Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17060


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Full Text
AMNO LXV
SEXTA-PE IRA 26 DE AGOSTO DE 1892
NUMERO 192
J
\


PEBMMBC
f
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGEiROA DE FARIA & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por ires niezes adianlados.
Por lies ditos vencidos. .
Por um auno allantado .
dem idem vencido.
61000
7*000
24*000
28*000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLJCACOES NA FRAN-
QA E INGLATERRA
Os Srs Amede, Prince & C, residentes em Paria34 rae de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mzes adintados.
Por seis dlbs'vencidos.
Por um anno adiaoStio.
dem idem vene1
13*500
15*500
27*000
31*000
TELEGRAMMAS
SSB7X59 mWlLl 30 DUUIQ
RIO DE JANEIRO, 25 de Agosto, s
4 li >ras da tarde.
Foram promovidos na Thesoararia de
Fazenda desse Estado :
Al." eseripturario, Joo Feraandes Bar-
ro ;
A2 escriturario, (aredeo Forjaz de
Lacerda ;
A 3 eecrpturario, Ju.lo Martina Fi
lbo.
Foram comeados para a Altaadega desse
Estado :
3." eseripturario, Sabino Bap'ista ;
Pr-iticante, Aniano Costa.
Foi nomeado igualmente 2. escriptura
t'.o d?i Contadoria do Thesouro Nacional,
Francisco da Silva Mchalo.
PARTE OFPICIAL
Minlaterlo da JiiMica
Por decretes de 12 do corrente :
Foi nomeado b charel Joaquina Ray-
mundo da Cunha Lobo para o logar de
juis de direito da comarca de Carolina,
do 1.a entrais, oo estado do Maranhao ;
Foi aposentado com todos os veneimen-
tos, nos termos do art. 6. das disposi-
cSes transitorias da constitiicao, o jais de
direito da comarca do Natal, no estado do
Rio Grrande do Norte, Lodolpho Hercc-
lano Marinbo FalcSo, viBto nSo ter sido
aproveitado na organisacSo judiciaria do
mesar' estado, e contar maia de 33 aonoa
de adrvico j
Commnnicou-se ao governador do es-
tado de Qc.ysB que foi prorogado por tr-js
meses o praso de seis marcado ao desem-
bargodor Alcibiades Dracon de Albuquer-
que Lima para xeassumir o ezercicio na
relacSo do mesmo Estado.
Ministerio da Guerra
Foram transferidos na arma de arti-
llara : do 3 batalh2o para o 4. regi-
meito, o 1.* teaente JoSo Florencio de
Carvalh e deste para aquella, 0 1. t-
sente Javenal Octatiano Millerf e para o
35 de infantaria,o alteres do 23 da mesma
arma, Antonio Gomes Padilha.
Ooncedeu-se troca de corpos entre si
as tenentes Ladislao Telles Ferreira e
Antonio Luiz de Almeida Jnior, este do
24 batalhSo de infantaria e aquello do 3.'
Concedcram se as honras de major
ao capito honorario do exercito Jos
Carlos de Oliveira Maia, em attencSo aos
servicos que prestou na empacha do Pa
raguey.
ministerio da Fazenda
Foi nomeado o ex conterente da Altan-
dega de Macaos, estado do Amazonas,
Ignacio Pinheiro Teixeira para 2o escri
pturario da Tbezouraria de Fazenda de
Minas Qeraes, ficando sem effeito o titulo
que o nomeeu para o lugar de 1" escri-
pturario da Thssouraria do Cear.
Foi exonerad', o continuo do Thesouro
Nacional Manoel Rodrigues Pimenta, sen-
do nomeado Antonio Jos da Costa e
Souaa.
Foi exonerado, a bem do servigo
public\ o 2o eseripturario da Alfandega
de Santoi, Estado de S. Paulo, Augusto
Ramos Zany. _
Ministerio da Harluha
Foram uomsadt a :
Secretario e ajudante de ordena do che-
te do estado-maior general da armada o
ttpitSo de fragata Henrique Pinbeiro Gue
des; commandantes : do monitor Piauby
o capitSo-tenente Aristides Monteiro de
Pinho: da canhoneira Fernandos Vieira o
capitao-tenente Joao Augusto Damasio, e
da Iniciadora o capitao-tenente Joaqaim
Francisco Correia Leal.
Foi concedida cidade por menagem
ao machinista de quarta classe, 2a tenente
Alberto Pinto da Silva.________
de Fer-
6-
A empresa obriga se a imprimir, dentro do
praso de 40 Jias o relatarla do goveroaJoi' e as
Isia estaduaes, e no de 15 os regulamentos e os
ouros trabajaos ji mencionados, sen lo o praso
contado da dala da entrega dos originaos na ty-
;>o.rr .plui. descontados os das que forem con-
sumidos pela revisa? das se ondas provas, qu-!
ser feta par quem fr designado pelo governa
dar da talo e por conta deate.
7.'
A e npre3a remecer diariamente 83 exempla
rea de sea j rnal, qoe sero distriouios pela
Secretttfi.i do Govnrno e repartieses ejtaduaes,
conforme u roUjId que fr enviada pela mesma
secretaria.
8'.
Os anuexos do relalorio do governo e qual-
qaer ou'.ro trabaibo nao especilicado no presen
te contracto sero executados preferentemente
peh empresa, mediante previo ajuste.
9."
O gove oador do Estado poder impor mallas
de 104000 x 100*000 pelas infraegoes deste con-
t ano.
10.
A empresa percebera do Tnesooro do Estado
pelos trabalhos meocioaados Das clausulas an-
leriares, a quaotia de 8:000*000 anouaes, pagos
em fraego correspondente cada mez vencido,
devendo se descontar em taes pagamentos as
multas em que por ventara iacorrer a empresa.
11.
O presente contracto poder ser res.'indid
pelo governador do Estado em qualquer lempo,
pagndose empresa a quanlia de 8.000*000,
salvo caso de opposicio ostensiva e systematica
Jo i actos do governador do Estado ou do da Re-
pblica- em que se far a rescisS j independen-
temente de multa.
O go venador do Estado resol ve que pelo
Tbesouro do mesmo Estado seja contractada com
a empresa co 'Diario de Peraambuco a publi-
cado do expediente das repartieres publicas
estaduaes, actualmeate existentes, excepto a
Secretaria do Governo de conformidade com as
clausulas seguales :
i
A empreza do Diar,o de Pernambuco obriga-se
a publicar na folha de sua propriedade, a exi-
gencia dos ebefes das reputica3 esliduaes ac-
tualmente existentes desden 1 de Julho vradou-
ro at 30 de Janho de 1896, todos os aonuucios,
editaes, listas ce tevedores dejimpostos e qaaes.
quer ontras pecas do expediente das mesmas
repartig6es, except ada a secretaria do gover
Taes publicares que devero ser feilas at
dous dias depois da entrega do autograpao
typographia, repetir se-b> lan'as vezea quantas
forera necessan.s, ra-a geral coubecimeoto da-
qcelles a quem possa ioteressar a ccaterla das
mesmas-
2
A empreza ofnecer diariamente 100 exera-
ptares de seu jornal, os qaaes conforme a rala-
cao qoe Ibe for'apresen'.ada pela secretaria do
governo, sero distribuido por esta e pelas de-
ntis repartieses estaduaes.
3*
A empreza obrga se a imprimir smente to
dos 03 trabamos avalaos das reparlifiO s, forne-
cendo o numero oppartunamente ,lixado, de
exemplares necessario ao servica em cada ex-
ercicio.
l.ovcrno do Estado
namburo
1XPKDIE.VTBDO DA 30 DR JUSH0 DE 1892
Actos: -
O governador do Estado resol ve prorogar o
. Tafo do ecniraelo celebrado com a empresa do
Diario de Pernambu:o para a publicaco rio
expediente da Secretarla do Governo, mediante
as clausulas segaintes :
i."
M empresa do Diario de Pernambuco obn-
a se a publicar na falha de saa propriedade
aesde o l. de Jubo de 1892 al 30 de Junbo de
1896,0 expediente e actos do Governo.
Essa pulicafio se far as seccOes Expe
diente e Avisos Oficiaes3egundo o assumpto
dos aclos.
A empresa se obriga a imprimir em avulsos
formando livros. o expediente publicado e o que
or coaveniencia do servico publico nao tonha
ido publicado, entregando a Secretaria do Go
veroo M exemplares Ce taes avulsos eneadjerna
dos ate a segunda quinzena reiro e Agesto de cada nno.
* A empresa obriga se a publicar sob o litulo-
fiominunicado official-os artigos origmaes que
im defeza da adminitracao e se forem para tal
lia enviados de ordem do governador.
A empresa se obriga a imprimir e Brochar
4n0 exemplares das lela estaduaes, legulamen-
tos, instruccSes e relatorios do goveraador (me-
nos os annexoB). bem cemo a imprimir na pro-
porjo que rasoavelmenle lor necessario para
cada anno, patentes, titulo, portaras, livros e
reglBtro e circulares.
I."
As publicagOes sero feilas em praso nunca
uperior ao ce 48 horas depois do recebimento
dos originaes.
A empreza nao ser obrigida a fornecer mais
de 4C0 exemplares de cada nm dos relatnos
do3 ebefes das repar.icOes actualmente existen
tes, eontendo cada um at 5 formas typographi-
cas de 4 paginas do tamanho de falha de pap 1
alxasso ou 8 paginas em 4* de papel igual.
O tiabalbo que accrescer ao estipulado ser
indemnisado na razio de 16*000 por cada for-
ma- Sendo exigido maior numero de exempla-
res a impresso se far mediante ajuste previo.
Exceptuam se, para os effeU03 dest i clausula,
os mappas, tabellas e traoalhos de rontabilida-
de os quaes sero pagos por preco duplo.
As repartiQes remettero cmprezi, no prin-
cipio de cada semestre ama relaja > das impres-
soes que so Bzerem necessarios no seme3tre se-
guinte, com deciarace uo numero preciso de
exemplares.
6
As impress6e3 comprehendidas no presente
contracto executar-se bao com acceio eem bom
pap;l, sujeitando-se a empreza a reoebel-as se
nao es'.iverem de acord com os modelos fo--
necidos pelas repartieres.
O praso para a entrega dos avulsos ser cal-
culado na razojde 3 folas ijpographicas por
da, sendo as segundas provas revistas pela re-
parlico que houver enviado o original typo
gratbia.
Nao se contar oeste praso o lempo consum
do pela re3Ciso O empregado encarregado
desia passar recibo em omlivro, que acomp.-
nbar as provas; designando o da e hora da
entrega.
A ea preza obriga-se a imprimir, brochar e
fazer entre a dos relatnos das mesmas repar-
ticOes cam es appendices que contiverem, regu
lamento e instroccOs; e a Imprimir somente
os demais trabalhos qne sero especificados, d
clarando se o numero de exemplares na forma
prescripta as clausulas antecedentes, deaccor-
do cara a clausula 4".
9."
A empresa rica snjeiU malta de 83* a 200*
pelas iofraccOes do presente contracto, conforme
a g'avidade de cada urna.
,10.
A empresa recebera do Tbesouro do Estado,
De os trabaibos mencionados as clausulas ante
riores a quaotia de 10:000*100 annuaes pagos
em pre.-tacOes correspoadentes a cada mez na
primeira quiozeoa do seguinte mez. Por o;ca
io de8ses pagamentos ser descontada a m
portncia das multas em que a empresa tenba
incorrldo.
A empresa lera preferencia para a bxecuco
dos trabalhos nao especiticidos neste contracto e
dos accrescidos, mediante ajuste previo.
O presente contracto poder ser rescindido
pelo governador do estado em qualque,t tempo.
pagando se empresa a qoantia de 10:00)*uw,
salva o caso de opposico ostensiva o systema
tica aos ectos do governador do estado ou do ai
repudra, em que a resciso se far independen-
te de multa. .
O governador do astalo, lendo em vista a
proposta constante do officio n.302desao
corrente do inspector geral da iosirueco publica,
reaulve supprimir a cadeira de ensino primario
do sexo masculino de Bello Jardim.Fizerr,m
se asnecessarias commuoicacOes.
O governador ao.estado resolve nomear o
Dr Ermirio Cesar Coutiflbo para exercer o cargo
de presidente da commisso que tem de anga-
riar productos para a exposico colombiana de
CbkaiO, de que tratara aa portaras de 2 de J>e-
itmb.-o oe 1891 e 3 e 24 do corrente mez ; b-
caodo nesta data dispensado do mesmo car*o o
bacharel Francisco da Reg Barro3 de La:erda.
Fizeram se as necessarias commanicacoe3.
Ao inspector da Thesouro do Estado.Em
?ista das vossas informa{0 -s os. 449 e a
turar iinport.aoia dos veucimealos a que lera
iireito o sub-commi3aro do municipia de Pe-
iraliua Riymunlo Fernandes Coeltio, pelo exer-
cic;o do respectivo carr,o durante o mez de De-
zexbro do anno passado-
Ao mesmo.N)3 termos de vossainforma-
co n. 542 de 23 do cadente mez, mandai pagar
ao Dr. Eisebio le A'meida Martina Costa a gra-
tn;, ci a que tem direito na qualidade de me-
dico da polica relativamente ao mez de Jineiro
uiiima.
Ao mesmo.A' requisico da Cmara dos
DepuUuos em cilicio de 28 do expirante, cump:e
que enviis com u'gencia a secretaria deste go-
verno capia da touovacSo do contracto celbralo
com a orapanhia Pernambocana de Navegado
a Vapor.
Aj mesmo Eavio-vos copia da portara
de boje, adra de que sob anas bases fagis la-
vrar termos de contracto com os proprietanos
da empresa do Daro de Peroambucc para a
publicado do expediente de todas as reparti-
eres publicas do Estado, excepto da Secretaria
do Goverao.
A) mesmo Envio-vos copia da portaria
de boje para, sub as bases n'ella comidas, fa-
zerdes lavrar termo de contracto com os pro-
pietarios da empresa do Diario de Pernambu
co para publicaco do expediente da Secretaria
deste Governo, llcaodo assim prorogado o ante-
rior contracto.
Ao provena: da Santa Casa de Misericor-
dia do Recife Rogo-vos que, em noroe deate
Governo, lonveis os mdicos que compozeram a
exiiocti junu medica provincial pelo3 boos
e gratuitos servico3 que prestaran durante o
tempo da commisso de que faraai incumbidos.
Ao major D Joo Claudiao de Oliveira e
Cruz, director das Obras Militares Acenso o
recebimento do oflkio n. 441, de 27 do corren
le, em que pa-ucipastes a inadanga da sede da
reparlic a vosso cargo para o edificio contiguo
ao Hospital Milirar, cbeme agradecer-vo3 o
modo pelo qual vos manifestases no Hnal do ci
tadoofficio.
Ao inspector geral da Iastrucco Publica
Recommendo vos que me ioformeis qoaes as
cadeiras de ensino primario pouco frequen
tadas-
-- Ao regedor do Gymoasio Pernambuco
Apresento-v.s o officio do 1.* secretario da Ca
mar dos Depatados do Estado n. 110, de 11 lo
corrente mes, acompanbada de informaco do
iobpector do Thesouro, de 20 do referido mez,
sob o. 823, acerca de accumalaco e venc
uaentos do professor de pbilosoprila do Gymna
6io, Dr. Jos Suriano de Souza, ai n de que me
iuformeis :om urgenca se a dita cadeira foi
sunprimida, segundo a allegaco feta pelo mea
aunado dootor, constante do officio junto por
copia, do alludido inspector dirigido ao jover-
uador da Estado, em 8 de Outubro de 1891.
Com a ioformaco deveis dovolver-me Udos
oa papen*, que agora vos remello.
Ao commiodante geral das guardas locaes
-Providencial para que, com a possivel brevl-
dade, sigam para Nazarelh seis pracas do quar-
tel central da guarda sob vosso corr mando, e
bem ascim para qne estas pravas, reunidas as
que forcm neceisarias, escollem dez presos que
teem de vir paa a Casa de Detengan.
Ao cummandante do corpo policial Em
resposta ao vosso ofD:io n. 179, de 17 do cor-
rete, autoriso vos a mandardes fornecer, com
desuno a 7.* companhia do corpo sob vosao
commando, cincoenta pegas de corda, vinte e
cinco vassouras de piassava, viole e cinco ditas
de timb e dous ca-rinhos de mao.Cimmunl
coa se ao iotpector do Tbesouro do Estado.
Ao presidente do Concelho Municipal de
Quipap Respondo o officio de 20 do corrente
mez, declarando vos que nenhuma providencia
teobo a dar sobre o assumpto do predito officio,
visto como o art. 24 da ei n. 35 de 26 de Ja
neiro ultimo determina que a commisso muni-
cipal rena se a 10 le Julho prximo, dia em
que deve principiar impreterivelmente o servico
ue aliaiamenlo eleitoral desse municipio.
Ao presidente do concelho l unicipal de
Gamelleira.Nao sendo proncedentes as rastel
que motivaram a reaolucJo constante do officio
aesse concelho de 14 do corrente mez, recom-
mendo-vos que, de accordo com o art. 2- das
loatruccOes a qoe se refere o decreto n 760 de
16 de Marco ultimo, do qual vos envi nvame
te um exemplar impresso, seja dividido esse
municipio em qoatro secetes eleitoraes pelo
meos. .
Do vosso a-.to me daris coohecimenlo para
da daqueile municipio, Manoe! Telippe do Nar-
cimemo, qoe aqui veio em bus:a de fard*men-
tos, conforme saliena o D questor policial em
officio de boje, sob n. 833.
oo
DE8PACHO D ) GOVERNO DO ESTADO
DIA 24 DE AGOSTO DE 1892
Abaixo assiganados, commerciaotes de carnea
. ues, residentes n'esa didade.Informe, com
urgencia o inspector do Thesouro.
Amelia Augusta de Moraes Queolal, professora
publica, pedindo grathcaco de bons servicos
Concedo.
Tenente Alvaro J aqoim de Alm, pedindo en
trega de docmrenlos. Sim, mediante recibo.
Cordsoo Jos Tomaz.laforme o Dr. jais
de direilo do municipio de Nazarelh.
Directora do Hippodromo do Campo Grande,
reclamando contra a diviso que a Recebedoria
fez relativamente do imposto de industria e pro
flsso.laforme o itnpector do Thesouro do Es-
tado.
Francisco Ljo da Silveira.NSo ba o que de
ferir.
Francisca Ses nanda de Souza Ribeiro, profes-
sora publica, pedindo traasf reacia de cadeira.
Iadeferido.
I.-intu H.nrique Cardim, pedindo 3 mezea de
iiceofia.Remedido junta medica de Balado, a
quem o peticionario se ap'e3entar para ser in-
speccionado.
Joaquim M reir da Costa Leito, pedindo para
retirar seu irmo Jos, da Colonia Santa Isabel.
laforme o director da Colonia Santa Isabel.
Maria Arcelina Goncalves Lima, professora pu
blica. pedindo prorogaco de licenca.Remelti-
o jauta medica do Estado a quem a peticio-
naria se apresentar para ser inspeccionada.
Maria Leopoldina.Remeltido ao director da
Colonia Isabel para atteader vista de sua in
fermagSo de 22 do corrente.
- Major Sebasto Jos de Magalbes Lopito.
informe o inspector do Tnesou'0 do Estado.
Antonio Geraldo de Garvalbo, pedindo proro-
gaco de prazo para tirar o seu titulo.Legalise
o seu titulo para poder receber os vencimentoB
que requer,
Sebastio Braado.Info me o inspector do
Tnesouro do Eslado.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambuco, 25 ds Agosto de 1892.
O porteiro,
Hemeterio Maciel da Silva.
DIARIO DE PERNAMBUCO
Questura policial
SeccSo 2.1 N.- 195.Secretaria da
Questura Policial do Estado de Pernam-
buco, 25 de Agosto de 1892.
Cidad&o.Participo-vos que foram hon-
tem reoolbidos Casa do DetenySo os
aeguintes individuos :
A' nrnb* ordem, Thereza de tal, alienada,
com destina ao Asylo da Tamarineira.
A' ordem do subdelegado da freguezia do Pe
cite, Auna Seaborinba da Ctnceico, por offen-
s*s i moral publica.
A' ordem do subdelegado do 1.- districlo de
S Jos, Manoel Emiliano de Araujo, conbecido
por Carur, por crime de roubo ; Galdino Jorge
de Santa Aona, Emiliano Elias dos Santos e An-
easte de Alboquerque e Silva, como gatunos e
deaordeiros.
Hootem, as quatro e meia horas da tarde, o
individuo de nom* Manoel Sllvlno de Lima, ser-
vente de pedreiro em urna obra perteacente a
madame Melanie, no povoado de Caxaog, in-
gerto pequea dse de acido pbenico, persuadi-
do de que era agurdente.
O subdelegado respectivo lomando conbeci
ment 'do facto, mandou conducir Manoel Silvi-
no para o hospital Pedro II, sendo que antes de
seguir para all tomara elle um purgante de
oleo de ricino o beber em pequeas porcOes
urna garrafa de leite.
Pelo subdelegado do 1.' districlo da Boa-
Viagem foram remettilas ao joiz competente as
diligencias procedidas eontra Joo Augusto, co-
nbecido por JoSo do Out, por haver e.pancado
brbaramente, na noite de 20 do corrente, a Pe
d'0 Jo: de Santa Aona.
Acaba de me informar o subdelegado do
2. distrlcto da Graca, que nao exacta a exis-
tencia de Gamos oo lugar Cafando, conforme
foi denunciado na Gazeta lo Recife de ante-
boolera.
Nenhuma queixa tem recebido dos moradores
do dito logar, onde contioi a ser manuda a
REOIFE, 25 DE AGOSTO DE 1892
Campanha reprovada
as fainas que recebemos ltimamente do vi*
sinho Estado das Alagoas encontramos a denun-
cia de um laclo digno da mais severa e enrgica
punico, por envolver ama traicoeira extorso dos
poneos bracos que contamos para o nosso traba-
Iho.
Diz.^l/inttT0 que naqueile, como talvez em
outros Estados, andam emissarios paulistanos
aluciando trabajadores para as obras do porto
de Santos, alardeando boos salarios e que o Es-
ado de S Paulo hoje, climatricamente um
paraso terreal.
Devemos, prevenindo qualquer propaganda
nease sentido, mostrar ao proletariado pernam-
bucano quaes desvantagens dessa alliciaco des-
astrosa.
As condigOes medicas reinantes em S. Paulo
sao ms.
All grassa com urna intensidade prodigiosa
as epidemias ou endemias da febre amarella e
da varila, principalmente em determinada
epocba do anno (Novembro a Abril)
Nessa occasio o ar irrespiravel em Santos, o
calor [a8pfcyxiaote e feridos pela varila ou pela
febre cahem milhares de pesseas, como soccedeu
ao ultimo vero.
Eis portanto o bello aspecto do quadro que cf
ferecem as condiges climatolgica da cidade de
Santos.
B.eferiado se aos meios de vida, os aluciado-
res declaram que os salarios sao vantajosos e
que tude fcil all.
Isso inexacto e as condic&es materiaes da
vida em Santos sao tao criti :as e difficeis como
insalubre o clima all dominante.
A crise alimenticia que domina neste Estado
lavra igualmente em Santos, onde os gneros de
primeira tecessidade escasseam aa poato de ven-
der se um kUo de carue a 10*000.
O salario de 3J e 41 que se paga aos traba
Ibadores do porto de Santos maito inferior re-
ltivamante a menes de metade do que oque en-
tre nos se pode obter, porqoanto todo all caro
e rariasimo.
E tal a crise que atravessa a cidade de San.
tea e to bem deploraveis as suaa circumstancias
que j se eleva a urna cifra esmagadora a ree.
migraco estrangeira.
Um telegramma transmitido de S. Paulo par3
o Paiz da Capital Federal revela o segniDte e
extraordinario facto, por si so bastaote para ca-
racterisax o estado de cousas all r inantes.
Eis o telegramma : /*
S. Paulo, 12.
Mi bares de colonos, principalmente italia-
nos, tm emigrado para
ropa
Applaudindo essa patritica attitude, compa-
tivel com as exigencias do facto, dse jamos que
os poderes pblicos des le estado se encarreirem
pelo camnbo seguido pelo Dr. Gabino Besouro.
Urge evitar especuladores alliciem pernam-
bucanos, illudndo os.
Previnimos; e opptnbamos campanha
alliciadora a convieco de que falso ludo quaa-
to aliegam osageotes paulistanos.
EXTERIOR
EUROPA

o Rio da Prata e Eu
meu governo-
_ ao presidente do con:e.bo municipa1 da ordemearintiaa ? propriedade e vida de seus
Escad .-Convem que informis qual o nume: o raahe_e *
de coocelheiros desse muaicipio que existea:
em exercicio.
XXPKD1BNTK DO DR SBCRBTARIO
OfficioB :
Ao 1- secretario da cmara dos senadores.
De ordem do governador do Estada devolvo um
exemplar da resoluco que eoviastes com offiio
o. 111 de 25 do corrente mez, a qual foi sane-
cionaia sob n. 4*. _
Mutatis mutandu ao 1- secretario da Cma-
ra dos Deputados.
A 11- secretario da Assembla.u >r. go-
vernador do Esudo manda reraeiter-V03 as ia
formacoes prestidla pelo Thesouro do Estado
em ll do corrente, fob n. 50o, coocernentes aos
diversos poitos ccnslantes do vosso officio n.
99 de 1 deste mez. -
Por arias: __ __,. .
O Sr. director da Estrada de Ferro Central de
Pernambuco sirva-se dar passagena de ida e
voita at a Victoiii, por coala do Estado, em car-
ro de 1 classe, a Joo u'Aquioo Medeiros.
O Sr. engenbeiro director chefe da Rstra-
da de Ferro Sul de Pernambuco "d paseagens
de viuda o voita da esteco de Qoipap a' Pal-
mares, por conta do Estado, ao romraissarlo de
Qaipap, e bem assim a orna prgea que o acom-
panna, conforme solicita o Dr. quest r policial
em officio n. 828 de hoje datado.
O Sr. eupeiintendente da Estrada de Fer-
ro do Recife ao Limoeira d pa338g-:ns de 2"
classe, por conta do Estado, da esiaga do Brum
de Nazaretn, a seis prafia di guarda local, e
providencie quanto ;o transporte d'alli para esta
capital, de dez presos e da escolta que lera de
cooduzl-os.Communicou se ao D;. juiz de
direito de Nazerelb.
O Sr. superintenden'.e da estrada de f rro
do Recife ao S. Francisco d jiassagens de la e
volia at Frecheiras, por conta do Estado, em
carro de 1' classe, ao alfere3 Antonio Wander-
ley da Footoara Braga, com direito a bagagem,
conforme solicita o Dr. ques'-or rolici;! em offi-
cio de boje, sob n. 830.
O Sr. superintendente da estrada de ierro
do Recife ao S. Francisco t' passagens do viu-
da e voita da eataco de Uaa esta capital, por
conta do Estaao, ao commissario de Qupip, e
bem assim a urna praga que o acompaoha, con-
forme soiiita o Dr. questor policial em officio
de heje, sob n. 828.
- 3 Sr. superlntenden'.e d3 eBlrada de t rro
do Recife ao S. Franc cj d pissagem at Pal-
mares encarro de 2* classe, por conta do Esta-
do, a praca da guarda lo:al do municipio de
Buique, Manoel Pereira da Silva, com direno ao
transporte do fardamento que conduz, Boatonue
scltciia o Dr. questor policial em cffico de h~je,
sob n 832. .
O Si. superintenieate da estrada di ferro
do Recife ao S. Francisco d passagem da e3.a
gao das Cinco Pontas at Palmire3, era carro de
la. .1.... .vn. ha.u Ar\ (?:lnl,k a npara da ffuar-
Ao Dr.
mui digne
Questor,
Alexandre Jos Barbosa Lima
Governadsr do Estjdo.~0
Julio de Mello Filho,
Thesouro
de
" ultimo e 20 doVcorrente aodi "e.ip t' classe, por conta do Estado, a praca da guar
do Estado de Per-
nambneo
DK8PACHOS DO DIA 24 DE AGOSTO D
1892
Bacharel Antonio da Silva Goimare3.-Ccmo
reauer, Bcando certido. _
Bemvennto R'beiro 'de Salles ().-Informe o
Sr. contador. ,,
Artbur Napoleo do Reg Birros eontro.Uoro-
paobia Geral de Melhorament03 de Pernambuco,
Francisco de Souza Diaa e Fredericn Colmosbia
oo da Silva Guimares.-Haja vista o Sr. Dr.
precuraaor Bscal. ..
Jos Bolcobioo Goncalves L-ma, Depdato Mon-
teiro e Francisco Cordeiro Coelbo Cintra.K
gisire-se e facam-ae as notas.
Manoel Alexandrlno Cavalcante Meira J. U-
grin e Manoel Goocalvej de Arau]o.-De erido
para Bcarem oa peticionarios rresponsaveis pe-
loe impo8tos atrazados.
Manoel Joaquim de Antrade.-Deferido nos
termos das infortmcOea.
Arthur Napoleo do Bejzo Barros e ontrO.-ue-
ferido nos termos das iuformac.>s, sendo reco-
mido a imposlo sobre beranga necessaria.
Jacintho Correia LobSo eoutro.-D^fendodan
do-se a baixa requerida. 0\tna p
Maria Dornellas Pessoa Catanho.- Resulua-se
ucs termos das informagoes.
Cardozo & Irmo.Nega se provimeuto ao re-
curso, em vista da ioformaco da Recebedoria
Antonio Gitirana.-Seja recomido ppr meio de
goia explicativa passad pela Con'aloria.
Antonio Ribeiro de ello, Poluceoo Garca de
Miranda.-Iadeferidos em vista das toformusoes.
lialica Coelho da Sfrva.-Iadeferido em vista
das nformjges, sendo pasuda portara para
ser recolbida ao deposito a qaantij de Mi*
referentes acs seus veocimentos de Io de Aorn
a 15 de Maio prximo passado.
Marie Amalia ddk Sao'.os Porto. Ind. fen.,0,
sendo suspenso o pagamento dos veucimeatos do
peticionario at que por si ou seu hador^sya
recolhida a e3te Tbesouro a quanfla recbaa par
^WiWum da r. S^^S
Ignacio Pereira da Cala Graca, bacharel Turo-
leo de Albuqaerqu^Maritiha, Cusiod o Jase da
Silva Pes:6a Alfredo Firmo de Onyeira, Vieeo
teFerr.ira da Costa Branda. Lmi Pe e a de
Ulweira Faria, bacharel Lu-z BarDalbo U.bOa
Cavalcante, Ja Pedir de sa Maealbes e ge-
rente do London BndIM B^rk C'raited.-ln-
forme o Sr. contador. n
Pedro Nalasco de Moura.Hija vala o br. ur.
procurador fiscal.
Esse movimento conhecido officalmente, e
o proprio secretario da agricultura affirmou c
feto. ,
Para a construega da estrada de ferro de
Crdoba a Bah a Blanca j parllram deste Esta-
ds para mais de 1.200 operarios, como temos
provas
Esse xodo natural, em face da nossa si-
tuago, digam o que quizerem, porque os traba
Ibadores devem preterir o salario de 2 1|2 pesos
ar receber aqu 3, teodo anda, l, a vantagem
de encontrareis pao e carne a pregas rednzidos,
quando aqu mal podem se alimentar com pessl
ido pao secco.
Neguem os fados a seu bel prazer ; mas a
verdade esta .
Qoe quadro mais rarregado, qoe aspecto mais
desolador poder-se-hia offerecer a respeito do
estado da cidade Smense ?
A propaganda alliciadora j tem produzido os
seus effeitos, porquanlo em um dos ltimos pa-
quetes do Lloyd passaram para o sol mais de
cera homens contrastados para as obras do porto
de Santos.
O facto merecen do deputado Vinhaes um pe
dido de iaformagoes, a respeito das providen-
cias adoptadas pelo illustre governador das Ala
gcas contra o alliciameoto que n'esse Estado se
fazia publicamente e luz meridiana.
Affirmaodo a veracidade d'essa propaganda e
revelando as medidas qoe aloptou, o digno ci-
dado Dr. Gabino Bezouro a quem em boa bora
o visirfho Estado cooflou a direcgo dos seu3 ne
gocios, expedio o seguiote telegramma, cuja
linguagem repleta de msenla energa revla
ioiuilos que o referido ciiado nota de impedir
a propagaco do mal :
Macei, 18 de Agosto de 1892. Deputados
Rodrigo Oiticica, Eoclides, Messias. Rio.
Agentes paulis^s alliciavam alagoanos irem tra-
balbar S. Paulo promeasas fallazea, miaeravel
salario do qual descontavam passagens.
Aliiciado-eaosmeEm?saBlig03 agentes com
pradore3 escravoo.
Recommendei lodas autoridades do eatado
dissoadirem patricios deixarem familias, trra
natal abundante para irem demanda miseria nos
eiios vasioa agora de eBcravos, ou da morte em
regiOes S. Paulo, onde vida carissiraa, endmi-
camente Oigelladas ftbre amurella, oulrae epi-
demias, abandonadas colonos estrangeiros, en-
cher eom seu trabalho honesto cofres plutocra-
las, coja sede riqueza nunca saciou trabalho in-
felizes escravos.
Al mais solicitadas retribuiges miseraveis,
cederem nios menores.
Felizmente alagoanos comprehenderam cilada
deaisiiram partir, basiou conselhoconvencel-os;
agenciadores recueram empreza.
Aqui.baslanie trabalho, fcil, remuoerador,
calheias enormes, precisado bragos lavoora.
Nao sei haver alguea baBtante cutigoso,
imca'.riota, defender, tscravido nova especie.
O ntinua propaganda imprenfa, que unnime
r?i amuu providencias governo.
Eu, alagoano.'flrme posto dever.
Ir meu acto, e.sclarecimento?. Respondei
com este quem na cmara intcpelloo..Gibino
Besouro, governador.
Franca
0 ministros dos estrangeiros em conferencia,
piesidida pelo Sr. Sadi Carnot, combaten a idea
da arbitragem para resolver a queslo entre a
Franja e a Blgica, a respeito dos ultimes acn-
tecimentos do Congo.
Taes acontecimentos consistem, segundo tele-
gramma official expedido de Libreville em terem
feito oes soldados do estado independente do
Congo, fogo contra o posta francez do rio Ko'.to,
matando um bemem, e os indgena? matando
umbem um francez e varios senegalensee.
O Sr. Rbot, ministro dos negocios estrangei-
ros, pedio reparago desta ofleosa, e a retirada
dos postos congolenses da fronteira.
O Sr. Loabet, presidente do conselho do
gabinete-francez, regressou a Pars, depois de
cuna ausencia passada em suas propriedades do
canto de Grigoon, departamento de la DrOrae.
O marques de Breteoil renunciou o man-
dato cmara dos deputados, declarando que
assim proceda porque prefera retirar se vida
privada a obedecer as intimares do Vaticano,
que reprovam a opposigo dos k-gi ti mistas
repblica.
A imprensa franceza appkrade sem reser-
vas o contracto Cblcourt para as obras do canal
de Panam.
No dia 7 do corrente effeetnaram-se novas
< leigOes de concelhos geraes nos cautoes que
nao obtiveram maiona absoluta, dando esse se-
gundo escrutinio em resultado a eleigo de 97
republicanos, emquaoto que o partido conserva-
dor reunido nao obeve seno 18 lugares.
l5o numero de ugares perdidos pelos conserva-
dores as eleigoes de empate, reaisadas no re-
ferido dia, eleva se a 11 ; o tendo este mesmo
partido j perdido no domingo precedente 157
logares, o republicano ganbou por conseguinte
168 logares. ,
A Imprensa republicana registra com satisTa-
gao esta victoria, unto mais que os senadores
francezes sao eleitos pelas commissoes especiaes
dos departamentos, dos quaes os concelheiros
gera- s representara urna grande parte.
Levanta-sena imprensa urna propaganda
coDtra a reelelgo do presidente Sadi Carnot
quanio ebegar o extremo do sen septemio pre-
sidencial.
Banc parece disposto a dirigir a campanha,
escrevendo sobre o assumpto um artigo nteres-
sanie no Matin, em que se manifesta enr-
gicamente contra o principio da reeleigo, cora-
quanto se nao atreva a dirigir o maia leve ata-
que ao D'esilente actual.
Parece qoe aos republicanos, e particularmente
aos radicaos, Do convra a permanencia no
Elvseu do austero e conscisncioso presidente,
qoe tem desempernado com to absoluta cor-
reccSo e tanto brho as suas altas funeges.
Nao admira que assim seja, pois a grande
maioria dos polticos de officio anda nao pede
consolar-se do ostracismo a que foi condemnado
o seu iocomparavel Coustans, homem da escas-
sos escrpulos o generoso administrador dos
fundos secretos.
O presidente Carnot receben, em Fontaina-
Dleau a delegago de 86 membros do congresao
internacional de navegaglo, sendo-lhe apresen-
tado individualmente cada um delles.
O Dr. Brouardel regressou a Paris depois
do visitar minuciosamente o asylo de alienados
de Rooneval, e de se certificar da existencia co
cholera nostras, causando extraordinaria
sensagSo um artigo sen a respeito da epidemia
que devasta a capital.
Para o illustre dioico fOra de duvidas que
nao se traa de simplea cnolerina. 0 cholera
est em Pars, e nos suburbios caracterisada-
menie asitico-
Igualmente tem como demonstrado que as
aguas do Sena icflaem para a extenso e inten-
sidade que a epidemia agora aprsenla.
Alm disso. o Sr. Duremberg, em um artigo
publicado no Journal des Debates disse que
a epidemia dos suburbios de Paris effectivamen-
o cholera indiano, mas nao invasor ?
Declarou se no da 14, tarde, urna parele
geral dos cocheiros da capital; e a cidade de Pa-
ris soffreu enormemente durante todo da de 15
pela (alta de conduego e locomogo.
SuppOese que as diversas companbias de
transportes nao tardaro a eatrar em accardo
com os paredistas, evitaodo desee modo os gran-
des prejoizos, que aresologo dos cocheiros
pede acarretar. .
A e qoadra franceza do Ocano Indico to-
mou poase das ilhaa Gloriosa, ao norte de Ma
dacascar, Amslerdam e S. Paulo.
O transporte de guerra francez Charen.e
encalhru proxtmo a ilhaa Hyres. Sate ae que
nao temaviaa graves e espera se que
com a mar e enchente.
O pbyloxera inutilisou maior parte
Ibelta aeavas em Cnampagne.
O deputado francez Eduardo Le Roy apre-
sentou re^entemenle um projecto de le, oflere-
codo medidas tendentes a combater o incessan-
te decreadmento da populago de Franca, e
acompanhou-o de um relalorio em que encontra-
mos interessaotes dados |aobre aquelle pheno-
meno, que est inspirando to vivos cuidados
qutlla nago. ,
0 Sr. Le Roy reconoece desde logo que esse
decrescimento atlingira a cerca de 2 1|2 railLea
de 1821, data do primeiro recenceamento, a iuji
O anno terrivel arrebnou Franvi mais de 2
milbes de babilantea.
Alsacia e Lorena 'JEsK
Excedente de mortalidade W,WW
A Franga regressa, pois, a 36 milhes de ha
bitantes.
Em 1887 a escala da populago remonta a
37 700 0C0 almas; emm, hoje, a populaco to
tal de 38,3.3 192 habitantes. Est se, pois,
er '.ic.- tanto a orogressSo ha desuado neste
u.i. -s annosde urna para'ysago quan total-
AiL^ mais: os resultados doaano deiHW
apresentam um excesso cousideravel de 001103
sobre osnascimentos, o qual restringe a um at-
garismo de 38,449 pesaoas.
Sr. Le Roy compa a em seguida
com ouiros paize- d> Europa, am
mais senaivel a dtiaolcu, da.0^Pula^0 ,fra-a'
cera. Emquanto no anno de 1800 a popolafiso
da Franga representava 39[. da populago en
ropa a propotgaoem 1891 era apenas de 12 [ .
A*sim, em um seculo a Franga desceu da pri-
meira quarta classe, em relago populago.
Deuais das 38,343,191 pesseas acensadas no
ultimo recenceamento, aiada preciso deduzr
1 101,798 estrangeiros, o que reduz o elemento
nacional a 37 241 394.
OSr. Le Roydec'ara depois que alm do
Rbeno j Be leva em conta a inferi idade 1
vai crear Franga o estado estaciooario




safar
da co-

a Frang
de tornar
de sua
s.

WTUJW 1
1 1 i *t
"\


":".....

Diario de Peruambuco Sexla-feha 26 de Agosto de 1892
populacho. g~ -" ^g mi aijam $
0 chaaceller de Caprivi exprime a alegra que
lbe caoaava ease enfraquecimento.
Quaes as causas do mal Tal a qaaatao que
estabe.ece aquelie depatado e i qaal elle raapou
de e> tensamente.
1 Em primeiro lagar, o numero dos naacinaotos
reluz-aecada vez mais: em man>s de 10 auno*
elle dacresceu cem mil.
Durante o periodo que vai de 1865 a 1M6 o
numero de nascimento por t,000 habitantes,
o aeguinle :
Ruaaia 4BJ
. Hungra 42
Wurtemberg Itf
Saxe 42 i
Polonia 41.9
Austria 38 4
Italia 36.9
Alsacia Loreno 34
Espanba 34
Irlanda 20.4
F.auga 25.2
Assim, du o relatorio, cahimos ultima
slasse quanto natalidade, e upamos mesmo
atrs da infeliz Irlanda!
As camas desta medonha reduccJ sao mlti-
plas. O-Sr. LaiUy as aaaignala com-.ama preci-
sao singular.
E' primeiro o esgotamenio resultante para a
ntco de infelicidade de toda a especie, que so-
bre ella attrablram as faltas dos governos suc-
C633ivo3 e tambem aa guerras desses daua lti-
mos *ecalo?, em que a Franca sempre tomou
oarte. E' subretudo o flagello do celibato, que,
como classiSca o Sr. Le Roy, vai inceaiantemeu-
te augmentado. ......
O numero de caaamentoa vai diminuindo de
annopara anno; bavia aotigamenle 8 casamen-
tes por I.OO habitantes; a proporgo nao
mais do que 7. A oupcialidade fraoceza ex-
ceptuando se airlMitU, a mM frc de to a
Europa. O decreacimeato doa casa mentos ac-
eusa-se p"los algarismos seguintea:
Em 1884 fizeram se 289 555 casamento); em
1890 rgistraram se apenas 269 331.
Em eompenaago, o numero doa divorcios pro-
gride cada vez miis. Em 1884, os divorcios at-
ngiram a 1 657, em 1*90, contam se 5.457.
Demais, a raridade dos casameutos tem como
corollario a sua Infecundidade : a media dos
3a3crmeoto3 legtimos, por casamento, que era
em Fraoca no principio do seculo de 3,9, cabio
a 2.5.
S'. Le Roy muito compenetrado do seu as
jumptc poT vezes mordaz. Qa ndo a gente se
casa, diz elle, por conveniencia ou interease, ar-
ranja se de maneira a nao ter: ou ter o menor
numero de tilhos possivel, o negocio* nao
bora sinSo nesgas condiges.
Como bom medico, depois de ter reconocido
a.chaga, o Sr. Le Roy prope os remedios. Pri-
zaeiro, a acgo moral: exhorta os franceses a
que nao persistam neste monstruoso erro de ter
poneos filbos e o maior numere de bens passi-
?el.
O legislador nao poderia por seu lado fi :ar
indiQerenie : necessario facilitar os casamen-
tos e desembarazar a lei de todos os obstculos
que ella Inr-a faz. O Sr. Le Ray prope tambem
restabelecer se a iuvestigago da paternidade,
afim de se impedir quer a prostitolgo da mai,
qoer o soicidio ou a morte do tilbo. Oeverram
fezer-se tambem reformas no rgimen fiscal,
DO reginen militar, nos servicoB doa filbos
asistidos e das amas. Apresenta elle um
projecto de lei, que d corpo a todas estas
reformas, e fiza as penalidades para os maridos
que austeniam concumbinas, facilita a celebra
cao dos casamentas, admitte a investigago da
paternidade,-allivia o contribuate conforme o
numero de filbos, e anima a colooisago, que
servir de escoadouro ao grande numero de ti
Ihos.
V ";-= que o Sr. Le Roy nao qu-z ir at o flm,
isto levar at os tribuoaes os celibatarios, po
rem, por urna serie de arti-ros de le, torna o ex
ercicio do celibato difli;ii, sinj impossivel.
Este projecto de lei deve ser discutido no par-
lamento na sessao de Outubro ; os solteires de
Franca t1 o, portaoto, tres mezes para se casa-
lem.
Un correspondente de Berlim escrevepa
ra um jornal de Panz, dizendo que o principe
de Bisnarck e espionado por ordem do impera-
dor Guilbermell.
Estao bastante adiantados os preparativos
para a exposigo dos manuscrlptoa e mappas re-
lativos a destoberta da America.
Urna deputacao de monarenistas foi ba pon
co a Folkestone apreieatar as suas bomenagena
ao conde dePariz, que agradecen lbe nos aeguin-
"es termos :
Estoa muito vivamente penborada pelos eeoti-
mento3 que me haveis exprimido: dos nume-
roso tesiemunbos de dedicago e fe fidelidade
qne ltimamente tenno lecebido um daquelies
que mais me tem trasido conforto no exilio.
Esta fidelidade dos monarebistas f poltica
aoora rs no meio das difficuldades do presente:
lia sera tambem um dia o seu titulo confianza
do paiz.
Os monarrhistas sustentaram valorosamenle a
futa pela defensa dos interesses conservadores,
pela manutengo da paz social, a salvaguardar
das tradieges religiosas da Franca e das liber-
dades da E/reja que acbaram sempre o mais so-
lido apoio na monarcbla.
NSo saberiam elles, porm, manifestar sent
mentos contrarios s suas convieces e adberir
as institutc-s que condemnam a seos olos a
experiencia do passado e o interesse do paiz.
Agrpalos em torno do principio nacional e
do direito histrico, que eo represento, sabem
que nao faltarei a nenbum dos deveres que esta
auago me impe eaguardaro com confianga o
futuro, unidos a mira pelo lago commum de de-
di cacao grande patria franceza.
Aanonma *e qw um inturp-llaco sert, grande enchente, a wmpanhia Ballesteros de
feita na cmara dos depuiados sobre o forneci-Z rmelas.
ment para o exercito argentino.
as titalos ofltciaea auppoa se que o gtieral
X. L'valle, ministro.da guerrae mirinna, icm a
intaogio de nJ tomar parte activa nestu diecus
*t-, nem lio poueo aasistir a mw.
O suuimano instaurado a reapeito dos
i aafragos de Rosal a* conl.naa abero, laucan-
do-se sentenci-paeciaL-no que se refere a liber-
dade d03 olli iaa e mais tnpolaates sa'/M.
Sobre o compaaodaute Fuaea, foilha letaatada
Em Campias, a carne verJe est sendo
vendida alio kilo.
A- cUsaw pobre*, em todo o estado, con
tinaam a lutar-com serias diffi^aldades para a
subaeleacia. Os gneros de prtmaira necessida
daaagoi -uiaiu-de prefio* tolos os dios.
Parece que por indictpao doOr. Olivoira
Escoret os leatB* da faculd.de vao reunir se em
conu'repaQaj. no senado de dirigirem protesto a
projjKo do cato do Or. Seabra. e solicitando
'periodo coustitucioial. A esta
r grandiosa, asaociar-se-
"w i.*.u.u jiqi.-j'. '(ti. jvib |#\#i catea utaa.
O mesmo Sr. Dr. Luiz Saaaz Pena, n'u
* interviiw* que tere cem um jornaliata, de
Solier, ba ordem para que, urna vez conclu da
a representacao do Brow.i, em Genova, em
barcas.se nesse porto para Baeoo3 Ayres.
Em todas as lojalidi-les da provincia de
Crdoba, foi eliminado o nome di D-. Jurez
Celman, que bavia sido dado a diversas mas e
pracas.
Proseguem com actividide e cerlo enthu-
siasmo 03 preparativos para a realisasao de una
grande manifestafiao ea>jnauDr. Luiz Saenz
Pena re:entemeote eleito presideaie da Republi
ca p*r> o novo*
feati
2o fUctn MH partidos de todas as cores
poliiicae, aleta ae%m sim numero de soctedade
ecorporac.'s queja se iascreveram para este
flm.
Ainda nao foi offl ttihn*nte marcada a data
para a realisacio desta projectada manifes'.aco ;
noemtanto julga-se que ser por estes das.
urna
decla-
rou entre cutras cousas que elle n> exerceria
neabuma iufljencia na diacusso que sera levan-
tada por occasiao do novo orcjmenlo do exeri-
Co de 1893.
O Dr. Miguel G. Morel separou-ae da re-
daccao da La Nacin para tomar coala de um
diarij que, por iniciativa do partido da Uniao
Cvica nacional da provincia de Bu nos Ayres,
appare:er em breve e combatera a aituajo po
litica da dita presidencia.
Apsiar das declaragjs do governo pelas
folbas offbiaes garantindo completa paz em todo
o territorio argentino, a populaco coitini so-
bresaltada pelos boat'j3 que contiouam a circu-
lar, annunciaido p-oxima revolucSo, boatos a
que o povo parece dar crdito.
O governo, alm das ordeos estrictas dadas
aos commaodantes superiores da guarnic&o da
capital para que as tropas continuaasem aquar-
telladas e promptas ao primeiro sigaal, fez scien-
te de que laucar mo de tolos os recursos que
a lei lbe faculta para a punigao severa e exe n-
plar dos inimigos do governo.
Deram-3e ltimamente em Jejuy desordena
de certa importancia.
A populaco contina alarmada, nao contando
as autoridades elementos sufti aentes para re
primir os turbulentos.
Um grupo de pipularea empastelou a lypogra-
pbia do jornal Verdico, que ahi se publica.
Naufragou na Bocea do Riachuelo o vapor
argentino Chaco. Salva;am-se todos os pas-
sageiros e a tripolago.
Bepubllca Oriental
O governo conferenciara com os directores do
Banco Popular do Rio de Janeiro, afim de ebegar
a uo accordo sobre aS condigfles de sorver a di
vida de seis mil coulos, resultante do empresti -
moque aquelie estabaiecimeoto lizra Rep-
blica.
Em Montevideo tinha-ae recebido a noticia
do desapparecimento uoysterioso do alcaide de
polica D- Pedro Rodrguez, que tinha em sen
poder mil pesos da ebefatura e mil pesos de um
commerciante da localidade.
At os ltimos jornaes recebidos, ainda nao se
sabia se se trativa de um crime ou de urna
fuga.
Fallava-ae muito em urna prociaaio cvica
para o da 20 de Setembro.
Depcis desea procissao, ser inaugurada urna
lapide em honra de Giribaldi.
Falleceu o coronel Luiz Gaelan.
Telegramma do Rio Grande do Sul, que foi
publicado no Siglo, de Montevideo, desmente
a noticia do assassinato de diversos Orientaes
naque!le Estado; e accrescenta-se que o general
Izidoro acha-se em oerfeita harmona com o ge-
neral oriental Garca, commandante da fron
teira.
Sabase em Montevideo, por telegramma
de Roma, que era inexacta a noticia de haver
enlouquecllo o "maestro Maecagui-
it. publica do Pera
O governo expedio um decreto, ordenando a
todas as autoridades da Repblica que effectuem
a prisS^lo padre Parelon, que esta sendo pro-
'"-saloromo autor do roubo da custodia da ca-
tbedral re C iz;o, onde era vLjano.
O coronel Julio Jimnez foi nomeado se-
cretario do presidente da Repblica.
Esta em diacusso no cong-esso um pro
jecto de le regulamentando a immigrago.
O general Canavarro foi festivamente rece-
bido em Lima pelos seas amigos.
A imprensa liDeral combate a propaganda
do clero peruano contra a majonaria.
a ordem de deteugto^ em retalio ao atoMnat' reeonaideago do acto que demit;io este profes
sor.
No senado, passou em 2a discusso o substi*
tutiva da commiaeo de fazenda, ao projecto da
camama, autorsando o governo a deportar em
bancos de sua confianza ca aaldos existentes no
thesouro.
Dis3ertou longamente cootra o projecto o Sr.
Ezequiel Ramos, que referi se ao mo estado
da praca, no tocante a circulao monetaria, di
zendo que o acto era de grande re.ponsabilidade
e digno de demorado estudo.
O orador perguntou quem iademnisaria o es-
taco no caso de um crak. Accresceatou que mul-
los estabelecimentos nao offereciam garantas e
dase textualmente que se bem que hija valores
reaes, aa givetas esto ch ias de papel sujo*.
Pelo clamor publico, aliantou o orador, nao
poda saber quaes os bancos de conflaoca. Haem
S Paulo cerca de 150 mil ceios em retracc&o do
meio circulante, em frente aos quaes nada po-
dem adiantar os saldos existentes uo thesouro.
O estado, dase anda o Sr. Ezequiel Ramos,
ni liaba o direito de lanzar mo do3 diubeiros
para os azures da praca. O governo nao pode ser
agiota. Demais os bancos nao sendo sujeitos a
tUcalisaco do governo, este at certo ponto com
meter am estelionato, que o orador clasaifica
de estelionato juridico.
O Sr. Paulo Egydio apreseatou projecto orga-
nis ndo as caixas econmicas e creando desde
ja urna geral com sede na capu.l c tiliaes em
Santos, Campias. Rio Claro e Ribeiro Preto.
O projecto d poderes ao estado em a3socia-
cao com as municipalidades ou por intermedio
te particulares, para fundar as referidas caixas,
de cujos depo3ito8 metade reverter ao thesouro
como emprestimo ao estado.
Esta prop >3ta foi recebida como base do des
envolvimento financeiro do estado.
Reallzou-i-3, conforme eslava annuaciada,
a reunio do eleitorado desta capital, a convite
da commisso municipal do partido republica-
B-azileira aer respeitada como urna naco das
maia civilisadas e desappareca no eslraageiro a
m reputaco de paiz insalubre ; quemarlo con-
fia nesta sociedad", que to democraticamenta
ae consumi, para que aejam diffundidas e aca-
tadas aa ss dontnoasem bemolasaade.
Ao terminar foi muito applaudido e felicitado.
O Dr. Carlos Costa, presidente, l ama carta
do socio Dr. Fernando Lobo, ministro do inte-
rior, pedindo desculpa por nao poder compare
cer em razao do servigo publico, e agradece as
pesssoas presente, pedindo o concurso doa que
nao sao assectados para que a Sociedade de Hy
giene do Brazil tenha o deaenvolvimento que c.
rece.
Diversos cavalheiros immediatameate inscre
veram se socios, dentre os quae; os D*s. Bernar
dio de Campos, presidente da cmara dos de-
puta tos, Julio de Mosquita, depatado por S. Pau-
lo, Eugenio Lucas, Firmino Rodrigues GonQal-
ves, Dr. Francisco Luiz Tavaree, Dr. E-aesto J.
da Rocha Costa, Dr.jJ. Vahia Oliveira Duro. D-.
gpaminondas Martins, Dr. Antonio Vctor David
e muitos outros cojos aomes daremos prxima-
mente.
A segunda conferencia ser feita pelo Dr.
Constant Jardim na sgunda-feira prxima, no
mesmo local gentilmente offe.-eeilo pela recto-
ra do Lyceu de Artes e ofietOB.
Curioso
E' sabido que as imiouoidades dos depu'.a-
dos diz o Teoopo vo muito looge, vao at tor-
nar impunes crimes de sedifiSo e deflorameno.
Nao vo, porm, at o estado de sitio, ao Cucu
by e as lavolagens,
Um delegado de polica deu cerco a urna tavo
lagem e como os tavoleiros resstissem empre-
gou a 0TQ4.
Foram apandados, entre outroe, um represen-
tante da nagao que boniem queixou se ao ebefe
de polica, que o manlou queixar-ae ao bispo.
E'nrecise notar que oode S:ipio foi vence-
dor (teta todos podem vencer.
Balado da Btala
No da 15 noite, algans soldados de arti-
Iberla, armados e tenlo frente o sargento Cla-
ro, assaltaram t apedrejaram a estago policial,
no pavimento terreo do edificio da junta commer
cial.
Depois de aggredirera a sentnela, invadiram
a estago e estragaram ludo que encontraram e
feriram diversos soldados, sendo um gravemen-
te.
Em 8eguidaconduziram presas algumas pra
as, e.-bordoaado-as a relie. Oulras amedronta-
no, afim de proceder-se a escrutinio previo dos das, araram-ae ao-mar.
AMERICA DO SUL
Itipublira Argentina
0 governo nomeou urna commisso para me-
t e demarcar 40.000 metros quadrados de
ierras em Mis oes.
Parece que o governo tem a intencS) de pro-
r immediatamente reviso do cadaatro do
terri'orio das Misses em toda a sua exteoso.
Nos crculos diplomticos desta capital
corre o boato de que o Dr. Luiz Saenz Pena of
fen cera ao Sr. general Julio A. Roca o posto
de minist o plenipotenciario e enviado extrao--
dina-io da Repblica Argentioa junto ao gover-
no francezem Paris.
O ministerio da guerra, passou urna nota
ao chefe do estalo maior, para que intimasse
o general Garmendiaa apreentar, antes de oito
iias, a memoria relativa divisSo sob seu com-
mando. as manobras de Abril e ao mesmo tem-
pe expilcar os motivos do abandono em que
deixou no rio Lyan ama chala de mate-ial de
pontea.
As negociares entaboladas entre esta e a
repblica franceza para a concluso de um ira-
INTERIOR
SUL DO BRAZIL
trojxe-nos ante hontem as
o seu
para o
deafecbo; e
mesmo fim
lado de commercio tiver:m
i foram entaboladas outras
cera i Brasil.
Os presidente) dos Banco3 de la Nacin e
da Caira da Coaverso tralam activamente de
ebegar a um accordo.
Segundo dados da repartigia geral de es-
latslica, uo seguido trimestre do cor ente anm
a irapo'tjeSo subi a 19,431:929^000 contra....
18.222:502/000 no meamo periodo de 1891. e a
exportacao de 30,434 669 cootos- 23,503,065', no
moimo ti mestre do anno passado.
A tres milh '8 seisceot s e setenta e qua
tro mil pes a. sobe a divida atrasada de conin-
bu-.co directa e pateat38, deadel881 a 1891 in-
clusivo.
Organisa ae em Buenos Ayrea urna compa-
nhia-para continuar a3 obras auspenaae da es-
trada de ferro desta capital ao Paciico.
Reconstrue-se o pavilbo argenlino que fi-
gurou na exposigo de Paris, em 1889 no quar-
tel do Redro.
Para substituir o caca torpedo Rosales nau-
fragado no tristemente celebre cabo Polonio, foi
adoptado o lypo de um navio novo de maior to-
nelada que o perdido. O typo preferido foi o
Sharpshote', de 5.135 toneladas, jconhecido no
Chile.
A festas em honra de Santo Ignacio de
Loyola terminarais por um banquete em que to-
mou parte o presidente da Repblica, Dr. Saeoz
Pena. Presidio a festao Dr. Aneiros, teodo a seu
lado o presidente.
A um brinde que lbe foi feito, responden o
primeiro magistrado da Repblica, saadaado o
clero argentino e a sua prospendade.
Cnegou a cllide de Buenos Ayres
de Montevideo.
Em Crdoba bateram se em duelo
Benjamn Castillo e Nemesio Novillo,
fica-am feridos.
o hispo
m
os Srs.
Anbos
a .I
O Vigilancia
seguimos noticias
Balado do Blo Grande do Sul
Temos dat-s at 12 do correte. As folbas de
Pelotas e Rio G ande trazem as manifestages
feitas ao Dr. Julio deCastilhos, na sua passagem
por aquellas cidades em viagem para a capital
federal.
A Gazeta Serrana da Cruz Alta d as
segotes noticias :
Foram dissolvidas as torgas que, em numero
de 1,232, de todos os pontos chegaram a esta
cidade por occasiao da restaurago do governo
do Dr. Castilhos, qae iraasmittio ao Dr. Victori-
no Monteiro.
Conservaram sempre a maior ordem. Na
tarde desse dia bouve tambem revista da guarda
nacional
Contaram-no3 terem sido mo".03 no co-
mego d ultima revqjugao, neste municipio, o
Sr. leuente-c ironel T ejloro Ro lrigaes Ped'030,
doustilhos eun capinga, quanio ja tinham se
entregue ao3 seus adversarios.
O Diario Pooular di Pelotas refe'e o
se quinte:
Ante-bootem, cerca das 11 horas da noite,
depois de ter-se retirado para a casa do Sr. co
ronel Na?cim"nto, o nosso pre:la-o amigo e che-
fe o Sr. Dr. Julio de Castilh33, um pardo empon-
chado e mal encarado procurou o, n3istindo
por fallar-;bu.
Teodo Ihe sido responlido oeJa familia do
coronel Naacmento que oD". Castilhas, fatigado
da viagem estafa ja reaolhilo :a seus aposeatos
o parlo pedo para que o cooduz'ssem at !,
porque quena iransmittir-Ibe pessoalmente urna
communicago importante da parle de um dos
mais prestigiosos ebefos da localidade.
A' vista de tanta insistencia, a respeitavel fa-
milia do Sr. coronel Nascimento desconliou dos
intuitos daquele individuo, respoadeu ihe que
apezar de ja rstardeitalo o illustre D.\ Casti-
nos achava-se roteado de amigos, e que, assics
ia mandar chamal-os para se enteoderem com
elle.
Ouvlndo estas palavras, o aiaistro visitante
retirad se apressadamente, apezir Je lbe dize-
rem que esperasse um momento.
Parecen lo confirmadas as suspeitas, mandn
o Sr. coronel NascisMnto perguntar ao 00330
amigo o Sr. Dr. Piratinino de Almeida, de cujo
nome ae soccorrera a ,iarda, se (inba enviado
alguem em procura do O,-. Castilhas, o que cau-
sn eatrannesa aquelie cavalbei o, qae p-rem-
ptoriamente affi.-mou nao ter mndalo pessaa
alguma com recada seu.
Do faci couclue o D ario qua o pardo es-
tava encarregado de alguma lgubre missocan-
tra o Dr. Castilhas.
Estado de S. Paulo
A opposigo est :e30lvida a nao mais fazer
poltica de bsteocao, o pretende cancarrer as
urnas naa vagas do.. D;.-. Bernardina Campos e
Rubio Jnior.
No da 12 cem trabal ha lores da Canlareira
dirigiram-se a palacio, reclamanda pagamento
de salarios. Foram dalas ordeos em sentido
favoravel.
Urna joven de boa familia, residente ra
da Boa Marte, tentau baje suicidarse, deste-
chando na cabega um Uro de revolver. A bala
aloiou-se no roebedo.
Era grave o estalo desta moga, que declaran
que atientara contra a existencia por estar affec-
tada de molestia incuravel.
.Esireuu nontem ao Uteatro Minerva, com
candidatos para os cargos de vereadores as
eleigoes municioaea qn. devem ter logar a 30 do
corrente.
A's 7 boras da noite acbavam-se lltteralmente
cheios os saldes do Club Republicano.
Foi acc amalo para presid- a reuoio o cida-
do Victorino Camino que chamou para secreta-
rios os Srs. F. de Queiroz e Beato Baeno
Tomando a palavra, o Sr. Camillo congratu
lou-se com o partido por urna reuni&o to nune-
rosa e imponente, onde se viam cidadaos de to-
das as classes sociaes e principalmente repre-
sentantes da commercio e da industria da ca-
pital.
Em seguida convidou os presentes para as-
signarem as listas de chamada e deu comego a
eleigo.
Foram recebidas 470 cdulas e at alta noite
continuara aapuraco que apenas estava em me-
tade.
Pela di3tribnlga da votago, porm, podemos
allirmar que obliveram quatrocentos e tantos vo-
tos cadaaim dos Ss. Dr. Braulio Gomes, Dr. Joo
de Siqueira Bueno, Dr. Alvaro de Carvalha, Dr.
Paes de Barros, joaquim de Camargo Jnior.
Dr. Pedro Vicente de Azevedo, Dr. H. Schau-
mana, J. Gomes Eslella, Rodrigo Monteiro de
Barros, Cesario Ramaibo da Silva e Guilberme
Rudge.
Capital Federal
Datas at 19 de Agosto.
Alm de outras noticias colhemoa as seguin-
tea :
Lloyd Brazileiro
Lemos no Jornal do Commercio da dia 18
do correte:
Os Srs. almirant' Custodio Jos de Mello,
teuente-caronel Dr. Serzedello Correia, miaistros
da marioha e da agricultura, Dr. Jo&o Lopes Oi-
ticica, Bevilaqua e outros cavalheiros, acarapa-
chados dos Srs. Dr. Manoel Buarque de Macedo
e capitao de fragata Mello e Alvim, directores da
Empresa de Obras Publicas do Brazil (secgio
Lloyd Brazileiro) visitaram hontem diversos va-
pores desta Empresa, surtos neste porto, ao
chegarem a bordo do Brazil foi servido
almogo. Terminado es.e, dirigiram-se todos
aquetles cavalheiros s officlnas e diqua da Sa
de, onde examinaram os diversos trabalbos em
execigo, e mais detidamente o dique, onde en
to se acharara os vapores Ceres e G'a-
Par. Percorreram em seguida o escriptorio
tambem all situado, examinando o commissa-
riado e o almoxarifado, dirigindo se depois aos
trapiches Rio de Janeiro, Reis e Federal.
Tomando urna lancha, seguiram os visitan-
tes para a ilh do Uocangu. onde, depois de
examinarem o dique, as barcas Ferry, alli em
reconstruego, percorreram o deposito de carvo
da companbia.
Foi das mais animadas a conversago em
toda essa excurso, conversaco que versou es-
pecialmente sobre os diversos e importantes ser
vicos do Lloyl, sendo muito bem recebidas as
informagOes que o Sr. Dr. Buarque de Macedo
prestou do plano que pretende propor em as
8embla geral dos accionistas da empreza, den-
tro de poneos das.
Os Srs. ministros e representantes da nago
mostraram-se muito bem impressionados com
quanto viram e Ibes foi informado. *
BataihSo acadmico
Lemas no Tempo do da 15 do corrente:
Tendo ante-hontemaquartelado no arsenal de
guerra, coiforme noticiamos, d'alli sahn hontem
pela manh o ba'alho acadmico, sob o com
mando do Sr. tenente-coronel Cavalcante, pas-
sando s 8 b e-ras pela ra do Ouvidor em direc-
go estago central da estrada de ferro.
Em trem especial foi transportado aa Realengo,
onde fez exercicio de fogo durante o dia, re
gressando tarde.
Sociedade de Mygieue;do Brazil
Diz a citada foltia :
Perante crescido numero de aenboras e cava
Ibeiros, achando-se representadas todas as classeg
sociaes, o Dr. Cesario Motta Jnior encetou a se
rie de conferencias publicas, que fazem parte do
progrmala desta sociedade, no Lyceu de Artes
e officios, na noite de soguada feira ultima.
O alustrado medico e deputado pelo estado de
S. Paulo tratou, durante cerca de urna hora, de
provar aafluencia que exerce a hygiene sobre
o progreaao de urna nago e dabi a felicidade do
povo.
Com documentos estatisticos mostrou o pre-
iuizo enorme que saff.-e a economa publica com
a nerda da vitas, occasionada pelo abandono dos
sao principios de bygiena e assin fez ver quo
incalculaveis sero os beneficios que espai j.
urna associaga, to altruis'a, como a sociedade
de hygii-oe, que tem par flm a dvulgago desses
principios.
Estudanio as differentes molestias, que pas-
sim em nosso paiz, trata da febre amarella, da
varila, da malaria, da tuberculoso, etc. mostra
quaes as verdadeiras causas de seu deaenvolvi-
mento, da acclimatago das que foram inporta-
das, coma a febre amarella, originaria das Anti-
Ibas; faz ver que em relagc tuberculase,
qae emra na estilstica com urna cifra conside-
ravel, moldas prophylaticas poderiam ser eje-
cutadas pela popolagao, que em geral mais do
que desidiosa nesse sentida; que em relajo a
varila, verdadeiras crimes se praticam como
abandono da vaccinago e revaccinago; que em
relago a malaria (ou febres palustres) damesma
maneira as papulagdes, refractarias as leis sani-
tarias e municipaes, ombaragam as determina
g0e3 bygienicas, tendo sempre constante a acgo
dos microbios, cam a cansiderago dos terrenos
mal cuidados, nao atterrados, com aguas estag-
nadas, com verladeiros pantanas faimados pela
igaorancia e pela culposa rebelda s benficas
leis em favor da salubridade publica.
Qae em relago meamo febre amarella, como
cansa principal da descrdito de nosso paiz no
estraogeira, sa os babitantea desiacilade mere-
cedores de censuras pela resistencia a prescri-
pgOes de isolamento de doantes, a agglomeragao
condemna.a as babitacTjes, falta de aaaeio, e
at mesmo, coma se '.em observado, ao reprova-
do cosame de oceultarem os do en tes s auto-
ridades sanitarias, etc., etc.
Occupa se depois com a bygiene das sriangas,
crches, etc.
Baseado em jalici93is coasilerages, faz um
apoali i papulag) para que poasa a Repblica
O commaadaule do districto militar, logo qae
soube destes acontecimenlos, mandou sea aja
danle de ordena para o lugar onde ae pasaa-
vam.
K3e conflicto, ao que se diz, originou-se na
aggresso de alguns artilheiros a um soldado
de polica, que por elles foi desarmado na ra
do Caminho Novo.
Por este motivo, os aggresaorea foram perse-
guidos e um foi preso per pragas d'aquella es-
tago.
Aa que noticia a imprensa, os soldados de ar
tilharla constantemente promovem desordene
com a polica e paisanos.
Anda no da 14, diz um jornal, tres arti-
lheiros, na praga da Soledade, em completo es-
tado de embriaguez, deram trale espectculo de
insubordinado.
Accrescenta o collega que sao repetidos os
factos de provocaco e desrespello, por parle
dos referidos soldadoa, forga que procura sya-
dicar e resi.belecer a ordem.
A' vista dos succeasos de hontem, ticou de
promptido o 9. batalbio de infantera. O cor-
po policial maudou forga commandada por um
oflicial, aim de reatabelecer a ordem e oceupar
a estago, que se acbava abandonada.
Ao que consta, o batalhao de artilheria es-
teva toda a noite de prompudo.
No respectivo quirlel perooilOu aoffiui.i
dade. As armas esliveram eosariihadas as ba-
teras ; um piquete conservou se na parque,
recetando aggresso da polica.
Felizmente a noite cooaervou-se calma.
Durante todo o dia de boje, nada alterou a tran
quilldade.
O bacharel Salvador Ma'.tos de Souza pe-
dio exoneraco do cargo de 2." delegado.
0 coronel Eupurasio Das aasumio o cam-
; mando do 16.* baulao de infantera.
Na feira de Santa Anna fallecen o coahe-
, cido fazendeiro Alexaodre Ferreira de Almeida.
Foi io8tallado o tribunal de primeira in
i stancia, sendo unnimemente eleito presidente,
I o Dr. Manoel Ilefoaso de Sauza e Lima.
V O commandante do districto militar no-
' i meou cooselha de inveatigago sobre o confl.cto
i entre soldados de artiihsna e de polica.
Recoomendou o general aos commaodantes
de corpoa que nao deixsm sabir forga dos quar-
teis, para qualquer diligencia, sem previa or-
dem do quartel-general, devendo, nos casos ur
gentes e graves, consultar rpidamente pelo te-
lephone a qualquer hora do da ou da noite.
Ordenou tamoem que as pragas de artilheria,
que compunham a pairulba, as da escolta e to-
das que intervieram no conflicto, sejam presas,
at secunda delerminago.
O conseibo de iovestigago sobre o confli
co entre os artilheiros e policiaes ficou com-
posto dos coronis commandaatea do 9.a inte-
rino) e do 16.a de infantera, e do coronel refor-
mado Pereira Caldas.
Dous soldados de artilheria, no dia 16, a
4 horas aa larde, na ra das Portas da Ribeira,
provocaram desorden, aggrediram e desarma-
ran] um policial.
Vendo a indigoago do povo, os turbulentas
refugiaram-je no Arsenal de Marinha.
Acatar esta reaologo, observal-a e respeital a,
nao 80 dever que pertence somm.> aos adver-
sarios, mas tambem aos correligionarios que de-
vem ver celia urna verdadeira ligo de heroico
patriotismo, baatante rara neaaes temos de in-
frene partidariamo.
Diz o > Meteoro :
E' por certo multo ardua, ou o menos, um
pouco difficil, a posica do jornaliata que, em
materia poltica, pretende ser ou tornar-Be con-
pletamente neutro na manlfestaco de suas opi
niea, perqu, muito < moora tenha o applanao
dos espiritos .desapaixonados, o que em todo
c so bastante, todava aos despeitados pode
algumas veze3 parecer injusto e al mesmo coa-
traeditorio.
Esta posico, porem, nao para O Meteoro
to difficil, desde que, ao iniciar sua segunda
e-pocha de pablicagoe no curso que tem segui-
do at boje, nao (repidou em seguir ns:a o
programma que tragan d-e Irabalhar na propor
gao de euas torgas pelo eogranaecimeoto do
pai/. e pelo seu progresso moral e material, sem
tomar*partido i nem defezas systematicas por
este ou aquelie grupo poltico, apezar ,de multas
vezes ter desgostado quelles .que se julga
vam seas tu -tentculos.
Assim permanecer sempre era seu po3to de
honra.
Em nosso n. 22 deste anno dissemos que, se
o Em. Sr. gavernador de3te estado (a proposito
de dissulugo dos concethos municipaes) tivesse
de praticar este acto commetteria uca absurdo,
ca-o baaeasse-o na illegaiidade da eleigo dos
ucsinos concelhos.
Enio nio exista a lei n. 52 ultimameute
emanada do poler legislativo estadal e apenas
dissemos alguna concelhos podiara ser dissolvi-
do por ie >m infringido ola so a lei bsica do
estada como a da repblica.
Huje, porm, applandtmos o acto do governa-
dor, que >iissol'<>a todo 03 concelhos do esta-
da, nao o porque o effeitu immediato de urna
lei expreasa, camo porque essesconcelhos, pria
cipalmente o do Recife, t'aham-se entregado a
um tal desbragamento. faziam perigar de tal
modo a ordem publica, lo'n indo eminente urna
conflagrago geral nest estado, que o sea affas
lamento do poder municipal tomou-se indiapen-
savel.
Assim pois, honra ao Exm. 8r. Dr. Barbosa
Lima que par este aeu acta, coma por tolos de
sua correcta admioistragVa tem 3e tornado na
epacha calamitosa que atraressa feroambuco,
um hornera verdadeiram-nie republicano.
MEDICINA
POLTICA
Dissolu^ao dos Concelhos
Muaicipaes
Apreciando esse fado, o jornalismo da cidade
da Victoria, deste Estado, exlernou a sui opi-
nia deste modo :
Diz o L'dadar :
Ha m'iito que preoecupava talas os espiri
to3 os actos impensados dos Concelhos Munici-
paes deste Estado, que sa arvoraram em pode-
res absolutos, sem o menor respailo a lei con-
stitucional.
A criae desesperadora que de dia dia avas-
salava a popuiago, creando-lbe os mais serios
embaragos aos meios de subsistencia, longe de
aer minorada e cuidada pelos poderes munici-
paes, era cada vez mais augmentada pelos des
rebramemos desse mesmo polar, inteirameate
affistado das normas que Ihe tracavam o dever
e as leis que o regiam.
Emquai'.o a popuiago extorcia-se entre os
maiores vexames e difficullades, o poder mu
aipal armava-lhe o lago das contribuicOes em
nome de um orgameato m castro, que cahindo
sobre o povo auna os seus poucos haveres, como
o usurario agiota qae nao se commove ante as
lagrimas da pobreza para realizar os seus planos
lucrativos.
Redamag5es do pava perante o poder execu
tivo e as promptas providencias deste poder es-
tabeleceram ltimamente serio conflicto entre a
municipalilale e o governo da Estilo, conflicto
que nao poda deixar de ter a soluga que teve,
cam o verdadeiroe mais justo appiausg do povo,
que boje respirando mais livremente abenga
aquelie que em momento de inspirago patriti-
ca soube collocar bem alta os seus direitoa den-
tro da rbita da le.
0 Esm. Sr. gavernador do Estado, qae at
haje tem sido a mais firme garanta doa dlreitos
do povo, manteado o maior respeila a le e a
maior i se agua de animo, acabou de aasigaalar o
seu criterioso governo com o mais cloquete ras-
ga de tina administrativo, accentuanlo o sen
acto de diisolugo dos Coicelhos Municipaes
com a sagragao da lei, que deve ser a gide de
todos os governos moralisados, que libertando
se do jugo poltico, que affecta o organismo go-
vernamental, aca3tellam se uo direito que a
garanta e estabilidaae do qualquer governo.
Baseado na propria lei qae o Congress do
Estada acabou de approvar par daus tergas o
Exm. Sr. governador do Estado, de accordo,c>ra
o art. 1* das disposigOes transitorias da mesma
le, acaba de realisar urna das mais elevadas as
piracGes do povo pernambucano decretando a
dissoluga doa Cancelaos Muaicipaes, coma a*>ii -
io se v.
A medida salvadora e ostensiva a todas as
classes, como um balsama qua cura tola] as
cbagas foi esta qce S. Exc. laugou ma, revesti-
da da mais nobre altivez c cercado das preroga-
tivas do direito. ,j J
O berl-berl e as polyacvrltes
(Coniiouago)
Reierindosea frequeacia com que erara eato
cbservadas a uepbriie e a leucocytbemia, diz el-
le; nao qae a albuninuria e a leucocytbemia
sejam affecges novas, nem mesmo que sejam
actualmente mais frejuente doquoeram ouir'o-
ra, mas que depois dos trabalhos de Brigbt
sobre a primeira, de Bennet, de Vircbow, Vidal
e M.ignds Ha sobre a segunda, c alarma esta
va dado; apren-leu se euto a coohecel-as ao
paseo que amigamente pasaa vam desapercebida-.
Pois bem, senhores, d se o mesmo com a pa
ralysia dipbtherica : como ella so se apresenta
em ama poca j bastante sfaslada das manifes
tagflscaractersticas da maiestia, comprehende-
se que nao se tenbim sempre apanbado a sua
orieem e causa (1).
Mas a verdade que os prop-io3 annaes med
eos brasileiros nao sao tap omissos a este res-
peito como se poderia abppar. Sem nada affirmar
acerca da natureza do pbeaomeno, podemos re-
cordar a superveniencia de accidentes paralyti-
eos em rereis de urna das epidemias que tm rei-
nado na cidade do Rio de Janeiro.
.. em 1781, escreve o Sr. Baro do Lavradio
(2) reinou urna epidemia que o povo alcunhoa de
zamparina, caracterisando-se par diarrha e
dystoteria. seguila de phenomeoos paralyticos,
segundo ouvlmos a algumas pessoas antigs...
ainda hoje se ignora o que fosse i zamparina.
Seria, como j alguem suppoz, u_ a epidemia de
dipbtberia ?
Ou seria urna epidemia de febres perniciosas
com desordena profundas do tixo cerebro-espi
ntnl, tendo oor carcter especial a diarrha e a
dysenteria ? E' impossivel dizel-o .
E' curioso refleclir sobre o que poderia nesta
epidemia fazer surgir no espirito de alguem a
idea de diphtaeria, isto da molestia que urna
nrovocadora por excelleucia das polyaevriteain-
fectuasas secundarias.
Da epidemia de febre eruptiva rheumatiforme,
vulgarmente polka, que reinan no Rio de Ja-
neiro em 1-346,1847 e 1848 escreve ainda u mes-
mo illustre epilemiotogiata (3) :
(1) T-oussean. Clinique Med. de l'Hotel Dieu.
Pars 1885., T. I. p. 498.
{'.) Pereira Rogo (Baro do Lavradio). Esbogo
hist. das epidemias no Rio de Jaaeiro. 187i, pag.
185.
(3) B. do Lavradio. dem, p. 46.
EfCoLtiotu).
Dr. Nina Rodrigues.
Actos oificiae* -Palacio do Governo do
Estado de Peruambuco, em 25 da Agosto de 1892.
O governador do Estado considerando que o te-
naile-coronel Manoel Gangalves Pereira Lima
d 'fiois de lbe ter asaegurado loda a leal da i ? de-
clarando ae promp'o pa-a seeuir na3 diligencias
que bouvessem de ser ordenadas, vottando ao
quartel nflra de faz^r camprir as ordens que Ihe
foram dadas, longe de assim proceder, commu
nicou immediatameate ter deixado o enramando
do corpo policial do qual se cansiderou desde
logo demiitido; resolve demit'il-o a bem do ser
vigo publicoassignado. Alexandre Jos Bar-
bosa Lima.
Actas ofllclaea-Par acos de 17 foram
nomeados para o m nicipio de S. Jos do Egy
pto as ouiotes autoridades policiaes, sendo
exoneradas as actuaes : para os cargos de dele-
gado e 1* supplen'e es cidadaos Paulo Soarea
da Silva e Sabino de Sou'.a Limein; para os
cargos de sublelegado el" supplente do 1
distncto oa cidalos Emiliano Cordeiro de Bene-
vides Maciel e Antonio Gomes Correia, para o de
subdelegado do districto de S. Pe lro o cidado
Gerallo Pereira aa Silva Mello, para o de subde-
legado de Saato Antonio das Hata'as o cidadSo
Miguel Pereira de Britto.
Par acio de 18 do corrente foi nomeado o ba-
charel Manoel Mayriok Monteiro d'Andrade para
exercer o cargo de promot r publico do muaici-
pio de L'opoi 'aa era subs'.ituigo do bacharel
Fortunato Raphael Alves de Carvalho, que nao
assumio o exercicio no oraso legal. O nomeado
dever assumir o exercicio no p-aso de sessenta
das.
Ni mesma data foi exonera lo, a pedido, da
cargo de subdelegado do 4 lisiricto de Ama
ragy, Sergio Das de Moura Millos Jnior.
Em -mal data o governador do Estalo reinte-
grou co posto.'de commlssano da guarda local do
municipio de Pairares o cidado Joo Ribeiro
Pes.'a Je Lacerda, sem que tenha direito a per-
cepgaa de vencimentas desde o dia em que de-
corre de sua exoneraco a o em que assumir o
exeicicio; flcanda aem uffeito a transf reacia
do commissario los Ferreira Gomes, do muni
cipio de Gavat, para o de Palmares. Ambos
devero aasumir o exercicio no praso de quinze
das.
Intendenclaa munlclpae* -?0f actos
de 17 do correle foram nomeados intendentes
para os segaintes municipios :
Cimbres
Presidente :
Dr. Francisco de Freitaj Caracciolo.
Membros :
Tanenta-caronel Andr Bezerra do Reg Birr".
Capitao JosCivalcanli de Carvalho.
Capitao Raymundo Ferreira de Ja.aes.
Capitao Ambros i no do Reg Barres.
Jaboato
Presidente :
Tenente-coronel Manoel Xavier Carnero de Al-
buquerque.
Membros :
Bacharel Antonio Cesario Ribeiro-
Bacharel Joaquim Nobre Carueiro de Lacerda.
Pedro de Magalhea Seve.
Antonio Arthur de Alneida Soares.
aojannaAs noticias qne podemos colher
a respailo dos factos occorridos nessa localidade,
foram os seguales:
O ex-commaadaate da guarda local An.oau
dos Santos Medeiroa de Agniar, ltimamente de-
mitfido por motivos de desfalque no qnarel mes-
traoga da dita guarda, iedo para Goyanna, alli
apoderou ee do armamento da guarda local de
Goyanna, e reunindo alguna malulos tomn -
conta do telegrapho cortando oa Uo8, inutilisaD-
o materiai, preodendo o telegraphista ; assim
como apoderou se da cadela.
A popalag) da cidade ficou aterrorisada em '
vi3ta destes factos.
Logo que chegou a noticie ao conhecimento de
S. Exc. o Sr. governador do Estado, fez seguir
bontem, para alli 25 pragas do Corpo de Polica!
e boje no trem do Limoeiro, mais .5 pragas s
ordens do distincto lente Aastnclinio Paes
Barreno, acampanhando o Dr. Qaestor qae vae
tomar conhecimento dos factos que alli se deram
ltimamente.
Muitoa tem sido os boatos adrede espalhdj3;
porem ps'.amos aotborisados a informar ao res-
peitavel publico que medidas foram e sero to-
madas em ordem a fazer terminar tal estado (te
coosas.
Voto dopeaarEm eess&o de hontem da
Intendencia Municipal desta capital foi proposta
pelo respectivo presideole e unnimemente ac-
quiesclda a consigoagSo na acta de um voto de
pezar pelo passamenlo do marechal Manoel Deo-
doro da Ponaeca.
O Sr. Dr. Dmaso em rpida enunciago accen-
taou o qae fra o finado marechal, terminando-a
com a declarago de que a ana proposta traduzra.
os sentimentos do municipio; e os intendentes,
em onmero completo na referda sesso, appro-
vando-a, ailiaram os proprios quelles sentimen-
tos, qae era verdade sao os de todo? os brazil i
ras, qae pranleam sinceramanle a morte do
grande cidado.
HagiMtratura- Sobre o assumpto escreve-
nos pessoa b bilitada o segainte :
Deve estar lembrado de que foi ltimamente
aoresentado no Congressa Nacional am projeclp,
determinando qne nenbam magistrado seria apo-
sentado sem que iives de servigo publico salvo .invalidez provada em
nspecgo de aaude.
Semelhante projecto pareca ocioso, em face
das bem ccobecidas aisoosig's dos arts. 75 da
Constiluigo Federal e 6o das dispoaigOe8 tran3i-
torias da mesma Constiluigo; ma3 o fado que
o governo acaba de negar sanego ao mesmo
projecto, sob pretexto de que aos magistrados
que tem menos de 30 annos de exercicio a con-
stiluigo s assegurou a disponibiiidade, at ul-
timar se a nova organisago judiciarla, e si com-
pleta esta nao fossem aproveitados, a aposenta-
doria com ordenado correspoodenle ao tempo de
exercicio.
E' forgoso cpnfessar, porm, que nesse mol- .
vo da nao sanego ba urna Incongruencia man-
festa ; pois nao se comprehendeu, ou se nao o
qaiz, qne as palavras oa aposentado com orde-
nado correspondente ao tempo de exercicio que-
rem dizer a hypolhese do ucagistrado invalido,
nhysico ou raoralmente anit s dos 30 annos de
exercicio. \
Sibe-se, e mesmo confes-am n'o os conside-
randos, qae ao magistrado em disponibilidade
conta setempo e ordenado.
Acha-se p^uco reduzir o magistrado pobre ao
triste ordenado, preciso lavrar muitas demis-
86es.
Aquellos que tiverem 6 e 8 annos de exf re-
ci devem segn lo aquelia doutnna ficar redo-
lidos 30 e V) rail ria mensaes I...
Por ora,nada mais adiaoiaremos sobre a ques-
tac. aguardando a deciso final do Cong-esso
Nacional.
Pedimos no entretanto, a atteogo do honrado
governador do Estado para o qce vimos de dizer
e nao concluiremos sera trahscrever algans ire-
cbos-de um discarso, proferido posteriormente
pelo magistrado aepntado federal Jou de Siquei-
ra.
O art. 2. do projecto dia que o magistrado
nao podia aer aposentado sem que contasse 30
annos de servigo publico, salvo invalidez prOva-
da era nspeco de sanie.
Pois bem : diz o governo que enta disposigo
contraria a coostituigo, contraria ao 1 do
ar!. 6.-
Mas o projecto estava amparado pea disposi-
go do art. 75 di constituigi, que o governo
acaba de violar. A cmara sabe como foi feita
a reforma da m>gistra'nra nos Estados.
Duaa reformas : a primeira sob o governo do
Jiacharel Deodoro \ arguns magistrados ros'os
em disponibilidade.
Veio o governo da legaliiade do Sr. Floriano
Peixotn, tado foi varrido nos estados, rasgadas
as coostituig6e3, dissolvidos os congressos. de-
poslosos governadore8 e presos os adver ;rios
do governo.
Fejtas as novas organisa^es muitos magistra-
dos alguns com que o governo nao centa-
va, foram po9tos margem, ainda para exercer
urna vinganca.
O orador v que os odios anda nao ecto ex
tintos, que a poltica de vinganca vai continuar
embora sejam garantidos pe'a constituios i os la-
gares vitalicios dus magistrados.*
Ejqaadrllha InglesaO contra almi-
rante commandante da esquadrilba ingleza fun-
deada no porto do Recife e olconsul inglez visi-
taram ante-bootemo digno general commandante
do 2." districto militar, que agradeceu a cansi-
derago que justap-enle lbe e-a dispensada.
Banquete a bordo do Vigilancia-
Segunde noticiam, jornaes da capital federal
bouve a bordo desse magnifico paquete da Uni-
ted States and Brazil Maril Steamsbip Company,
ento naqaelle porto, um banquete para o qual
foram convidados pelo seu presidente, o Sr. W.l-
liam M. Ivins, mais de sessenta pessoas, entre
as quaes podemos notar os Srs. Ministro da M>
rinha e da Agricultura, E'win H. Cooger, mi-
nistro dos Estados-Uaidos; Oliver Darkjy, cn-
sul americano; Dr. Prudente de Moraes, presi-
dente do Senado; Dr. Bernardino de Campos,
presileute da Cmara ; senadores, deputado3,
representantes de outras classes sociaes e da im-
prensa.
Depois de visitarea o navio, qae um dos
melhores qae entrara na nosso porto, tomaram
os convidados lagar as qaalro mesas prepara-
das na sala de jantar do paquete, asaentaada e
a direita do Sr. Wilam lvin3, que presidia a
a mesa principal, o Sr. Dr. Serzedella arri.
8ui esquerda o Sr. contra-al airante Casto lio
Jos de Mella.
Na segunda mesa presidida pelo capa Ja-
mes A. Crossmaa, commandante do Vigilan-
cia, um bello lypo anglo saxo. alto e robusto,
e de urna jovialidde jqexgotavel e, encantado-
ra, asseuiaram-se os membros da impreoaa.
O jantar, quecomegous 7 boras, prolongou-se
at s 10 horas, no meio da maior cordialidade
e alegra.
A'sobremesa, o Sr. William M. Ivins, urna
natureza de perfeito bomem de negocios alliada
do mais tiaa diplmala, leu em portuguez o
seguate disenso:
Senhores.Seria impossivel para mim, ou
para aqaellesypie represento, ter maior prazer, do
que o agora leaho, em tel-os como hospedes da
compannia, e sinceramente os acolbo agora, nao
rnente por rainha parte, como por parte de
raeus collegas directores.
Tw a boa fortuna de visitar o seu paiz ba
tres annas, e ae voiti agora observo differengas
to grandes e nolavela, a serem quasi sorpren-
dentes. Oaservo todas as evidencias de um com-
mercio augmentado, de maicr proaperidade, de
maior riqueza e raaiur aclividade ; em todos os
pontos a mais srp'endente evidencia do que oa
fraoceies charoam mo emite. Bate espirito
tnico! Sioto-onaa ras,as casis, nos escrip>-
tor'.os, naa fabricas, na atmosphera, emtira em
teda a parte onde me acbo.
S posso altribuir isto ao fado de que o povo
est cheio da a-pirago do qne cbamam os in-
glezes Salf governamect, que a ultima pala-
vra nao : de ibeoria poltica, como ethica polti-
ca em urna palavra, o governo do povo pelo po-
vo.
1 O resultado desta vida nova significa urna mu-
danga tia grande em maltas das condiges de
vida na ion-il, a panta de fazer os problemas de
ainiinistrago ezcepcionalmente dimeeia. Per-
mittam-me que d ara exemplo de meu penaa-
meato Principiase com um paiz abeogoado co
mo nao ha antro no mundo em sua admiravel,
maravilhosa e incalculavel riqueza de produegao,
sua costa notavel, seus ros magnficos, suas
mantanhas ebeias de riqueza mineral, suas co-
linas plantadas de caf, seus campos feriis do
assucar, seu algodo, sua borracha, e a capaci-
dade em um lagar ou outro de sea territorio pa-
ra produzlr tudo o que vale apena.
Foi abolida a escravatura e em seu logar ten-
dea trabalbo livre, isto trabalhadores mais
aem pagos, maia productivos, mais contentes,
mais bem alimentadoa e vestidos. Estaia vendo
aqu a mesma causa qae vemos nos Estados-



.-- -..u<
^ T---- i m .


i
Unidosurna grande raja libertada extorcndo-
se para collocar-se em um nivel mais alto na so-
ciedade organisada na colonisagao.
Depois da abOlicao da escratatora veio a sua
revoluco pacifica. Sua prospendade agrcola
e a toa sobrledade poltica exigi e reoebea a
conlianca do munJo, e se boje o problema tinan
ceiro peculiarmente diflkil, em meu humilde
pensar o resollado de causas por um lado ante-
cedentes consutuico actual, pela qual nao
sois responsayeis -da qual nao podieis escapar,
e por ootro lado deviuo ao fado de que pocas
de grande proaperidade e desejvolvimenio sao
acompanhadas por suaa proprias diffioulda-
des.
Pomos ensiaados que todos 03 fa;tos econo ii-
C03 podem ser classiS jados deoaixo dequiea
quer deles tres pontos: produccao, distribu
ao ou co asumo.
Sobre producan, teadtes o terreno auis pro-
ductivo e os trabajadores de mais boa vntade
e mais satisfeitos do mundo. Sobre o consumo,
o espirito novo, o espirito de liberdide e o cres-
cimeatb em p osperidade auffmeatou-o de modo
impossivel de ser previsto.
E esta uiudanc tambem um symptoma do
progresso social e econmicopois o fado de
elevar o nivel da vida do povo o nsaioT bentfi
co Ja eivilisacao.
As difficuldades de voaso systema econmico
existem actualmente na departamento de di3t'i-
bui.ao. O vosso crescimento em sido tao api-
do, que a vossa planta disir butdora nao lena po
dico acompanbar o augmeoto de produego e
consumo. Na interior o povo clama as merca-
donas estr.ng iras que foram pagas com o sen
caf e assucar. mas as estraaas de ferro nao es
tao completas on nao estao equipalae-e admiois
Iradas de modo a tnansportar as mercadorias e
de corresponder a essas novas exigencias.
A iocqpaeidade das estradas de ferro resulta
tm Jjqueios em seus porto?, e isto tamoem por
sua vez resulta em daino ao seu commercio es-
trangeira e nacLr>3l, de mola ose os negocios
deven prar ou as laxas deves ser augmenta-
das, e o povo, o consumidor final aga a taxa
na foruan de preces mais elevados.
No final ludo cii sobre o povo, mais seria
melbor para o povo pagar directamente no The-
souronacooal como urna contriuuico para con
seguir melhores facilidades. eag;im resolver de-
fiaitivamen.e o problema, do que pagar indirecta
mente de um modo que nao beneficia ainguem
e deixa Ocar as cousas so mesmo estado.
A attencao que o governo est agora prestan-
do a estes problemas e especialmente o estudo
intimo, pessoal, dos mesmos que est sendo feito
por S. Exc. o Sr. ministro da agricultura, com-
mercio e obras pualicas, ama garanta da so-
lucao de todas as difficuWcd-s com anta prona-
ptidao, quanla possivel. sob condicSes qae im-
pem seus proprioj limites ..atoraes.
Se o hamem cresce e a roupa nao he se-rve
mais, tanto melbor para elle, e tanto peior para
a roupabota-se de lado a ve-Iba e compra -se
nova. Enquanto se fax a rouja nova elle pode
sofrer aU'um inconveniente, mas isto um pre
5> pequeo qae =e paga pel faci esplendido de
que elle cresceu e que elle serve no futuro e nao
ao passado.
.'StaboresO- problemas econmicos e flmn-
celros sero todos resollidos. Ninguem tem 30f-
frido maiores prejaizos p-oporcionaes por cau-a
delle3 do qu-; nos nesta empresa, mis. temos a
fe mais profnQda no futuro, e d ministros, senhor 3 das cmaras, da impreu3a e
da Associago ommercial, o mais ceno e rapi
do bom xito em todos 03 trabalbos em que es-
tis mostrando coxagem to magnifica, energa
taa esplenlida e lotelllgencia to elevada, e
aproveito a opportu;idade de brindar o Brasil,
seu povo, seu presidente, seus ministros, e a
m s completa realsacSo de sua divisa nacional
Ordem e Progresso progresan sem o sa
crificio da ordem, ordem sem .; sacrificio do
progresso.
Levantou se em seguida o Sr. Dr. Scrzeaello
Crrela, e disse que pretenda responder a san-
dago que acabava de ser feita sua patria pelo
Sr. Ivens; precisa va, antes de indo, d:zer ao
asditoio que se achava possuido d-;sbev,-espiri!o
americano, dessa grade alma pratica, de-se
excepcional c iterio qae f as cousas ao primei-
ro rUnce, e apprehnde a verdade s?m r-.c:os
e sem uvidas.
Sentase bastante feliz ns3se m.'-mento, por
qoe a presenca dos americanas nessa fts'a por
oue a preseeca de brasileiros neste navij ame-
ricano, trazia ao coraco bra9lleiro a conviccSo
de qae a nica ,diQ;uldade que restava solver
pac u3 destinos da Repblica nes'.a put-ia, c~-a
d fficuldade da distribuicao a qae S. Exc to
cnteriosiiieate allulio, essa m^sma lia de a.r
re^jlvida por es3e espirito Dratico e pa-sistentp,
ps* uo do mundo, que acceatua a poderosa vita-
ndaae da grande na.iogloria do comraente
amencano.
Era e3ta conv;^5^o intima que he dava a co-
ragem precisa para reapunlar ao brinde do Sr
lv=ns aoBra3il republicanoporque S. Ex ..
com 3eu poderoso ispinto de on-ervador, vio
bem que a Repblica oo era someote a manc-
tengao de um systema, maa..|';3 era o progresso
da nos-'a soedade, a transtormacio da nessa
viaa, e estrada franca e decisiva do progresso e
da fecidade destinados ao Brasil.
E era po UM que elle ministro do goverao
republicano, se levantava para responder ao
brinde do Sr. Iven3, saudando grande nao
americana, (t patria dos graadea bomens orno
Washington, Lincoln, Gront e Harrnson a esta
grande aajo americana que parece turf compre-
headidoque na alguma cous a fazer na pare
sul do n )sso continente que estende seus albos
para a nossa patria alim de coatribuir pela ioi
ciativa dos seus tubos, pelo seu fecunda genio
inventivo, pela riqaeza doa seus capitaes para a
pro peridade do Brasil e para a coasolidagao
desarepuoiica.
Briodava grande naco norte americana.
Respondeu a este brinde o Sr. Gonger, miai3-
tro dos Estados Uuidos, que disse sentir fe or-
gulboso com as palavras do S\ Dr. S rbeiello
Oor.eia Qae todo americano tem razo de or
gultiar-se da c_:.'i leza da sua patria, que era
urna nacSo, p-'ii, uao bavla muito que havia ce
legrado o s;u primeiro ceoteaario ; que a gran-
deza do seu paiz era principalmente divido aos
tres factore3liberdade e independencia iadivi-
lual, o seu systema de educafo ; eas finareis
honestas. Qae a Repub i:a Brasileira surgir
em poca apropriada; que a sua patria havia
commettido erro3 e que ee ('esejava uue o nova
repblica, que tem de si grandioso futuro, apro
veitando-:e da exporiencia da sua irm mais
velba, p5" 'cramettesse os erros em que esta
locar. -em cntros; fazla votos para que o
Brasil 5 r.< i te as suas instiluicCes ptla ord^m,
peas tea: aaccas, pela peifcita distribuido
di jes a ,
T m admirado o espen .'ores da naturezz, as
riquezas do noseo paiz a belleza tropical das
nossas flores, mas o que mais admira e pelo qoe
est muito grato, a cortezla com que tem sido
distinguido nos dezoito mezes de sua residencia
neste paz;, terminando eaud?. o pavo brasi-
lero.
Corresponden a esta saudacao ofr. ministro
de marinba e interino dos eatrangeiro3, agrade-
ceodo e saudaado o povo americano na pesaoa
do ?eu presidente o genera! Harrison. O Sr. Cus
todio Jos de Mello fez este onode no 'dioma In-
gles, que S. Exc. maneja coa singular fluencia
e p?reijSo.
Termincu a serie dos brindes o Sr. Wiliiam
M. Ivens, que beteu & saude do ebefe do poder
execu'-ivo do B'asil. Todos estes discursos fo-
ram entbusiasiicamente applaudidos.
A'a 10 i|Z horas da noite reraram se 03 con-
vidados captivos pela amabilidade e cortezias do
do Sr. William ivens, e seas colegas, os S s.
capito E. C. Becker, agarre dacompanbia nes-
ta cidade, e capno James A. Crassman, com-
mandan'e do Vigilancia.
A C mpacbii Bn:ted States aad Bra.-il l'ail
Steamship ja estabeleceu 02a agencia propria
nesta cidade e arrendou um trapicne na Saude,
para dar maior devenvolvimento aos seas nego-
cios com este paiz, e pretende nao t augmen
tar o numero dos seus paquetea, como esleader
P'.ra o sol aa suaa viagens.
Apollcea mnalclsaesComeca bojea
pagar-se na Coniadona da Iniendencia Munici-
pal o juro relativo ao i* semestre das arolices
da 4* serie de sua emisao e de ns. i a 30.
Essa pagamento deverter-se realisado segun-
do ouvimos, em Maioeltimo.
Cumpanbta de Secldon Pauittrt--
Termina boje o prazo a signado aos accionistas
dessa companhia para a entrada da 5' piestacao
do capital, na razio de 30 .'. ou 60/ por accao.
Central de Pernambuco-Na secreta-
ria dtssaetrada de ferro recebara so amanh
ao meio dia prowstas para forneclmeato de le
uba de mangue e octras madeiras que sejam de
primeira qualldade, devendo o prego ser feito
por metro cubico e a lenha posta na estafio
desta cidade e as de Jaboalio, Victoria e Rus
aiaba.
Conaelno Itinerario-Reunido bontem
em esao exTao-ainana, discuti esse Conse-
Iho o programma de examea primarios, apre
sentado pela commisso que toa incumbida de
organisal-o.
Seado approvado, foi mandado 4 mesma com-
misso para redigil-o.
Tomou ainda o conseibo conbacimento da pro-
posta feita pelo profes9or Sebastiao BraodSo, de
ser transferida para ra de S. Sebastiao nma
das cediras do sexo femimuo de Limoeiro.
Casamente CivilForam lides no da 25
do correte, no i e3 districtos, proclamas de
casamento dos segntnles cootrabenies :
Segundos proclamas
De Leonel Pereira de M.'llo com Paulina Pa-
checo de Souzi, solteiros, residente em Afoga-
dos.
De Francisco Paes Barbosa com Loner Soa-
res Moreira de Araujo, solteiros, residentes a
frefcu zia de S. Jos.
Do anspegada Francisco Alves Feitosa com
Miria Rosa da cenceigo, solteiros, residentes a
freguezia de S Jos.
Primeiro proclama
Dj Alfredo Pereira Arantes com Elvira dos
Santos, elle residente em Afogados, ella no Re-
cife.
Igualmente foram affixados no mesmo da
ediiaes de proclamas dos segointes contrahentes
no 4- e 5- d.str'dos.
Segundo proclama
Sebastiao Martiniaoo de Araojo com Hermlna
Stuart Borburema, moradores na freguezia da
Bca Vista.
Piimeircs proclamas
Malaquias Alves de Souza, morador na fre-
guezia de Santo Antonio, com Mara Luiza Con-
rado, moradora na fregaezia da Boa-Viata.
Cornello Augusto Serrano de Gouveia, mora-
dor na freguezia da Boa Vista, com D. Isabal
Estellita de Barros, moradora na freguezia de
Grsgi.
Bacbare! Alfredo da Silva Loyo, morador na
rregoezii da Graa, com Felisbina de Mendonga
Vasconcelos, moradora na freguezia de Bar-
reiros.
Pela familia BurgoaEm censequencia
do lamentavel acontecimento de que compungi-
da foi ante-bontem t^'.emunba esta cidade, e
mais aiada pelo estado de penuria a que ficou
reduzida essa familia, cojos recursos estavam
exclualvam?nte do coesone e no pai, que per-
deram to desastradamente,levanta-se nesta ci-
dade ummovimento compassivo que ihe hppram
0a seniimentos dltruisticos.
Informam-nos qua.sob esse impulso generoso,
sob essa aCo das almas grandes, vai ser levan-
tada por alguns cavalheiros urna subaenpeo erec
auxilio desvalida familia, tanto mais carev-
Cora delle quanto comp?-se de urna senhora e
de nove filhos menores, que anoiieceram naqoel-
le dia fata! sea o minimo recurso para a sub-
sistencia propr.'a no que se l.ne seguio. amache
cido para elles na desolaco e no desesp ro,
duplamente esaaga.lores.
..\';-s;a s:tU3c affictiva que Ibes crea a fatali
dade, niCguem nf-gar a eseas creaturas o con-
curso de que 3o credoras.
A fome at nvale o lar, vinvo de quem lh'a
matava com o seu trabalbo qavtiitano.
A tome trabalha-Iha as eatranhas, excruciane
e insoffrida.
A tome arranca lagrimas pobre mi. que
nao poie evita! a aoj (i riwcos que Ine insiam
pelo pi de ceda dia-
As almas genero-as a que vo recorrer 03 oa
valaeiros a que aliodimo, acudiro a esse re-
clamo, e se BUDsitui.o a prjviJencia matando-
Ihes a foae com a soa concurrf acia, que a bn-
tmsnidade imfOi e a religifio d Chrislo obriga.
Um i-bolo para quem reaL e verdaderamente
'I ;-- ;-i Bfl e-si'tade!
Pefam que sero a'.tendido3.
Explora-lora de Productos Calc-
reosEssa companhia convida aos seus accio
aistas a realisarem a entrada da 4* pr'-tscrio,
^qaivleate a 10 ; do capital social ou 30/000
por aco.
Para essa realisaO marcado o prazo d= 30
dia aos mes mes accionistas.
BibiioibecaFoi nomeado o bajbarel Af-
fonso Vlrlato de Medeiros pa-.a o lugar vago de
director Ca B'bliothecs Pub!' a a'.s'e Bstado.
Por ea.ano- Mcoocl S;lvino de Lma per
5'ca lio iagerio hontam pela larde urna porfo de acido
co,e l foi par:, o Hospital Pedro II afim de
ser tratado.
Almamtck <1e L'-.-a'.ranra'i lv-1-10
BraslielroDu acrediui ii Livrana Quntas.
receoemos um velume d'rsse p'ecioso e couh-
cido escriuio de ncvldade", ornado de multas
gravur.s, e.-.reqiiecido cem umitas m'teriasde
Btilidari puQlica e com o retrato e elogio criti
co biographieo do distin-to escriptor e poeta
Fran isco iiomes dq Amorim pelo bscfiarel An-
tonio X iv.er Rodrigues Cordeiro.
N -j precisamos, pois, encomiar este impor-
tante vrinbo que vai no eea 43.* anno de glo
riosa e til pu'nlcidade.
Ag-ad^Ceiwa ao Sr. Qalnta a gentileza da o
ferta.
Os Tres mowqaetetros Agradecemos
03 fascculos 43, 44 e 45 desse importante ro
maace de Alexandre Dumas que nos remet- rana
os Srs- Ramiro Costa &. C, proprietari03 da Li
vraria Contempornea.
Cnapelaria Modelo-A convite do acre
ditado commerciante M. Licio Marques, estabele
cido ra BarSo da Victoria n. 4z com nma bem
sortida e cfreguezada cbape'arla com a denoml-
D3o cima, fomes bontem vistala e de tis ti
camos convencidos de que em al artigo c
citado estabelecimeolo um dos primeiro? nes
le E;t~do ja pelo granie e variado sortimento
de qoe dispe, j pela importado que fdZ di
rectamente da Europa sob a mais rigorosa esco
Iba, tendo sempre a venda o que ba de mais mo-
derno e ckic no geneo, como sejam : capotas"
chfeos -cape tas, chapeos rendados para crianjas,
etc. Alim desse3 artigos proprios de nm eata-
belecimento celle eccon ra-?e um escclhido sor-
lmenlo de grvalas de todcs os systemas, pega-
gadores para p'astrons", carteiras, veos, flores
e u sa icti'.'ilsie de ph^ntasias da mais alta no
vidado e goato.
As Exmas. Familias e a rapazeda do bom
tom* pois, cao precipilem as suas ccmpra3 antes
de urna visita queile tstabelecimento, crentes
de que al i :ro servidos em seus mais requin-
tados caprichos,^ par da maior affibilidade de
trato do honrado commerciante, cuja delicadeza
do convite agra-iecemos.
Paquete Beberlbe Por motivo de torga
maior deixa d seRuir e?te paquete para os par-
tos do coi'.e e san r amantis 4 horas da
tarde
Vapor TreatTelegramma recebido pela
agencia da Real Mala ingleza diz qae este vapor
sabio do Rio de Janeiro no dia v5. s 2 horas
da tarde.
Vapor naranno -&;?<; paquete tendo
deixado no oa ii o porto do Cear, deve chegar
aqu no da 27 de Agosto, segundo no dia 8,
domingo, para os partos do su!, de sua escala.
ervico BalitarHcje superior to dia
a S.-. capi:o Mendona, e fax ronda ds visita
am subalterno co l- Datalbo adlido a balera.
O 2" batalho de infantaria dar as guardas
tos edificios federa;;.
Uniforme :. 9.
Inspectora do *, dislrlcto mar-
timo Rece, de 24 Agosto de 1892.
Boletiai meteorolgico
dirv Term. centi- Barmetro Tensao do
Diario de Pernambac SXta->feira 26 de Agosto de 1892
Bailar, de esleirs de carnauba, milhos e tal-
abas.
Amanh :
Pelo agente Silveira, s 11 horas, a roa do Im-
perador n. 39, de predios.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, roa do Bom
Jebus ns. 33 e 35, de movis, vinhos, sellins, si-
lbos, etc.
lasas ranearesSero celebradas :
Amanh :
A's 8 horas, na matriz da Boa Vista, pela alma
de Jos Goncalves de Medeiros ; is 8 horas, na
matriz da Eseada, pela alma de Joaquim da Sil
va Costa.
fassageiros -Ghegados do sul no vapor
americano Vigilancia :
Dr. Alfredo M. Gomes Ferreira, Will S. Poe, Domingos Fonseca, 'arlos Lulz Tupi-
namb, sua senbora e 1 filho, Alvaro da Costa
Ferreira, Jo&epba F. de Lima.
Cbegadea do sul no vapor nacional Bebe-
ribe :
Ftllx Lucas e Mara Lucas. Sebastiao Procopio,
Mana M. do Espirito Santo, Cas Ericcson.
Sabidos para o norte no vapor nacional
Alagas :
Albino da Silva Brillo, Antonio Jos de Car
valbo Jnior, Jos Joaquim Curvello, Francisco
A. F. Vianna e 1 tilbo, Joseph Berue. Gsraldo
de Souza, Laryob BarceMos, tenente Manoel F.
de Castro, Jo Antonio da Motta Guimaraes, sua
senbora e 1 menor, Jooooa V. da Silveira e 2
criados, Anna G. de Alboquerque, Zuiraira B.
doa Sanios Pereira e 1 criida, Joaquim S. Alves
de Azevedo, Jos Luiz da Silva Pe: er a e sua se-
nbora, Manoel da Silva, Nnoo da Silva, Daniel
Gomes, Maa Catbarina, Joaquim Demetrio e
sua senhora, Pedro Gomes, Joao Demetrio.
Sahidos para o sal no vapor nacional Mer-
curio :
Flix Bandeira, Jenuino A. de Oliveira, Braz
Moreira da Silva, Jos Ignacio Lima e 44 pas-a-
geiros tm transito do vapor francez Santa F.
Casa sos 'a Caw da DatcosSo de Recite, Estado Ce
?eruambuco, era 24 de Agosto de (892.
'J\i.-t;am 337, entraram 8, sahiram 11, exi
334
X saber :
Nacionaes 29 muieres 8 eatr.inee!rcs 30.
-Total 334
Arracados 90.
Bon& 232.
oentes 11.
Lonco 1
Loucas i
-Total 296.
Movimento da enfermarla
Teve baixa:
Pedro Manoel da Costa.
. Teve alta:
JcSo Mauricio Pereira de Sliveira.
Hospital Pedro li -O movimento de st
estabelecimento de caridade cargo da Sa ni
Casa de Misericordia do Recite, do dia 24 d
Agosto, foi o seguate:
Existiam
Entraram
Sabiram
Falleceram
Existem -
658
17
f7o
18
3
654
675
m.


t.
Hnmi-
dade
75
69
70
76
77
grado (a 0o) vapor
23'9 760-,99 16,63
15 "61-89 16 48
56 i 70-,59 17.66
55/9 759-80 18 73
24,9 758-,67 17,96
Temperatura mnima 23*,50.
Temperatura mxima 270,00.
Evaporacao em 14 horas ao sol 9,"9, soro
Bfl 4m,0
Chava sulla.
Direcfiao do vento ESE com interrcpfiees de
SE e E durante todo o dia.
Volccidade media do vento 5-,01 por segundo.
Nebnlosidade media 0.28.
Boletim do porto
Pra-maroii Dtat Borat Altura
baixa mar ,
B. M. 24 aa Ag03o 1150 da m. 0-25
r. M. 24 de 6-00 da t. 2-25
LellareS a'io o; 3ea:ni08 :
Boje :
Pelo agente Pinto, sil hora?, no trapicn?
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin
.es Drs. :
Mascoso entrn s 8 3/4 horaa da manhe sa-
aio s 9 3/4.
Barros Sobriobo enlrou as 7 1/2 da manh e
sabio sabio s 8 1/2.
Malaquias enhenas 9 3/4 da manh e sabio s
11 3'4.
o uss Barbosa enlrou s 9 3/4 da manb e
sabio s 11 1/2.
Berardo entrn s 10 1/4 da ma:;n e sabio s
11 1/4 horas.
Arnobio Marques entrn s 9 1/2 da manbS
e sabio6a li 1/4.
Lopes Pessoa entrn s 8 boras da manb
e sahio slO 1/2
Andrade Lima enlrou s 91/4 da manh e sa
aio s 11 1/4.
Vieira da Cuoba enlrou ; 9 1/2 e sabio s
11 1/4.
hastos de Oliveira entronas 9 1/2da manb
e sabio s II II.
O pharmaeeutico ent. on s 9 1/2 da manh e
sabio 3 da ;arde.
O ajudante do pbarmaceutico enlrou s 8 t/2
boras da manb6 sabio s5 1/4 horaa da lar-
de.
Lotera "o Estado do Haranbao
A 19* serie da 7* lotera deste estado, sendo o
oremio grande de 300:000*000, ser impreteri-
velmente extrbida ne da 24 de Ago3to (quarta-
fera).
liOterla do Estado de Minas Cie-
raesA 4* parte da 8a lotera, deste estado
com o maior premio de 36:OO0000, ser extra-
bida impreterivelmeote, no dia 30 do corrente,
terga feira.
Lotera do Estado do rao Para
A 18> serie da,52. lotera, deste Estado cujo
premio graoae de 240:000*000, ser extraiiid
no dia 27 de Agosto (sabbado).
liOterla do Estado do Blo Grande
po SalEsta Icteria cajo maior premio < de
10:000*000 s-;r impretenvelmente extrahida
no dia 27 de Agosto (sabbado).
Lolerla do Estado do Cear A 3*
parle da 1> letfria 4" estado do Cear, com o
premio gratde de 50:000*000, ser extrahida
impreterivelmenieno dia 15 de Selembro (quin-
ta- toirah
Ccmlterlo publicoObituario do dia 24
de Agosto de 1892.
Dr. Julio Cesar de Castro Jess, Pernambuco,
4Qc.nnos, vinvo, Boa-Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Rosaiina Alves Mxima, Parabyba, 42 afinos,
solleira, Santo Antonio; congestfio cerebral.
Joo, Pernambuco, 24 das, Boa Vista; ttano
infantil.
Francisca Mara da Concelco, Pernambuco,
32 anuos, viova, Boa-Vista; infeceo purulenta.
Francelina Mara da ConceicSo, Pernambuco,
50 anuos, Boa*Vista; febre renitente bilioea.
Leopoldina Mara da Conceic&o, Peroami.-uco,
16 annos, solteirn, Boa-Vista; diarrha.
Jacoaie Cassa, Italia, S. Jos; syocope car-
diaca,
Mara Pernambuco, Boa-Visla; ioviabilidade.
C0MM0N1GAD0S
Attltnde honrosa
II
A nao serena os ce^oi polticos (disaeBe-
mos em nssso precedente artigo) nioguem,
por certo, negar a benfica influencia
que ezerceu o alto tino administrativo do
digno goveraador do estado no r9stabele-
cimentoda ordem e Ja paz alteradas, j
por factos promettedores de fataes conse-
quencias, por boatos pequeninos e vis
que lancaram o p:nco no seio da familia
pernambucana. /
Isto dito fas-senos silBter proval-o aen
de que se nSo nos venba argir a tal res-
peito.
NSo precisauamos, entanto, fazel-o, urna
vez que, est co dominio publico essa irre-
fragavel verdade- e ao abrigo das mallo
gradas investidas de partidarios despega-
dos e perjuros.
Todos sabem perfeitamente que s sar
dinas tramavam estes urna conspirrselo
cuja hediondo intuito era apear do poder
S. Exc. o Sr. governador e de bocea em
boooa corriaro alarmantes boatos sobre
estes carbonarios planos que lancaram o
terror e o asaonabro no seio do nossa sc-
ciedade.
Felizmente e grasas, porena, as acerta-
das medidas que Ibes oppos S. Exc. fo-
ram elles frattrados, sem maior e nenhum
outro prejuiso para a ordem e tranquili-
dade publicas que nao aquellos assombro
e terror pnicos.
Est cima de toda oontestacan que,
na ausencia das sabias provideicias adop-
tadas por S. Exc. teriamos assistido um
espectculo deprimente e triste indiano,
sob todo ponto ds vista, da um povo civi-
lisado e depreoiados da sua ndole seria e
pacifiaa.
Urna verdadeira hecatombe, urna san
guiara conflagrado seria o funesto epi-
logo da frustrada tragedia, que hoja a pa-
tria pernambucana teria de lamentar, se
n2o fosea o espirito esclarecido e recto
d'aquelle que se acha a frente dos pbli-
cos negocios do estado e que tao sabio e
providente se tem revelado no exercicio
de Ha espiohoso quao elevsdo cargo.
J pelo telegrapho, j pela imprensa
oppo3icnnieta as crebas ameac^s se fa-
ziam notadas, ameacas que deixavam tran
aparecer os na is enoendrados odios cen-
tra a admiaistraso do Esm. Sr. Dr. Bar
bosa Lima.
Em surdos concilibulos uriia-se e dis-
cntia-se por todos os modos o meio mais
simples o prajaa de arrelar d'-ste esta-
do o digno gorern.idor, sob os m.iis futeis
e ridentes pr -textos.
Facto a torio e alfim sem mais reser-
vas a grita da opposico era unisona so
bre tal ai.
A dissolur-o dos conceihos manicipaes
era o thenaa prtdectu e o pueril pretexto
d'aquelles que n'.\u oodiam as coneequen
cias para tiraren nma pequenina vindicta
daste lonvavel acto d S. Exc, acto tanto
quanto referia-Be a um
plaudiram. Mas applandiram com restricefies
men'aes, imaginando qae elle diiia aqaillo ni-
camente como ama declaracSo para mglez tr,
com o Arme proposita de farer o qae rejera
praticar se. Assim, pois, qaando se capacitaran!
de qae a iotencao era seria e nao tuha o sim
pies carcter decorativo e exposicioaal, que es
pe'avam actiar n'ella, deram com a cousa o mais
solemne cavaco. E sobre cs'.e espacio de politi-
os que elegeram am governador esperando que
elle fosse um dcil instrumento partidario e de
um governa-lor que qu.z dar-seao laxo de ser
seno e coherente qae rola toda a poltica tu-
multu-a de Pernambuco.
SPORT
GRANDE PREMIO EXTRA
PUBLICACOES A PEDIDO
Villa de Correales
NSo tem sido a falta de assumi'to per certo
que a dous mezes deixamos de dar noticias a
publico desla t*o boa trra ; por.-m avista dos
movimentos qae por aqu se tem o,.perado, tra
juato que aguardassemos orna opportouidede di-
gna de verdadeira apreciacup dos factos.
Dorante tao longo tempj, fcil omprehea-
rterse, qae por aqu, tem bavido causas do arco
da velba I Apenas, porm, diremos, com inleira
consciencia, que a nossa populaciro tem bordei-
jado irresoluta a maior parte de todo esse lem-
po, para conhecer qaaes sio os verdaderos ca-
racteres que ciiigiam os distos goveroamea-
taes desta ierra, e, nao era sem fundamento qoe
nos preocupava a mete, tao juslo m.
As evolucoes poli ticas que rraquentemente
nes tem sorprendido, ora nos mostram na ponta
No Derby Club, da Rio da Janeiro, de
ve ser disputado no dia 25 de Setenabro
prximo, esse grande premio, cujas con- f ^.'"'^nzigentes qae aqu temos e nao trepidam
di^o-ja aao :
Perourso,
mala louvsVs: ,
assumpto de alta importancia social, re-
clamado instantemente pelo clamor publi
co e do qual drpandiam o socego e o bem
estar do proletariado, sob modo indiana
do contra o ornamento municipal, que
lhe vinha augmentar a ffliccSo* com im-
postas de todo modo pesados e imprati-
caveis.
Em meia deesa onda de indignacao po
pular ii tinhi S. Exc. um caminho a tarn
lhar, um alvitre a adoptardisBolver os
concelhos municipios, urna vez que estes
capricbavam em nao ceder as justas re-
clama^es do povo, j tao vexado e op
primido pela caresta de tedos os generoB
de primeira necessidade, grajas ao verti-
ginoso deeesso do cambio ; a falta de tro-
ces e muitos outros males criados pela
grande crise financeira que atravessamos.
Nena outra podia ser a attitude de S.
Exc, como principal selador dos nteres
ses dos seus jurisdicionados que haviam
appellado para os :eus brio e patriotismo
e de onde snaentb e em tal bypothese
sguardava urna providencia enrgica e be-
nfica que lies viesse por termo so eres-
cente vexame.
Isto posto e urna vez que a conscien-
cia o acote .-lhava e a lei lbe inapunba um
tao justo alvitre nao Uepidon S. Exc. em
adoptal-o, o que em boa hora o fez, para
evitar que a turma dos exaltados recla-
mantes, attingindo o desespero, o desva-
rio, por si mesma Be resolvesse a adoptar
urna deseas graves.e tumultuarias medidas.
' qae S. Exc. lem'orou-se da paremia
de Desmoulins, qae S. Exc. lembrou se
de queiquaudo o povo chega a dar o
primeiro pas30 em pro des seas direitos,
nem elle mesmo sabe onde vae pairar :
um ibyamo que aproluuda outro abyamo
e por isso ouvio e attendeo ao povo.
Uwhomtm o povo.
Um manifest
Nao avernos ainda occaeio de coticiar o rece-
bimento do manifest que o Dr. Barbosa Lima
dirigi acs verdadeiros republicanos, a propo-
sito da poltica-do Estado de Pernambuco.de
que go.ernador.
Ja tratamos mais de urna vez c'a situagfto em-
barscosa tm que eslo as cousas d'aquelle Esta
do, O manifest vem coifirmar a nossa opiniSo.
E' um documento de nao-vista boa f, cheio de
urna real ingenuidade : E como ingenuldade
para a poli'ica tradicin::! quer dizer dignidade,
bric, ateal de homem de principios que nao
desee a transaejoes de politicagem, esse preci-
samecte o esfp do Dr. Barbosa Lima.
Ha no manifest paginas que dariam bom as-
8umpto para scenas d urna comedia de costumes
no genero de Franca Jnior.
Urna da entrevista do governador de Pernam-
buco em vesperas de embarcar para o sea Estado
natal, abordado pelo Dr. U'ysaes Vianua, candi
dato senatoria, que esperava vencer, apezar
das justas repulas que devia soffrer seu nome,
grAcas p'essao das autoridades pernambuca-
nas. Com o seu perfil de conspirador de opereta,
eofiado no longo casacao dos hroes de Mme.
Angot, envergando mais anda os j to vesgos
o.lios por cima dos oculos azue3, aconjelbava
elle ao Dr. Barbosa Lima em nome da sua expe-
riencia em materias eleitoras (e ha de ll-a, com
certeza 1) que nao fosse inmediatamente lomar
conta do eu posto-. sabendo que um homem
serio e hone3to, se quizesse applicar taes vinu
dej poltica, embaracaria sempre os veibos ad-
vogados da monarchia experientes em materias
eleitoraes,procurava arredar o empecilbo, com
geiio, manba e babilidade, segredando conselhos
amigareis.
Outrf: cenas curksas e typicaa da peqoenez
polit'f I leia, que aieda boje se fax tnos Es-
fatius, n : exemplo, a desculpa de am chefe
politizo v.i.gando fallar 6. Cmara por tr idofa
zer trabalho de cabala eleitoral na Capuoga,
acto em que at o proprio nome do logar rhega
a ser cmico e d melbor cousa a justa cor lo-
cal ;oa anda o des&ho pela imprena de um po-
itico da trra a ontro, encimado por estas pola-
vas : Ao cabra Cuco Horres I
Todo isto copiado tao fiagrantemente do na-
tural que a verdade torease pateule. E o mani-
fest apparece como urna ob:a sincera e leal,
ciaeia, nao de palavrftss, mas de factos. E com-
prebende-se o desapontamento que deve ter po?
duzido-o procedimenio lDr. Barbosa Lima.
Quando ao tomar conla do seu posto, elle ga-
rantic que ia fazsr govern) serio a nao transigi-
ra em qoestOas de Mberdade el Uoral, todos ap-
1,750 metros parelheiros,
animaes estrange'ros de 2 annospremios:
12:0LGJ, 2:4005 e 1:230*, hvrando o 4o
a entrada.
Animaes inscriptos : Zut, Pavane,
Nympha, ^alvata8, Miss, Atal, Fructidores
Excellence, Alcycn, Puygaron II, Rhot:-
deedron, Guama, Friburgo, Therezina,
frica, Dagmar, Tarantella e Mottepio.
. O SPORT NO CONGRFS aO
Segundo lemos no Tempo\ o Sr. Dr.
Luiz Murat oceupou a attengao da Gazna-
ra dos Deputados Federaes com a apre-
sentacao e fundaiuentacao de um reque-
rimento referente s sociedades sportivas
da Capital Federal.
O uheurso pronunciado pelo instre
deputado, encerra primeira vista con
oeitu errneos e exageradamente depri-
mentes para o turf fluminense, que S.
Exc. pintou com cores demasiado carre
gadas, praticando nao pequeas injusticia
no correr de sua oracSo.
O tu. I fluminense carecer por ventara
de mais seria regulaxectajac, de modo a
evitar as constantes irregularidades que a
imprensa a o publico verberam acerba-
mente, e que na maiori i des casos ficam
impanes. Mas d'^hi sconsideral-o t3o
condemcavel como as roletas e outras ca-
sas de tavola^em vai um abyamo, pois es
corridas sao ama instituicSo digna aqui
o em toda parte pela face incontestavel-
mer.te utilitaria que ellas &prasentam.
O propr o cdigo penal o reconheceu,
considerando o jigo de corridas legitimo
e digno de ser legamente permittido.
U assumpto, levado ao congreaso na-
cional, recama dos Srs. representantes da
na;ao todo o estudo e toda a attencSo
para que nao se peiore a setuaciSo que se
pretende melhorar, oppondo peas ao pro-
gresso actual das corridas que tem no
presente as suas vicisitudes, facis alias
de remover mediante a fiel e rigorosa es-
ecujao dos respectivos cdices mas apre-
santam incontestavelmente urna face pro-
tecionalmente atil, qae lhes tem dado u
direito aproteegSo dos gvercos dovelho
mundo.
O REQUERIMENTO
< Reqaeiro que por intermedio do mi-
nistro da justica se pecana ao governo as
seguintes infamas(5es :
1-. Se exato que nos regulamentos
das sociedades sportivas ha disposicSes
prohibindo que as partes a, pellem para
justicaa do pais, quando ee julgarem pre
judicadas em seOs intereses.
2.' Se exacto que o producto das
vendas das poules tem deixado oWlser
applicado em premios o desenvolvipento
da raja cavallar, convertendo se oe ditoB
estabeiecimentos em casa de barato.
Sala das sesEos, 13 de Agosto de 1892.
Lui MacalEpitacio PeasoaAndr
CavalcanteTolentino de OarvalhoEs
pirito Santo.
TRECHOS DE FNDAMENTAgO
O princip .1 intuito --tte requenmento
pedir ao governo previdencias para a ni-
ca cousa que tem conseguido propagar-se
neste paiz, nica cousa. o Sr. presidente
porque eu vejo neste profundo vicio ra-
dicado o principio ou a molcula talvez
de todas as orgonizacSas desta trra.
Vejo como representante do povo, gol"
pes que lhes s2o vibrados traijaeiromenle
por inimigos inconf .ssaveis e que muitas
vezts sao protegidos e apoiados pela
noBsa administracao.
Pelos estatutos desses prados, dessas
casas de jegatina, a mais encandlosa, os
seus directores sao verdadeiros estados
dentro do estado ; exercem a sua fiscsli
sacSo com o mesmo despotismo com que
procede o governo.
Da mesma maneira por que a polica
se julga com o direito de invadir as casas
eaconsas de jogo, e de fiscalisar assim a
moralidade publica, do mesmo molo a po-
lica deve intervir nesses escndalos
luz do sol para evitar que esse jogo Ee
propague a tal ponto que redusa este paiz
a urna tavolagem geral.
defender saa Hleira, como tem-oo feiio,"desde
que nella se aliataram na eleicao de 21 de Feve-
rero ultimo; ora, vemos surgir os verdadeiros
governistas qae contestados por aquelles teem
tido bonitos ataques de retaguatda e muito Ibes
tem castado a resgataro serdadelro terreno que
explora m; mas, como agaa mol le em ped-a
dora tanto d at qae fura, acham se estes, lti-
mamente, tambem na ponta.
Acabamos, porm de saber que os nos.-os ro-
tos p*eparam de ovo urna boa ctlada para der-
rabarem os actuaes em prega dos; porque man-
daram se empeohar com o Dr. Jardim, ex-pro-
aio'or de Garanhans, para os apresentar ao go-
vernador tpor termedio depessoas do Becife,
como os verdadeiros governistas em Correnles;
querer, como se costnma dizer, tapar o co
com o dedo I Onde sficam prem, os seus actos
taas vezes repetaos ?
J perderam o d reito de demoastrarem os en-
carregados do governo, o tratamento da cau?a
deste, em Correnles ?
Ignorar o Exm. Dr. Barbosa Lima, que 03
seus encarregados actuaes nesta teira que te-m
forca precisa e podem em todos os lempos ga-
rantir o seu governo de propicio futuro par
este venturoso Estado i
Como sao ebeios de esperangas I
Nao ha quem ignore nesta Ierra que o governo
do Exm. Barbosa Lina?, por eUes tratado go-
verno do Barbosa Lama e qne dito governo
tem sido sempre por elles contestado com oas
as torcas, embora proenrem na capital ocultar
esbe intranbavel rancor, contan o qoe, oceupf m
03 lagares; como querem pois, anda tapiar o
governador por intermedio de terceiro, simples-
mente fzendo novas indicasCes de nomes eotra-
anos ro era qae bebem na mesma taga, para
nao dizer que asslgnam de crez o que lhe m?a-
darern f I
Privina se pois S. Exc e nao aceite scmtlcan-
tes mdicagOes, porque-nos de fra jogamos rae-
Ihor, e vemos o abyamo em que c>ir V. Exc
de novo, com taes armadllhas.
Depois, segando acabamos de cbservar, vimos
que para a eleigSo de 11 do norrenle me: e que
foi adiada para 30 de Selembro vindouro, oe
actuaes encarregados de V. Exc. tinham um
triumpho nuito sopperior a espectativa de los
mesmo que aqu estamos, notanco-se que, inde-
pendente de toda e qualquer fraude; estavrmo
pasmados de ver e foi pena que boje nao se ti-
raste a limpo logo essa prova.
E sabe o Exm. govenador e o respeitavel pu
blico, porque ? Divido aos poneos das qnc :
vernaram efta trra os idver6:rios do governo
do Exm. Sr. Dr. Barbosa Lima, porque impe-
rando o' error pdas ameacas e repetidas pr.-
e6es dos incautos afastava o socego de-la popa-
lago, sendo preciso alguns dis'pc-nderem di
nb-iro com advegado para sa sollarem sem cri-
me de natureza alguma.
Foi desta forma qne.inda mais cresceu o par-
tido dominante e esr.ao est luje inteiramente
disposto a segair seu itinerario com o povo que
petu cuvens de bengcs para o go>erco do
Exm. D-. Barbosa Lima, palas acertadas medi-
das que ltimamente tomu uuneando a3 ac-
tuaes au'oridades que nos estao dirgiodo.
E, se nao esta a expresos? da verdade. se-
jam como esperamos mantidas as referidas aa
loridades ultimamen'.e nomeadas e veremos se
nao contina a caima de nossa populago, e se
nao tem o go?erno o explendido tnampho ob'.ti-
do na eleigo federal, como na mcnicipalidade,
eem preterigo do direito do voto ficando as -
Eim illeso o judicioso prog-amma do Exm. go-
ve-nalur do Estado que. promet'.e a todos a ple-
na garanta de cosaos direito?, o que : pade
merecer do paiz em ge al bem inter.c. uado,
leuvores e ?plau30s.
II de Agosto de 1892.
Halia
Os directores dos prados de corridas,
Si presidente, tm em sua3 maos toda
a forca neceesaria para evitar a interven-
cao de qualquer poder ; por um artigo do
regulamento dessas casas de jogatina, oa
o propietario tem de concordar com as
deliberares do presidenta da directora,
ou tem de retirar os seus a.imaes, pre-
jddicaudo assim os seas intereses, eacriti
cando as suas fortunas.
Nao diffioil fazer comprehendtr
cmara que a nossa capital est eivada
de urna infinidade de bancos onde sema-
ualmente o povo vai por fofa o sea di
nheiro, ganho com tanto trabalho.
O Begredo do modo porque esses ban-
cos prooedem, pertonce aos directores
das prados de corridas, e estes t o con-
fessam aquelles qae se lhes approximsm
par am desdobramento de espinha ou por
am prestigio inccniessavel.
Mas nao deve ser saim. Do mesmo
modo qne se prende o dono de urna role-
ta, deve-Be prender o director de am pra-
do de corridas quando prova.- que as car
reiras nao foram licitamente disputadas.
MEMORIAL
NINGUEM DEVE COMPRAR
Artigos de cbapelaria oa flores, plomas, veos
gazes, rendas, etc., sem faser ama .visita Cha-
pelara Raphael, onde se eocontre. sempre todo
qnanto, neeses artigos, ha de melbor e mais
moderno.
2RuadaBarao (iaVictoria2
aphael Dias:& C.
Minha filha Id ma Prospera de Scuza
eBteve muito :riipo completzmente entre-
vada, pelo r) umatismo, tendo sido impo-
tente toda medicina de que lancei mao.
Foram seis meses de uso sem intermi-
tencias do novo remedioElixir M. Clo-
rato--propagado por D. Carlos, que pa-
zeram minha filha completamente resta-
belecida.
Reoonheoo oomo -^erdadir-a prodigio
este medicamento indgena.
Rio de Janeiro
Tburcio Fiospero de Souia.
Est a Arma reconhecida pelo tabelliao
Deposito em Pernambuco : Coropanhu
de Drogas e Productos Chimicos.
Ra Mrquez de Olinda 23.
m----------
PeUoral de Cambar
O Sr. Delfim Flix de Vasconcellc6,
prente do tenente coronel JoSo Manoel
Barbosa, morador no 3' districto de Pelo-
Iotas, Rio Grande do Sul, tendo sua filha
D. Honorina soffrendo de urna tuberculo-
so pulmonar e laryDgea em estado deses-
perador, foi salva da morte pelo Peitoral
de Cambar, de S. Soares, que se_y,nde
as pharmacia3 e drogarios a 25500 o
frasco e 24 $000 a duzia.
E' agente a Companhia de Drogas.
Palrlaioni de Nossa Senhora
da Pieoade
O administrador actual do patrim aic
de No isa Senbora da Piedade, freguezia
de Muribeca, tendo de proceder a clvi-
sSo dos terrenos em sitios de plan^ao
para arrendal os a diversos pretenderes
qua o tem procurado ; roga a todas as
peasoas que > acham de posse de terre-
nos pertenceDtes ao mesmo patrimonio ae
sirvau. de apreseEtar_ dentro do prazo de
30 diaB a contar desta data, os ttulos ou
documente comprobatorios de seu3 con-
tractos de aforamntos placitados oa ar-
rendamentos, afim de lhes serem reconne-
cidos seus direitos ; do contrario, e de
o prazo cima, nao se attsnder a recla-
macao alguma.
O referido administrador pode ser pro-
curado no edificio contiguo ao convente,
ou ra de Pedro Alfonso n. 59, 1* an-
dar, das 8 boras da manha s ? da tarde.
Convento da Piedsie, 10 de Agosto
de 1892.
Regulador da Hartaba
Concerta se reiogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometros de
marinha, caixas de msica, apparelhcs
elctricos, oculos, binculos, oculos de al-
cance, joias e todo qualquer, objecto ton-
dertes a arte mechenica.
9Roa Imrga do Rosario8



I
;
i
i..,-r,.:.'yj,"s,.-,j.'.


4
Diario de Pernambuco Sexta-feira 26 de Agosto de 1892
i
Peitoral de Cambar
OSr. Vasco Jobo Perc ira de Avill, an-
tigo morador em Santa Victoria, Rio
Grande do Sul, pablicoa ha longos arnos
no jornal O Povo, ama importante cara
Solo Peitoral de Cambar de S. Soares,
e uma^ toase com esoarros de sangue que
o atormenta va havia dz annos.
Vende-Be as pharmacias e drogaras a
2jJ500 o frasco e 24(J000 a daaia.
E' agente a Companhia de Drogas.
Padre Jacintho
O meu visinho Roberto Das de Andra-
de, estevo enfermo cerca de am anno, efl
tanto eu como aquellos que o trataram,
julgaram-o perdido por morphetico.
Desilludido por alguna, tomou com par
cimonia oElixir M. Mor.topropagado
por D. Carlos, e Bar u.
Deus me perdSe em dizer que se nSo
fosse eu testemunha occular deste facto
poi-o ia em duvida.
O Elixir M. Moratocara a Morpha
Bemdito seja o Senhor.
Padre Jacintho E. Torre.
S. Paulo.
Deposito em Peruambuco : Companhia
de Drogas e Productos Chimicos.
Ra Mrquez de Olinda 23.
0 Di. Barros Carneiro e a fa-
brica a vapor Miaba Espe-
ranza.
O Dr. Manoel Clementino de Barros Car
neiro, formado em sciencias medicas e
cirargicas pela faculdade do Rio de Ja
neiro, medico adjunte da clnica do
hospital de Santa gueda etc.
Atiesto que tenho futo uso dos cigarros
denominadosMinha Esperanza e bem
aasim do fumoHygienico Nacionalda
fabrica do Sr. Antonio Francisco da Crua
reconhecendo pela analyae cbimica a que
proced, que o referido fumo e cigarros
nSo encerram principio algum nocivo as
funccSes gstricas, sendo perfeitamente
toleraveis aos dyapepticoa.
In fide medici.
Recife, 12 de Fevereiro de 1892.
Dr. Barro Carneiro.
Peitoral de tambar*
O coronel Sr. Arthur Osear, comman-
dante do 30 batalhlo de infantera, cu-
rou se rpidamente com o Peitoral de
Cambar, de S. Soares, de urna constipa-
oSo com tossse desesperado, sem ter
antes colhido melhnras com euros medi-
camentos receitados.
Vende se cas pbarmacias e drogaras a
2500 o frasco e 24,0000 a duzia.
E' agente a Companhia de Drogas.
bHsnltorift Medico Girorgic
O Dr Simplicio Mavignier, tem o
consultorio roa Mrquez de
27, 1. andar.
EspecialidadesMolestias do apparelho
respiratorio, febre e da pello.
Consaltas da 9 as 11 na pharmacia
Minerva, largo do Terco e em sea con
sultorio das 12 e 3.
ResidenciaRa do Hospicio n. 41.
Chamados a qualquer hora e por es
eripo.
TELEPHONE N. 566
sea
Olinda n.
Peitoral de tambar
O distincto militar Sr. Ral Cezar Fer-
reira da Cruz, resiliente no Para, que cb-
teve baixa do servico por soffrer de mo-
lestia incuravel (tuberculose pulmonar)
apresentou se algum te < po depois de ter
nado do maravilboso Peitoral de Camba-
r, de S. Soares, perfeitamente restabe-
Jecido, com grando pasmo de todos os cc-
ahecidos !
Vende-se as pharmacias e drogaras, a
20500 o frasco e"240000 a daaia.
E' asente a Companbia de Droga.
r ------
' A melhor e mais perfelta de
todas
as conhteidas at agora a Emulcdo
de Lamann ScKemp; e por coi: seguidlo a
mais segara e rpida nos seus effeitos em
todo o caso de affecSo da garganta, tsica
e Jemais incommodos pulmonares ou pei-
toraes. Sabidas e conhcidas s-.o em todas
as part-8 as virtudes de ama boa emul
sao de oleo de gado de bacalho, e no
presente ceso, e temes a diaer que tanto
a absoluta excellencia dos elementos em-
pregados, como o esmero e correccSo sci-
entifca de sua preparacao, fazem da
emuIsSo de oleo de ligado de bacalbo
com os hypophospbitoB cal, soda e po
tassa que leva o neme e marca industral
de lamann & Kenp, a mais perfeita effi
caz e agradavel das que existe ns merca-
do.
Peitoral de Cambar
Urna interessante filha do Sr. Firmico
F. Machado, fazendeiro em Ibicuby, Rio
Orando do Sul, aohando-se soffrendo de
tuberculoso pulmonar e desengaada por
dous distinctos mdicos, que jalgaram o
caso perdido e ioueis todos os recuros
quiz afir.s! experimentar o grande remedio
o Peitoral de Cambar, de S. Soares que
a salvou de urna morte certa, res'abelecen
do Ihe a saude perdida!
Vende se as pharmacias e drogaras, e
20:00 o irasco e 24(000 a duzia.
E' agente a Companhia de Drogas.
Advogacia
O conselheiro Joaquim Correia de Arau-
jo mudou o seu escriptorio da ra do Im-
perador n. 67 para a mesma rn* n. 22.
! andar.
Dentaduras artificiaes
Sob pressSo elstica, e cpressSo pneu
aaatica systoaa novissimoB neste Estado
pelo irurgiSo dentista Numa Pompilio,
a ra do BarSo da Victoria n. 54 1 ao
da 'de? 8 horas da manhS s 4 da tarde
ES0BIPT0R10 GOURGIAL
Ra Duque de Caxias n. 72
COMERCIO
lolsa
de Pernam
lommerrlal
buco
ootacSes officiabs da junta dos qoa
HETORES
Prosa do Recife, 25 de Agoo de 1892.
Nao honre cota gao.
O presidente,
Eduardo Dubeux.
0 secretario,
Augusto Plato de Lemos.
Cambio
PBAgA DO RECITE
Os bancos continuaran} saccar a 10 7/8 appa-
recendo poneos tomadores.
Em papel particular nao houvc negocio.
fRAQA DO RIO DE JANEIRO
10 7/8 bancario ten tomadores.
Cotaee de genero*
aSSG.R
Para o agricultor
Braceo por 15 kilos. 9*500 a 1U000
Snenos, idem idem. 6*500 7*800
Mascavado idem idem 5*000 a 6*000
Broto ecco ao sol dem idem. 3*000 a 4*000
Rtame idem idem .... 1*700 a 2*200
Mercado muito animado.
At 14 do corrente foram exportadas 11.132
saceos e 1906 barricas de asaucar braceo pesando
761.708 kilos.
Algodo
Nao consta negocio.
At 14 do corrente foram exportados 4682 sac
cas e 1960 fardos de algodo peaandt 611.150 ki-
los.
Borracha
Cota-se nominal a 30*000 por 15 kilos.
Carnauba
Cota-se a 11*000 por 15 kilos nominal.
Caroeos de mamona
Coa-ae a 2*400 por 15 kilos.
Coaros
Seceos 3aigado8 na base de 15 kilos a 650 res.
t'erdes nominal 360 ris.
At 14 do correte foram exportados 3.148 cou-
ros.
Hei
Por pipa de 480 litros 80*000 ha falta no mer-
YlI
Por pipa da 480 litr..s de 260*600.
Foram exportadas at 14 do corrente. 119 pi-
Fazem liquidacoes amigaveis en indiciaras
acceitam commistese consignagGesencarregam-
se da venda de engenboB, fazem adiantameatoe
e acceitam correspondencias dos seobores de en-
genho, promovem a venda de productos nano
naes e fazem qualquer tranaaeco de commer
ci.
Encarrcgam se tambem de receber os honora-
rios dos ara. fanceiooarios pblicos alaguis
de casa, mediante mdica rommisso e bem as
sim de qualquer trabalho de escripia'acio de
asa "eommercio.
Peitoral de Cambar
Doia nethhcs da respeitavel matrona
Exma. Sra. D Mara Jos R. Barcellos
residente em Pelotas, Rio Grande do Sul,
atacados de coqueluche e sem terem obti-
do melhoras com o tratamento de seu il-
lustre medico, curaram-se perfeitamente
com o Peitoral de Cambar, de S. Soares
que se vende aas pharmacias e drogaras
Precos : frasco 25500 ; duzia 24*000.
E' agente a Ccmpanhia de Drogas.
Pofos de Caldas
Tenho ido nos pocos 6 annos segu
dos, pelo rheumatismo c a prova do pouoo
proveito, a necessidade annual que ali
w> tem levado.
Tomei agora oElixir M. Morato pro-
pagado por D. Carlos, e dou por fiada a
visita s agubs, porque oElixir M. Mo
ratocurou-me radicalmente.
E' tal a minha satisfacSo que offereco
de motu proprio este attestado recojheeido
pelo tabelliao.
Campias.
Alf. edo Nebias da Silveira.
Deposito em Pernambuco : Companhia
de Drogas e Productos Phimirts.
Ra Mrquez de Olinda 23.
sua residencie
na pharmacia
Cabo
O Dr.Joaquim Felippe tixou a
nesta cidade e d consaltas
Duarte.
Presta chamados a qualquer hora
P'
Agurdente
Por pina de 480 litros 150*000.
Ate 14 do corrente toram exi ort.v.'. "
pas.
Caroeos de algodo
Cota-se a 640 ris por 15 kilos.
Foram exportados at 14 'o corrente 207.960
Kilos.
TABELLA DAS ENTRADAS DE AS8UCAR R AL-
GODO
Mes de Agosto ________
Entradas
iarcacas ....
vapores.....,
inimacs ,
strada de Ferro Central
dem de S. Francisco
>dem do Limoeiro. .
Somma .
Das
1 a 18
a 19
a 18
a 17
a l
i 16
Assu-
car
Saceos
1235
84
2S2
1613
3214
Algo-
do
Saci-a-
400
55
447
161
i.08
263
1834
Importaeo
Vapor nacional Beberibe, entrado dos
portos do sul, em 24 e consignado a Com-
panbia Pernambaosna.
Aaeite 5 barricas a Lopes & Araujo.
Couros 777 a Rossback Brothers e
comp., 329 a Abe Stein e omp.
Jacaranda 2 toros a ordem
Pipas 30 a Pinto Ferreira e comp., 30
a Poreira Pinto e comp., 35 a Antonio
Mara da Silv.
Pelles 20 fardos a Abe Stein e comp.,
14 a Brcswell Williams e comp.
Parsita 44 barricas a Rossback Bro-
thres e comp., 10 a ordem.
Sabo 2 caizas a Abe Stein e comp.
Sola 230 rolos a Abe Stein e comp.
Lugar ingles Regente, entrado de New
Castle, em 24 e consignado a Livra-
mento e cjmp.
CarvSo de pedaa 580 toneladas a or-
dem.
Vapor americano Vigilancia entrado dos
portos do buI em 25 e consignado a H.
Forster e comp.
Carga de Santos
Caf 20 saceos a ordem.
Fumo 7 caizas a ordem.
Tambores de ferro 20 a J. Bailar e
comp
Carga do Rio de Janeiro
Fumo 10 volumes a viuva Lorega &
Oliveira, 4 a D. J. Seve, 33 a Aaevedo e
comp., 8 a Almeida Machado e comp., 30
a ordem, 5 a Jos Tavares Carreiro.
Peitoral de Cambar
O Sr. commendador Francisco Benicio
das Chagas, distincto avrador e industria
lista neste Estado declarou que o Sr. ca-
pit3o Antonio Dyonieio dos Santos soffria
havia annos, de urna toase bronchial muito
encommoda, acompanhad-i de rheumatis-
mo, da qual ficou curado gr?5as ao Pei-
toral de Cambar, de S. Soares, que se
vende as pharmacias o drogaras a 250O
o fraseo e 24$000 a duzia.
E' agente a Companhia de Drogas.
-----1-------- -isaaaari--------------
Elixir ante-febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
\lanoel Cardoso Jnior
pprovado ero 21 de Margo de 1890 pela inspe-
ctora geral da digna pota de bygtene do Rc
de Janeiro.
EUe Elixir de composco toda vegetal pre
(tarado serondo as regras pbaruj&ceulicas, acn
3eladas pelos actores modernos e de recoune-
cida capacidade scientfQea tanto no paiz come
no estratigeiro.
Eile Elixir o produelo nao s do grande es
udo das a< Oes pDysiologica das substancias
orno tambem patbologicas,como tambem o re
soltado das immensas applicaces nos diversos
casos de ebres de fundo palustre.
A applicaco deste Elixir na grande epidemia
Je bexigas de 1890 a 1891 mais urna vez de-
monsiroa a sua eficacia ; pois no principio dos
primeiros symptomas a bexiga aborta, e em ca
so mais adiantadus a hexiga passa a ser ama
loenca febril vulgar spreeentando pequeas to
nt-Ia'.es que com a coutinaaco do Elixir de-
japparecem sem todava apresentar receios de
perlgo.
Os mnito itiesiados poblicadcs no tDiario de
Pernambucc e Gazeia da Tarde provam o que
linas.
Nos casos de febre amarella o eHeito admi-
-avel, apresentando pbenoroenos lao maravilbo
sos que nesta cidade do Recife e na do Rio de
Janeiro pouco rece o cansa1 a febre amar-Jila,
oiesmo estaudo o doente com vomito preto t
sanguneonesies uitimos periodos ento ne
H 'ario a applicac&o em alta dose, despresando
a taoeila aotexa.
Este Elixir ja conbecldo do publico e de um
grande numero de dignos mdicos presenta-
do para combater os diflerentes incommodos to
dos elles de carcter febril.
Por muito lempo tivemos oecasi&o de fazer i
tpplicagao as fobres erysipellosas e com tac
oom resultado que Leamos admirados de lo ai-
os f-ffeitoB.
Pela pmtica chegawee a conbecer que nof
ataques ae febre eryeipellosa ou erysipella como
vuigameme se diz 6 necessane o uso de 10 diae
Jo Exir.
Nos grandes incommodas das senhoras, mens-
;ruao, gravidez e dos caros de parto con fe -
bre 6 d um resultado muiio certo e seguro e
a sua conposicao lao simples que nao offerece
receio de applioar o Elixir nem mesmo em dosee
superiores s indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dignissimos mdicos que deseja-
reai fazer uso deste Elixir em sua clnica nao se
juje tarem i rssa presenpcao, mas sim fazer a
applicaco em barmooia com os casos que dse
larem combater, certos de que o medicamento
de composco innocente para <> oigamsmo por
aais frgil que seja.
Modo de usar
A's eriaajas at um anno tO golas de S em J
oras em urna colber 'das de sopa ceia d'agu
frit.
De diu anno a tres 15 ^e-ttas.
Da 3 a 10 anuos em diante, 40 gottas etc.
Estas dost-s devem sempre ser applicadas em
agua fra.
Deposllot
Companbia de Drogas e Productos Ghinicoe
Recife, rea do Mrquez de Olioda n. 23.
Nacional Pbarmacia, ra Larga do Rosarit
i. 35.
Pbarmacia Oriental, ra Estreiia do Rosark
1. 3
Pbarmacia Alfredo Ferreira, ras do Barto di
ftetoria n. 14:
Pha.macia Martiis, ra Duque de Casias c
<8.
Para qualquer informacSo ser encontrado o
autor na ra do Rosario Estreita n. 17.
Os nos.'os frascos sao quadrados e conta go-
las. N'um lado teem grvaloElixir anle febril
a no ontroManoel CardosoPernambuco. e to
dos os prospectos sao assignados por Manoel
Cardoso Jnior, sendo .falsos os que nao forex
aesigoados.
N.
Recife, 16 de Maio de 1889
Meiga 1 calza a ordem.
Pnoo de algod2o 10 fardos a Albino
Amorim e comp 10 a Mat'tos Ca minha e
comp., 10 a-Guerra Fernandes e comp.,
11 a A. Maia e cjmp 10 a Fernandos
IrmSoc, 10 a R. de Carvalho e comp., 9
a A. Vieira e comp., 10 a lves de Brit
to e comp., 10 a Machado & Pereira, 19
a A Lo; os e comp., 20 a Olinto Jardio
e comp 10 a Rodrigues Lima e comp.
Carga oa. Baha
("ordas de piasJkva, 6r0 rolos a Car-
doso Barbosa Santos.
Kjporlt.c5f>
oecifs, 23 dk mosto i-B :'-:-S
rara o exterior
No vapor inglez Edtcto-, para Liveepcol,
carregaram :
Julio A C, 300 saceos com 15,000 kilos de se
mente de mamona.
No vapor americaao Vigilancia, pjraNtw-
York.. carregarim :
G. de Mallos IrmSo, to fard >a com ptlles de
cabre pesando 2,427 kilos e 03 roeros salgados
cam i,300 silo?, i caixa com 76 kilo, de cera
vegetal.
tl088bacb Brothers, 28 fardda com 3,953 kilos
ae pelles de cabra e 50i couro3 seceos salgados
com 6,024 kilos.
Vara o interior
No vapor nacional Alagoas, para Cear,
carregou :
J. M. Das, 18 caixas com 238 kilos de rap.
Para o Para, tar.egaram :
C. Peres C, 87 barricas com 7,395 kilos de
assucar branco.
Pedro Goimar&es, 222 barricas com 16,280
kilos de assucar branco.
E. Kanihack, 50 saceos com 4,000 litros ds
farinba de mandioca e 5 pipas com 2,275 litros
de agurdente.
Companbia Refinadora Mercantil Assucareira,
510 barricas com 36.660 kilos de assucar branco.
A. Ferreira, 5 caixas com 5 duzlas de elixir
cabeja de negro no valo" de 5*000.
M. A. de Sena & C, 40 barricas com 3 415
kilos de assucar branco e 40 ditas com 2 600
ditos de dito refinado.
Ferreira Rodrigues 4G, 13 caixas com 195
kilos de doce.
Para Maoos, carregaram :
Amorim Irmaos & C, i pipas com 940 litros
de agurdente.
J. T. Pinto Lapa, 1 pipa com 470 litros de
agurdente.
J. Baiur k C. 100 caixas com 1,400 kilos de
sabio.
P. Carneiro a C, 25 barra com 2,250 litros e
agurdente.
P. Al ves C, 75 barns a 1 pipa com 7,680
litros de agurdente, 10 barricas com 600 Kilos
de assucar refinado e 156 volnmes com 10,185
ditos de dito branco.
P. Pinto k C 15 barrls com 2,100 litros de
agurdente.
E. Kiotbick, 24 barricas com 1,632 kilos de
aiswar branco.
Illm. Sr. Manoel Cardoso Jnior.
NSo posso e nem devo calar o segulnte faetc
de urna cura obda com o ;eu valioso E.lxir
anti febril.
Tendo fallecido da terrivel febre amarello um
meu filbinbo de 11 annos de id>de, depois de
esgotados todos os recursos possiveis para sal
val-o e dous dias depois de sepultado, adoecido
outro de 12 annos, da mesma febre, tambem de
pois de muito Indar com outros medicamentos
poderosos e receitados por disiinctos mdicos
desta capital, e j desapontado, recorr a conse-
Jbo de meu bom amigo o tenente Leobaldo Au-
gusto de Moraes, ao seu miracolojo remedio de
que cima irato, e Uve a immensa salisfaco de
ver salvo o meu querido flibinbo.
Communxaodo V. S. este triumpho de eu
valioso medicamento, servir ao mesme tempo a
a.intia communicacjo, de aviso aos que forex
atacados ria^utlla mal, es quaes nada mais de
vem fazer. que uzarem o seu maraviihoso Elixir
tT tmond retirado temporariamtDte desla ca
pital. minba familia com receio de adoecer-me
mai.- alguem, por cautela ronduzi um frasjuir.li
de mesoso Eiixir, que muiio servio, por qunlo
:bega!do ao meu aes'.ino tive de ver as 11 oras
:ia uoiie do da da minha cn> gala, minha mu-
iber cabida com urna terrivef febre. que dous
dias .iepois desapparecc.-a com^ietameiile anda
por (Bello do mesmo Elixir.
Outros cases anda em meus criados foram
combalidos com o seu poJeroso remedio e seria
enfadonho mencional-os.
Usai V. 8. da miolia communicacao do modo
que melhor Ihe convier.
Mees fracos servicos s fuas ordens.
O muito grato criado
JoSo do Reto Lima,
Commandaule geral da guarda cvica de Per
nambuco.
(Estava sellada e reconhecida a n'rma.)
*>-------------
Peitoral de Cambar
O Sr. JoSo Jos Zebend), importante
lavrado' de Cantagallo, Rio da Janeiro,
declarou que achando se soffrendo horri-
velmente do pe'.to havendo dias de deitar
ais de meia garrafa de sangue, foi Balva
a morte pelo Peitoral de Cambar, de S
Soares, que o curou radicalmente.
Vende-se n;.s phar nacas e drogsri-s a
?J500 o frasco e 245G00 a duzia.
' sgente a Companhia de Drogas.
.(I
'Medico e oculista
Dr. Berardo oculista do hospital!
Pedro II, tem consultorio ra de;
Bom Jeeus n. 9, 1. andar.
Residencia na Magdalena.
Telephone n. 366
Dr. FreMasCuimar
MED .0
Tem o seu consultorio na roa Duque
de Casias n, 61, 1." andar, onde ser
encontrado de 11 1 hora da tarde t
reside ro Cfjueiro u. 4.
Telephone o. 292.
EDITAES
O Dr. Francisoo Aluno Correia de Arai
jo, juie de orphSos, do municipio do
Recifp, Estado de Peraambuo .em vir)
tude da !ei.
FC) saber a'3 que o presente edital
Ivirem ou delie noticia ti ver m, que pe'.n
inventariacto di. propriedade em commura
Apipucos, me loi dirigida a peticSo do
theor seguirte :
Illm. e Ezm. Sr. Dr. juiz de orphos
Paulo Jos de Oliveira, inventariat te
da propriedade em commum Apipucos, que
tendo de pr rio da referida propriedade, ha muito empo
pfralieads, reaqer a V. Exc. que te digne
de orden r nova publicagao do editaes
por espaco do 90 das, notificando a todos
os intereasadoa na referida propriedade,
para por si ou por seus procuradores tuto-
res e curadores, a virtm dar no respeti-
vo cartorio, escrivSo Dr. Pontea, oa seuo
nomes para Ssrem descriptoB no inventa-
rio, e bem assim ezhibirem os ttulos que
comprovem os seus direitos a serem con-
siderados como herdeiros ou con senhor es
da mesma propriedade.
Espera receber merc.Recife, 9 de
V&gosto de 1892.O advogado Dr. Adol-
pho Cirne.
Estava b liado.
Nado mais se continua em dita pea,
na qual profer o despacho seguinte :
Naa autos, como requer. Reeife, 9 de
Agesto -de 1892.Altino de Araujo.
En virtude deste meu despacho o es-
crivSo passou o presente, em virtude do
qual cito a todos es interassados na pro
priedade em commum Apipucos, para
no referido prazo de 90 das, virein por
si ou por seus procuradares, dar seus no
nomes no respectivo cartorio (escrivSo Dr.
Pontet), para serem descriptos no inven-
taro, bem assim ezhibirem os titilas que
comprovem os bous direitcs a serem con-
siderados como herdeiros ou consenhores
da mesma '.ropriedade.
E para que chegue ao conhecimento de
todos, maadei pasear o presente edital,
que ser tfilsado no lugar do costume e
publicado pela mprensa.
Dado e p'ssaio nesta cidade do Recife,
aos 10 de Agosto de 1892.
Eu, Manoel do Nascimeoto Pontea, es-
crivSo o subscrevi.
Francisco All'.no Correia de Araujo.
O Dr. Francisco Altino Correia de Arau-
jo, juii de urphSos do municipio do Re
cife do Estado de Pernaasbuco, em
virtude da lei, etc.
Faco saber aos que o presente edital
virem ou dele noticia tiverem que pelo
inventariaste da propriedade Apipucos
me foi dirigida a peticSo do theor se-
guinte :
Illm. Ezm. Sr. Dr. Juia de OrphSos.
Paulo Jos de Oliveira, inventariacte da
propriedade em commum Apipucos, toedo
de proceder a arrecada^ao das rendas
das mattas da referida propriedade, at
que sejam as mesrnas martas arrecad?.dr.s
em praca perante este juiz, requer a V
Exc. que 83 digne autorisar o supplic-nte
a collocpr nos respectivos pontos de co
branca peasoas de sua confanos e bem
assim para que por meio da imprensa Be
ftca constar aos ioteressados esta medida,
publicando se tditaei?. E. R. M.
Re ife, 9 de Agosto de 1892.
O advogado Adolpho Ciroe. E.tava
sellada.
Nada mais se continua em di a pstic3<>
oa qu*l prefer o dejpac'io seguinte :
Como r-.qor.
Recife, 9 de Agosto de 1892. Altioo
de Araujo. y
E para que chegue esta medida ao co
nhecineito de todos os interessados man
dei passar o pr isente edital que ser af
fxado no lugar do costume e publicado
pela imprensa.
Dado i; passado nesia cid.de do Recife
de Pernambuco, aos 9 de Agosto de 1892.
Eu Manoel do Naeciovento Pontes, es
crivSo o subscrevi.
Francisco Altino Correia de Araujo
Pedro Guimares, 114 barricas com 2,728 kilos
de assucar branco.
No vapor nacional Mercurio, para Rio de
Uaneiro, carregaram :
A. S. Couto & C, 13 pipa- om 6,110 litros de
alcool
L. A. da Costa, 7,000 cocos frucla.
Companbia de Estiva, 1,000 saceos com G0.0G0
kilos de miibo.
N. Cabao fe C, 200 saccas om 20,080 kilo? de
algodo.
No vapor nacional Beberibe, para Cear,
carregaram :
Guimar-s Valenle, 500 saceos com farinba
de maniloca.
No vapor nacional MaranhSd, para Rio de
Janeiro, carregou :
M. da Silva Majaes, 50 caixas com 100 latas
de oleo vegetal peeando 1,800 kilos!
o hiate nacional Deus teGuarde, para Villa
de Touros, carregou :
Manuel Amorim, 3 barricas com 180 kilos de
assucar branco, 16 caixas com 320 kilos de sai o
e 1 barril com 90 litros de vinagre, 25 saceos
com 1,500 litros de farinba de mandioca e i vj
lumes com 150 llt'os de geaebra.
N barcafia Itojaky, pa'a Parabyha, carre-
garam :
A. D. Sins C 1C barra cora 1,803 litroa
de vioagre e 33 caixas com 280 litros de ge-
nebra.
Na oarcaga Apiesentacao Ce Mana, para
Parahyba, carregou :
Coapanhia de Estiva. 20 caixas com E00 ki'os
de sabio.
Peua da Kaadcca
SEMANA 0B 22 A Vi DB AGOSTO DE 1892
Alcocl lllrr ...-...,
Algodo em ran, kilo) .
Arroz com casca -o) .
Aseucar reliiiat'.o (kilo; ,
Assucar branco (kilo) ...
Assucar mascavado ktlo) .
Baos de mamonas (kilo) .
Borracbade leite mangab. (Kilo!
Cachaca ...... .
Gouroa seceos espichadoi! (kilo) .
Couros seceos salgados kilo) .
Couros verdes (kilo).....
Conrinhae (um).......
aroco8 db algodo (kicj .
Carrapateira (ko) .
Cacao (kilo).......
Caf bom (tito) .
Cal restolbo (kilo).....
Caf moido (kilo)......
Carnauba (kilo .......
Cera em velas (kilo).....
Dita em brato ou preparada (kilo) .
Canna (liro)......
Cal (litro)........
Carvo de CarditT (ton.) .
Parmoa de mandioca (lito r
Genebra (litro)......
Graxa (sebo) ... .
Jaborandy (em forna) kilo .
Leite de maogabeira (kilo; .
Mel (litro).......
tfilno (kilo.......
Pboapnato de eal da lina Rata (tona*
*
583
666
90
760
666
266
730
0(0
343
651
594
320
(8/0
.5
ISO
400
;*2oo
1*000
1440o
U666
040
800
343
10
37*000
50
295
633
200
1*466
98
80
11*000
Edital d. 94
Prazo de SO das
De ordem do Sr. Dr. inspector se faa
publico que, s 11 horas da manhS do di a
12 de Setembro prximo futuro, 3'tS-'
vendidas em consumo, a porta desta re
partido, as seguntes mercadorias, na fr
ma da lei, se os seus donos ou consigna*
tarios as cao despacharem at entao :
Armaaem c. 7
Marca RF contra marca JCUai barril
n. 561, viudo do Havre no vapor fraoeez
Colonia, a 5 de Maio de 1890, contundo
171 kilos de acido arsnico.
Morca ADL&C=Uma caixa n. 6, id;m,
de Liverpool no lugar norueguense tOck-
nom, em Agosto de 1888, conteni 163
kilos de frascos vasios.
Marca J3AUrna-dita, o. 8), idem,
no vaper inglea tLassel, contendo 89
kilos de vidros de cores para vidracas.
Marca KF Una dita n. 139, (ignora-
se o maif), conteddo '6 kilos de obras de
ferro batido.
Peiedecabra (cento)..... 187*000
Polle de carDeiro (ceuto) .... 145*000
iemente de carnauba (arroba) 53
sola (meio)....... *500
Sement de carrapateira (kilo) .
Sebo.......... 700
Stearioa em velas (kilo) .... I*OOJ
rataioba (kilo)...... W
Fauus de amarello em prancbes
(duna)....... 100*
tLvnilmtnio* p*M\*9<
-I Da AGOSTO DI (892
Marca AFCUm fardo idem contendo
120 kilos da papel ds embrulho.
Estrada de ferro de Ribeirao a Bonito
Urna pe9 de ferro fundido simples, pe-
sando 117 kilos.
Sem marcaUrna barra de ferro fundi-
do, pesando 98 kilos.
Marca BP--2 barris contendo 24 ki-
loc de tinta para impressao.
Marca quadrado' 1937 no centro, contra
marca GMC -Tres fardos ns. 422 a 424,
viudos de Hemburgo no vapor allemSo
Coritiba, em Abril de 1891, contendo
230 kilos de papel assetinado para im-
piessSo.
Marca diamante FL 1105 no centro,
contra marca QP Um atado, sem
numero, idem no vapor allemSo (Ham-
burgo, em Janeiro da 1889, con-
tendo 80 kilos de madeira proprla para
narcineria em folbas delgadas.
Marca MJ J. Urna caixa n. 506, idem
de Liverpool em Maio de 1890 no vtptr
inglez tMerchant, contando annuncios
impresBOs, livres.
E as seguinte mercadoriaB euj pro ce
dencia ignora-se :
Sem marca. Usa barril canteado 20
kilos de azul ultramar.
Um dito idem do verda francez.
Dous ditos idei/J, 50 kilos de ie0CSE'4
(fezes de ouro).
Marca diamante B no centro e P ao
lado. Um dito, idem 40 kilos de trra
de sicune.
Urna diti, sem marca, n. 2, contendo
12 kilos de espirito de therebentina.
Urna dita, idem, contendo 62 kiloa de
zarcao.
Dous tambores de ferro b.,tido, rezan-
do 224 kilos.
Marca GMC. Urna caixa n. 25, con-
tundo 10 litros da cogna.
dem, idem. Urna dita n.
3,5 idem.
dem, idem. Urna dita n. 41, idem
3,3 idem de vinho commum.
Urna caixa, idem, dem, 38 kilos da
sulfata de ferro.
Marca FM3 & i., contra marca dia-
mante P.no centro e CPO ao laio Urna
dita n. 2307, contendo 42 kilos de agua
mineral.
Marca diamante RS no centro. Urna
dita, contendo 52 kaes de seccante
braoco.
Marco CPC. Urna dita n. 8, contendo
8 carrafas de cerveja, medindo 18,5
litres.
Urna barrica sem mr.rca, contendo 54
kiloB de borato de soda.
Uma dita, idem 4 potes de sulfato de
ferro, pe-and? liquido 66 kilos.
Tres ditas, idem, contendo 1503 koi
de gesso calcinado.
Oito fo'bas de tinco ingles, pesande
117 kiles
Um feixe de ferro em barra, p aando
56 kilos.
Um barril contendo 100 litros de vinho
commum.
Marea JAC. Urna caixa de mantsiga
de Vcca, pesando as atia 6 kilos.
2* Seojo da Alfi ndega de Pernam-
buco, 12 d) Ag.isto de 1392.
O chefe,
M. An'.onio de Carvalho Araujo.
33, iem
tvcda geral
Do dia 1 a 24
ideu. de 25
Aifanatga
96:7fiU972
30:732*4^8
957:494*460
Rendn do Eatado :
Do da la 24 145:342*289
dem de 25 5:9794887
Edital n. 95
Prazo de o das
Dj ordem do Sr Dr. inspector se faz
publico que, s 11 horas di manha de 1
de Setenbro prximo futuro, serio ven-
didas em consumo, porta desta repar
ticao, as seguintes mercadorias, se o
seus dono3 ou consignatarios as nao des-
pacharem at ento, na forma da loi :
Armazem n. 5
Marca S. Kauffman.Um encepado,
vindo de New York a 1 de Dezembro do
anno passado, no vapor americano cSe-
guraoga, contendo amostras de moldura
sem valor.
Marca A L e contra-mirca J 1 & F
MossoBirca norueguense Fizroy cpi-
to T. S. Heier, em lastro.
3omma total
151.322*176
1 l5S;816t>36
ru:ida secgo da Alfaudega de Pernambuco I
25 de Agosto de 1892.
O tbesouieiro,
Floren;.o Doi.!rjgu68,
O ciiefe da seclo,
M. Aionina de C. Araujo.
Rfi%EBEDO.UA DO ESTADO
Do dia 1 a 24 81:717*050
dem de 25 3:29*9
t-reado Hnolelpal de 4.
0 -v.'.'v.ment deste mercado no
Agosto foi o seguinte : Ent.->.ram.
41 bois pesando 7 182 kilos.
293 k<'!os de peie a !0 "i.:
12 comparl. com mariscos a 103 rs.
48 logares a 2C0 rs.
7 80G03 a 200 rs.
60 cargas de fa^ioba i 2.0 rs.
10 carga a de milho secco 3 200 rs.
3 ditas com feijo a20) rs.
3 ditas com camaroes a 300 rs.
2 iUs com fructas diversas a 300
13 dita de batata a 303 rs.
2 ditrs de cansa a 330 rs.
2 cassns com gallinhas a 300 t-s
I ditas com miibo verde a 300 rs.
3 Hai com gerim a 300 r?.
cias de banana a 3. rs.
dita de ceblinhos a 300 rs.
ditas de lar-aojas a 300 rs.
i ditas com lorjcji a 300 rs.
dita de macacceira a 300 rs.
dra3 de aaeooim a 303 rs.
das de raelincia a 310 t.
4S ilo: cem Verduras a 30) rs.
70 ditos comfarJ&tta i't-
4 cargas com gallicnas a '00 ..;.
32 eolmna3 a G03 :3.
8 comnartimentos com '.ressaras
- a 60) ra.
47 ditos com rateadas etc. a 600 re
27 dito? de comidas a 703 rs.
11 ditos de suineiros -.1*
9 ditosa 7 0 ra.
43 talhos a 2*003
rs.
ose
dia 24 de
o85
l:'
960
i*4'.0
120C0
2*000
*60l
*9ce
..D fl
3 90
**60t
*600
*30l
*90O
*
*
"Oa
*
*
*
141706
28O>
; ce
19*;0t
i60i)
28i2C
18 9:u
11*009
6*30"
86*000
RECIFE DRALNAGE
Do dia 1 a 24.
dem de 25
85:016*740
35.908*362
1:181*742
37:090*121
MoTlnaeuto do
Navio entrados
Porto
no dia 25
Cenova e escala16 dias, vanor taliaao Rosa-
rio *, de 1777 toneladas, cotnmiadsoie E.
Olivar!, cqoipagem 60, carga varios generes,
a Da. kliurn Needham & C
Rio de Jane ro e Baha13 dias, vapor inglez
N.r-erann de 826 tonelada?, cournac-
danle W. Lacy. equlpagem 57, carga As te-
l g apbicos. a Companbia .Subtnan:.
Navio tahidos no m smo da
Santos e escalaVap^r italiano Rosarlo ,
commandanteE. Olivari, carga varios gene
ros.
Ntvf Yj k e escala-Vapor americano Vigi-
lancia commmdarjte J. Crossmaon, carga
varios gneros.
Liverpool e escalaVapor ingles Copernicus,
commandante Hammond, carga ^ar!oj gne-
ros.
Rio de JaneiroRebocador nacional Baro de
Lacees cap to C Guia, em lastro.
Rendimento de i a 23
259*569
6.393*705
6.65*265
R-cebimeato por catados das 9 a 23 41469
6 554*725
Precos do dia:
Carne verde de 320 a 643 ris c'.ki'o.
Sainos de 640 a 800 ris idem.
Garneiro de8O0 a '* ris idem.
Farinba e 320 a 480 ris idem.
Milho de 410 a 440 ris ideo?.
F. '"j lo de i* a 1*800 ideal
Vapores a entrar
Mea de Agosto
Norte........ EnchantreiS.....
Norte........ Marannao.........
Europa....... Tagui...........
Norte....... Una.............
Fernando..... dboatao..........
Sul.......... Trent............
Norte....... Seguranza........
Sal.......... Brazil............
Mes de Setembro'
Europa....... Merchant........,
V,
25
28
28
28
I
30

j

-.

|


* f-

k
,.^<.v.
L^fflU


Diario d -'Vroaoibuco ~- Sexla-feira 26 lo Agosta
o.
&t?22

H
L
&MF. Urna caixa vazi-, sem valor,
vinda da Bordeau, do vapor francez
< 'cnoque, os mesmo mez.
Marca Uarle Silman. ma dita, con-
teni 19 kilos de carne em conserva da
mesma procedencia, dem.
Sea nurca e s.-m numero. -Setenta gW
rafes quebrado, vicios di Ilimburgo
no brigue alterna.) Adolphiae ao ajeamo
mes e enno.
Marca W H Bilton. Umi c ixa, viuda
de Southampton a 18 do mesmo ixez, no
vapor roglos tTamar, contendo doces
nao clasaiticado?, estragados, sem valor.
Mercadorias abandonadas
Armazeo n. 2
Marca triangulo, B ao centro e O C
oslados.Urna cafxa u. 1, contendo
um ampe3o para locomotiva, abandooada
nos dir.tos pelos herdeiros Bowmaa.
Araazem n 7
Marea C D P C.Sois caixis n. 4,383
e 43i8, contendo cera vegetal simples,
vinda de Hamourgo em Maio ultimo-, pe-
ando 572 ki!o3 abandonados asa direi-
tos pela Companhia da Droga o Produ-
ctos .'hi micos.
2.a seoclo d Alfandega de Prnamba
co, 12 do Agosto de 1892.
O chefe,
M. Antonio de Oarvalho Aranba.
EditaJ o. 9f
Praz de 8 das
Di ordem do Sr. Dr. inspector faz se
panuco que, s 11 boras da manbS de 1
d Sjtembro, porta desta repartirlo,
m ser arrematadas en consumo as
so ; ;iates mercado iai.
Armazem n. 7
11 n barril, cuja marca e procedencia
rg ura-se, contendo 33 koa de manteiga
de vcc, que segundo o parecer da in-
spe toria de hygiene, s pie ser utihsa-
da ciaio grexa.
Uia dito, idem dem, contendo 68 lelos
de toucinbo em salmoura.
Marca X, O I e O E dos ladps.Um
dito, idem idem, contendo 19 kilos de
hacha de porco.
Sem marca. Duas bordolezas, conten-
do 191 litros de vicho commum, qtte nos
termos do parecer citado b todera ser
mpregado como vinagre, tal a sua
grande accidez.
Aimazem n. 2 3a praca
M-roa J A & C.Urna barrica, vmda
de Liverpool em Jucho de 189!, no va-
por inglez Editor, contendo cLapaa de
farro e artigos semclhates para coainha.
Armazem a. 4
Sam marca.Urna lat, contendo 10
kilos de resino de almocego.
Armazem n. 76a praga
Marca diamante e B no centro.=Um
barril, sem numero, vindo de Liverpool,
em Janeiro de 1891, coateoc'o mineraes
b2o classifieadoS (oarrilha impura).
2J seccSo da Altan lega de Pemambu-
eo, 23 de Agosto de 1892.
O chefe,
Antonio doM. Carvtilho Aranba.
a instancia, quer o sapplicanle proceder a
habilitocio dos herdeiros instituidos no
testamento junco o para iaao roqier a
V. Exo. se digne mandar que ao escri
vSo Cezar da Cunha buixem os autos que
estSo no poder do revisor afim de prose
guir so nos termos da habiliUySo, mar
cmdo V. Exc. dia e hora, para o s >pp! -
ente provar que sao descochecidos os
herdeiros instituidos no dito testamento, o
iimSo o sobrinhos legtimos do finado e
os fihos I' g.timos dos filbos de auas so
brinbas, constando que o p*i do testador
j fall'ciio e quando n5o fosse ignora-se
inlciramonte, onde elle scus. hes e netos
instituidos herdeiroB residem actualmente
no reino de Por:igal
E tanto que se p.-ove o allegado sejam
oa referidos herdeiros citados por carta
de eiitos p.^ra na primeira audiencia de-
pois do praso dos editcj t-.Harem ai-s ar
tigo3 de hab.liUcJo soo pena de prese
guir se h reveiia, norceand >-se iuraior ; e
jalgada a b.ibilita^ao co "inventario, conai
derem e< habilitados para as mais causas
dependentes do inventario e que form
intentadas contra Vinhas Maia no carac
ter especial d inv ntariante e testamen-
teiro do supradito fallecido Jos Francisco
de Andraic Juu or.
Neates termos pede deferimento E.
B. M.
Recite, 6 de Agosto de 1832.
O advogado, Antonio de Lell.s e So.za
Pon tes.
Na qual profer o despacho do thaor se-
niinte :
Uomo requer, designo o dia 9 as 10
horas da noanh- Recife, 6 de Agesto de
.1892Gal vao.
E justificando o supplicante o allegado
em sua petcao subiram os autos a minha
conduelo como juiz relator e nelles pro-
fer a dteisao do theor seguinte :
Julgando provado o allegado espejara
se os editaes pata a citagSo dos nteres-
sados por eapago de 90 dias, curtas ex-
caua. Recife, 19 de Agosto da 1892.
;MHoel do Nascimento da Fonsesa Galvao
Em virtude do que mandei passar o
preseatb pelo theor do qual chamo e cito
os herdeiros do finado Antonio Joaquina
Vinhas Maia para que no praso de 90
dias a contar desta data comparis m na
primeira audiencia deate Superior Tribu-
nal de Justiga, afim de fallarem aos rti-
cos de habilitacSo e depon, de habilitados
verem proseguir os feitos em que era
parte o referido fallecido Vinbas Maia,
tudo na forma requerida sob pena de re
velia.
Dado e passado cesta cidade do Recife
capital do estado de Pernambuco aos 23
de Agosto de 1892.
Eu Augusto Uezar da Uaba, eaorivSo
o sub eserevi. ,
Manoel do Nutemen'o da Fo teca Oalvao.
Recebedria do Estado de
Pevnarabuco
dual a.
0 administrador d^ Racebedbria do Es-
talo taz publico, para cochecim;nto dos
respectivos contribuintes, que, de-tro de
30 d as uteis improrognveis contados des-
ta data, serSo arrecadados a .bocea d co-
fre os imposto] estadaes constantes da re-
Jas2o aoaixo, relativos ao 1* S3meste do
exercicio corrente de 1892.
Recebedria do Estado de Pernambu-
co, 12 de Agosto de 1892.
Jo3o Ferreira de Almeida Guimaraet.
Rilajao a que se refere o edita! sa^ra
Voapanhias, agencias oa casas de Begu
ros, ou qualquer peasoa q>ue, no car-
cter de agente de companhia de segu
ro, fizer contracto desta naturea.
jmpanhia anocyma ou agencia desta.
L.' jas de joias.
Fabricas de cerveja, limonadas gazotaB,
gecebra e vinagre.
Estabelecimentos de charutos e cigarros.
Escriptono e armazem decommis oea ou
CTsignacSeB ou commis:2o e consma-
jjo.
Armazem ae assucar.
Armaaem altandegado e de rt lb.
Lojas de fazendas.
Idam de /niudeass.
dem de ferragecB.
dem do lou^a.
dem de cera.
dem de calcados.
Idim de pianos.
dem de masaxo.
Id< m de chap' 8.
Idem de chepas de sol.
Pressas, armazaas e
dio.
Armaaem de xaique.
'i'avernas.
Fabrica de picar tumo. .
Depc-sitos ou casa de vender rap.
Rcfiof8ea.
labrea de charutos e c gar.es, nclps 1
<..: BercisrM que fabtieoo cigarros e
charutos.
Agentes ou consignatarios de v pores,
Hoteis, hoipedarias, boequins, casai &e
pastoa e confeitarias.
Bebocadorofl.
Acougues.
S^OO por toneladas de alvarenga ou ca
aoa de carga ou descarga.
180 rs. por litro de agurdente quer pusa
r r transformada.
1 \ obre eatabelecimento3 commerciaes
ona applica9fto aos serv9oa da extin-
So de incendios a cargo da Companhi.
de Bombeiros.
Kecebedoria do Estado de
Pernambuco
bl tal w. -12
O administrador da Re.'ebedoria do Es-
teno fa. publico, para conhecimento dos
respectivos contribuintes, que dentro de
30 dias oteia, improrogavis contados dea
ta data, fiero arrecadados a bocea do co-
fre os impostoB estadaes cooc'.aot s da re-
la^ao abaixo, relativo ao Io semestre do
exercicio corrente de 1892.
Recebedria do Estado de Pernambuco,
24 ie Agosto da 1892.
Jco Ferreira de Almeida Guimaraet
Relelo a que se refere o edital supra.
Bancos, sgancies fiiiaes .cu rep-t sentante
das meemas casas bancarias.
FundieSo a vapor.
Eechimsnto do agurdente.
Lejas de livros e objectos para expe.
diente de repartieres, typographias
m. chinas do imprimir.
Armaaem de drogas.
Estabeecimentos de estiva em grosso.
Serreras e armazees de vender madei-
ras
Armaaens ou depsitos de kerosene.
Padariaa.
Pharmacias.
Obras Pnblicas
D ordem jo i i.Ho Mgr li !'o a*ifecor ge-
ral e em viriuit.' 'j; au-oruacau Jo oidaalo o
vtrnaJo: desle Estado de 19 do corrente, taco
publico que no du 10 de Setembrt prximo vin
douro oesta directora recebemse propostas em
cartas fechadas devidamente sallada?, para a
execucao das ebras de reparos da roo te de Ta-
plraStfi aa (slradade N.rareth.de cooformidade
coa o r^.nuetio, no lor de 8800J.
A1* propos'aB deven sor assigaadas pelos lici-
ISBIM coui as firmas reeochtcidadas e devero
declarar o pr lar a (bra, como o local de sua residencia e ha-
Ulitac6es que |iossuam para dirigir es trabaiho?;
as quaes setao aberta ao meio dia, em presenta
dos propoaenieB.
llivendoduasou mais propostas em completa
iguultide. de coodicoM seio cbamacos 03 pro-
ponc-n'.e3 para utelarar qoaes as modisacOes
que fazem a tim de celebrar se o contracto com
aqnelle que maiorus vaotsgeas (ffjrecer.
Nao sl-io aceitas jS proposias nos seguintes
casis :
l.As qoe pxc derem dea precos do orga-
meaio.
2 A3 que nao forem^organi.das de accordo
com o presente ediul;
3. As que nao otferecerem as garantas exi-
gida? ;
4." As que se baeearem sobre es preco3 das
proposias dos outros concoi rentes ;
5 As que forem aprestadas par pes?oas
que tenbam deixado de comprir contractos cele '
or.vis coui etU directora.
O orjamenio e ma3 cond gO?s (o contracto
acb&m-se oesta secretaria, onae podem er exu
minados peos pretendeotes.
Para concorrer a praca cima deverao os lici-
tantes depositar nea a directora, imprtterivel-
mente na vespe.-a do dia da arrematarlo, das 9
horas ca mauu as 'i da Urde, a quantia de i
equivalente a 5 |. do valor do respectivo o rnelo cooforuie determina o arL 4i do regula
mtnto em vigor.
O 'citante, cuja proposla for aceita e depois
de approvana pe i governo, i o ser admitiido
ass'gn*do contracto da obra sem que prove ter
feitj no Thesonro do Estado, urna cauta? em di
nheiro, ou titulo da divida publica, equivalente
a 10 [ do valor do.contracto e sem que tenba
pagj os competentes emoiumeutos.
O propooeule, que deirar de cumprir o dlspos-
to na (hueula anttnor dentro do praso de 15
das nao poder assignar o contracto da obra
ass:m como perde o direilo ao valor da caucao
preslarla.
Secretaria da Directora Garal das Obras Pu-
blicas em 23 de Agosto de 1892.
0 secretario,
Jos de Amorim.
S. R. J.
Sociedade Recreativa Javentude
Sarao bi-mestral em 28 do corrente
Extensa parle coarer^nte, cojo programma
sera publicaao as vesperas.
Pnocipia e acaba as boras do costme.
Secretaria do eoQcelno administrativo, 16 de
Agos'a de 1892.
M. Gaeiauo, 2.- secretario.
Sociedade Refiaaria e Des-
tilla^ao PernambucaBa
0 presidente desla sociedade cm virtude do
quepreceima o art. lo do decreto de 17 de Ja-
neiro de 1890, sciealica que ii-.am a dlsposico
dos Srs. accionistas ca sede da mesma socieda-
de ra do balaceo de 30 de Juoho prximo passado, re-
lacao nominal dos nccioDistas e lista das traos
ferenclrs r*alisadas no decuiso do anno findo
oaqoella data.
Recife, 15 de Agosto 1892.
Joo F'prcande8 Lopes,
Presidente.
PERNAMBUCANO
MOJBCTO DE DSCalPCAO .
Para a 4a corrida a realizar se domDgo 4
de Setembr > de 1892
3?.A1TBE PR2MQ0
cSo te
primeiro,
Reparti bli^as, trras e colonisa-
<2ao no Estado do Amazo-
nas.
De ordem 4o Dr. Director desta r t9ao e por determinayao do Dr. Presi
lilil
1. PAREO Consola^So800 meiros. Aoimaes de Peroambuco que n5o te-
nham ganho premios, premios : 200)5000 ao primeiro, 40(5000 ao
segundo a 20)5000 ao terceiro.
2. PAREOExperiencia 950 metros. Aoimaes de Pernambuco que nio
tenbam ganho premios em 1892. PREMIOS : 200(5000 ao primeiro,
40)5000 ao segundo e 20)5000 ao terceiro.
3. PAREO Ordem 1250 metros Animaes pungas e pel'udos que
nham ganho premioa em 1891. premios 250)5000 ao
50)5COO ao segundo e i5)50CO ao terceiro.
4. PAREOEstimulo-800 metros. Animaes de Pernambuco que nSo te-
nbam ganho premios nestes ultimes 12 mezes prlm es : 200)5000 ao
primeiro, 40)5000 ao segundo e 20)5000 ao terceiro,
5. PAREOGrande Premio Estado de Pernambuco -1800 metros.
Animaes de Pernambuco. pbemios : 1.000)5000 ao primeiro,......
200)5000 ao segundo e 1000000 ao terceiro.
6." PAREO Progresso1.550 metros. Auimaea at meio a.ng-ie. pbsios :
4004000 ao primeiro, 80)5000 ao segundo e 400000 ao terceiro.
7. PAREOVelocida-le 950 me*.-os. Animaes de Pernambuco que nSo te-
nbam gacho em distancia superior a 1.0C0 metros, premios :
2000000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
8. PAREOLlberdadc 8C0 metros. Animaes de Pernambuco que nSo te
nbam ganho em distancia superior de 85t metros. PREMIOS :
2v 00000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
OBSERVACES
De accordo com o art. 5." do cdigo de corridaa nSo poderlo ser ios
criptos no pareo Experiencia os animf.es Marangoape e Piramon, no pareo Ordem
o animal Atlante, no pareo Estimulo os animaes Maranguape, Piramon Viva, no pa-
reo Grande Premio o animal Piramon, no pareo Progresso ts animaes Neniche, Siro-
co e Napolitano, no pareo Velocidad*<,o animal Tudo e no pareo Liberdade os
animaes Oallet e Tyclone.
A importancia- da inscripco para o pareo Grande Premi> de 830000.
A inscripcSo encerrar-seha terca feira 30 d> csrrente s 6 horas da tarde
na secretara do Prado Peroambucano, a ra da [mparatris n. 26, 1. andar.
Secretaria do Prado Pernambucano, 25 de Agosto de 1892.
O SECRETARIO,
./ Alves.
Estrada de Ferro Cen-
tral de Pernambuco
Edital
De ordem da directora faco publica
que at o dia 27 do corrente ao meio da,
reoebem-se propostaa nesta secretaria para
o fornecimento de lenha de mangue e
outras, que sejam de primei a qualidade,
denta do Estado, chamo concurrentes por I o preco ser por metro cubico, coilocada
spec?i de algr-
DECLARACOES
De ordem do So Dr. pro.wador fiscal se
faz publico que Uca marcado o prazo de 8 dias.
conladrs da data do presente edital, para rs
sbaixodeclarado8,devtderesdf f os rfe terreno
nacional relativos ao exercicio de 1891, virem
pagar cS s> us dbitos amigavelmeote. certos de
que se n3o o fizerem, ?erSo as respectivas een'as
tnviadbsao Dr. procurador da R' publica para
proceder a cobranca txeculiva :
AntoDio Pedro fias Neves, Anoa da Cosa Al
ves, Iscbel Lucas da Silva, Jj5o Nepomoceno
Coelbo da Silva, J' o Valen te da 'ui, Joaquim
Manoel Ferreira de Souza, Jos Feliciano Per
tella, Jos Soares Neiva, Liura. tlba menor de
Prcscitco Fern?ndes Duarte, Mano! Antonio Si!vRos. Macael Gooc-hes u.niv;, Mn^el
Jet D^nts?, Rita M-na dn Soosa, V:sconde de
Gumpo Ale-ere. Visccr.de de Suasbuna.
Serc' o ao contencioso da Tncfour.ria de Fa
ztnda de Pernsnbuco, 24 do Agosto lie I89.
O 3- Flaviano H. Ribeiro.
espejo de 90 das a contar desta data
para os ser vicos abaizo declarados :
Urna penitenciaria para quatrocentos
(400) presos com acommoda^Sea para car-
cereiro, ajudante e mais pessoal, com offi
cinhs e dispo8(,8es da a.icordo com o no-
vo rgimen de prisSes e com os progres-
sos da arte.
Um polaaio para o presidente do estado
com aa indispenaaveis oonfortabilidades,
e para secretaria do governo.
Pelos planos e orcamentos que torem
acceitos por esta directora e approvados
pela presidencia, o estado pagar de gra-
tificado o que ior arbitrado.
As propostaa, que serSo fe'tai em car-
tas fechadas, serSo recebidas at o dia 8
de Outubro do coi rente anno.
ReparticSo das Obras Publicas, Terrts
e ColotiisacBo em Manos, 11 de Julbo
de 1892.
O escrivSo,
Vic or Antonio Fernando.
as estajSes do Recife, JaboatSo, Victo
ria e Rusaioha.
SecreUria, 23 de Agosto de 1392.
O secretario,
Julo Cesar Cavalcante de Albuqnerque
Sociedade Anonyraa Arjon
ASSEMBLEA GERAL EXTRAORDI
NAPIA
Sao convidados os Srs. accionistas a so
reunirem em.assembla geral extraordi
naria, no dia 30 do corrente mea ao meio
dia, no 1. andar do predio n. 38 ra
do Commercio (sede do Banco Emissor)
afim de tomarem conhecimento do acto do
governador do estado rescindindo o con-
tracto de oceupacae do Theatro Santa
babel.
Recife, 23 de Agosto de 1P>9\
Os directores.
Luis Jos da Silva Guimaraes.
Dr. M. N. Machado Pjrtella Jnior.
Dr. J. J. de Oliveira Focseca.
lavoura e induotrias reduaidas a 20 por
cento.
7.* Ser concedido o abatimento de
20 por cento nos despachos de gado vac
cum, sendo a ezpediclo de 10 a 40 cabe-
cas ; e o de 40 por cento quando a expe-
dicao fr superior a 40 cabecas.
Secretaria da Estrada de Ferro Sul de
Pernambuco,, Palmaves 19 de Agosto de
1892 O secretario,
Victaliano P. Kibeiro de Sonsa.
THEATRO
SANTA ISABEL
COMPAIA DRASATICi
SoH a fltTBCijao flo artista
ANTONIO COIMtRA
Sabbado, 27 do corrente
Depois que a orchestra regida pelo
professor Rosas exrcutar urna Inda ouver-
cura eubir acea pela primeira vez nes-
tp theatro o importantissimo drama mar-
timo em l prologo e 5actos, oiginal frsa
cea e traducQSo do escriptor portugus JU-
LIO ANTONIO LOPES.
O
Lr. Manoel do Nasciiiento da Fccseca
GaWIo, juia do superior tribunal de
)usi;a do Estado de Pernambuco etc.
Fa.o saber a todis que o presente edi-
ti ? m e dee toticia ti verem e inte
ressar possa que por parle de Camillo
G >uT8a de Andrade me Coi dirigida urna
pr,is!o do theor legete :
Ilm. e Exm. S'. Dr. juiz relator. Diz
H millo Gouveia de Andrade que pendendo
ta g'^ de appellacao o inventario do fi
oao Jos Francisco de Andrade Jaeior-
4e quem era inventariante e testamentei
ro Antonio J.aquim Vinhas Maia em fa-
vor de quem tendo havido aentenca dene-
gando a entrega da herflnea, o supplican-
te appellou, acontece qne o supplioado
Tinhss Maia fallecen no dia 31 de JuJho
sJtio e ficaoo oa forma da lei suspensa
Companhia
Pernanibueana de Na\ega^o
Sao convidados os scnbores accionistas a com
dare-erem na sede desta comranbia. a contar do
da de Selea-bo prximo vindouio, a"a de
receberem o dividendo de 8 O/o ao uoao, relati-
vo ao semestre de Janeirr a Jauta? tindo.
EC istoHo no Rifi. 23 d- Agosto < Antonio U.ysses de Carvabo,
Ge ente.
CompanhiaTdo Bebe-
ribe
NSo se tendo raunido accionistas em
numero sufficiente para constitu- a ae-
sembla geral ordinaria desta Qompanhia
co dia fizado pelos estatutos, e5o de nevo
convidados a reunireir-:o no d^a 29 do
corrente mes, a<> meio dia, no primeiro
sndar da casa c. 71 ra 15 de Novem-
bro .
Nesaa reuaiSo serlo lidoa o relalono da
directora e parecer da commisaSo fiscal,
proceder se ha a eleicao do presidente u
secretario da aBsembla geral e lommir
aSo fi. cal, P83m como
qualquer ssaumpto de
Companhia.
Recife, 23 de Agosto de 1892.
Ceciliano Mamede,
DirectorgereDte.
Joi Eutaquio F. Jacobiaa,
Director secretario.
Hippodromo do Cam
po Graade
Na forma do art 16 do Decreto de 17
de Janeiro de 1890, cam disposifSo
dos Srs. accionistas, na secretaria deata
i8Hociac3o ra do Imperador n. 55 Io
ii,dar, por esp&co de 30 dias a contar da
data este aviso, copia de balanc", par:
cer da commisso fiscal e mais documen-
tos exigidos pela lei reguladora das ao-.
ciedades anor.y ras.
Secretaria do Hippodromo 'o Campo
Grande, 11 da Agoaiu <\a 1898.
O 6ftCr6tari'j,
Augusto S'lva.
Companhi'i de teeidos
paulista
Sao cor.viJGdis os seabores sccioaUlM a rea-
lisir al o dii 26 docorrentv, ro escriptorio pro
visorio ra do Bom Jefas n. f
reo, a quinta entraua de eapita
C/0 ou 60<0t0 por aejao, flas 11 horas do da as
l da larep.
Recife, 1 d(j A'/osio de 1692.
Jos Aotcnio 8a aiva Jnior,
D re.-.tor speretario
Ef-trada de Ferro Sul de
Pernambuco
EDITAL
De orden do Sr. director aa fts
publico que, partir do dia Io ds Set.m
tro presiffio, Geirlo vigoraado nceta ts
tradb. prov sori:-mente, tu seguiutes d:ar,u
1. Fir5o augmeatades da 20 per
[Oto os prfgcs das rassagens de Io e 2a
2.a F.carSo s,ppprimidos es tbatimen
tos:
de 20 por cento nos despachos co mer-
cadorias de Ia, 2a, o* c 4* c atses, ca'c,
couros, dgod2o cicjjrensad >, ferrageos
ordinarias e canoas, qualqei que seja a
quantidade,
de 30 por cento nos de 5a e 6."
OU O
Naufragio 4a Fraga-
ta Minerva
A's 8 1|2 horaa
Trers pela liuba principal vol'.anio pelo
Arrayal.
Bonds para Mapd.!cna, Capunga e Alegados
f or Caxias e Hervai.
O ecretario,
Silva Bastos
Estrada de ferro de
Pernambuco do Re
cife ao S4 Francisco.
Prcpottapara o fornecimento de 3^600 to-
neladas de carvao de pedra
Es;a (oxpanbia recebe propostas para o for-
necimento de 3 600 tocelada de carvao de pe-
dra por lempo ce oin anno, mediante as segnin-
tes condices:
1* O carvSi dever ser de a'guma das espe-
cies conbecidas por ory ADS'dale M^ibyr,
Perr kib-.r Nixors N v eatio Ocan M trbyr
ou Insoles M-rtfcyr Sinckeless Steam Coal pri-
meira qualidade de dcubla screened, provado
cem certificado da mica, o qual para cad. car-
ga de nave devera ser apresentado ao Euparic-
tendente ia cempaobia.
2a A despeza de descarregur o carvao do na-
vio e tolas ts oatras da alfaniega etc ero
po" eoots do con'rar'ante a: a eatrega no c:es
da compaa, onde o carvao ser tirado dss ai-
varengas pe:, companhia e pesado no traplcbe
em Cinco PjnlaL', facilitando se ao contramate
todos os mti' s de por si ou pessoa ae sua cun-
anca, inspecciorjar e conferir o peso, o qual
ser aceito como definitivo por axbas as partes,
r j sendo derois altendila pela compzrhla re-
elaoDaco alguma.
3* 300 toneladas de carvao, pelo mens?, ee-
iSo mensalmente en'.ngaes em Cinco Ponas;
mas se por conveniencia propa quizer o con-
trastante en regar maicr quantidade, a compa
nhia aojei a se a recebe! a, comtatito qne nao
seja apresentada pa'a pagamen o orna centa
mensal de mais de 300 toneladas, durante o tem*
po do contracto.
i* C conlractante dever obr gr-r-se ao p:ga-
ment de ama mal a de t:0 0t00 por lodo e
qualquer n^z em que deixar de fornecera quan-
tidade estipulada ne 300 Coaeladas, ?ss:m como
se for recoobecido que o carregameoto cu parte
delle n&o ~de alguma das qnalilaces nencio-
nadas na primeira destas cendices.
5* As propoetas para este contracto devero
estipularo preco de Sondada de carvao em di-
nheiro sterltno, o qusl para realisar se o paga-
mento de cada con a mn?al seri reda2ic a
1*000 ao cambio na uliima co'ac. o das transac-
cees do Binco no tim do mez em que tiver de
se: aga a coata.
6' 0 contracto entrar em vigor no l* i No-
vexbro poximo vincrouro e o prime ro suppri-
ment devera ser fe:to para o referido mez.
7* Se i lavrado um termo de contracto basea-
do nrs condicOes cima estipuladas, o qual s-:-ri
assignado por amoas as parte?, pago o sello
respectivo pelo contractante.
8* As proposta- deve.ao ser lacradas e re-
m tt das ao sopajinteedente da com?acbia co
Cabo aote3 do dia 30 de Setembro, no qual te-
so de.ser ellas abertaa no escriptorij do mes-
mo.
A compa bia declara que de modo algom tica
por este motivo obrigada a aceitar a propesta
mais barata cu qualquer das qne Ibe forem pre-
sentadas.
Escriptcrio Agosto de 1892.
O superintendente,
_____________________Wel'a Hood.
Irman iade do Divino Espi-
rito Santa do Recife
Posse
De cqnformidade com a segunda parte to g 21
do art. 40 to compromisso que rege esta unjan-
dade, convido a todos os cossos irtcosJ-m ge-
ral a comqare'e~>.ni em nos.-a urja, d mingo
28 do corrente, as 12 oras do di?, afim de as-
eistirem a pesseda nova mesa regadora que tem
de fraccionar do anno compromiseai de 1892
1893 e oavirem a leitcra uo re'a'orio do juiz que
Anda.
Consistorio, 25 de Agcs'o de 1892.
Antonio Magalhaes da Silva,
Ex-jaiz escrivSo.
Companhia Exploradora de
Productos Calcarlos
Os se chores accionisias sa convidados a :ea-
lisarem a quar'.a entrada do capital social na
razao de 10 0/0 oa lOt por aeco, no escrptono
da compasbia, silo no cae? do Apollo o. 73. den-
tro do prapo de 34 dias, contados desta data.
Recife, 25 de Agosto ;de 1892.
J. Cardoso Ayres.
Servindo de secretario.
i^iMMISBSSSSSSBBMHaaHMHMBBta
MARTIMOS
deliberar sobre
interesse para a
quarta
trts. 42
T "pav'E^er- de 10 nos de ..uuc.rat.oido. nacionaes.
tal, narzaode30 3.a Ficaiao redusidos :
a 20 por cento o abatimento de por
cont sobre despachos de caraos de algc-
d5o.
a 30 por ceoto o de 50 por eaoto .obre
.despachos de animaes de 1* elasse.
i'radO 1 emanibucanO a 10 por cento o de 80 por cento sobre
De accordo com o que preceitua o despacho de BDimaes de 3" cl-Bse.
art. 1' | 9 c 11 dos Estatutos, s5o con
vidados oa Srs. accionistas para urna reu-
niSo de assembla geral ordinaria, que
deveri ter lugar no dia 30 do corrente,
na sede da sociedade, a ra da Impera-
tria n. 26, 1- andar, s 12 horas do dia,
fcfim de seren .presentados o relatorio,
cootas e parecer tisa .1 do anne social fin
do em 3) de unho prximo passado, e
bem assim eleger se a nova directora e
ccmmissSo fiscal, presidente e secretario
da aasembla geral, para o anno do 1892
1893
Recife, 14 de Agosto de 1892.
O secretario, J. Aires.
C onfraria
DS
ftossa Sen bra da Luz
Mesa geral
De crJcm daoroiMsao admini.-tritiva, con-
vilo a iodos o-, ooasos i'ujaes a reuoirem se i m
auto ronttofio ro domingo !58 do tor.-re,
peas 10 horas mesa geral, tomart-m coLbeutmrnto des feitosda
m saina commisso.
Consistorio da confrarla de 3 S. da Lm,
erecta no convento rto Carme, i m 25 de Agosto
u 1892.
Secretario da ccmmijro,
Joaquim Jos ce Oli eir.
Compauhla Pcrnambnc&na de
nUTegavo
Esta companhia mamm a segntcs linbas
alares de na vega cao :
Norte tocando nos portes da Parabiba,
Maco, Mcsso:, Arrcaty e Fortaleza, rartindo
leste porto am pagete a 11 e 26 da cada mex
Sul, com escala pelos porl03 de Macei,_Pene'
do AracEjn, Estancia e Babia sabindo dtste-
porto a 14 e 29 de cada m-:z
Femando de Noronha. partida no meado do
mez
Rio Formoso e TammAare, sabida a 28;
Rio de Janeiro, (directamente) parte o paquete
de 35 a 30 do raes
Rio Grande de Sul.. (vjsgem ;-cta) sabe de
3, a ) do mt-z.
T. os os paqneles sao neves tem excelec.e
acc ;mcda5es pin passigeiros e para carga
e o pfaos sao muitc redondos
Us passage:ro8 encontram, spar
(ajenlo, todo o conforto desejavel
wjJTpaquete.
Qs ptqnaie8 que fazim as viagens ao Rio de
Jantero, alm de tc-rem todo o que se encontram
dos oaqnetas moderos, accresce que faz a via-
gem em quuro das e o prtgo rie passag-os a
1 classe t GOfOOO.
O paqjkte empgalo na Viagem para o R:o
Grande do Sol oocnie pa'a carga, e tem o
[alado adeqnado a entrar do (iorto daquelie Es-
tado eix qualquer occasio.
Recbese engajamento de carsa por qear.ti-
lade fixa para tedas as viagtns.
Outrosia, Ciimpanbia expedir paquetes e^-
iracrdiBarios desde que baja"carga para o enga
jarae&to completo de umpaqoete.
Escriptono da Conoi'a.ibia Pernambucana
rio bom tro.-
a bordo ei
4. As rnerc'd'-rias e rcateriaes de
u.atse quando na lora a dos
c 43 das instruye* pasea-
rem para e 6.a gozarZo 'd> a abatimen-
tos faceltativoa dss instruc^8es sondo
a carga e^descarga feitas pelo expedit. r
ou destinatario, e na sua falta pela duoi-
nistrasSo, conforme o art. 46 das meim-s
in6truc<5es.
5. A lenha passar a ser despab.'da
ca 6a classe.
6.' Fica sapprimido o
| 30 por cent) concedido ao sal,
favor applicado, Bmtnte na respectiva ta
rifa a cere.es e machinas destinadas
abatimentu d,
sendo esse
Sociedade
Uni.-'o Com mere i .1 B. dos
Me cieros
Asseobla geral ordinaria, para r.provafao de
coutas e posse
De ordem do Sr. presidente ral da Sociedade Oaio Commf rcial B. dos Mer-
cieiros. conv.do aos fenhores aoociados a rea
nii'em fe domingo 28 do correte, ao meio tia,
na eede social roa do Barao da Victoria n. 60,
pri-neiro andar, anm de reunidos em a?semblea
ge^al ap'earem o relatorio ap esentado pela
di ectona e o parecer da co/'-.ipsSo de exame
de'00 a?.
Sendo tm seguida imposada a nova admioif
iraciio e ina gorado o retrtto do consocio benj-
feitor o Sr. Manoel j..sqnim da Coela R irnos.
Pelo prsent convido os oovos ele.toi a com-
partc^rem a hora indicad, afim de serena im
Sossados ees careos para que forem pleitos,
em como os actoaes fuucctouarloe, aSm de da-
r m po3ge auelles. .
Secretatia A\ Sooiedade Uaiao Comaercial B.
dos Mercieiros, em 25 de Agosto de 1992.
S. Sanio?,
! secretario.
Companhia Trigoriflca Pastori
Erazileira
O vapor Mercurio
EVperatc tec-
les poac p d as
dospo;tC8d nor-
te seguiro'o de-
pois da demora
necesaria para
Macei, Baha e Rio de Janeiro
pa'a onde recebe carga.
Pan pasaagOOS, carga, encommendas e va-
loree ;rata-se com os AGENTES.
Vapor nacional Venus
B' esperado brevemente de eui
segoindo depois da demora ne-
searia para o
Cear, Maranhio e Para
rstes vapTes Oji excelleo'.es ucoommoda{Se3
para passageirc de {* e clas?e e sao illcm
MdOf i lo* elctrica.
Para passageiros, carga, encommec as e va-
lores irata-se com os
AGENTES
Amorim Irmaos &f C.
Ra do Bom Jmu
k
n; 3

!") 11
9-
*~rr


Diario de Perna^buco Sexta-feira 26 de Agosto de 1892
C*paiiiaPeH.ataaaadc Na-
vegado
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maeo, Momor, Ataca
cy e Ctar
O paquete Beberibe
Ooinmandante Io tenente Fabio Rio
Seguir para oa
portos cima in
cados do dia *
io Agosto s 4
'toras da- tarde.
Recebe carga, encommendas, passagena e di-
o eirosa f eteats horas da tarde do d a
13 ci Agosto.
ESCRIPTORIO
4o caes da Companhia Pernambucana
*. 12
Boyal Meil Sto Paclst un-
wy
O vapor Tagns
E' esperado da Europa roa d'.as
* ou *S po8 da indispensavel dtnora
oara a
Bahia, Rio de Janeiro, Santo, Montevideo
e Bue noh-Ayres
Para carga, encommendas, passagens e di-
ibeiro afrete trata a- -om oaAGENTES.
Moj BrasHeiro
Stec^e de oaTegaco
DA
tPREZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZIL
PORTOS DO NORTE
O paquete Maraiiho
CommaDdante Guiherme de Castro
E' esperado dos portos do or-
te i* o dia H de Agosto e de
os da demora indispensave,
_ seguir para
liahia, Espirito-Santo e Rio de Ja-
neiro
Recebe carga a baldear no Rio de Janeiro
para Saoto3, Canana, Igmpe, Paranagu, Anto
BiDa, S. Francisco, Itajaby. Santa Catbarina, Rio
G-?nde jo Snl. hellas e Porto-Alegre.
As encommeudas serao recebidas at i bora
z tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
no largo do Corpo Santo D. 11.
Para carga, passagena e valores : trata-se com
os AGENTES.
P0RTOS~DO SL
O paquete Brazil
,'omdandacte o capitao de fragata Pedr
Hyppolyto Duarte
E' esperado dos
portos do sulat
diu 30 de Agos-
|io jeguindo de-
depois da derco
ra necessrri?. para
Parahyba, Fatal, Cear, Maranhao, Para
Obidos e Manos
As encommendas serio recebidas at i or
lo tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
10 iargo do Corpo Santo n. 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a saa attenga>
>ra a clausula 10 dos conhecimentos, que
o caso de aaver aiguma reclamaco contra;
sompanhia, por avaria ou oerda. deve ser feit
m escripto ao agente re? pedir do porto d
descarga dentro de tr3 das depois da final;
o procederan esta ormalidade acompaa!*
flea isecta aa toda t. rcsponsabilidade.
Para pasaagne, Uatea encommendas ir
'.a-i com 93
AGENTES
Pereira Garneiro&t C.
ti* CVmwjsnii$)mmfi
andar
y
LNHA MENSAL
O paquete Congo
O vapor Trent
E' esperado dos portos do puI j
y.r-o dia ci -Agosto de 189i
se,u''!o cepois da necessaiia
denser; para
La Pa'm;.s, Lisboa, Vigo e ptcoSoatbam
},:; lAa ida t m&-
i' bisnoa l ciasae 10 JU
l,SoaihaDi;-toLi*lafc.-e i Ib 4 4J
Camarotes reervauo3 para os oasaageiros d
Prcambuco.
Para pungen!, tetes, encommendas, trata-**
ax. o? _
AGENTES
4moriir Iraiaos & C
H. 8
Leilao
Da 8,000 aacoas com farinba da mandio-
ca com avaria. Em um ou maia lotes
Seganda-feira, 29 do (trente
A'S 11 HORAS
No Trapiche BaiWsa
O agente Pinto levar a lellSo pan mandado
dj lUm. Sr. Dr. juiz secc.oual deaie Estado,
rtquerimenio de H. J- Boyd, capito do lagar
americano Jefferson arribado nest porto por
forga mntor na 6ua ultima vlagem do R o Gran
d^ do Sol para o Cea'd, e par coala e risco de
qofcia per/.eui'er, do carregainenio do roesmo lu-
gar, constante de 8.C00 saccaa com f. nnba dfi
mandioca fx sientes no trapiche B^roosa, oede L' Reclfe, 3 de Agosto de 1892.
Ao publico e especial-
mente ao commer-
cio.
O abaixo asignado, procurdo- de sua sogra
D. Francisca Joaquina da Costa Rosa, berdeira e
nica succesgora de seo filho Ernesto Rasa, que
foi e8UDelec'.do rsa do Lvaoaento n. 2, con
vida a todo? os credo-es do finado, pa dentro
de tres das, aprcspntarern as suas cocas, aflm
de sereai pagas naB tur^ do que produzr a
Iquidajo do estabel-r-cimento do mesm.) finado,
bem como roga aos deve.iores para que satisfa-
gan; as suas comas no prase de 15 das, sob
pena de serem ajanadas.
re-
s eC'ectuar o leo, s 41
dito.
toras do i.d cima
P.P. Joaquim Rodrigues de Funsecj e Silva.
i:. ..----Et M JO >1J3 .
fflpi Fern is si-
PORTOS DO SUL
llacei, Fenodo, Aracajn' e
O paquete Jaboato
Ciommandante Pereira
Segu no da S de Agos
lo s 4 horas da tarde
para os portos cima indi-
cados.
Recebe car,.a, encommeedas passagense di-
nbeiro a frete at s 2 hora da tarde do da da
partida.
ESCRIPTORIO
Ai Cauda Ccnpankia Permabn-tKan
n. 12
i-EILOES
Sexta-feira 26 o de esleirs avariadas.
Sabbs !o.27.o de gneros rio Schipscbandler dar,
da ra do Bom Jcsuj ns 33 e 35.
Agente Olivra
Leilo
Da importante casa rfssobrada sita ra da So-
ledaae sob o n. 84, e quina da ra da Con-
quista e boje ra da Intendencia, em solo pro-
prio.
Ter$a feira, 3o do corrate
A's 11 em horas, em ponto
No armazem ra 15 de Novembio n. 39, ou
tr'ora do Imperador
O agente Oliveira competenteimnte au'orisado
levar a leilo a importante casa asobrdada a
ra acim, tendo no grande pavimento terreo 2
grandes salas todas estucadas, 4 grandes quar
tos'ambem estucados, cosiohi fura com fogSo
inglez, quirtos para criado, qoart.a cem banbei-
ro, agua e gaz encanados, chiqueiro, quintal mu
rado com plrto ao lado; o pavimento superior
tem tttfcbem duas eaias. oqusrtoa graudes, e em
maito bom estado de couservsQio tendo tedas as
portes eoveroisadas pelo interior.
Os Srs. prtendeste8 que quizerem ver o dito
predio pepero desdea entender, se com o mes-
mo agente em sua agecci. ra do Ixpe.-ador
?. 39.
Agente Oliveira
Leilo
Da casa terrea aseobradada om varanda de f.-r-
ro na janella to centro, grande sitio com di-
versas arvores fructferas, todo murado, por-
teo o gradeamento de ferro na frente, com co-
ebeira, banbeiro, cacimba ; sita roa das Per-
nambucanas n. O (Capun^a), e agua enca-
nada.
Te caa-feira, 30 to corrate
A'S 11 HORAS
Ro armazem ra 15 de Novembro n. 39, ou
tr'ora do Imperador
O agente Oliveira competentemente autorisado
levar a le lao a grande casa terrea assobradada
com bastantea coromodos para grande familia,
srande sitio como cima esta explicado. Os Srs.
pretendentes desde j podero examinar a refe-
rida cafa, e para informages o meemo agente
Ao comniercio
O abaixo assignado, devidamente autorisado
por sua sogra, mi e nica herdeira do finado
E-nesto Rosa, vende o estabelecimenlo ra do
Livramento n. 2, que pertencou ao fhacio.
Os calcados existentes no mesmo estabeleci-
mento esto no melbor estalo, sendo todos no-
vos e recem-tirados da Alfaodega.
A venda feita para liquidaco de paseho e
recebe para isso as propostas em carta fechada
no predito estabelecimenlo.
O abaixo assignado devidamente autorisado
pelo contrato de arre .damen.o, snbloca o predio
a qnem confiar o estabelecimenlo. *~
Recife, 23 de Agosto de 1892.
P.P. Joaquim Rodrigues da Ponseca e Silva.
Azeite puro de Oliveira
Em latas de 1, 2e 4 litros.
Receberam
GUIMARES & VALENTE
ei Praga do Corpo Sato 4 e 6
arerbal lanoel Deodor* da
Fanseoa
A familia, do fallecido Barfto da Victoria,
p-eseotada pelo? seos, filhos, georo e netos pre-
sentes, tenentecoronel Jos Joaquim Coelho,
Jcaqaim de Gusa 5o Coelho, Demetrio deGusmo
Coe.ho, Virgilio Ce GusijSo Coelbe, Joaquim
Coelhj de Lsmos, Joo Pinto de Lemos, Joao
Joaquim ci Freitas Henriques, Eduardo Augusto
de Olivera, Jor Jacintbo Borges Diois e Alberto
ue Ol.veira Coelho, possuida de verdadeiro sen-
tmenlo pela inraosta noticia do fallecimento de
particular amigo marecbal Manoel Deodoro da
Fonseca, convida aos seus amigos e aos do itlns
tre fallecido, assistirem as raissas que serfio
rezadas na igreja da Co. ceigSo dos Militares, no
dia 29 do correle mez, pelas 8 horas da dlanba,
cunfe-sandosp desde j agradecida.__________
Juki- do Patioi X-ii
Maria Epiphania aos Passos Nctto, sentidissi-
ma pela morte de sen irmo Jos dos PasE03
Netto manda ceieb ar na igreja de N. S da
Concelco de Beberibe. segunda feira, s 7 1/2
horas da manba, urna mis^a pelo trigsimo da
do sen passameoto, convidnado a classe artstica
e pessoas que Ihe dispansam amizade, para este
acto de religiSo e caridaae. e confia a sua eterna
gratidn^_________^__^^_^_^^_^^^
Alambique
Vende-se um alambique de cobre, do fabri-
cante Derozn, que destilla 100 caadas diaria :
a tratar.no caes da Companhia Pern^macana n
4, armazem de agurdente.
Bazar Pernambucana
Fabrica Meteoros
Ob abaixo assignados prrprieturioi d
acreditada e conhecida FABRICA ME-
TEOROS, em attenco bo respeitave!
publico e especialmente ao> eeas incume-
raveis fregnezes, vem porticipar-lhes que,
em consequeDcia do augm. to que fice
ram, no salario doa operarios do eeu e-
abelecimento fabril, reai Iveram elevar
(1)50(0) em milheiro de cg;-.ro de tod
as mercas manufacturadas no seu esta-
belecimeRto.
AsBim deliberaram por verificaren} qae,
para conservar leso o crdito des sen
cigarros, seria preciso' harmons&r a *
cenjao do prejo, com a eupenoridfde da
manipuUco, pelo que, preferirn} reanter
o crdito dos meamos, manuVctu:; idoo
com matria prima &CPEB10E, a te." de
>,mpregal-a inferior sein elevur o prego
dos seus productos. ? rnenle coeu u lutuito
de maiores lucros
Procedeodo destre. eiperan que aeo*
bous fregueses cootioaarao a despensar a
honrosa confian9a, coto que s'empre de-
bioguiram a FABRICA METEOROS.
Ra lar^-a do Roer-rio u. 30.
22-7-92
Joaquim B. dos R-.^is A C, Successoree.
t
l 8
Criado
Precisase de um menioo para criado, que d
boas icformates de sua conducta ; na ra da
So'edade n. 38. ____
Yende-se
Um do3 principaes estabelecimentos de mo
Ihado?, em muito bom lo.al e bem afreguezado :
quem pretender, entenda se com o Sr. Beroar
dio Lopes Alheiro. a ra larga d j Rosario n. 9,
primero andar.______________
Leilo
Hoje. 2G do corrente
Na praga de Maciel Pinheiro n. 32, se-
gundo andar, esquino
De bons movis, vidres, espelh03, epudieires
e 1 instrumento de er-g?nbero, 1 pantmetro,
1 asulba, 2 toiletes, camas francezae, caoeiras
de junco, >:andle:ro belga e muitos outros cb-
jectos.
Ao correr, do martello
Leao
E' esparado des
sulat o dia
port03 do
i de etenibro de 1*99
eeguindo depois da demora necessaria para
Brodeaux, com esc?la por
&r altar e Lisboa
Para carga, passagens, encommendas a hi-
abeiro a frele trata-se eom os AGENTES.
O paquete Orenoque
Sabio de Lisboa em 23 do
correte e esperado ues-
te porto em
3 de Setembre de 189*
seguindo depois da indispensavel demora para a
Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue
noi-A'jret
Sete vapor aluminado ui
elctrica.
Previne-Be ainda ao s Sr3. recebedores de mer-
sadoras que o 3e attenter a reclamacOes por
falae, que forem reconbecidas na oecasio ai
lescarga dos voiumes ; e que dentro de 48 bo-
as a contar do dia da descarga das a.varengae,
'evero azer qualquer reclajmacao concernen
tes a volnmes que porventura tenham seguido
u ra os portos do sol, afm de serem dadas i
:empo as providencias necesarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se apresenta
rem na vespera da chegada do vapor para toraa-
m as suas passagens.
Para carca, passagens, encommendas e i)
- '- ite : trata-se cornos
AGENTES
H. Burle & C.
42Ra do Commereio42
The UnitedStaies and Bra-
zil M, S. S. G.
O vapor Seguranza
E' esperado dos portos de
norte at o di: 30 de Agos
, to seguiodo depois ta In-
dispensavel demora para a
Bahia, Rio de Janeiro e Sanios
i carga, passagens, encommendas di-
frete: trata-se com os
AGENTES
flenry Forster & C.
8Ziia do Commercio8-
1 andar
D
15 moibos de ee'-ir.'a de palba de car-
nauba (^aviadas)
Sexta-feira 26 do corrente
A-11 horas em ponto
Agente Pinto
Nj trapiche Saltar, ia^go da Companhia
Por coala e o.-dem da Ccmranhia ce . indemnizado.a
AMA. Precisa-se ee urna para coinhar e
qecm cria :o ; na ra de S. Gongalo n. :0.
___ V'-tiIp

v iicic uc gem da CuiumgoDa
para fabrico de assucar ; no armazem ru- Du
que de Casias n. 6.__________________
Vende se qma vacca teurina com um cria
de quatro das e com un (i na de or-ze rr.ezes ;
a tratar na estrada de Joao de Barrjs n. 20.
' Predsa-?e^"^c0r!,l3^aJ;;
Leilo
De 16 barr s com tainhas seccas e com
sal, 20 saceos com milho novo
Sexta-feira 99 do corrate
A's 11 horas
Aj^Dfe Pl to
Larg da tJ> mpatli'*, tr..piche Baltar
por ocsasiSo do leilo de !5 rolos de es-
tairas avariadas, por contra da Comp?.
nnia Iudemcisi.cora.
Ageate Mheira
Leilo
DE
i
P
.1
PORTOS DO SUL
Taniadar e Rio Formoso
(} paquete Una
Commandante Monteiro
Segu ao di; SO jle Agosto
knoite.
Recebe carga, encom
mendas, passagens e di
nbeiros frete, at s 4 horas da tarde lo
dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caei da Companhia Pernarr.bucan"
n. 12
SMkiuC. 27 do eerrente
A's 11 horas
Na ra do Imperador n. 39
O agente Silveira por mandado e cem assis-
leocja do-Eim. Sr. Dr. jui de orpbos levara a
leilo a casa terrea n. 86 ^ua Imperial em ter
reBO foreiro. pertencenta.ao menor Irineu Caval
canti de Albuquerque, Albo de D. Luza H. zana
de Souza Pinto, casa terrea com por.a e janeUa
de frente, 2 salas 3 quartos. cosinha fra, ca-
cimba meieira e gran le quintal n urado.
Leilo
De moveir, vinhos, sellics e
silhoe?, a saber
Urua armsgao, C fiteiros, 1 balco com pedra,
2 carteiras, balat.as, gaiolas para garrafas, 20
rr.ocho, 3 mesas con pedras, l quartinbas no
vas e 1 relogio de parede com armaros sus-
pensas.
Frascos com d;es, la as com asperges, com
gela, com msn'.ega, cem banha, com conserva
-i tomate, harengs, ervilhas, com azeite d:e.
Garrafas com vinbos finos, azeite, vinagrt-, li-
cores, vermouth, genebra, champagne e cer-
veja.
ires selhns, 2 silhOes e Sfus pertCLce?.
Gaiola3 para guardar garrafas, grades de ferro
para escorrer garrafas, machinas para engarra
hr, repartimentos para escriptono, b.rris ctm
cer-eja. garrafas com vichos Bnos, buOe?, garra
f.-i vazias. lina.3, um deposito da ferro para
agua, caixes vazios, i catxa geladeira, saceos
com rlhas, balaios c outros a:t:g03 existentes
nos armazen's da
Ra (fo Eom Jess ns. 33 e 35
Sabbado, 27 do corrente
O agente Pinto levar a leilaoa kquerimeBto
de Ernesto Demetrio da Costa Amorim, por man-
dado e em presenta do lllm. Sr Dr. juiz de di
relto especial d .commercio, os objectos cima
mencionados existentes nos arrunzeos ns. 33 e
33 da ra do Bom Jess, peoboraios Charles
Pluyn & C, ca txecD') que aquelle move con-
tra estes.________^______
Leilo
De oxfords variados
Sabbado, 27 do correte
A'S 11 HORAS
No armazem a ra do Bom J sos n. 35
O agente Pinto leva a leilo por ronta e ris-
co ae quem p-ttencer, parte da caixa marca
W- P. n. 116, riescarregada a bordo dovaptr
Tbmes, com avaria d'agua domar.
Em coiitinuaco
C irlai de vesiides de cimbraja, fb.'6 pera
vestdeie xa:. Ilh?--;
AVISOS DIVERSOS
Aona Valerca do Rpgo Mede.ros. tu tora de
soafilba Anua Medeiros, tenflo de substituir
apolice da divida publica peral n. 10.128, jeros
de 5 ,'.. emisso de 1680, por ter-se desemeami-
nhdo, vem faser publico por meto da pre?pnte.,
afim de otjtir dita substituico p-la repartilo,
competente.
AMA--Precita se de-urna para casa de fa-
'milia; na ra das Trincharas o. 28.
vico de urna casa de jailia
Sotedc.de n. 82.
opeira e a ais ser-
a tratar na ra du
CRIADO ; trati ge na ra Nova numero 38,
|03-______________________________
Precisa se de
roupa de senhora ;
l u;.e o 33.
urna eogommadeira para
a tratar na ra da Caatia
Aiuga se por 2Qli(J0 ua'a.casa.c^aij.ihos,
com $ salas, & quartos, co-inba, quintal e ca-
cimba, eoutra mfner per 8000; a tratar aili
com Joaquim Moreira Rris.das 8 s 10 horas da
manba.
Cosinbeira
Precisa se de urna boa cosinheira para casa de
familia, e que abone sua conducta; na rea o
Conde da Boa Vista n. 163, jtato a etaco oo
Caminbo Novo.
A Boa F
Ra da Im^eratriz n. 78-A
Boioas para senhora a 25J0 o pa', aprave:-
tem.
A o publico eao com-
mercio
O abaixo assigeado participa ao publico e ao
commercio que venden o sen eslabelecimeoto de
molhade3 sito ra do Viscoade de Goyanaa n.
1, livre e deaembaracado de lodo e qualquer
onus aos Srs. Carvalho & Sampaio, Bcando todo
o passivo por coota do mesmo abajxo assignado
ate o dia 15 co corrente, quaedo se proceden c
balance
Recife, 2i de Agosto de 892.
Antonio Alfonso Sircft-'F.
Caixeiro
Precisa se de um r-aixeiro com pratica de ta
verna ; na ra de Luiz de RegO(_n. 5i. Santo
Amaro. s
Cimento Portlaad
Novo ebegado pelo vapor, qoalidade superior
e nrecos sem competencia, barricas emeias bar-
ricas, em grosse e a retalho ; veade se na ra
da Madre de Deus n. 22_______________^_
Casacas
Alugam se casacas; na alfaiataria roa es
lei'.a do Rosario n. 1, junto a botica do Campes.
. Yende-se
Um estabelecimento f'e molbadcs bem lerall-
sado e afreguezado, sito no pateo d* Sinta Cruz
n. 12 ; a tratar no mesmo. A razo da venda t
ocommodcs de sade.
Ao commercio
O abaixo assignado tendo comprado a Fabrica
di.s Flores, sila /ui de Marcillo Das d. 13, a
seu proprielario Jos Gomia de Queiroz, livre
de quaesquer onus ; convida aos credores, que
por ventara existam, afim de virem com seus
crditos no praso de ires das, afim de serem
satisfeitos.
R-cifc, 2o de Agosto de 189?.
Hygino Real de Araojo.
Ao commercio
O abaixo cssignadj scientifica que comprou,
nesta data, aos Srs. Aleiro, Fernandes 4 C. o
seu estabrlecinento de moibades i ruada Irr-
reratriz n. 42, livre e deseo-barajado de qual
our oons.
Recife, 82 de Agosto de 1892.
________Luiz Maria Ribeiro Goim^res.
Nao se ilJadam
A quem o Sr. Pedro Emilio P. lit-rtc pjgou 8
aldo de saa bypolhcca aocspoli) de Joaqcif
M'uoe! Ferreira de Sonza ?
Padaria
Vende-se no bairro da Boa Vista, bem mon-
tada, com escolhida fregurza, multo antiga, o
motivo se dir ao comprador ; infurmagao ra
Mrquez de Olinda n. 58.__________________
Farinha barata
Vende se no largo do mercado n. 12, a ViO
rs. a cuia, em sacco3 brancos a 5800 com 42
kilos.
don honcalie* le He-elru*
Maria Carlma Goncalves de Medeiros,
seus Albos, oras e netos, profunda e do'o
rosamente compungidos pelo infausto pas
samento de se-j idolatrado e prezadissimo
esposo, rai, so^-oeavo, Jo* Gongaives de Me-
deiros, agrjt cem do iiitimo o'alma a todos
aqudles que acompsnbaram o seu corpo ulti-
ma morada, prestando lbe os derradeiros suffra-
gios ; e de novo convidam aos prenles, amigos
e aos coilegas do finado, para assistirem as mis-
sas que, pelo repouso eterna de sua alma, man-
dam celebrar na igreja matriz da Boa Vista, s 8
botas da manh do da 27 do corrente, stimo
do seu traspasso.
t
Co.-tuTeiras
Na fabrica d3 compa"iia Iudustria de Chapeos
* roa do Visconde deGoyu.ua n. 147, precisa-te
le costureiras e pagase bem.
Joaquim da silva Coala
! anciversario
Francisca de Albuquerque Silva Cosa, seus
filtios, ora e neto, convidam aos seus pareles
pessoas amigas para assistirem a missa que
mandam celebrar pea alma de seu i olatrado
marido, pai, stgro e a\. Joaquim da Silva Cos-
ta, no da 27 do corrente. s 8 horas da manh,
na matriz de N. S. da Escada, confessando se
desde ja agracecidos a todcs que comparecerero
a este acto. .__,
Jos Ignacio de Pigneiredo
tOs sobriohos sobrinbas do finado Jos
Ignacio de Figueiredo convidam todos 03
prenles e amigos afim de assistirem a mis
sa que por alma do mesmo finado, mandam
rezar pelas 6 horas e meia do dia 29 ao corrente
mez, na capella do co'.legio de S Viceote de
Paalo, sito na Estancia, stimo dia do passamec-
to do m.-smo finado.
Bicci>nsriog t.z a-
Vende-se dous novo? com
40 voiumes cada un : a tra-
tar na ruaN va n. i 6.
Ao commercio
O abaixo assignado tendo vendido a f>b ics
das Flores, sito ra de Marcirtc Das c 13, a
Hvgino Real de A.-sojo, livre e desembartgpda
de" quaesquer onus ; convida aos seus crtticres,
que por ventura ex'staro, aim de virem COB
seus crditos co praso de tres '-as, afim de se-
rem satisfei'os.
Recife. 25 de AgosKi de 1892.
Jos Corre :-. v Qjtircz-
Anga-se
O grande sobrado Lima n. 30, onde fol o escriptorio da Es'rada
De Ferro Sol de Pernsrxbuco, com commodos
para grande familia, com E.gua e gaz ; a tratar
u rnaarqLZ de Olinda r. 8. lithographia.
Fatacoes
Compra-se de todas as nacoes ; na rea do Ca-
bag n. 9, leja de Apgn3lo do Reg.
Criado
Precisase de xm criado ; caloji das Estrel
las, roa Duque de Ca.-.ias n. 56,
Moedas brasil eiras
\
Compra-se de 500 rs., i000, 2/000 no cei-
da moeda na ra do O.bug n. 9, toja de At>
gusto co Rege.
'erna artificial
O Sr. Luiz Al ves dos Santos Filho, qut
acaba de ebegar da Capital Federal, trouxe um
novo systema essas percas, fabricadas por um
systema que presta-se aos movimeotos necessa
nos eesclue amolela, sem incemmodo no andar,
e com pessibilidade do uso da botina da mes na
formada peina nieea. O referido Sr. Al ves se
acba i travessa da Piedade, em Santo Amaro.
Alugam-se
as seguintos casas:
Ra do CapHo Antonio dt L'ca n. 20. com 3
quartos e 2 salas.
Ra da FandicSon. 40, com bastantes commo-
dos e com agua.
Ra do Capito Antonio o'e Lima n. 16; eta
^ommodos para grande fami'ia.
A trata- na ra Marqctz de Olinda n. 8, litbo-
grapbia._______________________________
Moedas de prata
Compram-se patacOes e moedas de 1/00 e
300 rs. ; no armazem de movis, ra Baro da
Victoria n. Si._________
Casa na C punga
Alocase a casa sobradada sita a~rua de Joa-
quim Sabuco n 21, com excelleEt.s commodos
para familia ; a iratar com Goilberme Pinto,
roa Mrquez de Olipda n. 7, armazpm.
Boa cosinheira
Precisa-se de urna que compre, cesiohando
nos diab olis, entrando as 7 e sablndo as 5 bo
res da tarae, dormindo onde quizer ; na ra
Nova n. 13. ________
Fabrica $ta Invm
DE
Roa Baro da Victoria o. iB
Loja de quadros
M.idame Gerarc avisa eos seus nomo
-ossimos fregueses, oye receben de Paria,
;m grande e variado sortimento de paili
jas de cbevreaux.. de primeira qoalidade
dea, castor etc., ett
Aluga-se
O 3- andar do predio n. 56 ra Duque de
Caxias ; a tratar na loja das E-trellas.
XI
20#CO
Amas
Prtcisa-se de dua3 amas, urna para meDinos e
cutra para cosicbar, d(.rmid? em casa dos pa-
re ; a fa'.ar nj piteo to Livrsmeolo 0.1,
obsrdo.________________________________
Ama cosinheira
No sitio n. 5 da estrada de JoSo Feruandes
Vieira se precisa de nma cosinfeeira, pagase
btm. ^^___^^
Ama
Precisase de orna ama para cosiohar e-com
prar, que Jtrma em rasa ; a tratar na pbarma'
ca americana ra Duque de Caxias n, 57.
Amas
Precisa se de urna boa cosinheira que durxa
om casa do patro e emenda bem de seu officio,
pag-se bem agradando. Precisa-se de um
iLulber de bons costumes para servico interao
de casa de familia e para tomar coma de duas
criancas ; a Iratar na ra da UBio n. 8.
Ama
Prtcia se de orna ama pa'a comprar e cosi-
nhar e que doma emeasa dos patrOes, ra do
Coronel Suassijca c. 149. ___________
Ama
Pr^cisa-se de urna ama para lavar e engom-
mar ; na ra do Ranget a. 9, padaria.________
Anta
Precisa-se de urxa ama ; na rna Imperial nu-
mcro 14.
Ama
Caixeiro
Precisa se de um menino para caixeiro
travesea do Pocinbo n. 31, taveroa.
na
Aluga-se
Orna casa com agua e gaz encanados, com ca
pacidade para acommodaco de grande familia,
com pm excellente sitio de arvores froctiferas,
bom jardim e viveiro de peixe, junto ao triibo
dos bonds, completamente cercado por um muro,
sltaao largo da igreja de Santo Amaro n. 2 ; a
tratar na pharmacia Conceico, junto ao arco da
Conceicao_____
JNo seilludam
Pedro Emilio Roberto declara que a bypolheea
de qae era ciedor o finado Joaquim Mati'el Fer-
reira de Souza, ufea se liquidada, nada mais
deve o declarante.
Rocito, 23 de Agost de 1892.
Emilio Roberto.
Precisa se de urna ama para cosiohar e com
prar, rara casa de tres pessoas ; Da roa Impe-
rial i). 19, a.odar.
Ama
Precisa se de urna boa cosiobc.ra para casa de
rapaz sclteiro; Praga Maciel Pinbeiro, taverna.
Prefere-te msa seur.ora idosa______________
Precisa-se
de urna casa para habitar,
com grandes accommoda-
coes terreas para fabrica de
vinhos, e que tenha quin-
tal: para trarar, ra da
Aurora n. 109 *'.
Tamarindos!
Compra-Be grandes e pequeas quantida-
ies na COMPANHIA DE DROGAS E
PRODUCTOS CHIMICOS.
25Roa Mrquez deOlinda-
O
ento por cento
Caaleilas do Monte de
Soccono compra-se -coe
100 ]o cima da avahaba
oa relojoaria Vernet.
Ra do Barao da Victoria
n. 53.
V
ivam os noivos
COSTUMES
de Casaca g
de Crois S
de Frack g
de Paleto: g
e debrin?
t
> j^ s*-
r* 3 ??
a n 9
> 91
s w o 3
V) i E3
71 1M C3-03
Alug-se o 1* aodar ra dt Lrm3s ViSenli-
as n. SO, caiado e pintado dt dcvo : a tra'ar ca
ra Paulino Cmara n. 16, antiga Cao-toado
Carmo.__________ _________________
Ao commercio
Os abi'xo assifoadcs partiripcm que cesta
data venderam o seu estabelecimenlo de reina-
dos rua da Imperatriz c. 42 ao Sr. Luiz M.;a
Ribeiro GuimarSes, liv:e e dtsembaracade de
qualquer oous.
Recife, 2 de Agosto de 1852.
lfceiro, Fernandes & C.
Pa a quem ttver gosto
Vende se um bem "casal dec;. chorros de caca:
a tratar na rua a Santa Cruz n 48.
i? Attendite et vi-
cete!
Jo^ Samuel Bct.lJo, fabr'.c: :.le de otquttes
do mais apurado gasto, pan (uftmento, embar-
que ou outro qualquer acto, fJe ser prcenrido
rua da Caiiea n. 43, loja de selleiro, on na sua
residen':a, rua da Coneeija? n. 3, Boa Vista.
BOU
* iOBREDE
BPfflKllll
Kerosene lnexplosi/el
Y-ndeai
Foiisgca irmSo
NovoAlmank deLenfencas
Luso Brasileiro
Para o &nno de 1893
Recebeu a livrana Contemporan?a. rea 1- de
Marjo d. 2.
CS Vtt|IS 0E ABAE
Ne loja Dtm tim
Vende-se
A' lua Duque de C ias
c. 61
TINTURA POMADA
JJNICA TNICA
IWSTAaTAjfBA
a Barba-Basta om so
Tiaro sera preparacio a
RD lavagem.
BOiAOA
para dar aos "-^-"tf
braoooa sua efir prlodUva-
Ha i FUioi,, rua t-afayafta, BS, Psmt
Im Hntmb rramr B. a UILVA + >




f-



\
I
I
i
P iarlo de Pernambnco Setta-ffeira 6 de Agosto de TgW
GUERLAIN
PAR
*
perfumara de luxo, ft.-u.ei, cl s*.
s
***
ARTISQS A' MODA ESPECIALHBITB HECOMIEIDADOS
--------------w
Agua de Colonia Imperial branca, Alambreada, Almlaoarada, para lenta. 8apoaati, Bafea* i taMIk
Creine ajor.aca pm a barba. Crcme la Morangoa e Cisme de Pepino*, para dar (reatara avaratas**.
cuta.tHilboida<-r:-::: r\-:: iu-roao cabellos e barba. Agua Athe&ianaa e Agn. Loatral aaat
<-s a Chypre A-u de Cedrato para o toucador. Aloool de Coohlaarla a 4a
boe. Perfumea par. elenco : Heliotroplo branco, Imperial Bnaao. Primatwa
ha. Po-Rosa, Perfume da Tranco, Jieky.RennaclmentoBraaUeiro. PdaCypriapandaralrM
cuiiv Auuade Bolonia imperial II-'SSA. AtruaHeemonlenne.Excellence, Hydr! parae toUaMa,
ESCOLH1DOS
SS
r>
OLEO PURO
DE FIGADO
DE BACALHAO
DE
umM E KEKP
RECOMENDADO
por distinctos Dontorcs que
Die d&O a preferencia, o re-
ceitain cada da para todas
Pulmonar*, 1 --
croralafl, etc., eo consideram
o rrais puro e ri^o em
I'OOEK SJEDICINAX
QUC SE APRESENTA
AO PUBLICO
E MAIORES
>
o
O
en
^
DO
RIO-GRANDE DO SI)

NSo ha a contestar essa Ioteria a que roaia v-antagena offereee pela bu > ex
sllente organisacao, comporta de 8.0C0 numero-i f 70 p*r* t;ect> era pr<
deduzidos urna pequea verba para sel'os contare inaria da quiuiu pavee em bilhetea
premiados sendo : 12 de lOfJOOO a 10:000$000 sera eatjrr subiros pela reduCQSe
de series que diminoe considerarelmente 03 promioa obudos, todas esus rszs
Ihe dao preferencia.
Sua extraccSo regularmente feita aemanaiiiviie.
Acham-se a venda na Venturosa a ruado Cahiaga 0. ':, q i ^.lisiar tciuoa os
pedidos e dar qualquer informsco ; bsm como oeii. cficuauautlu um cusas dos Srs.
Leite, Brito, Penna, Malheiro e Ribeiro.
Plano
^LO iPOSlTOJ .
5 UABA MADHE^DE DEUS
iir;
CA-;? NI
RUADO VISCONDE DORIO
^BRANCO *
ANTIGA DA AURORA
111
1 premio do 10:00050,0
1 c 1:0005000
1 a 300|0i,0
i < i 2005000
4 c . 100 400I0C0
6 c t 505 3005000
12 < 245 28B0UOO
42 i 105 42050C0
79" c 55 3:9955000
para o pnmeiro premio.
789 a *. 55 3:995,5 000
paru o segundo premio.
ra approximuyoes de .00$ para o pnmeiro premio.
ra approximagoes de 5 10000 para o segunde premio.
Sabao.................. '...MEIZA DE PERSE
Extracte............... 'Klit*"^,,ld ...MEIZh DE PERSE
Agua de Toucador .... IW PpjEHCfljj ,. .MEIZA DE PERSE
Logao Vegetal.......,.. SKS MEIZA DE PERSE
.leo................... l??,ir*S ...HEIZA DE PERSE
de Arroz........... .. .MEIZA DE PERSE
?IO8f
Inventor do SABAO REALtfs THRIDACEatfbSABAO VELOUTINE
Pars 29, Boulevard des Italiens, 29 Pars
... .^CMO-SE XAS PR1XCIPAES CASAS DE PERFUMARAS DA EDR0PA E DA AMERICA
i
0 proprietsrio des.e estabelecimeuto, desejan
do temar bem coobecido do publico os pro-
docc- de eta fabrica ex'.rahjdos do caj, geni-
papo, abacxi e outras froece nacionaes, cujas
formulas e moao de preparacao foram approva-
dos pela Inspectora da Hygiene deste Estado,
Tem apresentsr a lista dos ditos productos, que
cada'di vao sepdo confeccionados com mais
Eerfeico c aceio'gracas aos seus esforcos e de
abis fabricantes europeus.
Alin daa vlrtodaa medicinaer, aos preparados
da mar^ supra, que tem por base o caj e ge-
nipapo, 'nrr.o s^am os vinhos, aperitaes e cog
nac, que b5o perfeitamente conhecidos por todo
0 mondo, tob esas anda c uso quotidiano que I
dellf" '-17 !rr>hraf por oroasiao daa refeicoes f
riar-i tomo u odas de cheiro e sabor agr-1
f re a ii;>lqD r paladar, provocr.ndo ao mes-1
ajo U*mpo lite. priacipa!T,i?nte as pes
Boa %nn s;f em i o eatoaiago, anemia, Byphiles
mo!- 3 de petle, ele., etc.
Tre aol o aiij<-lt.> a nll. r r6ea
d- mercad i-Para,ex purlacu
frunce a bordo e IO % denrono
em t'ruo.
TOBO E CAJ,
em caixi de 1 duzia de 104 i iliQOO
em anro-eta de 22 S8fi00
em barril de 40* a S0JQ00
GOGNA'. DE '-.AJU'
te oaisa de 1 duzia 20100
APERITAl. DE CAJ'
em caixa fie. i duzia de rotu-
la encarnado 120000
de ro'ulo amarello 94600
VINAGRE DE CAJ' tinto e branco
em caixa de i duzia 5400O
esa barril de 204 254000
em anc. reta de 124 144000
VJNKODEGENIPAFO
em caixa de 1 duzia 124000
APERITAL DE GENIPAPO
em caixa de 1 duzia 104000
COGNAC DE GENIPAPO
em caixa it 1 duzia 20SO0O
DITO DE LARANJA
em caixa del duzia 18400
APERITAL DE LARANJA
m em caixa de 1 duzia 104000
GESEBRA DE LARANJA
-v*v em caixa de 1 duzia 74000
LICOR DE MANGA
em caixa Je 1 duzia 12400
VINH DE ABACAXI
en* caixa da 1 duzia 12400C
CAJ'EM CALDA em irascos e barrilinhos de
Jouca ricamente pintado proprios para
prsenle, ele.
CAJ' CRYSTALIZAD0, castanha de cajft con-
feitada-', chocolate de .-tanhas de caj
compacto, bvanj cry lalizada, outras
frucias e v losem latas ornadas, etc
Algniis desles productos qe n ii cito.
contrados cas casas de varejo desta cidade, po
derao ser aviados na fabrica jo no deposito &
sontaie dos compradores.
Carretas vazla
-e nesta l'brica garrafas vasias de
ei'Vc/. -.-60 a iO rs Oddd
ALIMENTO
prej
Para substituir o chocolate, de dJgestSo multas vezes dtlllc, e o care com lene culos effeitos dubllltosiM
. rejiidicam fm eitretno a saude das jechoras, os Mdicos recommencam o Racabont doa Arabef
o Pelanerrcnler, por ser urn alimento leve, agradavel e muilo substancial; receitam-no tambera fi
erla:A'Wr(;St'sJ'lotas odJanenilcl>8. numa palavra a todas as pessoas que careceir. de fortiticantea.
^Altti, S3. tu Vivtmnxte. DHpBlIOS BM TODai 4S 9HXKi.QAM 00 MUMDO WIKIA.O
CARDOSO & RMAO
KuaBarodo rrumpho ns. 100 a 104 e ra
doVisconde de Itapanca ds. %l
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 c&valloados m?!horca fabricautes
CALDEIRAS multitubulares para 4, 5, o e 8 cavaitoa.
MOENDAS aa mais aolidaa e melbores do meruado.
TAIXAS de ferr batido cravadae caldeadas, fqpdido de todus os tmanboa
RODAS D'AGUA p>ra eubos de maaena e togns- de ferro.
RODAS D.ENTADAS de espora e angulares do diversos iamanboa.
CRIVACOi dupias e boceas uc f, ..alhaa para assentamentos.
BOMBAS DE REPU-"HO ip.-h sola, valvula.de brouze.
CHUMA091 RAS o ir. .-iisoa e mais oue so Jpfp desejar|>ara .n^^eiioa, atr
s da ierro e Obr^o i'^b.io . .; <;::>;.uier pega de raaebiniamo tanto de fer-
nxaqyecas!
uecas!
eyraloias!
OHTA M
:'
FAZEM E PON
ncdidocomo bado-
EN :ARREAM SE de
ommisB?Eo rasoave?, qvp.lqi-
mandar i -'.-. Europa por enccmmenda, inadicta ozni-
r- c! e OONTRACTAM pparelhos para Uii
ima, para fabricar ue 100 a ifcH ce > de i. -sucar em 24 horas.
Obrigam-se a montagem dua lact.n s e responsabilEamse pelo bom trabalh
o que tem na babtl eegnoheiro iagJe nuite pratico, alm de dos um dos aooio>
tambem enareohoifo.
I S^J^^rr^F clertii srrrai&.
S "***. que aejam ellas de cubeca, dos membros ou,de qualquer outra parte do corpo. S
dZ^ ^a'S Iecommeadal-s *os doentes que sotfrem d'esias crueis atfecfoes.
S Para actuar bem a Essencia de Terebintina deve ser perfeitamente rectiiieada. S
r e*U*+ *t*ltn*tur, te CLMBTAX ubre o rtulo tos r/tfait te Pertlas i, Esitndi d* TirMIltalra. =
s eb phib, 19, ra Jaral! casa L. FRERE A. CHAHPISN e Cu, succr -19, ra JacoD, em MU S
...____________Ay-^"0 BM 0UASI TODAS A3 1'H.MOfACTAS DE TODOS OS PAJZBS *
iiiiiiiiiiiii(iiiii.iiiMiiii!.ii]i,(iiiMiiiiiiimriiiiiiiiiiiiiiiinii......iiiiiiiiinr
ESPECFICOS
DO CELEBRE
r, :; ^.8vs He Nova Yo^
~jm i St annos, slinplw. sejruro. <.u
.-aaes e a. < 'a mai
i indo.
::a
' -f. Concesin, loflamuacSt-fl.....
C'ilirn < :ni .

i.I. I
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1, rtp-.
t rej
ii. ,-U...
Rheam itl mr>, D resrbeamatlcu.
. >fii.., llaieita. Tebre lntetmtttean*. .. .
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extii- otae
. Opln linl-iiin, ulhi-s fracos mi ir'iai-i'riad'i:.
I ;itr>r<-->. i:ti! >< a o'ironlen. Defluxo ......
< MI
91. Aan n. ......
ti .. : -. le*

etii: le sera -
.; aaaMi ......
llar viii.
-.: :;ri .mus, i '.Ji'ui'je ou Pears
10................................:
I ti; pon :ta, DeblIlilailK nrrvn*, ainuul
Vlioi"- .nuona Boccu. >u Aphta.........
i. ,:ii Ourina.OurUarai'L^
................................
isi o ^olorosa. PrurttO........
is ajo Dan ucio. I-alpltacoa, eu
. "-.!- ii- a, Mal cauu-:o, QoUacoral, liailede
...................
II mllgno Je Janranta
Coi .-r* CliroDlras, DArdeCabe;a .
10 Dr. nuiu.iUreyb, 144 patinas sobr,
ids e o modo de coral-as. ^* Un gratis.
i bo'k-arli.ou k
EirMPHBKV ..IEOIC1XE i O..
. Paflna Sireet. NtVV i.iit.
"aposito geial na Comi<-qrnd
Drog i a Produotoa cbimiooa
Qtjre ?rancif.oo Manoel
Pichincha
^ 8$000 a pe*;a
Pecas de chita chinela padrSes lindos
oom 12, 14 e 15 jardas por 8,5000 a
peca.
NA L0JA DO CAMPOS
JRua do Crespo n.21
CURA SEGURA das MOLESTIAS SECRETAS
lledilhi do Pnt na Expon'cio Universal de Barcelona em 1888
Medalha de Onro, Parla, 1885. Diploma de Honra, Paria, 1886
eInjocco de
KAYA- KAVA
DO D0T0R FOURNIER
BLENNORRHAGIAS
SPERMATORRHAS, CYSTITES
URETHRITES, CORRIMIENTOS
EaUt enfermidades, recentes ou antigs, curam-se radicalmente em aleuns das
em aegredo, sem rgimen nem tisana, e sem cancar nem perturbar os orgos digestiros'.
Sxija-M* aobr* cada plala, sobra cada aixa. aobre cada rornlo,
a aaapnarara Km.ffi>in. 3'
PARS, 22, Fraga da Madeleino, 22, PAP.IS
Xarope Anti-^ervoso
do Doutor SAINT-DENYS
Preparado por H. MAYAUD, Pharmaceuti/io
Sua Kllfr, a e aa, Parta
8o*> da Anailemli Nacional Industrial, mtmbro da Joata da Hjfleae
Salubridad* de Paril
MEDICAMENTO N0Y0, ACTIVO, AGRADAVEL E QUE NUNCA PR0DZ DORES DE ESTOMAGO
O Xaro
cadas nos
affeccSea q
sobre o organiamo iateiro.
EPILEPSIA,
HYSTERIA,
INSOMNIAS,
DQfliUa. IU FtllAIBOCfl
numerosas caras alcan-
efficz, no tratamento das
ezercem urna influencia terriTel
TSSE,
convulsOes,
nevralgias,
TREMORES SENIS,
BHEUMATIoMAS,
ASTHIA,
ENXAQUECAS,
TSICA,
fEBRE.
fran M. da silva a o i bu priiicli3et Furipaclai i Drtartu.
CHLOROSIS
Cores Paludas
CURA RPIDA
kx3ii
DEBILIDAOE
Consumpco

56
MOSQUITEROS AME '
COM RMAigO E CORDA
leus une ma i pip m m\
toja ^ Arm zm das Estroilati
e 58 Ra Duq:;, d Canias 56 e
Telephorc n. 210
58
o
S LICOR DE LAPRADEa^
E ACERTADA PELO
COM ALSUMINATO DE FERRO
Empregado era todos os Hospitaes. o mellior ferruginoso para
I Cura das Molestias da Pobreza do Sangra. Nao enegrece os dentes
PARIZ: COIXIH e C, 49, Rae de Maubeage, e em as pbarmaclas
ira a^ A
ntes I ^^
aar^amiOiiBBiaMr^K'^i^H"^-*^^
CURA CElsfA
e MOLESTIAS NERVOSAS Peo
^>ke%%swsr
Bom ex:to verificado por

A"S
CAMPANHIA EXPLORADORA DE3 PRODUCTOS CALCREOS, tendo
introducido varios melhoramentos ne fabrico de seus productos, informa ao publico
que toda a sua cal'..RANGA e PRETA caldeada com aga doce, o que melbora
extraordinariamente a bellea e sollidez das constroocSes.
Scientifica tambem aos aenhores de engenbo qu introduaio grandes aperfeicoa-
mentos no fabrico da
i
CAL VIReEMDBJAGAB
para o fabrico do assucar, que entretanto contina a vender ao antigo preco de 6f000
por barrios.
Caes do Apollo n. 37(rernambuco)
15 annos de experiencias nos Hespita de Pars
PELA CURA UU
Jjjji/i'yain-iifuteria $ Convulaocs, Vertif/ctts
Chorea Crinen neriv-xis
utitero Epilepsia FJ.-rH JJlueittian do Cerebro Coityentes cerebraett
e t/o EjSpiHMmpo Ittnntnin
ftiabete atumcarado 8 Spertnatorrlea
Um Folneto muito importanU dirigido gratuitamente a qualquer pessoa que o pedir
(HENRY MURE, em Pont-Saint-Esprit (Franca)
Wi^UB-bE EM TODAS AS PR1NCIPABS PHAMACiAS B CBOGAaiAS.
Licenciado pe Inspector! geni de Hygiene do Imperio do Bruil
XAROPE-
Jr m. (Codeina, Tola oto.)
A aoclo da Codeina pura ee <*o/>a eompletada com as do Tol e de
Amia de Louro eereju, que fuem do XAROPE do a>
(o Pasta Zed), o peitoral mais enrgico em todot os catoe da :
HOCBBTE, TOSaSS -gnaniaaaTBiwv>ai awmeftt.^
Para a cura tjflca* e promj.ta das
Molestias provenientes de im
O pureza do Sangrue.
' ama toncara andar a fazer espe
ciencias ce mistaras iiiferiores com
rostas de dr. ordinarias ou de plantas
indgenas cija ncacta nao couflrrnad&
pela Bdencia, emquanto que a molestia
cada ve?, val ^anhauo terreno.
Lancem niao, sem demora, de um re
xedio garantido cuja etilcacia seja facto
assignalado e inquestionavel!
O Extuacto Comtosto Coxcknii; m
B S.vi.sArAia:iLiiA iik Atbb conhi
-. recoramendado pelos mdicos mais in
teUigcntes dos paizes tuliantados, i&
orante 40 annos,
Centenas de militares de doeutes
tem collado beneficios do seu emprego e
)So outras tintas testemunhas da ur
-nkacia positiva e incomparavel.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA,
Lowell, Mass., st.-Unidos.
DEPOSITO G*
Paradis des Dames
Novoa cortes de vestidos de seda, l, can,
braia3 bordadas, lecidos de algodSo, cam
braias de pbantasia.
Espartilbos de eetim o de brim. leques d.
plumas, gaze, ventarolas, bicos de seda de
eflres, andaluzes dej seda.
Sobreludos impermeaveis, peitos cem pre
gas, camisas, panbos. colariDaos e perfuma
ras dos melhorea fabricantes, meias de se-
da, fio da e.-co.-aia e algodao.
E.-Ieira da India, brancas e de cores, ta
petes em pecas, guarnigOes de tapetes o
caroeira, almofadas ricamente borladas i
onro.
38SA 8AB0 DA 7XCT0BXA88
Te'ephone59
MARAVIIHA CURATIVA
Uu OBUBM
Dr. Humphreys de Nova YorS
A Verdade'ra Maruvilha do Secuto.
AJPPE07..A E LICENCIABA
aelr. Inapceloria Geral dp Hyg-lcne d
Imperio ilii Brazi*.
A JHa7itvflba Vu ai.v-a fi remedionromp-.
para ac Pisaduras, Machucaduras, Contusoes, T<>t
jeduraa, Cortniluras. ou LaceracOas. Alllvla a di
estauoa p uiibuc. ruz parar a Inflammacao. redur
r. InchacAo, [iru u mKXiramerito, e taz Mirar a Icriua
com A IHarnTlIfcn Cararlva alHv!opmmpto>-
cura rpida para Vuciiacluras, Escaldaduras, t
ytii'lniadura ao Sol, e superior a uualQuer uutn
remedfA-
A ln r.illhi, CnratiTa lmpea-rel par.
odagaaHer.Kirrnagtas. scJadoXarli,aas0en8%i.
dos PuimAes. do ErnmagS, ou af H.rm rrhokloi
alraorn-naacuraseiupree nunca i'uiua.
A Maralllio <'rarivauma*lTloprompu
Sru or de Denles, de Ouvld/x, da Face. Incluia.
Fnco e Nevralgla.
A MaraflF'in Curativa 6 orecurse prompu
('precioso pal-a Dures rbeuraatlcus, Aleljao. Or.
Kfgk.'eo as Juntas ou Pernas.
A IUara.vi.ha Carativa fu gmiile retnecBc
pan K-'iUlni-ncla. Anplr.n. klajrti las l^chadaso
'r.flammadassem r- s. ;:iro, ser:p.->- (T.ieo:-
A lUaravilha ( m-miva, -'- ile milito .,-,10
cotno Injei-i^o i>ar.i o 1 '.irr-rro, a LeiwoiThea ou a)
Flores r&acas, e outroa c<.>rriiienW6 dctiiUtantes.
A Maravillia Cs-raliva 6 Impngavel pal
! i sraa, CaagaK anrizas, Aposrimat5. Panwr*
' 'os, Callos, Frteira?. Joquena e Turoorea.
A Maravhn Cnrnlivn{"-Ttie >ara Dlarrbep simples, e de Dvrhe.i chronlca.
A IHaravilfaa Carativa t ixcrllente na
Estrebarlas e CavanarKasaara l'orredur->a, Oorea
Picaduras L Batoteduas, rdfitu ojs, LareraciKs. j
Especialidades do -r. Eumpareys.
UeniedoM Eaperillcoa,
.'nffneuto Nul-nvtIli<".*H
Kcn-ediiis Sypfailiti<-On,
Keraediaa Veterinario
O Manea! do Dr. Tmmphreys 1 pacli^ :s sol a
Euf,rniidi..ii's e mododacanMHfle u gratis, pL seaosi'u boticario ou
nCMPHRYS' ME'CINE CO..
i0 Fulton Street, NEW YOEi:.
NICOS AGENTES
<*sra Tcndsj en groaste? en 5t
i-awmbaco
Paria Sobriuho k 0,
DROGARA
ua Marquen d Olinda n c
Hadeira pinho
Em ripas e barrotes, pre-
sos sem competencia ven-
de-se oa ra Duque de Ca-
xias n. 68.
M."' Villa
Ex premie re d Pars
"obes el eonfecion
Preco rom modos.
Frecisa cos'ureiras.
Ru Barao da V ctoria n. 18
2o andar
Attentjo.
Vende-se muito barato por um cont
de ris (1.0000000) as trras no Bonito
com boas mattat e cafeeiros, pansa ria-
cho pelo meio, de urna legua de fundo e
um quarto de largara, fica perto da esta-
cSo, a tratar na Praca da Independencia
n. 27e29.
i
.

i nmwa i
... v ':.*.'i


8
Diario de Perambnco Sexta-feira 26 de Agosto de de 189-2
Oapas, jerseys e visitas
>s iatciramente uovos acaba de re
atoar
LOYE
cortes de l,linho, seda
e aJg.Kio
Kioamente enfetteCs, tem recebidj ni
ramate e
LOVRB
TECIDOS DE PHAN-
TA8IA
do impossivel de se descrever 8
n variedade de tecidos de diversa
jaaidkdes proprioi para a estacSo actual,
-oga-se ao publico em geral e principal
ente s Exmaa. familias a finesa de vi
itarem o
iOUVRE
i 1. de Marco n. 20 A
francisco fiorgel rmo
TELEPHONE N. 158
Grinaldas, leqaes e chapeos
de sol
De phantasias acabam de cbegar para o
LOUYRE
Costumes para cranlas
r: todas as idades encontra-sa grande
onJaento no
Louvre_______
Se^ as brancas, pretas e de
cores
Novos padrBes e para grande escolha,
senda despachadas oestes ltimos das.
LOUVRE
Qbjectos de gosto para
presentes
Sa neste artigo grande escolha no
LOUVR E
NOVO ESTABELECIMENT o
Receben um lindo sortimepto de
CAPOTAS
de rendas de cores a pretaa para senhor.s.
de rendas e de palta para senhoras e meninss.
do p a de seda para cr ancas.
GBiPEIS DE fELflO
par. homens rapases, des sabricante 1TRANCEZEB, ilHbrirfJ8 B ALLEMAEb
CBAPEOS
INTEGRAES
51:
i> I
&
-

" :
000
TERCEIRA LOTERA
DO
/
para homens.
FORMAS
de palha para chips de senhoras e meninas.
K3NfGB3a-Ajaas
GKAVATAS DE SEDA
pretos e de cores.
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros, Flore
Plumas, Aigrettes eGranipos
para chapeos e outros artigos de fantasa.
Ra do Baro da Victoria n. 42
M. LICIO MARQUES
Telephone o, 560
ESTADO
rl
!0
CEARA'
rm
1 i
SABAO CURATIVO DE REUTE
Esteiras da India
Branca e de fantasia de novos desenho
para forros de aoalho, completo sortiment
no LOUVRE
Francisco Gurgel i Irmito
Ra 1 de Margo n. 20A
TELEPHONE 158
*Ni .------------------:-------------------- --<-- -
Chapeos e capotas
Ultimas novidades de Pai is receben c
Loivrc
Libras sterlinas
Vende-ge na loja de jolas de Augusto Reg
na roa do Caboga o. 9.
Tumores, cravo, pelle vermelba, aspara e oleosa impidido ou curado
por o mais grande de todos os aformosesdores da pelle, o Sabao Curativo de
Reuler. Prodoza a pelle formoaa, braDca e clara e mos brandas; absoluta-
mente puro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel como
sabao para a p^lie bem como do toucador, do banho e do qnarto das enancas.
CAUTELA.Nao genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
gi8trada de Barclay & Co, New-York.
*SEICI*Al<
TPABi
T0ZLST8
XAROPE DE REUTER Ti. 2
Como remedio daEstaco Calmosa, Poritcador dosangue, diurtico,
s aperiente, nenbum outro appellidado depurativo ou salsaparrilha se appro-
eima seque: ao Xarope de Reuter c. 2. Combina quatro grandes proprieda-
xes em um s remedio, operando a um lempo sobre os orgaos digestivos, o
dangue, os rins e os intestinos.
Absolutamente neutrahsa xpulsa pelos canses intestinaes, rlns e
poros da pelle, os germeDs oocivos, ne (lutoam nc eangue, na urina e na
transpiracao ______ _______
O MELHOB
PURIFICADOR
PASA O
SANfiUB.
PEQUERAS PILULAS DE REUTER
Figadj entorpecida corase positivamente com estas pillas. Ellas
sao um remedio purgativo livie de perigo para o hornern mai fraco, Ub bem
como bastante activo para o homem mais forte, e nao constipan depois; pela
accao geral agrada a todos que as osam. Sao as pilulaa estandarte da pro
fisso medica dos Eilados-loidos. Sao as menores e mais facea a tomar.
Quarentaem a
PARA
FIGAD0
Predios venda
Nos AQictos. Muito boa propriedade, com
depec ciencias para criados, banbeiro, cocheira e
com grande quintal murado.
No Arraial.Grande sitio comproporces para
edificar, e com algumas casas que do rend
mente.
Ex S. JosRa Luiz Mendonca, casa porta e
janella. roa Yplranga, meia agua.
Rec fe.-Becco Paschoal, meia agus.
Afo^adojEstrada do Remedio, boa casa, rn
da Paz, djus bons predios.
Trata se do Escrlptorio Commercial, ra Du
que da Caxias n. 73
Fabrica de gelo
igoas e limonadas gasosts
todas as qnalidades
Soaa water, ginger, ale, limao, lamnja, enr-
yao. abacaxis, granadina, grosellas, tranboisa*.
unilha. hortela-pimenta. etc., etc.
HACAES DO CAPIBARiBE-iJ-A
Fandas baratas
PARA LIQUIDAR
Na ma do Crespo n. 21
Sortimento completo de todas as faien-
das para liquidar na ra do Crespo n. 21-
LOJA DO CANPOS
TRICOFERO DE BARRT
ma preparacSo elegante, extremamente perfumada, remove todas as im
nurezas do crneo, preservativo contra calvicie e cabello cinzento ; faz o cabel-
lo crescer espesso, brando e bernoso Iofelllvel para curar erupfiOea, doeocas
de pelle, glndulas e msculos, e cora rpidamente cortadoras, queimaduras,
feridas, terceduras, etc.
cautela.Nio genuino sem cada frasco ter a marca registrada
de Barclay & CNev York
PARA O
CBELO
i PILLE
depositarios dStes pboddctob.A companhia de Drogas doctos chinacos.
Ra Marques de Olinda n. 23.
F0LHET1M
& DOMADORA DE HOHBSS
POR
JULIO DE GASTINE
Ra das Larangeiras n. 4
Avisamos aos noBsos fregueses que temos exposto a venda, os seguintes ge
seros portugueses, para os quaes chamamos a atteneSo.
CHAMPAGNE DA REAL COMPANHTA VINCOLA DO NORTE DE
PORTUGAL
Vinho Moscatel de Se tu bal.
Vinho Mosoatel de Collares.
Vinho Malvazia de Coilarei.
Vinho Superior de Palmella ,
Vinho do Porto Velho 1851.
Cognac Moscatel de Lisboa.
Cognac Moscatel de Collares.
Real Cognae de 2 e 3 estrellas.
Licores de Marie Brisard e Roger.
AnniseteCaciu a la Vinelle.
Cacao Cbouao.
Superior Chartreuse de L. Garnier.
Beneiotine etc.
Convidamos aos apreciadores os vinhos generosos um paBseio ao aoaso ar
masem.
Ennes Barbosa Cooper &C.
a, ssHDicieuoyics e
EXTRACCAO
Quinta-feir 15 de Sotembro eorrente
Paga-se o dobro no caso de transferencia
^ BANQUEW. 0 BA N0O BO BBAZL
Esta lotera recommenda sa mais pelo seu plano do que qualquer de suas
ce generes. E' pois justo chamar para ella a atten^ao publica.
Com 48ooo tira-se
302oo
2SAoo
IS600
S&Soo
A 3.a em 15 de Setembro.
1
DO


u
u
it

n
5o:oooS
10000$
3c:ooo$
2o:oooS
loooo$
Ti

MESMO ESTADO
PREMIO MAIOR
200:000
000

((oHtlouaeo do o. f 91)
PRIMEIRA PARTE
XXIII
E est ceita de que fui eu quem lhe
dtu a beber a tal droga. Considera-me
um makeitor, um bandido.
O velho refiectia. O que via de mais
claro em tudo aquillo era o malogro do
sen plano.
Como vai agora reembolsar o meu
digbeire ?
Roberto deizou cahir Os bracos des
animado
NSo sei!
Mas ent&o o senhor me rouboo 1
Robei?
De certo, fasendo me crer... Ah !
tratante... SSo 300:000 francos que
perco...
300:000 francos ?
E' a aua conta.
Mas apenas me adiactou 130:000!
Eos juros? Ah! velhaco... mas
has de pigar caro 1 Antes de urna hora
estars preso.
Roberto n3o estremecen. N2o..teapu
defender-se nm desculpar se.
-- Fca tudo qu entender. E'-me in-
difiF te. .
O f.'lhj caminhava pelo aposento, exas-
pe, j, erguendo os bracos para o ceo.
De fempos em tempos atirava para o
ar o seu bon grego, e o que n'elle deno-
ta va urna grande superexcitacSo.
E com 80IU90B na vos, uivava lgubre-
mente.
Treaontos mil francos de prejuiso !
Tresentos mil! Morrerei na miseria.
Voltou-se para Roberto, com um gesto
de esperanca :
E n&o ha meio de arranjar a conaa ?
De que modo ?
Indo tu com o Sr. Ephraim e ex-
plicando-lhe. ..
O Sr. Ephraim Deve estar furioso.
Alm diseo, nada lhe posso prometter.
Tal vea tenha pena do senhor...
Pois o Benhor nao o conheoe ?
Obi se o conheco !
Coma me fas propostas desta ordem ?
E' verdade. Perco a cabeca.
O Sr. Ephraim nao d coma algu-
ma sem proveito.
Que pena ter o senhor escolhtdo se-
melhante esposa !
O que est feito. NSo ha mais re
medio.
Bem o sei.
Roberto balbuciou:
Se o senhor quiseese...
0 q< ?
Continuara adiantar-me fundos...
Talve*...
O usurario deu um pulo como se urna
vibora o mordesse.
Como? Pois o senhor pensa que eu
fabrico dinheiro ?
NSo ? Mas ftgra nao perder tudo...
Que pretenda faser ?
Procurarei arrenjar os negocios.
Ser-!he-hiam precisos 500:000 fran
eos e inda assim talvee nao conseguase
salvar-se. Onde quer o Sr. que eu v
buscar esta quantia ? Est doudo ?
Roberto inclinou a cabeca desanimado.
O naufragio inevitavelmurmuron
elle.
NTEGRAES INTEGRAES
EXTRACCAO SABBAD0 15 DE 0TBR0 DO CRREME AMO
INTRANSFERIVEL
Nesta importante lotera jogam apenas 50.000 bilhetes divididos
em inteiros a 20^000. Heios a 10^000. Vigsimos a 1^000>
Os encarregados: Cunha, Bibeiro & C.
Escriptorio de loteras, commissoes e descontos
39 Ra i.' de Marco 39, i.' andar
Os pedidos destas importantsimas loteras devom ser dirigidos aos abaixo assignados. Ab quantias at 100
s3o isentaa de porte, e as superiores a 200JOOO tm urna commiisao rasoavel.
Para informa$5es, remessas e pagamento integral de tod8 os premios, a crdem da the30ura8, na agencia da Ca-
pital Federal.
Beceo das Cacellas A-CAMOES G*
Caixa do Correio b. 946 Enderezo TclegxaplicoPeqoiin
Nste estado as encommendas devem ser dirigidas a
Jodo Joaquimda Costa Lette
CAIXA DO CORREIO N... EMBREGO TE1(!;CRAPHIGO-:-3C3eXT^
Ra do Bar&o da Victoria n. W CASiDOOUEO
'1 Ioda se se afundasse sosinho !
Oh nao o senhor quem naufraga
por t2o pouco...
Quem sabe ?
Buret chamou pela criada.
D-me o chapeo e a bengala.
O patrio vai sabir ?
8im.
To cedo?
Anda, avia!
E voltoa-se para Roberto.
Vou ao commiasario depor a minha
qne'xa.
Roberto gemea com um gesto de resig-
nacSo:
Como quiser. NSo tentarei resistir.
Que desgraca ter negocios com mo-
lheirSas como o senhor! Embacoo-me.
mts pagar caro. E eu que o suppanha
um rapas determinado, sem escrpulos !
Robcrte rzdarguio impaciente.
Que faria o senhor ?
No seu lugar ?
Slm...
Obrigaria a mulher a obedecer me...
Mas nao a possa forcar...
Porque de ageitado. NSo aoube
dominal a.
Dse ja velo na minha posicSo.
Ora f Tudo orreria medida dos
meua dnsajos.
A criada entrou trasendo o chapeo e a
bengala.
Antes de o por, Buret, perguntou a Ro-
berto :
NSo tem mais nada a me dizer ?
NSo.
Ent3o v preparar a sua trouxa,
porque esta noite dormir em Masas.
E dirigi se para a porta.
Roberto o seguio com gesto indiffe-
r.-nte.
Passra por tantas emoeSra que a sua
en rgia estava embotada.
NSo era mais um homem, e sim urna
larva que se decompnnha.
XXIV
Quaudo Roberto Vandanme se reco-
lheu a casa, no mesmo estado miseravel
em que o vimos, sujo de lama, descabel-
lado, com as roupas amarfanhadas, encon-
trn a casa vasia.
Marianna e Magdalena tnham partido.
O desgranado deixou se cahir sobre urna
cadeira, alquebrado e exanime.
Completo murmurou elle.
Depois deseen ao cubculo da porteira
para tomar informacoei.
A aenhora, responden esta, parti
oedo.
Raberto emmudecido sob o peso desta
nava catastrophe, fita va-a desvairado.
As duas senhoras transportaran! di-
versas malas em uro carro.
N?nhum recado deixram para mim
Nenhum.
E... a senhora nSo... sabe?
O que ?
, Qual a direcgSo que ellas tomaram !
Ignoro, nada me dissseram.
* NSo ouvio o endereco que deram ao
cocheiro ?
NSo, senhor.
Roberto sabio novamente e entrando
no seu qnarto pos se a caminhar agitada
mente, sem saber o que fasia.
Dos seuB labios eaoapam se phrases in-
coherente!.
E lSo estrangule! aquello velho mi
seravel :... E nao tenho coragem de
dar um tiro na cabeca. .. Q>e vou fa-
er?... Procural-* ?... Repellir-me-ha
com repugnancia e desden:... Esque-
cel a ?... Impossivel. .. A sua imagem
acompenha-me sempre, sempre...
O sentimento da realidad e do perigo
que corra fel-o pensar em fogir.
J comecava a reunir objectos e pre-
quando ouvio um toque quem seria capas de julg.tr semelbanta
psrar as malas,
de compainha.
Correu a porta e perguntou :
Quem est ah ?
Urna vos rude responden :
Abra em nome da lei !
Vinham pr en del- o.
O tio Buret cumprio a sua palavra.
Como lonco, Roberto oihon em redor, pro-
curando nm lugar peo qual pudesse fugir.
A vos repetlo :
Abra!
Elle oorreu o ferrolho, machi nal mente.
Entraram tres homens de vestidos preto,
chapeo na cabeca.
O primeiro que traiia urna faixa disse:
Roberto Vandanme o senhor ?
Um seu criado. t
O senhor vai seguir mis.
Para onde ?
Para a deteneSo. Eis a ordem.
E mostrou-lhe nm papel.
Roberto, fingindo se ignorante :
Porque me prendem ?
O juis lh'o dir.
Roberto pedio permissSo para reunir al-
guma rcupa, livros e papis.
Nao senta mais colera nem revolta.
No estado em que se via, tanto valia'
aquella solucSo como outra qualquer.
Deseen a escada acompanhado pelos
homens ; subi ao fuere e urna hora de
po s estava trancafiado, sab a dupla aecu-
sacSo de falcatras e abuso de confianca.
Gmqaanto isto, Marianna e Magdalena
redavam em direcgSo a Limoges patria da
velha criada.
Depois da 83ena com o marido, Marian-
na f6.-a despertar Magdalena. ,
Referi lhe tudo que se passra, sem
nada occultar, a tentativa de seduccSo de
Sphraim, a cumplicidade confessa de seu
marido, a fuga deste.
Magdalena ficou aterrada.
Ah 1 meu Deus exclatnou a valba,
vivar
mea
que
cousa Se nSo osse a senhora quem
est diaendo, eu nSo acreditara.
Infelismente a pura verdade.
E o que vai fazer a patra ?
Que me aconselhas ?
Eu?
Sim, t...
W bem difficil a situajao...
Ashas que devo continuar a
com este homem que tentn matar
filho, que tencionou vender me, e
amanbS ser preso talves ?
NSo, cortamente qne nSo. Ah! que
caiporismo da patra cahir as garras de
um patife assim !
Asares da vida! Marido encontrado
na roa!
Mas ser mesmo possivel 1 Nio es-
tarc sonhando ?
Ah prouvera a Deus que isto na
paaaasse de um mo sooho 1
Houve entre as duas mulberes um longo
e pesado silencio.
Ambas pensavam qual a resoIucSo a to-
mar n'aquella triste emergencia.
Devemos, disse de repente Magda-
lena, aproveita- da sua ausencia e par-
tir. ..
Para onde ?
Voltarerooa para Queret, at que a
s.-nhora d la...
Jamis 1 Que diriam aquelllas ma
linguaa ?...
Q-ier ir para minha trra ?
r Para Limoges ?
Sim. L ninguem a conhece. De-
fois de nascer a crianza, voltaremos para
aris. A Benhora nSo tem aiuda algum
diohairo T
Um bocado.
(Contina]
*
Typ. do Diar.o, roa Daque de Caxias n. 4*.
< .





V .
i

M
/
-T-
T



Full Text
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