Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17070


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Full Text
ASNO LXYI -Ni 0 6
QUffiTA-
JAN! 1890
teMMW
5^
DE PERNAMBUGO
Propriedade de Maneel Figuelra de Faria dte Filhos
V
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE SAO SE PAGA PORTE
.2
i -
r

.
J

-

.
Por tres mezes adiantados. ., .
Por seis ditos dem. .
Por um anno dem. ... ...
Cada numero avulso, do mesmo dia.
6^000
12*000
23#000
0100
Os Srs. Amede Prince & *C.
de Pars, sao os nossos agentes ex-
clusivos de annuncios e|publica-
$oes na Franca e Inglaterra.
_______:.____________
PARA DENTRO E FORA DO ESTADO
-
Por seis mezes allantados. ... 13^500
Por nove ditos idem...... 20*000
Por um anno idem...... 26*000
Cada numero avulso, de dias anteriores. *100
TELEGRAMMAS
M
m & mhcza um
LISBOA, 7 de Janeiro.
Os uneraes solemnes de D. Thc-reza
Christina aca'uam de ter logar.
Assistiram alm de toda a familia real,
os ministros, maitos senadores e deputd
>3,
os ministros o cnsules estrangeiror acr.-
ditados junto ao governo portugus e gran-
de numero de oficiaos de trra e mar e
alguns regimentos de infantaria, esquadrXo
de cavallaria 'batera de artilharia.
O cadver da ex Imoeratriz do Brazil
cara depositado no jasigo da f. mili a real
em S. Vicente de Fra, onde o cardeaj
patriarcha do Lisboa, que alli reside, vira
esperar o cortejo tunebre porta do tem-
plo.
cotopaixo que inspiravam as deslas de tantos
e tao oen'grinod engenhos, o certo que a pena
capital so padeccu Silva Xavier, commutaodo se
aos demais sentenciados essa pena em degredo
perpetao.
Os dous primeiros ruarlyr;s da independencia
haviain desapparecido da face da trra, um sui-
ci dan do -se na pr'so, rempendo com a morte a
maior parte doselos daqaelk conspirago, e res-
falando por conssgurate com o seu saogue o de
outras muitas victimas ; o cairo subindo as es-
cudas do cadafalso e asseatando com o scu sup-
plicio a pria.ei.-a pe Ira da redemngao brazileira.
Norberto de Souza Silva (I) cousasagroulbe
um dos rus mus bellos cantos picos, a Cabe-
ca do martyr ; Pcreira da Silva, Warnbagen c
outros esenptores lera se oceupado dignamente
deste martyr, ma cima de todo3 a po-tridade
sagra-lbe um templo em ca4 eoragao braztleiro
( ontma) j.
(i) Este mesmo autor escrevea mais
Historia da conjungo minelra, editada
L. Garnier. que o trabalho mais com
existe a tal respeito.
PARTE OFFICIAL
ptefo r
e a
D.
que
LISBOA, 7 de Janeiro.
D. Pedro de Alcntara e sua familia as-
siatiram as exequias.
Nenhum incidente notavel veio pertur-
bar a ceremonia, que so passou com muita
ordem.
O ex-Imperador e familia estao instal-
ados no Palacio das Necessidades.
VARSOVA, 7 de Janeiro.
Deu-se aqui grande numero de prisSes
por causa de urna trama contra a vida de
S. M. o Imperador Alexandre.
MADRID, 7 de Janeiro.
Acha-se melhor o jovea Rei da Hespa-
nha.
MADRID, 7 de Janeiro.
O general Lpez Domnguez recusou
entrar no novo gabinete.
BERLIM, 8 de Janeiro.
Acaba de
artista.
fallecer a Imperatriz Au-
MADRID, 8 de Janeiro.
O Sr. Sagasta, em vista da grande diffl-
uldade que eacontrou para formar o novo
ministerio, desisti d'csta incumbencia.
A Rainha Christina dever chamar os
presidentes do Senado e Cmara dos De-
dos.
put
Agencia Hars, filial
8 ic J.-neiro de 1 90.
em Pernambuco,
IHSTRDCgiO POPULAR
LITTSEATSA BBAZLSISA
NOS
T8MP8S NfLONIlM
POB
\*l*%V&'ft9 tWA*
4 Lttteratara Brazllelra lo ecnlo
XVI ao coimero do XIX
ESBOgO HI5TOBICO
V
(CoatinuacSo)
Que faziam entretjnto a3 autoridades ? Nada
u pouco mais. Era tao descabellada a ideia no
conceito d'aquelles governadores acostumados
a seren obedecidos e adulados constantemente,
que Mcnezes nao era a minima importancia aos
nrimiros movimentosdos descontentes, e o vie-
ron le de Barbacena jclgou conjurar a tormenta
asegurando aos habitante da provincia, que nao
IpVio o pagamento da capitacSo de urna s
' Bk
Sta irr.punidade deu alelo aos conjurados os
quaes prcse^uiram na sua obra cem maior em
penho: ale que em urna viag ni f-jita ao Rio de
Janeiro com o Um de angariar prosilyto?, Silva
Xavier, que se tornara a alma do movimento,
Coi denunciado ao viee-reiD Luiz de Vasconcel-
os c qual o fez prender immediatamente, orde-
anioau vise ide de Barbacena que nSo f
prendesse o? deraaisceusados, mas que viesse
elle propric explicar a tua incuria e Taita de
previdencia.
N'nguem esperava semelhante brdera em Vil
la Rica e o governador percebecdo que a tem-
pestade ame; cava envovel-o, e talvez oecasio
ar-lta a ruina, prenden tolos 03 conjurados e
apre:.-i.u se a mandar directamente a Lisboa um
rocesso que fez'instaurar com datas atrasadas,
10 qoat no poupou raeio de provar a sua acti
vidadi- e encrgia.
Claud o Mdiioel da Costa, censiderandose per-
dido tanto pela parte que havia tomado na rons-
iracw, como pela maneira inquisitorial com
Sue se ioi-iara o procesro, ou talvez por ora sen
men'.o de ptadade inaudita pelos companbeirqs
a qaem a ^u'i. queza comprometiera naS pri-
rOo-, suicidan-se na prisaj a ver
nnciando-se o mais culpado sua
'dseompanbeir'- de desven-
tura. Mas ludo foi intil Os Mesados foram
transportados ao Rio de Janeiro onde era 1792
Ihes foi lida a sentenga, condemnando 11 a pena
e morte. e os oulro ao destarro e presidios na
frica. MasaHnal. quer pjrque o ao^erno em
Lisboa se julga-se bastante seguro de ua auto
ridade, quer Dorque cedesse as sopplics do des-
embar. ;lo' Antonio Din;z da ''uz e Silva un
.eze daquelle
lempo, ea iado expr-, s-aa,e?te do reino para
julgador desse processo, qie< ttamente pela
lllusteyio n Fazenda
V 1AZENBA NACIONA^j; Id DE .NOVKMBRO BE 1889
I'rpotifo aomMjfd governo protorio
Sr. iiuiCmilrilIrrrirr n mni tido jamis em
mente desacreditar o antigo rgimen, e o ser
vir pa'ria sem piixOes nem prevencOes pe
8oaes, o nosso primeiro passo, ao assumi'mos a
pas'a da fazenda, terias ido expr-vos o quadro,
que ora vos apresentamos, da situadlo Unan
ceira legada repblica pela monarebia. Nao
carecamos de outra prova para assignalar a
avi fez, a corrupeo e a senilidade dessas insti-
luivoes, que, no periodo do seu maior espen lor
apparente, quando se aflirmava consolidada para
sempre a estabilidade da dyaastia, nao tinnam
feito senao accumular elementos de ruina, gra
var de compromissos esteris as responsabili-
dades, j excessivas, do thesouro, inocular nos
bat)it03 do mundo do dinheiro entre nos neces,
falsas e inclina6es viciosas, que dilliiviltam
agora a verdadeira apreciagao da3 circumstan
cias, espalhaado as mais perniciosas ideas acerca
das funeces do Estado na vida economiza dos
povos.
O observador superficial, que acompanbasse
exteriormente as magnificencias especiosas da
preparado do lerceiro reinado peli poltica do
ministerio Ouro Prcto, nao poieria certamente
resistir admirajao pela magia do genio, que
multipli&ava prodigios de riqueza, de ioiGiativa
commercial, de reformas deslumbrantes na es-
Ehera dos interesses materiacs. Emprezas so
re emprezas, bancos sobrd bancos, favores se
bre favores do Estado vinham attestar a energa
productiva da poza e os imitados recursos do
governo. Urna preamar de ouro, a derramar-se
uo< reposiioriosvinsondaveis do crdito nacional,
immergia a lavoura unemiada pela escravidao
era um largo banbo de elementos reconstituintes.
papel mteda conjurado pelasabedotia de urna
opcra^So irreistivel comegava a ecoar da cireu-
lgtD tonificada, que o nieta! dentro em pouco
lempo nioaopolisaria. 0 cambio, ascendeado 00-
nrenatu-almente, com urna celeiidade vertigi-
no-.a, exceda os limites nermaes do padrac mo-
netario, librando se majestosamente cima do
par.
Os espirites esclarecidos, entretanto, nao ees-
saram de denunciar sob essas exterioridades
tspetaeulo.as um Bystema de artificios capcij.-a
ment-- urdido para oD'.engao de grandes effeitos
tbeatrues. A febre de agio, o delirio das epe
culagocs d* Bolsa, promovidas e entrettdas pela
pol tici Anace?ra da corda, saturavam a afinos-
phera do fluido que devia exaltar as imagina
cOes, alimentando essa aucinagao de prosperi
dade, que agitava a praca, suscitando lances de
arrojo, cujas consequenciat a impiensa demo-
crtica prognostlcou cora a maior precieo. O
jogo foi, pois, o principio gerador desse : ovi
ment, em que o denadeiro gabinete da manar
cha exulte?* e pucha o futuro de seus planos,
vaos c aleatorios como a base onde as;entavam.
O que se fazia, era ainontoar os materiaes de
urna crise, que a opinio ind"penden e predizia
como absolutamente fatal.
Em vez de organisar slidamente o crdito
agrigola, proporcionando nelle a industria do
solo es raeios naturacs da sua reconstituigSo. a
monar.bia, incuravelaente corruptora, preferio
con-iiruir um mechanismo passagero, de flns
notoriamente eleitorae?, destinado a astimalar
os appetites da indigencia explorando a sita-
^ao afflictiva da classe empobrecida, mediante
um rgimen de emprestimos, ;jue vinha dessan
grar nu'.lmente o creCito publico, satiefazendo..
quando rauito, os credores ita lavoura, sem fo
mentar o deseuvolvimento da prodoccao. A alta
do cambio era necessarlameote anmala, trans
lona, insustentavel, desde que nao se affirraava
ua expansao econmica do palz, mas as opera
{Oes mom n'an as do mercado e no jogo e;he-
mero "'e recursos de praca uti isado pelo? agen-
tes officiaes. Todava, foi no presupposto, pal-
pa velmente errneo, da fixidez desse phenomeno,
qun o governo se estribou, para adaptar de pre-
ferencia a base metallica no gystema dos bancos
de emissio. e aventurarse ao rescate do pap !
moMa por urna complicagao de gravames e res
jonsabilidadcs. que boje pesara sjbre nos, to
Ihendo a liberdade da admnistragao, e obstruin
do nos 1e embarago serlos o caminho para o
regresso s boas normas scientificas, que, na
gerencia das flcangas do Estado, aconselham a
observincia das leis natura;s( a desconfianga
contra o rgimen da tutela oflicial as relaees
orgnicas ent'e o estado econmico e o estado
flnanceiro das nagfte?. O pre-tijio do encanta
ment dissipou s; rpidamente, apenas entra-
mos no dominio da verdade administrativa abe
as se r.tiiaram da scena os interesses jllegi
timos empenbaios cm dis:imular a reilidid''
severa .das-coua. Agora o que nos resta n
sensibilidade, cada vez mais viva, das ola
laboriosas deficiencia de eondiges nutritiv. s
em que a vida se Ihe3 .tropilla, e a pretsa dos
estabeleementos favorecidos pelos contractos de
empre-timos lavoura em absorver o quinh&o
ile beneficios sorteados a cada um, a appioxi-
miga do vencioiento das obrigagSescootrabWaa
para organisar esse vasto sophis.aa m tn o
the ouro e as clanes apparentem^te agraciadas
por elle pjr ultimo a liquidago dos desvarios
da agiotagem, criminusam^nte animidos pelo
governo extincto. Eis O que subsiste desse edi
(icio apnaruto-'O, levantado nos ut'im <- cinco
mezes do imoerio a poder de-sacrificios, rujo
fardo j romegarrros a sentir, sera qu experimente o mnimo eff-ito bemfazejo.
Relev pois, defno:iirar ao paz que a Rep-
blica nao encootroa senfco diffieul 'ates, corn-
protntesM imperiosas, contra os quaes
Dio filiara por certn na vialidad,- da noss". pa
tria meios para rea^.i- victoriosiune .te, mas que
tornam extremaintrn- arduo ea'e periodo 1
transigo, exigmdo no qu^ tm durante elle o
encargo do govt-ruo a ma ettMQO
e Imponlo a ais cotlatoragao de patii-t-mo, de ai.negago, de
b:m senso, d.' twvol nc a. de renuncia aos
nossos liaDlos l- 'i' ollo^oragao que a*
mais judicicsas meddm u^ministratlvas nao po-
deriam supprir.
Em 15 de Novembro conliava o thesouro em
duis especies de recursos para occorrer, nao so
s despezas ordinarias do exercicio, como aos
seus outros compromissos inevilaveis, iejai;os
esses alguns dos quaes j se achavam em parte
realizados, e outros se lhc ministramos dealro
em alguus mezes.
Os priraeiros constavam das parcellas seguin-
tes :
Impjrtncia do saldo cm di-
nheiro existente no Thesouro 1.373:630*^916
dem idem as descararas de
fazeuda 6.148:374*278
Quantia recolbida ao Banco Na-
cional do Brazil, saldo da se-
gunda entrada do emprestimo
interno conlrahido em virtu-
de do decreto n. 10,322 de
27 de Agosto ultimo
Importancia cxi3tentc na agen-
cia em Londres :
Conforme o o: ca-
rnelo de No-
vembro, sobras
do emprestimo
externo
Saques re m e t ti
dos
7 322:01052'i
2 674:531 980
A parte exlg.v I da divida'fluctuaste, compre
henda, na data a que se "refere osla expo-
sigo :
0 saldo da con la do Banco do **
Brazil 91:46033
Os bilhetes do Thesouro j ven-
cidos e inda nao apresen- ,
tados 27:5033000
O saldo di conla da "amara
Manicipa! desta idade, pro-
veU.cnte d,i compra de cam-
biaos 3.22i:5o3167
A importancia da primeira en-
trada aor cenia do ragate
do papcl-cnooda effe;tuadu
pelo Lau> Nacional d o
Bfiaii ^>*~*-

4.300:0003000
7J40133478
1.033 890
1.344 374
2.403.264
que ao cambio de 27 ds. por 13
sobem a
Quantia em mo do Dr. Salva-
dor de Mendonca, para acqui-
sigo de prata & 337.000 que
quelle cambio valem "
21 362:346*666
2 993:5553535
34.554:4443423
0 outro grupo de recursos abrangeria as ulti-
mas entradas do emprestimo interno, os saldos
dos depsitos e da renda nacional corresponden-
te aos mezes de Novembro e Dezembro e ao pra-
zo addicional do exercicio.
Desse emprestimo esto por ontrar anda G3%,
cuio recebimcnlo se vencer em 15 de Janeiro
(2(J"/.), em 15 de Fevereiro (25 /,), e em 8 de
Abril (20 %)
Da renia publica se avalia era importancia
superior a 28.000:11003 o que at o lira do exer-
cicio est por arrecadar.
Convm notar, pOrm, que a ultima ilesas
parcellas ha de satisfaer-se era apolices de 4
nos termos do contracto de 2 de Oulubro deste
anno.
Na categora da dlvi:'a fluctuante se inscrc-
vem depsitos que deixamos de incorporar na
addigSo cima consignada, porque, apeza- de se
pagarera quasi diariamenle, as suas contas dei
xam sempre sobras, que reeebem a applicagio
eslabelecida na le n. 628, de 17 de Setembro de
1851, art. 41.
A3 despejas com os estados ; flligidos pela
secca formam no orcamento urna voragem, cujas
exigencias impOera continuamente ao paiz sa
crincos indefinidos. Ellas reclamaui do gover-
no a mais severa attcngo ; porquanto, firmadas
como parece estarem, em urna situago de chro-
nicidade> perp..-tuada de anno a anno, e aecumu
lando ;ontinuamente sacrificios irreproductivos,
tornaram s urna causa permanente de desorga
nisagao orgamentaria, a que os mais prsperos
exercicos inanceiros nao poderiam resistir.
umpre que a poltica republicana, apenas con-
siga desenvencilhar se dos grandes problemas
que envolvem a sua inaugurago, brisque pene
trar seriamente s regiOes obscuras dessa parte
das oossas finangas e desabrir a esse problema
urna solugao miis .elligente e menos detri-
mentosa para os contnbuintes.
Dos crditos abartos sob essa consignago
pelos decret03 n. 10,181 da 9 de Fevereiro, e
10,215 de 20 de Agosto, na semina de.........
12,000:0003, restava, era 15 do Novembro, a ira-J
portancia de 346:4395275. Seis dias ante? fra
avallar o infinito de difficuldades que pesavam
sobre nossos hombres no dia immediato revo-
lugo, nao nos recusaro ajustiga de confessa-
rem a imprudencia, que commetferiamos, se,
esquecendo os interesses supremos de's3a tremen-
da conjunciura.a preservagio da paz, a estabi
lidade dos direitos adquiridos, a confl.nga nos
intuitos conciliadores da transformago republi
cana, levantaaseraos. immediatamente contra a
nova ordem de couss a legio immensa ds in-
teresses poderosos, opulentamente armados pelo
mercantilismo oflicial dos ltimos mezes da mo-
narchia. Antes de adeptar aovo rumo, cumpri-
ria substituir esse mecanismo Ilusorio pelo ve>
dddciro redimen de proteegao lavoura, eman-
cipando-a desse systeraa de tutela e mendican-
cia, organisando slidamente o crdito rural,
modelado no cxemplo dos povos onde se acha
scienticamente estabelecido o-rrelbor lypo de
seraelhanle refoi ma. Infelizmente ella nao ex
^sjuivel na medida da rapidez dos nosses dese-
jos. Mas podemos assegur^r vos que lhe have-
mos consagrado a mais assidua attengao e espe
ramos que nao ser infructif;ra.
Dos dados, que levamos expostos, se conclue
que, reservando se, dos recursos j realizados,
a importancia de21.362:346666, para asdeape
zds.do exterior at aomezdeJunho prximo
vindouro, e a de 2.995:5533555 para a compra
da prata que se tem de cunhar, afim de proce-
der se ao resgate das olas do thesouro de pe
quenos valores, resta a de 10 196:5423204, que,
com a de 28.000:8003000 da receila ainda cobra
vel no exercicio coi rente e a apuravel dos depo
sitosjnSo bastar para o cus,eio dos servigos or-
dinarios no ultimo perodo do mesmo exercicio
e para o pagamento em linheiro da parte exig
givel da divida fluctuante (3.340:5133478).
Teremos, po*3, de recorrer ao producto das
entradas do emprestimo, quer para completar os
meios neccssarios a essas despezas, quer para
soccorrer as regiOes flagelladas pela secca, c
auxiliar a lavoura, nos termos dos contractos ex-
istentes .
Quanto divida fundada e divida fluctuante
nao promptamente exigivel, 03 outros compro-
missos do thesouro dscriminam-se assim :
Diciia fundada Externa :
Emprestimo de 1863,
72.800
;. 280-800
6 260:900
Na sua totalidade, quanto ao anno que vai conce (ido um suopiemento d' 6,000:0003. Ora, a
Andar, essa renda, estimada, na lei n. 3396, de mais de 6,000:0003 se elevara, conforme a3 de-
24 de Novembro de 1888, em 147 200:0003, su- clarag0e3 dos autoridades competentes, as cen-
bir provavelmente a 151 200:000*. i presentan tas entregues, sob essa rubrica, s Thesourarius
do assim umexcessoyde 4.000:0003 sobre o or de Fazenda.
gado. O accrescjmo que se calculara pelo The-' 0 capitulo auxilios lavoura um dos mais
souro, no reiatorio do Ministerio da Fazenda graves no inventario dos nossos compremissos.
(p. 9), era 15.40fteOO, reduziose, em consc 0 ffinisterio 10 de Margo celebrou tres contra
quenciaj de nao-haver a arrecadagao, no se; ctos, destinados a acudir s necessidades da
gundo e terceiro trimestre, correspondido -do. agriculturs, obrigando se a concorrr para esse
primeiro, jde se ter adoptado, por maior pre-, firacom sub;idio3 em dinheiro no valor total de
caugo no computo da renda, emquanto ao se- 9,000:0033. Ampliando enormemente a entrada,
mestre a Jdicional, o valor da receita cobrada em que esse pretexto lhe offerecia, para penetr r
periodo semelhante no exercicio de 1888.. .. -' as sympathias da classe agrcola, Iludida e ex-
(7.409:7303877). em vez do que se obteve. du plorada, o Ministerio 7 de Jolino lancOu-se aven-
rante igual lapso .le tem00, no anno flnanceiro turosamenle par ess caminho de decepg5es,
de i88o1887 (9.167:5743049). contactando, cora 17 estabeiecimentos de credi
Afora as despezas estipuladas na !ei, a que ha to, o fornecimenlo de. capitaes aos lavradotcs.
pouco alludimos, de 24 de Novembro, as quaes mediante o syslema de concorrer o Estado cora
al o termo do exercicio devem passar de...... metale dos.auxilio?, que, ua totalidade desse"
40.000:0003, pesa sobre o Thesouro a necessi- actos euvolvlam o Thesouro ao comproinisso de
dade de acudir ao pagamento da parte exigivel conribuir.com a semaa de 86 000:000i000.
da divida fluctuante. aos enormes gastos extraor-
dinarios com a secca e s prestages que com-
petem a varios bancos em desempenho dos mn-
tractos celebra los para auxilios lavoura.
As obrig^es estipuladas conira o Thesouro,
sob esta rubrica, nos das do ultimo gabinete, e
a zona de aegao d.-sse conctirso podem-se de-
monstrar assim :
SOMB DOS BSTABELKailEN
TOS DB CRSDIT0
Banco do Brazil .
dem idem.
Banco da Baha
Bsnco de Crdito Real
do Brazil
Dito idem de S. Paci
Banco Predial.
Banco da Baha
Soc Gommercio da
Baha ...
Banco Territorial e
Mercantil de Minas.
Banco Industrial e
Mercantil do Rio
da Janeiro -
Banco Agrcola do
Bn.zil .
Banco do Brazil
Banco Commercial e
Hypoth. cario de
Campos.
Banco Provincial de
Mma--Geraes
BanoHypolbecarioc
Cmmer:ial do Ma
ranho .
Soeiedade Binaria
I/renense .
fl neo de Crdito R'a I
de Minas
Banco da Lavoura e
do Coramercio. .
Banco Colonizador e
Agrcola.
ZONA
Banco Commerci 1
Para.
do
Rio de Janeiro, S
Paulo, Minas Ge
raes c Espirito
Santo
Pernambuco, Rio -
Grande do Norte,
ParahybaeAlagoas
Baha e Sergipe .
Todos Os Estados, ex
cepillados os da
Babia e Goyaz.
G'yaz, Paran e S?
Paulo
Minas Geraea, Riod-
Janeiro e S.Paulo.
Bahia e Sergipe
dem idem.
Minas Geraes.
Espinlo-Saato, Minas
Genes, Rio de Ja
neiro e S Paulo
Alagoas Espirito
Santo, Minas Ge
raes, Para, Rio de
Janeiro, S. Paulo e
Sergipe.
Espirito-Santo, mi
qbs Geraes, Rio de
Janeiro e S. Paulo.
Campos
Minas Ge-aes.
M.iranho.
S. Paulo.....
Minas-Geraes.
Minas -Gerac*. Para,
t-enambuco.Ui idi
Jauiro e S. I'au o
S0MMA DESTLNiDA
AOS AUXILIOS
;
QUOTA SCPPRIVEL
PELO THESOUBO

12.000:0003000
3.000:000^000
3 000:OOQ<000
18.00O:O003C0O
E-pinto-SaOlo, Minas
G>T..es. Paran Ri
de Janeiro e
Paulo
S.
Para
40.000:0003000
10.000:000300"
4 0^:000300i
6 000:000000
3.000 0003000
3.000:0003000
4.000:0003000
20.000.0003000
16.000:000'000
2.000:0003r,00
4.0-0:0003000
2.000:00-1. 000
2 000:0003000
4.000:0 0300"
40 000:0003001
10.000:'005000
2.000:000'000
172 000:0 03'100
.
.000:0003000
1.500:0003000
1.500:0005000
9.000:0005000

IMPORTANCIA DA
PRE8TACAO
.
20.u00:0003000
5.000:0005000
2. iXK): 0003000
3 000:0003000
1.500:0005000
1.500:0005000
2.000:0005000
1 \
10.000:0005000
8 000:0003000
1 000:0003000
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1.000:0005000
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2.000:0003000
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5.000:000e,000
-.000:0003000
86 000:0005000
300 0003000
250:0005000
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300:0005000
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00.0005000
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100:0003000
200:0003000
5 000:0.0000
230:00050UO
250:0005000
A oiten a e seis mil eolitos, dos qu.es
uia 15 de. Novembro ja se tinnam di^euibolsado
viote e seis mil CP'ito e cinc ota, avulia, poin,
a rama dos sacrificios Hp|>arentemenie desuna
dos a 80CC. ner a agri.uliura, no syslema de
finangas estabeleei'lo pelo ministerio que se
pipo/. btvaco da mona-cha, e que Ine con
-unimou i ruina. A -iiu:ga la lav> u^a nfto re
ci-b<-u. entretanto, nessa oig m o menor ii.elho
ramelo. Outros interesse prospeiaram som
ue
ili limidd em as cuntas uo lera d-ixado
si, na tasluria econoiuica '"o |>au, outros vesti-
gios mais qu-' o fardo de cento e aove mil ion-
ios, em que a transaeco se iruduz para o erario
nacional.
nem quizramos nos desde o [iriraeiro mo
memo winocar essa-fou e de aootOSi e extirpar
rad calmete es.-e sophisuia, cujo prestigio e n-
bular eco. vo as esperangas da lavoura emba
hida. Mas aquelles que consuliarem a
bra desse artificio; e essa operago, quando se experiencia das cousas humanas, procurando
juros de 4 1/2%
D1I0 de 1883 idem.
Dito de 1888 idem..

Dito
4'
de 1890, juros
, (converso)..
de 27
10 619.300
19.800.000
30.419.500
ou, o cambio .
d. por 15......... 270.395:5553555
fnVrna :
Servigo em ouro ou cm moeda Servigo em
corrente ao cambio de 27 moeda cor-
por 15000 rente
i o. b a. B c-. c = M
.*Q.oa.o. cs^3.S
- : s*-*:0 le-o*
i5r
Su ecos-
t i. ~J 00
'-i sr
&s So.
es T So
\ ~
.

ao
O


SI

-
Divida fluctuante :
Divida inscripta no grande
livro e nos auxiliares e di-
vida anterior a 182%.
Saldo do fundo de enttnni-
pago
Emprestimo do cofre de or-
phSos
Conta dos depsitos das Cai-
xas Econmicas
Ditas idem do Monte do Soc-
corro
Ditas idem pblicos
Dita3 idem de diversas ori-
gen3
Conta dos bens
de defunto?
e ausentes-
Parte que se
presume
presCripta ..
Papel moeda
em circula-
gao. ...
Impar lancia
empresta d a
a estabeleci-
;atnt03 d e
crdito nos
t e r m o 3 da
da lei de 18
de Julho de
1883.......
309.2605381
12 622:3085776
14.989:639*366
25.712:194 -'303
986:4533449
1.226:2705804
17.344:0373449
4.410:13857;!
1.770:7203882
179.371:1665500
2 639:4175899
5.100:0003000
____________174.271:16633.0
250.300:7693127
Reuniudo se fls diversos iteins d03 compro-
ou da divida passiva do theiouro, ter-
missos
se ha :
Divida fluctuante mais prom-
ptamente exigivel
Dita idem cujo pagameuto
ou converso p.'e ser de-
morado
Dita uidadaexler a ao cam-
Dio de 27 d 15000
Dita idem interoa
7.840:oi35'i78
250:300:7695127
270 395 5553355
543.585:3005000
1.072.122:1383 '.60
Em cootrapos'Cfto a esta importancia, de 111
milhao e setenta e dous milcontD3, que rep esen-
la o pvssivo nacional transmitido pelo an'igo r-
gimen no novo, temos apenas, em divida activa
de iiifilcil colnaitga :
Os einpresmoi foitos Re-
publica do Uruguay, capi-
lul e jur,
Seis letras uz it-is por Tra-
\assos Patti (t C, |.'la ven-
da da va tenea da As-
sumpgo
A i:a- meatos de (Jarantia,
a 2 /0 as vas fierran da
Baiua, Pernambuco e Sao
Paulo
Var Os ulpostos linga .'os
18 889:5925470
l:6383980
7.951:903*915
24-673:4313574
60759:566*949
Avantuja se, perianto, a um milhao de contos
de ris a so mina do debito nacional, que nes dei-
xou em herinca a tnonarekia. Essa enorme ad-
digao orga pela da receila do Estado no decurst
de quasi sete amos, computando se em cento e
einecenta mil contos de ris a nossa renda an-
nual. Seria preciso, pois, saperpr sete orca-
raentos para vence* a altura desses compromis-
803, os quaes esto longe de cifrar em i todas as
nossas responsabilidades, urna vez que a temos
.tambem do outro genero, em escala mui consi-
deravel, as garantas em que se acha empeoba-
da a fe publica em relago a importantes com-
mettimentos de varas ordens.
Fica sabendo assim o paiz o que deve, por es-
te lado, ao rgimen em boa hora extincto, a qua
poucas saudades tem elle direito da parte das
classes cujo trabalho promove a industria, opa-
lenta as fontes do impoto, e desenvolvea rique-
za geral.
Ao mesmo tempo vem sta fgao a "nonio, para ""
servir de advertencia repblica naseente, e
com especialidade aos seus fuodadores,'r^ujo
exemplo n5o pode deixar de influir no typo dos
nossos futuros costumes, afim de que salamos
evitar esse escolho da prodigalidade, que to
profunda e fatal attracgo parece exercer em
nossos tempos sobre a poltica das democracias.
Cortemos enrgicamente as despezas. Elimi-
nemos as repartigOes imitis. Eslreitemos o m-
bito ao lunccionaiismo, reduzindo o pessoal e re-
raunerando-lhe melhor os servigos. Fortalegamos
e moralisemos a adrainistragSo, norteando es-
crupulosamente o provimento dos cargoseo Es-
tado pela competencia, pelo merecimento, pela
capacidade. Limitemos as aposentadoras aos
casos tasados na le e, fra destes, apenas s
exigencias mais imperiosas de urna selecgo se-
vera. NSo multipliquemos as pensOes, em que,
gotta a gotta, se podem avolumar torrentes de
despeza arruinadora. Cinjamo-nos, na creigao
de servigos novos, necessidade absoluta, for-
cejando, quanto ser possa, para que a cada par-
celia na columna do3 sacrificios corresponda
urna verba compensadora na das economas. Fu-
jamos do filhotismo republicano, transfermago
immoral e funesta da antigo nepotismo monar-
chico. Nao contribuamos para continuar a mau-
ter, sob as novas instituigoes, os hbitos de urna
nago de pretendentes. E, se procedermos -as-
sim, teremos meio caminho vencido para a Te-
forma das nossas finangas, a reconstituico do
nosso crdito e a fecundagSo das nossas forga3
itaes.
Nao nos basta, porm, ser austeros*. Carece-
mos, nao menos imperiosamente, de impulsar o
espirito de progresso,. Nao nos encerremos ca
theorias estreitas de certos utopistas, notaveis
pela intransigencia do seu faratlsmo e pela sua
incapacidade na pratica das cousas humana,
que preteudem modelar o mundo por formlas
abstractas, nunca experimentabas, querem re-
duzir o papel do Estado a urna perpetua descon-
fianga contra as maravilhas das grandes ofgani-
sages iidustriaes, e negamTmantagem,mar a
nages, da interferencia discreta" da administra-
gao, provocando, aeorocoando, favorecen do os
emprehendimeDtDS do capital, da riqueza aecu-
mulada, das grandes agglomerag5es do traba-
lho ao servigo da intelligencia, da fortuna e da
ambito temperada pelo patriotismo. A pasta da
agricultura, auxiliar inseparavel da das finangas,
tem, neste momento, entre n3, funeges, que
reclamara a mxima actividade, a mais alta 1::-
tuigo das eondiges do nosso desenvolvim ento
material, o maior arrojo no encarar 03 proble-
mas a confianga mais viril nos recursos do paia.
A grande naturasago e a liberdade religiosa.
sao instrumentos prodigiosos para a reeomposi-
go da nossa iiacionalidade debilitada pelos vi-
cios da mcnjrchia, que prolongava parastica-
mente entre nos os hbitos da vida colonial.
Mas es- es dous reconslituintes moraes deman-
dam urna vigorosa collaboragao dos poderes do
Estado, ao menos nos primeiros annos da repu- "
blica, afim de que a iraraigrago europea comece
a cavar neste* paiz o lveo largo, estavel, profun-
do, por onde corra depois caudalosa, fertilisado-
ra e crescente. Minas e especialmente S. Paul
acabam d mostrar noj como essa poltica vence
lodas as Jilnculdadcs e neutralisa os effeitos rui-
nosos das mais graves mutagoes sociaes.
Nao temos que oppor e impassibilidade da
abstengo systematica ao impulso dos melhora-
mentos materiaes, a iniciativa das grandes em-
presas. Antes, nunca necessitmos tanto dellas;
O que curnpre, extremal as do elemento torpe,
cuja msela as desacreditara. Mas nao seria dis-
creto levar a precaugo contra elle ao ponto de
cabirmos no systema da miseria, da suspeita e
da tnveja elevadas altura de prograraina de
governo. O paiz lucro com a formago das graa-
des fortunas, como com derramamento da rique-
za pelas classes populares. -:ao dous modos pa-
ralleLs do desenvolvimento nacional, que con-
vera animar simultneamente; oque com tanto
mais facilidade nos ser possivel, quanto somos
urna nagao ainda sem proletariado, socialmente
democratisada, onde as mais altas vic'.orias do
trabalho e ts mais cobigaveis situagOes indus-
triaes sao accessiveis, sem os embaragos tri-
viaes entre os povos antigos, intelligencia, ao
tino, perseveranga, ao carcter Ao E-tado,
nesta pbase social, cabe sem duvida um grande
papel le aclivi Jane creadora, acudindo a todos
os pontos onde o principio individual reclame a
cooperado supplementar das forgas conectivas.
Se nos soubermos inspirar oestes rudimentos
de senso commum, applicalos s ne:essidades
do momento, nao haver motivo de assustarmo-
nos ante a sorama de embaragos que o redimen
transacto noslegou. Contra esses embarag.is te-
mos, de mais a ma3, recursos incoramensura-
velmenle superiores na fortuna publica e parti-
cular do paiz, as ferro-vhs nacionaes, na im-
portancia das fazendas estancias, edificios e ou-
iros proprios federaes, nos haveres de rada es-
tado em creacSo pastoril, em cultura agrcola,'
em productos natunes, em trras devolutas. S
a propriedade predial, na capital da repblica,
se avalia appruxiinativaraenle, segundo o com-
puto Jos mi ostos, o qual alias a deixa mui abai-
xo da realidade, em um capital superior a 6.000
contos di ris NJo somos, porhnto, urna nac&o
em estado de indigencia. Temos sobejos ele-
mentos de confianga quanto ao futuro. '
Carecemos, porm, de boa administracSo, fir-
me e integra circums.iecta e audaz.
Em miteria fin-mceira, os castellos do antigo
rgimen, levado ao cumulo da sua expanso sob
o gabinete 7 de Junho, esboroarara ae todo em
todo. Os fado; acabam de julgar essas medi-
das fascinadoras, que lludiram a tantos espi-
los esclarecidos. Mediante os segredos facis,
de que para esse lira di.-pera iodos os govtfrocw;
a admmistrago consegua elevar o cambio a'o
par, cima do par; e sobre essa base ficticia,
imaginaria, transitoria se constituio ludo o que,
devando compor a gloria daquella situago, coa-"
vciteu se na peior espeoic de embaragos para a
actual.
O cambio nao pode manter se ao par, seao
sophisticamente, em um paiz t-n.de o c.infronlo
entre, o activo eo passwo, no movimirnto cnov
mercia e monetario com o exterior, nos mostrar
va. ainda ha dous anuos umd fic mil coutos, que corresponde a 23 % da nossa
circu'ago fiduciaria. As finangas da salvago
da monarebia assentavam, pois, sobre urna falla-
da palpavel.
A repblica j demonstrou que poleria perpe- .
taal-a, $e fosse conveniente ou legitima, a per-
manencia desse systema em um rgimen de sia-
ceridade, qual deve ser o republicano. A baixa
do camoio nao nos intimida, p >is, m-m nos sor-
prende. Bem sabemos at que altura contribue
para esse resultado a especulago, cojos gentes.
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SKSEiE
Diario de Pemambuco-Quinta-feira 9 de Janeiro de 890


nao notnos e at?uus dos quaes deven) receber
opportunaniente a repressao que couber as for-
ri do governo, on at que ponto o oheaaiaso o
resultante da tusas oaturaes. B*tas*aoas
mesmas que exMam san o Mstam-pasando;
e a prova da >, paro as aggramr, coa aada
eoncorreu a tiaaatortaaaln repubUsaaa, esdkem
qu traospuzeraas o saauwriodo inan KiMro
so, 0.5 seus primeiros liiila dias; aaeateriaa in
alterada a laxa ave reeeasraaros daanaagaaen
cerrada a 15 de Novarobra. :Su bausa mavos
saturaos agora para a deprauiaciofc caabio,
muito mais serios fcsreriu nuqaemaaas. 0 1
perianto, pt-rdea o spu n'igo prestigio ; o a ora
admioistrago pode enea ral -o, como quera I lie
conhece as ongeos hoje descobertas.
Nao um mal, antes u* bem. O mal esta-
r na lluso, em que entretinha o espirito pu-
blico a poltica pbantasiosa da monafebu Aquel
les qu contestavam ao ministerio Ouro Preto i
opporiuoidade do resgate, incitado entre glor
ficaces delirantes, esto vendo jonflnnar-se Ibes
o prognostico A emisso sobre base metallica
est condemnada pela contra prova mais decisiva.
Os bancos emissores retrahera se cautelosamen
te, pondo a boin recato o seu rastro. E se o nao
bou vesseui feito, se liaanawn toncado aabir ax
anas notas, dando-Ibes a expanso legal corres
poudeule ao triplo do valor dos seus depsitos
em ouro, o mercado monetario ecoramercial
estara boje coherto de rumas. Nao se teria es-
tabeledo. porra, essa evidencia, se o governo
repablicaoo nao preferase a verdade leal aos so
pbiamas da vaidade, e persistase em sustentar
o cambio com o pulso do Estado.
O cambio firmar se ha espontneamente ao
par, quando a prosperidade nacional o levar a
esae ponto, de onde nao lograra? abate! o espe-
culaces particulares. So entao sera realmente
pos3ivel. til, duradouraa norinalisagao damoe-
da pela exlincgao do papel incooversivel. Nao
serio precisos muitos auno-, para chegarmos a
esse termo ; e comecada opporlunamente, a sub
sti uigo consummar-se-ba sem esforgo, sem in
terrupgo, nem regresso. Nesse meio tempo,
entre.auto, au nos parecera impossivel estabe-
lecera formula natural da nossa circulago l tu
ciarla, asseniando a em base eslavel e justa.
A praca alravessa neste momento urna crtse.
Mas esse facto pertence anda ao espolio da rao-
oarebia. Sob a influencia do gabinete que a
perdeu, convertir se aqui o mercado financeiro,
a alanos meses, em urna praca de tavologem,
onde se celebraran) luz dodia as especulares
mais insensatas sobre todas as especies de va-
lores da balsa. O ttulos mais duvidosos, mais
vaos mais oullos. tiveram sotiflSas lisonjeiras ;
as empresas mais incertas, mais inconsistentes,
mais fantsticas acbaram crdito, applauso, avi-
dez As accoej de bancos e companhias de todo
o gen>ro ascendiam ao triplo, ae quadrnplo, ao
Juiuuiplo da sua importancia real. Os hbitos
a nossa corretagem.as facilidades do systema
de comprar e ventera longosprazos, a cotiflanga
indiscreta em urna poltica de ttaeatralidades ap
paratosas favoreceram esse movimento, que se
superagsu at ao delirio. Nao imnorttfva a na-
tureza do titulo, a situacao do vendedor ou do
comprador, a seriedade do intermediario : as
offertas mais desatinadas aihavam a mais ara
pa e cega procura. A liquidagio dessas trans-
aegoes devia ser inevitavelmente lastimosa e des-
truidora. A differenca entre a importancia eSe
diva dos valeres permutados e o seu preoo con-
vencional ha va e resol ver-se forzosamente,
as raaos dealguns dos sens negociadores suc
essivos, em prejuizos, cojo alcance devia cor-
responder s vuniagens apurajus pelos especu-
ladores mais habis no jugo c mais apressados
o ajuste de suas contas.
Querer evitar esse desenlace fra, a nosso ver,
leviandade e crime. Quaesquer medidas que para
use lira adoplassemos, redundariam em risco,
tu damno consideravel taivez para o thesouro.
em produzir outro resultado mais que adiar a
ditlcutdade, transferir o perigo de urnas para
ulras mos e radicar os vicios da joga'ioa pri-
vilegiada pelo estado. Sustentar o crdito dos
litlos do estado era o mais que do governo se
poderla exigir; e foi o que lizemos, lanoandt
nao. para esse lira, de emprestimos ao BaHcodo
trazil e ao Banco Nacional, sob as normas da
lei de 18 de Julno de 1885.
Queriam, porra, de nos que acudisseraos aos
papis particulares exageradamente valorizados
pea cspeculago, proporcionando a estab.-leci
entos de crdito, ou a corretores, somuias ex
trauidas do thesouro, sob a forma de emprsti-
tos garantido: e liscoJisados, para facilitar o
movimento de cauques sobre essa Glasee de t-
tulos. Res.stimos a eseas suggenOes empricas,
ao obstante a sua asistencia, a sua habilidad?.
a au'ondade da sua procedencia, i in-pir.-c-io
patritica de alguos de seus autores. Resist
nos como em um caso de oonsiwucia. prrsua
dido de que prevaricaramos ao nosso de ver, se
procedessemos de outro modo.
Seria o mais periguso dos precedentes, se as
Moani'-is republicanas se oaracterisassara. aos
- seus priuieiros dias, por esse grosseiro e uept.
socialismo de Estado cuja defesa frita va *e-
suer a invoe-uao razoavel du A-iu publico,
apoiando-Ihe nicamente as preteiigdeso pamc >
dos interesses oiedrontados v*"la omOra dos
seus proprios erroe. A soninsa de damno se a
imiamente diminuta, para interessar seasivel
mente a sitnac.au. O cummercio jodicioso e ho-
esto t-anspora inclume o incidente, de que ja
vemos primeuu amostra, sob a meoarcbw, na
liquidrteaj de Outubro. E a nossa abstenc&o
Mrme no coa Hielo das especulares traja r urna
profiifl la linba divisoria entre as finanzas do
imperio e as da repblica.
Rio de Janeiro, 28 deDezembro de lH8).-tny
Barbosa, ministro da fazenda.
.overno da provincia
BXl'KDIENTE DO DA 9 BE .XOVEuBRK DE 1889
Actos :
O conseiheiro presidente da provincia re
salve nomear o uaearel PraKeJes Brederodes
de Meudonca Vasconcellos, paraeaercer o cargo
de promotor publico de Aguas Bellas.Fizeram-
se as neeessarias communicafss.
O conselbeiro presidente do provincia at-
tendeodo ao que requereu o alfares da 2* com-
panhia do corpo de polica Jos RabeUo Padilha,
resol ve conccder-lhe i meaes de liceaca, com os
veucimentos a que tiver direito, para tratar de
sua sade, devendo o peticionario entrar no
goso da referida lieenga ao praso de 60 dias.
0 conselbeiro presidente da provincia re
sol ve transferir para GameHeira do Buique, com
a respectiva prolessora, a cadeira do sexo mas
culino do Rio Doce no Brejo, restabelecida por
portwia de 26 de Oulubro ultimo, visto exist
rem duas cadeiras na mesma localidade, sendo
a outra com a denominado de Riacho Doce, e
aver sido transferida a cadeica mixta existente
em GameHeira do Buique.
Oflicios :
Ao Dr. ebefe de polica. Fica V. S. auto
risado para transferir a eslagao central da guar
da cvica para o predio, pertencente San'a
ftasa de Misericordia desta capital, situado na
ra do Sol n. 11, mediante o aluguel de 704000
men;aes. O que Ihe declaro para os devidos
ffeitos e em soluco de seu ofli;io n. 1,283 de
17 do corre nte mu. Remetteuse copia ao ins-
pector do Ti escuro Provincial.
Ao director do Arsenal de Guerra. Con
forme bolicheo o commandante das armas em
#ffi:io de bontem, sob n. 1 i98, providencie V.
S. para que seja ferropeado o soldado addido ao
14 bataihao iie infantaria Hanoel Jos de 01 i
veira, que se a cha cumprindo a pena correspon-
dente ao crime de 2a duserco simples. t.om-
umnicou se ao commandante das armas.
Ao inspector do Arsenal de kfarinna. Au-
toriso Vmc., conforme solicita em officio de lion-
tem, sob n. 65, a designar os operarios desse
arsenal mencionados no dito officio, aflm de tra-
balbarem amanb na substituico do forro do
fundo do patacho Guararapes. Communicou-se
ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Ao Dr. juiz de direito da comarca de Be-
lerros.Venha Vmc. a esta capital, por motivo
de servigo publico.
Ao juiz municipal e de orphaos do termo
de Floresta. Rexnnmendo a Vmc. que, com
toda brevidade, d andamento ao processo do
reo Pedro Martios Jos de Souza, pronunciado
esse termo e actualmente recomido a cadela
a villa de Flores.
O mencionado reo est preso desde 16 de Se
tembro de 1888, e para qne nao continu a ser
prejndicado em seos direitos, a Vmc. compre
reqoJsital o, aflm de ser ra^mettido a julga-
tento.
' Ao mesmo. Recommendo a Vmc. que,
com toda brevidade, d andamento ao processo
do reo Manoel Raymundo de Siqueira, proaun-
etodo neaaetonw ptt am* detooz&tiva deasor-
te, e actualmente reealMo i oadau da vHade
Bores.
O maniosBiB reo mtk jjh desde la de
kril deifi, e para fw alo minu ser
pMjudHMo b seuiiiaoa, a Vmc. aacapn
Mquiatal o, *m os ar abaHItido a jlga
km juiz nranieipl e.deorpfcaos do termo
e Tr'mmmtm. RttaaBauaeado a Vmc. ajae, com
, tsda bi insdidi, dv aad ento aos proceanos dos
reos Manoel Nogueira da Silva, Manoe! Maurieio
da Silva e Manuel Juo dos Santos, pr monda-
dos nesse termo e actualmente recolaudos 4 ca
deia da villa de Flores. E para que elles nao
cooiinuem a ser prejudicidos em seus direitos,
a Vmc. cumpre requisital-os, aflm de seren
submettidos 4 julgamento.
Ao mesmo. Reonmmendo a Vmc. que
com toda brevidade d andamento ao processo
do reo Manoel Mauricio da Silva, pronanciado
nesse termo e actualmente recolhido a cadeia da
Villa di Flores.
O mencionado reo sti preso desde 23 de Ju-
Iho deste aooo, e pora que nao continu a ser
prejudicado em seus direitos, a Vmc. compre
requisiial-os, atitu de ser submettido a julga-
mento.
Ao juiz municipal e de orphaos do termo
de Leopoldina. -Recommendo a Vmc que, com
toda brevidade, d .m-lamento ao processo do
reo Jos Mara de Almeida. pronunciado nesse
termo por crime de roubo e actualmente reco-
lhido a cadeia da villa de Flores. O mencionado
reo est preso desde 1 de Dezembro de 1888, e
para ouj nao continu a ser prejudicado em
seus direitos, a Vm. cumpre requisita! o, aura
de ser ubmettido a juatic.
Ao juiz municipal e de orphaos do termo
de Garannuns.Recommendo a Vmc. que, com
toda brevidade, d andamento ao processo do
reo Juo Ferreira Leite, pronunciado nesse ter
mo por crime de bemicidio e actualmente reco-
lhido cadeia da villa de Flores O mencionado
reo est preso desde 6 de Outubro de 1888, e
para que nao continu a ser prejudicado em
seus direitos, a Vmc. cumpre requisita! o a!i:n
d; ser submettido a jnlgamento.
Ao juiz municipal e de orphaos dos ter-
mos reunidos de ngazeira e S-Josdo Egyp
to.Recommeudo a ue. que, com toda orevi-
dide, d andamento ao processo do reo Jos
Goicalves do Nascimento, pronunciado no termo
de S. Jos do Egvpto e actualmente recoibiio
cadeia da villa de Flores.
O mencionado reo est preso desde 23 de Ju-
nbo deste annoe para que ao continu a ser
prejudicado em seus direitos, a Vmc. cumpre
requisita! o. alim de ser submettido a julg
ment.
Ao juiz municipal e de orphios do termo
de Flores.Reccromendo a Vmc que, com
toda brevidade, d andamento ao processo do
reo Joo Feiippe de Oliveira, pronunciado nesse
termo e actualmente recolhido cadeia dessa
villa.
O mencionada reo est preso desde 20 de Se-
tembro deste anno. e para que elle nao conii
nue a ser prejudicado em seus direitos, a Vmc.
cumpre providenciar, para que. nao baja demo-
ra em seu julgamento.
Ao juiz municipal c de orpbos do termo
de ngazeira.Recommendo a Vmc que, com
toda brevidade. d andamento aos processos dos
reos Pedro God de Vasconcellos, Luiz Romao
da Silva, Manoel Vicente da Cruz, Luiz Jos de
Oliveira, Vicente Ferrara Lima, Joaquim Bap
lista de Lima e Vicente Alexandrino, pronun
calos nesse termo e actualmente recolidos
cadeia da villa de Flores.
E para que elles nao contiuuem a ser preju-
dtcados em seus direitos, a Vm. cumpre requi-
sita! os, aiiin de serem submettidos a julga-
mento.
Portaras :
Os Srs. agentes da Companbia Brasileira de
Navegaco fagara transportar corle, per conta
do ministerio da guerra, o capilao do 14" bata
In&o de lofantaria, Jos Roma de Abreu Lima,
que segu para all aura de ser inspeccionado
de saude, de esnf jrmidade com as ordens do re-
ferido ministerio. -Expedio-ae ordemao inspec-
tor da Tnesouraria de faaende para mandar
aju3tar contas e communicou se ao commandan-
te das armas.
0 Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao &. Francisco d passagens, por con-
ta da provincia, da estago de Cinco Pontas
de-Una, s pragas do corpo de polica Jos Fer-
raz da Silva e Francisco Nones da Silva, que
destacam para Villa Bella
Mutntis mutandis ao encarregado da esta-
go de Palmares, da di at Garannuns.
O Sr. gereute pa estrada de ferro do Re-
cife a LHnoeiro d passagem, da estago do
Brum a daquella cidade, por conta da provincia,
a praga do corpo de polica Augusto Olympio
da Coila, que iestaca para Jatob de Tacarai.
XPKDIKNTE DO DR. SECBBTAB10
Oflicios.
Ao inspector daThesouroria de Fizeada O
Exm- Sr. cooselhei.o presidente da provincia
manda submetter a V. S. a inclusa ordem do
Thesouro Nacional n. 176.
A' miaba ordem, Elvira Francisca Gomes e
Jos da Costa Freir, alienadas,, mm dnalina ao
azyto* iHasteeira.
JT aOmm-o De. ztelopsk) do*> diMo do
capilBt, BmtHo Mam. dnaqpirk
vmtrm&mm-Q dMstuMK.
A'oriten do snMa^Btt do R
MarrefcMcni Httmfj, m requeiiniutB do
consol flez.
A' rlem do do dakct dm Batista,
OlympioMarqsw Psnsn VsDotnes iattlva,
por erabria(pie daMBrbtoa.
Mtem.dBs l^tiowBda ttnre-e iro -Ca-
minlio Novo, travaram se de razes Manoel Joa-
quim Carneiro e Joo Ferreira Leitao, resultando
sabir este ultimo com um ferimnto grave na
cabega.
Contra odelinquente.que evadio-se, procede-
se nos termos do inquento policial.
No dja 26 do mez ultimo, em trras do en-
Senho Santa Rila, do termo de Serinhem, o in-
ividuo de nome Manoel Florencio de Araujo
travou se de razoes com sua propria mulber
Joanoa Mara da Conceigao, ferindo-a em segui-
da com um golpe de folce.
Abrio-se inquerito contra o delinquente, que
foi preso em flagrante.
De ordem do Dr. delegado do 1* districto
da capital, foi hoje recolhido 4 Casa de Detengo
o reo Vicente Jos da Annunciago. pronunciado
na comarca de Olinda como i ocurso as penas
do art. 193 do Cod. Crm.
Entraram em exercicio : Jos Amancio de
Lima, delegado do termo de Pesqueira.
Alferes Frederieo Augusto Paes Barretto de-
legado do termo de Panellas.
Sade e fraternidad* Ao brigadeiro
Jos Simeao d Oliveira, mui digno go-
vernador provisorio do Estado de Per-
nambucoO Chefe de' polica interino,
Jos Izidoro Martitu Jnior.
Rccebedoria do Estado de
l'eruaniliiico
DESPACHOS DO DA 7 DH JASEIKO DE
1890
Victorino Alves de Souza.Informe a
1.' seccSo.
Maria Francisca da Silva.'- Certifi-
que-ae
Francisca Rodrigue* Vieira.Collete-se
e publique-se o valor locativo da collecta.
Justino Teixeira de Moura.Deferido
de accordo com a informacSo.
8
Joaq'iim Pereira de Almeida, Antonio
Ferreira Prente, Joao Vctor Alves Ma-
theus e Ernesto & Leopoldo. Inform a
1.a seceso.
Carpinteiro Pires & oL e Manoel Fran-
cisco Ribero.A' 1.a -seccSo para os fins
devidos.
Jo2o Qonsalvea Torres.Deferido com
relacSo ao 2. semestre.
Hermann Lundgren & C.Deferido,
em vista das informarles.
governo provisorio central j tivesse delle co-
to.
pr isso acoHMa osa pasan e qoasi
idade a pubiioac&o do orai) cathelico
a4srde conlirmada polas danos da esdade
{poder federal, a atteajjio pabttoa datove-
njapreciagao do modo sneepcioaol cape foi
mandada publicar a re*osjacio do decreto e na
da Matara deste, qne* muito diversa dada se-
para* da igreja do Mala do.
sando nos proaaactaaos obren aotodo
Dr. Textro Tavares, dissemos com toda a fran
queza que assaltavam nos .duvidas sobre a com-
petencia dos governadores doa Estados para le-
gislar sobre liberdade de cultos, que nos pare-
ca entrar as attribui;5es do poder federal.
Foi isto ha bem poneos dias e as razoes em
que nos firaavamos certameute ainda nao fbram
esquecidas pelos que nos leram.
Enunciaino-nos daquelle modo, por dever da
nossa raisso e pela les Idade que nos corra de
fallar com toda a iseng&o a um governo, a que
dirigamos palavras de syrapattaias e a cuja po-
ltica patritica e de vistas largas adheramos.
a ordem transmtida pele eefe do lisiado,
depois de conhecer a integra do decreto, se-
gundo correte, vem dar nos razo.
Nem por lsso, migamos cot ella, porque es
tamos acostumades a assistir ;. observancia de
certas regras, no mecanismo poltico, e deseja-
vamos que, no mesmo periodo anormal que atra
voseamos, ellas nao f os sem postergad is, porque
sao necessarias e salutares.
Vimos ferido alem disso c principio da au-
toridade que julgam'os capital em qualqur for-
ma de go erno, a bem de interesses da maior
consideregao.
Cear
Dalas at & de Janeiro :
Por acto de 31 de Dezembro foi reformado o
corpo de polica, ficando denominado Corpo da
Seguranga Publica, com o estado effectivo de 6
companhias, 1 teen te coronel commandante, 1
major Oscal, 1 capito ajudante, 1 amanto quar
le mestre, 1 dito secretario, 6 ca pitaes, 6 leen
tes, 12 alferes, 1 sargento ajudante, 1 dito quar-
tel-mestre, 1 dito secretario, 1 corneta mor, 1
mestre de msica, 20 msicos, 6 primeiros sar
gentos, 24 segundos ditos, 72 cabos, 600 solda-
dos e 12 cornetas.
Por acto de 4 de Janeiro foi dissolvida a
Cmara Municipal da Fortaleza, sendo creado um
Conseibo de Intendencia para substituil-a.
Forara nomeados membros do Conselho de In
tendencia Municipal, os cidados : Dr. Jos ?rei
reBizerrl Fontenele, Jos Correia do Amaral,
Dr. Joo Marinho de A .drade, Martinh'o Rodri-
gues e Joo Lopes Ferreira Fillio.
A cada um dos membros do conselho foi mar-
cada a gritificago meosal de 200.1000.
Em balaago dado a 31 de Dezembro na
Tbesouraria de Fazenda, veriicou-se a existen-
cia em caixa de 879:7931483, sendo :
est illesa em toda a ana plenitude; os
que estad Sanada liberdade aio on sebas-
tianistas ceaspaorea, que aonhnm com
um estado de pansas impossivel e que s
podem [iiainiii os cerebros doeotios e
apaixonadan.
A liberdade da impraasa est tanto em
sua plcnitaie, aae a Tribuna deapade-ne
do publica acraaendo vm artigo violento,
no qual diz *pm o governo omnipotente,
e intolerante e que receia das classes mi-
litares, que mais o assustam.
De que pode receiar o governo das clas-
ses militares em qnem contam inteirarnen
te governo e povo, e que representam o
elemento da ordem e da paz publicas ?
O ejercito e a armada constituem hoje
umapoio seguro do governo, que tambera
se apoia fortemente no povo, capaz de
derramar o seu sangne pela Repblica,
qne veio fazer o felicidarle da nossa pa-
tria.
A liberdade da imp.-ensa nSo fo suff)
cada e nem o ser, e tanto que todos os
jornaes continuam em sou exercicio pa-
tritico deencaminhar o governo, auxilian-
do-o cora os seus conselhos ; suffocados fo-
rara os conspiradores, aquel les que ike-
ram partir para Taubat um amista-
rlo, mandando dizer que as cousas aqui
se preparavam para que voltassem ao po-
der os sebasiiaoistas, o que se conseguira
em breve.
O Estado de S Paulo, porm, nao acre-
diten, embora ae passasse a aenha aos de-
fensores do rgimen decahido, procurando
minar eonsjiencias onde s havia princi-
pios.
O decreto contra a conspiragao e os
conspiradores que n3o souberam collocar-
se ao lado da resistencia material no mo-
mento do perigo, de vem quebrar a peona
tnti patritica, para nSo vela transforma-
da em latego infamante, inscrevendo na
fronte amaldigoadao eajEgmi de traidor
patria.
appirecerem, fue o governo deve ser sever0
e8t disposto a isso, e ter o applauso de toda
* gente sensata e patritica
O anno da jrrande crise termina amanb. 0
Brasil rematan na America, no centenario da
grande revoJuoto, a obra grandiosa que a Fran-
ca rniciou em beneficio datamanidade e cus-
a do-zangue de sens filbas; mas cem annos j
-sao alguma cozea na vida da bumaoi ade,
estes era annos fotan daaeiencia, oa indus-
tria, das artes, refizeaan as apiritos e os cora-
goes, rerormaram o carcter dos bomens, abran -
darara os costumes, e o 89 americano oo pre-
cisar de 93 da velba Europa, tiibo, n > da revo-
lugo. mas da coaliso contra revolucionaria.
O anno que vai entrar oda Coo>titui'ite. a
pnmeira da nossa historia, porque a outra foi
birlada. A obra de destruigo est 8nda ; ago-
ra trata-se de reconstruir. Os homens a quera
incumbe a direcgo da poltica, tra um dcve.r e
nao o descaram : manter a tranqniludade pu-
blica. Entregue se a populago confiadamente
ao trabaltio, e teremos assim reassdo o lemma
glorioso, civiliza lo e naciico da nossa bandei-
ra : Ordem e Pragreago.
REVISTA DIARIA
Em notas correntes
Bi uotas substituidas.
Em notas dilaceradas
*i>W.
-overno lo Estado
DESPACHOS OA SECRETARIA DO GOVEKU
ESTADU DE PKKMAHBCCO,
4 BE JA-
DO
NEIRO DK 1J9
Amelia Prudencia Alves da Lima.
NSo tem lugar o qne reqner.
Abaixo assignados, alumnos da Escola
Normal.lu'orme o inspector gerl da
Instrucgao Poblica, ouvindo no director
da Escola Normal.
Ernesto da Silva Miranda. Bemettido
nos membros da commissao incumbida de
examinar os actos relativos numeacao o
remogSo de professores, a que se refere a
portara de 31 de Dezembro rindo.
Ernesto >de Oliveira Cavalcante.Satis-
laja o peticionario a exigencia da enmara
municipal, fim de que possa ter logar o
pagamento.
Ephigenia Mara de Almeida Gomes.
tiemettido aos membros da commissao in-
cumbida de examinar os actos relativos
nomeacao e remocSo de professores a que
se refere a portara de 31 de Dezembro
rindo.
Bacharel Jos Machado de Oliveira.
NSo tem lugar o que requer.
Maaoel Gaznes de ^Albuquerqae.In-
forme o inspector da Thesouraria de Fa-
zenda.
Mari Eugenia do Carmo.Remettido
ao director da colonia Isabel para atten
der peticionaria, depois que satisfazer o
disposto na 2* parte do art 13 do regula-
mento de 30 de Setembro de 1887.
Maria liosa Pereira.Indeferido, vis
ta da informacao do inspector geral da Ins
trocoAo Publica.
Manoel Joaquim Pessoa. Informe o
inspector da alfandega.
Pedro Osorio Cerqueira. Informe o
inspector do Tbesouro do Estado.
SebastiSo Brando. Remettido os
membros da commissao incumbida de exa-
minar os actos relativos nomeacSo e re
moco de professores que se refere a
portara de.31 de Dezembro de 1889.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambuco, 4 de Janeiro de 1890.
O partoiro,
H. Maciel da Silva.
Inspectora geral da instruceo
publica do Estado de Pernam
boeo-
DESPACHOS DO DA 2 DE JAHBIBO DE
1890
Hormilla Lydia Alcoforado Lima.En-
caminbe-se.
Cocdolina Amelia da Paz.Justifico.
Vreente Ferreira de Araujo Lima. En-
caminhe se.
3
Amalia Prudencia Alves de Lima.fin-
caminbe-se.
Joao Fernandea Soares.Gomo requer.
Fiaaoisco Marques da Triadade.En-
caminhe-se.
7 -
JoSo Francisco Florencio de Souza.
Curapra-se e registre-se a apostilla retro
de 2 do correte.
Amalia Prudencia Alves de Lima,
tfico.
8
Moa Ku*a Pereira.Juatifico.
Elysa Candida de Figueiredo Mello.
Scaminhe-se.
Odilen de Barros Alencar e riil
S liado, volte querendo, por intermedio
do delegado litttrario.
6l:4l858o
fr2:37690()
26:000^000
879.-7955485
Somma
Rendea a Alfandega :
Em Dezembro prximo lindo 220:710*892
No aooo de 1889 I 988:226/820
Renden a Reeebedoria do Estado :
Em Dezembro prximo odo 56r840498
No anno de 1889 473:0*0*273
:turio do Kio lirondo lo Xorle e
Parabrbn
Nao recebemos folbis desses Erados.
-Jus-
INTERIOR
Hepartico da Folela
2. seccSo.N. 5.Secretaria de Po-
iioia do Estado de Pernambuco, 8 de Ja-
neiro de 1890. Cidadlo.Partcipo-vos
que foratn honiem recomidos Casa de
DetencSo os seguintes individuos :
Norte do Brasil
0 paquete nacional trntambaco, entrado oan-
tem do norte, trouxe as seguintes ootieias :
Eotadto a o aaaaaMa
Datas at 28 de tacembra :
Era esperado o governador do Estado.
Fora exonerado do cargo de secretario do go
verno, a seu pedido, o Dr. Jos Matlieus de Agutar
Cardoso.
Enfado do Par*
Nao recabemos fatuas desee Estado.
Eatado do Maranhao
" Datas al i de Janeiro.
Cbegou a 27 de Dezembro, e assnmira o exer-
rjcio do cargo de ebefe de polica, o De Elente-
rio Fraaao iuniz Varca.
Disseram do Codo ao Globo que eslavam con-
cJaidas com solidez-e perfeigao as obras bydtau-
I cas all emprebendidas pelo Dr. Fabio Hosti-
liode Mocaos Reg.
Lemos no Globo de 30 de Dezembro:
Foi desagradabilsima a mpressao qne pro-
duzio no animo do nosso povo o telegramma of-
flcial qne mandou publicar a annullago do de
creto pelo qoal o governador deste Estado ha-
via abolido as verbas ornamentarias, consagra-
das a subsidio e auxilio de estabelecimentos re-
ligiosos.
Parece-nos fra de dnvida que nao conbece
o governo provisorio a integra do decreto que
anuliou, nois, se a coonecesse, Bao tomara,
como medida de separaco entre a igreja e o Es-
tado, o que simplesmeote um acto de pura
economa, orna simples medida linanceira. Nao
a embece, de corto, pois s assim se explica a
extrema severidade com que procedeu.
Ha no telegramma oBicial, aqui recebido o
mandado publicar pelo tenente coronel Tavares,
nm lado que nos, amantes da.i formas correras
de governo, nao podemos de forma alguma ap-
piaudir Cantm elle urna manifesta exauctora-
(o ao actual governador; e na presente quadra
poltica, em que fermenta a agitac&o popular,
jao pode ser bem receido um acto tendente ao
desprestigio da autoridade, porque esse des
prestigioencaminhar-nos-hia fatalmente maior
anarebia.
O desagrado geral com que o publico ba en-
tre nos recebido o acto do governo prova qne
tem sido encarado debaixo do mesmo ponto de
vista em que nos collocamos ; e, portanto, es-
ere vendo isto nao lisongeamos ningnem :in-
terpretamos apenas o sentir pubudo.
Lemos na Paeotilha da mesma data:
Ha dous das que oceupa todas as atten gaos
a ordem transmitid i pelo chefe do Estado ao
commandante do o' batalbi^, para dar,pablici-
dade a annuilagao do decreto do Dr. Pedro Ta-
vares, separando o poder civil do poder espiri-
tual.
A excepcioualklade do acto, armando nm
prndente, em cojo apparecimento se nao po
deria cogitar, e a conusio da materia sobre* a
qual versa o decreto com a da separaco da
igreja do Estado, produziram a maior sensacao
possivel, agitando sobre maneira o espirito po-
pular.
At o momento em qne foi distribuida em.
bolem da CivilUacao a noticia de estar annul-
lado pelo governo federal o acto legislativo do
governador deste Estado, ignorava se completa-
mente qne alguma coasa de extraordinario bou-
vesse occorrido a ta! respeito e mesmo qne o
I in pretexto
(Diario de Noticias, do. fiio de Janeiro,
de 86 de Dezembro)
Ha no mundo nm pretexto para tudo.
Nenbum facto ae d na vida h ni na na sem
urna eaaaa e ha aempre um pretexto para
todas as causas.
Felizes os qne aabem valer-se domo
ment opportuno para apresentar ame sa
hida fcil aos seus desejos, quando vem
trancadas as portas.par oado pediam esca-
par as suas difficuldades : feliz a IrUtima
Liberal.
Eatorcendo'Se j no laito da morte -e
soffrendo as consequencas de urna agonia
desesperadora a 'IVibunu detinhava poaso
a pouco, esperando pelo da fatal em que
devia terminar a sua existencia ingloriade
conspirar contra a patria.
A -forha do ministerio passado ia fechar
as suas portas, porque sentia-se de mais
no jornalismo fluminense, onde, no mo-
mento actual representava o papel anti pa-
tritico de acular os odios contra o gover-
no provisorio qne nos tem felicitado cem
medidas prudentes e acertadas, e nao tinha
outro pratexto senao o real: achar-se
completamente abandonada pelos homens
bem intencionadas e que desejam sincera-
mente o engrandacimento do Brazil.
Nestas condijoes, sem um apoio moral
e sem principias, .pensando taivez em urna
restauracao absurda, porque entao cada
braaileiro seria um soldado para se oppr
entrada da monarcha que nao teve nin-
gnem por si no momento de perigo, quan-
do ella foi despedida pela nacao, nem mes
mo aquelles que hoje pensam ou sonham
em restaural a, nestas oondicoes a Tribuna
nao podia continuar e o seu ultimo nume-
ro sahrria no ultimo dia deste mez, como
todos sabiam e era propalado pelas ras da
cidade.
Mas a Tribuna encontrou um pretexta,
e que seria nobilisaimo ae nao Ihe confae-
cessemos as intencSes, para suspender a
ana publicacSo seis dias antas do oa fatal.
E ao exceente pretexto agarron-se a fal-
lecida com nanas e dentea, procurando
morrer nobremente, quando tinha sido nm
pelourinho aos caracteres e aos principios.
Qniz morrer bem a Tribuna, mas, ain-
da recebendo a extrema unccSo, revelon o
seu instincto malfico, no momento de ex-
halar o ultimo soapiro.
E' assim qne, valendo-se do bem inspi-
rado decreto de 23 do corrente, a Tribu-
na procura ver em seu fundo a intancao
palpavel da restricoSo liberdade da im-
prensa, porque o deoroto manda que se-
jam julgados militarmente todos os que
forem suspeitos de conspirarem costra o
governo.
N2o ; o governo nao pretende de modo
algum supprimir a liberdade de imprensa
ella ser mantida hoje como era hon-
tem ; o que o governo pretende cohibir
abusos que prejudiqnem a ordem o a tran-
quillidade publicas.
O decreto diz que serio julgados por
urna commissao militar os que promove-
rem, por palavras, esoriptos on actos, a re-
volta civil ou a indisciplina militar. Disto
para o cerceamento da liberdade da im-
prensa vai nm abysmo; mas um jornal
qne conspira, que provoca ama revolucao,
Serturbando a ordem [publica, est fra
a cormnunhao geral da im-prensa.
A. Tribuna, que desapparece, porque
jnlgou-se incapaz de criticar os actos do
governo, sem paixao, porque pensa que
os seos redactores s podiam eeerever
conspirando e que da conspiracSo pode vir
a sua ruina e a de seus amigos, porque o
governo resolveu substituir a condescen-
dencia Ilimitada pela energa o trocar o
coracSo pelo cerebro.
A liberdade da imprensa est intacta,
Constas polticas
fQazeta de Noticias, do Rio de Janeiro,
39 de Dezembro)
0 decreto que ha dias pubcou o governo pro
visorio, por Iccca das circumstancias que Ihe
foram creadas pelo jnotim dos soldados era S.
Cbristov&o, motim em que parece que intervjo-
ram influencias estranhis, determinou dous pro-
testos, o do Centro Positivista e o da Tribuna
Liberal., que o julgam atentatorio liberdade i
imprensa.
Posta a questao no terreno dos principios os
protestos tm razao de ser, nao tanto pela letra
do decreto, como pela interpretaco que a Tri
bu>i t disse que Ibe d o Sr. ministro das rea
ges extenores ; n3 nao julgamo3 opportuno
protesUr, porque, as circumstancias anermaes
em que nos acnimos, as questoes de principios
de vera ceder o passo s imposices da necessi-
dade, e todas as lata emanadas de um governo
de facto, que tem por si a forca, sao anles re-
striegues que esse governo espontneamente pOe
sua autoridade, que abusos de poder.
Esse decreto nada estatu qne o governo nao
podesse fazer antes de o promulgar, e a inten-
cao que o dictou, nao foi de certo estabelecer
severidade nova, mas prevenir vclleidades de
i-onspir. ci ou perversidades de perturbadores
da ordem, que suppuzessem poder por se a co
berta das consequencas de suas facanhas, con-
tando com a brandura que tem sido a norma do
governo republicano.
Ao nosso ver, parece que a amplituie que as
explicacoes do Sr. Bocayuva dram letra do
decreto, na parte em que se refere a artigos de
imprensa, tem a restriegan natural de tenderem
esses escriplos a incitar a sedicao militar ou a
revolta civil, e nao vemos que baja mot vo para
suppor que o governo abuse do que ba de vago
nos termes do decreto, considerando sedicioso
aquillo que Ihe for simplesmente desagradavel,
porque, repetimos, mesmo sem promulgar o
decreto podia fazel-o.
A mpressao que nos produzio o decreto,
que elle nao visa a imprensa, que discute ; para
esta, elle seria ocioso, porque toda ella sabe que
existencia de nm governo revolucionario liga
ee a de leis de excepeo, e se algum jornalista
pretendesseservi.'-se do seu jornal para excitar
a revolta, devia saber de antemo ao que secx-
puuha.
Ns entendemos que a nossa posico justa
mente a mesma, e que, as circumstancias ex-
traordinarias em qne se aca o paiz, se a critica
dos actos do goveftio deixa de ser um direito
garantido por lei, conlinna a ser um dever im-
posto pelo patriotismo. Estamos certos que do
mt-smo modo pensa, em relaco imprensa, o
governo provisorio, em qne, sobre oito meiabros,
ha pelo menos cinco, qne na imprensa fizeram a
campanba que os levon posicao em que se
acham.
O nosso motivo de desaccordo com o decreto,
ou pelo menos com a sua letra, baseia-se tam-
bera na interpretaco que damos ao motivo que
nos parece ter determinado a sua expedico.
Acreditamos que o governo o fez, por ter ra-
zoes para crer que o motim dos soldados no dia
18 nao foi feito por inspiraco propria delles,
mas sim por insUgacJo civil, de ambiciosos so-
fregos e sem escrpulos qne nao medem o mal
que causam ao paiz, perturbando a ordem em
oc .-asiao to delicada.
O goverro teve razo em tomar a seno esse
motim, grave em aualquer das nvpotheses, quer
espontaneo, quer instigado, porque elle produ-
zio, sobre as classes productoras e sobre o com-
mercio, urna mpressao penosa, levando nos a
suspeitar a existencia de grupos de desconten-
tes, ameacando perturbar a marcha regular dos
aegocios, e abalar a confianga cajo equilibrio
se ia estabeiece&do de um molo realmente sor-
prendente, sobre este terreno mal calcado de
urna revolucao recente; para restituir a essas
classes a calma que aquello motim perturbou.
era realmente preciso que o governo loes lizes-
se saber qne, se tem tido o proposito de ser
brando e de dirigir os negocios fazendo appello
ao espirito de patriotismo, nem por isso est
disposto a deixar de ser enrgico, quando a oc-
casio o reclamar; someate,e nisto vai o nosso
desaccordodesde que se faz um desreto com o
Qm de restabelecer a conanca, necessario
que esse, em seus termos, nao v alera do alvo
a que mirava, e qne, restabelecendo a conanca
quanto repressao de delick s reaes, nao a aba-
le por outro lado, deixando antever a possabili-
dade da applicaco de penas precipitadas e ir
remediveis a delictos menos rigorosamente
quaticadoa; que a lei necessaria de punico
rigorosa a quera quer que ltente contra a or-
dem nao se torne urna lei cega de suspeico, in
differente justica, cruel, em vez de severa.
Ora, pelo neto do motim, o governo teve de
chamar a explicaces alguos cidados de diver-
sas classes ; e como essa simples formahdade
necessaria constilne um meio vexame, ha am
certo mo estar, de algum modo aggravado pe-
los termos vagos do decreto, mo estar que se
reflecte no estado lin'anceiro da praca pela re
traeco das transaccoes, e que convm fazer
cessar.
Por nossa parte, encaramos desassombrada
mente o futuro; nao vemos de onde possa vir
urna araeaca serla ordem e tranquillidade, de
que tanto precisamos. De urna parte do exer-
cito lias o exercito soffreu resignad ament
tanta injustica, qne nao permittido suppr que
se rebelle agora contra homens de sua classe,
que j com< caram a melhorar-lhe as condigoes,
e que se propoem a gove-nar com jusUga, para
ter o direito de exigir a disciplina. Da parte de
aonarchistas ? Mas no Brasil nao ha monar-
cbistas, parece mesmo que nunca os bouve, e
que a monarcha era urna questao de habito, de
indolencia, e que terla sido liquidada ba mais
tempo, se oeste paiz houvesse espirito de classe.
A prova que a liquidou a classe militar, desde
que se uni para reagir, quando sobre ella es
Eecialmente se exercia urna presso dissolvente,
a parte de agitadores, de ambiciosos, de pes-
cadores de aguas torvas ? Mas para esses, se
Minisieri do InteriorAo cidado go-
vernador do Estado de Pernambuco foi expedi-
do o seguinte aviso :
N. 741.2."directora.Ministerio dos Ne-
gocios do Interior. Rio de Janeiro, 30 de De-
zembro de 1889.
O governo provisorio da repnblica resolve
que, at ulterior deliberagao, no se continu a
observar o disposto no art 3." do decreto a.
9647 de 2 de Oulubro de 1886, explicado pelo
aviso de 9 do mesmo mez e anno. Dando vos
conhucimento desta resolugao, declaro-vos que
devem ser admitlidos a prestar os exames de
preparatorios para que s&achem inscriptos nesta
epocha os estudantes aos quaes nSo tenha sida
permittido fazel os em virtude daquek dispo-
sicao.
Saude e fraternidade.A'istides da Silvetrtt
Lobo. Sr. governador do Estajo de Pernam-
buco.
Btanlcipio de *. I,onreiio da Malla
Foi pelo governador deste Estado de Pernam-
buco expedido o seguinte acto :
4.' secgo. Palacio do Governo do Estada
de Pernambuco, em 8 de Janeiro de 1890.
O brigadeiro governador do Estado, tendo
em vista a portaria de 2 do corrente mez que
nomeou cin.-o cidados para compra intenden-
cia municipal de S. Lourengo da Malta, e recon-
siderando que se traa de um municipio que
agora i-e installa, o que faz com que os diversos
ramos da administrago municipal possam ser
e-irtos cora maior proveito para o bem publie
por nm menor numero de cidados, resolve con-
siderar sem cffeito a mesma portara, na parte
era que norarou o lenente-coronei Lourengo de
S e Albaquerque e o capito Antonio Gjmes
Tavareg d Araujo para fazernt parte daquella
raendencia, que car assim composla dos cida-
dos hachareis Joo Se >eriano Carneiro da Cu-
nhj, servindo de presidente, Francisco de Panla
Correia de Araujo e lente-coronel Jos D jarte
de Albuquerqve Maranbo.
(Assignado) Jos Simeao de Oliveira.
Tbesouraria de Fazenda Com
praso de 60 dias, contados de 7 dp correotemez,
acha se, aberfa a inscripgo da Thesouraria de
Fazenda para provimento de lugares de 2.*en-
trancia mediante concurso no3 termos do de-
creto n 10.340 de 14 de Setembro do anno rro-
ximo ndo.
Propagadora da Woa-Vixta-Deven
encerrar se 30 do corrente mez as matriculas .
da Escola Normal de senhoras cargo da Socie-
dade Propagadora da Iustrucgao Publica na pa-
rochia da Boa-Vista
.Instituto dos Professores Prima-
rios -Hoje, s 10 horas da manh. reunem-ee
era assembla geral os socios do Instituto dos
Professores Primarios para procederemo eleigS
do seu novo conselho administrativo.
Banco-do Braail -Os accionistas das no-
vas accoes do Banco o Brasil dvem realizar,
entre 21 e 2o do corrente mez, a 2.* prestagaa
de suas acgOes, na razo de 10*'., ra de
Commercio n 6, 1.' andar.
Escola \ormlbrese lo do cor
rente a matricula da Escola Normal para os di-
versos annos do respectivo corso, devendo ser
encerrada 3 de Fevereiro prximo
instituto Arcneologico Ao meio dia
de hoie funeciona em sesso ordinaria o Insti-
tuto Archeologico e Geographico.
Folhlnha de Laeramert Oo Rio de
Janeiro recebemos um exemplar da Folbinha de
Laeramert para 1690, con tendo a ebronica nacio-
nal e universal e informages uleis e interes-
eu ates.
Conta essa publicago 51 volnmes correspon-
dentes outros tantos aooo- de existencia ; e s
isto vale para dizer o aprego^er lera que ella
tida.
E' realmente nm pubncaoo til.
De mal a peiorTemos noticia de que,
competentemente intimado vai o re=o^ctivo pro-
prietario retirar do ponto em queat agora fuoc-
cioaava, para o Campo Verde, a fabrica de pi-
car fumo, que titania se ra da Unio, eda
qual por vezes nos oceuparaos n'esta Revista por
sua existencia em centro povoado e pelo conse-
quente damno saude publica.
E'libertar a ra da l'niio e to mesmo tempt
escratiar o Campe Verde, cijas ooTidifOsa, ao
entretanto,"rito*9o menosrfepezarnaapreciagao
da conveniencia on desvantajrem da collocagSs
da referida fabrica em nm sitio, o respeito de
qual do-se as mesmas condigOes qne determinara
a remogo ordenada.
S se n'isto procura-se estabelecer urna pon-
dera gao compensativa. Hootera soffrla a ra da
Unio, hoje soffra o mesmo o Campo Verde,
amanb toque a urna outro ra, e assim succes-
sivamente por todos os pontos populares.
. Mas isto nao serio, nem se deve descurar ne-
gocios d'esta ordem.
E qualqaer que seja a autoridade qne daaha
permitlido a remogo pan o logar alluditio, ns
considerou, que o Campo Verde nao extrema
da cidade; ao contrario um poeto do bairro da
Boa-Vista recortado de ras e populosamente ha-
bitado.
Assira, alii collocada a mencionada fabrica,
produzir-se-ho os mesmos effeitos de ineonmo-
do publico; e os moradores com igual direito,
de corto bao de levantar suas justas reelamacj&es,
que sern attendidas pela procedencia dos moti-
vos.
Que vantagem, pois, ha de lvalos a esse ex-
tremo, quando desde j deve-se determinar ponto
que esteja fra de arguiges justas, mesmo na
intereSse do proprietario da fabrica, psra ns
estar a removel a de momento a momento ?
Por que tomon-se a providencia a qne alludi-
raos'?
Por achar-se a fabrica em local populoso, no
centro da cidade, o suas exhalages serem noci-
vas, bem como o p do fumo que se derrama
pelo ar e chega a incoramodar as babitagoes pr-
ximas a ponto de possivel entoxicacao.
Importa, pois, que a localisago da fabrica ac-
tualmente nao reinada no mesmo vicio, coma
darse bia caso seja installada no Campo Verde.
A intendencia .municipal deve chamar a si tal
negocio, alias de sua competencia, por interes-
sar limpiamente ao municipio.
Col leal o de Woaaa. enhora da Pai
Keabriram se hontem as aulas do acreditado
cellegio de Nossa Senhora da Paz, situado na
Pateo do Carmo n. 5, e regido pela Exma. Sra.
D. Maria da Paz e Freitas.
O adiantamento que tm sempre demonstrada
em seus exames as almonas d aquello collegio,
muito recommenda a autoridade da respectiva
directora e faz jns ao bom acolhimento da nossa
sociedade.
C.V

Espancamento e ferlmcnio A* ra
Conde da Boa-Vista, foi esnancado. Da terga-fei-
ra ultima pela tarde, Joo Ferreira Pinto por Ma-
noel Joaquim Carneiro, de qnem procurava elle
fazer a pintura de urna sua casa em coostruc-
gao.
0 espancamento e ferimento foi pratlcado com
um banco, que o offensor pode na occasio do
conflicto apanhar parta de um agouqae conti-
guo ao logar de mesmo conflicto.
Verificado o offendido, foi julgado grave um
ferimento qne Ihe interessou a face parietal es-
querda do crneo, na extensao de 4 centmetros
Bsmolas 0 testamenteiro do fallecido
eomxendador Antonio Jos de flagathes Basto
pede nos a publicago do seguinte:
J leudo excedido de i) o numero de fa-
c
1
T -
c
m.
i- i .
ii mi ii i ii
i -i i i.


r

Diario de PemambucoQuinta-feira 9 de Janeiro de 1890
-
;
i
V
i Billas pobres da fregueaia de Santo Antonio,
fue se tem aposentado para receber ae ara-
las deixadas apenas i quarenta familias por
aquello fallecido commendador, nao sero mais
recebidos de hoje etn diante documentos para
dito flm.
Vioreata Desea comarca remettem-nos a
segrate copia da acta de audiencia do junado
de direito interino, por occasio de noticiar o
advento da repblica aos seus jurisdiccionados :
Audiencia do juii de direito interino da co-
marca de Floresta, Dr. Antonio Candido Correia
de Araujo. Porleiro designado Candido Bezerra
Xavier.
No dia 15 de Dezembro de 1889, pelas 10
horas da manb, na casa da cmara municipal,
acbavam-se presentes na ruesma audiencia o
supplente do juiz municipal em exercicio cida-
do capitao Jos Gongalve:?-Torres, promotor pu-
blico cidaao capitao Firmino Gomes de Mene
tes, presidente da cmara muni'ipal cidado l-
ente Gabriel David Gomes de S, secretario da
mesma cmara cidadlo Antonio Lu.z do Espiri-
to Santo, supplente de delegado ciisdo Ma-
noel Telles de Menezes, juiz de paz em ejerci-
cio cidado Valeriano Barbosa de S, supplsnte
de subdelegado em exercicio cidado Gabriel Go-
m;8 Barbosa, escrivode paz cidado Aoizio Go-
mes de Menezes, agento do correio cidado Ma
oel Bodrigues Peretra Bcnliubo, crescido nu
mero de cidados deutre e3tes os cidado3 ne-
gociantes ; Eloy Belchior de Carvalbo Barros,
capitao Antonio David Gomes Novaes, Luiz Bo-
drigues de Mello, Antonio Gomes de Barros, pro
fessor interino Severino Jos do Nascimento, fa-
zendeiros capitao JDajuim Francisco de S Con-
servidor, Luiz Bodrigues de Barros, tenente Jos
Alexandre Gomes de S, Justino Finnino de Me-
nezes, Ervegisto Gomes de Menezes, Franco Te-
molido de Siquerra, carcereiro Severiano Barbo-
sa de S- Pedro Gomes de Souza Menezes, Jos
Valerio de S Novaes, artista Redro Bentinho
da Silva Freir, negociante Manoel Olympio de
Miiiezes, Casimiro Bodrigues l'ercira lienliano,
artista Manoel Oesari i da Silva Freir, Antonio
Marti iis Gomes de S, Francisco Barbosa de S,
declarou o mesmo juiz >m{uraa ligeira allocugJo
que navia marcado, esta audiencia extraordina-
ria afim de communicar que o Sr. general Jos
Cerqueira de Aguiar Lima, havia assumidoo
exercicio interino do cargo de governador deste
Estado, coomo representante do governo repu
blicano* proclamado no lio de Janeiro no da 15
do mez de Xovembro do correte anno.
Declarou anda o mesmo juiz que prestava
forte apoio e plena adheso nova forma de go-
vernD, e como autoridade se esfarcaria para que
a ordem publica nao fosse alterada, terminando
pedio aos seus jurisdiccionados que prestasse a
todo apoio nova forma de governo, havendo
esta ocasio grande entbusiasmo e vivas re-
publica irasile.ra, por parte dos seus jurisdic-
cionados, do que mandou lavrar este termo.
' Eu, Francisco Alves de Carvallio Barros,
escrivao interino do jury o escrevi.
(Assignado). Antonio Candido Correia de
Araujo.
Mi**a e ofllcio fnebre- Amanh, 10
do correte, s 8 horas da manila, o Bvm. go-
vernador do bispado. padre Dr. Jeronymo Tno
m da Silva celebrar urna missa na matriz da
Boa Vista, por alma de D. Anna Joaquina de Al-
varenga, mi do veneran Jo prelado desla dio-
cese.
No dia 39 deste, trigsimo da recepeo da no-
ticia deseu fallecimento, o mesmo Bvm. Sr. go-
vernador celebrar um officio fnebre na i^reja
de 3. Pedro, em suffragio pela alma da mesma
Snada.
Commlmao central militarNo cuar-
tel da Companhia de Bombeiros do Becife, se
reunir hoje esta coramisso, s 6 horas da
tarde.
Vapor ."VevaEste vapor, s'gunlo tele-
gamma recebido pela agencia deve ter sahido do
porto da Baha, hontem pelo que deve chegar a
este amanh. -31
L<*i!AeaEtlectuar-se-bo os seguimos:
Hoje:
Pelo agente Burlamaqui, s il horas, ra 1.
de Marjo n. 11, de fazendas e armaco.
Amanh :
Pelo agente Martins, s 11 horas, ra da
Penha n. 5, de movis, espelhos, loucas c vi-
dros.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, ra do Bom
Jess n. 64, de movis e cadeiras.
Pelo agente Gusmo, s 11 horas, ra de Bar-
tholomeu n. 67, de taverna ahi sita, 2 carrocas e
um boi manso.
Pelo agente Brit'.o, s II horas, ra de Bor-
las n. 66, Je movis e outros objetos.
Pelo agente Pestaa, s 11 horas, travessa de
Corpo Santo n. 27 de pianos, mobilias e muitos
utros objectos.
mas fnebresSero celebradas :
Hcje:
As 8 horas na igreja da Madre de Deus, pela
alma de Joo Antonio d Silva Pereira.
Amanh :
A's 8 horas, na matriz ia Boa-Vista, pela alma
de Manoel Gomes da Cunbn e Silva ; s 8 horas,
aa matriz da Boa-Vista, ela alma de Theodoro
Pereira da Silva.
Paaaageiro Chegados do Norte no va
por nacional Pernambuco:
Adelino Correia, Salviano Correia de Andrade,
Conceico Martins, Antonio Samuel, Benedicto
Samuel, Manoel Gregorio Amaral, Modesto da
Silva Mattos, Condido de Oliveira, Paulo Moliter-
li, Joaquim Bibeiro e Antonia Maria Thereza de
Jess.
Chegados do Sul no vapor allemo Butnos-
Ayres:
Adolpho Cmara, Fritz Poppe, Amaro Marian-
o da Silva, Miguel Farias, M. de Argollo, Cecilio
Gomes e Rodolpho Cerqueira.
Sahido para o sul no vapor nacional Guahy :
Etienne Furrer.
Sabidos para os portos do Sul no vapor na-
cional S. Francitco:
Maria Epiphania de A. Pantoja e 1 fllha, Dr. Jos
Marianno Carneiro Leo, Jos Babello Padilha,
Guilberme Porfirio do Carmo e sua senhora,
Epiphanio Campello, 2 cabos de polica e 2 mu-
Iheres.
Directora da* obra* de conserva -
o dos portos de PernambacoBeci-
fe,' 7 d; Janeiro de 18S0.
Boletim meteorolgico
movunento
ao dia 7
desit
de Ja
11
8
0
413
as respectivas enfermarla!
l"o S
1 Horas i8! Barmetro a 0 Tenso do vapor i
-3 t-
E-w s
6 m. 26,6 759-24 19,53 75
9 28,5 759-60 20,89 72
12 29,9 756-97, 20,46 65
r - 3 t. 29,6 757-54 20,61 66
6 28,7 767-681 20,89 72
1
Temperatura mxima30,23.
Dita mnima-26/00.
Evapo-ago. em 24 horas: ao sol8,-9; i
sombra3,-6.
Cuvanulla.
Direccao do vento : SE de aieia noite it 7
horas e 55 minutos da tarde ; E at meia noite.
Veiocidade media do vento2,-34 por se-
gundo.
Nebulosidade media0,"39.
Boletim do porto
I-a ggi Dias Horas Altura
B. M. P. M. B. M P. M. 7 de Janeiro 8 de Janeiro - 1109 da manba 528 da tarde 1144 5-44 da mnh 0-53 2-31 0-,42 2,"21
Casa de netened u.M .vimento aos prt-
103 da Casa de Detwco do Becife do Estado
de Pernambuco, em 7 de Janeiio e i8fc0.
Existiam 549; entrararn 13; sahiram 13 ; exif-
tnHf.
A saber:
Nacionaes 497; mulheres 44: e,trangeiros 8;
-Total 549
Arracoados 439.
Boas 393.
Doentes 34.
Loncos 5.
Laucas 7.
-Total 43.
/ Movimento da enfermarla
leve baixa.
eminiano Jos dos Santos.
Tiveram alta :
Henrique Francisco de Lyra.
Joo Galdioo Moreira
Manoel Baptisla dus Santos.
. Pedro Celestino de Araujo.
Foram hontem visitados-os presos deste r.sta
I belecimento por 141 pessoas,sendo 100 bomene
41 mulheres.
Hopi(Mi Pedro II
smbelecimento de caridade,
n^iro foio segurte:
Entrararn
Sahiram
Fdleceram
Existem
Foraro visitadas
eloe Drs.
Moscoso s 8 1/J.
Cysneiro s 11.
Barros Sojimno s6i/2.
Bei-ardo s 9 1/4.
iljlaquias s 8 1/4.
l'ontual s 8 3/4
Estevo Cavalcante s 9.
O Dr. Simoes Barbosa nao compareceu.
O cirurgio dentista Numa Pompio s 8 1/4
huras.
O pbarmaceutico entrou 3 8 1(2 da manb e
ihio s 2 da tarde.
O ajudante do pbarmaceutico entrou i 7 1/4
umo fts 5 i/2 horas da tarde.
L. 34" loteria, cujo premio grande de 60:00<,
ser t'xtraida amanh 10 ie Janeiro.
A 8' parte da Jl* lotera dessa provincia,
cujo premio grand* 4 de 250:0001, eerextrahi-
dao dia deDezembro.
A 31 parte dt 33' loteria, dessa provincia
mjo premio grande 120:000*000, ser extrahi
la no dia .. de Janeiro.
Lotera da edrteA 3" parte da 252* lote-
ia, cujo premio maior de 10:000*000 ser ex-
traala no dia 11 do correte.
Cenalterlo PnblleoObituario do dia 4
de Janeiro:
Joo Manoel Lios dos Santos, Pernambuco, 30
annos, casado, S. Jos ; carcinoma uterina.
Manoel de Castro Leo, Pernambuco, 64 an-
nos, viuvo, Boa Vista ; laryngite.
Artbur, Pernambuco, 9 mezes, Santo Antonio;
enterite.
Joo Antonio da Silva Pereira, Pernambuco
54 annes. casado, Afogados; uolytrombose.
Antonio do Nascimento, Pernambuco, 38 an
nos, solteiro, Boa Vista; hemoptise.
Maria Antonia da Conceico, Pernambuco, 20
annos, solteira, Boa-Vista; accesso perniciosa.
Mana das D6.es, Pernambuco, 28 annos, sul-
leira, Boa Vista; aeccesso pernicioso.
Maria, Pernambuco, 49 dias, Boa Vista ; bron-
chite.
Malaquia3, Pernambuco, 80 annos, Graca ; ve
lhice.
Manoel Vicente, Pernambuco, 25 annos, ca-
sado. Boa-Vista; tuberculose.
Trajauo Bodrigues de Senna, Bio de Janeiro.
24 annos, solteiro, Boa Vista ; tuberculose.
Josepha, frica, 80 annos, solteiro, Boa-Vista;
senilidade.
Manoel Francisco do Livramento, Pernambuco,
25 annos, solteiro, Boa-Vista; tuberculose.
- 5 -
Antonio Ignacio de Arruda, Pernambaco, 42
annos, solteiro, S Jos; cyrrhose hvpertrophica.
Albino Lopes Ferreira, Portugal, 27 annos,
solteiro, S. Jos; aspbixia.
Anna de Almeida Guedes de Souza, Pernam
bnco, 40 annos, casado, Santo Antonio; carci
noma uterina.
Severina Maria do Livramento, Pernambuco,
-21 annos, solteira, Boa-Vista; tubercu os pul-
mona'es.
Amelia da Silva, Parahyba 13 annos, solteira.
Boa-Vista ; febre peraic.osa.
Moooel Francisco de Paula, Pernambuco, 44
annos, solteiro, S. Jos ; bronchite.
6
Maria Eugenia Causim, Franca, 73 annos,
viuva, Becife; broochite.
Theodoro Pereira da Silva, Minaes Geraes, 23
annos, solteiro, Pogo; febre typbica.
Bento Gomes de Pinbo, Portugal, 25 annos,
solteiro, Varzea; tuberculose,
Emilia, Pernambuco, 3 mezes, Ba-Vista; fe
bre perniciosa.
Precilia, Pernambuco, 3 mezes, S. Jos ; es-
pasmos.
Joo Begino, Pernambuco, 1 anno, Graca ;
febre.
Vicente Alves Ferreira, Cear, 26 annos, sol-
teiro, Boa-Vista; varilas confluentes.
Luiza Maria de Jess, Pernambuco, 40 annos,
solteira, Graca; enterite.
Maria do Carmo, Pernambuco, 4 horas, Santo
Antonio; fraqueza congenita.
Maria Annunciada de Lima Muniz, Pernam-
buco, 38 annos, viuva, graja ; mal de brigat.
Olivia, Pernambucq, 20 mezes, S. Jos; en
terite.
Umbelina Francisca de Almeida, Pernambuco,
47 annos, solteira, Graca; scyrro uterino.
Amelia Cavalcante de Almeida Catanho, Per-
nambuco, 26 annos, casada, Becife; beriberi
par.ilvtico.
Pedro da Hora Baptista, Pernambuco, 32 an-
nos, solteiro, S. Jos; congesto cerebral.
Caelana Maria dos Anjoft Pernambuco, 50 an-
nos, solteiro, S. Jos; astbma.
J So, Pernambuco, 1 anna, Graca; convulsOes.
Joo Vieira Cmara, Pernambuco, 55 annos,
Santo Antonio; congesto encepbalica.
Maria, Pernambuco, 3 dias, Ba-Vista ; ttano.
Thereza Carneiro da Cunha, Cear, 28 annos,
solteira, S. Jos; cerebrite.
PERNAMBUCO
Banco Nacional do
Brasil
Capital do Banco Rs. 90:000:000,4000
dem realisado 18:000:0000000
Bataneo
DA CAIXA FILIAL EM PEBNAMBUCO, EM 31
DE UEZEMBRO DE 1889
Activo
Letras descontadas 370.25U700
Contas correntes caucionadas 1.358 581*000
Caixas, Matriz e Fiaes 985.472*110
Diversas agencias 1.153.425a72"
Valores depositados 899.568*580
Diversas contas 100.375*720
Letras a receber 652.337*660
Caixa :
Em moeda correntc 1:484.272*230
Bs'. 7.004.284*720
Patsivo
Depsitos;
Contas correntes de
movimento......\ 2.020.681*080
Ditas ditas comf
aviso.........../ 845.556*330
Letras a premio...) 1.585.376*150
Diversas garantas
Diversas agencias
Caixas Matriz e Filmes
Diversas contas
,.451.613*560
899.368*580
309.462*640
245.896*670
.097.743*270
Bs. 7:004.284*720
S. E. O.
Pernambuco, 8 de Janeiro de 1889.
, (Assignado) W. M. Webster,
gerente.
4. i. Santos,
guarda-livros.
M POUCQ DE TUPO
Wiper escreveu o seguinte :
Crnla, o grande manejador da penna realista,
nao eonhecia nenhum desses mysterios de amor,
delicias de v oetas, cousas que Ihe causavam o
maior aborrecimento.
Escreveu muitos contos realistas, pregn du-
rante longos annos a doutriua regeneradora da
sociedade, era assim qiw a chama va, at que se
resolveu a publicar um romance modelo, um
novo evangelbo das familias.
Do seu primeiro amor restava-lhe urna lour
crianca, o nico ente animal a quem adorava, a
nica mulher que distingua das outras l
Phenomeno inexplicavel!
Para elle nao era a aulher mais do que um
animal do sexo feminino, naserdo para a con-
servacio da especie, creado pelas'tranforma-
res da materia para a satisfaco de desejos sen-
suaes dos animaes do sexo masculino /
Entretanto tema que sua formosa Alice fosse
victima de alguma sedocSo indigna, receiava
vela deshonrada.
Deshonrada!
O realista Grus nao quera crer na honra
alheia, e procurava evitar a deshonra proprta t...
Alice, tu e3ts na idade em que se casam
a= mocas...
Ora pap:
... por isso escolhi teu noivo ..
Quem escolbeu fui au Sabe quando ? D-
pois que li o seu romance... Cbl que noivo
raagnilico !-Segu, palavra por palavra, todos os
seus conselbos. Ouca : tem elle o peito largo;
corpolento como um touro Os bracos... Que
bracos, meu pap I Sao capazes de derribar a es
tata de Washington I Os cabellos negros..-.
mais negros do que a suajace. Sao uns cabellos
que seduzem I Tem uns olbos que scintillara, bo-
licoso3> terriveis quando se encontrara com os
meus t
Alice 1 Alice I Ests perdida Exclama o
pai angustiado. Que dir de ti a sociedade ?
Ora esta Eu pensava que o pap (icaria
contente! Pois nao a sua opinio ? Para que
Gm nasceram as mulheres ? Nao se incommode
commigo, descance porque en nao terei a sorte
das heronas dos seus romances : j escolhi o
meu noivoj saciei os meus desejos. -
E' verdade que s 03 tive to desenfreados
depois que li os seus contos seductores; mas
quando eu vi que aquellas mulheres mor-
riam loucas por nao existir um bomem que as
salvasse, procurei immediatameBte o meu sal
vador, e elle nao se oppoz a nada /
Nao v o pap como estou mudada ? Os seus
contos 1 Nelies est ludo to bem- escripto, que
fui eu a mestra do meu pobre noivo !
Desgrasada I Tu, esposa d'um negro estu-
pido I
Nao, senhor, elle nao estupido; pelo con-
trario entende ludo muito bem !
Cala te I Tu vaes morrer ?... Eu reconhe-
50 que flz mal... Cavei eu proprio o teu sepul-
cro, dever encerrar dous cadveres!
la o pobre Crals praticar dous crimes : j a
sua mo segurava o punhal justicador...
Avanca, treme diante de sua tlha que se con-
servava firme, a sorrir 1
Guarde essa arma !
Um punhal nao restitue virtuies eu men-
t como raen ti.) o pap no seu romance i
Eu enlouqueco, minha filha I Tu me fazes
perder a razo 1
Nao a perca to cedo! Eu quiz apenas pro-
var que a escola do meu pap est muito defei-
tuosa. Sapponba agora que por sua causa todos
os pais se couvertessem em as3asstnos de suas
lilhas : seria isso o desejado beneficio, rege-
nerado da sociedade ?
Um conhecido actor cmico que tem rauita
graca no theatro e nao tem menos fOra delle,
fui ha dias jantar n'um rejtaurant do centro da
cidade.
O mogo traz-lhs a sopa, mas esquece-3e de
Ihe trazer a colher.
Traz me urna colher ?
Sm, senhor.
Emquanto o criado vai l dentro, o actor olha
pjra o prato de sopa, v um cabello e tira-o.
Depois anda outro...
0 actor (fallando para o criado, que se appro
xiraa com a colher), leva a colher e traze antes
um pentc.
#
Ao governo provisorio foi apresentado o se-
guinte projecta para creaco de um servigo geo-
graphico na Repblica Federal dos Estados-
Unidos do Brazil, pelo director do Observatorio
Astronmico do Rio de Janeiro.
Desde uns vinte annos para c foram creadas
no Brazil comnissdes, com denominacOcs e fins
diversos, todas, porm, oceupando-se em traba-
Ihos cujo objectivo principal era a determinaco
de Jado; que podessem servir para a organisa-
co da carta geugraphica do paiz. Entre estas
commissoes citaremos as seguintes :
1. Commissdo da caria geral, a qnal executou
cortos trabalbos de triangulado no municipio
neutro, e medico- de urna base geodsica nos
campos de Santa Cruz.
2." Commissao ia carta itineraria, que oceu-
pou se com diversos trabalbos de trian gula cao,
medigOes de bases, no Estado do Bio Grande do
Sul
3.* Commissao astronmica, que determinou as
coordenadas de alguns pontos situados noi Es-
tados do Bio de Janeiro e S. Paulo.
4.' Commissao geographica e geolgica, do Es-
tado de S. Paulo, que anda boje se oceupa em
trabalbos geographicos, triangulaces, medi-
ces de bases e levantamentos topographicos.
Exceptuando esta ultima, as deraais commis-
sOes tunecionaram durante alguns annos e fo-
ram depois extinctas
Mencionaremos aqui, por memoria, o archivo
militar, e a carta archivo que conslituam simples
escriptonos onde se conservara e coordenam
documentos de natureza geographica.
Essas commi3sOes, com organisacOes 'diver-
sas, nao podiam trazer como resultados seno
dades heterogneos, e possuindo gro3 de pre
ciso dissimitbantes. Fui, de fado, o que suc-
cedeu, e apezar de ter o Estado gasto avultadas
soturnas com taes commissOes, os resultados co-
llndos nao foram o que podiam ter sido se bou-
vesse presidido na sua organisaco um plano
uniforme, taato nos methodos de trabalho, como
na coordenado e no aproveitamento dos resul-
tados oblidos.
Com effeito, pel'a propria base que todos es
ses trabalhos pe:caram pela falta de urna or
ganasico uniforme, assentada nos saos princi-
pios da sciencia. Considerados individualmen-
te, os trabalbos executados por cada urna des-
sas commissoes merecem tola a con li anca, mas
o seu conjuncto carece de homogeoeidade, isto
, da condico essencial para que podesse con-
stituir um todo perfeito e aproveitavel para um
Bm commum.
Parece nos desnecessario fazer sobresahir
aqui a incontestavel utilidade dos trabalbos geo-
graphicos que cada naco deve mandar execu-
tar; o que, porm, nao ser fra de proposito
insistir sobre a necessidade de executal-os de-
baixo de um certo e determinado plino, median-
te methodos de observacsto e de redueco se-
melbantes. e :om um pessoal convenientemente
exercitado.
Nestas condicOes achara se constituidos os di-
versos servicos encarregados de executar os
trabalbos geographicos no estrangeiro, e que
comprehendem as operages geodsicas, as de
terminacSes astn nomicas, os levantamentos to-
pographicos, investigagOes sobre diversos pro
blemas de pbysica terrestre, como sejam por
exemplo, experiencias do pndulo, observagOes
magnticas, etc., trabalhos, que sao como se v,
de natureza bastante variada, e que necessitam
em geral de pessoal scientifico e subalterno as-
8iz numeroso. Por esta razo, ha serias vanta-
gens em Jar ao servigo cographico urna orga-
nisago militar, como se v na Franga, na Italia,
naHespanha, na Blgica, etc.,achando-se os tra-
balhos confiados aos ofliciaes militares de qnal
quer arma, logo que tenhara o curso de geode-
sia e de astronoma, e, segundo a nossa opi-
nio, seria esta forma tambem que conviria ado-
Elar para o servigo getgraphico a organisar no
razil.
A instruego technica do pessoal destinado a
este servigo seria dada no actual observatorio,
onde ficaria creaTJa urna secgo geodsica, e pas-
cando para o ministerio da guerra o observato
rio, cujo director seria ao mesmo tempo o do ser-
vigo geographico.
Organisaco do pessoal do servico geographico.
Exporemos agora rpidamente como conviria
orgamsar o pessoal tanto para 03 trabalhos de
campo, como para os de escriptorio.
O pessoal scientifico, em numero Ilimitado,
seria dividido em secges com posta 3 de tres en-
gunbeiros militares, com um ebefe le secgSo. A
principio, restringir-se-hia convenientemente o
numero das secges, que ira augmentando
medida do desonvolvimento dos trabalbos de
campo. *
Os trabalhos de escriptorio seriam dirigidos
por um ebefe auxiliado por um crto numero de-
calculadores e de desenhistas
As inetrueges technicas sero dadas pelo
director do servico geographico e executadas
debaixo da immediata responsabilidade dos ene-
fes dos trabalbos de campo e do escriptorio.
Haver um numero indeterminado de serven
tes (pragas do exercito) para os trabalbos de
campo.
Bifr mu resumidamente ex postas as bases
que leveriam ser adoptada para creaefto do
Srvieo Geographico do exerco, que vira preen
cbernma lacuna j demasiado tempo aberta, e,
mediante methodos convenientemente apropria-
dos vastissima extenso do territorio, cuja
carta se projecta levantar, permittir, em tempo
relativamente curto, executar um trabalho coja
importancia nioguem poder negar.

N'um museu :
U h sujeito prepara se para entrar com um
charuto na bocea.
Um guarda:
L dentro nao se fuma,
gn Tenho pena, porque era um charuto ma-
ilico.
E o guarda todo amavel:
Mas V. S. pode ir visitar o museu, que eu
vou fumando para nao apagar.
SPORT
Sob a iniciativa do conde Silvio de Biscuccia,
formou se em Buenos Ayres um syndicato para
a construeco de um TaUersall Argentino.
O tenente general Julio Boca, ex presidente da
Bepublica Argentina foi noraeado presidente do
syndicito e vice-presidente os Srs. Gregorio Tor-
res, banqueiro ; e Pedro Costa, criador.
Entre os membros do syndicato figuram Don
Juan Boucau, propnetario do celebre Ormonde, e
os Srs. Mariano Marenco, governador do Banco
Nacional, E. Cissal, Santiago Luro, Carlos Estra-
da, Saturnino Nuzu, B. Ocampo, P. Aucborena,
Ataliva Boca, J. Mendosa, Gonzales -eguro, B.
AcoBta, S. Zemboroin, e os principaes sportsmen
argentinos.
A sociedade constituio-3R com o capital de um
milho de pesos, dividido em 10.000 acgts de
100 pesos ca^a urna.
O local escomido para a construego do edifi-
cio foi a avenida Alvear, e os trabaibos vo co-
raegar sob a direcgo da eminente architecto Sr.
Garavaglia.
#
Arequipa (Per) tambem tem o seu prado de
corridas.
O Hippodromo de Arequipa, construido no Pa-
go da Polvera, carainho de Tingo, a 200 metros
da linha frrea, ne-Je 760 metros de cumprimen-
to por 15 de largura, em forma elptica. Tem
urna bonita tribuna para 150 pessoas
' 0 Hippodromo inaugurou se a 29 de Julho ul-
timo, sendo presideute do club D.Lautaro E.
Cantuarias e vice presidente Don Jos M. Ugarte-
che.
0 Hippodromo tem 140 socios.
*
Chegaram capital federal, vindos do Estado
da Babia, os animaes Garibaldi e Hunter : este
um puro sangue inglez.
Chegaram tflmbem da mesma procedencia o
sportsman Candido Vargas e o jockey Luiz, que
para all fora ha tempos com os -tnimaes Pana-
dero e Chibarro.
*
Para o Rio da Prata foram vendidos os seguin-
tes animaes:
Brillant, que era do Sr. Edmundo Blanc.
Xanthos, que .era do conde de Berteux, por. .
30.000 francos.
Lugano e Siberie, que eram do Sr. Paul Au
mont.

Deveriam chegar a Buenos Ayres prxima-
mente 03 animaes Mequinez, Kazan e Hurn.
*
Em Buenos Avres foram ltimamente vendidos
vinte e trez vearlings, lhos de Phcaoix, o ami-
go cavallo d conde de Lagrange, sendo a me-
dia de cada um de 3,267000.
Entre elles, um, o Balmoral (por Phusnix e Bio
Od Royal) foi comprado por 32,000 pesos, ouro.
e Buctstone (por Phcenix e Falka) por 25.000
pesos, ouro, Giengarry, por Highland ( hief e
High Pressuri, por Cylinder, attingiram a som
ma de 16.000 pesos, ouro, cada um.
Djus potros de 2 annos, por Cari Clifden (fi-
Iho de Lord Clifden) foram vendidos por 11.235*
cada um. ':&
1NDICACQES DTEIS
Rogamos s pessoas de gosto, a fineza
de lr o annuncio que hoje inserimos na
seccSo competente Livraria Contempo-
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Mdicos
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Pratica a lavagem do tero quando e co
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Imperador n. 14, 1. andar.
O hachar el Bonifacio de Aragao Faria
Rocha contina a advogar. Escriptorio
ra do Imperador n. 46., 1." andar.
O contdheiro Portetta contina a advo-
gar. Escriptorio ra do Imperador
n. 65. Residencia, casa n. 24 da roa
/isconde de Albuquerque (ootr'ora ra da
Matriz da B8a-Vista).
J. A. de Magalhiet Basto*. Duque de
CJaxiaa n. 66, 1." andar..
O bacharel Petromlho de Sania Cruz Oli-
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mos perante o Banco do Brazil para auxi-
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jens de Brandao & C, ra Duque de Ca-
rias n. 46.
PBLlCACOES A PEDIDO
A baixa de cambio
11
E' na credulidade e na impressionabilidade do
publico que, a magia ou a arte de maravilhar
funda todas as suas probabilidades de xito.
E, de ludo quanto tem servido para leslum
brar o reino da Beocia, nada se comp. ra ao cam-
bio, qnem se attribuem todas as maravhas,
encantos e milagrea 1
Se o Syndicato conta com isto, somente, illu-
de-se.
O commercio de cambio consiste, exclusiva-
mente, na compra e venda do dinh iro de qual-
quer especie e de qualquer paiz.
Entre a mercanca da moeda dos differentts
paizes c a sciencia de pagamentos, a que os fran
cezes chamam.com certa propriedaoe, finan
gas nao ha a'menor affinidade ou o menor ac
de dependencia, como fcil de ver-se.
Basta sabermos o que sejam commercio o fi
naneas, para que a verdade da vossa afirmativa
imponha-se por si mesma.
O dinheiro como ludo quanto possa ter utili-
dade tu prestabilidade, eoastitue urna [riqueza
Todas as riquezas sao suseeptiveis de compra e
venda. Mas, somente as que sao suseeptiveis
de serem compradas e vendidas muitas vezes,
sem prejuizo da sua forma, da sua natureza ou
da sua essencia, poderao conbtituir objecto de
commercio.
E' anda iudispensavel que taes riquezas sejam
desejadas e procuaadas, para que alguem se re-
solva convertel as, efectivamente, em objecto
de commercio, fazendo da sua compra e venda
urna prolsso lucrativa. O dinheiro est neste
caso e por isto conslitue a melhor das mercado
ras.
0 maior ou menor apreco, que se possa ligar
a qualquer riqueza, conslitue o seu valor ; e,
d'alii a variedade e relatividade do valor.
Entretanto o commercio, ou compra e venda,
de urna riqueza nada mais do que a troca do
seu valor pelo valor le outra riqueza qualquer.
E, quem poder hoje comprehender o commer-
cio, sera padres de unidades de pesos e medi-
das, ou sem padrOes de unidades de valor, em-
bona seja este relativo e vario ?
O espirito-humano ainda nao resolveu proble-
ma mais difficil que o do commercio, que 6 hoje
de urna facilidade admiravel. Antes de tudo,
Ihe foi preciso descobrir a sciencia de pezar e
de medir, que todos os povos devem o sea
systema diverso de pezos e medidas. Sem esta
sciencia, da qual se oiiginou talvez a geometra
Ihe seria impossivel precisar as quantidades di-
versas da mesma riqueza comprar ou ven-
der.
Notamos, porm, que os prprios paires de
pezos e de medidas, por cujas unidades precisa-
mos as quantidades exactas de qualquer rique
za mercantil, fazem objecto de um ramo espe-
cial de ommercio. E, todava, nunca lembrou
se alguem de affirraar que, este commercio po
desse influir, na medico e petasen) das merca-
dorias, pelo augmento ou diminuico das unida-
des dos mesmos padrOes vendidos por maior ou
menor prego.
E' que todos comprehendem perfeitamente
que, essas unidades sao puramente abstractas e"
escapam completamente ao commercio dos res
pectivos padres.
Entre raa e outra causa, nao ba afSnidade
possivel ; nao pode haver o menor laco de de-
pendencia.
Mas, depois da sciencia de pezar e de medir,
ainda ninguem seria capaz de pagar exactamen-
te o valor.de urna riqueza pelo valor de outra.
Foi anda preciso ao espirito humano descobrir
urna nova sciencia, a de pagamentos, que for-
necesse as unidades convencionaes de valor,
afim de se poder aprecar quaesquer riquezas ,e
de se tornar possivel o pagamento do valor de
urna pelo valor de outra.
A esta sciencia de "pagamentos, ou de finan
gas, devem todos os povo3 a zonstituicao do seu
dinheiro, ou das suas unidades convencioaaes
de valor, acias quaes, nao s se terminam todos
os contractos, mais ainda, se do fim a todos os
pagamentos. O systema flnanceiro de cada povo
tem por base a constituigo do seu dinheiro ou
da sua mceda.
E, entre todos os povos, as unidades con
vencionaes do valor sao igualadas, com a pos-
sivel preciso, a certas e determinadas quan
tidades de qualquer urna riqueza, que as pos
sam representar e pagar com o valor convencio-
nado, n'ellas, contido.
Nao admira, portanto que, entre os diferentes
povos, o dinheiro se tenha identificado com
qualquer das riquezas, de que a sciencia de pa-
gamentos se tem servido, para representar e
pagar as unidades de valor convencionadas c
precisamente igualadas ao valor de quintidades
certas da mesma riqueza, independentemente da
Considerndose como syoonimas as palavras :
(nangas e pagamentos : claro que a scien-
cia financeira da qual bem se pode ter originado
a aritbmetica, nao se limita .constituigo do
dinheiro. Ella nao pode deixar de oceupar-se
tambem do pagamento da moeda de um paiz
pela de outro paiz.
Si, diversos paizes usam da mesma riqueza,
o ouro por exemplo para monetisarem o
seu dinheiro ; a quantidade e o quilate da uni-
dade de valor, em cada paiz, permittem ao fl-
nanceiro precisar urna certa relago de valor en-
tre as diversas moedas. E, depois disto, nada
mais simples do que o pagamento reciproco do
valor de urna moeda pelo valor de outra.
Por diversos modos determina a sciencia fi-
nanceira aquella relago de valor e, em todas as
hypctbeses. resolve o preciso pagamento ao di
nneiro de um paiz polo dinheiro de outro.
Evidentemente a sciencia financeira est para
o commercio, na mesma relago em que est a
scienc.a de medir e de pesar; e, respeito de
certos ramo3 de negocio, na mesma relago em
3ue j se acha a nova sciencia de precisar o grao
a qualdade esseacial de diversas mercadorias,
por meio de instrumentos apropriados
Do mesmo modo, que os padres das unidades
de pesos e medidas, as diversas moedas que sao
padres de unidades convencionaes do valor,
prestam-se igualmente a constituir o objecto de
um ramo especial de commercio.
Dizendo-se de um commercio exactamente o
que se diz do outro; claro e inconteatavel que,
era hypothese nenhuma, a mercanca da moeda
dos differentes paizes poder modificar ou alte-
rar as unidades de valor que as differentes moe-
das representan).
Se assim nao fosse o commercio de cambio se-
ria urna loucura; porque nao poderia dar o me-
nor lucro, em caso algum.
Se a vendida, em um dia, por 8*000 e, em
outro dia, por 14*000 podesse significar to so-
mente urna-troca de valoras iguaes; onde estara
o lucro do cambista 1 Porventura, os vanos pre-
go8 do dinheiro, dependentes exclusivelmente da
vontade gananciosa do cambista avaro e sagaz,
nao constituem prova cabal e irrecusavel de que
as unidades do valor,' fixadas pela sciencia fi-
nanceira, permanecera Ilesas, airar de todos
os cambios, anm do poderse as di Berengas de
prego constituir o lucro de negocio? Isto da
maior evidencia!
Nada, portanto, mais insensato e absurdo do
que a affumativa de que : entre a mercanca da
moeda dos diversos paizes e o valor das unida-
des do dinheiro, ha aninidades ou dependencias.
E- fra de duvida que, o prego do dinheiro, ou
de qualquer outra riqueza to arbitrario como
a proprh especulagio e nada tem de comnwm
com finaacas, cu pagamentos que o dinheiro
possa realisar.
E'ceito que o cambista srvese da sciencia
financeira, para a redueco de valores da diver-
sas moeda?. do mesmo modo que serve-se da
contabilidade e da escripta ; mas to sement
para apurar do seu negocio o maior lucra possi-
vel.
S a deprecisco da materia prima do dinheiro.
por causas inteiramente alheias ao commercio, ao
cambio e s finangas. que pode alterar as uni-
dades de valor identificadas con o dinheiro, ia-
dependentcmente da sua monetisago. nada
mais.
As noges imperfeitas ou incompletas das cou
sas e a confuso entre ideas esencialmente dis
Uetas sempre foram a maior causa do atrazc
scientifico do espirito humano.
Devido a isto, que os francezes tm eslerili-
sado os maiores esfo.rgos para introduzir no boj
da sciencia financeira aquillo que puramente
administrativo, como os objectos de orgamentos
nacionaes e do seu ministerio das finangas, dando
aso que muitos considerem o thesouro publico
como inslituigao financeira.
Vemos claramente que s os preconeeitos da
mais t de todas as pretendidas sciencias huma-
nas :a economa polticaas arrastam todas
as confuses entre as sciencias financeira, admi-
nistrativa e econmica, que reputamos ramos
perteitamente distinctos c iodependentes da
sciencia poltica.
E, tanto assim que, apezar das maiores deli-
gencias de grandes economistas francezes, alle-
mes e inglezes, ainda nao Ihes foi possivel se-
parar satisfactoriamente aquellas tres sciencias,
que reclamara dominios dille-entes.
Ninguem 3e distancia impunemente do estudo
da natureza humana, cujas leis regem necesa-
riamente todos os pos3veis ramos da anthropo-
logu.em sua mais ampia compreheosoI
Para que a sciencia administrativa se confor-
me cora as leis naturaes que regem o hornera
longe de limitar-se ao esludo de regula Dentos e
de repartiges publicas, ella deve inspirar-se,
as manifestages naturaes da actividade huma-
na mais compativeis com a prosperidade c o bem
estar sociaes, afim de habilitaros governos bem
desempenbar um dos maiores fins da sua misso
poltica.
Quando a adrainislrago sccial oceupa-se : dos
orgamentos geraes, do despendi de dinheiros
pblicos, de quaesquer -assumptos es pe, iaes ao
thesouro nacional uu de repartiges fiscaes, dis-
pensa inteiramente os conselhos da sciencia fi-
nanceira para ouvir to smente os da sciencia
econmica. Mas quando ella trata de organisar a
moeda* nacional, de modificar o padro moneta-
rio, de dar elasterio ao meio circuante nacional,
de abastecer o paiz de numerario, de regular a
casa da moeda e a caixa de amortisgo, ou de
firmar as condiges de um eraprestimo externo,
despensa completamente os conselhos da scien-
cia econmica para ouvir exclusivamente os da
sciencia financeira.
Esta sciencia colloeada em seas limites raccio-
naes e verdadeiros nao tem mysterios. E' de urna
simplicidade e facilidade extremas; c, nao co-
nhece problemas insoluveis na esphera dos seus
dominios.
J ve o syndicato que as fluctuages do cam -
bio na la tem com asnossas finangas, porque sao
impotentes para modificar, de qualquer modo, o
valor da moeda brazileir ; e que portanto, de
modo nenhum, |he ser possivel enfraquecer ou
desacreditar a poltica do nosso goverao.
E' com o nobre Visconde de Ouro-Preto e, nao
comnosco, que o syndicato deve ajustar suas con-
tas.
(Continuaremos).
Becife, 3 de Janeiro de 1890.
Francisco Amynthas de Carvalho Moura.
A escola na Repblica
VIII
O concurso, em geral, tem sido o meio
de a afilhadagem mais descaradamente se
ostentar, e nao o meio seguro de se fazer
urna segura cscolha.
Alimentamos a conviccSo de que elle pas-
sar a ser urna verdade; mais, pir muitae
vantagens que parega offerecer, s absur-
damente se admitte o concurso para o pro-
vimento das cadeiras de instruego prima-
ria.
Para chegarmos a. esta verdade basta
lembrar que os alumnos-mestres tem um
titulo de capacidade profissional conferido
pela Escola Normal, o que quer dizer: o
alumno mestre est habilitado a exercer o
magisterio primario.
E nem para outra cousa servo a Escola
Normal.
Mas ha inda juma razio de ordem, con-
tra o concurso.
O fim da escola primaria educar e in-
struir, e educar, muito principalmente,
porque a kstrucao urna especie de bru-
ido da educagao intellectual.
Ora, para instruir, nos instruimos, ao
passo que para educar precisamos de ter;
alm de conhecimentos, muita vocacao.
O que provam os candidatos a urna ca-
deira, no concurso ? Em que consiste o
programma do concurso ?
O programma exige um certo numere
de materias, o candidato exibe brilhantefc
provas n'ellas... eis um professor !
Mas ter jasa esse titulo ?
A confirmaao em contrario, nos a vi-
mos nos dous concursos que tiveram lugar
este anno.
O programma exige urna licc&o de cau-
tas, cujo assumpto o candidato escolher.
Pois inda assim, nos vimos e ouvimos
discursos truncados, compromettimentoa
pela adopcSo dos processos intuitivos, ma6
nlo vimos essa conversagao do professor
com os alumnos de que nos falla P. Car-
pentier quando define a liccao de cousas!
Muitas palavras, alguma sciencia, e
nada mais, eis o que vimos!
E assim que se educam criangas ?
E, note-se : tratava-se de urna simples
liccao de cousas!
Arthunio Vieira.
Pesqi
ueira
Declaracao ucecssarla
Constando aos abaixo assignados, que
seus nomes foram incluidos, como consul-
tores, n'um Club Republicano, que se diz
ter sido organisado n'esta cidade, havendo
sido remettida para essa capital do Estado
de Pernambuco a lista dos membros do
mesmo Club, vem pela imprensa protestar
solemnemente contra semelhante procedi-
mento pelos fundamentos seguintes :
1." Porque nunca foram ouvidos, e nem
consultados por escripto, oo verbalmente
para tal fim ; ,
2.a Porque sao desconhecidos n'esta ci-_
dade o dia e lugar, em que foi feita a reu-
niSo para tratar-se da fundacao do trl
Clnb;
3. Porque nao tendo sido convidados
oeabaixos assignados e nem as pessoas

'

.


1
.





Diario de PeruambncoQuiila-feira 9 de Janeiro de 1890
mais notaveia d'este termo, s partee, que
a existencia 'aquello. Club phantastica,
u que se existe, tolo clandestino.
Nao inspirando os membros d'aqnelle
Club a neces8aria confianza aos habitantes
d'este termo, e aos abaixo assignados, re-
solvern! estes organisar um partido repu-
blicano, e para isso reunir se hao no da 5
de Janeiro viadouro, n'esta cidade, e entilo
argansaV-se ha um directorio, que cuide
dos costumes polticos do partido e do bem
estar da localidade.
Pesqueira, 28 de Dezembro de 1889.
, Satyro Ferreira Leite.
Aor Bezerra do Reg Barros.
Bario de Cimbres.
Benjamn de Fre tas Caraciolo.
* Honorio Bezerra do Reg Barros.
Honorio T. de Carvalho Cavalcante.
F. Caraciolo de Freitas.
Jos B. Cavalcante de Albu^nerque.
Vigario Jos B. de Paiva.
A quem competir
Por acto do poder competente foi intimada
para retirar se da ilba dos Hatos uraa fabrica de
picar fumo, que alli fuoccioaava. Foi uma lou
vave! dcliberacSo. Essa fabrica cavenenava os
moradores das visiahancas com nauseabundas
exhahcOes. A nicotina empregnava a atmos-
fera daquclla locilidade.
Em vista de tal intimacao resolveu o proprie-
'ario mudar seu noci7o estabelecimento, e foi
scolhido para isso o Campo Verde, na freguezia
i Boa-Vista, no corceo da cidade. Consta-nos
que a junta de bygiene, ou indicou csse local,
ou deu nesse sentido parecer avoravel. E'
inexplicavel!
Pois, os moradores do Campo Verde sao, por-
ven:ura, menos dignos da solicitude dos poderes
oublicos do que os moradores da ilba dos Ha
os ? Pois, all, onie ha hoje tanta edifleaco
romo na ilba dos Ralos; onde est agglomerada
ao crescida e compacta populacho, pode estae
recer se urna fahrica que foi, por npciva, retira
)a de outro logar ?
Nao ba muito lempo 03 moradores do Campo
Verde levantar^m reclamares contra urna fa-
tjaica de leos, que funecionava na antiga Fabri
ea Apollo, no Hospicio, e onde o fumo de caro
es de algodao que all eram queimades embria-
ava c nauseava a redoudeza. Cessou aqaelle
flagello, e agora vem outro ameacar os morado-
res dalli...
Isto nao justo, nem serio.
Appellamos para quem tiver competencia re-
'ativamente ao assnmpto. Os moradores do
Campo Verde reclamara desde j, e protestaro
opportonameDte contra o envenenamento que se
!hes prepara.
E, a proposito, occorre nos perguntar : E a
junta de bygiene quem para issn tem competen
cia, por sis? E a municlpalidade, a inten-
dencia ? Pois, nao 6 esta, qne, de accordo com
as exigencias da bygiene, e com informacao e
parecer do sea engenbeiro, deve indicar e ap
probar o local em que essa fabrica pode fuaccio-
aar ? Nao ao eogenheiro da intendencia que
compete marcar o permetro dentro do qoal nso
iodem ser montadas fabricas da natureza da que
oi retirada da ilba dos Ratos ?
Que o poder competente nos respon ia por seus
actos e deberacOes.
Os tempos das concess s e abusos por ca-
naradagem e ganancia j passaram.
Recifc, 8 de Janeiro de 1890.
Vk amcaeado.
JORMS PARA El SOI'i
G. Importe41 ba do babXo da
VICTOBia encarrega se de assignaturas
para os Jornaea da Europa, Modas, Poli
ticas, Agricultura, lllv.stra$"o, Engenha-
ria, Medicina, Artes, etc., etc., garanta
absoluta de regularidade.
COMERCIO
Revista do Mercado
RCD72, 8 DK JAN'EIBO DE 180.
O movimento constou de iransacges no mer-
cado de cambios.
Bolsa
COTACOES OFFICIAES DA JUSTA DOS COB
BECTOBES
Recife, 8 de Janeiro de 18!0
ambio sobre o Rio de Janeiro, 15 d, v cem 1/2
0,'0 de descont
fti.o subre dito, 30 d,.'. eom 7/8 0/0 de descont.
Dito sobre dito, 00 d/v. com 1 34 0/0 de des-
cont.
Cambio sobre Lisboa, vista 116 0,0 de premio,
do banco.
O mesidente,
Antonio Leona do Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
Catubio
PBACA DO BECIFE
Os bancos adoptaran) boje a laxa de 23 1.8 d ,
offerecendo, porem, saccar a 23 1/4 reservada-
uente.
E a papel particular nao houve nogocio.
PRAfA DO BIO DE J NEIKO
MercaJo firme a 2o 18 bancario, saccando o
London sobre a caixa matriz a 25 1,4.
Papel particular foi pssido a 25 7/16.
.TABEL1.A8 AFFIXADA8
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a.
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V
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e I
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Festa de Nossa Senhora do
Monte
Como fra annuaciado no Diario de 24 de Mar
co do anuo prximo passado, e tantas vezes re
petido, como tensa permittido a rae do (Uno de
Deas por seu valiosissimo auxilio estejatnos a
concluir as obras da capella-mr, que tanto ad
mira e quasi assombra a todo3 aquclles que se
dignam de visital-as, per este grande consegu
ment, a commissao de accordo com a admrais-
iracao designou o dia 26 do corrente pra a
grande solemnidade em aegao de gracas pelo
triumpho do seu grande commettimento. Deven-
do se notar, que ainla que nao se po38a conse
gutr fazer com a solemnidade que merece o as-
sunpto por algum vil capricho, sera feita Com
raissa resada, com tanto que, a inauguraeoda
capella-mr de novo reconstruida e salva das
ruinas, ser feita pela comm ssao que com tanto
esforeo e abnegagao trabalhou c sacrificou todo,
at ver realisados os seus dourados sonhos.
A festa ser precedida de um triduo, e seguin
do as formalidades do rito as grandes solcmni
dades, pretenle-ie fazer urna razoila em redor
do venerando templo com a imagem da Virgem
que, como j se disse, foi encontrada junto
lonte, e por estar maltratada, asslm como, at a
do altar-mr nSo tsteve menos, mandou-se encar
nar e concertar, servindo depois, para se loma-
rem as mediias costumadas, para attender pie
dade e f do povo.
O programma da festa si se realisar como^
muito justo desejarse, ser publicado as pro-
ximidades, ficando scienle desde j o respeita-
vel publico, de que a festa ou inaugraco da
capella, nao passara do dia 26, impretervet-
mente.
Nao posso deixar occullo, o que neste momen'
to se me apresenta ao espirito ; todas as cirenm-
stancias passadas desde o comeco e quasi final
da grande obra, que semelbanca do viandante,
cansado, procura repouso, adormece, e ao des-
pertar do grande cansaco, v-sc diante do logar
que o seu destino e os seus passos nao preten
diam III! 11 Meu Deus I como sois iocompre
bensivel! porque, e para que assim permittis
tea ? Quo iosondaveis sao os decretos do Se
nbor dos .exercitos?... ea me humilho e me
confundo em vossa presenca... por vos tudo sorTre
rei___ Quem nada possue e nada desoja, nao
teme a propria mortc. Desculpae-me a ligeira
dipressao.
Para provarmos a grande satifuco popular no
auspicioso dia da inauguraeo da capella-mr do
Monte, o Sr. Francisco Augusto Pacheco, me
mandando chamar, dispoz a quantia de 200*000
para as obras.
Anda orna vez, pecamos a Nossa Senbora do
Monte, que urna tormenta levantada diante do seu
templ, deeapparega cota o seu poder.
Em breve eabir. ou depois da inauguraeo, a
noticia minuciosa de tudo que os bons filhos da
Senbora do Monte roe iizeram, na sna igreja;
sanir toda a despesa minuciosa com os compe
lentes recibos, quanto se gastn, em que e quaes
os materiaes; temos desejo de colleccionar tudo
em folheto para perpetua memoria do poder de
Deus e dos verdadeiros filbos de Mara.'
1890.
C. J. C. J.
K. 6
Os mrly vraau djipt-pilroo
Sofifreis martyrio, e s os que sabem o que 6
dyspepsia, podem coraprehender vossos soflri-
men tos.
Agora ba um remedio mo, immediato, ab-
soluto, infallivel, o qual 3e acha por assim dizer
porta de vo3sas casas.
Esse remedio a Salsaparrilha deBrUtp!. De-
veis conhecel a.
Quem ha que nao tenha ouvido fallar della?
Usai-a, e vos nreis das iadigestes e de todos
os seus concomitantes e consequencias.
N'uma semana alliviar o repleto deposito
desse perigoso material, que tanto vos traz ator-
mentado.
A flautulencia, a oppressfio do estomago, a
falta de actividade tanto do corpo como do espi-
rito, as vigilias e as angustias durante o dia, as
dores de cabega, as nauseas, as indescriptiveis
sensages que acompanham a dyspepsia, e nao
ba nenhuraa ontra molestia, que nSo desappare
ca qual sombra passageira.
Tirai-lhe a prova, experiraentai-a.
Acha-se venda em todas as boticas e lojas de
drogas.
Olind., 8 de Jamiro de
Despedida
Tendo resolvido ante hoatcm ir at o Rio dt
Janeiro, e seguindo hoje no vapor Elbe, nao pude
ppscoalmente despedid me dos meus amigos, o
que ora fago por nieio desta, pediodo- hes i!e3
culpa por essa falla e ro mesmo lempo ciJere-
cendo Ibes os meus fervigos emquanto ulH es-
tiver.
RL-cife, 4 de Janeiro de 1890.
Dr. Manoel do Sascimer.to ildiado PorteUa.
COLLEGIO
De N. S. da Penha n. 37; andar
BA DA AUBOBA
a directo de Awgas-
Sob
Os trabalbos l.ctivos desic csUbelecimen'.o
de i.struao primaria e secundaria, para o
txo feminino, prineipiaro a 7 de Jine.ro.
Algodo
Cota se o de 1 surte do serto a G600.
A exportago feita nela alTandega nsstc mez at
o dia 4, con;lou de 07.196 kilos yara o exterior.
As entradas verificadas al a lata de luje so-
bem a 396 iaccas, sendo por:
Bircacas- -Vapores..... \ nmaes..... Via-ferrea de Caruar. V a-ferrea de S.Franciro. Va-ferrea deLimoeiro 281 Saccas 2 113 ... ... c
Somma. 396 Saccas
Assucitr
os precos pago? ao agneettor. ^undoa AsEOciago Commercir. por olUos, se-Agricoia, forain
s geguintes: Gsinas..... Uranco ..... S rmenos..... Miscavado purgado irutos R aame..... 3O"K) a 3fViX) 28iX' a 34300 2M00 a 25'J0 1*500 a iliOU 13100 a l360 80O a UO-JO
A exportago, fea pela alfandega neste mez at
o dia 4, subiu a2.3'jJ.8)d !;ilos, sendo 1.1'5.7'iO
liara o exterior c 1.180.135 para o interior.
As entradas vericulas al a data de boje, o
bem a iO.Oil sacco?, sen/lo por :
Barcagas .... 18.273 Saceos
Vapores..... *
tnimaes. ... C0
vla-ferrea de Caraar. i>8.
V'ia-ferrea de S. Francisco. 40J
;;a-ftrrea do Limoeiro ...
Somma.
O 041 Sacc.fi
I
S
c O- _ fj o. S?
" -1 oo i ;
* V. ce w I IB- i-
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o te l* e*s b> is-
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1 .
* : lpl *

- C'ouro
Couroo salgados 360 ris, e 03 verdes a 83
ris. -
AKifardeac
Cota-6C a 95C1^, por pipa de 480 litros.
Ateuo!
CoU-se a 190OXi por pipa c'e 480 litros.
el
Cota-se a SoiO por pipa de 480 litros
Paata da Alfandega
?E;lANA fcR ?. A H UK J.\XhI3 DE IS'O
Vide o Da;o de D de lanelro
Xavi.' % descarga
Barca noruegoen-e. J'usiuu. caryo.
Barca norcegue ue Ores, carvo.
Barca norueiniense Spekulalio, carvo.
Barca aliem Schuam, varios geaeros.
Barca norueguense tufz, carvo.
Barca sueca Grmed, carvo.
BarC: aliem Mea, ranao.
Barca noraeguen.e Coltettor, carvo. .
Barca a lema Etd Tt itz. varios geueros.
Brigue italiano Immtctila Conexione, vanos
genero?.
Escuna noruteueasc Gnflne; er^ue.
Escuna portugueza Feltceira. vnoos.
Lugar allemo Harcld, virios genero?.
Lugarioglez hnoyne, bin-llio.
Lugar norueguens.- L.l.ui. varios genero*.
Lugar inglez Flora, 1,-aculliio
Lugar portuguez Mana, varios gemiros.
Lugar ailemo Vari Stili, carvo.
Patacho nirnegucse Aatong. sarque
Patacho ho:landez Clara, xarque
Patacho hespanho! Encarnacin, xanjue.
Fatacho noraeguen:e ldsen, virios gneros.
Patache ioglez khceXda, xarn
Impoplaco
Vapor francez Ydlede Buenos Ayres, entrado
do Havre e Lisboa cm G uo correle e censigoa
do a AuguMe Labille, manif-e tou :
Collegio 9 de Janeiro
' Director 1acharcl Bernardo
fj s da ama Ltns
Este estabelecimento de instruego primaria e
secundara, situado ra do desembargadorNu
nes Machado (antiga da Soledde) n. 94, encela
os seus trabalhos no dia 9 do corrente.
MflHP
Alberto Henschel&
C. Succs. avisam aos
Srs. acad/ciiiicos do 5.
anno da Faculdade de
Direito do Recife que
queiram fazer parte
do grupo do quadro de
Margo de 189 que
foi mareado o prazo
para se retrataren! os
inesmos para o gran-
de quadro de qie elles
foram incumbidos, de
hoje at 15 de Feve-
reiro do corrente an-
no, sem proroga^ao
algu na.
iecife, I de Janei-
ro de 1890.
Tubcrcnlosc paluaoaar
'ora garantida pelo Peitoral de Cam-
bar.
Carga do Havre
Agua de flores de laranjeir^s 4 caixas or-
dens.
Amostras 3 volumes a diverjos.
Agua mineral 14 CS5SS a Sulwr Kiuirmann
4 C. 4
-Armas 4 caixas ordem, 4 a \Y. BallmJ C.
Batatas 100 caixas ao wosigatarlo, 50 a Goa
calves Roza i Fernandes, 23 a Lopes Alheiro (*
C, 50 u Silva Margues & C. 10 i a Souza Basto
Ainorim 4 C, 100 a I'aiva Va'eote V... 100, e
30 gigos a Salzer Kiuffinino & C.
BotOes 1 caixa a Oliv.-ira Basto 4 C.
Bronze 1 ciUa a Manoel F. de Souza.
Calcados 5 caixes a Til Jinaz de Carvalho di
C S a Ramos Goppert C, 2 a Gomes de Mal-
tos Irmos, 1 a J. Antonio Pili-o 4 Irmo.
Chaixos 1 caixo a Raphael Dias 4 C.
Cachimbos 1 caixo a Joaquim Bsruardo d03
Res, 1 a Manoel Collago 4 C.
Diio3 e partences 2 caixas a Manoel Joaquim
llbeiro. -
'Charutos 1 caixo ordem.
Couros e movis 2 caixes ordem.
Conservas, cognac e vinlio 69 ca xas a Das
F(mandes & C.
Drogas 12 caixas a Rjuquavrol Frcrcs, 2o a
Francisco Manoel da Silva 4 C, 7 a Farh Sobri
nho e C.
Espellios 2 caixOes a Ramiro M. da Costa & C.
Ferragens 1 caixa a Oliveira Basto 4 C, 2 a
Ferreira Guimares 4 C.
Grvalas 1 caixa a Guies de Matt03 Irmos.
Limalha 4 caixas a Francisco Manecl da Sil-
va c
Luvas 1 caixa a J. A. D;a.-.
Lixa 1 caixa a Vianna Castro 4 C.
Linho 1 caixa a Azevedo 4 C.
Leite condensado 10 caixas a ^rvallio 4 C.
Maneiga 93 barris e 185/2 diios ordem. 45
e 50 a Paiva Valente 4 C, 10 e 13 a Joaquim
Doarb) SimOfs 4 1,10 e 10 a Guodes de Araujo
- FiJlio, 23 e 23 a Joaquim Felippe A Aguiar,
20 e 30 ao consigoaiario, 30 c 60 a Sosia rfasto
Araorim 4 C.. 50 caixas a Silva GuimarSes 4 C,
6 a Jaaquim Felippe se Aguiar, 13 a Feraandes
4 Irmos.
Di'a e veimou'li 40caixas a Jalo Fe'nandes
de Almeida.
Mer.adorias diversas 2 caix is a R. de Druzina
4 C, 2 a Manoel ollagj 4 C, 3 ordem, 1 a
Pereira de Azevedo c- C, 1 a Gomes de Mattos
Irmos, 4 a Guimarcs Irmos, 1 a Francisco
Guigel 4 Irmo. 4 a Rm ro M. da Costa & C,
0 a Nunes Fonseca 4 C, 1 a E. GoDC-alvcs Cas-
cito, 1 a Francisco Rodrigues, 2 a Maia e Silva,
1 a Saizar 4 C, 3 a Frrncisco Lauria 4 C, 2 a
Guimarcs Cirdoso C, 3 a Prente Vianna 4
C, 1 a I. P. Carreiro, 2 a A Duarle 4 C.
Machinas para lypograpliia 4Caixas a Gomes
de AJuUos L'Baos. ~+~*
ces para lel'-plions 3 caixas ordem.
Pedes 1 caixa a Hamos Geppert 4 C.
Pjpcl 3 caixas a Ramiro Moreira da Costa 4
C.,5 a F. P. Botitraab.
Pentes 1 Caixa a Rjmos Geppert 4 C.
Queijos 21 caixas a Paiva Valente 4 C, 20 a
Souza Basto, Atnorim 4 C, 15 a Googlves Roza
4 Feroandes, 28 ordem, 14 a J. de Macedo, 32
e 2 tinas a Carvafno 4 C.
Tinta e outros artigos 6 voluraes a Alves Muia
&C.
Tecidos diversos i caixa3 a Bernet 4 C, 2 a A.
Vieira 4 C, 1 a Montiard Haber 4 C, 1 a Olinto
Jardim 4 C.
Ditos para filtrar a33ucar 3 'aixas a J. da Co-
ta Maia.
Vidros 1 barrica ordem, 2 a Manoel Joaquim
Perein 1 a Fransisco Lauria 4 C.
ViQbo 25 caixas a Das Feroandes, 10 a Car-
valho. 4 C, 12 ordem, 1 barril a Prente Van
na 4 C.
Ditos e outros artigo; 32 caixas a C. Pluyra
4C.
Carga de L'sboa
Ceblas 30 caixa9 a Silva Guimareg 4 C.
Cal 100 barricas o Lopes Conservas 50 caixas 4 ordem. II a J. F. Lima
i C-, 15 a Joo Feroandes da Almeida, 40 a Sil-
va (iuimares 4 C.
Diosas 7 voluraes a Francisco Manoel da Sil-
va c C.
Feijio 5 saceos a J. da Silva Pereira Lisboa.
Livroe^i caixo a Ramiro M. da Costa e C.
Aula mixta particular
Anna Mendes Bastos, residente rna do Padre
Floriano n. 50, avisa aos cidados paes de fa
milia que abre a sua aula mixta particular, no
dia 7 ao corrale mez, e prometle-llies, como tem
feito em outros annos, esmerar se o mais posei-
vel para bem desempenhar o seu dever.
Consta a sua aula das mate-ias de instruego
primaria, e trabalhos de aculha s alumoas.
Recife, 4 de Janeiro de 1890.
Lyeeu Triadelphico
A -fina do Hospicio 54
As aulas deste estabelecimento de in-
struccTIo primara e secundara para o sexo
feminino recomecarSo no dia 15 do cor-
rente.
A directora, convencida de qne tem
cumprido as obriga^Sas que, pelos estatu-
tos de seu collegio, contraliio para com
aquelles que lho confiaram a educasao do
suas filhas, espera continuar a merecer
essa mesfna cc-nfian^a.
Recebe alumnas internas, semi-internas
e externas, podendo os interessados, para
melhores eselarecimentos, dirigir se ao es-
tabelecimento.
Recife, 5 de Janeiro de 1890.
\ directora,
Francisca Tetxcira de Mello.
COLLEGIO DE SANTA LUCIA
para o sexo feminino
Una Duque de Carias n. 48
8* andar
As aulas deste estabelecimento de instruego
primaria e secundaria, abrir-se bao no dia 7 do
corrente.
A direclora,
Anna di Reg Brrelo de Almeida.
Collegio Meira
Este antigo collegio contina a funecio-
nar na ra da Imperatriz n. 63, abrindo
suas aulas no dia 7 do corrente mez de
Janeiro.
Seu director solicita aos pais de familia,
que deaejam o real aproveitamento de seus
filhos, o obsequio de attender ao que vai
exposto.
Alm dos preparatorios para a matricula
naB Faculdades de Direito, ensnar-se-ba
tambem a fallar, escrever e traduzir a
lingua franceza, a ingleza e a allemS, sen-
do profesor d'e3ta o Sr. Algernon Scbic-
- -g'-sao
Collegio Amor Divino
Ra ia Impcratrix n. 3C
As aulas abrirse ho no dia 7 do corrente.
A directora,
m Olimpia Afra de Mendonca.
?SSi(2!C5!*
< in-so primario c secnadario
Jos de Soaza Corlei'O Si n ti participa aos
pais de seus alumnos e ao respciiavel publico,
que no dia 7 do correle te achara aberto o seu
estabelecimento de inslrucg prircaria e secun-
daria1 silo no paleo do Camn u. 26, continuar
os exerclcios de sua prolisso ; assim como con-
tinua a sdmiltir alamoos internos, nieio-pLTisio
nlslas e externos.
Aula particular
AnoaTeodora Simoes participa ao respeta-
ve) publico e ;.a- pais de sua.; alumnas, que su .
aula nariicolar, afano pat:o do Carra >n 26
1* andar, abrir se-ha no dia 7 do cor.imtt ; ou
trosim, continuando no exercicio de sua prolis
rao, aceita alujinas io'aroas, meio-peasionUias
e externas.
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro traa com especiaii
tado de molestias de senhoraa e oraaogiu
Consultorio e residencia ra da impe
ratria n. 18, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da manbit. .
Cliamados (por cscripto) qualquer Lora
TlLKPHONE N. 226
Kardiobas 100 barra orJen.
Viulio 19 i'i ias e 40 ba;:ii a I'aiva .'alate e
C, 44 a J. F. Lima e C, 1 a Carlos de Paulo Lo
pos.
Vapor (ranees Eqkaleur, (n-'rado de Rnfeacx
e escala em ifruai uata, c consignado a Aagdatc
Labille, marjifetou v
Araeixas 16 caixas ordem, 11 a Di is Fernn-
des.
Azeite 30 lixis a Domiogos Ferreira da Silva
e C, 30 a Juu Feraandes do Alraeida.
Ralatus 50 ;;ixas a Su'/e: K ulT.oar.n i C
Cognac 10 caixas a Salter K -.utTmanii e C, 20
a Paulino de Oiiveira e C, 17 a J:: Joaquim
Alves c C.
Clich 1 calxJo ao D.arij de Peruambaco, 1 o
Jornal do llcc: fe.
Cipulas para garnfcs, 8 caix; s a 3J. F. di1
Souza.
Chocolate 1 caixn a Dias Fr nades e C.
Cerveja 10 caixas a C. Pluy:n e C.
Calcados c airos arligos 2 caixOJS ao hospi-
tal Pedro II.
Conservas 8 caixas a A Lignito., 1 a Andi
Antonio.
Espelh'js 1 caixa or l.m.
LicO.'es 10 caixes a Saiccr KiuT^nn e C 3
a Paulino de Oliveira Maia, 10 a (.'analiiTD C.
3 a Jos Joaquim Alves e ,
Ditos c verraoulh 34 caixas a C. Plnym e C.
Laminas de chumbo l caix i a SI. V. de Souz.-
Miudezas 1 caixa a ('.. Wuliiuiano.
ustarda 2 caixas a Ramos e C, 2 a Dias Fer
nandes e C.
Massas alimenticias 6 caixas a Ramos eC,
10 a Guiuiares Rocha e C,
Morraella8 1 caixa a Das Fornandes c C.
Papel 11 caixa3 a Azevedo e C.
Pregos 1 caixa a C. Wacimann.
Qaadios 1 caixa a Satzcr Kiullmaon e C.
Qucijos 10 caixa-i a C. fvjsa e C, 1 tina a Ri
mos e C.
Roupa branca 1 caixa a J F. lenucoly.
Seda 1 caixa a Rernct c C.
Sardinhas 5 caixas ordem.
Tecidos 1 caixa a Bernet e C.^
Vinagre caixas a Rumos c C.
Vermouth 10 caixas a Sulzcr Kauffmaiin e C.
Vioho 1 barril a Carlos Bittencourt, 3 a J.
Louvet, 1 a Bric'uantecu, 4 a Rouiuayrol Frens,
2 a Antonio Casadraont, 2 a Bernet e C, 6 e 2j
caixas ordem, 8 e 50 -i S'ilzer KinlTinani c C.
8 e 34 a C. Pluym e C, 10 a Carvalho e C.
Bafea Norueguense totletor, entrada de Car
di* em 4 do corrente, e consignada a Wscn
Sons e C manifestou :
C.irvSo de pedra 9:4 toac'adas ordegu,.^
. n r ti ji r- 'r^*VT
Ypor lnericano Altana, entrado dos porlos
do sul era 7 do audunte, e rousignadoa II. Fors-
ler e C, manifestou :
Carga do Rio Je Jjoeiro
Amostras i volume ordem.
Chumbo de mutricSo 100 barris a Pereira Car-
neiro e C.
Furao 16 volumes a Jos A. dos Sanies, 74 a
Azevedo e C, 24 a Cosa Lima e C. 5 a Alves
Irmos tf C, 5 a Paiva Vleme e C, 66 or-
dem.
M lho 200 saceos ordem.
Maltas 8 caixas a R. M. di CjsU.
Panno de algodo 16 lardos a Machado e P^-
re;ra, 17 a Alves de Brito e C, 56 a Rodrigues
Lima o C, 20 a Brow ;< e C, IJ4 ordem.
Vinagre 1 barril orden.
Vioho 1 pipa e 29 barris ordem, 2i a Do-
mingos G. de Amo-ira.
X irque 500 faraos a Bailar, Oiivefra e C.
Carga da Baha
Fio de al?odfio 50 saceos a J. F. Leite.
Furao em falla 5 volumes a J. Francisco.
"Panno fle algodo 50 fardos a Gu.-rrac Fer-
nandes.
. Velas 1.500 caixas ordem.
Logre inglez Rosina, entrado de Terra X va
em 7 4a corrente, e consignado a Bckoun
Needham e C, manifestou:
Bacalho 2,447 birricas c l,IW meias ditas
aos consignatarios. ,
Vapor austraco Ualltkowet, entrada de Fatua
fler.
O lado moral da educacSo de sena alum-
nos, do mesmo modo que o intellectual,
merecer-!he-ha sempre o mximo inte-
resse.
O resultado dos exaraes prestados no
fim do anno prximo passado, na Faaul-
dade de Direito,, pelos alumnos do Col-
legio Meira, sao a prova mais eloqnen-
tes, e ao mesmo tempo, a informacao mais
crjterio8a das vantagens que offerece dito
collegio.
Assim c que, dentre os 80 exames que
prestaram entSo os alumnos, apenas 8 fo-
ram mal succedido8, merecendo 6 d'elles
dstnejilo, sendo plenitcados 31 c sim
plificados 35.
Dentre as disciplas que habiiitaram-se
prestar exeme : D. Adelins Cabral e
D. Carolina Simoes foram approvadas com
dstncco em inglez c plenamente em
francez; D. Mara da ExaltacSo Cabral
i D. Adelaide Cabral iizeram aquella
dous exaraes, e esta um, sendo plenifica-
das n'lles.
Contina a funecionar a aula primaria,
que poder receber alumnos da mais tenra
idade, pois dirigida por duas filbas do
director, das quaes uma a bacharel Ma-
ra Augusta Ceclho Me ra de Vaaconcel-
los.
Admitiera se pensionistas, meic-pensio-
nistas e externos.
Entre os cxereieios pbyakios que tanto
convm sade, ensinar-se-ha esgrimir
espada.
Tambem podeiSo aprender msica os
alumnos que q-.iizerem.
O cnsino de musios, o de allemo e o
pratico dss tingas francesa e ingleza se
rao mediante ajuste previo.
Itccifo, 1 de Janeiro de 1690.
O director,
Ascencio Minerviao M. de Vasconcettes
Bronchlte aguda oa chronica
O Peitoral de -Cambar o melhor rr-
medio.
Dr. Silva Lea]
CLNICA medico CIBBGICA
Consultorio e residencia rna do Livrameoto
o. 6 1 andar. Consu tas das ti s 3 horas da'
tarde. Chamados a qualquer hora, por ecripto-
~ 4gaas alcalinas PonCc Yedra na Hespauha
Estas aguas contera era s minemes que
produzem um efeito maraviiboso em qial-
ijier creatnra que fc^a uso dolas. Como
seja para as molestias de estomago, qual-
quer que .sejain.el'ss, par* as molestias
la baxiga e dos ras para qualquer des as
molestias, s ha diT.renj.a coi maia ou
menos portan das guas que se tem de
tomar para produzir bora resaltad}.
Aobtm se a venda em casa doSr. An-
tonio Aftonso Simos
de Goyannan. 1.
na roa
do Visconde
Tosse convulsa! eo.'inelacbe
Nao deis crianca sanno o Peitoral de
Jambara.
e escala, era 8 e consignado a i. Paler C,
raanif-slou :
Farina de tiii;o 50 i).;r,icas a Affooso Oive-
tx & C. 609 a tepes &"Irmos C, 1,000 iMi-
diado Lip'.-s & C. 330 n M-nos Geppert 4 C,
8-.-0 ordem, 1,282 a llr.rv t'.rsiei- & C,
Papel 72 fardos e 1 caix ; a T. last, 17 e 1
ordem. 10 a Gomes deMUio; Irul503.
i
Vapor nacional HaramkSo, ';'radj dos portos
do sul, era 8 e consigoado a Pereira Ca neiro &
C, minifeslou :
Carga do Rio de Janeiro
Chpeos 1 caixo a Adoipfao & Ferro.
Cal 363 saceos a omiogos Cruz 4 C, 6 a Jo
< Joaquim Alves S C
Conservas 1 caixa a Guiseppe Saporit.
Fazcudas 1 caixa a M. ttoreira ia Cruz. 1 .a
Julio de Azevcd > & C.
Livros 2 caixes a Ramiro lhreira da Costa
4C.
Mercadorias diversas i caixis. ao governador.
Panno d'algodo 16 fardos a t malves Cunha
& C, 30 a Guerra & Fermimle-, lo a Guilherme
Pono & C, 1 i a Macludo & Pereira, 6 a lodri
gaea Lima 4 C.
Qiicijos 1 caixa a r.'uscppe Sapontc.
Vuiho 18 caixas ao meeino.
Dito medicinal 1 caixa a Rouqoayrol Freres.
Vermouili20 caixas Carga du Baha
Panno d'l'odo 6 iard' s a Mchalo 4 Perei-
ra, 12 a Ferreira 4 Iraij.
Vapor nacional Periiimba::-, entrad* dos por-
to s do norte, em 8 e consignado a Pereira Car-
neiro 4 C, manifestou ;
Rjrracha 2 caixas a Cosli Ll;ii C.
Fariuha de man J.oca 56) sacco'3 a Arnsrira Ir-
mos & C 300 a C.aimares 4 Vateate.
Tapioca 10 paneiros a C>:'. Lima 4 C.
fiuhtiio
KECEBIDO
Pelo vapor nacional l'ernsmbaco. do norte,
London Brasilii'n Bank 12.500*000
CramerFrey4 C. 3.000*000
Maia 4 Rezende 1.900*000
vlanoi'l Pessoa -)005'i00
Jo de Saza Gaitnate. 2485020
EXPEDIDO
Pelo vapor nacional S. FUCieCO, para :
Mcco 2.000Si)uO
ReuMimentos |rf.-Icos
1TBZ DB JAAE.r..-
- Al[aud::i
Renda geral :
Do dia 2a 7 l*4:89929i
Idera do 8 34--00'.03
A la Rosa Alemana
A cerveja La Rosa Allemana nSo con-
tera acido ou productos chimicos.
A preparajSo da cerveja La Rosa Ale-
etnna ebegou ao mr.is alto grao de perfei-
f$So. E' SUBLIME, muitissimo agrada-
j vel ao paladar, finalmente uma combi-
naban de substancias podesoras. para a boa
alimentacao. As mais afamadas cerveja?
nSo trazem o nome do fabricante. Entre-
tanto o proprietario da cerveja La Rosa
Alemana tendo conquistado o segredo da
sua saudavel cerveja registrou a marca
con) a sua firma no rotulo.
E como teve a bonra de requestar a
sympatbia publica e para que a cerveja
La Rosa Alemana contine a gozar ao
conceto do respeitavel publico, amiudadas
vezes manda examinar a sua cerveja pelas
celebridades chimicas.
Diversos atteetados de cbimicoa e douto-
res em medicina justifics.m que % cerveja
L3 Rosa Alemana muito saudavel a um
sob rano allimento, cujos documentos fi-
cam disposicSo do respeitavel publico.
Diz o Dr. Vernier: Tenbo por muitas
vezes examinando no laboratorio publico o-
creveja La Rosa Alemana o nito encontar
materia clumica e sim uma gigantesca pre-
par95o de substancias que representan!
uma valiosa riqueza para a aumentoslo.
A cerveja La Rosa Alemana goza de
grande conceto na Europa e um Ilustre
cavalheiro desta pxac a pouco ebegado
do cstrangeiro, animou o fabricante a ex-
portal a convencido do ter grande acceita-
9J0 aqu
Tem venda em gi osso c a retalho.
Machado & C, ra do' Vigario n 19;
Albino Fornandes & C, ra do Mrquez
de O) inda n. 2; Jos da Costa Caseiro
C, ra da Cruz n. 13; Lopes & Arau-
jo, ra do Livramento n. 38; Vasconcel-
los Sobnnbo & C, ra da Aurora n. 81;
R. Ferreira & C, ra Mrquez de Olinda
n. 50; Pocas Mendes & C, ra Estreita
do Rosario ; Manoel Joaquim Alves R-
beiro, travessa das Cruzes: Pereira Fer-
reira & C, rna do Imperador; Joaqniu
histovao & C, ra do Cabug; Jos
Fcrnandcs Lima & C, ra Nova ; Salga-
do &. C, ra das Cruzes n. 20; Antonio
Almeida Rabello, rna da Uni&o n. ?; An-
tonio Souza Duarte Ferreira, ra da
Uniad; Antonio Jos Martins, praea Con- -
de d'Eu ; Marcelino Martins Gestcira, ra
do Vigario n. 6 ; Azevedo Maia & C, ra
da. Imperatriz; Manuel de Oveira Menor,
ra do Visconde de Goyanaa; hotel da-
Magdalena ; Ivo Sobrinho C, Goyanns;
Francisco Nunca Monteiro, Goyanna; Cus-
todio Figueiredo & C, Parahyba; Fonse-
ca Irmos & C, Parahyba: Benvenuto &
C, Parahyba.
MMMW^MMMM^iPMMilfaW lcreado de Jos
Enlraram para o consumo do da 7 de Ja- .
' neiro de 1890 :
23 bois pesando 3 650 kilos
3-3 kilos de peixt a 20 rs. 10;M'J
4 cargas com farinha a 200 rs. 80
3 ditas de fructas diversas a 300 rs. 9-t>
. Fu rara oceupados :
32 eclumnas a 600 rs. 19*200-
2o taboleiros a 200 rs. 4/030
1 cscriploro a 30 rs. 300
7 sumos a 200 rs. 1540U
6i corona 'timentos de farinha a 300
rs. 32*600
28 ditos de comidas a 300 rs. 14*000
98 dilos de leguaies e fazeadas a
400 rs. 394200
8 ditos de fressuras a 600 rs. 45800
<6 ditos de suinos a 700 rs. 11*200
4 Compartimentos de camares
a 200 rs. 800
31 laihos a 2* 620O

A
~

Rehda provincial :
Do dia 2.a 7 30 7*i0.;7
dem de 8 6:798*8 a
iyj:90j#387
. 37.3/3^949
Somma ^!3-477336
Segunda seceo da Alfaa 'ernaraOueo,
de Janeiro d"e 1890.
0 thesoureiroF!oc:..;j oraingnes.
O chefe da seceso-...... !; de Mello.
Reecbedoria
Do dia 2 a 7 9:0i6*89
dem de 8 1:918*330
feral
10.035**28
Reecbedoria proriaeal
Doaia2a7 44:434*071
dem de 8 9.3Si9:)i
5il.O!0*0J8
Recife l)ralHXc
Do lia 1 a 7 MiWl
dem de 8 *
862*794
P,endimento de 1 a 6 no crreme
200*460-
1:257*180

1:457*810
Procos do dia:
Carne verde de 200 a 480 ris o kilo.
Carneiro de 640 a 800 idem.
Suinos de 560 a 640 ris dem. .
Farinha Je 40J a 56 > ris a cuia.
Hilio -le 4!J0 a 440 ris idem.
Feiao de 800 a 900 idera.
Hatadouro publico
Neste esiabeleciraeto toram abatidas para o
consumo de hoje 81 rezes pertencentes a diver-
sos marchantes.
-
Vapores a entrar
MEZ UE JANEIRO
Norte.......... Portuense..........
Norte......... Fin-mee ....... 9
-ul.......... Cometa........... 9
Sul.......... Ncva.............. 10
Su!........... Jacuhype...... 10
Norte........ Una............. II
Sul........... P. do Grao Para... 12
Europa....... Potos............ 12
Europa...... Montevideo........ 13
Norte......... Par............. 13
Sul......... Alagos..........'. 17
Europa.....'.. Atrato............ 17
mu!........... Magdalena....... 19
Norte......... Manos........... 23
Sul........... Espirito Santo ..... 27
-
ahiaecsc- .
Santos e esc .
Sul..........
Southaaiptoii .
Sul..........
.santos e esc.
Scuihampton.
Norte........
Sul.........
Norte........
Vapores a sabir
MSZ DKJAXIBO
S. Francisco....... 9 as
Fi.iance ........... 9 as
Pernambuco....... 9 as
eca............. 10 as
Par............. 15 as
Montee ideo........ lo as
.lrao............ 17 a3
Alagos........... 18 as
Mandos........... 25 as
Espirito Ssnto...... 28 as
5 I-
3 ti
5 t
3 b
5 t
it
? h
i) !.
6 .
o i .
v-
Moviiucolo do porto
Navio entrado no dia 8
Itanoa e escala-l dias, vapor r.acioQal *?&
nam;uco, de 1.999 4ouciadaj, coramandante
Francisco Anloaio de Almeida, ejuipagera 6t,
carga varios gneros; a Pereira Carneiro & G,
Navios saludos no mesmo da
Manos e escalaVapor nacional Maranhj,
comnundanlc Pedro Hyppolilo Duarle, carga
virios geoeros.
Turck Islaud Lugar ingle- -Immogcne, capi-
tfio R. Skandon, era lastro.
Haffiburgo c escalaVapor allemSo Baenns-
Ayres, comaiandaiite K. Low.-, carga varwsr
gneros.





lx

&
.
*:

**4
f.
iv
v>~
v t
V
Diario de Pemambuco-Quinta-feira 9 de Janeiro de 1890
---------------------------------------------------------------------^

CURSO 06 JNSTRUGCAO PRIMARIA B SEGUNDARIA
INTERNATO B EXTEBMTO
dJrJfi'io pelo
EC1AKEL OLNTHO VCTOR
As aulas deste estabel- cimento esterad
abertas do d^a 10 do cOnrente em diante
33-Rua Vftwmfo ds Albn iaer^e-3^
~collego Ti de tmrn
DIRECIOR
Bu cha re Manoel Sebastio de Araujo Pedroz'
95 RA DO VISCONDE DE ALBUQUERQUE 95
Tclephone 309
As aulas rcabrir-sc h2o no da 13 io o reate a cargo de pessoas habilitlas
como nos annos precedentes.
O director convicto de que at hoje teiu desempenhado a sc-.a jr.issSo, espera
continuar a merecer doB pais ce familia e do publico cm geral a mesiua eoofianea
que lhe teem dispensado no decurso de dez anuos.
O resultado dos exames prestados ltimamente na Faculdade foi o mius lison-
jeiro possivel, pois das 40 attestados de babilitaco conferidos pelo director aomente
um foi mal succedido em prora oral.
Alin dos alumnos que tiveram attestados do collegio, muitos outros dos que
se submetteram a examas com attestadoz de fra feram ambem approvados.
Este collegio admitte 60tiiente alumnos internos e externos, sendo que para
estes nuntein urna banca de estudo, o que coastitue a vantagem dos meio pensionis-
-tas que nao adinitte.
PRYTANSH
Estrada de Joao de Barros, n. 27
Este cstabelecimento pa ticular de educacao e ensino tem operado grandes re-
formas em sou prog-amma da ensino e era sua economia, collocando se na altura de
collegios particulares das principacs cidades da Europa. E' assim que, a
t.m>nSn !ntull.ini !-. 1 nliiropa u '/Intr.oatfra. metliodiea. na
stracyio itellectual. pliyca e domestica, metbodica, perfeita e completa,
por um corpo docente Ilustrado, c polo director o sua familia, o Lolleg
ministrada
io PrytanSo
fornece aos seus educandos internos, mais 83 seguintcs vautagens, desconhecdas e
nao offerecidas em oenhum dos collegios da Repblica, quer pblicos quer particula-
res : todos os objectos de cscripluraqao, tratamtnto medico cm qualquer doenca UM ENXO
val completo ds rop.v diaria, he cama e de baNHO, CAL9ADJ, etc,; e tudo pela
mesma p"n?ao de 600/000 annuaes, paga pelo contribuinte em qualquer out-o inter-
nato do Paiz.
O Collegio Pry auo recebe a muaos internos, sem internos e externos. Esta
localizado em um.dos mais saadaveis e aprziveis arrabaldes da capital, em am gran
do predio de vasta e sadias acomuodacSes, com um espagoso e Dem arborisado po-
mar para recr-jioa ; agaa encanada, e illuminada lampadas de gaz carbnico de sys-
tbema mui recente. Es' situado na Estrada de Joao de Barros, n. 27, muito pr-
ximo da estacao do Princip-s,. da via-ferrea do Recife a Olinda; fica perto da linha de
iond de Fernandes Vieira e tem na varanda para maior saliencias urna grande ta
boleta em o distico do Collegio.
Ha no es'.abelecimento Estatutos impressos, que esclarecem e nlo deixam du
vid 13. Abre saas aulas do dia 15 de Janeiro prximo de 1890.
Pod^m dar informaba e explicacoes detidas sobre o Cojlegio Pry'anto, os c-
Udoa : Drs. Adolplio T. O. Jirne, Augusto C- Vaz e Eduardo ilveira; e os nego-
ciantes Joaquim Medeiros, Alipio Rosado, da firma Guerra & Femandes, Oddon Du-
arte & IrmS > e Antonio Rodrigues d Souza & C- Em raao desses cavalbeiros en-
cutrar-se h5o estatutos impressos do Collegio.
Recife, 28 de Dezembro de 1889.
O director,
Tranquilino G. de M. Leito.
Despedida
Vctor Morcira i opes e sua seniora,
tendo crabarcadg para a capital federal,
no vapor francez hajuaitur e nao podeudo
fazer es suas despedidas aos seus amigos,
pela predeza de sen embarque, o faz por
este meio offijreero o oa seus prestimos
n'aquella eapitai.
Advogad
i
Miguel Jos de Almeid 1-ernamLuco em o sec
ascriptorio de ad?oeacia a ra da Imperadoi' n
41, onde ser encontrado lodosos dias uteis, da
voris da 9 manii As i da tarde.
BacCtu .1 onquir.1 Tbiugo
da l'otweca
ADV0GADO
[Escriptorio, ra do Imperador n. 14.
[Residencia, ra da Paluia n. 57.
**-*-
^"^5
MEDITO HOMEPATA
Br. BaltL^/ da Silvein
Espccialiaadc febres, melestia
iba enancas, dos orgaos respirato-
rios c das senboras.
Prcsta-sc a qualquer chamado para
ora da capital.
AV5*0
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pbarraaciA do Dr. Sabino,
ra do Bar&o da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.;
i
Dr. Mello Gomes
Medico operador partiro
46Ra do Bario da Victoria4t>
(DEFBONTE DA PlIAUMACIA PDHO)
Onde tem eommitorio e renl-
dencia t podendo ser cnconlrado e
recebendo chamador qualquer hora
do dia e da noite.
Especialidades: partos, febre?, mo'es-
tias de senhorasedos pulm"--. Byphtil3
em geral, cura rapidi: e complela e w-->
racoes de estreitamentos c mais lo-
mentos da uretra.
Acode de prompto a chamados pira
fra, a qualquer distancia.
Telepfcon-- n. $94
ACTUALIDADE.E' nesta esta-
ca que c neoessario provar os productos
louvados para o cuidado da pelle. Apezar
do clima, o rosto e as macs eonservam
urna brancura e um avelludado maravi-
Ihosos si se emprega o cre.mk blmok, o
p de arroz e o sauao simos .
Nao se pede achar nada mais eficaz do
que o cesme SIMN contra as picaduras de
mosquitos. Evitar as falsificacSes, c veri-
filar bem a firma de Mmoi?, ru de
Provence, 36, Pari.
Advogado
I )r. Clodoaldo Lopes lh
' ESCRIPTORIO
?t Ra Estrella do Rosario n. 4 |j
!
l
CQNSULT0M0 MEDICO
O Dr. Cosme de S Pcreira d
consultas medico cirurgicas todos
os dias, (menos nos domingos e
dias santificados,) das 9 ao msio
dia, na rna dalmperatriz n. 8, 1.
andar. Ahi mesmo fara curativos
simples aos que dollesprecisarom.
Auxilios lavoura
Pereira Cameiro k C. coanuam, autoriBidoi
pelo Banco do Brasil, a conceder emprestimi.;
* lavoura das provincia.* de Alagoas., Parahyba
eRio Grande do Norte, raediaale as eondigoeE
e que os interessados serio i/if^mados no es-
rptorio ra do Gomroerci.i a. 0 das 11 oras
a maba as 5 da tarde.
^la
Leonor Porto
Ra S.as-ga lo Rosarlo on-()
mero )
SEG5D ANL'AR {,'
' Continua esecutar os mus dilceis j i
lisuriaos rcccbidQS de Londres, Paris,< /
Lisboa c Rio de Janeiro., f '
Prima ern perblcito de costuras, cm' i
?tn brendade, moaicidade em prectM e /
fino neto.
Escola particular para m"-
ninos
Joao Franciscj da Costa Fialho, alumno ses-
tre titulado pela Escola Normal deste Esfcdo,
sdeatinci. aos pais de familias qu na ra de
CbrutovDo Colomb n. 7 (anga travesja do
Lobato) a:ham-=c ab;rtaa as matriculas de.sna
e cola, 'j dia 7 de Janeiro.
Precos commo'lo3.

DECLARCDES
I)j ordemdo cidadd) inspector da Tnesou-
raria de Fazcnda, lago publico que no dia 9 Ue
Janeiro vindouro coutnctr-se-ha nesta thesou
raria cem quem mais vanlagens offer. cer o for-
necimenlo de sementes de mlho, feijSo raacassa
e arroz, afim de serem distribuidas com 03
agricultores indigentes deste Estado, conforme
determinacJo do lustre governador, em oflicio
n. 327 de 20 do corrente.
Os proponentes deverao apresenlar suas pro
postas em carta echada,sellaaa e com assignatura
da seas fiadores, "declarando logo o ullio;pre-
co do litro de cada urai daqucllaa serr.entel;'
Thesournria de Fazeada da Parabyba, eto i
de Dezembre de 188t.0 secretario da junta,
Bahluino J"3 Mejra
Santa Casa de Misericordia
do Recife
r-crante r'j-nla administr uva, cm scss&c- do
dia 7 do correle, recc!en:-;e rropostas para o
toraecimen'.o de carne verde de muito boa tjna-
hdade i todos 03 estabulecimentes desta sania
ca:c, no irimesire de jantiro : arco vindotiro,
mandndo o contratiinte lvala sua cu*la aos
referido.! cstaberciruento, e ujeitanlo se i?
dem.jis con'icocj docentrito, 6endo as contas
pagas mensalmentc.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Becife, 2 de Janeiro de 1889.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Bano doBmil
Pelo presente sao
convidados os Srs. ac-
cionistas das novas ac-
qes lo Banco do Bra-
zil, aqui subscriptas,
a virem realizar a se.
unda entrada de dez
por cento ou vinte mil
ris por dcqka, nos dias
21 a 25 do corren te no
escriptorio de Pereira
Cameiro $ C, ra d
Commercio d. 6, 1.
andar.
i:
Banco do Bmil
Paga-so o 72 dividendo, razo de
dez mil reis por accao das antigs c qui-
cemos rcis por aegao das novas no estro-
criplorio de Pereira Carneiro & C,
ra do Commercio n. G, 1. andar.
Recife, 7 de Janeiro de 1890.
Soci edade Uni-o
Commereial Bene-
ficenle dos Merci-
eiros
Levo jo conliccitmnlo dos Srs. asso-
ciados que se acbam em atraso de suas
mensalidades, que Ilics Gcca marcado
o prazo de trinla dias a contar desta da-
da, para se porem quites com os cofres
sociaes; e (indo o referido prazo aquellos
que nao o uouverem fcilo serao punidos
com as penas do Arl. 6 |. 3. dos nos-
sos estatuios.
Sal da Secretaria i Sociedade Uni-
o Commereial Beneficento dos Merciei-
ros i. do Janeiro de 1890.
0 secretario,
Joaquim Maia.
Instituto 11) de Abril
I-i!iiJ;u!o cu a388
Director o baiharcl Luiz Porto Ca reiro
E3te eftabelecimento de edccaco e de instruc-
cao primaria e secundaria reabre saac- aulas no
dia 7 de Janeiro.
Recebe alur.m >s alemos, semi internos e^ex-
temos, segundo a? conriices publicada; no
avulso que ser distribuido,
Ra 7 do Setembro n. 13 (esquina da
ra Formosa)
O director.
Boc\arLuiz Porto-C-ure'ro.
Collegio Partheno
Ruado Hospicio n. 9
O director deste collegio participa aos pais de
seus a'nmaoa c ao publico co ger que as au -
las do suprcciiclo collegio cugcearip a iunecio-
nar no dia 7 de Janeiro de 1690 oatro-ira, re-
cebe alumnos internos, semi-internos e externi$,
Recite, 30 de D zcnbro de 1889.
0 director,
Bacnarel Ovidio Alves Manaja.
Obras publicas
De o-dem do cidadSo ecgenhoiro di-
rector e em virtudc da autorisatSo do ci
dadao general Governador deste Estado,
de 18 do correntc, fago' publico que no dia
11 de Jaceiro prximo vindouro, nesta
directora recebem le novamente propos-
tas em cartas fechadas, competentemente
selladas, para a construegao de nma ponte
sobre o rio Pirangy-ass, em trras do
engenho Catende, oreada em 6:963#9G3,
As propostas serao abortas em presena
dos concurrentes.
O orcamento o mais condicSes do con-
tracto acbam se nesta secretaria, onde
podem ser examinados pelos pretendentes.
Para concorrer praca cima deverao
os licitantes depositar nesta Repartilo a
quantia de 348,519?, equivalente a 5 ic
o..yaiosc do respectivo orjamento.
Secretaria da directora de Obras Pu-
blicas, 19 de Dezembro de 1889.
O engenheiro ajudante,
A. Reg Netto.
Innlitulo do* Profe*ie>rc de Pcr-
Dambaro
Nao te leudo reu.ido no dia i do correute
numero UI de ascciados, convido de novo
aos S's. asociadoa a comparecerem na s le
dete instituto, s 10 horas do dia 9 do correte,
afim de c!cger-se o conseibo adminitrstivo par
o tnr.o de 1890 -O 1- secretarte.
T^ati^uiliii) da Cruz Ribe.ro.
Erapreza Minerva
D?. OTiem da directora declaro que os ex-so-
cioo dista empreza Jos do Espirito Santo c Sil-
va e Anlouio ih-!]Us ^a Silva foram indemni
Sidos por 20 socios que espoataneam nte se
quotisaram para este fim, e nao pela empreza
que fura InJemnisacoes quando poder.
O secretario,
Francisco fj. de Oliveira.
"Correio central
Pelo vpor nacional Pernambuco, expede-se
boje malas para o sal da repub'ica, recebndo
se impressos e objcc'O i registrar ate 2 horas,
cartas ordinarias ate os 3, ou 3 1/1 com porte
duplo.
Correio central do Estado de Pernambucj, 9
de JaDeiro Je 1890. -0 admiuhtrador,
Affoaso do llego Barros.
Recebedbra do Estado
Relacao das differencas para mais en-
contradas no valor locativo dos predios ur
baos sitos na freguezia de Santo Antonio,
que estao sujeitos ao imposto de decima,
relativo ao exercicio de 1890, pelo lan-
cador Joaquim Tranquiilino de Lemo3
Duarte.
Ra de Marcilio Dias
N. 66. Dr. Joaquim Candido
Marinho de Souza
N. 73. Joao Athanasio S. Ca-
valcante de Albuq*3rquo
N. 71. Affonso Augusto de Bri
to Taborda
Largo de S. Pedro
N. 1. Filhos de Theotonio da
Silva Loureiro
N. 11. Francisco Marcolino
Monteiro
Ra de Henrique Dias
N. 27. Antonio de Souza Aze-
vedo
X. 31. Antonio Pinto Sezerra
de Azcvcdo
Ra Coronel Suassuna
N. 6- Victorino Domingos Al-
ves M'.i;>.
N. 18. Joaquim Manoel Fer-
reira de Souza
N. 20. Antonio Jo; Ferreira
Rfiaador
N. 52. Francisco Ignacio Ti-
noco
N. 72. Joaquina Thereza de
Oliveira llamos
Ra de Santa Thereza
N. 11. Jos Francisco Pocas
N. 31 A. Manoel Jos de Bas-
tos Mello
N, 31 B. O mesmo
Travessa do Pocinho
N. 30. Manoel Femandes Vel-
loso
Ra 24 de Maio
N. 2. Gertrudep Mara da Con-
ceicSo Real
N. 4. Mara de Oliveira e ou-
tras
N. 32. Jos de Souza Cor-
roa
Travessa da Concordia
N. 36. Jos Gomes da Silva
Santos
Ra de Felippe Camarao
N. 42 Manoel Fernandes Mas-
carenhas
N. 9. Jos de Alme.da Ra-
bello e outros
N. 17. Jeronymo Francisco
Ferreira
N. 29. Antonio Jos Fernan-
des e outros
K. 63. Mara Mathilde Lopes
Ra Mrquez do Herval
N. 6. Victorino DomDgues
Alves Maia
N. 12. Angela Baptista da
Silva Reg
N. 34. Ernesto Demetrio da
Costa Amorim
N. 43. Leocadia Mara do Je-
fiUS
N. 52. Felippe Jacome da
Costa
X. 41. Jos Joaquim Alves
N. 43. O mesmo '
N. 45. Antonio Francisco Pe-
reira de Carvalbo
N. 47. Padre Trauqnilhno Ca-
bralTavares de Vasconcel-
os
N. 55. Hrdeiros de Joao Tei-
xeira de Souza
N. 61. Mara Soares de Amo-
rim
N. 67. Joaquim Antonio Pe
reir
N. 69. O mesmo
N. 81. Joao Christiani
N. 83. O mesmo
N. 85. Antonio de Souza Leao
N. 103. Antonio Leonardo Ro-
drigues
Ra da Cadea Nova
N. 9 A. Felisberto Amando da
Silva e Engracia Ribeiro de
Mello
j.' becco da Cadea Nova
N. 1. Jos das Neves Pedrosa 153)5000
1.* secejo da Recebedoria do Estado
de Pernambuco, 28 de Dezembro de 1889,
O ebefe,
J. T. C. de Barros Campillo.
9995O0O
333,5000
400,5000
8500000
3605000
240^000
468i5000
273,5000
3330000
3330000
6000000
4620000
2570000
1200000
1200000
2130000
3000000
2730OOJ
3570000
3730000
>
3600000
3570000
5250000
5930000
3730COO
1
5300000
5000000
7100000
1800000
1200000
6505000
6500000
4000000
4000000
3000000
9460000
6540000
5730000
4100000
4100900
1:2000000
4100000
9210000
Edital n. 3
3a pra^a
Pela inspectora desta Alfandcga se faz publi-
co que s 11 horas do dia 10 do corrate mez,
gerio arrematadas porta desta repartic&o a
mercadoria abaixo declarada : ~
Noventa e oito barricas marca T P vindas de
Hamburgo no briguc norueguense .Familien,
entrado em 23 de Novembro de 1889, con tendo
11,99o kllogrammas, peso liquido legal de ci-
mento, abandnalas aos direitos por Manoel S.
Ferreira Baslo.
3 Secco da Alfandega de Pernambuca, 7 de
Janeiro de 1890.
O ebefe,
Domingos Joaquim da Fonseca
A r seal deMarinha
Concurso para o provmento dos cargos de
escreventea das directoras de construc
cao naval e de marinba
De o dem do cidadao capito-tcnente Miaocl
Augusto de Castro Menezes, inspector deste ar-
senal e capitao doffirto deste Estado, fago cons-
tar ao? cidadflcs nomeados pelo governador drs-
te Estado, paraexaminarem no concurso cima
referido, e bem assim aos respectiva candida
tos, que foi msreado para hoje s 11 hora3 da
manila, em urna das salas da escota de apren-
dize3 marinheiros, os exames para o dito con
curso. 14 1,-
Secretaria da Inspccgao do Arsenal de Alan-
nlia do Estallo de Pernambuco, 9 de Janeiro de
1890.O geeretario,
Antonio da Silca Azeredo.
& R. J.
Sociedade Recreativa Juventud-
Sarao extraorci ario em 11 de Janeiro em so-
leniGscao co3- anniversano da banda
musical
Cjnvite3 e ingressos em mSo dos cidadaos
Manool Joaquim Baptista e Miguel de Azevedo
Andrade. N io se admittem aggregados.
Secretaria da Soriedadc Recreativa Juventude,
7 de Janeiro de 1890.O secretario do sarao,
Mauoel C de Andrade Faico.
Instituto Archeologico e Geogra-
Quinta-fera 9 do corrente, hora do co=tume,
haver sesso ordinaria.
Secretaria do Instituto, 7 de Janeiro de (890.
Baptista Regucira.
1 secretario.
Banco de Crdito Real de
Pernariibuco
No Borteio a que se procedeu nesta Ban-
jo .em data de hontem, 27, para o resga-
.e de 570 letras hypothecarias >istente
nn circulacao (1, 2a, 3a e 4a sftiu) de-
jignou a Borte as de numero Soaixo des-
jriptos, as quaes serao pagas pelo Banco
i contar do primeiro dia til do mes de
Janeiro prximo fnturo, e, quer sejam ou
:3o aprcientadas, nao venoerao mais ju-
ros depois de 31 do corrente mez.
listas letras serao pagas ao portador pelo
jeu valor nominal de 1000000, cada nma,
aem como os juros e com os premios as
ibxo mencionadas.
Tambem serSo pagos a contar do dia 2
ie Janeiro prximo futuro, os juros das
letras emittidas nos annos de 1886, 1887,
1888 e 1 semestre de 1889.
Recife, 28 de Dezembro de 1889.
O gerente,
Joao Fernandes Lopes.
Ia serie144 letras
32
185
217
269
353
381
440
511
531
584
676
693
735
778
885
890
1.108
1.150
1.174
1.183
L209
1.216
1-354
1.361
1.413
1.429
1.438
1.540
1.681
1.798
1.815
1.827
1.846
1.954
2.179
2 264
2.354
2.357
2.425
2.460
2.463
2.480
2.500
2.562
2.660
2.663
2.669
2.773
2.808
2.864
2.925
2.973
3.130
3.203
3.240
3.277
3.301
3.395
3.487
3.489
3.567
3.724
3.789
3.583
3.941
3.943
4.000
4.073
4.213
4.395
4.472
4.480
4.493
4.518
4.521
4.587
4.609
4.6SO
4.744
4.823
4.830
4.893
5.042
5.109
5.130
5.227
5.258
5.293
5.305
5.316
5.614
5 638
5.837
5.887
6.019
6.076
6.080
6.082
6.163
6.239
6.261
6.274
6.311
6.343
6.503
6.530
6.545
6.553
6.558
6.611
6.673
6.794
6.905
6.927
6.949
7.014
7.017
7 329
7 342
7.523
7.541
7.593
7.598
7.676
7.719
7.757
7.785
7.792
7.807
7.816
7.843
7.848
7.920
7.960
7.978
8.020
8.047
8.094
8.122
8.193
8.232
8.246
8.346
8.456
'
8.506 10
8.520 10
8.561 11
8.625 11
8.672 11
8.795 11
8.914 11
8.933 11
8.977 11
9.029 11
9.204 11
9.222 11
9.244 11
9.273 11
9.290 11
9.564 11
9.686 11
9.715 11
9.721 11
9.783 11
9.915 12
9.985 12
10.021
10.248
serleUS letras
12
12
12
12
.627 12
.656 12
.056 12
.125 12
.146 12
.177 12
.212 12
.235 12
.261
.272
.468 12
.587 12
.671 12
.853 12
.864 12
.875 12
.889 13
.947 13
.972 13
.989 13
.016 13
.048 13
.099 13
.109 13
147
162
203
208
240
244
,287
,315
,316
,594
608
,626
651
831
922
,923
071
142
176
183
233
395
551
603
13.654
13.724
13.738
13.758
13.969
14.135
14.161
14.171
14.222
14.238
14.296
14.320
14.366
14.375
14.435
14.589
14.862
14.909
15:129
15.160
15.220
15.288
15.422
15.548
15.815
15.647
15.693
15.703
15.791
15.810
15.922
15.978
16.016
16.033
16.097
16,324
16.356
16.360
16.454
16.547
16.631
16 759
16.766
16.810
16.907
16.932
3 a serle195 letras
16.974
17.003
17.004
17.006
17.066
17.140
17.155
17.167
17.219
17.238
17.248
17.256
17.344
17.359
71.364
17.374
17.410
17.430
17.456
17.49
17.511
17.526
17.555
17.592
47.624
17.633
17.634
17.669
17.807
17.S49
17.851
17.961
18.012
18.023
18.050
18.077
18.089
18.090
18.171
18.224
18.236
18.254
18.267
18.291
18.292
18.341
18.371
18.376
18.413
18.422
8.431
18.433
18.444
18.465
18.477
18.518
18.534
18.568
18.577
18.584
18 597
18.601
18.652
18.705
18.707
18.745
18.752
18.790
18.806
18.821
18.841
18.850
18.903
18.960
19.046
19.053
19.083
19.118
19.119
19.145
19.148
19.175
19.177
19.183
19.190
19.239
19.268
19.283
19.298
19.312
19.314
19.349
19.386
19.413
19.431
19.441
19.466
19.548
19.552
19.564
19.574
19.675
19.721
19.730
19.744
19.793
19.798
19.847
19.858
19.871
19.883
19.892
19.906
19.914
19.919
19.935
19.953
19.957
19.964
19.974
19.981
20.017
20.018
20.065
20.092
20.163
20.168
20.204
20.215
20.232
20.250
20.265
20.273
20.325
20.338
20.341
20.547
20.354
20.413
20.439
20.441
20.460
20 .'466
20.506
20 520
20.529
20.539
20.543
20.553
20.571
20.586
20.667
20.670
20.705
20.718"
20.726
20.735
20.743
20.763
20.764
20.824
20.836
20.837
20.875
20.981
21.062
21.063
21.C83
21.090
21.111
21.128
arl. 152
21.185
21.212
21.235
21 246
21.258
21.262
21.326
21.370
21.387
21.404
21.448
21 462
21.488
21.514
21.524
21.528
21.590
21.620
21.622
21.689
21.704
21.750
21.790
21.802
21.840
2L..&65
21.874
21.920
21.927
21.991
22.021
22.094
22.108
22.117
22.136
22.149
22.189
22.230
22.264
22.26*3
22.300
22.341
22.343
22.371-
22.388
22.393-
22.398
22.422
22.523
22.538
22.545
22.546
22.548
22.549
22.566
22.583
22.593
22 612
22.613
22.630
22.635
22.640
22 652
22.658
22.665
22.680
22.696
22.701
22.746
22.757
22.'(64
22.769
22.789
22.808
22.833
22.844
22.850
22.860
22.873
22.889
22.890
22.891
22.920
22.975
23.024
23.041
23.049
23.058
23.065
23.070
23080
23.089
23.107
23.152
23.163
23.168
23.174
23.177
23.186
23.200
23.207
23.211
23.265
-I. Serle3* letras
23.454 24.187 25.294 26.129 27.321
23.497 24.286 25.318 26.384 27.377
23.537 24.437 25 346 26.406 27.594
23.638 24.666 25.350 26.698 27.978
23.795 24.866 25.40S 27.176 .
23.845 24.897 25.467 27.272 .
24.055 25.264 25.797 27.284 .
D'estas foram premiadas as seguictes:
11.674 com
25.407
4.680."
12.203 .
15.978
18-i.n
21.620
22.293
24.187 i
24.897
1000000
500000
300000
10*000
100000
100000.
100000
100000
100000
100900
Santa Casa de Misericordia
do Recife
.Na secretaria da Santa Casa recjbejn-se pro-
sistas pa *a arrendamento do predio n. 33, ra
"terquez de Olinda, com araazem proprio pj-.
(ualquer estabelecimento commereial, cooi
rrande reduccao no prego da -endt.
As propoctas serao apreciadrs pete junta
ua sesso prxima. .
Secretaria da Santa Casa de Misericordia lo
tecife, 30 de Outubro de 1889.
O escrivSo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Companhia
pernambacana d# navegacao
costeira por vapor
Nao se tendo reunido no dia 7 do corrente
numero legal de accionistas para a reunlao de
assembla feral, convocada pelo annuncio de 2'i
do mez prximo paseado, para discussao e ap-
provaco dos novos estatutos, convida a direc-
tora novamente os sen no res accionistas para a
segunda reamao, a qual terS lugar no dia 14 do
corrente mez.
Recife, 7 de Janeiro de 1890._______
Escola Normal do Estado
de Pernambuco
Matricula
De ordem do Dr. director fajo publico,
a quem interessar que a contar do dia 15
do corrente, at 3 de Favereiro, estar
aberta a matricula para os diversos annos
d'esta Escola. Os pretendentes deverao
requerel-a ao Dr. director, provando para
a matricula no 1. anno :
1.Idade maior de 17 annos, se forera
do sexo masculino, e de 15, sendo do
sexo feminino;
2.Isenglo de culpa que motive a
perda da cadeira de professor publico;
3.Ser de bons costumes ;
4.NSo soffrer molestias contagiosas
nem defetos physicos que os privem de
bem exercer o magisterio ;
5. Habilitado as materias professa-
das nos tres graos do ensino primario, ou
as do exame que houver de fazer na
escola.
Quanto matricula para os outros an-
nos basta ser a peticSo instruida com cer-
tificados de approvacao em todas as ma-
terias do anno anterior.
Outiosira declaro, que o mesme ur. di-
rector tem designado o dia 28 do corrente
psra comejar o exame de que tracta o
art. 27 do regulamunto vigente.
Secretaria da Escola Normal, 7 de Ja-
neiro de 1890.
Francisco Caiios da Silva Fragoso,
Secretario.
Esrola normal para Ncuhura* a car-
go da Sociedade Propagadora da
Inslrucre Publica, na Boa-Vista
A iiiscripc'ao para amatrimla das aulas da
escola normal a cargo dessa sociedade, acba se
abfrta desde o dia 2 e encerra-se-ha a 30 do
correte.
As senboras que se quizerem inscrever deve-
rao apresentar seus -equenmentos instruidos
ni forma do regulamento, dentro do praso mar-
cado ; assim :omo no dia 7 abrir se bao as res-
pectivas ar.las
Derby Club de Per-
nambuco
De accordo cora o art. 5." do cdigo le corri-
das desta as -ociar..';.), resolveu a directora nao
admittir a inscripcao, at 30 de Junho do cor-
rente anno, nos pareos de ammaes de Pernam
buco os seguintes afanaos :x Arumary. Capiba-
ribe, Guarany 2 Templa?, Tiramon, Darby
Club, Delegado e Berlholesa.
Recife. 3 de Janeiro de 1890.
O secretario,
Jos de Oliveira Cas ro.
Banco Nacional do
Brasil
A Caixa Filial do Banco Nacional do Bra.il
nesta praga, entrar em liquidagao no da 3 do
corrente, tra -sferindo para esse flm o seu activj
e passivo ao Banco de Pernambuco, que execu-
tar as operacSes pendentes. Pernambuco, 19
de Dezembro de 1889.
William M. Webste",
Gerente.
mimis ad o a
Compaii'ia de Segoros
martimos e terrestres
Entabeleeldaem 1S55
CAPITAL 1,0OO:000#000
SINISTROS PAGOS
At 31 de Dezembro de 1884
Varitimos.. J,llO:O00#O0G
Terrestres. 316:000^000
44Ra do Commercio44
SEGUROS
MARTIMOS CONTRA F060
Companhia Phenlx Per-
nambneana
_______RA DO COMMERCIO N. 46_______
SEGUROS
CONTRA FUGO
file Liverpool & London i (Me
INSURANCE CDMFANY
slacssm, mw .& C.
Ra do Commercio n. 3
E"JFICI0S EMERCADOBIAS
TAXAS BAIXAS
Prompto pagamento de prejuizos
SEM DESCONT
A COHPANHU
IMPERIAL
BE LONDRES
EST: 1803
CAP: lis. l,000:000.$OOd
AGENTES BBAVWNS&C.
N. 5-RUA DO COMMERCIO-N. 5
Compasea de Segaros
i
AGESTE
Miguel Jos Alves
>. 5-Euo do Bom Jeu*->. *
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES-
Nestes ltimos seguros a nica companhin
.esta praca que concede aos Srs. segurados semp-
;o de pagamento de premio em cada stimo
umo, o que equivale ao descont annual do cer-
deflB por cento em favor dos segurados



,-


__




I

i



Diario de Pemambuco-Quinta-feira 9 de Janeiro de 1890
SKmjWTRi NM
Royl Insurance Compan}-
de Liverpool
CAPITAL. t .000:000
AGENTES
R. DEDRUSLNAAC.
13Ra Mrquez de Olinda13
London & Brasilian Bank
. Limited
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os vaporea sobre as cai-
cas do mesmo banco em Portugal sendo
un Lisboa ra dos Capellistas n. 73. No
Porto, ra dos Ingleses. _________
Companljia re &t$nxo&
CGSrTBA FOG-0
NORTHERN
de Londres e AftieraCTi
Posifo Boanceira (Dezembro de 4887y
Capital subscripto 3.000,000
Fundos aecumulados 3.421,000
Recelta inmial :
De premios contra fogo 607,000
De premios sobre vidas 197,000
De uros 143,000
O AGENTE,
John H. Boxinell.
SANTA CASA
CASAS PARA AJLLCAR
dem da Guia n. 25, idem 16/000
dem do Encantamento n. 9, 1. andar 15*000
dem idem n. 11, 2. andar 204000
dem idem a. 3, loja 1**000
dem do Bom Jess n. 29, loja n"S?
dem idem idem, 1." andar zOOOo
dem do Amorim n. 23, idem 12*ZK
Wem idem idem, 2 andar *50^
dem Imperial n. 131, casa terrea 30#i-'00
Ra da Moeda D. 4o, armazem 16'559
Idum n. 47 ?9JX
dem idem n. 49, idem 16*000
idem do Vigano n. 25, 1. andar 30*000
fdem idem a. 27, loja 16660
dem da Lingueta n. 14, 1. andar 16*660
dem da Senzala Velha n. 132, loja 13*000
Quadro da Detenro n. 2 8000
dem idem n. 5 6*000
Ra da Senzala Velha u. 132,1. andar 15*000
Iflem idem 2. andar 155000
MARTIMOS
Companhia Bahiana de Na-
vegacao Vapor
Macei, Villa-Nova, Penedo, Araca-
, Estancia e Baha
O VAPOR
Principe do Gao-Para
Commandante Lacerda
E' esperado dos portos cima
at o dia 12 de Janeiro, e de
. pois da demora do costume re-
igressar para os meemos
Par^cargaTpassagens,encommendase dinhei-
ro a frete trata-se com o
AGENTE
3edro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vigario 17
Pacific Sleam Navigation
Company
STRAITSOFMAGELLAN LINE
O paquete Potosi
Espera-se da Europa at o dia
.12 de Janeiro e seguir de
,pois da demora do costume para
'Valparaso por
Babia, Rio de Janeiro e Montevideo
Para carga, passageiros, encommendas e di-
heiro a fre.e: trata-se com os
AGENTES
Wilson, Sons C, Limited
14RA DO COMMERCIO14
ioyal Mail Steam Packet
Company
O vapor Atrato
Commandante L. R. Dickinsoa
Espera-se da Europa at o dia II dt
'Janeiro,seguindo aepois da demo
ra do costume para
Baha, Rio de Janeiro. Maulo.*.
Montevideo e Buenos-Arres
Para passagens, fretese encommendas trato-
s? com os AGENTES.
O vapor Magdalena
Commandante W. Cbapmam
E' esperado do sul no dia H de Ja-
neiro, seguindo depois dademora
necessaria para
S. Vicente, Lisboa, Vigo, e Southarapton
Reduccao Ida Ida e volta
A Lisboa 1 classe 20 30
A' Southampton classe i 28 43
Camarotes reservados para os passageiros de
Pe mamoneo.
Para passagens fretes, encommendas, trata-se
coa os '
AGENTES
\morim Irmos & C,
N. 3Ra do Bon JessN. 3
Companhia Brasileira de
Navegacao Vapor
PORTOS DO SUL,
O vapor Para
Ommandante Antonio Ferreira da Silva
E' esperado dos portos do aor-
te atf o dia 15 de Janeiro e de-
,pois da demora indispensavel
seguir para oe portos do sol.
immendas sero recebidas no trapicb'
I irbosa at 1 ora da larde do dia da sabida.
Para carga, passagens, encommendas valo-
res rata-se com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O vapor Alagoas
Commandante Jlo Mara Pe
l'S

E' esperado dos portos do sol
at o dia 17 de Jaaeiro e se-
'guindo depois da demora indis-
J pensavel para os porto do nor-
le ate aaiiaot
As encommendas s serio recebidas aa agen-
tan at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, encommendas, passagens e Tilo
res trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6=Rua do Gomm*ro=-6
1 andar
CHARGERS REUNS
Compankla Francesa
DE
IVaregaeSo a vapor
Liaba quincenal entre o Havre, Lisboa,
Pemambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor
Ville de Montevideo
Commandante Viel
E' esperado da Europa at o dia
14 de Janeiro, seguindo depois
da indispensavel demora para a
io de Janeiro e Santos
ftoga-se aos Srs. importadores de carga pelej
vapores desta 'inha, queiram apresentar dentrT
de 6 das a contar do da descarga das alvarengas
qualqw reclamlo lincemente a votumes qu*
porveutura teabam seguido para os portos do
sul aflm de se podei dar a tempo as provi-
dencias necessarias.
Expirado-o reierido praro a companhia nao at
responsabilisa por extravos.
^ra carga, passagens, encommendas e di-
heiro a frete: trata-se com o
AGENTE
Angoste Labille
9-RA DO COMMERCIO-9
Leilo
De' 2 carrocas ni,vas de 4 rodas e 1 boi manso
Sexta feira 10 do correte
A's 11 horas
O agente Gusmao far lejlao das carrocas e boi
cima, por occasiao do leilo da taverna da roa
do Bartholomeu a. 67, defronte da estacode
Caruar.
AVISOS DIVERSOS
Rio viande ePelotas
Segu com brevidade para os portos cima a
barca nacional Marianinha ; recebe carga a tra-
tar com Bailar, Oliveira eC._____________.
Para a Ilha de S. Mi-
guel
Roriina portognea Feilieeirn
E* esperada a todo o momento da Figueira, e
depois da demora todispensafel segu para a
liba de S. Miguel, em direituia, por ter alguma
carga engajada, e para o resto que Ihe falta,
trata-se com Antonio Mara da Silva, ra da
Companhia Pemambucana n. 10.
LEILOES
Agente Burlamaqui
Leilo
Qulnta-feira, 9 de Janeiro
A' 11 horas em ponto
De fazendas e arraacSc da loja de fazendas
iua Primeiro de Marco n. 11
0 agente cima legalmente autorisado, vende-
r em leilo as faz n las existentes na referida
loja, para-pagamento dos credores de Antonio
Rarrrires & C.
Garante-sc as chaves do estabelecinento a
quem comprar aarmaco.
5# leilo
Agente Silveira
Do sitio com "casas de taipa na estrada do 61-
qui a laboatlo
Seita-feira, lo do corrate
A's 11 horas
No armazem ra estreita do Rosario n. 8
0 agente SUveira por mandado do Illm. Sr.
Dr. juiz de orphaos a requerimento do inven-
tariante de Jos Rodrigues dos San os, levar a
5o leilo o referido sitio.
Os Srs. pretendentes podem examinar.
Agente Peslana
Leilo
de pianos, mobilias. harmnicos, espingardas, sa-
patos de tranca, pecas de casemiras, brinquedos
para enancas, candieiros, 4 lanterms, carteiras
camas de casal, marquezio de amarell, caixa
com flores artificiaes, mesas redondas e mu tos
outros objectos que sero vendidos ao correr do
martello para fecbamento de contas.
Sexta-felra, lo do eorrente
As' 11 horas em ponto
No armazem travesa dt Corpo Santo
A. 27
Leilo
Agente Britto
Urna mobilia de Jacaranda, 1 raeia-con moda
de amarello, 1 camafranceza. 1 marquezo largo,
1 dito estrello, i lavatorio, 1 cabide de colum
na, 1 marqaeza, jarros, vidros, louca para clmo-
co e jan tur e outros muitos objectos existentes na
casa sita
Ra de Hortas n. 66
Sexta feira, IO do corrate
A's 11 horas
Leilo
de bons movis, um bonito espelho oval,
louca e vidros
Constando de urna mobilia de junco cem en-
cost de palhinha, t bonito espelho oval, 2 lanter-
as, 3 jarros fiaos, 2 pares de escarradeiras,
tapetes para portas, i dito para sof, 1 guarda-
vestidos de amarello, 1 toilette de amarello com
pedra, 1 guarnico de porcelana para toilette, 1
cama franceza e l cabide de columna.
Urna importante mesa elstica de 6 tabeas, 1
guarda-comidas, 2 aparadores, 6 cadeiras de jun-
co, 1 lavatorio de ferro eom baca, i marqueza,
louca de iantar, dita de almoco, 4 duzas de co-
pos de pe, garrafas, talheres, trem de cosinha,
mesa de pinho, flanares para farinha e outros
muitos movis que serfio vendidos
Ao correr do martello
Sexta-felra, io do corrate
A's 11 horas
No l.4 andar do sobrado n. 5 da ra da
Penha
O agente Martias rart leilo por ordena de urna
famitia que se retira para a Europa, dos movis
e mais objectos existentes no sobrado da ra da
Penha n. o, os quaes se acbam muito bem con-
servados.
Leilo
De mobilias austracas a Laiz XV, novas e de
gosto, 10 duzas de cadeiras de junco, preta s
e de nogueira
Em lotes vontale dos compradores.
Sexta-feira, 10 do eorrente
A's 11 horas
No armazem ra db Bom Jess n. 64, no o-
tSo da igreja do corpo Santo
0 agente Pinto levar a leilo em lotes von-
tade dos compradores 6 mobilias austracas e
10 duzias de cadeiras de junco contendo 9 cai-
xas ltimamente despachadas.
Leilo
Da excellente taverna sita rna do Bartholo-
meu a 67, constando de una importante arma-
cao entdracada, utensilios e gneros, que ser
vendida para pagamento dos credores, em um
ou mais lotes voitade dos compradores ; m
seguida ser vendido um lindo cavallo melado
para sella bom andador.
Sexta-ieira, 10 do eorrente
A's 11 horas
Por ntervenclo do
Agente Gusmao
Alugam b> casas catada e pintadas nos
nndos de S Uoncalo, a 84000; a tratar na ra
ia Imperatriz n. 76._____________ ,
Alugam-se o 1- e2- andares da casa n. 43t
roa Visconde de Inbama, com agua e com-
modos para familia; as chaves no andar terreo.
Aluga-se ou vende se por inteiro ou em
parcellas o sitio e casa em Joo de Barros o. 11
Aluga-se o 3 anda da ra da Penha n.
1 ; a tratar no escriptorio la ra 1. de Marco
numero 17.________________
Precisa-se de um copeiro e de urna criada
para fazer o ser vico domestico de casa de fa-
milia, na rna da Imperatrz n. 21, 1.* andar.
Precisa se de um caixero de 12 a 14 an-
nos de idade^com pratica de molhados, a tratar
ra de Hortas n. 1.______________________
Precisase de um caixero ; na ra da lm
peratriz n. SS. ^_____
Precisa-se de um criado e de urna copeira
para casa de ponca familia a tratar no 1 -[andar
dp_ predio n. 3, pateo de_S. Pedro.__________
Precisa se de urna pessoa que saiba tratar
de um sitio ; na ra de Paysand n. 19.
Precisa se de duas amas ; na ra Gervasi
Pires n. 30.
Precisase de urna ana para servico do-
mestico de casa de tamilia ; ia ra 1. do Marco
numero i.
Precisa se e nma boa cosinbeira, para
casa de familia, pagase bem; a tratar na ra
Baro da Victoria n. 39, 2- andar.
Precisarse de urna ami que seja matricu-
lada, para servijo de pequea familia ; no sitio
da estrada dos Affiictos n. 33.
Precisa-se de um caixeiro com pratica de
taverna ; a tratar na ra da Concordia n. 141,
taverna.
Precisa se de urna ama que cosinbe be ,
para casa de familia de tres pessoas ; n j oito
io Corpo Santo n. 25, armazem.
Vende pe um cabriolet americano de qua
tro rodas e dous assentis, com arreios e um
ptimo ca alio ; no caes do Capibaribe, cochei-
ra do eco do carro.
Ra de S. Jorge (Recife)
Vende se nesta ra urna casa ltimamente
reedificada com soffriveis commodos < soto,
com agua encanada, banheiro, chuvisco, etc.
trata se a qualquer hora do dia, na ra Viscon
de de nhama n. 43
Carrosa
Vende se urna carroca com quutro rodas e um
boi para trabalhar com a mesma ; a tratar no
Caminbo Novo n. 90, a qualqner hora.
B
om negocio
Anda se precisa de urna pessoa qi e tenh
capital para se associar em urna padaru sita en
boa tocalidade, que desmancha actualmente de
18 a 24 arrobas de farinha ; a tratar na ra PriD
ceza Isabel n. 3-
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro com pratica ie na-
dara e qu d fiador sua conducta; na ra
^ Florentina n. 1.
Farello superior 42 kilos
24500 o sacro
Venue-se no largo do Mercado n. 12
Perdeu-se
Na noute de 6 do eorrente, da estaco do Car-
mo ao largo de S. Pedro, em Olinda, urna pul-
seira de ouro, tendo um pedra rxa circumferen
cial. Quem a achou faca o obsequio de trazer
ra -Vidal de Negreiros n. 141, 1." andar, que
ser bem gratificado.___________________
Especialidades
PASTILHAS HYGIENICAS PARA
AC' ENDER 0 FOGO, supprimin-
do o immundo kerosene e dan-
do n'um instante um fogo inten-
so, a caixa com 20 pastilhas 100 rs.
0LE0GRAPH1AS : Io. A importan-
te obra prima de Vctor Meirel- '
les : A Primeira Missa no Bra-
zil,grande quadro histrico da
descoberta do Brazil, medindo99
X 76 centmetros de valor real de
154 fpoucos exemplares) BMN
2 SCENAS DE CORRIDAS, qua-
dros de cavallos admiravelmente
desenbados e proprios para sa-
las, 26 differeates, um 14000
3 RETRATO DE SADI CARNOT,
presidente da repblica france-
za, o melhor ainda publicado 1 000
CAMISAS DE FLANELLA para bo-
mens. urna de 24 a 8 54000
PERFUMARAS, artigoa para presentea. Quadros
"e albuns para retratos. Carteiras para cigar-
ros e charutos. Cigarreiras e charuteiras de
mbar e espuma verdadeiros. Bengalas. Pa-
Belaria. Lencos de linho a 44500 a duzia.
eias. Espartilbos. Leques. Bonecas e brin-
quedos diversos. Fitas. Bordados. Luvas de
seda pretas e de cores e outros muitos artigos
de miuJezas.
Mala barato do qu<.' en onlrn (fiial-
quer parte
NA
lia inha das Flores
Ra doarSo da Victoria o. di
Gaiadas e pintadas
Aiuga se um armazem com um so~bradinbo
ra Pedro Affonso n. 74 ; urna casa terrea ra
de Santa Thereza n. 46 ; um 2- an ar ra es-
treita do Rosario n. 21; urna casa terrea no
becco do Calabuuco n, 24 ; urna loja do sobra
do ra Coronel Suassuna n 66 ; *a tratar no
pateo de S.Pedro n. 3 1- an lar.
Kiosque
Vende se c grande kiosque bem afteguezado,
confronte a escola modello, o motivo se dir ao
comprador faz s toda concessao ao pretenden-
te ; a tratar com Silva zeveso & C, ra Mar-
qoez do Il-rval n. 73 ou no mesmo. ______
Sscola central
Po- motivos justificaveis, o professor Julio
Soares da Azevedj, deixou de abrir nb dia 22
do eorrente a sua es :oa ceutral nocturna para
adultos, abrindo por'ra den itivanrnte rio da
45 do eorrente, peio que nao so abir jsta aula
primaria para adultos, das 6 as 9 da coate, como
tan bem urna ontra auli para criancas, das 4 as
6 da tarde.
Enrommadeira
Precisa se de urna engomma i< ira que saiba
trabilhar com pefeico ; a tratar no Espioheiro
n. 8 ra de S. Jorge, ou na Associaco da Pra-
ticagem.
Pralicante do Correiu
Jos Francisco da Costa Ferreira venba entre-
gar aquellas sete notas de 104000. isto desde o
dia do sen novo enlace, que a dona o espera.
3.- official
Nao se trata de urna divida e sim de urna res-
tituicao. O Sr. oaquim Henriqoe de S Brre-
to venba ao pateo do Terco restituir dez notas
de 104WX e urna deS4000 que recebeu para
ntregar
liKANDE LlQUlDACA
Na Loja das Estrellas
f-ltii DoqBe de Cxis~8
Telepkone to
Este bem conhecido estabelecimento acabt
de passar or urna grande reforma
sende ligado interiormente com a
casa contigua do n. 58 no intuii
de serem despachados todos os sen
fregueses com mxima brevidade
possivel, resolveu fazer grande 11
oaldacio de todos o a saldos qu
ficaram de balanco, por menoi
50 [c do sen valor, cujos artigos
paseamos a demonstrar:
Artigos de le
EsguiBo, peca, a 30500.
MadapolSo com um metro de largura dt
x 14^ por 7^000
dem idem americano de 80 por 50000.
Algodao marca T, especial, muito largo
de 70 por 50000.
Bramantes, pecas, por 70000.
Atoalhados, lindos desenhos, duas largu
ras, a 10 e 10200 o metro.
Guardanapos de 40 por 20000 a duzia.
Estopa de linho para bordar a 500. o me
tro.
Bramantes de linho com 11 palmos dt
kuura a 105 0 o dito.
Lencos brancos e com barras de c6r a 10
e 10200 a duzia.
Toalhas de fustSo, qualidade superior,
30 e 40000 a duzia.
Cretones para coberta a 240 rs.
Colchas acolchoadas, brancas e de coros t
?0OOOr
Lences de bramantes a 20000.
Chales escocezes a 10000..
E outros muitos artigos que deizam de
ser mencionados e que se vendem con
igual abatimento
Tecldoa de alta novldade
PARA VESTIDOS DE SEMIORAS
Linhos pardos para vestidos a 300 e 321
Sedas com quadros e listras de 10800 poi
800 rs.
Setins de seda, todas as cores, de....
10200 por 500 e 320 rs.
Merinos lisos, todas cores, de 500 poi
240 re.
Tuaile de Vichy, de 240 por 160 e 80 re
Nonsuks, desenhos novos de 240 poi
120 re.
Cretones claros e escuros com lindissimoi
desenhos de 440 por 240 re. 1.80
PEgAS!
Merinos de quadros, grande variedade d
padrSes, de 500 por 240 ra.
Mimos dos Alpes, de 640 por 240 re.
pechincha !
FustSes- de cor, quadros, e outros dest
nhos muito lindos de 500 por 160 n
Se das Felippinas, de 500 por 200 re.
E muitos outros tecidos para ves tido
em algodao, linho, la, a sedas que se ven-
dem como mesmo abatimento de 50%,
Confccco
Vestidos feitos de Casemira ricamentt
bordados de 800 por i'50 e 300.
Ditos para armar de 60, 80 e 100.
Ditos brancos bordados em cartao, alia no
vidade a 80 e 100. '
QuarnicSes de colariuhos e punhos par
senhora por 10 e 10200.
Capotas (preparadas na corte) de 200 poi
90 e 100
Gollinhas e punhos para menino de 3 i
8 annos.
Vebtnarioe e roapinhas para criancas, poi
50, 60, 80 e 100, e Jersey, casemira <
de brim.
Saias bordadas a 20 e 30.
Enxovaes para baptisado com collares ele
trios por 50.
Luvas de seda meio braco e qualquer te
manho a 10500 o par.
dem dem de Escocia a 10 e 10500.
Sobretodos impermeaveis de borracha dt
700 e 800, por 300 e 400.
Capas e pellennas de cachemiras ottonu
na ricamente enfeitadas de vidnlhos t
250 e 300.
dem idem de renda, seda, damasco
gurgurSo, tanto para phantasia comt
para commodidade a 380 e 400.
Velludos de seda e algodao de muitas co-
res.
Oazes de seda.
Ricas rendas hespanholas de seda, algc-
dao e linho, com um metro de largura
Setins Maco de todas as cores a 750 <
800 re.
E muitos outros artigos de confeccSe
como sejam mantuletes de blonds, sahidat
de bailes, leques transparentes e de phan-
tasia, e outros muitos mais, que se ven
dem com o mesmo abatimento de 50
lo
Para homens
Casimiras inglezas com duas larguras, de
30500 por 10200.
Ditas cor de caf e azul, de 20500 poi
800 re.
Cortes de seda para collete, de 120000 poi
30000 e 30500.
Ditos de velludo e fustao a 10 e 10200,
Meias inglezas com fio de seda, de 12
per 60000 a duzia.
Paletots, de 70 por 40000.
Camisas com um pequeo toque de moft
a 10600 urna.
Collarinhos, modelo moderno, a 50000 i
duzia.
Camisas inglesas com collarinhos e pu-
nhos, Bem collarinhos e Bem punhos a
360000 a duzia.
Brins pardos de linho a 240, 280, 320,
360 e 400 ra.
Dito branco de linho n. 6 a 10200 a vara-
Lindos cortes de casimira inglesa, de 6,
80, 100 e 120 a 40, 60, 80 e 100000.
Sobretodos impermeaveis de borracha, pai a
homens, de 700 e 800 por 300 e 400.
Ceroulas francesas, de 380 por 240001
a duzia.
Paletots de seda, completos de feitos c
casemira, malas para viagem, e boleas
tapete e um completo e variadissimo sor-
timento de cheviots, casimiras francesas,
inglezas-, pretas e de cores de padrSes in
teiramente novos e que se vendem com t
meamo abatimento de 50 i0 de sen valor.
Retalhos
Aproveitem a grande quantidade t
pelos precos, em sedas pretas e de odres,
gorgorSes, setins, las, merinos, zephyros
linhos, chitas, madapoloes e algodfiosi
nhos.
E muitas outras pechinchas que s m
encontram na
. Loja das Estrellas
56, 58na do Duque de Cajeas56, 58
Na ruado Marquei do Herval n. 61, sobrado,
precisa se de urna ama que cosinbe bem.
Ama
rrecisa-se de urna ama para cosinhar, para
casa de familia; no becco da Lingoeta n. S, pre
ferindo-se que urma em casa.
Ama
.Precisa-se de urna ama para lavar e engom
ma ; na ra do Bangel n. 9 padaria.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar ; no
Paco da .'atria n. 5.
Ama
Precisa-se de urna ama que saiba cosinhar:
na ra do Imperador n. 28.
Ama
Precisa se de urna ama que engomme c lave
bem, para casa de familia; a tratar na ra Sete
de Setembro, antigo becco dos Perreiroa n. 12,
freguezia da Boa-Vista. ___________
Ama
Precisase de urna ama para cosinhar : na ra
do Mrquez de Olinda n. 64, 2. andar.
MAMVILHJl CURATIVA
co cxxon
Dr. Hiimphreys de Nova York.
A Verdadera Maravilha do Seclo.
AFSBOTADA Z LICEHCIADA
vela iMpectorim Geni 4e Hyglene
Imperte 4* Brasil. .
A Hajrmvtlha Crttr remedio prompto
para u Pisadoras, Machucaduras, Contusea, Tor-
cedoras, Cortaduras, oa LaccracGa. AUirlaador.
estanca o aanguc taz parar a InfiammacaO. reduz
a tochacav, tlrao deaoorameclo, efar tarar alenda
como por eucauto.
A BlaraiTilhai C'urmjivn alllvio promptoe
cura rpida para Quelmaura ao Sol, e superior a qualquer outro
remedio.
A MaraTilha Cara tira Impagarel paca
todas as Hemon-haglas, se j a do Karts, da Genavas.
dos Polmoes. do Estomago, ou asBemorrtldasoa
Alinorrelmascara aempre e nunca taina.
A Maravilha CaratiTatumaOllvioprompto
para Dr de Den tes. de OurldOB, da Face. Inobaciao
fia Face erievralgia.
A MarnTllfca Caraliva o recursojKouuito
e predoeo caro Dores rheumatcaa,AlelJao.Ire
feldcz as Juntas ou Pernas.
A MaraTilha CarartTa o grande remedio
para Esquinencia, Angina, Amygdlas taenadasou
nflammadassempre seguro, senipre eScax.
A MaraTilha CoratlTa de multo valer
como Injeccao para o Catarro, a I^uoorrhea ou as
Flores Brancas, e outros coi-rmente* debilitantes.
A Maravilea Curativa auusaasei mm
curar Ulceras, Chagas antigs, Apostemas, Pacarl-
clos. Callos, Frieiras. Joanetes o Tumores.
A MaraTilha CaraMvajeme^prompto
para Dlarrbea simples, e de Dlarrhea cnronloa.
A Maravilha Curativa Mcenentena
E-trebarias e Cavouarlcas, para Torturas, Dores.
Ilsadurasc Esoladuras. CamtusBss, I-aceracoes, o.
Pncisa-se de urna ama para cosinhar emeasa
de pouca familia ; a tratar na ra da Santa
Cruz n. 3.
Amas
Precisa-se de duas amas, sendo para cosinhar
e que durma em casa dos patrOes, e outr para
lavar e engommar ; a tratar na ra da UniSo
numero S.
Ama de leite
Precisa se de urna
numero 5.
a tratar na ra da Uniao
Aluga
-se
o3- andar ra Duque
muitos commodos, agua
lar no pavimento terreo.
de Casias n. 34, com
e muito fresco ; a tra-
Aluga-se
i 3- ander do predio n. 59 rna Duque de Ca
xias, forrado a papel, agua e commodos para
familia ; a tratar na loja.
Milita atteii^io
No Moinho Vermelho da ergenboca de Bemflca
rna Real da Torre n. 21, ha montado um moinho
dosmsaperfeicoados que permitte moer todo
e qualqne- cereal, como milho, trigo, arroz,
'feijao, et;., reduzindoo mais fina flor da farl
nha ou mais grossa, vontade dos consumido
re3. Recummenda mni especialmente a sua
farinha de milho, cereal ntilissimo para a in-
fancia e as pessoas debilitada anmicas, ou
cuja digesto diflicil e que se presta a tantos
misteres da arte culinaria,"taes ;omo: pao,
sopa, papa, pudim, bolos de toda a especie, can
gi:a, cuscs, ang, mungus, etc., etc. com
eisa farinha que se prepara vontade, desde a
mais fina a mtis grossa, com inescedivel cui-
dado e limpeza, as prepuraedes culinarias tao
apreciadas entre nos. como a cangica por exem-
plo, que tanto trabalb necessita, azem se com
a farisba n. 1 em alguns instantes.
o mesmo Moinho Vermelho vende-se,alm das
demais farinhas, farinha e pos de arroz, farinha
de ervilhas seccas, farello proprio para aoimaes.
Moe-se por conta albeia por preco razoavel,
toda e qualquer especie de grao, rontade.
Compra se trillo branco por preco superior,
como trigo, tanto quanto app&reca.
Todo o genero sabido do Moinho Vermelho ga-
rantido pursimo e confeccionado com grSo c e
primeira qualidade.
AGENTE E DEPOSITARIO GSRAL
C. La porte
Bna Baro 7a virtoriR-4i
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro de 12 a 14 annos,
cora pr< tica de molhados, prefere-se portuguez
e que d fiador de sua conducta na rna Vis-
conUe de Goyanna n. 72.
ESPECFICOS
DO CELUBRE
Dr. Humphreys de Nova York.
Em uso mais de 30 annos, simples, seguros, efH-
cazes o baratos. A venda as Drogaras e Phar-
maclas princlpaes c mais garantidas do Mundo.
fto. (I (A
1. Fehres, Congesto, InfjammacSss...........
2. Febre e Clica cansadas por Lombrlgas
8. CnlicB, Choroelnsomnladas Criancas.......
4. liiirrhea de Criancas o Adultos.... ..........
5. DysenterisuDCns do Barriga. Collcablllosa
6. Colerina, Colera-Morlx>. VomMO..
1. Tosse, ConstlpacaO. Kouquldao, Broncnte..
8. DordeDeatesedcCara, eNevraWs.......
9. Der de Caheca, Enchaqneca, Vertlgem-----
10. Dispepsia, Indlgestflo. RM de Ventre.....
11. Suppresso da Kecra. Escassa ou Demo-
rada.................-......--..........y---
12. Leacorrhea. Floros Brancas, Kecra profusa.
18. Cronp,TosseBouca,l>lfnouldadedo Respirar
II. Herpes, Erupcaos, Eryslpota ,...._..........
15. Kheamntlitmo, O.Mes rheumatlcas..........
16. Sesios, Maletea, Pebre Intermitiente.........
17. QesDorrhsidas, Alniorn-Unas. mternasou
externas,simples cu sangrentas............
18. Qphibalmia, Olhosfrac.- 19. Cat arro, agudo ou clironlco. Defluso........
20. CMiHelu<-he, Tosso ejprunnodlca..............
31. Asna, P -Tplracaodlftl'-ultosa.................
22. Snppnri.srtoaosG>',c. Surdes............
23. Esrrotolas, luchacoes e Ulceras.............
24. Dehllidade nera., ou phystea.............
25. Hidropesa, AeumulaciK-s fluidas...........
2S. F.njoo de Mar, nausea. \ omltos......a-.
27. Molestias otinnarias. Clculos ou Peora
na Bezlga..............................v;"
23. Impotencia, Dchllldatii- nervosa, seminal..
29. ('bairuinhb.su!*, Brca, fm Annta..........
80. Ineoutinencla de (!ur>aa.Ourlnar-sena.
81. Menstirnaci tlo!r.Tr?*. Prurito.......
82. Molestias rloCerti<;fi-. PalpltacSej. etc..
83. Epylepsia., Mal caduco, Uottocorr.!. Baae de
S4. nipiticri.'Mai'mal^ode'Garcaiito......
85. CoagestSes Cliroclrai, Ui.rdcCabeca...
O Manual do Dr. Humphreys. 1*1 paginas sobre
as Enfermldades e o modo de cralas, se da graos,
pedese ao seu boticario ou a
HCMPHBBV8' MEDICINE CO.,
109 Faitea Street, NEW YOB.K.
nico deposit o para vendas em
grosso na imperial droga ra de F.
Manoel da Silva & C, rna Mr-
quez de Olinda n. 23
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Administroe-lhes o xarope ou a
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DO DR. CALASAIt
ptimas preparagoes de mastruz
e rhuibarbo, para a expulsSo completa, aer
dores nem incommodo, dos vermes
intestinos on lombrigas
(DAS CKEANCA8 E DOS ADULTOS)
SEIS ANNOS DE SUCCESSO
c Estas excellentes preparacSes nSo ne
cessitam de purgativos como auxiliare!
visto serem purgativas por si mesmas.
As pessoas que tm vermes sentem ce
ticas, tem constantemente diarrhas, indi
posicao, sensaco de corpos que se moven
nos intestinos, endurecimento do ventre, <
s vezes, vmitos. Rangem os dentes, qnar
do dormem, algumas e pessoas expellen
vermes com as feces ou com as material
dos vmitos. As criancas apresetam ai
pupillas dilatadas e napetencia.
As pilulas levam impresso o nome dt
DR. CALA.SANS e sao c6* de rosa.
1 caixa de pilulas 1520(
l vidro de varope lt$2(X
AS PRINCD?AES-DROGARAS E
PHARMAC1AS
Espedalidades do Dr. Eaaithreys.
Bemedlos Especficos,
Cnguento MoraTlllioso,
Remedios ^yphillllecm,
Remedios Veterinarios.
O Manual do Dr. Humphreys M4 paginas sobre as
Entcrmidades e modo d oural4iH se d& (ratls, peao-
te ao seu boticario ou a
Hl'MPHKEYS' MEDICINE CO.,
108 Faltn Street, NEW YORK.
nico deposito para vendas em
grosso na imperial drogara de F.
Manoel da Silva & C. 'rua Mr-
quez de Olinda n. 23.
Ao commercio
Os ab: ixo assignado? declaram ao corpo com-
mercial, qae por motivos muito justos tfansfe-
rem o estebelecimento de seceos e molhados
existente praca Maciel Pinheiro n. 17, para a
ra Imperi a. 279, onde pode ser entregue
qualquer transacr-ao que ptrtenca mesma Tir-
ina. Recife, 9 de Janeiro de 1890.
A'meida & Silva.
Atten^ao
Os abaixo Essignados pedem aos seos deve-
dores pira saldarem sua~ contas, visto a trans-
ferencia que fazemos, sob pena de declarar por
esta folha seus nomes pessoaes. Recife, 9 d
Janeiro de 1&90.
Almeida 4 Silva.____
Gompra-se
uo?a casa terrea com 3 quartos pelo menos, era
bom estado e boa ru, no bairr da Boa VUt i:
3uem a tiver poder deixar as dimenses na roa
as Larangeiras n. 5. olli.'ina de ourives com
tanto que esteja desembaracada de qualquer hy-
potheca.
Cozinheira

'rteisa-se de urna que cosinhe com perfeicAo
na ra da Concordia n. 4.
Salina
Jote Fraa-
afanoel (iinnm da Cimba e Silva
Candida Antones de Oilveira e Sitva e Anto-
nio Gomes d.? Oliveira e Silva convidam a
os eus prenles e amigos e os de seu semt
chorado esposo e pai, Manoel Gomes da Cu
e Silva, fallecido em Lisboa, para asiistirem as
mi'ssas que mandam celebrar na matriz da Boa*
Vista na sexta feira 10 do correte, s 8 horas
da manh, 1 anniversario de sen falleciaenlo a
desde j confessam-se agradecidosJ_______-
~ BHBBKSiaKtSW&IK*lSUaSBEtieSE8$F&U&Rl
'" tes
I
Mario Eagenle CiiroIIef, viuva
< Illlllt
Paul Chauvin, Edouard Chauvin e sna raulber:
Eucene Chaline, Mme. Chaline, Henry Pluym,
Charles Pluym, Mme. Pluym, Henriette Pluyra,
Ernesto Amorim, D. Paulina Amorim (ausentes)
agradecen, aos amigos que acompanbaram os
restos mortaes de sua prezada mai, sogra e ar,
e convidam os mesmos assistirem a urna mis-
ja que mandam rezar no lia 11 do correte, s
8 horas da manhS, na igreja matriz da Boa-Vis-
ta, pelo que se coofessam desde j gratos por
esse acto_de religi&o e caridade.________
f
Theodoro Pereira da Silva
Marlins Francisco de Aot.rale, .leebiares Pe-
caoha, Luiz Jos de Sampaio Jnior, Octavi
Antonio da Costa, Alvaro Goncalves, Deoclecia-
no de Oliveira e Felicio dos Santos, amigos e
collegas do inditoso 5 annista Theodoro .'ereira
da Silva, mandam celebrar nma missa por sua
alma, s 8 1/2 da manh, ssbbado 11 do corren-
te, stimo dia de seu passameoto, na igreja ma-
triz da Boa-Vista, e para esse acto convidam as
pessoas de sua amizade, confessando-se de ago-
ra agradecidos^________
t
A familia do finado Joo Antonio da Silva
Pereira manda celebrar missas na igreja da Ma-
dre de Deus, na quinta ieira 9 do crente, s S
horas da manh, stimo dia do sen passc.n,ento,
e para esse fim convida a parantes e amigos d
mes no, cenfessando se desde j etarn mente
grata para com aqeelles que concorrerem a esse
acto de religio.
f
Tiiootioro Pereira da Silva
auoel Ttem stocles de Almeida, Levino Pa-
checo e Manoel dos Santos Neves mandam rezar
urna missa no da 11 do co rente, s 8 oras da
manha. na matriz de JaboalSo, por alma do sen
saudoso amigo e collega Theodoro Partir da
Silva, setino dia do seu aumento epara
que convidam os seus amibos e os do finado.
t
Theodoro Pereira da Silva
Antonio Casademunt e sua familia, profunda-
mente sentidos c< m o passamento do inditost
amigo Theodoro Pereira da Silva, manam cele-
brar sabbado 11 do csrrente, urna missa por sna
alma, na igreja matriz da Boa-Visto, s i horai
a manha, e para esse acto religioso, convidan
a seus amigos.
-
k
i
s *
I *
>:"

J"nquim Henriques ile S Brrelo
cisco Costa Ferreira. ___________
Caixeiro
Precisa se de um pequeo de 12 a 14 annos de
idade, com p 'tica de taverna ; a tratar na rna
da Aurora n. 39.
r -
Al ugue I barato
0 2. andar da ra Visconde de Itaparica n. II
Ra do Rozario da Boa-Vista n. 39.
Ra da Roda ns. 58 e 60.
Largo do Mercado loja n. 17.
Becco do Campello n. 1, Io. andar.
Visconde de Goyanna n. 167, com agua e gav
Loja do sobrado do becco do Calabouco n. 4-
Rua do Nogueira n. 13.
A tratar rea de Commercio n. 5, andar
eBCnptorio de Silva Gnimares & C.________
mBsmsBommmmmms^^maBammsBt^sssm
'

->\*
M
~-rJ



fm
liiaiio de PerfiambueoQuinta-feira 9 de Janeiro de 1896
1
i
-
"'

''


s


i

5: ."
i
1 NUTRE DAME 1E FJUUZ
1A--RUA DO CABUGA--1 A
Madaine Koblet previne ae Exmas. Sras. e ao respeitavel pu-
blico, que recebeu um novo e lindo sortimento de vestidos borda
dos de la, alg-odo, linho e sed** de todas as qualidades e cores.
Nova remeda de chapeos echapelinase muitosoutros rticos pro-
prios pars presentes.
3P3aDSGOS DFLA.SOJ^'VSXS
OFFICINA DE COSTURA
Fazem-se vestidos de baile, casamento, com todo gposto e esmero.
LUTO BM 24 HORAS
-
%****-
Para os feslaes
A' tur da soledade n. 56, preparam se
com limpesa, mestria e cemmodidade em
presos: bolo, plo-de-Idt, cangica, arroz de
leite, pirmides de doces d'ovos, vatsp,
bandeijas para casamentos e baptisados, e te,
Reeebem-se as encommundas qner para a
cidade, qner para ferra d'ella.
2." andar para alujar
Aluga-se o segund i andar do predio
n. 4 da roa do Vigario Tlienorio a tra
ciar no pavimento terreo do mesmo,
Movis austracos
Sortimento completo de movis austracos d(
diversas cores e gustos, desde o mais alto at t
mais baixo prego, todo rauilo razoavel, tanto en
porefies como s pecas, para liquidarn por
ser fim de anno ; na ra Mrquez de Olinda nu-
mero 4.
&dSL
nova e de superior qualidade ; vende-se ao pre
co de 100 rs. o kilo, no trapiche Fiuza & C ao
largo de Corpo Santo.
de
Q^_,P POR MEIO DO EMPBBOO DOS
EJliacir, UP e ^astst d.en.tirioios
DOS ________
RR. PP. BENEDICTINOS
da ABBADIA de SOULAO (Gieonde)
DOM MAGUELONNE, PRIOR
2 Medalhas <5L& Ouro : BRUXELLAS 1880 L0NDF.33 1884
-A-S **'* t D1STINCTA8 RECOMFEHaAB
1373
INVENTADO
------------------ NO ANNO ------------------
PELO PRIOR
Fierre boxjrsaud
O uso quotidiano do Elixir DentizVicio dos RR. PP. Benedictinos, com dose
de aigumas gottas com agua, prevea e cura a carie dos dentes, embranquece-os,
fortalecendo e tornando as gengivas perfeitamente sadias.
Prestamos um verdadeiro servico, assignalando aos posaos lei lores es le antigo e
utilissimo preparado, o melhor curativo e o nico preservativo contra as |
Affecc5es dentarias. -
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Acha-se em todas os Perf.imarlas, Pharmaclas a Drogaras aorsditadas do mondo lntelro.
VINHO de EXTRACTO de f IGA DO de BACALHAO
Vende-se
a todas M pri?dpas niaraaslaa
e roitarli.
Depooitc gerai
21, Faubourg Montmarlre, 2; v
O VINHO de Extracto r> Figado de Bacalhao, preparado pelo Snr. GHEVRIER, Fharmaceulico de 1 clame,
em Parir;, possue ao mesmo tempo os principios actives do Oleo de Pig'ado de BftCalnAO e as propriedades tlie-apeuticas dog
preparados alcoolicos. E' precioso para as pessoas cujo estomago nio pode supportar as susbstancias graxas. O seu effeito,
como o <> Oler, e Fiffldo de racalhao, soberano contra as Escrfulas, Racbitismo, Anemia, Ghlorose
Bronchite e todas as Molestias do Paito.

VINtO deEXTRACTO deFIGADO de bacalhao creosotado
Deposito geral :
PARIZ
21, Fauboirg Montmartre, 21
Vsnde-se
en te-ias ugranEiPlaarmaol a.
C B.-osariat,
A CREOSOTE de FAIA suspende o trabalho destruidor da Tsica pulmonar, porque dimirme a expectoracac
disperta o arjoetite, faz cessar a febre, supprime og suores. Os seus effeitos combinados com os do Oleo de Figado de Bacalhao,
fecm do V3K250 de Extracto de Figado de Bacalhao Creosotado, de GHEVRIER, o remedio por
excel lencia. contra a rJttlI RNCJ DERMCAO MIRAD!
39-SUA DUQUE DE CAHAS-39
Este antigo estabelecimento, hoja compltamete reformada com machiraa
jais aperfeicwadas e movidas a vapor, aeha-se em condicBes de execuar qualquer
trsb&iho em
wa\m\ i LiTiiiiiiPii i
Cartas, memoranduns, recibos, circulares memortaea, despaehos. carteos de
indica';5ee, mappas, precos oorrentes, aceces, bilhetes de loteras e rtulos de tedas
as qualidades em preto, ouro ou cres.
I
tmxm
BrocburaB. cartonados, encadernacoes, livros em branco para o cemmereic e
repartieres, tendo para este fim urna excellente achina de pautar.
SARTOES BE VISITAS
Taado sortimeot -em cartees para visitas, particinacSes e convites de casa-
mento, bailes, men?, fclicitacoes, etc., etc.
livros de recibos de aluguel de casa, papel de impressSea tintes verniae e
sais artigos para typographia e l^thographia.
Manoel J. de Miranda
TeJepione i 94
iminlNTO^ENEA^
JE*etrst os Cavallos
I mpregdo com j maior xito nos oaTalbartil reaes de SS. KM. o Imperador do Braill, o P.eia '
Brtgioa, KM Sm rel.n rini i n e o Bel da Saxonla.
:--~..'
Loja
Nlo ha nenbam remedio mais cffioas para a
ara e preserva^ao das enfermedades do gado,
kepatites dos paazea quntes, tplem ou hypocon-
dn, clicas biliosas, que as
Polilla di Dorando do Dr Clertan
(Ether therebinthinado)
8egundo os testemunhos dos mdicos mais
illustres.
O Ether therebinlhinado ten a mditcutavel
fropriedade de acalmar as atrmu clicas t os
omitoe ove Uo frecuentemente acompanham o$ cal-
culos biliario e certa* neuralgias hepticas
(Troussean).
c Este antigo rtmedio de Durande, que tem pro-
mtttido dissolver o calculo biliarios, loa cemprido
tua prometta, pauo a/firmal-o (Profeesor Bou-
ehard).
Dote : As perolas de Durande do Dr Clertan
preecrevem-se em numero de 6 a 10 por da, de
preferencia & hora das refeiyffes ou com urna
chicara de caldo, tisana, etc.
labr.: Casa L. Frere, 19, roa Jacob, Paria.
Excellente morada
Aluga-se liaran ra do Hospital Pedro i
no lugar dos Coelhos, una casa assobradada <
outra terrea com frente de azulejo, ambas com
agua e grandes qnintaes murados, as quaes se
tornam omito n. commen lavis pelos grandes
com modos para familias numerosas, pelo frese/
e perto do banho salgado ; a tratar no mesme
lugar com Joaquim Moreira Res, das 8 s 10 li-
ras da ir.anhS, o qual alli aluga tambem casa.'
de 6 8, m e 12000.
Viuva Rjg"aard
Compra-se urna casa em bom estado na cida
de de Olinda, para residencia da viuva Rygaard
podendo a pe-soa ioteressada dirigirse a ruada
Cadeia do Recife n. 43 loja de selleiro. e ah eD
tender se com o Sr. Samuel l'otelho um dos en-
carregados para esse fim.
Criado
Precrsa se de um criado que abone sua con-
ducta ; na ra da Florentina n. 36.
Cautelas do Monte de Soe
corro
Compra-se Cautelas do Monte de So<
corro de qualquer joia, brilhantea e re-,
gios, paga-se bem na praca da Indepe
dencia n. 22Loja de relojoeiro.
Cosinheira
Precisa-se de urna cosinheira
do Rosario n. 3, pharmacia.
na ra estreiu
Tres Portas
JUNTO AO ItOUYBE
Zepbyr de ramagem a OU rs. o corado.
Merinos de duas largaras a 440 rs. o dito.
Etamine lisos a 500 rs. o dito
Setim do Japo a 240 n o 'dito.
Crep de 1S para vestido a 240 ra. o
dito.
Chacbemiras de ristra, duas larguras, de
OOO por 1)5200 o dito.
Oertnadea bordados a 6M000 o par.
Ritos cortea de ephyr bordados a 14*000. FnafSo branco a 360 rs. o
Setias de todas aa cores a 800 za. o co-
vdo.
Esguilo pardo a 360 e 400 ra. o dito.
aaacos de Jersey a 6)9000 um.
FlaneUa branca, toda la, a 4' 0 ra.; ba-
rato
Seda palha a 1)5000 o covado.
Cortinado de crochet para janella a 7*000.
Cortea broncos bordados a 18|5000, o que
ha de liado.
Saluda de baile a 14000 1*500.
Sargeliaa, a 200 rs. o covado.
Gaarnicao de crochet a 34000 na.
Camisa* de fianeUa a 2*500, 3*500 e
5*000 ama.
Crep para eoberta a 600 rs. o covado.
Madapolao americano a 6*000 e 7*000 a
peoa.
Cheviot preto a 2*500 o covado.
Atoalhado de cor a 1*500 o dito.
Panno da Costa a 1*000 e 1*200 o dito.
Bramante de linho a 1*600 o metro. Alpaca preto a 300 rs. o dito.
Toallias para banho a 1*300 e 1*800. i Valbutrna nrcta a 700 rs. o dito.
12*
Fich de II a 1*500 um.
Renda hespanhola, a 2*000 o covado.
fiapartilhoa finos com um toque, de
por 5*000.
Pecas de esguiao de algodlo a 3*500.
Camisas allemlea a 36*000 a duzia.
FlaneUa mgleza azul para palitot a 4*500
o covado.
Atoalhado bordado a 1*200 metros.
covado.
Lindos cortes de metins a 8*000.
Capailas e veo para noiva a 7*000, 8*000
10*000 e 12*000.
Cortea de fostao para col le te.
Cortea de -anda para colleto.
Cretones claros e escuros a 240, 280, 320
e 360 rs. o covado.
Cambraia branca bordada a 4*000, 5*000
e 60000 pera.
Cambraia com salpicos de coras a 4*000 a
Alpacas lavradas a 500 rs. o covado.
La Amazonas a 400 rs. o dito.
Lencos con barra a 1*200 a duzia.
Cambraia Victoria a 2*800 a peftv
Zephyfde hatra, o que ha de maia fino,
a 400 rs. o covado, -
Renda da Austria a 800 rs. e-dito.
Leqnes transparentes a 2*500 um.
Setioet* branca e de cor.
. Brim pardo a 280,400 e 500 rs. o covado.
, tono preta a 300 ra.
i Velbutma preta a 700 rs.
appressao do p
lE DA QUEDA. J>Q PELLO
S este precioso Top>co o nico que
'substitueooanattcoecuraradlcalmcBie
iem poucos dfes as muuiielru, novas
'e antigs, as Torcedora., Contarte,
ie.ru. e Incbacier Ama .,
paj-avao. Sobre-Cual, Pr-ique*. < En-
..i.aSMiineam da pernos do^potros. etc., san
'occaslonar ncnbuma ehaga, nena queda do pello
r meino uurantc o tratamento. ^^
Ic-oriUan Paria: PluraieU GEMBATT
35 Anuos de (xito
SEM RIVAL
Os resultados extraordinarios que tem1
obtldo as diversas afreccSe. d |
' Pelto, os Citarrtao., SronenlUa,'
actesela' 1a nrt:ntr., Optttal-|
ma, etc., n3o dio logar concurrencia.
A cura fat-ts com a indo en: 9 tnimttos, stm'
tfor e em cortar, neta respar o peilo.
, F.aa St-Honor. 2K,*qUUt M_PhMariM;_
O NOVO THERMOMETRO
ItlEDICO de LEN BLOCH
O MAlt SEN8IVEL PC TODOS OS SYSTEMAS CONHECIDOS
i-9.
PARS
mo ErrBARasaui, ni w>as as fruto!* cmai
PARS, 2, ra a. VEatrepdt, 2,
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CONSTIPAQES e MOLESTIAS do PEITO
XAR0PE
ANTIPHLOGISTICO
DE
BRIANT
PAm, Pharmacia BflANT, 150, ra de Rhmti, PARS.
As celebridades medicas de Paria recommendao ha mais de 60 annos o
, -CAHOPK nnxairr como o modicamenlo peitoral goto motoograamm e
I de tfflcacia mal certa contra os Deoxoe, ConatlpacSee, CatbarrM, etc.
Seu Xarop. nunca fermenta.Deve-M exigir a Brochara em nove UngU;
| com 4 signatura bem usivel do inventor:
DEPSITOS BU TODAS AS WirKCIPAM PHABMACIAB
Extractos de diversos fabricantes.
Bcob lisos e matisadoa.
Baleias pre tas a 240 rs. a duzia.
Kalendarios com perfumaras.
Luvaa de seda a 2*000 e 2*500.
Regatas de cores a 2*000.
osra'vxJijaKS
Fitas de todas cores e larguras.
Bordados e en treme i os.
Baleias forradas a 500 rs. a duzia.
Caixas com perfumaras,
dedal a 600 rs. um.
tstron de cores a 1*500.
ESPECIALIDADES
Palitots de esguiao pardo a 4*500 um.
Palitots de alpaca preta a 4*500.
PaKtota de alpaca de c6r a 4#500.
Guarda p para aenhora 10*000.
Ouarda-p para homens 6*000.
Palitots de seda palha a 8*000.
Roupas para bailaos salgados
Roupa para homens a 8*000. I Rotjpas para senhora a 10*030.
Ditas para meninos a 5*000. j Boleas para o mesmo fim-
CASA DE CONFIANZA
20Ra 1. de Margo20
AMARAL & C.
Alfafa nova
ebegada directamente, a 130 rs. o kilo, ou 6f 000
o fardo ; vende se no largo do Corpo Saato nu-
mero 6. _
Atten^ao
Na engenhoca de Bemfica, i ra Real da Torre
n. 11, vede-se farinba de milhd de todas as
qualiddes, desde a mais fina mais -grom,
para todos os misteres deste precioso suceulen
to e substancial cereal, sendo pelos meamos
precos dos mais moiobos; a tratar na mesma.
Casas para alugar
N8, 30, M e 18, na ra Capitn Antonio
Lima em Santo Amaro das Salinas ; a tratar .
raa Marquezde Olinda n. 8, lythograpnia.
AtteD^ao
Vende se um hotel muito bem localisado e
afreguezado; o motivo 6 sea proprielark se
achar deente e os medicoB aconselbarem que se
retire para o sertao; para informacao a ra
larga do Rosario n. i 6.
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado sob bases cientficas
e pbvsiologricas para o fim de
bemeflciar os cabellos, restaurar
a cor, Impedir a queda, e promo-
ver sen vico e abundante cresci-
niento.
Esta aparada e excellente preparaco,
sem duvida o melhor remedio at boje
c orinecido para os diferentes defeltos da
cabelladnra, merece a Intima attenco de
todas as pessoas que tm tido a infelicl-
dade de perder em parte este mais rico
ornamento natural da physionomia.
Com o sen emprego infelligente tem-se
conseguido resultados realmente sorpren-
dentes. Em maltos casos, porm nao
sempre, a proprla calvicie tem sido carada
permanentemente.
Sempre se consegne fazer parar a quedm
dos cabellos; emquanto que para opentea-
00 das senhoras, 6 o objecto mala utll e
mais agradavel que se pode empregar.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA,
IiOwell, Mass., Est.-Unidos.
1 A' venda as lejas de armarinho e per
frimarias.

'
Recife, Boa-Vista e Olinda
Aluga-se a casa peqaena n 4 travesa da
fundigao em Fra de Port s : a de n. 63 ra
da Gloria, com bous commodos, quintal e ca
cimba ; e a de n. 20 ladeira do Varadoaro
com commodos para grande familia, cacimba e
quintal murado com porio para o becco da
Poeira ; a tratar na ra Direita n. 4o. sobrado.
m&>
UM
EEMEBIC
INFALLIYEL
em todo o caso de
RHEUMATISMO
Smpsrezas do Sangne, Eiapgoes, Escft-
fulas, Ulceras, SipMlis
o toda afieccao do natureza
eruptiva ou venrea
mumm
DE BEISTOL
0 Remedio c Fanii por excellencia!




Ama
Confecqoes para senhoras
Hdame Fanny silva tem a honrada
participar a sua distincta clientela e as Exmar.
Sras. em geral que acaba de recebar um linde
sortimento de vestidos de seda em corte bsu
como fon'ards (alta novidade).
Chapeos e capotas de aparado
gosto
vriido resta* em Paris, de seda e os-
tras tecidos.
PALMAS, G-ALOES^VIDRILHOS
> GUARNigOES
para vestidos nunca vistos nesta cidade.
Paz capas e manteletes sob medida.
Continua, a confeccionar toda
qaiiiqiier toilette com apurado gusto, per-
feiyo no trabalho e pregos razoaveis.
Ateller
Raa do Baro da Victoria n. la
P ANDAR
Telephone 193
Na ra da Matriz da Boa Vista n. 26. 1 andar
precisa-se de urna ama que cosinhe bem, pare
ca3a de pequea familia.
Aluga-se
o 3.* andar do predio a roa do BarSo da Victoria
n. 60, com excedentes commodos e agua enea
uada ; a tratar no pavimento terreo. ^^^
Per.sao acadmica
Vende re eaia cara de penso, sita ra da
Imperatriz n. lo, 2- andar ; a tratar na mesma,
das 10 horas da manb s 4 da tarde.
Alugam-so a casas n. 8 ra da Unido e
4 i ra Conde da Boa-Vista ; a tratar com o*
Srt. Negreiros, praga da Independencia.
Criado matriculado
Piecisa sede um que saiba 1er e escrevQr,
solteiro, com pratica de servir em casa de fartji-
ou Madre
lia : a tratar na ra d'Aurora n.
de Deus n. 3, armazem.
133,
Pili WM
NDISAO DE 8IN08 B BKONZB
DE
LUIZ D4 CRUZ MESQUITA
66ra do Baro do TriumphoG8
fem para vender o seguiste:
tlachlnas de cobre para fazer espirito de destillar e restillar.
Alambiques de cobre do antigo e novo systema com esquente gp.rapa.
SerpentfBias de cobre e de estanho.
Carapacas de cobre.
Taixas, tarxos caldeiras de cobre.
atonaba de todas as qualidades de repuchos, aspirantes e continuas.
Torne i ras de bronze e madeira de todos os taannos.
Calos de cobre, de chumbo e de ferro.
Repartldelras, passadeiras e escomadeiras de cobre e de ferro estanU?!
Cobre em iencol e arruelas
Sola inglesa e do Rio. '
CadlnJlOS patente e de lapis.
Minos de 1 libra at 110 arrobas.
E muitos outros objectos.
ENCAPREGAM-SE le qualquer concert e obras de encommenda, garat<
o pTeBteaa, perfeicao e preces mdicos, para o que tem pessoal habilitado.
VENDE a o raso ou dinheiro com descont.
"
-

-
-
V;

>

fm^^,^^^..mmw. a_aa_av-M-JaL-a-aa-a--a-at-a-nu-a--n.
Ja sao loa Repug&a&cia


pana Toataa o
mmxo de potasso
COM A!>
Pastillas I. FOISSON oom Chocoiat*
M*r* F^P'Jbw, fe saber agraunvel, estilo rxgorotamenU
Mi ftM rrotes 2S teatigrammas de Sil (Oa
dkjs:t ebai.- : \. POWSON, PHARi*AcrjT>co
B, Awnue d* Conrberoie, 29, em A.SNIBE& erto oa JPnri*.
Vendc-n em totSaa a* yrinolptea "S b.axnx.aaimM.
m'f'MJ | li) I WnWWnWP InTiaVlPlnll
Al
M



i- '
Completo sortimento de chapeos, capotas e gorros de fantasa em todas na
qualidades.
Fitas, rendas e bico dejseda^e algodao de todas as cores.
Flores, plumas, pasearos, aigrttes e bljouterles para enfeites.
Chapeos da ieltra e castor, os mais modernos, para homens e meninos.
Recebe por todos os vapores as primeiras novidades de artigos -de sen
i ero de negocio.
Raphael Dias & C.
2 Ra do Baro da Victoria 2
Gotta, Rheumatismo, Dores
Soluqo do Doutor Clin
Lturttdo d Ftoulds.de d* Usdic/na dt Psrit. Prtmio Utntyon.
A Vnrdadeira SoIuqSo CLIN ao Salicylato de Soda emprega-se para corar:
As AlleoooeB Rheumatismaes agudas e chronieas, o Rheumatismo gottdao,
as Dores articulares e musculares, e todas as vezes que necessario calmar os
Boffrimentos oecasionades por estas molestias.
A Vordadelra flotoeno CLIN o melhor remedio contra o Rheumatismo,
a Gotta e as Dores.
uu Un>6 txplhtot dtttlhida teompanti* esda fruto.
Exigir a Verdadelra Soluclo de CLIN & Cie, de PARS, qvtje tneontra em
.______ casa dos Droguista* e Pharmaceuticoi.
-
.. !
'j)t

|



iaiitsco-Qiiiriti-feira 9 ;


.i'
<
' r-
i-
X *
^


I
r
t-
I
Comsra se urna casa terrea oo assobradada,
de 3' a 5 quartos, com quinta!, na fregneaa de
Santo Antonio ; a tratar na ra Novo n. 15,
Toja.___________________________
AVISO
O !>uixo a-signado, (Icb-lucido o.vo fabrica
d.: bebidas no cae Capbaribe n. i, decla-a que
nao se respoo^.nilisa por dividas contrahi ::
pelo ageociaor o Sr. Franci- co Rosa, ou qua;
quer outra p: ssoa. Recife, 31 de Detembro dt
1*89.
C. A. van der Linden.
Para engenhos
GUIMARAES & VALENTE, parteci-
pam aos seus freguezes c Illma. Srs. de
enganho que, como sempre, tm grande-
deposito dos artigos abaixo mencionados,
garantindo tudo de jjrimeira qualidade e
presos seui competencia a saber:
Cal nova de Lisboa,
Dita de Jagnarilte.
Cimento portland.
Oleo de mocot.
leos americanos
e^peciaes para machinisinos.
j. Izeitc de coco,
Dito de carrapato.
Dito de peixe.
Pire em lata.
(5 gr.loes.)
Kerozene inexplosivel.
Graxa em bexigas.
Gaxefa de linho.
Potassa do Ruasia,
(em caixas, barriquinhas, latas grandes
a pequeas.)
Farm i vida Capanema.
6- 4 orpo-Santo--6
Criados
-'. ;a-se na Ponte de Uclia n. 36, sitio em
a ei ta^So, di um copeiro e de ura aju-
dan te, de una boa e goiuniadeira e de um co-
sinheiro.
Ama
Precisa se de urra ama para cosinhar ; na
ravessa \o I'i:ec n. 5 (Geriquity).__________
Est para alugar
um grande armazem muito proprio para qual
quor industria, n. 73 roa Sarao do Triumpno ;
os pretndenos pojem dirigir se ra do Com-
mercio n. 34.
riado
Precisase .1 um criado que nao seja maior
de i annos no 3 andar do predio n. 42 da
ra Duque de Cazias, por cima da typograpbia
do Diario.
Aviso
Justino dos Sant03 Vieira. palo presente de-
clara qup desta dita cm diante pasear a assig-
nar-se Juno dos lautos Vieira de Andrade.
i riada
Precisase de urna criada matriculada, que
saiba comprar e c sinhar bem ; a tratar na ra
Duq. e de Caxias n.Sl, 2 andar.
Para a f esta
Cbegou urna remessa do excelle' te vinhc
MourL-ra, urna espe :ialidade e contina a ven
der-se por 8J500 o jarrafao de tres cariadas
voitando o casco 75000 ; no armazem da ra t
Amo:im n. 60.
FOLHETIH

a
QUINTA PARTE
0 POLO MAGNTICO
.turnarlo do n. 5)
* VII

A desforra
O grande chefe brandia o casse-tte, sol-
tando o grito de guerra dos Nibouais.
Sobre a montanha, a tribu inteira res-
pondeu com gritos estranhos quelle sig-
nal bellico.
E, Flafla-Raflafla, comprehendendo que
havia chegado o instante fatal, comecou
nao a cantar, mas a vociferar urna das
suas estrophes, repetindo-a com furia im-
mensa :
Jepos accrescentou mentalmente :
Parece que o chefe Aguia-Vermelha
C. no estilo tambem muito satisfeitos
nem em muito bons !en;es !... Pois se
estes damnados Nibouais matam um inno-
cente !... Fm desforra, tres criminosos
passarao pelos maiores tormentos e ver-
gonhas. Triste consolacHo afinal de con-
tas !
E o flautn!, interrompendo o sen mono-
logo, repetio os ltimos verso do seu can-
tico.
Os andaos da tribu nSo permittiram
que d essem ao prisioneiro nenhum golpo
morta -eniquanto nao tivesse concluido o
seu cntico de morte.
Quem ganha tempo, ganha tudo, pen
sou Fiafla.Kafl.itla. Vamos improvisando
para que nao a deem cabo da peUe.
E ipezar da terrivel s tuacSo em que o
Prepara d-> fiwa
Approvado fb ltstrad Joata :
H-gien Paonc '- (tete.
AuctorisdoporDecrUo Imperial
de 20 de Jnnho de 1885.
COMPOSI^O
de
Firmino Candido de Figueireiio.
Emplea*do com a maior 'cfGcacia no
rhe.imaismo de qualquer naturerP-,
em todas as molestias da pelle, as
lencorrln'js ou flores brancas, nos
soffrimentos occasionado pela impureza
do sangue, e finalmente as diflerer.tes
fCriiuts a.syphilis.
Dse Nos primeiros seis das IUJM
colher das de cli pela man'aa e outra
noite, puramente ou diluida em agua
e em seguida mudar-se-lia para colhe-
res das de sopa para os adultos e me-
tade para as criansas.
Rgimen Os doentes derem ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
daroso; devem usar dos banbos fros ou
momos, segundo o estado da molestia.
DEPOSITO CENTRAL
Francisco Manoel da Silva &C. K
Droguistas i;
23 Ra Mrquez de Olinda
Pc.rnambuco it
lsoola raixfa le K. do Xevc. A
ra da Sania Cruz n. 9S
A aula abrir se-ha no dia 9 de 'aneiro.
sa -. ;v -

VENDAS
..Vende se o antigo e bem acreditado belecimento de culgados nacionaes da ra do
Livrame ;to n. il que foi do tinado Pocas, o
aual se torna reeommendado pela boa localida-
e em que e:t ; a tratar no mesmo.
Farelio superior, 42 kilos
205OO o sacco
Vende se no largo do Corpo Santo n. 6.
Para engenhos
Lopes &, Araujo, yeadnj
a presos sem competencia
garantindo a boa qualidade.
os artigos abaixo mencio-
aados.
Gal de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Oleo de mocot.
Dito para machina.
Azeite de coco.
Dito de carrapato.
Dito de peixe.
Pixe em latas.
Kerosene inexplosivel.
Potassia da Russia em caixae
de 10 e 25 kilos.
imento Portfc nd.
Graxa em bexigas.
Ra do Livraenlo d. 58
Telephone 316
Vinho do Porto
Ha para vender excellente vinho do Porto, ve-
iho e muito lino, por pr co coma odo, para li
quidar, ra Mrquez de Olinda n. 54.
desventurado estava, no Ihe faltou o es-
tro.
No convez da Alerte reina va espantosa
desordem.
Um sem numero de officiaes e uiarinlieiJ
ros cercaram imme3iatamente Aguia-Ver-
melha.
E Gustavo de Orneuil, primeiro que to-
dos os outros, lhe segurara o braco.
O grande chafe dos Nibduais debatia-se
furiosamente e teria parecido, sem a me-
nor duvida, esmagado pelo numero, se
Renna Nevada, sahindo finalmente da apa
thia em que havia to longo tempo per
manecia, se nSo tivesse precipitado no
mais completo da multkto, pedindo pie-
dade.
A desgranada expunha-s colera so-
breexcitada dos marinheiros.
Protegeu a Nicolao Nicolardot.
Hrendam Aguia-Vermelha Ponham-
n'o a ferros commandava Yvon de Ker-
vor.
Ao mesmo tempo fez signa! a alguns
marinheiros para que retirassem d'alli o
cadver de Belmas.
Em seguida execucSo dcst ordem,
ordenou ao capitio Tourmagne que r.on-
duzisse Jlo Bredette para bordo da Ren-
contre e que conservasse preso at nova
ordem.
Joo Bredette n2o se atreveu a proferir
urna palavra. ,
O tumulto e a confuslo duraram anda e
j o ex-cmmandante tinha desapparecido,
escoltado pelos seus antigos subalternos.
A prisSo do arrogante capitSo de fra-
gata, ainda ha pouco o nico senhor, tilo
croso de seu podero, tJto firmemente de
terminado a servir-se d'elle de um modo
tilo fatal, esta ultima queda do tyranno ma-
rtimo quasi que passou desapercebda.
Podamos descrever minuciosamente as
perversas intenQ^es daquelle homem ; po-
deriamos, em largos tragos narrar as mons-
tt uosidades que era eapaz de executar ;
m. s de que servira isso ?
Para aquelle homem ser conducido de-
baixo de prisao para bordo do mesmo na-
vio onde roezes antes era senhor desptico
e nico, bastara um gesto de Yvon de Ker-
vor e urna s pa'avra.
0 intelligente capit3o de mar. e gueira
tinha aproveiudo |a occasiao para evitar
alguma scena desagradavel e prejudicial
disciplina.
Oecupava-se nica e exclusivamente do
A FLORIDA
Fitas l&vradas com um palmo de largr
ra a 2^000 o metro.
Papel de airoz de todas aa corea.
Chapelinas modernas a 51000.
Bendas hespanholas de todas as cires
pretas com c sem vidrilhos.
Lindas guanicSss de vidrilhos pretos pa. a
caaaco.
Grande sortmento de galSes, palmas e
rozas de vidrilho preto.
Bcob matisados de urna s c8r como se-
am, granad, azul, rosa, beije, palha, chum-
do, salmn, terracote e umitas outras cores.
Sabonetes perfumados a 500 rs. a du
Lindos desenhos para talagarca.
Lengos de seda a 500 rs.
Bicos de seda e de algodlo com e sem
vidrilho.
Mantilhas de seda e de algodlo.
Franjas de seda com e sem vidrilho.-
Renda hespanhola.
Collarihos para homem a 3000<-e 40u
a duzia.
Bordados de cambraia upada a 400 50.
600 e800rs.sa peca.
dem com 3 e 1[2 metros, de quf'quer
argura a 15200.
Lengoa de linho em caixinhas a 3000. a
dita.
Meias para homem, duzia a 4<$000.
dem para senhora, duzia a 4)5000.
Finas pulseiras americanas a 4#, j e
8,J000 o par.
Cortinados todos de crochet par otua a
12^000, 17^000 e 190000 o par, lg ns
de efires.
Ditofa para janellas a 7000.
Pannos de crochet para cadeiras a 80'J e
loWO.
Ditos para sof a 20000.
Oapellas com veo para noiva a 60OO e
)5000.
Lindos enxovaeB baptioados a 85 1C e
120000.
Toncas de setim para baptisado a 30, 44 e
50000.
Gnnaldas e ramos de seda, o que ba de
melhor.
Lindas fitas n. 12 para chapeos.
Luvas de seda, cano comprido a 20 3 pai
Ditas de seda para creanca a 10000.
Dita para moca a 10500 o par.
Espartilhos para creanga a 40 e 405i):
Ditos para senhora a 40, 40500, B#0Q e
60000.
Linha de machina a 60 rs. o carritel.
Linha de machina a 600 rs. a duzia.
Albuns de pe Hacia de diversas cores.
Livros de missa a 10500, 20000, 2050
30000, e 30000 cada um.
Lindas luvas de seda com ealpicos e coi'
listas, gosto moderno, a 20500 o paz.
Toalhas para banho a 03OO.
Toalhas para rosto a 300.
To:lhas para mSo a 160 rs.
Babadores com inscrigSes e paizageix a
500 re. e 400000 a duzia.
Espelhos glandes com mulduras finas e
cantos redondos a 40000 c a 60000 tuna
Rngalas flauta.
Grande sortmento de luvas de seda arre;
dada com palmas canno comprido a
10500, 20000 a 20500.
Ra Duque de toiasn. IOS
Ra da Imperatriz n.^56
(.aile ealabelecimeiito de modas
e tazenda* flnas
Completo sortmento de faiendas em tecidos
de novidade e escrupulosa cacolba que recebeu
directamente da Europa. Variadissimo sorti
ment m fazendas pretas, merinos, cachemiras
lisa3 e lavradas, eta.fi es de s'da domaBes,
chamalotes, capas e visitas, especialidade ne3te
genera, em seda, gase e cachemira, ricamente
co fe icionadas, mantas e mantilhas de renda,
etc., etc., leques e luvas. Espec alidades em
fazendas brancas, brau antes de linho puro e
algodao e linho, morim, grande variedade de
marca3 C3peciaes, s encentrada na loja Coelho.
Telephone489
Domingos Coelho tk. Soares
Liquidado para acabar
Na Revoluto
ra Daque de Caxias u. 49
Por cstarmos no fim do anno, resolve-
mos vender por menos 50 por cento as
seguintes fazendas.
Etamines de cora 300, 400 e500 rs. oco
vado.
Cachemira com toque de mofo com duas
larguras de 20 800. covado.
Zephir de quadros modernos a 120, e 160
o 200 o covado.
Las de quadros modernas a 200 e 240 o
covado.
Cretones miudinhes a 200, 240, 280 e
320 o covado.
Cachimira modernas de quadros de 20000
por 10000 o covado.
Merinos lizos a 200 e 440 o covado.
Ricos cortes do cachemira bordados de 13 c
seda de 800 por 300 e 400.
Ditos bordados de lynonde 180000 por
100000.
Dito3 de cretone com barra a 60000.
Ditos modernos de setineta a 70.
Las com listas de seda a 400 o covado.
Seda Jnponeza a 200 e 240 o covado.
Bramante com quatro larguras a 10000 e
15200 o metro.
IgodSo trancado para toalha a 100'.0 o
metro.
Cort'nados bordados para cama a 60 o par
Ditos de crochet a 100.
Etamines finas para vestido de 160 a peca
por-100.
Sstins de todas as cores a 800 rs. o co-
vado. *
FusSo de cor para roupa de homem a 500
o covado.
EsguiSo pardo e amarello para vestido a
360 o covado.
Velbutinas de listas e quadros a 800 o
covado, para acabar.
Setins chamarlotado de todas as cores a
1^500 o {ovado.
Bicos braceo i e de cores a 10500 e 20000
a pega.
Lencos brancos com barra a 10200, 10800
e 20000 a duzia.
Fecltus de retroz a 1$000 um.
*Luvs de seda,todas as cores, para senho
raa 10000 10500 e 20000.
Espartilhos couraca a 40000, 50000 e _60
Cachenez para homem e senhora a 10500
um.
Costumes.de Jersey para crian cas de 4 a
5 annos a 70000 um.
Jasacos de Jersey para senhora, a 60
um.
Pannos de crochet para cadeiras a 500 rs.
uro,
Lenjol de bramante a 10600 um
Cobertas forradas para casal a 20500
urna.
Toalhas para crianca a 120 e 160 urna.
Cobertores brancos de 1S com pequeo de-
feito a 20000.
Leneo3 de linho a 20000, 30000 e 40000
a duzia.
Cerulas francezas, a 10000, para acabar.
Colchas adamascadas, a 20000, 30000,
40000 e 50000 urna.
Ditas de crochet, a 40000, 50000, 60000,
70000 e 80000 um.
Cortes de cachemira a 30500, 40000, H
e 60000 um.
Cortes de fustSo para collete a 500 rs.
e 10000 um.
Pitos de velludo bordado a seda a 20000
um.
Camisas brancas de linho para homem a
20000 urna.
Ditas de meia. superior qualidade, a lo
urna.
3rim branco de linho de 40000 por 20500
vara.
Mantilhetas pretas a 50 e 70 urna.
Renda hespanhola a 20 o covado.
Completo sortmento de cachemira de co-
res e pretas para costumes, pregos sem
competencia, assim como aprompta-s qual-
quer cosame em 24 horas.
grande chefe Aguia-Vermelha, a quem
Renna-Nevada defenda pelas suas suppli-
cas. gemidos e lagrimas.
Meu pai, dzia Gabriella "ao duque
Paulo III, esta pobre mulber merece toda
a nossa piedade, toda a nossa compaixSo.
O que dzes tu, mmha filha? O teu
bom cora cu j leva te muito longe. Essa
selvagem teve tttenjSes para til Muito
bem ; eu nSo fui ingrato para ella, nem
para ella, nem para Nicolau Nicolardot...
mas seu marido merece ser enforcado, sem
que baja para elle a menor clemencia. E
tenho esperanzas que nao se escapar a
tSo justo castigo.
Lobo Grande e os outros Nibouts que
estavam a bordo, reuniram-se a Renna-
Ne?ada, para obter que o grande chefe,
naquelle momento desarmado e vigorosa-
mente agarrado por alguns marinheiros,
fosse posto em liberdade.
Homem-Azul, Guerrero Baleia, di-
ziain elles, pordo para Aguia-Vermelha.
Meu pai, xclamava Renna-Nevada,
perdSo. para o meu esposo, perdi !
Dir-se hia, na verdade, que Nicolau Ni-
colardot se tornar senhor e dono do ra-

S na Revolucao
VIO.
Renna Nevada, Lobo Grande e os Ni-
bouais prostaram se a seus ps.
Yvon de Kervor tinha-se limitado a or-
denar silencio.
O Homem Azul deu aos marinheiros o
espectculo da sua autoridade sacerdotal,
de seu poder theocratico sobre a tribu sel-
vagem. ^
O meto. o melhor meio, meus cor-
deirinhos vermelhos, disse elle mageatosa-
mente, nSo reccTmegar a guerra. O que
fazem os outros na costa, sobre aquellas
montsnhas ? Vejo-es preparar as suas fle
chas e os seus mosquetes ; vejo-os subir
s alturas, para de l nos arremessarem
fragmentos de rochados t... Em primeiro
fugar, antes do tudo, a paz, ou entao nao
temos nada feito. O grande chefe Agua
Vermelha merece a desgraca que Ihe ac i
tece; o costume dos francezes de jul-
gar os prisioneiros e condemnal-os antes
de conceder o perdo. Deixem-me a li-
berdade da raam>bra.
O grande chofe Aguia-Vermelha nSo
quiz fallar, recusaiido-se a isso com um
gesto desden hoso.
onservava-se como sempre, n'uma atti-'
tude orgulhoia.
De fronte erguida, de olhar incendido,
HENRIQUE DA SILVA MOREIRA
o digno chefe dos selvavgens Nibouais des-
afiva toda s supplicas.
Era indomavei aquelle coraQao.
Havia muitos annos que se acostumara
a dominar: havia muitos annos que as suas
menores vontades eram pontualmente exe-
cutadis, para que nao se mostra3se sober-
bo era qualquer situacajO, fosse ella qual
fosse.
Grande chefe de urna tribu em que os
valentes se contavam pelo maior numero,
Aguia-Vermelha era, sem a menor duvida,
o mais audacioso, guerrero da "sua tribu ;
era, sem contestaco, o mais astuto, o mais
hbil nos estratagemas de guerra, o que
melhor poda exercer a suprema autori-
dade.
Fraquejar, descer at implorar o perdSo
ou formular urna supplica, era um acto que
* ilgava indigno do mais obscuro guerrei
, e que nem seqHer julgava admissivel
um grande chefe, descendente de ou-
tros nRo menos Ilustres.
Para selvagem, completamente ignoran-
dos principios msis elementares da ci-
lisagSo, nSo conhecia a piedade nem a
cinericia, e, do me3mo modo que seria
incapaz de conceder u.ma ou outra, era
tambem incapaz de implorl-a.
A orgulhosa attitude qu conservava, a
altivez com que ergua afronte, claramen
te demonstravam as paix3es que se lhe
agitavam n'alma, ques os sentimentos
que n'ee predominavam n'aquelle instan-
te supremo em que ia decidjr se a sua sor-
te e'em-que arriscava a cabega bem mal
sogura nos seus hombros.
Os marinheiros que cercavam o valente
selvagem escutavarn com curiosidade, que
augmentava de momento para momento, o
eloquente discurso da Nicolau Nicolar-
dot.
Sira, mnha filha, prosegua elle, le-
vantando com ternura Renna Nevada, cada
n-yao temos seus usos e costumes;
preciso, em primeiro lugar, que o conselho
dos chefes de bordo julgue e condemne o
teu marido. Mas, depois, prometto-te fazer
todas s diligencias ao meu alcance para
que te seja restituido. A menina Ga-
brelia, primeiro do que todos1, fallar em
teu favor; e, anda nflo tudo, tenho urna
outra filhi a bordo desse navio; d'aqui a
alguns irjstautes ter me ha reconhecido :
d'aqui a alguns inantes estar tambem
pelo nosso lado Socega, mnha filha, nao
te lamentes, nSo chores, nao est tudo
ro,
a
te
vil
ck
as Listras Azues
A Grande Novidade
PARA MODISTA
3.OE il'MS AUERKA^ON
Com molas para augmentar ou diminuir s
grussur do corpo.
Qualquer senhora :r aga ou gorda pode fa-
zer seus vestidos sem necessidade dt-
provar.
Fecha-se como qualquer chapeo de sol.
Proco tl&OOO
Motquiteirou Americanos
Com armado de differentes tamanhos.
a 10*000e l Etttn'es para Msica
Para amadores ou profissiouaes ; fecha-se e
fica de tamanho de urna flauta ; muitr'
fcil para conduccSo.
Prc^o 5000______
CdluUd
Colarinhos Peitos e Punhos
Lindos modelos, muito til aos viajantes
Precoi .-iSOOO um temo
Relogios Espertadores
Oom movimentd, e figures muito lindas para
mesas ou para presentes a 60000,80000
100000._______________________
Oleados para Mesas
Quadrados ou de qualquer tamanho que
ce de8eje.
A i&SOO cada quailiado
Retratos a Oleo
Com lindas molduras em alto relevo, o que
ha de mais lindo para um presente t
para sala de visitas.
a tSOOO e mais precoi
Qualquer familia que desejar ter um lin-
do e perfeito retrato bastante mandar
um retrato em cartSo de visita n&Q_ im-
porta que seja antgo, basta dizer a cor
dos ollios e do cabello para chegar um
retrato desejado.
Para ver, e fazer encommendas
Dirija se Loja das Listas Azues
RA DUQUE DE CAXIAS N. 61

Nova remessa
lOO rs. o covado
Merino de cores, duas larguras. 15 pura, a 4G<
rs. o covado ; ra do Crospo n. 21.
Oliveira Campos & G.
Pe chincha
loo r o c o v a'd o
Las de cores, quadros de seda, lindos pa-'rfies,
fazenda de 1*400 a 400 rs. o covado, aproveiteu
a pechinena ; rna do Crespo n. 21.
Oliveira Campos & C
Boyal
VllSKf
Blend marca YUDO
Este excellente Whisky Escocez pre
feriyel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melaores arnu.-
zeas de molhados.
Pede Royal Blend marca Viad
cujo nome e emblema sao registrados par
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
Leite puro
Na estrada de Joo Fernandes Vieira, sitio id
go depois das casas novas da direita, vende-?!
todos os das leie puro de vaccas tourinas edi
erra, garante-se a qualidade do leite. ^^^^^
Vende-se
um eptimo piano, quasi novo, do autor Felippe
Hcari'que lj:erj : irotar na ra da Iupe:atri2
n. 7, loja de piano3. .
A zulejos
Corx lindis?imas cores e desenhos variadiss.
moF, encontra se para vender um grande sorti
ment deste artigo, proprio para frentes de
casas, corredores costanas e banheiros, por
oreos sem comoetencia ; na ra Visconie df
Goyanna n. 45.
\htn atten^o
No lugar denominado Torre, perto da curva
da vk-frrea de Caxang e da linha do bond
que cotiduz povoacao. vende-se terrenos a
retalho < u em lotes, segundo planta; a tratar
na ra Baro da Victoria n. 4t
perdido e o Grande Espirito tudo saber
remediar, socega!...
Estas palavras, incidentemente pronun-
ciadas, sorprenderam as passageiras, sor-
prenderam Gustavo de Orneuil e Petrus
Castellot.
Mas o Homem Azul, procedendo com
methodo, como um grande chefe Nibouais
que era realmente, neste momento, diri-
gio-se ao tombadilho.
Renna Nevada, Lobo Grande e os ind-
genas, convertidos a pacificas disposicSes
pela indulgencia e bom tratamento que os
francezes lhes hariam dispensado, seguiam
Nicolau Nicolardot.
Todos juntos deram tres gritos agudos,
depois levantara m os bracos para o c,
agitando em seguida no extremo de um
pao o gabito veneravel do seu gran-sacer
dote Nicolau Nicolardot, que enchia o sac-
co da sua gaita de folies e tocava a aria
Ai hirih goz.
Na motanba fez se immediatamente um
movimento notavel entre os guerreiros.
Flafla Raflafla canta va sempre.
Flafla-Raflafla nao foi esc^ipelado.
Os mais cnthuBiastas partidarios de
Agua Vermelha objectaram por ceito que
o grande chefe, que haviam dado o signal
de guerra, era o nico que podia fazer a
paz.
Opinavam pelo fim. do supplicio.
Mas, ao aspecto do Homem Azu], de
Renna Nevada e de Lobo Grande, a quem
julgavam monos, e que appareciam, mos-
trando b gabSo sagrado so Som da gaita
de folies, a multido, dominada por um
sentimento de supersticiosa creduldade,
inclinou-se religiosamente.
Foram trocadus signaos de paz entre a
trra o os navios.
Basta de palavras disse finalmente
o iliustre gran-sacerdote ; a mnha gaita
de folies e o meu gabab nSo deixaram de
produzir o seu effeit?)... Velho 'oncarnet,
temoB agora outra cousa a fazer.
Estava escripto que um novo incidente
dramtico retardara aiada o momento em
ijue Nicolau Nieulardot seria apresentado
a Herminia.
As coutorsSes e gestos dos Nibouais gru-
pados sobre o tombadilho, as dos indi s,
que euchiam as moutanhas das duas mar-
gena do canal, a sacerdotal gravdade de
Nicolau Nicolardot, tinham excitado ao
mais alto grao a hilaridade dos marinhei-
ros, a quem as disposicoes bellicosas da
ALOJAMAISBARATmi

PARIZ NMERICA
AZEVEDO, IRMaO.&G.
16^Ra do B. da Victoria-16
200 TdtphotutSOO
Tendo recebido directamente da Europa"
grande sortmento de fazendas e modaa e
que ba de mais novo e pregos sea. coa-
petencia.
A saber;
Capas de surah, senda e merino.
Renda pr-eta, diversas qualidades.
Etamines, .pretos, de 12 o 13 seda.
Damass de seda pura.
Merinos pretas de 800, 10000 e 10200.
Crinoline preta e branca s 400.
Sargelim, todas as cSres, a 200 rs.
Bramante de linho a 10500, com 10
pannos.
Toalhas para banho a 10000 e 10500,
Chachemiras com 2 larguras a 800 r.
Ditas de l e seda 2 larguras a 10000.
MadapolaO trancado a 90000 a pe$a.
Dito globo a 70000 a dita
Dito camiseiro a 70000.
Fichs de 1S e seda 10000.
Brins de linho cies fixes a 600.
Espartilhos couraca a 40000 e 50000.
Colchas de fustao a 20000 e 30000.
Capellas para noiva com veo bordado
60000.
Toalhas de cores para rosto.
Rendas, comprimento de saia a 10500.
Renda de 13, preta, para quaresms.
Pao verde para bilhar.
Tapetes para sof a 130000.
A verdadeira esteira para forro de sal
a 10000.
Camisas de flanella a 50000.
Cortinados de crochet para cama a
100000.
Chitas de cores a 200 rs.
Cretones com 2 larguras a 400.
Baleias com forro a 390 a duzia.
Ditas sem forro.
Seda de cores a 800 e 10000.
Extracto Rita Sangal a 20000.
Velbutina de quadro a 800 e 10900,
Guarnices, pretas, de vidrilhos.
Bicos de seda, brancos.
Caixas com extractos para presentes.
Rendas hespanhola a 40000.
Capachos de coco.
Luvas de seda a 20000 o par.
Meias de seda para homem.
Dita de dita para senhora.
Flsnellas de cores para roupas.
Panno da Costa para mesa.
Vestuarios para baptisado,
Colchas, de crochet com Adres.
Crep inglez para enfeitej
Grande sortmento de chapeos de o
Setineta para coberta a 600 ra.
Cortes de collecte de seda.
Dito de fustao de cSres.
Dito de casemira de core.
TELEPHONE 200
Vinho puro de Santarem
Da quinta do Barral
Os proprietarios do Armazem Central, ra
do Cabuga n. 11, avisam aos seus distinctos.fre-
guezes e ao respeitavel publico que receberarc
nova remessa deste especial vinho, o qual se
recommenda por ser puro da uva, e.s se reta-
Iha em eu armazem.
Joaquim ChrBtov2o & C.
Telephone 447
Superior vinho de l-
cobac,a
0 acreditado e antigo armazem do Lima par-
ticipa ao publico e aos seus freguezes que acaba
de receber urna nova remessa deste especia
vinho, escolhido propriamente pelo chefe desta
casa, tornando-se reeommendado por ser puro
e de boa qualidade. Jos Fernandes Lima & C,
ruaBaro da Victoria numero 3, Telephone32$
HOFRMS,
;l.rY
Venda-se era toda a nart
tribu n3o impressionavam absolutamente
nada e que tinham no coracSo tantas e tSo
grandes razSes para estarem alegres e sa-
tisfeitos.
Yvon de Kervor, que os commandava^
fra promovido a capitulo de mar e guer-
ra ; Kervor era feliz.
NSo podiam deixar de ser-lhe distribui-
das numerosas recompensas pelo novo-ca-
pitSo de mar e guerra e escapavam a#
despotismo insupportavel de Joo Bre-
dette.
Este chefe aborrecida, completo e total-
mente reduzido a urna posicHo em que. na-
da poda fazer, estava preso e destinado a
ser apresentado perante um conselho de
guerra.
Finalmente, o primeiro tenente Belmae
tinha j reoebido das m3os de Aguia-Ver-
melha o justo castigo dos seus rimes.
Com razSo ou sem ella, esta ultima cir-
cunstancia tornava a gente do castello de
proa favoravel ao grande chefe Aguia-
Vermelha.
A d6r sincera e dilacerante de Renna-
Nevada tinha desarmado os marinheiros.
As audaciosas emprezas do herc Ni-
bouais, feitos contados muitas vezes pelos
seus compatriotas, pleiteavam tambem em
seu favor.
Finalmente, sabia se que Nicolau Nico-
lardot, apezar de tudo, conservava um fra-
co pelo esposo da sua Renna Nevada.
Ou fosse por sorpreza, ou fosse por ef-
feito d o chefe Aguia-Vermelha, escapando se re-
pentinamente do meio dos marinheiros, se
precipitou na mar, saltando pela borda.
Foi por esta razo que Nicolau Nicolar-
dot ainda mais urna vez nao se fez condu-
zir e acompanbar at junto de Herminia
pelo seu velho amigo Concarnet.
Renna Nevada, Lobo Grande, os Ni-
bouais que estavam a bordo, arrastaram
os dotis marinheiros para o castello de
proa, do onde o grande chefe havia salta-
do para o mar.
jurante cinco minutos esperaram que
o valente Aguia-Vermelha reapparecesse
superficie.
Renna Nevada, inquieta e trmula, per-
maneca inclinada sobre o gorups, com o
olhar ardentemente fito sobre as vagas.
(Continuar se-ha.)
J.


:
"R
J


*

-
-
i
\
I
"Tyo. de Oono ra do Deque de i.axias u 4*


Full Text
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