Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17037


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Full Text
^*^WPJ|Pr
AMO LXJX
NTA-FEIBA 28 DE SEEMBRO DE 1893
NUMERO 220


> ?
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I.
-*-
'
PBOPBIKBJiBS DK 3!AH2I2i FISEIBO DK FARSA A FILHOS
?ARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tr** mezea ariiantados.
Por seis mezes vencidos
Por um anuo allantado
8*000
151000
30J00
IA0 NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PtUCAgOES NA FUAN-
C V E INGLATERttA
O Sr Amede, Prince A C, residentes em Paris34 rae Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
1
Por seis mezes adiaotadoa.
Por om anno adiaotado.
Numero avulso. .
i 6500
33*000
1100
AVISO
Nio sao desconhecidas de nossos
leitores as pesadas condicoes da vida
actual.
Todos os gneros alimenticios, quer
de prodcelo do paiz, quer importados
do estrangeiro, todos os arligos manu-
facturados inlroiliizidos para consum-
mo, ludo que indispensavcl para a
existencia c para o Irabalho, que c
tambem um alimento, ludo encareceu,
em consf quencia da baixa cambial por
um lado, o que importa dizer depre-
ciameoto da moeda papel, e por mitro
lado por lorca do augmento de direi-
los aduaneiros.
Por esses mesmos fados encarece-
ram tambem os alugueis de predios e a
niao d'obra. sendo que todas as clas-
ses operaras loram coagidas pela dura
lei da necessidade pedirem augmen-
to de salarios, que todas ou quasi to-
das lem obtido, c mo justa compensa-
cao para os novos encargos que Ibes
irouxeram as condicoes que alludi-
mos.
A classe lyqographica nao podia
fazer excepeo regra geral. Pedio
tambem melbor ivmunerarfio para o
seu Uftbalho ; c toda a imprensa foi
accorde em deferir-Ihe a reclamacao,
que reconlieceu justa.
Impoila isso, porm, um acrescimo
pesado de onos, que, addicionado aos
decorrenlcs do depreciamento da moe-
da papel e da elcvarao dos direitos de
entrada, os quaes gravam todo o mate-
rial necessario imprensa raes como
papel, tinta, lypos. macbinas, etc., etc.,
torna sobremodo penoso o custeio dos
iornaes ; e, pois, como aos nossos col-
legas da imprensa, impoc-nos modifi-
carn ligeira nos precos das assignatu-
ras e publicares.
E' assim qoe, partir do 1. do Ou-
obro prximo serao os precos das as-
signa turas ncsle Diario :
Pura a cidade
1 anuo .....
1 semestre. .
sujeitas
Cor reto
DOoOOO
l.V.000
8000
porte no
1 trimestre
Pora lugares
Corrcio
1 anno.....331000
1 semestre .... 16|500
1 trimestre .... 81800
E serao os precos das publicares
os seguintes, por linha do Diario des-
de j :
Publicarnos a pedido. 180 ris
Annuncios para assig-
nanles......... 100
dem para nao assig-.
nantes ....... 1">0
Editaes........ 150
Memoriaes c avisos. i 50
Leiles........ 120 >
Declaraces..... 120
Confiamos que, attendendo as con-
sideracoes que cima externamos em
lapida sjnlhese, os que nos prestam o
seu benvolo contingente de forca au-
xiliar, serao benvolos em continuar a
nolo dispensar, cortos de que por nos-
sa parle continuaremos esforcar-nos
para mereeer-lbes a esnfianca quesem-
pre les inspiramos,
A EMRREZA.
_JBBIMiaHM
Telegpammas
Ofclaes
RIO DE JANEIRO, 20 do Sctem-
bro de 1803.
Governador do Estado.
Recife.
Verificou-sc que no bombardeio de
boutem houve nortes c ferimentos em
pessoas indefesas.
Hojc novo bombardeio- dirigido con-
tra batera morro de S. Bcnto.. comman-
dada pelo major Muniz Freir, que res-
pondeu com galbardia.
. Palas e Repblica conlinuam em San-
ta Catharina.
Ministro do Interior.
PARA' 26 de Setembro de 1893.
Governador do Estado.
Recife.
Saudo-vos.
Reina paz em lodo Estado.
O Estado Amazonas presta franco
e decidido apoio ao patritico governo
do Marechal Floriano Peixoto.
A' seu lado talar pela estabilidade
triumpho do governo legal.
Macaos 23 de Setembro de 1893.
Eduardo RibeiroGovernador.
INSTHlGCiO POPULAR
EDUCAQO
X27TSLLSSTAL, UOIUL P2I3ICA
Por
HERBERT SPENCER
CAPITULO I
Quacs sao os couheeimentos de
uiaioi' valor *.*
a qoaona de oozU e escipt rr a relativa urai-h.; gao de memo da peti.-.lunaria
do periodo deco'ndo ie 31 de Agosto do anno
pausado a 18 de Main ultimo.
Aj.i-i-0.Providencial para ques'jim
fornecidos ao corpj policial os lvos de que t-a-
lam o rsp cuso commandante no pedido aqoi
jant por roma, cobre o qual Tsnw a infma-
las insllluiQOCS republicanas e pelo Co que p'es,.,tes em Juiho lindo.Commumcou-oe ao cuaitoaujante
do O'po policial.
Ai inspector <.'tifia lega.Pecovnsqu-
infor neis sobre o pe Mdo annexo ao ofliro qui
junto, feuo pelo Io medico interina do n.-esidio
de Fernando de Noronn, do diversos lustrumeu
io cirun>icos para a enfermara daqusl'.e esia-
belecimenio.
A mesmo.Transmiti vos, pira o tina
couv.:nier!irs, o orgameoto da despeas q >e
tea) de r effactua a n"lo almoxanfe du preci
dio de Fe-nando de Noroaha, com o p*gamer to
de vencmentos, no corresta oiez de Agnslo.
Ao D Pocuralor Geral do Esisd;'Trans
m'ltj vos o Dlo-o telfg-amma do >-nb prefeno
do mao.cipio ne GDyanu*. aj qaal acompintiua
o olli:.o do Iispectir do Toesourode {8 ile Ju
lllo lin^O, -"D 530. e d.'miis D-P--M :. -I!-- 'e.
lutivos. aflm <\~ a" infti'noel* si a iseniptao
coni'.e-lida a j w Yirk L'-1 lnorm pjio
0-cre*.o o. 9503 le o de Oattb-j de 1885 estro.
de-ne aos imp. t 3 muoicipaes.
Ao Juiz "le Dreo do 2 districto em
nal. Transmuto vos nara os fns co'ivenie i;es,
:opii do oftfcio n. Ii2, 10 1 do correnta, do di
rector ro P esilio de Fernanda de Niroun, e
la re po que acocopt 'boa o m '3 so ufficio, dos
ser.tjnciad8 viudos B'*ili o ^apor Keneribe.
Ojiro-s:m. cummii!ji:o vo'qa^ ^xyeii as ue-
cessarias )Mea-> para qu' sej-^m pjstos a duoo
fi.;o do Sr. G-neral commaodanle do i.- di t i :-
tjos s 11' nci-iiios militares ue;r:o;j.'o Da re
feri l.i .eljcao
Aj D-. Jaiz deDi.-pitodo min^ipio de
Afogados de Ingazeirakira resolvur sobre o
aisump'o do vo-so oliiio de 6 de Julbo li.nd >,
compre q.ie ii.'fomeis se ba n'e-s- mun'.cipo
p-sois aae ui-diants a fin^a ex>(ila pelo Re
tolam*-[it de 7 de Jalbo ce 1879 pisso bem
deremp-nbar os cargos de collector e de esen
vao de o rieury.
Ao enaenneiro Rsc-.l da Compaahfa do B^-
berioe Dac'a'o vos em resposta ao vo co que Cas-y Juvenal do Reg, re :lam ja contra o
embarazo posto pela Compaobia, *ob a vossa
(i.-j > 1 .11,i3, em receb?r a mportancii da dsi-
Piza com o enctnameoio d'agua para o fea pre-
uo n. 21 a roa Haiiel Piabeiro, qoe cabe a essa
tis>;alisago providenciar no seot qm 'ada tai qu .- f >. qae uu mais existira se
a refenda compano a tives'e cumo-ido o d.s,>a
cbo d'rst- goverjo, esarado em i de M.i> du
aaoo pjssado, tornando se necessario que o
3 ja desta v-z ?o\> pena de Ifflpesic&o de mal a,
nos termos ao Kegulameaio em vujr.
Mas i8to Do todo. Alem da vida ser as
na iTimenHamente prajuaica la e tambem cor-
tada mmto mais cedo. K' f. I o o s er;o \u
par que eolenie qae depjis d- coavale8i>rQi>)S
je qaiiqcer irreu andado 02 qoalqaer doeac->
beamos como eramos dantes. .No corso iurm-1
ias uo-8ns ac.ividaiies nenbam desarranjo pas-
sem deixar vestigios, deixanlo as coisas exac-
tamente como enm. Fica u na perturoaco
permanente no nosso organismo, talvez nj
ntDedi.itamente ap-eciavel, mas realmjnie ex-
is'.-nie; e addiciooadas a outras i-arcel as do
mesmo gnero, qae a uatureza naica de-prez
ao seu ij.ii.iiic/>, leva-nos ifievitavelmente di-
uiuuigao :o-t nossos da?. Kio ^onsequencia da
iccumuhc) dos peqaeuo< mies que os o--
gai.iBmo ^ao minados, e caem em ramas moio
.files do l-mpo. E se nos lembrarmos da dis-
laoeu existente ent-e a vida mediae a dura-
(,& pos-ivtl, veremos quam grao le a perda
q e foliemos. Qiando as numerosas detuc
i0 parcues gravadas pelas doeogas, addi:io-
uarmos ett grande delato rioal, resultar
'Tiguirmos qae metade da vida desperdiga-
da. Coo.-eqaentemente, a sciencia qae cuu-
or-er directamente para o CDtuervacj p-op-ia,
nreveoiudo esta parda de eaude, i de primeira
imnortancia.
Nao queremos de medo a'gam dizer com isto
que a [.'- de orna (al eciencia rem -deie com
pleamente o sal. E' evidente que na pbise
p-es-mie da oossa civilis^no, as n tesiidades
innii..! a-i rcuits vtz's dos compelem a traus-
gredi.-:'. E 6 lamDem egoalmente evtente
que, mesmo Da aoceaca de taes nscessidades,
s no?- s ndiocOes nos levam, a destejo das
DOSMs couviL-ges, a sacrificar o bem futuro
pelos go.-o. do momento. Mas sustentamos que
a vercar'.' da sciencia applicada cotu um me-
tbodo verdadeiro inflae mot'.issimo ; e sustenta-
mos em seguida que assim co i>o s leis da
aun e Otvem ser estabelecidas antes de plena-
mente applicadas, tambem 0 ensino de tal ci-
en, ia 'i've preceder urna vila miis racional,
quG vira a 8uu lempo.
Ass!r:i como urna saode vigorosa e ai ea >s
ideas que a acompanbam sao mais largos ele
mentos de felicidade do que quaesquer outras
coi.-ss, o ensioo qu-; tracta da sua sustentagaj
leve no mu i.toto s*r prtfen.io a qualquer outro.
Aa-eseraaos, portanto, que um enrs de pby-
siologi*, 'So Dec.essario para a comprehensao
denlas verdades geraes e da sua ppic cao Da
vida diar'a, constitoe orna parte es.eQCiaiissimu
te educacao laciooal.
(Continua).
>o mesmo.O Exm. Sr. Dr. governador
do Estado maa I summanicar-vos qu-\ o bacba-
rel L-opol o Cesar de Gusmao assamio em 2C
le Jo'bo altimo o exercic o do cargo de promo-
tor publico do muDiciplo de A^Ui Preta.
oESPACeoa
------------5*4------
00 da 5 os
1893
SETEMBBO DB
PAITI 0FFICIAL
Ciovcrao do Estado de Pcr-
uaia >::co
EXPEDIENTE DO DA 8 DE AGOSTO DE 1893
Actos :
O governador do Estado resolve declarar:
10 que, na organisajao do magisterio munici-
cipal de Bom Jardim, conforme 0 olBiiO de 20
de Juibo nodo, do respectivo prefeito, e infur
majao do Dr. inspector geral da hnlraccao pn-
blica de hoje datada, sob n. 224, foram aprovei-
tados o= s jtui'ites prufesores pblicos :
Pedro Leonardo Ca Cunba, da cadeira de Bom
Jard i :
Mananna Celicina Bezerra de Aguiar, da de
Mogaaga;
Lecpjid.na Anjelia do Reg Barros, da de
8om Jj-iiiui;
Amelia Candida a'Assu:npcao Cavalcanle, da
de Fret<3;
Francisca Agentina do3 Pao, da de Bi
zarra.
Alfredo Goncalves da Costa Lima, da de Serra
/erde.
2', que licam em disponibilidaJe. nos termos
lo arl. 12 das dispesices transitorias da Coq-
stitoico os seguintes professores :
loto Fraacisco da Costa Fialho, da cadeira de
Bom Jardim;
Frajcifca Eupbra3ia da Con:eiao Naves, da
de Bom Jardim;
Mana Rosa Perira, da de Passascunga ;
Lindolpbo Curiolaoo Bezerra Cabral, da de
Que'madas; e
Josepba de Godfy Vasconcellos, da de Salga-
dinbo.Fizeram-se as necessarias commuuica-
ces.
O governador do Estado resolve decla-
rar: .
1 que, na organisaQo do magisterio munici-
pal de Bezerros, corf jrm i o offic.o de 1 do cor-
rele, do respectivo prefeito, e a informacao sob
n. 223 de boje datada, do inspector geral da ia-
ptraccao publica, foi aproveitada a profesaora
publica :
Muminata Hercilla Alves de Lyra, da cadeira
de eosiao primario de Sipuiaia.
2', que licam em disponibiiidade, dos termos
doan. 12 das disposigbes transitorias da Coa-
stituicao, os seguintes professores:
Francisco de Sonza Magalbaes, da cadeira de
Bezerro ; _
Mana Fratcisca de Souza, da de Bezer-
ros; e
Mara Cavalcante de Albuquerque Fana, da
de Campf8I0U.Fizeram-se as necessaria? com-
municagOes.
Oiii !?:
Ao general commandante do 2o districto mili
tar.Tran8mit'o-vos, para que vos digneis lo-
mar na consideragao qae merecer, copia do offi-
co do director do presidio de Fernando de No-
ronha, de 30 de Julbo ultimo, sob n. 129, com
refereoca aos sentencalos militares constantes
da relagao junta, os qaaes se julgam compre-
bendidos no indulto de 21 de Abril do correte
nono.
Ao inspector do Taesouro. De accordo
com a vossa informacao n- 553 de 26 de Julho
lindo, auoriso vos a mandardes pagar a D. Ma-
ra Auta de Jess Campello, prolessora jubilada,
EXEDIBNTE DO D3. SSOBSTABIO
Offiiios:
Ao or. qje t)' Policial.O Exm. Sr. Dr.
Gjvernao* 10 E-tado aanda commumear vos
que auprovou noje a proposta, que lizet'sem
oflicio n. 703 de hont-m dttdo, ta exon.ra.o
iio sob leie^ddo Ao Inspe tor geral da la'.rocc'o Publica
S. E-c, o Sr. Dr. governador do Estido manda
rem>t*r vo, p.ra os tina conveniea.es, copia da
Pj'tdrii de n je, ralrtiva a orgaoisacfto do ma-
gisterio muoiciDal de Bom JardimIgual ao Ins-
pector do foesouro.
EXPBDISNTB DO DA 9 DE AG :StO DE 1893
-Ati:
U governador do Estado, atlendendo ao
que requt-reu o barbare! Manuel Maraes de Al
bjauerque, promotor poolico do municipio de
'etrolina, e teodj em vist o a t;stads medico
exbibilo pelo peticioaano, resolve prorogar por
30 das a u.vny.i em cajo gjso se acba u contar
do 1 do correu:e mez.
OGicios :
A) general commandante do 2- districto
m litar-Rjgo-vos que providentieis no sentido
de s -nm forne.idos dez monta mloas ao corpo
policial.
Da respectiva despesa vo? dignares de dar-
me coobecimento, aflm de autonsar o pagamen-
to pelos co.res do Estado.
Ao con ra almiraaie inspector do Arsenal
de Mannba.Pego que vos dignis de provi-
denciar para qae no da em que '.ver -"c s^-uir
para os portos do norte o vapr Pernambuco.
sejam transportados de.-se Ari nal para 0 boruo
do referido vpor, as pragas do corp de segu-
ranga da Estado do Maranco Antonio Jos Goo-
gilves, Ado Riymuodt de -ouz. Candido Pe-
reira de Souza e Raymundo Jos da Costa
Ao prefeito do municipio do Recife.Em
respotU ao vohso ofticio o. 122 de 2 de Julbo
u;tino enj quo eaviaes por copia o parecer
emittido pela eogeobeiro da mumcpalilade
sobre o requerimentoda Coi paulna Ferio Carril
relativo ao nive'amento da linha qoj tem d-
assentar om seeuimento a do Hospicio e a planta
a que o mesmo se refere, transante-vos copia do
final da infurmago que em officio de 29 de Julbo
oiimo pr> stoo a proposito do mesmo assumpto
0 eogenheiro Fiscal daquella Companbia.
Ao Dr. tiBpec'or de hygleae.Confcme
requisita o Dr. Trajino Jos de arvIho. medio
int n.-.o do presidio de Feraanlo de o onbt
em cfli lo de 39 de Julho fiado, providencial no
sentido de lbe terem fornecidos alguGs tubos
capillares com ly npba vacciniea.
Ao membros da commiasSo encarregada do
Passeio 13 e Mo.R m-t'.u-vos. aflm de que
informis are.-pi:o, o officio o. 12! de 22 de
Julbo oltimo do Dr. pref. to do municipio do
R if acompa^hado do parecer e da planta a
que o mesmo se refere.
Ao prefeito to musicipio d*j Caruar.
Traosmit o-vos os pareceres, por copla, enjillidos
em 2 de Julho 6ndo e 8 do crreme mez, p^lo
Tne-ou.-u e pelo Dr. procurador geral do Estado
sobre o ornamento orgamsado pelo Conceibo
desse municipio, e.-p;:oque empregueisos meios
a vo3so alcance no sentido de serem sanadas as
irregularidades por aqaelles faaccionarios indi
cados nos ref ridos pareceres.
EXPEDIENTE DO DR. SECRETARIO
Officio :
Ao D.\ qjestor policial. -0 Exm. Sr. Dr. go
vernador ao Estado manda communicar-ves que
approvoa a propo-ta constante de vosso officio
n. 710. de hoja datado.
EXPEDIENTE DO DA 1 ) DK AGOSTO DE 1893
Cilicio :
Ao general commandante do 2* districto mili-
tar.Levo ao vosso coobec.ment, para os fios
convenientes, que, em resposta ao telegramma do
d restor ao presidio de Fernando de Noronba,
junto por copia, nests data, exped as necessa
ras ordeu3 no sentido de ser salisfeita a requi-
sigao coosianie do relerido telegramma-
EXPEDIENTE DO DB. SECRKTAR10
Offi:os :
Ao iospictor do Tbesouro do Estado.De
ordem de S. Exc. o Sr. governador do Estado,
commani-o-vos qae Dionisio Gongalves Maia as
sumi em 7 do corrate o exercicio do cargo de
promotor publico interino do municipio do Cabo,
para o qual f.-a nomeado pelo respectivo juiz
de direito
Ao mesmo.Da ordem de s. Exc. o Sr. Dr.
governador do Estado, commnnico-vos que Jos
Cavalcante Caldas de Albuquerque assumio em
1 do correte o exercicio do cargo de ja z do 1*
districto do municipio d: Bom Jardim.
An'onio Jiaquim Cisco pedindo biixa de
imo^stos Iifmo o Ur. uspector do Tnesouro
do Estado.
O tnesm >, tre-liodo biixi de iancutos do o-
bradn o 25 ra do Bjq J^^as.I jforme oD-.
inspector do Tnesouro 'io Ksttdo.
Antooio Alves B.r.e o, entenciado.Ao di-
rector do preiidio de Fernando d* Njronha.
r .ra entregar ao peticionniio a 'nclasa ceru-
do.
Antonio Gimes de Amorlm, sentenciado. Ao
S-. Dr. presidente dj Superior Triooaal de Jas-
p-iri miiioar jamar o documentos a q-ie -11 u -
dsro es anuos 2." e 3.* oo Decreto n. 2,566, de
2S de .rg. d- iSfl'l.
Te:)tnie A'iinnio da C 8!a e S preso ni For
Ulest-lo Bn m. pedilo transferencia para o
pe'uide l'rruanio de Noioobi.Nio tem
lugar o qia requer, e'n vista da oform-igj da
Dr. juiz de direuo da 4' vara do muaicipio da
capital.
A"ton-o da Conha Giimaraes, sentenciado.
I.id'-ferido.
Antoiio J)s de Sani'Anaa, sentenciado.lo-
deferilo.
Berjardino Lopes Alhelro, pedindo entrega
de documentos. Eotregue se, mediante re-
cibo.
Bacharel Bmto Jjs da Cos'.a, sacitando pe--
mis^o para associar-se com o engenheiro Fran-
ciso do Rigo Ba'ros, no intuito de concluir a
cjntt'ocQao la usina para o fabrico de ascucar
no seu -ingenuo Slgalo Dile-ido. nos leamos
d i cfliiu desta dati ao Dr. Inspectir do Toj-
SOU'O.
Conolann de Paiva Mello, ex-nollec or do mu-
ipio de Canhslioho, uedindo re^tituigao de
emolumentos.luforme o inspector do Tae-
souro.
Companhia G-ral de Melboramenti s em Per-
oanhu-o. pedindo pagamento da qaantia de
184400. proveciente do aioi^uel da ose que
serve de quartele cadria no povoado de Rlbei-
rao.Escnpture-se pa-a ser pi.oop ortuna-
menti
Cosme Pe-eira Barbosa, sentencia o.Iade-
ferido.
Cbrisp niano Buarqae de Micelo, escriva de
orphos do municipio do Cabo, p'lid tj proro-
gagac de liceog por mais 6 mezes.Concedo.
francisco Augusto Paes Brrelo, 1" official da
3" secgao da Secretaria do Goveruo, pediado 2
uezes le licengi.Sim.
Francisco Atnelano pedindo ra-a que seja es-
c iptu-ada no qua Iro da divida passiva a impor
ttncia de 8 >5Si!.'o a que se jalga com direito,
p oven'eole de medicamentos ornecidos aos va-
riolosos desvenos da cida -e de Limaeiro.la-
fjrm o inspector do Tbesouro.
Fraocisc Gomes de Araojo, juiz do dis
trelo do ,iainc!p;o de Grava ti pedindo paga
ment da gratitioagan a qae se j-'lga com direi-
to, por ter ex redo iuterinameute o cargo de
jaiz de direito do mesmo maaicipio.Deferida,
com officio d-jU data ao Tbesouro.
B .ch i -el Francinco Pinto de Abren pedindo
resatuigao de emolumentos.Prove o que al-
ie.a
H^rcalano Jcs Lite, eenienciado.Informe o
Dr- procurador geral do Estado.
Joo Benedicto Cordeiro, sentenciado.Iufor
me o Dr. juiz de direito do municipio de 6a-
melleira-
Jos Birrjs Lins Woada-ley, padiodo entrega
de docomenios.Eotregae se, median e recibo.
Jos Barbalno de Lyra, sen.enciado,Informe
o Dr. jniz de direito do municipio ce Aguas-
Bellas.
Jos Ferreira Maclel Djoda, carcereiro da c>-
dea de Ciruar, nedind para que pelo resppc-
tivo collector bes sejam pagos os vencimeotos
a que se jolga com direito, de Janeiro a Agosto
oltimo.Remellido ao Sr. prefeito do monieipio
de Caruaru, para qae se sirva de informar.
Jos Mara de Hallaada Cavalcante, 3' ecrip-
turano interino da contadoria do Tbesouro,
pedindo jusnttcagao de rallas de 4 a 20 |Jdo cor-
rente. JostiHc-.
Joao B p ista da Silva Prxedes pedindo paga
ment pelos concertos que fez no quartel do co--
po policial.Deferido, com officio de ta dala ao
inspector do Tnesouro.
Bacharel Jos Francisco de Moraes Silva pedin-
do p-g imeLb de vencimeotos a que se jalea com
direito por ter exercide o cargo de juiz munici-
pal e de orphlos em Gamelleira, de 1 a 13 de
Margo.Escnpture-se para ser paga opportum
men'e.
Juao G. de Araujo L'ma, ex-alferes do extincto
co-po de polica regional, peiindo pagamento de
veucimentos a que ss julga com direito, de 1 a
21 de Abril tindo.Informe a ccmmisso de ios
peegao do corpo policial.
Joaquim da Costa Maia e Silva.Iaforme o Dr,
procarador geral do Estado.
Juaquim Tnomaz Ribeiro Varejao representan-
do contra o acto de sua susuensao edemisso do
cargo de secretario do Conceibo Municipal do
Cabo, e pedindo providencias para ser int- pelo promotor pabco do municipio, o compe-
tente recurso.luforme o Dr. procurador garal
do Estalo.
Joaqcim Pinto de Almeida Janior. amanu^n-e
da Secretaria do Presidio de Fernanda de Norc-
nha, pedindo passagem gratuita at aqaelle Pre-
sidio. Prejadicado.
Maoosl L:p33 Machado, sentenciado.Indefe
rido.
a'ia Candida de Figueiredo Santos, orofeFSO-
ra paolica da Escola Njrmil, pedindo a coaces
sao do premio de que tratam os ais. 56 da le
n. 1,369 e lio do Regulameoto da 18 de Janeiro
de 1888.Retnettido ao inspector geral da los-
traego Pablica para o Gm Indicado no 3" io
art-3.0 das IaslracgOes de 27 de Outubro di
1880.
Porpbirio Jos Bernardo, eeatenciado.Iade-
feridJ.
Pedro Francisio da Rocha, sentenciado. Inda-
ferido.
Pereira Carneiro & C, agentas da Companhia
Lloyd Braziietro, pedindo pagameot > da qaan-
tia de 744249 de passagens concedidas, por cov
ta do Estado, nos vapores da mesma Compa-
nbia Deferido, com officio desta data ao iaspe
ctar do Tbesouro.
Sveria Mara da CoaceigSo padiodo p-ovidea
c as contra Manoel Joaquina de Alboqnerque, au
tor do d-floramento de sua.filba.Informe o Dr
Q estor policial.
Seobonnaa Candida dos Santos, ex-professora
publica, peiindo pagamento de vencimeatos a
qae se julga com direito, relativo ao mez de Mar-
go ultimo. Escripture se.
Simuel Moys3 dos Santos, sentenciado.la
deferido-
Virginio Horacio de Freitas padindo entrega de
docume/itos.Prejudicado.
Sec tarta do Goveroo do E?tido de Pernam
buco, 27 de Selembro.de 1893.
O porteiro,
11. M. da Silva.
4fenestura Policial
2 s'CgSo. N. 2l8.Secret'r'a da Qiestora
Policial do E-tado de Pernamooro, em 27 de Se-
lemiro de 1893.
Sr. D-. g>erndor.Particlpo-vos que foram
hontem reco hld >s Casa de Detengao us se-
ga otes in iiv. u s :
A' minba 0'dem, Felippa N^ry Santiago, Jos
Justino Alves Corte Imperial, inesio J >- Beo
to, Manoel Jacintno Ribiro, Manoel da Rosa,
Anselmo J li Baptista, Iziduro D.iming is. Se-
nastiSo FrancUc Jos L Silva. Aotoaio Coco. Domiagos i .ul ,i-t. Rutiao
Dns Mineiro, Toomaz Ji da Rosa, Em Uo
Rodrlzaes do Coo'o, Jas Ferreira da Costa. J ao
Psdro Cnogoes, Marco Borge- Jos di Silva,
Pe Iro Antonio Mano-d. H'arique le Aracjo, Ma-
nm 1 Jjs do Btpinto-Saoto, Amano Boxeado da
Silva, Agostinhd Almeida Guimares. Crispim
Cus Santos. Jus F.-aocisco Ca"doso, M icael Ao
tonio dos Santos, Manoel Arlstides Pereira, Au
gusto Clauino do Nascimeato, Joo oe D-us
Birros, Marcolino Jos de Moraes e Tnomaz J >ao
Ribeiro, valos do p-esidio de Feraaalo de Nj-
ronha o pnmeiro como sentencalo e os demais
como deportado; Mtoosl LaureniiooGjogilvts.
remetido pelo delsgaio le 1 ojuca codj Cri-
minoso de morte em Caobot:ibo.
A' ordem do subdelegado da f eguezia de Sin-
to Anto'iio. Bnavn.U'a Jorge da Silvelra e Nico
lao Ferreira M QtfM, por crime de ferimentos.
A' ordem da subdelega lo do 2. districto de
S. Jos, Minoel J >s dos Santos, Jjs Vi'ente de
Aquioo, lito los Ba'bosa e Itidu Miria de Je
sus, por disturbios; J j Fraocis.-o de Almeida,
conbecido por Jo&J Ghelroso-, c mo gatuna.
A3 patrulh.is do e^qniro de ctv.lliria
encarregadas do policiimen'-p da cidade, foram
na noite de hontem pifa noje liscalisa-l^s pelo
captao Porn POpp G a).
Naia occorreu digno de nota.
Com-nanicou de Aguas-Bellas, alferes Eluardo Civalcante de
Alb qaerqae, qa: no da 16 10 corrate, no lo
gar denominado G-illo, .ff;ctuou a cao'a-a lo
reo J.i Beze-ra Cavalcante, conhecido po- Jos
Menino, o qu fazia parte do gruoo e ,aa f-i-
tores capitaneados pelo celebre crimina-o Ma-
noel Jure.na e esta pronuicUio em crima de
bomici ij no municipio d- Bi'qae.
Nj dia i do crrante, p->r volt* de G bnras
da t rde, no 1.. districto do mum ilpio di Esca-
da, o ialividaj di no ne Jos II -r.nino le tal,
espaocju a Jaso de tal. sendo dejas fendj por
eete com urna facaria.
A tal respeito loram feitas as diligencias l-
gaos,
Polo subdelegado rio l.'dh'rictj de S. Jos
foram remeitidas ao Dr. juiz do 3.* onrico mc-
ntcipal as diligencias a que procedeu con.ra os
individuos Liberato Praociseo Crrela de A'au-
jn e Carlos de Albuqoerque Maranbao, conbe-
cido por G ino. por criaM de ferimentos.
Nj da 25 do correte, :.s o horas du tarde,
na estrada dos Remedio*, o indivi loo de nome
Pedro F aocisco assassiuou com 9 ficadas a An-
tonio Cavalcante de Almeida Catanho.
Dea eau.-a ao enm- ama alten-agio qae no
da anterior hiviam iido sqaellrs dous lodlvt-
duos em urna refioaria na Caponga, ond eram
emDreuadoi no servigo de tanoana.
O Dr. j iz do l. districto mooicioa! por um
le seus auxiliare-' tjrnoa coribeciroent do faci
e p-o:egne as diligeocl-B legaes.
Aj Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Lim;, mu
digno governador do E'.ado.
O qu-.-l .r.
Julio de Mello Filho.
Ticsour do Kstatlo de Per-
nambaco
DESPACHOS DO DIA 7 DE SETUMBRO DE
1893
Aona Clementina de Sonsa Birros, Gsren'.e do
Ljodon Br; zian Bink Liraitd, Enedina Flores
ti dos Santos Cirdejro, Digna de Santa Rosa,
Mesa R'geJorada I-maodade do SS. da Mariz
da Boa Vista e Euf'osina Francisca Ferreira
Ioforme o Sr. Dr. Contado-.
Jj.iqu m Te xeira Peixoto, abaixo assicnados
empreados da Secn ti'.a do CwsMho Munici-
pal desti cidade, Antonio Felino da It cha Bar-
ros e Sverino Jj~e da SilvaHija visti O Sr.
Dr. P.-ocuraior Fiscal.
Idalija dos Sanio- Pacheco e Franceiini Miu-
rina da Silva \louqu;rque-Jenilique se
Olegario Franci-co Mandas.Iaforme o Sr
collectjr do mouicipio de Oiinda.
Stecobcdorla do Estado de Par
natnbnco
DESPACHOS DO DIA 27 DB SETEMBRO DE
1893
Joa Amonio Gjcgalves Penna.Informe a 1*
secgao.
Manoel da Silv Maia.Em vuti-da in'orma-
gSo indefer do.
D. J. Se ve 4 CDirijam-sa ao Tnesouro do
Estado.
A emp-eza d.> Ooras Pblicas no Brazii. In-
forae a l* secgSo.
O poneiro,
Custodio D. d'i Siloa Guimaraes.
G0K6RESS0 SACIOSAl
DISCURSO PaONUN -IAOO N\ SBSSAO DE 4
DE SETSMlllO DE 1893
(Coicluio)
O Sr. Joo Barbalno (continuando)
Ou:ra emenda mima, Sr. presidente, ref^re-se
ai qua prop53 a commissao de finangas do Se
nado, com relagSo ao rae3mj n. 22, de qne estou
me onnpanlo. das rubricas do orgamento.
PropOa a coramissSo que se supprima a con
eigoagao de 7:2.0 pira equiparago Je venc
mentas dos professores do curso aonexo ao su-
perior e de 8:009$ para premios.
A commissao r) lem raio neate pedido ;
suopa, naturalmente, -oe esta verba const.t'ie
om augmento de vencimeatos; mas, basta com-
pulsar a legislago, para ter-se esclarecido este
ponto.
A mioba emenda nada altera relativamente
qaamla destinada aos premios; mas, quanio
somma com destinj ao pgamelo dos venci
mentos d'aqaelles profesores, ba a ponderar
que a lei positiva a este .'espe tj.
O regulameoto de 7 ds Janeiro de 1891 no art.
455 estabelecu que os professores dos cursos
aonexos das Faculdades de Direito team os mes-
mos vencimentas, dreitj3 e garantas dos
prjfessores dos dous gymoasios oaciooaea. O
que se pretende nao mais do que tornar effa
ctiva era relagao aoa profe33ors do cu-so anne
xo da Facaldade de Direito do Recife e de S.
Paulo, a determinagSo que ja est na le. Nao
83 trat< de crear agora augmento de ven'iraen-
tos, o.ta o Senado, mas smeaie de se cumprir
a disposigo que acabei da citar, que estataio
j precedentemente esse accrescimo qae o orga-
metita nao pode delxir de consignar 8-m preie*
rigSo dedireilo e sem infraego da ! dn ?er urna verba que nao vem trazer grande
onus para os cof-e pblicos, porque s mples-
mente de 7.209$, trata se nao simp'.esmeate do
que se pede, us do qae devido.
Mas nao tenho f essas, sena mais outras
emendas, e urna relere-se ao n. 25 deste artigo.
Nao tneho fomente propott) augmento de verba,
mas dimmulg) tambem de despeza e paste a
tratar de mais tima.
N. 25.Iaclaida a qaantia de GOrOOOJ parar
reform de material etentilco ... elvala a
24:OOOJ09O a cjosigoago para custeio de3 hbo-
11.torios .
N'outras condigOes financeiras do paix nao
du'.ua-ia propor al o uogmeoto des-as consi-
gnac/iea.
Qa.olo padermos. teohamos os nossos esta
beiecimeitos de ensioo fartameote do'ados de
tu io qaanto necess tam.
H, cMSiden o Senado, a Escola Polytech-
oi'-.a nao esti desprovida do material pre -iso,
tfcti'.o qu, no projeem. pede se simplemente
urna quantia para reforma dos matenaes do en-
sioo.
' urna somma nao pequea, mas fomente
para melbora u que existe.
Es'e estabeleclmer.to j oossua seus bons la-
boratorios e maieriaes de en-ino ; pode-se dizer
que tem aooualmente urna quita para isto, aleo
da verba oei-essara para o custeio do seo labo-
ratorio, o qaal 8-i pretende agora elevar, e o
custeio a 1:00 por mez.
N'uma qj id-a como esti em que preciso es-
tar respigando aqu e all o que se preste a
economas, e quando se trata de um servjgo j
regularmente dotado, a suppresso qae lerabro
e que se c nve->e ;i no adiami-nto >e urna des-
peza que dj deu-gencn que nao nadia-
vel, urna economia a fazer se e que nao iraz,
absoluta mele, embarago3 para o ensiDo.
E "i ap-o>8 adiar-se esta des jeza para me-
Ibores tempos, sem mp- privage-i juelle es-
'aoelecimento, abre-se margena a fct'ender a ou-
troa mailo mais oere-^sitidus e pa os qaaes ten
sido escasso.s os poderes pblicos.
:i iL'tj n. 25 nota se no orgarmeot) alcu.
ma eonsa a suppnmir; diz aqu uo Anal(l):
Esa coosig ago s lera vigor no exercicio
desta l-i .
Propoul.o a suppresso destas palavras porque
a I-i do trvameoto urna le annua.
O que diz respeito a con ign^go pars pga-
me, tas, n'urma Iti destas, apm-s p.ra o exer-
cicio que ella rege, para o anno ern que tem de
vigorar; e, portiota, uteiramert: esmeauase
to-n i ett i declarago.
E nao .-o esmsada, mas dara lugar a sup-
pjr-se que ss outras verbas nao sao annoaes,
o que inadmissivel dQ mo o poni.
Ao 39 tflerego tamoem urna emenda e a
qoe 8e refere a qaaotia de *i i;o O para a con-
tinuado das onras da maternilaJe.
Sr. presidente, as foasiderbgJ8 que adduzi a
resueno do asylj -'e loucos teem a mesma proce-
dencia ern rt-lifo a esta cut-a institaigSo.
A materoidade co pode estar a cargo da fe-
der.iga, nao um serv go proprinraente fjde-
rl ; e a facaldade de medicina pode perfeita-
m'ute dispensar a constroegao de um edificio
pa-a esse lim.
Trata-ee de construir urna grande ca3a, t>m-
se frito com isso ca > pequeos gastos.
En, vez de estar a l'r.ii'o cem fsse despendi
que uil se ju- b'lecimen'.o annrxo laculdade de mediciaa,
sebo que pode ser prestado, sem elle, ao ensipo
gyaecci)loico, o mesmo servigo pelo raem por
jue i. orgameoto providencia quanto Rabia,
isto concedendo orna quaia destioada para
um estabelpcimeoto dessa naiureza, da Santa
Casa de Misericordia, a qual cum esse auxilio
dos cofres federats meloorar lhes-ba as coadi-
g5-s para presta -se de mo lo mais apropriado e
Ca i veniente ao ensiuo.
Diste f-itio, escusa a de?pandiosa construego
empri beaiida e evita oque ba de anmalo
em oci-upar-se a Unio com as parturientes.
4 clausula final .ele mesmo 39 estabelt-ce
(le): ... e para o pnvtgu mentodae ob-as da
faculdada de direito do Recife... 50.000$.
A ato offerecemos emenda, oa senadores de
Pernanbuco, propondo que seja elevada a...
lOO.OOO a consigoa.j.
As razes que teamos a adriuzir, acham-se
expostas no relatorio que j citei, as quaes sao
de grande valor. Desde o tempo da monarchia
tinba sa reconbecido qoe nao era possivel que
cootinussse a Faculdade de Direito do Recife
funccionanda oessa parte do aatigo convento
ende se acba, em situago inteiramente contra-
ria s condigOes pedaggicas requeridas para
um esiaaeleci nenio daquella natureza.
O governo reconhecando isso, mandn levan-
tar planos, fazer orgament s, escolhe local, mas
indo morosamente. Ariu.l mandn iniciar a
construrgo. tambem em ludo muro demorada,
de om edificio apropriado Facaldade. Come-
garam se as obras, mas fnente fizeram se os
alicerco e l esio ellas ba muito paradas.
Nao com esta e>iga quaotia aqu consigna-
da qne se da impulso a urna obra to necessa-
ria, lourgeote, reclamada, pde-se dizer, todos
os aanos peli congregagto daquella facaldade,
por o tos os directores e mencionada as memo-
rias histricas como inadiavele realmente o .
differerg quanto verba nao grands ; a
commissao pede ^0:003$ e a eme ''a maito
modesia padinlo smeate 100:000 pa-a um
edificio daquella natureza, emenda esti qae com
asootras reducgOes propostas n" augmenta o
total da despeza orgameotaria Hxada no pro-
jecto. A Facullade do Recife merece bem do
Senado ests contemplagSo, est3 justiga.
Tendojas Bcado as restriegues que fago ao
parecer da commissao, compre me tratar a'nda
de um ponto, a saber, a amiba adhesao ao que
a commissao orop5a a respeito do Gymoasto Na-
cional e oslo outro movel nao tenbo BloSo pe-
dir com a commlseo aquillc qae a lei n. 26 de
21 de Novemoro de 1892, maodou execatar.
A emenda da commissao simplesmente a
consagrago do qoe essa le decretou.
Um dos dignos membros da commissao de 'i-
nangas objectiu a esta emenda t'a comm-sso,
adduzindj conside.-agOes no sentido de mostra-
que o Gyomsio Nacional foi fundado com patri-
monio pioveoiente de donativos e que estes do-
nativos trazlam o encargo da manutengan de 60
alumnos pobres, o onus da sua educago e ios-
truego. Si considerarmos a questo por este
lado, teremos de ver desnaturado o carcter da-
quelle instituto, passando de estabelecimento de
insirucgo secuidaria para urna iastituigo pia,
para a-yli de meninos pobres, desvalidos. Ora,
temes a cargo da manicipalidade asylos para as
creangas nesse cpso. ent-e ellea o asylo de S.
Jos, que era admiostrad- pelo governo central
antes de constituir se o Districto Federal.
Si esta obrigago de maot-r os 60 alumnos po-
bres, nao sa pode considerar baver sido transfe-
rida a esse estabelecimento, en'fo o que ba a
fazer incorporar a elle o estabelecidn com o
fim da educago desses meniacs pobres ao asy-
lo que existe sob a direcgo do municipio, man-
tendo-se o mesmo encargo. O argameoto deda-
zido do patrimooi), o a procede para que se
deva conservar o intrnalo com sia organisagao
actual ; maa, como Oca ditj, pode-sa pefeita-
mente cumprir o votj dos doadores, passando
e3te patrimonio para o poder municipal, a quera
iocomoegerii-o em proveito da educago dos
meninos pobres.
Sr. presidente, a idea dos interna as nao
urna idea republicaua.
Q jando em Franga oceupou-se deste assumpto
a uonvengSo Nacional que nelle to bellas Inil
ciativas teve, as quaes foram o ponto de partida
das reformas as maia importantes que enlo e
ulteriormente se Bzeram na ensiao publico, ins-
umi o ensaio do systema tutorial para a Es-
cola PolytechDi'D, de preferencia ao rgimen de




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*4-- .'*ft-

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*".-. : V *'"
Diario de Pernambuco Quinla-feira 28 e Setembro de 1893
intrnalorv.-uem gene-alisado des e maito na
Inglaterra e qne obvia os nconvemet tj-i do in-
trnalo.
Em ves dos alomaos morarem em is'abele-
meni08 de eosiao, era vez de se eocerrarem ots-
sa especie de claustro, mixto de quartel, os paes
os conflavam a fatn lias 1a localidade e assim
os alomos tion?m quem, em c^rio moJa, .00-
gtiioisse os paes ausentes, a, zivatn dos conclie-
gos do lar, do doce coma lo e ioumidade da fa-
milia.
Esta medida de grande alcaoce, tinha alm
disso a vantatem de, '{ uutr e, evitar oa in-
Convenientes que o ltiraato tran na tiisoniice
e do acaabamento dos alomaos, aBVlto* ao coa
tacto diario das mesmaa poocas pe??ias com
quem lidam, e de sequeatral-as ao exemplo dos
Virtudes dowe.-titas.
Ootra- cocsideraces que n5o me compre aqai
agora expor (porque nao rsioa fallan lo deaol*
de nm cong esso p-dagorico, mas pe ante orna
corporaefio legisiaf.v ) me levar.am longe nale
rconstracSo das d svaningeos do i;:t-;roaio. Vi-
riam de molde citaos de opin'ao das auioriia
dade mais re.-p-iuv.-is em asaamptoa d-sta na-
toreza, em abono da idea qoe nem a occasia) nem o lug;-.r o lolersm, porque
repito, oa: estamos n'am coogresso laogieo
e aDol ira, i---e e otoaiJi vecc-dora. Nao
precisa-nos misino do p; recer dos rnestres, j
temos le e b.si rumpril a.
O aea tobre collfga de corma -cen
tou tambem qu^ os iBieroatos, emho-a eoodem-
nados pola p dagcgia, pela Bcieocii, lod
eram a'tni'tidos coxo nico recurso par
alumnos que uio pudussem [requemar os txt r-
natos.
Esla razao seria toleravel, si ;e trataese de
fondar io-itu'o* particolarea; coa* o governo
nao tem or>riit.ic4o de (uoJr inattt tos 'testa
Datoreza, perqu si o inle a'o .ra mJ, rao se
compreheode como deva >l!e entrar em om (ya-
tema de tnsino oflkiil ; o eo ve: no n o de ve
Crear nem mi nt-r inatlioicoes mis.
E para a [rrquencia dos alumnos a qu; se re
ere o nobre senador, existe-n no ensioo ;
cu'ar intmalos era ibanian< ia.
Tenbo ouvido alWar-se co;iio raza) p;ra con-
servarse o interoato, entre outras qu-- > -a i-?o
se addozetr, o facto Je !er ele dado nritlos bo
mens distlcios, f.avecd-o hoje as foocOes pu
bcaa. as mais alias poa'co-s so-i ,-s, mai tus
individuos que all receberam edneaco.
E' om argumento qoe prova tamoem en (3
vor oo i extrnalos, pois que eetes teem dado
igualo -Ae nomeo dis meto?; ex:s ( m acoran-
do tan ia josa e brilnsotemeo'e doIodc-ioh -
mo, Dt8 lett'a, na fclta poli-ira, rcu
daos qo- lsitn fas-im bonra -o pus ea< :.
nato d que sabira
Por CuDsegoiate, a raza.) qoe p'evs'.ece e-r
favor de Dina, p-ev;ilece em favor 'a outra ms-
tiluiC'O ; armamento qoe prova de mai? e por
tanto ibil proba:.
Ar^u : --" tambem cem o exemolo do col-
legio militar, fnndado ha poico tempe e que
tem ti^o mui o boa f-tq-iencu.
O que se poiie a.-e^urar a f se respeiio p que
nao deixa de ?er um erro o ioteroato ;.. itat
ra o? militares; e nao Be pd t par do erro ra-
z5o pa a ler-se porotil asna ro igajao. R
alm dissc a ni Gynn >io Nacional
de do' :os alomo s edocsco militar e !) nanra
livre : tos de i istrncc
enmam o e eeolem se p I pri -
fios d-i : -ia s de eu go mi
llar.
Dz ?e anda, coma qa- pa"a d -fru
paln, q-je o Peiagogium l'oi so.iprliiiiio por ac-
to legifltivo, mas nao tardn em I ;:rado
logo depols.
Con-rji. le, si o extrnalo chi
ben:
taor! i i, E e -
getn i tao importa
E'vr ia le, or n, qoe a-- r,z 5e i oa > sao as
niencia i reaciadjGynaasio N i co-
mo n iro 'o b p ontro i-ii> ba :
gem, te !,'
gogiom.
Ba 11 c "~ c a oatnre: i
insumi, i BBr o ceutra
todo o mov ment 'a Instrorsao ........
lijo ate 'ia In a todo ro
todo> qo Be ocenpam (iesias consis d Insirnc-
jao pnbl a.
E e-t e om do3 mai3 efficaxea m ." per; -1
aUmaopv con :orre" para o progreso a d-^
senvo v.mer.ti d^ inatrnecSo pu I : todos
os ims graos.
Om.smo nEo acontece com o intrnalo qo
tem 'evos c3 iocooveni ni i qae foram -
dos p '; mea ccmpaob-iro d= commissao, e que
nao di-jcuto nem deseovolvo pela ratad qiid j
dei, nao se trata de examinar tqu a nutareza e
a ii do'e o intrnalo, seb o puuto de vista pe
-
J ip- an-.-n'eqne Ofupprimiu;
lao h r sao de oMem .Igaroa e nao he ta
il-o, muito menos por u aa le anona.
epbemtra para o caso.
Argumenta se anda qu3 o intrnalo do Gym
nasio Nicional serve para estabelecer o-r\ lo na
ederaQio, por meio dos a nonos qae des esta-
dos vee r atil >e mat :cuar. locolca-ae queelie
estabele e um laja de an:ao ealre oaestaloa e a
faderacio.
Nao tem grande alcance este a^nmento.
Dudoque o n'eroato do Gymna io Nicional
pndesi-e vir a ser esse ap. areino da lederac&o,
essa especie de m .la do nosso oreaaismo c n-
Btitnciuoal, ct mo elle nao tem esse carcter pela
consl:'uo que oos rege orno nao foi por ella
coo.-i ie.-ado urna esseociai parte do nosso reg'.-
meo politico,a r-erii sem fundamento ligar ao
int^ lata 11 tooccao polluca, -tu cppjr me-
bi a qae fosso creaJo ou mantilo com oit: in-
tnito.
T A Contito jao n5o ma da que a Umo funde
ou na;">" aa institutos do luslracgao tecua ia
no moni pio federal para os ej,tados, conforme
te <-; '.una uo disposto no art. 35 | 3* e i
combinados
A Coniti'Oico nesse rtico dll ( e):
t Crear 0Biital,OM de eas.no .-up^rior e rc-
enndano 003 estados. Prover u nstrccgo sc-
Cinaana'o U.-tric:j Federal.*
Parece que se qo zesse cbamar a attrahir os
alumoos dos estados para esta caDital tina re-
serva jc a esta noicaueiie a institu,o e nao
mandara creal-a nuil- a. F.'j at contradictorio.
O mea argumento, portanto, qoe os instiiu
tos de inairacQao secundaria, iatematos uo nao,
fundados ou manados pelo governo na Capital
Federa', nao Bao com destino especi 1 ue servir
aos estados.
E si os estados fornecerem raros alumnos para
O Gymoaaio Nacional, isto nao Ibe tira a condi-
jao propria aeante da dispos:c&o constitucioaal
que o fez simples estabeiecirneuio do Distncio
Peder I.
Si forraos a considerar o exemplo das outras
nar(Jj8,que o nobre seoador prlo Rio Grande
do Norte ciioo, p-^co oermis-a para recordar
qoe somos urna nagao repubiic.na, qe timos
nm redimen federativo e que nem o uieroato
jda repuolic na nem a Umao, em rigor, lempor
mieso o serv.co do ensinoe educago.
E citarei tambem o tesiemunuo de Celesu
Hippeau, que vsitando em commi?s3o do gover-
no trancez os Estados da Uaiao Norte A .erica-
Da. e oferecenuo um notave relatono ao s u go-
verno, tratando dos intrnates,dase qaa aouil
lo constitua urna excepgao nos e-ta.os america
nos e infelizmente (note-se) era em Franca o
Tegimeo comraum; lamentando assim que a Fran
tinto tomase este exemplo tao republicano e
to bom.
Mo prevalec em men espirito, 8r. presiden
,coa rsuf io a este ponto, a Idea de economa.
Acbu qae a despeza qne se faz com lnstracao
fjflblica, nuT i demala. (Apiiadoi-).
JV-.ni Ur, cnarei o qoe niz um pobli-
su ocle: qre Ba er in .ividar-se em cousas
teise Bal'. 'do. a.
Ec; m beneficio da instrocjo publica, ca
bullira em individar o estado; mas so de um
modo utii, em applicacOes verdadeiramente pro
Vellosas.
A Cniao pode destinar grrndes somma in-
troccao, mas nSo lem necesaidade, p'r xem-
plo, ae cuidar de internatos de ensino secunda-
rio e oolros ; tem antes necessidade de crear in
Btitn files de ensino de diversa n.tareza, laes
como as escolas agrcolas, as de artes e iodu3-
trias, etc., nos estados, os qoaes destas muito
neceasitam, e ellas sao um poderoso meio de
auxiliar o desenvolvimectt da agricultura, iodos-
..ia e ccmmercio, qne a Lonst tuio recommen-
da no art. 33 l.
E no orgamenio da agricultura tere de reno
var a creagao de ama dessas escolas no men es-
tado, qne fol supprimtda muito.precipitadamente Dis Ferreira. No entretanto a intriga
uiesmo antes de fuoccinnar i deaenvolvewe e j ae indios baizinho
6. preciso na applicncao dos diobeiros em re- ,
l3Co a instruccao publica, nSo .rnente gastar qa os ministros, qae se irlo embora.
muito. m s gaslar proveltosamente, de mudo qne
a despeza corr sponda aas intnitos.
Dizia Mo'escott: E' ^erto que tbeaon'os ba,
taes como a saa>e publica, o ensino, a ju a 1 fesa da patria, que va>em maia que lodo o
di'ih-irj do mundo.* A io tru'jio, como se v,
om destes be-ouros de tao alta valia e paga
bem o qau se despende com ella
E' por cooeegoinie um acto ae jiizo, como da-
se na pona appltcar-se, aem regateal o, o pro
duelo das contnbnicOes que tiram-se do povo,
a estaa dPsprzas do eosino e eincagao oacional,
em paoveito delle e do p ils, sendo por saa nato
reza mu to remuneraoms n eia.
Porian'o, as miabas orneadas em relacao a
in tru gao puolica, aaa visara iazer economas,
mas r>abem ua voio de^peas, a pretexto de
i!i-ruga-, pera iostituifiO^s qu : j mere
cem.
Concluo S-. presidente, pe ndo discolpa ao
S nato de t:.s ni alinnavadas coti*Mera55es
(nSo apoiados) a respeito do orgamsnto; nio ti-
ve "faina de laKf om estuio miis aprofnndado
e na 3a disco-'aa), si se me i.flVraoer ocasiSo,
viUarei a oceupar-me ainda destes assumptos.
(VJu^to Djm).
LXTEROR
Anda, refonniu-se s oonferenoias ha-
vida sobre o assumpto entre diva nos es-
tadistas, em Lisboa e Cintra, addioiona
que o desenlaca deva estar por puaoo e
eremos bem qae se nSo passar to o o
mez de Setembro, e qaando muito mata-
tudo do mea ale Outabro, sem qae techa
moa a demisslo collectiva do ministerio
para o Sr. Hintae R beiro ser novamente
enoarrogaio de faaer o governo; reabsan
do se entSo a de ha wm o premeditada
remodelac.3.0 ministerial.
A dtispeito de tudo isto que se tem
dit) em apreaiacSas e a proposito do in-
cidente, gerador dos boatos, pansa o
cDiario de Noticias que a julgar pelo
que asseveram os qua costumam estar
melborinf rmados, taei boat s nSo tem o
menor fundamento, sendo ao contrario ic-
teiramente provavel que o ministerio se
apresante a cortes tal como est % actual-
mente organisado ; e o Jornal do Com
meraic subhnhando o interesso prov. -
ve! airadita anda ser commentario suffi
ciecta ao desmentido de boatos de criae
que, erabora assentem om bso s?gura,
parecom Ihe, p^lo naOOOS, prematuros. O
r. 'Jonseloiro Augusto Fuschini regres-
N3tes ltimos das so^roveio um des-isa a 7 de S. Martinho do Porlo, e, poi
aosordo eatre o goverao e a Associago ; isso, e em estando c que se pftJe
EUROPA
Portugal
aber ao corto d s s tSo qua com muitas outras Ihas es' ator
Commerci-.! ce Ij'abSa, em conteqneocia
de cartas Jisp.>siy5ea da ava le sobr-j o
sello e ss paieates. n. associpSo 'es sua
reclamago, e, perante esta, d zam. o go-
Virno ec.trever q^a devia eatisfa9'o ao
Oommercio, publiando disposigoes expli-
eativaa da le n'aquelles pontos da recla-
maejio.
Ora apparecerara com eff^ito es exp- as medidas financeiras. qae tem ae aprr-
acSas mas '-ses nSo corresponc'eram 'ser.tir em cortes pira se faner face i*
mentando a existencia ininiaterial, bem
como a dos 89us coegas.
Expediram-3eordens no sentido de ee
proceder emtodus ministerios com a m3or
actividaia a elabaraQao do orgamanto afim
do Sr- ministro da tazenda poder es:udar
espaatutiva dos reclamantes.
D us eram os pontos sobretudo acaen
ta oi na r-ic'amagao : o d-reito da s!lo
ad wlorm impoatJ s gu s da mere ido
ras m iraosttj n ectieposto ; e a obri-
g-^3a i ti', ra creada aos negociantes de
facer selUr dj novo os livras do cammer-
i:, Lclunive aquellas j coraegadas.
sta ultima posifio revestindo iacon-
testavelmento um carcter ie vexa^So,
!oo d. pr:acpi lovantou orts opposigSo;
u a saa per.aceacia pracuzi'j, pois, de3-
agradavel mpresslo, que d u orijem ao
t-m di um protesto qne a Associagao
Oommerc-il ez ebegar ao presidente do
?c;rce!ho, o q>inl jolgindo-o nao redigido f"a" *?"
:- | : ; (i-, aientea, t-l-o devolver.
este f ic > or veatura o inicio d9
um c-fl-cti directo cajai consequeneiu
s'.r.am i., sis di prever, si a AtsocU
Commercial da Lisboa coatesse como
> :rao da 5sb congeaeres dos
a c '.. 3 cammerai ei oa industrias
do p A p-otestuite, parm, coat*
nunu-33 a renov r ib urna outra ftrm3 e
seu protBsiol c"3 rvando iba todava o
desoezas do eatado co acto economioo de
1893, 1894.
Sacando eattido da Bi'tuajSo financira
do p9iz pela carta decrtala a despezn
do Tbesouro ou diobeiro nos primeiroa 8
meses do anuo tinanceiro de 189293,
determina o cEconomista,* da corn_.-
i..y1o de igual pariouo do anno proce-
dente, urna diffarenQa para mecos na
somma reduzidu de 4 700 contos.
essa diffarenya para menoe na deepe-
zi, ha de continuar a accentuar-:e na ge-
rencia de 9394, pos que ns da 9
'J3d,i.id ae A-Catn import^ntiesimas dec-
exercicio de 18911892 que
'vi b-i'.s -rain da 7 527 contos de res.
A dimiauic&o, pois, as despcZis est,
poremquinto, corre^pondeodc ao que se
esper.Vi. e ao qaa a sit iaylo exiga.
A etta rcapero o 'Jommerco N^ci:-
cal, p.rmtaz oslas considera^o^s, que
asent>m na uitim* coata da maama K:-
particSo.
< Le Jjo de 1891 a Janeiro do 1592
a s >:a q to'al das reoeiiaa fci de......
21 2S8:58a^87l reis, de Julho de 1892 a
,., :QJ.e p. Jaoeiro d, 18J3 t de 22600:2041 re,
No entreunto, w.^ oppo.icJlo qae le- logo, oaw res 1.311:529334 no segundo
va im allomasdaa cedidas tomadas plo! -erioav.
da fassnda, nao precisamote! Ma3 as racaitas ocm-osm se da muit, s
p jio3o d?ste m^mbr do' artig s. E' necesario sa saiba seo aog-
gabinete Hai tz; e d'*h; proven sem du-merto se verifieoo om tjdas, 6a u2j em
vida os boatos atollantes de prxima aa- t'd^s, era quaes
, do mssmo do ministerio, reprodazi
do?, n" imprer: :
O Dia :.lludicdo a sbo, disse :
t Com os novo3 biatjj ds orias miau-
1 volta-sa a filar na saida do Sr.
Augusto Fuscbini, mini-tra da fazeria.
Ess tacto nS) n-3 impreasiona, qualquer
que seja a pns:yao partidaria qaa tenha-
am faca do cttial goverao
Poderimo3 et affirmur qu^, Ba alguma
isipressSo hoav.semos dj experimentar,
Rindimeaos houve que augmertira^? o
qae produzio 1.94i:293>802 ; fU'ros
boo/e qua dimicuiram' em G3l 746S4G-.
A difefn9a entre esti3 duas quuntis
es uqaellea 1 311 52P$334 res.
Vejamus i,u .es au^rre as coctribuisors de rendacinco cr-">"
apenas; a contribuido Eumptuariao^j
cientos mil reis, a decima da jurosda-
zanove coatos e neste que verdadeira-
maota eat o augmeoto=j impo t > de
nos venoimeotos dos
fnnooionarioB 1 860 5925317
82:701,J485
Em 22 artigos da recei-
ta a dimin-iclo foi de 631:76 '$163
549:06-^983
Ligo, nos s 'is mezas de J ilbo da 1892
a Jne:ro de 189^, comparadas com os
correspondentes, le Julh) de 1891 a Ja-
neiro de 1892, em ves de ter havido um
aorescimento de 1:31 l:6205>'i3!J -is, boa
ve urna diminuido de 519:062')983 riar
Quanto 3 despezar. Os meamos pe-
riodos :
No prineiro, 1891-92,
as despenas ordma-
i. arias e extraordina-
rias sommaram 23 458:1605947
No segando, 1892-93 27.165 5845197
Para mais co segundo 3 707:423,5230
a do cententamento mt-.is egosta rendimestjmil oitocentos e seBsenta
sena
cita o qt'.al n5o nos er.vaidecemos, mas
que lealmca'e confesamos.
H"> rabilo qna anceamus pela saida do
Sr. Fuscbini, qna jiSi teria aceitado t2o
ardua e ingloria tarda 88 's tive3semos
autoridade pira d*r coTselhos e se o ebe-
fe da Liji Liberal ostivease seguid3. A
pasta da iazsadv o m*d -iro mais pesado
qua a poltica partidaria pode lanzar sobra
oa hom >ro3 d'um himem publho.
N5o tinha o Sr. Angosto Fuachini ne-
cessidade d aceitar e^sa mar:yrio ; de-
masiado myBticismo p*ra os tempos que
v2o oorrendo esse d33ej i de sa deixar
nmrrer eonii '-ni8f', q- "ra na poltica
^uizera nascer como homem.
Miis alguns momentos e o evangelista
da demoer cia monarobica morrer no
G >lgotha da Regenencjio, pregado na
cruz da sua pasta, pregado com os cravos
enuaegaentados da le df sedo e do im-
posto industri I ; mas, infelizmente para
ello e para aj suas intaicS^s, a trra n3o
tremer, nem sa abysmar em trovas,
nem os seus immigos cairam da rejo ful-
minados pelos raios da graga divina
O mesmo jornal accresjeotou, tratando
da conjur.^cao da criae mioisteii.l.
t J po"ao da discordia estava na le do
sello, e dizia-sa que o governo nao ceda
e que a AsscchcSo teimava.
A cuja era ftil.
Ou o governo caa todo com as resis-
tencias maia serias a3 suas medidas de
fazcda, oa eotSo, p ra cair, teria de
aguardar a ana comparenoia no parlamen-
to. Prefer mos esta ultima solucSo.
Assim como nao quersmea dictaduras
para faaer leis, tambam nSo as que.emos
para resolver crisea. Onde ellas to fasem
que ellas se pagam.
NSo basta que i- corda faga ministerios
saa vontade, ha de desmanchal os quan-
do Iha approuver ? >
Tambem a larde glosando sobre o
rcesmo mote, escreveo:
Ha das qae se corneja a fallar nova-
monte em cris-, miniateri .1, tendo augmen-
tado as divergencias no seio dos gabinetes,
onde parece baver dois grupos distinctos
que por fra se n,ostram muito solidarios
s muito amigos, mas que por dentro estao
alimentando os mais intensos propsitos
de hoBtilidade. Uns querem que o gabi-
nete sa remodele, com ama feigao mais
accentuadamente regeneradora, qae coaoi-
lie ortos elementos que andam afastades
e descontentes, que se prepare para a dia-
s lu-#T.o das cmaras e inicie activa, abor-
ta e irarca, a adroiniBtraeKo poltica. Ou-
tros, apsrcebidoa da manobra, fasem oa-
v dos de mere dor, mostram-se iniifferen-
tes aos cheques qae os collegas lhes dSo
propositalmente e vSc-3e deixaodo licar
exactadsmente como fizeram o Sr. Olivei-
ra Martina e o Sr. Costa Lobo com o Sr.
conzcB.
Digam nos agora se o imposto de rea
dimento, que formado das dedceles
nos veocimentos dos funcionarios e na
redoejao dos jur03 da divida, significa
deseevolvimen'.o da riqueza publica. i-
gam-nos se osempregados e ts juristas es
tSo mais ricos, bo a s>u rendimento col-
lectavel cresceu, pagaram n'um semestre
mais m:l e oitocentos coitos do que em
outro, por se ter desenvolvido a aua for-
tuna.
Terem ana maiores ordenad >s ? Terem
ontros mais c?pitaes ? Oa tornnoa-ee
mai'. remunerador o que tinha ? Nao ;
o que squalle augmento no imposto do
rendimeuto, vem a diser, em ul.ima ana-
ly e, que ao movimento commercial,
vida ccoiotiica dj paz faltaram em seis
rrases mil e oitocentos contos.
S r isto um exceeso de receita cara o
thesouro, mais tambem um dficit
para o paiz. Ora, qaando os recursos do
Estado crescem pelo desfalque nos re-
cunos dos particulares, das familias, das
classta, do paiz, esaa elevac^o, em ves
de significar qae a materia c 1 ectavel ae
alarguu, significa que sa redazio.
Kea lmenlos directos, cojo augmento,
sem elevacSo das taxas, quot.s oa por
cantaleas, siga fique desenvolvimento da
riquea publica, por exemplo, a con-
tr.bjijo sobre a pr>priedade, mas essa
diminuto res 87 8330696 a contribu.
co industrial, mas essa baixou.........
66.1140019.
Agora os impoatos indirectos. Uns
prouuz ram mais ou menos. Vejamos
uns e outres.
Produziram mais 298 contos os direitos
de imp rtacao da cereaes : ser isto ama
riqueza ? Nao BigmfioarSo antes urna
pobreza agrcola, cada vas xnaior ? NSo
querer dizer que cada vea nos falta mais
o pSo ? Os direitos do c insumo em
Liaboa rendem mais 5*3 contos. Viver-
8e-ha melhor ? Tara augmentado o con-
sumo pela barates d m gneros ? NSo ;
a razo do augmento eat no dos direitos.
A populacSo o que fas p>gar ma.a im-
posto, cuatandc-lbe os gneros cada vez
mais carosgr9as ao agio occultoi das
Dotas e ao prego visivel do ouro.
O real d'agna tambem prodnaia mais
32 contos.
O que se dis do imposto do consumo ap-
plioa-ae-lhe perfeitamente.
Raanmindo:
As reoeitas do thesouro,
que tiveram augmen-
to, produziram a mais 1.943:2930802
Mas cesta importancia
comprah-ndemse as
redactas nos jaros
da divida publica e
Se estes resultados sSo motivos p.ra..-
pluuaos e feoiUfSes, dovem^s eutSo con-
cluir que dos documentos officiaes sa ha
de sempre ficar entendendo o contrario
do qua dizem.
-- Dascobri am-3e desfalques no cofre
dos correios, o que tem dado i :e fallar a
in prensa, bffimandc-^e ah que : no cor-
rente anno or^am elles por 3UU contos.
L'.z-ie que o governo nSo pide -ruz
os iir..i;..s ante i.a revel^oes que he estao
eno feitas e o proce-ao adoptado pelo
Sr. ministro das obras publicas, com r -
lacro s dependencias do seu ministerio,
deve, quanto antas, generalisnr-ss s de-
pe der cias de todos os ministerios.
O fac'o tem causado desagradavel in:-
presaao
Effectua-am-3e as e'e'goaa stipp'c-
ment-res pelos circuios da Portalegre,
Tavira, T.-amar e Vianor do Cattello, a
qu es no dizer do Di ro lfostrado,
correram na melhor ordam, como era
proprio do ettido da opiao, na sua
grande generalidada coi fiante na poltica
iria e na administra^ao honrada do k -
verno. Pode &t diser-ve que as eleigjs
de hontem, nes termos em que foam rea-
1 sad.i-, traduzem ao mosmo ttmpo a Bi-
tuagao do paiz para com o ministerio e o
espirito verdadeiramento lber 1 por que
ele ae orienta em todos os ajos do co
racter poltico.
Com effeito, necesssrio qaa isto se
recoi hega : o nobre ministro do reino
ainda nao faltou ao frograrama ministe-
rial, respeitai.do todca os direitos, e ga-
;aatindo-o8 effijazmente. Nessa licha
recta do sea procedimento nao ha nm
desvio, nioguem nota um descuida, um
etcioreciinento, o que ainda Iha d ra-i ?
forga e autoridede para a manutenc'o da
ordem publica, e para a represaSo de
todas as offensns verdadeira lib^rdade,
em que costumam primar 03 que dcclamu-
doramenta se dizem suus apostlos.
Oa partidos polticos nao uo soatiram
com forca para oppd.* Oindiiatoa sena,
prosrt asistas oa republicr.ao3, ats caodi-
dtt ia ministerir.cc.
Este facto r< presenta na roaldade, na
esseucia das cousas, o reconhecim ::'o
for<;a governamental, porque dada a cer
tesa da extrema tolerancia do3 seus p-o-
CO3308, rast i tamente lgaos,* coujorre-
ri.m orna se viasam probabilidades de
victoria.
A' este optimismo, e proposito dos
_..,.., e|;tj 2q tres militares, o 3or-
reio a cT*rdes assignala a incapacidad
do presideLti da cvnne'.hu coco chefe do
governo e con. clios do part do, q i em
vez de conciliar aahesoes e da concou
trar elementos de vita'.idade para o sai
partido, cada vez os desagrega o : ff,sta
mais, de modo que j lb.s vae ec d ctif-
ficil agueutar-si no poder.
O governo vencen o pleito, e en Tho-
mar onde esta aeria maia intrincado, foi
lhe afinal facilitado pela retirada do can-
didato coode da Burocy, que ando eB3e
paaso, dirigi o seguinte manifebto aos
saus amigos e eleitores daquelle oircolo :
t ilepoB da ouvidos oa amigos qee
hontem pondo reunir, dehberei-me a re-
tirar a mmha candidatura D9S presentas
elei^oei e disso devo Pg3?a urna explica
ca mas larga e publica.
Tendo sido levado, pelss circumstan-
ci?i8 s b'das, a renunciar ao aiploma de
deputado, que os eleitores do credo de
Thomar mo naviam conferido es ultimas
elaifo'ea geraes, nlo era intuito mea nre-
se ntar-me novamente ao suffragio'popjiar,
antis de liquidada ajestificayao qua ic-
tentei peranto os tribanaes.
Tive, porm, de acceder aos reiterados
pedidos de alguns importantes e bons
amigos doB varios concelhoa do circulo,
justamente cs'imuladcs pela nqu..l.fic>'-
vel perseguigao que me tem sido movida
por aquellos, a qaem parece que nSo con-
vm a minha entrada no parlamento.
Agora, porm, foi o proprio governo
que entrou t>m campanba, com os elemen
tos de qne s elle dispSa, e empenhando
meioB, a que, nem mesmo na paBsada
eleicSo, se recorren.
Mas de tudo saira victorioso mais urna
vez o V0330 valor e dedicarlo, ae ulti
ma hora algins dos que mais dedicada e
desintereBsadamente nos tinham acompa-
nhadi at entita, movidos por indignas
suggestSes de advereanos, nSo tvessem
detcido pretenclo de negociar o sea
voto, apresenlando-me imposicSes venaes,
cujas provas ficam em mea poder e b3o
do conheciment de alguns amigos.
Nestas condi^Sea, nSo s a minha di-
gnidade me nSo permittia acce.tar por
mim proprio taes propostas, a qae nem
sequer respond, como tS> pouao me en
senta que aasociasBe ao vosso voto, livre
e desinteressado, o vo.o mac_lado pelo
mercactilismo eleitoral
Retirando, pois, a minha c,
com accordo dos amigos que poud i c
saltar, dexo disso a responsabilidade ao
governo, qne entenden dever continuar a
tratar o acto eleit-.ral com a OBsandalosa
intervencSo de todas as violencias, bo-
phismacSes e corrop^Ses, e bem assim aos
seua conhecidoa aaaocis^os, qae mais nica
ves consegairam libertarle ds minha prc-
senga no parlamento.
NSo lhes agradam depatadoB independen-
tea, com a'f"im conhecimenfn dsB coisas
publicas, e promptaa <* reBpond=rom por
ai a to aa as accueaco'es qae '.. -ti nido
feitas. Pois seja, maia anta vea i Que o
i paiz j ligar qual de nes faz figura da reo :
sa eo, qaa ma dafiocto com elles, ae ea-
s-a dngidos ju zas, que recotn espavori-
do.
Quem nao devi, n3o teme, diz o prolo-
quio, e para todos est hrje duro como a
luz 4o sol que. eu mo temo !
Qianto a vos, o meu raccheoimetto
nSo menjr, e o nter saa credo pelos
progroaao3 moraba e materiaes dos povos
do c.roulo de Thomar, desde a miaba al-
ti-na eleicSi, p-irsiat firme e ser a todo
o momento comprovado.
Salo os habitantes dos c^nselhos d
Tnomar, F'irreira e Barquinha, e, sem
resentim: n'os p >r nioqjuem, des?jo que o
candidato goverramental, qoe imanhl sei
r proc'amado .-.m compet,j das vosa i-
uroas, poasa corresponder a honra que lhe
teit<. como esaes povos marecem pela
sua illoitra^ o 3 amor do tr-. Iho.
Liaboa, 19 Ha Agoato de 18 3
CONDE DE BURNAY.
Oj amigos desse Sr. delibanram ac tar
a ua resolujSo e protestar-'ihe firma leal-
d de, tendo por digna e correcta a sua
attitude em coatrsposicSo do goveroo
combinado com c conselhsiro Mariano^- ie
Carvaiho.
Sa auizeasa acatar as prepOBtns qua al-
guis dos seas adeptos ultima hora 'ha
taeram para se cooearvar^m Sei3, eacre-
veu ao Jornil do Commerco na vespera
da eleica-, rada. Mus o Sr. Conde da 13 irnpy en-
tendea, e uitu bac, qua, embora og>
verno Iha des e o exemplo da eorrupcSo
eleitoral, Iha cump-ia resistir e r-stirir-se
^ntes do qua chafud.r-se nessa infamiesi-
mo mercantiliami da votos, e dassa opi-
nio foram tacib3m os saos honrados aai-
g a.
As tropas canes itradas em Thora >r,
podem, pois, racolaer oa sai3 sabres : a
s suas cargas, a nSo ser qua ih*s cumpra
dar si!?as rejubilatoria em b n>a >o gran
do trlompho cbtdo pelo Sr. Hintza R-
bero.
Es'.evo impnnenfe a manifeateclo
Antonio Augusto de Aguiar.
O Correio da Manh. pabon m dia 6
um brilhaate art'go a:erci do eminente
estidita e nr.tave. professor, a proposito
do aniversario do sou tallecimento e d*
mp.nif. stpg.to qne lr-e C0DP8r-0U a ene-
merita Aea'ciaySo L,du3irialPorti:gueza.
i.' evidentemente esse artigo da penn-
privilegiada do Sr. consel.tetro Pmh>;ir"
Oho-r a qoe com ella fez o seu reapp^.re-
cimonto ni r. preveo, cN o ". rr v
dooca, que ultimame-ta o affaaton d-s
lides joraa-istas,
Entre os or>erariosseTi traba'bo em
Lisboa reina ama certa a^tscao.
No di i 25, maitoa eperarioa raaniram-
8- ao alto da Ave :i Ja, sitio daa imitada
n rorrinba, e sem urna bande ra preta
o itra asul e br-nca, arcb^ com letreiros
em q -o diziatn querer traba'so e nao o
rai.cbo, Basaira i en ban > re atori at
ao terreiro do Pajo, pelo Aterro e roa di
Ar?cna!, ndo de:. aixa at a ru-
d* Plma; cm vanos pontos a polica
prat.-ndeu diaperaal-oa o ircoedir-lhes i
paasagem. do qu.^ rea loa alguns oonfli-
c'.'js, ando levemente toridoa oa canta
os oinoo ou seij operarios,
No carrinho do Campo Grande atande-
r m a um oUefe da polica, qua Ibes d sse
que gov3rnador civil deaejava full-r
Ihe3 ; oa ope-ari'a entao retrocedern! e
enviaram urna depotagao ao go em ior
ovil, o qual aseegroa qua dara tr.ibalhj
I >i. Em seguida os eparanoa ret
raram-sa tranquillamente.
No da 29, porm alguna agentes da po-
lica foram atacados por ipoa la opara-
rios.
Do conflicto, resultan a prB3i da tres
dos desorde roa.
Do ralritorio d? gerencia da Comp-
nhia das Ag.iaa do Lisboa do a"no de
1892, v-re que-a rede garal media no
fim dessa anno a extensSo de 176,821 me-
tros de canaliaaco, e o numero de bocas
de incenoera ^ 13 69"), tendo a oon-
aervaS do canal do Alvie'.la, pri'cipal
fonte do abastec meito da Lisboa, custado
apeaaa 12:000 O numero dos conaumidores pircicula
res da 40,569 e o volame d'agaa oon-
aaausla fe^ da 3,166.386 metroa cbicos.
O ren^-raeoto hruto da compp.r>h:a foi d
472:000?. assim representado :
A'uguel deontadorea 46:000^000
Consu -o ?9.r icuiar bO.OCOSOOO
Conaumo publ co 170:000^000
Descontadas as aespeza3 e oa encargos
da empre3timos particulares, fica para o
capital o saldo liquido de 29:000$
Alguna or.iSos da impresa censu-
rem ao g >verco pela descon^iderajSo feta
ao Conde de Restilho, par eco s:3o da
reorgaaisa^Zo da Junta de Crdito Pa-
blico.
Alm do 71.rna do Commercio, noten o
Diario Popular ;
Este imperdoavel descado, que attin
ge as proporjSas da uca enorme delica-
dess, a tal pono ferio e magoou o Sr.
Conde de Restallo, que S. Exc nlo exci-
tou um instante e envin logo a sua m*.-
gestade a aua demissao de administrador
da Caixa Oaral dos Depsitos.
hste incidente altamente lastimavel,
e o facto de ser aasim brutalmente demit-
tido o antigo presidente gratuito da junta
para o lugar ser confiado a ontro cavalhei-
ro que vai recebe- 2:0000 ananaes, acora
panhado de qurtro vogaes cada um dos
quaes receber 1:6000 'por anno=nSo p
de deixar de aer mata um pretex.o para
am rgaa e desagradaveis reflex5es a nes-
so respeito por part' da imprensa eatran-
geiro, agora occapada^m d8catir a qnes-
tSo dos credorea e oa nossoa eabanjimen-
tss barocriticos.
O governo turco, por intermedio do
sbu consol geral em Liaboa, o Sr. Anto-
nio JPartzeller, mandn Sociedade de
Geogn.phia aa public*5es preparadas
pai o coogresso dos orientaliatas
Um telogramma dos Ayorea d a
triste noticia de que as ilhas do Fsyal e
do Pico foram devastadas por um cyclone
que causn tambem nos marea cirennja
costea innmeros naufragios.
No dia 23 de Agosto, pelas 8 horas da
manhS, e sem grande baixa baromtrica,
comecoa a soprar rijo vento do SS. W.
S crescendo sempre at a 1 hora da tar-
de, em qae o temporal att iatenBidade. Oa estrangis foram enor-
mes, nSo s na baha da c'dade, saa cor-
tina e caes, mas tambem o principalmen-
te na parte oeste da cidade e-tre a baha
do Fanal e a ponta de S. Mathea?, na
extens^o de uns 4 kilmetros
O mar formav ondas a'tsrosasattingndo
extraordinaria altura, galgando na cidade
a mu alha do caes junto alfand-gs, qne
deve ter ona 30 metros de elevacSo.
Em S. Matbeus varreu 15 caaes de pes-
cadores e arruinon multas entras, espe-
cialmente no sitie da M Ferramenta >
as casas foram arrancadas pelos alicer-
ees e dellas e dos terrenos em que eata-
v-m, nSo ficaram vestigios, sfndo destrt-
dos o muro, pateo e caes imericres da
quinta a Mtrc3, o forte do Negrito.
Oa caminhos fie am irtransitaveis, for-
m:.i.do enormas algares cheios de calhau
do mar, e oa edade tambem ficr.ram des-
m'-ntelados os telnadoa de muitas casas
bem como as armas do oalacete dos Mor-
gados Pcreiras. na praija da R:staur.cao,
foram derrubi.dxs.
As cesas do Alto das Cov&s, que ficam
na direccSo oeste, tambem soffreram mio-
ns ava-i.-s.
(^s mil'israes, as p'anta;3e8 de brtafa
do^c, os vinhedoB foram totalmente .rra-
ssdos, e os rieju'zcB hvoura eo ex-
traordirariee.
No Re fugo (Porto Juden) o temporal
fpmbem causn prejuizes; e ju'gam-sa
perdidos dois barcos de becca ct berta,
que hav am eahido ca madrugada de 28
|) ia a Graciosa, tendo no Porto Novo
u.'Ufrajado o palacho Segredo dos flores.
Ficaram sem teetos os bansces da al-
ian ega.
Oj estragos ra estrada de S. MatheuB
eatao avali&d' s em 80 contca de ris.
Os pescadores cuo ficaram sem casa
foram refugiar se na Quinta ees Arrites c
algumas cu:.t> prximas.
Caicula-'e em metade da produccaa a
perda do milho e ca qcasi totalidde a
das com das par^ gr.dos, antolbido-ee
assim orna temeroEa ente fagricola e in-
das' ri;il, e&ta pela falta de batata doce.
Do mais pebre ao mss rico, fda a
gente 8 ff eo : c quadro djsolador em
toLe as ilhaa, e; pecialveate no Faytl e
Pen, onde granees feram as -esgrages e a
miseria enorme.
A condolencia publica tem-se manifes-
tado de modo e: pressivo em generoso mo-
vimer.o ta caridide ; e todas f.s clnsses
i>f nam se cm vir cm auxilio doa s Uredo-
res, tfSr i ^ndo o sentimento de solidarie-
dade que o povo ^crtuguez nunca esquace
e do qual compartbam oa seus monar-
chi.e.
J partir: m para alli soccorroa.
A' pr psito doa Acres, na ilha
Tercei a depert ;r d \l \ to e deB-
c tei '...ment nao t .e'.o facto o c^bo
r.' v : eid'' amarrado d;rec*Fir.ente
entra S. Miguel e TVrcire, mss tambem
f ae tao haver esperado a corolusaO
dos traL.lhoa p^ra fszer a inangnrQ3o.
A-..-ha mes fza-o a"B terc^irenees, < bserva
o Commercio de Portugal, porque fri e=ta
a primeiri .'Z, im sessecte ; caos, qne
f^r .2 meaos c i .dos polo gover-
no ca gcivgo icolridaveis daquella h:-
ro-ca trra.
S:mpre enteademoa que a i'h-. Tercei-
ra dpo devia ter fiesdo na po8:c2o inferior
em q- o ticou com re^cao ao jebo eubma
rico e eacrevemol o squi lealmente.
Os Ilustres deputados pela liba Tcraeira
ent nderam que se nSo pedia nem devia
morcar a propnsta do governo, preocort-
padoa com a ideia do que aa ;a mallo*
gra:-ce agora r conEtrucjSo do cabo, tarda
e i-ra.
Nao e.amos desta epiniao. Mas, em
i, :. .... nlo tem remedio, remediado
est.
-i vom pello tambem corsignar aqu
a'gu'-a telegrammaa p&psado^ por ocef-ia^
da inajguragSo do cabo :
Presidente commisaSo districtalSnto-
ma dsverKS fo'.z ao enlajar a m2i-patr:a
por um vincolo qua3 t3o intimo come o
p-inaamento que nos rene ao vaioroao
povo agoriaoo. Eat aberto a circu.sjSo
o cabo telegraphico entre Lisboa e 03
Ajores, El Rei,
A Sua Msgestada EI'Rei O povo m-
ehaeleosa, p^r ai e interprete de todo o
a;chipelago, agoriaoo, aauda reapeitoao e
grato Vosa M gesU.de e toda a familia
leal. Viva a i ^tegridade nacional! Arii-
VL. da Molla, .residente.
A Seas Moge8ta!es sa RainhasAs 83-
choras michaeler.ses, por si e interpretes
do3 sentimer.tos dr.s senhoras agorinoas,
bejam respeioBamente as maos du, au-
gastas rainhas. Georgina Ilintze.
D. Georgina HintzeAgradego viva-
mente as saud^Sea das senhoras sgoria-
as. Nada mais grato ao meu cora;3o
de raioha e de mai do que esta approxi-
ma^So qne tanto responde ao3 sentimentos
da mutuo carioho da familia portugueza.
Rainha D Amelia.
Envio-Ihes tambem do fundo d'alma as
minbas con^ratulagSes. Elevemos juntas
as nossas preces para qne Deas proteja os
nossoa filbos Rainha D. Mana Pia.
No da 10 do correte espera sa em
L'sba, de regresao do Brszil, o visco-de
da Melicio, distincto proprietario e director
do Commercio de Portugal.
A AsoocaySo Commercial de Lisboa .
fretou nm vapor para o ir esperar ao La-
zareto, onde tem elle qae cumprir das de
quarentena, do que dea conhecimento
redacc.3o do Commercio de Portugal, pondo
a sua dispo&iclo o referido barco aasim
como para todo o peasoal da adminiatracSo
e typographias.
Da cidade do Porto ha as seguintee
noticia' :
A d:rec3o do Palacio de Cryatal, na
ultima seesa ', resolveo effectuar no dia 18
de Setembro prximo, em que ae comple-
ta o 28. anniveraario da inaugurasSo do
palacio, ama seaeSo solemne para a en-
trega das recompensas aoa expefitores
premiadoa na expoaisSo de industria na-
cional all aberta em 22 de Novembro de
1891 e encerrada a 17 de Janeiro de
1892.
Nessa aessSo aelemne procederse-ha
tambam datnbncSo do relatorio gerai
do certamen, que eat sendo impresso e
em vi de concluaao na Imprensa Na*.
cional.
A meama direccSe reaolveu conBuIt-r a
AeaooiagSo dos Advogados de Lisboi so-


*





I




-
SWfofrv.. -'"' '-"'"'""V--^',--*-7^:
Diario de Pernambuco Quinta-feira 28 de Setembro de 1893
3


bra a questfio da BuppressSo, por parte do
goverao, da annuidade dj seis contos de
ris que se obrigara a pagar a o palacio
como garanta do emprestimo autorizado
por portara da 16 de Agosto de 1867.
Reuni se a aaanmbla da Cimpa-
ohia Utilidado Publica para tomar conha-
cimento do relatorio d* direc9So e tratar
de fusao d'aqoelle estte'cemento come
ando a commissSo para verificar a valo-
risacao da massa faita pela mesma direc
(So e dar os demais pasaos necessarioa
para Be levar a cffeito a mencionada fu-
Sao.
Como asaembla nao esti vase repre
soltada por um teryj do capital, como
dispSe os estatutos, apenss se trstoa da
discusso do relatorio, que toi approvado,
fioando para outra assemula a nomeaeSo
da comn saao encarregada de vendar a
valorisay2o da massa, e tratar dos preli-
minares da tasn.
Na diecusslo que bonve, apenes ge tra-
too de varias exp ic.$o"es. defendendo-se
o Sr. Carlos Lopes das calumnias que a
sea respe to correram com relaylo s sohb
responsabilidades para com a compachia.
Por deliberacSo da cmara munici
pal de Biaga vai ser entregue Sociedade
da Eleitricidede do N re de Portugal a
quantia de 50:0900000 em metal do de-
posito que a mesma sociedade fea para a
ins'allacSo da illuminacSo elctrica d'a-
quella cidade.
Nos aias 14 e 15 de Agosto ee^ui-
ram do Porco e das priccipae3 localidades
do Norte 180 peregrinas para Lourdes.
A reumao de todos e-n Medina <*el
Campo e Berilo dirigidos p -lo conego B.
cellar, da collegiada de GuimarSes.
Reumo-se a >emblea da Asaocia-
c5o Commercial, e n'essa sesaSo foi lioo um
cffiaio oo vics-presidecte Sr. Aodresen
Jnior, jediodo a demissSj d'&quelle ar-
co, por entender q-e a AssociacSo deve
continuar enrgicamente no movimeuto
contra a ultima le de coa'.r.b -ic3o indus-
trial, e por nSo estar de accordo cem a
reBposta dada AssociacSo Commercial
de Lisboi, nao noneando delegados para
representarem a AasuciacJo do Porto em
deiesa geral da citase commercial do
pais.
Sobre o assumpto bouve dotid-- distas-
aSo, pendo por fim resolvido nao accei-
tar-se a demissSo pedida pelo Sr. Andre
bou Jnior ; e nomearam-ae delegados
para se entender com a AssociacSo Com-
mercial de L:sbo, bem como procedeu-se
por ultimo eleicao dos logares vag;a,
sendo eleito presidente o Sr. E-nilio Au
guato Das, director, o Sr. Antonio ";da-
ardo Gama.
Por ordem do administrador do cou-
celho e Caminha foram presos 33 emi-
gran'^3 aue tsutavm embarcar clandes-
tinamente -rao Brasil.
___ Os rtfi-adorcB de assiicr, reuni-
dos, resolver representar em te: moa
enrgicos, mas respeitosos p?di?do> para
que a lei a contribuido ioduatrial nao
aeja posta em vigor sum te." r vi U b
parta que diz respailo iquelL classs, vis-
to ter sido raajto prejudicada co.m a re-
ferida e.
Tambeo djci-lirom par-sa da accorilo
com AsiOC8$So Oommercia! d c adhenr a qu quer movimeoto ds re
E9 n?i.-. legal qae venha u ioieiar-SO na
cid-- d* P rto.
C.i abarte caneara >, pcra-ite a oa
niara da cidade do Porto, para o pro}acto
dj 03 nson".mento que tem de construir
e r-o i nte D. Hauriqua na pr.,ja do
mcBcio ccaie.
a pi ojelos dererle s-r b
dos respectivos ornamentos, nao superio-
res a quarenta costos.
Kavir doa premios um da 3005
psrr. o proj o o q ie 6r ; c outro |
do riia lOOrfOOJ para o i imadiato
votos.
A ccmaasSo -'- tira di czpoaicSo
insolar e col^ni 1 nomaou o Sr. Duqua
de Palmelln presidenta da commisaaj pro-
motora i povnsia de S. Thjm, em
Lisi i.
Lnia Otto Burasjtar, m.mbro da com-
misfao esecutiva da n?sm; i .
ecb-a c DO ''."' o Joo Augusto
Soez residente cj Dondo, em qu(i so
cff-ret;.: p .ra trazer ao Palacio de 0 ja
tal r. -' lie exhibirem suas ca
nmaicas e cnticos, ;iro i^rupo de 15 on
23 negroa da Ar.ca OeoideoUl com armas
de fierra e astrumontos masicoa.
O propnente exige para iaso a quantia
de 4:5001000.
R:--V1ST* 1AKIA
pecturia tio> Si>r{oi Parlilmo*.
Te^ao .ja pooco tratado uaaitOBCiO tlll t *a
do3 empregaios des.-a repartlcao por fati de
pagamento d- fi'Ui viuiciuieatos, eabe-noa noli
ciar que h^;t m. i ii.r: da tarde o referido
pessoal, dlr i j ao bjorao e pre.-1 ico Sr.
pove-Qa:u:-dj E-tide, :>ti-i de po' seu interme-
dio obter o pagiii ii o 1 6 meses os.-- .s v o
cimea:o8, 3 Otto qaafe do correte ex;r.uio e
dona o exercteio p .-- ido.
Chegdus a paiaclo foi noseda Btnsconoiis-
^*o c: aposta de coe caoiubr s para entender
se eos 5 be..ti i o \>or o-a4or o Sr. t;neLt
coronel IossjsniD Frao Uoo Moraes. o qaal em
-onc:^ palsvn \ spos a S. Exc. o m:tivo e as
,.80 quemoveram opesoai a a:ii ap.-eae..-
tar ee
Sua Exc, a."po3 de veniaeirameLt: commo-
\ido hiv-r ouvko ao oraor, declarou que eavi-
daia todo> o e;forco3 peraut-; o ROerno Fede-
ral alim de qu' fosse pago todo o pessoal, para o
qoe na t^grapbar.
Ret.'oa se u.-do o peasoalsaliBelssimoe coq-
victo deque sr sanado dt-nto em pou:os das
o estado >lll c Ivo qastt av^^a.
Ja ua seronda fe:ra ultim i, cnefe da repar-
tigao o Sr. D\ Nascimemo F-"t)sa. se havia eu-
teoddo C'jm S. Exc o S-.givernado'1, acerca de
semelbaote as o upt) e torca confessar qoe o
Ilustre en enhetro lera f-.-ilo o possivfl ao tea
aScj.oe para a rean^acodo pagaoientoemqucs
t5o, !dr ido al a Capitel Federal, onde a res-
peito cooferencicu com o Ex n. Sr. miais.ro de
viaco.
Est mos ceit js de que a jo:-ti reclamajlo do
pessoai de que tratamos ser at endida dntro era
breve, maxitn tendo por intermediario o just-
ceiro Sr. govenador do Estado
Telegrapbo .\adunl-Dj > -t c/'1J. aca-
ta cidaae, do T=u (.'rdpbo Nacional, nos foram re-
mettidaa as seuuinl*- liobas :
Teo^o ama das folbas d'eftimanh propa-
lado, que o leleerapbo nariooal DBS fuuc;ioua,
eenlo bita o servico oflBcial pelo c:bo sooma
rio, compre declarar qoe iaso inexacto. O
telegrapbo nacional tem faoccioaado sem inier-
rnpcao, com alguma demora apenas para > sol,
devido a extrao-dinarta sfHjncia de s-rvico.
Ferro va do ll*-rir<- ao S Francisco.
A' partir do <* de Oatuoro prximo, e at ul-
terior deliberHcao, llavera na estrada de ferro do
Recite ao S. Francisco nm trem mixt) exiiaordi
Bario,' qoai panir do Cabo nos das otis a 1
ora 30 mientes da t irde e nos domiog>s e das
i santos as 6 boras e II minutos da n re, e re-
gresiara todos os das para abi as 8 hi ras da
nolte. part.n lo da estaco de Cinco Pootas.
0 referido trem, tanto oa vioda, romi oa rol-
ta, ioia~2 era tidax as eUc.o-s tLt rmediarias
t'a l* aercao da eft-ada.
Typograpblca Pernamkucana-EI
fetuou a Uuiao Tyoograpbica Peniamnacana
ante-bon'em a .-essuO fooebrecommemjrativa d
sexagsimo da do fsllecimeoto do associado
Julio Goilberme Hiiicem. presi icnte que foi da
ni' sim 88i>oci)C&o, era coja sede oesenvolveo se
a ceremonia suiemne dj bomenagem e conside-
raco a memoria do tiaaio com pompa e deco
rosamente.
A aala acba a su coberta de crep, e das pa
redes peodiam escudos assienalanlo datas i: t-
moraveis da exiet-ocia de H mcem.
A bora annunciada, presen! crescido numero
de socios, c.vaiheiros e represeotant-s de socie
dades diversas, o pre.-ilenie da Unao Tvpoera-
pbica Peroambu"ana abri a sessao por meio de
tcame ailococo, em que d&o e deacreveu as
qualidades iiisiinctas do tinado, como accentuoo
os servicos emir enes que he devia a associa-
g5o; e ee^iiaameote d-u a palavra ao orador
oflicial, o Sr. Jote Coi-lho.
Depois desie, que manifestoo briihantemente
os sedimentos tociaes < m presenta do faci qoe
commeraorava a Uoio Typographica Peinambu
cana, tiveram a palavra os Srs.: J. A. ue Mello
Dutra, pela sociedade Aoti-pirlla, Fernando Bar
roca, pela redaccao da Gazeta da Tarde, Graci-
liano Mirtina, como ge-eoie da mesma, Aribunlo
Viei-u, pela familia do tina 'o em recanbecimen-
10 ao amor e dedicacao da Una Tyograpbica,
Joao de Oeo9, Francieco de Ass's, J jo Cardoso,
Manoel Cb-ytoo e Pedro Cardoso.
Na constancia da locanta cerimocia a banda
mosical OI:n 'ense Tnomaz Cantoarh, ruis fes
aobresabir aquelle carac enstico pelos trechos
piangenie.' qne execaiou, pelas marchas senti-
itieniaes com qoe enebeo a aala, que ralpitava
de recordaefies doloridas.
O acta fui encerrado com a diatriboic&o de
om jorn I dedicado memoria daqoelle qoe f ji
objecto da sessao. de exclusiva coUab raco do
co'PO typoerapbico desta cidade, ao qaal bjnra
pelo fondo e pela forma, pelo motivo e pelos
CO.>C(lt8.
E assim comprio p Uoio Typographica um
dever, qoe sy ithetison nestaa suas palavras de
resonante fraternuade.
Eovolta em creps como de-olada viuva.
olhos rasos do lagrimas, como v tu mai cojo
cnico a-rima era o Albo qoe desa.iparece ; lendo
o ccracao a vibra- dolorosamente, as fibras rete
zas por orna forca sobrenatu'al, a classe lypo
graphica, representada por iia, vera boje ajoe
!bar reverente ante o simles sarcephjgo que
ence ra os reatos do n l"< n mojo, do grande
niado aae em vida cbimoo se Jui.o Guilberme
iiancem !
Hi 60 dias que elle iedea gran ie le da
traoitoriedadeda rraeria ; e no eoianto, semi
moa anda a mesma ad*, a rne-mi falta qoe, ba
doo? m-zes, experimentama?, qcando classe
chegou a infausta noticid
Cumprimos um dever, dever ssg-ado, nobre ;
tributamos um preo de immurcbecivel saudade
qrelie qo nos fo' coropaohei-o e guia : saiba a
suciedade peraambocana compreh-ndHr-no3 e
jqnillatar aqoillo qoe int mmente sentimos
Academ com de Bao PauloO Tira-
po, iia Capital Federal, pubiict-u o seguate em
sua edirgao de 15 do corrate mez :
A Guada co Rio poblicoo hontem ora
prctesio de algurs ac traicos de S. Paulo
mntra o nobre p:uced;mento djs sena collegss
qu vieram para esta capital tomar armas em
d< f';'a da causa leiral, im que 83 ctrpen'iam to-
dos os braxleiros patriotas.
Para que s* w\s ':u p v-' FPmelhante
> protes isla diser qoe n'*l|e foi itisidu>-a
mente posta a as-igoainra de ais; na d^s distin
eos mogas que figurara nis filenas d >s ns'en-
q le! cootra es aventoreiros que teotam
lomar de a.-.sa to n podT.
U ; d' s diui e cujo nom i abosaram
os Eeos iou.'O i u Di :'. -as,-.. Sr. 0^Jo
rico G'oria, dirl i -" B a -<<::;''.' Carta, fara a
qnal gostosameote abrimos es k
sr. B Df '- T Oa.-Algoos estu
dr.r.tes de Direito de S- P-uio, ver-
nade qu minuto, tiveram a idea
iofelis 8 des-stradu previa aoto.-isssic,
inserir ose .es **c 1- ti dos o oa collegas,
idoa tal cademico i dico, oa
hs'ados cea p ico ionistasqn* p-oi<-s-
lam contra a n v ia a esta > m il com o
fim de defe.i r : : a .. i i 1! i
ica ;;-":-i;i pelo caod'lbo Coitodio i!-1
Helio.
:j o collejas, vic;:m3 de Bem -
Ib ote rr. f e repaj i di
: ador ., pr me ite contra a
.- li a referida, nu
^ porqae ibes nao letaca coiise itae_.:o algo .
para Isso, como pn s i a am i enaifira
-, que enteodem que
A pro
i .
Da-
) pe ... si
'..
* 0u*.-03!3 deilaram i. qo
: cap! I. coma pal......ndetnicos e nao
como rtpr< itao b ..i qoe
sernos si-." b .. mal iris e
ella-, 08 mu>.
remo? liri". do ) o honra, dsposo
a m rre- pela patria ou voUar a S. PealaOElca-
. ii t i, .. v 3 a g tleza de in-
gerir ncei'oado oreio.
Su co afl lio d neo
Gloria.
alai-: ainda, O istado de S. P-uio e
joniem pob ica a ate commool; (So :
N.-', ; >a abuso assi ia I ., lamen-
tamos a li josi ca do pro esto levantado con i o
Bat.'lc' Acadmico e, o
sa admiracao, rprroi |Ost e ite indigna
dos, ss iasooacoea mal .i que pre on
dem desvirtuar o a".j res eitavel a que foram
lefadoa osdintin.U p 'Uai a re jomo
e por un uob e entbusiasmo.FjusIo F-irraz (3 '
serie); Ostaviano de Aze.vedo i4 anne); Joao
Guiraaraes i.' a :: r, Olivera (S
sane); Froatioo V .i c a \o~ (i* seriej; Sa
moa C:ta > (i* se ie); Tbeophilo de AodraSe
(3." s \ ) \ Pan'o Eg: lior (i.' seri ); Jo
vioo c. Sillo (1 fen4-); J. da Molla A. Correa
Jnior (5. :nno); L. Pindetro la Canha (2.' i
rie); los L Soos (. serie); J Barros Funseea (3." serie); Bernardo de Ca
(5. aono); Aito io fa.v;i {.* auno); llercu'ano
Kibe-ro (3.* (eriei; Virgilio Vieira (o' aono),
He tor Ga nbara (2.4 serle); Xavier i- Alm-'l a
(.a B. |e) Jo adro Hay as (2.' sene);
Aotbero Batt'lbo (l.* anne) ; Uammito^ F-rr^z
(i. .-n o); J -. x-11 > iiroosa (t.* sene); Luiz
Leile v- <.e.ie).
tniiivi-:-. i:n BogSoPor ser hoje o an-
niversario natalicio de S. M. o Sr. D. Carlos, Re
de Po-tujal e da Rainna a S~a. D. Amelia, havc-
r recepeo no Gonsulada desta naco, i hora
da tarde.
Paitara I-> Camlnfto Xovo-D Sr.
Jos Nogoeira d.; S'lvi qurf succeden n'este esta-
belecimanto, acaba de reformlo desde a re
cunstrucQao ao predio eoi que situu-3j ei.e at
a paairicagao.
Tado est novo, todo vistoso.
A respectiva arniac*o complptam.nle nova,
brilla pe.o aparado da uai de obra e pula ele-
ganda de collo;-acao.
E' om estabecimeato que na industria conge
opto nao tem igual mesroo no centro d'eata ca-
pital em belleza e no asseo que manlfesia.
Na pamficacao igualmente o sen trabalbo sos-
tena vantajosamen'e a comparaco com o de ou
t-as pada'ias; e eotre dlve'803 preparados para
cD, sobrpsahera as bolachmhas Mana, de seo
fabrico, aue effectivamecte saUsfazem a sua ap-
plicagao, sao de excelleTe sabor, e em nada In-
feriores essas que importamos para igual Qm.
A padiria do Caracho Novo recomraenda se,
pois, a atteocao do onblico.
Fesla de s. MiguelAmanhS celebra a
irmaodade das almas, erecta na igreja matriz
da Boa Vista, a festividade do sea padroeiro, o
arrhaojo Muoel.
Haver i 7 1/2 horas do da mtssa solemne
celeDr.da pelo Revm. vigario Aogoslo Franklin
Moreira da Silva, e fs 7 boras da ooite ladainba,
orando por essa occasio o Bem. fre Aogoslo
da ImuiaculaUa Cooceigao Alve-,
Paaaamento-Fiooo se hontem a 1 bon
da tarde., na cidade de Ooda, o eDgoheiro
pratico Maooel Llvino de Amorim Lima urna
coneesiao cerebral fulmioaote.
O finado era administrador do gaiom-troe
ebefe de conservacao da vu frrea de O inda,
teodo sido em cornejo ue sua vida publica em-
pregadooa reparticSo das O iras Poblicas d > Ea
lado, d'onds posteriormente pasaoo a servir Da
estrada de ferro de S. Francisco, aempre se ba
vendo perfeitamente do exercteio de suas fue
cOes e n'eilas aiqoirido coobecimanto de eage
libara, qoe nrai c^va com sofficiencia.
Cootava 62 anocs de idade e era casado rom
tiibos, qoe justamente lbe choram a perda Ines-
perada.
0 sen corpo boje pela manhSdever ser trans-
portado de Olinda era trem especial para esta
cidade. afim de ser dado a sepultura no Cemlte-
r.c de Sjdio Amaro.
Nossas con lol nelas a sua familia.
Unanse -Eale poqoet- da R-al Mala Por-
tugara pasaou bonlem s 9 i/2 boras da ma-
cha, em Fernando de Noronna, pelo que Jevj
aqoi chegar boje.segolado para o sul buje mea-
mo.
Paqaetc Tamir-Telegramma, recebido
pela atcucia da Mala Real I iglesa. diz que o va-
por Tomar sabio no da i~. aa 5 boras da t ir Je
do pono da Babia; pelo qoe s amanba tocar
em Pernambu -o em viagem para Eo-opa.
FalleclmenloNa idade de 29 anoos fal-
lecen ante borne d, victima de urna lympiame
infecciosa, qoe toronu-se rebelde a t jilos os re
cursos mdicos, D. I mares virtuosa esposa do commercante Sr.
Manoel Francisco Cardoso Goimares.
E-a exjmp] .r me de fam lia e deixa oa or-
Dbandade 5 liirios, sendo qoe o mais velbo com
6 anoos de idade e o mais moga coota apeaas 8
mezes.
O sen eot rrameoto leve logar hontem s i
horas da tarde, sendo bastante grande o nome-
r de pessoas que o acompanharam.
A sua fam.lia e especialmente ao seo incoo-
solaval esposo apresenlamos nossas condolen-
cias.
Mala uma arblfrarledade N > qne.
sob esta epu-apbe, escreveu o Jornal do Recife
de hontem. ba muito o que coatestar, mas princi-
palmente dooa pontos C-irecem de cabal coates
tacao.
Sao P8ss pontoa: a assergo de que fora sol
to per habeas corpus o cidado de que na aoticia
se trata, e a de banca qoe algoera se prestou
a dar perante o Sr. D:. quesior.
QuiqIp an primeiro ponto nao exacti a sol
tora p ir habeascorpus. Traciava so pura e aira
plesmente de uma pnso correccioaal, e o cida-
do apenas eaieve deudo a'gimas horas, sendo
salto por ordem do Sr. Dr. qoeator.
Quaoto ao segundo pon o. inexacto que o
Fr. Dr. quesior se tiveaae recusado a aceitar ran-
ca em favor do individuo em questo. Alem do
que nioguem procorou o Sr. Dr. qoestor para
i qaelle fim, acresce que a lianca nao poda ser
aamiltiia visto tata.-te de pnso meramente
correcciooal.
Pela iDexactida desae3 dou3 pontos. poe--e
fcilmente jalgar do valor do mals quo foi dito
na referida concia.
Feata de Uigui-l Amarina, pelas 8
horas "O da, ceieDra se na mat'iz te S. los a
festa do Arcbanjo S. Migoel. Regerj a orebes-
tja o p-ofessor R isas.
Fasuads V.ircila-A sociedade Ilitera-
ria dee uora fuaiuiooj haje, s 10 1,2 boras
da manha, pora t'aia' do encer-ament) dos res-
peitivns tranalhos no coTenie anao.
Tbomaz Gonzaga-EuVj'.ra sodadade
lllt-raria tambera fontciona hoje, a 4 hj'as oa
tiroe, em ses-) uroiuaria, para trata* de va
nos sssomoioa de 3po ioteresse.
oriK'.Tsi do opioO opio o soceo da pa-
n ii. d sn: A palavra opio vena d^> a reg,
n'oma ou porque, em cerius casja, prouuz el-;j< a .mira
veis.
Segundo as flccO-"* m'tliol'igieas. foi a Apoh
C-'ei qU' den a conhecer aos g'eg.is aa vinu-
.les lo '-. i >. Hvoero falla oos "-pus versos ri'ura
HJCCO qoasi divino, e nao ?p p6 ie dcvdar qoe.
j :u p ; pesares dos bomens, era o opio.
E :ir historiadores da ant'goidadp, Pyhia
e H roiito ra^ncionam-oo e as sua< oor..s nj
d ix n do 'a .1 'orna acerca d i aso que g'. 1!"
se fitia mai'.o antea u'ellea.
A planta que pro luz o :_, aa
; '- ,vi-v >y.: '.r? i I. I i e n V- r
.-ia uoi o n':'. Tansportada para a Borona
. b ra por aacliuiar-oe uu i/jujo em j.a a
pane.
Pj ir-naturalista Trarnefo.-t o nrim i.o
i))' :n fin do seclo XVII trjuxe Uo Le
para Fra:;ga a pipaila branca.
Pjra x rahir o opi) faz-rn 8a inci-5-s hoH-
. ,ea ais Cdfi .-o ou carj ^... u i .-
da oio maduras. Sibe d'esias IncisO-s nm li-
quido b-:j.ii'') qee engrossa sob a forma d^ la-
grimas, a prlncipij araarullj ca aa, uepois mai.i
pa c-'.n qne a olaota vaianadore-
riendo; em segoiua deposita >e este liquido
.......te meche j at c.u^ lenba aaqoi-
l o icia.
Era Inglaterra, em Franca a em quai lo a a
s rmprega o opio s.-ii.> como nao
dicameu'e; or m, freqo '. ate osado ni
Tur^u i e O I-i.l.a, onde se emprega para fo-
liar e ma tiar.
Os mosolmaooa servem-s? dVlle para povo
I, x:t;r coraeem. exaliar a
gao e prolazir na spirita ilaa r soub.s
i i .
O pan em que o oaio exista em maior quaa
ifdade a Cuma, e.......eoj dovida, apzi.-
do rijo- das eis qn i prohibe o n alo, r-n'
gando se o contrabando u: Buisfazer orna'
quenco vicio Jji habl ..' C l t I i i'.
Per rj"1.! d'jm posto p1" out'o. a'ama ci-
dade | at-a cidade, de Wampooa par tJan-
., :;u C. ti) pira Maca;, ajpreil-ndido
ia a i a Le pela polica chiT-zi, o opio a "hoa
I om refogio oa paquena baha de Sintin,
on ie os cool s ... lam to ical- > .
vios e s Drb'Js di palela adaaoei'a
e sob a artilbt-r a <'umi fo^ci naval, algo oas
ve?s inpaa-i.ne.
H ije o coi=urailorps entrejam-se ma' fa l-
meme 80 praser da sua paixi favorita, que
loconies avclmeoie urna d^s p inclpaes caosas
do enervameoto na enorme p.p lacio da Ihtna
e qa'c. o motivo principal qoe os ... -.. de
,t Dijir o deseovolvimento que a moderna (H-
lisaco tem levado a todos os povos do rnuoic.
Altes de fomarern o opio ou de o maeti^arera,
oscbioezc preparara-no; asaim fervem-oo no
nado b-oto, n? materias relooi > dastaea ..
1 ;e raoloob'.eem ora prodoclu acia miatjra,
cojo pjrfame delicioso.
Para o furaar, acceniem crai peqoeoa '.; la
callocaia em ura rande caPhirabo ae rnadeira
com alguma materia combaatlvel, o amador a-
pi',1 cj'iatro o- <-|no" tnmaea i
0e e entrega-se u eoalio que loe d^ agraa-
veia sensacOes.
O opio mai? apreciado o qje vera do Levan-
te; priocipaloeote -e Consiaotinopl ou de
Smy-n'-i. 0 om se cultiva na ladra, na Persia,
na Italia, em F.*aoc< e na frica, e moit^ menos
procorado no com'i-ercio, seudo no eotaito coo-
siderado eoao do melaor, o qac rom ca frica
Oriental.
Captura N) municipio de Agoas Bellas:
16 do corrente, fui caoiurado uo Ing^r Grillo o
rao Jo3 Bezerra Cavalcan'.e. cinhecido or JDj
Menino, o qaal est pronunciado em enme de
oorta no rcnoicipie de Buiqu
Enpancamento e ferlmenlo-A'J 6
horas da tarde ae 24 do correnie. no i. dislrl-
cto do muiciora da Sacada, Joj H -mino de tal
espaucou J .&) de tal, que por sua vez ferio
aquelle cora u-i.a lacada.
A actoridade local tomou cor.hecimea'.o do
facto.
tnaamlii im dos Bemeilin-Sonrp
esae lacio que hontem noiiciaraoa, conaia da
parte policial qi;e o assa^slrio chami-se Pedio
Francisco e o assasainado Antonio Civalcanle de
Almeida Cat.'ha.
Consta m lis da mesma parte qoe arabos eram
empregados na tanoana de o nn renaco exu-
tpne na Capnoga, onde na ve pera do crime o.-
dous tivpram ama altercaco, caosa e orig'-m do
a-sassinato.
A aulondate competente toon conhecioietto
do faci, e diligencia captorar o cininoso.
Sociedade Auxl iadora da Agricul-
turaHoje a 1 bora da tarde, devem reonir-se
na sede social os membros 'o conaelbo admi-
nietraiivo, para o fi n cjnstant>8 dos annnncio3
publicados :.'e*tn lolba, e fonccioodi o conse-
lho cora os memoros que comparecerem, vist j
tratar-es da 2 coovmacao.
Aeaoolacftv Medico Parm-ceutico'
Reone-se boje esta siciedade em aeaso ordi-
naria, no logar e bora do costme.
Ordem do da: a mesma da sessao aotece-
dente.
Tribunal do Jar' doBecife Fao;
ciOD'O hout-ra este inoaoal soh a presidencia
di Or. Jos Jolio Begoeira Pioto de Sooia, jan
de direito sobstitalo reciprco o 3 districto cri-
minal, occopando a tribooa da a'.cusjgao o Dr.
Jos Antonio da Suva Mello, 2* promotor pu-
b ira.
Foi sobmettido a julgameoto o reo J i Joa-
quim Alve8 do Niacimenio, proooocudo como
incurao Das p- na- do artigo 303 do cdigo penal
e aecusado de baver em 23 de Abril do crreme
aono, ni fregoezta do Poca da Paoella, fendo
com urai oavalb^ a Vicenie Farreira do Niaci-
meato.
O jury de senteaca compoz-se dos joralos se-
gomtes:
Beroardioo Ferrei'a Azevedo.
D-. Jos/> Carlos Balibazar da Silveira.
Franco aimo dos Santos.
Joaquim Fehppe da Costa.
F.-aocisca M. de Carvalto Paes d9 Anraie.
Alonso Jorge de Mello.
Carlos Pires de tfagalties Breves.
Cyrillo Aogoslo da Silva Santiago.
Marcolioo da Cruz Los Waaierlpy.
Produzio a defeza o Dr. Lniz Emigdio Ridri-
ues Viaana advogado dos presos pobres.
O jory affi-mon ter o -o praticado oa f -ii-
mantos, infiaiodo no dpl't i as crcumauncias
aggravantes do aniso 39 4o e 5* e aileoaau
tes do artigo 42 I* e 1 j do cdigo peoal.
Em face desias decuOas o presdeme do tri
traoal coodemooa o i) oo grao medio doaitigo
303 combinado com o artigo 409 do cod nal pena de8mexea, 22 dase ti boras de
prlso simples.
Termlobu o jolgamento a 1 bora da tarde.
Dee ser jolgado boje oreo Joo Gjocalves
Gara es.
Corpo da policaServico para o dia 28
do correte :
Roada malor o Sr. tenect i Luiz de Franca.
Guarda de Palacio o Sr. alferes Ermiro.
O corpo dar as guardas de Palacio e Casa de
Detenco.
Uniformes n fi.
tiaqaadrao de cavallarla Servico
para Hoja, 28 :
Eatra de roadi o Sr. alfcres B.-llarmino Al-
raeida.
Entre a Inglaterra e a FrancaHi
mu o lempo que se falla aa coostracc&o de ara
tonel oa de omi poate qoe pocha em commu
niceco a Inglaterra com o conuneote europea
Anda que a empreza seja da maior magoitude,
nao ii impedido a sm realisaco dilli rada les
tbe:boicas oem pecuaanas. A ella opp; se
orna razo poltica, qae talvez cuaca se]a ven-
cida, o temor que tem a G-S B-etaoba de perder
as vantagens da sua siiuico iosolar, temor ira
rai-nau, que neohama espec e de coasi erag.)
pode sobrepujar, como se todo o estadista 10-
glez livesse p'ufaademeaie gravados na leTj-
orar-ca es nou.es da Armada Invencivel e do fa
moso Alfxmdre Farnesio.
A recente obra do porto de Dovtr deu motivo
para qse se falle de novo em estabelecer aira
vez do Canal da Mancha, commuoictcs mais
raoilas e seguras q ie as acuaes eranora eft:
jam estas as melho~es condicOe-i. Moitoa eo-
genheiros im apresen ado; projectos de tunis
e de po i es, iodos nolaveis, oais a coja r-ali-
z.eu se op.os o preconcebido temor britnico,
lvit-e esies unimos projectos esta o tonel de 18
psde diara -ro p-oposlo por Eioarjo Wa k n,
.ojo cusicalculado em2.500 000 Imras e ootro
eooatatl lo de enorme^ tobos de ferro e ac de
20 e rte dinmetro 120000 de. co uprimento.
Vario eogenhe'roci oglezs apresenlaram un
projecto de ponte a 73 ps sobre o nivel do ror.
e sii'tentala po.- ffro-sos esteios diaanies 5i)0
metros ent-e fi O peso lotil desti ob-a im-
meas sena, se ebegasse a canstroir-se, de...
735.000 toneladas, o lempo para coostra cao de
-ei,- ao os, d seu cusi de mala de trinid mi-
lhf)js d>- libras.
Tidos e-tes projectos sao grandiosos e taea
coutiooaraoa ser, porque sobre elles consolia
do o gen-ral Wai.-.eley, ba pooco temao, deca-
roa qae i a i id is muitos incaavenieutes.
Conzretiso M tclallaiaO Congresso Sa-
ciall ia Jateroaciooal reunido em Z i i i j-^ ter-
minen os seas trabalbjs, e o prcx mi coo^r'a-
so f.n coov cido para daqai a tr"s ainoa, era
Lonires. A jalgir tifias comrnuni''Ses do
z'' respndeme da Times, que en, alias, 80Ca-
l's'a, parece que niogeeoi flcou saiisfeo como
Con^reBO de Zoncb. GiSlou elle tres dias
n-eciosos, qnc devio ser dedica ios regera-
ci i da humanidade, era debates sobre o? criierio3
da o tholoxia e em so expurgr de ereges.
Os an r aislas uaj sao os mus apt03 para fazo
rem a oropaganda ue doolr'.nas qi'f. pare3em
si-ficicnieraerite anarebicai ; essa affi-ma^ao ao
Cra^re.;:o nao deixoa de sorpreheader a mni-
i ios.
Vais -orpr-raden'.e, porra.ver que os socia-
listas tnddpendeatesa sao laxados d i anarchis
ta? pelos socialistas mus bem d:s:iolioados, e
. exi-Uaos do partido. Um Couselbo E,u e
nico n.'io pjdria ier ti lo ;mais cuidlo do que o
Co gre-so -;e Z indi, era; garantir a orthodoxia,
doplameote testlada os seos m morca. Faz
. gi nte qu asi desesperar de- progreaao ds e?p-
cie, \ qae, depoia de toda essa pnriflcaca
tia laoorusament-- realisada, a ver'a .eir c Q
ci sn-^i dista contioi lo litigiosa como aera are.
A acreditar se nos allemea, s) ell s o: ua'cos
e rlelo J Dossoid res do g-aede segrodo. Hi
B: Krl Mix o seu pro;he;a, e o Sr.
Freinch Eugelao spu POCCessor cansa.-rado
parece ser eale o credo do3 socialistas milnan-
ies da Alie nanha.
Ocorreayoadep.te do Time: fez urna narra
cao engragida da rrecisao mecbmica com que
ell -8 volarara palavra de mando e da proxpti-
dao com que o- Beas guarda; avancida* corre-
ij.i'qu'r taita accidental aj aa.-umir a a'-
itude dierminad3. Mis os BOClaiiatas do3 cu-
tros piiz 3 cao aceitj o ev,.ng-.-lao segundo
Ki I st-'X 8 meamo 89 resen'.iram da exibeo
exclusiva do retrato deaie g.-ande boraem. 0
di-U-ga-ios francezca nao pouora esquacer-se de
que Franca prodazio ;,!r,nm:3 das i ecr is s:-
cialista8 mais geralmeote aceitas :?nuram-se
ae ver as pagelescobartaa de um; seati ngi vn'-
gardo proph?ta ailemo es:ripti era deseaseis
in:uigjnj. Coose-varam-ae. todivia. calmos
etcqjao'o Bngels po apaareceo Ihaatralmen'e
ni platafjrma. Eot perderara a paciencia,
e p lis de levantarem vivas C immaaa, aban-
ra ioorporado'o Con?rei-'0.
V e, pirra, que oa socialistas agora stibna:,
o qae o socialismo significa em abstracto. Tjra
iodos era commum o m-'mo i lal em'oora :if-
rao coasideraveimenie nos meioa du rea'isal-j.
O socialismo Bigoiflca agora, em todo o mani
a D iC B8** "i ii"n rin n-n-iT-gJo e de
l ; a abllelo do8 caiitalisias lodivt-
; e a su sobs.itcicfto pelas eaiprezas do
Estado o moDicipaes. lato soi ^era, mas nao
na r'tl'-nliade em reeonhecor qu sr:!"-
de a laiuuae pjra dillarcngas de opimu) so re
o modo de reaiizal a
E'de lastimar qn? o lieal qae t-it tSo
claramente do capitalista nada diga sobre o Ira
balbador individu^lmea'e. E' provav.M q ie elle
de3appareca tao raaidamente cora o capitalista
e nesie caso os meios d) prodac*) e da per
muta diminuiro com tan'.a rapidez, qae oem
'a'e a pena coosi l-rr se ell'-s sero o nao
oaeiooalisado. Nao se descubri anda nada
capaz de fazero bomem trabalnar cora mais oa
menos aasiduidade, ex:epto a esperarla de se
tornar om capitalista individual pelo meaos na
importancia do sen salario sem mal ou quiaz-
nal. Karl Marx e oa ou'ros socialistas podem
ser lo profundos qumra luintpligiveis, mas uma
cousa cena e qoe oa sena evaogelbos indus-
triaos nao tem forca motriz adequada. Como a
humaoidade se acba constituida actualmente,
ella se recusa a trabalhar por uma causa to va-
ga como om possuidor nacional de capital e um
emoregadora nacional do trabalho.
Caaamentocvll-Foram affixados oo dia
27 ao corrate editaes de proclamas de casa-
meato dos seguales cootrabeotes:
Segondoa
De Francisco GomesPereira Guerra com a.,na
de Aodrade Lima, aoiteros, residentes na fre-
guezia de Aff.'gndcs.
Francisco aqioqj Pe-eira, residente na tre-
guezia de S. Jas com Joaooa Rodrigues da Sil-
va Jacobina, reaiden.e na fregaezia da Boa-Vis-
ta, solteiros.
Prlmeiros
Di AntofoCa'valtio Mooieiro com Carlota
Rj0a Oiindioa Gimes, eolteiros, resideotes oa
fraeuezia de Sanio Antonio.
Dj bacbarel Joaquina Elisio M\a e Silva, jaiz
de distr'cti do mon cipio de Olinda, residente
na fregua de Sacio Antonio, com v teda Pon
tes, reeideole na frfgaezia da Boa-Vista, soliei-
ros.
J io oslodio de Aodrade cora Francisca Emi-
lia Gomes, aolteiros, residentes na fiegueaa de
Santo A moho.
Telegranamao retidoAcham-se reti-
dos na Estaco do Telegrapbo N.cional do Re-
cife es seguintes telegramraas :
Un para Aucuslo Lassance. orocedente da Vi-
''tina; outro para cadete Buy, procedente de
Mict-i; e um aviso para Toeudoro.
Operace rlrurlr Foram pratica
das uo hospiial Pedro II, no da 2o do correnie,
ai segointes:
P-lo Dr. lialaqoia8:
Exi-accao de bala do braco esqu-rdo, recla-
mada po* feriia ae arma de fogj.
A-hroiorai j, reclamada per abeesso do joelbo
efqoerdi.
Pelo D-. Vieira da Cunta :
Ex'cso e cauterisaco a tnermo "auterio, re-
clamada por tumores nemorrboidaes e ulccra^o
do aous.
Extracgo de corpo extraobo (bala) da regio
escapolar direita, reclmala por ferim-ralo de
arma de fogo.
Pelo Dr. Arooblo :
Posthoiomia a caivete, reclamada por pby
meis.
IsMpeetoria da *. dlutrlrto marl-
twoRecife, 26 de Seiembro de 1893.
Boletim meteorolgico
oras Tem. centi- Barmetro Tensao do flum
grado (o O* > vavor dae
6 m. 2.'3 759-.70 17,8i 79
0 26:0 761-.35 18.27 70
12 26/1 76'- 2i 18 73 73
3 t. 26.'l 760-47 18 5 7i
6 25,9 760-.75 18,73 76
Temperatura mnima 2^*50.
Temperatora mxima 27,0J.
Evaaoraco em 24 oras ao sol 6 m2, a sombra
2,mira.
Chova nulla.
Oirecco do veato E e ENE alternados de meia
noits at 3 b. e 22 m. da m mh ; ENE com in-
terrupgSe de E e NE al 6 h. e 03 m ; NNW
at 8 b. e al m. ; N ,V atO b. eOl m. da tarde ;
E at meia noue.
Velocidaae media do vento 5,m0i per se
gundo.
Nebulosidade media 0,33.
Boletim do porto
Pra-mar ou Das Horas Altura
balxa-mar
B. M. 2S de Setemb. 10-47 da m. 0.-03
P. M. 26 de 4-"l da t. 2-43
B. M. 26 de 10-22 da i 0,-13
P. U. 27 de 4-44 ..a m. 2-32
Lelloes EHectaar-se bao os seoraits .
Hoje :
Pelo agente Gusmo, ra da Irap'ratriz n. 1,
s 11 boras da manb, da armugo de amare lio,
envermsada e notada, balco de pedra, bteiro3
mesa, carteira. balaoas, etc.
Pelo agente Pinto, na ra do Bom Jesua o. 43,
s ... horas da manbS, de om cofre de ferr>,
una mesa de copiar e outros objectos ; e era
co't ouago, uma mobilia de Jacaranda, guarda
loses, guarda veitido, commoda, mala e maitoa
ouiroa ODjeclos da casa de familia.
Ama h:
Pelo ag-ot-> O'.iveira, no armazera da ra do
Irarerador no 39, aa 11 boras da m loba, do ira
portante sobrado silo ra da Irap-ratriz n. 51
Pelo u^mo agente, a mearnaa horas, d i ura
bom terreno oa Boa-Viagem.
saiaaas fEneurea-SerSo celebradas:
Hoje :
Ni matriz di G-aca, a 7 e 1.2 horas da rea
nbi, pbla alma de Id ..ni Lsiiao da S. Cardoso.
Am;:n!: :
Na ig.-'ji da Gloria, s8 boras ~z manila, pela
alma de Mina Bofrosioa te Freitaa.
Ni atriz de S. Jase. 23 8 fiaras da mauh,
oela alma d- Joaana Fiaa-J^a de MjIIo Caval-
CttQle.
Paaaagetroa-Sa'iiilo-: p.'ra o aarte ao va-
por ni onal S. Franoiaeo:
Manoel F. dos Santas Maia e sua senfiora. Ai
l;inio Augusto Perrera BiUar, Bacbel M. das Ddres
Parjo, Joao M. da B aseci.J Macha SiUa
Jjvm^ Jarreto. Francisco R. de Paiva Jos Gi-
mes Hariobo Max L w A ton j A. Birb o
Laorodo Pereira Simas, J aoB.de fii-'a, Per
oaodo 8. 1 i ute Antonio P. de. M le ii Erai-
lia de Medeirori 2 -iihos. i s i irinh i i i eri ida,
Li'z Carnelro, Ri a-da R. Pires, Casemira, Ale-
xanirina da '.':. Lim. Jos Perel'a, ETiilian
Jo-P'reira el 61aa. : cadetes i mulh I
'ho t 1 rraa J. 15 r ibli .. ui bu-a e 3
rilos, Hsariquu R Ca s d V 11 I :, J.-
J. ra Custa. soa seo no a e 3 lilnos, L ra
Cib-ai F'lb-i. Jas A. Pere'ra Diliro. Loo
Tavares da Lu, i-'."-;, ica dd era
cante.
Caaw de avetaacaoT ate do? pre
S03 da Casa lo Bcifi Estado
Pernaraouco, iM'. : el I.
Bxistiam 403, entrarara 3J, samram 4 exis
lem 454
Na aooaes 434 idee 8 : ... 'ca ii-
Total 454.
Arrscoados 373.
Baos 333.
Doeotes 15.
L '-oco3 6.
Linca l
Tolal-373.
Nao lleras movimento .a enfermara.
Hupil.;! Pedr > II0 mov lo
estabelecimento a cargo da a de ..,-
tricordia tia 26 ooro, foi o
K'guin'.': :
........ 66'
:........I......23
-------C9i
ra..... '2)
... i
... 639
-------0^!
Foram visitadas aa enfermaras pe i s< .
tes mdicos:
Dr. Ir .; 8 3/i i macha e
aa 9 1/2.
D-. Barros Sobrioho, entrn 3 7 1/4 da c:
i sah'.j s 8 I/i lloras.
Dr. alaquias, entronas 8 1 4 la......
Mo s.i 11 1/2.
Df. Simoes Barbosa, eiitrou s 10 da ma^a
_' ranio .3 11 1/2.
D- Berardo entrn as 11 3/4 iz mina e s;hia
ae 12
Dr. Arnobio M.r.'i-s cn'.au ti 9 3/i a ma-
nb e sabio s 10 3/4
r. Lopes Pessca, eatrou a 10 1/4 da manir e
sanio f s 11 1/4.
Dr. Vieira da Cunba entrou S3 10,'- marft"
o s 12.
Aodrade Lima, entrn a 9 1/2 da raanhi e sa-
bio a 11.
'barraiceut'fv, eniroa s 8 da rxcrv"
aio s 2 boras da tarde.
Ajndaote, entrn s 7 horas da maaha o sahio
s 5 '' tarde.
Cenaiserio publicoObruan do dia 26
de Seterahn. de 1893.
Manuel Marinho de Azev,:do. Pernambuco, 26
aono--. solteiro, graja, tubercol,3 pulmonares ;
Dr. J.;a-; Paulo.
Um feto do sexo feminino, peroaiibuco, S.
Jos, inviabidade ; D-. Alifc.au Gaspar.
Beravioda Z f-nna, Pernambuco, 57 anaos,
viuva, Santo Antonio, eoterlte; Dr. Bapt'.sta
Fragoso.
Luiza de Allraqn.'rque Fredental, Percambu-
co 44 anuos. caa=di. Baa-Vista, leso cardiaca ;
Dr. Alfredo Gaspar.
Bo8all"a de Almeida, Pernambuco, 3 dias,
R-?cife, affeego do systema centralnervoso; Dr.
Bechtinge-.
Amoroaaa da Silva, Pernimbuco, 13 annns,
solteira. Poco, tubrculos pulmaaares; D:. Bi-
beiro de Brito.
Geminiano Seralim de Ollveira Mello, Pe--
oambuco, 51 annos casado, Boa-Vieta, ery-ipe-
la; Dr. Baplisla de Carvalho.
Jos Severino Theogenea Xivier, Pernambuco,
48 annos. ca3ado, S. Jo-, pneumoa'a; Dr. Car-
neiro L5o.
Manoel Bengnela, Afrfc, 78 annos, casado,
S. Jos, darrba; Dr. Mella Gomes.
Maria do Valle. Pernambuco, 3 mezes, 3e:ife,
Btomolite ; Dr. S. Poriella.
Antonio Pedro do Nascimeato, Cear, 30 an-
nos, Boileiro. Baa-Vista, lesSo cardiaca; Dr.
Barros Sobrinho.
Maria Jjaquina, Peraambur-o, 50 annos, sol-
teira, Boa-Vista, febre perniciosa; Dr. A. de
Lima.
LITTERATR*
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3 2.
5 '
MEMORIAL
Fallecern
Exislem .
Buhares no vos.Eocontram-se
venda por precoa ras aveis alguna buha-
res com todos oa aeos pertenees, na roa
dt.a Florentinas n. 20.
Cha especial
Harca liull Dog
O cha especial, que recebe mensalmente
Bazar ra Bi-Vista ra da Imperatriz n. 88
o melhor que vem ao mercado, e, veode-se
4.500 a libra._________________________________
Hem eontesoco
Chapela ra Raphael
qnemaiore mais moderno so.-timento tem de
Cbapo3 de todas as qualidades.
Capotas de seda, palba e flores;
Toncas e chapeos pbaatasia para creaocas.
(j-dvatis, do-es, plumas e passaros.
Aigredes phaniasia para perneados.
Gazes e veos de todas as cores, etc., etc., etc.
2Ra do Baro da Victoria2
BAZAR
BOA-VISTA
RA. DA IMPFRATRIZ N.-88
caba de receber a oUiraa novidade em
GRAVITAS
GRAVATAS de camDraia brauca.
GRAVATaS de. catnoraia dd cores.
GhaVaTa* de sda de c es.
GRAVATAS rie s-da branca.
G i.aVaTAS de 8'da iir"t;.
GH.AV .TaS de seda crepoa.
GRAVATAS mantas s^.i^-es.
BISCITS
Liadosortimemo ^e objecto--de biscuits pro-
prios para ornato de san?, enfsites de loillet e
es peca i oara pre-eote*.
OBRAS DE ELECTROPLET
bsbvicos r> ira ca.
banobj.as para copas.
ALVAS, LICOREIBOS.
BANDK JA9 nir:, p4 I.
POKTA-CARTSkS, MMLHKiaOS, PORTA RETHACT03,
ricos TiNTKiRob o .:!. rsos ocje^ics para presen*
SPAPTILHO
Esaariilbo i lao.-icante, em seda e
alg i o.
MEIAS p'eta c de c-ss parabomens, 86*
"born f enancas.
L^QITi > e ventar il '.
I'-.\G iLASpa" bniiei^ a ceninos.
RENDA
sortimento de bicos''remes, brancos
le to ..
Gr*tl8d8, fit-a e bordados brincos e de
r 'a
P3RFM Rl :-
. u --:. 3 -j- melbo-
Espelhos
E n-:;- i8 '< a sa3'.z :t do fabri-
;! : iRTIN.
LEN .OS de earub i liol o seda.
: CAPOTAS ,". horas a......
30^000 rada BOJ.
TOALHAS.BONECASe oatroa r,niNQUEDOS
par en i
I para costaras, CAR.TEIR.AS, THE-
ra costuras.
i em ta-taru;a.
. cj^Lj, rjjpa, uhas e den-
mO*. E COLLARIMlOS^LISilO
JARR iS 1- l ";:' e B'8 oit.
COCOAS 3OHIAKIAS
Lio I has o ernzes qj toa las.
VELO :i, D&i e CArtRO pura criangaa.
* lfredo, Ganch'3 & C.
PBBLiCiCOES A PIDDO
Sim o' es explic^Qio
No .. r< tas rto n'A Provincia de
otear,, b b a epigranhfl Ao Diario ele
Pernambuco, o Sr. Dr. Q-ingalves Maia.
sea siga alario, allome a minha humilds
individualidade empraatanio-me ana ca-
rapa qae uSo cabe--ne e nSo aceito.
Attribue-.: e a antora d ura artigo pn-
bl.'c d> no Diario di m'.e hontem, na
sijcao r'u'ilicaqoet a Pedido, pelo facto
re ter o mea rolato io da IistrncsSo Pu-
blio* merecido da S. S. ama critica des-
'adora.
Jul i-sao um despeit-ide e por id oa-
paa di procurar desforra na intriga e no
an-.-nyrnata.
Nio me coohs'je o Sr. Dr. Qon^alves
laia e eia Dorque faz tamanha iojastica
ao naeu earaoter.
A'indi mesno q-.aado o Dr. Maia me
tivesso offendido com <\ tal critica de qne
anda sa lemora, eu tel-a-ia esqueoido do
mesmo modo que fiz sendo ella simples-
ment desconsoladora.
Sei co!locar-me ac'.ma de todas esaas
poaqaidades e nunca s^rvi-ma do anony-
meto coma arm da corabite.
O quo at hoje hei osoripto n2o tem
6-vio d capa conceitos menos di'nos.
Entretant) o Sr. Dr. Gongalves Maia
volta se para o Diario aggrida o, in-
sulta o a ingenuamente admira elle nSo
eanhocer cas leis do co!leguBmo e da so-
lidanedade jornaatica, e porque pu-
blican na rifi c^Iumnp publica nm artigo
contra S. S.
Moa... iaso n3o vem ao caso : o que
ea quero deixar a limpo que eu nSo fui
> autor do tal arl'go, para que o publico
nSo mo supponba capas da trocar o mea
nomo para dar vaso a odiosee despeitos,
como insina o Sr. Dr. Goncslves Maja.
Sei, como S. S., defender-me a lu do
Bol e sob a responsabidade da ninha s
signatura.
Figueiroa Sobrinho.






m
__i.

\ X

- I
1 HtfiBB I

i



Diario ce Pernamiwco Quinta-feira 28 de Setembro H* 1893
0 Dr. Amaro Cloiraao Jornal
do Rccife
Nao me cansen surpreza ler boje na Gazeiilha
do mesmo Jjrnal referencias meotlroz.a. e ale
vilaes, a uona pessoa em dtLza de uiu re
lapeo.
Oevo urna resDOSta aos meu' concidadaos sen
satos e dignos e nao a aquelle que abusara da
imprensa e que preiendem tVnrfer me e apre-
sentar-coe ao puolico cumu uts iu uviduo sem
dignUane e sem est malo,
fe Nao qon tomar lugar a niniuem porque nun-
ca me julguei co n tal dlrei'.o, peculiar a mu tj<
esperU>noja ac u Imeate.
Nao inruli i lambem a out-m porque ful eo
sement o insultado em voit-n anas e com amea-
C8 e quauJo adiado do bond o relapso tao de
rendido, dirigi me palazo a dignos rapara oa'tcuhs ada Gazitilha, ter em frett
a soa mesa e Bcrfta.
Nao dei-lne beogaiada algoma, po i qie. no
momenio de ser aggredido, fui cuntido por al
gun passageiros que me segorava-n i oj orados
e difficultavam me al a dttez-. A banff*ta caniu
nesse momeoto, quaudo me detiotiia e o ren
so se auoderou deila no leito do bond e oao m'a
tomiu, nein m'a tomara nu >ca.
Nao li'1" t-iTibein -ora elle, po-qi nun"s lo-
tei com -Ui'sos. Rjpelli-o s pr- na defens
va e toufo nelos s-os AlUoa protectjre.
Haiki uwrac.ida essa lua Tudu i* o s p is
sou t o rpidos moran t'S, ja no tira da pote
Batrqan de Macelo, tendo pon antes mcMo
do bond o relapso e nao oa ru Marqaei ae
Oiinda. as pravas nao insollaram a niogoe o,
porquaoto mo acbaodo presente nao oovi msolt.
algom.
) aiferfS da goa'da nacional u i pr-si po~
pir ler querido se oppor a prisao do relapso em
altos brano?. O qoe se pas.-oo oa secretaria de
polica por pa-ie dos dous presos.se o maligno do
ticiansia preiecciasse, f.pezar tiesuas bellas
qoalidadej, (icaria tendo asco pelo menos do rea
pso. Mas, o Senbor 00 Jornal segu o seo camj-
nbovelbo. Cbeguel a meu caro P diaj, e ja tenbo um d saf-ci.-, que me aprsente
ao publico como um nortea sem dignidad-, eo
tretaoto, estou certo que nao teobo iuiuj;go-
aqoi.
O meu nome dever serv loe para os seas
ns.. .com certeza.
p-etend- gratunamen'e fazer de mim um alvo
a comentarios iofamaBtes. fazendo er." a inul-
tos que fui pelo menos espaocado. &' assim,
que fui loformado bootem, de que em sala de
nm Baro, rizeram a respeto do ficto aprecia-
res aviliadoras a meu respeto e sem me co
nbecerem, entrelaolooao cooheco a nenhum
dos naouns do Baro nem punca os cffeodi
Na estagao de T ioa foi um advogado d'aqui
referir o fado a sen modo graiaitamente me m
femando com Itngnagem a mais fenn Muito
bonito I! Vivis perieitamente bem, grandiosos
caracteres I...
Sei ja por observado de 50 dias como se des
pedacam os ca-aeleres pjl ticos oesta minba
an.ada trra ; nao tomare parte em Iota algumi.
po-quanto tenbo iffeices muito iatensas a al-
guos compatriotas, quemiluam em grupos poli
ticos distincto8.
Sou irmo do Coronel Cintra cem cojos actes
polticos nao tent nada que ver. o qoal 86 en
.Jgum da de sua existencia, delxou de ter dig-
aidade, foi fomente, quaudo permiuio que lb>
alertas e a mao certos malucos, que o osul'a-
am ^bragadamente pela Impreora e pelas es-'
quinas.
Sou to do Goveroadur a q-.em voto urna tile;
cao oda minba, porque conbecodo-o desde sua
infancia at hoje o tenbo observado como capaz
de iiiteira altivez e da mais completa honradez
Sou Dr. em medicina exclusivamente por
mim. em lutas constantes contra mil adver-
sidad s, de qui sab vencedor; orneo perga
tbinbo esta offerecido ao povo perntmbucano
em recordaco e seo civismo passado, que me
tem servido sempre de estimoio. Tenbo horror
aos infame., e dos calumniadores ; at btje pos-
so a;z-r com a mcior saptitfaCo em minba al
ma, tenbo vivido fJienle para os outres e ra-
rao ente para mim.
O Jornal do Re le procure diviriir-se com
ootres e deixe-me em pax; defenda os relapsos i
ob reprobos como bem tb aprouver, mas .., ae
respeite como um bomem de bem, capax de te-
das as dedicares pelos oniros, quem qoer que
3JJa.
F.que o autor da docu certo, e de urna vez
por todas, de que iuea n me, meo tolo scieo-
tiBco e minba persenalidade, nao fo variedades
de capm para uso diario de nenhum detractor
gratuito de repotagOes albeias.
SCHORER'S
Familien Kalender
Fr 1894
ZU HABEN 3EI
THEI). JUST
Preis 2SOOO
A Revolta
Recife 27 deSeteibro de 1893.
Hodiemibi crs libi.
Dr. A. Cintra
Os canfcOes do Sr. Custodio cida dia qoe pas-
sa vao fazendo maia victimas; entretanto, a nao
pando 'arissimos sao o que, aberiameote se
teern manifertido a favor do goveroo consti-
tuido.
Nao fallo, est enteodido, n'aqoelles que ar
rlscan lo a vida, dexarain seos commodos para
morrerem abracados coro a c> nstnoigSo e o re
gimera legal; esses nao s manifestaram-se fran-
ca e altarreate proslitos te urna causa santa,
como timbea! reduzuam os seos livres peosa-
men os e esejns em um faci consumado e por
i -s applaudidr1.
N'eates tempos, o qoejostifi:a perfeitaroents o
proce unenlo qoe este ou aquelle possa aaoptar
no m ment dad i sao os hrtot provados, mejmo
porque, os parados militantes actnalm-ule n i
nnrase de un estadista coohecido, fcaram bes
tiilisados Oante da surpresa do Sr. Custodio de
tfvito.
E nem jamils se argumente com a triste bis
tona d- um rompimeoto ejfe o Sxerct'o a Ar-
mala Nacional; tal argo-neoto destituido de
ftMdaa nlo e aprego e nao ple absolutamente
prevalecer como base pira cimentar a revollo
que ag U o Paiz. A revo'uvo nasceu do ego s-
avi de ora horaem irrefl;ciido qoe, allociaado
pelo ciume, jolgoa se na aliara de, melho- do
qoe niogaem gerir a naja >, e, sem anlecoacSo
de acos eloquentes qoe aitiras-em a siluaco
pojitica do Paz rompeu em bostilidades contri o
goveroo legalmente constituido.
E' pois um facu notave haver aiada quem
aielit: oas bonit.'S ph ases do Sr. contra almi-
rante Cu-todio, que iropividamente aioda conti-
na a destruir orna cldade, someate, diz elle,
para qoe o goveroo Sopremo da Naco seja es-
tregoe ao< civs : tal acn ecimento ser irrea
lisavel nao s porque o Sr. Custodio jamis coo
seguir attiuir o pnmeiro deg'o do poder,
como principalmente, porqoe se tal acontecesse
lodubitavelmente, elle nao se deixaria goveroar
por oa'.'os.
E depois, qoal a razo. qoal o motivo, em que
se baseou o Sr. Custodio para bombardear urna
cdade e teoUr apeiar do poder um governo le
gal. justo e critenoso ? !
O Si*, marechal F'onaao Peixcto po e ter pee
cado. pode mesmo ter dado m dlreccSo nos ne-
gocies nublicos, commeltido injusliga e offendi
do o principio de eqaidade, mas sso oo bas-
tante para qu- alguem se arvore em dictador e
ce tarhe o machimsiio da obra qoe erigimos a
15 de Novembro de 1889
A Najo tem os feus podpres legislativos fanc-
ciDnaoto regularmente; cg seos magistrados
nao receberam int macj para abanlonarem os
cargos qui occopam; os militares, sao os mes-
mos militares de lodos os tempos ; o clero
separado do Fstido. n5o receben coratudo man-
dado de despejo ; a innusiria, progrlde espan
tosamen e e, todo mai3 emfim marina desemba-
r-cadam^nte, sem que o gover.o teoha-se rev
hdo contra o progrsso e moito m"D s desao
tado a lei e 08 seos legisladores.
O Sr. marechal Po iano esta com a le e ais
trihue o servico ,1e acco.-do com o reglmem coos
lituciooal; a na mais o subslitato nato do
p ineiro p-esidenie da Repblica; nao pisou a
c^nstituigao e jamis desre-peiton a lei; como
P'Ms jolgal o dictador e despola? !
O Sr contra almirante Cosiodio, por conta de
qoe poder assalta o govroo e desrespeita o
Paz? Ser porque o Sr. Wandeiko'k est pre-
so ? Nao, porqoe esse seo collega j disse pre-
ferir morrer. a ser sollo pelo Sr. Custodio, qoe
bstanle concerreu, quando ministro para c eu
desterro. ,
Est, co-tanto provado que nSo existe qoes'.So
eoire o Exercito e a Armada Nacional: fo doas
corporagO-s dlstloclas que agem em terreno di-
verso, sem que urna teoha preforeacia sobre a
outra.
A questo do S-. Cas'.oiio movida tao ss-
sien'e nelo nespeti e Da-ece at qo pelo desejo
de trocar a nobre farda do soldado brazileiro pela
bluza sebenta des gauchos de Gumerando e Ta-
tures,
Qu- culpa, poip, tem a Armada Nacional qoe
o Sr. Custodio te pooba fora da lei|j fagamos
jostigi e an'oveiteoio' o veho adagio, que a
sim diz:naoh familia qoe nao tenha un doudo
A A-mala Naciooal que urna familia, tem o
aesgosto de pwsnuir em sea seio u Sr. Cus dio
qoe o trao da familia e nada mais.
Assim, pola, tanto o exercito como a Armada
sabero cumpnr eos deveres comboteodo a ty-
rania, e, os polticos qoe almejam o descalabro
oas fileiras das doas corporagOss, com c- itera
nao V9rJo reallsados os seas veit'iro'o* sonos.
En coaelesSo reotimos :o deolo da Arma
na Nac nal o Sr. centra almirante Cottodio
Jos de Mello.
Recifa, J7-9-93.
Jaoac.
sobre o iumu <> de mil im esposa
arla Magdalena Marque*
SAUDADE
Por D'essa tristesa que o mea ser invade,
E vejo o cora.So angustiado
Entre sombras crois na eoledade t
Nao esqnego essa imagem rutilante
Qu- eras passaodo dos vargeiB d-, vida 1
Ab se hoje a ly-a inspua-me queeu cante,
Vem me losplrar orna cango dunda I...
Sinto aioda de oovir a vos nos passos.
Beber nos leos affagos a dogara I...
R vo mais bellos se etreitando os lagos
Qie a ti me rrattam. Magdalena pora 1
Pait'sts qual a rala que saudosa
Atraz de alent abaodonou sea ainbo I...
B \ottt.- e deixact-me loditosa
Fi ba, sem ver a loz do lea carinbo,
V i gosar entre os astros o ten leito
Qae ea vejo n'alma me espa-gi' fulg re-1...
Tea nome ha de gemer dentro em meo peito
Cascateaodo, i lermioo de amores !...
Es'ave imploxe, em cujos olhos brilba
Em melodas a inooceocia intinda,
E' ten emblema, porqoe oossa Alba
E eu vejo nella o tea retrato aioda 1...
Alpiniaoo CavalCoute Marques.
6993
Oulra forma para urna externo se-
gooiio a precrjpgSo uo mesmo Babio aoc o Uigoeoto d'Aveleira Magici do D-. C. C.
Bnstoi vallostssim qua idu se deseje a absorp-
gao cut oea immediata, e em casos de certas
i-n'ermidad-'s ou adecg'S locaes externas oas
quaes be rtquer nnemniilenie ao mesmo tempo
que um resolveale. E-peclal em casos de al-
mirreimas.
U uc s proorietarios e fabricante, Lanman &
Kemp, New Yo'k.
as
llinia
Cura efflcaz e econmica
Neata penosa molestia t&o diffioil de
curar o Peitoral de Cambar, de Souaa
Soares tem sido de orna eficacia a toda
a pro va tomado a colhe'ea 3 oa 4 ve-
zas ao dia, jnoa casos agudos, e 2 noc
chronicos, de m nh3 e de coi te.
Declarando se accesao use-se de 1(2
de 1 oa de 2 em 2 horas at alliviar.
O doente evitar a bumidode e o ar
da noite, e a sua alimentado ser sim-
ples e de fcil digestSo.
' o nniso age te a Companhia de
Drogas, ra Marquen do Olmda o.
23.
O Peitoral de Cam- j
bar
Setop-e foi e ser o principal re-
mediogarantidopara as molestias de
larynge, broachios e pulmSes.
A bronohite, asthms, mal do peito,
rouquidlo, laryogite, coqueluche e qual-
quer toase, por mais grave e antiga que
seja, curam ae com o Peitoral de Cam-
bar, medican-en:o approvado pela Junta
Central de Hygiene Publ ca, premiado
com du a medulbas de curo de i. classe
e rodeado de valiosos attestados mdicos
e do innmeros de pessoas curadas. Ezi
jase a firma do tutor :
J. Alvares de Souza Soares.
' nnico agente ueste Estado a Com
panhia de Drogas.
CJm miiagre
Atiesto qoe desde longos annes qoe eoffria de
orna eochaqasca o guia que ordinariamente im-
possibilKava me nos mysteres de familia ; ozei
todos os medicamentos proscriptos por mullos
facultativos sem colber resoltado algum que de-
belasse iao terrivel mal.
Aconselhado por algumas pessoas de minba
amisade a tomar as magnificas pilulas antydis
ppticas do Dr. Heozelraanno qoe com a i* dse
de doas pillas tiioei radicalmen'e ccado ; c
qo muito agradego ao mesmo Dr. Heinzelmann.
Que lique esie alterado assignado como pro-
va de cdr graddo.
Recife 26 e Mno de 1893.
Ra de HoiUs n. 112Leocadio de Jess
Ebla.
Viiroi'jO:0, dusia 2O6C00 1,2 duzia 101
Vndese em todas a- pbarmacias
DEPOSITO GERAL
Pharmacia Maranhao
511 Y 11ARC ELIO DI tS X. 135
Vidro 2i0 dazia 20*000, meia duxia 10*.
Ven le se em 'oa pbarmacia.
D pisito geral, PbdrmaciaMaraobao, roa Mar
cilio Dias o. 135.
COHHERCIO
Bolsa CoMiaierclal de Pernan
buco
GOTAgftBS OFKICIAS.8 UA JUNTA DOS COK
BKTORE8
Praca do Recife, 27 de Setembro de 1893.
Nao boove cotagao.
O presideoto.
Candido C. G. Alcoforadc.
O secretario,
Augusto P. de Lemos
Cambio
PSAQA DO K'CIKK
Os bancos abriram com a laxa de 1 11 i sobre
Londres a 90 das, effectoaodo se iosigmticanies
traosacgOes.
Em papel particolar rao cotstou negocio cff-;-
reciam se letras a 10 5/8.
mA^'A DO SIO DB JANK1KO
Nao vieram cotsgOes.
Cola^oe de gneros
Para o agricultor
ASSCAR
Crwtalisado......8'900 a
Usinas por 15 kilos. a
Branco dem dem .... 4*8 K) a 5*2UU
8nmenos, dem idem. 4*300 4 -
tascavado dem idem 3*4iK) a
Broto idem dem.....3*00J a
Bruto melado......2*5:W a
6*000
O 000
:it)Oo
3500
2*8 K)
72-RUa DSlU Dt OAX1AS-72
l.ANOAE
Venancio Labatut jw C.
Enderezo (elegraplco
NUMERO 1)0 TELEPUONE
144
Esta casa de commisrOes, j bem conbecida,
chama attengao do publico e especialcenle dos
senhores agricaltores para as boas vantagens
qoe offerece em soas traoea"ges, como sejam :
Re ebimeoto de assocar, bjpoihecas, liquida
gOes e quaiquer negocio ueste ou em ootro Es
tado.
O Peitoral de Cambar
Cara a bronchite, a astrinja, as afiec-
( es pulmonares, a laryogite, a rouquidSo,
q defluxo, a coqueluche, e a toase por
mais grare e rebelde que seja !
O agente a Companhia de Drogas.
Descobrio-se um
thesouro!
Havendo pequea distancia de Pe
Iotas (estado do Hio Grande do Sul)
urna serra procurada com proveito pelas
pessoas que soffrem de affeccSes broncho
pulmonares, e abundando ahi a planta co-
nbecida pela denominacSo de (Jambar,
pensou o Sr. J. A. de Sonsa Soares que
essf.8 virtudes poderiao. ser attribuidas
aquella planta, nSo somonte pela inspi-
ragSo do ar impregnado de partculas rre-
dicinaes d'ella, como ainda pela absor-
pcao da agua, porveotura sobrecarregada
dos mesmos principios em sua paBsagem
por entre sa sua a raises.
Suscitada esta idea, procuroa estadar
as propriedades da planta em questo,
d'ah reeultand'. o preparado a que de
nominenPeitoral de Cambar.
( D* Unio Medica, do Rio de Janeiro.)
' nico agente a Companhia de Dro-
gaB# _
Victoria Essence
O .MAIS BELLO PERFUME ingles
acaba de receber a
Livraria Contempornea
Usem e verao
Atiesto que tendo Foffrido de dyspepsla e for-
tes palpitagfies no coragao accompanbadas de
vertieens e prodozindo iosomma, foi acooselba-
do a asar das pllulas anti-dyspepticos do Dr.
Heiozelmaon tendo obtido grande meibora como
oso de alguna vldros desee poderoso medica
ment, esperando em breve a cura radical de
mees enrommodos.
As pesseas que soffrerem do mesmo mal de-
vero experimentar o sea uso pois que os resul-
tados nao se faro esperar.
Derti allestado podem fazer o uso qoe con-
evir.
Rec fe, 29 de Maio de 1893.Manoel Ben'o de
Oliveir alomno do 2. aooo da Escola Normal.
Empreza de banbos de mar so-
bre os Arrecifes desla c-
dade
Carlos Jos de Medeiros, gerente e pro-
pietario desta empresa, fai sciente ao
publico que do dia 16 do corrente at
segundo aviso vigorar a tabel.a iefra :
bem como na mesma data estrear urna
nova elegante e commodissima embarca-
9B0 que f*r o trajecto no meemo limitado
tempo que fszem os escaleras ordinarios,
accrescecd > que esta offerece toda sorto
de garanta aos Srs. passageiros, que re
ceiam o ]<>go do mar, qual nenhum risco
importa, e para prova h*ja em vista c j
nSo curto espaco de annos que esta em
prez* furceona servindo-fe f'e pequeas
embarcaijoes para transporta do conside-
r<-vel numero de pessoas, que o frequen-
tam e louvade Deus at o presente nao
reg'itramos um s desastre !
Outro sim pedimos a'.o I os que se des-
tinareis fazer uso dos btnbos n'.que!le
estabelecimento o iodispensavel cuidado
de estamparen] seas somes as pessas de
que se comcSem tu-s toilettes inclusi-
ve! o calcado sob pena do estabelccimer-
to nSo tomar o encargo de guardal-cs.
Recife, 4 de Setembro de 1893.
Empreza de banhos
de mar
Do dia 16 do corrente at segundo
aviso vigorar a seguinte tabella :
CAKS 22 DE DOVEMBBO A* CASA DE
BANHOS
Rsume idem idem
2*00. a 2i0
Atgodftf
Fol colado a 1U0C0 por 15 kilos.
lleool
Por pipa ds MO litros 285*000 venda.
Agurdente
Por pipa da i6G litros 180*000 venda.
el
Nao ha no mercado.
Kovraeba
Cuta-ss a 22*000 por 16 lulos
Cooroc
fleceos salgados na base de 12 ki rt a 75o rcis
uomlnal.
Vercts a 400 ris nem.nal.
TABKLI.A DAI BNTFADA8 DE ASSCCAE E AL-
GOHAO
Me* de Seterob'O
En'.radss
Barcscss .....
Vapores......
Animaes.....
Estrada de Ferro Central.
dem de S. Francisco .
dem de Limoeiro. .
Somma
Dias
Ciaraauba
CoU-s d 10* a 17*000 por 15 kilos nomi
nal.
Importaco
Vapcringlcz Pelambre, e-trado de Liver
pool em 26 e consignado a B!ackbn-n Need
ham e C. : ,
Arros 50 saccosa Joo F?rnandes de Almeidi.
Alpiste 50 saceos a E. M. de Barros-
Arcos de ferro :60 feixes a A D. C. Yianna,
50 a ordem, 100 a Miranda e Souza.
Barrilba 5 tambores a ordi m, 15 a L. Fer-
reira.
Biscoutos 10 caixSas a Coupanhia de Estiva.
3 a J. o Maced-i, 13 a A. Mala e Rodrigoes, 2 a
Castro L-mos e C.
Barr..'de. (fr'O 5i a Albino Silva e C. 14o a
A. des Santos Olive:ru, 77 e 10 feixes a Mirauda
e Sou:?.
Caras de ferro 50 aos mesmos.
Canos de (erro 50 a AlbiBO Silva e C, 1*6 e 8
feix>-s e 1 barrica a Manoel des Santos Villaca,
29 e 9 feixes a J. de Azevedo e C, a idolpho
e Ferrao,
Cerveja 20 caix* a orden, 40 a Joao Fernan-
des de 4lmeida, 10 a Castro Ljmos e C.
Cha 28 Kiadea a ordem. 5 a J. J. Alves.
Chpaos 1 caixao a Csrvalho I*mao, 1 a A. D.
C. Vianna, 1 a A. Fernacdis e C, 1 a Christia-
ne.
Camilas 20 caixaa a ordem, 1 a F. de Azevedo
e C.
Con.-erv38 MullM a Ferreira Rodrigues e
C, 10 a Castro Lumos e C.
C'oros 1 caixo a Braga e S.
Cidra 50 caix-8 a Ferreira Rodrigues a C, 50
z Carvaiho e C, 20 a Goncalves Rosa e Fernau-
de?, 50 a J- Fernanaes de Almeid?, a Chris-
tiane.
Charas para fcgo50s Miranda e Souza.
Cominho3 10 saceos i Castro Lemos.
Ca c-idos 1 caixao a J. L. de Oliveira. 2 a L.
Lopes e C.
Esianho 10 barricas a Ferreira Guimaraes
eC.
Enxadas 25 barricas a Antonio Duarte Cma-
ro Vianoa
Estopa 41 fardos a ordem.
Ferraeem 15 voluroes a A. D. Carnelro Van-
na, 5 a Ferreira Goimarats e C, 20 a Rodrigoes
e San-os, 2 a W. Halliday e C, 112 a A. Pinto
da Silva e C. 4 a ordem. a a Braga e Castro, II
a A eos Santos Oliveira, 4 a 1. de Azevedo e
C 5 a Mira ida e Sooza, 3 a Goarioo de Scoza
Peixe, 25 a Viaooa Castro e C, 19 a Aloino
Silva e C.
Fie 10 fardos a G. de Mattos Irmos
Folhas de Flaudres 50 caixas a A. D. Carnei
r Vlaona, 100 a A. P. da Silva e C.
Fogareiroa 200 a A. D. C. Vianoa, SCO a J. dos
Saotos Oliveira.
Jonco 1 feixe a A. P. da Silva
HLocga 46 gigas a 1. de Mactdo, 4 a A. R. da
C. Oliveira.
Lora 3 fardos a Braga e Castro.
L nba 1 eiixa a A. D. C Viaooa, 14 ordem,
10 a Netto Campos e C, 40 a Nones Fooseca e
C. 12 a Maia e Silva e C.
Leite condensado 5 caixas a G rcalves Rosa e
Fernandes, 10 a Castro Lemos e C.
Mercadorias 3 volme* a N- Fooseca e C, 8
a G. de Mallos IrmSos, 2 a Bamos e Geppert, 18
a ordem, 12 a Braga e Castro e C, 3 a E. Gon-
calves Cascao, 2 a E. Katthaca, i a A. Nelson.
4 a Frederico e C, 6 a P. CalaDrla, 2 a Prente
Vianoa e C 13 a Solzer Kaoffmann e C.
Marmore 2 caixas ordem.
Matenaes 174 volotees e pecas aos berdeiros
1 Bowmaon 94 a companhia de Fiagao Paohsta,
Asso-
car
Saceos
7174
7?0
682
11152
15629
Algo-
dac
Sarcas
1225
2G83
2260
629
1893
>.5*
8 a estrada de ierro do Recife a S. Francisco,
431 a Great Western o Brasil Company, 97 a
Cardoso 1-maos, 55 ordem.
Meias 2 caixas a A. de Brito e C.
Machinas 8 caixas ordem.
Ditas de costura 15 volumes a Manoel Colla-
jo e C.
Movis 5 caixas i ordem.
Oleo 40 lambn s a A- P- da Silva e C.
Potassa 100 barricas ordem.
ProvisOes 6 caixas a J. B. de Carvalho, 7 a
Dias Fernanoes e C-, 10 a ordem, 21 a Carvalho
e C.
Papel 44 fardos a Costa Lima e C, 4 e 100
pacotes a A. Cruz e C.
Qoeijos 14 caixas a Sulzer Kauffmann e C
Sa nre 100 barricas a A. P. da Silva e C.
Saceos 9 fardos a J. Foerslemoerg, 38 a or-
dem.
Tintas 20 barricas a Companhia de Drogas.
Tecidcs !8 volumes a a. de Brito e C. 21 a
N. Fnofeca e C, 1 a S. Nogoeira e C, 4 a Olio-
to Jardim e C. 45 a Maia e C, 37 a Rodrigues
Lima e C, 4 a J. F. da Silva Pinto, 49 a Macha-
do e Pereira. 13 a Albino Amorim e C, 3 a G.
de Mallos Irmos, 2 a Domingos Coelho e Soa-
res, 1 a Dias Looreiro e C, 7 a L. Maia e C, 1 a
M. i* da Silva Goimares, 12 a Goncalves Conha
e C. 4 a Guerra Fernandes e C, 20 a A. Lopes e
C., 7 a N. Maia e C. 7 a F. Laura e C, 6 a Mal
tos Caminha e C, 15 a M. Oliveira e C, 10 or
dem, 2 a Ferreira Barbosa e C, 1 a Francisco
de Azevedo e C, 38 a Bernet e C, 4 a A. Vieira
eC.
Taxas de ferro 45 a Cardoso e Irm503.
Tijol09 para limpar facas 50 caixaj a 1- F. de
Aimeida.
Vidros 3 caixas a J. de Macedo, 6 a J. A. Vei-
ga, 1 a E. Kintbaca. .
Ditos para vidrafia 80 ca:xas a Ferreira Gol-
maraes e C.
Whiekey 1 barrica ordem, 3 a E. kan
tbaca.
Vapor allemo Salerns, entrado de Ntw York
em 26 do corrente, e consignado a Pereira Cr-
oelro e C. manifestou :
Banbn 50 harria a Gongalves Rosa e Fernn
des, 30:) a Companhia de Estiva, 50 a Castro Le
mos e C.
Farinba de trigo 3,600 barricas a Machado e
Lopes.
Toucioho 30 barris a Ferreira Rodrigues e C,
25 a Goncalves Rosa e Fernandes, 18 a Castro
Irmaos e C.
Exportadlo
RECIFE. 26 OS SETEMBBO DE 1893
Para o exterior.
rr No patacho inglez Eama, para Ntw
York, carregaram :
Julio & C. 1,000 saceos com 75.0C0 kilos de
assocar mascavad;.
Para o interior
No vapor francez Santa Fe, para Rio de
Janeiro, carregaram:
J. M. More ra, 400 saceos com 24,000 kilos de
assocar oraoco e 400 ditoe com 24.00J ditos de
dito mascavado.
Guimaraes de Valenle, 150 saceos com 9.0CO
kilos de milbo, 60 saceos com farinbade man-
dioca.
S. Guimaraes & C, 145 saceos com 8,700 kilos
de milbe.
P. de Oliveira Maia, 12 pipas com 5,640 litros
de agurdente.
M. Cardoso, 20 pipas com 9 400 litros de al-
cool e 20 ditas com 9,400 litros de agurdente.
Amorim Irmaos & C, 500 saceos com farioba
de mandioca.
M. S. Maia, 1,000 saceos com 60 000 kilos de
atsucar branco.
Companhia DesiilacSo Centr.1, 15 pipas com
7,000 litros de alcooL m
Amorim Companhia, 850 saceos com 51,000
de assuear mascavado e 100 .itos com c",0U0
ditos de oito branco.
Pa'a Santos, carregaram :
P. Pinto 4: C. 100 barris com 8.600 litros de
agurdenle e 10 pioas com 4,700 lnros de alcool
M. S. Maia. 10 pipas com 4,700 litros de
agurdente e 15 saceos com 900 Kiios de assuear
branca.
P. de Oliveira Maia, 10 pipas com 4,700 litros
de alcool.
No vaper allemno Cintra, para Rio ce
Janeiro, carregoo :
M. C. da Silva Curado, 80 saceos com 4 80)
kilos de assuear Dranco e 50 ditos com 3,000
diios de dito mascavado.
Para Santos, carregou :
P. da Silva Bastos, 312 saceos com 18,720
kilos de atsucar mascavado.
No va; or nacional S. Francisco para
Ceara. carregaram :
A. D. SimOes & C, 24 barris com 864 litros
de vinasre, 8 ditos com 508 ditos de alcool i 8
caixas com 64 ditis de geoebra.
E. C Bel'rio & Irmo, 28 barricas com 2,420
kilos de assuear branca e 10 ditas com 600
ditos de dito refinado.
Para Natal, carregaram :
P. Alves eC, 20 barricas com 1,200 kilos
de assuear refinado.
Para Aracaty, carregaram :
A. Mendes, 4 caixas com 88 kilos de sarao.
P. Ai-.es & J., 6 barricas com 8.7 kilos de
assuear rerinaco.
No vapor nacional Jaboatao, para Penedo
carregou :
J. Souza. 355 caixas com 8,105 kilos de sabo
Para Araeajo. carregou :
J. Souza, 80 caixas com 1,840 kilos de sabio.
Para M>cei, carregou :
J. Souza, 140 i-aixas com 3,210 kilos de sabo
e 40 ditas com 520 ditos de sabonetes.
No vapor nacin:! Mrquez de Caxias,
para Macei, carregaram :
C Pinto & C, 3 j garrafes com 450 litros de
gentbra.
Para Babia, carregou :
M. Amorim, 20 barris com 720 litros de cog-
nac.
No vapor allemao Salermo*. para Santos,
carregaram :
P. Carneiro & C, 1000 saceos com 60,000
kilos de assocar branco.
No vapor francez Canarias, para Santos,
carregou :
P. de Oliveira Maia, 10 pipas com 4,700 litros
de alcool.
No hiate Deus te Goie, para Cear, car-
regen :
Osvaldo Silva, 100 caixas com 1,300 kilos de
sabo.
No biate Correio Parahibano, para Para-
bita, carregou :
A. Mendes, 2C0 caixas com 4,400 kilos de
sabo.
Na barcaca Jnlinha, para Parabioa, car-
regoo :
F. Vieira, 25 caixas com 362 kilos de velas
de cera. .
da mesma sou eo. Talve com o enthosias-
mo que lhe causn es c neo cont de que tirou na lotera de Santa Cathaina, se
julgatBe mestre, o que en at ante hon-
tem ignorava.
Recife, 2o' de Setembro de 1893-
Alvaro B ylcn.
AnnuQcio
A garapa do madeira
De podres, velhos ct>is,
E' at apre^iar'a
De rol ico tapura...
De certo um premio merece
De tal vinho o lubricante
E quem quiser o purgante
A Companhia... fornece.
Devia ir p'ra Chicago
Tal indutria br-ileira !
Que nomeada teria
O fabricante madeira!!
Em ves do vinho seria
Xarope clasificado!
Seria mais procurado
O caj que apedrecia !
Finaliso o meu annuncio
Avisando os compradores ;
A g&repa do madeira
E' mais fino dos licores..
Quem desejar um lachante
NSo precisa ir botica,
Satisfeito logo tica
Quem beber o tal purgante.
Tomate.
ti a cha Tarde
IDA VOLTA ID 4. VOLTA
4.20 4 40 1.00* 2.00*
4.40 5.00 2.40* 3.00.
5 00 5. 0 4.(0 4.30
5.20 5.40 4.30 5.00
5.40 6.00 5.00 5.30
6.00 6.20 5.20 6.00
6.25 6.45 6.00 6.30
6.45 7.20 7.00* 7.20.
7.05 7 40 9.00* 9.30*
7.25 8 CO 11.00.
8.00 8.30 .
8.20 9.00
9.00 9.30 B
10.00 10.30*
11.00 11.30*
12.00* 12.30
* Easte a igual indica uue estas viagens
sao especiaos para os Srs. hospedes.
Arrecifes, 14 de Setembro de 1893.
C. Josde Medeir:.
B^^B HJSfc
A.0 commercio e ao
publico
Li no Jornal do Rec fe de 2t do cor-
rente urna declaracSo do Sr. Salustiano
Peres, dizcndo ao publico e a' EeuB amigos
ter deizado de ser mestre de micha casa
de alfaiate.
Apresso-me em d.clarar a. r inexacto o
qoe elle diz, pois nunca foi elle mestre de
minba officina e sim simples qfficial. O
m stre, proprietario e nico respocsavel
smeadtmoa-ns puoiie<
CBl DB SETBMRBO DB 1893
Renda geral
9o dia 1 a 26
dem da 27
Alfandeg
1,364:311.031
69:189*768
1,433:5X0*799
Renda do Estado :
o dia 1 a 26 117:072*711
dem da 27 3:937*530
-----------------121:010*241
Somma total 1,554:511*040
Segunda seccao da Alfandega dePernrmoneo,
27 de Seteubro de 1893.
O tbesoureiro,
Loiz Manoel Rcdngoes Valenca.
RECRBEDOaiA DO ESTADO
Do da 1 a 26 7K:273*269
dem ds 27 3:511*116
Do dia 1 a 26
Jdem de 27
usara drainagr
82:784*385
46:080*221
1:310*139
47.390*360
Mercado Municipal de S.
O movimento deste mercado no
Seiembro foi o segointe :
Entraram :
43 hois pesando 6,663 kilos.
440 kilos de peixe a 20 rs.
2 compart. com mariscos a 100 rs.
4 ditos com camaroes p 100 rs.
32 colomnas a 600 rs.
2 cargas com gallinhas a 500 rs.
2 cassoais com gailiobas a 300 rs.
5 cargas com batatas a 300 rs.
9 cargas com gerimus a 300 rs.
4 cargas com (rucias a 300 rs.
6 cargas com mho secco a 200 rs.
6 cargas com fejao a 200 rs.
40 cargas com farioba a 200 rs.
59 lugares a 200 rs.
14 soinos a 200 rs.
11 comp. com suineiros ali
7 comp. com scineiros a 700 rs.
10 comp. cem fressoras a 600 rs.
34 comp. com comidas a 700 rs.
EO comp. com fazendas a 600 rs.
52 comp. com verduras a 3^0 rs.
70 comp. com farioba a 400 rs.
48 comp. com tal dos a 2*
los
da 25 de
8*800
*200
iHO
19*200
1*0'0
*600
1*510
2*700
1*200
l*2im
1*200
8*000
11*800
2*800
11.000
4*900
6*000
23*800
30*000
15*600
28*000
'j6*000
Rendlmentos do da 1 a 24
275*900
6.772*i(JO
7.048*300
Precos do dia :
Carne verde de 240 a 640 rs. o kilo.
Solos de 800 a 900 idem.
Carneiro de 900 a I* idem.
Farioba de 320 600 rs. a cnia.
Milho de 400 a 500 rs. a cnia.
Fejao de 1*600 a 2* a cnia.
llovioicnto do porto
Navios entrados no dia 27
Hambnrgo65 dias, brigoe allemSo cSe-
ora Quintana de 318 toneladas, ca-
M4THE5I1T1C4S ELEMENTARES
:::-:::v:..:: ::::::;:::
Veoauio L*Daiu i. uj constKuidj osmelhores
resoltados com applirasa^ do methodo intni-
vo que adopta no ensino de eecnptoragao mer-
rantil, serdo que em meos de 30 lices tem
preparado theorma e praiicimeote, pessoas que
eram completamente estraubas as transac(Oes
commerciaes.
Contiba a leccionar as materias cima, rna
Duque de Casias o. 72, I- andar.
Dentista
O Dr. OacarLeal, dentista pelas
Fdi-ul auer de Pars. Lisboa e Babia,
continua em seu consultorio das 9 da
maoha ss 5 da larde, i ra do B^iSo da
Victoria n. 371 andar.
Colloca dentaduras pelos melhores
ryatemas para a perfeita mastigao dos
alimentos
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e molestias da bocea, etc. Appparelhos
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MEDICO,
Tem o seu onsuitono na rna Doqno
Je Casias n, 61, 1. andar, onde ser
encontrado de 11 1 hora da tarde e
reside no Cajueiro n. 4.
TsleDhorn n. 292.
pitiSo J. H. Martin, eqnipsgem 9, carga
varios gneros, a J080 de Aquino Fon-
seca.
Sahidos no mesmo dia
Rio Grande do Norte, bsrea noruegoense
Victoria capitao C. A. Mathiaaien
carga assuear.
Navios esperados
Do Rio de Janeiro
Barca portuguesa Tentadora.
De Pelotas
Patacho allemao Antioa.
Patacho nacional Social.
Patacho nnrueguenae Einar.
Patacho allemao Anteo.
Lugar naciooal Alberto,
lacho allemao Adelbeid.
Patacho soeco Hilma.
Logar inglez Nevr Day.
Lugar noroeguenfe Chance.
L gar ingles Bruoelte.
Lugar inglez Thorem.
Patacho sueco Hilona.
Patacho noroeguenfe Sverdrup.
Patacho bollandez Siella Mara.
Patacho allea ao Marie Von Oldenford.
Logar oorueguense Lilie.
De Swanse
Barca Ingleza Starry.
De Cardiff
Lngar inelez Opbir.
Barca ioglez;. Hugo.
Barca ingleza Heieoa.
Bi'ca norceguense Hijarl.
Barca oorneguenseCurme.
Birca noroeguense Vidona.
Barca noroeguense Saloste.
Logar inglez Dora.
Barca noruegoense Kragero.
Barca ooroegoense Gler.
De Liverpool
Barca noroegueote Fanoy.
De HamDorgo
Brigoe Allemao Seora Qoitaoa.
De Londres
Lugar i giez Harne.
De Elizar-etb
Brigoe noroeguense W>-8ta
De New Port
Barca noroeguense Haas Tnor.
Barca noroeguense Arendal.
DsBarry
Barca IUliana Apasia.
De Antuerpia
Barca noroeguense A. B. Bull.
De Terra Nova
Barca inglexaCarpasian.
Vapores a entrar
Mea de Setembro
Sol.......... Tainar-.........
Europa....... a?aB"a.8"........
Eoropa...... Malange........
l #\........ tOr,ana.........
Sol .*."'..... Maranhao.......
Europa....... Explorer.......
Vapores a sahlr^
Mea de Setembro
Eoropa.......Tamar.......... 28 as
Sol......... Canaria?........28 as
Snl.........Malange........28 as
Europa......Orcana..........>a8
Sul......... Maranhao.......30i"
7 m

28 3
28 '
28 1
29 2
30 jj
30 j
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fSjn.
2 h.
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"'^apW.v'r:
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Diario 5
EDITAES
i
O Dr. Jos JaliSo R-gueira Pinto de
Soma, Juio doi Fet j da Fasenda
do Estado di Peraamboco etc.
Ftz saber que no dia 5 de Oatubro
o agente Silveira vender em leilSo
pnblico es segointes catas pe choradas
por txecucSo da FaaendaCasa a Es-
trada Velha de Santo Amaro n. 19, fre
guesia da Boa Vista, com porta e janella,
2 metros e 90 centmetros de frerte, 6
metros de fondo, de Uipa, 2 salas, 1
qnarto, cosinha, quintal em aberto, ser-
vio do de base a ouar.tia de 405000, per-
tendente a Jos Monteiro da Silva Costa.
Casa no Becco do Qaiabo n. 3 frego-
sla do Poco, com porta e janella 2 por-
tas no oito, 8 metros e 40 centmetros
de fie te, 13 metros e 40 centmetros de
foi>do, 2 salas, 2 qoartos, servindo de
base aquantia de 50)5103, pertencente a
Silveira de Paula Ro rigues, e seos ne-
tos El y, JiSo H nrique e Aut.
Cata sita na Agua Fria, lug>r denomi
nado Jacar n. 8, freguesia do Poyo, com
porta e janella, 4 metros e 25 centmetros
de frente, 4 metros e 75 centmetros de
fondo 2 salas, 1 quarto, parte coberta de
telb>s em terreno randeiro servindo de
baso a qusntia de 40)5000, per te cente os
berdeiros de Muthias Mans Tavares.
E para que cbegae ao conheciirento de
todos passou-se o presente c ae ser pu
plicado e anisado.
Dado e passado n'esta cidade do Re-
cite aos 25 de Setembro de 1893.Ec
Alfredo Diamantioo de Torres Baodeira.
Eeerivito o escrevi.
Jos JultSo Regueira Pinto de Souza.
O Dr. Jos Julias Rigaeira Pinto de Sou-
ta, juiz des feitos da fazenda do Es-
tado de Pernambuco.
F-8 saber que no dia 5 de Outubro o
agente QusmSo vender em leilSo publico
a casa a ra da va-ferrea de S. Fran-
cisco numero dois, freguesia de S. Jos?,
com porta e janellr, duss salas, dois qnar
tos, cosinha tora, quintal murado, quatro
metros e setenta centmetros de frente,
cinco metros e setenta centmetros de
fondo, servindo de base a quantia de qui-
nhf..tos e quarenta mil res, pertencente
a Benedicta Mara dos Praseres.
E para que ebegue ao conhecimento de
todos passou se o presente que ser pu-
blicado e sffisado.
D-do e passado desta cidade do Raci-
fe, aos 25 de Setembro de 1893.
Eu, Alfredo Diamantino de Torrea Ban-
deira, escrivSo o sabacrevi.
Jos Juliao R. Pinto de Souza.
O Dr. Jos Juliao Regueira Pinto de Souza,
juiz dos feitos da fazenda do Estado de
Pernambuco.
Faz saber que fiodoa os das da lei se
ha < e arrematar por venda a queco mais
der em praga publica desee juiec, no da
6 de Outubro prximo os seguintes pre-
dios penhorados por execucSo da Fa-
zenda.
Boa VistaA parte que possue Jos
Carneiro da Cuoha da casa a ra do Co-
ronel Lamenha n. 50, cuja casa tem por-
ta e janella, sesseota e quatro metros e
setenta sentimetros de frente, quinse me-
tros de tundo, em caixSo, por 2705000,
j feito o abate da lei.
AfogadosCasa no lugar do Cordeiro,
com duas janellas e urna pertu, seis me-
tros e setenta cent metros de frente, doae
metros e trinta centmetros de fondo, duss
Bala, quatro qu-rtos, cosmba tora e ter
raj por 1:3505000, j feito o abate da
lei, pertonceote ao Dr. Antonio Gomes
Pereira Jnior.
E para que chegue so conhecimento
de todos passnu-se o presente que ser
publicado e affixado.
Dado e pasead nesta cidade do Recife,
aos 25 de Setembro de 1893.
E Alfredo Diamant no de Torres
Bandeira, eso-^So sabscrevi.
Jos Juliao R. Pinto de Souza.
O Dr. Jos Juliao Regueira Pinto de Sou
za, juiz dos feitos da fazenda do Estado
de Pernambuco, etc.
Fay i saber aos que o presente virem
que em pr.ica publica deste juiso do dia
6 de Outubro do correte anno se hlo de
arrematar a quem mais der os seguintes
predios:
O predio n 46 de pedra e cal, sito no
Caes do Capibaribe, mediado de frente 8
metros e 20 entneteos e do fundo 5 me-
tros e 9 centmetros, com porta e janella
de frente, 2 quartos, cosinha fra e pe-
queo qainal murado, avaliado em.....
1.0008000 para pagamento do qi'e deve a
Fasenda -o Estado, Aot.nio Jos B>tten-
court.
O praiij n. 5 a ra do Sol, freguezia
da Vsrzea, medinio de frente 15 1|2 pal
mo9 e de fundo 52, com porta e janella de
frente, 2 saUs, 2 quartos, cosinha fra e
grande quintal cercado avaliado em.....
l.OOOfOGO para pagamento do qu a naesma Fazenda, Jaointbo Rodrigues de
Can: pello.
A mei'agua n. 2 a ra do Forte, fre-
guezia de S. Jos, mediado 6 reteos de
comprimento e 3 metros e 10 centmetros
de largura, com 2 portas de trente e 1 no
oitao, sem repartimento, avaliada em....
6003000 para pagame-t; do qoe deve a
mesma Fasenda, Antonio Daarte A'a-
chado.
O predio n. 36 de pedra e cal na tra-
vessa do Freitas, freguezia de S. Jos,
medindo 7 metros e 90 centmetros de
comprimento e 4 metros e 90 centme-
tros de largura, com porta e janella de
frente, 2 salas, 2 quartos, cosinha fra e
quintal murado, medindo 8 metros de
comprimento, 4 metros e 90 centmetros
de largura, avaliada em 5001000 para pa-
gamento do que deve a mesma Fasenda,
Senhorinha F. de Jess Pessoa.
A casa de taipa n. 5 em terreno proprio
a Travessa do M- rques na freguesia do
Poyo, medindo de frente 4 metros e 30
centmetros e de fundo 4 metros e 60
ceotimetros, com 2 portas de frente, cer-
cado e 1 portSo de madeira e quintal me
dindo de fre ate 11 metros a de fiado 39
metros e 80 centmetros, com coqaeiros e
diversas arvores fructferas avaliada em..
3CC80CO para pagamento do -.ue deve a
mesma Fasedda, JoSo Vicente Ferreira.
A casa d. 30 de pedra e sal em terre-
no foreiro, sito a travessa do Bandeira,
freguezia de S. Jcs, medindo de frente
4 metros e de fundo 9 metros e 90 cent-
metros, com 2 salas, 1 quarto o quintal em
aberto, avaliada em 300fi00i para paga-
meato do que deve a mesma Fazenda,
Rita Amelia da S Iva Rabel A cata n. 23 as Barreiras, freguesia
da Vsraea em solo foreiro, mediado de
frente 3 metros e 60 eentimetroa e de
fundo 11 metros e 50 centmetros, com
porta e jan-lia de trente, 2 salas, 1 quar
to e cosinha interna, avaliada em 200$
para pagamento do que deve a mesma
Fazenda, Joaana Emiliana Soares da Ro-
cha.
A caa n. 7 no Becco do Quiabc, fre
guezia de Afogados, em terreno foreiro,
mediado de freote 4 metros e 60 co time-
tros e de tuado 8 metros e 10 centme-
tros, com 2 jaoellas e 1 porta de frente,
2 salas, 2 quartos, cosioha interna e sem
quintal a^aliadada em 1505000 para pa-
gamento do que deve a tne^ma Fazenda,
Milana Mari* da ConcecSo.
A casa de taipa o. 1 B em so!s foreiro,
sita a ra do Quiabo, freguezia do Afo-
gados, medindo de comprimento 7 metros
e 50 centmetros e de largura 4 motros.
com porta e jan lia de frente, 2 salas, 1
quarto, cosioha fra e quintal em aberto,
avaliala em 1205000 para pagamento do
que deve a mesma Fasenda, Francisco
Barbosa da Silva actualmente Sanh riaba
Mara da ConcecSo.
E para que che?ue ao conhecimento de
todos mandei pispar o presente qce ser
pu lioado e affixad) oo logar do cos.ume
Dado e passado nesta cidado do Recife
do Vitado d Pernambuco aos 25 de Se-
tembro de 1893.
Eu Jos Luiz da Costa Rocha, escrivSo
o sabscrevi.
Jos JaliSo R. Piato de S:nza.
des existentes na asa n. 56 a ra da
RestaaracSo, freguesia do Reo fe avaliada
por 225)5000 para pagamento de que de-
ve a mesma Fasenda gueda Maria da
ConcecSo.
Aaim.cSode louro, balcSo da mesma
madeira, caiiSes para defuotos, 1 balan
ca, pesos e medidas existentes oa caa n.
74 a Estrada Nova, freguesia de Afoga-
dos avaliada por 1625000 para pagamen-
to do que deve a mesma Faseoda JoSo
Loureiro dt C.
A armacSo de louro, em bom estado e
utensilios existentes oa casa o. 6, a Es
trda do Gequ a JaboatSo avallada p r
135#000 para pagamento do que deve a
Fsz^nda do Estado Antonio Ferreira
Pinto.
E para qio chegue ao oonheaiireoto
de todcs mandei pastar o presente que
ser publicado e atusado no lugar do
coslume.
Dado e passado nesta cidade do Recife
do Estado de Pernambuco, aos 25 de Se-
tembro de 1893.
Eu J s Luis da Costa Rocha, escri-
vSo o subscrevi.
Jos Juliao R. Pinto de Sonsa.
ven tu ario Ruy mondo Florentino dos San
tos, por offisio de S. Exo. o Exm Sr. go-
vernador do Estado, foi communicado a
este juiso, haver anoullado dito concurso
de cooformidade com o final do art. 180
do Regolameoto que se refera o decreto
o. 9420 de 28 de Abril de 1885; pelo
das a
que convida, com o
30
O Dr. Jos Juliao Regeuira Pinta da Sou
sa, juiz de direito dos Feitos da Fa
aenda deste Estado de Pernrmbuc,
etc.
Faco aos que o presante virem que
em segunda praya publica deste juizo do
dia 6 de Outubro do crrente anao se
bao de arrematar a quem mais der com o
abate ae dez por cento os seguintes pre-
dios :
O sobro do n. 2 de um andar sito a tra
ve asa da Caldereiro, freguezia do Poyo,
medindo de freote 15 metros e de tundo
10 metros e 20 ceotimetros. tendo o pa-
vimento terreo 1 porta e 4 janellas de
frente, e 3 janelbs no oitSo ao lado do
nascente, com 2 salas, 3 quartos, cosinha
fora e 1 quarto externo, o pavimento su
perior 5 janellas de frente, tendo os mes-
mos commodos excepto o quarto externo
e coiinha, um pequeo sitio murado e
artoriaado cm porto de ferro, cacimba,
tanque e 4 quartos para criados e 1 pe-
queo telbeiro avaliado em 1:8005000
para pagamento do qoe deve a Fazenda
do Estado Josioo Ferreira da Silva.
A casa n. 2 de pedra e cal sita a ra
da va frrea de S. Francisco, freguezia
de S. Jos medindo de frente 5 metror e
10 centmetros e de fundo 4 metros e 90
centmetros, com porta e janella de trente
2 salas, 2 quartos, cosioha e quintal mu-
rado, avaliada em 5405000 para paga-
mento do que deve a mesma Faaenda
Ha leedita Maria dos Praseres.
A casa n. 2 sita a Estrada do Ayude,
freguezia do Poyo, medindo de (rente 26
metros e 5 centmetros e de frente 58
metros e 5 centmetros, com porta e ja
uella de frente, 2 calas, 3 quartos e cosi-
oha fora avaliada por 45O5O0O pera paga
ment do que deve a mesma Fozcnda
Manoel Martina de Barros.
A casa n. 8 a travessa do Marques,
freguezia do Poco, em terreno proprio
medindo 4 metr s e 20 centmetros de
trente e 9 metr s e 14 centmetros de
fundo, com 2 janellas de frente, 1 por-
ta no oitSo, 2 salas, 1 quarto e c>siraha e
1 pequeo quintal avaliada por 36C5303
para pagamento do que deve a meama
Fazenda Clementino Gomes de Oiiveira.
A casa n. 46 de pedra e cal em terre-
no foreiro, sita a ra do Bom Successo
na cidade de Olicda, medindo de frente
4 metroB e 90 centimet'ns e de tundo 9
metros, com poita e 2 janellas de frente
e 1 porta no otao, 2 salas, 2 quartos e
coi inha avaliada em 270S000 para paga-
mento do que deve a mesma Fazanda
a Viuva de Faustino Monteiro.
Aossa d. 157 a ra de S. Miguel, fre
guezia de Afogados, medindo 3 metros
e 50 centmetros de frente e 10 metros e
40 centmetros de fando com porta e ja
nella de trente, 2 salas, 1 quarto, 2 j.
nellaB em um dos oitSes e cosinha i -terna
c quintal em aberto avalada em 2703000
para pagamento do que deve a mesma
b'azenia a Viiva de Constantino Pinto
Ferreira.
A casa n. 2 A, em terreno proprio ds
pedra e cal, sita ra da Caixa d'Agu^
em Beberibe, medindo de frente 4 me-
tros e 60 centmetros e de fundo 11 me-
tros ; 70 centmetros com 2 janellas de
frente, 2 portas no oitSo, 2 salas, 1 quar-
to, cosinha interna e quintal em aberto
avaliada em 7O8C0O que deve a mesma
Fazenda Isabel Mara Ramos
A casa tarrea n- 3 em solo proprio sita
O Dr. Sigismuado Antoaio Gonyalve*,
juiz de direito do commercio da cidade
do Re :ife, capital do Estado de Per-
nambuco, etj. etc.
Faco saber aos que o presente edital
virem, ou dalle noticia tiverem, que por
parte de fes Duarte da Silva PapooU,
me foi dirigida a petiySo do theor se
guate :
PcticSoIllustriesimo e Excelleatissi-
mo Sr Dr. juiz de direito do commercio.
Jos Duarte da Silva Papouia, credor
de Guilherme F. de Souza Carvalho, da
quantia de oito coq'os e quiahentoa mil
res, importancia da lotra junta, alm dos
juros, e como esteja prestes a prescrever,
quer o supploante protestar para nter-
romper a prescripcSo "a dita letra ; e
ach^ndo-se o Bupplicado ausente em lugar
incerto e nao sabido, requer o supplicante
a Vobbb Excellencia digne-se mandar to-
mar por tormo o seu protesto, afim de
ser intimido fo supplicado por csrta de
editos, designando dia para o supplicante
justificar o allegado. Pede a Vosas Ex
cellencia deferimeoto. Espera receber
merc.Recife, vinte e dous de Setem
bro de mil oito centos e noventa a tres.
Antonio Machada Das. (Estova legal
mente sellada).
E maia se nlo continha em di a peti-
cSo, na qual profer o despacho e foi dis-
rbii'da pelo modo segunte :
Despacho- D. A., o escrivSo designe
dia. Recife, virte e dons de Setembro
de mil oito centos e noventa e tres.S.
GoDyalves.
Distribuy5o :A' Giraldes Oiiveira.
Em seguida o escrivSo competeote la-
vrou o termo de protesto de theor se-
guate :
Termo de protesto.Aos vinte e dous
das do mez de Setembro de mil oito cen-
tos e noventa e tres, nesta cidade do Re-
cite, em meu cartorio veio o supplicante
Joa Daarte da Silva Papcula, por seo
bastante procurador Aotonio Machado
Das ; o, perante mim e as testemuchas
abaixo assignadas disse que reduzia a tor-
mo o seu protesto constante da petiySo
retro, que fica fazendo parte do presente.
E de como assim o dise assigno este com
as nvsmas testemunhas.
Eu, Aotonio Augusto da Frota Mene-
aos, escrivSo inte.iao, o escrevi.Anto-
no Eacaaameato, freguesia do P^co, me-
diado de frente 4 metros e 20 ceotime-
tros e de fuado 10 metros e 40 cent-
metros, com 2 janellas de frente, 1 porta
no oitao, 2 salas, 2 quartos, cosinha fora
e quintal em sberto e terreno ao a.'o
avaliada em 18050C0 para pagamento d
que deve a mesma Fazenda Jos Paulino
Lopes de Almeida.
As meias aguas ns. 5 e 7 de tijollo e
cal, sita a ra da Cacimba dos Prazores;
freguezia da Boa Visto, r> edindo e fren-
te cada um 2 metros e 9 centmetros e
de tundo 5 metros,tendo cada urna porta e
janella de frente, 1 sala e 1 quarto ava
liadas por 198500J para pagamento do
que deve a mesma Fazenda Carolina Ma-
ria da ConcecSo.
A casa de taipa n. 26 a ra da Cachaca
em S. Loarenco da Matta, em terreno fo-
reiro medindo de frente 5 metros e de
fundo 12 metros, com porta e janellas de
frente, 2 salas e 2 quartos avaliada por
117$000 para pagamento do que dsve a
mesma Fazenda Isabel Josepba Correia.
A casa n. 172 sita a ra da Estrada do
Gequi a Jaboat -, medindo de frente 4
metros e 70 ceotimetros, com porta e ja-
nella de frente, 2 salas, 1 quarto, cosi-
nha fora, quintal em aberto, em solo fo-
reiro avaliada em 725000 para pagamen-
to do que deve a mesma Fazenda Igna-
cia Mara Porfiria.
A armacSo, utencilios e 2 mesas gran-
tonio Machado Das Francisco Ferreira
de Mello, Innocencio Garca Chaves. E
mais se nao continha em dito termo,
aqu copiado. Depois do que, tendo o
supplicante justificado o allegado em e .
petiySo, qoanto a ausencia do supplicado,
produsmdono dia que foi designado
testemunhas que Jeposeram conveniente
mete a respeito, subiram os autos mi
nha conelusSo, e nelles proferi a sentenya
do theor segninte :
Sentones :Julgo procedente a justfi-
caeSo produsida por Jos Duarte da Sil-
va Papouia para provar a auzenoia de
Guilherme F. de Soasa Carvalho, em lu
gar incerto e nao sabido, pelo que inti-
mo-so outro protesto, de folhas duas ver-
so, por editaes com o pras3 legal. Cus-
tas ex causa.Recife, vinte e tres do Se-
tembro de mil oito centos e noventa e
tresSigismundo Antonio Gonyalves. E
mais se nSo centinha em dita sentenya,
em cumprimento da qual o respectivo et-
crivao passou o presente edital, por meio
do qual intimo so supplicado Guilherme
F. de Sonsa Carvalho, par todo o con-
tedo da petiySo, despacho, sentenya e
termo de protesto, aqu transcriptos, de-
vendo comparecer, querendo, ante este
juico, no prazo de trinta das, requerendo
e all gando tudo o que for a bem d-i seu
direito e just'ya ; fioando afinal, fiado o
aleccionado prazootimado do coatedo
da mencionada petiySo, despacho, seoten
ya e termo de protesto.
E para que ciegue ao conhecimento do
supplicado Guilherme F. de Sonsa Car-
valho, o presente ser publicado pela im-
preosa e affixao no lugar do costme.
Dado e passado nesta cidade do Reci-
fe, capital do Estado de Pernambuco, aos
25 de Setembro de 1893.
Paa este mil e duzeotos res de sello
e quinhentos res de emolumentos pela
assignatura.
Eu, Antonio Augusto da Frota Mene-
zes, escrivSo interino, o escrevi.
Sigismundo Antonio Gonyalves.
I*. SeccBo Secretara do Governo do
Estado de Pernambuco, em 25 de Setem
bro de 1893.
De ordem do Exm Sr. Dr- governa-
do l'J tado, faco publico, para os devdos
effeitcs, o edital abaixo transcripto, pondo
em concurso os officios de l.c tabelliSo
publico, judicial e notas, e escnvSode or-
pbSos e annaxos do municipio de Triam-
pho.
O secretario,
Joao Augusto Ferreira Lima.
EDILAL
C Dr. Bellarmmo Cesar Goodm, fwi de
direito do municipio de Triusspho, na
forma da lei, etc.
Fas saber que tendo ido concurso a
serventa vitalicia dos officios ds 1. to
telhSo do publico, judicial e notas, escri-
vSo do crim, civel e annexos, a privati-
vo d'orphSos, ausentes, provedoria, capel-
las e residuos d'este municipio, creados em
virtude do decreto de 30 de Janeiro de
1834, por fallecimento do taipect70 ser-
praso de
contar da data do presente edital, aos
preteodentes apresenUrem os seas re
quenmeatos, instruidos com os docamen
tos exigidos pelo artigo 210 e seus para
grapho- do rnesmo Rsgalameoto, a que se
retere o decreto citado, t>ara o provimento
vitalicio dos ditos officios.
E para que chegue a not3a" todos,
mandou passar o presento edital, cuja
copia ser remettida ao Exm. Sr. gover-
nador para o fim indicado oo art. 153 do
citaio Regu'amento. Dado e pisaado
n esta oidade de Triumpho, aos 9 das do
mes de Setembro de 1S93. Eu Deodato
Monteiro, escrivSo interino o escrevi(As-
signado) Bellarnino Oiza? Goudim. Est
conformeO escnvBo, Deodato Monteiro.
CertdSo.Certifico eu, portero interi
no dos auditorios e official d- justiya do
juico de direito, que affixei na porta do
Conceibo Municipal d'esta cidade o edital
convidando os concurrentes aos (ffisos da
1." UbelliBo do publico judicial e notos,
esorivSo do crime, civel e annexos e pro-
vedoria e priva ivo de orphSos, ausentes,
capellas e residuos d'este municipio, vagos
pelo falleoiment) do r-ispejtivo serventua-
rio Raymuodo Fl rentino dos Santos. O
referido verdade e dou f. Cidade de
Triumpho, 9 de Setembro de 1893 O
official de justiya e portero int rio dos
auditorios, Fransiseo de Moraes Campos.
E nada mais se continha em dito edita
e cartidSo para aqui fielmente copiados
dos proprios crignaes, aos quaes me re-
porto, e dou t. Eu Deodato Monteiro,
68cr7Xo irterino escrevi.
l.*ecc3o.Secretaria do Governo do
Estado de Pernambuso, em 18 de Se-
tembro de 1893.
EDITaL
Da orde m de Exm. 8r. Dr. Goverca
dor do Estado taco publico para, es de
vidos fios, que so provimento da serven
ta vitoli ia dos (fficios de 2. tebelhSo r1
pnblico, judicial e notis, escrivSo do juri
e execuQoes criminaos, do crime, judicial
e da provedoria e residuos, do munici
po de Iguarass, coocorreo deotro do
praso legal, o cidadSo Basilio Jos Pe-
reira Viaona.
O secretario,
Jo&o Augusto Ferreira Lima.
Alfandega de PeroamODco
(Praso de 30 dias)
EDITAL N. 22
Pela inspectora da Alfandega se faz
publico que no dia 28 de Setembro vio-
douro, serSo vendidas a porta desta Re
particSo em basta publica, sectas de di-
reitos, as mercaderas abaixo transcriptas
que til foram despachadas por seus do-
nos ou coosigctanos no praso da lei;
aoo quaes, alias, fica marcado o praso de
30 das a contar desta data, para as re
tirarem, sob pena de, realisada a venda
nSo se attender mais a reclamacSo al-
guma.
As mercadorias serSo expostas ao exa-
me dos interessadcs e o arrematante ser
obrigado a entrar com o preyo da arre-
matado no praso de 48 horas.
Armaseoi n. 2
Marca E. M. M. Um engredado n.
7175, entrado em 19 ae Dezembro de
1892, vindo do Havre no vapor francez
cColombia, censignado a Moura Borges
<& C, contendo tres tubos de ferro nSo
galvanisado, pesando 25 kilos.
dem, dem. Um cesto n. 7178,
dem, dem, dem, contendo connexSes ou
untas de ferro para tubos nSo jalvani-
sados, pesando 143 kilos.
dem, idem. Urna caixa n. 7176,
dem, idem, contendo vinte tubos de co-
bre, pesando 400 kilos.
dem, idem. Urna dita n. 7177, dem,
ideit, contendo orzj tubos de cobre pe-
Bando 388 kilos.
dem, idem. Urna caixa n. 7179,
icem, dem, contendo quatro tubos de co-
bre, pesando 3 kilos.
dem, idem. Seis tobos ns. 7169 a
7174, db tero nSo galvanisado, pesando
72 kilos.
Armazem n. 5
Marca B. H. e P. embaixo. Urna
caixa n. 1307, entrada em 26 de Dezem-
bro de 1892, vinda de Liverpool no va-
por ingles Manncr, consignado a or-
den), con'endo obras de ferro batido, pe
Bando 114 kilos e 36 kilos, peso liquido
de parafusos da ferro de mais de 10 mil-
limetros.
dem, dem. Urna dita n. 7308, idem,
idem, c ntando obras de ferro, pesando
200 k'los e 46 kilo, peso liquido de pa-
rafusos de ferro at 10 millim?tros.
dem idem. Urna dita n. 7301, en-
trada a 27 do dito mez e anno no dito
vapor, a mesma consigna So, contendo
vidros para vidracas, lisos, pesicdo 47
kilos.
Marca L. B. & C. Urna dita n. 4,
dem, idem, contendo tecidos de seda,
oSo especificado com toda a trama de
algocSo, pesaodo 42 kilos.
Alfaodega de Pernambuco, 26 de Agos-
to de 1893.
O Inspector,
Alexandre de Souza Pereira do Carmo.
nnme o cincoeota (olaria) ma do Coronel .ame
oba, freeuezia da Boa-Vis'a. endo apenas ama
portt larga de Trente, sobre pilares gradeada na
frente sotao os extremidade Ao l pequeas jaoellas dt frente, mediado sessenta e
quatro metros e st Unta cen iuieiros de freote e
ireie met'O* e qmreot cet lia tros de fondo,
avahad em sjasiroeaot s mil rea, visto c dita olaria fu-a avaliada em Ofteerota mil res.
P it-n:e a mesma meiade a Jof Caroeiri a
Caoba, e ai a praya portxecaco qu ibe move
a mesma Paseada.
E para que cb-gae ao conhecimento de todcs
pa-scu ae o ore Dado e pascado neta cidade do H i fe, de Per-
nambuco aos 20 de Setembro de 1893
0 Dr. Jos Julin Regoeira Pin'o de Sonsa, joii
dos feitos da fazenda do Esado de Pernam-
buco, etc.
Fayo saber pelo peseatequ no dia vinte e
nove do cor-enta se na ds a-rematar por ven a
a quem mais der ema anca publica deste Jeito
dep h da respectiva atiiieocia o sb'ado nume-
ro dezeseis a rna da C imoa hi Penan bacana,
com dois a-idires, tendo o paunet.to terreo qua-
t-o po'tas de frente feodo urna da escada nm so-
lio cm peqaeuo qoim! mu-ado. em o pavimen-
to superior tres quinos, daa; salas, cosmba id
terna, com duas prtas de f'eote nao exutiado
virandas; limo seguod andar, toas sal-e,
dois qiartos, osi iba, com tres janelta< de fr 11-
uedHido o predio s^is metros e qoareot cent-
met'os de frente e onz-; met-os e DO*enti ceoti-
metros de fondo, estao lo em compito e.-tido
de rama, ava iado em um coot} de rea ; sendo
o meocio iudo oredio penenceiite* A noni > Dioco
da Silva e lvalo np ue* pjr ex'Cucao qu^ Ibe
move a mesma Faz^-n 'a.
E para que cb'gue ao coohecimento de todcs
passou se o prsenle edual na forma da |et.
Dado e passado nesta cidade do 'ecife de Per-
uan buco aos JO de S t mbro de 1893.
Eu, JosJa uosta do R g > L ma, t-scrivo sa-
bscrevi.
_________Jote Jnlilo R Ftnto de Souza.
0 Dr. Jos Juliao Ri^ueira Pinti oe Souia, jo'.z
dos fe tos di f.senda do Estaco de Pern:-m
bo-ro, etc.
Faz ssoer qoe no dia (5) cioco.de Oo'ubro o
ageate Gusmao vender? em leiao publico a quiata
pane do sob a lo de dois andares ra cas La-
rang"tra8 n. 18 fretraezia de Santi Antooio, o
qual ten seis metros de largura, e tr^zes m-tros
e quareota ceotimsiros de fundo, o prime ro an-
dar, vara; da de ferro, tres portas, duas salas
e dois quarto*; segundo amar, uada d
pao, tres portas de freote, daas salas, tres qoar-
tos. co.-inba fra e sotao com ama sala e jaoellas
para o oiiao.cujo sobrado tendo sido avallado em
tres congos de ris; fica a dita parte no valor Ce
seisceLtos mil res, qnani qoe serve de ba-e ao
i- ila'. a qual pertence aos hibos de Maooel Jofe
da Costa Pereira, ese acba penborado por execu
gao da fazeo la.
E para que cbeeqe a noticia ao conhecimento
de todos pa tou-se o presente que ser publicado
e affixado.
Dado e passado nesta cilade do Recife aos 26
de Setembro de 1853.
Eu Alfredo Di maotiao de Torres Baodeira,
escrivSo o sabscrevi
Kecebedoria do Esta-
do de Pernambuco
EDITAL N. 14
O administrador da Kecabedoria do Es-
tado, dando cumprimento ao r^gulamento
de 28 d) Mao de 1887, fas publi co para
conhecimento dos respectivos contribun
tea que dentro de 30 dias uteis imprrroga-
veis cootados de 1 de Oatubro piosimo
serSo arrecadados a bocea do cofre os
impostos cooBUntes da relacSo infra rea
tivos ao Begundo semestre lo exercicio
em vigor de 893.
Recebedoria do Estado de Pernambuco,
27 de Setembra de 1893.
O administrador.
Affonao de Albuqnerque Mello Jnior.
ment de todos, mandei d-r e pa'S'r o
presen'e adital, que ser publicado pela
impreosa o ffixuda no logar de costume.
D-do e pits.do nesta cidade do Recife,
capital do Estado de Perainbaco, aos 27
de Setembro de 1893.
Paga este de se 1 > 102CO res e 50O
res de emolumertos pela aas gnatura em
estampilhat aqu colladas.
Recife 27 de Setembr) do 1893.
Subscrevo e asigoo.Recife 27 de Sal
tembro de 1893.
O escrivSo .ntericoFraccalino da S.l-
veira Michado-
Higiemundo Antono G ncd'ves.
DECLARACOES
Ao
commercio
As Ccmpach as de S"i'oros I.'idemr.isadora,
Phenix Peruambccaaa e Ampbitriie. fazem pu-
blico que a rentar do primeiro de Ouleb o pr-
ximo & ta>a oos p'emio- nos seguros tcarinmoa
de mercaduras em vapores para os po'tos do
Sol da Repblica sera regalada pela sepuinte
tabella :
Gonf-a todcs es ritc^s seb as condicoes da
apolice
Macei........ 1/2 0
Babia......... tS/S
tem pelo Peu'do cu Aracuj. i
Victoria....... 3/4
Rio de Janeiro...... 3,4
Santo?........ 3/4
Paranagn.
Antot ira ....
Santa Catbactna .
Rio G'a-de do Sol.
Pelotas.....
Relacao a que se refere o edital supra
Tax Fabr ca de gas carb mico do Recife.
f
a
<
(
t




C
<
c <
gelo.
ole is.
rap.
per'umari .
velas Btearinas.
ctrvSo animal.
de Oiinda.
1
1
1
i
i >
Porto Alegre......1 .
As cargas cora baldeacao tem 1/4 /. de aug
tDPnto de pre i io, fendo qoe as Companhtas s
tomam este risco qoando previameote contrac-
tadoe derhirado na apolice ou na tDiou'a.
Eiceplaam se as de Porlo Alegre oaldfadas
no Rio Grande qusnlo nec ssario on as baldea
das por fora malur justificara.
Os segaros de alcool aoemenlam em melada -
respectivo preaio da isbella.
Os daa mercadeias co convez sao hvres de
avaria pancula e a taxa 6 dopla.
Declaram hs Comn^nhias que em nm vapor
por viagem f ibes e permitlido, cada urna, se-
gurar at oiteota cornos de ris.
Quaesquer valores exiedentes s poderSo por
ellas ser acceltes para re;segnro por conta dos
segurados, devendo preceder accordo entre os
mesmos segurados e as Companbias declaran-
'es.
Os pedidos de iodemni.-ac8o era casos de si-
nistros oa avarias devem ser arompaobados por
docomentos lrgitim.18 e satisfactorios que mos-
trem e orovem a le^-almade da parda : ta-s dl-
cumeotos pao recolados e indicados pelos art-
gos 505, 618. 622 e 788 do ''odigo Comxerc:at
Re'ife 6 de Setembro de 1893.
Pela Compaoha lodemotsatoru .
Joaqom Alves da FoDseca.
Cornemano de Aqoioo Focseca.
Jos Ferrei-a Marques.
Pela Compaonia Phenix Pernambacana :
Laiz Dutirct. <
Maooel da Silva Maia.
Jos Joaquim D as Ftroandes.
Pela Companbia Amt>niiri'e :
Artbnr de Almeida.
Joaquim Olinto Pastos.
Jote AntoDio P-nto.
Profisso de dentista
advogadoa.
solicitador.
contador e distribuidor,
partidor e avtl medico,
agrimensor.
engeoheiro civil ou mecha-
ndo,
deep chanta de numero,
caixeiro drspacbante.
ajudante despachad;.
agente de leiloja.
escrivSo de qualquer ju'zo
ou tribunal.
tsbelliSo.
corretor de numero,
guarda l.vrcs
interprete.
Directores, agentes ou regentes de com-
panbias ou eociedrdea mouymaS quan-
do remunerados e agestes ou consigna-
tarios de vapores-
Por joalheiro que mascatear nos Estados
tenhs ou nSe estabelecimento.
Por deposito de carvSo de pedra para
venda em grosso.
Por caixeiro viajante.
Por bilhar, pagenio somonte 40^000 cada
un em que exceder da anidada.
Acougue.
Prensa de fl^odao a vspor.
Gompanhia de Tecidos de
lV!a'ha
9* chamada de capital
De ordem da directora, convido os seohores
colonistas desla compaonia para realisareu: a
nona entrada de 10 O.'o do capital subscripto oo
205000 por accao, ate o oa 30 do corre te, no
esenptorio do ihf8onretro ta mesma. a ra i-
ae Margo, antiga Crespo n. 7.
Recw t de Setembro de 1893.
Alfreda A. p. Fragoso,
Secretario.
Companbia fabrica ce Es-
topa
Acbam-se disposicao dos Srs. accicistas,
oa roa do Cocmercio u. 7, a (p'a dos balancos,
a lista dos accionistas e d:ts trinsferenctas las
acgOes effectuadas no anno prximo pausado,
Je confjrmidade co. o ariigo 147 da lei ("ne
) to as sociedades aoooymas.
Recife, 15 de Setembro de IE93.
TbcrrcZ C. Gnffih
Di re- !or secretarle.
O Or. Jos JuliSo Regueira Pioto de
Sousa, juiz de diraito dos feitos da fa-
seoda do Estado de Pernambuco, etc.
Faco saber pelo presente que no dia vinte e
nove do corren'e se ba de arrematar por v> nda
a quem mais der em praca publica d'este Jci'-o
depois da respetiva i adieacia e corn o abate di
le visto nao ter tifo arramatada oa primeira
praca, a casa de pedra e cal numero 1 C, aa es-
trana velba de Sanio Amaro com daas portas
de frente, doas salas, dois quartos, co3inha fora
quintal em ib?rto e sotao bastante estragada,
meciodo de largura cinco mttros e dez cettime
tro e de fondo dez me.ros e vn.t cinco cenii-
O r. 8igismuo i'jiz de direito do commercio, desta ci
dada do Recife, capital do Estado de j Tratarse da eteteto^aa mesa que tem de dirigir
os negocios 8ciaes dorante o aooo de 1894.
Outrosim, declara, qu? a eleico se proceder
Veneravel contraria cieSc.n-
ta Rita de Cassia
De ordem do irmo regedor. de novo convio
a ledo: os nossos carissimos irmos compare-
cerem em o nosso consistorio f s 6 1/ horas da
tarde de quinia feira J8 .i orreoie, para em
sessao do collegio represen'ativo proceder se a
eleico de tub-regeder, secntirio e oulroa car-
gos vagos no actual cooselbo.
CcDsistotio, 25 de Setembro de 1893.
M. S. Costa Jnior
S^rviado de secretarlo.
Instillo Aitheologieoc GeogP-
pbico Pcfd..nbocaao
Quieta feira, 21? do correle, ahora do cestu-
rxe, haver sessSo ordinaria.
Secretaria do Instituto, 26 de Se'.eo.bro de
1893.
I- secretario,
Baptista Regueira
Associaco dos funcc onarios p-
blicos do Eslado de Pernam-
buco
De ordem do Sr. Dr. presidente deata socie-
di.de sao coovidndos t idos o* sc-nhores socics
para em asserrbl geral. que ter logar uo dia
28 do correte, pelas 6 horas da tarae. no se-
gunde andar to predio n. 7, ra de Margo,
Pernambuco, ets.
mi tros, avaliada em tresentos mil res cojo va
lor fica redosido a duzentos e setenta mil reis, Manoel Bacear de Olivera, 1.0005000 a
sendo a mesma casa per encent a Joo Birbosa
i\c- Mello e levada a praca por execugao que ibe
move a mesma Fazenda.
E para que cbegae ao conhecimento de todos
passou se o presente edital na forma da lei.
Daao e pasaSdo nesta cidade do Recife, de Per-
aamboco aos 20 de Setembro de 1893.
0 Doator Jos Juliao Regueira Pinto de Sooza
jolz de direito dos Feitos da Fazeoda do Es-
lado de Pern?mbnco, etc.
Fago siber pelo prsenle qa no dia vinte e
nove do correte se ba de arrematar por venda
a quem mais der em praca publica d'este Juiso
depois da respectiva audiencia metade da casa
Faco s*Der sos que o presente edital
vire ou dello noticia tiverem, que se
ba oe arrematar em praca pabhoa deste
jaiso em segunda praca, com abatimeoto
de iO [0, a quem raiis der e m&is lacee
offorecer, no dia 5 de Outubro prximo
viudouro o bem segunte depois da reepec
tiva audiencia deste juire.
Um sitio ao lado da Estrada Nova de
Casanga, e no mesrno povoado corten
do 2 casas ce taipa, 1 forno de assar pSo,
1 esc moa de tijollo e 4 ps de coqaeiros,
cujo sitio mede de freate em lioi a recta,
350 palmos maia ou menos, com cerca de
200 palmos de fundo, a dividir pelo as
cente com Francisco Jannario (.;?rpin.-),
pelo poente com o otao da c.isa onae
tem padaria, junto ao chalet e pelos fun-
dos, com Francisco Quedes, avaliado em
2.000^000, Bendo a parte do executado
qual soffrendo ucn abatimtato de 10 0q,
tem de ir a praca, pela qu&nlii de 90.$.
Dita parte do sitio, casas e bameitonas
v8o a praca, por execucSo que move An-
tonio de Almeida Gomes, contra Manoel
Bacc-l! r de Oiiveira. E nao havendo li-
a tantei qie oubram o preco da avaliaySo,
da referida importancia de 9005, ir a 3.a
prega a mesma parte do sitio, casas e
bemfeitoriaB, soffrendo anda o abatimento
da lei. E para qao cbegae ao conheci-
com qualquer cumero de socio que comparecer,
urna vez que nao pon nado pelos estatuios, por falta do compsrecimen'
to dos mesmos senhore?.
Re.ife, 23 de Setembro de 1893.
0 secretarlo
Aogosto Paulino da Silva.
Companhia manufac-
tura dephosphorcs
Sao convidados todos os s .liares subscrip-
tores a reuoirem-se em as?embl:a gir-1 ca As-
sociagSo Commercial ReneficFPtp, no dia J 4e
otubro viodooro, ao meio oa, lim de ser
constituida a tompannla.
Recife, 26 de Setembro de !893.
Herbert J Pertraa
fucorporador.
Companhia
DE
Drogas 6 producios chimicos
Tendo desappirecido o motivo qoe fizera adiar
a assemb.a geral ordinaria dos accionistas de*-
ta cempaobia, convocados pela Beganaa vez, sao
agora chamados a constituir a re.enda assem-
b:a crJinaria para os fins deurmicados nos
estatutos e na lei, devendo eflectoar-se no dia J
do prximo mez de Outubro, ao meio dia, na
sede social ra Mrquez de Oiinda o. Si, pri-
meiro andar.
Recife, 26 de Setembro de 1893.
O secretario
Graciliano O. C. Marttos.
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MUTILADO
-hS*


Diario de Pernambuco Quinta-feira 28 de Setembro de 1893
ESTRADA DE FERRO
DE
PEPJNTAMBUCO
DO

aviso
Do dia Io de Outubro ate segundo aviso, alin dos trens ordinarios de passagei
ros, liaver entre as estafes de Cinco-Pontas c Cabo, o seguinte trem mixto extraor
dinrio para o transporte de passageiros e bagagens.
TRENSRXTKliRniNARIO
i-
PARA O I iTERIOtt DO INTERIOR
Ivd08 08 dias Ncite Dias uteis Tarde. H. M. 1.50 ?, 10 2.35 2.43 2.55 3... Das santificados Noite
Postas (partida). Prazi ...... Cabo renegada)..... II. M. 8.00 8.20 8.21 9.00 Cabo (partida) liba..... Prazeres .... Ua-Viagem Afogndos Cinco Pontas (chegada) H. M. 6.45 7.... 7.20 7.27 7.37 7.45
Cabo, 'i de etuiubio de Lb\)' J. IV. Mann. Smierintendentu interino.
Ven era ve l
de de N. S. do Ivtsaro, erecta
ia .ra'ri rio Crpo S-nto
i' ordem to uosr irmao juiz, convido a
lodo* 008 rs CarlsaiatOB irmaos pura compa-
rererem e r> no?s ce." :t i: s s a fe.ru 79 di
cori' Bbormdi tirde, pora elpgermoj a
ri-gedora p^aoi- 893a 189*
(> mcrivfio
Actonij J.-V-'.;..) Marque.
VeiiorVdl
. .'( de N. S. d Ri u rio, tr iota
nr. iBateii d. Corpa S.tC.0
Ki el -flecinar-se a 'esta de nos-
ia 1 i O i.b ft'.--o lu
ossa ii... tus a a mesxa
i o m
- .
! id S >. : :S33.
0 es r
. D ''I ''?*
'..'(-
e en 1 ?tj am'-l
. Braceas
. L .. aob a oa a coi r I
it tura fle .-. i : Ib vi
I
. .
i rj linar a* i
; irrtni
Di 0.
I;
u -1
. ..
f*\ i,
. .

",
Jtjy Vri>aeiaou HjUuda d* Cunha tel-
ira, ma D. Mana Cesar.
J70 Francisco da Uoata VYiga, ra da
11- t-'.nrt-gSo.
171 Franeiaoo Concia Mezquita Cari so,
!.-. V c. a de Itaparica.
17:? F lippe Santiago Borges, Praga do
. dei.tes.
173 Franoisoo Al vea Lob.-e, Traveasa da
Fu iic&o.
174 EVaoeeo Bibit.no Gomes, ra dos
G'J >.d.
75 F lis Ororcy.ves de Menazes, dem.
17; Francisco Dominguea Simelo Cor-
deiro ''-a de S. Jorge.
1.7 Francisco Joaquina Carlos Jnior,
; lem.
178 F lippa de Ar..j i Stmpaio, idem.
179 Fortunato Coelho Pnheiro, ideas.
180 F nc.sjj Goac*ives eixs, dem.
181 F.-x dos S .ntos Ferreira, idem.
cisco Machado Toixeira Cival-
ca i idem.
183 Felino Hofltano Ferreira Coelho,
1 de Mari
184 Francisca Suv btr.. da Silva, Largo
C i reo.
185 i'raooiaoo Pedro Cavtlento Uchfia,
ro R r*o do Triamph .
186 Oa'dino Joe Brity, ra da Madre
Dos.
187 G h rn F 0< o, ra M
qn<. da Olioda.
O aban o assigo&d | o Sra.
...... Iberme Fraoeeo doa Reis, ru;.
i. re- v- -' "" ruBipbo. _
> do cera 10 deSoua* Pereira Bntto,
3 os Jo e Martius.
}VLc..... ., tc: ,190 ":r! tdeltonao d8 Nevea Car-
do -. ra Viaconde ce Iupanca.
ll i.uuj Jos a Rosa, ra dos
; enlo dos ileilors ?.*......!- G rar r -



i
, Largo
'a di re Pedr;
<:-;-'
Continaac "
' d da Rcofa ,

Tri iffi
r
'a.
140 E nardo Candido P i Iha, ru.
141 1 Bta Siqjcin
I
: o la ... .
i -i, G i
i I a..
rdo Dusrte I- >s, r'.!-1 da
J liOgCB J
147 A A 2:3 Bol 8c ,
idem.
i.>; i ,.;, : ;^e^,
149 te id .
150 i. 151 Eineato rea ra ce Lyrs, ra e S.
ge.
i)? Epipbaaio de L-ina Freir, idem.
15:- Ed.ii.rdo MeuOea da Orun Guiir.
rSe, dem.
354 FrDC8co Fragosa de Paul.^ A'b;-
OMrqoe, ra da Madre Deu .
155 Francisco Fernandas da Grafa,
Larg-; d i Aesembl3.
156 Frand co Augusto 3-rges e Silv3,
roa da fc!oeda.
157 Farcisco Jos Luir; Brar.CD, idem.
158 Felippe Beaerra Montenegro, rna
do Commercio.
159 1-redonco Luiz Vieira, roa Mrquez
de 01 nda.
360 Felizrdo da Silva traga, idom.
161 Francisco das Chagas Silveira,
idem.
162 Fortunato Jos de O.iveira Lima,
roa do B >rn Jess.
163 Francisco de Soasa Motta, idem.
164 Fraccisco Basilio Carneiro da CoBta
Miranda, dem.
165 Franciaco Xavier Soares, idem.
16d Franciaco Antonio de Miranda Da-
ro, iu& DjmingoB Jos Martina.
167 Francisco de Paul Gomes, rna Sec-
fcala Velba
168 Fraccisco Affonso dos Reis, rna Do-
nsiegos Joe Martini.
(Contina .)
-r* T
m IOS_____
Vapor austraco Szent
-a.
fs 1K
' al a Blgnados faxem pablico q-e as
n io vapor scims, qie foi iDiimario
ara liba Gra ide, tsiao sojeitai a 25
, nos conhecimenio
.......,. quieuifcna.
R f 'o de SetD i di <89J.
_________________Joboeton, P^ter & C._____
I ioilS t tan-
(if r-rr
aJaflJ
paquete Thames
Comrrsndante G. M. Hicks


B'esperado da Eu-cpa at
o dia A ae Ou uoro se-
pis da demora
nece>?ari3 para
Macei, Babia, Km) do Jp"":"o M e BucncsAyres
.w c.trga, passagens euooinmeDdas e di-
. c trete : trata-se com os AGENTES.
O paqu.-to
Magdalena
Commandante H. C. Rigaud
E' esperado dos
portes do su) at
o tia t) de Oo-
lobto segoiod.
depois da demora
Decessaria para
ui >:j9U.
soal'iam :'sj
?i. B.PreviDe-se aos S.-s. recebedores de
mercadorlas, qa a Companbia Mala Rsal Iogle-
ta, coolractoa com a6*oeral Steam angatioD
Gompunyum servicoou vaporea seoiaoses qne,
partindo de burefeaux, ogo, Cbareot, ele, de-
feo cegar a jo:tump'.cr> a lempo de balde;.
rea as cargas destiradas America do Sal,
para os vapores desta compaobia.
Reducto ^os preyos das paasagena
L
A Li Oes Ck '.SO 30
a'Soatnamntooft^aUsM eW is
aaiarotea reservados pnn r> pasuageiros ce
Pennmbnco.
Para paBaaavDB, reies. encornendas, rata-."
-
AGENTES
.-.',
tffiorb Irm> & O.
W. 3Hi io B m Jesciff. 3
Hala Real Fortngaeza
O paquete portugus
M alange
E' esperado de
Lifboa al o da
* de Setemiro
ia\- do depols
da demea neeea-
sana para
B. bu, Rio de Junen o e Santos
Para carga, passagens e valores : trata-se com
os AGENTES.
Pereira Garoe.ro t
6 RA DO COMMERCIO -
1 andar
O vapor austraco
Szent lstram
E' eaperrdo da
Hoa Gmode at o
da SO do cor
*>oifc eegolodo
depois da indis
pecsatel demora para
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, e eocommeodas trata se com
os
Consignatarios
Johnston Pater &C.
15 Rita do Comnwcio 5
Pacific Siean Navigalion Com-
pany
STRAITS 0F MAGELLAN LINE
O paquete Orcaaa
E' esperado dos portos do so
at o da de Setembro se-
guindo depois da necessarla de-
mora para Liverpool com escala por
Lisboa, Bordean e Plymoat
Para carga, passagens eocommeodas edinbej
ro a frete trata se com oa
AGENTES
filson, Snos 11, Limited
10RA DO COMMERCIO-10
O ageote Oiiveira p >r mancado do
Exm. Sr. Dr. jai de direito de orphos
e ausentes, e a rrquerimento do inventa-
rante dos beus deixados por D. Collecta
de Plrh> e A'meida, levar a ultimo lei
i3o o ira jorttute s brado ncira-.
Oa rs. preteadentes desde j podem
exi-minar o dito rredio aervindo de base
a ifferta de 35:2c 05 do terceiro
leiilo.
AgeQte Oliveira
2. e ultimo leilo
De um b im terrea.) na Boa-Viageni, na
ea'rada velha de rod gem, defronte do
ant'go sitio da barra, com diveraos ps
de trastos, bem como srj* coqueiroa, li-
meiras, arangeiraa e outrea, con 630 pal-
moa de frente e 3200 de funde, cora ca-
cimba, tendo a fren'e para o naacente.
Sexla-feira 29 do eorrente
A's 11 horas
\o armazem a roa do Impera-
dor hoje li de \ovcml)io
n. 39.
O ageote cima competentemente au-
torisado vender em leilSo o terreno
cima.
O Srs. pretendeJtes desde j poierao
examinar o referido sitio.
AVISOS DIVERSOS
Tito Hjg ao de Miranda ansiad birmoaia pa
no a can RLIA DE GERVASIO PIRES N. 83
- Veuiem se uuairo mporiaue i .m-b que
coroportam cima de 50 pipas ; a tratar na roa
da Madre te D>-u* n. 10.
Companhia Babiaua de Navega-
> a vapor
Macei, Villa Nova, penedo, Araccj, Es-
tancia e Bahia
O VAPOR
Mrquez de Caxias
CommaLdante Julio de Lacerda
Seguir pira
es nortos a;!tna
indicados o dia
98 de Setembro
.8 4 horas e*a
tard-
Para carga, passagens encommendas e dinbei-
ro a frete, trata se com o
AGENTE
Pedrj Oso io de Cerqu^ira
Uua do Vigario n. 37
Io andar
Gmui Fmaihaa fla Ha
PORTOS DO NORTE
Cena, Maranho e Para
O paquete Beberibe
Commandante Io tenente Fabio Rio
Scguiri para os por-
tos cima no dia 5
do Ouiubros 2 bo
';.- da 'ar .e.
Rjci-be carg, encommendas. passagens e di-
nl:eiro3 a fretej at as; 10 horas lia manb de
di<: da partida.
ESCRIPrORIO
^4o Caes da Companhia Pernzmiiicana
n. 12
LLOES
Leilo
Da in;portento rrm oSo de amarello
er.veroisada e envidracada Cum balcSo de
pedra marmore, fiteiros, mesas, carteira,
mochos, balareis decimal e de balcao,
pE08, medidas, lustre, erandelbs, regis-
tro e encnnamenti de gss, gneros rovos,
coco sejrJo ; vnhos itlianos fngrratf.r!o
e em pipes, cogn'C, champagne, vermutb,
vinb'a do Porto BoO, licores, cervejaa,
conservas, manteiga inglesa, queijos, mis
sas i abanas, salau.es. barricas com alhos
novos, lenc^B e muit&3 outras mercado-
ri&s existentes ra bem afregues&da ta-
verna sit3 c ra da Imperttriz c. 3.
OiieU-feira, 28 do correte
As 11 horas
O agente Gusm2o, autoriaado far lei-
12o da exccllentd taverna cima mencio-
nado. Em l.i cu ir..is lotes a vontade
dos comprado.ee.
Garante-se aa chaves ao com prado.- d
ar 5"o.
Predios
Vendem-se tres predios em Olinda, em boas
roas, e nao looge dos baobos do mar, doos tem
qcmial ao lado, tendo om destes um p_-qo> do
jardim. todos esaes predios ao novoa : tr lar
oa m meru 28.___________________________________
Precisa-sa
Para servlgo de casa de orna e pseos, de
orna ama de meia idade e da conducta ahaoca
da ; r,a ra Direiu d. W, fobrado. se dir.
Papel Bristol e des-olios com la, para.bordar
receberam
CONRADO.ANTNES& C.
A' Brisa
Praca da indcpendeaela
VeQde-se urna caruy> uuo, k.uu>, .oa
qostro bois ; na Ca.nnga, paieo da matriz nu-
mero 9^____________________________________
Venderse orna joola de bois, grandes e
bem ma sos; na Gaponga, piteo da matriz nu-
mero 9. _____________^____________
Vtnde se a taverne ra do Camarao, es-
qoioa do Ho-iplcio n. 17, e o motivo ce dir ao
comprador.
Precisa-ae de orna cosinbeira ; i t'atar oa
loja. roa Barao da Victoria n. 39.
Precisa-se de urna ama para casa de um
casiil stm rilhos ; na ra do Ba.-ao da Victoria
o. 37, 1- amar.
Vende-fe o sobrado de um andar "03 dos
Gaararapen, esquina do bicco de Pascoal ns. 49
ou 5 : a trotar na ra da Cruz n. li.
Caixeiro: precUa-^e de um c m alentra
pralica de ta Ferreira n. 65.
Caixeiro
Precisa-se de om menino ron pra'ica de mr
liiMij-, de iJi i- >' frj a ti i-n'i-i-, quedco
nbtcimeto de sua i'onducta ; na ra UoCpuo
Lima n. 15, S.no Amaro das Salinas.
Fogni-ta
Preci'8-se de um foguista qie soja mc'ricoli-
do; b traiar na prenda allemS. caes do Rumos.
Caixeiro
Precisa se de ta caixeiro com bastante pra'i-
ca ie molhados, de idade de 14 a llj aooos ;
tratar na roa de Sm'.o Amaro u. 5. c. qa roa U^
becco flo Caj'.
Mossoro' e Ara^aly
Seene para os porto, cima o bi.te cDeus te
Goade. recebe carga ; a tratar na ra da Mi-
dre de DiU n. 8.
Cear
Seg'-p pr-.ra o po-tj acim o hiate D. Antonia
e reerbe carga : a tratar na roa da Madre de
Deus n. 8
Sitio
Vendes? ou uluga se um importan'e Bitio
com accommodacOi'S para erando familia, no
Luca junio au Wa'io Pi.ri:ambucabO : a ira^ar
.o com o pripriaario.
Aos Sr. proprietarios
de eoeheiras
Provecimos aos S s. prn^eietarios de coehei-
ras qae deixem decoonuar com o consummo
de fa'eo d*! carofos de altcrfao em ras;;, vis-
to rsta geoe'O que si-rve de alimento para o
animaes vaccuos, estar aclulmeote causando
g.a.dc mal. enejando apona de inotiliear oa
bois tfii prestam-ae aoservico de conJacco.
e la prevencSo de qce nos iC upamos p<:a
prevenir aoa propr:et'38 o prejuiso certo que
! ij com a ti j algo .i teem ..-p nmeotado, visto estarem us
p'cp otarios do fabrico desie genero taipregan-
do mat ria ptrida, o q-j coav.m .aaar em
qujnro anies este grande mal.
Mullos prejcdicaoos.
CJolieario S, Vicente
Fitis verdes pa'a s educandas dtsle til es-
tabeieciment-. receberam
CONRADO. ANTUiNES & C.
A' Brisa
Trac da Iad^pendeaela
LA
eia

De u i cofre, urna mesa de cop ar car-
ta, 1 realejo grande com 42 msicas, 1
cadeira para dentista, 3 globo geographi-
co, l livro atlas universal, 1 mesa grande
para fazer.das, 2 fteiros e 3 machina para
lavar roopa e engomar.
Quiula-feira 28 de Setembro
Agente Pinto
Ra do Bom lesus u 45
Em coutinuaqao
Urna mobilia de Jacaranda, 1 gaarda-
Ioujj, 3 guarda-vestido, 1 commoda, 1
mala, quadroe, candieiros, mesas, camas
e rauitoa outros movis de casa de fa-
milia.
Agente Oliveira
4o e ultimo leilao defini-
tivo
Do importante sobrado de 3 andares e
sotSo, sito a ra da Imperatriz n. 51,
com 5 janellaa de frente e varanda de
ierro.
Sexta-feira, 29 <*o eorrente
As H lloras
Xo amizem a rna da Impera-
dor hoje Id de Aove rubro
n. 39.
kO commercio
O abaixo assignado declara co publico e es-
pecialmente ao (Ommercio, ou- l da 18 da
correte vendeu a Fin:isco Pereir' da S.'lva
R u o estabeieciffi-Q'.o u. 8 a ra do G .1 ral
n (Santo Amaro). (Je ;. cordo com a escrip
tea de venda e pennor da msma nata, uada
n.ais tendo com a resp .abiliJate do aito es-
" !-" ment desde jiilao.
Rtuie, 27 de Seiejbru de 1893.
Manoel G imts da Cunbe.
Co^inheira ecostureira
Precisa se na roa re Visconde de Gjyanna n.
197, junto a estaco do Mangui bo, casa de Lo
pee- A beiro & C.
Capello
Precisa-se contratar om sacerdot- para cele-
brar mlssas nos domingos e das saniricados -
8 boras da manba, na rapella de Santo Amaro
das Sainas. Os pretendentts podero se e ten-
der com o thesoureirn da irmandade, na ra !
de MarQo n. 13.
Lt.hographia
Precisa se de um impressor lllbograpbico; na
ra Ma-qoez de Olinda n. 8.
Fitas escossezas e de diTersas qualidades om
variadissimo soriimento receben
A' Brisa
CONRADO ANTUNBS 4 C.
Praca da Iadepcodencla
Cosinheira
Para casa de um estrsDgeiro solteiro precisa-
se de urna boa cosinbeira, paga-se bem : a tra-
tar na rna do Bom lasas o. SO._______________
Olirtda
A' roa do Bomtim n. 3 des a cidade alnga se
orna casa com commodos para familia perto
dos banbos salgados e da es'aco do Cirmn; a |
tratar oa roa 4o Imperador o. U. i
Caixeiro
Precia-se de um caixeiro ; roa de Gei*>t.lo
Pires 0. 40.
Cop
eir
Precisa-se de urna aopeira, paga-se bem ; em
Femandes Vieira n. 7, sitio, casa de azulejo
amarello.______________________________
Eofeiies e figuras de biscuit, para ornamento
de salas e toilets, um esplendido sortimento re-
ceberam
CONRADO, ANTNES & C.
A' Brisa
Praga da Independencia
Cosinheiro
Precisa-se de um Dom cosinbeiro ; rna do
Commercio n. 44.
Aos proprietarics
Que desejam fazer caiczdas e ladrilboa no in-
terior das casas e armazen?, avisa se qne acha-
ra) um grande sortimento de pedras apropia-
das oo armazem do caes do C- pibaribe a. 38, e
amostras na rna da Cruz n. 18 armazem.
Cortinados
Fara camait < janellr.s
Mo.;quiieiros americanos, colchas brancas e
de cor, e capas *e seda preta para senhoras.
RECE3ERAM
Conrado Anlunes C.
4.' Brisa
Olindi
Slanoel Joaqulm dos Paasoa
(.inmanicN
Francisco Jos aoe l'a-sos (-oimares sua mu-
Iber, nlboe, gecro e neios. ralados de saudades
pela perda rreparavel de sen ido atrado tlho,
rmo, ruchado e to Manoel Joiqaim dos Pas-
aos G Imaraes, mandam c-ieb-a- missas em
euff agio ua alma, in ordem 3* de N. S. do
Carmo. sabbadu 30 do cerr nte, pelas 8 boras
da maob ; as pessoas de coa amizade que se
preslarem a aaaiatir a este acto de c ndade des-
de j j> c-in'eoBam p'pnnrrpnlp p'aloa.
O. ll.-.riii kurri>in> de itr m
t facha el Joao Madeira de Freltas e
sua mclber (ausente-), Mana da Paz e
Freitas. Hila de Freitas, IMargarida E.
de Freitas, Ai tonio de Frenas, Jo;
Dias Alvares Quintal e esa mulber,
eummamente agradecem a seus pire tes e pes-
soas de sua amizade, o obsequio de levaren ao
inmolo os restos mortaes de sua prez-da mSi,
eogra e cunbada, Maria Eofrosina de Freitas, e
de novo coovidam para assistir a missa do sti-
mo dia qHe tera logar exta-feira 29 do eorren-
te, a 8 bo'as do da, na igreja da Gloria ; an-
tPi*in!>n< O. Juana Iruiii-iM-a de Mello m
Cavalcante
t Manoel do Naicimento Vieira da Ca-
oba Sohnnbo, D. Paub Cavalcante V.
da Cunha, sena nlboe, coovidam seus
pareoteo e amigos para assistirem a
mise do 30- dia i o failecimento de
soa prezada sogra, mal e av, D. Joanna Fran-
cisca de Mello Cavalcante, na matriz de S. Jos,
a 8 boras da mar,ha de sexta feira 29 do cor-
rete, coofessando-se gratos por este acto de
relieiSo.
Alugase urna casi nos
Milagres n. 3! com commo-
dos para familia regl r, e
deitando os tundos para o
mar toda reedificada de
novo, caiada e pintada,
quem quizer pode ir vel-a,
e a tratar na ladeira da Ri-
bera n. 28.
rado
Prtcisa-s^ de un ciado que ier.ba boa cen
duela ; a tratar na ra da Commercio n. 41.
l'aulelas o Monte de Soc-
coro
Corunra se esm grar;ie vantagem ; ra r!a
HSP, I LS08
Para senhoras e meas'ass
Um expen i lo snriir.enortcebcu
A' BRISA
Conrado, :e- & C.
Dcaeiuburguuor Franrlaco Mu-
cbado cedrova
t Pedro oa Cunba Mathto Pedresa, aua
molner e filbos convidam a seus prenles
e amigos para assutirem as missas que
maudam celebrar na matriz da Boa Vista,
no dia 2 de Outubro, pelas 8 boras da maob,
sft'mo dia rio faliecimento de seu sempre lem-
bradu irmo o desembargado.- Fraocisco Macha-
do Pedrosa, fallecido na cidade de Lorena S.
Par..
t Leo la R >na Ud h j ..-.-, i H no e 8eU8
fl os agradecem do intimo d'alma a to-
dos quantos se digna'- m acompanhar
ultima morada 03 rpstos de seu estimado
e qceido esposo e pal, Toomaz de Aqoino Pe-
reira de 'Tito, e novamnute os convidan para
-issistirem as missas que mandam rezar pelo
eterno descanco d ?aa alma, no da 30 do cor-
rent mez pelas 7 horas da mann. na igreja
da Sania Cruz, pela qu? se confessara at-rade
Cns.
inii-i k. Vergneira da Coala
tJo.-e Marceiioo na Costa e Ma la Jjse*
pinna Vergueiro da Costa aradecem s
pi-soas que se digoaram levar ao cemiie-
no o r. daver de sua prezada esposa e
rcai, I-t.h! Emilia Vergueiro d* Cosa ; e de
novj coav dam a assisiirem as missas que se:o
reza 'as pjr sua alma as 8 h< ras ca maob, na
matriz de S. Jos, no i:i 30 dj corr-nte, 7- do
?en fu'lppinipr-tit.
mamKkmmmmsmaab^i^ak^mammammm
Jaque.ina de Oiivrlru Ictttia
Cavalcante
Salvador B.irhalho Q.'bOa Cavalcante, soa mu-
Iber e Blbos m mam ttzar missas na igreja do
Cajoeiro, '-s 8 horas da tiianha (ie sabeaflo 30 do
eorrente. 30- dia do alleunii-nto de ua sempre
cholada ti ta e irmi J^qutii ;a ce Oliveira DcbOa
Cavalcante, e convidam ao* prenles e amigos
para s.-istirem a esse ato ce reliio e cari-
di. de___________________________________
luutruu Ijellaa uu t. Caiiiosu
1- anniver.-ano
Hara Caetana da Silva Leito convilaospa-
rtnt s e pessoas de ma amiza le paraaoi.;tiem
rjiie manda celebra' na matriz d? Gra-
C. as 7 1/2 ho-as i e 23 S lembro, 1*
ariniversario do tallecimcnlu 'le sea lli-i I launa
Lei 'Un da S ("a^'n^n e '""'"''"p.
Ca
xeiro
Precisa-EP de um caix-iio al 12 anuos, que
d i nci de roa conducta ; na ra do Apullo
u.mero 21.
ma
Cinto?
!e co'ro
F.
C: mi (al
PARA SENHOBAS
Alta novida-ired-, r-m.
Ccnrdo Aatdr.es '
Precisare .'." urna seobora di iaic qno Birva
Dar ludo servico e ser governante d cma casa
de urna > p-'soa, p que d garante i e sua con-
duv-ta ; a tratar na pr^i de iaciel Pi: beiro n.
li, raJaria.
Wi v
iza
C
i.
riaJo
Freeisa-se de cm cr ado que techa algasia
pratica de botica ; hd ra do dua Jesrs n. 22.
Aliiffa-se
Urna ca?a na Torre, y ru do It a n 15, de
fronte da fabrica dp teci os a tratar na roa
[arpa do Rosmo n 14.
Lili Vites |>a. a cabelle
Alta n'ividade RECEBERAM
Conrado Ant nes & G.
__A" lrlsa^__________
Criado
p-cejf a se de um criado ; na rna Duqnp de
Caxias n. 8^:_____________________________
Precisa-se
De um ni :0 12 BCt.03 de idade para
11 d P'tica ou j
sem ella, q Ha i conducta ; ca ra
T T de s -ri (U.'cff.) u. 10.
Creme Simn
Po Simrn
Sabao Simn
Sem rival pa'a ? hy^'pnp dn nelle
Recebcr.-m
Conrado, Antunes & C.
Movis als-
enla
L
Preci.a e fie i....... adeira, e quo se
eccarre^ue de cu-is algnns :<:vico3 tf casa, e
m i i Bt;8 '8 ; ; rna do D.-o Fa-
ria, v.u .. C 'i-- Bi-fo n. l.
mas
Precisa-se <'e cees urna p3ra cr.fi.-.bai* e cutra
para lavar a engoa.ma', pura ir : a C inda, a
traiar a ra da Matriz n. 18 Io andar.
Ama
Prcc-s^-se de nma "ma para cosinhar; na ra
larga do Rosarion. 14-
Escada
n. 43;:;o
Pede S3 oo Sr He.-rcngenes Sancho, ta cidade
Escada. o avor de mandar oo v.r Tquidar
aqueile n?goc!obo q-:-e faiem tres aun.s na
roa N.'an. 16.
Profess 'ra
Uaia pessoa habilitada, off-rece-se para ensi-
nar a piano e trabalbo da Rgnlba em algumen-
genho. poien-io ser precurada na ra da A
sunjpgSo n. 20.
Eug
oiDinaaeira
triacas
Vence-?e movis austra-
cos de todas as qualidades,
cores, e por precos resumi-
dos no armazem importa-
dor
A. D. Carneiro Vianna
Ra Mrquez de Olinda
n. 54
?' : '"" :-'"~J' J- Jo Fi-i
Vieira se precisa de urna mulber para engom-
maiios.
Cavallo roubado
Do sitio Ponte U. boa n 28, pertencente a D.
Amelia Angosta Oliveira, roubaram um cavallo
cnstanbo, castrado, c-jm osce-uiole sigoaes :
urna estrella na esia, p*s e mos br;ccos, ferro
M : quem elle dtr notic a tu levar ao dito
sitio ser bem recomppnadc.
M$nf$iga fira
queris ter em vosa* mesa manteiga in-
suspeita de acido brico ou de margarina,
usai nicamente da manteiga Bretel Fro-
rea, lates encarcada ou verdea, qne pela
sua superior qualida.ie coota um succeaao
de 16 annos, e que sendo a preferida em
indos os mercados, e co Rio de Janeiro
o co.-.sumo desta acreditada manteiga at-
tinge annualmjnte a dois milhSes treon-
tos mil kilos.
Vende-so em todos armazens de estiva
asas de retalbo, desde 1876.
28
1CHABLE
?AR/S
(200,000 Doentes
CURADOS DE \
Impigens, Borbulhas
Virus, Ulceras i
PELO
f








1-
i
inmchME

%
MUTILADO >
tateayaj
Bi I I II fc I ln
t -


Hario de Pernambuco Quinla-feira 28 de Setembro de 1893
de Forcas, JDoencas do Fsfmaat
Anemia, Fbres, etc. wt&L
'O

DE
c curada cora o
Verdadeiro
~^0>

(& certo, agra-
pp' v avel ao Pala-
& dar, lacil de se tomar
pars, avcnuc victc-'ia, a. has
ATTEN
Grande e importante

LIQUIDACAO

I
56 BA BUQUE DE CAXAS 58
RENDAS hespn: bolas do ^IgodSo e seda com ura metr de largura
5000 e 12{5OO0 2000 33(,0.) e 60(0 o metro.
FilCIIU', sihidss de baile por 50O reis, 800 e I5C0O.
MEIAS para teuh m. hornea* c enancas a 500 e 800 res o par.
VELLUDO DA RUSSIA diveaaB cores de ljJCO'J a 500 ra o
00
vado.
600
res.
COLIARINHQ3 para seniora liana o d- pbantaaa <5. 20G0 a 100.
Pecas de bieoa decores e mstisadoa da 4#00Q a 30 0 o i'Sf'OO a poya.
Colkrinbos de oro !:cho pa~t> h mem de 1200 a 6L0 a duz3.
Gangas encarnadas pra eobertsa a 240 res o eoyado.
Damasco de tod; as ocres para repostaros c coienas de 1400 a 500
Crotones indos psdrc3 de 800 a 320 rea o covado.
Setim do seda liso n de qoadrot le 108UO e 2^000 a 6 '.
Cortes de oambraia branc. coraf>a!picoa de cores c 8__ .. a 60C0.
Pegas de cfcssa6 adamascadas com 22 metros do 10J0Q0 a 900.
Capas para senhors, ricamene ebfeitad da GO^OoG por 30^000 e
SJuOO.
Ai. cites lindissimos
l^oOC e 2f>0i 0.
VariadisBimo sortiinento de plumas de 3|500L
1^000.
rovfido.
de core3 variadas e ccveb de 5G0O e 6000
45'iOO a 500 reio o'
Meltons de 2 !a-gr,ras para roupa de hornera e 3J000 a 160 reia oj
Brim pardo para roupa de craanca de S00 a 500 reis o cov.c.
Chales de cr 3im'ra de 7#IKj e 8j a 35 e 4 0000.
Manthe es de S para mocntiaa de 8(5' 0 por 28) 0,
Capas de la de corea p. ra sechora de 155000 a 6000 .
Bramante tre i cadU Dcr 104UO res orne...
I;em liso 4 largan i de 2$000 or 900 reis o metr .
Gu'-rdenapoB de lir.ho adimasesdo de 60COO por 3000 3 dizi..
Toaibas de puro Unco adMmicad-a tra lutta co 1 ,3 e iSJ
85G00 e 100ij0 urna.
Velbu.iLas isas e labradas o todas as cores a a l5C0
00
o co
I.
vado.
metro.
*
covd'

tigos.
56
Setirs diversas core3 ccn pequeo teqa do moi res o evado.
Atoalhado franco adamascado para meza du < 3500 r;3 c
Fostao da err^s, indos padrdes de 6C0 a 320 roa o c.vcdo.
Ditcs braceo? proprios para cceic o 4,-5 00 a 10500 e 20OCO.
Panno da costa para mesa de 00 a 10600 o 10SGO rJs o covado.
Merinos prctos e -.e cores de 10UOO a 300 ib. o c
|f adapol&ea fimaaimn prepr do emaric 15/00s
Caaacoade crD^y3 .... .:.. s a 9000 ,50000 .
Fl&neas ii<3 qur.dro p^ru vest.G, ultimo K':->t'> <- .--' --> -

Les de quadres diversas cores de 500 per 200 e 240 rois o >. vio.
Cape las para Doivas de 12] por 50COO.
isa de i para senbor- s ue 4u0o a 20000 o p...
Corta de cr-mbraia brancas bordadas ae U01 00 por 120.
Linn com 2 lardares, lindos p. o-5es de 3u0 a 500 reis o ?ado,
Setim dos alpes de 800 a 24 i reis o covado.
Cortes de blondo seda, ricamente bordados do todas as corc3 do.
idem, iotm dealgodSo de 405000 a 120000.
Grande onaotidade. de retalhos de chita, las sedas o ..uitos outrea ar-
LOJi Di!
Ra Duque de Caxias 56
OLIVEIR4 CAMPOS i
21Ra Io de Mareo21
Acaoam de receber um variado e t-p'cadoruBO aortimento do fazendas fir^B
Se aparado gest, pelo que pedem s Exms. famili ;S e fregueses s bonra de BBS
visita ac Eeu estabelecimento
Tees sao:
Sedas brancas e do cores litas e labradas.
Cachemiras escoccz'<3 de seda e 12 e de para II.
Cortes de cachemira bordados, lindos desenlien.
Satin raz, ricos gestos.
Toile fine ricos desechos.
Livantine de ramagem.
Vcllu o russo, lindas cores.
Chachemira com listras de seda.
Enzovaes para baptiseao.
-,-E urna infinidado de rticos que turca-sc: impossivel enumeral-os.
VER PARA CRER
SX3B.XJ^. 1 X33S XVXJk3B.Ga -SX
GRANDF
mm
Eos Largs do Bosaro es ?& i SI
Telephone n. \ 51
Macoel Garca, conhecendo a inadiavel neceBsidade de que escentia esta
grande capital, sem ponpar aaeritasioa e de^pesas, aoaba de fundir antigos hoteis
COMMERCIAL E CONGRESSISTA em nm grande establecmento em hospedara
enominando o
Grande Hotel Commercial
Alli encontrar o publico pernambuesoo e os Ilustres vejantes, alera de bem
reparadas comidas, bebi as finas e cscolhidk.s, orna bem moneada e descont hospe-
aria, com todas as presenp^Ses bygienicas, a par de nm servico completo por parte
O grande pessoal de que dispSe esse imprtante estabelecimento, boje o primeiro em
en genero nesta cidade.
Montado com a mxima descencia, dispSe o GRANDE HOTEL COM ME R
CIAL de um salSo de recreio Artsticamente preparado, onda podem ter realisados
anquetas.
O proprietario deite estabelecimento pede a visita do publio Pernambucano.
GBANDB HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do iiozario ns. 29 e 31
V1RIH0 QUIN PYROPHOSPHATO FERRO
* PREPARADO NA
PXX^\JRlV[^.OI^. ROBIQUET
MBMBRO DA ACADEMIA DB MEDICINA DE PARIZ
ta preparaclo proveilosa s Criaiica* frncaa e rachitca*, c favorlsa-lhes o crescl-
monto: conven) tambera s srnhorus frara* ou aiieiiiirim, as rjuacs faculta a Iffl
tiiiiiii'm e previne as dlfncilldadvs la irfutle crittra, activa o ristit brlr.i iiiritt'i il i
sade depois do parto. Restatx-lcc a fnrea rrl dos bomons enfraquecidos e faclta-lhes
as lHuvstiics liilniri>i:is, s; orla u a;ititc sem produzlr os ardores proprios s outras
prejaraedes. nao di kvar a prlso de ventre. diariiiea 011 fu.lina do eslo:nago.
E' por isto que deve ser considerado como o mcllior Regenerador do Sanerue.
Afim de emir as imit<:<><* c Falsi/icafoeH fraudulentas, exiji-n i Assignatura
1e BESSE, nico sucesor de Kobiquet i 1,4-insstiir
PHAR1VLA.CIA KOBIQUBT. 23, ra de la Monnale, PARIZ
Depositarios m Perrtmbuco 'rn ir* .V. rfa Silva A- l*
^)OOOOOOPOOOe00000000090000000000000000000000000}
MEDALHA DE HONRA
DIPLOMA DE HONRA]
0 OLEO CHEVRIER
i desinfectado fto Alcatrao,
tnico caluwco, o Que muito
augmcr.U a rcpriedajet do
oteo.
0 OLEO de PICADO
DE B1C4U0 FERRUGINOSO
6 a unte* i -> .'permite
attmtnittiar o Ferro tem fro-
r : P: -'. ) de Ventre, Aon
IncommoJo.
MPOSITDr! m PARS
21, ra de 1 jub -Ho.:taj:lre,21
LICENCIADOS
;E FERRUGINOSO
cheww:
.&:.
'*>.,. de i- eg&sr
RECEITAm. l'OB TOPAS AB
Celebridades Medicas |
DAriLANCA E D\ El HOPA
MOLESTIAS*DO PEIT0,
AFFECQES ESCROFULOSAS
CHL0R0S1S.
ANEMIA. DEBILIDADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES, RACHITiSMO
Z"':.J,
KI,\ INSPECTORA DB HVCilKNE I>0 IMPERIO DO BRAZO.
Vinho de Coca
lT~^^^^ZST?i^a%tV%k9\J^ty^Teti7l^^^Z^lK^^^
/*;
NJECQAO
di f.opahlbs, CubciiD
Hattnhla e Ferro, bisrr,utho p3C-S wiil
Alcatrio, terebenthir.a, tf
As GRAGEAS FCRTIM, foro as primaba que obtiveram a approvatjSodAAcoemwi
de medicina (1S30) e que adoptaram-te nos Rospitaat. Curam as moleatiaa secretas,
msla rebeldes eera atigar os estoma -os mais delicados.
A NZiCQ3.0 POWTIH seepre roco"runendad como o complemento da medicacSo.
3Dos>ositrlco em Pernaratuoo : FRAN" 1A.. da SILV Al Sb O*.
^vc^-^5^^saaAfla>aiaaasn*aii
f!^*.
^ LICENCIADOS P-LA ..ll-EC'iORIA ^UP.AL DE HTOIKNE DE RIO DE JANEIRO
'. Apertentce, f.stozn&chicoa, Purgativos, Depurativos
- Vertlge&c
#
# Desconfiar das falsilicac.
c.
cada
!**#*"
if Contra a 1-alta da arjpotlte, a Obstrnccao, a Enzaqueca, as\
s as Contestos, etc. Dose ordinaria: 4, i a 3 ordos.
~ ;confiar das faisiiicac.es. Exigir o rolu.o junio impresso em francez
mi\^e?<&nf9*S*&i ta Uni0 os fabricantes
m PAu rnamaca LEROY* e em todas as *aanuar.9-
:i0i\^S
; .'^2r--A*. -- -- -J-i
si
-olo-l
VITI-KEVIiO.STHENICO. TONICC- SEDATIVO do SYSTEMA. NZHVUSl
REQUL.ADOIC. do CORAQO.
Na dose de 2 colrieradas das para caf), por da, a KOI.A GRANULADA ASTIEH estimula as|
forras physicas e intelleciuaes. descansa o cerebro e r.s msculos e impede o esUuamento.
uilo til p .ra 08 anmicos, coiivalescentcB. Incansnvei? tranalhadore, andadores,
Cijedistas u a toda as pessoaa que precisam augmentar as suas foreas.
DEPOSITO 3ERAL : Pharn:acia ASTIBR. 73, Aveaue Klber, PAUIS.
Vndese em Pernttmbuco, ni C" de DROGAS o PRODUCTOS CHIMICOS.
.aa.

Licenciado pele laiptctona da H/iiene do Imatrio do truil.
OLAS de SNDALO CITBI1
Savaresse
cte
PropavjcSo algazna t i." efficaz contra as
jlv OLiESTaAE SESCmSTA.^
do cae as famosas Capsulas u-iiversalir. ente recenfnendada-s peles Itrdicoc,
I cira erra instru^^oas comrlet* para tra'mento) cor pera'mcnt* dentro de ama semana.
MTAMB, BOUS *; C', eir. U'CRPOO .. IVAtiS, I.KHi'HRB Jas ffBJtII, cni LONDRBE,.
rntrORITO"* KV TODA* AS FRIMCIPAa eajAHMACI.
ATK!NS0
WHITE ROSE
0 nula ailmirado -ios pe;'"umc^ Os ostros
cauvauj ein qunnto que a "fo braucu''
do ATOMKM conscrvi-s: smpre Irtsca j
r =iia\*e.
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
Cnni f.iica dosde loiis sccilo*, tom dado
lonr a urna i>rofiisau de Imita^Vs sem
valor. Jijji.r.g,ir a dfl AlaQXHOai que t
a mala fina.
Veaccru-se em toda a parto.
7. A. E. ATKiWSON,
24, Od Bond Street, Londres.
kAViS0 Legitimas somanto com o rctulo
e3ca Ijbnc.i urna 'lio-a i>raaca" com
O completo erniereco.
Ir
lCi
ICi-u t.0
i/ar
miw&
le cada proj-
iv lo, (|iic nao oue-
rece prigo alinim, con-
serva a mociiladc c a
belle/a.
1mi;i- applica^q -s 'lia-
rl ts consenao > ]-ilc
o scu aveludado c
cara.
.'AciflC; Cura comp'ei i e rpidamente
duaoin Ciei>on,larlKtditra*,Snrda*, <
I Illl)liis. l.-i> i ulitis, SianavH ;
H de Ui-uiiile- ele.
J Oeocsito geral: Ph3rmulng!ssa de Ch. DELACRE
I: M I Bruiellas [Blgica).
M'ei'lHttuMiro ,
Deposito eni j-erii'inumrw ..-..
:0MPANHIA da DROGAS e PRODUCTOS CH.MICO?
%%* o /^
'y.
Fizci em caza
e com grande economa
AVOSSA AGUA MINERAL
anloga s aguas na'.waes
COM OS
COMPRIMIDOS de VICHY
DE |
sursaturados com agua das ontes
Gde Grille, Clestins, Hpital
Hauterive, S'-Yorre, etc.
VARIZ 23. Avenue Victoria PARIZ
sMili a Pemambuco ; tf* de DhOSAS I liDCCCS ZV.KIf
deForp
M rHLOROSE
-'":'Bno
RAYIS
M primeiros mdicos do mundo,
i Mnente na Kronoraia 8em occasionar
L UM M lulpM a sua cor. recons-
>: djiitiu-lhe o vigor necessario.
b*U9*far-H das In.itaedes e Falsiflcnfdes.
It jde-s: jr ttmk tm Paris,40 4 42,Rue S t Lazare
e tu Toras as puaa:.:.voiis
#1*
/ifijT M/T ANTPHUiUE ff O LEIT ANTEPHELICO Q'
puro ou iu. aturado com cgua, dissipa
gAUDS, TEZ CRESTADA
TiTTJTAS-POBRAS, BORBULHAS
ROSTO SARABULHENTO ..
Ja TARINACEO
C"5S^ RV-3.A9
*J**SBsasBBB%aii^^
Esplendido
Graode deposito d
relogos de todas as
qualidades.
Esplendido sorti-
mento.
Vendas em grosso
eare'alho.
Modicidade em pre-
cos.
Ei Um ilo Bosario m. 9 e 11
Regulador da Ma-
rinlia
A, J. C. Araojo i C
Ao publico
Manoel Llementino Cor de Helio k C,
succe8orea de Manoel da Sirt rFarfa, previoeoo
ao respetUvel pobllco de que coniina o arma-
lem que compraram na mpma casa n. 3, a
praca Marques do He r va I, onde eocontraro em
grosso e a realbo lodo material necessario para
piiflcacOes
Pedem especialmente sos Fregneips da casa
que os auxilien: com seo valioso concurso, cer-
tos de qoe serio satisfeitas suas ordeos com
toda prestesa e por precos molto razoaveis.
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O proprieterio ueste estabelreioierto des j-to toro- bem conhecii'j, dop3
bSicc e do c-mmercio em trers1 o pro nc i do i fab c i i. do njii Aba-
'casi, Genipap^ eo tras fructas du i ; for modo do
foram approvpd s pe,a Isoectona de a.v ;uaa late lv t d v m apresi .. a . dos ditos producios, que oda (ia b do i sciocadoa com mais periei
aceio, conservendo de iccdo especial tods p..' i m i d"3 rc'poc'.ivos
A!cm da irtuJoi r d c oses r di s da rrurca snpra, q^"*; ten. po
base o caj e genipapo, com e.jata o viun e, 1 isa co, es, quo j a i
mente conbecidas, sobrease aiodu <> uso qnotidisno que delleu se fs lembrar por occa-
siSo das refeicSes diarias com i be sabor gradavel a qualqi i r
dar, pr;DCipalm;r.fe as prsc-s Grem o ., syphiles, ujol.lias-
pcile, etc., etc., provocando co m r app?t i-, os viohoa :-s ae
distiogiem por etiquetas do um t tres A, ecim dos resj ctiVOB rtulos.

~ r r~
"'\T\
VlNIiO DE CAJ' de diversas q :
duza de garrafas.
DITO DE A t a.'JA XI de di rcr .'''.- reta e em caisa de 1 u
DITO DE OENIPAPO de diversas q lid .... ..,..,, ancoretaeemcaixadl '
LI(X)R DE ANGA E DITO UC LARAN ; \ em caixa ia 1 duaia ds g
APERITAFS He C, Lararia e de Genii m caisa de 1 onzia.
COGNAC DE CAJU'em c de 1 d sis.
CuG.AC DE LARANJA E D2 G :SIPAl > c .: VERMOTH bE CAJ' eme. ca i i
Vendft-ee t&mb(rj o prodi c' (*e 1 nz'r. do pan
, dr.a (urna de c da qu !: 1 ) el) ,-. c > >J i L ) ,. : ou t. v utaii > d c-
dor. D ae preces oorrentea dos pi d tos acim*.
Dcce em cada, erceo c '. \' '..... ; prc / e ou-'O?
ios
i
PREPARADO


>()R
"- 'S i;fli.iffl -
Approv i .' lu, entv ..'. / ./ ..'..,/
A sun aoc&j .,., e ... Ki,r. .. ... ,. e _.j :.. .
. d-ar a losse.
Em toda a pbr.e oode ( ,, \< >, ...... 3
Applicauo c^ .'-iui.. o .mi. t 11 ..
v- /.Oj A, feo,-., tXt c
vouopE nw. nuoxEXA (oxcomto ,
I pro .ocio
ptrfciia coiBOi',i (_ < o > ii o o
bremor- to de pot 310 a [vid e '.
droi na. prepralo seg do um pr
cial, um <>3i )
viin'iRem, m .'. ra n i
occasiona s p a :: o-rvo
Eiie xsrope de 1 m 1
a fu proprierta i' de acalmarse
tncovemer.tr'' do romo lo pp
mente evidencia su .; i b:e
dOB 03 Drpp:iradrs COOgPI res.
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.. : '
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'A. Cj ) C0 Di : la ,j. .
i....; .
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un vo |/t r (i., 1 n 111 s H'f. : "i >. pjf.
Deposito jaral no R 11 isa d i raa Ajad
agentes para tod is os estad Brazil
K
4.5
DRi VOS LMP0BT.VD0BA
RA 8? Ti B S 88C
A ^a A i*!s
RA LARGA DO R0SAIR0 X. 3
3p .^3. Wa^Lasastrca
GUIB2 ElkSS 3

f:ii
L-iquidaco
Olquidatario, endo resoldo acabar
com as faz ndas existentes na loj? cima, coil
vida o r^speitavel publico para fazer suas
compras, visto empreo nao havercompeti-
dor como abaixj pr< va:
Etamioes ari-end.- Nanfuck. t!e c res fi ,g, 0 coveJo .1 240 rola.
Flanellas par-^vestido, 0 corado a 4o0 rois."
Voile a^atisado de 13, o c-jvado a 1^000
dem pingorina, o covado a 8C0 reis.
Linn com bollas, phantasia, o covaJo a 800 reist
Linhos 1 r c : a lisas listas, covado 400 reis.
Es^qi.o Je litibo pardo, covsio a 500 reis.
Lencos de phant.su a 26500 reis a duzia.
Rioaa fronfc-: rrra coivos, par 6,'t00.
Fecbs de II > .-0'^O um
Grande ortioieoto de chitas, aovado 320 reis.
Brins fi os do (id.. ,. 600.res o aovado.
Oanver- 1 de v 5iJ"0').
Ditas braco .. 51
Assim coiv 1 i... ubii s A.igos que sa vista.
Setim aviria- >, u tnco 4A) rs. o covado pechuioba.
Ricas cortes do vestido, em caximira a 1.5(5000,
dem em Zefuros muito clega.ea a 15iX0.
Lencos de cores a 2003 a di.a.a.
Pa no fino rara roupa a 2#000 o covado.
Aprcvcitcra est s acabando.
Aprovci.ea, a hquidas^o es a fsdar.
LOJA DO POVO
IIRa 1, de Marco11
i

1





i





.

(

1
/
.
-*- i

I
HEBffflZI
1 ... ^


8
Diario de Per*,amhi co Quinta-eira
0 BBLLGiO LAMPADA
Mor novi >1e Aacrcana
Urna caixa contendo ore-
logio e seas perteuces lude
por
6S000
0M0T0A CARBNICO
A m*ior economa pera escriptorio e
cas.8 e familia
c n os-i. vic.obi
GRANDE APi-.n-EIQOAMfc.NTO, E
ECONOMIZO NO PRt-Q )
/>cv-a-se od expsito ca retratos me
ricinos a oleo e a ciryon cb-g-dos pelo
ultimo vppor
NA
L ja das Letras zoes
ftl-Ro* Duque de Caxias-5
Agencia dos retratos e
a Higos americanos
AuUA asitica
Dr. Bosc
A mellior tintura
conliecida pora tingir
instan taneamene a
barba e os cabe!lo da
mais bonita cor prta
natural.
Vende-se na Botica
Francez?, ra do Bom
Jess n. 22. Recife.
i
Ourives oceu-
lsta
tieodoro Sm iiitajot efe Helio
Bsiabetsddo con: offietM de ourives a ro>
;.s LaraBgeiras r. i, 'Visa aos spus freemie
respsltevel pvb'ico. que mac-tm ofiictae
sstxos para execucao le qoalqre
^o co frner.ie uh arip, ejientalmenti
cees para brilh-mes. oculoa, pt-ncioei, m..
oos, re
Dctra ee, prateia se qualqoer metal, coocer
m leones .1" roadreperola od outra qualque
eci(, garaottndo nr-i,o< raodl-os.
l.aa i as LmnmTK o. .
Chapeiaria Uniao
87-Boa tuque de Caxiss-87
N?ste injporiti etabeleciaie;.tj tem
re uro txccl'ent^ eeieohdo sorti
D 3 e tudo qoacta ha no mercado de
moderno no rumo do bsu negocio,
( to sej :
Capotas e chr.pos de pbai-tasia.
Chapeos de seia east >r e fel'.ro.
Chap b de col para homem
meninos e senhorss e
tdo qaanto o respaitavel pub cj desejar
9 ma^B fino e moderno.
F0LHET1M
49
".
tlIVIHilftiS
POR
BWJI UEMESSB
CAPITULO XLV
CONTINACjAO DO 1KQDEBIT0
(ContinuacBo)
A boa e caridosa malber tee piedade
da rrinha triste serte, e partilhou contigo
os seus vveres. ^
D'i-me atylo co sen qoarto.
Vim com ella para Pars.
Aqui ella me empreBtoa urna pequea
v-mma, gracas qual pude alogar am cu-
bcalo.
Desde entSo loe creei am vivo reconhe-
cimen'o.
Ella cas^u se ; cu fui ama das saas tes-
emuchas.
E desde esta poca era o comensal as-
sidao y casa da minea bemfeitora, tanto
mais qaanto creei amizade meniaa reco
Ibida pela boa malber, menina que tem
poaco ma:s oa menes a idade que devia ter
dicha filha.
Mas sem duvida o senhor sabe em
qo3 condignas aquella menina foi recolbida
pela Sra. Herv ?
Sim. senhor.
Miguel Harvest, rete entSo, ponto por
ponto, a narracSo que o magistrado j ti
cb enfido daJocc de Noel Fricart.
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
reparado *o> bases scientiicas
* puysiolog :!. para o lim de
icneiciar os cabellos, restaura
a edr, impedir a queda, e promo-
ver seu vico e abundante cresci-
oicnto.
Esta apurada e excellente preparacio.
?em duvida o melhor remedio at boje
vonhecido para os differentes defeitos da
cabclladura, merece a iutima attcnco de
..- pessoas nae tera tido a nfelic.
lade de perder em parte este mais rico
araamenco natural da physionomia.
1 osa o scu empreo intelligente tcm-3i
conseguido resultados realmente sorprea-
untes Em muitos casos, porm aa
sempre, a propria calvicie tem sido curar
lemianentcmcntc.
Seiapre se consegue fazer parar a que&
los cabellos; emquanto que para opentea-
m das senbons, S o objecto mais nt i
iais agradavel que se pode empregar.
PREPARADO PELO
K J. C AYER & CA,
Lowell. Mass., Est.-unidos.
.;iiaa eas jojas de armarinho e per-
^.laarlai
BSBPOSROBBBaf (
Aosseihores msicos
A Livraria Ccntemporanpa ailsa aos seos
amigos e freguezes qoe acaba de receber soni
itenio completo de lustromenios le mosica para
banda e on hestra, modelos oltiojametile ^per
'eiguados: Recebeo laoibem os oovos boccaes
que dimiooem a acc&o d'is labios e So o nu-
uamecto orna sonondsae mais bella e bem tim-
jraaa. Tem constanieoienlp depjsito de palb"ta
s brqoinbas, papel ae niosca e maibodos para
tOJOi iDetrtmpnirs
FU i- DE MARfJO N. S
Ramiro M. Cot-ta & C.
Vndese
Uai sitio com 01ra cj?a de laipa com coam:do
oara p> quena familia, com diverha* arvores frac-
uferas. lepd) nm cacimba de pedra e cal com
iioio boa ?gui- oa Ca^a rortp. do loga' deno-
minado Barro Alto, roa da A' nade : a tratar na
-oa M.rqcez do He-val n. 16J.
Zougu
Vendem-8e dlve-sas partes do sitio Zougu.
ia fregoezia da Vanea ; a tratar no eacriptorio
o Dr Estevao ae O.iveira, roa Dcqoe de Ca
xas n. .
rirue Prazeres
Vende se o brigae nscicnal Prazeret, anco-
ado no qoa.iro oa caroe serca. Este brigoe
"on'truico com ptimas asdeiras. e acha-pe
perfeitamente conservado : tratar rom Amo
m Irmos & C, ra ao Bcm Je-us n. 3.
Armaba)
Vende so orna bonita armacao de amarello,
nvidracada, noderna e em perfeilo eetado ; na
ra 'a I.t -ralriz n 58 A.
Papel pintado
A Ltvmia Cinttmporaea acaba oe reformar
seu PDOpine deposito Op papel para forro de
salas, q tartos, verandas e ca> redores, padrGes
lindiseiuios. ven i ao pr*-c 'abrica
RA i DE MARCO N. 2
Ramiro H. Costa i C.
CalVirgem de
Jaguaribe
Em barris para o fabrico
de asquear vende a Compa-
nhia Exploradora de Pro-
ductos Calca reus.
Pre90 6S000 por
barrica
Caes do Apollo n. 73
Cava los de corrida
Vende se FeolaDo, Triumpho e Z e Zig :
tratar na traveesa do Corpo Santo n. 27, arma-
zero, as 11 ho'.i? da manbft is 3 oa tarde.
E a Si a. Herv nSo possoia indicio
alg'im que permittisse um dia reconbecer
as pessoas qoe b ndraram a criaeja?
Sim, poEsuia urna c&rteira.
O Sr. d'AroonvilIe fez um movimento.
Koel Fricart, oom cffeito, nao se tinha
reierido a eaia ca~ieira.
Urna carteira ?... E... ?
Miguel Harvest continuou :
Celeste Mignon tinha achsdo junto do
sea carro urna carteira, que guardava pre-
ciosamente, e que pruvavelmente fra per-
dida pela pesrea que ae abaixara para de-
pr a criaoca.
E' sirguiar I... pensou o Sr. d'A-
monville. NBo foi encontrada carteira al-
guma em casa dos astsssinados. E dsse
em vi z alta :
Sabe o que continha ella ?
Sei.
O magistrado olliou fizameste para o
sea interlocutor.
Vejamos...
Continha deas papcis. Um acto de
loc&sSo de urna casa sita em Montmartre
e o plano desta cssa.
O senhor vio estes papis?
Sim, senhor... Depois desta deseo-
bertano dia seguirte mioha evasSo
Celeste Mignon mostrou-me a carteira e
os documentos... Ea procarei ver se po-
da encontrar o locatario do immovel...
E qua resoltado obteve ?
Nenbom. As minhas diligencias fo-
ram infructferas...
O loeatario do immovel tinha comprado
a casa; mas nem o notario encarregado
do contracto de venda, nem o antgo pro-
pietario poder.m indicar-me o domicilio
do comprador, o qual se otilisara de am
intermediario.
__ Todo isso bem mysterioso, bem
extraordinario 1 disse o Sr. d'Amocville.
Com effeito, replicn Miguel Har-
\m\iM nu hmciu or
LIDGERWOOD
Machinas a vapor
Portateis
Lavadores
Despolpadores
Descascadores
Ventiladores
alambiques
Kodas d'agoa
To-binas
Engenho de Serr
Moendas de Canu
Moinhos de Fu
Debnlhadorea
Separadores
Btunidores, C ndnetores. Catadores, Evaporadcres a vapor Defecadores
'ripie effeito, Vacutos e todos os machinirmcs oerlencentes ao f hnco do asacar, cal
deira Multitabalar para queimar bagsfo oa casca de caf. Prensas Hyoraulicss e
bombas de todos os tamanhos, Crneiros Hydrauliccs psra levantar agua, Arados de
olantar milhc, etc. etc. Engenho completo de tabrictr farinba e engenho completo
para beneficiar arroz.
Corroas de sola e de borracha de qualidade superior. Ole especial pai'8
machinas. Pertences oa peess avalsas para as machima.
ESCRBPIOSIO
95Rua do Ouvidnr95
134 e 136Rua da Sade13A 13S
Lidg-erwood Mf'g G. Lima
TH
Casa de commisses e repre
sentages
88-aBA H)9 91 3ggSS~88
EXPOSICAO
DEB COMPLETO SOBTIMESTO B8
CATLOGOS 3
30ES3e3NTXa:aE
le innmeras fabiicas de todos os p^izes da Europa
las duas Americas, de toda especie de mercadorias, i
cachinas e materia prima.
Deposito do afamado tCREOLIM o melhor dea
infectante econhecido.
Deposito da bem conhecida ODONTINA > co
Dr. H. Rirdet.
--Esc o Boas
tul
*W -
MARAVILHA CURATIVA
DO CKLETRE
Or. Humphreys ds Nova Ycit
A Ve.dade'.ra Maravilha do Sc^ >
APPEOVAA B LICENCIADA
pelr. Inspccio-la Cral dp Iljrsieno a-u
::\->t:o da Brczi'.
. Mii^vil!iaCui al.ta romwllopmmpt
-'-; x Ptoaduraa, 5l;.L,l.u'-.uli:r\s. coniu.'-(:a,Tp
'"jeiluras, Cortaurns, ou Lacerao''as. AivJ.-.a <16r
r^alii' o i iliRlH', ;;z |-.:r:ir a !i.lal.inia-,'ilo. r?U5
LtBChaf&o, ?1ra>Uc-f<'i>i-a:::omo. efassuTcj cci U-
come ,>ur cucar, o.
A I>5nr:ivli.a l'nrnliva fi allivio fmnpn
nafa ra^JOa para vu-itaJuras, fftwaMadttgaa. ^
(.;n(nialura 00 bota uierk>r a qua^iy.-r ,-uir;
A Rlnnrvillif. Crstica imaagavpi p v.
toda? as J^cr.-oi rMUdaa, *.\a do Nariz, Ja* Geng.v \
*l.c* Pimoes. -;u i*.' tomago, Aliiiorreoilasura amina > 3 cunea talba.
A |YIarn-Slio<'arnrlvr umftlllvlopTOmpiff
piir- uov ilo ;.",Hi'*, uc uuvW a la Face. u.^tHkiyt
na SM O Vk i -
A Marpv'ia :nrntln orecnrw promj
, p*ectoeo p* Dores rhcumaiicc^, Aitijdo. L*.j fc
ltl,iicz ud& Juntas ou f
A MfciCviiha CnrRtlTa ffi,iwl
EiuEaqmneaela, ahkuu, kutjtfutJmfrebdm
li.uiniadaflcnipi-1 ftejnjrt>. &cmp.*c craca^
A niaravllfca Coratlva je mtto Taa*
o.jio latencflopan o itumi, a LfiK-i:rriB>aou at
tt rea Sadoas, e oun-os .-o.-rlmeiios ae,iaiantes.
> BnraTllia Curativa lrr.;;i>:avei m
BCOT cierras. Chaeastnilpaa, Aj")srTOias. Pauar
, Callos, i-r'.: Inr, Jo^r.ttese urcores
A Muravlh.i Cnviilivrn:cmopron-jw
/.mi Dtarrbca s.nplos. o rio D^MTnc rhrou.'.-a-
A M.iraillin i'crutlvc J vxcrllente n.
RK.-rplMllu CavallKTii.as. para, rorpMlur:, DjT-i
tlsadurasi. tj.'oladuras.Cnotu Ojs, I^ccraB:. jc
EspeaSdadli do Dr. Eimrpnrcys.
Ctrrue'H? -.sppcificoi*.
-'uffaer.ro luruvilbowo,
lli-ai;...... SypiliiitlfOn,
Kcaii'dios V'otei'iuurlQ
Mam-nl co Dr. Pmnpbrey; Mt traiimanlim
..:.'< rmidk. ;- iiioi:o;i-.'ciirul-asj.-ilE"ralis. Desa-
te m) u uotloa* i" >u
acatraBETS1 boedwsne ro^
1U l-uli-n strtet. :EV TOBU.
NICOS AGENTES
tPesra ?asBidas) esa .? sa W*
faseKbsxe
Faria Ssrishi l C
Canarios alle-
maes
Vende-se casaes de c>
na: ios allemaes excellente*
criado^s na rua das Flo-
res n. 3.
Instrumentos de msica
MSICAS E NOVIDADES I !
Mo.'.ellos novos Sort ment com-
pleto !
Ediirdo Paiva
13-RUA NOVA-13
vest, tambem a mim o facto impressionoa
muito.
Voltemos ao caso do boulevard Me-
nmontant, por motivj do qual ea o re-
quistei... di! se o jaii.
O senhor jantoa com os esposos Herv
na noite do crime ?
Sim, senho-.
Conte-me o que se passoa.
Tinha chegado pela volt das qaatro
horas e meia...
De onde vinha ?
Miguel hesitou em fallar.
O juiz constatoa a sua LeiitacSo.
Falle... A' jastica deve-se diser
toda a verdade.
Vinha do cemiterio Pere Lachaise.
Qae tinha a fsaer no cemiterio Pre
Lachaise ?
Ea sabia que o barSo de Aurigo
tinha ordenado ama ceremonia fnebre
pelo anniversario do fallecimento da mar-
quesa de Rosoy... e esperava que, oc-
cnlto atrsz de alguna maosolcs, eu pode-
riavel-a... a baroneza de Aurign...
Isabel de Rosny.
Agora deve comprehender, Sr. juiz, po.-
qae rasa? hesitei em fallar...
Bem. Prosiga.
Jeronymo Herv estava ausente.
A Sra. Herv deixou-me s com a menina
para ir despachar um freguz, e nieto eu
comecei a dar-lhe a ligao...
Depois ?
Jeronymo entrn..... Parecea-me
am tanto embriagado. Tmha-se encontra-
do com um ex enmarada de regiment, o
Sr. Noel Fricart, que ha poaco vi aqu.
Este bomem jantoa eji nossa corrpa-
nhia...
No cemiterio ea o tinha visto oom o ba-
:2o de Aurgo, e soobe qae era o sea
intendente.
v^nestionei-o sobre a Sra. de Aurign.,.
O Sr. jaiz bam compreihende o qaanto eia
natural essa curios.dae.
O Sr. Fricart responden framente.
Pareca-me inquieto, preocupado, ner-
voso Retirei-me s nove horas e meia.
O Sr. d'Amonville olhou de n.vo fila-
mente para Miguel Harvest.
Retirou-se s nove horas e meia ?
Sim, senhor. Na rua olhei para o
relogio de urna estaco de carros prxima
e verifiquei seren nove horas o 35.
Volveu sua casa immediatamente ?
Nao, senhor... Tinha necessidade
de pensar nos acontec mentos do dia.
Como ella era triste naquelle vestuario
de uto 1 Passeei muito tempo ao acaso.
NSo posso dizer exactamente porque lu-
gares andei...
No dia eeguinte li dos jornaes a rela^ao
do crime.
Tem alguma idea relativamente ao
mobil do asBassinato 1
E disendo isto, o Sr. d'Amonville exa-
minoa com mxima attengao a pbysiono-
mia de Miguel Harvest.
Nenbama, replicn muito simples-
monte es'ie. NSo me consta qae os Herv
tivessem inimigOB. Pena j que s o roubo
explicar o facto.
Mas encontrou se em cafa des Herv
ama somma relativamente consideravel e
tambem joias dentro de um armario, que
entretanto fra arrombado.
O jais nao oessava de fitar Miguel Har-
vest. Mas este absolutamente nSo se per-
turben.
Talve que os aisassinos fngissem, re-
ceinndo ser pilhados, e nSo tivessem tempo
de oarregar oom os valores.
E' pcssivel I dis8ao Sr. d'Amonville.
Nada mais Ihe tenho a pergantar por em-
quanto. .. D'aqui a pouco o chamare i.
E, dizendo isto, levantou-se. Abri a
porta de um pequeo aposento que dava
para o seu gabinete.
Fabrica de geio
i-g&s e limonadas gasosas k
lodss as psldades
Soda water, giogc-, ale, limao, iarania. cor
Cao, aoacaxis, ranadina, croselles franLosea
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escrofulosits, rheumalicas e de pelle, co-
mo tumores, ulceras, dores reumticas,
osteocopas e nevrulgicas, blenorrogias
agudas e chronicas. cancros syphililicos,
iuQammaces viceraes, d'olhos. ouvidos,
gargantas, intestinos, etc., a em todas as
molestias de pelle. simples ou dialhericas.
assim como na alopecia ou queda do ca-
bello, e as doencas determinadas por sa-
turadlo mercurial.
Dao-se gratis folhetos onde se encon-
Iram numerosas experiencias feitas com
este especifico nos hospitaes pblicos e
muitos attestados de mdicos e documen-
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
FAMA SOBRINHO & C.
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e todas as molestias que tem sua origen
na pobresa do sangue.
Estas pilulas sao de urna grande uti-
lidade para as Sr: 3, que tem as cecre-
i(~.-- menstruaes supprimidas ou irregu-
lares e pra as meninas n idade critica.
DEI'OSISO -I II l
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22-Rua do Bom Jesus-22
Quxira eotrar para aqu, dase elle a
Miguel Harvest.
M'guei obedecen.
Ficundo b, o magistrado reflectio.
E' siagalW I disse comsigo... Po-
der-se-hia julgar que fui esto criminoso...
Mas, entretanto, elle parece sincero...
NSo sei bem ru pensar, por fim de con-
tss... Veremos ..
E mandou introduzir no gabinete e Sr.
de Aarigo e Noel Fricart.
CAPITULO XLVI
AUDACIA
Dirigio-se em primeiro legar ao Sr. de
Aurign I
O senhor secuson Miguel Harvest,
em micha pr senga. de ter raptado ama
crianga... Qual era esta crianca ?
Sr. juiz, vou fsasl-o oonhecer am
segredo de familia muito grave, e esta re
velaySo poder mareiar o mea nome e o
daquella que me est ligada pelo matrimo-
nio. Mus a just 9a tudo deve saber.
NSo hesito pois...
Despose a menina de Rosry, minba
prma-irmSj que fra seduaida por Miguel
Harvest...
Era preciso que o fructo dsquelles amo-
res tivesse um pa e um nome .'... O se-
nhor me comprebende...
Ora, Miguel Harvest, enloaqaecendo,
tentou perante testemunhas matar a Sra.
de Rosny, durante ama entrevista que com
ella teve.
Para evitar o escndalo, a Sra. marque-
za fea internar o superintendente.
Este, curado pelos cuidados que lhe fo-
ram prodigalisados, ao sahir do hospital
sonbe da casa em que a criana estava
sendo criada, e raptou-a.
Mas entSo, atalhoo o Sr. d'Amonville,
Miguel Harvest qnis assassioar a marque-
Ilibrede
EMIiiHilift
Veniei
Fondea Irmios
a de Rosny em u;a acySa da ltucura fu-
riosa ?
Sim, senhor.
Qua testemunhas?
O Sr. Bonnardot, medico da aldeia
visinha do castello, que ae acbava no mo-
mento em c:ea da Sra. de RoBny... e qua
poder attesta' o em sua presei.^a.
Ma como sabe ter sido Miguel Har-
vest qoem raptmi a crianga ?
Elle deixou nobergo da menina urna
carta, na qua! fazia conhecer a sua resolu-
500 dizia que se re tira va para a Ingla-
terra com a crianza.
Foi procura deste homem que eu e
minha mulher viajamos dudante tres annos
na Inglaterra. Mas em vSo, porque Mi-
guel Harve t escondia-ae em Pars.
E um que paiz a mSi teve o seu
bom successo ?
A esta inesperada pergunta o barSo de
Aurign pela primeira vez perturboo-se.
O juiz fea nota cesta ptrtarbacSo.
Responda 1... disse elle imperiosa-
mente, nSo querendo dar tempo de achar
orna explicare.
Dire tudo, respondeu o Sr. de Au-
rigo. A' jastica nada se nega.
Queia tallar !
Eis aqui os factos : a Sra. de Au-
rign dea la a filha de Miguel Harvest
somonte alguns mezas depois do nosso
casamento.
Ora, para evitar o escndalo, resolve-
mos que nSo se participara o nascimento
da crianca.
Contava adptala mais tarde... dar-
lhe o meu nome, de.xar-lhe a minha for-
tuna...
Entendo qae nao nos poder censurar
qoem conheoer a sitaagSo...
NSo se tratava da honra de um grande
nome?
(Contina).




_ 1.


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