Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17032


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Full Text

AMO LX1X
SEXTA-FERA 22 DE SETEMBRO DE 1893
NUMERO ffi

PBOPBIEDADE OS MMSLQnU FISSIBOA DE WABIA & FILHQ3
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres meses adiantados. -.-' 64000
Por Ies ditos vencidos y 7J000
Por um anno a jiantado >; 24000
dem idem vencido. .... 28|000
IA0 nossos agentes exclusivos de pbucaqOes na FRAN-
G E INGLATERRA
O Sn Amede, Prince A C, residentes em Paris34 rae k
Provence. >
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. ; 13500
Por seis ditos vencidos. 151500
Por nm anno adiantado. 271000
dem idem venc'do. 311000
i

IRSTIlICCiO POPULAR
EDUCAQAO
PUR
HERBERT SPENCER
CAPITULO I
Quacs sao os eoiiliccimculos de
maior valor*.*
fc,' evidente que as faorr,5:3 dp conservag)
propria devem ser consideradas anteiorraenie
aquellas que iz-'na respailo ao lilbon p*ia ra
zao ae qu-, fallando em geral, O umprineuo
dig fuccgOs pate-n^ pl
a loar depois
do deaeuipen'io daa coicernentes ao in 1:v-iua.
A vlrtude da con.-ervagao propria neees->ara-
jxeate precede a da cooesversaco da especie,
de onda se deduz qui o coobeci mental neces-
sarios para a etnservagao p-op.-Ia clamis mal*
alt) do que aouWles aae sSj oeceeas'-los a fe-
licidade j famlia. E*, poli, a s^guoda em
valor ra clasriuvago dos coobrciuenios ne
cessanos para a inmediata cooservago pro-
pra.
Como chronolojica.meote a familia p-eeede o
Estada, a m-s'.-i'caj das eriaacas po?siv eTetaar se a -i a 'o Erado exinir, ooqaanlo
deixar de exi t:r, vielo que o Estado s pos
sivel pela ios ru cao das aruacas; segnese
qae os devere- paternos ,-e-larn-m ma:s atan Ja
at'.engo do qje os deveres cvicjs. Ora, para
emrir'gaimos nm ultimo argomento. como a
excelieaeia oa socieda le depende das viru des
dos cidado'; e romo a sacaresi dos e ladeos
se uioJiQji :i.is fcilmente por ama instracc&a
premiara do qu p>r qoalqaer out-a cansa, lle-
vemos coa Muir qne o bem estar da familia sobre-
leva ao bem esttr da socieade. E diqai se
deuz que os c nnct^entos que directamente
eendoseos a reahsaco di b"ra estar d fimilia
sao preferiveis qotllea qae directamente vam
ao bem esiar da aea eda'ie.
As varalas fonns das oecupago- a:ral-
V8is que praeocbem as nos ts Poras de ocio,
cedidas pel.s oeenpagoes mala graves, a mosica.
a poesia, o deseaoo, etc., man.festimente itn-
pli:;im orna soeielade ore existente.
Nao i impossivel dar Ibes um des1 ivol'i-
mento importante --em umi unio social par
mnito tciJpoe!ab lecifa; mas at al suas ma
terias cioitaes consis em, em graude parte, em
sentimentos e sy uoatbias sociaes No s a
sociedade tem de foraecer as condices do seo
desenvolvixeo o, raa? at as Metas e os sea'.i
meatos que Has e::prirnem,
Consequ-c; m^n'e, a parte do proceder bn
mano que constilae a e^eelleoeta dos deveres
dos cidadao3 da maiOnmpjrtaacia loque
aquella quj leva a siusfifilj oa a ex.^r :i: o
das nosos gPSlo* ; na edn a;3o, pois, a prepa
rgao p.'.ru qaella deve occapar lo^ar preferi-
vel |ireparnc.o para ea a.
Assim, rep^'iado, temos qu?, pouco m^is ou
me io-, eaa a orlem racional la classiflcagao:
A edu^ajoqie eontnbne doctamente paia
a consurv.iQ5j p-opria ; ;iqn'l!a qae para ella
contribu indireetaBaenie; tqatlia qae coa-
corre para o bnm ^omp'imeatj dos leers do
cidado ; iqaellw. fi-nlmen:e, que coaoorre para
03 diversos prazeres da vida.
Nao que'ea is d'zer enm isto qa-1 e;tas divi-
eOcs sej.m deflaltivameale separav^.s.
(Outitinua.)
DIARIO DEJERHAJBCO
RECIFE, 23 DE SETEMBRO DE 1893
Ultima verba
O art;go re hontem do Jornal do Reci/e, n8
dirigido, cao pasa de urna garotada. O Ilustre
collega, batiJo em todos es pontos de sua argn-
mentacSo 0?.ni3!ica em pro dos revoltosos da
Capital Federa!, spmboa as ra-eetaa das ruaa
urna porgSo de lama e jogoa-a contra eos.
Cedemcs Ibe a palma da victoria nessas bala-
Ihas da Uta. A tout setgncur out honneur. Po-
de o Jornal proseguir livremente ea faina de io-
juriarnoB : nm insultador de mais ou om de
menos rao nes uratfa, nem nos entristece.
E' habito antigo do Jornal o recurso s inju-
rias. Que Ine fjga bom proveito.
Repetimos: nada mais femoa, por ora, a di-
zer-lbe, porque nao deseemos a sargetas e,
afora a lama, o Jorncl nada ma3 Irouxe no seu
allndido artigo.
Qaaodo, r-'tenr-o-se ontraa praticas mais
decenlps, o Jornal do Recite disentir com serie
dade, se for onpor'ono com^ater-'he as idaa,
Toliaremcs liga. Teremos, porB, o cuidado
de nos munirrros de algons.ascos de acido phe-
Dico para n:s preservarme dos microbios da
lasa que nes for jogaa.
Temos dito.
?\m 0PTIC3AL
Coferaj do Estado de Per-
nambaco
KXPEDIENTB DO DA 3 DK AGOSTO DE 1893
Act.jB :
O go^-na'or do Estado, resnlve prov-r o ci-
dado Joviniaoo do Monte Sousa. na aervecna
vitalicia dos officioa de tabellio do publico jo
dicial e notaa e escrivao do geral clvel e crime
do monicipio de Goyanna C mmunicou ae ao
jniz de direito do monicipio de Goyarjooa.
O goveroador do Estado, atten eado ao
qne reouereo o bicha re Hi I deberlo prigioGui
mare3, p'omotor puhjico do monicipio do Cabo,
6 teodo em vista o atte3tado -medico exhibido,
resolve conceder-Ion trps mezes de llcenca a
contar do di- 7 do correte em dlante com os
vencimeiloa que tiver direito, na lrma da le,
para tratar de aua sande.
Offici s:
Ao Dr. governador do Estado do Para.Rece-
to! e ag-adego 09 Piemplare3! apresaos qne acom-
panharam o 7osso cilicio a qne respondo, de 17
de JulQo Bn do.
Ao general commandanle do 2o uislricto
militar.- Tranamitto-vo-'.para 08 fin8 convenien-
tes a inclusa copia do efli 'io du Dr. qaestor po-
licial de hontem datado, aob o. 689, relativo ao
deportado Sehastiao Manoel do Bomfim, a quera
te refere o officio deste goveroo de 12 de Jonbo
ultimo, e delle veris qne, na sesma data, ex-
ped ae necessariaa ordens no sentido de ficar o
referido deportado a vosa digposigao.Commu-
nicou--je ao Dr. qaeator policial.
^ Ao Sr. Dr. Ignacio Xavier de Brito.-Pelo
70880 officio, a qne respondo, de 1 de Jalao fia- ~~_ A'
i do, tico acente de hav^rdea asanmil > o exerc
ci do cargo de presl lente do Botado ds G>y.tz
para o qcal foates e'eito em 23 di Abril uliiin.
Ret i uo-vos mens protestos de estima e cen
aideracSo.
Ao Sr. Dr. Alvsro Lonea Macba-io.Pelo
vosso officio, a que respooio, de 24 de Jo no
lia lo, rico acieoe te hav- rJes reas >u nido o ex-
ercicio do cargo de p'eaidente do E^tido da Pa-
rahyna.R-tnbuo-vos meus protestos de estima
e conjiderag).
Ao D-. proco-ador geral do Estado. D s
docameutos ju tos varis qae teodo^este gover-
no p^rdoado ao *|fe-es Octaao Padilha o reato
da ana a iuj. ten c ndemnado como incu-so no
artigo 170 do cdigo penal e, 8endo o respeciivo
decreto rpmet io ao juiz do i*" distncto crimi
nal, back re Sgstuondo Antonio Gorgilves, pa
r julgar o per iao conforme a cu'pt, as .nvi.as
qu-! o meamo juiz oppjz ao julgamento nao fo-
ram as que trata o decreto n. 1458 de 15 de Oj
luoro de 1854 art. 8
iscouodo a legalidale do a^'o deste govtrno,
que ex'citava u na de sn s attribu cOes con-ti-
lucion^.ts, conforme a inteligencia qe, aob 8Ua
respon'aDih'iide neo ao artigo 57 ti da con
auto gao do Es ado, e que, alm do mais, coo-
cancordaote com c dispojto no art. 74 la mesmi
constiiuigaj, o meocionado juiz sob pretex'o ncimpeteocia, recosa a providencia de seo offi
co determinad i por lei eco julgar o perdi con
fome a cuip4, por con^iJeragoes deaco nexaa e
incaoivi-is no t>cants qoeslao da falta de com-
petencia, tra aodo-ae de acto que a lei exprs
smente ibe ineumbe como juiz executor, assim
das aen engas expedidaa pelos Taouaaes como
doa actos des:e governo que a estas eo asae
n-iha ins pelos seos jaridicos effetios.
Compre, pois, qae providenciis, como for de
di.'cito, cont-a o mencionado juiz em ordem a
a-;rem sitisleitos os intcresses da admimstrago
da justiga.
Ao inspector geral da Inslrucgo publica.
TenJo era conSi teragao o aasuiipio e vo*so
ofheio n. 218 de 28 le Julbo BnJo declaro-vos,
em respos'a, qo6 a cessao dos imv is daa esco-
lai dos unt'.ioios de que tr^ia o i-lli io leste
gove-no de 10 le Junbo olnm\ nao deve ser
flia nos lugares en, qae s respectivos prof-s-
sores em dispombilidade conlinoarem a leccio-
n^r gratuita e volnotariamete conforma propon-
des.
Ao Dr. Inspector de Saude do Porto.Para
vosso coobeciueoto, commooic; vos que do Sr.
Ministro bi o segnlote Aviso :
Miuiatsrio da Jmilea e N'gocios Iiteriorea.
Dire.tona Geral do lo erior 2.' Sergj. Circu
lar. Cip.tal Federal, em 15 de Jateo de 1833.
Ao Sr. Goveroador do Estado de Parnam
buco.Teodo ae veriflcaao casos de cholera-
morbus em Nantes, resolveo o Goveroo, de ac-
cordo com o que propoz o Inspector Geral de
Saude :os portos, restaoelecer, a contar do dia
10 do correo'e mez, as medidas s-oitarias que,
por aviso de 20 de Uiio lindo, foram determi-
nadas quanto aos portis da Franga compri-hen-
didos eat-e MorLx ao Mir da Mancba > Saint
Ui-iche em L'II-'rm, no eaoo At'antico o que
vos dec'.iro, para os d-ividoa Leitoa, confirman-
do meutel"granrna de boje datado.
Ao Eij-mneiro Fiscal aa Estrada de Ferro
de Etioeirao a Bonito.Pego qoe vo3 dignis de
pr-star-me taformagao dCerc das conliges te-
cbiaicns e ecoaoa.icas em q'te ae acha presnte-
me ti a ferro-via que Hscalisaes.
Ao Prefe-.io do Municipio 1e Ipojaca.Ve-
irticaodo-?e da nformagao da Directora Geral
das Obra* Paclicas ejj o5:io o. 8i de 17 de
Juino finio qae a ponte da estrada de rodagem
oe Serinbaem, em terraa do Engenbo do Ueio,
acba-se situada aobre o rio Mas-angca, limite
entre esse municipio e o do Cabo, e pertence a
a>"bos Mea, remeto vos copia do orgamento
d 8 repares de que precisa a meama poote, pa a
q e de aceordo com o Prefeito desti ultimo,pro-
videncela no seotido de serem realisadaa as
obras tob e que versa o mesmo orgamento.
EXPEDIENTE DO DR. SECBKTARI0
Officio*:
Ao Prefeito do Municipio de Bom Jardim
De ordem de S. Es. o Sr. D\ Governalor do Es-
tado rogo vos que me i-emetaes urna relagao que
comprebenda os nomes do Sao prefeito dos
membros do Concelho des* municipio, dos dia-
trjetoa e do reape^.tivoa Juizes e aeus acoplen
tes.Igual aos Prefeitos de Flores, Floresta, Pa-
aellas, Saloeiro e T'iarapho.
EXPEDIENTE DO DIA 4 DE AGOSTO DE 1893
Acto :
O Governador do Estado, considerando qoe
se acha vago o lugar de Jniz de Direo do mu-
nicipio de Granito ao qoal aooexo o de Ex,
por uso qae oeohom magistrado raquero re-
mogao para aquelles municipios no praso mar-
cado em Elual de 1 de Abril ultimo, resolve de
cooformidade com o artigo 24 do Reglamento
excedido em 23 de Janeiro do corrente anno
para execogao da lei n. lo de 14 de Novemb-o
de 1891 nomear urna commisso comoosta do
Jo z 1o Suprior Tribunal de Justig, Dr. Fran
cisco Teixeira de S, servindo de Prsidente. dos
Lentes da Faculdade de Direito Drs. Augusto
Carlos Vaz de Oliveira e Jos Dintz Bar'eto e
dos Advogadoa Drs. Vicente Ferr: da Brros
Winderlcy Araojo e Esievo de Oliveira para
proceder o exame oral e escripto de joriapra
dencia, tbeoria e pratica do processo a que teem
de ser aubmettidoa oa candidatos ao lugar de
J-iz de Direito dos referidos municipios.
Eaaa commiaaao dever reunir-ae para o fim
cima indicado no ediflcio em que funeciooa
o mencionado T bonal.
O goveroador do Estado autorisado pela
lei n. 66, de 14 le Abril ul imo reao ve abrir
ura ere tro ex'ruo- iinario da quantia de......
25.000^000 para occorrer as despezas feitas com
a expo-i.) de Peruambuco preparatoria a da
ChicagoRemellen se copia ao inapector do
Tnesouro.
O govemador do Et>do, attendendo ao
que requeren o promotor publico de S. Bento,
bacharel Edoardo Agapio da Silva Ferreira, e
teodo em vista o attestado medico exhibido, re-
solve prorogar por viote dias, a ncenga em cujo
goso se acha.
Offici s :
Ao presidente do Estado do G?'rRemet-
to-vos os exemplarea impressos e copias das leu
e regulameotos que pedi-tes em lelegramoaa
de 1 do corrett mez.
Ao inspeetjr do Tneaouro do Esta 1o-Au-
toriao vos a m^ndardea indemniaar o commeo-
dador Atitjam Ganes de Miranda Leal, Tnesou-
r'iro da cummisaao Promotora da Expoaigao de
Pernambucoiirpparatoria de Chicago, da quan-
tia de 1.9353475. sillo ve'ificado a aeu favor,
conforme ee elencia dos documentos juntos.
apreaeniadoa pelo Presi lente daquella commia
sao m officio ae 27 de Abril do correnie aobre
o qual prestaate8 a informagSo o. 548, de 25 de
Jolho Bodo.Cotnmunlcoo-se ao Dr. Ermirio
Ceaar Coutinho. preai lente da Commia8 o Pro-
motora da Exposigao dePernambuco preparato-
ria da de Chicago.
m Ao director geral daa Obras Pabllcas
Approvo o orgamento e a planta anoexa ao voa
ao offi io o. 8 de 3 de Fevereiro do corrate
anno e autoriao-vo3 a faxerdea por conta do Ea-
tado a obra de reconatrocgSo de dois boeir03 na
estrada do Bo lto em trras do Eageobo Coucei
ro ficando o municipio de Palmares respoosavel
pela quaotia de 1,338*932 r8. em quaoto foram
orgadasditaa obras-Fizeram-se as neceasariaa
communicagOea.
iaapeetjri i dos TeatrosProvideuciae
para qoe seja recolbido ao Tnesouro do E lido
o producto de doii es >ec acil i.s que em beoefi*
ci d'ease Thea'ro e do A'fylo para a Ifocia
De do coof-lho mnni'ipal, se
realisaram em as oo<>ei de 23 e 9 de Julbo fio -
do. conforme ob'i^'agao contrabiJa pela Compa
n i i So S Ha t s por fo*gi do respeciivo con-
tracto.
KXPRDIENTE DI DR SECRETARIO
Offi ios:
Ao inspector do Toe8onro. O Exm. Sr. Dr.
overnidor do Entilo manda commnnicar-vos
que, o bachar-l Joaqun AK>b iitM T-.vars de
H>ilana rea?J'imio oo 1 do cor-e > do cargo e Juiz de direite do m nlcipio de
Tlmbaoba, renunciando o re to da li;eog em
cujo goso ae achava.
Ao entarregado do rpgifto civil no 4.
distncto do m nicipio de Q jipar.S. Exc. o
Sr. i)-, governade* do Eatadu manda o~etlarar-
voa que o vo8so pedido sobe a remeasa de livrus
para o legisfro civil telxa de ser satisfeit \
visto como, ja tpndo tidoli'gtr aleatallagaa ge-
rai de-se servico, ceaaou a oD^igagao do giver
no para farnecel oa.
OSSPACnOS DO DIA 'O DE SETKMB&D DE
1893
Aotooio da Coala e S, preso na fortaleza do
B'um, pe lio lo tr.nsfereocia p:ra o presidio de
Fernn lo de Noronba Ioforme o Or. juiz de
direito da 4> vara do municipio da capital.
Antonio Raymnlo da Cojta, pedindo entre-
ga de documeato.Eutregue-es, mediante re-
cibo.
Antonio Flix do Monte, aentenc'ado.Ao Dr.
juiz de direito do mnnicipm de Florala, para
prov deocia-, devolvendo opportanamente este
requerimento.
ADaixo asjignadoa, empr^gados da aecretaria
do Cooc.ebo unicipU desia cidade, peliodo
reatnuigao d i emolumentos.Iaforme o Dr. ios-
petor do Thesooro do Estado.
Antonio Pereira Mend's, oed ndo isenco de
annoidides Ja Compannia Reelf' D'ioag-< para
a casa n. 56 sita a rui de Sinti Rila --lofo me,
com ur^-en a, o D. inspector do Taesouro m
E-lado aobre a grande demara havida no expe
dieite destes papis.
Emilia Gltlraoa Santos professora do preaidlo
de Fernando de Norinna, pedindo prorogagao
e liceng po- mais 3 mezes.S m.
Guilierme Spiller, replicando do des.-acho ex-
arado na petigo em que o noplicante requer o
pagamento da quantia de 4803, importancia de
seis po.tronas fornecidaa ao Coogresso do Es:a
do Dienno o meu anterior despacho.
Bachard Jos Cavalcante de Cal las Aiboquer-
que, ex-ju-z moni ioal de Bom Jardim, peJiad >
pagamento de vencimento* a que aa julga com
direito. Volts ao Taeaouro para informar neva-
mente.
Jia4uim Pedro de Almeida Jnior, amanuenae
la a^cr, t.rla do presidio de Fernando de Noro-
nbo, pe ndo proroago de lioenga por mais 3
mezes.Sim.
Mauo'l Domio Mi'ques Francisco eoutros
stntenciados.Iaforme o inspector do The
80U ro.
Mesa regedora da irmandade de Nosaa Senta-
ra da '."onceigao de It marac. Informe o pre
teito do munuioio de G yanna.
Dr. T ajann Jos de Carvalho, xedico militar no
presidio ae Fernando de Ni-on.i pedtodo que
ihe aeja n abonadoa oa dous vencimenma de 1*
e 2o mlicos do 'ce3mo pres dio.Nesta data
declaro ao Dr. inspector da Alfindega que o pe-
ticionario, emquanto accumular os cargos de 1
e 2o mlico de Fernando de Nirooha, teta direi-
to gratiGcago deUe addicionada ao vencimen
to integral daquelle; devendo ser-lhe paga, a
contar de ana posse, a gratificago em cejo des-
embolan estiver.
Jj.-e L .pe- Das, collectcr do municipio de Li
moeiro, pedindo prorogagao de praeo por maia,
bO lias part prestar llanca definitiva do referido
i'argo.Ioforme com urgencia o inspector do
Thesooro.
Gerente do London Brasllun Bank Limited,
agente tioanceiro da Recife Daiaage Conpany
Limited, pedinJo p ra que seja eflec nado na
primera quiozena de Setembroo pagamento da8
coota3 apre^entadas e relat.vas ao semestre de
Janeiro a Janao do correte anno.Deferido,
nos termos do officio desta data ao inspector do
Tnesouro.
nba.xo assignados, moradores na villa da Vr-
teme pedindo a restaurago da cadeira do sexo
mascuco da mesma villa Sellem e volte que
rendo.
Secretaria do Goveroo do Estado de Pe mam
nuco, 21 de Setembro de 1893.
O porteiro,
H. M. da Silva.
Qaestura Policial
2 sergaoN. 214Secietaria da Qaestura
Policial 'io E temoro de 1891.
Sr. Dr. governador.Particlpo-vos qae foram
recol.bidos Casa de DetengSo hoatem ua se-
guintea individuos:
A' minha ordem, Mara Joa da Cooceigo,
alienada, com destino ao azylo da Tacnarineira.
A'ordem do Dr. Jaiz do 5o districto munici-
pal. Francelino Antonio Baptiata, por diatar-
bios.
A' odem do Dr. juiz do 8' districto municipal,
Bibiano Jos Micoado, por crime de ferimentoa.
A' ord<-ul do subdelegado da freguezia do Re
cifa, Cosme D>;nio, para averlguagOes poll-
ciaea, e Jobn Oirec, requiaigo do cnsul da
Noraega.
A'ordem do cubdelegido do 1 districto da
Boi-Vista, M de M -ilo, por disarbios e offensaa moral pu-
bliea.
Communicou me o Dr. delegado do dis-
tricto da capital, q ie de a:cordo com a recom-
mendago qne Ibe tiz, providenciou no stntido
de ces8arem oa disturbios que ae teem dado na
rut de Lomas Valentinas, provenientes de ajoa-
tamemo de individuos deaordetroa em urna ca
de bebidas alcoolicas perttnceate a Maaoel Ra
fino.
AnteboDtem, s 7 tio-as da manh, em
urna coebetra existente no auadro denomiaa lo
Nova Deicoberta do 1- districto de S. Jos, ira-
varam-se de razes oa carroceiroa de nom a
Guilberme de tai e Jo&o Coane do Nascimentc,
resultando sabir este com um ferimento.
O subdelegado respectivo proceden contra o
delnqueme nos termos da lei.
Pelo delegado de Ticarat foram remeti-
das ao Dr. promot r as demencias a que proce-
den sobre o assassinato do delegado daquelle
municipio Francia -o Bernardo de Araujo.
Dis meamaa diligencias evilencia-se terem
sido autores de tal cr.me os individuos Mancel
Bozendo e Joaquim Conrado de Souza Lima, co-
nbecido por Joaqmm da Gla, o primeiro como
mandatario e o ultimo como mandante.
O subdelegado do 2 disuicto da Boi-Visla
dirigime o seguinte officio.
Sobdelegacia do 2- districto da Voa-Vista,
em 20 de Setembro de 1893.
ilim. Sr. Dr. Qaestor.A's 7 horas da noi'e
te do da 18 do correte, oa porta da casa n. 50
a margem direita da linga do Limoeiro, -nde re-
side Mariano Jos dos Santos, foi este eapanca-
do, aps altercagOes, por Jos Bento, um Irmao
desle e urna praga de cavallaMa federal.
Tomei conbecimeato do facto e procedo as
diligencias legaes, teodo feiioreeolberao hoapilal
Pedro II o offendido afim de aer viatonado.
Os off te dficto.
Saode ao [Ilustre Sr. Julio de M lio Filho,
mui digno qae.-1 ir do Estado.0 subdelegado.
Antonio Ferreira da Silva. >
Da leitura desse offi to v-ee qae destituida
do fundament.) a local da Gazela da TardP,
quando ffima qne a polica nao tomn coobe
cimento do facto.
Nesta d ita re ommenlo ao Dr. delegcdo do
mu Icipio de Olmda qae me informe sobre a
(juetxa qu-* a redargio da Gazeta da Tardf fez
o cid; dio Pranclo Rioeiro de Mello, conlorite
se \ na mesaa Gizeta em sua edirgao de hon-
tem.
No dia (0 lo corte te, por "mlia de li ho-
ras da manhS, evadiram-se da cadeia do munici-
aio de Munbpca os oresos J ai G spario da
Silva, Pedro Jos do Espirito Santo e Maximino
de tal, doa quais ja foram capturados os dous
primeiros.
Fiscallsoo o policiamento da cidade e seua
suburbios durante a no:te de hontem na caract-r
deofficial de ronla-maior, o capitao do corpo
pocal Lmf-nio Gng.ilves de Azevedo.
Hi* ncccr'-'O digoo de mpnso.
A) Sr. Dr. Alexandre J Barbosa Lima, mui
digoo goveroador do E 'ado.
O queator.
Julio de Mello Filho.
Ernesto da Fonseca;
propottglo da mesma
Thesoaro do Estado da Per-
nambuco
DESPACHOS DO DIA 21 DE SETSM15KO DE
1893
Francisco T.-ixira da Silva.Deferido no 3Pn-
lido de aer considerado irresponsavel pelos de
hitos de anteriores inquilinos Jo predio da ra
de Jo^o do Reg n. :6.
Francisco Jos doa Santos-Deferido no s nti-
do de ser consiierado irresponsavel pelos dbi-
tos de aot'rio-es inqoilinns do predio n. 15 d3
est'ada do enge ibo Oous I'maos.
Valeriano Brante F. de Menezes. -Defa-ldo no
sentido de ser considerado irresponsavel pelos
dbitos de anteriores ioquilinoa do predio o. 33 a
ra Marcilioa Dias.
Ignacio Bomeu Cavalcaotn.Deferido, ficando
firmado o calculo de sua pensao de aceordo com
a mforrnag.io da conladona
Jote Shas de Oliveira e Minoel Ceme' tino
Crrela de M^llo.Defe'ldo pira poder licitar.
Augusto Cesar da Cunba, Joao Rodrigues d-
Moura, Bacharel Alfredo de Albnquerqne Gama
e M:goel Aitonio de Figueiredo.Deferido em
vista daa infnrmagOes.
Lauriana Umbelina de Jesu3 Villar.I idef-ri-
do, porquaoto da informago da Recebe oria se
verifica que a peticionaria nSo est as condig0e3
de obter o indulto da lei n. 1544.
Joaquina Antonio Googalves.Indefer do em
vista dos iofnrTiagCie--.
Emp*esa d'A Provincia, Antonio da Costa
Honteira e Antoni i da Cosa Teixeira.Ioforme
o Sr. Dr. cantador.
Joan de Aqomo Fouaeca.Volte ao Sr. Dr.
Contador.
Hercu'ano Jcs de Sant'Aan?.. Joaqaim Nicolao
F-rreira, Daniel Paiva e Joaquim Ferreira Per^s.
A' 8ecgao do coutencloso par3 fazer as devidas
notas e devolvep.
Feliciano da Costa Priuc, Companbia Becifei,-
ae de Paniricag&o e outros. Mesa Regedora da
Veneravel Ordem 3' de S. Francisco, Jos* Anto
nio Pereira da Silva e Antonio Moreira Reis.Ao
porteiro para eo'.regar ao iotereaaado.
Recebedorla do lisiado de Per-
nambaco
DESPACHOS DO L.IA 21 DE SETEMBRO DE
1893
Ferreira Rodrigues 4 C, Antonio Souto de
Araujo Jostlno Medeiros doa Anjoa, Francisco
Gomes da Silva, Simoes & C.-Iiforme a 1* sec-
gi .
Manoel V. de Lima,Em vista da informago.
Deferido.
Joaquim Antonio de Carvalho.Deferido em
vista da informago.
Rossback B-other8. Exhiba o conhecimenlo
do imposto de bombeiros-
Lourengo Ribeiro da Caoba Oliveira.Sim
juman lo o suppcante o conhecimenlo de quita-
gSo do Io semestre.
Arthar Augusto de Almeida.Sim juntando c
supplicante, o conhciaento de quitago doi-
semestre.
Victorino Ribeiro & CJunte o conhecimenlo
do semestre correte.
O portiro,
Custodio B. da Silva Guimardes.
COMIUSS NACIONAL
Senado
Sessao de 9 de Setembro
Na hora do expediente o Sr. Estoves
Jnior es urna reclamagSo, e o Si. Ct-
tanda propoz que o Senado se reunase
em sesslo boje, e tizeaae soasos noctur-
nas O Senado approvou a primeira par-
te ria proposta.
Na ordem do dia foram rejeitadas as
proposites da Cmara : substitutiva do
projecto do Senado, n. 2 de 1892, deter-
minando que a reforma concedida por de-
creto de 17 de Margo de 1891, ao gene-
ral da brigad% Frederico Cbristiano Buys,
ser no pe-sto de general de divisSo ; e u.
46, de 1893, nundando vigorar, para os
devidoa effeitos, o decreto da 16 de J*
neiro de 1890, que aposentou com orde-
nado por inteiro, ao baoharel Antonio Fer-
reira dos Santos Caminhs, no lugar de
secretario da polica do Estado do Rio de
Janeiro.
Foram sem debate approvadas : em dia
cussSo nica a redacgSo das emendas do
Sanado propoBicSo da Cmara dos De-
putados, approvando, com mod ficacSes, o
decreto n. 1.167 de 17 de Desamoro de
1892, que autorisoo a fusSo do Banco da
Repblica com o do Braiil; a redacgSo
da emendes do Serado propiBcZo da
me*ma Cmara, provendo sobre o alist>-
mento eleitora!, incompatibilidade e oa
tras medidas attinentes s eleic5)s f de-
raes ; em 2a discassSo as proposites da
Cmara dos Deputados : n. 54, estenden-
do a todos os offioiaes do ezeroito refor-
mados de aceordo com o decreto n. 193 A,
de 1890, as dispos'cSea do decreto legis-
lativo n. 18, de 1891 ; n. 56, conceden-
do ama pensSa mensal de 100i$000 & D.
Ciaadina Talles de Menezas, viava do ea-
pitSo Pedro Muniz Talles de Meneses ;
n. 47, concedeodo pensSo a D. Rita Ro-
drigues da Fonseca Hotmei, viava do
mareaba! Hermes
em 2a discasslo a
Cmara, autorisando o Governo a eoaM*
der um anno de licenca, com ordena-
do, a Francisco Paulino da Figueirado,
2. e criutiirano da estincta Thesouraria
de Fazenda da Parahyha do N^rtt, addi-
do alfandega do ireimo Estado ; em 1*
'"iieuesao o projecto do Senado, dispon do
que gb propri-os caeion e3 que actualmen-
te nao estiverem oceupados por qu-eiquer
rnpartigOas federses, serSo entregues, no
praao de 60 dias da promulgagao desta
lei, aoi Govercos -os Estados, como pro-
priedude que dalles ficarSo sendo; em
2 a dicii333o o projecto do Senado, auto-
risando o Governo a concoder um anno
da liceng-t, com vencimentos, a Jos Iler-
zside Guim raes, 3. escripturario da ex-
tiecta Tboaouraria de Fasenda de S Pau
lo, addido Alfandega do Piauhy; em
2 a diecuBsSo as proposigea di Cmara
doa Deputados ; n. 53, determinando qne
a pensao concedida a D. Alaria Augusta
Ferrer Souza, viuva do brigadeiro An
tonio Tibu'cio Ferreir* de S uza ser
paga desde a data do fullecimento de seu
marido ; n. 70, relevando viuva do ca-
pit53 Feraand > Ca-lo da Meoazei, 2.
offici! :! -i C^atadoria Geral da Gaerra,
D. Idal ni Alij9 da Meneses, a quistia
de 1:5)03030, qta seu rinao mando ra
cebsu da Faaenda Nacional, a t tu'o da
adiaoticiicnto ; em 3 '' diseuaaSo aa prooo-
siyOes da Cmara do* Deputados :
tixando o subido qje va carao
nadorea e deputados na prxima
lagialatura ; n 71, regu'ando o numero e
vencimentos dos empregad;s das Repar-
tigoetj de Saude dos Puos ; em 2 dia-
cuasSo a proposigao da maama Cam>ra,
concedendo a O. Elisa Augusta de Olivei-
ra Gilv3o, viuva do capitao do exercito
Cicero de Britto GalvSo, reparadamente
com seus tres flhos, a pensSo de S0,->000
mensaes.
Levantoa-se a sessao s 2 1[2 hotas da
tarde.
Sfssao de 10
Na l^ora do expedate o 3r. Moa-
teiro da Barros fez urna declarac/.o de
voto.
Na ordem de dia encar.-ou-se a dis;as-
sSo ei adioa-aa a votoj'io do ornamento do
Ministerio do Iatorior, das emendas eflo-
recidas e approvadas em 3a discuaso
proposicao da Cmara dos Daputudos, n.
81, da 1883 regulando o numero e 03
vencimentos dos e npregados das repart*
gSaa de aaude doa portoa ; e em 2a ..-
oassao, propoaig3o da Cmar3 dos Depu-
tados a o. 59 A de 1893, reorganisaado o
Tribun -l da Coatas, at o art. 13.
Levaatou se a seasSo a 1 12 hora da
tarde.
n. 82,
os se
fotnri
Sessao de 11
Depoia do approvada a aeta da anterior
o lido o expediente, passou-se ordem do
dia.
Foram : approvado em 2.a discussSo o
orgamento do min sterio do interior a re
geitadas as emendas offerecidas e appro
vadas em 3.a discusaSo proposigSo da
Cmara dos Deputados. n. 81, de 1893,
regalando o numero e os vencimentos dos
empregidos das repartiges da sauda dos
portos.
Foi encerrada a discnssSo e adiada a
votagSo: da prcposicSo da Cmara dos
Deputados: n. 32. declarando que a ro
forma do brigadeiro graduado Joaquim An-
tonio Xavier do Valle ser no posto de
general de brigada cffectivo, com as van
tagens do decreto n. 18, de 17 de OatU'
bro da 1891 ; n. 53, determinando que a
pensSo concedida a D. Mara Augusta
Ferreira do Souzi, ser paga de?de a data
do failecimento de sea mando; n. 12, au-
toriaando o Governo a conceder nm anno
da licenca, com ordenado, a Francisco
Paulino de Figueiredo, 2-. escripturario
da extincta thesouraria de Fazenda da
Parahyba do Norte, addido alfandega
do mesmo Estado ; e a 66, relavando a
prescripoao em que acorren D. lympia
Vctor B-.ptista e autorisando o Poder
Executivo a mandar pasar-lhe a impor-
tancia do meio sold da patente da seu
fallecido pai o alfares Francisco Vctor
Bapt8ta, correspondente ao periodo de-
corrido de 10 de Maio de 1837 a 24 de
Agosto de 1892.
Esgotoda a ordem do dia, levantou-se a
sessao s 2 horas e 30 minutos da tarde.
Cmara dos Deputados
tessdo de 9 Setembro
Lida e op rovada a acta dos trabalhos
antecedentes, continaando-se a 3a. dia
cuasSo do projecto fxando as despezas do
Ministerio da Industria, ViagSo e Obras
Pablicas, oceuparam a tribuna os Srs.
Luis Domingaes, Homero Baptista e Ro-
dolpho Abrea, encerrando-ae o debate.
O Sr. Espirito Santo falln sobre o pa-
recer relativo s emendas apresentadas ao
orgamento do Ministerio da Fasenda, fi-
cando encerrada a discassSo e adiada a
vo tare, So.
Depoia de orarem os Srs. Jastinino de
Serpa e Almeida Noguera, encerrou se a
3*. diajuasao do projecto autoriaando o
preside te da Repblica a aorir nm crdi-
to no corrente exercicio na importancia de
38.610:2320022.
Os Srs. Epitacio Pesada e Lamonnier
Godotredo explicaram os seas votos sobre
o projecto decretando o estado de sitio.
Fot approvado em 2a. discussSo o pro-
jecto d. 133 A, qae nniformisa os venci-
mentos doa empregados das secretarias de
Estado.
Na bora do expedienta o Sr. Alberto
BrandSo pedio que fosee dado para a or-
dem do da segninte o projecto retado pelo
Sr. vice-presidente da repblica.
Levanton-se a sessSo s 2 horas e 15
minutos da tarde.
Sessao de 10
Depo8 de lida a acta, entrou se no ex-
pediente.
Fallaram a proposito da vo acSo do pro-
jecto de estado de sitio os Srs. Va'lada-
res, Garca Pires, Angelo Pinheiro e Ser-
pa.
Entrando se na ordem do dia e nao ha-
vendo numero para votag3as entrn se
as diacussSes, que foram toJaa encerra-
das sem de ate, a excepgao da do pro-
jecto n 64 cie.ii do escolas de machinis-
tas na Bahia, sobre o qual falloa o Sr.
Espirito Santo, que tratou tao-.bem dos
acootecimentos i.ctuaes.
Oa projeetos cujas discu8soas fcaram
encerrados forana os se^uiotea : r*. 82 H,
82 F, 277 A, 262 A, 64, 156, 14 A 302.
L-evantou-se a sesaao s 2 horas e 40
minutos.
No da 11 nSo funecinou a Cunara.
EXTERIOR
AMERICA DO SL
Chile
O senado ele gen presidente e vice-presidente
aos Srs. Elwarls e Gaadro.
A Cambra dos Deo talos app-ovou o ere-
d lo de ua n.in'ii de p os para a con.inuagao
das I nba-i fi-rreas.
Em Sentiago e Valpa-aizj discotia a ira-
prensa o protes-o do miaistro Vicun s no o
Ferro Carril le ooimSo que a lei de amnistia
cobrii aquelle ministro.
BepubltCA ir;-mina
O senado approvou o trtalo de limites com o
Chie.
Corra que o Dr. Alien interpsllan no se-
nado ao mmist'o do interior sobre 03 mitivos
que haviam lvalo o Kt>vefQ0 ^ declarar o esta-
do de sdio.
ho mtnisiro da fazendr, o Sr. Ferry, at-
tnbiio-se o prjjei to de por em -igraldide de
coadi6:8 os pjriaitores dos tr.nloa da nivida
inteuia rom oa da divida externa propondo-lbes
a remego da tasa dos jurrs; o qoe nio era de
irapossive! aceitagio urna vez qu o scvigo des-
t.'S toase executaoo com 'egularidade.
Apreseata se o Dr. Roeba candidato go-
vernagao da provincia de La Pista, cojo inter-
ventor nacional cessou oa poleres de tolas as
autoridades m nicipaes da cidade.
Cunsla que.ern S. Tox, provincia de
orrii-ntea. tinba bavldo um encontr entre aa
forcea de Molina e as revolucionarias as ordens
de ngel Bacco.
Per'
O governo solicitou dos bancos um erapresli-
mo de 500 001 sol.; na previso de ter necesst>
dade de emprear medidas excepciooaes para a
menulenc.ao da ordem oobiiea.
Kollvia
F i abe:tj o congresso nacionsl solemnemen-
te.
^bre as relajOes com o Chile, diz a menBa-
gem presidencial :
as oegociaces que temes com os gover-
nos do Cnile e do Per, realciu a nossa boa f e
leildade, orientando-as const.intrnente para o
respailo ao direito albeio e pelo nosao proprio
nteresse legltimamente"baseado na eqjidade e
na Justina. *
AMERICA CENTRAL
lepubllc i de Honduras
O ministro das relages exteriores dirigi aos
seus represent-ctea no exterior uma circular,
dando a uns eaclarec.merjtn sobre os recentes
acontecitnet.tosque.determiaaram a formacao do
novo governo.
As orieens da ultima revolacSo, segando esse
dorumecto clicial, remon'-ariam longa admi-
ntstragao do general Bojran, que gr.vernou o
paiz ue 1883 a 1891, e que pira obar ao des-
contectimeDt) resallante da falta de ordem e de
regolaridade em todos os ramos da aminutra-
Co e de saque das rendas pelos empregados do
itilo, leve de recorrer snspenso das earan-
tias coo8titucionaes e mint-T em armas, torgas
considerave a, alias, indisciplinadas.
K-sa dissolUo daa in3titaicCies e o mo es-
tado das tinangas provocaram a divisao no go-
verno e determioaram no paiz urna surda agita-
go, que nao tardou em se manifestar pela sedi-
gao do gen ral Sancbez, a qual torco i por um
momento o piesidente a abandonar a capital, e
depois pelos movimentos revolucionarios que Ir-
rompeym na costa do sal, sob o commando do
general Teren-lo Sieira.
Em (ios de 1891. a eleicao presidencial, que
levan ao poder o general Ponciano Leiva, foi
considerada fraudulenta pela opposieao vencida
a qual nunca se submetteu nova ordem de
coasas, e preparou nova revolucao.
O novo presMente fornecea am pretexto para
a explosao do mo imento nao fajeado reforma
neobuna na administ-ajo, orgaoisando o sen
gabinete com os bomens do g ve.-no precedente
e conservando quasl todo3 os seus funeciona-
rics.
A sangnlnolene guerra civil, provocada por
esta poltica, levon d?r>-ota da revoluga3, di-
rigida pelo general Bonilla, o presidente L.eiva,
porm, dianie das manifestaedes da ooiniao pu-
blica, teve de resignar o poder as maos de Ro-
sendo Agaeroff, bomem geralmente estimado,
que continooo a lutar contra a insurreigaj, que
se bavia levantado de novo, e formulava, para
depor as armas, ccndigOes que comportavam
orna abaicagao cemphta do governo.
A opposigao foi oovameote vencida mas o
Dr. Agero, doente teve, por saa vea, de deixar
o poder e chamou para o substituir o general
Domingo Yasquez, gene'al em ebefe do exercito
e qoe consumi da aegufnte forma o aeu gover-
no : guerra. Dr. Rosendo Agero; Aasgas, ge-
neral Leopoldo -ordova; obras publicas, Dr.
Ponciuno Planas; justiga. iosi-ucgao publica e.
Interior, Dr. Pedro Bastillo; e estraogeiros Are.-
tanio Lopes.
Esse gjverno, composto na sua maioria ae
bomens novos, p-ometie, diz a cirenlar umao p-
litica de reformas e de repragao, admimstrago
bonesta, propria a desarmar a opposgo ainda
nostil e & levanter o paiz e o crdito.
AMERICA DO NORTE
i:stdon l nido*
A mensagerr do presidente Cleveland ao Con-
gresso consignou que a actual crise alarmante a
detlda s lea sobre a compra e a cuoriazem da
prata; as exporiagOes do ouro tentaram as Q>;







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-*..;--*
2
Diario de Pernamfoeco Sexta-feira 22 de Setembro de 1893
.
-
(008 egirangptras de Joltio de '890 a 15 de Ja-
Ibo de 1893 forara retirados da caixa d > Tnesoo-
ro 132 uiiinS-t* de d.liara da soa exiaieicla m
Ciro ao ..asso que a exialeneia em prata ang
meauu 147 mnes, e se o Tnesouro nao boa
lesse emiltido bilbetes, lodo o sea oaro tena em
breve J> sai. parecido, propondo.por consegomte a
abrogacio da '.a\ de 14 de Jalno le 1899 e
jnsis'iu Jo na reforma das Alfaodegas, coja urgen-
cia cftirmoa.
Seo o punto d* vista tbeorico a tbese do pre-
Idete Cleveland parece raatacavel.
Ap-eua, como ella merece, a le ante-econo-
mica que s tioba por o j uvo dar a prata nm
curco lora de propicio como sea valor intrnse-
co em b ra-se, porm a mms gem nao f?or. f-a da re-
vogato da le So. rmao, nenhuma propoata ten-
iente a ooviar as ilficul-iaics da cnse actual.
Esta niau-ra de f.zer qoe deouGCia certa be
sllaco ueixa ao t'oiigr-'sso toda a respcnsabili
dade das medidas a aiopar.
A= coinpaa da praia em virtude na lei Sb-r-
mai) nao prodUiraa* o resaltado d6fl jalo.
A drpriciaQo oa prua foi apegas momeota-
neamei.t su.-ti Ja e a c-ise moneliri', econmica
e finauceira, qoe prodazio, accemuava ae mais e
mais coin o mallogro da conferencia monetaria
de Brux-'llas no v^ ao passado, reunida a convi-
te dos Es alos-Unidos, e depois com a i i previa
ta r< solu^u ao Conrt-lbo das Indias saspeodendo
brujcaioent' a canil-gem da p ata. O qae ae
trata de saber ago a ae o ibesoao norie-ame-
rica lo oeve continuar a mmobilisar oa seu- re-
cursos por nuteij compra-- de saratt e qua.-s aa
meaidas naciooaes ou iniern ciona-'s que poie-
ro por termo nena oa nltiaiam-ute se ten p-ocuzuo.
A qae ao ;uui o deiicaia, porque envolve to
os loieressea das sociedades e expioracao das
miu.is de u ala da rrpabuca. maa lauDern impor-
to ao eq'iihor o uioii'-ta-io do mande loteiro.
A discu-'aao sera apparenlemente calorosa no
meio das polu .J s divergencias de o-'inaida
maion demcrata, q .e esi. vid'.Ja ua q-ats ao
da pra'a, com o esta a propna minera repu -
cana.
A lia-opa acompanua- esta discu'sai com uui
interes'e unti mala vivo, qua.o u'eiu reaatUr*
Boiufiao pira a cora monetaria, soluto qu .nllaira
provdveun'-nie d'om molo muito seoaivel oas
dispoaicOes ulterioresdoCongr^aso de Wasnin.'ton
a rt-sp-iio la revl*oeveatual da pauta Ma^-Kuley.
reviaao oue deve -er a segunda parte da aaaoaia,
mas de que s tratar a'outrasesso.
O a, c N \v-Y k. on-ode-ou-se logo a revo-
gscao'pnrae simples da le Slierman como '-ta,
s (aiiauo connecer a data ao aium-nio do
Coog esso, cada urna de cu es cmaras votd'
protavelmeote am p jecio diverso, e oepo.
vera urna conferece a entre as duu* cmaras pa a
am ac&tfdo defiaiuvo, sendo o projeeto do S--
nado pro-avelceot- eatregM a M. Cleveland em
me.ados de Seleinbro.
Na eoiretamo os paitdsriis da p'^ita denbores
da m o.ia do Seriada, coot^v^m aipor am com-
prom.s-'o ?os a-iv.-r-aros ; e a reun.ao ulenaria
d s senadores demcratas oceupou ae dos uieos
de impedir a a rog^o da le, pareceodo que a
maior... do fenado oppo--ae tiia a mudanza de
jBiejoa nanceiro, si bei.que djg negociacOes
dos ebefaa (toa 2 partidos luzsse a eperanea
e CCOr 10 ;ifi' ll.
E a c. mmisaao de finangaa do aenado resoiveu
Sropur iimLediutc.meu.e concu;0ea favoraveis
rev Riti do rugo da le Snermm, relativo
a compra da pr:la e pronuncian ;o-se pelo re
gimeiti h^mealiito.
A .axa de equivalencia entre o oaro e a pra
ta c- .( ... 'la no* ccordo iot<
e com o auxilio te medidas legislativaa ad
lioc
O esfo CW para a ha.- um y-itema ue nimet.i
tal, u o dul D ere n uiva --
neML '." D i !ra:;-acki5 3 commerci^e1 e
pa-a o pjg memo de oiv.uaa.
O sea idor, Wesl propora por rea lado, a
libero, ie de cnu&agem a prata com a tax. ue
e^u v a de 20/i.
Cuo: .I : ., .; Wil n ?'e*enl c bi'l de
revngH'"!o. con''."v;it: > tolavin prata oca-
racier l*-gal, de ni jeda aposentando tamDem o
Sr. Bleni u:n! propoSta teoueate a ii\
dac/'o a sino me' i.
Btn d '. U\ declarada Bem efleito a lei
pe-rna".
M-. Wilsoo, ni sii'nie da com'j.so das
vas e iii-os, neJaroaa nm [> caen
impr." isa em WnOiogion que acomm
Sne preside ei,.i>o ara taivez am prnje<::o oovo
u pjuu tt_.. i.a, aJa-idi-gas; em (a moma
com aa prjmesas cooaigoan^ no programla
do pa't do i t.cj acloptaaj em
pen- ; Ci -o.
_ ..jo i o ir : I ate >!a c -
de luz oda p entju um p.-aje lo de I
erereodo qa i s nscieoaea qae depisi
tar'ii! iiiu os ue ii-iJa puoiiCi recebe av o<
l-: b do TI ;- b ao tal
minai Jos if;a:os d posiUdos.
U b : do Ttte-ooro approvoa este pro
jecio, ral ulaodo em 19 milbaes de toliara o
aogmt-.t i i qae tfatoi resallara.
O prusiaen'.e Cleveland qoe tra, por con
lelho mdicos, pa':-- a ;-ja quinta e l nzzard's
Boy ( Ma. Ui.-eis ), regreasou .. W
ton.
A oa se i.. I o le
aa!-- s d^ goveroo.
A testa IhD, em "os-Yik, all-
zoo se tra^qnilla, com urna couccrrci;'ia cx-
rau i re a ios.
O m"-mo nao :eu-.-;e con o Co:igresso Notorio
ea tlii: gj, coja ermiaaram tamai-
toanami-ute, aizsodo-sa dulli qoe os congres-
8isu8 uiverg ntes quaB cliegaram a viaa de
feo.
Vo'oc-8e 'jmi lo3?a m o, interrom
repei.daa ves a por .. meares ocit l a
contra o presidente levelsod.
O congreafo foi adiado sine Ue.
Na mes :a cidn te crescioo nune-o da ita-
l:a o- premovou na manaa ua 31 de Agosto
grande alar,di e desordena BOgal -s de man*
fesii'0-a bostis.
A punca uterveio coosegoindo '-os
maoit.atdutes, c^m, quu tosae precisa
Slores.
A trdem foi de tolo re-tabelecida.
Tcxlcu
N^s^a Repblica esta .-eado alvo de grande
actit.t- puDica uta proj--ctj apresentad? para
toruia uu.i ailiaoea eut-e o.-Estajo la--ino-
americauo-, com o un s motoa nei t; e au-
Xllurtm e detenderem contra qi-lqaer comb
naco europea, que pretenda exigir o pagaj-en-
to em j j, com o precio elevado que eile
aciu=lmsi-ie tem, de tolas aa od.-i c,5rs con-
trabidas na epuca em quj o ou.o ralla multo
me'jos.
Segundo 03 jo:q. deN.v: Yorz, de i -;.s-
JiX que os ettad:stas americanos reconbegam
tao.nejj a vantagem de entrar em orna aiUaoca
mouetaria u: i;.,.n.a uu. leuba por buse o
bimeal smo e oa Bsiadoa Umdos eomopriaci-
pal lorneceior de producios fabris.
EUROPA
tllrniiiiihn
O reicnstag < aliemao em saa a'tima seesio
adopton em tercaira leitura o projectD e Iti mi-
litar,
Os ultixos debates trocados a respeito sao de
importancia nula.
Em seguida foi approvada a p-op:ti.ao con-
siderando fecbada a presente seaso pa: lamen
tar.
O ornamento .Hernia en:er.on-se com a n
Mido de um milbao de marcos.
O governo teve autorisafi para effectoar
18 obras ae canalisac&o do Mosela al Coblentz.
As eleicOes effoctnadas em Strasbargo to-
ram favoraveis aos socialistas ; e oas qoe uve ai
logar paro o Landtag bavarj sabiram eieitos 73
cleiica-s, 68 liberaes, 7 agrarios, 5 socialistas e
i conservadores.
Annnocia-se qce em Munich foi convocado
a Dieta Bavara, para tra ar da depo?ico do
re.
O imperador Gailherme envioa aos habi-
tante da cidade de alttz todos os feas agrade
clmentoB pelo caloroso acolmmento qae me foi
dispnsalo dorante a oa estada Deesa cidade.
Regresaon a capital, de volta de soa ex
coreao a Itilia, Sua Alteza o principe Henrique
da Prossia.
Teve eotnosiastica recepcio popular. Soa Al
lea mostrarse satisftitiasimo pelas attencOes
qne Ibe forSo alspensaa s na Itilia, pnocioal-
mente por occasiao da grande revista naval Ua-
liana do porto de aples.
a A Imperatri Frederico da Allemanba e sna
fitii pri ii"ezi M.rginrta Pra8ia, regreisaram
ia a P tsdam depois de haverem a jsisiiJo ao fe-
iii socces8o da p'inceza ooai *, esposa do
principe nerdeiro da(3recia.
A proposito diz se qae o imperador Gailherme
nao responden ae t-Ug amma e/n que o princi-
pe Conatantioo ine aonanciava. o Dasciajento do
sea segando fi ho.
O motivo do -i eicio aitribaido a conservar
o impertdor ressentinento co t-a saairm. por
se baver convert lo ja Igreja orthaloxa apesar
da ni oiposicao.
E^tio reunidos em conferencia em Prans
fort lo u-s os ministros da (cenla dos Estados do
Impe-io Allemao atlm da deiioerarem de com
raum axordosobre as medidas flaaoceiraa a
adoptar pa-a cob'ir o d;flcit e sotKe os a
vos re nr80J de qae o theaou'O i a perial care e
pa-a fazr face aoi eocargoa resultantes da rer
gani9aC;j do exercito.
\ op'niio ee' om ponco inquieta e Bob-asal-
'. unos boitos qae a ese r lam.
O a se fall de 100 ns.ih5"s de novos mpos
tos, ora e ISO at d zMO miinOea, de qae o
goveroo t m accessiiude n :o >o para fazer aos
encargos presentes, mas tamaem como reserva
par. n vas d'-sp'z-.a eventaaes.
Os jo'nie3, porm, )i cornegam a publicar in-
f ormicea mis explcita isetea dos resoltados
dessi cojfee A Francfort Ziting, qoe -"stav em condi*.
cees de ser be <\ iiformada, traz eQVtivameate
uidi.:at5-*s tuoiti precisas t mu''-> i.itsressanie
sobra aa deiineraces tmalas coa r-peito ao
impostos o vos qao serao saomei los i ap-
o-ovacao do R'ichsiae na soa prxima sessao
Hivera tres classes da impostjs :sobre e f*
bricacfui do tabaco, sobre as 'raosacgOes com-
morciaes e robre o vinbo,
O do tabico aera coorado por meio de am sel-
li appiirada nos p das e caizas no momento
de sabirem da fabricao das transacgOes com-
merclaea lambem ser pago por meio de sello,
me Mame 'axaa profforciooaes,o de vinho re-
cahra as quatidades sooe'iores, senio coiai-
derado um i npoo sobre o laxo.
Pagirao sooreindo os vioboa linos, M. Miqael
de., ja faaer inwdtf oa novos impos'.os aobr ge-
nero que nao aejam reconnecidos como de prl-
meira n-cesaidale.
'estas condigOes fra da toda a dovida que
o parUmeaio o* votara sera grande reluciaacia.
Como quer qae seja discute-se mano nos Ctr-
cala p.iicoB sob-1 qial sera a attituds do
K'icbJiag :o a relagao aos p-ojectos do gover-
no ; e a aviliar pfla-i dispoeigo-'s en qu-elle foi
re.-.en.emeaie eleito e pela omposigaoe fo-gi
r^apectiva de c^ g-upo, nrininvaaente pro
qae UM. M q n I e de Caprivi encoot em
eraade dilBcoldade em fazer app-ovar o^ seos
prrjectos.
A le militar em favor da qnal se navia feiti
activa propaganda dorante .iiis pouco ae raezes,
apenas pasMi por oose vot s de m liona ; e nao
d- pr>'.-ami- qu'" o Rr! cbauga s mostr mais
nccomodaticio quando se trete d" votar novos
imposios. Pelo coofano e moito p-ovavel que
lavaotar maiores difculdides sjbre esta ponto
do qae siore a lei miniar.
S -j-i qial ffl- a refologio tomada p-la confe-
rencia, e certo qo orna firmidavel oppostcao se
.vaotjri contra os suc;essivos augmeatos d'im-
poatos.
A luda ::er Ao calorosa o'este ponto, qae j
If 'amo nos dominios da poltica externa e
novo redimen nada tem a recetar do coof-ooto
com o antigo : oa seas actos sao menos especta-
culosos, maa merecer ser conhecidos.
p oviacias conquistadas, campos de batalba
incendiado lallam mals Imagioacda do qae oe
m^los p icili 'os. N> eatretaato coovem lemorar
qae H. de Caprivi dirige ba tres annoa oa deati
nos da Allemanba e narca teve ama ameaca de
goerra, emqaaato qoe nos lempos de M. de Bis-
man t ae e-Uva sernp-e em sobresalto.
Provocares e reafnamentoa coostantemente
penarbaram a t'aaqailhdade.
O v>-lhi rgimen deseivolvea ao m'smo tum
po a monomana da grandeza e do chauvinismo ;
gabaraii-se en'o qae sem liceog da Aliena
nna nec om tiro de caniao se diapararia na
Europa. A saa conniveaaa com am aveotarei-
ro te p-imetra orlen foi am meio maito arria
cado, qoe em 1870 vilea Allemanba um gran
de coeque diiilomatio.
E' certo toe de allemao, gracia a bravura e & intelligencia do
exr:ito all-mao.
O novo reg meo procara prlonnoloien"-
apoiar ao povo allemao, o qae M. de Bismarck
nunca fez-
Fi lleca o rei da Saxooia, cajos fuera-'
fo-am aun pinosos.
O sea sac:essor, o Duqae de Edimburgo, ja
deixoi a maana ingles i, i qnal perteocia.
Urna tocante ceremonia teve logar altim.-
meate no cemlterio de Wis da as da ci lade foram renovar aa cordis do
moooTienio elevado a nemaria dos soldados
franceses o ortos em 1870.
O regiment allemao de guaroic&o em Wi--
sembu-eo depoz cordis sobre o monumentn
francez e sauloo o turnlo do general Donay
Diz-se qoe os regimentos aqnarielados as di
versas cidade8 da Alsacia, onde houve comba
tes em 1870, recebaram ordem de dar tambora
nm '.te n un no de re^onbecimento na ceremo
nia de Sdint-A:l, darmie a qa .1 os restos do-
sollados di guar- prussiana foram transporta-
dos para o territorio anaexado.
A maioria da imprena atacoa a Frang
pelo? snccesso8 de A'guesmortes.
Oa circuios polticos mostraram-se tambem
agitidos pelas animas occarren^l-is na Italia.
Em Be. lim, 'mportada da Bolonia, appare
cen o cholera ; e ja teado-se dado casos faiaes,
c mecoo o pavor a apoderar se do povo.
Igual irrupglo fez a epidemia em Pasen e na
Bavien, tendo-se mesmo registrado j algans
casos em Munich.
E por cumulo essa situago, innmeros ca-
sos ue osol-tc&o tem se produztdo nos corpoa
do exorci o. que acbam se em manobras, e au-
gmenta no exercito allemao o numero da suici
dios.
Em Dormuth deu se urna explosi de gri
zoo. na qual se tm a lamentar cerca de 50
nortea.
ESTADOS DA DHAO
NORTE
Amazonas
Datas at 7 de Siiemoro :
Nada ref-rem as folias Huno de nota.
A Recebe 'ona o Estado arrecedou
falla na hypitnesc de orna mva diasolngao oo \ _.., n,u,0 w.i-.it*n
parlamento, porque o .Reichsttg. se mostrara Agoato OUIOW W.16WW.
em
ni qoe^iSo de mioitoi mais in'.-atavel do qne
li que8tao mm ar.
I-i-c qo pasa !e urna simples hy,ioihe3e
., oas, comalo, estas impres-.es sao cu-
t- notar > ca-acte-isam a itnac&o.
S'oudt corre nos circuios militares de
B rln, o goveroo peo O a ",jr no Meditor
:mi esqoadra p rman-nt" ; e neao;'!ac6t's
f ti pira eaae lim eot^i aladas com o gabinete
K ma, ai qoal fo. pediio qce posase dts-
po-ij u da marinea allemS um dos portas daSi-
.11.a.
O goveroo italiano linfia ?e demorado na res-
ta,e en Roma receuvi JJ majmo qne o es
uDelecii ento de ama esito ncval aiiema as
ll 'ia.- i d '~if. ser coasiderada como
lo c a Rnssia, e o goveroo
ali io nSo desejana por qaalqoer (.-ma mella-
drar a Ra sia.
ABoal. porem, a Italia se :cde i, e o pr ncipe
Benri |oe da Prussia le-S es.:, laido agora, para
esse O n, un porto da Sicilia oa da Sardenha,
pareo 1o qa- i I iglat -ra ser ouvida soDre a
ha CeDnitiva.
O goveroo teve com bu iicag5n de que ex-
pediciooanoa allemies occo aram a.egiaodoi
Klmat j iro, na Af ica C ttal.
Ea K im capiu-adoo a 29 la Agosto
-: i ;-i :(:o. la a ciooali :ale irn
n qa p. n gavam-s.- a esp ongem.
Eji noJer oelles. entre ootros doco _: J im
pon otea qae provam a sua culpdbiliiade, en
! ;ua e deaanbea de for.iticagdes ao
: p >no allemao.
O governo pre^ nJe BObme t^r aquelles indi-
viduos a rigor, s i n terrogatoi i o depus mandar
condozil-38 d trootaira.
A B-rlim ebegaram tamoem, no da 30 do
m. sao mez, presos e coiivenieniem n!" escolta-
i ,, f. ..-oZej Qgp.iig e D. qu-i, que
' r -i ncooiradoa a levantar os planos das lor-
I li ,:,-' de Hengoland.
S.b a-se em tterlim, qae ama sentioella al-
1 m:, ,. froieir.i, matoa um soldi io russo,
;: ndo robre elle um uro de carabina.
.' e ta versan acreaceo ara-s i ao mesaao tpm
po, que havia se dado Baogoiooleaios co. llicios
oaa froDtetraa da Ras-ia e da All-raanba, entre
empr a, 'os da Alfaadega e coai-abaodisus.
O cania de Caprivi, cba -iler do impero,
firmo; por eoaqoaoto o seaesia'o
nao iip eseuta gravidade.
Tamaem ene. maa en vo o principe de Bis-
m^ k, qu; acba-se em Cuxnareu, e cajo estado
o ap-iS:utido melnoras, reagravou se lti-
mamente.
Os joroaes do noticia do di- urso qtie o prin-
j'j em respostu ao orador da com-
missu da Fraalifj.-t, que o fdcitau pehs me-
Iho-cs.
Fo: ao vordaeiro discurso poiico e esi
sendo comrnentido pela violencia do ataque ao
imperador Gailherme 11 e ao cbanceler Caprivi.
O mesmo princ ><>, receoan io em K^ssingen
os professorea pnmirios bivro', f z am dis-
i'a-so insislindo .-obe o part uUnsmo e accen-
toando que ease sentimento ss conandia om a
dedicagao s dyaastias ocaes, e qae se estas
neeaern a deapparecar, pou :o provavel seria
que a A lemanhi ae mantivesse anida.
As i y .: ti -s, disse o granie estadista, sao
o senado da nago; e sao ecessarias como o
lago qae rene entre si as differenies partea da
nago.
As dy^astiaa combaieram-se violentamente
n'ootros tempoa a i s mesmos lizemos a guerra
aqoi em Ktsain^en. Foi orna desg aga com qne
nao havurnos contado, mas a que nos tivemos
de submetter.
Q jando a Prussia e a Austria se combateram,
na po:a do dualismo, a idea do goveroo prus-
siana era fazer sabir a Austria da conleaeragSo ;
mas esperava que os oatros ts'adc- fcassem
lora da inctA..
O BerlineV Tageblatt* e a Voss Z'itong,
porm, critican vivamente am disco so di igiao
pilo principe de Birmark aos oelegaios da Tnu-
ringia no mesmo sentido, e em que accentaoa a
necessidade da coaserva;o dos Estados part
rulares e das teadeocias particularistas.
Os dois jaroaes drdaram que M. de Birmarck.
pede o impossivel. Elle mesmo ..eu ao imperio
urna constituigo onitarista, o dever dos seos
successores desenvolver a constimigSo n'esse
sentido.
Em vez de favorecer o particularismo, o qoe
cada vea se torna mals necessario fortalecer a
anidado do paz para se ebegar a fundar o'am
todo solido o conjoacto dos estados allemaes.
Com ama certa opportumdada notare!, que
a revista Der New Kurs faz entre o systema de
Bismarck e o de Capnv. nm interessaate paral-
lelo, coja indicagao aqu nao ser (ora de propo-
sito.
Sob o novo rgimen, diz o articulista, per-
mittido a cada om ter Ideas pessoaes sem noor-
rer na sospeigo de se* immigo do imperio.
O velbo rgimen vio nascer qaatro atenta-
dos ; o aovo, gragas a Deas, nao provocou anda
semelbantes excessos.
Recoabecendo os mrito* do sys'.ema de II.
de Bismarck, convem fazer notar qae se tornon
mais escrupuloso na escolha dos seos meios.
O gosto geral bab tnoo se aos artigos commi-
natorios e porqoe o novo rgimen adopton p-o-
ce-sos mais correctos e mals humanos est-sa
inclinado a accoaal o de fraqaeza.
Para
Datas a' 13 'e S^tomoro :
Toda a impren-a occapava.se com os soeces
8-3 Ho Rio de Jmetro, canie na >n io-os.
Sis como a Provinvia do Para termina o seu
artigo de 13 :
Cons'.a qae o ministro da marinha iem re
cpbid'j de diversos pantos o paz e at dn e3
trcngelra, onde estacionara torgas mvaps b-a-
Clletras, nrntestos de fllelidale ao governo legal
da R'publ'a e as mais expm-ivas mamfesta-
g's de pelar pela all ade do co tra-al miran le
Custodio de MjHc.
Sap-aa'.amb'-m qno o mirecial Floriano.
sendo alvo coistanie de ruidosas man.fastag',8
d : n-ego publico, amda nao teve necessidade
de usar dos extrfco-dioario* pai res de que .-a
investido peln '"ong-eso Niciooal.
De molo que om tal fac'o, c rapnnhado da
pleT-i tranqailida'e vigorante em tol03 oa Es-
tados da f ii'i i deixa evidente qao a revolta na
bahia de Guanabra n*o tem o menor aaoio na
paz e deve abiier a sua bindeira ante esse pro
nun<*inmpnto geral de caademogao.
E' ta cave a respinsanidade do' revolto-
so3, qaan'.o uni-ono o peoaamento do pas em
repeir a- teiiaiivis de lova.-'ao dos paderes
constitu'dos e serenamente desempenbados.
Ha de calar no e p'riu do coUm al airante
Mello es*e ibandono em qoa eoliosm a (eme
rana e irreQjctida revolueo, qae v*ia alarmar
a Repanltca, coliocaado os Estados n'nca :em-
vel incerttza para as suas tran3acc.oes ra-rc ta, po** falta de ir*d'.*pen3aveis communicagOe
da prnga principal.
Nao t' ie dorar multo e.-'.a sitoagao i .decisa
e emDarjgosa .
nnrnnlio
Datas at 15 lo corrale :
Dis j)rn:ie3 que racbemos, nao consta facto
alom de maior i iportincia reinando, norro,
iranqo'l'ldade no E-uado.
O Diano de Noticias publica a seguinte local :
Odi;no Sr. ge-ente da Corapanhia de Fia-
go e Teeido de Canhamo obspquioo nos com a
amostra de um producto da respectiva fabrica,
i'nit-gSo da tapete, desse qne se emprega no
estpirrm nto de corredores.
Por essa i mostra v-se que a Fabrica de Te
dos de Canhamo acaa-se no eiao de compei'r
com as suas congenores esirangeiras, oQerecen-
do ao no'sn mercado productos qae nao de con-
corrpr maito para diminuir a importagao.
Informoa-nos o dtti Sr. gerente que a pro-
duegao a fabrica no mez de Agosto prxima
passado foi de 770 p*cas de estopa de diversas
qualidades, media.to 84.126 mftros, fpndo tra
i) iihnio ap nis 67 teares diarias em 23 1/2 das
de servico, o que di a media de ai metros por
tear.
A Cnamo tem lutido somene com urna dif-
Qouldadea falta de pessoat .
Os ornaes qae recebemos do Piauby e
Parabyba nada adiantim.
Das uutros Estados no avernos correpoo-
dencias.
1RAKSCBL COIS
A defesa da cldafir
PELO DIREITO INTERNACIONAL
Jornal do Commerco do Rio
A presenta, no porto do Rio de Ja-
neiro, de navioB de guerra de varias na-
ySes a mi-aa obedece, sem duvida, a pre-
OQonpacS's miitos serias de ordem in-
ternacional e n3o pie ser c""siderada
ame aga autonoma poltica do Brasil.
A nova face, qae apresents a guerra
civil, ceou ama aitaacSo melindrosa que
otriga o Governo, a revolo;So a aa na-
ges, cajo pavilbSea fluotuam na bahia
do Rio de Janeiro, mais severa obser-
vancia d '8 regraa reconhecidas pelo di-
reito das gentes.
Ante os aoontecimentoa polticos qae
irromperam na madrugada de 6 e nSo po-
diam deizar de aer previatoa, est o Bra-
sil aob a immineooia de ama intervengio
collectiva para, a repreaaSo das poaaiveis
violacSea do direito internacional. E oa-
tra ooasa nSo esprime o consorcio naval
qae ora ae celebra em nossas agusB ter-
ritoriaes.
A' sociedade, de facto, das nacfies ci-
vilisadaa a ideia da proteccao jurdica im-
po"a o dever moral da garanta collectiva
do dimito.
A intervencSo collectiva para reatabe-
leoer a aotoridade do direito ningaem
mais contesta ; a aapcgSo pratica e po
sitiva da lei internacional, aanocSo nSo
j licita mas obrigatoria ; a affirmaoSo civiliaa^So actual, ndispensave! para
qae a raeSo do mais torta, reflecte Fiore,
n8o seja a melhor.
E naa gaerraa civis sendo maia cons-
tante a ameaga de Tio'agSea do direito.
porque a revolucSo nfto tem aa respon-
labilidades He governo constituido, a po-
eii-lo das na;5 -a eatrang ira-, qe nSo
podem aer meras espectadoras, antea de
reto pi oteger direitoa e iatercases maito
complexos, torna se verdadeiramnete
grave.
Niogaem illadeae com os perigos que
correm a aegurang commum e o bem
eatar geral, e a todos afflige a paaaibi-
lidade de mtervir na Iota qae esti tra-
vads, a marinha de guerra eatra. geira
A rovolujSo um direito poltico e codo
tal n3e pode ser tolhidu em suas mia<-
fetacSes.
U do comega, onda termina o devor
moral da interveicSo, em qae ponto co
mecar com a incerve-$3o a offensa ai
tonomia poltica d > Brasil, sSo ao preoc-
cupagSas que alarmam o sentimeoto na
lonhl, qa- reconhece na revolucSo ama
da* expansoVe da vitsiidade poltica.
Est tora do queatSea qae o governo
no irrogar aa oacSes representadas pe
los navios do g ierra surtos no po to &
injuria de sollicitar Ihea o apoio material
prd abater a revolacSo. Ha luta entre
o roder constituido e a revolucSo, '-ase
n"d de intervir aeria gravissimo atten-
tado independencia poltica do Bmail e
nenbuma nagao asanmiria a responsabi-
ud--.de de tao grave offonsa ao direito das
geatea.
A attitada, porm, da esquadra revol
tada, os meio3 de -Jefes* que o gov-iruo
tem accumulado no littoral da cidade, >.
resistencia que a fortaleaa de Santa Jra*.
oppor aos movimentos e intuios da re-
volugo, mp-dindo-a de sahir barra,
poderlo determinar nm incidente de ca-
rcter gravissimoo bombar deamento, o
que ser um erro imperdoavel.
O emprego deste meio de guerra pode
aer considerado legitimo com relacSo
Cidade do Rio de Janeiro ?
Ocaract-.r esencialmente com-crcia!
da cidade, os grandes interesses estr.-'.-i-
geiros nella concentrados, a nenbuma re-
tis'encia qae a populago pairana off'
rece revoluto, a impossibiliiade de
urna oceuonco por forjas da desembar-
que, tirariam ai bombardeamenta todo o
verniz de legitimilade, deizndo em evi-
deacia a brutaiidale do meto. Nao de
crer que a ello recorra. Nila alcargaria
a revolaglo o triumpbo, na < provocara
movimeoto algum de sympath'a ; por elle
se consammaria atuqae iateirameote intil
vid> de um populacho iaoff-csiva e
pro -riedade privada.
As leis da guerra nao reconhecem naa
belligerantes urna liberdade eem limites
no uso dos rueios empregadoa para pre
judtear o iimigo tolo o rigor intil
proscripta, toda a aegao desleal, icjast.i ou
t/raonioa, cadimuavel.
A cidade do Rio dn Janeiro nSo pode
eScazmerate oos:iliaar a esqu_dra, ice pe
dir-lha a aoglo ravolucioiar a ; nao o le
ser consid -rada en3o orno cidade aberta ;
nao urna prj.g fortificada* 8:u b.-.~r
deam^nto co atitniria viclagSa do .
laternacioual, aelectado contra us liia dj
guerra > da humacidade.
Ligit:mar-e-hia um pronunc amer,*i dos
navios de gaorra uatrangeiruo, oa Gtb c.
forma da mdi*Q5o oa da exer-.c o da
poder etere tivo.
O direito de bo nbardear nSa ab-.ol*-
to, relativo e coad'Cional.
Provocla r. interven^lo collect'va a"-
tem Dor fuadimenco a a juridi a.
A eaerra civil do Chile focando em
licS.'B pratica8 de direito interneoional e
sb esse ponto de vista tem sido esta
dada.
Com a revolta da esquadra, a guerra
civil no Brazi. assure o mesmo aspecto
da do Ch la e se conseguir dominar ol a-
ma parcao de territorio e nlle ex^rcar
eff.'ctiva outoridada Ur inquestiona-e
direito aa recanhecimenta da parte belit-
gerante.
O bombardoamento foi moio da qoi na
guerra da Chile pretenderam asar e abusar
>8 dous partidos o da Congresso e o de
8alma:eda* grayas, porem, iiiterve3''o
dos navios de guerra eatrange ros, fo.
abandonada, depoa de ter ca tsado grar.-
dea prejuizos e provocado ionumeraa ra-
clamajSes.
Pora tranqailidade desta Capital, cao
oaioso trasl dar par aqui ae observitgs
que "a Revue 'u Droit luternatioial
(Vol XXIII) publica H Geffaakea-
Incidenti de droit International dans la
guerre civile du Chili.
O ebete da revalugUo conhece de cart*
essa p-giua interessante da historia da
direito martimoa guerra civil do CJhi.e
Ter de submetter-se ac3 sena ensic^-
meutos.
Eis um delle3 :
O cerco e o bombardeamen'o "os
pracas f>rtes e defendias uma ne'i.'a
de guerra legitima e necessar!.";.
< A'quelles que queriam faier do cerco
de Panz um cenme de les-, hananidadei
j o noaso honrado confrr.de M. Ralin
Jacqaemyus raspondea :
c Para qae fort i de-ir Pariz, se n5o se
estava aob a ameaca de am cerco ?
Revue du Droit Internacional i. IIj
p. 352).
A Ugitimidadeda aggresao, alSm disso,
naa depende do facto da f rtifi-acSo, mas
da defesa mao armada de ama praeja.
E' llegitimo o bommardeio de uma
fortaleza qae abre as suas portas ao ini-
migo; necessario atacar am cidade
aberta que eet defendida mil tarmente
O direito moderno se oppoe s devas
tagSes oommettidas com o fm nico de
prejudicar o inimigo, camo e fea Laia
XIV* no Pal atinado, e igualmente deve
ser prohibido o bombardeio das citados
abertaa que nSo tomam parte algama na
guerra.
Todas aa autoridades de direito interna-
cional esto de accordo neste ponto; n5o
citaremoa aenSo algnma. M. Calvo de-
clara :
c Em caao algara, aob qualqner pre-
texto, permettido bombardear aa cidades
abertal, nSo fortificadas, e qne nSo aSo
militarmente defendidas ; agir contra ellas
como aa neoeaaidadea de goerra autorisam
que ae taya contra aa fortalezas, violar
todos os princ'.pioa do direito das gentes,
e ae collocar tora da lei daa nacSea qae
camiaham na vanguarda da civilisscao.
(Droit 1ternacional\ 5.* ed., 2068, v.
IV)
M. Aoollaa dii:
c E' principio aceito qae se nSo bom
bnrdea as edades abertaa, iato nSo for-
tificadas, e aeaim aa povoacSea ou aggl >
m-iratjOas nSo f rt fi :ad;8, a menos qaa os
habitantes da edade, a povoarSo oa
: gglomo aylo opp mham resistencia Le
' roit de la guerre, 1888, p 54). M.
de M-.rt.-ns tem a ro-ama opinio Vlk'r-
recht, t. I, pg. 490) e quanto aos gover-
nos, a Cenferencia de Braxallaa adopton,
aoa 27 de Agosto de 1871, aem conteata-
c5o, a redacto rcviati do art. 1&:
t As pracas fortes n3o podem ser sitia-
dla oe-i5a quando e las a5o defendidas
palo iiimigo. Aa cidudea, egglomera^aa
nSo sSo deten d s, nSo poden snr a aca-
daa ou bombardeadas. > Nos r.ao temos
que nos oceupa* com as viol- i,"ui anterio-
res a este pnna p > pela lo I aterra na
guerra dos Estados-Uaidoa (1813-18 4) e
aa guerra da Crimea e j que o almirante
Napier, nada podando fazer contra a for
talaza da Sw-nborg, d-ivaa'.on as povoa-
(,3ea da peacadores da Finlandia ; o pr>>-
prio governo ingl z maia tardo implcia-
me te condemnou caaes processas por sua
conducta na qu^stSo do cibo Haitiana.
Na guerra civil do H-.iti om 1865 os n-
aargnles saquear m ar'aazeaa partencan-
tes a europaus e principa'manta a subdi.
tos ingieres o commandante di navio in-
g!ea t -ulldng pedio sutisfagSo e logo
qae ella foi ra.osada, bombardeou a cida
de. O governo ingl- z desapprovou o acto
e ptg u iodamniai ^oes liharaea a todos
qqnelles cuja propriadada Haba S'do dam-
nitiaada pelo bombirdeo. A q'ieatS > do
bombardeio da Alasaadrs, em 1882, dffe
ra *m que elle 'ra unicamstite dirigid"
ca tra aa fortificacSes da cii*d) m o
almirante ingl.z tendo, depois de aa h*
ver destruido, descarada de prot-ger,
pilo desembarque de tropas, a adida,
qua foi devstala pi-los insurgentes, ama
npla indemnisagSo foi paga mais tarle
aos particulares lasadas. A nica vioU-
do nos tempoa rejeatas o bomb-rdaio
di Valpardizo palo ni mirante ha3paahol
M.-ndes Nanea a a 18t34, que pro-rocou a
i ci n >r: io garal e nSo tai d -fead do por
pessoa alguma.
t Taad < o Times avaigado um di i ear-
to conceito que impWcuva a paaaibilidade
de destruigSo de quelquer cidada abart*,
noaso collaga, o profas3ar Holland. protes
tou contra e3ta udacySa, C'jmo cintrara
aa direito intarnacio ai. >
M. Hall se e-fprime inda mis exniici-
t-raerjto ni ultima edicQSo do sin tlnter-
national Law, pag. 534; t Virus ffi-
ciaas da marioha de autoiidaca peana.a
qua lcito devastar casta da nm piz
ioimigo a incend .; i o Iruir tu outr"
qua!q:ar m)di< s^ s cid des mirtimis
indeiasaa ; suppondo qae tudoa i meioa
sSo legtimos, qoaedn cns?gan a s --
r'Bsai) do inimigo. L'.ima jnatii: c~ c ira
qae qaersm r bert '. h rbaria qu<
lesaoreditoa as g-; le XVII aecule,
a face do abra adamen ta continao des
c latamos da guerra, propar sa > ntr !,t"-
(?.o na3 hoatil'dada- modernas da ma iuh%
de una pr-itica qaa fai abando: ida C'ini
brui. naa ho tilidadea oontinentaes, cau-
sara slgumct c o .ssor*:-
br'.
Telizmante cm vez da pratica da actos
d8'* nata eza, >3 atados provave'm"Ote
r fleCtido qua rapr38iia3 poiam ser
ton laa e cae ai r;.. sali nao tm a
v, I > da sa manita3tar por ac'.os ^do;-
t cea aquelles com qie torera pra-mcadas.
I .-.a irrefatavel p, a'm da barbiridade
roo -*, canvaj s li?n*ar qua eile
nunca attiugto o fia) projectado, 3o ,
\r o nimigj a submetter ae
Ao contrario, a exaspa agao o tem tor-
nado mais intratavel, A hespanha, par
examp!", nada obteve com o Oon :. .'.'. "-
ment de Valpar i ; o i,li! contiaaou
Cotnpgon o concert paaco depois de 8 horas
e term.ooo cerca de 1/2 bora emp' meii-no.te.
O proramma foi perleitamente cunprido,
sendo o* va^iadaa lret*hos que a componnam
*arrecamente execo'ados, mesmo or p*rie das
diacipalis da Sra D. Ma'bilile Ceraiti uue anda
o&a dittogi-ara ;odi o desenvolvimeoto.
M.is ou OHODB foram tolas as conce*lislas ap-
planudas, s.liea'anio-se pj/ern os polau803
-linai lo- dlstiocta prolessora. cuja re^l mere-
ctmento incontestavel, qae- como artista, quer
como mest-a.
Saas liscipulas e as resp divas familias brin-
daran! n'a com lindos ramainetes e oojectoa ar-
i'Bticoa, e, aps o concert, acomnannadas por
naja banda de mu3ica, foram leval a at a casa
de -ui res dencia.
Talas as pes*oas qae assistlnm ao concerta
s-birara siiisfei i-simus, guardando des-a feata
as meibores iinnressi5es.
Funeral-Na igreja mairia da Bi-VIsla,
hootetn, peas 8 ooras da manbi, realison se O
fune-al qu-*, pelo repooso etterno do malogrado
cadereico Manoel Fc-rnaado de Carvalbo Pe-
iroja, m ndaram celebrar os seus coilegas da
Facuidale lie Direito.
O ti mplo e tava revestido do Icto e no centro
de sua nave e guia-se um modesto, posto que
bello catafalco.
Enchiam o misino Ipmplo grandp numero de
acauetcicos, o D-. director alguus lentes da Fa-
cul-Ja ie, representantes da i nprensa, o general
commindante do districto e s^u es'ado maior,
directora e os alnanos do Instituto 19 de Ab-il,
oa qual era o dnado digno profesror, mui'.cs
m^mbros d-i coloaia alagoina oeste Estado, a
oat-as p-ssois >e disijpcco.
O ac:o religioso constou de missa solemne e
rneaento t;rande orebeitra. e e -ni-sa cne
imltareamen!e foram mandadas ccitO.-a.- pelo
Insirnto 19 Je Abril.
Foi cel-brr.o'e da nrs*ri de requie.ii o Hvdm.
Vigano Augusto Fr^tkiirj, assi t:cJo-o diver-
sos sacerdotes.
Durante a ceremonia locou ama banda mar-
cial diversas marchas fnebres.
O 8i-l.i foi tocante
Paquete i. gresso para a Europa, deve tocar boje, na porto
to Recif--, o paquee Loanda, da Malla Real
Port']gti>"73.
Eiemplo Jo un; vlil&de A iura-
ga o -rinal d vida h .'inana esli e itre CO e 70
anao?, mas citara se casos de lonr-j.'i iade ex-
t-aoninaria e sao factos qaa agradam aos qae
-So vtlhos.
itava se um jardineiro, qae acabuva de mtr-
-er co'o 110 anno?. Uai tal La boy, que c soa
ios 70 aaoo-t, teve ain :a cinco iilhos e viven at
aos 120 annos.
John Essin h, soldado, denois '.''.balhidor,
chegoa aos lii innos e f-z aia-ia u a viagen?
de i-is le^oas, olio das antes de morrer.
O dimmarqoei Drak-mbe-g, qce servio como
marrheiro alaos 91 anees. Cisca 809 1M e
morreo aos li6.
Taornaz P.r-. um p-bre aldeo, era ninla ga-
lanteador aos 142 acnos e rrorrea dez annos de-
pois.
Um polaco das arred,irs d P lorek fascu em
terc-*iras ooocias aos 93 annos, tese tilhos e em
17'.6, com i6J annos le i 'ale, eslava anda bem
iisposto, morr-v.do aos 170.
Citaremos ciada 3.^5o Sirr'gtcn, dn Nc-rue-
ga, qae morreo aoa 160 anos, tenia ara Hiho
com 103 ancos e ootro apenas d 3 ; n a-scador
Jeriklos, 100 80009 q se vivca 169 ; tinalmen'e, o es-
c s-z Ktnngern o hngaro Gartin qae ebe-
earam a perto le ISO annos.
N5osecoi.il ce am bicenteaario, *aas as
iiadesgui.; :..-... ..e ci'ar .;. ; :,:',toex-
traor linarias.
Infeliz i ot v5c rreand 03 cpntpoa'fo.
Il'uxtrar Uent-iannola Imerl-
enA ao..,'n i c i> ir !.- : i ii Lit-
I
la
:: .
-o n. t os name-
m recusa da aatisfa^So pedida ; a nica
conie, es hespa
nh1 s ahi ficaram sam r^presentacSo doran-
te 18 -.neos ; em 188' r> -abiuoto da 4a-
li s, eem qua o gova no chileno
:ve.8e cadillo em qoalqun pao. Con-
clue-se que a irritaelo oropna a toia a
gaerra C71 canJ z xnv.i faciluieate os
partid, s a ae prejucar reci ;rt;3rmeota
por todos 03 meios, taato maia importa
a tanccSo u a bs^ui Iras cstrangeiras
er-via-as para orotegar s pripne^aHe de
saus na-ionaes, cumpriad i-ihes oppor se
em pria ipio ao u .u-i dao d 3 pracaa
kbrtas; o amirante a lemo Werner,
co!!oaandc-33 simploimente em frente *'e
Alicante, com o san eocouracado F.-a
driek Karlt, em i87J, nSo smente sal-
vou a propried da aileml nei'sa cidada,
como impedio naann a destruiQlo da ci-
dada pelos insurgpntea.
As9im, a3o duvidaso quo & preserva
das esquadras Citrangeiraa as costas do
3b b ooz termo aos ata--.iiea das cidadas
abart'S, ^uae.3 os dou3 partidos com-
is, ia se anti ^ar. As pote acias -ei
traa, enviando seas nw s da guerra
c no intuito principal da salvaguardar ^ os
interesses dos seis nacionaa?, implcita-
mente se constituem guardas da obser-
vancia das laia da guerra civiliaada,
c muit': fcilmente poetas de iado as
c guerras civia.
Carlos Agcsto de Carvalho..
ti- arla, ra
ro O e 31, I5.e 22 de Agotts ultimo da px-
itellente revista malrilena La IllastracooEs-
p.nol. y Americana.
Como de or-Ji rii coi' sea -* "ue-cs ma*
gaiHcis trafarase biU3 artigo literarios.
Trtbnn-Til do ftir-/ n rtec'.r-?II ntsm
f i! s ib o .ido a j |* I :>e lio ;; 1' ...1,3
reo SiO-iel B-zerra 'firre* Gtll'ndo ora nicia-
lo como inr-a'so oas paos :- *9i 2. do
Cod. Peoal combinado rom o a-t. 13 63 10 i:a
od. e censado de baver em um hoiel toa ji
da ?loreotiaa. no na 30 de D-a-m o de 1891,
.'i lo rana- Mioo-I de Helia M)"tenegro e
UaU'ico Har'ina Lopes Luna, Cdel s uo ii
iauhao \h Indo eria.
A-ll hars di ninh n-'-*'- ?') jTado,
f H .-r) -i a s"- i sib a >- id ae! U-. oi
Jai'aa R'gaaira Piqio d.-Soazi J-jz D.riio
Sab lito'o >ro :o lo 3 D -r-i: o V
?n 'o 8ort>ados par comnor o Jurj U atoa-
ca o* jurados aegoiotes :
jotquim P reir > F-eitas
\ la 10 Reze--a Givalcaale da Silv
Joao Gapisfan > Rbeiro o1.' Soaza
Aulromno Rod-igaes do Pas;0
[-. M. C. 11 ia Aa Irade
loaqaim Jos ii Corta Viinte
G-ancr--Ci) de Pola Los d-'Carvalha.
Antoo.o Csrneir.j Rodrigo >s ampello
J )s Santos Jirge.
0"ii-oaa tnbaaa da i-rcaiacSo o D*. Jo*
Antonio da Silva Mello, i. Prooiotor i'uoi'CO.
P odai'O a defeza o Dr. Jos Mara de Alba-
querqu' XI-!' >,
H .....' pli etrepllc*.
O Jury :. iL eo o favor a'oac:; ado a cir-
clrld rasolve- -*t*~ r. t-l^:\^ ^-^',-^ p- tica" o
cri-ne era d-f-za de sua pronrla pessoa.
En (..ce a. ... ieci a o Dr. Ju z J.e Direito
r i naos e 8 :r.-z'3 de
ri-i simples, e- miol '' i 'I) art. i9i ." do
C a. Peual comaioando co n os arta- Cj o 409 do
dito d -
O aciu.-ado appelloapara o Scp' r .: Tr bunal
de Ju'tiga
Foi leva sesaoasie meia toras da
tarde.
Dov: j !g do hoja am :u'r proresso con-
tra o dito reo orlo enma pt nato D) ur*. 303 do
Cod. PeTal.
Krs \nva Pablic:.!.--.;9 haot?m o n. 48
dente jornal nolitico. religioso e noticioso.
Bum raf-O- Srs. Lolz Silgoeiral 4 C,
alumameate e'tabr'lecidos rom rj le cs-
sncar e caf mi Li'g 1o Rosario n. 10. a em
Olmda ra do CararnTco n. 1, maodaraoi 003
urna amostra de caf trralo e raoido, iatruado
Caf Java.
MaO'iamas prppa-ar a -espe'iiva pf'7-"5o, e o
prova eos; e poseaos assesrurir que a referida
amostra foroeoeo nos omi bebida np!i";osa. com
orlos 03 caractersticos do bora caf, curo, ge-
nuino, di* aroma agraiab'lsalmo e ce gosto
magoitico.
Nao t mo-*i pois, duvi'a en recommendaro
referido caf a apreciacao nubl.ca. Elle.merece
se' acolbido oelo coosammidor de se genero.
E' fcil obtel-o nos sapra-menciocalos dep-
sitos,
Tran-r>ren ia de tnmlmFoi rnnsfe-
rida para o da 2i de Ootabro do coi-reate auno,
a festa do Seohor Santo Cbnsic dos Milagrea que
se venera na Igreja do Espirito-Santo ?;'.a ci-
dade.
Fa'Iecl5nen*o--Iifor-*iarri-no3 qae ante-
h niem, pelas 10 horas da noite, fallecen, no
luar Bongl, Francisco Monteiro Goccalves de
Luiz. cootaodo 60 annos de idade.
Honran honesto, era o fallecido dedicado che-
fe de familia qual faz extrema falta.
Paz sna alma.
SuiTraa-io-i-Ampsa reg?dora da coafraria
de Nossa Senhora do Livramento, desta cidade,
manda cel brar amauh5, p-las 7 horas e meia
da manila, na respe Uva igreja, aignma9 miasas
d- rquiem com Ltotra me solemne pelos irmos
fallpoi ios da rae3ma oonfraria.
Ordem 3.* de *>. Francisco- Teado p-o-
cedido esca veoeravel ord^m a eleioan de soa
mesa regedora e dos demais funccionarios, fo
am eleitos es Srs.:
CommiasarioFrei Amando de Babelnann.
Ministro e vice-doJos JoSo de Aiorim e
Antonio Pinto da Silva.
SecretarioManoel de Uedeiros.
Syndic-Alfredo Jas da Siva Guimareg.
Vigario do Guluriev..i. Vigario FraacsCO
Joaqaim da Silva.
Metre de NavlfiosAntonio Ausns'o de La-
mns.
VisitadoresJoSo Fernaades de Almeida, do
Recife ; Manoel Looes Viei-a. da Santo Antonio;
Pedro Francisco d03 Santos Costa, de S; Jos; e
Laiz Jos da Silva Gaimar&e3 Jnior, da Boa-
Vista,
REVISTA DIARIA
Conateibo I teaa em sessao extraoraiaana sob a presidencia
co Dr. Inspector geral, estando presentes os
Drs. Barbosa de Aranjn, Feliciano da Motia, Ci
cero Peregrino, Joaqaim Laoreiro, Regedor do
Gymoasio, Porto Carreiro, e os prefessores Se-
baslio Brando e Fragoso.
Foram li^as 08 segoiaes pareceres :
Da 3. seccao relator o Dr. Feliciano da Mot-
ta, sobre a peticSo da profassora Digaa de Sania
Rosa, reqaerendo a gratiticacao de ment; con-
cluindo qae a peticionaria n5a est no caso de
ser attendida.Approvado.
Da mesma seccSo, relator o Dr. Crero Pere-
grino sobre a pelicio da professora Anna Ce-
mentina de Soaza Barros, reqaerendo a gratn-
cacao de mrito; concloindo qae naa est no
caso de ser atteodido Approvado.
Concert Cernttl-A Sra. D. Hatailde
Ceru.ti, distiocla profesaora de msica e canto,
eHectaoa ante-bontem s concert vo*al e inet-n-
meotal qae, com o auxilio de mnitas de saas
discipalas, orgamsira com verdadero talento.
Os saies do Club Interna-oaal, orne teve lo-
gar o coacarto, re<:o gitiram de apreciadores
da boa msica, reoniodo se n'elles o qneide
mais selecto contea a eoeiedade p8rnan*bacana.

r


rni"- tfii^i"ii.<-*BSB^rr^rr



*~- fuf I 11
Diario de Pernambuco Sexta-feira 22 de SHembro de 1893
Procurador geral-Manoel dos Santoa Aranjo. (da em om systema de \cn'i6 mamimos, deati
%**



i
I
ProcuradorAugusto Cesar de Gosmo Lyra,
do Recite; Joao de Almeida Baetjs, de Smto
Antooio ; Gome* Angosto Gajo Miraodr, do Hoa-
gital; Fraoc seo d'A--vedo P'rlo. d S. Jos; e
sariqae Fernandes L-na," da Ba-Vuta.
Definidores DiscretosGruoliaoo Octavio da
Cruz Martina. Bario de Casa Porte. Gustavo da
Silva Aotuoes, Jos Soarea de Senas. Francisco
Jos da Silva G .imara-s e Francisco Jos dos
Pasaos Guimarea.
DeHoidoret Novos Commendadir Jos Mara
de Aodrae, Maooel Francisco Cardoao Gnima-
raea. Antonio Rodrigues Gomes da Silveira. Fran-
Cisco Gurgel do Amara>, Joao Pereira de Mendoo
ja, e Agostintio Jos da Costa,
Mioist a e vice dita -D. Candida Augusta Gur
gel e D. Emilia Ceciiia Alves.
MesfaD. Tbereza de Jess Lemos Gomes.
l'crinit'iiiu -u a de 7 oras iia marina de
19 do correute, oo qoadro Nova Descoberta do,
! distnc'o de S. Jo*, Gmlnerm* ae tal, em
lata n'i truvoa cora Joo Cosme do Nascimeoto,
ferio esie.
Contra o elioquinte proceden a competente
aaton 'ale ro e mos da le.
Monedade l niu Econmica Bene
fcente de Afosado-Pedem-uui Bita pu
blicaea j :
Realison-se no domingo 17 do correte, s
8 bo-as da noite, a aesaao magna desia socie
dade em regosijo ao sen primeiro aooiversario,
estando prese tes, as comms-oes das socieoa
des beneticentes: Djus e Hamaaidade, ont
pa Popolar Pernambocano, Moo'epio Bom Sac-
ce8so, Etivadotes Remadores. Grande Arca de
Israe.. Congresso Daiuatico, Gaxeta da Tarde e
grande nombro O presidenta profe-to om b-.-m elaborado
discord ao abrir a sessao, tocan lo n'esta occa
Biao a banda musical afogadense o bymoo na
ciooal.
Fj: dapois concedida a palavra ro orador
official da casa, o qual demonstroo a otilidade e
Decessidade das sociedade benefleentes. Em se-
goida fallaram os oradores das sociedades rep'e-
aentadas, cada qnal fatendo o melnor possivel o
elogio desta* inetitU'cGes benemritas. O cida-
daa Julio Tolentiao de Figoeirelo Lima rec.too
usn linda poesa, muito adequida ao acto.
A banda moiical afogadeae (oi incansavel
em to?ar lindas pegis do seo escolbido reper
torio.
O p-esM-rjie encerron a sessao pedindo ao
orado' offial que ag.-adecesse a presenga de
to illut'e con^urreai, o que fer elle com pa-
lavras eloq lentes e ebeias de entnusiasmo, em
oome la socieiade.
Terminada a aesiao, a banda de maica fez
oovir ama Inda sjapboma qu-i mo to agradoa.
c A' tolas as pe-sois psente* foi sa-v:do di
luocti, sendo ao calorar do champagne ergui-
dos diversos brindes.
Foi orna festa que muo agradou pela cor-
dialidad que reioou durante todo o timoo.
Elelc de Irmandade A eoai1ssa0
admioisira tiv da irmmtade de S. Jos de
Ribarmr, p-ocedeu a eNco para a mesa rege
dora que te:a de admi mirar a m>'ma irraan-
dade no anuo compromissal Je 4893 a 1894, li-
caodo ella a?sim consumida.
Presi lenteLadislao Jos de Freitas.
Vice-p esidenieLudgero Lopes Lima.
Secela-nE-Harneo H-ioriju-s ae A'aujo
Procurado: geralGui'ino de Soasa Peix^.
Tnejou- roAlel 10 Niscim'nto Paz.
Pro-arado > P b'bb do Rosario Da? e Fe
lippe N ., t a.
Den" ilto-e Jos A. Snares Rosa, Augusto
Jo Simplicio de Birrj, S'bastiao J is Al-xan
dra doa Saotos, Deilato Si a, Ga3pa' Antjnio
dos Rel, Hoberto l:m > 'i EsD'rit> Santo,
Romiaato V. -a da Canha, Val devino Feliciano
dos Santo, Francisco Aogut) ra Cruz. Jo.-
Luchas R)'r:ai Malnu e J-o Nepomaceoo
do Sacram-nto.
PreaideauA Excna. Sre. D. Anca de Ato
rim Loj
Vue- il Exma.
Carm Perrei'a na Svj.
Secre raA -xma. Sra. D. Felicidaie Ama
ra d o Pei.xe.
Wwmmm evau;do-C "" a da parla poli-
cial que. t lo s lida no dia 10 n cor-en-
te, tres p- -' da nd a lo na pi d Mari-
beca, ji f m i taradM os de oom Ga-=pariQ0 da Silva e P>!ro Jo5 do Espirito
Snt.>.
BMMIotnaeaPaMIea d EstadoRe-
Bjetu tpbi '- Ijtnog-aphiaa Jo
Ej-ado --.: it do ao BBte de Agoato:
Pela Lyp igraptuu I loctr al :
Batatal LUter n TnomazGon-
za I lar.
Revira Pjiy^uir, 2 r.u:: res.
O Mi.' n- ou fo-mnlano d- pr.caracOe-, por
A- Fr no J. Car .isj Jnior, 2 exemplare.
Pela typ^grapoja d, Otario a P:na^bu
C3 : _
Re atorio i pr r I Ex o Rr G -
vern.i'- lo Ea; lo pelo I)-. 1 lo G al da
Iast'U\"i Publica em 15 de Fev-reiro Jo cor
rente auno. 2 ex-^mpl r
Pela y og a a do Sr. Crese! F. P. Bouli-
treau :
H t ia i e Paragaaj oelo teBente
Joi Fra e'to, 2
Pelatypog'apbia loa Sr\ G. : ni '&'..
E .. i C ra G : eir.s
da E >eoa. 2 xemol !
4m6 ie Alencar-T Qln :o:e1ade
litterai-.a (ooccioaado bon-em em aeasSo o
ria, toma m pu i hobios JoSo d? Barros Pe
6 e I Cas j B-anco,
E .! 5ei irrao, reaignaodo eaie
Car o para o ei 110 o ejcio Jou Bar-
rca-F. iio.
Ni_. b< -. ruis nada a tratar fo' encerrada
a sestao ia I hora lal -
Caaaanento elvllPoras Sisados no
21 do co > tea u .. j :U uaa B6
n:0'!" d oie8 coalrabeatea :
Se uno? rr i^mas :
Constaocio Joo da Porificacao, coa D. II (a
Dan.. Espinlo Sacio, moradores nu fre-
se sia '
Bichare! 1 io di Malla Roch. Pigueiredo,
morad ir nc maoi 'a. :cra D. Maria
o Carmo Prea d SUfa, uj^o:. i I
da Bj i V'
Ai! fol
guint' :
PriDe.ro proclama :
Wdregesillo Eraldo S^u o- oaor, cc^ D. Mi-
nervina floresta aaia, aolteiros, rcsidenteB na
fregn: z-a f S* Jj-.
o* projpetoa ;c f;dlton-3^ acreditar-
moa Mr. E'iwirji, qae a wte respeit> esereve
um long artiga io Ale Ca e's Magax'oa. E li-
3on e-t :: li ate trabal'udu aa aolosao de
tour- |ue rletem revoIociODar o eom-
merc: do ferro e do carvo.
Oprime b'emao B'-ppa
relbo destinado a baratar os procesaos de ex
traiga1 do ferro, !a trra e dts rocba3. Eiison
ja resolvea oito dentre dez elementos neces^a-
rioa oara a ccmpleta solacfto.
Q :a^d o appareldo esiiver concloido tal co-
mo eu o imagino, diase elle a Mr. Eiwards.'or-
nar H oa poaaivel aa-.iiitL.- vi .e mil tonelada.:
de mineno p .r dia, com i!as turmas de opera
ros, 'e cinco horneas caa urna. Por entras ra
lavras, dez opsrarios trabalbando vinte hars
por da, serio cap^zes de extfahi' este (erro da
trra e da ro'.ba, qoeoral-o, redaz-0 s propor-
g5e3 de cimento, dar-lhe a l:cia de ladrilhos
de ferro puro, e isto com tanta barateza qoe o
mercado de ferro magntico ser iitteralmente
ava;8:llado.
Concluido este icraviiboso apparelho, Edison
concentrar-i toda a soa atten^ao ero om dos maio-
res problemas qoe jmala soiicitaram o seo espi-
ritoo aproveitamen o de todo o calrico de-
aenvolvido pela combustao de carvao e do qnal
ae perde actoalrxeote ooveoia por cesto I
Se eo deacobrir eto, diase o grande invento',
nm transatlntico da forja de vinte mil cavallos
podera atravesear o cceaoo mais rapidamenie do
que neobom dos paquetes moderos, consumin-
do apenas duzen'as e cincoeota toneladas de car-
vo em vez das irez mi exig as agora ; do que
resollar! consideravel dimiooifiao as tarifas da
Carga e passageiros. '
A iod08tria e o :ommeircio verlo redozirem
se consideravelmeate os setfa encargC8 A ener
gia elctrica desenvolver se-pa directamente do
carvao, o qae permittir aiipliminacio total de
macbnas e de caldeira?. Tetabo meditado maito
oeste problema. Estoa certojde que solovel. Ja
conaegni vencer algumag dimcoldadea e tenbo a
conviccSo de estar no bom ciminbo para a solu-
5&o Ooal- Pode levar annos m resolver ae, e po-
de ser revolvido em pouco tJmpo .
O cerebro inesgotavel de Elieoo trabalba ain
nados a tornar impoasiveis os choques entre na
vios, amda meamo oo meio da maij intensa ne
bhna. O grande inventor leaciona servir ae, para
este rim. de agua do mar. como meio tranemissor
de vibracGes sonoras, mano mais perfeito do qae
o ar.
Emqoaoto este benmerito da hnmaniiale se
occopa oe'es trabalbos, os jornaes anounciam
que a casa Kropp acaba de fazer a experiencia
de om novo canboque langa os seus prujecttsa
2i kUometros, distancia ainda nao ailmgida at
boje.
Nuipenio-F n suspenso por 8 dias, pelo
admioi trador do Mercado de S. Jos, o talba
dor de nome Marcolmo Jos dos Santos por ta-
lar meo-so n > a-t. 15 capitulo IX da I i o. 4.
Paquete Man&oa Este navio do LI y i
Brazileiro, oont-m i hgado dos portos do norte,
leve ordem de flear ao porto desta cidade, nao
segoindo para os do sul.
Corpo de policaServico para o dia 22
do correte :
Rooda maior o Sr. capitao Ponciano.
Guarda de Palacio o Sr. alferes Arlbur de
Carvalho.
0 corpo dar as guardaa de Palacio e Casa de
Detenco.
Uniformes n 9-
Ktquadro de cavallnrla Servigo
para boje, 2! :
Entra de ronda o Sr. alferes Hermogeaes Ca-
valcante.
laaaa faaakreaSerSo celebradas :
Hoje :
Ni matriz da Boa-Vista, s 11 Doral da ma-
nba, pela alma da coronel Luiz de'Pao'a Lopes
Na igreja de S. Pdro, em OMnd*, s 7 oras,
pela alma de Ma'iana Emilia Fe-r-ira.
Na igreja da Penba, s 7 e i,i boras da ma-
nb, pela almi de Mara dos Anjos de S Bar
reto.
Na igreja do Rosario, de Saoto Antonio, s 7
horas da maobi, p-la alma de Mara Isabel do
E-ninto Saoto.
a ig'eja da Sol iade, s 8 horas da ma^b,
pela alma de Manoei Feraaodes d i Costa.
Na actriz de S. J-s, Ss 8 boras la atanha,
pea alma de Antonio Ramos da Silva Gosmo.
1 apee tur i a da t." divnelo naarl-
tlaaoRecife, 20 ne Seembro de 1S93.
Boletim meteorolgico
floraj Ten, centt- Barmetro Tenso do
6 m.
9 >
(2
3 t.
6
grado
23*7
25'8
26.'3
J6'3
26.3
(a fli
759-.3
761-73
761-47
7L8- 89
759-.C9
vapor
16,53
46.31
17.81
18.27
18,73
Bum
iiuie
77
63
70
71
73
Temperatura minima 24 '00.
Temperatura mxima 27,u7o.
Evaporacio em 24 boras ao sol 6 rx8, a aombra
4,mtm.
Chava aulla.
Dlrecco do vento ESE e SE alternados de
meia noiteat 7 h. e 43 a. la maBh* ; NE 8
b e 37 m. ; II a ENS altrnale? at 2 h. e 37 m.
da tarde ; ESE com interrupcOes de SE e E at
meia oor.e.
Vblocidade media do vento 4,m6i per ae
gunio.
Nebulosidade media 0,3o.
Boietim do porto
Pra-mar ou Das Horas Altura
baixa-mar
P. M. 20deSetemb. 103 da m. 1.-82
B. U. 20 de 7li ca m. 0.-90
P. M. 21 ie 117 da m 1,-80
B. M. 21 de 7-49 a m. 0-68
Paaaagetroa-C'egados do norte no vapor
nacional Mauaos* :
Gal uno J. da Silva, TaaumaturgD Vaz, J. J. de
AibuqoerqteSilvi.Juwuil Antn s,Lu:zS,eixas,
J Pmladeipbo ia R.'cb-.. Md'tiuo Onveira. An-
to no Pere'ra la Silva, F. O. G oaa, 20 pracaa 1o
exercito, 5 mulbe*es e 6 Qlboa, M. Sevenoo, F.
Mara la Coi --ic": J. de Palva P^-sj, (erante-
Jeronymo K 0: Lamara Gasta o Grabi-fl, ?oa
S-a. D. Ma;ia dOsenhora e 1 cria! capitao J da Si'va Neve<,
1 A. B. Lyra. M. B. Ly< e 1 rm, M. Leal, J d,
R sano. A. Talles J Vergaro, F. Ribeiro. S. Fer
reir, 7 tripolaoles da barca Ver^elai.
Sabidos n;ra Fe n'ndo de Noronba na va
por nacional J .bo. :
D Herculano Ramos, D-. Antonio L. Che-
moot. eua Beobora, l soj.-inha. 1 aniada e l
ciada, Al-'xan irim Mara da Conceicao, E i eo
Sosmao, Francisco A Eopbrasio, Ba aeobor. e
1 riihn. 10 praga;. de r icia.
Cemiierlu puoJico0:.ttiru do da 20
de Se'.embro de i8!)'J.
Aaoa Carneiro da Costa, P oambaeo 28 aa
ooa.caaaia, Bo-. Vial yrrhoae ptica; Dr.
Ba4<03 <\o. O'iv
Maooel J iqu: J.c 21 veira, Parahyb), i8
)Dqos -' Bu Vil ., laOeiculo putujjua
rea D- B i S
Mana do tosa'! P imbnco, 91 aoaoa, aol-
.. Bo Vi a, .. a ; D-. i Oli-
-
ArntliaFr sea da Conc ig .:, Paral yba, 37
anoo'. cBloapolaiOBareB;
Dr. Vi I
Maria da Cu ia, frica. 72 annos, BOlteira,
Boa V ... h ;D*. V noha.
. i i R .. .. -! na i,
dn, Sanl i Ani lexia Bypu lii ca ; 3r.
Carneiro L'!!".
Francisco Mo'.Heiro da L Pero mbaco, 58
ans Afogados, leo cari'ac- ; Dr.
J L
Maria Lfl za C ata Pe ;. -o, 33 aanos,
rolMra, Ra-Vi a, noercoloi i ii Symplclo
Leo :....:.., P yba,
35 ao "'Vi '..'.. e8treitamento aor
i ; D-. Silv T v
Miria Seve ia ConceV' Peri i co 2
h :ras, Boa-Visti, ttano lolantit; Dr. Mello
Go .
Prdm, P. ,3a i S. Jos?, I
po ; il i. G >._.
Mtri: J Rl ,P lia : ,3 meses, Re-
cife, ronv- (:~~ ; D .
ii->^t>ual Pean O movlmenta deaae
estabelecimeoto a carga S 'aCau Mi>
ia lo Re ".. i >ro, foi o
roate:
Ensilan:..... 659
Bniraram..... 25
embebido ea sologio de.-i Jectante j aspergido
oo assoalho, 0 ao jaolando aem precipilagao
nem movimentos violentos 88 roopaa de uso, a
roupa de cama, os tapetes, as cortinas, os co-ii-
oados e todo qoaoto ae pode tirar aem inconve-
niente e fazem urna tronxa qae levada para a
estofa de deainfeego.
Nao passam porem pela estofa 83 pelies, conros
e objectos de cao .tcboocqneo calor altera. Aa
roapas manchadas de sangne, gnrdura on ioho
sao previamente mergalhadas em orna aolugo
de permanganato de petasalo, afim d que a al.a
'emperatura da estofa nio Bx a8 nodoaa no-
tecidoa. Para os vestidos aue nao podem soffrer
esta irnmerBao limitam-se a lavar somante ae
manchas.
Os objectos que nSo supportam nem a immer-
8^o, nem a estafa, aSo desinfectados pelo pulve-
nsador de Geaeste A Herscher.
Os objectos extremamente delicados, como
qoadros, malduras, etc. sao layados com toda a
cautela, com um panno de linho molbado em
urna 3olncSo de bicblororeto de mercurio.
Os objectJ8 de couro, o calgado, malas, ele.
sao desinfctalos pelo palveriaador e nao podem
pasaar pola e8tufa porque sabiriam eocarquilba
doa e imprestaveis.
Os movis de madeira, com oo sem verniz,
sao eoxugados com pannos embebidos na aolu-
go desinfectante.
Os coxins e traveaaeiros de crina e de peona
sao uesmancbados : o envolocro mergulbado
na sologo do sublimado, bem como o cooteado,
qae alem disso lavado em aeca simples e de-
pois ixposto a seccar. Tratndose de outra
substancia qualquer mais barata Dreferivel
queima- o eocbimento dos colchOas e traves-
tiros.
Oa utensilios de cosinba, a baix-lla, os la.he-
res e toda a looga sao mergulbadas n'agua fer-
veodo. Todos os objectos aem valor, trapos,
palhas, paets velbos, os b'inqaedos que tx
se.-vi o s naneas lenles sao queimado oo
fogo da casa.
O i i, !c iem se desembaragado o aposento de
ludo qr.ucto pode ser removido, procede se
d.sinfecgo metbodica.pega, por pega comegaod:
pela parte aaperior.
Para sso uiillsa-se a so!u;o de fobiimado a
om por mil, que projectada no forro, as pa-
re .l-s, portas, jacellas, vidragas e assoalno, pelo
pulverisador de Geaeste & Herscher.
Terminada a lavagem antisptica, deixa ae o
aposento aborto de modo a aeccar prompla-
mente. D.'poia d'isto pode elle str oceupado
sem o mjnor perigo de contagio.
Diz Rochard que a desiofecgj pelo hicbloro
reto de mercurio ao millesimo (formula do licor
de Vai Sw.eten) osada em iodos os paizes e
qoe nunc observou-se qualquer accidente as
pessoas que em seguida foram oceupar o apo-
sento desinfectado.
A sologo pheoiesda a 5*/ e muito menos
activa e cusa 20 vezes mais caro.
Entretanto naj recentes experienciaa feitas no
Lbj.-atono do Pasteur, Chamberland e Fornba-
ik loram lealos preferir a sologi de cblara-
reto de cal de 10"/,, que seria para deseja- qoe
fos-e cada da mais volgarisada, visto ser um
poderoso desinfctame que uo apreseBta es pe-
rnos do sublirado, adespeito do optimismo de
Richard.
O espectculo variado, sendo' composto de
arias e duettos de operas de Verdi,. Donizetti e
outro8 compositores de nota.
Pela aeeilago que tem- recebido o Si". Ferrari,
de suppor que haja urna boa enchente;
JULIO SANT'ANNA
No dia 8 de Outubro prximo, a nova sociedade
= Arcadia Dramtica Julio Sant'Anna= preten-
de dar o seu espectculo de installago, no thea-
tro Santa Isabel, levando a scena a opereta m-
gica que se intitula=A Fada Branca=pa a cuja
montagem a sociedade nao tem poupado sa-
crificios.
MANDOLINISTAS
Um jornal de Montevideo diz que o Seor A.
Amoroso, est organisando urna companhia de
raandolinistas, a qual depois de visitar os Es-
tados do sul do Brazil, vira a Pernambuco.
INCENDIO EM CIRCO
O circo Alleghany.Iem New-York, acaba de ser
devor do por um incendio.
Assistiam aos exercicios gymnasticos mais de
tres mil pessoas.
O incendio destruio completamente o pavilho,
ficando trinta cnangas reduzidas a cinzas c cin-
coenta horneas feridos.
CBROBICA j iniciara
MEIA.S p-eta e de eflres parahorneas, se-
>ho,a- e enancas.
LEQUE.^e veotarolaa. \
BNGaL-ASpara borneas e meninos.
RENDAS
Grande sormenio de bcoscremes, brancos
ede rdre.
Galoes, fita* e bordados brancos e da
edrea
PERFUMARAS
Grande soriimeoto de perfumaras doa meibo-
rea fabricantes.
Espelhos
Sabib'ram
>rarfl
Exisi
------6S4
14
66o-
------685
* -: vi-itados i pelos 6e
Ip rr p
Dr. lo, entrea a 8 iyi di i S i sabio
''s 9.
D-. Barr i* Sob inbo.BBtroa s 7 oa manbJi e
s-'hio tfl 8 '^cr
Dr. Malaqoiaa, entroa' 10 b& e sabio
" 11 3/i.
Dr. >.'m>3 Barbosa, e-troa s 10 i/4 da ma-
nha e sanio fis 11 3/4.
Dr BerarJo entroa as 11 i/4 z manb e sahio
11 3/4
Dr. Arnobio Marques entrn s 9 1/2 da ma-
nfla e hio s II i/i.
Dr. Lopes Persea, entrn s 9 3/i da manh e
3ahio es 10 3/4.
Dr. Vieira da Canha entroa s 10 da manha
e sabio s 11 14
Dr. Bastes de Oliveira, entrou as 10 da mana
e sanio s 11.
Pbarmiceotico, entroa s 8 i|2 da manb e
sabio s i bora3 da tarde.
Ajudante, enrou s 7 boras da manh e sahlo
s 5 1/4 da tarde.
llygieae publica
O conhecido hygienista Dr. Jules Rocbard, aa-
tbor de um livro magnifico aobr>i hygiene so
cialurna das melbores prcducgOes da lif.era-
tura medica dos ltimos tempos, publicou ba
poucas semanas na Union medcale um e3todo
completo aobre a desinfeceo sanitaria, expondo
o modo como operam os agentes de tal servigo
ea Pars.
Quando ellas chegam, diz Rocbard. ao logar
em que.devem agir, comegam por vestir as blu-
sas e roopa de trabalbo ; depois entram caute-
losamente no aposento e molbam o assoalho; em
seguida es'.endem um grande panno de lona
Q i..:: ..i n amo ps;ado appareceram os pri-
mciriiB casos de cholera em Parix, o C' njelho
ne hygie i e salubridade do departameoto do
SfBi reliiio e inandou espalha- profiisr.rajr' -
as sem eos ins'.rucges, q--e convem spjjm di
voleadas o mus nossivel entre i 6s :
lriui-iroi ruldadow a dar ac dora
(<*n aturado* ds ayiupluiaaw clioJc
rico
B'PtBCiSO: P aquecer odoenle; 2' combater
a dtarihu; 3' sast ir os romitus
Pura uqnecer o doenle : Bebidas qae:,tes
a alcooli as. Cafe p-eio geirmen'.e aidicio-
nado o i'KUjrden'-e. Ch- qoene com aguar-
e. C'vnacoa rnom. Friccfies teccas ener
t B ivo v r o ooente em cobertores. Gar-
rafas uVqi qoene e ujolios quemes.
Para combater a darrha: Administrar de
ju-rio vui quano de hora om pequeo calix
(;res colhe.e-) da seguate limonada :
Acido la-tico 10 granamos
X. pplea 90
AleooUtara de laranja 2
1000
Para comb :ter os vmitos: D^r rey-c tea p -
nacos de gi >; beoidia azosas e ue hora em
I:o" 20 aottis le -lixir par-eonco-
Precaaes alomar diinle de umi epidemia de
cholera
O g" m-m do Chole, a existe as <' y.-- g s
dos lioentes (materias fecaes e vomito-). Be
transmite prioci|ialmente pela agua e roupas.
A transm s- pelo ar quasi nulia.
a agu.i potavel deve t-er objccto da urna a'ten
gjo o .i particular : a agua frvida d umi se-
goranga absoluta.
Com esta agua que deve-se faer o pao e
cosi b.r es legumes.
E' prec.so lavar as mos com labio anlts de
comer.
Oe excessoa de todo o genero e os resfriameu-
tos devem s:r evitados cu dan'osarrerj'e.
Toda pi^nurbago ioieatlnal susp^ita : deve
se ch..^..-r logo um medico.
Logo ue :lguem se semir doecte deve prev
or p licia uu a aatoridade samt.ria. Bata
providenciar a continenti soro o isolament-
do d.nte.
Se o duen.e pode ser isdado e tratado conve-
nieotemente em seu domicilio all perman ce;
do cooirario deve ser transnorado para om aer
v:gc esoecial. As orooabilidades de cura cao
:. a ores e a t-ansmisso nao se dar.
O transporte deve ser feito em carr, ? -
ciaes postos gratuitamente a disposigo Jo pu-
blico.
O doente que ficar se tratando em casa aera
isolado no seu aposento, onde s eotraro as
pessoas que tiverem de prestar lhe servigos.
A cama ser collocada no meio do qoarto, de
onde se reti.-aro os tapetes, cortinados e outros
objectos dispeosaveis.
As pesB.as que cercam o doecte lavaro as
rcos com urna eolmo de sulfalo de cobre (12
grammas para um litro) sempre que tocarem o
o nte ou goas roupas.
Nao comero na cmara do doente e lavaro a
bocea com aeoa frvida.
E' de absoluta neceasidade que aa dejecgea do
doente srj.m mmedia ament desinfectadas.
Esta desiefecgo faz-se misturando ar dejec-
cues com urna sologo de sulfato de cobre (50
grammas para un litro).
As autoridades roliciaes devem p> gratuita-
mente disposigo do publico, pacotes de 25
grammas destinados a fazer a nolpgo, que ob-
le m se dissolvendo dous pacotes em um litro
d'agua.
A deBiofecgo doa locaes deve ser feita gra-
tuitamente pelo pessoal lecbnico do iervigo de
hygiene.
Rodolpho Galtao-
.Iimla C'onimereial do Recife
ACTA DA 8E88A EM 14 DE SETeMBHO DE
1893
Presidencia do 8r. deputado Joaquim
Olinto Basto
Secretario Dr. Soares de Avellar
A's 10 horas da manhll foi aberta a
aesaSo estando reuoidoa oa Sra. depatadoa
BeltrSo, Kigueiredo e aopplente Moreira
Dub, faltando aem participagao o Sr.
Commendador Lopes Machado.
Lida e approvada a acta da aessSo pre-
cedente, pasaou-te a tomar conhecimento
do aeguinte
EXPKDIBKTE
Officio8 :
Dm Junta Commercial do Estado das
Alagaa, datado de 26 do earozante,
participando qun, na meama data, foi io-
eUllada essa Junta, croada pela Le n.
28 de 26 de Muo, e organisada por De-
creto o. 27 de 4 de Agoato, tudo do
correte anno.Accuae-so a recepjo e
archive a?.
Da Secretaria da Junta Commercial de
S. Salvadar, de 1 do cor'ente, ommu
nic-ndo que lora nomeado para agente
de leilSea deaa prafa o cidado Ignacio
A>"thur de Carvalho Tourinho. dem.
Da Junta Commercial da Estado das
Alagaa, de 2 do jente, participando
que, por act do Sxcm. Sr. Qovemador
do mesmo Estado, de 18 de Agosto ul
timo, foram expedidos ttulos de coiretor
geral desaa praga aoa actuaes Gervaaio
do Oliveira Colh, Jos Joaqtrm Tava-
res da Coata, Lib rato Mitehe e ama
Pompilio Pasaoa, oa quaea continuara a
servir aob Q fianza que haviam prestados
perante esta Juota.Id un.
Da Junta doa correctores, da 13 do cor-
rente, declarando o2o tr havido cotagao
durante Relatorio (tforeeid) pelo cidadao Dr.
Rodolpho GJvao lnapector da Hygiene
Public* que o apreaeotou ao scm.
Governador do Eatwdo, em Fevereiro co
correte soso.Archive ae.
Foram rubrica os aeguintes livroa :
Diario da Antonio Maria da Silra, idem
do Alfredo Almciia, copiador de Souza
N igseira & C.
DESPACHOS
PeticZes :
Da Joao Alves da S lies, eatabelecido
ra do Vigario Tenorio n. 4, cm ar-
mase a de 8eccoa e molhados, pedi'do o
registro de aua firua. Registre ae.
e Alfrado dos Santos Almeida para
idntico registro.Seja registrada.
Do R'adeira & C, pedindo para aer
dei!ar..de o motivo, palo qual toi publi-
cado o cone do8 commanditarios que fa-
Ecm parto do aeu contracto aocial cujj
cochecimeato effactuour-e ltimamente-
So ha o que detarir, em vista do pa-
recar.
Do Grcneaio de Albnquerqde Martina
Perwa, para o registro de aua nomeagao
de caxeiro, paseada pelos commeroiantea
Jjequira da Silva Carneiro & C. -Adiado.
De Madeira & C, para o registro da
marca cocstonto doa exemplarea annexoa
a qu*l ae deatiua os productos de ana
fabr'ca industrial. Nao tem luger o que
reauerem o Supe 1 ca.tos, nao s pela
i i iba rvancia d* 2a prte do o. o" do
art. 10 do Decreto 9828 do 21 d-j Da-
zembro de 1887, con.o ainda por sor a
mrca de que peiem registro urna imi-
tagao parcial, da que ae acha registrada
aob a. 17 pelo cidadao Joa de Macio
caso sra que 6 tam-era vedado o regiatro,
em face do dapoeto nos arts. 8o n. 6 dt,
Lai n. 3346 do 14 do Outubro de 1887,
E-peines grandea para aalaBlzatdo fabri
can e H. MARTIN.
LENuOS deuambraia de linho e aeda.
CHAPE03 e CAPOTAS para senboraa a......
30*000 cada om.
TOALHAS.BONEGAS e outros BRINQURDOS
para cnangas.
ESTOJOS para costuras. CARTEI1US, THE
SOORAS tinas nara costaras.
PlNTES de traveasa em tartaruga.
ESCUVAS para caoello, roapa, uohas e dea
tes.
PUNHOS E COLLARIhUOS=UXUO
JARRAS de Imca Bs-nit.
COBOAS UOIMtlIllls
Liadas apelas e cru e- mjrtoards.
VELO'JIPKDEs e GAdROS para cnangas.
\lfredo, Ganches & C.
Buhares BOTOS Encontram-se
veoda por pregos ra aveis alguna b'lhs-
is com todos oa aeua perteoces, na raa
IkB Florentinas n. 20.
Cha especial
Marca Bnll Drg
O cha especial, que recebe mensalmente
Bazar a Bi-Vista a roa da Imperat-iz n. 88
o melbor qae vem ao mercado, e, vende-se
4.500 a libra.
Nem eontev aco
Chapelaria Raphael
que maior e mais moderno aortimento tem de
Chapeos de todas as qnalidades.
Capj'as de seda, palba e flores;
Toacas e chapeos pbantasia para creancas.
Gravatas, llo-ea, plomas e pasearos.
Aigrdes pbantaaia para penteados.
Gazes e veos de todas as corea, etc., etc., etc.
2Ra do taro da Victoria2
FUBLICitOES A PJ).D0
Ao publico e ao Sr. Dr. Superinten-
dente ae II j giene llunlclpal
Cfi gratuita do Dr. Montenegro contra a miaba
obscura personaliiade mas pego-lbe qae em
qae8to da ioterease pab.ico oa p.rticnlar nao
se deixe levar somante pelas saggestOes de saa
colera impetoosa e truanea a.
Devo (oncluir e voo fazel-o com o perioda
que se segae, que abso atamente nao deve ma-
euar a sacep iDiiidbde do illastre bupenalea.
dente de bygiene.
Limitando-" e apenas a responder sobre o ag
xumpto que fmeoie me diz respeito, aconse*
Iho. enireanto, ao ootavel hjleni8ta mnoicipal
qa seja mais cauteloso quanao referir-se, mesmo
'i' !jii, a probidade profesional dos seas col-
legas, para que elles por sua v.-z possam zelar
pela -u;>.
Recife, 21 de Setembro de 1893.
Or. Lopes Pessoa.
Justii
aos
bons
MUSICIANA
9 n.
6 do '"le'jreto citado.
N.da maia havendo a despachar o Sr.
Presidenta encerrou a aeaafio, as 11 1|2
horas da manha.
1VIEMORIA.L
THEATRO SANTA ISABEL
Sabbado, 23 do corrente estra n'este tbeatro
o grupo lyrico-dramattco organisado pelo artis-
ta L. Ferrari.
1
Lendo A Provincia do dia 19 do correle de-
p-rei com u 1 estirado artigo do Dr. Emigdio
Montenegro em resposta a urna poolic igo d"S
Sra. Pino Ferreira A C., proprietanos da ftbri
ca de alcool, sita tm Afogados, em o qual aqnelle
doutor me faz referencias um tanto acrimoolo
sas.
Entre outr?8 cousas azedas que disse. o Sr.
Dr. Montenegro procarou manh^sameite con
venrer o publico de que a Inspodoria de Hygie-
ne tem algum interese em provar que a faori-
ca de alcoul de Afogados est em perfeitas cen-
d;g5es bygienicas, quando ae lhe augura nu ser
isso exacto. E tendo sido eo, oa qualidade de
.iju lan'e d'aqne.la Inspertnria, que dei as infor-
aiages sobre a referida fabrica, apresso-me epn
protestar contra semelbante imputagao, embora
vaea e perfume'.! na.
E' necessano, pois, qae o illus're superint n
dente municipal se convenga de que tt hoje r,e-
nhum vislumbre de suspeita pairoa sabr aque'la
Repartiga, meamo porque os fonecionarioj que
xefcem aqelies cargos eo bstente conber-idce
n'esta trra, e lm o d-svaoecimtnto de Kaberem
rumpnr com os deveres ioherectes ao boo'OO
cargo que ocenpam. aiteodendo es rp ul< s-
mente s medidas reclamada- pela sade publi-
ca, sem odios ue'n preveogOoa.
Accreseenta oSr. D Miin'eneero que ove^ia-
Ihe mais rasoavel. desde que se trouxe imprensa
essa qaestaj que os Sis. pinto Ferreira & C., JW-
bUeauem de preferencia o prinitiro parear, qa
rt'Ulgl, e n., u .-egu::Ji;.
Aoesar d'esU resolngo dos propiielarl
fabrica aer clara ::..;.: 1 a luz merediana lu '. -
no a re'.in?. do Hastie saperintendente d y-
giene mouicipal.
E' curial, e rasoavel e lgico que os Sra.
Pinto Fer-ein & C, .-s^oltiessem lera pufcii
oe preerencia a mloba Begooda in'.
parque a'ella ea abaudava as meamaa aaaev^-
ragO-s da primeira e b1o pontos m
03.XU es e toriiBB o-a ia de e .volvida e com-
pleta.
No entretanto o Sr. Or. OBleoegro publ
do o 8u ollcrj dirigido ao illustrv'o Dr. Rn '
pho Galvfto, digoo [aspe :or de Hygiene, omittio
apnbliCiv'S' da njtoba resposta, quando leal-
m nte nao d s-J-o.
Para coobeeimenlo^portauto, de to loa
nal-. i o i :
Cidadao Dr. Inspector de Hyeiene Pnb le .
Recife, 2 de S tembro de 1893, la jrman ^o-v.,-
sobre o oflico do su er ntendente de bygiene mu-
iiic.oal p 'b-e o n. 36, em referencia ao p 1
dado a 28 de A:>ro pioslmo Bndo, relativa
men'e fabrica ^'e destillaco uos Srs. 1 luto
reir & C, :am?re n;e dircr-vos nobr-; o
mesmo as^o npo o sega "!e: Dz o Sr. Dr. ^oi
tenegro qae as cadas, lavagens 1 de iti ao
desaguar en um charco, onde ti a lu o
gnilo falta de rur.-j franco. Ha n'eati affi
malina urna ioex tido qus apresso-me 1
ri-. O !;gar pa a onde orrem oa residui :
alcaogalo pi.is rar^ man baix^^, .- la
fondo qae l rao a embarcages de f -
calado, donla sedeprebeadequeoS.au, a
ite la! raem 1 .'j. AioJa m
ro vos qie alea c; ootras m--.hj"" fe ta
pro >ri"iarios da referida fabrica, cbrigaj,-c
dtn Dio das mio'nis ^rriburOes, a tora^rern a
:an-ilsacao redi, : modo que rjoalqa 1
mais baix,a que s j; far a lavagem regal 1 ,:ian-
t'1. e a cobrirem 03 canos de que se o'Capa u
di;o facultat vo. Devo confessar, entretauo
qae n'esses ltimos dus de calo: iote:i'o, ao
pinD da cani:ala, no reciotaculo ios detri'. >J c
cal o 1 i u a pjacas exilagO's d sagra la
veis, n i-a opria naiu:eza i;:
do terrena, qu nao tea a graridade que se iti
u_a ao milico de hygi''oe municiiu!. Bem
como o cano que exis'e entre a dita fabrica e a
etrada de ferro nj podo ex dar emamc^ me-
pbitlcas, cemo affirma aquille Dr., porqu nte
dito cano serve smente de evacuador da agna
:aCoaipaohia de Bebcibe, empregalin.; bltvIco
da macbina d'aquelle estabeleeiroeuto. E i ac
so ae d allomas vezes esse faco, qoa nSi foi
por mim ainda observado; apezar de oangadj
p-la rcinni flioica a passar por all quasi di
mente, devido exclusivamente as < levagOes e
depresses do terreno da camba. Sem querer de
modo algum arrobar me de activo e zelo.-o, teono
por diversas vezes visitado aquella fabrica e affir-
ma vos que as lavsgens se tfl-ciuam em todos os
tempos, quer em mar< altas, quer em baixas. o
que prova inconfu^same.ite que o servigo Jei-
to com regularidade e debaixo dos preceitos by-
gienicos, como podereis presenciar com os vos
aos proarios oaos. A^slm, pois, abundando
as affirmages que iiz em meu officio de 18 de
Junho do torrente anno, sustento sera -eafic
gOes aleama3 as allegages por mim feitas p'el-
le. Sade e fraternidade.Ao Il:m. Sr. Dr. Ro-
dolpho Gdvo. moito digno inspector de hyeie-
ne. (Assignado).0 i-juiants. Dr. Lopes Pes-
soa.
Ha ainda um pon'o do arrazoado do Dr. Emi-
gdio Monieotgro que nao deve pissar sem re-
paro, e aquella em aue elle extranha que os
Sra. Piolo Ferreira & C. livessem conhecimento
do seu officio dirigido ao digno inspector de hy-
giene.
A razo obvia. Logo que tive conhecimen-
to desta importante pega, comparec fabricr.
de alcool e fui verificar si os melboramen'.os in-
timados verbalmt nte aos seus proprietinos por
miii tinbam s Effectivamen'.e eatavam em construego, e eu
apresaei-a. de cooformldade om a minha ulti-
ma informago, visto as axiganotas do Dr. Mon-
tenegro.
D'ab; t-irem elles sciaocia do officio do Dr. sa-
perintendente e simullaneamente da minha in-
lija
Marcelino Santiago Vasconcelloa LeitSo
de Albuquerque, irmSo da Veneravel Or-
dena Terceira de S. Franc;sco, vem por
meio da impr.;asa patentear oa seus pro-
testos de gratido a todos oa aeua cariai*
mos irmSoa e especialmente juellea que,
por 8eu zslo e ardor religiuso, ao a garan-
t a da prosperidade e engrandecimento para
to Veneravel Ordem-
Privado ha longos annos, de concorrer
com aua actividade, afim de servir ao offi
co de Oeu8, por ter aido accommettido de
urna paralyaia, -lhs torgoao agradecer a
seus di.'nos irmoq que deixaram de en-
frentar o goverco de dit* Ordem.
Da resma aorta eapera que a aotnal
commiaaao do orgamento, que recatara em
tSo distLctua oidadaoa, Francisco Jos da
Silva GoirnarSes, Maooel doa Santos Arau-
jo o Qraoiliano Martins ser tambem nm
continuadora das virtudes qae ornaram os
membros da trsnaacta.
A eleigSu ictual do digno mhistro na
onfbO i do Sr. commendadir Jos J080 dt
Amorim, irmS > de seu protector.o barao da
Casa Forte urna pro -a insoncussa de qae
rene em si todas as capacidaies, e habil-
tagSea, qae o tornam diatincto e recommen*-
d vel a-te os que mais o sao.
Alm doa digno8 irmaoi da commiaiio
do orgamento e do actual guarda livroa,
mister mencionar o Rvdm. commiacario e
di8tncto orador sagrado, frei Armando,
que, aeja dito de pasaagem, na feata do
Seraphico S. Francisco, pateateando a
eua poseivita intelligencia, quando na tri-
tribuna sagrada exaltara as virtudes de
t?o piedoao Santo, demonstrara, ao mesmo
tempu, a sua abuegagao s causas munda-
nas no acto solemne do lavatorio a nosaas
dignua irmas reeolhidaa ijntamante com o
irmSo ministro a dar a toalha a eoxugar
as raos, dando &BBm urna prova de verda-
deiro ministro do Sunh^r e do Seraphico
3. Francisco.
Finalmente, faz votos Div: na Provi-
dencia, fcfim de que continu a lluminar os
destinos tiesta ordem sempre, como tem
at hija iJo, por tao insignes e caridosoa
ir a. aos.
Lastimo n3o poder d'scnminadamente
fez^r a ap theoso de t.o importantes ami-
gos e religiosos :rmS s com phrazes que
expriroissem a sua sincera amisade e re-
oonheeimentu par t.j .si^naladoa benificios
ao culto do Verdadeiro Deus Todo Pode-
roso.
Rdcife, 22 d; S bn de 189?.
Marcelino Santiago Vasconcellos Leito.9 di
Albuquerque.
BAZAR
BOA-VISTA
RA DA IMPFRATBIZ N.-88
Acaba de receber a ultima novirjade em
BAVATAB
GRAVAT\S de :ambraia branca.
GRAVATAS de cambraia de cores.
GitAVATA^ de sida de cores.
GRAVATAS de aeda branca.
G iaVaTAS de seda preta.
GRAVITAS de seda crepon.
GRAVATAS manta8 escocepas.
BJSCDITS
Lindo sortimento de objectos de bisenits pro
prio3 para ornato de salas, enfeites de toillet e
esoeciaea para presentes,
OBRAS DE ELECTROPLET
aiRTICOS para C*l.
bandejas para copos.
JAL VAS. L1C0REIR0S.
bandb JAB Dar pito.
P0BTA-CART5K8, MOLBEB08, PORTA MTBACT08,
bcos TiMfiBOi e diversos objectos para presen-
ESPARTILHO
Eapartilhoiw aiemor humeante, em eeda eiformago.
algodo. J*01 Wdo isso nao enxergo aenSo urna prevea-
Km Ouila
Sabemoa que f i oj portan te a festa do
S. Roqie em S. Francis-'o dessa cidade.
Assiatimos r. 1 acto -,.i entrega ma!h:-t;i de fl >res r.-,t v.za, rr: Ihaidamehte
confeccionado 8 offar cid.) fe'.\ Esma. Sra.
). Maria Francse1 re Pontea Mannho,
cot ^vte do nesso irmSo-o Sr. Jnquim de
Pontea Marinho ao irirSo Mitiatro la Ve-
er.v ;> m Tere ira do S. FrancUco
Etn acto continuo ama d-.:s b.i das de
a romper.", com o sea 1 ialo reper-
nj 3a,vo arm ) lia.
F i urna das testas de qu^ pode se orgu-
fa B belU Oliada.
Um OVn')ease,
Egregio Superior^
Y mal le Justina
Deve ser submeltida hoje a jalga-
mento a appell.teao inlerposta pola jus-
li;a publica, no processo que responde
anle < juizo criminal da Victoria Josc
Carneiro fie Queiroz.
E' a segunda appcllaco de deciso
absolutoria do Tribunal do Jury ; e,
nao lia base alguraa para semelhanle
i curso, porque nao oecorre qualquer
das hypolhsses do art, c2- da lei n. 15
de 14 de Novembro de 1891.
Com < H'eilo : nao houve pretericao
de fjrmulas essenciaes do processo e
a deciso do Jury foi conforme a prova
dos autos. Seria sobremodo laurmla-
vel que por urna insistencia des tnsoa-
da da juslica publica fosse nullificada
ama sentenea duplamente absolutoria
c contra a qual nada seriamente se
allega.
O appellado confia na justica c in-
tegrdade do Venerando Tribunal para
que soja confirmada a sentenea abso-
lutoria, cessando assim a perseguigo
de t|ue victima.
lta speratom,
* #
As plalas da Vallet, tao effijases con-
tra a anemia, a chl' r'-se, s cores palu-
das, tomata ae a refeig3ea ; cameca-se
por urna a cada refeigSo e pode-3e aug-
mentar a dose at tomar 8 on 10 por
dia.
Aaeim como acntelo com qoaai todos
os bons mediesmentr s aa pilulas de Val-
let foram falsificadas ou imitadas. As
peaso&s que desejam ter e tomar as ver
dadeirM pululas de Vallet devem oerti-
ficar-ae doa caracteres com que ae aa re-
conhecem.
t As verdaderas punas de Vallet sao
brandas, d5o sao prateadas e em cada
piiula o fcorce de Vallet est impreiso
em cor preta.
Essas pilulas s ce vendem em vidros
tendo a (asignatura de Vallet e fechados
doa doia ladoa com nm sarimbo impresso
ai qu ira corea.





^
.
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M mam i
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Dfcrio de Peraagibnco Sexta-feira 22 ^e Stembro de 1893


Programma
Dafesta de .\ossa Senhora do
LlTramento na eldade da Vi
etoria a 4 do corrate
Ao romper da aurora do da 24, ao
gom da ama banda musical, qae ejecuta-
ra lindas pessas do boj variado ra lertorio,
fender os ares urna salva da 21 tiros o
diversas girndola?, annaociaudo que
chegado o dia em que tetn da ser presta-
do nossas homecagens a Virgen* Santis-
sima.
Pelas ll horas entrar a f-sta solemne,
que ser cantada pelo no so di pathico vgaric conego Bernardo, oraodo
ao evangelho o Evdm. coaego M >noe"l
Martina.
A' larde tr lagr a pros3Yi ^* Ex-
celsa Virgen), qua percarror^ diversas
ras; pelas 7 ho;ia entrar o Ti-Deum
sendo liada oraior o mestno R?amo. cj-
nego Martina, termaido-se t<> com a bsngao do Santisiimo Sacramento.
D;po'3 havar um lindo e variado bizar,
no fim do a jal se queimsr u.a imp^r
tanto o^o do artificio.
Appeamos pnra seu coiiOt-ituado jjr
sal leirbrar aas jaizes do facto, do tribu
nal do jury, que nesa seasSo que asta
funccunanc'o, cotupirece como r." o c?
lebre assaesno Mnosl de Torres Gaia
do (dois procesaos) este iacinora como
V. S. deve s ber, o terror desta cida
de ; j tem respondido ha mua de eia
procesaos por crimes de rc-rte o fenmea
tos, pee >-ib8 que livre-nos do que esta
misera ve!, vote a aoarchsar mais aoe
pacficos e ao publico.
Estamos certas que V. S. alertando,
esta tra nao ai :r da cadeia.
Seu admirador.
Um assignante.
A's autoridades supe
riores o Estado
"So Diario da boje provocado o inji-
riado sol) a epigraphj s:pr um hacharel
Aith.ir, que niegue e saba quem .
Si as prcvoca.Sea neile cuntidas sao di
rifidas ao abaixo antiguado, assuma o seu
autor a responsabilidade legal, fl. ise o
snonymo, para qae en possa dar-!be .
merecida resposta.
Racife, 21 de Stembro de 1893.
Art'ur de Barros.
------------a
Cheiaeis: a natur.-za. espeaislmsa-
te as Qoggaj H resta* aoia.ica'ia*, de pl tatas, lo
Ibas, ari0,-tg e lano e tgerte u>n fko coro
qae a Providencia inteotou ullwiar aiuda sup
p-imir a8 s e molestias .orporae? da boina
nidale p0r,. o o bomen ten olaa e nao v
sneme ulaura saaio, de tempo era tempn, cc-
cnp;--:e Ptn aescobrir 03 SHgreJos da natureza
em beneficio dos que pai-cea, c-jojo tem acn
tecio coro a Aveltira Mantea na qu Dr. (J. C Bratcl tiroo e combinen o seu ce.eb.-r
Ext-actoDuplo d Avei. ir. Magxa. admiravel
combinacao curativa, baseada nal maravilbosa
virtudes j Hamamellis Virginia, para o alliyio
e cura ra flamroatorio, (auto inicrm como .xterna, taea
como : CmtuaO'3, Ferinas, Temores, U e-ra,
Qoeimanras, Insolago, Carbunclos, Erunces,
Panarico. Mal da Garganta, de Olbos e de Ouvj-
dos ; Dr de Deotes e do Cabeca ; H morrba-
fra*. Fuxos Mal des Rios, Lucorrhe?, D.ar'iea
Meoalroagao penosa, GcquelucCe, Clica, Ccc;ti-
pseo e Aslme. .
E' infailivel, Msombroca em eeos el.er.os e
espe-;ialmer.ie i fll uz em caaos de almor:c:rr^s e
rbeamaiismo- 3
H
i
ornve
A Frocmci i de 20 do correte o.-ticiov maif
om rtesa-alo pratitdo p^la polica da Torre,
qne. descuraG.lo-ae seajp'e do conipr mnnto dos
sana d-verea bu-'C". C s:.c2tar s familia*, alar
mandos habitant-s, espancando a tnrto e df
re'io rom a barbaridade oue Ibe habitual.
Hm^m pelas 6bor s da Urde no lus^r mai?
publico do rfe n povoalo d?. Torre deu o Sr.
Sea'iai Fe'rei-aPiP.io, qne tao inf^liimonte e
conservado como sobdelecadi da loralidide, uti
brbaro espectculo qae causn borror as faini-
liis, ao- pasaaeeiros dos boads e a todos quaa-
toi c pnsenciaram.
O facto 0 seguir t > :
Acbava se Ignacio Felippe trabalbador da fa-
brica de Ha.ao, bsmem pacifico e de boa con-
ducta, em p na oorta do estabelecimento do
Sr. Fr.n -elioo Francisco Duarte em occaaio
que caasava o Sr. S?raflm Pinto acompanbado
iie doaa pravas ds guarna municipal ; drigiodo
a hartara auto-tdale Ignacio pergunlou Ibe
com a aTog. estava all fazeo<;o. Ignacio Felmpe com a maior
calma e em lom al ncioeo reapond^D-ibe que
vo'.iando de susa lides de trabalbo i III tioba es-
taciona io para couprar e esperar om ami^o, e
como Ioacio esqaec^ra se de tirar o seu cba
peo foi bastante para imprudente autorizarle
desfehir-ibe o ccete que trazia (como fazem
os barbaros) que de; o s te bem o espaocarem
com sabrea. s-.-mpre aorn^anhao pela aoio-id
de o levaram par<- o quartel em continuadas
pweadai.
E' baoito do Sr. Serafim Pinto aboaar do car-
go e esqui-Cfr-je dos cumprimentoa dos seu1" de-
ve.-ea policiae*, para espaacar a populaco pacl-
Hco d-te ijfeiiz lugar.
SSo innmeras s vic-ir33; ellas existen
para o ovar o qu*> avaociDO-
O r. e.-aflm Pinto oj pie poli<*-iar,efta
no c;'so de 9a,: vigiado por urna autoridade de-
cer.ta qu o came a puaigao pelas auas violen-
Clan.
S:io testemunhas oceulardo alludido attentado
:oo:ra Ignacio rVlippe os Sra : H-irmilioo fc.li
^L'J 'id Silva Caneca, ex proessor do logar.
A t 'To Lopes da Carvalno, ez subdelegado e
ireeado p b ico. Aogusto Sonsa, goarda-li
. H^nriqub Magnl33e3,d-'8oacbanie. F-aice
lu-o Kraociaco Duarin. D^goetaole, Alfredo Go-
mes Leal, Banco F.rreira da Luz e omros mnt-
Eappramo? do Eim. Sr. D". governador do
E-tado, Dr. qn^stor policial, urgentes prcvie -
ca.1 contra a imprudente autoridade. Irazeodo
assim o sn-ezo doa habitantes deste lug r.
Torre, 21 de Stembro de 1893.
Os moradoros.
Bolsa co:saacrciiI de Perausa-
baco
OOTigCBS OFFICIAE8 OA JUNTA DOS COS
BKT0818
Praga do Bec'fe, 21 de Stembro de 1893.
A.eco>s da Fabrica .e Estopa valor de 20U0O
a 22000O.
N Bolsa venderam-se :
lo Acf,OcB da Fabrica de Estopa.
O presidente,
Candido C. G. Alccfuradr.
O pecretario,
Augusto P. de Lemcs
Caaio
PRA^A DO BrClFK
Os bancos abrir. Londres a 90 dias, realisando-se ptqucuoa ne
gucio--, pela i hora i!a tarde mais ou menos ba1-
xarari' a taxa para 10 3/8. tornando o Baoco de
Pernambuco a cfferecer a 10 1/, ao fechar.
Em papel particular ouve negocio a 1' S.8 e
10 1/2.
?BAQA DO B(0 DB OANEIBO
Sem noticias.
Cota*e2 !c geaeroa
Para c agricultor
ASSDCAB
Crlstasaao......5*K,10 a 3if00
Usinas por 15 kilos. 53J0 a 100
Branco dem dem .... 4*6w a 5M00
Smenos, idem idem. 4*200 4 41100
Alascavado dem dem 3*200 a 3/400
Brcto dem dem.....2800 a 3*400
Brc.o melado......2*500 a 2A7O0
Relame idem idem .... Sem cotac&o
Aigoda
Reallsaram-se vendas deste producto a 1W000
por 1S kilos.
ftlcool
Por pipando '.30 Ubos 290/000 renda.
Agnardnntft
Por plpa'ds 480 litros 1704Q00 venda.
Bel
Nao ha do mercado.
TaBBLIA DAB ENTRADAS Dk ASSDCAB B AL-
oodZo
Mfi H Stembro
iKntradS
Barcacas.....
Vapores......
Animaos.....
letrada de Ferro Central.
Idea de 8. Francisco .
dem de Limoetro .
Somma .
Dia?
I a 18
1 a 19
1 a IR
1 a Ift
1 a 18
1 a 17
A san-
ear
Sarcos
3715
358
<97
66(3
8319
19222
Algo-
dio
Sacras
975
985
1518
485
I .3o
3214
8712
Desorientada defesa
0 desmentido solemne de Ha-
dara & Corop. contri a de-
DUica de Jos de Mac; da.
Par contestar a improcedencia do pre-
tencioso desmentido solemne, com o qval
vieram nts jornaes de i6, os rs. Madeira
& >omp, de cuja firma fazem parto os
Srs. A. J. Madeirs., Candido de Oarvalho
Nces, Antjnio Francisco Louroiro, o a
Gompa :hia de Estiva, basta observar o
segmnte :
1."
Nao exhibirn attestado de se anharem
approyalas, pela inspectora de Hygicne
em data anterior tea posterior a minha
denuncia, as formulas de vinho de chJ
exporto a venda meses antes ; nem justi-
fi-aram a falsa denommacao lo sua bebe
rugem ex osta a veida as casas indica
das no abuso asaigna^o que publican m,
pos (ora de duvd qu-, por mais au-
daces que sejiai, ,nao suDmetieriam Ma-
ieira & Comp. a examo n* Iospectona de
Hysriene a mesma bobersgem que de-
cur.ciei.
2.
NJo contes'aram a falsa e criminosa de-
claraySo de Marca Registrada, qu ndo
= depois de miaba deaooia, toi qua re
quererm registro ir marca em qaestSo,
s-^ndo ind*;f^rido sea requerimento pela
Mereti sima Junta (Jommarcialy om vista d
manifesta ia>ita$ao que tem aquella marca
com a qu9 as-o e tenho all registrado.
3
Qu ra 'er com attencSo o parecer do
Illas. Sr Dr Msrtics 'Jos'a, qua foi a
ba C-imp, ver que os falsarios, ren ao me
nos souberam arrojar amostra de vinho
de caj no caso de 8tr !>pprovad; na
Inspectora do Hygiene som ?.s observa-
oes q-je se leem no referido paracer.
Foi preciso deitar -ma certa quanidade
d-? slco ,1 para abafar 03 defsitos da for
mua ..
:. ce: estas habilitnjSes que oa sup
po&toc industriaes espalbaram por toda
Oroa
Seseos Elaadob na base ce 12 kil t a 750
aominal.
Verdes a 403 res ncmioal.
Borracha
C ..ia-sr a 22;CC0 po' 15 kiloc
Caroauba
Cota ?c de 105 a 17*000 por 1C ki03 nos!-
rjal.
Btrpt'rac?o
Vapor icglea tCoIeridgo, bnirado de
Ncw-York, em 17 e consignado a Bleck-
burn Needkam o comp.
Amostras volumes =. diversos.
Bacalhj 1700 barricas aos consigna-
tarios.
Farnha de trigo 1050 barricas a H.
Forstsr e comp 300 a crdem.
Ferragens 7 clisas a Fdrreirg Gaima-
raes e comp.
Machinas para descampar algodSo 18
caixas a Rea & Santos 5 a Albino Silva
e comp.
Mercadori.8 2 caxs a M. L. A. Sa-
lsear, 2 a F. P. Bultreau, 2 a o -
dem.
Oleo de linhaca 40 barris a crdem.
Marhinsa para typogrspbias 1 caixa a
New-Yoik Life S. Compary.
Tecidoa 18 volamea a ordem, 12 a O.
Jardim e comp., 6 a Gonyalvea unha e
comp., 6 N. Maia e comp.
Tinta 1 ctixa a Fdrreira Gaimares e
comp.
Vapor nacional cParaenae, entrado
dos Portos do Su', em 19 consig edo a
Luis Guimaraes.
Caf 5 saceos a Paulo Jos Alves e
comp.
Caono de chambo 37 rolos a ordem.
Xarque 640 fardos a ordem.
Vapor nacional cJacubype*, entrado
dos Portos do Norte, em 19 e consignado
a Compaohia Pernambucana.
AlgodSo 1098 sacos a diversos.
Borracha 49 fardos a G. de Mattos Ir-
mSos.
Cal 350 saceos a Corspanhia de da-
tiva.
Chapeos 5 fardos a G. de Mattos Ir-
mSoa 50 a Manoel do Sonsa franco, 2 a
Merezes Schiappe e comp.
Cera 25 saceos a Manoel de Soasa
Franco.
loaros 25 a ordem 23 a Soasa No-
gueira e comp.', 249 a Compaobia de
Estiva.
EsteirM 40 rolos a Costa Lima o comp
parte, desde Io do Desembro de 1892,
circulares, snoucciando que brevemente
se encontraran! a venda na Compaahia
de Estivas, todos os productos de miohi
industria e constantes de meas andan-
cios I...
Campre me declamar des Je j ao publico
e principalmente aos meus fregueses que,
se tdr psrmittido, oor.tra diaposi^oss de
le, qae a Companhia de Estiva, continu
a vender bebidas f lsificadaa com a de
numinacSo de vinho de caj, sem qae
ellas contenham corro de facto nSoconteem
substancia alguma deste fraotc, eu estarei
b.tvemeote no mercado vendendo bebida
igul ou melbor tambem com a den >mi-
nacSo o vinbo de caj e por pouco mais
de metade do prego porque venden Ma
de:ra & Comp. pois estes senhores nSu
teem c privilegio para com as aguas do
Beberibe e os temperos de botica, enche-
rem oa mercados de bebidas fabricadas
com os rtulos de vinhos de caj.
Urna vantsgem, porem, se colheu da
resposta qne cram Madeira Comp.
F\ i qae hoje as autor dides sanitarias
em tace do abaixo asinado que este=
seobores ifer?ceram em contestadlo a
minha denur.c a, teem urna indicarlo se-
gura das estabeleciment08 onde ae encon-
tram oa vinhos falsificadas, patrocinados
pela Companhia de Estivas
Concluindo pego permissao as Ilustres
autoridades sanitarias para offarecer aos
falsificadores da industria de vinhos de
caj e a quem mais interessar possa, as
dipposicSes de a'guns artigoa citados na
minha denuncia que ee sendo pnb
cada.
Eegulamento sanitario
Art. 85 da Le n. 169 de i 8 de Janei-
ro de 1890, da :
as fabrica de licores, vinhos artiS-
ciaes, a^aas minoraos, gorduras, comeati-
veis, conservas, alimentares e outros g-
neros da igual naturesa, a a i iJ
nitara far viiitas frequent.a J8.....^as
a ve.ficar :
1. Se as substarciaB emprrgalas no fa-
brico de taea generoa sj de m -qua-
ldade ;
2. Se na composic3o do producto entro
qualquer ma'ei. nociva a aaude
publica ;
3.a So as ditas fa risas sa usam rtulos
falsos.
Serao corsieradoa falsos, qaanto as
fabricas de vinhos, os rtulos que indi-
cando o produito sob a denominaba,
usual de qaalquer do) viabos naturae,
n3o contiverem a declarado deartefi
cial.
as duas primeras hypo'hejcs a refe
rida autoridade proceder do modo pres-
cripto no art 84, impondo aos dones das
fabricas as multas comminadas nos res
pestivos p ragrapl.io3 ,* e na terceira ly-
pothe&e, commumear inmediatamente o
facto a inyector geral ou aus inspec'o-
res dos Estajos para os devidos effeitos.
Parsgrapho uaico :As tabrieas de que
trata este art.. submetterao a exame da
inspectora geral ou das inspectoras nos
:.stt.djs, as formulas dos seus productos,
as quaes depois de approvadas tcarao sob
sigui no archivo da repart g3o.
Cdigo de Posturas Munieipa9s Lii n.
4, art. 2..
E' prohibido :
| 1 Conservar nos armaaens, ta7er
as, botequins, confeitar.as, ou casao de
venda para oonsummo, gneros seceos ou
lquidos corrompidos oa deteriorados ;
| 3 Aos intractoroB impr-ae-ha a
multa de 2O#0CO.
Art. 42. As pessoas qua venderem
gneros <.lmentieios, solidua ou lquidos,
estando falsificados ou c rompidos de
pois de verificado iato por exame aanita-
21 a Manoel de Scuza Franco 4 a Me-
nezes Schiappe e comp.
Gomma 20 saceos a ordem.
Pellos 5 fardos a R asback Brothers e
comp., 1 a Delmiro & Goveia l a Abe
Stein e comp., 2 a G. de Mattos r-
meos.
Salla 18 rolos a Manoel da Souza
Franco.
Vassouraa 5 fardos a C. Lima o comp.,
8 a Manoel de Soasa Franco, 6 a Me-
nezes Schiappe e comp.
Vcilf.8 5 caixaa a Costa Lima o comp,,
4 p Manoel de Soasa Franco.
Exportado
RECIFE, 20 DK STEMBRO DE 1893
Para o exterior.
Na barca noropgaenee Victoria, para
Liverpool, carregaram :
Cascao & Ba.basa. 1,500 caceos com 1G5.000
kilos de assucar mascavad .
No paUcbo alltmio Clara, para Liver-
pool, carregaram :
Julio & C. 5G0 saceos com 32,500 kilos de
carosos de al^odSo.
Para o interior
No vapor francez Corneales, para Rio
deJaieiro, carrearam :
J. L. Barro*, 30.000 cocos frncla.
S. Guimaraes & C, 30 pipas com 9,600 litros
de alcool.
Para Sactos, carreearam :
C. Lima, 600 saceos com 30 0(0 kilos de
assucar mascavado.
C. Peres t C. 66 saceos com 3,960 kilos de
atEUcar mascavado.
P. P.nto & C, 100 barris com 8,000 litros de
agurdente.
P. da Silva Bastos, SO saceos com 3 000 kilos
de assucar mascavado.
Poblmao & C, 400 eaccos com 2,403 kilos de
assucar mascavado.
N< vapor nacional Cometa, oara Par,
car.egaram :
J. Bailar & C, 5 pipas com 2,350 litros de
alcool.
S. Campello, 2,000 calas com 36,000 kilos de
sabio.
J. Bailar C, 100 saceos com farinha de
mandioca.
P. Ca-nero & C. 840 barricas com 80,886
kilos de assucar branco.
No apor nacional Parabense, para o
Para carregou :
A. N. Duarte, 860 barricas com 43,060 kilos
deassnear branco.
No mate Neptnno, para Uossor, carre-
earam :
S. Noeneira & C, 150 saceos com farinha de
mandioca.
Para Mac hiba, carregou :
M. Amorim, 10 caixas com 80 litros de ge-
oebra.
No biate nacional Deas te Salve, para
Aracaly, carregou :
A. Castro, 4 caixOes e 8 garrafOes com 130
litros de genebra e 2 barris com 92 litros de
vinagre.
rio, serao maltados em 8000 por cada
genere falsificado ou orrompido e serSo
os ganeros laucados no mar oa enterra-
dos.
Art. 43 Ningaem podera venler mel,
leite, azeite, oa qaalqae genero falsifi
cado ; os infractores pagarSo 6^000 de
multa e o duplo n*s reincidencias, alm
de soffr-rem 5 das de prisSo correcional.
Recife, 18 de Stembro de 1893.
Jos' de Maceio.
D<
enuncia
Jos de Macedo ao publico e s autoridades incum-
bidas de zelar pela sade e bem estar de todos
Nao posso. nem devo craza- os bragos diante
das falsirJcac8e8 dos meas prodactos, diariamen-
te ahmeoUda por outros industriaos e membros
da Companhia de Biiva, qrja levados pela am-
b'fio, por verem o desenvoivimento qoe t'nho
dad a industria de vnoos de Caj, Abacaxi,
G^nipaDO e outras troclas na. ionaes, e devido i
falla abdoluti de coobecimeotos e oneotagSo -n-
dustnal, procurara por meios reprovados fazer-
me'a mais desleal e criminosa concurrencia, com
prejaizo da industria que exploro, do comavr-
co licito da saudfi publica, etc. E' aasim que,
a Companhia de Esliva est vendendo era seu
estabWecimemo, bebidas falsificadas por Madei
ra & C, com a deoomioacao de.Vinho de Caj,
pois Sbido, as rnctas cololdaa por Maaeira
4 C, na safra passada, foram deitadas fra por
lerem ap,)dr<-cido. O qae mais iniigoo anda,
que eavalbeiros j bem collocados como os da
Cc;npaohiM d^ Estiva, precisem us^r da denomi
naco de Vinho de Caj, para d'este modo locn-
pleiar-se cora os crditos que tea alrancado os
meus productos, que ja ?3o vaotajosameote pro
corados.
E nSo sndo as bebidas falsificadas por Ma-
deira fcC acceias no commercio pela repugnan-
cia do consuaiidor. apezar de serem revestidas
de rtulos a mitacodos meas, procoara a Com-
panhia de Estiva, era sua trale trela de propa-
gadora de b'-tn-i.is falsilisada?, impdr ao nego-
ciante acostumado a vender os productos d- mi-
i-i i Fabrica, ditas bebidas, sob pena de pagar-
Itie mais caros outros artigo* de que carece o
negociante e que coostlluem monopolio da Com
panbta.
O oegocianlf aesim constranpido que tica na
obrig- cao ce pagar aquella beberagpm pelo prego
le Vinbo de Caja, v-ge na neceasidade i xtre-
ma. de usar da mesma fraude.
Dabi o descrdito da Iodostria. Mis Rejera cer-
los os falsificadores que, assjm como Uve a pre-
cisa Torca de vontade para Iwvantar do despn-zo
em que ee acbava esta iudustria, que arada ha
couco temeo pareca geralmente impossivel, te
re lambem a pre'isa altivez epoergia para pro
"pstar pt-raote os Tribaoaes e a opiniao potihea.
Nao se coreprehenda que le'iha eo a pretPoeSo
de ser o nico explora lor da Indnslria de Vi
nbos de Caj n outras fructas. Nao.
Desdarla qoe outros industriaos eouoessem
extrahir das nossas froctas productos, d'gnos
de serem apreciados no paiz e no estrangeiro,
jois quanlo maior '> a perfeico do fabrico e o
numero de exploradores, maior ser a procura
do producto.
Lamento que algons cavaiheiros da Companhia
de Estiva cora os quaes lenbo mantido boas rea
i''S, se tenham prestado a protecer a causa dos
falsificadores, obrigarjdo-me a preceder ccn".ra
alies.
A minha reclamacSo versa sobrt* o q-'e fic:
dito e abaixo s* v das denuncias que acabo de
apresentar aos lllras. D.-s. inspector de hygiene
Jo Estado e saoerinteudente da by^i^ne munici-
oJ
Kii a:
llim. Sr. Dr. Superintendente da Hygiene Mu
mnpal.
Diz Joa de Macedo, negociante e industrial,
estabelecido con armazem de gneros de est'va
em grosso roa da Madre de Daos n. 3 e 5 e
com fabrica de vinhos, licores e doces de Caja-
Abacaxi e curas fructas nacime? ruado Vis
conde do Rio Brsnco outr'ora da Aurori n. 111,
que acabando de verificar que Mar>ira C, de
cuja firma fazem parte Antonio Jos Madeira.
Candido de Carvalbo Neves, Antonio Francisca
Loureiro, e a Companhia de Estiva, com depo3i
to de bebidas roa da Aurora n. 109 A e roa 5
de D"eraDro em Olioda, ^'5o criminoaamente
f l.ificanlo a industria de Vinbo de 'a;, intro-
< consta serem procurados os productos da rasrea
e fabrica do eapplicante, bbida3 faleiHcauas re-
vestidas de rtulos com a denominaco de Vinho
de Caj como se do exemplar jonto. sob n.
1, vem fundado nos AMs. 84 e 85 do Reg. n 169
ae 18 de Janeiro de 1890 e A'ts. 41 a 44 da Le
e. 4 (Codieo des Posturas Manicipses), denc-n
ciar a V. S. das referidas falsificBCes, a:cre*
ceotando que esses producios falsificados de Ma
deira dt C. esto exposlos venda na Compaobia
ie Estiva Iravessa da Madre de Deas n. 13, na
'ii do Cordoniz o. 14 e maltas outrss casas
nVsia cidade.
P^ra Ma cao, carregaram :
P. Vianna A C, 1 barrica com 28 kilos de
assucar brsno.
%*aa3 a Maodrg'
lUUHi DB 18 A 23 DE SETEMBBO
DE ii&
Agaardficte (ttro)..... 365
iool (litro ..... &83
UgoclSo em rama tko) 613
4rros com casca -c) ... 100
^sanear refinado fcilo) .... 46)
\88cea? brance (kilo) .... 3*3
A?srjcar mascavado kilo) 200
Sagas ;!e mamonas (silo) 2fj
B :r:ade leite de mzagab. (kiloi *V0
Cachase (litro)....... 303
Coaros seceos espicfeato {til-) < 725
ConroB seceos salgados (kilo) 675
Courca verdes (kilo)..... 380
C-troco8 de algodo (silo) ... 40
C*rrapateira (sement) (kilo) 120
Cco (ko)...... 8W
Ci ocm (solo)...... i*5 10
Can rectoio (ko) ..... 13
Cait raoido (kilo)...... *'
Carnaftua (cera vegetal) kilo) 9 w
C-^ra v getal (*ilo) ... 90"
Canna (agoardfcnte (litro) ... S80
i.r.i (.litro).....
Cirvaocardiff....... 58/(0.'
C^driono (um)....... 48K)
Cocos sem casca (cerito) .... 8*000
Cocos tom casca (cento) .... t"50i 0
Farinha de mandxoca Folhas medlcinaea -le qualquer qcs-
ldsde vkilo)...... 3 0
Genebra (litro) 480
Graxa (sebo em rama cu coado) (ko) 800
Mel d tanque (iliro) .... 170
aiilbo (kilo....... 83
Ptlles de cabra cortidas .... 190/000
Peileade caba em cabello (cento. 2000G0
Pelies de carneiro em cabello 140/000
Sabfto......... 320
Sebo ... ...... 6CO
emente de carnauba (kilo) ... 60
Sola (meio)....... 7/000
Stearina em velas (kilo) .... 1/0CQ
Tatajoba (kilo)...... 40
Taboas de amareilo em pranchOui
(cusa) -...... (61/
Erad!miat
HMM DB SETEMRBJ DE 1893
Alfandeg
P.ends geral
Do ca 1 a 20
Idsmde 21
1,083:380/043
43:4384950
1,(26:818999
Renda do Estado :
Do dia 1 a 20 64:412/738
dem de 21 5:342/147
-----------------69:754/885
SoBuaa total 1,196:573/884
Segonda seccao da Alfandega de Pernambuco,
21 de Stembro de 1893.
O chote dsaeccSo.
Manoel Antonino de C. Arasba.
O thesonreiro,
Lutz Manoel Rcdngoea Valenca.
O soppifcante espera qae V. S. zeloso e es-
cmpoloso como no desempenbo de eaa ardua
e irabalhosa raisao, procurara dar com a ma
xima urgencia as providetiCias oecessanas afim
de qae seiam retn os oo consommo taea pro-
ductos nocivos a salaondade publica, nao so por-
que nao expnmem ama rea|;dade e sim ama tal*
sidade, como porque nem equer os dennnciado-
observaram o dlepos'o no uoicj do art. 85 d
citaoo Reg. lelo nao suDmetteram a examv d
Inspectora de Hygiene deste Estado as formuia-
de seus productos como consta do documentos^
o. 2 eainda mais poraffi-marem ama ioexr.CUJri
coosiftjnte oo uso de marca regi-trada ijanni-
pelo documento sob n. 3 se evidencia qu- a -
chama marca tem elles registrada na Jauta Com-
mercial.
Espera pois, o sopplicante qae V. S. proceden
qo aos exames devidos e verificada a verdade do
due tica dito, se cigoe de fazer retirar do rom-
merro taes prodnetos impendo aos infractores
todas as mais penas leles, com o qu prestara
relevante servico ao bem publico e com especia-
lidade a verdadeira e licita industria de viobos
de fructas n ciouaes, que nova como c, carece de
toda perseveranca e lealdade da parte dos pr<-
ductores e do commercio, bem cimo de lodo ri-
gor da parte das autoridades incumbidas de ze-
lar pela sade e bem estar de tolos.
ttecife, 24 de Agosto de 1893.
< Jos de acedo.
Di
enuncia
Ao pufcl i-o e ao cosmnicrclo
d.-sfa precia
Cumprmdo a promasaa que z.-mas i-
mos hij> dsr pubcidade t,os documentos
abaixo transcrioros, pala analjrse, dos
quaes o respeitavel publico e o commer-
co hinesto fiesta pmga, julgae do proce-
dimento da denuncia do nosao incorrecto
competid'.r o Sr. Jos do Macedo, a
quem r.lis canea precaratnos offender,
quer particularmente, quer comajercal-
mente.
Recife, 16 de Satembro de 1893.
Madeira t C.
c Certifico em cumprimen,o do despa-
cho exarad, na peticao, que fica arebiva-
da nasta repartico, de Made'ra (S G.
que 6 o theor seguate, o q.ie pedam os
referidos senhores na mejcioud peti-
Examine:' oa productos apresentados
pelos Sr.:. Madeira & O'., constantes das
formulas juntas, que s2o : Vinbu de Ua-
j, Vinho de Geuipapo e massa de toma-
tes. Os dous vir.h .a epresent^m urna co-
loracJSo vnbosa escura de heiro e gostj
lembrando os tructos aue Ibe dera.n on
reni rr.a;8 uai ^ouco aicoo.iaacos.
l.'>u ae acccrac com as lormmas apre-
sentsasa.
Os fabricantes, porm, devem dim nuir
a quastida'ie da alcool qua empregam,
pois, taes cono re ach m confeccionados,
perdem alguma cousa re seu v&lor intrn-
seco, nma vez que bebidas de3te genero
devem ser apreciadas n3o pela sua lique
za akoolica, mais pela maior qnantidade
dos pr-'!Cpios inmediatos extrahidos de
fructos com os qui-ei sSo preparados
Pondo do parte est cbserva^So que fa-
clmeote se pode por em pratica, esBcs
productos ectao no aeu todo bem acaba-
dos.
A massa de tomate est bem preparada
e consrvala, ato centendo nebtm soba
torca prejudicial a saude publica, pelo
que todos estes productos podom sor ap-
provadoa pala Inspectora de Hygiene
obseri'aDdc-ae a recommeods^ao fmta.
Recife, 9 i!a Stembro da 1893.
A85gnad)=Dr. M-rt;ns Costa.
Inspectora de Hygiene Publica do Ea-
tado de Pernambuco J6 de Stembro de
1893
(Absignad) O secret-irio, Joe Qui-
Iherme da S.iva Duarte.
Nos abaix'i > ssi^nades negociantes n'ee-
ta praca, decluramoi a bem da veriude.
que temos cmpralo aos Srs. M&deia &
0., vitboB de caj a genipapos de sua
marca, e que temos vendido em noaaos
estabolecimouios com fcil aooeita$8o dos
consumidores que os preer.m a outroa
vinhos de igaies fructos preparados por
outros fabricantes.
Recife. 31 de Agosto de 1893.
Lopes Albeiro & O.
JoSo Fernandos dt- Almeda.
Figoeiredo Costa & C.
Castro Lnmos & O.
Joaquim Ferreira de Carvalbo & C.
Costa Lima & C.
Ferreira Rodriguea <& C.
Perora Ferreira & C.
J. C. Vasconcellos & C.
Lpes & Araiijo'
Lopes sfHgalbSes & C.
Soares Nevea & C.
Antonio Marques & C.
Costa di C.
Joe Ridriguea & C.
Mancet Soares de Figceiredo.
Jos T. Csrreiro.
Viera & Silva.
Qomes Augusto Gajo Miranda & C.
Manoel Persira da Silva 4 C.
NOTA Devemrrs scientificar ao publi-
co, que anda nao concluimos conveniente-
mente a monthgem da nr-ssa grande fabri-
ca, na comarca de Olnia. Estamos tra-
balhando afim da em breve tempo fazer-
nios a icaugurac.'o '.m;i >1 e n'esta ceca-
siao ee podir verdadeiramente avaliar do
noao empreh^rdimento.
f
I
1
escobrio-se um
thes
ouro i
f
Havendo pequea distancia de Pe-
lotas ( estado do "ia Grande do Sul )
ama s?rra procurada com proveito pelas
peseoas que atffrem da tffeccoes broncbo-
pulmonares, e bbucdrtndo ah a planta co-
nbecid pela denomina(,-?.o de Cambar,
pensou o Sr. J. A. j Souza Soares que
e8sa8 virtudes pjderiarj.. er Bttribuidaa
aquella planta, cao Btneoto pela inspi-
rnjao do ar impregnado de partoulafl me-
dicinaes d'ella, com anda pela abscr-
pi;-~( da agua, porveotora Bobrecurregada
dos mesmos principios em su., passagem
por entre se suas raizes.
Suscitada esta idea, procurou eBtadar
as propriedades da planta em qaesto,
d'ab reeultand o preparado a que de-
nomiaouPeitoral de C-mbar.
( D Unid) Medica, do Rio de Janeiro.)
E' uuco a^etit3 a Compuso.'.a de Dro-
gas,
Empreza de fo: s de mar so-
bre os Arrecifes desta ci-
d de
CarloB Jos de Medeirot, gerente e pro-
prietario desta empreza, fsz scitnte ao
publico que do dia 16 do correte at
segundo aviso vigorar a tabelia infra :
bem como ca mesma data estrear ama
nova elegante e c^mmodissima embarca-
cao que t .r o trajecto do ice;mo limitado
tempo que faz^m os escalerca ordinarios,
accrescoLd que esta offerece toda eorte
de garanta aoa Srs. pS9ago;ro8, que re-
celan o j.igo do mr, qtial ce:^hum risco
importa, e para prova b*ja eaa vista c j
nao curto espacj de annos qne esta em-
prezi facesiooa eervindo-te re pequeas
embareaco'je para transporta do conside-
r-vel nucero do pessoas, qan o frequen-
tam louvado Dcus at o presente nao
rejr-stramos um t desastre I
Outrc sim leiiioa atoles que Be dea-
tinarem fazer uso dos bachos naquelie
estabelecimento o iodiapenaavel cuidado
da estampare a B'sus ncmea as pessas de
qua se u-un. o-.m ui-s toilettes inclusi-
ve! o cacado sob peaa do estabelecimer:-
to nao tosrac o encargo do gu^rdal-ts.
Recife, 14 ce Stembro de 1893.
Do da 1 a 20
dem dt 2t
BECKREDOMA D ESTAD"
63:931^655
3.-915M42
o 'z 1 a 20
dem fie 21
RECIFE DBAJiNAGh
69:849*197
41 8I0036
il9U i
42:229*100
Hercado ISunlctpal de S. Jote
O movimeoto deste mercado no d;a 19 de
Stembro fui o seguate :
Eitraram :
4i hcis pesardo 7,493 kilos.
260 kilos de peixe a 20 rs. 71-0
6 compart. com mariscos a 100 rs. i00
7 ditos com camarOes > 100 rs. 7U0
30 columnas a 6U0 rs. 18000
2 cargas com galliohas a 500 rs. ',' i.i i
3 rasseais com gailiubas a 300 rs. '-:00
i cargas com milbo verdea 300 rs. f'MD
13 cargas com batatas a 300 rs. 3')
1 carga com macacbeiras a 300 rs. 3J0
2 carga com bananas a 300 rs. >600
3 cargas com gerimus a 300 r. 90 3 carga com laraojus a 300 ra. 900
o cargas com fruc'as a 300 rs. tilOO
5 cargas com mi d si eco a 20 r. iV 00
2 cargas com fejo a 2<0 rs. 4t)0
30 cir;,as com farinha a 200 rs. 6*000
53 lugares a 200 rs. 105600
14 sniuos a 20U rs. 2S800
11 comp. com soineiros al* 11. 00U
7 comp. com scinc-iros a 700 rs. 4900
10 comp. a m fressnras a 600 rs. 6J000
34 comp. com cornijas a 700 rs. 23*800
51 com), com fazenda a 600 rs. 30*600
53 comp. cora verduras a :i u rs. 15*90J
82 cemp. cem farinha a &00 rs. 32*800
40 comp. com (albos a 2* 98*000
Rendimentos do dia 1 a 18
28'>*600
5.093*500
Preces do dia :
Carne verde de 240 a 640 rs. o kilo.
Sainos de 80o a 900 idem.
Carneiro de 900 al* dem.
Farinha de 320 300 rs. a cu a.
Milbo de 400 a 500 rs. a coia.
Fejode 1*600 a 2* acola.
5.376*100
Moriniento do parto
Navio entrado no''ia 21
Macis e escala11 dias, vapor nacional
Mansos do 1999 toneladas, comman-
dante Francisco Antonio de Almeida,
eqaipagem 60, Cirga, varios gneros a
Pereira Carneiro & .
Sahidos no mesmo dia
Rio Grande jo Norte, byate nacional
Neptuno,i mestre JoSo Baptista de
Soca, carga, varios gneros.
Para, vapor naoionrl tParaenae, cora-
ma .dante J. Manoel LagSa, carga varios
generes.
XavioN esmerados
Do Rio d? Janeiro
Barca portngnesa Tentadora. ^S
De Pelotas
Patacho allemSo Antina.
Patacbo nacional Sjcial.
Patacho norueguense Ei^ar.
Patacho allemao Antn*.
Lugar nacional 4lbert3.
Lugar hollandez Wernlus',
Patac: o alie taj Bornio
tacho allemao AaelbeiJ.
Patacho sueco H'.lma.
Luga: ingle: New Day.
Li.gur noruegeenre Caanre.
L ar isgi^i Bncette.
Lugar ianlez C Tborem.
Patacho sueco Hilcoa.
Patacbo noroeguec.E Sverdrup.
Patacho boll-indez Stella Mara.
Patacbo alle.i ao Mane Vori O.denfor"^
Lugar ooruegueose Lilie.
Dj Swaase
Barca IngUza Starry.
D;- Uarriiff
Barca norLegnense *Hjsrl*,
Karca norueguense Carme.
Birca norueguense ViJoaa.
Barca norueaueine jaluta.
Logar nglez D3-a.
Barra norueguense K'agerc.
Barca norcegoenfe Gler.
De Liverpooi
Barca norueguense Fauny.
DeHamborgo
Brigue allemao 3enop' Q'ii'a^: .
De Londres
Lugar inglez Haroet.
De Elizabeth
Brigne ncraegceyse Westa.
De Ne-w Port
Barca norueguense Han* The.
Barca norueguense A enaal.
De Barrj
Barca italiana A9Dasia.
De Antuerpia
Barca nornegaense A. e. ban.
De Terra Nova
Barca Inglesa Carp?sian.
Vaporea a entras
Mes de Stembro
Sol.......... Loaoda......... 23
Sol.......... Santa F ....... 24
Norte........ S.Salvador----- 25
Europa....... Ciotrs.......... 24
Unropa........Trent........... 24
Europa........Catania......... 25
Europa........Canarias........ 26
Sol...........Tamar......... 26
Enropa....... Malangie........ 28-
Sul...........Marantjo....... 30
?aporca 4 -i>lr
Mes de Stembro
... .Cometa- 4........ 23 as
Norte...,
Europa...
nl......
Sal.....
Europa...
Europa...
Europa...
Sal.....
Sol......
Sui......
LoanQa
Trent
S. Salvat
Cintra
Santa F
Tamar>
Canaria;
or
23 s
24 as
25 as
25 as
26 as
26 as
28 as
Malange>........28 as
MariDblo........30 as
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Diario de Pernambaco Sexta-feira 22 Je Setembro e 1893
5
Empreza de banhos
de mar
Do dia 16 do oorrente at segando
aviso vigorar a seguirte tabella :
CAES 22 DE DOVEMBKO CASA PE
BAKH08
nanh
IDA
4.20
4.40
6.00
5.20
5.40
6.00
6.25
6.45
7.05
7.25
8.00
8.20
9.00
10.00
11.00*
12.00*
Tarde
VOLTA
4 40
5.00
5..0
5.40
6.00
6.20
6.45
7.20
7 40
8 (0
8.30
9.00
9.30
10 30*
11.3).
12.30*
ID K VOLTA
1.00* ?.oo*
2.40* 3.00*
4.(0 4.30
4.30 5.00
5.00 ft.ao
5 lJ0 6 00
fi.00 6.30
7.00* 7.20.
9.C0* 9.30#
11.00. ....
------
.....

s:::.:?ics:: ccmsbcial
72-RUA DU^U ti UAX1AS-72
l.ANOAE
Venancio Labatnt j. C
Enderero telegrapbtco
NUMERO l0 TELE'.'HONE
14 4
Esti caa de commis-es, j hem conbecida,
cii'rra atteogao do publico e especialcente dos
seohorp* agricultores para as boas vntugena
que offerece em coas trancare*, como sejam :
Retebimeoio de assocar, bjpoiheeas, liquidi-
ces e qoulquer nrgccio nesie cu em outro Es
tado.
EDITAES
* Eoste 8'gQKt indica i.-ue cal ViageuB
b2o especirea para ob Srs. hospedes.
Arrecifes, 14 de Setembro de 1893.
C. Jos de Medtir-8.
Attencao
Atesto que t-.'odo soffrida 'apidamen'.e de crea
dr for.-sima na p roa, eein allivio aleura du-
ra n'e mullos das, uz-' as poderoe.s plalas an
ti-yspept-cas do Dr. H-irizelmunn, as .;u... s e-
Lelaram iosianioneiimente, este ic-rrivel mal.
O presente aitestado peder ssr publicado pura
fin.' co ven-.en'es.
iieclfe 28 de Halo ac 1893.
Ra do Cildereiro n. 14. Joo Constantino
Goncaives ua Silvo.
Vidro 2000 dozi. 2( (500 1|2 dos.a 1O0GCO
Vende-fe 'ro tndia as nharmacias
DEPoMTO GKRAL
Fh macia Maranhao
CA tl.IRCILlO DIA* \. 13
O Peitoral de Cam-
re-
de
bara
Serap e fo: o sor o principal
mediogarantidop.ra as rnolcetiaa
larynge, brojcbios e puImCes.
A bronchite, aathma, msl do peito,
rouqu;d2o, laryngite, coqueluche e qoal-
quer tc3>o, pjr m.-.ia grave e aotiga que
seja, curam se eoai o Peitoral de Com-
bar*, mc-dicar-eno app-ovado pela Junta
Central de Hygieno Publ ca, premia o
com du ii medalhas de ooro de 1.a classe
e rodeado de valuaos attes'ados mdicos
e de innmeras de pesseas curadas. Exi
ja-se a firma do tutor :
J. Alvares ds Sonza Soares.
E' nico agenta ceste Estado a Com
panhia de Drogas.
E>tou salvo!!
Atiesto que soarendo bailante lempo de
urna dy p;p?ia atroz quo me iMiposaibiltara o
Irabaluo. acooaelBado ncr diveraoa aiu^os para
osar as pillas aoti-djspepticaa ao Dr. Helase!
muoDn. fiquei radicalmente brm.
Rec<:e, 2 de K;-io de 1893
Ra MarcloDi.s n 28.
Casted o Pereira de Amares.
Vid-o i.5000. D-z;a 205C00. Mria dezb
105000.
Vende-se em todas as .barmrciaf".
Deposito te cal
PHARMA'XA MARANH'O
Ra Mr.rcilio Diaa a 135
-----------------e^scsrsrrss-----------------
0 Pe toral de Cambar
Cura a bronchite, a arthma, as aftec-
cSes rulmonares, a laryngite, arouquidSo,
maia gr,.ro e rebelde que seja !
O agente a Ccmpanhia de Drogcs.
Nao merece duvlda
Atiesto que soffendo a 7 aono do estomago,
intestino, bffo, Heade e rtna seo que a-6 boje
enecntrafse remedio que poieese ct/ar me, fu<
aconselhado por cm am'go pa-a fazer tso das
pillas anti dyspepticos e ferruginosas do Dr.
HsQzera^nn, oqaf accadendo resalen que co-
rante dous meses de uso d'este maravilboso re-
medio consegu hcar curado radicalmente.
Esle aitestacio que sirva te i-zempio a lorio
que scUrem do mesmo mal. Comj penber e
eierna gradidfio p=so o presente auesiado que
me afs:gno.
p i ; i' ii4.ii de 1893.
Ru* Marcllio Das n. 8i,
J o B rnardo Lanatt,
(Vidro 25. dosis 05. |2 Cuza 05
Venae se em tedas Pta^mac 8
DEPOSITO GERAL
Pbarmaci& Marauhac.Ra Maicillo Dl?s n. 535
A asihiia
Cura efflcaz e cccnumica
Nesta penosa molestia tso r1 fficil de
corar o Feitcral de Cambar, de Soubi
SoarfB tem sido de orna effic?cia a toda
a prova tomado s colheres 3 ou 4 ve-
zes ao da, 'noa casos agudos, e 2 r.or
chronicoo, de m- rha e de imite.
Declarando se accesso use-se de 12
de 1 ou de 2 em 2 horas at alliviar.
O doente evittr a 1 umid de e o ar
da noito, e a sna alimecU9^o ser sim-
ples e de Le! digestSo.
E' o nico age te a Companhia de
Drogas, ra Mrquez d. Ohcda n.
23.
H4THEATIG4S ELEMENTARES
.::::::::::::: :::::::;;::
Veiidu ii LiDaiot *ai i uii.-t ti. d os uieitioree
re8oltsdos com applicaca-" do meihodo ietnitt-
vo que adopta no ensino de eecnptoragSo mer-
cantil, eecdo que ero menos de 30 lices em
preparado tlieonca e praticameote, pessoas qne
eram completamente cstraubas s traosacfdee
commerciae.
Cooiiua a leccionar as materias cima, ras
Daqae de Casias a. 72, I- andar.
Entrada de Ferro Central
de Fern aro buco
EDITAL
De ordem do Dr. director enenheirj
chefe, fago pub ico, que a principiar do
dia 25 do correte, (aegund.;-feir>) fica
alterada a tab lia de horario ros trena de
suburbica do modo seguinte : O trem q'ie
sabe do Recito p*ra Jaboatao s 9 bon.s
c'a m .i.hX, pass.r a p: rtir lis 20,
voltd&do d'aqoella estgao i 10 e 20 ;
o trem que partir i 5 hor.:s da tarde da
eatacao do R^cife p ra rqiella localidade
p-sEd a partir s 5 horas e 20 minu-
tos.
Secretaria, 21 de Setembro do 1S93.
O secretario,
Julio Cesar Cavalc.-.ote do Alba uerque.
O Dr. Jo? Juliu Higueirj Pio:o a dos fcnos da fazenia uo Ei'.adb de Peroam-
bueo, ele.
Faz saber qne lindos os dias da lei se hi de
arre1! alar por venda a qai-tn mal, der, em praca
publica desle nao, no da 2 de Ouiunro, os ee
guu.tes b.ns penuor^ds por exe^acio da fa-
zeii'ia :
Freg:;z:ri de Afolados-Cisa t rrea Bita Es-
ir.n.a Nova n. 126, coa"; 2 jaoi IUs t 1 pota, 1
quano, qoifti! em abeiti, foreira, meJ'nio i
m-fos de frente e 8 dio? de fundo, poi1 4o0.)j
ja feto o abate da lei, perleocenie a Antonio
Soares de Mello.
Casa siti a roa de S. Miguel n. 10!. cora 1
porta e ires janellis senio 2 no o-.tao. 2 salas, 4
qoartOB, 1 gabinete, cozinba fora, roeoiDdo 4
metros e 40 cen imeiros de feote e lo metros
de fundo or 1.0805'KM) j feito o abale da le,
i> r.i en'e a Manotl F-, n ::'O de Carvalbo
1'. ( de Audrade.
Pojod3a sti via-ferrea de Limo-iro n. 6,
com poiU e janella, 2 salas 2 quarios, qoifitai
em iberio, forera, me^'ndo 6 metros Ce frente
e 8 ditos de fundo, por 4of0, ji felto o abale
da Ifi pertenceo e a Joso Pera .n les & "..
OliudaCasi 8 ta ra S. Joo n. 5, cooi 1
p ra e 2 Jatieilas, 2 salas, 4 quartos, eosintia,
qoiDtal, ccdindo 3 m"irus de [reme e 15 Tos
c 20:',t!T2et:r.s de faodn, avallada e:D 600OOO,
perieoceote a Lopicioo Francisco das Chagae.
BeberibeCas sus uo Fasao, n 15, curo 4
jaoells de freo'e, 0"a e janella no olia, me
dinrto 11 m-i'OJ s 90 centim 8
m t os de funio, 2 palas. 4 qu-rtos, coznha
fora. grande sino cercado, terreno propno. ava-
liada i-m l:Sl'0509'), pe.-:eac' ate a Jos Vc-eote.
A roacao de ama-ello envernisada e envi-
dracada e baleao exwteotea no etiUeleciutnio
silo rna Du'joe de Caxias n. 71, avu|jnla em
3:0005000, perteoceoie a Cont S..rt)s & C
E para contar p^ssoa se o presante que se-
publicado e affixado.
Da.io a pasalo npsta cidade do Re if-\ boj 21
Je S^iimuro de 1803.
Eo, .fredo D amaniino de TjrrfS Raodei 8,
escrivSo, si b<< ? vi.
Jos Juliao Regutira Pinto de Sntlzx.
Edital '
1 a SecySo.Secretario dio governo o Es-
tad" de Pcroamouoo, em 4 de tetet.bro
de 1893.
De ordem do Escm. ?r. Dr. governader do E-
ti>do, fijo publico, par oa devidoa i il- i
>m ofFervanroa aa ..rt. 25 rio Regalam-Qto ex
^ '.: lo em 23 de Janeiro ultimo par execegio
; 1 *I a. 'j t: 14 di. N '. 1 tj C.i- 18.1:, rjte ge
a-lia vago o c. ... d j-:iz de direito oa o." v -., ,
do mnnieipio da capiial Proveocris, em o -]
querui da ncmefjso do magistrado qn o
occepava, Dr. Ca'los Anensto Vaz ut Oliveira,
par^ o Superior T:ita .I ue Jast;ca.
A v ga c que se iret-i ser pre< QCblda pelo
juz df: riirei'o ma-s amigo a'er:treos que reque-
rerem r ccSo pura tsse municipio, no pra7"^
de 60 di. s, ccnUdos da pui ticaco do prtseule
ewilal; se ne bum a reacerero pi-ovimenio seraj
fei'o pela forma d. uminada no arl. 24 do Re
g-i?rrenio citado, e de accordo com o seto e
nsirucics ce 12 de Agosto do crreme anco.
O Secretario,
Jio Aceusto Ferreira L 7175, entrado em 19 oe Deiembro de
1892, vindo do Havre no vapor francea
tColombiai, consignado a Moura Burgos
dt C, conteni tres tubos de ferro nSu
galvanisado, pesando 25 kilos.
dem, dem. Um cesto n. 7178,
idem, ic'em, idem, contendo connexSes ou
juotas de ferro para tobos nSo jalvani-
sados, pesando 143 kilos.
dem. idem. Urna caixa n. 7176
idem, idem, corteado vinte tubos de co-
bre, pesando 400 kiles.
dem, idem. Urna dita n. 7177. idem,
den, contendo orzi tobos de cobre pe-
sando 388 kilos.
dem, idem. Urna caixa n. 7179,
cen, dem, coitesdo qu:-tro tubos de co-
bre, pesando 3 kilos.
Jdem, idem. Seis toboa na. 7169 a
7174, : te ro nao galv&nisado, pesando
7 kilos.
Arm&zem n. 5
Marca B. H. e P. embaixo. Urna
caixa n. 1307, entrada em 26 de Dezem-
bro de 1892. vinda da Liverpool no va-
por ir.g'ez Munner, consignado a or-
den, c'.'n erdo obr>.s de ferro btido, pe-
sando 114 kilos e 36 kilos, peso liquido
de p-.ratus::s da fer. o de maia de 10 mil-
limetrrs.
dem, dem, mi dita r>. 7308, idem,
idem. c nt.r.do obras de ferro, pesando
200 k'los e 46 kilo-, peso liquido de pa-
rafusos de ferro at 10 millim'troB.
dem id^m. Urca dita n. 7301, en-
trada a 27 do dito mez o auno no dito
vpor, a mesma consigna.So, contendo
vido8para vidracaa, lisos, pesindo 47
kilos.
Marca L. B. & C, Urna dita n. 4,
dem, dem, contendo tecidos de sed,
nSo especificado com toda a trama de
algoco, pesbndo 42 kilos.
Atfandega do Pernambuco, 26 de Agos-
to do 1893.
O Inspector,
Alexaadre de Souza Pereira do Carmo.
Secc2o, S cretaria do Governo do
Esta o de Percambuco, cm 12 de Bateas-
bro de 1893.
Da ordem do Exm. Sr. Dr. Governador
do Estado, fuco publico, f:ari os devidos
effeitos, o ed.t 1 Kbaixo transcripto pondo
om concurso 08 (ffioics de Io tabelliSo e
escrivSo do civql, crphSos da preved ria
e de r-aduos e 2' t bcliiao e escriv2o do
civel e execujScs elvis e de escrivSo pri-
vativo do jury e execuc5o8 -.riminuea do
municipio de S. Jos do Egypto.
O secretario,
Joao Augusto Ftrreira Lima.
t t
O Dr Fracciacx^^3ctell)0 de Andrado,
juiz de direito do municipio do Afoga-
doa de I gtzeir-i, com jurisdic^So ex
tensiva ao de S.3o Jos do Egypto, do
Estado e Purmimbuco, em viriude da
lei, etc.
Faz
l.aicgao.Secretaria do Governo do
Estado de Pernambu.o, em 18 de Sr-
teabro da 1893.
EDITaL
D* ordom de Fxm. r. Dr. Governa
dor do b'stado taco publico para, ca da
Vidos fi:s, <^uo a:> provicenio da 8"rv a
lia vitalitia doh iffieios de 2. tbel!:2o d
publico, judicial e coti-8, escrivSo do jor
e execugoes criainaea, do crime, judicial
e da provedora e residuos, do monici
po de Ignaras concorreo dentro do
pr- so legal, o cidadao Baio Jos Pe-
n-ira Viacca.
O secretario,
J. So Argisti Ferreira Lima.
Coomando do 2
<
trete? htlitar
lis-
EDITAL
General
sabor a quem icterer.s .r pos3a,
que c m o p ao de SO dias, a contar
desta data, est aberto o concurso para o
provimonto dos cffioios dj pr meiro tibel-
iiSo e escrivao do cive!, orphS.a da pro
v^doria e de residuos, de gando tabel-
li2o e escrivSo do eivsl e exocujSes civeis
e de escrivao priva ivodo do iurv e 'xeci-
gSaa crimicaes, do municipio de :-3o Jos
do Egypto, creado por lei n. 1,428 do 27
de Mho ce 1879, exercido o primeirc
pelo eerventario Gustavo rJrocstino da
Cunha Ga!v2 -., cija vaga houve logar por
ter Bdo concedida a peiido do mesmo
Ber7entuario a exocerajlo do referido
cargo.
O segundo por nao ter fido anda pr-
vido por i2o haver core "Trentes.
Oii c"ncurrentca deVerSo juntar em cri-
nal as suaa petic^S^s oci s^guintcB docu-
mentos : 1. Auto de exaae de euffiien-
c:a. 2, certido de idade. 3. certifica
do de exsne de portuguez e aritrime-
ticn. 4 Folba corrida. 5o Attestsdo
me ico ce ept-cidado physica. 6.* rrc-
curaySo especia!, sa equerer^ m por pro-
curador. 7.c Finalmente outros decumen-
t s que forem conv&niecUa pra prova de
oapaoidadfl profesional ; todo de confor-
midade coca o rt'go 20 e spcs paragr-
pbos do decreto n. 2.420 e 28 de Abril
de 1885.
E para q.;e chegue ao ccchecimentc
dos interesaadoa, passou-3e o presente
que ser publicado pela impreiisa e ffix -
do no ugar do costme.
Dado e pandado nesta villa de S*o J s
d(; Egypto oes 26 dias de mez de Agca-
te de 1893.
Eu Francisco Baptista Goncalves, es-
crivao interino c e crav:. O juiz de di
rei'o Francisco Botelbo de Andr<-de.
Certifico cu cfEcidi de judtica serv:do
du portt'ro, que tffisei no lugar do cost-
me o edical eupra o doa f.
Villa de S. Jos do Egypto, 26 de
Agosto de 1693.
O Lycs.
Est a nforme e confere com o original
e dou f.Villa do S3o Joto do Egypto,
i 26 de Agosto da 1893 En
Victoria
O MAIS BELLO
acaba de receber a
Livrafia Contempornea
Essence
PERFUME inglez
1 de Brigtda26 de Agosto de 1893.En Francia"
Commandacte deste d.stncto, sSo coevi- j Baptista Goojalves, etcrivSo in'.erino o
dadot a compsi e *er a este Quartel Grose |etcrevi
ral os herdircs de ftecido cadete do
14 battlhSo de infunteria Antonia Viceu
te Cavalcante. afim dei p -lio do menciondo c&dete que se a i.
depositade.
Secretaria do commuudo do 2o. distre-
te militar no Recite, 20 de Setembro de
1893.
O secretario,
Major Laobaldo Augusto de Mi raes
Alfandega de Pernam' neo
(Praso de 50 tws)
EDITAL N. 22
Pe';', inspectora da Alfandega se faz
pubiieo que no dia 28 de Setembro vin-
dctiro, serSo vendidas n porta desta Re-
partc3o em basta publica, iscotas de di-
reitoB, as mercad^rii>8 abaixo transcriptas
que r&.> foram d?spa hadas por seus do-
nos ou cooBgra'ano8 no praso da lei;
nor qases, alias, fica marcado o pralo de
30 das a con'ar desta da'a, para as ro
tirarem, sob peca de, realisada a venda
nSo se atteeder mais a reclrma(So al-
guma.
As mercadori'B serSo expostas ao exa
me dos intereasadcs e o arrematante ser
obrigado a entrar com o prego da arre-
matado no '. raso de 43 horas.
Armasem n. 2
Varea E. M. M. Uro engredado o.
K^tado das Al-^g as
Traslado*- Eii'al.O cidaoSo Antonio
de S Cavalcante Pessoe, juiz sub-ttuto
na cidade de S. Miguel e sea municipio,
na forma da lei, etc.
?az saber que por parte do capitSo
Antonio da Costa Barros Lima, me foi
entregue orna pet'cSo do theor seguinte :
illa. Sr ju z substituto da municipio
de S. Miguel.
Por seu advogsd, diseco o capitSo Anto-
nio d Costa Barr.s Lima,, D. Sebastian-
oa Paes Barreto de Bmto, U. Msria
Candida da Costa Barros, Antonio de
Araujo Costo Barros, Francisco da Ane-
jo Custa Barros e JoSo Paes Barretto
de B.r.-ot., que, na accSo de divieSo
das trras do enger.ho Giqai, de que sSo
corjseohorer, rao pf.de anda ser citado
por eetai residindo na ci:ade do R-cie, e
se acha sempre ausente o representante
legul da Bocied&de Usiua CansaocBo de
Smimb, tambe u co-proprietaris do re-
ferido eogenbo, por iato o na forma do
*rtigc 4, | 2o e artigo 6o do Regulamen-
to n. 720, de 5 de Setembro 1890, vem
requerer a V. S. te digne de mandar ci-
tar por edital o referido representante
' rthur L. Griffth Williams, domiciliado
na cidade do Recite, afim de na primeira
audiencia, dapois de de corrido o fttM _
gal do edite! ver propor a acc,2> de divi >
sSo das tarras do dito engenho G qui, a
vist- de seu titules, o se loavar em >-n-
genheiros e louvados que pr oedam a dit.
divisSo geomtrica e se abooarem reoipro
comente as desposas da dita tcvao, son
penada revclii ; ficando entro sim citado
para os demais termos ulteriores da mes
ma accSo, devendo se expedir o edital da
presente aitacSo ao juizo do Recife para
mandal-o affixal-o no domicilio do citin-
do, aecusando a dita affisaySo, na forma
do artigo 6o citado, sendo outro exemplar
do edital entregue a parte, para publical-i
pela imprensa,
Pede deferimento.E receber merc.
Etava urna estampilha de 200 ra iou-
tilisada competentemente na forma se-
guate :
S. Miguel, 21 de Janho de 1893 O
advogado Silverio Tertul alo de Aimeiia
Lina.
Na qual proteri o d- apacho seguinte :
Como requer.-S. Migu I, 27 de Ju-
nho de 1893 S Cavalosnte.
Em vista do que le mande: pasear o
presente, minha carta re edito ie 90
das, pela qual cito, ch mo e reque.ro ao
representante le^al da Sociedade Usina
lJacsinc;So de Sinimt, Arthur L Qnffth
Williams, o qua1 reside na cidada do Re-
cife, E tado de Pernambuco, afim de que
na primeira audiencia deste juizo, depoia
de decorrido a prazo legal do edital, ve-
cha ver propor a accSo de diviaSo das
trras do dito engenho Giqui, a via'a de
seus ttulos, e se louv.r em engenheiros e
louvados, que procedam a dita divisSo
geomtrica e sa abonar reciprcamele
r.as desposas da d:ta acgSo, seb pena de
revelia ; ficando outro sim citado para es
dum is termos ulteriores da meema accSo,
e na intelligencia de que as audiencias
leste ju Municipal sb 12 horas do dia d? s..bb-do todas as semanas, e as l.'este diasantifi-;
cado ou feriado, ser a audiencia no dio]
anterior, no mesmo logar vora.
F p-r. qne chegue a oa a todus
mandei pts ar o presente, que ser tusa-
do no municipio da residencia do mesmo
representante leg-d ds sociedade Uzina
0r.sanc;So de Smimb, Artbur L Grifitb
Williams.
D.do e passado nesta cidade de S:
Miguel, aos 8 das do mez de Julho de
1893.
Estiva sllalo com urna estampilha de
400 rs. inutilisada na forma segmnte :
S. Miguel. 3 de Julho de 1893. Anto-
nio de S Cava'cante P^ssoa.
P.gou o emolument. do juiz com urna
estampi'ha de 400 rs. que se achara inu-
tilisada da forma tegum'e :
E-rifilumantoa do jais*Cidade de S.
Migul, 8 de Juico de 1893 -O e crivo
Souza Lima.
N di mais se conticha em d to edital
aqu tran8cripio do proprio original, e vai
por mim conferido, con ertado, subscripto
e ass-gnado n?sta cidade de -i. Miguel,
aos 8 dias do mez de Juiho de 1893
Eu, Luis Jos de Sotz* Lima, escri-
vSo que o subacrevi e assigoei.
Em f da verdf.de C. e C por rxim c:-
crivSo Luis Jos de Souz-. Lima.
Cidade de S. Miguel, 8 de Julho de
1893.
O eecnvSo.
Souza Lima.
HIPPODROMO

...:
r

QUBSBREAL1S.
Dia U de
-
*9
Juiz de partidaO Sr. Francisco
vale inte
\omri
I
B
Peito
Malura-
lide
Cor da vesti-
menta
C*roprletari<>
i.* PareoCommercio .'00
ganh > nos prudos
e 250C0 ao 3.
met-os Aniones de Peroambjjo qa-: n' t'.'.li :
do Recife. Presi:S: 2o0J00
E00?0ao 2
Mea Nome..
Magna*.......
'jrrasqui...
T-m Tiro.....
Vedta......
AUsaO.....
Castanho....
ftnsso.
Alazo..
Ro ili'o.
Pe rna oj o.
51
o.
51
o<
1S
ot
STerd e roaa.........
Atol................
Pretoeros.i..........
Auiarelloe roxo......
!oud M.c^do.
S. Dona.
J G -es.
\ Si!ra.
i. Silva.
. Mon.ciro.
2. PareoProgret*o-1.100 metrosAnimaes de p. r arobuco. Premios." 250OCO ac lj
Frontn......
Ally Siopper.
\vealureiro..
Fenino.....
Tahspber___
Pirata.......
ClOrSO.....
Ru3so.......Poraamb.
Roalo......'
ilastanho___
Uno........I .
Hodado......
Preto........
R ida io.......
50*000 ao 2.' e 25000 ao 3."
j rosa...
SO
so
so
i"
50
50
50
1 enp.t musgo.
ira neo c azul...
Greaat e mu;eo..
Socara, e benel preto
A Silva.
',. Cimpa?.
A Meira.
Coad AT-y-t.
Coud Oliveirc.
M gaib-'s & 0.
Ao commercio
As Compacbias de Seguro9 Iidemnisadora
Phenix Pcroambucana e Amphiiri'e, fazem pu
bliCO que a contar do primeiro de Outbro pr<.-
.\Uiio a la a dos premios dos seguros mariiimos
de mercadonas em vapores para os po'ios do
Sol da lepuLlica ser regulada pela seguinte
'.abella :
Contra todos os riscos sob as condicZes da
{polios
Macei........1/2 "'o
Batiia.........5/4
|>eta pelo Penedo ou Aracij. 1
Victoria.......3/4
Rio de Janeiro......3,4
Santo?........3/4
3. Pareo- Ovdem-1.000
metrosAnima?g
SOjOOO ao z. i
sale curo......Ca. Cruzeiro.
Prercic? : 2o':00 ao
1 Py-lampo...
2 Berilio......
3 Pigmea......
4 Tolo ......
5 Toreo 2......
6 Tdliuier------
TorJilho.....
Cixito.......
Zi no.......
Mrlhdo.....
Alaso .....
ijio........
Permrnb.. 59
5y
00
< 51
e 55
51
de Pern3mfcUC0.
25*000 ao 3.*
Preti c r.r-..
P-etoe ouro......
Verui1 e amarello.
Grt.;at e azul....
Amarello e roxo...
I'.
ArtbcrSilS.
m
\. '. de Almeida.
j. Merees.
I. E. F.
J. .Y da Silsa.
4. ParcoCiracw premio IjlberdaAe 1.400 metrosAnlraaps de Pernambaco.
Premios: 0U*0L0 ao l., 120*000 ao 2o e 00u00 ao 3-;
Rio G-aode..
Mala.o.......
Molange___
Poulori .. ..
Vingador...
tiuy Bs ..
Rotado...... Peraa ib.. 50
eliado..... M)
Rosso ...... f :0
!(. Vermcliio. a ;.ii
Soda o...... B O
Castanho------ 50
Azul e en ar- ;o...
Ver c n roaio..
Azul e encarnado...
Bnea 63 .'.i.........
i. e bO'et preto..
Aznl o curo......
'-. P. ... ?.
I. llt r. e .
C '. 24 de Mito.
. o '. 2-4 de A resto.
Cocd. i." de Junho.
!. F. --. C .. .
5. Parco-Iguaidade1.200 metros.A'ir.-i'-' ''" P'-n-mbucc.
1., 30*0 0 ao s." o ji j o
Feniaoo.....
Froulin.....
icbooly.
Otspota.....
Haio.....
Russo___

1.0 lo.;.; ..
PernaraD.. 49
60
50
a 30
':'. ico c azul.....
Preto e ro'.......
ncanaflo ebonel
Azul e ooro........
. loe : 250000 re
.11. Oveira.
c ; ppreira.
. I Ib! U ll -i ir O.
6* PareoSi?ppj^tn..-iS;:r-8i0 metrosAnimaes rio Peraambaco. ri o-: '50*000
t., 50*000 co 2. ;.".
R''gdor___
Potos.......
Saota-f ..
Campoacz...
Bolvar.....
Blacksiooe. .
Limeira.....
Cingo.......
Castanho___

US.S0.......
Bolo.........
11 daoo......
reto
Pern&mb-. 53
* .
* O
* 53
Si
m 51
51
51
Bd rmrlo..........
^ a en : i.....
P e'. rosa. .......
\ u e ou ........
r ado c b i el p:
En -.nado e azul....
Asol
; i r
J. !. Rl S.
\. Silva.
A.S.
oro
C. O'ieira.
r.
7.' FarroTurf fci-iv-ca1; <;:-.-
250*000
Verde e a:, arello 'Coud. Culocb?.
:'-'' reo r
Rerlim.....
Pyrampo .
'uao ......
Talicier.....
Cnchito...... PernmO..
fOrdlOO..
a0........
o 1.- o 1*000 a :;.* e 25*000 ac 3.*
''reto e ro a.....
o >
53
53
53
,A.Si
.>
VI:.
V.riee ato
Amare!.o e
irellc.....J- Moiaea.
i.o .....J. N. da Si
uva.
Paranagua.
Ar.tor i ia .
Santa Calbarloa
Rio 6-a-.de do Sol
Pelotas. .
Porto Alegre. .
1
1
1
1
1
1
As cargas com baldeajao tea 1/4 /. de cug-
mpnto de pre i.io, sendo que as Compi.cbias ;
lomam esie risco quaedo previamente contrae
tadoe declarado na apolice ou na miucta.
Esceptuam se as de Pono Alegre oaldpadas
no Rio Grande quando nec. ssario ou as baldea
dns por forja maior josiiflara.
03 seguros de alcuol BUgmentsm ea melada -
respectivo premio da laaella.
Os das mercaduras no convez sao livres de
avaria pancula e a taxa d dopla.
Declaram >s Companbias cue ero om vapor
por viagem e Ibes perminido, cada urna, se-
gurar al oitenta comes de rls.
Quaesquer valores excedentes e poJerZo por
ellas ser acceites para rese^uro por centa tos
ept'uradoa, devendo proceder accordo entre es
os. >a.o !f,:.!> ; e as Coapa-cbias dedi>rao
Os [Hsdidun du iuJt-uiu8aye em casc3 de si-
nistres cu svsrias devem seracompacbadoe por
doccmeuios legtimos e satisfactorios que mes-
tn-m e orovem a 'calidade da parda : ta=s di
eumi moa fo reculados e indicados Dlos art
gos 503, 618 622 e 788 do Todigo Commerc al
Re-He 6 de Seiemb.ode 1893.
Pela Companbia Ioaemmsaiora .
Joaqoim Alves da Fonseca.
Corneniano de Aqoino Fonseca.
Jos Perrera Marques.
Pela Companhia Phenix Percamburana :
Luiz Duprtt.
Mancel da Silva Maia.
JosJuaqum D as F.raaodes.
Pela Companbia Ampbitriie :
Artbur de Almeida.
Joaquim Ohnto Bastos.
Jof Aolonio P oto.
Aos senhoies propietarios
de carros e carrosas
Pr-de-se o ermparecimento de iodos no do-
mingo 24 do correte es 11 horas do da na :ua
da Lapa h. 10.
Aos seahores proprietirios
de carros e carrejas
Os proprietarics dos carro) rruni ram urna sociedade e organisaram urna directo-
ra provisoria, afim de trat.r a bem de sua cas-
se que ficou assim compoita.
Presidente- Aniouio Fariap.
Vice diioBtnio BrandSo.
!. SecretarioJoao Cordeiro.
2. dilcJoSo Pos.
ToesoureiroCoostantino Rodrigues Meodes.
Vice-oitoAnbur Costa.
Pro oradoresJoao Francisco d: Mo'la.
J.,- do Espirito Saato.
Jo' Manios.
0.-sdorAlbino Lim. '
OR
0,
--<<- >
Eqj portinholas especiaes lera lugar a venda
e o pagamento de QUINTOS de poules de l. e2..
O preco de cada quinto ser de 1^000.
No calculo de rateio nao scro pagas as frac-
coes inferiores a 00 res.
Fica exmelo o lugar i!e Jriz do eouGrmacao.
Todas as resol ucoes tomadas pelas assuciaees hippicas d'esta capital, con-
linuam em pleno vigor.
S6 iero ingresso na casa das aposlas as directoras das associacOes conge-
neres, aactoridades em ser vico, juizes de partida, chegada c pesagem
Esla resuluco ser observada seja para (j'.iem for.
Os car'oes de criados s darao iogresso pelo porlio do eusiliijment.
Os jockey.* s terSo iogresso pelo por la o do ensilhamenlo.
0 horario serreslrictanieuteGbsoivado.
Os animaea inscriptos no primeiro pareo deverSo estar no eosilhamento ;
9 e 1[2 horas da manhS.
Os forfaits sero recebdos al sabbad 23 do correala Js
tarde na Secretara do Hippodromo.
Secretaria do llippodromo, 21 de S tembro de 1S93.
O secretario,
3 horas da
Augusto Silva.
Arcadia Diamatico Julio bem do "u dirrit0 eoctra n2*2* ?*
o ,. |to protendido pelo mesmo rlollunda, de
Qe $aDt Anna !um terreno de manaba sito na travesa
D? ord=m do cidadao presJdeote, convido to- do Freit.s da fregus a de S. Josa desta
do* DOMOS consocios a recnircm-s'), na c.'de do-cidade, no qual esto edificad s iMS ca
en.-aios no ihnairo de Sai ti An'oaio, domingo ga8 a eile perte_.
visto contar que o referido Waoderly
Los recebe foro do predito terreno sera
ter titulo de aforamento.
Alfandega de Pernambuco, 13 de Se-
tembro de 1893.
Servindo de chefe,
J. Qomes da Silva.
Antonio, domingo I ga8 a e,le pertecceoto, cenforjie prouu ;
24 1o correte, pelas 4 ho^as da 'arde, ahm del
ira'ar oe as-ampios referenics a icslallaco des-
ta sci'i dade.
Recife, 24 de Setemb.o Ce 1S93.
Jos Lope?,
2- secretario.
Alfandega de pernam-
buco
AFORAMENTO r>E TERRENO DE
MARINHA
De ordem do Illm. Sr. Dr. Inspector
e em vista do que requeren Antonio For-
tonato do Holli nda chamado a compare-
cer a esta Rsparticao Augusto da Rocha
Wauder'ey Los co qua'quer nutro que
por ventura se julgue prejudicado para
no praso de trinta das allegar o qne for
Corupanhia de Tccid s de
Malta
9 chimada de capital
Da ordem da direcoria, eoavido os senhores
celunistas desta rompacbia para realiearem a
,-im>a euticda de 10 O.'o do cap:;al subscripto ou
20^000 por accr.o, ate o dia 30 do correte, do
"scriptorio do th<8oareiro 'amtsma, a ra 1-
oe Msrco, SDliga Crespo n. 7.
Recii. 1 de Setembro de 1893.
Airredo A. P. Fragoso,
Secretario.
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Diario de Pernambuco Sexta-feira 22 de Setembro de 1893
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PRADO
PERNAMBMANO
PROJECTO DE mSCKffCO
Pai a a 5.a corrida que se realizar no
1 de Outubro de 1893
di
a
i.
2.
3.
1
PAREOConsolaco 80U metros. Animaes de Pernambuco que nSo
tecbam gaobo premios, premios : 2500000 ao primeiro, 50fJ000 ao
segando e 250000 ao terceiro.
17.REO Progresso 1.400 metros Animaes pangas e pellados. pre-
mio: 25O0OOO ao primeiro, 500000 ao segundo e 250000 ao
terceiro.
PAREORecife1.100 metros Sterple Chote Animaos de Pernambuco.
paKHios : 3006000 ao primeiro, 600000 ao Bagando e 30,5000 ao
terceiro.
PAREOPrado Pernambucano-1.650 metros. Animaos de qualquer
p*ia. premios : 600^000 ao primeiro, 200)5000 ao segundo e 1OO0OOO
ao terceiro.
PAREOImprensa 1.200 metros. Animaes de Pernambuco. pre-
mios: 250)5000 ao primeiro, 50)5000 ao segundo e 25)5000 ao ter-
ceiro.
PAREOEstimula 1.100 motros. Animaes de PernamSuco. PrKMlOS :
250(5000 ao primeiro 500000 ao segundo e 58 (XX) ao terceiro.
PAREOI alelo 810 metros. Animaes de Pernambnco que nSo tenham
ganho em distancia superior a 800 metros nos prados do Recife.
premios : 250Cv0 ao primeiro, 50)5000 ao segundo e 250000 ac
terceiro.
Observares
De acord com o art. 5. do cdigo de corridas nSo poderao ser inscriptos
no pareo Progresso os animaea Atlante, Petropuies e Radams, no pareo Imprensa
OS arimaes Piraaaon, Plut2o,Maurity e Hugueoote, e oo pareo Estimlo os mesmos
animaes do pareo Imprensa e mais Pygmeu, Dublin, Pirylampo, Tudc-, Mouro,
B-r!i-:, Mcra-gctcpc, Turco 2., Talicier, Sans-Souci, Ida e no pareo Inicio o animal
Ut'guenoie.
Os parece Imprensa e Estimulo nao contarSo victoria.
A ioacripcSo d> p...oo Prado Pernambuco de 100$000 e s se realisar,
8 for Bierptoa e corram 5 animaes de 3 propri- tarioa diSerentea.
A inscripcao encerrar sa ha terca lena 6 de Setembro s 6 horas da tarde
ES secretaria do Prade Pern mbucano ra da I nperatria n. 26, 1 andar.
Secretaria do Prado Pernambucano 21 de Seta oro de 1893.
O SECRETARIO,
6
7.
esa S. fioiivi&.
Innai dadedo Divino Espi-
rito Sa Recife
lies c ral
BLElt A .
Nao .-e t par se proceder a eltico p-ra o cargo de prc-
(i o patrie o, i fo coovuo a lo.'' s
os caribSBOs ir m Soa a .' c.
cenis io, do.":no, 2i do cor.-e~.te!, as \1 iir-
as co i'a, aicx dea : i L r re-
C rio i (i Da ii a do Div;-'~ Es .. .o
San Re I .Si ie S bode 1893.
C m ci ta o i ii c i. ,
El jais,Antoni all .- Si'
Cora panilla A.mphi-
trite
r aformHrde coi
'.di a 10 a c -
3t0.
; i odeotea sao (
t
2 do Co icou, ao
I DO r o '
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US L o
ac a b no anas ] o par
COCu 0 I I i.
Becit, 16 de Sel
1 i Grifti b
L.r toi secrc
Pea rio B~-o Jess n. li, 2- andar,
id^m u. 29.
la. o. 8.
Pea d; Domia.o3 Jj^ Martius n. 132, e 2-
r-n-a-
I i n. 134 1- e2- andar.
M-ra d. i6.
Ri a a L-!'a n. 2.
i'ec^o da- Boias n. 52.
I*'m d. 2*, 1- e 2- andar.
Mero n. 50.
hoa Vigario Tenorio n. 22.
dem n. 2.'.
loe u. 27, lo a.
' D rrc'o de Menize.s n. 5.
"e-. n. 10.
I it-m n. 12.
t;.:a DatiQfcoj Tlieoonio n. 3i.
I tai i'. 38.
Pi,;i <-o Pnn-o' n. 80.
Beeco do Abrtu d. 80.
L'irg da pae bisa n. 16.
F-eg8-si de Santo Antonio
. 1 rador o.8l, andar.
Pu. das L 'i ai a. 17-
IL rSj d V tona n. 41.
Roa M"(,n z d t 1 o. 9.
I.-1, d. 15.
1 ca n II.
v orte del ma n. S6.
Frepoeila f"e ?. Jos
Roa Ircpc 1 .153.
D. <1'21.
. G3.
38.
Ku. de San Ihi resa n. 4.
\ \> n n S.
1 m n. 7.
lio 1 '8.
......?i.
Ri i a V)T{5o n. 7.
. Vi.^; di N reiroa n. 94.
Pe n. ii.
B co da? Can n 5.
. Boa Vi-at
Ri la Veloa n 44.
ede d v nq r 1 Ci.
i- .i : r. 3
hoa v ted a. 25.
n 58.
Becco t : e Wisericordii
t o Recife
Santo Antonio
Sobrado a ra do Livramento n. 28.com
3 motroi e 30 oentimetros de largura, 18
jetroe e 60 centmetros to fundo, 2 salsa,
i quarto, aotSo, avaliada em 8:000S000
pertencent* a Antonio Joaquina de Ame-
nm CarvalKo.
Caat> i ra do major Agostinho Beaer
ra n. 2, com porta e janella, 4 metros e
oentimetre* de frente, 7 metros e 75
oentimetros de fondo, 2 salas, 1 quarto,
oosinha fra avaliada em leOOO'OOO per
tenoeate a Jovina Mara Rodrigues o
aeeiwrato
Reoife
Casa a roa de S. Jorge n. 39, com
porta e janella, 4 metros e 70 cntimo
tros de largura, 13 metros e 40 centime
tro* de fondos, 2 salas, 2 quartos, cosinha
tifa, quintal murado oom portfto para a
raa do Pharol, avaliada em 1.0005000,
pertencante a Mathilde Tellas de Bar-
roa Corroa.
S. Jos
Caca a roa do padre Monis n. 14, oom
porta e janella, 3 metro* e 20 centme-
tro de frente, 6 metroB e 90 centmetros
de fondo, 2 aalas, 1 qaarto, ooaioha e
quintal murado, avahada em 000000 per-
cncente a Alezundre Rodrigues de Al-
meida.
Casa a roa Imperial n 284, com 2 por-
tas de frente t>m caizS qu ntal em aber
to, terreno foreiro, com 4 metros de fren-
te, 14 metros e 60 centmetros de fuodo,
avaliada em SuOjtOOO pertenceete a Fir-
mino Antonio Rodrigues.
Casa a roa Imperial n 284 A, com 2
salas, 3 quartos, cosinha fra, quintal mu-
rado, no pavimento terree, e no superior,
2 salas, 1 gabinete, 3 quartos, eosicha
fra, terreno proprio, 6 metros e 90 cen-
tmetros de largura e 21 metros e 80 cen-
tmetro- de fundo avaliada em 6.0000000
pertencente a Carlos Jos de Araojo.
Afogados
Caca de taipa n. 5 Da traveBsa dos Re-
medios, com 2 janilias e 1 porta, 2 salas,
2 quartoB, cosinha lre, quintal murado e
cacimba, mediado 4 metros e 80 centme-
tros de trente, 11 metros e 40 centmetros
de fundo, avaliada em 1.2000000, perten
cente a Jesuino de Albuqoerque Mello.
Casa de taipa n. 2 A, na estrada do
Gequi a JabontSo, cddi porta e janella,
2 salas, 1 quarto, c sinha dentro, terreno
torero, cercado com portas de madeira,
mediedo 4 metros de frente, e 10 ditos e
80 centmetros de fondo, avaliadu em...
lOfSOCO, a qual pertence a Jos Soriano
de Souza
Casa n. 15 na Estrada Real da Torre,
de taipa, cum porta e janella, 2 salas, 2
qu.-rtus, cosinha dentro, quintal em ab r
to, terrena foreiro, me ndo 3 metros de
frente, 8 ditos e 20 centmetros de fundo
tvkliada em 2500000, pert nce a Ignacio
de Aaais.
Recife, 14 de Setembro de 1893.
O solicitador interino da fasenda.
Faustino Jos da Fonseca.
Para paasag ns, freles e eocommeodas tra-
ta-as com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6Ba a*i Co ro6
______________Io andar
iiil Hail ton Pacttot m
O paquete Trent
Commandante W* H. Milner
MARTIMOS
p *
rbyGlubde
namb
er-
r a -'' deata s le, emi
1 i
' j noel Peifira de ac-
Z '- 5" S BD I BD i'tOO o
y. oo 6- i i: da
g Derl y CI ;b ue Peroambnco, 19
i o de 1893.0 eratario
loi ii Digno d -i Silva.
Sr.::'r. Casa de tsericordia
do Recife
D- o em da Iilm;. ju ita administrativa dea'2
Sama u-a ae declira o* senhores inqoihnoa
d03 pre ios constant^o da no'a abaixo, qoe, ae
u compareeereaa demro de qoinie das Impro-
B para renjvsjo dos respectivos coo-
trato-1, coolor re j or dnas vezes lorans con'i-
dado?, s-1 o anedaoie..t) dos ditos predios
levad praca, (2 ECsao d. ;_;.-_.. U
ion la.
Oapeeodentss deverao ente ider-s^ coma
ctirii i jo de predica, i roa do Bom Jesas nu
m roa 11 19.
Secretaria da Santa Casa de Mi.ericordia do
Recife 1 de Saeibro de 1893.
0 escrivao,
Joa Honorio B de Menezes.
Fregoexia do Becile
Iraversa da Madre de Deus n. 2
laeui n. 8
Ba > Amorim n. 23
dem n. 84.
dem o. 26.
dem n. 45.
Iuetn n. 47.
dem o. 60.
Ideo n 62.
dem S Jorge o. 73.
dem o 30.
Irtpm n. 104.
luem n. 108.
dem n. f6.
pa e bolacha
. i \an' d< '.3 Ctsa de JMserirordia.
e recebe propostas
.i ^.t.io d< pSo ( bolacha ats diversos
i Jurante o trimes
tre de Ootobro Dexenib.o.
ee: apresenladas em
[echadas, devl Ote s liadas, decla-
oa propone r, i resejettaja ancua
de 5 0/0 sobra o valor do forneclmeato,
le tres i "" comparecerem a
'. a p-.ra as^ignar es respectivos
contratos.
g< aria da Santa """ '"Misericordia do
Re ile, 21 fe Setembro de 1893.
O senvao
Jo I B B, "c Menezes.
Irma ..^cie do Senhor Bom
Je>us uas Dores
L~ c dem oa tde6a reKertura desla veperavel
i,, aodade, pelo ^i irutt f qijefoium e.eiloa p-ra a administracSo
d 1893 a 1894 a compare*.erem em nossa igre
?go 24 do corrate, ^ 9 horas da ma-
nb. dr eonformldsde c m o ntsao comproaiato,
para p^sse da nova mesa rege lora.
Consisiuriu da irmandade, 21 de Setembro de
1893.
O secretario
Maooil AlvfS da Silva Pinto.
VenerLivel contraria de San-
ta Rita de Cassia
De ordtm loeoaaelho administrativo dessa
veneravel eoofrar co ivMo a todos os nossos
carissiroos irn i corrpirecerem em o nosso
c< nsisiorlo, S; 10 < oras da mucha de domirgo
24 dj correte, para em sessao do collegio re-
pTsntativo proceder a eleigao de aobre-
pedor, secretario e uniros cargos vagos no actual
conselbo.
Consistorio, 21 de Seiembro de 1893.
M- S. Costa Jonior
Servindo de secretario.
. r
r
Juizo dos Feitos da
Fazeoda
Eserho Torres Bandeira
No ia f5 do correte, depois da au-
diencia, rSo a praya por venda, os pre-
dios a: aiao declarados, peahorados, por
iocucIo da Feenda.
Companhia de Navegado Ca-
rioca
O paquete Cometa
Commandante Daniel Ogg
- Segoe no da 23 do crente
. $ directamente p-.r j o Para
Para o resto aa carga e eucommendas tra'.a-se
cem os
AGENTES
Pereira Carneiro & C!.
6EUA DO CMMERCIO6
i andar
Co penhia M. Stoiflins ffl, Lioe
O vapor allemo
Cataaia
E' esperado de N-w-Yjrk at
o d:a 25 do correte r.vgaindo
depois da demora do costume
wra
ataaia, tio Para earea. rass^gen?, eo cmmeaaas e dinhei
ro a frete trata-se com os
AGENTAS
-ereira Garneiro & C.
6-RUA DO C3MMERCI0-6
1. andar
Companha BaSiiaaa deNavega-
$ a \apor
-xiacei, Villa Nova, penedo, Aracaj, Es-
tancia e Baha
O VAPOR
Mrquez de Caxias
Commandante Julio de Lacerda
E' esperado
do portn cima
at o da 3 de
Setembro regres-
ando para os
meemos depois da de mora do costme.
Para carga, pa.^sa^ens encommendas e dinhei-
ro a (rete, trata se com o
AGENTE
Pedro Oso io de Cerqu^ira
Ra do Vigario n. 17
Io andar
aJo\d Braziieiro
PORTOS DO NORTE
O paqaete
S. Salvador
Commandante Joo Mara Pessoa
, .:"'-:7>''- E' ef er^do do= porlos do
norte ateo ola SS de Se-
tenbro segoiodo depois
da demora do costume para
Macei, Baha e Victoria
As encom.. endas serao recebidasst 1 hora
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
oo Urge do Corpo Santo o. 11.
Aos Sra. carregadores pedimos a soa attencio
para a claosola 10* dos conheciuientos qoe :
No ca?o de baver i lgoma reclamacSo contra a
companbia, por avaria oo perda, deve ser leita
por eacripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres dias depois de rinali-
aada.
Nao procedendo esta formalidade, a compa-
nbia fica iseata de toda a reBpoDsabilidade.
E' esperado da Eu-opa at
o dia 13 de So embro se-
goiodo dt-poia da demera
necessana para
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue-
noB-Ayre
Para carga, passagens encommendas e di-
ineiro a frete : trata-se com os AGENTES.
O paquete Tamar
Commandante T. K. Ezham
E' esperado dos
portos do sol at
o da *6 iie Se-
tembro 8egoind
depois da demora
necessaria para
S. Vicente, Las Palmas, Lisboa, Vigo e
Sontamphtoa
N. B.Previae-se aos Srs. recebedores de
mercadorias, que a Companbia Mala Real Ingie-
ra, cootractoo com aGeneral Steam Navigation
Companvom servicode vapores semaoaesqoe,
partindo de Bordeaos,' ogoac, Cbareot, etc, de-
vem cegar a Sootbampton a lempo de baldea
rem as cargas destinadas America do Sol,
para os vapores desta companbia.
Redcelo nos precos das passagens
Ida Ua < volta
A Lisboa 1 classe i 20 30
A'Sonthampton 1* clas a 28 4 42
Camarotes reservados para os pasaageuroa de
Peroambnco.
Para passagens, fretes. encommendas, *rata-w
com os
AGENTES
amorim Irmo** & C.
K. 3Rna do B-^m JamaN. 3
Mala M Fortngneza
O paquete portugus_______
M alange
E' esperado de
Lisboa at o dia
*S de Seteanro
iegoirdo depois
da.demora neces-
saria para
Bhhia, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens e valores : trata-se com
os AGENTES.
O paquete portugus
Loanda
E' esperado do
sol at o dia S9
de Setembro se-
ir..*r~ gninda depn,? de
pequea demora para
S. Vicente, Madeira e Lis-
boa
Para carga, pasaa^ecs, encommendas
eteiro a frete, trata-se r-m os
AGSiTES
GHARCERS RtfNIS
Companbia Fraincexa
OE
Xavega^iiii a vapor
Lioha regalar entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
Vapor Santa F
Commandante Panchvre
E' eaperrdo da
lea G-Mide ai o
da t do cor-
r nie sepofodo
depois da indis
pecsavel demora par
Baha, Rio de Janeiro e Santo$
Recebe carga, encommendas e pass-geires
para os quaes tem exolleules accominodacOej a
tratar con o AGENTE.
Pacific Slean Navigation Com-
STRAITS OF MAGELLAN LINE
O piquete Orcaaa
E' esperado dos portos do so
at o da 9 de Setembro se-
U/Ddc depois da necessaria de-
mor para Liverpool com escala por
Lisboa, Bordeaux e PSymontb
Para carga, passagens encommendas e dinhei
ro a frete trata se com os
/GENTES
Wilson, Si'as t, Limited
10RA DO COMMEROIO-10
1.
LEILOES
t
Francisco d AbkI tonrilvea
Pe un
Mari Doa Silvaua Vipjra Peona, Aoto-
nin Gonculves Pdnna. Vendimio da Silvel-
ra Guocalves PcDDa e .-eos Jilhos, pgrade-
cem du ioiimo d'aima a todas a pessoas
qne se di^n^ram de :companbar os reatos mor-
ttaa de seo pesado marido, pai, eogro e aio a
ultima morada e lontidam a todos os parer.tes e
amigos do i nado para assistlrem as mlssas do
7* da 'roe minitam celenrar na matriz da Boa-
Vista, de 7 horas da manh d< dia 25 do corren-
le pelo qn < mi* m aprarfp.irioa.
t
francisco Jo siorc
Coustancia L-opjloina Soares, ma-
drasta, h 'o, si.gra, trmaos, conhados
e (U'ihariae, agradecem a todos os pa-
rente8 e toiava qoe se d'gnaram a
acoiupioh^r ua olllma morada os
res'oa mortaes de *eu sra-pre limbrado esposo,
Praocieco Jote Soar.s ; de novo coiividam
para a.j.-is;ii> uj ns rui.-s s que inandam rezar no
convente de s Francisco, aa 7 bo'as do ia 25
do crreme mez ; desde j se confessam gratos
a toda> as pessoas qoe comparecer a este acto
de cr"i"'p.
c>r. n ti i.u.z. de i>u .. i liOpe
Af .. oc Paula L | --. .-cl,- Albos
e georo agr ectm do intimo d'ai-
ma a todas as pessoa que se dig-
naran] aompanbar os remos mor-
t' 3 de seu prtzaJo espeso, pai e
segro oltinoa morada ; e de novo
ron.idam a todo- O parentes e
amigos do finado para assitirem as mismas do
stimo da qo- mandam celebrar as igrejas
mariz da B a Viia. 4s 8 horos. e matriz de S*
Pedro em Olirda, ia 7 no'as do dia 22 do cor-
renl riel- qnp se pn-fe'ppm aj?r 'dei-irtou
t
Pereira
Careelro
1G.
6 RA DO COMMERCIO -
Io andar
Cipl PlIlilIBHM
m
PORTOS DO SUL
amandar e fiie Formoso
paquete
Commar:d.ute Labato
Leilo
De 100 caixas com
descarregadas do
batatas francezaB
tCorrientes.
vapor fc.
Hoje
As 11 horas
agente Pinto
Junto a gnarda-moria da Alfandega
Agente .'estaa
Leilau definitivo
Do bom sobrad-rha de um andar e ao-
tSo com baatantee com~:odoa p-.-.ra familia,
bom quintal, terreno proprio, ao becco de
Santo Amaro n. 16, freguezia de Santo
Antonio, rendendo 455 mdcaavs, e servin
do ce base a offerta d 4:10?$ do Sr.
Frcncisco Gairr-uraes pe a qunl ser en-
tregue se d3o apparecer qaeio mas de.
Sabkd) 25 !o corren'e
A's i 2 hars
armuzem a travess: do Corpo
Santn 27
Marmullo iii.Hm Fi
Juiquim Mooieiro da Cu Juai'>r, Jos
Feroaues de Salles. Jor^e L z Ferreira
Gomes da Silva e soas familias, sobrinhos
da fallecida Harta Emilia Frrreira, man-
dara rezir misas no dia 22 do crrante, stimo
do seo fallecimi-Dto. s 7 bo^as da manh na
igreja deS. Pedro en Olinda. Convic-am os seus
prenles e am go para assis'irem ao mesmo
acto, anteripando os veo ae*aderimentos.
D. Hari-nna Emilia Ferreira
Uanoel Anlooio Ferreira Gomes, sua
mulher, Bih33, eenro, oras e netos,
mandam rezr orna roi*sa no dia 22 do
correte, s 8 horas da manh, na capella
de Belem, stimo dia da more de sua irmS,
conbada e ta, D. Mananna Emilia Ferreira. Fi-
cam desde j pen^orados aquellas pessoas que
C" parpeer.-m v p='p carino a''
t
f|
Anioniu BumM d Mil%u iiiao
A VlV.:, ti: DO.-, I! ll'DlJ'.. Vi, ladOS 0
sobrir.b s de Amonio Ra los da Silva
Gosmao, convidam to ios os pareotes e
amii/os as-isirr o as mitras qoe por
soa alma maadam celeorar n^ matriz de S.
Jjs, SHxa fera 22 de correnie, stimo dia do
ppn fallTitie-t i, 8 hor da staabi
t
No

eil
o
Dj mcvir, pianos, qusdrcs, porcelena,
loui,. ;'.''- e lectro piste
Tere, -f 26 do corieate
i'sllkns
No 2". andar do s-brado ra da Impe-
ra'ris n. 35
CONSTANDO
De 1 mobi'ia de uogao a mcd:'.!h3o com
12 cadeiras i g ic 4
90, 1 so t
, 2 consoioa cu peoras,
i
bra-
qua
P>
de Blo .: i, 1 estanve ',tra
1 c 1 .'.. liro be
4 jarros, 2 es
inimbu'
o-
do
dros, 1
msica, 1 c ib ,
Carrada 1 grnde alcatifa
para forro, 1 cama ae jaoar nd :ar^ casa',
1 mosqneteir', 1 ginr^a vestidos, 1 com
mota, 1 ulett, i lavatorio, 1 guaro j -
d? porce'.::::> p r- o mes ,2 esc rradei
r b, 2|arro8, 1 espelho, 1 cama de ama-
relte p ra ( a', l cama p r menino, 1
jarra e baca, 1 m elaatca, 1 guare:
Iou^i, 1 guarda comida, ~ upa/aaorea, \'
cadeira de j .. 6 d>ts rao 4
qusdroe, 1 a rqaca 1 re gio de parede,
diversis ei tea ira ilet, louc'.s
itco,
p c '
'
para
por-
Segne no dia *8 de Se-
^'&- temtvo, re:'. .
N Recebe cs-fra, encorr-
.--.._ 111 lii.as, passagt bs e
jheiros \ frete. at as 4 horas da tardo
dia 22.
E8CRD7T0RI0
Ao Caes da Cor,i nanhia Pernambucar.a
n. 12
Ccsipaaha Pernambucdnade Sa-
fega^ii
PORTOS DO NORTE
Parhyla, Natal, Maco. Mossor, Ara-
caty e Cear
O paquete
S. Francisco
Commandante Estoves
Seguir para os por-
tos cima no dia 2C
do correnie a 4 bo.
ras da.'ar. e.
Recebe carga, encommendas. passagens e d'-
oheiros fretej al 1 hora lia tarde de dia
26.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernzmhucana,
n. 12
O vapor Ganaras
Commandante Doret
E' esoerado dos portos da Eu-
ropa at o da SO de Setembro
segninao depois da demora lo
d'spensavel para
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
ESTE VaPOR"ENTRARA'NO
PORT>
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta liaba, queiram apresentar dentro
de 6 das, acontar do da descarga das al?aren
gas qoalquer reclamajao concernente a Tolnmes
qoe porventura tenbam seguido para os portos
do sol. aQm de se poderem dar a lempo as pro-
videncias Decessarias.
Expirado o referido prazo a companbia nao se
responsabllisa por extravio?.
Rebebe carga, ercommendas passageiros para
os qcaea tem excelleates accommodaefies.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete traa se com o
AGhNTE
Ajiguste Labille
9HUA DO COMMERCIO-9
ce'ana, copos, ca,:: s, apara vinho,
falherc:, c '.l a, !.C o 1 -'-j ?,
crlheres, 1 1. ~ patacosinh' e muitcs ob-
i
O ag 'Jsalo a toris fa. le
dea o j jt : mi n: ion id ..
Precisa-sede u mi par coDrinfcar e
mais servij ii ... tamil 1 om criado
de idade de 10 12 El Pi B
n. 68.
TitoHtg-ajd Hiraala eus. harmoau ,iia
no e ca .1 .
EDAD GERVASIO PIRES N. 83
Yemem se qaalro :m 101
compjit-m acim-'' d" 50 pipa
ria Madre ;;e Dees n. 10.
tantes l nei que
: a tratar na ra
A'aa-:? oaii casa caiaaa e pinu ;a q
novo, na t-avs?a do Poiibal Q. 4, oom 3 doa--
to^. 2 b las e 1 ilea, c minha com cacimba : a
i-' m ma la- : j B > a io n 29 hotel.
Vende-t* urna c- rujji
q^iiro ho ; na Ca ung?,
mero 9.
ujva, jij^udc-, para
pa BO da rrc'.riz nu-
Vende-so umajuita de bois, grandes e
bem ma soj ; ca Gapooga, piteo da matriz nu-
mero 9.
Ama ae cosnha ; preci?a se de urna ra
deSamj Ria n. 1. sobrano.
Pieclsa su e om Pjli cosioheiro ou cos
nheira, e de om copeiro ; a tratar na ra da
Cadeia n. 35.
Preci:a-se ae am menino de 8 3 10 annos
de idade, pa'a criado cu caixeiro, na ma Toom
de Sooza o. 10, qoe d fiador desoacondocta.
Criado
Precisa ~e de nm criao ; ca ra Deque de
Caxias D. 86.
Caixeiro
Precisa-se de nm caixei-o com pratica de
mol hados; a tratar na ra :e S. Jorge n. 92.
A o commercio
Francisco Pereira da Silva Res participa ao
corpo commercial qoe nesta data comproo ao
Sr. Haooel Gomes da Confia o sen estabeleci-
mento de molhados sito a roa de Santo Amaro
n. 8, livre e desembaragado de lodo e qualqner
onos. Recife, 18 le Setembro de 1893.
l.ii/. de i"-.iii h. Lupeii
n Dr. M. de Siqueira e ata mulher man-
dam rezar orna missa p.ir alma do aeu
rndalo e irmSo, ss 7 horas da m nha do
iiia 22 do rcrenta, na Igreja de S. Pedro,
em Oiind<.___________ _______
I ..r~3!5i7Sr7r-ni.-";--..... JZZ
t
Ama
Precisa se de orna ama para cosinfiar
roa na mperatriz o. 41, padaria.
n:2
/i/7
Precisa se de jr a
bem osiahar, arj>'.'
ma da Imperni. "..
Ama
Precisa se de orna ama para cesinrtar e en-
coma.a-. pura doas pessoa-} ; na :u: Direita n.
30, i andir.
Amas
Precisa-se de rias amas, urna de mria idade,
pi'ra i-.;mp-;;r e cosinhar, e ostra para andsr
oro dona neniaos ; na rea da Imperatrfs n. 24,
pnmei'o anw.
ma de leite
Ni Capnnea, roa Joaqiim Naboco n. 6
I >B4-6e de uina ama de leile.
Ama
Precisa Be d orna ama para cosiobar; na ra
T:!'" 1/ : -'. ii. '7.
-raa de leile
Puga-es 20/000 por mez, (que nao t :.ga me-
nino) ; tratar na ru^ ca Sauta Crcz r. 8, Boa
Visia.__________________________________
aixeiro
Precisase de nm rapaz com :r;ttica de mo-
load i padaria ; tratar em Jaluatao com
Jt;iq,i.i Ja Siva Cruz.
Ca
xeiro
Precisa-se de vrr men no com prara de mo-
Ih-i.los, de dr.'de de 12 i 14 annos, q e de co-
Dbecimento ma conducta : na roa a CapilSo
i. !. i5, Santo Av aro as Salinas.
Cosioheira
Para casa ce cm esiroogiiro solteiro precisa-
se de ma ooa co.-ii>heir t^r n^ ru.i Oo B.> a Jr>u.-' n. 50.
M<
ovis austracos
Aciba de the>.ar
ao armazc-m importador
ra do WL.-qu.J de Olicda o. i, cm cempieto
sortlmeoto s novei. anstriacoa de todas as
cores, qualidades e pejes q.e nuito devem
a- iadar aos pre'.endeptcs de te? anigos. /ssim
como avisa a tod03 os teas freguezes que Ihe
tizenm ei.c mmentas, s qoaes esto a sua dis-
nosicSo, e pene sos nesmos que nao demorem
em mandar procuril-as, afim de se l:quidar as
mesmaa.
Escada
N. 43 500
Pede s^ oo Sr Hermogeoes Sancho, da eidade
daEfcada.o avor demandar on vir l'qnidar
aquelle negoi'inbo qae fazem tres annes na
roa No'an. 16.
Olind
a
Alugase urna cas nos
Milagres n. 31 com commo-
dos para familia regal r, e
deitanco os tundos para o
mar toJa reedificada de
novo, caiada e pintada,
quem quizer pode ir vel-a,
e a tratar na ladeira da Ri-
bera n. 28.
Aluga-se
A casa n. 34 rna da Amizade. (Oponga),
cem poucoa commodos; a tralar na ra Direita
n. 45, sobrar"o. __________________
Greve dos charuteiros
Esta rlasse n uni se bontem 19 do correte,
e em vista da calamidade q ie existe i a epocba
acinal de alterajSo dos precos dos gneros, pe
du o aonmento de C0O/0 em sen salario, o ejue taleza do Buraco, oo na Prar;a da Indi pendencia
foi acceiio pelos patroes, atiendeodo estes as n. 25, toja ce chapeo, e que durma em casa do
justas razOes demonstradas. 'seopatrao.
Criado ecanoeiro
Precisa-ee de um criado com pralica de ca-
noeiro a tratar cim o capitao Cardim, Da for-


^

.
i
u/i *'

ILEBlVEL
1 .


riario de Pe. ara buco Sexta-feira 22 de Setembro de <893
,>
i
'
VINHO de EXTRACTO de FIGA DO de BACALHAO
A NOV4-YORK
Ver.de-36
em tote as jr!nclpas Phar maclas
Drogaras.
Deposite geral
PAKIZ
21, Faubourg Montmartre, 21 >
O VINHO de Extracto de Figado de Bacalhao, preparado pelo Snr. GHEVRIER, Pharmaceutico de lr" classe,
em Pariz, possne ao mesmo tempo os principios actives do Olee de Fisrado de Bacalbao e as propriedades therapeuticas dos
preparados alcoolicos. E' precioso para as pessoas cujo estomago no pode supportar as susbstancias graxas. O seu effeito,
como o do Olea de Fisads de Tacalhao, Boberano contra as Escrfulas, Rachitismo, Anemia, Chlorose,
Bronchite e todas as Molestias do Peito.
y IN Hfl de EXTRACTO BM D 0 qe BACALHAO C R EQSOTADO
21,
Deposito geraV :
PARIZ
Faubourg Montmartre, 21
Vende-se
em todas as principis Pbarmaclis
t Drogaras.
A CREOSOTE de FAIA suspende o trabalho destruidor da Tsica pultiionar, porque diniinue a expectoracc
desperta o aurjetite, faz, cessar a L'bre, supprime os suores. Os seus effeitos combinados com os do Oleo de Figado de Bacalhao,
azem do VINHO de Extracto de Figado de Bacalhao Creosotado, de GHEVRIER, o remedio por
excedencia contra a TISRDA declarada ou imminsnte.
iMP.lv1- "*
i as PEROLAS
D'ESSENCIA ly fil JET El '' ;m dentro de alguns S
DE TEramiU" t bLCIfl S\V9 minutos as man olorosas =
evra/gias, que sejain ellas de cabala, dos membros ou de qualquer outra parte do corpo.
; Nunca de mni* o recommendal-as aos doentes que soffrem d'essas crueis aeccoes.
S Para actuar bem a Essencia de Tcrebinthina deve ser perfeitamente rectificada. *
fijite a Amcnatura de Ci.lSR TAX sobra o rotulo do tidttt de Perolai di Essencia de miVllMn
= En park, 19, rea jacos casa l. FRERE A. CHARIPIGKY e Cu, succ- -, na Jacob, PARE 5
A VARBJO EM QUASI TODAS AS PHARMACIAS DR TODOS OS PAIZBS
.iK.iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiHniiiiiiiiiiiiiiiiiKiiijnnsMiiiiiiiiiiiiiiiic
MEDIC-A-O-A-O AWALG-ESIC^.
___.
SOLUQAO EJDOMPRESSOS
EXALGINA de BLA*T
A11
ENXAQUECAS ? CHOREA
A
DORES

DENTARIAS, MUSCULARES,
( UTERINAS, RHEUIV1ATISM03,
0 mais activo, inoffensioo e poderoso medicamento
CONTA A. E30X.
O **** 40, =ixe Bonaparte, ^O
9
9
%
9
9
?
9
9
. ><
Vendem-st em Peraambuco na CSBPAKHU de CMOilS e PBOiDCTOS CHIH1C0S o as principis phamadaae drogarias.
ABA0-I0DAD0 (SESo)
SI-A.1^0->! de
J. s
O IODO, combtsado com os Buceos das plantas an'.tsco-butlcu,
presta s Cr;ancaa doantoa os mais relevante!' servidos, para cora-
bater Glndula* rio jese*po Rarnitiam PatliOtW
x Xnvorgltttmento* euerofulOMO 2Zclestia a
\ & PaH* Cfa3Xa* Iac*e** etc-
--u '-'prjferlve: aos leos de fl-
* jrart^dj b. ndeser-
iu Saldlflcanta. tamben 6
doparotlve enerKico.
USii.il UH.VM WiOl'OT V i'BiB10.
:,'.
ri
PM R*
iS
11
.^^^mma^h^o
-"
ora ceria em i das son ostro medica
PAB.I8 7, Boulcrard I>cua), 7 AlliS
>SitOS t>ui tul:- as pp rba^macias c Droaprip-.
> ^'*. .*
PUEVINAM-SE COM AS IMITAQES
2finP!
IPlr de JLrrz
frescura e perfume i ncom p a r a v e is
perfumara oriza
de L. LEG3AND
tr&~ Inventor do Producto VERDADEIROe accreditado ORZAaOIL.
Place de la Madeleine, 1
X X
ACHA-SE EM TODAS AS CASAS DE CONFIANQA.

os
O GENEAU
Cavallos e VEalets
Suppressao do UtCt
DI FaiiuiCA
,.
E DA QUEDA DO PELLO
So eslo precioso Tpico ounlcoque
1 su t^l i le caustico ecura radicalmente
I em poneos das as manqueiras, uovas
antipas, as Torceduras, Contusocs.
i Tumores e Incbacoes das percas,
1 Eiparavo, Sobre-Cacnas, Fraqaeza c En-
i gorgltamento das pernis dos potros, etc., seno
'occaslouar uuuliuma cMaga, nom | mesmo Jurante o tratamunto.
Deposito em Pars : Pharnucii C3r^!^JE.A.TT
As VPRDADSIKAS AGUAS de
~*>-'l*
Sao as Fomei db Estado francez
A4ministra<;to : 8, BOULEVABD MOSTMARTRE, TARIS
CELESTINS, Aras as orinas, Doencas Ci Rexigi.
GRNDE-GRILLE.IolesjsdorijadoedoApparelboliiliPi.
HOPITAL, fioeacas do Estomago.
HAUTERIVE, Aileccoes do Estomago e do ipparelho orina o
Unas, cujo engtrraftment tlscalitado cor um fcortient&ntt
do atado.
Bej^Ojem Pernantuco; Sulzer ct Kirllo; A0;. Latilll
f as [rlaciiiii PUrsicis et Brcpai.
40 Annos de (xito
se:m: r i val
Os resultados extraordinario* que tem
obtido as diTersaa Aileccoes do
Peito, os Catarrbos, Broncbitis,
Molestias da Carpanta. Opttal- j
mia, etc., nao do logar a concurrencia.
A cura faz-se com a nido em 3 minutos, sem '
dor e sem cortar, nem ratp ir o -eit
Ra St-Honore. 275, e em todas as Pnarmacias.
ESPECFICOS
Or. lwiWrtfBys e leva York
p.m uso na da I raro "f^-
1 < .'ha'-
. .:Jo.
Ka CtKA
t, rifcnii. niiinsUii Iiinnni nr~n .....
I l l>r<-.- !
* 1AIUJ A
f*fc

*t
o*
2 J.
BRDEOS (FRANCA)
*# Dapos/Ioj m (idas as ranflas de ComeawrM. *fm
ffttttttttttttttttttttf
SUSPENSORIO UniLLERET
Elxstico. > ligadaria, pir vsrlcocele*. hydrocelea, etc. i
EzB-M o SmtTE doBTettor tmprtuoem cada tuaotntono.
IEOOHSDEC ,<^7S\
OPMtT*
Fabrcame di frindas!
r?ua EUtnno-Uarctl
n* 13. fl/n
PAMtlS
J3tliB3^-
S. !.. .; I
s. I).n !!.- aeca, ..... l;:.....
;n. p roloiiifdi "'.....
. r..., ;'- -:.. Eseassa ou tH-mo-

Bescini
l,e. hit. ..,, .
3. C-imi Tf>!-. I'.oiic.i.l
1!. llprs.es, Eri!|>ei5c9,F.rv!.lpela. ..........
i. Riiei i. .....
teraiittcnte.........
'.:. Uemsrrhoidas :..asoi
. ....
19. Oplubnl'iiin. 01h .y {;...it.:>: -'!' ''".........;
.Asura, 'ini "JI".-,,..........
& .-Mi'-nri.s.. i.
:. N. lOt
i4. i I evat, ou ph}j.i
- ii '--.....
S6. Kiijooflo <. i:. v^~
27. Molestias ounourtas, Clculos ou Feo
., mlnl
. '!.:._!..i:!i:, I "U Aphla _^ ;.-
Ctt lui-oaUseuciu. do Ouriaa.Ouriarseue,
Cuma ........................ .............
^.. le nutra Be esloresa. Prurito. -
*fol>tiln JuCotatiii.. allilim.'VB.etc..
ja Epy.-'n*ia,MalttuU'?o.Gottacoral. Bailede
s. \ \>.................... .............
31. D; I,, inia, ..irfranta.....
A5. C!oucP**ti-ef .'hroni'-aH. DordeCb5--..
r? ^j^nuldadesc o dvm
.JUiulica Mitci. nO* MNBSk
UNIC08 AGENTES
s?ra ?da em gress* eflt fe
aiftbae*
0 BELCGO LAMPADA
Ittaior no vi a!e Amer cana
Urna caixa contendo o re-
jlogio e seus perteuces lude
por
6S000
0 MOTOA CARBNICO
A autor economa p:ua escriptorio e
CB3'-s de fan.ilia.
011 05I0 TiZWk
GRAND Aer.KEigOAMr,NT.>, E
ECONMICO NO PBKC )
/.c a-te em exposi^ito os retratos ame-
ricanos a oleo e a creyn chegadoa peio
ultimo vrpor
NA
L ja ds Listras Azn^s
Gl -Rn liMjiie de Caxia.i-O
lgencia dos retratos e
artsos americanos
Licor depurativo vegetal lodado do me-
dico Quintella
Este notubilissinio depurante que vena
precedido de 5no grande fama, infallivel
na cura de loda as doencas syp.iilitieas,
escrofulosas, rheumalicas e depelle, co-
mo tumores, ulceras, dores reumticas,
osteocopas e nevralgicas, blenorragias
agudas e ebronicas cancros syphilitinos,
uflamma^Oes viceraes, d'olhos. ouvidos,
gargantas, intestinos, etc., e em todas as
molestias de pelle, simples ou diathericas,
assin como na alopecia ou queda do ca-
bello, e as doencas determinadas por sa-
luraco mercurial.
Do-se gratis folhetos onde se encon-
!ram aunierosas experiencias feitas com
e^le especifico nos hospitaes pblicos e
nuiles allestudos de mdicos e documen-
los particulares.
Faz-se descont em casa de
FAR1A SOBRINHO & C.
lina do Mrquez de Olinda n,
Ch pela G elho
40-'{na da Imperatriz^9
Naate coto e bem montado estabeleci-
mcuto de chapeos e arfeos concerneoteg
a res ge ce encontraro rs Exmas. fa-
milias e c ralhoi ob que nos quieerem
h nrai com suas visitas um completo sor-
timento das ultimas rrodas. como se-
jm:
Chapeos j ara sechorfs e meninos.
Ditos inglezes e allemaes para ho-
mena.
Capotas de phantasir. para senbora.
Flores, pausaros, fitas, gases, plumas,
p: r-saros e i igrettes.
Chapeos de feltro e castor.
Offlclna
Para concert de chapeos de se'horas
e Lmeos.
Nao lasemos reclame: para nossos pre-
ces, pcis podemos garantir qae os fre-
gnezes que, pela pnmeira vez entrar em
rossa eetabeleoimeuto rSo bhe sem faier
negocio atteoto as boas condicSes das
oessas transares commerciaes.
Coelho & Femandes
4>-Em di Imperatriz -9
Oarives oceu-
lsta
Tbeodoro Jone n moa de Helio
Es'.abeleckJo com officina de oori?es a roa
das LaraDgeiras n. I, avisa aos seus frenoeie
e ao re8peltavel pnbco, que maDlm officla
babilitadissimog para execocao de qoalqoa
trabalbo coBcerneote eua arte, especlalmeDts
IcravasOeg para brilbaates. ocolos, pencinei, mo-
nculos, etc.
Doora-se, prateia se qoalqoer metal, concer-
tos em leqoes de malreperola ou outra qualqoe
especie, garantindo pr>cos mdicos.
Bia das Larangeiras o. I
Gcmpanhia de Seguros de Yida N?w-York Ufe Insurance Co > p ?'j
Fondada em 1845
48 annos de prosp*ridade, aotonsada a fancotonar no Brasil por decreto n.
9503 de 3 de Oatubro de 1883.
Deposito no Thesouro Nacional Rs. 200:000^000
a companIaova-york
que emitte a plice tanto em ouro cono em papel, tem pago s vi uvas, orphSos e
erdeiros dos segurados n'este paz mais de des mil cestos de reis di rante 10 aanos
em que tem fauccionado no Brasil.
Escriptorio Central
31Ra do Hospicio31
RIO DE JANEIRO
R. I. Kisman Benjamin
Gerente
~ ,-------)#(--------
Succursal Central dos JBstadts co Norte em
Pernambuco
Estados de Amazonas, Para, Mar&nhao, Piwuhy, Cear Rio Grande do Norte,
Parahyba do Norte, Percambuco. Alagoas, Sergipe, Babia e Espirito-Santo.
36Ra do Mrquez de Olinda36
|. andar Pernimbuc
Dr. Antonio Molinari Laurin
Gerente
Sul 2.* Gerente da Succursal da Bnhia, Dr. Jo3i Cancio Peroira Soores. de
Gerente da Succursal de Para e AmazonasBraz Brandi.
Fabrica Ca-
i
&* ti,\ H !*,!>( ti-,
m
carwiso a
Ra Baro do IViumpho ns. 100 a i 04 o r*?a
doVisconde de Itaparica ns. 22
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavailos dos melhor i Ebrt t
CALDEIBAS maftitabalarefl para 4, 6 e 8 cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melhoreo do mercado.
TAIXaS do ferro batido cravadas caldeadas, fundido de toJ. a os Insanho".
BODAS D'AGUA para oubos do maaena e todas de ferro.
BODAS DENTADAS do espora e figularas de diven >s ti m
CB'VACOES duplas e c ; s de fcrr BOMBAS DE BEPUChu sem sola, vlvula de br re.
CHUMACEIRAS parafuaos e o mais que se jdb?i de;. ja:
;.s de ferro e Obrad Publicas.
FAZEM E CONCEBTAM toda e qualquer peca da macMusmo tanto ia c~-
zndido como batido-
EN 'ARREGAM SE de mandar vir dn Europa por c tdnte .
,cmm8sSo rasoavel, qnalquar machinisnuo a COtTT ACTA os para
M| para fabricar Je 100 a 300 sacos do asauear ;m "M dona.
Obrigam-ae a montagem dos meemos e re3pon8f.h'':"''v,'"^ palo bnm trabafb.
0 que tem nm hbil ogenbeiro '.njlea muito Dratict, alm de dos ui : .\z~ i
tmabbre hoiro.
xias
Em consecuencia do
proco elevadissimo do
u^o e fechamento dos
portos, vmonos na nc-
cessidadede subir #)00
em milheiro de nossos
cigarros principiar de
boje.
Este augmento em
preco temporario e
desapparecer logo que
deixe de liaver a causa
que o motivou.
Kecfe, 2 de Setem-
bro del 803.
Azevedo A C,
Criado
Precifa-se rt u cria i pira caa re ramilla:
- Da 'na Dugoe i e C^xuis n. 8i, luja.
Trufessra
i pessoa bahiifteria. offTecp-'e pq fisi-
tior a piaaa e xablbu dj anuida em a'pwn ea
gendo. t'O cn.io ser procurada na roa da s-
i n. ).
^gri menso r
0 \' RIMENSOH J F EILION I E EALMKfDA,
titulado pela Encola Palyecboie?rtd i i iF
ral, prote ?e a fj-'ei" dt-rnarocoef : :.
i- encia i< .1 ,>..va n 69, h" n ares.
Armaba >
Vondf sn cma honia armtcS''' e amarello,
envidr?c" roa t ......: n 58 \.
Aluga-se
A?1 a do largo fe S a Si ("'--' J
i'K (im qu'itro s>ala i cinco quar ? : l
ment terr eq a'e qoartos n '\ cem
Bgoa c gas ; trata-.e i. n t C ronel S55??ina
i. '-*' l\\.
' fhograpia
Prr li pi ja ir luboj :co; na
la d. 8.

i>eiro
i
N" < i -i n. q Entroncamento, preci-
a fi fianza e sua con-
.lU' i.
-;
rao icio
Contina a manter em seus depsitos complc' i ; 'Imenlo do utensilios para lavoura '-1"-
endo sempre por precos mdico? ;
MACHINAS A VAPOR de dilTerentes systerna3 e taiBanhos, de Robnson c outros fabri-
cantes, e de 2 a 12 cavallos.
CALDEIRAS A VAPOR multitubulares de Fletcher, para fonecionar con c fogo das for-
aalbas das tachas
CALDEIRAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para funecionar com bn^vo e lenha .
RODAS para agua.
BOMBAS de motuo-continuo.
MOENDAS e metas moeiidas. garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeada.-.
ARADOS de differentes systemas.
CRIVACOES para fornalhs.
MACHINAS para descarocar algodao de II a 30 serras com am e 'miW3t^dore
vontade dos agricultores.
Fazendo parte da direceo de sua fabrica o Sr. engenhero Augusto Clark, rantajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores, pelos seus trabalhos de montagem de gran le numero d'
Usinas funecionando neste tstado, incumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a produccao e
qualidades do assucar;
APPARELHOS e meios apparolhos de vacuo ,
DISTILLACOES completas para alcool e agurdente, a vapor e a fogo n, pira grar. les t
equenas fabricas.
52-RA BARAO DO TRTOMPH0-- -52

DB.3eGXD^3S
eiro
p
lh" v Q 57.
'idas d Cont ti S .
ro
Con; a ce .. nae vari a
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Que (I ate calctdas p I "
i asas B r... ;.;,..,
r?. i um zrande aortim Qto p a
rroazem '. i do'
amoirps nn roa da C-uz n. 18
H bpI Clrmentico ir : '
ao re? stbvei publico e qo< c mi l
zpro qce comy ia i. 3,
pr r-< ', i.;' '" "1
tterlal neo
p | ,p gos ]
qce os aaxil ralbro i
rao .?.' iaa o-c r t
too' pr. : os n-cito r
Pa^' el pintrdo
A L u i. Centn a : fc i
- ai el par i I da
Balas qaartos v- ..... '-;
I vi '' '> n'C1 'a "i!'!
: MA5 N. 2
Ramiro M. Costa i C.
a i
..
i esteran

V i fe na rja
. I C, ra
I -i) A'
,-e u. 9.
9 '?
Criado
--fe
44--RA BARA0 DO TRMPH0 44
Machinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas sem cravagao
Arados.
OLIVEIRA CAMPOS
21 Ra Io de Marco21
Acaoam de receber um variado e esplendoroso sortimento de fazendas fines
de apurado gosto, pelo que pedem s Ezms. familias e fregnezes a honra de urna
visita ao sen estabelecimento.
Taes sao:
Sedas brancas e de corea lisas e lavradas.
Cachemiras escooezas de seda e 12 e de pura 12.
Cortes de cachemira bordados, lindos deseohoe.
Satin ras, ricos gostos.
Toile fine rios desenhos.
Livantioe de ramagem.
V'llu 'o rnsso, lindas cores.
Chachemira com listras de seda.
Enzovaes para baptisado.
E urna infinidade de rticos qae torca-se impossivel enumeral-os.
VER PARA CRER
Prr.-i?a se de vm conoiro ae i h'ane^ de saa
cortlcc'a ; ra r;:a Uo2o n. 65.
Cimento
Ingtez em barricas de (50. 73 e 20 k! -.
GaKANTE-SE o rom exto
Prrc** "^ecirjconacs
Veodem
Cuimaraes & Valestte
4 e 6Lsrgo do Corpo Sa^tc4 6
Cal Virgen de
Jaguar;*be
Em barris para o fabric
de asquear vende a Compa-
nhia Exploradora da Pro-
ductos Calcreos.
Precpo 69000 por
barrica
Caes do Apollo n. 73
Fabrica de ge lo
Ajias e &-iDadas gasosas da
tedas as qualidades
Soda water, ginga-, ale, llmto, lar^a,. enra
cao, anacaxis, grunadina, groseiles Iranbosas,
balumba, hortel-pseaU etc., etc.
12 A-CAES DO Ca'PIBAR' B-12 A
-.-
-
mam i
\


ft

8
Diario de Pe;*amhi co Sexta-feira 22 de Setembro de 1803


n

ts
PEITORAL ds GEREJ 8
Do Dr. Ayer.
Al Bfert.'"ia<)'3 mala doloroaaa da 2\rt>flt>-
a doi aataift.-. tN>do por uriniripio b^'Vt-eqven&,c^:- ;. i a
f to -o dilf-ci le i*urar &e proraptRoiei/ ;
tfAt&o o;ra o bjbmxUo txmaa]loato. Ot *&
'-* -i^Tomm dito v^clprccam* nt-o rewtl .
I .ar>Rgit.*, Ae-ilimi, BVAMChlttti AT cfn pnlrnnnnr p i 't'Kim.
_ .l-ia PfiitoTai le Oeraja do Di. kja
m MM aar& !
: la m 12. pede db avftoe
.a#aertaa coi '|in .'t* i- Pe aU
pt. 0oa i. eAeacftt tavfdoaa, na pacta m
. Q id QMate, i .:,.,.
I h a-MT>r-, o r*'nii II Mt*i b -* .-* m<"f;.- i. tari b
9fttXO?* O CJE-KR.TA fcK> -->R. A. A.
DR J. C. AYEP & Cu
BKSN C:i.
-
Aos seobores msicos
A Liara O ntrniporanr-a "isa ar-s Sfo
aaiigfca e r.-eitoezes qcs araba de rtefber sur'-i
ntn'c completo de iustriauntos le minia para
bir. leicoadoa. Reci-nra tarrbem os noos boceses
que irniaoD) a accao d b labios e do ao !-
trncetto urna sonorinrrie mais bcla e btm tic-
braaa. Teai constaoitrcFr.tP cepesito de naiboa
e bcquiihi'. papel dv nosici e metbodos para
toiOd toslruomitoa
PA I- DR MAP.flO N. 2
Ramiro M Co;ta&C.
Vende-se
U filio com BBH cafa c*e taipa icta comm do
p-ra f; n -Di familia, rom diverja arvoree frnr-
tiferas, : >I > DB04 eacimba ttu 'o be rgu' DI Ca.a Fj'tp. do loga' dpno-
rxin. do Bsr-o Ai!". 'Da <*a A- -.izaiie : a Iralar rii>
rta M 'qoei Jo He-'-al n. Itj;.
Charutos da Baha
VrDde-iie fm erofso. e fffB e variedades 0t
u,arc brica te francisco Jos ardo.
ca ra 'o cmmercio i. 38 i- ao'?r.
Zo ligu
Vec\-m-3e dlvcsas partes do sitio Zoupor?.
Da frecnezia da Varita ; a tratar no escrip'orio
r"o n- F ipv5o de Oiiveira, toa Di'qua de Ca
x;s n -I''.
AlteiiQo
O : i; i:;: !o, ido M retirado caaa
de aoccesaor do 8r. Masoel Cardoso nnlor, por
BaaliTre e espo tae ":;.tat!-!, rtsol.en abri:
orna <"ra? de barbeiro s -ua dasLannjeirss n.
li, so s] era apon jaj de sena aargo- p
regoez 9 tur te Ktu e er um peasoal ;'b ii
:: ri todo o seivigo conctraentj a soa pro
f??So.
Declara, tamben, rnp acbando-3e prcv'do
tu um im u d. ir u:n .: oda deposito de bichas
I. s p:;a veTiosss doi
pjeltorea rabrtcaote, bpm aerrijoa, e
per i| tecsfoi be rea mdicos, pbar-
mace'j'i os e do res.. ; v. I p. blico en geral,
qoi e*b r* prompto i; ar q.a quer chma-
lo t cte i :o dia c ocote.
Baatobraogeiras c,H
Jof Fraociaeo e Silva.
a Prazeres
V: J !e re o brigne D^cicnal Prazeref, anca-
rado Lio qaadro ua car ,e seica. Esle brigae
conr!ruioo com op'.iraas n.atei'as, e acba-re
ferfeiiLueote coDservado : n tratar rom Amo
m Irmaot & C, tw ?o r*cD' Je-as n. 3.
Groad commerce de
iimres-pose
flare-s Rares
JArZ lej PhilateJiate trouveroct de
bons timbres, :a-es et vieuz, chea J. F.
PA3SOS GIM^RaES
Ra Irrpratris 5
Fabr.cn PrcTJdenea
Bancos pira jardim
Comp"am--e "toof : no escnptorio do Diric
se dir qopm coonpr^.
FOLHETiM
44
i nm 11 mu
POR
HENRiaUE DEMESSE
JAPITULO XL
EM PESIQO
(ontinue^So)
Depois, dizeodo-so amigo caritativo,
offerecer-se-hia para recolher a crianza.
__ Eu irei, diaaa Noel muito resoluto,..
Frei o que me acinselha...
mm Bem rep'icoo o barSo... Deize-
me (li ;etir em tudo ieso... Venba fallar-
me amanhS, s 8 horas, qua lhe direi o
que resol .
*?aquEoto ieto, reoolha-se aos seos
aposentos e f*5a desapparecer catas man
chas de sangoe... Eis o que urgente
por emquanto...
V, a saja, sobretodo, prudente !
Noel retiron-se.
Ficando a, o Sr. de Aorign m editoo
profundamente.
De i epoute os seos olhos fzaram se so-
bre a soa eicri vacio ha.
Vio orna carta cem urna larga tarja ne-
gra.
Tomoa-a e abri a.
Era urna p&rticipaclo de fallecimeoto.
E leu, com pungente emocSo :
< O Sr. barSo de Aorign convidado
Msietir ao enterro de Pedro Me g'oir
Ernesto Morandet, doutor em medicina.
LIDGERWOOD
Machinas a vapor
(PorUUis
Lavadores
Ucapuipadores
OescaBcadores
Ventiladores
Mambiqaes
Rodas d'agoa
Torbinaa
Engenho de Serr
Hoendas de Can-
Moinhos de I 1
Debalhadorea
Separadores
Brunidcrp.s, C nductores. Catadores, Evaporadcrea a vapor Defecadores de
triplo efftsito, Vacuto e todo3 os machinsrtncs Dortercentea ao f brico do ab^t.c3r, cal-
deira MultitabuUr p. rr. queimar b^gujo ou casca de caf. Prensas Hyaraalicas e
bombes de todos os tamaobos, Csrneiros Hydraulicoa para levantar agua, Arados de
plantar milbe, etc. etc. Engenho completo de labrictr farinha e engenho complete
para beneficiar arrea.
Corrcias de sola e de borracha da qualidade Boperior. Ole especial pa.a
;c.~.c'iinf.3. Pcrteuces ou pe as avulsas p: ra as machima.
O
r-
Z
UJ
AGRADAVEL
Se recommenda cono o melhor
remedio da sua classe a

-|_EMULSA0_
LANHAN E XEMP
COMFOSTA DOS
MAIS ESCOLH1DOS
INCREDIENTE3
combinados scienlificamente e
a todos os respeitos a melhor
preparadlo de
OLEO DE FIGADO DE
BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DIGESTIVO
*
o
H
O
>
m
m
z
o
o
zo
D
>
ESCRIPTOilO
95Ra do Ouvidor-
DEPOSITO
-95
'3^ 136
Ra da Sade-
Lidg-erwood M'g C
134 e 136
Lima
I
GOBTSi! LAlPiBIO! TBTA80!
Cura-=e radicalmpn'e com a M0RV1NA EUNGENTO DE MAGaLHAES poderosos re-
medios q~e teem si'i.T Bpplicdt.8 com Xiio assomoroio uo curativo desias maiesiias, dando nm
resultado verdadeiractente a.-somhroeo 1 1
0 Mor310, cnrysa, broDrbites, esponjas, marqaeiras, tumores, lamparao, ttano ele : qua-
si todas e-las molPouas isa frtqaeoies no Brazil, e que a maiona dos veterinarios reputavam
incoraveis I I A MORVINA velo demonstrar praucimecte a curahilidade destas moleftias, repre-
sentando por si uns botica veierinar a com a fiotageo) de curar tolas as molestias proprias do
Brasil.
nicos agentes neste estado
MATTQS & G-
DB0G4BIA IAIP0HTAD0UA
RA. SE fE DE SETEMRRO N. 5
tlO DE JANEIRO
n
Instrumentos de msica
MSICAS E NO VID A DES I !
MoJellos novos Sortimento com-
pleto 1 !
Eduardo Paiva
13RA NOVA13
iUlMIBIES BB1I1
LAKGA <0 K08AK0N. 34
PEKNAMBUCO
m $ ..
^i-
i .
jt S

^oagl
asa de commisses e repre
sentaces
EXPOSIQAO
DE DM COMPLETO BOBTMENTO DB
CATLOGOS 3S
X3DSS3S3Nne:a^
ie innmeras fabiicas de todos os p^izes da Europa
las dua9 Americas, de toda especie de mercadorias, d
a^chinas e materia prima.
Deposito do afamado cCREOLIM o melhor ds
infectante econhecido.
Deposito da bem conhecida ODONTINA do
Or. H. Riroo*.
E^ U Bom JSSUS--S8
fallecido a 26 da Dezecabro de 1869, na
casa fe saade qce diriga.
Oras por elle 1
Morrea o Dr. Mort>ndet!... excla
mor> elle dsndo nm murro na secretaria.
S roe falt*va esta !...
Estavamos s voltas c. m aquello duplo
arsissin-'to, qoando surge mais esta com-
plicado !
Que ser de nos, so Miguel Harveal re-
apparece !
Decididamente nrge providenciar 1 O
terrivel perigo que corra pareca ter dado
toda a corsgem qtu-.lle audacioso p.tife.
Vamos I... Vamos 1... disse elle
reaolutamente.
Quanto antes O que nos perde pode
auxiliar-nos se tirar moa prove.to...
CAPITULO XLI
O INQDEBITO
Havia um enorme ajuntamento diante
da faja de cor6as funerarias que tii ha a
taboleta A' cora de perolat, qiasi
em frente da entrada principal do Pre
Lache ise.
Um carro paroo na calcada, defronte da
loja.
O Sr. Daigremont, commissario de po-
lica do quarteirSo, sen secretario e dous
agentes da polica de seguranza descerara
leste carro.
Faca o povo circular, disse o magis-
trado a om dos agentes.
Depois entroo na casa.
O porteiro do predio veio ao seo encon-
tr e o saudou respetosamente.
V procorar om serralheiro, disse o
commissario de pelicia ao seo secretario e
diga para chamareis immedi ataiente nm
medico.
Depoia dirigindo-se ao porteiro :
. Vejamos, disse elle... Alojado
Jeronymo Herv nSo foi aberta boje...
Receia-ae que tenha sido commettido um
crian..... NSo foi isto que me foram
diier ?
S m, Sr. commissario, isto mes-
mo... Com certeza foi commettido um
crima!... Encara o predio desacredi-
tado !...
Quando chegar o serralheiro, fare-
mos abrir a porta, disse o magistrado...
A que h. ras Jeronymo Herv foi visto
hentem pela ultima vez ?
Vi-o pela volta das oito horas, res-
ponden o porteiro. Estava embriagado
contra o aeu costme...
Convidou para jantar om antigo cama-
rada de regiment, que encontrara por
acaso.
Foi pelo menos isto que elle me disse.
aenhor vio eBte camarada ?
Sim, aenher.
E reconhecol-o-hia ?
Creio que sim.
Diga me oa signaos. ..
Um so jeito bem enoadernade, j va
lhote. ..
Bem. Quando for occasiSo, eu o
interrogare!. Por ora temos mais que
Uzer.
Com effeito, o secretario do magistrado
regressara com om serralheiro.
O medico e tara aqu dentro de dez
minutos, disse o secretario.
Bem.
E o commi sario, dirigindo-se ao serra-
lheiro e ao secretario:
Sigam-me 1
Os tres bomens pararam em frente
porta que, do pateo interno da casa, dava
para os fondos da loja de Jeronymo
Herv I
Abra esta porta 1 diste o magistrado
ao serralheiro.
Este obedecea a ordem,
Lanternas para carros !
Chicote e rebenquea
Na loja de msicas e instrumento si e
Edoaro Paiva
13-KUA NOVA13
Para presentes
Linis pa&taa de couro da i js?:a I !
CnBtureirsa para senhoraa !
Carteiras e porta cr-r'Ses ricos I !
Na Ir.ja de Musida de
Edgardo Paiva
Accordeons e occarnas
Ocoarinaa de barro e metal !
Accordeons com gallo, rouxinol 8
vez humana.
Na loja de mrices e instru-
mentes de
Eduardo Paiva
13-RUA NOVA13
Canarios alle-
mes
Vende-se casaes de ct
na: ios allemaes excellentes
criadores na ra das Flo-
res n. 3.
Esplendido
Grande deposito d
relogios de todas as
qualidades.
Esplendido sorti-
mento.
Vendas em grosso
e are'alho.
Modicidade em pre-
cos.
B1! L;r?a do Rosario n 9111
Regulador da Ma-
rinha
A, J. C. Araujo & C
flK?
Rojal Blend marca VIADC
Este escolente Whisky Escoces pr*
erivol ao cognac on agurdente de oaunt
-ara ortificar o corpo.
Vende se a retalho nos m ores ars
aena de molbados. -
Pede ltoya! Blend arca Ttad*
enjo nomo e emblema sSo regia tradoa par
{K3o do Brazil.
BROWNS A -o
"18
Tena reeebido ltimamente de Pars
um variado sortimento em:
oeOdS brancas, elm do cores, lis?, lavradaa e bordadas.
V^dCUeiUiraS v;gare8 a crepons em cores !ioa3 t lavradaa.
V^UriCS jQ ve8t:(]og 0 cachemira e cambraia bordados.
^JtfaZeS de 8eda |i 88 e com deaenijos.
Capaf
' itea de seda e cachemira pretaa.
IjSpartllil. 8 de brim e de eeda cem pellucia para senhora
orm ato e cgante).
f 11-
Vj* -aiaMWS e flores de laraegeiras en cera e pellica,
.LrfeqUeS e yentaroas (a'ta phsntasia)
Uolxas de 8eda e de rcnda
(jOrtiuados psra ca:na e ece|la (nteira n0Vidj,de).
Meias ,,
Sai
as
de Beda o So de oscosea para senhora, hornera e irenit..w.
blusas e matines de seda e cambria enfeitadas.
VJ ie tea e do licho bordadas para Beohora
17
JuuaUVbCo completos psr beptiBados o vesiidoe, toncas e sapa-
tinhos avulsoa.
W CBuUUB de peda cncheraira e car, braia bordadea para menina
|jUolllUlt?0 da Jergey^ ca8em:ra e brim para meninos de 2 a 10
Fitas
l guarnieses e enfeitea para vestidoa, completo sortimento em
ores.
X-j.. leil*3 da India branca e de pbnntacia para forro de sallas
(j*""laci^. fcnrdadaa, com pregase lisas para homem,
Fertumanas d08OS9 8fmados fabricantes.
38- iua Baro da Vicoria-38
e=o
^ifc.^4 ^srune ^
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M
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CAJ % BRAZIL

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C13
PERN^ suco
-^. DEPOS l""T-0"^^ "
5 BUADA MADRE DE DEUS 5
RA DD VISCONDE DORIO
BRANCO
ANTIGA DA AURORA
111
~2
PX-4
Esperimentoa diversas gaznas, mas in-
tilmente.
A porta deve estar internamente fe*
cbada tranca, dase o serralheiro... Se
nSo fosBe isto j feria cedido... Est
presa por dentro... S a rombando se po-
der entrar...
Um machado, depressa! disse o
commissario ao porteiro.
O porteiro trouse um pesado machado,
de que eo servia para rachar lenba.
O serralheiro tomoo-o.
Em quatro golpes bem applicados fez
voar a porta em astilhajoa.
Entremos, dissa o magistrado. Si-
gam me todos.
E Bem hesitar penetro a nos fundos da
loja.
Um cheiro acre de sangoe coagulado
ferio logo o olfato dos assistentes.
O aposento eatava escaro, porque as
janellas estavam fechada.
Abra as janellas, disse o comm'sario
ao porteiro.
vEite obedoceu.
Trema como varas verdes.
A luz, penetrando, patenteon aos olhos
dos circumatantes ara horrivel espect-
culo.
O porteiro recaoa com espanto.
Estava lvido.
Oh 1 oh 1 Daas victimas disse o
magistrado.
O corpo de Celeste Mignon, crivado de
facadas no peito e na cabeja, jaaia, o
rosto de encontr ao chSo, no meio do
aposento, em om mar de sangoe. Um olho
tinha sido arrancado da rbita por ama
tacada que traspalara a palpebra e fizera
um profundo taino.
Jeronyoo lio. v eatava sentado na ana
oadeira, bracos cabidos, cabeca pendente.
S recebara ama fcula que lhe ferio o
ooracSo.
A arma, ficara na ferida,
O proprietario deste estabolrcimento desojando tornar bem coDhecidc. do pu-
blico e do ccmmercio em geral oa productos de sua fabrica, xtrahiooa do Caja Aba-
casi, Gerjjpapo eo:traa fruetss de nossn flora, cujaa frmalas e modo de preparaySo
turara approvrd-s pela Inspectora da Hygbao c'este Estado, vem apresentar a lista
dos ditus productos, que eda ia v3o sendo confccciouadoa com maia perfei^So o
aceio, conservando de modo especial toa pprte medicinal dos respeciivos fructos.
Alm das nrtudc3 medicinaes do3 prepar-dos da marca enpra, qae tem por
base o caj e genipapo, com aejam os vinoos, licores e cognacs, que j a2o perfeita-
mente conhecidas, sobrease anda o uzo quoidiano que dolles se faz lembrar por occa-
silo das refe9e8 dianas, como bebidas de cheiro e aabor agradavel a qua!q'-er pala,
dar, principalmente es pessoas que m ffrem do estomago, anemia, syphiles, molestias-
pele, etc., etc., provocando ao mesmo tempa melhor appetite, es viohos finos que se
distinguen] por etiquetas de um at trea A, eeimi doa respectivos rtulos.
VNHO DE CAJ' de diversas qnalidadea, eai Banl, Ancoreta e em caisa do ama
duzia ce garrafas.
DITO DE ABACAXI de diversas qualidades em barril, ancoreta e em caisa de 1 duzia.
DITO DE GENIPAPO de diversas qualidades om barril, ancoreta e em caixa de 1 duzia
LICOR DE MANGA E DITO DE LARANJA em caixa de 1 duzia de garrafas.
APfcRITAES de Caj, Laraoja e do Genipapo, em caisa de 1 duzia.
COGNAC DE CAJ' era caix. de 1 duzia.
CuGnAC DE LARANJA E DE GENIPAPO em caixa de 1 duzia.
VERMOUTH DE CAJ' em caisa de 1 duzia do ga-rafae.
Vende-ae tambera os productos cima em caisa de 1 duzia de garrafas sorti-
das (urna de ceda quadads) polo prego de 18j$00O liquido, oa a vontade do Compra-
dor. D se preces correntes des productos acimt.
Dcce em ca da, bccco e cryatalis^do de caj, rb casi, laranja e outros con-
tos-
Sem a lividez do aemblante, poder-ac-
hia acreditar que Jeronymo dorma.
O commissario esaminoa os dous cad-
veres com a mais minuciosa attercSo.
O homem estar bebado, dizia o se-
tibor ? pergontoa, dirigindo-se ao por-
teiro.
Sim, aenhor... responden este com
voz entrecortada de solutos.
Foi ferido quando sooeorrra sua
mulber. Mas, como nSo tinha conscien-
cia ntida dos seas actos, mo>~reu ssm po
der defender-Be, disse o commissario.
Quanto muher, o caso difieren te...
Latn maito tempo contra o assassino,
que se atirara a ella com furia...
O estado de soas roupas mostra que se
defe-dei com a maior energa...
Na ixeia viam-se anda os pratos, urna
garrafa de agurdente e tres copos, ara
pela metade cheio.
Nenhum indicio disse o commissa
re, depois de ter examinado todo em
volta.
De repsnte fes nota do armario, cuja
porta estava entreaberta.
Quebraram esta techadora... disse
elle. Seria o rcobo o movel do erma ?
Vejamos.
E abri as daas portas do armario.
Roopa... S vejo roupa... Est
tudo em ordem.
Vio embaiso de ama taboa um escon-
drijo onde estava um cofre.
Abri o oofre.
Cootioba este qninhentos e "quarenta
francos em ouro, tnnta e d jus francos em
moedas de prata, nm pequeo relogio oom
oadeia de ooro e ama medalba militar, a
medalha de Jeronymo Herv.
O movel do orime nSo foi o roobo,
disse o magistrado. Mas entSo para qae
abriram este armario ?
E repoa o cofre no escondrijo.
I E' eatranho !.., fsz elle.
O Sr. commissario permitte ru lbe
diga urna paiavra ? perguntou o porteiro.
Falla 1
Jeronymo Herv e sua mulher ti-
nham comaigo urna menina...
Ah I... esclamoc o magistrado...
E porque nao me disse isto immediata-
mente ?... Procuremos esta crianc^...
Era ella fiU a das vic'imas ?...
NSo, aenhor, responden o porteiro.
Apenas filba adoptiva.
Procuremos esta menina...
E penetrou ua loja.
EotSo a pobreainha, em camisa, descai-
ga, os cabellos desfeitos, atiroo-se toda
tremuU aos pea do commissario.
NSo me mate I... NSo me mate I...
Pelo amor de Dos I... Tenha pena de
mim !
E trema doidameo'e de terror e de
fro, simultneamente.
O magistrado, commovido, tomn a pe-
quea entre os bracos e carregon-a para
os fundos da loja.
Mas, dispoedo-sa a interrogal-a, peroe-
beu que a pobreainha cerrara os olhos.
Ella desmaicu de medo, disse elle..
Agasalhe-a n'um cobertor...
Eii o medico, disse o secretario do
magistrado.
Com effeito, o doutor acabava de entrar
no aposento fnebre.
Por ordem do magistrado, examinoa 08
dous cadveres.
Constatou que Celeste Mignon tinha re-
eebido dezeBete terimentoB, no pescogo,
as mSo3, no abdomen.
Os das mSos eram profandos, e, segan-
do a sua opiniSo, deviam ter sido feitoa
por um homem vigoroso.
Um golpe dado na tmpora reavaloa pelo
temporal e veio despeda car a face.
{Contina).
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