Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17043


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Full Text
ANNO LXVIIl
SBXTA-FERA 5 DE AGOSTO DE 1892
NUMERO 175
PERMMBUG
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGEIROA DE FARA & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 6$000
Por fe es ditos vencidos..... 7#000
Por um anno aliantado .... 24&000
dem idem vencido...... 28#000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN-
CA E INGLATERilA
Os Srs Amede, Prince & C, resi lentes em Parts34 rae de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos veucidos.
Por om anno adiantado.
dem idem vencido
13500
151500
271000
31&000
TELEGRAMA
s:37i;: rASTicuis so subi
RIO OE JANEIRO, 4 de Agosto, s
3 horas da tarde.
Em sua sessao de hontam o Senado ap-
provou a e aaeuda d. 0.;marj. do3 Diputa-
dos ao projecto de amnista, approvando
os actos do governo.
O Senado resolveu que a emenda forme
projjcto separado para ser promulgado
pelo Congresso como resolucSo aua, inde-
pendene de saoccS-j do Poder Execu
tivo.
Foi approvado por 21 votos contra
20 que a separado depende tambem de
aporovacJo da Cmara.
O projecto e a emenda foram de-
volvidos "amara.
INSTRDCGiO POPULAR
o estis so amQ
PELO
Dr i a
SECUNDA PARTE
28INDUSTRIA
(Concltucb)
As obra de alvenaria esto concluidas as ma-
chinas compradas e qoasi (odas j em Caxias.
Tres mchameos americanos, trabalham acti-
vamente para moatar todos os apparelbos com a
maior brevidade, e dentro de ponco lempo esta-
r fanecioaando.
Suas machinas sao todas americanas, excepto
algunas magaroqueiras que sao de procedencia
inglesa.
Est situada pouco abaixo da industrial, entre
o riacho Poote e o rio Itapecur, apresentando
urna bella perspectiva na avenida que vai al
Caxias. Serve-se da mesma agua do riacbo
Ponte.
Os seus ttulos Bao do valor nominal de 100*
e a 2a emisee tem 2jOO'J de agio.
Fabril Maranbensp,'-.apiialJnominal i 000:000
tendo ja realisado 60/ os seus litlos sao do
valor nominal de 1O04 e o colados com 104
de agio.
O edificio da fabrica est anda em coostroc-
g5o.
*#
Compantva de Fiacao e Tccidos do Rio Ail,
capital 800:0004 e pretende fazer 2.* emissSo ;
os seus ttulos sao do valer nominal de 100/.
Prope se a preparar tecidos alvejados (morios).
O eJ.lic o da fabrna iambem;estem construc
cao.
.
Companhia Manofaciora Caxiense, capital...
8W.00UJ. Est incorporando se, e I8m por flm
produzr lecito alvejados, com 203 tearese 6000
fosos.
A maio; parte do capital social j est sub-
scripto.
eMabelecimento se- collocado na cidade de
Caxias a margena direita do rio Itapecur, pr-
ximo aesiago da E. F. de Caxias a Cajazeiras
(hoje Flores).
#*
Ez-dl Tavares & C. (sociedadeem commaodila)
fundada cora o capital da 81:000/000 e tem por
fi a levantar na cidade de Caxias uaia fabrica de
icemos eapeciae?, cooj 26 tearese 800 fosos.
A casi do esiabelecimento esta quasi conclui-
c.a ; e as machinas escolhida3 nos Eslados-Uni-
dos da America do N irte, esperam melborar
o cambio para serem importada*'.
E;l Cullocedi a margena esquerra do rio I'a-
pecu'u, prxima ao riacbo Sanhar e tica fron
teiraa estago da E. de Ferro.
V
A38im em brev lempo, estarao fenecionaodo
oeste Estado dez fabricas ,e riag&o e tecidos, e
o Maraobao que corno Jl-se, c ca.leiro do nor-
te, ijraar-se-ba o Estado raais mniiufactnreiro da
Uniao.
PARTE OFF1CIAL
(oTerno do listado de Per-
DJUSbUCO
EXPEDIENTE DO DA 11 DE IDNHO DK 1892
Olicios :
Ao inspector do Tnesouraria de Fazenda.
Peca que informis, en virta a relacao forceci-
da pelo inspector do Thesooro o Estado com o
officio junto n. 439 de 28 de Ma.o ultimo, quaes
os empregadQS que accumulara vencimentos fe-
deraes.
Ao director geral das obra.' publicas. In
ai quaes 03 objac'os que acompaaharam o
oratorio mandado transportar d'este Palacio para
a Santa Casa de Misericordia, e declarando se
eotrd eiie havia aigoma imagem do culto catbo
tico.
__ Ai gerente da Companhia Pernambucana.
Providencial para que a viagem do vapor Be
e ao presioio de Fernando de Noroha se]a
transferida para o da 20 do correte.
EXPEDIENTE DO DR. SECRETARIO
. Oficios :
ao Dr. questor policial.De ordem do go-
vernador do Estado recommendo-vos que me
transmutis orna relacao nominal dos individuos
que ae ualmente e acbam recoibido a Cata de
Deter.cfio e que vieram do presidio de Fernando
de Noronba, onde se acbavam detidos como va-
gabundos ou capoeirss.
Ao inspector do Arsenal de Guerra.De
ordem do governador do Estado rogo-vos que
providenciis para que eejam transportados 2
ex-sentenciados d'esse Arsenal para bordo do
vapor Slaoos* esperado dos purtos do norte
no da 13 do crreme.
Ao mesmo De ordem do governador do
Estado rogo vos qoe providenciis para que
seja transportado boje desse arsenal para bordo
do vapor Uaa om criminoso e a respectiva
escolta.
Ao 1. secretario do SenadoO governador
do Estado manda enviar-vos a copia solicitada
no officio n. 95, de 9 do corrente, do contracto
celebrado para a illominaga a gaz desta ci-
dade.
Ao 1.* secretario da Cmara dos Denota-
dos-Remettc-vos copia do abaixo apianados de
empregados da extincta Assembla Legislativa
Provincial e da informaco prestada a respeito
pelo Tbesooro do Estado, conforme solicitastes
em officio n. 108, de boatem datado, qoe assim
Sea respondido.
Ao mesmo Eo resposta ao vosso officio
n. 118, do 1. .'do corrente, transmiti vo*, de
ordem do governador, para coonecimento da
Cmara dos Srs. Deputad js. a informaco junta,
do engenheiro fiscil da companhia Ferro Carril
de Pernambuco, de boje datada.
Aos agentes do Lloyd BrazileiroO gover-
nador do Estado receben o officio em que Ibe
communicastes a expedigao dos vapores Una,
para os partos do norte al oCear, as 4 horas
da tarde de boje, e S. Fr.ncisco, pira 03 do sol.
at a Babia, as mesmas horas de i. do cor-
rente.
Ao director engenheiro chefe da Estrada de
Ferro Sol de Pernambuco.O governador do Es-
talo manda aecusar o reeebim-nto do veso offi
ci n. S26, datado de 8 io correle, em que com
municaes baver assomido a direego da Estrada
de Fer.o Sul de Pernambuco.
Ao continuo guarda mobilia do palacio do
governo.Recommendo-vos que me infjrmeis
si ao tempo da p jsso do actoal governador havia
nesse palacio a roma imagem e qoe me decla-
ris, no caso afli.-m?tivo que destino se lie
dea.
03 Srs. agentes do Lloyd Brazileiro deem
pissagens de p i no vapor Manos esperado
dos portos do norte no da 13 do corrente, por
conia do Ministerio da Jostica, do porto desta ci-
dade ao da capital federal, aos ex-sentenciados
Antonio Jofio R irnos e Hyppolito, conforme soli-
cita o D.\ questor policial em odi o n. 767 de
10 do corrente. O primeiro desse individuo foi
condemnado no Estado' do Paran e o segundo
no deS. Paulo.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
d passagens de proa, ao oordo do vapor Una,
do porto desta capital ao do Natal, por conta do
Ministerio dos Negocios da Justiga ao criminoso
de morte de nome Jos Jeronymo de Britto, re-
quisitado peto chefe do polica do Estado do Rio
Grande do Norte, e providencie quanto ao trans
porte das pracas Honorio de Souza Carvalho e
Uigoel Pedro de Carvalbo qoe o coodozem.
Le n. 51
O Congresso Legislativo do Estado de Pernambuco
Decnta ;
Ait. 1. Fica o governador do Estado autorisado a
abrir um crdito extraordinario at a importancia da
8:000$000 para auxiliar a commissSo enoarregada de
preparar e promover neste Estado urna expoiicSo pre-
paratoria da expolelo de Ohioag>, que deve effectdar-
se no mez ae Maio de 1893.
Art. 2. Ficam revogadas as disposicoes em con-
trario.
Camera dos deputados do Estado de Pernambuco,
2 de Agosto de 1892.
J. Moreira Alvos da Silva,
Presidente.
Eduardo Rodrgaos Tavares de Mello,
1 secretario.
Domingos Aives Leite,
2' secretario.
Palacio do Governo do Estado de Pernambuco, 3
do Agosto de 1892.
Alexandre Jo$e Barbota Lima.
DESPACHO DO GOVERNO DO ESTADO DO
DA 3 D AGOSTO DE 1892
Abaixo assignados, proprietarios eleito-
res do mxnicipio de Taquaretiaga, repre-
sentando contra o procedimento das mesas
eleitoraes deste municipio.Remettido ao
promotor publico di municipio de Taqaa
retioga para proceder como couber em
suas attribuicles.
Abaixo assignados, moradoras no p -
voado d. Ponte dos Carvalhos, comarca
do Cabo, protastando contra o pro jacto
volado pelo Cograsso d'este Estado de
mandar aquello povoado e oatros terrenos
a pertencerem ao taran de Muribeca
Sellem esta requenmento.
Augusto Francisco do Coato, tenene-
commissario da Victoria, pedindo pagat
ment de sua gratifica9aoDeferido nos
termos do officio n'esta data dirigido ao
Thesourodo Estado.
nAtonio Lopes de Azevedo, procurador
do Francisco Antonio Musano, pedindo en
trega de urna procurado Entregue-se,
mediante recibo.
Anfnio das Cbagas Rodrigues Macha-
da, prof.-ssor publico, pedindo 30 dias de
licncaRemettido Junta Medica do
stido, a quem o peticionario se apre-
sentar para ser inspeccionado.
Bacbarel Antonio de S Cavalcante de
Albuquerque, pedindo por certid3o o theor
da informaco do administrador da Rece-
-bedoria do Estado na peticSb em que re-
quereu a reintegracao do cargo de 3." es
cnpturarioInforme o Sr administrador
da Recebedoria do Estado.
C arinda GuimarSes Ribeiro Machado,
profeBsora publica pedindo 30 dias de pro-
rog-.gao sem ordenadoReraettido Jun-
ta Medica do Estado, a quem a peticiana-
ria se apresentar para ser inspeccionada.
Estrada de Ferro do Reeife a Caxng
tendo emettido coupoos para facilitar trov
eos nos trens e estac;33s, suesede que o
Dr. questor vendo um dos taes cupons
n2o acha regular a sua emissSo, para con-
tinuar a emittir <;s mesmos couponsIn-
forme com urgencia e Dr. procurador ge-
ral do Estado.
Joaquim Fernandes de Azevedo, cida-
dio portuguez pediudo para ser nacurali
sado cidaaSo brasileiro Passe portara
nos termos do Decreto n 13 A, de 23 de
Novembro de 1889, naturalisando-Be o
peticionario.
Maria Candida T. de Mello, profeasora
publica, pedindo 2 mezes de licencIn-
deferido, vista do parecer da Junta Me-
dica,
Maria Eulalia Fernandes, alumna Bm-
tra titilada pela Escola Normal, pediudo
para ser nomoada professoraAguarde
opportanidade.
fheodoro Minervino Freir Piiombo
Neo ha que deferir.
Zicharias Cjrjeia do Espirito Santo,
professor publico, pedindo 60 dias de li-
cenjaConcedo licuca por viate dias, de
accordo com o parecer da Junta medica.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambuco, 4 de Agosto de 1892.
ajudante do porteiro,
Tito Franco de Mendonqa.
(tucsliira policial
SeccSo 2. N. 177Secretaria da
Qaestara Policial do Estado de Pernam
buco, 4 de Agosto de 1892.
CidadaoParticipo vos que foram hon-
tem recolhidos Casa de DetencSoos
seguizltes individuos:
A' minha ordem, Pedro Pcreira da Sil-
va, Antonio Lonrenco Carneiro, Manoel
Cainana da Silva e Manoel Numes da Sil-
va, vindos do municipio de Amaragy como
criminosos.
A' ordem "do subdelegado da freguez'a
do Reeife, Jovino Antonio de Mendonca,
j por ambriagues, e Andr do Bomrim der
pistnrbios.
A' ordem do subdelegado do 1' diatri
[ oto do S- Jos. Jos Loureneo Gomes,
Antonio Jos da Silva e Jos Ignacio dos
Santos, como gatunos.
A' ordem do .subdelegado do- 1" diatri
cto da Boa-Vista, JoSo da Silva, alienado,
com destino ao Asylo da Tamarineira.
Commaoica o delegado de Amara-
gy, que na dia 2 do crrante fallecen na
cadeia daqnelle municipio, victima de
paeumouia, o criminoso Manoel Gomes do
Nascimento.
Communica o Dr. delegado do 2*
dis'.ricto da capital, que em enmprimento
as ordens que Ibes foram trasmitidas por
1 mim em data de ante-hontem e em vista
do ama danuncia em que se dizia que
moradsres de ra do Jasmim n. 19 espan-
cavam constantemente ama crianca
de menor idade, para alli se dirigi m-
meiiatamente, e pelas diligencias u que
procedeu para o conh9Cmento da verd vjrificou que a crianza de que se trata
um filbo de Laurentino de tal, de 9 an-
uos de idade, e que nao erara rgorosa-
mante exactos os factos allegados na re
ferida denuncia, sendo, em todo caso, no
intuito de prevenir qualquer abuso, que
porventura possa commetter, sinsiramen-
te admoestado o pai do menor.
Communica ainda o mesmo delega-
do, que tendo se Ihe queixado o cidadao
Joaquim Antonio Gomes, morador em
Santo Amaro das Salinas, estrada do Ma
duro c. 18, de h.vendo bontem, pela ma-
cha, entrado :.o estabelecimento commer-
cial denominado Barrac2o de Sant) Ama-
ro, pertencente Aatonio Lopes da Silva
Campos e abi feito entrega, 4 um cai
xeiro desto, para guardar, de um em-
brulho contendo a quantia de cem mil
res em nickel, aconteceu que, momentos
depois, procurando recebar do referido
caixeiro a importancia que lbe havia sido
confiada, lhc tora por este dito que tal
embrulho havia desapparecido de ama
misa onde o coocara, nSo sabendo como
e quem o havia tirado.
Em vista do expo3to, dirigi se a dita
autoridade ao local onde se dora o facto,
e, de accordo com o subdelegado do dls-
tricto, procedeu s diligencias necessarias
para o de:cobrimento da verdade e pro-
segue as investigares e pesquisas re-
commendadas pela le, afim de desaobrir
o seu autor ou autores do facto dilictuoso.
Eatraram em exercicio as seguictes
autoridades policiaes :
Ten ente Wenceslao de Carvallo Paes
d^ Andrade, subdelegado do l. districto
de S. Jos.^
Fructuoso Das Alves da Silva, dele-
gado do municipio de Gimelleira.
Ao Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima
mui digno govera-tdor do Estada.O
Questor, Julio de Mello Filho.
-------------
rhesonro do Estado de Per
nambuco
DESPACHOS DO DA 3 DE AGOSTO
DK 1892
Maria da Concego ie Carvalho Fal-
cSo, Fielden Brothers, Martioho Jos do
Jess, Eugenio Rodrigues Setfe e coro-
nel Pedro Secundino Barbosa da Silva.
Informe o Sr. contador.
Francisco Joaquim Paes, JoSo Caroiino
de Ges Cavalcante, Eduardo Francisco
Penna, Joao de Aquino Medeiros e J.
Augusto de Mello.Registre se e facam
se as notes.
Dia 4
Adelaida Olindida Xavier de Caldas,
Antonio Miguel da Silva, capitSo Miguel
Archanjo da Silva Braga, Antonio Fer-
reira do Espirito Santo, Maria Amelia
dos Santos Porto, Antonio Lopes da SU
va Campos, Francisco Joaquim Paes, J.
W. de Medeiros e JoSo Jos dos Praae
res.Informe o Sr. contador.
Felicio Benicio Cirreia de Figueiredo
e Leonor Augusta Belmont Mafra.Ao
Sr. contador para os devidos fias.
Protogenes B. Marcos Cordeiro e Fran-
cisco Joaquim Paes.Haja vista o Sr.
Dr. procarador fiscal
Custodio Jos da Silva Pessoa,Certi-
fique-se.
Antonio Ribeiro de Mello.Volte a
recebedoria para declarar, no a casa de
que se trata, se acha fechada e desoca-
Leandro Lo^es Dias.Nada ha que
deferir, em vista das inforaacSes.
BarSo de Petrolina.Iadeferido, em
vista das informales.
esos---------------
ttecekedorla do Estado de Pernani-
bueo
DESPACHOS DO DIA 4 DE AGOSTO DE
1892
Silvera Jaointba da Silva Chaves.
Informe a 1.a scelo.
Pedro Pereira da Silva, Joao de Almei-
da, JoSo Luiz dos Santos, Fructuoso Hip-
poiit > Bandeira, Hemeteria Hermina de
Moraes Carvalho.S*tsfca a exigencia
da seccSo.
Possidonio Fiuia Lima.Sellando o
documento incluso velte requerendo.
JoSo dos Santos C.Deferido.
Joaquim Barbosa de Souaa.Prove ter
pago os respectivos impostos inclusive o
primeiro semestre ao exercicio corrente.
Manoel Benvenuto Nepomoceno.In-
forme a 1* secjSo.
Eulalia Maria da ConoeicSo. Iadefe-
rido em vista das informacoes.
Felisbino Carlos de Mendonca Vascon-
cellos.Indeferido em vista das infor-
males.
Francisco Ferreira Cavalcante Lma.
Prove o dominio que tem no predio de
que trata.
?-------------
Inspectora geral da InetruccSo Pu
fcllca do Eatado de Pernambuco
SPACHOS DO OA 30 DI JL'LHO
DE 1892
Felismina Adolpha da Cunha Sales.
Reqa9ira ao governador do Estado.
Maria Cintra Lima.Encamiche-se.
Mara Ignacia de Jasas. Encami-
nhe-se.. _
DK 1 de Agosto
JoSo Ribeiro Pessoa de 01ivera.-Cum-
pra se e registre se.
Antonio das Chagai Rodrigues Macha-
do. Encaminhe-se.
Clarinda OoimarSes Ribeiro Machado.
Encaminhe se.
Dia 2
Antonio Casado de Araujo Cavalcante.
Encaminhe-se.
Elisa Candida de Figueiredo Mello.
Cumpra se e registre -se e marco o praso
de 15 dias para entrar no goso da li-
cenca.
Digna de Santa Rvsa.Cumpra-se e
reg'stre-se.
Dia 3
Manoel Clemente da Costa Santos.
D-se
Hermelino Eliseu da Silva Cineca.
Abono.
Dia 4
Jos Ribeiro da Fonseca Braga.De-
ferido com officio ao Thesouro.
Jjs Ribeiro da Fonseca Braga.Cum-
pra se e registre se.
Julia Candida do Reg Barreto Al va
renga. Abono.
Jos Xavier da Cunha Alvaronga.
Abono.
EXTERIOR
EUROPA
Portugal
Entre os Srs. Dias Ferreira e Vaz Porto tem-
se levantado a'gumas dissidencias com referen-
cia a in'.eresses eleitoraes.
Diz-se raesmo que os dou cavalbeiro3 cbam-
|3 u a punco arrufados, e iiga-sc- ainda esse
?stado a insistencia com qua o governador de
Saotarem solicita a sua demissao. Mas ha quem
aflirme tambem, que esse estado lem de re-jol-
ver-se brevemente em accordo de ida3 por for
q de um ac administrativo que impeade de
publica cao.
O Sr. presidente do conceibo tem allantados
os seos accordos eleitoraes com varias iofl jen
cias progressislas e regeneradoras, 003 qoaes os
circuios de Cartaxo e Santarem eiiao compre-
btndilos.
i) Jcrreio da Noite ltimamente diase:
t E' pjsitivo qoe o Sr. Dia3 Ferreira trabi-
l: novo, conforme o decliiram sem reboso aleaos
govemadores civis aos seus administradores,
qcando os exaortam a angariar o refugo dos
partidos para nu.iea leiioral do governo.
O qoe ainda nSo est assent; o nome que
deve ter o novo partido. Chamam Iheuns o par
lido patritico, outro3 o partida nacional, mas
parece qoe nenbum desies aomes bem rebebi-
do por causa das remeniscencias do partido do
Pomada florestal.
Aoal o Z, qua quem o Sr. Das Ferreira
procura lis-ngear, js ihe achoo o verdadeiro no-
me zs corridas de directoras geraes para Gol
la'es, e do Sr. hispo de Bslhsada para Vou
zelia.
Nao partido da vida velha, nem da vida no
va, nem ;s vencilos da vida : o partido da
vid ainda.
O povo por-lbe esto domf, e a opiniao popular
qua6i sempre feliz no3 seos baptismos : sao
nomes qoe -am.
Falla se qoe as cortes s serio convocadas,
si hoover protestes mais violentos da parte da
Altemanha.
A nota dirigida ao governo pelo ministro de
estrangeiros da Aliemanha foi esta :
Sr. ministro.0 jornal ofiisial de hoje Dia
rio do Gjverno publica om decreto do governo
portogoei, pelos termos dos quaes foi rajeitado
es concerno de ministros o accordo entre os
comits dos portadores estrangeiros da valores
Dortnguezes e o concelheiro de Estado, Sr. Ser
pa Plmentel, scff'endo novo prejuizo os interes-
ses dos portadores de litlos, contrariamente a
le de 26 de Fevereiro de 1892, votada pela re
presentaco nacional do paiz. Referindo-me a
es'.e f. co, lenho a honra de observar que, em
quanto este importante assumplo se tratava,
principalmente em Lisboa e depois em Paris, 03
credores allemes at ao ultimo momento deram
provas inconteslavbis do seo seatimeato de eqni-
dade, assim como da sua boa vontade de tomar
em censideracao as diflnoUades Bnanceiras de
que Portugal soffre acioalmeote. Estas boas
disposicoes, como o ootoo o governo impsrial
com bastante pexar, nao encontraran!, porm,
tssa prova de gialido qoe tiobam o direitode
esperar; pelo contrario, o governo porlogoez,
looge de apreciar a moieracao dos credores al
lemes, responden a ella com om novo aUqoe
aos seos in'eresses.
Ante este procedimento arbitrario es'oo encar-
regadoo que desde j trato de comprirde
notifican ao governo portnguez o protesto formal
do governo imperial contra o decreto de boje,
pois qoe esse decreto lesa os direitos garantidos
Eor tratador aos credores allemes. Tanbo a
onra, Ptc(Assignado), Bray. *
O minislro dos estrangeiros portogaez respon
dendo essa nota, accentooo que o governo, nao
sem grande pezar seo, vio-se Toreado a proceder
como fez, attendendo ao estremo embarace da si-
toaco finan :eira; e pelo qoe dizia respeito ao de-
creto de 13 'e Jaoho.em face das prescripcOes da
le de 26 de Fevereiro, seria objecto de om estado
serlo e de ama justa apreciaco por parte das
c'tes na soa prxima convocacao, assm como
foi declarado no decreto.
Que o rotatorio qoe precede a este, responda
em termos tao precisos e claros s ootras objec
ce3 qoe seria difli :il oppr a ellas ootras mais
bem (andadas.
Que o governo tomara em conaideracSo as re-
cUmaQes dos credores tanto quanto a sitoaco
do Taesonro do Estado Ih'o permittia, e nSo seria
de modo algom legitimo garantir por um pro
cesso qualquer o pagamento integral aos credo
res; o qoe acarretaria em ponco lempo a insol-
vabilidade.
Foi assignado o decreto modificativo do c-
digo administrativo.
Mantm a circascripco administrativa, e as
alteracOes mais nolaveis sao as que referem-se i
extiocSo das juntas geraes e moJiticagao. das
attribaigoes das juntas de parochia, qoe ficam
limitadas administraco da fabrica das igrejas,
sendo presididas pelos panchos.
Igoalmeate o governo vai proceder a reforma
do eosino superior, assim como fazer grandes
modificacoes as reformas j feilas nos servicos
das aifandegas e as repartieses de fazenia,
achando-se j concluida a do ministerio das obras
publicas.
Esta ultima reforma deve apparecer em breve
publicada, visto estar o trabalbo do Sr. Pedro
Victor em reviso de provas.
A corte suprema p-onunciou se a favor do
banqueiro Mrquez da Foz, declarando nu ter
logar o processo contra elle instaurado.
' No Porto reunise a commlsso promotora
da representaco dos vinbos do Porto e oatros
producios na exposicao d; Cnicago
Iuteiroo-se das numerosas adbesdas ultima
mente recebidas e lasimou a morostdadedo go-
verno em estabelecer as condiges geraes da re-
presentaco de Portugal aa exposico, estndo-
se por isso arriscado a perder se a opportonida
de de marcar espago ofli ;ieuie e bom para o
noeso paiz.
Por fin resolva pelir a Associago Gommer
cial para renovar as instancias jonto do governo
no sentido de qoe este d soloco rpida.
Foi inaugurado o servico de caixas com va
lor declarado, por forca do congresso qoe teve
lugar em Vienca, com a Allemanba, Cameron e
Sbangai, Repblica Argentina, Austria. Bulgaria,
Ertypto, Franca e colonias francezas, Italia, Lu-
xemburg Roomania,Salvador, Saissa e Turqua.
A3 caixas podem conter joias e objecto3 precio-
sos e podem se-expedirlas pelos vapores d, s
Messagerles Maritimes, nao excedndo o peso de
1.000 grammas, nem terem mais de 30 centme-
tros de comprmanlo, 10 de largura e altura e 8
millimetros de espessora, .ando sojeitas aos di
reitos adnaneiros. O mximo do Vulor admiuido
de 2:000* fortes. Os portes e premios de segu
ro per caoa 604 fortes on 303 francos variam se
gando o paiz a qa; se deslioam.
O partido legitimista resolvea in'.ervir dire-
ctamente na prxima eleico geral de depu'ados.
para o qne nomeou urna commi^s) eleitoral,
composta de mais de setenta tnerabros, em que
Bg'iram muitos dos memDros da anliga ari3tro-
cacia legilimista, como os S:s- Marquezes de
Peuslva e de branles, os Srs. Condes de Avin
les, Azambuja, Belmonte, Rediaha e S. Marti-
nho. os Srs. Viscondes de Sanliago, Ce Gayola e
de Zimbuial.
Os Srs. Drs. Pinto Caelho e Fernando Pedroso
parram para o norte, oade foram presidir as
reunies legitimis'.as.
J deve reauir o centro leglt-mhU de Viam a
do Cssteik).
Parece qae haver una reuailo pt:-naria do
partido.
D.z om jirnil de Lisbia que o Goade do
Alto Mearim lalo encontrado no3 p-i cipaes
museos e bibliotbecas da Italia, retratos dos
mais llu.-tres nomens de eida paiz, taes como
St-i-kspeare, Milln G-jrvantes, etc., etc., nSo de-
parara no entretanto em parte a'guma com a primeiro pico do mundo, o immortal autor dos
Limadas tbra qae mesmo em italiano cont3 In-
nmeras edioDes. E como esi=a ausencia ferio
ihe os seotimento3 patriticos, incumbi aocom-
mendador Scaroaztlla, que ultimameule esteva
em L'^boa, de mandar execnlar em marmore o
boato de Luiz CamSas, destinando o a monicipa-
liiade de Rom, que lmmediatam;tite se offere-
ceu para o eolio ar ca imporiante biblio'.heca,
supprin'Io a38im lacun deveras lamentavel.
O busto est incumoido a om distiocto artista
italiano, e brevemente estar preenchida a laca-
ua notada por S. Exc-
0 Correio de Portugal oceupando-se em om im-
portante prtigo referente independencia das
colonias, faz considerares a respeito do a3sum
pto, das quae3 apresentamos Ihes atguus excer-
pt03, paraconhecimento flos seos leitora3 e prin
cipalmente da colonia portogaeza, a qual lote-
ressam elies directamente.
E' um grave symptoma, diz elle, o grito de
independencia que se comeca a onvir em quaoi
todas as colonias.
Os Agnes. a Madeira, S. Tnotne e Angola ie
vaatam ja aoertamente a bandeira da revolta e
a annexaco aos Es.alos Unidos da Amrica;
na Afica Oriental, oule aaondam meaos os ele-
mentos portugueses, j nS.i repugna perleaeer
aout.a oa-Moaalidade oa fazer parta da feiera-
co dos Estados sol-africanos.
E' lamentavel este estado de coosas, e a rapi-
dez com qae 03 factos se succelem nos no&sos
dias, iuip6m-nos o dever de estar attentos e de
providenciar s;m demora, se queremos evitar
mais esta caiamidade, que sera o esphacelamen
lo completo da n. gao
E' tempo de tragar om plauo geral de admi-
nlstrago colonial, scientificimenie delineado,
ao qaal todos 03 ministros saccessivos se te
nham de sojeitar, sendo-o tambem de estudar
as causas do descootentameato que lavra as
provincias ultramarinas e os meios de o comba
ter.
Emquan'.o a nos, a mi disposicao das colo-
nias tem como caosa rexota o pseodo pacto
colonial e dizemos pseodo porque quere-
mos a Jefeza dos i '.eresses da metropole sem
aitender aos du ultramar, quaodo inversa a
ordem natural das coosascomo caosa prxima,
apparece a lerrivd e dissolvente doolrina pre
ada na cmara, divulgada e defendida n'alguas
jornaes, sobre a venda de parte das colonias 1
Em todo isto sao consideradas as colonias
como propriedades e nao como entidades con-
tratantes, esqoecendo-se de que l temos patri-
cios, cojos direitos sao tao sagrados como 08
103808 qae vivemos na metropole, >
Como procede^do-se a esse assompto, diz a
respeito de Maco o Oriente Portogaez:
Entre tantos padrOes de falta da tino gover-
oativo qoe a nossa infeliz nuco ol-rece aos
olbos do mundo eolio, causa-nos magua diier
qoe a provincia da Macae Tim r nao das me-
nos caractersticas e nolaveis.
Comeca pela monstroosidsde da sua consti-
tico geographica.
> Com a cabega na Asia Oriental e na cceania
o tronco, esta onidade administrativa nao se ex-
plica, nem pelas cartas do globo, nem pela iden-
tidade das rae is, costumes, lingua, clima, solo
e prodoego. nem por tanto pela oniformidade
do meihodo que deve prodosir ao seo governo.
Formn se orna provincia de colonias dis-
tantes e heterogneas, porque orna nao tirara
meios para occorrer s despesas da soa sosten-
tago e a outra poda sopprir a: faltas das me-
aos remediada...
Qaa-do orna parte de dominios to vasios e
disparsos estacione, defiohe, se parca e immole,
porque n> tem em si meios de vida, nem o paiz
dominante est em condiges de os adiantar,
om facto se npre lastimoso, mas qoe ainda en-
costra algomi jostiOcacio ou razoes de forea
maior.
Qaando porem, orna colonia realisa por si
prooria fondos bstanlas para se manler e pro-
gredr e comtudo os seos govercantes a condem-
nam a ser probo, porque as ootras o sao, pobre
a metropole, isto denuncia urna insensatez to
extraordinaria, qoe nem a gente sabe se ha de
ter do destas pseodo estadista, se cbamar-lhes
trahidores a patria-
O cooragado Vasco da Gama > rec beu
or em de apromptar para ir a Haelvs represen-
tar a marinos real ponogneza na testa naval
commemorativa da partida de Colombo para a
America.
II npanba
Um decreto do governo publicado no dia 27 do
pausado declaroo levantado o estado de sitio em
Barcelona.
O projecto da le relativo ao novo empres-
timo, qoe foi apresentado cmara pelo minis-
tro da fazenda, tem este texto :
O governo de soa magestade poder conver-
ter em divida do thesooro, on em divida perpe-
tua do estado, ou em divida amurtisavel interna
ou externa, o resto do ddianlamenio feito pela
Companhia Industrial 'do Fumo, em virtode da
lei de 7 de Jolbo de 1888, e a divida Saeteante
que resulta da liqoidagao do exercicio presente.
Se o governo preferir a divida do thesooro, a
amortisago nao poder ser decretada para nm
periodo maior de 15 annos. Ogoverno mente autorisado a prorogar este contracto.
A forma, o jaro e as coodigoe3 de qualquer
das emissoas de que se trata sero resolvidas
em conselho de ministros e o governo interca-
lar no orgamento geral d s despezas do estado
a quantia oo verba necessaria para o pagamento
das obrieagOes em qoesto. O governo de soa
magesiade dar costa s cortes do resaltado
destasoparages.
O eQactivo das forgas navaes para 1892 93
foi xado em 5,809 mannbeiros e 3.605 soldados
de infamara de mariuha para o reino e 935 ma-
rioheiros e 130 soldados de infamara de mari-
uha para Cuba.
Espera-se que no porto deHuelva reunam-
se 24 navios de guerra, por occasio da festa
naval com qae alli se commemora o centenario
da descoberia da America.
Ah chegoo urna esqaadrilha ingleza.
No dia 26 ioaugoroo se a feira de Santan-
der, na Castella Velha, terminando a festa por
serio motim, qoe dea lagar a intervengo da
fo*ga armada.
E obedecida, fez fogo, resollando cabirem mortos
dons tarbalent03, fleando nove ma3 ou menos
gravemente feridos.
A populagSo impressionou se vivamente aoter
coahecimento do facto; sappe-se que as medi-
das extremas, s qoaes as autoridades foram
forgadas a recorre- s serviram para augmentar
a agilago entre os turbulentos
0 aogaienio de impostos de consumo prc-
vocou em Pontev.-dra graves desordens.
Pelas proporgas que estas tomaram, o gover
no leciarou aquella cidade em estado de sitio.
Mas, nao obstante esta medida e cutras provi-
dencias excepcionaes, renovaram-se os tumultos
com carcter mais violento.
as arredores de Madrid .^ateram-se em
dueo a pistola o alcaide e om concelheiro mu-
nicipal da mesma c'dale da Madrid.
Trocaram-se dous lro3, mas neohum dos ad-
versarios foi alcangado pelos projectis, ficaade
assim terminado o incidente.
A imprema hespanhola chama a atiengas
do gov rao para os acuaes acootecimentos ao
imperio de Marrocos.
Os correspondentes telegrapham hor/orosas
cenas de violencias praticadas pelas tropas do
sulto. desde o saque at o a sassinato de popu-
lages inermes. '
D.zem de Paris, que os delegados bespa-
nboei contiooam de accordo com os delegados
francezes o estudo comparativo da pautas mi
nina i e como continuara a guardar a maisabso-
lu'.a reserva, nao fac! saber qual o verdadeiro
estado da questo.
Dizem tambem que ainda se nao t-a'ou da
quasio dos vir,ho3, mas nao isto provavel, al-
tala a importancia capital do assompto.
O que entretan'o parece mais pro avel que
j lenba sidodiscutida e continu anda em dis-
cusso, quaodo nao da urna maoeira directa, ao
menos como termo de comparago.
De sortaque se nao pode calcular qnaodo es
delegados terminarSo os seos trabalbos, mas o
que se ple desde j assegurar que a dis:us-
so tem corrido muo serena, sendo comp'.eta-
mante falso qoe tenha havido conflictos e rom-
plment03 com ameagas de reirada, tendo-e
sempre mantido a mais perfeila cordialida le eo-
treos dons grupos.
Os delegados bespanhoes mostram-se moito
penhorados para com o governo e os delegados
francezes e estes fazem os maiores elogios a cor-
recgSo dos delegados nespaaboes.
0 Boletim da cmara de commercio hespa-
nhol em Pars diz a este respeito o seguinle :
Estamos certos de que o resultado des as
oegociages ser extremamente satisfactorio,
conirib lado para suavizar e vencer asperezas
mais cu menos tradi?ionaes e para estreitar es
lagos de aniso entre dous povo que tanto neces-
sitan] e tambem podem viver de accordo.
Es'a situago sem duvida delerminoo o faetc
a que ailude o Rappel de Paiz, nestas pala-
vras:
As interpellages acercadas uegociages com-
merciaes entre a Franga e a Hespanha, qoe Ce-
viam realisar se aas duas casas do parlamento,
nao tiveram lagar.
Os senadores e depotados vioicolas do Meio-
Da qae haviam tomado a oiciativa dessas ia-
terpellagoes, pozeram se eflectivamente de ac
I







Diario de Peruambuco Seita-ieira 5 de Agosto de 1892
cordo com o governo e por consegnencla julgam
iuutil It^mMr'HBBe ilWnsllTTl"trtbUu."
D fa~to, 88 negociajes cootinuam e at aqu
a njssa pauta mnima a applicada aos produc-
tos beapanhoes e niwpwce que mais tarda
essa pauta deva ser abalada emprowiio d
vinbos btspanboes ._
O resultado ^ue procaravaai os ree-easmantei
dos departamen'oa vincolas esta, pols.tatogi-
do, pelo meos quarHeso presento e loto a da-
tusso publica poderla, eompramatlel-a.
rol sso que det rmioou a soa aatteoja.
O k'abote, priacipalaaute o presidente di
cotiselho o Sr. Ca aova** elm: dtedesab/ida op
posicSo ; pode terse iFBHrspecinreirrcoai que
Andamos este noticiario :
Fallando aa sMuajo do governo bespanbol, a
tiera dii que impossivel qie ella seja mais
difficil, mais complicada, mais desaircsa e mais
degradante ; visto que eal dependendo da mi-
sericordia das minoras.
Se estas quizerem perdaar-lbe a vida, poder
viver com salisfagao relativa, mas nao abso-
luta.
Se mantiverem o aeu plano, o governo podera
viver, mas bumilbado.
V.ver, pique de lal ordem a heranja que
elle deixa, que ningoem quer recebel a.
O r. Cmwi dente de co^selbo de ministros, nem o chele de
um par'.ido, nem sequer o codirector da maona
nm prfugo. Se vae cacara dos deputados,
nao entr* na sala das seaees'; se vae ao teBa-
do. os porteiros pedem-lbe o passe : ninguem o
conhece.
O mesmo jornal conclue dizendo :
Nos qne sernos os pnmeiros a reconhecer o
merecimentos do Sr. Cnovas del Castillo e o
admiramos como historiador da causa de Aus
tria, como mortiucador dos nioos gticos, como
presidente de Academias, Sociedades, etc., eque
at o admiramos como poeto inspirado ; nos que
sabemos que o Sr. i anova; del Castillo urna
gloria cacion;'l. larneoiamcs esta eua decad^n
ca, ptrque insie ser o epitapbio que a bisto-ia
pora sobre a sua vida publici !
O Jpiter Tonante de outras pocas convertido
a ul ima hora n'um prfugo vulgar e metieu-
toso.
Elle, que nada emia, fugindo de todos ]
AMRUP0L0GI4 CRIMINAL
Esiudos recentes de crimino-
loga
Diese ba pouco um eminente aotbropologista
que a nossa civilisacao moderna progrdio tanto
que superior capacidade natural de muitos
individuos que vivem em nosso meio. :k civili
sacSj actual representa o ultimo e tiBal esforz
dos individuos melbo' e q-iipados. Muitaspes-
soas, que poderiam presentemente ser conside-
radas como mais ou menos criminosas, conside
rar-se biamhonestas se houvessem sido destina-
das a viver na civilisaco primitiva dos tempes
antlgos quando os uoshos n'epassados forma-
7am as rajas barbaras da Europa- Nao s: pode
segar que, o nascemos para o elevado nivel
moral que se nos aponte m actualmente como
guia.
Seseemos, pelo contrario, com as crs perce-
pjes maraes que berd-moa dos mui'-os seclos,
Ue existencia semi-baibira, e a nossa ap'idao
para viver de coiiformidade com as lines des'as
ultimas -f-Jas depende largamente do meio e
da educajo.
Ti-ge nioito bem dizer, com as palavras de
Lfcaesagor, que sociedade s tem os crimino-
sos que merece ter. Por outras palavras, o
cuidado tomado pela a*ciedadepara prevenir o
deseuvulcimento e a propagajo do crime, nao
prepareiehil ao esejo que mostra de formular
leif, bdseadas oas iaas adiantadas que tem do
que coostitue aime. Acontece, pon, que as
leis ei'as por urna minora muio reepeita^el e
pc.:.-:o a e-'o multo a.ima das tendencias n-
sitas ou das capacidades adquiridas da enorme
maioria das homens. Nnuralmeaie, pois, o
crBiiuoco, ou, encarado ejb este pooto de vista,
0 h.aiai meuos capaz a victima do que se
torna para elle una Irgislajo de classe, e as
palavras do Sr. Alunen? o criminoso eprodu
zida pelos meamos procesaos que sa em prega
dos pelos cr ado'es para prodoiirem novas ra-
jas txistectes. Esiabe.e.\nJo ent e elles
Ejmpatbia mutua e protecjo mu'ua, a socieda-
de d um presto para a crajo no sea seio de
crimiuosos, e di ' de e a maior in'.eosidade da casta.
' esta co rente de pensameno que fez a obra
do au h-opoligiita criminoso, nos annos recen-
tes, de iQieresse vital para todos os que, posto
que remotamente, se uceupam em observar o
progresso feito pela sciencia poltica no mtlno-
larreio da miseria bumaua.
Tc-rou-se evidente para ruoitos que, se os bo
aens aascem criminesos cu se eiles sao o que
a sociedade os faz, em q jalquer dos casos ba
secessidale urgrnte de allerajOes radicaes na
' aossa jurisprudencia criminal.
Se nascem com propeosao par? o crime, entao
em muitos casos o hospital ou um ibjIo rra's
apropado para acolhel os do que urna pneio.
S per outro lado, a manufactura da clasae
criminosa urna questo de educajo e de meio,
en'o j lempo que se fajam mudanjas abso
iutas em amoas estas causas creadoras.
Deve ser evidente para todos, que actual
nenie enboma questao excede em importan-
cia que lm que \t: com a palbologia do
crime.
Realisru-se pela primeira vez, em Roma, "?m
1885, cma reuniao de delegados todos os pai
es do mundo civilisado, que organis^ram o
Congrcsso Internacional de Antropologa Cri
mloal-
De rovo em 1889 uni se esta aseociajao em
Paiis, epiose^uio com mais vigor e interease
na discusso de numerosas questOes de impor-
tar.cia.
Felizmente foi.dado ao mundo scientinco um
epi'cme dos seos trabalbos no relatorio annual
de 1889, da Smiibsonian Institution; mas des
grajadameote. leve pela forma em que foi publi-
cado, circule jSc moilo limitada.
Pareieu-me, pcis, \a!er a pena dar aqui um
breve resumo dos pmtos mais salientes da dis
cueSo, cem os commentanos provenientes de
etilr. s fontes, que lbe fosseui congeneres.
Desde 1885 torncu se apparenlequeosque es
ici-in autbropologi se dividim em duas es-
colas, denominadas ccmmcmmeHte a osela fran
ceza e a escola italiana.
A primeira destas teodo sua frente o pro
essor tsar Lombroao, com a maioria dos estu
dantos Italianos por quilo, adherecte rme
da doctrina da permanencia do typo criminoso,
da differenciajao unto physiologica como psy
chica, e de todas aquellas leis secundarias que
dependm dtstes poslolados.
A escola rancoza por cutre lado, aquella a
que se ttliou a maicia dos observadores desle
paiz. ^uiada;pdo Dr.Manouvner.
Para estos as cond jOes sociolgicas sSo suf
Bcientes paia explicar os ianameros e multifor
nes problemas da psycbolcgla criminal.
(Co tina).
E-fse lo a chamma ardente e louca, ,
Q ie devora a mtob'alma e a tua alma,
O riso que te inflara a linda bocea,
Toorriatte calma 1
A 'ua froDte'angelical e etterea,
R llecte a lorde um ideal.fiirisrjaa.
A doce alvura da valo aerea;
Em nMNfl.de lYritma
Voemos siar to ctodo aawr, nos imrm,
Eatrelajdoa.-d soaaianJo em beijos,
Cantando arias e rmros dytiramba,
Melotaud j bar p* jos.
Voemis sim, pois no meu crneo a fUmma,
Crepita, fe.-ve como a pyra ardente ;
Do tea corpo o calor, ardente chamma,
Tmbem minh'alma sent.
Ella me dis3e em lom sereno e brando :
Eu sioto, sentes, pois na.i ? Amemos.
E nisso a olhos negros foi cerrando ;
Eu respond: voemos t
Carlos Mariz.
Estudo blagraphlco de BeaJ i-
umb (oatt^Bt por Telxelra
Mead es.
(Do Jornal do Commercio)
Continuado
Encontramo-!o assim ao futuro fonda-
dador da Repblica, demorado em meio
da carreira professoral a que se destina-
va sem duvida quers gosou reputigao de
primeiro mathematino do seu tempo no
Brasilpor urna alta vontade omoipoteate
a cujos crueia prazeres da diriadade pras-
tavam se alias pereitamente os escrpu-
los do mais rijo dos caracteres.
Nao era de todo um desastre. A com-
pleta derrota nao estava inscripta na taboa
dos seug destinos.
Tanto assim, que alm dos cargos de
ensino de ideaos importancia qne lhe fj-
ram cedidos, como temos visto, foi-'.hs
dada a cideira z mathsmatioas no los
tituto des Meninos gos (13 de Agoato
de 1862) e antes disso tora admiltido
como pratioante no Observatorio Astron-
mico (19 de Novembro de 1861) e elle
ia lentamente progredindo em sua carrei-
ra militar (promovido a capitn de estado
m tior de primeira classe a 22 de Janeiro
de 1866).
Saa entrada como professor no Insti-
tuto dos Meninos Oegos por especial voa-
tade do imperador, occasbna-lhe mesmo
eventualmente o grande fact) venturas
de sua existencia ; por qie thi conheceu
aquella que bavia de ser todo o eaiero e
conforto dos seus das.
Benjamn Constant despozou em data
de 16 de Abril de 1363, a D. Maria Joa
quina da Costa, filha .do Dr. Claudio Luiz
da Qosta, entao director desse Iatitnto.
Tado com tffiito quo elle acceitassi
por ociasiao Ike ssria dado. Foi feito
director do Iastituto dos Meainos Cgos,
por morte do Dr. 0 audio da Costa, ao-
oeitando eaoe cargo por espacial empa-
cho do imperador.
Chegou a ser duas vezes convidado
para meetre das princesas e mais tarde
dos netos do imperador D. Pedro tendo
por motivos de melindre declinado deasas
honraras pala aas.
Mas, a grande victoria, a desojada,
que nao poda ser. Raalisar o pregram-
ma da sua altivez que lbe era vedado
Tudo que i.ceita loe poda chagar ao
alcance.
(Conseguir* que era imposaive!. H-
via um tecto de chumbo, a deter em meta
arrogancia as aspirac/tas muito altas como
as euas.
Nao custa avaliar a anciedado infinita
de sua grande alma indomavel, dominada
nessa contingencia de meia sobmissao. E
o seu soffrimento rebentava s vezes em
como que profundos gemidos que nao
mais podia guardar no peito. tRsstava-
me (diiia elle na carta a qne cima nos
temos referido) no fim de tantos annos de
incesaantea esforjos soffrer mais esta
golpe.
Como sempre reaignei-me a mais esta
dolorosa iniquidade na carreira do magia-
terio que com tanto enthusiasmo e boa f
abracei.
c Fechada para mima Escola Polyta
chnica, iiia anda no mesmo documeato,
suprimido o Instituto Commercial, devo
resignar me posijlo precaria de repeti-
dor da Escola Militar, sem esperanga de
accesso a lente cathadratico.
Eis a sitaacSo a que chegnei no ma-
gisterio depois de tantas latas e da tan-
tos desg:8tos. Tendo consagrado quasi
toda a minha vida ao eatudo e ao ensino,
foi aquella o mirrado fruto que colhi.
Cont por milhares os meus dissipulos
muitos delles sao hoje, uns, lentes cathe-
draticos, outros, substitutos as diversas
lacaldades do Imperio.
Muitos aao hoja cfficiaes superiores no
exercito e na marinhs, como p -r cx-.ra
po os tenentes-coroneis Floriano Peixoto,
Mallet e Jeronymo Jardim, director de
obras publicas, todos de patente superior
minha.
Eu lucto ha muito tempo para estabe-
lecer-me no magisterio, gozando no enton-
to de urna repatacSo como professor de
mathematic8, muito lisonjeira, e direi
com franqueza, muito cima de meu ma-
rito real.
(Cocti-.a)
LITTERATRA
toemos
A' Eurico Witruvio
So seio d'ella, no seio alabastrino,
Mesmo da cor do marmore de Pasos,
Eu encontei um cof-e purpurino,
Cofre de soDbos rasos.
Nadeslumbrpnte curva loda nev,
Havia um que de urna ideal fragrancia.
Urna suave .-enssjSo !ao leve,
Urna serena ancia.
Cm da o sol era irritantee forte,
Ella cantava urna caejao: amtmos;
dase: Begue me as regles s'.m norte ?
Merespondeu voemos I
Toemos sim s regioes ouradas,
A's regiOes estheticasdo amor;
Mas cuta-me ob alma de alvoradas,
Oh 1 resplendente flor I
Em ti que se reeume o eu sublime,
Da creajo divina de Pb.dias,
lamber se eocerra a forja que me opprime.
Em DOites fugidias.
Para publicarDa Secretaria do Gover-
no foi-cos remettido :
lllm. e Exm. Sr. Dr. povernador do Estado
de Pernambuco. Fausto Gjnjalves de A bu
que.que t Silva, Manoel de Barros Bezerra Ca-
valcaute e Joao Vicenti' Pen Ira Dutra, bachuroi;
formados em direito pela Ft-culdade de Direilo
do Recife, voem respeitosamente peraote V. Bxc.
reclamar contra o acto arbitrarlo e injonsiitu-
:ional, pelo qual foram ekitofl o juizes de dis-
ido deste municipio, pois, nessa eleijio nao
deixaram de ser attendidas as disposijOds
da Constituijo Poltico deste E-tado, romo as
da le estadal n. 45 de 14 oe N.vembro do anne
prximo passado, o que com a deviia venia pas
sam a demonstrar.
Exn. Sr., o nosso Pacto Fundamental, como
V. Exc. sabe multo bem, tratando em o capi-
tulo VII da administraco municipal, di-pe uo
art. 11 oseguiote : Em cada um dislricto ha-
ver um jjiz e tres sopplentes eleitos pe j Con
ce'ho municipal e serviro por tres annos.Se-
ro eleitos de preferencia os hachareis forma-
dos, e no art. 112 : Os juix^s de districio
terau o ordenado que Ibes m-icar o Coneeiho
Municipal, antes d eleicfto d'ellea. Do
mesmo modo que a refeiMa le estjdal de 14 le
Novembro dispe no capitulo IV art. 37 : Hi-
lera em cada districto um juiz denominado juiz
de districto, qoe ser eltito pelo Concebo Muni
cipal,d'entre os cidados formados em direrto
e s no caso de nao aceltacao por parte destes,
peder ser eleito oolro cidadSo que pela sua in
telligeocia e moralidade, possa desempenhar os
deveres do cargo. K no art. 40 do til. Os
uiiaea de dislrietouserao pago* pela maaictpwl-
dale e tero os vencimentjj que Ibes forem ar-
bitrados pelo Conceibo Municipal,antea de os
eleger
O Coaceiho Maaicinakdesta cidade, porm,
tao trepida em ferir o noss*Cidigo Poltico,
trans_:vdr'loas disposijrt doaartigos citados
p, re -..I o alo. sem o miuimo rospelto a lei de 14
d#ftjvemlraar t>mlsem citada, porque nao 6
oau.fji artteado oordeoado para os joizes de
diatrictaoies da tl^'cio dos mesinos, como
laatheri) esta eeifio nj recabio, o que- ai ria ce:
plana juatica em faae >lis leis astadaes,sobre
03 odtkos bichareis fo*mados em direito, re-
sidentes no municipio, que prelendiam ser os
eleitos para exercer o cargo de joizes de dis
trido-
Ao contrario o Coa;elh3 Municipal tendo pro-
positalmete p-opalado, com o fim de affaatar
a nosaa prel-njo ao cargo de juUes de districto
pela exiguidade de vencimeBtos, que arbitrar
para oa meamos juizes, o ordenado mensal de
3o/, em urna sesso secreta que real.sou emum
dos das do mez de Maio prximo passado, dtsi-
gnou para ter exercicio no cirgo de jila do i-
disiriclo deste muoicipio um individuo que aqui
se diz ebefe poltico e para o 2 e 3 dUticto dois
outros sena auxiliares na3 arbitrariedades, abu-
sos do poJr e deseufreadas perseguijea polti-
cas, que qooti iaLamente se pratica ueste muni
cipio ; arbitrando na mesma eesso inesperada
e claudestioa, para o juiz do I' districto o cr la-
nado d^ 1.2UA annua:se para os do 2 e 3
1.00C#.
E nessa el^ijo e nesse arbitramento houve
tanta p-ecipitaco menospreso da le por parte
io Cjacelho Municipal de<>ta cidaie, que o mes-
mo couseatise que os eleitos flzessem a prome3-
sa de que cogita o art. 12* do Constituijo do
Estalo, mesuro na sesso clandestina, sendo pre-
ciso, ao que consta, que o Dr. juiz de d reito,
tendo Mcebiio, como diversos outros fenccio-
narios pblicos deste municipio, communicajaa
por parle dos eleitos de que baviam entrado no
exercicio de seus cargos e prestado juramento
ptrante o Conoelno Municipal, ordenou que este
juramento fosse prestado peraote elle juiz de di-
reito, de con'ormidade com o art. 70 da le de
14 de Novembro.
Dista arte Exm. Sr., foi pelo acto absoluto e
dispotico do oncelho Municipal da Victoria,
conculcado o nosso direito de propriedaJ") aos
car os interesses da juslija manicipal, ora coaada
a leigos, individuos alias excesslvamecte parti-
dario-, pjliiicos exa 'alos e intransigentes.
Exm. Sr., escudados na juatica de njssa re
clamajo e forlalecido3 pelo espirito de rectido
que tem presidido a todos os actos da aduvnis-
trajao de V. Exc, qu iocontes'.avelmente tem
revelado o mais elevado tino edninistrativo e se
tornado credor da administrujao e estima dos
peroambucaros, vimos rogar a V. Exc. que se
digae corrigir o abU30 pralicado pelo Concelbo
Municipal desla cidade, faaeuio recahir sobre os
supplicantes a ele.jio para o cargo de junes is
triclaes deste municipio.
N;stes termos pedimos deferitn^nto. E. R. M.
ididi da Victoria, 7 de Juobj do 189i Faus-
to Giojalves de Albuqaerque Silva, Miooel de
Birrot Bz-rra Gavalcauts e Joio Vicente Perei'
ra Dutra.
N. 169. R<. 730 de sallo. A Commercial, 8 de
Janoo da 1892. O ewfiptnrarioV. Brrelo, pe-
lo ihjsoureiroA. Cildas
Iaform:o ConielboMunicipal da Victoria. Pa-
lacio uo governo do Estado de Pernambuco. 9
de Jja o de 1892.Barbosa Lima. j
Concclbo municipal da Victoria, 9 de Julhj de
1892-
Cidadao goernador.Prestando a informa
jo qae por vosso despacliD exarado na repre
sentajj iuclu-'a nos exigua, peJimos venia
para, como pr.-liminar estranhar que, em nome
da le', p.-etenlam os reclaiautes o quenis le
le'.
Oode, em que dispo3ijo legal acbaram os
aupphcantes o recu"s, a se apegan?
Nm-'oibecemoUi quo eUoelej recurso
dos a;tos e debe.-ajOas do3 coac-lbos muiui-
paes.
No de^empenha das funccO^s da municipali
fia te n-nnuma ingereniva te^o qialquer outras
autoridades estranhas hier?rchia municipal,
salvo os caaos p'evuto* na c 'Qstitu!C*o e leis do
Es adoartgo 99 Ja conaiituijao.
M '3 cidaij gavaroador, quanto lodo o ex-
pec do nj f03s-> b-.stao'.e para patentear a in-
jusiija. a imp ufencia, asle insaciavel d',a
lolo transe, se fjzer opposico ao actual governo
cre-'.r ernoa-jO! aos diverses ramas da admi
ni-'.iajao, quer da Ulio, quer dos Estados e
quer d03 municipios, e mostrar a desarrazoada
pretenjo dos reclamaote3 e correcto proceder
do coaccltio municipal da Victoria, basta urna
ligeira exposijSo dos motivos que levaram o
mesmo coneeiho a assim proceder lanjando a
margem os hachareis signatario! d6 tal repre
sentago, e n3 o fazemos, sem intenji de ma
gaar os melindres dos hachareis reclamantes,
porque dizemos a ve. dade, e esta a ninguem
pJe offfnder.
Os hachareis Manoel de Barros Bazerra taval-
cante e Fausto Gonjalves de Albuquerque e Sil-
va, eram promotores pblicos, este da comarca
da Bom Coaseiho e aquelle desta comarca, sen
do ambos privados ou demittidos dos cargos por
acto da Exma. junta governativa de 2 de Janei-
ro deste anno.
Nestas condljOes estes hachareis foram p 1-
vados dos cargas, ou por nao iospirarem con
fjinja ao actual e moralisado governo, ou po--
que nao tinbam a idoaeidade, qao exigiam 03
artigos 22 da lei de 3 de Dezembro de 1841 e
217 do regutameoto n. 120 de 31 de Jaaeiro de
1842, sob cujo rgimen foram nomeado3 e de
meitos por nao estar em execujao o decreto
n. 15 de 14 de Novembro de 1891, que deu nova
orgaaisajo a magistratura e eatrou em pleno
vigor a 28 de Janeiro deste aaoo: outro nao foi
e nem poderia ser o motivo da destituijo de
taes hachareis.
Q ianto ao bacharel Jo5o Vicente Pereira Du-
tra, sobre ser um homem de avanjada idade,
atacado de surlezi, foi igualmente demittido
por este coneeiho do cirgo de advogado da c-
mara, por nao lhe inspirar e cooaDj. que para
lal lugar se faz preciso-
Como, pois, pretender o cargo de juiz na mes-
ma situajo, com o mesmo governo, ( qu-m
aberta e ostensivamente se hostilisa) e para
quem nao se mereceu conbaoja e nem se tinba
a idoneidade legal para oa cargos de advagado
da Cmara e promotor publico, demissivel por
simples pcrtiria ?.l
Nao, cidido governador, o Concerno Munici-
pal da Victoria, mentirla a sua consclencia, fal-
seara o seu mandato, descuraria de teas deve-
rs, pdr-se-ia em franca opposjo com a alta
admiaislraja^ do Estado e arriscara as mSos
de taes cidadaos, a propriedade, liberdade, honra
e traDqmlidade de seu muni Jipes, si 03 elevasse
ao cargo de joiz; e sobretudo, cidadao governa-
dor, tieslustraria os nomes dos reclamaaie3,
que reputam illegaes todos os actos que decor-
fem do da 18 de Dezembro passado em diante ;
que, proposiUlmente, se absliveram da eieico
para na sua pbraae capciosa, nao darem o cunbo
de legalidjde ao actjal Coogresso; que vos
elegeu governidor u'esie E-tado, o Gonce bo
Municipal, por quem, nao cbHaute a illegadade,
querem boje ser eleitos joizes I !
Q-iem assim procede, quem peraote urna alta
autondade quem se reconbece e confessa, em
documentos pblicos, como urna represeniajo,
que seus actos tem sido precedidos de rectido
que i'contestavelmente tem revelado o mais ele-
vado tino administrativo e se tornado credor da
admirajSo e estima dos pernambucaoos, vena;
nao obstante, irguir faltas e omissOes, como -
zeram os reclamantes, e nao trazem as pravas
do allegado e pretendem ganho de causa ; des-
menle-se a si proprios no conceito que externa
ram, mostram-se apoixooaJose parciaes, e, per
tanto, iQcapaz'S de exercerem o nobre caigo de
juiz.
Cldado governador, a falta de calma nos re-
clamantes, hachareis formados em direito, su-
bi de ponto, chegou a lvalos a dar como ia-
capa:idade aos juizes districlaes, ora eleitos a
serem polticos intransigentes* 11 Qaeriam,
sem du1- ida, qu a imitaj&o do que se est pra
ticando, fossem elles transigentes i
Ob tmpora > Ob mores 1
Cldado governador, poleriamos anda prose-
gu' no exame das di&posicOes citadas, alitn de
mostrar aos reclamantes que a lei nao pode ser
tomada em suas nicas palavras, que precisa ter-
se preeentes ?s leis anlogas, pois, por amas se
declara o espirito daa outras ; precisa attender-se
ao espirito e forja d'ellas, porque com dase
C-lao Frag. 17 Dig. de legibM.
-Sslre+egem noa est verba earum tenere sed
vica ac polestatem *.
Poderiamos anda mostrar que, quem defende
uen direito legimo nao tem necessi-lae de re-
correr a lioguagem impropria de qudm cursou
urna facullade, mas o respeito devido aa-aosso-
cargo e a atondada, quem dos dirigimos, ve-
da os o manejo das mesmas armas, e a boa
moral- noa-canduz a plena cox-vtec&a de qae
In Injuria vincere turpe est .
Ain la -contrariando as falsas propoaijOas dos
bacba'eis rechinantes, cabe-nos dizer vos qoe
este coacelh) procede.u a eleijo dos juizes-dw-
tritaes no dia 24 de Maio como se verifica da
acta da sesso lavrada no livro respectivo ; e por
decreto do C3ncelQo de 18 de Abril (um mes e
cinco das antes di eleijo dos mesmos juizes)
foram creados no municipio tres juisados distn
ctaes, estabelecendo-se no mesmo decreto oe
veuoimentos dos r-wpaciivos ju.zes, conforme foi
publicad> por edital o registrado na secretaria
da prefeltura, conforme consta do livro para este
liin destinado.
As sessOes d'es'.e conceibo tem sido publicas
e oa eeus trabalbos sa regola ios pelo regiment
interno respectivo.
Est d di a uosaa informajao com tola a ver
dade, um contra os reclamante?, e lirmada s
maoie as principias do direilo, as leis vigen-
tes, qae nao querem, que prolnoem, expres3a
mente, a iotervenj) de .-.u-'oridales estranhas
as foocj s das municipalidades.
Saie e frateroidade.Ao illajt:e cidadao,
Dr. Alexaodre Jos BarDosa Lima, mu digno
governador do Estado d-i Pernambuco.
Cbristovo Alvares dos Prazeres, vice presl
Jente.Jos Prxedes Caldas Lio, 1. secreta-
rio.Jjia Tavare3 de Lima, cervindo de i" ee
cretario Caetano Bsnto de Araujo Figueireio.
Jos Manoel de M.(lo.Manoel H;nr qae de
Souza.
Procaradoria geral do Estado de Pernambuco
em 1 de Agoste de 1892.
Transmitto-vos a redamajo junta aos bacba
res Fausto Ginjalves do Albuquerqu-i e Silva,
Manoel de Barra' Bezerra Cavalcante e Joo Vi
ceute Pereira Dutra relativa a ele 1 ja a de juizes
de districto de municipio da Victoria, acompa-
nbada de mea parece' exigido, segundo me
communicaates, por ofiLuo de 20 do mez ultimo,
pelo governador do Estado.
Ao D\ eecreUrio do governo do Estado.0
procu ador garal do Estado, Arminio C. Tavares
dos Sajtos.
Proouradoria geral do Eotado de Pernambuco
em 1 de Agoslo de 1892.
Na petjjo junta os oachareis Fausto Gonjal
ves de Albuquerque, Manoel de Barros B. Cava!
cante e Joo Vicente P. Du'.ra, reclamam con
tra o acto do conceibo municipal da Victoria, ele-
gendo juizes de districto p.ssoas u> tituladas
em direito, preterindo assim contra a disposijo
dos arts. 110 da constituijo do Estado e 39 da
le de 14 de Novembro ultimo e Eolicitam que o
goveraador faja rdcahir sobre elles a eleijo pa-
ra o cargo de juiz de districto.
Parece-nos que os peticioaarios 0S0 padem
ser atteodidos. Os artigos citados, tai que elles
fandaco a sua reclamaco dispoem :
Io En cada um districto haver um juiz e tres
suppleates eleitos pelo cojcelbo muatcipal e
serviro por tres annos. Sero eleitos de pre-
ferencia os bacb iris formados.
2 Uiveri em cada districio um juiz denomi
nalo de distiiclo que ser eleito pelo cooceino
municipal 'eutre os cidadoa formados em di-
reito, e s no ca3o de nao aceitajio por parle
deste pode ser eleito culro cidadao tu* pela ana
inlellig-mcia e moralidade possadesempentar os
deveres do cargo.
A' este3 artigos deve-se dar urna ntelllgeacia
racional elles nao polem ser eeteolidas li.te-
rlimante, em seas termos t> absolutos, sem a',
liogir. em suas ultimas conseqoeocias, ao ab i
surdo de um bacharel de notoria iocapaciJade
physica ou moral, um Lachare!, po- 1 xeajplo,
iurdo. ce^o ou sandeu, ser preferido para o car
go de juiz a outros cidadis que tvessem 'odos
01 requisitos pa~a o desenpenho do cargo e fal-
tasse-lnes apenas a carta ae bacharel em di-
reito
Assim, ama tal ampiajo do texto da ldi deve
ser rapellila par absurda. as leis, diz umju
risconsulto, como preoeitos da rata imminea -
lemente social devemos acbar trea cousaa: pa-
lav.-as, pen'amentos e exac a coofurmidade des
es p-'osamentos com a r*zo natural, jusiic<.
ordem e bem ge -al, aseparaveis da todas as as
socac'.'s humanas.
iVon entm lex qi scriptum est; sed quod le
gislor voluit. quod judiao MO aprobavit et rece-
O legislador nao podia querer que um bacna
rol, sem os requisitos necessarios para juiz, pre-
(ensse a um cidadao que, embara ni formado
em direito. tives3e os.
O preceito da lei, pois, deve se considerar su-
bordinado a conlija de idoneidade. isto em
igualdade de condijOas deve sor preferido o ba-
charel, e na faita de hachare! ou bacharel idou-o,
pode sereleiio am cidadao que bem possa desem-
penhar o cargo.
Ontri intelligencia da lei nao racional.
Na contestamos a idoneidade dos reclaman
tes. nem ao menos duvidamos della.
Mas o juiz de sua Idoneidade o conceibo mu-
nicipal, que elegeu 03 juizes di districto. Si os
reclamantes foram preteridos, porque nao foram
jnlgados Idneos pelo coneeiho manicipal, nao
atinamos com meio legal de reparar a injustija
de que se qneixam.
") pedido, i-ua faiem os reclamantes ao Sr go
vernador para fazer rscahir sobre elles a eleijo
para o cargo de juizes districlaes, nao vos pare-
ce attendivel parque ento taes juizes detxariam
de ser de eleijio, como quer a lei, para ser d-
nomeajo do governo estad .al, o que ser a ama
off.nsa as prerogativas d> municipio.
A intelligencia que tem se dado ao art. 6* Jas
disposijes transitorias da coastituijo federal,
segundo a qual oas primeiras nomea .oes para a
magistratura federal e para a dos Estados de-
viam ser preferidos os juizes de direito e des
embargadores, autorfaa a interpretajao supra
dos citados anigos da lei.
N nbum Estado, nem mesmo o governo fede-
ral, em vista daquelle art. 6o julgoa se privado
de apreciar, segundo o sea criterio, a idoneida-
de de taes juizes e de aoroveltar somsute os
que pareceram-Ibes idneos.
Eoutra intelligeacia que, obrigapse os Esta-
dos a organisarem a eua magistratura com
juizes do antiga rgimen, que ibes parecessem
ncapuzes einaptjp, seria contraria a razo e a
ndole do sy;tema federativo.
Accresce que a intervenjSo do governo esta
dual em eleijo de ja zes de districto parece-
offensivo a autonoma constitucional dos muni-
cipios.
A escciba boa ou m, de tae3 juizes deve cor-
rer por conta dos r-oaeelbos municipaea, respoc
saves para com seos manicipes, o que, a nosso
ver, consentaueo com a ndole do : ovo rgi-
men estabelecido pela Constituijo do Estado.
O aroeurador geral do Estado,
Arm nio C. Twares dos Santos.
Mesado de PernambucoEffctuou
se bontem a 86.' sesso soo a presidencia do Sr.
Dr. Ermirio Cezar Coutinho.
A' hora regimental, feita a chamada, verican-
do se eslaiem presentes os Srs.: Hermogenes,
S Perei-a, Serra Mariins, Pinho Borges, Luna
Freir, Barros de Lacerda, Aristarcbo Lopes
PeretU, Ermirio ouiiaha, Velloso. Malaquias
concalves e Souza Leo, o Sr. presidente deca a
aberta a sesso.
E' lida, senlo approvada sem dbale, a acta
da sesso antecedente.
O Sr. 1. secretario procede leitura do se-
guinte expediente:
U:o officio do l* ecrelario da Cmara dos De-
purados remetiendo para os has constitucional1*
a resolujo nella iniciada pelo projeclo n. 87
deste anno, auctorisandd a concesso de um em
presumo de 1.1614000 em apolicea < e 6 O'o '.em-
presa da Estrada de Ferro de Ribeiro a Boui'.o
-A' 3' Commi-so.
Outro do mesmo remeneado para ostins cons-
titucunaes as seguintes resolujes na mesma
iniciadas pelos projectos os. 78 79 deste anno.
1* Auciorisando a pagar-se a gratificaco de
mrito professora jubilada D. Enedina florista
dos Santos Cordeiro, (projeclou. 78).A'3acam-
misso.
2 Concederlo privilegio por 20 annos a Jos
de S Persira, Acronidas de Hallanda e Antonio
Ferreira Cavalcaote B idega para extrabirem do
sub-solo do municipio de Buique, salitre, enxo
fre e pedrabame. (Prpjecto a. 79)-A' 4* com-
misso.
Outro do mesmo communicando que bontem a
Cmara elegeu urna commlsso composta dos
Srs. Esmeraldino Baodeira, Pereira Borba, Eduar-
do Tavares para com outra, que .foi eleita pelo
Senado resolver sobre o projeclo n. 88 deste an-
no, cujo substitutivo a referida Cmara nao ac
ceitouInUirado.
O Sr. 2 secretario procede leitura deum pa-
recer da 5a commisso, sob n. 121 indo a impri-
mir, redigindo o projeclo o. 24 deste anco ini-
ciado n? Cimara dos Diputados sobre ajadas de
cas o.
O Sr. P.nho Borg.; proceda i leitura do Rea
tono da commisso Mixta, que se reuni em 2
do corrate e decidi relativamente ao projeclo
n. 6 de 1891 do Senado e emenda do Cmara. O
Senado Boa inteirado indo o Relatorio a archi-
var.
Procede se a eleijo da commisso, que tem
com a da Cmara dos Depotados-de resolver so-
bre o projecto da mesma n. bi deste anno e su-
bstitutivo do Senado.
Recetadas as 12 cdulas apreeentadas deram
o s-'guinte raniltado H-rmogenes 6 votos, Lana
Freir 5, Souza LSi, M laquias e Velloso, 3ca
da um e nm cada u 1 os Srs. G nj-Kvs Ferretra.
Barros de Lacerda, Peretti e An-iarcho Lapes.
Sio proclamados eleitos os Srs. Hermogenes
Luna Freir e Malaquias dicidndo a sorte em
favor do ultimo.
O Sr. presidente declarou, que vai cfficiar-se
Cmara dos D -puta los a eleijo, que acaba de
ser feita.
Comparecen o Sr. Ganjalves Ferreira.
Acbando se sobre a sesa lido. iodo a impri-
mir fomente no jornal da casa arequerimentodo
r. Piobo Borges devenda ser dado para a ordem
da dia da prxima sesto um parecer da 3* com-
misso sob o. 129 adoptando nos termas um que
se acha concebida a resolucaa inicala na Cma-
ra dos Depstados pelo p'cjecto n. 68 desle anno.
(Piano de estado para o Liceu de Artes e Offi
cos).
Passa-se a ordem do dia.
Approvou se em 2.1 discu-s-a sem debate os
pareceres os, 121, 119 e 11Z, adopl ndo a reso-
luta j da Cmara dos Deputados, senlo o i.* e o
3 dispensados de intersticio a requerimento do
Sr. Aristarcbo Lopes.
Em 3.* discusso e approvalo aepois de ora
rem 03 S's. Velloso, Luna Freir e Peretli o pa
recer n. 116, adoptando orna resolujo da cues-
ta Camira, e sendo remettida a 5.a commisso
para fazer a red-i jS.o.
Contina a 2. uiscusoo do parecer o. 99, ti-
cando o requerimeulo verbal do Sr. Pereiti, ada-
lo pira ser discu.ido com o de n. 100.
Eueerra-se a 3 a discassi do parscer n. 115.
depois de orarem os S.s. Pdrettii, Malaquias,
Birros de Lacerda, Lana Freir,., sendo este pea
oMem
Procedeudose a cnam-da veriSoa-se estarem
presentes apenas os Srs. H:raaoeo re, Barros de Lacerda, Aristarcbo Lipes, Ermirio
Coutinho, Malaquia* e Gajilves Ferreita vis-
ta do que deixa de proceder 82 a votaju por
faita de numero.
O Sr. Luna Freir pf la ordem, p-^de que, na
p'oxima sesso, na ordem do din se vol em
primero logir este parecer.
Submetle-se a 3.a discusso o parecer n. ICO,
adianto se pela boa e ficando cem a p.lavra o
Sr. L-ina Freir.
O S". presMeoJfl levania a seisSo .lesigoando
a s.-'guinte ordem da dia: 2. ducu-'a do pa-
recer n. 121 dos ce ns. 118 e 120 e continuaja
da antecedente.
Cansara doa Depuiado1* Funccicnou
bontem sob a presidencia do Sr. Dr. Morelra
Alves, tendo compireciao 21 Srs. deputados.
Lida e approvada sem debate a aata da sesso
aaleoedenie, o Sr. 1. secretario procede leitu-
ra do seguinte expeliente :
fficio do secretario do governo, devolvenrlo
senecionada a resolujo que a>re um crdito de
8.000* para as despesas com a exposico de Per
ramoneo preparatoria a de Chleaga. Imelrada.
Outra da 1. s.crefario do Senado, commuoi-
cando que foram approwados, nos termoa do art.
30 da Coasiiieico do Estado, os projectos de for
ja p liciai e de organuajo do.- municipios, a
quo oppuiera o 3eu vecto o Sr. gcvema>or do
Estado Inteirada.
Outro do meamo, commuaicando que fot deita
orna commi83o composta dos Srs senado---*
H-rmogeaea de Vas;oncellos, Luna Freir e Mi
la 1 lias Gancalves para de accordo com a da Ca
mira resilvere n sobre o subsutuvo do Senada
ao arojecto n. 58 di Cmara, rejsdo por e:ta.
Iateirada.
Pctija de Francisco Manuel de A:'ja, solici-
tan to am praso para pigameulaaa impasto ne
dcimas de cinco casas de taipas, que est Je
veudo a Fazeala.V commisso de oi-jame^o
Sa lidijs e approvados os seguintes parce
res :
N. 231, da commisso 'de ccnstiluijo, legi.la-
jo e jutjji, indeferindou pretenjo de Ernes-
to de Oliveira Cavalcante.
N 253, da mesma commisso, indeferindo a
r-etijo do ba;harl Jos Fraacisoo de M^rae3 e
Silva.
N. 253, da coxmisso de redajo, dando a do
projecto n. 48, qae autorisa o governador do Es-
lado a mandar pagar aa alteres reformado da
guarda local Severiano Jos da Silva, a quantla
ue 587*984, de vaotagem de sua reforme.
N. 254, da mesma commisso, dando a do
kprojecto n. 82 conferindo as attnbuijes de ca-
sar, aos juizes de districto do municipio do Re
cife.
N. 255, da mesma commiase, dando a do pro-
jecto n. 86, referente a lmpostos de Industria e
pronsso.
Pede a palavra o Sr. Francisco Campello, e
jusiiica em requerimento que manda mesa
para qui se peja ioformajo ao Sr. governador
do Estado, dos motivos que o tem levado a en-
viar destacamentos para o interior, concentra-
dos, em determinados logares, e ameajar indi-
rectamente alguns municipios de deposijo dos
respectivos concelhoa.
A-ceito pela cmara e submettido a discus;ao,
foi approvado o rejuerimento, mandando o Sr.
Alve- Leite ama declarajo meaa de que votou
contra. ,
O Sr. Francisco Campello enva anda mesa
nm ou'-ro roquerimeuiO, quj approvado, para
que 6e peja informajo ao Sr. governador do
Estado, das razes pelas qaaes foi preso o desta
carnalo da Escada, bem como o commissario de
polica, sendo dearespeitado o respectivo dele-
gado, qoe apenas leve por crime lazer respeilar
o principio da autoridade.
Paseou-se ordem do dia.
SubmettidoB a 3 discuasSo os projectos na.
76 e 80, sao apprc vados, indo o primeiro com
emenda do Sr. Manoel Cmara, dependente an-
da de urna dlscusso, e o seguado remettido a
commisso de redaejo.
Su^mettidos a votajo as reaoluja3 do Con
gresso, a que o Sr. governador negou o seu velo,
foram approvados por dous tercas, em votajo
nominal as seguintes. ama concedendo aos pro-
motores pblicos permiseo para advogarem no
civil, tenio orado o Costa 3arros, e oatro iseo
lando da direcjo e administrejo dos concelhos
manicipaea os cemiterio pertencente as irmaa
dades.confrarias, ordens e coagregajes reli-
giosas, hospilaes e a particulares, ealvo sobre a
iospecjo no que diz respeito em bygiene e po-
lica muuicipal, tenio orado na discussao o br.
Bezerra de Carvalbo. __
Submettidaa tambem a discuaso e votajao as
resoluces nao sanecionadas, orna aposentando
o Dr. Estevo Cavalcante de A'buquerque, e ou-
tra ampliando as attribuijes dos juizes dos fei-
tos da fazeoda, foram rejeitadas em vetaca no-
minal a primeira por 12 votos contra8, ase-
gunda por 15 contra 6.
Entra era discusso o parecer sob n. 210, da
commisso de eoostitaijo. concluindo que seja
acula a resolujo da Senado revogaodo a le
n. 18 de 12 de Novembro de 1891, a qual ap
provada, e vae commisso de redaejo.
Pede a palavra o Sr. Costa Barros, e apresen
ta a mesa um parecer da commis.-o de redac-
aob n. 259, dando a do prejecto n. 81, sobre a
reo rganisajo doa secretarias do Estado, lida,
e dispensada a impresso, a requerimento da-
quelle mesmo Sr. deputado foi approvada.
Dada a iora o Sr. presidente lavanta a ses-
sa designando a seguinte ordem do dia.
Discusco nica apresentada ?o projecto n.
76, segunda dlscusso dos projectos ns. 84 e 88
e coniinoaco da antecedente.
Procesa tfo TneeouroConlinuou an-
te-hoatem e bontem a inquirijo das testemu
nhas do precesso contra Manoel Joaquim de
Sonta eco, fiel do Thesooro do Est do, e
Luiz EpipSanio de Santa, auxiliar do dito Sel.
Depozeram as testemunbaa Dr. Jos Anastacio
da Silva Guimares e Felippe Emilio Menna da
CosU.
uoubo -Do 1.' andar do predio n. 1 do pa-
teo de S. Pedro um individoo qu? se acbava fa-
a-ndo am trabalho de pintura no predio roubou
urna grande quantdade de lvros importantes.
O ladrto acha-ee preso e a polica est averi-
guando o facto.
Aos ag-riealtorea Interessa aos agricul-
tores a noticia de ama descoberla, joe acaba di
fazer o suiaso Lenamand, consiitote na en-
pr batatas, das nares medida qae ellas appare-
ciam.
Assim praticando, aquelle agricultor obser-
vou, chegada a epocba da colhelta, que o nu-
mero de tubrculos era muito maor oas plantas
s quaes tinba arrancado as flores, que naqueilat
em que as deixavam crescer.
No anno seguinte reaovou a experiencia em
ama grande porjo de terrena onde plantn urna
nica variedade de batatas.
A vegetajoapreseotoa-se magnifica; as plan-
tas alcanjaram um metro de altura e quando
apoarecia a fiar, cortava a (inmediatamente.
Deixou que al .urnas fl res cresceasem,
quando chegou a occasio da colbeita teve o
gasto de ver confirmada plenamente a experien-
cia, is o recanneceu que as plantas, s quaes
tmha arrancado a fljr, produziram o dobro da
quaniida.de das restantes.
E' fcil verificar se a expericnc a di agricultor
saisso.
Autoridades policiaca Assumiram e
respectivo exercicio:
O lente W-T'cesio Paes de Andrade. subde-
legado do 1." districto de S. Jos de3ta cidade.
Fructuoso Dias Alves da Silva, delegado de
muoiC'pio de Gamelleira.
Ca un um na TorreFoi invadido o quin-
tal de urna casa ao largo da egreja desse povoa-
do, e onde smente residem seoboras, por esaas
horas da noite, e do mesmo quintal cujo mor*
galgaram, levaram as galliohas e differentes pe-
cas de roupa que all eslavam.
E o arrojo dos taes ladres foi alada ao ponta-
je procurarem penetrar; oa propria casa, cujas
portas abslaram n'esse proposito; e nao o leva-
ram a 1 ff iio, por ter acordado pessa da casa
assim lb'o impedir, visto lerem elles reconhecid*
que baviam sido presentidos.
Por essa vez saiis9zeram.se com a maquia que
ja t-.nham arranjado; mas preciso nao deixal-os
to seu salvo nessa faina.
Recommendamol-os a polica local como ere-
dores de suas atteoje-'.
Equaleur -Esse vapor da Companhii des
Messageries Miritimes fundeou bontem s 61|2
horas da noile no Lamaro.
Deixou de communicar com a trra por ter
chegado dopois de 6 horas.
Wervlco militarHoje superior do da
j 'Sr. carilo Villas Baas, e faz ronda de visita
am subalterno da 14 batall'o.
O 14* bataiho de infamara dar aa guardas
tos edificios federaes.
Uaiforme n. 9 capa.
*ervico policialE' boje superior do
i: ? ". caoito Gela.-io.
O corpo de palicia dar ai guardas de Pala-
ca Oet.-ijao e Tnesouro do Estado.
Uniforme a. 5.
Inspectora do 9. dlntricto marl-
aaoRecife, de 3 Agoslo de 1892.
BoleUm meteorolgico
tarii Tertn. centt- Barmetro Tensao do Humt-
grado {a O') vapor dade
6 m- 2,0 761-27 17,02 87
9 22 4 762-17 17 57 87
12 z3,'l 761-.12 18,15 87
3 t. 21 .3 76l-,41 17,73 89
6 21,6 760-,75 16,75 86
Temperatura mnima 20* 75.
Temperatura mxima 24,75.
Evaporajo em 24 horas ao sol 2,-3, som-
ora 2m,3
Chava 9 mlm.
Direcjio do vento SW com interrupjes de
SSW, -s e WSW de meia noite at 3 li. e. 46 m.
da manh; WSVV com ioterrupje de W e SW
a! 7 h.; T ;om interrupjsa deSSW. SW e SSE
ate 0 h. e 22 m. da lar le ; SW com interrupjas
de S>W, S e WSW at meia noite.
Volocida le mMift do vento 5-,63 por segundo.
Nebaloaidade media 0 98.
Bo'eli.n o porto
fra mar ou Diat Horas Altura
batxa mar
P M. 3 ;e Ag03to 120 da t 1-88
B. M. 3 'e 7-08 da t. 1-01
P. M. 4 de 123 da u. 2"'SI
B. M. 4 le 7-33 da m. 0-93
Paaeasetros -Sabidos para o su' o vapor
nacional Br zil> :
Thrresa C. la SI a Preitas e 2 filhos, Benja-
mn A de Carvaln e sua aenbors, Dr. Ja.-H.
.ie barros Pimentei, Jos Mara da Triada i An-
tonio Joe dos Santos, Theophilo de Freitas, Aa-
Ionio Justino Gomes, intimo de Arruda Cordei-
ro, Jos Antoaia Teixei a Bastos, sua senbora, 2
fllbcs c 2 criados. Candida de Oliveira Ba.-tos e
Joviaa M. Mer>s, J.iaquim G. Pessi Guerra,
Jeaqaim odrigu^s Caixeiro, Manoel Freir, Jus-
tino da Silva Freir e sua senbora, Thomazia
Mara da Conc^ija, Damingos Matra Z -ferino
de Souza, Dr. Euclides Bevilaqua, Saturnino Ga-
ntes de Andrade, Jao Tat, Joo Pereira Lima,
Adolpho Pereira Carneiro, l flha e 1 criado.
Jos J. Carneiro, Alfredo B. Montenegro, Jos Go-
mes Salgueiro, Dr. Joaquim A. Tavares de Ho!-
landa, 23 prajas, 8 mulbens e 1 menor.
Sabidos para o sul no vepor americano Vi-
gilancia :
Jos de Albuquerque, Anna de Albuquerque,
Domingos Fonseea, Carlos Fonseca, J. C. P. do
Amaral.
Sahid03 para o sul no vapor allemo Val-
pa raizo :
Joo Fernandes de Barros, Francisco de Souza
Motta e 1 ulna, Mara Izabel, Antonio Teixeira
Vileila, Gustavo Elber.
LelldesEITeciuar-se-hao os se u:mes :
Hoje :
Pelo agente 8'Iveira, s 11 horas, ra do
Imperador n. 39, de predios.
Amanh :
Pelo agente Gusmo, s 11 horas, ra Bispo
Sardinba n. 1, do Hotel Paris.
aissas tonauresSero celbralas:
Amanba :
A's 8 horas, ose niatrize< de Palmares Qat-
pap, pela alma do padre Marcal Lapes -i-
qoeira.
Hoje:
A's 7 e 1/2 horas, no Espirito Santo, pela alma
de Antonio J. Vinbas Maia.
Casa 3> s*etc*o--^ov!racnio ?3 ;'e-
303 da Cas de Detencodr Raclfe. Estado ce
?ernambuco, em 3 de Agosto de 1892.
Existiam 328, entrou 15, sairam 2. exig-
en 341
A saber :
Nacionaes 305, molbere 6, e?trangeir.-i. 30.
-Total 34i.
Arrajoad03 294.
Bons 282.
Coentes 8
Louco3 3
Loaca 1.
Tota! 294.
Movimento da eDfermaria
Teve baixa :
Galdino David dos Anjos.
Tiveram alta :
JoSo Ba lista do N lacimento.
alio Hvlario de Almeida
Hosefital Pedro If -O movimento desle
estabelecimento de caridade cargo da Santa
Casa de Misericordia do Recite, do dia 3 de
Agosto, foi o seguinte:
Exiliare 673
Eotraram 20
693
Sabiram >/-
Falleceram 0
Existem 682
-----J583
Foram visitadas as enfermarlas pelos seguin-
tes Drs. :
M08CO8O entrou s9 1/4 horas da manh e sa-
nio s 11 3/4
Barros Sobrinbo entrou s 7 da manha e
sabio s 8 horas.
Malaquias entrou s 8 3/4 da manh e aahio
Simes Barbosa eatrou s 10 1/2 e sabio s
113/4 horas. .u ...
Lopes Peasoa entrn a 7 1/2 horas da manh
e sanio aa 10.
Andrade Lima entrou as 9 l/e la manh e sa-
nio s 10 1/2
Vuira da Caoba entrn s 9 3/4 e sab.o s
Bastos de Oliveira entrn As 9 3/4 da manh
e sabio s 11.
Joo Rangel entrou s 81/2 da manh e sabio
fia ii 1/1.
*'
'
'




-
--
1 mam i
__________________**


Diario de Fernambuco sexta-reira T> de Agosto de 1892


Pharmaceotico entrn as 9 1/J da manh e sa-
bio s 3 oras da (arde.
O ajJaaU do pbartnaceulico eotroa t
114/ boras da roanba e labio as 5 horas da
tarde.
Lotera do Eatado do Cenra A 2*
parte da Ictpria n estado do Cear, com o
premio gthi.it> de 50:000^000, ser exlrabida
imp'pterivelmeme do dia 18 de Agosto (qointa-
fmra).
Lotera o Eudu do Maraahao
A 16a serie da 7' lotera Jes te estado, sendo o
premio grande de 300:0004000, sera iropreterl-
velmente extrcida do da 10 de Agosto (quarla
eira).
Lotera do Eatado de Mina* Cie-
rae .\ 4.* parte da 7 lotera, deate estado
eom o maior premio de 36:000*000. ser extra
tuda impreterivelmente no di? 9 de Agosto (ter
ea-fei-a).
Lotera do Estado do Orto-Para
A 4.' sene da 54.* lotera, deste Estado cojo
premio graoae ede 110:000|I000, ser eitrahida
no dia 6 de Agosto (sabbado).
Lvi riadn Rilado do Rio raadle
o mol Esta lotera cajo maior premio 6 de
10:000*000 ser impreteriveiraecte extrabida
no dii 6 de Agosto (sabbado).
Cem'trrio publico Obituario do da 3
de Ag--3 o de 1892. 4
Manoel -. imentino Pe-soa, Pemambuco. 21
anuos, caado, S. Jos ; tubrculos pulmonares.
Marta, Pernambaco, 6 diaa, Hc.fi ; fraqaeza
MOReojU.
Antonio R'beiro da Castro. Portugal, 44 anoo3,
asad., Santo Antonio ; tu paute cbronica.
Tioor ioo PHi'o de Almeida, Pernaoibueo, 40
annos, casado, Santo Antonio ; tobe calse.
Manoc-1, Peraambuco, horas, Boa-Vista ; ro
ascer.
Aunpuo, Pd;nambuco, 2 annos. Recite ; febre
palustre.
Win f o do sexo fcminino, Pertambuco, G.-a-
ca ; inviab'lidide.
Amar >, Pemambuco, Gruja ; convulses.
S
SPORT
CRUZEIRO DO SUL DE 1875
Para eese grande premio do referido
anno foram inscriptos 03 aegumtea pro
ductos da fazenda Bo Espranga, pro
priedado da distiaeto criador coronal Ben-
to Bicudo.
Gitana, por Le Notre c Silk, Itapira,
por Rudos e Nana; Sevilhi por Li Notre
e Serpentine ; Tunis, por F;ls d'Arto^s e
Oatraia ; Gharetaoo, por Le Notre e Ja
Kette e Mira Mar por Kadcs e Nebulosa.
Este faeto,que consignado pela tVida
Sportiva, mostra a iroportanoia daquella
faaj.idr., era Campias, e o dase o vol vi-
meato na criaco al.
GiANDSSTEPLE-JilASE DE PARIZ
Essa grande Steeple- .basa, da 5,010
metras premio de 120,000 fr^m^os, lase
logar em Autenil n corrida de 5 de Ju-
nbo ultimo.
Concurrencia en-rme de povo e da me
lhor sociedade do Paia.
Foi vencedor Fieuriaaant, por Moale e
Mi,.
Pradines
ou 8' e 1?"
Clnica de Molestias de olhos,
ouvldea e nariz.
O Dr. Pedro Pontual, ex chee de olini
ca do profeuor Wecker, da volta de sua
viagem a Europa) tem seu oonsnltorio i
raa Novan. 1, IA andar.
Consultas da 1 as 4 da tarde.
Telephone n. 539
Ocealiaca*
Dt. Forreira, sajt oraioa nos psenci
paet hospitaes > e-tioa li Paria Loc-
aras, l consulta todos os das das 9
horas a meio-dia. OaaaoUor > esf
dencia i ra Larga do Rosario n. 20.
Dr. Barrtto Sampaio occiista, d con
saltas do 1 s 4 horas no 1." agriar da
caca ra BarBo da Victoria n. 51. Resi-
dencia a ra Seta de Setembro n. 84,
e-.t.aia pela ra da Saudade n. f^.
Dr. Pereira da Silva recentementa che-
gado de Paria, com pratica as clnicas
de Wecker e Landolt, d consultas de 1
s 4 horas da tarde ra do Imperador
n. 63, 1." andar.
Telephone n. 588.
RESIDENCIA \4XANGA
rogar!*
Fama Sobrinko & C, dr-jg-iistaa por ate
. Francisco Manoel da Suva & C. lep<-'.'
tvriosde todas as espeeialidade? ph&m.
souticas, tintas, drogas, producto c-biasi
jo si medicamentos homeopticos, raa d
Marquta do Oiinda n. 23.
mesmos cofres a cota da 1 1[2 por canto,
para ser applioada s obras provinciaes ?
Ohamamos a ttBncSo do Ezm. Sr. go
vernador do Estado pira esses tactos,
afm de evitar que o mesmo Estado venha
a ser prejudioado pela prepotente compi-
uhia.
A sentinella.
l'Ul V.i-iwi tigaicMu*! fc"a *ivw ^
[igaoaaette, 4 annus, pertenceato a Mr.
radines, por tres corpos de lnz cm 4t7"
O v3-.c;dor era um .sar, o a sua victo
toria foi muito apreciada foc haver b".tido
eavf.llo inglez's na eorria preadidas da muiti fa-aa.
Fji aoutalo pelo Jockes Tajlor.
PREM.0 3 LEVANTADOS
Nj turt fluminense, no ^.rimsiro semes-
tre deste pino, levantarais os animaea
abaixo premios di 10.T.09IODO para cima:
abraca*! 2o.6004COO
Avcntureiro 22.OL0 000
Rayn ci'Or 16.10'i'XJO
Quayanai 12-385->0<,0
Blits 11.8201000
Hermit 10.000G0
No mesmo periodo levantaram, em
iguies condigSes, oj saguintes proprieta-
rios e coudelaria premios na importancia:
Conde Mane Brisard
c Grao Para
H-innoverianna
> Villalba
c Cruzeiro
F. GcnQalves
45.705^.00
4 i. 200,5000
3..400X)
19.850A0C0
17.63O0CO3
17.500OCO
GRANOS COURSE D3 HalGTS D'AN
TONIL
A 6 de Juaho finio realisou as em au-
tenil e3s>i corrida sera obita-ulos, de pre-
mio de 5 J,000 francos e no parourao de
cerca 5.000 metros.
Foi g_nha por Gou.-zi, por Verdn a
Santa Lucia, 5 annos, pertencente ao con-
de de Gandy, em 385" ou 6' e 25" de
ponta a ponta e a des corpos de luz da
1.', que foi Bjuburb, 7 annos, do B e&ur-
fort.
J!
MEMORIAL
NINGUEM DEVE COMPRAR
Artigos de chapelaria oa flores, plumas, veos
" gazes, rendas, etc., seta Jazer urna visita Cba-
ipelaria Rapbael, onde se enconlra sempre tndo
-fnanto, rJesaes arligos, ba de meifaor e maif
moderno.
2Kua do Baro da Victoria2
Rapbael Dias & C.
Trnscripc,ao
(Da Repblica e 4 do crrenle).
itlustre go\e:nador deele Estado presin Ibe
um Importante servico cppondo o sen velo s
lets de .-.rga policial e de organieacSo mnnici
pal.
Tem o Concrt tso, como todos bSo visto gasto
o seu lempo na poiilicigem ludrosa eintempi-ra-
da esquecendo que seu dever ago-a, mais qu
uunca 6 dotar o Batido de leis uem pensadas, sj
blas, providentes.
Reduzir amo se fez a forja policial, dar-ibe
organlsacao inconvtnbavel o deixar rem garan-
tas a oflicialidadp, e o ma'or descervigo que o
Congresso podia !zer. Sem mais o auxilio da
torca de linba e (rassando a guarda IocjI a ser
simples (orea muoicipcl, 600 pragas evidente-
niente to iobuflcit-tes pera o p liciameoto do
Estado; e isto cousa que nao precisa de de
moa9trac5o. Por outro lade reduzir os officiaes
a s'mplcs empregados pblicos, demissiveis ad
mutum, afuyentar as apti oes. tirar o estimu-
lo, condemnar o c rpo poticfil a urna siluro
miseraada. Uomens que vo arriscar suas vidas
a u,ualquur momento precicam ter paraotiss que
os liguem co bom desemp?nbo desuas !'.:: .0 .-.
Nao menos impereita a lei dos municipios.
Escapam Ibe ss condiyOes e requisitos da rga-
nisncao dilles, e suas relagCes cem os poderes
CJQilitui.ios n Ealado, como muito b -:u poode
ra se as razos de nao eneco. N ida diapOe
sobre o modo c condijoos em qne deve ser irga-
tisada a polica municipal, e a forja u guarda
?ra isso necessarla.
Nao garanti o magisterio pub'i o, e oma te
meridade eutregal-a absolutamente aos G'ince
Ibos municipac3 sem as precisas cara 13 para
nao te prejodkarem din-itas hgitimmente ad-
qairiios e p'-a i:ao serem as cade!ras de ius-
.rurgo pu'lc; T.eros empregs pan aQlbados
e cabjs e Bfei{iO. a' e3te am defeito gravi-si
ni-. Este listado um dos que tinbatn meibor
organizado o servido de easioo puolico, e meso
despenda boa parte de eua receila. Os pa'ce
res e relat ros da Exposicao Pedaggica de
1882, no Rio de Janeio, ahi esl&o para demons-
trar a si'uajo relativamente lisongelra de tal
tervigo aqu e certa superioridad^ aoLre od-s
mais provincias.
A repartigo da iotra^go publica tva dos
primtiros prt-mios que en'.ao se coaferiram.
O Ccngresso quebra esaa honrosa tradigao. e
como Me d'ssolee a iustrucg&o publica,0 servi-
vco tilvtz iii'iis necuesrio no rgimen republi-
cano.
Ntnca c vet se applicoa lio acertadamente
como nef'.e caso 1 o ulustre governador, oppoo-
do o impensada lei, raos'.rcu a melhor orienta
o e compeoetrou se ,)urieitamente do bem do
btsta.
Estamos em urna phase diffi:ilima. Os legis
ladoes tji nano que considerar, muito quj es-
tudar.As lei que zermos para orgaoisar nova
e republicanamente os var03 servigos do E>ta-
do, p'ec;s m ser mui'o e roito nfljcildas. Mas
o Congresso nao ee preoccopa pieso.A prova
psta nosprojectosmiptreilos que all seaprefen-
tam, ni falta dos pareceres bem fundados e que
reveiem trab; loo regular e conscienciojo pelas
commissOes, e no baixo nivel das discossOes !
N'uma situago ta! como a de agora, os an
naes do Congiesso esto recolbendo, nao as pro
vas do solido ioteresse pela causa publica, nao
as provas de competencia dos congressistas re
veladas por doutos e aprofaaiados pareceres so-
bre as varias qoes'Oes, importantissimas, de que
re tm oceupado, nao a profscieocia manifesta-
da as uiscus. .*,nao o patriotismo paciente,
afanoso e levado ao sacrificio ; mas aleviandrde,
a ignorancia, o despreso do Jever, e desorienta-
gao a mais triste e mais condemnavel.
To abaixo da sitoagao oao era de esperar que
elle se mostrasse desgragadamenle,
O qu tica para registrar-se dos tres mezes
de sesccio do CoDgreseo. zero, vergonba I
1NBICACES DTE1S
aledieos
Dr. S Pmm, ma da Imperatria n. b
d consultas medico-cirurgicas todos os diss
das a ao meio dia, menos n>s domingos
iiaa santificados.
O Dr. Lobo Moieoio d consulta es
%a casa ra da Gloria n. 39, das 1C
horas da manha 1 da tarde, Achando
se fra do servico publico off'-jreco-so par
acudir a qualqncr chamao com prompti
to para tora da cidade. Especialidades,
operai5;s, parte? <* molestias de senhorj
o da meninos.
Con*uftoro medico. O Dr. Manov.
'Argollo, com pratica nos hospitaes de
Pars e Berlim, tem seu consultorio ra
Baro da Victoria n. 1.
Especialidades.Molestias dos appare
rhos respiratorios, circulatorio e digestivo,
oonsultas das 12 as 3 da tarde. Chama
doa'no cscriptorio.
Telephone n. 658.
Consultorio medico-cirurgicoDr. Sint-
diicio Mavignier, de volta da Capital Fe
deral tem seu consultorio, ra da Cadeia
n. 27 "1. andar.
Especialidade Molestias pulmonares,
tebres e da palle.
Consaltai ie 12 os 3 d tarde. Cha
mados por escripto.
Telephone n. 392.
Dr. Joaqum Loursiro medico partei
ro, consultorio roa do Caba^. n. 14,
1. andar do 12 ai 2 da .tarda; residencia
ao Houtmro.
E' claro
Em viMa do art. i. dss di8P03ig5S transito-
rius da lei orgnica dos monicipns, lom de se
proceder a nova eleigo para to.ics 03 cargos
municipaes creados ua mesma lei.
Parece-nos que o Exm. governador do Estado,
no caso de permittir a rxecugo da referida lei.
dever mandar proceder im^ediatamente a essa
eleigao, afim de quano antes se constitolrem os
municipios, e se acabar a anarchia que vae la-
vfndo.
E',3 a integra do art i. referente :
UisposioOes transitoria?.
Art. i.':
Os muDicipio3 existealej. com seus actoaes
limites serao coneervado3 para o tim de elegercm
os rus concelbo3 municipaes, prefeitos e suj
prefeitcs cbamados a constitoirem-se de aeccor-
do com as disposiges da Constiluigao do Estad:
e da presente lei.
a
Ccmpanhia Ferro-turril de Per-
naobuco
O art. 11 do contracto d'essa Compa-
nhia, teito com o governo em 5 de Ju
)ho de 1879, dia o seguinte :
c Q ando a compaabia, nos termos do
art. 3." levar os seus trilhos ao povoado
da Cipuug, ficar dispensada de pagar
provincia a prestacSo de que trata o arti-
go 42 do contracto de 12 de Fevereiro de
1875, sendo porm obrigada, quando dis-
tribuir aos seus accionistas dividendo ac-
nual superior a 9 |0, a co atribuir com a
cota de 1 1 [2 por canto do referido divi-
dendo para ser applicado s obras provin-
ciaes do permetro da cidade >.
Em vista d'esta disposicao, pergunta-
sa :
!. At 5 de Marso de 1888, epocha
em que se abri a linha para a Capunga,
pagou a Companbia Ferro Carril aos co-
res da provincia a,contrbui$8o, a qe
era obrigada pelo contra .to de 1875 ? .
2. Depois que o dividendo annual h
sido superior a 9 [ tem ella pago nos
Rio Grande do Norte
Organisac* juiiiciaria
O Estado de Pemambuco e Provincia,
lasaciaveis as tricas polticas, nao .^atisFeitss
em levantar calumnias o'ire os bomeos e ao
coasa3 deste estado, resoiveram prolongar as
soas vistas sobre o Rio Grande do Norte, que
vai, gloriosamente e semlu'as Intensas, segaindo
a marena de eua definitiva recoajtituigao.
Em m hora, poru:, o tizeram porque a Re
publica, o.-go que all ee publica, d bnlnaote
resposta, quebrando os denles dos vis calumnia-
dores.
Eis o artigo publicado por esse jornal em sua
edico uo da 30 de Ju'lio ultimo :
iadebita interveogao
Emqcanto nos sujeitos. que por suas torpezas
podiam apparecer eob a capa do anony no,
andavam em solicitadas da Provincia e do
E.-.t .du 1e Pemambuco, calumniando poli
t.'"a repuolicaia que se Um feilo aqu, ni os
deixmoB em silencio.
Agora, porm. que na parte editorial d'aquel
les jjrnaes, etppcialmente no cegando, cootiDa
a propaganda da calumnia contra os bomeos de
bem e a polit ca bonesta e moralisada deste es-
tado, nao podemos uem devemos guardar o
mesmo silencio.
Ria sabemos a que ttulos a imprensa opposi-
oa s d de Pemambuco pret-Hde oceupar se
:nsi>ie:.cemente de i:s.
Nj vigente rgimen, de completa autonoma e
iudepeodenciados estada, semelhan'epre.teogao
ce tono o ponto injurt li avel.
Assim como n< miica nos mmiscoimos nos
negocios uc Pemambuco, nem mesmo quando
Silva Jjrdim era apedrejado na praga publica e
Ricardo Guim-ires caba EOb o puobal o sicario,
do mesmo roodo nao damos aos nossosiniuii-
gos em Pemambuco o direito de cbamar nos
a con as.
Trjtem do3 seus negocios e deix-jm -nos em
paz.
Si teem a pretengO'ale i steader at aqui 03
seus dominio', de nefastodeletensmo, apoaruem
metbores lempos.
Piesentemente, dos Ibes assegoramos com Dr-
meza e imperlurbabilmade. tentam o impossivil.
A poltica rep'iblicaoa, convvg. m-se, nao to era
absolutamente intervtnr's estisobas, ve
nham donde vitrem, partam donde partirem.
Si ao menos a irapreafa, a que nos referimos,
foase moderada vm ma liaguigem e justa un
suas apreciagdes, polersehii admittir que.
como orgo Oa opiaio, se proou"Ciassj a rts-
peito dos nego.ios coi outros estados. Mas,
exprimir se apaixooadamente e impedida por
falsas informagdes, calumniar homens e partidos
que nada Ibe uevem, um desproposito que uao
pode picsr impune.
Em nosm ul'lmo numero tivemos enseja de
referir-nos a um artigo da Proviucia Hoje
apreciaremos es dous qm; o i Estado dePernam
bu: o edlton ltimamente.
Sem extatiarmo-nos diaote di'bellezas do
p8iylo e pbilosophia dos c.mceitos do arti
cuiista, quando afllrma qu, na organisagao.jo-
diciuria do estado.nao fot observado o mximo
principio da economa nacioual e deixou-se
de aproveitar magistrados queconsamiram suas
losas, e esthettea em regiOe remota?, bellos
pensamentos cuja profuadeza nao podemos at-
Ungtr, vamos responder-lhe em breves tragos.
6 primeiro artigo do Estado foi oosagra
do a critica da organisagao jodiciaria, le que o
contemporneo, fallando com calor e indigosgo,
se mostra completamente slheio a porjto de citar
comoprovectos juizes que foram nomesdos
depois de promulgada a Constituigao Federal e
bacbareis que nunca exerceram cargo algum
judiciario
Qie bto censor I Qjo critica imparcul e
juf. !
N'eitas columnas ja demonstramos, en/leiran-
do cifras, que a recente Organlfagao juliciaria do
Es'.aao impez Uatao spenas o encargo de i
juizes, um dos quaes, ccuiaGdo mais de 30 an
nos de servigos, tem direito a ser aposentado
com t dos 03 vencimentos, tievendo notar-se que
foram supprimidas 5 comarcai ias ,! e.a que se
lia o Eti'.Jo.
Esa demonft-agSo, biseada cm algarismcs,
at boje nao suffreu coatestagao apciar do repto
qne langim.s aos nossos adversarios.
Como, pois, tem o Estado de re.-nambuco a
c?raem de censurar a oossa organisago jodi
cuna, faltando aber'.8tnen:e verdade. qoando
diz que fram yiLs mvyem 14 fcovectoM. ma-
gietradci f
Nao ser isto manejar torpemente a arma da
calnmnia T
No segundo artigo, o Estado de Pernambaco,
abo-dando outros assumptos, falla, tambem de
oUica, di poltica estadoal, que elle \6 uesorga-
nisada, do Exm. governador que lhe merece os
epitbetos de poliliqueiro olygarcbista, violento,
perseguidor, pengoso Fazenda Publica, e final
mente da organisagao dos diversos servigos do
Estado em que sacnocou se velbos servidores,
exercendo-se vindictas e desabafos partidar.o.-,
premiando se uns e castigando se cuiros.
Tudo, indo impudentemente falso.
Saiba o Estado de Pemambuco que ri te-
mos a ofaaia de declarar, provando, que em ma-
teria de organisagao dos diversos servigos pbli-
cos estadoaes, o EstaJo do Rio Gran e do Norte
nada tem a tnvejar aos outros Estados em que a
adm'.Distragao tenba sido a mais eecrupulosa,
moralisada, honesta, JGsta e patritica.
Mente quem aflirma que velbos servidores do
Estado foram desaproveit'dos; nenie quem as-
segura que se tem comeado e demittido empre-
gado-s porque uns votaram e outros deixaram de
votar na ultima eleigo federal; mente quem diz
au a poltica republicana esta deeorganisada e
que o Exm. governador est abandonado, tendo
affjatado de si os bomeDs de bem ; mente qu-m
assegura que o mesmo governador tem pretendi
do esiabelecer olygarcbia de lamilla ; mate
quem o aecusa de perigoso i F. zaoda Publica.
Desafiamos, appellando mesmo para os brio3
los 00(808 nimbos trnoe externos rara que
venham citar os lacios que autonsam eemelban
tes accusagOes.
Na orgaDisagSo dos diversos serv.go3 esta-
-oaes, na qual ee lavrou para mais de 60 n.mea
g-s, sem fallar dos cargos judiciarios, foram
apenss defaprofeitados t empregado <'oTheson-
-o. 1 da Secrei.r.a do fiaveroo a S ctBeupa do
copo de polica, qae fi t-xtincto e mnstnuido
peio corpa de seguraoga, de organiragao mili-
tar.
Ooiie, pois, esse movinvixto reccc espir>to de pirttdarumo de que lilla iom ia-
dignagSo o Estado de Pemambuco ? 1
Qu es foram as demis^Oes lavrauaj antes e
lepois da ultima eleic^o federal por t teiem
os demittidos votado no candida*) oficial ? !
Desafiamos ainda a que apoolem urna so. e
desde ja asseguramos qce at dos fucccionanos
que ato foram aproveitaoos bouve qcum sulTra-
jssse o candidato do partido ref ubhcano.
O.wari bia de familia .'
E' urna das mais improdente3 das aecusa
ges.
Saiba aiodi o Estado de Pemambuco que o
Exm. Dr. PedroVclba nao tem nm f ^rente
oceupando cargo remunerado, nao obsitneier
cuicero;a e cheia ce me-ecido prestigio sua il
lustre fdulia.
Fatlsm em perigos que corre a Fazt-cda Pu-
blica I
Vis e miicaveis calumniadores 1
Quando foi que a Fazenda Publica se acbou,
oeste Estado, sob meibor guarda ?
Qie acto de improtoidade ja foi p.-aticado pelo
Exm. Dr. Pedro Velbo e sob que eimtles amea-
ga de exploragao j4 estiveram, em sua adminis-
tragSo, os colres pubiiccs t
Porqaa nao citam rs fact03 e limitem se a de-
clamar caluo.niosariente, vilmente, infamemen-
te ? !
Isto so poltica de bandido?, poltica da Cala-
bria.
A poltica e o povemo repoblicaoo do Exm.
D\ Pedo Velbo nao receiam. antes provocam
paralellos e confrontes com o desgregado estado
de coieas, em que a ;evo!cc&o d5 23 de Novem
bro veiu encontrar os negocios pblicos do Rio
Grande do Norte. \
As figuras dirigentes da situago decahidanao
tinbam o meoor sentimentorepuolicaoo, n'enbaoc
desprendimento, neubum patriui.smo ; viobam
de urna desergo cobarde e vergoabosa ; apega-
vam seao pour como sevaudjis vorsses, sem
o"nebre estimulo das convicgOas democrticas,
homens impre3tavois para a vida nova que a ;e
publica inaugurava na trra baziltira.
Era um tripudio iodecoroso o governo que
faziam.
Jaogiram a fortusa publica n'uma rede loex
tr ncavel de concessOes e privilegios, ioaulitos
pelo numero e nelo escndalo dos favores.
A poltica era urna gunrda pretonana, qne ti-
nba por mis^o aDafar lodc o direitos e todas
as liberdades.
Para emudecer a impreGsa o Coogres30 con-
feccionara urna infama le que bastara para a-
zer a condemnagSo de um governo.
As eleigoes eram urna hacbanal, ondea fraude
era secn 'ada pelo ccete e pelo bacamarte.
E hoje T
Podemos asseverar que jamis tao ampla3 e
mclbormeute garantidas foram as liberdades pu-
bli as oeste Estodo.
A Constituigao e lets orgnicas altestam a
orieatagao genuioameote republicana do carpo
legislativo. Um nico pr vil-g:o. que foi solici
lado, soffreo rsjigSo formal em votagao un-
nime.
A adminislrago, inspirada em solidas bases
de rectidao e probidade, desparta u'alma da po
pulagao com a felici late de um viver lborio30
energas novas que bao de elaborar a nossa
grandeza futura.
<> habitantes de Sezerros
goTeruador do Estado
ao
Exm. Sr. governador do Estado
de Pemambuco.
Os abaixo assignados, sam distinegao de cdi
poltica, residentes no municipio de Beierro^,
vimos respeilosam60te pedir a V. Esc. se digne
de reeotregar no lugar de promotor ublicj
deste municipio ao digno e Intelligeale Dr. Jos-
qu'm loa! do Faria Neves Sobrinho, vi.-to tir
sido cjrrecto o procedimento deste funeciooario
uo iesempenlu de seu cargo, sabeodo sempre
paular os seus actos pelos principios de justiga
e erangear a entina da poputago desta ierra:
pilo que o consideramos cjujo urna garanta dos
03SL3 direitos.
Os cuppli antes, canfiados no espir to de jus
rica qne samara procurasies mauit-rtir eorvos-
sos actos.
T: .i deferimeato.
S. i; M.
Bezerro?, 23 d Julho de 892.
TetMDte Joiqi'im JosBezerra da Silva, agri-
Bit rSevenoo de Araujo liveira, agricultor
-tjr.;nel Minoel Soares de Oliveira, agricultor
-Bacbarel Paulino Lope3 da C-uz, engeoheiro
Hlvii -Capillo Jas* ilaocel Fe -eir Pontes. agri
CultorJbe Psostino da Silva, negocia te Ba-
. Larel Jato K. iJameiro da Cuoha, eug^nbeiro
trivilM jjr Misoel Archaojo b-ierra e Silva,
agriculiorJjv^mi'io Adalberto PeratrS B ay
aer, conselheiro inuoicpal Maooel LiU'eot:ti)
da Silva, coiiiilh.-iro municipalJos Maximino
de Aze/edo L?ra, empregaJo publico -M-ijjr
Francisco Ap r\jnia Bezcrra e Silva, agiicu'tor
Apollonio Eduardo Bezerra e Silva, commer
ci nteFcik von Hjltea, eogeobeirj civilLou
rengo Mariis Vieira, commsrcianio Manoel
Mariios Viera, negocianteioaqaim Goneia de
Mendonga, agricultorFrancisco Mendor.gi de
Amor.ni, artistaManoel Francisco de Amorim,
commercian'.eGeminiano T. de Abr.a Pexoto,
capito e commerciantePetiro A. de Ab-nu
Peixoto, comme-cianle Jos SJa'ia Salvador, ar-
tista -Hinorio T. de Abren Pcixoto, conmer
cia'!e-Jo; Paaliao Cavalcaoie, commerciaate
Manoel Francisco de Mendocgj, ar'.'.:--Sia
tinj Pergend'.'o de F.lcone-i, ugriculterBraz
;. Paes di Lyra, commcrciaoieM.'not 1 d s
Nrves Vi-ira, con.=>laeiro municipal e agricu'tor
Joo F. X. de Lima, agricultorJos garsino
de Oliveira, nego:iant; Jos Toeoloro dos
Santo?, agricultorJo5j EtevSo dos Smtos,
agricol'.orUaDoel Eilanislo dos Santo3, agri-
cultor- Igaa.io Bispo dos Santos, agriculio-
Alfares Francisco G. di Silva Viira, (azenieiro
Manoel Gonca ves LmaS Vdiino Gongalvc-s
LimaManoel Marccao de Ao i ade, negociante
M inoel Francisco dos Santos Vieira, ugricnltor
Salvino G. da Silva Vieira, agricultorProfes-
8>r N.esnor Fernandes deF.inas -Domingosdos
Santos Freir, agricultorjarique G. da Costa,
agr cj'.torJoaqum B. Pip o, negoniants-Jos
F. Bezerra dj: Santos, agricultor Luiz de
Franga Bjzerra, agricultorManuel di Garito
de JctusTrajano de P. Freir do3 Santos, sub
delegado do 2o districto -Joao F. da Paz, agri-
Vctor M. dos Prazeres Pedro N. Cesar
de Menezes, negociante Francicco Margal d i
Costa agricultorManoel A. Ly.->, agricultor
Ladislao G. Lima, agricultor Jos AatOM o la
Silva, cooselelro municipal Guilbermino T.
de ADirad-:: Lima, agricultor Maaoel G. de
Ple AlvaroViceaHeG* da Silva, agicultor
J.a i P. de Lina Filbu, agricultor Manoel F.
de Lima, negociantePedro A.Teixeira, nego-
cameManoel Vicior L. de Meilo. agricultor
Aolonio Campos da Costa, agricultorMaoo.'l F.
da Silva Goelbo, agricultor Daniel E Torres
Gallindo, agricnltorJjs Claudinodos Santo-
Maio 1 Alves de O.iveira, negociante Jos G.
dos Sjnto?, agricolto-11 'arique X de Lima:
Heorique G. LimaJoo Francisco da Silva, ne-
gociante Maocel Jus C. Vieira, negocante
l'rtncisco Jo dos Suatos, agricultorEsperi
dio B. da Silva, agricultor Jos F. de Mello
Lyra, negociante Aureliaoo oa S. e Sonaa
Jos Carloi dos SantosJoao B. de Pontes, agri-.
cultorAntonio Pereira da Go>ta, agricultor-
Jos Pereira de Gouveia, agricultorJoo P. G.
ProcopioLino G. da Costa CoelhcJos M. de
Ao Irade Silva, artistaManoel Felippe da C-uz,
artistaJo? Cordeiro na Silva, empr-gano pu-
bli o-Jos Francisco Coelho Filbo, agricultor
Valdevino B. e Silva, agricultor Man >tl Frac-
cisco Coelho, as-i altorFrancisco J. Bezerra e
Silva, agricultor Manoel G. Bsierra e Silva,
agricultor Tenente-corontl Franci3Co Gomes
dos Santis, IfrlcnllOr Jos F. Pa?8 de Lyra.
agricultorCapito Joo Pedro de Lyra, agri-
cultor-Manoel Francisco B de Mello, agricultor
Liureatino X de Lima, criador Joo Fran-
cisco B. da S.lva, agricultorMancel F. da Pai
xo agricultorJjSo F. Torres Gilliodo, aerl-
coltorMuo: 1 F. T. Gallindo, agricultorJoo
F. T. Gallindo Filho, agricultorLuiz Francisco
de Aodrade, agricultorAntojio F. da S. Gra-
cez, agricultorManoel Julio da Slva, agricul-
tor JoSo Seve-tno da Silva, agricolturJos M-
P. Pontes Filho. agricullorAntonio Jordao F.
Pontes, agricoltor-Bellarmino Ferreira do N s
cimento, agricultorJoaquimM. Ferreira Pontes,
agricultorTrajano de S. F. Pontes, agricultor
Tobas G. Ftr-eira Pontea, agricultorMtne
loG. F Pootej, agricultor Vlfere3 Jao Braz
de Vasconcellos agricultor e i-supplente de
juiz municipal- Qjintino Bezerra de Vascoocel-
los, agricultor e sob prsfeilo -Verissimo Alves
Tnodade, negociante Ab'xandre M. Bezerra,
agricaltorJoaquim C. da Sil va. agricultor- M-
docI G. da Silva, agricultor Francisco X. de
Azevedo, agricultor Jos L'n3 de Araujo,
agricultor Sebastin M. Lopes, artista
Baventura de Paula e Mello, negocianteJos
F. X. do Sanes, agricultorF. Evangelista,
negociante Pedro Pereira Santifgo, agen-
ciador JoSo E. Pareira Lima, agricultor
Ignacio A- de Carvalho,agricultor-Igoacio Bar
b033, emnregado publicoJoo Presctliano dt
CostaJjao Valenga, empre.leiroPedro P. di
Araujo Lima, agricultor e advogaloPe iro Jo-
s da Silva, agricultorJos X. de Vasconcel-
los, negocianteJoo Berardo A. de Meilo, agri-
cultor Vulpiano Dnarts de Mello, agricultor
Joo Bertioo F. Neves, agricultorJos J. de
Souza, ariruUor-Anionio Bezerra de Sooza,
agricultorFrancisco G. de Souza, agricultor
Joo Flix de Meilo, agricultorJes G. da S.l
va, agricultorJoaquim Antonio de Scuza, agri-
cultor-Honorato Antonio da Costa, artista-
Francisco J- da Silva, agricultorFrancisco Go-
mes da Silva Lyra, creadorBeroardioo de F.
Lttaa'Filho, agricultorJos Noes de An irade,
agricultorAntonio Mendes- de Oliveira, com
merciaoteLauriano A. de Figueiredo, artista
Manoel Beztrra da Silva, artista Manoel B. da
Silva, agricultor-Jos F. do Niecimmto, artis
taJoo B. de Fianeiredo Lima, agricultorAn
ionio B. Pereira Brayner, sachristoJco^Pes
soa de Albuqutrque Mello, artialafe-i Alcntara
R. Costa, empregadu publicoAntonio Olegario
da Cmz. empregao publicoAntorio Mcodes
deOlivnra Sohriubo,artis:a-J"B Francisco de
Urna, artista-Antonio Bexerra Lelte, negocian
te-Maooel F. Pereira, agricultor- Jos F. oe
L Amorlm, tenente e agricultorJoSo Francia
co de Amorlm, agricultorTibartioe M. de Ol
veirs, artistaJos Pereira Santiago, agricultor
Adolpbo S. de Meodonga,.art:sti J-'s I. de Fi
guelredo Lima, agricultorL Bezerra da 1/0,
artistaJos A. Cordeiro do Nascimenlo, agri-
cultorJoo A. Garre a de Qafiroz artistaJoa
qom Jj3 de Sant'Anna. anrstaManoel Pedro
la Silva, artistaJos C. do Niscimento, neo-
canteManoel do Garmo e Silva, negodanre
Francisco Pedro de Miria, negociante Roflo.)
J. Eypto-JooCarollno de Mello, artistaJo-
A. Torres, artistaManoel J. Ramas e S.l -a Bo
brinbj, etnpreg^do publico Olerando Vidal
Falcao, empreg^do publicoFrancisco Jos Pe
reir, artistaJoaqum Le .n-.-l Brra e Siiva,
empregado publicoJos Faustino Bjzerrae Sil
va, agricultorAlteres Manuel F. dos Santos
Lyra, agricultor-Francisco Gomes dos Santos
Filho, agricultorJoo Pedro da Paixo, agri-
cultor Espendiao Ferreira N., agricultorAy
res de Sa i-M-llo Luna, agriculor-xlnuocencio
Correia da L'iz, criadorMiguel Bezerra da Sil-
va Lima, agriculto'Jos Rufino da Silva, nego-
gooiant*Manoel F. da Silva, agricultorFran
cisco G. da Silva Vieira, agricultorJoaqum
C. da Silva C=> val cante, agricultor e 2 sopplmte
de delegado -ViUliao Antonio de Msodonga,
agricultor -Viceate Languineto. artistaFran-
cisco B. F. Pontes, agricultor Jos Candido Be
zerra, aricnltorSilvestre C da Silva, agri
cultorManoel J. Torres, agricullorFrancisco
X do Azevedo, cnarj.-Joao J. dos Santos,
agricultorManoel J. F. Pontes, agricultor
Jos Antonio Egypto, ag'ioultorsapito Jas
Francisco Golno, agricultorJoa^u ro Aatonio
dos Santos, agricullorPaulino Antonio de Lima,
agricultorJos C. da Silva, agricultorSebas-
Uo Joo Bezerra, criadorJas Pereira da -.ilva
agricultorPedro Jos dos Santos, agticu-ltor
Antouio Jos Gompaubia, empregalojia Estrada
de Ferro BelUrmino Jos da aviva, artista
Faust.no Jo3 de Santa Aona, criadorJos Ig
naci de Oliveira, agricultorJos Bezerra dos
Saut03Arcelino Marcelino VilU-Njva, agn:ul
torJo.- F. oa C. Meneie, ag'icnltorJos P.
X oe L'.o;.', ca i..rAntouio i? Mives, agri
culo.' Manoel AQiouio ca Silva, agricultor
Amonio Garneiro de Araujo, traballiadorFrau-
cisco X de OliveiraFraucisco Manoel Furtauo,
agricuiiurJos Alves da Silva, agricultorAn
tomo Amado da Silva, sgricultorII .y.ouado I.
dos Santos, agricultor Jos F. de Araujo, ar-
tistaSergio G. da Liz, ar islaHeorique P.
da Coala, agricultor Francisco Jos Beserra,
agricultor Tbeotoaio Jos dos Santos, era>re
gado da .;. u frreaJos Pauiaiej de Siqaei-
ra, agricultorToomaz de Aquino Sobral, -gn-
fullorFrancisco Marques de Mello, agricultor
Avelino Lyra Puntes, agrJaaUof Pedro Be-
zerra da Assump.o, gricultorPedro Lins de
Araujo, agricultor Jo- Francisco Pereira, agri
cuito.- -Jos Francisco Monteiro, agricultor-
Fraacisco U. da Silva, agricultorManoel Fer-
reira Barros, agricullor Aatcnio P. de Mello,
agricultor Jos A. de Oliveira, artistaAntonio
Ooa, artista Manoel Varsimo de Paiva, agri
cultorWeuccslao B. dos Santos, agricultor
Aitonio Gab'iel de S asa, artista Mancel A.
a^ Silva, artista Jjs Maribo do Nascimecto,
artista Jj-quim Rouriguei de Oliveira, agri
cultorAntonio Lap.-s dj G. Chaves, fiscal de
obrai de arleManoel L. Teixeir; de Man ('o,
riscal de obras de arteAaeusto Freiro ua Su
va, agricultorLourengo G Barbosa, agricultor
J-zario A. Campos, agricu'tor Mircionillo
B. d.i Silva, ^^ncultar Joaqum F. da Silvi,
arustaJo F. P.uienu-lra, aitn. iiltorJos Rj-
que F. F.ao, agiicollor Aaioino itibeiro Cam-
pos, agricultor Franei co de Salles e Soczi.
artistaJoo Gomes de B^r.os, artistaAntonio
A. de Luna Piulo, artista J n-iuim de Sama
Arma, agricultorMancel Lncmi P.-ixoto, a,"t
cultorJoo Bibeiro Marques,- artistaJoo A.
Viatina, artista li roM liac Lins, traDalbator
da estrada de ferro Maaoel da Silva Dantas
irabslhador da estrada de f*r.-cBeltsario Arrojo Gavalcante, caixuro- Si'ustiano Jo da
LlS, caixeiroJoao Du'.ra Jnior, caixeiroFe
lippe Benieio, agricultor V; can le Jos D'Dtas,
alista e sub empreiteito Manuel R'beiro de
Alhaajaxrqatl. caixeiroJoo Grdoso de Soaza.
artistaAntonio F. Jrjnio.', caueiroJjs V. de
Lima, agrieul or Manoel Mitins da Silva,
agricultor Francisco Luiz oe Mello Filbo, em
pregido da linha ferrsa Francisco Primo de
M-llo, agjul'.orMa noel J. Limeira, agricultor
-Joo B. de Vosconcellos, agricultor Joio
Elias da Silva, agri cultorPorfirio Jos do B.,
agricultorManoel Jo3 da Silva, agricultor
Froomsco Antonio da Silva, agricultor Fran-
cisco Jos da Silva Vira, agricultor Frao
cisco Jo; do Niscimento, agricultor Jos
Manoel dos Sautcs, empregalo publicoCyprla-
ooCirdoso dos Res, igncultor raocisco Gat
dio da Costa Pereira, ag icultorJo- H. de
M-jndcnca, negociante-Jos Trajaoo de Lima,
agrii-ul'or-Maooel B. R. das Ncvee, gricu tor
Jjo Francisco Moutero Lima, ere.dorJos
Francisco de M-.-ndong .agricultorJjj F. dos
Ssn'.os Amar I, neg ante .'u.-xFaustino Gou
veia, agricultor-J.2o R. de Lima, agrlenltor
Gui.hermino C. da Luz, orladorJoa uim An-
tonio de M'ilo, criadorManoel Cbristiano da
da Silva, criaio Innocencia Antonio da Silva,
criadorFrancisco X. do.Bom-F m, agricultor
JrMqalm F. Coeibo, agricultorPedro S. da Cos-
ta Ma hado, aegiCianie-Damdzo Damazio do
Niscimento, emore.'ado p blicoJos Bezerra
Cvale inte, artistaPedro A. Vianna, artista
Manoel G- Brote,commerciaote Jos Ma ia dos
Sa to?, ag icultorF.ancisio X. dos Sant03,
agricultorPedr da Silva Caldas, snb elegado
do di trelo P dro Ma tius Vieira, commfr-
eanteFrancisco Bezerra de Vascocceilcs, em
pregadapnbli.oPedro C. da Gonha, agricul-
torEvaristo P. Pereira Lima, empregado pu-
nucoJoe da Silva Gal as, commerciaoteAn
tonio Soa-e3 de Lima, artistaJo quim Cordeiro
e Castro e Silva, agricult r-Francisco Soarea
Bezerra, agricultorFrancisco Bezerra Le te,
agricultorPedro de A. Vieira, commerciaote
Thomaz de A. Farsas, gricul orTbomaz da
C. G'marSes, artistaIiduro Pereira da Silva,
agricultorDomingos Alves dos San os agricul-
torAntonio i a C. Mel Lona, a'tistaP.dro
Pereira de Lima, criador-Jos AgoMioho Bap-
tista, artistaManoel Izidio Fal:onen dos San
tos, empregado publicoSalviano Machado Fi-
lho, negociante Joio Bapiisti da Silva, agrien
loraife.ej Luiz G. de > Leit o, empr. gido
publicoManoel F. da Silva Lyra, emsregaiio
pub;o Juvencio de S. Ferreira Jaco'ima. em-
pregado publicoalfe.es Jos de Bruce Filbo
uegocaal;Cissiano Marques da Silva, empre-
gado publicoteneote Salviano S. da Coila Ma
cbado, agricultorJoaqun Jo3 da Costa, a rus-
iaGerxsco de F. Barro agria t,r-Jos U.
Marioio FaleoManoel Antonio Beserra, artis-
ta, tenente Luu Bezerra de Vasr;oncello3, Ma
noe! Jos de J;8 s, agricultorPedro Jis ele
Sant'Anna, artistaSeoastio G. de Alcntara,,
agricullorJos G. de Miranda, artista-Jos
Francisco de Amorim, a.ricollorJos B. Ca-
valcao e Torres, artistaManoel Vov da Silva,
commerciaote, Quirino Bezerra M. dos Sarto ,
artista Pedro Antoni) Regalado, agricoHo."
Manoel Mar a Garner- da GoobaJoo Nuues
da Silva Lima, agricultorJoaqum Maaotl de
Lyra, agricullor-Joa Bernardo Brayner. artis-
ta- Izioro Ferraz de Araujo, artisla-Joo F.
de Oliveira, agricoliorJos Joaqum de Olivei-
ra, agriculto Joaq '!m Autonio Ferre a Nlgro,
agricullorJoaqum Pantaleo X. da Lim agri-
cultorOc>aviano S. de Souza, criadorcap-
tao Joaqum Antonio Alves da Silva, f.-zaadeiro
Manoel Antonio de Mendouga, agricultorMa
EO-1 Joaqun de Barros, agricultorAntelo
L'ue de Oliveira, artista-Joe R. Bezerra Lyra,
agricultorJos Maria dos Sintos, agricultor-
Jos Bezerra dos Santos, agricultorJulio Quia
tino de Gouvea, agricultorPedro F. da Silvr-
Vieira, agricultorJoveatino F. da Sila Lima
agricultorCosme Jo da Silva, sgricultorMa
noel Francisco de Vasconcellos Q nxabatenen-
te Manoel Jjaquim de Msudorjga, tabellio ou
blico,tenente Jos Mariubo de Hjllaoda Fal
cao.
Esto tol33 as firmas devidamente reconheci-
da pelo iabelliao publico Manoel J..aqun de
Mendonga e a petigo compelentemenie seiUda.
i m ponto sobre carnes verdea
Ao Nuaea Macliado canalo do Diario de Per-
nimbuco de hoje, respndese pela forma segua-
le : guarde os seus boas '.JBcios de adulador
para o:ca.-io mais opportona.
Ninguem aecuscu u-tir. preteilopelomansiino
so (rjamento municipal. O que se diz que as
carnes verdes nao podem suppoxtar o impoto
municipal de 9*0.0 por cada boi, i pelo alto
prego do gado aas feius e j pelas de&pevs i
tas uiariamente, com um boi que deve ser aba-
lito do in ladouro. v
Ninguem aecusa o Sr. prefeito por om impoi-
to que ros foi creado por S. S. O qne se qusr
6 que o Sr. pr fnto suspenda este imposto o
mande vtgj-ar o do cgamnto amigo, emquan-
to o cancetbo delibera sbre este aasumpto.
O Commercio ie Pemambuco j resaonde i cs-
ba'rne'itj 'taza da Tarii, mostrando.a impa-
i b:l:dade do ser exaud e3ta parte ao orea-
m?nto municipal.
Admira qce os intitulados amigo do povo
queram, mediante um- imposto t&o monstruosa-
mente elvalo, collccir ai carnes verdes fra ds
at:ance da popnbg i mei03 favorecida da for-
tuna.
Vigorando o mio.-io de 9X000 porcada res
abatida no. matadouro, temos que cada una tari
a d meza de 21/000 por da, o que turaa impos-
sivel o commercio Ge carnes verdes, ou estas
3ero vendidas por prego lo alto que s o rica
poder cmpralas.
E o povo que coma mariscos, como dizk
aizia um memtxro do concelho municipal, quan-
do ee discuta o imposto do gado, ou morra de
fom* si, em n n momento de- desespero, nao son-
oer atar ao peseogo do conclho a ponta da cor-
Ai eom que este preteod; suffocar-lbe 03 gritos
de desespero, gerndos pela fotce e pela nadez.
O bacalbo e a carne de xarque nao ebegam
mais para o povo I
E entretanto os moaopolisadores nao pagan
ais de 5 a 6 coaio3 annuaes 1
Un negociante Je carnes verdes paga por an-
uo ml8 de 200 contos, conforme o numero de
rezes que abater no matadouro.
E'istojoslo? E' isto proporcional ? Quca
paga o imposto que o municipio recebe do mar
cbanle T
0 povo. Mas se o dnbeie do povo no'che-
gi para comprar carnes de 720 3 800 ris o kilo,
como elle ba de viver ? Hi de morrer de lome,
por nSo poder contribuir para 03 grandes orde-
uadu com que a poltica pretende- dotir as ami-
gas, es convivas da mesa do orgsm nto t
Negam ao povo pao e carne e nem ao menos
Ibe do trabalbo.
E entretanto do povo e e do povo qu=. ss-
hem as duas grandes forgis da nagao: o-exer-
cito e o orgameBlo I
Contiouem os aduladores o seu t! papel; mu
nao fallem em nome d j povo.
O povo tem fome e o coocelo municipal eleva,
pelo imposto, o prerro da carne I
Impostores, o povo nao vos accrapanhj, o ps-
vo vos despreza.
Confiamos nicamente no honrado e josticeirs
governador do Estado.
Dizemos a verdade e a verdade foi feita para
esjerar. Epereaos. E emquanto esperamos,
gritamos oas angustias da miseria: S:nhor, o
povo tem fome vinle soctorrel o.
Rjcife, 4 de Agosto de 92
Thomaz.

Bom Conselho
Ao publico
Ha tres moaes, que desenvolved-ee nec-
ia trra, t3o digna de melho* sorto, nmt
peste de lagartas, que sao as mais roedo-
ras ce impostos, e qn3 mais cusa horror
a populaclo desprotegirla desta mtinioi*
po.
Estes insectos m jentoB, vegetam ape-
nas com o calor do governo, e desta forinl.
vSo grassando por toda trra d* Santa
Crus.
C.-nsaquentemente, taes insectos revea
tem-se em conselheiros municipaes, t
sub prefeito ; este tem o aspecto de ca-
vallo de pi, quando saneciona lei estu-
penda, qnSo caprichosa daquolles, qtu
s-im criterio assigoam de cruz, para satis-
tazer o malvado patrio, danmificador ds
jardim do banheiro, bypot'necado ao Ban-
co Emiaaor do Pemambuco !...
as miras do municipio, a interveccao
da forera local, o meio adequado, para
aquelles famintos tase? aeohrawga a pressao do refl;s, ninguem escapava de
ser violentado pagar inip istos indevi-
dos!
No dia 17, porm, Manoel Goo^alves,.
eapoz a foira da villa, urna c*rgi de ra-
paduras, qoaodo entSo apresentaram se,
lhe o cavallo de pao, fiscal, o um sujeito-
cujo come ignoro, mais que 6 bem conhe-
cido por cholera moibiis o qua', jdi-
zem ter arrematado os impnstos creados
plo Conaeloo Municip >l, cobranc'o-Ihs
503 rs pela dita carga.
O pobre hornera hesitou fazer o paga-
menta, bSq E porque j havia pago o tri-
buto da carga, como provou exhibindo c
competente re3ibo do procurador como tam-
bem poruoa lei n. .2,019 ds U de Juiho
de 1869, art. 2 % 80, que est vigorando,
manda o contribuate pagar por carga de
rapaduras, tSo somonte 200 rs., e nao
aquella quautia exigida pelos famigeradof
cobradores.
Aggredido pois, o mercador pedio ga-
ranta so delegado de pulica alteres Au-
gusto de Moraes, para ser oonstrangido s
pagar o que dSo devia, ou*rrastado vio-
lentamente ao tronco, como um bandido
ou criminoso !
O alferes delegado, em vista cte seme-
Ihante reclamacao, dirigi se ao lugar da
dnvida, onde eocontrou presa a carga
pelos cojo3, que a queriam conduzr a
forciori, para vendel o, com detrimento
ao direito de propriedade,* afim de langa-
rem mao daquella quantia e custas I
Tal desplante, fez com que o delegado,
honesto e justiceiro, nao consentisse a
pratica de tao grande violacSo de lei, fa-
zendo sentir aos cobradores, que uzassem
dos meios legaes, propondo acgSo execu
tiva, cantraos que nao pagassom o im-
posto devido, a excep.So daquelle, que
urna vez havia pago tributo, nao saoccio-
nado pelo Governador do Estado.
Foi isto bastante, para aquella cater?3P
laDcar mSo da penna, para representar a
governador, nao r mareando a reputado
do delegado, como tambem, contra o
digno juia de direito, Dr. Alfredo de Oli-
veira FoQ8eca, e promotor publico, Dr.
Francisco Torquato Paz B*rreto.
Estas autoridades, m&ntm a lei, .em
ana plenitude, sem sujeitsr-ae nsanejo
degradantes do mandao de aWeia, qua
entende subir l uaquellaa altaras,
nao pode chegsr, por seus pessimos
turnes'!
J contava o povo, com garanta da
vida ueste municipio, quando infelizmente,
appareceo um te!ogramma do governador,
retirando o delegado e a forca policio;
para essa cepita!, causando ente acto,
viva impreasSo ao povo, que disia : ha-
vemos agora lamentar funestas consequec-
cias !
Na verdade, aps a retirada do delega
do, o commissario,- que o mior conspi-
rador da ordem publica, mandou tocar
reunir, e preparada a guarda local, diri-
gi se ao quatel> acompanhado da forja,
e ahi com o 1. supplente de delegado, e
o joia do 1. districto, obrigou o cars<;-
reiro a entregar-lbe as chaves da cadeia.
Depois disto abric-3, e conduaio o presos
para outra casa, que nao tem ns coraron-
didades precisas, para seguranza d:s
mes mor.
Esse dia (o aaiago. O povo alteron-se
onde
CQE-
.

.



m
i-.
____ki____
nBafl
----.......-


i/mu nv icmaumuuu acAia-ieira d ae Agosto de 892
i ponto do pretender reagir contra aetni-
lhante acto do celebre commisaario.
A brava gente dt governo tem anarohi-
sado o municipio, calcando a le a pi,
nao tardar haver ama hecatombe da
Victoria.
A commissao municipal, nSo reuni-se
na s dia, no pago do governo municipal,
para trabalhar na incIus3o ou exclusSo dos
eleitores.
Consta que estSo trabalbando clandes-
tinamente em casa particular.
A este respeito ser improfieuo o re-
curso dos alistando, porque o governo,
limitar-ae-ha mandar informar a indis-
crepta commisaSo municipal.
Bom Conselho, 28 de Julho de 1892.
lertuliano Pancracio Villa Nova.
i o publico e ao corpo eommer
clal deste Estado
0 abaixo aaaigaado faz publico pelo presente,
que em dala de 13 lo mez prximo pretrita
apreseatou registro no Meretissjmo Tribunal
do Commercio deata capital a marta ofra d s-
cripta adoptada p masaos de cigarro denominados Hygi. nicos
Alcatraomanufacturados -rom o tumo do mes-
oo nome. do qual abaixo aasignado o onico
preparador.
Eis a descripgo da marca:
Em papel de iinho branco de 160 mrlime-
troa Ce comprimento e 50 de largura, vse es
tampaa um quadrilatero regular, cojos la-
dos sao formados per urna ciota de cd." bren-
leadi; dentro e cada ara deltas e em lettras
brancas l sj, lado direito -J. I. Daarte, lado
esquerdo-"-Pernambuco; ebase, vinte cigarros,
lado opposto base, rticos para fumantes No
centro deste quvdrilatero vernos daaa linhas cur-
vas fechadas, e tre as quaes e em letras de cor
biouzeada l-sa : Tibsfcaria Daaa Amerlcas ;
abaixo destaa linhas e em lettras. de lypos meno
rea l se: Cigarros Superfl 10a. Una corva mais
larga que um dos lados do quadrilatero e da
mesma cor a-ha-se collocada ac aixo deate olti
mo letreiro. e dentro da qual ae l em oletiras
brancas: Hygienico Alcatrao.
Abaixo desea corva l geera liabas separadas
e caracteres differeates, o seguate :
Poraambaco, aiRoa do Bom Jess -44
Joaquim J js Duarte cujas letras sao cor de
brome.
Ha anda do lado esqaerdo do rotulo e am
r. onco se jara do do quadrilatero a seguate ios
dripeo em tjpo de Impreaaao: Preparados com
alcatrao da N jruega purifleado, segaod} os me-
mores procesaos acientificoa, cura a tosse ecom
bate as molestias dos pulmee, estomago e gar-
garta; seu gosto agradabilissimo, e embora
nao sejam usadas como remedio, sao am preser
va ti v o atil aaude.
Recife; 13 de Jalbo de 1891.
Joaquim Jos Du re.
Certifico qae foi apreseotaia nesta Secretaria
da Jan ti CommerciaHo Rscife pe-a 11 boraa
ia manb de boje 13 de Jalbo de 1892.
Escrev e a3igno em f de verdade.
(Assignado) O secretario. Joaqnim Tbeoto-
nic Soares de Avellar.
Est adiada com o sello do Estado.
Certifico qae foi registrada a rresente marca,
aob n. 3, em virtude de despacho da Meretisei-
ma Junta, em sesso de liontem.
Paogo lOCO de am parecer, e de sello com o
addicional a quaoiia de 74500, como consta da
primeira va.
Escrevi e assigno nesta secretaria da Juma
Commercial do Recife, aos 22 de Julho de 1892.
(Assignado) I O secretario, Joaqnim Thectonio
Soares de Avellar.
tt-sci.'e. 5 c!e Agosto de 1792.
Joaquim Jos Duarte.
aJ)riela Mariadas J^leva \
Faz 17 annoa de idade
Tamarinelra 4 -Agoeto-92.
C. A.
Joaquim de liusmo Coelfco ao
poblico
O ; Jornal do Recife, em sua teceSo
inedictorial, procure, armar tffjito, pu
blicando contra mim, em aua edlcc&o de
hontem, um rosario de calumnias que
em tempo e em occasiSo opportunrs
serlo devidamente aquilatados.
Vou responder ao competente pro censo
e nelie saberei defender-me.
A minba de fesa tornarei publica e cntSo
os meus cc-:stadanoa ju'garSo da minha
oonducta no presidio de Fernando.
Por ora... nada mais.
Recife, 4 de Agosto de 1892.
Jo quita de Gusm&o Coelho.
COMERCIO
de Peros ni
Isa Commercial
buco
OOTAQOKS 0FFICIAB8 DA JUNTA DOS C0B
RKTORES
Frota do Recife, 4 d Agosto d 1892.
Cambio sobre Londres 90 d/v 10 1/4 d. por
MOCO do Banco.
O presidente,
Eduardo Dnbeox.
O secretario,
Angosto Pinto de Lemoa.
Cambio
PRA^A DO RKCIFB
Oa bancos abriram a 10 1,8, avancando ao
meio dia para 10 1/4 a cuja taxa tffeetnaram-ae
legulares transaeces.
Papel particular foi negociado a 10 5/16 e 10
3/8
O mercado fecbou firme.
PRAQA DO BIO DB OANKISO
10 1/4 bancario 10 3/3 particular.
Banco da Bolsa
BKCD7B, 4 DE AGOSTO DB 1892.
TransaccOes rffectuadas:
10 AccGes da Compaobia
de Srveos Martimos de
Pernambuco ao par
10 Ditas da Compaobia de
Servigos Martimos d e
Pernambuco ao par
Vender Comprar
Notas de sentimento
O seclo XX (/
Oaenhor... em seas profundos estados da
humaaidade, discorrendo sobre os pas'OB dados
oos qaatf'o ltimos secles, er aoe o viadonro
ser de maior egoiamo. mais utilitario, da cea
sago da goerra, do arbitramento das copleadas
das nacOca, da religiao por habito, sem f nem
couvicco, do malor imperiodo capital, maior
corrspgo para a posse do poder, do dever pe o
repeito do direito d ootro.
O vis'onismo que eotrou na cabera de oos taes
sabios de urna Ibeoria contraria a aatureta liu
mana, fal as contradi tonos a tal poato.
Se o egosmo tem de ser u aior, como que o
dever pelo dever r le ser tneora social ?
S> o priGCipto primordial* desse futuro, co
mo absenta o pensador, o otilitario, o qual o
que da natunza animal, como qae o dever
t le ser guia de conducta ?
A pratira do dever sempre am sacrificio, con
or, leve, forte, grande, enorme, enormissima e
normississima...;
Como que o borneo s? sojjita a elle sfno
por aquel ie a quem ama ?
Como pelo outro* eu outrem sctl.-e urna >'or
sem esperanca alguma ?
Na moral religiosa, qaando o homem pralica o
dever, nao se lembra nem lembrar-ae deve. de
recompensa... ; m-s o que capaz do sa:riti
co por amor do prximo, educoa sua alma no
amor de D jos, pela esperanza da futura vi'a.
Quando ebega a hora da arc&o, nem mais pela
mente I he passa a d->. s se movendo pelo
sentimento em que fomou sua alma, no qual o
sustenta o amor e o temor de Deuj; e d ste em
toda a lata ou esforcada acc.il), cao ae eaqoece
am iastaate. sem enfraqaecer.
S a preseaga de D-us sustenta o homem no
sacrificio pelo bem do prximo da bumaoidade
oo da patria.
O attieu absolutamente incapaz de grande
sacrificio ; so eim dominado por alguma exaltada
paixao.
Nao grande esta arcao qso assenta na espe-
ranca da recompensa : nao e vitiude, dizem.
A virtodes esta : nao ha outra, digo.
A do altruismo* urna impostura oa um vi-
sionismo.
Noaca a trra ser am co, por mais qoe le
monde marche*. O progressj do bem a -mpre
vem acompaubado pelo progresso do mal. se nao
traz ootro de differeote especie.
0 mondo sera sempre um val de Ingrimas.
Sem Deas, sem esperenca e temor da vida fu
tora, a immediaa dissoluco social.
Amor e temor, mil vezes o digo, poia qae
teme sempre quem ama magoar o objecto
amado.
Se D us e a vida futura sao necessarioa, eates
principios eia doas verdades.
Pensar ae outro modo 6 role vir de nma ae-
ria preeumpco de si, de ornas (Ciencias que
chamando ae positivista e traoaformiata. nooca
anas arbitrarias hypoihetes veriHcam, euas affir-
msjes tea pre impiricas, demonstram.
Isto pelo lado moral, t pelo material ?
O aotor com o dado dos qoatro ltimos aecu
los, hz aimpleamente o aeo calclo aritbmetico.
Ejqoeceo-ao qoe as forcas vivas da segunda me-
tade do ultimo, deviam obrigal o a calcular geo
mtricamente. A estrada de Ierro, o telegrapbo,
o lelephooe, o vapor sao forcas qae multiplicare
por milhares de bilb&es as conquistas to lentas
dos eeculos paseados.
Todo lato vai nivelar todas as coodigOes so
ciaea.
Vos emnes fratrts estis I....
Mas 08 exercitos estao de bayoneta caladas e,
com elles, oa senhorea dizem aoe outros:
A trra, o capital, a fabrica e a industria
sao nossas: cul ivai-as e recebei o salario.
Ah maa o fim do seculo nivelou todas as
potencias. O dinamite niv loa todas as forcas.
Vos omnes fratresestis! ...
O' Chns'o I O' Santo I O' Deus /
Os senbores cbamam o outro, por qae te
odeiam ; e dellea oa qoe invocam tea nome,
82o bypocritas, oo ceges egostas.
Toa canta palavra como sement laucada co-
bre terreno ingrato, s produzio espinhos e urt
cl no mundo; no corago dos senbores amargo
f.-l; maa ella ae aliaga no corac&o dos qoe sof-
frem. .
At o fim des te scalo ella nao abalea oa ao-
berbos; vem o dinamite e sao todos iguaes.
Irmos a forca.
O' Cbristo O' Santo I O' Dos I
Teu amor lmmenso pela bumanidade.
Ttnhas e^peranga no ceu? I
Nao que de l vieste e, ou voltando, abriste eom
as toas sacrosantas maca chafadas, de par em
par aa eoas po'taa.
Epilogo.
No scalo XX.
Ou o mundo da trra tem ieu l:m, no horror
de feror iocredolidade, no foror Tertlginoao de
todas as latas sem principios nem fias clericaea.
Cbristo impera ao mundo oa pureza da unida
de de tua dootrina. aem aa pretenge* do go
verao da trra e en'.io ;
N m maia smhores, nem probriedade no sello,
nem capital, nem fabrica, nem industria de al-
guem. ..
Nos omnet fratres 'initM I.....
Recile, 3*e Agosto de 1892.
A/fonso d'Albuquerque Mello.
l'ma tfflcaldaae vencida. 0 sulfato
de quinina, esse remgdjo aem rival contra aa fe-
brea rolermUteotea, fem nm gosto amargo tSo
forte qie matos do*-nte3 nao o podem tomar.
pois a repugnancia que causa tao graoefe que
acaoam por vomtalo. Esta grande dlf&coldade
foi venedi desde que o Dr. Clertan conseguio
applicar aeu eyatema de capsulagao, approvado
pea Academia de Medicina de Pariz, ao snlfato
dequiainn. < As Perdas de Quinina do Dr-
Clertan *, encerram a medicamento em um en
vciuc.-o dplgaxfo, tranaparente, mni aoluvel e do
tamanho de urna pilma. Deate modo toma-se o
sulfato de qa.inioa sf va que se sinta o menor sa-
bor dessgradavrf.
Pioral de Cambara
O respeitavei aneiSo Sr J ao Coelho
de Queiroz, morador no Rio Bonito, es-
tado do Rio de Janeiro, ba 30 annoa que
soffria dia e noite de urna toeee to rebel-
de qUe nao Ihe dava o menor alvio, e
usando o Peitorsl de Cambar, de S.
Soares, o scffrimento desappsreceu com
pletamente.
Vende so as pharmacias e drogaras a
20500 o icasco e 244000 a duzia.
E' agente a Companhia de Drogas.
Mathematicas E1 e-
mentares e Escrip-
tura Venancio Labatut dedica-se a preparar
qualquer peasoa em escripturasao mer
cantil com 30 a 35 licSes, conforme con
tracto, contina a leoionar as materias
cima ra Duque de Casias ?. 72,
1." sudar.
110,1000 100WCO
210*000 205*000
Cffereceram
\- de Servicos Martimos
de Pernambuco
l 0brigac5es preferen-
ciaea da Compaobia de
de Trilbos Urbanos do
Recife a Olinda e Bebe-
ribe
Cotaces de gneros
ASSDCAR
Para o agricultor
Branco por 15 kilos. 9*500 a 1W0O0
Somenoa, idem idem. 6*500 7*500
Mascavado idem idem 5*000 a 6*000
Broto seccoao sol idem idem. 3*000 a 4*000
letame idem idem .... 1*700 a 2*200
Mercado muito animado.
Algodo
Cota-se nominal a 11*500.
Borracha
Jota-se nominal a 30*000 por 15 kilos.
Carnauba
Cota-se a 11*000 por 15 kilos nominal.
Carocos de mamona
Cota-se a 2*400 por 15 kilos.
Conros
Seceos salgados na base de 15 kilos a 650 ris.
Vedes nominal 360 ris.
le
Por pipi de 480 litros 80*000 ha falta no mer-
() Repetimos este artigo por ter cabido mes
mo incorrecto.
AlCOOl
Por pipa de 48 lit/. a de 260*C00.
Agurdente
or pipa de 480 litros 150*000
Carocos de algod<
(k)ta-ae a 640 ris por 15 kilos.
TAI ELLA DAS SNTBADA8 DB ABSDOAB B AL
qodZo
Mez de Agosto
Entradas Asso-car Algodo
Das Saceos Saccas
1 a 3
1 a 3
1 a 3 14
Sstrada de Ferro Central 1 a 3 82 77
Idem de S. Francisco . i a 2 322 220
dem do Limoeiro. 1 i 2 73
somma..... 418 370
Rxportacac
HECirK, 2 DE AO.STJ DB ift>2
Para o extenor
No vapor ingles Scholar, para Liverpool,
carregaram :
B. Needhan 4 C, 655 kilos de borracha de
mangabeira.
Faerstemberg Ltmos & C. 500 saceos com
32,500 kilos de carocos de algodao, 500 ditos
com 30,000 ditos de Trelos de carosos de al
godo.
B. Williams C, 100 fardos com 1,767 kilos
de algodo.
A. Ferreira Almeida, 445 saceos com 30.260
kilos de carocos de algodo.
Para o interior
No vapor nacional Brajil, para Rio de Ja-
neiro, carregaram :
Cascao & Barbota, 290 volumes com 18,6.9
kilos de assuear branco.
C. Goimares Jnior, 160 a ecos com 9,600
Kilos de assuear branco.
J. Bailar & C, 300 barricaa com 32,673 kilos
de assuear branco.
Manoel Amorim, 100 saceos com 6,C00 kilos
de mbo.
J. Pater & C, 400 saceos com 24.0C0 kilos de
milbe.
A. C. Moreira Dias, 8 caixinhas com 200 kilos
de doce.
D. F. Porto Baltar, 25 pipas com 11,750 litros
de agurdente.
No vapor americano Vigilancia, para Rio
de Janeiro, carregaram:
Companhia Destilaco Central, 46 pipas com
22 080 litros de alcool.
B. Wil.ians ft C 2,000 saceos com 120,000
kilos de milbo
Coala Ferreira & C, 25 pipas com 11,500 litros
de agoardecte.
No vapor allemo Valparaso, para Rio de
Janeiro, carregaram :
C. Peres & C, 100 saceos com 6,000 kilos de
assuear branco.
P. Pinto C, 50 pipas com 23,500 litros de
agurdente.
Ifo vapor nacional Mercurio, para Cear,
carregaram :
Goimares & Valente, 200 accos com farinna
de mandioca.
. Nu hlate nacional Deus te Salve, para Ma-
ceo, carregou :
DR. PEDRO PUNTUAL, ex-chee de
clnica do professor Wecker, recente-
mente ebegado da Europa, onde s de-
dicou o estudo eapesial <1 -s molestias de
olhos, ouvidos e naris, d consultas de 1
as 4 da tarde ra Nora n. 18, 1.* an-
dar.
Telephone n.
Dr. FreltasGuimares
MED
Tem o seo consultorio na ra Duque
de Ca< as n, 61, 1. andar, onde ser
encontrado de 11 1 hora da tarde e
reside r.o Csjueiro n. 4.
Telephone n. 292.
Pei toral de Qambar
O honrado vicecnsul portuguez em
Paranagu, estado do Paran, Sr. Joa-
quim Soares Gomes, vio sua digna esposa
curar se pelo Peitoral de Cambar, de S.
Soares, de u na grave tosse bronebiai,
que havia resistido a innmeros medica-
mentos receitados.
Vende-se as pharmacias e rogaras a
20503 o frasco e 24|0OO a dusia.
E' agente a Companhia de Drogas.
Manoel Virgolino, 1,400 sa;cos com farinha de
mandioca.
Na ba-caca Camponeza, para Maragogy.
carregaram :
Manoel Soares de Figoeiredo, 4 caixaa com 80
kilos de aabo.
Joo de So iza, 20 caixas com 460 kilos de
sabio.
da Alfaodega
A 6 DB AGOSTO DS 1892
...... 583
700
93
760
666
266
130
2/0C0
ranta
SEMANA DE 1
A'coc (tro
Alg 'ao em rau.a (kilo) ,
Arroz com casca &i.o) .
Assuear reriuado (silo] ,
Acucar branco (kil3) ,
Assuear mascavado (.kilo) .
Baros de mamonas (kilo) .
Borruehade leite mangab. (kilo) .
Cachaca...... ,
'.oures seceos espichados (kilo) .
Gouros eccoa salgados (kilo) .
Coaros verdes (kilo).....
Coorinhos (am).......
uarocos de algodao (kio) .
arrapateira (kilo).....
:aco (kilo).......
Caf bom (kilo)......
Cafe restolno (kilo).....
Caf moido (kilo)......
Carnauba (kilo......
Cera em velas (fcilo).....
Dita em bruto ou preparada (kilo) .
Canna (litro)......
Cal (litro)........
Carvo de Cardill (ion.) .
Farinha de mandioca (HUrj r ..
Genebra (litro)......
Graxa (sebo) ... .
aborandy (em fclnai ko .
Leite de mangabeira (kilo) .
Mel (litro)........
Milbo (kilo......
Phospnato de ca da !la Ran (tone-
lada).........
Advogacia
O conselheiro Joaquim Corroa de Aran-
jo mudou o sea escriptorio da ra do Im-
perador n. 67 para a meama ra n. 22,
1- andar.
ESCBIPTORIO OMMHBGJAL
Duque de Carias n. 72
MIE4WM
Fazem flqnidacOes amigaveia oa judiciarias
acceitam commietOea e conignagea encarregam-
e da yenda de engenhoa, fazem adiantamentos
e acceitam correspondencias dos senbores de en-
genbo, promovem a \enda de productos naci
naes e fazem qualquer trnsatelo de commer-
cio.
Eocarregam se tambem de receber os honora-
lios dos Srs.' fanecionarios pblicos tinguis
de casa, mediante mdica commisso e bem as-
aim de qoalqaer Irabalho de ecripturaco de
asa commercio.
O respeitavei anciSo Sr. Ignacio Tei-
xeira Machado, criador no rovo Novo,
Rio Grande do Su!, sjffria ha 17 annos
de asthma, com accessos terriveis em to-
dos os quartos de la, e sem nunca obter
melhoras com muitos tratamentos que
usou coroo-se radicalmente com o Peito-
ial de Cambar, de S. Soarea, que se
vende nas ph&rm&ciaa- e drogaras a....
2(5500 o frasco e 24(50-0 a duaia.
E' agente a Compaobia de Drogas.
Padre Ja cintilo
O meu vizin'.io Roberto Diaa de Aodra-
de, esteve enfermo cerca de um anno, e,
tanto eu como aquelles que o trataram,
julgaram-o perdido por morphetico.
Desilludido por alguns, tomou com par
cimonia oElixir M. Morttopropagado
por D. Carlos, e sar u.
Deua me perd3e em dizer que Be dSj
fosse eu teatemunha oceular deste facto
pol-o a em duvida.
O Elixir M. Moratocura a Morpha
Bemdito eja o Senhor. ,,
Padre Jacintho E. Torre.
S. Paulo.
Deposito em Peruambuco : Companhi
de Drogas e Productos Cbimicos.
Ra ftlfarquea de Olinda 23.
Consultorio Medico I] riirgic
O Dr Simplico Mavignier, tem o sea
consultorio ra Marques de Ouda n.
27, 1." andar.
EspecialidadesMolestiis do a^parelho
respiratorio, febre e da pella.
Consultas dis 9 as 11 na pharmacia
Minerva, largo do Terco e em sea con-
sultorio das 12 s 3.
Residencia Roa do Hospicio n. 41.
Chamadts a qualquer hora e por es-
cripto.
TELEPHONE N. 563
PHTtJRALi'CiMBiBi'
A Exrra. Sra. D. Juanea Ferreira
Cardoao, moradora em Pelotas, Rio Gran-
de do Sul, tinha umasobrinha que soffren-
do bastante de dores no peito e coatas
com tosse desesperado, ticnu curada
pelo Peitoral de Cambar, de S. Soares,
que ae vende n23 pharooaci^s e drogaras
a 2i5500 o frasca e 24,50c0 a dusia.
E' gente a Companhia do Drogas.
Foram seis meses de uso sem intermi-
tencias do novo remedioElixir M. Mo-
rato- -propagado por D. Carlos, que pu-
seram minba flha completamente resta-
belecida.
Reconheco como verdadeiro prodigio
este medicamento indgena.
Rio de Janeiro
Tiburcio Pio$pero de Souna.
Est a firma recoohecida pelo tabelliSo.
Deposito em Pernambuco : Companhia
de Drogas e Productos Cbimicos.
Ra Marques de Olinda 23.
Peitoral de Cambar
O Sr. Bernardo Jos dos Santos impor-
tante tasendeiro, no Cerrit), Rio Grande
do Sul, acbando se ha seis annos scffrenfo
de urna gravisaima toase com abundantes
eacarros de s&ogue, conseguio Curarse
com o Peitoral de Cambar, de S. Soa-
e dro-
a du
res, que se vende as pharmacias
ganas a 20500 o frasco e 240000
sia.
E' agente a Oomparh a de Drogas.

0 Di. Barros aroelro e a fa-
Espe-
larros ^arneiro e
brica a vapor Minha
O Dr. Manoel Clem entino de Barros Car
neiro, formado em sciencias medicas e
cirurgicas pela faculdade do Rio de Ja
neiro, medico adjunto da clnica do
hospital de Santa gueda ata.
Attesto que tenho f -ito uso dos cigarros
denominadosMinba Esperanca e bem
assim do fumoHygienico Nacional ds
fabrica do Sr. Antonio Francisco da Cru2
reconhecendo pela analyse cbimica a que
proced, que o referido fumo e cigarros
nao etiC'.-rram principio algum nocivo s
funecoes gstricas, sendo perfectamente
toleraveis aos dyspepticos.
la -ic medici.
Recife, 12 de Feverairo de 1892.
Dr. P,arros Cameiro.
< Dentaduras artificiaes
Sob prcasao elstica, e p.-ess&o pneu
aatieai systemas novissimos oeste Estadc
pelo uirurgiSo dentista Numa Pompilio
i ra do BarSo da Victoria n. 5i 1 an
la 'da 8 horas da msnh& s 4 da tarde
Regulador da Mariaha
Coocsrta se reiogios do algibeira, pn-
dulas de torre de 'groja chronometroB dr
manaba, caigas de msica, apparelho
elctricos, oculos, binculos, oculos de al
canee, joiaa e todo qualquer, objeoto ton
denteB a arte mechanica.
9Boa Larga do Rosario9
de urna cura obtida com o seu valioso Elixir
anti febril.
Tendo fallecido da terrivel febre amarello am
mea filbiobo de il annos de id?de, depois de
esgotados todos os recursos possiveis para sal-
val-o e dona diaa depoiB de 8epullado, adoecido
ootro de 13 annos, da mesma febre, tarebem de-
pois de multo Inctsr cora outros medicamentos
poderosos e recetadoa por distingos mdicos
deata capital, e j deaapontado, recorn conae-
ho de meu bom amigo o lente Leobaldo Au-
goste de Moraes, ao aeu miraculoso remedio de
qae ae;ma trato, e live a immensa satiefaco de
ver salvo o mro querido fllhioho.
Communicaodo V. S. tste triumpbo de seo
valioso medicamento, servir ao meamc tempo a
minba communicago, de aviso aoe que forem
atacados daquelle mal, oa qoae8 nada mais de-
vem fazer. que nzaTem o seu maravilboso Elixir.
eT emond retirado temporariamente desta ca-
pital, minba familia com receio de adoecer-me
mais alguem, por cautela conduzi um frasqoinho
do mesj.0 Euxir, que maito servio, por quanto
rbegando ao meu destino tive ja noite do da da uii;,ba cuegaa, minha mu-
iber cabida com ama terrivel febre, qoe dons
dias depois desapparecea completameule ainda
por cffeito do mesmo Elixir.
Outros casos ainda em ovas criados foram
combatidos com o seu pe Jaroso remedio e seria
enfadonho mencinalos.
Usar V. S. da minha communicsc&o do modo
que melhor Ihe convier.
Meas fracos servigos s suas otZ".s.
O muito grato criado
Joo do Reg Lima,
Ccmmandju'.e geral da cuirda civ.ca de Per*
oambaco.
(Eslava seilada e reconhe Ja a a lirm;.)
PBBflRiL i AMBBA1
Urna pesso* da familia do Sr. Jos Car-
neiro da Suva Reg, da Babia, aoffaa ha
muito tompo da um? incommoda tosse
asthmatica quo resista a tod > trataraento
medico ; tomando porm o Peitoral do
Cambar, do S. Soarea, fic;u curada em
pouco tempo.
Veode-se a 20500 o frasej e 24$000 a
duzia as pharmacias e drogarias.
E agente a Companhia de D.-ogas.
----------------*4M3S&a>------------
Cabo
O Dr.Joaquim Felippe Bxoa a sua residencia
nesta cidade e d consultas na pharmacia
Duarte.
Presta chamados a qualquer. hora
Medico e ocuistal
Dr. Berardo oculista do hospital
iPedro II, tem consultorio ra do
Bom Jess n. 9, l. andar.
Residencia na Magdalena.
Telephone n. 3G6
ladina
Mioha filhs
.ssteve moito '
vada, pelo r
ina Prospera de Sousa,
i o complet-mente entre
jmatismo, teudo sido impo-
tente toda medicina de que lancei mSo.
dem de i
Oo dia 1 a 3
dem de 4
RECIFE DRALNAGE
Sement de caraafiba (arroba} .
sola (meio)....., .
Sement de carrapateira (kilo) .
Sebo..........
ratainca (kilo)......
Taboas de amarello empranchs
(duiia)........
E3
i*50J
130
700
40
100*
Rendh
Max
Renda eral
Do da 1 a 3
dem de i
lencos
pnbllco
Da AOOaTO l 1892
Alfandtga
137:923*283
57:834*4.0
Renda do Estado
Do dia 1 a 3
dem de 4
18:267*693
7:753*694
195:759*683
26.02U387
Sommi total
221:781*070
Segunda seceo da Alfandega de Pernafbbaco,
4 de Agosto de 1892.
O tbesoureiro,
Florencio Domingaes,
O chefe da secco,
H. Antonino de C. Araujo.
Do dia i a 3
RECEBEDO UA DO ESTADO
8:310*200
2:743*050
?Intento do porto
Navio entrado no dia 4
Trieste e escala35 dias, vapor austra-
co cZ'chy de 1217 toneladas, com
mandante G. Thiomich, cquipagem 29
c.rga varios gneros a Johoston Pater
& C.
Navios tahidos no memo dia
Saltes e escala vapor americano *:Vi-
gilancia, commandante Croasxan, car-
ga varios-gneros.
Santos e escalavapor allemSo cValpa
raizo, commandante Sckreiner, carga
varios gneros.
Ht-reacio Hnnlelpal da *fo
O m'jv.mtnto deste marcado no da 3 ae
Agosto foi o segainte. : Entraram.
45 bois pesando 7,326 Kilos.
436 kuos de pe'.xe a ;5 ria 10*9 0
9 compari. com mariscos a 125 rs. 1*125
41 lugares a 250 rs. 10*250
9 suioos a 250 rs. iTo
40 cargas de farinba a 250 rs. 10*000
5 cargas de milbo sec-o a 250 rs. 1*250
6 ditas com feijao a250 rs. I*0i
4 ditas com camares a 375 r?. 1*500
1 cassas com gallinbas a 375 *375
24 ditas cem mi'bo verde a 37o rs. 9*000
24 dita de batata a 375 rs. 9*000
3 ditas de cansa a 375 rs. 1*125
47 ditos com verduras a 375 rs. 17*625
67 ditos com farinha a 500 33*500
4 cargas com gallinhas a 625 rs. 2*500
-32 columnas a 750 rs. 24*0'0
7 compartimentos com ressaras
a 75) rs. 3*250
46 ditos com fazendas etc. a 750 rs. 34*750
28 ditos de comidas a 875 rs. 24*500
II ditos de auineiros a 1*250 13*730
9 ditoaa875 rs. > 7*875
46 talboa a 2*500 115*500
336*775
68W9G0
Peitoral de Cambar
Delfim Jos Rodri-
Santa Victoria, Rio
no Diario de
provam o que
effeito admi-
tao maravilbo-
e na do Rio de
Rendimento de 1 a 2
PrecoB do dia:
Carne verde de 320 a 6*0 'ia o kilo.
Fainos de 640 a 800 ris idem.
Carneiro de 800 a ris idem.
Farinha e 400 a 600 ris idem
Milho de 400 a 440 ris idem.
FaijSo de 1* a 1*800 idem
Vaporea a entrar
Mes de Agosto
Sul.......... Equateur.......r.. 5
Sal.......... Iberia............. 6
Europa..... Hogrtk........... 6
Snl.......... Congo............ 8
Hu.......... Pernambuco........ 9
Norte........ Copua............. 9
Europa....... Thames............ 11
Sol.......... Magdalena......... 13
Norte...../.. Espirto Santo..... 13
Urna ti.ha do S
gues, fazendeiro em
Grande do Sul, siendo ha quatro annos
horrivelmente do asthma, fj perfeitanien-
te u ti-a da pelo Peitoral ch Cambar ,de
S. Soares, quo ea vende as pharmacLa
e drogaras, a 20500 o frasco e 240000 a
duzia.
E' agente a Companhia de Drogas.
Elixir ante-febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
Manoel Cardoso Jnior
Approvado em 21 de Marco de 1890 pela inspe
ctoria geral da digna junta de hygiene do Re
de Janeiro.
E<*te Elixir de composco toda vegetal pee
arado segondo as regras pbarmaceuticas, acn
elhadas pelos autores modelos e de recouhe-
cida capacidade scientifica tanto no pais como
ao e3trangeiro.
Este Elixir o producto nao s do grande es
iodo das aeces pbysiologicas das sobstanciae
77*21 ) ^,Tio tambera pathoiogioas.comotambem o re
soltado 4m ioimeasas a^plicacoes nos diversoa
97*440 oagoa de febre* do fuado palustre.
A apocacao ceeie Elixir na grande epidemia
de texit-as il; 1890 a 1891 maia nma ves de:
1:643*830 uonstrou a sua eficacia ; pois ao principio do-
.9*2; ) primeiros symptotnas a bexiga aborta, e em ca-
sos mais adiantados a bexiga passa a ser ama
oenga febril vulgar apresentando pequeas to
mefacSes qoe com a continuago do Elixir d6-
>apparecem sem todavia apresentar receios de
perigo.
Os' moito ittesiados publica Ji s
Pernambuco e Gaieta da Tarde
Usemos.
Nos caeos de febre amarella o
ravel, apresentando pbenomenos
sos que nesta ctdade do Recife
Janeiro pouco rece o causa a febre amarella,
tuesmo estando o doente com vomito preto e
saogolneonestes ltimos periodos ento ne-
is'ario a applicapo em alta dose, despresande
a tabella aoaexa.
Este Elixir j conbecldo do publico e de um
grande numero de dignos mdicos apreaenta-
do para combater 08 differentes iucommolos to-
dos elles de carcter febril.
Por moito tempo ti vemos occasiSo de faxer a
applicaco as febres erysipellosas e com tac
oom resoltado que licamos admirados de lo al-
tos efleitos.
Pela pratica chegamos a conhecer qoe doe
ataqoea ae febre erys\pelloea ou erysipella como
ulgamente se diz necessaric o uso de 10 dias
do Elixir.
Nob grandes incommodos das senhoras, mens-
truacao. gravidez e uos casos de parto com fe -
ore de um resultado omito certo e seguro e
a sua cor.posic&o to simples que nao offetece
receio ae applicar o Elixir aem uiesmo em doses
superiores s indicadas na tabella infra.
Pedimos eos dignissimos mdicos qae deseja-
rem fazer oso deste Elixir em sua clnica nao se
iujeitarem rossa prescripeo, mas sim faz.
applicaco em harmona como3 casos qoe dse
jarem combater, certos de que o medicamento
de composico innocente para oranismo por
mais frgil que seja.
Modo de usar
A's criasgas at um anoo 10 gotas de 2 em i
aoras em urna coiber das de sopa cheia d'ago
fria. ?>
De um anno a tres 15 gottas.
Da 3 a 10 annos em diante, 40 goltas etc.
Estas doses devem aempre ser applicadas em
agua fria.
Depsitos
Companhia..de Drogas e Productos Chimicoa
Recife, rea do Mrquez de Olinda n. 23.
Nacional Pharmacia, ra Larga do Rosarle
a. 35.
Pharmacia Oriental, rna Estrella do Rosarit
i. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, roa do Barto da
Victoria n. 14.
Pharmacia Martius, ra Dnqne de Caxias c
18.
Para qualquer informacSo ser encontrado o
autor na ra do Rosario Estreita n. 17.
Os no3.os frascos sao qoadrados e conta go-
tas. N'am lado teem gravadoElixir ante-febril
e no ootroManoel CardoaoPernambuco. e to
doa os prospectos sao assignados por Manoel
Cardoso Jnior, sendo falsos os que nao forem
asignados.
N.*12
Recife, 16 de Maio de 1889
Illm. Sr. Manoel Cardoao Jnior.
J Nio posso e nem devj calar o segulnte facto
Pofos de Caldas
Tenho ido nos pogos 6 tncos segui-
dos, pelo rheumatioiao e a prova do pouco
proveito, a neceBsiddde annual que ali
rn< tem levado.
Tomei agora oElixir M. Morato -pro-
pagado por D. Carlos, a dou por fiada a
visita s sgu&s, porque oElixir M. Mo-
ratocurou-me radicalmente.
' tal a mh ha satis?..!;'.') que offereco
de motu proprio eate attestado recoohecido
pelo tabelliSo.
Campias.
Alfedo Nebes da Silveira.
Deposito em Pi-rnambuco : Companhia
de Drogas e Productos Phimicos.
Ra Mrquez de Olinda 23.
COMPRIMDGsTViCHY.iFDIT
Fez-se nma grande eii
descocerla
iportante
1.0-1*675
as eminentes qualidades medicinaes
da Aoacahuita, arvore esta que cresce as
immediac'es de Tampico, no Mxico.
O Peitoral Anacahuita, composto e ptepa
rudo eom o balsmico suco de dita Arvc-
re, tem enchido o mande d'espaato e ad-
mirado. Os proprios mdicos confessam,
que nunca se lhes havii entrado na idea,
de que se podesse extrahir ds nenhum
producto da tena, um espicifco t'o na-
ravilhoso e ompleto para a cura das en-
ormidades da garganta e dos orglos da
resprajao A tosse d'um carcter o mais
confirmado e violento, desapparece aob a
sua mgica ioflaeocia, dentro em poneos
dias, e as vezes meamo d'entro d'algamas
horas, depois de 89 haver tomado urna
garrafa do mesmo. A rouquid2o por mais
cavernosa e profanda que seja prom t>
mente desvanece e a vis vU.ro em pos-
eo recobra e adquire toda a sua cos'.umada
clareza e sonoridade. Os Bronohiten se
aliviam mediante o seu us). Cura os pul-
mes faridos e inammados, Os que pade;
cem de athma principiam por raap r. r
com desafogo e reguiandade, logo depois
de se haver tomado as primeiras doses. O
catarrhodecl rado incuravel dejappaiece
ordinariamente ao c.bo d'uma semana.
Fmfim a sua excellencia c grande efica-
cia n3o teve, nSo tem e nem tjr igual
por meio d tjdas as mais "medicinas ten-
dentes pira o mesmo fim
Como garanta contra as falsicC;5is
observe se bem que os nomes de Lamann
& K--np venham estampados em letras
transparentes no pipel do livrinho qae
serve a envoltoria a crdi garrafa. Acha-
s>-de-^venda em todas as buticj e droga-
ras.
Fionlfi Mi
O Sr. Thomaz Ljncina, fiiho adptivo
do Sr. Vicente Simois Fiiho, estancieiro
em Sarandy, Rio Grande do Sul, princi-
piou a soffrer de urna tosse impertinente
que nunca pode ser combatida, declarando*
se depois urna terrivel tuberculosa pulmo-
nar. Tendo sido tratado pelo Ilustre
medico militar Dr. Medeiros, aem resul-
tado algum, foi depois coasultado em
Sant'Anoa do Livramento, o hbil med*
co Dr. Fialho qce Ihe rajeitou o Peitcral
de Cambar, de S. Soare3, que curou o
radicalmente, livrando-o assim de urna
morte certa'.
Vende-se as ph&rmacias e drogaras a
2500 o frasco e 240000 a duzi*.
E' agento a Companhia de Drogas.
Dr. Nunes Goimbra
ClnicaMedico -Cirurgica
Especialidades : febres, partos, mole
tas de senhoras e de creancas.
Chamados a qualquer hora na sua re-
sidencia, ra da Soledade N. 31 esgiiinl
da roa do talho.

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*t

Piano (fe Pernambtieo -- Sexla-ieira 5 do Agosto de 1892

Dr. Melk Gome
MediccCirurgiao Parteiro
57-Rna lirio da Vctaria-7
(Defronte da ra de Santo Amaro)
Onde tem consultorio e residencia e
pude ser procurado qu Iqiiek hora do
Uia ou da noite.
Eepeuialidades : Febres, partos, moles-
tias de aenhoras, dos pulicBea e de crian-
{as. Syphilis cm geral, cura radical e
operscoes da eatreitamentos e mais sof-
frimeutos da uretra.
Telephjoe 391
EDITAES
2.a sejelo.Secretaria do Governo do
Estado de Pernombuco, em 30 de Julbo
do 1892.
ED1TAL
Pelo presente dit-.l se foz publico, que
se acha nesta reparticao a fina de ser
entregoe ao itrteressado, depois de satis-
feitos os devidos direitos, a carta patete
nomeando o capitao Manoel Jos de Bas-
tos Mello para o posto de tecente coronel
commandante do 4.. but.Ib&o de infan'a
na da guarda nacional do municipio do
Recife.
O secretario.
J-'So Augusto Fsrre'ra Lima,
Rectbaiiorii do Estado de
Pernambuco
IDITAL N. 10
O administrador da Reueisedoria do s
tado de Pernambuco observando a portara
do Illm. Sr. Dr. inspector interino do
Thesouro datada de boje e sob n. 1283,
taz publico para conbecimento dos inte
reasados que, dentro de 30 dias atis con-
tados de 4 de Agosto prximo, ser arre-
cada independente de multa, a contri-
buicSo devida pelas annuidades e na.ie
servidos da Recne Drainage Company re-
lativatreate ao 1. semetre do exercicio
corrate de 1894.
Recebedoria do Estado do Pernambuco,
30 do Julbo de Julho
J. Ferreira de Almeida OuImarSes.
Estrada de Ferro Sal de Per-
nambuco
De ordeno do Sr. director engeoheiro em ene-
re, se faz publico que. a partir do da 8 <1o mez
de Agosio prximo, Acara provisoriamente ace-
rados, netti estrada, os precos das passageas de
1* e 2* classe entre as esiuces ir.ericionadas na
tabella segointe, pass.u do a vigorar os precos
coneanies da mesma aoc... .
Secretaria da es'rada de ferro Sui ue Pernal-
buco. Palmares. 28 de Julho de 1893.
Vietaliano P. Ribeiro de Souza,
Secretario.
a
3
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P S. 2. c
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HIPPODROMO
na
G AMPO GRANDE
QUE SE REALIZARA'
No dia 7 de Agosto de (892
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PflBBAHBDGQ E PEDO PRMI80CAH0
8
S 8 S
a
I < R-
2-2T
0 doutor Maro s Tullio dos Reis Lima,
juiz de direito da fazenda do estado de
Peruambuco, por forc.a da lei etc.
Faz sa er pelo presente que no da 5
de Agoa'c do corrente anno o t gente de
leilSes Sveira, s 11 horas da mannS, a
requerimento po inventariante dos bens de
Maooel Oomes dos Pasaos, far leilSo por
venda a quem mais der, des bens seguin-
tes:
1 rede de pescar na costa, muito gran-
de, com 93 bragas de comprimento, em
bom estado, avallada em 180JOO0, 1 dita
pequt ., com 16 bragas, avallada em
15j5O0- 'i cas meia as;ua n. 3 ra dos
Guararapes, com porta e jf.nella de frente
1 sala, 1 quarto e 1 eapaco que serve de
sala de detraz, cosinha c pequeo quintal
murado, em estado de ruinas, mediado de
trente 4 metros 52 centmetros, e de
futido 10 metros e 10 cen'imetros, iva-
liada em 4004000, 1 dita n. 4 na ra do
A.-eial, com porta e janella de frente, 3
quartos, 2 salas, cosinha fra e quintal
murado, medindo de frente, 4 metros e
43 centmetros, e de fundo 15 metros e
30 centmetros, avahada em 1:5000000,
1 dita n. 10 na mesooa ra, com porta e
janella de frente, 2 salas. 3 quarto.s e
quintal, medindo de frente 4 metros e 80
centmetros, e de fundo 15 metros e 90
centmetros, em ruinas, avahada em 5C0f,
1 dita a. 5 ra dos Grurarapes, com
porta e janella de frente, 2 salas, 2 quar-
tos, cosinha fra, quintal pequeo, me-
dindo de frente, 3 metros e de fundo 10
metros e 70 centmetros, avallada em....
6O0OOO.
Ditos bens pertencem ao acervo inven-
tariado e vSo ser vendidos para paga-
mento de dividas e despezas do inventa
rio.
E para que conste, passouse edital.
Oado e paas-.do n'esta Cidade do Re-
cite aos 25 de Julho de 1892.
Eu Jos da Costa Reg Lima, escrivSo
subscrevi.
Marcos Tuliio ios Reis Lima.
DECLRALES
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector inte-
rino do Tbesouro do Estado de Pernambnco,
coavilo aos senhores possuidores daa apolices
sob ns. 19, 23, 35, 46, 65. 67,87,96, 101, 106,
109, 110, Hl, 113, 117. 121. 131, 13fc, 140, 1U,
147,151,155,156,158, 159, 162, 166, 168, 1< 9,
172, 173, 175, 181, 182. 188, 192. 195 196, i97,
201, 205, 208, 210, 216, 218, 223, 229. 241 e 245,
emittidas a favor da U^ioa Bambnrral a virem
resgatalas e receber os repectivos joros at 10
de Agosto prximo futuro, das 10 &? i horas da
tarde, certo de que, a>se da por diaaie, ao
veocero mais juros as referid; s apoilces.
Secretaria do Thesouro do Estado de Pernam-
bu:o, 12 de Julbo de 1892.
Servindo de secretario,
Joaquina Lucillo an 8>q,ael aYajejao
Gabinete Portuguez
de l^eitura
Ds ordem do Sr. presidente do ccnselbo. deli-
berativo e em comprimento ao art 82, combina-
do com o 8 do art. 55 dos nossos estatotos,
convido es membros do dito cooFelo a se rea
cirem as 7 horas da route de 6 do corrente as
alas do mesmo Gabmete.
Secretan i do Gabinete Po-tu^uez deLeitura
em Pernambuco, 3 de Agosto de 1892.
Antonio Fernn-es de Azevedo,
i- s-ce^arij.
Banco Popular
2- DIVIDENDO
Os senhores accionistas rio convidados a vir
receber o segundo dividendo relativo ao eemes-
tre fiado em 30 de Junto prximo paseado, na
rluSo de seie por cenlo ao anco, sobre o valor
realisado das respectivas accOes.
Recife, 16 deJjlho de 189.
Albino Narciso Mia,
Director secretario.
Club Internacional do
Recife
Assembla geral
De ordem da directora sao convidados os se-
nhores socios a fe rennirem em assembla geral
no d;a 6 do correte, s 8 horas ds noole. na
ede do club, am de apreciarem orelatorioe
comas do anno Ando, e elegerem a directora do
anno social de 1892 1893.
Secretaria do Club Internacional do Recife, 2
de Agosto de 1892.
O 1 8crelario,
Alfredo B. da RosaBorges.
Etcripiorio dojrafego. Palmare?, 23 de Ju-
lho de 1892. (Assignado) Celso Duperron. ebr-
f.j interino do movtmeoto. Visto. 267-92.
(Assigoado) Jos Herooides, inspector interino.
Copiei. Palmares, 28 fie Juiho ue 1892.Jote
da Silva L'roa, amanuense. Conforme, V. P.
Ribeiro de Soaxa, secretario.
inspectora de Hygiene Pu-
blica do Estado de Per-
nambuco.
Em virtude do que dispSe o art. 68 do
regnlamento que baizou com o decreto n.
169 de 18 de Janeiro de 1890, t-sti
inspectora faz publico, pelo praso de 8
dias que o cidado Manoel de Fretas
Vaaconcellos, Ihe dirigi a seguinte pe-
ticSo com os documentos que satisfazem
as exigencias do art. 67 do citado regu-
amento.
Ao cidadSo Dr. Inspector de Hygiene
Publica do Estado de Pernambuco Ma-
ncel de Fretas Vasconcellos pratico de
Pharmacia como prova com os documentos
juntos vem perante V. S. pedir permisso
para abrir urna Pharmacia na villa de
Agua Preta, onde nao exista estabeleci
ment desta nt.tureza que posaa baviar
qualquer receta medica, o supplicante
Ilustre cidadSo, nesta reparticSo de ve
constar urna petic&o documentada em que
pedia r.e~mBsSo a Inspectora Geral para
o mesmo tira, o supp.ic.nte confiado nu
justica e humamdade de V. S. espera de-
terimento.
Recife, 2- de Julho de 1892.
Manoel de Freitas Vaaconcelloi.
Estava com o sello do Estado.
E declaro que ce -'-0 dias depois do
ultimo annuncio, nenhnm pbarmacentico
formado communicsr a esta Inspectora de
Hygiene a re solucSo de estabelecer Phar
macia na citada lozalilade conceder ao
pratico a licenca requerida.
Inspectora de Hygiene Publica de
Pernambnco, 27 de Julho de 1892.
O secretario,
Je alo Ouherme da Silva Duarte.
Hornea s a H 4 Pellos Xfttura lid. e i 4
Cor da vesti-
menta
Proprletarlo*
1." pareo) de Agosto8 0 metrosAnimaes de Pernambuco que nao teoham gacho a'
15 de Jtrlti > de 92. Premios : 203/1 ao i., 40/1 ao 2. e 20 ao 3.
i.-
Mjiapan-----
Piraby.....
Gatuno......
Gedto ------
Granideiro .
Clyd........
Ve'rmootb ..,
Ponlable.....
T-ausval, ex
Matio......
Pedrez..
Baio-----
Tordilho.
toziiho..
Zuo...
Roiado...
Casta:iho
5 -Russo
51
c 51
1 51
51
51
51
51
53
< 51
Encarnado..........
Encamado e azul
Violeta e onro.......
Encarnado e preto
Verde e amareilo.....
Encamado..........
Azul e amareilo.....
Rcxo e amareilo.....
J. Prreir.
K. A.
Coud. Fraternidade.
J. M. P.
Coud. Arrayal.
Coud. Salgado.
C. P.
U. L. Hachado Jnior
J. N. da Silva.
pareeLlberdade900 metrosAnimaes de Pernambuco que nSo tenbam ganho em dis-
tancia superior a 1.000 metros nos prado? metros nos mesmos prados. Premios : 200000 ao 1.. 404000 ao 2 e 20/000 ao 3.*.
liPetroptlis 2.
2 Vmgador....
3 Regente.....
4!Mraote ....
lpatcbouly...
Rodado.
Alazo.....
Castanho.-.
Russo.....
Pemamo.. 51
51
51
51
c 51
Grenat e tzul.......
Encarnado.........
Ene. eouro........
Aiul e ouro........
Preto, Branco e ene.
Coud. 10 de Halo.
Coud. Io de Junho.
Azevedo & C.
Coud. Mouriscana.
J. B. Costa.
Pareo Derby Clan1.200 metrosAn'maes de Pernambuco.
ao 2 e 25OOO ao 3.'
Premios : 250/1 ao Io, 50/1
Piramon.....
Corga2.....
Moema......
Petropolis.. .
5F*ceira......
6iTeaorino 2.a.
5 Castanho.
Rodado.
Zaina...
Alazao..
Rodada.
Alazao..
Pernamb.-
52
54
52
48
5i
Amareilo e branco
Juro e preto.........
Roso e oaro ........
Verde e amareilo.
Azul, barnco]e eccam
Grenat e ouro........
Coud. B. Vista.
P. Alexanlriao.
Oliveira C.
Magallies & C-
Coud. Cruzeiro.
Coud. Pelotense.
4.* ParcoGrande Premio Pernambuco 1.200 metros. Animaes de Pernambuco, que
nao tenbam ganbo nos
iO/iOOO ao terceiro.
prados do Recife. Premios : 400*000 ao 1, 120/ ao 2. e
Com panilla
Ni cional de c amisas e rou-
pas brancas
Sao convidados os senhores subscriptores a se
rennirem no dia 8 de Agosto pi >x:mo viodonre,
ao meio dia, na rna do Imperador n. 55, primei-
ro andar, para assembla geral de incorporacSo.
Re ife: 30 de Julbo de 1892.
Os incorporadores,
Antonio Jos Moreiro.
Domingos P de Fretas.
Manoel Lopes Vieira.
Companhia restilaco e
tanoaria mechanica
parahybana
CHAMADA DE CAPITAL
De ordem da directora, to convidados 03 se-
nhores accionistas a reas'rem a nona entrada
na razo de 10 0/o ou 20/I0C0 por a.cSo, at o
dia iO do correte, no largo do C'.rpo Sauto nu-
mero 2.
11 cite, 1' de Agosto de 1892.
__________________Manoel Lopes de S.
Compaahia
Hotel Internacional de Peroam-
biico
Em llqoltfarao
Tendo sido resolvida a liqoidago desta com
panbia em assembla gerat do dia 25 de Juutio
ultimo a comnmsao liquidante representada em
Pernambuco pela Sr. D Adolpbo Tac o da Coeta
Clrne, pede a todos os credores queuam apre
sentar seus respectivos ti'ulos para serem oppor
tunamente paeos.
Capital Federal, 1 de Julho de 1892.
Tarquinio de Souza Filho.
______Jcles G.apd.___________^^
Hospital Portuguez
Premio de rlrfudc
A junta administrativa do Ho-pual Portuguez,
da-;co_do com a disposifo testamentaria do
flaado commeDC-a,(or Antonio Jote de MagalbSes
Bastos, tendo de adjudicar o premio de 500/1000
urna oo fllr>o familias, natural da cidade do
ttecife, que pelo sen trabalbo honesto tiver con
corrido tllicazmente para o sustento de seus
pas, ou asslstide a seu pal ou mai com verda-
dera dedicacao e amor filial, durante molestia
grave e prolongada ; chama e concede o prso
de 60 dias, contados de he j s pi ssoas que se
julgarem as condigOes citadas para aprsenla-
rem na secretaria do Hospital os documentos
comprobatorios de soa preteocao.
Os pretenderes devem declarar nos documen-
tos nome, estado, proflsso, idadee residencia.
Secretaria do Hospital Portugus, 20 de Julho
de 1892.
0 2- secretario,
Augusto G. Fernanaes.
IjFrigorico-.
2 Dinamarca. .
3NfwYotk...
4;Regedor.....
5Congo........
6'Domir.....
7 Peo8amentj.
Arcbivou.
America. .
CastaDho ...
Rodado.....
Alazo.....
Castanho .
A'.izo.....
Castanho
Alazo......
Pernamb..
5)
50
50
50
fO
50
50
50
50
Azul c greoat.......
Azul c tranco.......
Ouro preto e encar..
Ouro e branco......
Gienat e brajeu.....
Rraoco e azul........
Ene. e hrnco.......
Amareilo e roxo.....
Azul e brando.......
Coud. 10 de Maio.
M. C.
E. Costa.
A. F.inseca.
F. T. Oliveira.
Coua. Recife.
I. N. F. Gomes.
Silva & Ribeiro.
A. D.
a. Parco=Fr
em 1892
ternldade=800 metros Animaes de Pernambuco que uo tenbam gacho
Premios: 200/1000 ao 1.a 40/1000 o 2.a e 20/1000 ao terceiro.
Frontirc.....
Pbarizeu....
Collector....
Vingador....
Aiiy.........
Mirante.....
Russo ....
Castanho.
Russo ....
Rodado
Cachito.. .
Pernamb.
53
53
55
53
51
51
Gocarn. e branco
Azule encarnado.....
Branco e ene.......
ocarn. e bonet preto
Azul preto e ouro
F. C. R. Rf go.
R..C.
J. J. dos S. Jnior.
Coud. 1* de Junho.
A. M. Almeida.
Azul e ouro..........Coad. Mcuriscana.
pareo Cirande Premio Prado Pernambucaao 1609 metros Animaos de
Pernambuco. Premios: 5004000 ao primeiro, 150/1000 io segundo e 504000 ao terceiro.
Pyrilanpo..
Sans-Souci..
Talispher___
Cyclone.....
Ida........
Ma-anguape.
Tordilho
Balo.....
Rodado..
Alazo.
Pernamb..
56
56
57
52
53
57
Grenat e azul........
Ouro e blanco.......
Branco, azul.........
Encamado...........
Branco e encarnado..
Ene. pretae ouro.. .
J. E. Ferreira.
UAL. de Mattos.
J. Almeida.
Coud. Fragoso.
Coud. Ida^ Volta.
Dr. B. Fonc. Filho.
7.* PareoProgresso800 metros. Animaes
maior distancia. Premios : 2004000 ao
Pernamb
^amponez...
Gatuno.....
Yambo.....
Clyde.....
Ponlable...
Talcier
B'io......
Tordilho...
Casianho ..
Rodado.....
Castanho
Baio......
rie
1/
53
51
53
51
K]
Pernambuco que nao tenham ganbo em
404000 ao 2. e 204000 ao 3.*.
Branc. e en&irn.....
Violla e ouro.......
Ene. e bonet. preto..
Verde e amareilo
Azul e encarnado.....
55 'Amareilo, e roxo ,
A. Santos.
Coud. Fraternidade.
Coud. 1. de Junho.
Coud. Salgado.
M. L. M. Jnior.
J. N. da Silva.
OBSERVARES
Os animaes isseriptos no priiseiro pareo deverlo achar e no ensilhamento,
s 9 Ii2 horas da manbS.
A Directori. chama a attenjSo dos Sra. proprietarios o jock-y3 para
tigos 21 e seus e o artigo 46 que serflo rest.ic'amente observrdo.
Os forfaits serto recebidos at sa.badj 6 do correcta s 3 horas da
na Sec-etaria da Hippcdrorco.
O horario que na occ-siSo for cbsarrado para ancerramento de venda de pou-
los Ber restrictamente cumprldo.
Secretaria da Hipoodromo di Campo Grande, 3 de Agosto de 1892.
es ar-
tare,
3 secretario,
Augusto Silva.
PRADO
PERMMBMO
JPfiOJBCTO M INSC;/JPCO
Para a 38 corrida a realizar se domingo 14
de Agosto de 1892
i.
2.a
3.a PAREO
4." PAREO-
5.
6.
PAREO Consola^So800 metras. Animaes de Pernambuco que h8o te-
nham ganho premios, premios : 200|J000 ao primeiro, 40,JK)00 aa
segundo e 0)JOOO ao terceiro.
PAREOEstmalo 300 metros. Animaes de Pernambuco que d5o te-
chara ganho em distancia superior a 850 metros nos annos ds 1891 &
1892 prbm'OS : 200^000 ao primeiro, 405000 ao segundo e 20$000
ao terceiro,
Progresso 1,200 metros. Animaes de Pernambuco e pangas.
pbmios : 3000000 ao primeiro, 600000 ao segundo e 300000 ao
tarceiro.
Rapidez-850 metros. Animaes de Pernambuco que nSo tenham
ginho em distancia superior de l.fOO metros. PKEMIOS : 250^000
no primeiro, 500000 ao segundo e 25|JO0O ao terceiro.
PARO-Ferro Carril 1,250 metro. Animaes de meio sangue, PRE-
MIOS : 3000000 ao primeiro 600000 ao segundo e 300000 ao ter*.
ceiro. ^r
PAREOPrado Peroambucano 1.400 metros. Animaes de qual-'.
quer paiz. pbemios : 4000000 ao primeiro, 80^000 ao segundo e
40iS000 ao terceiro. s
PAREOVe'oeldade 9C0 metros. Animaes de Pernambuco. premios :
26l5000 ao Primero O0OOO o segundo e 250000 ao terceiro.
PAREO- Inicio 800 metros Animaes de Pernambuco que n3o tenbam
ganho premioB em maior distancia, premios 200J000 ao primeiro,
4O0COO ao segundo e i00000 ao terceiro.
OBSERVARES
De accordo com o art. 5. do cdigo de corridas nao serBo admittidos a
inscrp$5o no pareo Estimulo o animal Gallet, no pareo Progresso os animaes
Atlante, Faceira e Bonina, no pareo Ferro Carril, Siroco, Velo*, Napolitano o
Neniche, no pareo Velocidade,o animal Piramon e no pareo Inicio o animal Gallet.
A inscripcao encerrarse-ha terca feira 9 de Julho s 6 horas da tarde
na secretara do Prado, a ra da Imperatriz n. 26, 1. andar.
Secretaria do Prado Pernambucano, 4 de Agosto de 1892.
O SECRETARIO,
/ Uves,
7o
8."
PRADO
PERNAMBUCANO
PROJECTO DE INSmPCAO m
Para o pareo Grande Premio
Que se realizar na eorrida que ter lugar no
dia 4 de Setembro de 192
l.SOO metrosAnimaes de Pernambuco. Peemio : 1:0000000 ao priero,
2000006 co segundo e 1OCS000 ao terceiro.
Inscripcao 80$000
Observacoes
De accordo com o art. 5.' do cdigo de corridas nSo ser admittido
inscripta" o des te pareo o animal Piramon.
A inscripcao encerrar-se h terca feira 30 de Agosto do corrente anco.
Secretaria do Prado Pernambucano, 7 de Julho de 1892.
O SECRETARIO,
J. Alves,
THEATRO
SANTA ISABEL
COMPANHIA DRAlATi
So a fiireccao rio artista
ANTONIO OODIBRA
Sabbado 6 de Agosto
Depois que a orchestra dirigida pelo
professor Rosas executar urna 1 nda ou.ver
tura, subir sceoa a pedido e difinitiva-
mente a ultima representado da applaudi-
da opereta phantastica em 1 prologo, 3
actos e 6 quadros.
im
Emprestimd emittido pela
a Promotora de ndastras e Helboramentos
O 3 sorteio ter lugar a 30 do Setembro de 1892, sendo o maior premio de
Ra. 2o:OOC0COO.
Alem dos de reis 2:0000000,1 C000000, 5000000, 2OO0OOO, 1000000, 5O0OCO,
4O0OCO e 250000.
Pre^o de cala obriga^ao 20^000
Roga se aos Srs. possuidores de obrigacoen a virem receber os premios do se
gundo sorteio effectuado a 30 de Junho ultimo, bem como os juros vencidos do pri
meiro e segundo trimestre no escriptorio da Companhia a raa do Torre n. 42,
1. andar.
Acham-se ctas obriga^js ve ida nes seguintcs cstabelecmentos :Banco
popular, ra do Imperador n. 22Em casa dos Srs. Martina Fiusa & C, ra do
Crespo n. 23.
N. B.Haver mais urna mutacSo.
A's 8 1 [2 hora*
Randa para Magdalena, Capuana c AL gado?.
Emensjucs o apparatoso drama bistorico
89 DA FRANCA e a grandiosa peca sacra
SANTA ISABEL
O ecretario,
_______Silva Bastos
Companhia Agrcola e Mercantil
A.ssenibla geral
Nos termos dos arts. 29 31 dos esta-
tutos, sSo convidados os Srs. accionistas
a se r.unirem em assembla geral ordina-
ria no dia 8 de Agosto prximo futuro as
11 horas da manhS co salSo da Associa-
9S0 Commercial Agrcola, efm de se pro
ceder a exanae das contar da administra-
cSo, ouvir a leitura do relatorio e parecer
fiscal e deliberar sobre os mc&mbs ; e em
seguida proceder se a eleicSo do conselho
fiscal, tudo de conformidade cem o art.
34 des referidos estatutos.
Recife, 23 de Julho de 1892.
Manoel Jlo de Amoro,
Presidente.
Ccmpanhia exploradora de
productos calcreos
Na escriptorio desta companhia ao caes do
Apollo n. 73, acbam-se disposicao dos senho-
res accionistas os balaocos, contas, listas do?
accionistas. iodic3<,0's das ttaosferencias das
accOeg e asi' documeotos concerneutes ao anno
social, fiado em 30 de Junho prximo passado,
de conformidade com o que determina a lei das
sociedades anonymas.
Recife. 13 de Julho de 1892.
J. Gardoso Avres,
Servindo d secrelario.
---------------......-......... ....... ..........-................, 4 ,- .
Companhia exploradora de
producios calcreos
Assembla geral
Convida se aos sechores accionista; a se ren-
nirem em as?embla geral ordinaria co dia 18
do corrente, sil horas da manbS, no escripto-
rio da companhia, caes de Apollo n. 73, para ve-
nBC3C.6?s de costas, leitura do relatorio, parecer
fiscal, e oroctder se a eleico dos membros do
conseiho fiscal
Recife, 2 de Agosto de 189!.
Cartoso Ayre?,
ServiDdo de secretario.
Qtirso Annexo a Fa-
culdade de Direito
Da ordem do Sr. Dr. director interino
fago publico que de 2 & 14 do corrente
estar aberta, na sccietaria deste curso, a
incripcSo par.', os exames finaes dos esta
dantes que provarem achar-se nos con-
dlcc.3.,'8 do aviso do Ministerio da Instruc-
cio Publica abaixo transcripto :
Capital Federal, 0 de Ju^ho de 1892
N. 932.Autoriso-vos a abrir no Curso
Annexo a e?sa Fac .Idade bancas de exa-
mes de preparatorios para aquellas estu;
dantes a es q aes faltarem una cu deus
exames para coaclui.em es mesmes pre-
paratorios.
Saude e fraternidade =Feroando Lobo.
Sr. director da Faculdade de Direito do
Recife.
Secretaria do Curso Annexo a Facul-
dade de Direito do Reoife, 1 de Agosto
da 1892 "
O secretario,
J. Telesphoro da S. Fragoso.
Companhia de Seguros Am-
phitrite
Os senhorfs ac ioaistat, sao convidados a re-
ceberem no escriptorio respectivo o divid ndo
correspondente ao semesire terminado em 30 e
Junbp. Este p3gameuto se iniciar oa lerja-
feira i de Agasto do corrente, das 104roras da
msnh s 3 da tarde.

I
I.



'<""."'.


Diario de Per_3~*b_co Sexta-feira 5 de Agosto de 1892
_
Companhh de tecidos
pal ista
Sao convidados 08 senbores accionistas a rea-
listr*te o dia 16 do correte, do escriptorio pro
vfcorto roa do Bom lesos n. i, pavimento ter-
(>, s^uinta entrada de eapital, na razao de JU
) oo 6O0C0 por acgao, das 11 horas do oa as
d Urde.
fcettfe, 2 de Ajroto de 1892- .
Jos Antomo 8a aiva Jnior,
D.rector secretario.
Indemnisadora
(inpanhia de Segaros
MARTIMOS e TJ_KESTRES
Katabeleelda e > 1 *6
lotnda flnancelro ea 31 de !>
zembro de 18
Capital 1,000:0001001
Fondo de reserva 110:376^000
Sioistros pagos 4,776:683*001
Brazilian Suhmarine
Telegraph Compa-
ny? Limited.
Do da 16 de Agosto em diante a tari-
fa desta companhia tic reduzida de seis
billings para cinco thillinga e quatro
pences por paiavra entre Inglaterra e Per-
nambuco e vice-vcrsa.
A taxa o'aqui ser coectada sobre o
oambio equivalente ero reia
Por ordem
Joseph Hoie,
Gerente.
3 de Agosto de 1892._______________
Repartido das Obras Pu-
blicas, Trras e CoIod-
sacao do Estado do Ama-
z< na?.
De ordem do Dr. direetor desta repar-
to, e por detbrminacSo do Dr. presiden-
te do Estado, chamo concurrentes por es
payo de 90 dias, a contar desta data, para
os servicos abaiza declarados :
Urna penitenciaria pra quatrocentos
(400) prezos, com accommodacSss para
arcareiro, ajudacte e mais peesoal, com
oficinas e diaposigSeB, de accordo com o
navo rgimen de prizSes e com os pro
gressss da arte.
Um paltcio para o presidente do Esta-
do, com as indiEpnsave:s confortabilida-
des, e para secretaria Q Governo.
Pelos planos e oryamontos que forem
aceitos per e.ta directora, e approvados
pela presidencia, o Estado pagar de gra-
titeag^o o que ior arbitrado.
As propoatas, oue serSo feitas em car*
tas fechada serSo recebid s at o dia 8
de Outubro do oorrente anno-
Repart {o das Obras Publicas, Trras
e Colonisscjio, em Macaos, 11 de Julho
de 1892.
O escrivao,
Victcr Antonio Fernande*.
Hospital Pedro II
Para regularidade no servido deste es
tabelecimento, communico aoa interessa-
dos, que desta data em diante as visitas
aos cioent '8 serSo las quinta-feiras e .do
mingos de 1 s 4 horas da tarde.
Outro-sim, os doentes que se rpresen
tarem na portara para se medicar, deve
rSo trszer o vasilhame neceBsario para o
transporte de seus medicamentos, sem o
que nao serao attendid' s.
Hospital Pedro II, em 22 de Jalho de
1892.
Dr. Ignacio Alcbiades Velloeo.
D rector d.o seiric^ snnitario da Santa
Cata.
Companhia
Minerva Prcgrcsso Pernam-
bucano
Sao convidados os senhorc3 accionistas a reo
nirem-se em as?embl?a geral extraordinaria no
dia 25 de Agosto prximo fu'uro, s II horas da
manb, no predio roa da Aurora n. 89, afim
de se proceder a eieigAo para preenebimento dos
lugares de directores presidente e secretario,
que se achare vagos pela renuncia do3 premiti-
voa. Recite, 28 de Jolho de 1392.
Sarvindo de secretario,
Balbino Eezerra Sobral.
Direc'or tbesoureiro
llecife Drainage
A companhia faz publico para conhecimento
dos interessados, que collocou no mez de Julho
proxiu.0 lindo, os apparelhos abaixo declara-
dos :
Freguezia de Santo Antonio
Ra de JoSo do Reg n. 20, apparelbo n. 3,783,
ctsa terrea.
s. Jo.-
Ra Mrquez do Herval c. 66, apparelho n.
S 782, cata terrea.
Recite, 3 de Agosto de 189
J F. Mackictosb,
Gerente. ____
Irmandade do SS. Sacra-
mento da matriz da Boa
Vista
De ordem do irmo juiz, convido a todos os
irmaos desta irman lade p=\ra. em mesa geral,
proceder se a-elescao do juiz da mesa regedjra
no anno de 18*2 1893, vi3tj nao haver acceita-
do o di.o carg) o irmo que :6-a eleito. A reo-
nao lera lugar no dia 7 do corrente, s 11 horas
da manh
Consistorio da irmandade do SS. Sacramento,
em i de Agosto da 1892.
O escrivao,
Traiano Alipio Temporal de Mendonga.
Derby Club de Per-
nambuco
Segando dividendo
Os eenhores accionistas sao convidados a vir
receber o segn 'o dividendo relativo aj semes-
tre de Janeiro a Juobo prximo pasBado, na ra
zio de i0*000 por aego.
Recife, 4 de Agosto de 1892.
Joaquim C. Teixeira.
Director tbeeooreiro.
CoipaHhia t Segaros
Miguel Jos Al ves
Vi. 1Baa do Bom *u?. V
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestes nltimos seguros 6 a onicr compantui
i98ta praca que concede ac Sr3. seguados semp
;o de pagamen de premio em cada setim:
iano, que ecruiva ao descont annua de c
i de lPr>or cm (em favor dos segurados
Loiidon & Brasilian Bank
Limitedv)
Ba de Commenio n. 32
acca por todos os vapores sobre as cai-
tas do mesmo banco em Portugal aecdc
tm Lisboa ra dos Capellistas n. 75. Me
Porto, ra dos ln^ieacs.
ir
wm u
Companhia Norlh Britbb
Mercantil e Insurance
Gatal snbecr.p^o 3 000.000 (' 0*
Fundosaccamuiados 9.752,443 18 5
BKCKITA ANAL
premios contra
Derogo.......i.495,818 6 10
premios sobre
Devidas...... 992.379 6 1
* 2 488,197 12- 11'
N. B.A reparticS- de fundos accumula-
dos sob'f se^ur: s contra foro, nao se res-
poasEbiiisa pelas transaccoes feitas pela a
de Eegoro sobre vidas.
Wson, Sojs & C, Limitd.
AMPH1TRITE
Companhia de Segaros Martimos
TERRESTRES
C pital..... 1.000;OO0^OO0
48 ltm do Commerclo -18
mu m
Northeru
de Londres e Ahcrdeen
fcfiSd inanceira

Capital subscripto
Fundos accumuJados
*,ve<n anuual :
De premios contra fogo
De premios sobre vidas
De ros
Agente em Pemambuco,
.V. J Lidstone.
N. 10 ruado Commercio.

3.780,000
3.000,000
! 626,000
208,000
155,000
CONTRA roe*
Royal Insurance Oempany
de Liverpool
lAI'Il NI. OO.OOO
AGENTES^
IJohloian 4r C.
largo da Companhia n. 6
S. R. F.
Hocledade Recreativa Jh
ventude
partida do 28 anniversario em 14 do correte
Expedijao de convites encerra se no dia 10.
As en radas e mensalidrles dos socios (ff-ctl-
vos e disi;netos solteiros, para o club auxiliado.1,
sero satlafeitas o dia 7.
Qjota para socios efectivos e distinctos sol-
teros, de-de j est abena em poier do Sr. tbe-
soureiroe encerra fe no dia 13.
Secretaria do ccnstlbo admhietrativo, 4 de
Agosto de 1892.-0 2- secretario,
M. Caetaao._______
" SBSKOS
GQNTBA FOGO
fhe Liverpool i Londo 61oi><
luLinm, mmi & c.
Ra do Comino n
|THE IMPERIAL 1NSURNNCE COMPANY LIMITED
Estabelecido 1803
CAPITAL 1,200.000
(Ba. t4.000iOOO|000)
SEGURA EDIFICIOS E MERCADOBIAS
Contra o fogo
TAXAS BALXA8
SEM DESCONT
ENTE
ROWNS C,
SEGUROS
4B1TIH0S (MTRA FflGfi
companhia Phenix Pe?<
nambncana
HUA DO COMME
MAB3TIM0&
de
Companhia PernambRcana
naTegaco
Esta companbia manim a segantes linlns
elaresde navegaQo:
Norte tacando nos porlis da Parabiba, Nata
Maco, Mc880 6, Arrcaly e Fortaiesa, fartindo
deste porto cm pagete a 11 e 26 da cada mez
Sul, com escala pelos portos de Macelo, Pene'
do Aracsj, Estancia e Bania sabiodo des'.c
porto a 14 e 29 de ra Fernando de Noronka. partida no meado do
mea
flt'o Formoso e Tamandar, sabida a 28;
Rio de Janeiro, (directamente) parte o paquete
in 35 a 30 do mez.
Rio Grande d Sul, (viagem directa) sabe de
3, a ) do mez.
Tj os os paquetes sSo nevos tem excellenie
acc ;modac.6es para passagoiros e para carga
e o precos sao multo reducidos
Us passage ros eocontram, apar
tamento, todo 0 conforto desejarel
um paquete.
Us prqaMes que fjz Janeiro, alm de ttrem ludo o que se eocontram
nos paqueos modernos, accresce que faz a via-
gem em quitro dias e o preco de passagens a
1 classe C 60*000.
O paqjtt' empegado na viagem para o Rio
Grande do Su! .rnente pa>a carga, e tem o
calado adequado a entrar do porto daquelle Es-
tado en qoalquer occasiao.
Recbese enKaj-mento de carga por qoanti-
dade flxa para todas m viagens.
OuircsiD, a cvmpanbia expedir paquetes ex-
traordiEurios desde que naja carga para o enga-
jameolo completo de um paquete.
Escriptorio da Companbia Petuambacana
immm Maules
LINHA MENSAL
O paquete Equateur
Commandaute Lartigne
E' esparado dos port03
enlat o dia
5 de Agosto de 18ft
eguindo depois ca demora nece3saria para
'rodeeux, com escpla por
Dakar e Lisboa
te vapor inutnlaado las
elctrica
Previne-se ainda aos Srs. recebedores de mer-
-adorias que so se attender a reclamacOes por
'al'.as, que forem reconhecidas na oscasio a
iescarga dos volumes ; e que dentro de 48 to
as a contar do dia da descarga das a vareagas,
^eve^o fazer qualquer reclamacao concernen
tes a volumes que porventura tenbam seguido
d ra os portos do sul, am de serem dadas a
empo as providencias necessariaB.
Roga-se aos Srs. passageiros de se apreeerv.a
em na vespera da chegada do vapor para toma-
em as snas passagens.
Para carga, passagens, encommendas 1
iceiro a (rete: trata-se com os
AGENTES
H. Burle & C.
42Ba do Commercio42
Boyal lail Steai UU i-
m
O vapor Thames
Capitao 0. M. Hicks
E'esne;;;dodaEurcpa po da
II de Agesto seguindo de-
pois da indispensavel demora
para a
Buhia, Bio de Janeiro, Montevideo e Btte
nos-Ayre
Para carga, encommendas, passagens e di-
abeiro afrete trata s 3 rom os AGENTES.
O vapor Magdalena
Commandante H- V. R'rraud
B' esperado m>a portos da tu'
at odia 1 di Agosto de 1892
.seguindo depois da neeessaria
.demora para
*. Vicente, Lisboa. Vlg e fton-
'.S >
Reucilo i ^auagens
lAa tatwtu
i' Lisboa 1 classe i SO
i'Sontbamptcnl"::asiM '23 -" *
Camarotes reservados para a paageircs de
?*rnambrjco.
Para pasBagens, retea, ec,oinsaendan, irata-.=h
om o?
AGENTES
iiiirii Irmaos & C.
KJ._'-..r. do Bon JosusN. 3
Nao procedendo eeu fo.-inalidade a compannis
lea iseuta de toda a responsabilidade.
ira i-assat-"1, frwtes sncommendaa tr
J 0001 08
ASUNTES

'. neiro & C.
1" ndur
do bom Ira-
a bordo ed
Harmona Lian o iiirs
Rio de Janeiro e llantos
O vapor Capua
E' esperado de
N: w Tork at o
aia IO de Agosto
seguindo depois
da demora neeessaria para os portos cima indi-
cados.
Para carga e encommendas trata-se com
CONSIGNATARIOS
Jonhston Pater & C.
Ra do Commercio n. 15
Cosinheira
Precisa se de urna cosinheira para casa de
familia, em Caxang; a tratar na ra do Caboga
n. i loja. _____
Alambique
Vende se um alambique de cobre, do fabri-
cante Derozn, qua Oes til la 100 caadas diaria :
a tratar no caes aa Companbia Pernamlacaua o
4, armazem de agurdente.
Criado
Precisa se de un criado para servifi) de casa
de familia, sendo menor de 14 anuos prelere-se;
a tratar na ra do Alecr m n. 22. _____
P a dara
Companlmi ^e Navegado Ca-
rioca
PORTOS DO SUL
O vapor S nteimo
s
tu y
STRAITSOFMAGELLAN LINE
O paquete Iberia
E' esperado dos
portos do ecl al
odia de Agosto
seguindo depoiedainditpensavel demora para
Liverpool com escala por
Lisboa Bordeaux e Plymoud
Para carga, passageiros, encommendas e di-
Qeiro a freie: trata-se coiu os
AGENTES
Wson, Sons t, UwM
10RUADO COMMERCIO10
The United States and Bra-
zilM, S. S. C.
Vapor inglez Regina
E' esperado de New Tv rk at o
dia IO de Julho seguindo de
pois da demora do costme
iaara
Bahi^ Rio de Janeiro e H n os
para carga, passagens. encommondas e di-
ibeiro a frete : trata se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Bna do Commercio8
Io andar
Llayd grasiicro
SeeeSo de naregacio
DA
MFREZA DE OBRAS PUBLICAS N
BRAZIL
PORTOS DO SUL
O paquete
Pernambuco
Commandante Roberto Ripper
E' esperado dos
portos do sal at
dia 11 de Agos
to .-eguindo de-
depois da demo
ra necedBrns para
Parahyba, Natal, Cear, MaranhSo, Para
Obidos e Manaes
As encommendas sero recebioas ate i hora
10 tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
10 larga do Corpo Saato u. 11.
Para passagens, frete e encommendas trala-se
:om 03 AGESTES.
PORTOS DO NORTE
O paquete
Espirito-Santo
Commandante Florindo F. Dias
E' etperado dos
portos no norte
no dia l a do cor
rente, seguindo
depois da demo-
ra neeessaria para
Macei. Bahia, Espirito-Sauto e Rio d
Janeiro
Recebe carga a baldear no Rio de Janeiro
jara Santos, Canana, Iguape, Paranagu, An
.oiina, S. Francisco, Itajahy, Santa Catharina
aic Grande, Pelotas e Porto Alegre.
As encoramerda8 sero recebidas at i hora
la tarde dj da da sabida, no trapiche Barbosa
10 largo do Corpo Santo n 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a sua lteos* -
;ra a clausula 10> dos conhecimentos, que ;
No caso de bater algoOM reciama<;o contra
ompanhia, por avnrn t8 pert'a' 'eve 83" felU
jor tscriptfl ao agente respectivo do porto di
tascarga. deitro de trs diss d* -la-
Commandante H. Thompson
E' esperado dofportos do
at o dia de Agosto e
guir depois da demora
Mturne para
Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pelo
tas e Porto-Aleare
Para rarga, passagens, encommendas e
nheire a frete trata se com os
4JKBMTO8
Pereira Caraeiro C.
6-RUA DO COMMERCIO6
Io andar
ral
se-
de
di
Veade-se nma padarla e a propriedade no fio
recente poveado d^ ]. do ramal da Imperatriz ; a tratar na mesma.
Refina^o
Vende Be a retinaco da ra do Conde da Boa
Vitta n. 26 (Gaminho Wjvo) ; a trjtar na roa do
Viscoorte de Albuquerque, ou ra da Matria o-
26 1* andar.
AVISO
Tendo sido subtrablla do meu porfer, na ca-
pital Federa!, a cadorne'a sob n. 16 906 a Caixa
Econmica de=:e Estado, previno para qu- nio
seja eila paga da qaaotia de 225X000 a nao ser
ao aba-so aseignado, stu verrjbdi-iro dono, ron
forme meu telcgramma mema repartigo no
da ubsequente -o desappartcimento da referi-
da caderona.
Recife, 2 de Agosto de 1892.
Victorioo Coe'ho de Araujo.
Anin.o Pacheco Din Torre*
Antonio Guedes Valente, L o Ftroandes d*
Almeida, Joo AI ves r*e Freitas, Antonio Ba.iha-
sar Alves d Frtitas, Maooel Ribeiro de Carva-
Iqo Juuior, Paulo Jof Alves, Pelippe Lopes Net-
la, Alberto Das' Femandes e AntJMk Doain-
gues de Lima, amigos paiticularn^nAnUnia
Pa-.ht eo D.as Torres, fallecido em fjWoa em
de Juibo prximo rindo, convidan) os seus ami-
gos, bem como os parentes e amig s do finado,
a assist.rem sos scffragio que por alma do di
flnado sero celebrada na igreja co Paraizo,
terca feira 9 do andante, s 8 horas da mana*,
trigsimo dia do seo passamr-ato, hTPO'.hec; nd
o seu mol sincero rtconhecimento aqueles qua
ge dignarem de alienar a^, presen e coavite.
Antonio Pacheco Das Torrea
Antoun Al-es da Cunha, toa moluer, Haria
Goncalves da Cunha. compadres amigos de Aa-
tonio Pacheco Dias T.rres,
fallecido em Lisboa
Aloga-sc
lEILOES
Agente Hlveira
L.eilo
PE
Sexta feira, 5 do corrtnte
AS 11 HORA 5
A' ra do Imperador n. 39
O agente Silveira, por mandado e cem issis
tencia*do Exm. Sr. Dr. juiz da fazenda do Es
lado, a requenmeoto da invectarante dos bens
de Manoel Gorues dos Passos levar a leo:
Urna casa msi'agua n. 1 ra dos G.iara-
pe?.
Urna di'a -mesma ra n. 7.
Urna dita la do A re I n. 4.
Urna dita u-'BB roa n. 10.
Urna rae de aoiRsf caed 90 Lrrjas de compri-
n:en(o.
Uaa di'.a ccu 16 bracns de corxprimcnto.
Os Srs. pretndanles poJem examinar asi
des na mei'acua n. 1.
LeJo
Do hotel Pariz, sito a rwi do Biepo Sar-
dinha n 1
S abbado, 6 do correte
A'S 11 HORAS
O agente Guaino, auiorisado pelo proprieta-
rio do hotel cima, far !;iJo do menmo, con-
stanlo de :
Urna ejcellente mesa clstica de nogueira,
com 6 taboas, diversos fiteiro?, quadros, relo
gio de parede, ap^rador'-s", diversas mesas pe-
queas, cadelras de junco, geladeira?, guarda-
oapos, loabas, fzenda nova para toalhas, lou
jae, copo1, clices, caiheieiros, facas e garlos
colhere, um imporiacle e qua^i novo fogo de
ferro, diversas qnalidades de bebidas, trem de
cczinha, divisOes de madeira e ontros muitos
objeirto.i pertenceiitcs ao mesmo hotel.
Leil
ao
No Ro Crande do Norte
SEGUNDA FEIRA. 8 DO CORRENTE
Ter lugar no da 8 do correlo ca porta da
Alfaodega aa xidade do Natal, um graoue leilo
constante do carregamento de rradeiras de piobo
de Riga, em pranch6es de 30 a 80 palmos de
compnmeato a 4 jolitg^das d grossura.
Corrvida-.-e os coocurridorus para a cncor
rencia.
Leilo
De movis, cerviji e vi
CONSTANDO:
De 1 armado, batco com pedra, Hteirose
armarios envidra^ados, carteiras. mochos, mesaB
com1 pedra, 1 reloglo de parede, gaiolas para
garrafas.
Cerveja em barri?, vinbo3 de differentes qua-
lidades e licores.
Urna geladeira, 1 tanque ,de ferro, garrafas
com v'.nho e ditas vasias, grades para escorrer
garrafas, silbOes e setlios novos, gneros e mals
objetos existentes coi
Armazens da ra >. Bom Jess ns. 33
e35
Segunda-feira, 8 do corrente
,-;> lo 1/8 horas em palo
0 agente Piolo levar a leilSo, por mandado do
llm. Sr. Dr. juiz le direito especial do com-
mercio e a requerimento de Ernesto Demetrio
fo Costa Amorim, os movis mercadorias e mais
ooj^kis existentes no estabeecimento de gene-
ros para fornecimenio de navios de Charles
Pluym & C, ra do Bom Jetos ns. 33 e 33, em
differentes lotes.
AVISOS DIVERSOS
Comprara se aigumas apolices da divida
publica geral ; a tratar na Tnesouraria de Fa-
zenda com L. M. R. Valenca.
Vendem se os dous sobrados ns 1 e 3
ra do Cues que segu da Casa da DetencSo ao
gazometro, onde e-.to situados, teem commodcs
para grande familia, quintal grande com sapo-
tisejros, lugar diStinaao a ter grande valor, logo
que se realiso o proj-cto de urna ponte da Boa
Vista S. Jos, muito proprio para qualquer
estabeecimento fabril ou ouro qualquer, das
que c-j poem ser conservados no centro da
cidade. Vendcm-se ambos ou separadamente
a tratar com L. M. R. Valenca, na Toesouraria
dj Fazenda. _______________________
Precisa-se ja dim ; a tratar na ra da Cadeia n. ?V.
Alaga se una casa na Varzea it 30 de
Novembro do corrate anuo, a tratar na tav^rna
o. 6, prac* Conde u'Eu.
Vende se o predio <*ito a rea velha de San
ta Ra n. 75 ; a ira'a: no paleo do Collegio nu-
mero 4.
Veude-te urna casa roa do General Ctra
o. 31, propri* para negocio ; a traar na mesma
ra n. 31, cu em Jaboatao n. 69 A, loja de fa
zeodas. _____________________________
Pos dalmatmos contra
insectos
Remedio inlallivel contra persovejos, pageul
outroH insectos.
Deposito : ra do Bom Jess n. 62
Em casa de Tbeod. Just
O grande sibrado da ra Capitao Antonio de
Lima n. 20, once foi o escriptorio da Es'iac'a
pe Ferro Sul di Pernan bjeo, com commodos
para grande familia, com Bfoa e rbz ; a tratar
na roa Sarqcz de Olinda n. 8, lithograph'.a.
Moedas brasileiras
Cospra se de 5(>0 rs., I4B00, 2000 co oeatn
U moiia na roa do CtbUga n. 9, loja aa At'
gusto do Reg.__________________________
Moedas de prata
rnjf ram nn puc6es e mcedn u'e lf(X0 e
50J .-8. ; no ar_aze_ de Uiovci?, ra Bario da
Yidcria o. 5i.
Vi vali- os noivo?- !
COSTUMES
M > _ >
de Casaca de C'Ch de Frark til GD n 8 g g _ Z _&
de Paletot 3 B 5" o -
e de brin? -< -a _> i
Taverna
Vinde-ee uma taverna em boa localidade e
com poucos fondos, propria par principlante i
a t ata ra ru. Direita de Atogariof n. 9.
i edido ju.to
O abaixo assignado, reincido s? para fra do
Estado, pede a lodos seus davedores para virem
salur feus debites no pleo do roer.ado n. 8
com os Srs. Franco & C- que para isso acham-se
autorizado?.
Recife, 30 de Julho de 1892.
Manoel AiTouso de Albuquerque.
em 9 de Julho lindo, convidara ao.-: sers smigot
e collegas, bem romo do nsdc, as.->i; tirem ai
miesas que por s a alma Duodam celeDrai s-
gunda feira 8 do corre te, pelas 7 ho-as do dia,
na matriz de Santo Antonio, Irigeeiro> oiado set
fallecims-nto. e confess^m-se gra03 qtclle-
que cumparecertm a es'e aita de religio e ca-
ridade.
_-*! ->la aojpob'es one crmparpcpm n missa.
i
Antonio J Vinhro Mata
Andraoe, Maia 4 C. agradece-) a todas as pes-
soas qu se garaii acompaohar sua ultima
morada os restos mortaes de seu (X foco e ver-
dadeiro amgo Antonio Joaquim Yir.has Maja,
o'e nova as convidara para assistirem as missat
que pelo eleini repouso de sua alna manan
celebrar oa i de e na mtris dcida'e de Pof! Jirdiro, no dia
6 do cor;, jte, oflc.s 7 l/_ bom d i ajat-a, sti-
mo Jia do seu filledraenta, pelo qn5 fe confes-
sim Bommaente gratos a todas .'- pseoas qo
se drnarpm --urn..-. ;--<--. _________
Criado
Precisa se de um criado ta ra do C.ronel
Suaseuna n' 28, 1- andar'________________
Tanoeiro e operarios
Ni fabrica de vinbas C liooe; de ra., doces e
conserva? un da urora n. 111, precisa se de
um loaoeiro tff*cilvo, serven'es t operarios que
saibam 1er.
Antonio Riheir de CsmtrO
Umbeliua de Has'os Castro agradece do intima
de tua alma a tas s pfsoaa que s dignaram
acompaoaar ;. ultima morada o; restos mortaes
de ;;iu infeliz esron, Ao'.OHto Hiheir de Castro,
e di: aovo roavda a-todos os feus parentes a
amig .? pa-.i f&i<(ift-m ao misan qne manda
retar ra igreja e N. S. do T rc> Da c1i-j 9, pebt
7 horas Jn mauha, por sea ettaij deacance, con-
feis8;!o-e de:de jagi-al s tortas ts pesroas
qae se di;oarf-m assisiir tste arto de rcligio
e i'ari^adp. ____________^___
:________
Fadre Marcnl Lope de Slqnelra
Seguudo anoiversario
Gaspar Francisco Vi, sea mulhcr c filba man-
dara rezar missas per alma de seu cmo'e lem-
brarfo sogrv, pai e av, padre narcarlaooea de
Siqu;ira, as mtt.izrs de Palmares f Quipap,
s 8 horas da marjb ci dia 5 de Apo>lo (sexta-
feira) secundo .nciverario de seu fallecimento,
e (oavidam seus p.i-eaips e augos para afsis-
tirem a este acto de rellg j e carida ie, 'do que
fp confp-saiu agradecidos ____
Modesta
Na roa do Cabng n. 7, 1- andar, preparase
toilette para scohoras, de oaile, pas3eio e casa-
memos, preco3 r;-zoaveis.
Criado
Precisa de conducta ; na ra de S
que d conhecimento
Joo n. 17, fabrica.
Patacoes
Compra-se de todas as nacCes ; na ra do Ca-
bug n. 9, loja de Augusto do Regp.
Criado
Precisa se de um
Caxias n. 63.
criado; na rui Duque de
Engenho Capim-4s&
O rendeiro deste eogenbo avisa a quem iote
ressar possa, que as bemeitorias nelle existen-
tes, como bem as casas de telhas de lavradores,
tolas as fdrmas de botar aasucar, a destiUcao
toda, tedas as taixas do assentamento de coser
as socar, um vapor, moeda, parol de ferro, bica
de cobre e a estribarla que exis'e sao Ihe per-
tenceoles, para evitar duvida, j que so trata de
vender dito ergenho previne a qu*_ quer que o
possa comprar, qne tem de ser luiemnieado das
referidas benfeitorii?. Oatrosim, que o enge-
nbo t tem a aver viole cajfoa de sement de
canna, inclusive os lavrado-es.
Engenbo Cap'tn A?s, 20 de Julho de 1892.
Farioha barata
Vfude se no largo
rs. a cnia, em saceos
kilos.
Antonio Junquia Tii;ba _ala
Antonio Goncalves tie Barros, test..rceaieiro d
fallecido Antonio Joaqu-m Vtnf.as Maia, rogaa
torios os amigos leste e aos seus, o caridoso ob-
sequio de assistirem aos sffraei03 que por sua
alma manda celebrar sabaado 6 do correle, s-
timo dia do seu pjssamento, s 7 1/2 heras da
manb, na igreja do Espirito Santo. A todos
uno comprecprpm. sen ele>no rpronhocimpnto
Ama
do mercado n. 12, a 410
brancos a 8*800 com 42
Precisa se de orna ama rara cosiuhar e com-
prar ; na roa do Baro da Victoria n. 40, segun-
do andar.
aia
Precisa se com nrcencia de uma ama que co-
sinbe bem, para casa de familia Je tres p.ssoat:
na ra do Imperador n. 81, loja.
Amas
Precisase de duas amaa, uma para merinos e
outra para cosinhar, d. rmids em casa dos pa-
irees ; a tratar no pateo do Livramento u. 1,
sobrado.
Anta
Sen entes novas
Ferreira Guirxares a C. tcabam de receben
da Europa um variadissimo sortimento de se
meles de llares e tortalics, que esto venden-
do por pr<.-gos muito commodos
Ra Duque de Csxiae n
Loja oo Caboclo.
86
Trospassa-se
Com cu 3em tcercadoria a bem conbecida caea
Ce miutzas denominada Exaosigao Universal,
dispondo de excellentes armajCes de amarello,
euvidragadas, 1 dita ingleza, cotre Milners, pa-
tente, vidracas para amostra, balcOes, carteira,
prensa de copiar e muitos ontros utensilios ; a
tratar na mesma ca?a roa Baro da Victoria n.
17 ; caraote-se o arrendamenW_______
Criado
Precisa se de ora criado ; na loja das Eslrel
las, roa Duque de Ca ias n. 66,____________
Chegaram para a In-
dependencia
83Roa Duque de Caxias-83
Voiles americanos
A 400 e 500 rs. orne tro
Liados desecbos em fr creme
Do-se amostras mediante penhor.
Meadonca, Pr'mo fy C.
Fabrica de gelo
IgiiaS e iiaionadas gasosas
todas as
Soda water, gmger, ale, limfio, laranja, cen
fao, abacaxis, granadina, grosellas, fraoolsa!
unllha. hnrtelS-piBienta.etC., etc.
1* A-CAES DO CP1BAR1BE-12-A
Precisa-fe de nma ama para rasa de pouca
familia, para cosinhar e fazer mais alguns ser-
vicos: a tratar na ra da Imperatriz r. 5, loja.
Ama cosinheira
No sitio o. 5 da estrada de JoSo Fernandea
Vieira se precisa de orna cosinheira, paga-se
bem.
Ama
Precisa-se de urca ama para ccM har un caaa
de farjjia ; no pateo do Tergo n. 12, pbaimacia
Minerva.
Ama
. osinhar e com-
>ar na pkara>a'
ca americana ra Duque de Caxics n. 57.
Precisa se de cma ama para
prar, que durmu eiu ^asa ; a Ir
Amas
Precisa se de duas amas, ums para meninos e
outra para rosinha ; a tratar ca ra da Pelma
numero 40.
A_8
Precisase ce uma ama para cosinbir e maii
servidos de casa da familia, que durma em casa
dos patrss; a tratar ua ra larga do Rciario n.
9, relojoaria.
Ama
Na ra Baro da Victoria n... precisa-se de
nma ama para comprar, cosinhar e tomar cenia
de nma casa de homem solteiro.
llASAS i v_im
Participam que jA recebersm
CAL NOVA DE LISBOA
4 e 6largo do Corpo Stnto4 e 6
Bilhar
Vende-se em excellente tilbar francex, de ja-
caranda, marcador mecnico, quaai dovo, con
todos seu3 pertences ; roa do Conde da Boa Tis-
ta n. 45, joo as cffi loas.
,



-
L
I
ILEGfVEl
----------<


diario de Peraambuco Sexta-feira 5 de Agosto de 1892

NICO ANTISPTICO ANTI-EPIDEM1C0 $EM CHEIRO
DtliitFicrliTl preservativo ser tgnal sal*o por
Pasteur, adoptado r.os bospitacs de I
para curar a varila, febre omni;Hi dy-
sentcria, sy.hllis, eltolera-mortxM
diphteria, a iif/i" ti a, fcbrc dcpois
do parto, infla imnacdes
das chayas, pica- &W tS* T^% ^* "" INFflLLIVEL
das, queima- fc^a. M ^A K \i* para curar a cm-ia,
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extraordinaiiajneote a beileaa e sclliaea das ct>nstruc6ea.
Scieniifica tambera aus snborcs de engenho que introduzlo grandes ap?rfei$oa-
mentos no fabrico da
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nado do bacaltaao; alcm de ser-
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Larangeiras
Avilamos aos nossos freguezes que temos exposto a venda, os
eros portugueses, para es quaes chamamos a attengao.
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aursaturados com ag\ia das tontea
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Hauterive, S'-Yorre, etc.
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i 'arnvnt/uQO V U MNAI P88DCT0S CS1II1C0S.
0 MANIFEST
DO
Bazar das Novidades
ao povo pernambacanc p ra visitar o eBtabelecimento ra Duque de Casias n. 71
afin de admirar a variedade em gosto e modificado em presos.
A SABER:
Toalhfts de labvrintho.
Lindos cortinados de crochet.
Novidades em cortes de casemira borbados.
Cretones fiancezes pajrSes espsciaes.
Casemiras com lis'as de seda.
Fiauellas lisas para vestidos.
Crepon com pequeo defeito a 1COO o covado.
Clindinas com palmas 3 listas, novidade.
Merinos 1; os de todas as cores.
Mantilhas pretas de seda.
Cortes brancos bordados
Bico de fil da largura de l metro.
Setim de todas as cores e preces.
Sedas lisas e aviadas de todas as cores.
Surahs, setine as, lines.
Vestuario para criancas.
Capelina con. veo para noiva, de 120OO a 400000.
Pannos de crochet para cadeira.
Ci.lchaa de crochet com bordados de cor.
Meias j'ar- homem a 80500 a dusia.
Lencos brancos a 20000 dnaia.
Bramante de linbo 4 larguras a 20500 o metro.
Enxovaes para baptisadoe.
Lindos cretones americanos para coberta.
Colchas republicanas a 50500.
Ditas de cores a 405CO.
Camisas de flai.ella para homem com e sem ecliarinhos.
Tapetes para sof.
Ditos para porta.
Fichs d tedas as qualidadea e tam anos
Extractos, salonetes. bicos, fitus, boidados, baleias, leques, lavas, meias, lecfos, ca-
semiras, brins, lencos, re apa fei a e por medida, e urna infinidade de artigos que s
com a prese nca dos nossos numerosos fregueses pcderSo ser apreciados. isto no
Baxar das Novidafas
71, Ra Duque de Caxias 71
1 MANUEL LOPES M. RAMOS
j
QD
0
H
ce
H
ACTIVAS
PIIaUIaAS
DE BEIST0L
VEGETAES
ASSUCARADAS
m SEGURAS
t
ce
Medalbas i Ouroiat Exposicoos aiversaes O*
Medalbas
lave
o
BOOElOS (FRANIJA)
# Depsitos em todas as vendas de Comestiveis. Ac
t DR.
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado sob bases scientilicas
e physiologicas para o fin de
beneficiar os cabellos, restaurar
edr,impedir a queda, e promo-
ver seu vico e abundante crosci-
auento.
Esta apurada e excellente preparaco,
Sem duvida o mellior remedio at hoje
conhecido para os differentes defeitos da
cabelladura, merece a ntima attenro de
todas as pessoas que tem tido a infelci-
dade de perder em parte este mais rico
ornamento natural da physionomia.
Com o seu emprego Intelligente tem-st
conseguido resultados realmente sorpren
dentes. Em mu tos casos, porm nao'
semprc, a propria calvicie tem sido curad
permanentemente.
Serapre se consegue fazer parar a queda
dos cabellos; emquanto queparaopenCes-
ao das senhoras, o objecto mais utU
mais agradavel que se pode empregar.
PREPARADO TELO
J. C. AYER & CA,
Lowell, Mass., Kst.-Unidos.
A' venda as lejas de armarinbo e per
{binaria*.
DEPOSITO GKKA.-
si? >.- '
4T
Bazar Fernambucano
Fabrica Meteoros
Os tbaizo assignados proprietarios da
acreditada e conhecida FABRICA ME-
TEOROS, em attengSo ao respeitavel
publico e especialmente ao3 seus innume-
raveis freguezes, vem porticipar-lhes que,
em consequencia do augmento que fize-
ram, no salario dos operarios do seu es-
tabelecimento fabril, resolveram elevar
(100' 0) em milheiro de cigarros de todas
as ureas manufacturadas no seu esta-
belecimecto.
Assim deliberaram por verificaren! que,
para consejar i'leso o crdito dos sens
cigarros, seria preciso harmonisar a as
cecja do preco, com a superioridade da
manipnlaco, pelo que, preferiram manter
o crdito dos meamos, manufacturando os
com mat ria prima bCpebior, a te- de
>mpregal-a inferior sem elevar o preco
dos seus productos, comente com o intuito
de maiores lucros.
Procedendo dest'srte, esperam que seos
bons freguezes continuarSo a despensar a
honrosa confiare, com que sempre des
tingnirr-m a FABRICA METEOROS.
Ra lama d Rosario n 30.
22-7-92
Joaquim B. aos Km & C., Successores.
iMviLHrT^Afrvir
do anjna
Dr. Humphreys de Nova Yori
A Verdadera Waiiv.iha do Secuto.
APPEOV,\i)A. LICENCIADA
ptlr. IuefKcrofia fitotsl de !^'<"< dtr
Imperio to Urazi*.
A I*la? -'tilati Cni.nl. va f< remedie prnmptc
jera ar PLsRduniA Machucaduras, ContOBoes, Toe
iedur .-. u Lac*Taci.)s, Allivi taddr
astonen o iiguc. fa para." a niiinimava". redui
t. locliat.^ >. iraodescoraucto, cazearar aferlda
como por encoco.
A 1>3i vllin Curativa alUvlo pronipto*]
cura ra ...la Ira Queluiaduraa, Escaldeduras, t
remeilk*.
A IWar;iviH,i, Cornlva 6 Impafrsvel par..
odosasller^orrhanla, neja doNarJa JiutOeiigivut
dos huinuVs. do Ktomaeo. almorrpma*curaftempreo uunoafalha.
j| Maravlia ('rarivF 5 uroaItlvlopron.pw
Chapeos e capotas
Ultimas novidades de Paiis receben o
Louvre
i/apas, jerse) s e visitas
Oostds iateiramente noves :.caba de re-
wber
cortes de l.lnho, seda
e algoco
Ricamente ^nfeitados, tem recebidj ul-
namerjte *
LOVRE
Setas brancas, pretas e de
cores
Mero i padr&Vs e para grande eacolha
espachadas nestes ltimos das
ten
LOUVRE
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e precloao oara D^re rhcnmatlcaa, AlcijAo, Dora
'.l^idez naa J uutua ou Pernas.
A Blantvha Caralva *o grande remedio
para Esquinencia, Angina, AmyKpJas Inchadasoi.
luflammaduBsempr aeguro, sempre efflcaa.
A Maravllfea CnrallTa de multo vajot
jimo ln ieccao para o Catarro, a Leucorrhea ou af
Flores Brincas, e outros corrlmentos debUltant.
A Maravllha Caratlva Imp
curarlceras. (.hagasantigs. Apostemas,Pi
rtos. Callos, Fr'.elra*' Jo-uietea e Tumores.
A MaraTlIba CiraliTO e remedio prometo
lara Diarrhea simples, e de Dlarrnea chronlca.
A Maravilha urntiva ticonentena:
Est reharas e Cavauarlcas. para rorceiluras, DOres.
Paasdurasi Esfoladuras, Uontuaoos,lAcercSR. c..
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iti .
:,. i. '.'terruasoi.
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'....:-. i "ad-"^
, ,. fluio. .
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... '. ..........
& ,, ; T-... O llC 08 .....
-
W. II ........
.:.. li Irapesla, .....
2t F.iiioo <1(- .Mar. .!
2T. .11- lesnas orrlnarlas, falce:* ou Pean
Tlga.........
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29. ( .....
J). ln. i.uiim :i'-la ilo Ourlna. urlnar-senn
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Si l|ol<-i. i n .' i.i..i;fii. PalpitacoeLete.
33. fci.vl.p-iu, .-.ii, Dsilede
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presentes
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'

I atflVH i
i- "' "M
"W


8
Diario de Perambuco Sexla-feira 5 de Agosto da 1892
S0OED.1DE ANOMMA PERMMBUCOPOWDER FACTOR!
Capital Ris 8SO:000$000 cm 4250 aceces de i
FINS
Explorar o fabrico e commercio de plvora, dynamite e chumbo
VANTAGENS
Para inicio de suas operacSes fica pertencendo a soeiedade a fabrica de plvora montada por Hermann Lundgreen no lugar denominado Pontesinha na freguezia de Muribeca entre as estafes de Ilha e Prazeres da via frrea
de S. Francisco e que est funcdonando e produzindo cerca de sessenta barris por dia, podendo augmentar consideravelmente.
O local em que a fabrica est montada o mais apropriado aos fins da explorado a que ella se deslina. Occupa urna arca de terreno de cerca de meia milha quadrada pouco mais ou menos, na distancia de 21 kilmetros desla
cidade do Recife e a margem de um braco do rio Jaboalao do que resulta facilidade do transporte dos productos da fabrica e da materia prima que precisa.
Compoe-se a fabrica de desoito edificios de pedra e cal solados slidamente construidos na encosta de um morro de modo que um se distancia do outro 100 metros. Estas cautelas foram tomadas para evitar os perigos de al-
gOta explosao.
Alm dos 18 edificios que compSe a fabrica, est construido no plano superior do morro urna boa casa em formato de chalet, e perto da estacao da via ferrrea de S. Francisco, existe o armazem de materiaes que, quer para a es-
tacSo quer para a fabrica, est ligado pela linha de decouville.
O motor a vapor de forca de 50 cavallos e todos os machinismos, apparelhos e utensilios sao do systema mais aperfeicoado neste ramo de industria.
Passar a pertcncer a soeiedade nao s a fabrica como os terrenos, edificios construidos e mais bemfeitorias feitas no lugar Pontesinha pelo mesmo Hermann Lundgreen.
A soeiedade c seus productos gosam de isenco de impostos Estaduaes e Municipaes presentes e futuros durante 10 annos segundo a cessao que Hermann Lundgreen faz a soeiedade do contracto que em 21 de Fevereiro de
1891, fez com o Governo do Estado.
O seguinte calculo da despeza e receita mnima para a fabrica da plvora annunalmente deixa ver que a soeiedade ter um saldo liquido superior a duzentos e noventa contos de ris ou cerca de 34 [0 sobre o capital social.
Salario do Inspector da Fabrica ....
c Administrador......
i < Machinista ajudante ....
t 10 trabajadores 300 das 1)5500
25 trabajadores 300 das 20500
4 trabajadores 300 diaB 60GCO
t 1 ferreiro 300 das a 30000. .
120 latas azeite para a machina a 10)9000 .
50 carroches de imbauba a 20)JCO0 .
8.COO0LCO
2.40000.0
4.40C0C0
4.5000000
18.7500000
7.2000000
9000000
1.200IC06
1.0008000
48.3500000
Transporte.............
Lenha para a machina..........
Materia prima para fabrica um barril de plvora sendo
48.35C0OOO
6.OOO0OCO
Calculando o abrico em 20.000 barris
9 kilos da salitre a 500 reis 40500
1 110 kls. de enzofre a 0250 0275
Barrica vaaia e sacco de algodSozinho 2$225
E pa a evectuaes 8500
705CO
20.C00 barris a 250000 cada um
150.0000000
204.3500000
500.0000000
Saldo liquido............................. 295.6500000
Alm disto accresce que ao ser constituida a soeiedade nao receber Hermann Lundgreen a quantia total a que tem direito e sim apenas a 75 10 ficando para ser pago do restante 25 [0 com o excedente dos lucros liquido
das operacoes sociaes depois de tirados 10 1/2 /0 sobre o capital rejfisado para destribuir como dividendo aos accionistas.
Depois de pago Hermann Lundgren dos 25 [0 o que exceder dos lucros lquidos depois de tirados i2[0para dividendo ser applicado a integran'sacao das acctfes e urna vez integralisadas estas tirar-se-ha 8[ para eons-
iituir um undo de reserva at 100:0005000 e o excedente ser destribuido como dividendo.
Realisacfto do capital
o
DA BOLSA
Em cuja sede fica aberta a subscripcao publica desde esta data, bem como a disposiclo dos Srs. subscriptores o projecto de estatutos.
AOS FUMANTES
Um apreciador.
LEGUES
E chapeos de sol, recebeu um lindo
sortimento.
AZI PARADIS DKS DAMKS
Elegantes
Espartilhos de seda e de brim com
pelucia tem.
Au Paradis des Dames
Ssdas
FOLHSTII
I DOMADORA M HUS
JULIO DKJJASTINE
(Conlauafo do n. 1 94)
Branca pretas e de cores lisas e com
lavores, receben um esplendido sortimento.
Au Paradis de3 Dames
Modelos inteiramente novos ao
Au Paradis des Dames
PRIMEIRA PAUTE
II
O porteiro pergnntou Ihe :
Sent se mslhor ?
Sim.
-- Eet ferido?
$2o. *
Baphael levantou se
O porteiro e es criados, que notaram no
sea vestuario pobre e esfiapado, j dSo
tinhsm considerado algnma por aqnelle
pebre diabo, o qual entretanto salvara a
vida de sua patroa e t&mbem de dous dos
seus companheires.
Todava para a&o d-sobedeccrem pa-
troa, prepari-rem um cordial.
Raphael recusou todo que lhe offereco
ram.
Nada mais queria do que um olhar, urna
paiavra d'ella
Seu coracao s bata com a esperanza
de que ella vobbo informar-se de Eeu es-
tado, agradecer-lhe talvez...
Com effe-to, a porta do sal Jo abri se,
e ella appareceu, seguida de Mercedes.
Oavio urna voz clara e suave qne o
eleetnsou :
Onde est elle ?
O rapaz estremecen dos ps cabeca,
sacudido por nma aventara tao grande qne
cuidou desnudar de novo.
Balbacioo:
Aqui estou, mnba senhora.
Os olhos da rapariga cahram sobre elle.
Ella o achou muito bello.
Disse aos criados:
Podem rdrar-se.
Os bomens sahiram-
Raphael fie u s com Carmen e Mer-
cedes.
Rositez offereceu lhe urna cadeira.
Sente-se... Deve estar fatigado.
Soffre alguma cou3a ?
Sin'.o me mais feliz do que os anjos,
que a vi.
E fixon-a com os seos g andes olhos
extasiados.
Ella sarrio, e os labios entreabertos
deixarara ver duas filas de percias des-
lumbrantes.
N5o isto
Carmen. Aquelles bandidos nSo lhe ze
ram nal ?
Nao isto que lhe pergnuto, disse
Carmen. Aquellos bandidos nSo lhe fize-
ram mal ?
NSo, senhora, mas quando mesmo o
fizeisem...
Seria feliz...
Sim, feliz, porque soffreria pela Be-
nhora...
Carmen voltoc-30 para a criada e dsse-
lhe cm hespanhol:
E' interessante, nao aohas ?
Muito, redarguio a rapariguita, que
tambera gestara do mancebo.
Rositez voltou-se para Raphael.
Porque desoja aoffrer por micha
causa ? cochece-me ?
Tcnho esta infelicidade.
Infelicidade ?
Sim, senhora. Jamis querer prestar-
me attencSo, porque cenhuma importan-
cia me ligar.
Carmen nadaresponHeu.
Perguntou-lhe :
Onde me vio ?
Invern
Capas de seda e de 1S de cores imper
meaveis para senhora, recebeu o
Ax Paradis des Llames
Bflhar
J superior e conhecido panno tem
Au Paradis des aianies
No SalSo, ha mais de um anno.
No Salo... Sim, possivel.
N5o me esqueci do dia, da hora, do
lugr em que a vi pela primeira vez.
Devoras ?
Foi na sala B, s onze horas e um
quarto da manhS.
Carmen Borrio de nevo, e dirigindose
em hespanhol a Mercedes :
* E' njcito divertido...
Muito...
Depois, voliando a sorrir para Ra-
phael :
Nao pode dizer-me tambera para
ende clhava e no que estava pensando ?
Estava olhando para urna mulher
nua de Lefebre, os seus olbos pareciam
dizer : sou mais bem feita do que aquella
que lhe pergunto, dis:e pintura.
Desta vez & hespanhola nSo se pode
conter:
Mas nao mesmo verdade Que
adivinho !
O senhor parece ter parte com o
diabodisen a rapariga rindo-se.
Antes tivesse.. .
Porque ?
Porque poderia fazer.me amar das
pessoas qne nen. sequer pensam em mim.
Estas pal&vras foram pronunciadas com
um accecto profundo, n'um tom especial
que cao a deizou de impressionar.
Olhou com mais attencSo para o seu in-
terlocutor, leu noB seus olhos a paizSo ar-
dente que o devorava e disse :
Mais a quem que ama e que nao
peosa no Beohor ?
Raphael nSo responden.
S entao te ve onsciencie de sua dou-
dice.
Pedia elle diz.r aquella mulher tSo
bella, tSo rioa, cercada de tantos esplen-
dores, da qual ignorava o verdadeiro es-
tado social, aquella mulher que tanto po-
deria ser urna rainha como ama prostituta,
Bordados
Reos cortes de vestidos de cambraia
branca e em pecas.
11
Cimento Portland
>"jvo chtgido pelo vapor, qualidade superior
e creeos sem competencia, barricas e meias bar-
ricas, em grosso e a retalhj ; vende se na ra
ia Madre de Oeus n. 22.
mas que em todo o caso parecia estar
tSo lor.ge de si como Deus em sen threno
de ouro 5 podia lhe dizer elle, mesquinho,
pobre diabo, verme de trra que se pisa
aos ps, podia dizer lhe que ousara levan
tar para ella os olhos o amal-a ?
Era insensato fazor allusao a este amor
8 desmudar o estado da sua alma.
Levantou se.
Peco lhe perdSo; minha senhora nSo
sei o qus faco...
Carmen disse criada em hespanhol :
Qua moro exquisito, hein ?
Muito exquisito, respondeu Merce-
dei pensativa, accreseentarjdo :
E que bonitos olhos tem I
Com effaito, os olhos de Raphael bri-
ihavam extraordinariamente n'aqnelle in-
stante, com wflixo3 sobrehumanos que
illuminavam tudo em redor.
Carmen estremeceu.
E' verdade, que bonitos olhos...
E como o rapaz ia despedirse, ella o
date ve d cemento.
NSo partir sem confessar-me qual o
objecti decte amor que o devora, desta
ptizSo que o escalda.
O mojo suspiren, sem nada dizer, e
contnuou a dirigir-se para a porta.
Carmen segurou-lhe bruscamente no
pulso.
Fique. ~exijo que falle, que se ex-
plique. .. E' a mim que ama ?
Raphael curvou a cabega.
Desde quando ?
Desde que a vi.
Ha pouco mais de um anno ?
Si.
E que tem feito desde entlo ?
Pens na senhora dia e noite, em
toda a parte... Segu a como ama som
bra emquanto estava em Pars. Nunca o
percebeu ?
NSo...
Bem o sabia. Como faria vista em
LANS
Em cortes de vestido, ricamente enfei-
tados e em pecas lisas e com desenhos.
A P4RADIS DES DAM8S
Taverna
Vende se orna taveraa bem afregoezada, pro-
pria para principiante, ou acceila se urna pessoa
que tezha babititacOes necessarias para tomar
conta da mesma. aando se-lhe interesse ; a tra-
tar na ra de S. Jorge 0. 139.
mim o mais humilde e o mais pobre dos
seus adoradores ? Talves, se me vio, to-
mou me por algum mendigo. Sim, era
um mendigo, mas o que mendigava era
um olhar seu... Sera capaz de pedir-
lhe, ajoelhado na lama das ras, exposto
chuva e nev, urna paiavra dos seus
labios, mesmo banal e indifferente. ..
Carmen escutava, embevecida. At
entSo ninguem lhe fallara assim.
Voltou-se para Mercedes.
Co rumo ve me o que elle me diz.
Tambem a mim, redarguio a criada.
Raphael estremeca dos ps cabega.
Parecia transfigurado, e lodo o seu corpo
arda como urna tocha accesa.
Carmen, com doce olhar, murmurou em
urna vos sonora, de timbre enoantador.
Mas como me ama assim, sem me
conhecer, sem saber quem era eu ?
A sement que se anca trra
sabe quando retentar ? Basta-lhe um
raio de sol, para que cresca e se desen
volva. Assim succedeu com o amor que
Deus poz em meu coraco. A senhora
foi o raio de sol que o fes desabrochar.
O senhor tem um modo especial de
fallar, E' poeta ?
Desde que este amor me domina,
nXo sei mais o que sou. Tudo desappa-
receu em volta de mim. S nelle penso;
s delle V70.
Mas, disse Carmen, j pensoa na
oircumstancia de nSo ser eu livre, de pos-
suir um maride...
Mas nanea esperei ser amado, por-
que se pudesse alimentar tal esperanza,
morreria de ventura
De eorte que est resignado a amar
sem esperanza !
Sim.
Mas este amor fal-o-ha soffrer muito,
Bem o sei, e por isso tentei arran-
cal-o do coragSo ; porm elle faz parte do
CANCAS
Costumes e vestidos de brim, cambraias,
jersey, 13 e seda para todas as -'dades,
tem grande sortimento.
A PARADIS D8S DAM8S
Roa Baro di) Vicio ran. 38
Libras sterlinas
Vende-se na loja de joias de Augus'c Usgo
di roa do Cacug n. 9. ;
mea coracSo e seria preciso arrancar tam'
bem este.
Houve um silencio.
Carmen anda nSo havia inspirado amor
semelhante.
NSo era um rumorado que ella acabava
de encontrar, era um escravo, urna cousa,
um instrumento dcil, sem vontade, que
poderia manejar a seu bel-prazer e mais
tarde lhe seria til, para certos planos.
Para saber quem era Raphael e ver at
que ponto poderia se apoderar d'olle, quiz
interrogal-o.
Se, disse ella, a minha pesBoa o
absorve este ponto, orna desgraca o
haver-ma encontrado...
Maior desgraca seria agora nSo a
tornar a ver
O senhor rico ?
Nada possuo.
Em que se occupa ?
Antes do a conhecer, estudava pin
tura, julgava-me artuta.
E agora ?
Agora, pens na sethora.
Mas de que vive ?
De vela, quanio a vejo, e de 'em
brar-me de que a vi, quando a de xo de
ver.
A hespanhola nSo pode reprimir um
sorriso.
t' pouco substancial.
Mercedes ezclamou contrariada :
Deixe-o fallar, gOBto de ouvil-o...
Sobre os labios, de Carmen brincou de
novo um sorriso, e disse criada em hee
panhol:
Ta eras capas de o amar ?
NSo sei... Elle diz cousas que eu
nunca ouvi e tem um olhar como nunca
T.
(Contina)
Typ. do Diario, roa Doqoe de Gaxiu n, U,
,

Os accionistas poderao realisar de urna s vez o valor das ac?5es tomadas e neste caso suas accSes serao ao portador ou realisarao dito valor em preslacoes pe seguinle forma : 10 |0 ns acto da subscripeo, 25 [c quinz
dias depois da constiluigao da soeiedade a duas outras de 20 [0 cada urna com intervallos de Irinta dias, de modo que Gquem realisados 75 .
Dr. Manoel Gomes deMattos. Hermann Lundgreen. Anlonio Joaquim Barbosa Vinnna.
Dr. Jo 10 de Oliveira. Julio Gezar Paes Barreto. Jos Gomes Ferreira Maia.
sxjxDDpr,3e3Nr Anlonio Duarle Carneiro Vianna. leo. Gatis. Dr Antonio Alves da Silva
INC08P0MD0I POR DELIGA(!A0 S TEKCBIRO
Uesejaes nao ter azia qaado fumaes?
Usae por algum tempo os apreciaveis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, qaer picados, quer desfiados. Usa i tambem o aromtico
saboroso fumo desfiado intitulado Hygienico Nacional e os cigarros do mesmo fumo.
Depois di-so dir-?os-hei se foi ou nao til o conselho.
Cumpre notar que os ygienicos sao fraquinbos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPERANZA situada na ra Larga do Rosario n. 21 A.



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