Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17062


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Full Text
ANNO LXVII1
D0SJ.ING0 28 DE AGOSTO DE 1892
NUMERO 194
:
PROPREDADE DE MANOEL FIGEIROA DE FARIA A FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por fres mezes adiantados.
Por lies dilos vencidos..... 7$000
Por um auno allantado .... 24&000
dem idem vencido...... 28&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DR PBLJCAQOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Amede, Prince & C, resiientes em Paria34 rae de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por nm anno adiantado.
dem idem vencido
131500
151500
27*000
311000
TELEGRAMAS
ssa7zss fasticslas se sus,..
RIO DE JAMEIBO, 27 de Agosto,
coite.
deputado federal Bdllarmino Carce;ro
futorisou a imprensa d'aqui a declarar,
que nem elle, nem seua coilegas, amigos
do Dr. Martina Jnior pediram ao presi-
dente da Repblica a deposito do gover
nador Dr. Birbos Lima, e que portanto
destituida de fundamento a noticia dada
hontem pelo Jornal.
O Paiz a proposito dos boatos de
depcs'cao do governador de Pernambuco,
pub'icou um artigo de redacgSo condena -
nando, como sempre o fe, idea de de-
posi^So.
Nesse artigo da O Paiz que tem em
alca conta os merecimentos cvicos e va-
lor intelectual do Dr. Alai tina Jnior.
Desejaria que elle fosse director responso,
vel da poltica de Pernambuco, mas urna
vea que o Congresso elegeu o Dr. Barbosa
Lima, todos os patriotas tem o dever de
sustentar esse cidadao contra as investidas
revolucionarias dos grupos que machinam
tito criminosa deposigao.
Termina o referido artigo disendo que
pesar de ter acompanhado com interesse
os (contecimentos, e Ur firmado juiso do
fiterio da administracSo, nio aventa jai-
zoa, por que oto falla em nome d'este ou
'aquello partida, mas sim oit nome da
Constituidlo e dos crditos da Patria e
dignidade da Repblica.
Dis anda o referido artigo que o marc-
ena! Fluriano Peixoto est disposto a re-
pri air severamente qualquer movimento
sedicioso que se manifest nos Estados, em
sentido de deposcSo.
O ministro da Faienda exige saa
exoneracSo e consta que lhe ser conce-
dida.
O Senado, na sessSs de hoje, re-
eitou por dous tercos de votos a emenda
creando ama escola de machinistaa em
Pernambuco.
A Cmara dos Oeputados approvou
em 2.a discussSo o orjameato do Ministe-
rio d Kancha, sendo approvada por
grande maioiia a coDservacSo do Arsena]
de Marinba de Pernambneo.
,valbo, pedindo reintegra^iio.Informe o
comroissario da guarda local.
Francisco Nery Pereira. Informe o
Dr. procurador tferal Floriano Minervino de Souea, senten-
ciado, pedir.d> perdao do resto da pena
que lhe foi impostaInform; o Dr. pro-
ourador gcrl do estado.
Francisco Lopes de Albuquerqua, pe
dindo reintegracS'=Indeferido.
Jos Paulino da Silva Informe o Dr.
juiz de cireito do municipio de Garanbuns
Jos Anselmo Val'jo, pedindo para ser
nomeado para um cargo que esteja de
accordo com as s as habt!itac8?s Re-
queira ao poder competente.
Jos Ferreira dos Santos, pedindo pas-
sagem at o Rio de Janeiro para si e um
filhoInforme, com urgencia, o Dr. Jais
de ireito do 2.a districto criminal do Re
cife.
Bacbarel Jos Marianno Carneiro Be-
cerra, juiz de direito da Victoria, pedindo
ajuda de cuitaInformo o inspector do
Thesouro do Estado.
Paulo 'ornes do Nascimento Informe
o Dr. procurador geral do Evado.
Bacbarel SebastiSo I defi.nso do Reg
Barros, jais de direito de Buique, pedindo
ajuda de custoInforme o inspector do
Thesouro do Estado.
Severiano Rodrigues Coelbo de Macedo,
pedindo pagamento de vencimientosIn-
forme o inspector do Thesouro do Es-
tad.
Tiburcio de Oliveira e Soasa, pedindo
pagamento de vencimentosDeferido com
officio desta data ao inspector do Thesouro
do Estado
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambuce, 27 de Agosto da 1S92.
O porteiro,
Hemeterio Maoiel da Silva.
PARTE OFHCIAL
Covcrao do Estado de Per-
namhuco
DR8PACHO D i GOVBBNO DO ESTADO DO
DA 26 DK AGOSTO DE 1892
Abaixo asignados negociantes estabe
lacidos com \> ja de cigarros recorrendo
d > despa h~> d> Fhesouro do Estado de
25 d- Julbtt ultimo.Deferido com offi-
cio desta data o Inspector do Thesouro
do Estado.
Bichare! Antonio Caetano Rabelio, jus
de direito de Cimbres, pedindo um mez
de licenca.Remettido a junta medica
do Estado a quem o peticionario se pre-
sentara para ser inspeccionado.
Commendador Henrque Rodriguec pe-
i ndo certido.De-se.
Bacbarel Antonio Franklin Freir Ga-
tceiro, promotor pnblico, pedindo justifi-
s> JU> de faltas.Justifico as faltas. De
pas de notado no archivo da secretaria
do govoroo remetta se este requerimento
so Inspector do Thesouro para os fins
eon ve ni entes,
Antonio Gomes de Amorim, sentencia-
do pedindo perdi de peana. Informe o
Dr. promotor geral do Estado.
Antonio Juaquim da Silva.Informe o
Dr. procurador geral do Estado.
Antonio Pereira da Silva, sentenciado
pedindo perdo do resto da pena que lhe
foi imposta.loforme o Dr. procurador
geral do Estado.
Bernardo Jos de Fariss, sentenciado,
pedindo perdSo da pena que he foi im-
m sta. Iuforme o Dr. procarador geral
do Estado.
Estrada de Ferro do Recife s Casan
e, tendo emettido coupons para facilida-
de de trocos snecede qne o Dr. Questor
Policial nao alhena regular a emiss&o dos
ditos vales sem approv cSo do governo
per aso pede para ser autorisado a emit-
tl| os.Deferido, devendo a Companhia
emittir bilhetes (|e passagem por series
os quaes nao terao, entreunto, declaracS
de vaTor em res, por ser tal particulari-
dade caracterstica dos bilhetes de banco
emissor oa do Th-souro em circalacSo
legal.
Deohndo dos Santos Res Catuaba.
Informe o Dr. procurador geral do Es
tado.
Edu-rrdo Antonio de Moraes e Silva,
pedindo transferencia.Informe o com
aaarto geral da guarda local.
^Francisco Laurantino Pereira d Car-
Beeefcedorla do Estado de Pernaai-
ltnco
D38PACHOS DO OA 25 DE AGOSTO DE
1892
Antonio Affonso SimSes e Joaquim
Goncalves Saldan ha.Provem ter pago
os respectivos i m pos tos.
Joaquim Das Goncalves.Prove os
requesitos legaes para ter lagar o que
re juer.
Minervino Herculaoo de Soasa e Vic
tor Neesen. Certifique s*.
Vctor Neesea, Jos Moreira da Silva
B aga, Anselmo Ayres de Aaevedo, Joa
Carlos Souza Lobo, Jos Jeronymo Ra-
belio, Joaquim Martina Moreira, Paulina
Mara do Espirito Santo, Joaquim Can-
dido de Oliveira Marques, Silvestre Lou
rece > do Espirito Santo, Silveria Jacin-
tha da Silva Chaves, Companhia Ferro
Carril de Pernambuco, BarSo de Santa
Cruz. Aicel.na Josepha Lobato, Vigario
AngUito Fra klin Moreira da Silva Anto-
nio do Carmo Ferreira, Felinto e Jos dos
Santos.Informe a 1. seccSo.
m__________________
INTERIOR
NORTE DO BRAZIL
Recebemos bontem as seguintea noti-
cias :
Halado do Amaaonaa
Datas at 13 de Agosto.
Ao Dr. inspector da InBtrucgSo Publica
dirigi o governador o seguicte officio :
Reuaetto vos, para os fias convenientes
os papis juntos, relativos ao abandono
do euaprego, praticado pelo cidadSo Leo
nidas de S, nomeado lente du Historia
Ur iveisal do Instituto Normal Superior.
Jumpre ponderar que este cidadao re-
tiro'i-se do Estado, em virtude de licenya
concedida pelo ex-presidente do Estado,
mas stedo considerada sem effeito essa
licenca em virtude do decreto n. do go-
verno provisorio, mandei affixar editaes,
com o pras> de trinta dias, convidando o
alludido cidadao para assumir o exercicio
desse cargo dentro do praso marcado ; e
como nao ttnba feito ate a presente data,
como informoa o director do Instituto
Normal, por isso aubmetto a queatao
vossa apreciadlo para os fias convenien-
tesAo Sr. Dr. director geral da In
struccita Publica.
Eatado do Par*
Ditas at 2 de Agosto :
Lemos na Provincia do Para do dia
18 do corrente :
Ficou bontem approvado em 2a discus-
sSo, no senado, um projecto da cmara
dos deputados, alterando para Jalao a
Junho o anno fiuaaceiro do Estado, que
coincide actualmente com o civil.
O mesmo projecto proroga at 30 de
Junho de 1893 o ornamento votado na
sessao legislativa anterior e que devia
vigorar at 31 de Desamoro prximo.
Cremos que similbante resolucSo do
Corpo Legislativo morecer a sucedo do
Poder Execativo, attentas as razS.s de
maior valia que i flairam para a altera
cSo contida no projecto a que nca refe-
rimos
A conatUuicSo poltica do Estado, em
seu arigo 6., estabelecea qne o congres
so reunir se-ha nesta capital no primeiro
dia til de Fevereirc de cada anno ou
ero q."-i'quer outro por elle designado.
Podante este preceito, incontestivel
que o con1, resso ou ter de reunir no dia
marcado, ficando impossibilitado de votar
conscienciosamente um orcamento qne,
para entrar em execucSo, teriam de pas
sar-se 10 meses, pelo menos, ou ver se-ia
obrigade a transferir todos os annos a
peca de sua installacSo.
Qualquer dos alvitres seria de todo
ponto inconveniente ; o primsiro, porque
o congresso de 1893, por exemplo, nao
disporia de elementos para confeccionar,
com 03 dados do anno finance ro anterior,
um ornamento correcto para o anno de
1894 ; o segundo, porqaa a constituyo
su. c* seria observada na parte relativa
reuniSo do corpo legislativo no mes de
Fevereiro.
O Thesouro do Estado dispon de um
trimestre addicional para o encerramento
defiaitivo dos exercicios financeiros ; de
medo que, terminando esse trimestre em
Margo, nSo poderi o congresso coonecer
em Fevereiro as ci ras totaes da receita e
desposa, definitivamente averiguadas pela
repartilo fiscal.
N'estas cjndicSes, prorogado o actual
ornamento at Junho prximo e votada
urna le de crditos supplementares, afim
de supprirem s verbas reconbecidamente
deficientes, fijar o governo perfaitamente
habilitado a agir, sem difficuldadea e sem
a mnima offecsa aos preceitos constitu
cionaes.
Accresce que, anda nao estando de
todo conhecidos os elementos de que pode
diapor o estado para desobrigar-se dos
seas comprom8808 e atteoder s mul'i-
p'as necessidades publicas, o praso a de-
correr at Fevereiro do anne entrante me
lbor habilitar os membros do congresso
para a organisacfto de um orcamento, que
nSo tenha de falhar na pratica.
Basado do Maranhun
Datas at 21 de Agosto.
Palacio do governo do estado do Mar
nhSo, em 2 de Agosto de 1892.
Considerando que a lei n. 35 de 26 de
Janeiro deste anno, qae estabole:eu o
processo para as eleic^es federase confioi
aos governos municipaes a organisa^So
das mesas, que tem de presidir s refer
das eleic^es, determinando no art. 60 que
nos municipios que nio estivesse consti
tuido o governo municipal, foese essa
competencia transferida aos membros daB
ultimas cmaras municipaes eleitas;
Considerando que estas nSo foram va-
sadas dos moldes da democracia implan-
tada no Brasil pela revolugSo de 15 de
Novembro de 1889 e que encerram em
suaconfecc&j os vicios e defeitos do rgi-
men ooadimaado ;
Considerando que estilo prestes a orga
nissr se neste estado os municipios, que o
compSem, pois j foi iniciada no congre.-so
legislativo a discussSo da lei doa munici-
pios, e portanto ;
Considerando que a lettra da lei da 26
de Janeiro ter inteira execucSo, sendo
as elei^Ses marcadas para 18 de Setem-
bro, feitas de accordo com as disposicS.s
desta lei;
Resolve adiar para 31 de Dezembro
deste anno as eleicSes para preenohimento
do tres vagas existentes no congresso fe-
deral.
( Assigntdo ), Alanoel Ignacio Belfort
Vieira.
Lemos ni. Nacional do dia 19 do
correte.
t Com a precipitado propria dos que
nSo tem a consciencia tranquilla, dos que
sabem estar praticando um acto licito, o
Congresso do Estado approvou hontem
em Uts diteusdes o augmento do ordena-
do do governador em 5'J j%, e a que ele-
va o subsidio dos seus membros a 1000.
Continuava re-.hida a luta entre o
partido nacional e o federalista, que se aca-
bara de franecionar ficando este apoiando
o governador.
Sao tres portanto oa partidos politic a
no MarauhSo:
O partido nacional tem por orgSo o
N~cion l, o federalista tem por orgSo A
Cruzada e a opposig&o luceniana tem por
orgSo a Pacotilha.
Balado do Cear
Datas at 23 de Agosto.
Slo de interesse local as noticias que
recebemos deste Estado.
MEDICINA
O beii-berl e as polynevrltes
(Coniinuacao)
E ah cslo a prolifera^o doj ncleos e a pro-
pa^acSo da irritaban ao tecido coojunclivo dos
ervos para alteatar sufijieniemente a natureza
iDfl>mmatoria do processo. Neste particular
contra a op niao do Sr. proeseor Pacbeco Meo
de?, entendemos que o- ca o; de Eicoborst, Ro-
senatsio, Leydea, etc., s&> sufficienles pa a pro-
var a existencia de aoia nvrite intersticial na
polyaevrite.
Anda contra a opiniSo de Erb, como orna
derogado lei da maior resistencia periplieri-
ca porque pro ua jusiiScar a dis'.rijuicao das
lesOes, se pode invocar no bartberi a existencia,
na rao Je maoria aos ca-os, de ama vasta alte
ragao dos ervos om urna ainyotrophia iasigni-
ticante, qoando se devia dar exactamen'e o con
trarij, pois que a resistencia ao poder Iropbico
6 maior qos mscalos do qne i03 ervo?. E
isto qae se observa Das amyotropbias reflexas e
hysterlcas em que os ervos conservam-se inta-
CIOF.
Facics ba ainda qu > cootiariam a bypotbe3e
emittida pelo Sr. D.\ Eric Coe.ho de que fosse
causa da d'-ceoer^co dos ervos ama depres^o
faoccional da meJula devida a infeceo, e, quem
eabe. ligeiras e epbemeras t| hro-myelites cuj
possibilidade Vulp.an (i) admiltia e Raymond
() provi.u experimenlalmente.
Tal hypotbese est cm manifest desacord
com a observacSu de casos clnicos em que me
dla largo espaco de lempo entre a terminacao
da moleaiia ufectnosa e a manifestacao da poly
nevrite cortesponiente.
Gomo das mas intereaaantes, podemos lem-
(i) Volpian. Haladles de la moelle piai.-e.
Pariz 1885. T. II. pag. 463.
(2) Raymond. Haladles do systme nervas,
Pars, 1889, pag. 467.
brar a observacao transcripta na these de L?n-1
douiy (3) sob o numero XXIV em que a doente I
restabelecila de ama febre typboide grave tieba
obtido alta do hospital. Da volia cas*, diz a
obsprvuco, esta malber reassnme as anas occo
pai''. E' raai de quatro l'hos e tem portanto
multo trabaino : satisfal o perfei:amente sem a
menor fidlga. Gome com to bom apetite que
ttm ndigestOes, eogerda ; e em resumo adquire
s.uie 'ao boa como ante3 nao tinba tido.
Um da, um m>:z depcis da alta do hospital e
tres meres a partir da convalesceos^ em nma
pequea ex :arao a doente da urna queda.
Data u.'hi o cometo da paralysia que segu en-
tao etolarmente a saa marcha.
Pelo qoe du re-pei'.o a par lysia da moles i i
pyocy mica. Invocada como argumeato de valor
pelo S-. Or. Erico Coelbo, e^sa aiada orna
qaesto moilo controvertida e de que nao nos
parece razoavel arar poremquanto aiconclusOes
definitivas qie Ibo emprestoa o d:stmcto mes-
tre.
Dallas escreve a D:a. Ktnmik^ Dejerioe (4).
Na paraljAia pyocyanica os ervos, os mscu-
los e a meduli espiahal nao apresentam leso
de especie alguma e a paralysia effectu o lypo
espasmodico. Na paralysia diph'herica expn
mental, como demoostrou Babn ki os mscalos
e os ervo; conservam se igualmente indemnes.
Por onde se v qae nao se tata dos mesmos
phenomeocs que sao observados as polyaevri
tes toxicas e infectaosas, as mus constante
a exi.-t-incia de lesOes dos ervos e dos mosco
los. > E' claro qoe nao se pode collocar ama
diHereaca tao a tavel nos ama casos exclusiva-
mente conta do tempo ou phase da molestia, o
qoe por certo nao teria escapado a observadores
do merecirnento d^qu 'lies que vio citados.
(3) Liadouzy. Des paralysies dans les mala-
dies aigues, Tn de Pariz. 1880, pag. 113.
rCotioo).
Dr. Nina Rodrigues.
ASSOCIA^OES
Ccinpanhia do B^btrbe
Belatorlo apresentado a as8em>
bla geral dos accionistas em
sessio ordinaria do anno de
1891.
Srs. accin s'as da Companhia do Beberibe.
Continuando ainda no desempenbo da misso
qoe me conastes de presidir a direcgao dos ne-
gocios desta Compaabia, passo a relatar vos o
occorrido durante o anno social qoe acaba de
Andar em 30 de Abril prximo pasado, a*sim
como a explicar-ves qoal a sitaacao presente
desta Compaabia.
Como devela saber, difficeis f&o actualmente
todos os negocios do paz, embora sem razao
justicativa da causa determinante, mas o acto
real, verdadeiro, existe a ex'rcer pressao, a pro
dozir seos effetos.
A transigo poltica tendo como coosequenrla
ama reorgsoiea^io ol mais propriatnente a tran-
sfoimi>cao para os moldes do novo rgimen de
via trater excessos oo desvos que convii hi re
frear ecerrir, excesos efses qoe sedarlam
com qualquer alinelo na onentacao do paix,
anda mesmo qae nSo bouvesse mud nca it re
gimen. E3Ses factos nao deviam nem podiam
despertar a anormalidade que se observa pertu-
oando e despertando infundadas desconabcss
em todas as relacOes sociaes, mesmo naqoelles
negocios aotigos qoe nada tinbam que ver com
o novo estado de coosas; mas, surgida a crise,
fatalmente nada poda .-capar, nem deixar de
reflectir-se nes'.a Companbia, e emt-ancar seno
entorpecer soa marcha n guiar.
Eeciivamen'e todas as relsces sociaes, re
sintem se desie que si lie qoalqoer choque a
colluctividade, a nucao. como deo S3 em nosso
pjiz, propagando-se o abale a todos es ramos da
actividaie scckil, cerno t-odes pleco conheci
ment.
Ni vida pratica Gao ha muilo raciocino nem
ndagscOos de causas determinante.'; mas o fac
to brutal em si que predomina, esuascoose-
queacias, sejam quaea forem. prodozc-m KM lo
gicos < ffeitos.
v.-reis em segoida como repercutirn] cm nos
sos oegjcios os acontecimenlos de qoe acaba
mos de fazer referencia, qual a influencia que
exerceram.
Infelizmente o modo porque tem sido encara,
da a eitoajao do paiz coiociio com o appare^i
men'o deoutras difBcoldades, embora importan
tes e de valia, qae teriam sido fcilmente desel-
ladas, como entras o foram, em peiores circom-
staocias, cm passadas pocas, se no live-sernos
a lutar com o mal geral de que acabamos de fa
zer referencia.
No entretanto oeohom m ment eos conserva
mos estacionarlos, pr cor,- mes -ceios de vencer
os embaraces, e ides ver como procedemos.
Como sabis, esta directora tomn conta dos
oegocios desia Gompanhia em situado especial,
para tffecioar a tran'formaco da Compaonia e
dotar esta cidade de om verdaeiro :ervi0 de
abastecimento i'agoa, pcis at eniSo tinba sido
lodlmentar, incompleto e insufficiente, e com-
prir urna ionovacao de contracto a poucofeita.
NSo preciso deter me em desenhtr o que ha
via entao, pola deve estar aioda bem viso na
memoria de todos, consta des relatorios, e esta
registrado oa imprensa jornal tica.
Como comprimos o encargo que sobre i s lo-
mamos, e de qoe nos encarregastes. bem sa
bido, temos vos dado conta nos relatorios an
nuaes, e at ba opinio publica respeito. -.-..-
O qoe esta feito representa om todo harmni-
co, completo, bem organisado. que sopportoo
asdora8 prov^s de experiencia prolongdda, sa-
hindo victorioso pela dtmonstraco do qoanto U-
nha sido bem acabado e de alto valor.
Nio eramos empreiteiros, nio libamos de fa
zer obrac nicamente com o lito de ectregal as
e receber pagamento, sem cogitar do futuro, nao
as obras eram de nossa propriedade e deviamos
ter em vista a solidez e bem acabado para au
gmentar a doragao e diminuir a conservagao, e
conviegao geral qae aaingi os a isto.
Resla\a, porm, o desenvolvimento industrial
da empresa para conaegoir-se compenssgo ta
grande reduepo qo'i tiobam feito es pregos do
lornecimeolo d'agua, e a colbe la do producto
do trabalHo e avutaJos capitae* tmpregatfos,
quando surgiram as difficuldades d qoe tra.ei
cm raeos anteriores relatorios, e as que hoje.me
retiro.
Asnm, pois, o trabalbo que pareca complete
e permitlir dir por concluida uossa incumba
ca, exige hoje mais alguma coosj para soa con
clUiSo. e isto as corniiges anormoes em que
ae acba o paiz, o que toma a tarefa bastante ea-
oinhosa.
Foliamos desde logo dizir qoe nao fomos r s
que cooirahimos os compromissos donde resal-
tarsm espesados sac; iodos das r>.nia?, como
veris sm segoida, nem lambeai somos resooo
Mvell reos conseqU' ncia:) da siioagio do psiz,
mas deixwmciS de parte estas quea'.t-s se limi-
tar-nos tornos aos negocios Ja Companhia.
i P.issemos a examinar : s d fficuldades a qae
nos temos referido, ronorgando por aquellas que
ligam se mais intimamente, a emprez; e .-So ex-
trnsecas ac mrio social.
Um-. das razOes que faz pref- rlr o uso da3
aga 8 8eb'erraneas, sempre qae posaivel apro-
veital as, a pequea va^iago oa quan tiOude
fornecida pelas aasceutes, assira como a 080 in-
fl- enca directa e immediata das seccas, e.-tcep-
t qiando prolongadas por demais ou de grande
nteoBidade,
De feito, as agaas subterrneas provindo de
iohltragOes a tonga distancia, a'-h'ndo-se os :a
na*s. caviiadcs. ele, subterrneas ibeias o'a
gua e saturados < s terrenos permeiavei?, ba
grande qoantidade uesse leogol d'ago?, verda
deiro reservatorio, para ser fornecida ind>-pen
dente de interropgo as chovas, apezar de nao
haver supprimeoto d'agoa Da origem, por 1,2
ou 3 anuos mesmo.
Se porm a Becca prolona se por un perioJo
msior nao sendo renovada a aguu armaz-n-ida e
qoe alimenta as nis;eutes, necessariamente
estas virao a gjfTrer, e f^i o que ?eio a dar se
oeste EstaJo.
E'verja le que trsia-se de um phenomeoo
iie;co he.-ido aqu, pois sa temos '.ido seccas
mus intensas, ainda nenbumma fui mais extensa.
Pelas observagos m teorolcgicas feitas aqui,
cojo resoltado veris na tabella junta a quatiti
dale de chava cabida regulava mais de i ",
anuualmeuie e quando em algom delles bavia
dimtooig) -mm-di .ti dava se om excesao qoe
compensava ; mas di-s-.le bastante tenpo que
oota-se orna constantn e progressiva redocgo
aonual de 203 "," qaantidade j em si notavel.
tuan'liiaile de chuva aliltlu na
edade do Becife
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Este estado de ccosas, a crescente redoegas
de chova, parece qoe j estacn, cesaoo o peio
rameoto, oaocontioooo a dminuigS i ne corrente
anno. aposentando melborias os manancies sa-
perQciaes e a lavoura em geral, mxime pela boa
tistribuigSo da chova, por nSo ter Bido torren-
cial.
No anno prximo passado ainda boove dimi-
nuigo e chova, e grande, nesta cidade, mas na
sona de uos.-os mananciaes deo-se o contrario,
como mosiram as tabellas juntas, e esta de ac-
cordo com o jolgamento la popotagSo.
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No primeiro semestre deste snno b >uve aug-
mento nesta cidade, e dimioDioio na zona dos
manaocice8.
Essa redoccio nao de valor, pois devlda
nicamente a Dio ter bavido all, oeste anno,
pancadas u'agoa, cono nos anoos anteriores, s
as observagOes nos arredores assignalam aceres-
emo sobre o anno passade.
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Has prec so que n&o nos nerro3 nesses pre-
nuncios, e nao nos e;qoegamo3 qoe a melhoria
vai lenta, e do enir. tacto sao necessarios, pelo
menos, tres invercos abundantes, extraordina-
rios, para compensar o desfalque e restabelecer-
se o melbor rgimen, alm de qoe o fseto pode
reprodozir-se do fotoro.
A aosencia de chuvas abundaotfs por om pe-
riodo tao longo, parece ter ftlto perder a docSo
do qoe sij m nossosinveraos regulares, e moitos
me nao coi:h cm os dados meteorolgicos^e
ahgura erradamente qne o invern do corrente
iimo toi moito bom.
No en reanlo, apesar da secca ter sido tao
forte e to proloogada d5o boove Ma o'agoa oa
c dade, a distnboigo a'ngoa foi sempre regalar
constante-
Has cumpre qoe leohaes em vista qoe se a
iiatribuigao foi regu'ar e constante, sem haver
falta, nao dispomos a'gaa em nossos manan-
jiae.--, presentemente, para o largo desenvolvi-
mento da companbia e de que tanto carece a
i" m de Boas condigO s Hoaoceiras.
Cmsoante com estas ideas, e mesmo para
caoUlr event"Jolidcde3 futuras, an'onssstes as
Desquitas e estodos para a canali-ago de maior
quamidade 'goa.
A agua um elemento vital para empresas da
jrdem de3ta; e como j Uve occasio de vos di-
ser, agoa nesla companhia represcnt:omesmo
papel do sanguedj organismo uoroano.
Assim como a crise econmico llnanceira do
pata oes embanca de r meJi r a eseaasez
i'.gua, da m-ema firma a dtsiou'rtottgM
ios impede de lotar franca e desembaragada-
neote com a crise do paiz.
Si nSo fosse a diminuigo u'agoa, si a tivesse-
ooa un excesso, poderiamos ter dado grande
mpulso s nossas rendas colloccndo muitas
>?soss u'-goa, pois sao numeroso; os pedidos,
is m terlamos fechado a brecna abela pel
ertae- .-3B
Aogrxenlar a qur.ntidade uV'hua a fornec- a
-la c:dade deve ser o dosso deaideratom. pois
-er o onico meio, e este efficaz, de debellar s
rise porqoo se passa, e debaixo deBte ponto 09








4


Diario de Peruanibuco Domingo 28 de Agosto de 1892
/
l rws LulfO'.JUus, nuadntr proceder aos
attgdo? de que trataremos em seguida.
Segando tos disse wa relao-io Je (89J
a qualldade d'agua qua dewte -"e latrtlahr a>
buco 'oi ama das qaestae* qa* semaaaepro
ntti estudar, e sobre ella ira el de fdzur-wdas
m p^squizas precisa*, cota o mximo ooklido,
aaatnra oenham fonaaaoeale boav e pin r-
gxie De o tive-se raateupare-rer sargir uaB-matrl
Mpirilo qualquer dufida.
A^ aguas de que laajaaaaaraiaaj do valle Jo*
tata suj-itas como eitiiMu p-ataaaaulaie'xpe-
ecia, KO'avam de gratrde reputag^-pela sua
txcel'- nte qnalidade, jaizo formado pela popa
jaeSo e eonrimado pelas estatisticas.
Desde as analyses procedidas pelo Dr. Smplt-
o Movig iier em 1837, at as mii.s rcenles,
ce acbam de ser feitsvs, e3tio de acord con
jotel'a opraio geral.
Mas leado sido o iataito do aator do p-oj^Uo
obra aconsalbar-noa'O qae de ma s adianuio
Uoovese nesses servijaa, p:>poz ooa o apaaba
jaejto das sgua3 subterrneamente, pira evitar
atobeeidos inconvenientes das aguas sapsrfi
ejaes, de accordo coma iodicjgas do p-otes
.* De:r>y quario aqui esteve e se im.nressioaou
"oero aeseuvul ti mentada vegetaco-
m t ;udo-me ao que :e refere i xclasivamene
i esta coinpanbia, citarei o que disse o D;.
v mea upprova vio oosso plano de obras:
g*m Partiudo io faclc bera firmado de que o solo
e-a -orno um perfeito filtro re'.eudo toles os
-f^-ob'.o? e germeas de molestia, emquanto que
as ai-os da suparlicie estando exportas coa-
tnunago devem ser sempre consideradas sas-
reU>s ; as aguas subterrneas, qaaodo aprovei-
aneis, devem sempre preferidas.
En Franga lata un rega mii'o geral, e
^ engenbeiroj de Pars affirauram adherir a
jsi, mesmo no caso como o da derivace do
av*re quaaJo fazem a 'osada de um rio que cor-
a cura liltragio inraflLieate catre as iranes
aaodas de um -o'o gredoo.
n Dit i ii- Jtrraoea, e o Dr. Truy tazenlo a amlisar*pelo
ati ajalante aqoi, o Sr. Bickn, assim exprs
2Dt 3- i1, respeito :
< Somos de opinio que as agua* dos pocos e
pierias sao de boa qualidade. e excellentee para
abas'.ecimeuto d ama cilaie.
0 Dr. Al. K aa leudo em vista a3 analyses
leD.-. Ti AUeadeudo a, tacto que oa pocos no acode
s,; Prala sao pralicamente pogos artesianos, e
sgaodo pelos dados tornecta pehieageabaria,-
atttmica e^ geolog.a, comwletemente evidente-
"ae a agaa fornecida est de perfeito accordo
Ttn os miis rigoroso preceitos dos hygienistas
k3eaes efrancezes.
Concorlo iatiraame ite com a approvago do
Sr- Tidy, expressandto corctud; o pesar de que
&em cUorada e iutdressaate collecc^io deana-
?*8*9 chimicas nao tetiba atd completada com
itssuizas bacteriologius.
Os Drs. Tronot e Pacuet, repellado as aDaly.
i e lo uple'.ando-as de accordo com o desejo.
iDr. Kmna, deramparecer d'oade extniki1
Mo seguate: A agua sab ettida a uosso
yrume um iy/jo perfieito d'agaa potivel, um
tm> completo a'agua tura.
Bepois de aprecia- o resonado das analyses e
OHDparal os com os cacactares-estabetecidos pela
anauuiasao con altiva> d bygieueda Franca
pea se reconbeeer urna agoa innio para, termt
2o jegalBt'" modo :
A couciuro a dedlizir da aaalyse dos qaa-
iios 1 e 11, e da cumparaoSoNCoa* s lypoe d'a-
jas ai u i lo pora ..adoptados pela com m sao coa
wtH\n de bygieaede Fuaca, que a agu.L que.
fci ;u meUida ao ooso txame de urna pues
i'euiii; e lo accresce-tamos que coobecemss
mFrunga poucas que posum loe ser comp ra-
as- >
Urna M anua um beoe io pata acida
A, e nos pariiitiJinos latimameote a opimao
awileoUO* pelo Sr. Fouro4, iospeetef geral de
jeeies e calcadas, em a noa que dos remettea,
$ esta agua certamenie um dos factores-que
-mlribue para o bo:n estado sanitaria-da ciade
>Ci!e. I
t* jessoa? que externaram esses jalzos go
si.'- de reputico europea, e sao das man con-
lcradas oa especia idade.
Has, como tenbo tido occasiio de vos explicar
aimajeamente, iadicaodo-vos as caasas e os
arcedlos, a agua atacava os encanan alus de
ktx), e as encrustaces resaltantes obstrolam
w idtometros, deisando os sem fuoccloaar.
TraiandO'de^sKaiuqae, os Drs. Tnoinot*l?ou-
rl disssram : a acgo da agua sobre o ferro,
> :;uu noiifoi apreseuiada, normal, e nao
; *la seatB acs& q/ia pe9tre-ioda a agotr,
auesmo a agna disiillaua.; nos certificamos di
aclmente.
3bdas as aguas, pouco m.-.s ou menos, ata
.* o ferro, e qoan'.o mais paras maur a in
Saudade lo ataque, o qae se Ja mesmo com a
f: di.-tillada.
O im-onveniente que aqui dava-ie era ioteira-
mt'Sji industrial, isto causava o nao funccio-
aMae.ito dos nydeome'.ro' pela obstroeco prj-
"setieG* da ferroaem.
i. .erdade qae libamos tomado medidas pre-
as!\vas contra esses incoo venientes, mas foram
lafwetiferoa os meios empregados.
CouaecidaB as causas productoras do incoo-
nwien.e, tratamos mgoda applicasSo d03 reme-
JBJ segn lo os conselbos dos sabios e enge-
3*-iros confuiiastos, e effeclivamente obtivemos
ot de^apparecer o mal na o igem.
Sfioje rara acasa-em que se faca sentir oa
m contieci aquelle inconveniente, restando so-
mtnit o uao fu^cc onameoto regular dos bydro-
TBaTOfl-
Si uao tivesse bavido diminuico d'agaa dos
unauciaes, e c nlinaassaemos a ll-a em ex
lo, teriamo" eliminado completamente a cau-
ta do ataque dos canes, expellioda das encana
xentos quaesqner restos d diatomada que ain
da pc88a exisii*, assim como a ferrugem pro
acuda e que ain la esti ja adberente aos encana-
BMOtce e que obstraem anda os bydrometros.
s;e uccnvi.nienle, embarcmdo o funeciona-
aeot: dos bylrometros, e maltas pessoas lo
atatado o fllei'.o pela causa, fez levantar a sus
ysita de que nao era acertado o uso de bydro
tetros, prejudicial Companbia.
Aquelles que coah'cem o servigo de distillac)
:ua, ou um inalquer experiencia delle, sa
Sfaj que a .endenc'a a da sabstituic&o do velbo
rimen das .eonas pelos bydrometros, e nao a
ai e que nSo se pode manier um regular
jei gj de digLriuic&ad'agua sem bydrometros.
Aesse respei'o peco ptrmisso para repetir
na sm trecha de mea relatorio do aono proxi
so passado :
la o notavel engenneiro Aipband, director
ias tbras pub'icas -: Paris, e um dos presiden -
ifs da directora da Exposico Ua.versal de
1889, dizia em sea relatorio de 1879 sobre o
strico das ag as iaquella cidade: o systema
A t!i:tr;u;cSo u'agua por iydrometro o uoi-
ioa. e justo para todos.
A directora da companbia das aguas de Lis
H, emseu relatorio de 1885 qaerendo demons
Tar as consequencias dodesper icio a'agua pelo
ij-if-ma de peonas, cujo uuico correctivo o
Bfdiomeiro, cita o seguinie facto dado em Pa-
ne Succedeu qae. em 1881, sendo maito ama a estiagem, a agaa toda de Paris nao che-
ajas para os osos pablicos e maoicipaes, de mo
taque cessando o foraecim;nt) das fontes mo
aatacntaes, e pouco depois a rga das ras, e
aa lardo a do arvoredo, e at a dos jardins,
aaeaar de todo isso 03 reservatoias dessiam
tapre.
A'.'.njuio se esse Lew aos abasos platicados
i coa;u i.iJores quetinba torneira livre.
E te facto, publicando o prafei'.o do Se u;
ai. sdital conira esses abasos, ameacaado fazer
las domiciliarias, se o abusos cmtinaassem
K .'eservatorios comecaram a sabir, e pouco de-
13 restabelecea-se o eqalibrio.
Dabi rcsaltoa adoptar a admioistraco das
aguas o contador (bydrometro) como meio orJi-
aario do fornecimeno, fazeadj para o introda-
xir, differentes difficuldades no lo, nesimeato por
torneira livre.
- E ia; tem sido a sua actividade nesse pon-
to qae em 188i o contad' r tinba j quasi expul-
aado a avenga (peana d'agaa).
Nao.foi somen'.e Paris qae a Jo? ou o hy 1ro-
metro, o mesmo passo tm dado todas as outras
grandes cidades cono Ytenaa, Braxellas, e ne-
abuma anda voltou atraz: eis os exemplos qae
procuramos seguir.
Si nao devemos aproveitar nos da experiencia
dos povos mais adiantades, tirando ensino de
suas lifiOea, nao conbeco entao qne caminho de
mes minar.
Si Da propria Capital Federal anda nao ado-
ram hyirometros. isio devido i opposico
popuiacao e taive falta da estabilidade na
orfen'.aco do ?ervtfo, mis boe cjav.rglo das
pe3Soas competeates. que coobe^em o s -rvigo,
qo gemiiiy irometro uao llavera all r gu art
duda e-jostica.oa<3'ribDice 'a^o.
A cittade aaaParis Mnoio maaabrl < exeas
p o dobona rebultadoj, p-n;ip^ltaeae qi>nta<
ai "vitir se o deepe'dieio d'aataa, e l o laa
fuuccionanio beaa p ra nuts-de 30jCO'J> by-
drometros.
Mesmo oxaroanao mal, coma bydraaaetroai aqui, reureas; elles, adopaaaa^
qualaaar -yateau. da.griJaaeij !*. p*aa, a ve-
rio, com o augaiirt eoarnietnenie o ejnaaaa
iintt!, o de p^rdic) d'agaa, e ser.i prenso tal -
ve que o dobro da quanudade .'agoa presente
mente fornecida, Qcando se mal servido.
Fallo assim porque teabo a cpeMencij dj
lempo em que asavimos as peanas, quando ha-
va falia d'agaa em multas ca-ai e nos cbafari
zas. e no entretanto a q':antidade fornecida era
muito maior do que a que lian nas.
Mas, perguotaro, porqat nao leo fuucci i;iado
bem os bydrometros aqu?
E a todos os relaiorios aanuaes tenbo resp a
dido a esta inie-rogafao, e nao demais amia
urna vez repetir a resposla.
03 hylromeiro3 sao appirelho=i delicados,
destinados a medir a agua oefeitamenta lim-
pa, e desde qae esta traga qualquer sedimento,
ten le o bydrometro a se obstruir e parar.
Ore, coobi-da a ac;o qae nossa agua linba
sobre os encinamentos de ferro, e sendo arra.i
tados para dentro do hylrometro o producto d'a
qaee ataqae, necessariaraeate cana o nyiro-
metro obstruido e pirado.
Is'.o era em larga escala, quaai regra ge'al.
O mesmo facto dar se hia com qua'qa -r >ju
fosse o lyoo de bydrometro aloptado.
Actes de prefer mos um lypo de hydrometro
procuramos saber dos resollados da- experien-
cias em outras partes, pesquiza esta feita pelo
angenbeiro conul'or de*ti Companbia, em Lon-
dres* o qual nao s tem pratica do aso da* iiy-
dromeiro3, como fe^ experiencias especiae3 para
qs, e snente depois disto f.i que preferimos o
hydrometro Uaiform fabr cado pelo Sr. Kjnt,
oa I glaterra.
O hy Iromeiro uniforme sobre ser moiti exacM
e se>i8ivl, e maito delicado; e esta faicconau
do regularmente em Uancaester.
Aguardavamos sempre que CDns?gaido o dei'
apparecimonto da3 caaas que arrastavam os
sedimentos ferruginosos para dea'.ro dos by 1ro
metros, estes passariam a bem fuaciioiar ; mas
estaes iateirados dos embarazos que a este res-
peito nos (en causado as seccas.
Debalde enp-egamos pessoal na limpezi dos
bydrometros, pois alen de dilli;;! encontral o
habilitado esufficiente pira o trabaliio, accreseU
qae o effeito reetiagia-se a corto periodo.
Prolongando se a obteoco do desidertum da
agaa vir desprovida de qua'qoer elemento que
perturbe o funce onamento dos bydrometros, em
bora muilissimo melhorado, tratei ealao de ex-
perimentar de novo algans dos mslhores ypos
de hylrometro, nao obstante ser n inferiores ao
preferido pir nos.
Devido s coodlcSes em qae ja est a agua,
tem dado bem resoltado, desu vez, as experien
cas com o~. bydrometros F:ager (adup'ido
am Paris), Wo'thington (americano) Ty
tor ( Hoose hold ) e os nevos Absolute,
ingles.
E' verdade qae nao sSo de tanta p-ecisao
quanto o Oniform.* mas, boje, funecioaam re
golarmente, e quando nao registram nio eixam
passar agua.
O hydrometro Frayer > '.em o iocoovenieute
de desarraniar-se fcilmente, reclamando fre-
queotes coocerto?. '
O bvdrometro Wonhingtoo. de custo mu
to elevado; e o Tj/lor so serve para peque-
os consumos.
O Absolute tem todas as vantagen3 do hy
drome.ro Frager, caja constraccio baseada
no masmo principio, mas de maito maior soli
dez e em inconveniente dos desarranjo .
Applicamos 10 nyl ometros desses quatro ty
pos em casas e estabelecimentos de grande con
sumo.e emque estiveram o tylrometros Uni
form. < e depois de seis mezes de bom faoccio-
aameat >, le Jaoeird a Junho do corrate aano,
verificou-se qae o total do consumo por elles m
! dicado foi de cerca do triplo do marcado pelo
oairo iyoo de hydromelro no anno anterior, em
igual periodo e as mesmas casas.
Provavelmente oa^eral applicaco nao se ob
' ter um roeuliado to elevado, Dao s porqoe
! ahi tra'a se dos grandes consumidores, cimo
I porque, quando forem se conveicendo do fuoc-
i::oii,-. n-iito dos bydrometros, irao se restringin
| do, laaendo economas; mas teremos duas vau-
tageua: i.' cessacao do desperdicio, e coose-
que itemente drminaico na quaiKidt.de a ser
fornecida ; e 2.* augmento de renda.qu1, se n5o
direi qae teja do triplo, ser, pelo menos de
mais cincoeta por cento.
O que convm facer a appiicaco immedia-
ta do hydrometa Absolute aos grandes con
sumid, re, deixndo os oatros Onde nao possa
haver desperdicio com o hydrometro Uniform, >
at que possamos de novo assentar os hydrome
tros aesse lypo que possuimos, ficaodo adopta
do oempreuo do Abluale eniqaanto nao boa-
ver melhor.
Procuramos a acquisigo de mil bylrometros
Absolute, que nos irarao um augmento de
renda annoal de cincoeta contos de res, mas
em vista da -itaacSo Bnabceira actual, tornase
necessario que providenciis a respeito.
A d.fficldid mxima para esta Companbia
foi a da grande balxa do cambio, ou baixa do
valor de nosso moeda a menos de i60 '/*.
Si tivessemos a faeutdade de variar oossos
precos com a taxa do cambio, oue nao tivesse-
mos compromis8os em ouro, por certo qua, uo
primeiro caso nenhuma periurbaco soffreriimos
e no segundo caso pequea se-ia a infiueacia,
pois limitar-se-bia ao eocarecimenio de mate-
riaes para obras, o que se obviara nao na exe
catando.
M-s, alm de nao podtrmos alte-ar os presos
do forneeimento d'agaa nao podemos fazel-o va
riar com o cambio, accresce qae temos compro-
missos-era ouro.
Com bem sabido quanlo elfe'tuamos a ope-
ra^o do empreslimo, alm de nao ler sido pos-
sivel realisal-o aqui naquella epo:hi, nem con
vertel-o, ao depois, em moeda b'azileira, como
tambem nem naquella epocba nem posterior-
mente rinda nao se realisou operaco daquella
ordem em condiOea mais ventajosa.
Comparando com tolas as operac 's idnticas
feitas no pais, neonama ibe leva vaatagen.
Deveis vos recordar em como nenhama voz
dissonanle appareceu. foi geral a approvacSo.
Nin.4Uem por certo poderla prever o que tem
se dado no paix, a cnse por que temos passado,
com tanta rapides, e a propria aaormalidade,
geral mente reconhecida-como infundada, mesmo
na Europa, prova evidente da inpissibilidade
da orevisao das coasequencias.
Os encargos a pagar em oaro ni Europ, so-
bem, anoualmen'.e, a 11 600, oa cerca de cea,
contos d' res, pelo cambio regalar, pira oque
diapunhamos de saldo, sobrando anda renda
para ser distribuida com os aaooistas.
A proporc&o qae o cambio foi baixan io foi sa
tornando muito pesado o encargo, mas ao ob
staate o elevado sacriti.-io, fomos pagndolos
compromissos as epocbas Qxadas mas boje o
cambio a qaasi 10 pence por mil ris, allingin-
do a 260 contos de ris annaaes o valor de juros
nos impossivel fazer remsssa de dinheiro em
quinto a sitaiQo nao rnelhorar oa alo se con-
siga realisar os melhoramentos de qae rarece
esta Companbia para o augmento de saas ren-
das.
De feito, se podessemos absentar em larga es-
cala, peanas d'aj'ja novas e com o novo typo de
hydrometro, em am anuo estara vencido o em
baracoainla mesmo perdurando a mesma sita-
cao do paiz, como mostraremos.
Coma acabis de ver, a: duas dificultantes que
asaiitaram esta Companbia em sea caminho, em-
bora impo-tantes seriam fcilmente vencidas re
nao bouvesse a cris; actoal do paiz, qae emba-
: ac a obtencao de recursos, de capitaes, pois
traindose mais agai e fazendo-se a substitu
c&o parcial dos hylrometros ter-se-hia larga
c jmpeosaco do capital empregado, como vos
mostrramos ; da mema sorte qae se nao tives-
sem apparecido as duas difficuldades qae acaba
mos de tratar, nao nos affectaria a crise do paii
pois a collocago de pennas dagua em gran
de escala dara renda para a enorme baixa do
cambio : o mal, provem da coincidencia das dif-
cuidades, e aps a redoccSo nos precos qae con-
stituem novas rendas.
Q lando tomamos a direceo desta Companbia,
ha Ma cerca de mil peonas d'agaa qae renda m
animalmente 85 contos de ris, >- tinba-se mais
96 contos de ris de renda_do chafarzes.
P. r f re da innoac'io do contracio qu-1 linha
mos d: canprir, o prego 1*8 peanas o/agua :.os
aniculares licou reJuzdo amitite, e do ser-
K.i pall M a melada da novo p'eco dos par
tiouli- u qa.rta |)Jr,*d prcci qu.vpaga-
van', frnee menio u'.gaa aaaw.-tibileomea-
tas lie Laudante fi-on qua^i gratuito, Dlo qoe
nat.n iiteirqn** peanas u'ohm que ea^on
traaos e.irfnawionwneuio-teriaavde reoda; pelo
oav* <:o:itrasto*33 oato* te reli.
'lUmD'itaun, pota) p-.*BCOer ese d'ficU pro-
a. ir. renda para, fazer face noi e.ioareos das
noaaoMbraam uaxaeto cubrir o tfc/Sci dot chafa
risas devido a collocaco das novas penaas.
De feiio logo qou comejaram a faacciouar as
uo vas obras, tratamos de collocar navas pennas,
e boje o numeo deltas est elev.do a 371', oa
a mais do triplo quedariam apenas a renda an-
nual de lzrj contos de ris se contiuuasse o nys-
te na de penaas como existia, mas com a redc-
elo ii prego, no eniretanto a randa das pennas
ivgai existentes, com os hylrometros funecio
nao Jo mil, de 162 contos de r's.ou qaasi ci
co vetea maior do qae a qae rec biam ou se os
riyirome'ro8 faaccionarem bem.on adoptados os
absolute, serla, como mostramos, ni mnimo. 243
coa tos de ris ou oito vezes maior.
No entretanto, apezar de3se accressimo as
peanas d'jgu:, pode se asseverar ter se manado
omes.no rendimento do3 cbafarizes, pas no
aono prximo passado foi de 98.882^070.
Agora sommada a renda das actaaes pennas
a'agaa com o augmento devido a malanga do
typo dos hydromelros para os grandes consum
dores, com a renda dos sbtfanzes e os reodi-
meatos diversos, teremos 370 conios sniaal
mate, o qae qaasi bastante para pagar os
compomiS8os do emprestim), resaltado este qoe
se pode obter em 6 mezes, tanto quaato basta
para a transformac&o.
Has para isso tornase necessario qae t mos os recuraos para a obtenjao desses bydro
metrjs.
Pieseatameate as peanas d'agua rendem an
nuilmjute, na media, 40i)00 mas com a ado-
pcao do novo typo de hydrometro a renda
media de na peona d'agaa passar a 704000
annuaes.
Ora, tendo-se agua sulciente, facillimo as
sentar duas mil peonas d'agaa annaalmeate,
evidente a concias&o que pdese dar o aag-
mento anoaal de rea ia na proporc&o de 140
coa'.os de ris, e por algans aaao3.
Secando a estatistica olli :ial qae ] ti ve occa
sio de publcir, nesta cidade e na zona dos
a-rabaldes em qae dlstnbaimos agua, ba 13 mil
casas com 18 mil fogos.
Se apenas temos assentadapeanas d'agaa,
nao por falta de pretendemos a ellas, porque
o numerosos os pedidos, e devido a restric
cao, por cautela, qae nos impazemos desde qua
vimos o rigor da secca.
Qaam qaer que exmine nossos livros de in
senpcio de pedid is e contractos de penaas d'a-
gua, e veja o servigo, nao davidar qoe atroja-
mos fcilmente a collocago de 10 a 12 mil pen-
is d'agaa.
Hoje, depois da abolicao da escravid3o, e ma
xime com o desenvolvimento da industria e ele-
vago 'tos1 salarios, tornase impresciodivel a
caaalisagao d'agaa oas casas para seu bom alu
guel, principalmente as pequeas, como impoem
os inquilmoa, e os prop#ietari03 ocoafe*sam.
AtUogido ese Bornero, alo BcaTemffs estacio-
narios refe irnos nos a esse numero como o de
mais mmediata exeeugo, porm as outras casas
(ambem neceesitari d'agua, alm das casas
qae forem se cons.iaiodo, pois como sabis, a
cidade est 'tomandoimparsoem sea desenvol-
vimento. ,
Admimda a colicagao de II mil peaoasd'a
gua com a media de 70 jO O annaaes, como ac
bamos de mostrar, ser a receitadtssa verba de
840 contos-de ris.
Aldicionando a arrecadago dos chafarzes,
para as ca-as que tiverem peanas d'agua, p os
rendimentos diversos, teremos am total de 900
contos de ris, o que poder ser obtido em 3
anno?, mas sob a condico de ter-ae agua bas-
taste.
Ain la ha a considerar o rendimento d'agua
para es servigos pblicos, como rga dos jard is
qae feita em pequea escala, a irrigago das
ras que nem ao menos est iniciada, e a agua
para os apparelhos da Companbia Recife Dray
naga, cuja solug&o ioevitavel ser o recorrerem
a nos, como teem pretendido.
No eotretaato ludo isto deixamos de lado para
nos collocar no ponto de vista da renda m-
nima.
Tambem devemos ter em vista o forneeimento
iadostrial o que deve se esperar pelo iocremeo
to que val leodo entre nos, demonstrando ao
mesmo lempo qae ser qaantiosa.
Com certeza que fisar alterada e elevada a
media da renda das penas d'agaa, vindo a re
ceita da Companbia necessariamente a ser maito
maior do que a que calculamos cima.
Aquelles que, nao obstante todos os dados
que fornecemos, jolgarem essa quaatia de ren-
da annual como extraordinaria, lembraremos o
que arrecada a Compinhia Ferro Carril serviado
a ama parte da populago, e a estrada de ferro
do Cixang, eno entretanto o ramo de negocio
desta Compaahia de genero de primeira ne-
cessidade e impresciodivel.
Com a renda ae 90) contos de ris teremos o
bastaate para occorrer a todos os encargos, in-
clusive os de novas e caBtoaas obrai.
Assim, sappoodo mesmo que a despeza aug-
mente e venha a ser de 200 conlos de ris, ad
mittindo qae o cambio nao melhore de condi-
g -, e o encargo com o empreslimo estraogeiro
coutinue a ser de 260 contos de ris auuuaes,
reservando 270 contos de ris para juros e amor-
Uzigio de um emprest mo de 3 mil contos de
ris para as obras que proporcionado a agua a
mais de qae carecemos, ainda sobra verba
pira fuado de reserva, 70 contos de ris, e divi-
dendo de qaasi 7 por cento aos accionistas.
Esta a peior bynoihese-
Mas est na consciencia de todos qae a crise
por qae passamos transitoria, e a cada mo-
mento espera se o sea desapparecimento, pelo
que a verba qae calculamos para os encargos
em ouro se.-ao de muito reduzdas, e entao fa-
c.llimo ser a distnbuigao de d.videndos de 12
por cento e maiscomo j o fizamos, antes da
Clisa.
A qoestta nica e esta importante, a da
falta de recursos para a exploragSo de nossa
industria.
Ouirosuj, todo aosso capital, o activo em
summa, est empregaio em propriedades terrl-
toriaes e em obras, estas bem construidas, ada-
ptadas ao fim a que sao destinadas, funecionaa
do bem, e aquellas de valor intrnseco e com
alta valia-
Ainda ha pouco, por occasiao da reforma dos
estatuto-, attendendo a que as nossas obras fo-
ram feitas administrativamente e com grande
economa, e que as primitivas foram reduzidas
de valor em nossa escripia, infundadamente,
que uitas outraa obras executadas foram le-
vadas a conta do custeio, em vez de Bgurarem
no activo e que as ultimas obras os gistos ge-
raes e admiaistrago correrim par conta das
deepezas ordinarias da Companbia, nomeisies
urna commisso de tres distinclos eogenaeiros,
D.-s. Alvaro de Vilbeoa, Joo Eduardo Barbosa
e Francisco Carlos da Costa Real, para av'Ha-
rem os bens e obras do abastecimento d'agaa a
esta cidade. e elles deram o laudo de. .
4.866 30U500, como consta dofolheto que corre
impresso, e que approvastes.
Vele, pois, como se acaa empregido todo o
capital, e como de valor liquido todo o activo
desta Compaahia.
Repito : a qaestao hoje de recursos para se
complear a -xiilorago da nos3a industria, arar-
se todo o proveito do capital j empregedo, e
i3to devido as dlfficaldales d? qae to larga-
mente t abo tratado.
Ainda mesmo qae nao tt7e38e se dado a secca,
tiriamos qae canalisir mais agaa para esta cida-
de, visto a manifesta insuffi :iente da qoantidade
estabeleclda ao contracto com o governo.
Bista diz a-vos que essa quantldade corres
pon le apenz3 ao mnimo se todas as habitages
tivessem agaa, sem ficar agua para aquellas que
qu:zessem riciraa do mnimo, nem para os jar
dios pblicos, nem para a irrigago das roas, e
ainda menos para as industrias, nada restando
para a extioegao Jos incendios.
Se considerarmos, porm, qae a media do coa-
summo regala o dobro do mnimo, isto ara
metro cabico por habitacSo, essa quantiaade
d'agaa apenas ebegaria, para metade do nume-
ro de habttacOes, em attender aos oatros con
saraos.
N&o nos escapoa o facto quando execatamos
as obras, Unto qoe nos mananciaes tratamos de
apaobar maior qoantidtde d'agaa como tambem
os encanameutos foram projectados com capac
dada de .atender am forneeimento mais ampio,
lado disposio para qualquec augmento.
Assim, a Un.indo a distribaigao a quaotidade
contrae.ada, e em vista da ammseo peto-bom
xito, fa:iha;o seria o emprehendiaoonto da*
obraa complementares.
Has aoparecendu o escasseamento nos maoaa
ciaes, peta-aggravagaj da aecca, tornou-se impe
nosa a oaaaasidade da abordar iraraeJiataraeote
a qucsio4.B'.autorisastes a qoe se pracadesse aos
esiudos aecassarios
Tragamos como plano de estados a procara de
aunaucial, que forneceado a quantldade d'agaa
desfalcada, com pequeo despendi podesse ser
canasada imm^diaiamente, ou, no caso negati
vo, a aituagao radical da d.flLuldade, e as con-
diefies mais econmicas.
Dessa misao foi euc&rregado o eogenheiro
Devoto, e no relatorio do aono proxi no passado
v.' s como elle ae desempenboa.
Nao leudo sido possivel encontrar, em condi-
gOes econmicas e canalisar com promptido ne-
obum pequeo maaaurial, licmoa qae Bujeilar-
mos-uos a outra eoluo, e aes=e sentido o eo-
genheiro Devoto apresentou o projecto de cana
lisago dos rios U.ioga e Pitaoga, dos munici-
pios Je S. Loorc-ngid' Matta e Iguarass
como vides em m.u rtlaWlia do anno prox'mo
passado.
Teado o engeobeiro Devoto se desobrigado
satisfactoriamente da misso dos esludos preli-
minares para fixagio da oriectacia da sologio
._ ; i-stao, mandamos, em seguida, a proceder
aos estados definitivos afim de tcarmoi prepa
auos e habilitados para qualquer eventualidade,
isto para o caso de podermos levar a effetto a
solugo que deve ter a difficuldade.
Nao teodo sido possivel obter o engajamenlo
de uenbam engeaheiro brazileiro com a devida
pratica e babilitagOes, porque todos j tiabam
compromissos comoutr.'s emprezas, visto c enor-
me impuUo qae eato tomaram os melhora-. >n
tos materiaes, recorreremos ao Sr. Viclor Four-
ui, inspector geral de pontea e calcada?, e di
rector das obras publicas as colonias francezas,
confiados oa amsade, na integridade de carcter
delle, e oa estima qae tem por Pernambuco, e
por intermedio delle obtivemos o engajamento
do Lourengo Chapron, eegenheiro civil, o qual
nao s tem babilitagas, como lambem pratica
de execugio de obras em climas e cooaigdes
ideticas as nossas, pnecip.luiente as colonias
francezas.
N:s8es estudos 'definitivos mpozemos alm
das economas e smplificages a qae tiz referen-
ca no relatorio anterior, a reduego ao mnimo1
do que fosse icfluenciado pelo cambio, isto a
s trapr.-gar-se material do paiz, e isto foi coa-
legaido.
Deveis vos recordar que pelo plano do enge-
obeiro Devoto, o serv.go era orgaaisado em da
Eilicata, com urna segunda usina, outro reserva-
vio, e canalisago directa pela estrada publica,
pois naqueres irabalbos nao se descobrio sahi-
aa para Dois Irruios.
Hoje posso apresenlar-vos j as concluse.-
geraes do projec.o confeccionado pelo eagenhei-
ro Chapron, pois apenas faitam os dealhes e o:
gamcnio que em breve iicaro terminados.
Pelas- medigoes feitas pelo engenneiro Cea
proa, em Fevereiro deste anno, poca de esiia
tem, o rio Utinga foruecia cerca de 14 milhoes
de linos e reunidos com o Pitanga sommava 27
milhes de litros d'agaa, oa 2 milhOas de litros
d'agua mais do qae a medid., pelo eogenheiro
Devoto.
A razo da differesga proveniente do rafor-
gamenio da potsanca dos maoaociaes superfi-
caes.
Por muito lempo se- suficiente o rio U.ioga
smeale, e qaaado este ao bastar, aidiciooar-
se-ha as aguas dos manaaciaes de Dois Irmos,
prefazendo 25 milhes Je modo que a atilisago
do rio Pitaoga ser era poca mais afastada.
A tonada a'agua oa represa do rio dioga se
r na allitude de 13,0.83 cima do nivel medio
do mar, devendo o coroamento da barragem ti
car na cota de 21,m60, o nivel d'agaa na allitude
de 20,0,00.
A barragem ser da trra, construida entre
dous morros, com o comprimenlo de 160 a 180
metros.
Essa barragem ser provida de sangradouros
e de esgotos. ^
Ao lado da represa ficar" o ponto de partida
do sqaeducto.
Foi bastante difficil o tragado do aqaedacto,
pois sera construido atravez dos valles por.onde
correm os ros qae desembocara no ocano entre
Iguarast e e.-ta cidade, cortando, portanto,
esontea e valles.
Esses vahas s) os dos rios Deste-ro, Timb,
Paralibe, Mirrueira (ou Fragoso), Agua Compri-
da (ou Lava Tripas), Beberibe, Momo, e peque
nos valles que termioam no acude doMouteiro.
No entretanto, a sologo foi mnito satisfacto-
ria, pois sendo de 15 l/ kilmetros a distancia
em linba recta, o .queducto apenas lera o com-
prmeato de 22 1/2 Kilmetros, isto meaos do
que se fosse feito pela estrada puolica, 25 kil-
metros, amo Qavia projeotalo o eogenheiro De-
voto.
Em nosso projecto o alongamento foi de 45 /..
no entretanto no aqaedacto de la Vaune, em
Pariz, sendo a distancia recta de 118 kilmetros,
o comprimenlo de 176 k lometros, daodo-se o
alongamento de 46 % e o de la Dduis, tao>
bem de Pars, na distancia de 83 kilmetros, tem
o desenvolvimento da 131 kilmetros, ou 51 %
a mais.
Nao se diga qae procurando encu:tar a dis-
taacia augmentamos a importancia das obras,
comolicaadoas, nao, apezar do encartamento,
o tragado ficou oas condigss as mais vantajo-
sas.
Procurando seguir os valles secundarios, pe
las encastas dos montes redazio-se de muito o
movimeoto de trras ,e os subterrneos oa pe-
queos tais.
Excepg&o feita da travessia dos rios, onde se
assentar syohas oa pequeas pootes. no res-
tante do tragaco repoosar o terreno firme, sem
aterro.
Para se ebegar ao resultado to satisla --o
como veris, foi preciso fazer caminham...,i)H,
abrin lo picadas por mais de 100 kilmetros.
O acqaedocto ser construido de alveaaria de
ttjolos oa paira oritada com argamassa deca
hydraalica ou cemento, rebocado com argamassa
de cemento. Ter a forma ovoide, com l.m8u
de altara e l.mSO aa maior largura: correspon
de s dimenses de -ama galera de esgoto desta
ciuaie.
O aqueducto com estas dimenses e o pendor
medio dr. O.m20 por kilometro.permiliir deixar 30
escoar viuie e cinco milhes de litros d'agaa em
24 horas, podendo pois conduzir toda a agaa dos
rios Pitaaga e Utinga.
Chamamos subterrneo a parte doaquelaclo
construida atravz de qoalqaer morro, em forma
de tunnel mas semalteraco em sais dimenses:
onde o aquedacto alo for subterrneo, ser co
coberto de trra.
Alm das vaotageas do emprego da material
do paiz, em poca em que o ferro est por prego
exageradissimo, temos ainda a notar a illimitadi
durago, a nenbuma cons jrvago, a frescura da
agua, e o desapparecimento de causas qae pro-
duzem o ataqae do ferro.
Pode se dizer qae o.aqu?du:to o typo classi-
co do conduelo d'agaa.
A alguas talvez se afigure damisialo o com-
primenlo do aque-iucto, que fique muito longe,
22 1/2 kilmetros, o loeil ae onia se vai bascar
agua.
No aono passado j vos citamos qae Nictero-
iiy, cap.til do Estado do Rio de Janeiro, sendo
urna cidada cuja popalago corresponde terga
parle da desta, vae bascar agua a distancia de
82 k'.'ometros.
Podemos anda enumerar oatros exemplos,
entre elles os seguintes: o aquedacto de La Van
ne (Paris) '.em 173 tiomelros; o de La Dnuis
(Paris) 131 kilmetros; o de Vienna (Francisco
Jos) tem 98 kilmetros ; o de Napole3 tem 83 ;
o de Fr^nckford tem 82, o New-Yo-k, (Crotn)
tem 65, etc.
Vejamos agora o paralella das condiges te-
technicas.
As obras do aquedacto de Moajope podera as-
sim ser classificadas : 50 */o do compnmento
dos syphes 10 / em subterrneos, e 85 /. em
excavago na encosta dos montes.
0aqaeducto de La Vanne tem 12 % em sy
phs, 24 % em subterrneos, 9,6 /> em arca-
das^ apenas 54 % era excavages.
O de La Dnuis tem 13 % em syphes e 9 /.
em subte-raneos e smente 77 / em excava-
ges.
Em Marselha o aqueducto que conduz as aguas
de La Durance, tem 22 / em subterrneos, no
numero de 46.
Os subterrneos so aqueducto de Renes me-
dem 12 /., e o de VienBa 9 /., alem das pon
tes.
Para concluir diremos : os subterrneos do
aquRJu to de La Dur 18 k iumetros os de La Dhuis 12 kils., os de La
Vaiiue 42 kils os do Lo ter, 10 k l ., Vienna 8 k U. e os de aples 14
Kilmetro*.
No novo aquedoc o do Crottn. em New-Yurk,
ama fraudo parce em sberraneo ; e no pro-
! c o de coa iur as aguas do A/re, e de La
Vigna, pa a Paris. cerca da larga pa' 'e sub-
terrena.:, sendo quo um dellestem 7,500 metros
de uompiimento.
Devido a agua que vai ser apandada provir de
no, torna se conveniente Qiiral-a.
Nao sendo po-sivel con trair o filtro no pro-
prio vaile do rio Utinga, porque a altitude deote
nao bstanlo p^ra ;oe o fundo do filtro fique
em cota qui pe miua a agua ser langada no
aqueuc o sem motor, e nao se. possivel" tbai
xar te o nivel do aqueducto sem o acetes ime
de enormes ispezas de excavago. etc., con-
struir sj ba o ti tro em Dous Irmos, prximo
Us.ia.
Nao suometto ao vosso coat.cimento o pro-
jecto de obras porqee nao est lerml. a.o em
seos detalbes, o que farei em lempo opp jnu'.o
conjunctamente cam o respecti/o orgament .
Para sa pol.r car execugio aos novos melho-
ramentos, de que acabo de referir me, reqaeri ao
governador do Eslado, aUes da inslallago do
Uxngre so. quando elle exercitata poderes le
g.slati?9s, a inuovago do conracto desta Com
paaa'a, como vos annuociei no aono prximo
patsado
Ao mesmo tmpo que visava a exeeugo da
obra-, no caso de serem levadas a effato, trata
va de rorrigir defeitos do mesmo contracto, as-
sim como lazer desappate.er clausulas extrava
gantes.
Infelizmeai; ajoco ep ns da apresenlagio do
nosso requeimento o goverador escrupulisac
continuar no exercic o i* todas as attribuiges,
cessando de fazjr innovago de contracto, pelo
que Uve que recorr. r aoCongresso.
Paece-me intil dizer vos qae tomes maito
bem cnlbidos em nos-a justa pretengo.
Na Cu ara dos Depulaaos foi approvado sem
a menor opposigo o seguate projecto que con-
sagrava au.orisago para as alterages de qae
care ia esta Companbia, salvasuardando-Ee ao
mesmo tempo os interesses pnicos.
O Congres o Legislativo do listado de P>r-
nambeco resolve:
Art. 1 Fica o go ve mador tdo estado aulori-
sado a inno/ar o contracto da Coaapanbia do Be-
beribe, emprezaria do aoastecimenlo da agua
desta ci no goso dos direnos e retalias qae perteacem
as administrares dos mais servigo-- de utilida
de pubica e de facilitar Ibe indirectamente os
meios de obter do peo .cu os capitaes precisas
para as novas ooras qae :. nciona execatar.
Art. 2o Nao poder o novo contracto alle-ar
o a- tigoj no que diz respeito durago do pri-
vilegio Ja CompSnbia, nem auto isar augmento
algdui no prego do metro cubico d'agua forne-
cida qoer aos particulares, quer aos istabeleci-
mentos pblicos, por peonas d'agua, cem no dos
baldes, vendidos no cbafarizes: nem to pou-
co conceder Compaahia suLvogo ou garanta
d: juros.
Art. 3o A Companbta collocar um cbafariz
em S. Miguel, fregaezia de Afogados, outro na
estrada dos Remedise outro no lugar Zu.by,
daquella f-eguezia, caso baja uess-s pouus nu-
mo o si.fficieule de consumidores.
Art. 4* Revogam-se as dispo.-igas em canlra
rio.
No senado, porm, por motivos qae nao vem
ao caso discutir agora., foram propostas emeo
das que nicamente tiabam por fim a ODStrue
gao.
No correte anuo pr. segurado a discusso,
appareceu a idea da passagem do nosso servigo
de abaatecimtn'o d'agua para a jurifldieco
municipal, no que nao coneordou a Cmara uos
D-sputa ios, do que resultou um cn.il.co qa-.
anda nao foi resolvido.
Por minha vez protestei contra o modo de
entender do senado, e corre impresso nosjornaes
e em folhelos a reclamago que neste sentido
enderecei.
Espero e confio em que o senado nos faga a
deviia jostiga, pois rao se trata ulmptesmente
dos in eiesses de una corporago, mas ae um
importaste servigo publico de que nos encarre
gamos por delegago e os poderes pblicos n
deixaro d nos auxiliar
Appareceu no ongresso urna pretengo de
coacesso para distribuigao d'agai a esta cida-
de sob o p-etexto de ser para lies iadustriaes e
para torga motriz.
Maito embora nao considerarse o negocio
como cousa seria por motivos conhecidos, cuna
pri o datar de apresentar as eompeteates recia-
mages pelo alintalo a o privilegio desta Com-
panbia.
A Cmara dos Depotados, depois de ouvir os
pareceres das commisaes de legislacao e de
obras publicas, rejeitou samelbante projecto.
Nos joroaes fatimpressa a represeaiago qae
aesse sentido eaderessel.
Seria preciso nio haver mais nogo dos prin-
cipios de treito para se consumar essa alten-
lado.
Em virluda de pedido de iatormaces do Se-
nado deste Estado, o Governador nomeoa no
anno prox'mo passado urna coramis3o deme-
deos e eogenheiros para examinarem a agua
que esta Companbia oroeca a populago, com-
misso essa qae julgoa se dissolvida em con-e-
quencia da al'erago qua houve na organsago
do Estado.
Teodo sido feito outro pedido de informages
na Cunara dos Deputados do actual Congresso,
foi nomeada, em 4 de Miio, urna outra commis-
so para o mesmo fin.
Tanho facaldada a essa comroisso tu-io o qae
tem reqaisitado para o deserapenho de sua
misso.
Se nunca soiiciiei a nom-ago da commisso,
porque de nada tinhamos qae jastiflearmos-nos,
no entreunto essa commbso nomeada ex-otti-
cio pie e deve trasera vantagem de tranquili
sar quem esteja desassocegada e fazer dessap-
parecer a especulago.
J foi coaclaida a analye das aguas, mas a
commisso anda oo terminou seus trabamos.
Dorante todo o anno prximo passado foi
constante e regalar a distribuigao d'agua a esta
cidade, sem ter bavido a menor irregulandade,
em qualquer sentido, nio obstante os rigores da
intensa secca.
Creio que nao se pode dar mais exuberante
prova da bi f e do espirito de severo cam
pnmento de deveres desta Compaahia, apezar
dos sacrificios e posijo embaragosa em todo o
sentido ante a crise actu.l.
Todas as obraa acaam-sa em notn estado de
conservago, bem consolidadas.
O proprio affroaxamento de jauta dos enea
menlos qae sao to coramuns em obra3 desta
naturezi, mxime aqui que o solo facilitava
esses desarranjos, desappa-eeeram, raro o
ca;.o em que ai-da d se, e em meaor propor-
go do que em outros servigos antigos e bem
organisados.
Fizemos reti'ar o chefaris do antigo caas do
Collegio, construimos um outro provisorio, a
bem das obras do melboramenlo do porto, por
au'orisago do eogenheiro em chefe fiscal que
se responsabilisara a mandar pagar as despez?s
pela empreza daquellas obras, mais, depois de
concluida a obra, por am verdadeiro abuso de
confianga, esqaivou-se em ordenar o paga
ment.
O assentamenio de novas penaas 'agua foi
feito as coodiges as mais restrictas, comoj o
linha sido no aono anterior, como j vos expli-
(aei, at que tivessem solacio as difficuldades
de que enho tratado, pelo que apenas foram
coltocadaa mais 563, subalo o tolal a 3617.
Hoja nao actuara mais para isto as razes do
nao fonecionamento dos bydrometros nem dos
inconvenientes qae apreseatavara a agaa, res-
tando smeale os effeitos da secca, como larga-
mente vos tenbo explicado.
A recelta arrecadada foi a seguate :
Pennas d'agua 149:9:4*400
Cbafarizes 98:882*070
Reodiraeatos diversos 26:848*500
Total "275:664*970
Lvraram-se durante o anno apenas dous ter-
mos de transferencia de acegoes.
Essa receita exceden em 21:715*240 a ante
rior. sendo 16:135*810 naspenas d'agaa, ...
3 699*190 nos cbafarizes, e 1:880*240 nos rea-
dimentos diversos.
CoaTm oo esqoeeer qne esses augmentas nao
devem ser considerados como o progresso que
pode ter esta Ctmpanbia, pois estivemos qaasi
i (adorarlos, cumprindo apenas o preceito legal
na colloc- gao das pennas d'agua.
N8o posso -"xar de continuar a assignalar o
facto de augmentar a arrecadago n03 chafarizes
nao obstante o accrescim das peonas d'agua.
o novo nno, arada mesmo, que nao se col-
loque mais neohuma peona d'agaa, ser maior a
renda dellas, pofs tendo sido de 41:766*000 a
folba do primeiro trimestre, teremoa no anno,
pelo menos, 167:864*000 ; e se conseguimos a
subslttuigo, embora parcial, dos hydromelros,
euto ser maior.
A despeza foi de 138:464*520 ou 12.732*510
a mais do anno que preceden.
Fcilmente csaprehenlereis que economas e
restrieges me foi preciso fazer para apenas dar-
se um to peqaeno augmento, ante o geral en-
carecimento de tu lo
O saldo foi de 137:109*450 em 8:982*730 maior
do qae no anno prximo passado.
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i^-lO^O^-OI*'* ifi*OXl3!if'-~Ji'.0*-0:0 0X'*oe= 14SvlX*-- -^-l-e 0=00000=00 i 1
cc;:x xii:-i~ ^ o ""o ^ o~ ^ o o^ Rclago da despeza feita paro a receita.
wt>woJ33i;too vi X ^( -- l ti ; ^ -- > r-c o so 1
-ii-oii-r.r.-i-;-i >OCXSCi(i-.a--C vi i.: vi ^.v .-. ;x r-. t >>. tfc. &... O* t -J-^> X -1 I* 1* t* ooooooooo
Estas foram as despezas da vida ordinaria,
mas alem destas tivemos as segrales :
Remettea se aos Sis. Knuwles Forster, cos-
so agecte em Londres, 9 000 para o pagamento
de jaros e amortigaco do emprestimo, compro-
missos vencidos at Dezembro do aono prximo
passado, e mais 4,0GO para nossa conta geral,
ludo imporlaado em 237:938*150.
En Londres pagamos, em Junho de 1891
5,856 2, em Dezemoro 15 907,14,3, somman-
dc k 11 760 0 5 le juros e amortisago do em-
pTestiojO, o que fi eftectuado com as remessas
de que acabo de fallar.
Pagou se de dividendos atrazados 1:368*000.
Comprouse a propriedad- Tabatinga e Pitan
ga, em Iguarass, por 16.996*, pagas em duas
prestagKs, tendo-se passado urna leltra da se-
gunda pre.ugo como consta do balanga fecha-
do em 31 de Outubro de 1891.
Fez se acquisigo de parte do eogenbo Piton-
ga do Regalado no valor de 5:411*860
Adquir mais partes do engenho Utinga, em
S. Loureoco da Malta, como explico, por.......
3:281*130.
Pagon-se por conla da compra do eDgenho
Honjope, em Iguarass, 19:731*369.
Essas compras de propriedades foram feitas
como filote evitar a iotervengo da terceiros
qoe viessem alterar os pr. gos das propriedaces,
oa outras especulages que soem acontecer em
casos idnticos, e por isto lancei mi dos recur-
sos de que pude dispor.
Parecen nos orna medida de previdencia e alta
cenveniencia desde que era indispensavel as
acquisiges.
O engenho Monj pe foi comprado a B.-.-oneza
de Vera Cru* por I20.e0*00, e como oo po-
damos faaertodo o pagamento nem resgaUr lego
a bypotheca do Banco de C edito Real, lav-oa-se
um contr.icio particular, ficanio a escriptura
pa<*a ser asMgnada em tempo opportuoo.
A proprieaade Tibatinga e Pitang-, centigua
ao engenho Moopne, foi adquirida ao coronel
Manoet Francisco de Souza L o, por 16 sontos
de ris, em duas presiages, passaodo se uxa
lettra da segunda, a qual j est paga.
No engenho Utnga deu se o que dito quan-
do trato d s qaeslOes judiciaes.
Sob a rubrica de obras novas gastou-se......
39:653*510, assim discriminado: 2:803*150 com
os melhoramentos nos mananciaes, para impedir
o desenvolvimento da vegetago, ioctasive a cen-
struego de dou3 pav;lbes de madeira ;......
13 972*260 com a aquirigo de by tromeiros,
ioclucive 03 dos novoa lypos : 202*0 'o de pe-
queas despezas ; e 22:676*100 com o esrados
preliminares do eogenheiro Devoto, e os roste-
riorea do eogenheiro Cnipron, comprebeoden !o
os adianlamantos e despezas de viagem des1 -. a<
picadas feitas as mallas, compras de c-.vaiios,
etc., e fodo o pessoal empregado.
Recolheu-se ao Banco de Pernambacc......
101.000*000.
Gisioa-se com liaba telephonca 140*000, e
em bens mov-ls 303*000.
Comprou-se materiaes para o asrvico de peo-
nas d'agua no valor de 34:349*304, a carvopara
o deposito na Usina importando em 36:402*130.
Para fzor face a eatu despaza3, tongamos mSo
do sa do do anno anterior na importancia de
15:258*890 da receita e desDeza ordinaria, no
valor de 137:190*450, receba'u-se 38:665*u90 de
materiaes revendidos para pennas d'agua. alem
da porceotagem para receita, e 1:743*600 de
materiaes velhos.
Parte <'.& costa do caiva foi paga pela despeza
ordinaria a proporgo que deu-se o consumo.
Tornou-se por emprestimo, ao Banco de Par-
nambuco, 40 contos de ris, reunidos aos 80
contos que ficamos devendo no anno anterior,
elevoj se o debito a 120 contos de ris, mas
teodo ros pago durante o anoo 101 cootos de
ris, apenae ficamos Ihe devando a quantia de
22:697*86), pagos os respectivos juros.
T .rab rn tomuu se por empreslirno ao Banco
Em'ssor, 286 coatoa ;le ris em apolices esta-
doac3 par i servir de garanta a caugo que fize-
mos no Banco de Pernambuco da quantia de
197:2334000 fim de podermos fazer a remessa
do dinheiro a qae cima me retiro.
Se na vida odiaaria, commam, deve se ser
severo cumpridor das obrigages, dos compro-
missos contrahilos, quanto mais tratando se de
sustentar o crdito da Companbia qumdo cogi-
lava sa de operagSs finan: ira3 no estraogeiro,
e em outras pragis pelo qae nio podamos ter
diverso procedimento.
Entendemos que deviamos ir al onde nos
permittissem as torgas assim o fizemos.
Apesar da ave3so a3 questes, nao nosso dei-
xar de comparecer nos tribuuaes em defesa dos
interesses desta companhia, por mais contrarie-
dades qua disto provenha, salvo se quizer faltar
ao cumprimento dos devere3.
Em todo o ..o procuro sutnpre os meios con-
ciliatorios, qualquer que seja asitaacJo da causa,
e muitas vezes com bom xito.
Ass-m, nao foi preciso executar o despejo do
engenho Dous irmos, pois o rendeiro nol o en-
tregoa antes da coUflumag-ao do acto judicial.
Tambera o fidor d rendeiro do angenno Dous
Irmos. apresentoue a pagar ana responsabli-
dade, faltando smsnte as custas do processo,

^ ._jif*
m.....
Mili' -^


Diario de Pernambiuco Domingo 28 -4e-Agosto de 18B2
3
pelo que nao proseguimos oa execogo pois es-
pero qae elle proeeda da meima forma.
Contra toda a expectativa fono apanhados em
questes do eogeobo Uunga.
Sendo esse eogeoho perifonente a diversos
conseuh^res, e ao mesmo lempo hateado urna
execugo contra im i-los, o que est de posse,
ajustei CJinp"" "' que ej'ava i ..ssim como tr*tei de negj-,
ciar a exea g'. .
Ni occasuo da realisago da transferencia, o
referido pe?*o p-qmvou se ao ajustado, nao
obstante te.- .....ifitv. o imposto da transieren
cia por saa a : Crpreboiaavt 4ae cae campria agir, e aesim
o trabo fetto.
Oemais, para evitar os efleitos da exe.ugSo, o
mencionado passeiro pagou nos.
Mas conseDhores como somos do ditoengenbo,
tratamos de faier valer nossos dir tos, propon-
do acco nao para cobranca do que nos de
vido da renda do engeobo correspondentemeute
s partes qae nos perttnce, como 'aanem re-
queremos para ser levado a praga o arrenda-
' ment do mesroo engeobo.
lato principio de uireito to comeBino que
est ao alcance de todos.
Has ttvemos odeferiraento das instigas da
qaella epocba do foro de S. Lourengo da Malta,
pelo qne aguardamos sologo do recurso que
.interpolemos pirao Superior T-ibunal.
.Nao posaivel que vingue o absurdo de en-
regar se a explorago de u:na proprietia-le ex-
closivamente so consenhor que e3teja de posse,
e os outros conseobores fiquem sem direito de
receber o alnguel da parte qu-j Ibes pertence,
uem possam levar praga o arreodamenio da
mesma propriodade.
Isto nSo jnstiga.
Igualmente promovemos a cobrarla do impos-
to de irarsmissao de propriedade de quem nos
autonsou a pagal-o.
Ellicluaram se astrao3ferencias ce6'O acgOes,
seorlo 15 por evolugao de beranga e 595 por con-
tracto de compra e venda.
Os precos das vendas regule ram de 90*000 8
110*000 por acgo, tendo bavido tr-nsacges por
70*000 assim como 13>*000. por scgao-
Lavraram-se 6 termos du caugo e 3 de dis-
tractos.
Aioda nao distribuimos
prjimo passado.
dividendos no anno
Iiteirados como esles, quer dos fados mais
impctantes, com as competentes explicages
elucidativas, quer de todos os outros acontec-
mentos-TJue occorreram e que coostituem a vida
desta companhia, assim como conheceado do3
negocio.; do paiz, teodes os elementos para jal-
gardes Ja siiuago actual desta companhia.
-Com a maior franqueza teuho me di igido a
vos, nao s para que vejaea que nada vos ocul-
tarnos, a.-sim como que de nada escuramos,
como Je u)sso cos'.ume e dever.
Nao beodo em ros o reitover a cris-do
paiz, nem.suasconsequeocias, embora justicada,
s tinbamos am caminboa seguir, e este en o
augmeular as rendas tanto quanto preciso p-ra
compensar o injusto depreciamentj de oossa
moeda.
Por certo que o ramo 'le negocio, o objecto de
explorago deata conipt.nbia, permute com lar-
gueza.
Para isto conseguir se era preciso doas medi-
das :
i. fazer desaparecer a perita da parte das
renaas pelo irregular funccionauento dos bydro-
metros ;
1* eollocar nora3 pennas d'ana t-m numero
que nreencbesse a renda de que se precisa.
Qjan'.o ao p-imeiro ponto nt coobecido o re-
memo, quer pela cessagao do etique dos enca-
namenlj--, quer pelo conhecimento dos typos de
fcyirom-jtros que fonceloasm regularmente era
no-'so servico, em qualquer circamstancia.
Mas cumpre ter os mio? 'o aJqmr-os em
numero bastante pa*a o maio-es consumidores,
c esta urna questo que estreg 'i vossa deli-
berado.
Essa medida f por si au' ser srjfli ente pa-
ra remover nosso embarajo, pois b aot-Tien'o de
rend que provir :io cobre oa^eac^rgos dei
xaado lucro, alm do qu Qcamos estaciona-
rlos.
Como vosexpliquei minuciosamente. nSo dh-
pomos 'agua para a collocaco de novas peo-
rus a'goa em larga escala, com, oarecein 's.
por causa da secca, e embora ic-odo cessado o
deterininaote do emp^brecimento dos masan-
ciaes, em todo o caso ser preiiso esperar por
lono perioJo o reeleciaiento do amigo re-
gimeo. e uaGca'levemos esqudeer a possibilida
ae da reprorluicSo doph-nomeno apaoriaudo
nos talvez em coodifes de nao pdennos sa-
birmos-nos bem como agora que nao bouve falta
o'agui ua cidade.
Ao mesmo tempo que noceasario eollocar
maior numero de penoas u'agua como umi me-
dida imprescindivel para restablecer nossa pc-
8540 Boaocelra, como nico recurso, indispen-
savei dispor de nwior quajtiide d'aeua para o
^eseuvolvimento da explo-uoV) da distribuico,
nao nicamente eos restrictos moldes do syue-
ma a^agua'para beber, mas para fias in-Jusiriaes
orno j esta rrorado, ';omo fo-ga motriz, para
irrigagao, para os appiriilics de latrina, etc.
Ji ti ve-tes occasio tic ver ib proven'os que
advirao fomente do3 pinnas d'ugua, sem levar
*m coala as outras app!ica<;Oes u'agua, proven
tos que cobriro todos os encargos prsenles,
emb ra continen) pesi-Jos, como agora, sol) a
pres-a; da crise, deixando anda o bastante pa-
ta os enoargos com as novas obras e margem
para lacro sos accionistas, tornando se ai.da
melnor a site*o se considerar se o que larga
mente provir dos servicos addicionae-.
Nao 6 urna simples necessidade, mis provi-
dencia imperiosa a de promover a obie^cao de
miis agua, e a mesmo tempo medida onlca a
adortir, nao have >1o, pede se assim 'izer, ou-
. o alvitre a escoln-or.
F, i sob esse ponto de victa que, usando ia
auto- sico que nos concedes'es, mr.nlei proca
der aos pfMii para canalisaco de ma-s agu,
eso mcsBO lempo (ornando as disposic-S para
imuiediata exeruco.
Ja conbeceis as cond c'e; do p oje-jto em que
elle se basco, como procuramos afstar o rxj:s
posstvel a influencia da baixa do cambio oa
ontruccao das obras, preferindo no geral, ma-
terial do paiz.
Aluda mai.', para evi'ar que apparecessem
certas embarazos na adquisijo das proprieda-
des Je que precisaramos, como costume, in-
clusive a-iatervenjao de te c iros para altea
rem os prejos, tra'ei de tangir mao dos recor-
sos d que pu ie dispor para a compra das pro-
piedades mais necessarias.
A queflo vinbi. resumir-se na obtecidos
recursos para a rxecu.aj tercas ubim.
As coudigft-?.-* dt-ata tempano a d^vem ser cen
sideradas como oas mais solidas, pois todo sea
cap al, os recursos p*oveuienies de empresti-
aos, seu activo, e&i suaama, est empregado e n
propridades lerritoriaes e obras de alta valta,
nao sujeitas esapreciajo em boas condigOe?,
e;mo vistes pela apreciago que fizemos.
i lu'.ros m essas obras anda sao de maior va-
lia d ^ue a qae iem nos balangos, como Unas
vezes vos tenho oito, po3 nao sendo algomas r -
pmetitadui naqaelles valores. outra3 o sao p^r
menos to costo, o qae vos determinou a nomear
urna commisso de engenheiros para as ava-
har.
O b'tn elaborado trabalho desses engenbeiros
demonstra em como s os bens e obras do novo
seryigo do aiaareciaeo'.o d'*ga?, valem no mioi
mo, qua'.ro m'.leoitocentos coates de res, no-eu-
tretaoto o capital social de mil e quintos corotos
ue ;e,s, e O valor da emieao de obrlg.ges oe
cento e ciocoenta mil libras esterlinas.
A'cre.:ce que timos o goso de um privil'-gio
por 58 annos, e lirgo o desenvolvlmeoto a aar
a nrJBsirta desta Companhia.
.Sao paesivel ter um capital melhor euiprega
do, cm bem de valor conbecio s inontestavel,
sem estar involvido em especalaces, cemoffe-
rner garantas mais Qrmes.
Teorto em considersgo as forgas financeiras
ti praga, e procurando corngir os prejotios
da baixa do cambio, tratou esta Directora de
esodar a possibilldade decontrahir um empres
timo em Lonires para a execugio da3 umu
Fcilmente comprebnder.-is que um empres
limo em ouro a cambio baix-o proporciona P'B uantagens fuiuras.
NS i era po?=ivel que nos apreseotasse^o- pe-
r3ne tos solicitando auto-isaga para qualquer
ofTiQio tinaocelra sem ronhecermos prUbablli
dad- i qa^lteemos.
i), r; qu- '' pro;)s lUQios ii '--'-,- t-
deral, com garanta in ontestavel, lano t bido de prego, queda que tem se extendido no
geral a todos os ttulos de origem branlei-a,
dando se como que urna especie de fecbamento
de pona, all, aos negocios brazileiros, nao po-
da ojos ser felizes, como effeclivamente nao fo-
mos.
E' preciso qae de;apparega o pnico que all
existe, restabelecendo-se a corifianga as nego-
cios brazileiros* para que unba exiio cossas
operages.
Lancet aa valas para a praga do Rio de Jacei
ro, antes da crise ebegar ao estado agudo, por
qae, em qualquer ctrcumslancia all ba elemen-
tos de vida imperecivel.
Eocetei uegociagOes, mas o amedron'ramento
da cn-e faziu a todos recuarem de tomarem no-
vos compromissos.
N'sse eatretantoo goverso lomou a sabia ini-
ciativa de interrir directamente fazendo empres
tinos as empresas serias, qae i ao inbam e.-pe-
culadu e que tinbam sido victimas da crise ag-
gravada por erros de oatras.
Cil ocamonos loo om camiabo para sermos
contemplados.
E?sa medida salatar, jufta e conveniente, a
imuago Oo que to proeitosam-nte loi feito
com s auxilios lavoura, aos bancos e ao com
mercio, em pocas em qae esses ramos da ttl
vi na '.' humana soffreram, foi ejeitada.
N i entretanto, na iodustria que esta a ver-
dudira riqueza das nages, e .- rico o fo.o
industrial, aqu abandonare, despresa-se a in
dos r a.
Pos gumos, em todo caso, na pesquiza de
recurso*, mas na Ja podemos af&rmar em qual-
quer eentido.
Enbora coatinuemes a trabalhar ne&ie sent
do, couvm nSo esquecer que trati re i de nego-
cio que exceda as torgas da d.rectora, precisaes
tomar o aseu npto na maior considerago e de
li&erar a respei'o
N4o demais encarecer a importancia do ne-
gocio e re-umor de vo'sas luzes o ao.yilio t&u
precia) de ama resolugo que habilite esta di
rectora a proseguir.
Srs. accionistas. Com a maior franqa.za i
singeieza vo3 informamos de lodos os negocios
desta Cjmpanbia e e!e qaal Bfja sua Bitnago
presente.
X) pcs.o vos dizor que, se as informcgOe:-
no forem baslunles esti u p ompto a dar ouiras
oa completal-a8, pirque oeste relatorio est
comprebeodido tudc o qae relativo a Compa-
am;', e talvez do um p>>aco rudemente, mas
a lraguagem Ja terJde; apenas o qoe posso
fatr e esclarece- q riqur i'Onio que vos pare
ga obscuro, ao que esioo prtmpto.
O que preciso agir e de molo firma, ou
determinando a eslr directora como eve prtce
Creiam que se esta directora tem a censoien
cia de baver bedi cump-ido o seo dever, e esta
certa 3 t-rr Mgoido o melor cainioao, de ter
feito o melbor que se podia fazar em prol des
oteases sociaes, ne hum re en amento nem
queixa lera se a substituirdes por quem possa
cer mais feliz.
Pa-a facilitar vosas deliberagao, co o trata-se
de caso urgente, embora em Breve tenha de se
procedeu nova eleigo, esta directora n
cm vossas mos a renuncia dos respectivos c r
g08, K
Aperas visamos o bem social, mesmo como
simples accionista] continuaremos a trabalhar
em p'ol da Companbia.
Este nosso proceoimento nao sign'lica aben
dono, pois nao receiimo3 responsabidade, ape-
n-s procuramos proporcionar maior sc-mmi Je
facilitago a vossa deliberagao.
O que preciso, in speosavel delibf rar o que
se nev fazer, qual a norma de ccuduc'.a a adop-
tar, qual a oneaugo que deve ter a directora,
conferlndo ibe os poderes necessarjos Je acord
com a resolugo que tomardes.
Rstame agradecer- o.j, em nome d. d recle-
ri, a Cjnfiang que Ine teodes prodigalisaoo, e
o en lame apoio ao modo por que iemo= admi-
;;--,-do esta Coratar;b3.
Recife-Juiho de 1892.
CecJiano Mamede Alies Ferrara
larde froirdes resultados vanUjosos que possam se tara oovir aobre o objecto da solemn date e
compensar os grandes saorlflcios qoe a alguna |fim da eonfraiia.
Parecer da :orn3J:s;So fiscal
Srs. accionistas da Jc-mpa'.hia do B'Beribe.
Dnndo cumpnmento ao >ju i dispOe o 2- do
ir.-36 dos estatmpB oesta ^ompaobia examina-
nos a escriplurago cem referencia aos oosjDeios
do anno fiado em 30 de Abril prximo paseado
e temos a satisfogo de dizer-ves que achamol-a
feua regularmente, e 03 balangos apre3entadc3
de p-.-rfcit) record com ella.
A receitu oi de 275:65W"d superior a do
ani^ aneceaente em 21:715*240; e. a despesa
ordlnanT efevoa se a I38:i6i90, resultando
um saldo de 137:190iSO.
ttemeileu Se para Londres :
9000 para a coo'.a de juros e amartisacAo
do emprestimo em ouro al Dezcmbro poximo
pas-ado.
400 Coota geral a Km/wles 4 FBttT, tado
na fxoortancia de 237:938*150.
45:&2'J330 pela acquisigo de iiive:sas pro
priedaoes, por set cor.veoier;te aos in'.eresses da
Companhia, afim de iraze- deltas a'gun que abas
tegam aioda mais os actuares mananciaes.
39:653*3-0 obras novas.
34-34^*300 DMleitoei para as penoas u'.ig-ia.
36:402*130 carvo.
l:3t8^000 de dividendos atraza'lo3, e mais ou-
oulras pequena3 depezas de caracltr
extraordinario.
Para fazer face a taes encargos, teve a illu-tre
dir gao de langar mo dos seguimos nieios :
18:258*890 saldo do anno anterior.
137:190*450 saldo deste anno.
38:665*090 producto da veoda dos materia e
O0V08.
1:743*600 uem de materiaes dnos.
Pagou-se ao Banco de Pernambuco 101:000*
dos U'^iOOO*, qne-se Ibe devia. e tomn se por
emprestlmo ao Ban:o Emissor 286:000* em apo
tices es'.aiuaes que foram caucionadas ao prt-
meiro dos referidos Bancos pora garantadoem
presumo de 197:00)*.
Tu lo isto(on8ta com il.rea da escrip'U'aco
que examinamos.
EUes fados e muius outros veris de.aibada
mete mencionados no relatorio da directora
qu- vos sai ser apresentado.
Permitli, 3ra. acciooiuas, que sobre os nego-
cios da Compaobia fagamos algumas considera-
gas.
Diante da crise que sobrepuja todos os ram:s
de negocio, deveis, facilmeme comprehenderque
a Companhia do Beber.be nao podia escapar os
eeus eff-iios de-de qae ella tem compromissos
em Londres, e para onde forzosamente em po
ca cenas e determinadas tem de fazer reme?;.:-
de a-ulada- qaamias.
Fcil e protxipamente veriam vendis estas
difficuldades se nao tivessem coiocidido c m a
secca que nos ul irnos annes assolou este Estado,
reduziodo a pupnga dos mananciaes, como ludo
minuciosamente dito no relatorio da directo
ra.
Com agua em abundancia, co xcadas em lar-
ga escala noas peonas 'agua cuco sao pedi
das em numero avultado, rauito augmentara a
renda da Cmpanbia, e ento poder-se bia fazer
face aos prejuizos da baixa do cambio e cami-
abarraos desallrontadamea'e.
Faz se pois mister proporcionar os rreios de
ter i.gua em abundancia, consi-aindo as obras
que veobam reforgar corsos mananciaes, rase
para isto conseguir se preciso que techamos
os recursos necessanos.
Outrossim demonstra a experiencia qu? con
vm mudar-se os actuaes byJrometros uas casa3
qe maior consumo, at que liquera de todo remo
vidas as causas perfumadoras do faoccionfcmen-
to delles.
Mas para isso ne:essario prover de recur-
sos, e a directora omito cinsegoio. obten do a
remessa de 1,000 byJrometros qua' em breve
chegaro.
A simples suastituicSo de um c-rto num-rro do
;.yJrometro3, as casas dos grandes consumido-
res, trara om augmento de renda animador, me-
Iborando em moitoa sitnago Baanceira da Com
pa: lia.
So ao mesmo tempo forem reforg^dos os ma-
nanciaes pela add-cao de maicr quanlidade
d'atma, pode-s>ba at:e=der, sem risco nem pe-
rigb de qualquer secca futura, aos inoumero-
pedidos oe pennas o'agaa.
Para levar se, po:m, a iffdito este p'ano, faz-
Be prtci3o toda a voB3a rooperogo, a um pouco
mais de abnegagio.
Longe de uesanlmardes ante a fal'a de divi-
dendo, justa comoensagAo''o vessos cap taes,
pensamos qo< devei3 vos e.-f .rgar, 'od
P'jssivel auto izan lo a digna direcgo es
ettimentos que ella ten em i oais
annes a esta parte tendee feito.
Se crdito d*ta ant.ga emprexa que pela natur za
orna das primeiras entre nos, n'um futuro
talvez, nao mai longiquo, ser vos na dado van
tagensqne compensario os noes.,8 5acnficio3.
Tao gracdioso r.ssuoopto precisa encontra. era
todos i o mais franco e denodaoo apoio
Emendemos necessario dar nos istes esclare-
cimento sobr. a situago da Companbia a.n de
quo po3saes formar com criterio vosso joizo.
Concluiado, propomos qoe as coalas sejatn
approvtdas.
A -.:e cagao, zelo e in'.eresse inexcediveis de
qae a illastre direcgo tem dado constantemente
sobejas provrs e de longa data, sao oTros tan-
tos motivos qoe tendes para continuar a manier
a conlianga qoe nos merece.
Recite, Jnnbo de 1892
loaquim Alies da Fonseca,
Francisco Gurgel do A-mar ul.
Uanoel Martins Fiuza Jnior.
alncete da recelta e despeitor
diarla do lemeilre de 1 de Malo
a 31 de Outubrode 1891.
BECEITA
Recebido de pennas u'agua
Arrecadagc de chafantes
Readimentos iiversos
70:275*740
43:825*230
10:666*700
DESPFZ.V
Aimnistragio, pessoal e esenp-
torio 20:297^600
Pennas l'agua 7 604-OO
Conservago dos mananciaes l:30092o
t.o: --vago das obras lt:63434O
UsiB Dous Irmos 16746*410
Dcepezas geraes 5:lat:*3l0
Ud.-pc-za8 evenlcaes 609*000
espezas judiciaes 1:150*000
6i:499*150
Saldo
Comparacao R ;eita
Em igual semestre de 1886
18S7
1888
1889
1899
1891
DESPEZA
En igual semestre de 1886
. 1887
1883
1889
1899
1891
SALDO
Era igual semestre de 18:6
1887
1883
1S89
1890
1891
V tarde h.ver os actos religiosas do entume
e beogio te3 actos prsenle > ir. bispo dioc-.-aano que
boje s 7 horas da manh celebra missa no alt;.r
dt* Nossa Seobora das Victorias no n ferida
i-reja, destribaiado tarabem a sagrada coraran
nbo ao< meoobroftid? confrai>.
* alado da Porajbn Esae nosso illas
trado collega o vismbo Estado que Ibe d o
nome, e de cuja siupeaso etuo? noticia, bem
como dos motivos qne a determinago em edigo
de 23 do corrente faz a seguale declaragSo :
Emqoanto nao chegar nos o prlo qoe en
commend^mos, resolvemos fazer imprimir a nos-
sa folba as acreditadas 11 mas dos honrados
Srs. Juyrae Sel xas & C.
Durante esse tempo daremos edigoes irregula-
res deste jornal.consideranlo qoe posto qne com
sacrificios, n> devlamos desertar, deixando bal-
do de noticias os nossos numerosos assignantes.
Mais tarde, essa falta ser compensada, pois
p-ocararemos aogxnentar o formato da (olba,
primando sempre na escolha das materias pro
porcionada.
Irmandade do Eaplpllo ranto-Tem
boje lagar o empossamento da nova mesa rege-
dora dessa irmandade.
Jnventnde-Rtalisa hoje i 7 boraa a
noite essa sociedade orna es.'o magna, alim ce
ser emoossada a nova directeria ; e em segurada
---------------1 mesma seseo. Sero os seos sale3 aosrias
124:767^670 j a execugo do sarao _bimestral, Cimposto
de dnaB parles distiuctaa" sendo miciudo pela
concertante segoi oa em com ilemento do dan-
sante, o prazer do mocidade, como aqce'la o
de todas as almas bem formadas.
A festa qoe a distancia sociedade.offerece aos
seo3 aissociados e convidados rene lodos os
p'edicidos de sua divertid agradaul ; pe!o que
I e se o elles develcres de horas paseadas
n'um ambintente de prazeres que se sen.era,
ma-? de nao poierem bem deacrever.
lio; H >i Porlugnei -Entroo de semana
o mordomo Agostinho los da Costa.
Uonpiui Pedro IIEm subiituigo ac Dr
E tevfto Cava'eante, que peiio exonerrgSo, foi
nomeado r e11 jun'a da Santa Casa o Dr. Joao
de Moraes Vieira da Conba para o lugar de el
ru-g i das molheres no Hopilat Pedro II.
Directorio Republicano da Capan
?aRene se hojfs 5 horas da tarde no logar
do cosame tm sesso para tratar de assoraptos
decaracer ug-rale.
Ponte doi Carvalhoe N3se povoado
levanta se hoje a bmdeira da Senbora do Bem
Jo ConselilO, padroeira da respectiva capella.
No di3 segninte corneg-j-o ss novenas, tffe
etnaodo se a festiviilad.,- no domingo prximo.
Caia*eu'd civil -Poi aDxado no du< 27
O director-caixa,
Gra Ulano Martins,
Balancete da recelra e deapeza or
olnaria do senaeiitrc de 1 de \..-
vembro de isii a 30 de Abril de
1H9Z
RECEITA
Recebido de peonas
u'agua 79:648*660
Arrecauago de cha-
far i zes
Reouimentos d.ver
sos
60:268*520
108:01' *3>0
114:109^690
124:061*970
109:346*440
124:767*670
31:745*000
31:915*850
35:091*0:0
-a -on^Mo' d corrente sdltal de p oclama de casamento dos
2?'S.9 8eguiates coatrab-nles no 4 ditricto,
64:499*150
79:797*130
76:O9i460
79.0!8670
65:700*050
50:356*030
60:28*3z0
Admioistragao, pes-
soal e escripiorlo
Pennas U'agui
Coase'rvago d o*s
mananciaes
Conservego das
obras
Dslna D ras l.-mos
espezas geraes
Desp^zas eve.itoaes
Bpesas .udiciaes
55.056*840
16:181*800
IESPEZA
150:887*3 )0
22:454*390
7:599*160
1:239*840
12:304*650
23:632*020
4:895*640
5:400000
1900
Saldo
Em igoa
de 1886 a 1887
Em igual semestre
de 1887 a 1888
Em igual semestre
de 18r*8 1889
Era igual semestre
de 1889 a 1890
En igual semestre
d- 1890 a 1891
Era igual seiroe.-Jre
de 1891 a 1892
Comparogao Rece.ta
semestre
114:817*690
78:196*f00
72:69;*3?0
121:630/650
124:896*770
128371*350
144:393*190
Em igual
ce 1886
Em igual
de 1887
Era igual
de 1888
Em igual
de 1889
130:887*30)
DESPEZA
semestre
a 1887
eri)esire
. 1888
semestre
a 1889
semestre
a 1890
Em igual semestre
de 1890 a 1891
Em igoal semestre
de 1891 a 1892
Era igual semestre
de 1886 a 1887
Em igual eemeslre
de 1887 a 1888
En igual geme-lre
de 1888 a 1889
Era igual emestre
de 1889 a 1890
Era igual semestre
de 1890 a 1891
Em igual stmestre
de 1891 a 1892
28:836*350
33:120*230
30:383*440
57:027*950
66:941*600
78:196*000
SALDO
81:827*840
88:310*420
74:511*330
71:345*400
77:631*690
72:691i3O0
O director caixa
Grcciliano Martins.
Actos offlclaea -Por a 'lo de 19 do cor
reme o .gobernador do Es-ado supprlmio, por
conveniencia do servigo publico, a delegacia d
Sao Benedicto do municipio di Quipap.
mesraa dala forara noraeadas as segrate-?
auloridade ro .ciaes seodo exoneradas as ac-
lue3, Tenentc coronel Joo Nepomuceno da
Silva, para o cargo e delegado -^o rroii.'!,- o de
Limov-iro e Adriano lodrigues de Araijo do mu
nicipio Je Agu.e Bellas.
Era igual oata foram ex>ae ajos, a pedido, o
bacnaiel Alfredo de Gosmo Coelbo, do carjo
de secretario do oretidio de Fernando de Noro-
nha e Thom Jos Marques, do car-.'o de subde-
legada do 3. di8tric o de Amarpgy.
O Eim r. D. Joao EaberardSob
esse titulo pnblicou a Era Nova :
No dia 24 do correle o insigne prelado
oliodeo3e attingio ao 23--anniverari0 de saa or-
dc-nsgo sacerdo ai. N'esses viole e tres anac
que representan! outros tantos annos de glor:
as batalbas pela f, o grande Levita enca n a
coragem paracooinuir na estrada espinbosa que
tem diante de si, no posto de saenricics onde
actualmente o vemos, doutrinando, affervoraodo
as almas que em boa bora foram confiadas aos
leus cuida Jos, com o seo bellisiimo talento e
-eu admiravcl ardor apostlico.
Corvmos-nos reverentes i cite S. Ex;., gloria
do episcopado brazileiro, por essa data quo Ihe
c esperta 'aima to gra'.as cmogOes, e saudaoio
u Dffectuo8amenie.
O Tinififo -Foi destribuido o n 29 hon
tem.
Re:tbemos o respectivo exemplar que nos foi
eflanado.
Agradecidos.
Era rovaFoi deslribuido bontem o n. 29,
cojo exemplar recebemo3 agradecida, s.
Part Katlonal -O Sr. Houri Dtoncle,
antigo redactor chele do Sieele, a?;uraio a di-
recgo d'.-qofllP jorctl parisiense.
onfr l do Wosaia Venbora das
Vict rlss Hoje cominera iW versa rio
-e sea 'undugo essa cenfraria, erecta na motriz
da Bdt Vrta, com missa solemne or-hestra e
na d-> S Ex R.-ma., qc g!bo
l- proclama
De Victor Marqce- -a t ;go. com Francisca
C-Jvalcao'.e Pessca, uior;dores n; fregutza da
Boa 'Vista.
Poltica de P namtiicn-0 ncss-i
collega do Jornal do Rectfe* Dr. Uarti: s J-
nior, leve a delicadeza d.' nos offerecer om
folheto cot.t-raJo a sua resposta Mensagem
qu^ o Eii). Sr governador dirigi oliirna-
noente ao paiz a respeto dos negocios polticos
d'este Estado.
Atbencu Musical Pernambucano
Esta Malmeta agctremiaco soit moua araaob o
seu 11. ancivcrsario rom ura esplendido con-
cert mosi cal, cojo pogramraa abaixo transce-
v mos.
E' urna a'.trahente fesia e para a qual teem en-
v dado todos os e^forgos os dignos representan-
tts da mea. ionada sociedade.
Eis o programm.i :
1.Hymno da AHieneu, pela orchestra-F.
Costa.
2."Ouverlura, Rnha Santa iMbel, pela or-
ebestra- Colas.
3.a-4foi PrxedesSoller.
4 Nou t'amb pi.remaace para bartono peio
Sr. G. Co-.nolcliiTo.-ti.
8.*Travii a, rhntasia para pistn pelO-Sr.
J..s Cair.lcari'.e^-G RoSsari.
6.-Ui bailo in raiisihera, pban!a3ia para vio
lino pelo Sr. U. (i. teAliard.
7.Ritlrtto doetto para fliotas pplos Srs.
Candido Filtra e G. de CastroPapp.
2' paite
8.Celebre S reoata de Mandolinos, Sara ins
trementes ae :::o pizzicatt pelos Srs. S. Pinio,
J. Montero. M. Cielo S. Mello, M. Antonio, I.
Perelra e C. PereiraL. Desormes.
9."-L'nda deClirmcuix, pbantasia pa-:i flauta
peloSr. Canudo FilhoRabbaoi.
0.Ada, phaolaia brilbaate para puno pela
Exrao. Sra D. Lgnacia AvillaG. L-nge.
11. -Uo bailo in maschera, arla para balcno
pelo Sr. G. CamolPtti-Ve-'ri.
12.*L'Enfant Prodigne. dottto para violino e
piano-pelo Srs..-S. Pinto* E. FonseceBeriolt.
13 Pluratasia de concert, para clarioetto
pelo Sr. Bandeira FilhoMirco.
14.-S:iuirarap?, symphonia pela orche3ra
Rossini.
Os ac^rapaubaraentos setaofeitos a piano peles
Sr?. E* Fonseca e Bandeira Filho.
Aosasslaato -No d:a 22 do co rente foi
brbaramente assassinado, no lagar U-ej- de
G-iranliuus, Antonio Alves de Souza por Ji > de
barros orreia Branco e Izias de Barros Cor
lea Branco ; os qaaes log-aram evadir-se.
Ciniennarioil descoberta da
AmericaO congresse dos Estados Unidos
decidi que o qoarto centenario do descobrimento
da America seja celebrado a 21 e nSo a 12 de
Ouiubro, porque o celebre navegador desembar-
eco a 12 de Ootnbro segonio o calendaric Jo
lian. jlla que corresponde ao 21 de u'ubro do
calendario Gregoriaoo.
ESNi-ealcto tioba eseapatfo -aos eruditos co
miles colombianos de Hespanha e Portugal,
diz orna folba deste ultimo paiz.
fllnlstrcs marlllmos=-Sgundo o Ba-
reou Verilas, puranta omez de Juohoperde
rano se 40 navios de vela, a saber: 4 allemes,
4 an.ericaoos, 16 ingleze?, a'genlino, 1 aos-
Brtseo, 1 chileno, 3 dioamarqoezes, 1 fancez.
i boilandez, 2 italianos, 4 noroegnezes e2!
soeces.
Per-Jeram se no mesmo mez 9 vapores, sendo :
1 aileroao, 5 ingletes, 1 belga, 1 b'-asilciro e 1
grego.
fiurrragio Amacha, s 7 1/2 horas do dia,
celebram-se na igreja da Conceigo disMilita es
nlssas pMa alma do grande cidadoManoel Deo-
doro da Fonseca. -
E' orna piedosa lembranga de prenles do il
'ostre tinado, e um preito de amisade da familia
do BarSoda Vicloria.
Pela ramilla Barcos Effectuca-se.
hon'era. Gomo havlomos annanciad), a reonio
dos empregados do foro pora trata rem dos meios
de beneficencia a viuva e lilbos do indiloso e -
crvSo do crime Antonio Burgos Ponce de Len.
NeslB reomao flcaram resolvidas diversas me
didas tendentes a sopitar a i vaso da miseria
no desolado lar da familia do iofrliz Bnrgos
Neste Bentido diversas commis-es foram no
meadas para agenciarem donativoi 'as diversas
feguezias de-la cidade.
Co npre que nenbuma alma caridosi se faste
con correr rara to louvavel 6m, lembraodo-se
de que quem d aos pobres empres'a a Dcur.
R crelstiva AmpblpneaD> hoje om
recreio exiraordinario essa sociedade.
Promovido pelos cirectores do mez qoe o
tem feito de modo a correspooder os creditoj
sociaes, ser esse recr=io om real prazer para
aqoelles qoe d'elle participarem.
Gremio Jooi- Bonifacio Funccicnou
ua quinta-felra .assada, sendo empessada a
nova directora e votada orna consignago hon-
rosa pxpres3a na acta corq referencia eotfl
m-s.) iirovisoiii pelo cabal deseropeubo dado
a 'are'a que he fo-a incurafoida.
l.rnalraenle foi approvedo nm voto de prz r
pelo pa8samento do avd do socio Antonio Ribei
ro, sen lo nomeala oras commisso para asis-
Mr aos buffragios do stimo dia.
K depois de tra'ar de outros a^somplos, foi
encerrada a sesso.
Irmandade do Senbor Bom lesu*
das DoresCelebra s; boje a featadoS'-
oor Bom Jess das Dores, padroro da reta-
rila irmandade, harenio antes, foela mad-ogs-
M, urna rais.-d resada era intet.go dos devotos
que coocorreram fom as suas esmolas para a
referida fests.
A festa pr. priamfciite ccmrgir as 1 horas de
dia, precedida de tercias, orando o Revm. F
Augos o d Imraaculada Gonce go Alves.
A orebestra c nliada ao px-provedor Marcos
Evangltetj Crrela, ter como regente o maes
tro.Joo P. Soares Rosas, qoe levar a mis. a
Liione.
En todos os actos tocar a banda do Arsenal
Ce Guerra.
Tribunal do Jury da elfo Dev-
ser aberu aoiaoo a 4.* seaso ordinaria desse
tribun.l que foocciooa sob a presidencia do Dr.
Joo Joaqoim d? Prelta. Henriqoei, joii de di-
reito do 4.(ii?iricio.
Ai tiara e sorteados para servirrm na mesma
sesso os segrales jotaes de fac o :
Recite
Cdctooo Jos Gotigalves da Fonte-
Jero-r.y do Duarle Rodrigues.
Manoel T ixeira Bistas.
Maocel dos Santos Villaga.
Santo Antonio
J Casado Alcides Lima Jnior.
Marcelino Jos da &>8ta Valeote.
Aodr Porrio Delgado.
Manoe: G ngalves de Barros.
Galdino Antonio Alves Ferreira.'
Jo.,qt::m Ribeiio de Britto.
J.bquira Alves da Silva Jnior.
Alexandre Alves de Mendonga.
Joo Haptista da Costa Pereira.
En sto Soares de Azevedo
Francisco B.telho de Aodrade.
Joc L^indelino Dornellas Cmara.
Pedro Ali xandrrno Maia e Silva.
Firmino Ferreira da Fonseca.
Neio Correia Matiel.
Jns Alvis S-'lazar.
Fritkiio Celetlino de Mecoongo.
Boa Vista
Affcnso F uza de Oliveira.
Macoel Oclaviano de Cirvalho Piolo.
Julio Pires Lobo.
Cleodom Augusto de Albuquirjue Chaves.
AHonso Ftrnandes de Castro Oveira.
Adolpho Teixeira Lopes.
Jo Bod-gues da Silva Duarle.
Jos Irir.o da Silva Santos
Gcga
Sib'.stiSo Angosto Lamenba Los.
Adolpbo Carlos de Mesqoita Pimentel.
Afogados
Fran-isco de Paila e Silva.
Caetano Francisco Du_e;
Manoe! Joaqoim Ramos e Silva.
Peco
Mioervinc. Aulno Flua Lima.
A t nio Francisco Pestaa.
lulpapA' :1ra. bora conftoa-oos ter
smrgido ura movimeuto revola ionario nos mu-
nicipios dt Quipap e Canboiintoo, t ndo bavido
raort8 e fennien'os.
Fallcinoe nos info magOes exactas damos a
noticia cima com toda a reserva.
Casa Feliz Foi ti ndida nesta capital a e
z na 9.2f 1 a 9 270 prt miada Com a sorle gren
de da lueria do do Estado do G io Para txlra
bida bontem.
enlco millar?To]e saperto* do dia
) Sr. capitao Evaristo, e fat ronda de visiu
ora subalterno do 2- batalbo.
O 2* batalho de infantina dar as guardas
dos difieras federaes.
Uaiforme .. 3
Am.mha snperior do iia a.Sr. majar
Meirelles, _-far a rouda de visita ura subal-
terno do 2 baialbo addido a 4' batera.
O 14* bitilo ut iafantaria dar asgaaras
dosediti: os federaes.
Uaiforme n. 6.
"ervloo > policial E' hoje aupepior Ut
di. > eap'lo Caniarelli. j
Ocorpo de palie a lar as cuiris de Pa'a
ci. BWocSo e Thesouro do Ettado.
Uir'ra'nie n. 3.
Aroanb saperior do da o S-. capitao
Montei o.
O crpo de poliia dar as guardas de Pala
co. Deh-BC&o e Tbesoaro do Estado.
Uaiforme n. 7.
Inspectora do 2, dtstrlcto man
tinaoRfcfe, d* 26 Agosto de 1892.
Boietira meteorolgico
tirris Term. cnit- Barmetro Tensao do
n
(a O")
760-,29
761- 46
760-,72
760-39
759-83
VOfMir
17 96
20 78
23,44
2B.44
17,50
Hutni
dade
77
86
94
94
71
grado
24*5
25,'4
:6,M
26/0
235
Temperatura mnima 24*,(0.
Temperatu a moxima 27,00.
Evaporago na 14 horas ao bo '8,'I91 Born
ora 4ra,0
Cbuva 0,:i.-2 u.
Direcgo do vento ESE com iolerropcees tie
SE e E de meianoite at 1 h. e 24 m. da ma
nh ; E e ESE altiuacios al 1 h e 36 m. da
tarde ; ESE cem interro gOJs de E e SE -t
meia oile.
Volocidade media do vento 7-,60 por segando.
Nebalosidade media 0 48
Bo'elira du porto
Pra mar un Das Ho^ai Alturv
baixa mar
f M 26 oc Agosto 705 ta m. ^-20
B. M- 26 de 1 15 da t. 0-45
Passageiros -Cbefados do norte no vapor
caclonal Mdraobc :
^ntcoio da ostu e SiUn, I. Bertet, Jos I. la
Silveira, Olyaipio A. da Silva, Pbilomeoa da Cu
iba Moreira, Len Parcal, Joaquim Salto, Ruar-
le Ma koer, Florentino Psrana, Carlota Rapisar-
r'e, Fernrnio Rapisarde, Jb3c Tieira da Rocha,
W. H. Hiiiler, Laurianode Santa Adalgiza, Jcan-
ra Gcmes da Costa, Angelo Severioo Bezerra,
Rodolfhu Dornellas, Mara F. Cordeiro, Manoel
Nobre, Eleocoro Chaves. Lia Augusta da Veiga
Fnncisco F.-eire, Adolpbo Eugenio Soares, I
praga e 3 vc'onur.?.
Cbegadceda Eu'p3 no vapor irgiez Ta
gcs. :
Gorge S wart, Coaries Fenv/.x, Luiz Manoel
Firreira, Alian Wnle!w, William Bunihan, Do-
m.ngos da Silv?, Maria Olinda Soares, Emita
loares eMagdalena Soare Manoel Gomes O-
veira, Bonifacio U Carvalbo.
LelldesKITec uar-se-h 10 os sezc otes :
Amanh :
Pelo agente Pinto, s 11 horas, co trapiche
Barbcza, de 8.000 saceos com '(anab avinada.
tilssas fnebrestfaYfcJ ceier.rao: 8 :
Amanb :
A'.- 8 boraa.namilriz ub Boa Vista pela alma
de D Maria da Conceigo Alencar.
Lotera de Chro Para Eis os premios
la 18* serie da 52." lotera do Grao-Par ex-
trahida em 27 de A*v.-to de 1892, recebido pela
Casa do Ooro:
IO S 10:000*000
2668 10:000*000
70ch; 6:000*000
29 2:000*006
3292 2:000*000
8379 2:000*000
2359 1 060*000
2752 1:000*000
4097 1 000*000
5772 1:000*000
P636 1:000*000
7276 1:00>*000
77iO 1:060*000
9630 1:000*000
APPROIISIACOBS
9269 1:200*000
9271 1:200*000
2667 800*000
2669 800*000
708 400*000
7086 . 400*000
premiat os com 300*000 os seguinies
Lonco 1
Loo cas ".
-Total 295
Horimento da eofennarta
Teve alia:
Antonio Jos dos San'os.
Hwsaital *edro II O movimenu desla
esiabsli- -aento de caridade i- cargo na Sanie
Casa u. Misericordia do Recule, .do .dia 2C xK
Agosto, foi o segninte :
Exietiem 655
Eutraram 15
Sabiram
Falleceram
Exiatem
- 7e
"9
3
658
------670
lameros :
9261 9262 92>3 OM 9363 9266
9167 9168 9*69
Esto premiados com 200*000 os seguintes
aumeros :
2661 2 62 2663 2C64 S665 2666
2667 2669 2670
EstSo premiados com lOOiOOO os seguate?
aumeros :
7081 708i 7t"83 7084 7 86 7087
7088 7089 709U
Todos os nmeros terminados em 0 eslo
premiados cora 100*000
Todos os nmeros terminados era 8 -eslo
premiados com 100*000
A segrate lotera corre no nm 3 de flcterabro'
de 1892 rara o plano i*- 120.G00SG00
Casa de oetencaatevKueiHO aae ?-
B08 da Cas de BatBBSaodo Rolfe, Estado.-e
Parna,abuoo,.rri 26.d Agosto de.ls92.
Existiam 333 encarara i/StV) 1 asi
au 342.
A sabe: :
faaianam 301, aw!nor-:' 10 astnnaeltvs 31.
-Tottl 342
Arragador 295
Bons 279.
fioent 10
Poram viiitadasas enfermarlas pelos segat
es Dra. : s
Moscoso entrn s 81/2 honu amanhe sa-
nio s 10.
Barres Sobriobo entrn 4: 7 1/4 4a mante
sabio sabio s 8 4/4.
Malaquias entrn s 8 da manb e sibioc
8 1/4.
Berardo ent ou s 11 da maabS e sahio fe
11 1/2 horas.
Arnobio Marques entrn s 8 3/4 Ja maaat
- sahio s 9
Lopes Pesaoa entrou as 8 borau da aanfc
e sabio c 10 1/2
Andrade Lima entrn s 91,4 ta mana e ge
i s 10 1/2.
Vira da Caoba entrou i 10 e sab 12.
Bastes de Oliveira entrou as iOda maatt
e sabio s i2.
O pharmareutico ent cu s 9 i/2 da rnanbL
sthio 2 da tarde.
-'Orillante do phirmacetsl!^ *n*roti6f 8 1.1
bocab a manlie sabio 4a5 1/2 -oras Ua lar
de.
Lotera do Estado do ro ParA-
A 18.* serie da 5*.1 lotera desie Estado cay
premio granee de 120:000*000, *tra extrakit
uo ia4 deSeleibro (sabbado).
Lotera do Estado do Rio Ciraadc
l>po MuEsta lotera cojo oiso- pr-iLio at
10:000*000 ser impretenveiraenie extraoi
no di.- 4 deFt-Mnliro (sabbadoi.
Lotera do Estado do Cear A?
parte da 1 Iptfra *n e*iado .do Cear, (Kmi-
premio grkd6 de 50:000*000 ser extrauiac
imprcterivelmenieno diu 15 de Sctembro (qois-
ta-feira).
Lotera o Estado do Marantiae
A 19a serie .d 7a lotena leste estado, s-ndoc
premio grande de 300:000*000, ser imprelen
velmeate extrbida-tifdia4 deA^o.-to (qnartt-
faira).
Lotera do Estado de Minas te
raesA 4" paTte da 8 loieria. deste estaiSr
com o maior premio de 36:060aOO0. teH extra-
oda impreterivelmeote, no da 30 do corrate
le-ga feira.
Comiterlo TuBHcoOb'.u.rio do diaffc
de Agosto de 1892 :
Mana Joaquina, Percarabuco, 80 .naos, dota
Gaga, decrepde.
M ;ria, P^rnambnr-p, 4 mezts, Boa Vista, felft:
palustre.
Un-feto do sexo ficiniao.Pernambuco, Sacfo
Antonio, ao nestr.
Manoel. Pernarobnco, 6 rfifte?,S. Jof/enle-
rite.
Joaqoim Antonio de Barros, Peraambnco, 8t-
annos, viuvo, p.ralysia geni.
Jote Alveg Piguerro, BeraanotMico, 37 a:ino&.
solleiro, Boi Vista,.anemia.
Manoel, Cear, 4 annos, Boa-Vi-ta.
Vioter, Pernambnco, 20 das, Bca Vista, col
vultes.
Severino Jos, Pernamoocc, 5 mezes, B.a Tf
ta. eoQvuUoes.
COHBUHICAMS
SlogUtra O hrnol do Recife atoispinbcu se dimasiact
cote as d spre'.enc.osr.s considerscOes quo fitt-
moi a proposito ta censura por elle l^ita ao-5-
veroo do Estado pela suprfsjao'do.- joizes 4ir
trictaes eleitc?.
Justilicamos mais osen mo hjmor do qua t
apiuio-que sustenta. O J mal, a'-osiucasi
lalviz a s vsr. me onarus, mo. ira-oe in-iap^c
de eonbecer entitceotas d.fforeBte3.
PorlaDto, quem quer que sojamos, no c
do Jornal iomoi contentes, por que estarnas at
lado da maior e mais sensata oplnio 'sobrr- t
actual aciministrago do Estado ; e-do lagar foi
modestamente cecupamos na qne 18o d-.i-iamit
?.o Jornal do Reotfe a. mais -impla berdade Cx.
apreci: gao do nosso carcter e do movel queme
condnz pruna.
Cada om em seu papel.
Dlssemos qoe a existencia (o 7orna proco**
toda siguificag'ao da palavra) des juizes de dor-
trictos dependa da Uxagao de sets veQCimefc-
to=, como estes soprOem om orgamenlo regule
e concluimos com a ConslL ugo do Estadc e k*
de 9 de Novembro en. t2 de 3 do corrente-:
I*, qne nao bavtcdo orgameuto municipal nc
fosse considerado aquelles vencimentos, esta
falta trazia a impossibilidade do p-ovimeau
d-'aqoefles joizes; 2-que nestas caadigdos se
restava ao governo em obediencia ao art. i B
da ConsUtwgao e le de Novembio, maotsr as
servigos anteriores at qneas reformas respeoli-
vas fossem feitas definitivamente.
Mas o Jornal cenfnnde esserprovrmento de cj
cogitamos com a institnig que o exige, 4a
mesara modo porque, na discosso do art. P
disporigfs transitorias da lei 32, a proposita Oa
dissolugo-dos conceibos muoicipaes, confundir
limites de municipios, com as extreea-
dades, sem duvida, d03 concelbeiro' para ebe-
gar concluES a que chegou de que os aCat-or
monicipios com seos limites, ieaportavam ai
concelheiros j eleitos e, pois, com ssosIjmt
que outros nSo sSo, seno-as extremidades nata-
raes isto da cabega a pona do dedo maxirx
do p, ele, etc.
E o Jornol coefunde to somonte parada eaa-
fuso tirar cotivo para no callar-se.
Nao, saiba o Jornal, pro7imento de qoalqoer
emprego dependen'e das cotidigOes pre-e;L}-
lecidas para elle, e, assim como o Jo: nal gasta
de parellismo destro 4a propria lei, l vai ue
em nosso apoio : salvo dispos^glo excepcional,
o provimeoto ae am officra de justiga nio se aa-
torisa simples -ente pela crea,o deste ; elle da-
se ta d pois de salisfeitas ootras < x'gencias de
el, tses cono exame de habiluaco, coccire,
tnstailago do municipio, si se trata de noval
cir'omscripgOes, etc.
Do mesmo modo, creando a Coastittigo d
Estado o lagares de joiz s dislrictaes ; veio a
lei de 9 de Novembio e o. 31 ar. 33 em ha^
moma com o ar'. 112 da rae*ma Con3titoigao,
mandn que aeleigSo oa nomeagno de taes jot-
zes se Bzesse depois de Ibes ser marcade
pelo concelho 0 rrspettivo orJtaado.
Logo, foi :oodigo suspensira para taex
nomeag-'s (contracto segundo b Jornal) a d;ter-
minagSo do crdenao.
E o Jornal bem eccheee o pspe), qnenes ene
tractos representa a condigo suspensiva.
Anda mais.estabeleeenoo aCoostituigo, oaa
vimos, que a-tSJwaio d*e ode*l*do*prcedesse
nome.-gao dos jdtzes, veio a MEM(R4VEL '
v.

i


Diario de Pertiaibco Domingo 28 de Agosto de 1892
V
M
SI me delar e.-te pieceito constitucional, dista i c
so art. 1 das fat.dtcas iisp?. T aasi'. D. 3qae-
devera o coocelbo consignar no respectivo orea
meoto, ordenado ra-oavel para caJajou de dis
rielo, etc.
Ora, nao exiitiodo esre orcamento, onde tives
tem sido consignados os tal'ado? venciment?.
onde e como justificar se a oomeagao f ita do-
juixes, se nao e ( no prcprio acto di no > ea
(So t Mas esta foi precoce, fci irra, tao pode
ferar' itrettof.
E, ee como diz o Jemal > n meac&e om ccn
Irado entre comeados e nomeantss; se para es
ae contracto a lei .stabelicencondicaoesseocial
mente suspensiva, flxacao previa de ordenado ;
se essa coodicao nao cbegoua seo complemsnto,
seja rasoavel o Jornal e?qorri por momento es
ta paixao partidaria que o demina e convenc
que o contracto cao eslava perfeito e acabado e,
pois, podia e devia ser rescenaido para regola
riJade da administracSo sem p-ejuiso de direi
tos adquiridos que nao havia para urna das par
tes, como sem respoosabilidade pira ontra pela
recisao.
S o pariidarismo o mals obsecado, contra to
das as leis da lgica procurar afaslar do bom
senso, essa conclusao.
Um outr paralleli-mo :
A cuostituigao no art. 115, creen um Tribunal
de Jo'ig.1 administrativa; mas pela infl xSo do
verbo empregadaOrganisarse ha com o mais
do art. obvio que a Constituicao fez depender a
existencia (sempre a existencia) desse Tribunal
dascondicOes de de hracode sua competencia.
oomero de seus memoro?, proceros para s n
fulgamentos, etc. ; todo regulado por le espe-
cial.
Acbaria o Jornal legitima a installacSo do Tri
bon3l antes dessa lei especial onde Lesera satis-
fettas as recommendages daCon-tUu'c) semen
te per qne esta o creoo ?
Pois bem, do mesmo modo, es jo i ? cread a
pela C nstituicao, s pjd ra: ser nomeados de
pois da le que der Ihes vencimientos, condicao
corno aquella de sua existencia.
O Jornal para resolver a snppoOa difficuldade
lembra n alvilre de remover-se a verba de paga
mentu de jo;. s substitutos e municipaee. para
pagamento*dos juixes disrictaes.
Mas se isso se realisasse, f teria um mrito,,
o de acrnmular mais orna iilegali ade aquella*
da :onaervacao di s ltimos juies.
Onde a lei que autorlsa o goveroader ao menos
abrir crditos e muito m' nos transpor servicos
de nm .s para oct.as verbas orcamentarias f
No entaoto cor.liecenaee que para : s columnas
do Jornal, tedo esforco sera baldado, parr de
monstrar o sen erro ptenle a lei como sua io
instiga para com o gove nador. A ignorancia
calculada t proposita! seri sea pre iovensivel 1
E --pinhou se tambem um poa^o o Jornal com o
qmlificarmos e pouco correcto o icio da juma
goveroativa, mandando por decreto (sublinba o
Jornal; le 23 de Fevereiro que os juzes snbsti
tolos muuicipaes accomulassem a juri.-dicao
dos juies de pa* que extingui.
Tambem nao tem razaoo Jornal no-seo repito.
A fallada junta apesar de governo revolucio
nario- como denomioou-se, tambem chan.ru se
governo cog titacioo-'.
Abracou sem reservas a Conslitoic&o de 17 de
Jonbo era portanto por esta mero poder execsii
vo, qoando nao fosse pela naturesa de sua orga
_ nrsacao simples governo de expediente.
Se asfim s pedera cumprir e.fazer enm
prir as leis e nunca legi lar, porque este poder
pelaConstituigo abrigada e cabe ao Coogres
io.
0-a, crear e extinguir emprego?, creas com
p tenrhs, denir jurisdices, c cabe as feis ;
prerogativa do pidr legislativo.
Por consegoin'.e nao t nba a junta r< mpetec-
c a para extingir logares prerx;stentes p r leis
interiore--; nao poda ampliar jurisdlcao dos
ires oostilulos e municipae?, cmolez.
A p'< p--a le de 9 te Nevfmbro nao Ibe apa-
ri,ibar4 o procedan en o, por que se elU impu-
ramente extingui es juiz 8 Je paz pela subs-
titugao qne lhe deu com os jaizei de dist-ieto?,
qat 11 u deveriam permanecer atea eleic&o e
p se di s'es ; ibJa m smo nos termes do decre-
o Federal n. 8.1 ue 13 de Outcbro de 1890. avi
sos de 6 de J.neiro de 1891 centros; lels-e de-
cisOes anteriores, mandada observar pela Coas-
lituisSo art. 119 e da cit. lei de 9 de Novembro,
at que os cervicos fossem denitivameole (Tga
nisados.
Ei8 porque cae acbames corredj o procedi-
mento da junta.
PERNAHBDCO
Prado Pernambuc mo
Parecer da coannisso fi>eal
Srs. accionistas.Compriodo o que Jetermioa
o 2 do art. 15 de nossos estatutos, vmos apre
eutar vos o nosso parecer soDre as cjnlas de
nossa sociedade e re!ativo3 ao an io sjcial fin Jo
o 30 Je Jjabo ultimo.
A escnp'u-ag) dd .-orieade est feta com
6e;o e clareza o que p mettio o exame e ven
fleacao de todo o movimaoto occorrido dnraate o
referido anno 0 ial, cum a maior facilidade e
contento nosso.
Como veris pelo.i balanQO^ e demoistrages
da conta Lucros 4 Perdas, nao tesos motivos
para regosijirmo nos pelos res talos otitids no
anno fiado ; ao contrario foram elles de oraem
a entristecer nrs, pois o oVbo da conta de Lu
cros A Perdas- que era no anno anterior de
Ri. 25:118*570, foi ele\ado a este aano a......
Rs. 30:982667. bavendo diversas causas concur-
rido pira e-te resultado-
A recita da sociedade foi de Rs. 6:5104100
distribuida pela seeuinte forma :
Corridas : 1. secestre 3187*760
Eme omentos 1.*
2.'
Alu,n-'s
2 52350
138*000
6i5*O0O
5:711*300
783000
16000
6:510300
A desp sa'e p'ejuizoi bavidoa. e au;i se ele
vam importancia de Rs. 16:810*587, sao assim
dec-imniados:
Pcsprzas geraes: !. se
mestre
d;di8, oeveui estudar eaameut- o a:sumpto,
para que nao morra o turf entre lc-:, qne tan
tos sacrificios, tem costado.
Concluindo somos de parecer que deven ser
approvadas as contas aprsenla as pela directo
na.rqu' ine seja consignada un voto de louvor,
pelj xeij e d.-dic-co com que tem curado dos
lut-ris 3 >ia fociedade.
flecitt, 30 de Julbpde 1892
J caquin da Costa Maia.
F ancisco de Souzi Reis.
J.So V.-tor da Craz Alfarrp.
RSL\TOA13
Srs. accionistas.Satisfazendo ao disposto ne
g 9. do ar>. 10.* de nossos estatutos,compre-nos
reiatarvos o occorileo durante o anno social fio-
do 30 de Junbo prximo paesado e aoresenur-
vo3 o respectivo balice'.
N :;liuria alteracSo bouve na direcoria e om-
miss) fiscal.
Oa.'ante o snso social, reallsaram se 16 ;orri
das, das quaee s a 10.*, deu resulta.lo negativo,
nao ch^garxio entretanto, o lucro das ciernis
para occorrer as deaaezas da 60cifdade, o que
deu Ine r a que tives^emos, arnda o'esta vez, de
contrabir um pequeo emprestimo pira aqojelle
tiiii, romo udo podereis vericar dos balangos
anoexos.
Fez a sociedade acquisicii nja> se do rerjio do?
terrenos do L'icca ero que se actia situado o nosso
Prado e que pertsnciam aos herdeiros de Sm
plicio Rodrigue Campello como tambem de ou
tros mais e de I^urra? casas contiguas.
Estando perf-itamente conforme esta directora
com o parecer da coxmissdo fiscal, vem pedir-
vos autonsagao para proceder de accordo com o
mesaio.
Divido a falta do gosto que reina actualnente
entre ni p-las corridas, o qie tem uclni 'o
para o eafraqucimeniB e visivel Jecilencia de
no3,-c turf, foram apenas dUtriOoidos acs Srs
proprietorios p-emios na inportancia de.......
Rs. 33:70*000
Apresentanlo-voi o relatorio chamamos a vos-
sa atteogo para os anoexos demonstratios d>
balanco de corita de Lncros e perdas os quaes
obmetto a vossa coosideragao, pedlndo vos ap-
provapo dan ronlas do aoDO social que fiuou
Recirp, 25 e Agosto d<- 1892
Joi Joaquim Alves,
Secre'ario.
Hulaiiro geral do Pni io Peruambu
cano, .m 90 tfe Julhii de 189*
Activo
lmmoveis
Cjcbeira e ensilrumento
Arcbbancadas ,
l." pareoPirahyPirataJapouei.
2.' pr.reoMirante -Olyie ~A-!y.-
3.- pareo -clemTurco IITupy.
4^- pareo Petropolis IICyclone
Regente.
5.- pareo--Danubio GraiienD. Af-
fonso.
6.' pareo Maraoguape Pyrilampo
Saa-Soaci.
7.- parejPbariseuFlautista Mou-
risco^
M&ANTE
Fci vendido por 7001000 eas-e animal.
latrmam nos que o seu propriotario foi
a isso levado pelo aborrecimento ou nlo
confoFxnacjSo pr,ticas fus eutendem abu
sivas.
J hoja o Mirante, pois, vai correr
conU de novo proprietano.
Jusiga a pagar
miniado executivo e
para pagar ou dar Kens i penbora, disse que
nao pagava, oem davbens a penho a. aceres
ceutaod j que a Compaobi < nao ii ha dinheiro.
E' asiim que a Companb a recebe o dinbeirc
albeiq frete, e nao d conta !
E ainda leve a coragem o sen agente de direr.
que entregou o di beiro na Aifinde^, sem, na nm a can indicado.
do ao Sr.rKellr ja,id.*de a n>Precerem na mesma reai-
dencia as 7 horas da noite de doming
8 do crrente, rf ra tratarom de infere*
S'.b politiooa.
Ficam, portanto convidados todos aquel-
tes que a iajso li^arem importancia para
fma da le, apreseoUr recibo com declaraco
especial de ser diGbeiro, que podia eer de
ro Hado na Casa f jrw ., e nunca em armaxem
como outre genero qualquer.
Os autos ejto no entono do escrivo Ma-
ch.do.
Vai sem comme.vo.
O publico que avclie da boa fe da Compa <|
nbia e seos agenies, e acautlese.
Reciie, 26 de Agosto de 1892-
A P.
fl| Notas de sentimento
Ordenados l. semestre
2.
CoBservacc. 1* semestre
2.
Jcros & D:iCootus i.* se-
mestre
2
Co*rid8 semestre
D pieciagao 1.* semestre
2.
2:535*700
578*000
1:070*000
849J0JO
1:156*400
796*950
675*78)
822*860
3231*710
3:06*385
3:173*700
1:910*00
1.953*350
1-498*640
2;010<60
6:294*296
16.840*586
COMERCIO
Isa Comnerclal de Peraam
bHCO
3OTAC0K8 OFFICUES DA JUNTA D08 COK
BSTOBE8
Praa doRefe, 27 de Agotio ele 1892.
Nao be uve cota gao.
O presidente,
Eduardo Dubeux.
O secretario,
Augusto Pinto de Lamos.
atablo
PBA.1A DO BECIFK
Os bancos mantiveram [at ao ftebar do dia a
taxa de 107/8.
Em papel particular nao conston transaegao.
O mercado fecbon com Undencia duvidosa.
PKAgA DO RIO DK JANEIhO
11 d bancarlo 11 1/6 particular.
Cotaces de gneros
aSSDC.'B
Para o agricultor
Como vos demonstramos e se teriScs, a des
peza do 2 "semestre foi diminuida consideravel-
mente e para isto concarreu grandemente a re-
nuncia que fizer m os Srs. directores do direito
que tlnbam a >eos ordenados o que para bu-
var.
A commisso de parecer qu" auioriseis a di
recteria a naj fazer os descon:os de depreciago.
que tem figurado nos balangos, emqoaoio n&o
tttttver saldada a conta de Lu^ro^ & Perdas,
to que assim. continuindo a procder-se, jamis
lera a socledaie resultados bastantes para f zer
tace a esta imporiamia, que como veden momou
este anno a Rs. 6:294*294.
A directora fez a:qu sgo das restamos par
es do terreno do Larca, em qi<- esta i>ituaao o
u sso Prado e que penen :ia*u aos herdeiros Simplicio Rolngues Campell .assim como de
oul'os terrenos e casas onli^ua?, ftcaBJo por-
tanto ele ala a nossa conta de immovei* a.....
Rs 9:482*080.
Pensa a commisso fiscal qu o a entra
tos n&o tem camiobado como e-a para desejar.
eoocorrendo em grande parte para este resulta lo,
a insignificancia dos pn mos, que tao ofTrecid.s
: os propri-tarios. B' verJaJe qne os resultados
obitidos pelas soeie.fcdes sportivas, nao ten pro-
meltido que se fcain m>-lbo es uff s a commisso que a directora do P.ado con
jooctamenle com as directo ias das outras socie-
Foram
C O.
TA. JKLLA DAS (CMTRADA8 Dg ASSO'IAS K AL
GODAO
Me* de Agotto
Semovente
Movis e utensilios
Raa, e cercos
Lucros e perdas
Ddpos to da Di-'CtO'ii
Ooras nova*
Acges amortisadas
lia i xa
Passivo
Capital /
Caugao da direc oria
Cedres diversos
Fundo de beneficencia
9:432W'80
3.631*356
19 303*092
120*000
1:702*122
17 458*433
3D.*382G7
3:000*000
4 202*952
1:150*000
748*i76
101:781*180
75O0(-*0O0
3:00 *000
22:731*18(1
1:050*000
101:781*180
S.E.4C
Reci e, 30 de Juobi de 1892.
F-aaci8co 6ouveia,
Guardalivro8.
SPORT

aippodrono ds> Campo Grande
U pitoresco prado ao Cvory Grande
erloctua boje a ana 24 corrida.
A reuuiSo deve ser ruimaroBa-.
O progrmala da fasta hfppica convida,
e a inscrip^ao da oorridi attrabente, em
verdade.
F isso foriui um cjrvjjncto de predica
dos para ofdctividade duqaalla oosea anV
maclo potencial.
A*lardemos o fa:to.
PALPITES
Slo estas os que temos a ofjjrecar aos
amador ea.
i'tttLiatMS 4 PKBiOO
A' pra^a
Referiodo se aos cerucados abaixo publica
oks, as signatarios, fab icntej e negociantes de
rap", cigarros a outros preparados de fume, ten-
do sempre usado no gyro da sua sociedade da
(i ma feuron 4 C, ra quilidade 't seo3 legi-
timas succe^sores, a.qual gurou constaste e
inalter^velmente cemo denominagj aa sua so-
ciedade, aiabam de modifical-a adoptando a fir-
niBorel 4 C.fubctssores de Meuron & C,
a'im da coofcrxar-se ao disposto no teceto n.
916 de 24 de guu >ro dr 1890, acbando se ji re-
gistrada a Qjva firma ea meretissima Junta Com-
mercial desta Capital e Pernambuco. desde o
da 27 de Maio p oximo passado.
O* mismos atiaixi asiitOados, visto ter ae
c-ntinnar a sua soiedade com os proprios ne-
cios que a compuub m sob a arma M uroo A
Comp., e ter ella de proseguir em o fibrico e
negocios de todos os seus productos, sob aa mes-
mas condicoes, requereram a annetagao das suas
amibas marcas de fdbrica, que subsisten) as
mismas, sem alte.', gao alguma, e contionam a
perieaccr-luss sab todas .sgaranias cutorga
Jas per lei, na rma do decreto o. 3346
de 14 de Outubro sido oestes ter-
mos feta a compleme aunouco na mentis;i-
ma Jaota Cosmerciul. rtn 3i do referido m>.z
de Maio.
E para que se oru'i ira maior puolicidade
qut.nto acabam de expor, fazcm o presente an
nuncio.
Peraambncj, 27 de Agesto de 1892 Meuroa
A C
Cerlidao do registro do contracto da nova
firma soc al
O presente contracto efe soedade, escrip'o
:g sete fulbaa de papal, por mim numeradas e
rubricadas, merece fe e archivada em virtude
do despacho da Meritissima Juma Commerciat
. m sessao de 27 de Mato do correte anno.
'.-gou l*C0O de um parecer
Secretaria da Junta Coaimerciel do Recife, 2
de Juoho de 1892.
Oiffieial maior.
Rcdolpho Alberto Sveira.
Certido do regictro deannotaifio e traasfcrencia
da marca de fabrica n. 292
De. laro, em. cumplimento do despacho da
Junta Commercial. em stssao de 21 do correte,
proferido na petigo de Borel A C, e de confer-
m dade com o final do art. 13 do decreto n 3346
de 14 de Orobio de i-87-, qie a nra-ca. retro,
registrada sob n. 292. .a perienceudo a firma
Rorel & C-, (successores de Meuroo & C.) su
b-:i lindo em todo a referida marca: deque
pa'a tonstar fago a presente n ta.
Foi pago de sello divid m importancia de
1*250. como se v da respeUiva verba.
Secretaria da Junta Commercial do Recife.
Vil de Maio de 1892.
\ O secretaaio,
Joaquim Theolcoio Soares de vjar.
K" com a Pael0c Se ilon Company
D.- Portugal o anno passaao se enandou pelo
vapor S:>ra:a> 48, dinheiro em especie para
ser entregue A.fe o da Mais Fessoa, e apre
sentado aqui o ronhecimeo'o ;lo qual constava
se haver pazo i t de frete) aos agentes da Gom-
panhia, os s-s Wii'on. Sjiis 4 C. reprsenla
dos pelo Sr. J. G. K ller. nao foram entregues as
t 48, e proposta a a "gao allegaram que Alfredo
Oarllgo de boje
Qiasi no final deste arligo. vem urna receita
banbos fros ou mornes que ffjra dade por
mm aos vlcliaos, c mais umaa letras que n^o
formam palafra. Nada disto meo, us fim
intercallamen'o, em censeqoencia de um p.qoe
no bdlo que se deu no artigo, por e.tar raui os
das na gal;5 sem imn:esso
R;ci!e, 27 de Abril de 1892
Affonso e Aftu merque Mello.
AgT:deci ntnto
Elme Pancnvre, capito do vapor francez
Santa-P da Companhia Ch.'rgeurs Renn.s,
vem por este meto testemonhar publicamente to-
do o sen reconhericneaio pelos expentaoeos soc
corros que Iba foram prestidos, tanto pelas au-
toridades do pas camo pelas eslrao^eiras, na oc
easio do terrivel incendio que se desenvolveu
inopinadamente a bordo do Santa F, na larde
de 23 do orr nte, cora a coasaiencia que os
inexcediveis esforgos de todos, concorreram pe-
derosameote para miiorar o; im riensas prejui-
ios resultan lo destc av-plorave' simstro.
Pernambuco, 27 de Ag*o d.- 1892.
E P-octvre.
,mlm$
A jnoia do Daetello do tacalhao a roa
Duque de Caxias n. 3$, vem respeii('?a
m'ne cumpnmer.t.ir ao seo sepre
umbralo eorrelgionario, Aaguto da
Ro. ha Le'! pelo ben fe z aoniversario.
Hoie bem cedo.
Rtcife, 28 de .'gjslo de 189i.
A Directora.
A<> cointaercio e aa
pab ico
D-c!ar..ir' s a todos os aoacs fregueses
at> c:mnercio e ao potriieo em geral que
dettk duta em diaoie dfJxa d; ser oosso
empregado o Sr A t >nio Poreira Lipes
e ista por irregularidades commettidas
pelo mismo Sr. rio exercicio de tiea car-
gos, pelo que Iba retiramos o poderes
que lhe foram coofiridos na pr^curaca >
que ao masnohavum sp^smd).
'Recife, 27 de Agi.t de 1S92.
Botelho & C.
.------- *-rmgts*i-
Belarmiao Qong^'ves de Albuqaerqae,
p>r m .tivos particulares avisa ao com-
mercio ern geral e a qmlqier pessoa em
particu'ar que nao sa reap-msabiliaa. pelo
pagamento de qualquer objecto compra
do em seu nome, e par^ evitar duvidas,
nSo aeaignar biihete ou curta autborisan-
do a entreg* sob sua responsabilidade
quantia alguma, seja em dinheiro ou em
mercadorifcs
Recife, 27 de Ag1Bto.
------------- Arrayal
Na noite de 2) do corrente. conforme
foi publicado no Sitad > de Pernambuco
do m-.smo dia, reiniram se n> residencia
nao era pesaoi compstrnte para receber^quejdo tenentb-coronel Deodato Torres, di-
tinham entregue o dei-o na Alfandega, mas|vers08 amlgoa habitante8 do rrayal e .
Arrayal, 26 de Agosti da 1892.
PdtriioniG de Nossa Senhon
da Pie!ade
O administrador actual do patrimonic
de Nojm Senhora da Piedade, reguesia
de Mribeca, teodo de proceder a divi-
sSo dos terreos em sitios de plantario
para arrendal os a diversos pretendeotes
que o tm procurado ; roga a todas as
pessoag que te acham de posse de terre-
nos perteneeutes ao mesmo patrimonio s
sirva., de apresectar. dentro do praso m
30 dias a contar desta data, es ttulos ou
documente comproDatorios de seus con-
tractos de aforatnentos placitados ou a.-r
reodamentos, afim de Ihes serem reconhe-
ciiob seus d'reitos ; do eontrario, e find*
o praso cima, nao te attender a roela
macao alguma.
O referido administrador pode eer pro-
curado co edificio contiguo ao convente,
ou ra oe Pedro Affjoso n. 59, 1- an-
dar, das 8 horas da manhS s 3 da tanta.
Convento da Piedade, 10 de Agosta
de 1892.
ED1TAES
sem a; r sentar recibo, e atioal sendo a Compa
Dim condeainaua peto Superio* Tribunal de
exportados at 14 o torrente 107 HtO | Na barcaga Hara Olympia, para Macei,
carregou :
J. Souza 90 eaixas com 2 070 Kilos de saba i e
30 di tu com 360 dito; d- sabouete.
.N bariijga itiij'iky, pa_a Pa-aiiyha, carre-
gon :
loa i Souza, 200 eaixas com 4,600 kilos de
mMo.
Hi barcga Minerana, para S. Miguel, car-
egaram : .
P. Ferreira A C, 4 eaixas com 80 kilos de
sabio.
Entradas
ranco por 15 kilos. 9*030 a 11*000
Someoos, dem dem. -. 6*500 7*500
Miscavado idem dem 3*000 a 6000
B-cto secco ao sol idem idem. 3*000 a 4JOO0
Rtame idem iflem .... 1*700 a 2*200
Mercado mmto animado.
At 14 do correte foram exportadas 11.132 .
saceos e 1906 barricas de asEurarbranco pesando
751.708 kilos.
Algoilao
Nao cons'a negocio.
\t 14 lo correnje foram exportados 4682 >ac
cas e 1960 f.rdos dealgodao peaand'.. 6n.l50kt>
03-
- Borradaa
jota se nominal a 30*000 por 15 kilo?.
Carnauba
.'ota se a 11*080 por 15 kilos nominal.
Carocos de mamona
Cota-se a 2*400 por 15 kilos.
Coaros
toceos aigadod na base de 15 kilos a 650 ais.
verdes nominal 360 ris.
.V 14 io correte foram exportado^ 3.148 on-
ros.
le
?,r p.pa de 480 iifos 8>)*O0O ba falta no mer
ado.
Al^oel
Por pipa de *0 litr-a de 260*000.
Foram exportadas at 14 'o nrrente. U9 [li-
pas.
Agurdente
-or pipa de 480 litros 180*000
At 14 do correte toram exporta-' s 988 pi
SIS.
larcagas .....
'apores......
voimacs.....
istrada de Ferro Central
dem de S. Francisco
tdem do Limosiro. .
Soturna.....
AS8U-
car
Dias i a 20 1 a 25 1 a 23 i a 24 i a 23 i 122 Saceos 1235 140 2S2 20.3 110
3780
Algo-
cto
Saccas
500
55
687
269
620
357
2488
Kxpoirt!r-.f:.
RECirs, 25 DI AO08T0 :e
Para o exterior
bVZ
No vapor ameritiano Vigilancia, pira N;W-
Yoik carrejar, m :
Abe Stein A C, l.COO couros seceos salgados
Ivcom 12,000 k I.]--.
No vapo: allemao Tijuca, para Himburgo,
carregou '
J. M. da Costa, i caixa com l.COO eharu 03.
Para Bremen, carregao:
V. Neeseo, 1,311 couros seceos salgados com
13.732 kilos.
Para o interior
No vapor icglez Euchanterss, para Santos,
"carregaram ;
S. Nogoeira 4 C 32,000 litros de saL
Conpaobia Re&aadora M. Assucareira, 800
saceo com 48,O0G kilos deassuoar mascavdo
Para Rio de Janeiro, carregaram :
J. de S Leita, 500 sa :cos com 30,000 kiios
kle caregas ae algo c.
Compaohia D. Central, 20 pipas com 9,600
F&aia da Alfandega
SEMANA DE 29 DE AGOSTO A 3 DE KTEJIB80
Dfc 1892
%
Cota
Carneo* de alcod
-e a 40 ris por 15 kilos.
tros de ahool e 21 ittUs com 10,080 ditos de
agoarJeote.
No vapor americano Vigilancia, para P.r,
Carretra-am :
J. Americo, 300 s ecos com 18,000 kilos de
milco e 3 eaixas rom 700 kilos de queijo na
cional
Ctfli A Barboa. 68 saceos c,m 6 186 kilos
de assucar branco.
N> vapor natlooal Bebmbe, para Cea',
carregarsm :
M. Borge: A C, 2 barra com 160 litros de
rmi.
A. F S-m A O 24 eaixas com 192 l.tros
ae geoebra e 21 arris com 900 ditos de vinagre.
H. Franc;, 120 sancos com farioha de iran-
dioca.
Para Nctal, carregaram :
*. b. 8im6e* A C, 10 garrafn com 160 litros
de gtoebra e tO eaixas com 80 litros de capil.
J. Siuza. 20 eaixas rom 460 kilos le sabao.
Para A'acalj, carregon :
M. Franco, 66 paos de jangada.
Para Macao, carregou-:
J M de OliVcra, 4 eaixas com 220 litros de
ale Mi.
No hiate naciocal Deu te Guarde, para Ma-
cao, carregar.m :
Companbia de Estiva, 30) saceos com farinha
de mandioca.
P. Alves C II barricas com 996 kilos de
assucar refinado e ditas com 1.665 ditos de
lito bisneo.
Pan A-acaty, carregou :
J M aa Costa Carvalbo, 50 saceos com laaba
de mandi'cs.
Alcool (litrc....... 583
Algodo em rana ikiloi ... 666
Arroz com csea u..o) 90
Aasucar relinado ailoj .... 760
Assucar branco ikUj MI
Assucar maecavado .kilo) ... 2S6
Jatos de mamonas (kilo) 730
iorracnade leito mangab. (kilo) 200
Cachaga ... 343
Couros seceos espichados {kilo) 654
loaros seceos salgados (kiioj 594
uros verdes (kilol..... 320
Connnos (um)....... < 48/0
-urotos de aigodSc (Ifio) i5
;arrapate:r;; (Jloj ... i0
Jaco (kilo) .... ido
Jjif bom (klkJj t*2O0
*M reslolho (Koi i000
Jaf moldo (kilo)...... t*4(K)
Jarnaba (kilo ... I 666
Cera em velas (lio). 640
Uitu em bruto ou preparada (kilo) 800
hJanna (litro)...... 343
Cal (litro)....... 10
Crvao de CardiiT (tou.i 17*00(1
/arinca Uo rmadiocs li'^( i 50
Senebra i litro)...... 293
iraxa (sebo) ... ... 633
aboraedy (em folnai klo Ifti
Lcite de mangabeira (kilo) (46
Mel (litro)....... 68i
ilho (kilo..... 80
t'hosphato de ca da Usa Ra*i (tone-
lada) ......... 11*1X10
Pelie de cabra (ceolo)...... (87*000
Pelle decaruciro (cento) .... I45u0f>
Jementedecaraaia (tr.vLa) 53
sola (rneio)...... 44500
Sement de carrapateira (kilo) 130
Sebo.......... 700
Stearina em velas (kilo) .... i*00>
rataicua (kilo)...... 40
Tahuas de amareiio em pranciiocs
(duxia)..... iO:.<
t
Rendlmentoa pablieoa
x d> agosto ai 1892
Aif&natga
Segunda wccso da Alfaodep de Pernambuco
27 de Agosto de 1892.
O thesoureiro,
Fio.-cii; o Domingue
O cuete da secgao,
M. Aatchinc de C. Aranjo.
re:ebedo ua do estado
Do dia 1 a 26
dem de 27
RECIFE DRA1NAGE
Do dia 1 a 26
dem de 27
9t:8l8i5?4
1:6354678
93:.74*20i
39:06o880
942*996
40.008*S76
Renda geral
Do dia 1 a 26
idem de 27
arreado Mualeipsl de *. Joi.
0 mvTtmtnto deste mercado no da 2t jb
Agosto foi o se^ninte : Entraram.
38 Dois pesando 6,-9 kilos.
8i7 K'los de pexe a '0 -ais .
13 compari. com mariscos IODm.
48 lugares a 2 0 rs.
7 suines a 200 rs.
40 cargas de farioha a 2 0 rs.
5 cargas de milho (eco a 200 rs.
5 ditas com feijao a20) rs.
4 ditas Com camaroes a 300 r?.
1 ditas com fruc.as diversas a 300 rs.
26 dita de batata a 30J re.
2 dit-3 de cansa a 3JO rs.
1 cas?u3 com galtin&aH 303 *s
ditas com rtbo *erde a 3vX> ,-s.
42 lilas com ge.-ia a 309 rs.
ditas de banana a 3'.'U .-?.
1 dita de & bollones a 30> rt.
1 ditas de larDJ:is a 300 rs.
das com louca a 3^0 rs.
dita efe macacPira a 300 rs.
das de arxeulcim a 303 rs.
dias de mebucia a 3.0 rs.
H ;:tos cem ve duras a 303 rs.-
70 ditos cem larini a 4 '.
6 cargas com e-illinbaj a 00 rs.
32 columnas a 601 rs.
8 conmrtimemos com .'ressaras
?' 60 r 45800
47 dito?, rom rateadas etc. j 600 rs. 282 0
26 dito? de cnmidt a 70 rs. 1812C0
II ditos de suuieiroa a 1* 11*000
9 ditosa 7 0 rs. 6*300
42 talhoa a 200J 8i*000
16*640
1*300
9*600
1*400
8*100
1*000
1*010
1* co
*I00
7 im
*6G0
*3O0
*
12*600
*
?00
*3i0
*
*
*
*
14J700
28&30
3*C0
19*S0O
solveren! convidar t das as pessoas da lo-
gljs (Tagua de 1944 toneladas, comt
mandante W. J. Smitb, eqmpagem 101
carga varios gene: os a Amorim Irm.tos
(SC.
Hamburgo45 dias, barc noraegense
>Monic<> de 6i toneladas, caaitao
A. Aag ii'itiien, eqlipagem 12, c^rga
varios ge.aeros a Compaohia de Esi
vas.
Gardiff45 das,barca no.negense t "hris-
tiac dj 372 toneladas, capitSo J. Hytt
equipagem 10, carg > carv.o de pedra
a Livramento & C
Baha2 das, vapo- inglez 3ilvert. w .
de 3723 toneladas, commandante A.
Tnompson, eqiipagem 157, carga ros
telegrapbicos a Wilson Soni ei C.
0 D-r. Francisco Altino Correia de Aran
jo, juiz de orphSos, do municipio d
Recife, Estado de Perovmbnca .em vir*
tude da Iti.
F.c i taber ais que a presente edita!
virem ou dslle noticia tiverem, que pelo
iuventariacte da propriedade em commua
Apipucos, me loi dirigida a peticlo da
theor seguate :
1 I lm e Exm. Sr. Dr. ja'"s de o.-phSos
Paulo Jos de Oveira, inventariada
da prc priedi.de en commum Apipucos, qas
vendo de prosegiir-se nes termos do inventa
rio de referida propriedade, na muito rempo
ip ralisads, reaqer a V. Exc. que se digne
de trden r nova publicagSo de ediue*
por espago de 90 di&s, notificando a todos
os ineressados na ref-.-rida propriedade,
para por si ou por seus procuradores tuto-
res e curadores, a vir. ra dar no respeti-
vo -cartorio, cscrivao Dr. Pontea, os -seos
oome8 para s-.rem descr pt.a no inventa-
rio, e bem assim ezbib'rem os ttulos qne
comprovem os seus direits a sorem con
aiderados como herdeiros ou consenhores
da mesma propriedade.
Espera reoeber raerc. Reciie, 9 de
Agosto de 1892 O advogado Dr. Adol
pho Cirne.
Esta va a> liado.
Nado mais se contiuba em dita peca,
n* qual profeii o despicho seguate :
N*8 autos, como requer. Reeife, 9 de
Agesto de 1892 Altino de Arauja.
En virtude deste meu despacho o es-
crivSo paaao;: o presente, em virtude ds
qual cito a todos 1 a interassados na pro
priedade em commum Apipucos, para
uo referido praso de 90 dias. virem por
sioupirseus pro jurada res, dar seus no-
n.omes no respectivo cartorio (escrivSo Dr.
Poctet) para serem descriptos no inven
t&rio. bem assim ezhibirem os ttulos qas
comprovem os bous direitos a serem eoa-
siderados como herdeiros ou conseohorta
da mesma >.ropriedade.
E para que chegue ao conhecimen' 1 de
todos, mandei pasear o presente o itat,
que ser afflxado no ligar do costme e
publicado pela imprensa.
Dado e paseado nesta cidade d > Becife,
aos 10 de Agosto de 1892.
Eu, Manoel do Nascimento Pontea, ei-
crivSo o subscrsvi.
Francisco AW.no Correia de Araujet,
Rendirpemo -ir. I a 23
R cebmento por untsdosdlas 9 a 25
280*440
6 929*503
7.209*9i3
4 703
999:8*7^312
21:643*028
Renda do Estado
Do dia 1 a 26
dem de 27
57:280*776
3:327*226
Serum* total
1.021:510*340
460.608*002
l,182;lf$34J
7.234*6.5
Preces do dia:
Carne verde de 320 j 6 -eis o kilo.
Sainot de 640 a 800 ru idem.
Carnero de8003 '* ri? dem.
Farinha e 320 a 480 res dem
Hiiho de 410 a 44 > rcin lem.
F.'jio de l* a 11800 idan
Hovliii um do Porto
Navio entrad-js no dia 2i
Manos e escala 13 da*, vapor naciojal
M.r*rtSc s di 1999 toneladas, com-
mandante Guilherm? de Castro, equi-
ltera 60 carga vtrLos gneros a Pe-
raira Carneiro & C.
Sonthnmpton e escala16 dias, vapor io-
Costa Rica104 dias, barca americana
cHerbert Black de 541 toneladas, ca-
pitn A. Blanchard, equipagem 14, car-
ga madeira ordem.
Men el 74 dias, barca sueca Eblai de
400 toneladas, capitao R Eklund,
equipagem 9 carga madeira a Borstei
mann & C.
Navios tahidos no m smo dia
Buenos Ayres e escala rapor icglez Ta-
gus, coenmaadanta S.nith, caga varios
gneros.
Oear e escala?apir uac onal be4 coaSraanditite Rico, carga vsr:s
gneros.
Li'iboabaroa uorue'acsj' ?!* ,1
to Jjrgs'isen, c.rga c^c s.
Ri Grande d 1 Nortepatacho
.Aldine. c pitSj i. LiW.'jnce,
laar.ro.
Rio Giandu dv Hurte -hya'tn
^):us te Guarde, mestra J
Moura, carga variog gzcerua.
Rio Grande do Norti by^te
Aurora 2 mei rj Manoei J,
ment, carg\ ranos gneros.
Vapores a entrar
Mea de Agotto
Norte-----.... Enchantreis.....
Norte ..*'... 'Ma.............
Sul.......... Trenl............
Nore.......
Sul..........
Seguran;a ........ 30
.. 30
Braul......
Mes de Sctembro
Europa....... Mercltant......
Sul
Tajioiv. a sabir
M-js do Agosto
.. Ma nnho.......... 28 as
AMPHITRITE
Companbia de Seguros M'arUimos
TERRESTRES
Capital..... l.000:0Oa#OO0
49 nhiii do Comiaerclo 49
O Dr. Francisco Altino Uoireia de Araa
j i, jais de orphScs do municipio do Re-
cite do Estado de Peraambaco, a
virtude da lei, etc.
Fac.0 aaber aos que o presente elital
virem ou dele noticia tiverem que pela
inventarente da propriedade cApipaos*
me foi diiigida a peticao do theor se-
guinte :
Illm. Exm, Sr. Dr. Juis de OrphScs,
P. alo Jos de Oiiveira, iaventariants da
propriedade em commum Apipucos, tenda
de proceder a Hnecd.fio das rendas
das mattas da referida propriedade, ate
c ie aejamas mesmas maltas arrecidadus
em praya perante este juiz >, requer a V
Exc. que s; digne autorisar o suppc.ut*
a collocr nos respectivos pontos de co
branca pessoas de sua c -nanea e bea>
assim para que por muio da imprensa sa
tat& constar aos ioteressados esta meiidq,
publicando se editses. E. R. M.
Re.ife, 9 de Agosto d 1892.
O advogado Adolpho Cir..< E i.va
sellada.
Nada mais ue continha em la p ti s
na q-iil profer o despac o segj ,t :
zi-) 'Coaiii rsquer.
R-cife, 9 do Agosto de 1892. A.ttoa
de Araujo.
E para que chegue esta rae i da ?.j a
[nhecin e/.a de todos os interesis man
nacional: e' Paasar pr asante edital qae teri a -
^ jglfixadono lugar do costume e pubeads
i pea imprenta.
Dudo e passado nest;1. cidade d t Recife
do Pernambuco, aos 9 le Agosto de IH92.
Eu Manoel do Nascimento Po j .-i, o
crivSo o subiere vi.
Francisco Altino Correia de A i-ijo-
Edital n. 95
Prazo de Dj ordem do Sr Dr. inspe.ior se fas
publio que, s 11 boras d. marina da 1
de Sete abro pros mo futan, s.;r i >*-
didas cm onaumo, po.ia dista .e_>.i
ticao, as segintes nercad.-rias, se o
seus dono; ou consignatarios as nao doa-
pecharem ate eatao, ea forma da lei :
Armasem n. 5
Marca S. Kiuffnan. Um eaeeotta.
vindo d New Y>rk e 1 de UsomH-o d
anno pascado, no vapor ameri vn Si-
guraoga, contendo amostran di a' iiq
sem valor.
Marca A L e ontra-m.rc J O i F
& M F.Urna caixa vazia, aem v!.,.-
ingl:B
em
ra.'ioai
NdSCi
28
28
29
1 h.
n j vapor Iri ;c*
vinda de Bordeau,
t")renoque. ce mesmo mez.
Marea Charlo-Slman.Urna da, cia-
jtendo 19 kilos de carne em comarra da
mesma procedencia, idem.
f!
c
;

X.

--/
1 aaim i


T
MHNVaM
Diario
Sem marca e asm iirauro. -SoteoU gar-
rafoa quebrados, diados d< Hmburgo
do b igae alenlo Adolphme co moatno
mes e snno.
M^roa W H BTtltin.Umi c&ixs, viuda
do Southamptoa a 18 do ineamo mea, 0/
vapor agls tTaBr, contondo doces
nao clasainc&dos, vtragud-JB, a-tat v:!or.
Mercadoriat abandonada
Arma-.:ui n. 2
Marc\ triangulo, B ao ceatro e O 0
aos ladoi.Urna c>x r.. 1, ontendo
am IsmpaSo para locomotiva, abacdor-ad
aoa aire tus p!o,s herd-iww Buwuu.
Ars&zem n 7
Mirca C D P CSeis cuijas u. 4,383
e 43->8, contendo cera vegetal simples,
vinda da H*n; ;urgo em Maio ultimo, pe-
sand > 572 kilos aoaadj ados aoa diroi-
tod p ;!a Cotnpanbia d- Droga 3 Produ-
ctos Chamicos.
2.* sec^ao du A!r\mdeira de Pornambu-
co, 12 de Agosto de 1892.
O chefe,
M. Antonio de Car'albo- A'Hph.
Kecebedoria do Estado de
Peni imbucD
Ed.tain. 12
O administrador da Re^abedoria do Es-
tado faa publico, para conhecimento dos
respectivos contribuinte, que dentro de
30 das uteis, improrogavcia contados des
ta dato, serlo arrecadados a bocea do co-
f.-L- os imposto8 estadaes conutaots de e-
lajo abauc-1, relativo ao Io setnestre do
Zarceo corren*c d-; 1892.
R^cebidon.i do Estado de Pernambuco
24 de Agoato da 1&92.
J ao Ferreira de lmtida Gu:mar3es
Relac":i> a que se refere o edita! supra.
Bancos. 8gaacias iliaes cu rep^tsentantes
d*s rviamas casas barcarias.
Fucdi(;3o a vapor.
Ecch.meato do agu .rd-.ntf.
Lojaa de livroa e objec:oa para ezpe.
diente de repart58 s. tyoogr^phiaa
m. chicas do imprimir.
Arniazem de drogas.
Eet; belecimentes de estiva em grosso.
Serr. ras e armazees de vender made-
ras
Armazeas ou dep:sitos de k -roiena.
Pudnnaa.
Parmaoian.
PERNAMBUCANO
-A0
pm
Para a 4a corrida a realizar se domirgo
de Setembro de 1892
33.A.SJD3 FE.3KSX0
que nao
400000
te-
ao
DECLARARES
De ordem do Ilim. Sr. Dr. inspector
do Tsouro, e em virtudo do autorisa^ao
io Exm goveroador deete Estado, faco
pjblijo que no dia le do Setembro proxi
mo viadouro, a Junta da Faaena m
esdo caquelie da, recebj propottas en:,
cartas fechadas, para o fo.necimeuto de
,00J mstro3 de kl^odao meaniado nacio-
nal, para vestuario ds pres >s pobrea des-
validos d Os proponentes se devero previamente
kabilitai-se na rma di.* dispostcSes re-
gulamentarea.
Ttuscuro do Estado de Prnambuco,
2. de Ago-.to de 1892.
Servindo de secretario,
J jaquim Lucilio de S queira Vijrejao.
que
ao
nao te
primeiro,
que rao te-
: 2OD0OO3 ao
D.
6,
ill
REO -CobsoLt^o 800 metros. Animaes d Pernambuco
nham ganho premios, peemios : 2005000 ao primeir*,
b<-gando e 205OO ao terceiro.
2." PAREO Experiencia 950 metros. Animaes de Pernambuco que nao
tenham ganho premios em 1892. pbemios : 2000000 ao primeiro,
40)5000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
3 PAREO Ordem 1250 metroB Animaes pungas e pelludoa
nham ganho premios em 1891. PEMlOS 2500000
500.00 ao segundo e i.50000 ao te-ceiro.
4 PAREO Estimulo -800 metros. Animae8 de Pemambu/so
nbam ganho pretciu8 neatea uilimos 12 mezes PRkH 08
primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao terceiro,
PAREO-Crande Premio Estad de Pernambuco -1800 metros.
Animaes de Pernambuco. PREMIOS : 1.0000000 ao primeiro,.*.....
2000000 ao segundo e 1000000 ao terceiro.
PAREO Progresso 1.553 metros. Animaes at meio 8-ngur. prkios :
4000000 ao primeiro, 800000 ao segundo e 400000 ao terceiro.
70 PAREO Vicidaie 950 mef-o. Auimaes de Pernambuco que nSo te-
nham gacho em distancia superior a l.OvO metroe. premios :
201 '0000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200 XX) ao terceiro.
8 o PAREOIilberdade 8.0 uietroa. Animaea da Pernambuco que nSo te-
nham ganho em diataacia auperior de 85t metros. prhmios :
2100000 ao primeiro, 430000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
OBSERVACES

De accordo com o art. 5. do cdigo de eorridas nao poderao ser ins-
criptofl no pareo Experiencia os anima Maranguape e Piramon, no pareo Ordem
o animal Atlante, no pareo Estimulo os animaes Maranguape, Piramon Vivaz, no pa-
reo Grande Premie o animal Piramon, co pareo Progresso es animaea Neniche, Siro-
eo e Napolitano, no pareo Velocidad ,o animal Tudo e no pareo berdade o
animaea Gallet e yclone.
A in portaocia da nscrip93o para o pareo Giande Prem > e de OJ0OO.
A ir6cripc3o encerrar 8e ha terca feira 30 d> correnta a 6 horas da tarde
na secretar a do Prado Pernambuc-no, a rup da Imperatriz n. 26, 1.
Secretaria do Prado Pernambucano, 25 de Agosto de 18j2.
O SECfiETARlO,
J Alves.
andar.
Obra .Pnblie-i8
D c-dem do cidiiao esgfi.belro director ge-
ral e em virtnde da au ori.-agao do ck'udao go-
Teriiau'o: deste Estado de 9 do correte, fago
publi.o que n au 10 Je Se'emarc proximt vm
curo tiesta directora re;ebem se prorostas eta
cartas fecbaas i'e.'idaniente ssilidaf, rara a
txecegio das rbra- d? reparos '& ponte de Ta
jiras va estrada de R.nrelb.de eGoformidade
aorn o rgimento. no val r de 880JOX).
A-, firoposia dvm ser 3?5ignadas pelo3 lici-
aQies cjm as firm.s recsobccidadas e de ve rio
declarar o p- qo p-'.o qu-1 <" otrigam a execn
lar a bra, coaio o local de eua resideDca e ba
|illta(oea qi:e pojsuaai para o.'gir ostrabalhoi;
as q ue3 seiio abena ta tneio fa, un preecc>
dos propocenies.
II.vendo duasou mais propostas em computa
'feoalJade de condi^Os seao '.Qoia(io< os pro-
fconi ei para utelarar quaes 33 modJD\4fftei
qu; lazem a lie de celeorar se o coatfacto cem
aq-i. qn m-ion-s vu.it^^ea? cff-re.'er.
No serlo aceius .s propostas gos stguinteo
es:- 8 :
l.'Ai que exc der m d.s pr-g-s dj oiga
.e:r .
2 A8 que Dio forem ogaaiidas ae accordo
eco; presente edital;
3 .' as que oao olTertce em as ga-antias t xl-
f ''a' ;
t AS que ee basearem sobre es pr^gos das
ei -oos'as dos ouiroi coa-a reates ;
As que lortm ap-es^ntdai p^-' pessoas
m ie ham deixudo de con.pnr coiit.-acios t^e
tr 'iti 9 coa) e?U Oc vimeoio e mais cond c6 s do ccnlractq
KhaCi-se nesia secretarla, BOOe po^iem ser exi
i pe'.os prelendenli-s.
pra concorwr a pr?gi idma dLV-rao r-r.t'.-depoaltar rea a .n.-c.to':-, lotLitternel
! na fe*| a do lia fla arrematatao. i:aa 9
r miaa s 3 da Ucdf, a qocntia de 4i
: ea a S >to alor i -.-'.'-i.-.
rc'fornie deiervina o n. 4 : reuna
SO".
. ru;a p-owli f a-- a rtepsii
: a c-l overuo, 1 fio seri ador.!':
,'n do cotlracio da obra tea qu-^ prove fr
1 o Tbesoara do E-'.ado. tma qm^j em di
- :o, oa ttulo da divida publica, equivalente
iO #|^ do valor do comracto e sem qoe tenbi
pr~.~> os competentes emolaujenlos.
proponenle, qoe deixar de cueaprir o dispos
lo na 1 husula anterior dentro do p*aso de 15,
i ,9 aio poder asignar o contracto '!a bra
'en
0
It'.tJ
de Estrada de ferro de
Pernambuco do Re
cife ao S. Francisco.
Proposta para o forneeimento de 3.600 to
nuladas de canto de pedra
E< a ronpanhi-i recebe propostas para o for
necimento de 3 600 celada de carviode pe-
dra por lempo Ce umanno, mediante as et-gaia-
tes condlce:
l 0 carvo dever ser de a'guma das espe-
cies cont-idas por Jory ADerdale M-by,
Peor k b r N^xoos Nveatio Ocean Mitrfiyr
po Insoles M*-rtbjr Smokles* Steam CoaU pn
meira qoalidade de dooble screened, provado
cem certificado di mica o qual para cada car
ga de nav cendeate la cempanbia.
2 A despera e descarregr o'carvo do na
vio e toJas; s ootra3 da alian lega etc., serio
po- coota do coolractan'.-- a' a entrega no caes
oa compannia. onde 9 carvo ser tirado das sl-
vareogas p*l companbla e pesado no trapiche
em Cinco Pontaa, facilitando se ao contramate
iodos os mti s de por st on pessoa aa sna Cun-
tianga, Inspeccionar e conferir o peso, o qoal
sera aceito como definitivo por anbas as partes,
r.o sendo depo's alteodila pela companhia re-
cl 3 30 onela a3 de carvo, pelo menos, fe
So men.jalm-;ute enirfg.es era Cinco Pomas ;
ji se por conveniencia pron.'ia qoiter o con-
tra .taote entregar maitr quaoiidade, a compa
Dt ia 80)eUv-sfl a recebel a, ccman'o que nao
se;a apresentada pa-a pagamento ama conta
meosal de mais de 309 oneladas, durante otem-
pi de contracto.
i' O contraclane de ver obr ger se ao psga
ment de umn mu a de 1:0 dtOO por todo o
quiljaer mi z em qoe deixur de forneeer a qusn
Udade estipaiada de 300 tonelada?., assim como
\e fjr Kcooliccido que o .-arregamento cu parle
elle nao de aigumi das qualidai.es neocio
nana1 Dt pnmeira de-tas ce;:dig6es.
5' As p opoita para este contrasto dver.io
?stiau'aro prego de tonelada de carvo em di-
ntieira sierlioo o q-ni p^ra realizar su o Daga-
nrmo de cada c;r,t.> u, nsal ser reduzito a
1U()0 ao cambio sa ultima catag o d.s traaaac-
gees do B n o no lim do m^z em que tiver de
se- paga a ronta.
G- O contr-c-o entrar . i o B 'ix"aio viodocW o prime ro pupp.-i
1 n,- vi., ov.r.t fe ft.> p tao referido m--z
7* Si l.*i o un le rao oe co irafto h w -
2, por c^o no, despacb^ e gado | *.i^ljJ^.^-
cum, sendo a espedicao de 1U > u -, ? T0 ,,|l; (onlr;icUn,e.
gas; e o de 4r> por cento qsardo 1 eXp f, g. 4.- p-4:j^a *e*- 5o 1 : '
dica for auperior a 40 c begf>s. \ u tva.xs ao s!. pe
Secretaria da Estrada de F<- ro Sul di
Eetrad de Ferro
Pernambuc >
edital
De ordem do Sr. director se fas
publico qos, a partir do dia Io da Setena-
era prximo, tic^ro vigorando neata ea-
trada, provsoramente, as teguintes dispo
i""8' 0
1 Fic*rao augmentados de 20 per
c-r.to oa precs das passagena de Io e 2*
ehses.
. 2.* F.carSo snpprimidos os abatimen
toa 1
de 20 por cento nos despachos de mer-
cidorias de Ia, 2\ 3* o 4* c'.asses, caf,
couros, algodSo emprensado, ferragena
Ordinarias e cannas, qualquer que aeja a
qut-.ct df-.de,
de 30 por cento nos de 5* e 6.
de 10 noa de assucar e tecidos nicionaes.
3 Ficarao reduaidos :
a 20 por cento o batimento de 30 por
canto sobre despachos de caregos de algc-
do.
a 30 por ce; to o de 50 por cento .oore
despachos de animaes de 1* classe.
a 10 po- centb o de 3"> por cento sobre
despacho da animaes de 3' claese.
4. As mere dorias e rcateriaes dei
Marta classe quando na torca dos
Mt 42 c 43 daa instruccS-J* passa
rem pira e 6.* gozarlo dos abatimen-
tv;a facultativos ds instruc^5es sondo
a carg* e;defcarga feitis pelo espeiitur
ou destinatario, e na sua falta pe- i.dmi-
nistragao, conforme o art. 46 das meemas
ic8trucg3es
5.* A tenba passar a ser despachada
pela 6* c!asse.
6.' Fica supp.-iroio o
30 por cent) cuncedido ao
favor pplioado, somonte na respectiva ta
ses e raachinS Jrstiniidaa
indu.-trias redi.fi a 20 por
HIPPODROMO
3QO
6EANBE
QUE SE REALIZARA'
No dia 28 de Agosto de 1892
>oui<-<
s
B
B
Pello
Natura
na.

Cor da vesti-
menta
Pr<- i>rle(arlo.
Gompanhia do Bebe-
ribe
Nao se tendo r uaido accionistas em
numero aafficiente pira constitu a as-
seiubla gcral crdiaarta desta Companhia
00 dia txado pelos estatutos, sao de novo
convidados a reunirec-.e n> dia 29 do
corrente mea, ao meio dia, no primeiro
andar da esta n. 71 ra 15 de Novam-
bn,
Ncssa reuaiao aerSo lelos o relatono da
directora e p.recer da commissSo fiscal,
proceder se ha a eleigSo do presidente e
secre'ario da assembla gcral e eommis
iSo liecal, as^im coa > celiberar sobre
qualquer aastimpto de ioterease o-n a
Companhia.
Uecie, 23 de Ag-sto de 1892.
Cecjliar.o Mamede,
Tireclor gerente.
Joi Kutaquio F. Jacobina,
Dnector secretario.
Companhia
Pernambu ana de Nivega<;;lo
Ste convidado' o* senhares acci-miUs a com
darererem oa sede asta companhia. a conlar do
da I- de Seteab o p-oxtmo vmdouro, aBm de
reerberem o diviaendo de 8 O/o ao &nn, rtlali
vo ao semesite de Janeiro a Juobo Qodo.
K. c-iptorio no K-ci',-. 23 d Agosto de 1892
Antonio U yees de Carvalho,
Ge ente.
i. pareo*8 de agoaio-800 metrosAnimaes de Prnambuco que nf o tenham ga^bo, sal-
vo as corridas de 27 de Setembro de 1891, e as de 1 e 31 de Janeiro de 1892. Premios :
20 )f ao 1.. 40/ ao 2." e 20J ao 3.-.
lPensamectj..
2Hugaenote...
SjArcbivoo. ..
4'auipontz...
B.Pirany.......
6|Gatono.......
7,Vermoalb ...
8 Pirata.......
Alazo......
Preo........
G-xilo.......
Baio........
"t8 hi
Rodad..
Prelo___
Pernamb.. 51
c 53
1 51
53
51
51
31
c 5i
Encarnado eouro.
Amarello, e roxo
Pr. to e ouro........
Encarnado.bonet pretc
I. N. F. Gomes.
U. N. da Silva.
Uanoel P. da silva.
A: A.
A. A. Paes Barrelto.
Hv Le tos.
E ie Fgneire J. G. Cata d'A!b.
pareoIilberdade800 metrosAnimaos de Pernambuco que n5o tenham ganho em dis
tancia soneriot a 800 metros nVsses ltimos i 2 meses. Premios : 200O00 ao l., 40*000
ao 2.0 e 10*000 ao 3.*.
I|Tpj2.0-----
Pftropclis 2.*
Collector-----
Talicier.....
C-impoaez....
Ally.........
titrante.....
Clyd........
Frontn.....
iioblin......
Yimh ;.....
Alnao.
Rodado.
Russo
Balo...
Caslanho-----
Rolado.
Russo ..
Caslaobo....
Pernamb..
53
51
co
53
53
5t
i-3
53
53
51
En.arn. e branco
G-enat e roxo........
Ene. preto e roxo....
Amarello e roxo.....
Azul, preto e ouro...
Atul eouro..........
Verde e amarelo.....
A.narello e ene.......
Azul e encaTEfido..
i 55 Ene. e bonet preto.
F. C. R. Rfgo
Coud. de Maio
J.). dos Santos Jnior
J. N. da Silva.
A. A
A M A
Coud. Mouriscana.
J. J. Azevedc,
I. M.
Azevedo C.
Coud. 1* de Jubo.
PareoPrado Pernambucano-800 metro*An'mies de Pernamtuco que nao tenham
panho em distancia superior a 1050 metros nos prados do Recife em 189i. Premios:
250 ao i, 50/ ao 2 e 25/000 ao 3.'.
Tupy........
Turco 2,-----
Gllete.......
Vivar........
Rerlim,......
Tudo.......
Balo........ Pernmb.-i 53
Alazo...... 53
Rodado...... ai
Casta ho bo
c Si
Mellado..... 54
Ei:. e hr*nco.......
Grenat e rox .......
Verde e encarnado...
Encarnado e preto.. -
\in\ e encarnado.....
V-rdei
F. C. R. do Reg.
J. F. M
oud. Pcmbal.
'. V. do Rio Brano.
I M.
.'. M.
4. Pareo-*resrreo-950 melros. Animaes de Pernambuco que nao tenham ganho em
distancia superior a 1.000 meires nes prados do R-nfP e qoe nao tenham victo-ia em
900 melros nos meamos prados tile 31 de Jolho de 1892. Premios : 200/000 ao !., 40/
I ao 2. e 20/000 ao 3.'.
P'tropolis 2.| 5
Mirante..... 5
Rrgeote... .) 5
yclone.....i f.
5 Patchooly.
Rodado......
Ctatiho ...
Alazo .....
Rodado -
Russo .......
^ernamb..
5J
51
51
53
51
Greoat e 10x0.......Coud. de Jucho.
Azol eouro........C>ud. Mouriscana.
Azul e ouro em listrasi Azevedo & C.
t.o.arn e bece'. pre.i |Coud. Fragoso.
Prtlo, brancoeeQcarn'J. B. Costa.
5. Pareo^Vcloeldade*
=1.200 metros Anirraes nacionaes.
ao 2.* e 30000 ao terceiro.
Premios: 300/000 ao i. 60/
G-llileu....
Danubio.....
D Affonso...
Alante.....
tora.......
A" z&o...
Caslanho
>
Alazo. .
5 Zaino.
.. 3. Paulo.
Peroamb.
S. Paulo.
54
54
51
-j
Preto eouro.......
Violia e curo.....
lirenat e ouro......
Verde e amarello
Preto e encarnado.-
6. pareoExperiencia 850 metros Animaes de Pernambuco.
primeiro' 40/0C0 o segundo e 20/000 ao terceiro
liPyrilampo ..
2 Maranguape.
3 Talispher...
41Sans-Souci .
Tordilho .... Pernamb.. 53
Alazo ..... 35
Rodado...... 57
Baio....... 51
Greoat e 16x0 .......
Amarello preto etnc
Ouro e encarnad.*..."
Ouro e b*anco.......
Coud. Fraternidade.
J. S. C. A.
Coud. Pelotease.
Osear.
Delhno Costa.
Premios: 200/000 ao
J. E. Ferreira.
ti B. F. Filho.
Coud. O iveira.
D. A. L. de Matlos.
7.' Parco-Ordem -900 metros. Animaes de Pernambuco. qne nao t.nham gante dktao
dia supeiio- a 830 metros no Hiproiromo e De'fcy em 1892. Premios : 200/000 ao !
batimento de
aa!, sendo esee
riti a
lavnora e
7 Sera concedido o ar>atfm.nto d
i{<) V..'
40 ao 2.- 20/000 ao erreirc.
Castahno ... Pernamb
Yambo-----
Flautista...
Conforme
PharieU-..
Atly.......
Moorisco ..
Regente.. .
Frontn-----
Publin.....
Roseo......
Caslanho

Z.ioo---------
Alazo......
Russo.......
Rodado.....
51
51
51
51
51
51
51
51
ol
Preto eencaroado
Greoat brauco e ozul-
a-> e^reto........
Ene. e azul..........
Azul preto eouro-----
")uro e azul..........
\7.ul e ouro em lisiras
Eocar e amarello-----
azuI eencaroado.....
Coud. I." deJonbc
X. A. Baha.
J. J. Valente.
R C.
A M. A.
Coud. Mcnr.caca
Azevedo & C.
J M
Azevedo & C.
OBSERVACES
pt.reo
Os ar.imaeB scriptos no priu eiro
s ') 1|2 horas da manhS. '
A Directora chama a atteSo dos Srs. proarieUrioB e
tigo 21 e seuB || e o artigo 46 q ie serSo restrictamente observado.
Os forfaiU serao receoidos at 8a-.bt.do 2' do correte a 3 horas
na Secretaria d; Hippodromo.
O horario que na occaaiSo for observado para encerrameuto d? venda de pon-
les ser restrictamente cumprido. \Qno
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 25 de Agosto de 18y.
devero achar e no enailhament,
jock ys para o ar-
da tarde,
1
1 :m como perder o direito ao valer da oatffo ;
prestada.
iecretaria da Directora G
bucal sm 23 de Agosto de 1892.
0 secretario,
Jos de Amonm
Vernambaco,, Palmai-es 19 de Agosto de
O secretario,
V:ct lisno P Ribeiro de Souza.
il dss Cb-as Pa
JOCO
S. R. J.
date RecPtliii Juvealaie
S'aro bi-me^rai em ib 10 ccrxente
Extitisa par'e co <- ale ij regrammi
.1 r publicado na* vril 1 i
Principia e acaba ts h- s de coftnme.
ira do cooctlft'j a t; it!.-:ra:vo. 10 ae
Ag-.s'.o de 1892.
M. C tano, i.' secretario.
Contraria
DE ,
hm St'Blinra da Luz
Mesa geral
D; ordem da comrris.-ao sdmiDitrstiva, con
vido a todos os nossos irmaes a rennlrem ^ em
aor-o r-oosistorio no domtPgo !!8 do correte,
pelas 16 horas da maiha, p-ra eit eesrao de
mes^ aeral, tomarem canhecim-.-ijto dc6 feitosda
srxacommiiso.
Consistorio da nafrarla de N S. na Luz,
tr ta no ronvento do Carmo. im 25 de Agito
de 1692
Secretario da ccmmlssao,
Joaqoim Jos de OH 'eir.
80 iedat iiji 4r}n
ASfiMtLEA GKRAi, KXTBAOBDI
AMA
Sao cosrvida-ioa oa 8t*a ar i-trstae a sa
icor'tem en> rmHa era! extraordi
10 ('< 30 do c ritnte icez ac meio
1, .; -. :. 1
i... '
fabo autes du da '4" m
o de fer eil.s at..- '..: 1 o
A ccrr.:a hia decala qse d 1 moJo itpui
por este itotivo obligada a aceitar a or p t a
irjr.is bar ta cu Qnsljutf ."as qne Ib?fonm tf'
Femadas.
rJicriit.rr. 'r, st'.rorintenria, Ctb*. 2o de
Agosto de 1S92.
0 soperititt nclunte,
W psH) d.
di.
rj'i
Sociedade *
Udo Convntrci 1 B. (\o<
Me cifir-f-'
A COUls c pese
De ordem do Sr. preeldeoe da assembla ge-
ril da Sociedade C tao Como-r ie.l J dot Mer-
citiros. cov:d) j s fenhort sv rt--:\ciaCos a reu
tii.-em-fe domiog i 28 jo to-riDif, ao meio dia
na sede social roa ito U-tao da Victoria n. 60
primeiro andar, ilim df reoovdos em aiseaMex
ge-al apreiarem o lelwario su (-sentado d<-1
dTertorh e t |Va ua roxBiUflO de ei.ie
deconaf. .
Sendo tm segoi-a i i ada nova dmuit
o e ina gart do i : t l > do cons> 10 bem-
eitor o Sr. Mano I J qu:u; ri> Costa R icos.
Pilo pr soesconvido bt n ivas ele kh a cr-m-
par-evetn a hora indica de, atina rboaoo cap i .paladea oes Careo* pr- qit- or. n> "'"t ;s,
rbzo de 10 0/0 ou :0 po- aefao. n^ escnptorlo | b^m como es actuai s toocconailo,
"cac:mpaohi, flto roc&ei do Apo'lo o. 73. den- rem po?se quelles
uo do pr-o de 30 .Ha, ron'ados desla data.
1 aedar d<> predin o 38 ra
do Ct'iu Tercio (-d am da tomaren coi 1' inter/u do acto do
.-vernador d-i -s'.id' reseiodiao o con-
tracto do occup.c* do TLeatro Santa
laatel.
Rtcife, 23 do A2Jsto de W>'J..
t Os directores
Lua J da Silva GimarSes.
Dr M. K. Machado P, rtea Jnior.
D .1. J 'le iiveira FVnseca.
. Companhia Exploradora dt
Pro ucto Cu Icarios
O- 8-Dho;es ttcuuis'a si i ioitHados a lea-
euTbda do capi'al social
Recre. 23 de Agosto 11892.
J. Carioso Avres.
Serviudo de secreta-io.
Srbretaiiao. So leae U io Comoe-Mal B.
dos Me'ciei'os, cm 25 de Agotto de 1992.
S. Sanio',
i fe:retario.
c
r
secretario,
augusto Si ha.
1)0
m?0 GRANDE
4.* aniifo ersaTo
o pareo grande premio
Estrada de Ferro Sal de Per-
nambuco
Da ordem do ci.UdSo Dr. director en-
genheiro chefe, fago publico para conbeci
ment de quem poss. interessar que qo
dia 31 do corrsnte os 11 horas sero arre
matadaa em hasta publica do armrzem de
assucar da eatacSo Central, as mereado-
rias e volamos adianto relacionados, aban
donados naa estagSes desta eatrala de
ferro e que eBtao sujeitos as disposigSes
d- art 9 y do reglamento das tarifas
desta rxesma estrada.
Tres saceos com carne e am cais&V.
1 baba de folba de fl,odres pesando 30
kilos.
2 formas e 1 volume de saceos vazios.
Alto tamborete, relogio, taboa e jarra.
1 caixao com qaadros e estampas
2 ssccoa com cal.
1 caixlo com garrafas vazias.
I cama de lona.
I eaizio vasio.
21 barricas, 3 cassus, 8 caix5es, 6
garajus, 1 mesa, 1 sof e 2 ps de cpm.
4 caizSes eepectariaa
1 dito com phoBphoros.
32 barricas vasi&s.
1 dita com farinha d -. trigo.
4 barris vaaios
6 cirros com pedraa.
3 tambores de ferro para moendas.
1 caix&o vas.o.
1 dito com sabSo.
1 volume de sacaos vasios.
5 caiaSes vasioa.
1 sacco com cal.
1 carxao vasio.
2 carros com paoa de jangada.
77 barricas vasias.
Secretaria da Estrada da Ferro Central
de Peroambuca, 27 de Ag;sto de i 892
O secretario.
Julio Cavalcant?
Oorreio geral
Malas' a expedir-se hoje
P- lo vapor brasilciro Moranhao, esta admiais-
traco expede malas para e>> portoa do sol, re-
cebende impressos e objectos a registrar at as
12 horas do di i, e cartas ordinarias at a 1 hora
da (arde, ou at a entrega das malas com porte
durplo
tdminislracr lo; Correius do Estadj de Per-
nambuco, 28 de Agosto de 1892.
O ebefe de secgSo
Eplpbanio de Luna Freir.
Veneravel
iievo^o de N. S4 da
Boa Morte
EleicSo
D-! ordem da mesa rege-lorn, eoavido a todos
03 iriucs que estiverem no go?o de seus direi-
t03 a cemparecerem em nosso consiRlotto no
domingo 28 do comee, pelas 10 horas da ma-
Bba. afim .e se proceder a eleijao para a acno
de 1892 S 1893.
Consistorio da vtneravel devoc&o de N. S. da
Boa Morte. erecta o Igrej de N. S. do Carmo,
27 de Agosto de I92.
O p&crivlo,
> o P. JaSilveir..
ara

O
Qu
rea usar
o Campo firaiidte
n
corrida que lera logar
se
no ciia 20 de NovemWo de 18!)2
c2500 metrosHand
Animies
.o
I
de qualijiier paiz
1:000^5000 ao 2
ap -
Premios 3:000|! 00
e 3OO$0OO a 3
Observa S ee realis.r este pa'Oi irscrev udo-so
m oa de tres propriet?rios d.ffetectes.
A inscrip92 c-acerrar te b; ca q
Secretaria du Hipdromo do Campo Grande, 19 da JuUbodc 18!)
O SECRETARIO,
Augmfo Silva.
e eorre d> pelo meuos i ..co tni-
iniab'teire 3 d>. Nnvembro de 1892 *s G oras
1 ra io Pr-raambucano
Ds t!;:cor'o no.ir, a qua preeeitua
.F 1' | 9 o 11 dos Estatutos, s3o con
idadoa os 3ra. acc oniataa para urna reu
de aasembi. geral ordinaria, que
ever te* lugar na ai t 3 do cor:-
na :la dt sccttiaif, a ra da Irxpera-
tri n. 2G, arda-, as 12 horas do dia,
btin de s rcm apresentadjs o relatono,
cortas e parecer fisi 1 do anio accial fi i
do vm 3 : do J' ho prximo panado, e
bem Essim elepe- bc a nov directora
jommisEao fisc-i, presidente c secretari i
da assemb'.a ger-, para o nno da 139-'
a 1893
Rtclfo, 14 de Aguato de 1892.
O teeiet.ri J. Aives.
Obras Pa-
bli -as, trras e colp^isa
c,~o no E tad > do Am.'zo-
n s.
Diordrro o Dr Oireo.-d-a r
1*198.. 3 por detenoia*y*o do Ui-. Test-
^en do Eatado, Iwmo roocurrentcs por
apego de 90 t*-* cjntar dest^ data
paraos ieiSa acaixo declarados :
l'na teniteociaria para qnatrecentos
(4' i prest c tr, te-romoda^S z pito C"
c.iej-o, ajuantee mais pesseal, com cffi
c n s e dtsp'.f.^S'H da accordo com o no
1 r'gimea de ptisSss e com os pror/
aoa ''a t.rte.
Um palacio para o presidente do estad 1
con as indispeosayei
e rara s?c etaria do goverao.
Repartieao das
confortabilidades,


V
\ mu i
V.,,., m .--------1 l II <"
*f"


5
i3t
m
Diario de Pern^buco
Pelos planos e orea-rentos que iorem
gcoaitoa po es a directora u upprovados
pela prcsidu/oi., w eatado pagara de gra
t'.ficac o i;? f^r arbitrado.
Aa pOfijaUs, que ario foU ein car-
tas fech*-as, serSo recebidas at o dia 8
de-Outubro do corrente anro.
Repart cao das Our<.s Publicas, Tems
e Colonismo em M.l.s, 11 de Jalbe
de 1892.
O eaorivio,
Vic'or Aptor.i" Femando*.
Scciedade~Rfiaaria e Des-
t lk cao P Tnambucana
0 presdeme data matfljtfade em virtuds rto
qneprfcei'U' car'. 16 oo di" *'o de 47 de Jj-
neiro de lK9i> ; :a qut i m a disposigo
dos Srs. acnon:.-'.-.-- ca seje da Lesma-socieda
de rjs ScD-. Joajeim Nab"co o. 38, as optas
o balance d 30 ie Jo ho prximo pa*sado, re-
laeao nomin; Qistas e Hlalas trans
ferencl>a rea o deemso do auno Bndo
Dsqulla da'a
lecife. 15 f Agosto 18it.
IVi.atnics Lpes,
Presidite.
Oakar e
Para carga, passagens, encommendas <* H-
aheiro a rete tr,u-se eoui os AGENTES.
O paquete Orenoque
Irmn lade vio Divino Espi-
rito S-tit-j Jo Recife
Po^e
U ad coa a tegunda parte do 2*
do W -o oa> oajiso que rege esta irman
cor-viJj n .. osdo-sob irmos em ge-
rala'-com] uifl coi uossa igreja, domingo
28 do corrate, ai 12 horas do dia, atim de as-
Eistirem a posse da nova mesa regedora que tem
de fenecionar no son compromi&sal de 1892
1893 e oovi:em a ieitora do re'.atorio do juiz que
finda.
Consistorio, 23 d Agcs'o rie 1892.
Antonio Magalhes da Silva,
Ex-juiz escrivo.
inspectora de Hy-
Lgiene
De ordem do cidadao Dr. icopector in-
terino de hygien", faco publico que fica
desde j prohibido a venda do c.f de
cor chumbada artificial, por ser nocivo a
s&de publica, incorrendo u--s pen*a do
regulamento sanitario vigentes os que
venderem semelhaate mercadera.
Inspectora d Hygiene Publica do Es-
tado de Pernambaco em 27 de Agosto de
1892.
O secretario,
JGu-lherme da >. Duarte.
LEfLOES
- Domingo 28 de Agosto de 1892
*

Hippodromo do Cam-
po Grande
Na irms. do art 16 do Dcreto de 17
de J-c.?;ro da iS90, Saam dispohioao
os Sis a--ei:'ci.t;>8, na secretaria dejta
usociatjao ra do Imperta r n. 55 Io
andar, por esprco de 30 das a coatar da
data deste .vis >, copia de t>a!ai>ci, pare
cer da comm tos exigidos pola lei reguladora das so-
ciedades nor.y t as.
Secretari to Hippodromo co Campo
Grande, 11 de Agobio de 1892.
O secretario,
Augusto Silva.
MARTIMOS
Companhia Pernambucsna de
vegacSo
Esta companbia mauii) a segr>:-ntrs lintaas
elaresde Dawgac&o:
Norle tocando nos portes a Parahiba,
Mco, Mcseo Arrcaty e ForUlexa, rartindo
dcste por;o u:: oaguete a ti e 26 da cada mez
Sul, ecos escala petos portes de Macei, Pene'
do AraCEj.. Eataocia e Baha sabiodo dse
porte- a 14 e 29 de cada m z
Fernando de Noronha. partida no meao do
cees
Rio Formoso e Tamandare, sabida a 28;
Bio de Janeiro, (directamente) parte o paquete
de :5 a 30 do ni< z.
Rui Grande do Sul, (viagera directa) sabe de
3, a ) do mez.
T- os os paquetes s5o novos tem excellen.e
acc imodacftes para pagsageiros e para carga
e o precos lio multo reducidos
Os passag; ros encontram, apar do bom tra
tameu'.o. tedo o conforto desejavel a bordo ed
om.paqueie.
Os pqu-'tes que fazf m as viapens ao Rio de
Jaulero, alm de teretn ludo o qu^- fe pocontram
aos paquetas modernos, accresce que faz a via-
gem em quatro das e o preco de passageDs a
i> classe f 60000.
O paqat-te emprf gado na viagem para o Rio
Grande do Sai f rnente para carga, e tem o
calado adequadoa entrar do porto daqnelle Es
tado en qualqoer occasiao.
Recebe se engajamento^ie carga por quanti-
dade fixa para todas as viagans.
Outrcsio, a ermpaobia expedir paquetes ex-
traordinarios desde que hoja carga para o enga
lamento completo de umpaqoete.
Escriptorio ai Compaubia Pernambacana
Boyal Su 8 Mel Unm-
Sabio de Lisboa rm 23 co
corre te e esperado ues-
te porto em
8 de setemltro de I^S*
-f _uJuOo iepui.- da indisn-nsuvel dtmora para .a
BaU% R>9 e Jamirc, fcntevitlo .e Bu
v oi-Ayre*
*! vapor lilusnlnado a <
lectrlca.
Previne-s? ainria ui srs. recefcedores de awr-
;\doria8 que -o se atteedera a redaiaacOw por
'ai as, que orem reccimecid".....;
iescarga dos vciumes ; e que eotrj ti* 4"
ras a contar do dia da descarga da.-.ft-saragt,
-^evero fazer uIquct reclamaban cout-.
h 'ex .- ':' porveatnra tenwia st-gmic
0 c. to sol, am de serem dw
cmpoai m -: ;a* aecepsarias.
Roga-se --q S-s. paeageirte de se opitesesta
em na vespera da ciiegatia do vapor paraitoraa
em as suas passagens.
Para carga, passageas, encommenda6 t d)
ltiro a rete: trata-se com o;
aGENTES
1L Burle & C.
423a d} C Heccao de uavegaco
DA
3MPREZA DE CBRAS PUBLICAS NO
BftAZa
POKTOS DO SUL
O paquete razil
omdaudaate o capitSo de fragata Pedrt
Hvppolyto Duarte
E' esperadt do5
pertos do sul at
diu 30 dr Agos
to egtjindn de-
depois da denuo
a necessrn rpara
?arahyba, 'ati.i, ;ear, Ma.-aubSo, Para
Obidoa e Manos
As aocommenoas serao recebidas at i bon
.- tarde do d'a da asida, :u.> (fasiebe BarJjaaa
io irfcJ do Carpo Saato n. 11.
os Srs. earr.?j,ai,'.-e pediW a soa *'-L
:. chnjula 10 i}cs oabedmenlos, que .
flo cu- aigoma teclamac^o ecutra .
/.moanr-.a. por a%rja ou perda, cev-i ar I
io?f-^ re#w Ik lo .. lo o>
j .-. i i -- ;t Mf ; fiakiv
:.,;. iJuae a rompas!-:
i ,. :.-... bilidade.
, i s t
s
ESTES
iro it I
Jaawaa>asaav4
|GMpaehia frigorfica Pastoril
Hrzileira
O vapor Mercurio
E'. -rerade ees
le; p-uc s d as
doB portee d or
,te seguiudo de-
pois da demora
Se^tind Mr a, 29 > !> rlogr o ieil?o
do carn gam^nto ai iDar.aaie.-jcino JiffersoD
coiistaate d^- 8 000 m os erm farinha Ca man
dioca por in'erv n.o do gnie Pinto, asit
loras no li^pi' he Birbosa.
De 8,000 aecas ooa farinba de mandio-
ca com varia Em no ou na:s lufea
Seg0iila-fc>ni, !9d)iorreBle
A'S 11 HORAS
No trapiche Bubosa
O ;gntd p uto ;pv.ir a leilao por mandado
dy:m. &-. D. juiz seccional deste Estado, a
requerio>-n!o d>- H. J. Boyd, eapitao do logar
au (icano JrlIerBon arribado neste porto por
firg.i tTiior na ua .ultima vlagem do Ro Gran-
-.< do Sul para o Ceara, e por co^ta e risco de
quim perteui cr, co carregamento do mesmo lu-
gar, constante de 8,000 ?; ceas com f.-rinha de
maudioca ex steotes co trapiche Baroosa, onde
se efff-tuara o leilq. s-H horas do da cima
dito.
uiodatods e dioiensoas, 1 olarla (aitaado a co-
beria, ludo em terreno proprio.
Os S'P. pretendentes desde j poderao.rxami
nar a referida proprledade._____
Agente Olivera
tlo
Di aa#a
or
a 'ierra n. 5 em terreno prop"ij,-#ta,
roa do Mpr>o da Madero em *i-bentn;, {r<-mem
de N :i Seritor da Cooceic. o, com port < )-\
Oella.OO frente e 2 sallas, 3quanos, costnba f-a
c quiota).
Quinta-feira, 1 de Setembro
A'S 11 ORAS
No armaaem ra do Imperador n. 39
O agente Oliveira autorisado, levar a lelo
a casa cima.
Os Srs. pretndenos desde j poderfio xa
minar.

Agente Oliveira
Leilao
Da importante cai #?By:^ a sita a ra da So-
ledaae soi o n *4, e qoir-a da ra da Can-
quista e neje ra da Intendencia, ea solo pro-
prio.
Terca fetra, 30 do corrente
A's 11 em bora em ^.onto
No armazem a rna 15 de Novembro n. 39, ou
' r mi r,-.-, rr Sor
O agente 'j.r.eira competentemente autorisado
levar a leilao a importante casa assobrdada a
rita a'itr.., teodn W grand;- pavimento terreo i
grandes sai-:;' 'odas estucada?, & grandes qu.^r
tos tambre cs'ucaics, cosinh fra,quartcs;para
cr^ad:' qr.rt com banbeiro. agua e gas encara-
dos, chiqunro. qusD!. 1 mcrado com port&o ao la
do; c pavimento foperlor tem tarnbem duas sa-
las 5 qusrtos e i omito bom estado
de Conservjco un 10 od*s a poit^s enveroisa-
das pelo menor.
Os Ss. pre'ecdeutes que quizprem ver o dito
predio pouerao oe-de ja entender se aam o oiea-
mo agente em .-ua ; g.-.s:ci ra do imperador I
n. 39. _J_______________________
Agenta Oliveira
Leio
Da casa terrea a?f cora tad-; com varanda de f-r
ro na jane'.l.: ._-.;. ,, com di-
versas arv^-res fructi'cras, ludo murado, por-
to e gradeameuto de ferro na f.-enle, com co
ebeira, oaniero, cacimna ; sita roaaas Per-
tambucana o. 61 (Capunga), e agua enca-
nada.
Te gaa-feira, 30 <\o torrente
A'S 1 HORAS
No armazem ra lo de Novembro o. 39, ou-
tr'ora do Imperador
O agente (NaNH aaBaaHDtaBaate autorisado
levar a 'e lo atamie casn terrea assobrai*.ada
com DL't.. na eraMe familia,
crande sitio tomo cima eeti explicado. Os Srs.
preiendentf-s cesd j pofi-rio examinar a refe-
rida :a-a, e para uioriuucOes o me3mo ageaU'
larfl
AVISOS DIVERSOS
Anna ValeDca do Reg Medeiros. tutora de
sua filha Anna Medeirog, tendo de substituir a
apoce da divida publica peral n. MM28, jeros
de 8 "/ emisso de 1680, por ter-se desi mcami-
nbado, vtm {azor publico por meio da presente,
am de obltr dita subsiituiQSo pda reparticSo
competente.
AMA--Preci;a se de urna para caaa de fa-
milia ; na ra das Triocheiras n. 28.
Vende se urna vacca tourmu com urna cria
de quatro das e com um li ta'de OLzeu-ezes ;
a tratar na estrada de Joo de Barros n. 20.
___ p_ppjcp_Cp de urna cruda para
x ic^idc-.. c copeira e rxais ser-
vico de urna casa de familia ; a tratar na roa da
Soledade o. 82. <<
Farioha barata
Vende se no largo do mercado d. M, a 440
rs. a ouia, em saceos brancos a 54800 com 4S
kilos.
Pa-a quem ttver gauto
Vende se om bem casal decacborrot de caca :
a trut.r oa ru i ua Sut Gaaz n 48.
- Cimento Boitland
Novo ebegado pelo vapor, qualidade superior
i rejos sem competencia, barricas emeias har-
neas, em grosse e a retalho ; vende se na roa
da aladre de Deus n. 22.
Yende-se
Um dos principaes estabelecimentos de mo
(hados, em rouito bom local e bem afreguezado :
qaem pretender, envenda se com o Sr. Bernar
dio Lopes Albeiro. t ra larga do Rosario n. 9,
prime iro andir.
Padar i
:
Vende-se no bairro da Boa Vista, bem mon-
tada, com escolbida freguezia, multo antiga, o
motivo se dir ao comprador ; infermaco ra
Mrquez de Olinda n.-88.________________
Azeite paro de Oliveira
Em latas e 1 2 e 4 litros.
Recober&m
CfUIMARAES & VALETE
e 4 -- Praga do Corpo Santo 4 e 6
Mareclial Huaori Decdoro da
Fonacca,
A familia do fallecico Bario d;; Victoria, re-
presentada pelos seos Qlhos, gen o e net03 pro-
nentes, teen te-coronel Jos Jo qulm Coeibo,
Jcaqoim de Gusmo CoelhD, Dem. trio deGuemo
Coeibo, Virgilio de Gusrao Ci-he, Josquim
Coeibo de Lemos, JoSo Pinto << Lomos, Jo5o>
Joaquim de Freitas Henriqueo, L uardo Augusto
de Oliveira, Jo.-6 Jacinlbc Borge^ Dioiz e Alberto
ue Oliveira Coelho, possuida ae < erdadeiro sen-
tlmento pela infausta noticia do fallecimento de
farticular amigo maree-bal Manoel Deodoro da
onseca, convida aos seos amigos e aos do mos-
tr fallecido, assistirem as missas que eerao
rezadas na igreja da CotceicSo dos Militares, co
dia 29 do corren'e mez, pelas 8 horas da macha,
coofessaodo-se desde i aeradec'da. _______
CRIADO
loia.
trata se na ra Nova numero 38,
Precisa sa de urna eugommadeira para
roupa de senhora ; a tratar ua ra da Cad-ia
numero 35._____________________________
' AiUga se por loOO urna cas., pos '.oelhos,
com 3 salas, 4 quartos, co-laha. quiotal e ca-
cimba, e outra nuncr por 8/000. a tratar alli
com Joaquim Moretra R ls cas 8 ts 10 bors da
manb._______________________________
Vende-Se a verdadei-
ra cal virgem de (otumguba
para febrico c'e assucar no
armazem :lh ra Duque
Caxias n. 6.
nece,-s:iria para
Macoi, Baha e Rio de Janeiro
pn-a ende recebe carga.
Para paagageos, carca, encommendas e va
lores traa-se com os AGENTES.
Vapor nacional Venus
E' esperado brevemente de sul
^. seguiDdi. di r de-mora ne
.ceseana para o
Cear, narauho e Pari
fte:i vaaarea 'm exctiientes ac ommodaces
para paf4geir^ ce i* e 2 classe e .-ao illumi-
; t.ics l iuz elctrica.
Para passageiros, carga, unccmmtt. as e va
lores trata-se com os
AGENTES
Amorim Irmao? 4* ^*
Rita do Bom Jess n 3
Ageute Pestaa
L* i
De uxa tea casa terrea de pedra e cal, com-
ple'.amente nova e p: a, rom tino bem arbo-
rifado comrvore1- r.': fifi-ras cacimba com ex-
celente a,uua poiaveJ, quintal 'ercato com par-
ti, tereco proprio, mediado 60 palmos de fren
ta e 400 de finio, em tareco propia a estrada
d'Agua Fra jnr.to a es'acSj to Arroda ti 4, ae
cbavea acham-sc na casa uODiigna, a desposicao
do senbores pretendientes.
Ouarli-feira, 3 do (jrrenle
A's 31 horas em ponto
No armazem n travesm do Corp) Santo
n 27
O agente Penana vender Ihre e desenibara
Cito d.' quu'qoer onu3 e ao correr do marteo >
linda casa ue cam; o i-c'mo mencicoada, com os
commoijs segcintes: 2 nas. 1 saleta, 2 qu*r
tes. cosinb, aloendrs, Cc.imba com cxceileme
agua.
Leo
O vapor Tagns
E' esperado da Europa nos dus
'* ou *9 deAgostoseguindode
pois da iodispensavel demo-a
para a
Baha, Rio de Janeiro, Santos, Montevideo
e Bue-noa-Ayres
Para carga, encommendas, passagens e t*
aheiro arete trata a* com os AGENTES.
O vapor Trent
S' esperado dos portos do fot
ateo da d Agosto de 1892
sei/uindo depois da necessana
demora pa-a
isboa, Vigo e ptcnSoutham
Reaucco da postayms
l*a Idatvvn-
a LisOos 1 :lasse i 29 20
A'Soctbamr'CD -1*ciaste 28 z 4
- Camarotes reservados para os passageiros o*
mbocc.
Par* jib??;- er.s, 'r.;.e, encommec ;as, trata-
-.00. 0
AGENTES
\morifl) Irmos
8Rna do B*u Jaaua-
The United Siates and Bra-
zilM, S. S. C.
O vapor Seguranza
E' esperado dos portos do
norte at o di; SO de Agos
to seguindo depois da io-
dispensavel demora paran
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommenaas c
neuo a frete : trata-se cem es
AGENTES
Henry Forster &. C.
8Rna do Comm&co8
Io andar
di-
-N. 3
Mispgflries Iib
LINHA MENSAL
O paquete Congo
'-narado des
aia
portos do
% de SeenrT/ro de SIIS
eguindo t:. mora necessana para
Brodeanx, com esc?la por
'Oiailia PunDicai He *a-
PORTOS DO SUL
Tamandare e Rio Formoso
paquete Una
Commandante Monteiro
Segu no ii 30 de Agosta
:. ncitf.
Recebe carga, encom
mendas. passagens e di
nhtiros a rrele. at s 4 horas da tarde do
dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae* da Companhia Pernamhucanr.
n. 12
Mmmnmmu u u-
PORTOS DO SUL
tacei, \*mdo, Aracajo' e Babia
O paquete Jaboato
Command .nte Pereira
Sigue no dta > Je Agos-
t.. s 4 hora* h larde
cara os portos cima ir.d.-
adoB.
Recebe 'arga, encoajmeodas passagense di
nbeiro a frete a's 2 dora- da laide do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Compvnkifi Pemain u
a. 12
De meveis, eapeihos, quadros, loccas, vid ros
trem de cosicba
Quarta-feira, 31 di corrente
A's 11 horas
Na casa ra da Concordia n. 105
CONSTANDO :
< orna mobilia do pao carga t-nvernisada de
preto, com 12 cade iras ce guaruico, 2 ditas de
I braco, 1 sof e 2 censlos com pedra, 2 quatrop,
1 espelbo, 4 s&nefas, 3 pares de cortinados, 2
pares de j3rros, i candieirc, 2 escarradeiras, 1
inda secr^'a-ia de mogno, 1 cadelra de jCaren
d pra secretria, 1 cama franceza para casal,
1 toilette de pao ca-ga, 1 bidet de Jacaranda com
pedra 1 guarda vestido novo de amarello, 1 mar-
quezo larpo, 1 dito estreito, 1 lavatorio de ama
relio, meta commoda, 1 guarna vestido, I banca
de cama, 3 cabides de parede, 1 mes i elstica de
4 taboa-, 2 guardas cernida, 2 aparadores torne-*
do*, 1 qiartinheira de columa, 1 d:ta de pareoe,
1 estr oo oara puua 1 sorft e Jacaranda para
ga&inete 6 cadeirus fe madeira. 1 sof. 2,cadeiras
de brinco, 1 ffitia de abrir, 6 cadtiras.Joucas
para aimo^o ejanlar. pratos ce poro-llana, co
Di*, garrafas, clice?, compoteira-, golhetelro.
taiheres, 1 mesa de pinbo, trem de cosinba e
mnitos ootros cbjectog.
O agente Gusaao, aulcrsado por orna familia
que rrtirou se para f-a do Estado, far leilao
drs ot-jectos cima mencionaocs os qcaea se
acbam com pouco uso.
Agente Silveira
Leilao
De predio
QUAR-FEIRa, 31 DO CORRENTE
Ao uiei dia
No armazem ra oo Imperador n. 39
O agente Silveira por mandado e cm assis-
tencia do Exui. Sr. Dr. juiz substituto da preve-
dorla, a -cqerimento de D. Lauriana de Aifu-
querqu: Li is Barros, levar a leilao o sobrauo
de 1 tndar, n. 43, ra Visconde de Pelotas,
(antiga do Aiago), cem 2 portas de frente, va
randa de ferro, ten'o o atidar fuperioi 2 talas,
2 quartcs, fo ao e 1 janella no oito; o pavimen-
to t?rreo cjm 2 ralas, 2 qnartos, connha. quiu-
lal murado, com S meto de largura, e t5 e 80
cent metras de fundo, terreno foreiro.
Os Srs. pretendentes podem examinar.
% gente Oliveira
2.f Leilao
Da prosrie.-iade Ata ra de Sao Migoelao
lado --tito t-uj Afog.rlis qnde residi o tinaJo
Pnacirco' Ignacio da ;vz ta-o, mciindo do
f-ente o Urreno t.">5 izc ros. p rte fundo 181 m
to- e 8 ctiitimetioi, com 3 vivekos, olana e al-
gDS ps de coquei'o.
Quinta-feira, 1 de Sttembro-
A'S 11 HORAS
No .rrpsBcnj ra da Imperador n. 39
O ajete aci-- v, por manda -ten Exm. S-. D'. ju'z 'c direito de o'phSo' ; re-
qoenmaoto r?o tovesta
por falieclBBeolfl de Praarirco I..', i;:uz
Mello, levar p 2. e:lao a .r.-pr ed.ot a-ima.
endo;
l":a casa U rra de pedra e cal, cor. 1 |
ellas de fronte, 2 salrs, 2 q;; ro: corredor
ao laci. e cosinha fr:
i" la coo iguaa 1.* m com-
Alambique
Vndese um alambique de cobre, do fabri-
cante Derozn, que aestilla 100 caadas diaria :
a tratar no caes ua Companhia Pern^mfiacaca n-
4, armazem de agurdente.
\(rto.41man k de Lemirar(as
Luso Brasileiro
Jos doa Paanoa Xetto
Mara Epiphania dos Pi?so Nato, seniiss-
ma pela morte de seu irmo Jos dos Peesos
Netto manda celeb ar na igreja deS. S. da
Concel5o de Beberibe. segunda-feira. s 7 1/2
horas da mnnba, urna misa pelo trigesmo dia
do seo passameoto, coevidardo a classe artstica
e pestoas que Ibe dispsnsam amizade, para este
acto de religo c caridade. c confia a sua etrea
gralido. ^^^^^______^____^^__
Para o anno de 1893
Receben a livrana Contempornea,
Marco n. 2.
roa 1- de
de
Mocdas brasiieiras
Compra-so de OO rs. v^WO, 2*000 no ce
da moetia na ra do CabaKi a. 9, '-oz de &v
gusto do Reg.
i erna artificial
O Sr. Luiz Aivea dos Santos Filho, que
acaba de ebegar da Capital Federal, irouxe um
novo systema oesras peroaa, (anricadas por um
systema que prei-ta-ee aos movimemo.< necessa
nos eesclue a molea. sem ijcoiumooo-no andar
e com pcssibilidaae uo oto ta boiioa da mesma
formada peina llesa. O referido Sr. Al ves se
acUa travessa da Piedad.-, em Santo Amaro.
Alugam-se
as srguinti s casas :
Ra do CapitDo Anloato de Ltia n. 20 corx 3
qnartos 2 ralas.
Roa da Pon ''jao n. 10, com botantes cosmo-
dos e com agua.
Roa do Capitao Antonio de Lima n. 16, co:r
commodos para grande fami'ia.
A tratar na ra Mrquez de Olinda n. 8, litbo-
graphia._______________________________
\o publico e especialmente
ao commercio
O sbajxo a8=ignario, procurador ce sna togra
D. Franc'sca Joaquina da Costa Roa; liereira e
nica euccessora de seu Albo Ernesto Rosa, que
fot estabelecido ra do Livramento n. 2, con-
vida novamente a todos os credores de tinado,
oara apresentarem suas contas at o Hm do
corrente m^z aBm de serem enciendas e pagas
Das furcas do que pro uzir a liquidaco do esta
belecimento ao mesmo finado ; bem como rega
aos deve)ores para que satifacam suas contas co
praso de 15 das, a etntar deeta data, s. b pona
de serem ajoizadrfs.
Recife. 2T de Agosto de 1892.
PP. Joaquim Rodrigues da Fonsecae Silva.
Amas
Precisa-se de ciuas amas, urna para meninos e
outra para cosinhar, dirmid? em casa dos pa-
roe ; a trata- no pa teo do Livramento n. 1,
obsrdo.
Ama cosinheira
No sitio n. 5 da estrada de Joao Pernandes
Vieira se precisa de orna cosinheira, pagase
bem.
ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e com
prar, que dt:rma em rasa ; a tratar na .ariLa'
ca americana ra Dabue de Caxias n, 57.
Amas
Precisa se de urna boa cosinheira que dnrma
em casa do patro e ontenda bem de seu cilicio.
paga-se bem agradando. Precisa se de orna
u-ulher ae boos costomee para eervico inleroo
de casa de familia e para tomar coma de duas
enancas ; a tratar na ra da Uoiao n. 8.
hm
Precif a se de urna ama para comprar e cosi
nbar e que ao ma emeasa dos patrOes, a ra de
Coronel Suassuna n. 149.
Ama
Precisa-se de urna ama para lavar e engom
mar; na roa do Raneel'n. 9,pndaria.
ma
Precisa sa de orna ama para cosinhar e com
prar, i ar casa te tres pessoas ; na ra Impe-
rial n. 19. 1- aodar.
A 81000 a pe<;a
Pegas de chita cbineza padioes lindos
e 15 jardas por 8000 a
com 12, 14
pega,
NA LO JA CO CAMPOS
Kua do Crespo n. 21
Faiendas baratas
Na jua do Crespo n. 21
Sortimento completo de todas as laten-
das para liquidar na ra do Crespo n. 21-
LOJA DO CANPOS
Ir.
O graaoe smrado da ra Capito Antonio de
Lima n. 30, ende foi o e.-crrptorio da Es'rada
pe Ferro Sul de Fernanbijco.com commodos
pata grande familia, com atoa egaz; a tratar
na roaUarqcz de Olinda n. S, lithographia.
$Zg Attendite et vi-
dte!
Jis Samuel Botelho, fabre&Bte de booquetes
do mais apurado gusto, para casamento, embar-
que ou ootro qualquer ac;o, fde ser procurado
ra da Caoea n. 43, laja de selleiro, ouna sua
residencia, ra ca Conceica.? n. 3, Boa Vista.
Moedas de prata
Compram-se p.tac6e3 e moedas de 1*00e
500 rs. ; no armazem de movis, roa Barj d
Victoria n. 54. ____ ___________
Ao commercio
Os abi X5 assignados participan! que nesta
data venderam o seu estabelecimento te molba-
dos ra da Imperatriz n. 42 ao Sr. Luiz Mara
Ribotro Guimares, liv.e e dtsembarasado de
qu..iquer onus.
Re:ife,22 de Agosto de 1892.
Albeiro, Femandes A C.
Ao commercio
O abata) asignado, devidamecte autorisado
porsoaso^ra, mfii e nica berdei'a do finado
Ernesto Rota, vende o e3tabelecimento rua do
Livramento n. 2, qoe pwtenceu ao finado. O.-
calcados esis-tenles no mesmo estibe lecimento
esto no melbor estado, sendo todos novos e re-
cem-tirad s < a Alfandega. A venda feita para
liquidacSo do passivo e recebe para isto propos-
tas em carta fechada no predito estabelecimento. iqU(, 7o u repouso
O abaix) assignario, devidamente aotorleado I uj .,la $ ,j0 corrente
AUlonlo Joaquim Vlnbnw Mata
A junta administrativa do Hospital rortuguez
convida aos prenles e migos do fallecico An-
tonio Joaquim Vinbs Maia, para na cspella do
mesmo bospitE.1 ouvirem urna miera que ella
manda rezar por alma daqselle benemrito con-
socio, no da 30 do corrente, os 8 toras da ma-
nb.
Secrelaria do Hospital Portugal, 27 de Ages-
to de 189z. .
Jos '-e Mediis,
Secet-jrio.
Ma^aVHala^aVHaVnESSKj^a^HB
MI
Marrchal Manuel Deodoro da
Fonteca
Os pareles do finado m.recbal Manoel Deo-
doro da Fon3eca, resiJeates neste E--ado, man-
dam rezar missas por sua alma, na igreja de N.
S. da Coaceico dos Militares, segunda-feira, s
7 i/2 hora3 da manha, stimo dia do -:eu nfau-
to pass-Jinento. Para este arto convidam aos
arrigos e corp|-.-inhei-.'? de ilasse lio finado.
t
pelo contrato de arrendamento subloca o precio
a quem melhores vaotagens i lT;rec&r-
Recife, 27 de Agoslo de I8it2.
PV. Joaquim RodriguesOaFonseca e S.lva.
Precisa se de om copeiro ? na ra do
Apollo n. 8.
tulio C tle llro -.'[l
Os aDaixo assignados. irmos e cu
nhados do finado Dr. Julio Cesar de
Castro Jess convidam seos amigos e
parentc-s pra assistirem a misaa qne
manda?:, rezar es 8 horas da manhS de
EO oo corrente, stimo ota do seu fallecimento,
na matriz deSarto Antonio, per cujo acto se
confessam esde ) agradecidos.
Rectfi", 27 de Ago.-to de 1892.
Au.-u^to Eyydio de Castro Jesn?.
Mart;: Lpo'dina de J.-sus.
Tteodoiinoa Mello de Castro Jeu=.
Jos-F.-rcandes dCarvalhO;______
->f .- ^sit^^*w-*i*BnaErafc>Ji.|wi i niiii
H -.ii. ca Mariu da COnce'cao
Atruct-r
O bachare Luz d > Drousrroad e u.i
molii- r D. Ao-a o Aier* ar Orommona
iradecem do uri.-io o'ama a todas
Bqoellas pessoas que se dignaram acom-
panhar o1 restos mortaes de sua sogra
e mi, Msuricia Baria da Conce-cao
Alencar, so cemiteno publico, e db novo convj-
nam aos seus prente para assistirem as missas
eterno, mandara celebrar
me?, t 8 horss da manb.
i
Criado
Precisa se de um criado: r.aloja tas Estrel-
las, roa Duaue de Ca>ias n. 56,
Casacas
Alugam se casacas ; na alfaiatarla roa es
rer.a do Rosario n. 1, junto a botica do Campes.
na c.atriz da Roa Vista, stimo dia do seu falle-
cimento.
t
Ao comniercio
O abaixo assignado tendo comprado a Fabric
das Flores, sita rna de Marcilto Das n. 13, s
seu proprietario Jos Correia de Queiroz, livre
de qoaesquer onus ; convida aos credores, que
por ventora exietem, am de virem com seu?
credilos no praso de tres das, afim de serem
satisfeilos.
Rrcife, 25 de Agosto de 1892.
Hygino Real de Araujo.
A o commercio
O abaixo assigoado scienutica qae comprou,
nesta data, aos Srs. Albeiro, Fernandes 4 C. o
3eu estab-lecimento de molbados s ra da Im-
perariz n. 42, livre e desembarazado de qual
quer ooos.
Recife, 22 de Agesto te 1892.
Luiz Maria Kibiro Guimares.
Manoel don Mullo. Vllli fa
A viova, tiino, acarva oras, netos,
euahaCos e sobnnboe de Manoel dos San-
to ViilEja, cotvkium aos seus prenles e
aluigos para assistirem as mi.-sas qlu msndam
celebrar em inti-nco d'clma do m'SD.o. pelo
1- anniversano do s^o passamento, na sexta fe-
ra 2 de Setembro, s 8 horas da manb. na igre-
ja da Madre de Deus, e desde j confessam se
agradecidos por este acto de caridade e reli-
gio.______________________
Mamuel 1*. o Cunta rem
Joo G. da Cucha Perr., sua mulber e
rilbos, convidam tes seas prenles e ami-
bos para assistirem as missas qce man-
i am celebrar na matriz de S. ot, no dia
31 do corrente, s 7 1/2 horas da rranb&, por.
alma do siu nunca es^uecido blho e i mo Sa-
muel Pern. 2- anniver.'ario de seu fallecimento,
e mullos agraderimenlcs quelles que compa-
recererE. _________^__
t
Criado
Precisa-se de um menino para criado, que d
boas informac6e8 ne sua conducta ; na ra d;
So'edade n 38._________________________
G>tu reiras
Xa fabrica da companhia Industria de Chapeos
ra do Visconde deGoyanna n. 147, precisa-se
le costureiras e pagase bem.
Aocommrrcio
O abaixo assignado Irado rendido a fab ios
das Flores, sito rna de Marcilio Das n. 13, a
Hygino Real de Araujo, livre e desembarazada
de' quaesqcer onus ; convida aos seus credores,
que por ventura ex'slam, afim de virem com
seus crditos no rrasc de tres oias, afim de se
rem stisfeitc.
Recife. 25 c'e Agos to de 1892,
Jop Corris d- Q leiroz.
Vende-se
Um cylin-lro. urra masseira e urna tendedeira ;
a tratar na ra da Santa Cruz n. 1.
Fatacoes
Comora-se de todas a3 nacOes ; na roa de C-
Oug n. 9. loja de Augusto do Reg. _____
Aviso
Declaro ao commercio e ao publico que vendi
o meu esuaeiectmento de molbados no pateo ca
Sada Cruz n. 12 ao Sr. Silva Correia, nao sendo
elle responsavel por qoaiquer debito meu, nen
saiorirsdo a receber contas a mim devidas, poic
elle comproD-me livre e desembaracado.
Narciso Gonyalves
Vivam os noivos S
COSTMES
de Casaca
d* Crois
de Ff k
de P
de brins
Libras sterlina^
Vende-se na loja de joins de Augusto flf?
n:. roa do Cabog n. 9.
Joo Rodrlgne* duR Hiiiito
Anna Rodrigues dos Santos agradece a todas
as pessoas que se tigaaram acompanbar os res-
tos mortaes de ?eo preado e;poso Jo5o Rodri-
gues dos Santo?, ao cemiterio, e roga Ibes o ca-
ridoso favor de assisfrem ts missas qt-e sero
rezadas na 'ge ja do Corpo Santo e matriz da
Greca, no d. 29 do crreme, pelas 8 hores da
manh, % por este acto de religio se confeesa
grata. _______
Joa lunario de Flgaelredo
tOs 80brinho8 sobncbc's do finado Jo-
Ignacio tt Figueirec'o convidam todcs os
prenles e amigos alim de assistirem a mis-
sa qoe por alma do mesmo finado, mandam
rezar pelas 6 horas e meia do dta 9 no corrente
mez, na capella do ro'legto de S Vicente de
Paolo, sito na Estancia, stimo dia do passamen-
'o do mesmo finado. _________
tI3rT,mi>^smrii"ffsa^^
Dr. Julio C de Castro Jeus
Mano Gomes ae Mattos, iNoemi Gomes
de Mit'.cs e Coriolaco Gomes de Mane *-
(auseni') ccnvidcm ves prenles e amigos
para asisiirem a missa que pela alma de tea
bom lio Dr. Julio C de Castro lesos, mandam
rezar pe,a8 7 1/2 da mann de 30 do corrente,
na matriz de Santo Antojo. __________
U&ina Boaiburral n
Precisa se nesta fabrica de um fe rrciro habi-
litado ; a tratar na mei-ma fabrica, 6 ra de S.
Rom Jess n. II, ecripto'io.
Fabrica de go
s t [Imams gasosas (
tedas as qo;; Utkfi
Soda water, ginger, ale, Ij&CI o, lar-.njt., cur*-
yao, abacaxis, granadina, gro -Has, franboiaci
o'nilba. bortela-pimenta.etc. etc.
1J-ACAES DO GAPI ..ilBE- 12-A
_ > ._ 1
V r* E
9 - e > 1 3 =
? g
< V. I_a O
- W
t
Ma$ira piuho
Em ripas e barrotes, pre-
sos sem competentia ven-
de-se na ra'Duque de Ca-
nias n. 68.
Aluga-e
Orna casa com aeua e gaz r-aesDldu, am ca-
pacidade para occommodaca < grande fnmia,
com um excellente sitio de v jree fr. c lleras
bom jardim e metro r r junto to tritfeO
doB bonds, compietamen ec ,jo parurr n.uros
sita ao largo da jieja de S ,- !; a
tratar xs* pharm d*
Concet,



V




j MHHft I
"' "'"l11
mim mr-


\

I
Diario de Peraambnco Domingo fS de Agosto de 1894
JUST.
SF1

PEITORAL db CEREJA
Do Dr. Ayer.
As jntormiuades m&Is dolorosos da garaatu
fl ot pulmV-, ordinariamente dc-t-nvolrtm-ie
'ende porprlnciido tnu-tspequeas,cutosresalta'
"o -fc iltamtote s
'.retro com o remedio cenvenieue. Os Bfxfrl.
md"* n-Tonesdao reciprocamente o resultado
de Larins-iti., Asthma, Krun.chiUa, ArTec
;an Pulmonar e a Tsica.
,. ,,, c- |
fJareja do Or. A*ym
Mi* 0 BMf ;:. COI
" '' i Un k ai n-jito
. lerlaj cal -><, .
re perder tempo precilo, exparneotandc
n.^dlos de eencia dovidbw, MMtutot: .
rniidadc se apodera do yiteinae at-arrei*!
Mamaste, entilo qnc se necesnita toml:
uwtaaia, o remedio Buli
rea .'dfet/>, e este remedio i sen. dunda ili' ,-.
~ rsmji*:. as .
PRBPAKADO PBLO
OR. J. C. AYER & CA
..we, Mas., K-i.-l aiuirv
9SR4X
Gasa de commisses e repre
sentaces
EXPOSIQAO
DE Ul COMPLETO OBTMIO DE
CATLOGOS 3S
1^"Ai Paradis des Bimes
Novoa c''cs de vestidos ce seda, 18, cara-
Braiaa bo dadas, itcidos de algodao, c::m
Drai s Ce pbaatasia.

DaDSSDEaNfXXO
le innmeras fabricas de todos os paizes da Europa
Ja* Juas mericas, de lodi especie de mercadoriae.
machinas e materia ptii;i.
Deposito do afii.uuddo CBEOLIM o melhor
infectante con-hecidt).
Deposito da be ai conhecida ODONTINA d
Dr. H. RirdeL
82Ri o Bm Jf SUS
8II0N VIOLET AIN o- man ottan. WOLET PRRBS
m 'iAirui a
CaMitciparj
O BYRRH
cal Tiili M Un
O BYRRH e urna ebida enjaa virtudee tocio* tornaa-tt
Manado assignalar.
Compoato com vinhoa velhoa de Hesnanh excepcionalmente
mente eacolhida, este Vinbo conten lodos os principios das mesmas
e nao tm no eatomairo aquella aecSo corrosiva do alcool que cons-
titue a base da maior parte das especialidades o&recidaa ao publico.
EP, ao K8ino tempo, muito ar-boroao e absolutamente irrepre-
hensivel ao ponto de vista hygienico.
0 BTEEE pode ser tomado a qualquer hora, tewic oon >
doae de um cauce de Vinho do Porto, como tnico; miti~-*i-fi
com agua, n'um copo grande, como bebida refrigerante.
EXPOSIQ&O UNIVERSAL DS PARS I8S9
M33IDjaXBLA, do OUHO (o mal* aUt* recompensa oonoecUdaj
T4a-at aaj Fwiwmhmi aa mu U TU-r- L da HITA a C naa principa au.
I""" i ^a^amama.....Kmmmmizmmae* yt~<~w~wma~tma~ma~zxf
o do
as
Doenpas do a jBL^Sy* -' L;ikJLB Estomago
69 DYSPEPSIA ATNICA, as FtBRES INTERMITIENTES,
as CACHEXIAS de origem PALUSTRE
% CONSECUTIVAS A UMA LONOA ESTAS \ EM PAIZES QUINTES
.Prescreve-se nos Hospitaes ewn PARLZ e em V1GHY o
Efpartilhos de fetlm e de bria). leques d-
plcrcas, gaze, 'entarola?, bicos de feda de
cores, andaluzes de seda. _
Sobretudos imperojeaveis, peitos cem pre
gas, ramias, ponaos, colarlnhos e perfuma
ras o." mt'lhorei fasrlcaotes, metas de *-
da, i!a da esccsaia e algodao.
5AJBAO CURATIVO BE BJSUTE
Tumores cravo. pelle vecmaltu, '-e oleosa mpldido ou*cuiadp
ptr o mais grande 4e todoe os iforoo9ecor<|8 4a pelle, o Sab'o ur6\-cs
Rtufcr. Produi. arpelle ferraos a,- Bm:a> ctopt e maos brandas; abso lata-
mente puro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel como
sabao para a p"IIe bam como do toucador, do banbo edoqnarlodascriancas.
CAITEJLA Nao genuino .-em cada envoltoriQ ter a marca re
gistraaa d Barclay ot go. ^ew-Yurk
BlNCIXAl.
V PARA -
:::::::
B0L90
RME
ou EL.I2CIR de BOJL.DO-VEFIJVE
iatliloi:
HT*,Profenr di IsuU s IHcini it GRENOBLE ihup) iui priKipuspairauiu telrufi e jo litrufin
* PRODUCTOS CHIMICQ8.
Era casa da todos os Perfumistas e CabeUeireiros
da Fsanca i 13 A -OTC! Ol 1
s di (gli* Attoz especial
PREPARADO COM MSMUTHO
Perfumista
ZAROPE DE RETER H 2
Como remedio daEstaco Calmosa, Porificador dosangoe, diurtico.,
i aperiente, nenbum ouiro appellidado depurativo ou salsaparriiba se appro
eima sequer aoXarope de Reuter c 2. Combina quatro grande's proprieda-
xes em um s remedio, operando a urr tempo sobre os orgSos digestivos, o
dangue, os rins e os intestinos. ^
Absolutamente neutraiisa xiul-a pelos canaes intestinaes. rins e
poros da pelle, os gerirens nocivos, iitft flutuam nc sangue, na orina e na
tranBpiracSo
o AEBK,
PURIFICADOR
PABA O
SASUB
PEQUEmAS PILULAS DE REUTER
Figadj entorpecido cura se positivamente com estas pitolae.
Epeira da India, brancas e de (ores, ta
petes em pec carneira, almofadas ricamente bordad, s de
oaro.
Ellas
-ao am raaiedjo wgaiivo tvre de perigo para bomem mala fraco, tJ bem
coma basOite acrlvo para bonem mais forte, e nao constipan depois; pela
-cgao geral agrada a todos que as usam. Sao as Dilulas es .-andarte da pro
issao medica dos Estados-Unidos. Sao as menores e mais facis a tomar.
Qaarentaem a
PARA
PIGADO
2 8-SA SAS^^ TICTOBIASB ^
Te ephone59
TRI OFERO DE BARRT
Urna preparacSo elegante, eafremamente perfumada, remove todas as im
purezas do craoeo, preservativo contra calvicie e cabello cinzento; faz o cabel-
lo crescer espesso, brando e bernoso Infellivel para curar erupjes, doencas
da pelle, glndulas e msculos, e cura rapidameote cortaduras, queimadura,
feridas, torcedora?, etc.
CAUTELA.Nao genuino sera caita fra.-co ter a marca registrada
Je tarclay A.C.New Yo*.
PARAO
CBELO
A PELLE
DEPOSITARIOS OBSaE raoDDCTOS.A campanbia de )rogas ductos chimioos
Ra Merques de Oliada n. 3
Atleiujo
Vecif:--so rouito barato' por um couto
de ris 1,0C0)J000) as trras no Bonito
com h<,,s malta e cafeeiros, pasaa ria-
cho p.l < maio, de urna legua de fundo e
um quarto da largura, fie porto da esta-
$So, a tratar na Praca da Independencia
ns. 27 29.__________________________
Diccionarios d Jac-
tvaA
Veode-se dous novos com
40 voluenes cada urx : a tra-
tar na ra Nova n. 16.
liazar Pernambucano
Fabrica Meteoros
Os tbaixo assignados proprietaroa da
acreditada e conhecida FABRICA ME
TEROS, em attenefio ao respeitavel
publico e especialmente ao3 seus inrjume-
rtveis freg'.iezes, vem porticipar-lhes quje,
em conBequencia do augmento que fize-
ram. no salario dos operarios do seu es-
abelecimento fabril, resolveram elevar
(1 (500) em milbeiro de cigarros de todas
as mercas manufacturadas no seu esta-
belecimento.
Assim deliberaram por verificaren! que,
para conserrar illeso o crdito dos sena
cigarros, seria preciso barmonisar a as
cenfao do prego, com a superioridade da
tefnipulajo, pelo que, preferiram manter
o crdito dos meamos, manufacturndoos
coi- mat ria PRIMA 8UPBWOB, a ter de
*mpr- gal-a inferior sem elevar o prego
i -eua productos, emente com o intuito
de a .ores lucros.
Procedendo dest'srte, esperara que seas
bons freguezes continuarSo a despensar a
boni sa confianca, com que sempre des
tinguiram a FABRICA METEOROS.
Roa larga do Rosario n. 30.
22792.
Joaqnim B. dos Reis & C, Snoceasorea.
Frecisa-se
ama casa para habitar,
com grandes accommoda-
coes terreas para fabrica de
vinhos, e que tenha quir-
tal: para trarar, ra da
Aurora n. 109
NOVO ESTABELECIMENT 0
Receben um lindo sortimento de
CAPOTAS
de rendas de cores e pretas para senhoras.
de renda* e de paita para aenhoras e meninas.
SOBAOS
de p a de seda para cr angas.
CHAPEOS DE fELIBl
par- homena rapazes, dos aabricantes KRANCEZE, 1H ixut'AS. 8 E ALLEMAE3
CHAPEOS
para homena.
FORMAS
de palha para chapea de svnhoras e mcicas.
3SXsTGE3B.AJaaS
GRAVATAS DE SEDA
pretos e de cftres.
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros, flore
Plumas, Aigrette? e ^raupos
para chapese outrea artigos da fictas ".
Hua do Har' di Victoria n. 42
JL LICIO \1ARQUES
Telephone n. 560
OH. PAY,
PARS, &, Baa de la. Fa.i3"=, 9, F^JSX&Jf
iaaSatdbdti^
Agua Jelissa* Carmelitas
^^ar^^kr-iri-aC> f
A
XJico Successor dos Carro-elitas
- 14, Ra de l'Ahbaye, 14 -
CONTRA:
Apoplexia
Cholera
Enjo do mar
Flatos
Clicas
Indigestea
Fabre ama/ella, etc.
ter o prospteto ~no qutl ni tnrotvlio
cada titira.
Deva-ee exigir o letreiro branao
a prato, em todos os vidroa,
seta qual M* o tananbo.
DBPsrToa ni to*b aa paaimacua
DO S>lll l >
-#^-
TD esconfiar
BBJJ
JFfllsifirariir
e exigir a Assignatura
de
rz
CAPSULAS AZYIflAS E.
aJtPi'V1JJEGH-A.X?0 S. O. 3>. Gh
OBREIAS
X4*ere
TINTAS PRETAS
es ooobo
ColU UfuUsiFrie
1 kn.anWir ea i mimi tadsx UedicaniatM solltal 111(1'**.
taeieaai: Oleo i) Fijado di B.-calhao, Oleo de Ricino,
Baliamo da Copahlba. Otiatoa. Alcatrao, etc.
TODOS OB MEDICAMENTOS EM P
H. oowar 4 ri, U, iu TibUi, n Porl.. la vMartaoo : AJT-ZC di SX.VA *.
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SAUDE PARA TODOS.
P!L LAS H0LL0WAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordenas de
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecer a nde d^s constitucoes delicadas, e so d'um valor incrivel para todas as enfennidades peculiares
ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos assim como tambero, para as pessoas de idade avaneada
C ato por centn
Ct aellas do Mbnte dt
S< ccorro compra-se co'
(Ki jo cima da avaliacao
?a relojoaria Vernet.
Rua do Barao da Victoria
ib 53.
i nm
Officina de costuras
FAZBNDA8 B MODAS DE HAIE NOVEAUT
Sedas pretas, bruera e de cores, lisos e l:\vrados foille francez, Moscovitn
Bengalina, Llard.
Voile preto para luto, de edrea, iindoa deaenhoa.
Gaze de seda e. fil para vestidos de baile.
Cortea de cachemira borda ios.
Ditos de cambraia e de algodSo bordados.
Mantelete! de seda e vidrilho de renda.
Gaioes e muitos enfeites de passemenherie e raio o que ha de mais moderno.
EspartilboB de todoa os tamanhos.
Loques e ventarolas de gas, de plamaa e rendas.
Grande sortimento de vestidos para crian^aa
Meiaa de aeda pretas e de edrea.
Chapeos de castor e de palha enfeitadoa e muitos ::tros artigos de phanta-
si e de bom goato.
GaAaSaA. 033

a sua efficacia e incontestavel.
Essai medi. ti i re>arndas fimente no F.sUibeleciment co J';ofessor Holloway.
73, SW u'XFOlD STSET (atM 533, Oxford Street), LONDKES,
E vendemse em i t*T Os compradores sA convidado rcspeifcosamcnte a examinar os rtulos de cada caca e Pote se nao teem a direceao,
533, Oxford Street, sao falsirtcales.
i.
v
Madame KOBLET
1A RA DO CABOA' 1 A
elebres Remedios Le Hoy
dtkliu da n ptquu roliH el ui mor
to VERUAUURAS
PILULAS LE ROY
Popularesem FRAMQA, na HESPANHA, n. AHMCM.
no B-ttZL ocle lio
lutorltadat pela Junta ta Hygiana.
ruteo! ................ wi raucoi
Bmis PilolM d&o toda facilidade de e tratar s, por
preco barato, e de se curar em pouco tcmpo.Ellai expulsan
rpidamente os humores bllii, humore Tlscoioi viciidji
que oonierram u molestias; ellas purifleam o auafQ*
e impedem as recahidas.
. m Smpresaxa-ae -i-
contra > Pri~il'm re retatre, Catharrho,
tta, HheuMtttinmo, Falta de
appetite, Tumorea.l'lcera*,Febrea,
Molestias do Flaado, Iiaplaens,
ilorbulhas, I DI a ulaiaTfaa,
Jfenopanaa. etc.
E PRECISO RECUSAR
inlqitr friw q: > ti' eidnii m
Ph oottln
(emdiSir.URiy ?j
* do Se6;
Bl TODAS AS WBataSaal
TINTURA POMAD
NICA TNICA
Vi; Villa
Exprt::\ ere ris
^obes i confeclioa
PfffU: i .'L-rCClO.'.
aver's os-nreirae.
Ru Eaio ia V.ctoria n. 18
r andar
tNARAGOUGY
Ds calleateB rcoulttdo M
ora eetoa ou caaoa de AaEMl* CEtOIOC
o Qy^A RAGOUCYi
Anima rapkm~*tt tu BORQJLa ~Q
m mar MISTIFICO 1 MKS ECTMftMk
}a}B*|a^:aUSeaAli\U,MlM>^4att^aiMnX L
lliailinilil Tra-r- BL 4 W1.VA 4 C. ~
"? ASTHMA
Oppresa&o, Catarro, com 0
OMere aa mal alai reoompenaai.
Deposito em todas as Pharuiaclaa.
ursTAjrrAjrA
aa Barba.BasUum 80
Tldro seis prepararao e
em layagem.
para
dar ios
uacfirprlmlUTi
i FIIAIOL, ra uafavalta, aa, Pja*
SPENSORIO MILLERET
Elsutco. sem liisdares. pr Tixlcooeles, hydroceles, te.
Eiij-.e o Sihlte doinrentor Imonuoun ciai miiim*-.
IB CONIDIO
9U0CEUOR
FsbricuU de fondas I DePOSE
Rut ttltnnt-Kirctl '
J. m
f 4 ra
X
H
>
X
AUGMENTA
TNICO
ORIENTAL
CURA A CASPA
IMPEDE A CAH1DA DO
CABELLO
PERFUMA
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0
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t-1
d
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CAJ BRA1IL
'. -~--~~ \-j A. c> '' .- \ r_\
)ftEDir
N?
mHUADOVISCONOE DORIO *'
* ^BRAJCOt 11
ANTIGA DAAUFlQFvA III
0 proprietario dts.e eatabelecimento, desejan
Jo tomar bem coobecido do publico os pre-
ciados de sua fabrica extrahid09 do caj, geni-
papo, abacaxi e outras (rucias nacionaes, cujas
formulas e modo de preparacao foram approva-
doa pela Inspectora da Hygiene deste Estado,
vem aprsenter a lista dos ditos productos, que
cada* dia vao sendo confeccionados com mai3
perfeigao c aceio gracns aos seus esforcos e de
babeis fabricantes europeBs.
Alm das vlrtue* m^dicinaec uos preparados
da marca sopra, que tem por base o clj e ge-
nipapo, como sejam os vmtos, aperitaes e cog-
nac, qfe sfo perfei'5men" c-nbectdoa por todo
o mundo, sob esae aicdi c uso quolidiano que
delles se faz lembrar por occasiao das refeices
-liaras, como bebidas de cheiro e sabor agra-
' e a qualquer paladar, provocando ao mes-
mo tempo bom appetite, principalmente as pes
seas que soffrem do estomago, anemia, sypbiles,
molestias de pelle, etc., etc.
t>re<>*actuaes anjelto a altera Sea
do'mercado i-Para exportacio
franro a bordo e iov, de descont
em ajroaao.
VINHO DE CAJ,
em caixi de i duzia de iO* 12*000
em ancoreta de 2z 285000
em barril de 404 50*000
COGNAC DE CAJ'
em caixa de i duzia 20*00
APERITAL DE CAJO'
era caixa da 1 duzia de rotu
lo encarnado 12*000
de ro ole amareilo 9*000
VINAGRE DE CAJ* tinto e branco
em caixa de 1 duzia 5*000
em barril de 20* 25*000
em ancoreta De 12* 14*000
VJNHO DE GENIPArO
em caixa de 1 duzia 12*000
APERITAL DE GENIPAPO
em caixa de 1 duzia 10*000
COGNAC DE GENIPAPO
em caixa de 1 duzia 20*000
DITO DE LARANJA
em caixa de 1 duzia 18*00
APERITAL DE LARANJA
em caixa de 1 dazla 10*000
GENEBRA DE LARANJA
em caixa de 1 duzia 7*000
LICOR DE MANGA
em caixa Je 1 duzia 12*00
VINHO DE A1ACAXI
em caixa da 1 duzia l*000
CAJO' EM CALDA em Irascos e barrilinbos de
louca ricamente pintado proprios para
presente, etc.
CAJ' CRYSTALIZADO, castaas de caj con-
feitadas, chocolate dr tachas de caj
composto, laratj rjdalizada, outras
f rucias e t< los em latas o: radas, etc.
Alguns destes productos que n i fertm
cootrados as casas de varejo desta cidade, po-
dero ser aviados na fabrica jo no deposito a
vontade dos compradores.
arrufas razias
se neat fibrc ginsfes vasias de
servejs tc ac'i a -IM| r :. ;-u
Tamarindos!!
Compra-se grandes e pequeas quantida-
dea na COMPANHIA DE DROGAS E
PRODUCTOS CHIMICOS.
23-l.ua Mrquez deOlinda-
Kerosene loexplosi/e]
Videro .
Fons$ca tmi*
F$bria $ tur un
DE
Koa Bar^o da Victoria 6S
Lja -ie quadros
Madame Oertu-d avisa aos sena nume
roasimos fregueses, que receben de Paria,
jm grande e variado sortimento de pelli
oaa de chevreaux, de primeira qnalidade
dea, castor etc., etb ________________
Aluga-se
0 3* andar do predio n. 66 a rua Duque de
Caxias ; a tratar na toja das Estrellas.
Casa na C .punga
Alosa-se a casa sobradada sita a :ua de J.
quim Naboco n. 82, com excedentes commo
para familia ; a tratar com Guilberme Pintt
ro Mrquez de Olinda a. 7, armaaem.

lafgVH
^... ni i. i i .i
-rr-~T-


8
Diario de Perambaco Domingo 28 de Agosto de 1892
1
INTEGRAES
50:80
TERCEXRA. LOTERA
DO
ESTADO
a
!B
CEARA
ii<, iiiiidiiieMyi 6 i
XTRACCAO
Quinta-feira 15 de Sotembro eorrente
Paga-se o dobro no caso de transterencia
BANQEDRO. O BANCO DO BBAZIL
Esta lotera recommenda sa mais pel seu plaDo do que qua'quer de suas
co genere*. E' pois justo chamar para ella a attencao publica.
Ccm 4$ooo tira-se 5o:ooo.S
" 3S2oo u 4oooc$
44 2S4oo M 3o:oooS
44 l6eo 4 2o:ooo$
v u S8oo looooS
Al 3.a em 15 de Setc mbro.
PRIIIBJ CRIDE HUOIUlill
JE)-O
PREMIO MAIOR
200:000$000
NTEGR4ES INTEGRAES
EXTRACTO SABBADO 15 DE OUTBRO DO CORRETE AMO
INTRANSFERIVEL
Nesta importante I. teria jogam apenas 50.000 bihetes divididos
em inteiros a 20^000. Mei< s a 10^000. Vigsimos a 4^000,
Os encarregados: Cunha, Ribeiro & C.
Escriptorio de loteras, commisoes e descontos
39 Ra i! de Marco 39, 1. andar
Oa pedidos destas importautissimas loteras devem ser dirigidos aos abaixo asaignadoa. As quantias at 100
alo iseatas de porte, e as superiores a 200JOOO tm urna commitsSo razoavel.
Para iaformagba, remeasaa e pagamento iotegral de todos os premios, a ordem da thesoararia, na Agencia da Ca-
pital Federal. _
Becco das Cancellas i A-CAMOES G*
Caixa do formo n. 946 Ederefo TelegraphicePeqaim
Nste estado as encommendas devem ser dir gidas a
Joo Joaquim da Costa JLeite
CAIXA DO C0BHEI0 N... BN'DBRBCO TBI.KCHAPHIG0- >3US*CX*@
Ra do Baro da Victoria n. 40- CA*3 i DO ODRO
FOLHETIM
\ iii.ii.\dobToe H0HIX8
JULIO DE GASTNK
Mari nna sorrio com incredud.de, mas
nSo p'dendo disaimulor as palpitagSes do
aeu coracSo.
O rapaz murmarou em tom de infinita
docura :
Se tivesse compaixSo de mim...
Se me quizesse amar um bocadinho...
partiramos juntos...
Partir com o seobor.. a que titulo?
Roger encafifoa, gaguejando :
Desculpe... Sei que impossivel...
Eaton desvaneiande...
Marianna alisara os cabellos de Rapbael,
que viera para junto d'ella com os bragas
chinos de brinquedos.
Para nao deixar ver a sua emogao, ella
cumpriai-utou o moco e retirou se 1 van
do pela mo Rapbael, que saltilava e pu
xava-a para tras, com pesar de se ir em-
bora.
Roger vio-a affastar se, at sumir-ae na
brama que cahia.
Levantoa-se entSo do lagar em que sa
conservara immjvel, e do fundo do cora-
gao parti lhe este grito :
Oh sim, amo a ? amo a !
E amaram ae...
Marianna, sujo coragSo vasio precie a va
de ama affeicSo, deixou se tocar pelo pai-
xSo sincera e tmida de R>ger.
OonscLtio em partir com elle para Paris
e teve alguus annos de ielicidade.
Infel ament estes amores foram de
carta duracSo.
l< onfinuafo do n. 1 93)
PRIMEIRA PARTE
XXV
A crianza correa toda eabaforida, ca-
bellos ao vento, a fronte bannhada em
ajares.
Estoa aqai, mama
Apanha os teas brinquedos. Vamos
para casa
Pois j ?
Sim, anda ..
Ella erguera-se e Roger tambem.
EntSo quer ir-30 embora ?
Sim... j tarde.
Elle balbuciou :
Mas retirarse por minha causa ?
NSo, sennvr... Ora veja.. .
Offendea s com o que nve a auda-
cia de Ibe dizer ?
Mas o que me disae e srsnhor ? Nao
oomprehe
N:io comprehendeo ?...
Sim. NSo comprebendo como o se-
nsor, para qoem sou urna descor.hecida, Marianna, mal acabiva de dar lu
aeja obrigadp por mim a habitar Limog's, uroa filhinha, oerdeu successivamerite seu ro abracar o meu filho, ou antea ot meus
que n3o Ibe agrada. 'amante e a velha Magdalena. ti I bes, porque parece que teuho mais de
Po!B en vcu explicar-lbe A enbj i Ficou esinha com os seas doas filhos, um.
ra forg'a-me a estar aqai, porque m"> pre- quf.si sem dinheiro, porqae Roger morrera Marianna eslava mais morta que viva.
ce que cao posso viver sem vel-a. to subitanreite que nSo tivera tempo d-s 1 NSo sabia que resolucSo tomar. Urna
Que idea? Qe deixer alguua cousa. pancada rude na porta fel dar am salto.
Oh nao ama idea. E' a verdade- Foi entSo que outra catastropbe veioj EntSo, nSo te decides?
Bincera e profunda. pbater-se sobre ella. Raphaef, amedrantado, esconda- e en-
NSo pensava mais em Roberto Vandan-
me, sea marido, porm este nSo a tinhi
esquecido.
Oesde que sabira da prisSo, andava
procara de aaa molher.
Urna tarde, estando Marianna a jantar
teudo ac lado seas dous filaos, Raphael,
que completara j 6 annos, e a pequea
Severina, apenas desmamada, cu vio toca-
ren) com violencia a oampainha.
Lsvantou se, correa porta e pergan-
toa :
Quem est ah ?
Sou eurespondeu urna voz que
ella reconheceu logo e que a fez tornar-Be
branca como am sudario, ama voz que lhe
gelou o sangue as veas, a voz de Ro-
berto Vandanme...
NSo abri.
Ficou junto da porta, transida de terror,
as pernas vacilantes...
Pergantoa, procurando dar firmeza
voz :
Qua me dse ja ?
Abre !
NSo posso abrir.
Porqno ? Eats acompanhada !
Eaton f com os meus filhos...
Tena filhos ? Tivestes entSo dous
geraens ?
Ella nao responden. .
M-ranna !
Volte manhS.. Hoje nSo posso re-
cebe! o.
Como nSo podes ? griten Roberto
com desconfianza. Quero var-te hoje mea-
mo.^ Lembra te que son teu marido. Que-
CASA DE COHANfA
No intuito de bem servir a quem
nos der preferencia em suas compras,
temos collocado o nosso estabelecimento
o L0UVBE, a par dos de igual nature-
za as principes pravas da Europa,
maniendo sempre o mais importante e
bem ecolhido sortimento de superiores
fazendas e artigos da ultima moda re-
cbidos mensalmente de Paris e Lon-
dres.
BA 1/ DE MARCO N. 20 A
(Antiga do Crespo)
TELEPHONE 158
l*apas, jerse\8 e visitas
Gtostos ioteiramente novos acaba de re
ber
cortes de l,linho,seda
e alg*odo
Ricamente enfeitados,- tem recebidj ul-
namente
LOVRE
TBODDOSi'BPHAN-
TA81A
Sendo impossivel de se deicrever a
,-r-i ib vanedade de teoidos de diversas
\ualidades proprios para a estacSo actual,
'oga-se ao publico em geral e principal
aeate s Exmas. familias a fineza de vi-
itarem o
LOVRE
dua I,' de Marc,o n. *20 A
Fra-cisco Gorge Iirmo
TELEPHONE N. 158
tre as suas sai as. Sua mSi trnquilisou-o.
NSo nada, mea filho, vai vigiar a
toa irmSsinhi.
A v z gritava ameagadora :
Abres ou nSo abres ?
Ella decidise, commovida por estra-
nho poder.
O bomem entrn.
Ao velo, Marianna dea am grito de
estupor...
Seria aquelle masmo Roberto Vandan-
me?
O desgranado envelhecera de quiste
annos...
Nos seus cabellos e na sua barba v'asa-
se j numerosos fios de prata.
Engordara muito, e os olbos, sumidos
entre as arcadas superciliaes, pareciam fu-
silar de maldade.
Marianna, aprsar de magra e fatigada,
anda era bella. Olharam-se durante um
momento
Alm da sorpresa e do me do, Marianna
nenbuma emocSo sentio com a preseaga
d'aqaelle homem.
A soisSo tinha sido ntida e franca..
NSo U.e restara a mnima febre de pp.ixSo.
O masmo nSo succedera a Roberto, que
dorante o sen captiveiro pensara muitaa
vezes na muloer que apertra em scus
bracos durante noites inolvidaveis, Robe -
to que (ora torturr.do durante a sua sepa
racSo por todas as angustias da paito e
do ciume.
Toa) o seu ser estremecen co ?@1 a.
Que trabalheira tivo para tornar a i
encootrr te !
Para que me procurava ?
Para vr-te...
Ella fizera-o entrar para am pequeo
salSo que dava para a ante-camara.
NSo quena que elle entrsse na sala
de jantar, onde se achavam os meninos.
Pu;: \cr-ixe!
Sim, para vr-te. E valia a pena.
?final = *s. leques f chpeos
f5 sol
'- .-'i. ilud, s CH.D de cbegsr par c
L 0 U V K K
' o>tunies para cre^njas
Du :odaa .1 iiiadet) occootra-se grande
Ortlrjento (i<
JLouvre
Sei as brancas, preas e de
cores
Novos padroea e para grande escolha,
sendo despachadas oestes ltimos das.
LOVRE
Esteiras da India
Branca e de fantasa de novos desenho
para forros de soalho, complejo sortiment
no LOUVttE
Francisco fiurgel i Irmo
Roa Ia de Margo n. 20A
TELEPHONE 158
jbjectos de gosto para
presentes
fla neste artigo grende escolha no
LOUVR E
Uhapeos e capotas
Ultimas novidades de Paiis receben o
Louvre
Predios venda
Nos Afllictos. Mailo boa propriedde, com
dependencias p-.ra criados, banbeiro, 1 ocheira e
com grande quintal morado.
No Arraial Grande sitio com proposites part
edificar, e com algumas casas qae d*o n ndi-
mento.
Em S. Jos.Roa Luiz MendODca, casa porta e
janella. rna Yptranga, meia agna.
Recife.Becco Paschoal, meia agoa.
Afogados Estrada do Remedio, boa casa, rn
da Paz, dans boos predios.
Trata de no Escriptorio Commercial, rna Da-
qae de Caxias o. 12
A Boa tT
Roa da Imperatriz n. 78-A
Botinas para eenhora a 21500 0 par, aprovei-
tem.
E's sempre a bella Marianna qne en cc-
nheoi. Eu que eston um pouco alqoe-
brtdo
Mas, vamos ao fectodisse Mariar-
na com am gesto de impacienciaqae me
desoja o aenhor. I
Roberto approximou se e poz lhe a mSo
no peacor o :
Dizer te qae te amo sempre...
Ella recuou vivamente, como se senta-
se o contacto de um animal damninbo.
Pt rdeu o seu trabalho...
NSo me amas mais ?
Oh I nSo ? !
E sem du7da amas outro ?
NSo amo pessoa algama.
Mas at pouco tempo...
NSo tenbo que...
Elle lancou-lhe um olbar qua a tez vi
bra at a medula.
De quem a menina que ahi est
em companba de meu filho ?
Tremola, ella nSo respondeu.
Do homem que morreu ? Bem vs
que sei de tudo. Embora preso nSo te
perdi de vista. Meus olbos te seguiam em
toda parte. Eis me livre. O to Buret
morto.
O tio Buret ? pergunton Marianna
cois ar interrogativo, pois 0S0 conhecia o
usurario 8t jamis cuvira pronunciar o
sea nome.
Sim... um infame canalha... Teve
a morte que mereca .. Foi asphyxiado
pela criada entre deuu coIch8eB como um
cSo bydrophjbo.
NSo leste o caso nos joruf?s ?
NSo me record.
Em summa, elle eal morto... En
cumpri a minba seatenes... Ninguem
p^e mais pera guir-me. Que prete des
faz de mim ?
En... nada... ba buciou a mo$a
fingindo nSo comprehender, aterro risada.
minha
a jas-
outre
NSo me offereces hospedagem du-
rante esta noite ?
Ella dea am grito de horror o de es-
panto.
Nio, nao... Tcnho um bocado di
dinheiro... Vou dividil-o com o enhor.
Com que entSo me repudias ?
Depois do que se paasou nada mais
de commam pode baver entre n-a.
Ah 1 pensas qae.
Pens...
Sou sempre teu marido. A le ah
est.
A lei nSo me pode obrigar a...
Ests engaada.
V. o aenhor era capa* *> wvooar o
auxilio da lei ?
Talvez...
Na sua sitaacSo ?
Que tem de extraordinario a
sitaacSo ? Paguei a minha divida
tica. Agora sou am homem como
qualquer.
Excepto na honra.
A honra nSo necessaria existen*
cia. C< nhejo pessoas sem honra que vi*
vem perfectamente bem. Alm disto te-
nho am filho, e tambem ama filha, por-
qaanto, segando a lei a sua filha tambem
o minha. NSo, ponsou n'esta circuns-
tancia ? De se jara bem conhecel os
Oh I mea Deas NSo me falle nisto.
NSo v dizer A essas crianas...
Qae soa sea pai ?
Obrigal-os a trazer nm nome des-
honrado... Elles poderSo ficar ignoran-
do e viver felizes, estimados ..
Um dia forzosamente elles hSo do
saber qae se chamam, um Rapbael Van-
danme e a outra... Qual o preme
a outra ?
Severina...
(Contina)
Typ. do Uiano, ra Duque de 'Janes z U.
?


Full Text
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