Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17036


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Full Text
*>.<. ._*-..
I

-AMO LX1X
QARTA-Mr 27 DE SETEMBRO BE 1893

NUMERO 2)0

PBOPBIKDABJS OS BAHOSL FISUEISGA OS PABIA & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NlO SE PAGA PORTE
:
..'<
Por tre* mei* adiantados.
Por seis mezes veDcidos
Por am anuo a Jiantado
s&ooo
151000
30*000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAgOES NA FiUN-
^AE INGLATERRA
O Sri Amede, Prince & C, residentes em Paria34 rae ProveDce.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por am anno adiantado.
Numero avulso. .
6S500
33*000
1100
I
'i

Telegrammas
Officiaes
Palacio da Presidencia da Repblica
Rio de Janeiro 25 de Setembro de
1893.
Ao commandante do dislricto.
Recife.
Navios revollosos Jamnj e Aquida-
han acabam de bombardear Alfandega,
derrubando parte da torre egreja Lapa
dos Mercadorcs, e causando outros es-
tragos materiaes.
Algumas balas vieram caliir largo
S. Francisco, nao conslando al agora
morles nem ferimenlos.
Congrcsso cncerrou boje scus Iraba-
Ihos, e Poder Execnlivo acaba decretar
estado silio Capital Federal, Estados
Rio de Janeiro, S. Paulo, Sania Callia-
rioa e Rio Grande do Sul, al 0 de Ou-
ubro.
Imporlanlcs diligencias policiaes es-
sendo feilas.
Viva a Repblica.
Marecbal Floriano.
BELE'M, 20 de Setembro de 1803.
Governador Barbosa Lima.
Recife.
Saudo-vos.
Recebi vosso Iclegrainina.
Lamenlo sinceramente proccdimcnlo
criminoso e incorreto almirante Mello e
estol] ao lado Jo governo patritico c
moralisado do inclyto marecbal Floria-
no para eomvosco e os demais compa-
nheiros lcaes defendemos todo o transe
a nossa querida patria dos altenlados
i'alsos apostlos c inimigos confessos.
Saudo-vos.
Cfiilae com o apoio decidido do Es-
tado Amazonas.
Manos, 23 de Setembro de 1893.
Eduardo Ribeiro.
Governador.
lasTaiiccio POPULAS
EDJA^O
nSUECHAL, MOBAL E PSTSICA
POR
HERBERT SPENCER
CAPITULO I
Qttaea sao os coiiheciincnlos de
uiaioi* valor*.*
PAfiTS 0FFICIAL
Pe^o que nlc^ucra dnvide da importancia
des p-:no pos da p;ysio!y,Ma, c:ni3 meio de
Rosar ama vida erfeita, 89 oihs-mns ao r^d-r
ae r qu.tx pessoas encontramos, io meio
tu do 9m da v.da, ni-.'r.'coa-ice am fliZt'3?
So mu: rarara .it po1< n*ootr r tm t-xex-
plo ". 5auaH vlgor.isa, continuada s a velh.ee;
craqamtj qu-;, a 1-. da^ os horas dimos de face
cem PUffnpios de rro>3iia= au!as. chronicaa.
deoiltoadcs gerat- e precoces velbices. Di-
cil cute baver algnem, se pergunta m~t, q-ie
Bao aba ti'', durti'.e o curso da vida, uto.'
doeuga qoe f il ne ite t'ria evitado com o riis
leve co b< mea o pbysictoii o.
Aq.; vemos um caso alai de m^leeiia de
coras 3, p oveoieate orna fe; te rbeomaUc,
por';.: eioriginada poi i ,'e;ciadc
cga'. .',-j.
Acola am caso de vala perdida para loda a
vid3, oceatiooa lo i alo exceso de es'.odo-
Hon'em narrava-se o facto de om individuo lar
tcado coxj p:.r.i aempre, por le: contiouado.
a dejpeiio do incomraodo. a enpregar na
trabalbo um jael&o ,ju; levoaoenle tabama-
goado.
Hoja contnos uta outro qu to; obrlgado a
estar alguus annos na ina.gao, porque Igaorava
qu? a palpago de qu-* sulTria en resultado de
um escesao cerebral. Ano-a tem.J3 coobeci-
mento de oaia moiratla irremeuiavrl provecieo-
te de un ecopreno ins^Ljsato da torga ; p. logo,
le uta organismo que nanea n.ais ae pOle re-
finr doj ctTjUoj ae om trbalbo exce.-eivo,
empreh?niido sea necessidade. Por tida a
pata vemos, perpetuamente, 03 pequeos in-
commod*3, resultaulei a raqueza.
>'!o coD9deremo8 epenss os 8offr;mentos,
lembreiro-nos taabem do desanioio, da Irialna,
do dispendio de temoo e ae dinhsirc, da irla
enca p^reicio^a da; daeDC48 sobre o cuajpri
meato e todos os deveres, que muias veipa
torna impo?sivel o; negocios e sempre os diffi
cnlta ; qoe prolux ama i'ri'.abilidade fatal para
a osla direceo dos uibos ; qoe pOa '0"a da
qaesto as loac Oes cvicas; e tranrfjrma em
leJio as diveraoac. Nao claro qti9 as infrac-
ces d^B leis pbYsica;, hereditarias oa proprias,
podozem esta enfermidade, mam atienta oria
do qoe outra qaalqoer da perfeicao da vida ?
e qce a maior parle das vezes faz a vida om
eopolicio e um pezado fardo em vez de om
fceneBcia e de DO prazer ?
(Continua).
Governo do Estado de Per-
namhaeo
KXP3DIEST DO DA II DB AGOSTO DE 1892
Oflicius :
Ao Dr. qaesinr policial.Em rernosla ao ofD-
cio n. 610 oe 18 de Jo h> 6a 10. no qual selie -
tmdo providencias, me pariicipasies baver re
torumen lado ao delegado de Taouireiin^a qup
earan \esc, snb pena d ser rtspuDsabilisario, o
cid. ia-i Manoel Elias do riPgo Dnias, contra a
veo icta qi e segundo vos cooslava, preiendi-
u i a- o prefeito do m smo monicipio p>r (er se
decidido em favnr fio re'erii cidadao um rrcur
30 ao Scporio' Triboda de Justiga sobro o paga
ment de om impos o cuja coor^oga comne e ao
Estado, trj-ngmitto-vos copia da informago pre
"ala em oflJ:io de 3i do ciado m^z pelo re^
iivo ju z de d ruto, a quem por despacbo de
II, pxpedi ordem nn se.ndo de chamar a alten
c do promotor publico oara os deveres oue
l attnbuem as lels n>. 15, de li de Nov<-mbn
'.e 1891 r 52, de 3 de Agosto d anr.o passadj,
ao Dr. inspector da Alfanatga.-Tranm t
'ovos para os rins ccvenienles, o pedido de
Tiedicamentos, drogas e Liencillos para o abas
^cimento da pharmacia do presi lio e Fe'Dan
lo de Noronba, a que acompanha copia do ofS-
mo d. 134, de hoje datado do Dr. ioapector de
hygitne.
Ao Dr. inspector do Th^souro do Estad".
De accerdo con- ; vossa iuformagSo eai cfllcio
n. 600 de 8 do corente, aaio^iso-vos a entrfga--
des a Jos Antooi" d Silva Pialo a importancia
da Oang de 1:<00000, prestado pelo mt-:n
p ra g.ir.int'a do cont-acto que ansigooa nessi
nparlicio como procurador de D. Man el Baila?
teros.Cooimuoicoa-sa aos membros da inspe-
ctora dos tbeatros
,"Ao mesmo-- Verilicaod -se de vosso offirvo
de 17 de Julbo nodo, sob 521. qoe rao com-
parecu essa repartigo o roucurrent Joo da
Silva Lei:e, enja oropos'a foi a preferida pa'a
aaalgoar o entrado do arrndameoio do com
partimento que serve de buffet no Tbeatro Santa
IsahPi, approvo < de Rapbael C peln, annexa ao
d*29 ne Jonbo ultimo sob o 471 e autorsc-vos
a contra'tardes Con o me mo, por e-pago de um
anoo, a cootar desia data, o referido rr*-n'a
menlo, mediante a cont ibugo de 26*0 0 dj*
noite de e?pectacolo, observada as prescnpgOjs
do art. 72 d> Rsgalam nto da 28 de Feve^io de
1891, m/di];ado pela portara d" 15 do dito ni-x
de Junio que acompaubou o idilio qoe vos foi
ilirigido em igual data.
Ontro eiua declarovos qoe fica arbtrala em
EOO^OCO a lianga qae deve' prestar o conlra
cid me [i.'.rd va- ntia do mencionado arrendamea-
l >.Coinmonicoa-sp a inspectora dos theitros.
Ao me^mo. De accor o com a vossa infor-
n gao n, 605. de 8 do correte, au'ori-a vos a
oaaodtrrles picar aos empezarlos oo Diario de
Pernambueo, Manoei Fiyoeiii de Fana & F'io^
a quaulia de 1:5504009, prov^niPie da impres
sao de loes mil exemplare- do (V ga'.nmento de
23 de Jinpiro olii'co e le o. 15 de 9 de Novem-
ho de 1891, conforme se venlica dos cocumeo
tes juntos.
A" mesmo.Nos termos de vo?sa informa
gao t. 58 de 3 do correte, a loriso-vos a mao-
dardes resiitut- a Jos Antonio Cesar de Vascon-
rellos e Stel '.ano EleoteMo da Silva. o.s emola-
montos que nsgaram pelos seas litlos de oo-
xe'Ql pan os ca eo< de jnizes districtaes o
maoicipio de Po d'Alho. visto nada terem que
pitar s iemos ttulos, conforme a ecisao
deste feOVf-.-no de 12 de Jolho Rodo.
Ao adm Distrador dos Crrelos.Pego qoe
Lrovicencie:-' no sentido de aerean recolhilos ao
Tbesoa o do Estado todas as qaaotias existentes
n'essa reparigo enviadas pelos extiactos corpos
de polica, regional e oa*da local com desuno
aos destacamentos do interior do Estado. I Com
roenicon-se ao inspector do Tbesour..
Aj Dr ju'z dj di relio da vara do civel do
Recite. T.-ao3mtllo-vo3 devidameote curaDrida
i i-arta rega o-ia derigida as justigas de Portu-
gal por esse juizo para citagao de Antonio LMl
da Silva Brando, a qaal foi dev Ivitia pe >
Ministeio da Justiga e Nogociss Interiores de
Is dp Jclho ultimo
Ao director do presidio de Fernando de
Noronba.T'ansmit'iodo vos por copia o oflicio
nue '- e foi di-igido em 8 do corrente pelo Sr.
Gar.eral Commandante do 2# districo milita'
com referen ia ao seutendado, sida 'o do 22
batallo de infamara Joo Tnomaz de Amo*iui.
recommenlo vo-> que mandis apreseniar dito
soldado ao commandante do astacamento des-
se p-esidio alim de comprir a pena a que 3sta
conde una io en priso mil tir Corna,uoi:oa-
83 ao corprnand- nte do 2o districto militar.
EXPEDIENTE DJ DR. SECRETARIO
Offi ios :
A&D-. Trajano Jos de Carvalho. i* mlico in
terino d? presld o da Fernando de Noronha.O
Exm. S-. Dr. governador do E.-i.-. o manda traa
smiitir-vos alguna tobos de lympha vacciniea,
cenforme solicltasles em oflicio de 20 de Jalbo
Bndo.
Ai secrrlario do Hppodromj do Camp)
G.-ande.Saa Exc. o Sr. g>vernador do Estado
manda secutar o recebimento do vosso officio
n. 20 de hcrj'em datado e agraieeer o coovile
que Ihe din^istes para assistir a 3* corrida q>ie
deve essa associagao re lisar no preximo ao
mingo
EXPED18NTE DO DA 12 DE AGOSTO DE 893
Actos:
O governador do Etido, asando da attribui-
gao qut ihe contare o art. 57 2 da Consiituigo
do Estado, resolve, para rot-lnor execugao do
art. 24 do Rnlamenlo de 23 do Jineiro oltimo
marrar o prazo de 90 das para a inscripgo na
Secretwil teste Governo d03 candi latos aos
cargos de juizes de direilo, postos em con arso
pela forma determinada no citado Regalamenio,
devoodj a iisla dos inscriptos ser rt-mettida ao
presidente da commisso examinadora para o:
devilo? fina.
OgovernadordoEstado.no ex"rcicio da at
Ir Dug'io que Ihe coofere o art. 57 2- da Con-
atitaifao, ra8olva mandar publicar com iBStruc
ges pelas qaaes se devera reger os coocarsoe
para pro-imento dos logares de juizes de direito
o proje'io orgauisado pela com niaso por elle
comeada e composta dos cidadaos D.s. Francis-
co Te*eira de S, como presidente, Aaosto
Carlos Vaz de O v. ira, Jos Diniz Barretto, Vi-
cente Ferrer de Barros Wdnderley Araojo e An
ionio Esevao de Olivtira.
InstrucgOes pelas quaes se devem reger os
conco'sos para provi < ento dos logares de jolzes
de direito vagos no Estado de Pernambueo.
(Art. 24 do regulamento de 23 de Jaaeiro de
1893.
Art. i o o coocarso de que Iratam os arttgos
23 e segaiotea do regulamento de 23 da Janeiro
de 1893 baixado para execntar a let n. 15, de
14 de Nov mbro de 1891, ser felio do roodose-
g'ilnte, guardadas as disposigas do citado re
golamento e 1-i n. 15.
lDepoi3 de publicado o programma de
qoe flla o 3.8 do ari. 24 do regularamlo, e
pela forma nelie estabelecida, efgotado o prazo
de 15 di .3 abi Biado e em dia e bora marcados
previamente peto governador do Es ado, prioci-
ptaro as provas do coocurso perante teda a
cooimisfo examinadora oo lagar designado
pelo regulatoanio (TriDansl Superior), prodo-
zindo-3e primeirameate a prova escripia e de-
pois a oral.
Art. 2 Constara t prova escripia de um pon
to ti ad i sorte, pelo primeiro coocarreot- in-
scripto. ponto qae seri rommum pa'a todos os
candidatos, os qui s t-' i para prcdn-.fl a, a'm
do prazo facu'iado no 4 da art. 24 do regula
m.-nir, maij o de orna Dora, vareado pela com-
oninsao pxa'pinadora.
Neubum c^n ndato poderA exceder o prazo de
que falla este artigo, >ob pena ne ser conside-
rado nuila a sua prova e prejudicado o seu con
corso,
g !. O ponto de que falla e^se art'go sera li-
rado por son deotre os que forem formulados
pelo presi lente da eorcis.-ao. PKt'.hidos das
meses orvansaras pela me-ma commist-o e pu-
blii-ados na iropreosa.
Art. 3. A prova oral ser feita pela forma se-
guiotp :
1." D'-ntre os pontos formulados pelo ore
sdenle da commisso examinadora, o primeiro
conourrtnte iajcripio tirar, a so-te, no, e so
Ore sua ua ra argir o segundo concurrente
oo o s^ointe. ?e por veolura o segando houver
f-iliado; da mesma sorte se proceder a resou'O
do seun lo, que argir o erceiro, S assim por
di-nte. sendo o ultimo argueole dj primeiro.
Q lando n5~ hour maia um co crranle,
esie ser argido por iota commisso examina-
dora, r; ndo os concurrentes os pontos, a sorte.
proporgo qae ti'*r de ser argid) por cada
um dos membros da commisso.
2 Cad* argupnte, inclosive os membros da
coiomlsso, oo podi-' exceder o p-azo de nela
hora em sua a'guigo. &' permitiido a quaiqupr
dos me nbros da commisso farer perguotas ao
candidato on candidatos, qumdo nao se julgar
satisfeito com o exame desies.
3." Os pontos formulados pelo presidente
da commissoseroextrabidoi dasaienas con-
tidas as theses eeraes organisadas pela mesma
commisso e publicadas na imprrDsa.
4.* O prazo d- ama hora de qae f;lla o
4." d art. 24 do r^gularaento, ser concedinu
fomente na prova escripia e pnceier a ontra
bora que a commisso de igjar para produzir a
mt-sija prova escripia.
Art. 4." As provas oraes e escriptas, depois
de terem ndo loar, as primeiras publica mente
b as segundas po.ias fechadas, sarao joluadas
conjunctameaie, oa forma ettibelectda nos
I. e 5." do an. 24 io regulameato.
Uoico. Cada dia de. exame ter a sua acta
e pedal, de accordo com o estatuido no art. 2i
I 5.* do regulamento.
Ari. 5. s commisso examirado'a, durante a
prodO''Co da prova escripia, exercer a mais
severa uispecgo nao adtnittlndo que os candi-
datos se commuaiqoem entre si, nem usem de
livos oa papis que coulenbam commencarios a
l-tiilaga patria a pretexto de consultas e no-
tas ; e o me8mo ser observado durante a bcra
designada no 4. do art. antecedente. O can-
didato, porem, na pMmera boa poderi consol-
tar a legislago patria, comtaotn qae os Itvros
cooault.dos nao coni<.nbm notas e comiDenia-
rios.
Uiico. Os candidatos qus infriogirem a
dipposigio deste art. sero aive'tidos p-lo pre-
sideote do a-to, e, reincidindc, serSo levantados
e considerada nolla a sua prova.
Art. 6 As theses de que fallam o regula
meato e as presentes iost ncgO-s nao podero
ser em numero inferior a 15 ua a 3 para caa
materia, das indicadas no i. do art. 24 do re-
gulameuto ; e os poutos organisad s pelo pres -
deot da commisso devero ser extrabuos de
todas as theses e em numero 8fG:ientemea'.e
regalar ao dos candidatos.
1. O papel oara a prova escripia ser ro
bn no previamente pelo presdeme do ato.
2. es pontos formulados para prova es-
cripia e oral sero colloeados, por numerago,
-ro urna urna, para serem tirados, coiforme o
esiabelecido nestas instrurges.
4." O ponto qae sabir na prova escripia,
pin far mus par e da orna para exame oral.
Art. 7." As presentes instru'gOes podero ser
alterarlas ou modifica las. logo que, pel3 expe-
riencia, so coabecer q:e ellas conia defeltos
oo lacunas.
O governador do Estado attendeodo ao que
requereo o bacharel Joo Chacn, resolve proro
gar, por mais 30 dias o praso, que Ihe foi con-
cedido para assomir o ejercicio do cargo de
promotor publico do maoicipio de Triumpho.
Communi oa-se ao jir.z de direito.
O governador do Estado resolve exonerar
o bacba'el Pedro Alexan-Jnno Machado Jonlor
do cargo de promotor publico do municipio de
Alagas de Baixo. Commualcou so ao respec-
tivo joiz de direito.
O governador do Estado resolve remover o
bicba'ei Joo BaptisU tongalves, promotor po-
blico d> municipio G-anuo, ao qual annrxo
o de Ex. para igual cargo no de Ala_a de
Baixo, devendo assumir o exercicio den ro d
prazo de 40 das.Ciaaraanicon-se ao juiz de
direito.
OScios:
Ao Dr. inspector do Tbesouro do Estado.De
accordo cun a vussa inform?g\o r. 59^ de 5 do
crreme, autoriso-vos a mandardes pagar a Com
panhia G'eat Western of B.-szil Railway LiDited
a quinta de 104320, proveniente de pass-.gens
concedidas naquelia estrada de ferro, por coot
do Estado, no mez de Janbo ultimo, conforme se
verilica dos documentos junto?.
Ao mesmo.De accordo com a vos3a infor-
m gao n. 58 de 3 do correte, autorlso-^os a
maodardes eecriplurar, afim de ser opportona-
roente paga a qaantla de 180JO00 devida a Gi-
Iherme Spieller pelo forneciiceDto de seis pol-
tronas Cmara dos Srs. Diputados, conforme
consta to cffi io do engeobetru director da re-
partigo de Ooras Publicas 0. 6r> de 23 de J nrr>
ultimo.Commanicou-8e ao dire-'.tor geral de
Obras publcas.
Ao mesmo.Njs termos de vossa informa-
go n. 531 de 3 do correte, manda pagr a
Companhia Pernambuca-iade Navegago a qaan-
tia de 28800, de passageos concedidas 00 DKS
de Junno ultima a du.is pragas do corpa de po-
lica que seguirara para o Estado do Rio Grande
do Norte, conforme se evidencia dos documentos
juntos.
Ao mesmo. Autoriso-vos a mandarles
pagara Compauhia PernamDacana de Nivega
gao a quaot a de 331*200 de oassngens effe
ctuadas a bordo do vapor Jacuhype no 1 ez de
Juobo ultimo por conta do Estado, canferme se
evidencia dos documentos juntos, sobre os quaes
p-estastes a informaco n. 582 de 3 do corrente,
deveodo correr a despeza por conta do art. 1,
51 do orgsmeoto vigente.
Ao mesmo.Nos termos de vossa ioforma-
go n. 83 de 3 do corrente, aotoriso-vos a man-
dardes pagar a Fieldea Brolbers, empresarios
da illummago publica desa cade, a qaact a
de 241*000 e escrip arar a de 54630'0 impor-
tancia do gaz consumido com a illummago ia-
trra e extena do palacio deste governo doran-
te o trimestre de Abril a Juoho ultimo, confor-
me se verifica do documento junto.
Ao mesmo.Nos termos de vetM informa-
go n. 593 de 4 db corrente, mandal escripturar
uo quadro da divida passva a importancia a
qoe tiver direito a profesora jubilada, Uaria
Auta de Jess Compeli, relativamente a gratiQ-
cago de mrito, qae Ibe foi concedida por po;
tana de 24 de Oaiub-o de 1889.
Ao Dr. inspector geral da iostrnego publl
ca.Em toiug 10 ao vosso offic.o o. 221 de 4 do
corrente, no qual reclamaes a remoco da re-
partigo a vosso cargo, para am edilicicio qae
offertca memores condi^Oes cao ee sob o ponto
de vala hygienlco, como anda no qae "iz es
peilo s accommoaagOea para o seo boru fon
ciooameoto, recommendo-vos qoe vos eoteodaes
com o Sr. provedor da Sania Casa de Misericor-
dia e com o Dr. inspector de byziene poblica,
afim de qae seja modada a mesma repartigo
para o edificio qae servio de recolhimento dos
expots. boje cedido ao Estado.
Ao promotor oublico do municipio da Es-
cada, com jarjsdicgo extensiva ao de Aroaragy.
rran'm.llin o-vos, por conla, o parecer pron
tido pelo Dr. procurador do Estado, em 8 do
crrante, s-'bre o fado de nio ter se realisado a
ses o do jury no maoicipio de Amaragy. coo-
forme a voss* in'ormago de 19 ne Ju lio ultimo,
chamo a vossa attpogc. paa as pon1er?g"8 fe-
'as por aqoeiie fu ccion:ino, e declaro-ves que
n'esta data offi:io ao D-. juz de direito dos mu
nicipios sob vossa jurisdirgo para que sem de-
mora convrque a sPS'o do jo'V do Amaraay.
C rarcunioou-se ao juiz de direito.
Ao commandante do corpo policial.Com-
munuo-vos em resposta ao ifficio n. 778, de
honlem datado, que approvei boje a tabella que
apreseoiastis. regaladora do fornecimeoto de
gneros alimenticios s pr^grs arranchadas do
cnipo f*p vo^so commando e o contracto cele
brado pa a esse fororcraeolo com os negocian
les Fernandes Jnior a C.
A" craimandaote do esquadro de caval-
laria.Tendo em vista o exposto em vosso offi-
cio n. 87 de 19 de Julbo lindo referente aos re-
paros fenos em urna carrog perteoceDte ao es-
quadro 81 b vo8*o commando, recommeodo vos
que d'ora e 1 dame nenbnm concert ou des
peza de qoalquer natureza ser por\seffectua
da fem previo 'jaste.
Ao gerenle da Companbia Pernambucana.
Convm qce remettaes com a possivel b'eu-
dade, a este governo, orna relago circiim-tan
ciada das passagens gratuitaa a que o govrno
tf-ra dirbito concedidas no periodo decorrido de
J meiro do anno prximo passado a 20 de Junbo
oltimo, e informis se foram esgotadas, e coro
quem. as referidas passagens no alludido mez
de Junbo.
EXPSDiS.VTS DO DB. SECRETARIO
Ofli dos :
Ao Dr. qaetor policial.O Exm. Sr. Dr.
govero dor do Estado manda commoni^ar-vos
que app'ovon no)e a vossa propesta contila em
cilicio o. 798 de 12 do corrente.
Con'ra o delinqoeole, que foi preso em fia-
graote. procede so na forma da le.
Eolr ram n'esta ata em exercicio de car-
gos polica-s os segaintes cidados :
Cipi o Uaocel dos Santos fimentel, subdele
gado do 1.* d'stricto da Bor-Vista.
Her ulano Elys-u da Silva Caoeca, subdelega-
do do dislricto da Torre.
Ao S- Dr Alexaodre Jos- Barbosa Lima, mu
digoo governador do E-'ado.
O in8tor.
Julio de Helio Filho.
Thesouro do Estado de Per-
nambueo
SKSPACHOS DO DIA 26 DB SET8MBRO DB
1893
Dr. Antonio D mingos Pinto, Belcbior Miguel
dos Santos.Informe o Sr Dr. contador.
Aotonio da Costa Mi-n eiro e Daoiel M.rei-a
''a Costa.Hija vista o Sr Dr. procurador fis-
cal.
Abaixo assignidos presos sentenciadr.s reco-
Ibi ios a cadeia do Brejo Madre Daos.laforme
com urgencia o Sr. collector do Brejp.
Angelo Rodolpbo Marioho Falco e oalro.
declare o fi n a qoe se destina a cert'.da reque-
rida, u na vez qae as casas a qu; se referem,
oo sSo de suas propriedades.
J0S0 Rodrigues da Silva, Jovina Mara da Costa
e Joo Igoa 10 da Silva.laforme o Sr. admi-
n &trador da Reeebedoria
DESPACHOS DO DIA 3 DE SETEMHRO DE
1893
Anna Clamenlina de Sooza Barros, profeesora
publica ao municipio de 1 linda, ped .do a gra-
nfloago de mrito.ioforme o Dr. iospecior do
Th sooro.
Digna de Santa Rosa, profeesora publica, rp-
qnereodo a gralficag.^o de qoe trata o ari. 125
do regolameoto de 18 de Juaeiro de 1888.lo
forme o Dr. inspector do Tbesooro.
nedioa Floresta des Santos Cord-iro, rrofes-
sora pobii:a, pedindo para ser compotada em
sua jubilago a gratifica ;o de mrito-Informe
o Dr. inspector do Thesouro.
Francisco Bapsia Googalvos p dindo p;ra
ser pxsmioado en ponoguez e arithmetica.
N-sta Cata exp>go ordem ao inspector eeral da
iotnvgo pubi a para designar a commisso
qa- t-:u de examinar o petlciooario.
Olegario FrauciBCo Mendes pediodo dispensa
da cootribuigo las decimas atrasadas para a
casa n. II, ota ra do Amparo do maoicipio
de Olioda. Ioforme o inspector do Tbesoaro.
Fraocsco das Cbagas de Siqueira Passos, car
cereiro da cadeia de Barreiros, pediodo pig-
mento de venclmentos a que se jolga com uirei
to.Legalise o titulo de sua nomeago, perante
o Thesouro do Estado.
Gerente do Londoo Brasilian Bank Limited,
agente rinaoceiro da Recife Draiaage Lomoany
L'mted, pedalo pagamenio da qaantia de...
61*960 importancia que deixon de receber para
o completo de 134:519*38) p'oveoieote de an-
cu'dades, concertos e collncago de apparelbos.
Informe o iospector do Tnesouro.
bacharel Jiao Francisco T-ixeira pediodo so-
logo de ama petlgo dirig a em 24 de Janeiro
do corrale aono sobre saa aposenta loria Pre-
jodicado.
Pedro Cyoriano da Silva, sentenciado.Ao
direc'or do Presidio de Femando de Norooba.
para entregar ao peticionario a inclusa cer-
tidflo.
Sec- tarta do Governo do Estado de Pernam
toco, 26 de Setembro de 1893.
O oorteiro,
//. M. da Silva.
Reeebedoria do Estado de Per
naiobneo
DESPACHOS DO OA 26 DE SETEMBRO DE
1893
Pel'ppe Holmes 4 C. Joa Holmes Joo Mimes
Deferido.
Antonio Jos Mnia da Cun'-a, Dr. Maocel Oc-
taviano Guedea N.igaeira, Felippp Benic o Ne y.
Mo-pira tk C, D. J. Seve C luforme a i.
ecco.
Roraasa ae Jess Viefra, Manoel Soares de
Figuei-edo. Em vitta da oformago indefe-
rid^.
Joo Proccpio da Colonia, Pedro Jjs Vieira.
Cerflqoe se.
Andreux & C. Juntfm conhecimento de qoi
tago. dos impostes relativos ao 1. semestre do
exercicio corrente.
Elisiaria atbllde do Rjgo. .lenifique se.
O poMeiro,
Custodio B. da Silva Guimares.
LOHHESSO HACIOUL
Qaestura Policial
2- Sfcgo.N. 217.Secietar'a da Qaestura
Policial oo E->tado de Peroambaco, em 26 de Se-
lemoro de 1893.
Sr. D-. gjverosdor.Participo-vo3 qae foram
bootem recolbidos Casa de DetengSo os se-
gantes lo divdaos:
A' oruem do subdelegado da fresu^zia de
Santo-Antonio, Jos Guilhermo de Saot'Anna e
Juve al Eugenio Peroamoucano, por embriaguez
e disturbios.
A' ornean do subdelegado do 2" disiricto de
S. Jos, Herculano Pereira da Silva e Jos Ce-
lesiioo de Lma, por disturbios.
Dorante a nolle de bootem para boje o
servigo de roola-maior foi feito pelo capito do
corpo de policia Laurenio Gongalves de Aze-
vedo.
As patrclbas de cavallaria foram Qpcalisadas
pelo altores Joo lleltrades de Azevedo.
Do Dr. ja z do 7- aiatri-to municipal rece-
bi O segoioie officio :
< Juizado do 7- dislricto do maoicipio do Re-
cito, no P050 da Paoella, em 26 de Selembro de
18a3.
Sr. Dr. queslorDorante a noite de sgon-
da-feira ultima ainda estiveram em acuvidade
os lad Oes oeste districto. D ffereotes reclama-
g '3 receti. Todavia nenbum roubo se resis
trou.
Na terga feira, por ordem do Sr. Dr. prefei-
to, foi mandado completar o destacamento, ao
qual teobo recommendado a maior actlvidade,
vigilancia e severidade para com os vagabun-
dos.
Continua regalare policiameoto do dislric-
to feito alternadamente pelos mea auxilia
res, qoe tiscalisam a distriboigo das ved tas e
palmillas, inclusive a de cavallaria posta por
V. S. todas as noltes a nnh* diaposigo.
Fallecen bootem a noite, repeoimamento,
na estago a Ponte de Dchoa, o Sr. Jorge Her
mao, cnefe daquella estago.
Transportado o cadver para a casa da fa-
milia, ra da Casa-For e o. 24, alli compare-
cea o meu auxiliar da aecgo e, bavenlo, a con-
vite da mesma familia, attestado o Sr. r. Joa-
qu m Loureiro a morte natural do Sr. Hermana,
aaionsei o seu enterramento.
Nada maia occorr-u digno de nta.
Salo a V. S.Sr. Dr. Jul'o de Mello Fbo.
moi digno queslor policial de Pernambueo. O
juiz do 7- districtoArlhur Heorique de Albu
querque Mello .
Hontem, s 9 horas e 10 minutos da noite,
em urna taverna sita ra de Paulino Cmara
o. 44, Boaventora Jorge da Silveira, caixeiro da
referida taverna. ferio graveTente a praga do
corpo policial Joo Gongalves Pereira.
O subdelegado da fiegaezia de Santo Aotonio
tomn conb'cimeolo do fado e provdenciou
para qae o offendido fosse transportado para o
H)spiial Pedro II, onde 83 acba em fatameato.
NEXADO
DISCURSO PiONCN IADO Na SESSAO DE 4
DE SBTSM 'RO DE 1893
O Sr. Joo Bnrbainu -Sr. presidente,
ass gnei com resiri de flnangas, reht vo ao project) de orgai3enlo
do Ministerio do- N-gociO' do Interior e du Jas-
liga ; devo, ponanio. explicar quaes sao estjs
reitricgja e fdndameni;! as
Para is^o o^go, por alguna momento?, a afeo
gao do Senado.
O projecto con=ignn. Sr. presidente, sob n. 15.
urja despeza de &):0ft0j pa-a a guarda nacio-
nal. Da conformia ie roma Coost'.taicio, o
servigo,da cuarda oaclonal nJo ma>s Berviga
f-de-al. E'fcil de verificar lato cotejando -a
dil reates di posigbes do nosso paci tonda
menial.
O %r. Amrica LoboE no D strictn Frd'-al ?
O Sr. Joan BirbelhoE a verta refere-se ao
Districto Federal t
O Sr. Amenco LoboAb-ange-o.
O Sr Juj Harbalbo0:s a verba (e) :
Guarda nacional, Inclusive para
gratiScago a empregados da
secretaria que forem occopa-
d03 nesie servigo tora das bo-
ra do expedente 50,0005030
E' o servig da guarda nacional para toda a
Ua'o, ao que parece, em vista da geoeralidade
dos termos do enunciado que acabo de ler.
Ora, ?ou dexon3t ar o que multo fcil, pe-
rante o texto contitucioiial, que o serv-go d-.
: 11 ca nacional nao perteace de modo algum
Uoio.
A disposigo da Cooslj tuigo, que Se refere a
este objecto, ado an. 31 o. 20 (tendo)
tompete privilivamentJ ao CjDgfJso :
< Mobilissr e utiliaar a guarda nacional 00
milicia cvica nos casos previstos pela Cins i
tuigo.
Comparando este texto com o de todos os ar-
tig'S que se referem torga a mada, v se ca
ramate visto qae cao se e contra na Cotistilai
gao disposigao que au'.o-ise o Congresso legil
lar sobre aguar-a Dacional.
E' assim qae o art. 14 declara qae as torgas
de ierra e mar sao nstiiuigss nacionaes perma
neo es, dea'ioada? dpfesa da patria no inte-
rior e manuiengSo das lels ao interior.
O Sr. Ane-ieo Lo noMas o ministerio do Sr.
Lncena nao entendeu assim : legi-lou at am-
piamente Ea disse is'o mesmo oa occasio.
O Sr. Joo Ba-balboEsia objecgo deve ce
der letra constitoiooal e nada ba resolv o
p-lo parlameot) confa esta iot-lligeoia que
dou a Cjn.-t taigas. O preceden'e allegado bam
pnde explicar-Be pelo fado de nao ter sdo ain
da feialei federal para tomar tffsetiva a dispo-
si.'ao coosiilacional.
O Sr. Americo Lobo da um aparte.
O S'. Jo) Barbaihou nobra senador me
p-rnilli continuar na rainna demonstragO; de
pois pader respon ier-me.
No art. 23 1 n 2 e ba aioda entra re'ereo-
cia a fo-ga pualica, anicaraents para prohibir
aos representantss di nago as commises oa
commandjs agilitaras eem Iicenga da respectiva
cmara. E ningaem dir que nessas commis
sOas oa commandos m;i.tires se in:iuam. 03 da
gusra naciacal.
O art. 34, n. 17, attr bui ao parlamento a pro-
rogativa de fix r annnalme ite as forcaa de tr-
ra e mar. E o qoe aejara essas torgas de tr-
ra e mar v se do art. 87, sao o exercito e ar-
mada, constituidos de coi.for nidade com a le
annoa de Qxago de torgas e essa lei fixa rocen
te a torga de Hoba e a da marioba, sem refereo-
cia guarda nacional; assim snecedia no antigo
rgimen e assim ain la conforme se verifica
das leis de torga promulgadas depois da consii-
tuigo de 24 dn Feverpiro de 1891. Aqui tam-
ben neste art. 34 n. 17 nao se menciooa a guar-
da nacional como insiiiuigo de carcter fede-
ral.
O o. 18 d so CoogresBo Federal a at'riboi-
go de legislar sobre organlsago do exercito e
armada, mas oo a da quaoto i guarda nacio-
nal ; e o o. 20, que o nico re'ere.nte a esta
iostitoigo, apenas confere a> Congresso Fede-
ra! a facoldade de ulilital-a e mobilisal-a, oo
ibe daolo poderes paracreal-a nem regolamea
tal-a.
O art. 48 5 diz qua iocumbe privativamente
ao Presdeme da Repblica administrar o exer-
cto e a armada (sem davida os mesnos to qoe
traiam as leis anhaaes de tJxago de torgas) e
nao menciona nem abraoge a guarda n-clona!
O mesmo artigo 00 5 d Ibe attribuig 1 para
prover os cargos clvis e m;lit?res de carcter
federal
E nesta expressao cargos milita'es de ca-
rcter federal vemos bem asstgnalada um res-:
tricgo qae deixa fra do a-fgo a milicia cvica,
oa guarda oaciocal do art. 3* 20.
Nesres cargos militares sem carcter federal,
pois, oo se envolvem oe cargos da guarda na-
cional, a qual, embora torga armada, nao a
torga armada federal de qne trata a Coastitogo
qnao 10 se refere Mexercito e a a-mala ; e isto
mesmo veremos ainda em outros artigos, taes
como os 74, 76 e 77, da Ifttra dos qaaes resulta,
de modo iocoocusso, qae a guarda nacional nao
se coosidt-ra parte integrante do e>ercito e,
ponamo, oo pode ser coiupr -henoija eoire as
disposigOes da coostitaigo, relativas torga ar-
mada de oaracte- federal.
O an. 74, estatu que as patentes, os postos a
os cargos imamaviveia sa garautidos eiu toda
eua pleoi'.ude. Combinado com os arta 76 e 77,
deixa bem patente qoe as faculdales coostnocio-
naeB, relaiivas a esta materia, nao compreben-
Je a a guarda uaciooai.
O ari. 76, ter ornante, diz : Os officiaes do
e\ercito e da armada t perderlo uas patentes
po coodemnagio, etc. Nao se refere, nem se
pade applicar a guarda nacional ; e o art. 77
diz : Os militares de trra e mar tero loro
especial n dil-o o do mesmo artigo, o Sapremu Tri-
bunal M iiap, etc., o qae, est se vendo, oo d
attribuigo a Unio qaauto guarda nac onal oa
cvica.
Tambera o art. 83 se refere a forg armada
aos officiaes do quadro e das clas-es annexas da
armadaaos qnaes d as mesmas vanugens
que aos do exercito, em categora correspon-
dente, e ainda ajui nada se dispOe quajto
guarda uaciooai.
O art. 87 diz de qae qae se compOs o :9X-
erciio federal, isla de cont'Ogenies, qoe 03
Estados e o D's rico Fi-oe-al s5 obrigados
a fornecer constituidos de conformxdade com a le
annua de fixa ao de forras E couf rme ootei
ja o sabe perfeitameu>e Seoado, as leis anonas
ciooal.
Em nenbam desees artigos que li fe mencio-
na, nem dellea se deprebende a guarda nacio-
nal como instilu'go federal
O art. 34 n 20 consi -na urna verdadeira equi-
polenciaguarda nacional 00 milicia cuica, que,
pertenceute aos istado-, peder, bem como a
forg policial, oer cb-mada a Servigo federal,
quando, por ado do Congresso, isso for decre-
tado Adi-tiugj o ter-a cread > essa at-
tnbuigo ao Congiesso, distincta ca que se refe-
re ao exercito e armHa (federaos) si acaso este
ea guarda navou-l, fossem todos elles ;n-titui-
ges de idntica natarea 1- sub a jurisdigo fe-
deral. Ni tena exulicago o aligo e os seas
te'raos mobdisar e otilisar.
Nestas condigO's; eia despeza que o orgameo-
10 consigna, refere-se evide temente a um ser-
vgo que nao federal e comnre expuogil-a das
qae incomb m aa Tnesouro Nuioaal'
E' verdade que os eitados alada nao conquis-
tiram essa sua prerogt va. com 1 se d com on-
tras consagradas na lon-t:tuigo.
Esse 50:000 vo ser aanos indevidamente
para um servigo com que a FederagJ nada tem
qae ver. salvo o cas 1 de guerra, externa oucom-
mogo invsiina, preceden lo ai t) doC'ngresso
(ari. 3i 20). porqoe en'o a guarda nacional
d-ive se-- eq ioaraoa ao ex-'roito. torg de li-
otia. mas ro para s-er utiltsada pela Uaiao, qual
03 estados a rxiiistrargo.
Alm de ter essa urna prerogativa, que te
devt- avoca- para os *< ti les pois rnoito soa,
da se, de mais a msi*. qae um perigo enorma
que cociione ella 11a U nao, como um me o, qae
se presla a ser, de corrupgo e de preseo elei-
toral.
Em vutade de solicitaga e instanci?s fiitas
ao g)veruo, por amios, por coreligionarios,
elle tem de ceder aioda a contragosto, a 'imo-
rosos pedidos, sendo a consequencia a ti 111' j o
de patentes da guarda na'natl pm proporg6es
exageradas, qae com '.aula faoilidade se espa-
Ihe.m por tolo o paiz. prodozindo esse enxame
de offi.i es e essa oronelisigo, que j do
oara o ridiculo.
E, pois, emquacto oo estiver regolada esta
materia, de modo qne os estados exergim o di-
reilo de orgintsar e maoter o servig-. oa guarda
nscn.aal, o governo fed-ral oo tem que estar
eastnndo difiheiro com grttificagSo guarda na-
cional, qnando ba ootras apphcages mais im-
portantes e mais iega"s, a dar a essa verba
pedida para o expediente, para se escreverera
tora das horas oroina'ias do servigo da secreta-
ria do interior, as patentes da :uaraa nacional,
antes, em to avallado e excessiv.i numero sao
ellas, qoe ja nao cabem no lempo do expediente
di secretaria I Por pooco pedia-se a creago
de mais empregos para isso...
O Sr. Manoel VictorinoMas bacomnensago,
porque o imposto das patentes d muito mais.
O Sr. Joo Ba'balboA este respailo tivemos
de retrogradar fazeado so o que oo fez a mo-
narcbla; porque oaqaelle lempo o imposto das
pateles da gua'da oacional pertencia s pro-
vincias e boje o governo federal o chama a si,
de manelra que o novo rgimen tem sido, em
relago a guarda nacional, mais oneroso aos
estados, e quanto acs cidados mesmo. porque,
ao que consta, tsem silo aquarlellada em sea
serv-go, fra dos casos da le.
Pela le n. 2 395, de 10 de setembro de 1871,
a guarda nacional rica qausi alliviada de 'odo
o servigo ; nicamente tioha de ser empregada
oos casos de guerra externa ou de commogo in-
testina. E 8to hi-j-i pela Constit igo federal
depende de acto legislativo, conforme o art. 34
g 20 citado.
A le o 2 029, de 18 de Nivembro de 1857,
autorisa o emprego effeciivo da guarda nacional
nos commandos superiores das frooteiras. Mas
oo e tamos aqui em fron Piras nem commogo
iotesiioa existe cesta capital e assim respoodo
aoapirte do nobre senador por Minas Geraes,
qua o!j affirmou qne a verba pedida era pare
servigo no districto federal.
Nao ba felizmente necessidaae de ter-se a
guarda uaciooai em servigo oesta capital, e por-
tanto nadj temos que despender com ella ago-
ra ; e quando houvesae, fra mister ter precedi-
do a=io do Congresso, urna lei chamando-a a
quartei?.
Si por um lado a gnarda nacional serve ao
govarno para a distribuido desta nova especie
de distineco honorfica, que outra cousa nao
vea a ser esses presentespor outro lado U">
grande vexame aos artistas e aos operarios, oc-
copados em servigo de quarteis, fra das suas
occapagOss ordinarias, privados de seu trabal o
proprio e eajeitos aos rigores da disciplina.
Nestas coodigba8 acbo que a emenda qae voa
ter a boora de oftorecer deve merecer a acceita-
go do Senado. E' de lei e liberal.
O Sr. Manoel VictorinoVo o por ella.
O Sr. Joo Barbalno-A mtoha segunda emen-
do refere-se ao n. 11 do orgamen.oAssisten-
ca de alienados.
Sr. presideate, este onlro enxarto que se
acha no projecto do orgamento, porque esta ins-
titoigo, em neoboraa de suas disposig0e3 a
Consiituigo a atirioue ao governo da Un o.
Si, oc, aUaio, conforma aConstitaigo, nao
tem que legislar sobre isso, nem pode manter
instituigo de carcter pi e de misericordia,
nao ba razo para que se separe dos 1 stabele-
cimeotos de assuiencia publica essa ramo espe-
cial relativo a alienados.
Com eftoito, si o orgamento federal deve ter
coas goago para o servigo permanente de cari-
dade publica, si ple coasignar verbas para
manter hosoicio de loncos, deve com a mesma
razan congaal as para a manuteogo de todos
os nospitaes e al mesmo, em rigor, quaoto aos






**
'r V >Vr. ,i':

I


Diario de Pernambuco Quarta-feira 27 e Setembro de 1893
cnatenos nade a caridade official inhuma os
deserdados da fortuna, que fallecer em extrema
* pobreza.
O *rt. 5. da Constituyo diz que incumbe a
cala estado prove, a xuensas propriaa, as ue
cesaidades do eeo noverno e aumi n-t-aga \ e
arcressenia que a Unto, porm prestar soccor-
ros ao e os solicite.
Em iod i a Constitaigo e este o nico artigo
que traa de sjccorro- pblicos, ana e-tc mes-
mo resttutameme aos casos de cii.midade po-
blic.
Pora disso, pois, nao ha motivo plaosivel pira
O governo federal lomar o encargo de Eustenlar
bospitaes.
Accesce que j eram oa bo3pitaes ms'itui-
qoes que se acbavam a cargo ou soD vigilancia
das cmaras municipaes, e a competencia le-
gal deltas aobre isio ] eslava consagrada entre
nos desde da le de i. de Outubro du 1828
art. 69.
Neste pon'.o, ae qutzermos segu r a doutrma
Consigrada uo orgimento, lemos de retrogradar,
de ficar multo aquem du que UcUd feito a iuj
narcba com toda aoa eentralt8>gao e arrol \
Por ul'imo citare! o art. lo aa le org-
nica do mente pi eieral (o. 65 de 21 de Se-
tembo u.: 1892) que da ao Cutisetliu da Intenden-
cia Muoi>"P"l a cumpeeocia >i- est.belccer e re-
guiar o urviro de aiststenaa publica.
Esaa MU-MCU uu Uerala to geral como
asaumoto puramente municipal, e a intendencia
obrua.ia a mantel a. inclusive o servigo de alie
nados (uao exceptuado no diado artigo).
Apezar de anda nao estar sso e tibelecido
em auas lela e em seu c.gamenio, laconteaia-
yel que pela tialureza do se vtgo e Dlo text
termiuante < ampio da citada le r. 85. nao ha
absolut mete razo para que so a assistencia de
alienadus, ae a nesucada oo servigo gerl ia s=
sisteucu publi. a n.umbida do municipio.
Asstca evidencia se iio qu Tica exposto que
quaesqu r ho-pitaes, todos o ouiros estabeleci-
neoios na desiBoaco geral je Assisteaeia Puolica, lo
Clu dos us de al eoadospjia uo na unuvo ai
gum t-;,. ial q e 08 tequ'Stre des-e Duoir-ro
8o alhe os ao servigo e uo orcamenlo, portanto,
da Uq.),
Por esta occasiao seja-mj ptrmiiu .o fazer sa
liente urna irregeli iddde ou uaies verdadeira
illegali.iade.
O ervgo i!e assistencia est tiricido por urna
pesOi ^.oi ptente em todos os sentidos, pela
BEbil)Utd>, e p'la aoa bonorabilidade. O qu>i
voo aiaer Dio e refere bsoluameo
qualiaje-! pessoies, que despeja resalvo, mas
g-.mplesmeate p-Kedo tornar Hllale a Iiee>-
dde da sua couserv cSo i qo
Rao -i Cimo ee justniea a permanenci
actual di "tai da Asis meia PaDltcaaoiea
28 d- 8 de Ja eiro de 892- Prertemos
que se reter-nina Desta I-i e coosid remos qa o
rafeado (uncctonario a um ttinpo profeasar a
Faculdade de Medicina e director djs aeyios de
loucoa.
Ah se ('celara que sao incorapativeis desde a
invest tura os caraos fede-a-s e estadoaes, salvo
em miU' ia d^ ordem
sctei.. ; ; bnlca que nao involcam atitor:
dade administrativa.
Ora, '< airee or ao Asy ue Alienadas e
colouia C : Beaqnitd e de a. Bento s ce
evidtnt o a I c{6ea de ..'. nist ajao, serve
um empreg de crdem admioUtr uva.
Nao-.. argamen ar cpi .' eaa-
bele i, pjrqo
gos furamente (note s*-,1 protiseunaes, scieaiiccs
00 tctll -o. i
p.jr onde, para ser p
nao o qu'? os a goa ai jam dtsi
im< i pi taoqoe nosejam ...
lo i i '-'
essa exci i-so, visto q03 a i
acba b lente cona
memoro .o rt. 1 da i r:. 28: carg
qv minii.ra iva.
Compul ndo o regola ment do Alie-
nado.; expedido qoaodo o serxnco fn: ri
sado i ... 1
po; t--, pe s q
mt^' '-" (
era (';'
Art. 6
C3 ta ti .- "'.' CO: I 18... e
djs asylos,
Pro, or a no^ioaio de mjdiL.oi.
\. :. nos;
Adi. ro?;
Iu-:p ci t is pbarmataa elancaro t
n*8 ijn'.
Dasp h.r requ rimentos;
passar t.os.
Al u lia o, tnaol-m corresponden.'ia cot o
ministro, c^m a jas tica coa as auton
polica-. Fioaimente, orna par
fra de ti capital, na una uo Gj ver Dador, ou
ha esuoe i o Bs ar.
Como te ., c at urna admioistraco q;e t' m
muttj ju- fazer, mutto traoaihosa, e exige ra- -
mo a Dreseoca no director (ora na tede de ma
caaeira d-i late e isio bastara para nao djver
dar sea accuajulagao, quanioa le lP.; fusse
termio a toiodca.
larsa.ei ngcra a
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