Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17045


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Full Text
ANNO LXV
DOMINGO 7 DE AGOSTO DE 1892
NUMERO 177
'
7
'
RNAMBG
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGEIROA DE PARIA FIMOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por Ues ditos vencidos.
Por um anno a liaotado .
dem idem vencido. .
61000
71000
241000
28&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBUCACOES NA FRAN-
CA E INGLATERilA
Os Srs Amede, Prince & C, resileales em Pars34 rae de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por am anno adiantado.
dem idem vencido .
i3500
151500
27|000
311000
TELEGRAMAS
sss*:;: mmm so siasi:
RIO OE JANEIRO, 6 de Agento, s
3 hiraB e 50 minutos da tarde.
Foi promulgada a le de amnista.
O governo expeda ordem de soltura aos
complicados que se achavam detentos Das
fortalezas.
Igualmente tolegraphou para o Estado
de Amazouas em sentido idntico com re-
ferencia acs desterrados.
PARTE OFFICIAL
ftoTerno
do Estado
nambuco
de Per
DESPACHO DO GOVERNO DO K8TADO DO
DA 5 DK AGOSTO DB 1892
Alvaro Joaquim de Alm, pediodo
rantagracSoInforme o commaedante do
corp> policial.
Antonio Casado i Araujo Cavalcanti,
professor pablico, pediodo prorogaclo de
iceoQASim, sern vencimentos.
Benigna de Brito M"llo, professora pu
blica, pedindo entrega de documentos
Sim, mediante recibo.
Ficlden Brothers, pediodo pagamento
da quantia de 2G.8340230 rs. provenien-
te do gaz consumido na illnmiaagao para
durante o mes de Julbo ultimoInforme
o inspector do Tbesouro do Estado.
Francisco Lucio de Castro, professor
publico, pedindo a sua inclusSo no numero
dos professores a que se refere o art. 12,
n. 2, das disposicSes transitorias da con-
stituicao do estadoDeferido com officio
de hoje ao ioapectorgeral da InstruccSo Pu-
blicaArchive-se o documento exhibido
Feliz Francisco da CunhaIndeferido
vista da informacSo.
Hermina Maria da ConcecSoInforme
o inspector do Tbesouro do Estado.
H>nri FouqueauDeferido com offbio
d'csta data ao inspector do Tbesouro do
Estado.
Liberata da Rocha, desvalida, pedindo
para ser admittido na Colonia Isabel o
bou sobrinho orphSo de nome "Antonio
Remettido ao director da Colonia .Aeabel
para attender a peticionaria, de accordo
com a Bua informaclo de hontem datada.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambuco, 6 de Agosto de 1892.
O porteiro,
Hemelerio Maciel da Silva.
mcicisse o bervigo da nova Fabrica da T;rre, ful
traigoeiramaote aggredido por Anisio Perratra,
dos Sanios que o espaneju com urna bengala e
orna grande ponU.ira de ferro, causando Ihe a
fractura do crneo e diversa3 contusOes.
O offensor, sendo persegu lo, consesuio eva-
dir se emb?rcando em urna candi que se acba
va a margena do rio Capibaribe, atravessaudo-o
para o logar d.nominado Saut'Aona.
O pubdelegado mandn tonduzir o offendido
para o hospital Pedro II, por ser gravi?simo o
sen cstaio e procede a tal respeito de accordo
com a lei.
No da 31 do mez ultimo, no lugar denomi-
nado Guapeba d j municipio de Gloria do Goita,
o individuo de nome Manoel Teixeira, cocheado
por Manoel Gravo, ferio com om tiro de pistola
a Antonio Gomes di Silva.
Contra o delincuente, qae evadi se, foram
feitis as diligencias da le.
Em trras do engenbo Piodobinha do mu-
nicipio de Pao 'Alho foi aesussiaado no dia 31
do mea lindo, com um tiro de e?p!ngarda, Alci-
no Lopes da Silva, pelo individuo Rosendo Jus-
tino de Salles, que foi preso e contra elle pro-
cede-se dos termos da lei.
o intuito de melborar as condigles dos
quartels em que funeciona a guarda local e ob
servar por mim a ordem e a disciplina que de
vem nelles existir, vrsitei anienboniem a do 3*
posto, na freguezia de S. Jos e hoatem a do 4o
na da boa-Vista.
Encontr! a do 3 posto as m Ihures condi-
coes de accelo e disciplina, notando apems
achar-se desarranjado o apparelbo telepbooico,
em vista do qne dei as necessarias ordena para
qu fosse elle concertado.
Qaaoto, porm, ao quartel do 4o posto, en-
contr! a casa as peiores condigOss hygienicas
e sem as accommodaqes precisas para as pra
gis, o que me fex autonsar ao subdelegado r-
sped vo a logar orna outra que se preste ao
lim designado.
Tendo cnamado a attengao do subdelegado
da freguezia da Varzea para urna casa de jogo
que me constava existir no lagar denominado
I'.ba das Barreiras, acaba de nw informar o
mesmo subdelegado que desde o mez de Jolno
lindo foi prohib lo o alluaido jog?, cajo dono
era um iadividuo de uome Antonio Joaquim.
Ao mordomo de mez do Hospicio de Alie-
nido?, dirig me nesta data solicitando a expe-
dicao das necessarias ordens no sentido ue se-
rem admitlidos naqoelle estabelecimento, aflm
de serem devidamente tratados, os loncos des-
validos Cosme Francisco das Cbagas, Joao da
Silva, Marianna da Congeicao e Jos de Souza
do Nascimeoto, que se acbam recomidos na Casa
de Deteocio.
Tambem nesta data me dirijo ao commandan
te do corpo policial para que providencie no
sentido de ser aprereitada todas as nones em
que bouver trabalbo no Circo Ecuestre no Cam-
pa da Repblica, ana forc de dez pravas para
manutengo da ordem, a qual dever 3car dis
P08ic o do delegado do !. distrclo.
Assumio o exercicio do cargo de delegado do
municipio de Ipojuca, o tenente Tbeodomiro
TOomaz Cavalcsote Pessoa.
Ao Dr. Alezandre Jos Barbosa Lima
moa digno governador do Estada.Q.
Questor, Julio de Me.lo Filbo.
Becebedorl tt<> Eiiado de l'ernaii
l>DCO
DESPACHOS DO DIA 6 DE AGOSTO DE
1892
rantia, impossivel ser dirigil-os de modo que
possa cada um concorrer para o melhoramcnto
de todos.
Impossivel conseguir o melhor sem os meios
de conscrval-o em primasia ao peior.
Nao ha, t o pode haver progeesso sem onlem ;
estes dous elementos sao para o homem em col-
lectividade o que para os astros representam as
duas grandes forjas que os impellem p ao mes-
mo tempo os deteem em suas legitimas rbitas-
E' o que desgraoadamente aos vai faltando,
este sentimonlo e amor da ordem fl a proporgo
que se afasta de nossas rclagoes, ahi vem sur
gindo o imperio da anarchia c da confuso, le-
vando em sua rede esses hbitos puros que
tanto realcaram o nome pernambucano.
E si como para o progresso se impo a or-
dem, esta deixar de ter existencia se nao pre-
ccdel-a e acompanhal-a o principal de seus
motoreso principio da autoridade .
Neslc particular o nosso estado como que vai
se tornando desesperados
Os papis sao quotidianamente invertidos;
a cada passo, em cada canto, em cadi individuo
nao se encentra em regra, sead ura surdo
quando se Ihe falla em nome da lei f
Que o attestem estas scenas con Instadoras de
todos os dias.
E para cumulo de nossas infelicidades, im-
quanto a maior parte d'aquelles a quem maior
responsabilidade cabe por tamanha falta de pa-
triotismo se oceupa em represalias paramente
infautis ; emquanto se procura fazer vingar apc
as o triumpoo do amor proprio chocado, com
criminoso esquecimento de nossos reaes inte-
resses, tunta se invalidar o brago de quem alli
ou aqu, entre tamaito descalabro, procura
salvar urna pequea parcela de bem estar; col-
locando a cima de pequeas conveniencias e
de interesse menos justi'cavis.
Abandonase o melbor ensejo de urna correcta
iniciativa para emenda de erros passados e, re-
calcitantes, cegos pela paixo, em vez de secun
dal-a para reparaco do mal causado, atira se
sobre essa vontade justa e procura-se desvir-
tuar Ihe as inanifestagOes, frustrando Ihe com
mao sacrilega o? benficos efleitos de sua inten
cao.
E;s a principal fonte de nossos males presen
tes c que presagiam peiores de futuro si a re
flexo nao vier em auxilio dos que soffrem, in
spirando aos rnC os oppnmem, porque envere-
dando pelo verdadeiro eaniuiho, tornem diguos
operarios da felicidade da trra que a todos nos
servio de bergo.
Consumido o melhor e maior tenpo em apre
ciages estranhas ao bem publico, com es^ue-
'oiuiuaudo das Armas
Quartel general do Commandodo 2o dis-
tricto militar em Pernambuco, 6 de
Agosto de 1892.
Ordem do dia n. 14
Tendo ee apresentado os Srs : coronel
Julilo Augusto de Serra Martina, com-
mandante do 14 batalASo de infantaria e
tenente do corpo do estado maio? de 1.a
classs, Domingos Alves Leite, membros
do ongresso Estadal que encerroa hoje
os trabslbo3 legislativos, determino que
assumam o extroicio dos respectivo car
gos, fie indo o Sr. tenente Leite, addido
. ao onartel general at seguir para o Rio
de Janeiro.
Compro o dever do elogiar o Sr. major
F.ancieco Ignacio de Meirellea, pejo modo
honroso e digno, com que commindou*
interinamente o 14 batilhSo, no impedi-
mento de referido coronel.
(Assignado) Roben, Ferreira, general
o rigHa commav -ite do 2* districto
mi !' ."
Eat conforme Gustavo GalvSo de
Cavendish, alf8.es ajudante de ordena
encarregado do detalhe.
----------- m
Qnestnra policial
SecgSo 2.' N. 179-Secretaria da
Que^tura Policial do Estado de Pernam
buco, 6 de Agosto de 1892.
Cidadao.Paiticipo vos que foram bon-
te D recolhidos Casa de Detenao ob
ntes individual :
A' miohs ra>.m,Josde Soasa do NascimeBto,
ai usdo, com destino ao A^yio da Timarineira.
A' ori'em do subdelegado da freguena do Re
cife, Jeremiaa Ferreira da Silva, por crime de
espancamento.
A' ordem do subdelegado da freguezia de
Santo Atonio, Leonardo Eustaquio do Nasd-
meato, Antonio Gomes Bapiista, Jos Correia
Antjn'o Jos Tr.'. maz Sierre e Jos Francisco de
Oliv rime de'furto.
A' errtem do subdelgalo do i. districto da
Bo-j Vista, JosdAnonio da Silva, cqmo gatuno,
vagabundo e d^eordeiro.
P" officio de hontem datado, informa o
commi3?ario e subdelegado do 1." dlstricto de
Afcgados que nio exacto que naquelle diatr-
cto se tenbam dato codQiclos de matntos con?
prsgas da gcarda- local, por occaBio dacobraa-
ca o imposto de barreiras, conforme denoociou
a G-.ze'a do Recife de 3 do eorrente.
Ao subdelegado do 1." distrfeto da Boa
Vh'.j rommonicou um empresto da caea de
WiI:d-\ Socft C, qne tendo Sido encarregado o
imividuo de come Manort Avelino de vigiar Da
no;t^ de 3 pan 4 da corrate ama alvareoga car
regada de carv3dde pdra'qoe se acbava amar-
rada junio pjnte Sania Isabel, acontecer des-
appare*r o referMo individuo, sendo encon-
trados na alvarenga o palitot qne elle nsava e
am pedaco de ferro.
Para descobrimento de Avelino, que1' parece
ter aitfo vlcllua de lgatfl desastre ou crime,
prorede aquella autoridade as neceasariaB dil'-
gencias,
/rjtebontemva 9 \/l horas da 'manha, na
occasiSo em que individuo de nome Zicarias
aguardava com outros trabalhadores que co
Ramos, a Conego Dr. Francisco Kego
Maia.Informe a 1.a seceso. JoJo Luiz
dos Santos. Em vista dos documentos que
exhiba como requer.
Antonio Domingues da Silva Maia.A
1.a scelo para os devidoa efleitos.
Victor Neesen Certifique-se.
Lambos Maneattes.CertiSque-3e.
Antonio Jiaquim dos Santos.Defer
do em vistas da informadlo.
Amelia dos S ntoa Coimbra.Certifi
Jorge Jos Carlos e Manoel Fernandos, ciment0 d'aquillo que realmente mais interessa
L***nn rt pAnanA ll> Kcuiiiain nAirrt .
e corresponde s nossas necessidades fa'tar a
f do patriotismo, tnr ir a lei da propra con
servagfio, porque em ultima analysi, com o des
sen tbrooo. ostentaudo a sua tinra e com a mo
direito estenlida, em attitude de dar a bengao
urbi *t orbi.
A estatua foi offerecida a Perusa por am ame
ricaio. que foi agraciado pelo papa com o titulo
de Conde de Loubat
Sane se qae o Vaticano fez, nesses ltimos
tempo3, precarias especulages financeiras.
O Banco di Roma, inuito provado pela crise
das cooBtrucgOes, deve-lbe a bonita somma de
quatro milhOes de francos que nao pode pa-
gar.
Pelos termos de um accordo celebrado recen-
leoient -, o banco pagar dous milbOes, celera
ao Vati. ano o seu palacio da ra Tritoae, e lbe
dari parte des sen* lucros eventuaes.
A Gazeta de Taritn publicando urna corres-
pondencia de Roma, para ella cama a alten-
cao dos seos leitores, e realmente merece ser li-
da e aprecie da pela ordem de ideas que manifes
ta e pela importancia politica que tem.
O correspondente ataca violentamente a Fran-
ga e M. de Freycinet a proposito da recente via-
gem do ministro da guerra franceza s frootei-
ras; falla de demonstracoes bellicosaa da Fran-
ga, dizendo que ellas assumem cada vez maz ac
centuadamente o carcter de provocages Ita-
lia ; afhrma qae as fortificacOes levantadas pela
Franca ao antes offeosivas do que defensivas,
sendo qae a Salssa mesmo tem razOea para jal-
ear a sua neotralidade ameagada.
O correspondente accreacenta qae estes fados
preoecupam as altas regides governamentaes
italianas, porque evidentemente a Franca est
pondo prova o espirito de tolerancia da Ita-
lia.
Se as coosa' centinaarem assim, ama conth-
gracSo eoropea ser inevitavel.
No entretanto publica a Nova Anthologia, de
Roma, am artigo demonstrando que a Italia
maia ittteressada do que qualquer outra potencia
na conservagao da neutr lldade suissa.
A viagem do rei Humberto Inglaterra,
conforme o diz a Fteranosca, foi adiada para
poca indeterminada.
Julga-se que esta resolugo se prende com a
recusa do governo britnico a adherir a algumas
propostas de trplice allianga, propostas qae ha
viam sido combinadas r.a entrevista de pos-
tdam.
A missSo cor.li lencial do embaixador da Aus-
tria-Hangria junto ao Quirinal nao teria sido es-
tranba ao faci.
O Seclo de Milo, orgo do depatado Caval-
lotti, Dubhcou um artigo muito notavel a propo-
sito da visita do rei Humberto a Berlim e de ee
haver fallado muito, por essa occasiao, na amisa-
de histrica entre as casas de Siboyi e de Ho-
oenzollern.
O Seclo de Millo diz que a amisade entre as
casas reinantes tem hoje limitada influencia, e
que o qne se deve considerar a amisade entre
as nage?.
E' nom nao esquecer que apezar de preconi-
zada amisade secular, a Prossla nao tHsitou,
u'urn momento dado, de se declarar resoluta-
mente adversa onidade italiana.
Assim^o coronel Radowi'z pode declarar na
dieta derrancfort que todas as torgas da confe-
deaco germnica ajudariam, se preciso fosse,
a Austria a maoter-se em Italia. Mais tarde,
era 183'.*.. quando Nanoleo III eillava Mantua e
Verona, deixando a Vctor Manoel o cuidado de
sitiar Pescniera. a Prussia anouociou a mobilisa-
gao de seis e rpos de exercito, e o ministro
prussiaoo Usedom pedio autorisagao dieta de
Fracfort para ccooilisar um stimo no alto
Hheno.
Foi por causa de3ta iotervengo que Napoleo
III se vio obrigado a assigoar a paz de Villa
Franca.
O Seclo* publica urna s.-ia de defpichos
demonstrando que, mesmo depois de 1869 a
Prussia se mostrou con.-iantemeste hostil obra
apparecncuto desta do maior numero que o aa 0QifiracSo da I aa, reivindicando o principio
que-se.
Leitao e Cista.A Ia
devidos effsitos.
secc^So para os
Innpectoria eral da Iuntrucco Pa
kllca do Estado de Peruambuco
DS?ACHOS DO DIA t D3 GOSTO
DE 1892
Maria da ConceicjSo Forjaz. Jisti-
fico.
DIARIO DE PERHAMBPCO
REJIFS, 6 DE AGOSTO DE 1892
Pe nambuco atravr-ssa umaphase difcilima
para vida que Ihe sena propiia c a que tao
adaptado .
A ndole de seu povo, a natureza de s o desenvolvimento de suas industrias, a honra
bilidade e seu commerj?io ..o cultivo das leltras,
seriam outras tantas forjas impu'soras para sua
prosperidade moral e material, se sobre elle nao
fosse pesando mo de ferro a esmagar Ihe os
msculos e entorpecer-Uie todo movimento con-
ducente a seu progresso.
Debate se Pernambuco com todos esses ele-
mentos contrarios grandeza de seu destino e
como que as vezes parece suecumbir aos con-
stantes cito mes d'um mal pensado pgoismo de
contra outras classes e individualidades
vidas de preponderancias, lio eutanto, justa-
mente aquellas que melhor com|izi'las seriam
as mais aptas a imprimir Ihe marcha celerada
para seu aperfeigoamento, relat vainente com-
pleto.
Tudo, porm fenece, em tudo Bridante o de-
sequilibrio e desttarnionia.
.Estude,se'ual}uer das CondJ,{(es de vida de
commuiduto cas quaes smeiile depende a feli-
cidade e bem estar de todos em cida qual dellas
BivisareQl6 u d qner irte Beja d neu ralisador
de tdas aquellas forgas vitaes dumpovu
Nao sero raras as impresdGes lgubres que
assaltamao verdadeiro ooragc pernambucano !
5o entantb as causa* determinantes de to
acentuadojna' estar sS'sobejament conheci
das para com alguma perseverania serem re
movidas, sem outrr) sacrilrio que d'um pouco
de desprendimento do-e -dcada um.
Dizemo^.veigiadeirQ coqbtcedores.das leisjd*
humanidade que jamis para esta haver pro-
gresso f*ossivel se a ella nfio-Jresidir os efiti1
ment.d'ordtacoBdJgo .gssenCial se nao un ca
para a oo exisleocla tH>cial .
Sem este ete que prenda os poros como os
individuos era reciproco'respeito e mutua ga-
dos esquecidos e prejudicados, ba desapparedo
tambem aquella dos que esquecem e prejudi
cam
O mal vira para todos.
A amnista
Commuoica nos o nosso correspondente, no
Rio de Janeiro, no telegramraa que inserimos na
secglo propra, ter sido promulgada a lei de am
msiia aos complicados no movimen'.o de Abri
ultimo na C pi'al Federal.
Em seguida ao acto da promulgago' noticia o
mesmo telegrtmma, o governo CHrou de expedir
sem detenca ordem de soltura aos detentos as
fortalezas elegraphando ao memo tempo ao go-
veroador do Estado de Amazonas neese sentido
com relago aos desterrados n'aquella Estado.
factoras.
E esse sentimento por certo muito justo, pois
Ualuz as alegrio3 da confraterndade.
A lUusao com qae o paiz acolhe a noticia na
sua vuleansaco, s ter igual nc epilogo do
fac'o a que ella refere-se.
Sija liberdade bafeja quelles qne em de-
kigao, O-Copavam as fortalcz.s; em breve por
ventora sero della coparliclpado-es quelles ou-
tros que ao longe enUm es amargpre3 do exi-
lio, expericiieotavam as saudades dameio social,
de que foram relegados, crtiam os desatores
da ausencia da familia.
A patria hoje cxbulta.
A patria boje estrelta em seus bragos e.aa por-
gao de.lhos, que voltam a collaborar no sea en-
grandecimmio, depondo no sea altar sacro:anto
rrsenimenios, iojustigas e outros sentimentoa
de idcn'.tca ou aialo^a natureza, que o amor
patrio n5o filia s suas expan;6es.
A impreca maEniflca es3a lei cm o seu aa-
senso, e eograndece aos que recolhemaolai com
ts u8 congralolagCe8.
O f-cto que co&sifcBiXos a nosso torno, dos
perta na cima brazileira as emogOes mais setis-J fp.?a"3 ^^d"ges"aTa,'a de obterso o cqui-
ia legiimidade e desapprovando enrgicamente
a acgo do conde de Cavour.
Esta -.f.itude s se modibeon no dia em que a
Prussia alimtn'o'j a idea de desempenhar na
Allemaaha o mesmo papel qae o Piernn:e re
presentoa na Italia. .
Qjando se no3 records com complacencia, *
couclue o Scaloque no comeco do se
sulo XVIII -imadeu Ude Saboya loro primeiro,
eutre os soberanos europeos, a reconhecer como
rei da Prussia o albo do grante eteitor, devemo-
dos lembrar tambem de que em 1839 o exercito
ilaliauo combatea ao lado do exercito francez
pela nossa Independencia, e que foram os minis-
tros de um Hefaeoaollero quo suspenderam so-
bre o Mmcio o progresso das conquistas nacio-
naes.
Durante 03 cinco priraejro3 mezes deste
anno ?s importagOcs na Italia diminuirn ex
traordinariimc-nte.
A di-renoa entre estas e as dos mesnios cin-.
'co me:<.3 em 1891 foi de 30.517:939 liras.
E:a compensago augmeutaram os sxportagOes
no mesmo periodo, de 5i.782:93 liras.
A poltica Bnameira do actual gabinete nao
difiera mu o da do seu antecessor.
As economas comegadas continu-ro a aer

EXTERIOR
EUROPA
Italia
Falla fe com toda probabilidad.' na nomeaco
do Conde Russe'l para o ministerio da justca e
CUlt06. .
Sua 8antidade o papa Lco XIII mehorqo
baetan:e da molestia qae ha pouco p accommet-
ttu.
Sea estado'nao inspira absolutamente re.-.
ceio.
En Perasa foi oltlmarnente oaugurada urna
estatua do papa Leo XIII.
Representa o sommo pontfice, tentado em
lin-lc orgaaientario.
Alm disso serio feitas outros economas aos
poucop, dimicuindo o numero de empregarios
pblicos, qua verdadei-ameute superabundante.
Trata o governo tambem de realizar urna gran-
de cpsragSo, provavelmenU' a administrco co
interessada dos 1'uqjjs, anloga que existia e
qu: foi abolida pelo S'. Magliani: esta operacSo
seria destinada nao, como se diz, a formar um
tbtsouro de guerra, ma? a durouir a divida
fi,ctuaote do paiz.
Ha muitos annos psnsou-se na Italia em
erkir eai Mdao um monumento a Napoleo III
Escolheu se local e plano, que foi completa
mente exeuutado, estando tad/) prompto quaoio
veio a guerra de 570 e aps ella a queta do im-
perador, e... ninguem filloa mais no monu-
mento I
Era a lgica fatai do naia das grandezas des
te mundo.
Cercado de prestigio e de ioflaenc, no fas
ligio do poder, todas as bomenagens a Napoleo
III unham razdo de ser.
A : ratido dos povos impunha-se.
Decddo, vencido, esila.o emorto... a tido esqueceu ou perdea de opportunidade.
Agora, por occasiao do anniversano da bat
Iba de Solferino, o dpu'ado Arrivaben? Itvan
lou a idea de erigir nocampo onda se palejou
aquella famosa balalb o abandona lo e esqueci-
do monumento de Milo.
Os jdroaea cob diversos parti Ioj mos'ram-se
favoraviis a esta ta.
Em data de 55 dizia se de Catama comre.-
fereocia ao Eioa: *
A erupgo do Etna, que nsstes ltimos das
i.joba toaiado aspecto ameagador e terrivel, dl-
minuio de inlensidade; a lava que escapa das
diversas crteras meos abundante e a agita-
co subterrnea parece acalmar-se. -
A populagSo dos rrdores conaega a tranquil
iisar-8- .,,.-i_ ,.
Essi sliuagio, porm, j no da ,88 muito iveraa. . A ernpo qae j se annonciava acababa, aug
mentou/ven^an^te(,}e jioifOwadA; aovas
crteras ahriram e por onde escapam lavas sm
grande abundancia.
A ernpga parece querer, tomar o carcter
ameagadnr qae m^nife^,on,a priaoipip, agarre-,
lando a mais desastrosas eonsequencias para
as popolagoes circaaviziahag.
Nesse recobramento de actividade ano une.ou-
se por fortes convuUOes subterrneas e outras e
temerosas erupges.
Em Caltagiron e Mineo estes aoalos tizeram
se sentir, e o terremoto cansn maitos damnos
materiaes, levando o pnico s po alagues.
ugiaterra
O Tima contioi a preoecupar-se com a si-
tuago poltica creada pelas ultimas el -igOrs.
Segundo o referio jornal, a actual maioria
parlamentar torna difnl a permanencia do go
verno naa mos de Gladstone-
A imprensa liberal delineia o programma do
prximo governo do^ seas correarionarios.
Parece resolvido q e um des prineiros actos
ser a apreseotaco de um p-oj'ecto de r forma
eleitoral, dando a cada cidado o direito de voto
singular.
O projecto do bome-rnle vira pji eriormente.
O ministerio -alisbury s se etirar perante
e votoexpresso da cmara dos commaos.
Para e-'te effeilo prepara se urna qaestSo de
connanga pela maioria liberal deesa cmara;
visto qae aqaelle gabioets em conselho de mi-
nistro rejolveu permanecer no poder at mani
festaco hostil positiva dos coxmucs.
Como qaer que seja, vista da derrota, que
offreu as ultimas eleigOei parlamentares, pode
assegurar se qne o gabinete de Lord Saliabory,
ver-ae ba obrigaio em brave a dar demisso,
pois nao possue mais no seio do patlameulo os
elementos necessarios para o apoio tod.s ob
acl s de su i po'itica-
A Bsalo de abertura do parlamento brita
oico eslava oficialmente marcada para 4 de
Agosto; e nesta data, segundo a imprenaa con
servadora am voto de conthnca decidir da si-
tuagao dominante.
O baro Coleridge ser nomeado lord glan-
de chancellar.
Lord Devonsbird acaba de ser condecorado
por Sua Magestade a rainha com a ordem da Ja-
retiereeoSr. M. Chamberlain, ajudante de
Lord Hartiogton, com a ordem do Baniio
Gladstone acha-se completamente restabe
lecido.
De'oos os pontos do reino felicitan1 o por
este motivo e peta victoria eleitoral.
No grande meeting de Ulster, assim de-
nominado por ter-se realisado no condado de
Wis'.er, grande eenlro protestante da Irlanda,
conveniente notal-o, pr-testou-se enrgicamente
coptra a idea do estabelecimento de um parla-
mento em Dublin; e foi esse movimento que
lord Salisbury imprudentemente animon e exci
tou n'um discurso, alias multo censurado nos
circuios polticas ioglezes, mesme nos conserva-
dores, como contrario a disciplina politica, e
que por ventara pesou no resaltado eleitoral.
A proposito destelcomicio disse o Times que
o protesto de Belfast deve ter feito desapparecer
a conviego de que a resistencia de Ulster ao
borne rule nao paasava de am movimento oran-
giata.
O Daily Cbronicle declarou qae a convengo
de Belfast pedia nica e exclusivamente qne o
Ulster nao fosse comprehendido na lei do bo-
rne role, e outra coosa se nao devia entender.
O Diily Ntw referi que o meeting de
Belfast era um meetiog* como outro qualquer e
que o projecto de M. Gladstone era o mais pra
tico posslvel.
O Daily Telegraph en.endeu que a reunio
de Belfast provava mais urna vez que dar o ho-
me rule Irlanda seria provocar ama guerra
civil na lina e obrigar o exercito ingle a inter-
vir.
O Mjroiog Post manifestou a cbnvicgo de
que a cenvengo de B-lfast representa va sim
plesmente a opinio do y s.er e nada mais. As
cocclusCes votada* pelo metinu de Belfast lo-
ram estas:
1 Afirmamos a resolugo inabalavel de man
ter a nossa situago actual de parte intesrame
do Reino Culo. Protestamos, do modo mais
catbegonco) o menos ejuivucocon ira toda e
qualquer medida qae leitn por flm lirar-nos io
gerencia no parlamento imperial soba pro'ecco
do qual foi investida a nosaa cap tal, salvaguar-
dados os nossos bens e direitos.
2Afarolamos o nosso proposito de nao ter
r.-isgo-'s algumas com um parlamenta que ser
hscaiisado pelos homens 'esponsaveis pelo crime
da Liga Agraria, pelas infamias do plano de
campadka, p -las crueldades do boycoltage e
do) qufes alguna sao instrumentos di domina-
gao clerical.
3 Afirmarnos ao povo da Gr-Bretanha a con
vicglo de que a contiiuigo de simhante par
lamecto na Irlanda deve acarretar inevitavel
men'e a desordem, violencias e cffu des de san-
gue como anda ni o houve neste seculo. estando
resolvidos a nao tomir parle na eleigo desse
parlamento, que seriamos abrigados a repudiar
se fosse eleito.
4Protestamos contra esta grande qu^.-to
que interessa a nosaa vida, sendo a propri^dade
e os direitos civis mecoscabado3 na presente
batalbi tlnioral.
5-Appellamos para os no3sos compatriotas
que sao partidarios de um parlamento separado,
atlm da que abandonen! cm projecio qu? decu
eir para 8mpre os rUnd-zes. QoeelleSM
ju- em a nos para que possaceos sob a gida da
legislatura imperial desenvolver os nossos re
cur80;"i e favorecer os melb res inlerccse3 da
uossa oatria.
Falleceu sir Robert Low: ex ministro e
legitima influencia do partido liberal ing'ez.
Saspeudeu 03 trabilbos a conhecida aDrica
ae tecidos Me re.
Seus p.oprietario- failiram.
P'oj .-cta-se em Londres, (ara Setembro
prximo, urna < uosa exposigo, eproduzudo
es j irdins de tiJos os palaei e de toda* a3 po-
cas.
As esquadraa das potencias intersalas
no impe-io de Marrares concentrjm se r.a t-orlo
de Tnger.
E falia-se em boas rodas, qus o governo pro-
moved u:i3d conferencia europea, atim de resol-
ver as questOes ci imperio de Marrocos.
A hulependencia Belga, referiedo-se a um
tratado suppos o concluida com esse .imperio,
fi.z as segrales considerages que se ajusiam
pt rf.itamcnie sil jago e as suas ssquencia?:
Sup.ndo exacta a verso inglcza, conv.m
pe-gUDtar si o -aceesso, atiribuido Ioalatcra,
e que assngurar a preponderancia da G Bre>
ianna a Marrocos, definitivo.
Sabe se com qae vigilancia a Franga e a Hb-
pantia to profaod mete in'.eressalas era man
ier o statu quo e o equilibrio actual das tnftced
cas no sultanato, acoxpanh.ram as negc>;igi5e3
de si; Euan Smitb e como se mostrarla) resol-
vid w, pela sui attitude, a oppor-se a tuio o que
f.oiisv cooatitoir um meiu de supremaca em
fav r rtalntil^lerr;1.
Esia? duas potencias nao se resigeariam tai-
vez ao triompbo absoluto da diplomacia ioglezs.
triumpbo que fot ubiS pela surpreta por meio
de um ijuriplto babil e promplamenu expl>.-t
do.
Per seu la i j a N^ue FreiePresse de Vienna,
considerando a situago actual accen'i, qao de
presen teda e um c;nfl;ctode intereasesiogteze1,
fraacezes, italiauos e bespanhoes, de^sarte que
a questao marroqain^ pode de momelo adquirir
am mo aspecto.
orgo austraco, denuncia o projeeto ou ao
menos a possibilidade de urna divisao de Marro-
eos entre Fraoga e a Iaglaterra que crearla em
Cnsequencia ama aproximago entre -as duas
nagoes, que a victoria do partido liberal ingle*
faclliUri. A ^llemaoba, porm, eo pede olnar
favoravelmente para isso ; ella tem am tratado
de commercio com Morrocos e contra os seas
interesse* qae a qaes'.o marroquina d logar
aquella approximagao da I jglaterra e Franga.
Por ouiro lado a Italia opposta a qualquer
extenso da ioflaencia franceza no norte da
frica, como a Hespanha nao desejava ver aug-
mentar o poder mglez no bstreito de Gibraltar.
As esqaadras reun las em Tnger iro susten-
tar o actual aalto contra o i rebeldes, ou somen-
te. como diaem, proteger os seus nacionaes ?
Dada a diversidade de interesses que ellas re-
presentam nao se pode acceitar urna verso que,
a ser exacta, exigira o concurso de todos.
Ha quem pense qae a Inglaterra procara, sob
o pretexto de commercio, fater em Marrocos
o que fez ao Egypto. E' preciso saber se lh'o
consenliro, principalmente a Fracca qae ja alli
ganbon experienfla. .
Telegramma de S. loo de Terra Nova no-
ticia, qn um grande incendio devorou ltima-
mente dous tergos da cidade. va io3 templos, -
todas as impreosas e todos o escriptorios dos
jornaes.
As perdaa sao avaliadaa em 3 a 4 milbOes es
terlinos.
Em Manchester, am trem de estrada de
ferro descarrou, Meando feridos 8 passageiros.
Perto de Swinsea encalbou o vapor ioglez The-
m'es; e o^novo navio de guerra argentino Nove
de Juino ahio ao mar
O regalo de Uganda converteu-se ao pro-
testantismo.
AMUfOLOGIl CHDIIWL
Estados recentes de crimino
logia
(Continuadlo)
Durante o congresso de 1889, o crneo
de Carlota Cirday, c que partencia, com
todas as garantas de authenticidade,
colleccSo do Principe Rolando Bonaparte,
foi o objecto principal de disousao, a res-
peito do qual ferio-39 mais ama re esta
batalha. Foi apresentado como o crneo
de urna criminosa nata, no qual a profan-
didade das fossetas occipitaes era am
ezemplo de um caracterstico marcado do
typo. Ao que se responden que esse ca-
rcter nao poderia de modo algom signifi-
car alguma cousa, e que se Carlota Cir-
dfay era por este indicio urna criminosa
uata, entSo em vez de ser urna herona
que livrou o mundo de um monstro, nSo
passava de urna assassiua commum, vul-
gar, impulsiva. lato n3o foi urna ver-
dadeira batalha para a qual contriburam
oa priacipaes luzeiros da sciencia de toda
a eivilisacio com as armas do aau vasto
deposito de saber.
Todava tornou-ae mais urna ver appa-
rente que as differenc;as entre essas esco-
las estavam mais nos argumentos do que
nos factos. Porque era claro que havia
um terreno em que todos podiam encon- t
trar-se, como se ver mais tarde.
Ao iniciar o caso para a dififerenciacSo
anatmica e phyaiologica por parte da
classe criminal, o professor Lombroso ci-
tou os recantes estudos da Batt, Brunati,
Gonsale, Marro, Pinero, Tonnin 6 Verga,
como comprobando as suas conclusSes,
que haviam ji sido expostas nos seua es-
oriptoa maia recentes. Em muitas parti-
cularidades achou elle diffdrengas existen-
tes entre o criminoso de ocsaaio e o cri-
minoso nato. No primeiro encontrava
elle c a senabil'dade menos obtusa, as re-
flexoas menos irregulares, a anomala me-
nos frequente, especialmente no crneo. >
Alga 28 dos caractares do criminoso nato
achavam se, todava, sempre presantes,
f taea como caballo extremamente preto
no criado que ladrad, mais frequante a
inepcia entra os embusteiros, e que todos
a deixam governar palo impulso. Com-
mentando sobra o exama que fez das pho-
tographias tiradas pelo Sr. Francis Grat-
ton, o prafe38or Lombroso falla do modo
seguate :
Achei em dezoito craneoa de passoas
coademnviaa dous typoB que se assemelham
iSiravilhosamente, e zom urna exageragao
que evidente, 03 caracteres ir crimino-
so e que aa approximavam do i do selva-
gcm.
Sinuosidades frontaea bem marcadas,
ossos faciaeo c queixaes muito gra-ndes,
e distantes, roBto pouco 8ymetrico; a aber
tura nasal de typo pheleiforme, e a liga'
ifu> lemuriana do queixal inferior.
Os outros crneos do3 embusteiros, la-
dross e salteadores apresentaiam-me um
typo mar.os preciso, ma3 a falta de syme-
tria, o tamanho enorme das rbitas e a
proeiurencia dos 03303 faciae3 eram. bem
m -.r.'idas, c^raqunnto menos do que nos
casos anteriores.
Como conmentario, dase o Sr. B-
jenoff que os buub estudos capbalometr/- ,
co3 haviam no levado a acreditar que os
hoirena honestos tinham um desenvolv-
manto fronte maior, ao passo que os cri-
mino307 tinham ma's desenvolvidas as
pofgoa^ parietae e occipitaes do cerebro
ou, do crneo
Ao atlres d*#:fd3cg8d3 dos sentidos nos criminosos, .
o Dr^rigario annunciou que h^v'ia, em
urna grande serie de exames entre c'as-
aes criminosai e cao criminosas na Italia,
encontrado a predominancia da jris casia-.,.
oha no3 crminoo, o grande proporcad
de azul nos violadores ou oflVsores da
moral publica.
'.

'

PI :s.
i





.*
A acudes vital encontroa a *m*is des-
envolvida entre os criminosos ; ao passo l
quo nelles ers inferietroentido do cheiro a
como tmbeme era o sentido do gosto.
Por ouVro Tado, entretanto, o sentido da
aodicSo entra 230 ciimiuosoB examinados
as pri'.oes 89 reconhocen ser anonna- ,
mente agudo. tt.m ,
Oesta faculdade, di o Dr.' "Frigerw! 5|
E' indubitAvelmeute verdadeiro qo

'" 'f
l mam i


a
Diario de Peruambuco Domingo 7 de Agosto de 1892
falta de uao de um sentido aariri
tornar maia agudo o ontro.
Como acontece com o tacto no cegoa,
d se o mesmo com a andicSo noa presio
neiroa. condemnados ao maaio...
Chegou-ae a conhecer atafirftiva ae
guramente que elles communicam
com os citroB por meio de urna bntidel-
la na parede ou em qualquer oatra anb
tancia.
desse novaado de nnme Ifiaaa.riiimas.nor M- Esta especie de
be tica pode aer conap
pbabe tu de Morae.
oiasfio alpha-
a ao rtfto al-
Assim acontece
ue um preso continuar a Irabalhar
mesmo em preaenca do guarda que o vi-
ga, e todava pelas pancadas que di no
seu t.-abaho pode commucicar com os
outros preaos que eatao ao alcance de
ouvir, e parece que pooco os incommoda
que baja em redor silencio completo ou
a bulla mais ensurdecedora...
Embora os guardas uaaasem de cbinel-
las cata auliaa da pannti u ae aitaa, dss-
tinadas a permittil-cs andarem aem faaer
barulho, todavia todo preso distingue a
i tT:i enea de pasao de cada guarda de
modo a dizer qual o que ae spproxi-
saa...
Se a agudeaa do ouvido noa criminosos
foi prod'iiJa pela inercia ou desuso dos
outros sentidos (taes como os do gosto e
do cheiro, que estavam um tanto obtu
sos), cao podemos descubrir nenhuma pra-
ra pbyaiologica ou anatmica disto nos
cerebros daqnelles a quena se fes au
topsia.
(Contina).
LITTEIUTURA
Noctivago
Dorme a velha cidade tumular.
Como Palmyra dorme entre as ruinas,
Do mar as brancas vagas crystaltinas,
Biilbam os sombros raios do iuar.
As enrojas num lcuoo gdrgalhar,
Ferem o ar sombras viperinas,
j\i ao loage, m onduLcSea felina,
Se agita o,peito atbletioo dq mar.
Ta-io silencio, a lo, leatamente,
Angis dos cos o marea ideaos* f '
E emquanto um / pQon nervosamente,
Aperta a lora nos bracos seosuaes I
Contra um bandido tima caaoao dtente,
A) atm febril das auras tropicaes !
Cario* Alariz.
sio Ferrei'a da Silva, que o espaacou com orna
bengala de grande ponleira de ferro, feriado o
no crneo e fasendo Iba diversas coisses.
Anialo pode evadr-se, aaezar de perseguido;
e o olfcadKioideu entrada no hospitalPedro 11
sendo gravi3Shsio raen estado.
Tti*a No lagarwGuapetoa, da municipio da
m G oria de Goita, fri f i te Aatonio Gomes da
Silva cox u^itirj de picota, que sobre elle desK
fechou Mano* TeiRira, valgo Gravo, que fn
go.
Coa a a na la nacional de caalMi
rsaasaaua >fwii -Ha am-ili ao m*M
dia'reuma ue subscriptores dessa companbi.
em sessao de assembla geral, para tflactuar-se
a respectiva tncorporacSo.
Irmaadade lo Mantiaalmo sacra?
aaeato da Boa VlsiaBeune-se boje s 11
Uoras lo da em meaa geral essa irmaadade,
para proceder a eleicao do cargo de jui.
Cuiapaiihlii Agrcola Mercantil
de PernambncuFuacciooa anaanna s 11
horas do da em sessao de assembla geral or-
dinaria, para tomar coohecimento das coatas e
relatorio da commissao e proceder a ele cao do
respectivo consein fiscal.
Era .\o*aFoi hontem diairibaido o n. 26,
e merecemos da collega o seu comparecimento
ao oosse escriptorio.
Sendo-nos empre agradavel a eoa aprecala
risita, damos Ibe os nossos agradeiimeatos.
OrdenacoNa capella do palacio episco'
pal da Soledade, conle.- r boje s 8 horas da
manh S. Exc. Revma. o Sr. hispo diocesano a
ordem de subdiacono aos minoristas Fructuoso
Babia de Alunquerque e Valeriano Pereira de
Souza, natoraes do Visinho Estado da Parabyba.
N j dia 10 s mesmas bsras e na capella men-
cionada os referidas ordenados recebeao a or
dem do diaconatc; e aessa occasiao ordena-se-ha
dejsubd: acoco o Clrigo Fernando Rangel de
Mello, natural de Sergipe, e receber a tonsura
enaen.res Jj; de Souza Azevedo, natural de
Portugal.
Ordenaco geral?. Exc. Revma. o Sr.
bispo D. Eaberard desigoou o dia 15 do corren-
te para ter luar a ordjoago geral.
Essa importante ceremonia ser celebrada na
greja parocbial da Baa Vista s 8 horas do dia.
Hospital Portugus -Eatrou de semana
nese estabelecimeuto henifcente o mordumo
Antonio da Silva Cont.
Divida municipal -Por conta do seu de-
bito com o Banco dp Brasil, remetteu ao mesmo
Banco o coocelbo municipal a quantia de......
6:528*4 0, producto liquido do readim.-rito do
mercado de S. J j? no mez de Ju Jao liado.
Stodcdae Muaicrtl Ollndense 1S
de Malo transfere boave tarde essa socieda-
de a sua sede para a ra Fernandos Viei.-a, na
cidade de Olinda.
Por essa occasiao ter lagar a entrega do es-
tandarte soc da mesma socitdade.
Academia-Nj dia 10 ao theatro de Santa
Isabel, realisa-se o granae concert promovido
pelo corpo acadmico afina de solemnisar a tn
trega do novo EsUniarte ao corpo doceale.
Comees r s 7 horas da noite.
A' digna commissao ex.'cuva agradcenos a
fiaeza So sea oonvit?.
Ignacio Vieira de Mello.
ervleo militarHoje superior do dia
> r. major Loareiro, e tai ronda da visita
daa subaltsrno da i" batattio.
0 li'baUlliao deinfaataria dri as guardas
ias tdilicioi federas*.
iPnifo-me n. 1.
Amansa superior do dia o Sr. major
Mereiie*, e Cara a ronda de visita um subal-
terno do 14* aatainD.
O 1' baulbo de iufanUria dar as guardas
dos aditiciosederaes.
Uafforme B. 6.
orvico policialE' boje superior do
da? r. caoitso Da .nao.',
O corpo de polica dar as guardas de Pala
ci Deteoco e Theeouro do Estado.
Uniforme o. 3.
Amania saperior do dia o capito Moa-
teiry.
0 carpo de polica dar as guardas de Pala
ci, Deteoco e Tuesouro do Estado.
Uniforme n. 5.
(Jalao rvpograpnica Pernambuca
na-Esia benemrita associagao realisa hoje
urna sessao extraordinaria, no intuito de pro-
mover o sea engrandecimento.
Como se \ do convite distribuido entre seos
membros ella devem comparecer os que se inte
ressam pelo futuro da distincta classe typogra
pbica.
A sessao tffecluar se-ba s horas e lugar do
costme.
Inspectora do S. dlstrlcto naari
iluto Recife, de S Agosto de 1892.
Bolelim meteorolgico
Uns Tertn. centi- Barmetro Tensio do



REVISTA DIARIA
Cmara Uom epuiudut- Uixou hon-
tem de naver sessao po; terem apenas compare
Cido 9 S ?. deputado?.
A reunio foi pre.Mdida peb Sr. Dr. Mo-
reir *bvts.
O 5'. I secret no proceden a leilura do se-
guioie expediente :
OflBcio do secretario do Sanado remettendo
dous-x-mplares das leis M. 51 e 82 (forga po-
lciuie organisaco muoioia ). paoiicada pelo
vice-pu'esidente do Senado. I'iteirada.
Ou'-o do secretario do g vei-no, sabmettendo
a cpr>-ideragao da C de Jl..Id rindo, acompaohado de inf.-rmacSo do
inspector do Tbesouro, n qoal o p-i-f-ito ao mu-
nicipio pede is-rcao d- iir itos esiaJnaes. para
lamte&t-s t ouirus Mcessorios desunadof. 111a-
minaeso patolici da capital.A commissao de
orcamento.
Oatro do inspector g.-al da IastrucgoPubli-
ca devolveado nforica.iaa ptico do professor
publico da villa do A Imano, Fredenco Eiclvioo
AWes Maciel.A quera Li a requisicao.
Aluda o Sr. secretario pro.ej-c a l:!tura da
segoinie telegr. &ma.
fijo de Janeiro, S de Agosto de 1892.
< Ao prslden e da Cmara dos Deputados.
Parabens. Torea attiiode moito applandida.
Goveraador isolado. Seu procedimento geral-
mate condemnado, inclusive eutro Positivista.
Defesa M^rianno pessima impresso. Contai
nos?a dealcacao e apoio.bellarmino.Lyra.
Bandeira.
Em pegaida dissolvida a reuniSo, declarando
o Sr. .-e = idi-n:e que oa deputados para reaiisar-
se a ses^o de encerrameato do Congresso, bem
eomo que nao tendo havido sesco no da 5 e
nem havendo numero legal'para eleger-sea com-
missao de que trata o art. 41 do r.g ment, lo-
m iva a deliberaco de nomeiar para dita com
missaa os Srs. Martina Jnior, Esmetaldioo Ban-
deira, Eduardo Tavares, Feiicio dos Santos e
Lopes1 Machado.
Csngreasodo Estado -Realieou-se hon
tem a 1 hora da tarde o encerramento da 1* ses-
sao da 2* legislatura do Congresso do Estado.
A esa hora reunidos no recinto da Cmara dos
Deputados os Srs :
Lona Freir, Martiniano Veras, Esmeraldino
Banddra, Herneogenes, Barros Lacerda, Ermiro
CcLijbo, S Pereira, Serra Martin?, Alves Leite,
Pinhu Borge-,Pereira Borha,Moreira A>ves, Gon-
calves Ferreira, Martins Jnior, Aristareho Lo-
pe?, Aratjo Guari'a, Eduardo Ta'ares, Francis-
co Carcpello e Malaqoi-s Gongalves, as-nmio a
pre.-idenciae Dr. Ermirio Coutinho, presidente
do Senado, ocenpando os lugares de 1 e 2o se
crett'rios os Srs. Moreira Alves t Eduardo Tava-
rt8.
NSo havendo expediente, o Sr. presideate de-
clara qne a reooio do Congresso nos termos
da Caas.iiico do Efado, realisada para encer-
raren; se os trabamos da actual sessao, proro
gados al a presente dala.
Em srg'.da d por encerrada a EessSosuspsn
dendo os trsbalbos para lavnr se a competente
acia, que hda pelo Congresso, de novo reunido,
foi approvada.
Foram eoto pelo po'o agglomerado no recin-
to e as galeras ergoides vivas ao Congresco
do Estado, ao Congresso Federal e ao Dr. Mar
tos Jnior.
Facuidade de Direlto do Beclfe
Assum o bontem a directora da Facnldade de
Direito do hecife, o Ilustrado Sr. Dr. Jos Isido
ro Martins JuBior, que bavia interrompido o ex-
srcic o do seu cargo por estar .ornando par.e
nos trabalhos do Congresso do Estado.
Denuncia O Dr. Jos Antonio Gongalves
de Millo. 3* promotor publico, denonrioo bon-
tem perante o Dr juiz de direlto do 5 dist'icto
crimicai contra Francisco Ricardo de Maraes de
Mesqu; a PimeDtel, eubdele^ado do 2* districto
- da Graca. por ba\er feo enterrar no sitio em
que est simada & capella de Belm, dons cad-
veres e mangas
ClQb BepOblicano Fr. Caneca -Hoje
is 11 horas do da devem reunir-se os m mbros
dessa a?si cico afim de proceder-se a poes: oa
directora eleita, e tratar se de assumptos im-
portantes.
A reuaio ter logar no predio n. 38 ra 15
de Novfmbro.
flecarla do 1 dlstrlctoFoi nomea-
do lsnpplente de delegado do districto e
resten juramento o Dr. Alfonso de Albuqoerque
;ello Fiiho.
14.* ba tal baoAseumio hontem o com-
manto do 14.* batalbio de infantera o coronel
Jos Jolio de Serra Martins.
Batera de artiacrla-Am nb asso-
mir o couimando da balera de artilbena o ca-
(ilo Pedro Alixandrino de Sonta e Silva, que
avia inicrrempido o exercicio emquanto dora-
ran) es trbanos legislativos.
Club Bepubllcano da PocoFunccio-
na boje s k 1/2 horas da tarde esseclob.
Eapancamento Na qointa feira ultima
s 9 'i/t froras da nracbS, na Torre, foi irai-
coeiraeoe sggrdido otrabalbador da fabrica
Directorio Bepublicant da Capun-
gaReune-se h^je s 5 horas da tarde esse di-
rec'.ono no lugar -o co-tu i-
Ciremio Ju Bonifacio eac:nou
anle-bonlem e-se gremio luterano em sessao
ordinaria, na qual iratou se de varios assump'.o;
sociaes. Beodo em s guida encerrados os traba-
lhos, deaois d.-; designada a proximi erca-feira
para nova rua;o.
Orenalo Instructivo Vormni T.
honiem lagar a sesifto de reorganis-cio desse
gremio, promovida pela commissao especial do
mesmo gremio, composta dos Srs. H. B.llo,
Pompen Pessoa, Manoel Beato, Joo Valente e
Jos Xavier.
Coapareceram diversos asjociadas e oceupou
a presidencia o Sr. Pompeu Pessoa, por accla-
maco.
Na ordem dos Irabalbos delberou-se sobre di
versos assu np os e meihorameotos so:iaes, so
Ore aigumas maliacacoas dos estatutos, e sobre
a eootiauago a socieJads, cuja dwsoluco se
av-'niou.
Na juii a re-a prxima 1 hora da tarde ba
vera s-s->i p'ra'eieico d lirecto.na.
Aifredi* ToledoE"se nosso imgo aeba
se h, < rea i 15 lias soffeado de urna ent
pe iiuaz. q: e o le u irazido ireso ao iei De-- j- j sea pompto restabel cimento.
ifessans natoBm ierras do engeobo Pin-
tobiuha de Pao d'Alho foi no dia 31 do pjssa-
do assassinado Alomo Lopes da itva com um
tiro, que sobre elle desfecbon Rozendo Justino
da Silva.
Este foi preso.
Cobranca ao Imposto municipal
Sobre esie assump:o duigio-nos a seguate car-
ta o Sr. Jos Monteiro Passoa ; e puDlicamol-a
em attencfio ao mesmo Sr. e como eomprovaco
de providencia contra o excesso dos cobrado-
res :
Srs. RedactoresNa soa conceituada Re-
vista *, de hontem. declararam Va. Ss., devida-
mente autorizados, que esto isentos do cele
bre imposto muuici.al os pequeos volumes
de bagagem conduzidos por qualquer pessoa
para seu uso, bem como as trouxas de roupa e
outrs coasas semelhattes.
Pois bem ; conliouam os agentes muuicipaes
a cooral o, anda mesmo das trouxas de roupa,
conduzidas pelas pobres lavadeiras.
Foi s-im que qoe no dia 1 do corrente, se-
gunda-feira, Benedicta de tal, que levava roupa
de minha casa para lavar, foi obriga Ja ao tal pa
gamento, na Magdalena.
Este tacto nvamente reproduzio-se hoje, pela
manb, sendo obrigada a pobre mulber a vender
ilgumas verduras que trazia n'am pequeo ba-
laio (e que nao eram para vender) atiaa de nao
licar detida a trouxa que trazia.
Isto, depols do que declararam Ys. Ss. pelo
< Diario nao tem qualincaco.
Peco, pois, que se dignem publicar a pre-
sente reclamaco. que faro justica ao publico e
obsequio ao leitor am go.Jos Monteiro Pea
eca.
FallccimentuVicti na de ama leso car-
diaca fallecen ante bontem n'esta cidade c artis-
ta Joo da Cruz Estanislao,
Era hornea: activo e trabaihador.
Ao seu irmao o Sr. Miguel Aichanjo Fraterno
damos os nossos sinceros pezames.
Blao procedimento-Pedem-nos que cha
memos aiatteoco da autoridade aompetente para
um individuo que, montado a cavalio, percorre
noute os Cc.hos atropellando todos^lranseun-
tes.
Socledade Beneflcente de \ia-
relbEscreveram-nos de Nazareth :
< No domingo, 31 de Julho prximo lindo,
realizou a Sociedade Beneficeate de Nazareth,
em nm dos sals da Cmara Municipal, como
costuma, a sclemnisagao do seu quieto anniver-
sario.
As oito horas da no.te d'aquelle dia, replecto o
salo de distinctas senboras e cavalheiros mo-
destamente trajados, como coovifiha a urna festa
de canea le, comecoo, ao som do bymno 31 de
Julbo* a se;sio magna.
Lido pelo presidente, Dr. Antonio Cavalcanti
Pina, o seu relatorio, o qual t' rmioava com a
bella pbrese do grande orador romano Feci
quid potu, facante meliora patentes cooce
en elle a palavra aos oradores inscriptos :
Vigario Aoizio Bandeira, oador do Centro Li'.-
terario Nazareno ; Pedro Alves da Costa, orador
do Clob 22 de Novembro ; Zeferioo Cardoso,
por parte da Inprensa nazarena; Manoel Caval-
canli Vieira de Mello Fiibo. pelo Instituto de Na-
sa reth ; os cidauos advogaao Bo.ges da Fon-
seca, Antonio Carneiro Lco e o artista Pedro
Machado.
Foram todos ouvidos rom attenco, tocaido a
banda musical 22 de Novembro, medida que
cada um terminava o sen discurso.
Pelo presidente foi nomeada urna commissao
composta das Exmas. Sras. DD. Hermellnda
Cavalcanti de Hollanda, Tbereta de Jesos Peixo
to e a consocia Maria Anglica Vieira de Mace-
do, para agenciar, no salo. denativos em favor
dos desvalidos, resollando disso a quantia de
30*480, qae foi entregue ao thesourero da so
ciedade.
Tt-rminon a festa as 10 bor-s, na melhoror
dem, depois de empossada a nova directora,
composta dos sagointes cavalheiros :
Presidente, major Domingos Jos da Costa
B aga ; vico presidente, vigario Anizio de Tor-
res Bandeira ; !. secretano, Manoel Xavier So
brinho ; S.* dito, Joaquim Jorge C. de Barros ;
orador, Dr. Francisco TavareeHWto ; thesocrei*
grado
9 m. 2l,*2
9 . 23,*3
12 24,*l
3 t. 93,*9
6 23*6
Humi-
dade
86
85
83
87
89
(a 0') vapor
760-.33 16,22
761-55 18.30
760- ,0a 18,43
759-.80 19,66
760-.66 19,50
Temperatura mnima 20*,.00
Temperatura mxima 25,00.
Evaporaco em 24 horas ao sol 3,-8, som
ora 2m,5.
Chava 6.mina.
Direcco do vento WSW de meia noite at 3
h. e 30 m. da manb ; W at 7 h,; WSW at 7
b. s 45 m., vnriavel de SW SSE at 2 b. e 33
m. da larde ; ESE com nterropcoes de SE e E
at meia ncte.
Velocidade media do vento 4-,95 por segundo.
Nebulosidade media 0,65.
Boletiji do porto
Pra mar ou
baixa mar
P. M.
B. M.
P. M.
Dxat
Agosto
orat Altura
3-02 da t. 2-07
8-44 da t. 0-79
3-10 da m. 2*22
o seja:n;eo:
5 ae
5 de
6 de
LellbesEffectaar-se-hao
Amnh :
Pelo agente Pinto, s 10 e 1/2 horas, ra do
Bom Jess as. 33 e 35, du movis, cerveja e vi
dhos.
Pelo agente Burlamaqui, s 12 horas, be do
do navio D. Pedro, do casco, veame e mais
pertencas do mesmo.
Terca-feira :
Pelo agente Gasmo. s 11 horas, na Lingue-
ta, de um escaler e euis peiteacas e nma vaca
tourioa.
Pelo agente Pestaa, ao meio dia, travessa
do Corpo Santo n. 27, de urna casa grande.
Polo agente Silveira, s 11 horas, rsa do Im
perador n. 39, da predios.
um* (unenrasSero celebradas:
Amaoh :
A's 7 horas, oa matriz de Santo Aatonio, pela
alma de Antonio Pacheco Das Torres.
Terca- faira :
A's 8 horas, na igreja do Paraizo ; s 7 horas,
na capella do Hospital e na matri. de Santo Ao
tomo, pela alma de Antonio Pacheco Das Tor-
res ; s 7 horas, na lgreja do Tergo, pela alma
de Antonio rlibeiro de Castro.
Casa da DeteacaoMovlmento aos p*e
sos da Casa de Deteoco do Recife, Estado "
>ernambuco, era 5 ae Agosto de 1892.
Existiam 336. entrou 9, sahiram 5. exis
ea 340
A saber :
Naciouaes 300, mulheres 8, astrangeiros 32.
-Total 340
Arracoados 296.
Bons 282. ,
Doeates 8.
(,oucos 5
Looca 1.
-Total 296.
Movimento da enfermara
Tiveram baixa:
Domingos, liberto.
Manoel Jos da Silva.
Teve alta :
Jos Vicente Ferreira de Paula, conbecido por
Bazaoha-
Loterla do rao Para--Eis os premio-
la 4" serie da 54.* loteria,* do Gro-Par ex
trahida em 6 de Agosto d 1892, recebido pela
Casa do O uro :
11961 120:000*000
10919 12:000*000
1110 6:000*000
620 1:500/000
7037 1:500*000
10420 1 500*000
premiados com 600*000 os seguintes
Wda iepreterivelmente no dia 9 de Agosto (ter
ca-feirai.
Lotera o Batado da BatauUau
A 16* serie da 7* lotera (late estado, sendo o
premio grande de 300:000*000, ser mprelerl-
velmente extrbida no da 10 de Agosto (quarta-
feira).
Molerla do Batado do Ceara __ A 2*
parte da 1 Jctf ria ir, estado do Cear, com o
premio grande de 50:000*000, ser extrahida
impreterivefaaeme no dia 18 de Agosto (quiota-
feira).
Cemiterto publicoObituario do dia 5
de Agosto de 1892.
Joo da Cruz Estanislao, Pemambuco. 62 an-
nos, vuvo Santo Antonio, leeao cardiaca,
Candido Ramos Machado, Pernarbuco, 36 an
nos, casada. Poco, tubrculos punonares.
Anua Rita Machado de Araujo, Sergipe, 80
annoi, viuva, Boa Vista, decrepitude.
Rit Mriada Apreseataco Ramos, Pernam-
Luco, 85 ar.nos, viuva, Afogados, diarrha.
Felismina M>ria da Silva, Peroamboco, 35 an
no< viuva. Graca, lesio cardiaca.
Cordol'ia Guedes de Monra Alve3 23 annos
solleira, Boa Visla, tubrculos pulmonares.
Sevenno Joaquim Lyra, Pernambaco, 28 an
nos, solteiro, Boa'-Vis-a, ascite.
Joo Goocalves da Salva, Peraamhuco 29 an-
nos, solteiro, Gras;.i. gastru enleriie.
Julio, Al goas, 7 annos, Boa-Visla. cachexia
palustre.
modiOcacoes qae forem oeces9arlas, afim de em
tempo opporiuno podermos applicar, mesmo na
constancia da fatora safra, os atludidos meloo-
ramentos, para que possamos marchar indas
Urialmente como convem em negocios desta na-
wrexa.
Creio baver com esta medida procurado acau-
tela r aiuda urna ves os vossos ioteresses.
Retirndome precipitadamente para a Europa
em bnosa de melborar a miaba sade profunda
mente alterada, sinto nao ter tempo de fater nm
esbogo menos succiato dos negocios da sec(,o a
ra.u cargo ; mas as michas faltas serio venta-
josamente suppridas pelo vosso criterio esclare
cido ; entretanto, caso sejam necessarios maio
res esclareciment03, poderei envial-os do lugar
onde me cbar, ou apresental 03 aps minha
ebegada a esta capital, o qoe dever ter lugar
em Siembro prximo vindouro.
Antes de concluir, devo agradecer aos meus
companeiros de admioistracao o sea concurso,
deixindo tambem consignado o mea profundo
recoobecimento aos companheiros, meas repre-
sentantes em cada nma das fabricas da Compa-
nbia.
Recife, 20 de Maio de 1892.
J. Maria Carneiro da Cunha,
Director gerente.
RELATORIO
DA
EstdO
umeros
4887
Esto
nmeros:
523
6460 8343 8569 (160} 18004
premiados com 300*000 os seguintes
7372 10182 11844 14117
1503 9661 11646 12572 19857
APPROXntACOBS
12960 1:500*000
12962 1:500*000
10918 600*000
10920 600*000
1109 15.>*000
1111 150*000
Os nmeros de 12961 a 12970 esto premiados
cora 150*000 inclusive o da sorte grande.
03 nmeros de 10911 a 10910 esto premiados
com 90* inclusive o da sorte de 12 contos.
Os nmeros de 12901 a 13000 esto premiados
com 60*.
Os nmeros de 10901 a 11000 esto premiados
com 60*.
Os numoros terminados em 1 esto premia-
dos com 30*.
Todos os nmeros terminados em 9 esto
premiados com 30*.
A seguinte loteria corre no dia 13 de Agosto
de 1892 com o plano le 520.000*000.
Uospltai Hedro II -U movimento deste
estabelecimento de caridade cargo da Santa
Casa de Misericordia do Recife, do dia 5 de
Agosto, foi o seguinte :
Existiam 677
Entraram 18
Sahiram
Falleceram
Existem
695
28
2
665
-----695
Foram violadas as enfermaras pelos segoin
.es Drs. :
Moscoso entrou s81/2hora3 da manh e sa-
nio s 9 1/2.
Barros Sobrinho enrou s 7 da manh e
,,ihiO s 8 i/4 horas.
Malaquias entrou s 8 1/2 da manh e sahic
s 9 1/2.
Simdes Barbosa entrou s 11 e sanio s
I Inoras.
Berardo ent ou s 11 da manh e sabio s
12 horas.
Lopes Pessoa eatrou s 8 toras da manh
e sahio s 9 1/2
Andrade Lima entrou s 101/4 da manh e sa
dio s 12.
Vitira da Cunha entrou s 9 3/4 e sahio s
II 1/4.
Joo Rangel enlrou s 8 1/4 damanh e sahio
s 9 i/t.
Pbarmaceutico entrou s 9 1/2 da manh e sa-
nio s 1 horas da tarde.
O ajudanle do pharmaceutico entrou s
9 horas da manb e sabio s 4 1/4 horas da
tarde
Lotera do Bstado do rao Para
A 4.* serie da 54 loteria, deste Estado cuje
premio grauae de 240:000*000, ser extrabld:
no dia 3 de Agosto (sabbado). '
Lotera da Bstado do Blo Orando
po niEsta loteria cajo maior premio de
10:000*000 ser mpretenvelmeute extrahida
no dia 13 de Agosto (sabbado).
Lotera do Bstado de Minas e-
raesA 4.* parte-da 7 lotera, deste estado
cm maior premio de serWtyfy Ser extra-
Companhia Agrcola e Mercantil
de Pernambeco
PARA SER AIRESENTADO
A Asamblea. Geral dos Accionistas
Em sessao ordinaria de 8 de Agosto de 1892
Srs. Accionistas.Na quaUdade de gerente
da seceo agri.oh da Campanbia Agrcola Mer-
cantil de Peraambuco, venho interar vos do es-
tado dos negocios da mesma Companhia relati-
vos aqulla seccSo neu cargo.
Comeco informando-vos de que as proprieda-
des adquiridas pela Compaaoia aomente na sa-
fra pendente a coibeita de 92 9J prodaziram
renda sobre o capital nellas empregado, porqoe
so em Juobo, Julbo e Agosto do auno prximo
passado foram fondadas safras que devero pro
dnzir a renda avallada.
Do numero das propr.edades adquiridas e
que nao deram anda renda devem. po*em, ser
deducidas as denamioadas Arantanzil, Recanto,
S. Francisco e Trapiche, qoe produtiram cerca
de 6 / sobre o capital nellas empregado, im
pprtancia recebidt este mez dos readelroe que
as mesmas ex.loram
Creio qae La safra prxima as propriedades
devero re&der :Uii il; 6 */,, atteodndo a gran
de quantidade de :anaas planudas e pendentes
ao drte.
PassandoacB resultados obtldos naprimeira
fabri :igao feila as usinas Trapioae e Carasf
fundadamente posso afrmar ser anima-tor e 11-
soageiro o estaio da Companhia, o que verifl-
careia examinando o ano-xa n. 1-* rv-io qual se
demoasira o lucro de Rs. 236575*370, ooUdo
na f.inriracSo da usina Cara-si e o de Rs.....
149 6144020 obiido era Trapicheou o ltai de
Rs- 386.06^*394.
Pena qae tenna sido anda to pequea a
safra da usina Trapiche.
E' forca coofessar, porn, que naa obstante o
pessimo negocio, felo em Isojooa com o Sr.
Dol, para introdueco da diffuso naq-iella ter
ceiraasiaa da Cimpaohia, e a iosigoincancia da
safra da ns na Trapi b-, e fassioanie o resoltado
oblido na fabricado de as. u:ar e alcool daquel
las dnas usinar, conforme os citados aauexos.
Cumprindo atada poaderar-vos qoe realmente
o resultado de aras.- vira a. ser maior qae o
indicado, porque o me', foi apenas avaliadj em
33:000*XK). prego baixa, como fcilmente veri
:areis. aitadendo aos asneaos as 11 e 11,
demoastraca do lucro ootiJo oa fabricagao de
alcool oa asina Trapiche, das ques venhxreis
um lucro de 15:277*000.
Isto, porn. nao vos irai desvantagens. ama
ves que a diflsreiica eatrar no futuro bataneo ;
ao 'or.rario d a acceotuagio que necessaria
aos negocios da CompanhiaSanedade.
Os algarismosdosannexos as. 4 e 6 sio muito
eloiurnes
Veris que em Trapiche a despera por tonela-
da de canoa foi mato maior do que em Caras.-
lista differeaca nao se explica unicameate pelo
tacto de seren os operarios technicos da usina
Trapiche em soa maio na estrangeiros, pagos ao
cambio do dia, o qua fez elevarse a maior cifra
a conla de ordenados daquella usina do que a
de Carasf, mas principalmente a falta de can-
oas para se fazer jnelhor moagem, o que se ve-
rifica pelos anaexos ns. 7 e 8.
Cont, potm, ha futura safra isto nao se dar
mais, ja porque esaa usina tem safra fondada
cortamente maior que Carassu, j por ter sido
em tempo opportuno feita eacommeuda de urna
locomotiva de forca dupla aas duas ali exis
tenles, s quaes foi em grande parto devido o
deficiente fornecimento de cannas.
Pelo quadro demousiraiivo dos rendimentos
de asjucar sobre as cannas trabalbadas veris
qae em Trapiche houve maior rendimeoto que
em Carass, o qae se explica maito fcilmente,
nao ter sido nesta d rgida convenientemente a
fabricsco, porque disto foi encarregado o meu
mais competente auxiliar e amigo o Sr. Luiz
Francisco de Siqueira Netto, mas pala supperio-
ridade de riqueza sacharina das cannas daquel
la, o qus se prova pelas analyses a que proceden
o cbimico da Companhia e respectivos contos de
fabricaco.
_*
E' lameatavel qae por faltas injasti^aveis da
casa Marlotle Pinguet & Filbo e de seu repre-
sentante, Sr. Emile Dale, tenba sido a Compa-
nhia privada de obtar lacros nao pequeos na
usina Ipojuca, actualmente transformada para
trabalbar as cannas pela dilfuso.
Estes fados obrigaram-me a aconselbar fosse
requerida judicialmen.e a iademnizago pelas
perdas e damnos que soflreu a Companhia. A
questo esl adiaotada, a justica da causa e a
illustraco e alto criterio do patrono da Cumpa
nnia, me levam a acreditar qae nos tribuaaes
encontrar a Companhia reparado aos seas inte-
resses prejudicios e menosprezados pelo re-
presentante da casa Marialle Pinguel 4 Flhos.
O que posso assegurar vos que s aconselbei
fosae promovida a qaesto quando esgotei todos
os recursos perante o Sr. Dol, com quem sena
pre mantive as melhores e mais amistosas rela-
ces, nao hesitando um momento em rompel as
quando me convenc de que elle de modo ne
nbum quena reparar os damnos e prejuizos que
bavia causado Companhia.
Creio, portanto, s ter agido em favor dos
vossos neresses, o qae bastante para me sa-
tis fazer.
ConatrncjOes
Foi projectado um grande ; ugmento na usina
Trapiche, para que ficasse em cundieres de ti-
rar vantajosamente a grande safra all fondada,
t'ataodo se actualmente das construc;oes neces-
sarias a adapiaca do augmento projectado, para
o qae deve estar em caminoo o material en-
commendado.
Anda nesta usina esto em construeco urna
grande ponte sobre o rio Serinhem e as linbas
necessarias boa marcha, tendo sido eocom-
meodados carros para transporte e fornecimento
de cannas.
Tratase actualmente da montagem de urna
distillaria, systema Savaile, na asina Caras-,
para a qual esto todos os apparelhos j colloca-
dos ao p dos edificios.
Alm da distillago gngmenton-se o material
rodante para a estrada de ferro dessa usina ; de
vendo tambem acbar se em caminho esse ma
terial.
Em Ipojuca esto em construeco as estradas
de ferro necessarias ao fornecimento de cannas
j estn (o assentados e promptos cerca de 7 ki-
lmetros.
Trata-se actualmente de outrs construeces.
Como, pelo qoe coobeco da diffuso appcada
canna, deprebenda qoe o qae foi feito pelo Sr.
Dol nao satisfar, embora s muito claras clau-
sulas do contracto pelo qual se obrigou, deter-
minei que all fosse um te'anteo encarregado de
fater a critica do3 apparelhos e projectos, as
Illm. Sr. Manoel Joo de Amortm, presidente
da Comsanhia Agrcola e Mercantil de Pemam-
buco.Se bem que os Estatutos nao me obri-
guem a apresentar reialirio todavia julgo-me
no dever de dizer algumas palavras como ge-
rente da se;co mercaitil.
Felicitojne com V. i. pelo auspicioso resul-
tado que demonstra o balaoco procedido at 31
de Marco as usinas Carass e Trapiche com a
fabricaco 32.923 saceos de bssocar, sendo que
a ultima apenas contribuio com 12.759 saceos,
correspondeado desse modo a nossa especia.-
Uva.
Permita me V. S. que agradecaa acolhiuaea
to qae V. S. presin ao mea convite para a in
corporaco de urna companhia oeste Estado
para a exploraco de usinas de asaacar e alcool
anroveitando se algumas das j existentes, e
este meu intuito baseava-se na na conve
olencia de logo ser remunerado o capital em
pregado como de fagir as construeces qoe se
-tornavam pesadas e caras com a forte depres-
so co cambio, embora tivessemos de adquirir
es3as usinas por maia alguma coisa, o que, em
miaba fraca opinio, ussim nao succeden.
E bem andaram os iocorporadores da Compa-
nhia Agrcola, pois os fados posteriores se trn
encarregado de proval-o.
N'aqoella occasiao procuravamos fugir ao cam-
bio de 19, e certameate, se leatassemos fuoaar
novas usinas, seria nm verdadeiro iosoccesso.
Ao concurso pois de V.. S. e ao do nosso com
naaheiro de direcco,cujo nome me preciso re
ferir, o Illm. Sr. Antonio Feraaades Ribeiro, se
deve a organisaco desta Companhia, que so
braoceira e segara caminha para ac fi'.U'O
prospero, nao trepidando os seus guias envere-
dal-a por camiaho que aos timtdos parecer oo
sadia raas que outra coisa uo esinio a camp'e
henso do verdadeiro interesse da companhia
qu- administran.
O contracto f io com a casa nwiolte para a
introdueco da diffdso da usina Bandeira boje
ipojuca urna prova do que acabo de dizer. in
telizmeute par motivos albeios a nossa van ale
nao poude essa tuina faaccionar nesta safra, e
orna oatra nao menos frisante a tcqu sico de
propriedades, cujo valor sobe boje a samma de
693:033*390, qoe t- iu failo esta companhia. con-
curren do cssiua para a valorisaco das trras
qae se achavam um pouco depreciadas.
' Pelos quadros demonstrativos apreseotados
pelo nosso intelligrn'e companbeiro de direcco
e .rente da seceo agrcola sobre as despezas
de fabricaco ver V. S. que estas esto oa ra
zo das qae '-nnomerei qaando tive de prestar
V. S. o reaorio que me exigi sobre o estado
das usinas Carass, Trapiche e Bandeira e do
juizo que ea fazia de tudo quaoto pudesse inte-
ressar a ba marcha das mesmas e ao faturo da
companhia qae nos propuabamos organisar.
Deve V. S. lembrar-s-j qae, e6 depois de urna
excurso de 8 das qoe z essas usinas, apre-
sentei o meu relatorio. co qual, estabetecidas as
bypotueses que formulei e que felizmente se bao
cealisado, como foram sobre as despezas de la-
oricafio e sobre c reodimento das cannas, me
aventurei a asseverar a V. S. que o capital em
pregado em tal industria teria remuneraco su-
per or a 15"[., toda vez qce se pudesse cootar
com ama quantidade de cannas nunca inferior a
20 milhOas ae kdogrammas para cada asina da
torga das qae procara vamos adquirir, produzio
do as canoas rendimento ramio inferior a 9|.
na media e como urna administraco zelosa, eco
nonaica e intelligente as usinas.
A Companhia Agrenla e Mercantil de Pemam-
buco ae encontra nessas coodicOes : as proprie-
dades que possue prximas as usinas Trapiche e
pijuea lbe assegaram urna quictidale de can
as suficiente para o numero de kilogrammas
necessario a manutenco dessas usinas mdepen-
te do auxilio de outros fornecedores, e, com
quanto a usina Carass na esteja em idnticas
coadlcoes, de esperar que nao vira a soll.-er
pelas exigencias dos fornecedores por quaato o
maior forneceior aquella usina accionista no
valor de 173.200*000, e outros fornecedores tam-
bem o sao e assim interessados pelo faturo da
Companhia.
Qaanto ao rendimento, nSo de esperar que
seja ioferior ao que tem sido at agora, nao s
pela oatureza dos terrenos principalmente os de
Serinhem, cujas cannas, por urna analyse ftita
por um hbil engenheiro cbimico que actual-
mente se acha entre nos, tem 18 gr. como por
que o nosso gerente da seccSo agricola nao se
tem descuidado de recommendar aos plantadores
oemprego de boas sementes, substiiuiado
se a canna rxa pela caianna, e de outras med
das concernentes para as boas condies da
planta.
Finalmente, em quanto a administraco das
usinas estiver aos cuidados do nosso intelligen-
te e incunsavel companbeiro de dire:co e ge-
rente da secc&o agricola e aos seus nao meaos
ineansaveis e laboriosos auxiliares os Srs. Luiz
Francisco de Siqueira Ntto e Joo Xavier de Si
queiro Brillo, acredito que os negocios da sec-
eo agricola correro a medida de nossos de
sejos.
Tenho a melhor convicio para esperar que o
resultado da futuro bataneo na seja inferior ao
deste auno, embora lenbamos de vender a mer-
cadoria precos muito inferiores aos que se es-
to gosando, pois enteodo que o bom xito di s
usinas depeade principalmente dos seguintes
factores : quantidade certa a necessaria de kilo-
grammas de cannas e rendimento destas nunca
inferior a 9 %; do que do prego de seus pro
doctos.
A usina Trapiche fabricou este anno, como
cima disse, 12,759 saceos e sena medo de errar
posso assever.r que esta usina na futura safra
nao fabricar menos de 25 mil saceos, e que a
Ipojuca que at agora tem fabricado de 6 a 7 mil
saceos daver pelo menos fabricar, com a intro
dueco do apparemo da diffaso, 20 mil saceos,
podeodo-se. pois, contar com urna produccao de
70 mil saceos as tres usinas na prxima co-
iheita.
I-o quanto basta em minha opiniao para ga-
rantir nm lucro nunca inferior ao deste anno.
Nem se pense que os nossos assucares logra-
ramos precos fabulosos qoe bao vigorado oes
tes ltimos cinco mezee, nao ; qaando a maior
alcaseoperou j tinhamos recomidos e vendi
dos os productos db nosias osinas, restando ape-
nas urna pequea quantidade de assucar e cerca
de 700 pipas de mel, nos tauquea de Carass
cujo prego para o balanco foi tomado sob a base
de 50* na usina e qae se est vendendo a 55* e
55*000.
A aedia do preco ios assucares do primeiro
jteto foi de 5*155 por 15 kilos para a usina
Trapiche, e de 4*891 para a Carass-
Escriptorio
Occupa o lugar de guarda-vros o Sr. Ulysses
Ponce de Len, que o desempenha com indi-
ligencia e verdadeiro interesse.
Foi Ihe marcado o ordenado de 3:000* an
nuaes na installaco da companhia, sendo por
proposta minha apresentada na peultima sessao
da directora, elevado a quatro contos de ris an-
nuaes.
Os seos servicos merecem a retribuicao que se
lbe votou.
Tem mais um ajud-nte percebando rem mu
ris mensaes, um empregado eucarregado do
peso dos assucares, vencendo o ordenado de
seiscentos mil ris annuaes, e um outro com o
ordenado de tresentos e sessenta mil res.
V V- S. que nao pode ser ma reduzido o
pessoal, que precisa ser augmentado para satis-
fazer as necessdades dos servicos da nova safra
que vo ser maiores.
Eis o que tenbo a dizer e certamente entraa
em entras explicacces sobre o balanco que tea
de ser apresenlado a assembla geral ordinaria
de 8 do prximo mez de Agosto, se nao o tivesaa
de tasar o digno secretario, a coja cargo est t
Recife, 30 de Julbo re 1892.
Joti da Silva Loyo Jnior,
Gtren:e da seceo mercantil.
Parecer Fiscal
Srs. Accionistas.A commissao fiscal, de ac-
cordo com o que dispoa a vigente Le, qae rega
as sociedales anonymas, e procurando corres-
ponder o conuanca que nella depositasteis, exa-
minou escrupulosamente a escriptu'-aio desta
Companhia.
Do exame procedido verificou que a respecti-
va esenpturaco se acha em ordem e tst feita
regularmente.
Por ella v-se, que os lucros ds Companhia
Agricola Mercantil le Peroambuco permiltem
um dividendo de 10 */.. que o mximo dos di-
videndos a distribuir se em compannias desta
nalureza, quando nao se acha acumulado oo
fundo de reserva a 5* parte do capital realisado.
A em disso accresce a somma de Rs........
15.135*200 paca Fondo de Reserva e a de Rs.
140 092*494 para lucros suspensos.
Essas verbas indicara o grao de prosperidad
de urna Companhia que assim, logo no primeiro
anno de sua installaco apezar da escacez da
safra colbida, distribu o naximo do dividendo,
ao mesmo tempo que valorisa suas a.ces.
fiestas condic^es Commissao Fiscal, lou-
vando o zelo e solicitude dos dgaos directores
e gerentes, de parecer que sejam approvadas
as cootas referentes ao anno lida em 31 de
Margo.
Recife, 2 de Agosto de 1892.
Gaspar Ce Drummond.
Francisco d'Assis Cardoso.
Joo Paulo Moreira Temporal.
Srs. Ascionistas
Obedecendo s prescrlpfes dos Estatuios qua
nos regem vimos relatar vos a gesto que filemos
ao 1 anno social.
E' nos grato anaunciar que o resultado do
nosso balanco bastante lisoogeiro, e que man
temos a coovicco de que sel-o-bo igualmente
nos anaos fataros, com proOabilidade para me-
lhor, attendendose ao complemento das obras
em aadamento e augmmto da produccao de ma-
teria prima pela acquisigo de propriedadeia qua
fez a Companhia, os quaes loe asseguram quanti-
dade de cannas suffioienles para o abastecimenla
de suas Usinas.
O balaojo qae V03 apresentamos est fixade
em 31 de Marco, porque n'essa epocba j se
achavam coocluidos todos os servigos da fabrica-
cao de assucar.
Pelos annexos junios verpis detalhadamente o
resultado d fabricaco de cada urna das Usinas
Caras: e Trapiche, bem canao suas respecti-
vas despezas e rendimento de assucar relativo as
canoas moldas; e, finalmente, pelo relatorio apre-
seutado pelo gerente da se^cao aercola a esta
Diretona, e que incorporamos a esle.Bcarels suf-
ti ienteineute informados de tudo quanlo incum-
be a essa seco.
Passamos a dar-vos parciaes esclarecimentos,
atim de vos informar o nosso pro:edimento aa
gesio dos negocios que n s foram coaG do-, as-
segurando-vos que uo e-onomisamos es forgos
para saiisfacer a vosaa conlianca.
Directora
Cuaap'e-aos trazer ao vosso coobecimento que
por encona modos de sade emprebendeu urna
viagem a Europa o gerente nosso illastre ccm>
paobeirp Jos Maria Carneiro da Caoba, qoe ce
forma do an. 23 ios Estatutos foi substuido pela
accionista Lus Francisco de Siqueira Nelto, e
por igual motivo, ausentando se o Ilustre the-
sourero Antonio Fernan.es Ribeiro, fi ou sub-
stuuindo o temporan'mate o illastre gerenta
de secea mercantil Jas da Silva Layo Jnior.
Durante o anuo sociil fez a Directora 14 ses-
se* entre ordinarias e extraordinarias para tra-
tar dos diversos assamotos de sua incumbencia.
Balanco
Submettemo3 ao vosso cnterioso exame o nosso
balanco, d'onde veris que realisamos um lucro
liquido de Rs. 304:7045140.
Julgamos de necessidade dar-vos algumas in-
formaces sobre as diversas veibas do activo
passivo d'esta peca.
Activo
A Companhia quando o~ganisou-se pos-uia os
engenhos Aojo e Jacr em Serinhem, e Trapi-
cho e S- Francisco em Ipojuca; a directora jal-
gando ser necessario para garantir as safras daa
Usinas comprar propriedades para fornecer-lhes
cannas, cfferecendo-se opportonidade, e autori-
gado pelo 6 do art. 1.* dos Estatutos realisou
a compra dos engenhos Arantagil, Recanto, Tra-
piche e partes do Caxoeira Velha situados no
municipio de Serinhem ; BemQca e Piedade em
Ipojuca ; e parte do Caxoeira Alia em Barreires,
em cuja cidade comprou um armazem de pedra
e cal para recolbimento de gneros.
Todas estas propriedades representara no ba-
laoco o valor de Rs. 693:038*390, inclusive a
quantia de 55:257*210 por que se comprou a
Manoel Ferreira1 Barlolo a bypotbeca em ex-
ecoco sobren engenho Sibir cuja propriedada
precisa a Companhia obter.
Uariolle Pinguet & Fils
Conta de responsabilidade
Representa esta verba a responsabilidade que
tomaram aquellos fabricantes por intermedio de
sea representante o Sr. Emile Dol e pelo con-
tracto para fornecimento do macbinismo comple-
to e necessario para o fabrico do assucar na Usina
Ipojuca pelo processo da diffueo e sen assenla-
meo'o em prazo determinado e pelo da distilla-
ria de Carasf.
Letras a receber
Rs. 12:608*600.
Sao ttulos aceites pelos arrendamentos de di-
versas propriedades, e pela venda de cea cal-
deira do engenbo Anjo.
Letras em cauco
Ra. 3:500*000.
Sao ttulos que nos deram em caoco pelo ar-
rendamento do engenbo Recanto.
Manolle Pinguet & Fus
Conta de material contractado
Rs. 112 558*160.
Representa a importancia de fr. 141:538.90
ao cambio de 553 rs. e a de fr. 27:746, 25 ao
cambio de 620 rs, para pagamento da 1 presta-
cae do contracto de diffuso da Usina Ipojuca a
mais 28:000 fr. ao cambiode 789 rs. para paga-
mento da primeira prestaco da destillaria da
Cara as.-. >
Mariolle Pinguet & Files
Rs. 34:238*040.
Representa os pagamentos feitos por conta da
encommdndas e material para as Usinas Cara-
ass e Trapiche.
Cootas da Usina Ipojuca
Rs. 47:627*640. '
Representa o qae se tem despendido com a
constraeco das linbas frreas.
Rs. 79:990*510.
Com a reconstrueco da casa da fabrica para
o systema de diffuso, e outras obras necessa
ras, como casas de morada etc.
Rs. 3 596*280.
Despeodido com a compra de combustivel e
10:063*470 de objecios existentes no almoxari-
fado.
Contas da Usina CarasB
Rs. 16:743*420.
E' o que se tem despendido com a construe-
co da casa para Destillaria e melbcramentos
na fabrica.
Rs. 22:997*360.
Com o augmento das liabas frreas.
Rs. 22:636*460.
Materl existe nte no alraoxarifado.
Rs. 36:463*700.
Existencia de mol em deposito calculado em
700 pipas a razo de 50*000, incluindo se na-
quella importancia o assucar precipitado no fun-
do d s depsitos.
Coilas da Usina Trapiche
Rs. 110:845*660.
E' o quoee tem despendido com a construe-
co das linbas frreas e respectivo material fixo
e rodante.
Rs. 8.238*650.
Que se tem empregado em pipas e barris de
madeira e ferro galvanisado para transporte de
alcool e mel.
Rs. 14:460*180.
De sobresalientes existentes no almoxarifado.
Rs. 11:098*000.
Existencia em mel e assucar. l

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*
i mam I
"?">* -> -


Diario de Peraambuco Domingo 7 de Agosto de 1892

Ra. 7:881*900.
Existencia em alcool.
Dvedores geraes
|3. 14:87M34
Jjaotia aduatada a forneeedores de cannis e
Itaote da venda de assacar e alcool.
Arreadameato do eogenbo Algrete
Ra. 4:351M00.
Importancia peU qual foi sublocado o arrea
damen'.o deaia propriedade.
Laboratorio chimlco
Rs. 4:776*480.
Representa esta importancia os objectoi ad-
queridos para as analyses necesaariaa dorante a
tabricac&o.
Utensilio de engenbaria
R8. 1:069*990.
Importancia empregaia em objectoa necessa-
ri03 aos servicos de locacao, explorac&o e di-
lelamente das linbas frreas.
Patswo
Tbescoro do Eslalo
Rs. 600:000*000.
E' a somma dos emprestimos fetos as tres
asinas. E' proposito da directora no prximo
anno reJazir este debito se nao for posslvel ex
hDKUI-0.
D,ti'u;ao, vas frreas e melhoramentos coa-
tratados
Rs. 284:917*960.
Representa esta quactia o total de fr.500909 ao
aambio Ua epocha do contracto com a casa alo-
riolle Pigaet 4 Fila pelo forr.ecimento as3eo-
tamento dos apparelhos de diffsao em lpojaca.
Obrig'-ices preereociaei
R3. 516.800*000.
Representa esta quantia o valor de 2581 acc&es
prefe-enciaes emittidas ao3 typo3 de 194, 195,
196 193 e 200 mil ris.
Contracto da destillaria Garass
Rs. 44 800*000.
Representa a somma de 56.000 ao cambio de
SOO rs por qaanto foi conlractado com o casa Mo
riolli o apparelho de aeatillac&o do systema Sa-
valle, que dever Picar aasentado por todo este
nez.
Jaros a pagar
Rs. 16:295*!00.
Sao os jaros contados do de Jmeiro a 31
de Mirjo, ao Thesooro e ao Banco de Pernam-
auco.
Diversas contas
Rs. 20:483*330.
Hepresunia esta verba o saldo dos honorarios
da directora e da commisso liscal.
Banco de Pernambnco
R3. 93:302*270.
Era o que devia a comnataia em conta corren-
te at 31 de Marco conta que licou saldado em
31 de Malo.
Dividendo
R3. 125.000*000
E' a somun que lera de s3r distribuida pelos
Srs. accionistas a razao de 10 / sobra o capital
realisado era face do que dispon o art. 9. dos
estatutos.
Puado Se reserva
Rs. 15:235*200.
Representa 5 "/. sobre os lucros lquidos na
forma estabelecida no art. 6
Lucros suspensos
Rs. 140:092*491.
E' o saldo de coata de lucros e perdas dsdu
sidos as verbas cima pref irindo a directora ?s-
im fazel-o a augmentar o fundo de reserva at
que se concluim as obras entre mos de recoa-
struccs, substituces e augmento de material.
Commisso da directora
Ri. 24:3 76*350.
Ella qaantia representa a commisso 8 <, so-
re 03 lacios lquidos, concedida a directora
por acto de assembia geral de iastallaco.
Lacros e perdas
Pelo crdito.desta cocta veris que a Usina
TVapiche presenta uta lucro de i49:604020 e a
fcrase o de 251 812*900.
A verba arrendamen.03 engenhos mostra um
saldo de 9:704*300.
Finalmente pela demonstraco da conta de la-
cros e perdas, conhecereis ue todas as verbas,
das qnaes resalta om saleo liquido de.........
504:704*014.
Transferencias de aeges
Fiz?ram-se durante o anno social 21 transmis-
sOes constantes de 2 288 MgQefl.
Pleito judicial
Bem ccatra nossa vuntade movemos em juizo
urna qa .'.ao contra a casa Moriolle Pngael A
Filbo?, aqoi representada pelo Sr. Emile Dol,
por uao ter cumprido o sea contracto, dando-nos
prompta em epo:ba determinada a fabrica de
iiffasao na.usina lpojaca, do que resultou para
a eoaipaobia a perda total da safra, prejuizo
consideravtl de que procuramos baver repara-
do.
Eis o que j>iiga~ os oecessario traier ao vosso
conbecimeoio, preparados a dar-vos quaeaquer
esclarecimenloa de qae por ventura anda pre
eieeis.
Recife, 3 de Agosto de 1892.
Manoel Joo de Amorim
presidente.
; Felisbino de Mendonga Vasconcellos
secretario.
Hnlnni o da Compnnhlft Agrcola e
Mercantil de Peraambuco. em SI
de Maree de 1 *.
'Activo
Almoxanfado
Cootas da usi-
na Caras ::
Obras novas
Nova estrada
de ferro
Almoxarifado
Assacar e mel
10.066.470
-------- 141.279 900
19.743.420-
J 997.360
22.623.460
36.463.700
Contas da osioa Trapi-
cha :
Estrada de ferro 110:845*660
Obras novas 24:116*940
Utensilios da distilla
c3o 8.238*650
Alxarifado 14:468*180
Semoventes 200*000
Assacar e mel 11:098*000
Alcool 7:881*900
98827.940
Devedores geraes
Arrendamenlo do en-
genbo Algrete
MarioUePi5guet4Fila
fr. 43.983.7
Utensilios de eoge-
nbaria
Movis e utensilios
Laboratorio cbimico
Pleit03 judiciaes
Caogo da directora
PASSIVO
Cipital
Tbesoarodo E ta'o
Diffasao, va frrea e
melhoramentos con-
tracta.'os francos
500 900 00
Banco de Pernambnco
Obrigaca preferen-
ciaes
Contracto da distia-
ria de Caras? frs.
56 000 00
Deposito dos directo-
res
Juros a pagar
Diversas contas
Dividendos (I.*)
Fondo de reserva
Lee "os suspen.93
Commisso da dir
ctoria
176:849*130
149:849*434
4:352*000
34:238*040
1:069*990
841*000
4:776*480
410*0*10
25:000*000
47410:422*774
125 000*000
15:235*200
140:092*494
2.500:000*000
600:000*000
284:637*960
98:202*270
516:200*000
44:800*000
25.0^0*00'-
16:295*2(0
20:483*330
24:376*320
3)4:704*014
4.410:42!*774
2:500*000
Joaquina d e Olivelra
Borges
Joo Bapti&ta Pereira a
Soaza
Joo Cardozo Ayres
Joaquim Aires ua Silva
Santos
Jos Joaqaim Moreira
Joob A'fredo Tnone
Loii Francisco de Si-
qoeira Netto
M-.noel Joo de Amo
nm
Mijo- Joo Paulo Mo-
reira Temporal
Moura Borges A C.
Manoel Francisco Fer-
:a) de Albuouerqne
Miranda Soaza
Martina Cordeiro C.
Manuel Ferreira Bir-
iholo
Rodolpbo Cbarlea'.Tbom
Sebaslao de Oliveira
Rezende
Tava-os de Mello Genre
& C. .
Uljses Pon^e de L^oa
Uiyssts Ponce de Len
para ana Alba Honori-
na
lleca dem dem dem
para Ricardlna
dem dem dem dem
para Julieta
W M. Webster
12 500 1.250.000*000
Deixamos de publicar os annexos, constan
tes dos diversos quadros, pela difficaldade de
paginago e falta de espagoe
10 2:500*000 1:000*000
50 25 100 5:000*0 2:500*000 10 OJ0*000
310 33:000*003
250 25:000*000
250 100 25 0^0*000 10:900*000
72 25 25 7:200*000 2:500*000 2:500*000
300 40 30:000*000 4:000*0,0
80 5:000*000
200 70 20:000*000 7:000*000
10 1:000*C 00
10 1:000*000
10 50 1:000*000 5.000* 00
S. E. & 0.
Manoel Joo de Amorim,
Freid>-nie.
Ulysges Pooce de Len,
Guarda livroa.
Demonitrafio da conta de lucro* e
per Ja em SI de Maro > de 1999
DEBITO
Pelo diabeiro roobado
a um portador em
camiubo para a asi-
na Ipsjuc
Pelo sal lo das seguic-
tes coatas :
Juro3 de deacootos
Despezaa de installa-
go
Despeza geraes
Gasto; reiomativos
Honorario da directo-
ra e commisso fis-
cal
Dito do advocado
Commisso da directo-
ra
Fundo de reserva
Lucros suspensos
Dividendos (1.0
24:376*320
15:235*200
140:092*494
125:000*000
848*320
85:923*746
4:440 950
9:i-i4*30
19:829*910
?5.000*000
1:20 *00;
304:704*014
411:211*240
CRDITO
Lucro obtido'na asina
Trapicne:
Fabricago de alcool 15:277*000
Dito de aseucar 134:417*020

Lucro obtido na usina
Caras:
Fabricago da assacar 236:375*370
Trapubde Barreiros
Mel
Arrendamenlo de en-
genhos Aralaogil,
Recanto, S. Francis-
co e Trapiche
315*340
18:122*210
Accionistas
Propne lacles
Usina Carass
Dita Trapiche
lita Ipojoca
Eogenbo Aojo,
de fSer i-
nbem)
Bio Jaclr, de
Seriobem
ito Aratangil
e Recanto.de
Ser inhfiem
Dito Cachoeira
Velba.de Ss-
rinnem
ito Trapiche,
de Serinha-
em, (desap-
prlaco)
iio Sibir,
de Seriob-
em, (hypo-
thecado)
Bito Trapiche,
de Ioojuca
ito S. Fran-
cisco, de
lpojaca
ito Bem Fica
e P i edade,
de Ipojuca
ito Cachoei-
ra Alta, de
Barreiros
Armaz m de
c o 1 her, de
Barreiros
Mariolle-Pln-
guet & File,
conta de res
ponsabilida-
356 90900
Caixa
ita da usina
C xrass
ita da usisa
Trapicne
ita da usisa
lpojaca
Letras a rece-
ber
betras em cau-
go
Mariolle Pi n-
gue & Fila,
conta de ma-
terial con-
tratado.....
1114.285.55
Safra do eoge-
nbo Trapi-
che, de lpo-
jaca
C o n ta s da
asina Ipojoca :
Estrada ae Ier-
ro
bras e aug-
mento de ap-
parelbos
ombutivel
1.250.000.000
600.000.000
430.000 .O
35U.OOO.OOO
111.533.500

137.485.540
108 538.600
22.635.190

75.77.850


53.257.210
33885.110
30.635-220
101 548.880
11.463-770
119:694*020
251:812*920
9:704*300
.
411:211*240
Agri
Lista dos Srs. accionistas da Comnanbia
cola e Mercantil de Pernambnco.
AcgOes Capital Real i.
4.257.510
------------------ 1.993.038.390
31.772.580
12.025.210
9 452.376
16.537.590
329.437.960
69 787.750
12.608.600
3-00.000
R.
.553.160
2.0.000
47.6*7 640
79.9f0 510
3.696.2*6
Antonio Fernande Rl-
beiro
Amorim I*mo3-AC.
Aotonio GueJea Valeote
Antonio da Silva Paria
Albino, Silva A C.
Antonio Pinto Guede
de Paiva
Augusto da Silva
Baro da Casa Forte
Cuaba Caroeiro & C.
Coronel Joo Carlos de
Mendooga Vasconcel-
os (invetHariante)
Commendador Joo Xa-
vier, .de Siqoeira e
Brltt*
C.ronel Augusto Octa-
viaoa de Sooza
Commendador Jos da
Silva Loyo Jodio:
Commcndadot Jjaqu m
Lopes Maihado
Cus^y Juvenal do Reg,
Carlos de Moraes Gomes
Ferreira
Carlos de Paula Lopes
D;. Gaspar de Drum-
mnd
Dr. Antonio de Sijueira
Carneiro da Cunba
Dr. Felisbino de Men
. .donga Vascuncellos
Dr. Jos Googalves Pin-
to
Dr. Joo de Oliveira
Dr. Armioio Conolano
Tavares dos Santos
D. Esmeaia Ayres da
Silva
D. Luiza de Mecezes
Vasconcellos de
D'ummond
Eugenio Cardoza Ay-
res
Francisco de Assia Car-
dozo
Francisco de Paula Amo-
rim
Francisco Monteiro Gne
des de Paiva
Feroandea & Irmoa
Fraacisco dtsChagas Pi
res
Ferreira Caece fe Fi
Lbos
Gaspar de Men^zes
Herdeiros do bngadeiro
Gaspar de Menezea
Vasconcellos de Dru
mond
Izidoro Bastos de Oli-
veira
Joo Jo& da Amorim
Joo Jos Rodrigaes
Meodes
Joaqaim d e Siqoeira
Caroeiro da Conha
Joaqaim Guedaa Valen
le
Joaqaim de Soaza Le-
moa
Ioaqaim Jos de Amo-
rim
Jos da Silva Loyo Melto
Jos Gomes Gauches
Jos Joaqaim da Costa
Maia
Jos de Castro Monteiro
723
1.396
75
200
50
50
10
50
2.150
72:30P*000
139:600*000
7:500*000
20:000*000
5:000*000
5:000*000
1:000*000
5:000*000
225:0.0*000
JDRISFRDDEC1A
Balburdia Forense
Quatro diaa ha, no cDiario dj 3 do
correte, que eob a epigrapha cima exter-
nei minha humilde opiniao aobre qual seja
a competencia para o onhacimento das
app^l'ag58 civeis e comoaarciaes doa jui-
zes de districtoa munioipaea ; ae os juiaea
de direito do raapsetivo districto criminal
como 6e tem praticado, oa se os juizes de
juriidicyito privativa a cada urna d?qiel-
I.s materias, como opinei.
Entilo pedi justificajlo da opiniSo con-
traria minha, mesmo para convencer-
me do erro em que poasa eu ach.r ma
Mas ningaem at hoje honrou-me com
aua contradita e co entaito a pratica con-
tina.
Para o que ti ve em vista, me indif-
rente que esse silencio venha da pouca
importancia que por ventura ae possa at-
ribuir ques.So em ai, oa ao nome do
quera agitou a, ou ainda d'itma tenacida-
de no erro u finalmente da falta de ar-
gumeotos e dados vantajosoa cora os
quaea ee me offerega seria contestado.
Ao contrario, a auaen.cia dast* robuate-
ce-me a conviofo do que de mea lado
acha-Be a verdade jurdica, pelo menos,
ti et ju quantum.
tm todo caso, cumpre-m* rectificar o
meu anterior artigo, na parte era que die-
se que todos os (Ilustrados juizes de
reito na capital se.;uiam a pratica
mira combatida.
Nao sao todos : molhor informado
que oa Dra. jaiz de orphaos e juiz do ci
vel aceitam on j eram da doutriaa que
roputei ajustad a lei.
Mas ae sao por um lado vangloria me
por que nSo me vejo &6 e ante i bem ara
parado, por outro me cauaa maior deaa-
grado vir com eeaa circunstancia aggravar
r.ais oa crditos do foro de3U ciiade, as-
signblando que nSo a urna pratica con
traria a direito a estabelecida e nelle se-
guida como at e para peor ella obser-
vada em parce e em parte nao, no meamo
municipio o que a torna maia intoleravel
pela maior CTnfaeaVque traz com sua
duplicidade quelles qae defendem dire
tos proprios ou de oatrem.
Andamos todoa as aparpadelias, aera sa-
bemos h quem nos dirigirmos!
Dito isso e continuando no aaaumpto
adeqoado a epigrapha, bonvm mais agitar
a mesma queatSo de competencraa, relati-
di-
por
aei
86 86:600*000
600
100
50
0
142
110
SO
468
350
150
100
25
25
75
60:000*000
10.000*000
5:000*000
5:000*1 00
14:200*000
11:000*000
5:000*000
46:800*000
35:000*000
15:000*000
10:060* 00
2.500*000
2:500*000
7:500*000
saram a ser considerado oa escrivSes do
jury, como os doa juizes de direito, en-
tendtam alguna estes que taea eaorivSes
dviam funecionar parante ai naqaellas
nppelLgSas.
laso mo'ivou reclaraagSes e o G o ver no
em mais de om acto deolarou illegal esta
pratica, porque feria as lait das compe-
tencias por um lado, e por outro atacava
o direito adquerido dos outros aerventua-
rios especiaos naqaella jurisdicgSo.
Poia bem, a despeito de tudo isso, da
lei de Novembro que garante o provi-
mento dos actuaos sarventilarlos vitalicios
a diapeito da OonstituicSo Federal e lti-
mamente de recente lei tambera Federal
qae garantem os direitos adquiridos pelos
funcoionarioa vitalicios, a diapeito de tudo
no fdro do Recife, os dous eicriufiei do
erime fanecionam em cansas civeis em
grau da appallagta, em prejuizo d'ontros,
q usado elle (>a de crime) ao meamo
tempo Bao violentamsnta despojados das
proprias attribuigSss por sau prooimenlo,
mandad/) retpei'ar.
O i ue valerao por tanto parante o di-
reito, estes tantos actos incompetent ^ma-
te praticados porjuizaa e escrivSes illegi
timos ?
Qiemcooheca a historia da organisa
g3o dos diveraoa sarvicoa pblicos entre
nos, fcilmente comprehender que as
uaurpa^Ses mltiplas fetaa a funcaiona
rioa, como bem fossem a-s escrivSes,
constituem um modus vivendi.
Tirou re, contra a lei clara, dos escri-
vSes do orime os procesaos de formadlo
de culpa e incidentes, para oa escriviea
doa juizea de districtoa, e para que oa
escrivSes do crime, qua at aSo estipen-
diados pelos cofres pblicos, nSo ficasaem
Bem attribuicSa*, se os manda descripcio-
nanamente tra alhar no civel e no com-
mercio, como eBcrivSea d'appellagSo, o
que nao se contera em sena provimentos
ao lado de juise3 por ignil ineompetentea !
As partea porm que arrastem o perigo
de m is cd) cu maia tarde, verem seua
direitos anniquiladoa pela inevitavel nul
lidade dos actoB praticados em sua garan-
ta !
S: ma fosie licito
foB3a o receio
deatt minha humilde poai^So de
gado eu conjarara aos mena collegas de
melhor autoridade, a que em nome don
in'erss33s confi>doa e a confiar a noaaa
prolssao, fiaeasam um appallo aos illua
trados Govenndor e Procurador do Es-
tado, para que, segundo tuas a'tribuigSes,
laogassem vistas banefioas para o toro
desta capital de nulo a collocarem os li-
tigantes, j por isso era estado aflictivo,
ao abrigo dessas thaorias tuco airadas,
deaaa praxa arb traria, provendo e regu-
lamentaado d'uraa vez por odas no sen-
tido de uoiformisar-se o xercicio do di
reito em joiao.
Agosto- 189..
Materno de Carwalto.
-, ou por outra se nao
de nSo ser ouvido, eu,
advo-
SPORT
vamente aos ssen
700
dead'i que, aasim
como as falladas appella^S -a sao interpos-
taa para os juizes criminaos, tambem sel
las fanecionam oa escrivSes crimina-i-
dos referidos jnizea 1
Nova e ident l...
F. Bueno dii que t vigoran) acerca
doB escrvSes os principios de competen-
cia que a raspeito dos juizes, e aceres
oenta que c ellos devem ter nSo s auto
Faac,3o legitima, maa tambem competente,
em relaeSo ao tacto de que se trata, como
ao territorio, *>tc | 33 ; Proc. Civ.
D'ahi conclae o mesmo civilista em se-
guidaque os escrivSes nSo se devem in-
trometter na materia doa cfficios dos ou-
tros ; que os actos por ellos asaim prati-
cados bSo nnllos, c fiualmenti que aua jo
fiadiccao nSo prorogavel.
Vejamos o qae se tem feito.
Anteriormente a lei de 9 de Novembro
ultimo, tinhamos na capital, alm dos es-
crivSes doa antigoB juises de paz, tres es
crivSes especiaes do civel, dous tambem
espociaes do commercio a dous do crime,
nSo fallando nos escrivSes de orphaos,
proveduria e jury, que nSo interessam a
discuasSo. Todos vitalicios.
Veio a citada lei de Novembro e disse
no art. 63: Oi escrivSes do Superior
Tribunal, dos juizes de direito e do jury
coktinuabao a exercer as funccSes que
Ibes competem pela le vigente, n'aquil-
io que nSo fr contrario a esta lei. >
K como que nSo toase iase sufficiente,
no art. 68 frmou a dispos9So do art. 6 J
com a seguate : Todos os actuaes
serventuarios de justija prvidos yictali
ciamkn'tk cintincarSo a exercer scub offi-
cioa on cargos de accordo com Beus PBO-
VIMEN 08.
Cltro poia, que os escrivSes preexis-
tentes lei devem exercer seus offioios
taea como eram; aasim os do commercio
offi.'iarSo as causas do commercio, os do
70:0.0*000 cvel oaquellas ;dessa natureaa e os do
CRTii-; uos PSOCES80S ckimes que por -eia
auteriores nSo pertjncam ao escrivSo do
iury-
NSo vejo possibilidade de duaa opi-
n:3ss etbre isso.
Se recorremos a legwlasSo e rgimen
judiciario anteriores a lea de Novembro,
vetemos que as appellac&es dos antigos
juizea de paz para os juicos de direito,
co dominio do Reg. o. 4,824 e Lei n.
2,033 de 1871, funecionavam os eacrivles
do civel e do commercio, conforme a na-
tureza da cansa ; e cono pela Lei de 3
de Dezerobro o Reg. o. 420 (geraoa) pas-
14 1400*000
00 10:000*000
2t 62:200* "00
00 20 000*000
25 25 2:500*000 2:500*000
46 4:600*000
25 26 2:500*000 2-600*.)OO
gando pensaram as directoras, e que na
eapeoie nSo pode eff:ctivamente ser outra
aenSo a elevacilo da porcentagem.
Nisto, porem, ha um E esto ficar para ser explanad j no
praso da atempajSo.
NSo fomos, poia, por fdemais injus-
tos ; uem animo disto tivemos as nossas
observabas, iaspiradas simplesmente pelo
que se assignalava como cansa determi-
nante da resolnoSo.
DENUNCIA
Em nosso artigaete com que hontem
concluimos o Sport fomos horrivelmente
feridos pelos nossos cantaradas de com
posicSo e revista
Si os nossos caridosos leitores nSo pen-
aarem nos aa faridas, cortamente nSo po
demos escapar, e l se vai o sportista.
Teaham, poia, a caridade de curar as
feridas, mormenta a lesSo limutabilidade
pondo sobre ella um emplastro de inata
cabilidade.
PBBLICACfS 4 PEDIDO
Notas poltica3
vi
A iDveja c a malevolencia, tem aonuviado mui-
tos astros, qae, serum depoia ses, se um co
limpo de naveoa e tempestades os deixasse ful
gir, quaado anda apenas coajecivam a aet:rever
o sea fyro no rmameato da patria.
Por unis intenso que aeja o esforco doa atior-
chista em c irregar de novena negras a atbmoa-
phera poltica do Balado, nao conseguirlo jamis
tolher a marcha evolava da administrarlo do
honrado governador, cujos enrgicos impulsos
de patriotismo desfazem o accanulo dessas nu-
vens que por ventara anda pssem co ar ja d^sin
lectado Peraambuco seate-se felis e orgalboso em ver
afrente do: seas destinos, um homem notavel
que ae impOe ao respeilo-e admirado dos seas
cj'ieid i'Jijj pela habidade e coosummada ex-
peneocia uom que dirige os seas negocios, um
pernambucano demasiada i>ente amante de pa
trra e que se inspirarla n'ama esphera mais li-
li mitada de ideias de liberdade se a nassa nth
mcsplura poltica estives^e expurgada desses
elementos de desordem e aoarchia j
PeU saa ndole, p -las suas tendencias, pelas
rasgos do su espirito e talento inclinado a aco-
oliar em grandes theses todas as qaes!6e., S
se., cojo governo inau^urou urna epocba ae
)rescenciB, o administrador qae precisava eate
unportnte Estado, fadado a occap r am Igsaii
saliente na caegoria dos povos cultos.
A razao publica ba ie prevalecer audacia
deaae pseudo partido republicano que preten*'
aoarchisar o Estado. i
Aluda esl oo e-pirito do povo a impreaso
dolorosa qui nos causou o grave a'.tentado feW
nossa Consu:uic':o por aquilea que deviam ser
os sea3 guardas fiis.
O CongresdO do EvaJo, formado em sua nja:-'-
ria desses homans que procurara emt-aracar'a'
Vemos os nomos dos* mais' salientes,
emprej(*doa-.aa9 Ojraj Pablicas, Recebo-
doria e Thesouro do Estado ; entretan-
to, ob ZjHjb de-S. ErC. gritam a bem
gritar, que ha reaccSo, perseguidlo, e tal
e tal, qoando demittido algum relapso...
A'teitkmunia.
Barra de Jangada
Li no Jornal do Recife da h je am
communicado, com o titulo Arromb-rment
e asaignad, por Os miradores, emj^ue se
diz terem sido pracas policiaes so mea
commando autores de tal crime- na noita
de 25 de Julho em Barra de Jaigada.
Admira-me ter se o signatario lembrado
de imputal-o a taea pragas e nSo aos cent*
e tantos invasores que n'aquelle dia as
aohavam no povoado e qne depoia foram
oceultar sau designio nos sambas do en-
genho visinho.
As pracaa seb mou commando; nada se
pode attribuir da reprehensivel.
No sentido de provar o que afumo en
appelio para todos os moradores de Barra
de Jangada.
Barra, 4 de Agosto de 1892.
Austriclinio PatA Barrttto.
Tenente e delegado de polica.
Veri tas
Ae Exm. Sr. Dr governador fesic
Estado
O po?o maia desfavorecido' da sorte,
que se v boje ai airado ehorjwriaadV) com
o monstruoso orcamento municipal teito a
capricho por urna intencia de Calabranos,,
o que nunca se vio em paiz nenhum do
mando, vem pedir-vos si dignis temar
em consideradlo eate appelio oriundo d:s
LCB30B poucos rocursoa, nirllincando, ma-
tando este uiLiollio, que ve ra ser a ori-
gem de muitos males pava o pavo, e ^ara
V. Etc., "pulffj" foi moito de DcopoBito
ir* do para protrzfr embaraces'so yoaso
governo, que incontestavelmante teois io
o melhor, o maia productivo era movaliaa-
S3 e Justina.
Juatica Sr. Dr. por que ni nSo eata-
moa na Cochixioa, uem em.no baafcpi'z
-da frica.
O povo, nd3 que pagamos grande tri-
butos para o bem estar da nacSo, ji nS*
podemos mais supportaT este novo' oaus,
porque slm da nao tar raaSo de aer, i
em toda sua p'.enituda vexatoria a odiosa.
Portanto, esperamos de V. Ese. mais
marcha administrativa do benerari^o govero-' om ac'o o vardadeiro patriotismo, dissol-
Calibriamnos-
Miitou-
100 100 10:000*000 10:OCO*CtO
150 15:0O0i5OOO
100 10:000*000
80 5:0O0*OLO
25 2:500*000
30 25 10 5:000*000 2:500*000 6:000*000
80 25 S.OO0*(O0 >:500*000
Uippodromo do Campo Grande
A 23a corrida desae aprazivel prado
e qae hoje se realisa, um verdadeiro
succasao na vida do nosso turf.
Doua grandes premios serlo nella dis-
putados ; o ambos bSo exclusivos de ani
uii.es deste Estado.
O grande Pemambuco para animaea
que ainda nSo ganharam noB prados do
rlecife ; e o grande t Prado Parnambu
cano para animaea deate Estado, auto
sem duvida urna lisongeira aaimacSo ou
^desenvolvmehto da criaySo indgena, que
por certo deve merecer as attencSas das
sociedades sportivas, mesmo porque isso
da natureaa de taea so; edades.
O Hippodromo bem.o comprehendeu ;
e offrrecendo asaim urna importante fes
ta ao nosso publico, della ter urna con-
currencia animadora, como approvacSo ao
seu acto, e que nao deixar nada a de-
sojar.
I ui a carta
O digno Sr. secretario de H ppodromo
do Campo Grande obse^uiou-nos com a
aeguinta carta:
c Recife, 6 de Agoato de 1892.Sr.
redactor do Diario de Pernambnco.
bendo por domis injusta a apreciacSo de
V., feita na seccSo t Sport do seu con-
ceituado jornal de hoje, qaanto a reaolu-
cSo das directoras das sociedades hippi
cas desta capital em augmentaren) o des-
cont do producto brtKo das poules, es-
peram as directoras das ditas as-ocia-
c8es, one V. aguardar pablicagSo da
pet93o que tem de ser dirigida ao go-
vernador do Eacado, e entSo por ella ve
rificar que sem eaaa resolucSo as socia
dades hippicas alo poder se-hiam manter,
taes fi os impostos que sobre ellas pe-
sam.
NSo foi Bmente protec^So aos propie-
tarios, como se tradna do citado artigo ;
mas urna reaolucSo que, ai ella nSo exis-
tase, rao teriam rendimentos para oc
correr no custeio, que sobre ellas pesara,
atiento aos impostos ultimante laucados
na resptctivoa orgamentoa, que tradusem
urna verdadeira perseguijSo s ao :iedades
sportivas ; pois nSo ha sociedado anonyma
que aeja to onerada de impostos como as
hippicaa.
Pe{o a V. a publica^So deata linhas.
De V. etc. Augusto Silva, Becretario do
Hippodromo do Campo Grande.
ALGUMAS PALAVRAS NOS3AS
Aceitamos a atempa^So do digno Sr.
aecretario, notando todavia, que sob a
rolacSo exposta, aa nossas conaideracSes
nSo tero o typo, que lhe attribuio S. S.
Cochesemos perfeitamente que as so-
ciedades sportivas sao em grande vexadas
de impostos qua Ibes sao laucados
pelos poderes' legislativos que para com
ellas se tem tornado una verdadeiro
sportphagos.
Conhecamos que quando, em outros pai-
aea e ainda no Rio de Janeiro, se anima o
turf, soncorrendo governos e municipali-
dades em subeVencSes para creajao de
premios, aqu e precede inversamente.
Longo de dar, arranca ae, longe de
proteger, tudo se excogito ^para aBpbyxlar
urna institaicSo, cujos 6as s o> conheci
dos.
Conhecemo que nessa sttuacSo de pre-
sente aregida pelos Bpprtpbagos, d
proceder-se como alvitron o^digno presi-
diente da directora do Prado Pei;pajftbu
cano ou recorrer a criaclo de renda se-
dor, desceu do augusto pedestal a que o ha va
exalgado opovo,desalaviando-3e voluutarismente
das mais preeiosa3 insignias de soperiorHade
mord, para chafarlar se no Ivdacal da igno-
minia.
Fji as?im que es'e Congresso, ceframen'e f
tado pelo iosliocto ante patritico de crear va-
cuidades a gloriosa aunlnisiraco do honrado
govermdor,;attentou .ioleniamen'e contra a Ccns-
ui'tao, o saorario on.ie o genio da patria depo-
sita as r hquiaa e syinboloi doa graodes sen'i-
menlos n.cionaes.
A diapo;igio do art. 31 da nassa ConsHtoigo
foi grosseiramente violada, approvando o Con-
gresso por dous tercos os projectos de ixacao de
torga polic.al e orgaoisagSo do< municipios nao
sanc:iooal03 pelo diguo governador e sem as
formalidades 4evidaa.
O rapriiho e a viogaoga n ebertados com o
pretexto do bem publico toram os nicos moto-
res que impelliram oa Srs. con^resslalas a exau
tlio.-aj a Co'istiiuigo, sacn'ican o asaim oa inte
reaaes do E-lado que elles deviam z^lar.
Deegragadamente o Ciogresso, trabio os lolui
toado povo, rasgando asea suprema lei, para
dar expaoea.) aos seas instiuctoa de viogaoca,
triste recorso quando para elle se appella na ex-
tremidad?.
A maldicao publica pe-segue 03 trahidorea da
patria, e inimigos de S. Exc, cojo governo ani
aba a conBeft temocrac. *-
Recife, 6 de Agosto de 1892.
N'inet Mxhadu
-*>
vendo esta intendencia da
62
Unio.civica
Fez-ae a eleicSo tando oomparecido
soeioi, e outros muitos mandaram coraran-
nicar a sua adheso exp'ilaSo do cd;-
dSo Soarea Quintas, de aeu presidente !
E asaim tudo mais nesta trra, digna
de melhor sorte ,
Somonte para' armar ao effeito, fra
d'aqui, fazem-se annancioa bombsticos
nos jornaes, para suppor-se que a UNIaO
CVICA i una apreciacllo igual 4 sua
congnere de Buenoe-AyreB o etc. !
Puia o publico nSo sabe que tudo isso
quijotesco, como foi btotebre organisa-
r;ao do batalhSo cvico ?
S para terem, os rotos, enaejo, para
paBaarem telegrammas> ao Urubu-vmgo,
da capital fedoral T
Outro offioio meus cariislmos pitrio-
tas...
E, a proposito, quem esse CORO-
NEL Santos Aguiar, ele'.to novo presiden-
te, em lugar do rnegaio Soarea Quin-
tos ?
Ser o mesado truno que commandon a
guarda local e candidato guarda mu-
nicipal 1 A ser esse ieroe do Copcrni
cus, (1) esse mata-mouro* enorme valen-
t&o, eomo se deixa baptisar por CORO-
NEL, sem sel-o ?
Anda urna manha dos rotos, para ar-
mar ao effeito, principalmente na capital
federal, onde o Urubvesgo, orveia te-
legrammas, para encher ob claros do seu
rico ejornal do Braail 2
Oh Sr. Quintas Sr. Quintas Para
que V. 3. tanto confion nos thiagos, ea-
ricos, e outros capivaras de luneta ?
Tem ahi a psga dos seus muitos ser-
vicos a esaa mesma gante que hoje o ex-
pulsam do lugar que o Sr. conquistou
com tanto esforjo.
Sao assim esees grande* e verdadeiros
amigos E' apanharem se servidos
bumbaponta-ps nos amigos da ves
pera.
Tome essa liySo, meu amigo, Sr. Quin-
tas, e p-evina-se contra esaes falsos pro
phetas que o procuram ainda na sua li
vraria... o Sr. deve bem conheoel-os...
fu ja deasea rotos e timados que o querem
comprommotter.
Agora, cousa mais seria.
O Exns. Sr. Governador do Estado qae
veja como,de publico empregado pu
blio-8 vSo," acintoaamente, presidir con-
vocar reun:8e8, oude, a pretexto de elege
retn nova directora, sahem para a ra
dando v'tas a esta e qaelle individio
que malBna o governo, e fras a esta e
aquella autondade.
Novo Baebarel
4T(srm*iando hotem o seu-tirocinio aca-
dmico o aympa'hico e osrtndso mo^o
Dr. ^fafoel uavIrTcante do Reg Barros
dilecto fiiho do meu vajiosisiimo amigo o
Exm. Coronel Joaqun Verissim? do Hego
Barros inflaencia legitima no municipip de
Agua Preta, venho por eate niio. f ficitar
nao s o juven baebarel que acaba de ver
coroados tSo brilhantementa oa sena ai-
forgos, mas at abracar m^is omi vez
seu Ilustre o bom pai por ao terem rea-
lisado oa sonhot que tanto anhilava e de-
sabrochado as esperangaa que aempra nu-
trir, deaejando lr-.ea para fMtsfa<;ao sua
e dos seos amigos um porvir cheio de
V*ntura8 e juncado de innmeras rozas.
Recife, 6 de Agoato de 1892.
Jo aquim Chr A' EX*. 9A. D.
Marta ^jost de Mcraes
Parakens pelo dia^ de Agosto
Recife, 7 de Agosto de 1892.
j.
As directoras do Piado
Pernambucano, De-by Club
de* Peraambuco e do Hip-
podromo do Campo- Gran-
de, attentendo que as so
ciedades hippcas d'esta ca-
pital foram sesivelmente
sobrecarregadas de impos-
tos, pelos ornamentos decre-
tados pela intendencia mu-
nicipal do Recife e j elo
congresso d'eite estado; e
attendendo mais; que os
proprietaro* de an maes
igualmente ,teem os seus
premios su jeitos elevados
impostos : reolvenr descon-
tar das poules 15 jo, inclui-
dos os 2 \ qne sepagam
Intendencia Municipal do
Recife e igualmente paga-
rem o imposto a que esta)
sujeitos os premios, reso-
lu^ao esta que principala
a vigorar de 5 do corrate
em diante.
, Re*fe, 4 de Agosta le
1892.
A directora do Prado iV=
nmbucano
Tjhomaz Jos GusmSo,
ven cirio.
Jos Gomes Canchei
(1) Vapor inglee OopernienBi qae den
a costa em Goyanna, onde se contam
bonitrs historia*, sobre pipas de vinho en-; J0? JQa f. n J m AveK
tcrrdas na areia... *

s
,J. %. <"]"


ut
A directora do Dcrhij-
de Pernambuco
Antonio Ignacio do Reg
Medeiros.
Joaquim Luiz Teixeira.
A directora do Hippodro**
mo do Campo Grande
Herminio Egidio de Fi-
gueiredo.
Augusto da Silva.
Manoel Lopes Vieir?.
O voto vencido do presi-
dente do Prado Pernatnbu-
cano foi o seguate :
Assigaei vencido na deli-
berac,ao que ton a:amas di-
rectoras dos prados,porque
a minha opiniao que fos-
sem fechados os meamos, em
rasao das grandes imposi-
cos que pesam.
Recife, 4 de Agosto de
1892.
Thomaz Jos' de Gusmo.
Presidente da directora
do Prado Pernambu-
cano- ____
MOLESTIAS do ESTOMAGO.l Cbassaino-
0 oleo de ligado de bacalhao de Berth6
# 0 nico cujos processos de preparado
toram approvados pela Academia de Medi-
ana de Parit; duplamente mais rico em
principios activos do que os leos de bacalhao
preparados por outros modos.
* E'o oleo escuro que dte ser empregado em
medicina com excluido dos dois outros. >
PROFESSOR TROL-SStlO.
As enancas bebem fcilmente o oleo da
Berth e chegam at a pedil-o porque nao
repugnante. Proussor BouauMur.
O oleo de Berth um reconstituinte de
primeira urdem, de natureza a fortificar al
constituicoes fracas, os peitos delicados. Cora
o seu uso constante desenvolve-se a corpu-
lencia. E' um dos meios mais certos para fazar
desapparecer a magreza. Merece oceuparo
primeiro logar no tratamento das bronchite
chronicas, das constipaedes antigs, dos
ozagres e engurgitamentos das glndulas.
O oleo de Berth o oleo de bacalhao
natural, preparado com ligados frescos,
directamente importados aos cuidados da
osea L. Frere, A. Champigny e O, 6ucc, da
Pariz, ra Jacob, 19.
S se vendo em vidros junto aos quaes M
achft urna iustruejo.
Elixir ante-febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
Manoel Cardoso Jnior
Approvado em SI de Marco de 1890 pela inspe
ctoria geral da digna junta de bygieue do Ric
de Janeiro.
Este Elixir de composico toda vegetal pre
parado segundo as regras pharmaceuticas.acon
selbadae pelos actores modernos e de recoube
cida capacidade scientitica tanto no paiz como
do estrangeiro.
Este Elixir o producto nao s do grande es
todo das aecSee pbysiologicas das substancias
como tambera pathologicas.como tambem o re
sultado das imraensas applicacOes nos diversos
casos de (ebres de fundo palustre.
COMERCIO
Isa Commereial de Pernt.ui
buco
ootacObs officiaes da junta dos cob
KETORES
Proca do Recife, 6 de Agosto de 1892.
Lettr-s bypotbecarias de Banco de Crdito Real
de Pernambuco do valor de 100*000, juros de 6
0/o 10 i 000.
Na Bolsa venderam-se:
100 Letras bypotbecarias do Banco de Crdito
Real- n -, .
0 presidente,
Eduardo Dubeax.
O secretario,
Augusto Pinto de Lemos.
Cambio
PRA1,'A DO REC1FB
Os bancos conliouaram sa:car a 10 1,4, sem
attrahir tomadores.
Em papel particular nao conetou transaegaf.
PBAQA DO BIO DE JANEIRO
10 5/16 bancario, 10 3/8 particular.
Cotaces de gneros
ASSUCAR
Para o agricultor
anco por 15 kilos. 95O0 a
Somenos, idem idem. 6*500
Mascavado dem dem 5*000 a
Bruto secco ao sol dem dem. 3*000 a
Rtame idem dem .... 1*700 a
Mercado muito animado.
1U0O0
7*500
6.S000
4000
2*00
Algodo
Qotase nominal a 11*500.
Borracha
iota-se nominal a 30*000 por 15 kilos.
Carnauba
Sota se a 11*000 por 15 kilos nominal.
Carocos de mamona
Gota-ae a 2*M0 por 15 kilos.
Conros
Saceos salgados na base de 15 kilos a 650 ris.
ardes nominal 360 ris.
el
Por pipa de 480 iitros 80*000 ha falta no mer-
cado.
Al^ool
Por pipa de 480 litr-3 de 260*GOO.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 150*000.
ra3ella das entradas de as8d0ai sjodIo Mez de Agosto K AL-
Entradas Dias 1 a 4 1 a 4 i a 6 1 a 4 1 a 3 i 1 3 Asan-car Saceos 150 24 84 447 Algodo
S V." bu aarcacas ...... Vapores...... iimaes..... Estrada de Ferro Central dem de S. Francisco \dem do Lmoeiro. . Saccas 200 326 77 309 93
705 1005
=go desfe D
Diario de Pergnibco Domingo 7-de-Agosto de 1898

applicacao deste Slixir na grande epidemia
de bexigas de 1890 a 1891 raaij urna vea de-
monstrou a sua eficacia ; pois no principio dos
primeiros symptomas a bexiga aborta, e em ca
sos mais adiantados a bexiga passa a ser ama
oenca febril'vulgar apreseutaudo pequeuas to
raetaifles que com a contioaacSo do Elixir de-
sapparectm sem todava apresentar receios de
perlgo. ,
Os muito atestados publcales no Diario ut
Pernambuco e Gazeta da Tarde provam o que
dizemos.
Nos easoi de febre amarella o efleto admi
ravel, apreseniando pbenouienos to maravilbu
sos que nesta cida-ie do Recife e na do Rio d<
Janeiro pouco rece o causa a febre amarella,
aiesmo estando o doente com vomito preto t
saoguineonestes uiliraos periodos entaonr-
is ano a applicacao em alta dose, despresaodt
a taoella aoeexa.
Este Elixir j conbecido do publico e Je um
grande numero de ditno3 mdicos e aprsenla-
do para combater os amrenles iucommodos to
dos tiles de carcter febril.
Pot muito tenipo tiv-.-mos occisiao de faier s
applicacSo as fobres eryspclloaae e com tao
oom resultado que licamos admirados de io al-
tos effeilos.
Pela pratica ctaegaroos a conbecer que nos
ataques ae febre erysipellosa ou erysipella como
valgamente se diz c aecessarir o uso de 10 da?
do Elixir.
Nos grandes incommodos das senhoras, meas
truaco.. gra-videi e nos casos de parto coa fe -
bre de um resultado multo certo e seguro e
a sua co.nposicao lao simples que nao offereci
receio de applicar o Elixir nem mesmo em dose^
-uperiores as indicadas na tabella infra.
Pedimos aos digniasimos mdicos que deseja-
rem faier uso desie Elixir em sua clnica nao st
sujeitarem i ossa prescripeo. mas sim fazer a
applicac&o em harmona com os casos que dse
jarem combater, certos de que o medicamento i
de composico innocente para oianismo pe
mais frgil que seja.
Modo de usar
A's criaacas at um anno 10 gotas de !em5
joras em urna cetner das de sopa cneia Vi.'i
fra.
De um anno a tres 15 jottas.
Da 3 a 10 annos em dtante, 40 gottas etc.
Estas doses devem sempre ser applicadas em
agua fra.
Uepunll o
Companbia de Drogas e Productos Ctiimico.
Recire, rea do Mrquez de Olinda n. 23.
Nacional Pharmacia, ra Larga uo Rossm
q. 35.
Pharmacia Oriental, ra Estreila do Rosar-
1.3.
Pbarmacia Alfredo Ferreira, ra do Bario da
Victoria n. 14.
Pharmacia Martias, ra Duque de Caxias
*8.
Para qualquer informacSo ser encontrado o
autor na ra do Rosario Kstreita a. 17.
Os nostos frascos sao quadrados e conta go-
tas. N'um lado leem gravadoElixir ante febril
e no outroManoel Cardoso -Pernambuco, e to
dos os prospectos Eo assigoacos por Manoel
Cardoso Jnior, sendo falsos os que nao forex
assignados.
N. 12
Recife. 16 de Maio de 1889
Illm. Sr. Manoel Cardoso Jnior.
Nao posso e nem devo calar o seguinte facto
de urna cara obtida com o seu valioso E.ixir
anti febril.
Tendo fallecido da teirivel febre amarello um
mea ulbiobo de 11 annos de idade, depois de
esgolados todos os recursos poesiveis para sal
val-o e dou3 dias depois de sepultado, adoecido
outro de 12 annos, da mesma febre, tambera de-
pois de muito luctar com outros medicamentoB
poderosos e receitados por distlnctos mdicos
desta capital, e ja desapontado, recorr a conse-
Jbo de mea bom amigo o teneote Leobaldo Au-
gusto de Moraes, ao sea miracaloso remedio de
qae cima trato, e tive a immenaa satiefaco de
ver salvo o mru querido Olbiobo.
Communicando a V. S. este triumpho de ret
valioso medicamento, servir ao mesmo tempo a
mioba communicaeSo, de aviso aos que forera
atacados daquelle mal, os quaes nada mais de-
vem fazer. que nzarem o ?eu maravilhoso Elixir.
tT emond retirado temporariamente desia ca-
pital, minba familia com receio de adoecer me
mais alguem, por cautela conduzi um frasquiob?
do mesoo Elixir, que muito servio, por qumto
rhegando ao mea destino tive de ver as 11 horas
da noite do da da miaba coegada, mioba mu-
Iber cabida com urna terrivel febre, que doos
dias depois desappareccra completameute atnda
por tfftito do mesrao Elixir.
Outros caeos anda em meus criados foram
combatidos com o sea poderoso remedio e seria
enfadocho mencionados.
Usar V. STda rninh' ^maun'.cejiio do modo
que meiht,.
Meas fraeps servicu- as euas ordens.
0 muito grato criado
Joao do Ret.0 Lima,
Commandaute geral da guarda cvica de Per
nambuco.
(Estava sellada e reconheclda a Arma.)
Ella a ti "ha posto no
armario
Que ni&ssadt o estar doente, espe
cialoiete sendo isso por muito tempo.
Fica se cangado de conselhos, ceceado
de experimentar isto, aquillo, e aquillo
outro, caogado de faotasiar qae urna
pessoa se acha melbor, caneado de tomar
procaujSts contra qualquer psiora even-
tual.
Fica se caigado de dores e n5o tarda a
sentir-sa que quanto mais de preasa urna
pessoa se despedir deste mundo tanto
melbor para si e de maior alivio a seus
amigos.
Aqu vai urna pequea histeria.
Fe ella narrada ha pouco por urna mu-
lher, diz ella :
(COPIA)
' Eu, Msry Jones, da n. 3, Galton
Street, Gt. Howard Street, Liverpool,
Inglaterra, declaro o seguinte :
" Tenho stffrido toda a minha vida de
fraquesa no estomago bem como de en-
gorgitamento, do ligado.
Sentame sempre caneada e lnguida e
muitas veztfi era opprimida per dores de
cabeca beliosas.
O mea appetite era mui fraco.
Nunsa tinha vontade de comer, e qnn-
do com a algijma cousa, nao o digera prq-
priamente.
Tinha sempre um mau gosto na bocea
e urna especie de limo me cobria o inte-
rior da bocea e d-.-Ltss, e to saliente era
isto que era obrigada a lavar a bocea
sempre antes da principiar a comer.
At 19 aunos fui sempre muito iraca e
fcilmente desmai&va no fim das minhas
ieteicSes.
Sentia tremuras do corajao acompanha-
das de grande peso no oeito, dores dos
lados, e era dominada por urna tontura
estranba.
Passeando as ras algumas vezes tinha
de me iazer firme e aescancar, cam re-
ceio de cahir no chSo.
Es'.-va tambem tSo freca qae quando
ded cida ao meu trabalho muitaz vezes
tinha que me sentar e descansar.
Por vezes eu tinha urna tosse iccommo
dativa e dores nos pulmoes.
Consultei aedico sobre medico e con-
servei mo em tratamento delles por mais
de um anno.
Um dos mdicos me disse que eu es-
tava soffrendo de urna extensfto do figado,
outro que eu tinha doen;a do corceo, e
um terceiro me disse que eu tinba con-
gestSo dos palmees e que n&o poderia
resta belecerme.
Considerando-me entilo em estado de
tsica fui a nm hospital de tsica onde me
coaservei em tratamento por algum tempo.
Os mdicos, depois de haverem sondado
o meu peito, me disseram que elle ia
gradualmente peiorando, e que o meu pul
mao esquerdo tinha congesiao.
De-am me oleo do figado do bacalhau
a par de outros remedios, mas eu nunca
melhorei.
Em Julho de 1890 depois de pastar
por um grande desnuio, eu me sent tao
mal que tui obrigada a ir para a cama e
durante o mez fui tratada por tres mdicos
dffereotes.
O primeiro medico que me vio disse-me
que eu nSo me restabeleceria.
C a reos de algodS
Cota-se a 640 ris por 15 kilos.
Kipor.ftcfic
aicwi, 4 ds Au:sro db 1832
vara o exterior
No vapor ioglez Scholar, para Liverpool,
carreearam:
B. Williams & C, 150 fardos eos 25,180 kilos
de aigodo.
No vapor franez Equzleur, para Paris,
carreearam :
J. Krause & C, 300,000 grammas de ouro ve-
Iho e 60,000 ditas de prau velba.
E. Goetscbel & C, 20 000 rammas de ouro
reino e 90 000 ditas de pra'.a velba.
Coussftiro IrmSo, 1,500 gratnma; de ouro ve
iho e 7,500 ditas de prata velba.
Para Bordeaox, carregou :
A. Fernandes do Reg, 40,000 grammas de
piala e 10,000 ditas de oaro.
Para Lisboa, carreearam :
M. Borgea & C, 1 eaix&o com oaro e prata no
valor de 4;O00*.
Vara o interior
No vapor francez Ville do Rosario, para \\o
de Janeiro, carreearam :
M. Maia & C, 849 saceos com 50,9i0 kilos de
assucar mascavado e 11 barris com 1,750 kilos
de oleo de mocot.
P. Pinto agurdente.
J. Bailar & C, 20 pipas com 9,400 litros de
agurdente e 28 s ecos com 12,000 Kilos le
mtlho.
Para Santoa, carregou :
B. Williams, 50 fardos com 8,835 kilos de
algodo.
No vapor nacional Pernambuco, para Para,
carregaram :
J. Baltar fe C, 112 barricas com 7,750 kilos
de assucar branco.
E. Kanlbatk, 331 barricas com 25,086 kilos de
assucar branco.
Para Manos, carregaram :
i. Baltar & C, 1 pipa com 470 litros de agur-
dente, 50 barris com 4,500 ditos de dita e 103
barricas com 6,440 kilos de assucar branco.
E. Kantback, 50 barricas com 4,208 kilos de
assucar branco.
No vapor nacional Apare, para Maco, car
reearam :
j. A. Coulo Vianna, 75 saceos com fannha de
mandioca.
M. Francc, 51 saceos com farinha de man-
dioca.
Na barcada Paraguassu', para Parabyba,
carregaram:
A. D. SimGes & C, 20 camas com 160 tros de
genehra e 10 barris com 900 ditos de viaagre.
M. Lopes de S & C. 1 amarrado vassouras de
piassava no valor de 20*.
Palatal da Alfaadefia
SEMANA DB 8 A 13 DE AGITO O 1892
Alcoc (litro i .....
Algodo em rama kilo) .
Arroz com casca m.o) .
Assucar retinado fiilo) .
Assucar branco (kilo) .
Assucar mascavado (kilo) .
Bagos de mamonas (kilo) .
Borrachade leite mangab. (kilo)
Cachaca ........
Couros seceos espichados (kilo) .
Couros seceos salgados (kilo) .
Couros verdes (kilo) ....
Conrinbos (um)......
Uarocos de algod&o (kilo) .
Carrapateira (kilo) ....
Cacto (kilo)......
583
093
90
760
666
266
730
2J0C0
354
654
594
320
U8/0
45
120
400
Caf bom (kilo)......
.af restolbo (kilo) .
Caf moido (kilo)......
Carnauba (lulo......
Cera em velas (kilo).....
Dita em bruto ou preparada (kilo) .
Canna (lro)......
Cal (litro)........
Carvo de Cardiff (ton.) .
Farinha de mandioca (lito) r .
Senebra (litro)......
j.-axa (sebo) ... .
.'aborandy (em fotha) n o .
Leite de mangabeira (kilo) .
Mel atro)........
Milho (kilo.......
Pho3pnato de cal da lina Rau (tone-
lada)
fOO
l'JOO
1*400
l*tt>6
640
800
300
10
37*000
55
295
633
200
1*466
145
092
11*000
Pella de cabra (cenlo)..... 187*000
Pelle de carneiro (ceato) .... 145*000
Sement de carnauba (arroba) 53
sola fmeio)....... i50J
Sement de carrapateira (kilo) 130
Sebo.......... 700
rataicta (kilo)...... 40
rabeas de amarello em praachdes
(duna)........ 100*
RendlMcntoi pablleoa
MBZ DI AG04TO um 1892
A aasga
R^nda peral
Do da lao 249:811*434
dem de 6 20:185*879
Renda do Estado
Do da 1 a 5
dem de 6
31:197*854
10:OJO516
caima total
269:997*313
41:228/370
3*1:225*683
Segunda seccao da Alfandega de Pernambuco,
6 de Agosto de 1892.
O thesoureiro,
Florencio Donuugues,
O cuete da seceso,
M. Antcnino de C. Araujo.
Do da 1 a o
dem de 6
RECEBEDO.UADO ESTADO
23:198*472
3:14*370
Do dia 1 a 5
dem de 6
RECIBE DRAINAGE
29:422*842
3 910*735
1:559* 119
5:469*854
Hovimento do porto
Navio entrados no dia 6
Tamandar e Rio Fcrmoso10 horas,
vapor nacional Goyanna, commandante
Pinto ; em lastro a Coixpanhia Pernam-
bucana.
Porto Alegre e escalas36 dias, vapor
nacioaal Santelmo, de 918 toneladas,
commandante II. Tompson, equipagem
28, carga varios gneros; o Pereira
Carneiro & O.
Cardiff47 .dias, barca noruegueuse Ran,
de 794 toneladas, cspitSo A. Jorgen
sen, equipagem 14, carga carvSo de
pedra ; a Wilson Sons & C.
Navios sakidos no mesmo da
MacoLugar norueguense Freidig, ca-
ptSo J Berg, em lastro.
ec cstomagt c
meios, porem
Soffria dor-s 'tensas
mal podiat obrar.
Empregaram-se varios
sem resultado.
Apenas poda tomar alimento liquido e
dofinhava me a < Ih< s vistos, sondo o men
caso considerado desesperado tanto pelo
medico como pela enfermeira que de mim
tratavam.
Foi entao que meu marido ouviu ds
Mr. Parry, boticario, estabelecido em Ut.
Howard Street, de um remedio chamado
Xarope Curativo da Mao Seigel, e fiza-
ra nos presente de um livro conteado a
uarracSo de um caso exactamente como
o meu e que havia sido por elle carado.
Meu marido encommendou urna garrafa
do mesmo remedio e cu comecei a to
mal-o.
Depois de haver tomado algumas doses
evacuei um jajto negro como carvSo ex
perimentado logo un grande alivie, e
logo em seguida me senti com vontade
de comer alguma cousa.
Quando o medico no da seguinte elle
vio urna decidida mudanca em mim e t e
disse :
Oh, Mrs. Jones, afinal parece que
acertamos com o remedio que lhe demos.
Suppos elle que era a sut ultima garra-
fada que tinha causado a mudanca, lorge
de suppor que a enfermeira a havia posto
intacta no trmario.
Contiiuei a tomar o Xarope da Mae
Seigel e com a maior alegra do meu ma-
rido, pae, (i er.fermsjra nunca mais me
lembrei do ps3ado.
Todas as deres do cora^ao e do pe to
desapparecer&m gradualmente e ddotro
de urna semana estava forte bastante para
ir para as praiai de banlio, havecdo-me
sempre conservado de perfeita saie des-
de entao.
Nucen, me senti to bem na minha vida
jomo agora
Todos os meus amigos considerara que
a cura foi milagrosa, e eu techo prazer
em proclamai aos outros quaes os meios
porque a mioba vida foi sal/a.
Dou com prarer permiasSo aos Srs. A.
J. White, Limited, para poder fazer o
uso que julgarem conveniente desta mi
nha presente esposicSo, e aqu os autbc-
riso cabalmente para tal fim.
t Datada em 3 de Abril de 18Jl.
(Assg.) Mrs. Miiiy Joces.
Nao houve nada de *miligroso> no res-
tabelecimento desta Scnhora, embora elle
podi-sse ter sido, como de facto foi, no-
tavel.
N5o teve elle outro seguimanto algum
alm dos dictan es da natureza. T>nha
elle toffrido toda a sua vida de indiges'So
e dyspepsia e d'ahi somente derivaram
todos ob epus de mais soffrimentos.
NSo poda ella digerir a sua alimenta
co e todo o seu systema se definhava
pelos effeitcs de enveoenamento do esto
mago e pela falta de alimentacSo.
O Xarope da M2o Seigel lez o seu de-
ver : limpou elle a materia corrompida
e pez eu operacSo natural os orgaos di-
gestivos como sejam o figa-io, o estoma-
go, e o ventre do que ae segio como con
sequencia nacessaria promptas melhoras
e restabelecimento final.
O leitor deve tomar nota especial de
grande aemolhanca que se entre os
symptomas de dyspepsia e oe da tsica, o
que tem dado lugar tSo constantemente
aos mais inielizes eog&nos.
Nunoa nioguem coaclua estar tisico
sem ter adquirido a certeza de que o ca-
so nao dyspepsia.
'iovavelmente succeder o mesmo que
se dra no cesu de Mrs. Jones.
Barbados Barca norueguense Fida, ca-
pitao O. Christensen, em lastro.
Rio Granda .do Norte Vapor nacional
Apor, commandante Jos R. Estoves,
crga varios gneros.
Maos Barca, norueguense Parlen c*pi
tao R. Gundersen, ata lastro.
Hircado flnolclpal de S. Jo
0 a rmtnto deste mercado no du 5 de
Agosto foi o seguinte : Entraram.
38 boia pesando ,296 kilos.
01 k'los de petie a ib ris 12525
<0 compart. com mariscos a 115 rs. 1*250
46 logares a 250 rs. il*5"0
12 suinos a 250 rs. 3*000
35 cargas de.farinha a 250 rs. ,,8*730
10 carga3 de milbo seco a 250 rs. 2*500
6 ditas com feijao a!50 rs. 1*300
5 ditas com camares a 375 t?. 1*875
2 cassus com gallinha a 375 rs. *750
ditas de melancia a 375 rs. u
20 ditas com milbo verde a 375 rs. 7*500
5 ditas com gerim a 375 rs. l*87c
1 dita de ceboHnbo a 375 rs. i75
ditas de laranjas a 375 rs. *
1 ditas de banana a 375 rs. *375
ditas com louca a 375 rs. *
5 ditas com fructas diversas a 375 rs. 1*875
26 dita de batata a 375 rs. 9*750
dita de macacbeia a 375 rs. *
3 ditrs de canaa a 375 rs. 1*125
49 ditos com verduras a 375 rs. 18*370
2 ditas de amendoim a 375 rs. *750
70 ditos comfanntia a 5Jo 35*000
4 cargas com gallinhas a 625 rs. 2*500
32 columnas a 750 rs. 24*0.0
7 com ai tmenlos com uessaras
a 75) r. 5*250
46 ditos com faienda etc. 750 rs. 3**7 50
28 ditos de comidas a 875 rs. 24*500
11 ditos de suineiros a 1*25J 13*75u
9 ditoaa 875 rs. 7*f3
42 talhos a 2*500 10o*i00
IP
E' o grande depurativo
descoberto dos indgenas
cujo, tem a propriedade de
curar a svphilis rpidamen-
te, curar o rheumatismo
cerno por encanto, e curar a
morpha c mo por mila
SOF.
D1C'
O apreciamento do gran
de remedio o Elixir M.
Moratopropagado por D.
Carlos, o facto mais ex-
traordinario d'este seculo,
taes sao as caras que dia-
riamente se effectuam.
Agentes em Pernaaibuco
Companhia d Drogas e
Productos Chi i :os : ra
Mrquez de Olinda u. 23.
Cabo
Rendimento de 1 a 4
339>9.0
1.368*150
1.708*050
Precos to dia :
Carne verde de 40 a 6t.O ri. o kilo.
Suinot de 640 a 800 res idem.
Carneiro de 800 a i ris idem.
Parinba de 400 a 600 ris idem.
Milco de 400 a 440 ris idem.
F-t jio de i* a 1*800 idm
vapores a enfirs
ftez de Agosto
Sul.......... Iberia.............
Sul .......... Con^o ............
Bul.......... Pernambuco........
Norte........ Copua.............
Europa... Hoarth.......<...
Europa....... Ilmmes.
7
8
9
9
9
11
Magdalena......... 13
Sul
Norte........ Espirtlo Santo
Sul.......... S. Salvador...
Norte........ Olinda.......
Sul...........Klagoas......
Norte........ Maranlso.....
Sul.......... Brai........
13
16
19
23
25
30
SEGMOS
KASITUOS COITM MU
eompanhia Pheoj\ Per*
nanbueana
i VA DO C0MHB
O Dr.Joaquim Felippe fixou a sua residencie
nesta cidade e d consaltas na jjnaxmacis
Duarte.
PreBta-chamados a qualquer hora
Medico e oculista!
Dr. Berardo oculista do hospitp.|
iPedro II, tem consultorio ra do;
i Bom Jess n. 9, l." andar.
Residencia na Magdalena.
Tebphoue n. 366
Fez-se ama grande c Importante
eseobcr/a
as eminentes qualidadcs medicicaes
da Anfic-.huita, arvnre eita qae cresoe ras
medi^cSes de T.mpicn, no Mxico.
O Peitorul Anacahuite!, composto e p:#pa
rado om o balsmico tueco de dita Arvc-
re, tem enchido o mana d'espaato e ad-
miruyao. Os proprios mdicos confeseam,
que niac.\ se lhes havia entrado na iri.
de que se podesse extrahir do nenhatn
producto di> tena, um espicifico tio jj*
ravilhoso e completo ptra a cura das e:>-
fermidades da garganta e dos orgSos da
respiraySo A tosse d'am carcter o mais
eonfirm;:do e v o'.cnto, desappartce sob a
sua mag'C iadtieucia, dentro em pouecs
dias, e : s vezes mesmo d 'entro d'algumas
horas, depois de se haver tomado urna
garrafa do mesmo. A rouqaido por mais
cavernosa e profjndo que seja promj. t-
mente desvanece e a vos d'entro em po-
co recobra e adquire toda a sua coatumada
clareza e sonoridada. Os Bronchiteu se
a'.iviam mediante o seu usj. Cu-a os pul-
: o-.e feridos e iiiflammados, Os que pade*
cem de a-.thma principiam por respirar
c m desafogo e regulandale, logo depois
de se haver tomado as primeiras doses. O
catarrhodecl rado incuravel dt4:ppajece
ordinariamente ac c-.bo d'ama semana.
tinritn a sua exceliencia e grande effioa.
ca nao teve, n2o tsm e nem t :i igul
por meio de todas as mais medicinas ten-
dentes pt.ra o mesmo fim
Como garanta contra as falsicsjdes
observe se bem que os nomes de Lamann
& TLemp venham estampados em tetras
transparentes no papel do lvrinho que
serve de envoltoria a cad-t garrafa. Acha-
se de venda em todas as botica e droga-
ras.
Regulador da Marinha
Concerta se reiogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometros de
marinha, caixas de msica, apparelho
elctricos, oculos, binculos, ocuos de al-
cance, joias e todo qualquer, objecto ten-
dentes a arte mechanica.
9Ra Larga do Rosario9
Consultorio Medico Crarflc
O Dr Simplicio Mavignier, tem o sea
consultorio ra Marques de Olinda n.
27, 1." andar.
Especialidades Molestias do appaseiho
respiratorio, febre e da pelle.
Consultas dis 9 as 11 na pbarmacia
Minerva, largo do Terco e em bou con-
sultorio das 12 s 3.
ResidenciaRa do Hospicio n. 41.
Chamados a qualquer hora e por es-
cripto.
TSLEPflONE N. 553
Advogacia
O conselheiro Joaquim Correia de Arau-
jo mudou o seu esenptorio da ra do Im-
perador n. 67 para a mesma ra n. 22.
1- andar.
0 D. Barros Carneiro e a fa-
brica a vapor Minia Espe-
raga.
O Dr. Manoel Cem entino de Barros Car
neiro, formado em scienciaa medicas e
cirurgicas pela cuidado do c de Ja
eiro, medico adjunto da clnica do
hospital de Santa gueda oto.
Atiesto que tenho futo uso dos Gigarroe
denominadosMinha Esperanoae bem
assim do fumoHygienico Nacionalda
fabrica do Sr. Antonio Francisco da Cruz
reconhecendo pela analyse chimica a que
proced, que o referido fumo e cigarros
nSo encerram principio algum nocivo as
funcjSes gstricas, sendo perfeit&mente
toleraveis aos dyspepticos.
In fide medici.
Recife, 12 de Fevereiro de 1892.
Dr. Barros Carneiro.
Estupendo
E' curar em trez dias gonorrhas chro-
nicas ou recentes, como acontece com o
remedia vegetal que se chama Icjeccoes
Anti-alenorrhagici-B de M.. Morato. Cura
g.rantida em tres dias, seja qual ffir ana-
tureza do paciente.
A IojecgSo Anti-blenorrhagica de M.
Morato, vende-se em Pernambuc', na
Companhia de Drogas e Productos Cbi-
micos.
Roa M' rq*z (i'OJoda, 23
Dr. FreltasCiulmares
MEDICO
Tem o seu consultorio na ra Duque
de Canias n, 61, 1. audar, onde ser
eicootraao de 11 1 hora da tarde a
reside io Csjuero o. 4.
Telephone n. 292.
ESDBPTOBI MMjRGAL
Sua Diijiie de Caxias a. 72
i
lll
IIRftl
Si
Fazem liqaidaces amigaveis cu judicarias
acceitam commisrOese cocign2oesencarre};cm-
se da yendd de engenbos, fazam adiantaaicntos
e acTcitam correspondencias dos senhores de en-
gen&o, promovem a venda c'e producos naci*
naes e fazem qualquer traasarcSo de cc-maer-
ClO.
Encarregam se tambem de recber os henora-
rios dos Srs. funccionarlos puolicos clugueis
de esn, mediante mod.ca rommissao e btm as-
im de 'qualquer trabalho de ecnpturugao de
asa commercio.
--J<-Wg.-tr-
Aaro Burity
Doclr.ro que fui mordido de urna casca
vel, o curei-me tem cessar durante mai
de 4 annos, ficandi-roe una 1 uracos ehago
tos nos ps que se agrava um abria outro
immediatamcute ; fcando anda com para-
iysia em urna mo d'esde que fui mordido.
Aconselhado a fazer uso do nevo reme-
dio o=EliXr M. Morato propagado por
D. Cirios, tomei'O bastante tempo e fi-
quei completamente bom. A quem airada
n2o conhecs oExirM. Morato eu de-
claro que este remedio santo, p-..r^ue
fiz milsgres.
Porto Feliz.
Andr Eurity
Deposito em Pernambuco: Comp&nhia
de Drogas e Productos Chimicos.
loajiiaez d'OIinda, 25
EDITAES
Dentaduras artificiaes
Sob pressSo elstica, e t preasSo pneo
aiatica systemas novissimos ueste Estado
pelo cirurgilo dentista, Numa Pompilio,
4 ra do Bar&o da Victoria n. 54 1 ao
da.'das 8 hor d \ manhS as 4 da tarde
O Dr. Antonio de Olinda Almeida Cs-
valcante, juiz seccional do Estado de
Pernambuco etc
Faco saber que co da (8) cito do
corrento ao meio dia a bordo do navio
decominado Dm Podro ancorado na
praia do PaBsarinho se ha de vender eai
eiISo a quem mais der segundo reque*
reo o curador dos interessados ausentes,
o mesmo navio com todos os bsus perten-
ees avaliado em tres contos de reis, aban-
donado por sea capitSo B. Schmeder a
quem di direto perteacer em rasSo das
avarias que soffrera em viagem.
E para que chegue a noticia a todos
preteedentes, maodou ao agente de letlSes
Manoel do Nascimento Cesar Bulamarque
que affixe nos lugares do costme c faca
publicar pela imprensa o presente edital
com os seus competentes annuncios. O
que cumpro.
Cidade do Recife, 3 de Agosto de
1892.
Eu, JoSo Baptista da Silva Maaguinhn,
escriv&o interino o escrevi."
Antonio do Ol ida Almeida Cvalos ote.
Recebedoria do Estado de
pernambuco
EDITAL N. 10
O administrador da Recebedoria do Es-
tado de Pernambuco observando a portara
do Illm. Sr. Dr. inspector interino do
Thesouro datada de hoje e sob n. 1283,
faz publico para eoohecimento dos inte-
re asados que, dentro de 30 dias ut6is con-
tados de 4 de Agosto prximo, ser aire-
cada radependente de multa, a contri-
buicSo dev-ida pelas annuidades e mais
servijOB da Recite Drainage Company re-
lativanente ao 1. Bemetre do exer.'c!o
correte de 1894.
Recebedoria do Estado d Pernambuco,
30 do Julho de Julho.
J. Ferreira de Almeida flu mar-.-s.
O Dr. Jlo Joaquim de Freitas Henriques
juiz de direito do civel desta cidade do
Recife e seu termo capital do- Estado
de Pernambuco, em virtude da lei etc.
Faco saber aos que o presente edital
com o praso de dez dks virem ou delle
notiaia tiverem que teade-se por este jui-
zo a requerimeato do Dr. Vicente Ferrer
de darroa Wanderley Araujo e capi'.ao
Custodio Moreira Das, piocedUo penho-
ra em bees perteocentes a Companhia
Hot-I laternacioaal do Kecife, para paga-
mento da quaotia de dois contos do reis,
de servicos jadiciaes e extra-judiciaes
prestado mssma Companbia e hav.ado-
se procedido a convolaclo penhora
para a quantia de tres coatos de reis em
dinhero, importancia da venda em leilao
dos bjectos penhorados existente em po-
der do Dr. Adolpho Tacio da Co3ta Cir-
ne, foi 'a requerimento dos exequente,
assigoado praso aos credores incertos da
referida companhia, como so ve do rc>
quermento do the?r seguinte: Requeri-
mento de audiencia.
De quando foi aecusada a convo'agSo
em dinhero da penhora e as3gaado
praso.
Aos trinta de Julho de mil oitosentcs
e novecta e dois, neata cidade do Recife,
em publica audiencia do Dr. Joao Jj."
quim de Freitas Henriques, juiz da direi-
to do civel, eomigo eacrivSo de seu cargo
abaixo nomeado, ahi o solicitador Jos
Teixeira da Costa, por parte do Dr. Vi-
cente Ferrer de Barros Wanderley Arau-
jo e do capitao Custodio Moreira Din*,
acousou a convolacSo do feito em dinhe-
ro pertencente a companbia Hotel Ict r-
nacional do Recife e citacSo feita ao Dr.
Adolpho Tacic da Costa Cirne, liquidante

V






r\
-r-rr-
**
-^




m
Diario te Pepaambaao -^ Doitiingo 7 do Agosto e 1892
ro.crido hotaif a requercu q fique
jsa:gn'lo a executada o praso de seis
diaa e de des das toa credexes incertos,
qur se passassem editaos para estes ul-
imos ; peca de lanamente
Ouvido pelo juiz e sendo aprogoados
pelo porteiro dos auditorios dea este eua
l de nao terem QDmgar^qido. E pnra
constar lavret o presenta, que exti'uhi do
sea protoo.lo de audiencias, ao qnal me
reporto.
Eu, Fe!ic8Bmo de Axavedo Mel!o, es-
erivSo o escrevi.
Era tempo. Quando foi apregoada a
xeeutad* comparoc^u o solicitador Joo
Caetaco de Abreu, que exhibindo procu
: <;2o pedio vista.
So, Felicissmo de Azevedo Mello, es-
crir2e o escrevi.
nada mais se coctinha em dito re-
qaerimento de audiencia aqui transcripto
e em cumprimento ao deferate!? to do
sesmo, o eBcrivito de mea cargo fez
paasar o presente edital com o praso de
dea das pelo tbeor do qual se cbama
e cita e be: por citada aos credorea incer-
tos da Cjmpanhia Hotel Internacional do
ecifo, para que dentro do referido praso
se ipresentem ceste juizo afia de reque-
lerera os seus direitos na execucSo cima
tita sob pena de lancameato.
E para que ebegue ao coobecimento de
todos mandei passar o presente que ser
publicado pela ii.-prensa e effixado no lu-
gar do costume.
Dado e passado nesta cidade do Re-
tfe, aoi dois das de Agosto de mil oito
tantos e noventa e dois.
Eu, Felicissimo de Azevedo Mello, es
f ivao fiz cEcrever e subscrevi.
Joao Joaquim de Freitas Henriques.
Estrada
Ferro Sol
nambco
de Per-
L) ordem do Sr. d.rector cogeobeiro eui cho-
te, o,fiz publico que. a partir do da 8 do uiez
de Ascs'o prximo, ticam provine ramele alte-
rados, necta estrada, os precos das passageos de
1* e 2* classe entre as esuces mencionadas na
tabella segniote, paasn-do a vigorar os precos
ajustantes da mesma taita -
Secretaria da es'rada de frro Sui ue Pernam-
buco. Palmares. 28 de Julbo de 1892.
Victcdiano P. Ribeiro de Soma,
Secretario-
DECLRACOES
Di ordem do l.'ioi. Sr. Dr. inspector inte-
rino do Tbesouro Uc Estado de Pernambuco,
convjlo aos senbores possuidores das apolices
sob B8. 19. 23, 35, 46, 65, 67, 87, 96, 101, t06,
09, 110, 112, 113, 117. 121. 131, 134. liO, I.
*47, 151,153, 156, 158. 159, 162, 166, 168, 1(9,
172, 173, 175, 181, 182, 188, 192, 195 196, i 97,
ai, 25. 208, 210, 216. 218, J23, 229. 241 e 245,
amidas a favor da Usina Bamnorral a virem
Ttsgatal as e reeeber os respectivos joros at 10
it Agosto prximo futuro, das 10 s 2 borae da
larde, certos de que, desse dia por diante, i.ao
wocerao mais jaros as referid; s apolices,
Secretaria doTbeaooro do Eeudo de Pernsm-
sca, 12 de Julho de 1892.
Servindo de secretario,
Joaquim Lacillo de Siqetu-a Varejo
3 a 03 -1 o es 63 a a fa f S
V a T en co 65 C3
B) 1 - o es
*3 a CD I l"M
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5 8 o o C O 55
CD
Cd co 03 CJ CJ co M
8 8 8 8 ! i?
Juizo dos Feitos da Fa-
zenda
Escrivo Torres Bandeira
ao-
Escripiorio do trafego. Palmares, 23 de Ju-
lbo de 1892. (Assignado) Celso Duperron, cne-
fi interino do movimeoto. Visto. 267-92.
(Assigoadc).Jos Heronides, iaspector interino.
Copiei. Palmares, 28 de Jn'ho ue 1892.Jos
da Silta L'ira, atraqense. Conforme, V. P.
Ribeiro d Souza, secretario.
Companhia
NfCioaal de Cimisas e rou-
pas brancas
Sao convidados os serjbores subscriptores a se
reunirem no dia 8 de Aeoslo prximo viodonro.
ao meto Ai*, na iu> do Imperador n. 55, priraei-
ro audar, para assemblea geral de iacorporacao.
Re ife., 30 de Julbo de 1892.
Os incorporadores,
Antonio Jos Koreira.
Domingos P; de Freitas.
Manoel Lopes Vieira.
08
penhorados
dios abaixo declarados,
Fasenda deste Estado.
Recife
Jfesa a rna do Pharol n. 55, comporta
janella, 2 saias, 2 quartos, oosicna e
eaiuUl, so*ao eterno, 4 metros e 50 cen-
tmetros de frente, 12 metros de fundo,
por 48Q0, por ser terceira praca.
Santo Antonio
Caja a uada Palma n. 27, com 1 por
U: e 2 janella, 2 salas, 4 uuartos, cozmba
tora, cacimbt, grande quintal, arvores de
rrueto, > metros e 50 cectimetros de fren-
te, 15 metros e 30 sentimetros de fundo,
terreno proprio, em eaudo de conserven
0e, avahada por 3:000-5, pertencente a
Umbelina de Jeaus Villar.
Sant'Anna
Casa em Sant'Anna de dentro n. 5,
com 2 salas, 1 quaito, 8 metros e 40 cen
tiaetroa de comprim tros, 5 metros e 60
&eatimetros de largura, por 2700, pertent
oeste a Monoel de Azevedo Andrade.
Arraial
Cata na estrada do Brejo n. 9, com 2
jalas e 2 quartos, quintal em aberto, 5
netros de frente, e 8 metros e 30 ceati-
iMtros de fundos, avallada em 10C (5 per-
tencente a Zeferino Ermelindo da Costa.
Encanamente
Casa no Enc&namento n. 25, com 4
metros e 5 centmetros de largara, 11
metros e 35 centmetros de fundo, 2 sa
las, 2 quartos, cozinha .-a, ^valiada e m
1204, pertencente a Jos de Hollanda
Cavalcante.
Recife, 6 de Agosto de 2892.
O solicitador,
Phomeno G. Correia de Ara ujt
No dia 19 do corrente, depois da
ieacia, rao a praca por venda, og pre CODipanha TeSlaCaO e
pe"
Divida municipal do Banco
io Brazil
? esta secretaria se faz publico qne bontem
foi remedida ao Banco do Brazil por conta do
ifbito contrabido pela extincta cmara para
cfBstrorcao do mercado deS Jos, a quantia de
i 528i7u, rendimento liquido do mesmo rxer
talo no miz de Julbo prximo talo
Serreioria da muuicipalinade do Recife, en 6
tie Agosto de 1892.
0 serretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha
Repart cao das Obras Pu
blicas, Trras e Coloni-
sagao do Estado do Ama-
z as.
De ordem do Dr. director desta repar-
to, e por detbrminac?vO do Dr. presiden-
te, du. Estado, chamo concurrentes por es
zmfo ie 90 das, a contar desta data, para
n aervicos abaixo declarados :
Urna peLtenciaria para quntrocent's
(400) prezos, com accommodacSes para
eareereiro, t.judar.te e mais pecsosl, com
cEninas e disposigos, de accordo com o
vo rgimen de prizd'os e com os pro
grenss da arte.
Ua paUcio para o presidente do Esta-
do, eoin as indisp^nsaveis confortabilida-
de, e para secretaria do Governo.
Pelos planos e ornamentos qne forem
eeos por e-tta directora, e approvaios
flm presidencia, o Estado pagar de gra-
bfiea^o o que or arbitrado.
As propostas, aue serlo feitas em car-
isa fechada serSo recebid s at o dia 8
da Catabro do sorrente anno*
Repartilo das Obras Publicas, Trras
CoioaisagSo, em Manos, 11 de Julbo
fe 1892.
O escriv!',,
Vctor Antonio Fernanda.
tanoaria mechanica
parahybana
CHAMADA DE CAPITAL
De ordem da directora, sao convidados os se-
nbores accionistas a realissrem a nona entrada
na raso de 10 O/o cu 20.10G0 por a.'cao, at o
dia 10 do corrente, no largo do Curpo Santo nu-
mero 2.
Recife, 1- de Agosto de 1892.
__________________Manoel Lopes de S.
Compagina
Hotel Iatcraacional de Fernam-
baco
Em llqaldaro
Tecdo sido resolvHa a liquidaco desta rom
pannia em assembla geral do dia 25 de Jouho
ultimo a commissio liquidante representada em
Peroambuco pe j Sr. Dr. Adolpno Tacioda Costa
Clme, pede a todos os credores quetram apre
sentar eeas respectivos ttulos para serem oppor-
tuoameDte pacos.
Capital Federal, 1 de Julbo de 1892.
Tarqutnio de Soura Filho.
______Joles G.aud._________________
Hospital Portuguez
Premio de virude
A junta administrativa do Hospital Portuguez,
d j accedo com a disposicao testamentaria do
finado commendador Antonio Jote de MagalbSes
Bastos, tecdo de adjudicar o premio de OOUX)
iilba oo nll'u familias, rato ral da cidade do
Recife, que pelo seo trabalbo honesto tiver ce*
corrido (dicazmente para o sustento de seus
pas, ou assistido a seu pai oo mi com verda-
dera dedicac&o e amor filial, durante molestia
grave e prolongada ; cbama e concede o praso
de 60 daa, contados de btje. as p. ssoas que se
julgarem as condicOss citadas para apresenta-
rem na secretaria do Hospital os documentos
comprobatorios de sua pretencao.
Os pretendentes devem declarar nos documen-
tos nome, estado, profisso, idadeeresidencia.
Secretaria do Hospital Portuguez, 20 de Julbo
de 1892.
0 2- secretario,
augusto G. Fernanaes.
Companhia
Minerva Progresso Peroam-
bucano
Sao convidados os eenhores accionistas a reu
nirem-se em assembla geral extraordinaria no
dia 25 de Acost pr.ixirau futuro, ? 11 horas da
manoa, no predio ra da Aurora n. 89. flm
de se proceder a eleifSo para preenchimento dos
logares de directores presidente e secretario,
que se achato vagos pela renuncia dos premiti-
vos. Recife, 26 de Julbo de 1S92.
Servindo de secretario,
Balbino L'ezerra Sobral,
Director tbesoureiro
Irmandade do SS. Sacra-
mento da matriz da Boa
Vista
De ordem o irmo juiz, coovido a lodos os
irmos desta irman ade p^ra, em mesa geral,
proceder se a eleicSo do juiz da mesa regedla
no anno de 1892 a 1893, visto nio baver acceila-
do i dito cargo o irmo que -a eleito. A reu-
?iao ter lugar no dia 7 Co correte, a 11 horas
da manba
Consistorio da irmaDdade do Sa Sacramento,
tmi de Agosto de 1892.
O eaciiao,
Trajano Apo T.-mporal de Menjonga.
S.R. J.
Jo
Nocledade Recreativa
venlude
Partida do 28 anniversario em litio corrente
Expedicao de convites encerra se no dia 10.
As entradas e mensalidades dos socios ifTcCti-
vos e distiQCtos solteiros". para o club auxiliador,
serao eatlsfeitas at o dia 7.
Qjota para socios tffectiTOS e dietluctos sol-
teiros, desde j est abena em poder do Sr. tbe-
soureiro e encerra se no dia 13.
Secretaria do cooselbo administrativo, & de
Ag09to de 1892.0 2- secretario,
M. Catufo.
PRADO
PERNAMBUCAM)
MOJECTO DE NSCi:B?CAO
Para a 38 corrida a realizar se domingo 14
de Agosto de 1892
1. PAREO COBSOlaeo800 metros. Animaes de Pernambuco que b5o te-
nham gacho premios. PRBM103 : 2005000 ao primeiro, 40|5000 ao
segundo e 20)5000 ao terceiro.
2. PAREOEstimulo 800 metros. Animaes de Percambuco que n8o te-
r.ham ganho em distancia superior a 850 metros nog annoa do 1891 e
1892 PRHMios : 200*000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000
ao terceiro,
3. PAREO Progresa; 1,200 metros. Animaes de Pernambuco e pungas.
pbmios : 300/5000 ao primeiro, 60^000 ao segundo e 300000 ao
terceiro.
4. PAREORapidez 850 metros-. Animaes de Pernambuco que nao tenham
ganho em distancia superior de 1.000 metros, pkemios : 250|5000
ao primeiro, 500000 ao segundo e 250000 ao terceiro.
5. PAREOFerro Carril 1,250 metros. Animaes de meio sangue. pre-
mios : 3OC0OOO ao primeiro^ 600000 ao segundo e 300000 ao ter
ceiro.
6.' PAREOPrado Perfiambucaao 1.400 metros. Animaes de qnal-
quer paiz. pbemios : 4000000 ao primeiro, 80'OOC ao segundo e
400000 ao terceiro.
7 PAREOVe'OCdade 9C0 metros. Animscs de Pernambuco. premios :
2500000 ao primeiro, 500000 ao segundo e 250000 ao terceiro.
8. PAREO Inicio 800 metros Animaes de Pernambuco que nSo tenham
ganho premios em maior distancia, premios 2000000 ao primeiro,
4O0COO ao segundo e 1O0OCO o terceiro.
OBSERVACES
De accordo com o art. 5." do cdigo de corridas nao serSo admittidos a
inscripcao no pareo Estimulo o animal Qallet, no> parco Progresso os animaes
Atlante, Faceira e Bonioa, no pareo Ferro Carril, Siroco, Velo*, Napolitano e
Neaiche, no pareo Velocidad'',o animal Piramon e no pareo Ioicio o animal Qallet.
A in8cripc3o encerrarse-ha terca feira 9 de Julbo s 6 horas da tarde
na secretar a do Prado, a ra da Imperatriz n. 26, 1. andar.
Secretaria do Prado Pernambucano, 4 de Agosto de 1892.
O SECRETARIO,
J Alvex.
HIPPODROMO
(1MP0 BRINDE
PEADO
PERNAMBUCANO


PROJECTO DE INSCRIPCAO .
Para o pareo Grande Premio

pirara
Que se realizar na eorrida que ter lugar no
dia 4 de Setembro de 1892
I.SOO metros Animaes de Pernambuco. Premio : 1:0000000 ao primeiro,
2000008 ao segundo e lOCfOOO ao terceiro.
Inscripcao 80#000
Observatjoes
De accordo com o art. 5.a do cdigo de corridas nSo ser admittido
inscrip$Bo deste pareo o animal Piramon,
A in8cri))cSo encerrar-bo h terca feira 30 de Agosto do corrate anco.
Secretaria do Prado Pernambucano, 7 de Ju.'ho de 1892.
O, SECRETARIO,
J. Alves.
Derby Club de Per-
nambuco
Segando dividendo
Os eenhores accionistas sao convidados a vir
receber o segundo dividendo relativo ao semes-
tre de Janeiro a Junno prximo passado, na r
iSo de 20*000 poraccSo.
Recife, 4 de Agosto de 1892.
Joaquim 0. Teixelra,
Director thesooreiro.
Hospital Pedro II
Para regularidade no servico deste es-
tabelecimento, communico aos interessa-
dos, que desta data em diante as visitas
aos doentes serSo sas quinta-feiras e do
mingos de 1 s 4 horas da tarde.
Oatro-sim, os doentes que se presen
tarem na portara para se medicar, deve
ro trazer o vasilhame neceesario para o
transporte de seus medicamentos, sem o
que nao serSo attendidos.
Hospital Pedro II, em 22 de JJlio de
1892.
Dr. Ignacio Alc'bales Velloso
Director do eirico sxnitt-rio da Santa
Cesa.
Brazilian Subinarine
Tclegrapb Compt-
nj, Limited.
Do da 16 de Agosto em diaute a tari-
fa desta companhia fie-* reduzida de seis
shillings para cinco hlings e qimtro
pences por palavra entre Inglaterra e Per
nambuco e vice-vorsa.
A taza d'aqui ser colectada sobre o
cambio equivalente era reis
Por ordem
Joseph Eotoe,
Gerente.
_ 3 de Agosto de 1892.
urso nnexo a Fa
culdade de Direito
De ordem do Sr. Dr. director interino
fajo publico que de 2 a 14 do corrente
esfera aberta, na secietaria deste curso, a
incripcao para os exames finaos dos estu
dantt-8 que provarem achar-se n"8 coc-
dk'(-8;s do aviso do Ministerio da Instruc-,
{3o Publica abaixo transcripto :
Capital Federal, 26 de Julho de 1892
8. 982.Aotoriso-vos a abrir no Curso
Annexo a eiaa Faculdade bancas de exa-
mes de preparatorios para aquellas ostu-
dantes aos qsaes faltarem am ou doas
exames para concluirem es mesmes pra
paratorioa.
Saude e fraternidade ^=Fernando Lobo.
Sr. director da Eaculdade de Direito do
Recife.
Secretaria do Curso Annexo a Facul-
dade de Direito do Recife, 1 de Agosto
de 1892
O secretario,
J. Telesphoro da S. Fragoso
Companhia Agrcola e Mercantil
de PernafflbBCo
Assembla geral
Nos termos dos arta. 29 31 dos esta-
tutos, sSo eonvidados os Srs. accionistas
a se reunirem em assembla geral ordina-
ria no dia 8 de Agosto prximo futuro as
11 horas da maahS no sallo da Associa-
ci5o Commercial Agriccl, afim de se pro
ceder a exame das coatas da administra-
gSo, ouvir u. citara do relatorio e perecer
fiswl e de^crcr sobre os meamos ; e em
seguida proceder-Be a eleico do conseibo
cecal, todo de conformidade com o art.
JA dos referidos estatutos.
ecife, 23 de Julho de 1892.
Manoel JoSo de Amorim,
Presidente.
Companhia de tecilos
paulista
Sao convidados os cenbores accionistas a rea-
lisar al o dia 5o itocorrente, no escriptorio pro
visorio a'ia d Bom iesus o. i, pavimeoto te'-
rpo, a quluu entrada de eapital, na rezao de 30
f'.'tt oo 60^000 por a.ci, das 11 horas do oa s
t oa larde.
Recife, 2 de ATdUo de g>9l.
Jos Antonio Sa aiva Jnior,
D.rejlor secretario.
Banco Popular
2- DIVIDENDO
Os stnhores actiooisias rao convidados a vir
receber o eeeoodo dividendo relativa ao semes-
tre fiado f m 30 de Junbo proi'mo passado, na
isiho de seie por cenio aoacco, sobre o valor
realzado da3 respectivas acc5?s.
Recife, 16 deJjlno e 189!.
Albino Narciso Mjia,
Director secretario.
Companhia de Seguro? Am-
phitrite
Os senbores ac lonistas sao convidados a re-
ceberem no escnptwio respectivo o dividendo
correspondente ao semesire terminado em 30 de
J jeho. Este pagamento so iniciar Da terca-
feira S de Agosto do corrente, das 10 horas da
maob s 3 da tarde.
QUE SE REALIZARA'
No dia 7 de Agosto de 1892
mm m
E

Slomei
I-
* e s s Pellos Vaura lid. m 9 3

Cor da veati-
mcua
Propriefarloa
i." pareo de Agosto800 metrosAnimaes de Pernambuco que nao tenham ganbo a'
15 de Julta.i de 92. Premios : 20)* ao i., 40* ao 2. e 20 ao 3.
Matapan.....
Pirahy.......
Gatuno.......
Gedelo......
Granadeiro..
Clyd........
Ve'rmoulb___
Pontable.....
Trausval, ex
Hatin......
Pedrez...
Baio.....
Tordilho.-
Katilho...
Zaino...
Rodado...
Castanho
Russo ...
Pernamb..
51
51
51
51
51
51
51
53
51
Encarnado e azul.....
Encarnado e azul....
Violeta e ouro.......
Encarnado e preto___
Verde e amarello.
Encarnado.........
Azul e amarello..
R.xo e amarello
J. Pereira.
A. A.
Goud. Fraternidade.
J. M. P.
Coud. Arrayal.
Goud. Salgado.
C. P.
M. L. Micb;.do JuDior.
J. >'. da Silva.
5-
pareoIlbetdade900 metrosAnimaes de Pernambuco que n5o tenham gacho en.dis-
tancia superior a 1.000 metros nos prados do Recife e nao tenham obtido victoria em SOO
metros nos meamos prados. Premios : 200*000 ao 1.a. 40*000 ao 2." e 20*000 ao 3.*.
l|Petropolis 2.'
2,Vmgador___
3 Regente.....
4 Mirante.....
'Patchouly...
Rodado.
Alazo......
Castanoo
Russo......
Pernamb.. 51
* 5<
51
51
* 51
Grenat e azul........
Encarnado bonet.pret
Azul ouro em lisa.....
Azul e ouro..........
Preto, Branco e ene...
Coud. 10 de Maio.
Coud. fdeJonho.
Azevedo 4 G.
Goud. Mouriscsna.
J. B. Costa.
PareoDerby Club -1.200 metrosAn'maes de Pernambuco. Premios : 250* ao Io, 50*
ao 2 e 25*000ao 3.
Piramon.....
Gorga 2.
Moema......
Petropoli?.. .
Faceira......
Tenorino 2..
o Castanho....
Rodado
Zuna.......
Alazao.......
Rodada......
Al?:8o......
Pernamb..
SI
H
51
48
H
H
Amarello e branco
Ouro e preto.........
Roso e ooro .........
Verde e amarello.....
Azul, baracoje eacarn
Grenat e ouro........
Coud. B. Vista.
P. Alexanirino.
Oliveira & C.
MdgaihSes & C
Cood. Cruzeiro.
Coud. Pelotense.
4.* Pareo-Grande Premio Pernambuco -i.200 metro?. Animaes de Pernambuco. que
nao tenbam ganbo nos
40*000 ao ierceiro.
prados do Recife. Premios : 490*000 ao i, 120* ao 2. e
Frigorfico...
Dinamarca. .
iw Yoik...
Regedor.....
Congo........
Domin.....
Pensametito.
Arcbivou. ..
America. ...
Castanho
Rodado...
Alazo...
Castanho
AIzao...
Castanho
Alazo......
Pernamb..
5)
50
50
50
f
50
50
50
50
Azul o grenat.......
Azul e tranco.......
Ouro preto e encar..
Ouro e branco......
Grenat e branco.....
Braceo e azul........
Eoc. e branco.......
Amarello e roxo.....
Azul e branco.......
Maio.
Coud. 10 de
M. C.
E. Costa.
A. Foaseca.
C. F. T. Oveira.
Ccud. Recife.
J. N. F. Gomes-
Silva & Ribeiro.
A. D.
. Pare0=Fraternidade=800 metros Animaes de Pernambuco que o tenham gacho
em 1892. Premios: 200*000 ao 1 40*000 ao 2.* e 20*000 ao terceiro.
Frontim.....
Pharizeu
Coliecior....
Vingador....
AUy.........
ijmrante.....
Russo ...
Castanho.
Russo ...
Rodado .
Cachito.. .
Pernamb..'
53
5o
55
53
51
51
Encarn. e branco....
Azul e encarnado.....
Branco e ene.
Encarn. e bonet pretc
Azul preto e ouro
F. C. R. Rfgo.
R. C.
J. J. dos S. Jnior.
Goud. i* de Junbo.
A. M. Almeld*.-.
Ainleoaro..........jCoad. Mouriscana.
G.'
pareo Grande Premio Prado Pernambucano 1609 metros Animaes de
Pernambuco. Premios: 500*000 ao primeiro, 150*000 so segundo e 50*000 ao terceiro.
Pyrilatnpo...
Sans-Souci..
Talispher....
Gyclone.....
Ida.........
Uaranguape.
Tordilho
Balo.....
Rodado...

Alazo.
Pernamb..


c
56
55
57
51
53
56
Grenat e azul........
Ouro e branco.......
Branco, azul.........
Encarnado bonet preto
Branco e encarnado..
Ene. p-etoe ouro
J. E. Ferreira.
D. A. L. de Matoj.
J. Almeida.
Coud. Fragoso.
Coud. Ida e Volta.
Dr. B. Fonc. FUno.
7.* PareoProgresso800 metros. Animaes de
maior distancia. Premios : 200*000 ao !.,
Pernambuco que nao tenbam ganho em
40*000 ao 2.o e 20*000 ao 3.*.
I pCamponez.
Galano ....
Yambo-----
Clvde.....
Pontable ..
Tal.cier
B.io.....
Tordilho..
Castanho ,
Rodado...,
Castanho .
Baio.....
Pernamb.. 53
51
a 53
* Si
> 53
> 55
Brauc. e encarn.....
Violeta e ouro.......
Enc-e bonet. preto..
Verde e amarello
Azul e encarnado.....
Amarello, e roxo
A. Santos.
Goud. Fraternidade.
Cond. 1. deJunho.
Coud. Salgado.
M. L. M. Jnior.
J. N. da Silva.
OBSERVARES
s
>
para es ar-
Os asimaes iescriptos no primeiro pareo devero achar i e no ensilbamento,
9 1|2 horas da macha.
A Directora chama a attencSo dos Srs. propietarios e jockeys
tigos 21 e seus | e o artigo 46 que sero restrictamente observado.
Os forfaits serSo recebidos at sabbado 6 do correte s 3 horas da tarde,
na Secretaria do Hippodromo. <
Em virtude da resolucSo tomfda pelas directoras do Prado Pernambucano,
Derby Club de Pernambuco e Hippodromo do Campo Grande, a dedcelo (Jo produc-
to bruto das poules vendidas, para as suas despezas, e para pagamento do imposto de
2 "0 da Idtendencia Municipal do Recife, bem como para os premios serem pagos
sem descont a'gum, ser de 15 J0.
O horario que ca occasilo for observado para encerrameuto de venda de pon
les ser restrictamente cumpridu.
Secretara do Hippodromo do Campo Grande, 3 de agosto de 1892.

O secretario,
Augusto Silva.
M
Emprestimo emittido pela
Companhia Promotora de industrias e Meihoramenlos
0 3 sorteio ter lugar b 30 de Setembro de 1892. sendo o maior premio de
Rs. 2j:COC(5!CCO.
Alem dos da reis 2:000,5000, l:COO0OOOf 500,5000, 200,5000, 1000000, 5O0OCQ,
40,5000 e 25^000.
Prego de ca la obrigacao 20#000

Roga se aos Srs. possudoreB de obrigasBes a virem receb3r oa premios do te
gundo sorteio effectuado a 30 de Juaho ultimo, bem como os juros vencidos do pri-
meiro e segundo trimestre no escriptorio da Companhia a ra do Torris.
1. aadar.
Acham-se eitas obrigacSes veoda nos seguintes estabelecimentos :Banco
popular, ra do Imperador n. 22Em casa dos Sra. Martina Fiusa & C, roa
Crespo d. 23.
do



\



*?#
Diario de Pernambuco Domingo 7 de Agosto de 1892
Companhia exploradora de
producios calcreos
Assembla geral
Convida se sos senhores accionista.* a ae reu-
rtrem em assembla geral ordinaria no da 18
$t rorrete, as 11 horas da manba, do escripto-
o da companhia, caes de Apollo n. 73, para ve-
"cac,o>8 de cocas, leitora do relatono, parecer
al, e procter se a eleJo dos roembros do
jse ho fiscal.
Recite, 2 de Agosto de 1891.
Cirdoo Ayres,
Serondo de tecretario.
U
Pernambuco Pawder
Factory
Ma s le do Banco da Bolsa tiear aberta do-
nte o da 8 do correte, das 10 s 4 da tarde,
a subscripto publica do capital da sociedade
anonyma Pernambuco P vrd.r Pacto y de accor
4o com 03 esta alose prospectos puolicados pela
topKOM.
Recie, 6 de Agosto de 1892.
P, j. Pinto,
Direcor gerenta.
" rwti
HARAMOS
Onmpanhi Prs3aiulmeaa de
i narega^o
Esta companhia aiauiai a segointes linbas
alares de navegaco:
or. lo nos portes da Parabiba,
Maco, B"6o Arrcaty e Fortaleza, partindo
deste porto um pagete a 11 e 26 d cada niei
Sul, m escala pelos portos de Hacei, Penlf
do AraOjfl, Estancia e Babiu sabindo desle^
porto a 14 e 39 de cada mez
Frutando de NoronKa. partida no meado do
n
Rio Formoso e Tamandare, sabida a 28;
Rio de Janeiro, (directamente) parte o paquete
4e 25 a 30 to mez.
io Grande da Sul, (viagem directa) sabe de
J, a ) do mex.
To os o paquetes sao novos tem excelleoie
acc imcdaces para passageircs e para carga
pso presos sao muito reducidos
Os passageiros eocontram, apar do bom Ira-
tameoto, todo o conforto desejavel a bordo ed
om paquete.
Os p;.qu-.'tea que faz Janeiro, alm de terem todo o que se enecntram
nos paque'.as modernos, accresce que fax a via-
gem em qutro dias e o proco de passagens a
1 classe c 60*000.
0 paqsttt empregado na viagem para o Rio
trande do Sul rnente para carga, e tem o
iialado adequado a entrar do porto daquelle Es-
tado erx qualqoer occasiio.
Recbese engajamento re carga por quanti-.
ade fixa para todas as viagens.
> Outrcsia, a c,mpaohia expedir paquetes ex-
traordinarios desde que naja carga para o enga-
jameoto completo de um paqoate.
Escriptorio da Companhia Pernambocana
PaiTiai IMili
STKAITSOFMAGELLAN LTNE
O paquete Iberia
E' esperado dos
portos do sul at
da d9Agosto
- segurado deprjsila irdinoensavcl demora para
Liverpool com escala por
Lisboa, Bordeaos e Plymoui
Para carga, passageircs, encommendas e di-
oeiro 3 frae : 'rata-secom os
AGENTES
Mfiboa, Soas t, Limited
10-RA DO noaiMERCIO10
TlM
United State? and Bra-
1 S. S, G.
Vapor inglez llegina
E" esperado de New Y. rk at o
dia i o je Agosto seguwido de-
-pois da demora do cosume
'iar3
lia. Rio de Janeiro e S n os
Para carga, passagens, eruommendase di-
abeiro a Trate trata-se com os AGENTES.
O vapor Vigilancia
Ba
E' esperado dos portes do
sul at o dia 15 de Agos
to seguindo denois da de-
mora indispensavel para o
irauhao, Para, Barbados, .
Tbomaz e .\ewlork
Para carga, passagens, encommenaas e di
Dfceiro a rete : trata se com os
AGENTES
Henry Forster &"C.
8Rna do Commereio8
l8 andar
O VAPOR INGLEZ
Lisbonense

Recebe carta a baldear no Rio de Janeiro
jara Santos, Canana, Iguape, Paranagu, An
;oaiDa, S. Francisco, Itajahy, Santa Catharina
(Ue Grande, Pelotas e'Porto Alegre.
As encommendas serao recebidas at 1 hora
la tarde di da da sabida, no trapicho Barbosa
ao largo do Corpo Santo n 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a su attenca
jara a clausula 10* dos conhecimeatos, que
No caso de haver alguma reclamaco contra
;ompannia, por avara cu perda, deve ser fet
jotescripto ao agente respectivo do porto d
l=jtarga, rtenro d# tra ds depois de ficali-
i-ida.
Nao procedendo esta form?lidade a compacto
lea 3enta de toda a responsabidade.
Para passagens, frotes e er;commecd3 trs
-se com os
AGENTES
Pererra CarneroSc C.
SmmUua do OommxrciO"=6
1 o -.inflar
Paclsi UH-
riil liil Seam
O raporThames
Capillo G. M. Hicks
da
de-
E' esperado da Europa no
11 de Agosto seguindo
'pois da indispensavel demora
para a
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue
not-Ayre
Para carga, encommendas, passagens e di-
abeiro afrete trata-s com os AGENTES.
O vapor Magdalena
Commandante H- O. Rigaud
E' esperado dos portos do sul
at odia 1S da Agesto de 1892
seguindo depois da necessaria
demora para
9. Tcente, Lisboa. VJgo e Sou-
1-saeu' :'-.'
^
Meduc$ao de passagens
Va liatvoU-
i' Lisboa 1 ciasso W #10
k.' Soutuampion Ia claaf e 38 ii
Camarotes reservados para os passageiros d
Psruambuco.
Para passagens, frates, eceommendas, trata-w
:oa os
AGENTES
imoriiB Irmos & C.
N.3B-m do Bon. JefasN. 3
mmi Marii
LINHA MENSAL
O paquete Congo
E' esperado da Europa at
o dia
9 de Agosto de IS92
seguindo depois da indispensavel demora para a
Baha, Rio de Jausu-o, Montevideo e
Buenos Ayres
Ste vapor
leetrlea.
llIumln!o A las
Previne-sp ainda aos Srs. recebedores de mer-
;adorias que se attender a reclamages por
'al ae, que lorem reconhecidas na oxasio ds
tescarga dos volumes ; e que dentro de 48 no-
-as a contar do dia da descarga das aivarengas,
'everao fazer quulquer reclamacSo concernca-
tes a volume3que porventura tenham seguido
o ra os portos do sal, aliru de serem dadas a
empo as providencias necessarias.
Roga-ee aos Srs. passageirtis de se apresenta-
em na vespera da chegada do vapor para loma-
em as soas passagens.
Para carga, pas i.:iro a "te: irata-w com os
AGENTES
H. Bnrle & C.
42Bita da Gommercio41
Cnnaii Peraamtiacsiia De 1-
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mauor, Araea-
ty e Cear
paquete Una
O
E' esperado de New-York
al Jo dia de Agosto se
. guiado depois ca indis
pensavel demora para o
Para e New- York
Recebe carga a frete mjdico tratar com os
Consignatarios
Jfthnston Pater & C.
Ra do Commereio n. 15
Commandante Monteiro
Seguir para os
portos cima in
cades no dia 1
do Aposto s S
BOifta ia-iMde.
Recebe carga, encommendas, passagens e di-
sheiroe a Irete at s 2 horas da tarde do da
4 de Agosto.
ESCRIPTORIO
Ao caen da Companhia Pernambucana
n. 12
Lloyd Brasiieiro
Secco de oaregacao
DA
EMPREZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZIL
PORTOS DO SUL
O paquete
Pernambuco
Commandante Roberto Ripper
E' esperado dos
portos do sol p. t
dia 11 de Agos
|to cyuir.do de-
depois da demo
ra cecesrria para
Parahyba, Natal, Cear, MaranhSo, Pari
Obidos e Manaos
As encommendas serao recebidas at 1 hora
lo Urde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
ao Un'? do Corpo Saato n. 11.
Para passagens, fretei e encommendas trata-se
oem OJ AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O paquete
Espirito-Santo
Cemmandante Florindo F. Diaa
E' efperadodos
portos do norte
do da l a do cor
rfnte. eegnindo
depois da demo-
ra i:ecsaria para
aeoif). Baha,
Espirito-Siito
Janeiro
e Rio d
Leilo
De nm ca vallo castanho andadorf|8elim e cabe-
cadas.
~i :bjeas de copiar, 1 candieiro de suspencSo,
nda-feira, 8 do comente
Agente Pinto
No armasem da ra do Bom Jess n.'45
A 1 hora da tarde
De mo\eis,cervojae Yinhos
CONSTANDO:
De 1 armaco, balco com pedra, lite iros e
armarios envidracados, carteiras, mochos, mesas
com pedra, 1 reloglo de parede, gaiolas para
garrafas.
Cerveja em barris, vinhos de differentes qua-
lidades e licores.
Urna geladeira, 1 tanque de ferro, garrafas
com vinhos e ditas vasias, grades para escorrer
garrafas, siihOes e sellios novos, gneros e mals
objt-ctos existentes noi
Armasens da ra do Bom Jess ns. 33
96
Segunda-feira, 8 do corrente
A's O 1/* lloras em p- ato
0 agente Pinto levara a leilio, por mandado e
em presenta do llm. Sr. Dr. juiz de direito es
pecial doQommercio e a iequerimento de Ernes-
to Demetrio da Costa Amorim, os movis merca-
dorias e mais objectos existentes no estabeleci-
mento de gneros para fornecimenio de navios
de Charles Piuym & C, roa do Bom Jess ns.
33 e 35, em differentes lotes.
No
Leilo
Ro Grande do Norte
SEGUNDA FEIRA, 8 DO CORRENTE
Ter lugar no da 8 do correte na porta da
Alfandega ta cidade do Natal, um grande leilo
constante do carregamento de maderas de pinho
de Riga, em pranchOes de 30 a SO palmos de
compnmento e 4 pollegadas de grossora.
Convida-se os con*urdidores para a concur-
rencia.
Agente Burlamaqui
Leilo
SEGUNDA FEIRA, 8-DO CORRENTE
Ao meio dia
Ao bordo do navio D. Pedro, abandonado por
seu capito B. Scblmider.
O agente cima, por mandado e aesistencia do
Exm. Sr. Dr. juiz seccional, vender em leilo o
navio D. Pedro, com todos os seus pertences,
abandonado qor seu capito B. Scbimider, em
razo das avarias que solTrera em viagem : os
concu'rentes tero transportes gratis. O navio
est tandeado em frente a casa de banhos.
Leilo
De um importante escaler oom todos os
seuc perten.es e urna garrota-tourina
Segmda-fdra, 8 do corrente
A's 11 horas
Na praga do Commereio (Lingueta)
POR INTERVENgO DO'AGENTE
. Gusmao
Criado
Preci-a-ce de nm
para casa de familia
numero 37.
criado de 1S 14 annos,
a tratar na ra Formosa
Corridas de touros
Caegou aqui a esta cidade o Br. Ramrez,
maestro de corrida de teuroe, a cau-i mais es
plendida e nuil bonita qae se pode ver, coxo
tem j i corrido toda Europa e America, e termina
dar urna corrida d toures, sendo os touros mais
brabos que posea haver.
Sementes novas de flores e
hortalizas
Vendem Gomes & Vianna, ra Duque de
Caxiasn. 80 L.
Potin
est a chegar.
Compra de sitio
Comprase at tres on quatro contos de ris,
urna casa para pequea familia; com sitio gran-
de, junto de rio ou cambda, e perto de linda de
bond ou trem, tambem se permuta, dando urna
na praia dos Milagres, propria para banbos sal
gados, em ptimo i o ato e cem parada de trem
na porta ; a tratar na roa da Madre de Deus nu-
mero 10.__________________________________
Aluga-se
PafSigem da Magdalena
Urna excelleote casa, com agua e gas encana-
dos, banheiro, baisa de capim, bond na parla,
tnitin.o Pacheco Dlaa Torre*
Antonio Guedes Valente, Jco Fernandes de
Atmeida, Joio Alves r*e Freitas, Amonio Ba.tha
sar Alves de Freitas. Manoel Ribeiro de Carva-
Iho Jnior, Paulo Jof lves, Fehspe Lopes Net-
to, Albertj Dias Fernandes, Jote Joaquim Dias
Fernandes, Joo Fernandes Ferreira e Antonio
Domiogues de Lima, amigos paiticulares de An-
tonio Pa-beco Das Torres, fallecido em Lisboa a 9
de Juiho prosimo fineta, convidara os seus ami-
gos, bem como os parantes e araig s do finado,
assistirem aos raffralfioi que por alma do dito
A mais i manteiga ingleza para a mesa, uoado ?3ra celebrai'cs na ig^eja oo Paraizo,
terga feira 9 do andante, s 8 horas da mana,
trigsimo dia do seo passanumo, hipothec.ndo
osen mui sincero reconheomento quelles que
se dignarem df attwnilt-r ao presente. conTite.
norto de desembarque no fundo para o no, ajar- a-maim de Santo Antonio, trigsimo diado seo
diado, algomas froctetras, com capacidade para
accommodojlo de urna grande familia, sita dita
casa ra de Bemfica n. 1, junto a poate gran-
de ; a tratar na pbarmacia Conceijo, junto ao
arco da ConceicSo.__________________________
Aluga-se
Urna casa com agna e gaz encanados, com ca-
pacidade para accommodat&o de grande familia,
com um excedente sitio de arvores freculeras,
bom jardim e viveiro de peixe, junto ao trilho
dos bonds, completamente cercado por um muro,
sltaao largo da igreja de Sinto Amaro n. i ; a
tratar na pbarmacia Conceigo, junto ao arco da
Conceico. _______
Alugam-se
as seguintes casas
Ra do Capito Antonio de L'raa n. 20, con: 3
quartos e 2 salas.
Ra da Fuoaigo n. 10, com bastantes commo
dos e com agua.
Ra do Capito Antonio de Lima n. 16, cox
commodos para grande familia.
A.tratar na ra Mrquez de Olinda n. 8, litho-
grapbia.___________________
Engommadeira
Precisase de urna para lavar, engommar, e
mafs aigum servifo, para casa de pequea fami-
lia ; na roa de Fernanes Vleira a. 89._________
2
Agente Hlveira
leilo definitivo
DB
Agosto
rapMa PenediiiM flo Na
PORTOS DO NORTE
Cear, Camossim e Para
O paquete Goyanna
Commandante Pinto
Segu no da 18 ds Agos-
to s 4 horas da tarde
para os portos cima indi-
cados.
Rectbe carga, encommendas passagens e di-
nbeiro a frete at s 8 hora- da tarde do dia da
partida.
ESCRrPTORIO
Ao Cae da Companhia Penuabnaucan
\ n. 12_____________
lariflir lie o sin
Rio de Janeiro e Saato
O vapor Capua
ET esperado de
Ntw York at o
dia I o de Agosto
seguindo depois
da demora necessaria para os portos cima indi-
cados.
Para carga e encommendas trata-se eom os
CONSIGNATARIOS
Jonhston Pater & C.
Ra do Commereio n. 15
.EILOES
Segunda-feira 8 deve ter logar o teilao de vi-
nhos, cerveja. gneros, e movis de Schipchan
dlers da ra do Bom Jess n. 33 e 35, cen como
nm ca vallo andader a dois cofres.
Terja-feira, 9 de
AS 11 HORA
A' ra do Imperador n. 39
O agente Silveira, por mandado e com assis-
lu ia do Exm. Sr. Dr. juiz da fazenda do Es
tadj, a requerimento a inventarame dos bens
de Manoel Gomes dos Pasaos levar a leilo :
Urna casa mai'aKUi n. f ra* des Girara-
pes.
Urna dita mesraa ra n. 7.
Urna dita ra do Areal o. 4.
Urna u tu meema ra n. 10.
Urna rae de pescar com 90 bracas de compri-
mento.
Urna dita com 16 bracas de comprimento.
Lela.
Vivara o? norvos I
COSTUMES
o t. S fc
de Casaca r b CP
de Crcis I 2 1 1
de Fraik s i z
de Paletot H m - o
e debrins 1 en - 3
B C*3
Antonio Prhffo Diao Torreo
Antoaij AUes da Cuoha, toa mulber, Maris
Gocalves da Cunha. oompa'ires amigos de Ao
tomo Pacheco Das Torres, fallecido em Lisboa
em 9 de Julho rindo, convidam aos seos amigos
e ollegas, bem como do finado, assistirem as
missas que por s.a alma mandam celebrar se-
gunda feira 8 do correLte, pelas 7 horas do dia,
fallecimenlo e confessam se gratos quelles
quecumparecerem a es'.e a(to lie rellgio e ca
ridade.
E'n.nla aospph'PS nue rrmpa-pcm amissa.
Antonio Bbetro de CaatrO
UaDbeliua de Basios Castro agradece do intimo
de su* alma a todas as pessoas que se dignaram
aeompanoar i ultima morada o-- restos moriaea
de seu infeliz esposo, Antonio Ribeiro de Castro
e de novo convida a todo' o? Eeus prenles e
amigos para afsistirfm ar, misas qoe manda
rezar na igreja de N. S. do Tere no da 9, pelas
7 boras da manh, po' sea eterna descanco, con-
fesando-se desde j grata a todas a3 pesroas
que se dignareni assistir a este acto de religio
e fa'Harie. _________
Antonio Pacfceco Da Torreo
A soci*d:.d : Uco Ou.ro. riial Bent fi.-ente dos
Mercielros manda reiar urna missa p?io repouso
eterno de seu dientesimo e prcstavcl consocio
Attonio Pacheco Das Torres, fallecido emL's"
Doa em 9 de Julko prximo piteado, para a qual
convida a todos os memi.ro.-- da cssociago, pa
rentes e amigos do finado, & 7 uora3 na manb
do dia 9 de Agosto, trigsimo io seu passamen-
tn. na mntrix dt> Santo Antonio.
Kerosene lnexplosi el
Foits$a Irmos
Hafoira 1$ pinho
Em ripas e barrote?, pre-
ces sem competencia ven-
de-se na ra Duque de Ca-
xias n. 68.
Criado
Precisa se de nm criado ; na leja das Estrel-
las, rna Duque de Casias n. 36,
Criado
Precita fe de um criado que d crntieciment
de conducta ; na ra de S Joo n. 17, fabrica.
P 0. dara
Vende-ee urna pnriarla e a proprieriade no fl-
recente povoado d Jaqurira. ponto de partida
do ramal da Imperatris ; a U-Aut r\ rresma.
Moedas brasileiras
Compra-se de 500 rs., 1*000, 2*000 no centro
da moeti?. na ra 1o Cabng n. 9, toja da A.Q
gusto do Reg.
Sem entes novas
Ferreira GuimarSes & C. acabam de recebeu
da Europa um variadissimo sortimento de se
mentes de (loros e hortaiiQ.s, que eslo venden-
do por presos amito commodos
Ra Duqu-r de Caxias n. 86
Luja uo Cuboclo.
"SIISBTB TAlim
r/articip^m que j receberam
CAL NOVA DE LISBOA
4 e 6largo do Corpo Ssnto4 e 6
Patscoes
Compra-Be de todas as narres; na roa do Ca-
bng n. 9. loja de Augusto do Reg.
t
Antonio Parhef nina Torreo
A junia aJmioiitr.uva 'io Hospital Pcrtugoez
manda celebrar urna m ssa na capella do bos;>i
tal. no da 9 do crreme, s 7 horas da manh.
trigsimo dia do pasaani^nio do prrstimoso con-
socio Antonio Pacheco Pas Torres, e rara este
acto convida os prenles e amigos do mesmo h-
nao e bem as3ira 03 socio do hospital.
Recife, 5 de Agosto ae 189*.
Augusto G. Fernandes,
2- secretario.
Taverna

De 1
mo
Agente Brillo
piano, 1 espelho oval diversos
veis
O agente cima utorlsado por urna familia que
muda de residencia vender os objecto3 abaixo.
Terfa-feira, 9 do corrente
Urna mobililia de Jacaranda, 1 dita depsu car-
ga, 1/1 dita de amarillo. 1 cama francesa, 1 toi-
lette, 1 bid;, 2 commodas, 1 guarda vUtidos, 2
(ubides, 2 marquezOes, 4 jarros, 21aoternas com
mangas, 1 mesa elstica, t apparadores, 1 guar-
da tosca, 10 caderas de junco, 1 marquesa, 2
laucas com ponta, 1 celxo, 4 etageres, 1 espe-
lho grande, 2 candieiros para gazloccas para al-
moco ejantar, 1 mesae trena de cosinbaeoctros^
muitos objectos.
Na roa da Imperatris n. 4 1 andar
A's 11 horas
..
Agente Pestaa
Leilo
Da expeliente casa terrea com a frente di azu-
lejo, quintal grande, ajardinado, com bOa cacim
ba. porto, eaideada em terreno proprio, livre e
deaembaracada de qnaiquer onus, sita roa Im-
perial n. 108-
Terca-feira, 9 do corrente
Ao meio da em ponto
No armatem travessa do Corpo Saito n. 27.
O agente Pestaa, vender a casa terrea cima
mencionada, com 2 salas, 1 saleta, 4 qoarto-t,
bdi cosioha, quintal grande com puno e excel-
lente cacimba com agua potavel.
AVISOS DIVERSOS
Compram se aigumas apolices da divida
publica geral; a tratar na Thesouraria de Fa-
zenda com L. M. R. Val enea.
Vendem se os dous sobrados ns 1 e 3
ra do C- es que segu da Casa da Deter:c&o ao
gazometro, onde esto situados, teem commodrs
para grande familia, quintal grande com sapo-
tisejros, lugar destinado a ter grande valor, logo
que se reallse o projecto de nma ponte da Boa
Vista S Jos, moito proprio pan qoalqoer
estabelecimeoto fabril ou outro qualquer, do3
que nao po^em ser conservados no centro da
cidade. Vendem-?e ambos ou separadamente :
a tratar com L. M. R. Valenca, na Thesouraria
do Fazenda.
Aluga se uu.a casa na Varzea ble 30 de
Novembro do corrente auno, a tratar na taverna
n. 6, praga Conde d'Eu.
Vende se o predio silo roa velha de San-
ta Rita n. 75 ; a tra'a- no pateo do Collegio nu-
mero 4.
Caxeiro
Preeisa-se de um caxeiro com praliea de mo
Ibados, de 14 15 ancos ; a tratar ua ra Mar
quez do H>rval n. 168. _______^_
Traspassa se
" Com oo sem mercadoria a bem conber-da casa
de miudezas denominada Ezausico Vulversal,
dispondo de excellenles armat.es de amareHo,
envidracadss, 1 dita ingleza, cofre Milners, pa-
tente, vidrajas para amostra, balcOes, carteira,
prensa de copiar e muitos outros utenrilios ; a
tratar na mesma casa ra Barao da Victoria n.
17; garante-se o arrendamento
Vndese urna taverna em boa localidade e
com poucos fondos, propria para principiante i
a t ata rna ra Direita de Afogados o. 96.
Criado
Precisa se de um criado ;
Suassuna n-282,1- andar'
na ra do Coronel
Tanoeiro e operarios
Ni fabrica de vinhos e lioores de cajtl, doces e
conservae ra da 4urora o. 111, precisa se de
om lonoeiro tffeciivo, serventes e operarios que
saibam 1er. _________________^_______
Modista
Na raa do Cabug n. 7. 1- andar, prepara-se
toilette para seoboras, de baile, passeio e casa-
menioe, pcecos razoaveis.____________________
Engenho Capim- A.ss
O rendeiro deste engenho avisa a qoem inte
ressar possa, que as bemfeitOrias nelle existen-
te, como bem as casas de telhas de lavradores.
todas as formas de bour astuear, a destibeo
toda, todaaas taixas do assenlamenlo de coser
aseucar, um vipor, moeta, parol de ferro, bica
de cobre e a estribarla que exia'e sao Ihe per-
tencentes, para evitar divida, j que ee trata de
vender dito ergenho previne a quem quer que o
possa comprar, que tem de ser udemoisado das
referidas bemfeitorias. Ootrosim, que o enge-
nho f lem a haver vinle carros de sement de
canoa, inclusive os lavradrves.
Engenho Capim A, 20 de Julho de 1892.
Farinha barata
Vende se no largo
rs. a cnia, em saceos
kilos.
do mercado n. 12, a 40
brancos a 5800 com 42
Ohegaram para a Iq-
depen4cncia
83Rna Dnqnc de Casias88
Voiles americanos
A 400 e 500 rs. o nutro
Lindos desechos em (dr creme
Do-se amostras mediante peohor.
Vleadoc^a, Pr'mo fy C.
Alnga-se
O grande sobrado da ra Capito Antonio de
Lima n. 30, onde fui o escriptorio da Es'rada
pe Ferro Sal di I'ernan b,co, com commodos
para grande familia, com agua e gaz ; a tratar
na ra Karqcz de Olinda n. 8, lithographia.
Fabrica de gelo
igeas e limonadas gasosis (i
tedas as palidades
Soda water, ginger, ale, limo, laranja, con
fao, abacaxis, granadina, grosellas, franboiaw i
unilha, bortel-pimenta. etc.. etc.
i-ACAES DO CPIBARIBE-12-A
Refioacao
Vende se a refinagao da roa do Condo da Boa
Vitta d. 26 (Caminho Novo) ; a tratar na ra do
Viscoode de Albuquerque, cu ra da Matrri ti-
26,1- andar.

Ama
Precisa se com urgencia de urna ama que co
sinhe bem, para casa'de familia Je Ires pessoas:
na ra do Impe-ydor n. 81, loja. ____________
Ateas
Precisase de duaa amas, urna para meninos e
outra para costnbar, rt. raiid em casa dos pa-
troes ; a tratar no pateo do Livramento n. 1,
obrado
Ama
Precisa-fe de urna ama para casa de pouca
familia, para coiionar 6 fszer mus alguns ser-
vitos ; a tratar na ra &.: Imperatriz r. 5, loja.
Ama cosjnheira 3
No silio o. da estrada le Jeto Fernandes
Vieira ee precisa de nma cosinheira, pagase
bem. ______
Ama
Precisa-se de uroa aira para cos bar tm caaa
de familia ; no pateo do Terco n. l, pharmacia
Minerva.
Ama
Precisase de nma ama para cosinhar e com
prar, que durma em rasa ; a tratar na pz-arma'
cia americana ra Duque de Casias n, 57.
Ama
Precisa-se ce orna ama para cesintur e mais
ervi;os de casa de familia, que durma em casa
dos patres ; a tratar na roa larga do Rosario n.
9, relojoaria. __________^_________
Ama
Na ra Baro da Victoria n.6. precisa-te de
urna ama para comprar, cosinhar e tomar conta
de urna casa de bomem solteiro.
Ama
Precisa se de urna sma para todo servico de
casa de dozs pessoas, qoe durma em casa dos
patrOes; roa 7 i'e Seiembra n. 18.
\ma
i
Precisa ?c de urna ama para cosinhar e com-
prar ; na ra do Baro da Vi-toria n. 40, segun-
do andar
A (ViA
Precisa se de urna ama de meia idade para o
servido interno de nma easa de familia ; no Ar-
rala!, estsco da casa AmarUa, sitio da ladeira
dos Modo?.
Bilhar
Vende-se um excelleote tilbar francez, de ja-
caranda, marcador mecnico, qoasi novo, com
todos seus pertences roa do Conde da Boa Vis-
ta n. 45, jorro as ofdoa?.
Alambique
Vende se ora alambique de cobre. WTabri-
cante Derozn. que destilla 160 caadas diaria :
a tratar no cae., da Companhia Perncmfl.i(ana n
4, armazem de aguarden^.
Criado
Precifa-se ds uu criado pira serviji de casa
de familia, sendo menotde lianncs prefere-se;
a tratar na ra do Alecr m n. 22.
Moedas de prata
Compran:,-se pataroes emeedrs del0'6e
509 rs. ; no armazem de movis, rea Baro da
YictNia 0. bi.
S HA5EQU85 DE kUU
M liii in Litias zies
Vende-se
A' Ra Duque de C ;:ia
n. 61
i
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1
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i
i
->
4
ApprOTado pel IHttrada anta ds |>X

Hygene Pnlica da Corte.
Auctorisado por Decreto Imperial
de 2o de Junho de 1883.
COMPOSICO
de
Frmino Candido de Figueiredo.
Emprega4o com a piaior efficacia no
rheumatsmo de qualquer naturea,
em toda* as molestiasda f".'u as U,
leucorrhi'aJ ou flores branca:, nos II
soffrimentos occasiona do sangue, t finalmente nns iliftereiiles
fjmas da syphi'.is.
Dse Nos primeiros eU dias um.
eolher das de cha peta manha e outra
noite, puramente ou diluida em agua'
e m seguida mud.ir-se-ha para colie-
res das de sopa para os adultos e me-
tade para as enancas.
Rgimen Os doentes devem ab-
ster-se r.pcnas do aumento acido e gor- y
duroso; devem usar dos boahos frios ou J^_
momos, segundo o estado dn molestia.
DEPOSITO CSNT2AL
Francisco Manoel da Silra & C.
torognlsta
23 Ba Mrquez de Olinda
Pernambuco
NAO BA
MAIS
ASTHMA
Oppressdot Catarro, com
Obtove as mais alta$ compensa. -
Dc^oail* em todas n PlianrariBa.
Acudam 11
A LOJA DO POVO
Vende
Cortes de vestidos borda;-' s, de ina,
Zephiro, e et-.mine, claro e escuroi, pr
20O00.
Cortes de vestido\de cretona gutrne*-
do, com 10 metroi a 450.
Jerseys para ca-acos de seuhora roo-
pas para creanga.
L5 pur. a, 6(5000 o cevado.
Etamices para rooaquiteiro e ccrticadM
eom 3 1[2 palmos c.& largt:ra a 200 ca-
vado.


-
.


- -
V


PS
ario de Pernambuco Domingo 7 de Agosto de 1892
Os PRODUCTOS da
iifini
11, ;rX.c;o ae 1m Aladelelne ? PARS
iiatioexmen % 207, ra da Saic-foaor.
* ORUA-OIL ESS. ORIZA ORIZA LACT CRME ORIZA
03IZ&VELOUT RiZA TNICA ORIZALiNE SAEO ORIZA
DEVEM 0 SEU GRANDb XITO BEM COMO 0 FAVOR DO PUBLICO;
1* Ao cuidado perfeitc com que estSo sendo fabricados.
2* A' sua qualidade inaltoravel e suavidade do seu perfum.
AS, COMO SE FAZ CONTRAFACCE3 OESTES PRODUCTOS ORIZA
com intuito r* vrer assim a custa de fama de que gozam,
pomos* da sobreavisc os fregueses no im que se nao deixesi engaar.
OS VERDADEiRRS PRODUCTOS jE VENDEN EM TODAS AS BOAS CAZAS QE PERFUMARA E DROGARA
Manda-sePars C&^logo illustrado frajicof -norte-.
ANTISPTICO ANTIEPIDEMICO
ABAO B. BAI
s
2S-'.} X7aado noa Boapltaai
^ajaafjr 1 fe d'eile SABAO equirtlt a iS" SO de ACIDO PHENICO
Multo apreciado pelocorpo medico, este sabao de tollelte, cuja base o Sf apbtal Corleado, lndls-
pensavel contra os pe igos das molestias coiitanfosasouepiaciiilcas.te/iqua/ framtureid'eiiai. Cura
apidaiuenic as Impigens, Rubores, Vermelhidaes.Eczmas.eto, assim como a* comixOea da cabeca.
K'uj timo para os cuidados ntimos da toile. te. contra as f Inores trascas e os Fluaade ijualquer natureza.
PARS ? 34, rae ffAmsemam, eain & fotjp.itier, 34, ros d'Amsierflam PARS
Dspoaitos ix Ptrnamlivco : Txtut" M. da Silva ACiiu prinoipar t phumwo
'"sTiOH VIOLET AIN a C"
Msl i VIOLBT FRRES
Sim TU.UIB (X>3rrjQ.eakit-Orl*iataiaa) VRAJsTC/A.
Casa mica para
O BYRRH
ca ?inho! Malifa
O BYRRH ama ebida cujas virtudes tnica* tornea-te
escudado assignalar.
Compsto com vinbos velos de Hespanha ezcepcionailmente
generosos, postes em contacto com substancias amargas .indiciosa-
mente escolladas, este Vinbo contem todos os principios das mesmas
e nao texn ao estomago aquella aeco corrosiva do alcool que cocs-
titue a base da maior parte das especialidades offerecidas ao publico.
E', ao resino tempo, muito suberoso e absolutamente irrepre-
hensivel ao ponto de vista higinico.
0 BYBXtH pode ser tomado a qualquer hora, sei.fc ovn !"
dose de um cauce de Vinho do Porto, como tnico; mtaiu.'iti,
com agua, rum copo grande, como bebida refrigerante.
EXPOSICAO UNIVERSAL Dfi PARS IB88 ------------------
KaiDAIiH A1 de OTJJR.O (o mala alta, reoompsnaa oozxoadlda}
Tsadaaa lie l>erttam basca u
* mi 11111
1 dt riil- JL d S.TA t iiu principad na
iaBaaaaaBBaBs*a.issasasaaaaa\^u*aBBl
1
A ELI.'.1PT0L ABSOLITO IUDOFPSaO-CREOSUTADO
MEDICAMENTO SE10 RIVAL PARA A CURA DAS
hTOSSES PERSISTANTES BRONCHITES CATARRHOS
LARYNGITES DOENCAS DO PEITO
Exigir as verdad.-iras CAPSULAR COflNET levando na etiqueta a asignatura do Inventor
Grageas De^^ere
.'. vprovac'.m pola Inapaatoria da Sygiana So Sraasli.
CASCARA SAGRADA
Vardadmiro Ramadio
a Priaio da Vactra ttMbltuu.
OORETQ-FERRO CASCARA
O mate activo dos aWWwaaajajaaa
Tfio prodminda a AT*rltp da "Vtmirm.
asesto cera!: PHARkU&IA 6. OESUZIE. ?, v*m to mm. 3i.*
aa Raaaaja i na0 ta. mk.V*\ l **
CAPSULAS AZYMAS E. GORll
PBEVU^EaiADO S. C3-. X>. O.
OBREIAS
Lacre
TINTAS PRETAS
DE COaXS ruTilMMsiB*sMWMoecamtitoisolldoi 1:;u: r. n .- ir-- U*eao: Oleoi FIado B.-calhao Oleo d( Ricino,
~clla ujmamtFno Balaamo de Copahlba, Otiatoa Alcatrio, etc.
TODOS OS MEDICAMt"Tro8 EM PO
E. OOKT.zir .rila,M, ru di Tiajli, m i'arit.- la H-ammbuao l nta-ac. ta sllTi A
aaaaaaQoaoaaBBooooooaaaaaaaeaaaaO
HOSTIA.
rae* 4Ma.oa J
/Mra ."tirana
Hostras
ParaC
waotaoetat aaaai
????
GOTTA
RHEUMATISMOS
Especifico provado da GOTTA e dos RHEUMATISMOS, acalma as dores as
mais fortes. Accao prompta e certa em todos os periodos do accesso.
VENDA POR
r. COMAR t Filho. 28. Ru Salnt-CUnde, FAIUI.
MIUDO EM TODAS AS PHARMACI!
E DROGARAS
?
?
?
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordenas de
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecim a laude das constitucoes delicadas, e sao d'um valor ncrivel para todxs as enfermidades peculiares
ao sexo femmino exn todas as edades. Para oi meninos assim como tambem para as pessoas de idade avancada
a sua efficacia e incontestaveL
Essas meJicinas silo preparadas dmente no Estabelecimento do Professor HollowaT,
T8, 1EW OXFORD 8T&EET (antea 533, Oxford Street), LONDRES,
E vndenle cm toda? as pharmacias do universo.
if" Os c" .-a;nrs 533, Oxford Street, ao talsicacoes.

/.
i
uTaniiari
i a BiTba.Bastaum a6
vldn) serc preparac&o e
Sal lavagem.
para dar aos r*aballa
branooa aua cor pra'.UTi
FtXOiIOI., ra Lafayatta, 33, *>Hi
a a.-M fra' M. ata til VA a> O
LE QUINA RAGOCY
RDa axcallantaa roaultadoa
ad> todoa oa oaaoa da KMM OEBEUD10C
go QUINA RAGOUCYl
W AWMM t*p4tm*nt4 M WORQA.B
^ M% mm NaaTPHM ti MK1 ^y11: **, U. lafcaaHUaa. a rafa.
Celebres Remedios Le Roy
dkiii) it la p^icio roliai rt ua nwr
r AS VERAt'IRAS \
PILULAS LE ROY
Popultretem FRANQA, na HESPAMHA, na AMRICA.
no BRAZIL ontfa lio
lutorlttdat pe/a Junta de Hfgltn.
FIASCO! ................ 1/4 FRASCO!
Essas Pilulas dfto toda a facilidade de se tratar so, por
preco barato, e de se curar em pouco tempo.Ellas expulsis
rpidamente os humores, bilis, humores riscosos viciadaa -
que oonserram as molestias; ellas puriScam o sangos
e impedem as recahldas.
EmpieL-am-ae -
oootra a Prim&a ss> rentre, liitharrho,
i'l'i, lilvttiiuiti^iii". t'tilta de
apprtitr. Tumore*,t'lceran,Febre,
MnhstiiiKiiii f i/'i'i'n, Implaena,
Barbullan, I ermelhldoea,
.Wejinjinusa, ata
E PRECISO RECUSAR
f tlatr (rasa a* t>tr o ama) a
Pa" Oettln
* fcrii ii Sr. U Ha; ^^a
* do seie
KM TODAS AS PHAKaaACiAS
ATKINSON'S
WH ITERSE
Original e nica Terdadefra. tonhedds
I em toda a parte como sendo o perfume :
o mais delicioso. Evitar as cntrafacooeA,
ATKINSON'S
FB^NGIMUNE I STEPHANOTIS
ESS.BOUQUET I JOCKEY CLUB
ootros per/u mes celebres sao superiores |
| aos outro pola sua forca e aroma natural
YCTadem-sa ni topa a Arte.
'. A S. ATIIKSON,
24, Od Bond Street, Londres.
kAVISO LoRntimas sonente com o*rotolo-
lo ul e nmcllc. e a ais rea, de
MM US*. atc^i I.ranea" t
o completo end*re^.
Vicho Moscatel de Collares.
Vinho Malvazraxl Collaret.
Kua das Larangeiras m 4
Avisamos aos nossos fregueses que temos exposto a venda, os aeguictes ge
eros nortueuee8, para oa quaes chamamosa attencao.
CHAMPAGNE DA REAL COMPANHVA VINCOLA DO NORTE DE
PORTUGAL
Vinho Moscatel de Setubal.
Vinho Superior de Palmella
Vinho do Porto VeAo 1851.
Cognac Moscatel de Lisboa.
Cognac Mossfctel do Collarea.
Real Cognac de 2 e 3 estrella.
Licores de Marie Brizard e Roger.
AnniBeteCacu a la Vinelle.
Cacao Chouao,
Superior Chartrease de L. Garnier.
Beneictin? etc.
Convidamos aos apreciadores ob vinbos generosos um passeio ao noaso ar
traaern.
Ennes Barbosa Cooper &C.
i. ai m\ di sasis?a i. m
Novidades e preces baratos
^CTO COMPON A
/I
Para a cara Molestias provenientes de im-*
S pureza do Sangrue.
E urna loncura andar a fazer esp-
riencias coi i.isturas inferiores com-
postas tic di irliuariaaou de plantas
Indgenas cija ificacfa nao 6 confirmada
pela scionci^i, cniquanto que a molestia
cada vc7. vai ganliaiido terreno.
Lancem mo, sem demora, de nm re-
;nedio garantido cuja efficacia soja fact
asignalado e inruiestionavel!
O Estkacto Comeosto Coxckxtrado
DE SALSATAJltlIJIA DE AYER COUheCidC
recommendado pelos mdicos mais in-
telligcntcs dos paizos adiantdos, ja
uraute 40 annos,
^Centenas de miHiares de doentes
tra colliido beneficios tk> seu emprego a
BfO outras tantas tcstcmunnns da ua
efficacia positiva e ncomparaveL
PREPABADO rELO
DR J. C. AYER Se CA.,
IsOM'cll, Mass., i:.-t.-Unidus.
Datposrro ce.^jc

Saias brancas bordadas para senhoras.
Oasacos brancos bordados para senhoras.
Camisas, idem, idem, idem.
Vstuarios e Jersey e Malha para meninos e meninas de 60, 7 um facto.
Toalhas de linho com bico crivados de bico, diversos precos.
CasacoB de Jersey para senhoras grande sortimento.
Dito de cazemira de cor.
Capas e vesitea pretas para aenheras. cazemira e seda, diversos precos.
Cretone8 fiancesea muito largos, cores e brancos a 500 rs. o covado.
Toalhas de linho e algodao para mesa.
Gnardanapos linho e algodSo, grandes e pequeos.
Cintos de cores de 240 a 400 rs.
Fnstao branco fino.
MadapoISo rancez com 24 jardas de 80, 9$ e 10000 a pee*.
Brim pardo liso para vestido a 400, 500 e 500 o covado.
Sargelim de cores e branco a 30 o covado.
Camas bordadas linbo pero com 4 fronhas e 1 talhe todo igual.
Uantilhas hespanholaa.

PO CRESPO

lhij
NA
HRa do CrespoM
O praprietario deste importante estabelecimento resolveu liquidar por e
de seoQvalor oa aaguintes artigo*.
A saber:
f oiles lisos e com flores a 240 rs. o covado.
Ditos phactasia o que ha de novidade 320 o covado.
Etamine com 3 1|2 palmos largura a 200 o covado.
Crotones claros e escaros a 320 e 700 o covado.
dem em cortes com barra a 50500 um.
Crepea pretos e brancos lindos padrSes, de 10000 o corado por 500.
Granadino de seda, de 20000 o covado por 10200.
Eadapolao de 70000, 80000 e 90000 a peca.
Dito rancez (20 varas) a 100000 a peca.
Cortes para colletes de fustao a 105(10 nm.
Grande sortimento de brine de todas as cores e precos.
Jersey part? napas de enanca e Senhoras (novidade).
Cortes de vestido de cachemira a 250000.
Cortes de cambraia bordadas de 150000 a 300000 um.
erinB pretos para todo preco lisos e lavrados.
Capas de cachemira lavradas para Senhora (novidade).
Um saldo de merinos de quadro a 600 o covado.
Camisas francesas de 30000 a 60000 ama.
Lindo sortimento de cortes para calca.
Lindo sortimento de casemira para casacos de Senhoras.
Voiles de II para 11000 o covado.
Ditos de algodSo grande sortimento.
fCtamines de cores a 440 o covado.
Bztracto ings dos melhores fabricantes a 20000 o frasco.
Grande e lindo sortimento de meias para Senhoras, homens e creanca.
Panos de crochets para sola e cadeiras.
IH E 0, J IT.
Casa de commisses e repre-
sentaces
88-A D9 31B SliaMa
EXPOSIQO
DE DI COMPLETO MITO DE
GJK.XaAaX,OGr>aS 36
de innmeras fabricas de todos os paizes da Europa
das duas America?, de toda especie de mercadorias, d
machinas e materia prima.
Deposito do afamado iCREGLIM omelhor des-
infectante condecido.
Depositp da bem conhecida tODONTINA d<
Dr. H. Rirdet.
82Ru do Bom JFSDS--88
SUSPENSORIO miLLERET
(PXJNOA I*^.RA. to,TJF.jatlADURA)
Elstico, sem ligaduras, para varlcoceles, bydroccles, etc.
Exija-se o Sive;te do inventor impresso em csa tusp:n$orjo
LE GONIDEC ^?SilS>s
DP05
w ana tuiuiecnunr nnoin SV
III
RA DO VISC0NDE DORIO
^ BRANCO -^
ANTIGA DA AURORA
111
i
0 proprietario desie estabelecimento, deiejaa-
do tornar bem coobecido do poblico os pro-
ductos de ua fabrica extrabidos do caj, geni-
papo, abacaxi e outras (rnctas nacionaes, cujas
formula* e modo de preparacao foram approva-
dos pela Iofpectoria da Hygiene deste Estado,
vera aprsenter a lista dos ditos productos, que
calat da vio sendo confeccionados com mais
perfeicao o aceio gragas aos sens esforcos e de
habis ftbricantes eoropeue.
Alm das virtudes medicioaec oos preparados
da mar:a supra. que tem por base ri c.jt e ge-
Bpapo, corro sfjam os vinbo?, aperitaes e cog
8ac, que 8?o perfei'.&mrnte crobecidos por lodo
o mondo, tob < -ae anda c aso quotidiano qne
delli 8 se tas lembrar por ce a-iao das refei(0es
diarias, como bebidas de cheiro e sabor-agra
ij re a quHiquer paltdar. provocando ao mes-
no ttoipu Pon appetiie, principalmente as pes
aas que stff'em do estomago, anemia, sypbilss
ole9a8 de oelle, etc.. etc.
Fref'K I ae anjelte r*a ainnroe
do mercado i rara exporlaco
franco a Sordo e lO'/o de descont
em a roano
VINHO DE CAJ,
em caix de 1 duiia de 10 iSIOOO
em aocoreta.de 22/ 28*000
em barril de 40* 50*000
COGNAC DE CAJ'
em caixa de { dnzia 20*00
APERITAL DE CAJ'
em caixa de i dnzia de rot-
lo encarnado 12*000
de rotulo ama-ello 9*000
VINAGRE DE CAJ' tinto e branco
em caixa de 1 cluzia 5*000
em barril de 30* 25*000
em ancoreta de 12* 14*000
VJNH0 DE GENIPAFO
em caixa de 1 dnzia 12*000
APERITAL DE GENIPAPO
em caixa de 1 dnzia 10*000
COGNAC DE GENIPAPO
om caixa de 1 duzia 20*000
DITO DE LARANJA /
em caixa de 1 duzia 18*00
APERITAL DE LARANJA
em caixa de 1 dozia 10*000
GENEBRA DE LARANJA
em caixa de 1 dozia 7*000
LICOR DE MANGA
em caixa Je 1 duzia 12*00
VINHO DE ABACAXI
em caixa da 1 duzia 12*000
CAJ' EM CALDA em Irascos e barrilinbos de
louca ricamente pintado proprios para
prezente, etc.
CAJ' CRYSTALIZAD0, castanha de caj con-
feitadas, chocolate de tanbas de caj
composto, larar., catalizada, ootras
troclas e cr .tosis latas ornadas, etc.
Algun8 destes prodoctos que n ;i 'cnir
contrados as casas de varejo desta cidade, po
dero ser aviados na fabrica oo no deposito
vontade dos compradores.
Garr fas vazlas
se nesta fabrica garrafas vasias de
Berrejs ate de 60 a i00 rs caaa
Bazar Pernambucano
Fabrica Meteoros
Os baixo assignados propietarios da
acreditada e conheoida FABRICA ME
TEROS, em attencao ao respeitavel
publico e especialmente aos seus innume-
raveis freguezes, vem porticipar-lhes que,
em consequencia do augmento que fize-
ram, no salario dos operarios do seu es-
tabelecimento fabril, resolveram elevar
(100. 0) em milheiro de cigarros de todas
as marcas manufacturadas no seu esta-
belecimei to.
Assim deliberaram por verificaren) que,
para conservar iiieso o crdito dos sene
cigarros, seria preciso harmonisar a as
ceccSo do preco, com a supenoridade da
manipulaco, pelo que, preferirn) mantee
o crdito dos meamos, manufacturando-os
oom mat ra FBIHA bUFEKiOB, a ter de
?mpregal-a inferior sem elevar o proco
dos seus productos, gmente com o intuito
de maiores lacros.
Procedeodo dest'arte, esperan, que seus
bons freguezes continuara*) a despensa? a
honrosa oofiauc, com qoe sempre des
tingurt.m a FABRICA METEOROS.
Ra larga do Rosario n. 30.
227-92
Joaquim B. dos Res & C, Successores.
n DELICADO f
AGUA
o FLORIDA J3
r> i
1-< o PURA II O! 4V5K\a SEM n m
ce RICA Bal RIVAL 05
< o
1 RJRRAY > z
u, ce A ItAKlAH m
L Q. Mqntem sempre a sua popu- m
laridade. Cautela com as
IMlTACoES. w
$>\ DURADOIRO
Chapeos e capotas
Ultimas novidades de Paiia receben
Lottvre
vapas, jerseys e visitas
Gostos iateiramente npvos acaba de re-
wber
corte de l.linho, seda
e algodo
Ricamente enfeiiados, tem recebidj ul-
namente e i
LOVRE
Sec as brancas, pretas e de
cores
Novo8 padrSes e para grande escolhs
en capachadas nestes ltimos das
LOUVRE
Grinaldas, leques e chapeos
de sol
De ph&ntasiaB scabam de chegar para e
LOYRE
, ----------:i--------------------------------------._________
Costumes para creaDcas
De todas as idades oncontra-se grande
ortimento no 1
Louvre
jbjectos de gosto para
presentes
Ha neste artigo grsnde escolha no
L O U V R E
SIQBWSDEPHaN-
TA8A
Sendo impossivel de se deterever a
rxande variedade de tecidos de diversas
mal idades proprios para a estacao actual,
oga-se ao publico em geral e principal-
ente s Ezmas. familias a fineza de vi-
'tarem o
LOUVRE
lua 1/ de Mar^o n. 20 A
ira cisco Gu.gel \mk
TSLEPHONE N. 158
Esteiras da India
Branca e de fantasa de novos desenhos
para forros de aoalho, completo sortimento
no LOUVkE
Francisco Gurgel i Irmo
Roa 1 de Marco c. 20A
TELEPHONE 158
Azeite puro de Oliveira
Em latas de 1, 2 e 4 litros.
Receberam
GIMARAES & VALENTE
e iPraga do Co-po Sarto4 e 6
Predios venda
Nos Afllictos. Muito boa prpnriedade, com
dependencias para criados, banhelro, coebeira e
com grande quintal morado.
No Arraial.Grande sitio com proporcOes para
edificar, e com algumas casas qoe dio rend-
ment.
Em S. Jos.Roa Loiz Mendonca, casa porta e
janella. roa Yplranga, meia agua.
Recife.Becco Pachoal, meia-agn.
AfogadosEstrada do Remedio, boa casa, ra
da Paz, deus bons predios.
Trata se no Escriptorio Commercial, roa De-
que de Caxias n. 72
Espelbo oval
Vende-se um rico
espelho oval, vidro Bi-
ste, na ra da impe-
ratriz n. 48, agencia
de leiles.
Cento por cento
CauteUas do Mente de
Sccon o compra-se com
lOO e|o cima da avaliacao
na relojoaria Vernet.
Ra do Barao da Victoria
n. 53.
Gasaas
Alogam se casacas ; na alfaiataria roa es-
treita do Rosario n. 1, jonlo a botica do Campos.
Fabrica f taras
DE
.
Itaa tiara* da Vicioria i. 6J
Loja de' quadros
Madame Gerard avisa aos seas nume
rosmimos frogveies, qpe rece be o de Pars,
im grande e variad sortrmsnto de peMi-
3ss de chevreaux, de primeira aalidade.
dea, castor etc. ets.




I UHVH |

-*------------------... -,
Maja


Diario de Perambuco Domingo ? de Agosto d 1892
AMMMA PRMICO POWDER FMTORY
Ris 850:000*000 era 4250 accOes de 200$000
FINS
' Explorar o fabrico e commercio de plvora, dynamite e chumbo
VANTAGENS
Para inicio de suas operares fica portencendo a soeiedade a fabrica de plvora montada por Hermann Lundgreen no lugar denominado Pontesinha na freguezia de Muribeca entre as eslacoes de liba e Prazeres da via forre
de S. Francisco e que est funecionando c produzindo cerca de sessenta barris por dia, podendo augmentar consideravclmente.
O local em que a fabrica est montada o mais apropriado aos fins da explorado a que ella se deslina. Occupa urna arca de terreno de cerca de meja milba quadrada pouco mais ou menos, na distancia de 21 kilmetros dest
cidade do Recife e a margem de um braco do rio Jaboatao do que resulta facilidade do transporte dos productos da fabrica e da materia prima que precisa.
Compoe-se a fabrica de desoito edificios de pedra e cal solados slidamente construidos na encosta de um morro de modo que um se distancia do outro 100 metros. Estas cautelas foram tomadas para evitar os perigos deal-
guma explosao.
Alm dos 18 edificios que compe a fabrica, est construido no plano superior do morro urna boa casa em frmalo de chalet, e perto da estaco da via ferrrea de S. Francisco, exisle o armazcm de materiaes que, quer para a es-
laco quer para a fabrica, est ligado pela linha de decouville.
O motor a vapor c de forca de 50 cavallos e todos os machinismos, apparelhos e utensilios sao do systema mais aperfeicoado neste ramo de industria.
Passar a pertencer a soeiedade nao s a fabrica como os terrenos, edificios construidos e mais bemfeitorias feitas no lugar Pontesinha pelo mesmo Hermann Lundgreen.
A soeiedade e seus productos gosam de isencao de impostos Estaduaes e Munieipaes presentes e futuros durante 10 annos segundo a cessao que Hermann Lundgreen faz a soeiedade do contracto qae em 21 de Ferereiro de
1891, fez com o Governo do Estado.
O seguinte calculo da despeza e receita minima para a fabrica da plvora annunalmente deixa ver que a soeiedade ter um saldo liquido superior a duzentos e noventa conlos de ris ou cerca de 34 [0 sobre o capital social




Salario do Inspector da Fabrica..............
< Administrador.............
c Machinista ajudante............
10 trabajadores 300 di as l55QO.......
t 25 trabajadores 300 dias 20500.......
i 4 trabajadores 300 diaB 6GCO.......
t f 1 ferreiro 300 dias 30000.........
120 latas aseite para a machina a 100000 '......
50 carrocSes de imbauba a 2C5000..........
8.COO0LO
2.40000.0
4.400SOCO
4.5000000
18.7500000
7.2000000
9000000
1.20OIC00
1.OOO8OC0
48.3500000
.......
Transporte.....
Lenha para a machina .
Materia prima para fabrica um barril de plvora sendo :


48.3500000
6.0004000

9 kilos de salitre a 500 reis 40500
1 1[10 kls. de enxofre a 0250 0275
Barrica vasia e sueco de algodSozinho 2J225
E pa a eventuaes
Calculando o fabrico em 20.000 barris
$500
705CO




20.C00 barris a 250000 cada um

.



150.0000000
204.350flB0Q
500.O0OJ00Q
295.65OJ000
iituir um undo de



... j. ... TT Saldo liquido.............
Alem disto accresce que ao ser constituida a soeiedade nao recebera Hermann Lundgreen aquantia total a que tem direito e sim apenas a 75 10 ficando para ser pago do restante 25 [0 com o excedente dos lucros 8
das operares sociaes depois de tirados 10 1/2 ;0 sobre o capital reilisado para destribuir como dividendo- aos accionistas.
Depois de pago Hermann Lundgren dos 25 [0 o que exceder dos lucros lquidos depois de tirados 12 |0 para dividendo ser applicado a integralisagao das accSes e urna vez integralisadas estas tirar-se-ha 8j para
de reserva at 100:000$000 e o excedente ser destribuido como dividendo.
i il I Sil i fifi lili I i! lilil
Os accionistas pdenlo realisar de urna so' vez o valor das accoes tomadas e neste caso suas aceces sero ao portador ou realisarao dito valor em prestagoes pe seguinte forma : 10 \ ns acto da subscripto, 25 Y
s depo is da constiluicao da soeiedade a duas outras de 20 [0 cada urna cora intervallos de Irinta dias, de modo que fiquera realisados 75 (
Hermann Lundgreen. Antonio Joaquim Barbosa Vinnna.
, Jubo Gezar Paes Barreto. Jos Gomes Ferreira Mai.
INC0aB0RA0RP0R DELEGACAO D3 TEilCEIRO
dias
Dr. Manoel Gomes de Mattos.
Dr. Jlo de Olivcira.
Anlonio Duarte Carneiro Vianna.

0

Jos Gomes Ferreira Mai.
Dr. Antonio Alves da Silva.


DA B
Em cuja sede fica aberta a subscripeo publica desde esta data, bem como a disposi^o dos Srs. subscriptores o projecto de estatutos.


AOS FUMANTES


Uesejaes nao ter azia qumdo lumaes?
Usae por algum tempo os apreciaveis cigarros denominados MINH&,ESPJRANCA> quer picados, quer desfiados. Usa i tambera o aro*ato
saboroso fumo desfiado intitulado Hygienico Naeional e os cigarros do mesmo fumo.
Depois di so dir-vos-hei se foiou nao til o conselho.
Cumpre notar que os Hvgienieos sao fraquinhos e os ESPERANCAS sao fortes. i
A fabrica MINHA ESPRANCA situada na ra Larga do Rosario n. 21 A.



Um apreciador.

de sol,
recebeu nm lindo
E chapeos
sortimento.
AU PARADIS DES DAMXS
Elegantes
Espartilhos de seda e de brlm com
peluca tem,
Au Paradis des Dames
rOLHETIH
A DOMADORA DE HOUBVS
JULIO DE GASTINE
(Continna^o do n. 1 JG)
PKIMEIRA
IV
PARTE
aturdidos por
Ambos ficaram immoveis,
esta peripecia inesperada.
Depois olheram para o horneas, qae dor-
ma profundamente, sob a acc&o do nar-
ctico que !he haviam propinado.
E' teu pai ? !
Raphael tiroa do seio ama miniatura
emldur&da em ouro, luso que causava
sorpresa em m2os de am bomem t5o po-
br.', e disse :
Olha I
Ella comparou e rendeu-se evidencia.
Depois abaixou-se, apanhou o panhal e
disse :
Pois ectao matal-o-bei eu !
Raphael deteve Ihe o polso j erguido :
Nao...
Impedes-me ?
Antes disto preciso fallar-lhe. Devo
cuaMBj missao de que fui encarregado
per mfnha mi.
E depois?
Vivera ou morrer, conforme a rer-
posta que me der. E se tiver de morrer,
bou eu que o matarei, por miaba conta e
risco, para vingar minba mfii e micha
irm3...
Ah Tem urna irma ?
No sen leito de morte minha mi
confesaou-me que en pouuia ama ira 5.
Sedas
Branca pretas e de cores lisas e com
lavores, recebeu nm esplendido sortimento.
Au Paradis des Dames
Modeles inteiramente novos ao
Au Paradis des Dames
Nunca a vi* ?
Nuaca. Minha m2i ignorara mesmo
se ella era viva. Este bomem lh'a tomou.
Carmen eECutava com attencSo extrema
esta estranha re velacho.
E que idade deve hoje ter a sua
irmS?
Cerca de 20 annos.
Ira bella ?
Nao sei... Era tSo crianca quaudo
foi raptada...
Carmen mormurou :
Se fosse ella Que coincidencia !
Raphael voltou-se para a moc? :
Qiie quer dieer ?
Nada... mais tarde.., tal vez...
O bomem dormia sempre.
Deizemol-o viver, disse Carmen de-
signando-o. Se o que pens verdado, o
senhor o matar sem que eu o pega.
Oa dous sahiram do quarto, e no cor-
redor Carmen vendo a emocao angustiosa
do mogo, disse-lhe :
"-' Precisa repousar. Vou mandar coa
duzil-o a um quarto, passar a noite no
castello.
Pronunciara estas palavras framente,
seccamente ; sem o menor accento de ter-
nura, codo ignorando que acuelle homem
a amava f paixonadamente.
Raphael ergueu para ella os olhoa sap-
plicea:
Junto da senhora.
Como, junto de mim ? retorquio
Carmen duramente.
Estava soborbamente bella, as aspa-
duas naas, olhar altivo, fronte soberana e
sob as rendas do seio transparecia urna
alvura rosea. Raphael balbaciou tmida -
ment:
Amo-a...
Ah I sim... j do pensava em tal,
pretorquio a mulher com ama gargtlhadal
Nao possivel, meu caro, depois das re-
velares que me fes...
IttWllO
Capas de seda e de IS de cores imper
meaveis para senhora, recebeu o
A.i. Paradis des llames
Bilhar
J superior e conhecido panno tijtn
Au Paradis des Oames
E puxou o cordSo de urna campainha.
Um negro immenso, do dous metros de
altura, com formidaveis dentes brancos
que brilbavam no msio da faca escura,
surgi em frente de Raph .el, sem que este
soubesRe de onde tinha e!!e sahido.
Carmen diste-lhe algumas palavras que
Raphael nao oomprehenieu.
U negre onlrou no corredor e fez lhe
sign&l que o seguisse.
O moyo pensou que o collosso tinha
talvez ordem de o degolar, entretaeto, o
acompanhou, emquacto a hespanhola se-
gua com olhar irnico e mo.
Quando elle desappareceu, a insensivel
criatura sectio se ligeiramente commo-
vida.
Pobre rapas murmurou ella, ma-
me muito e bello.
Que pena n3u ter vingado aquella com-
biuacao elle seria tao teliz *'
V w
Muitos annos antes do que acabamos
de referir, em um miseravel quarto da
ra Rifles, em Belleville, urna mulher
agonisava. Moga ainda, pois contava una
triota annos, devia ter sido .muito bella,
apesar de alquebrada pelos sofFrioientos.
Os tragos eram regulares e putos, os
olhos grandes, os cabellos soberbsj' ne-
gros e oaduladoa.
Hq mues mases que nao dejva o
leito, minada por urna molestia de lan-
guidez e sentindo que pouco tinha a vi-
ver.
Estava s. Sobre urna mesa, ao sen
lado, alinhavam-se mu'tos frascos e gar-
rafas de diferentes dimensSes.
Seas olhos, distendidos pelo eoffrimento,
iam alternativamente do pndulo porta.
N'elles lia se a angustiosa impaciencia
de quem espera alguem que nao chega.
Era no invern, ao oahir da nout j.
A doehte, coja tristeza aogmentava,
murmurou com um
Bordados
R eos cortes de vestidos de oambraia
branca e em pegas.
M Paradis \\\ Mm
Cimento Portlaud
Novo chegado pelo vapor, qnalidade superior
e oreos sem competencia, barricas e meias bar-
rica?, em grases e a retalhu ; vende se na roa
da Madre de Deus n. 22.
Elle nlo vira ?
II* algumas sem.-nas apenas que a des-
venturada habitara .aquella casa lgubre,
onde sem duvida ja morrer.
Desde que para' l .e mudara, ainda
nSo se havia levantado da cama, a n2o
pudera travar conhecimento algum.
S a porteira vinha de tempoa em tem-
pos dar-lhe tisanas e serval-a. Era o ni-
co ser humano que vira dipois que all se
achava.
n Quem era ? Da onde vinha ?
A propria porteira n8o o sabia. Chama-
van-n'a a. 9r?. Bomet, porque dera este
Parecja delicada e bem aducada, e va-
se bem que nuuca tiaha trabalhado para
viver
Tinha um filiio e era este filho que es-
perava aflciasanreale, recelosa de n3o o
poder ver mais. /
Era noite/ e a 'eseuridSo do quarto
apenas se divisava a brancura da cama e
da moribunda. I
A Wa B mt tinha medo ; pareca lhe
ter visto passaT um calafrio de morte as
ocrtifJ&uaeritu<^t^ftg& Ao
ment bater>m duramente porta.
Eli ergueu a cabeca e disse :
*-'*.f9mar. e '-^
Era a porteira, com urna las.
Demorei-me um pouco, disse a b6a
velha, mas uSo pudo vir antes.
E meu filho ? perguutou a doente.
Ha de chegar d'aqui a pouco, mi-
nha senhora. Como se sent ?
Peior. Talves nSo chegue at ama-
nhS
-(aeidal qsO
Oh I nSo tenho illuses.
LANS
Em cortes de vestido, ricamente enfei-
tados e em pegas lisas e com desenhos.
A PARADIS DKS BAMKS
Tveraa
Vende se orna taverna bem afreguezada, pro-
pria para principiante, ou acceita se urna pesaoa
aue techa babilitac6s necessarias para tomar
corita da mesma. dando se-lhe interesse ; a tra-
tar na ra de S. Jorge o. 139.
= Veio o medico T
Sim.
Que disse elle ?
Pouea eousa.
G
ti^m&ftmtll--&*
T
la
vr
Sim. Mas lautil estar a despende1'
diheiro. Possuo pouco.
Mas se a medicina pode salval a...
Nada rae p'e salva".
Emquante fallava, a porteira arran-java
o quarto,-limpava a mesa e pucha em or-
dem diversos obfeotos.
la retirac-se, mas a Sra. Bomet per-
guntou ainda :
Est certa de que prevenram meu
filho?
-r- Foi meu marido quem esteva com
elle.
E qne lhe respondeu ?
Qae viria.
Jsseram-ttie que eu precisava abso-
^nte velo antes de morrer ?
Sim, senhora,
as ento porque anda nao chegou ?
L scabava da pronunciar estas pal
a porta ebrio se bruscamente e
de 9 ou 10 annos, vestido de e Se collegiai, precipitou-sejnio
xelamando :
a. mSo! Minha mai!
E veio\ah\r, solgsdoy sobre oJeito da
enferma. \ /
A Sra. Bomer^exfealra uafgrto de ale-
gris e do tritfmpho.
D seas labios j descorados pelo palor
i ojorte sahio um come:
Raphael 1 I -
Com supremo esforgo segurara ua ca-
bega de sen filho e ebria de btijos.
Eis-te emfim !
Ssperavas-me ?
Deus sabe com que impaciencia, I
Quando foram prevenirme, eu nao
me actisva no cellegio.
-. Onde estevas ?
A passeo. Hoje domingo.
' Ah verdade. (
Iaierveio a porteira.
Bem v que meu marido dse ps
nhoa a so commissSo.

CANCAb
Costumes e vestidos de brim, camVrsiss,
j -rsey, 18 e seda para todas as ae*.
:;m grande sortimento.
A PARADIS DES JJAHKS
Roa Baro da Victoria n.38
Libras sterlinas
/ende-se na loja de jolas de Auges'ij
: rna do Cafcuejn. 9. ,i
3
s
-3"-
/
Obrigada.
A porteira retrou-se.
A Sra. Bomet voltou-se
pira o sea
r
nao te
illaaSe
IDO
Tinha tanto medo de
u veri
NSo temares a verme !
Sim... NSo tenho mais
Estou eondemnada.
NSo fhlle3 assm, mama. Se me fal-
tares que ser de mim ?
E' isto o que mais me preocupa,
meu fi'.ho... Ficar s n'eee muaa,
abandonado...
Prefera morrer comtigo...
Nao, disse a moribunda, precias
.ue tu vivas.
Porque ? P^ra que ?
Para viog^res me, para encontrares
e prjlegeres aquella que me raptaran.
hael olhou boquiaberto para sua mil.
comprehendia.
Ennlfrj a infeliz* attrahioo par"a si, W-e
sentar-se junto da cama e contou-lhe s
eua historia, historia que elle ignoravs.
Marianna Bomet, nascida na aldeis c
Orense, em Gueret, recebera brilhwrts
educagSo, mas na idade de 16 annos per>
deu sucoessi va mente o pai e a m^i, qae ale
lhe deixaram fortuna algn.
Era filha nica e ficra sosinha. wsm
o utres parantes, porque seus pai uSo
eram naturaes de Creuse, onde tinhasa
\indo instatlar-se depois do casamente. Q
pai era commerciante de cereaes, coa>-
mrcio que a rapariga nSo poda csati
i ua Foi obrigada a veader por ^ksC
(luet cousa os cavallos, as carretas, daar
ou tres rocas.que lhe restavam, e dea
de pagas as dividas, possuia apenas mam
des mil francos. ftV
______________. CCo**Q
T<|. uo'DJarw, rn Daqae de Caitas ../
*i a .a -ti i.ibns>
1





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