Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17049


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Full Text
^;
i
ANNO LXVII
8BXTA-EERA 12 BE AGOSTO DE 1892
NUMERO 181
HK
NAMBDG
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGEIROA DE. PARA & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGAPES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 6&000
Por ti es ditos rencidos..... 7 $000
Por um anno allantado .... 241000
dem idcm vencido...... 28$000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAQOES NA FftAN-
gA E INGLATERiiA
?Os Srs Amede, Prince & C, resilentes em Paris34 rae de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. y i3>500
Por seis ditos vencidos. 15$>500
Por um anno adiantado. 27&000
dem idem vencido...... 3i$000
JiS?lUGCiO_ POPULAR
i mmm mmmi
(CcntinuaqSo)
A machina huruana transf. raa o calor em rao
v.n uto justamente, coxo uraa machina a vapor.
l\dus sabem que urna machina industrial lem
uectcsidade <1u ser tan'o mais aquecida, quamo
mais trah""" ella se exige ; o inesmo saecede
CAO) o carpo humauo e por isio a carreara aqae
ce o corpo mais do que a marcha.
O ex-rcicio maseolar pcis, oteas i de urna
leojza de calor no organismo ; e assim co.no
a p"0 iucg3c de calor na machina industrial
supie orna despeza de coaburlivel propona
nada a o '. mo modo no eosso cor
po'oJjc: :. !d o exercicio suppe
urna dcsptza d3 coibustivel proporcionada a
despeza de torga.
No'-a ce, porm, esta Jitlerenga capital no
modo por ne cada otea desas ama mtcl
alisaoaoeui ombUitiveU. A locomotiva que:-
oca :i e:UfBet: o seo carvao, a passo que no
coifo hura-so os ni,melos s servpm pura a
combusto depois de terem sido nao ; nenie di
geridos, sena tambera absorvidos, e de torera
tomada o seu lug.r no orgia3uao : o que quoi
. 3 pelo exercicio dos muquios c* loria
vi-a.
Note .:; tambem que o trabalho do coroo e dos
niemuroi nao 6 o nico que se opera entre nos.
Teruo3 oo organismo mullos msculos que fune-
Cionam inlepenckteaieute denossa ven .d.i : o
coracao, p-T exemplo, qu'. nao cessa de bater
desde o r.asciraento al a morte, os msculos do
estomago e dos intestinos que eolram em jogo
para o trabalbo d' digesto. Temos, emrim,
inultos orga:>s cojo facc.oaameDtj um traba-
11, nao mecbanico. mas pbyaiolegoco: as glaa-
lu'as us clula? nervosa3, eic
Opera-ge assim no o-ganumo um Jupio traba-
lbo : um interior, di u ature orgnica, que
eontino, e outro exterior, de natur .a mechini-
ca que mtermittente. Ambo3, porm, occa-o
naru dispendio de calrico, e isso os explica
por.'juea corpo deve despeider calor mesmo in-
d-p nd-nlemento de todo o movimento muscular
como no estado de somao, pois o trabalho inte-
na do corago. das glan]uias,das cellulas nunca
pira, constituindo esse labutar iucesEanie a
vi la.
A qu:ntilae de combuslivel aecessaria para
eccorrer a essas duas dopezas se divide tambera
em du3s partes. Uosa, pouco mais ou menos
'ixi e ava-iavel, serve as fuocgOes orgnicas e
untara?, vrsto 9er o jogo dos nos.-os gran-
des oraoi automiUco e inconsciente ; a outra,
igsitadi peto exercicio muscular eminea-
t i'-',li variavel e absolutamente voluntaria, e
por cons-guinte regulada por o3 mesmo?, con
forme nossos babuos, gosios ou caprichos.
V se que, no nomem de saude o exercicio
o factor essencial da variarle das despeza3, por
que o regulador das coanu.oies: O mar ou
menor exsreisio muscular tffectuado quotidia-
mente regula a maior ou menor rapidez cora
qoe sao destruidos os elementos er. aicos que,
na machina humana, representara o pap 1 de
combustivel.
Por outro lado, qundo urna parcell* do corpo
um elemento orgnico queimado e dest-uido
deve ;er substuido por urna certa quintidade
de tcuieria alimenia'1, que passa do rsiomigo ou
do intestino para o inienor dos vaso3 que o in
troJuz na massa do sangee.
(Continu'a).
Iiia de seo marido, abandonou( E nao
volana.iameate a casa dos pae?, aaxiliaJa noi a soluco
camente p.)r paisanos, e quanHo as prajas aecu-
diram attrabia p::o alarmo j ra: a cncGotra-
ram.
Em data do hontem o alfares Pedro ? an-
c seo Teixira rio Vaconcelloe assumiu o exer-
ciclo do -arro de sua CPmmls3ario de 1 pos'.o da
guarda local.
Ao Dr. Abxandre Jos Barbosa Lima
mu digno governador do Estada.
Questor, Julio de Meilo Filho.
PARTE OFFICIAL
Thesauro do Estado d JPer
uambaco
Di.SPACnOS do oa. 10 de agosto de
^892
Joaquina Ferreira da Silva, Francisco
Xavier Gansillo Pea66i. abaixo assigoado
dft mesa r?.^edrada Santa Cisa de Mi
aei'icardia do G.-yaana. Custodio Joe do
Reg > Araujo Informe o Sr. contador.
Artbur de Moura Hibeiro, Jompsnhia
de Services M.ritimos de Percambuco o
Cesario Brandad Cavalcante de Albequer-
quaHja vista o Sr Dr. procurador
fiscal.
Joaquina Gabriel da Silva Gerfi|Ue-
se.
Protegenes B. Marcos CordeiroR$
mttido a secySo d contencioso para de
clarar quando fui remottifio a conta do
que Se trata por jiiao.
Rita do Cajkia Qairoga e outroH In-
forme o Sr. Dr. administrador da Recebo-
doria
Luiz Agoitinbo MachadoInforma o
Sr. coiiector de Olinda.
11
Baoharil Manool Artbur d* 3 Pareir*
Silvestre Pires e Aeevedo, Francisco
Lucena Barbosa da SilvaIoforme o Sr.
contador.
Lvdio Purpar.rio Santiago de Oliveira
Hja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Emilia Herculana do Reg e oatnn
Informe a secjaVdo canteccioso relativa
mect; nos exercioios de 1885 a 1887.
Alfredt Jas Pires:Informe a secfo
do contencioso, se f i estrahida conta cno-
tra o peticionario.
Agostinha Amelia da SilvaInforme o
Sr. Dr. administrador da Recebedoria.
ria Maximiana Perora de Mora es
Remettido a Kecebodoria para applicar ao
caso o dispos'o no art. 32 do Reg. de 28
do Maio de 1887 e declarar o excedente
a rastitnir-s?.
Inspectora geral da Inwtrncco Pu
bllca do Rulado de Feraambato
DBSeACHOS DO DA 10 DE AGOSTO
DE 1892
Amelia Augusta de Moraes Quental.
Ao Gorgelho Litterario, re'ator o Dr. Re-
gueira Casta.
Dia II
Maria Barbosade Anujo FreitasCum-
pra-se, e registre so e marco a professora
o praso da 30 diaa para entrar no goso
da licenga.
s a prudencia e o tempo que traro
sabia ; ella demanda nao menos, se
nao muito mais, a paz a ordem, o respeito entre
os que a solicitam.
Eia, pois, povo pernambucano ; vossa dor
crucitante porque 6 dor da miseria; vosso brado
coramovedor porque & o brado da fome que
faz chorar a vosso lado o innocente tilhinho que
por falta de verdadeira intuico dos homens e
das cousas, vos faz, em meia linguagem, respon-
savel'pela falta do pao de cada dia ; o vosso de -
sespero immenso, porque vossoltrubalho dia-
rio insuuloiente para prover-vos a subsisten
cia, eraflm tendes fome ; mas por amor de vos
mesmo sede paciente ; nao vos atireis no cami-
nho do crime que cumplicar vossa sorle e d'a-
quelles proprios por quem, inconsciente vos
atiraes aos desatinos sempre reprehensiveis.
Em odo caso os factos verificados antehontem
mereciam as serias attences dos nossos pode-
res pblicos ; elles constituiam graves simpto-
mas que nos agouravam dias menos felizes.
Ma3, era ocaso, nao de repressoque escand
lisaria mais os ammos e tornara maior o odio
popular; era sim de promptas, o mais possiveis,
providencias em remover-se as causas do mal
a que su'.cumbo a populacho* como felizmente
foi feito.
Ella tem fome, pioporcionar-lhe o po; ella
victima da occiosidade forgada, dar se lhe tra
balho ; ella pede garantas dar-lhe as-----
O terror seria urna contra applicsco no es-
tado agudo em que se achava o mal.
Felizmente para Pernambuco, tiesta quadra
terrivcl que atravessa, acha-se a frente da seu
governo, um brago forte urna vontade maius
cula, capaz de todas as energas para dar a
maisr somma possivel de beneficio seus go
vernados.
Portanto fomos erantes as promessas feitas
no corapromisso tomado pelo illustre geverna
dor do Estado, ante a multido que em massa
supplicava lhe'providencias no sentido de tiral a
da penuria em que se ada
E' para S. Exc, anda bontem dissemos, que
a populagao lanra suas vistas ; S. Exc que
rene era si toda esperanza desse povo que por
entre todas as manifestasoes de sua miseria,
que no momento esquecia, atirava a S. Exc. as
mais inequvocas e justas ovaces.
0 povo- justo cm seus conceitos; elle nao se
engaa.
CllMSESSO NACIONAL
Cioverao
do Estado
nambuco
de P:r
DESPACHO D )
. DIA 10
Compauliu
DO
do Tae-
Lins, pe
cemman-
tamarados Depatados
U:uito .0 Sr. Dr. JoQ q S.qusiia por cc:a-
e(*ao da di russo do prcjeclo de auxilm as
industrias, emsesao de 11 a. Junho prximo
passado .
O Sr. Joo de hiqueira Nao preten
dia oceupar-me do assoopto em discuseo para
garantas,*falla de conflanga do e'traDgeiro na
actual ordeoa de cou'as no paiz (Apoi^dos).
V. Exc. bem sabe que os capitaes es'So no
velbo meado com grande falta de collocago. ren
dendo o Buito 1 /> ao anno, fcil era uo Brazil
encontrar a 6 cu 8 "/..
E porque nao vec-m oscapitaes?
Porque 00 Brazil nao existe garanta para o
capital empreado ; e tal 6 a descrenga no esta
do de cooss que os commerciantes do Brazil
nao padem fa er eocommendas para a Europa,
sem que enviem immediatamente o dioheiro; e,
si asjim v V. Exc que o auxilio as indus-
trias seria Jeito de um rroio mu to diverso da-
quelle que s? pretende, diante da escravidao que
nos oppriiv. (Acolados).
Mas, desJe o moman:o que existe a esperanga'
de que a iv.gao recuperar a sua lioerdade e
seus dircitos, oao quero deixar faltar esta taboi
de salvagao no nielo de tantas aneustia3 e de
taalas incertezas; e por isso assiguri o projecto
daudo um-a certa prova de .jniaug 1 ao actual
ministro. (Apartes).
Fallaram aqu em auxilio indirecto.
Mas, Sr. presidente, o auxilio indirecto est
condemnudoll
Este syslema poUo em pratica na Fraoga, no
scula passado, em que o gove:no procorou por
t>ao3 os meios auxiliar as i o iustrias, comeganlo
pelo auxilio iod recto, concedendo isengo de
impostos para 03 materiaes desuados s odus
trias, trouxe, como tffeo o que se cbamou a
guerra industrial, mancommonando se a logia-
torra, Hespanba e Allem-.-nba, contra a Fraogi.
Eotao a Fraoga langou mo do auxilio directo,
na conviego d que 03 elementos para o des-
envolvimeato industrial eram o capital e a coa-
currencia, alera das garantas e amparo aos di-
rcitos de cada ci ladao, que a civilisago naquella
epo"ra podia offerecer. (Moito bem).
E asslm, Sr. presdeme, nao t o ministro em
pregou capltaes enormes em emprezas ndus-
triaes.como tambem estabeleceu certas garantas
s classes operaras.
Na Allemanba, este systema tambem produzio
os melbores resultados com o auxilio directo
industria assucareira. (Os apartes abofara a voz
do orador).
Un anno depois do auxilio imme-'iato, a Alie-
mauha coatava, de 3o3 e tantas fabricas r^tinei-
ras, 400 e lanas por systema aperfeigoado e tal
'ot o desenvolvimenio aa proiucgo e a oceupa-
go dos terrenos pela cultura da beterraba, que
produzio se a crse dos cereaes. (Continaam 03
ajarles a o) deixar ou?ir a v.z do crador).
Nao recuso, Sr. presidente, o auxilio s indus-
tria. do aaeu paiz, embora ainta vagos recelos na
apolicagao a'esta somma enorme pedida pelo go
verno, que nos tem aniquilado quasi todas as vi
goeas e'peraogas nascias na primeira aurora da
Repblica. (Muro bem).
Nao recuss, Sr. presidente, o auxilio as indus-
trias, mas fago-o como quera cuaipre um dever
piedeso adrando um;pedago de madeira ao nau-
frago viciima das tempestades, o que sar talvez
prolongar ama agona, que deve ser lema, pois
sei que todas as conquiaias sao solidarias e a in
dustna tem sempre caminbado para o seo apogea
de mosentrelagadas comasr.ienciaealiberdade,
e si estas esio suffocadas pela lyrania em oossa
patria, nao ser o bocado de ouro, que o goveroo
nos pide ara atirar n seio do povo, que ani
mar o trabalho, mas, sim quando vierera a;
Conta V. Exc. oo precisar e recorrer ao
crdito e dispensar o paiz de um novo empre
stimo ? fe.
Assim R.'solvi remediar me com a pra
ta de casa, anda que tenba de reduzir os ren-
dimentos" dos fanecionarios a mez.
Antes de chegar a este extremo Bnanceiro e
a este jejam a pao e agaa do funccionalismo,
addiciona o Correio, amercie se Deus deste
paiz, mandando Ibe a feb'e amarella e o chole-
ra, porque estas epidemias sao preferiveis da
fome, e podem talvez resgalar os empegados
pblicos pela reiempgao da morte.
Nao 6 pom a reduc;Jo dos veocimen os
que se sufp-'imc o Ictici' 2 se diapeosam era-
p ffnoST
E' com urna acertada e econmica administra-
gao que S Exc. nao faz, nem pode fazer. por
melbcres que sejira as suas inteoges e os seus
desejos.
Conbece muito bem o Ilustre ministro da fa
zenda as qu?stdes de direito, mas nao se poe
dizer o mesmo das de fazanda.
O espirito do Sr. Das Ferreira est orientado
de urna maneira tal, que os hbitos do jurtscon
sulto prejadicam as aptides do estadista e do
nanceiro.
O poltico precisa de um noviciado eneyelo
pedico que o Sr. presidente do conseibo nSo
tem.
Depois carece de abranee: no seu estado, na
sua oservago e ao seu trato todos os acoote-
cimentos polticos, todas as rchgoes sociae?,
todas as torgas da na^o e todos os seus ho-
mens pblicos.
Para isto necessario possuir mais ou meous
todos os ramos do saber humano, e nlliar aos
conhscimentos theoricos um graude espirito pra-
tico.
O Seculo, a p'oposito de um commentano
do Reponer a urna parase attriouida pelo re-
ferido Correio da Noite ao presidente do con-
selao, per^unta si sera preciso ainda fazer oo
vos sacrificio.7, a^cresceutando :
O p z ja est demasiadamente sobracarrega-
do, nao pode pagar mais.
K eusar O govroo reclamar mais a lirios.
antes de provar p r ama s:ri* ecoaomia e rigo
rosa a mriiistragS 1 que abandonou os processos
usados iava'iavelmente pelas anteriores geren-
cias ?
Porventura j fez em tolos os servigo3 pcbli-
eos as Drofandas reformas de que cartieem. sim-
pl.li:aado o expediente, memorando o fooc
c or aneuto e redozindo con3ideravelmente a3
despeza3 ?
Porventura ja poz ponto final em todo' os es-
Lanj amentos, em todcs os desperdicios ?
Porventura j acabou i.om todas as inutilida
des especta ulosas p -lisptndiisas ?
Por outro lado, ji melhoroi a cobranga e a
distribuida) dos CDiribuintes existentes ?
J fez entrar nos cofres do Estado as valiosas
qusntias que 3o devidas por grandes proprieta
nos e iDAjentea polticos ?
J percebeu aa sonara aa Que deviam 03 agra-
ciados pea muoifiseDcio regia ?
Nada disso fez.
Falta, pois, ao governo a aatoridade mora
para pedir ao paiz uovos e mais pe ados sacri
ticios.
Por eco torno, a Vanguarda dau lo conta da
5
saudage* pcoular^j daCMqui8ta o*-'f-rin,fl0 poltica'que leve logar em casa ro con
diraiios de cada cidadao. (Applausoe).
Justificado assm ligeirampnte o raeu modo de
p-^nsir, bSo posso de'xar de aprsenla: o mea
requerimento cousiderago da Cmara, para
que se nomeie urna commissSo especial, que, en-
apresf ntar um rejuerimouto que tmha por tim a ieadendo se com a commuso do Sra^o, possa
nomeago u: ama commiS3o especial tiara, eo- fmlT Q dU3 projertos e apresentar coosid^;-
DIARIO SE PERMHB11C0
GOVERNO DO ESTADO
DE AGOSTO DE 1892
Ureat WoBtsra ot 3raail
Raway, pedindo pagamento de urna con
na importancia de 8Sil70 Deferido
com officto de hoje a o inspector
Eonro do Efatado.
Fr D.8C0 Xavier Cevalcante
diud-i raintegraQaoIoforme o
daote da guarda local.
Frederico Augusto Neiva Jnior, archi
vista do Thesouro do Ebtado, pedindo
90 iiias de licenQaRcmetdo Junta
medica do Estado a qa-:m o peticionario
- acrecentar para ser inspeooionado.
Hiabello Soares Cordeiro, couamissario
Boa Jardim, pedindo pigamanto de
vencimetos Informe o iusptctor do
uro do Estado.
Jo. (Joa?es Ftjrri Mai e Jos Sleu
crio du Axeredo Informe o inspector
Thescuro do Estado.
Jos Mirabeau de Mello Maris, pedindo
reatitnicao da emolumento Attecdido
com tffioio de iirje ao inspector do Tiae-
Booro do Estado.
Joao Jronymo da PaisSoInforme o
Dr. juia de direito do 2." diatricto crimi-
nal.
Bacharel Mar.oel Polycarpo Moura de
de Asevedo Jnior, pedindo prorogagSo
re praso para&ssu.nir o exercicio do car
go par* que foi comeadoSim.
' Salv dor Barbalb- Uchi Cavalcanti
Deferido nos termos da portara desta
data.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambuco, 11 de Agosto d: 1*92.
O porteiro,
Heme:e:io Ifaotel da Silva.
aeatra policial
lo 2.a N. 183 Secretarla dr.
Qoesiura Poliuiai do Estad ue p6rnam
booo, 11 de Agosto de 1892.
CididSo.Paiticipp vos que bontem fo
ram rec lhidoB Gasa de DetencSo os
seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado da freguesla do R
cii> Joo F.ancisco do Nascimento, cocheciio
nor'bicudo, por crime de ferimentcs; e Manoel
Franc :code Paola. coxogaton .
A ord.-m do subdelegado da freguezia de San
to Antonio, Henrique Manoel dos Santos, por en
me de f; rmenlos; Jos Antonio da BMff, Eoe-
dino Jos Paolino, Vicente Mala e Caetano Luu
da Silva, como gatunos.
Informa o delegado do dislrieto da Luz. en
resposta ao offici que em data de 5 do correte
lhe dirig, como se v de miaba parte diana do
mesmo da, que nao exacto que as pracois do
destacamento all estacionado vessem auxiliarlo
a faga de ama moca da casa de sua familia.
A moca em questo que alias 6 casada e nao
RE0IF3, U DE AGOSTO DE 1S92
Aconiecimentos de ante-
hontem
O que aut'bontem testemunhou esta cidade
urna prova irrecusavel do que vai pelo corceo
do povo pernambucano.
Nada nos merece mais respeito do que a mi-
eria alacia e principalmente quando el la ex-
pluse em maoifestacSes exc^pcionaes.
Por maior, porein. que seja o uosso respeito
por esle estado deafilicgao que opprlmea popu-
. n.= laoge estamos d'aplaudir essea es
cessos dispeasaveis, quando por outro "modo
pacifico sera lalvel possivezlminorar, pelo m
nos, o mal que afllige.
A raima jamis levoa a ms consequencias
aquelles que com ella s ravestem, quaesquer
qu;sejam as emergencias em que se acliem.
ia todo se alcaaca ; este um
proloquio de eterna sabedoria.
aom naturalmeote inclinado para
o bem. oao p xto praticar o mal seno quando
i lo por urna Jessas forgas estranias que
alTect.uilo-lli i ecoaomia, o coiloca em condi-
(Oes excepcioaaes.
Nao merece, pois, o primeiro iransviado do
bem, eoademaacao peremptoria, e antes um sen-
timeuto de compaixao publica, quer se traduxa
ella por urna pena mdica, qual a repre -.ensao
c censura. iuer pelo completoperdao.
O iidvos actuantes sobre ro espirito de um
! individuo co no de un i populacao inteira como
no caso vertente, que o lev;uiiaeN.cessos,iguaes
ao liual do da de ante-liontem, devem ter in
fluencia para o julgameoto do culpado.
. Nao BW cabe d ste lugar e ati mesmo pro
curamos evitar esmerbar as causas occasio-
naes que determinara a o desfeclio tumultuoso
duma rnanifostaca comegada e 'j terminada
pacificamente, no ejercicio do sagrado direito
de pecao ao poder para um caso dado.
Nestemomeato i|iieremos esquecer a causa
immediala do conflicto a que nos referirnos,
para s considerannol o en suas consequencias,
para s vermes m que He tomaram'. parte, e
cm oome de Dossoe brios.de nossa civilisago e
de nosso nom i ir-BwB, pedir-lhes que
nao mais reproduzan as scenas de anl'liontem.
E s lia sBea para o povo pernambucano de
presente dellas nao hncar mo porque- cima
dos que suppie serem seus oppressores, ha an-
tes de tudo a opinio p iblica que a seu turno
os condemnar, e depois umt vontade superior,
que com maiorj ou menor perseveranga, mais
das ou menos dias, trar o remedio aos males
que acabrunham a mesma populago.
O poder publico quanto maU prudente e pre-
vidente procure ser qubnto de maior tempo ne-
ctssita para deliberar e proter.
tendeado se rom outra do senado, fuidir o pro-
jecto de auxilios as industria* com dous proj^.c
ios qoe esto em discucsao naquella cmara ;
mas, cateo da poucos dias, lendo aqu a palavra,
oo pude justificar o m?u voto sem restrieges
no pro ecto em discusu. aproveito a opporlu-
nidade"paa fazsl o, eetou certo qae desta vez
nao merecerci, Sr. pr^silente, as Cinsurss de V.
Exc.
Si fazendo eu parle da commisso de azenda
e Industrias, tive se sido eleito pela valora qu>.
sustonla o governo, tena, antes de ser o projec-
to apreseatado a cmara, aconaelnado ao Sr. mi-
nistro na fazeuda a que o tizesse preceder de ou-
tras leis rego'amentarej aecesanas ao fin que
elle ten em vUta, o auxilio a industria qua.-i a: -
-ibunda ; aconselharia ao Sr. ministro que apre-
senta3e corjunrt-:mente um projecto que trou-
xesse a esperanga as cla'ses operaras de verem
03 poderes do Estado in'.erejsaodo se pela sua
sorf; aconselbrria ao S-. ministro da faienda a
que apreseutasse um projecto tendo por fim tra-
tar das relagOes que devem exisi-r entre patrOes
e operario?. (Apo adof).
V. Exc. S-. presidente, bem compreheaie que
seria mailo mclho para o Brazil que o governo
Dbarac sse a es traa por tnlv t> m d i pas-
sor 0 socialisu o, que assim p.sssrh por entre
palmzs, era vez de passar nevitavelmenle por
entre as explo.-es da dynamile. Mas 9?ro is sim
pies cppoiigo ; coi quasi nao temos direito em
i p tria ; os nos.->o? consetiaa .o sempr.'.
i 3 com a motor prevengao. (kpoiiios e
ccntei:ag.jrj.
Bro, pois. di aprestar esse prejecto me3-
mo porque deotro desta corara existe quem se
arrogue o Iireilo de chele do partido operario.
Apresentei trez e reas, tmi pedindo a ?up-
pressSo da palavradirt-ciamente- E de Tacto,
i e o projecto ^" inamedialamea'.e qae o
au>: lia directo e por roasequencia, lDJaridico
0 aprego testa palavra oo art. .2 P<-di a sup-
io lio l desse artigo e de facto, al na Ca
pitai Federal, sob a iospeccSo do respectivo mi-
nistro e da impreosa ole essa commisso dr-
faxeoda resolver 03 emorc^timos e flsealisar is
erapregos do? dlohir.. a publi.os de m do que
'5i s 11 it opprimldoe pi-los poli'iqueirot, uSo
o merm uos alm nie
rago da Cmara um s.
Sustento o meu voto com as emraias apresea-
tadas ao projecto qae a commisso submatteu
dicossao com ag mesmas bases por mim apre-
sentadas. (Muitd bem ; muito bem- O orador
cumprlmentado por mullos Srs. deputados pre-
sentes).
Fica sobre a mesa al ulterior deliberaeo o
segainte
R querimeutn
Requeiro a nomeago def um/ commisso espe-
cial, para, com a commisso que for designada
pelo Senado, estudar os proj-cto3 de anxilios as
industrias, que esto sendo discutidos em ambas
as casas do Congresso, e apresentar um s pro-
jecto.
Sala das8es-5:s, 11 de Julho de 1692.Joao
Siqueira.
EXTERIOR
o
auxilio as indos us era .- !:c.ido aos
)'. dos go s qie presidirem essas
co:amiss6^s. (.-.;
[ as -..: raedizas por mim spreseniadasna
cramissSu foram apolados pelo Sr. ministro da
fazeo^u e fazem parte do projecto em dlseoasao.
Assigaei opiaieto le adlo lire "oe sob a
e ai3i I '*C3, como o x-io noi -o I oitJ_r
capi'.a p taxi "." -i q^' '''' i
ram no i > I6i e, boj ver-
gam in, sob o peso do d q.ue
os nossos larortuQX'S aos tem ararretado. (Muito
bem).
Rao julgoe a Cmara que venbo collocar a
ji-eus^) desta materia em terreno poltico. As
coaMderacOes qu^ veo fait-r sSo completan-,
afastaaas da.s pi ^1. part lanas e, si as fajo,
po.que as juigo v;rdadei'as, e estao na can
scien^ia de tonos.
Des le os pr-meiros passosda inJu-tria no ssio
da bumaoldade -sempre ampiada elps
garant i8 que podiaoa ter nesta ou oaju lia parte
do mundo ci?ili-ado; deede o momento em que
a liberuade pereca, desde o momento em que
nao navia mnima -,-iraniia individual em que
todos os direitos eram deseoliecidoj, e que a le
era craa chimera, um capricho, todos os dias
violada, a industria tombava moribunda. (Apoia-
dos).
Conhecemos todos nos as petigOes das cidades
da Italia os imperadores da AUemanha no peno
do feudal, implorando licenga para fortificar as
pragas arrasadas, ultimo refugio da adustria e
da ltberdade foragidas. (Muito b-m).
V. Exc. bem comprehende o que se d no
Brazil. que a falta de espitaos devida a (alta de
EUROPA
Portugal
A siiuago tiotnceira e econmica do paiz
uaunlcm se sob urna p^esso verdadeirmente
angustiosa.
Os reodimentos pjblico3 decr-^cem em una
escala assu3tadora ; o cambio ceoserva-se eleM-
dis8imo. dtffleolianlo todas aa .peragOes de cw-
dito, transloiuanao loaos es calcuioa d parall
sando, por vanas formas, o movimento commer
cial e industrial, ao mesmo passo que argava
muito seosivelmeote os encargos directos ao Es-
tada na salisfago dos seu3 coni-romissos ex-
'.erua.
Assm, pois, acha se o paiz, por causas diver-
8is3imas, que nem todas, alias, se podem exclu
3ivameule atlribuir a rtpreheosiveaabusos, em-
prehendimentos temerarios ou menos correcta
observancia dos bo b preceit03 administrativos,
em circamstanclas to ixiraordlnanamente .1 la
ceis, como nao ba recordagSo qoe o paiz buja
atravessado em poca alguma, pelo menos, nos
lempos inodernos.
E o dficit se cs'tnta temeroso, sem probabin-
dade de puder ser i ttnuado, mesmo com os
enormes sacnlldos a que j esto SUJeltos os
e.ioiribuinies.
No entanto o ministro da fazend t nao .e tem
descuidado de prover r.o dficit orgaaental.
Aiida ha penco o Diario to "Governo oublicoo
o segrate decreto referente a este assnmpio :
Tendo o Banco de Portugal concordado era
fomecer ao Tnesouro, em coala corrate, duran
le o aeiual anno e.onomico, a qiiaa'ta de.......
6.000:0005000, alm do crdito lixa lo em conta
do anno anterior pelo contracto de 4 ?e D.-zem-
bro de 1891. habilitan;!a assim o governo a oc-
correr ao pjgameoto do dficit do exercicio de
18921893. e de parte dos btloetes do Tbeso'.ro
em crcul3go: h'i .tor bem appro7ur o -ccordo
de qae se traa, continuando a vigorar, para os
salos credores ou devedores, ao laxas de jures
designadas co referido contracto com a garanta
consumida em lulos de divida consolidada in-
terna de 3 /.
Ser este recurso salficiente ?
Nao de crer, pois mesmo aceresce, que as
con ugOes eep^cialiseimas do Bauco de Portugal
impon lo eua direngo a mais pradeute re>er
va, nao lhe"perm.tem, ou antes vedara Ibe ab-
solutamente, proseguir no caminbo encelado
sem o risco de ama total ruina.
Com reTBrencla sitaago, o Correio da
Noite cooeignou em urna de suas edigOes este
episcdio acompanbado das constderagOes que
lhe parecerara ajustadas asserg&o do Sr. pre-
sidente do conaelbo, coluida por um seu repr-
ter, o'uma carraagem do camiobo de ferro de
Cintra, de conversa d'aquelle seubor com una
banflueiros da praga de Lisboa :
de da Flgosa, dchra que por duas vezes foi
geral o desapontaraento aote affirra'ges du
sr. Das Ferreira, f can lo a mesma Vanguar-
da o sea artigo deste modo :
Un critico, que assistio a sesso, dizia nos
quaodo sahio do palacio do Sr. conde da Foi
osa:
Olhe qu^ este t-xpe li- nte de Jos Dias fez
me lesabrar a celebre de larago do Maraano,
quando prometa restabelecer em dous mezes
a circulaco metallica, sentindo-s1 j abalado
no minialeno.
Os ventos aa Cintra r.o Iba :orrera propicios,
ao que parece.
Efectivamente, a proraessa do Sr. Jo Das
de acabar com a divia flictuaute e de equili-
brar o orQtmentc parece-se muito com as pro
mesias 4o Sr. Mananno.
Acerca da divida externa saba se, que o
comit dos fundos portuguezes em Pariz dirig"
urna nova circular aos seas adhereotes, aconse-
lhando-cs mais urna vez a qae nio convertam a
divida externa ficarem intetramenle discrigao do governo por-
tenues.
ma desaoprovago (dsaveu) foi infl.ogida
ao Sr. Serpa Pimentel, e o governo portuguez
sopp z qoe podia por om acto de autorizado cor-
lir a questo.
Opiou por urna solugo, que, loo de princi-
pio uo parecen equitativa, pois, como o ez uo
tar o respeitsvtl Sr. de Sal, 03 credores exter
nos qoe leveriam ser privilegiados em relagao
ras credores internos eram i al.s menos (a
voravelmente do que os portadores dos ttulos
da divida interna.
Ao passo qoa se offerecia soa credores exter-
nos ura terco 'o c upo i i-ni our-, off-;recia-se
C8 c edores Otero s 70 por ceotoem pap le
nao 8 dava aquellos facaldaae de se fazerem
oagai-, se o reputasaem conveniente, em papel.
Foi sobre >s represpntag-s muito firms de mi-
nisiro da Frang que o governo potoguez corr-
giu rsla anomala verdaderamente maceitavel e
que den aos credores extenos a opgo entre
d is modos de png>mento.
luutou orna ci nd gao, que, a mea ver. iao
pouco pode ser aceita peos credorf s externo.
Qiiz que. u'um praso rujo te mo elle propno
ti.ou em 31 de Jtilbo, es credores alternos, se
preferissem ser oagos como os credores inter-
nos, tro^assem os seas -Huios contra certifteados
da divida interna, ts'.o que abandonassem de
ama voz para sempre todas as garantas que re-
toreza particular lo seu crdito.
Peosoqieo credore recusa-ara ^ubmelter-
8^ a esta exigencia e que o representantes dos
Bjndcatos de correctores em todos 03 pazes
apoiaram a opposica maito legitima, a meu ver,
doscred-,: oeaodo-sea deixar oegociaros
ttulos em ta s oncticoes.
Ao-a, o respeitavel S-. de Sal pergun:a-me o
qo qae se val pu^s;-, e por que meio3 o go
verno portugu* I ter chamado, as criii
cas circams'am ias que i t execncao to
cooipleta, qnanto possivel, dvs seus comprc-
m8803.
Sennor^s : neste3 ltimos das o gotern por-
tuguez parce ler rec nbecido a necessidademo-
ral, que se impOe a fulla de qualqucr necessida-
de, de. reataras i>j;eciBges nterrompidas cem
os iuteres8ados.
Portai;:.l, devemos reecoba el o, e3i certa-
te o'uma situ-go dfflcil; em consequencia
dos acodieoimentos o.u" .- paseara DO Brasil,
atravessa neste monum'-o Lina crae coj gravi-
dade devemos recouhecer.
Mas deve azer o que po ;er, todo o que poder
e ha r-ertos no' ios de att nuir, pa'a os que nelle
tiveraro coflanga, as consc-qaencias lamentaveis
desta crise, que de provas de boa vont de e os
seos credores, estou certo, roosentirao, por sua
parte, em soffrer certas reducgOes, em fazer car
nos sacrificios.
Nao sel em que coodiges nem em qae da,
prximo, a-sim o espero, as negociaces pode-
rSo ser reatadas. Se nao fossem seguidas de
xito teriamos que examinar o procedimeuto,
qoe deveria ser adoptado.
Mas, como o dase o Sr. de Sal, a mlervengo
doi governo3, se devesse aroduzir sob urna qual-
qoer forma, deveria ser, tanto qoaoto pcssivel.
colleciiva.
Compreheader, pois, qae reservemos etx
aome do governo a acgo e determioag6es que
possamos ter ue adoptar.
Posso, todava, dar Ibe a seguraoga de que
temoa o sentlmenlo de que numerosos e respei-
tabilissimos interesses francezes tstaoempeaha-
ttos nesta quesl&o, e qae faremos iodo quaa'.o
depender de nos para qoe sejam objecto de om
tratamento equitativo por parte do governo de
Portugal. .
Deste discorso, qae iDserio era sua integra, a
Tarde snblinbou propositalnaente este treca:
Seobores. Nesles ltimos dias o governo
portugnez parece ter recouhecido a necessidade
moral, que se impCe falla de qualquer necessi-
dade legal, de reatar as negociagoes interrompi-
das com 03 interessados.
a Batalha, sob o titulo deNovas com-
plicages, fez estas interrogagOes :
Mas como que o Sr. Das Ferreira vai rea-
tar negociagoes, depois de tantos e to repetidos
actos de arrogancia co i os comit: ?
Como pode o Dr. Das Ferreira, que fez e des-
fez o primeiro accordo, fazer e desfazer o de-
creto que regulou este negocio?
E' forgoso concordar em que nunca em Parto-
gal se vio un presi Jeote do cooselbo mais cou-
tradicto*io com os seu3 proprios actos, e cora os
priuripio3 que tantos annos levoa a pregar aos
creolsa e aos hereges.
A nao ser, pois, qoe o Sr. Ribot tenba faltado
verdade no parlamento f-aneez ou que o ex-
tracto da Gazeta Otficial s. ja falso, o governo
porlogoz vai entrar, se qae uo entrn j, em
negocisges com os interessados, sendo qoe o
Economista Francez aconselha o Sr. R bot a
insistir com o governo po toguez sobre a necej-
eldade de urna con3goago especial de rend-
meatos e de urna commisso le contabilidad*),
para a qoal o goveno francez poderia offerecer
ao portugaez o concurso dos seus inspectora de
ilnangas.
Qaanto ao pagamento da terga parte d03 juros"
e do corte do coupon, os autores da circular
dizem que nenhara possuidor de ltalos porte-
gueze? d ve acceitar a terga parle dos juros as
coodig&es do decreto de 13 de Junho com o corto
do coapon e a opposigo da estampilha no titulo,
pois que e.-te a:io poderia ser interpretado com
a acceitgo pura e simples do fa: to consammalt
e de todas aa asas ccnsequencias.
Os comits eatiangeiros, acrescenta a cir-
colar, do o mesmo conselho aos seus aJhsrea-
tes.
Ji nao succederia assim na hypoth'jte de
que o governo portugus consentisse em fazer
aquelle pagamento, deixando o coupoo preso
ao. titulo e eslampilhaodo o referido coapaa
cooa a simples meogo do pagamento de um ter-
co.
Segando o Economiste Eoropeen, (raanlo o
Sr. de Sal no Senado francez d'esse negocio, o
Sr. Ribot, ministro dos e3trangeiros, re3ponieade
assim se expressou:
Senhores, o respeitavel Sr. de Sal teve razio
em cn-amar a attengo do Senado p^ra asitoaefa
dos numerosos portadores franceses de ttulos da
divida portugueza.
Consideraveis interesses se acham agora ene
risco, e, segurarrente, nem o Senado nem o go-
verno, lhe polem aer inaiff rentes. Ha algaus
mezes, o governo portugaez declarou se na in-
possibilidadede fazer face aos compromissos que
tinba contrado para com os 3eu3 credores. Teve
em prineiro lugar o pensamento, muito natural,
de tratar com e:ies, de Ibes explicar lealmente a
sitaago em que se achava, para cb er certas cou-
ce;soe3, ce tos sacnticios.
Formiram se comits em Londres, em Pars,
ero Berlim e na Hollanda, e foi em Pariz qae os
delegados d'estes diversos comits se unirara.
0 governo portogu.z eoviou o Sr. Serpa Plmea-.
tel pira debater com elles as conaig5es de um
coovenio.
Estas negoeiagOes foram levadas tanto adianto
qae um accordo ronpleto se lhe seguio e foi coa-
sagrado por um protocolo.
Este accordo, o governo po toguez reacamu ra-
cjI o, as cenliges que o S-. de Sal acaba
de releoabrar, e que. sinto dlzel-0, nao podem
contr buir para augmentar o crdito de Portu-
gal.
E talvez mesmo vrasan a ser es3as as bases
das novas negociagoes.
E' veriade que as folh?3 goveroamentaas as
dizem nada d'onde se possa concluir que o go-
verno portoguez pensa em reatar negociagoes,
mas nem o seu silencio, nem as suas negativas
teem g aide vlor, porque esta ? j i de muito
acosturnada a vf Qeg^r etlirialmenteos proprios
factos consumados, e oo sio rjros os exer icios
de elisticidade.
- Nao foi sin la Oxida a poca das e e diz-je qae a reunio dos collegioa elei ores
depeude da pabllcagio da reorma admais'.ra-
tiva.
Tombem corre qoe \&o ser dissolvidas to-
das as carairas rcnnicipaes.
Diz o Correio di Noile, que, realizado o facto,
ser t:maia a medida para evitar as difneulda-
d^s que algumas dellas, noreadamente a do
Poito. possara levantar ao governo na proxrau
1"
.
e eigo de depatados; e segnio outras verdes,
ser ella consequeacia das s'.terages que val
scffrer o cdigo administrativo.
E' co-rente que nos mezes de Seteoobro e
Oatubro prximos haver exercicios da brigada
uos arredores de Lisboa.
As festas em Co:mb-a era sido de grande
magailicencra; e a familia re^l tem ahi re:ebido
as UemonstragOes mais positivas de devogo po-
ptilT.
Os alumno3 do 4- anno jurdico vo dirigir
ao poder moderador urna petigo no sentido de
jue sejaroa admittidos a fazer exame 03 qoatro
estndantes qoe perderam o anno por eaaaa do.
cot-1 Hielo acadmico.
Dos es'.udantes daquelle curso parece que al-
guus, por motivos nao cochecidcs, deixaam de
assignar a petigo.
|No palacio de Portugal ha7er na anno
prximo urna exposigo de proiuctes colooiaes
portuguezes. *,
0 Conde S. Fossati Reyneri, enra r'gade
. gocioa da legj.o da Italia, acaba de pu-
blicar em volume, irj'ilu'.ado- Sitaazicne Fi-
nanziaria ed Econmica nel Portogallo. -o re-
latcrio enviado ao seu governo sobre o estado
financeiro do nosso paiz.
0 lustre diplmala, ao referir circomslancia-
damente a dictte melondrosa situago econo-
Domica de Portugel, fai o dos termos erais be-
nvolos, revelando um grande intereese pela
prospendade da nagao portugueza; o que nao
pode deixar de merecer as gjmpatblaa e reco-
nhecimen'.o da mestoa.
Mr. Heraea!, empreiteiro das obras ao
porto de Lisboa, respondendo intimaco do
governo, proteslou contra a resolugo do meamo
governo relativa a encampagao das obras.
A esea reapoata tem de seguir o acto de toma-
da de posse administrativa ; a qual se demorara,
para nao paralysar o andamento da3 obras, cuja
execugao :orre por con'a daquelle empreiteiro,
que pretenda Ibe fosera abocadas differeng
de cambio ou agio do euro.
Tem causado alguna e&tranheza o movi-
mento do partido legitimista na rsente quadra.
Seus adep'oa nao param, movem-se em todos
os sentidos.
ReuniOes em Lisboa, reuniea em Braga, reu-
nio do partido catbolico em Coimbra, o Sr. Pia-
lo Coelho e o Sr. Fernando Pedroso, cada om

CM
'. i ."r
T-tr,


~3"

Diario de Peruamliuco S<\a e.ra 12 de Agosto de 1892
para eu ladj p.esjdiudo .aban iw-iiHi Wwa outro. A adaoia ea cr-ragam qae
solacio tomada de entrarera na iota eleit ral, os
nomes dos ca HdaUo pelicaJoj em todoi s
iornaee. e que eo, poreigeal, oa br. Dr Piuio
* Coelbo, por Lisboa, MmcH da Suva, por B-en-
*y, por AlLuquer, Pestaa 4a Suva parPiofi!,
e Berrea Prado por Aa*oia, lodo isiotaax crer
qot: o velbo grupo resalveo de vei sanaras s-
pecl; ".iva, roltar a vida, t-ntrar a Iota.
. A Tarde uo'.icia at mm ^**r **
im novo jornal de proH,.ni1 iQ-a*ado *
Cou bate que pe'.* priavira raz sata/a M
iia 19 de Sel. mbra, naivarsana natalicio da
. Miguel de Braga: c*.*aawi) as! .1 Couimerrio ,Ui a maioria dos ull eu
es .o partido legilimista oiaa antes para dar
A NacSo o logar que Ibe coupete, e cajo?
principio ^-mpre lo honrosamente d. fendeu,
jeaao por isso quasi cerlo quo a NicSo em
are e toman a ser fiano e orgia do partido
ae se apre U ,: d 'ead 'o.
A candidatura do Conde Je l jr i y teiu
ado que fazer impreasa, que se minifesta en
aeioioea diversas.
O Correij di Noite apre;ia a^sim :
OS- Burn.yes. no seu dir-to, e al a
io. entrada oo in-laiaent pode ser conveniente
para se liquidaren rsjpoa' b;l lado-* que seria
raeio n i n aparar, para que o pan ftqje sebeo
ia^ WW a qu m e*'n cabeoj.
D -appiovaua omaai ;to elailoral, mas nao
#oe p rmiUe o : :S0 03 to liberal, ir-n as
aossas ka i fte- arttdi as, d<:ixur de recoohe-
r os sean d.rei: s a apresentaco do sea n.ma
tas sudario, populares.
A'etar esse oome, ou r pulial-o. isso com
m el-r.o'i's.
Disculiudo a me;ma eandi latura o Da, que
jecohece no conde a qualidade de eleg v.-l para
logar da representante do povo portagaea no
>arlani ni:, traga do me? mi con Je este pe;lil:
Gjoio bS) so.nos ftocioo os, n) ooo m-
jtBlO.
-O Sr. coadr de Barra? um espirito escl re
ado, tem pratic-a iueoeieaiavei dos negnos, se
asiser pj.e ser e ama nolavel n Opeadeoou.
a,soire '.'ios a virtudes, tena umique a mais
valiosa para a vida publica : conhecer o ho-
a>ens p saber maoter com ellos o trato mais
il-0 e u.-iauaue.
Jo-naes da liba Je S. lligoel queixsm se
Hiargameu da g'ande em i,'racn que Se faz
todos os rnjZ'!-. priasipa&sata cea dcst:aj i
amprlca o N r'e.
' Je p kmi a pai Mf|a que deste ar-
cbipslago se exporta para aqaelli R-paolica, es-
are ve :d.
Na) fallara DOOCS passageiros paraos navios
aae p Ti ali fazem viageos ; os vapores Vega a
U o O id* a 15 I 'va-Jtn bastantes
O p'vi bahaior, ocamponfi prinoipalmeu
gente, uo tem rszao que justifique a sua expa-
ruca i ; p"*is tem constantemente salario alto, e
n naitas qua iras exorbitantes : attioge fe-
fjBea'. aseo'e i 600 ris d;ario3, o que a ecouo
lia i ia mal p le ecpportar.
S i F^yl J'xem, que os navios Jo trauco
Ja ere.'-.a para8 E talos UniJosdaAm
rv e raiil Ji sido freqoeat s jo pjrto t..
lo a levando car;eh'.6es completas aseeaigra em busca Je mehor fjrtuna
As vi^gns para ali sa i de 9 e 10 Jias em na-
7, i a vapor, e rauitos p ssageiros segueo, para
a tle'ifurnia.
A TRiJPOLOGIi (KlrllWL
Gstudos recentes de crimino
logia
(C<>otmaa9*o)
B-j-t-ed! k' Jec'arou que o crimiaoao oSo
^osu;a nenlm r estigma ou marca dia
jnostica pi-11 qunl pujesae ser differeoc;*
o dos outros individuos ; poder baver
ig^aes de WgaiiiJo defeituos-, mas
ases Ignves ato sabaos os do ep.iapsj
fi do alienad.
Inqtiestionav'lm -nte o argumento maia
- irrespoadivi'l t.l rdo contra hs ideas da
asela. taliaua foi o apresentado por Ma-
aouvier i|u ndu p-:rguntou : Quera for
aa esta cIhss de h.mens hon 'st s e vir
ioosos que fornecem a ptala pita qual se
Jsvcm j.iig ; s cU.-ss srinsifloaaa ?
Contorm-: <-l!-- d'Se, poiam-sa eaoon-
>ar entre eses pagu-^osos, ricioSM, br.;-
tes e os pro^-,!~o au il, qia, ^ aSa
?ves8^;in ochido = b > rataffdicta Aa lei,
aioa estariam incuidos cas chases nao
ariminosas.
Os Bardsleys, Marshes e Deemi gs da
sociadade poderiam, vista deste argu
atento, ser collo> ct>ra os moralment-) is^nts hoje e amanh,
"ajBiiili <>s seu3 crims os tornassem co-
abecid'S, foioeceriam dados pira a outra
enlumna do d;ario criminolgico. Esta
aijeegao, posto que claramente raui per-
tinente e importante, nao foi respondida
par onhum memoro do Congre?so.
S-j a escola it iliana parecen didctica
tb-.-l >eei do os seus postulados, os seus
adversarios moBtrarao igualmente di laz
cts da manutencao da caua do genese
toeiologi^o do ctime. O Sr. Lecassagae
den oo op-oiao sua que t a sociedade
que fz os criminosos. A sociedade s
iern os criminosos que merece ter. A
erimiualidadj em. r.ais do que tudo, urna
qnest o socia'.
Nao o atavismo, mas o meio social,
a condicao social, que fas o criminoso.
O Sr Pugli' 6e son iderava o crime como
nena anomolia social e como urna con
equenc'a da impotencia do criminoso em
sdaptur-sn ao sen meio social.
Manouvne.r pr.rguotou : Qiem pode
, diaer o que nSo ser do hornero de corpo
alo se se vir bujeito pressSo coutinua de
eios sociolcgicis contrario ? > Para elle
ara a vida infantil, a familiandade com o
aicio e o crime, o meio, a falta ^e educa-
c2o moral, as coudicSes sociolgicas que
produzem o criminoso, mais do que os c-t-
lacterts antoaicos. E' ocioso >
p'osegi:io elle* nao reconhecer, con-
ainotamente com as imperfei,S)3 da na-
aresa humana, a influencia pcinioios-
que ezeroda pela m educayao, pelo
aiSos exemplos, pelas necessidades natu
raes ou ficticias, as occasiSes attractivas,
aa ge.c.5 s illegitimas, a repugnancia ao
trab tade :ppxr< ntcmeate natural de comer o
pao t goz.r dos frutos do trab !ho de ou-
trem, ou a satisfacao cansbda por um >
primeira falta que trouze lucro e pascou
asm castigo.
poiem ser fonte de orjulho em um solda-
do, torair-ae-hiaat ctecraveia em um !-
drio... O aneltu.r arteafto pdi temar-
se um saetaadar au fuimttitr muit i pa
rijoso para, tina banco, e attinga se a nittm
eminencia da arimj por cauaa d*s qua-
dades exaalleafeea apre*temo ito i at -
raes ^ue poderam t-r jeito delie, e qu
contribuirlo ai certo ponto pin faa.l o.
ata bomera bomaata bem saecadido.
Manouvrier alludio ao lobo de Ribiur
din como iliustrando os flV.tos e as ten-
dencias do meio neste p/oblema en so
ciologia.
O dono n.via conseguido educar es e
animal a ponto de ser um mera ,ro ho-
nesto e resp^itavel do apiisco dos coriei
ro3, refreando-se de atacar aa ovelhas, o
contentando ae com as auas retejom re
guiares.
c A refeictSo regular para o lobo faaia
o mesmo papel que a renda diaria p.ra o
fiouiem, gracas qual muitas pessoas que
poderiam fcilmente se tornar criminosas,
passam a vida com a cabeoa levantada e
gozam da confianca d s visinhos com a
reputacao durante toda a existencia de
serem horneas honestos.
O 3r. Laschi diss? que as sidades mais
revolucionarias da Europa, como Paria
Floronca, Qenebra, erara aquellas em
que se manKestavain o maior genio e
mais vivacidade de pensarnemo.
Com^uaoto iato sej-* evide.itenieota um
exemplo qus prova da mais, do ponto
de vista italiano, todava os Drs. ttroaar
iel e Motel iosistiram que preseoca d-j
crimes polticos ara deviJ a urna media
inferior de intelligencia.
Consiieravam o fanatismo, a impres-
sionabilidade e a exahacSo como os prin-
cipies tactores noi c i raes politicos.
Os argumento contrarios s cansas so
otolgicas como as uaicas e tfijazes para
xplicar estes problemas, era do que j
se citou em favor do modo de ver da ea
cola italiana, 'o.'am assira resumidos ter
smente pelo professor Farri :
i S> o crime fr o producto exclusivo
do meio soiial, como se poder explicar
o facto conhecido diariamente, qae no
mesmo estado Bocial e em circunstancias
guaea de miseria, pobreza e igoorrincia,
do cada cem individuos sass ".ata aao sao
criminosos, nao eommettem crimes ; fc
dos quarenta restantes, cinco preferem o
. uicidio ao crime, aaaw fioam loaos,
cinco toraam-ao mend'g >s ou 7agabundos,
aente vinte e oase 'o cara 36 tornara
criminosos.
( ontii ).
C ;m esses, que nao admittam o prc-
gresso tflficiuado se n3o quando podo en
aidicio ar-lhe provas sufficientes, nao de
v naos temar deccuclo, porm desconfiar
dos i'-.taailadoa *bios qae tazcm ommer-
ajo de miMjvscSes medicas, expondo a
vida do djsrata a fia divf.iao do scisnti-
fico : sSaeaaes que pratendem introduiir
aa pratica e^penenoia do laboratorio,
antes de havereta certeza de effiaaota.
Ha vin*.- nnnos que eu constantemente
repito a meus -discipnlos : esses indivi-
duos sSo charlataes io pro^resso, nao
tm consciencia, menosprezam a sade
de seus doe-.'t-s.
Em ultima aua'vse, diese o Dr. Semo
la : por ora, nSo ha nenhuma possibili
dade de se admittir a medicina do Dr.
K> k
(L'Eclair)
Americus,
LITTERiTURA
MEDICINA
Anda a lytnpha
NOVAS EXP5RIEN 1A3 D Vd^. KO"h
O QUB SE JLGA NO MUNDO MKOTCO.
O OhG NISMO INVADinO PELOS BCIALH09
LaborThbio clnico Sabios
E CHARLiTAES.
( ConulusSo )
Periodo ptisico
O periodo precursor da tsica, qua se
p i i deaomiaar permi't.-so-jn-j a ex-
p :ss;i periodo protit'Ct, talvoa o m^is
perigodo e desc ihec d > soieBtin amonta
rallando, (i por isso o menos accessivel sob
j ponto d; vist therapoatio rsoi asi.
Entretanto, at a presente da ,. o era
qu'i 9 recorre a madico p-.-eveaiv*
coto alguraa probabi'idade de bom xito,
appUaaado-se por es pago da sanos metho
dos basados jom especialidada.em agen-
-os p'oys,ologio3 que s tea modificam
leu' .m'inte a constituido orgnica, e des-
t rte subtrahem o enfo-mo influencia
t ital que o reduziria mais ou menos breve
a um tuberculoso completo.
Iafeliamenta, porm, esse methodo s
por excepcSo triurapha, seja por que se
circumscreve a numero limitado de doen-
tes, seja por qoe nSo ataca de maneira
especifica a diathese tuberculosa.
A tuberculina como um diagnostico
Eis -m baluarte a que siguas eathu
siastas :egos folganara acoiher-se pira de
corto modo se indemoisarem da derrota
colossa).
Pois bem !
Eu vos digo francam9nta que o cliaio,
mesmo mediocre, nao precisa utilisar 83
deste metbodo que, a; imprimisse ao
diagnostico nma corteza matemtica, by-
pothese inaceitavcl, onde as vantagens
que Ihe adviriam ?
Q i ado eu examino um deente suspeito
de tsica, em meu c>raiter de medico
pratico, prefiro esquecer a iuvids.
Assim, adstrinj -me a ura diagoostico
menos d.sanimador, de fac.l acaesso a
tber peutica, tanto mais quanto para ap-
plioar a celebre descobert devo dar prin-
cipio arriscando Ihe a vida, o qae nao
licito o um medico attencioso aos dicta
mes da conscieucia.
Fltame c rasiderar a tuoerculi a ap
pcada aos animaos, perm nSo me com-
pete este assumpto.
A medicina experimental
E' incontest ve) que os progressos ac-
tuaos da medicina experimenta!, que fazem
tanta honra a sciencia francesa, tm sber
to largos horisontes a esperauca, porm a
minha posigo de clnico obrig me a con-
fessar que a' a data actual estes progres
sos se nullificaram relativamente a especie
a von-J^a qae tratamos.
No laboratorio os r snltadoj colhidos,
sem exceptuar os dess medicina -xperi-
mental, mxime quanto a immunidade e
augme o de resistencia d'um organismo
animal a cert s inocul c5es virulentas,
Vice Thit to he bated noeds but to be seen :
Yet seen too oft, familiar with her face,
Wc firht endure, then pity, then embrace.
Uomme taedo ainda esta phase da dis
enssrfo, M nouvrier chamon a attengSo
as palavras segnintes, para um facto qae
todos devem admittir, e que tem todava,
influencia muito directa contra a theoria
das peculiaridades estruc nkeo como as bises orimordiaes do crime :
Temos anda de considerar qae existem
maiti.s peculiaridades physiologicaa qae
se ternam quslidades ba'-s ou ms segn
do as circumstanciaa, e esaaa circumstan
cas sao simplesmenteo meio. Um tem-
porarneuto amoroso poderia ser altamente
apreciado e lisongeado em um caso e
aroar-ee, todava, extremamente pertgoso
Ahelo
Dulce ea quzera ser o espariilbOi
Qie comprime o tea s>io palpitante,
Para sentir o a-oma inebr'ante,
D'esse tea corpo de luzente brilbo.
D'esse tea corpo lindo, avellanado,
Cheio d'atn qoeatc e rub o seusual sino,
ij esperta em mim um nervosismo,
Sombro e forte, rispido e maleado,
Como oaviria o palpita'* gentil,
D'e'se tea coracAo barmonioso,
Em noites de luar em pleno Abril T1
EmbriagaJo n'um mar tellcloso,
O mea;e o-naria !ouo e vil,
O leuum ocano tormentoso.
Carlos Variz.
REVISTA DIARIA
sao innnmeros, e o esminha a seguir
mui eeductor, porm anda nca distancia-
mos de poder concluir que os mesmos
dados se appliquem ao homem especial-
mente a*1 enfermo.
Para este o problema se torna infinita-
mente mais complexo, e por sao infinita-
mente d'fficil de resolver se em raz&o de
immeo8 tal vez, jamis se alcancem.
Receio da ciencia
Sob este aspecto, verdadeiros sabios
3ue tm conraj-frado a vida acquisicSo
a ve.dade sciectifica, e os ha po. to^.a
parte, principalmente em Fracca, esses
verdadeiros sabios, digo eu, tm duplice
direito a bomen^gem de seas concids-
dSos, porqne se sacrificam a sciencia n-
dependente de utilidade propria, exuepto
a gloria, de ordinario nma velba encar-
qmlhada.
aerea fflielaea -Por acto de 5 do cor
i ente foi demitt'.do, b?.m do servico publico,
L'vino da Silveira Lins, do cargo de delegado
Por a'tos de 6 d> meemo t\i nomeado para o
cargo de subdelegado de Barra da Jangada, o
cidadaoCancio Alves da Silva, e exonerados
pe 'vio, Fabio Cesarle Araujo L'ma do cargo
de 3' supliente do delegado oo muiieipio dr
Ila-nb e Ovi lio io Naso.ment 'truno Waeder-
iey, do cargo de subdelegado do l* districto do
jiunicipio de -aofiotnino
Por oto Je 8 lo corr-ute e para a execugo
da le; n 51 de 3 do mesmo mes o governalor
ilo.Es'itio, resolveu desligar do corpo policial a
c ii suba de estafarla, a qul ti a constituido
en esquadrao.
Xa ine.-ma J^'ta f.-i (nosferldi o tenen'e da
6* compaiha do corpo pol cial, Joiqmm Diogo
If tarros Aranjo, para iual posto na cornea
obla de civallana, deveudo assumir o exercio
no prazo de 6 ''.as, e nomeado para sabs itail u
o atea o Joaqun Flix Bezerra Cavalcaote,
qu- assumir o exerclcio no aatts de 8 das.
Se igual iaa loi transferido o commissano
do 8 distn '.o da 1 regiao da guarda lo-al, Ji-
q jm Jav ocio de Almeida pars o Io districto da
mtsma regiao e o comm ssario Augasio Fran
cisco do Loato dj 1 districto para i 8-, deven-
do os tra isleriJos assumir o exerci io oo prazo
de 8 os?.
Fo-am lambrm transferidos os sab-coramissa-
'ios da guarna 1 cal do monicipio de S. L ureu
50 da Malta, Au eliano Agricij Bezerra de
Agaiar, pira ifual p s'.o no m ni^ipio de Ana
Prata, e o seste, Jos Aiver Teix ira no Aanrai
pra aqorlle, deven io ^sjumr os mpeetlVO!
i-x-'r! 1.8 no praao oe )5 lias.
O Puolica ijjs a e^uia'.e co uuiu 1 c;igo que er-
vio se le d.r.gir-aos o d gao omraau iant.- do
d i- miiuar, general Rjaerto Fernira.
S Ex. c r-ire on a versan qu a e ge refe
re jO coiriecimeato do dia 9 '.o cjrrente, or-
naodo saHeote a cexacildao do hUt-riauo do
m--smo acoutecimeoio uessa referencia.
A recilicajio, porra nao lem Imco com a
aotlcla que a respeiio demos ; pois dos dadjs
qa< aos firam traz.dos para sua coordenaco,
oo se compreaeodia o inrideme a que allude e
e eontiSta S. Ex.
Eis o que dz o Sp. genera'. :
Sr-. redac.ores do Diario de Pernambuco
Hoave equivoco p r certo na noti;ia dada a pou
eos das de me ter apreseuiado no mercado,
quando ali on as imraediacOes, (ora contundido
0 mea aju 'ante de ordens.
To pouco exacto qae tivesse ea lomado
qaalquer providencia sobre o Sr. Dr. Prefeito
municipal.
No dia ero qae taes f^tos se deram fui a Pa
1 icio saber do Sr, Dr. governador o que havia e
por elle inieirado retirei-me, paseando pela ra
lo Imperador, BarSo da Victoria al o qnartel
general e saberolo pelo mesmo ajudanld de or
dene que um guarda lo^al refugura-se, nao sei
porque mol o, na da gaarda Tbesonraria de Fa
zena, at ali, ora elle por miaba orde -.
Pouc dpa s se me dizendo esiar ferido esse
oficial, volt. de novo a entender me com o Sr.
Brao.:a Lima, a qaam ped para nao ser provo
cada a fo'gt federal oio euvolsenlo nos; cont
omentos polticos e teado connecimento pelo
Sr. goveraatur de achar ae o Sr. Dr. ques'.or no
mercado, re'ireirae palo camioho mois corto.
Ao c legar no quarlol general apreseotou-se-
me o Sr. capltao R:go Ba:ros um disponibilida-
de na gaarnii,fto, dizendo ter obtido do inferior
commandan e da gaarda da TGesouraria de Fa
zend 4 r>r,cn para soccorrer ao Sr. prefeito.
duendo ea estar selente, mais nao satisfeito, e
sobre o qu; jaman lei proceder a ama syndl-
caacia, confirmando me o Sr. capilao Evaristo
ter feito voitar as pravas a gaarda, sem que ellas
offendes.-em a qualq er pessoa.
Recife, 11 de Agosto de 1892. Robe-to Fcr
reira geaeral 'te brigada.
Mercado de **, los Esse mercado j
bontem apresentoa urna face calma; e os ni-
mos se revelavam satisfti'.os com a procidencia
tomaba pelo governador.
All estove o Sr. D-. questor, 00 inieiesse da
ordem e de fazer observarse aquella providen
ca, a resp.-ito da qual, porm, parece qu o con-
celbo municipal se insurge, preteadenJo cobrar
impones do orcamento caja execaco foi sos-
pj:.sa.
Este pensar cutorisa'se no facto, que nos
consta, do administrador do mercad se recasar
a fazer a cobraica pela orcamento vigorado,
a olando d,o (n'retanto os contribuirte, pois
n obama arrecadgao se pffeclaoa.
Esta fi'.uaco, porm. nao poda perdaar paio
prejaizo que adveoj : o municipio.
O arreameoto nSo colbe, nem acautela o re.
ceb.meato da reala, que assim se esvae.
Pe se-se nisto e brese m- Ibor.
Ooiede Agoafo Aotebon'em e hontem
celf orou a mocidade acadmica (estas sokmaes
commemorativas da fundagaa dos corsos jurdi-
cos no Brazl.
I As festas de antehontem :onisliram n'uma
sessao Iliteraria econ erto no the-at'o Santa Iza-
bel, realtsaado se por essa occasil a eot e^a de
um rico estandart ao corpo docente da Facul
dade.
A sessao foi presidida peloSr. Dr. Portella Ja
Dior, na auzeocia do lllas.rado S, Dr. Mariis: Ja
nior digno .rector da Facaldadu e que por en-
oommolos de saade nao poudecomparecer ses
'sao, tendo pronunciarlo discursos os acadmicos
Joiio de Furia, Alberto M.randa e Alfredo Pinto.
A part concertaot corras -atis'atoriamente.
Hoatem bouve illura nacao no ja lim e Praca
17 e no '.a o sal da ra 15 de Novembro, qae es-
i-dvam Indamente ado na las.
.-' larde um lon^o prestito precedido 'ciban
das a-ciaeg p acorren as ras da cidade.
?r ndeu realmente todas as attenefies o rico e
ixuoso estand rte da Faculdade.
A dign' commisso execoiiva nao poapou es-
f .rv'os pa a dar 1 solemaldade o mximo brilhan-
tismo.
Teiriramna-Tendo o Sr. Dr. Slarlias
Jnior director da Faculdade de Direiio do R>-ci-
f-; (e!?iafado ao Exm. Sr. Uinistro da Mi i, b.
i-omDonicndo baver reassomido o exerclcio no
(. ndo cargo, receben o seguate telegramma
em respota:
Rio 10 de AgostoDr. Harlins Janior.
Agradeco Vus comicuoicaci'O desojando qae
"ntiaaeis mostrar geraces vosso grande amor
R^poWica, sin;era dedicaco Patria, qae tanto
oecessita a"o uxiliodos aetis filbos. (Assigoado)
Ministro da Mariiiba.
Prie*ePor estar fartando om pa; de boli
as, do predio n. 5 do largo do mercad', foi pre-
po honiem pela mah o individuo de nome Jos
B. zerra da Silva, que foi recolh.do no 3- posto
da guarda local.
Deaerdelto Na occasioriera qae procara
va travar co flicto no largo do Mercado foi preso
taonWm o individuo de nome Juiao da Cosa Bra
iil, que acba-se disposicao do Dr Qicstor.
Vapor edaiena-Te!egramma recebi-
do pela agencia d, Real M.la Inglesa diz que
esse vapor sahio uo pono da B^bia no dia tt aj
z boras da tarde.
Paquete Espirito MantoEs e paquete
aqoi ebegar nc dia 13 (le Agosto pois deixoo
hoje, 11, o porto do Nal I.
Paquete Uaa-A pariida dessa paquete
da Companhi Pernambucioa, que d-s'.ioa-se
aos partos do oor.e a e o C ai 1 fo transferida
de nrdem do goverD*4or. para o Jii 13 do cor
rente, s 4 boras da t?'de.
Crrelo da Europa Coegoi o n. 16
Livrana Contempornea.
Companhla rVaolonal de camUai e
roupa braacas-Tuve fionem logsr a re
amao dos subscriptores dessa ccinoanbi-, qae
foi definilivamente insto liada, com approvvcao
los respectivos estatutos e tendo logar a eleigao
dos cargos eociaes eda lirwii li
Foi este o resallado da eUicSo :
Assembla geral
P.esideole e vice ditoDr. Joi Jjaqoim de
Oliveira Fonseca e commendador Anin o i--ues
de Alm^ida Leal.
SecretariosMaooc'l Cl^mentiio Ribeiro 3 Aa-
tonio Ijs de Oliveira Campos.
Directora
DirectoresAntonio Mo-eira, Manojl Lipes
Vieira e DjmiaKOs de Freilas; joppllis
Augusto Gonculves da Silva, Beico Alves U.
Tomes e Jos Domingues Maia-
C^mmisso fiscal
Siembros-Gs.lhjraie \. Gomes, Jos Joaquim
da C >-ta Maia e Mauoel Lipes de S ; snpplen
les, Felino Dunsiono Ferreira Coelbo, Augusto
Goncilves da Silva e Manoel Moreira de Soasa.
A directora acba-se empossada j, ten lo com-
parec o accionistas representando mais de 3/fc
do capital.
Club Internacional do Becife Ana-
nh as 8 Doras da ooite era lugar a sessao de
po8se da directora elei'a ultimameat.'.
Esee acto ser abrilhantado pela presenc de
senboras, e em seguida ao qual combar o *a-
raofamUiar do mez.
Sociedade dui Artlataa Mectaanlcoa
e Ii*beraee R-une-se boje em assemnla
ge-al, etn 8?gurda convocago as 6 1/ boras da
(arle.
Calamento civil -No d.s:ncto
:e.n lido o p-oclama de casamento dos eeguin'.es
on ralieot- s :
Primti-o
De Ignacio Pa- Brrelo com Mara Deia.ira da
Co. solteiros, lesirtenies no Recif t.
No 4* distrcio loi haotem igualmente al5
xjco p -oclaoias ao ca-aneaxs dos seguiiiie3
Cvinraben'.es :
Priraeircs
Arihur Martins Saldanaa, com D. Th ojolin
la dos Santos Porlo, u-oradores na freguezia ca
Boa Vista.
Jos Vicente Ferreira da Silva, com D. Mina
J Montelro, moradores aa freguezia la Boa-
Vlsl;i.
Empreat de ferrovia* U n collega
da capual federal publica a seguinie mcosageo
do presdeme da Repblica ao Congresso acerca
da observancia do disposto no art. 8* a.
2 da lei do orcataeoto federal.
T--iid ale! de orcimemo de 30 de Dezem-
bro de 1891, em s^-a a. 20 J V art. 8o, obrigado
as'orapannias eemprezis ue estradas de ferro
a entrarem pa a os cofres pblicos com as quo-
i-is tixadS para as respectivas desp^zas d lis
al c;io promolguei, pa-a que fasse em ludo
camonda ;qu IU disposicao taxauva, o decreto
o. 733 ie. 9 de fevereiro j coren e annr-, dan-
do regulan-acSo ao modo pelo qual deveria ser
execa'sda a refunda lei.
A maiof narle doa.CJniratos entre o gbVerno
e as compaoas e emprezs de estradas de ler
ro tem por cLsala declaracio expressa de que
lies dspezas corriam pr coala do goverao, de
molo que a applicagio uaqutile preceilo it gis
1 -i vo lia trazido, como con^cquencia inevitavel,
alteracO^s forcadas nos compromiscos p--feita
menie contraudos e anteriores lei orjameata
ra aqu tratada.
Essas alterac6es claramecte desper'aram na
0. m jrebenso qae a exequibilidade da citada
lei tm, contra todos os principios e praxes ad
ministraiivas, carcter oo antes effeitj retroac-
tivo ; uo se pdenlo, pois, negar razo s com
poninas e empresas de estradas de ferro subven-
cionadas que protestam contra a exigencia desse
onus. que nao encootra nenbum preceilo con
tratoal que Ibe i plauslbilidade na execugo
que Ibe < devida.
A adoinistracaa tem se visto em emb iracos na
regalaridade e Dcm andamento nos aiLzeres pre
sos a esle assnmpto, pois que se de um lado
compete Ihe dar cumprim nio a esta lei, de ou-
tro lado v se constrangid* de los seus propnos
Henos.
Muito conviria ao publico servico que dsse
u;aa soluco a este negocie, ou revogando o u.
20 4* da lei do orgamento vigente ou restrin-
gi jo sua applicaco aos contratos posteriores,
ou ainda, o que parece-me mais acertado, indi-
cando outra providencia, qua foraeca os recur-
sos para tiscali-agao, que reputo de grande ne
cessidade, mas, sem aovas dspezas para o Tne
sooro, atim de que a mesma lei nao teuha effeito
retroa ;iivo e na_o v, como acabei de vos expor,
alterar contratos bi laleraes e exeeulados livre-
mente por ambas as partes.
Espero que este assumpto ser sabiamente re-
solvido por vossas luzes e vosso alio palriotis
mo.
Imprenta-Por intermedio da Livrana Cou
iempor-n a recebemos os fisciculos 23 e 26 de
Judeu Errante e os 38 e 39 dos Tres Mosque
teiros.
Agradecemos a fineza.
Lela federaea -C Sr. presidente da rep-
blica sane ionaa a: resolu0 legislativas :
Autor: aado o goveroo a mandar pagar o aug-
mento dos vetiCimentos dos tclegrapbislas da
repblica.
Relevando a prescripeo em qae iacorrera D.
Olympia Candida Guimres Amaral, para o
effeito de pagar-se he o meio sold da patale
de sea pai.
Inspector da Alfandega do Ceara
Foi nom-.ado para esse cargo o Sr. Leopoldo
Leonel de Aleacar.
Per nanas uco -Sob esse titulo se no
Diario de No .cas, do Rio de Janeiro, o se-
gulute sobre o oomeaco do Sr. Dr. Julio de
Mello para o cargo do questor deste Estado :
Ua lelepramma de Peraambu:o, publicado
hontem por um dos oosses collegas da maobfi,
hffirma que o Sr. Dr. Julio de Mello F;lho, que,
^nesta capital, exerceu o cargo a% 'elega lo de
poca, na silaaco Lacena, f a nomeado ques
t jr policial 00 Reeife.
Como nesse telegramma iparece haver, ainda
que e lev, urna cr sura a lao digno cavalbeiro,
po!emo8 afirmar que S. S., ten o sido nomeado
delegado de polica naquella sitaacSo, deixou
esse ca*go por na po.Icr acompanhar a poliiica
i;-quelle ministro, como o podem testemonbar
valbeiros dislinclos, residentes nesia epital.
Ac::e3ce ainJa que o honrado Sr. D Barbo-
13 Lima, actual governador de Pernambuco, nao
n tal nomeas&o sem qae bouvesse sido infor-
mado por pessoa altamente collorada, ao lado do
/ice presideute da repoblica, da correceo do
procedimeuto do mesmo Sr. Dr Julio de Mello,
que, alm disso, j havla servido com inteira
lealdade, durant o #. veruo prov or o, s car
gos d secrtario do governador do M. anbo e
1, befe de polica, oease mesmo Bstsdo.
Conaelhstro Orj Perlence No Iti > Je
Janeiro flleceu o conaelbeiro Dr. Francui P-
xedes de Andrade Perisoce, illu-trado profe,sor
aa caJeira a perages da Facaldade de Med
cia da capit.l federal, onde por sea talent- e
notavel erudicAO deixou brilbaole recordacAo do
seu nome Ilustre.
Dr. Erneato de LaareEsse dislinc-
to engcnaf.ro eivil suecumbio cm Barbaceaa
tenaz enfermidade, qae o accommeit. ra e nao
ceden a qaantos esforcos foram impregados para
debellal a.
Natural do Rio Grr.nie do Su!, ah oceupou
diversos cargos de sua prdisso e Da capital fe
de.al, logrando sempre captar a isiima de seus
ebefes e amigos e distiogaiado se pelo fiel cum-
pr;c- n'o de soa3 fui-(Oes.
O Judeu errante e o Tres monqu<-
telrus Cb-^garam a L'vra-ia Cootemporao a,
ra Primeiro de Marco o. t. os fascculo- 25 e
26 do prlmeiro e 38 e 39 io segando dess1 ro
manees, de Eogeuio Sus e Alexandre Damas,
pai.
Da los estampa pela Empreza Luterana Flu-
minense em edico popular, a sua nqui-ico
torna-ge muito fcil e accessivtl a lodos, qae
assi'o podero baver primores de littcraiara a
facile march.
ervleo alisarHoje supe 10- do dia
) Sr. major Loureio, fax ronda ds visita
O 2* oatilbo de lufaat tria dar as guardas
--. s edificios federaes.
.ifor.i.e n. 4.
ervico policial E' boje aaperior de
i<. ? -r. a t'o Cantarelli.
O corpo de p iic.a 4ar as guir (as de Pala
ci, Jeteocio e Tii;souro do Estado.
Uniforme n. 7.
santa CaaaEis o pes3oal de enfermos e
educandos xistentes nos estaoelecimeotos acar-
do da Saatu Casa no mez de Jalbo fiado.
A>y!o de Meadlcidade
Hospicio e Alienados
Collegio dos orpbos
Hospital Pedro II
DUo dos L zares
Dito de Santa Age 'a
Casa dos extostos:
Km poder das amas
No eBtabeiecimento
96
216
235
280
2C0
689
47
3
312
inspectora do S. diatrlcto
MatoReeife, de 10 Agosto de 1892.
Boietim meteorolgico
tfiris Tem. centt- Barmetro Tensao do
1.766
man
Hni
dade
82
73
76
78
sol 6,"7, ?on>
grado (a 0) vapor
6 m. 22 760-.24 16,16
9 2i.'l 760-96 16 28
12 55*1 761-.42 17 81
3 t, 25'4 759-65 18,88
6 24 6 760-.19 18,88
Temperatura ruiaima 20*, .25
Temprala a r/xima 26,(0.
Evapornco em 14 boras ao
o- 3i.,8
Chava nolla.
Direcco do vento S\V d* mna ooite ate 2 h.
e 50 m. da roanha ; :-W e WSW alterna los at
5 h. o 16 m.; WiW al 7 li. e 45 m vanavel de
SW SSE at 10 b. t 45 m. tarde; sSE a' 11
b. e 36 m ; SE al meia noite.
Velocida.;- rj-.d do vento 4-,16 por segundo.
Nebulosioade media 0 43.
Bo etim do porto
Pra mar ou Din Horas Aitun.
baixa mar
M 10 ie Agosto 1158 ia m. 0-13
'. M. 10 le 6-17 da t. 2-3
et- *ffaciBar-4e bao j^ bc? ates
H je:
Pelo agente Gu?mo, s 11 bor s, ruado
Bispo Sardtuba n. 1, de mobias de jacaraad,
laoternas e mais movis.
Pelo agente Martina, ss 11 acras, nos AfUi^tos
n. 44, de me veis, espelos, ob-as de bnibaote,
curo > relogio, eto etc
ATab :
Pelo agente Britlo s 11 horas, ra D reia
n. 36, de urna mobilia, movis di Jacaranda e
OUtros.
Pelo asrente Martins, s 11 horas, trave-ssa no
Livramento n. 8 de um cofre e varios movis.
a faBeSM-Serio celebrad s:
Hoje:
A's 7 e 1/2 hons, na igreja da Soledade, prla
alma de D idos Francisca Ferreira ; s 8 boras,
oa igre.a de S. Franrisco, pela alma de D Can
dida Ramos Machado s 8 lioras, n? O dem 3'
de S. Francisco e oa cape la de Casanga, pela
alma la Manoel Goncalvee Fe reir e Suva; s 8
horas, na igreja de Apipncos, pela alma de D.
Leocadia de Siqoeira Cavalcaute.
Amanb :
A's 8 boras, aa igreja da Penba, pela alma de
D. renla Maia do Carmo.
"aeirc* -Qbegados do sul ao vapor
Ptrnambuco :
D-. Jcs Soarea Anir, Joao B. das Neves,
Jacintho P. de Lyr. Gustavo B. Cordelro. i pra-
cas, 1 mnlher, 1 marinbeiro nacional, A. H. Car
valbo, Adelaide Carvalho, Leonel Amorim. Anna
Amarim, Analia, Alexandrica, Hodooe!, Nicolao
Brando, bandido Braudao. Henrique A. Aguiar,
A nonio P^reira, Tnomas Pcrcone, Jorge A fora,
Rog Asfora, Francisco, Binbolomea, Jos Vaie
rio, Maria Joann. Hercolaoo, G egono. Jos,
Joo, Dselo!, Henrique Feroandes. Angela Gar-
ca, Joaquim F. R;drigues, Manoel Salvador.
Caaa de Oeicn^ao-Moviuiento aos (.e-
so3 da Casa de DetencSo de Reeife, Estado ot
Pirnambuco, em 10 de Asosta de 1892.
Existiam 335. entraram 8, sahirar? 3. exts-
su 340
A saber :
>;cionaes 3C2, iiultierct 8, estrangeiroe 30
-Total 340
Arragoados 301.
Bons 287.
Doente 8
Loacos 4
Loaca 2.
-Totas 301
Movimento da eoIe^marU
Teve baixa : ,
Jcs Tavares de Santa Anna.
Teve alta :
Galdino David dos Aojos.
Hoaefctal '"dro U J movimeoto deste
estabelecimento de caridade cargo da Santa
Casa de Misericordia do Reeife, do dia 10 de
Agosto, foi oseguinte:
Existiam 661
Enlraram 10
671
Antonia Maria da Concejco, Pernambuco, 12
annos, aolteira, Boa-Vist>, cacb.xia palustre.
Francisca Faosuna Fausta, Pernamb co, 4t
annos, solieira, Boa-Visia, tubrculos | almena-
es.
Se-erinoJos de Sant'Anna, Pernambuco, 3
annos, solreiro, Graga, paralysia.
JaSo, Percamboco, 2 aonos, Grapa, dyarrba.
Jesuiaa Maris Magdalena, Pernambuco, 56 an-
008, solier Becife, periloaite.
Um feto do sexo masculino, Pernambuco, S.
Jos, uaec u moro.
Francisco Pedro de Oliveira, Pernambuco, 31
annos, casado, Santo Antonio, leso car liaca.
Constantino J-us de Almeida, Portugal, 54
annos, solleiro, Boa-Vista, tubrculos pulmona-
res.
Lacio Victo'iao Ambrosio da Cunba, Pernam
bo o, 29 anoos, carado, B. los, tubrculos.pul-
mn., res.
Bernardo J.; Rodrigues Pinbeiro, Portugal,
92 ancos, casado, Sanio Antoci decrepitode.
Viceolr, Pernambuco, 6 mezes, Graca.convul-
sO'S.
CHRCNICi !' OICIABIA
luaia Commercial do Estado de
ernambuco
ACTA DA SES "aO DE 4 DE AGOSTO
DE 1892
Presidencia do Sr. deputado Joaqn'm Olinto Baslts
Secretario Dr. Soares d'Avellar
A's 10 boras da macha foi aberta a
sessao estando presentes os Sra Deputa-
dos : O mnendador Lopes M.ohado, Bel-
trto e Fi^ueiredo, faltando .em p^rttot-
paySo o Sr. Deputado Paula Lopes.
Lida ipprov. ita a acta da se .sao an-
te: or, proc deu se i. leitura do seguate
EXPSDIBNTB
Officios :
Do governador do Estado, datado de
29 do mez paseado, remetiendo, em
complemento do cea uffi;io ds 30 de Ju-
nho ultimo, copia do aviso do Ministerio
di. Fasenda, o qial Ihe f.-a dirigido em
11 o'aquelie mez, em re-posta a reclama-
gao feita por elle contra a decido con-
sume da circular n. 22, da 2-1 de Maio
do corrente anuo, concerntete ao imposto
de tran8raiss2o devilo pela compra e van-
la de erubarca^Sji, assegurando ao mes-
mo tempo, que opportunamente resper-
deiia ao Sr. Ministro la F-zenda, sobre
:o referido .v:bo.Para
0
Sabiram 21
Flleceram 4
Existem 646
------671
Fo:am visitadas as enfermaras pelos seguio
;es irs :
Moscoso entrn s81/2 horas da manb e sa-
nio s 10.
Barros Sobriobo entrou as 71/4 da manb e
sabio ij.h>o s 8 i/4.
Malaquias envrou es 9 da manb e sabio s
10 1/2.
Sim&es Barbosa entrou s Ib 3/4 da manb e
sabio s 11 3/4.
Berardo enl ou s 10 1/2 da manb e sabio i;
11 3,4 horas.
Arnobio Marques entrou s 9 1/4 da manb
e sabio s 111/2. .
Lopes Pessoa e'otrou s 8 boras da raaab'-
e sabio s 10.
Audrade Lima ontroa ^ 9 1/4 la manhfl e sa
nio s U 1/4.
Vi ira da Cuoha entrou > 9 i/2 e sabio s
Pharma reo tico ntrou s 9 i/2 da maoh e sa-
nio as Ihoraada tarde.
0 ajudaote do pbarmaceotica entrou t 8 1/2
horas da manb e sabio s S 1/2 horas da lar
de.
I.olera .0 Filado do Naranho-
A 2* serie da 3' loieria deste estado, sendo o
premio grande de 300:000*000, ser impreteri
velmente extrbida no da 17 de Agosto (quarta
fera).
Lotera do Enfado do rao-Para
A 17.* serie da 52." lotera, deste Estado r*::jc
premio graoae 240:000*000, ser estrahid
uo dia 3 .'e Agosto sahbaJo).
Lotera do Esta Jo de Mlnaa fce
raeaA 5* parte da 7 lotera, deste estado
com o maior premio de 36:000*000, ser extra-
bda irop: 1 iv. m ate, no dia 16 lo correte,
t;-rca fei a.
Lotera do Balado do Ceara A 2*
parte da 1' letfria *o estado do Cear, com o
preuiio jjraKd- de 80:000*000, ser eiUrahida
irapreteriveime iieno dia 18 de Agosto (quiota-
feira).
Lotera do Sitada do Mo Cirandr
po alEsta l.ieria cajo maior premio de
10:000*000 ser impretenvelmente extrabida
00 di 13 de Agosto (sabbado).
Centiterio publico -Obilaarlo do dia 10
de Agosto de 1892.
Sanina Maria dos Sanios, Rio Grande do Nor-
te 50 annos aolteira, Boa Vista, carcinoma.
Josrpbi Maria da ConceicSo, Pernambuco,40
annos, 7iuva, Boa-Vista, albuminuria.
o ..ssumpto
archivo.
Da jAota Comoj rnial de S. Paulo,
ciin data de 18 da J.ilh fido, aecusac-
do o reeeb ment do offioio desti Junta
acompaohado d& rjIa^So dos commercian-
tes matrcalados no periodo de Janeiro
J 1 ho do corronte auno.Archive-se.
Da Junta Coatmereial de Portales*,
datado de 28 do meu ta !o, aecusandj o
reC'^bire.-ito da relajo des commeiciati-
te3 matricu'ados oatts Jaita, ni periodo
de Jaaeiro a Junho do corrate anno
Seja archivado.
Da Juota dos correctores, datado de
30 do 111-z lindo, remetteodo o boietim
das coUcSs, relativo seraara de 25
30.Para o arohiv>.
Da .i.e ::-. Juota. e de igtu dat., en-
viando o b.i'etija relativo ao numero de
cotajoja eff^otuadas dirante o uudido
mez.Arcbive-se.
DESPACHOS
Pet'SO:
Do ti. ;;-.,'. a Angosto t-.jo de Miranda
c- R ifino Susano G jo de Miranda, socios
componentes da firma Gome Augusto
Gjo de Miranda & C, pedindo o archi-
vamento do seu contracto soca!. Archi-
ve-so.
De Joaquim Bernardo dos Res & C,
successores, pedindo o regis'.ro da marca
de cigarros denominada cus tres risos,
constante dos esemplares que juotam,
Procedo o parecer.
Do agonte de leSes Jos JaotQtho Sil-
veira, apreseotando a registro o conheci-
mento do imposto de industria e profis-
sao, relativo ao 1. semestre do txercicio
corrente.Registre.
De J03 Hago Gon9alves e Jos G:-
doy e Vasconcellos, pedindo o archiva-
mento do seu contracto de sob a firma de
Hugo, Vasconcello & 0. Vista ao Dr.
secretario.
De D. Maria R. da Silva Lorega, Viuva
e Miguel Machado Ramos de Oliveira,
pedindo o archivamento do se'i co .tracto
sociai, sob a firma V uva Lorega & Oli-
veira.Vista ao Dr. secretario.
De J.ao Deodato Lino, pdindo para
mandar certificar-lhe ae existe tabeila re
guiadora das t&x&s de commis-o-;, entre
negooiantes, as transaccSes de oonsigoa-
^Ses e vendas de navios, de geni js na-
cionaea e de prjdios ; bem como c;:titij
car-!hef na ausencia da referida i.iieiia,
qual a praxe para as ditas traas'/;:.
entre os Estados do Br. zil.- Certifi-
que se.
Nada mais havendo a tratar o Sr. pre-
sidente encerrou sessO s 11 horas do
da.
SPORT
Sport
Recebemos o n. 08 desse collega, da capital
federal, oude Da impreosa sportiva u'alli um
dos orgos mais importantes
Agradecemos a visita do ccllega.
TURF ARGENTINO
Os aoimaes qae maiores sommas levantaran)
na-: pistas porteabas desde o mez de Fevereiro
al 30 de Junbo oltimo foram :
D-strucior 12,700 peoos. Golondrina 12,000,
iNiooe 11 800. Finau.-e -0.H00, Sstanell.. 10,750,
Esneranca 10,000 Arauano 8,500, Sio ie Cross
8 51X1 San arliD 8 ioO Asi -od (fa lecido)
6.5(0, Oofia 6,400. 8?lel 6 200 A'hoO4 80n,
Hu on 3,900.
ROY L HENT CW
Realisado a 16 de Juabo oltimo, foi ganho
este anno por Suspendor, em 2. chegou Com-
mis8ioner e em 3.* Stcart-
A distancia era de 1,609 nelro?, e o premio
coostava de um neo objecto d'arte e de um
w pstkes de 20 soberanos.
O celebre cavallo Gy Hermit foi am dos ven-
cedores deste premio importante.
GRANDE PRIX DE LYON
0 -Grand Prix de La Ville de Lyonna dis-
tancia de 1600 metros, tflVciuado 00 dia 17, de
Junho foi ganho or Camleon, de Mr. Dorian,
-negando em 2 Honor e em 3. Gil Peres.
N GRAND PRIX D'ESSAY
OGraad Prix d'Essayrealisado em Rouen
no lia 27 de Junho foi ganho por Cotentio, da
Mr. Jacqaemia.
Em chegou Boane Novele e em3.Fi-
ooti.


-

;
.-
rn


Diario de Pernambuco Sexla-felra 12 de Agosto de 1892
MEMORIAL
inuuem ujfivjs comprar
Artigo* de cbapelaria oo flores, plumas, veos
gaies, rendas, etc., Bem tazar urna visita Cha
pelarla iViphnel, onde se encnn'rj fempre todo
qnaato, MM64 ariigos, ha de uielhor e inais
moderno.
2Ra do Barao da Victoria2
*..ipha, I Dias ic. C.
1HDICAQ0ES OTIS
aldreos
Dr. 8 fereira, na aa Imparacna i
d conaiitaa niedico-ciriirgica* todas oa daa
da 8 ao meto ai. meaos bm domingo* *
lias .*.ntifu>*H's.
o 2Jr. loc- MonctoD u ownaaHa a
aa casa ra da (loria u, aO, dac H
hor.is a maulla 1 .la tarde. chaado
a tora do servico publico olerece-so par*
acudir a qualquer chamado com proE'.
tio par?. ora ca eidade. Especialidades,
op^rai^ie.-*, part.; r.ioies: ;i da sea
o uc an
Dr. Joaquim Loureiro medie > partei
ro.c ullorio na do Cal ;> o. ,
!.J residencia
no ro.
Consultorio medico. O Dr. Mano..
Argollo, cum pr?\tica nos hospitaes de
Paria e B^rlim, tein sea consultorio ra
Barao da Victoria n. i.
Especialidades.Moles'ias dos appare
lhos respiratorios, circulatorio e digestivo,
eonsultas das 12 s 3 Ja tarde. Chama
dos no osenptorio.
Telephone n. 653
Cons.dt)rio medio c'rurgio 0 Dr.
Simplicio Maviguier, tem o seu dousulto-
rio, ra Marques de Ona n. 27, 1.*
andar.
EspecialidadesMolestias do apprelho
respiratorio, febre e da paila.
ConsultasDas 9 s 11 na pbarmaoia
Minerva, largo do Terca e em seu consul-
torio das 12 s 3.
Residencia ra do Hispido n. 41.
Chamados a qualquer h ra a por es
ripio.
Telephone n. 566
Clnica de 'Olesllas de .lhos
i uviu a c nariz.
O Dr Podra ntuul, ex-chefe de cai-
ta do professor \ ckar, Je volta de sua
viagera a Eurip' tem seu consulto'io
ra Nova o. 18, Io asdar.
Consultas de 1 as 4 da tarde.
Telephone n. 539
al'
-., : orillo nos pr ,ci-
paes hospitaes c Ai: Paiis Loc-
ero*, ia :oo*aUj .: os das das 9
horas a<> mato-da. ;>>-. >
dencia ra Lorga do Rosario D. 20.
Dr. Barreto Sampuio oesul -.- coe
a de i H8 4 inoras DO -da
as i rao da Victoria .. 51. R si-
d rooia a roa Seta d<- Setambro n. 34,
o a '& pola ra
Dr. Fereira da Silva rscaul imeate cho-
rado de Paris, com ortica as clnica
do Wecker e Landoit, d c de i
s 4 horas da tarde raa do uipsrador
n. 63, !. andar.'
Tefepho.it n. 588.
LESIDKJIA JAXAAQA
Varogartaa
% ir. yoormhu 0. jiimiaa puf ato
nado, ro 41.
t iu> : -- u p laraM
,i meas, ii ttasj di .-a, producto <;hmi
oe soajdioaoaaotos aaopatiuoa, r
.-. da Olioda a. :'
dividen los qoe distribaisse superiores a 9 '/
vem pedir a V. S. se digne inlicar Ibi qual o
dipo de tornar effectivo o pagamento da qnautii
cerrespoodeote a porren'.agem devida.
lllm. S'. Dr. Eiuardo ae Oliveira, digno ins-
pector do Tnesouro do Estado da Peruambuco.
(\ rente.
Est.conforto*. Esciptorio da Gompaonia
Farro Cirril 4a P;rnaj]0u:o, 10 de Agosto de
189iS. Gbral.
Dicumento n. i
lllm. 8r. Dr. inspector do Thesouro do Es'adi
de Pernambuco.
A Compantila Ferro Carril de Peroambuc
precisi a bem de seu direito. que V. S. dgne-
se man 'a- ceriibcar Ibe se a petleioaaria tem
ou nao contribuido com a qoota de 1 i/i por
ceBto para ser applicado s obras proviociaes
do permetro da idade, quando o seu dividendo
animal e superior a 9 / e desde qae epocha
contar do aono de 1888.
["lestes termos. Pede deferimentEspera re-
ceber rnerc.
riecife, 6 de Agosto de 1892. Felippe de ma-
jo Ka'.pa Certifique se.Toesooro do Estado- de Per-
nambuco, 6 Ce Agosto de 1891Silva Gatma
res.
Ex vista do despacho supra, c*rtifi3o que a
I eupplicaule tem contribuido ae accdMo coma
clausula 11* da nnovacau di seu coatracto J :
2 i ae Junho i* 1879, com i quantla de........
i.i^OtOOO, relntiva as prestacO s sobre seus di
d?i :j. =e.do 710*000 em ii ,ie Fevereiro de
1891, .-lativoi a 1890, 84('*000 em 13 de Agos-
to de 1891, relativos ao semestre lindo en 30
de Ja .ni do dito anuo ; e finalmente. 72)fOdO
eiu 21 de Marco do cor ente aano,segundo cons-
ta dos resp-cnvos cuita:.
Eu, F.*i Heneo Augusto Neiva Jnior, a chivis
ta do Tnesouro do E-tado de Pernambuco, pal
sei a presente acs 9 didS do me de A^o'.o de
1892.
Prfgou de feitio e emoluraeutos a quantia de
o600. -Co ,ne:iiaeo'o Q. 67i. 0 archivista,
Noiva JuGior.
iflocso de Albuquerqae,
I Joo da Ro -ha, este porem, nao as quls aceitar
le mato fieu, nenbuma soluco teve.
E modo a:sim como vein agora aquelle reci-
bo da quttac; stampado no Diario de 21? I
Seos S.-f>. Temporal.Filho- tintiara aqujlle re
cibo de qunelo para" que olo o apresentaram
ao Dr. Juo u-> Rocha 14U.U j oi coa elle emeo
mexrs dep.is ao seo esenptorio Ira'sr o mes
mo negoc.o? 1!
Para que apresentaram letras em p^ancoto,
qun o ja tinbam quelle recibo de qoaaca.. ? 11
Es, -o Lauto o que se pas ou tnira mlm e os
Ss. Touiporal Filos.
O re. ibo que publicaram falso, como se oro-
var im junio competente, uma infamia loqua-
iiii.av.-i de que fui victima.
Maragogy, 5 de Julho de 1892.
Jos Luiz Cavaicaote de Mendonca.
rlBLiaOS \ 80;
Companhia Ferro-Carril de
Pernambuco
Ai^u-.m, a?8igDando?-A Sfiotinella, no
b rio de 5 do ccreote, chamou a atteo-
afto d Exm. pamroador o!o Ks'ado pa-a a
Uausula ao cotit uco desta cempanhia que a
abriga a coQtribair para os cofres da provin
aia, hej Estado, com a quantla de 4:00O50O
annualu.er.te at que fosse inaugurada a l.nlia
da Capunga e depois cem 1 l|2|. sobre os di-
videa.ios. quando superiores a 9",#, terminando
or duvidar que essa obrigaco iivesse sido sa-
aisfeita
A S ntinella sabe perfeiamento da verda
it, nada preciso dizer-lhi-; mas, o publico pode,
ao ccnatcel-a e por esse motivo julgo de aeu
d, ver dar as segu nt s explicado : :
A C.mpanbia panoa puntualmente a contri
suicao de 4:0004000 at a ni ugu-.'e da lioha
a Capuo^i e.n ol de Deiembro de 188".
1 augurada oaaa !' cumpna aguardar divi
Bndoa superiores;: 9|o do capital empregado
.200:00 OOO) pra pagar a porcenla^em a
juo a 'loba obHgado.
Autes do ial succeder, a Compaobia red.n o a
jeiade o seu capital e aogmentou o com......
JOJ:000*000 P-ra resgatar -mprvsiiaws e saus-
faier cmproiaissos entao exists'Q es.
Eoj oo o aso o capital de 1.200:0004000
aogf.e-itado com 200.0CO000 icou reduzdo a
00:0004000.
Tu lo isto consta de um imp-esso que foi da
Iriboido largamente peles ir.tcreisados.
Nes'.a eccasiao a Comp.onhia; poda perfeita-
men e ponderar ao goverao que meoie de-
va a porcen'aiem. qoa ido dislribuiese nais
e y |. pua o capital de !.200-U004<-03 pois
i<- esse o cu cap^al na epocha do contracto;
nao P' den. sem fazer qualquer
,irn:is diitubuio dividendos para o
ttpiUl de 800:0004000, pagou a pcroen'.ageui
estipulada no contracto.
Esp maneamente officicu ao inspector do Tne-
sooro participan lo o dividendo e pealada pro-
rideacias para tffectuar o pagameati Dec.
i.
B' as-ii que a :ompanbia Ferro Carri' cosiu
na procfder.
Contra el!a. nols. sao dispensaveis os ca
dados di Seniinella qne p'.e der" a a-ma
junto as arcas do Theouro do Estado cum o
que 03 c atribuales talvez fiquem raais ttn
aillos, s h certas visiahdiicaj ipajoietado-
ras........
IbaiM oubco a certic: que ob-ivedoTne-
aouro e para a o'ial pego a atteagfto do pc-
Recife, 10 de azos'o da 1891.
Felippe de Araujo Sampaia,
Ger. nte.
- Documento n. i
Copi.i Companhia Ferro-Carral ;o 1 de Janeiro de 1891.
lllm. Se A Companhia Fe. -. Carril de Per-
Mmbuco ic-r.do de diatribuir wa seus teco
ida; peh semer-tfo decorrido de JolboaD-
a^mbro do an;:o prxima p =sado um divendo
s 64000 por ..cea:, que roresDocide a 12 [. ao
ai u obre o valor actual.de 1004060, a que foi
asido o das mesmas acece1, por deliberacao
da as; mbli g"rtl de 29 de Outuhro de 1889, o
O sobre o cajital de 803:0004000 a que flcou
aeduzi lo o o igo, prefaz a importancia total de
.(!Oo4llCO pura o referido divileodo ; por forg^
da clnusuia 11* da innovacao do eeo contracto oe
25 de Ju hi de !87.* pelo qual ae obrigou a con
tr.bnir com a quoia de 1 1/2 p;r cento sobre os
Baida, 5 de Agosto de 1892.-Illm. 8r. Redac-
;or do jorual D.ario de Pernambuco :
Es m.afi-suuo Sr.Ju'i'-o a eati urna caria
por mioi aii i^;i la a directora da sociedade Ann
e u resposta a uma QM a mesna saciada Je, fez
puuii 1 c aceitoaJo jornal, pediodo-lbe
a gentil' i\ le puolieal a, certo e que saDera
agradec-.ir-.be qaein ae li-mi com oda a estima
e consideracao
De V. icuiioal.euto admirador obrigado.Gio-
vaoi Suusone.
* i
Babia, 5 .e Agosta de 1892.
Ao IHm. Sr, presiden e e majfl membros da
dirt-cto.-ia da 8oc.iidale anonyma A/ion. Hecife
Ape?a- do Ilim. Sr Dr. seLretario desta socie-
dade, Dr. Poitella Jjaior ter respoudiJo longa
mi u.e mi iha.carta pub'icida, declarando que
da pane da sociedade A-in tu lo te leal u p ra
ihcyar a uu a'C rio. na di&Veeca da po;c ola
t;ei); eu Ira '.a- 1 un r.i sua carta como
forma i tera-ia j .rnahattoa, i.i deixando, pc-
rem de ootar qie'oa Dr. ; : otario nao justi
tijou a razao po >,u pouco gentilimnte me fez
e-pe ar un da iteiro ao Grauo Hale! respes
ta ae miua ultima carta, na qual tu Ibe o-
ferecu auto a elle, como ai Dr. Fonseca 2|,
para decidirem o negocio, e em v espere),
porque naaa re'ponderam.
D.versas visitas tiz ao Sr. cmmendador Gui
maraes para ihe^armos a um accordo de modo
que salv 8:emo amt^s os iutereasea de ambas
as partes, e Dada podemos combinar, por nao
le o ol o*-;. en 1 ntredo.
U S". Dr. Por eli Joni-ir r: 1 pudia^pretender
que eu cap r^Sji mais lempo em Peruimbu o
bus respotia porquanlo lhe liz ver um lelegram
ma, no qual eu era chamado com urgencia
Babia, e uea to pouco jodia en tenar a pro
iural o depois das palavras pouco co-tezes, que
para comido U'oa com ri-lagao ai3 coisflncs
que elle rllirm ter a re J-iOi 10 do u na pessoa
inunigadi socielade Aryn.
As suspeitas do S'. D.-. Poiteila Jun'or eram
foi a de proposito, a a sua a pcieza offenieu o
meu amor pnprio.
Os ca richos e as tuseiias se deverium dei-
x.ir de pane, qnamo s<. ira'a de nugo:loa; po
necn desgacidarneute o inverfo
Teuho por dater declarar ao respeitavel publ
co a&e m-u des-jo dir a temporada I)rica
tm l'e.rubm uco, e tiJj pode .'-ovar-^t com os
iuhis e^-fo-gos e as repeUda viageoa que pira
(ai riui abi teoho fait-; :omj tombem se Vrrifl
cara uo-* coot-actn p ir mim f el lia com 03 artis
tas para o di o tneai'j, as-ii como pilj meu
convite ao illusire maestro braile'D Ca.'o.- Go
mes pa a assis :r e dirigir as su .s operas uesta
capital,ooe.-li.iin! oeaaa ciuvi.; as duas -a
pila s B.hiae Peruambaco.
Giocaiu S-ntone, iireetO' di coojpinbia lyr c
Homecagem a Cirlo= Gim-:3.
Ventas
Ji t niava a interve^go do povoarcando con-
tra o actual estado de coalas, oor ver-se sajeito
a uma miqua xiorgo, que uo tem razao de
s-r, em vista de estirmos pa sao<*0 por uma
medoDtia a pavorosa crise
O concelta'j de Hindanles oe ritira, usurpan
do asaim do pobre povo a de .-u miagua o ira
Dalho o que abeotutamcate m.ossivel ; a
pa^a de um imposto que nao pode ser conside-
rado, o nem aceita por ser de natoreza toda il
legal e arbitrar'o.
O povo tem loda razao, desde que, tratase
d'uma l lliago, que tem rigorosa oeceasida le
de desapparece-, pois maior escndalo anda
nao fo< v 1 s. 1 o em parte alguma do mundo.
Miset'at
o lal imposto dolorobi?smo para aquelUs a
quem s ei-us recorsos sao uauffLientissimos, e
uanle disto, fui que o povo vendo innig ado,
reonio-f-e e oirigit-se calmamente ao palacio do
g.ivcj-, e pedir medilan urgeoes e de alivio,
e que olusse ara o repugnante e velatorio
x'fiosto, que pesa sobre ai, creado por uns ver-
da. eiros Bfues encadenados :a vesiimenta
dos cvanos de S. Jorge qae riem 8e do povo.
qae so tire os rigores da fome e da miseria.
Onde estamos ento? eus para uns 1 o Dia
bo para outroT No 11 O po>o nao podo deixar
inclume semelbade alien ado, o que ii laira-
mente impi-Saivel, pois ha neceasidade de ra.--
gar se a l aseara qi,e ties imoicilidades traztm
ua tu, dizendo se verdad'1 rol protectores do
povo, qaaado na pi.-8;m de boj e psnalbOes
ratoi iros
Em r.ome da lei foi qu* o povo loato ao ac
lual ove.-nador a i "solur^ > do cuj eoocc-
Iho ja que 6 eile o uute ue merece
se vera pun Qao por ler coaC/raO para o estndo
dea- a uhia sra que se a;-.
Purlanto, estamos ee-tos de que o nesso appel
1j ser p r v- lomado na devfda eoaai'ieracao,
ofto lhe dar a iod,ffe:eoQi desde que, o povj
combale e reje;li o muntroo^o orcaaBofo-, que
em siimnja considerado am fligello Ja mise
rave: homaflidace.
fiffou.
.tos Sra. Temporal Filhos e ao
publico
So hoje Uve scieucia do recibo que rubli-
caram us Srs. Tamporal Fnhos no Diario de Per-
nambuco de 22 di p-oxiaio pa_-fa;o m^z de Ju-
mo, em suis dUQ): 'rs comiii' rciaes com o Dr.
JoSo Rocha, e por a.e ..olivo demore! me em
responder, o que lago agora.
Em 1889 lui ai Recife incumbido pelo Ot.
Jo&o Ja Rocha de tantear com os Srs. T-.mporal
Fiho B8H contas commerciaes, mas nao pu-
dendo chegarmes a um accordo por to oo po
der exceder as nsirueges receb.das. pedi-ll.es
a conta correte do m> ;uo aoulor, o que me eo-
iregaram me liante um reciiio, o qoal a:co?ava
uiii a eexelurivamente terem eiles me entre
gado aomente a conti referida.
Nohoma outra transago iiveaGsrelativarien-
te a eale uegono.
Ciaco ou fe8 mezes depois fni oov.menle em
compaohia co Dr. J ao da Rocha alim de elle
em pessoa liquidar se com os Sr?. Temporal Fi-
lhos, e de faci, eslivemos por diftereales vezes
ejj reu escripiono, tratou se c.rcumatacciada j
meute desle negocio, os S'8. Temporal Filhos o'- j
ferererauj uc D-. JoSo da Rocha letra* do seobori
Je engeLho Saoto E las no v*lor de ciuoo cootos i
de ris em pagameuto do que deveni ao Dr. I
As autoridades de Tim-
bad >a
Os abaixo assigaados mo adores 00 logar M -
raJoT d'esia comarca, vimos peraote aquelle
q e erreima estas liiihas declarar que nao obs-
laaie termos requerido are termo de bem viver
coaira ama rru'her de msos bacilos e coslumeg
deBO-.ainada Curjlida Jn%ria do Espirito Santo,
mulher que at a prcprla fllha moga, maltrata
c m p ilavras deshonestas e mmoiaes, (segundo
confes a a propria tilba) qu esta continua a
proceder da mesna fma que d'autes aiardean-
d a?sim proceder confiada oa alia proecgSo
qae Ibe dispensam alguas potentados deata loca
liiade ; e como vivemos ameaca ios todos os
dias or um tal Jos Alexinlra e Isidio de .Tal,
horneas estes de mo* c .-.umes e procedimento
(;omo provamo se for preciso) e moradores da
dita mulher, desd- j pri.tc.lamoB contra qual-
qoer aggresso que nos poJer advir, quer .por
parte dos mesmos Alexinire e Isidio quer pelos
prot' clores da suppradita mulher.
Simos pobres vardade, porm a eBta data
maca soff eraos o menor desacato em no;sa vida
quer pariico'ar quer publica, e porlaoto deve-
1 os quanto antes declararrooa pela impreBsa
que esia mulbe- empre a todos os meios para
capiar a atteafo e Denehci s dos diguoj cida-
doa que oest comana tx"c'm honro, amen te
os seus eipectivca cargos em detrimento de
Disso direito. Pcrm us que mu to cinaios
em to Ilustres cidadis esperamos que asis
umi vez sja o direito a verdade, e a mo alidada
uma cousa seria.
FiOo*aodo dizemos que aguardamos as con-
sequencias, pan dallas pateniearmca ao publico
sensato.
Mirador de Tiuma, 4 da Agesto de 1892.
Joaqum Germano de Souza.
Manoel Axosticho de Araujo.
Virialo Alves da Silva.
Manoel Joaqaim da Silva.
9*2&.
a,jr^B*^aS"aTB^^' '
9
v
A Exma. Srs. D Clara Temporal
pelo seu f-liz anniversario cata-
1 ce ; msis urna 111' que cil le no
jardim de sua preciosa existencia
comprirnenta e feicilaa por este
f ostoso acontecimento um con be-
odo da familia.
M. P. S. A.
h
&$&"
"*9&Bi
Aos redactores do Estado
Par nao ler lempo para appUudir as gragolas
003 clowns icixo do responder a ludo guata a
meu respeito sabir publicado ao Estado de Per-
namboco.
/. Thiago da Fonteca.
a* ----------
A.o commercio
Jos Fcroacdes Sal^a, socio da firma
J. Rodrigues & C, pede aos credo: es da
me-sma firma que apresoritem suas contaj
no praso de tres das, para serem confe-
ridas, uao ser do a referida firma respon
savel pelaa transagoss effectuadaa de 21
de Julho prximo poaiado a 8 do correa
te, bem como serao consideradaa validas
depois de verificadas as transidos de 9
de Agosto crrante at esta data.
Recite, 11 de Agosto de 1892.
Jote Fernanda Sale.*.
Em acee de grabas
Na igreja de S. Miguel em Afoglos
celebrav-ai.ha uma missa amanha as 5
horas da m dr^gida, para aasiatil-a, con
vida-se oa moradores da locatidade.
Dr. PreitaaGuimar
MED .0
Tem o aeu consultorio na raa Duque
de Casias o, 61, 1. andar, onde aera
encontrado de 11 1 hora da tarde e
reside ro Cajueiro n. 4.
Telephone n. 292.
Cabo
O Dr.JaaqaiBi Felippe fixoo a sua residenc
nesta eidade e d consultas na pjarmac;
Doarte.
Presta chamados a qualquer hora
Peiloral de Cambar
Urna filhinha do Sr. Jos Carlos Coimbrn
Je Gouveia, do Rio de Janeiio, ficou cu-
rada de uma ferta coquelocha pelo Peito-
ral de Cambar, de S. oares depois de
ter perdido muito tempo com o uao de
ootaixt rem-dioa.
Veode-se naa pbarm&ciaa o drogai.as a
20500 o frasco a 24*000 a duzia.
E'agente. a JoD>paahia de Drogas
ESOBIPTOBO GOHM ECIAL
Roa Duqae de Caxias n. 72
Fazem IquiJacO's amigaveis ou jadktiariaa
acceitam commis'Oese coDignaeoeaencar^egam-
se da venda de engenbos, faser adiantameDlo?
e acceitam correspondencias dos senbores de en
gento, promovem a venda de productos naci
oaes e fazem qualquer transacglo le comxer
co.
Encarregam selambem de rec-ber os honora-
'ios dos Srs. fuo-cionarlos pblicos singuis
d casa, mediante mdica ron missao e bem as
iim de qualquer trabaiho de ecnptu'-agao de
asa commercio.
Peitoral de Cambar
O hbil medico Sr. Dr A'fredo Mendea
Ribeiro, attestou ter curado com o Pe.le-
ra 1 de Cambar, do S. Soarea, a Exm.;.
Sra. D. Virginia Maria Mondes, reaidente
na Baha ra S. Migue! n. 46, que aof-
ria de uma tuberculoso incipiente.
Vende se as pharmacu a 8 drogaras a
2*590 o frasee e 240000 a duiia.
E' agenta a Companhia de Drogas.
Elixir depura
ivo vegetal
iVormJa de Angelino Jote
dos Santos adrade
Approvado pela Inspectora Geral de Hy
giene Publica do Ro de Janeiro em 20
de Julho de 1887.
Este depuravo de grande effica Ma as mo
lefias sypbiiiticas e impureza do sangoe ; assia
como em todas as molestias das ?enhoras.
Tem curado radicalmente muitas pessoas ac
coramettidaB da terrivel molestia beriberi.
Rbeumalismo sypbililico ou goiozo, dr scia-
ica erupgoes de pile, caacros, e cancros ve
oereos, flores brancas, hy.iterismo, frooxidSo de
ervos, irites e outras iDflammagSes dos olbof
molest.as do Bgado, escronbolas, escorbuto
soffriment. s de estomago, nlcerae, goramas, fls
tulas, empngens, darhros, pannos e manchan
a pelle, bobas e bebes, sarnas, catarrho i
quaesquer moldsiias da bcxga, entre outrass
albuminuria, oorinas doces e 8anui|iolentaF
anemia, paralysia, erysipilas, e ntlanimage
das pernas e pos, hemorrboidas, asihma, bydro
celles, temores, nevralgia?, e tlephautiazes ou
morpha, as irregularidades da menstruagao
Prova-se com aquelle numero de aitesUdos y.
publicados e os que exi^tetn em noaso poder a
efficaci? deste elixir as molestias indicadas
Nacional Pharmacia
3, Roa larga do Rosario
A'iua Baro da victoria i. 37 se dar oda e
qu'.quir explicagaoque for preciso acerca drste
preparado.
Catado com a falairiFacdea
VIoJo de usar
Os adultos tomari quatro colherea da de
sopa pela maaha e quatro noite.
As cnaugas de l a 4 a^oos tomi'rao orna co
Iher pela maoba e outra a noite e as de 5 a il
-innes tomaro duas rolheres pela m anh e daa
a noite.
Deverao tomar baobos fros no momos pela
rumba e noile.
Resgua.-doregul. r.
CoDsflllorio Medico Crurgif
O Dr Simplic o Mavigni<*r, tem o sea
conaultorio ru* Morque* re Oliuda n.
27, 1." aDdar.
"Jspeeia'idudei Moleatiaa do apparelho
reapirato.-io, fehre e da pelle
Consu'Us d Minerva, la>go do Terco e em aeu cod
aultorio das 12 e 3
Res dencia Ra do Hospicio n. 41.
Chamados a qualqaer hora e por es
cripto.
TELEPHONE N. 566
Uentes
Termina a horivel dor do dentea usan
do o excellauta preparado de Manoel Car
duso Jomar. '
As carttis que Iha tem sido dirigid;;:
pelos jornaea de mnior circulaclo, attes
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara da Francisco Manoel da Sil
va & J., ra do Mrquez do Olind
n. 23.
Phrmacia Mirtina, raa Duque de Ca
xiaB n. 88.
Pharmacia Oriental, a roa Estreitt di
Rosario n. 3.
Pharoacia Alfredo Ferraira, ra di
iWao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Larg>
do Rosario n. 31.
Dr. Bastos de Olive ra
Medico operador e parteiro
Tem o seu consultorio ra do Marque
de Oln-di ni, 1.a andar, onde pode aei
procurado todos os dias uteis de 1 s '
horas da tarde.
Chamados qualquer hora. ra d<
Dr. Joaquim Nabuco a. 2 A. C ndnga.
Telephone n. 365. a
Dr. Silva Lea]
II ico ccullata
Recentemente chegado da Europa '
com pratica nos principaes hospitaes e el)
nicas da molestia d olhos de Pars, d con
iultaa todos os (lias uteis das 11 a 3 ho
raa da tardo em seu consultorio, nu
Duque t Cuaiaen- 73 Io andar, ectrat
pela Praca de 17, n. 73, (antigo Largo di
Collegiu).
Resideucii a ra Baro de S, llorja n
16. Telephone n. 507.
Chama 'os por escripto, em sen couau.
r i, residencia, e na pharmaoia Martinu
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Oper rtiur, parteiro trata com cspeeial
dada a molastiae de senhoras e creanc*
Consultorio e residencia raa aa imp
atria n. 18, 1 an da
Consultas de 8 as r da macha
Chamados (mr eecripto) qualquer h^r
TKI.KPUONK N. 226
Dr. Nunes Ooimbra
CiinicaMedico Cirurgica
Especialidades : febre, partos, mole
: i as de senhoraa m de crean cas.
Chamados a qualn/wr hora na ana re
sidancia, ra d da ra do ta'bo.
Dr. Mell Gones
MedicoCirurgia-- *arteiro
SI-ta Bar da V.clnm-57
(Defronte da ra de Santo Amaro)
Onde tem consultorio e residencia e
p>de ser piocurado qu lquer hora do
da ou da noite.
Especialidades : Febres* partos, moles-
tias de enhoras, dos pulmSis e de crian-
5^s. Syphilis em ger^l, cura radical e
oper*c5es da c, reitamentos e maia sof-
frimentoa da uretra.
Telephine 391
0 Di*. Barros tarneiro e a fa-
brica a vapor iinti:1 Espe
nrMt.
O Dr. Manoel Clementino de Barros Car
nriro, formado em sciencias medicas e
cirurgicas pela taculdade do Rio de Ja
neiro, medico adjunto da clnica do
hospital de Santa gueda etc.
Attestu que tenho f-ito uso dos cigarros
denominadosMu-ha Esperanza e bem
nssim do fumoHygienico Nacional d*
fabrica do Sr. Antonio Franciaco da Cruz
reconhecendo pela analyae chimica a que
proced, que referido fumo e cigarros
nSo eiic-rram principio algum nocivo a*
funcjScs gaatricas, sendo perfaitamente
to'eraveis aos dyspeptcos.
ln fide medici.
Recife, 12 de Fevereiro de 1892.
Dr. Barro. C'ameiro.
Peitoral de Cambar
O Sr. Dr. Telascb de liomensoro, res-
peitsvel medico retidenle no Rio de Janei-
ro, i-ttestou ter curado pelo PeiUral de
Cambar, de S. Soares, urna pessoa de sua
tamilie, que soffiia, havia alguns meses de
uualaryogite acompanhada de toase.
Vende-se as pharmacias e dn garias a
2)J5C0 o fraaco e 24^000 a duaia.
E' rgente a Companhia de DrogrtB.
a'-------------
Ao w r. Lo i renco Alves de
Souza. empregalo na es-
trada de ft,rro de SeriuhSsm, se roga mais
uma v>., o vir ou mandar entregar ob
djcumertoa 1"e a cerja de dona aunos
lhe forfm entregues para cobrar, e ne-
nhuma goluS^0 teul !ado at agora, ra
Nva n. 13.
Kecife 10 de Agosto de 1892.
'eitoral deCanbar
O honrado estanciero Sr. Belisario Pa-
reira de Athayie, de Ita^uy, Rio Grande
do Sul, communicou q e ana esposa, que
aoffria de aathma havia muitos annos, foi
curada pelo Peitoral de Cambar, de S
Soares. que se vende as pharmacias e
drogarus, a 25'.'0 o frasco e 240000 a
duzia.
E' agente a Compai.hia de Drogas.
Padre Ja cintilo
O meu vizinao Roberto Das de Andra-
de, estevo enfermo cerca de um anno, e,
ti.nti> eu como aquellos que o trataram,
julgaram o peidio por morphetico.
Desilludido por alguna, tomou com par
cimonia oElixir M. Moratopr< pagado
por D Carlos, e str u.
De"B me p( r '5e em dize- que se nao
fosse ni tebtea.nha oooarlar deste tacto
poi-o i em du. ida.
O Elixir M. Moratocura a Morpha
B -indito tejo o Senhnr.
ladre Jacintho E. Torre*.
S. P.ulo.
Deposito em Peruambuco : Companhi
de Drogtg e Produc'o.i Cnimicos.
Ra Mrquez de Ojiarla 23.
Peitoral de Cambar
Urna criacca da c*sa do Sr. M. Viris-
simo da Cob'8, eii:h_di do Sr. Joao Pa
cifici Coe'ho, iHgocaiite do Ibicuby, Rio
Grande do Sul que aa achava gravemente
doente de uma bronchite capillar, foi sal-
va da morte pelo Peilori.1 de Cambar,
de S. Soares. nue se vende nss pharma-
e;es a drog- as, 20IU o fiaouo e 24$'XO
a duzia.
b.' agente a Companhia de Drogas.
Malina
OcuiFta
Dr. Barrito Sf-mpaio, octliste
ax-chefe de clinkia do Dr. de
Weckor, do volta do sua. via-
gem Europa, d consultas de
1 s 4 horas da tavde, no 1
andar da casa n. 51 a raa do
BarSo da Victoria, escapto aoa
domingos e dias santificadoa
Telephone 285.
Residencia rna Sete de Sirten
bro n. 34. Entrada peia ra da
Saudade n. 26.
Telephone 287.
"u
Minha filha Ir" ma Prospera de Souza,
esteve muito > J( o complei-mente entre
vada, pelo r umatismo, tando sido impo-
tente toda medicina de que lancei mo.
Foram seis meses de uso sem intermi-
tencias do novo remedio- Elixir M. Mo-
rato- -propagado por D. Carlos, qae pu-
zeram mioba filha completamente resta-
blecida.
Reconheco como verdadeir prodigio
este medicamento indgena.
Rio de Janeiro
Tiburcio Prospero de Soma.
Est a firma reconhecida pelo tabelliSo.
Deposito em Pernambuco : Companhia
de Drogas e Productos Chimicos.
Ra Mrquez de Olioda 23.
Peitoral de Cambar
O pharm>ceutico Sr. Francisco Jobo de
Barcellos, pri neiro empregado da Pbarma
ca De'gado, do Rio de Janeiro, foi pelo
Peitoral de Cambar, de S. Soare0, cura
do de uma tesa? p Irr atar aguda, depois
de uir uaano diversos remedios sem pro
ve ito,
Vendo se ;as phrma.i s e dragaras f
2|$00 o frasco a 24)9000 a duzia.
E' agente a Companhia de Drog -.
- -- -----^>aia^J^^j|)jJa>BB>* '
Kegulador da fiaran^
Concerta se relogios da algibeira, peo*
dulas.do torre de.igroja ehrenamatroa di
mancha, caixas de mi-sic, appoaataa
elctricos, oculos, binculos, oouioa de al
canee, joias e todo qualquer, ebjeeto too
dentes a arte mecnamea.
9Ra Larga d > Rosario 9
A im-lho e alala perfeMa de
oilao
as coobxCidas ai agora a Emulen')
de Lamann & Kernpj e por cor.seguir.te a
mais segura e rpida nos seus effaitoa em
todo o caso de fcffcc&o dn garganta, tiaica
e demaia incoBHnadoa pulmonares ou pei-
toraes. Sabidas e conheidas aSo em todas
as p&rt-a aa virtndes de uma boa emd
to de .leo de ligado de baciho, e aa
prefente ceso, ? tem- a a dizer que tanta
a absole.; excellancia doa elementos cas-
pregados, como o esmero e ccr.eocSo sei-
eutifica de sua preparacSo, fazem da
tmulsSo de oleo de ligado dobacalh*
c m os Lypophosphitoa cal, soda e po-
Utsa qne leva o neme e marca oduatral
de t amana & Ke ap, a mais p.rfeita (efi-
caz e agradare! daa que exis'.e a* merca-
do.
'Medico e oculista
Dr. Berardo oculista do hospital
[Pedro II, tem consultorio ra do
Bom Jess n. 9, l.* andar.
Residencia na Magdalena.
Telephone n. 366
Pe toral de tambar
O illnstre cavalheiro Sr. Silvino Ribeirc
digno director do Collegio Santa Jruz, na
Seira No a (Minas offrendo, ha quatro annos de ama grava
tossa bronehial, foi curado radicalmente
pelo Peitoral de Cambar, de S. So res,
que ae vende as pharmacias e drogaras
a 2(>5 E' agente a (iompanhia de Dsog?.
Elixir ante-febnl Car 'oso
SEGUNDO A FORMULA
Manoel Cardoso Jnior
Approvado em SI de Marco de 1890 pela inspe-
ctora eral da di de Janeiro.
Este Elixir de composxao toda vegetal pre-
parado segundo as regras pharmaceutie-a,acos-
selhudas pelos autores modernos e de rtcoute-
ida car>('.:tiade BCieot.fies tanto lo paiz com
no eslnn^etro.
E-te El x r o p-ijiii:;- o nao s Jo grande es
udo d^s Bt-(ftea py^elogicaa oa< ^ubsuaciac
orno tamoeui pali.ologK,as,ccmoauibem o re-
*nltado ias immensas applicages nos tiv*rao
.asos de febres de (nado palustre.
A applicaco dcste Elixir na grande eatifemis.
>ie bexigas da 1890 a 1891 mais ama tea de
monstroo a sua eficacia ; pois i o priiiCipiodoc
pnmeiros sympiomas a bexiga aborta, e em ce
ME oais adiantados a bexiga .-sus a ser ums
loenca febril vulgar apre.-euUndn pequeas lo-
melaiOe que com a continoaco do Elixir de-
-apparecem sem todava apresentar recelos de
perigo.
Os muilo'Ue8iados publica lis no Diaria oV.
Ternambuei c Ga.iea da Tarde, provam o qoe
nzemos.
Nos caso de febre ac a re la o tfleuo adna-
,-avel, aprer rulando ptienen.e.oos to niaraviltic
sos que nesla cidatfo do Hecife e na du Rio.de
Janeiro pouco rece o causa a febre ainarella.
iesmo estando o doenie com vomito pretoe
'angutneooestes nltin.os periodos entione
is ano a applicoco em alia dose, despreaan
a tabella ant.exu
Erte Elixir ja o Dhectdo do pol.Dco e iie ot
ronde nume-'o de dignoi mediros e .aprsente-
lo para comba ter os diflereu'.es iin-i.mn-r.fios to-
dos elles de caracler frbril.
Por muito tempo ti vemos occasias de (azei i
ipplicaco as F-brra erysiptllo^ae o com tac
:>om nsul adoque litamos admirados de taoat-
08 i Henos.
Pela pratica hsgaiios a eoabecer que no?
naques ae febre erysipellosa ou i'rysii'ella r.om*
vu'gameate se diz 0 aeci-ssarii' o uho de 10 dit;
lo Elixir.
Nos gri-ndes incommodos da* Beoboras-, meas
truacao.. gravidez e dos ca.-os dr parlo ion re-
tire de um resoltado ODOfa1 ctrio e seeoro et
i sua co npoBicao ISo simples que n*o olferece
recelo de appl'caro Elixir nem rnesmo em doser
-upenores a> loOieauas ua aoella iLirs.'
Pedimos eos dignissiuos meonros que desejt-
eiii fazer uso des'e Elixir em foi cnica nao ?t
'cjeiiarem a i r-ssa prescripcao. nm-: im faseri
'pplicacAo em harmona cornos casos qoe dse
jurem ci-mbater, certod de que o me.lieam'Qto-f
de comt>c8ido inr.ocente para oi^aoismo pe'
mais frgil qoe eeja.
Modo de naar
A'b criapjas at um auno 10 golsi *e I em i
icra; "C uma cc'her das de fpa ctiei i i'i:>
fri?.
De om sobo a 'res 15 rilas.
Da 3 a 10 annos ero diante, 40 goltt ftc.
Efias des ? dvrj Jecjii ;ei ..,.'.. ..j I
agna fra.
Depoalioa
Companhia de Drogas e Producios Gbiaiicer
Rccie, rea do Mrquez de Olioda n. 23.
Nacional Pharmacia, run Larga do Rcsans
i. m
Pharmacia Oriental, ua Eslreii do Rosaric
i. 3
PLarmacia Alfredo Fnrreira. rea (! Burli ir.
Mctnria n. 14.
Pharmacia Martius, rea Duque ce tlaxias i.
0*
Pa-a qualquer informaco ser encontrado*
autor na ra do Rosario EBtreita n. 17.
Os dosos frascos sao quadrados e conta l'o
tas. N'um lado ietm grvaloElixir ante febril
e oo outroMaooet Caldoso -Pernambuco. e to-
dos os prospectos sao asignados por Manoa.
Cardoso Jnior, sendo falsos os que nao forer
psignados.
N. 12
Recife, 16 de Maio de 1889
lllm. Sr. Manoel Cardoso Jnior.
Nao pos80 e oem devo calar o segu ne fseki
de uma cura obtida com o eeu valioso E.ixr.
anti febril*.
Tendo fallecido da terrivel febre amarello ua*.
mea filhicbo de 11 anuos de idde, depcis t
esgetados todos os rerursos possiveia para sal-
val-o e dons dias depois de fi-pultado, adoecid
outro de 12 annos, da mesma febre, tambem de-
pois de muilo luctcr com outros medicamtotot
poderosos e recatados por disiinctos medicoc
desta capital, e j desapernado, recorr a conse-
iho de meo bom amigo, o tenente Leobaldo Au-
I gusto de Moraes, ao seu miraculoso remedio de
qae.cima trato, e Uve a immena satisfacc di
versas*! i mfu querido filhinbo.
Commonicaodo V^S. este triompbo de et
val.o.o mei'!iimnto.*erV'rS ao mismo tempo*
minha communicacao, ce avi.-o aos que toreo,
atacados daquflle mi, s qoaes- nada mais de-
vem bser, que uzartm o sen traravilhoso El.x
tT eumnd retirado temporanamf nte desia et
pital. minha familia com receio de adoecur me
mais alguem, por cautela condozi um fras^uith.
do mesii.0 Elixir, que mullo serv.o, por qu titt
:begando ao meu destino live e ver s 11 horas
da nono do da da mi Da cnega la, minli > eu-
iher cabida com uma terrivel febre, qoe
das depo.'s desappareccra com: letimeute alud
por iffeito do mesmo Elixir.
Outros ca^os anda e;r; m>us criados' fo:vi
combalidos com o seo poJf-ro.o reme -''
enfadonho met-CioDal-s*.
Us'.-i V. S. da miuna communicnc&'j de a
qne melbcr f.e convier.
Meus flacos servj a aa fuis-orneas.
O muiio.graio criado
JoSo duRe^o Li i CummsEd ule geral da ga.rda civiaa.de Pe?
oanbaoo
(E?tava efiada e la a flrm;.)
Peitoral de mWm
A Exma. esro-a do Sr. Joaqaim Alvet
Uftvalcanti, do Cear, foi curad, pele
Peitoral He Cambar, de S. Soares, de
uma terrivel toase que resistir a muitos
oetros r medios.
Vend-te nss pbsniHcias e drogadas, a
2*500 o frasco e 24$ 00. a duzia.
E' agente a Companhia de Drogas.

--*-.-
i MIBWH i
*' ""'i'.1- S"J'. ""*?.,



Diario cto Pernanibueo Sexla-eira 12 de Agosto de 1892
Adyogacia
O conselheiro Joaquim Correia de Anta-
jo mudou o sea eicriptorio da ra do Im-
rador n. 67 para a m?ama roa n. 22.
andar.
Dentaduras artificiaes
Sob prsalo elstica, e preaaSo pneu
aatioa systemas noviasimoa oeste Estadi
pelo eirurgiSo dentista Numa Pompilio
4 roa do BarSo da Victoria n. 54 1 an
a 'das 8 horas da manhS s 4 da tarde

Pofos de Caldas
Tenho ido nos pocos 6 tonos segu
ios, pelo rheumatiuiao e a prova do pouco
proteito, a necessidade annusl que ali
st< tem levado.
Tomei agora oElixir M. Morato pro-
pagado por D. Carlos, e dou por fiada a
visita s aguas, porque oElixir M. Mo
latocurou-me radicalmente.
E' tal a minba aatisfacao que offereco
de motu proprio este attestado recoahecido
pelo tabelHSo.
Campias.
Alf edo Nebias da Silveira.
Deposito em P rr,ambuco : Companbia
ie Drogas e Productos Pbimicos.
Ra Marques de Olinda 23.
a
EDITAES
Recebedori i do Estado de
Pernambuco
EDITAL N. 10
O administrador da Becebeduria do Es
tado de Pernambuco observando a portara
ic liliu. Sr. Dr. inspecor interino do
Tbesouro datada de hoje e sob n. 1283,
fas publico para conbecimento dos inte
jcssados que, dentro de 30 dias uteis con-
tados de 4 de Agosto prximo, ser arre-
cada independente de multa, a contri-
isijTo devida pelas annuidades e m-.ia
jervicos da Reci;e Orainage Company re-
lativamente ao 1. semetre do exercicio
aorreate de 1894.
Becebedoria do Estado de Pernambuco,
30 de Julbo de Julho
J. Ferreira de Almeida Ouimaraes
Edital n. 35
Praso de SO das
De ordem do Dr. iaspectur geral da
iastruccSe Publica, fago saber alumna
xestra titulada pela Escola Normal, The
rea da Cruz Kibeiro que Ihe fica mar
aado o praso de 30 dias para tirar o ti
lulo e asumir o exercicio da cadeira de
tesina mixto de Mayaral, para a qaal foi
aomeada por acto do governador do Es-
lado de hontem datado, professora pu-
suca, cm substituidlo de Mara Magda-
lena de Mello e Souz-, que foi exone-
rada.
Secretaria da InstruccSo Pablica do
Estado de Pernambuco, 10 d Agosto de
1392.
O secretario,
Pergentino Saraiva de Araujo Oa'.vSo.
" EDITAL N. 3a
Praso de 30 dias marcado s professora- Paos
U P-'genina de Lima Barros e Anca Cathanoa
ii8 Neves.
De orcem do D inspector peral da Iastrucco
?ubllca, freo mbor t prolessora Fausia Per tina de Lima Barros, removida da cadeira d
na de Rio Formoso, cara a de Palmares, por
ic o do gcivernader do Estado de 8 do correte,
r Anua Uattrarioa das Nevep, titulada pela Esjo
la Normal, notneada professora tftvclivadaquella
'adera, por acto da mesma data, que lbea rica
aarcado o praco de 30 dias : a primeira para
apostillar e a segn la para tirar o respectivo
titulo e assomirem o exercicio das cadeiras que
iies foram designadas.
Secretaria da Instruccao Publica de Peraam
ioco, 9 de Agosto de 1891.
O secretario,
Pergentini Saraiva de A. Galvao.
Rece be doria do Estado de
Pernambuco
Edital n. 11
O administrador da Recebe loria do Es-
Jaio taz publico, para conhecimento dos
respectivos con'ribuintes, que, dentro de
30 d as uteis improrogaveis contados des-
ta data, serSo arrecadados a bocci do co-
fre os imposto) estadaes constantes da re-
lagSo abiixo, relativos ao 1- semest-e do
exercicio corrente da 1892.
Recebed* ri* do Estado de Pernambu-
co, 12 de Agosto de 1892.
JoUo Ferreira de Almeida Cfuimares.
RelacSo a qua se refere o editai su, ra
Jompanhias, agencias ou casas de eegu
ros, ou q'ialquer pesoa que, no car-
cter de agente de companbia de segu
ro, fizer contracto deata natureza.
Companbia anonyma ou agencia deata.
Lojas de joias.
Fabric&B de cerveja, limona as gazozts,
geaebra e vinagre.
Estabelecimentos de charutos e cigarros.
Escriptorio e armazem decommisfo;s ou
cocsignacSes ou c>niajis3&o e consina-
(2o.
Armazem de atsua'.
Armaaem alrandegado e do rec.lher.
Lojas de fazendas.
Idaoi de miudezas.
dem de ferragens.
dem de louga.
dem de cera,
dem de calcados.
Idn de pianos,
dem de masamca.
dem d i chapis,
dem de cbapos de sol.
Prensas, armazej3 e irspecgSo ae algo-
dSo.
Armazem de xarque.
Tavernas.
Fabrica de picar fumo.
Depsitos ou casa de vender rap
RefioacSes.
Fabrica de charutos e cigirros, inclusivel
as merciarias que fabncou cigarros e
charutos.
Agentes ou consignatarios de vapores,
Hoteis, hospedaras, bo'.equins, casa de
pastos e confeitarias.
Rebocadoros.
Acougues.
2|$500 por toneladas de alv&renga ou ca-
noa de carga ou descarga.
180 rs. por litro de agurdente quer pusa
quer transformada.
1 [0 sobre eatabele.-imentoa commercaes
com applic*g5o aos Sdrvgos da extin-
cao de incendios a cargo da Companhia
de Bombeiros.
ro envidr-cado, existentes Da casa n. 36 a ra
do V:con Je de Iubama, avallados em 600!0,
para pagamento da execucao contra Farias
4 C.
Ouas rodas para carrosa e qoatro chapres
de madetra com 3 metroo de comprimento e
2 1/2 poliegadas de largura, existentes no caes
iio Cipibaribe n. 10, avallados em 40*000, para
pagamento da execuco da fazenda contra An-
odio Joao de Araojo.
Um cofre de ferro em bom estado exiatente no
predio o. 4, Caes da Companbia, avaliado em .
60*000, para pagamento da txecncao da fazenda
contra Oliveira C.
De* caixis com ceblas existentes roa do
V:gario Tenorio n. 19, avalladas em 100*000,
para pagamento da execucu da fazenda contra
Alfredo Best Tugmao.
Um titeiro envidracado e 1 carleira de amarel-
lo existente 4 roa do Vigario Tenorio n. 17. ava-
llado em 35*000 para pagamento da execucao
da faiteada contra Caivalbo 4 C.
Urna carteira de madeira envernizada exs'en
le a rui do Mrquez de Olinda o. 53 A, avahada
em 20*000 para pagamento da execucao da fa-
zenda con ra Mendes 4 Pereira.
Urna carleira e urna mesa de amarel'o enverni-
ziJae, existentes em casa de Theodoro Cbristia
ai. ra de Domingos Jos Minias o. 22, eotra-
Oa pela ru Mrquez de uln la avahada em 35*
para p-garm nto da exeeaeso da farenda contra
Tneodo-o Cbustiani.
Recif-, 1S de Agosto de 1882.
O solicitador da fazesda-
l Pbilomeno Corroa de Araojo.
luizo
da Fa-
dos FeitOS
zenda
Escrivft Torres Ibndeira
DECLARARES
COHXERCIO
Bolsa Commerelal de Peroem
IHM0
OTACKS OFFICL4B8 DA JUNTA DOS OOB
BEVOSES
Pra&i doRecife, 11 de Agosto d 1892.
5io he uve cotaeSo.
O presidente,
Eduardo Dubenx.
O secretario,
Augusto Pato de Ltmos.
Can ble
PBACA DO RECIFE
Os bancos abnram a 10 l'i avancaodo aomeio
a piara 10 3/8 i cuja uxa effeclaaram se regu-
lares transaccoes.
Em papel particular nao conotou traasacc&o.
PKA(,'A DO RIO DE 0ANBIEO
! 3/8 bancario 10 1/2 particular Orme.
Cotace* de gneros
ASSCAR
Para o agricultor
tranco por 15 kilos. 9*500 a 11*000
3omenos, idemidea. 6*500 7*500
iscavado idem idem 5*000 a 6*000
S.-ato secco ao sol idem idem. 3*000 a y000
letame iaem idem .... 1*700 a 2*200
Mercado mnito animado.
Juizodos feitosda fa-
zenda
No dia 26 de Agosto do corrente anno e de-
pois da audieocia do Dr. juiz de direito dos fei
tos da fazenda do E-Udo se ha de arrematar a
quem cais der o segoiale :
Urna armago de louro e pi bo pintado, um li-
teiro de louro envernisado. urna balanca peque
na, um lerno de pesos de k los. ooos t'roos de
medidas de seceos e moibados e urna caixa pe-
quea para depos lo de farinha, exis'.tnies no
predio n. ii da travessa do Pociono, avallados
em 80*000, para pagamento da execocao da fa-
zenda contra Albino L.pes Ferreira 4 C.
Urna srinacao e balco de pmio com frente
pintada, bataneas, pesos e medidas existentes
noestaaelecimeoioslio na Estrada N.'vao. IOS A,
avahados em 190*000, para pagamento da exe
cucao da f-z. u la conira Jos de Figueiredo.
Uaja armacao e talco de pinho, sendo um
lado envidracado, existentes no estabelecimento
o 18 roa ao Visconde de I j urna, avallados
em 200*000, pa a pagamento da execucao da
faz- uua contra CIIbco 4 C.
Urna armacao e baicao oiatados a oleo, sendo
de pioho, avallados em 6'JOOO, exi3ten.es no es-
tabelecimento si'o estrada de Luiz do Reg,
iia-a pagamento d-* execugao da fazenda contra
Antonio Lopos da Silva Campos.
Urna armacao de amarello de loja deumleiro,
existen'e a ra dj Viscinde de Inaua n 12 A,
avallada em 40*010, para pagamento da execu
cao aa fazenda contra Joaqoim Conrado de
Agutar.
Urna armacao, duas mesas e mais oteocilios,
existentes na casa o. 56 ra Ja Restauracao,
avallados em 250*000, para pagamento da exe
cucao da fazenda contra gueda Mara da Gon-
Ceigo.
Urna armacao e eaUSu de a.adeira pintados a
cito, exis'eotes no estabelecimento n. 296 ra
to Coronel Suassuna para pagamento da execu-
cao da fazenda contra Alfredo Fioza 4 C.
Uma armacao e balco de atnarelio e um Gtei-
EMPRESA DI) CAZ
Pede-se aos Senho-
res consummidores
que queiram fa^er
qualquer communiea-
Qo ou reclamaco, se-
jaesta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
29, onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pagar
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio daSil-
. \4& Oliveira e Hermillo
JNo da ly do corrente, depois da auf
diencia, irSo a praca por venda, os pre^
dios abiixo declarados, peahorados pe -
Fasecda deste Estado
Kecife
Jasa a ra do Pharol n. 56, coas porta
e janella, 2 salas, 2 quartos, cosinha e
quintil, aolao interno, 4 metros e 50 cen-
tmetros de frente, 12 metros de fundo,
por 480^1, por Ber terceira praca.
Santo Antonio
Casa a ua da {'alma n. 27, com 1 por
ta e 2 janel.a, 2 salas, 4 jQnrtos, coz nha
lora, cacimba, grande quintal, arvores de
fracto, i metros e 50 cectimetros de fren-
te, 15 metra e 30 sentimetros de fundo,
terreno proprio, em estado de consorva-
cSo, avallada por 3:000$, perteucente a
Umbelina de Jess Villar.
Sant'Anea
Casa em Saut'Anna de dentro n. 5,
com 2 salas, l quaito, 8 metros e 40 cen-
timetrod do comprimetros, 5 metros e 60
centmetros de largura, por 270,5, perteut
ente a Moaoel de Asevedo Andrade.
Arraial
Casa na estrada do Brejo n. 9, com 2
saiaa e 2 quartos, quintal em aberto, 5
metros de frente, e 8 metros e 30 cent-
metros de fuudos, avaliada em 10C|$ par
tencente a Zeferino Eimelndo da Costa.
Encanametoie
C s.i uo Encanamento n. 25, com 4
metros e 5 centmetros de largura, 11
metros e 35 centmetros de k*n las, 2 qiartos, coainha f.a, ivaliala em
120$, perteucente a Jos dt Hollanda
Cavalc&nte.
Kecite, 6 re Agosto de 2892.
O solicitador,
Philomeno 6. i.oireia de Aranj >
tarem na portara para ae medicar, deve-
rSo trazer o vasilhame neoessario para o
transporte de aeus medicamentos, aem o
que nSo serlo attendidos.
Hospital Pedro II, em 22 de Julho de
1892.
Dr. Ignacio Alcbiaden Velloso
'rector do aet vico sanitario da Santa
Ctaa.
Foram
pas.
exportadas at 4 dd corrente ;9 ti-
.4guardenfe
or pina de 480 litros 150*UCO.
At 4 do corrrnte feram exportadas
pa?.
Carocos de algod^
Cota-se a 640 ris por 15 kDM.
pi
At 4 do corrente foram exportadas 4227 sac-
jos e 1382 barricas de ?scucar branco pesando
34.700 kilos.
Algod.v
gota se nominal a 11*300.
At 4 do corrente foram exportados 363 aaccas
feaigodio pesando 72.600 kilos.
Borracha
Jota-se nominal a 30*000 por 15 kilos.
Carnauba
Sota se a 11*006 por 15 kilos nominal.
Carocos de mamona
oia-Be a 2*400 por 15 kilos.
Coaros
3tcco8 iaigados na base de 15 kilos a 650 ris.
Vtrdes nominal 360 ris.
?.-r pipa de 480 litros 80*000 ba falta no mer-
sade.
Aieoel
?or pipa de MO litros de 260*000.
TA3SLLA DAS ENTRADAS DK ASSD^AB K AL-
QODAO
______ Mst de Agosto________^^
Entradas
arcacas .....
'/aores......
4nimacs.....
Sstrada d<; Ferro Central
dem de S. Francisco .
Soauna
.1
Dias
1 a 4
1 a
1 a
1 a
1 a
1 i
Asau-
car
Saceos
150
28
126
603
907
Algo-
do
kSaccas
200
325
77
317
127
1017
Importacae
Vapor nacional Cometa, entrado dos
portoB do aul em 9 e consignado a Perei-
ra Carneiro & C.
Amostras 1 volume a ordem.
Carne 336 oaixas a Amorim IrmSos
<* C.
CouroB 1 caixSo a Braga & S
Csrveja 4 barra a Gustavo Muller
& 0.
Fumo 75 fardos a S. Esnaty.
Linguas 30 caizas a Antonio A. FalcSu.
Livros 1 caiza a J. L da F. Maga
Uta.
Panno de algodSo 49 fardos a Machado
& Pereira, 5 a Rodrigues Lima & C.
Xarque 202 fardos aos consignatarios,
1,000 a M. Maia & C, 1,000 a Jos Bal
tar 4 C-
KiportaeSc
UCTJl, 9 DE AO0ST0 Da 1892
Para o exterior
Nj vapor inglez Iberia, para Liverpool
carregou:
Rossback Brothers, 2 barricas com 250 ps de
plantas vivas, pesando 100 kilos.
So vapor nacional Santelmo, para Artigas,
ucarregou:
.0. F. Porto Baltar, 5 pipas com 2,350 litros de
aguaraenle,
Vara o interior
No vapor nacional Pernambuco, para Cear,
carregaram :
Santa Gasa de Vlisericordia
do Recife
D;vndo ter lugar no dia 15 do corrente, pe-
Ita 10 turas da uiaona, na igreja de N S. do
Ha!a:zj, a fettiviiade da mesma Senbora pa
droeira desta santa casa, on^ido a tc.los os ir
maos para assistirem a esse ac : assim coxo
a todos oa mordomos e sapplentes uovamente
el '.os, nao para rompareceren bo referido
ano, como tarrbeu) ao da pose da nova joma,
t,oe se rejlis^ra na sala das respectivas svsQob,
a I hora da larde.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Reate, 10 de Agosto de 1892.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Banco Popular
2- DIVIDENDO
Os senhores accionistas o convidados a vir
recebar o secundo dividendo relativo ao semes-
tre li;'Jo em 30 de Jauho prox'mo passado, na
ratao de seie por ceoto ao anno, sobre o valor
real-ad das respectivas accSes.
Recife, 16 deJalbode 189J.
Albino Narciso Haia,
__________Director secretarlo.
Lev y < Delmiro, 3 barricas com 457 kilos de
afsacar reQaado e 15 s ecos com 1,125 ditos dr
lita branco.
Para o Para, carregaram :
C. M. da SiWa, tO sacaos com 4 500 kilos de
assucar branco.
D. F. Porto Balar. 70 barricas com 5,250Kilos
deassucar branco.
Para Macaos, carregaram :
J B. Ramos de Olivii-a, 15 caixa* com 120
lrosegeoebra e 39 barris com 3,588 ditos de
agurdente.
P. Pinto & C, 61 barris com 5,121 litros de^
aguar lente.
N) vapor nacional Santelmo, para Rio de
Janei-o, carregaram:
P. Carneiro C, 5i2 saccas coa 74,130 kilos
de algodao.
Poas Meodes 4 C., 2 caixOes com 130 kilos
de queips do sertao e l caixao com 78 ditos de
carne ao sertao.
J. A. Couio Vianna, 7 saceos eotn 420 kilos de
milba, 4 ditos com 3,000 ditos de semsntes vc-
getaes, 97 dito3 com 5,820 ditos de milbo, 6
ineias barricas com 360 kilos de assucar relina-
do, 5 garraf53s com 80 litro de alcoal.
Gomes de H. Irmao, 4 fardos com 2.000 cbv
peos ce pallia de carna&a, no valor de 300*.
P. Pinto & C, 30 pipas com 14.1C0 il'rjs de
agoardeste.
C Peres c, 700 saceos com 42,000 kilos de
assucar mascavado.
S. Guimaraas & C, 5 pipas com 2,300 litros
de agoardtnt:.
Para Pelotas, carregaram :
Cascao & Barbosa. 30barricas com 3,454 kilos
de assucar mascavado.
Para Porto Alegre, carregaram :
P. Carneiro & C," 250 saceos com 18,750 kilos
de assucar branco.
Para JagoarSo, carregou:
D. F. Porto Baltar, 25 Darris com 2,123 litros
de agurdente.
Para Rio Grande do Sul, carregou :
Luiz A. da Costa, 250 cocos frocta e 35 amar-
rados de palha de carnauba oo valor de 70*.
Nj vapor nacional Goyanna, para Cear,
carreearam :
F. Rodrigues & C, 500 saceos com farinha de
mandioca.
Guimaraes fc Vleme, 20 saceos com fariaba
de mandioca.
No vapor nacional Una, para Mossor. car-
regaram :
Guimaraes & Valente, 38 sa:cos com tarima
de mandioca
Para Aracely, carreearam :
P. Pinto fc C, 15 barris com 1,260 litros de
Dad.
A. D. SimOes & C, 25 caixas e 10 garrafOes
com 3(0 litroi de eenebra.
Para Maco, carregou :
Adriano Mandes, 25 caixas com 525 kilos de
sabao.
No patacho naciona' F.ancolim, para Rio
Grande do Sol, carregou :
A Jos Ramos, 2,500 cocos frocta.
No cnter Jaguarary. para o Nilal, carre-
gou :
Francisco Rodrignes-
Freire, e quando for
preciso o Sr. Antonio
Martins Carvalho e
Joaquim Antonio de
Castro Nunes.
Todos os recibos
desta empreza deve-
ro ser passado se fir-
mados em talo carim-
bado e firmado pelo
gerente, sem o que
nao tero valor algum
Samuel Jones
Gerente
Qurso Annexo a Fa-
culdatde de Direito
Da ordem do Sr. Dr. director interino
fago publico q'ie de 2 a 14 do ccr rente
estar aberta, na secietaria deste curso, a
incripcSo- para os exames finaeB dos esta
dantes ^iie provarem achar-se n- s 'coc-
dic^ri'.s do aviso do Muistern da Instruc-
<%o Publica abiixo transcripto :
Capital Federal, 20 de Julho de 1892
N*. 952.Autofisc-vas a abrir oo. Curso
Acaexo a e;sa Fie ldade b->ncas de esa
mes de preparatorios para cquelles eatu
dantes i.cs q .es faltaram um ou dou
exudes para coclui-ern es mesm.'s pr
paratorioa.
Sfcude e frateraidi.de <**FerUBE>do Lobo-.
Sr. director da Fcculdade de Direito do
Kecife.
Sacretera do Curso Anees) a F.cul-
dade de Direito d.> Recife, 1 ds Agosto
ds 1892
O secretario,
J. Telesphcro da S. Frag&o
Hospital jVedro II
Para regulardada no cervino deste es
tabelecimento, commuoico aos interesas
dos, que deata data em diantc as visitas
aos doentcs sero uas quinta^eiras e do
mingos de 1 s 4 horas da tarde.
Outro-aim, os doentes que bq spres?n
Axaro Mendes, 12 cxjs cjm 252 kilos de
nbfcu.
Para Mnri, F. Rodrigues & C 12 caixas
com 216 kilos de sabo.
i&MTRA Ffj&i
Royal Insurance Company
de Liverpool
CAPITAL OO.OOO
AGENTES
!*ohlman Sf C
lago d3 Compachla n. 6
SEGUROS -
CONTRA FOGO
file Liverpool i LsrIor i Giobc
INSURANCE GOMPAOT1
Ruado Comino n
Indemnisadora
Companbia de Segaros
martimos e T. MUESTRES
Etal>eleldae.n 1M&6
Sitndo flnancelro em SI de lia
zembro de 188.
Capital 1,000:000*00.
Fundo de reserva H0:376|0(
Sinistros pago? 1,776:083*0.0'
THE IMPERIAL QISUBNNCE COMPANY LIMITED
W& M>HDRS3
Eslabelccido 1803
CAPITAL. f ,2410.000
(. sa.oootooofioo)
8KGKJBA 2DIF.CI0S K MEKCADOK1AS
Contra o foc i
TAXAS BAIXAS
prompio (iRiaoient) t-r prejuizow
SM DESCONT
EtfTE
Paaca
SEMANA DE 8
Alcocl (litro .
A.'god em raiM (fcilr> .
Arros com casca ->'0)
Asanoar retinado (Rilo i .
Asauca: branco (sil^l
Assucar mascavado (kilo) .
Baf.oa de mamonas kilo)
rjorracbade ieile mangab. (kilo)
Cacbaca ...
Uouros seceos espichadoa (kilo)
Cornos seceos salgados (bn>
Gouroi verdes (kjlo) .
Ccnrmb3s (am).....
carocos de algodSo (kiio)
Carrapateira fluloi .
aeo (kilo).....
iif bom (kilo) .
:-'.': rastolho (kilo)
da *llaade?K
1 13 DE 1GCSK) DB 1892
SS2
693
90
760
666
266
730
Companhia Soi'lii BrilLii
Mercanll e lasiraoce
Catal snhscripto l 3 000,000 C
Fondosaccamulados 9.752,443 18
0'
5
KECEITA ASVUAL
premios contra
De. ogo.......
piemioi sobre
Devidas......
1455,818 6 10
992379 6 1
2 488,197 12- 11'
N. B.A reparticL,de fnndo3 aecuama
iios sabr segures toalra fogo, nao se res-
ponsabilisa pelas transacees feitas pela a
de seguro "obre vidas.
Wilsoa, Sons & C, Limitd.
tompanljia be .Seguro,
cesm ::::
Northern
de JLGdre* e A&srdeea
'isijo financeira
Capital subscripto 3.730,000
Fundos accumulados 3.000,00C
rtseoSta a!3s :
De premios contra fogo 626,000
De premios sobre vidas 208,000
Da uros 155,000
Agente eos Parasmbuco,
.Y J Lidsoue.
N 10 ruado Cornmercio.
RE1 EBEDO UA Di) ESTADv)
Do da 1 a 10
dem de 11
U:U21B
1:0184477
4,4:469^698
BEQFE RALVAGB
! Do dia 1 a 10
dem de 11
354
654
594
320
1*8/0
-5
120
400
'.<200
fOOO
Caf moldo (kiio)......<40f>
Carnauba (kilo .....
Curaem velas (kilo). .
Dita em bruto ou preparada (kiio) .
'Janna (Uro)......
Cu! (litro)........
Carvao de CardilT ton.) -. .
r'ariiina1 de manioca (litoi r
tJenebra (litro)......
(raxa (sebo) ... ...
lafcorandy (em folna) mo -
Lcite de mangabeira (kiio) .
Mel (Utro)........
Hho (kilo ....
Pbaspnato de cal da lina Ra* (tone-
lada) .........11*000
Pelle de cabra (cento).....187.3000
Pclle de carneiro (centc) ... 145*000
Sement de earaauba (arroba) 53
sola (meto) .... i 450j
Sement de carrapateira (kilo) 130
Sebo.......... 700
ratatcla (kiio)..... 40
Tabuas do amarello en' praucbOes
(nati......oo*
HsndiHentos publicas
un os asoto -j 1892
Aiatvuga
inda geral
Do dia 1 a 10 384:674*111
dem de 11 41:616*931
13I2*I99
1:843*700
12 135589*
Renda do Estado
Do u.a 1 a 10
Mem de 11
64 389*622
7:836J238
426:291,1042
72:225*860
Sonima total
498oi6*S02
Segunda seceo da AlFandega de Pernambuco,
11 de Agosto de 1892.
O tbesoureiro,
Florencio Domingues,
O cuele da seccao,
M. Anionino de C. Araojo.
Moviaiento de porto
Navios entrado no dia 11
Rie de Janeiro e escala7 dias, vapor Da^on&I
Pernaulbuco de 1993 toneladas. ciXHmaudan-
re R.nerto Ripper, eqoipagrm 60, carga va-
rios ceneros, a Pereira Ci. v.-wo A C.
Nvw Yjrk e escala25 das, vapor inelez Lis
booense de 1036 tooelaias. rommandante F.
B. Fregirtbem, tqnipigni 28. carga varios
geaeqvs a Joiinftou Piter U C.
Soulaojplom e scala13 dias, vapor inglez
Tame de 3369 taladas, coiamandant G.
M. H k), equipaem 140, carga varios gneros,
a Amorim Irmaas & C.
Baenos-Ayrcs18 das, vapor inglez Ioruba,
de 1345 tonelada?, cominsndante Tnomaz
Qji.n, equipagem 26, earg3 milho a Wilson
Sons & C
Navios sahtdcs no mesmo dia
Buenos-Ayres e escalaVapor ifkslez Tames,
commandao.s l ks, carga varios gneros.
Rio d Janeiro e. escalaVapor nacional San-
telmo, commandante Henricfae Tnmpion,
carga varios geaeros.
Rio Grande do NorteLugar oornegoense Far-
vsl, capitSo R Hosen.cm lastro.
Observac&o
Procedente de New-Yjrk e escala fundeou no
Lamaro o vapor inglez R-.gina* e nao commo-
nicou com a trra.
Tapores a entra?
Mea de Agosto
Sul.......... Magdalena......... 13
Norte........ Espirito Santo..... 13
Sul.......... S. Salvador........ 16
Norte........ Olinda............ 19
Sul.......... Alagos........... 23
Norte........ Maranhao.......... 28
Sul.......... Brazil............. 30
SEGUKOS
MARTIMOS COftTRA F06C
eompankla Phenli Per-
nambncaaa
RA DO COMME
Minerva I
Norte
Vaporea a aa&lr
Mea de Agosto
,.. Pernammco........ 12 as 3 b.
London & Brasilian Bank
Limited
Ra do Cornmercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ?.:
cas do mesmo banco em Portugal sonde
im Lisboa ra dos Capelliatas a. 75.
?orto, ra dos Inglezes.
Me
oiupaoliia de Segaros
Miguel Jos Alves
N. 1Uusi do Bom J*-u>. t
SEGUROS ARITIMOS E TERRESTRES
Nestes ultimes seguros a unicr companbit
esta praca que concede aos Srs. Beguados semp
;o de pagamen de premio em cada stimo
tnno, que equiva ao descont amina de c
i de IFpor cea t em favor dos setrurado^
AMPH1TRITE
Companfaia de Segaros Martimos
TERRESTRES
Capital....: l.000;O00#0O0
-18 Ra do Commerclo 48
Companhia de tecidos
paulista
Sao convidados os senhores accio.iislas a rea-
lissr al o dia 26 rio crrante, no escriplono pro-
visorio ra do Bom Jerus u. 1 pavenlo ter-
reo, a quima eotraua de eapilal, na r^zo de -30
C/0 oo 60OCO por accSj, das 11 boras do da as
2 da larce.
Recite, 2 de Aeo?!o de S92.
Jos Antonio Sa eivs Jnior,
__________ rl'e.tel secretario
Companhia exploradora de
producios calcreos
Asstrab'd geral
Convida se acs sebores accionista, a se reo-
nirem em assemblea ptral ordinaria rodia!8
io corrente, s 11 horss da manhS, no cscriplo-
ria f"a companhia, caes da Apollo n. 73, rara ve-
r.ca(0.'S de cor.ius. Ifi'ufa do relatono, parecer
riscal, e oroctder m a eleicao dos nnronros do
conse ho fiscal
R*cife, 2 de Acoso do 1891.
Cardoso AyreF,
Servindo d3 Fe.'.'elario.
Hospital Prtu^uez
Premio de t rinde
A junta administrativa do Hj-pital PoMuguez,
d; acco do cora a dispisigo teslaneniana o
ftaado cumefdator Antn.o Jj. dt MaealhS'S
Bastos, Undo de adjudicar o p'ernio de 00*000
1 Ulna oa Bl^o familias, raural'da cidade do
Hecife, qae ocio seu traDalho borif-sto tiver con
corrido (fficazmenta pira o su -.tinto de seus
pai:', ou assistiiio a seu pal ou mu com verda-
detra edr.'ac&o e amor lili..!, dur.oie molestia
g,nve e proloogda ; cbama e concede o prso
e 60 .'.as, cooiaJ3 de bi j; s p s'oas que se
julgarem as condicOes citadas para apretnta-
rem na secretaria do Hospital os doenmenius
coroprobaiorios de soa prctencSo.
Os pretedeotes devem declarar nos documen-
ics nome, estado. p:osso, dadeeresidencia.
Secrelaria do Hospital Portuguez, 20 de Julbo
de 1S92.
0 2- pecretar.o,
Aogonto G. Feroanae.
Companhia
Pernam-
bucano
Sao convidados os eenborej accionista? a reu-
Oirem-re era as^cmbl-'a g3r:-i! exiraordira'ia no
dia 25 de Agosto prjxfflj fu uro, ll horas da
manna, no predio ra aa Aurora n. 83. tria
ds se proseder a elei>o para preeni-nimenlo dos
iogari-s de aireciores presieate e se:relario,
quesoacbarn vago3 pela renuncia dos premiti-
ta#. Recife, 26 de Julho de 1S92.
Se:viudo de secrdario,
Balbino Bezerra Sjbra!,
____________Direeiar Itescnreiro
Brazilian Submarine
TelegTaph Compa-
ny? Limited.
Do dia 16 do Agosto em diante a tari-
fa desta companhia fie* reduzida da seis
shiilings para cinco &bil!irjgs e q -atro
peoces por palavra entre Inglaterra e Ptr
nambuco e vice-vorsa.
A txa d'aqji ser CDliectada sobre o
cambio equivalente em reis
Por ordem
Joseph How,
Gerente.
3 de Agosto de 1892.
Derby Club de Per-
nambuco
Segundo divdendo
Os ebbores accionistas ta convidados a v r
r<*er o segou'o divilendo relativo aj semes-
tre de Janeiro a Jano nroximo passsde, na ra-
z3o de OiWO por accSo.
Recife, 4 de Ag03to de 189?.
Joaqu lirector tbesoureiro.
Companhia Agrcola e MenaalH
de Pera^mbaeo
Primeiro dividendo
Sao crmado3 os Srs. acciocstas rirem r^-
ceber no escriptorio d'e=ta Comrunhia, a ra do
Apolo n 28,1." andar, do d 11 ao dia 20 s 2
boras da trde, o 1. dividendo de 10"/. ou 10*
por cada accao, correspondente ae auno linio era
31 de Marco prximo paseado.
Recife, !0 de Agosto de 4892.
Jos da Silca Logo Jnior,
Tbesoureiro.
Consistorio da confrari i de
S. Beaedico no convento
de S. Antn o do Recife.
Caris8Smos Irmaos
Be ordem do Revm. padre guardiSo, convido
Vv. Ce a compareeereai no consistorio da
nossa confrara pelas 6 boras da tarde de 12 do
corrente (sex'.a feira),afim de, em ?senb'a ge-
ral, tratar-se de asuumpto de mxima urgencia.
Recife, 8 de Agosto de 1892.
O secretario, "\3
_______ Albino de Sant'Anna Lopes.
Thesouro do Esta do
DE
Pernambuco
Da ordem do Hlm. Sr. Dr. inspector desta
eparticao, faco publico que amaaba 12 do cor-
rente serio pagos os vencimentos dos professo-
r8 de i' eotrancia, relativos ao mez de Julto
proxim findo, comecando os mesmos s 10 be
ras da manba e terminando impretenvelmente
fas 2 da tarje.
Pagadoria do Tbesouro do Estado de Pernam-
buco, 11 de Agosto de 1892.
Sernndo de escrivo,
Epaminond!S de Vasconcellop.

afian
' *n mil II. i I I I I^^r.


*""'
Diario ita Pernambuco Sexla-feira 12 lo Agosta

89S
PRADO
PERNAMBUCANO
0

:S3*
isMlcW
ai
DERBY CLUB
IVAMBUG O
ar a
1. PAREO
PKOJOBCTO DE NSOPCAO
I2'1 corrida a realizar se domi
de Agosto de 18lJ2
mo go 21
QUE SE REALIZABA'
No da 14 de Agosto de 1892
X ornes

i
=
s
Pellos
Xatiirn-
/ lide
Cdr el* menu
Proprietarloa
1.- pareo -Connolaq&o 800 metros.Animaes de Pernambuco que nao tenham ganho
premio?. Premios : 2C0J ao 1.- 40 ao 2/ e 20* ao 3.-
5
2 GituD...... 0
3 Tapy II..... 5
5
S N'w-Yok... 5
(5 Pro' etteu .- 5
7 Campooez... 5
SArcDivou. S
9 Matapau---- 0
10 Polable. ... 5
11 Vermuoih... 5
42 G-anadeirc- 0
13 Boulaoger ..[ 5
Rodada.....
Rozilho .....
Alazo.......
Pr io.......
Alazo......
Rodado...
[Baio......
Ziino.....
Pedrea-----
Ca.'taoho.
Rosilho
Castanho.
Alasao....
Pernamb.. 54
54
* 54
^4
4
54
* 54
54
51
m Z4
54
| 54
54
Grenat en", e branco.
Violeta e ouro.......
Encarnado e branco..
Encarnado..........
Preto encarnado eren
Preto ene. e bran-o..
Ene, e branco.......
Amarello e roxo-----
Ouro e b'aoco.......
Azul p axarello......
Encamado .. .......
Encarnao e preto...
' F. de Oliveir*.
H. Lemos.
P. C. Recendo.
J. G. G Q'Albaqucrque
X. Costa.
Good. Neruodio.
A. dos Santos.
Silva & Ribiro.
i. Pereira.
M. S. Machado Jnior
". Fi^ueredo.
J. M. Pestaa.
Cood. Arrayal.
2* Pareo-Estimulo 00 metros Animaes de Pernambuco que nao tenhara ganho
premios em distancia superior a 850 metros nos annes de 1891 e I88i. Premi03 :
200OOO ao l. 40/ a o 2.- e 20*000 a o 3.-
Ciclone......
l'atcbouly. ..
Ally.........
Til ci-r.....
Rodado...
Russo
Castanho.
Baio.....
Peraam1).. !6
a 55
56
56
Ene. e bocet preto...
Preto branco e en car.
Azul preto e ouro ...
Roxoe amarello......
Coud. 1." deJunho.
J. B. Costa.
A. M. de Almeida.
J. N. da Silva.
3.'lareoProgresso-1 200 metros Animaes de Pernambuco e pungas. Premios
3004000 ao i. 60 ao 2* e 25/000 ao terceiro.
"ramn ...
Pe t ro polis..
Tenorino 11.
C Tga 2...
Castanho..
Alazo
Roso ...
Pernaoib.. 54
51
56
a 5C
Amarello e branco.
Verde e amarello-
Groat e ouro.....
Azul e encarnado..
;oud. B 111 Vista.
Magaihaes & C.
Coud. Pelo'ene.
P. AVxaaJrso.
Pareoneplde. 850 metros. Anirracs de Pernambuco qae nao tenbam ganho
em distancii superior a 1.0K) metros.' fremios : 250*000 ao 1., 50*90) aj 2 e
25*00C ao te'cero.
ITulo-.....
2 Tarea 2......
3 B-rllm.....
i Mirante......
5 iBao.....
5 Alazo....
5 Ziino.....
5 Castanho- -
Peroamb.. 56
a S6
a S4
a 54 !
Verde e amar l-,j...
Grenat e azul......
Branco e encama i-.
Amar lio e azul.....
A. M. Almeida.
J. F. de Moura.
F. C Rezende.
<~oud. Moaricana.
Pareo-Ferro Carril1.250 metros.Animaes at meio sangoe.
ao 60000 ao 2* e 30/000 ao tercero.
Premio* 3GOJ0O0
iGilcu......
2 Atlante......
3 D. Affjnso..
5 i Alazo....
4 I .
5 ICastanho
3. Paulo..
Pernamb.
S. Paulo .
^. PareoVeloclUade -900 metro'Animaes ".& Peruambuco.
1. 50000 ao 2.- e 25*000 ao 3\
6 |Prioe ou'O.........|Gcuc*. Fra erniJade.
56 [Verde e amarello-----lOscar.
56 |SV>nat e onro........|Coud. Pelnten=e.
Premios: 250000 ao
ConsolacSo800 metros. Animaes de Pernambuco que nSo te-
nbam ganho nos prados do Recife. premios : L'OOKXX) ao primeiro,
405000 ao segundo e 20)5000 ao terceiro.
2.' PAREOPrado Per-aamtoucan 1.100 metros. Animaes pongas
e da Pernambuco. PBEMIOS : 250(JOOO ao prime ro, 50.0UC ao
segundo 255000 ao terceiro.
3." PAUEOExperiencia 800 metros. Animaes de Pernambuco que nao
tenham ganho nos prados do Recife em 1892. pbemios : 2OO0UOO ao
primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
4 PAREOLlberdade 1.200 netros. AnimaeB d-s Pernambuco. premios :
2500000 ao primeiro, 500000 ao segundo e 250000 ao terceiro.
5. PAREOPrado da Estancia 1.460 metros. Animaos nacionaes, e
pungas. P2EMI0S: 300000J ao primeiro, 608000 ao seguado e
300000 ao terceiro.
0 PAREO Hfppodromo do Campo Grande950 metros. Animaes
de Pernambuco que nao tenbam ganho es e anno no Derby. PREMIOS :
2OO0OCO ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao ter
ceiro.
7. PAREO ProgreSO 900 metros. Aoimaes de Pernambuco que nSo te-
nham ganho em distancia superior a 1.03(7 metros. prxios :
3000000 ao primeiro, 600000 ao segundo e 300000 ao terceiro.
OBSERVACES
A oscripcSo encerrar-se-ha terja feira 16 do corrente, as 6 horas da tarde
no Ii'gar de costume.
De accordo c^m o ait. 5. do cdigo de corridas, nao poderSo se inscrever
dos pareos : ConsolaQo o animal Gtatnao, P.ado Pernambucano o animal Atlante,
Liberdade e H ppodromo Piramon. e Prado da Estancia os animaes Napolitano, Ve-
loz, Niniche e Siroco.
Secretaria do Derby-Club 11 de Ag-sto de 1892. \
O SECRETARIO,
Reg Medeiros.
PUADO
PERNAMBUCANO
PROJBCTO DB jflSORffCAO .
Para o pareo Grande Premio
Sans-Souci..
Pyrilampo ..
Tudo .....
Talispher...
Baio....... Peroamb.. 56
ToMiiho---- 54
Melado..... i'6
Rodado..... a 5
Ouro e branco.....
Gre:iat e azul......
Verde e amarello..
Azu!, branco.......
ID. A. L. de Mallo.
U. E. Ferreira.
a. H. Almeida.
iCood. Recife.
7. pareotnlclo-80J metros.Ammaeside Pernambuco, qpe nao 'enham gacho em aaijr
d'.staDCia
ICIsyd.......
2 N'tw Y tk...
3 Talicier......
ijA'iy.......
o Gatuno......
tilTupy. 2-...
Premios : 200f000 ao
..r..|Pernam&-.
.... *

! 40^000 ao 2 e 20*000 ao 3.-
Rodado
Zaino......
Baio.......
Cattanho...
Tordilno....
Alazo.....
56
54
56
56
54
54
Verle e amarello.....
Onro preto encar-----
Amarello e roso......
Azul prelo e ou'O.. ..
Viola e ouro........
> so o e encarnado. .
Coud. Salgado.
E. Cesa.
J. N. da Silva.
A. M. Almtida.
U. Lemos.
F. C. Resende.
no ensilhamento s
OBSERVACES
Os animaes inscriptos para o 1.' pareo deverSo achar-se
9 12 horas da maohS.
Os forfaits serao recebidoB at aabhado 13 de Agoste s 3 horas da ttrda na
secretaria do prado. .
Os jockes que nao se apresentarem conveniente-
mente trajados com as cores adoptadas no programma
por seus patroes, nao serao admitti Jos pesagem e se-
rao multados de accordo com o art. 51 t o cdigo de"
Corridas.
Previne-se aos Eenhores accionistas de procuraren) os seus ingressos na se-
cretaria do prado ra da Imperatrhsn. 26 1. andar.
A venda de poules ser annunciada ao publico
por urna sineta eietrica col'ocada na casa das apostas,
logo que tenhaca sido pesado os jecheys, um sigoal pro
longado avisar que se vai principar a venda de poules-,
Cinco minutos antes do encerramento da mesma
venda um signal menos prolonga]o ser dado.
O terceiro signal, prolongado com 7 o primeiro,
in licar o encerramento da mesma venda, que ser irre-
vog vel quakjuerque sejao as r.clamacoes.
O horario que for marcado na pedra ser rigo*
rosamente cumprido.
Recife, II de Agosto de 1892.
O secretario.
J. Alves.
Que se realizar na eorrida que te r lugar no
dia 4 de Setembro de 1892
I.&OO metrosAnimaes de Pernambtfeo. Premio : 1:000(5000 ao primeiro
2( 05000 ro regando e 100$000 ao terceiro.
ns-?rip^ao 80,^000
Observa De accordo com o art. 5v do cdigo de corridas nSo ser admittido
ioscripyao deste pareo o animal Piramon.
A nscrip95o encerrarse h terca fe ira 30 de Agosto do corrente anno.
Secretaria do Prado Pernambucano, 7 de Ju.'ho de 1892.
O SECRETARIO,
J. Alves.
Veaaeravel
onfra_ia do Senhur Bom
Jess da Vis sacra da San-
ta Cruz
MARTIMOS
ompanhla PervambReana
aTegaeao
de
Este cempachia mau.m a segn nt^s liahas
De ordm o nosso irmao provedor, convido lateade navegago:
osnossos cjr88imo3 irmaos a comparecerem w <*<* tocando ot)3 porUs da Parahiba,
nesea tKteja dBmingo ti do corrente, i 1/2 ; Maco, Mosa:6, Arrc-ty e Portalea, rartmdo
bo-as dala-de, aflm de irc.Toorado?, irmos 1* P^'o am pagete a 11 e 26 ds cada mei.
Sul, cota eseela pelos portos de Macelo, Pene'
do Ar'w-FjB:. Estancia e Baha sabindo des'.e
porto a 14 e 29 de cada m- z
Femando de Noronha. partida no meado do
otes
Rio Formase e Tamandare, sabida a 38;
Rio de Janeiro, (directamente) parte o paquete
ix> 15 5 do mez
Rio Grande d Sul, (viagem directa) sabe de
3, a 4 do mfE.
, os os paquetes sao nevos tem excelleoie
. tec *;mod0e8 para pasaageiros e para carga
1 e o pr*v*s rao muito r> do idos
\ i/t passageros encontram, epar do bom Ira-
| (amento, ledo s conforto desejavel a bordo ed
35o convidados todos os Srs. sdcoo para j UIof piqaies que faz. m zs viagens ao Rio de
cem auas Exmas. familias honraren a sea- Janiero, alm de terem todo o que pe encontram
Jeao de posse da nova directora elea,' eos cuetos modernos, accrecs que faz a via-
Recebe carga, encommendas passageiros.
Jjara os qoaes tem excelentes accommodacOe
tratar com o
AGENTE
Augusle Labile
9RA DO COMERCIO9
Lioyd Braselro ~
Wecco de navegac&o
DA
MPREZA DE OBflAS PUBLICAS NO
BRAZIL
PORTOS DO NORTE
O paquete
Espirito-Santo
Censmaudante Florindo F. Dias
E' eFpersdo dos
portos do mirle
no dia lSdocor
rfnte, seguindo
depols da demo-
ra receesana para
tfaoei. Baha, Espirito-Sauto e Rio d
Janeiro
Recebe carga a Daidear no Ro tf Janeiro
jara Santos, Canan?, Igoape, Paranj^r, An
oiina, S. Francisco, Itajahy, Santa Cataarina
Mo Grande, Pelotas e Porto Alegre.
As encommendas serao receidas at i hora
da tarde do da da sahida, no trapiche Barbos
o largo do Corpo Santo ni!.
PORTOS DO SQL
O paquete
S. Salvador
Commandantc Jo'io Mara Pessoa
E' esperade do3
portos do solet
dia 16 de Agos-
to eeguindo de-
depois da demo
ra necessrria para
Parahyba, Natal, Car, Amarrayao^ Ma-
ranhao, Para, Obidoa, Santarm e Ma-
nos.
As encommendas serao recebidas at 1 hora
lo tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
o -\rt j do Corpo Santo n. ii.
Aos Srs. carregadoreB pedirnos a sia attenci i
era a clausula 10* dos conhecimentos, que
No caso de haver alguma rprlamacao contra
xmpannia, por avaria ou perda. deve ser felU
wr escripfo ao agente respectivo do porto d
1 'carga, deLtro de tres dias depois da final)-
.d&.
?iao procedendo esta tormalidade a companh
lt isenta de toda a responsabidade.
?ara passagdrs, fretes e eneommecdM tr>
-3 con os
AGENTES
Pereira Carneiro& C-
'imcxRua do Com*nercio~*6
1 andiir
The United Staies and Bra*
zilM, S. S. C.
O vapor Vigilancia
E' esperado dos portos do
sol at o dia as de Agos-
to seguindo depois da de-
mora indispensavel para o
Marauho, Para, Barbados, R.
Thomaz e .Vewlork
Pjra carga, passagens, eocommendase di-
iheiro a frete trata-se oom os AGENTES.
acompaabar a pro:isto de N. S. da Bja Morte,
qoe tem de sabir do convento do Carao, da ooal
tivemos convite.
Consiaorio da veneravel cocfrjria do S-nhor
Bom Jesos da Viasacra, O de Agosto de 1892.
O escrivfio,
Adalb rij Jos de Paira.
------------,----1--------------------
Club Internacional do
Recife
Emprestimo emittido pela
Companhia Promotora de fndastras e, Helboramentos
0*3." sorteio ter lugar a 30 de Setembro de 1892, sendo o mair premio dfl
B 2o:000(JC00.
Alem dos de res 2:COOi&000,1X00*000, 500*000, 200,^000, 100*000, 50*000,
40*000 e 25*000.
Prego de cala obrigacao 20$000
Roga sa aos Srs. possuido^es de obrigae.Sea a virem receber os premios do se-
gundo sorteio effectuado a 30 de Juaho ultime, bem como os juros vencidos do pri-
meiro e segundo trimestre no escriptorio da Companhia a ra do Torre n. 42,
1.* andar.
Acham-se etas obrigacSes vnda nos seguiotes cstabelecimentos :Banco
popular, roa do Imperador n. 22Em casa dos Srs. Martina Fiusa & O, ra do
Crespo n. 23.
que se realisar no aabbado 13 do cor-
recto na ede do Ciub a 8 1|2 boraa ds
nou e, seg.aindo-se o scro.f^m l>ar do
corrente mez.
Recle, 11 de Agos'o de 892.
Ett rdo Tavart
L'.ivcicr dj inca.
O Dr. Prefeito do Municipio do Recite!
mandr fazer pubco a quem possa loto- j
ressar que eo dia 16 do correte l hora i
da tarde no ps.50 Municipal i: em praca i
o foruecimento de 20J capotes, 200 bo- j
neis, 200 gravatas de sola de lustro, 200 \
sobieoaaacas de par no azu!, 200 blusas da j
dito, 40t) blusas de brira pardo cora bo-:
t5es de metale vivos azues, 200 ca!cs |
de panno azul, 400 ditas de brim branco
e 400 pares de sapatos.
Os pretendentes apresontarao nesse dia
e hora auas propoitas em cartas fechadas ,
indicando o prego de cada um dos artiges
que deverao ser fornecino em 15 ias
contados da data do contracto, apresen
tando igualmeute as amostras des faz cri-
das e artigos, cujos precB tiverem sido
indicados as referidas propostes.
O propooente cuja proposta fer prefe-
rida, prestar como garanta do sen con-
tracto Sanca no valer de um cont de
ris, que ser aceiu em dinbeiro ou apo-
lices ou mesmo em carta de abono do
fiador idneo.
em 11 de Agosto di 1892.
Dr. Joo Ribeiro de Britto
Prefeito.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
pera em luitro dias e o preco de pasagens a
UJBH i 60.'000
O p*(j3 Sondado Sul 6 cen'.e pira carga, e tem o
C.vlc adtflC-'Jj a ent;;r do pcrlo daqcelle Es-
'.QfX. qnrlqcer occar.a-.
|.cbe-8e engajamenio de carga por quanti-
it fixa para todas as viagens.
Outrsim, a cempachia expedir psquetefl ex-
jtoahatrOB desde qoe b^ja carga para o enga
.avent completo de om paquete.
Escriptario da Comnauh-a PetDEmhaeana
CH.ARGEURS REUNS
CoMipaubia Francesa
DE
rYa*<-gafo vapor
Licha quin&eaal entre o Havre, Lisboa.
PeroatbaeO]. Bahia, Rio de Janeiro ;
S^ot'j*.
O vapor Santa Fe
Commandante Panchvre
ENTtARA' NO PORTO
E' esperado da
Europa at o dia
10 do corrente,
;egofndo depois
de Indispensavel
demora ptra
Sabia, Rio de Janeiro e Rantci
O VAPOR INGLEZ
Enchantress
E' esperaio de New Y. rk at o
dia 34 le Agosto segoindo de-
pols da demora do costme
jara
Uahia. ito de Janeiro e San of
Para carga, passagens encommendas e di
ineiro a frete : trata-se eom os AGENTES.
O vapor Seguranza
E' esperado dos pertos do
nortate o dlsao de Agoe
<> segoindo depois da in-
dispPsave! demora para a
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas di-
heiro a frete : trata ae cem os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Ra do Commereia8
1* andar
lall ou Paelet \m-
1 de Agosto de 1899
jegoindo depois da indispensavel demora para o
Rio de Janeiro, Montevid*, Buenoa-Ay-
res e Rosario de Santa F
ESTE VAPOR ENTRARA' NO PORTO
Previne-se ainda aos Srs. recebedores de mer-
adoriae qoe t se attender a reeiamarOes por
,'al ae, que forem reconhecidas na occasiSo ds
lescarga dos volomes ; e qoe dentro de 48 no-
-as a cootar do dia da descarga das a varengas,
'evero fazer quaiquer reclamacao eoncernen-
tes a volumes qoe porventura tenham seguido
o ra os portos do sul, am de serem dadas a
empo as providencias necessarlas.
Roga-se aos Srs. passageiros de se apreeeata-
em na vespera da ebegada do vapor para toma-
em as soas passagens.
Para carga, passagens, encommendas t di-
eiro a fre'.e: trata-se com os
- AGENTES
H. Burle & C.
42Ra di Commereio42
tapia taina He H-
PORTOS DO NORTE
Cear, Camossim e Para
O paquete Goynna
Commandante Pinto
Segu no da IS daAgos-
to s 4 horas da tarde
para 03 portos cima iadi-
cados.
Recebe carca, encoromeDdas passagens e di-
nbeiro a frete at s 2 hora; da tarde do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao C06'. da Companhia Penuabnaucan
_________________n. 12______________
Pacific Stsai Navition S
aany
STRAITSOFMAGELLAN LINE
O paquete Magellan
E' esperado da Europa at o
dia *l do correte, segoindo
idepois da demora necessaria
".ara Valparaizo com escala por
Bahia. Rio de Janeiro e Montevideo
N. B. O vapor nao recebe passageiros
de 1.a classe.
Para carga, passageiros, encommendas e di
ooeiro a frete: trata-se com os
AGENTES
Wilson, Sons C, Limited
10 -RA DO OOMMERCIO10
Leil
nc
de movis, loucas, vidroa e diversos
livros
Sexta-feira, 12 do corrente
A'S 11 HORAS
Na casa ra do Bispo Ssrdinha n. 1
CONSTANDO:
De 2 mobiias de Jacaranda completas com
lampos de pedra, 3 pares de lanterna3, 1 cama
para catal. i marqoFzo, 1 secretaria com es-
tante, 1 guarda vestido, 1 guarda-vestido, 4 goar-
looca, 1 mesa para jantar, 4 jarros psra II -??, 1
aparador grande dfe amirello, t cabide de [are-
de, 1 machima para plKO, 1 mofquiteiro, cadei-
ras avulta3, quadro?, e'.ageres, candieiro para
kerceeDe, le oca b para almcco e jan'ar, copos;
clices, garrafas compoteiras, poita pao, porta-
qoeijo, 6scarradelra8. cieres, facas e garfos,
diversos livros e moit^s cairos objec.os que se-
r?.o vendidos
Ao correr do martello
O ageote Gusrcau. ao orisatto por orna familia
qoe retlruo se para lora do Estado far leilo dos
objectos cima, os quaes fo am transportados
fwra a csaa cima refera.
O vapor Magdalena
Commandante H* 0. Rigaud
E' esperado dos portos do sol
at odia 13 da Agesto de 1892
segoindo depois da neceesaria
emora para
9. Tcente, Lisboa. VIgo e Sou-
t ia$3\- >*<
Reducto de pargayens
-a Ida t tea.
asae i M
4' 42
Ca ; .::'. t ;: radua para os passageiros d*
tananbeco.
ra pseatgena. Brete*. eccoa^nendaB. crata-i
OS O'
AGENTES
4i2iorim r ni aos & C.
H.SRo do Boa JerasN. ?
ipauDia miim da i-
Ro?a-8e aos Srs. Importadores de carga pelos
spores desta llnha, queiram apresentar dentra
Pretcitura da Munioipahdadj do Kecite, ,ie 6 dla8 a coctar do da desCarga das alvareo
^as quaiquer reclarongo conceroente a volomef
lae porventora tenbam seguido para os portoe
:o 3ui, at\m de *e poderem dar a tejipo as pro-
cidencias oecessarrias.
Expirado o referido praio a companhia nao
;e responsabilisa por estravros.
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Atavio, Motsor, Arate
ty e Cear
i.) paquete Una
Commandante Monteiro
Segcir para os
portos cima in
cade? no dia ia
o Agosto s4
r.o-as da tarde.
Recebe carga, encommendas, paseagend e di-
nfieirosa f'eteats2 horas da tarde do d a
13 de Agosto.
ESCRIPTORIO
Ao caes da Companhia Pernambucana
i n. 12
Mmm Hii
Li'uha BI mcnsal
O paquete Matapan
E' esperado da Europa at
o dia
Leilo
De importaatae movis, espelhos, i_,uadros,
1 excelleate relogio patente irglea;, urna
correte e c^olota de ouro para relo-
gio, 2 grandes botSas de brlhantes para
abertu'a, i:rra phosphoreira de ouro,
botSes de puLho, louea, vidroa e diver-
sos livros e roupos de uso.
CONSTANDO:
De 1 Bobilia de mogao estofada com don-
qoeiqaes. 2 graadesejpelboa para dunquerqoes,
2 rices pares de jarros para flores, 2 escarradei-
ras, 1 jardineira de junco com plantas, 2 pratos
de faiance, 12 tapetes para portas, 1 dito gran-
de para Bofa, 5 ditos menores, i tmpano, e 4
capachos de coco.
Urna importante estante de amarello, 1 impor-
tante commoda secretaria de amarello, 6 cadei-
ras de mogno estofadas, i conversadera, diver-
sos diccionarios, i colleco de romances, 1
Qisto.'ia de Ueur Canto, 1 importme cama fjan-
ceza de Jacaranda, copla, 1 cclxao, i colxa de
crochet, diver03 qoaroe, 2 ectagers com veecs
e plautas.
Um liodo goarda vestidi.s de amarello, 1 toi-
lette de dito com e ira, i lavatorio com jarro e
bacia, i columna te Jacaranda.
Um rico gosria louc d'1 amarello com lampo
de pedra, i importante mesa elstica oval de
megno, 2 bonitas cantoneras de mogno com jar-
ros para planta?, 1 aparador, 1 guarda comidas,
t mobilia de juoco com encesto ds palbinha, 3
grandes cantoueiras om jarros e plantas, i jar
fiineira com panno.
Urna mobilia de Jacaranda com 2 civans e 1
cenversadeira, clices, copee, compoteras, gar-
rafas, talberes, !ou3 ce juntar, dita de almoco,
mesas de cozinbj, armario, pra'.ileira, l trem de
cozioha e ootros muitos movis.
Dous grandes botOes de brlhantes psra aber-
tura, t relcgio patente inglez, l corrente de cu-
ro e casolea para relogio, 1 phosphoreira de
onro e bolOes de < oro para ponhos.
Sexta-f-ira 12 (Jocrrente
A's 11 horas
No Chatn. 4i entrada dos Afflictcs
O ageole Mtrtics f;ra leilo a reqoerimento
do tesianenteiro dos bens deixados pelo finado
Antonio Joaquim Vichas Mata e por manriao do
Mme Sr. Dr. jeiz de Jireito ta provedorla, i!cs
movis o objectos de ouro perlencentes ao espo-
lio do diio Vinbas Maia.
0 bende di linha de Fernandes Vieira que
partir da esUcao do Efrum as (0 toras e 18 mi-
ou leilo.
Leilo
De 1 cofre prava de foco, 1 mi si secretaria, 1,
frdeira de parauzo rara a mes na, 1 sola de
amarello, 2 cadeiras de junco, 1 balaio para pa-
p Mi 1 ban:o rara jardlm. urna grade de balaus-
ire, 1 cabide d ptrede. S grades de lonro para
portas e 5 portas.
EspdtJ de Aotcno Joaquim Vinhas Maia
S.brao, 13 do corrente, s 11 horas do dia
Na traviesa do Livramento n. 8
O agente Martina far leilo reqoerimen'-o do
lestameoteiro dos beos deixados pelo flo?du Vi-
nhas Uaia e por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz
da provedoria, dos movis do escriptorio dtra-
ves8' 'ment a. 8.
I
I
1


i-
^

5.
I
', U p i.W HI ii f


Diario de Perna^buco Sexta-feira 12 de Agosto de 1892
Agente Britto
Leilo
Urna :.portante mobilia de inogoo a Loiz XV,
llciatirasoe ja-.-.randa, de fenusia, com as
sent de palha, 6 "adeiras de lanUsia, de mog-
no, 1 tardioeira, 2 consol: s de Jacaranda, 1 msr-
fteiio, I mesa elstica de i t.iboas. quast nova.
dita'od abas 1 comn do ra acama, novo, 2
ge-p a a gas, 1 e*pelno, fciar
aoapos, coi( E ;>s, 1 macboa de coi-
tara e ootroa objeclos.
O ag'ie .cima, aotoriaalo por urna pussoa
ace aegoe para a rapHai federal, veader os
movis acma.
Ra Dimita u. 36, 3- audar
Sabbado, 13 do orrente
A'.- 11 horas em ponto
Ama
Precisa-se de crea am* urgentemen'e para o
servido de peqoena faaila, doas pessoas ; i
tratar Da ra da Palma n. /4.
A
ma
AVISOS DIVERSOS
Compra i se gomas apoc pobii:s ge/al; a tratai oa Tfteaoawarta do F
tenUa com L. SI. i. Val d-jj ___________
Veude-'i Oa 26. 'i|a 4 ra o
V..-CD-- de G^jiOna >ul 'ara do Ciovello),
teado aoeexo bast-ot.- i r eoo plantado de arto-
re* frtife'8 i um sobrad i odo ou sotSo ; a
tratar no largo do Carpo Saoto n. II, primeiro
andar.
Lttli A ues des Santo: Pi in, teor/o ltima-
mente ihegat<; *C pil Federal, trazendo om
sistema de p> rra n t tidal com os movimentos
ne esario-* coe t\\'.e de endar de moleta e nao
incoo -r i pode usar botinas como
oniro Balara! qam precisar diriia se a travs
sa da Piedadc n. 8. San'c Amaro.
- Prec.-a-;e de um rapa.', t 16 annos de
idade para caixeiro ; a tratar ro pateo do Pa-
raso n. li.___________________.______________
Moedas de prata
Compram-se pataco es e moedis de IfOCO e
800 rs. ; no armazem de movis, roa Baro da
V..loria n 54. _______________
Gaixeiro
Precisase de um caixeiro co n pratica de mo
toados, de li 15 annos ; a l;atar oa ra Mar
qnez do Berta] n. 165- _____________
Semen tes novas de flores e
hortalizas
Vendem Gomes & Vianni ra Duque de
Canas o 80 L
Potin
A mais fi-.a mantet>a ingina para a mesa,
esta a (h'gar.___________________________
A luga se
Pa*S8geni da SagiSsIena
Urna excellete casa, com agua e gaz encana
dos, Danneiro, baixa de cipim, boad na porla.
Dorto de desembarque no fondo para o no, ajar
diado, algumas froclelrat com >apacid>de para
accotnmodcao de bou yr;-ndf familia, sita dita
casa ra de Bunhea n. 1, junto a poile gran
de ; a tratar na pbarmocia ConceicSo, junto ao
arco da Coneico.
Precisa-ee d orna ama p prar ; ca ra Bario da Victoria n. 40, 2- andar.
Ama
Precisa se de urna ama para todo servico di-
i*uas pessoas, que dorma em casa dos pairOei,
ra 7 de Setembro n. 18. __________^^
Ama
Nj 2" indar n 17 .ia ra do Imqerador, pre-
cisa-ae de urna ama para eervico de coinlia.
Amas
Precisa se de duas amas, utia para meninos e
outra para cosinhar, d<*mida em casa tos p^-
rOe ; a tralar do pateo do Li Trmenlo o. 1,
obsrdo.
Ama
Urania inri do raimo
.i0. da do seu pas*ameuio
Ricardo h> Gorma da Los, Mana Felicia da
Cooba fime*, J >-' X iviMr da Conba Alvaren'<,
H'rmetifgildo a i.luui Aivi-rtoga, Ica Luis i-u
silva, JiMqaim da Silva Salto, Jote Joaqun oa
Coca P;;iij, Acoa Tm-resa de Jess Piuho. .'ul a
Candida o rWi B rri le i Label Bar
uaMl'.a da tooba Alvarenga, Paoliu? Mana de
ietoa Alvareoga. Fruncs.-a Onoria da Cunba Al-
van-nga, .aoiana Maria das Merced, Cecil'a Ma-
na Gjmts dj Silva. Maria Luiza da Silva Netto,
'unados. irmios. irmas e i-obrinbas de Usula
iUrta do Caimo, fallecida a 14 Je Jolbo pioximo
fudo, conviJam a pessjas de sua amizade a-
eim como da finada, para assistirem a urna mis
sa que por -eu dtssanyo eterno tnandam celebrar
sabbado 13 do correte, s 8 Doras da mam a,
oa igreja da Cenb^, e desae se confeasam
atiradecirios po- eslf acto de a^jiaie
Precisase de urna ama para caaa de pouca
familia, para cosinbar e fazer mais afguns ser-
vicos ; a tratar na ra da Imperatriz i. 5. loja.
Ama cosinheira
No sitio o. 5 da estrada de JoSo Feroaodeg
Vieira se precisa de tima cosiobeira, pagase
bem.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosi 'bar em caaa
de familia ; no pateo de Terjo n. 12, pharmacia
Minerva^___________________________________
Ama
Precisa se de urna ama para cosinhar e com
prar, que li rma em rasa ; a tratar na pbarma'
ca americana a ra Deque de Caxias n, 57.
Anta
Precisase ce orna ama para cosinli r e mais
serviQos de casa d familia, que durma em casa
dos pato s; a tratar ua ra larga do Rosario n.
9, relojoaria.
Ama
Precisa-se de orna ama para lavar e engorn-
mar ; na ra do Rangel n. 9 padaria.
Amas
Precisa-se de duas amas, sendo urna para en-
gommar e outra pira cosinhar ; na ra Nova
numero 52, secundo andar.
tnnn Frnncioca Ferrelra
Os tilho?, genfOi u.a e ociu? lie Auna Fran-
cisca F< rrcira. agrai.eom do intimo d'alina a
todos aquellf f q.e se dignaram arompanbar a
ultima morada os mu-" restOi morlaes, e de novo
convidan, os t a stus prenles e amigos para
assistirem es misas do stimo dia que maDdam
celebrar na igreja Je N S. 'ia S.'ledale, pelas 7
el/2 horas do da ae> W -feira 12 do correte,
confessndo seanifCipad^m-Dte agradecidos por
es''P ac'o de ranitant- e r-lie'.~>.
Joe de Faria Macha o r seus fllhcs agrade-
cem a toja? as pesabas qu-i se dignaram a:om
panhar ao emiterio publico os restos mortaes
de sua idol trada esposa e mi, D. Candida Ra
mos M-ii hado, ? df novo convidara aos setis pa-
rentrb e amigos para assistirem as raigas q pelo SfU escancj maadam celebrar na ig-eja
fera 12 do correte, stimo dia merjio, pilo ..ue se .ont-ssim oe-di j runnn
mHDl- n>-nho-il.)s e Tclfrido. ___
Aojas
Precisa-S:' de duas amas, urna pera engommar
eoutra para cosinhar ; a tratar as Uj do "aro
da Victoria n. 16.
Alambique
Vende se um alambique de cobre do fabri-
nateDerosn, qai (teetilla tOO ;.nadns diaria :
a tratar no cae* oa Companbia Per.J^mfljcana n
4, armazem d- agurdente.
llASAirTlLlra-
Partie:pam qae j reesberam
CAL NOVa DE LISBOA
4 c 6largo do orpo Snto4 o 6
Cosinheira
Precisa ee de urna .osioh'-ira na ra Di'tita
B. 4. 2- andar.
Criado
Precisa se de uro criado ; na loja das Estrel-
las, ra Duque de Ca. ia; n. 5S,
A!i!gj-se
O grande sobrado di ro CapitSo Antonio de
Lima o. 30, once foi o escriptorio da Es'rada
pe Ferro Sul d PernaL b >co. com commodos
para grande familia, com r.gua e gaz ; a tratar
oa roa Starqiz de OliDda B. 8. liUiographia.
Compra de sitio
Comp ase at tres oi> qaatro rentos de ris
orna eaea pa-a pequea familia; com sitio gran-
de, junto de ro do tamb.', e perlo de lioba de
boad ou '.rer, tam -. pernota, dando ama
na praia dos Milagrea, proprid (.ara baohos sal
gados, im cplimo lalo e com parada de trem
na porta ; tratar ca roa da M3rire de Deus nu
mero 10.
Azeite puro de OJiveira
Em latas de i '2 i litros.
Receberam
GUIMARAES & VALENTE
e 4 Praca lio Ci.'po Sailo 4 e 6
Libras ?.terlinas
Voode-3e na toja de ]9*a. de Angos>& lia,-;'
bs roa do ('?ciia ti. 9.
Taverna
Vcq e ie um-. avernu : na ra Imperial n
88, em orna das primeiras localidades ; a tratar
na mesma o. 5i.
atacos
Compra--' ie todat tea o i raa do Ca-
buj< n. 9. oja de Augusto do Reg.
Caixeiro
Precisa-se do- um oaixelro de 12 14 anr, i.
que d fiador de saa coaducta ; na ra do Cal
aetreiro n. 0.
PeJido
Pede-se a quem com^rou ao Sr. Manoel Jos
Martins urna letra de 7c0#000 a vir rtceb?l-a
ruado Coron! Suassora 2i4, ou annuncie sua
rasidencia.
Fabrica de ^elo
ifias 6 liyooadas psosas
tedas &s (jiald^e
Soda water. ;: lioa&o, laranjk, i
rao.abacaxis, granadina, grojellaa, (nuil)
ooilha, nrn-tf l-pimenta. etc., ate.
ia ACAPS DO C-PI8ARIBE12-A
Co tu reinas
Ni paniiia do i'rfado Chapeos
;de deooyauDa u. 147, precisa-te
'le cestureiras e paga-se bem.
P. daria
uaa padaria e a propnedade do fio
recente povoatfo d^ j-iqo' ira. pomo de partida ,
do ramal :-.. Imperatna ; a tratar ca mesma.
AvA
Precisa se de urna perfeita cosinheira, a traUr
na Travesa SaidaDha Marinho n. 1 A.
Aluga-se
Urna casa cem azua e gaz encanados con ra-
pacidade para accommoda^ai de grande familia,
com um excellente sitio de arvores friciferas.
bom jardim e viveiro oe peixe, junto ao trilho
dos bonds, completamente cercado por um muro,
tu ao largo da oreja de S nto Amaro o. 2 ; a
tratar na pbarmaoia Concticao, junto ao arco da
Cjiceigo.
Alugam-se
a~ seguinlcs casas :
Ra do Capito Antonio de L'ma n. 20 com 3
qoartos e 2 salas.
Ra da Furmicao^lO, com Dtantes commo
dos e com agua.
Ra do Capito Antonio >'e Lima n. 16, cox
commolos para cande familia.
A tratar na ra Mrquez de Olinda n 8, litbo-
grapbla.
E igomma 'eir
Precisa se de urna para lavar, engommar, e
mais aigum servico, para casa de pequea fami
lia ; na ra de Fernandes Vieira 29
Taverna
V^nde-se urna taverna em boa iocadade e
com poneos fun os, prtpria para principiante i
a t ata ma ra Direita de Afogados n. 96.
Tanoeiro e operarios
N; fabrica de vinhjs e liooies de cai, doces e
conservae a ra da aurora n. 111 precisa se de
um tonoeiro (ff=ctivo, serventes e operarios que
saibam 1er.
D. LvocauldrNlqui'lr Caval-
runlr
0 mijor Frand.-.o o- .Mqceira Cavalcante
stuj ti bos e sogra, convidara os seos darentes
e amigos para assistirem a rai^sa, que a 12 do
correrle, s 8 lior. s da maobi em poni, ua
igreja de A^lpocos, m'.nnaro celebrar em com
mec' rajio ao i anaiversario do cruel e infaus
to passaaento de coa idolatrada tspo-a, mie
filba. Desde j xofess-j. s summameote gra
los.
Casa em Apipuees
Aloga se urna casa im Apipucos com bens
commodos para familia, agna canalisa' a, e em
completo estalo de ssreio ; a tratar com o Dr.
Alcoforado em seu c cnptono a ra l- de Margo
numero 4
CaderneaT I9,032~
Perdea-M a >ad ri:eta oeste oamero. Econrmica de*ta "i I.! r rten:eote a Jos T :-
x-:ira Sarment.
tf$y8f i
herrado ros rpuratito
Approvao pel& Ill&strada /unta d?
lygiene ?nblicr. da Corte.
Auctorisado potDeoreto Imperial
de 2o de Junho de 1883.
COMPOSICO
de
Firmino Candido de Figueiredo.
i
4
4
-:
->
i
->

4
i
->
-:
-:
-:
4
-:
4
4
i
t
Enipregado com a maior efficacia no
rheumatismo de qualquer !'.,lurer..i,
em toda; a molestias da p. 'as
UucorrhaS OU fores Irancu nos
sefirimento: occaionadospela >mpure-a
do sangite,-: finalmente as d:c:
fui mas da syphi'is.
Dse Nos primeiros seis dias mu
colher das de cha pela manha e outra
noite, puramente ou diiukla em agua
e m seguida mudar-se-ia para eolhe-
res das de sopa para os adultos e me-
tade para as criangas.
Rgimen Os doentes devem ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
duroso; devem usar dos banhos frios ou
momos, segundo o estado da molestia.
1
DEPOSITO CENTSAL
Francieco Macoel da Silva 8r. C.
Droguista
23 Ra Mrquez de Ouda
Pernambuco
^*V!FmKi^^-+--^
kht\% !
FranciNfo Siienando dtt Beta
1- a^i.jv-'sano
i Au'.onio dos K' > si-us tilhos convidam
aos s-us pa'pt tes e amuros para anisOteo a
missa que m^ndam celrbrar por alma de seu
nrezado Bino e irmo, F.ao:isco SiZ'-nando dos
Reis. a qual erS lugar na igrej da S>nta Croa,
pea-- 8 doti d) da '3 do correle, r anaiver
san.i 11 -10 ratlrciment> : e por este acto de
easmmmmmHammmmmmmmmmmmam*
.Uunael
..iiiKiilit IVrreira e
Uva
A familia de M
'.-'
s F rrrira e Sil
Modista
Na ra do Cabug n. 7, 1- andar, prepara se
toilette para gonhoraa, de baila, pesseio e csa-
me ni oe, preces rasoaveis.
Criado
Precisa se de ou criado para servij > de caaa
de familia sendo menor de liannos prefere-se;
a tratar oa ra do Atoer a n. SI.
Vivam os noivos!
COTUjrES
1 Casaca
de CroH
de Fr?rk
de Paleto)
e debnns
e $ i
o ** ^
= i i


Moedas brasileiras
Compra-se de 5i rs., U000, t#000 do eeatn
' 1 looeda na -ua do Cbug n. 9, loja cHAe
;i-j'.o do Reg.
Fa inha barata
Vfde ae no (srgo do mercado n. U, a 410
rg. a cuia, em eaccos brancos e 800 com 12
kilos.
va couvida a tO'10-" o.-i atrito i e prenles pa a
assistirem as rr.'s-ns que se.ro celebradas na
ordsm 3 d" S. Fiancwco > ra eapella do Caxan
ga, 3 8 hu-r^ .) oaanbS dj 12 da cjrrente mea,
rigesimo "a "o i---'ifcntn.
A ^'ova Esj.eran^a vai por mo>
mantos ioterromper es amaveis leitorks
as suaa p. eocupa^o" s diarias, para lems
brar->:hes que ha granee utidade em di*
rigir-se a ra Duque de Casias n. 63,
afiai de proverrr.-e da qnalquer artigo de
gost-.i e phantaaia q ie constantemente re-
cebemos dos principes ra rcauos da Eu-
ropa e America ; dentre elles vamos dar
urna ligeira noicia para poderem avaliar
o boiii soitimento.
JU'odaa cestas com ructas e flores parr.
adornos de salas e teiletes. Bonitos jar-
ros c jardint-:as para flores.
Cdmpjeto sortiraento de papis e envel>
pes do pbontaoia
Iatare8sanies pastas pha'itazia para ub-
Mhoiai
Finas > amia:. bortjadr.s para noivas.
Ventarollaa e leques, n \ id de.
Commodos esfjartilhos para beuhoras.
Grande variedade de meias pare senho-
ras, boruece crin oaa e par'r""- desde
mais puiiv ecua >o oais iioo ...do.
L'ooieiros, Albun^, Caedieiros e Bo
eca. .
Qadri'S borddoa em papel de arrua
com ion geos.
Brioqudos de todo genero para crian-
fas.
Amofadxs bordadas para sala.
E amitos OUJrcs srt g'S qtle a vista de-
sojaren).
PedroAntunes kC.
63H Duque de Caxias63
U iimd de
Luvi-.a a Moq>et iro eM pura a.
p. : ...nh'.ra- rwobciam
3etln> Anlu ep & C
Deca ragao
Dec'a o qijti nesta zala vr.di o meu estabele
ciiiento de soitrai'cs i ru Velba n. 82.
Miri'r. Saogoioet.
o Toprador
NoTidadtts e pre^s haralos
Liaia Contifsho Propritarios dest^ rnuito acredit.do ea
taboUcimoot> regolveram f^zer ama liqui-
da5o geral uaa si.ai f-.zendaH, vsm por
este meio pedir Exnv.s. familias e a'
todos os s*'i8 rvi>uras tasar-Ibes una
Vm*a*sn isa subele-ciment que. BSJfiDci
! i um c>npe:o *or;neoto a quu ha
de mata ch ; o rnaderOJ quo n toroam
enfaonh ie nene: m -r-. o-
S \o Torrador M"* D i< Caxias- -63
68-Htia Dttqae de( axias-6^
Para fe meas
Ma|aa p-'.ra- viag^ns.
Alta Dovtdjtdes em gravatas, pnaos,
collorir.bos e. aberturas.
Pedro Antunes & C.
Vt h i Dqa ^e axms
Pernambuco
43
tten^o
Corta se e cose se custoras de carrtga{5o, ts
sim como lvate e engomma se toda roa pa,
tanto de cara do familia eomo de qualquer sia-
belecimento, por ixenos prego do a em outra
parte ; a tratar oa ra do Rasarlo o. 1, na Boa
Tista.
toubo
Cimento Portlaod
i Sovo cbegido pelo vapor, qualidade soperio.r
efips sem rmpete ocla oarncas e meias bar-
ricas, em grnsgf, e a realbj ; vende se na ra
da Madre de De'3 n. 22.
Cas&cas
Alugam te casacas; na aifaiataria roa es
doflceario r-. 1, judo a botica do Campes.
'
Na madrugada do bontem roubaram tres co-
fallos que se acbavam ogasaa ios na rocbeira
pe-tenceote ao ciddo Diogo Batista Fernn
des rr;orr.dor no lugar Campo Grande, 3* di trie
to da Graca.
Dos cavallos roubados, doM sao p>rtfnccates
ao referido Di< go Fernanoes us quaes teem os
signaes segointes : aml p..icbo e cas
tralos ; um de seila, aooador de baixo a bmm
e o o'uiro qoartio. de esogatiu^ andad r batato
e o 3# pertenceote a um embregado do meemo
Diego, cornos seguintes signaos : r dado, crinas
ripada?, poldrj, principiando a andar raix L
G a'.ilca fp g>oerosamente quem es oppre
h'r, ru deli-s der BOiJOa,
Ti Tas denominadas R cu-
tuta
Pro'.erto oootrao leKlo da? trras denomina
d>i Recjtut-., -na comarca io Bonito, feito no da
11 do proxioo paOMfo, e pa o comprid.r fco o prsenle protesto cornos
meas beideiros.
10 de -go8to de 18J2.
Cosma Mara da Fooseca Ba-ro.
3IIIIIIIIIllItlilSIIBIIIIam

LUZ
mmn,
or* ositos
DA MADRB^DE DEl S 5 ,
RA DO VISCONDE DORIO
* ^'BRANCO
ANTIGA DA AURORA
111
PAB4 EHGEMlS
Participial aos seus tr u aes, e bem
assim aos Sre ugricult nan! a r g ;_r-di- depon-:, (, .i artigOB
abaiao m*ac 1.* quai;(i.: cos, visto i-iuo ewbemo' netmos ai*ti-
goa direc amento o terem i : st.'iiitemeaU
mitad os ADoaitoa
Ca! de Lisboa
Dita de Ja i jar i be.
GimrDt) rlland
osoor.
Oteo ce m coto.

( para ma
O prnprietario ds e esiabeleciniento, desejl
Jo torna' bom cotibec.do do poWieo os i.
ductos de ua fabrica exuabidoi da papo, aOaaaxi e otjtni (rucias Daajonaea,
formulas e idoo de. preparacSo f. ram api ri
dos ppla lofpecioria do Bjg:enp deote E:;tai'.
vem iproseotar \ n-t. dM'OHor p odocles, qi e
:a<1ai o:a vfto seodo coofeceiormdos com ujaia
perfeijao i>- io gr c^i bo9 bi us eeforjos p v
babeis fb'kau'es eoroprui1.
Alm 'ios virtu.!'"'' BJf I |
la marca fupra qc-' tim por baM o c: j e ge-
lipapc', coiLo srj-ui os viot-orii apentaea e cor
aac, que ;?< perfeiunv B'a c- ubecidi a por lodo
o mundo, M>b >tae a'nda c u-o qootidiire que
iellos se 'a?, lembnr por oceaaiao das refoice*
iiarias, como bebidas -de thero e eabor agr
e a qoi'ifju r -p^iad. r. r>rovar'n<'o aoaae*-
jio tempo Bom ui Beiiie, priocu ala i roo a? pea
ioas que siffern do ee!oav.'g;>. anrOria, typttnea
Tles'.ias de peli<\ etc.. t-t'-.
Fiec' i ae tiujeil n nller ;-.
do morrudo 18 nra x y. <> i n- o
franco a burdo e IO "., de dmcuoin
em groaco.
VINHODE CAJ,
em c;.>x. de 1 deaia de I0 12000
ea aoro-fta fi 22"a 28H0C
em barril de 40* a SOOOtJ
COGNAC DE CAJO"
em tiiix-H oe i duzia 2000
APERITAL DF.
em caixa ae 1 dtzi:, i'i- rctu
i j encanado tMOOO
de ro;Blo amarello 9jtf>:il
VINAfi"" DE CJL" tinto e branco
em caixa de 1 (uzia oCO*
em barril c 20 a 255000
ero an-( rpta c \if i I40o()
VJNHO DE GENli'A 0
em caixa I i c... 1(KX>
APERITAL DE GEMPAl'O
i m ratos de 1 COGNAC DE GFN1PAPO
'm rnixa 'li- 1 d^'a JOOOU
DITO DE LAR UNJA
em raixa de 1 dtzia !800
APER1T.aLDELaRASJ\
em ea xa o> 1 lata 10/00!
GENEPHA DE LABAiJA
-n iaixa de I du^a "OtK!
LICOR DB MANGA
m e:'>xa le 1 dntia ((K)
VINHu Dfi ABaCAXI
eo> caixa oa 1 djrxia tAUoi-
CAJ'EM CALDA ra rta-coa e barriliobf s-
locca ricamrate p'otada proprios .
prsenle, c
CAJ'CRYSTALIZADO. (Msti::ba de c. :v. -.
f-adas, oreroi-.t- d* .iiih::- e'JJ
cf>mpofio. lar-., ry .n? : < i ,
frof'as e ;i ;oi> < i
Alguns deftts pro''" .> i
oontrados ra raa i
derSo ser *adi,- :. f i r .
vontade dos ru- -
CS&C f i '
se D<3'a i r c. '.' a."' -
i>to i: i "fTe:I
chinas).
\J':\Q dr MlliH^a.
Dito de ricino.
Dito de peixe.
Dito de coco.
^'ixe em latas.
\zeite" de can a pato.
Graxa em bexigas.
O'axeta de aiio.
Potassa da Russia (ei cai-
\ barricas e lata;-).
tr a z inexplosivel Dia-
asante.
Trisulphito de cal (novo
preparado para clarifica!
o assucar)
Formicida Capanema (o re-
medio mais eflicaz pars
a ompleta extinecao da
lormigii sauva)
fi arpo Santo 6
Aoiiam! 1
A LOJA DO POYO
V ende
Corres de vestidos bordar?' s. do' iicho,
Zeph'ro, e eti.n~.ine, cl.rob e e-scuro1, por
; 20(5000.
j* 1.1 rres de vestido de cretone guarnec
I do, com 0 cetro a 5#KX).
. .lemeys pira ca-e. 3 o'e seiihora o roa-
I uaa par creanca.
La par n 65000 o envado.
Etami-es para rao3juitriro ; cortinados
-i 3 12 pf.lmoH r!e largura a 200 co-

ASTHMA
NAO ha
a ai o.
Opprrs.uio, Catarro, com O
I=C> GLRY. -
Obteve as mtit a/as recompensat. w
Dcyo^ilo eiu todaa as PUaxuiaclaa-


C(tt\ }RVik(M CORDA
BDajuxfcas oe ccss
fiicfs Qflfl mim e pfp m m.....:
50 e 58 Rui Duq ie de Cixias 5H e 58
Telepboce n. 210
I
LONGMAN & MARTNEZ,
W YOHK.
or L\ : Exptosos Fumaca e Mo Cheiro
A venda em todos os
**, araiazems de seceos e molhados.
" 2*s sk tfS Eni sa ii ii ii ti'
C
lli ?sLte
Vende-se
A.' itua Duque de
n. 61
( .
<:ias
f
!;T0
Roya! Blend marca VL\Ui
Eato excellente Whisky Eacooce jj; -
erivei ao cognac on agnz.rdonfc.'.
para ortific^r o corpo.
Vende ae a rotaihu nos m ere
tees de molhados.
Pede Roya? Blend kqo Vkat.-.
najo nome e emblema s2o regis trados par
ror'do o Broal.
BROWNS C.
8II0N VIOLET AIN C<* cairas imam I VIOLET FHRSS
BCm THUIB Pyrcea-Orltintn] IBL4J ;a
Casaimca pan Q 8YR RH CaS T ^l m
O BYRRH ama iwbida cajas virtudes ton:c.':. toraov *e
scuxado as5gr.alar.
Comisto com vinlios velhos de Hespanha excepoionalmen-;
ifeuerosos, postea em contacto com substancias amargas juick -..-
mente escolliidas, este Vinbo contera todos os principios iasmcsir .e
o nio tm no eatomago aquella achilo corrosiva do alcool que c^" i-
titue o baao da maior parte das aspeciadades offerecidas aa pnV j.
E', ao wojieo tempo, ruuito r >>oroeo e absolutaio^nts irrep:ro-
aaneivel ao ponto de vista hygienic..
0 BYSS3 porye ser tomado a quaiquei hora, e.-. : <-..- -
dose de um cauce de Vinho o Pcrto, como tnico. ratM*?i
com agua, n'um copo grande, como bebida refrigerante.
EXPOSICAO UNIVERSAL DE PAHiB ID8B--------------M------
MBDAiLiH A, dt OX7KC 'o rrxmdm ltti reoom.-;naa SO*MBSJUK*j
*! "> r*riMMtu najan
'-------------------------------------------------'*..




tarto de Pernambuco Sexta-felfa 12 de Agosto de 1892
S f 5 rcw ;ssuoc' v Prjm;V, Gfr.vn.ra. Karcoaifu '''*
versal, Furia 188&. VSt
4 :. i.'ami .'Tonra, le Atava 'has d Carro < 6 lOtxialbe* de Prot*.
FARINHA LCTEA i$TL
K' o mel'nr n.Twinn r-*r* ** crtar.iui -Je >enrs marte. Snpprfl .*i
jso nao ha uNxrrnei. ocia vomltcae su aige.'-iio e fcil e completa. 4
cmoraga-n ttmbam vantajosamanta como tiimento pan o
Adulto t Convalatcantet qua t&cn istmagos (foliados.
nDEKSAOO HESTLi
P?t vora^ielro s.BXTr. pr*o b vaooa st/iaoAS tendo coBsertao ku aroma el
las a q-.ul' Jados nutritivas. Alem dos fraudes serviros qtMOSta o verve presta i Frota, .
Sao lixp- > t'-'ra kanhado sua posieso na alimcntacio dos particulares,]
aSf.st yui;-- lia usegora jn iette wradavel, stvsdavel e natural. j
m\w Uir <' r.,*; : BKSRU rSY*.si 11 Mana ai r.trtu : amrno Xa fAfitAJUM.
i \ casa Ht-eri wcstl rao tem mais, wno outr'ora. om nico agento jsara o BnutU \
^Tsaiia \>v t fuellaos atlas Importado! as. drogaras, pbarmaclas e leja
HENfi STL, en VEVEY.
m
"-.:
M
i JBm 49XUIKS, W, Hnmc Uitl.

22S5fe.
Ra
-*****"
"?. LICENCIAOS PEA- -iBClORIA .RAL DB HTOIKNE DE RIO DK JANEIRO
m Aperiente*!?, Estomachico*, Purgativos, Depurativos
it Caobaa lalta de appetite, a Obstrucco, a Bnxaqueca, a> Vertlgcn
-t as congestoes, etc. Dose ordinaria: 4, a 3 graos.
eo^"-urkasdecor^Stedeoe//o fia Utiio dos Fabricantes
Em sviiXZ. Pharmacia rcE-R-OT-i", e em todas as Pan^acio*-
Licenciado pela latptctoria de Hjitene do Imperio do Brtzil.
CAPSULAS de SKDLi CITRH
de
Prepar^pio alguma m&ls efficax contra as
2 OL3TIAS SECRETAS
. que es famosos Capsulas universal mente. reeontnten Urna iti** :: >iutrooo3u cosipi.'uw pm o irmtameDto) enrm gera ment^ dfi.tr" o U3~.a semana.
HVAU!,. h^... .- ', om LTVEBPOOL. KVAXS, IKSSJfEB A IflSB, em LONDBKS.
____ prroaiT'H km Tona ab pnmcipaM nnuixAc.-
da FIGADO FRESCO de BACALHAU, NATURAL B MEDICINAL
O znelhor que existe, pote que obtere a mais alta recompensa Jia
EKPOaiQAO UNIVCNtAL DK PARIZ DK 4 689
Receltado desdo 40 annos, em Franca, Inglaterra. Hespaoha, Portugal, no Brazll
oaa Repblicas Hispauo-Auerlranas, p^>os prlmelroa mdicos do monda
Intelro is Crlanca* racbltlcas, renn ocm, contra as molestias do
P.lto, Tosse, Tumores, Zrrnpcoes da Pelle, etc.
multo mais activoqueti Em 'sOes que cotitm mettdt i* tgutiqui otOlsos brmaom
de Noruega aoi guass i depurido ftz perder urna grandi otrte di >un pnprltdilm turitlrtl.
lode -se soneol ca truaoi TRl ANIdUlEI. Ei|-tr u tmltor idk di Union das Fabrican la.
fMCO PForiii: tario : HOGG, 2, Ra Gastigllons, Pars,t ctf todas as puarmacias
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MEDALHA. de O XJ n O
Perfumara LADVOCAT D ARQUET. em AUGENTEUIL (Franca^.
saj De[>^it.. em Pernambucc : Couipanbla ds Ajri>cas Producios Cblmlcos c uai principset Oasis, \m
\Ue,*tt\*ie\\\\t**Ale+A4*\A*,*\^^
A
/?
V.
Kola-Bh-Natton
rica su Cafena, thbobkmina, tannino, b materia bncaimada da k" -
TOUlCOt EtSEHCItLmEXTE KUKUMUI
' isiatlir & Vinho Xola-Bh-lVatton
Ertrattoi Ouidoi, Paitilhat, Pillas, Estancia ds Isla torrada
f.nsSw; productos experimentados com o uialor xito nos hospltaes de Pars, desde 1M pelos
D .''(ores ; :,jardin-Bkau*etz, Huchard, Durian, Haixkz. Monmbt. etc., na Asenta, Onlareals. ,
-al.~ '.-actaadcaariaaiidlOlNK. Fsbres (:ri.i;Uu. nuraltuitii, palalMU),XMasvasas psrtlsaaes,
- S v-nterli, Stsbetes, Albnmlnnrta. yaospbatorla, Haeesso de trabalbo ptrM* lKtOMtail.
lAC.A 1 BAUQEdeFRANCE 15,. ae Coqullll*: Farls. -Eo PeraB>esi rRAI"li dsS j
r*aaaaaMaWBSBaaaaaassssaaBBaaaarBSS

IE
i
.. -iu.fa*,,113 .F'S'-HOMrt.PIRI
Pas'.ll!... 1 no o--
Alealeuli reparaQaD
la< 1 bypoderinlca.
aula seriK/u
'. tosa c urna
. > doces e com os
uaai I lltelna humana
: -

istti U.ajliAlUlO
: ii.odialaiuentf 1 .. sua dls;
r^sca flfl ffna'^neT Ofn.'o-1.~- iiispen-
: ( uces
, 1. irtanto, multas
'
,ltof :-'rji M jj!i MaMi '!
fu vt Hcad'alu ir K-iliaii.
Vinal sor 11 mo : K MsSSMNK, 1 i, m PiiM, PUU
I. ;t rsaBAsta: C* fe PltfM rnsKtai
rece u '''
serva a nocidade e ;

- no-
rias euus
o .-cu
cura.
Cura completa e rapidi
CieroH,l{nelmiliiriin, Sur-lma,
impiyeiiM, i;./>.'ii/.ii.s, 9i/jii<-i
ile imriiritlrx, ote
Deucsito geral: Pnarm" Inglesa de Ofe. EUSK
Bruxs'Us Belgic!.
\ik\ fio --m Pri'MwmlafB '
PAMU.A ds I4IOUAS o t-BODUCTOS C.a.MiCOS.
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3
p

BO
C
H
5
m
A TOSSE E
PEITORAL
^ITACAIIUITA
PREPARADO PC*t
LAKHAN E KEMP
M .IV VOl'H
H IJ MAlS EFFiCAZ


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t
O i]
i:
O
>

q
c
4.
p>
p
DO

Ai.i.iVFi.

CURA CERTA
(fe todas as Affecqes pulmonares
V.

CAPSULAS
/CREOSOTADASVf^
HoDr.FORlTIER]
Trnicas Premiadas
Na Exposicao aefariz em 1876
XIJA-SK A IIAM'A Di
GARANTA FIKMADA
PAR\%ft
Todos aquelles que sofireml
do peito, devem experimentar!
as Capsulas do Dr. Fournier.'
Depotitos em odas ai principaea Pharmacia
do Brasil,
mnu
Para evitar duvidas prevenimos aoa uos-
33 bons : rnigos t fregueses, que cao ven
ii m >s plvora da torra; a nusaa plvora
, e continuar a ser ingleza marca Leo,
Importada de corita propria.
Ferreira Guimaraes & C.
ro rr
riuffln
f 'i--
1 -. <
:
, ova '
irlas
ra .
... ^

ere* i;... .. -
. ':ili.-;.. > hon 1 1 i ..... Crtonti
,. Uiarraea te< t nfaia i
'. Dvsenteria. ] '. r.;im.-.-.
-. .-...-.;.- li>nit^c;c;.iri:,. vi.. ,
(>.. de t'ak.to, Em-li.'ii:'
". I>iepsiii, vli.;.'.-:."". iTsaod Venire,
W ,. ....>nu...~..n .1. IPi-1." ...'.I..-.-. 1.11 DPIl.,
13. < rmiy, loseitonca. i.iuiuuia.i.1. ;.
i. KIorpeSf ErapcSes, Eryslpela.........
:s Chenmatirimoi p&resrneonurlcia. ...
-.-..i-^. M:ii' :m. l'd.rp Intcnillll-mi.......
.:. eaiorvliordns
'.. Opinan)' ;:..
''. (.i i '..
"9. Coqaelachc ^0 llca....... .
,-. '. cacaodlOfcuiCOBc............
SHt'riii'i.yioiio'. "' 'n. Bardes .........
: Esi-rolalas,! la Be e 1 .......
i. IteLiuilf u, Iiy.-i-'
.. ;l v-iri.uct-ia. .i'i.ii ......
las ,:, ;i< lestlas oci'ii.Hi'ia, vu 1 etln
r.n Bcxi^a............................,*';
- I rnaoceacln* I.-hilkla(Ie nervosa, somoul
ai. CliasuBsas aa ltonca. ou Apbta .....
11. Inramiocncii'. o< 'Iimiuii.OnnnaN
I .na .........................
;. KeDstTUaCk* olorosa._rruritt).
llolentias da Caraca. Pa* II
1
. .............
.1. lllLllK 1 ll, M.il Ul.ligil JC ...l.ljJUUl
>. Ceascatf'esCfcraalcaa. Por de cabera.
III pssinai c"Kr
i \
1 Msaoa] co r.r. Han).....
*. ./i'lillduj' se o '
. ,. batteark. os 1
IHMPHUEV. MEDICINE CO.,
109 Faltas Street. SEW YOltK.
Deposito geial na Gomit;n
lo Drog<*a e Froucto chirai;---*
Gerente Francisco Msnoe! di
Silva.
Bazar Pernambucano
Fabrica Meteoros
Os -baixo aesignados prop<*ietarios da
acreditada e couhecidu FABRICA ME
TEOROS, em attencSo ao respeitavel
publico e especialmente aos sena innume-
rveB freguezea, veo porticipar-lhes que,
em consequencia do augmento que fize-
ram, na salario dos operarios do eeu ee-
tbbeiecimento fabril, resolveratn elevar
lfJ(X 0) em milheiro de cigarros de todas
as m: reas manufacturadas no seu esta
b l.vfiiri;i to.
Assim deliberaram por veriticarem que,
ara conser'&r ieso o crdito dos aeue
cigarros, seria preciso narmonisar a as
c. rc&o i>< r'oridade da
mfinipuUgo, pelo que, preferirn) manter
o credito dos meamos, manufacturando ob
om mat ra PRIMA bCPERIOB, a te- de
mpregal-a inferior sem elevar o prego
ios seus productos, tmente com o intuito
ie maiores luoroB.
Procedeodo dest'erte. esperare que seu
nona fregueses continuarlo a despens r :
honrosa confinnca, com que sempre des
tinguinm a FABRICA METEORO?.
Ra larga do Rosario n 30.
22-792
Joaquina B. dos Reis & O, Successoree,
Ao Sr. Jote B. Marqaes de f1i-
velra
( Da firma Marque Sobrinho & 0. )
Responda por este Diario se quando eu
tive a ntelicidide de fundar essa ca:a
com o fm de o proteger durante o tempo
que nelia permanec, s; precisei de V.
para cousa alguma, a nSo ser ob seos ni-
cos servigos pesBoaes.
Re jol da mais quaes toram os seus
.imif" a que o protegeram ; anda mesmo
na mu ha sahida, a nao ser cu o nico.
P*eo ertas res lostas porque alm de
ttr sido victirra de outrns cousa tenho
"ido victima de calumnias, deizo agor*. de
u' lie i (tras cousas por decoro, o que
.are n-.; adiante se lr preciso.
Bscifo, 8 de Agosto de 1892.
' ntonio Marque de Oliveira.
X,OXaX53aXsA.
DO
R10-GRAINDE DO SfJ
ir
h
NSo ha contestar essa lotrns a que mais vantagens offerece p(
eeente organisacao, comj>oita de 8.000 numer..- U 70 par ...tto m premios
deduzdos urna pequea verba pars sei'os contem .ai tia qumu parte em bilh^tet
premiados sendo : 1'2 de 100000 a 10:0001000 sec catar Bujcitos pela reduccat
de senes que dimine consideravelmento os premios obtidts, tod.-.s estas raaS
!he dSo preferencia.
Sua eztraccSo regularmente feita semanaimente.
Aoham-se a venda na Venturosa a ruado Cabula B. 16, que satisfar todos ot
pedidos e dar qualquer inormscao ; bnm como seri (Bconteado na!, o!: dos Srs
Leite, Brito, Penna Malheiro e Ribtiro.
Plano
l premie de 10:00000,0
1 !:0OP<5000
1 c aooKXiO
c 200(XX)
4 t 1000 4w( |0 (l
6 4 500 300i>(XX)
12 c C 240 2880000
42 t C 100 42000,0
79" 1 50 3:9950000
p.ra 0 primeiro premio.
799 c 50 3:9960000
pars 0 segundo premio.
ra approximacoeB de loo? para 0 primeir > premi"
ra approximacSes de 5 15000 para 0 seundo p en io.
NA
1
~
OJA DO POVO
uadoresp -H
r\
nto por cento
m Ptratmbuco C t) UMaI I riONCTM UUIieot,
QaoieJlas do Monte de
cci : o comp^a-se coif
100 o cima da avaliaijac
na relcjoarir Vernet.
Ra do Barao da Victoria
n. 53.
O proprietario deste importante eatabcleoimento resolveu liquidar
de seu valor os seguintea artigos.
A saber:
."oiles lisos e com flores a 240 rs. o covado.
Ditcs phantasia o que ha de novide.^.e 320 o covp I .
Etamire com 3 1|2 palmus largura a 200 0 covado.
Crotones claros e escuros a 320 e 700 o covado.
(em em cortas com barra ; f">500 um.
Creps pretos r br-rc> a lindos padrSes, de 10000 o covaao por 500.
(xranadine de 3eia. oe 200 o covado por 10200.
EadapolSo de 70000, 0000 e 90000 a peca.
Dito franoes (2<> varas) <* 100* 00 a pega.
Cortes para colletes de fusta a 10OUO um.
Grande Bortimento de brins de todas as cores e prejos.
Jersey ;i.ra roupas de crianza e Senboras (novidade).
Cortes de vestido de cachemira a 250OCO.
Cortes de cambraia bordadas de 150000 i 300000 um.
^ferinos pretos para todo prego lisos e lavrados.
Capas de cachemira lavradas para Senhora (novidade).
Um saldo de merinos de qnadro a 600 o covado.
Camisas francesas de 30OOO a 60000 urna.
Lindo sortimento de cortes para caiga.
Lindo sortimento de casemira para casacos de Sen horas.
Voiles de 12 para 1 $000 o covado.
Ditos de algodSo grande sortimento.
'..tamines de cores a 440 o covado.
extracto ings dos melnores fabricantes a 20000 o frasco.
Grande e lindo eortimento de meias para Beoboras, homens e creanga.
Panes de crochets para sof e cadeiras
por
THEO. JDST.
Casa de commisses e repre-
sentares
EXPOSICAO
. DE OM GiPLET 30BTIMENT0 DE
^jcwxas*rQB.sA.s
CsA.XsAJOOG-OS 3S
sOaBS3e3NrX3:O5
de innmeras fabricas de tocios os paizes da Europa
das duas Americas, de toda especie de mercadorias,
uiachioas e materia prima.
Deposito do afamado cCRtOLIM o melhor de
i afectante conhecido.
Deposito da bem conhe-; la tODONTINA
Dr. H. Rirdet.
URo do Bou JFfcUS2
PABHIGA AMOR PABAIGA TIGKK
:a ura so eosabio i s baso.sa^c sa tictobza & .
Nos abaixo .'asignados proprietarios dessas fabricas, participamos aos nossoB
fregueses desta cidade e fra della, que, em consequencia da grve pelos operarios
e outras rasSas j bem conhecidas de todos, tivemos que augmentar os salarios,
resolvemos que os pregos dos nossos j.g-.rros a principiar do boje
1892, serBo oa aeguiotes :
os
15 de
Julho
FABRICA AMOR
are Cata flores, liquido
c Namoradosr idem
c Desfa^b abarrados, idem
c Desliados embutidos, idem
c Paulo e Virginia, idem
f Realidade, idem
a Trovadores finos, idem
c Trovadores groas-, s, idem
Linho grossos, idem
c D. Emilio Castellar, idem
70000
70000
7/?5O0
70OCO
6$000
60000
80000
80500
50000
60000
FABRICA TIGRE
Marca Princesa, grossos
Bohemios especiaos
Princesa, finos
De. fiados amarrados
Desfiados embutidos
Bohemios communs
Flor de Hespanha
Pedro Affongo
Linbo; grossos
Policianos
CIGARROS DO FITEIRO
Grossos, milheiro 80500
Finos, idem 80000
Paiha de milho, idem 90000
OS PKOPRIETARIOS,
Viuva Lorega e Oliveira.
ViGOR DO CABELLO.
DE AYER
l'n-parado sob bases acientificar
j- InysioIopricas para o fim de
beiieticiar oa cabellos, restaurar
a cor, impedir a queda, e promo-
ver seu vico e abundante cread-
ment.
Esta apurada e excellent preparagio.
ten duvkla o melhor remedio at hoje
o'ilK-ricio para os differentes defeitos da
11.1 lladura, merece a intima attencao de
h das as pessoas que tm tido a infelici-
dade de perder um parte este mais rice
ornamento natural da physiononiia.
m o seu emprego intclligente tenHM
on.-;'tr lento-: Em muitos casos, porm a;-
sempre, propria calvicie tem sido curada
emente.
Sempre si; consegue fazer parar a queda
.'-i lio*; eimjuanto que para opentes
(0 das senho.'as. 6 o objeeto mais uti' i
mai. agradavel que se pode empregar.
PKKP.'JCADO PELO
DR J C AYER & CA
l...\\< H. Mass., CsU-Uuidus.
A' venda as lejas de armariuho e pe
.'amanas.
DEfOSITO GEBAJ
'
Loja do Caboclo
Ferreira iruioiaraes e C.
RA DUQUE D CAXIAS N. 86
Esta casa fundada em
185! continua a maoter os
seus vastos armazens abarro-
ta os d merca orias com
varidissimo sortimento
como nenhumoutro se e;i-
contranesta pra^a
Dispoe de pessoa] habili-
t ;do para bvm ervir ao pu-
blic j que honrar seu es-
tabelecimento, e offerece
todas as garantas de sizu-
dez e ieJda--e oas suas
transacQoes so a imme-
diata direc^ao do i- itigo
socio Jos Augusto Alvares
deCaivalho.
LigaJo ao grai de sorti-
m nto de fe negeos susten-
tamumimpoit nte.deposito
t ti fitas e leos etc.
maMlha

r.BE
Dr. Humphreys de Nova Yor
A Verdade'ra Maravilha do Seculo.
APPROVADA E LICENCIADA
perr. Aass'.'C.a tn (i-ral de llya>eue d*
Iiiiix-rio do Hrazi'.
A Mn- ^villin 'iii ni.vn i. remello prompu
jara ar 1'lsatluia.s Maeliuratlurus. v;oulusoes, Toi
5e.!ur.Ls Corladuras, ou Laceracoes, Alllvla a dor
esunes o "angue, faz parar a imlamniaso. redui
L. lhcliucfio, tlrao aescorameuco, e faz sai ar a ferlc
como por eacan.o.
A laravilha Cu rali vn al'lvlo promptoc
.-ura ramilla para Au;-iinadbras. KscuMadur&s, t
i^u.- madura ao &ol, e superior a qualquer outr<
remedio.
A luin\Un, Cnrnliva Impagavel par.
todas as Her^orrbaglas, soja do Nurlz, JasGenglva*
aos Enumdes. do Kftomago, ou as Homrrholdcaoi.
Almorrelmascura seuijireo nuuen ralba.
A WaraviihKVaratiTDumBlllvloprompu
par or de Denles, de Ouvid',8, da Face. Iucha^ac
da Face e Nevralgla.
A BInrr*flr!!:n Cu.rntiTn eorociirso nraaiBB)
e nr^cloeo Dsra l>"ret. rheumallcas, Aleljao, Dor.
. ou l'-'rnag.
A Mi. .Vfiin Curnlivn o imnrte remedie
Er?. Eaqcleends, Angina, \-.iiydi lastrchadaso
flommadassenipr* seguro, sempre efflcas.
A Maravllba 'ornliTR de multo vaiat
romo Inle^-ao iwra o otarro. a Leucorrhea ou si
"'.res li-tcca:!.. oiit; ICOS .-'.-liHItanles.
A SlaraTlIha Cnrallva & Impagavel pal
rara Jlcerm, chagasantlgaa, Aposu-mas, Panarl
' 'os, Callos, Frfelrap. Jo-uieies e TunKires.
A Maravba Cai-aliva 6 remedio proirptt
>ara Dlarr'jeo pimpla, p de Dlarrbea chronlcA.
A 1!. ,:iiili.ii Coraliva xcrUente ua.
bsrtu CaTnartcas, pan ro-.viuras. Dores
Vtaadura"-. sfoladuras.roii-.it-...; iJi.-vracoi-i.4ir
Especialidsdss do Sr. HumpreTs.
Kciiiclio Emim-cOcos,
.'ugncnlo MnraTl:
i. cilios BypsiUtlesw,
Kinirdio^ V. > i'i-iiiurio*
O Manvaldo ^r. UaBtpbreya i-:', poj laafl i obreaf
EalcrmlduJi's e modo 11 coral-ai s aa gnus, pede
se so sea boticario ou k
nilltirHHEYS' MED'CISE CO.,
IOS! Eultuo Street, NIW YOKL.
NICOS AGENTES
e*ra vendas esai grosso os *" -
naambaeo
firu Sokrioho kL
DROGARA
A "2n<-.- Mttvqut Ja CiVnrln n. o
80000
705(0
70000
70000
60000
60000
60000^
lii or depurativo veget I loda-
do d>. mediio nint< lia
Este -otabilissitro depurativo que vem
precedido de t2>. grande Cama infallivel
oa eurri de t- dn- as dueo^sb i-vphiliticas,
escrofulosas. r umatcas e de pelle,
como tumin'-e. ule-ras, dores rheumatioas,
esteocopas e u vralgic&s, bienorragiaa
agudas e chronicas, cancros Byphiliticos,
ii-fl mmagSes viceraes, d'olhos, ouvidos,
gargantas, intest.nos, etc., e em todas ai
molestias de pel'e, simples diatheitcaa,
assim como nt. alopecia ou queda do
cabello, e n s doercas determinadas por
satur.-.g5o mercurial.
D2o-se gratis folbetos onde se encon-
tram numerosas exp ren a fetis co
este especifico nos hospitaes pblicos, e
muitos attestados oe mdicos e documen
tos particulares.
Fas se descont em casa de
FARIA BOBaiNHO C
Ra Mrquez de Ollnda n. II
TamarindosII
Compra-se grandes e requenas quantda-
dos na COMPANHIA DE DR GAS B
FROTO TOS CHIMICOS.
23Roa Mrquez de 01inda-23
Att mjo
No hotel R publieano na nma pessoa que de-
seja noticias dom-'no- Maur co Correa dos San-
tos filho da vinva D. Agoeda Florentina dos
Santos, residente em S Bento. A mesma pes-
soa tambera deseja fallar ao Sr. Olympio <*W
Santos Paleto.

B
I
I
:

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\wwr\
------. *" I .misf'
I' 'J"1 -' '' i


o
Diario de Perambuco Sexla-feira 12 de Agosto de 1892
BB
AOS FUMANTES
Ueseja-s n5o ter azia q.:do famaes?
Usae por algum lempo os apreciaveis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, quer picados, quer desfiados.
saboroso fumo desfiado intitulado Hygienico Naeional e os cigarros do mesmo fumo.
Depois di-so dir-vos-hei se foioa nao til o conselho.
Cumpre notar que os Bygienicos sao fraquinhos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPERANZA situada na ra Laiga do Rosario c. 2i A.
Um apreciador.
Usa tambem o aromtico
CiJANCJAb
Costuris e vestidos de brim, carcbraiai
jersey, !S e soda para todas as idades,
tem grande sortimento.
AU PAMDIS MS DAMES
___Raa Baro da Yictorian 58
LEQUES
E chapeos de sol, receben um lindo
sortimento.
AU PARADIS DIS DAMaS
Elegantes
Espartilbos de seda e de brim com
pe lucia tem,
Au Paradis des Dames
Ulli IIDIU
NOVO ES
TI
JV.
Sas
Branca pretas e de cores lisas e com
lavores, recebeu um esplendido sortimento.
Au Paradis des Dames
Modelos inteiramente novos ao
Au Paradis des Dames
IttYtrno
Capas de seda e de 1S de cores imper
meaveis para eenhora, recebeu o
Ai. Paradis des ames
Recebeu um lindo sortimento de
CAPOTAS
de rendas de c6res B pretas para senhorta.
de reas e de pala* para senhoras e mecinrs.
i. m ai& 9 mm i.
Novidades e preces baratos
Saias brancas bordadas para senboras.
CJasacos brancos bordados para senboras.
Cairisss, cm, dem, id-im.
a
de pal a de seda para cr ancas.
iA0
pu-a homens rapazes, des sabricautes RANCEZEo, lNUi.WZ.ES E ALLEMAES.
CHAPEOS
e seda para hornees.
GRAVATAS DE SEDA
FORMAS
Bilhar
j superior e conhecido panno tem
Au Paradis des Saines
L4S
Em cortes de vestido, ricamente enfei
tados e em pegas lisas o com desenhos.
A PiRADIS DKSDAMBS
de palha para chapes de sunhoras e meninas.
S3NTG3S3B. AJOS
pretos e de cores.
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros, Olores,
Plumas, Aigrettee e Grampos
para chapeos e outros artigos de fantasa. ^
Ra do Baro da Victoria n. 42
M. LICIO MARQUES
Telephone n. 560
Vatoarim C Jursey'e Malh para meninos c meninas de 60, 70 80, 90, 100 e 14?
um facto.
Toaihas de linho com bico crivados de bico, diversos preces.
Gasacos de Jersey p~ra senheras grande sortimento.
Dito de cazemira da cor.
Capas e vezites pretas para senheras, caxemira e seda, diversos precos.
Cretones ancezes muito largos, cores e brancos a 500 rs. o covado.
Toaihas de linho e al^odSo para mesa.
Quardanapos linho e algodao, grandes e pequeos.
Cintos de cores de 240 a 400 rs.
FustLo branco fno.
MadapolSo francez cem 24 jardas de 80, 9| e 100000 a peca.
Brim pardo liso para vestido a 400, 500 e 600 o covado.
Sargelim de c6res e bianco a 30 o covado.
Gamas bordadas linho puro com 4 fronha* e 1 tal he todo igual
tfantilhas hespanholas.
1
(apas, jerse} s e visitas
osos iateiramente novos acaba de r-
eber
cortes de I ,linho, seda
e algodao
Ricamente enfeados, tem recebidj al-
mente -
LOVJB
Bordados
Reos cortes da vestidos de cambraia
branca e em pegas.
Al Paraflis fies ):
SABAO CURATIVO DE &ETE
Tumores, cravo, pelle vermelba, aspra e oleosa impidido oo curado
por o mais grande de todc3 os afor Reuter. Produza a pelle formosa, branca e clara e mSos brandas; absoluta-
mente puro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel como
sabao para a prlle bem como do toucador, do banhu e do qnarto das criancas.
CAl'TEiiA. Nao genuino sem cada envoltorio ter a marca re
gistrada de Barclay & Co, New-York.________________________________
MFIHCI\*L
Y PIBA
ETZL
XAROPE DE REUTER N. 2
Sen entes novas
Ferreira Guit; arS>? & G. ecabam de receben
ra Europa om \j iatltfdttio sortimento de se
mentes de llores e bortalic ?, que e?t5o venden-
do por pregos muito Cv.pjoiv.djs
Ra Duque Je GxiU n. 86
Loja o Cabocio.
Como remedio daEstaco Calmoaa, Punticador dosangue, diurtico,
s aperiente, nenbum omro appdlidado depurativo ou salsaparrilba se appro-
eima sequer aoXarope de Reoter n. 3. Combina quatro grandes proprieda-
xes em um s remedio, operando a nm tempo sobre os orgaos digestivos, o
dangue, os rins e o inteetioo3.
Absolutamente neutralisa xpulsa pelos canaes intestinaes, rlns e
poros da pelle, os germens nocivos, t^ue flutuam no sangue, na urina e na
transpiracao
O MELHOB
PURIFICADOS
PABA O
SANGITB.
Kerosene loexplosi/el
V FoiMtt Ino__
Predios venda
Njs Aflictos. Maito boa propriedade, com
dependencias para criados, banbeiro, cocheira e
com grande qointal muraco.
.Ni Arraial.Grande sitio comproporcOes para
edificar, e com algomas casas que do rend-
meato.
En S. Jos.Ra Luiz Mendonga, casa porta e
janella, ra Yplranga, meia agua.
Recife.-Becco Paschoal, meia agua.
Aogados.Estrada do Remedio, boa casa, ru
da Paz, d3us bons predios.
Trata se do Escriplono Commercial, ra Du
que de Caxias n. 72,
FOLHGTII
A DOMADORA DE fiOMESS
JULIO DK_GASTINE
(ConlIaaaeQ do n. 18 1)
PEQUSI AS PILULAS DE REUTER
Figado entorpecido curare positivamente com estas pillas. Ellas
PARA
Ellas
sao um remedio purgiivo liv;e de perigopara o bomem mala fraco, to bem
como bastante activo para o homem muia forte, e bao constipaos depois; pela
accao geral agrada a todos que as usam. Sao as pilulas estandarte da pro
Bssao medica des Eitados-Uoidos. Sao as menores e mais facis a tomar.
Quarentaem a
N. 21
TECBOOS J PfiA..-
JLxvJJLti.
Sepdo impOBsivel de se descrever *
rcvle variedad?, de tecidos de diversa
malidfcdes proprios para a estacSo actual,
oga-se ao publico em gtr.l e principal-
dente s Ezmas. familias a fineza de vi-
iitarem o
L0V1E
Ra 1/ de Marc,o n. 20 A
Fra cisco Gnrgel Alrmo
T5LEPH0NK N. 158
Grinaldas, lepes e chapeos
de sol
Os phantasias acabam de chegar para o
LOUYRE
(.ostumes para creaD^as
Oe todas as idades sncontra-se granee
ortimento no
Louvre

TRIi OFERO DE BARRT
Urna preparacoelegante, extremamente perfumada, remove todas as im
purezas do crai.eo, peservativo contra cslvicie e cabello cimento ; fazo < abol-
lo crescer espesso, brando e bernoso Iufellivel para curar erupjes, doeacas
da pelle, glndulas e msculos, e cura rpidamente cortaduras, queimaduras,
feridas, terceduras, etc.
CAl'TELl.Nao genuino su;o cada frasco ter a marca registrada
de Barclay & G.NtW York. ____'
PARA O
CA BEL
A PLL
DEPOSIT^KIOS DISTES PEoDDCTOS.A compaubia e Drogas dudes chimicoB
Ra Marques de Olinda n. 23.
A^S CONSTRUCTORES
E
PRIME1RA PARTE
X
A moca rcfl:c.io durante alguna me-
mentos, e depois, cerno tomando urna re
soluto sbita :
Pois bem c>~>nvdal o bei, Magdalena,
nao quero s^r teimosa.
Nao o joatoa seja feita. Qaando
a msnina o tornar a ver ?
' Amauba elle estar na ra Ricbu a
nrijha espera.
Si por ventura a resposta que lhe
deu o nao fez arripiar curraira...
Ora d se. Quem ama, como elle o
diz, nao desanima por to uouc>.
No dia seguiote, com effeito, Roberto
estava junto pona da moja, egu rdando
a sua sabda.
Saudou-a respei os/mene e murmnrou
em tom velado a ligeiramcnte trmulo :
__ Tomei ajijierdade, micha secbora,
de collocar me anda boj-s em seu caminho
para perguntar-!he se a rtflexSo nSo mo-
difi:ou as suas ideas em meu favor.
Que ideas ? pe.-guntou Marianna,
que j nSo tinba o ar enfadado da vspero
e ezaminava o homem com attencSo.
A senhora me declarou hontem que
nSo desejava casar se E' ama resoluto
definitiva e irrevogavel ?
Os dous caminhavam lado a lado, pela
calcada.
CAMPANHIl EXPLORADORA DE PRODUCTOS CALCREOS, tendo
introduzido varios melhoramentos no fabrico de seus productos, informa ao publico
que toda a sus calBRANCA e PRETA caldeada com agaa doce, o que melbora
extraordinariamente a belleza e sollidez das construccSes.
Scientifica tambem aos senhores de engenbo que introduzio grandes aperfeigoa-
mentos no fabrico da
CAL VRGEM BE JAGUASIB
para o fabrico do assncar, que entretanto contina a vender ao antigo prego de 6f00
por barrica.
Caes do Apollo n. 73 ( Pernambuco)
fl4RD0SO 8- IRMAO
Kua Baro do Triumpho ns. 100 a 104 e ni
do Visconde de Itaparica ns. 21
Tem sempre em deposito :
. MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallosdos melbores fabricantes.
CALDEIRAS multitubulareB para 4, 5, 6 e 8 cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melhorea do mercado.
TAIXAS de (erre batido cravadaa caldeadas, fundido de todus os tmatiho-
RODAS D'AGUA pira cubos de maaeua e todas de ferro.
RODAS DENTADAS de espora e angulares de diversos tamanhos.
CRIVACOES duplas e boceas de fornalhas para assentamentos.
BOMBAS DE REPCHO sem sola, vlvula de bronze.
CHUMACEIRAS parafuaos e o mais que se opsa desojar para dQgaahoa, a:.-.
is de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer pega de machinismo tanto de fer-
andido como batida-
EN JARREGAM SE de mandar vir da Europa por encommenda, medinte nm>-
jommissio rasoave), qualquer maohi&ismo e CONTRACTAM apparelbos para Us>
isa, para fabricar de 100 a 300 sacos de assucar em 24 horas.
Obrigem-ae a montagem dos meamos e responsabilisamse pelo bom trabalb-
o que tem am hbil engenheiro ingle* muito pratico, alm de dos um dos socit
tambem engenhuiro. -
Sec as brancas, pretas e de
cores
padrSes e para grande escolha
capachadas nestes ltimos das
LOUVRE
Qbjectos de gosto para
presentes
Ha neste artigo grande escolha no
LOUVR E
Esteiras da India
Branca e de fantasa de novos desenho
para forros de aoalbo, cempieco sortimento
no LOUVRE
Francisco Gargel & Irmld
Ra Io de Margo n. 20A
TELEPHONE 158
nmmn
immmm &
44RA BARAO DO TRMPHO-
Machinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas sem cravacao
Arados.
-44
Ghapos e capotas
Ultimas novidades de Paiis recobo o
Loavre
* ,--------------------------------------------------------. i *
F-brica d Urm

Marienna sentia sa um pouco vesad-t,
mas afioal de contas era obrigado a ro-
conhecer que o homem nSo lhe desagra-
diva. Tinha bonitos olhos, urna baiba
soberba, ares elegantes e distiactos. Se
fosee teu marido, sentir-sc-bia orgulhoBa
em caminhar ao braco de semelbante gen-
tleman. L:sonjeada, sorrindo, responden :
Meu Leus Dei-lhe aquella respos-
ta, verdade. Inda n5o tinha pensado
em tomar estado.
Talvez porque nJo tivesse encon-
trado um mortal que tivesse a ventara do
cahir em seu agrado ?
Pode ser.
Sem bem que nSo pessa conceber tal
egpcranca, feria todava o mais feliz dc>s
homens se a seabora me permitisss teo-
tal-o.\ J sabe o meu noma Roberto Vas:-
domm<. Sou director de um binco, o
Banco dos Emprcstimos ao Commercio,
ra Fnubouig, Montmartre... Fayo bri-
lbantes op rscSes e tenho em frente o
mais bello futuro, porque a minha clien-
tela triplicar quando ?sti'/er casad", e
trabalho para o bem estar de urna pessoa
amada. Poasuireaios carros, cavallos *
urna bella casa de campo. N2o gosta do
campo ?
Ha "alguna mezes que cheguei da
provincia-
De qi e lugar ?
Dj Ouerret.
Na Creuse ?
Sim senhor.
Lindo torra), a
ah am bom amigo,
morto.
Citou nom-s para ella desconhecidos,
e continuaram a conversar sobre banali-
dades.
Quacdo se separaram, Mariana senta
sa seduzida pelas maneiras airosas e pela
conversacSo Siente e s vesos espirituosa
do personegem, o qual tinha aquello re*
I
Crease. Conhaci
hoje infelizmente
saib de boulevard, qire produz sempre
muito effjtto sobre os provincianos e es
estrangeiros.
A moga deu parte Magdalena das suas
impreesSes.
A velha, depois de ouvil a, retorquio
sorrindo :
Aposto que dentro de oito dias a me-
nina estar pelo baicinbo.
Marianna enc.lheu os hombros :
Que bobsgem 1
Veremos, veremos... Quando se
encontrarlo de covo ?
Amanh3.
Elle a esperar ?
Nao. Vii...
Aqui ?
Sira...
Diabo ... SntSo preciso arra: jar
a cas... Tambem quero que elle faga
nota em mim, como bo arruinadora de
casa.
Succeda o que suceeler, Ms>risnna,
eu nunca te abandona-ei.
S=i disso, roioha boa menina, mas
tambem qiero que elle se agrade da ve-
iba. A que horas ?
A'b duas.
A's duas horas tudo estar estre-
gado, escovado e bruido. NSo se encon-
trar na casa um gr2o de poeira.
E a vclba poa-se a philosophar.
Como a vida bizarra !
Quem tal teria dito ha algacs dias ?
S se pensava no Conservatorio, agora j
nSo fallamos em tal... Ha dous dias que
a menina aao abre um livro.
E' verdade.
Tinha jurado nunca so casar, entre-
tanto talvez dentro de tres mezes.
Marianna murmurou :
Anda nSo est decidido.
Mas vai sel-o, ora si !
A doniejla n2o responden, muito iu-
pressionada com aqulls subta reviravolta
em sua existencia.
No dia seguinte, s 2 horas, Roberto
Vandamme toc^va o tyoipano porta dos
pequeos aposentos oceupados por Ma-
rianna.
Estava mais bello do que nunca; a
barba lustrosa e perfumada, com luvas
claras as maos, urna gravata muito ele
gante cabindo sobre o plastrn immacula-
do da camisa, e botinas de verniz.
Magdalena veio abrir-'he a porta, admi
roa-.), e mormurou buxinho :
Que cbiC; santo Deus !
Roberto transpoz o limiar, respetosa-
mente curvado, o corado palpitante, n2o
de a-or, mis com receio de que lhe ta-
lbasse am negocio que era a sua salva
cSo.
Na vespera ele tinha participado ao
judeu a que poeto havia chegado.
Agora, diese-lhe o velhote, preciso
apressar as cousas, porque eu nSo sou
Rottschild. O dinhsiro anda vasquero...
Roberto bem sabia que aqmllo era cbo-
radera do usurario, que passava por pluri
milionario mas tambem desejava nalisar
a empreza para ae ver livre das garras do
velho abutre.
Sobretudo, recommendon o velho,
inquieto palo enthusiasmo de R.berto pela
sua futura mulher, sobretudo nao v car
I apaixonado !
NSo tenha susto I Na situacSo em
que me acho, nSo ser o amor que me v
transtornar a bola.
EntSo, que seja feliz.
Obrigado.
Para vencer, Roberto preparou se para
e tornar ir re si s ti ve 1.
E effectivamente estava seductor.
A moca, sem alias impressionar-se tanto
como Magdalena, coroa da emccSo, e in-
dicou-lhe urna caieira.
Queira sentarse.
Roberto cb&decea, lanoando a furto urna
olhadela para Marianna, que estava de
arrebatar, simplesmente trajada, mas com
o rosto fino Deliciosamente emmoldurado
por cabellos soberbos.
Elle pensou na recommeodacSo do osa-
ran o :
Sobretuto nSo v se apaixonar.
Mae apesar de tido, sentanse commo-
vido e impressionado. Balbaciou, collo-
cando o chapeo nos joelhos :
Anda urna vez peco desculpa, mi-
nha senhora, da liberdade qa.e tomo sem
ser conhecido, mas ha tanto tempo soffria
que fazia esforcos sobrehumanos para me
nSo atirar aos sSus joelhos no meio da ra.
E' tSo baila, tSo encantadora !
O rubor de Marianna anda mais se ac-
centaou.
NSo c auiorisei, disse ella, a me fa-
zer elogios.
Ma3 qaem est jinto da senhora
nSo pie center a sua admiracSo E' de
certo a donzella mais perfeita, mais mar-
vilhosa que eu tenho visto.
E como Marianna, vexada, fazia am
gesto de protesto elle accresoentoa :
Oh nSo me defenda I NSo de
luje que eu pens assim. Desde que a
vi pela pnmeira vez fiquei rendido de
corpo e alma. Espanta-se de que a ache
tSo bella ? Sarei o primeiro a lhe fazer
esta declaracSo ?
Pode gabar-se disto.
DeverSo ?
Cortamente.
Se nSo foaae Magdalena. .. Elle
fez com a interrogativa:
-*- Magdalena?
Urna velha criada cajos conselhos
0090 e sigo.
Conhece-me ella ?
DE
Roa Baro da Victoria o, 6?
Loja de quadros
Madame Oerard avisa aos sens aama-
rossimos fsegaezes, que recebeu de Para,
om grande e variado sortimento de pelH
osa de chevreaux, de primeira quadade^
dea. castor etc., ett
Hadcira fie fnH
Em ripas e barrotes, pre-
sos sem competencia ven-
de-se na ra Duque de Ca-
xias n. 68.
i _. ^
Diccionar os de Jaccouad
Vendem-Ee oc, nn'cs. com 40 voluraes cada
nm a trattr nu ra K. vj ti. 16.
Vio-o duss vezes.
E advogou a minha causa ?
Calorosamente. E' grajas a ella qae*
o senhor se acha aqui.
Ah! Boa Magdalena. Onde est
ella?
Quero dar 'he dous beijos.
Sabe que tem 60 annoa ?
Nao importa Ss lhe devo a ven-
tara de ser recebido aqui!
A ella s a ella !
Entao por sua vontade nSo me es
cutaria ?
Se eu nSo pretenso casar me.
Mas ontSo...
O meurprojecto era entrar para o
conseavatorio, tmbalhar e depois seguir a
oarreira theatral.
A senhora no theairo !
Porque cSj?
Oh! urna vida de decep^Ses e .
amarguras...
Quem sabe ?
Q tem possae urna natureza dalisad
como a sua, e urna bella educacao, oSo
entra para o theatro.
Perqu razSo ?
Soffra-se muito.
Marianna orgu u para o co es seas
bellos olhos chei03 de doce languidez, e
como tendo o presentimea'.o do futura
cruel que a esperuva, marmaron :
Quem sabe ?
A partir deste momento, a entrevista
tomou um carcter mais intimo u psssoal.
Roberto fallou dos seus projectos. Na.
sua BituacSo, era indispensavel que sa
casasse/afim de dar recep^Ses e freqaen-
tar a sociedado.
(CoHniajT
"Typ. do Diario, ra Doqoe de Caxias d. %t



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