Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17031


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Full Text
AMO LXIX
QUINTA-FEIRA 21 M SETEMBRO DE 1893
NUMERO 2M
i
)
PBOPBISOJlQS OS MAHOSL FISDEIBCA Bfc 7AB1A c% riLHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes achantados.
Por ti es ditos vencidos .
Por om anuo a iiauado .
dem idem vencido. .
61000
71000
244000
28*000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgOES NA FtUN-
(,A E INGLATERRA
O Sn Amede, Prince & C, residentes em Paria34 rae da
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA FORTE

Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por um a o) o adiantado.
dem idem venc'do. .
131500
154500
274000
31*000
AVISO
Estando a fiudar-se o 3. trimestre
ron le de Ooro Pretoo bomem quelaogou ousa-
dameDte naoceira quando nao tastassem es freqoen-
tea referencias, sempre lisongeiras, bornees e
do COrrene anno, pedimos aos HOSSOS faC os do exncto Iaoperio, com o intuito maoi-
aSS^nanteS que tem deixado do fazer fdi0 de esUbelecer confrontos depressivos ; abi
as devidas pochas os seus abona-
menlos. de o mandarem azer al o dia
30 do correntc mez. Prevenimos que
suspenderemos a remessa agaelles (jue
nao atlendercm ao nosso pedido, que
justo.
INSTRllCClO POPULA
EDUCAgAO
IITSLLECTAL, OHAL S P27SICA
POR
HERBERT SPENCER
CAPITULO I
Quaes bSo m eoaheclmeaatoa de
maior valor*.*
O prorlema jreral que 'o-cprfhende oos os
probltm;? esoeri-ps aquel>> que iraca 1a ma-
neira como havemos de p-oceder era tolas as
8taa8?8 e circumsiaiicias da vida. De que ma-
neira havemos de tra-rtar o corpo ; de ejes ma
neira havemos le tracur o espirita ; de iju-
mar.eira dirigiremos Da nosso;. negocio', a nossa
faa-ilia, a nossa aeco civil ; de que maneira
baveu;c3 de explorar as fumes de felieidade,
faroecidas rea mtu'tza; de qun maoeira t.'ve-
moa usar as soasas fa^ul-J.'des para mxima
vsn'agem noata e do: oa'.ros:como vivereaaos
complet ur-nie ? E sendo esta a coi^a mais
oecessaria que temos a aprender, ella, por-
tanto, r principal que a edncago nos deve en-
sinar. Preparar-nos para r-ma vida perfeita 6 a
foDCco de que se deve encarregar a educa.o ;
e o nico inio racional de avaliarmos um de esucagao consiste em saberraos de que modo
elle deeeupenha uooa l*l f-:ni.So.
Este exame. po^n qui nunca feilo completa-
mente, mas at raras vrzes parcialmente empre-
ado e empgalo por orna lo raa vana, st-mi-
consciente, teta de ser applicao cunscieuciosa-
meate, metliodicamente e para a geneahdade
do3 caso?. E' Descasarlo ter claro diar.te dos
cibos que o fim p oposto a perfeico oa exi*
tencia ; de modo que, iostruindo os nossos -
lhos, nos posMB08 esnlbe.r os assuciptos e me-
tbod'os de instrocclo, com determinada refeen
Ca nara un t:l rim. Nao t devemos deixar de
acceitar a correte da moda sobre a educagao
que nao cllerece meihor garanta do que que-
que: cutra moda; mas ta i bem devenios cr-
guer nos cima ues.-e systema rade e emprico
de j'J'gir as coisaa, a qu- empreado at pe-
ta pessoas mais inteiligentes que cousagrsm
alguna disvlo a cnlm-a do espirito dos seus
Bino?. N -.o baats pensarmos que esie ou aquelle
conbecimeato rt'- wr de ulidade para as exl
gencias da vila futura, on que esu? gaero e
aciencia tem mais valor p'tt'CO do que aquelle
outro ; nr s devemc3 buscar qaalqoer processo
de iprec'ar o> s-n* reapeetlroa alore.', de modo
que ,i05samo saber positiv-m nequal aquelle
que ti ais merece a nosa a leero.
indubilavelmea'.e, a tarefa d < ID.; i I ; talvez
nao posa ser executad > senao appro^iruada-
mente ; mas coasideando a vas.ido dos inte
reasee em jogo, esrsdiffi.u'.dades nao sao raso
Bufficlente pira seevitar pusillanmemeate o pro
blema ; pelo contrario, deeigoam claramente
quaota energa nao se deve empregar na soa
resoliigao- E, se cs proceaermos 8j.stemaiica-
mer.te em breve obieremos resoltidos de nao
mediocre importancia.
Evideat'mente o primeiro passo a dar est
em claaiicarmos, por or!em de importancias,
os gneros principaes daciividade que constitue
a vida do bimem.
Podem enonciar se naturalmente pela forma
seguio'e : Iactividades que directiti)',nie con-
tribatm pira a conservesao propria; 2activi-
dades que, asegurando -es coisas nececSirias
vida, coatribuem indirectamente para a cooser-
vagao pronria ; 3 aj'.ivi Jades que teem por tim
a educaca e disciplina do3 Bltio^ ; 4activida-
des relativas so nosso peoce'limento social e as
nossas rela653 polticas; oa.tividaes que
preenchem o rosto da vida, consagradas satis-
facao dos gottos e dos semlmectcs.
NSo prec Isamos de longas consideragOes para
demon8irarmo3 qae esta approximadameote a
ordem verdaieira pi- qne devemos fazr aquel
la subordiorco. Ai :se precaucOas pelas
quaes, de momeato para momento^asaegora-
moa a nosa coDservagao pes-oal, devem cecu-
par iDnegavelmente o primeiro logar.
Por ma!s ignorante que seja qoalqae- indivi-
duo, lo igajraate como urna criaoga sobre es
movimeaics e objectoj que a cercam, cu sobre
a maneira cono s'j rteve comportar no meio del
les, esse homem nao deixari de conhecer que
pJe perder a va logo primeira \ez que des-
ga ma, iodppendeote de quaesquer coabeci-
ment.? que tenba soiire oulros assnmptos.'
E como a abaolcti ignorancia sobre quaes
qjer outra3 materias t le ser menos fatal do que
a absoma igoo-ancta sobre esta, podemos con-
cluir que o conbecimentos immeliataiienle
coa-tocente' conservacaa prcp.ia ea de pri
mei-a importmeia,
Depois da propria co-servago directa vem
a indirecta, qoe consiste na acquipigo dos
mel03 para viver ; iste nao offerece quesiSo.
(Oootinua.)
DIARIO DE PERMMBUCO
REC1FE, 21 DE SETEMBRO DE 1893
Pro Patria
Se qnizessemos definir o modo de politicar do
Jornal do Recite pedir-lhe bamos esle tpico do
aen artigo de bootem : Sabemos, e lato sabem
todos, qoe le chaud partisan, phrase de um dos
mais emineutes crilicos contemporneos da
Franca, nSo escolbe os melos a empregar para
lacear a cdlosidade sobre o sen adversario an-
da me8mo qoando experimente o malbo do re-
morao a bater na consciencia .
Com effeito, o illnstre contemporneo, tendo
filos oa olnos na epbemera eeperanga de orna
restanrafiao monarebica, emprega todos oa meios
para lanzar a odiosidade sobre o sen adversa-
rio, qne na especie sao ss iDitituigOes fundadas
a 15 de Novembro de 1889.
Qoando nao bastease a iosiateacia com que
cita, eotre baforadaB de incenito, o nome do Via-
eslariam as su s qaotidianas ohjurgatorias coc-
lt o governo republicano, especialmente de
certo lempo esla parte, para demonstrar sa
ciedade a these que o proprio Jornal formu-
loo.
E o que denota a pressurosa comp'acencia, o
blandicioso apoto, o enrgico incitamento do ii-
lustre redactor de Jornal qualquer tentativa de
rebelda contra a ordem cooatluida, cootra os
poderes pblicos ?
Tudo isso obedece om plano as3eotado.
Sem duvida o Jornal sectario do peslmismo
que se denuncia por esta pbraae : guanto prior
melhor. E, como consejueB ia do completo d3
preciamento das instilulgOes vigentes, e.-p r.i
qoe do convulsionameuto peral, do chais que as
revol'as podem e devrm Iraaer ao paiz, turja
essa luz qu3 aos seca olhos bruxo i no bori-
sonte, como pbarcl que deve puiar o navegane
poltico.
Es ahi todo o segredo das cogitacOcs actuaes,
dos processos menta, s do Ilustre centempora.
neo : fomentar a desordem 003 espirites e en-
deoar a? rebeldi'.s as ras, porque na confu-
so ge ral, turvadas as ague-s di poltica, a rede
dos pescadores podera irazer, qu.ndo recolbida,
o ganie p'ixe cub jalourna coifli.
E?que:e, por;m, o Jornal o proloquio lauro
abt,ssus tbyssi'tnjttvccat.'t e este cutro genuina
me.tij portuguezquem stmeia ventos eclte
tempestades, fi' bem possivel que, te forem
.vencidos es espiritos pela desc-enca, se forem
nJotcavei3 as rebeOJS, se passarem ao estado
ebroniro os u'as sangrentas por ambicio, e s
por ambtcao, do puder, a r te qu 03 pescadores
de agaae turvas lancem, em vez de Ibes Irazer
urna corro, t-sgam-lbe3 simple3me,n!e o espbi.-
celamento patrio com a aggravante di perspec
tva de orna nova Polonia, qoe ji ?lludio o
Jornal do Recite.
Tal o porque dos votse anhelos que fi-zemis.
e eomnoaco todos os bons brazileiro?, para que
triumpbem os poderes pblicos essa luta que
com elles travaram os degeneradas tilbos que,
bombardeando ciJadesabertas, do ao mundo o
riste esprctaculo de um selvagisrno cruel, e so-
lapando a ordem, e procurando derruir aa los
i:oq[i3, cavam o abysmo en*, que podem ser
tragadas a 1 berdade, a vida e a boara da pa-
tria
Eotrelact), contra quem assim procede, repe-
timo?, nerx urna palavra de censura, nem a m~is
leve critica formnlou ]ma:s o Jornal do Kecife 1
E bao que D03 entristece e revolta, isso
que nos levou cofreatar-no3 com o iu. t-e col-
lega, que, seja dito eat*e parentheses, nao tem
sido Emeute enrgico, como diz, tem sido cor
demais impatiotco, tem levado a sua critica &
um ponto desmedidamente cruel, que fa- geme-
rem doridas todas as libras da alma da pUri-.
Se bem que em diapasao menos forte, ainJa
no artigo de bontem o illuet-e colle?a, como se
cresee realmente que a inverdade repetida pode
simular a verdade, reprouz a aecusacao, ji
rebatida, contra o marechal Floriano Peixoto, de
dictador, apoiando ISo vehemente aecusajao no
supposto amordacamento da imp'ensa, no retra-
bimento das classes conservadoras, no trantamea
to do telegrapbo, no Impedimento das manifesta
g6es populares, no derruimento da vida e da 1-
berdade dos cidadaoal
Excepgao feita, porm, do trancamen'o parcial
do telegrapbo, medida certo vexatoria, mas im-
posta p :laa circumstaocias, e de que nSo onico
a usar o governo do Brazil em emergencias dif-
Qceis; a excepeo dasse fado, dzemos, tudo
mais offerecldo pelo Jornal do Recife em apoio
do seu asserto, carece de razao de ser, peca por
falta de veracidade.
A provacde que a impreasa nao se acba amor-
dacada todos os das a d o proprio Joma! e to-
dos oa demiis deste e dos outos Estados apre-
ciando i seu talante os acon'.ectmentos que vao
pelo Rio de Janeiro. A propria imprensa flu-
minense, antes de ser posto em exeeugao o decre-
to declaratorio de estado de sitio, usava do mes
mo direito.
Semejantemente, o direito de reun o e de
manifestaco est em pleno vigor. Nao ba aui-
toa diss foi annonciado nesta cidade um meeting
que nao ee reaiison rnente por motivos inde.
pendentes da autoridade. N'outros Estados e
na Cap:tal Federal, sabe-se por lelegrammas qo-
eslao no dominio publico, tem sido levadas ef-
feito grandes rcuoiOes populares.
Do rxesmo modo se passam aa cousas quar t;'.
vida e liberdade do cidadao. Se alguma vida
tem sido BacriQcada e a liberdade de algum ci
dadao coastraoglda, fados sao estes que se dSo
em todos os paizes e ae tem produzido em todos
os lempos, sem queninguem jamis se lembrass
de responsabilisar por isso os cheles do estado,
cbamando-os de dictadores.
Se o illustre collega, nesse particular, quiz
referir-se aoa acoolecimeotos do Rio de Janeiro,
entao deve eer conseqnenta e lgico: atire a re-c-
ponsibilidade sobre os rebeldes, por que sao es-
tes os causadores dos sacrificios de vida e dos
cooslranglmentoa de liberdade. Rio cabe tai
respensabilidade ao Marecbal Floriano, por que
nao rol este o iniciador da luta, nem elle que
a mantem: o Marecbal esta na defensiva da or-
dem e da liberdade, da vida e da bonra da pa-
tria.
Qj.n'oao retrabimeoto das claeses coaser.-
doras, tambero o Marecbal nSo pode ser boaccen-
ie inculpado por isso, por que f-cto antigo, qne
j veio dos ultimo* lempos da Monarchi. Po
dia ee, certo, tel-as meibor encaminhado. chi-
mando as cooperacao da grandeza da pa'ria, fe
cuiras tivessem silo a; praca- aion'adas de?d
o inicio da Rcpubll'a. Mat, lagr- nt- iop si
Ca responsabi'isar por iaso o Ma'echal Flofiatit'
quando lodcs temos um pones He rean ^n:ibi
lidade pelo facto, inclusive o ornal do Recife qu-
n3o tem agido no eeutido de trazer aquellas cia-
sen meihores sentimeolos.
Mas o collega, no seu toro ioliro, ha-de coa-
fe8?ar qce prncipalmenle tem contribuido pera
aqoelle retrahimento todos quantos tC3a querido
sobrepOr-se a NacSo, per'urbanlo Ihe a ordem
ameacaodo-lne a liberdade, solapando-lbe as in;-
tiio'cOe?, arru'nando-lhe tolas as ccndicOes rie
vida e BaSaioando lh:> a honra. NV'sse numero
esto osrebelles da Capital Ferfe-al.
Que imp ra que esees filbos degeoerado-
d'gam pela bocea do seo cbefj-NAO quero o
poder ?Nao M j-m iis cutra a linguagero di s
ambiciosos, dos eedentos de mando e autondi
de. Tal foi sempre a capa em q e se eDvolve-
rem todas as rebeldas para di faic-rem es seos
intuitos.
J mostramos em artigos anteriores cua os
fundamentos allegados para a rebelda do al r.i-
ran'.e Gusto lio de Mello eram bolbas de sabio,
que se deavanciam ao mais leve sopro, poja,
tm balde qie o illusire colleea do Jornal repele
que ante a eituagao penosa que lavrava no
paiz, era ireciso que urna fo.'C* 8e levan'asse
pa a po* termo tantos desmandos, i tantos
erros e tantos crim> s.
Se desmandos, erros e crine i tinha commet-
tido o Vice-Pr-8idente da Repblica, o que Ee-
gamos e ji demonstramos, o meio de corrigir
cssa situado era Jar-lho baalha as u nis elei-
toraes, era vncelo golpe3 de escrotiaio ; e
numa atacar a Ns{lo nos seu3 fundamnito^,
caoaandc-lbs ruinas s m p:r e damoos irrepa*
raveis por urna rebelda ingloria, lmpatrh tica,
selvagem.
E chama-30 ao3 rebeldes um punhado de be
rs I como se polessem ser tiJoa como actos
de beroicidade. os de vandalismo que elles es.o
praUcando contra a CapitJ FeJerl e conlra N.c-
thsroy I
Is30 sim que 6 alirar o escarneo face dos
digni s filbos da iiSo Brazilei-a ; por qae, em
nma. todos esses tifb.03 sentem profundamen-
te as desgracia qae aquelle8 rebeldes esto cau-
sando, e ardent menta suspirara pela integrida
de da p i.ri i, que elies esto exe -cando.
Ha, como diz o collega, profunda divergencia
nos s'ntimentos do marechal Floriano e do al
mirante Custodio. Aquelle quer tran3mittir In-
tacto ao sen legitimo tuccessor. sabido das urna?
eleitoraes, o mandato de qae est investido, e
por 3=o pugna pe'a nnidade da patria e por
todas as suas liberdades ; este, o almirante
ceto de que a opiniao do paiz o nao collocana
no pinculo do edifico social, por que o seu re-
cente paseado s transpira odios e vingaoca,
quer mpor-se pel forca, perega embora a pa
tria.
E' esta a verdade, que est na conscitccia na-
cional, de onde ser improficuo todo esforgo do
Jornal do Recife para arrancal-a.
pelas suas violencias, pela atrocidade dos I do sol, cobrindo debencos o slo que esse
QOIia i-nminnlj.. >>. (innfnftnl >ai>i o oa. anonno Aa l'i.rrnuu- a Aa cnnfrti I
A SITAgAO
Julgamos prestar um servigo aos nos-
sos leilores aqu dando cabimento ao se-
guite msculo artigo editorial d'O Pa;z
de 10 do corrente.
Leiam-n'o todos os que tem amor
patria, e vero qual a linguagem dos
verdadeiros patriotas :
Eil-o.
A SITUAgO
-Dia a dia o movimento insurreccional
da esquadra vai-se tornando ao espirito
publico mais antipathico, irritante e abo-
minavel. Nao ha espirito sSo, nao ha
consciencia recta, nao ha intelligencia cla-
ra para quem essa revolta possa merecer
urna attenuaute, urna benevolencia, um
impulso de aSectuosa solidariedade. Em"
bora ingenuo, simples, propenso s absol-
vieses, o povo brazileiro div sou nessa
revolta um fermento de caudilhagem,
e, pelos seus instinctos de ordem, pelo
seu amor paz, repellio, como urna
irrisoria cilada sua boa fe, a proclama-
c-ito personalissima do chefe, hydropica de
vaidade, triste documento de odio e de
cubiga, de onde s transluzem as aspira-
55es supremas do governo custa da
dignidade da patria e do esphacelamento
da Repblica.
E'-nos grato assignalar a confiaba pu-
blica na autoridade coustituida, no crite-
rio das sua3 medidas, na prudencia pa-
tritica dos seus preparos para debellar
essa monstruosa tentativa de assalto ao
erario da Unio, de escalada calabreza s
altas posioes governamentaes.
Cada granada que estoura na cidade,
cada bomba que rebenta, cada tiro de ca-
nho que se ouve, representa um novo
insulto a sociedade brazileira, um novo
attentado seguranca das instituifoes, um
novo desmentido s affirmac^es hypocri-
tas, nos comproraissos unctuosos e pr-
fidos desses usurpadores vulgares.
Se a revolta nHo estivesse desmoralisa-
da pela ausencia de programma, pelo seu
carcter represaliativo que a reduz s pro-
pors5es de urna cartada aventurosa no ta-
boleiro da honra nacional, ella estara a
I estas horas infamada pelos seus excessos,
seus rorapantes, em confronto com a se-
riednde, a"brandura, a correccilo do go-
verno federal, que, bastante forts no sen-
timento publico, nos apnlausos e as
sympathias om que a nagt > enthusiasti-
camente o apoia nesta emergencia dolo-
roSa. a tristissima para o crdito da Re-
pblica, assim desnuda a biixcza de se-
dcao, assim desmacara o carcter dos
revoltosos.
As classes conservadoras sentem que o
sen amparo C3t no governo, affrontado
pelos caudilhos, e para elle volvem as suas
espertngas, certas deque seu desfalleci-
mento ou o seu naufragio nesta luta om
as amblgoes encapel.adas a ruina da
nossa propriedado e o rebaixamanto da
nossa honra Por sua vez as classes ope-
raras, onde a propaganda criminosa dos
socialistas banqiieiros, engorrlnpes em cor-
tos centros com o pasto hmido e tenro
das eontribuicoes mensaes, nto conseguio
ainda acolar o odio do proletariado con-
tra a institnic&o capitalista e a autoridade
governamental,protestara conlra as ten-
tivas do levante, mantendo-se no seu pos-
to de trabalho. Agora mesmo, quando
lhes acenam repugnantemente com o blo-
queio, con a fome, bo se bes ouve pala-
vras de coragem civica, de f ardente no
futuro d's natitoicSea republicanas, de
desprezo pela audacia dos rebeldes.
Nem no coramercio nem as officinas,
88B8S aventureiros, que por desventura ves-
tem a farda gloriosa da marraba nacio-
nal, dispdem de adhesues e de svmpathias
Os poneos que por espirito de opposic&o
irrefreiavel ainda pretendiam abroquelar
em sentimentos fraternos perante a gueiua
do sul a instirgancia da esquadra, sentirilo
naturalmente as nauseas da indignago pa-
tritica, vendo de qualquer ponto do litto-
ral o bombiudeio cobarde com que hontem
os revolucionarios expuzeram naejo
toda a vileza dos seus intuitos, vomitan
do em metrallia sobre urna populacho in-
defeza o odio que lhes ennegrece as al-
mas.
De todas as insubordinasoes tramadas
at boje contra a ordem constitucional da
Repblica, nenhuma como esta revestio
carcter to srdido e desprezivel, nenhu-
ma revolveu tanto o lodo das paixoes in-
confessaveis, nenhuma foi tao amaldigoa-
da pelo coralito brazileiro, educado na li-
berdade e no amor. Felizmente podemos
hojj-ectificar o nosso artigo da 7 circums-
crevendo a 30 officiaes a nodoa de desleal-
addeque ao principiosuppuzemos alastrada
sobre toda a armada brazileira. Nao,
para felicidade desta torra, para honra da
marinha tao idolatrada pelo nos30 povo, e
de cujos louros entretecida agrinalda de
glorias que rcsplende sobre a nacao, s
urna parte diminuta da official dade acora-
panhou na impatriotica aventura o contra-
almirante Custodio de Mello, atolando-se
com elle no mesmo lodacal do descrdito
Os navios de guerra podem estar todos
com o audacioso caudilho, mas nao o
conjuncto desses vasos que constitue urna
armada ; sim a collectividade dos seus
chefes, das suas patentes superiores de
seus officiaes subalternos. O pequeo grupo
revoltado nilo representa a armada, e con-
tra os seus intuitos criminosos reage, se-
nao militando, porque lhe faltam os pe-
trechos de combate, pelo menos protestan-
do, a grande ma oria dos que se achara
em trra, firmes nos seus deveres, estra-
nhos a conflictos de pessoas, mas devota-
dos intransigentemente defesa da honra
nacional, que esses insurrectos aviltam,
transformando a sua classe era pedestal
de usurpagoes.
Da grande allivio deve ter sido para o
povo oppresso a evidenciago de que a
marinha nao se apparelhou totalmente, so-
lidariamente, para o confisco arbitrario
do poder, para o despedagamento da Cons-
tituigao, para o villipndio da Rapublica.
Ne3ta hora de desanimo e de amargura,
sejara quaes torero, as provagoes a que
nos possa sujeitar o bloqueio revoluciona-
rio, o peito dos patriotas pode bem dila-
tar-se em grandes haustos de alegria, ven-
do a armada ainda de p na sua estima
e idealismo pelo seu culto.
Ainda bem que ella nSo est amorta-
lhada na historia com o manifest do al-
mirante Custodio. Ainda bem que ella
nao so empegonhou na babugem da vai-
dade desse salteador do poder, desse ho-
mem fatal, cuja adhesao Repblica tem
sido a causa de tanto mal, de tanto erro
e de tanto luto, figura de dandy com en-
tranhas de hyena, insaciado devorador de
vidas e que s pode galgar as culm'nan-
cias do poder, juncando fnebremente de
cadveres o terreno que a patria quera
ver estrellado risonhamente de flores.
Inspirador sinistro das deposigoes a
metra!ha, oppressor da '.liberdade ds pen-
samento na jornada lamentavel de Abril;
injuriador da sua nobre classe sobre cuja
face cuspio a affronta da reforma dos al-
mirantes e da caga as brenhas da Gvea
ao illustre e generoso Wan^enkolk ; res-
ponsavel perante a historia pelas 120 vi-
das que elle roubou patria para as dar
em banquete as ondas do ocano no esqui-
fe do Solimb'es, faltava ainda sua volup-
tuosidade de Cesar, aos seus requintes de
autcrata, essa acclamagao festejada com
um bombardeio, essa faganha de bloquear
o povo da sna trra, obrigando-o pelas
contracgSes peristlticas d a fome a acceitar
livremente o seu cdigo de despota.
Grande homem, illnstre 'patriota, magn-
nimo brazileiro a patria qne se roje ao3
sens ps como os abyssinios na adoragao
ensopa de lagrimas e de sangue
Mas a patria leu as entrelinhas do ma-
nifest toda a sua violenta gana de gover-
nar e oppoz rethorica soez dos seus pa-
lavroes, gastos como estribilhos de operas
velhas, urna indiflerenga era que a sensa-
tez se entremera de repulsa. as ves-
peras das eleigoes, quando se annuncia a
carapanha presidencial pela apresentago
de candidaturas, que o Sr. Custodio de
Mello, o mesmo que ao demittir-se do
logar de ministro affirmava era uina carta
celebre que saberia serapre cumprir o seu
dever de militar e patriota, nunca o en-
volvendo era conspiraeoes, illude a mari-
nhagem, promotte-lhe a libertago de
vVandenkolk e volta-se contra os poderes
constituidos da Uniao, sem fallar sequer
no nome do camarada illustre, sera allu-
dir a essa alma generosa e leal, que elle,
com o seu arbitrio, enturvecau e trans-
viou !
O contra-almirante Custodio nlo mette
medo populagio, toda confiante na vic-
toria das autoridades. A ameaeri de bom-
bardear a capital nao tem valor desde
que se conhece a intiraago das esquadras
estrangeiras. As raadidas .ue sabemos o
governo j comecou a tomar ho da des-
ruir esso novo plano da desordem e aca-
bar de uina vez cora a caudilhagem, a
cuja florescencia lethal nao sa presta a
dignidade deste povo. O poder executivo
enrgico, forte palo apoio do paiz, ha de
Saber estrangular a revolugao, firmando
definitivamente a grandaza da patria e a
estabilidade da Repblica.
Mri miau
Actos do Poder Legislis? ?
DECHErON. 171 DE 10 OS 8ETEMBK0 1)8 1893
O vico pretd lente da Repblica dos Esla-los-
Un>dos do Brazil.
F gi saber que o Congresso N icional decretOfl
to. promulgo a seguate resolocfto:
Arngo nico. O Cor gresjo nacional re^olve
declarar o estado de sitio na Capitil Fedrale
ia iJade de Nlcihroy, por espago de 10 das.
Pu'agrapho. O Poder Executivoes:en lera den-
tro -lo prazo cima marcado esta medida a qual
quer ponto do territorio alieraga- da ordem nutdica o exigir.
CipiUl Federal. 10 de Seteiinro de 1893.Flo-
ku.no 1'isoto. Fernando L-bo
Sllaisterlo ;3s tierra
Foram claasiticadcs nosco-poiaoiixo rtesi^n-
'los o tenente de infaotaria e os 2" lrnantia de
art Ibaria promovidos pir dec-eio a; 5 do cor-
e i te :
A ma de infantiri. o." biUlaao Tiueate Pe
rer. L-nso da Silva.
Arma de aniltiarial rejimento2 "teaeite
Francisco Olympio Corti.l.* teain'.e Os^r Jos
d-i a-valh, 2. t-neo'.e CaliJo Pinto de Carra*
iiio Jnior.
2 regimento-2ten5nto Manoel Corri do
Lago.
s* regiment2.# teaeate Mano! da Cuaba
orees,
4.* regiment2." teaente Auguato da Silva
Si.
5. regimento-l." tenante Angusto Elissn Xi-
ler La!, 2. teneate Aphrodisio Borba, 2." e
nente Antonio Enilio Rodrigues, 2. tenente V.-
cente Jos dos Santos e 2." tenea'e Joaquim Pj
iymra de Macedo.
1. hatalhao2* tenente Jo- Odn Pereira
Maia, 2 tenente Ati?i Cirneiro de M.'raes e 2."
tenente Bernardo Jo- de Mello.
2. D-taibo2 tenente Joaquim Antonio Pe-
rei'a, 2." eoeote Luiz Jos R drigues 2." tenen-
te Luiz Jos Mi'tios Peiha, 2." lente Joo Go-
jjes Ribeiro Filta), 2. teeeote Ciulob't losta.
3. batalnSo2 ten nle Rapbael de Faria Cor
-i, 2. teaeate Ernesto Jniuin Teixeira, 2.
ti-nente Aristidcs Theodorco ds Prabo, 2." tenea
te Frauciaco R'mos de Andrade Neves.
4 batalbSo2.*teneme Estanislao dos Santos
Nanea, 2 tenente Jos Telles de Miranda, 2.' tei
ueate Antonio Fitos de S Aievedo, 2 lente
Vilnnio H-urique Cardim. 2." tenente Benicio
Felippe de Souza, 2. teoeLti Fraucisco do Reg
Ba-ros P8!Oi.
3. batalbo2. tenent3 Manoel Rosa Soirea.
2. tenente Antonio Jo; Pereira Jnior. !. te
nente AristiUes Francisco Bandeira 2. teueate
Herculano Antonio Peretra da Cunba Jnior.
1. batalbaode engenhiria2 tenente Arlbur
Fernaodes Cardoso.
nialsterio de llarlaha
Por decretos de 11 do correte foram promo-
vidos no corpo da armada:
A vice-almirante graduado, o contra-almirante
Francisco JoB Coelbo Netto ; a contra-almirante,
o cootra almirante graduado Joao Gongalves
Duarte; a contra almirante graduado, o capitao
de mar e guerra ManoeLLopes da C-uz ; a caoi-
i5) de mar e gner-a, o capio de fragata Pedro
Nolaco Pereira da Cunba; a cauitao de fragata,
o capitao de fragata graduado Joao Antoaio de
Miranda Nielsen e a capitao ue fragata grauado,
o capitio tenente Francisco Manoe! R beiro.
Fui gradalo no posto de capitSo-tenente,
mece de i. classe, o de 2. classe 1. tenente
r. Guilheruie Ferreira de Abren.
Por decretos da mesma dala foram refor-
mados, a seu pedido, no posto da almirante, o
vica almirante graduado Manoel Carneiro da Ro-
cha, e o 1. teaeate Affonso Vicente de Carvalbo.
Foi aposentado Luiz Ferreti, no lugar de
pratico de 1.a classe do Estuario do Rio da P. aa
e seus iiflljenle8.
Por decretos da mesma data foi exonerado,
a seu pedido, do cargo de in3pector do Arsenal
le Marinha d'esta capital o.Sr. vice-almlrante
ihnoel Cameiro da Rocha, sendo nomeauo para
este logar o Sr. cootra-almirante Julio Cesar de
Noronha.
;overa do Estado de Per-
nanbaeo
DESPACHOS DO DIA 18 DI SETEMI1BO DE
1893
Antonio Barbe sa de Va-concellos, sentencia-
do. Volie ao juiz de direito do municipio aa
Gloria do Goita, para mandar juntar os docu-
mentos a que allud?no os artigos 2- e 3- do ie-
creto d. 2.666 de 28 de Marco de 1860.
Alfredo Firmo de Oliveira, contractaote das
obras das pontes de Pao Saogue e Pirangy-ass,
pedindo pagamento da prestado de raspoosabl
lidade relativa a ultima Ponte.Junte o titulo
constitutivo d i subroroeasao afim de que Be co-
niega a exteasao de sen lireto.
Antonio Flix do Monte, sentenciado. Ao
director do Presidio de Fernando de Noronha,
para faxer enlregar ao petlc.onirio a cert.dao
junta.
Antonio de Souza, p^dindo o theatro de Santa
Iza Del para a installaQSo solemne de urna socie*
dade.Informe a inspectora aos theatros.
Antonio L:ureoca Carneiro e ostros. Iofor-
me o r. juiz de direito do muouipio da Es-
cada.
KluarioCindido da Silva, sentenciado.la-
forme o Dr. procurador geral do Estado.
Joo Baptista da Silv^, ex sargento do extin-
c'o corpo de polica regiuoal, pedindo pagamen-
to de veoeimeotos a qn se julga com direito.
laf rme o inspector do Tae-ooro.
Luiz Vernet, pedindo lie rj* para abrir urna
casa de emp-e t'mos sobre penhores. Informe
0 Sr. Dr. Drocurador geral do Estado.
Manoel Luiz dos Aojos, eeatenciado. Ao Dr.
questor policial para fazer entregar ao peticio-
nario, que se acba recolbido Caea de DetencSo
a inclusive certiao.
So:ielade Congresso Dramaco BeoeQceate,
pedindo o theatro Santa Izbel para realizar um
espectculo na noite do 1* de Outubro viodoa-
ro.Iiforme a inspectora dos theatros.
M i ior-I Fi.'u ira de Fjra & Filbos. proprie-
tarios da empresa 'Diario de P.-ni nooco-, pe-
i'Q lo innovagao dos coot',a:tos celebrados em S
le Ago3io do anno prximo liado.Informe o
Dr. inspector do Toesoui-o do Estado.
19
Antonio da G su T ixeira, pedilo pagamen-
to da quactla de I ir OJO importmeia dos ala-
cu,,i8 da ci-a que, na freguezia da Boa Vista,
servio de quartel 4* estacao da guarda local.
1 .f arme o Dr. inspoctor do Tnescuo do Estado.
Crolino Pereira Guimaraes, ser;t?ociado.
Ko Dr. uestor policial para f^zer entregar ao
p ticiooario, que se acha recolbido Casa de
DatoncSd, a inclusa cert.dao.
Jj5 i F<-rnandes Soa'es, p-nfessor publico em
dispomoil'dade, pedindo pagamento de venci-
ne ilos a que se julga com irei'.o.Junta aties-
ado fe exercicio.
J s Pereira da Silva Brrelo, carcereiro da
cadea de Gravat, pedindo pagamento de venci-
mer tas a que 8* julea com direi o. Lugal:se o
seu titulo perante o T esouro do E'tado.
Mirla Rasa Pereira, P'Ofeasora puloica do mu-
nicipio ce Bom Jardn, pedinlo nagameoio de
vencimeutos a que se julga com direito.Jante
atiesado de excrcicio.
Tito Livio Soares, pedin I elem^igSo dos ap-
parelhos da Gompaubia Recife aiaie da3 ca-
sas que foram de-aproonadas p^la Intendencia.
Infirme o Sr. eogenhtiro da Coaipaoaia Iteci-
f Drainage.
Juaquini de Gusmao ''colho. directr do Presi-
dio de Fernando de Noronha, pedindo isenco
do pagamento do3 ordenados receidos oa qua-
lidiu'i ne erapregado apo?en ado do exacto
Consulado Provincial.O pe'iciona io ao ser no-
neado i" ,rformoii e com as dispositOes dos
a-s 85 e 86 do Regcl viento de 2 de Juiho de
1879. identic s as da lei n. 4i de 5 le Jalao de
18J, que nao fez mais do qne renroduzlr a que
foi revogada pelo decreto de 0 de Janeiro de
1891 ; pelo qu; manteoho o m.u ac de 10 de
Junho ultimo.
Secetarla do Governo do E4ido de Pernam-
tiuco, 0 de Setembro de 1893.
O porteiro,
II. M. ,lt Silva.
<|ncstura Policial
2 s'cc&n.N. 213.Secietana da Qieslura
Policial no E-iado de Pernambuco, em ?.0 de Se-
tena aro de 189J.
Sr. D-. goe'oador.Particloo-vo3 que foram
recolhdts A Casa de Dtenc3o bootem os se-
i-ii rr.-'s individuos :
A' minha ordem. Joo Baptista de Oliveira,
conbecido por Joo Sercuodes, Mnoel Joao <.e
Oliveira e Jote Manoel Bezerra, conhecido por
Jas Ferro, remeltidos peio Dr. juiz de direito uo
municipio do Bonito, como sentenciados, diepo-
3ic.o do Dr. juiz das execujes; Slvino Jos de
L ma e Jos Mira da3 Virgeos, alienados, com
destino ao Asylo da Tamarioeira.
A' ordem do subdelegado do 1.' districto de
S. J">s, F.anc seo Games de Salles, Guilberme
de tal on J s Goilberme Francisco d-i Sant'An-
na, e Olegario Ludgero Gomes, por disturbios.
Comranoicou me o subdelegado do 1.* dis-
tricto da G*aQ), que ante bon'.em, a chamado do
cidadao Euzebio Alves da Costa, f-a a casa
o. 5 sita ra do Dr. Epaminondas de Mello, on-
de reside o mesmo cidadao.
All chegando foi aquella autoridade informa*
da pelo referido cidadao, que tendo na noite do
da anterior levado para casa duaa bolas de stri-
cbiaina envolvidas em pao-de 16, com as quaes
preteodia matar alguas dos ce3 que iofestam a
ra, muilas vezes al noordendo os transentes,
acontecen que sua mulher eniontraodo-as no
bolso do pal.tot e sup,oodo que eflectivamen-
te fossem pao-de-l, as dsse dous de seus fi-
lbos, Jos, de 5 annos de idade e Josepha, de 2.
O menor Jos, ao provnr a bola, deiiou a fra;
o mesmo, porm, nao fez a menor Josepbi, que
corxendo a que lbe foi dada, apreseotou-se em
acto continuo com os symptoma3 da envenena-
mento.l
Sabendo do occo-rido, declarou Euzebio a mu-
lher a desgraga que Ibes ia acontecer e immedia-
lamente foram as criangas medicadas pelo Dr.
Fre tas Guimaraes e posteriormente pelo Dr. Ba-
ptista de Carvalbo.
Sobre o facto todo casual, procede a referida
autoridade na forma da le.
Acaba de me communicar o general com-
mandante do 2. districto militar, que providea-
coo em ordem a serem punidas rigorosamente
a3 pracas do 14.* batalbSo de lioha Othon Jorge
de Campos e Apriglo de tal. por terem se oppos-
to a prisSo de nuas mullierea na ra de Lomas
Valentinas.. ..... .
Pelo subdelegado do 1." districto da Boa-
Vista, foram remeltidas ao Dr. 2 promotor pu-
blico as diligencias a que proceden sobre o de-
liramento de orna menor commattido peh In-
dividuo de nome Antonio Malhias da Silva.
O cidadao Antonio Leoncio de Licerda as-
sumi em data de bontem, na qualidade de 1.
supplente. o exercicio do cargo de subdelegado
Pelo subdelegado do districto do Arrayal
foram apprehendidas e remeltidas a esla questu-
ra 8 facas de pinta, 3 punbaes, 2 caivetes, 1 ca-
ivete e 1 compasso.
Durante a noite de uoorm o servigo de ron-
da maior foi feito pelo tenente Josiuo Alexandrl-
no de Oliveira.
Nada occorreu digno de mengao.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos- Barbosa Lima, mu
digno goveraador do Eetado.
68 O queotor,
Juliode Mello Fho.
Thesooro do Estado de Fer-
nambuco
DB8PACHOS DO DIA 20 DE 8ETMBEO DE
1893
Daniel Moreira da Costa. Jo5o Felisardo de
Amorim, Joaqulm Francisco Ramos, Antonio
Francisco Riguelra Pinto de Sooza e Euzebio
Brando da Rocha.Iofo^me o Sr. Dr. contador.
Ramos dor.
Jos Elias de Oliveira e Manoel Clementiuo
Correia de Mello. Haja visU o Sr. procurador
rasca!.
Valdevino Jos Bezerra.Certifique se.
Seohorioba Maa de Jess.Aprsenle o lta-
lo para ser registrado.

.

'.^'.V**.

'M.i.".ri..



Diario de Pernambuco Quinta-feira 21 de Setembro de 1893
Siaeg & CInfirme o Sr. Dr. aminlstrador
da Recebedo la.
Laclada Simplicia Alvea P,mentel.Ao por-
teiro para entregar ao ioteressado.
lldj) Tiom L"5o de Castro, Joo B ipista da
Silva, Campos Costa e Joaquina Teixeira Pei-
XOto.-I > forme o Sr. con.adir.
Jo- L->pea Das. -H ji visia o S\ Dr. procu-
rador lis -.1.
Recebedorla do Estado de Per-
nambuco
DBSPACH08 Do L.IA 20 DE SETEMBRO DE
1893
Euiebia Mara da Couceigi Ferreira.-Certitj-
que-ae.
Joo F. Carvalbo. J. Lagoim, Torres Irmos.
Informe a 1. secgao.
O portpiro,
Custodio B. da Silva Guimaraes.
EXTERIOR
IV* Fronlc ra e em Moniivimo
lornd do Commercio, ats 12 de Setenio^)
.timos de pas o.'.- jornaes de Montevideo,
fuelles esio oarralos os acontecmi-ntos qc-e o
Doss correapood me da capital do UrugUiy uos
trano t o por lelg-amma.
Col ja aabem os o*, saos leitores, foram mor-
tos por o i!a partid i que tinna sal i lo de Sam'Ao-
na u M t nenie de Dome Cardcso, ofcial or nial
que era o ebele de da. eocarregado da vignan
Ca na fron'eira, e o guarda da Alfandega de K
Tera. Melardo Gonz-.lrx. S.gu do as ver-oe<
da fjlai de Montevideo e da fronteira oriental.
0 tenente o goarta o ram mo-toa en territorio
Oriental, e os seuscorpos arrasudos para errito-
rio braz'leiro. Do lommario levantado pelas auto
ridades or eotaes resulta que oram en odiadas,
do lado uraguayo, capsu'as e Remiagtoo, a
Clavloa o guarda e vestigio* 1o Bangos das
yict'mas. D.zem qu fotam c83J8iinados por
emboa .ada.
Urna arle oficial do general Ira-Joro diz qm-
0 tenente com aiguos comDaobeiros estavam em
territorio brazileiro e que ao eer intimido pela
part la do L'vramenlo, responder com orna
descarga, resultando des:a voleada a represalia
tomada pela forga da guaroso.
O chefe la f'onte ra oriental, gener.l Garc a,
COmmun :oa, m teragr. maia, ao presidiente da
repubi ca que o cb?fe polt o con dous escri
Ves (Ora ao logar do acomecimento levantar na
acto soore or-ee latb' l vtl encentro. A mor-",
anda duiao mesmo .er.-.'ra! Garei.i, (ora terpe-
trada por forga* cotnmor. adsa pelo -api-ao bra-
lileiro Joao Fran.isc i l'.-reira de Sonza negan
do que o teoene Crdoso itvesse pi-sado so
Brazil, i'Comp-iDba'lo ue traldidos o-ieuues.
Desti molo estara pro vadj quamota note
nenie Cardoao, ffl-a prat cada era coudlg&es ule-
voaas, tiig"a de severo carree io.
Os jrrnass orieni s, atoda ffl -mam que o D\
\ic oriro Monteiro.tm vstale s mel&aote fjcio.
tom-.raa resolocio de commonicar ao gOTerno
brazileino que, e liaba nassado, penado a
respes ra liceoca pi a k frotetra iov
dos factos para depois ivengnni.6 8.
O |>r. p.io ma:ech,il Fioriarra Peix^to, f-m tele
gramma expedido ao nos ciinis ro e;a Moi.e
video, Ira d-u ampios ;> derea para proceder
como iodicassflO ea criterio.
Como Be vera Jep oa. a pa'ti la, do D V el
rio Mj't-iro pa-a a frjn eir foi spracada, em
virtuie dos acoote:itneotos que se derm mi
llotiteviiio, aur ate a noite ne 2 do correte,
em qu'! foram indignamente dessala 03:: :
L' L e e u'-o Co:iuia !o, assim como a ro
loma braziletra e o Brszil, psr ;.ma mSra de
povo IncotibSie.i'.e -jue te-ia letado a sua ouea-
da ao p'in'o de arrasar pol.j. ras as armas
braz-leiras, Be a poii ia de Moni-video nao tiv -
se r- D' limo, como pra do sea d-v^r, a aggn asaa
Mtopidd diqaellea que preteo;em ob e* n ra
jOes o1 :: s prop'las, tem m-vJir o -
qoencis e as respoosabilidaca de actos iodig-
nos ce o : po?o ci-lisaJo.
A noticia do kmeotaveis acoo
bootelta cao ara, c;ms en aa'o a!, p'o i
Imprt'--,..) em loda a fcpoblica eatal, b
tnao na o p t ', onde uiais sr exace
nimos da poi ob fio.
O governo cneuial, devomos su- ", s m I
calar q'ie a partida do V regimen-o de i
res para Rtve-3, eria o ponto inicial da exp;o
8&o de mimos apaixooadus, ttn v^z ce o de a-
qn? ese balalbaa seg ilssa viaRera em alta hora
da coi e, era que a.-, cidadea repoosajoc es
conselhava a prornci, favoreceudo o sil
80 niovimenl" de irt-pi, dtapoi que a forca se
aprespntasse na tatjy.- central a Batrada e
Ferrc das 5 s 0 oras da tarde, bora marcada
para a p irtida do Irem. Q J a o o batalbSo fir-
mn em f'ente do quartel ja all fe acbava na-
meroa\ COOCrreocia de rovo. A banda mar-
cial tocava est epitosameue a marc&a Pan-n?i.
0 publico, desue ento romi'en em applausos e
vivas ao rxi-r ito. ao butainao e A reoablua, o
que era nbtiral, e e.u norras ao B'axil, se
bem qu poveo te:andido, o qu- era f*a de
propo.-ito. desde qoe se iniciara a acgo <;t I j-
Oatica e qu3 o proprio Sr. mnis!ro Sagasiom.-
commo ari ao gaveroo oriental qoe se farh
prompt;- Uttica.
Tu o qa uta ref r:mo-, encontramos clara-
mente exposto no jj'naes de Montevideo.
Ni rstagao da e^irana de Ierro, diz L T'i
bona Populi, mjis ,n 3 000 pessoas presencia
ram a partida da ipedicio m.litar, dando ti
Vas ad presiunte R .Hca, ao mini-tro ^a
gue-ra, que Umtiem s- t^irigia a Rivera, :o ex-
ercno e ao bataltiao. uviram se morrasa aoa
Invasores do lerrih o u a najo. Pouco depou,
0 trem erup tbe^dia a mareba, repetindo-se as
acclamac6es da multido, ent-e a qual se nota
vam muitos tu n i ccniecidos da sociedad-,
Chefes, officiaes e varias atailias. Ja a essi;
bora fazi>m-se convites na estaco, para, em
maoifest gao, se dirigiem Legagso Brazileira,
onde, coqid o mesmo jo-nal, s-i daiiam aor
ras o B az.l e Escudo B-aze ro, que seria ento arrasiad > pe
las ras. A pjlicia leve conhecimenio daasa
matiife.-tagaj e adoptoa t.di a classe de precau-
0ea pa~a evi'.al-a.
Diss- ra a mesma folbs que o ministro brazilei-
ro, ap algara prudente refug ar-se a bordo de um dos
navios brazileiros surtos no porto de Montevi-
deo.
E*ta notis.a, completamente f'Isa, fd'a des-
mentida por outros jo naes daquelia capital.
O ministro coo?ervoa-3e em soa casa, onde,
alm, das cirromstancias exlgiem a sua ore
leDca, se acbaya doeote e em asststencia me-
dica.
Os man es.antes, em vista das medidas po'.U
Ciaes, resjlveram a.tiar os aeus propsitos, para
momeibi u,ais opportaucs.
Os acootecime.itys, diz Li Tribua de?
gostaram profoiidameiite o ministro jo Braz.l,
qoe se negara a acetir as preteDgOes do gene-
ral Izidoro, e eslava dispos'o a esclarecer os ta-
ctos e a aconselbar as urdidas que fossem pro-
ceaen'i'j Oomj ja sabem os no so; leilores,
em T inuu mt apparecen, de manh, atirado
0 meto da ra, a escudo do vice consolado bra-
siletro.
Na e-tagao da estrada de ferro, apreseotaram
86 como vonlontar,o3 8[8jeata e tantia mogos.
A maltier de om dos soldados gritava ao ma
rldo com a faobosa voz do odio invete-ado :
N3o v-jl'.es sem trazet-me a orelQa de um ma-
caco para lembranga.
Esia exploso nao leve so ro-, qoe o re.-to
da conco-ren :ia impoz silencio.
Esti osier.tigo, no momect) da part da da
ropa, exctiu os nimos da pa t; inferior da
popalago. No da s-gui te, uto no dia 2 do
corrate ja se sabia, desde moito cedo, que om
Srnpo de etJdantas da U uversidale tinlia pe
Ido liceoga a aotori lade policial para e>ctnar
Om meettog, com o flm de protesta' cootra os
aconteeimenios da frootelra. O ebefe poltico
re8pondeu immediaiamante que oSo permittiria
emebanJe acto, mas os organisadores do mee
tlng, a quem provaveimeita nao cbega:am os
conselbjs do Reitor Ud-versal, se qoe os
hou^e, poaca importancia deram as-pa;avras
da auto:ida le, e as 8 bor8 da noite, nnmero a
moltidao reuna se na paga Cagancba. O com
mlssano policial e o ebefe di polica, o que. se
gondo afrmaram xlgumas p83oas, ameagira
com revolver, o qne I6ra desmentido, disoive-
rim a manifeatagao, qoe, fraccionaba, tornoo-a
formar-ae ua ^raga lodep^odencla, as 9 ha-as
da noit;, t:ndo os manifestantes all appareci^o
por diversas roas adjaceotea. Bstivto all perto
de 4.C00 pessoas. Urna compaabia de guardas
civis, armada a Remiogton, intimoo r 'ra qoe
desee lagar se retiraese o povo. Vaiaram a pc-
licia. O numeroso grupo dl3so!veu-?e appiren-
temeote, mas, subd.vidindo se, diruio-se p-a-
ca da Constitolgao, r-mm to se ali e leseando
pela roa de Itlzaingo, com o p-ooosito de pusar
pela trente do consula 'o srazileiro. U n commis-
sario nao lmpedio a pa-sagem dos manfesiaotis,
(azendo apenas urna arenga e pedio lo modera-
lio e olma Logo d-poi, fo'. p,star-se com
dous offisiaes A po ti do consulado. Q tanda o
grupj era mala compicto e mais exciiados es-
taam os aoimos, pediram a om Sr. Dr. Cigaaia
qoe Mlasse ao povo.
Es-a pessoa levantada em brago3, pronunoo,
mais ou menos, o segulnte speecb :
O povo oriental es' cinsado de dar provas
de valor gnerenro, porem, eoou ahora de 1ar
provas ue valor austero prod^ote, era narmonla
com a cultora poltica, posto que a pru leuda e
o herosmo n5o se exdu-m m agitada existen-
cia d8 tagaa viris. Amanb qoau o os :os
desta formida^el explcsao de. iadlgaaglo popu-
lar chegart-m aos oltimos coofloa do contiO'-u
t- (!) e repreaentarem uo seio itas nig6-;s eoro
peas, os paizes ins e as poteocias do v lio
mundo bao de exclamar "econnecemos o h--
rvfeo povo do outros te-npos; o oq.o de he
roes e de manyres da bberoade ; o povo das
proezas que pirduiSo, o memo qa: souofl oppir
caneas de uquarar manejadas por Dragos de
ry Jopes, a tolos 03 audazjs inJaso-es s ues
mas turnas do coloso vitinno >ih qa"' dam'8 ansolota reparaco das olfetisa oi^ri-
njescoasu ados nos defensor',-'i taeg i n-oa-
ciooai, porem, pelo mesmo motivo, iObi) es,
qne a raga v>rll nao perdeu a sua ve h: phy
sionomia, nio devemos dar
vi combater porque precisamen'e ooo
irario di) que nos cnsmam os nnacidi nos
sa biicionalidade, os nos 03 antepassadoa 0-
ze'o btijar o p da derrota em contendas de
om contra emeoenta.
A btlitude Dounlar deve 3 t o fhlrfl-xodj
hymno da; no sas gloria3. Contera uraa par:e
solemne, grave, mgeato<3, como deve se* a
es optativa nos actuaes inom^otss e ou ra pirt
Vrolenta, arrebatadora, incomras'avel como a
marcha das cavallarias legendaria! S ?. di-
p omacia nSo alcangar a reparago que exige a
honra nacional, ento, seobore, eer ebeg^do o^
momento da acgo precipitada e violen'a, de
accorjo com as exhortsg'S victoriosas do hyra-
no patrio. Entretanto, vanos pa-a as nossas
casas e que o patriotismo austero d^m'ns go-
vernantes e go'ernadot n-sta hora de supremn
expectativa e, o dtssolv es'a maoitVa icao,
:eva cada um d.e cs a con vi gao ds qce orna
deit'.s duaj solucgoes, fgoalmeote butirosas, ht
de cal aar a josia eapestatifj popular : ou a
ra.is acabada reparago do; urvo p- la va
diplomtica oa a todas a< v sissitodes e tolas
as conttnensirs da guerra ib ernaciooal.a
Co uo se \. nao Ih-. fa'uu bvperaole para
nm proposi'o pmdtDte.
Emqoanto pareca conter-ie s'.-i ra '11.'"=' gS>
o-nra3 se formaram em frente liiglo .10
Brazil e ao consolado, a votes ni 111 o'ofe
r;das cootra o nosso p 1 z : c m'.ra os b ai lu os,
e os desaos a qua se apres r a u r>-1
tile ro, etc.. etc., tutoisio p: 1 te- -t 11 oo-a ;
grupos guiodod por lou',o; e gente e ti li-iputs-
bilinad?, a verdade, porem, eqae no oinn i
"di i.-tro, do consal e de algara b-aiileiro qo
com risco da p.-op-u vid ti;j833 o-vilo spm:-
ih "') ese'an>-s6ea qoo ferem prtf-iadimeate
1 ligaidade de quera r"-p;-i en t-rri f-tran
g?ira, magoado p las duir:!)-1!!, pja insolencia
e. pt-1 ol-jasa vosead anteas 'ra- quei-yo
u V;u a pa'.rij, :i :ill.' -o I 1 p-j'o : < (
K pitia sensata dj. popo'ac&o, a sim otsra
lomnrchi-n 11 io.
Na egago o no consulado c tapar-;
al^uos deputa ios, militar a o cnefs le poltuta
e particolare*, com o fin de manifjsta*em o
ara p-zir pelo desacato de qia '.-i al?o a
gacfto.
utro nurao-0-0 groroo caza la tu.
[tzalo de Uro enfreoloa con v.,-;n guardaa clvis
qoe qo'zer.m dee-. Arrojar o- e es383 rna
aife?tantes cootra ns p>l> laea. proluiiolo tw
eQtj gra le c i il zo o t i ao I i- ib at
os militares. Os soldaloi laoga-am m&) dad
'mis; ura indrldo) 1 <\v Ivar
soh a nm gnar'a civil, v Iba' m >u
toqu a e i b";.- i lar a cjoo de
H pratlca ira se Iba lea ccaslOes. Oro
so't.'o foi o eegainle : omguardacii I f1
por estocada no )r:g) n reito, latro f:rido po'
. de logo po golpe contundente o ci-
beca; ooiro grav a ferido aa cabejja e
ont'OS ievem ole.
" a fe i '01 rppireca ura
fj g ,!.-. ,j. .,., q :n. .
OasiJOte f!:! lo por beiga-
Bot-e 03 pnica
e lona Italnuo-
para ta :oem .u
lata.
O.; jornaes de Montevid? onsigaamlam en
outros f;imeot03 em persaas cojos nomes ig
Dorio.
E'ti 9 1/2 noraa da n j t qoani ir r empo
de mats di' oitoeeotos oom*Qa chegoa -; ps tas
do jar na I La Razn. E ir-r o manifestaites
app.'resia o or. A'bf-io Palotneqae. Aquel e
numerso gou;o p-ufer viva 1 morras, e ps-
dio qne sqoelle dou'.or Ibea iirigisse a pal- o que'jo de admirar po*jue qaando se fo -
mam lorbas, o que |oei 1 6 oavir di-cu-s-oi
Irifei.zmenle nooca bsdssejam aens o*, como
paseamos a provar.
D' te eoore umi cadaira o S". Paljoieqi'
asadoo es manife taotes e falln mala tu menos
nos sr'guio us termas : E 1 onire ma accld -
talmente em vosas filase presen:ei a coadocta
as.umia p-la aitondade policial. B'necea
8i-;> que nao e qdegamos qoe esses a><
- i t es, que os rerhij}%ram, mpediudo-vos
que toroassels tffsctlvo o voaia protesto, levara
uo p--;to um cor:',5o generoso, uobre e patriota
que cala um deiiea, 1 pesar de compi- cora
as ordena S'.ip-riores qae Ibes impui-hi o sl-u
dever, vos secup^ona 00 \^o prtt-sio viril
contra o- assas.; n:ijs lufanies que levaiaram
-un'soio o ara.ir pitrio era loda a repaoGa.
Hinaciuad' om g^ttiCe offeusa. Ha a. offi-
cu! que vis la a fir a pana v.lment asaas-i
nado e irrastflo rara Ierra eet-anba, e rasa
oflitiai ao l forme d nosso exerc t > offe sa
tambera para a b-.ndeira que o n.iaso culto
pira 03 borizon'.r.s tera !iu, que nos br nia o
porvir; porem os povos grandes, nyb-eB e vina-
nao pranci-m actos de patritada, copfjndiudo
a cora o patrioiisrjjo.
Qaando o 00 ranc-'Z, ebrio de ardor pa-
'riotico grllava : A Berllu 1 A Berlim I assal-
laodc os Irens para ser vencido, nao fazia otira
de patriotids nao I p a i:ava om acto oe pa-
triotismo grande e honroso.
Para los, nao ebegoo amdi o caso extremo.
Devemos te calma, espera" a soiogo dos
problema3 diplomtico, exigir reparago ampia,
complete, 8>U factoria, o castigo exemphr dts
aaaa-siooa, podemos reclamar d03 poderes p-
blicos nacdooaes a enjo ouvido chegar o eco
desta manifestago, que ealvem a honra naci
nal.
Por agora, pego a vossa calma e estar! com-
vosco se fo- neceasano recorrer a cotroi exem-
plos.
Teobo plena contnng- de que esta qoeato &e
resolver honrosamente para a nacionalidade
O'ienlal e vos coavilo a dtssoher esta manifes-
go era attitude surea, dando ara viva* aos
E-tipus Unidos do Bruzil
O discurso do Dr. Polomeaue foi constante
mente interromprdo por vvas e harrahs ao
orador; qaando, porm, propoz om viva ao
B'asil, oovio-ee om g ito unnime de reprova-
c ', dizendo ama vez que era necesaario qe o
Brazil tratasse de reparar primeiramsnte a of-
fensa.
Este grupo diesolvea-se em ordem.
A impreoaa em geral pensoa que a polica po
deria ter impedido as aasaadas em frente Le-
gago e ao Consulado, se previamente as ea-
luinas do qo--.rteiro tivesse postado soQltierjtes
o gas para impedir a passagera dos mandfes-
laotsa.
tj jando o qaiz fazer, j i era tarde.
No consa'ado brazileiro est guardado um rea-
peitave paiago de bronze que tiaha sido arran-
cada da porta de ama casa fontelra e fra vio-
lentamente arrojado ao eliHcio. prcvavelmente
com o proposito de deixar indicios no escodo
do Consolado Brazileiro, o qoe nSo se lagroo,
provavelraenle por erro de pootaria, mas nao
de iniengo.
En frente ao Hotel de Parii, onda restdem
varios federalistas lamoem oovlam se gritds de
mo ra- 03 brazileiros. .
Dorante a paassgem de grupo de amotinado-
res, qoe, com tora vilania, profer ram iraprope
ros contra a oossa oasionalldada, a porta da
Leg?go consevea e abena e aaalm continaoa
at aa doas ca tres horas da nadrogala. o qoa
nao podemos uelxar de elogiar, porque os edili
cios em coja fachada brilnara as armas da oa-
tria sao como qoe a proloogago do pus qie re-
preseotam e, 1 or consequencia, oevem couaer-
var-se aa mesma attitude de s-rapre, alo la mes-
mo qoe s i possam va- expostos 4 saoha oroial
dono eusaios, d cojos coagOea, aoqoe se v,
a boa barmiota entre os dous povoj nao pode
atoda desalojar oa velha odios de raga.
N i dia 3, 1 bora da tarde, comegoo a agglo-
merar se exiraordioarra coocarrencta- na p-aga
de armas e ao mesmo terapo aagmeotavam os
grupos tas priocioaes roas e orQU.
A polica appareceo por different s pontos.
O chele potuira traton da diaauaiir os grupo
de faxerera minifeatggio ; como, porm, nao po-
uia ler o dom da uoi juidade, foi- h-r imposatvel
evitar qur um groBO ae trezeoioa e ta tos rapa
soU8, guiado po- o n inltvidoo, habita I insul-
tador dos bazilei-oa. co mecido pela alconh.
josttieala d' oalb-c, tair.basse em O'recgJo
ao centro da ciia.e, dan lo vivas patria, ao
exercilo, val odo a polica e prolerlolo morrae
aos brazilei'oa.
Nesse mon-oto. apparesea a escolti do Pre-
8ideote <*a Repblica. O cnefe, onedeseodo as
ordras receidas, ordecou a ura sa-gen o, qne,
com 6 bo-neos, pa-ns-e a galope soord is gru
jos nara i:-! 'ii-s.'lver v ra tic m limp en
pouso lempo, po.6 d, lego qas passavam os so1-
a i is, loma vara-se a furmar os grupos.
Arroj-ara pal as, que, de au'.emi, t-aziam
:i:i.- alg.tiei-.s, contra us soldados la estaba
recebeuio o ch'fe oa oed'ada as costas.
A m-.il lao marebuu e 11 do era oirsego a pra-
ga I nepeodeicia, ouie se rnp'tlram as carga-
o espectculo Je i Je ca?allana por toda a escolta. lajerveio oes
I se mo nenio a paheia, prendeodo o famigeralo
pilhaco e Doraste noite, ale 3 10 roras da manh do
da i, postiram se piquetes de tofaotarn, em
freote Le^ag 10 e a 1 C>ou ado, Com c-dem ex-
pre83a de repellir bala, to ia e qualquer ag
g essSo aos referido:, eiiist03.
Como d ssemos, por telegrarama, psu o f iltou
para que os vag-bundos, que formavam a man
featagao do da 3, ultimassem um infeliz hornera,
que passava a cavallo, vendeu 10 legomea. Un 1
voz parti, do m io dessa turba, exsl.mando;
All val um b-azilelro. Ura guarda civil par-
ti a galope e chegaodo-se pe to dessa desgra-
sado, obrlgoo-o a que s; desviasse por outra
roa, pira de se modo escapar sauba dos io
&oit llores.
Narrados os acontesiratntos occorridoa em
Montevideo, jmto qie fugamos as onsilera-
g>s que correspin'.eio, para demonstrar qoe
tiouve procioitag > por parte dos ne o inteoeio
nados e desvario daquelles que se apr vettararn
da occisio para .xHioirera-38 ea luolicocjm
e--gari>s li teoeioto* de aodarllhoa d~ odio.
O jornal L-i T sabia 11 qoe lser, alada rajsrao qiatilo lodos
b itendtaai qoe era t,e: 'ssano fater aiguraasouia.
<; a'at'.er proprto la rarai'esi'igo e saboaio
mam s oo-se ua >ua raosraa de-urdera Era
como qn-r ura hosnisra em itberdade.
A proposito de um ariigu qie uppjreceo era
La N'.cwn, o-gj da carcter ollival e qne Lx
Tarde, jorjal de o, posigio. attrioue pnn 1.
PrePilente da Hepjbsa, diz o aogoiBiea re'o
rida foi as : Mo con a'ii^ds patrioteiros e
juixoiessos qud ce bao lo salvar as dilfirada
des que se e-i) araintoaoi i com os acocteci-
ra-ntos da fronteira. Ev iimis traossrever o
resf.. porque assim nos a.onseiba a p-ud ncia.
Pr r ou.ro lil i, les >a qoe o Sr. Ministro Ori-
cn'al,que entre nJ re^i lente comraonii.ra loseu
Giverooqieo arcii^i Fio-miu proraett a fs
ser prompta jaBiic^, en oatonil que ess. ex-
ploaOes da ira popalar < uvessetn cabiraen'D
no caso de falla ao catnprimeotu ) qu; f'.
aroiie tilo pelo Vise-Psresidente da R-soabliea.
D 1 1 oeit > a que se po.edero, re-ulls1,
seta davida, a p-jva evdeate doi atienta tos
pratisados ni f-o.iteira, corre-no riendo, una
vez demoQstra-los, qos se app q-ja 1 ave 1 cor-
recgi) aqo^lle oa aja-llej que oir;:to e lodi-
reci 1 ii-ote nelles to nara a pi te.
Mralijijj povo, porm, tera o diretto de fasif
justtga por sois prop-n- raaos, por raeio de ra-
aifestagao -le d-sagrado, moiera-laa ou Immo-
deraias, antes de se Immr a as;io da jastiga,
apoiaia ua lovestigago do? fastos.
D)i inqaerites prdpara-ios pelas aotorida-laa
brasileras orieutiJs. da corapira^o ai n i!ta-
n a d-'ssi-s docum-ratos, que devem ier por u-n-
rj p-opos'to a pesaa'sa uo crine ou da iranra
djncta. qae e delnsir .1 reaoHante u verd
le, nica, ladiscottvel, upo ala na '^iagio lo
: < ''" i"'t ;.i' 1 ". ii .'. "., sjoao'oa
\'f pacien 'ien :ia de e-psrar oslo desag no aff-ot;ti podemos, t'3, bras !.':roi, fase'
recordar ao pvprra povo uru^uay serie; acn
l-ciraivrs, dos nuaes paree; esiar boje e qie
cito e que, mn-rue n meibor do que o Sr. U
t.o 83ga8tooe, poier t.azer memoria do
en Soveroo e dos seos coopatriota?.
R'ferimo-noaaosc lebres 3iteniado? do Pasra
undo.
Forara nlli rresassiaidos a pra a lis 14 brasi-
leros, durarit; o lempo do goveroo do gen-Til
Santos, e o 8 sius corpos ente-rados cautelosa-
ra-rata com o lira de dlssipsf oa ves'igios do
en rae.
Nao es'amos esqoecidos de que ao proprio r-
mo da presidente da Repblica couba a mator
paf da rrsponsab lidade.
Ee8 acrarecimentos eram digaos do mata
severo cas igo; entretanto, por ioepcia e debili-
dale doa nossos gove-oos transactos, e tiveram
usdas.'ifg^j ridicUa, e pira erat-lnrato re
aullado tiv us da esperar qmtro annos, for-
maodo-se e rtformando-se samm .ros, que, ao
cabo rasuras pesados, poe.ito, aos qoaes os diploraa-
18, em gral, tem horror, porque Ibes roubam
o t' mpo e Ihes ajjam as moa.
Em.-, porm, necessano dar urna solugo i
qaesto.
A Hl.-r 'Mi'iem ni 'la ? ti- (;5o ji FS'.ava em
relago a MJiffjrenc dos go.-e'nanies. Eatre
tanto, os bOOS e legtimos patriotas, no Braz'l.
nno ? ni lizeram manifesiagSo de .lenboma
chsse, como iamojm os noasoa deavatratios e
exaitadesque, por c.rto, 03 ha em toda a pir
lenao pro'eriram insultoa era a legaga nem
a patria d s oMaotaea.
Nao temo molvoa de ar-?pendim?Qto; pelo
contrario, em vista dos acoateclmeotos da fron
C-uz, Jos Luis Tixeira, Pedro B. te Carqamra
Lima, Prrderico 6. de Lorena, Jos Antn O AI-
virlm Costa, Jos Piolo da Las, Amonio Pompeo
ds A. Cavslcaoti. Prederieo Porj^z de Lace da.
Jos Carlos Paim-ira, Gaspar da Silva Rodrigues
e Tneotoolo C C. de Carvalho
Caottes d9 fraga'a Maojel Pereira Pinra B-a
vo, Rj-lngo Jos> da Ricba, Aitonto Praacisco
Veiho Juoior, Alvaro N R. Belfort. LsopoMioo
Jos dos Passos Jnior, Eluardo de B>rros G> 1
da. J)8 Pedro Alvea de Barros, Jos Antonio de
Olivetra Prenas, Carito i Oto da Silva, Lionera
Sosas. Jos E^yiio G.rcei Palba. Allomo Alves
Cmara, AutoraoLuiz C. de O'iveira, Ami'j ds
Rocha Cansidlio e Jos Mraoel Pereira de Sara-
paio.
Capi'Ses teoentes Praocisso Manoel Ribeiro.
Fraocisso I^oacio Pe-eira da Cunha, Manoel Da
C rdoso. Carlos A. d Faria Veiga, Jco Aodra
de L"ite Pel-o Gongalves Perdigao, MSnoel Ji
:l tno Pinheiro, Francisco Jos Vielra, Luiz de
%se*edo Cadaval, Jjo Amonio Soarea Dutra,
Jos Joiquim M. da Cunha. Jusur.o Jos de Mi
do Coi obra, Fraucisco M. Wandetley. Francia
ro Jo- Fe-n radeg Paoeraa. Joaqoim Alves da
Silva Pena e Manoel de N Cistro Silva.
Cxoiiao leaeoteJoo Baptiai?.
1." teoentesJoo Carneiro de Almelda, Fran
tisc.o Xivier Traoco Juiior, Hsrculaoo A de
ra npau. Ca'los Pereira L'ma, Alfredo de Avila
M- razas, Cirios Antonio ds R^go BarroC', Tan
sredo de Cisiro Jaallril. Joo da Costa P.ato,
AmeriN Brezilio Si-vado, Jos L. Castello Bran
C>>, RoUlobi L -ia C--iz H-ranqae Boit-ox, An
Mulo ds Fo iseca Rodr goes, Octacilio Manes de
A'raei :a, AIIjuso ua Konsesa Rodrigues e Adol-
ph 1 d ia Sanios.
."* teoentosDio^enes de Lima e Silva e Ai-
gusto ScbiepIerTbos.
Guarda mannhaEluardo O lando Ferreira.
Guarda--mirinhas da Escola Niva =Godofre-
10 Amomo di Silva, Vital Braiio Civalcaotl e
E raardo Gomes Ferraz.
Co---o de SsudeDr'. Bento da Franga P. fiar-
les, Jos Caetrao da Cos,a, Saturnino de Car-
valho, Eaclides Ajve 7e<-rsirs da Rocha, Castil-
lo Leal, Francisco Muoiz FerrSo de Arago,
iyrapiromo Olynoto A. Coelbo.
P.ia-maceaticos-Arganor da Cunha B-ira e
Cirios It. n is.
Corpo de machioislasLuiz Alberto de F-i
ria, J.o B. de ieue'a Ferreira, Augusto Fer-
oandes de Aojo, Manoel Dias Braga, Gsraldo
Alves 'e Moura, Brazuiaao Eitevo da Araonm.
FraO' isso Gooealves oe Oliveira, Antonio Ig a-
eio AlDena^, Rob-rrio de Djoa Himem, A-loiptiu
A' oerto Ferreira de Olivelra, A'fr do Augusto P--
na, Alblao da A'aojo Gaimar-8, j0s Basilio
ti ves Povo, Gustavo Jicio'bo Mus Coelb.
Primo An ni; Pa-a -so de Cs-t-o, Joo de Soozs
Garvilb/, laii Jos de 3oa Ana, Aifrelo Brr
n rdi 10 itra, J nqu'i Giogr.ve.i da C raba, Mi
zae.l PraoeisOO Bicrt-ira de Mello. Miguel A-ig..s-
lo ua Cuaba lones, Isnoro Jooqutm do Sacra-
rae'it) Domingos Gouhrl da Silveira Manoei
Pereira Buooa. Alfredo de Honra L< noei-o J>s-
Ojala Mj-era Pinto luolot. JosGjra-3d-r Pal va,
o-ge Augasra Co-ri, Edn Gustavo Calav I
s'cbla-ies Gongilv^s de Seii. Joao Germano
Pe ira fiemes, Jos de Olivei*a fimes J-ino-,
noel A' orno nafra, Ca loa Augusto Pa.beux
JoS Jas Ai*oes J>ranra ia;osto AfTinao da
C si a Jo vh Bai Ict, Isaac Ta vares D.a Pesaos
Micoln Jo Mi que-. Candido Jiaqu'm ue Al-
belda Crios A-;0ur !a Costa Bastos, Joo An
ionio da Cista Biatos, Bariholom) Josa L ibio,
America Biptta ds Sj-zi, Jos Mirla L al, Cj
o'iiio Lu lo de Ohveiri, Joc Gomes da Silva.
VIiv.oii.i'it erreira da Cisti.l oo Candila Ro
i'Uuss, Leonardo Paua de Paria, J lOoF.elsfi-
CoWsresoa, LU'z Borges de Mitra--, oo P^uli
Paria, Lu'z Dio tr do Ara>ral Cn^ves, Amo
nio JosMita-'ui dos Santos. Eduardo Ce-,
Lusfiosvg-i de SouzJiorar, J.y.ne Hstbias
Ri rao J jve i-I de Lras Coelbo, Nemesia de :". i-
las Caoba, Alfredo Antonio da ri7a Ci lao,
/lrgilio Piaho, Affooso da Silva e Joao do Arau-
jo Gniraaraes.
C^rn le foj'Qdi /.'. i Goto -s F [;ope, Pran
CI8M vltno Bltteasoari, Jis Prancisio daj Con
ceco, Prancis-o Au.ru--o d- Lrai F an o Au-
gi-ito C. 81 iy C)r-, Jto Cirios dj.s R:H, 'i1:.-:
Ai'oiio Pi i'>-i M, boj, nTia-l llaciel S--n
es.Riynanl CaetiQj da Silva, Jiciatbo M>
lea. Jjijuim Pires Per re-a. Armar Ma 1 I
3-oarcs. Praocisso Man del Bitian^oust, Pedro C
Dt:-!' Notes, Prinet-ci M. de Lsmos JiStc e
Joo J >; Mu eiro C;- t.
Asor n esAntoiio Alve.3 Portitb.i Bis'o',
Saotloo Saraiva de Faria Castro s J.se Lu: 1
F.an.'o L>bo.
Fi-is--Jerenyino Gongalves de Serra,Vice te
t'exaTflrino de ilm-'ida, JooJiijum de01
veira, Victorino Fausto de Atir-u Luz -1
Anot'a S'eilosoda Silvetra e Man,".-. Per.ir d*
Caoba.
-.ve:'. Pairo Pereira Cal as Mmoel
Jn;ein doa Santos, Mmojl Antnio Ferrera,
Alvaro da Cmara Pi ra-iro, Ociav dj de Al 'an-
tara, Fiii-iraunio de A buquerque Mello e Be .-
jarain Auvn- o Praga.
E if-rraei.-js Jimtilo Gome? de Olivera, H;-
U i> Antonio de Carnario, Evaristo Bispo do-
San 3 e Orozirano Olorieo da Soledade.
Gja-de-;Tiburs o Fransisco Dra'a.3, Elias
Veiiancra do Valle e J)- Alves de Soasi.
MesiresAotoolo Jos Miarislo, Cundido Jos
Ca doso e A^oatinho Jos.
Oespen-'eirMni bo do'Santos Po.
CarpinteirosSilostiaoo da Costa L'ma, Tno
maz Rost Garca, oyes Magalb es Mita e
Fran:i-co R.beiro da Silva.
Gaiaf. te< Eluardo, Daniel BoraHm, PelU
Hsnriqoe P.raent :, Luz Paulrai de Carv.lbo,
Braz di C uz Oveira e Luiz P-nlo de Ctrva-
1 bo.
Ser-alheir-sEevo de V. Daarte, AJexai
d-e Gomes Moa'.eiro e Gola obiaao di Costa Lt
ma.
Caldei-eircsMarreHino Florencio Sac-amea-
to e Symph-Gio Sant'Acna Ribeiro-
Invaiilo francisca da Cosa Carioso.
Patro-rar do rtio Gran le do SolAntonio
Lopes Braaco,
Comparecern! bontem a es3i reura'n ".'
oli iaei das diversas classe3 da arnala o pre-
gados no qua-tel general da minaba e naa re-
partiges eajeitas ao mesmo.
A esquadra revoltosa contini na me raa
teira e doa eacandalos de Montevideo, 80 temos attitude. Cerca das 9 horas da manh. o c-tiz-
hoje razdes para* felicitar-ios da oossa prudeo
cia exemplerao esperar ola solugSo ento pres
tadi pe'a jdsliga urogaayi.
A memoria dos oovoa semnre ingrata.
Deixarara-ee goiar pela i\ oW embudo, dOttO
diz-m no Rio da Prata.
INTERIOR
Cipllal Federal
OS ACONTE OMENTOS
{Jornal do Commercio de 10 de Setembro)
O Sr. Vicepresidente da Republics cocieren-
ciou bontem com o Ministerio, o Chefe de Poli-
ca e con muitos generaos de trra e mar.
; O Sr. Vice presidente da Repblica rece-
ben bontem do Sr* Dr. Baroardino de Campos,
Presidente de S Paulo, o segrate teleg-amma :
Aqu na Capital e em Santos e em todo o
Estado i. ioteira paz ; nada occorreu eeno
p.ovideocias lefesa Santos. S ulagOe-.
OS. Ministro da Marinha receban bontem
oa 8eguiot-s (elegrammas :
t NatalLameoto tactos. Cont lealdade em
favor da legalidade;Brrelo, cupio do Porto.
. RecifeInteirado vo3io telegram^a. Aqal
reina paz. Servidor leal.Duarte, Inspector do
Arsenal.
O Conselbo Municipal do Distrieto Federal,
representado pela uialoria dos intendentes, re-
cooheceodo.a gravidade doa acopiecim^otoa qoe
ie tra^desenrolado nett-s ltimos das' reaolveo
conferir ao Prtfeito aotonsago para lomar, do-
ran'e o actual e tado de cansas e rt que a tr-
dem se restabeiega, as metida 1 que j Igar ne
cesaari',8 para o bem-eatar da populagao, de-
vendo, em tempo opoortun: prestar contas ao
Conselbo.
O commandaote superior interino da-Guar
da Ni.'loaa! confereaciou bontem com o Sr. ma-
rechai Eneas G.lvo.
Pelo envite felto pelo qrartel general da
armada presentarn ae ante-hontem os segain-
tes od:iaes.
Corro da armadAlmirante Eliaiario Jos
Barbosa.
Cbotra-lmirantes Carlos Rtttmar da Silvei-
ra, Manoel Jja Alves Barbosa, Car 03 F. de No-
ronba e-Julio Noronbi. ,
Qipitea de mar e gaerrt Manoel Lopes da
dor Repblica, depois de manobrar pela bibii,
tomn a di-ecgo do Arsenal de Mariohi, pelo
lado do anCoradoaro de S. Bento. Pouco nopols,
veio a to-pedeira Marcilio Das, nem guarne-
cida, e eocostando lina das Cobras pelo lado
interno, boave qaem vase parte da sea g'iirni-
gSo suoir ao qoariel do batalbo naval de onde
arrecadou grande quanlidado de cuQhetes e mu
0ig5e8
Ce-ca de mela hora da larde quando o Repu
blica o a Marcilio Das deixav.m aquellas po-
siges, a forga policial que se ach postada em
frente ao caes dos Mineiros, c-vistando a lancha
Li'icy que seaproximava do can-1 ta Ilha das
Cobras, comegau a faze- fogo de espingarda so-
bre a laocna, respondendo esta cem ama forte
deacarga de meiraihadora.
Este facto pro razio grande pnico a- povo que
deitoo a correr, sabindo em diaparada oa ti h'co
loa que estavam naqoelle ponto e immediagOes.
Qaasi todas as casas.-de commercio fecbaram.
A lancha da Escola Naval, por eer a uoica
emb ircigo respeitada no mar, auxtliava a con-
duego da birca d'gaa para o corpo de man-
oheiros e navios ostrangeiros.
Ao reg-essar, po m, desse servigo, ao passar
em lrentjao caes Pnaronx, recebea da forgaqae
all eslava postada orna descarga de fozilaria.
Da momento a: parecen a torpe leira Marcilio
Das, qne, tomando a defesa da lancha, atlrou
sobre a torga do ces, prodozindo no povo novo
pnico.
O povo continaoa a agglomerar-s^no largo do
Pago e outros pomos do littorsl, e nos morros.
Durante o da coninuar m os tlroteloa con
ira -i Armigo, tendo sido vi&io tamoem faser
logo o cruzador Tamandar e a canboneira
Baraj.
O Sr. trjadaote general do exTcito recon-
mendou aos Srs.commao-daites'dos regimeotosa
fiel ooaervaoetada-probibicodeandarem pragas
disparada ou mesmo a galope, oa cidade, sem
mo'ivo jastiHcado e que oa me3mos Srs. cora-
mandantes fagira oorrigir os qae deixarem de
respetar essa reeoramenoago.
Apreaenaram-se hornera ao quartel gene-
ral : os alferes de ui'an'.ana Sigismundo Rodri-
gues da Silva do 35 batalbo ae infantaria, e
Riymtoao de Prertas Almeida, do IV batalbo,
amno addidoa --o 24* da mesma arma, deixando
a dispensa eruquarastavam e promptos pi a to-
do o servigo, e 'o teeate de gavillara I mocen-
cra Pe lerneiraa, alumno da Escola Superrar de
Goerra.
Nao (em plido baver reaaUriedade nos
trabaliio-i do f-s, jair.es, eacrivei a outros func-
conarioa e nem "m advogadoa, nSo tem po-
dido vir, ous de N tneroSy outros de Paquet
ou de Petropolies. e ato cora prejaixo das partes
cuj 18 cansas estao paradas o alguraas em con 11 -
g6es que a le determina prazo fatal.
E^t ve-ilicado qie o subdito bepanhol
que fora preao no palecet do Governo, confor-
me noiiciamos, soff.-e das faraldade3 mentaes e
a pediio do enearregado do consolado da Hes-
pmba, o S.Estjvz, vai ser mc Jaldo a ama
Casa de t-'aude.
Oa bonlsda Comp nhia Cirria nanos,
linha oa roa da Sania s Barcas, pasaaro da
u' euj danle, oa subida e decida, pel ra da
Impera tris.
A infeliz senbora portogoeza, que coofor-
me noticiamos, fallecen ostantan menle, em
consequeocia Ce ter sido attingida por urna bila
que ar'f messarac dj berdo da laocna Lucy
i\ i'i'i-i-i cela pretenda atracar ao caes da n-aga
da Ha su e.ia, chamva-se Ann?. PraocisOa Fer-
nandes. viu'a, e 48 >nno3 de idad-', residente
tua Cala Barro n lo, e deixou ramios filbos
menes em extrema miseria.
Na irada de ferra oa trena ordinarios e
extraordinarios fizeram-ee regtl.irmeo-e-
A secretaria oa guer-a e as repiriig58 an
n-^xa1 fuaccionaram hontem com toda a regula-
r.dade.
N> Arsenal de Marimba nao houve traba
Iho. lendo 8'do pago os ooerarios aa Contadona
da Mjrinha.
A liba de Paqueti foi tomada peloa revol o
sos, que aili deixaram nma uarnig&o do corpo
de uiaricibeiros micion,.c-.
ur-n'e a ooiir houve, entre out-es, tiro-
leras as i-ai-s da Lana e Santa Luiz 1.
(lornil do Commercio 'a 11 de Se emb-o)
No pilacio Itiunra y houve h'ratein confe-en-
cia do Sr. vice-pr.'sideme da Repuolca com o
ministerio, ch-rfe de polica e raarecbal Eaas
G.lvo.
A's 7 horas a neile. duas bindas espera
vam no satrao do mesmo, o S-. vio -pseeldaate
da Repblica ao reco her-se da soa vstta s for-
gas desicci.i&8 pelo lutoral da cidade e dos ar-
ie ae<, sendo rouito victonalo ao entrar.
A' noite forara apesentados ao Sr. mare-
chai Fioriano Peixoto, p-la polica o Io tenente
Azeve 10 Alv- 3 e dous marlobeiros, que declara-
run ter fgido era um boto de bordo do paquete
Alag '3, em poW dos revoltosos.
O ir. mareciiil Fio rano P.';x"to, vice-pre-
Bidente da Repblica, a.ro;cprahjdo de numero
3) estado maior e de urna lorga de cavallaria,
percoreo gran-(e parte do littoral da cidade e
a-, eaaes, passando por diversas ruai. rsn io por
vi-zss alvo de maoifestacbss de aprego e eonsi-
derag).
Hcn em coi'inoaram cadas baodelras es
tra igeiras era diversos b 1-1 eos e casas p;.-ticua-
res.
O servigo de trens ordinarios e extraordi
Darlos da h'straa de Fe-ro Central do Brazil
tem si lo felto ora 10J1 a re^alandade.
O mo'tajeara do piasageiros do interior
par.', c'.a -'raa! tem sido dimiootisaimo. O
desta capita' para o laterior tera sido conside-
ra vel.
Ron tem, s i 3 4 da rcaoh, bem como ao
anoitecer, houve tiro e 33 em diversos pontos do
littoral.
A te-lontcm partiram pa-a Nictberi-y, onde
devera 1er chegalo honlem eiveraos depaladoa
estado-es que ee acbavara n ala capital.
Ni o.-qu-dra que conserva a mema nos -
co: moveu-se hont-ra de minhl o f pnb'ica
qa ve o a altura d 1 Pralaaa e I tarde e u frente
ao Arseoal de GOTra.
Ao mel da o Sr. 1 Im ante Salda-
mu iia fiama, em u a Iran gaaroeiia por
umi uron de aspirantes dirigi se ao caes do
Arsjri.u ie Marinha e ii'ah man i"U co nmo'iicar
ao ;-. mi s'.ro da ini- lu que roe b -..a K -
N 1 val todos os fe os.
E ; a .ra: 1 dj 1 Iliit tas Cobras
ond pro vid 1 icio co tea ru
all -e arh^ra e pata all 1 1 de ser removi-
do'e fe igar em nma moraihas qae *r
... o hospital orna b udiira da eras verme-
Iba.
i) Sr. contraalmirante p*ovi lanciou lamb1-!'!
suore a garanta 1
! rji e'l 1 Iba, qu rec
z. n ra remoV' r
que all ae ;>ch- vara.
. re :ir 1 -3 deixou
P'ov lanclou
pos 01I do gasmetro
so qc.-r'n r-se, fo
.- ;oia Naval as familias
t 1 n
: rad o h >spit
I 1 boa
uraa guarda de asp.rar.-
I.
(fcia-e da armada e
clases aorexss uo b a'-hira desembarcados
por estar aparebendilo; ia oa ios, a re; Iba-
1 1.:/. ssem.
os os segaintea teli ; a i-
i Escola N;v
Pora a re:ebi
I :
mirecbal vice-presiden'e da R^pn-
P-!
bca :
B g, 9 -I rorm 'io dos g*avea m ses 10a qu
fe > u ?sa 1 ap1 I devdoa \ anb g-5) cri
mla>Badi a'.iltirj, mios.8-ieotes da bo -
vagra armada cont a o soaso patritico governo.
ga o'.ia :";.;ura -ra Repblica, reuni os comman-
diales dos corpos, aos qua^s expuz 03 acuite
ctm'-n'.os. Coifo'iue esp-rava ouvi ''esses c.
ra as formal r. p*ov.g5o desse acto aedicioso,
ind'mo da farda a,i sollado brasileiro, poden-
do us- gu-ar vos era todo o terreno o a ora o
4-1 r-i' mumo Je a-lilborie, corpo de transpnrte,
5- ell- regimentoa de carallaria, 11-, 2S* t
21- ba.albOes de tfaat.ria, que es>aj nn r.i .
mente protapto3 a sustentar a ordem contita-
ci al, m r ara 3 vossj lado pela R-publica e
pela p irra. O exerco est coravosra e nao
desra itir 33 anas tra lu-gO-.s gloriosas.Viva a
Rtipublioa 1-G'neral Teen.
Santos 10Podis contar com a leol iade c"o
comman io fu lewor, coro. "i.adrara doi bsti
IbOas e ofli.iili lade di guarda oacional e San
lo*, que se echa a vosso lado para defesa da
.. lidale e da ordem nubil.a, e que agora se
apreseuta ao vj.s-o e-rvigo por iiterrnclio di
commandaote desta diarirto militar. F Ix
B; :to Vii ina, lenenti-coroael chfe do e.-ti o
maiorPraaciscoCroz, mijo:!. E. R. Cim
pos Jan t msjorCoastaotino Xirier. ten 1
coroa-l ln G ime3 de Aodrade, capa) Ado!
pho F. voa Syl w, majorOctavio Silveira, al
feres-Jcs de Qaadroa Pocneco, teneate -Ton
credo Azeve lo, tenente-coronel.
Serra i, 10.-A of-ialldade da goarda na-
ciooal sob rneu cora :.,.ndo na comarca 'te M ir
de IIj-panba vo3 assegora decidi'o anoio n -
noleago do goverra le^-a!, de q;e eci3 hnralo
CbefeCoria-I, Dr. Agostlabo Cirlsi, cornial
dacte superior.
B:.;6 10 -O 31 batalbo, reprovando os t ei-
tados cont'a o vosso governo, prometilos por
av- rtu-eiro-i e especulado esrauita ooobei los d i
p i! i itei'o, vem agora as-eg r3r-vo3 que easa-<
especoiaOes in-ioas jon enconrrarocho
no aea sero. Ei'.ado prnmot) :i bjter se pela
Repao ica, su tea'ano o vosso poverno 8jm
p-e moralisado, digno e pa'.not co, ttic 1 Ci-
ras de p-omove- a;o a a prospendada nati>-
nal. O 31-betilho vo3 snude. Viva a Rep-
blica ICarlos Telles, corouel-commandante.
Desterro 10'3 major Pirraiao passoa o se-
gciite telegrama] Telegraphei ao marecbal
asseguran-do a lealdade e firmeza das torga da
front ra, q e reprovo a attiiule .os degene-
rados e amoicosua, dignos do mais severa cas-
t go .Sem Marti .a, co'oaei cammaadaate lo
5* distrieto.
Tres Corag5es, i ?Interpretes d03 sen ime -
tos patrio icos do Sul de Mima, deploramos os
intuitos dos revoltosos da armida e, pro e-111 lo
contra o pro:elimer.tos iosiinigos da patria,
offsrecemos tolo o apolo material e moral a fa
vor da eitabilidade das instt uigfiea e do gover
qo legal Redacgo do Mioaa do Sul. *
Vossoa-as. 10-A Guarda Ni'i nal d> Vaasou-
ras presta pleno apolo ao trasso governo em de
fesa das Instituiges repoblicanas.Martrabo
Loooldo Nobrega, coroaei cooimaadante supe-
rior.
Pelo Sr. Miotslro da Fozenda :
Londres, 10Agralego o telegramna para
constar ncli'ias alarmantes emanadas do Prata
e. de Nava-York, abalando gravemente oosaa
reput.tcao e loapirand receioe. A revolla se
veram^Lti eeaaurada como anarchia e falta de
pitnuiismc. E' urgente restabelecer o tele
grapho e sendo necesario com censara dogo
vernoCorri.
Estaocia, 10-Felicitai em ame do manicio o
da Estae! i o Mirechal Vi je Presidente da Re-
publica pelo attitude enrgica qa asamlo di
ante da revolta, que o paiz cana ser por elle
euffocida. Un dia o mesmo paii agradecer 03
servigos Immeaccs pj ellelhe ce p'es'.aado
O preti lente do Conselbo Miotripa/, serviado
de inte 1 lentu, Pedro M rtras Pires.
Pelo Sr. Ministro da Jastiga :
Juiz de Pora, 10Vieran c.-o'ereociar cornxi-
go o coronel Agostraoo Cortes, tentntei co-oneij
Carlos Ribeiro Caud 1 Dot-a, Julio do Citt o e
rada ofB iilidad do 113.
Toloseat o promptos pr|meira viz para
defender oGiverao Con ttruional. E'pero ho-
je os oflitiaes da comirm olio Njvj. Pa-a-
bens tela alti'ule patritica d Minas.
Ho!'1 mee iog em Ma- de Betpaoua"oro-
nel Dr H'ti'iqan Vaz, eommandante sope iir.
Pelo Sr. Miosft.-o da Mirraba :
PeenSiente vosso tclegramma de 8. OE-
'iies a-senal e navios obedecer ordem gover-
no conjt tiido. Serra Pinto, "spec.or -L'saa
Va*conce I '8, comandante da Cabedel o.
Motitsviil.'oO Bih seglo boje aa 4 ho-
ras psra Assum.igo, leva ordem cao tocar em
Hu-nisAyre-. Cirvaluj.es. cjmmndinte do
Tirado -tes,
H-n'em as 9 bi'aa di manh eitrava urn
vap- r naconal, q ie vlaba em direj.o da entra-
da da barra, receben io mago da forialezi de
Sania Craz pa-a nao iran^por a entrada do por-
to.
Hontem as 3 l|4 horas da tirde um lu^ar
brazileiro, que parece ler vio o do ful, euiron
nouisropo-to apeza" de ter sido ; tiros da fortalea dr Santa Cruz, tres de plvora
seci-.a e t-es de bila. Depoi) de ler par.ido, vea
a falla do ippuolici.
Foi re ebido o seurate telegrammi :
Psr3> to de S-teranro. Senador Miaoe! Bara-
ta Uo-Aonlinto a eoidaeti cor-ecta e digna
dos roi>reeotaiitss do Pura eropenhado3 na de-
fesa da Repblica. O Con resso do partido re-
publicani. ri unido oa noite de 7 do correoti.
voiou u.ianim-*mfnte mogio de apora frunco e
dpcididi ao Mire h'l Frariano P.-ixoio.
Sois ls;i'iao i^t-rpretes dos aentlmentos po-
Uticos d;s vossos correigioaarios Lioro Sa-
dr.
Foi expedido o sag te aoa averaadores
e Presidentes de Estados :
h raalona da Cmara dos Deputados deu-nes
a honrosa iurambencta de ei^atn.'ar-vos osa
ivo applatiso -'ititule drgoa e patritica que
ass 'mistes em face da revolla armada coat a a
go\eroo co'is'.rueonal da repiblica.
A maioria i cacara, unida ni mesmo p n3a-
oe ito, e n per'e ta cchesa de intuitos, as: ego-
ra-vo3 sua mieira solida-ledade pol'tica e peda
que vo dignis de traosmiUir ao pira e b* guar-
ngrj'3 fed-.-ral e e; t iioal os sentlraentos tqui
expresaos, sobre es quaes a-'-ecti a verdadeira
defexa aacioaal neste angastoao miceoto da
oat'a braztleira.Joo Lopes.Francisco Gli-
ceno.
O Dr. Toomaz Coriho med: o da : olicia,
aobm t -u a co*po de delico o poriugnez Fran-
clsrj p,;jro, mi-in'-iro da vapor po-tu^iez Ci-
dade lo Po"'c qail apraseata na orago es-
querdo ura feri nenl- feit 1 por oala, tea lo atra-
vps--a lo de la ro a la io.
O picieote declirau qae '-a victima de aaaa
lan:bi trinla di p?bs revoltoioa, teao recebl-
lo squel- ftrimnto de um destee.
Homem, pli manh, o ptscadjr Haaoel
Seve-ioo. di la-secom a ana candi de pescarla
pnra ler1, qoand-j foi ai -aa;ido pi- un : ro de
ca-.-bia. que ii-i' rj'j-l ie ai nieji fSljaer-
da.
S erino ji estado qrave, foi rerolbldi aa
bospttal da Misericordia, onde fji -'.bra rt;'o a
co-po de deiico ptlo D.-. Thomaz Caelbs, medi-
co la polica.
N> 't is 1 S -: S'i )-'i i' 12
deu entrada, a tdmte-n, i tard*. Tmlor J)-e
'; torie'o, p-'se- tra to u n fentne tu nj^elbo
. q 1 -. 'gando del.ir.ra, trie 1 ti no
mar qu> o :<..-..: ..1 1 bordo da ui'i J. Joo
,;... 1 qoal tnp lente.
A :a 'o n'rahida p los meii o; juelle
psti 'ment.
O Sr. maret-hil A to io Era- Gatavo
G-lsSo vioo m t; arr gado do flu .13 do
qiar'.-l g m r I o Eegoi il '
M- ;-!-! "us r.egori.)8 da pnerrr, 10 de
S e idel893--Sr. encarreg le do txpe-
, .. (. 10 qq .-i., eener I 11 1 xerco.
a- f gis q por soa attltode pe.iriot'ca, no
era cana de garantir s noss: 1 iaslituigOea con-
ira 1 u-' ito revo'oci, nar! 1 da r e r cr-
ii. 1 i: :i od i. Bfl arbam era .--rvjgn | .:,. gnar-
nlr'ra, an la em no n do Sr vic rei i :;
la lica, loavir en: o-dera do 1 '.--'i-e-
1 I r i -; ,'. '' I n '':'.: '. ").ir
dr -'.i b i -ril t c u:;i a patria.
E". ia forgas sao :
Os co'poa da goarolgao, icclo-ive os
ti Santa Croz e Realengo, o :o-p 1
iiopxerrt lo a brigada palie a', o co.'{ '
b i'j- iba d ? dever;
A guiraa na-ioos!, noe ae -arh? rcandaao
co. coi: 1 rtilb;1 o des seo I K inos;
0-" ahimnos das 1 bc i!, a superior c guerra c
miiir, jovi-113 enihusiisias da .epi
O commandant' s das lmhas de po-,trena
littoral e >cus estados caiores;
Os commandanles e gaarnlces ca: forlakzas
da barra;
O- bataltiSes patriticos, a:aJrjv;::c r Tira-
lenten, que igiuilmett- se ac::m reut: ios ao
exercito.
Manda, onfosim, o Sr. vicc-prc3ij'n': da re-
poblica, que eejam tambem lou va los o quartel-
metre general e sen estado ruaior, o director
ia escola .-opericr de goerra e o commanJante
da escola mtlit r (testa rpita1 e re.-pe.:':vj, offi-
.. ieg prntiregado?, o commendante geral d;. ar-
d ait'l I cine o- rio Arseo, I i Guer-
ra, o inteodente da guerra e aeo3 aja.lao.-8, 0
director do laboratorio do Campinbo, esernpre
gados das reparttgOea de ainlante gei le
tel-mc-tre eeoeral, os offijiacs do estado
ir do .- o vi-e.p- -idente c f.^ do mea e
t" io< o-i generaos e .*li aea d- on'.ras gradaa-
1, effeeiivoB, reform os e honorarios, qae
''. -ipres-ntram ac servjjj.
(Jornal ca ommerjio de 12 de Sel abro)
O ruta; 'eri j e o cbefe de olicia confe: n:ia-
ram ',rn I < aaraty soir i oa a; >r icimeito;.
Apresentaram se naatera ao ajudan'.e ge-
nenl os geoerae? de diviso
n ra loalor e Lui Hecriqae
baotk.
o Sr. marecbil Flo-iano Peix.'.j receben
e-tes telegrammas:
Beiem, II Poleis contjr rom ti-'o a mea
aroio para o vosso eoverau con?t:tu::ooal.
Ao^ixo o fclmir^te Cu-totia, veda'-'-o :.udi-
Ino embicraso qae someits ambicin? o p der.
T 10 pria pitrla, talo pelo v.isra gi-erno ba-
:' o, r.terioso e prnden'e. Viva a pob cal
Viva o soveroo cooitilociooal.Ma'ianno Aze-
vedo, iinraeiaio da cmlio.i :ru Cabedcllo
Paratiyoa do Sal-Qaalqaer qne eeja a vossa
poltica, qtniquer que eeja voasaadminlstracSo,
sus le alracnt-j chefe aup-erai da repa'iltca.
T inli-s re- eiado a constt'.o g-, sois garantia
da ntegridade nacional. E' por i=so que r<03,
repob'tcaooa sinceros, iDimigos da ;;n rcnii qae
oes ameaca, somos pu.- \bi e contra o; iramig03
da patria, applaudindo com enthusiasmo a ener-
ga, coragetn e patriotismo de qae ten es dado
provea. Vivo a repuolica. Vi va a consum-
gao. Viva o ra re bal Fioriano Peixtt). Fran-
cisco Bis os. aivocado; Francisco Punza, Pau-
l'oo Alves de Souza, fazenleiro ; Ame.-ica Aze-
vedo Silva, Elias Torrea, proprratorio ; laoedic-
to Goigalvas, Joo Soares, M-raoel Micnado, Dio-
ko Altiuquerq ie, Joo Jos S. tres, Jos Casli-
Ibo, Joo Pureza, Augusto Maf.-a. pbarraaceali-
co, Augusto Ferreira, operario; Aotonio Ciri-
qo, Manoel Medeuos, negociante; TOfcophilo
Azevedo Silva, Joaqun A'ves de s'ouza, nego-
ciante ; Alipio Salt'nha, HercalesiMsgdaleoa,
operario; Aureliano Caslilbo, negociante; Lao-
rilo Silva, dem ; Honorio Mua, :l"ii;Ar-
thur Alves, Jo- Luiz Pereira, Manoel Fe-n3nde8,
Joo Teixelra Borges, Ano io Calixto, Julio
Frracisco Aranjo. operario Antonio Pellx dos
Sintis, Jos Caoba, Pelisberio Jacio.-, Miguel
Da irte, Joaquim Paula Ridngops, operarlo;
\nion'o Birbosa, A.fredo Silvi.Prd-o Qa! .tella,
Justiniano Nev a, Jos Tigre. Alexnlre Cardo-
so. Maoael Silveira, MarceHino Amaral fazen-
deiro; Ribetro Giia, Alexanare Abrabo (med
co), Mano Cabral. Arthar Mello. Alcibisdis Fnr-
tado, advogado; Francisco eaa Valle, Cosme
da Silvi, Narciso Soarea. Diogo Telles, Joa Pe-
droao. Jarbas Los. Braz Ribeiro e Jos Carlos
Daarte-Antonio Roxo, promotor publico.
Portelezr, 11Te 003 a dis'incti boora em
commuolcar a V. Ex. qae na eesao de boje eata
Asaembla approvoo unaratrmemeote a aegulite
mogo : A AsBemola Legislaiva doC'ir,dian-
te dos gravea accntecimeaoa que zc J5o actual-
mente oa Capital Federal, altamente a!tentato.'
rios da existencia das poJe-es legaes e legtima-
mente constituido?, aasegura ao chefe do Poder
Ex.cativo, Marccnal Ftoriiso Pelxoto, sea pleno
<
10 cura-
n'ana
!: fcax-
rifo'madoa Pe-
e Oltveira Ew-


C
.-
inrn >' *



-*

"
Diario de Pernanibuco Quinta-feira 21 de Siembro de 1893
M^a^^^bmbi^^

si
e absoluto apjio.J. Gaedes L rareogo Faltosa.
R. Aoaso.-Tooraax Ac-jIj.P. Angosto
Borgeg.J s Prato.Antoaio Piolo NoRueira
Accioly. presidente. Agapito Jorge dos S^n os,
i secretarioAotooio Salles. 2* secretario.
Sspueaia, 11A Cmara Municipal ue Sapa-
caia preaia-vos todo seo apoio oa maouteo-
gao das inilnoicOes repoDlicaoa3 O p-esideo-
te, Francisco Amonio Gorrela Jauor.-O secu-
tarlo. J s Jastlaiaoo.
Balem, 11Soldado fiel ao oseo goveroo,
eetou prompto a 'oos os sacriti:ios.Googr.-
pbo de Ca tro SUa, teneote-coronel.
Curuyba, 11Caojaraiii a maior indignlo
as Diticias dos apealados commeuidos pelos re
TOlocionarios' Os nomoard- ios das cidades, qae
as niQes oao pe-'xn omis as ou'ras. sao pos-
tos em prauca p^los revclociooanoa da rmala
nacional conin cida les br'ziieiras 1
A revolucSo faz jas a execraco de t)doa os
bra ileiros. Sato a V. Exc-Vicente Machi lo,
Gobernador.
Pambvba, 11A mesa da Assembla Leeiala-
tiva do E-la to da Parabyoa. interpreta li-l da
maioria da mesmi e do povo parabyOano, io-
teiramenie solidaria ccm o Goveroo do inesaio
Estado oo apoio (raneo e de i lulo por este pre-
lado ao Goveroo patritico de V. Ex.
Viva Repblica onsiliacional dos Esta los
Doidos do Brazil I -Desembargado!1 Antonio da
Trindade A. Meira llennqoes, presidente
Bacba-el Miguel Santa Coz Oliveira, secretario.
Bacbarel Manoel Florentino C. da Coma, 2
secretario.
Maranoao, 10Scieote de vosso ir-legrammi.
Ple o inclyto Mar.xbal Fbnano contar com o
apoto lott-irj do Goveroo Esladoal.
As torgas fe-leraea e.'to promptas para de-
fender as las itoices e die&idude da patria.
Rema piz na populacho que favoraval ao
Cierno legal. S.io-voa.-Alfrelo Mirtio',
governad >r.
Bele.m, 11Todoi os corages sinceramente
patriticos roa! nuam aoceanio o deselas* da
crise grave que atravessa a Repblica, (azendo
votos ardeotes para qae crasigi ella consoliiar-
se pela victoria da Uoostitu ao e sabias Jis de
teocrticas qoe regentara noasos destinos.
Ceamos no lino, prudencia, hVmeza e oa
triotismo acealrado do benemrito Marectial
Flonano Feixoto, esperando confiantes que sera
dominada a revolla acesa por uos poneos brazi
leiros eios sagrados deve-res rapos
los pela reiao eamor da patria.
O E-tito do Para cootK.ua em paz. Empero
qoe nao ser p?nu-bada a ordem, grabas aoj
sentimeatos boas do povo paraense e corr. c
Cao e ro nlocta dos ofli:iaes da armada aqoi es
tacionada e disciplina dos corpos da guarnigao
federal estadoal.Lauro Sodr.
O Sr. anis'ro da Goerra interino reoebeo
bonten o seguate telegramas da fortaleza de
Santa Crui:
Fazemos votos qoe Prosideate empregue po-
deres extraordinarios oara esnagar sera pieda
de iaiajigo; pa na. Nao tem-mos ataqie ; es-
tamos imoacienl-rs pan que elle coraeg.;. Sem-
pre lembramos qo? exeroito nanea vencido por
leaes iaimigos nao osera por miseraveia traido-
res.
<2Morreuo3 em nosio pote, qoe nao tem raais
bello no mondo. En nome. da guarntgo, Pedro
Alves, com n;indanie.
O S\ Barbosa Lima, Gove-nador de Per-
narntioco, envioa hornera o seguate lelegramma
aos Srs. depuaios Joao L">pes e FrancscoGh
cerio :
Transmit! guarnigao, por intermedio je
neral eommaudaote dist leto e manlei publicar
telegramma q le em nomo da rn loria d C-ma
ra dos D.'potados ra pissastes, desva:e.-eod-i
co ii essa maoifeatajo deultissimo aprec-r.
Afsegoro vos que sinto ma cada v.-z mais ani-
mada a comp'ir reiiios;imeBte o meu d.ver,
quilo l :> -nj riela c;:u Bjothetiaada oo Goverco hnralo do Marechal
Floraoa Petxoto. S ia lo vos.
OS i)r. Po'Cioaeali, Gavcroaior do Es-
talo do R o de Jin>?;ro, envin lionera acs Srs.
depataos Jc Lopes e g neral Giiceno o 8-
gaitt^ tt l--amai* :
Ag-a^ceoJo vo'sas palavra3 a aaimago e
applao3>3 da muiba a'.titude, en faco aa revo!-
ta da arma la ussegoro-v 3 que coTiinuarei a en
vidar todos os esforgos para Iru-tar a teniativa
dos re? os de domioar os a Captt .1 e esp r
eoasegoil-.). guacas bravo e pa ri i>ismu das
brloaae fo j iocamaiilaa da iif^a
Na esquadra rev luda ootoo-fe hoatena
apeaos movimeoto de laocb?s e do hiato Qiin
ze Hovembr .
D> DieSo dia isSl/ld tardi onv -. re for
te liral I A raag^o.
O ptSo da fragata Vctor Delamire "
c^mai UO la E i il N ival s w li
cenfere-. ;i com oS-J nis.ro d i Marlh e chi-
le de is: lo iior geaeral.
O i P' qa- achavam no BatalhSo No-
val, oa I. Cob-a, f. -!o recolbi
Sr. coi nl S 1 lanba d-. Sama I 1
das E.': le H:aram algoos, ^n\---,
Beodo oo U 98 oara o Cirpo de Mari-
Dfieiroi N i W : non.
Ni v._.'..i qoe fes :i;e Lootem o Sr. co,. ra-
.!mra ite Sald h G i All i. i : b as,
f i ac : h i lo d m B (i lio- Hal de M:-
rlobi f a:, e oni d iu> t
clarar-Ib jqa a liba eata-a cjb su guarda
11 iqne abi B .ti- lai i .j, u --jde i ..-
bemac ps3cal < la Fa-
brica lo G>i
i'ado o hospital es-
Ub I i Normal p lo coa oaedo eu-
rsr: N ual.
OS. 0-?;~
M nJ tem ito em
Btteoder a todas as n u s efi :, visitou fton^em
e boje o bosp.tal acompacbado ue stu c....:
Laior.
O ser co mita-io. CO n i d ssemoj boat i a,
foi divid emexterooeluterno.es: Atea
U do pr.cn 5r. ffjnso ^a
valcaa' lo segnado o lente coroaei D.-.
Edu J-
Com i iat o a rvhida o tioeote co'opel D
p,.go I .: D A- jo Lia i-
co3 p D J y S liado, Maaf I Pe
de Mello! ue Martins Loc.io C-jrleiro, qu,'
boo'.e >.' B ceo 8norvico,ecomoOr.Caval-
r -(> os ; res D..i. Too .\-i D ilfi i Md'aei e
E-;:t). Ma I dc de l t e B-ico Qi. os, os
primelroa cirorglO^i Drs. Edairdo Ifirelra Alves
do Lima e os pacanos D.s. V.c'.o.iio Partir c
Ama Iredo.
Te ida da novo chm.>i03 a comparecer 03
cirorgioss tGoarda looal, serio desiri^oi
C03 p-1 rv.i8 o-qu1 cou'parecerem e bein
33?im '3 mdicos nus.-.oos qoe seapresentarem.
Hontem AsSboras (a tarde, o hosii'ai
DaBacola Norial, foram exl-anilas do Drago di
reito do aoarda nacional lo 2- baialh&o de lo*
faatavia los ae Soasa Gi"ia, fer.do no tiroteio
de ante hon'.em t larde, aleaos estibag.a do
baia* u
A o] Qjae errea muito ba-n, foi pra i
cada p 11 '.enante coronel Dr. Reg L ps-s auxi-
liad! ;.'e co-onel D-. E lo-rio dos San-
103, Dr. Jiyme Salva or, Victorino Poreira e
Amaro F^i-".-edo.
-- O Sr commaadar,'2 superior eesiado-maior
tem dor. W) trdts a=! nottes na Qaarlel-Gene-al,
e 03 ccrar^-.adaates de brigada com os seos esta-
dos maiores permanecido em seos quartels.
chi-e de servigo saada-io da Guarda
Nacional visitn divers b Teses o hospital.
O Sr. ca man Jante do b talnao TVaden
tes pedem nos para declarar qoe tinba entrado
no mesmo da em qno se dea o facto do tiro pie
ferio o subdito hespanaol Cmale, a praga ac-
ensada como aut.-ra do delicio, que n&o fora
presa em flagrai.te mas si a depois por pragis dj
mesmo batalho, e qo^ logo qoe foi p-eso man-
doo tirar-lhe a farda e entrego o pocia.
Acrescenta o mesmo senbor que uoaa questo
por causa de mulneres orgiaou o colI cto.
Fonccionaram hontem com regula-idaie a>
docas e os trapiches.
Na Alfaodeeao servigo int rno fez-te com to-
da a reg lariiade e o externo fez-3e como o per-
mlttiam 53 circo -stancias em qna se acba a no3-
ga baha.
Na Estrada de Ferro Central, rs trens se
gulram o aorario e o servigo todo fez-se sem al-
teragao algoma.
As lanchas da Escola Nival occoparam-se
dora i te o dia de aont-m em transportar diversas
familisa qae se achavam separadas de seos che
fes de Paqaeta e Ni'h>"cy para esta Capital com
garanta do? alomaos.
Hoie devm continuar no mesmo servigo.
A Commlseao Jentral de Soccorros aos fe
ridos, logo qoe sonbe qoe o S-. almirante Salda
nha da Gama bavia igado a bandeira da Crrz
Vermelba, maadou-lbe entregar ama boa qian-
off-j
tidade de os e uiro3 artigos aecessarlno,
recendo Ibe seus servigos,
Iual reme sa de Hcs e medicamentos le ao
ctrrgi&o mor da Goarda Nicional, A dispo^igo
do qu.l poz tambem os seos servigos
ftKVISTA DIARIA
Balado de S:rglpeS. Bt*1 O Sr. go
ve ra .0- do Estado leceoeu o seguate tele
Kramma :
Aracaj, 19 le Seiembro de 893.
Ao Sr. Koveraador n3 K- aio d Pernambu
co. R-cifeNe-ti data foi iostallada a assem
olea legislativa iie-ie Es ado. perante qoem h
mensigen. Saodo-voa.'alasaos, oresmeo.e .
Afuravueaio3. Exc. o Sr. Dr. govema
dor lo Euadu exoedio o .-.ivuiuie acto :
3' S'-rgi. Pal ci 1 do Goveroo do Estado de
Pernambuco, em 20 de Setembro de H93 O
goveroador 'o Estado, teodo em vista o efficio
do preftito do municipio de Palmares, de 2 de
Ai'OS O ulumo, resolve, de atcordo com os arts.
96 de 3 le Agosto >o aono paseado, approv r o ter-
mo de aforameato dos sinos Leso e Monteiro*,
pertenceotes ao nesmo municipio, feito ao cida-
lio Jos MaTiho CVolcante, mediante as clao
solas estlpoladaa em o referido te'moAlexan
dr* o* Ba-br-s L'ma .
Trlegraplie nacionalDi BstaCjaO des-
a cidade, du Teirgrapno Nacional, oos foi re-
metiida a segrate decla-agAo, qoe tjosrasos pu-
blicamos :
Fica re^tabelecido o servigo teleznpbico
tanto exte'ior, como interior, sob coodicgao de
-ema os reca os redimidas em Mnguageui ca
ra e o ae-'ompto albeio acs accotecimantos po
tilicos do Brazil -
EtUdo de ailloO Diario Ofctal pa-
blicaajo o decreto ao poder executivo que pro-
mulga o estado de sillo, acompaabou-a da se
gainte nota
O goveroo, tende promulgado o decreto qoe
aoz em estado de siiio su capital e a cida le
de Nuberoby, declara que mantm inteira a li-
Der.iade de locomogao e respeita o sigillo da
correspondencia .
A tGtzeta de Noticia1 de 12 do correte
accrepcenion :
Sanemos qoe o eoveroo est no proposito de
nao empreg r as medidas que Ibe sSo facultadas
oelo poder legislativo, seoAo quaodo a isso for
largado para maoltr a ordem. Por emiuaoto o
goveroo nao jolga necessario o error, go de
meios extraordinarios a
eneran allmenllcloa -Sao csli epl-
grai>he escreceo a Gaceta d- Noticii, do R:o.
m 12 do conrete :
En circular hontem 'i i^id* a;s agentes da
prefeitura, foi p;-mntida a venda de p o lucios
da p-juena lavou'a em qu-i'.| i t poalo do ma-
n -i,ii indepen i-nie d liceoci.
0 Diario 0B:ial de h je publica :
Altiot a sol it di coii qi 1 o governo tm
nrovii-rHido 00 ict it) de evitj: .me so to-ne
nais difJl:il avila A popuia.j d'esli (ilade,
t ido se deve es erar das medi las qae se esto
poido em jiratia, com brevidde possivel, a
Dem do i tiro-se geral.
Tjn io o Sr. rcarechal vice-oresidenti da
Repblica receb'.do o tlegramma abaixi pobii-
cado, foram to nala-i lococtiaeot* as p-o^ilen-
cia3 necessariis alim dse cof-tiiuira (azer a
efti mercado o abast'Cim-i;tJ de carne verde
as com i;tHs a qu-- se referen os forecelorea
Fazeada de Sa ti Cra, li.Ex^. mare-
chai Flonano Palxot).
Nos coun ss 1 i>3. vim)' por este meio ga-
rait.r a V. Ex. a 'fgilandade naa m.tingas de
gido para o consamo a'e.-ti cap til, e sem ela-
vaga) dn prepo.
P.i i na.- prompti transporta ni E. de Ferro
para i:.po- agio de Mina para aqui Crios Pi-
mecti t '.(I la'io Gircia 4 C.
aoernas que os commissanos e moortido-
ea ce gido do R'o da P.'ti i^ttio reso>iios 1
nAo elevar o prego da carne qio ab.t:~em eu
S. nti C'uz.
O Sr. Dr. p: f it) reaoil hontem g aoij
oa aero ie commerountis de gra-.ros, os qaaes
ic ob- g rara a mandar todos os dios urna ntt 1
do< prrgjs po: qu-. vecJcm o g ii ros a03 re-
tal, utas
1 ba daa Cobraa -Soors o que. oc^orrea
nessa Iha a 11, escrevea a Gazetu de Noticias,
do lio. A 12:
Deram-se ante hoa.em eoccessos importan-
tes na I u da;. Cob-'as.
Sibe se qu1, dfgJfl o romp jo.rato da revolta
:a (..;.i- o .i 8 lo jorrante, retiroa se
nqaella iiha o batal ao nival, que s; foi eolio
i- oh d oot; almirante Cu?t>d:o
de M-iio, e eova : ->m as la icnaa o navios re-
vclto'08 a cruzar is vlslnhacgas. To:osqoan
tos aio .a o aa lia* das Obras, lica
poi Uie i s de qaalqner deftza e de
recoda
Na ooite da sabhado, 9 do correte, os re
ro'toso all ', refrar'm algans
eapregados pa bo lo de b uj navios e sol-a-
ram quatro ';; I ;r Ma. Estes par sua
vez pozeram ros, orn Romero l vez I 30. que estivam noa
ca'aboogoa icidos, e tolos armados
t mtes da I.a d.-s
Cobras.
Tivera enSo a ; >a "r-g5- ri-1 recorrer
l Bs i Naval, o S-. con'.ra-
almirante S I inhaniG. i, >i- sem demora
acudi com anxil'.o, la iba ameagada pelos
malfeitores.
Mandn o dig^.o alm inte ret rar aa fami
lias em laacbaa la esco'a, goarneciJas por
alasnos; amas n a^ i o A'aeoal de M-.ri
cha, ou-raa para a 1 ... das Eaxadas, ue onde
luaia '.arde se: i p3ra a [iba do Gavera.
F-lto 's'.1, coa aio al aocar oo Dreso3 eva-
J;dos, fas-. 11 s !. : t ao claboogo,
a: q-ial eIN deacea s e desarmado. 03 g^les
[erara oas'erio uas, 08 don-
! : e !S 'a, oatros era maior Doni i-
ro A lo. lea Villegaigoon, em lao.ctia da es
c>la.
O 8'. conlr; al in Saldaoba da Gaita
p>'"0rrpu em i t:lf-irmarias do
hospital ini-inrii t'aoqo lisoa os dollos c
jal d rvifio b -n como o d i fab'ica de
g z, garailiodoa lodus qoe oao lies faltariam
recaraoa,e qae desse momento emdiante bea-
vam fob eua irnm ii ta garanta.
Ni lina das Cob-as .- n;iram os do2ne3 do
boapital, ra numero soperior a 100, o pessoal
de serv 50 do ui'3.no hosot'al-o os empregido^
do gizoiuet o D ;!' ante hoa'em estacionara
all oaas guardia d: aiumaos da escol*, urna
pos'ia c ca 8 em f-enle 1; Aracral e ontra
no caes da pouta de late.
tfiaa-ae coi doG3 raasfos da ilha a bandei-
ra da croz verm Iha. auto de no ser molestada
p los navio-; da esquadra revoltala, a cujo che-
le o Sr. ion'ra almirante Saldanha ez esta mes-
ma timagao.
SAo ints'.imavcis este3 Bervigos prestados
pelb bra'o general, qui prevalece do grande
iresl gio do seu nome, nSo f pa-a garaatir a
orden, e a mais s-vrra discipllm m litar no es
abeleiimeato coja direcgSo Ihe foi confiada pelo
governo, c;mo anda para prestar soccorro ha-
mirtario e ei:az aos desamparados e feri-
dos.
S. Exj. commupicou ao gove*"o todas a?
meiias que com urgencia tomA'a a este r spel-
10. e consta qoe o governo as approvou sem de-
mora.
Connreaao Medico internacional
Foi transfer io para Abril do anno prximo o
cougresso m-dico internacional que se devia ce-
lebrar em Roma no mez em qae nos acbamcg,
sendo esta transferenca motivada p las ms
condigoe sanitarias da Europa.
sobre o pao-Os Srs. propietarios de pa
daras qoe por forga la sitaagAo qoe Ibes crea-
ran os ro?pectivos empregados, hav am suspen-
dido o trabalho de soas fabricas, por ama sua
commisaAo, tiveram a boadade de commonicar-
no3, que de amanbA por diante restahelecem 03
8eus t abalhos.
E sem po'sivel accerdo A exigencia de 30 %,
qoe pretendiam os operarios em seos actoaes
sala-ios, e por outro lado reconbeodo a especia-
lldade da crise por entender com um ramo
principal da alimeotagao publica, restahelecem o
sea servigo sem am pessoal completo, e por
so algoma rregolaridade sol-era elle, emp e-
gaalo tolavia seo particular e f rgo pa*a tornar
es a circumstancla o menos sensivel po3siv-;l.
Na emergencia, a dellberagAo dos proprieta-
rioa de padarias digoo de louvo*.
Operando elles, como melnor enteoderAo, para
n5o faltar o pAo ao povo, sao credores da grat.-
uAo desse eterno soffredor, ao qual a crlae ao
"ro ongar-se tradasirla o acumulo de afflicgSo
ao BU etc.
Ist > por certo seria iniquiJade, e della por
veoiora advlriam conseqoeocias de maior alean
ce, e qo- assim sAo evitadas com co-dura.
Laoierna Mgica Foi oo. t-im distri-
baiao o o. 405 Jessa revista humorstica, cojo
exemplar recebemos agradecidos.
Em su'-s illusirag.'s tras aseomptos espiri
toosos e de actoal'de.
1 niao Bendceme doa Hacblnla
taa a sessAo ae assembla geral reane se
boje As 7 boras da 00 te essa sociedade.
A reu''iAo te- lugar na respecliva ede ra
do coronel Su 9*una, sendo o seu flm o pro:esso
da el "i :Si ova directora.
AoapbUrMe Fiada-se amanbA ao meio
da o prazo de apreseotagao de propostas para
arquisigaa de 10 apatices dessa companbia, qoe
acbam se a venda.
A- propo-tas ee-So em carta fechada e por in
terraeiio te corredor da praga.
Hantela;a do erte-O e^tabelecimeo-
10 chamado Grande Hotel Commercial, eiio A rui
larga do Rosario o. 31, nbaeuoiou-oos com urna
pequea laia de g-nuin< mameiga do seriAo.
P.-uvamol-1 e acbamol a ti. Tem go3to de
lene, o qae Ihe atiesta a pureza do preparo, e
talvez nm pooco mais de sal do qae o nece-sa-
-10 ara su< cooservagAo.
Rcuramendamol-a aos apreciadores, q e po
dero havel-a "o referido esiabelecimenio.
JCompanbla de Seguroa -Resolvern)
ui Compauoias lodemnisaaora, Arapbnte e
Peoix Pernambacaoa, do 1* de Oatubro proxi
xo, so tom do Sol, contra tolos os riscos sob as rond.g/s
da apolice, m-diante as segoots taxas.
Macei, l|2 ; Baha 5(8 o pi r Peoelo ou Ara-
caj 1 |0; Victoria Rio de Jioeiro e Sanios
ia
1,4;
3,4 ; e Paranagoi, Aatoaiaa, Santa Cxharioa,
Rio-Grande do Sol, Pelotas e Porto Aleg-e 1 V
As cargas com baldeagSo tem o accrescimo ae
I/i exceptaados as baldeagoes par forga mai >r
jastificada a de Porto Aleg-e no Rio Grande
quaodo oacessano.
Os seguros de alcool sao na razAo dupla da
tabella, sen 10-3 timbera os de me-cadorias no
convez, q >e sAo livres de avarfa.
rtS m-'.-mas companhias em nm vapor por via-
gem e segaram at 8i):00)00); e qualquer ex-
cedente s se*A aceito pira reseguro porconta
dus segurados, umi vez accordado entre os 10-
teressados.
Arada assentirAoas referidas companbias qae
04 pedido; de ii '.einaisagao devem ser acoama-
ohados de docomentos comprabatorios oa effse-
tivi -ade legal do sniatro oa avaria oos termos
dos ar.s 503 618. 622 e 7^8 do cdigo crimi-
nal.
Catalogo Dos Srs: S:huiar. k & Filhos,
respeaaveis commlssarios em Ma abara*, rece-
bemos o sea importante catalag) de rticos de
exportagAo, que e le se ocumbrin .e haver e
re setter segn 10 as eocommeolas.
E' un catalogo que muito nteres? i ao com-
mercio essra .'vida (el o hAo rememettido
oossa pr~ga os Srs. Scbobarck & Filnos, aos agr
decemos afinezi da re nessa, que do mesmo nos
fes.
Fatalldade O Sr. Euseti) A'vjs da Cos-
ta, morador na Cip'iorjs, no proposito o matar
cacho-ros p-f.iar. u iuai bolas de stnchinina envolvidas
1 m pao-de e levou a3 para casa sfim de re
Usar aqielle proposito ; mas antes disto, encon-
rando-as sua melnor no bolso do pal-ot e sua
pando 38 o que ex eraamente represeutavam.
iistribuio-as por dona tilhos de 3 e 2 annos.
Desies o mais velho ao provar, por 0S0 agr
dar ihe o g.vto, deitoo fra a sua, nao fazenlo
o mesrao a m.is mog, urai menina qu cora-
raendo a, apresentoo logo os symptomas de en
veneoamento.
St-m de aora foram as criangas tratadas p^los
Srs Freitaa Guimars.'primeir^m- n'.e, Biptista
e Car-albo, depois.
Iroiandade de X. H. du Ri>m Par
lo -Es-a I .j 1 .a proce>ieo no oomingo olu-
no BOi eleig&o pra a Me;a Regeao.a de 93 a
9i, que li o -issira camposta :
J'vzManoel L-Ao de M lio (reeleito)
Vic- Jjizi'Ao Pe-eira da Silva (reeleito)
Procurador G-ralJoAo T.varesdeA. Quiotei-
ro (-eeleto)
Secretaria GtoI Aaton o dos Smos (reeleilc)
P obradoresDativo Pesraa Neves, J ae Boni
fa io da Triadade e J0A0 Climaco de Barros
(reelectos)
Difiloidorei Antonio H;doio da S Iva, Jo5o
Bejamim Alws da Silva, Fran'isco Jo- da
Cruz, Qaeri'.ra A Silva Gimes. Ji.iqom Pere
ra Rocnedo, Gamillo L"llis Soa-es. Jjaqoi.n
J.)-d> Srat'Anna, (-eelelio-) J >s Francisco
Dua to, Jor Ansberio Lopes Rocbael, Mraoel
Xiv.-r da Cosa M >nt-iro, Salvador D ano
Mar cilio e Antonio Francisco de S nta Risa.
T cour"i-oJu'encio Brasaoo dos Santos (rre-
leito)
Juiza- a Exm. S"a. D Victo-ia da S.lva Pinto
Es.'ri 5j Esra. Sra. D Josepha de Sooza Ra-
ra' 8.
Aiaoctaco lledico Pbarmaceutlca
R-a e-3e no| 00 logtr e bo-a do c a uuip.
'I'li.);;:ni Cianzaga Em Sf?iAo ordinaria
reu era se buje, pelas 4 ncas d 1 tarde, os m-m
b-i d*-3ia sociedale, para tratarem de nego;ios
de I ulerease 'la mesan soc.'edade.
Ciraailo doa Pt'ofeaaurea Pr niarioa
H j -, ao iiii-io da, reone-ie esta socieaa le era
sesso ordinaria.
Snrli'd :> Antl-apirlta-Na 8-xta-fe:ra
pronas, tff'-tuar-.-e-a a conferencia ati i-
spima, oa sJe da mes a sociedate, versando a
mesma son o theraaO espiritismo um em
hasta de S.Unaz, sendo o ronferencioni^ia o
' 1 Pran isuo de Asasia Epipliaoio Rodri-
gues 'into.
Tribunal do Jury do BoelfeFu ic-
clonon oniem e-ate tnbaaal so a r>re-i leoeia
lo Dr. Jos JuliAo Rigueira Pi to de S ma, yz
d di reito r-uo.-tr.ato r-ciproro do 3' dis'.rlctocrl
ici .al. occopanlo a tribnni da aecusago o Dr.
Job Antonio di Silva Mello, X- promotor pa-
nuco.
Reiponde-am a cbamaia 3< ju s de fado
Foi subxellido a jolgameato o reo Antonio
Ramos dos Santos, conhecido por Antonio !! .
co, nro nadado como in urso as penas j art.
370 2- do cdigo Penal, por haver na m tra-
gada de lo deMirg) do 1891, raptado e ihfbra
10 a meaor Belmira Uubelioa Mar,a da Co.cei-
gAo.
1 jury de sentenga cornpn se des jeraics sc-
gU ttC3 -
Servul 1 do Niacimento Beda.
Francisco de Paula Luiz de Carvt.lho.
Olymp o Francisco de Mello e Silva.
D Ez-qniel Franco fe SA.
Benjamn Constant da Caoba Salles.
Joaqoi t> J s da Costa Valente.
Jos Augusto Forera de Magalbaes.
Jiaqu.m FrauciscoD.uIz Jualor.
Anmoio Carneiro Rod ignes Can pello.
P-oiu-ia a defeza do acensado o D.'. .v:uu i-
0 P .tes de Miranda.
De accordo com a dectaAo do jury que respon-
den negativamente aos quesitos sobre os pontos
p iocipaes da causa, o Dr. ,ala de direito absol-
veu o ru e condemnou a intend.Dia municipal
oa custia do proces o.
Foi levaotada t sf s.'Ao a ama hora da tarde.
Dsve per julgado hoje o reo Manoel Bezerra de
Torres Gallioao.
Corpo de polica Servigo para o dia 21
do corrente:
Ronda maior.o Sr. capitao GirAo.
Guarda de Palacio o Sr. alferes Bezerra.
0 corpo dar as guardas de Palacio e Casa de
Deteago.
Uniformes n 8.
1 aquaro da cavallarla Servigo
para hojs, 21 de Se!embro :
Eo'-ra de runda o Sr. alferes E Jeltrudea.
Iioanda-Esse paquete da Real Mala portB-
gaeza, samo da Babia hontem, devendo assim
tocar em ni so porra amanbA e seguir para a
Europa no mesmo da.
denlo e talento Eacreveu um cbronlsla
do Jornal do Commerclo do Rio :
Cezar Lombroso collabora no altimo oamero
da Revae des Revues com am artigo sobre
esta queeto, assaz metapbysua. Na opmiAo do
celebre philosopho italiano, pira estabelecer um
limite diffeiencial entre genio e talento, bas-
ta examinar a inte licencia femiaina. As mn-
Iheres podem com efieito, apresentar grandes
talentos; mas nAo tem genio, salvo emmuito
raras excepgOes.
A historia aponta-nos nm grande numero de
molneres de ana ala capaeidade intellecioal e
admiravelmente instruidas. Ora, diz Lombroso,
nenham genio femioioo se elevoa dentro esse
grupo de iotelligencias aperfeigoadas pelo es-
tado e qas se revtlaram As vezes oos meios so-
ciaes mais favoraveis.
Advirio a minbas leitoras de que Lembroso
Ibes val dizer coosas desagradaveis.
B' am dever de lealdade de qae me desempe-
iibo. para qas me nAo accosem de haver iba
sado da soaconaoga.
Eis o que declara esse pooco galante an pololsta.
Est demonstrado qie 0A0 ba talvez tantos
centenares de bomens como ha de moltures de
mulberea tocaodo piano. Tolavia, u&o se nota
qoe entre estas ultimas se lovantem grandes ge
nios moslcaes, embora neste domine oenbum
obstculo, quer de natorea sexual, quer de na
toreza social, qae p^ssa > xp'ica.- este pbeoo-
m-ri). O numero ae pintoras oa Ameria. do
Nine excede de moiio o numero di pintores e o
das doatoras attioge actualmeotn a 3.00J. A
estatlsiica demonstra qoe em 1889 bavia em
Fraoga tantas nrofessoras como prolesores
(cerca de 100,000 ao todo). Ora, A parte raris
simas excepgoes qae, como Mme. K w.l'.-k
Risa Boaheur, Cifani, eme'giram cima di
onda das meiiocridades, onde estAo as molhres
que dotiram a medicina, a pin'ora oa o eosloo
com tbeorias novas oa observacO^s importan
les ?
O genio tradat-se pela iodacgAo. Ora o o
racter essencial da molber o misonesmo. A
malber detesta as inovagoes, conserva maito
tempo os U308 e crengas j em desuso entre os
borneas. Speacer no'.av. j qae a malher raras
vezes critica as cousas existentes. Em pol tica
a sua ioQaencia coase va ora. F.nalmente, i
molber tem o sent lo de imitago extraordina
harnete desenvolvido. Ora, o dom da iraitacAo
aAo ss deseovolve senAo A custa da originali
dadeqae am dos caracteres do genio.
As fancgfies da maternidade coi.-t.-uem u 1
tal sacrificio psychlco e orgnico da parte da
malber e exigem am tal disaeodio de forga vi
tal, que fcilmente se explica qae ella nAo posea
attiogir o desenvolvimento muscular e nervoso
ao qual o homem deve a sua supenoilaie or-
gaaca e psycbca.
Q lando, por extraorlioario, o genio apparece
em cerebros femmioos, sempre multo menos
intenso do qoe o dos nomens.
Goorge Eilioi, George Saod, Mme. de Stael,
Rosa Boobeors, May Sommervilh sSo admira-
veis talentos ; raa ; nAo Ao culrn n .n :i..s como
Miguel Angelo, N vr 00 e Sbakeapeare.
Certas molberes revelaran) oa politi a e na arte
de reinar qualida les ex eocionaes Lombroso.
po-m, citan lo a celebre phrase : Vebis, fili
mi, quao pirvo ing rara regiiur mundus, pre-
tende qae para gover-iar am povo. 0A0 pre-
ciso geaio aera mesan taleuto, mas simplismen-
te astucia e tacto, o qae ningnem jamis coatea-
tou essas quali ladea A mulber.
Goocodrt escrevea: NAo ha moloeres de
genios ; qoaodo sAo genios, sAo nomens Lom
oro-o ama esta observagAo jos issima e em
apoio della faz notar qae qaasi todas as malh -
rea eminentes apree^ntavam algoma coosa de
masculino, nAo s as -uas obras como na sua
pn'sionomla e em seua gestos.
D'ixanio de parte a antizoilade, vejamos
algoraas celebridades dos moleroo3 temos.
Gsorge Eliot traha urna cara de homem. A
cab gi enorme, os cabellos emmaranhados, um
nariz grosso, os labus espesaos, un bugo mono
pronaociado, as maxillas volumosas, o rosto
alongado de nm cavalln ; era ao mesmo tempo
tAo me Irosa que denoite tinha sas'03 iojasiiQ
cavis pelo mais insi.n licant- motivo. A im
mensa alTei;Ao qoe test muabava a L w s, sn
prlmeiro m ri lo, 0A0 a impedio de casar acs 60
annoa.e, poneos nez 8 depois da morte delle,
com um rapiz extremamente novo. (Arvd-
B'nne. Retratos de mulberea)
G. Saod tinba voz de hornera e u'ava fre-
qnentemente o trajo masculino. Mu-, de Stael
'iaha cara de homem. Quasi todas as ranlberes
.i' iijp ia America odaloglatnrraliohara feicOc's
Virie. Qjisi tolas pa-suim a mandbula (au-
xilia inf-ncr) do homem Na dua- trancaa
Sarah Berohirdt e Due, Fanrizzi v ritiera quj
a mandbula apre sabr recurvo Notaremos qie quasi todas tra
lettra viril c soffrem aa anomalas da nevro
se.
Terminando o sei estado. Cesare Lraibroso
conceae s molberes um certo numero de cir-
cumstanciaa attenuintes e de ronsolag5js. ^e-
coohece que a moiher p le vir a ser um no po-
lico. e qae em assomora de ed :c 5*0 e de en
sinolevi graude vantag?m ao b mem. Suie-
rior a e^te ultimo pela soa grag e dons mti
ras, ellachega a formar orna especie de mandas
mulieris, onde, reina cerno soberana. Se o genio
Ihe deleso, o talento mai as vezes o seo ana
nagra. Na arle dramtica e lyrica. e em tndo
em qoe se trata de agradar as Haa alhe as.
ou de Imitar, a mulher admiravel. Ninguem
se hj avan'aja na prooaganda das i leas sociaes
o >cientic;i8. Fira'mente, eml'.teraiura a soa
-'uperie ade inconteaavel nos gneros que nAo
exigem es-fencialmrate org nalidaia as iri'S,
tsex, par exemolo, ai m'morias e as correspon-
dencias ppi-itolires.
Pociama* de raaamentcForam li-
dos 00 domingo 17 do correte, na mat-iz da
'Oi-Vuta, os seguintes .-
1 denuncragao
Baraarel Mano'l Gimas de Maltas com Miria
Euenia-Azevedo
Roiuloh Geralo de L'ma com Mara da Con
eelgai Perei-a d* Silva.
Antonio BUiiarlo de Couto Soares cora Hoacri-
na Ayres de Alm'da Freitis.
Ismael Ribeiro Jnior com Erothild-'s de 011-
veira Macedi.
G'iMh -rrarao Albino da Silva com Laizi Hjgi
i'.a Gimes da Silva.
J^> Gongalves Moreira comThereza Fortunata
da Costa.
Simuel de Si Monienegro Filho com Amelia
Adelina Carneiro de Mello.
2." denonciagAo
J Ao da Cunh 1 Vaaconcello3 com Jalla Augns-
ta M h ido Porto.
J o de Albuque-que Cavalcante Soaro:- com
Julia Rosa de Azevedo.
3. denuncfagAo
los Antonio Los com Mana Amelia da Silva
Motla.
J0A1 Chy-o3toijo lo'ge do Sooza com Maia
Carolina Aives D ma.
Bicharel Jope Antonio da Silva Mello :om Leo-
poldina Cyraeiro de Albuqaerqoe.
Bacbarel J Ao da Matta Ro ba Figaeiredo com
Mara do Carolo Pi-es da ilva.
Caaanaento civilFcr.maflixados no dia
20 dvro-'ente etitses di O'0la,na3 de casa-
mento doa seguintea cor.t'-ahn'es:
Se undos nroclamss
Jjf Tranqnltno Visira com El sa Maria de
Oweira, rolteiros, resilentes na fregueaia de
ABigadas.
Alf-edo Aureliano Csmi-lo de Figueiredo, ra
idete na freguesia de S. Jis, cora Francisca
Mara da Pigoeiredo residente no municipio de
JaboatAo, soltelros.
Joto da Carina Vasconcelloscom Julia Augusta
M lbalo Parto, elle residei ta ni fegueaia de
Sai t) Aotoiio. ella residente na fregua.ii da
Boa Vista, olte'ros
JoSo A atona de S onza om M-ia Cava1 anti
Pestina, solteiros, residente oa fregueaia d? Af-
fogodos.
Paulino Alves PavAo, vijvo, com Agrlpina Re-
mos B Uoacourt, solteira, residente na freguezia
de Affjgadoa.
Prime-roa proclamas
Fraocisca G > oes Pereira Guerra com M ra de
Andrade Lima, solteiros,residentes na fregueaia
de Affogados.
Fran:isco Antonio Pereira residente na fre
gues'a de S. Jis. com Joaaoa Rolrigues da
Silva Jacobina, residen'e na (recuesta da 3ca-
Vsta, solteiros.
L.eidea -Ellectcar-e bAo os segnlntes :
Hoje :
Pelo agente Oliveira, 00 armatem A ra do
Imperador n. 39, As 11 horas, de am terreno na
Boa Vista.
Pelo agente Martina, no armazem A ra do
Imperador o' 39, s 11 horas da minbA, da casa
terrea n. 7, A roa Das Cardoeo.
laaaa funabrea-SerSo celebradas:
Hoje :
Nam.t-'z da Boa-Vista. As 7 boras da ma-
nbA, pela alma de Manoel Fernandes de Carva-
Ibo Pedrosa.
Na matriz da Boa-V ata, s 8 boras da ma-
nbA, pela alma do Dr. Alfredo de Oliveira Fonaeca.
AmanbA :
Na matriz da Boa-Vista, s il horas da ma-
nhA. pela alma da coronel Lniz de Paula Lopes.
Na igreja de S. Pedro, em Oloda, As 7 horas,
pela alma de Mariana Emilia Ferreira.
grado
6 m. 25-0
9 26-3
12 26*1
3 t. 36 -3
6 23.7
nso do illMi
vapor dore
17.81 76
19 20 74
18 42 73
17,51 69
18,27 74
ob, pela alma de Mana dos Aojos de SA Bar
re o.
Na igreja do Rosario, de Saoto Antonio, s 7
horas da mmh, pula alma de Mara Isabel do
E-ninto Santo.
a g-eja da Soledade, As 8 horas da macbA,
pela alma de Manoel Feroandes d 1 Costa.
Na matriz de S. J s, s 8 boras da maobA,
pa.a alma de Amonio Ramos da Silva GusmAo.
faaaageiroaC'iegados do sul no vapor
oelga Wordswarih :
Ernest Kmiback, George D. Robertson. Dr.
Migu-I Caatr.i. sua enboia e 2 Albos, Dr. J0A0
E. de S)uza Barros, Felicio de M. Bandeira, M,
Antonio dos Santos. D*. Affanso Costa. Giovapni
Nardo, Mu.. Kora, Dr. Joo Regs, Aoolpbo B
Noguei a e sua seobo-a. Fern F'anclfco J. Co.-deiro, Rololpho de Burgos. Odo
rico de C-rvalbo, Julio Jos de Oliveira, Forlu
nato de Oliveira.
InnDfiorl da dlalrleto murl
tinaoRecite, <9 de Se>embro de 1893.
Boletim meteorolgico
'loras Terttt. centt- Barmetro
(a O 1
759-76
761-12
759- 2J
759-83
789*79
Temperatura mnima '24 *30.
Temperatura mxima 26>75.
Evaooragio em 24 horas ao sel 8 m3, a sombra
2,m8m.
Chava calla.
ir-roao do vento RSE com pequeas inter-
rapgOas de SE e E de meia noite at 9 b. e 45 2.
la ra.rhi ; E e ESE alternados al meia noi'.e.
Velocidaae media do vento 4,0.62 por se
gunlo.
Nebulosidade radia 0,42.
Boletim do porto
Pra-mar ou Das Horas Altara
baixa-mar
P. M. 19 de Setemb. 750 da m. 1.-70
B. M. 19 de 5-00 da t. 1,-00
Casa de DeCencao Movimeoto dos pre
sos da Casa de Detengan do Reclfe Estado de
Pernambaco, 19 de Setembro de 1893.
Exisiiam 413, entraram il, sahiram 8 exis-
ten) 416.
Nacionaes 393, malheres 13, eslrangeiros 10.
Total 416.
Arrsgoados 373.
Boos 349.
Doentea 15.
Llocos 7.
Louca 1.
Tolal-373
Movimento na enfermara.
Tieram baixa:
Maooel Candido Bizrra.
J0A0 Per. ira Damau'ao.
Tiveram alta :
Liberato Francisco Correa de Araujo.
Manoel Francisco da Silva.
Cenaiierlo publicoObituario do dia 19
de Setembro de 1892.
F.-an -c ae Assis Gongalves Peona, Peroam
buc->, 66 annos, casado, Boa-Vista, iusulli ie.icu
mural.
F ancisco Jos Soares. Pernambuco, 9 annos,
cisa 10 Boa Vi-ta, obstrucgAo nte-iina!.
An-i 1 Xivier Biltencoun, Pernambuco. 49 an-
nos, solteira, Graga, laberculos Pulmonares.
Joo Gil tino Cavalcante de Albuquerque, Per
nambuco, 43 annos, solteiro, Santo Antonio, be-
patite cnronica; attestaio medico, Chaves J-
nior.
Manoel Bazillo, Pernambaco, 18 annoa, Graga,
ttano iraminco; attestdo uaedico, Dr. Freit. s
GoimarAes.
Dario Cirios Pesaoi, Pc-rn3mbu.ra, 20 tiiezes,
Siato Antonio, espasmo ; atiesiado medico, C'"-
fdS Jiuior.
Mana do Livramento Beltro, Pernambuco, 7
lias, S. Jos, teana doB recemnasidos.
Antonio Gimes F^rr^z, Peroara uco,53 annos,
casado, Bii-Vista."'-----culos pulmonares; attea-
tado medico. Or. Barras Sobniha.
Lourrago Jo^ de Sooza. Pernambuco, 50 ai
nos, casado, Boa-Vi. ta, eslrei.amento uretral, re-
leogao do urinas, urema; atiestado medico, B.-.
M'iaquias.
Camarina Antonia da Coticcijao, Pernanmba-
co 14 annos. solteira, Boa Vi-ta, ufcgo puru
lenta; altestado manco, Dr. Vieiru da Cunba.
Antouia Loras Ribeiro, Pernamouca, 80 an-
nos. viuva, Bo^-Vi-ta, diarrba; attealado med
co, Dr. Bastos le Oli ei-a.
Serutim dj tal, ie ra-a-se, 35 aanos, lgnora-3 ,
Santo Antonio, epilepsia.
J o, Pernambuco, 5 d:;3, S. Jos, espasmo ;
attestada medico, D- Bpisti de Car Iba.
SPORT
Prado iPernanibusuao
Em reanilo do -.ss mr> .-orl da eo-
celaia Sportiva for-.m ule tos direstorea
da mesraa os Srs. :
Juao V. Crua Altarra.
Jos do S raza Gouvcia.
J. Gomas Granohea.
Derby cluh de l*eruaD)i7>aco
A direutor.a dcssi sociedad-i Sportiva,
enseseBo h dia 19, res !veu anape
por 3 m Z'.3 o jjck'y Manool Pereira,
quo am ana ult ma corrida mootou uo G.
pareo o unima! Maurity.
A res :lu;clo di roteriia directoria
conformo o dispoBt'i n > | nica do trt.
53 do corfirro de corrid .s.
PlilL'CUOei k P5B1D0
Declaradlo necessaria
A corporac^lo ypographic do Oiario
do Pe-nambucc, declara qned38de a d*
ta de 11 do crrante, recaba por na mi
Ibeiro de typo levamUdo aqiaatia do sois
eantoa ris, pr.-gp a^jordado c:i os pro-
prietarioa de typograihai.
A' mes na corporacSo, taz esta el; jl ra-
co, para evitar quo 2o coninuam as da-
vidas sussitadas i-.estes ltimos das, sobre
a falta de pgamsnto (da aoaordo com a
Mcnsag^m) pel3 tQaaetas dt Trde a do
t Recite.
Dool ra mais qu<, dirigiado-so na ae-
gund-foira a cG zjta do Reo.fe, que se
acba em negocio, dajlarou-ltio esta ezisti-
rera aindi os mesmr-a mot vos publiuados
na Mattagam.
Sobra a cQaseta da Tarde* declara nao
haver dj7ia ; des'le que hontem, dirigin-
do-so duas c)mraiss"o3, ama do eDiario e
outra do tjoroal, ao Exm. Sr.Dr. Martina
Jnior, este deolarou qua nonhum emba-
razo opporia, aotorisaodo-as a decbrar pela
imprensa que a contar de ledo correte
acha se em vigor n'aquella officina o pedi-
do 'a noaaa Mensagem.
Com est> eaplicago a corporaglo typo-
graphicado (Diario de Pernambuco,? julga
terminada esta pequea que ti i e appella
para oa demais collegas : ae parcebam ou
nSo o augmento pedido pela Mensagam ?
Corpo de polica
Em r aposta ao ultimo artigo sobre a
epigraphe cima, assignado pelo Sr. Ri-
cardo Jos Correia Lima e publicado pelo
jornal A Provincia, em cujo artigo diz
S. S. da forma capciosa que na sua au-
sencia e.ichi o cofre do corpo de docu-
mentos sem aavisto, teQ^-o a res-
ponder-lhe po.- ora o seguinte :
Aguardo S. S. o resultado final dos
trabalhoa da commiesSo quo por ordem do
Exm. Sr. Dr. Governador do Estado,
?e aob o honrado commando de S. S.
que dar-lhe-hei e rasposta devida.
Racife, 12 de Sjtembro de 1893.
Jos I. Ribeiro R.ma.
Ao publica
Os empresarios de
padarias, em sesso
permanente, e em at-
tencaoao publico,tem
resolvid>,na altura de
suas forcas, fornece-
rern pao comec,ar de
sexta feira, 22 por
diante.
Recife, 20 de Se-
tembro de 1893.
\. commisso.
pe
A's autoridades su
riores do Estado
No Diario* de sabbado surgi, com
esta epigraphe e so assigoatura do 06*
lebre Jobo Vicenta da Costa, o baoharel
Artbur, e por meio do seos bem coche-
cid la passet, cata dos effaitos de ana
magia produzio as costumadaa tortet con-
tra a familia de Quisanga.
NSo poda o nosBo here encontrar aja*
danto tSo justado.
Que convite foi esse feito por al*
guem dai]uella familia para a pratica
de actos que e contram pouiySo naa lea
do Pm'z, e cuja recosa do logar mi
vontade cootra Jos Vicente T Teria sido
pra o enveoenamento da parda eiticeira
Yaya do Forte, fm de apressar a ha-
ranga pela aiopcao ?
E ser o que o Marciano deu um tiro
em Jos Viente, feriado o as catas?
E que um trabJbador d'este foi teste-
munha de vista ? Este Sr. Ar.hur ver-
dad -iramente perigoro e temivel 1 Bem
que revela em c.-.dn surte o raciocinio a
astucia do hera da Ya/ do Forte, do
Thecouro, do caso memoravel que dea
era resultado o acrardam unnime da Re-
I ;i;:1o, mandando p>-ocessal o pnr estellio-
'atr.no, da questao de Quiaar.ga, na qual
est d'entro e fra ao mesmo tempo, e
doutros factos misteriosos. Qae m-
gico !
O pobco da Lourenco, e o qua
acompanhn as q n :, ~> -; da Quizaoga, sabe
qoe o Coronel Jos Franuisco da Barros
R?go, aua familia e scub amigos tm sido
victimas por meio da instrumentos pagos
larga c >a diuheiro lo Thesouro.
Na.i candaremos jomis de repetir qua
o bach..rel A'thu1 foi representado as
questoes jodiciarias de Quizanga pelo
ommendadcr Notto o acuilmante pe-
los herJeiros, alias Elheios ludo qu nto,
desda o inieii deltas, tem o di o bacbarel
ma.idado praiic!-.r .1 desabutadamente.
Contiae a mandar oem uruigo dar
tiros as proximidades da casa de Qu-
aanga, como fez ta noite do 8, e torne
d7er,
a vir i?er, oue vultos encapotados an>
Jm atirundo aob:o elle I I Mutatis mu-
tais, o caso do Thasyro: des vam o
colra o diz-om quo lor.m lairSzs qae roa-
bar ?.
Aa ameatjis qts vera envclvidas na
pob ieacao assignada por Jos Vicente,
habato e celebra deaordeiro,
ra o tffeico quu desoja, como
nao prodaaio o ,".3;?.3nato do infeliz Ma-
noel es, contra qujm o Sr. Artbur,
seu d'f.no pai e sen digni rmSo ardiSo
e punham em pratica toda a especie de
porsertiCjOos e pediem ao mesmo tempo
pr<>vids~o8s autoridades em S. Loa-
reng) e no Recife, mediante passe e mais
pases ;.'.& poucoa di..3 r.ates daqunlle hor-
roroso crine corr:. ettido para gorar ter-
ror.
Nada, Sr. Arthar, niDguem tem mli
d-s tmesjas do seu Jos Vicente. Como
a.ibe mat.-se a cobra, esmagando-sa a ca-
bera e a cbeci o Sr. Artbur.
V p emeditan to, como e3t parecando,
p 'la alegra em snude sob a capa do
.migo, para ezecucao daqulo que possi
predicar contra os sms intuitos.
Oh! que duas almas anglicas !
S. Lcurengo. 18 do Setembro 93.
A sent'ne'a o Thesouro.
est fiscalisando aqnel.'o oorpo, que. infe-
NaT^eiadVBBa'7e,l""horas da ma- llmente (embora por pouoo tempo) este-
Mjglca verila !i-irameiits r nos seos
ff nos a portn:oaa pl ota americana coobecl-
rta na sciaocia sob o nome de Himamelis Vir-
uin;ca e no volgo pjlo de Aveleira Migica,
planta da qaal axt-anio e combinou iao admira-
velcoma sciennrioaraente o eminente s^bio Dr.
C. G. Brisiol oExtracto Duploe oo^uento
lo Avel-i-a Maei'a.
Batea maravillosos remedios alliviam e curara.
inmediatamente lorta a espe ie de ferllas, quel-
maduas tumores, cnaRai chrooicas, carbonclos,
golpe', ra..tua5es, oo.- de denles e de cabeja,
nevralgi-s, e toda a .oeng ou do* ext ma.
E' tambera o Etinelo um remedio admiravel
em casos de rheum t'smo, bemorrbagia do na-
riz, ictlammac) da garganta, catbarro, morde-
duras de insectos, ele.
Nunca falba no ccrotivo radical das molestia!
dos nos e braiorrhagia pulmonar.
O extracto duplo de Aveleira Uaglca aome-
mo terapo um remedio eterno e externo qae
pode ser usado era pano3 ro friccOes, ou to-
mado n'eriormonte era doses de meia colbarl-
nbi? toas on tres v^zes ao dia.
as mesmas propn^dides e virtudes pos?n9 0
Ungueolo de Aveleira Migics do Dr. C. G. Bris-
kii. para n~o externo somenle. 2
t
Alfredo de Oliveira Fonseca
O Dr. Jos Jo qoim de Olive ra Fon-
seca, Joaquina da Fonaeca Nones de
Oliveira e Ladislao Augusto da Oliveira
Fonseca (ausente) convidam os parantes
e amigoa de seu irmao o Juii de Direito
Alfredo de Oliveira Fonseca, fallecido em
Ouricury, para asaistirem s miases, qae
em hteocSo do mesmo serSo resedas na
matriz da Boa Vist no dia 21 do cor-
rente, s 8 horas da manha. ____]

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Pi
Mta
ttmmm
jar, mi

*~mi
iifiavfii
~*j**+m
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Diario de Pernambuco Quinta-feira 21 de Setembro de 1893
Desorientada defesa
0 desmentido solemne de Ma-
deira i Comp. contra a de-
nuncia de J jsc de Mac- do.
Para contestar a improcedencia do pre-
tencioso desmentido solemne, com o qial
vieram nes jornaes de 16. os Sn. Madeira
& Comp, de cuja firma fazem parte os
Srs. A. J. Madeira, Candido de Crvalho
Neves, Antonio Francisco L
Compaohia
egainte :
oureiro, e a
de Estiva, b.ata observar o
1.
N2o exhibiram attestado de ec a 'harem
approvalaa, pe: inspectora de Hygitne
em data anterior nem posterior a minha
denuncia, as formulas de ti ho de ct>j
exposto a vjnd* meaes antes ; nem justi-
ficaran) a falsa donominaco ie sua bebe
ragem ex osta a vida as casas indica
das no abiixo assigoado que publicaren,
pois (ora de duvidj qu*, por mtis au-
(Utes que sej*m, .c2o suometieriam Ma
deira & Cimp. a exarre na Iaspec'ria de
Hygiene a mesma beberagem qua de
nucciei.
2.
N2o contestaran! a falsa e criminosa de
clarado de Marca Registrada, qu ndo
e '.oia de rn-.iiha de ,u i ia, toi que re
qaercram registro da marca em questaj,
sendo ind-;ferido seu requenmet.tj pe'a
Mereti'8ma Junta Commnrcia', em vista di
manifeBta imit*sa.> que tem aque!U marca
com a que uso e teoho all registrado.
3
Qu?m 1er com atlencao o parecer do
Illm. Sr, Dr M-trtins Cos'a, que foi a
basi do de mentid i solemne de Madeira &
Comp, ver qua os falsarios, nem ao me
nos soubdram arraajar amostra de vicho
de e*Q no c30 de st-r 3pprovad.; n">
InBpec'.oria dj Hygiene som as observa-
rles que se leem no referido parecer.
F i preciso dcitnr urna certa quntidad
d? aleaol psra abalar os defeitos da fjr
mua ,..
E com estas habiliUcSes que os sup
pottoo industriacs espalharam por toda
parte, dese L d: Dezembro de 189?,
circulares, ancusciaedo que brevemente
se encoutrariam a venda na Compaohia
de Esvas, todoB os productos de miiih.
industria e constantes de meus annua-
C03 I .
Canpre mo deparar dose ji ao publico
e principalmente eos msus fiegezis que,
se fSr permiltioV, contra disposigoes d:
le, que a Compaohia de Estiva, contiaue
a vendar bebidas f hincada com a de
nomioacSo de vinbo de caj, sem que
ellas otitenhnm como de facto naocontcem
substancia alguma deste fruat", en cBterei
bitvemeate no mercado vendeudo b-.bidu
igu -1 ou melhor tambein com a denomi-
nar;*.,) e vinho de c. j e per pouco mais
de metade do prego porque ve en Ma
deira & Comp. pois estes senhores nso
teem c privilegio para com as aguas do
Beberibe c es tempiros de botica, ecche-
rem es merc-sdos de beb:das fabricadas
com os rtulos do vinhos do caj.
Urna v.ntagem, porcia, se colheu a
resposta que sram Madeira 4 Comp.
Fri qao hoje f.b autor d-tdes sanitarias
em lace do tbaixo sesionado que estes
Mahores rffer'ceram em ccntestiySo a
JBJUllll
minha denucca, teem urna indioacSo se-
gara djs estabelecimantos onde se encon-
tram os vinhos falsificados, patrocinados
pela C impanhia de Estivas
Concluindo pego permiaso as ilustres
autoridades sanitarias para offerecer aos
falsificadores da induitria de viohos d
caj e a quem mais interessar possa, as
dit-poaicS -s de a'guns artigoa citados na
minha denuncia que ee sendo pubh
cada.
Begii'amento sanitario
Art. 85 da Le n. i 69 de 1* de Janei-
ro dfl 1890, di* :
as fabrica da licores, vinhos artifi-
ciae?, ajuas minarais, gorduras, comesti-
veis, conservas, alimentares e outros g-
neros de i^ual nature*a, a au:ondade sa-
nitiria far vi'itas freq tentes dastinadas
a ve.ificar :
1. Sa as substarcias empegadas no fa-
brico do caes : eneros sSo de ma qua-
lidade ;
2. Se na cjmpo3g5o do producto entra
qufclquer m.e i nociva a saude
publica ;
3.a Sj as ditas fa rijas 83 asam rtulos
falsos.
3erSo co~8'ierados falsos, quanto as
fabrica de vinhos, os rtulos que indi-
cvd) o produti sob a denominac&i
usual da qual^uer iln vii'ios natjraeK,
ni > c ...tivorem delarfao deartefi
cial,
Np.8 duas pri:ce ras bypo'haaes a refe-
rida autoridad proceder do modo pres-
cripto no art 8i impondo aos donos das
fabricas as multas conminadas nos res
pe?tvoi p ragraphos ; e na erceira hy-
Bothese, commun cara immediatamente o
fcto ao in pector geral ou aos rapte o-
rea do? Bita 'us para 03 devidos eff !.t >s.
L'rtrr-graphj asico :As fabricas de que
trata asta art.. submettorao a exame da
icBpee^ ^ria gjral ou das inspectoras nes
-stadjs, as formulas d>s snus prodaets,
a; q'iaes d^pois de a iprovadas 3ir2o sob
sigitlo no archivo da repjrt glo,
Cdig- da Postan Mioicipaes L n.
4, art. 2..
!/ pro'ilbi 1 i :
| 1 Conservar uoi armazeas, taver
1 naa, botcquins, coafeitar as, ou casas de
vend.t para CJ-rsimmo, gneros seceos ou
lquidos corrompidos ou deteriorados ;
3o Ais infractores mpQr-3?-hi a
multa ele 20J0C0.
Art. 42. As psssoai qu vonderem
gneros ^limeotieios, siliJ.B ou lquidos,
estando fa'sifi.ados o c rompidos de-
pe: ce verificado isto por exame sanita-
rio, 8J."o muitadaj em 85003 p ir cada
c f ou orroapido e Bario
os gneros lanjadj] ao ciar ou enterra-
dla
Art 43 Ningua a p.ider vanior mel,
I i -, aseite, en qmlqiie genero faUifi
ad;; os infraotores pagarao C;> )00 de
multa oo rlnp'o ms reincidencias, alm
do a:iffi' rem 5 d h da p-ia3o correcional.
Reefe, 18 de Satembro da 893
Jos' de Maceio.
Denuncia
Jos, de Maeedo ao publico e s autoriiaie* mcum-
b.dis de zelar pe'a sade e bem estar de todos
Nao poio, nen devo croza- os bragos diinte
das fals'liesc5es meo proloctcs, dignamen-
te aliui i tula por ouiro< indusuiacs e :r.embros
da Compaohia *.e Bcliva, qua levarlos pela am-
bgo, por ve-em o desenvolvimtnto que t nhu
Boiaa Cmmtm-jrca! de Paesjata-
OOTAtBS OKFi'JIAKS L>A JDNTA DU3 CUS
ttKTORES
Praqa do Recifi, 20 de Setembro de 1893
Nao boove cotscSo.
0 presidente,
Canudo C. G. Alccfjradc.
0 secretario,
Augo.-!o P. de i.em-13
Lambo
FAvA DO R.CiFS
Os bancos abr.ram coa a axa de 10 5/ cobre
Londres a 90 illas, pelo meio da baixaram a laxa
para 10 i/2 tfTe:tuando-:e negocies limitados.
Em papel parilcuiar realisa'aTi se negocios de
manca a 10 3/i e mais tarde a 10 5/8.
SACA DO SIO I>K JANKIRO
Os bancos funccioija'am, porm, nao vieram
noticias.
CotacSe de genero
Para o agricultor
ASSUCAR
Criataliaado......4 a
Usinas por 1C kilos. i a
Braneo dem dem .... 4*600 a
Smenos. dem idem. 4*20*3 4
llascavado dem dem 3AS00 a
Broto dem dem.....2*803 a
Bram melado......2*5J0 a
o 300
S 500
5oOO
4*iO 3*4'W
30W
2*700
Rtame dem dem
Algodo
O mercado maito fi.-me.
Sem cotacao
tleool
Por plpads 480 litios 290/000 ?eoda.
Agnsrs-ate
Por pipa d 480 litros 1704000 venda.
'ocrof
Seceos aseados na base de 1S k.i t s 750 :\)
nominal.
Vra. s a 400 res ncmlnal.
el
Nao ha no mercado.
Rorraeha
Cota-s a 22*000 por 15 kilos
Carnauba
Cotas* de 104 a 17*000 por 15 kilos
nal.
nomi-
TABBUA DAI IHTBADAI DK AfaOCAB AT--
eonZo
Me de Setembro
Entradas
Bresca......
Vapores......
Animaes.....
Estrada de Perro Ontral.
Idcn de 8. Francisco .
dem de Limotiro. .
Sornmt ...
A880- Aleo
car dio
Das Saceos Sacras
i a 18 3715 975
1 a 19 985
1 a 18 358 1518
1 a 18 197 485
1 a 18 633 1535
1 17 8319 3114
1922S
87i2
Impertacio
Vapor frasees Corrientes, entrado do
Havre Lisboa, em 18 e consignado a
A. Labille.
Carga dj Harro
Amcbtns 9 vo!u:es a dircracs.
Agua ditillada 1 ca;sa a Forias S.bri-
nho e comp.
Bt-totus 1G0 cazas ao cocs'gcatam, 50
a Lopei Albero e cemp.
Cognac 1 caixa a Aorintes e comp.
Cachimboa 2 caizas a Francisco Lauria
e cernp.
C Tv-as mortuariaa 2 cu'xas a C. Fer-
candes e comp.
Couros 1 caixa a Ramos Qeppert e
comp., 1 a Ferrcira Barbosa e comp., 1
a Br; ga & Si.
Chpeos 1 c isSo a A. Fernandas e
comp., I a Samarcos o comp., 4 a Adol-
[ho & Fcrr3o.
Chocolaie 1 cuisa a Abrantes e comp.
Cateadas 1 caixSi a Thomaa da Carva-
Iho e c mp., 2 a Ab Drenas 2 clisas a J. Campos n cemp,,
13 a H. Rouqa yrol, 6 a Palia Sobrinho
e comp., 2 a Francisco M. da S.iva e
comp.
Ferrajens 19 volumes ao caii.ao do
porto, 2 a Albino Silva e comp., 2 a or
dero, 3 a Ferreira Barbosa e comp., 2 a
Oliveira B. Bto* e comp.
Gomma luca 8 caixas a Comp&nhia de
Chapeos.
Instrumentos de msica 1 caiza a Pral-
lo e conap.
Fitps 1 ca'za a. Manoel Colhgo e comp.
Joi8 4 caizas a E. Goetachel.
Lunetas 1 caiza a A. P. do Reg.
Manteiga 2') arris e 50 meioB ditos a
Domingos Fe reir da Silva e comp., 20 e
20 a Figueiredo Costa e c~mp., 2) o 30
ao cena gnatario 30 e 40 a Castro Lemos
o comp 30 e 4' a tcng-Ives Rosa &
Fernandos, 65 e 75 a ordem, 20 e 30 a
Josquim Ferreira de Carvaiho e comp., 80
e 90 a JoSo Fernandes de Almeida, 10 e
15 a B. Magalbaes e comp 15 e 3) a
Costa & Rocha, 15e 30 a Costa & Roc'ia,
15 e 30 a Fraga & Rocha e comp., 30 e
60 a Companhia de Estiva, 10 e 20 a Lo
pea Alheiro e comp., 13 caizas a J. J.
Alves e comp.
Mercaduras 1 caizs a J. C. de Albu-
querque Melle, 3 R.de Drusina e comp.
2 a E. Samico, 3 a OuimarSes Carioso e
comp., 1 a Soares e comp., 1 a Adolpbo
& FerrSo, 1 a irma S.lvignal, la irma
Chouoroche, 3 a Santa Casa de Misericor-
dia, 5 a Frar cisco Laoria e edmp., 4 a
GuimarBta Lima e comp., 2 a R. M. da
Costa e comp., 1 a Ville'a e comp., 7 a
Qu'mar2es Bastos e comp., 3 a M. J. Ri-
ba ir o, 2 a Manoel lollaco e comp., 6 a
G. de Mattos A IrmSos, 2 a A. F. Ra-
mos e comp.
Materiaes para aisocar 12 volumes a
E. Dol.
Objoctos para chapeos de sol 1 caiza a
Leite Bastos e oomp., 1 a Tavares &
Freir.
Perfumara 1 cana a Nunes Fonseca e
dado a industria de vnoos de Ctj, Abacazi,
G-nipaDO e ootras (roclos na,.ionaen, e devldo a
falla ab-oltti de coobecimeotos e oneolaco 'o-
duatrul, proenram por meios reprobados [asar-
me a mais desleal e criminosa coocarreocia, com
prcjDito da lodostria que exploro, de crmm-T-
co licito, da saude pobllc, etc. E' asslm que,
a Compaohia de Estiva est vendeodo e d seo
esiabelrcimeo'o. bebidas falsicad^s por Madri-
ra & C. com a deoomioao de.Vioho de Caja,
pois sibMo. as rucias colni-iaa por Made ra
i C. na saTra pass:'da, foram denada-i fura por
lert-m apolr-ciiio. O qus mais in Mgoo anda,
e que 'avalbfirns i bem collocados como os da
Companhia d* Estiva, preclsem usar da ('enomi
nacao de Viofio de Caj, pira d'este modo locu-
pletar-se corn os crditos que tetn al ancaio o-
meas productos, que ja .-So vaotajosamente pro
curados.
E nao sendo as bebidas Msiticadas por Ma-
deira *C, accfjias no com mercio pela rppognan-
cia do CQDBO'nr.or. apezar de serem revestidas
de ro'.ul is a ;miLic.) dos rr.eus, proroura a Com-
panbia de KeUva, em soi trale larefa de propa-
gadora de brhidas falsiri'.aiui>, ImpOr ao n-go-
cian'e acosiemado a vender os productos d i mi-
- ha Fabrica, ditae bebidas, sob pena de pagar-
Ihe mais caros ootros artigos de que carece o
negociante e qae coastiluem mooopcllo da Com
panbia.
O negociante assim coostraogido qae tica na
obrig:icSo de pag^r aquella beberagem pelo preco
de Vinho de Caj, v se na necessidade extre-
ma, de usar da mesma fraude.
Dabi o descrdito da Iidastria. Mis fquem cer-
tos es falsificadores que, cssjm como Uve a pre-
cisa forca de vontade pa-a levantar do despr.io
em que fe acbava eeti iudnstria, que anda ha
pouco taraco prcela geralmeote Impoasivel, te
re lamoem a precisa altivez e energa para pro
Ipsiar pjraate os Tribunses e a opinio potica.
No se comprebeoda qoe le'iba en a pretencao
de ser o nico explorador da Industria de Vi
nhos de Caj e cu'ras fruclas. Nao.
Dis-j'.ru qoe outros indnstriaes eoobesscm
entrahir das cossas froctaa productos, dgno-
de serem aorecia<;o3 no piz e no estrangelro,
uols quaoto iraior '' a perfeicao do fabrico e a
numero de exploradores, maior ser a procura
do producto.
Lmenlo que algcna cavaihekos da Companhia
de Estiva cot os quaes tent mantido boas reU
lcs, se tenbim prestado a proteger a causa dos
falificaiores, obrigando-me a proceder ccn'ra
ellca.
A minha reclamacao ve'Si sobre o q-e lici
dito e abano s'i n deooncias que a'ibo de
apresentar aos [Uros. D-s. inspector de hyziene
do Eslado e eQoerioteodeote da hy^ieoe mumci
pal.
Eil a:
Illm. Sr. D-. Superin'endeQ'e da Hjgiene Ko
DCipl.
Diz Jo- de Maeedo, negoclinle e ladaslrial,
esiabele.ciio com armazem de gen-sros de e.-t'va
em grosso ra da Madre de 1) >;:s o. 3 e 5 e
com fabrica de viohos, licores e doJea de Caj
Abacaxi e t u'ra- fructas nacioaaes ra do Vis
conde do Ro Brsoco ooir'ora da Aurora n. 111,
qoe acabando d verificar qua Madeira C, de
coja lirma fazem parte Antonio Jos Made;ra,
CiQdido de Carvaiho Neves, Anionic FraDdsco
Loureiro, e a Companhia de Estiva, com depo3
lo de bebiias ra da Aurora n. 109 A o ra J
de DezeT:bro em Olinda, ^s'o criroinosamenie
falilican lo a industria de Viobo de Cajo, iniro-
'uziodo n'.sle mercad > o be:o assiro ende Ihes
consia serem procorados os producios da mtrea
e fab-ica do spplicante, bebidas falsificadas re-
vestidas de rtulos com a denomiQacao de Vloho
de Caj como se \ do ejemplar junto, sob n.
1, vem fundado no Arts. 8i e 8o do Reg. n 169
de 18 de Janeiro de lt90 e Arts. 41 a ii da Le
p. 4(Codiizo das Poslariis Manicip es), deooa
ciir a V. S. das referias blaifica(oe, Birres
centando qae esses producios filsilicartos de Mi
jt-ira & C t stac exposios venda na Ccmpanbia
de Estiva a (ravessa da Madre de Deus n. 13, na
ru^ do Cordorjiz d. Ii e rxuas odres casas
nVsla cidade.
O sopplicanta espera que V. S. zeloso e es
crapuloso como e do desempecf.o de su i ardua
e Irabalhosa miasao, procurare dar com a ma
xitna urgencia a-* providtLCias necessanas alim
de qoe sejam retrseos ao consummo laes pro-
ductos nocivcs a saltiDridade publica, nao sO por-
que o&o ezrrimem urna realidade e sim urna fa i -
sidade, como porque nem sequer os denunciado-
obstrvaram o dlspos'n no unici do art. 83 d
citano Heg. isto nao submetteram a exame d
lnspecioriu de llygieae deste Estado as lormu ri
de seas productos como coasta do documenta su
oomp.
Pellei 1 caiza a Gomes de Mattos
mos, 2 a Gerard.
Ir-
Pape! 1 caixa a J. C de Aibuquerque
Mello.
Qieijos 10 c.'.ixaa e 1 fardo a J. J. Al
ves e comp-, 2 tinas a Das Fernandea e
comp.
Slame 1 ciiza a Abraitea e co^p.
Sirdinhas 5 caizas a Das Fernandes e
comp.
Relogios 1 caiza a J. N. da Fonsrci.
R;lhas 4 fardos a Fa>U S.brioho e
comp.
Roupa 2 ciizas a C. Villela, 1 n Ville-
la e comp
Tccidos 3 caizas a F. de Azevedo e
comp., 3 a R. de Carvaiho e c mp., 7 a
Bernet e comp., 1 a L. Maia e com <., 6
a Affonso Maia e comp., 3 a Ourgel do
Amaral, 5 a F. de Azevedo o comp 3 a
ordem, 1 a -Voreira Oveirs e comp., 1
a C. Lopes e comp., 11 a Machado &
Pereira, 1 a F. R da S Iva e comp., 3 a
Olnto Jardim e comp 2 a Alves de
Britto e comp.
Tinta 1 caiza a F. P. Bolitreau.
Vellas 5 caizas a Figueiredo Costa e
comp 10 a Companhia da Estiva.
Vidros 3 volumes ao capitSo do porto,
2 a ordem.
Carga de Lisboa
Azaite 1 caiza a M. Garcia, 30 a E.
M. de Barroa, 6 barra a J. da Silva Pe-
reira Lisboa.
AmendosB 1 barrica a J. J. Alvea e
comp.
Aifasema 6 ecccoj a B. Magalhes e
comp.
Alhos 7 canastras a ordem, 10 a R. de
OliveirA Maia, 10 a Mandes Lima e comp.
60 a Guedes de Arauj & Filhos.
Alpute 39 caicos a Figrueirddo Costa e
comp.
Bagas 1 oaiza a G. de Arauj > & Fi-
Ihos.
Bacatas 80 caizas a G. de Arauj > &
Filhre, 50 a Goacalves Rosa & Fernandes,
20 a J. J. Alves e comp.
Cal 200 barricas a GuimarSes & Va-
lente.
Cera 6 barrioaa a C. Feraandea e
comp.
Ceblas 15 oaizas a G. de Arauj o &
Filaos, 25 a GuimarSes & Valente, 10 a
J. J. Alves e omp, 50 a otdem.
Conservas 160 caizas a ordem.
Cominhos 10 s:ccos a Figueredc Costa
e oomp.
Fejaa 20 saceos a Guedes de Araujo
& Filbos, 20 a Mendos Lima e eomp.
Ferragens 10 caizas a Vianna Castro
e comp, 9 a Albino Silva e comp-
Fructaa 14 caizas a M. Pinto & Ro-
drigues.
Ervadcce 10 saceos a Figueiredo Cesta
e comp.
Massa de tomate 25 caizas a D.'as Fer-
nandes e oomp.
Magtet 25 oaizaa a J. da Silva Pereira
Lisboa, 30 a Companhia de Eativa.
Palitos 7 oaizoes a G. de Araujo &
Fuhos.
Pimecta 5 sacos a E. M. de Barros.
o. S e anda mais por affirmarem urna inexr.cn or.i
coosietecte oo uso de marca registrada qaan
pelo documento sob n. 3 se evtdeo n qu a-
chima marca tem ellea registrada na Junta Com-
mertial.
Espera pola, o spplicante que V. S. proceden
qo aos exames devidos e verificada a verdade do
due fica dito, se tigoe de fazer reiirar do rom-
mercio taes productos impondo aos inraclores
lodas as mais penas le, es, com o qoo prestar
relevante servico ao bem publico e com especia-
lidade a verdadeira e licita industria de vinhos
de fructas n cionaes, qoe nova como carece de
toda p'Tseveranc.i e lealdade da parte dos prc-
duclo-e8 e do commercio, Dem ermo de todo ri-
gor da parle das autoridades incumbidas de ze-
lar pela sade e bem estar de todos.
ttecife, ii de Agosto de 1893.
Jos de Maeedo,
Denuncia
Ao publ o e ao commerclo
testa pra$a
Curo priado a promessa que fzemas o-
rnos b'j-i dar pablicidade aos documentos
aboizo transcriptos, pela analvse, dos
quaes o respetavel publico e o commur-
cio h nestj desta praca, julgoe do proce-
dimentj da denuncia do nosso incorrecto
competidor o Sr. Jos de Maeedo, a
quem alias nunca procuramos ofienier,
quer particularmente, quer commercial-
mente.
Recife, 16 de Setembro de 1893.
Madeira & C.
t Certifico em cumpriman,o do despa-
cho cxrad: na peijSo, qae fiaa archiva-
da nsta rapartisSo, da Maduira d C,
que do theor segainte, o que pedom os
referidos senhores na meaciooada peti-
< Examine1' 03 productos apresentados
pelos Srs. Maieira & C, coostantes das
formulas juntas, qua sSo : Viobo de Ca-
j, Viiuo de Geoipapo e massa de toma-
tes. Os dous vinhoa apreaentam urna co-
loragSo vinhosa escura de sheiro e ^0ti
Icmbrando os tructos que Ihe dars or
gem mais u..i roucc aicoo.isacou.
rJstat' de accorac com as lormu.'ac apra
seDlsttaf.
Oa fabricantes, porm, devem dim'nuir
a qiantidade de alcool que empregam,
pois, taes como re ach m confeceior.ado3,
perdem alguma cousa de sea valor iotrin-
seco. urna vez que bebidas deBte genero
devem ser apreciadas n3o pela sua liqae
za alcoolica, meis pela maior qnantidade
des pr'i'cipios immediatoa eztrahidus de
fructos com os quaei sSo preparados
Pondo de parte eat observad-So que fa-
cilmeote se pode por em pratica, esses
productos estio no a cu todo bem acaba-
dos.
A massa de tomate est bem preparada
e consrvala, o2o contendo nehtima subs-
tancia prejudicial a saude publica, polo
que todos esses productos podem ser ap-
provados pela Iospcctoria de Hygiene
obaer.'ando-se a recommeodaeao feta.
Recife, 9 da Setembro da 1893.
4s8goado)=Dr. Martina Costa.
lospectoria de Hygiene Publica do Es-
tado da Pernambuco 16 de Setembro de
1893.
(Assignado) O secretario, Jos Gui-
Inerme da Silva Doarle. >
Nos abaizo i asignados negociantes n'ee-
ta prec>, declaramoi a bem da verdade.
que temos compiao aos Srs. Madeira &
C, viuhos de caju e geepapos da aua
marca, e que tem 8 vendido em noesos
estabalecimontos com fcil acceitat;So dos
consumidores iue os pretsr- m a outros
Rolhas 3 tardos a Guedes de Aranjo &
Rilboa.
Rosarios 1 caiza a Albino Silva e comp.
Uvas 5C0 caixas a Companhia de Ei
tiva.
Viobo 6 pipas e 70 barris a Coimbra
Guimi-rSos & Sobriobo, 20 a ordem, 3 a
M. Garcia, 2 a Mas rochles. 12 a Lopes
Al i- iro e conp, 40 a Ferreira Rodrigues
a comp. 200 e 50 caizas s Companhia de
Estiva. .
Exportadlo
RECIFE, 19 DB SETBMBPO DE 1893
Para o exterior.
Archileet,
para Liver-
No vapor iogU.z
nooi, rarreganm :
F. Lmuoj C. 700 saceos com carocos de
algoao com 33,159 kilos.
A. P. G?|vSo, i ta'x erm 1 500 charutos.
N) lugar inxlez Esnia L. Suw, para
Bstad.t'-Unidos, carregou :
A. Xivier, 1,030 eaccos com 73.030 ki'os de
sssocar mascavad .
Para o interior
Nj vapor francez Gorrieatea, para Rio
de Janeiro, carregou :
P. deOlivein Mala, "0 pipaa alcocl com
9.403 litros.
Para Sacto3, carrezaram :
P. de Oliveira Maia, 10 pipas alcool com 4,700
litro?.
E. C. BeltrSo 4 I-ra5o, 40 pipas e 40) barris
.agurdenle com 56 400 litros.
Companhia de estiva, 20 pipas com alcoo
9,400 litros.
S Guimarea < C 10 p pas com agurdente
n<-sando 4,650 Iilrn3. 20 aitar. com alcool pesan
do 9.300 litros, 36 eaccos com milbo pesando
2.1(0 silos e fc ditos C3m 30.000 kilos de
assucar braceo.
Poblman 4 C, 600 sacaos com 36,0(0 kilos
de assucar mascavadj.
M. s. Mua. 2JO oarris agaar4ente com...
18,800 litros e O pipas alcool com 9,400 litros.
J. J. Moroira, 500 eaccos con 30,000 kilos de
asuar mascavado.
N> vapor nacional Cometa. para Rio
Gran Je do Sul, car.egaram :
P. Cam-lro oeC 510 saceos com 45,000 kilos
de assucar branco.
No hiate .Septuoo, para Natal, carrega
rara :
E. C. Be tro & IrmSo, 40 saceos com 2,200
kilos de assucar refinado.
Nj Liat- nacioaal Dea3 te Salve*, pata
Aracatj, carregoa:
Ildefooeo Fernandes, 12 barricas com 280
kilos de assucar refloado. 1 dita com 105 ditos
de dito branco e iO saceos com milbo pesando
5t0 kilo?.
BeBdfmsatoa pobll***
M DB SETEMHB0 DI 189?
Aanda geral
Oo dial a 19
dem d 20
Al/andeg
1,022.039 i02
61:341*031
1,083 3804053
Randa do Estado :
Oo dia 1 a 19 59:0204284
Idam de 2 J 5.3U24454
-----------------64:4121738
lomma total 1,147:7994761
aagons seccSo da Alfandega de Pemam t uc%
20 da Sete-nbro de 1893.
viohos de iguies fructoa preparados por
outros fabricantes.
Recife, 31 de Agosto de 1893.
Lopes Alheiro &. O.
JoSo Fernandos de Almeida.
Figueiredo Costa & C.
Castro Lemos & C.
Joaquim Ferreira de Carvaiho & C.
Costa Lima & C.
Ferreira Rodrigues & O.
Pereira Ferreira & C.
J. C. Vasconcellos & C.
Lpes & Aratjo*
Lopes MagalhSes & C.
Soares Nove., <& C.
Antonio Marques & C.
Costa C.
Jos Ridrigues & C
Manuel Sonres de Figoeiredo.
Jos T Carreiro.
Vieira & Silva.
Gomes Augusto Gajo Miranda & C.
Manoel Per.ira da Silva d C.
NOTA Devenios Bcientificar ao pobli-
co, que ainda no concluimos coaveniente
mente a montagem da n^ssa graeda fabri-
ca, na comarca de Olinia. Estamos tra
balhando afm de em breve tempo fazer-
mos a inauguradlo ofBcial e n'c-sta occ~-
siSo se podar verdadeiramente avaliar do
no-so empreheudimeoto.
Sangue pela bocea
Ao de8Cobridor do Peitoral de Cam
bsr, esc.'evtu um negociante do Cerro
Pellado, i mito c-mh?cido em Pelotas :
c S.ff ecdo. ha dous anee?, de urna
toase pertinaz com ecarros de saDgue,
con? carcter de urna molesta pulmocar,
e depois do t ko o mundo squi ju'garme
perdido, resolvi tomar o seu grande re-
medio, Peitoral da Cambar, e logo a
toase io declinando e deizando de de tar
mais sangne, ss fors^a foram-se revigo
rardo e h jo, gragas a ens, f.eho-me
completameate erado.
Pode Ir.zer o uso que quizer d'eata mi
nha declaracSo e creia-me, etc etc.
A'.tonio Luiz de Oliveira.
A '.rira est recor.hecida. )
E' o unicj agente a (Jompanhia de
Drogas
MOLFSTIAS do ESTOMAGO. Yo CteaD
*
AttenQo
Atesto que t.ndo solTrido tapidamente de craa
cor fortissima na p roa, sem aliivio algum du-
rante mullos cas, osei as poderecs pilulas un
ti dyspept.ca do Dr. H-iozelmann, as quats ce-
belaram instanic.nemente ealettrri-.ei real.
O pres-nte attestado peder ser [jublicado para
fias co venientes.
hecife 28 de Malo de 1893.
Ruado Cili.leiro o. li.-J.o Constantino
Gocalvis da Slvj.
Vidro 2$'!00 d;zia 2C5C0 1,2 d.isia 10.40CO
Veude se -"tn lodas as pharmaciaa
DEP iMTO GliRAL
Ph macia Maranhao
Rl.i a.4RILIO DAS \ 135
Eupreza de bnii<>s de mar so-
bre os Arrecifes esta el-
dide
Carlos Jos Je Medeiros, gerente e pre-
prietario desta empresa, i. a scunte ao
publico que do dia 16 do correte at
c;e[e oaseccao,
Manoel Anteaino de C. Aranta.
U trie80rciro,
Lciz Maucel Rcdr:gces Malenca.
Do da 1 a 19
dem de 20
RECKDEDOllA DO ESTAD"
Co dala 19
dem de 20
RE'JiFE UftAINAOB
53:9 8*(z9
3:'454Si6
63:9334655
41:273/476
536/5.0
41 810/036
Mercado Uunlclpal de S. Jone
O movimento deste mercado no da 18 de
Setembro fci o eeguinte :
E'.traram :
44 heb pesando 7,286 kilos.
405 kilos de peixe a 20 rs. 8/ICO
2 compart. com mariscos a 100 rs. #200
5 ditos com carnarfcs a 100 rs. oOO
30 columnas a 600 r*. 18J000
2 cargas com gallinh;s a 500 rs. 1/' 00
3 rassuais com calliobas a 300 rs. *s-'00
5 cargas cora btalas a 300 rs. 15100
1 carga com cebolinbos a 300 ra. Z300
6 cargas com gerimus a 300 r.'. 1/800
2 carga com laranjas a 300 rs. /t>00
4 cargas com fructas a 300 rs. 1/200
15 cargas cem mi ho secro a 100 rs. 3/ 00
5 cargas com fejao a 2(0 rs. 1/C00
30 cargas com fa-inba a 200 rs. 6/000
o.i lugares a SCO rs. 11/800
12 soinos a 20J rs. 2/400
11 comp. com suineiros a 1/ li. U0>
7 comp. com semnrosa 700 rs. 4/900
10 comp. c m frescuras a 600 rs. 6/000
34 corxp. com comidas a 700 rs. 23/800
51 comp. com fazenda* a 600 re. 30/600
53 rotnp. cora verduras a 3< 0 rs.- 15/90*
81 cemp. com faroha a 400 rs. 32/400
50 comp. com (albos a 2/ 10J/L0Q
Rendlmento8 do da I a 17
282/900
4.812/600
5.095/500
Precos do dia :
Carne verde de 240 a 640 rs. o kilo.
Sainos de 800 a 900 dem.
Carnelro de 900 a 1/ dem.
Farota de 320 500 rs. a cuta.
Milbo de 400 a 500 rs. a cuj.
Fijode 1/60 J a 2/ acola.
MoTlmeno do prio
Navio' entrados no iaZQ
Mossoro 8 dias, hiate. nacional cBom
Jesue de 60 toneladas, meatre Manoel
F de Mello, eqoipagem 6, carga sal a
Manoel Josquim Pessoa.
Maco 8 dias, hiate nacional Deus te
Guarde de 90 toneladaa, meatre Jos
Antonio de Moura, eqoipagem 6, carga
varios gneros, a Bartholomeu Loa-
renco.
Rio de Janeiro e escala 8 das, vapor
belga Wordtwirth de 2570 toneladas,
oommsndante Edwrd Hairby, equipa
gem 52, carga varios gneros, a Black-
burn Nsedbatn & G.
New-York e escala26 drs, vapor inglez
cCearense de 889 toneladas, oommsn-
dante A. M. Keosie, eqoipagem 30,
osrga varios gneros, a Johnston Pater
AC.
Babia7 d'as, barca sueca tBorea de
332 toneladas, capitlo A. Norberg,
eqoipagem 11, em laitro a A. D.
Dallaa.
segundo aviso vigorar a tabel.a infra :
bem como na mesma data estrear ama
nova elegante e commodiasima embarca-
cSo qae far o trajecto no meemo limitado
tempo qoe fszem os escaleres ordinarios,
accre.8cerd> que esta offarece toda aorte
de garanta aoa Srs. passsgeiros, que re-
ceiam o jugo do m&r, qual nenhum risco
importa, e para prava hija em vista c j
080 corto espago de ano. a que eeta em*
presa furecioua eervindu-te r'e pequenaa
embarca^es pata transporta do cocaide-
ruvel numero de pesetas, quo o frequen-
tam e louvado Dous at o presente nao
registramos um t desastre !
Uutro sim (elimos a lo I os que se des-
tinare m fazer ubi dos btnhos n&quelie
estabelecimento o indispeneavel cuidado
de ea tam pare u seus some3 as pessas de
que se compSem suas toilettes inclusi-
vel o calcado eob peaa do estabelecimec-
to no tonar o encargo do guardal-is,
Recife, 14 de Setembro de 1893.
Emprcza de banhos
de mar
Do dia 16 do correcta at segundo
aviso vigorar a seguiste tabella :
CAES 22 DE DOVEMBSO A' CASA DE
BAHHOfl
Mauliii
IDA
4.20
4.40
5.00
5.20
5.40
6.00
6.25
6.45
7.05
7.2=>
8.00
8.20
9.00
10.00*
11.OG*
12.O*
VOLTA
4 40
5.00
5. 0
5.40
6.00
6.20
6.45
7.20
7 40
8 (O
8.30
9.00
9.30
10.30*
11.3).
12.30
Tarde
IDA
1.00*
2.40*
4.(0
4.30
5.00
5 0
6.0U
7.00*
9.C0*
11.CO.
VOLTA
2.O0*
3.00.
4.30
5.C0
f*.30
6 00
6.30
7.20#
9.30#
* lsste Bigu!, ludica uue fBirii viu^eiis
sao e-pecisea para os Srs. hospedes.
Arrecifes, 14 de Setembro ds 1893.
C. Josk d Med-.ir s.
Ha 19 annos
Foi em 1874 qae se fez urna gande
descaer a no Estado do Rio Grecde do
ui.
Ninguero, a principio, Ihe deu impor-
tancia ; ninguem conheci o seu valor...
F:-so, porm, vulgarisando de poaco
a pouco, e hoje n2o ha, em toda a Ame-
rica do Sul, quem descjnhe^a as virtudes
do grande remedio para as molestias doa
crg3oa respiratorios, o precioso, o semprc
efficaa Poitoral de Cambar, de
J. Alvares de Souza Soares
L' o ur-o
Drogas
gante a Companhia de
Por;o 39 ia, barc p rtuguEa 'JJaa-
dinrf de 387 tonel d-s, capilao B. A.
Soares, equiparara 12 sarga varios g-
neros, a Amirim IrmSvis C.
Sahidos no mesun dia
Santos e escalaVapor franc z tGorrien-
tes, commandante E. Lunay, carga va-
rios gneros.
New-York e escalaVapor belga tWor-
dawortha commandante Eiuard H5fbyJ
carga var os geoeros
Fernando da Noronha Vapor naeoual
(Jabo'itSc* commandante J ao da Silva
Pereira, carga varios gneros.
Rio Grande do NorteLugar inglez L.
M. Smith, capitSo B K. Perfry, em
lastro.
Xav!os esperados
Do Rio de Jmeiro
Barca portuguesa Tentadora.
De Pelotas
Patacho alkao Antina.
Paiacbo nacional Social.
Patacbo nnruegnense Eiaar.
Patacho allemao Anin*.
Logar nicional *4lbrrl .
Lugar hollandez Werhluit.
Patacco allejjo Bonc
lacho BemSo Aaelieid..
Patacho sueco Hilma..
Logar inglez New Day.
Lugur norueguene Chanre.
L'gar ingle B-uoette.
Lugar Icglez C Thorem.
Patacbo sueco Hilona.
Paiarno noroeguence SverdruP".
Paiacho hollandez S'elh Mara..
Patacho alle.i ao Marie Von 0.denfor-J
Lugar norueguense L'lie..
Dj Swanse
Barca inglesa Starry..
De Cardiff
Barca noruegoeose Hjarl.,
Barca noroegoeese Carme..
Birca norueguense Vidona.
Barca norueguene Salusle*.
Lugar inglez Dar.
Barca nornegoeose Kragero.
Barca Doroegoenre Gler.
De Llverpcol
Barca norueguense Faony..
DeHamriurgo
Brigue alleao Senore Qoilata.
De Londres
Lugar iDglex Haroei.
De Elizabeth
Brlguc neruegeesse Westa.
Vaporea cnlrai
Mea de Setembro
Europa....... Ualange*........
Norte........ Maanes........
Sal.......... Losada..........
Norte........ S. Salvador
Europa....... Cintra..........
Uoropa....... TreoL...........
Europa....... Catania.........
Europa....... Canariae........
Sol
Sal
.Tamar
21
21
22
25
24
24
25
26
26
.Maranbo........ 30
vaporea a sabir
Mea de Setembro
Sol.....
Sol ......
Sal.....
Europa..
sol.....
Sol.....
Europa..
Earopa
Malaoge ...
Corrientes
Manaoa*-----
Losada ....
Trenl......
S.Salvador
Cintra.....
Tamar.....
21 as
21 as
21 .8
23 s
24 as
15 as
25 as
2 b.
3 b.
4 6.
3 b.
2 o.
4 n.
4 b
26 as 12 b.
Sal.'.........Canariae.......28 as 5 b.
Sui..........Maranbo*.......30 as 5 b.
V




.



i mam 1

.






/
Otario (te Pernambaco Qunla-feira 21 de Setembro de 1893
Lobo,
sgra-
Vasco da tcasna
Stimo da
Eiiilia de B.rros
sena fihos e genro
decem aos seus prenles e
mais pessoas que se dig
naram de acompar har ?.
sua ltima mirada o corpo
de seu idolatrado espofo,
pai e sogro V seo da Gama
Lobo ; e pelo presente con-
vdameos para < ssi^tir as
missas que mandan) cele
brar quinta-frira 21 do cor-
rerte na Matriz ce Santo
Antonio s 8 horas da ma-
nha. Agradece de oevo o
c^mparteimento de todos a
esse acto df religiao.
coqueluche
Curn cflfctz e econmica
Nesta tosso convulsa e contagiosa, tSo
tffl cu ?a, o Peatonal de Combar dt Souza
Sontos, que de um gosto a^radab lismo,
emprega-o s colheres ( df s de cb), de
3 em 3 hora?, tem a vaiitageci de rSo
b ser appstecido pelo doentiobo, como
de curar com rapidez. NSo ha outro re-
medio t5o ventajoso para a coqueluche !
Alrn de urna *m nt>igo leve e nu-
tritiva, a crianga deve.- paaear no ar
livre, cao tendo febro e a atmespheru nao
estando variavel o hmida.
E' o tioho ngente nc-ato Estado a Com-
pactla de Drogas.
sa'.'ado das iramensas applicagCes oos diversos enebido por alittamecti volnotano e ob as
Ettot salvoi!
casos de febres de (uado palustre.
A applicaco desle Elixir oa grande epidemia
de berigas de 4890 a 1891 mais ama vez de
monetroa a sua efficacia ; poU no principio dos
pimeiros symptomas a bexiga aborta, e em c-
aos mais adiantados a bexiga paasa a ser orna
doenca febril vulgar apresentando pequeas lo
melares que com a coatiouaco do Elixir de-
eapparecem sem todava apresentar recelos de
erige.
Os muio ttesiados publicados no Darlo de
Pernambocc e Gaxetada Tarde provam o qu-
iraos.
Nos casos de fbre amarella o etTeiio e adn
ravel, apresentando phenotconos tao maravilbo-
m qoe nesla cidade do Rocifo e no da Rio Je
Janeiro penco receio causa a feb'e amarella.
mesmo estando o deente com vomito preto e
sanguneoneetes cltimos periodos entilo ne-
sesorio a apolicacao em alta dose, despretaodo
a talloea annexa.
Este Elixir j condecido do publico e de n;n
emnde numero de d gnos mdicos acresenia-
dj para combaier os differemes mcemmodcs to-
dos ellee de carcter fi-bnl.
Por meito tempo t vemos oressiao de faz applicaco Las tebres erysip-llosas e com iao
dom resultado que ticaroos admirados de tao al-
tos efleitcf.
Pela rratica rbegamos a conbecer que nos
a laques dj feare erv3'pe!lo;a ou crysipella como
iargPDoente se diz 'nectssa'io o uso de 10 das
c E'ixir.
Nos grande* incommedos das senhor?s mens-
Ireaeto, gravidez e nos lasos de par'o caru ft>.
bre de um rS-uliada multo ce to e fe reo u
rs'a couposicao to simples que nioii
eeeio de appcar o Elixir nem'rojesmo em dofes
erperiores t indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dignssimos mdicos que de e a-
em faier uso desie Elixir em sua dioica nao ie
eujeitarcm nesga prescripgico, mas sim fazer a
articacSo em harmoaia.com os casoj qr.o dsier
a rere combater, certos de que o medicamento
le coranosico innocente para orgicismo po
m i frlgll qce aaja.
TSodo de usar
A's crinicas ate um atino 10 golas de 2 em 2
h. ras em urna colb.tr das de eopa cuela d gua
frp.
De era anr.o a tres ib gottaa.
Da 3 a 10 bobos em tilinte, iO gottae etc.
Estas doscj devem Remore ser appeada i em
agua fra.
DepoMtti'a
Companhia de Drogas e Prodcctoo "h:m:cos
Rerifr, ra oo Mrquez de OlinSa n. 23.
Nacional Pharmacia, ra Larga do Rosarlo n.
3.
Pharmacia Oriental, roa ;E3tr n. 3
PnarmECla Alfredo Fcrrcira, roa de BarSo da
toria c. 4.
Pharmacia Maitin?, rm Duques de Caxias n.
83.
Pharmacia Riheiro pra^a Maciel Pinbrirc 2.
Pharmacia Victorienee d- Luiz Ignacio fie An-
drsdt L'ma, cidatte do Viciona
Par;- qoalqoei lnf< rmaco sera encont;-ad.o c
iutor na ra c;o Rosario Eatreita u. 17.
Os nosi.08 rasccrt sao ouadrados e cents go
:a8. N'um lado teem grvaloKlixir antefebrl
2 no outroManuel CardosoPernanibuco, o to
lardoso Jnior, sendo faiso3 osQnenofi
ktngnados.
AtieMo que sfffr''do a bastante lempo de
nma dy-pepsis atroz quo me impcssibiiitara c
traballm. acm?elh^do ncr diWoe amigos para
uear a3 pilula3 aoti-dyappticas do Dr. Heinze!
mannn. 6quei radicltnenio bom.
Reciie., 2 le Maij de 1893.
Ra Marcilio Di-s n 58
Cuftol o Pereira de Amares.
Victoria
O VAIS BELLO
acriba Essence
PERFUME inglc-a
Vid'o zOOO. Djza 205C0G. Meia dus2
10500S.
VenJa-8e era todas a'' rbarrarcias.
l>ep9$Iio ger.1
PHARMA3U MRANH'0
Ra Marcilio Dias n 13o
Paranagu
O honrado cidadSo Sr Joaqaim Sodicc
Gomes, vice cnsul de Portugal, Franga e
Iogl t-tra, era Paran&gu, tratando de
cera de urna brerchite 'e mau carcter,
em sua espose, z o seguote :
... Mmha malher aeha se perfeita-
mente i-astabelecida do sua grava enf. r
midada, com o uso de qnatro vidros de
Peitoiai de Cambera, tendo antes expa
m?ntad&. aempre irxitilmeote, talvea cin
coenta roiaedios diversos
Joaquim Soares Gome
( A firma est recochoiida. )
E' o bcco
Drogae.
uguate a Companbia de
Nao merece Atiesto que scffrendo a 7 annos do estomago,
intestino, baco, liga io e rius eem que al Boje
encentrarse remedio que podease cu-arme, loi
aconselbado por oi-.i amigo para fazer uso das
Dilulas anti dyspepticut! e fenuginosas do D'.
Henzem^nn o qae accedendo re-u uu que du-
rante dous meses de oso d'esie maravilbcso re-
medio coosegu tirar curado radicalmente.
Este aitestado que sirva de exempio a todos
que 8cff-em do meemo mal. Coma peobor e
eterna gradidao paeso o prsenle alieiudo que
me afsigno.
i i i -o II 4if Hl d 1893.
Bu- Uarcllio Dias o. 8V.
J ai H rnardo Lanalt.
(Vidrc 24. duzia 0. I|2 cuzia iQf
Veode f em todas Pba'mac s
DEPOSITO GERAL
Pharmaci Maranl:ao.Ra Marcilio D:s o. 135
Livrarin Contempornea
EBITAK
UTHEUTIG.4S ELE8ENTARES
', enau.io L'baiu< i jj cocsruuid i os lu^inores
resultados com applica^aj do cirtbodo iniuitl
vo que adopta no ensino da e.-cnptoraco mer-
cantil, sendo que em menos de 30 lices lera
preparado theonca e praiicsmente, pefsjas que
eram completamente cstrauhas as traosaccO''E
commerciae.
ContiLa a leccionar as materias a':lm?, iua
Duque de Caxias n. 72, Ia andar.
:::::r:i:::':::n;:.M:
72RA DUC^Ui. UJfi OXlAS-72
.'AVPAB
Venancio Labatnt i. C.
Kni!Teco telegro phlco
NUMERO DO TELEPHONE
14 4
Esti casa de ommistes, ji bem ronbecida,
cbama aitengo do publico e especialcente dos
seohorea agricoltorea para as boas vaotagene
qoe offerece em f uas transai c-s. como sejam :
Recebimeoto de aesocar, bjpotbecas, liquida
c6es e qoa'quer nrgcc'o neste cu em outio Es-
Udo.
Elixir ante-febril Cardoso
Manoel Cardoso Jnior
Approvado em 21 de Marco de 1890 pela inspe
ctoria geral da uigoi junta de hygiene do Rio
de Janeiro.
Este Elixir de composicao toda vegetal pre-
parado segando as regras pbarmaceuticas, icn-
selhadas pelos autores moderno* e de recoobe
clda capaeldade scientiBca unto no paii como
na eftrangeiro.
Fte Elixir o produelo nio so do grande es
todo das acefies ph-fsiologicas das substancia
como tambem palbologicas^motimbem o re-
Alfa ndeg3. de Pemam'^nco
(Pfaso deoOins)
ED1TAL N. 22
Pela inspectora da Alfaudega so faz
publico q'ia no dia ? do Setembro vin-
deuro. serSo vend-das n perta desa Ro-
prii(jSo em hosta pabca, isen'r.5 de di-
reitoa, i mercad^rus ebaxo tramsriptaa
qne r foitm dspa Ii-.das pur eeus de-
nos oo coDEigra'inos do p'aso da lei;
op quaes, altas, fica rxarendo o praso de
30 das a coac desta da'a, para ps re
tiraren, sob pena de, real'sada a venda
nSo se attener mais a reclamfclo al
goma.
As mercadont8 eerSo expoatss ao esa
me dos mteressade s e o arrebatante sei
obrigedo & entrar com o jirejo da rre-
matac^o oo rraso de 43 boras,
Armaze n, 2
Marca E. M. M. Um eogradsdo n.
7175, entredo tm 19 i e Dezembro de
1892, vindo d- Harre no vapor fransez
Colombia, cersignado a Moura Btrgea
6 C, ctoteno tres tubos de ferro nao
gaivsnisado, pesando 2b kilos.
dem, dem. Um cesto n. 7178,
idem, tem, idem, conendo coanexSes v^u
JH-itas de ftrro para tabea nSo jdvani-
eedos, pesaedo 143 kilos.
Jde.ro, idem. Urna caixa v.. 7176
idem, idem, coDtendo vicio tubos de co-
bre, pesando 400 kilos.
dem, idem. Urna dita n. 7177, idem,
deT, con'endooizj iubes de cobra p3-
sr-nc'o 388 kilos.
dem, idtm. Urna ceisa n. 7179,
icem, dem, (oitendo qostro tubos de co-
bre, pecando 3 kilos.
dem, idem. Seis tubos na. 7169 a
7174, db e ro eSo a!vsnisado, pesando
7 i kilos.
Armazem o. 5
Marca B. H. e P. erobaixo. Urna
caixa n. 1307, entrad cm 26 de Dezem-
bro de 1892, vinda da Liverpool co va-
por irglez Maneen, consignado a or-
den, cun'cBdo obras de ferro bttido, pe-
sando 114 kilos e 86 kiles, peso liquido
de p&rafuso de fer.e de mais de 10 mil
limetres.
dem, dem. Urna di a r. 73C8, idem,
idem, c;ntendo obras de ferro, pesando
200 k rafusos de ferro at 10 millimetros.
dem idem. Urna dita n. 7301, en-
trada a 27 do dito mes e anno no dito
vspor, a mosma consigna,So, contando
vidosra'a vidracas, lises, pesando 47
kilos.
Marea L. B. & C, Urna dita p. 4,
dem, idem, contendo tecidos de seda,
nSo especificado com teda a trama de
algocSo, pesando 42 kiles.
Alfandega de Pernambucc, 26 de Agos-
to de 1893.
O Inspector,
Al-xandre de Sonsa Pereira do Carmo.
1.a Seccio. Secretaria do Gave'no do Edtado
de Pemarxboco, 5 de Setembro aa 1893.
Por esia Sacetaaia ee fas publico, em satisfa-
cao S reqois'cSo do Sr. Corcnel Ct mmaodanle
n'ennj da Brigada Policial da Capital Federal,
que, i a (ele do commindo do 2.- districto mi-
litar e na quedara policial acceiipm-se cerno vr>
lootario) com destino aquella brigada os cid-
flSos que, mediante is vaniageos e os onua
abaixoi especificados, se qulzerem eogajar
como pracas d'.qaelle corro militar.
0 fecretarle,
Jo8o Angosto Perreiri L:ma.
Regclamento da Blgada Policial ua Capital
Federal
Ar'. 15. 0 quadro dos regimenios sera pre-
condices segutntes
i1) Engajamenio por fes anuos.
S ) S-r maior de 18 e menor de 45 asnos; com a pre
cisa robustez veiiflcada em iospececao desaude,
provada mcralidade, s- n.io os eslrangelros al
um terco do pessoil elle t vo e se fa'la-em re-
gula'menie a lingos porlugoeza.
A't. 16 Em igualdade de ccndigCes, cerao
preferidas as ex-pracas do exercito, armada e
corpo do bembeiro', qae liverem crvido com
bom comportanetit) prvido pela certido de
a8seotamemoa ou ai estado de pessoa Idnea,
dando se preferencia aos individes que scube-
rem 1er- escever.
de idade deverSo exhit ir licenca de seus pis
cu tutores e 03 estraogeiros dos consoles res-
pectivos.
A't 18 As pracas qoe liverem proced'do btm
poderao ser reenvaiadas. mediante requerimeo-
to e cpnis de novamrot-* verificada a sua ro
bu;tiz era inspeccao de saule.
Art. 19. As pracas que terminado o sea enga
amento nao quizerem reengajar se. eerao ex-
clu las depois de quites coma F:ieoda NuCior.al
e ent-egarem m ootn ettido o aruameit) e
ir s bjectos a sen cargo, parsando-se-lhes um
atestarlo de comprtame! ti. que ser asigna-
do pelo cemmandante do respeitivo regiment
e rubricado pelo da brigada.
A^t. 20. A- p'acus no exercito e da armada
que ie ham servido seis annos cum bem com-
poriamento e fe aliit^rem na brigada, sera,
t n-b-'m consideradas rerngajadas, percebendo
S8 resf>e Art. 21. Nao se contar oo tempo de servico
s prac.s :
!. O de p'iro por crimes ; a que porm,
fer absolvida c-m proetsfo con'a a todo o t mpo
da prisSo foB.'ida.
g 2' O Je pnsao por transgrestes disciplina
rea, maior de 3 i dias dentro de tres annos.
'i.0 0 t m)0 anterior desercaj; ca indul-
tano, perduados e annlsliados, porm, perde
rao o tempo qoe es'iverem defenados e o da
p ieSo que liverem icffrido.
&. O de faas ao quartei.
5 O de licenfis para ira'ar de loteresses par-
llr ais res ou i'e saude, sem ser por inspeccSo.
6.- O de mileitia-- no hospital cu de liceo-
Qa por inBpccpao de saude (xceilei.t"de 30 lias
'-rn todo o pe iodo do engajau too, salvo quan
dj for a mole. t;a adquirida em acto de servi-
co.
Art. 22. A craca que liver servido pjr espac)
de seis annos o brigada sem fcffrer pena por
effeitode senteoc imrt semp.a do a'ittamet.t)
milnar, sen'o aumente obr gada a fazer parte
da reserva na forma da lei que ligorar e n'esle
raro ce Ira pasear eecusa, ai-signada pelo com
mi-ndanie do respectivi regiment e rubriada
pelo da brigada.
Art 23. Os vencirxenios dos officiaes e pragas
eero os especilicdo na tabella annexa a este
Recr.-lamtnio.
Art. 2i Estes vencimertis sero pagos men-
salmenie, aos officiaes, por o.eio de oltias asaig
nadas e atett'd -, a os offisif.es do ettido
maior prlo ccmmaiida ta da brigada e as dis
cfli:i es dos regimettis pe1) respectivos rom-
maOdantes. 'Ubricadas tsmbem p-lo da brlga
da,e as pra(3s de pret visia de rtlajrjea de
r: ta das coicpanhias e esqoad ea. assigea
du- pelos compitiles comrrandentes, como
vi.-ti ds respectivo majores fiscaes. qae res-
poB'lera pela exai t'dao ariihmttij i, alierscOes
e qoaesquer cbservic^s que UFsam icLir nos
venclracrtis, F**nlo as mesmas rJa^Oes acom
panha'iaa de ec prtoia{Ses.
Art. 25. 0 oflicial deente em Sfu qua-tr-l on
com licerga para t'atarte aaude, por inspec-
&, f Eer.ier a gr;t fioa^ao de exeffi-io ; e o
qnt eitlver no goao de licenca pra tr t.r ce m
tere-?s parrulari-s i a de -aade, sem inapec
5S0 perrebei si Ido simpl?8. desde que a licen-
ca : -e(l de tnnu das
Ari. 26. 0 iflical pr eber sello c me'adc da etapa e o sentenciado
cptnt8 o sold ; ro prirreiro caso, sendo abfol
aido, receber todos os verci mentes de que bi u-
ver sido privado por effeilo ca priso-
v Ar:. 27 As pragas e cffici?es em servio to-
do districto federal tero direilj a urna g'aiirtca-
CSo : Ce 300 reis diarios as pragna ; 2^600 na
offi iaea sulalternos e (apitSes ; 3000 os iffi
caep superiores ; e 5C0O o commandante da
brig-da ; s.-ndo tas giat ficac.ej tir,das as
reaeflea de rtcst'a para aa pragas e as folbae
de vr-i c mentes pa'a os offi ies.
Art 33. O soldc e graulioagao vencidee a' o
dia da aoswneia p'las pragas qoe desertan m
rever te* ao caixa ca brisada.
Ari. 7. Nj pootoal cumprimento das crdens
que receber deveres geraes do scldadu, arhando ee semore
prompo hora eco local que Ihe ffl* deteroiin;-
do procoando facniliarisar se com os hbitos
militares e ler co hecimento de suas ailribui-
t0< s, oxpress38 ne.'te regulamento e crdens coc-
cemen'ei a serveo.
A't. S6I. Os cfficises e prscae que baixarem
ao noerital em ccneeqaercia de desastre 00 fc-
rimenlos recebidos em acto de tervigo coctri-
bui;i sement com a irrpo'i'ocia da etapa.
r r:. 271. A referma dos offi iscs e pragas da
brigada policial se' rfgoiada pela legislago do
exercito nue vigorara ao tempe da reforma.
Ari. 172. Si o servido de que 'rala o ari. 568
for presado por praga de pnt esia ter direlio
as recompensas meuciooadas no citado arngo
riifp nea.le sc-rvigo cem todos os venrjmeoios
al 15 ciaoe gratific gOes de K'fOCO ? SOFOCO, a
joizod- cammandaote daortgaoa.
art. 273 As p-agas qoe se Icoiiliearem em
qualquer aeio de eervlco sero refermadae, me-
dian e nspecgo de saude. p. percebero o sold
do pt)6tj que v.'iin naquelle acio, Eeja qaal (r
o teap^ de HH praga.
An 280. Qwlquer tempo de servico prestado
coexncio corpo militar de polica ou na briga
da ter levsdo e j conta na ?n igsidi-de de p^str,
em prorrogan de igual data, e computado para
08 flVitoa legres.
Art. 291. Todas es pragas qne se alistareT
8 regimeutos da brigada, fara; prcmeesa de
regular sua conduca pelos prece tos da rxoral,
resp?ar seo? .-uperiores hierarcbcos, e cum
p-ir nelmente f uas orden*, dedicar se ao servigo
que Ihes p oprir, votar se ioteirameme to eer-
vigo da patria, defender soas iDsti'u'gOee, inte
gridade e honra ; e e lerfio baixa por conclusSo
ds t^mp) de f ervigo. incapacidade phyica ou
apresent.ndo fobsiuut) idneo, depois de ter
servido [ elo menos metade do lempo de seo
coitracio de engajamento.
Ait. 292. 0 sobsntato fica obrigado a comple
tar o temro do rubstiiuido e o que, terminado
o praso da fobsinolgo, corlnuar a servir, per-
ceberA as vaniageos de praga reeogaj da. si
boover eervido mais de meta e do lempo do en
gaJGQHD'O.
Pravas de pret
Vencimenlo diario
Sargento ajadante oo qoartel meetre ?6 0
Io sargento 2*i00
2* ta'gento 243 0
ForrH 84:00
Cabo de esqca-lra 24100
Soldado- 24%0
Mes1 re da banda de mosica 2iui)
Cintra mestre 243 0
Msico 24000
Clarimcncorneteironr M400
Cla'im ru coroeteiro 2*000
Me.-tre de correieiro 24H0
Meetre de ferradores 2*100
Armeiro 24 00
orreieiro J400O
Ferrador jjooo
A etapa das pragas de pret ser fixadaMmes-
tmmeote p^Io Ministerio da Jusiiga, A vista dos
prcg s per que fjrem contractados os gneros
alimenticios.
O Dr Fracoiaoo Botelho de Andrade, | com cerca de 200 pa'mos de fondo, e a
juis de direito do municipio de Afoga-1 dividir pelo nasoente, com Francicco Ja
dos de I<-gi zeir, oom iari^dic^&o e
tensiva ao de SSo Jos do Egypto, do
Estado e Pernambaco, em virtade da
lei, etc.
Faz saber a quem intereassr posaa,
qoe ocm u p'aso de 30 dias, a sodar
debta data, est aberto o concurso para o
provimanto dos offioios da pr meiro tsbel-
liSo e eccrivSo do civel, orpLa s dn pro
vedoria e de reiiduos, de er^ondo tabel
liSo e escrivSo do oivel e execugSes civeis
e de escrivSo pnvativodo do jury e exeeu-
cSes criminaes, do municipio de Fo Jo
do Egypto, creado por lei n. 1,428 de 27
de Maio de 1879 exercido o primeiro
pelo serventuario Goatavo Krnettino da
Cunha QalvS >, cuja vaga hoave logar por
ter sido concedida a pedido do mesmo
serventuario a exonerado do referido
cargo.
O segando por nSo ter sido anda pr-
vido por oSo haver concurrentes.
Oj concurrentes dev?rSo juntsr om ori-
ginal as suaa peti^Ses os s^guintes docu-
mentos : 1. Auto de exame de Eof&'.en-
cia. 2, certidSo de idade. 3. certifica
do de cx.ii! e de portugus o aritnme-
tica. 4 Folha corrida, 5o AttesUdo
me ico de capacidade physica. 6. r ro-
curacSo especial, se equercr-m por pro-
curador. 7.c Finalmente outros documen-
t< s que forem convenientes para prova de
capacidade profesional; tud> de coofor-
midade com o trt'go 210 o secs paragra-
ph- s do decreto n. 2.420 de 2$ de Abril
de 1885.
E para q:o chegue ao conheciroentc
dos interessados, pasaou-ae o presente
que ser publicado pela mprersa e 1 ffix -
do no lugar do costme.
Dado e pensado nesta villa de S'o Jos
do Egypto ana 26 d as do mez de Ages-
te de 1893.
Eu Francisco Baptista Qong&lves, es-
crivao interino o aioratn.O juiz de di
rei'o Francisco Botelho de Andrade.
Certifico eu official de justiya serv;;do
de porte'ro, qae tffisei no lugar do costu-
Die o edita! supra e doa f.
Vil'a de S. Jos do Egypto, 26 de
Agosto de 1893.
O iffijial de justici Francisco Paes de
Lyra.
Est conforme e confere cem o original
e dou f.Villa da S2o Joe da Egypto,
26 de Agosto do 1893 Eu Francisco
Baptista Gccyalves, oscrivao interino o
escrevi
Hecebedoria do Esta
do de Pernambueo
EDITALN 14
O administrador da Re^ebedoria do
Estado do Pernambuco f. z publico par
seccia dos intereeBsdos que fica prorro-
gado at o d^a 30 do corrente o praso cen-
cedido para pagamento bocea do cofre
da contribuiySo devida pelos s rv> a da
Recife Drsynage Company relativamoute
ao I.* semestre do exercicio em vigor de
1893
K.cebedoia do Estado de Pernambuc-',
14 e Setembro de 1893.
O rdministrsdcr,
Affonso de A'buquerque Mello Jnior.
Secgso. S cretaria do Governo do
Esta:o de Pernambuco, em 12 de Setem-
bro de 1893.
De ordera do Exm. Sr. Dr. Governador
do Estado, fayo publico, para os devidos
effeitos, o editil abaixo transcripto, pondo
em concursos cf&cici de Io tabelliSo e
escrivSo do cvql, orphSos da provoderia
e de r>rdaus e 2o UbelliSo e escrivSo do
oivel e exeoucSes civis o de esorivSo pri-
vativo do jory e execucSes triminaes do
municipio de S. Jos do Egypto.
O aeoretario,
J080 Augusto Ferreira Lima.
Edital
Ia Secc;3o.Secretaria do governo do Es-
tado de P de 1893.
De ordem do Excm. Sr. Dr. governador do E -
lado, f;:go publico, para os devidos PiTeitOf, e
cm observancia ao or. 25 do Regulamealo ex
pedido em 23 de Janeiro ultimo para execuc
da lei n. 15 de 14 de Njvembro de 1801, que se
acba vago o cargo de joiz de direito oa 5.* vara
do municipio da capital tProvedoria, em coc-
s'quenci- da ncmeago do magistrado que o
oceupava. Or. CaMoa Aoeoto Vaz ce Oliveira,
para o Superior Tribunal de .':;-"(' 1.
A vaga de que se trata ser preenchida pelo
ju z de direiio mais amigo o'entreos que reque-
rerem r mocan para tase municipio, no prazo
oe 60 dias, centados da puulicac.&o do presente
eital ; se ne hum a requerer o provimeoio ser
ffi'o pela forma deiercinada no art. 24 do Re
gulamenio citado, e de accordo com o acto e
ostrucgOes de 12 de Agosto do corrente acno.
O Secretario,
JeSo Aogoslo Ferreira L'ma.
Edtal
O IHm. Sr. Dr. Inspector deate The-
souro, manda fuzer publico que no dia^
21 do correte, perante a respectiva Junta
da F*z-inda, ir a praga o tornecimenlo
de alimeotscSo e dietas sos pre-os pobres
da casa de Detengo, correspondente ao
tiimestre de Oatubro 8 Dezembro do co
reate anno serviodo do base a diaria de
461 re, por cada recSo 00 dieta.
Os Srs., preten^entes deverSo habili-
tar bo previamente na forma da dispo-
sicoes regalamentsrsr.
Secretaria do Tbesoaro do Estbdo de
Pernambuco, 11 de Setembro de 1891.
Servindo de Secretario,
Epaminondcti f. Bandeira A. de Vas-
concellos,
Secgao.Secretla to geve 00 co Es-
t-ido de Per obuco, em U de Seiem ro de
1893.
De crdem do Exm. Sr. Dr. sjovemsdor do E-
lado f. go 1 utIco, para os devides eff. Ha, eem
ob"er>a; ca ao ari. 25 do regulamento expedido
em 23 de Janeiro ultimo para execogo d: lei n.
15 de U de Novembro de 1891, que se acba va-
go o cargo de joiz de direit. do moolcio de Ou-
ricury,em censeqnencia d^ falleciaieoto do Dr.
Alfredo de Olivera Fon-era, magi irado que c
ecupava.
A 'sga de que a; trata s. r p:e-'-nc .iJa pelo
juiz de direito mais antlgo dentre os que reque-
re-e n remogao para esse municipio, 00 prazo
de eesseota dirs, contados da poblicagSo do pre
sent edital; ee nenbom a requerer o prov.'
ment ser fetto pela forma determnala no art-
24 de regularaento citado, e de acco'do com o
ido e io?trncg6es de 12 de Agosto do corrale
anno.
Joo Augusto Fe reir Lima.
O
cus rio (carpint) rolo poente com o oitSo
da cava onde tem padaria junto ao chalet,
e pelos fundos com Francisco Guedes,
avaliado em 2:00000000, tendo a parte
do executsdo (l-COOfJOU))
D.u parte de sitio, casas e bemfeitcria
vao a prega por execaoflo que m-.ve An
tocio de Alcaeida Gomes, centra Mancel
Bacellar de Oliveira,
E na havendo licitantes quo cubram a
referida importancia da metade da ava-
li 5S0, e 1:003(5000 o referido sitio ir
* segunda prag, soffrendo o batimento
da le.
E para que cheguo ao conhecimnto de
todos, mandei dar e paasar o presente
edital que ser publioado pe'a imprensa
e &ffisi o no log r do costume.
Dado e paseado nesta cidade do Recite
capital do t-atado de Pernambaeo aos 24
de Agoeto de 1893.
ga este da sello 12 K) c 500 rea
pela as; igoatara do ju z, em estampillaa
aqui cclladaB.
Recife 24 de Agosto de 1893.
Subscrevo e assig-no. O escrivSo inte-
rino Francolino ca Svoira M cbado.
Sigismundo 'nt.no Goncalvs.
l.*-*ccSo.Secraturia do Gjverno do
das trras do engechn Giqui, r'e ,uc sfo
coesenhorer, nSo pfide sinda ser citado
por estai residindo na ci'ade do R-cife, e
se echa sempre ausente o representante
legal d\ S02edude Uaiua 0*n< inc/o o
S -:mb, tambe u co-propratu 1 di ra-
ferido engenho. por isto e ni forma do
artigo 4o, 2 e art-go 6o do B-gal ss-
to n. 720, ce 5 de Setembro 19 ', vem
requeror a V. S. te digna de natoda* ci-
tar por eidial o referido repres-intante
' rtfcur L. Griffth Williams, domici'i .do
na cidade do Reeifo, afim da na pric-.cira
audiercify dapois de diOrridoo pr>zi le-
gal do edital vr prooor a tc,S> de divi-
e&o das tarras do dio enj^nho G q, a
viet 1 de seu' tituloe, e se louvar em n
genhe roa e louvrtdos que pr Ci-am a
divis'o geomtrica e ee ,ib cimente as despezas da dita regao,
pena da reviliu ; ficndo rutri sim c:
pura 03 domis termos u!t ores di mes-
ma acgSo, davendo ee expsrir o edite.; da
preeert -it-g^o no jnizo do Racifo
manda!-o ffis-il-o no ''omic'lio do oitto-
do, accusar.do a dita fcfficacSo, na f -
do srtgi 6o citado, rendo ou'ro exerep r-r
do edital cntregi'.o n parte, pira nubl e;: \
pela imrirnsc,
Ptdo det-rim n'o. E recber merc.
Estav umi es'p.p-pi'hr. do 210 re inu-
Estado de Pernarr.bu o, em 18 de Se-itilsada corpo.t n'e-.:~rtc ni forma
teabro do 1893.
EDITaL
Di ordem ds Exm. Sr. Dr. Goverra
dor do Batida taco publico para, ra da
vidos fins, que ao provimento da serven
tia vitalicia doa cALic?. de 2. tsbelliSo d
cablico, judicial e cct's, escrivSo do jnr
e execugOee criminaos, do crime, jud c:a
o da provedor'a e reBiduoa, do muoici
po de Ignaras ^oncorreo dentro do
pr*8o legal, o cidadSo Bailio Jos Pe-
reira Vianna.
O secretario,
J.o Aogitti Ferr i.-a Lima.
Com mando do 2
tricto m.'litar
dis-
EDITAL
De ordorr do Sr General
de
Brigada
Commandante deato districto, sao c^nvi-
dados a comparecer a este Qur.rtel G re
ral oa herdaires de fallecido cadete do
14 battlhSo de infintcria Antonio Vicen
te Caviilcaiite. afim da icc'berem o es
p lio do mencionado cadete que so acha
depositad'-.
Secretaria do commr.ndo do 2o. distrie
to militar no Recife, 20 da Setembro de
1893.
O secretario,
Mejor Le>baldo Augusto de Aoraeo
~d6
do
Dr. Sigismundo Antonio Gongalveii>
jais de direito do commercio desta
cidade do Rec fe, capital do Estado
Fuga saber aos qu o presante edital
virem, oa delle noticia tiverem, qae se
ha de anematar em praga publica este
juiao a quem m>is rcr o mai r lance
iffer. cer no dia 21 do mrz r'e Setembro
prximo viadouro, epoia da reapectiva
audiencia deate juiso, o bem segainte :
Um litio ao lado direito a seguir do
Reoife a Estrada Nova de Caxang e no
mesmo povoado, contendo daas catas de
'sipa, um frno de assar pSo, ama ca
cimba de lijollo e qnatro ps de coo-
qaeiros, cojo sitio mede de frente em
liaba recta, ?50 palmos, mais oa menos,
O Dr. Jos Jaliia Begae ra Pinto
Suira, juiz doj Feitos da F^zend
Eetada de Peraambuao, eta.
F*z saber qu;, fiodus os da da le, so
hSo de arrematar per venda a quem oaia
der eri praga publica desto juzo iu di'
29 do correnta os bena seguintes :
Casa a travesea de J o do Barros n.
14, fregaezia da. Boa Viste, ce t ips, cora
por a e janella, daas acias, cm quarto
cos:nla dentro, terraco foreiro, mediado
dous metres e qusraota centimetr.'B de
frente, oito metros o sessenta centimetros
de funde-, av.liada 'cm 1008000, a qaal
pertenca a Francisco Jos. Gourra, a quem
fr.i psnhorda por execug'o da F.-aeada
do Etado.
Casa sita ro logar 3oi ]y, 6, de tsi-
pa, com di'&a j^nellas, d.t-s portas, d:,s
sala?, tres quarto?, oosinba, rjjelnlo dea
me.lr.'B e victo centmetros da frente, o-to
no'ros e cincoentJ centmetros da fuid\
avallada em 7OO5OO0, a qual pertecce a
Ignacio do Naocimento e 83 sch penho-
rada por execuglo da Fazarda.
Casa a ra de S. Miguel n. 57, o
porta e janella, uas sa'ss, dous q-artos.
cosinha fra, quintal murado, ca imb-,
medindo quatro metros de-, frente, e qua
toree metros de fcedo, evaliada em ra's
1.2005000, a qusl pertenca a Maia C.
Vieira da Silveira; p?nhorada pur exacu-
y1. da Fazenda.
Ca a ra di Via Frrea n. 21 B,
freguezi de S. Jos, com duas portes e
dn&s janellas, du&s su as, dous quarto?,
um gabinete cosinh3, mediido quatro
metros e cincoeota Bentmetroa e freo e,
dez metros e trinta ce-atim'jtros de fundo,
avahada em 600^000, parlsncento a An-
tonio Cbo-Verde, o se acha penhorada
por exeougSo da Faz^n^a.
Arma-So de a^arco envidracada e
balcSo, existentes a ra do Viseonde da
Gcydnria o. 4"), avalialos em 1 .COOjjlOOO,
pertencem a At orio Rodrigues da Costa;
e se acjim perh'jrtdos por esecugSo da
mesma Fazenda.
Cssa sita na ladeira da Misericordia em
Oinda n 27, com duaa portas, urna ja-
nella, duas salas, nm gabinete, que.tr)
qusrtoe, cesinha fra quittal murado, me-
diado quatro melro8 e dea centmetroa de
frente, wate metros de funio, em com
p'eto eatado de ruioas, ava.iada ui rvie
630S0 0, j feto e abate da |ei, perenca
a irnr'ndade de S. Pedro Marty, peoho-
rada por excccg2o da Ftzendo.
Alaguis mersaca da casa a raa d'As
sumpgSo r. 8, freguez^a de S. Jos, com
dnas portop, duaa salar, cos.-ha e sotSo
em brISo, servindo de base a quantia de
25$0"K), pertenc3 a Aastricliano de Ai ru-
da Cmara o va! a praga por execugSo
da Faienda.
C para cor star passeu se edital de forma
da le>.
D- do e p seado nesta cid*de do Recifa
aos 16 de Setembro de 1893.
Eu Alfredo Diamantino de Torres B*--
deira, escrivSo o eubscrevi.
Jos JuliSo Rigueira Pinto de Scuz :
guicite :
S. Miguel, 21 da Jonho de 1893 0
advogado Silverio Tortol ala de Aimei ,
Lina.
Ni qu-. 1 proferi o despacho se^iinte :
Com: rccpier. -8. ''i,'i I, 27 da Ja-
nho d< 1S93 -84 Cavalcnte
Em vista io que Iha tr?.odei pr.'sar o
presarte minha carta re edito le
das, pola qu! cito, ch mo o requaip
representarte le^al do Sooiedade D
i'.-'S'ccSo da Sir.im! fl r'hnr L G
\\ -ms, o ^u:.' rr.-iJc r: cidada d :
cife, E fado da Pernambuco. i im de c,
ni primiira aodienoia desta jaiso, Vi-
dedeoorrido b prazo !eg.*\l do cdit*l4 v
r.ha v.r pro par a aagSo da divisSo da
trras do dito engecho Qiqui, a *i".a .
3-us titules, o 89 lou7-r em engenbeir03 c
louvad,-s, que procadam a dita c':v.: ".
geomtrica a se abonar reciprocamcc'c
as despecas da d'ti accSo, Bob pea da
revelia ; ficand? ou'ro sim ci'ado para es
dem s termos ulteriores da disbii '.cgao.
o ca intc!lic-r,cia de que as audioacifil
restvi j; zi s3> d.d.s no pago do CanBerhi
Mioicpil *b 12 horas do dia d?s bb^da r1-:
todr>s es samer-e, < sa rsto da
cado ci feria O; ser a audiencia no d:
anterior, no m'-sme Ingr e hora.
F pira qua chegai a notic'a r. todi.a
mandei p>8 ar o pr santa, quo seri fi-
do na municipio da ;e idencia da mesmo
represcatinte lcg de sooedads Uz;oa
C:r,sang.3.o de S.^':n':, Arthar L Gr fftfl
rVilliams.
D*do e passa^o nrsfa ci-'ade da S:
Miguel, ca 8 Jiaj do rrez d: Jolho de
1893
Estava sellaio cera orna estampilha da
400 rs. inutilisada na forma secu n'o :
S. Miguel, 3 Je Julho do 1893,-Aatc-
n'o du ^ C.va'caote Poss'o.
Prfgon o emolurrc t di ja'z com i i
estampiha de 400 rs. qua se urh-.va ;. .
tiliaada da .iij ieii n e :
E-nalam r;:os do jtrV Cidfde e .c
Miguel, 8 ('a Jalro da 1893 O a crivSc
Sruza Lina.
H di :
coal
.: a
em A to
eq'ii racscripio do proprio criginal, e
por mim coofarido, con ert&do, iubsor:pto
e [asignado nesta eida de de >. M
aoa 8 dias do mez da Jaiba de 1893
En L-iia Jos de S;ia> L:mr-, escri-
vlo qua o Bubscrevi c :,s:'g;ei
Em da verdi.de O. o O. por niim ec-
crivo Luis Jo: ele Seust L'ma.
Oidade 1893.
O erorivSo
Souza Urna
*-xzs>xr:u2m.!zz.zaB?7j&s^!mac.-.zzBBMm&z3Jcm tm
DECLARACOES
Ao
corara rcio
As Companhia da S'-gnros I'idemolsadors,
Pbenix PeroEmbncoDae Amr.hitri'e 'a.c-m px
bliso que a contar do primeiro de Coiubo pre-
simo a ta.^a dospremios dos seguros martimo*
de mercadorias em vaporea nara es po-'os do
Sul da -tepublica sera regn'ada pela sejruiLte
labelJa :
Conta tod'g es riscos sob as endigoes da
apot'ce
Macelo........1/2 '.
Bahij.........5/
liera pelo Peaedo cu Aracnj. t
Victoria.......3/4
Rio de Janeiro......3,4
Santos........9/4
ParaosgoJ. .
Antocina .
Sania Calba'ina .
Rio G a: de do Sul.
Pilotas.....
Porto Alegre. .
Tetado das Alsgoag
Traslado'- Eli'al.O cidadSo Antonio
de S Cava'.oante Pessoa, juii substituto
na cidade de S, Miguel e eei munioipir-,
oa forma da lei, etc.
Fas saber que por parte do capitSo
Antonio da Coala Barrea Lima, me foi
entregue ama pet'gSo do theor aegainte :
Ilion. Sr. ju i substituto da municipio
de S. Miguel.
Por seu advogado, ditera o capitSo Anto-
nio da Qcsta Barra Lime,, D. Sebastian-
na Paes B-rretto de Btrros, D. Msria
Candida da Costa Barros, Antoiio de
Araojo Costa Barros, Francisco de AraL-
jo Costa Barros o JoBo Paes B*rretto
de Barroii, qae, na aogSo de diviaSo
A=i carpas cora balder-cao (em 1/4 /. de foc*
menio de pre i io, fendo que as Corrp, nb'as -t
tomam este risco quDdo previamente cootrac-
ladoe declarado na apolice cu na mitu'a.
Eicep'oim se as da Porto Alegre caldcadas
no R'o Grande qornlo necissario oo a baldea
dsa por fora maiar jueiiBca.'e.
Oa segaros de alcool ugmeciam em meads -
respectiro prerrfo da i: bella.
Os das mercadoriaa ro convez sao livres de
avaria panicu'a e a tasa 6 dupla.
Declaram .s Companbias que em om vapor
por viagem f Ibes permillldo, Ceda urna, se-
gurar al citCDta coo:c8 de rls.
Qaaesqner valores excdeme* g pou'erSo por
ellas ser acceltes para reiseguro por centados
segurados, devento preceder accordo entre os
merco eer.urad3 e as Corfpanbias declaras-
e8.
Os pedidos de lodcmnlfacao em casos de a-
oistres cu avar'ae devem ser acompaobades por
documentos legtimos e satifsclorios que me *-
treci a arovem a te^alidade da perda : taes dt-
comento-' t5) reculados e indicados pelos art-
go 505, CI8 622 c 788 do bodigo Commere ai
R- ife 6 de Seiembrode 1893
Pela Coxpanh a I'i.'i mn.-a 'o',: .
Inania) Alves da Foneeca.
Con enlano de Aqcioc Focseca.
Jor Ferrel-a Marques.
Pela Compaobia Pher.ix Peroambucana :
Luiz Duro-, t. I
Mancel da Silva V'ai.
JotJcqo.m D as F resedee
Pela Companhia Amphitrlte :
Artbur de Almeida.
Josquim Olinto Bastos.
Jote AntcLio Pinto.
i

"i

-
^ I



mmammwmam***i

6
Diario de Pernambuco Quinta-feira 21 de Setembro de 1893
IM)ICAD'4t COMMEKCML
DO
DIARIO DE PERNAMBUCO
Diversos ramos de negocios
Escriptorios
Agentes Johston
Bancos
banco EmissorDirectores, Drs. J. E. Ferreira
Jacobina, Jos Marcelino llosa e Silva c
Jesuino Al ves Feraindes .
Banco Popular- Gerente Gustavo da Silva An-
tuies......,......
Banco de Pernambuco-Gerente Willium M.
Webster........ .
banco da Bolsa Gerente Pedro Jos Pinto. .
Cuuiianhls de tavegacao
CariocaAgente! Pereira Carneiro & C
Cliurgiuis Keunis (FrancezajAgente Augusto
Cabillo...... .... Ra do Commercio
Companhia Pernambucana de Navegaco a vapor
Gerente Coronel Ulisses A de Curvallio .
Companhia Messageries MarilimesAgentes H.
burlo C ... ......Ra do Commercio n. 42.
Lloyd Brazileiro -Agentes Pereira Carnciro v C Ra do Commercio n. 6, Io andar.
Korte o Sul Agentes os mesmos "
Pacilic Stoam Navigation Company-Agonies
Wilsoo Sons & C. Ciiuited.
Bcd C oss Line ot Sieamers.
Patcr'-C......
companhias de Neguros
Compunhia AniphitriteDirector Arthur Augus-
to de Almeida .........
FMelidade da CisboaAgente Miguel Jos Alves Rui do Bom Jess n. 7, i. andar
Indeiiiiii^udora-Goreuti; JouquiniAlves da Fon-
seca. ............Ra do Commercio n. 44
Kortli British Mercantile-Insurance Company
Agente Wilson, Sons AC Limited Ra do Commercio n. 10.
Phonix PornamDucana=Admiuislrador Gerente
Luiz Duprat..........Ra do Commercio n. 46.
Cousgianhlas dlvt-rsas
Companhia Adria.-Agen tes Jo nston Paer 4 C. Ra do Commercio n. 15, i.- andar.
Coapanliia de Productos Calcreos.Gerente
podrosla Moreira......Caes do Apollo n. 73.
Companhia de Drogas a Productos Ctiimicos.
Gerente, Francisco Manoel da Silva. Ra Mrquez de Olindan. 23.
TI: Mortn b'razilian Sugar Factores L'mited
Gerente benrique Swales......Ra de Torres n. 34, 2- andar.
C*f ntgnaces e commissSes
lo Labille.Casa de CommissOes e Con-
Bes .......
I vAH-eldt & CCasa de CommissOes. .
Borstelni ni 4 C. Escriptono de CommissOes e
consignaoocs.........
C?.r!os Rabello & C. Casa de commisscs.
1 de Meira Lins. Casa do CommissOes .
' -ion Pater A C.-Casa de commissOes e
Ra do Commercio n. 38.
Ra bom Jess n. 64.
Ra do Commercio n. 40.
Praga do Corpo Santo n. 2.
Ra do Commercio n. 6,1. andar.
n.9-
Caes da Companhia Pernambucana n. 13
42.
6,
Ra do Commercio n. 6.
Ra do Commercio n. 10, andar.
Ra do Commercio n. 15,1. anar.
Ra do Commercio n. 48,
Ra do Commercio n. 9, 1* andar.
Ra do Mrquez de Olinda n. 52, r andar.
Ra do Commercio n. 18, 2- andar.
Ra do Vigario n. 31, L* andar.
Ra do bom Jess n. 44, 1/ andor
consignacoes........
Hachado Pinto & C.-Importadores, exportado-
Rua do Commercio n. 15, 1." andai.
Ra do Vigario n. 19
Ra do Commercio n. 7, l- andar.
Ra do bom Jess n. 4.
res e commissanos.........
i Silva MataSuccessores do M. Mata &
CEscriptono de commissOes ....
Manoel Ferreira bartholo C- Escriptono de
commissOes o assncar.......
! i I arneiro 4 .Casa de commis?5es- -Ba do Commercio n. 6, r andar.
Silva Guimaraes 4 C.-Escriplorio de conimis- .
e consignacOes......Ra do Commercio n. 5 r andar.
, nheiro i Cosa v Fiuza successores de rara-
r-- de Mello. Gonro & Ct-asa de commis-
. .....
T! I Casa de c 'S o represen-
I.' -i" i 9...... .....
ms 8 C. LimitedCasa importadora de
rao de podra de'odas as qualidados .
Ara reas e loja de :*Zn utius
A: .:.!. Lopes 8 C. Armazemde (azendas em
o .........
' Maia C Armazc'm do fazendas em
- e ;; retalho ... ....
Fra o Gurgel & Irmao.Loja de fUendas e
.
1 Luiz Ti eir C. Loja e armazem do
Fa i; las das Esti lias...
i- Coelli Sorlimento do Fazendas e
II las............
lardx a C. moas
Largo do Corpo Santo n. 15 I" andar.
Ra do Bom Jess n. 62,
Ruad Commerc u. 101 and?.-

em -
... i
' C- em i! ;.. ndas cm
i asto ft C- d de miu I
mimaras e f..... ...
- a i,. Loja de .........
Hassanies
Aivcs da Silva Sanio- 'rmaiemde
\
Ra Duque de Caxias n. 52.
Pateo do Livrameuto D." 22.
Ra 1 do Marco n. 20 A
Ru i Duque de Caxias ns. 56 e 58.
Ra da Imperatriz n. 56
Ra Mrquez do Clinda n.16
Ra do Mrquez de Olindan. 20.
Ra Marque/, do Olinda u. 17.
Ra Duque do Casias n. 115.
Ra do Vigario n. 13.
Litegraphla
Ljtl ographia e Tynograpbia a

J \. rcell
......
Farlnl
Lope A
........
. ^s.S>7 Hl ....
O
I. I
o Aj .'no. de leilGes.
FoBdlfea
c..-- i .
.. Ii G de Cerro o
........ .
da i-ru/.
I I ae .......
t>TCrSC3 iu. g
* i i c. Ni g Kantea de
borracha .... Ra do bom Josusn.
I en Broters.Armazem do coun s, .
os do exporta., i .
Fahriea e I. j -s de c f-;-rdog
Albino i ruz CBolina Maravilhosa Loja de
idos estrangeii e nacionaes .
B G.Fal il ...
Fabrica t. -' s.
,i VictoriaVariado sorlimento de
(.' < para horneas e senhoras.
Serr-rla
Ra do Mrquez de Oliuda n. 8
Caes do Apollo n. 47.
i d'Alfandega n. 3
llua Mrquez de Oliuda n. 48
Ra doBaro do Triumibo n. 44.
dem n. 101.
.1' m n. C6.
62.
Ruado Bom Jess n. 5, I"
Ra 1- do Marco n. 18.
Ra do Livramento n. 24.
Praga da Independencia n.
Caes da Rcgeneracio n. 24.
36
vapor
j ? tac Qimaco da Silva. Serrara a vapor
Armazem de fusco
Hachado 4 CArmazem de fuios.
1 c cairos gneros.......Ra da Madre Deus n
Irmazrn^ <* o fva
Domingos Ferreira da Silva 4 C. Armazem de
ros de estiva em grosso._....
cha 4 CArmazem em grosso de ge-
: .- de estiva.........
1 r :-hintenta de agaardi.nte
Fabrica do ilbos, aguarden.e e mcl. Pinto
F.'iioira 4 C..........
Bacbimento de alcool, agurdente e niel.Pin-
to Ferreira & C.........
morrearla
Revs Pedrosa A C Mercearia......Ra da Penha n. 33.
I-ocas tiendes a C, Gneros do Estiva 'cni
" grosso e a retalho........Ra do Rosario Estreita n. 9
Typographia e Uthographia
Tjp.Alelier Mirauda-Typograp>iia e lithographia
"a vaj)or pautago e encadernaoo
Kert zcuc o c ntiulo.
Fooseca lrmos & C. Glandes importadores e Largo da alfandega n 2 e ras do Baro de
exporladores..........Triumpho ns. 6 e 8edos Guararapes n. J.
fabrica de sabo
Fooseca Irmas &CA maior fabrica de sabo Ras dos Guararapes ns. 2 e 4, Baro do Tri-
do brazfl...........umpho ns. 1 e 3 e Largo da alfacdega n. 2.
36.
Travessada Madre Deus n. 8.
Ra da Medre Deus n. 18.
Afogados.
Caes da Companhia Pernambucana n 13
Ra Duque de Caxias n. 37.
Companhia Amphi-
trite
De ^coD/omiidde com o art. 17 dos eslalotos
aerao vend tas 10 accOes aesta compaobia de
ns. 301 i 310.
Os pruirodenlts sao convidados a apreseDtar
as prepostas em carta fechada por Intermedio
de corretor geral al o da 22 uo co-reDte, ao
neio da, no escriptono desta companhia.
Reie. 14 de Siembro de 1893,
Os directores
Aricur Aurus'o de Almeida.
JosQim .Olilo Paito?.
Sociedade Uniao Beneficen
te dos MachDstas
Amiembia cera I
3.a cormat&o
De ordem do cidadSo preeideote, couvido a
ortos os Bo.ios que e; ti rere m no gono de eens
direi os para romparecerem no da 21 do cor-
ente, s 7 boi as da larde, na sede da sociedade,
iu do Coronel Soassona o. 9,1* andar, afim
i proceder-s a el cno da nova directora-
Secretaria da Sociedade UoiSo Beoeficente dos
Uacbinistas, 5 de Seiembro de 1893.
Mancel dos Santos Siqneira,
. secretario nterin
Estrada vle Perro de JE ZZX,
Pernambuco do Re.
cife a S. Francisco
AVISO
Em vista das perturbares que eatSo
tendo logar actualmente no trabalho das
oainaa da oarvto de podra em Inglaterra
fie espadado para 16 de Oatabro vm
doaro o pr:-so para apresentacSo das pro-
poatas para o contracto annucoiad) em
4 de Agosto do correte anco.
Fsjrptorio da Superintendencia Cabo,
20 do Setembro da 1893.
(Aaaignado) J. W. Mann,
Superintendente interino.
Companhia Pabricci de Es-
topa
Acham-se diepjsic4o dos Srg. accionistae,
na roa do Cuirmercio u. 7, a rp'a dos Dalangos,
a lista dos accionistas e das transferencias das
ire s effectoadas no aono prximo pausado,
de coofarmidade cooi o artigo 147 da lei qoe
> o as sociedades aocnymae.
Pecife, 15 de Setemoro de 1893.
Tnomas C. Gnffih
Direetor eecretario.
Companhia de Tecidos de
iVlalha
9* chamada de capital
De ordem da directora, eonvido os eechorea
cciunistas desta compaobia para realisarem a
nona potrada de 10 O/o do capital subscripto oo
20*000 por aeco, ate o dia 30 esenptorio do tbesourefro da misma, irnal-
ae Marco, amiga Crespo n. 7.
Rec. 1 de Setembro de 1893.
Alfredo A. P. Fragoso,
Secretario.
DerbyClubde Per-
nambuco
A directora desta sociedade, em sessao de
bootem, resalven po* noanimidade suspender
por tres mezes o jockey Manoel Pereira, de ac-
cordo com o art. 83 nico, quodo montn o
animal Maoriiy, do 6- pareo da ult.ina corrida.
Secretaria do Derby Club de Pernambuco, 19
de Setembro de 1893.O secretario
JoSo Benigno da Silva.
Reccbedora do Estado
Pela 1*. aecoSo da Becebedoria do Es-
tado se faz acicate aos Srs. contribaintes
do imposto de repartilo da olasses ns.
1, 3. 8, 11, 14, 16, 19, 20, 22, 23, 24,
30, 31, 34: 38, 39, 42 e 44 abaixo trans-
criptas, que, quarta teira 21 do correte
finda o praao de 30 diaa que Ibes foi con
cedido pura pagamento do mesmo inde-
peodente de multa.
1*. Seceso da Re3ebedoria do Estado,
18 de Setembro de 1893.
O chefe.
H. Peregrino.
Relacao do impoito de repartiQao
1 Armazem ou loja de fozendas em grog-
so ou a retalho.
3 Armazem de vender gneros de estiva
em gresso.
8 Armazem de vender madeiraa e serra
ras.
10 Armazem en escriptorios de commis-
eSo ou conaignaeSo e de commitSas
ou corjsignaco '8.
11 Arm&eem ou deposito de recolhr, al-
tundegado ou rao.
14 Armazen ou deposito, olfardeghdo ou
nSo, de reoolher kerosene ou outras
materias iifla : m:-veis.
16 Bancos, a=cnciai filiaos ou represen-
tantes das mesmas casas bancarias.
19 Eroprez s anonymas ou agencibs cao
tributadas jirectamc nte em seu ramo
especia' de negocie.
20 Enchimentos de a^uardecte.
22 Fabrica de sabao.
23 Fabricas de cervejas, limonadas, lico-
res, genebra e vinagra.
24 Fiibnea de dBtil!aySo e restlegSo de
aloool.
25 Fabrie^ de pi;ar fumo e fosal charuto
o cigarros.
oO L. ;.g ce calgad s ocmprehendid&s, as
i i.in; s dentro do estubelbcimento.
31 Lejas e: pecisea de ronpas fetas com
ou ii' oBoinae.
34 L jas de livros e paneis, comprehendi-
das m respectivas cffieinaa de enca-
dern'cao ou impressao dentro do
ejt: elecimeato.
8 Loja de movis.
39 Padari&s.
4' Bebtcadoies
44 Agentes de f-etamento de navios, com-
missarijs de compra e venia de g-
neros e cambiaes, conhe-idos por
zangSes.
em vista as cundieres
o a seguate program-
& nsellio Monicipi! do Bccf
O Dezen.bagador L -b de Albuqnerque
Martis Pereira; Presidente do Concelhj
Municipal, faz saber qu^ o mesmo Con
celho rcsolveu abrir cuncurreLcia planta
do edificio para um Aeylo de Infancia des-
valida de ambos os sesos, que de ver
ser levantado co munteipio desta capital,
secundo foi determinado en testamento
lo finado commeedador Antonio Jos
de MagalhSes Bastos, devendo a mesma
planta guardar o seguinte :
AOa projectoB a apresentar com-
prehenderSo :
I.* Piano geral. )
>ichnographia
2.a SeccSea horisontaes. ]
3-. Fachadas priccipaes o\
lateraes.
> orthogrsphu
4-, SecjSes tranversaes e I
longitudinaea. J
5-, Planos e cortes do systema da co-
bertura.
6'. Detalhea do vigamento e dos or-
g os principaes.
7*. Vista em perspectiva do edificio.
8.* Memoria justificativa do projecto e
especificacBeB da obra architectoral.
BOs projectos serSo apresentados na
Secretaria do mesmo Conceibo no dia 30
de I/ezembro do correte anno, examina-
dea e jdgadoa por um jury composto de
profisaionaes.
CDentre oa que -forem jolgadoa, ser
escolh do um, cojo autor ser premiado
com um cont de reia, verba determina-
da rsa si ludidas dispoaiyoes testamenta-
rias.
DO tutor do projecto eacolhido tem
preferencia no jolgamento das propostas
para a realisaoSo do mesmo projecto..
Na organisa$So do projecto, os concur-
1 O edificio destioado to Aiylo da
Infancia desv. lida e ter a capacidade
para 500 crean gas.
2*. Ter o oaracter modesto, mas su-
ficientemente disliceto.
3*. Sua con&trusy3o aera de alvenaria
ae tijoloa e ferro, em dous pavimentos.
4*. Oa pavimentos serio asfloalhados,
tendo o primeiro um mbaaamento mi-
cimo de uu. metro, forma do pcrSo fe-
bando.
5.* A oobertura ser i feta de telhas do
pas com vigamento ce ferro.
6.' O edificio aera ducado de appare-
lhos de arejamento e meioa de saneamento
do seu sub solo,
7*. Na diviaSo interna comprehendarSo
salas de trabalho, amphitheatro, dorm
torios, recreio e compartimentos necessa-
rica inoradla permanente.
8\ O projact; deve ser tracado de tal
modo que permitta a construc$3o parcial
e aucce siva at sua realiaay .o completa.
9.a O autor da plaota peder designar
o seu plano por qualquer inaicacSo, afim
de vitar se ja conhecido antes do julga
meato e assim gaiantir o seu dir to, do
qoe dar aviso o Conoelho em carta le
chadad que ser a berta em dia desig-
nado depois do julga-i eoto.
Sala das Be8s3a do Conoelho uniei-
pal do Becife, l de Julho de 1893
Dezcmbargador Luis de Albuquerqua
Martina Pereira.
Presidenta
descarga, dentro de tres das depois de Bnali-
sada.
Nao procedendo esta formalidade, a compa-
obia Oca isenta de toda a responeabilidade.
Para passag ns, (retes e eocomrxeodas Ira
'a se com os
AGENTES
Pereira Carntiro & C.
6-RuaauCo e*cio
_______________Io andar______________
mjil Nail stiai PacKot (ai-
M
O paquete Trent
Commandante W* H. Milnei
E' esperarlo da Eu'opa at
o da tZ de So embro se-
guindo dfpois da demera
De:essaria para
Babia, Bio de Janeiro, Montevideo e Bue-
nos Ayrer.
Para carga, passagens encommendas e di-
ibeiro a frete : trata-se com os AGENTES.
LEILOES
O paquete
Commandacte T.
MARTIMOS
Companhia de Navegado Ca-
rioca
O paquete Cometa
Commandante Daniel Ogg
Segu neeles poocos dias
akj directamente para o Para
_Sk"- e Marsi>bo ete paqoete,
Para o resto da carga e encommendas trata-se
com os
AGENTES
Pereira Carneiro &
6BA DO COMMEBCIO6
i" andar
H
Tamar
E. Exham
E' esperado dos
poros do sul at
odia oeSe-
tembro 8egoind
depois da demora
necessaria pa-a
S. Vicente, Las Palmas, Lisboa, Vigo e
Soutamphtoa
N. B.Previne-se aos Srs. recebedo'es de
mercadonaa, que a Compaobia Mala Real logle-
la, cootractoo com aGeneral Steam Navigation
Companyom servico de vapores semanaes que,
partlndo'de Bordeaos, ognac, Charent, etc, de-
vem cegar a Sjotbamptcn a tempo de baldea
rem as cargas destinadas America do Sul,
para os vapores desta companhia.
BeducgSo nos pregos dan passagens
lita ic:i i volta
A Lisboa 1* classe SO i 30
A'Sontnampto Ia clasd 28 U
Camarotes reservados para ce pazsagoiros ae
Pernambuco.
Para passagna, fretes. encenimandas, irata-"
com os
AGENTES
ImoriiD. Irraos & C
. 3Boa do Br.m lesasN. 3
Companhia PerDHmbucaea/^ Sa-
Ageate Oliveira
Leilo
De om bom terreno na Boa Visgem,
fr gueaia da Affo-ados, com 630 palmos
de frente e 1,200 de fundos, tendo a fr in-
te para o nascente.
\o 3i'ui;i7em a ra de impera-
dor boje Id de .\ovembro
d 3e
Quinlt-feir^ 21 do correte
As 11 horas
O agente cima cimpetentemente cutQ-
risi-do veoder em leilSo o terreno cima,
o qual limita-se o oorte com trras de
Feliz Jote da Soledade, e pela do sul
com o si ti" de Manoel Pereira de Souza,
tendo d<> dito terreno cacimba com agua
p tavel e algumaa arvorts fructferas.
Os S s, pretende ntes poderSo desde j
examinar o referido terreno.
2 leilo
Da casa terrea n. 7 A da ra Dias Car-
doso, amiga do Caidereiro
Espolio de Antonio Joaquim Vinhas
Maia.
Quinta-feira 21 de Se-
tembro
As 11 horas
\o armazem a ra do Impera-
dor hoje 15 de Novembro
n. 39.
O gente Martina levar a leil !o pela
segunda vez por despacho do Dr. Jais
Substituto da Provedoria em sua preaec-
Qa a casa terrea cima, com frente de
asulejo, 2 sallaa, 2 qutrtos, cosinha fors,
quintal, corredor iodependente e solo
proprio.
(lOBrpanhiliW. StOJljnS M, Line Fernando de Noroaha e Ko-
O vapor allemSo
Catania
E" esperado de N w-Yjik at
o li'.y 95 co corrate segeinelo
depois da demora do costme
oera
labia, Rio de Janeiro a Mnnce
Para carea, nass^-gens, eneemuMatias e dlnhei
ro a frete trata-se ".m os
AGENTS
Pereira Oaroeiro & C.
6-BA DO C3MMEBCI0-6
l. andsr
i
PORTOS DO SUL
Taotaodar c Rio Formoso
O paquete Sinimbu'
Commandante Lobato
Segu no dia ** de Se
tem oro noite.
Recabe ca-ga, encon-
mendEs, passagens e i-
at 5s 4 ao*as da tarde do
jlieiroa
dia 22.
frete.
ESCRFVORfO
Ao Caes da Con nanhia Pernambucana
n. 12
CojapaahiaPeriaiiucaaude IU-
vegaeii
PORlO DO NOBTB
Parahyha, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty e Cear
O paquete
S. Francisco
Commandante Estoves
S^euir para os pw-
los ama no dia *6
co conecie s 4 e-
ras la.'ar..e.
Recehe ca'g-i, encomm^ndag. passacens e d1-
nheiros a frete! at i cora da tarde de dia
6.
ESCRIP TORIO
Ao Caes da Companhia Pern mbucana
n. 12
L!o d Britis'ieiC
PORTOS DO NORTE
O paquete Manos
Comma danto F. A. Almeida
E' esperado doa portoa do noria
at o dia Zt de Sa.embro, se-
goindo depois da demora ne-
cessaria para
Macei, Babia, Espirito Santo e Rio de Ja-
neiro
Recebe carga a baldear no Rio de Janeiro,
Dar Santos, Canana, Iguape, Paranagu, Ar-
tocina, S. Francisco, Itajahy, Santa Ca'harioa,
alo Grande. Pelotas e Porto Alegre.
As encommendas eero recebidas al 1 hora
da tarde do dia da sabida, oo trapiche Barbosa,
no largo do Corpo Santo o. 11.
Para carga, passagens. encommendas e valo
res trata-se com oS AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O paquete
S. Salvador
Commandante JoSo Mara Pessoa
E' esperado dos portos do
norte aiooia 95 de Se-
tenbro segnindo depois
da demora do costume para
cas
O paquete Jaboato
Commandante Pereira
Seguir para os
portos cima ir>
ival s do dia
O do correte
a4bcraa da lar-
Recebe carga, encommenda-, as?asens e dl-
nneiros a (rete at 1 hora da larde do dia da
partida.
ESCKIPTORIO
Ao Cae da Companhia Pernambucatn.
n. 12
Companhia BaMata de Navega
3
8 vspor
iacei, Villa Nova, rt edo, Ara^aj, Es-
tancia e Cebia
O VAPOR
Mrquez de Caxias
'.ommada:te Julio da Lacerda
E'< sperado
do porlos arima
a: o da 93 de
e'.embro regres-
gando para os
meproo depois da demora doco^tiime.
Para carga, passagens f-neommendas e dinhei-
ro a reie, trata se corr o
AGENTE
Pedro Oso io de Ce quira
Swa do Vigario n. 17
Io andar
AVISOS DIVERSOS
Precisa-sede urna ama para coosinbar e
mais cervic de casa de famil:;- e de om criado
de ida .'e de 10 a 12 aonoa, na ra da Palma
n. 68.
Tito Hjgno de Miranda eosina harmoaia pia
no e caoio.
R!'A DE GERVASIO PIRES N. 83
Veniem se quatro imporiaDle t.neis que
comportam cima de 50 pipaa ; a tratar na ra
da Madre de Deus n. 10.
A oga-te urna casa caa la e pintada qe
novo, na t'avassa dj Pombal n. 4, com 3 finar-
lo 2 s:>las e 1 saleta, cosinba com cacimba : a
tratar na rea larga do Rosario n 29 hotel.
Vendi-te orna carroc* nova, grande, para
qis'rj bois ; na Ca.-unga, patea da matriz ou-
aero 9.
Vende-se omijonta de bois. grandes e
bem ;. :i so: ; Da Gapuaga, piteo da matriz nu-
mero 9.
Ama de ccsinba ; precisa se de urna ra.
de Santa Ra n. 1 sobrado.
Precisa se ce um ii un coainbeiro ou coai*
nheira, e de um copeiro ; a tratar na ra da
Cadeia n. 35.
Olin Ja
Alaga se urna casa com 3 sala?. Sonarlos,
cosinba e um grande quintal, na rea de S' Bcnto
n. 8, com frente moderna, reediliada, perto dos
banboa salgados, as chaves na me ma raan. 19
a tratar na ra das Calcadas n. 10, refin:c,ao.
agrimensor
O A'RIMEiN'SOt J F. ELI >N E EALMEIDA,
titulado pela Escola Pulyeihnicada Capital Fede-
ral, prepe se a fazei- demarc-ee?, plantas, etc.
Resirteucia -Roa Nova n 59, Palmares.
Arraa^aa
Vende so urna hona arm^cao de amarello,
eovidracada, uudema e em perftito tetado ; na
ra ;:o Iiperadcr n. 5'8 A.
ug-a-se
Nula Betl
O psquet:
Lo;
6
po: tugue a
a
E' esnerado
sola' o dia
dn
te
A casa do largo de S. Faa'.r.leS i (JOLteir) n.
10. com quatro salap e cinco quarios no pavi-
men;o terreo, e qoat-o qaurtos"no so'o, com
agua e gaz ; tratare na ra Coronel Suasfuoa
n. 42oli2.___________________________
G eve dos charnteiros
E>!a hae nunio re hrntem 19 dj comente,
e ea. vie
acinnl de slteracSo dos rrtgos des gneros, pe-
d i o augmento de SO 0/0 em seu salario, o que
foi a ce-to pelos palroe.*, at'.eidPO'-o este3 as
jUiia rs25cJ dpmonstr.idas.
Lithographia
Precisa sede um impiessor llbogrphico; na
ua Ma qaez de Olmda o. 8.
Caderneta
____-""guindo depois de
pequprm emov para
S. Vicente, Mi de ira e Lis-
boa
Para carga, pasameos, encommendas e di
jheiru a frete, tratase cum os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6 RA DO COMMERCIO -
_______________Io ai.dar
GflAciGERS REUNS
Co-cpanhia Francesa
OE
Navegaba3 a vapor
liioba regular eotre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
O vapor Oauarias
Commandante Daret
E' esperado do3 portos da Eu-
ropa at o da c de Setembro
=eeuinao depois da demora Id
dispensavel para
Baha, Ro de Janeiro e Santos
PerJru 8j a caderneta da Cam Econmica da
ns. 23 7^3, potado ser entregue no becco do
Veras n. lo.
c*
peiro
No chal.t n. J09 A, na Entroncamento, preci-
sa se de um copeiro que d Ganga de sua con-
ducta. ^^_^__^___________^
Caixeir
Precisa 89 de um caiselro com pratica de mo-
Ihados : na "ua oa Resiauraco n 57.
Caute'as
o Monte de Soc-
coro
Compra se cam grande vaotagem ; ra da
rrai D. 8
Rndese
ESTE VAPOR ENTRARA' NO
PORT >
Macei, Bahia e Victoria
As en com r en das ser o recebidas i t i hora
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
oo l;rgo do Corpo Santo a. 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a sua attenco
pira a clausula 10* dos cenbecimentos que :
No caso de baver i Iguma reclamaco contra a
compaobia, por avaria ou perda, deve ser (eita
por escripto ao agente respectivo do porto da
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta llnha, queiram apresentar dentro
de 6 dias, acornar do da descarga das alvaren
gas qualquer reclamaco concernente a volumes
ae porventura tenbam seguido para os portos
o sul. afim de se poderem dar a tempo as pro-
videncias necessariss.
Expirado o referido prazo a compaobia nao se
responsaMIiga por extraviop.
Reebe carga, ercommendas paasageiroa para
os qsaes tem excellentes accommo lacees.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete traa se com o
AGhNTE
Auguste Labille
9RA DO COMMERCIO-9
m bote em potfdio estado e com todos os
seos perteaces ; oa ra do Bom Jess n. 13,
taverna. ______
Criado
Precisa se de um copeiro que d fianca de sua
conduca ; oa roa Umio n. 65.
Aos proprietarios
Que desejam tazer calczdaa e ladrilbos no in
terior das casas e rmazeos, avisa se qoeacha-
rao um grande sortimento de pedras apropia-
das no armazem do caes do Capibarlbe n. 38, e
amostras na roa da r.-v.i n. 18, armazem.
A luga-se
A casa terrea da ra Augusta o. 198; a tratar
na ra larga do Rosario o. 30, Bazar Pernambu-
cano.
Taverna
Vndese orna taverna bem locaiieada, sita ao
Largo do Mercado de S. Jof n. 1; quem pre-
tender dirija-?? Eogracio Riheiro de Mello.
Caixeir
Precisa-se de um bom caixeir qne tenba pra-
tica de retalho de molbados e afiance boa con-
ducta ; a tratar do pa'eo da Santa Cruz n. 1

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Piano de Pemambuco Quinta-feira 21 de Setembro de 1893
j*^^
GRANDF
HOTEL CDMMEKCLU
Rua Larga do Rosario n$ 28 < 31
Telephone n.|5!
Macoel Garcip, conhccendo a inadiavel necessidada de que eecentia esta
grande capital, sem poupar sacrificios e depecaa, acaba de fundir antigos boteii
COMMEROIAL E CUNGRESSISTA em um grande estabelecimento om hospedaris
enominando o
Grande Hotel Commercial
All encontrar o publico pernambuctno e oa Ilustres vejantes, alera de ten
reparadas comidas, beb as finas e cscolhidt-s, urna bem moceada e desente hospe-
aria, c m todas as presenp^oes bygienicas, a par de nm eervic/o completo por parte
o grande pessonl de que disp"e essa imperante estabelecimento, boje o primeiro ero
eu genero nesta cidade.
Montado com a mxima descencin, disp5a o GRANDE HOTEL COMViER
CIAL de um sa!.*o de recreio artsticamente preparado, onde podem ler realisadoc
Boquetes.
O proprietario deste estabelecimento pede a visita do poblio Pernambacano.
GFANDE HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do iozario ns. 29 e 31
ftABAO CTOATMVO DE EKOli
umium
rixito febrfugo
Te abarraq ue
" ^ TOXICO E DIGESTIVO**
mol
lava. O V-'NHO DE QUiNIUm d'lmiD lamumuim, emminentomente tnico e febrfugo deve ser preferido a
todas as ostral prepara<;5o3 de quina.
<&*. O VINHO DE QUINIURI de Labakraque, preparado com o QUIKIUM (extracto de verdaeira quina),
spprovado pela Academia de Medicina, constitne um medicamento de composico determinada, rico em
principios activos, e com o qual os mdicos e os doentes podem sempre contar.
o i V^% O VINHO DE QUINSUM de Labarbaq, prescripte com grande xito a psoos frutea, debilitado,seja
por diseas cautas cTenfraqueeimento, seja por antigs moleitiai; aos adultoo fatigado por um rpido crescimento
s menina que Um difficuldade em e formar 6 desenvolver; s mulheres depois dopartos; aos velhos enfraquecidos pela
edade ou doesyS.-' No caso de Chlorose,Jtnema, Cores pallidZS, este vinho um poderoso auxiliar dos ferruginosos.
Tomado junto, por exemplo, com as verdadeiras Pilulas deValle t ,produz effoitos maravilhosos, pela sua rpida acrSo.
*
rrmTrr?raU-
PAIUZ, 19, ra Jacob -a- X.. FRERE Casa A. CHAMPIGNY e C, Succ ? 19, rua Jacob, PARIZ -==-
8 HA. MAIOR PARTE DA i PHAPMACIAS _-B TODOS OS PAIZBS
AiMl
Tnmore8, cravo. pelle vermelba, asp-ra e oleosa imp'd do on corado
por 0 mais 'ande de todos os aforinoseadorPS da pelle. o Sabio Curativo do
Recter. Produxa a pelle ormosa, bracea e clara e mSos brandas; ;t>.o!uta-
mente paro, delicadamente medicinado, extremamente in*omparavel como
sabio pa>-aa prlle bem como do toncador, do banho e do qnarto das crianc/8.
tilTELi Nao geiiuino sera cada envoltorio ter 2 marca re-
gistrada de Barclay & Co, New-Y<.rk.
IBDICINAL
E PIBA
oiiwi
SA^^ifE l*s lustraras & 2
Como remedio daEstacao Calmosa, Purihcador dosangue, dinretico, |
saperiecte, nenhum ouiro appellidado deparativo ou saisaparrilba se appro-1
ima sequer ao Xarope de Reuter n. i. Comtina qnatro grandes proprieda-
xas em nm u emedio, operando a ora tempo sobre os orgaca digestivos, o \
dangue, os ros e os intestinos -
Absolutamente neutralisa *pu!sa peles cuaaea intestmaes. rins el
orcf da pelle, os germens nocivos, k/ae (lutucm ce sangue. na crina e na!
anepiracSo
O MUCHOS.
PURIFICADOR
P1KA O
i .

t &j
Pigadu entorpecido cura-pe positivamente com estas plelas. Ellas
aSo um remedio purgativo livre de perico para o bomem mais fraco, ISo bem j
como bastante activo para o boineru mars forte, e nao constipan dspois; ojo
dccSo geral agrada a toaos que a.i ;'8m. SSo as aulas estandarte da
fissao medica dea E3tados-Unidoa. Sao as menores e mais tacis a to
Quart'iiiHfm a
PARA
MA)
:;r
su
:go^&o bss b.- nnr
Una preparacSoelefante, extremamente perfumada, remoce todas as im
pnreaado crneo, pre8O^ji'.i70Coeira calvicie ecabello cimento ; faz o cabel-
lo crescer espesso, brand j e ceo Ineilivpl : ara curar erupes, deeocas
da pello, gl I o tna3:.ulos,e cura rapidain. .. cortaduras, queimaduras,
eridas, tcrcedira:?, etc
CAlTEJi*- !W0
umo sem cada' ras
r marca registrad
PARA O
0A3LL0
cura segura das molestias sECRETATk I Fabrica Oa-
Hedalha de Prtti na Exposifo Univtrial d* Barcelona / 1888
Hedalha de Onro, Paria, 1885. Diploma de Honra, Paria, 1SM
e Injecco de
KAVA
DO DOUTOR F0URN1ER
BLEI\9NORRHAGIA8
SEPgRifWATORRHAS, CYSTITE8
URTHRITES, CORRIMENTOS
Estas enfermidades, recentes ou antigs, enram-se radicalmente em alguns dias,
egredo, sem rgimen era tisanas, e sem cancar nem perturbar os orgos digestivos.
pilula.
a asBignatora
rflmimmm
FAEZ3, 22, Praca da Madeleino, 22, PARS
11
depositarios des ras proddctos.A comprfai> -ja Drogaa productos cbimioss
Rut Merques de 01;cda n. 23
VERDADEIRAS PILULAS do DR BLAD
Empregam-se com ptimo xito ha mais de SO asnos pela m&lor parte dos Facultati-
vos Francczes e Lstrangelros para a cura da ASEUMA, CJUIOaoSE fctfrea pallidas) e a
Woruutt&o da menina*.
A Inserco no novo Codex Francez, eutroslm o facto-de haver a Tunta d'flytfene do Brasil
verifica'lo aculeada d'esUs Plalas, autorlsando-les a venda, escusa qualquer encomio.
Os cobradores deven exigir qae o loae de inventor estela Barcal* cada flala com aira.
DESCONFIEM-SE DAS IMITA^OES
NOTA. Ai Virtnleirai Plalas lo J>' llana ato as tindim un asi A-atoo* m &toos\
de ZOO 100 Pliuiax mu uno* oa* oiruoV
PVIUS, 8, RTJA PA.TENNE. DEPSITOS EM TODAS aS PRISCrPAKS PHARMAC3A3
U--
Liq
O liquidatario
G11
ida^o
tendo resolv Jo acabar
com as faz: ndas existentes na lojs. cima, con-
vida o respcltayel publico para fiizer suas
compras, visto empreo nao havsrcompeti-
dor comoabaixo pro va:
Et:>n3reB ar-endadot, oovado 160 res.
Nhnsuck ecirea fiztsi, o covaJo a 24U reie.
Flii I: a -8ra""vc-ttido, o cot-d ;i 4S0 re;s.
Vol arra!8ado da 13, o oovado a l^OO
Id;m gnrgorira, o oovatie a SCO rcis.
Li oa cora bolsa, pbautasia, o covado a '"00 reie.
LirjLcs do cores lisas listas, covado a 400 rea.
Es.uio de lir.ho pardo, cova'o 500 reie.
Le 5"s de pbaottM a 2<5500 re;s a duaia.
Ric krooh*! p.irs oeivoa, par 6 I 00.
Fachas da 15 a 2J000 aa
Gr. ede Bortimento da chitoe. oorado 320 rea.
Br!:.s fi os de cores, a 600 rois o cov;-do.
Camisas de fL-:ei!a, tima ->.,03.
Ditas braceas, aro-* 5$U00.
A'sim come muitos cutros frtigos que Ea vist:.
Setim averiado, b-anco a 240 rs. o oovado pech'.ncha.
Ricas cortes de vestido, em casimira a 25.-50U0,
dem em Zeferos m^tto elegar'cs a 15t$:l0.
Leagos de cores a 200 ': n duz>a.
V, no fino ara roupa < 2SC00 o covado.
Aprcveit?m est So acabando.
Aproveem, a liquidocSo est a firdar.
LOJA DO POVO
11Ra 1. de Margo11
Esfriamentos
.LISO R
Dores Congestoes
TOO*! A PNARMAOIAS
EXt;&-SE a ASSIONATURA, edr ENCARNADA, do
xias
Em consequencia do
preco elevadissi o do
fumo e fcchamunto dos
portos, vemo-nos na ne-
cessidade de subir l$0!S0
res em cada milheiro
de nossos cigarros, a
prinepiar de hoje.
Este augmento em
preeo temporario e
desaparecer logo que
deixe do haver a causa
que o niotivou*
Recife 12 de Setembro
de 1893.
Azevedo C.
Fabrica La-
fayette
da FIGADO FRESCO de BACALHAU, NATURAL fi MEDICINAL
O melhor aue existe. po:s que obteve a mais aia recompensa na
EXPC&HJSO UlitVCnBAL DE PARIZ DE -1889
Roceltado desde 4 ak os. cui Pranca, Inglaterra, Hesiiaoaa. Porlngal. no Brazil
e as HepuMicn* Hi-|iano-A:m;i n-ai a-:, pelos primeiros mdicos do mundo
lnteiro as Criaucas racijiticas, Fessoas fracas, conira as molestias do
Pelto, Toase, Taaiorts, IrruppSes da Pelle, ele.
maitomaisactivoqi/easEmulsdeequecontmmetade de agua e que osOleos brancos
de Noruega aos quaei a depurarn tu ptrdtr urna grande parte das suas propriedades curatiras.
Vecde-se soecdIc em frascosTRIARGIRARES. hi ir 30 envoltorio o sello da Union des Fabricants.
Iimco Piioi'RiLTAmo : !COGG, 2, Rus Gastiglione, Paris.t. tu todas as WHwmi
es
Caix<
. ro
Ainrt.i ec. rrfcia fe om ixei-o de US i6
sddo, com pr tica ce taveroa ; na roa Imperial
Damero l6.
Labras ester.
Vnvitm ae :ia ..ja d^ joia.-'
i'.f po A <"... roa do Ohopi n 9
mas
rio Aoarto
<^P> \Wm *fy
LOJA DO TOR
-:.
'3Rna Du^jue de Caxias~43
Vendas em grosso earetalho
Os proprietarios deste moilo acreditado ettabelecimento fazem publico a todos sens fregDe
Z63 e amigos e as Exornas, familias que ac-.bam de receber nm completo eorlimeoto de FazcnJa;
0 que ba de mais ebie e moderno c no
Torrador
aA. SaA.B3SDa
Ricos vestidos em carlao bordados a tJa, lin aa carbiUiiras lavradas e com ramagem s
bullas de s ja, lindos desenbos, om completo sortimenio di; helas com ramagem e listraa bonitos
padrOes e precos baratos em grande sonimeoto de tecldos arrendados brancos e corea, tedas
escocezas de mnito gosto em co es diwas, om craode sortimeoto de tapetes, lindos desentos
para sopb e cama de alcatifa e aveladadas. mantilbas de ia e de liobo pretas e de cores, meia,
iara bomem e senhoras, de s a e to de escoda, eapartilbos pretos com eia, brancos e de cores
ecb.8 de seda e linbo lindas cores, camisas para bomem, de dormir e camisas para senhoras
saiaa bordadas, carnizas de meias e serculis para bomens paralticos e reomaibicos, cortinados
para cama, toalbas de linbo e algoJao, brancas e de cores, ceroul s de linbo e de meia, vis'.uarios
para creanca, grin&ldas para casamento, i. que3, atoalbados de liobo para mesa., brancos e de
cores, gnardanapos idem, idem, bramantes de linho e de aleodo, fazendinbas de phantaia,
camisas de linbo com peito bordado, madapolao Boj-Vista iitOQO e maitas ouiras qaalidades qoe
Tendemos por prtcos baratos.
Um completo sortimeoto de camisas, lindes padroes.
Tambem tomamos encommendas com breidade e perfeicac.
Depsitos de roanas e maitcs out'os artlgos qoe difcil se descrever.
S ao Torrador
Lima Coutinho & C.

0 FERRO MVAIS
recreser.ta csactaiueu'c j ferro contlo
ce. eoonomla. Eiperimentaflo pe;os
rrecnaes rcceos do i_.undo, passa
l;e:alainente no sangue, nao occ*-l
s;cr.a pnso de venue, nao cansa o|
c-tcmaso. nao ennegrece os denles.
" TQinenise vurtc poltas em cada comida,
fcxlia-te a Vcrdadeira Marca.
r/ene-ss en; todas as Hiarmacias.
0: U'xqt:SO & 4a--.St-aa=are^ariS.
"i^ASTHMA
OuptttssSot Catarro, com 0
Obteve os mais titas recompensa.
DetOai'.o em todas as Pliarmacla
ATKINSON'S
WHITE ROS
'ncanta pela sua (locura suave t toci
Eupregar s a de Atkinson que original
o nica esseucia vcrdadeira.
ATKINSON'S
OPOPArlAX I KELIOTROPE
V.'OOD VIOLET I TREUOL
o outros perfumes celebres m%> superiores
aos maia pela suu forc c amina ua(.aral
Veudeui-se em toda a parte.
J- 4 S. ATKIIffSOlV,
24, Od Bond Street, Londres.
.KViSn! -e^itmias fomente com o roiulo-
escudo azul e amar ello a a marca de
laitneaurra "Rosa tranca"' coa
o completo enderezo
AS VEADADEIRAS PA8TILHAS DB
Saes naturaes extrahidos das Aguas Minemos *
ts Nova 'sr
do czmTj.
irays
A Ve.dade-ra Manivilha co Sck v
APPE0V/U)A E IiICUC7.H>i
pelr. fmpfWlTlI 1"i '"ral de llys-eao **'
Impot:o do lrpzi'^
* Mn**v5ala Cui-atava o rem^titovtOM>v
,r B PlaMaOUT**!*! M.ifhti'MdUras, Con usoeS,'loi
:e>'.'ir.is, Cortaduras! ou i Licersoo9V, AUivj;> ador.
esiaiiCv o tsli iie,fi l par? a fi.J.ar.ini< *fta re^a1-
uinciii'-v-. luodeseoracMniObOttesabrtfei i.
come _>or cmrar. o.
A inr;-vili-a Cnr.ativa e alllvio promplt
fsra rbida pai i '.' iiaJura, '' ale doi
tiu-imau.ura c &o1,o* auiicrlor ac,;; :
j ..o.
A Hnr-T-ilhu Carn: a ^ n.:-..-.
od?^a''n..ot i-;iiL-'iris, najado Nariz a
dos Pulmoes. do Er U>mago, ou af. I Lnro i ri
AlmorruUnascura ?. Bapr? ;- nunca fal'tn
Qs proprietarios
jta fabric?, ayisam a? s
seus nujeroMis ami-
gos e fregueze?, que
em vista da e oraiealta
no pre^o dos fu mo s nao
podem cooti ur a
vender seus cigarros
pelos presos actuaes
elevando 1^000 res
jem milheiro at que
melhoreiii as condic-
i ere ilo de
A iVTnrnviihR C:i ral ivr amalltvlo r
grl)jrd8 iw,>us,uaOUTWj3,f,a-a!:f. il
Fare o Novralgla.
A HlarPTtflo Itunthi! oorjcursr unrtii
,. ;'.,-',>-.. pata Drfs rii.ur.'.ailciu, Aic-ijo. &.-
Hipido- as Junios >u pfi aa
A niarnTlIltn CurntlTR dB muiu. talo
Fjjre irucas. e oul .- s oorrlmentos aibilitames,
A Blaravfllia C'anillva Iir.r.a;avcl pal
"-,-' Jk-nus Cbagafituilgas, Ajwsieniai. Panari
"fiiv OaSoi Fr irap. J'^Ies e TureoreJ
n5a Dlarrbf aSaptas, < (lo Olor rita fihroc\a,
A Bljrnvillia Ccrullva ..xcrllcnte ar
Ercbr!i:- .-avallarlos. parn I-ot-mIuits. Du*-
Pluduraso lifoladuras. Contu Oja, LaoeraO;-!. S.
,^oes o
fumos.
Recife s 3 de Set in-
tro de 189.3.
M reir 4 C
oo vendidas em tatas lacradas que im as marcas
da Companh.it concessiontrlt d* Viohf.
DigestSes psnssas. Doengas to Estamagc.
sSTA^AO DOS BANHOS atW de SeUmm
Banhos, Duchas, Casino, Theatro.
IlaKilW em Pernambuco; Sulzer et Keculin; Aog. Vllllll
* Ul KlUtel FlUUCiU M ItttVitt,
Especialidades do Dr. fiasrp&reyt.
CLcmttMwt Espcciflcos,
Bcnicilios Sypuili^cw,
Remedloa Vetfrinurloa
.Mani-al Jo Dr. Pnmplircyj 144 ppgmas sobre al
.. ermldkJeae miK-j:-ural-is^d"rans. pode
c-c si 11 botica-, io ou
UUMPUKEYS' MEDICINE VO.,
JOS Pult-n Street, HEW YOBIL.
UNIC08 AGENTES
swrfi Tetadas em grosso eta V<*~
D9B*.hceo
laa SobriRho &.
Cal Vrgem de
Jaguaribe
Em barris para o fabrico
de assucar vende a Compa-
nhia Exploradora de I Pro-
ductos Calcreos.
Preso 6S000 por
bmrrica
Caes do Apollo n. 73
Fabrica de gelo
A|ias e limonadas gisosas de
(odas as tonalidades
Soda water, ginge". ais, limao, laranja. enra-
(So, abacaxls, irraoadina.. (rroselles franLoses,
baunilha, hortela-pimenta etc., te,
1S A-GAES DO C*P1BAH- E-1J A
Caiiiurlna de Luna Freir FI- 9
Stietredo "^B
tAntoni-t deOhveira Fcaippdo. aeai
fllhot mt rps J080 Carisl-anj rij Lana
Freir. Auna Catbi'ina B rco?> Fceire,
Aoloaii de La a Freirp Trre3>, Allce
ra Canha T-rreao, EipIvo.- ria Caoba
TreSo, Joanna ue Lona Freir Eelvina de
Liioa Freir, rr.u o a^radecem s p seas que
sefligDar-.m coDrinzir ao cpacio p'iblicj os
restos aic.'iap* d ai, Sita, ira a e ta, Caibatina de Lar Freir
F'gueirerJo ; e de novo as eonvitfsm, como aa
peMeoas de ;oa aa:izade e paren'e? para asist-
rtaaniati qoe niotlpoi tnrt no di si do
'-errente, ti 7 l/S horas da marh, na igeja da
So:edade, por alma da meg-.a fina a ; p^-lo que
itn eternanirntp /ratos por esie acode reli-
tiao e ra-irlarte.
Cur< iiel f.ii.2 Al > i- PoUM L pe-, C '-103
e georo aera ecun co iu irriod'al-
na h tudaa pesfoa qu^ *p dig-
narrDJ ac mp?ohar os re m mor-
a f-s de ?eu prtzaio efprso, pai a
sagro olnrra monda ; e de novo
conif.am a todo? c pa*ei>tes e
mitos do fin-'o para aial.Urem a? mis ?sdo
3'iitso fl qui rnaadam celebrar na? ijjrpjas
ma-ru da B a Vala, i" 8 horoo, e matrli de S*
Pedro em Oli-da, aa 7 tio'as do da -S '0 cor-
.ni, i-.. I. ,,.,,, ..,-. rn r.,. a-.rn apr d*"1"1 '!
Karluunu l.iu,im Ft-rrt- ra
tJ qn in Mon'eiro iia Coi Jn n Jos
Feraau G i, es da Mlvae toa- Lnrlias, sobnuos
> a fall ci 'a Mdria Emilia Ferrciri. msa-
lain reir iul-b^s do dia 22 do correle, retirDO
io sen f.MeciQjt-nto, as 7 doras da manta na
(reja tfeS. Pedro em Olioda. Convr am es seua
pi'eD^es e ara gos para assistirero ao raegmo
teto, antei'inando os en^ ae-artecimtiitos.
Lulz de I'suS liupen
tMana de Paula Lon-s, beu .ho?, epri-
ros e netos ronvid^m aos eeos p rentes e
rmigos pira aasfatirem as mi.-sas qoe
nenila '. ua ir.-a'nz <.* |j Visti
o did 22 do crranle. 7- d:a do alleci poio de
.--a Diesado lbo, irmaj, th e cachado, Luir de
Paula Lopes, agratfeceildc desie j a icdoa
q ellea q,-e cctopir^cerem a eeeaio de reli-
Bia. __________________________
ez^s i "i ii tintn i i iasa
lli.litt ENe. !*<-> a E-.pll.lo -*.lu<.>
HuliiM Ijt fl"i SaLi'Aaaa coavioa seua
pareles e ara'gos assistirec .. missa do
set mi dia do fallecimenlo oe na poza-
da cliib da. Mana Itiel do E>p riio 3an-
o, na i^'ja Ce N. S. rio Rosario de Santo Anio-
" o, no da 22 do coveite, a^ 7 boras ta ma-
nh : e rt*"-dp ji e T-f^c;i 3 .r;, i. .,..
D. Mari ana tmtna Ft-rrcirA
Mandil Aoiouio Fe-reira Gomes, sua
molber, Blhis, (euro, oras r
maodam rezr orna atiesa no S do
rorrete, S; 8 boras da ann", c -. !i
de Bkia, geiimo dia da monede ?o-. Irmi,
coabari e tfa, U. Ji.marina Emilia Fe r. Fi-
eam desde j pen'ordis qur- s i ; e
c r' rprem > e-'p parido o art .
Anloni' Ruiniis da Silva Vunnio
tA vinva, Dinos, a irmaes : : 'os e
Bobri&bafl de ado io Ramos d Silva
Gosrcao, cjnviUm tolo3 os r""'
ara',: a aa-iaarem as ai qoe por
soa alma mam am c Dr r na tea i' f1" S.
J s. f x fetra '? j rrente, ?n'i da da
ai n fal| irrpnl it j htr i rrsnhS
II I Pi 'IIIIII*W*WWWM*1IiIIISi11M
ituut'l l'tri'.-.iidi'N d tu -
i- ;.nniverario
D. .'ovina Mana <. Cd na e ei Qg li ib D latn
zrm.sss por alma >!e sea sempre cfJ do
a-, ru1 .. i, Maojel Feroa de< da C ta na
u'"-ja cl a. sexta f ira 22 do correte,
, b 7 h i nn, 3- anniversario a.< -en
i
III SZ*3K
tt PaLM Iicipen
tu de S queira e sea mulher mao-
dam reaar onia missa pjr ale osea
runnido e irn i 7 hon s da a i da
i 23do co k,'o, ua i-.-.j- le S. Iro,
em (Ti.
t
Ama
Precisase dcv"^. ama para c:_:
raa'.'al-rp trix .41, r::darfa.
"."-
Ama
Precita es de uia ama de idde e que .-aiba
bim cjaiohar, pora casi i'e qui na f._,. a, ca
:s
| r ': Z '.;'(! '.:-.
1
Ama
Precisa 5e e oma ana pa*a cofirh
roaia*. para rfuas pj.-soas ; na ra D'
80, i- andar.____________________________
: mvci
Precis3-sp do dons amas, tima de i le,
para cemp-ar e coalnbar, e ootra p bdi ar
ora dona meninos ; oa roa ta I trii d. Si,
primero arreer.
ma "eleita
Ni Capones, ra J-.q-.im
piec:s^-."e de urna ama de leite.
o n. 6
A
ma
Prpcisa se d ; umn arna para co.-i::'~^.":
Duque de Caxias o. M.
Olind
a
Aluga-^e urna casi nos
Magres d. 31 com coionio-
dos para familia reguj r, e
deitando os imdos para o
mar toJa reedificada de
novo, cafada e pintada,
quem quizar pode ir vel-a,
e a tratar na ladeira da ii-
bera n. 28.
ma de ieile
Paga ?e 20030 por mes, (qoe d3 i '
nio) ; tratar na roa >!a Santa C i
Visia.
". ma-
Boa
G^ixeiro
Precisa se de um rapaz com ortica ele mo-
ldados e padaria ; a tratar em Jaboalao com
Juaq^im da S.lva Cruz.
Ao pvMlu
Hanoel Clemeotino Cor la de Helio' k C.
successoree de Hanoel da Suv ;Far:a, previoerxi
ao respeit vel poblico de que contina o arma-
xem qoe compraram na metma casa n. 3,
praga Harqnes do Herva!, onde encontrarse em
grosso e a realbo lodo material necessario para
edificacoes
Pedeo especialmente aos fregueses da casa
I qoe os auxilien) coio sea valioso concorso, cor-
tos de qoe serao ealisfeitas suas ordena com
toda prettesa e por precos moito razoaveis.
Papel pintado
A L'vraria Contempornea acaba de reformar
seu enorme deposito de papel para forro de
salas, quartos, vareadas e corredores, padroes
lindissimos, e vend' ao preco fabrica
RA 1- DEMARCO N. S
Ramiro M. Costa i C.
Bancos para jardim
Compram-se doos ; ao esenptorio do Diario
se dlra quem compra.
Caixeiro
Preci?r-9e ^e um rr.pn no rom praca de. ao-
hados, de idade de 12 li anuos, q e d CO-
otieciicenio de soa conducta : na rnu gj CapitSo
Lima u. .5, Sai.tu Amaro das Salinas.
Cosinheira
Para casa de um estrengein sol'.eiro precisa-
se de urna boa co^irtbeira, pagase b-.ra : a tra-
tar na ra dr Bor> Je:us o. 50
Movis austracos
Acaba de tbegar ao armazem importa<.'or i.
roa do Harqoes de 01.oda n. ^4, om ci^p.eto
sortimento oe aovis iuetriaco3 de todas as
cores qualidades e pregos q:e multo devem
ai-radar aos preieoderjtes de tes artigos ?.-im
como avisa a todos os seos fe^oezeg qu Ihe
lizerim eLCmmendas, .8 quaes esto sua dis-
cosicSo, e pene aos rxesmos que nSo d^morem
em mandar procnr.l-as, afim de se liquidar as
BJCMllSii
>osinheira
Precsa se de urra cosinbeira mui'.o inr. e de
boa conducta, paga se bem, mas qae durmaem
Lasa a tratar ra BarSo Sa Victoria n. 52,
1* andar.
Escada
N. 43 500
Pede 83 oo Sr Hrmogcoes Sancho, da cidade
da Escada. o avor de mandar oa vir l'qnidar
aqneile negoclcbo que fazem tres annos na
ra No'a n. 16.
Bois
Vendem-S8 tres bois mancos, de carrosa, doos
carros el rolas, om encerado, om cambio e
om carro de pipas, todo em bom estado, e fer-
rarnenta para os meamos ; tratar na travessa
do Jasmim n. 1, (Boa Vista) cora Jos Antonio
de Farias.
-.
ha
naavD
^-


_ i
I

8
Diario de Pen,amn co Quinla-feira 21 de Setemro de 1803
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado Mb bases selen tilica*
* physiolos-^cas para o fim de
beneficiar o* cabellos, restaura
edr, impedir a queda, e promet-
er -cu vico e abundauce cread*
itento.
Esta aparada e excellente preparac_ao,
ten iluvida o melhor remedio at hoje
runbecldo para os differentcs defeitos d&
.. liadura, merece a Intima atteuco -is
i- na peana* que tcm tido a inl'elici-
aOe de perder em parle este uiuia DCfl
[.omento catara] da physionoruia.
'i.m o seu emprego intelligcnte tem-s.
.uitsegnido resultados rea miente sorpre-
Em muitos casos, porta
re. :i propria calvicie tem sido cu r ; t
nuaiKiiiemente.
j a .rose eonsegue fazer parar a Qltit
/'i/.s; cmquanto que paia oventu-
das senneraa, e o objecto mais ut. ?,
- agradan! que se pode empregar.
ttmauato mx>
:>K J. C. AYER &CA,
LtfWeD, Dlass., list.-L'uidos.
coda BU eas c ainiartiiu a pe-
das
'KrvSTO SBBtf .
-i '
Aos ;e hores msicos
A Livraria Cr-etemporanea a*lsa aos po-
Mfi'goa e fregaetee qjj acaba lie recebe- sortl
temo compelo fie lusiriinenijs Ce maslcs pa;.-
tnd-> e on-ftestra, moJelos oltifLsm'titp .per
' i{ Idos, Recewaj laoibem os novoa bocce-s
que uiiDiuocm a accSo d a labios e dio ao toa
rcrcei io urna sonoridide mais riela e bem tec-
biaoi. Tei- censtar.ienientP deposito de naln>ta
e bcqor.has, papel de musid e metuodos para
OOS lUctruDJeolOS
BU* 1- DE MARgO N. 2
Ramiro M Cota & C.
Vende-se
Ujb sitie com orna c sa de taipa ocm ouim.do
i '^ l'a, coin difera; arvoffifroc-
icid) ua* carimba de pedra e cal com
reo lo boi rgu. caCaa FOtte, no luga'-dno-
sle do Barro Alto, ;ua da Aizade : a lr;iar n
:z~. M-qcz do He val Q- 160.
Cha-utos da Baha
Venda sa era grofso. c s.' u e varieJarics dt
s fabrica de Francisco Jos Cardos*
08 roa do ommer.io o. 38 an^ar.
Zougu
Vsnlenvse dlve-sas panes do eitio Zonyo,
ra f.-"2uezia da Vanea ; a tratar no eseriptorio
Co Di-. Estarlo de Oiiveira, ra Duque de Ca
ttBS U- 3.
AltenQo
O b:ixo aEsigosdo, lendo se retirado da ca3a
do Bucee-sor do Sr. il-noel Cardoso unior, por
soa Tro e espoDtane ventade, resol >eu abrir
nrja casa de barteiro i roa dasLaraneiras d.
t4, Eond< capen a pro relo de seos amigo, c
| rea icb i e .er um r>e3soal csbili
tao para lodo o seo vico conceroents a sua pro
lalo.
Dudara, timben?, quo acbando-se prvido
cerco Dioenem, d-om grande deposito de Lichas
. e sppareiboa p:jra rootoaai dos
DClborea laoricanies, i.fferece spcs servicos, e
esp'.-r-' a p'otcxcic dos aeobcres medicas, pbar-
Hjaceoiicos a do reapettavel poblieo pe geral, e
ajoe salara prompt V ttenaer q_a quer cbama-
ao ip'acle loio dia emule.
Je: : Fanc8Co e Silva.
irigue Prazeres
Ven Je co o brigue D;cicnal Prazeret, anco-
rado co qu.i-ro ua carj^ steci. Este brigoe
centruiro cem op.iisas cadriras, e acba-se
pufeiUmtDte conservado : a tratar coco Amo
io Iranios & C, raja do fiera Je-us o. 3.
Gracd commcrco de
tlushver.-paate
Claretes Karcts
M.'-j. lea ibilate'.istcs trouveront de
bena timbres, tares et vieux, ebez J. F.
PASSOS GUIM:,KaS.
5 Ra Iraperatria5
Fabrca ProvdeucJa
Foguista
Precisc-se de um que seja matriclalo ; a
rata! na prensa ali.rxa. cms do Ramos.
FOLHET1M
43
POR
CAPITULO XL
EM PEEIGO
(UoctinuacBo)
l
m\ tmraui
e axrr:R.as j^xonts
LIDGERWOOD
Machines a vapor
(Portateia
Lavadores
Oespolpadores
Descascadores
Ventiladores
Mmb:qnes
Rodas d'r-gaa
Torbinas
Ergenho de Serr
Moendaa de Cao;
Moinhos de ) '
Debalhadores
Soparadores
Biunidores, C oductores. Catadores, Evaporadcres a vapor Defecadores de
triple effeito, Vacutos e todos os machinum-a perler.ceotes ao f brico do a, .^sr, cal-
deira Mu! ti tab lar p^ra queimar bagtco od casca de caf. Prenses HyarauliCBS e
bombas de todos os tamanbos, Carneiros Hydraulicrs para levantar agua, Arados de
plantar milbo, etc. etc. Eogenho completo de labrictr farinha e engenho completo
para beneficiar arroa.
Correias de scla e de borracha de qualidade superior. Ole ettpecial pa>'&
machinas. Perteccss oo pe jas avulsaB p-ra as machn b.
ESCBIPTOfflO
95Ra do Ouvidcr95
DEPOSITA
134
136Ra da Sads5.34 e 136
Lidg-erwood Mfg O. Lima
\
m
PREPARADO POR
Approva-io pela Junta Central de Higune do tito de Janeiro em i88i
A sna accSo ^t tal sorte segura e prompia, que dentro de tres da?, no primeiro poriedo,
Uz CFs?ar a icsse.
Em mda a parlo onde tornju-sn conh cido e-te especifico foi completa a victoria.
Applicado conforme o directorio, on na te dominar os accesos de tosse em oilo das.
PEAMAC1 MBA
GJk.XWX3PX3NTJ^S
XtlIOI'E DE tiKOZE.V*. iOMPOSTO
Este probOCto ojoe reun em e?iauo puro e
ptrf- 'a combinucao o bydrato de cbioral e o
bromuro i de potassio dis3ulvido em xarope ue
droi na. preparado stgai do um pr.cesso e-pi1-
cial, um esp-'-t l'ico hepuro empr.'gado om
vaniagem, na hostera e era tod s as moli'^tia?
oecaaionaiaa por uon affiCC&o do sysraa oerroso.
Este xarope de un sabor mono agradav-l e
a eua proprtedade le acalmar seto acarretar o?
ocovenid tj< do brorLU"(io applirado (solada-
mente evidencia a sua St.periondae sobre io
c'os c? preparados congfiipres.
HSTl HA KSTOHAfHICA
E^tft trp^i lamento erclu ivamente vegetal
dp urna ifliacia incontestavel contra as afftc-
C6'8 dos oreaos digestivos, laes como : fraqueza
do estomago, falta de apetite, indigesiOes, dis-
peala eic.
Nenhum outro medicamento conf enere pode
er coaparado ooesa NISTUHA ESTOMACHI-
CA. cojo consumo auemenia diariamente.
DOSE
cr* etc.
10 a 12 gottas, s refeis5ea em agua,
Dcposilo geral no Rio emeasa do fabricante ra Ajuda n 18, nicos
agentes para lodos os estados do Braz.il
45
MATTOS&C.
DROGARA IMPORTADORA
RA SfcTB DE 8BTE5IBBO
rjo de imm
GUIM RS B AGA dfe G.
RVA LARGA DO ROSARIO N. 3i
DP^3B,3NrJk3CVXDBXJGO
45

0 mais fino.
0 mais perfumado
Preciaamente !... ioterrompeo Noel,
a mulher a qaem pertencia o carro, no
qoal, naqoeHa noite qae sahi, depaaemos
a crianca, filho desta que hoje a baro-
nesa <'.e Aurign. ..
Mas vio esta -.ulber ?
Sino...
E a... crianca? pergontou o bario
com voa alterada.
lambes.
Er.tSo a men'na est sempre em ana
companbia ?
Sempre.
Neste caso nada ha a recetar.
Porque?
De que modo aquella mulher p-.der
descobrir.,.
Noel interrompea o sea cumplice.
Pelo contrario, temos todo a temer.
Ezpliqae-ae.
Noel disse pensadamente :
Ha ama ooosa qae o lenhor ignora e
qae ea devo faael-o sciente... ama coosa
terrive), da qoal me resultaran) pungentes
acgnatiss.
Se Ib'aa oceultei at boje, porque jul-
gava descabido perturbar inoti'mente a sua
quietagSo...
Qaa!?... Diga depresja... Est
me assustando...
Como sabe, na noite do crime ea
trsaia, clrn da 8mma ue o aenhor me
baria entregue, urna pe.uena cirteira
ccL'ecdo a qui!agSo do primeirc semestre
do aluguel da caBa de Moutmartre .. e
tamben o plano esta casa com ama crua
vermelba marcada pelo senhor, indicando
o lugar onde devia ser feita a brecha.
Sei diste... E depois ?
Pois bem... Quano me recolbi
casa, dei p.r falta da carteira...
Diabo 1
Sim,.. Proaurei a em v3o por toda
a parte... Recenheci qae linha perdido
a carteira e os documentos qae ella coc-
tmha.
__ Ppas de uma importancia capi-
tal!... Papis nltra-compromettedores !
lmmediatamente, oontinnou Noel,
apeaar de morto de fad'ga, aahi de caBa e
voltei sobre os m amos pasaos...
Intil diligencia 1
Maa nSo convinha fcar alarmado em
ezceBso.
Por fim de oontas aqaelles papis nSo
provt>m gr.nde cousa.
Por i aso nAo lhe tallei naqaella perda.
Mas juro-Ue que stffria cruelmente ao
peniar que aquellos papis perdidos por
mim, so chegsssem a certas mScs, podiam
fazer descobrir todo o nos enviar ao cads-
's!?o.
E tremia ao diier isto...
O Sr. de Aurign impallideceu herri-
velmente.
Mas convm tomar medidas imme-
diataa, dase elle... Coavm providenciar
quanto antes.. >
E' inu il, disae Noel. Tenho aqui a
carteira. E-a.
Tirn do bolso a carteira, toda manoDa'
da de saegae.
Collocoa-a sobre a secretaria do barSo,
que oomecara a oomprebender.
Foi ao depdr a crianya no carro de
Celeste Mignoo que a carteira escorregoo
da minha algibeira.
Celeste Migaon achou-a...
Guardou-a preciosamente ; diaendo-se
que, gracas aquello objecto, poderla um
di. encontrar aquellos qae tiuham aban-
donado a menina.
Mas esta mulher sem davida esa-
minou os papis...
Sim
Devia ter visto o endereoo da caa
de Montmartre...
8im.
E cortamente ella informoo-ae do
bomem, cujo nome est esoripto na qui-
tcSo.
Iaformou se ; mas eu tinha previsto
o cpso e tomei as necessarias providencias
para que n7o me pudesse encontrar.
Que medidas ?
Compre! e paguei vista a casa de
Montmartre.
O antigo propietario, agora morto, s
me oonheoia sob um fabo nome, que
adoptei expressamente para a looac&o.
Maa Celeste Mignon tem todo o in-
teresas em encontral-o, objecton anda o
barfio.
Por outro lado, o senhor aera obrigado
a ir de vez em quando aquella casa
Ella pode espreital-o.
Noel rio-se horrivelmente.
Colate Mignon nSo est mais em con-
dic8ei de eapreitar peasoa alguma, disse
elle.
O bario estremecen.
v ue dia ?
Digo qae Celeste Migaon morta 1
-Ah
fc INOFFENSIVO H > H <;
i4 t> < P < rA 0 0 GRANDE PURiriCADOR SALSAPARRILHA DE BRISTOL CURA TODAS AS IMPUREZAS DO SANGUE E HUMORES
pS- E FFICAZ
Instrumentos de miir-ica
MSICAS E NOVIDADES 1 1
Modlica novoa 1 Soitimento com-
pleto 1 !
Eduardo Pxiva
'3RA NOVA-13
LanterDas para cams !
Chicotei e rebenques 1
Na loja de rrusicas e i::-trulent)sde
Etioardo Faiva
13RA N )VA13
?ara presentes
Lidts pastas de couro da lijss'a 1 !
Cnstureirss para setiboras 1 !
Carteiras e porta c^r es ricos !
Na 1*j* de Musi:a de
Ei ardo Paiva
AccorJeons e occannas
Occarir as de barro e metal !
Accordoons com gsilo, rcuxinol e
vrz humana.
Na loja de maricas e instru-
mentes de
Eduardo Paira
13-RUA KOVA-13
Canarios alle-
mes
Vende-se casaes de c3
naiios allemaes exceilente^
criadores na iua das Flo-
res n. 3.
Matei-a esta noite, ba cerca de tres
horas.
E...
O nusso segredo foi com ella para o
tmulo.
E a caieira ?
A carteira, eil-s...
Pegou na carteira e atirou-a a cbamin,
ende ardiam grandes echas.
Os dona bomens viram lentamente o
fogo consumir o couro, do qual dY.hi a
pouco 60 restou um monte de cinzas.
Entretanto, disse o Sr. de Aurign
rompendo o silencio... ainda nSo estamos
livres de perigo...
Resta o marido de Celeste Mignon...
e seo carnerada de regiment...
Elle estava bebado, diase framente
Noel...
Tinha insistido para que eu tomaaBe
parte no seu jantar. ao qual assistia um
outro conviva, um amigo...
Depois de jantar, o oonviva retirou-se
a 9 horas...
O meu carnerada adormecen, emquanto
Celeste me referia de que modo tinha
achado a carteira.
De repente, nSo sei como encontrei uma
fa3a sob ts michas mSts...
Levantei-me e, quaai inconscientemen-
te, mpellido por uma forca irresistivel,
feri oom a arma a desgranada mulher, com
encaroicamento, repetidas vezes...
Depc.ia pr. cure i a carteira...
Achel-a...
la fugir...
O bebado acordou...
Descarreguei-lhe a faca sobre o peito.
Elle cabio hachado no seu aangue, jun-
to da mulher.
EntSo nSo aei mais o que se passou...
Senti-me envolvido em uma nuvem san-
guinolenta.. .
L, junto dos doas otdavers, ouvi al-
guem que ch?mava, que gntava...
Tem recebido ltimamente de Pars
ni variado sortimento em:
oeilcio brancas, elme do ccres, lia $, lavradas e bordadas.
V, aClieilJirdS 7g0ei 9 crepocs em cores lisas t lavradas.
^'*-'*''*:'" le vestidos de cachemira e cambraa bordado.
JSZeS de Beda ij gB e com desenhoi.
V>"lipclii ev jte8 e Be(ja e cachemira pretas.
J_i3pdJ lilIl-.-B e jjyjjjj e 0 Be8 ctm peiiuci para aenhora
orm ato e cgante).
^jr.ldlU^S e flore3 e l^rangeiras em cera e pellica.
.LeqiieS e vent8r0l!aS (alta pbantasia)
(jOlXaS e Be(in a e reucja>
(jOrliaadoa p8ra CBJDa e Fnella (intera DOvidnde).
XTJ-C1l5 o seda o fio do eacoBBia para senhora, hornera e menitC.
0ellas b!ue88 e matines de aeda e cambria eofeitidas.
Ll jLillivU Vlt^S ccmpiptoB para bEptisados e vestidos, teccas e sapa-
tinho* avulsos.
V CallUUa e Beda cnebemira e caubraia bordadea para menina
(jOslUlliea e JerBey^ casemira e brm para meninos de 2 a 10
FtRS
M. i,ao guarniots e enteites para vertidos, completo sortimento em
Lu, leiraS a inl branca e de phsntasia para ferro de aallaa
(j**"*18"'- bordadas, com pregase lisas para hornero.
1 erlumanas d,JBa.Aa B6aa(]0i fabricantps.
iua Baro da Victoria-38
cores.
eso
^.fiiHOJ
CJD
r-H
C5
-ri
C3

prj
CJ
Esplendido
Grande deposito d
relog-ios de todas as
qualidades.
Esplendido eorti^
ment.
Vendas em grosso
e are ilho.
Modicidade em pre-
sos.
En Lan lo Rosari is. 9 o 11
Regulador da Ma-
rinha
A, J. C. Aranjo i C
urna
Royal Blend marca VIAlt
Este excellente Whisky Eecocen pr
erivol ao cognac ou agurdente de e&^r
para ortificar o corpo.
Vende se a retalho nos m orea arsi
--US demolbados.
Pede Roy ni Blend ar^ Vlede
sujo nome e emblema sSo regia trados par
toro do Brasil.
BROWNS -r>
<3j
r^A
r-H
rjx..;
ae=
CAJ BRAZIL
S

eua
DPOS
5 HITADA MADRETDE DEtJS
RUADOVISCONDE DORIO
BRANCO
ANTIGA DA AURORA
111

CJ-4
5o
OO
O proprietsrio dcate ebtabclccmecto desejando tomar bem conhecide, do pu-
blico e do c mmercio em geral oa productos de sua fabrica, .-xtrahinos do Caj Aba-
caxi, Genipapo eoutrai fruetss de anua flor*, cujas formulas e modo de preparscSo
foram appruvad-s pela Inspectora da Hygicaa e'eite E t-do, vem apresentar a lista
des ditos productos, que Cada c'ia vSo sendo confreciorados com mais psreico o
aceio, conservando de modo especial toda parte medicinal dos respec'ivoa fructos.
AU'm das "irtudea modic'naes dos prep-^r dos da rrarca supra, qce tem por
baso o CKJ e genipapo, com aejaao os vinbos, licores e eogoecs, que j s2o perfeita-
mente conhecidas, sobresae anda o nzo quotidiano que delles se faa lembrar por ecca-
siSo dss refeiges diarias, como bebidas de cheiro o sabor sgradavel a qualquer pala,
dar, principalmente as pesioaa que siffrem do estomago, anemia, fyphilas, moleetias-
peile, etc., etc., provocando ao mesmo tempe melhor appetite, os vinhos finos que se
distingo em por etiquetas de um at tres A, ecima dos respectivos rtulos.
VINHO DE CAJ' de diversas qnahdades, o_a Ba.nl, Ancoreta e em caixa de uma
duzia oo garrafas.
DITO DE ABACAXI de diversas qualidades em barril, ancoreta e em caixa de 1 duzia.
DITO DE GENIPAPO de diversas qualidades em barril, ancoreta e em caixa del duzia
LICOR DE MANGA E DITO DE LARANJA em caixa de 1 duzia de garrafas.
APERITAFS de Caj, Larar.j* e do Genipapo, em caixa de 1 duzia.
COGNAC DE CAJ' em caix de 1 duzia.
CuGnAC DE LARANJA E DE GENIPAPO em santa de 1 duaia.
VERMOUTH DE CAJ' em caixa de 1 duzia de ga-.rafas.
Vende-se tambera os productos cima em caixa de 1 duzia de garrafas aorti-
daa (uma de cada qaaliade) pelo prego de 1S)0 liquido, ou a vontade do compra-
dor. Dase preces correntea dos pnductos aeim*.
Dcce em cada, se eco e crystal-s do de caj, ab.casi, laraeja e outros con-
tos-
Pe nada mais ma Iembro sanio qua
arrombei a porta da ra com um impulso
e aahi...
E pos me csroiohar ra lora... sem
nada ver cem ouvir...
S meia hora depois que voltei a
mim...
Esta va em frente da igreja da Magda-
lena.. .
Ignoro como ahi fui ter, e por qaaes
camiohoa.
E .tao, muito caneado, qaaai sem olego,
vim para aqu e esporei-o ancios? para
dar lhe parle < o ocoorrido e afta de pro-
videnciarmos sobre as medidas a tomar.
i Tem certeaa de que nSo foi visto ?
Certeza, nSo.
E a crihoya ?
A scana que Ibe aeabo de centr
deu-se entre asonae horas e m*ia noite...
A pequea e.tava dormindo desde as oitj
horas...
Ella nada ouvio T perguotoo o ba-
rio.
Nada lhe pos30 effirmar a este rea-
peito, porque durante mais de meia hora
nSo tive conciencia dos meas setos.
O Sr. de Aurign conservou-se pen-
sativo.
E' grave I disse elle por u.
E olhou para sea cmplice.
Antes de tudo preciso fazer des-
apparecer esta roapa.
Noel s entSo percebeu qae a sua so-
brecasaca estava che.a da manchas aver-
melbadas.
Oh I... exclamou elle com horror...
Sangae !... SaDgael...
Conversemos, disse o barSo... Ama-
nbS ser deaeoberto o duplo crime... Pro-
cura!-o hSo... A menina o vio sentar ae
mesa oom os seas pais adoptivos... Ia-
terrogal-c-hSo...
HSo de confronta'.-o oom os doui cada-
veres...
Responder com a sufficiente habilidade
aos interrogatorios que lhe fizerem, afim
de arredar as s ispeitas ?
Esta que a questao 1
Respondo por tudo 1 replicn com
energa Noel... Tenho o necesaarij cpru-
mo para que nSo recaa aobre a minha
pessoa -t menor auspeita.
Os magistrados nunca se esqaecem do
velho adagio : procura aquello que tem a
lucrar om o e-ime...
Ora, quem poder conbecer o meu in-
terese em ma'ar Jeronymo Herv e sua
mulher ?
O barao, depois de meditar um in-
stante :
O perigo para cs consiste co se-
gunte :
Jero ymo Herv ou sua mulher falla-
ran) a a'guem sobre aquella carteira ?
Este alguem fornecer informacSes
polica ?
Neste caso irSo procura da carteira e
nSo a encontrarSo na casa.
Este facto poder forneoer-lhes ama
pita.
Repito : ahi que reiide para na o
verdadeiro perigo...
Diabo 1... disse Noel. Que fazer ?
O barSo reflectio.
Nada I... Esperar 1... O acaso tal-
.ez nos servir... Em todo o caso con-
sorvemo-noa sempre na defensiva.
Amanha o crime ser cochecido...
Os j,rnas darSo pormenores...
Uma de mostr seria ir amanhS, desde
que o primeiro jornal fizesse con ecer o
crime, ao encontr do eommissario de pa-
licia e contar lhe de qae modo encontrn
o bou oamarada de regiment, oomo pas-
sou parte da noite oom elle...
At seria preciso fingir se muito im
pretsionado...
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(Contina).
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Full Text
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