm do Estado de Pernambuco, 17 de Ja
aeiro de 1890. Cidadao.Participo-vos
qne foram recolhidoa a Casa de Deten cao
oa seguimos individuos :
No dia 15 :
A' ordem do subdelegado do 1" districto de
Afogado*, Manuel Rodrigues da Paixo, por en
briaiTUvi e distar Dios
A' ordem do da Torre, Antonio EliaB de S,
por se actaar pronunciado no art 119 do cod.
eriai
No dia 16 :
A' ordem do Dr. delegado do *> districto da
capital, Liberato Francisco Correia de Araojo.
por embnau.'Z e disturbios.
A' ordem do subdelegado do Recife, Zacaras
Jos- de Saot'Aaoa, ali -nalo. com destino ao
asjlo da Ta nanrwirt ; Antonio Praacisco e Mi
guel Antonio Peftrra do Nasciraento, como a
gabundos.
A' ordem lo do 1* districto da Boa Vista Can
dida Rita da '.onceicte, los Marcellino daTrio-
4.de e Joao Francisco, por embriaguez e dislur
Mm
A'ordem do de Santo Antonio, Jos Nogueira
da -iiva, conhecido por Champagne, por crime
de furto ; Mara babel da Encarnacao, Pbilo-
meaa Mara da Oonceico. Lourencp Maria de
Rosara, Jos Antea de Lvra, Manoel Martins
Peivira, Maaoel Francisco Muniz e Rita Mara da
Couceicao, por embriaguez e disturbios.
No dia 13 do cor ente, s 9 I ti horas da
wite. e no termo de Pao d'Altio, foi preso pelo
delegado respectivo o reo Jos Marlins da Fon
seca, cenhecido sor Jos Ruque, pronunciado em
crime de morte no termo de Limoeiro.
Em ierras do engenho Pedra Fina, doter
mo da Escada foi assassinado no dia 7 do cor
rente o cidadao "loriano Ntcacio de Barros, eva
ai ido se o delinquente, que tem o nome de Jus
tino de tal, coahecido por Caima Braba.
Abrio-se inquerito.
Uo da 6 do eorrent3, peb raanba, Joio
Ferreira do Nascneulo, morador no termo de
6ranhuos, ferio com doas b cadas a Francisco
Ciernen tino das Chagas.
Depois de erido, disparo Francisco Ciernen-
tino urna pistola sobre o sen ofteosor, eopre
ga-ido se, porm, loda a carga em Jas Pereira
do Nascimento, que morreu instantneamente.
Contra os delincuentes, dos qoaes foi preso
Francisco Ctemetitino, procedeu ae na forma da
le.
De urna lacla iravada no dia o do corrate,
no lugar denominado Pagu, do termo de Pee
qneira, Tbeownio Ferreira Callado e Jos Igoa
co Pereira, resal ion sahir o pnraeiro ferido
nortaimente.
Contra o delinqoente, que foi preso em fia
grante, procedeu se nos termos do inquerito po
ncial.
No dia 4 do correnle, s 4 horas da larde
e uo logar denominado Palmeirinho, do termo
de Buique. o individuos Jos Marques e Fran
cisco Marque; dispararan! de emboscada, duu
tiros de pstela, contra Joio Jos dos Santos, que
foi mrio instantneamente, sendo lambem feri-
do gravemente uui irmao do mesmo Santas.
O delegado respe tivo tomn &*nhecimento do
ficta e promove a captura dos delinqueaies.
Communicou-me o delegado do termo-Je
Soyanna, que no dia 3 do correte e na Usina
Joao Alfredo, fra esmagado por urna locomoti 'a
denominada Loyo o individuo de nome Fruncs
Mon eiro da Silva
Abno se iiqaerKo sobre o accidente.
Consta a remessa dos seguintes inqueritos:
Pelo subdele^udo do 2 diitncto da 6ri(a. ao
Or. jotz de direito do 4. distncto criminal, o
qoe procedeu contra Emiliano Vieira oa Cunta,
por crime de ferimentos praticados na ptssoa de
Jos Anastacii da silva.
Pelo subdelegado do I.' districto deS. Jos,
ao Dr. juiz de direito do 3 districto criminal, o
qne i rocedeu contra Manoel de Freitas por ha-
ver tentado contra a existencia de diversos t^a
balbadores da via-ferrea de Caruar.
Entraram em exercicio :
Heliodoro de Pauli Ferreira Rabello, snbdele
gado do districto de Allianga, no termo de Naza
re'h ,
rancisco Sioezio de Araajo Cavalcanle, sub
delegado do 1." districto de Pesqneira.
Ftrmino Pomposo de MeIJo Fal ao, delegado
do termo de Quipap, na qualidade de 1." sup
pirte.
Qnintino Bezerra de Vusconcellos, subdelega
Jo do ts districto de Bezerros.
Sade e fraternidadeAo brigadeiro
Joao SirneSo de CMiveira, mui digno gu-
vernador provisorio do Estado de Per-
aambucoO Chefe de polica interino,
Jote Izidoro Martins Jnior.
materiae8 sao immensas. So poderam ser pre
servados do incendio os aposentos do re Leo
pedo. A libljataeea do ra eons quinze qoa
dros foram os narcos objectos salvos das rtiaai
mas. *
EXTERIOR
EUROPA
Eie o complemento das noticias trazidas pelo
paquete Mr ato :
Vasta*
Uo dia de Anno-Bon:, pelas duase meia horas
da tarde. manifeton-se om violento incendio no
palacio real de Laeken.
O incendio principion na ala esquerda, com-
mtmicaodo se immediatamente diretta.
O re Leopoldo reeebeu noticia do fogo oo sea
palacio de Braxellas, durante a recepclo oflicial
pelo novo anno, onde eslava a rainha Mara Hen-
riqoeta.
Interrumpen-se logo a recepcao e dirigi-se
em carruagem para o local do sinlitro.
Sao enormes as perdas para as companhias de
Tros.
jovem princeza Clemenlina foi salva a mui
to casto, mats a toa aia morreo entre as cham
mas,
Perderam-se todos os edicios e as colleccoes
magnificas que n'elles se continham. As per! is
Jko coateMdrdte que e Atase, oa recepcao of
va, ao paste i' real de Sama, ao aouve Afinnawa-ae qae a re aVisaaerto aarovei
o eaeejo aara raaaender, easaora sadirec-
Qte, a ajamas das afirmbaos feitas pelo
..a no discurso de raceecao do Sacro Colle^io,
por occasio das festas lo Natal.
O rei Humberto, ao receber as depala^oes
do parlamento, disse que folgava amito de ver
abrir se o nov anno debaixo ue melbores aus
picios que o de 1889, visto que todas as poten-
cias coafinnaram mlis que nunca a firme inien
cao de uian'.erem a paz.
O rei acaba de conferir ttulos aos lilho*
do duque de Aasaa; o principe Lim, foi feitodu
3ue de Abruzze, e o principe Humberto con e
e Salerni.
O Circulo Industria' dea no i" de Janeiro
nm banquete ao ministro da marinba.
No seu brinde o anawtro deptoiou que as coa
dices da Europa eaergun lio forte pressao so-
bre a Ralla, que aspira someote a viver em paz:
com todos, am de se consagrar inieiramenle ao
seu renascimdnto econmico e moral. Devemos
todos deseja- que o actual estado de cou-
sas meUtore aflos de que a Italia poasa ailiviar-
ge dos escargos que pesam sobre o paiz. O go-
veroo conhece o seu dever, que empregar to-
das os esforcos para apressar este resultado.
Dis um tetegramuta de Roma para o aily
Chromcle que a crise na Italia aggrava-se de da
para dia; o numero das talleaeas enorme e
Ha militares de operarios que nao acfaam traba
no : te a.6 cousas aao mudaren] com brevidade
receiam-se grandes 'tesordeos.
Uina carta do Sr. Gladstone a um escriptor
italiano considera a siluacao finaaceira da Jialia
como um pt-rigo nacional e er que o perigo ba
de toi nar-se mais grave se a Italia continuar a
intrometter se as questoes transalpinas.
Kanu-W
A allocaco do papa uo cooaistorio de 30 .i
Dezembro regosija-se con a fundaco das um
versiiladej caltrulicas de Wastiingtou, Orna va e
Fribur^ o catholicisuxi prospera u'aquelle gran
de pala sob o favor das leis e a equida le dos
hmeos, o que contrasta desgracadaioenle com
a aUitudeda Italia a qual taz tudo qoanto pode
contra a igreja e con ti a o papa.
Dt-p jis de eunumerar as razoes de queixa que
tem contra a Italu, o papa diz que .vivindiea o
poder temporal, nao-por motivos bumanos mas
porque tem direito a. esse poder a 4em mes uo
necessidade d'elle pata conservar intacto o
tbesouro da f dirista, para ter a independeacia
e a liberdade necesarias ao exercicio da saa
misso.
A He fauna protesta contra a linguagem do pa
pa a respeiio da Italia.
lntflml ru
Dorante o correte a ano sera publicado maks
um volme das ftteordafots da ranitw Victo
ra.
Segundo se diz em Londres, compri-aundera
algumas poosias que a soberana cumpuz duran
te as suas viageon.
A Gazeta de Londres de 3 de Janeiro publicou
urna urdem da rainUa deterauaando qde a corte
tome luto pela imperatriz do Brasil desde2 de
Janeiro at 23.
Sir Michael Uicka Beacb, presidente do mi
msicrio do commercio.'discursaado n'ama re
un ao rwiiiica em Leooninxton disse qoe ba
acluahaeate*uuia nuvem uo horisonte da poli ti
ca estraogeira; mas nao du ida de qne a qaes
lo pen Jente entre a Inglaterra e Portugal ser
em breve resolvida paciUcameate e de maneira
satisfactoria, pois est certo de que nem P .rtu
gal, nema Inglaterra, csiao disposlos a brisar.
Cetebrou no la 29 de Dezembro em Hawsar-
den Castle o 81 anoiversario do seu nascimenio
o ooiavel e.-ta li-ta mglez Gladstooe, o grand<
velbo (the gieat od man). Nascido aos 28 de De-
semru de 18u9, em Liverpool, sendo ter;eico li
Ibo de um negociante e^cossez que em resulta-
do-de quubra, viera a eoUbeieeer se no coramer
cio das Indias, Wiil a:n Ewart Gladntone boje
urna d s iadividualidaies mais universalmeate
consideradas e respeitadas do mundo e das mais
sytnpaiflioas e populares delaglaier-a.
Apezar da sua i Jade, o Sr. Gladstone passa
iiiinilicmeiiie.
Na sua festa de familia, vio-se cercado de qua-
si tolos OS SOBs.
Nos ulUUao8 diasGladstoae, que haviaabando-
naoo ha mezes o seu di ver imenlo favorito, o
corte de carvalhos, a golpes de machado, occu
pava se da elassilicacao, prapna mona, dos li-
> o- de urna bibliotheca que ac.ua de fundar se
em llarvanleii, juato a um coliegio, que por sua
iniciativa tauibem all se eslabeleceu.
Como de cosime, o Sr. Gladatoue, fiel secta-
rio da igreja de Inglaterra, fez em voz alta a le
tura da Biblia aa urr-ja da paroebia, da qual u u
dos seus tilhos vigario.
Desde a vespera que grande numero de visi
Uihtes linha chegado a Harvarden, com o fim de
jumprimeiitar o venerando estadista.
De loda a parte da Europa, da America, de lo
das as povoaces da Inglaterra, ebegavam tele
grammas de felicitacao, e a todos cites respon-
da aislse com'uma phrase amavel de sin-
cero re onheciraento.
O ministerio do eommercio inglez fez saber
aos promotores de um tunnel aira vez do canal
da Mancha, que se iosistirem em construir o tal
tunnel, o governo se oppor a essa tal cons-
Iratalo.
O Sr. Parnell declarou que o capito O'Shea
o ameacava com um processo.de adulterio, des-
de 1886, finando ja" a polilica andava metlida no
aso. O capitao proceda assim. por suggestio
de mister Honsion, do Times, o que prova cabal
mente a vinganca politieo.
Trala-se de mrs urna perseguico dos ingle-
zes contra Parnell.
Um tal O'Shea, que foi amigo do campeao da
Irlanda, mas que no processo Parnell Taes de-
poz contra elle, requeren agora divorcio, alie
gando que sua mulher tem tirfo rerar;oes criu.i
nosas desde Abril de 1886, com o iairepido ir-
landez, encontrando se multas vezes com elle
em Eliham, Bngton e AlJingian. Madame O'Shea
irm do general sir Bvelyn Wood, que se dis
tinguio no &t ypto. Casan em 1967, e tem o neo
lUhos.
Contina a ser objecto de grande atteayao
na Inglaterra a doeoca de lord Salisbury.
Telegrammas enviados de Londres a Hart
rield, perguounuo a oauaa e o carcter da eu
furmidade do presidente do cooselho britannico,
receberam a seguate resposta :
O marquez de Salisbury sentio-se assaltado
por um grande dio e intensa febre.
Retirando se para .asa, vio se obrigado a
recolner se cama, e poremqaanto nio se julga
grave a sua doenca.
Foi destruida porum medonho incendio a
escola industrial de For<-sigatp. prximo de Lon-
dres. O fogo pegou n'um dos pavimeutos supe-
riores onde estavam os dormitorios.
Vtnte e seis estucantes pereceram asihyxia
dos, sendo salvos com grande dilneuldade 28.
Obraram-se prodigios de aboegaco. para soc
correr aquellos infelues.
A influenza grassa com grande Torca em
Londres Esto enfernos 400 empregodos dos
correios.
Os mdicos crem que a affecfSo foi commu
nicada a lord Salisbury pelos despachos dos era-
baixadores britannicos em Pars e S Petersbnr-
ge,os qoaes se acbam affectados da epidemia.
Vai ser aserto um canal desde Birraingbam
al ao mar. Tera a largura de 22 metros e po
dero navegar por elle navios de 500 toneladas
de registro. Calaila-se a despeza era 75 mi
Infles da. francos.
= Os jornaes inglezes annuociam a morte
em Dewonpori, do enente inglez Carey, da man
nua real, o mesmo que acompanhava o principe
Laiz Napoleao no da em que este foi morio pe.
loe zulus
Carey foi aecusado de ter abandonado o prin
cipe, no moraento do perigo, accusacSo de que
intilmente se defendeq
tllemanha
O imperador Guilberme enviou no dia 30 de
Dezembro urna affectuosa ^arta ao principe do
Bibmarck, dando-lhe as boas festas por occasio
do anno novo. Nessa carta diz o imperador:
E' agradecendo a Deas que eu Unco um
olbar sobre o anno qus fioda, e no qnal nos foi
permiltido nao so conservar a paz externa, mas
tambero augmentar as garantas da roanutenco
da iranquillidade geral. Peco a Deas que me
auxilie ainda por muito tempo, com os fiis e
O anno que acaba de sumir se na am
pulsa os tempo*, toi ingrato paaa noaaoa
aortamafiis porque f'oioecc >e entiwgou aoa
eu amtcoss >r sob o tomar de ama aawas-
tadara necea, pulo que aaa termino ara
da jalo com anciedada, aaaeraaato se q*e,
vista areiq decornaa dranos aaao- a-
' saaa* entre elles alguus aecoaa, aapaae
cessasa'chuvas logo aaa snaaeiroa dias aa
novajaio; mas amo aaaaaaos a llena-
da de chuvas 1
Todava nao a renegamos aquello est-
ril ann ; foi nelle que se realisou a mara-
vilhosaob:aqu^ aiuda deve ter presa
a attencAo do atad civilisado pelo modo
suave, cordato, criterioso, providente e
humanitario como se operou, sendo corna-
da dos applausos na nacao, exceptuada
aquella parte que se comprasia com a des-
aotr-jda marcha da rtuacao, que foi co-
vaira d* witMa^fioo qae aa submargiraaa me
realiwir-se aquella immortal obra 2
ramos lido com curiosidade os decre-
tos do governo federal e, ao aasso h 'm
de ver, teem sido elles inspirados em son
timemos de louvavel patriotismo.
Qhb relacSo ao ex-imperador, desde que
elle, ou por si, ou levado p..-r su^gesta >
de mos conselbeiros, entender ou deola
rara que o governo nao Ihe poda dar >
suosidio de 5 mil contos, compra ao go
que tomaram s naawros de taB- yerno, nao s revogar o deoroco pete qua
la'o havia conced do como tambera
experimentados conselb s do principe de Bis
marca
Cacgaa a lmalas dia 3 de Jaaarra a mi
peratta Viciara, vioa do imf eradar Frodarico,
e suas flbas.
- O que taita da segunta leiaara da arca
mentada guerra e da aaariaaa dar lugar m di -
cu-suaaaaio aaaioraaas aoaaichsiag
As varaas ieact&ea yaraamenaaas cmaatna
ram aaaaasar aa tenaaa lettara aai deama ge
ral demando, e pasea raptdameme .sobre a es
pcciaMade dasaWrau aaawai iracfcs.
A oammisao de rea-iieato eeperim tercoo-
(luidos os seus trabalios loao na prim"ira se
nana depois de ferias. Qoanto segunda le
iura do orejelo de le contra os sociali-us, O
da da discossao do parecer da com.nisao nao
foi ainda fixado, porque e governo quer priraei
ro fazer -pprovar o orpameato.
Afiirma-se que os governos confederados de
sejam lazer coniecer ao.tttrlauerito, oo flm da
segunda leiiura do projeo de lei contra os so-
cialistas, qual o limite das cooeessoes qne en
tendem de ver fazer perante as exreencias formu-
ladas no projecto apresentado ao reifbstog.
Fizeram se ltimamente na.Allemanba va
ras experiencias coa a nova eapiagarda, para
determinar os seus effeilos destruidores. Oa al-
vos foram cavaUos vivas. As feridas, de urna
pequeaa superficie, determioaram derramatDen-
tos internos. As balas quebraram completa-
mente os ossos.
Brevemente vao ser mudadas as cores muito
vistosas de certos uinformal.
E-la medida julgadaaecessaria pela intro-
dueco di plvora tem fumo.
O ortico e o encarnado vao desappareeer
cotBolctaineate dos uniformes.
a Alleraanba loram creados mais cinco
rezimentws,
a 444.
__O Dr. Lentboid, ajedci do imperador Gui
inerme, aada muito apprebeosivo com as cris*'
nervosas de que o imperador, tem soffrido n'es-
les unimos das.
Nocias de Haiaburao _flirawm qoe as #r-
bm da Blgica e da Alleinanna, sao pagas pelo
overeo francs.
Todos os jornaes aeinaes reprodazem grave-
mente e.-ta absurda ciunow.
Secundo inl<> ma^es reeebidas ne Berum
a epidemia da injtuaua vai lomando grande ex
wn*ao na Allemanba. Um terco do exercito eata
enfermo
Em Yeoa falicceu a 3 de Janeiro o celebre pro
feasor Bata.
naala
Segundo annunciam ie B--rlim ao Dttly News,
a Kus.-u aaaammaadaa em Franca 1O,oo es-
rigarda8 de repeticao, e er se mamad que a
Franca entregou i Russia o segredo da plvora
sem fumo
Anda ha dias na imprerwi o boato de qoe
o tsar esta doeute, v.clima de um altanado a*
eiiveneiMinen'o
Em Berti'ii recebau-se oo dia 31 de awarann
a Urde, uui teJegramaia de S. Petersburo, aa-
luod e qual a rtouaca do czar tem por origem
um tteatado. Ha das qae eircolava este ru
mor, porem al boje atoo* se Ui>*. nao traba dado
crdito.
O czar acbava se no qatacio de Gausebix; e
ao pasear p r debaixo ote urna lampada elctrica
esta cardo, colheado o moaarcha fazendo Im-
uioa graRde cootusao.
Este experimeniou ama grande excitado ner
vosa, e urna congestao ponoonar.
U czar suppoz desde logo que se tralava de
urna tentativa para Ihe dar cabo da vida, e a po-
lica coraecou em averiguaces.
Nao se sabe se tem retaca com estas pee-
quizas a ordem de prisao fulminada atol I 96
oniciaes do exercito.accusados de sympatbias
para com os revolucionarios
E' indubitavel que a idea liberal ganha ter
re.io na offieialida O ministro da uarra propoz ao czar que de
hoje para o futuro s fos**m olli -.iaes de exer
cito individuos obres ; porm o soberano, com
pp heodendo que esta urdida produziria mo
eFeito na opinilo, neaou-se a auto isal a.
Balfara
Acaba de encerrar as su. s se-ssoes o paila
ment bul.': ro.
Apezar de todas as difficuldades, o fatu quo
blgaro mantera se.
A iireseoca do principe Fernando frente do
prin. ipado contrario ao tratado de Berlim, mas
um tacto consum ido; e, como tal. impoe-se.
Um similhanie estado de coubs urna verda-
aeira inveri-io dada ao lireito Itricto. Este di
reito stncto repousa sobre a vontade de urna rara
loaion-g potencias do mundo; e no emtanto,
esse direito, menoscabado, e o facto que
trlumpaa.
E'nestas circumstancias qoe aujplica-, f> irabaibo dessa prodigiosa machina equivale
mos a 8. Ese. o Ilustre general, qua nos j ao e 60 borneas e produz ella 100 mil cigarros
I ma.ide um delgalo na altura de beaa des- '
empenhar a importante misslo de apian-
AFRICA
y po
Prosesrjem em Londres ns negoctafioes enire
o governo inglez e n Sr. Wadingtoo. embaixa
dor da Franca acerca da cooversao da divida
paivilegiada do Ejypto.
Informara os correspondentes rTaquella cirade
que a idea adop ada pelo governo ecypuio de
applicar os iocros da converso a abulico do
iraoalho obriaiorio, teve o condao de aplacar a
resistencia do governo france, que anteado
agora nao dever impedir urna providencia, que
tem or effeito um beneficio mmediato, de tanta
importancia para o povo egypcio Por isso.
paris que j deu a entender ao Roverno inglez
qu- poder" vir a dar o seu consentimento para
a conversao projeclada. se a Inglaterra por sua
parte manifestar a intencao de vir a ret rar
do Egypto as suas tropas. Tambera o mesmo
governo suggerio a iJa de se applicar urna
oarte do lucro da conversao ao aogmento do
effeetivo do exercito evpcio, para se poder re
duzr correspondentemenie as forcas inglezas de
oceupacao.
Parece que sob este novo ponto de vista que
ium continnar as ueguciaeSes aos primeiros das
do novo anno.
A (tascia, que n'este asfumpto, tem seguido
um procedimento paralHo ao da Franca- parece
que tanrbem a^ora se inclina a anouir cod
versao.
Xnuzibar
A 29 de Dezembro pa-lio o major Wissmann
para Paagani com todas as tropas dispontveis.
para combater os insurgentes.
AMERICA
Man aliviador
Um telegrama de San Salvador noticia que a
revolucao pouco imprtame. Os insurgentes
foram batidos e perseguidos pelas tropas do go
veruo.
Segando noticias de La Libertad (San Sal
vador), as tropas do governo, commandadas pelo
geoeral Kivas, bateram complelamente os insur
gentes aos qoaes lomarara seis dos seus princi
paes postos.
Honve a lamentar de um e de ootro lado varios
mor tos.
A 3 de Janeiro acbava se eampleUmente re-
primido o movimenlo revoUicionano.
Kituduk Inldo
Em Barnweii ^Carolina io Sul), um grupo de
horneas brancos mascarados introdusic-se forga
na cadeia, e, tendo amarrado o oircereiro, upo
derou-se de oito assassiaus negros, que all es-
tavau presos, levou os para tora da cidade, e
fuzilou os.
Reunise depois um grande numero de ne
gros ao mgar oa execucio; e, como se recetas
sem graves dosordens, foram requisitadas tropas
do governador do Estado
A conferencia man lima terminou os seus
trabalhos, e adiou as suas sessoes rie th.
Grassa lambem a influenza nos Estados Unidos.
Conslava estar tambera ta epidemia no M-
xico e no Cnad
tar nesta toara aa principios em qae
re p o usar a rdea o o reapeito a lei.
de
ve
lo Diarlo le a*erihiiem
BUIQE, i l de Janeiro do 1890.
Queiram oa illustres redactores e pro-
prietarios desse Dirrio aeoeitar Boaaos cor-
diaca eomprimentos pola entrada do aovo
anno, que, Dedo queira, lhes soja prospo
ro e renturoso.
como tambera ret
rr-me a dotacao de 800 corrtoo.
E q i tndu assim nao iosae, bastava ter
e verificado que elle era rico, posaurodo
lazendas da graudes volores e tser ti
gen ro miliunaiio para justificar o acto do
governo, que tem altos deveres desoa
penrjar a bera do progreaso da nnc&o.
Oa pavos que .labitato ts sertSrfs deate
e de outros Estado do norte, fiagellados
por crueis e frequentes seccas, peiem
iipulices que se lhes acuda com socorros
deotentes a collocal-os em melbores coa
diques ; poai teem azido complotamente
abandonados dos poderos puoiicc*.
A agricultura, mesmo a chamadape-
qnena lavourae, bem a>aim, a induatrta
pastoril, pracisam de protecefto.
Voitand i secca, esae fl-galio devasta
dor e medonho, mas que, apoaar dea cla-
mores que provoca, nuao* foi objecto d
preoecupaco do legislador provincial, eo i
trange-se nos o coracao o relatar o qae
vai obco rendo n'esta comarca.
A :populaaSo jomeca a emigrar para o
sul deste Estado, desprovida de uieuis de
subsistencia e' ha mus* gente que nio
jode sahlr porque falta Ihe tudo
Os mantimeutos esto cariesimos, cus
tando urna cuia de mimo oa de toriaha
(10 litros) H .00 e 14800.
Quem tinba po .eos animaes j oo ven
deu barat!salmos para remediar-se, e oo
que ciiiham em ponto maior, estao per-
d en do -o g por magros.
Parece que- para mutta gente j nao
ha ver salva cao oossivel ce nio t'or aoc-
c rrtda pelo governo.
Husmo os que se retiram irao passarj
por dolorosos transas; .pois nao possival
que um pai de familia, j enfraquacido
por muito hitar pela vida, lucre peto tra-
balho bracal para manter a ai e a familia
com mautimentos carca, como estSo. por
toda parte.
Orna das causas qne muito aggfava o
rigor das seccas nos ser-toes c a falta d a-
gua, e essa falta pude ser supprida com
a couBtruccao de a^u les, qoe, alias, nao
demandare grandes despendios. Dono, tres
e quatro contos d'. ris sao sufficicnt^a
para um acude destinado a comportar de
600 a 1.000 metros cbicos d'agua, aendo
feito err corrego e em local apropriado.
@ra, assim tica demonstrado que, para
reaiizar-se too importante beneficio puuli-
co. bastar despender o Estado, durante
dous ou tres aunas, pousas centenas de
contos em cada anno.
Os acudes sao de grande utilidade, nao
s porque aaastecem d'agua os lugares
onde na em anuos de mvernos mais
ou menos regulares, como porque d'elJes
resultam frescuras que padem ser apro-
veitadas para plantacdaa, accreeendo que
livram o creador de trabalhos insanos fa-
zeodo escavanos em procura d'agua e
mudando gado.
A industria pastoril acha-se de mais a
mais sobrecarregada de exorbitantes im
postos O disimo um impasto por de
mais vexatorio para o criador, pois o su-
jeiU a ver sua fazenda devasaada por ar-
recad. dores, am de levar a decima parte
da produccao do seu gado, levantando
muita vez questoes desarrosoadas; em
fim, repugnante porque alm de eaeessi
vo, pago com o propno objeto, frncto da
industria.
Tal imposto devia ter tido a sorte que
rivera muitos outros,jereadoe pela igreija
nos tem pos de sua dominaco
Tambem excesaivo o imposto de tres
mil ris cobrado por cada ras abatida,
eja grande ou pequea ; esae imposto sae
do criador e nao rasoavei que elle es-
teja sujeito a rez pequea como a gran-
de.
Assim esperamos que o Ilustre general
que dirige os destinos deste Estado, pro
videncie em ordem a aliviar os criadores
de tantos eucarges e vexames.
Pamtem charmupaa a aitaaclo de S. Exc.
para o iastimavel estado deste termo qoan-
to anarchia em que, de ha muito, se
acha.
Alm de que este termo o refugio de
muitos criminosos de outras comarcas e
at de outros Estados, como o de Alagaa,
d&o-se nelle muitos crimes graves.
De 20 de Novembro para c, quatro as-
sassinatos tem sido praticados, nSo fallan-
do em crimes de outra natureza, como fur-
tos, etc.
Os cidad&os orderros, que vivem d tra-
balho, nao gozam de pac e socego j pois
esistem no termo muitos criminosos au-
la ciosos que nao sao incommodados, gra-
gea as protocyoes de que gosam.
E' tal o estado de terror de qae se bao
possuido' 08 horneas pacificos, que nao se
atrevem levantar quaixas pedindo.ga-
rantas, receiando incorer no desagrado
dos protectores.
E' admiravel qne o Sr. Dr. jai* de di-
reito se conforme com tZo desgracado es-
tado de cousas, nao representando contra i
ele ao Exm. Sr. governador; mas que!
S. S. nao quer desgostar os seos amigos.
A falta de polioia e prejuisos occasio-
nados por furtos nette tormo tem concor-
rido muito para o estado de decadencia
em que se acha. ca.
A'tUA-PRSTaV, 14 de Janeiro de 1890
Sempre que o nestino nos colloca era urna nova
localidade para desempenhar a nobre, porm
ardua prafissao que ba cerca de viole e dous an-
no* exercemos co-tumamos por em relevo o que
ah ha de mais uotavel; e essa (ilustrada re-
dacfao por turnia uoodade e cavalheirismo. sem
pre se tem dignado de dar publicidade aos nos
sos escnpti s em seu acreditado orgo, decano do
jornalis-no do non do Brazil: pelo qoe loe so
.nos cada vez mais grato.
Vamos, apos urna ligeira noticia topographica.
tratar da inauguraran da oova Comarca de Agua
Prea.
fisu vi, celebre, ajm de astros motivo.
pelos combaos que aqu tiveram lugar por oc
casiao da revolta praeira em 1848. urna das
mais amigas d'este Estado e ja era um centro
populoso e grande emporio da industria sacca-
rina, com mais de cem fabricas de assucar i vul
garmente eog^uhos) em seus suaurbios, ainda
era temn > em que a actual cidade de Palmares era
aoenas una malta ; e ? pi,j usubeieciuiento da
estacSo terminal la va frrea do Recife ao -S
Friinisco foi que, com por imUgiv da indus-
tria e do cnramercio, deu se e u nreve tempo a
m.'tauorpbose da laatta em ,.ovoag> le f rom
betas u dos Bfoittes, depois en vila, a liaalmente
na cidade. qutoraou-se sede lo couiarca, per-
deodo assim Agua Pr.-ta seu prestigio e sua au-
tonoma.
E-ia villa, porm, j pelo carcter laborioso e
perseverante da sua pupulaco, e j pela fer'ili-
d i le e boas ooudiciV. de sea ta s elemenio-* de viialidade. dolad i, co.no de
saud -.v.'i clima e de excellentes aguas, sumad
u'u'ua planicie um pouco levada marges do
rio Una. qae apenas Qcou de.:adeute, mas nao
SUC-01001 i.
I'er.u Kieceii euuecida si.u, p >reiu cora u na
populacao i.-ll.75ol.na- -rasua frs^uezia u na
das mais extensase reudoaas da dioc^se, e acto!
rae ue tora, s na sede da villa, a oas quairiicen-
tas casas colle Jadas, alm tu siajp's eengenhos; lera diversos esta atckaaa
i is cotninerciae-', officnias de marcineiro, -apa
teiD. Era sua ra principil, denominadaPaulino
Cmara.estao a matriz, a caraira municipal.as
escolas publicas, o quanel do desiacamento a
ca lea a agen ia do carreio, as prin ;ipaes ea^as
de n-^o :to e os melao'es predios : e alit que
tem lugar a fera, que frivel.
Tem urna boa estrada de ratagam da estacau
d'A.raa "rea (aovoaco de Preduv,'-1) ju- P'rc >r
re 12 kilmetros ataqui, ojOais 6 Iciloraetros at ,
0 en -'.-nlio Ca u 'io
F-lizmenle com a iu-muo-1 uiror.i do dia 15
deNiverabrodo atino passalo, raioo lamben I
uma nova era de proepotadade na a esta vola I
cuja p .pulayo un la iliustre edir.d. le na lar- j
de le 23 do raes n > mez de Bavaawu, l&u eu-
thusiasticas provas deu de addesao rapa
bucal
No meado jaiz de direito d'esta nova coa ir :a o
Dr. los Branda) da Racha, cidalao Uustre e
i-.riterioso, qae, como Juiz municipal da Es -a la,
j se linha exhibido como magistrado que sabe
tionrar a toga; o nomeados juiz municipal e pro-
motor palmeo os Drs. Samuel Martins e ao*'l
Hachado Jnior, os qoaes tanto teem de jov os
como de talentosos e jusUceiros, aqu chegsram
elles no dia 11 do crreme, tiveram u na bri
lianle recepcao ; e s 2 1/2 horas da larde, p-e-
enebidas as tormalida es legaes, foi inaugurada
no p-ico da cmara mum :inal a nova comarca de
Agua Prela, em presenca dos vereadores e das
pessoas mais cridas da loea.idade e do povo em
completo rego-ijo I
Proferiram cloqueles discursos anlogos os
D"s. Braadao, Cornelio, Liur > ilaia, Martins, Ma-
chado Jnior, acadmico Reg Barros etc., sendo
tudo ootemnisado peta banda de msica A?ua-
Pretana.
0 horas, faiendb ama economa' de 80 "/
la ha necestidade de paaeirar o fumo, nem
de aalverisal-o as maoe, o eme constitae ainda
ama outra economa, assim como tambera con-
stoue ama outra ecoaamia a vantagem do papel
aae ato se aaaerdtoi, pois o papel para dous
agarros feitas a meo d aa machina para tres,
a que produz aa lucro aaoaal de 1:810*000.
Dtaa entra saotagem alada: os cigarros feitos
pela machina, nao passando pelas mos de ope-
rarios pouco escrupulosos.e de alguns mesmo qne
soffram de molestias contagiosas, tornam se mais
hygienicos, podendo ser usados pelo consumi-
dor sem escrpulos.
Apezar de fstarmos na Ierra do fumo, nin-
puem no Brazll pode vender um pacote de vin-
te cigarros por dez reis, de fumo cuja qualida-
de equivala a 300 ris o kilo; entrelanta os ci-
garros fabricados por esta machina podein ser
vendidos por esse prego.
O eusto du preparaco de um kilo de fumo na
maceoia de 138 ris, sendo a mesma quantida-
ae preparada a mi de iaoiO. o qae da um al-
ero liquido de 24482.
Deste modo ama grande fabrica cora machi-
nas como esta pode exportar uraa quantidade
enorme de cigarros, com nm lucro extraordina-
rio e certo.
Estamos convencidos, db o Diario ao Com-
mercto que nao tardar a forraaco de uma com-
panbia para a exploraco desia industria, com
esta machina e outras para a auxiliar.
A machina de fazer cigarros, repetimos, vem
fazer uma revolucao ua industria da fabncagio
dos ci sai ros.
*
Um americano residente na California, lionera
bastante industrioso, fabricou um bordo, cuja
raaiiuiaC'Uraco Ihe lev urna verdadeira e.ucyclopedw Histrica. '-,
Coasta o bordo de dous mil pedacniosde
maderr.i. >rocedente de varios Objectos nolaveis,
taes coa: da nriuvira casa construida P*^" t
1620 na America do N irte, outros da casa em qu 1' *
morreu Sn .ksp^are, outr >s la casa em que uas-
ceu Napoleao I, oulro.s das casas de alguus per- *>-*"
soaa^ens ;eteores ou daauellas era que se de-
raifl fae.tos nolaveis em que elles figuran n, taes
como Cr >mw-ll, Mtria Siuert, Izabel de Inglater-
ra. Francis -o J e Lincoln. Tem lambem uto pe-
daQo de u oa canela de Gladstone. de uma re-
gua ile G'irtkdd, da guilbotina de Luiz XVI e
Marii Aiitonietta, etc. -**~
O excntrico americano avaiia a saa obra em
10 000 duros.
Tera ta rinetn algum pedaco do guarda chova
que durante i ultima exposifio furtaram ao
presidente Sarfi Carnot ?
Per^uuU o j
licia.

'.*
TKASRiPCOES

Na seceo agrcola do Banco oa Lavoura e do
Comuiercio do Brasil, segando o-bataneo fecha
do em 31 de Dezembro lindo, fizeram-se as se-
Activo
Auxilios lavoura :
Por letras 1.3Ui:3994360
Sob penhor 82:1501000
SoO hypo*eca 770:000*090
Aas Estadas 1 o2:5004*
Agencia do Para 200:000*000
Caixa :
Saldo no Banco da Lavoura
do Cominercio do Brasil
fhesouro Nacional
Passivo
4.230:0494360
749:9504640
4-000 0004000
5.000:600*000
pn-
A Gazeta e Noticias, de 10 do correte,
blh'u a seguinte noticia :
t-'m acreditado negociante estrangeiro, muito
coubecido aa praca des la capital e na de S. Pau-
lo, o Sr. Lidgevwood, dirigi para o Brasil o se
guite telegramma, datado de Londres, ende se
acha actualmente -aqu-ile cavalneiro :
Fallei aBaring, Rothscbiid e Tunes. As
apolices brasileiras sabiranl 4 %, oonfianca. >
*
A divida publica dos Estados Unidos no mez
de Outubro prximo paseado di.-.iiunio -111 ...
4.-69,672 dollar, ou cerca de 9.262:376*000.
No 1." de Novembro havia em caixa noSThe-
souio 617.224,50o dollars, Uto obra de 11 m
milko cenia e setenta e dous mtl coates tetteentos
e vinte tris mil r-s, em moeda brasileira.

Os litlos dos empreslimos brasiieiros -de 5
de 1875 a 1886, que nao foram apresentado* &
conveuo de 4 %, acbam-se em rsgate desde e
1. do cor rente mez.
Em consequeacta duso taes litlos nao sao
ma negociaveis na Bolsa de Pars.
No Rio de Janeiro acaba o Sr. J. M. Vasques
de faaer experiencia de urna machina de prepa
rar cigarros.
Essa machina que urna verdadeira marav
Iba mecnica, ac mesmo tempo. apazar dos. ?cto que poda perturbar
prodigios que opera, de uma aimplicidade pas
mosa
Sabr urna tabea, .;jo as das macbnas de
composicSo, colloca se o fnmo desnado, que pas-
sa eiitie dous cyliodros, e por um outro deutatlo
para a preparaco; vas ainda para um outro em
Forma de escova, qoe serve para a limpeza e
separacao de qualqaer materia estraaha e cabe
entao n'um taboteiro de panno grosao que anda
morosamente. Dabi segu o fumo j em estado
de prestar-se fabricafiio dos cigarros para urna
pequea calba de metal, onde se acha o papel
-sem fim. Neste segundo plano do machinisuio
todo movido a um tempo e pe feitamente cora
oinaoo, entra o fumo no papel, anrola-se este
colla-se e corta-se.
Um s bomem, o macbinista, assiste a todos
estes movimeulos. ..
0 fumo, posto no primeiro laboleiro, sane ja
transformado em cigarros.
Essa machina vem fazer uma grande revolu-
go no fabnco de cigarros, dispensando a inao
obra que tanto encarece esta industria.
As vantagens da machina sao palpavas; fa-
brica cigarros com fumo distribuido com igual
dade, fil os uniformes e proraptifica os em pon
eos momentos, nio esperdicando nem fumo
nem o papel.
Pode fazer cigarros de todas as diraenaoes e
grossuras, cem a qu-raiidade de fumo qoa se
desejar, com o tomo desliado, molbado ou sec-
co, fino ou grosso, com a qualidade de papel
que for escolhia. .
Colla os cigarros por igual com gamma de
arroz, e nio com outra suostancia permaosa,,
sem necessidade de se usar de agua ou da boc-j
% quteertSo das mi (Paiz d Rio d- Ja ie ro, de 8 de Janeiro)
Ni. *r*u orao-era tueos Ayres >e dtvul-
g >u, q ie ja esteja ass gnado o iratado que poa
te rao ni -ecular litigio de limites entre o Bra-
il a Re iublica Art:eitina.
Estimas, porm. infcrmados deque chegaram
a no n termo as negociares aqu gestionadas
entre o S B .cay iva ministro das reUcoes x-
te-iores e o Sr. D. Heunque B. Moreno, ea/lado
extraorJ.oario e ministro plea'iotenciario da
Reouohca Argentina.
0 governo provisorio, depois de e.studar o as-
su 111 o -m diversas conferencias presididas pelo
seu iliustre cnefe o marecnal M. Oeodoro da
Fonseca, resolveu, de accordo com os termos do
tratado le 7 la Setembro do anno passado, ulti-
mar lirectamente a quesio chegaodo a uma
solugo araigavel e honrosa para ambas as par-
tes litigantes
H nuera, dimite laryas horas, que se prolon-
farara ate noite, pela frequente interrupcSo
o tetegrapho. comraenicaram se directamente
o Sr. Bocayuva e o Sr. Estanislao Zeballos. mi-
nistro das rilacoes exteriores da Repblica Ar-
gentina.
Sab -mos qu<* essa longa conferencia foi sus-
tentada de parte a parte nos termos mais arai-
gaveis e com firme e deliberado intuito do ini-
ciarse, as relacoes entre ae duas grandes re-
publicas desta parte do nosso continente, uma ^*""
poltica generosa, franca e verdadeirainente ame-
ricana.
0 pjnsamenio manifestado pelo Sr. Zeballo, _,,
, segundo estamos .11 forma Jos ultimar a cele-
brarlo do tratado em uma entreviste pessoal-
que tcnba lugar era Montevideo e na qual to-
rnera parte, alm dos dous respectivos minist
tros, os dous diplmalas Srs. Moreno e B. de
Alen car. que to activa e honrosa parte tiveram ,--
as negociarles relativas a este assumptu.
Essa coiiferencia politice, se for realizada
como o deseja o Sr. 2ebaIlos e como assim tai-
vez o resolva o governo provisorio, entranbat
outros assumptos de. poltica.inieroacional que
altamente ioteressam a perpetuidade das boa-
f relacOes entre os dous Estados e poltica in-
ternacional dos Estados republicanos da Ames
rica.
Pode se prever desde j que tanto na Rep-
blica Argn tina como nos Estados-Unidos do
Brazil nem lodos acharao a soluco 1 mais con-
forme com os interesaos fundameatoes dos dous
Estados, segundo a opiniao dos que nao Irepi-
dam em preferir os riscos de uma guerra fratri-
cida aos beneficios da paz e s seguranzas dt>.
uma amizade sincera e perduravel entre os
dous povos.
Aquelles, porm. que aquilatarem de-vid .mon-
te a importancia dessas vantagens e se recorda-
ren! do numero de vidas e dos milhares de eon-
tos que nos custou a guerra do Paraguay, nao
aVapplaudrr certamente a solnco que pee ter-
mo a esse litigio secular soluco essa estava j virtualmenle aceita pelos estadistas do
rgimen extincio.
0 termo deste litigio representa a coroago
dos esforcos babil e perseverantemene desen-
volvidos em alguns annos pelo iliustre diplma-
te Argentino o %Sr. Moreno,, a quem se aevo a
cordeal approxlaiacio das dous ptizes e a disai-
wgao dos amigos preconceitos que mantinham
em estado latente uma fuuesta rivaiidade e.dcs-
conBancn, 'que felizmente j deseppaTeeerem
de todo.
Pelo tratado licam salvas todas as povoaces
brazileiras existentes na proximidade da linha
de demarcaao da fronteira e respeiada a posse
dos povoadores que acaso Qquem de um ou de
outro lado da liona de demarcacio.
Segundo somos informados, os ros Chapec
e Chppira licam era todo o seu curso pertencen-
do exclusivamente ao Brazil, bem como todo o
territorio do municipio de Palmas, do Estado
do (aran.
A soluco desle litigio secular nao importe
somente a elimioacao do nico motivo de cun-
as boas relages en-
tre os dous Estados ; ella tambem a melhor
prova que pode offerecer o governo da Repbli-
ca Brazileira de que a sua poltica realmente
inspirada pelo espirito de fraternidade amer.ca-
na, pelo zelo da paz e pelo cuidado dos interes-
ses fundamentaes que se prendera ao pacifico
deseo rol vimento dos nossos recursos nacionaes
e-da civilisacao do nosso povo.
'..'"
i:-.
-1
tx"
U
Haaifcsta edieato
(Diario de Woiirias, do Rio d# Janeiro de
10 de Janeiro)
Podemos regosijar nos.
Eraquanto no exterior, a gante devotada ao
imperio se esforca em desacreditar nossa patria
e se exhibe n'ama situacao odente e au!i pa-
tritica, que nao escapa ao criterio dos polticos
e da imprensa, no interior todas as noticias que
chegam sao as mais animadoras, podendose af-
firraar que por toda a parte reina a coucordia, e
que a prosperidade a primeira iniciacin do
Brasil no rgimen que elle sempre ambiciooou,
e pelo qual verteu o sea sangue, as pocas
mais memorareis da nossa historia.
0 manifest do Viscoodo de Qaro-Preto, que
hontem chegou na integra, nada mais precisa
para o anntquilar do que o ccofronto entre as
calamidades que esse estadista ambicioua e au-
gura para a sua patria, e a calma, a organisaclo
e o bem estar, em que elle vem encontrar o
paiz.
Esse documento odioso, respirando sangue o
s6de de vinganja, vem felizmente encontrar, os
I espirites absolutamente calmos, e em estado de
i,, 1 iajfi 1 .la' im n un 1 ,1*11 n^/L'-Sr


Diario de PerDainhuroSahbatlo lN
V

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-

.*
dar Iheo aprego que merece. A' nimia branda
ra com que teca sempre procedido o goverao
provisorio, a generosidaie owmio com que con-
cedeu picoa liberdade a esse aonua or do mer-
ticimo, responde elle, com visivel m fe, adulic
raudo os fictos, enveaeaaado na melhores m-
tences e sorrindo a idea de que todos oa des-
astre.-, uj.i realisagao Ibc tollieran, caan iua-
placaveis sobre esse povo generoso, que portad-
lo t-iapo o supporlou.
Soubeiuos ja aqu, ha muitos das, que o Ti-
mes se nnlia inaaifestado coaira esse documento,
provabelmente, pela confisrao ingenua qu fu
esse presidente do conselbo de que, constando
Ihe preparar se um movimiento raiuiar. em vez
de carainbar para elle e procurar meios de o
nsutralisar, esse grande estadista so pensou em
orgam.-ar a resistencia, eui di vid r o ojvi brasi-
lero em dous grupos e I a ni; il-os um contra o
oolro, ao estrepito dos caubes, banbaado de
sangue generoso o territorio incrueoto da pa-
tria.
Obe iecendo a um despeito colossal, o Viscou-
de de urn-Preto insina as maiores perfidias e
pro .ora laucar um labo a tudo quanto temos de
mau ullivo e de mais puro.
Seive Ihe emprestar as peiores ioiencea aos
republicanos, dar a eniendt-r que foi victima de
neg-as traiges, c classificar todo o exercito de
amotinad ir, tratando-o n petidas vezes desse
modo. Sobretudo, o que elle nao oceulta o
gozo satnico que sentira ao saber que todo o
Brasil uaitava em sangue, que os irmos se tru
cidavam, e que sob pectra da gera civil, com todo o seu cortejo
de iu.'xpnmiveis horrores I
Ab I Assnn estarla vingado. assim saboreara
cala una oe-sas tristes noticias, com o conten-
tara .t i raffavel com que um frasearlo saborea
na aos goles, e at as fezes. o calix de vicho
precioso, ooiu que um raro amador o bnndasse.
Passando em claro sobre 03 seus innmeros
alienados so ora a sua insensatez governameu-
tal. o Visi-oude de Ouro-Prelo s v ao exer-ito.
que o -upoortou por tanto tempo, um grupo de
amotinados, faltando a iodos os seus deveres, e
3ue era urgente metralhar as roas da cidade,
auto America, em loa do secuto XIX. cm
qu.ui o pavoroso, como rila talvez nuaca tivese
gerado em seu seto-
Era todo es-e e-tafado documento, urna cir
cuinstancia, porm, avulta e surge a todo o mo
ment, detinindo o seu autor : a obstinacao com
que elle dava as orJeos de fazer fogo, incons
cente das desgracai que ia causar, cgo na
irascibilidade do seu orgulho ancioso por vencer
por dominar, embora a cidade Qcasse cooerta
de corpns mutilados e destroce sngrenlos !
Seis vezes .onfessa esse homem fatal ter dado
orden de fazer logo; seta vezes dos seas labios
sanio a s-mtenca de morte a toda essa mocidade
heroit-a que se incendiava as glorias da patria ;
seis vezes unte os seus olhos passou o quadro
dos fuzlamentos em massa, por urna parte do ex
ercio coatra a outra; seis vezes o ebeiro do sa 1
gue Ihe foi desalterara alma sdenla de deapotis
mo!
Isto bastara para fazer olhar cora horror o
coveiro do nnprrio, e essa senteoca de morte.
que elle confessa naver dado seis vezes aiuda
est inulto quem da verdade.
Doze vezes, ac que nos consta, aos ouvidos
dos nossos marechaes soou esse dobre fooebre
do morticinio e da guerra civil; mas a religiosa
alte ico cora que nesses momentos supremos
elies encaravain a sorte da patria impedio-os de
comprir os loncos intentos dess^ alluciaado.
Outro ponto que iinpresciona profundamente,
n'ease inste manifest, 6 o desejo nao contido
e sempre transparente, de ver esta patria arden
do e a fogo e nadando em sangue, su para que,
em meio Jessa conflagruco social, alguma voz
isolala Ihe pudesse dar a razan, que 03 factos
Ihe negara e a historia Ihe ha de recusar eterna-
mente.
Cora que prazer a noticia das nossas diacor
dias aena recebida por esae corago palpitante
de jrgulho irritado, e como elle receberia, a gui
za de bengos, as noticias dos noaaos desastres
posteriores a sua ausencia, rodeada de cuidados
generosos por parte da Repblica triumphanle !
Mas desviemos os olhos desse quadro, e at
appellemos para toda a oossa moderaclo e to-
lerancia, mandando ao seu actor, atravez dos
mares, esta consolago poslhuma : a lagrima
livre !
Felizmente, todas aa noticias qne o Sr. Affon-
so Celso (en recelado desta patria, que Ibe nao
deplora a ausencia, sao as melhorea possiveis
Temo< realizado ra paz temerosas reformas,
cuja simples enunciago fazia emaallidece.- o.
estadistas do imperio. Temos carainhado, tem-
nos engrandecido, estamos mais fortes e mais
ricos do que nunca e parece at que urna ben
cao providencial desceu sobre todo o paiz, afu-
gen anio as epidemias., animando a agricultura,
avolumando a riqteza publica, e fazendo no<
lembrar do imperio como de um pesadello loo-
ginquo, de que nioguem tem saudades.
S. Paulo, em mez e meio de Repblica, ja tem
nos seus cofres mil e tantos conloa.
De Peruambuco, escreve nos o Ilustre gover
nador:
Tenbo sido amito obsequiado pelo povo per
nambucano, que se uiostra confiado em mim.
Elle precisa de muita dedicaco e esforgos
para ver e livre do estado precario em que se
acha. Eraquanlo aqu permanecer bei-de dedi-
car me a restabelecer as suas ftnancas e a mo-
ralizar a administrago, de modo a encorajar os
bons *
Da Babia, Rio Grande do Sul, Para, Maranho,
finalmente de todos os Estados aa noticia sao as
m 'flores possiveis.
Aqu na capital, a aoimago geral.
Esta resposia a que um povo viril dve sem-
Ere dar aos sonbadores de desastres, que aca-
am cavando a nropna ruina.
A lea jacta est!
Conflicto Lvso-Britaanlco
(Da Post, de Berm, de 21 de Dezembro)
A replica de lord Salisbury s explicagoes do
governo portuguei em resposta soa primeira
nota da protesto, que hoja se publicou, est es
cripta n'um tom mais pronunciadamente amea
gador do que aqaelle que habitpal ao prhnei-
ro secretario de estado oa mesmo ao proprio
lord Firebrand.
Agora difficilmente Portugal se deixar ioti
midar e por isso mal se comprebende o motivo
porque o gabinete ioglez persiste em tornar
cada ves mais difficil a sua retirada.
E' verdade que o tom brutal agrada aos com
mercianles inglezes, porque este o tom habi-
tual desta c asee, mas lambem nao menos ve-
dade que a ctvilisacao eubrutecedora de Jobn
Bull tem a maior parte das vezes trazido aos
indgenas mais prejuizos do que vantagens e
3ue o mundo intero se ri qaando ouve partir
as margens do Tamisa parases mirificas acerca
da crueldade das outras naeOes para com os
selcageiu.
Os jornaes liberaes receberara ordem lo seu
orculo de Hawarden Castle para moderar a sua
linguagem, nao porque Glads'one seja movido
por urna maior syrapatbia por Portugal 01 por
um maior sentimento de justica, mas porque
perspicaz bastante para prever a futura derrota
e nao a quer parlilbar com lord Sal abury.
A enrgica nota de lord Salisbury, publicada
boje, baseia as preteneoes inglezas ao territorio
situado entre o Zambese e o lago Nyassa prin-
cipalmente no facto de nao poder a Inglaterra
permittir que sejam arreiadas por urna potencia
estrangeira bandeiras basteadas por funeciooa
ros inglezes. E' esta a nica cousa nova na r-
gumentacao'de Salisbury e nada mais claramen
te do que este argumento demonstra quanto
traca a posicao dos ingleses. Se nos lembrarmos
de que a All.-manha nao leve duvida em nao
approvar o procedimeoto do seu cnsul em Sa
moa quando este se deixou arrastar a negocia
ges, que nao foram ulteriormente considerada
satisfactorias em Berlim, daremos o devido va-
lor as affirmacOes da iafallibilidade dos consa
les inglezes.
Tembem nao deve deixar de attendeer-se a que
Jobnston. fdepois de se ter orientado em Lisboa
sobre a sitaagao e com cartas de recommenda-
co portuguetaa, eotrou n'um territorio a que 03
portugueses levantaran) pretencoes, e concluio
logo com ote chefe Makololo de pouca impor-
tancia om tratado e. baseiando se neste tratado.
igou a banderra inglesa n'uma aldeia indgena
em signal de que a poderosa Inglaterra procla-
mara o seu, protectorado sobre algumas mil mi-
lhas quadr. das da melbor regio dz frica.
Esta poltica geograp ca nao precisamente
nem muito nova nem muito atilda e ptrfeita-
mente justificado o receio que tem os inglezes
d'utna arbitragem oienMCiooal.
Segundo o Stantard de boje deve o impera
radar da Alleraanha eocarregar se do papel de
arbitro entre a Inglaterra e Portugal, o que, de
resto, me nao parece muito provavel. O desme-
dido espiritj de negocio dos inglezes revela-es
por fornecer esta.noticia occasio ao raeiciooa
do jornal para a deploravel insiuuagao de que o ]
imperador da Allemauba seria um arbitro favo-
ravel para a IiglatTra, umi ve que a H'ranga(
se inclina para o lado de Porttil.
Nao com clculos deste.- que a Inglaterra'
couseguir melhorar a sua posicSo em toda esta'de Aquioo Fooseca^e
questo.
Sir Jobn Kirk, umdus delegados inglezes no
congresso de Brnxellas, chegou aqu para rece-
ber novas nstruccdes com relacio a quesiao de'
iiupnrtago de armas e muaigOes de guerra as
regioes anula nao completamente civihsad;-s da
Alnca. Depois da carta patente que o uoverno
inglez ouiorgou s differentes companhias da
frica Oriental. Occidental e Sueste nao pode
este governo tomar neobuma resolac&o valida
sobre esse assuuipto ou nao o pode fazer sem
oonse.jtimeato dos interessados, possuidores dos
privilegios*coacedidos por carta patete, que se
garamente procuiaramoppdr-se a accordos des-
ta natureza ou trnalos inuteis.
O procedimento summario de Wissmann com
relago ai Sr. Bushiri, o mais imprtame dos
agentes da companhia britannica da frica Orien
tal, causou aqu tal consiernago, que nenhuin
dos miis autorisad 3 orgos da iinpreusa se
atreve a a com mental o
E assim que deve ser.
Na impren-a ingleza Umbem apparecem arti-
g03 verdadeiramente discordantes da linguagem
e das theorias apreseotadas no Times, Standart e
Daily Telegraph, e como prova vamos transcre-
ver o segrate artigo da Vanity Fair.
A Vawty Fair tem habiiualmente dado as
mais re xraies noticias, acerca da campaoha de
Serpa Pinto no SMre, e das annexacfies, por es
te ofli ial emprehendidas, na regio do Nyassa.
Aactividaie lo? portugnezes em amoas as
costas d'Africa Orienial e Occidental pode conai-
derar-se febricitante. Alguos dJS reguos da
regio do lago Nyassa, aceitarara o protectorado
jortuguez, c, a'um dos das passados^ urna por
gao de cnefes macololos vieram a Queliraane e
receberam presentes, que levaram comsigo. bem
como bandeiras portuguezas para arvorar as
suas aldeia-. Alguna destes meemos maco
lulos alacaram o explorador Serpa Pinto, no dia
8 do mez prximo passado no rio Shire, onde
elle est procedendo ao estudo de um caminbo
de ferro, que tem alguma cousa de visionirlo.
Os macololos foram batidos.
Provavelmente, por causa deste incidente, nao
nos tinnam chegado aos ouvidos noticias algu
mas destes estudos.
Tudo isto lem caminhado, apezar do protesto,
claramente expresso, da Inglaterra. A questo
agora con3iste em saber: Quem ha de susten-
tar Portugal ?
A noticia do combate do Shire tem visivel
mente urna origem amiga de Portugal, e nalu
ramente representa oa macololos como os ag
greaaores.
E anda possivet que elles tivessera comeca-
do o ataque em questao : no enlamo o compor
lamento de Serpa Pinto deve tel o constituido
aggressor.
A questo nao 6 saber quem deu o primeiro
tiro, mas quem, pelo seu procedimeuto, deu lu-
gar a que esse tiro se disparasse.
E' extremamente satisfactorio notar a manei
ra pacilica e pratica, como o publico tem apre
ciado as noticias da frica Oriental. Lord Sa
lisbury nao" tem visivelmente pressa algumi de
precipitar um rompimento com Portugal, e a de
ciso de esperar esclarecimentos detalhados
acerca da companhia do major Serpa Pinto, an-
tes de qualquer acto definiivo, tem encontrado
a approvago geral.
Desde que os factos a esclaregam, no ha que
temer qualquer dilaco por parte de lord Sa'is-
bury. O perigo real, sob o ponto de vista dos
interesse8 tioanceiros em jogo, e ligados com as
grandes companhias, dotadas le direitos sobe-
ranos, formadas para explorar as regiOes anne-
xas, que estas companhias tenham vantagera
em aze lar a questo do nosso lado.
Ha muita gente que quer pescar as aguas
turvas; a mesma gente, que pretenda que man
dassemos urna esquadra a Louiengo Marques,
quando o governo portaguez se apropriou do
camiuho de ferro do coronel Mac-Murdo, instiga
naturalmente o nosso governo agora a que man-
de urna expedigao para oceupar Quelimane e
ameagar toda a regio do Zambese inferior. A
noasa polica deve ser decidir a questo pelos
meios mais pacficos.
Urna deinonstmgo desnecessaria de forga s
poderia ter por flm fornecer a adversarios pode-
rosos e aumentos ama opporluoidade de se ser-
virem de Portugal como, da rao do gato, para
induzirem a Inglaterra a urna guerra.
O lora da imprensa francesa neste particular
deve ser-nos aviso. A nossa oceupago no Egy-
pto ja bastante razo para attritos e difficulda-
des com a Franca: e, se nos fossemos atacar
Portugal em frica, seria muito fcil ao partido
anli-ioglez em Franca, langar sobre nos urna
serie de exigencias em ligaco com o Egyp"to,
que correspon-lcriam a um ultimtum.
E' sempre muito fcil gritar: Quem tem me
do? c cantar o Rule Britannia e outras cancoes
patriticas; mas 03 factos devem ser encarados
de frente, e o tacto deaagradavel, que nos tica, 6
que a nossa falsa posigao no Egypto agtra,
como tem sido ba anuos atraz, urna grande ori-
gem de fraqueza para nos.
Minlftterlo da Mari aba Da secretaria
do governo deste Estado nos fot re neluda para
publicar copia do seguinte aviso :
2." seceo -.V. 435 Rio de Janeiro. Minis-
terio dos Negocios da Marinha, 21 de Dezembro de
1889. Em aviso de 20 do mez prximo pretri-
to vos consultantes acerca das du vidas que ap-
pareceram sobre a competencia das autoridades
civis para ordenar que seja posta em liberdade
aexpraga do corpo de marmoeiros nacionaes
Tranquiliino Antonio, a qual, tendo concluido a
JO de Marco ultimo a pena imposta pelo Conse-
Iho Supremo Militar de Justiga, anda se acha
detida no presidio de Fernando de Norooha.
Declaro vos, em resposta, que, sendo ouvi-
do o mesmo cooselho, foi de parecer, conforme
veris ia cnsul a inclusa por copla, de 18 do
corrate, que, aera prejuizo de Tranquillmo, que
deve desde j ser posto em lber lade, se prov
dencie no sentido de tornar se effectiva a excla
siva competencia militar para a execugo das
senlengas por crimes militares, sendo passados
dispo.-igao das autoridades militares os reos
2ue inaevidamente o estiverem das autorida-
es civis e impondo se ao commandante ou di
rector da prisao ou presidio-, onde se acharem
os sentencalos a obrigagao de pl os em lber
dade logo que terminar o tempo de suas penas,
segundo a guia que houver sido remettidi.
Estando de accordo com este parecer, pro
videncio sobre a parte que compete ao ministe-
rio a mea cargo, e devolvo os papis que acom-
panharam o supracita 10 aviso.
Sade e f< 1 ternidadeEduardo Wandenkolk.
Sr ministro e secreUrio de Estado dos Nego-
cios da Justiga. Est conforme.Pelo director,
Bellapmmo Silva. *
Cmara* Munlclpaea Eis a portara
de ante non tem do governador deste Estado pe-
la qual f iran dissolvdas as Cmaras Municipaes
de Palm .raes, Agua-Preta, Bezerros, Cabo, Olio
da e Ipojuca, e nomeados j^onselhos de loten-
deocia para dirigir os negocios dos respectivos
municipio?;
4*. Secgo.Palacio do Governo do Ealn de Pernambuc, en 16 de Janeiro de 189U. O
brigadeiro go.einador do Estado, consiaciai.ao
jae as '.amaras Municipaes de Palmares, Agua-
Preta, Bezerros, Cabo, Olinda e Ipojuca nao tem
correspondido ao flm a que se destinam, em
prejuizo dos respectivos municipios que se
acbam em visivel estado de decadencia e sem
que se manifest qualquer iniciativa de benefi-
cios reaes, e considerando mais que, bena ad
sero estas sutli
Aoua Irisa. -Dr. Bernarda Jos da Cmara,
seriando de presidente, Joaquim Virisaimo do
Reg Barros e Manoel Machado Teixeira 1 aval-
cante.
< bezerros.Bacharel Jaaquim Manoel Vieira
de Mello, servio lo de presidente, Guilhermino
Tavares de Medeu-oe e Severine de Aranjo Ol
veira.
Cabo.Barao de Arariba, servindo de presi-
dente, Baro de Araripe e braz Carneiro Los e
MeJIo.
Olinda Drs. Alb no Goncalves Metra de
Vas on-ellos, servindo de presidente, f Erneslo
Manoel Al ves Barbosa
IpojuM. Bario de Granito, servindo d
presideate, Dr. Beato Jos da Costa e capito
Abdias Hibianodi CuohaSalies. (\esignado).
Jos Simeode Oliveira
Tinouro lu Gatada Da Se'.retara do
aoveruo aos fui r. meilido para publicar o se
gurate oflBcio do inspector doThesearo do Es
lado :
N 36. Thesouro do listado de Peroambuco,
era 14 de Janeiro de 1890. -Cldadio governador
No da 16.do corrate dar se-ha principio ba
pagamento dos juros da- apolices deste Estado
na somraa de 26i:86 1.O. e com satisfago ros
participo que, p la primeira vez acha se de de
j este Thesouro habilitado cora esaa quanii-i em
nunerano para satisfagio diquelle coraprorais.
so Side e fratornidade. Ao cilado brigadeiro
Jos S meo de Oliveira, rnuito digno overna
dor de^le Estado.-O inspector, Eduardo Augus
to de OUveira.
S. M 5 horas ia ia- le; lera lugar na capella de S
Miguel, em Afoga os. a nengo da imagem de
Nossa Senhora das Dores, acto ao qual devem
comparecer os respectivos paranyraphos.
Crrelo de Peroambuco Por actos
de bontem do cidido adramisirador dos Cor
reios deste Estado foram nomeados agentes de
raesrao orreio :
De Jatob de Tacarat Hermeliudo Vieira Ca
bral, sendo exonerado B-mjamin Francisco Sou
to;
De Alagoa de Baixo, Jos Olyrapio do Valle
Moura, seodo exonerado Antonio Cordeiro de
A meida;
De Alagoa de Cavalleiro, Manoel Candido da
Silva, sendo exonerado Menelo Pereira de
Lyra;
De Correntes, foi 1 Lucio de Fr iU3, sendo
exonerado Manoel Alves dos Sautos.
eapeUem a le Subsistem ainda uraa
postura municipal que obriga, com raras excep
gOes. os estabeleciraeotos commerciaes a fecha
reni aos- doraiogos e dias sinus, estaium lo que
as tavernas e caaa8 seraelhantes fechein s 2 no
ras da tarde em iguaes dias.
Parece, porm, que se pretende fazer cahr
em desuso esia postura, visto como rauitos es
labecimentos, a pretexto de arrumages e lava
gens, licam abertos n'aquelles dias e fazem ne-
gocio, e muitas tavernas prolongam as suas ven
das at depois de 4 e S horas da lar le.
Este abuso d-se principalmente as fregu
zias de Sanio Antonio e S. Jos.
Chamamos ta elle aattengo do Conselbo
da Intendencia do municipio do Recfe, de
quem esaeramo3 providencias para que os lis-
caes curapram o seu dever.
i niao AcadmicaReunidos os socios
dessa sociedade e muiios outros acadmicos de
direito, resolveram enviar ao cidado ministro
do ioterior urna representago pedindo a dtmi
nuigo das taxas de matriculas para metade do
que actualmente sao, licando desse modo estas
equiparadas s taxas ue matricula da Escola Po
Ittecnntca.
Foi nomeada urna commisso para redigir a
representaga que deve ser enderegada ao cida-
do ministro do interior, ficando a mesma com-
misso incumbida de dirigir um appello a mo
cidade acadmica das Academias de Medicina
do Rio e Bahia e Faculdade de Direito de S. Pau
lo, solicitando as assignaturas em massa ou por
coramtsses plenipotenciarias para tal flm no-
meadas.
Hbie, s 10 horas do da, era um dos saloes d-
Faculdade ser ipresentada a representacSo re
digida pela respectiva commisso e discutida.
O manifest, depois de approyada a sua re-
dacgo, ser publicado pela iraprensa com as
respectivas as3ignatura3.
Haver s mesmas horas sesso da Uoio Ac
demica, para discusso de estatutos.
Club Carlos ornea E' hoje que se re
aliza, nos aales desse club, o sarao musical e
dansante do corrente mez.
Rleicao de coofrarla-Amanb, s 10
horas do dia, devem reunir su os coofrades da
irmandade de Nossa Senhora do Tergo para,
em assembla geral, elegerem a nova me3a re
gedora.
Secretarla da lntruccao Publica
Segunda feira termina o prazo de recepgo
de propostas para o fornecimenlo de varios ob-
jectos para o expediente da Secre'^iria da lu
struego Publica, 00 corrente exercicio linan-
oeire.
OlindaEffecliia se hoje, nos saldes da casa
da Cmara da visinha cidade de Olinda, asobee
de que demos noticia em nosso numero de quar
ta feira ultima.
Promovida por urna commisso composta d-
aenhoras e cavalheiros, que se tem esforc?do
para bem obsequiar a seus convidados, de es
perar que a soire correspoala exaectativa de
todos.
As festas, na pittoresca ciJade de Olinda, sao
sempre cheias de encantos, e entre as familias
que all costumam passar a estago calmosa rei-
nando sempre a raelbor harmona e cordialida
de, desde j antevemos urna noite deliciosa para
os que lomarem parte na festa de que tratamos.
Aos nossos aaslgnaniea Destes os
que oouverem-nos satisfeito um semestre de
aua assignatura, no corrente anno, podero rae
dlante a apresentago do respectivo recibo
casa G. 1.1 porte roa do Baro da Victoria n.
.., baver a esta moa da Prtmeira Mtssa no Brasil
pelo prego de 44000
A posse desse primor de concepgo e execu
gao de Vctor Meirelles, reproduzido em quadro
oleographico. de que j tratamos nesta secgo,
nao para ter se em menos, c ainda nao apro-
veitar se assim o ensejo de realisa -a por prego
insignificantissimo e reduzdo do venal por ulti
mo estabeleci 10 em um tergo.
Venente-eoroael Pereira Laco-N
vapor do norte que boje tocar neste porto, vem
do Estad9 do Amazonas o Sr. tenente coronel
Dr. Pereira do Lago, que iqui foi director do
Arsenal de Guerra e commandante interino das
armas, e n'aquelle Estado oceupava e-te cargo.
Vindo em transito para a capital federal, hoje
mesmo seguir ease deatino, hospedando se do-
raote a ea'ada do vapor reate porto, em casa do
Sr. Dr. Curio.
Juizado de paz da freguesla da
Boa Vista As audiencias desse juizo tero
lugar s segundas e qaiaUs-feiras, pelas 9 bo
ras da manh, ra daTonte Velha n. 87, Io
andar.
V batalbao de Infamarla -Hontem
ao ser publicada no quartel d'este batalho a or
dem do dia do governador d'este Estado.fdaodo
publicidade e mandando usar dos distinctivos da
capito aos tenentes Sebastio Gongalves da
Costa, Jos Joaquina de Aguiar e Francisco Tei-
xeira de Carvalho, e de alferes aos cadetes sar
gento Kjudante Antonio Martins de Mello, sar
tonto quartel-mestre addido Francia o Cabral da
ilveira. 2o sargento Joaquim Basilio Pyrrho e
Antonio Gomes de Carvalho, os officiaes e cade
tes, precedidos do sen respeitavel chefe, foram
comprimentar aos promovidos, que se achavam
na sala da bibliotheca d > corpo, e que offerece
ram um copo de champagne, sendo n'essa occa-
sio levantados brindes congratulatorios do cora
mandante do corpo aos promovidos ; d'este3 aos
officiaes e cadetes, representados na pessoa de
sen estimado chefe ; do alferes Cabral da Sil-
1 ra ao commandante do batalho; d'este ao
general Simeo, governador d'este Estado; do
capito Pedro Velho ao capito Almada ; do ca-
dete Ferreirada Silva ao capito Pedro Velho;
do capito Leoncio ao major Serra Martins, fiscal
do batalho : do major Serra Martins aos com
panbeiros ausentes; do alferes Martins de Mello
' ao ministerio de 15 de Novembro ; e do cora-
: mandante, teiente coronel Costa, ao generalissi
mo chefe do governo dos Estados-Unidos do
ministradas as suas rendas, -. ^0~. .~ r-~------ h
sientes para o provimeoto, alias nadiavel, das1 Brasil Manoel Deodoro da Fonseca. tocando sem-
necessidades de cada um destes ; reaolve, usan I pre a banda de msica do batalbao.
do da aulorisaco concedida pelo decreto n. i Retirando se o commandante do corpo foi
107, de 30 de Dezembro findo, disaolver as re-' acompanhado at ao porto do quartel pelos ofli
fenda tendencia para cada urna d'ellas co nposto dos \ msica
secuiotes cidadaos : Reinou a maior harmona sem quebra da dis-
Palmares. Bacharel Manoel de Barros Wan- i ciplma, que caracterisa o exercito brazileiro.
derley, servindo de presidente. Candido da Coa (obudImo central militar- E8ta
u Braodo Cordeiro e Joo Flix Pereira.
commisso se reunir terca-feira, 10 do corrente,
no qaartel da Companhia de Bombciros, para
tratar se de prestagao de conUs.
Os raenuros da refer ta commisso deyero
todos all ae acharem s 7 horas da noite do re-
ferido 1ia.
Asaasalnat > No termo da Eacada, em
terraa do eogenho Pedra Fina, foi aasasainado
no dia 7 do correte, o cidadao Friano Nica
co de Barros por Justino de tal, conhecido por
Canoa Braba, o qual logrou evadir se.
Ferimeato e morteNa da 6 do cor-
rente, np termo de Garanhuns, Joo Ferreira do
Naseimeoto, dando duas facadas em Francisco
Clemeniino das Chagas, este disparoa sobre el
le ama pistola, cuja carga em pregn se teda em
Jos Pen; ra do Naseimeoto, dando em resulta-
do a morte instantnea.
Dos lielioquentes apenas foi preso Franctseo
<:iementioo, procedendo a polica local nos ter-
mos da lei.
Ferimento mortalNo lugar denomi-
nado i'agao, do termo de Pesqueira, trovando
se.de rozoea no da 5 do correte, Tneoionio
Ferreira Calado e Jos Ignacio Pereira, e indo a
vas de facto, sabio o referido Calado mortal-
mente fendo, desea luU entre ellea estabele-
ci la.
Jos Ignacio foi preso em flagrante.
norte de emboscada A' Urde do dia
4 do corrale, no lugar Paimeirinha, termo lo
Buique, os individes de nomes Jos Marques e
Fcaucisco Marques, emboscaram a Joo Jos dos
Santos, coatra o qual deram um tiro de pistola
que acenou no emboscado e Ihe causou a morte
instantnea, sendo por esaa occaaio ferido gra-
vemente um irmo do referido -antos.
Oa delioquentes evadiram se e a autoridade
local promove-lhes a captura.
EamasameaioNo da 3 do corrente foi
-smagaiio na u-ina Joo Alfredo, por ama loco-
motiva, o individuo de neme Francisco Mooteiro
da Silva..
CapturaNo dia 13 do corrente, noite,
no termo de Pao d'Alho, foi preso e recolhido
cadea, o criminoso Jos Martins da Fonseca,
pronunciado em crime de morte no termo de
Limoeiro.
ervico militarHoje superior do dia
o cidado major Alves, e far a ronda de visita
um subalterno de cavallarh.
O 14* batalho de infantaria dar a guar-
nigao da cidade, menos a guarda de palacio, que
ser daua por pragas de artilharla e o 2o o ofii-
cial pura guarda da Thesouranu.
Apresenlou-sc antehontem, vindo da capi-
tal, federal o alumno da escola militar Eugenio
Augusto Alves Mergulho, a quem o ministerio
da guerra, por poriaria de 2 de Janeiro corrente,
coucedeu 3 mezes de licenga para tratar de sua
saude neste Estado.
"Foram hontem nomeados os cidadoa capi
lo Daraio da Cosa Leito, tenents Manoel Fe-
liciano Ladislao dos Sanloa, 2 cirurgio Dr.
Emilio Freir de Carvalho e alfere Bellarmino
Augusto de Athayde, para a commisso que tem
e, no da 20 lo corrente, na pharmacia militar,
examinar 17 caixOes contendo medicamentos.
Club dos CorriqnelroaEsta socieda-
de ca navaleaca rene-se araauhs 11 horas do
da, em sua sede ra Nova de Santa Rita, afim
de deliberar sobre as suas festas e o itinerario a
percorrer no prximo carna -al.
nalltulo Arcbeologlco e teo*ra-
pblco Pernambncano -No dia 27 festeja
esaa patritica insiiluigo o seu 28 anniversario
celebrando nesse proposito urna sesso magna
uaquelle dia 1 hora da tarde.
E' urna coramemorago que nao interesal so-
mente aquella respeitavel associago, mas se
prende-intimamente s glorias deste Estado.
E, por isso, contamos que toda a dossa popu-
lacho se nao deslerabre de que aquella festa
ue participago coramum, e como tal a sua as
sociago a el 'a, dever, como descendencia dos
li roes cujos altos feitos se solemnisam, cujos
esforgos sao glorias desta trra, que nos ber-
go, romo o fra daquclles animo alevantados,
que souberain amal a, deixaado essa ligo su
blirae a nos, os seus descendentes.
Fortunato Pinbi-iro -Esse cidado em
data de homem dirigi nos a seguinte carta, pe-
dindo a respectiva publicado :
Tendo hoje chegado i esta cidade, de volta
de urna excurso ele Goyanna, fui scientificado
do grande cortejo realisado bontem em honra a
repblica do Paraguay ; idea qual, declaro, me
associei de corago. Um facto, porm, faz-me
vir a imprenea; e foi, que por minha ausencia
e desanido dos meus empregados, nao foi illu
minada a fachada de nossa omcioa typograpbica.
E como esse Ibcto parega para o publico um
proposito, qnando fc Blho nicamente da incu-
ria dos meus empregados, fuco est is linhas de
declarago do motivo da allndida omisso.
Fortunato Pinkeiro, proprielario e redactor da
Patria.
Sociedade Haadulencnae Hoje d
essa sociedade recreativa o seu sarao mensal,
que, pelos esforgos da respectiva directora pr:-
uuncia ser urna bella diverso proporcionada
aos seus convidados, e nao desmerecer da ama
bilidade e attengoes que tem caracteristica-
raeole ass igualado os anteriores saraos dado i
pela referida sociedade.
Agradecemos a fineza do convite que nos foi
enderegado.
Circo Zoolgico -lealisou se antehontem
nesae circo o beneficio de D. Carolina de Al-
meida urna das melhores artistas pire possue a
companhia.
A concurrencia foi mui regular e todos os ar-
tistas esforgaram se na boa execnco que deram
aos seus traoalhos. -
Foram igualmente mui applaudidos os cachor
rinhos, que execntaram diversos trabalhos com
agrado geral.
O palhago, este sim, que esteve explendido
no genero. Cantou, tocou, nilheriou e arrancoa
esirondosas gargalbadas platea.
Para hoje annunria-nos a companhia um lindo
e variado espectculo e cortamente que ninguem
deixar de ir applaudil a.!
Bevlata TypogropbicaRecebemos do
Rio de Janeiro o n. 77, de 31 de Dezembro, do
quinzenario Revista Tjpographica, orgo das
clasaes graphicas do Brasil.
Agradecemos.
Crrelo da Europa-A' Livraria Quintas
ra Io de Margo n. 2, recebeu e est destri-
boindo o n. 1, do Io do corrate, do Correio da
Europa, edigo especial feita para o Brasil.
Esse peridico, que gosa de bons crditos, en-
Irou no 11" anno de sua existencia
i recto-la dan obrao do eooaerw*
o doa porto* de PeroambucoReci-
fe, 16 di Janeiro de 1890
Boletim meteorolgico
Horas i = Barmetro a 0 Tenso do vapor 4 a 1 B m
6 m. 25,8 759-42 18,53 74
-9 29,3 760-29, 18,79 62
12 28,6 760-10 19,09 64
3 t. 27,9 788-571 20,02 73
6 27,6 -757-07 1736 65
Temperatura mxima30,00.
Dita mnima 25/50.
Evaporago em 24 horas: ao sol8,-5; a
nombra3,-5.
:ti uva -0,-5.
Direcgo do vento : SE com algumas nter
rupges de SSE.e ESE turante todo o dia.
Velocidade media do vento2 -42 por se-
Nebulosidade media0,"34.
Boletim do porto
1-a =>B Dias Horas Altara
P. M. B. M-P. M B. M. 16 de Janeiro 17 de Janeiro 9-W da tarde 704 1 -31 da manh 742 2-.13 0-,83 2-.16 0",72
i.eiide* -Effectuar-se-bao os seguntes:
Hoi :
Pelo agente Gusmo s 10 e 1/2 horas, no
largo da Companhia Pernambucana, de sebolas.
Pelo agente Silveira. s 11 horas, roa es-
treita do Ro3ario n. 8, de urna quarta parte de
casa. ,
Pelo agente Gasmo s 11 aloras, ra do
Mrquez de Olinda n. 48, de um cavalio de puro
sangue.
fnebre*Sero celebradas :
Hoje :
A's 7 L(2 horas, na capella de Api pucos, pela
alma de D. Mara da "oneeigo Farias ; s 8 ho-
nras, na ordem 3 de S. Francisco, pela alma do
capito Clemente de Borba Cavalcante ; s 8 ho-
ras, na Coaceico dos Militares, pela alma do
tenente Manoel Carneiro Machado Freir; s 8
horas, na matriz da Boa Vista, pela alma de Jo-
s Antonio Pereira da Filva.
Segunda-feira:
A's 7 horas, no convenio deS. Francisco, pela
alma de D. Mana Joaquina Vianna.
Paasagf iroa-Chegado da Europa no va-
por inglez Atrato:
John R. Chapan, H. Tuckaer, Agostioho Bar
roa, Rosa Das, Fikmena e Antonio da Silva Bor-
des.
1 Sabidos para o Sul no mesmo vapor :
JoSo Teixeira, Liodolpbo Correa, Bellarmino
Carneiro, Charles Serr, Eloy Das Teixeira, Dr.
Miguel Guimares e Albino Moreira.
Sahidoa para a Europa no vapor inglez
leva:
Antonio Castro Feij, Ernesto Machado F. P. da
Silva, Nicolao Guerim.
Chegado da Europa no vapor allemo Mon-
tevideo :
La Salvia Raphaeli.
Sabido para o Sal m vapor francez Ville de
Montevideo
Julio Gongalv. s da Rocha.
Sahidos para o norte no vapor brazileiro
Aligos:
Dr. Raymundo Alexandre Vinhaes, sua senlio
ra e om hlho, Alipio Carneiro de Mello, Aurelio
Plavio de Albuquerque Mello, Victoriano Borges
de Figueiredo, Plato. Vicente da Silva Antunes,
R. A. Maiher, Alipio Bailar, Clotilde Maia Oluvo
d Freitas Martins, Antonio Jos Gomes, Eduar-
do Braga de Souza, H. Niemcyer, Joaquim Mar-
tins Vital, Antonio Rodrigues Duarte. Fraocisco
Pioheiro, Vicencia Maria da Couceico, Johanes
Petrus Bechnerthe, Clementino Mamede Pinhei-
ro, Eugenio Hochstter e Maria Joaquina da Silva.
caaa de BetencdoMnvimento aos pre
)j-da Casa de DetencSo da Recife do Estad-
le Pernambuco, em 17 de Janeiro e iSiO
Exisam 457 entraram 15; ?nhiram 3 ; eij-
em 469.
.A saber:
'Nacionaes 435
-Total 457
irracoados401
Bons 374
Doenlc; 22 '
Lcueoa 3.
Loucaa 2.
-Total 401.
Movimento oa'enfermara
Teve baixa :
Joo Ricafdo do Nascimanto.
Nao hoiwe altas.
:io>i;:l Pedro II O
staheiecimento de caridade,
aeiro roi o seguinte :
mi! 1

::.- 16 traiigcirOB 6
das "sioi manota maere ood, aleta imo, i
forg* de attencto- e de vigflancia, 68 seus effei-
tos podera ser mais fcilmente conjurados.
O congresso terminou oa seus trabalhoa por
urna visita ao hospicio dos alienados de Cuaren-
tn, cujas honras foram feitas em honra do mi-
nistro do interior por Monod. director geral da
Assisencia Publica. Ao almoco servido no
mesmo asylo Monod fechou a sesso do con-
gresso de medicina mental por um discurso
muito applaudido, no qual o orador felicttou 08
assi lentes pelos felizes effeilos que terao no
ponto de vi.-ta da sciencia e da mmanidade, os
seus esforgos e a aua dedicago.
A' porta de um caf :
J reparaste na physioaomia lo franca que
tem o Artnur ?
E* muito franca porque nao engaa nin-
guem. Tem cara do que de bruto.

Simplicio foi visitar urna irm que lera no
con venta Na mesma occasio en tro u o pai de
urna rccolhida e perguntou superiora :
Minha lillia que tal vai ?
Muio bem ; muilo boa e muito carita-
tiva. Ah I Pos80 a8segurar4he que nao a edu-
camos para a trra I
Ora essa Iexclama Simplicioenti vo
dedical a marinha ?
No estado actual dos conhecimentos mais ou
oh nos positivos acerca das regies polares,
conta o polo rctico 3.359.444 kilmetros qua-
drados de trras, e o polo antrctico 661.000
As reiiioes desconhecidas sao avalladas, ni
polo arcico em 760.000 kilmetros quadradoa,
ou mais 14 vezes a superficie da Franga, e na
polo anctartico em 21.780.000 ou cerca de 42 ve-
zes a superficie da Europa. Ao todo, as vastas
extenses inexploradas representara 1/16 de to-
da a superficie do globo.
No observatorio de Pariz deve ter chegado a
seu termo urna construego de forma quairada
e da altura de 18 metros, destinada a receber
ura grandt equatorial de 0-.60 de altura e do
systema inventado por Lcewy.
0 telescopio custou 38:0000 e a constrocgo
50.000*000.
Sfpe/a o Gallileu, revista astronmica, que o
novo apparelho dar occasio a pesquizas das
mais inteiessantes acerca dos planetas ca ira
portantes descobertas estellares.
movimento
no dia 16
deste
de Ja-
u
7
2
420
respectivas enfermarla'
Entraram
Sal: ram
rdlecerani
Existem
Koran.' visitadas aa
e:os Drs.
Moscoso s 8 1/4.
Cysaeiro s 9.
Uarcos Sonriatios71/4.
Berardo s 10 1/2
Malaquias s 10.
Pontual s9 1|2.
Estevo Cavalciinte s 8 1/2
SimOes Barbosa s 9 3/4
1) cirurgiSo dentista ama Ponpilio nao com
pareceu.
O pharmaceutico entrn s 8 lr2 da manh e
j'iio s 5 1/2 da tarde.
O ajudante do pharraaceatico entran s 7 1/2
i.iio s 2 horas da tarde.
Molerla do Cram-ParaAoparte, da
14* lotera, cujo premio grande de 60:000/
era extrahida no dia le Janeiro.
Lotera da corte A i' parte Ida 253* lote
la, cujo premio maior de 10:000/000 ser ax-
irahida hoje 18 do corrente.
Ceaalterle PoklleoObituario do dia 16
de Janeiro :
Francisco Mendonga de Vasconcellos, Pernam-
buco, 30 annos, selteiro, Boa-Vista; in3ufficien
ca mitral.
Mara Ignacia de Jess, Pernambuco, 40 an-
nos, \iuva, S. Jos; broncbo pneumona.
Florinda Maria da Conceigo, Pernambuco, 67
anuos, solteira. Graga; febre typboide.
Francisca Gomes da Silva, Rio-Grande do Nor-
te. 25 annos, solteira, Boa-Vista; varilas.
Francisco Primo das Chagas, Parahyba. 43 an-
nos, viuvo, Boa-Vista ; bronchite.
M POUCO DE TUDO
E' com certeza na medicina mental, nesta
parte de sua arte, que os discpulos de Hippo-
crates se acbam mais divididos. Sim, na maior
parte dos casoa, os mdicos raramente esto de
accordo : pde-ae dizer que as questOes rea
Uvas medicina mental ha quasi tantas opi
nidos e systemas quantos sao os mdicos alie
Distas. .
E' que nenhuma doenga mais difficil de es-
tudar do que a loucura, cujas causas e manifes
tages variam ao infinito ; e que, precisamente
por este: motivos, a tberapeutica, isto o rgi-
men e os remedios utei3, nao pode ainda fixar
de urna maneira absolutamente certa.
Pde-se, pois, afflrmar, seja isto dito sem of
fensa legitima reputago e ao profundo saber
da maior parte dos bomeos eminentes reunidos
sob a presidencia do Dr Falrel que o congres
so dos alienistas de Pariz nao produzio todos os
resultados que d'elle se esperavam talvez.
Assim emquanto uns cnsideram a applica
gao do rgimen cellular como delerminando fa
talmente a loucura, Seint, de Mons, wntestou
que na Blgica, onde sobre o todo da populago
contam se 147 alienados por (00,000 habitantes,
desde 1865. data da inaugurago do systema cel-
lular, at boje tem se relevado smente 517 ca-
sos de loucura entre oa 900,000 individuos que
passaram pelas prises: isto urna proporgo
de 57 por 100,000.
Desta ealalistica, pois, parece que o rgimen
cellular temperado 6 verdadeiro, como d-se na
Blgica, pelas visitas do director, do esmoler e
dos guardas ; e que, longe de desenvolver as
doengas mentaes, Ihes pelo contrario um pre
servativo, por supprir muitas causas diversas,
como entre outras o alcoolismo. Mas, ainda
nisto os sabios nao sao unnimes.
Ora, ao passo que Garnier, porexemp'o, at-
tribue ao alcoolismo os progressos espantosos
da loucura que tem augmentado em Pariz na
enorme proporgo de 50 por cento, um outro
especialista, Bafl, vicepresidente do congresso,
contesta que o alcoolismo seja a causa deste
augmento dos casos de loucura verificados na
populago parisiense, citando em apoio de sua
these a Suecia. a Noruega, a Irlanda e a Escos-
sia, onde a loucura rara e o alcoolismo est
mais espalhado ; e mesmo em Franga outro
tanto v-se nos departamentos onde se bebe
mais, cobw nos da Bretanha, e entretanto a pa-
ralysia geral um caso inteiramente excep
cional. ,
Segundo Bat, o desenvolvimento da loucura
em Pariz deve ser atlribuido aos cuidados da
luta pela vida, excessiva fadiga intellectual,
s paixes de toda sorte e notavelmente s pai
xoes polticas que sobreexcitam a ambico e de
terminam esta doenga mental conhecida sob o
nome de loucura das grandezas >.
Mas se os mdicos alienistas esto divididos
sohre muitos pontos que con3tituem o lado
8Centiflco e medial da questo dos loucos,
acham-se todava mai ou menos accordes a
respeito do rgimen legal e do tfataraento ad-
ministrativo convenientes ao3 alienados. Todos
ou quasi todo3 considerara a le franceza de
1838 como bastante para impelir as sequestra-
eoes arnitrarias e criticara a lei nova que d aos
magistrados o poder de estatuir sobre a eolio-
cago dos alienados as casas de: sade. No
seu pensar, a iotervengo dos magistrados, in-
competentes sob a referencia scientifica, ser ou
prejudicial ou intil.
Eis urna grave questo que deixamos me-
ditago e ao estudo dos sabios e do; legisla-
dores.
Approvamos, porm, sem reserva a maiona
do congresso, qaando declara insuficiente a
legislaclo sobre os doudos assassinos. Um lou
co homicida-, curado, pode sempre soffrer urna
recabida ; o interesse social exige, pois, que
este desgrasado fique no asylo, onde as recan-
SPORT
Xo Alagos chegou da eapital federal, onde rara
lia pouco, o Sr. Dr. H. Schutel, digno gerente do
Derby Club.
Acabara de nascerna fazeo la dos Srs. Siqueira
& Bastos frez prdnetos de Fgaro, devenco se-
guir para a mesma fazenda prximamente o Er-
nani, puro sangue, afim de servir de gara-
nt o.
Era pouco teremos, pois. bons barbetros, para
escankoar a humanidade turpea ; e por seme-
Ihanga baveremos igualmente rnelhores trovado-
res para enredar a dona Sol Hippodromica, que
a creatura mais tolamente amoravel da nossa
Beocia.
E si assim a raga bpede ao mesmo tempo de-
monstra esperteza em uns e lorpice em outros, a
raga (-avallar vai melborando.
E'ura producto tambera----etc., e tal, pon-
tinhos.
Durante o anno de 1889 o turf (luraiuense dis
tribuio em premios a quantia de 500:670/000.
sendo :
Pelo Derby Club 236:130/000
Pelo Jockey-CInb 200:950/000
Pelo Prado Villa Isabel 59.910/000
Pelo Sport Club 3:660/000
O movimento da casa da poule, na somma de
5,384:960/000, foi o seguinte :
No Derby Club 2 478:220/000
No Jockey Club 2 I84:330000
No Prado Villa Isabel 680:z60/000
No Sport Club 42:150/000
Realizaram-se 47 corridas durante o anno. sen
do : 18 no Derby Club, 9 no Prado Villa Isabel e
2 no Sport Club, sendo por conseguinte a media
do movimento da casa da poule:
No Derby-Club 136:670/000
No Jockey Club 121:350/000
No Prado Villa Isabel 73:580/000
De urna estatistica, ba pouco publicada, do
Stud Book do turf pernambucano, consta baver
o'alle 28 puro sangue estrangeiros. 5 raeio-san-
gue estrangeiros e 23 nacionaes, fazendo um to-
tal de 56.
D'estes acham se applicados patriaco 16;
morrerarn 4; foram para a Bahia 3 ; e existem
em exercicio no furf 33.
De animaes pelludos at 2 de Julbo do anne
prximo fiado baviara sido matriculados 455
sendo 8 de S. Paulo, 3 do Rio Grande do Sol, 1
do Rio de Janeiro, 1 do Paran e 452 d'este Es-
tado.
O Diario do Ctmmercio acaba de publicar uns
artigos sobre os Palpitadores, os quaes passaiuos
para esla secgo com a dvida venia, dando o
primeiro d'elles:
Os augures romanos preaagiavam fundados no
vo e canto das aves; nao se oa devem, poia,
confundir com os aruspicea que propbetisavam
o futuro depois de consultar solemnemente as
entranhas das victimas.
Uns e outros eram grandes personagens, e
nos mais comesinhos actos da sua vida publica
adoptavam um aspecto sombro e mysteroso;
linguas viperinas assegurara que elles nao se
podiam olhar uns aos outros sem rirem se.
Actualmente a profisso est decahida ou, pelo
menos, nao tem nada de hiratico ou sagrado.;
o futuro j nao dos sacerdotes nem dos astr-
logos.
Todava o turf conservou os eus prophetas;
nelle ha tambera bons espiritos que se encarre-
gam de predizer as vesperas os resultados do
dia segrate, arrazoando gravemente sobre as
victorias futuras dos cavados, aquilatando os
seus mritos com nma imparcialidade, baseada
n'uma sciencia impeccavel.
Sao estes os palpitadores. Empregam em suas
funcgOes a mesma gravidade dos seus collegas
da Roma antiga; porm, a sua boa f mais
verdadeira e pode terse a certeza que nao se
rem ao olharem se entre si. Esto convenci-
dos da ira portancia do seu papel ; nunca tm a
menor duvida acerca do valor das suas dedu-
egoes e olham.com certa compaixo os proprie-
tarios aue nessa corrida inscrevem os seus ca
vallos, quando eties (os palpitadores) Ihes negam
a menor probabidade de triumpho
Para elles as corridas sao simples problemas
de aritbmetica; acreditam que conhecendo-se
exactamente a idade de um cavalio, o seu nas-
eimeoto, os aatecedeotes de seus antepassados,
as carreiras que tm disputado, os competidores
com que se tm medido, as condiges de peso, de
distancia, o hora ou mo tempo, a elaslicidade
ou o estado pesado da raia cada vez que corre-
ram, podem com todos estes dados emittir um
orculo ioexoravel que nao pode ser desmentido
pelos factoe.
V-se Investigar obstinadamente as chronicas
das corridas anteriores, estabelecer o balaogo
de cada ca rallo, fazer um quadro de suas victo-
rias e de suas derrotas e coocluir emittindo com
urna autoridade magistral as probabilidadea que
pode ter na corrida da dia seguinte,
Trabalno enorme, prodigioso, -fatiganle, que
faz do cerebro do palpitador urna verdadeira
chronica do rurf, trabalho ingrato que o publico
nao aprecia sufficientemente,v desdenhaodo c
quando o exilo o justifica, e enchendo o de sar
casmoa quando o resultado da corrida destre
o edificio.
O publico nao justo, certo, porque aqu
para nos, confiam demasiado na sciencia que
exercem. Transformam em dogmas arrazoados
qu sao puras hypotheses e imaginara que es
crevero oApocalypso ao passo que nao fazem
mais que um simples calculo de probabtlidade
(Cfntmua).
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Diario de Pemambuco--Sabbado 18 de Janeiro de 1890
-! .________ .. I
CMOHICA J0BIC1ARIA
Tribunal da Relacao
SESSAO ORDINARIA EM 17 DE JANEI
RO DE 1890
PBE8IDENCU DO CIDADO DE8EMBARGADOR
QINTINO DE MIRANDA
Secretario, o cidado Dr. Virgilio Coelko
A's horas do costme, presentes cidados os
desembargadores em numero legal, foi aberta a
sessao depois de lida e approvada a acta da an-
tecedente.
Distribuidos e passados os feitos deram-ae
os seguintes
JULGAMENT08
Habeas-corpus
Paciente:
Benedicta Mara da Conceic5o. Mandou-se
lltar, unnimemente.
Aggravo de peticao
Do Recife Aggravaate Francisco Xavier Fer-
reira, nfrg-nvadn o juizo. Relato- o deserabar-
Sdor Piiv Ferreira. Adjuntos os desembarga-
ores eltino Cuvalcaule e Almeida Santos.
Negou-se provimento, unnimemente.
Prorogaco de inventario
Iaventariante D. Maria das Mercs Gyrlllo.
'Joncedeo-se o praso pedido.
Processo de responsabilidade
Contra o baeharel Alcebiades Cableante de
Albuquerque, juiz de direito da comarca de
Floresta. Retator o de?embarcador Alves Rinci-
r. Adjuntos 08 desembargadores Silva Reg e
Almeida Saatos.Julgou se improcedente a de
-mncia contra o voto do relator.
Appellaca commercial
Da Parahyba Appellante Gamillo Norat, ao-
pellado Antonio da Silva Pires Ferreira. Rela-
tor o desembargador Silva Reg. Revisores os
desembargadores Almeida Santos e Dellino Ca-
valcante. Confirmon se a sentenca contra o
voto do desembargador Alneida Santos.
Appellacao civel
De Traip Appellaote Ildefonso Pereira de
Mello, appeltado Manoel Hyppolito de Mello. Re-
lator o desembargador Silva Reg. Revisores
os desembargadores Almeida Santos e Dellino
Cavalcante. Confirmou se a senteoca, unni-
memente.
PAS8AGEN8
Do desembargador Dellino Cavalcante ao des
embargador Pires Ferreira :
Appellacao crine
De Alagi do Monteiro Appellante o iuizo,
zppellados Domingos Pereira da Silva e wtro.
Do desembargador Almeida Santos ao desem-
bargador Dellino Cavalcaota :
Appellacoes crimes
De Limoeiro Apellante Vicente Ferreira Li
roa, appellada a justica.
De Macei Appellante o promotor publico,
appellado Joao Gasparino de Cula
Do Pilar- Appellante o juizo, appellado Feli-
ciano Francisco Eugenio.
Encerrou se a sessao raeia hora depois de
meio dia.
INDICARES OTIS
O Dr. Simplicio Mavignier.Clnica me
dieo-cirurgic*. Especialidades : moler, as
pulmonares e partos. Ra do Marque dt
blinda n. 27, f. andar. Consaltas uas U Jtei).
la 2 lioras e na Casa Forte (Poco da Pa-
lella) das 6 as 9 horas da machi e i
arde. Teleshone n. 392
Occulista
Dr. Farrtira. com pratica nos princ.
aaes hospitaes e clnica de Pars e Lou
dres, consultas todos os das das i
aorasdao meio-dia. Consultorio e resi
lencia i ra Larga do Rosario n. 20.
Dr. Brrelo Sampaio, ooculista, di oon-
inJtas de 1 s 4 horas no 1. andar da
i&E& ra BarSo da Victoria n. 51. Resi-
dencia a roa 7 de Setembro n. 34, entra-
da pela ra da Saudade a. 25.
Adrogados
O advogado Jote Antonio de Magalhes
Bastos mudon o seo escriptorio para a ra
1." de Marco n. 18, 1." andar.
Dr. Clodoaldo de Souza, escriptorio a
roa do Bom-Jesus (antiga da Cruz) n. 1,
l. andar,, das 9 da maohS s 4 da tarde.
Telephone n. 102. Residencia, ra Im
perial n. 148. Telephone n. 104.
O baeharel Joaquim Ihiago da Fonseca
zem seu escriptorio de advogado ra do
Imperador n. 14, l.8 andar.
O baeharel Bonifacio de Arago Faric
Rocha contina a advogar. Escriptork
roa do Imperador n. 46., 1." andar.
O baeharel Petronilho de Santa Cruz Oli-
vara, encarrega se de levantar empresti-
mos perante o Banco do Brazil para auxi-
io da lavoura. Escriptorio ra do Impe-
rador n. 69, 1. andar. Residencia sitio
na Jaqueira, prximo estacao.
Drogara
Faria Sobrinho & C, droguista por ata
ido, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva & C, deposi
arios de todas as especialidades pharma
euticas, tintas, drogas, productos chimi
;as e medicamentos homeopticos, ra d<
.Mrquez de Olinda n. 23.
Tinta de eserever _____
A melhor a tinta Victoria, vapde-se 1
00 rs. meia garrafa e a 800 rs. urna gar
rafa inteira na Livraria Coratemporanei
de Ramiro M. Coste, la Io. de Marco n
2, loja de ferragens de Albino da Silv*
Aisim pedem dtferimento. E viva a R pu-
blica.
S. Benedicto, 10 de Janeiro de 1880.
(Eslava sellada e reconbecida na forma da
4 C, ra da cadeia n. 42; loja de ierra
jens de Brando 4 C, ra Duque de Ca
ias n. 46.
Mdicos
Dr. S Pereira, itia da imperatriz n. 8,
dconsultas medico-cirurgicas todos os dias
das 8 ao meio dia, menos nos domingos e
das santificados.
Dr. Cmstro Jess medico e operador
ratica a lavagem do tero quando e co
30 aconselhada. Consultas das 11
3 da tarde em sna risidenci.i na d'
3om Jess (antiga da Cruz) n. 23, 1.
dar. Telephone n. 380
O Dr. Matheus Vas, medico, tem o sen
scnpiorio a ra do Queiroado u. 43,. 1.'
sudar, onde d consultas ts 11 a 1 han
ia tarde. Reside s ra de Gervasio Pim
a. 27." Encarrega-e do trataraento &>
molestias de olb8 relcpbone n. 427.
Dr. Joaquim Louieiro medie e dhiI-ji
-o, consultorio ra do C&bng u. l-l
:. andar de 12 s 2 da tarde; rcsidene><
o Monteiro. ,
L'r. RiLeiro de Britta d ccmsulta d
aoio dia s 8 horas da tarde, no 1, er -
Izt a ra Duque de 'axias n. 46, poder.
lo ser procurado para chamados na su:
-eaidencia ra do Hospicio d. 81. Te
ephone n. 303.
Dr. Cerqueira Lcite, tea o scu escripto
io na ra Nova n. 32, do meio dia s '.
oras e desta hora em diante ra BarR-..
x S. Borja^ n. 22. Especialidades
molestias de crianca senhoras e parto
Telephone n. 326, da casa de residencia
Dr. Altaran Quimar^i, dedica-se me
dicina em gera!. 1 ztva especialidade s
molestias do cor?aO, pulmSes, rigado, es
romago e intestinos c lambem s ifeccttas
e enancas Reside ra de Fernandes
Vieira n. 23. e tem conmiliorio na ra do
Som-Jesu: (antiga da (.'iuI, n. 45, onde
consultas do meio-dia s 3 horas. Te*
ephoac a. 381.
COIHERCIO
Revista do Mercado
R^ClFy, 17 DK JANEIRO DE 180
0-movimenlo foi pequeo e limitou se s trans
:j6es no mercado de cambio.-.
Cambio
PRA^A DO RECIFE
Os bancos adoptaran) hoje a tabella de 6 d.,
saccando alguma Ceuta o Ban;o de Pernambuco
a S6 1,.
Honve pequeo negocio a 2 1,4 em papel par
cnlar.
laslrucco publica
Ao cidado general governador do E-tado foi
dirigida urna petic&o, cujO theor o seguidle 1
Os abaixo assignados, pas de familia; pro
prielarios, negociantes e agricultores, residentes
no districto e na pcvoucao de S. Benedicto do
termo de Quipapa e comarca de Panellus, con-
victos dos sentimentos que vos dominara em
prol deste EjLido, cujo governe em Li hora foi
eutregue ao vosso criterioso patriotismo, vecm
por isso, com rauita conlhaica vos supplicr que
attendais as razes de equidade e justica e vos
digneis de conservar a cadeira publica do sexo
masculino dejte povoado, pelos motivos s-'guin-
les:
i." Ambas as cudeiras ora existentes ne.-ta lo
calidaae, sao muilo frequenladas. ser impo-i-iu-l reunir lodos os alumuose alum
as em urna s ca.leira.
S. Repugna aos abaixo as signados a idea de
escola niixia. coja theoria 6 b.i, mus nuila e
imprestave.l na pratica.
3.9 Ain-la as cidades e villas poderiam admit-
tir se laes escolas, porque frequeniando as
mancas em teura idaile, residentes era conta-
cto com a escola, a distancia vence-se com faci
lidade, faci que nao se realiza cas escolas de
povoacoes. cujos alumnos em sua maioria resi
dem nma e mais leguas da sede das escola?,
pelo que os respectivos pais esperam que as
furcas dus iilbos esteja n desenvolvidas para po
derera wncer nao s o espaco da distancia, como
o das hora? le refeicOes, motivos que-jusii;cam
a idade adtantada dos alumno* as e-colas do
sexo masculino, que nma vez supprimi Jas, tica-
rao elles privados da iastruc^o, porque nao po-
den ser admitidos escola mixta, cuja perma-
nencia se torna, como ja dissemos, oulla e im
prestavel.
4." Tanto isso verdade, que as comarcas de
Catuai e Victoria conseguiram, mediante nana
lei, a eslabiliduJe ('as cadeir-s provisorias das
snas respectivas povoacOes.
l'ortanto, respeilavel governador, e conviccSo
no dominio do publico que a suppresso das es-
rolas provisorias importar lambem a suppres-
so da nstroccao publica para os pobres Ulhus
do proletario, futuros cidados "analptaabetos
da r.epublica.
Exemplo Repblica
ACTOS DE ZELO E SABEDOBIA DO JDIZ DE
DIBEITO DE OUBIOUBY
Poucos meses depois da sna posse julgou,
em grao de appellacao, mandando acrecer por
outro a sentenca, um processo policial centra
cinco individuos, condemnando todos inclusive
tres que na foram atados, nao {oran ouvidos no
processo, o juiz preparador tsto memo reconheceu
em um resumo, e o queitoso em audiencia s aecu-
sou a citacao de deis.
Isentou de multa e costas, por simples des-
pacho, fora dos autos, em urna pettcao, ao senhor
de um escravo condemaado por critne de arma
defesa, e depois estando esse a cumprir a pena
concdeu Ihe habas corpus, e a Relacio negou
provimento ao recurso ex-officio. Disse nesse
mesmo processo que s poda ba.er condemna-
jo em tal crime juntando se 'copia io ed Cmara Municipal declarando quaes as armas pro-
hibidas.
D ispronuocu u um individuo era enme de
responsabilidade e nao recorren ex offieio; sen Jo
por isto aecusado consultan a um juiz de diretlo
vtsinho se era ibrigado a fazH o.
Julgando um iDveutario tuaodou ootneiar
tutor aos orphs quanio ja dos auto* constata a
nomeacSo.
Denunciado um ro, elle pronundou tres,
dtzendo que em tista do% depoimentos de algumas
teslemunhas os outres dous tambem concorreram
para o crime .
AqquIIou nma partilha amigavel, entre
motores testamentarios, por psrtencer ao Juiz da
Pratedorta, e citou um accordo da Relacao do
Rio de Janeiro, que nao vinha ao caso.
Jolgaodo uns embargos disse, que a pe-
nhora eslava dentro das pn'.scripses legaes. e
depois nos mesmo autos disse que tal bem -la
raesma penhora, no poda ser penhorado.
TendJ a relariio nundaao desalistar um
eleitor, a requerimeoto deste alislou o depois, di
zendo que em ruta do allegado aquelle Tribunal
nao poda tliminal o.
Finalmente jwlgou urna jmtipacao pira re
ducao de testamento piblicu forma, pembeB
2t de emolumentos incompetencia e ieoorann 1
do regimeuto.
E outras mnitas asneiras ou-. sabedorias que
seria enfadonlio enumeral as.
O Viga da Repblica.
Ao cidadiio governador deste
Todas f s vexes qae o rcedico receila granulos,
tem um grande interesse para o oente de pe I
dir s seo pharmaceulco granulos L. Frre (19,!
ra Jacob, Parisj. Estes
Professora
Urna senhora perfeitamente habilitada e
ra Jacob, Pan). Estes granulos apresematn' j-.tant(, nratica de ensino nronfifl-ko
varias vantagens sobre os granulos medica-: com PMtante prca ae ensino propoe-se
mentosos ordinarios- sao mathematteamente'a leccionar em coUegios e casas particu
d osad os e sobre caca um d'elles, -o nome e o j lares as seguintes materias: portnguez,
peso-da substancia activa acham-se muito dis-' francez, msica e pian?, a tratar na ra do
''"rrcr^Tm por effeito prevenir os! V-onde de Albuquerque (antiga da Ma-
erros tao facis no manejo dos granulos ordma- tm da ooa-Vistaj n. /U.
nos, erros que podem ter as cdnsequencias as 1
mais graves. -
A in&cripcao proporciona toda seg ranea ao
Attencao
A commissto liquidadora do espolio de
doente e ab medico. Todas as especies efe pi
tulas de uso crreme sao preparados p.la casa
L. Frere segundo os meamos processos.
Neslas pilmas u granulos, o medicamento
a:ha-se revestido de um involucro protector cu ; Deodato Monteiro & C. pede aos devedo-
ja nalureza permiti a conservaco das "substan-' j_________ _i,- .._ *.___
a-asas mais alteraveis.ues como iodnrto de rer res d me8m0 e"Pho Para Pagarem ou
ro por exemplo e debaixo de todos es climas ; entenderse com o seu representante na ci-
mas este envolncro desaggrega se e dissolve-se.dade da Escada o Sr. Joaquim da llva
muito rpidamente ao*contacto da saliva ou dos CoSta, o mais breve possivel.
lquidos do estomago. Essas pilulas e granu-
los apresentam se com oa cunho de elegancia e
de perrei'.So que provoca um sentimento de sor-
preza e de admiracao.
Elles foram honrados com nica medelha de
ouro atlnbiiida aos pro-lucto* phurmucenticos:
n exposiy.) tfnivarsal de Pariz de 1878ede!
Arasterdam 1883. I
Agita lcalioas de mondar!z em
Poate Vedra na IIcspanTaa
Estas aguas contem'"em si mineraes que
prorJuzcm um effeito maravilhoso em flual-
quer ereatura que faca uso dellas. Como
seja para as molestias de estomago, qual-
quer que sejam ellas, para as molestias
da bexiga e dos rins para qualquer des as
molestias, s ha differenja em mais ou
menos porcjto das aguas que se tem de
tomar para produzir bom resultado.
Acham-oe a venda em casa doSr. An-
tonio Alfonso SimSes na ra do Visconde
de Goyannan. 1. .
Recife, 14 de Janeiro de 1890.
Mata & Rezende.
Machado Lopes & C.
Oliteira Basto &, O.
Ao commercio
Sei
xas irmaos, avisan) os
Etado
foisa
J3TACOE8 OEFICIAKS DA JUSTA DOS COR
RECTORE8
Recife-. 17 de Janeiro de 1810
Cambio sobre Londres. 90 d/v. 2f d. p.^r 14000,
do banca.
u oresidente,
Antonio Leona vio Rodrigues.
O secretario,
Ednardo Dubeux.
Algodo
Cota se o de (' sorte do serla
OfiOO
de6300a.
Diversos negociantes vos ppd-'.m providencias
alini de que possam recuSer o que Ihes tlev
do por foroecimentos fnitoj ao Arsenal de Guer-
ra, cujas cantas, processadase prmptis. nao sao
pagas por falta de crdito, conforma a informa
cao da Thesouraria de Pazenda deslc Estado.
E' sabido que os fortiecimenlos para as repar-
tice3 publicas sao pr r meio de competencia ;
por contractos sujeitos a mulla ; eiuflin cercados
de innmeras precaucOes e exii{encias ; sendo
por conse |uencia justo que o pagamento s> ja
promptamente feto e n'10 tao difliciltneate co-
mo acontece. *
. a demora de pagamentoprincipalmente para
os pequeos negociantestras serios embarazos
a solocao de compromissos, alera de ser preju
dicial estar sujeito a empates desta orden.
A Tne.so'jraria d" Fazcnda j to.il repiseata
do ao cidado Ministro da Guerra, re.nettend.i a
relajeo dos credores tanto do excrcicio lindo co-
no do exercico passado solicitando o respective
crdito; assim como algunsdjs iuteressados
requereudo ao respedivo ministro, sem que ai
h] tenliam lid) solujo a tal ie.-:p;-i'.o.
Vos, pois. cojo esnirito jOtkeBO por todos
proclamado e reconhecido, vos dignareis, e.-pe,
raniLS, reclamar no menor o mais breve temi
possivel o competente crdito para pagamento
de nossas contas.
Alguns tiegociantcs.
1 I
Pniabrii
8 Ao ami^o sincero, baeharel Fran- |
cisco Porfirio de Andrarte Lima, |
3 pelo seu consjrc:amen!0 *
I Abracs-o |
Ribeiio da Sica f
17-1-90
C0LLEGI0
De 1!. S. da Pciiha n. 37,2o andar
Aviso ao oommorcio
o ao publico
seus freguezes que nao ac-| R* de ^rtizina & C. de-
ceitam mais pedidos de claram qae s3 os UOICOS
mercad'.rias pelo telephone. importadores nesta praga da
As .mercadorias s seraoj^rdadeira cerveja mar-
entregues mediante bi'liete!ca PHOWIX da fabrica
ou compra pessoal. Sxport bier-Braucre 3ort
Fazett esta declarado
para evitarem espertezasde
alguns innocentes dos quaes
teem sido victima^. "
mund.
Pedem os mesmos que
evitem as, falsificares
Tabcreulose pnlaiouar
(Tura garantida pelo Peitora! de Op.m
bar.
.\ dvog-atk
Jliguel Jos dr Atmcul i Pernambuco tem o M
scripiorio de adrocacia ra do Imperador n
il. onde Kir eocon*"wla lo.'los os das uteis, di
TOrts da 9 tnanh ~: V da larde.
x. ae;
A medicina por excedencia do
secillo.N2> ba nenhum remedio qu_\
lenli rebebido mais elogios de todas as
partes, como seja a Salsaparrilha de Bris '.
tol. Ella tem sido approvada pelo espaco
de 35 annos, por mais de mil peridicos
princ'paes ; e pelos douteres, chimicos, c
escriptores mdicos de todoi es paizts.
Fas 15 nnnos que toda a facullade medi-
ca de Bfalo deu nm testemunho un-ni-
me de suas nestimaveis virtudes curati-
vas, experimentadas durante a longa pra
tica da sua profissao. Quarenta mdicos
d stinctos, domiciliados em differentes yo-
voa\5e8 do Estado de New-York susten-
taran! nos com um outro testemunhi nao
men'^s emph-itico e sumamente tflOgeiro;
c deste ent?lo cinco oitavas p'irtes du mis
esc=lkida da profiaslo, tem contost;.d-> seus Tm\*Ai*rr I^TlTnP"7
mritos, de baixo d-. responsabihdade e[ JLllgiCt' t.- i IdULC
surs assgnaturas, suas curas de eswt.i'.i-r Cursos a rui da Aurora, n. 37, 2.
las, cancros, tumores e loda a casta d i dar.
molestias eruptiveis e u'cerosas, nunca fe-
rao esqoecidos era quanto a lingua ingle;
'r lida e fallada. Em urna palavra ellas;
tem sido escriptas em todos os idioma. {
modernos, e causando a admiracao de t- i
do mundo civilisado.
Aba se venda em toda a parte do
Frederico Chaves Jimior
Homoepatha .
M.A l'.AI'.AO DA VICTOIA 39
i'riiiiiiiu andar
-ST4
u
1
9i

!!
112
!!
Dr. Mello Gomes
Medico operador parteiro
46Ra de Baro da Victoria46
(DEFRONTE DA PHARMACIA PMHO)
Onde tem consultorio e resi-
dencia : podendo ser encontrado e
recebendo chamados qualquer hora
do dia e da noite.
Especialidades: partos, febres, moles-
lias de senhoras e dos pulmOes, syphilis
em gerat, cura rpida o completa e ope-
races d estreitamentos c mais solri-
mentos da uretra.
Acode de prompto a chamados para
fra, a qualquer distancia.

Telephone n. 394

A la Rosa Alemana
an
lafliOgi'Tr
*Ici convulsa! coqncluohe
N2o de8 i crianca ssnao o Peircral d<
Cambar.
mundo civilisado e em todas as priucipaes I ^ J.
boticas e lojas de drogas. i 5^*SJ*
'-^$%
ilronchite aguda on chronlcit
O Peitoral de Cambar o melhor rr- j
nedio.
RA DA AURORA
a direceo de A tiis-
Sob
(a Carnelro
Os trabalhoi helivos desie est ibclecimr.n o
de ii.struct&o primaria e secundaria, p^ra o
stxo feminind, priiiciiaro a 7 ue Jane.ro
Cota-se a 190,
iicoc;!
WuO i or pipa de i' 0 litros.
Cota-se a bSAM, cor r-lpa de 40 IHrcs.
Pauta da Alfandega
itmiU R 13 A H DE J.CNr.lsO I>E i?0
Vide o Daro de li J Belro
PBA9A DO RIO DE J .NEIRO
0 Naeional otTereceu saccar a 26 3/16
rbar tomadores.
H.uve falta de papel particular.
som
f
T
TABELLAS AFFIXADAS
w 3
3
f
. 3.
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I
e
I

o
n
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s

S
s
3
*. -2 *-

M : : i s! i?
: "i 'i : i < 1 2
A exportaco fela pela alfandega n?ste mez at
o dia 14, con.-tou de 330.5j8 kilos, sendo 238.955
oara o exterior, e 91-538 para o interior.
As entradas verificadas at a lata de h >je
bem a 7.W4 sacias, sendo por:
B^rcacas. .... Vapores V iimaes..... V -a-forrea tfe Caruai'A. V.a-ferrea de S. Kranciw. V.j-feirea e- Limoeuo 788 Saocas 7 2.814 469 52 2.539 .
Souma 7.26i **rtm
iss-ncar m
Os ftavai pagos a-j agricultor, per t5 kilos, u-
s'undoa Associaco Commercial Agncula, oram
m seguales:
usinas..... 3500 a 3A700
Branco..... 3J3X> a 3 *00
Simeuos..... UbW a 26;K)
liscavi'.do purgado 1/600 a i atoo
itnios ...".. 1A200 a lWt'O
R-umc..... *9K> a 1*100
A exportaco, fejta pela alfandega oeste mei at
o dia 14, subiu a 7.854 841 kilos, en-to 2.11-3 3 1
para o extehore 3.661.470 para :, inte-inor.
As entradas terilic u!as al a data de hoje-, so-
bem a 93.079 saccoo, sendo por:
Barcacas ..... Vapores ..... inimaes.... Via-ferre* tie Caruir. Via-ferrea de S. Francisco. Via-terroa do Limoeiro .iotroui.. Coaros Coomn'aiCTdoj ;i6o res, e r*s. 40.633 aocos 4.316 4-791 37 274 6.063 .
9i.079 Saccor, os verdes a 21
4guardeote
Cota-ie a I0000 atavos a descarga
Barca norueftuen- e Pumas, cnrv&b.
Barca norregueise Ceres, carv&o.
Barca noruet;nense Spekulation, carvao.
Barca allem Schuam, varios peaern'.
Barca noroegnensc Suez, carvao.
Barca sueca Griten, carvao.
Barc alterna Rha, carvao.
Barca norueguense CoUevtor, carvao.
Barca iajl ta Beltrees, bacalhao.
Barca ioglesi Paragero, bacalhao.
s0. Barca poitjgueza Novo Silencio, varios gneros.
Barca nacional Uariannintia, varios gneros.
Barca norueguense Uronning ou;, carvao.
Brigoe italiano mmicotita Conceztone, varios
penerof.
Brigoe ingles Cornucopia, bacalno.
Escuna aorotiruense Gefione; xerqae.
Lugar allemio Harold, varios geiwos
Lugar portuguez Hara, varios eneroi.
Lugar alleniao Marie St-jli. carvao.
Logar ingfi-z Pos'na, bacalhao".
Paiacho holande/. Clara, xaruue.
Patacho faespanhol Encamacin, xarque
Patacho norjegueiire Loasen, varios yene os
Importacao
Vapor allemio Montecido tntiado de H.nit
burgo e Lisboa era 16 do corren'.e e consigna lo
a Borstelnanu & C., uia-iifestou :
Carga de Hamburgo
Amostras 15 volumes a diversos.
Agua mineral :0 caixas ordem.
Hnnjuedos 1 caixi a Amonio Duarle Caraei
ro Vianna.
Barras de ferro 137 .Vixes i ordem.
Batatas 50 caixas a Ramos Gsppcrt & C, ;."<
gigas a C. A. V. Linden.
Bolocs 2 canas a Parete Viauua J C.
Cerveja 140 caixas or-iem, 20 a P. de Paria,
50 a Fernandes da Costa & C, 200 a l\. de Uro
sina C, 25 a Joao Fernaudes de Almeida.
Chapos3 caixoes a Carvalho Irmao & C, 1 a
Raphae! Dias & G 1 a Sarmicos & C.
Couros 1 caixao a G. de-Souza Pfiixe, 1 a A
D. Carneiio Vianna.
Gordas de linho I caixa a G. de Souza l'eix'-.
Drogas 1 Caixa a G. Marttns .
Espethos 1 eaixa a Browns & C.(
Elstico 1 Caixa a Federico C.
Fio t Caixa a C. Wascnsirann, 2 a it irn Ja &
Souza.
Feijo 200 saceos aos consignatarios.
Flores ariiliciaes 2 caixas a Rapliael D;us &
C#J 1 a Sarmicos & C.
ollegio Amor Divino
Km am Imperatriz n. 32
As aulas abrir se lij no dia 7 lio torrente.
A director.-!.
Olimpia Afra de Mendonca.
0 Dr. Ermirio
i.


de rolla de sua vagem Europa, on-
de je dedicou espcciuiinuute an es-
tu lo das molestias do systema ner-
vo-:o. lixou sua residenciae consol-
torio ra da Aurore n. 8o.
Consultas de meio dia :is 2 horas.
TELEPHONE N. 367
:

Cirurgo Dentista
DR. ROBERT P.' RAWLINSON, for-
i nado pela Universidade do Maryland not
atados-Unidos, tem aberto o seu consul-
Bacharel Celso F. Henbiques de Souza corio, na ra Baro do Victoria 13, Io an-
udou seu escriptorio para a ra doj iar.
Advogtdo
Imperador n. 77, 1. andar.
Consultas dan 10 s 4 horas da tarde.
I
1
I Retida gem
' Do dia 2 a 16
dem 17
1
Retida provincial :
Do dia 2 a 16 88.701*114
dem de 17 5741*169
Somma t>
Seeunda secco da Alfan-loga de Pernada; uco,
Maia e Silva! 17 de Janeiro de 1890.
O thesoureiroFlorencio Domingces.
O-chefe da secefloCicero B. de Mello.
Ferragens 8 caixas a ord'-m, 4 a Antonio l in
to da Silva & /:C., 5 a Manoel Collado & t'..
5 u C. Wuchsmann A C., 5 a Joo B-zivra &
C. I a G. de S>uza Peixe. lnltipliael Ojs *
G, 1 a C. Fernandes A C, 3a A. D. Canu-iro
Vianua, I a Ferreira Gninares h .8a Albi-
no *ilva & G. 3 a Vianna Castro A C, 8 a Nj
oes Fonseca dt'C.
Genebra 15 caixas a Buiarg Rodri*UP^ G.
Grvalas caixa a E. Goncalves Caseto, 1 a
A. i). Garneiio Vianna.
Liuc i 28 grades a J. de Haced i.
Licores 8 caixas a ordem
l.in ha 2 ra xas a G. Cardoso & C.
Livatonos 1 caixao a Mondonga Primas. 1 ao
Dr. J. A. Guimares, 1 ordem.
Mercadorias diversas 1 caixa a
* C. 10 a ordem. 2 a Ramiro Morein da Costa,
3 a Manoel Collaco & C, 2 a G. Wachsmann, 1 a
Antonio Duarte Carneiro Vianna, 3 a Alve*Maia
A C, 1 a Netlo Campos G 2 a Nunes Patiseca
A Ci, 1 a Salazar A G., 3 a Prente Vianna m C. uo dia 2 a 16
Movis 1 caixao ordem, 4 a Antonio Duirte dioni de 17
Carneiro Vianna.
Msicas 1 caixa a Prealle A C
Mallas 1 caixao a T Just.
bjeetos para chapeos de sal 4 carx s ordern.
Diios para escriptorio 1 caixa u Ramiro M. da
Costa A C.
Piauos 2 caixQcs a II. Vogeley, 1 a Preale A C.
Papel 8 fardoa a Pereira de Paria C. 2 a
Brw.is G. 1 caixa a Ramiro Moreira :1a Co U
i C, 5 a Gomes de Mallos Irmos. 19 ord> m,
2 u carente Vianna, 1 a Conrado wachsmann 2
a J. 11. l'ermaon, 1 a Samaicos A C, 1 a <:. Ker-
n.mdes A C. Dito de msica J caixa a PreallJ
A G -
l'ijvises 1 caixa a C. A. Vander Linden.
i .nent 10 saceos a ordem, 10 a Joaquim Fer-
reira de Carvalho A C.
fin turas 1 caixa ordem.
ParvftBa 12 caixas a Francisco Jos dos Pas
:0S Uuunares.
Roo 1 fardo a Antonio Duarte Carneiro
Vianna.
Stearina 4 barricas a F ancisco dos Passos
Guimariies.
Seda 1 caixa a Maia e Silva G.
Tecidos diversos 17 volotees ordem, 9 a
iMiicisto de Azevedo, 3 a Rodrigues d Carva-
llu A C I a Albino Amoritu A ., 5 a Bcrncl
A C, 8 a Machado A Pereira, 1 a A. Vieira C,
3 a G. de Sonsa Peixe, 2 a Manoel Collaco C, f
1 a Soares do Amaral Irmaus, 5 a Goncalves Gi-1
i hi A C, 2 a A. Luiz Guimares, 2 a Craaie; ;
Fr. y A C.
Ti la 1 caixa a G. Marlins & C.
Vidros 3 caixas & ordem, 15 a Fenvira Gui
maraes A C, 18 e 1 barrica a J. de MaOsdo.
Carga de Lisboa i
Alhos 50 canastros a Paiva Valentc A C.
Ceblas 50 caixas a Djicingos Ferreira da
Siha A C. [-
Genebra 50/2 caixas-oos mesraas. Reninnento de 1 a
Piano 1 a J. Fernandes de Almeida.
Vinho 20 birria aos mesmos.
ftcadimentos pblicos
ukz d* jaaeiro
Alfandega
il4:34'54S<>
30 418*289
i4i.7tii778

9i44!*2l
539:207/061
Keeehedorla
18.015*103
1:033*990
geral
A cerveja La Rosa Allemana nao con-
tem acido ou productos chimicos.
A preparacSo da cerveja La Rosa Ale-
tuina chegou ao mais alto grao de perfei-
?$o. E' SUBLIME, muitissimo agrada-
vel as paladar, finalmente urna combi-
nacao de substarcias podescras para a boa
alimentayao. As mais afamadas cervejas
no trazcm o nome do fabricante. Entre-
tanto o proprietario da cerveja La Rosa
Alemana tendo conquistado o segredo da
3ua saudavel cerveja registrou a marca
com a sua firma no rotulo.
E como teve a honra de requestar a
-ympahia publica e para que a cerveja
La Rosa Alemana continu a gozar do
conceito do respeitavcl. publico, amiudadas
vezes manda examinar a su cerveja pelas
celebridades chiniicas.
Diversos attestados de chimicos e douto-
res em medicina justificam que a cerveja
La Rosa Alemana muito saudavel a um
sob rano allimento, cujos documentos fi-
cam dispo8c3o do respeitavel publico.
Diz o Dr. Vernier: Tenho por muitas
vezes examinando no laboratorio publico o
creveja La Rosa Alemana e nto encontar
materia chimica e sim urna gigantesca pre-
paraciio de substancias que representara
urna valiosa riqueza para a limentaclo.
A cerveja La Rosa Alemana goza de
grande conceito na Europa e um Ilustre
cavalheiro desta prac-, a pouco chegado
do cstrangeito, nniniou o fabricante a ex-
portal-a convencido do ter grande acceita-
cilo aqu.
Tem venda em grosso' e a retalho,
Machado & C, ra do Vigario n 19;
Albino Fornandes <& C, ra do Mrquez
do Olinda n. 2; Jos da Costa Caseiro
iV, C, ra da Cruz n. 13; Lopes & Aran-
jo, ra do Livramento n. 33; Vasconcel-
los Sobrinho" C, ra da Aurora n. 81;
R. Ferreira & C, ra Mrquez de Olinda
n. 50; Pocas Mondes & C, ra Estreita
do Rosara ; Manoel Joaquim Alves Ri-
beiro, travessa das Cruzea: Pereira Fer-
reira & C, ra do Imperador; Joaqnim
histovao Si C, ra do Cabug; Jos
Fernandes Lima & C., ra Nova ; Salga-
do & C, ra das Cruzes n. 20; Antonio
Almeida Rabello, ra da Uniao n. I; An-
tonio Souza Duarte Ferreira, ra da
Uniao; Antonio Jos Martina, praca Con-
de d'Eu ; Marcelino Martina Gesteira, ra
do Vigario n. G ; Azevedo Maia & C, ra
da Imperatriz; Manoel de Oliveira Menor,
na do Visconddf de Goyanna; hotel da
Magdalena; Ivo Sobrinho & C, Goyanna;
Francisco Nunes Monteiro, Goyanna; Cus-
todio Figueircdo & C, Parahyba; Fonse-
ca I rutos & C, Parahyba: Benvenuto &
i)., Parahyba.
'recos do da:
Carne verde de 24) a 430 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 dem.
Suinos de 480 a 56i) ris idem.
i- arinha de 40J a 560 ris a cuia.
Milho le 480 a 560 ris idem.
Feijao de 900 a 1440 idem
ilaladouro publico
Neste estaoelecimeto foram abatidas para o
coasumo de hoje 81 rezes pertencentes a diver-
sos marchantes.
Vapores a entrar
MEZ DE JUEIRO
Sul........... Magdalena....... 18
Faro............. 18
Puapama......... 20
Sergipe.......... 22
Vtlle de Pernambuco. 24
Mandos........... 25
Espirito Santo..... 27
Sorte... .*....
Ccar ........
>ui.........
Europa .......
Norte.........
Sul...........

19:110
Keeehedorla provincial
Do Oia 2 a 16 96:558*708
dem de 17 165*586
98:7242i
fteclfe Dralnage
Do dia 2 a 16 1:801*804 .
dem de 17 li5*572
creado Municipal de S.
o movimeato deste mercado no
Janeiro foi o seguintc :
Entra ram : m
21 1/2 bois pesatidj I-7U kilos.
437 kilos de p?ixe a 20 res
1 carga com briana a 300 r-
1:947*3
Jos
dia 16 de
i 5740
200
7 ditas de fructa3 d versas a 300 rs. 2*100
33 1,2 coiimuas a 600 rs. 2000
1 escriptorio a 300 rs. 300
il laboleiros a 200 rs. 8*100
13 suinos a 200 rs. 2*100
59 compartimentos de farinha a 500
rs. 29*800
28 dos de comidas a 500 rs. iuO
97 ditos de lejumes e fazendas a
4U0 rs. 38*800
9 ditos de frescuras a 600 rs. 3*400
!6 ditos de suinos a 700 rs.. li*2J
3 Compartimentos de camares
a200rs. l*1***
33 talhos a 2* 66O00
5 Jo crreme
204*140
3:188*220
3:392/360
Vapores a sabir
MEZ DE JANEIRO
Cantse esc Ville de Montecido. 18 as 4 h.
Europa...... Magda'enu........ 18 as 4 b.
Sul.......... Cometa...'........ 8 as 4b.
,-ul.......... Faro............. 18 as Si.
SjuF..........Mandos ....-----... 25 as 5 h.
untos e esc Ville de Pe nandiuco. 25 as 4 b.
Norte........ Espirito Santo...... 28 as, 5 h-
Banco Sul Americano
38RUADO COMMERCIO38
Saca'por todos os vapores sobre o Ban-
co de Portugual em Lisboa, Porto e outras
localidades do mesmo Seino.
Banco Sul-atnericario
Ba do Commercio n. 38
Compra e veude sanoes sobre iiabia, Rio de
Janeiro, Sanos, S. Paulo e Campias, e faz
juaesquer operace3 de crdito sobre as mes
ai, i uracas.
Hoviuicnto do porto
Natos entreds no dia 17
Rio Ue Janeiro18 dias barra portugneza .co-
ros-Unidos,, de 517 toneladas, c.ipitao Luiz
Machado Bra ni, equipagem 9. carga pipas va-
zias ao capito.
Rio de aneiro12 das, lugar mglez tVolador,.
de 196 toneladas, capito Thomaz Davies.
eqnipagem 7, carga varios gneros; ordem,
Navio sahido no mesmo dia
Maoos c escala Vapor nacioail Algoas,
eointnandante Joao Mria Pessoa, carga va-
rios geunros. >
j?"
'.

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i
.* ,
fe
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*
' r-
.ida
1 ; -
* %
:
,
;




i-.
i


Diario de Pemambuco- Sabbado 18 de Janeiro de 1890
Collegio Metra
Este antigo collegio contina a funccio-
nar*&a na da Imperatriz n. 63, abrindo
suas aula no dia 7 do corrente" mes de
Janeiro.
Seu director solicita aos pais de familia,
que desejam o real aproveitamento de seus
filiios, o obsequio de attonder ao que vai
exposto.
Alm dos preparatorios para a matricula
as Faculdadea'de Direito, ensinar-se-lia
tambem a nlltr, escrever e traduzir a
lingua francez.i, a ingleza e a allema", sen-
do prfe'sor d'esta o Sr. Algernon Schie-
fler.
O lado moral da educacao de seus aiun
que o intellectual,
sempre o mximo inte-
nos, do mesmo modo



j


mereeer-lbeha
resse.
O resultado dos exaraes prestados> no
fim do anno prozimo passado, na Faaul-
dade de Direito, pelos alumnos do Col-
legio Melra, sao a prova mais eloqnen-
tes, e ao mesmo teitpo, a informado mais
criteriosa das vantagens que oferece dito
collegio.
Assiin que, dentre os 80 exames que
preEtaram entao os alumnos, apenas 8 fo-
ram mal succedidos, merecendo 6 d'elles
distinccao, sendo plenifcados 31 e sira
plificados 35.
Dentre as discipulas que habilitaram-se
prestar exeme : D. Adelina Cabral e
D. Carolina Simoes foram approvadas com
distinccao em inglez e plenamente em
francs ; D. Maria da ExaltacSo Cabral
e D. Adelaide Cabral tzeram aquella
dous exames, e esta um, sendo panifica-
das n'elles.
Contina a funccionar a aula primaria,
que poder receber alumnos da mais tenra
idadc, pois dirigida por duas filhas do
director, das quaes urna a bacharel Ma-
ria Augusta Coelho Mera de Vasconcel-
os.
Admittem se pensionistas, meio-pensio-
i.-stks e externos.
Entre os exercicios phy?icos que tanto
eonvm sade, ensinar-se-ba esgrimir
espada.
Tambem podeiSo aprender msica os
alumnos que quizerem.
O ensino de msica, o de alleraSo e o
pratico das lingas t'ranceza e ingleza se
ro mediante ajuste previo.
Recife, 1 de Janeiro de 1890.
O director,
..'.scencio Mineixino M. de VasconceUos.
CDLLDGID PBYTANBO
Estrada de Joao de Barros, n. 27
Este est^belecimento pa ticular de educacao e ensino tem operado grandes re-
formas em seu pirg^anuna di ensino e em sua economa, collocando se na altura de*
collegios particulares das principaes cidades da Europa. E' assim que, alm da in-
strticcao intellectual. pbyMca e domestica, metho'dica, perfeita e completa, ministrada
por um corpo docente illustrado, e polo director o sua famiia, o Collegio Prytano
fornece aos seus educandos internos, mais as leguintes vantagens, desconhecidaa e
nao offerecidas em neohum do* collegios da Repblica, quer pblicos quer particula-
res : todos ot objectos de escripturago, tratamento medico em qualquer doenca UM ENXO
VAL COMPLETO DS BOP DIAB1A, E CAMA E DE BANHO, CALCAD etC, ; 6 tudo pela
mesma penrao de 60000 annuaes, paga pelo cootribuinte em qualquer outro inter
nato do Paiz.
O Collegio Pry'ano recebe alumnos internos, semi-internos e externos Est
localisado em um dos mais saudveis e apraziveis arrabaldes da capital, em jm gran
de predio de vast. 8 e sadias acomn odacSes, com um espacoso e Oem arborisado po-
mar para recr.'ios; agua encaad Iluminada lampadas de gaz carbnico de sys-
thema mui recente. Es' situado na EstraJa de Joso de Barros, n. 27, moito pr-
ximo da estacSo d Princips, da via-ferrea do Recife a 01 inda; fica porto da linha de
bond de Fernandes Vieira e tero na vainada para maior salenc;as urna grande ta
boleta em o distico do Coligi.
Ha no cs>be!ecimenti Estatutos inipressos, que esclarecein e nao fleixam du
vidis. Abre Hw aulas u i dia ft d* Janeiro p:-oximo de 1890.
Podtm dar inforraa\o?s e exulicacoes detidas sobre o t'oegio Pry'ano, os c
rl:i !Ans : Drs. Adolpho T ''. Jiroe, Augusto C. Vaz e Eduardo :lveira; a os neg
cuntes Joaquim leieiro. A.5i>:<> Kosvo, da irir Guerra & Fe:nindes, Odilon Du-
tite & Irm.t c Antonio Rodrigues d- S-uza & C. Em meo desses cavalheiros erf-
contrar se blo estatutos impressos oo Collegio.
Recite, 28 de Dezembro de 1889.
O director, .
Tranquilino 6. de M. Leito.
,'V-
Dr. Silva Lea]
CLNICA MEDICO CIRURGICA
Consultorio e residencia rna do Livramento
n. 6 1 andar Consu tas dus 11 as i horas da
tarde. Chamados a qualquer hora, por escripto.
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l
O Dr. Cosme de S Pereira d
consultas medico-cirurgicas todos
os dias, (menos nos de mingos e
das santificados,) das 9 ao meio
dia, na ra da Imperatriz n. 8, 1.
andar. Ahi mesmo far curativos
simples aos que dellcs precisarem.
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. das criancau, dos orgaos resptrato-
( j ros e das senhoras.
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S ( or da capital.
Todos os chamados devem ser di-
! f rgidos pharmacia do Dr. Sabino,
j ra do liar.v) da Victoria n. 43,
' | onde <>e indicar sua residencia..
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Advocado
i)r. Clodoaliio Lopes
ESCIUPT0R10 -
Rna Eflrea do Rosario 4

i i
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H
o
l
Ij
I
a.
Oculisla
Ur. Barreto Sarapaio, oculista,
-ex-chefe de climca do Dr. de
Wccker, de volta de sua via-
gem Europa, d consultas de
1 as 4 lioras da tarde, no 1#
andar da casa n. 51 ra do
B&rao da Victoria, excepto nos
domingos e di.-.s santificados.
Telephone 285.
Residencia ra Sote de Setem-
bro n. 34. Entrada pela na da
Saudade n. 2.
Telephone 287.
Auxilios lavoura
Pereira Carneiro C. continuara, autorisado
"!o f3anco do Brasil, conceder eraprestnm
> r.iura das provincias de Pernambuco, Ala
goas..ParahyLc Rio Grande do Norte, mediante
as condicCe' e que es uteresnalos srftfl infor-
mados do es nplorio a rna do Commcrci.) u. 6
das i i horut .ia uianh s t da tarde.
Edital u. i
PRAZO DE 30 DAS
Pela inspectora desta alfandega se faz
publico que s 11 horas do dia 22 de Ja-
neiro vindouro serao arrematados porta
desta RepurticSo as mercadorias contidas
nos volumes abaixo mencionados nos ter
moa do titulo 5o da consolidado das Ieis
das alfandegas e mesas de rendas, se os
donos o onsignatarios nao as despacha-
ren! e as retirarem no referido prazo de
30 dias, a contar da data deste edital, sob
pena de, finio o mesmo prazo, serem ven-
didas por sua conta, sem qne lhes fique
direito de allegar contra es effeitos desta
venda.
Armazem 5
Marca diamante FL ao lado, GP em
baixo, 674 no centro.Urna caixa n 7|8,
vinda de Liverpool no vapor inglez Ma~
r'ner, entrado em 12 de Hato de 1887,
consignada a Ruarte & C contendo amos
iras de copos de vidro.
Marca SBA.Urna barrica n. 76ill2.
idem, em 21 dem, a Souza Bastos, Amo
rim & C, contendo amostras de loiica
de p de pedra.
Marca (.B.Um atado n. 7 idem, no
vapor inglez Orator, entrado em 14 de
Junho de 1887, Companhia de Beberibe,
contendo 7 kilogrammas de chaves n2o
classificadas para registro d'agua.
Marca GJCUrna caixa sem, nume-
ro, idem, em 20 idem, nSo consta do ma
nifesto, contendo arriostras de fazenda em
retalho e de chales de algodao.
Marca Barre:ro FYeres.- -Um pacote n.
6, idem, no vapor inglez Actor, em 8 de
Outubro idem, nZo coi.sta do manifest,
contendo amostras de fazenda sem valor.
Marca BA em cima, W em baixo.
Um dito n. 1415, idem, idem, n.1o consta
do manifest, contendo amostras de fazen
Jas sem valor.
Marca Jos da Silva Loyo & Filho.
Um dito, sem numero, dem, idem, nao
consta du manifest, conteudo amostras de
Recife Drainag-e
Rela^So dos concertos feitos nos apparelhot
no mez de Dezembro do anno prximo
paseado, de conformidade com o art. 10
do contracto e 2." do art. 15 do regula
ment de 12 de Janeiro de 1872.
Travessa da Conccrdla n. t
Dita n. 8
Dita n. 3
Dita n. 13
Palma d. 36
Dita n. 43
Mrquez do Herval u. t
Dita n. 11
Dita n. 29
Difa n. 65
Dita n ti
Dita n.' 93
A rsenal de Guerra
Palacio do Governador
Frrguezia ie S. Jos
Marcilo Dias n. 84
Dita d. 112
Dita n. 120
Lomas Valentinas n. 47
Corouel SoassuDa n. 138
Dita n. 146
Dita n. 148
Dita n. 155
Dita n. 187 "
Dita n. 215
S. Joo n. 4
Palina^n. 24
Dita n. 113 jk
Mrquez do Henal n 60
I) tan. 138
Dita n. 146
Oda n. 148
I) (a n. 131
Uia n, 165
Travessa do Pocinuo n.
Dias Cardoso u. 50
Dita n. 6j
Padre Nobn-ga n. 2
Dita n. 8
Vidal de Negreiros n. 12
D:ta n. 20
irjia n. 50
Da n. 02
Dita n. 188
Pita n 13
Dita o. 33
Dita n. 47
Dique a. 30
Dita n. 34
Assumpcao n 36
Dita n. 44
Domingos Tbeotonio n. 42
Dita n.
II
Fretfuezia do Recife
u
I
I
I
Leonor Porto
Roa Larga do Rosarlo na-) ,
mero tt
SEGUNDO ANDAR
Contina a execntar os inaia difficci*
ftptrinos recebid08 de Londres, Parii,
Li:.;a c Rio de Janeiro.
, i Prima em perfeiclo de costaras, *m ,
em orcvidade, modicidade <;m prego? e }
Mfino gui'.'. _-^^-l
Escola particular para me-
ninos
Joao Ff.;.:oi.-;ci da Costa Pullio, aluaano ims
ir titujidM pela aCoU Normal deste Esiado
o -ienii.L;.- aja paic de familias que na i na de
Chritorio Coloujb n. 7 (an:i>.a travessa do
Lob-jfo! u;hara-5e iberias as matriculas de sua
e cola, Oo dia 7 de Janeiro.
Preeos commol-so
estopa, sem valor.
Marca Dr. Jos B. de Alcoforado J-
nior.Urna caixa n. 59, de Buenos Ayres,
no vapor inglez Tama'', em 17 de Outu-
bro, idem, contendo amostras de vinho
medicinal.
Marca diamante F ao lado e B no cen
tro.Um encapado n. 206(55, de Liver-
pool, no vapor' inglez Crator, em 10 de
Dezembro idem, a Fernandes Irmaos, con
tendo amostras de louca.
Marca OT&C.Urna caixa n. 125, idem,
idem, em 11, idem, ordem, contendo 156
kilogrammas de brim de algodao estam-
pado.
Marca diamante B no centro.Urna bar
rica n 1(15, idem, idem, em 15 idem, a
Fernandes rmelos, contendo amostras de
louca.
Marca MI, P em baixo.- -Urna caixa n.
4, idem, no vapor inglez Author, em 10
de dezembro idem, a Maia Irmao, con-
tendo 132 chapeos de feltro de IS simples.
Marca SBA .Urna caixa n. 130, idem
no vapor inglez Mevchant, cm 29 idem,
nSo consta do manifest, contendo amostras
de louca.
Marca MC P&C em baixo.Urna dita
B. 1, idem, idem, em 31 idem, a Medeiros
C, contendo 36 kilogrammas de pennas
de a$o para escrever; 9 kilogrammas de
lacre nao especificado 1 '1/2 kilogrammas
de obras de ferro tundido pintado, em
obras nao especificadas; 6 duzias de porta-
embrolhos.
Urna dita n. 2, idem, idem, aos mesmos
contando: 12 duzias de caivetes para
pennas com cabo de raarfim ; 4 kilogram-
mas de linha de lmho para costura; 3 ki
logrammos de couro nlo especificado, cor
natural.
Marca X, M em cima, W em baixo e 4
e 2 nos lados. Um paco'.e n. 50j56, idem,
no vapor inglez Se Iptor em 6 de Marco
de D89, a Martina Cardoso, contendo
amostras sem valor.
Marca W Paterson.Urna caixa sem n.
idem, idem, ero 8 idem, nlo consta do ma
nifesto, contendo 45 kilogrammas pezo li
quido legal de cha da India.
Marca hBA. Um cestn. 471[90, idem,
idem, em 11 idem, a Souza Bastos, Amo-
rim & C, contendo amostras de louca.
Marca SA.Um dito n. 56(64, idem,
idem, em 12 iden, a Soarei do Amaral,
contendo amostras de louca. ,
Urna barrica n. 11(32,- idem, idem, ao
mesmo, contendo amostras de louca.
3.a secc&oda Alfandega de Pernambuco,
21 de Dezembro de 1889.
O chefe,
Domingo Joaquim da Fonteca.
Ra Mrquez tie Ollnda n. 24
Dit n. 50
Dita 0. 58
Dita n. 60
Dita n. 21
Dita n. 53
Bom Jess n. 8
Dita n. 40
Dita n. 42
Dita n. 48
Dita o. 50
Dita n. 56
Dita n.7
Di'an 19
Dita n. 27
Dita ii. 31
Dita n. 39
Commercio n. 10
Dita n. 32
Dita n. 48
Dita n. 7
Travessa do Vigario n. 3
Thcmc de Souza n. 4
Becco do \breu n. 4
Vigario Thenorio o. 23
Mariz e Barros n. 16
Travessa da Madre de D -us u. 18
Amorim n. <3
Dita n. 17
Dita n. 25
Caes de Compaahia n. IV
Largo da Assemb^a n. 13
Domingos Jos Marlins n. 80
Dita n. 132
Travessa de Domingos Jos M-irlinsn. 2
D. Maria Cesar n. 6
Dita n. 3
Vi8conde de Itaparica n. 2
Charol n. 58
Ari-ial o. 1
Praca do Chaco n. 2
Dita n. 5
S. Jorge n. 72
Dita n.92
Dita n. 61
Vital de Oliveira n. 1
Travessa para a Fundigo n 10
Guarirapes o. 33
B iao do Triumpho n 80
Dita n. 4t
Largo da Assemblea (apparelho publico)
22*170
22500
2*580
2500
5*090
2500
3*730
2*500
2*580
1*650
2 500
*580
5*080
olllO
2*580
2*581
25580
3*054
2*50
12*160
45300
3*730
7*760
12*150
12*200
2*560
1-5530
2*580
5*080
2*503
2500
55500
2*58"
55680
25580
25500
2*500
55010
65390
25500
2500
125150
2*500
2580
2*500
3>60
12*150
2*300

Frtgmzia de Santo Antonio
Imperador n. 14 1*650
Dita o. 16 1*650
Dita n. 44 2*500
Dita n. 52 23*440
Dita n. 64 6*160
Dita n. 19 3.840
Dita n. 23 2*5oO
tillan. 31 3*140
Dita n. 47 5*330
Dita n. 61 65160
Jila n. 83 1*650
Caes 22 de Novembro n. 30 7*650
Primeiro de Marco d. 25 105160
Duque de Caxias n 6 3*8lo
Dita ii 14 8*150
Dita n. 18 2*500
Dita n. 54 14*630
Dita n. 5 2*300
Dita n. 11 13*500
Dita n. 55 15630
Di a ii. 81 6*9o0
Cabug n. 12 2*500
Dita n. 1 4*150
Barao da Victoria u 34 15*150
Dita n. 2*500
Larangeiras'n. 3i 1*630
Dita n. 5 25 00
Travessa do Queimado n. 7 2660
Travessa das Cruzes n. 2 25500
Dita n. 16 25500
Largo do t'araiso n. 6 2*5 >0
Dito o 8 36* 3
Largado Rosario o. 34 5*000
Dita u. 40 14*650
D.ti n 25 2>*550
Estreita do Rosario a. 4 2*50J
Dita n. 36 5i3l)0
Diia n 45 43*900
S. Francisco n. 38 2*500
Campo das Priacezus u. i 4*310
litio do Urvalho n. 2 2*500
Dita n. 8 11*88"
Dita n. 12 155C00
Dita n 5 25500
D.ta ii. 13 45890
Dita u. i J 25500
Dita o. 25 1059.--.0
Roda n. 28 2-50)
Dita n. 50 17*140
Patos n. 8 16*430
Travessa dos Quarlds n. 1* 7*020
Calabouco Velbo n. 4 5*410
Santo Amaro n. 14 5*100
Travessa dos Expostos n. 18 1*650
Becco da Matriz n. 15 5*350
Travessa da Matriz n. 6 11*520
Paz n. 18 2550i
Dita o. 28 25500
Paulino Cmara n. 13 15100
Tiavessa da Bomba u. 13 1565o
Pogo u. 24 -2*500
Peonan. 9 2U00
Dita ti. II 2/500
Pedro Affonso n. 10 :050
Dita n. 37 2*500
Dita n. 45 3S650
Dila n. 53 25500
l'ita n. 57 7*400
Dita n. 59 35650
Truvessa do Carcerein n. 5 2*506
Dito n. 7 25500
Marcilio Das n. 12 6*850
Dila u. 38 3*98
Dito n. 60 45050
Dila n. 66 5*500
Dita ti. 61 "*440
Lomas Valeoiinas n. 14 2*500
Dita n, 16 12*150
Dita n. 7 3*950
Coronel Suassuna n. 28 2*500
Dito n. 48 3*610
Santa Thereza n. 20 3*650
Padre Floriano n. 41 ,..
Cbristovo Colombo n. 14
Antonio Henrique n. 8
Nogueira a. 43
Santa Rita n. 34
Nova de Santa Rila n. 38
Dita n. 7
Dita n. 29
Dita n. 41
S. Jos n. 35
Pescadores n. 30
Travesa da Praia do Forte n. 14
Travessa do Peixoto n. 37
Fortaleza das Cinco Pontas
Bcco da Travessa do Gaz n. 3
Frtguezia da Ba-Vista
Ra da Imperatriz n. 12
Dila n. 22
Dila n. 30
Dita n. 86
Dita n. 1 v
Hita n. 59
Conceicao n. 19
Visconde de Albuquerque n. 24
Dila d, 36
Dito n. 176
Dila n. 10i
Dita n. 109
Ditt n. 123
Dita n. 7
Aurora n. 41
Dita n. 47
i'ita n. 55
Poale Velha n. 21
Dita o. 65
Dita n. 73
Riacbuello n. 32
Dita n. 36
Dita n. 1
D.ian. 25
Sete de Setembro n. 4
Hospicio 0. 23
Dita n. 41
Dila a. 71
Carnario n. 13
Rcsario n. 15
Gervasio Pires n. 89
Mouuik. D. 103
6*8 f$K ge
16*900 stfceron. jg
2*o(K) ota n. 58
Dito n. 1
S. Goncalo a. 11
Goronel Lamenba n. 22
Dita n. 3
Dita n. 7
Dita n. 29
Dita n. 39
Travessa do Veras n. 2
Dita n. 22
Dila n. 1
Dita n. 3
Travessa da Mangueira n. 1
Alegra n. 18
Dila n. 19
Iz-o Coroado n. 26
Barao de S. BcFja n. 41
Dita n. 53
soledade 11. 41
Travissa do Palacio do Bispo n. 1
Dia n. 31
Viscoude detGoyanna n. 43
Recife, 17 de Janeiro de 1890.
/. F. Mackintosh,
gerente.
21500
55300
105650
5*550
4*770
19*050
2*500
34*670
2*500
45050
2*500
2*500
7*280
115000
4*300
4*900
3*950
25500
2*500
05850
2*500
5*000
44030
2*500
2*500
2*500
12*750
4*150
25500
5*050
3*650
35500
45150
3*890
125710
25500
3/850
25*150
9*440
2*500
35660
35850
25500
J 25200
2*500
35*840
2*300
25500
105800
15650
2*500
2*500
75600
3*660
2*500
6*650
20/510
2*500
2*800
2*500
5*550
3*650
45350
12*310
2*500
3*650
25oO OKBIT CLUB
DE
PERNAMBUCO
2*500
35650
2*500
2*500
9585
3*350
2*500
1*650
5*410
3*460
25500
6*270
2*500
3*850
3*650
35650
255(10
55350
95070
35650
15650
3*650
63*750
1*100
3*830
25900
2*500
2*500
6*150
13*500
2*500
4*330
4*750
35650
1*650
3*650
3*650
3*210
4*350
9*350
2*500
3*650
3*170
5*M0
29*600
81*940
3*650
2*500
45330
255600
6*650
6*150
3*650
3*630
5*830
35650
PR0JECT0 DE INSCRBPCAO
Da 3.a corrida a realizar-se no dia 26 de
Janeiro de 1890
t.* $W|,9 CONSULACO 800 metros. Animaes de Pernambuco que
nSo tenham ganho no Derby. Premios: 15OJ000 ao primeiro, 300000
ao segundo e 15<>000 ao terceiro.
TOkSrt. EXPERIENCIA 800 Metras. Animaes de Pernambuco que
nlo tenham ganho no Derby nesta distancia e em maior de 850 me-
tros nos prados do Recife. Premios: 2O0|J000 ao primeiro, 40|J000 ao
segundo e 200000 ao terceiro.
^fc^e RAPIDEZ 1.1 OO metros. Animaes nacionaes at meio san-
-gue que nao tanham ganho este anno no Derby. Premios: 3000000
ao primeiro, 60)5000 ao segundo e 300000 ao terceiro.
*" 'Vb'*, ANIMA9AO .IOO metros. Animaes de Pernambuco que
no tenham ganho em distancia superior a 1.500 metros no Derby.
Premios: 2000000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao
terceiro.
o-1 *%%*, VELOCIDADE l.tOO metros. Egoas estrangeiras Pre:
mies: 4000000 primeira, 800000 segunda e 400000 terceira.
*. ^Wfc PROSPERIDADE AO metros. Animaes de Pernambu-
co que nlo tenham ganho no Derby em maior distancia. Premios:
2000000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
. SV^ ESTADO DE PERNAMBUCO HOO metros. Animaes pun-
gaa,PremioB: 000000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000
ao terceiro.
Observagoes
S serao aceitas para cada pareo as 16 propostas que primeiro forem lidas.
Nenhum pareo se realizar sem que e inscrevam, animaes de tres proprie-
tarios differentes. .
NSo poderSo inscrever-se no mesmo pareo mais de 2 animaes do mesmo pro-
prietario ou tratados na mesma coudelaria.
A inscripcSo encerrar-se-ha na terca-feira, 21 do corrente s 6 horas da tarde,
na secretaria do Derby Club, na ra do Imperador n. 22, 1. andar.
O SECRETARIO,
Jos de Oliveira Castro.
Sociedade
DOS
Instituto Beoeficeule dos OfGciaes
da Guarde Nacional
H-o'deiii do cldadao presi lente da assembla
it.iI, co ivio a todos os feobores socios a sr-
leuoirein cm assembla geral no da 21 do cor-
rene, 3 6 1/2 horas da tarde, em nossa sede
mu larga do Rosario n. 18, 1 andar, aflm de se
proceder a el< icao dos noves funecionario? para
cor.ente anno. Outrosim, a eleicao ser feta
rom o nnnerj e socios que comparecer, con-
forta determina o art. 57 10 dos nossos 1 sta-
tutw.
Secre'sria da assembla seral do Instituto, 17
de Jaoeiro de 1890. O i secretario,
foaquim Med iros Baxso.
irtistas Mechanicos e Li-
beraes
Tundo de celebrar se no da 19 do corrente a
sessao magna comaitn orativa do 48 anniver-
saria da installaco desta associacao e 9. do
Lyceo de Artes e officios, convido a lodos os
noesos consocios para assisrem dito acto, qut-
ter lugar s 11 boras da manha do indicado
dia, ussim como a mise que o proceder, cele-
brada na capclla do esiabelecimento, em ai^cao
de gracas sua padroeira.
Secretar a da Sociedade dos Artistas Mtchani
eos e LiDeraes, 12 de JaBeiro de 1890.
., 0 1 secretario,
Joaquim L. Teiieira.
lub Carlos Gomes
O sarao mensa! deste club ter lugar sabbado
18 do corrente, podendo os senbores socios mu-
airera se de seus convites na respectiva gecre
(aria, das 7 s 9 horas da noite.
Secretaria do Club Carlos Gomes, 14 de Janei
ro de 1890.O 1 secretario,
Alvaro I'ioto Ai ves.
Banco Nacional do
Brasil
A Caixa Pilial do Banco Nacional doBraiit
nesta praca, entrar em liquidac&o no dia 31 do
correte, tra sferindo para esse 8m o seu activo
e passivo ao Banco de Pernambuco, que execu
tara a? operacOes pendentes. Pernambuco, 19
de Dezembro de 1889.
Williarn M. Webste-,'
Gerente.
rf-*****s=s>ate
tdmlnilrnrno (Ion Crrelo de Per
nnmbiirii, em I* de Janeiro de
1 HOO.
Pin-iaria.O administrador dos correios dexte
Estado, usando das altribuicoes que Ihe sao con
ferrlas pelo ait. 157 do regulamento n. 9912 A
de 26 de Margo de 1888, resol ve nomearos ci
dataos Mnrioel CaBdido da Silva e Joo Lucio de
Freitas para exercerem os lugares de agentes do
correio de Lago do f'avalleiro e Correntes. pala
ordem rm que vo descriplos, em substituido a
Menelo Pereira de Lyra e Mauoel Alves dos
Santos, que licam exonerados por conveniencia
do sefvico, visto verificarse serem ineptos para
o exercicio do. cargo.
(Assignado) Affonso do Reg Barros.
Idmlnimiaro (Ion Crrelo* de Per
uambun, em i) de Janeiro de
1SOO.
Portara.-O administrador dos correios deste
Estado, usando das aliriLuices que Ihe sao con
feridas pelo art. 157 do regulamento o. 9912 A
de 26 de Marco de 1888, resolve nomear o cida
do Jos Olyupio do Valle Moura para exefcer o
ca yo de agente do correio de Algoa de Baixo.
em substituico a Antonio Cordeiro de Almeida
qe deixou de solicitar o seu titulo de nomeacao.
lAssiguadoj. Alfonso do tiego Barros.
Directora das Obras Mili-
tares
De ordem do cidado capitSo director interino
da repariico de obras militaras deste E-tado,
rago publico que no dia 28 do correne me/., s
11 hor; s da inaoha na repartico das obras mi
litares, no l'ala;lo do Governo, se receber pro-
postas em cartas fechadas dos negociantes ou
riras commerciaes desta praca, que quiserera
roo trac tar no corrente anno, o fornedment s
obras inilit^irfs dos mateases constantes da re-
laco existente na mesma repartico, disposi
gao dos preteodentes.
Repartigao das Obras Militares em Pernambu
ro, 3 de Janeiro de 1890.
Jos Armando da Cunha
2* cadete t sargento amanuense.
Companhia dos Trilhos Ur-
banos do Recife a Olinda
e Beberibe.
Dividendo
No dia 14 do correte, das 10 boras ao meio
dia. pagase no escriptorio da companhia o 30
dividendo, rea ivo ao semestre lindo, a razao
de 8 [o. assim os juros das acgOes preferen-
ciaes. Nos dias IS 18 para esse mesmo iim se
bcMM as orlejis dos Srs. accionistas o Sr. ihe
sonre ro, sendo os pagamentos feitos de tal da-
ta cm diunte s terca 3 e sabbados que foreiu
dias uleis.
Escriptorio do gerente da companhia, 10 de
Janeiro de 1889.
Antonio Pereira Simoes.
Escola Normal do Estado
de Pernambuco
nal rio na
De ordem do Dr. director fafo publico,
a quem interessar que a contar do dia 15
do corrente, at 3 de Fevereiro, estar
aberta a matricula para os diversos annos
d'esta Escola. Os pretendentes deverao
requerel-a ao Dr. director, provando para
a matricula no 1." anno :
1 Idade maior de 17 annos, se forem
do sexo masculino, e de 15, sendo do
sexo fe minino;
2.Isencao de culpa que motive a
perda da cadeira de professor publico;
3."Ser de bons cnstumes ;
4."Nao soffrer molestias contagiosas
nem defeitos physicos que os privem de
bem exercer o magisterio ;
5.Habilitacao as materias professa-
das noB tres graos do ensino primario, ou
as do exame* que houver de fazer na
escola.
Quanto matricula para os outros an-
nos basta ser a peticSo instruida com cer-
tificados de appruvacao em todas as ma-
terias do anno anterior.
Outiosim declaro, que o mesrae Lr. di-
rector tem designado o dia 28 do corrente
pt>ra comecar o exame de que racta o
art. 27 do regulamonto vigente.
Secretaria da Escola Normal, 7 de Ja-
neiro de 1890.
Francisco Carlos da Silva Fragoso,
___________________Secretario._______
Sociedade Refinaria e Dis:
tillacao Pernambucana
Sao convidados os Srs. accionistas a realizar
a 3* ntrala de 10 %, equivalente a 20*000 por
acco, at o dia 31 do corrente mez, conforme
os arts. 8" e 0o des estatutos, no escriptorio do
Esra. Sr. thesoureiro Bario de Petrolina ; entra-
da" pela ra do Torres n. 48, Io andar.
Recif8, 15 de Janeiro de 1890.
0 presidente,
Joo re nandes Lopes.
Secretarla da Instrucco Publi-
ca do EstadodePernambuc,
O de Janeiro de 18o.
EDITAL N. 1
De ordem do cidado Dr. inspector geral da
Iostrucco Publica deste Estado, fago saber a
quem inleressar possa que, nesta secretaria, re-
cebem -se, at o dia 20 do corrente mez, propos-
tas de vi dame n te selladas, em enveloppes fecha-
das, para o fornecimento dos seguinte9 objectos
durante o exercicio corrente, com a indicago
dos pregos.
Papel almasso pautado, resma.
Dilo liso, idem.
Dito de peso pautado, caixa.
Dito roseo timbrado, resma.
Dito dito sem timbre, idem.
Dito de qualquer das seguintes marcas Ecu, Gar-
re, Raitin, Jsus.
Livros, idem.
Pennas de ago. caixa ou duzia. '
Tinta Blue-blach, de Herminia Costa, duzia de
botijas.
Lapis Faber ns. 1, 2 c 3. duzia.
Obliterador, duzia.
Mata borro, cento de folhas.
Enveloppes grandes e pequenai, timbradas e
lisas, caixa.
Caetas lina?, duzia.
Lapis de cor, duzia.
Gomma arbica, duzia de frasco.
Caivetes linos, duzia.
Thesouras de 6 a 8 pollegadas, duzia.
Raspadeiras, duzia.
Agarras maiores e menores, caixa.
Cadargo estreito, masso de duzia.
Brabantes, prego de um novello.
Enveloppes pequeas, brancas, caixa.
Os pretendentes devero apresentar as amos-
tras dos artigos que offerecerem, das quaes lica-
rao nesta secretaria somente as que forem pre-
feridas para confronto da qualidade na occasio
do fornecimento.
0 secretario,
Pergenttno Saraiva de Araujo Galvao
Segunda praca
Pela inspectora desta Alfandega se faz publi-
co que s 11 horas do dia 20 do corrente mez,
sero arrematadas porta desta repartigo, as
mercadorias abaixo declaradas :
Armazem o. 3
Car AMVcfcC, urna caixa n. 1 viuda de
New York no vapor americano Finance, entrado
em 30 de Marco de 1889, consignada ordem,
contendo sabo medicinal, pesando nos envolto-
rio* 11 kilogrammas; 12garrafas com .iuln
medicinal nao especilic.do, pesando liquido le-
gal 6 kilogrammas; 144 vidros com linimento
nao especificado, pesando liquido legal 32 kilo-
grammas ; 24 ditos com xaropes medicinaes,
pesan o liquido legal 1 kilogramma ; 72 ditos
com piiulas medicinaes, pesando liquido 1 kilo-
gramma ; 2-3 ditos com injeceo, pesando liqui-
do legal 2 kilogrammas ; 30 kilogrammas de
pos para curar aina, s.
Urna dita n. 2 idem idem, contendo emulso
de oleo de ngado de bucalho preparado com
phosphatj de cal, pesando bruto nos vidros 9
kilogrammas.
Tres ditas ns. 3/5, idun idem, contendo 76
vidros com oleo de bacalbo, pesando liquido
legal 11 kilogrammas.
Duas ditas ns. 5 e 7, dem idem, contendo
suppositono, pesando bruto nos envoltorios 6
kilog-ammas.
3. sergo da AI andega de Pernambuco, 17
de Janeiro de 1890. 0 efiefe,
Domingos Joaquim da Fonseca.
AilnilnlNtraco dos Crrele* de Per-
. nambueo. em 1V de Janeiro de
(OO.
Portara. O administrador dos correios de3te
Estado, usando das attribuigOes que Ibe sao con-
feridas pelo art. 157 do regulamento n. 9912 A
de 26 de Margo de 1888, resolve nomear o cida-
do Hermeliodo Vieira Cabral para exercer o
cargo de agente do correio ue Jatob de Tacara-
t, em subslituigo a Benjamn Francisco Souto,
que lica exonerado visto residir fra daquella
villa.
(Assignado).Affonso do Reg Barios.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
A junta administrativa desta santa casi, con-
tracta, com qutm melbores vantagens offerecer,
a demcligao do predi) de dous and;-res n. 44 da
ra Mrquez de Olinda e a construyo de outro
igual ao cont-guo n. 43, cem um andar somente.
As propests deverao ser apresentadas em
cartas fechadas, devidamente selladas, pelas 3
horas da tarde do dia 21 do correte, na sala
di suas sessoes d ;veodo os proponentcs apre
te Urera fiador idneo.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do
Recife, 17 de Janeiro de 1890.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Juizo de paz da freguezia da
Ba-Vista
Arreiuataco
Depois da audiencia qne se effectuar na se-
gn da-feira, 20 do corrente, s 9 boras da ma-
nb, ra Velba o. 17, irao em basta publica
para serem arrematados quatro ani-naes da raga
cabrum com quatro crias e bem seis da raga ove-
Ihum, remanidos a este juizo, pelos respectivos
Hscaes do 1. e 2. Jistrictos desia freguezia.
Boa Vista, 17 de Janeiro de 1890.
0 escrivao,
Alfredo Francisco de Lemas.




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Diario de Peniaiuhuco--Sabbado 18 <> >



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De ordem do adadao praaideiHss eonvMo ao-
associados -ust centro a onoapatseereai as-
sembls geral qw ter-AsaJar-alit-tow
reme s U boras da manh, atim de concluir-se
a v forma dos respectivos estatuios.
Secretaria da Liga Operara, 18 de Janeiro de
1890.
O ctere*ario,
Joaqum Archanjo
Derky Club de Perniakice
O? Srs. accionistas queiram procurar n'esta
secretaria, os novo cales em sut'Stituico ios
amigos at o da 26 do correte Depots d'esta
dala estes carles uio lerao valor.
Secretaria do Derby Clu. de Pernamboco, 17
de Janeiro de 1890.
O secretario,
/. de O. Castro.
Juizosdos feitos dafazenda
nacional
Escr-ixlo Reg Barros
Perante o Sr. Dr. juiz substituto dos feitos da:
fazenoa Benicio Nelson da Cuuha lavares
Mello m> dia 24 do corrente mez. pelas II" horas
da ii.anh depois da audiencia se vender em
praca publica, os beos atguintes :
Um sobrado de 3 andares >>ito ra do Livra
ment n. 7. freguezia de Santo Antonio, avaiia
do por 3:000*000. pertencente a Diogo Augusto
d( Rata.
Urna olana sobre o palmos de lijlo e cal co
be-U de tena sita no lugar Coelbos n. 23 per-
tencente a Vicente Ferreira dos Saatos Barros,
avaliada por 1:500*00.
Urna casa terrea de tijol* e cal coberta de te-
Iba n 121 A, no lugar Ipotinga, Estrada Nova de
Caiau^, edificada em terreno cuja natureaa se
ignora se proprio, foieiro ou arrendado por
tenceote a Leoncio Pereira de Souza avaha >a por
270*
Urna casa de rancho coberta de telha, sita no
lugar denominado Areias, freguezia de Afoga-
dos, pertencente a Joo Rodrigues- da Silva,
fia prego le 27*.
Estes bens sao vendidos para pagamento da
fazenda nacional.
Recite. 14 de Janeiro de 18*-9.
O solicitador,
Luiz Machado Botelho.
Banco doBmil
\u lo presente sao
convidado osSrs. ac
ciooistas da ges lo Banco do llra-
zil, aqui sut^crtptas,
a virem realizar a se.
giiirla entrada de dez
por cento ou vinte mil
ris por cc 21a 25 do c< rren te \o
esi-riplorio de Pereira
Carneiro Sf C, a ra d
Commercio u. 6, 1.
andar.
Nossa Senhora do Tergo
Em-virtude do resneitavel despacho do cida-
do Dr. juiz de direito da provedona desta co
marca, convido os irmos para no dia 19 do
corrente mcz. pelas 10 horas do dia, reunidos
no consistorio da igreja, proceder-se eb-ieo
4a nova mesa regedora da mesma irmandade.
visto como os que foram pleitos nSo aceitaram
os cargos.
Consistorio da irmandade de Piossa Senljora
do Tergo, lo de Janeiro de 1890.
O thesoureiro,
Lydto P. S. de Okveira.
..tuina*!o Pernambucaao. em
i&de Janeiro de It
Pela secretaria doflfraoasio Pernambucano, e
deo-dem do Rvd.ridadao regedor, se declara aos
paes de familia, e a quem mais interessar possa,
que a abertura solenioe do cur.-o scitntitico e
litterario lera lugar ao dia 3 de Fevereiro proxi
mo vindouro, e desde j se acha aberta a m-
scripco da matricula paraaquelles que preten-
dereui estudar as seguintes disciplinas :
Lingna nacional.
Dita latina.
Dita franceza.
Dita inglesa.
Ditas all ma e italiana.
Geographia antiga e moderna.
Historia sagrada antiga e moderna
Geometra e trigonometra.
Atltbmetica e algebra.
Pbilosopbia.
Rhelorica e potica.
Historia e cborograpbia do Brazil.
Sciencias na tu raes.
Escripturaco mercantil.
0 corpo docente- do instituto composto de 19
professores, occupando se cada um delles s-
men ecom a materia ensinada em sua respecti
va cadeira.
Sero admitridos no Gyranasio alumnos nter-
aos, meio pensionistas e externos
Os pensionistas residirao no instituto, tendo
direito de estudar a serie de disciplinas de que
se compGe o estadio scientifleo e litterario do
Gymoasio. de conformidade com o programma
estabelecido ; a ser alimentados sadia e abun-
dantemente e a ser tratados ero snas pequeas
eefermidades. O instituto fornecer ain la me-
dico, medicamentos, cama, mesa, cadeira, luz,
corte de cabello, guardanapo, lavatorio, banho,
msica e desenlie.
Os meio pensionistas se apre^entaro no es-
tabelecimento nos das lectivos, s horas em
que as aulas se abrirem, e desde entao al se-
rem encerradas tarde ; sao equiparados aos
pensionistas, quanto aos estudos, alimentac?
recreio.
Os alumnos externos so teem direito as lices
e bxpcacOes dos respectivos professores.
A penslo annual de 300*000 que pagam os
alumnos internos do Gymnasio, se cobrar pelo
anno lectivo somente, dividida em prestacOes de
100*000 cada urna ; comecando a primeva em
Fevereiro, a segunda em Maio e a terceira em
Agosto e terminar no fin de iiovembro.
Para os alumnos de instrueco pririria que
devem se acbar no estabelecimento no da 16 de
Janeiro, a primeira pre.-taco ser sntecipada
sem augmento de penso.
A penso annual dos meio-pensionistas, ser
de 180*000 em tres prestaces de 60*0.i cada
Orna, etTectuada a cobranja do mesmo modo que
para os internos.
Os alumnos internos de qualquer cathegoria
paga rao na entrada e por urna so vez, urna joia
de 20*000 ; dous irmos 30*000, sendo 15*000
por cada um e nao haver mais augmento de
joia crescendo o numero destes.
O instituto encarregar-se-ba da lavagem da
roupa dos alumnos internos que nao tiverem
que.i o faga por fra, eisto mediante 15*000
em cada prestaco. Este pagamento se far de
modo idntico ao da penso e conjuntamente
com elle, dando direito aos concertos das pecas
arruinadas do eoxoval.
As despetas com lvros e mais objectos indis-
ensaveis para a escripturaco, correm por con-
t dos alumnos internos ; devendo seus paes ou
quem os representar deixar quantia suficiente
para este fornecimento.
Os externos so tem direito as ligues e expli-
cagoes das materias ensinadas no corso, qoaes-
guer que ellas sejam, pagando apenas no acto
da matricula ataxa igual a que pagam os alum-
nos no Collegio das Artes.
Ha lambem urna cadeira de insiraocAo _
a para os alumnos internos e meio pensioois
tas, en a q al se rasina segundo o programma
As escota* ptrWieas, nos termos do regiment
laten.
O secretario,
Celso Tei1nhano F. Quintella.
SARlTllOS
npanhiaBahianade Na-
vega^o Vapor
tUoei, Villa-Nova, Penedo, Araca-
\. Estancia e Baha
O vapor S'ergipe
um mandan te Rebello
E' esperado dos portos cima
ate o dia 22 de Janeiro, e de
. sois da demora do costume re-
ftiressara para os mesmos
passagens, ncoramenda e dinbei
K ff a
u b &rate uataxie com o
AGENTlt
dro Osorio de Cerqueira
17Ra rio Vigario
17
? tsr
CompaDhia Brasiletra de
Navega^o Vapor
PORTOS DO 8UL
O vapor Para
C mmandante Antonio Ferreira da Silva
E' esperado dos portos do or
te att o din t8 de Janeiro e do-
ois da dt-mq/a indisponsavel
rgui para o porios do sol.
tTdas sero rtcebittai' no traptet
B -bosa atp 1 hora da larde do dia da sahia;>
Para carpa, paspagens, encommenda? e valo-
s rata-se com os GENTE?
PORTOS DO NORTE
V^apor Espirito-Santo
Commandanto I arlos Antonio Gomes
E' esperadi dos portos do suj
i'.<-. da 27 de Janeiro e se-
euindo depon da demoro indis-
__jpunsavel para ot portos do nor-
te ale ttuoo.
Ka encommendas so sero recebidas na ager
ci i at 1 hora da tarde do dia da sahida.
?ara carga, encommendas, passuiens e val
res trata-se enm os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
=^Rua do Comnercia=r<
1 nndar
COHPAHIA IpBBNAMBJCNA
DE
avegaco cosielra por vapor
POR'iOS DO SUL
Maeei. Penedo, Aracaju* e Baha
O vapor Jacuhype
Commandante Esteves
Segu no dia 24 de Janeiro as
5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 23.
Encommendas, passagens e dinheiros frete.
at as 3 horas da Urde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernamoucana
n. 12
Leilo
Agente Britto
Em continuacAo do do dia 17, ra de 7 de Se-
tembro, antigo becco dos Ferreiros n. 8
Vender o segui ote ;
Urna mobilia de jaraiand, 1 guarda vestido,
1 guarda roupa, 1 toilette, 1 rama le Jacaranda,
2 marquezOes, 2 cummudas, 1 cabide de colum-
na, 1 banca. 1 berco, 1 mesa elstica, 1 guarda
louca importante, camas de ferro, 2 aparadores,
movis avulsos, jarros, louca para almoco e jan-
tar, vidros, bandeijas, 12 cadeiras de juuco, 12
ditas de pao carga, relogios de parede, quadros,
candieiros emuitos outros objectos, inclnsive 1
guarda-comida.
Terca-feJra, 91 do corrate
A'sll hora_______________
Leilo
De um importante cavado de corrida, que
tem ganho diversos, premios nos pra
dos
Terca felra, ti do corrente
A's 11 e 1\2 huras em ponto
No armazem ra do Imperador n. 39
O agente Stepple levar a leilo o cavallo ci-
ma, por conta e risco de quem pertenser.
Leilo
De fazendas, constan (o de 1 caixain. 1, com
duzias de fkhs de la.. 1 caixa n. 2 com 10 du
zias de camisas de meia de algodo, 1 caixa n.
3 com pecas de caubraias adamascadas e du
zias de lencos de morim estampado.
Ter ' A'a 11 horas
O agente Gusmo far leilo, no armazem n.
48 da ra do Mrquez de Olinda, das fazendas
actma mencionadas.
Rio Grande ePelotas
Segu com brevidade para os portos cima a
barca nacional Marianinka ; recebe carga a tra-
tar com Bailar. Oliveira & C.
Para a Ilha de S. Mi-
guel
Segu em.direitura por este dias a escuna
Feiticeira, por ter grande parle do earragamento
engajada, e para o resto que Ibe falta trata-se
com Antonio Varia da Silva, ra da Companhia
Pernambucana n. 10.
LEILOES
Leilo
Agente Britto
De 1 piano, bons movis, espelboa, etc.
0 agente cima, autorizado por urna familia
que retirou-seda cidade, far leilo do segua-
te :
1 piano, 1 mobiha de junco, medalho, 1 dita
de Jacaranda, 1 guarda-vestido, 1 guarda-roupa,
1 toilette e cama franceza de Jacaranda, 1 dita
de amurello. 2 marquezOes, 3 commodas, 1 ber-
co, l marqueza. I bidet com pedra, 36 cadeiras
de junco e po-carga. 1 cabide de columna, 2
relogios de parede, 2 bancas, 1 redoma grande,
i espriguicadeira, i mesa elstica, 2 aparadores,
1 guarda louca, 1 guarda-comida, 1 quartinnei
ra, 8 camas de ferro, 7 portas canos de chum-
bo em torneiras, 1 caixa de ferraxaenlas, cabos
e moitoes, taboas, 2 rodas grandes, 1 escada, 2
machinas de costura, 1 cama para menino, 2
lavatorios, 1 caixa de msica, joias de ouro e
brilhantes, quadros. jarros, cadeiras, louca para
almoco e janlar, compoteras, garrafes, Bande-
jas, mesas de cosinba, jarras e outros objectos
proprios para casa de familia.
Ra 7 de Setembro n. 8
Sexta,fira, 17 do corrente
A's 10 1/2 horas
por se rem moitos os lotes.___________________
Agente Sil r eir
Leilo
da quarta parte da casa n. 132 ra do
Viscond- de Albuquerque, freguezia da
Ba-Vista.
Sabbado. fl H do corrente
A's 11 horas
o armazeam ra Estreita do
Rosario n. 8
O agente Silveira por mandado e com assisten-
cia do illm. Sr. Dr. juiz de direito de ausentes a
requerlinento do Dr. curador de ausentes levar
a leilo a quarta parte da referida casa, espolio
do finado Francisco Lucio das Chagas.
Leilo
Do Importaste eavallo de paro
sangue denominadoPhaler-
no. multo corredor.
S(tobado, 18 do corrente, s 11 horas
No armazem da ra Mrquez de Olinda n. 48,
por iatervenco do agente Gusmo
Leilo
De 25 caixas com sebolai, sendo 13 ditas
de 30 reatres grandes e 12 ditas de 60
rastres pequeas
abbado, i do correte .
A's 10 6 1\2 horas
O agente Gusmo far leilo no trapiche A.
Lima A G, no largo da Companhia Pernambu-
cana, das caixas com sebolai cima menciona-
das.
H
Compra se
bom estad ;
>pa
uaia harpa .un fiuv:u.i nto em
na ma S.v h 13.
Jo
cwnmrciJL
O abaixo aj'SBjoado, uni o responsavel pela
firmal de Brsjardino a Casta M.ia a C, com
loja de c-i!gi.'lo.^ a iu- do Livrtuoeftq n. 19, de
clara qi.e fi:da lleve ne.-ta prjaji ntin um outra
qual^u-.r; queui te. julf:r :iedor u|ire.-enle se
no pras > os aran devedbwwpra mandar liir ceus d-
bitos al o 'li 25 do ci.-renta
Becife, rit Jiici.u de 1890.
iern r mu d Costa Maia.
t osiii
heira
Precisa se de urna ama para cozinhar;
no 3. Hndur do predio n. 42 da ra Du-
3ue de Caxias, por cima di' lypographia
o Diario.
CASA
Compra-se urna casa
terrea ou assobradada, de 3
a 5 na freguezia de Santo An-
tonio : a tratar na i na Nova
n. 15, loja.
AVISOS DIVERSOS
Alugam se casas caladas e pintadas nos-
andos de S Goncalo, a 8*000: a tratar na roa
ta Imperainz n. 76.
Alogam-seoi- et- andares da casa n. 431
a roa Visconde de Inbama, com agua e com
modos pasa familia; as chaves no andar terreo-
Aluga-se o 3 anda da ruadaPenhan-
1 ; a tratar o escriptorio la roa 1.a de Margo
auinero 17. ___
Precisa se de urna ama cosinbeira ; na
estrada de Joo de Bar os n. 27. colltgio.
Precisa se de urna ama nara lavar e en
graimar em casa de pequea ternilla ; a tratar
na ra do Vigario n 5, armazem.
Precisase de um erado e de urna copeira
para casa de ponca familia a tratar no 1 andar
do predio n. 3, paleo de S ('Pedro.
a para servico do
a roa l.dr Margo
Precisa se de urna a-;
mestico de a;a de lamilia
numero 2.
Precisa-se de urna ama de -osioba ; na
roa das Trinch--iras n 17 o,a.
Frecisa-se de um cosioheiro ou cosinbeira
e de urna criada para bter o servico domestico
de casa de familia na ra da mpera'.nz n. 21,
primeiio andar.
Joaquim da 8ilva Costa avisa ao publico que
aeba-se na cidade da Escada, podendo as oes
soas que comsigo teabam negocio eutender-se
com sua familia, roa da Abolicao n. 19.
Francisca de Albuqucrque Silva Costa avi
sa 10 publico que contina no exercicio de sua
profi6so. leccionanrto msica, piano p canto por
collegios e enm>> particulares, essirn ."mio em
sua Msidencia a ra da AooU^o u. 9.
Qu m quizer fazer cobertas de casa, que
servem para t< rraro- e t iardins. acha os ma
teriaes necessaros no caes'do Bamos n i onde
se pode ver tal construccao, e ha quem se en
arreeue d-. obra
Antonio Jos Ramos, nico representante da
firma PaJmeira & C, desla praga, avisa ao pu
lico e ao corpo do commercio. que desta data
em diante assignar se ha, quer publica, quer
particularmente Antonio Jos Palmeira Ramos.
Recife, 16 de Janeiro de 1890.
Antonio Jos Palmeira Ramos.
Angelo Petrocelli. Giovanni de Stefano e
Pasquale Buonafina declarara que nada devem
nesta prava ; e se algueni se juigar credor, pode
appresentar se para ser pago dentro do prazo
de tres dias, a contar desta dala, no becco do
Veras n. 6.
Vende-se urna mobilia de jacarami em
perfeito estado, constando de sof, cadeiras de
batango, consolos, jarros, etageres, muitos era
reros, palmeiras, arvore da fortuna, toceira
grande, tudo oorque o lono vai para fra da
ti rra : no Caminbo Novo n. 128. Na mesma casa
a luga-se um commodo paa pessoa que nao te-
nha familia, dando-se comida, querendo.
Vende se um bom sitio deutro da cidade
de Olinda, perto da estago do Varad o uro com
coqueiros, sapotiseiros e outras arvores de fruc
to, tem urna boa cacimba que nao scea, tanque
de cimento ao p para banbo. tem a frente e o
fundo murados e portos, dota os fundos para a
estrada do norte (muito frecuentada) offerecen-
do vantagens para negocio, l>. a casa, bem con
servada e limpa. com terr-no ptimo para plan
tages; quem prete nder dirija se roa da Fio
resta, por detraz da do Baro da Vera Cruz nu
mero 2.
Vende se bois mansos e carracas de quatro
rodas ; na roa do Cotovello ti. 119.
- PILULAS BLAIR
BOTA is RHEMATISMOS
0 Celsbrrimo rtmedio inet para
Gota, Rbeomatiamo Sciatica,
Lumbago Nevralgiaa.
AcoDMlha-sc a todas as pessoai que padeccrem
aa molestias cima, recentes ou antigs, que
Otu ai PlI.ULAS BL.UR CONTHA A GOTA
E OS RHEMATISMOS. por ierem estu plalas
eonsi'lerada o remedio mais seguro o cfflcaz que
jamis foi apreaeMado ao pnblico, sendo empie-
gstdas com ptimo xito ha ja largos anuos Unto -
na Europa como na America.
Estas Pikitas, alias perreitametite inoSeosiras
nao esig.m dieta alguma. Vendidas em canas
del jOOOe 1 5 500 res. Acham-se em caa de todos
os P harmaeeu t icos ou Droguistas do monde ente ira.
IssMiUrlis' Pernambuce FF"MJaSIItiiC
\o commercio
N< abaixo assign:dos declaramos pelo pre-
sente que disolvemos amigave mente ns*a
sociedade. a qual gyrava sob a firma Santos A
Monteiro, Meando o activo e passivo de dita ca^a
a cargo do socio Hanoel Gongalves da Silva
Monteiro.
Renfe, 16 de Janeiro de 1890.
Jcs Silva Sanios.
Manuel G ngalvesda Silva Monteiro
Atenfo
Tendo ebegado na s< una porturneza Feto-
cea, urna rVme-.-a de vinbo com a marca t 1
consignado ordem, e cerno at boje nao tenha
apparecido quem o reclame, pede se a quem se
juigar com direito ao mesmo, que no praso de
tres dias venha eotender-se com e consignatario
Antonio Maria df Suva, roa da Companhia
Pernambucana n. 10.
Excellente morada
Aluga-se barato, ra do Hospital Pedro 2.
no lugar dos Coelhos, urna casa assobradada
com agua, muitos commoi >s, muito fresca e
Iiinto do baiih* salgado a tratar com Joaquim
loreim Re>, H-x: -c fl huras rifi mnhS. o
reSdeEstomago
DYSPEPSIIS, GASTRALGIAS
A commissao nomeada pela ACADEMIA DE
Medicina DE Pariz, para estudar os efteitos do
Oarr&o da Belloc, arerignou o f acto de que as
DArsada estoaaago, Dyapepeiai, Gastralgs, Diges-
tOee difficeis ou doloroias, Caimbras, Aaas,
Arrotos, etc., desappareoem depois de alguna dias
de uso deste medicamento. De ordinario, o allivio
manifeeta-se desde as primeiras dses ; o appetite
volts e a constipac&o de ventre, tSo habitual nestas
molestias, desapperece. As propriedades antispti-
cas do Oarvao de Belloc fazem delle um dos meioe
mais caitos e msis inoffenaivoe contra as molestias
infecciosas, como a Dysenteria, a Diarrhea, a Cho-
lerina, a Febre typhoidea. IJmprega-Be o Csrvao
de Belloc quer para prevenir quer para curar
estas Molestias.
Cada Frasco de Pos e cada caixa de Pastilhas
devem levar a assignatura e o sinete do D' Bello*.
Venda em todas as Phannacias. _________
Man...i i.ui/ \iis Vianna
Tiigesuio da
Genoveva Joaquina Alv s Vianna, Joaquim
buiz Alves Vianna, Francisca Joaquina Alves
Vianna f Jos Luiz Alves Vianna viuva, irmo,
ennh^da e sobrinho convidim aos parentes e
amigos do fallecido Y no: i Luiz Alves Vianna,
para assistireo a urna rrissi que por sua alma
mandaiii rezar nu uia 20 do crrente segunda
feira s 7 lio as du manfla, na igreja nutriz de
fl. S. da Grog-i ; agradecen la a lodos quautos se
dignarem comparecer a mais este acto de reli-
gio e ca idade____________
t
Sarla da Conceico Farla
intonio Jos de Meira e Silva e sua mulher
Digna Amena de Fjrias e -ilva, \nlnnio Gon
gl 'es da Costa e sua mulher Mara de Sampaio
Costa, agradecein cordialio* nte a lodas as pes
soas que acotup nbaram ultima morada os
restos mortaes de sua sempre lembrada sogra
mi e nvo, Mara da Cuuccico Fauas ; e de
qoio convidam as mcsms pessoas de tu^ ami
aade para as istirem 88 mibss que mandam ce-
lebrar s 7 1/2 horas da manb do dia 18 lo
crreme stimo do seu passaiuento. na capella
de Apipucos, confessaudo se dede jgraks por
isseacto de relMH&b.
t
Hoje, seilmi da (o lamentavel passamento
de D. alaria da Con;eigo Faria, nos dado sen-
lir lk tri te. separgao da viuva exemplar, mi
carinhosa, ext emos av, amiga dedicada que
conquistara de todos com q em conviva affei-
goes, devido aos seus affagos e genio carinboso,
que-todos luje reconhecuos, pedem ao.Todo
Poderoso descango eterno a sua alma, e resigna-
gd para sua prestimosu lilba e sincera miga
D. DiKna Amelia de Paria e Suva.
Porta d'AgUH, 18 de Janeiro de 1890.
L. 8. Silv..

t
Capio Antonio Luis Bodriguea
de Almelda
A viuva e Albos ao eapno Antonio Luiz Ro-
drigues de Almeida, convidam aos prente'e
iRiigos de seu flnndi marido epai, para as?is-
tirem as nissas que mandam rezar i 8 horas
ua manila de sabuad > 18 do corrente, na ordejn
3'-de Francisco. 1 annive>sario de seu pas
samento. e por cujo acto de religio e caridade
se confessam desde j agradecidos.___________
I
Tsenle Hanoel Carneiro Musan
do Freir
A viuva do lente Minoel i.arneirj Machado
Freir, couvida s parentes e amigos de seu fi
nade marido para as^istirem a missa que manda
celebrar no dia 18 do corrente, seumo do seu
fal.ecunenlo. na igreja da Conc gao dos Milita
res. a.- 8 boras da manh. e desde j se confessa
eteroaineote ag. ade'ida.
t
D. Mara Joaquina Vianna
Emilia Amelia d Moraes convida a todos os
parentes aa finada D. Marta J< aquina Vianna
Dar assistirem as missas do stimo dia de seu
falecimento, que devero ter Tugar no convento
de S. Fran -isi;o desta cidade, no dia 20 do cor-
rente, s 7 li :ra- da manb, e a todos que qni-
zerem as latir a este acto de religio e cari
dad'1, agradece_____________________________
t
loif Antonio Pereira da Kilva
2." nniveiTario
Antonio de Burgos Ponce deLoon e sua mu
Iher Maria Leopoldina Poner de Len mandara
;el( ora urna missa na matriz d; Boa Vista, no
dia 18 do correte s 8 boras da manh, por
alma de seu prezado sogro e pai, Jos Antonio
Pe:eirrt da Silva, e para este acto convidam as
pes-oas de su.' un izadt.
t
qi);i> u un
I*.-
!\ 'VS
i r-oi.- .i '" Wij !
ron no u -, < V
r. Jos Jrrontmo Pacheco de
ilhuquerque Maranbao
Um amigo do finado Dr. Jote Jeronymo con
vida aos prenles e amigos do mesmo finado,
para assUtirein as missas que im.nda rezar s 8
oras da manh de terca feira 21 do correrte,
na matriz da Boa-Vista, trigsimo dia de seu
[Mssamento.
-DO


L ESTOMAGO
2 uO
m W9AD0.

^EfiETAES*
. ico Renaedi
, v' --i os ditos male'
m i Uigestio
PURIFICAM A BILIS
e cura:ii radicalmente
A DISPEPSIA.
Ama
Na ruada Matriz da Boa-Vista n. 26, 1- an
dar. precisa se de urna ama que cosinhe ben,
para casa de pequea familia.
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e cosi
nhar, para casa de pequea familia ; na ra Di-
reitan 64. 2- and; r, sendo matriculada
Ama
'recisa-se de urna cosinheira ; na roa Impe-
rial n. 17.
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e cosi
nhar ; na ra do Imperador o. 23.
Ama
Precisa-se de urna ama que cosinhe e engom-
me com perfecb, para duas pessoas ; na fabri-
ca ra da Florentina n. 36.
Amas
Precisa-fe de urna cosii heira e entra que en
gomme, lave e mais servico, para casa de pouca
familia ; na ra la Palma a. 99
Amas
Precisa se de duas amas, urna para cosinhar :
outra para servigo domestico, em casa de fam i
lia, que tenham boas connuctas a tratar na
ra Biro do Triumpbo n 68._______ ______
Ama de cosinha
Precisa-se de urna, que desempenhe bem este
servigo ; a tratar no caes 22 d Novembro n. 24,
armazem._____________________________
Caiada e pintada
E' a.-sim que est a casa terrea o. 63 da ra
Visconde de Albuquerque, a quil se aluga na
roa Direil n. 48, sobrado. ________
Ama
Precisase de urna ama 6ecca para crianga, na
roa do Vigario n. 25, 2. andar._____________
Casas para a lugar
Ns, 30, 26 e 18, Ba ra Capitn Antonio de
Lima em Santo Mnaro das Salinas ; a ti atar na
roa Marqnezde Olinda n. 8, lythogr-r phia_____
Casa para alagar
Aluga-se o I andar do sobrado roa larga
do Rosario, esquina da estreita ; a tratar na
loja. ______ ____________
Pao d'Alho~
Firmino Venancio d'Araujo, pede a to
dos os seus fregueses, que compraran) com
o prazo de 30 e 90 dias, nos annos de L888
e 1889 e at a presente data que se lem
brem de vir ou mandar saldar seus de
bitos.
Hoje nao declara quem sao elles, porm,
se elles nSo acertaren-, com a sua porta,
publicar por extenso todos aquelles que
Ibe devem.
D o prazo de 15 dias para todos aque-
les que lie devem virem ou mandaren:
liquidar suas con tas.
Deseja ser attendido por motivos legaes
e por se adiar atrasado na praoa do Re-
cife com os seus amigos que tm sido cou
fi f 'f* t\(\ t^ tos
Pao d'Alho, 10 de Janeiro de 1890.
Criado
Precisa-se de um criado; na roa Velha nn
mero 137.
Alug
a-se
o 3 andar do predio a roa do Baro da Victoria
n. 60, com excedentes commodos e agua enca-
nada ; a tratar no pavimento tarreo.
ATKINSON'
PERFUMARA INGLEZA
Saxeds todaa u cairas pelo seu
perfump exquisito.
Afamada
AGUA ft COLONIA de ATKIKSOH
Incomparavel pelo sea perfume 0 saa
oonccntr-, 11. T.xcede todos os pe-
duotos simiini'.^ vcfJIdys sob o mesmo
aome.
Cncort'i te em Ceta d todo* o$ He?o-
ciane o Fabricante*
J. it C. ATKINSON
2*, Od Bond Street, Londres
Man rie>*abr ra TJm" R">abr*iiia"
ob: _n. Ly di Um.. "
Coso tuilT*co o totelbiftdc.
Aluguel barato
Ra da Roda ns. 88 e 60.
Largo do Mercado loja n. 17.
Becco do Campello n. 1,1*. andar. .
Loja do sobrado do becco do Calabougo n. 4.
Ra do Nogueira n. 13.
Visconde Goyanna n. 163 com agua e gaz.
Travessa do i armo, loja n. 10.
Becco do Tambi n. 21.
A tratar rea de Commercio n. 8,1 and
escriptorio de Silva Guimares & C.
rwt
M

aposiTion ^ mit^istb
lailli 'Or^Crii.Ckmu'er
LM PUK HUTS SlMMUtl
AGUifDIVIIfA
E. COUDR. Y
am mm of utm
rtitoiiiMS swa 4 tmesm. vm -imSi
coMlatcsii s cata. _s sueitsss,
snsavanda di peile do CBosm artas.
ARTIGCS RtC0MM.NMD0S
PERFT1ABIA DE LACTENA
iMiHblH
Tf CONCENTRABAS para' \mjs.
0U0COME san a belleza ss'
EtTEI AITI60S ACHAM-I. NA FA8KIM
pain 1$. m 'Iwm, \t nm
REMEDIO DO DR. AYER
CONTRA
AS SEZES O MALEITAS.
O Remidi do Dk. Ayer, descoberte
vegetal que nao contera a quina nem o
arsnico, nem to pouco ontro ingrediente
nocivo, um remedio infallive 1 e prompto
para toda a qualidade de ,frbres intermit-
ientes ou maleiUu. Sen effeitos sao per-
manentes e cortos e npnhum mal abso-
lutamente pode advir do seu emprego.
Da mesma frma torna-se o melhor
remedio possivel para todas aquellas
doencas que provm dos effeitos dos
miasmas, que se desenvolver nos lugares
pantanosos e infectados, e que geralraente
-c.iractertsio-se pelas affeccSes do
flg-ado e do baeo.
O Remedio de Ayer curar sempre,
mesmo nos casos peiores, toda a vez qne
fr empregado convenientemente e se-
gundo as direcc,5es.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYiR & CA.,
Ltowell, Mass.. Est.-Unidos.
\





UK'iill
Para engenhos
OUIMARES & VA LENTE, parteci-
pam aos seus freguezes e Illms. Srs. de
engenho que, como sempre, tm grande
deposito dos artigos abaixo mencionados,
garantindo tudo de primeira qualidade e
presos sem competencia a saber :
Cal nova de Lisboa,
Dita de Jaguaribe.
Cimento portland.
Oleo de mocte.
leos americanos
especiaes para machinismos.
Azee de coco,
Dito de carrapato.
Dito depeixe.
Pixe em lata.
(5 galSes.)
Kerozene inexplosivel.
Graxa em bexigas.
Gaxeta de linlw.
Potassa dv Russia.
(em caixas, barriquinhas, latas grandes
e pequeas.)
Formicida Capanema.
6-1 orpo-S.nto--6
'V-
-


!



-
^ataces velhos
Compra-te na ra do Cabog n. 14, relojoa-
ria Divid.
Gozinhere
Prt':isa se de uma boa cosinheira para fami-
lia que est temporariamente em Caxang; a
trata no esc iptono da companhia de bonds
Uvas hespanholas
Muito perfeilas, em meias barricas ; vendem-se
ra do Vigario n. 19, Machado & C.
Professora ou prfessor
Em um engenho, prximo estaco Je Tim-
b- Asi-via-ferrea de S.Francisco, precisa-se
de uma pessoa habilitada a ensinar : portuguez
francez, msica e piano; a tratir na ra Mr-
quez de Olinda n. 56,1 andar.
Cosinheiro
Precisa se de um cosinheiro ou cosinbeira ;
ma uo Piogresso n. 1.
Ao Sr. Joaquim Henriques de S
Barreto
E9t senbor recebeu para entrezar a uma se-
nhora algumas notas do Tbesouru Geral, e nao
dando conta, pas.-ou um docunento deca.ando
as notas que tinha re ebido, i-ua cor, numero e
sene, conforme constava aa direccAo, e a senho-
ra j caneada de esperar mandn ent nder-se
con aquellr senbor, e este re- pondeu que nao
Unha nada com ist a senhora declaran aones-
mo que nia pessoalmente entender-se com o
poder com pi tente, e espera justica. Estamos no
tempo de ordem..
'.
.


Cosioheira
Precisa-se de orna cosinheira
zade n. 21 (Capunga).
na ra da Ami-

'S
Hotel Luso-Brasileiro
Em Gaoieilelr
0 proprietano deste antigo e bem montado
estabelecimento, avisa aos cfdados viajantes e
Exim, familias, que. com a auspiciosa entrada
do 90, tem melhor rio o seu hotel em proporces
de bem servir ao publico, a esse publico gene-
roso que concorre sua hospedara.
D8 londo de uma grande cocheira, recebe ani-
maes de trato, garantindo o bom tratamento ios
mesmos, e tem tambem ptimos ca val los para
iluguei. Alem desses commodos, tem ainda um
sa o de bilbar paTa di.-traegao de seus hospe-
des, as melhores condiiOes.
Assim como, grande sortimento de bebidas,
como sejam : cervejas de varias marcas, vi-
nhes finos, cognac e licores etc. ; e ludo isto
por pregos muito razoaveis. Agrado e sinceri-
dade.
Jos F. Gomes.
X.
v
.
.
\ luga- se
Vmiiiiii
qtM, 13 MM8
(MWMMtMl
o 1- andar do iob ado ra Direita n. 3, caiado
e pintado ; a tratar no 3- andar do meamo.
Attendite et vi-
dete!
Jos Samuel Botelho participa ao respeitavel
publico que encarrega-te de fabricar bouquets e
bolos para casamento, baptizado ou outro qual-
quer acto, asBim como fabrica capellas mortaa-
rias de perpetuas ; a tratar na ra Nova n. 45,
2- andar, e ra da Cadeia do Recife n. 43, loja
de selleiro.
MS>
IIE6I I
u

hhmmhi
mtmatwsmstsstWattmmawamsm
______HpSBBJMBPB^


F?
i*no tif- tfrTiiiiiMi,-i--Sabbado 18 *e Janeiro di 8)0
GUERLAI
DE PARS
m

*
,
V
j v
I
.
*** PERFUMARA DE LUXO, Ra de la Paix, S ***
* ttatiUUmtrmkU eraatt) para a tarta. Crome de Horenge
atuaoOa orttalilaada &aST pm dar lwtro aoa oataUoaa
artdartai da abara. asna de Ofcyya e Agua de Oedwaa para o lomead
Sabio da toilette a
para dar frescura o
_, 4 tarta Afa aumomm* a Ama
para o loscador. Aloool do CmUmiu a de Asrtte
Imperial *i
erial 4e
- W da <
Oyprta para dar aWura a eatZ A**!
A
pn-
< osmheiro
Na travessa de Jo&o de Barros (Soledade) pre-
isase de hiu eonrobeiro oa cosioheira.
Costureira
Na ra Sete de Set moro n 8, preciea-se.de
urna costureira que saiba cortar e eofeitar ves-
tidos com perfeicao
11TRI DAME DE FARIZ
1 A--RUA DO CABUG--1
Mnilame iv tilet previne > Exhihk. Sras. e ao respeitavel
bliro, que re ebeu uin novo e lindo sorti ment de vestidos In-rda-
Ijtl____I* I* 1_ I i ii a Aragsra ae a ragas o. 8 ra da niao e i
dos ;le la, al-o, huno e seas de todas as uah-ia !e> e i-ores.!*4100*16 a Boa-via; como
Nova rehion (I*- rhapos e en* elinas e milito-outros arfi*r<*s pro
prios para presentes.
D^DFqeCOS 3FLA.SO,A.'V3SXS
OFFICIN A DE COSTURA.
Fazem-st vestidos de bail-, casamento, com lodo g- >-r> e numero.
LUTO EM 24 HORAS
ODONTINE
SAMO OENTFRMO
Srs. Ilegreiros,a praya da Independencia.
Precia* se de urna cus
numero 137.
C/osinheira
heira :
na oa Velba
Cautelas do Monte de Soc
corro
Compra-se Cautelas do Monte de Soc-
corro de qualquer joia, brilhantes e relo-
gioB, paga-se bem na praca da Indepen-
peocia n. 22 Laja, d* relojoeiro.
- DR. RIEDEL
A raelhor preparacao hygienica para clarear e conservar
Approvada pela junta de hvgiene do Rio de Janeiro, com a marca registrada
para todos os Estados Unidos do Brasil.
VIN&K-8S AS SKGUINTES BASAS:

Loja das Tres Portas
JUHTQ AO JLYRE
Zephyr de ramagem a 50U rs. o corado. Fich de la a 1(5500 um.
I Herios re duas largura a 440 rs. o dito. Kenda hespanhola, a 26000 o corado
i Etamine lisos a >00 rs. o dito Espartilhos finos com um toque, de 12(5
Setim do Japlo a 240 r o dito. por 5|J00O.
Crep de 11 para vestido a 240 rs. o Pecas de esguiSo de algodSo a 3A500.
dito. Camisas allemies a 36*000 a duzia.
Chachemiras de liatra, duas larguras, de Flanelta inglesa azul para palitot a 4*500
Maa Sobrinho a <
Castro Medeiros & C,
Duarte Se. C.
Pedro Antunes & C.
Joao Bezerra A G.
Netto i ampos A ''.
Manoel Joaquim Ribeiro & C.
Maia.e Silva 4 Q,
Barbosa & Santos.
Barros A C.
Numa Pompilio.
Nunes Fonseca A C.
Manoel Vieira Neves.
Manoel Cardoso Jnior.
Manoel <'olaco & C.
Papoula & Bastos.
Ribeiro A Ahneida.
Antonio D. de Lima A C
Sabino Pinho 4 C.
Joao Ramos.
Completo Bortiraeoto de chapeos, capotas e gorro* de fantasa en todas >
aualidades.
Fitas, rendas e bioe de seda e algodSo de todas as cores.
Flores, plumas, pasearos, aigrtte C WJoatcrles para enfeites
09
mais modernos, para hotaens e rneninor.
primernas novedades de artisos de ne
Chapeos ib oliri e caetor,
Recebe por todos os vapores
nero^de negocie.
Raphael Dias & C
2 Ra do Baro da Victoria *2

4
PE de PALIAkO
Depurativo e Regenerador do Sangue
Privilegiado pelo Ooverno de S. M. el Rei d'Italia
2*000 por 1A2O0 o dito.
Cortinados bordados a tifH* pui
Ritos cortes de zephyr bordados a 14*000.
Setins de todas as cores a HrJO ra. o co-
rado.
EsguiSo pardo a 360 e 400 rs. o dito.
('asaeos de Jersey a 66000 um.
Flanella branca, toda 12, a 4 0 rs. ; ba-
rato.
Seda palha 1*000 o corado.
Cortinado de crochet para janelb a 7*000.'
Cortes brancos bordados a 18*000, o que
ha de lindo
Sahida de baile a 1*000 e 1(5500.
Sargelins, 01 s. o corado.
Guarnig&o de crochet a 7*000 urna.
Camisas de flanella a 2*500, 3*500 e
5*000 ama
Crep para coberta a 6(30 rs, o corado.
MadapolSo americano a 6*000 e 7*000 a
peca.
Cheviot preto a 2*500 o covado.
At >xlhado de cor a 1*500 o dito.
Panno da Casta a 1*880 e 1*200 o dito.
Bramante de linho a 1 *600 o metro.
ToaHiae para baoho al* e 1*800.
o corado.
Atoalhado bordado a 1*200 metros.
Fusto branco a 360 rs. o covado.
Lindos cortes de metina a 8*000.
Capelia e reo para noiva a 7*000, 8*000
10*000 e 12*000
Cortes de fustio para collete.
Cortes de seda para coets.
Cretones clavos e seuros a 240, 280, 320
e 360 rs. o corado.
Cambraia branca bordada a 4*000, 5*000
e 60000 b peca.
Deposito por atacado:
THEO JIST
Largo do Corpo Santo
NA L"J\ DE FAZENDAS
21- RA DO CR ;SHO--21
punhos, collarinho
e seda, de 1*081 a
Merino francez, urna largura, todas as
cores, 12 pura, 280 re., o corado.
Dito, duas largum, cor azul, a 400 rs.
o corado.
Las diversas com listras e quadros de
seda a 400 rs. o corado; tazenda de
800 rr
Merino de cor, duas larguras, com lis-
Cambraia com aaipicos de cmb a.4*G00 a tras, faxenda de 2*000, a 800 rs. o covado.
peca
Alpacas lavradas a 500 rs. o covado.
La Amazonas a 400 rs. o dito.
-neos com barra a 1*200 a duzia.
Cambraia Victoria a 2*800 a peca-
Zephyr de listra, o que ha de mais fino,
a 400 rs. o covado,
Renda da Aastria a 300 rs. o dito.
Loques transparentes a 2*500 um.
Setineta branca e de cor.
Brim pardo a 280, 400 e 500 rs. o corado.
Alpaca preta a 300 rs. o dito.
Velbutins preta a 700 rs. e dito.
xjo rnoFi
do
dafuato Profaaaor JERONYHO PAQLIANO, a Flimfi
VBXDB-SB EXCLUSIVAMENTE BU
aples, 4, Calata S. Marco (Casa propna)
A CASA DE FL0RENQA EST SUPPRIMDA. 0 Ser. ERNESTO PAQLIANO poue
roete* t* receitat cripta* pala propria mo do dafunto Professor JEONYMO PA6LIAN0.
$au to, outnaim um documanto qua o datigna como nico iuccattar :
RHSTO PAGUAM0.
Bepoaltea em Itrwaafcaiaa t rs&N> as. da TTC *\ O.
E EM TODAS AS PBIKCIPAKS PHABMACIAS DO JSSJ

Extractos de diversos fa-ncantes.
Bicos lisos e matisados.
Baleias pretas a 240 rs. a. duzia.
Kalendarios com perfumaras.
Luvas de seda a 2*000 e, 2*500
Kegatas de cores a 2*000.
rarx-vTCaOJLniaSs
Fitas de todas cores e larguras.
Bordados e entremeioa.
Baleias forradas a 500 rs. a duzia.
Cautas com perfumara*.
Porta dedal a 600 re um.
Plastrn de cOro a 1*500.
DE 8N0S E BR0NZJ
DE
6fna do Baro do Triumpho(F6
*eixi para vender o seguate:
H achlaas de cobre para fazer espirito de destillar e rastillar.
Alambiques de cobre do aatgo e novo systema com eaquente garapa.
Merpeatinas de cobre e de estanho.
C'arapaca de cobre
Taixas. taixos caldsiras de cobre.
* Bembas de todas as qualidades de repuchos, aspirantes e continuas.
Torne!ras de bronce e medeira de todos os tamanhoe.
Caos de cobre, de chumbo e de ferro.
Repartidelraa,paa8adeiras e escuroadeiras de obre e de ferro estanhado
Cobre em lencol e arrtrelas
Hm inglesa e do Rio.
CadJahoe patente e de lapis.
leiaas de 1 libia al 110 arrobas.
E muitos outros ob|aetos.
ENCARREGAM-SE le qualquer concert e obras de encoramenda, garan-
tido presteza, perfeiclo e precos mdicos, para o que tero nessoal habilitadc.
VEMDE a oraso on diuheiro com descont.

\
l
1
JO Ungento de Uollowav 6 ra remedio nfallivEl para oc males de panas e do paito ; tambes [*>S
I aa '.-: rvlK i.-igas chags e nkeras. E famuio para a gota e e rheumatismo e para tedas as enfcnni-
dades de peitc nSo e recanhece e^ial
ESPECIALIDADES
Guarda p para senhora 10*000. I alitots de esguiSo pardo a 4*500 um.
Guarda-p para horneas 6*000. I balitte de alpaca preta a 4*500.
Palitots de seda palha a 8*000. | Palitots de alpaca de cor a 4*500.
Roupas para hanhos saldados
Roupa pera homens a 8*000. i Roupas pasa seoltora a 10*000.
Ditas para meninos- a 5*000. | Boleas para o mesmo fim
CASA DE CONFIANOA
20Ra l.deMar9020
AMARAL & C.
Etamines arrendados, lavrados e de lis-
tras, faaenda de muita phantasia, a 400 rs.
o corado, cres lindas.
Vfantilhas hespanholas, cremes e pretas,
3*000 urna.
Brim de linho, padrSes mimosos para
er i angas, a 600 re. o corado.
Linho pardo para vestido, escuro e cla-
ro, de 360 e 440 rs. o covado.
Zephirs finos para vestido, ramagem
grande, a 500 rs. o cor do.
La adamascadas com salpicos de seda
; a 500 rs. o covado.
Sedas lavradas, de listras e de quadros,
i a 1*000 o corado.
i ('hitas, sortiinento completo, de 200,
! 240, 280 e 320 re. o corado.
Cretonas franceses rerdadeiros, a 320,
360 e 400 re. corado.
Cachemiras lisas para vestidos a 200 rs.
o corado.
Meias brancas cruas e de cores para
homens, senhoras e criancas, todos os pro-
cos
e meninas,
Camisas francezaa,
de linho.
Fichue de II, e 13
6*000 um.
Lencos brancos de algodSo, linho, berra
de seda e seda pura, brancos e de cores.
Grravatas e mantas, sortimento asm-
pleto.
Leques de papel muito lindos, 320 r.
um.
Espartilhos para senhoras
todas as qualidades e precos.
Lencos chinezes, de seda, para rape.
' 'ollarinhos de linhj para hornera a
1*000 a duzia.
Fusto branco lavrado e com flores a
400, 500 e 1*000.
Peitinhos de vidrilho a 1*000 um.
Capas, visites e romeiras, de cachemi-
ras, gorgoro 4 vidrilhos, todos os presos.
Bramantes de linho e algodSo.
Ti.alh.as adamascadas para mesa 2*008
urna.
Guardanapos de linho e algodSo, de
3*000, 4*000, 5*000 e 6*000 a duzia.
Setim Maco, todas as cores.
Surah de todas as cores, seda pura.
Merino preto, II .para, de 640, 80f,
l*00 e. 1*500 o covado; baratissim.
Bretanha de linho 27 raras por 12*09.
ModopolSo algodSo grande variedade em
precos.
Cortes de casineta, cores fixas, a 1*009.
E muitos outros artigos que vendemos por qualquer preco.
Na RA DO CRESPO N. 21 LOJA DE
OLIVEItA CAMPOS C.
Umncliin ptli It
0a rlrflaaa to Imoato o Irazli
SAPSULAS be SAMDAL0 CITRIN.
MOLESTIASSEORATA
GRAGEAS
INJECqAO
Nitaotp t Prmunamn
esa
sSOssaMs. Cvbat*
? farra. aVtnmato
Tnrabatihlaa, S*
a8A8 PORTIN, forlo a prmatraa que obramm aaparora^ao
(18S0) a qu asuntaraai aoa Moantaaa. Oawara sa malaartlar
aon fatigar os tonitgai naals JeMesSlwS
A IMJBOCAo FORTN a aama* iwaaaaandmda eoarn
- Sa *n.VA. O. a
ia gue f Immaaa* aasssSM
Vam
rrnn'.na* p*rm trt[narol -ir i*rm LIVERPOOL. KVAS*. I.f.lllIKS t- ITItl
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pe; > pb moipc ti* pzrponta, hronnbites resfriantentos e Mtft
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Ka'^iirvi tveep tt *:tt- -r in K-'iV :;,r-rnto A.f\ r..4or HoU-OWAT.
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X i; 9 o-v5 l. TTf'\f > ?*pe;ir*am--B(p a xaarSiar w roftloi c c? cia < PoK, SC 3teu*- r :
aifccaa, 553, i 'd Srrea, irlo-iaUtefs*
4
a-teotaa atte AAcatrio,
Hnuc 1 'turneo ocui '"Jito
ugmenl i oro(,n*'i9tt*>t ao
t OLEO de riGABO
E IIMUO FERRUGINOSO
taminttrtr o Perro M/n pm-
dui..- Pniio d Vly, atm
Iocommodo.
ftril m ?1US
Jl.ru aiFtaV-lMairt,, II

- 'tira
MbJaSi IA-1XMK,
TSICA fUUBONtt,
WOHCHITES^RMHITISIW
Vinho de Coca
UOBHCaaDOS PBL* DC8FSCTOHIA DB HTOIKNS DO.IMPBRIO DO B&AZU-
AbUNPATSBSONSe
44-fclA m^ m M1PB-44
FfiBRICft DE LIVFT03 DE ESCRIPTURACAO
fflANOEL J. DE ffilRANDA
-*- 39 RA DUQUE *- DE CAXIAS -*- 39
NDMERO TELEPHONICO 1&4
a 5B^SM^H60 k-
*i

^hioas a vapor
Moeaday.
HtiJas d'agoa.
Tmrxit* jundias e batidas.
Taista^ batidas
Arados
8em cravaeso
VERDADEIROS GRaOSdeSAUDE do D'.FRANC
LICENCIADO PLA laSHBCTOBIA OKBAL DK HTGrSWB DO IMPEBJO BO IBATTl
Apartante*, Eatomachlooa, RurqatWoa, PaaaratWoa
ntra a Taita de appetlte, a OkatnaaaS*. a mammatmam, am -VarsayanaV
as Contestar, ole: Dote ordinaria : I, a 3 jruat.
Desconfiar as ralslficactSes Exigir o rotulo tarstr. ImprimlUo em francez
e com letras do 4 corea, aeoOo \ -.lia a IrStih M FaiMUlttt.
cada urna letra de urna cor dlffereute e mm "1,rl '*7!^
liBSaMMtssnaSBV
Chlorose.AnemiaCatharropulmonar.- Bronchttectwonica,
rtkarro na Bexgi, Phtisica, Tosse conoulsa, Oyspepsta, Paita-
9raas seminaes, Catnaros anttgas e complicados, eU.
faiX-rwmrA enatn. 1 ew V.SJBXS- M pr'.n^ra T~\9r-ia.r*-y>
\fm DoeatJ
raes ti
fluxos, tosse, insom
Cris es nervosas
XiROPB BO V FORfiET
Jim todit u Phtrmtclti ia Unitirao
Exija-e o andaraoo
ao lado.
______a00000 Doeaf
36 ^^^ atntHit
?Ue w.^VlONORBHt*, FLORES BRANCASJ
a a I PERCAS 8EIMAC8,
i CHA B LE |fcEBILIDADEIESCOTAMEMTOftt.
f aRIS ^.CURATO de FERRO CHABI
--------m Moa* m toa raawwHaii
Exila-ae o aadaraoa
ap lado.
Botles republicanos para
puntos
Receberam Pedro Antunes & C.
_ Bata Duque de Cania n. s
A BEM DA HYGIENE
Novas escofas eleclriras para denles.
Especial preparado para extinguir os callos.
Agralavel sapolio para amanar as maos.
lnafteravel leite de rosas para extinguir as ter
rtveis esprnbas, pannos, sardas e cravos
Hygienica pasta Mack para baobos.
Fina vazelina para extingnir as caspas.
Condecidas aguas e tnicos para conservar os
cabellos e evitar as caspas.
Semprea
Nova Esperanca
Rua Duque de Caxlas a. 3
Grande reina^o
Alngr-se o grande artnazem onde foi a antiga
renacHO do Manguinbo. com repartimentos,
fornalnas e grande cbamin, com portas largas
para entradas de cavallos e carrocas para carre
gar, pelo que presta-se a qoalqner fabrica,
sendo tiro dos pontos permitlidos pela Cmara
para r iiageo de machinas de picar fumo : a
tratar rua da Madre de Deas n. 3. boiel Pi-
tollo. ide tambem se alugam duas casas no
Entre > '-amento, proprias para tavernas ou ou-
tro qir.lquer negocio, perto dos bondB e estrada
de ferro-
^>iado
Precisa se i- um criado que nao seja maior
le 14 annos no 3 andar do predio n. 42 da
rua Duque de Caxias por cima da trpographia
do Diario.
i nado
'recisa-se de am criado para casa de fami-
lia ; a tratar i a rua Duque de Casias n. 84,
loja.
Mere
Criada
Predsa-se de um? criada para o servico de
cata ; a tratar do caes 22 de Novnrbro n. 24,
armsii'm.
eana
Vende se ama impor ante c a nesie genero.
sita em urna da-- melhores localidades da fre-
guezia dt- Santo Autonio ; quem pretender, po-
de irigir-se rua de Pr. Caneca (aatiga da Paz)
n. 2, que achara quem indique com quem deve
tratar; assim como o mi tivo da venda se dir
ao comprador.
JNoivos
0 Bazar do Recife. roa forquez de Oliada
n. 11. receben grandes e bonitos espelbos para
ornamento de salas de nivados, a preco Ya
con petenoia no Bazar do Recife de Domtaws
M. Martin-.
Gompra-se
una casa terrea com 3 quirtos pelo menos, eat
bom estado e bo roa. no bairr da Boa Vi'ti:
quem a tivrr pode-3 deixar as dimensOcs o; i'.ii
das Lapapgeirus n. 3. omcina de onrives .-i
tato que esteja (lesembaracada de snlquer l>y
potbeca.
Gopeiro
Precisase de um copeiro ; n* rua d Payemi.
d n. 19.








.


.
-

.



-r
C TI


Diario Se Periiainbuco-Sabbado 18 de Janeiro de 1890

*

K^F*?C~
vjw
-^.
Pittirift Tima Irptfre
Approrado pele. Hliutraia corta o
Hyglea Publie-. de Corte.
| Auctorisado por Decreto Imperial
de 20 de Junho de 1883.
COMPOSI9O
de
Firmino Candido d8 Figueiredo.
Empregado com a maior efficacia no
rhtumatismo de qualquer natnreza,
em todas aj molestias da pelie, as
leucorreas ou flores brancas, nos
sofn-imentosoccasionadospela impureza
do sangtu, e finalmente as differentes
formas da syphilis.
Dse Nos primeiros seis dias unv.
colher das de cha pela manha e outrn
noite, puramente on diluida em agua
e em seguida mndar-se-ha para collie-
res das de sopa para os adultos e me-
tade para as enancas.
Rgimen Os doentes densa ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
duroso; devem usar dos banhos frios ou
momos, segundo o estado da molestia.
DEPOSITO OEMTSAL
! Francco Manoel da Silva & C.
Droguistas
23 Ea Mrquez de Olinda
Pernambuco
Para a festa
Chegou urna remessa do. exceOes te vinh<
Mourista, urna espeialidade e contina a ven
de'-se por 8*300 o erraao de tres caada?
rollando o easco 7 000 ; no armazem dt ra i
Amorim n. 60.
Viuva Rygaard
Compra-Be urna cara ern bom estado na cida
di tfe Olinda, para residencia da viuva Rygaard
no lendo a pessoa ioteressaria dirigir se a ra di
Cadtfia do Recife 0. 43 lnja de selleiro. e ahi en
tender se com o Sr. Samuel otclbo. um dos en-
rsrregados para esfe tira.
Caiadas e pintadas
Alaga se um c:n:>z ru Pedro Affonso 1 74 ; nina casa terrea ra
de Santa Thereza n. 46 ; um 2- an ar a-rua es-
trella do Rosario o. 2J: urna casa terrea no
becco rio Calabouco n. 24 ; urna Ioja do'sobra
de i ra Loronel Suassuna n 66 ; a tratar no
pateo

YENDAS
Vende se o anti^c e bom acreditado 1 sta
be aciment decalcados navionaes da ruado
Livramento n. 11 que foi do finado Pocas, o
qual se torna recommendado pela boa localida-
de em que est ; a tratar no mesmo.
Vende se o sobrado (era onrai>) sito ra
da Roda n. 39, com trts faces e janella no citao
e es da ra de Marcilio Dias ns 5 e 7, fallar com
o agente Rurlamaquiou Pinho Borges.
Paulino
Ra do Imperador n. 28, an-
tiga casa de campos
Tem seropreo inpertante vinno Palhete ser-
cerveja Paulino Bier e o de icioso vinho Musca-
te aos cepos. Doce sceo de caj, em calda
esirangeiros, licor de canella de ortela pimenta
e o grande licor de cervejas; um completo sor-
tisento do que ba de maistfino e puro. ______
Para engenlios
Lopes & Araujo, vender
a presos sem competencia
gurantindo a boa qualidade.
os artigos abaixo mencir
nados.
Gal de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Oleo de naocot.
Dito para machina.
Azeite de coco.
Dito de carrapato.
Dito de peixe.
Pixe em latas.
Kerosene inexplosivel.
Potassia da Russia em caixa:
de 10 e 25 kilos.
Cimento Porttand.
Graxa em bexigas.
Ra do Livramento n. 58
Telephone 316
as Listras zues
A Grande Novidade
PARA MODISTA
HA.\E lW .1BBRICASOI .
Com molas pzra augmentar ou diminus a
gru8sura do corpo.
Qualquer senhora rr agr ou gorda pode fa-
zer seus vestidos sem necessidade de
provar.
Fecha-se como qualquer chapeo de sol.
Preco gl&OOO
Mosquiteiros Americanos
Com srmagao de differentes tamanhos.
aioAOQOf i?3ooo
Estn 'es para Msica
Para amadores ou profissionaes ; fecha-se t
fica de tmanho de urna flauta ; muit-
fcil par conduqcao.
_______Preco 5&OOQ______
CeUuloid
rolarinhos Peitos e Punhos
Lindos- modelos, muito til aos viajante?
Preco* aSOOO 11 m Cerno
telogios t'spertadores
om rcovimento, e figures muito lindas par>
mesas ou para presentes a 60000,85000
100000._______________________
Oleados para Mesas
Quadrados ou de qu.'quer tamanho que
ce deseje.
A lSOO cada qnadrado
Retratos a Oleo
Cena Urdas molduras em alto relevo, o que
ha de mais lindo para um presente e
para s?.la de visitas.
a 15*000 g mal preco
Qua'quer familia que desejar ter um lin-
do e perfeito retrato bastante mandar
um retrato em cartao de visita nao im-
porta que seja antigo, basta dizer a coi
dos olhos e do cabello para c-hegar um
retrrto desejado. ________^^^
Para ver, e fazer encommendas
Dirija se L>ja das Listas Azues
RA DUQUE DE CAXTAS N. 61
Especialidades
PAST1LHAS HYGIESICAS PARA
AC' EN'DER 0 FOGO, eupprimin-
doo immundo kerosene e daa-
do n'nm instante um fogo Inltn-
60, a caixa com 20 pastilbas 100 rs
OLEOGRAPHtAS : Io. A importan-
te obra prima de Vctor Meirel
le : A Primeira Missa no Bra-
xil *, grande quadro histrico da
descoDcrta do Brazil, medindo99
X 76 centmetro* de valor real de
15* (poneos exemplares) 6*000
t> SCENAS DE CORRIDAS, qna-
dros de cavallos admiravelmente
desenliados e proprios para sa-
las. 26 differentes, nm 11000
3 RETRATO DE SADI CARNOT,
presidente da repblica trance- ,
za, o melhor ainda publicado 1*000
CAMISAS DE FLANELLA para bo-
mens, urna de ti a SOOO
PERFUMARAS, artigos para presentes. Quadros
e albuns para retratos. Carteiras para cigar-
ros e charutos. Cigarreiras e cbaruteiras de
mbar e espuma verdadeiros. Bengalas. Pa-
Selaria. Lengos de linho a M500 a duzia
eias. E8partilhos. Leques. Bonecas e brio-
quedos diversos. Fitas. Bordados. Luvas de
seda pretas e de cores e ontros muitos artigos
de mmdezas.
Kai barato do que em outrn qn.il-
quer parte
NA
llainha das Flores
Ra doBaro da Victoria n. 41
Royal Blend marca VfADO
Este excellecte Whisky Escocez pre
i'erivel ao cognac ou aguardante de es"
para fortificar o corpo,
Vende-s'e a retalho nos melkorea arma-
zeas de molhados.
Pede Royal Blend marca Viada
cujo nome e emblema s3o registrados par
todo Brazil.
BRQWNS & C, agentes. _
Pao centeio
Mell 4 Biset leudo recebido nova remessa de
farinha centeio, avisa aos sena freguezes que
continuara a fabricar este delicioso pao centeio
lodaj a3 tercas e sextas-feiras ; na ra larga do
Rosario n. 40.______________________________
Vinho puro de Santarem
Da quinta do Barra!
Os propietarios do Arraazem Central, ru-
do Cabug n. H, aviaam aos seus distinctos fre
guezes eao respeitavel /bliro que receberaL
aova remessa deste especial vinho, o qual si
recommenda por ser puro da uva, e so se reta
I ha era seo armazem. .
Joaquim ChristovSo & C
Telephone 447
A L0JA MAS BA3aATSR,1

1
zulej
os
Coa iiodissimas cores e desenhos variadiss.
me?, eacontra se para vender um grande sorti
ui uto deste artigo, proprio para frentes- di
casas, corredorei, cosinhas e banheiros, po:
preco3 sem comoetencia ; narua Visconde d;
Goyanna n. 45.
FOLHETIM
ODIO pE TIGRE
POR
ssni TSSSISE
PROLOGO
A NOITK BK NATAL


1
Eram onze horas e meia da noite.
Comecava a apagar-se a illuminacao ex-
terior do theatro "da Porte Saint Martin,
e ama verdadeira onda humana precipita-
va se violentamente por todas as sabidas
daquelia casa de espectculos.
A atmosphera ambiente, j viciada* por
dnas mil boceas exhalando o hlito pouco
puro do tabaco e das bebidas ingeridas nos
intervalos, tornava-se nauseabunda, im-
pregnada agora de poeira e de calor.
A' medida que essa vaga multicor e rui-
dosA se despejava obre o passeio, ouvia-
se de todos os labios a mesma phraee:
Safa .' que nevoeiro !
Segurase immediatamente esta outra
exclaroacSo, diversa na forma, mas iden
tica na esencia :
Vamos depressa, que qusi meia
noite 1
E rindo, chalaceando, acotovelando-se,
iaterpellando-se, toda aquella gente se di-
riga rpidamente para diversos pon os da
gr.nde cidade, como se todos estivesem
animados das mesiuas iutencSes.
E, na.verdade, cada ama daquellas pes-
soas sentia.se aguilhoada pelo mesmo sen
timento, impelUda pelo mesmo desejo, at
trahidd para o mesmo prazer, impaciente-
mente esperado
Movidos de igual intuito, os actores ti-
nham se fartado naquella noite de fazer
cortes 203 seus papis, os machinistas ha-
Leite puro
Na estrada de Joo Fernandes Vieira, siuo u
godepois das casas novas da direita, vendes
todos os das leite puro de vaccas toorinas e d
rra, garante-ae a qualidade do leite.
Alfafa
nova e de uperior qualidade ; vende-se ao pre
co de 100 ;s. o kilo, no trapiche Fiuza A C ao
largo do Corpo Sanux______________ ________
Burra
Vende se urna excellente burra, prova de
fogo ; a tratar na padaria ra Coronel Suassu-
na n 5.
Farello superior, 42 kilos
Ar.oo o aacco
Vende se no largo do Corpo Santo n. 6.
Livraria Contempora
nea
Intlrumealoi de mnalc*
BoraDard5o, bombardino, barytopo, tromo
tronibone, aeicon. axaphone crrilon, bomh
caixa. pratos.clarinitas nautas.rabecas, vioiee
realejos, caixas de msica, etc., etc.
Papel pintado
para Torro de salas, quartcs, gabinetes, correa-
PA3Z K'A-KSEIC/
AZEVEDO, IRMaO & C.
16Roa do' B. da Victoria16
200 Td^hone200
Tendo recebido directamente da Euro
grande sortimeto de fazendas e moda*
que ba de mais novo e precos sem oo
petencia.
A saber :
Capas de surah, senda e merino.
Renda preta, diversas qualidades.
Etamines, pretos, de la e 12 seda.
Damass de seda pora.
Merinos pretas de 800, 1,5000 e 15?'. C
Crinoline preta e branca 8 400.
Sargelinij todas as cSres, a 200 rs.
Bramante de Hnho a l5rJO0, com 1-
palmos.
Toalhas para banho a 1)J000 e l*50
Chachemiras com 2 largaras a 800 r;
Ditas de l e seda 2 largaras a ljJOOf
MadapolSo trancado a 9^000 a peca.
Dito globo a 7)9000 a dita
Dito camiseiro a 7000.
Fichas de 13 e seda 10000.
Brins de linho coi es fixes a 600.
Espartilhos couraca a 4(5000 e 50OOt
Colchas de fostao a 2)5000 e 3)5000.
CapeUas para noiva com veo bordado
65000.
Toalhas de cores para rosto.
Rendas, comprimento de saia a 15(X
Renda de 1S, preta, para quaresms.
Pao verde para blhar.
Tapetes para sof a 135000.
A verdadeira esteira para forro de w.
a 1)5000.
Camisas de fianella a 5)5000.
Cortinados de crochet para cama
105000.
Chitas de cores a 200 rs.
Crotones com 2 larguras r. 400.
Baleias com forro.a 390 a dusia.
Ditas sem forro.
Seda de cSres a 800 e 15000.
Extracto Rita Sangal a 25000.
Velbutina de quadro a 800 e 15900.
GuarnicSes, pretas, de vidrilhc3.
Bicos de seda, brancos.
Caixas com extractos para presentes
Rendas hespanhola a 45000.
Capachos de coco.
Luvas de seda a 25000 o par.
Meias de seda para homem.
Dita de dita para senhora.
Flanellas de cores para roupas.
Panno da Costa para mesa.
Vestuarios para baptisado,
Colchas, de crochet com flore?,
Crep inglez para enfeite'
Grande sortimeto de chapeos de io.
Setineta para coberta a 600 rs.
Cortes de collecte de seda.
Dito de fustio de cores.
Dito de casemira de cores.
TELEPHONE 200
res.
Molduras-
viam precipitado as mudanzas de scenario,
a orchestra supprimira os retornellos, e o
publico, de distrahido n&o dera por nenhu-
ma daquellas irregularidades.
E que dsse, nao se incommodaria a
protestar.
Todcs tinham ido Ver a peca em voga
com o nico fim de entreter o tempo, de
diligenciar esquecer o longo intervallo que
os separava anda da hora tito arden tmen-
te deaejada na sala como no palco, da
hora dos alegres banquetes, dos loucos fes-
tins, que, em toda a escala social, desde o
tabernario at ao grande restaurant, desde
a modesta lojnha at luxuosa sala de
jantar,desde o quarto simpliasimo da costu-
reira at a habitacao magaifca da dama do
tom iam '"ebricitar Pariz, inundal-o de
prazer durante o resto da noite.
Estava-se em 24 de* Jezembrode 1875,
a noite do Natal, a hora de consoar!
No meio daquelia turba-multa e cami-
nhando com urna lentidao que lhes acar-
retava alguna empurres, alias suppor-
tados cotn bom humor, urnas seis pessoaa
desciatn em grupo o boulevard em direc-
9S0 esta',ao dor omnibm dos faubourg
Saint Martin.
Na frente, um rapazote de seus quiuze
annos e urna rapariguita de doze, de braco
dado, iam aos pulos, fugindo aqui e all
as carruagens que passavam rpidas e ex-
pandindo o seu enthusiaamo o'uma ani-
mada converaa, intercalada de exclamacSea,
acerca da peca, dos actores, dos fatos e
dos bailados.
Apoz el lee caminhava um homem j du-
razio, um tudo nada obeso, mas auda vi-
goroso e vivaz.
O seu rosto sem barba, de feicSes regu-
lares, nao era proprio a attrahir atten
cies ; entretanto, examinando-o bem, adi-
vinhava-se-lhe pelos tragos physionomicos
e pela mob.lidade dos seus olhos verdes,
cujo brilbo era um pouco atten uado por
amas lunetas com aros de ouro, ama sin-
gular energa.
Dava o brajo a .urna mulher baixa, de
meia idadef pretenciosamente vestida.
O chale multicor que ella trazia, o cha-
peo carregado de plumas e flores, o bro-
che espaventoso, os grandes brincos e a
profuaao de anneis de um goato equivoco
que Ihe ornavam oa dedos ossudoa, denun-
ciavam a como urna burguesa dos quatro
costados,
Reparando bem nella, vi a-se que era
sympathica- e delicada, apezar mesmo do
JouradcS, pretas e douradas para quadros.
Malas
para viaeem, diversos formatos, e3pecialm*
nara roupa de senhora e camarote.
Novidades
para presentes, escriplorio, te-ucador, etc., eje
RAMIRO M. COSTA A C.
Roa Primetro de Harco a. 9
CoUio
Carnaval
O Baza- do Recife, ra Mrquez de Olinda n.
II, rec-beu grande sortimeto de mascaras de
todas as qualidades vende-se em grande* e
pequeas quantidad.sapregos muito razoaveis:
na afamada lojade miudezaa Bazar do Recif, de
Domingc a H. Martins.
Attencao
Vendase a taverna do largo do Mercado n. 7,
bem localisada ; o motivo da venda se dir ao
compre dor : a tratar na mesma.
seu nariz achatado, da sua enorme bocea
e da sua magreza quasi transparente.
Finalmente, alguna passos atraz, um su-
jeito alto, empertigado, correcto como um
pluno geomtrico e vestindo urna sobreca
saca abotoada militarmente, sem um sobre-
todo a resguardal-o do fri de oito graos
que fazia, dava o brajo a urna senhora mo-
destamente abafada n'nm waterproof, de
cujo capuz erguido emerga urna carinha
sorridente e corada.
Quando os dous-pares da frente chega-
vam junto ao passeio do theatro da Re-
nascenca, o rapazito voltou-se vivamente :
Olhe, Sr Diniz, ahi vem um trem
com quatro lugares,gritou elle muito
alegre, designando urna carruagem que
desembocava da ra de Bondy.
Ora ainda bem replicou o indivi
do das lunetas de onro, fazendo com a
bengala signal o cocheiro para que p-
rass .
O vehculo parou, e as duas enancas su-
teiro, apertando-se, afim de dcixarem lu-
gar livre para outra pessoa.
Entlo, Lorieux que diabo de ron-
ceiro disse o Sr. Diniz, vendo que o ul-
timo par vinha distancia. Cora um pas-
sinho desses, est bom, mas para ir bus-
car a morte !
Meu amigo, sua esposa e o men che
fe de fila e eu tenho que moderar o anda-i
ment.
E Diniz, sempre lesto cerno um sar-
gento, esquece que eu j estou nos meus
dezoito annos, disse a senhora do water
proof, son-indo.
Bom, bom, desculpa a minha imper-
tinencia, respondeu o Sr.. Diniz em tom.
meigo e affeetuoso, mas aviem-s, que eu
nao quero faltar s santas tradiccSes da
primuira badalada da meia noite.
Vamos, despachemo-nos disse o su-
jeito da sobrecasaca, levantando a gola.
A Sra. Loriex senta se ao fundo,
direita ; tu, minha mulher, esquerda ; e
vc, Loreos, como magro, pode ficar
entre as duas damas ; substituir assim o
sobretudo qae lhe esqaeceu.
Eu aqui me accommodo na frente ;
aento Luciana nos joelhos e voa muito
bem, contnuou o Sr. Diniz, limpando os
vidros dos oculos, embaoiados pelo nevoei-
ro
Ai que bom Sentadinha nos joelhos
do pipai! exclamou alegremente a peque-
Ra da Imperatriz n. 56
Crande eatalieleelmento de mudan
e ffeienda finas
Completo sortimeto de (azendas em tecidos
de novidade e escrupulosa escolha que recebeu
directamente da Europa. Variadiasimo sorti
ment ;m fazendas pretas, merinos, cachemiras
lisas e tarradas, etarri es de sda domares,
chamalotes, canas e visitas, especialidade neste
gfnrrt. em seda, gase e cachemira, ricamente
co ife ;cionadas, mantas e mantilbas de renda,
etc., etc., leques e luvas. Especialidades em
fazendas brancas, bran antes de linbo puro e
algodao e nho, morim, grande variedade de
marcas especiaes, s eocintradana loja Cjelho.
Telephone489 -
Domingos Coelho k Moars
Silhes ingleses para
mont ria
Venden se d->us ilhfies in?lezes em bom es-
tado, quasi dovos, e por prego commodo ; na
ra Nova n. 13.
A FLORIDA
Fitas lavradas com nm palmo de larg'
ra a 2^000 o metro.
Papel de arroz de todas as cores.
Chapelinas modernas a 5(JO00.
Rendas heapnhoksde todas as cj-;s
pretas com e sem vidrilhos.
Lindas guanicBes de vidrilhos pretos pa; a
casac.
Orando sortimeto de galSes, palmas e
rozas de vidrilho preto.
Bicos matisados de ama s cor conm se-
am, granad, azul, rosa, beije, palha, chun*^,
oo, salmn, terracote emoitas outras cores.
Sabonetes perfumados a 500 rs. a da i
Lindos desenhos para talagarca.
Lencos de seda a 500 rs.
Bicos de seda e de algodao com e sem
vidrilho.
Mantilhas de seda e de algodSo.
Franjas de seda com e Bem vidrilho.
Renda hespanhola.
CollarinhoB para homem a 3(5000 e 400
a duzia.
Bordados de cambraia tapada a 400 50
600 e SOOrs.apega.
dem com 3 e lj2 metros, de que'quer
argora a 1)J200.
Lencos de linho em caixmhas a SiJOOi. a
dita.
Meias para homem, duzia a 45000.
dem para senhora, duzia a 4-5000.
Finas pulseiras americanas a 45, 84 e
85000 o par.
Cortinados todos de crochet para cama a
12,5000, 170000 e 190000 o par.alsts
de cSres.
Ditos para janellas a 7iJ000.
Pannos de crochet para cadeiras a 800 e
10000.
Ditos para sof a 20000.
Capel las com veo para noiva a 60Ofr e
80000.
Lindos enxovaes baptisados a 80 10-5 e
120000.
Toucas de aetim para baptisado a 30, 4 e
50000.
Orinal das e ramos de seda], o que h de
melhor.
Lindas fitas n. 12 para chapeos.
Luvas de seda, cano comprido a 20 s pa-
Ditas de seda para creanca a 10000.
Dita para moca a 10500 o par.
EapartilhoB para creanca a 40 e 40500.
Ditos para senhora a 40, 40500, 50OOC- e
60OdO.
Linha de machina a 60 rs. o carritel.
Linha de machn*- a 600 rs. a duzia.
Albuns de pellucia de diversas cores.
Livros de missa a 10500, 20000, 205O
30000, e 30000 cada um.
Lindas luvas de seda com salpicos e con
listas, gosto moderno, a 20500 o paz.
Toalhas para banho a 10300.
Toalhas para rosto a 300.
Toilhas para malo a 160 rs.
Babadores com inscricSes e paizagem a
500 rs. e 400000 a duzia.
Espelhos grandes com mulduras finas ce
cantos redondos a 40000 e a 60000 um*
Bengalas flauta.
Grande sortimeto de luvas de seda arres
dada com palmas canno comprido a
10500, 20000 a 20500.
Boa Doqne de Caxias n. IOS
Superior yinho de A.1-
coba$a
0 acreditado e antigo armazem do Lima par
ticipa ao publico e aos seus freguezes qne acabi-
de receber urna oeva remessa deste especia'
vinho, escolhido propiamente pelo chee desu
casa, tornando-se recommendado por ser pun
e de boa qualidade. Jos Fernandes Lima A C.
ra Baro d Victoria numero 3, Telephene323
Farello superior 42 kilos
250O o sacco
Venae-se no largo do Mercado n. 12
HbBV&l:
uomtts,
P** OLSR Vende- era teda a DSrt
ua, langando os bragos em torno do pes-
coco do pai.
O Sr. Diniz deu-lhe um beijo em cada
face e gritou:
Boda! Caes dos Ourives, 48.
D*abi a um quarto de hora, os noaaos
personagens entrayam ruidosamente n'uma
pequea sala do terceiro andar da casa in-
dicada.
Faitam ainda sete minutos 1 disse o
Sr. Diniz, consultando o relogio, emquan-
to urna das senhoras tirava o chale, a ou-
tra o waterproof e q Sr. Lorieux concer-
tava o collarmho, que de muito engomma-
do lhe feria o pescogo.
As duas criangas, agarradas aos bragos
d;. criada, urna bella e gorda normanda
que dava pelo pretencioso nome -de Cleopa-
tra, arrastaram-n'a at- sala da jantar,-
oude romperam em alegres exclamagoes
vista do espectculo que tinham drante
de si.
Sobre a mesa coberta com urna toalha de
biramlogoe instllaram-se no assento disn- jiuexcedivel alvara, eatava servida a ceia.
A mesa, allumiada por um candieiro de
suspensao e dous candelabros-de cinco vo-
lts cda um, veigava ao peso de appetito
aaa iguarias.
Ao centrp, erguia se una corbeille de
tructas e flores, flanqueada da direita por
um caatello de assucar de dezoito pollega-
das de altura, e da esquerda por urna for
mosa travesaa de |camar3es artsticamente
posta.
Sobre o aparador, via-se urna granJe
reserva de garrafas com capsulas e rotu-
loa-de variegadas cores, cobertas de poei-
ra e de teias de aranha, indicios de vene-
randa ancianidade que tinha sido -eligiosa-
mento respeitada.
Err,-de resto, urna sala de jantar bur-
gueza, onde se reconhecia a mSo pro-
vidente de urna boa dona de casa, amiga do
conforto e da simplicidade.
A mobilia era de nogueira com embuti-
dos de pao santo, o servigo de porcellana
branca e os copos de crystal liso.
as paredes viam-se grandes gravuras
emmolduradas.
Por cima de urna das portas, um qua-
dro com um diploma de medalha de sal
vagSo e sobre o fogSo, entre dous casti-
gaes de bronze dourado e encerrado n'nma
redoma de vidro,um cSo'de caga, preto
e branco, embalsamado.'
A' primeira vista p:-recia aquillo um
simples ornato de mo gosto, mas, repa-
AlEfa
nova
chegada directamente, a 120 rs. o kilo, ou 6*000
o fardo ; vende-se no largo do Corpo Santo nu-
mero 6. ,
Liquidado para acabar
Na Revohcio
ra Duque de Caxias n. -J8
Por cstarmos no fim do anno, resolve-
mos vender por menos 50 por cento "as
seguintes fazendas.
Etamines de cor a 300, 400 e500 rs. oco-
vado.
Cachemira com .toque de mofo com duas
largaras de 20 800. covado.
Zephir de quadros modernos a 120, e 160
e 200 o covado.
Las de quadros modernas a 200 e 240 o
" covado.
Cretoaee miudinhos a 200, 240, 280 e
' 320 o cavado.
Cachimira modernas de quadros de 20000
por 10000 o covado.
Merinos lizos & 200 e 440 o covado.
Ricos cortes de cachemira bordados de 12 e
seda de 800 por 300 e 400.
Ditos bordados de lynon de 180000 por
100000.
Ditos de cretone com barra a 60000. ~ ^1
"Mtos modernos de setineta a 70.
Las com listas de seda a 400 o covado.
Seda Japoneza a 200 e 240 o covado.
Bramante com quatro larguras a 10000 e
10200 o metro.
Algodao trancado para toalha a 100(0 o
metro.
Cort'nados bordados para cama a 60 o par
Ditos de crochet a 100.
Etamines finas para vestido de 160a peca
por 100.
Setins de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Fustao de cor para roupa ds homem a 500
o covado.
EsguiSo pardo e amarello para vestido a
360 o covado.
Velbutinas de listas e quadros a 800 o
covade, para acabar.
Setins chamarlotado de todas as cSres a
10500 o covado.
Bicos brancos e de cores a 10500 e 20000
a pega.
Lengos brancos com barra a 10200, 10800
e 25000 a duzia.
Fechus de retroz a 10000 um.
Lavas de seda,toda8 as cores, para senho-
ra a 10000 10500 e 20000.
Espartilhos couraga a 40000, 50000 e 60
Cachenez para homem e senhora a 10500
um.
Costumes de Jersey para criangas de 4 a
5 annos a 70000 um.
Jasacos de Jersey para senhora, a 65
um.
Pannos de crochet para cadeiras a 500 rs.
um.
Lengol de bramante a 10600 um
Cobertas forradas para casal a 20500
urna.
Toalhas para crianga a 120 e 160 urna.
Cobertores brancos de la com pequeo de-
feito a 20000.
Lengos de linho a 20000, 30000 e 40000
a duzia.
Ceroulas francezas, a 10000, para acabar.
Colchas adamascadas, a 20000, 30000,
40000 e 50000 urna.
Ditas de crochet, a 40000, 50000, 60000,
70000 e 80000 um.
Cortes de cachemira a 30500, 40000^ 55
e 60000 um:
Cortes de fustao para collete a 500 rs.
e 10000 um.
Ditos de velludo bordado a seda a 20OOC
um.
Camisas brancas de linho para homem a
20000 urna.
Ditas de rceia. superior qualidade, a 10
urna.
Brim branco de linho de 40000 por 20500
vara.
Renda hespanhola a 20 o eovado.
Completo sortimeto de cachemira de co-
res e pretas para coatumes, pregos sem
competencia, asaim como aprompta-s i qual-
quer co8tume em 24 horas.
S na Revolucao
HENRIQUE DA SILVA MOREDiA
rando bem, a attengao concentrava-se irre-
sistivelmente sobre o cao.
O embaleamador pasera o pobre animal
n'uma posigSo que indicava estar preates
a formar pulo ; as ancas um pouco levan-
tadas e as pat .s parecendo fixarem se no
solo em crispagoea desesperadas.
Os grandes olhos de esmalte, muito
abertos, exprimiam o soffrimento ; aos can-
tos da bocea, contrahida pela colera, al-
guns laivos de sangue, e entre os dentes,
convulsivamente apertadoa, um pedago de
panno.
Seria aquella urna poaigao convencional,
ou tivera o embalsamador em mira repro-
duzir o ultimo episodio da vida do pobre
co ? .
Ninguem o sabia.
E entretanto o animal fascinara a quan-
tos o viam e despertava a curiosidade ge-
ral.
Todos os amigos e visitantes do Sr. Di
niz o interrogavam sobre o assumpto ;
elle, porm, limtava-se a responder com
mal disfargad commogao :
Era um bello cao / ( hamava se Leo
e bem mereceu as honras que lhe prestei.
Ora, como todos viam que taes pergun-
tas incommodavam deveras o Sr. Diniz,
ninguem inaiatia e portanto continuara na
sombra do mysterio a historia do Leo.
Meia noite aba-ter e os seus convivas a
aentarem-se mesa.
O Sr..Diniz pegou entSo em urna garra-
fa de Madeira e comegou a eneber os co-
pos, dizendo com viairel satisfagSo :
Finalmente, meus caros amigos, va-
mos hoje beber felicidade que desfruta-
mos, eu e minha mulher, em os termos
aqui nossa mesa em a noite de Natal !
Ha vinte e sete annos que estou na poli-
ca c esta a primeira vez que tal prazer
me permittido.
Ah respondeu o Sr. Lorieux,
bem'mo o seu emprego, meu pobre-Di-
niz Nao ter um dia de folga Nao ter,
a bem dizer, um minuto de descango !...
E que trabalheiras.... que maesa
das !... ponderou o Sr. Diniz.
E a inquietagao permanente em que
eu vivo!... insinuou meigamente a dona
da casa, co a o seu sorriso habitual, Tlm
por ahi muito ruedo delle, mas podem ata-
cal-o traigSo. *
Ora, tudo isso sSo bagatelas em que
nao vale a pena pensar, observou o Sr.
Diniz. O que est escripto, est escripto,
l diz a sabedoria oriental. O grande ca-
so que estou perfeitamente livre esta
noite, tao livre como Eugenio e Luciana,
e que de vemos tratar de aproveitar bem o
tempo.
O pap est em ferias gritou Lu-
ciana com a sua vozinha de falsete.
E o pap, accrescentou alegremente
o Sr. Diniz*, para celebrar esta circumatan-
ca solemne, foi dispensa buscar aquellas
garrafinhas, enclausuradas durante longos
annos ; sao outros tantos condemnados
inorte que nos vamos executar.
E sem remoraos 1 ajuntou.o Sr. Lo-
rieux, servindo se de ostras.
- M2ob obra !exclamou o Sr. Di-
niz imitando-o.Aqui que se v quem
tem bom estomago.
Neste momento soou violentamente a
campainha da porta.
O Sr. Diniz teve umsobresalto e fran-
zio o sobr'olho.
Todos se calaram e ficaram escuta.
Ouvio se um breve dialogo, e minutos
depois Cleopatra entreabri a porta, er-
gueu o repo8teiro e disse :
- E' um criado do duque de Reynold
d'Hautfort, que pede para fallar ao pa-
trSo.
Um cri do do duque !exclamon
Diniz, tirando guardanapo.
Diz que vem da parte do pai do Sr,
Diniz e que traz urna carta muito urgente.
Urna carta... D-me c, minha ton-
ta !... Ja o de vas ter feito...
- Aqui a tem, senhor.
E Cleopatra deu ao Sr. Diniz urna car-
ta que elle abri febrilmente, dizendo :
Urna carta de meu pai a estas ho-
ras ? !... Dao licenga, meus amigos ?...
Pois nSo !resmungou Lorieux com
a bocea cheia.
Entretanto, a senhora Lorieux dizia
esposa de Diniz :
E' verdade, o pai do Sr. Diniz o
mprdomo do velho duque.
Ha mais de cincoenta annos. Diniz
naaceu no caatello,
E como se chama seu sogro ?
Chama se Comtois, nome que o du-
quo lhe pos, por um velho costume de fa-
milia. Deve ter os sws setenta e seis an-
nos, meu sqgro, concluio a mulher do agen-
te de policia.
(Continuar-ae-ha.)
Tvd. do mano rna do Duque de Caxias n. U
-







-



t -
r


Full Text
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