Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17029


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Full Text

AMO LX1X
TKRCA-FEIRA 1" DE SETEMBRO DE 1893
NUMERO 2)2
,1
PSGPBIDABE OS MAHOEi FISUBIBOA OS PABIA <& FILHOS

PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Pnr tres mezes aguantados.
Por bes ditos vencidos .
Por um anno allantado
dem idpm vencido.
61000
71000
241000
281000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAgES NA FRAN-
^A E INGLATERRA
O Sr Amede, Pnnce & C, residente*, em Pars34 rae Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiaotado j.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiantado.
dem idem vencdo.
131500
151500
271000
311000
AVISO
Eslando a fiudar-se o 3. trimestre
do Correte anno, pedimos aos nossos
assignintes que tm deixado do fazcr
as devidas pochas os seus abona-
montos, de o mandarem lser al o dia
30 do correnle mcz. 'Provenimos que
suspenderemos a remessa ;'i aguaites que
nao altonderem ao nosso pedido, que
justo.
Telegrammas
OfUciacs
S. LU1Z DO MARANHaO, 1G de
Si lombro de 1893.
Sr. Govenuulor do Estado.
Rccife.
v Cause u enthusiasino popalacao ma-
ranhensc digna atlitude que assumistes
e:> face des tristes acontecimentos que
enlalain o paiz.
Podis contar com a franca adheso
deste governo na grande obra da defeza
*o governo constitucional da Repblica,
\ representado pelo bravo marechal Flo-
riano Peixoto, dos ataques dos revolu-
cionarios que nesta hora perturban) a
paz o a Iranquillidade do Paiz.
Saudo-vos.
O governad:r. AI fie Jo Martins.
RIU DE JANEIRO, 17 do Selombro
do 183.
Govcruador.
Rccife.
Navios revoltosos continuara sem
* platicar hostilidades.
Ilojv- oras da madrugada, um d'cl-
les tcntou sabir, mas foi repcllido forta-
leza barra.
Ministro Marinha.
BELEM, 17 de Setembro de 1893.
Governador.
Recife.
Saudo-vos. Reina paz em todo Es-
tado.
Confiamos na patritica energa do
governo na repressao dos inimigos con-
fessos da patria.
Manos, 13 de Setembro de 1893.
Eduardo liben o.
ISSTSl'CClO POPULA
edu caqo
:;"::::::.,: mosal i fsysica
POR
HERBERT SPENGER
CAPITULO I
Quaes sSo os coiihecimentos de
iaioi' valor*.*
A qnestio rfe que n >s oceot'arcos e" de impor
taucli t anscendente ; nao confis:e en >-aber se
este oo aqoelle conhecirnento t>m al.nm valor,
nrifSqual o seu vslor relativo. Qjaodu se
eniaseram certas vaniagensjarnecidas por om
dado lempo de eslavo, jal rano nos Habilita-
dos a c nclur a eoa jus'irjcgao ; esqueendo-
no ccrrpletemen'e de qoe o pooto que isiimo
a julgar precisamente a cppllcago O'essas
vantagen*. Nao h talvez, a-sumpto qne chame
a attencao do harnem qne nSo tenha quaiquer
valor. Um aono, labor!osamcnte dispendiao a
faier inv^stiRafiOes sobre herldica, provavel
qne d algons conhecimentos sobre os cosi-
mes e a -^a nrrr?l ios vrihos teropos. Se
qrjalqcer t* dedic-r a s e- as distancies que
ha entre toas as udades deloglalerra, pode,
no corso da saa vida, encontrar om oo dois ta-
ctos, entre os mil de qoe teve coobecimento. qae
lbe sirvam de algunaa co sa qoando flzer orna
viagem. Reonindo lodos os talladores de orna
proNiocia. trabalbo realmente iootil, pode se ser
occasiOBalnaeote ajodado a estabelecer qnalqoer
facto de oiilidade, como om bom exemplo de
traosm s.-ao bereduaria. Mas u'esiee casos, nao
ha nioguem que deixe de aimitiir qoe nao ex-
iste proporgo alguma entre o trabalbo reque-
rido e o resoltado provavel. Ningnem dar
df colpa a qoa'qoer pae qoe dediqoe algons
aonos de estodo do Albo a investigar nm tal
re=ulado, qnando podia empregar erse tempo
em adquirir mais otis conbeclmeotos. B se
para este caso se appella para o exame do valor
relativo e se su-lenta como conclodeote, ento a
mesma colsa se deve faier para todos os casos.
Se E3 tivessemoB lempo para estodar todas as
materiaB, entao no tinhamos necessidade de
estodar especialmente qoalqner d'ellas, A ve-
Iha canso dli:
Se o fccmf m fosse segoro
Qoe como ooi'ora vivia
Mil annos, qae semeDteira
De coilas qoe nao sabia I
Qoanto fazer nao podia
Sem preseas e sem "aowirs!
{Continua)
DIARIO DE PERNAMBDCO
REGIKE. 9 D SErElililtO UE 1893
Dlgn'dade nacional
; a -ti li I i da falsa asseverag? de que a acta!
sioaco poltica ca Capital Federal Hen'ica a
'ni qoe se achou o 'luslre Marecbal Deodoro da
Foisec?, em Kos de 1891, algons espiriloo ir e
leciidos, co la hez obsecados nos exageres do
partidariroo. preteodem que a folugo da crise
seja a me-ro, isto e, seja a resgaselo do alto
Cirgo de qae se acha iovestido o Marechal Fio
riino Peixoto.
A actoal sitnaga palitica, paren, diverge
pr,funda e sub.-tincialm^nte da que foi creada
pelo golee de esta io. qoe produzi i a rea cgo de
z3 Je Novembro de 1891, lavando muilo lgica
mente o Mirechal Diodoro resignar o po:er
no intuito de evitar om derramamento de segu
to inglorio quo Intil, porque os elementos
eoo conglobados contra a dictadura eram os
mais fo tes, visto que te apoiavam na lei.
Bem oo mal inspirado,qu tto esta qoe oao
vm a ponto e-merhar,o cer'o qoe o Mare
chai todero, qoe at principios de Novembro
d' 1831 Koveroara coniiiocmnalmen e o paiz,
i-foveocio entao o Congrcsso Nacional ctllo-
coo se fora da lei, eoperior Constiioicao, e,
pois, por modo claro, positivo, p Ipavel, T--Z se
un dictador, ipso fjeto congregando contra k
todos os qae Mntram se feridos nos seus direi-
tos eame;5'd08 em fais li^erdades.
O Congrcso esbolhado, a Armad: onida e
compacta, orna gran e parte do Exercito e o
,' vo fluminense dechraram-se hosis ao Mare-
chal Presidente ; de serte qoe este leve nece.si
ade de sabir pela on'ca porta qoe lbe rettava
a resigoaco do mandato, agi'-do patritica-
mente, pois que d5o s evitoa a tfluso dosan-
roe deirmos, como lambem fa iloo a consii-
lucional iuvesiidura do seo legitimo sobstitoto
o V.ce-Presidenie da Repoblica.
Dao-se, por ventora, oo actoai momento, fac-
tos ideticos, qoe exijm sologSo equipolleute ?
A resposta n5o pode ser dubia : nao. absoluta
mente, nao ba parida encia de cir.omstancias ; e, pcis, nao pode ser,
compre que nao seja, por bonra da patria, por
tod que exista co mas san:o e respeitavel na
vida social, compre que nSo soja dada a mesma
solucao crise actual.
ggEstrrj&o embora todas as bozinas e chjc8-
Ihos dos despenados para absfirem a voz da
verdade, etbade.-'obrfpjaredomicar os sons
rocfenbos que bosesm iranformal a ama imper
ceptivel onJjlacao. E essa voz ba-de repercutir
em todos os recamos do paiz para reiterar em
todos os espiritos a creoca, qoe d'elle3 ja par-
lilhs, de qoe, empesrado moito legtimamente no
poder, o Marecbal Floriano Peixoto lem vivido
sempre dentro do mbito constitucional de har-
mona com os demois poderes, rcspeilandc-lhes
devidamenteas respectivas espheras de accao.
E' ridiculo, pois, qoe as cbaramellas echi-
rangas dos despeitrdos eslejam sempre a entoar
a aria da difamado, procurando incolir no ani-
mo publico qoe aqoelle Marechal arvorou-se em
Viador.
NSo basta dizel-o, preciso proval o ; e desa
liamos quedes mosiecs que o fagsm di inte do
concert qo reina entre os poderes pblicos.
E6sa harmona, que se dava antes da rebelda
de orna pane da Armada 6 do correte mez,
continua a sub-isti*, e quig mais revigorada,
pois qoe sabido que o Congresso NjcoosI e
todos os magistrados federaes apoiam o Governo
na pe3soa do Chefe do Poder Execotivo, sendo
qoe aqoelle assumio enrgica atlitode, cercando
de tcao prestigio o Marechal Floriano P-;;xo.o.
Por outro lado, todo o briosa Exercito es
enmprindo o seo oobre e patritico dever; toda
a Guarda Nacional da Capital Federal esta pos-
t)B ; a mor parte da illjstre Marinha ett Bel ao
poverno; a popolagSo do Rio de Janeiro acerca
se do primeiro magistrado da Nago; e todos es
Esta '.os fazem votos pela caosa da legalidade.
SSo, por ventora, idnticas as actoaes condi-
c6es Ss de 23 de Novembro de 1891 ? Nicguem
o dir de boa f, nem mesmo os mais exaltades
polticos, nem os mais attrabiliaii:s despega-
dos, porqoe estes ho de confessar in peto qoe
factos, circomstancias e condij5es, ludo diver-
ge oo actoal momento do que occorreo em No-
vembro de 18J1.
Como pois se oosa dizer na imprensa qae es
peotimentos de patriotismo acendrados na alma
do soldado valeroso nos campos do Paraguay,
degeneraram de modo a ter elle abatido o car-
cter brasileiro como prefacio da historia de soa
adminlstraco e, como epilogo, destroido a gran-
deza material da Unio 7 Como se tema atote
za de dizer que o marechal queda-se tambem
ante o arrazamento de ama cidade que tanta ri
queza artstica possue e ante o sacrificio das vi-
das da bella capital brazileira> ? Como se tem a
petulancia de escrever que os elementos que
cercam a Dictadura devemn'a aconselhar a que
entregue as redeas da admintstrac&o ao sobsti-
toto legal do Yice presidente e cessar incooti
nenti a locta fratricida, cojas coesequencias ati-
raro inevitavelmente o Paiz mesma sitoagao
da Polonia* f
Abater o carcter brazileiro como prefacio de sua
admmtstracao E nem ao meos poederou o
ousado escriptor que irrogava urna atroz injuria
ao povo Pois enio o carcter de um povo
cousa tao rmenos que um general possa aba
tel o ? Que c povo brazileiro agradega ao jor-
nalista esea pongente injuria.
Marecbal Floriano Peixoto tenloo jamis ;&> ar-
dua mD-eja, nem d'ella per'a pafsivel o rovo
brazileir>', ao qoal sobram todos os caracteristi
eos de orna bem entendida altivez. Demals, nao
ha um fado, um uni '0 sequer, qu*? sutorise a
8us?ea de ter procu ado o Marechal Floriano
abater o carcter brazHeirr. Q'jt-m enverna cora
as lela MtM pela Nagao. de modo nenhum con
corre para a rteiurpag5o do carac'er rio n^vo.
Queda se ante o arrasamento de urna cidade t
Mas isto supinamente fal?o, porque o Governo
esta activo e diligente, e procora pelos nietos rfe
qo dispOfl objogar os rebeldes, j refponden-
do ao bombardeio para faze! o ces=ar, ] repel-
liodo lodcs ;-s tentativas de desembarqqe, o qoe
tem con?egoido nao e na Capital Federal, co-
mo tambem e- N cihercy.
E, pergonta-?e, quem pratica o formidoloso cri-
me do arraiamsnto de orna cidade ? Certo nao
o governo nem os qoe o apoiam. Os crimino-
sos tao os qoe fazem o bombardeiamento, nao
de orna, mas de doas cidades; os criminosos
sno os revoltosos, que por esses meioi reprova-
dos qoerern vencer a NagSo.
Para la s criminosos, porm, a impreo?a que
injurieu o povo brazileiro nao teve, nem ere
urna pakvra de censura. Ao invs disso, ?ggre-
dlodo o governo legal, com quem est a Nagao,
faz a apogese dos rebeldes, e accnselha to
CbefedoPaler Executi7o que entregue as re-
deas da adminlslr3go a o sea substituto, para
que Ct8se incontinente a luta fratrecida !
E n9o se pejeu urna tal imprensa em da- tao
vil constlho, ella que leve a leviandaae de dizer
qo* o Ma-ecbal Floriano Peixoto abaterao car-
cter Daciooal!
Para qoe fo3se passivel aceitar e seeoir essn
conselbo, era mister que o carcter brazileiro
e-tivi-sse realmente vilipendiado. Mas, felizmen-
te, a9sim naa acontece : o carcter nacional
sempre primou e prima pela altivez, ja o dis.-e
mes, e no seu perfil nobre se destaca o amor da
patria, que nao sibe transigir com a digni-
dade.
E.-la impSe, por amor d: pilria, pelas soas
mais selectas aspiragOes, por tudo quaoto de
nobre e generoso existe n'ama sociedade civili-
sada, que se nao deixe periclitar a honra ; o a
honra, as actuaes circumstancias, combater
pela legadade, e azer com que prevalegau os
principios de ordem e de liberJade fonebre-
ment.' ameagados pela rebelda.
No. diiemol o com eos vida ofania, nao sao,
nao podem ser ouvidos os prfidos cooselbos
da imprensa de que nos occapamos. Aceital-os
seria sauccicnar o actual acto de rebelda e au-
torisar outro3 e outros; seria entao om nunca
acabar de pronunciamentos e com tao perempte-
rios fundamentos como os allegados ago-a ; se-
rla transformar este paiz as repblicas da Ame-
rica Central; se-ia a anarchia permanente com
todos es seus horrores; e por essa portapnr
essa e nao por outrachegariamos mesma si
tuago da infeliz Polonia, ejpbacelada em provei-
to dos fortes e poderosos.
Sem dnvida triste e doloroso qu3 a familia
fluminense se vejad ante de um espectculo de san-
gue e que milhares de cidadaos caiam morios na
lucta p3ra sevarem as ruins paix'S dos dege-
oe ados brazileiros que est&o dando ao mondo
esGe croel espectacnlo. Mas, aos causadoras
desses males irreparaveis, ao3 rebeldes que
e: tao bombardeando cidades abenas, que se de-
v-m dirigir as objurgatorias e 03 conselbos da
imp-ensi qae nes '.em33 referido.
Condemne essa impreasa, como a propria con-
sciencia Ihe ha-de estar bradar, as brutalida-
des da apgressSo rebelde ; condemne aos riltios
degenerados os actos de selvagismo qne esto
pracando contra a m5i patria, solapando-lhe as
iostituigQes e com ellas derruindo a vida, a II-
bardada e a honra dos cidadaos; e ter com-
prido o dever que Ihe impGe a sua misso evan-
gelisadnra, mxime se, depois de condemoar
praltras e actos brntaes, Ibes mostrar a sem ra-
zio de sua rebeldia. e como "ons^uencia dis-
ser ao seu chefe : basta almirante vede a viuva
que, ao avistar-vos, cobre se de horror ; tde o
orphao. que clama vinginca contra vos ;^vJe a
uago miera, que vos maldiz I
D zer, porm, ao marechal Floriano Peixoto :
Basta, marechal 1 qaaodo este, cercado e apcia-
do por todas as fo:gas vivas da nagao. resiste e
proc-ra subjugar os rebeldes; releve-senos
a dureza da pirase, mesmo humanamente fal-
lando, apoucamento de espirito, vileza de senil-
mente s.
Nos sempre tomos e somos amigos da paz, no
seio da ordem e da liberdade; e, pois, nao dize-
mos nenhuma novldade asseverando que que-
remos ardentemente agora, como d'antes, como
oo futuro, a doce paz, em cojo regago se
esenvolvem as oagOes, camiohando de fz em
fra pela sonda do p.ogresso.
.'.'as, para termos essa paz, dentro do rgimen
constitucional, e tel-a duradoura, diremos, como
diz toda gente sensata : Prosegu, marecbal I
Salvai os principios codificados na Coastituiga.0
de 24 de Pevereiro de 18911 Vs consubs'an-
ciaes a patria. Salvai-a, defendendo-lbe a vida,
a bonra, a orden e a liberdade; e a?s m alada
maior realce daris ao carcter brasileiro 1
E' eete o brado da diguldade nacional; e
qaanio falla a dtgoldade nacional, todos temos o
de.-er de oovir de joelhos os seus dictames, re-
cebendo os como bengSo que nos fortifica para
as iactas em pro da patria.
PARTE OFFICIAL
Goern do Estado de Per-
nambnco
KXPKDINTE DO DA 29 D8 JLLHO DK 1893
Actos i
O giiveroador do Estarle attendendo ao que
n qyt-rt-u o hacb irel Estanislao Carioso, promo-
iO' i'obiico do raonicmio >ie fiuiqoe com ]oris
dirg'O ?X'e-iva1 ao de Pedra, e leodo em vis a
o aneciado med*) exbioido, resolve conceder-
ihet-inia lias licnga a contar de seis do cor-
rete, om os vnne memos a qne Uver oireiio no
forma da le, para tratar sua saude.Commu-
uicon-se ao joiz de din ro.
Officios :
Ao Dr. inspector da Aliaode^a.Remello-
vos para vosso conhecimento copia do aviso do
Minifico da Josiiga e N gocios Interiores n.
5i7 'le 19 ilo corren e, relativo ao pagamento
dos vencimeotos do ju'z de direo em dispooi
blirtane Joaquim Ajres de Aimeida Freitaa,
a comar do de Margu uitimoAo Dr. nspec
lor do Tti-smrc do Estado.
.Truri.-initt'ndo copia do officio qoe di-igi
ho)f io ma|0' Francisco Teixeira de Carvalbo,
a qoem notoeei pira ipci;inar o corpo policial,
recoinmendo-vos aue consideris como secuta-
ro dessa 'ensnecgao o 1* esjripturario do Tbe
8>uro Mmnel Amonio n>- Oliveira li-and.o.
A) D-. p-ove^o- da Sana Cisa de Miseri-
cordia ao Recife. Para qu vos digo is ae re
solver, comj melbor eot'ndt-rdes comtiunico-
vos qoe, do p-ef ito do municipio de Palmarea re-
cebi. hoj, o secoint' lelegramma :
Existe x-diez velba sei loageoaria looca 'o-
riosa vinda Canhotioho trem destino Recife che-
le estagao inba ingleza recoou se deixal a e
gurcom pragas exigiodn ordem carro e'peeial.
Ao i spector le sa le do porto..Para vjs
so conhecimento, communicoque Sr. do mloisiro
ias Reiag6es Enterio-bS reeb oetruinte avlsn:
3 Secgft N. lo. Circular. Rio de Janei-
ro. Minisi-rio das Rjlagss Exteriores 17 de
Julho ue 189).
Sr. Govcrndor Le^o ao veso coabeci-
ropoto qae a convengao san tana c^ssem seus ef-
[tito* no da 3 de Agosto p-oximo fu.uro, e que,
de accordo com o que 'nformou a losoectona
geral de Sanie dos portas, os navios e-t'ane'-
ros que vt jam para o Rio da Prati ficarao su
jetos, al ollerior delineragao ao regularaento a
que se rpfcreo deerttj n. 9554 de 3 de Peverei-
ro de 886.
Saue e fraternidade.-JoSo Felippe Pereira ao
Sr. Governador do Estao de Paroamboco.
Ao nnjor Francisco Teixeira de Carvalho-
N sia daia resolv nomear-vos inspector do cor-
po policial atim de que instaurando rigoroso ex
ame na escnpiuragao daqoehe corpo e ouviodo
seus officiae3 me apre3enteis com apos3ivel bre
vida e circumftan-iaoo relaiorio sobre a sua
e.oaomia e disciplina detaihaudo qoanto houve
occorndu em relagao a pagamentos de ftnei
mentes e de fardamento ao destino e ao estado
io armamento e a todj quaoto posea interessar
a fazen ;a oo Estado. Certo de qae vos desem-
penhare- dess commssao com o zelo e a dis-
cripgo que vos caracierisam, reeommenuo no
inspector do The30jro que considere como se-
cretario dessa insnecgo o Io escriturario Ma-
noel Antonio de OUve'ra BrandSo.
Ao commandante do'corpa policial.Traas-
mitto-vos para o vosso coobecimento e fina con
venientes, copia do offisio que dirig hoje ao
o ajor Fran isco T ixein de Carvalhi a qjem
nomeei para inspeccionar .. corpo de vosso com
Blando.
EXPEDIENTE DO DIA 31 DE JULHO DE 1893
Al- :
O governador do Estado tendo prsenle o pro
jecto do regolamentj para o processo ex-cutivo
riscal confecciooaoo pela commissao por elle
nomeada e composa dos D:s. ]uiz dos feitosda
fazeuda, procurador fiscal e procurador do fei-
ta, resolve determinar qae oo D.ario Ofliilal
se puolique d'.to projclo, afim de que, assim I '-
vados ao cnnhecimenlo dos competentes as suas
p-escripgOes possam as observages raziaveis
procedentes offerecidas pela critica imparcial
ser assimiladas cemo omras lanas mo .:flcag6.;s
por occasiao de serjexedido o decreto do poder
execoiivo, conveiteuda en regolamen'.o estados!
o mesma "jrei-cto.
O governador do Estado, a quem foi pra
sent a petigao de Jos Antonio da Silva Pinto,
solicitando perraisso pa-a fazer fanscionar no
Toeatro Santa Isabel.nos mezes de Junboe Jolbo
de 1894 otoi compinhia de operetas, e tendo
em vista a iiformagSo da inspetona dos ibea
tros, em officio de 17 do crreme, r solve defe-
rir a citada petigo mediaote as clausulas em
seguida espoladas, as quaes sero reduzcas a
termo no Tbesouro do Estado, lindo o respecti-
vo contracto o valor de 5:000^0 0 :
Compre ao empresario :
1 Prestar dentro de 15 dias Ranga em dinhei-
ro ou apolices de impoittnti-i igual a lotagao do
ibeatro.
2. Orgaaisar a companbia com pessoal ar-
tstico de merecimecto, a jaizo daiospectoria.
3. Respnsabili83r-3e pela representagSn de
todas as pegas do repertorio, do qoal a inspec-
tora escolh-r, pelo rreaos, dez p.gas de algum
valor artstico.
4. Perder a importancia total da fianga, se
no prazo marcado nao iniciar os espectcu-
los.
5 NSo dar o primeiro e?pectacu'o ri-m que
se tenha responsablisado pelas obH' 56a: do
contracto e as que resultam do regolam. uio do
theatro e lei da qoestura policial, nao sendo ad-
mi'siveis intermed a'ios entre o mesmo empre-
sario e os artistas, para o qae dever assigna-
oessoalmente ou por procurago o cootracto la-
vrado no Th'soaro
6.* NSo repetir pega alguma em recita da as-
signatura, havendoem cada semana, pelo menos,
doas dessas recitas.
7* NSo podero empresario allegar, ultima
hora, molestia de qu Iquer artista como motivo
paradeixar de dar espectculo J annanctado
sob pena de multa de a.OOOO, que poder ser
relevada pelo goveroo, oos casos em qae ve-
rificar nao baver capricho por parte da em
presa
8.* Dar dous beneficios em favor da estabele-
cimentoR pblicos a escolba do governo, caben
do a eete a designago das pegas a serem leva-
das & scena e dos dias em qae devem ser reali
dos, n5o sendo permlltido dous espectculos
nesses das.
9 Comparecer a polica sempre que pela ao
torldade competente Mr intimado para dar es
plicagSes sobre quaiquer tncideote. O oSo
comprlmento de quaiquer destas clausulas su-
jeitara o empresario multas que sero dedu
zidas da caugSo, variando de 100* a i.OOOj.
10." Si o governo reconhecer qoe o pessoal
escrlplorado pelo empresario oo realiza as con
digOes de ama boa companbia, a julio da ins-
pectora, ou verificar que o repertorio aononcla-
do nao totalmente posto em aceoa, poder res-
cindir o contracto, perdeodo o mesmo empresa-
rio metade da caugo no primeiro caso e toda
ella oo segundo.
11.* O citado empresario Oca obrigado a as-
sismar, dent'O de t5 dias no Thesou'o do Esta-
do termo, 00 qual se responsabillse pela aceita
gSo das cond'gOes sopramenciooadas, prestando
eat&o a fianga de qoe trata a clausula Ia, obri-
gando-se a detalbar dentro de dous mezes o
repertorio de qae trata a clausula 3*, e a infor
mar a inspectora dos teatros, om mz antes
da estra, sobre o possoal artstico da comp inhia.
O empresario ticara sojito malta "f- 30(15010
pela in^risfranria ded.r8 duac cuDdl O... Ke-
meiteu-se copia a nspejlbaia dos ib-.-airos.
Officio^ :
Ao Dr. juiz de direit 1 do municipio de Tri
ampho. Declaro-vos que de con'ormida le core
o final do ame > 180 do Reiiulamem a qu-* se
refere o decn-to 0. 9i20 de "8 d- Abril de 1885.
annullei o concorso para o provimento da v-g
<*a servenlia vitalicia dos oficios de lab^llo
do pudIico, judicial e notas e escrlvo de oronoi
e ann-x s dessa mua mi e recommendo vos
qoe ru r; te < affixar n v 1 eiital nos term s d
3* a't. 150 do citado decreto, combinad ora
o art. f do oe n. 332 de 13 de Julbo de 887,
para nrovimenio doi mismos offi'io*.
Ao losoector do Tbeoooro 10 E.-tado.Em
solog) ao vosso officio n.555de 27 do (crente,
decliro.vos que, nao havendo veroa ao o-gam^nto
vigente por onde possa ser pngo o a crescimo
de 40 a concedido em sesso de 2d pela amara
dos Deputa ios, sobre os v ;\c. m- n'. s dos em-
pregados d'aqoella Cmara, deveis aguardar que
pelos melos constitu^ionaes "-y votado o nec-s-
ssrio crdito para effe. tiar se 'al dfspeza.
Ao mesmo.Sm eolugi da vossa uforma-
go cooda em officio n. Sii de 24 do co'ratt*,
ainorso-vos a mandardes f^-ripiurar qu-. se
esilver a dever ao bacbarel F?uso Gjrgalves de
Alboquerque Silva, de vecim^ntos do cargo de
Joiz substituto do municipio da Victoria, spndo
porm o calclo fe.ito rom reacio aos das de-
corridos de i a 10 de Margo plticoo. vist) t--rerr>
os jaizes disirict,'es prestito jur-m.'3'o e sssa
mido o exercicio de suas funcgOe em II do al
Indidu .ji'z.
Ao Iospecto- da S;u"!e do Porlo. Pira o>
fins convenientes, commu'-i :o-os qu-< du Sr.
ministro da jostiga e negocios intenoriS rocrbi
o segoiote a'is -:
N. 815.Ministerio da jnstfca e negocios in'e
riores.Direciona geral do interior 2* se> gj
CircoUrCapital Federal, em 12 de Julno <;e
1893 Ao Sr. Governador rtu Es ado de Pernam-
buco.A' vista do que p-op.z o inspector geral
de saude des partos resolv-a o Caverna :
t- Que s-j:iin declarados iufecolooadoa de
chole-a-morbus todos os ponos da colonia frao-
c-za <' S. Luiz da Sene^ambia.
2.* Q e as erabargagSes nro'.edentes dos men-
cionados ponos, iii'e:ume te ou por e^ila, s
sejam recebida3 D03 da R^publiC' depois que
tiverem silo su^m^ttido ao devido tratm*-nt)
loLizareto da liba Grande, ao qaal devero pn-
menamente dirigir-se.
E-tis reaologOes applicam-se aos navios qn<-
sahirem dos referidos pertos a coalar da da 30
de Junho til imo
O que vos declaro para os devi ios effeitoj.
confi-mando o m^u telei-raracna de hoje talado.
S-ndee fraiernidade. (Assignalo). Fernando
L'.bo.
Ao esgeubeiro director dis obras publicas.
Providenciai alim de que s-ja rem-tlida Se-
creiaria dtsie Gaverno o mappi do Eslad 1 h
bem assim pertis, memorias deacriptiyas e ou
tros dadoB technicas qae poss^im servir de base
a um estudo ?obr.> o canal !e GaJ/aona.
Aa nrefito do municipia de I5.>cr. cn*"'ri">.
Transmiti vos, em re^p.'-sia ao vosso cilicio
de 17 do correte, ooia lo de n. 6G6, de li So
mesmo ck-z do Ur. queslor policial.
Ao D-. Juiz de drito do monicip'o d
S. BsntoVr nsm ttiudu copla ao offi 10 qae em
12 do corrate dirigio-ms o pro otor pubL'o
ot'riao desse rnuoicioia, chama a vossa alten-
g>op officio. cuja sigi-tirio debera d-rlgir-se ao de
lagaio de palieia e aa prefeita munuipal aa es
qae viese to longe a esie gaverno.
E .TEDENTE DO DP, SECRETARIO
Oficios.
Ao Dr. Inspector do Tiescuro do Estala
O Exm. Sr. Dr, governador do Estado manda
commooicdr-vns para vo^so co iheiiment qu^
ni ptt ga d-Rufi:o Jas Cardoso. solicitando
pagamento da qnaatia de tres ccDtas de re'.s
despendida com a construego Je um agade no
lugar Rucha mentiroso do municipio de Al-
tiouo, de que trata voiea infor;n;.g'io n. 514, de
13 do correrte, lingou boje o seginte despa-
cho :
Diij3-3a ao Pader legislativo.
Mutatis m^tjndis ao directar geral de
obras panucas.
Ao Dr. inspector geral da listrucco Pi
bli :aS a Exc. o or. go ver na lor da Estada
man la comraumear vos qoe, 00 equerimeiito
do cidada Pacifico PdUiiioMalaquaa,em qoe so
licita prorogago, par 90 das, do praso marcado
para assumir o exercicia do carga depo'e'sor
poblico da cadeira de Tumpho, para a qoal foi
ltimamente r movido, e ue quem trataes era
vossa .nform-igo ns. 216, de 25 do carrete mez,
foi langado o segolute des.iacbo:Concedo.
Aa eae-nneiro d rector geral das Obras
PublicasO Exm. S-. Dr, governador do Estala
manda, de accordo com o vosso officio, sob n.
80, de 22 do correte, remeiler-vos a tabella tos
municipios exisu ot.-s n'este Estado, coa a de
slgnaga das respectivas :des judiciarias.
ra'em gneros para o pre idio de Fernando di
Xnronb.Sim.
Sec- tarla do Governo do Estado de Pernam*
ouco, 18 de Setembro de 1893
O portiiro,
II. M. da S ha.
DESPACaCS DO DIA 15 DE SETEMBRO
Abaixo a8sigaados, empreados do presidio
de Fernando de Nuronha, peaindo permissao
para embarque de gneros para o mesmo presi-
dio.S:m.
Antonio Pereira Mendes pediodo IseugSo de
annuioad83 da Compannia Rccife Drainaee para
a casan. 56, Bita ra te Santa Rita.Iafarme
o Eogeobeira Fiscal da Companbia Recife Drai-
03ge.
Alexandrina Marqnes Mascarenbas de Soaza.
profesrara publica, replicando do denacbo de 17
deFefereiro, qu--ialefirio sua petiga.Maoie-
nbo o despacho de 17 de Fevanro do ce.rrente
anno, em vista do artigo 131 5o n. II do Regu-
Umento de 18 de Janeiro de 1888
Bernardino Lopes Albeiros, proprietario de
agencia das lotera da Etado, recorrendo do
despacho que ndeferio sua petigo, relativa-
mente collecia do imposto de ca se feta no
sea estabelecimenio.Neg provimento ao pre
seote recurso. O nico meia de nao haver ioi
qniclade oa dis.r boigo do imposto de qae se
trata o previsto oa lei, cooslstindo em ser a
de:iso da quota correspondente a caa classe
feita pelos membros d'essa classe. Ao Fisco
fallecem dados para couhecer rigorosamente da
exten-a real de negocios qae faz cada commer
cianle e dos lacros que realisar.
Companhia de Seguros Martimos de Pernam-
buco recorrendo do despac&o do Thsouro que
indefirio sua petigo.Neg provimento ao re
curso interposto pelos fundamentos constantes
dos pareceres das D-s. Inspector do Tbesouro e
Procurador Fiscal, de 30 de Agosto ultimo e 4
do correte, qae se mandar patalear.
Companbia Great Westeor of Brazil r.ailway
Lim'led pedindo pagamento da qoantia de.....
1454510 de passagens dadas, por conta do Es-
tado.Deferido, com officio d'esta data do las
pector do Thescu-o.
Demetrio de GasmSo Coelbo, ex fiscal da Com-
paobia de Trilbos Urbanos do Recife a Olioda e
Beaenbe, pediodo pagamento da gratificago a
que se jolga com direito.Em vista do acto
d'este Gaverno de 11 de Julho do Correnle aono
nao tem lugar o qoe requer.
Mire llina Fontes C. pedindo para embar
Qacstura Policial
2 sergo.N. 211.Secietana da Qaeatnra
Policial no E-'ado de Pernambuco, em 18 de Se-
tem ira de 1893.
Sr. D-. gaern?dor.Parclpo-vos que foram
recoibidos a Casa de Deteogao us segonies indi-
viduos :
No da 16 :
A' mioha ordem, J o Joaquina de S nl'Aona,
vindo do municipio de S. Lou'eoga da Malla,
co o crtmiooao pronunciado.
A' ordem do subdelegado da freguezia do Re-
cife, Mana Gu^des Mnotz Lyra, por crim* de fe-
nmentos ; e Mara Izabel Tavares de Ma:edo,
por disturbios.
A' ordem do subdelegado do I" dislricto de
S. Jo-, Mara Vieira da Silva, alienada, com
destino ao asylo da Tamarioeira.
A' o dem do subdelegado do 1- di-t-ido da
Boa Vista. Antonio Gongalves dos Sai.tis, como
galano; Benedicta Mar a Crrela, oor cff rasas
a moral poblics ; e Manoel Gomes Villar, como
desord. iro.
Na dia 17 :
A' ordem do pobdelejado da freguezia do Re-
cite.. Joaquina Jos de Azevedo, por crime de
fur:o ; Minoel Candido de Araojo, por embriar
K0- z e didiuFbios ; e Antonio loao da Coso, po-
dlSlurblOS.
A' ordem do subdelegado do distrito do Pe-
res, Manoel Francisco de Lima, por uso de ar-
ma.-- defe: as.
C mmunicou-me o delegado de Qaipap
que 'endo sido in'ormado do apparecimen'o de
um grapa de criminosos no munic po de Pa-
nella?, os qoi.es travaram lucta corr a fo-ga pu-
blica, mandara reunir as p-agas do respectivo
-t. cara taaudo. porem, priso --1iu:n 1.
Da D\ juiz do 7." disticto mcnicipal re-
cebi o seguinte officio :
Ju'zidodo 7 o districto do municDia do P.e
ci'". oa Pago da Panella, em IS de S. tembro de
1893
N. 610 Sr. D-. qoest-rComrnonico a V.
Exc. que turante a semana riada os la I-Oes pra-
ucaram diversas proezas neste districto.
Nj lagar Paroameirira foram arrombadas a
poa tres casas, as do Sr. Oliveira Valengs, Af-
fonso Lncio e orna peqoena ta*erna all situada-
Feizmenie fo-am de pequeoo valor os obj-retos
roobados.
O Sr. subdelegado do Arrayal, o iocansavel
Sr. majar Goavela Cordeiro, a mea pedido, all
coraoarecea, providenciando como no caso con-
vinha.
SaJo a V. ExcS*. Dr. Julio de Mello Fi-
iho. itoi riijii-a qoestor oolicial de Pt-rnnmriU'ra,
0 jmz do 7 diatricto, Arthur Henrique de Al-
bu i/urqne ello.
Ao Sr, D-. A'exandro Jos Barbosa Lima, mai
digno governador ao Estado.
0 queslor,
Julio de Mello Filho.
Tbesouro Estado de Per-
nambaco
DESPACHOS DO DIA 18 DK SETEMBKO DE
1893
Celsa Accioli, Francisco das Cbrgis de Siquei-
ra Passos, Guilnerme Bezerra da Silva, J..equim
Pires de Cirvulha Bautista. Jo qcim Eoipbaoio
de Mello, Luiz Antonio Cnaves Campos. Izabel
Francelioa do Amaral, Scvrino U jases L03 de
Xlbuquerqu, Ja-e M-ri >no Aogusiu de Maraes,
Jasioo Alexandrino >e Oliveira, Jaanna Valeria
le Lima e bacharel Franci;ca Pinto de Abren.
I forme o Sr. J)r. contador.
Manoel Joaquim Birbosa Volte ?o Sr. Dr.
tigo.
Mareira & C Companhia Industrial e Com-
rre-cio de Estiva, Jasmelloo Odorico de OI:veira
Cajuero, Eduardo Colombier e Fraoci3ro Pinto
de Carvalho.- Hija viela o Sr. Dr. procurador
fiscal.
A'bino da Silva Leal.Certifique -se.
Trajano Alves de Meo ranga. A' secga da
contencioso para 08 devilos fins.
Ermeliuda de AlDuquerque Pereira Mello, Joo
Bernardo de Freitas, Francisco da Silva Aprella,
Custodio Jos Antunes, [guacia Mana dos Praze-
res, Joanaa Rosa de Agniar, Angela Mara do
E. Santa, Francisco da Cun'ia Machado Beltro,
Herculina Ma ia da fr nceigo, Jos Martins Pi-
nheiroe Mariana B. Ferreira.A'Recebeloria
para fazer 13 davidas notas e devolver.
Joa oira Lopes da Silveira. Ao parteiro para
ent'egar ao loteressado.
Mesa Regedora da Irm ndade do S. S. da Ma-
triz da Boa-Vi-'ta e Viuva Lorega & Oliveira.
ln(o-me o Sr. Dr. administrador da Recebedoria.
Recebedorla do Estado de Pcr-
nainbaco
DESPACHOS DO ul& 18 DE SETEMBRO DE
1893
Manoel Soare3 de Figueiredo, Leal & Araojo'
-Ioforme a 1* secgc
Manoel Henrique Cardim, Sophia Carolina
Crrela da Silva.Certifiqae-se.
O portMro,
Custodio B. da Silva Gmmares.
MERESSES IXIISTIAES
^arte industrial e agricola
v
Os incouvenientes apootados no artigo
aitocedente sobra o syatema chamado de
difiusao, as devem ser lanzados conta
da maceracjSo, mas aos apparelhoa do in-
ventor dalles, o mecnico Robert.
Acreditamos parieitameote que por urna
boa dispasigao, oorrespondendo as condi-
gcas technologicas apuntadas em nosso ar-
tigo anterior, possa se extrahir muito maior
qnantidade de caldo de canna, e moito mais
puro, por ama boa acgSo endosmotiea, do
que pelo esmagameoto das moendas.
O syatema d Bonet corresponde me-
Ihor ao sea fian, adapta-se msis z
exigencitB da osmose do qae e de Ro-
bert.
Consiste esso systema em fazer passar
as fatlas da canoa, j cortada no appare.
Iho que descrevemos no artigo anterior,
n'uma especie de moinho em qae sSo tri-
turadas e red o zi-as urna especie de
polpa espoojosa. Em acto continuo essa
polpa cae n'um apparelho de presiSo on-
de deiza escapar metade de sea caldo.
D'ahi ainge-se a polpa a um apparelho
macerador de simples levigaclo. Este
apparelho coasiita n'uma serie de meios




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Diam de Pernamboce Terga-feira 19 Je Setembro de 1893
cylicdroB collocados gradualmente am aci-
ma do oatro em forma de oseada. A pcl-
{,a oae no vaso inferior, e urnas pj, em
orm> de hlice, presos a um eso que
trabalha cima do apparelho, arr sti a do
primeiro e deixa-a cahir no segundo.
A meama accSo contina nos outros va-
gos o leva a polpa at ao ultimo. Em-
quanto a polpa amicha aaaiai de bJso
para cima, am fio d'agua precipita-se do
appa. elho superior para o infurior enri-
queceodo-se gradualmente de materia sac
carina. L) ultimo e'ercento a polpa en-
tra ainda n'outro apparelho de pressSo
contuu, e doida um cldo mato atteoaa-
do, que vai servir de liquido mac:- i r.
Este methudo raoiocal e p.-eitatnen-
te adaptaio As exigencias aciectific-s
O seu tanecionamento espontaneo e de
urna grar;de simplifica^So to 'Canica. A
xnS;j de obr.- dimiau da e o aproveita-
menvi do caldo 6 e ruior posaivet. N.io
ha o t 8*0 algumj com o y
Rober:o. eate t recimento, a aagaoilsde do sea
em inve >tar, nao um eppanlho, mes am
no-e I ff ao c confuso, son B'gnificn 5 i
oien ii r i! idat u
m->, aera val r. a '' '" :'- critici d i b -
men* ca >p it itss.
V j ? ap !:ngto de Bo t '-
seu .'>'' 1
i
que poder as jd c
sas i
ge i 1
ca q..... Litro-
das s p
Ja t noi o:j rffeito que ;.- ; do
c^dn obt inaa de G il e i i
- 6 de 65 p>: 100 d < p-Z3 d T ~ >,
... j, .
t n 00 por 100 d.; caldo.
i;. eaorm 2 i
em | -.-.-">
ele-.* i, a ur du .el -
IhSo de I m d cu!-
menta da i prie'c3u c" na ex
ir.-. ;S do caldo e d> emprego d3 grossaa
me- nd ib que os fab > :
internase era conservar.
E' f-cil obter-sa pelo m^nei 86 ie cl-
ao n r [ r 100 partea ae e a en
pregue o o modo da extracoSo c n a
relhvj ddscripto cima, o enn d tierenca
condus a uti resultado cm assucar a que
M prv3iB do constructores c:o podo-
ram jmaia regar.
P -3 contar sobre nma proVuscSo
nidia do 12 a 14 par 100 do aaai
com ci Dnaa do 18 por '.'1 d r ara i
oomtanto que as esej
guiares. Ora este resaltado
obtido ?la r
porosa e permeavel aos lquidos leviga-
dores, de sorte que, em algias niatos
eita materia fia* peaetrada corno urna e?-
p>nja, e a accao da prensa de esgota
monto basta para eztrahir lhs o resto do
cildo um pouco menos denso do que o
normal.
O appirelho extractor pira a canna
apresenta os org5n] teguintea : um cor-
ta-cannai, cylmdrjs trituradores, umi
prenda propara oria, o appa"elho leviga-
dor e ama prensa ter niaal, formando
cgaulmmi um tytema de conjuncto e
constituindo ua b appirelho.
%.' iootil ocoresaenJar que a rnao d'obra
fica rotfosida 3 meemos proporg^ss que
pr.ra a b-jt:errab, o qae b sta um b
homcm na aeva leira de !:msatac5o para
dirigir covviniontem'jnte toda a opera-
co.
Eis am syjt-.raa i .t iHi ja te e di^oo de
ae: p>so ea p-atC3 O 8 ito dSo fas pa-
t la le otlacSO) n".) psdia p-teito de
'. ;j:ri faz r f :' '! -, a5a ton
oatra ambioSo qia lo bj a utidade
p Scj.
Tendo ooasuronido sua csi3*.enea no
i c r-, : liosa dao or>pri'5dade8 do
', o 8 'a ibsia m
hona i > paito b"ie> do jar.
i systemas, tambis
itavl, pe ntioas, o
' i I i '. i ...,'. ig ..' em
. '. > qj vic".) d* mace" o i
para i n:a.
I\ a io i i r .- m um
i =niia apparolh por
io odormos prodaa r os diseaiio?,
i r j. -o : s bra ft maosraolu
t ze ida v to na da ella tor-
ee-sa n na r-a :.! le ea re \a.
P. V.
-
'--
.... c i
5. O '
i a canna,
Z'! 110
a uv -
VgH(; ;.) e :
o- qu v -- '' ; '
ne fi '"" "'
- i]. .. la nSu po ia ser
..:,:..: I, o '-n::;
as r exig imuca
mata co aiderav i que o qu9 r
leviga^o.
O i. :'. da ivlsSj r>i n-.-:s noiifici
: -a po'pa,
Base po
' ) ; .: .! ao
liq
P.. o, em ........ i.....: ea-
: ." a
ito fortes talb i ra evi-
tar o :...... ta daa .i
micas fioss ord ari e.
A v za d | rcSo leohosa
das tigea c;ja e repoi ta aa iarni-r,- or-
dinarus e d?.termiaa d? vea em quaado
o quebrameato de U, o que exige uraa
sabstitnicSo frequeate. Este obsUealo
des pp..rec9 com a forma adoptada para
as lamicas, mas, principalmente, a diepo-
ssao fortemecte ac'msda do plano de ai-
ment895o contribue poderos mente para
fczel-o desappare^er.
Este plano tem a tDOlinacSo do ngulo
45, d- sorte que as fatias sao prodezi-
das por urna divisao obliqua da canna,
aar^Bectacdo a mesma inulinacSo sobre o
eixo da tige. Ora, todo mundo sabe que,
ae ditficil dividir as tiges lechosas ou
semi lechosas por iroio de nma s:ccao
perpendicular o eixo, a civiso tor .a 3e
pelo contrario muito fcil a medida que
executada n'i.m sentido mais obquo a
esse mismo eixo.
Nao ha leuheiro que nSo por.ha esta
regra em prstica tanto com o machado
como com a touce cu qaa;qucr oatro ins-
trumento anlogo, e ni guem ver um b
atacar a madeira no saaio perpendi-
cular.
E' pois bem c'aro que as laminas ape-
nas talhadas em bisel, egindo sobre um.
inclioa93o de 45. sobre o eixo da eanaa,
bSo de serrar as atias com urna grande
fscr'aie, sem correr o risco de faser
mossa a cada instante. A e perieoot
nos de* oa-'trou que se 0 resaltado, ati mesmo em cais j
meio seccaB, e poitinto muito aais duras
o difEeeiB de cortar do que aa canana
frescas.
D'outra parte j f notado, proposito
do systema Fdippe, que a pressao riaa
fatias nao pode dar seno resultados im-
completos, apezar de que sejam -uperio-
rea aos que d a press'o da canna ir.-
teira.
A levigacSo mesma nao pode dar tolos
os reau'tados que temos o direito do es-
perar, apesar da caana, pela raaao muito
aimplea de qu. a dorayao da oper&gao
necesaariamente muito restricta para psr
mittir urna embebijSo complota o um trs-
balbo endosmteo aerio.
N5o podemoa contar com um bom fra-
balho aenao a coniijlo de dividir a ma-
laria de um modo mais completo. Abai-
xo do corta-aanna disposejioa dois cylin-
drea trituradores, um da face unida e
outra de auperfice canelada, o as fatiaa de
oanna produaidaa pelo corta-canna aSo
obrigadas a passsr entre dois cylindroa e
a aer reduaidaa a urna polpa grosseira
anloga ao tanio dos cortidorea. Esta
polpa cahe d'abi normalmente na prensa
preparatoria que extrae a parte maia con-
sidera vel do bou caldo e fai paaaar o re-
siduo ao apparelho da lavigacSo. A ex-
trema diviaBo da materia, a torna muito
:'- :-rr
gaze: : izd.ii i
lg-mrx s s u 9 de Se-
ternbro de l^2
O nosao historial :r; a-ass, camiahj
r.a p z du S-!rhor.
Teve aqu logar a k* sessao do Jury
Suo jolgados, aaia proieasoa j ligando
send" ssis :nd;v.duos os qiaes oram abaol-
ri i!os qu>tro, = coademaa-os douB. ('or-
re: am regularmente as seasSes, presi-
dindo-aa o illustr Dr. Ptimitivo, d'gao
u d; Direito da ciTinirca.
ug >ra es' .'i3 oo
.- i ga i- i no saa lioerdadoa, gra-
Provden'.i-, o > ri>-r > ao ; E"'.". Dr. B :'
I
.. -_ .._ .
. .... er ;. '" : oo i
t re'",
1.1 ; .1 ; i -
!!'_ r po -
c -.
incsn c imi idad ir A i .
i o c n:ci; ;.>. _: !.) I) r
ii todos i:ite* locaes e :'0-
Uticos, .: i .\) i te.- s-s l- as
o .j municipio,
precur nto i n, comti' o e prudencia,
levar a Cruz C
O b.'ioso e'.estorado dcsto 'i-. Icipio
p-^i: ros i'. : h dedte
Estarlo qi:e >a e i su i vi it n Kj-.re cate,
. > IgaaraeB, que ha l:rgjs acno3
a .:- a ia i, sar de
. i rae r i I casti .
u pje o vera o aacrifi-
que si par a:aor lguarassd, querarnts
apenas, que o: :; 3 a ... :;tcs lem-
brem urna estrada ferro, que traga
facilida (ie commu ca^Saa para bus
habitantei, e fortuna iinpreza que se
imcumoir da tao grande raj'iioramento.
'aminhamos para o progreas^, diz a
formula Republicana, e cumpro oo ea-
queoer que taaibem cornos tih;s da Re-
pub ica.
Porque pois nao ha de vir o progresso
ao no eo Iguarasa ?
s:amos no mez de Setembro, :utr'-
ora o de mais aegria, de mais satisfazlo
para todos os coracSea fiis aos dobsos
Padroeiros Santos Cosme e Damio ; hoje
pirara b nos reatam tristes recordac3s
dosae tacts, pois que vera a eos aban-
donados, qiasi que p-.ivados de beijar tSo
cil agresos Santos !
O noasa Parocha um bom sacerdote,
mas penaa, segando cromos, que aa fei-
s trazem preju zo algibeir do Vi
ga-io, e por iaso adeus S.ntos Ccime e
JJ.-miao de Iguaras& 1
Erara taas festas as nicas qua nos
proporaionavam, aoa dozo m^zes do aaau,
momentos del cicaos, tirando esta loca-
iidado de sua o diara apatnia.
U pavo, fatigado de tanta tristeza e
para compensar-so e a falta da festa, lem-
bra-sa de urna tourala, que teva logar
co domingo ultimo.
Foi neto concorrida. Consta que con-
lituar nos domiogoa seguintes a mesma
distraegao, que at o nosso Vigario foi
apreciar, e costou
J vai um pao tonga esta e por isso
aqu fiado, disendo que teremoa torrada
no dia 27 do corrate, dia dos Padroei-
ros de Iguarasa : Ser a nossa feata.
REVISTA DIARIA
CoTEprimenii:*-S. Exe. o S'. Dr. Ale-
xoire Jj6 barbosa Lima, digno Governador
iio E-tido, pretende ir boje comprim mar o
Sxm. Sr. Coaira-Munrant-.Duarte, receto oomea-
do coefe das Torcas navaes no none da Repabl
ea, dengindo-se para esse tffjUo al o crazador
ParaabyDa, onde aqaelie disiiacio cfTnlal de
mariaba tem arvora'to a sna asieoia.
Telegraphu KaclonalDa estacSo dPSta
cldade, ao Tefegrapno Nacioaal, nos foi romma
meada que a directora geral autorison a mes-
ma estacao a aceitar telegrama dos estabsleci-
mea os nanearlos da ou para Capital Federal,
cora tanto que spjam laea lelegrammas escriptos
em liogoagem clara.
Becario-Da secretaria do Goveroo do Esta-
do nos foram remtt idos para publicar os se-
gaintea docomeot s :
< Tnesonro do Etado de Paroambuco, em 4
de .etembro de 4893.
N. 67IUrD. e Bxcm. Sr. Eacamiabaadoa V.
Exc a inciasa paticao da Cjmpanbta daSerticos
Martimos, na qual re:o:redo despacho da Juuta
Especial de que t-atao as IaetruccOes de 27 de
Jalbo de 1883, que mantee a dlstnbaic9ojfeita
pela R^cebedona ca qaola relativa a classe n'!41
da;taDella do imposto de repartirlo, aanexa a lei
do orgamanto vigeote.peco Tenis para offarecer
a coBideracao de V. Exc. a iaformaclo junta
ministrada pelo Dr. Braz da Caoba, mimbro Ai
referida classe qoe fes sari* da nexoiada
joata nos termos das ciiai.s Iost-accOes.
Desaa informagio claramente erft V. Exc.
a i rprocedeacia da reclamiccio d recorr-1 tj.
ET s-"rpre para Dotar que a n das classes
nao aci-it ram o convite feio pela R'cebedona
para faierem a disiriboicao da q>iota. qua Ibes
cabe, oj a-"a^ m'mbro-< procaram po- miio de
r^eersos proletario* demorar o mais ro vel a
arrecadac^o do Imposto ecbegam aposto de
ce-era t cjo-toa para cem aq-ielle di mesma
c-.a-se que coav.dado para laier parte da sessao
julijaJora d s respectivos recursos a Isso se
presi) liando o- escla ecimenios qne a pntica
e o ccoceciinento pro;ino da naiurtzi do serv-
co Ifaes farultam.
Saude e Fraternidad?. Ao Iilm. p E^m. S-.
Dr. Al-xm ir Jj- Birbisa Lima, M D gove--
Dcdor do Ritido. O m.^pe. tir, Aatjno .os de
AlTied Pe'naraDaco. *
Pare e me qae oaj rae-ece provimeno c
recoreo ra erpo3i., pela Cumpanhia de ServiQo^
Hariilooa 'eett Copital 1a deci.-ai da luata
Esoecial do que trata aa Ia-t occOea de 27 d<-
J;ibidel883 rom referencia a elaae o, 42 Si
a lia anu xa ;< lei do orea oeni i vi^e tj. E
:- ni me piro e pirque afta w tpati, para fa-
z-r a dlstribuieao di qiuta do imno.'to de qu
'ala a el isa :i 'ti r.-'"-l ia, da a:;ii-ar a fore
do* t'an-nor ese-np-, talo*. io servico marti-
mo, a que ie de:,ica a r-Torrente, i- s.n o de-
sur:volv,m.:. t > le s-ra itnnte n-u.it ia p-o
maior numero dos mj :njs t-ansportes compara
uvaneoia com 0Gt~o8 qoe lamoeni o oo bohoi
e lodic.i -se om amo servio, u que r a
aieot fot demoas rado pelo membfb da J' ti
Fapeclal a elasi Eencio'iasa que li ... u
i iij-: i'iao pjr ; : x .: imolo i
cer-s.- qne i 'eco reo e aofere csaurea luc
re aoa tndnft'ii do qn oot'osa qoem f>r
do lofi;: l r-, -0
A o^) di 18J3 O proeorador Use I, U a
N'-o l e i .: i : )'i-'.
Tefejrrnmifir. doHIn'stro da Saer
r .S. h Sr. G- ueral -.s bu lame u-> u --
tncio e-tbeu i -.. tem o fego de lelegram-
za< :
H'v. liosos donle a icote de bon
bojeesuve*am fondiadoa ''"g? do alean da
amliipna de trra nao leodo ae trocado re lio
um. Givemo irle, ui -v.-. Mirechil
Er.is.
H"n J:T:> t -IIint-'Tl a !; p-0 II
ama cem ia S'. pTopriPlanaa de peda
na?, n ; laformoo qne, 'ia i.-ti da ex gi c a
d s .-"-t!' empref?ii is, que p-eteadem uagmea:o
de 50 0/ius reanecuvos salarios, e atteod
i gra iie-; il'1-:: z-i qu-', o !u;ive ,i ostusooe
rosos, j. a ibrv-carregim a ndasirii mmu i 11
r_ de ,; p na i -. I o p ipr etari i
d i ;. i i ir :: t j .
visto na> Ibas ser posslvu: sunportir o novo
oona.
Tal rp^clo'.o raoo grave, p.o-qu- Importa
deixar sera po om> popalaca-i que, aera exa-
gero, pode cor com potad, na ti.-:0>> almas na
priacipa: fregoeiiaa da ci i de. -; saltara aos
olb-oa o inconvenientes qae desse faco re??!-
|->m p:ira a sauie ru ilica, pois que tra':-se
de objecto qae Interesas g-ancterajnte air.nen
lacao, da qi'.r.l l-o pao um dos prictipaes el<-
mentog.
Ne-'. s c n^icS^e, ca i p- q> o Conaelbo mn-
oicipal e o Prefelto do R-scife : oaham-ie em
campo no iniu-to de deoellar o mal.
E o demfasel o de docs mol." : os interfe-
rilado entre o* patrjn e operarios das fabricas
rom o tira de ls-l-os cbeearea a ua accardo,
pmbora CfOJ algnm sacnficio do imposto moni
cn.l sobre [miaras p ootraa 'rnces68qoe
-.ni '. '-. Bolubr'd-i'ie p .(*. tu se- 'ei'iis
4 i>.!ii in 'i- ".-:; i n, : nltim i c iso, mand ndo
f i ea- r>5i> e i > i
n eximpl > do qae, ca c-iaes ao ti igaa, i -. ra
,. .4 .-. |; ;a-i,M ,i grande ,; pgr i-
. as.
i' ,- ii p > ] :.,: I-
I a I' ; i -
vci. o Kovprno lo msnicipio, a i m ,,!V cta di-
r : ni -, : ." i, 0 -o icio qoe
idt-j ., [Q iva etn qu
vai lie:r a popu io do Recite por falta de
po.
-.' I eao nlir que na i
p-i! 5-a e i p .'.-'.) < 'a n I os tria manof -t1:: ii
ro, sejao cmciBcado op vo. quanl a verta e
( .1-)^ i i,e i ooca le'za de sentir todas a.;., s
qa-'cias rtoencareci enlo .vida.
Facaldade c Direito T ndo t:-"-
121a bi :os das, Ja Enr pa o :. 7. a-
qalm de Alrioqoe-qoe Barros Guiui
lo l ".' da PaCdldade '!e Dire: ido pola i>-ner>; goe, all ''a estedar a
t ii a-i do "n.-r'.o. apreseo'.oa-se S. S.,
i io. i re rila Coogre .:". i ......-
te a quji liscuneo, dnrao'o ires bo:as, at-bre o
.^ b vir i i'. rae ff.trenl paizea r^ I -
tivameote ao iin da -u.i c moissao.
Qoanto acibju d-> r.n.- o liastre meatre,
divsraoe d" BPttS coHegaa i fT-: cj,a a Co -
gac&o da Pseol-Jade o segrale voto de lcnvor,
qoe foi unnimemente aprrevado :
A Coogre ac) da Facoldade de D r.'ito
tnio oavido a cxposicao (ei'.a pelo Dr. Barros
Quima lea, delegado p;ra e^tudo? na Earoi,a
sobre a o-gani?acao da iostruccao publica snpe-
rior. loova o zelo e appl'C'cao com qae aquelle
professor de empeobou-se >ia sua cammissoe
faz vo'.ob para que o toas breve possivd sejam
publicadas as cbEervacGes e estados profundos
fti'.o?.
IiTf dc*spparecido-0 honrado Sr.
Armar Dallas acaua de receber telegramma, qne
Ibe dirigi o Sr. Estevens, vice consol dos E.-ia
dos Unidos da Accenra do Norte nesta cldade,
noticiando o eegorate :
Natal, 18 tle Set-mbro de 1893.
Encontrcu-se peno des'a cidade ama garrafa
cootendo esta no.icia. Non w.c rpidamente
afaodando-se no norte Atlntico. Teve om ea
contro com om banco de elo.
O vapor Norowc pertencia a White S. L'ne e
erada6 6C0 toneladas ae registro. Sahira ha
mees de Liverpool cera direccao a N w Yrk
e ooaca mais bcove noticias do mesmo vapor,
cujo triste eatlno aeora assim conhecido.
V Mita ccmKcriowC superintendente
de ny Ojs dos moradores de Santo Amaro, visitoa no
sabbado o Cemiterlo do^ loulzes ve*lncaodo se-
ren verdaderas as informnQOes coudas as re-
clamacea.
Alio ao abaso, contra a dispcsifSo de lei ex-
presas as posturas mualcipaes, ae serem enter-
rados em catacumbas de parede pessdas falleci-
das de febre amarella e nutras molestias epide
uiicas, verlcooo Incansavel soperiaiendeote qui
a parede do fondo das catacumbiS do qaaaro
novo acba-se em diversos pontos raebaua per
miniado f al escoameoto de materias polnaas
e escapam-mo de gasea de po'.refaccSo.
No Intuito de garant'r a ealcbridade poblica
contra abnsoB de lauta gravidade o illnstre fanc-
tiooarlo (i ton de entender-se com o consol ia
Rlez e a commifls5o,la cojo cargo se acba aquella
eatabelecimenlo.
Em segoida percorreu o burro de Santo Ama
ro, visitando cortijo, estbalos e ontrn estae
ledmeotos. eendo acompanhado em toda3 as de
ligencias pelo zeloso tls;al da fregoezia e om
guarda.
Por oltimo fez o aoperintenoeo'e demorada vi-
sita no Cemiterio Manicip-4 de Santo Amaro,
oo ie den providencias no sentido de regalarisar
o servteo de enterrameato e desiofeegoes dos
carros fnebres de accordo com a le em vi-
gor.
\uta par* a historia do Coar-0
illnrtrado Sr. Dr. Guilaerme Statlan fez nos o
obsequio de ollerecer nos nm exemplar deess
seo importaetd trabalbo, qoe acaba de ser pu-
blicado em Lisboa.
O trabalbo do distiocto medico cearease, qoe
tanto se tem dedicado i formacSo da historia
escripti da trra natal, mesmo sob o titulo mo-
desto com que deo-o i Inz de valor ioeatlma-
vel. e sobre todo pelos subsidios qoe no mesmo
trabalLo s encontrara para urna nistona geral,
oa pane por ventora mais diffkll de constitu i-a,
qoal a qne se prende a seclos pasaadoa.
Sata verdade testemooba-a mamo o Sr. Dr.
Stodart, despretenciosri e modesto como ae re-
vela, qaaodo accenfua qse assenta assim alicer
cea para trabalbos de malor folego e foroece
eiercentos qoe poderlam en breve estar per-
didos para estados bistoricoa.
Estas palavrss, comprenende-ae, nao s5o nma
aprectacao do trabalfto d Sr. Dr. Stodart; ape-
nas externara a primeira impreeaao qoe sobre
elle vivemos ao receber o reaecilva exemplar e
aaseoborar'-ooa do ae objecto gerSL
Ag'adosBoa ao St. D'. ffullberme SiadaM a
genieu'ae sea OfferCi.
Appellac&o riTri-Pelo S\ Dr. Vioeote
Ferre.r de Borros W. Araojo foi nos offerecido
om exemplar do folneto qoe dea estampa coro
aa allegacos qoe orodnsio oa I* tnsiaucia e >s
razfiea de appellacio qoe addozio na ques(&o
civsl em que nao ap enantes Carlos Jjsquim
GoDC'lvese ootros e appellado Alvaro Artnor
S"Dos gratus fineza do illnstre advocado.
Han'iNEe vapor eperadn rio por.os do
norte sabio boolem io Ceari, devenao portaoto
aqu rhegar no riu 21 do crreme.
club Cario* Comea Hoje. ai 7 hor s
da nji.e, reuu ,(o-se em assemoiea geral o? bo-
jos ueste Cob pira o opio Om d tora reo
c nbeciraento do relatarU (eScootaa do anno
ec n>nico 'iodo e eie^e em o oov coaielbo ad
,iilni8i'aiivo.
Kmla Caaa da sugerir reliaHj
as 3 uora.s ita larde p-U Joo'a sdiniDiS Smta Gasa ne Uisenordia, Bao recibidas oro
tOitas ara lornpcimeatj de dif-faai g3eros,
no trimepire de S temb-o a Dz':ito ::o< sta
0- peixentos dios a Car^.i ra Salta Cosa.
Rir:-!)edr! do Bajeada -O afimis'ra-
d^r desta repart gao prorogou, al 30 corren
e m z o p'aso utrs p-g4iaento DOCa d f-S i contribuios< pe.os ^ervij s i Gompaabl
R-ife D-ajoage referente ao i.* sfnes're do
-- 'l > anuo.
Arndemlco Fcrnandca Pedrnsi-O1
luuin m 'o loa Kotu 19 de Aonl, i ujo direa
> S-. D-. Luz Pc-io Carrdro,edo le era p -
r o- mternoofatlpcldoestolaote e di- [ -
noel Pemandea de C'valno Pe-Irosa. v.> ni-
lar eoloesr r>a appoltara do tinaco.anadearco
i na ia:! la slgoificatlv la dao i me-
i rgallo^sdo m 50.
R^cbedoria ro Kxti'Jo Eotwa se
rnanna uessa |ii t>cfto o pag ra*n 1> c ir do i.) su '!" r -,. .. ... i
. 3. 8 10 II, li, 16. 19. 10, 2, 23, i 2a 3),
31, 3i, 38 :;9 : e :3 woformt?o )
oa r; cao, publicado .'ou r. pa i d'esto
ohi.
O* interesas oa fiqum d s-b- so.
cSedade Goacalves l>iaa-Em
-. reallaa la ti i o aiiagu Diurno, po 3 de I o
x^cj ite i- io ida aigoui .......
I i. ; oio ge a p,-:e I tera'ia, t-. 3'aram
IS palav.M o.; S.-. j \vi w.i: s. ly) !-
m .. Honorio CarrUbo. ^nrire a Su i oo D-
r.-i'.o; F man lo C-:v;;' 'ante, b '! i D
o; J-'>'- Loca), ^onre o aeo irat hn A
dade.
0 presidente, rfepoi^ de com
iad e acc irdo o n o art ili d .. > taiu
toa ler I :;;-no prximo -"fo u- o earvra.
ment 'io : -:>- h i i :i es lo i r ita
(i ^ I'.
fu'-Ieo Atlladco laalrnc vo -E
C l Heraru reii:>-.it: -i-u..:..... ni .-" i
le aaaemb.i geral, ao lagar e \- h aa "o coa
inme.
i:(|r.r-rtr:o d cavailnria Servco
oara Duj >, i9 se Se edioro :
ra ) rooda o S-. aiferes S 'bsatiSo L ns.
Corpo <5e palelaSei jo ra o da i^.1
io correle :
Ronda maior o Sr. slf -res Joaino.
Gosrda (!e Palacio o Sr. alferes Ermiro*
O c irpo dar as goardaa de Palacio e Cara de
D- v.co.
Uformes n. 5.
Trlfunal do Jury d Hp<*IcFe:
Insultada nuntem a 3.* xessio ordinaria a'eatp
Trioooal aob a premdencla do Dr. Jos Joliao
lt- gneira Pioij de S>uz>, jo z de limito l. a i -
etiisto reciproco t>3* iiiaficto cr mi...!. occo-
p io lo a inbuaa di accosacao o2 nrorooto: pa-
. I :. )-. Jos da Silva ilo.
R ; pon ; ram ti ia -i'- i nz le facto.
!" a .i apr sen'a o jory
. p .:.i ti ^amento _;,;..
un .-; :; sos:
L oni las J.So Evangelista e I n \
-' ,.l_\ roo ia os nos ^. 13i '> e
i l i Gad: .' 'nal, ce i.uj n
. .' i ci.m o art. B4 io :i'.o re
;- :;. inste : ;
i' l ; J I I ". 1 :i:' OO
tabeo de 1831. Jos AivesdeOln j, i so hj
2. de Dezembro do rr>> > F t
de Britlo preso cm 12 leMu-ii [f.fl, pro l: .
. i i do art. 36 do C id. Pe
Antonio da Agolar qu.t diz ba r-3a .' n
;Ia Coa a Caloino, nrot.aacado i u rt. -71 .<
i ,-: nioal de t8!0, preso e Si i ". .
.: 1892;
J G i-qoIv-s Gomes, r. onnncia 11 no art. 356
-.o coligo pen il, pre-o em 19 r i d* 89i ;
" 'o Barbosa Uontei o, \ i
.ir;. 33 ombiiiado com o art.
p u em l'.i i- Janbo da 89 ;
I H- zerra Torrea Gil- l
303 e 293 .co Oiua' i a-t-=.
13 e 63 do cdigo peuai, preso em 1 de S
bro ae 1832, (:..:..-; p-oceaso5);
JcaoFrsociaco Caro;iro, pr lado ro art.
304 i untco 'to codito penal, prtso em 3 o
ro i e 1892 ;
Julio Gomes doa boio. nren:; nado n
29i 2.u do coligo penal, preso t:.. 7 di Uato
bro ae 1892
Anion'o Kirarsdos San'os, i>rooaneiado no
art. .7) 2 oo cdigo penal,preso em 9 de On-
tubro de de 1892;
Aloi'iho Candido Fereira, pro oaciado no
art. 264 2- do cod:go penal, preso em 17 de
OotuDro de 1892;
Joao A'.itonto de Oliveira, Manopl Ludgero da
Silva e Jvina Mana da Joncetco, prononciadon
io ;:r:. 303 do cdigo penal, preeo em 19 de
Novembro de 1892;
Jo. Cypriano que. diz chimar-se Jo^p Lonar-
do de Araojo, pronunciado no art. 270 2." do
cdigo penal, preso em 4 de Dezembro ae 1892 ;
M inoel Jo dos Santos e Souza, pronunciado
no al. 294 !. do cdigo penal, preso cm 10 de
Dez^mbro ae 1852 ;
Franci-co Tavarea de Sonza, proonnclado no
art. 30i anico do cudigo penal, preso em II
de Fevereiro de 1893 ;
Peh'-.iaoi) Benedicto da Rocba, pronunciado ni
art. 303 do cdigo penal, preso em o de Abni
de 1893 ;
Pe i.-o Evaristo dos Santos, pronunciado no art.
294 1. do cdigo penal, preso em 18 de Aonl
ae 1893 ;
J) oJ^aqoim Aites do Nascimonto, pronnn-
ciado uo ari. 303 do cdigo penal, preso em 23
de Abril de 1893;
Peiro Salom, Jos Tbeodoro da Silva e Joi
quim Barbosa de Souza. pronuciarioa no art 303
do cdigo penal, preso em 24 ae Abril de 1893;
Antonio Ferreira Das, pronoo-ialo no ari
29i 1- combinado co"i os arla. 13 e 73 do C-
digo Peaal, preso em 27 de Maio a 1893.
Foi ubraeiudo a julgamemo o reo J s L'o-
uardo de Araoj>, pronuncia lo com ocurso cas
penas do art. 2'0 2- co Coligo Panal e acra
sado de hnv r e^j 21 de Ootubrj Ce 1891, oa
freguez'a do P05J da Panella, raptado e dt flora-
do a menor e miseravel, no teado legal, alaria
Caeau3 da CooceigSo.
Fcram sorteados para compor o jory de sea
tenca os joradoa angun es :
Aonlaao Bezerra Cavalcante 'A'bcquerqae.
D-. Ezeqalel Fraaco de Si.
Beojamim Consiant da Caoba Salles.
Fraacisco Lolz dos Sanie
Joaqoim Felipoe da Costa.
Joo .lUgusio Pereira Magala3.
Servulo do Nasciroento Bd .
Antonio Carneiro Rodrigops Campello.
Manoel Affonso de Castro Nones.
lo'errogado o reo e feta a leitora do proces?o,
foram iniciados os debatea.
Terminada a accosacao assomio a presidencia
do tribuoal o Dr. Francisco Altino Correia di
Araojo, joiz de direito, 2- substituto reciproco
do 3* diBtricto criminal, par acbar-se incommo
dado o Dr. Jos Jadas.
Prodozio a defeza c Dr. Loiz Emygdio Rodri
goea Vianna, advogado dos presos pobres.
Em face da declaao do jory, qoe responden
negativamente, por cinco votos, ao qneaito sobre
o pooto principal da causa, o Dr. Altino de Aran
jo consideran prejudicados os demais qnesitos
propoatos ao ju'y e absolveu o to da aecusac)
qoe Ibe foi intentada.
Trminos o jnlgaxeato a nma bora e meia da
tarde.
D-ve ser jnlgadoboje o reo Francisco Barbosa
Monteiro.
Calamento civilPoi affixado no dia 18
do cerreote edual ae preclaras de casamento do
seguate centrabente:
Prirnelro
Francisco Antonio Pe eir, morador oa fre-
goezia de S. Jo8. coos Joaaua Rodriga s da Sal-
va Jacobina, moradora na fregoezia da Boa-
Vista.
O Um do mnrdo^-Tal-' o tllolo do DSEv

romanen de qoe Canillo Flmarlon de* aa pri-
micias --vi u ingl-zi CosmopoHtan Migazine
e cajos p'i neiros <-aoi olot appa e c'am no
cinco oitimo) oomeros de'te peod co. Ate
agora arada se nSo cabe bem de que modo que
-sie planeta desapDarece' do utrn-'o 'las cou-
sas creada?. 0 autor reserva o seo segredo p ra
o< alttmos capiralo mas ao que parece sera
po- meio de om choque da ierra cora um come
la ''iTio o de 1811.
0 qoe socreder se electivamenie essa colli
.-&> se ef-etnar 1
Et-1 o qoe FUmnarioa dos d'z 3 pss? reapeita
pela bocci de un dos p-rsoiagi ns do sea ro-
o nce :
A riesfoico ds '.erra rp?rtltar da corabi's'So
da atnmospbe'a. Darao'e terca de s-ie ora--,
porfse oeceaiarto ccn'a-cm a resistencia dj
comer, navera omi tranafarmacio con'inua iie
movirapnto en cal', dbytrogn ioe o exige-
011, ciimnioando-s? com o caroono do cometa,
inflimisr-se o.
a te',".piratu-a Jo a* elevar-as ha de algosa
centenares d^ grioa ; mstaa, j i- lina, plaa'as fl >
restas, babitaco>a, eliHeios, al leas, eida-ie*,
t do sera era brevj rednxid' a crazas ; o roa-,
os lagos e os nos comecarao a f-r-- ; bomeos
e i;'mae. povoltoa no bali'o ao'azaior do o
meta, mtrrerio n antes nteamo de
serom qnimado. ;o Dodeado oa eena palmOes
arsnajsotesaspirar -^-id ', .
Mas eats combusta1 ger nao lado na-i
ve (1 "ca- BimaUaaei tente. Uedeara um
cerio eepaeo de tempo ntr-1 ini 'io 1 citss-
irooba e a >u< conccsS 1
Se a pus-a lat lo e Id* a or:m a re :i sr n
p-tmero CO lo ..... !0p no<
. -, e ircp.co de Ch ;-: Marro 1, A g li .
I a grecia i" y .....
1 na do cele '''''- 1 ':--'
No-. .;-. Lvo-eci
.. .. lie- i? 1 rj
.;''. .......
qae i'
....... iiij > ia
1 1- de Jd : 1 o D1
v !o ; 1 i-a, --
, ; c cS
... "i A
ie-r -. .
t :(> 1
les ao 1 11
!''. :
9 s. '' a p : 1
1 tico A :i ; :- te, qoe
ura a um ti 1 '-'""" imeo 3 na f
cu :) a si......1 as .'.,.;,. io I,
1 tira
.' '. .:'!':'> '-
v.)i .) o : ira ;i i
; I i
'.:.. nte o nr para
II -acio ; f
bera
de agoa c ihio < i' c tara: u eai ; p*
celia illaminando o horisoot" 1- 1, 0 > c- re-
iarapagoa I a i s; o to'-) ra 1 rn
fo do ;o o .- o lar lo tntu ; a u lu
p8aad08 diaa h-vabdo sido snbvituida pelos :-
oi8troa l;mpej >s da a'.h'n isfhe a esbrasetida
oda a t -rra reaoar era rev cera d >b e lo-
oerano do BOiversal anmqu'.luraento, eran.ira
so te do-s aotioodas defi-a provivelmente la do
resto 10 genero hamaoo Em vez de ediatameote consoraidoa erio .>. oiixta-tos
pelo* g z ......ice so de oitrngento, o exy-
g-*oi.', b.iv--n':o sido ra ita a ..'")
nado pe!'1 '.y' '>. r '
- q i) 9 E
qai
.,..;_ .- 1 ..:>.., v.-;- o uxy. -
- ,
ica fui tu :
Op<------'_ ::!--;"'" --:'-
I 1 II, nu 1 18 -.
: itps:
. I :
l, ... 1 di fossa i!!Uc.i Ji
[a .<".i p ptcisSa da Inica vaginal rHo pro-
.-.,'. i .; : ; ir bylr ice
esqner lo
1 hl :.- Mi-
mad 1 por i s u -3
Ir -.
Ti-. .. da Cuuba :
Ex h'-'C1
E a e a loba.o u orel
' 1 :
I 1 no rj'hn ?8qaerdo n
r 1 a .
Ho| :
> i 1, rmazem da to la
ra'riz 13, 13 hor la m 1 ha, 00 so-
Ora-l 3 : Mtj ;; ra da
i- io DdJO'j ie, ao "i ara e
aor88, a 1 sita a rj.: Inperial n. 213.
Ama ha:
Pelo agente Oliveira, no L'rgo da A'.fandea,
j 11 horas da taa!.h. de 8 barricas cora cbou-
ni ;-
ssaw-ai fftrssefca-eaS~rSo celebradas:
Hoje :
Na igreja da S;inla C-oz, aa 8 horas da maoba
pela alma do padre Aloino de Carvalho Lees-s.
Na matriz de Santo Antonio, < 8 boraa da
manh, pela alna de -Lopoldioo Carneiro Per
reir da Silva.
Amanlia :
Na matriz de Santo A "i-rato, ia 8 horas da
mnh, pela alma de D. Joanna Ferreira Chaves.
No convento de S Fran-isco s 8 hora aa
manb. pela alma de F.anc;s:o Soares de Hol-
lania.
Na matriz dr. Bo-.-Vista, ? 8 horas da mantia.
pela b! -:a do D". Jeao Jicome Marlins Pereira.
So convento de Nossa Senbo-a do Crmo, *
7 e 1|2 horas aa maoba pela alma ae Miaool
Cvnriano ce Souzu
Ni matriz da Boa-Vi3ta, s 8 horas ? maaha.
pela alma do desembargado." Gervasio Cimpslio
Pire Ferreira.
Na raairiz da Boa-Vista, as 7 horas da manh,
pela alma de Mauo^l Feruandes de Carvalbo Pe-
d'0 Na matriz da cidaie do Cabo, s 7 hora.s da
maabS. pela r.lma de Joanna Ferreira Chance.
Inapereorls di> dats-i- marl
limo-Recife, 7 re Setemb'Odel893.
Bestia: rueteorologico
Joras Terrn. centi- Barmetro Tensao do Eurnt
(a 0>
760-.45
760- 08
760- 56
7" 9 o I
759-69
Temneratura mnima 24 '75.
Temperatora mxima 8,u30.
Evaporao em 24 Doras ao sol 3,m8, a sombra
l,m9ra.
Chava nnlla. ., .. .
Direceao do vento FSE de meia noite al 4 h.
e 15 m."oa manb ; SE at 8 b. e 10 m. ; ESE
com iotmupcea de SE e E at 8 b. e 24 m. da
larde ; SE e SSE alternados al 10 h. e 18 m.;
ESE e'-E alternado8 at meia ooite.
Velocidaae media (io vento 4,m33 por se
gando.
Nebulosidade media C 33.
Boletim ao porto
mino Rodrigues Lanrlnc, Bernardlno Ferreira
do* Sanios.
Sabidos para o snl ne vapor nacional S-
? Irot* :
Dr. Cectliaoo Marnede AIvps Ferreira, Antn o
U y-sps oe Ca valno, Ernesi Brotberood, Jos
Ped rza.
Caaa de Dlrncfio-Movimento dos pre-
sos da Cusa d i-tei&o do Recife Estado de
Pemambuco, 17 de ietemnro 'te 1893.
BxiaUam 405, entraram 5, sabio 1-exis-
iptn 109
Na.-ionnps 3S8, mclberes 11, est-angeiroa 10.
Total 4(.
-Arrscnad ia 3C9.
Bina 31o.
Dosntea 15.
L locoa 7.
Linca I.
Total366
NSo bcuve raov'mpntona enfermara.
Fcram v.-aios os presos desie fat.ibeleci-
meoto, por 182 pessoas, sendo 83 t-omens e 9S
mnlbe-es.
llu-?;if f\t Sc;t?r II1 "">:' rV"V0 de*P9
istabel .''"'.V cargo da Santa Casa de Mi*
lenco '. uia 17 .: o, fot 3
1 guite :
..... Co9
...... 8
------667
Sahih .0 . ... ;
Paile u . 1
Exislj;a . 6-9
S51
p vi ! d r a aa enfe-m r
tea 1 fl:
i: '.: .. .. S l/i 1 .:,. .
. 8 >
..... ! ': !i ', . v.'-.\i e
. s
!>-. Oi/i. . !() ' .
. . C 10 : 2 .
Sil!) .' !! 1/2.
3 !/2

! . 1 1 I >-- 1P3 - a 10 1 \ la ma-
ib tu ti /i.
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, :j ':: 9 i :
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II) 3, l
..'' i... 1/4 1 re-
... 1, entrn la 1 -
-. !' t .
. r da i
. g g t (
,-- _) )tutri3 io dia 1C
' Uti '.
i u e l' !a Lo 'na i o, 5i anno?,
3 V ; i-' .
i K ..... A'a
1 -'e 21aaio o'teiro Bi-V8.a ; lyn balite luec-
I r-, < c| '
n
I .
v .
)
., ia I a o I do
' '
:.- "I'O-S
-, Toan b;-^,
-rulos pulmooa-
: -. nj -" Britto, Brasil, 9"3nttos,
ira, S. Ja- ca h sia 3 rali.
H-". ai 11. C. 'i-i Gji icao, Pern imboco, 3i
, BOHeira, P;>; bron 'hit-.
Md-nmo l nido f-f-r.-ira, Peroambuco, 78 sa-
nos, folteire, Grac-i; diarrba.
aotcaio Al%,a* da Costa, Poringal, 78 ?.ino3,
1 -iro, E V.-tta ; benb'i.
Haroe' L-'Kentno, l'er am'oj' lio a;a:3,
..., r j,\ 1; "K ireo'.ose.
r 1 i i-a Teixeiro dp Brr>-.
16 i. it.i Vntooio;
U : R.rmc, Pen 1
.....
:i '.o 00 sexo mascolino,
I
P ":^UC0,
',':-
.'
'

>'


, g .,
rado
6 m. 21'3
9 26:4
12 17.1
3 t. 27.'5
6 26,4
vapor dade
21,53 96
20,01 77
20 Oi 73
1939 70
19,36 76
Pra-mar ou
balxa-mar
P. H.
B. M.
P. H.
B. M.
Das
Horas Altura
8-35 da m. 1.-65
2-19 da t. i "00
9-01 da t. 1,-68
240 ..a m. 1.-C0
17 deSetemb.
17 de
17 de
17 de
a*aaeas;eiraaCnegadoa da Europa no va
por fra .cea Corneles :
Emile Dol, Henriqoe Boisine. L'opold Moa
tlgni, Aloert Damon. Vctor Lecletq.
Cbegadoa de Nev/York no vapor inglez
Colerilg :
B. W. Wieler. Jos Hennqne Seabra.
Sabidos para o sal no vapor nacional Olio-
da* :
Bonifacio H. Silveira e ana senhera, Harta F.
Lobo, Dr. Joao de Dena Cunha Photo, Manoel L.
C. de Aibaqoerqne, Fazio Domeoico e soa ae
nbora, Mana A. da Silva, S. Philip Williaoa. Dr.
Paalo Rodrledes Teixeira e sna aecbora, 4 fllhos
e 1 criada, Hignel Ceavolino, lente Pedro Fal-
co, asa atosfa, 6 hlbos e i criado, Javeotloo
J. deSani'Anna, Francisca MaMa da Silva, Vic
) -V ; 111
: -
.' .>>.'
ir) Boi-Vi ia ; a- era' i.
"' i, 1 : -
vio -.', fc.-Vista ; n- raa.
.... v:: i lo Jo- a .Su, Ciar., 32
G-..;: in 1.
i-a, G'-ici; feb e j >^o m I ru.
Br ion, i' -.n i!, 21 "i"-.
i; : : jniirfl.l .n
i S 1 ia ii : Co ceicao. P ........
a v.a':., BO -Vista; ei pi : 'O
.
. fel ;:: PSXO :.....3 sil o, P n ". Rol-
V'. I ;, :. U a
17
_., ... ; -. ,j O rJ p .~
I! dro. I V a; nla'rhea.
L I ;-;.', '." .
ij ac; : -. Bul" a.
Aot rio J -( da Silva, P rnambncc, 65 aaoos,
....... .,',;,!|t...
An: J una aa ConceiQo, Pernrmbnco, 50
ii-ii 1?, vic. Grac? ; ypbo malario.
Domi goa Ant-raio Turres, Per o, 3C
II '.- Graga ; oppbrite inte-sticial.
Adolpbo, Pernomboco, 7 mezes, Rtcife ; cca
vol-0 :8.
Mana Ferreira do N'^cimento. Pernambo:o,
35 anona, casada, Bi-Visa; le^o-mural.
Jol-a, Peroambuco, 5 auucs, l6a-Vista; impa
ludisroo ch-"ODico.
Mina Andreza N. Nascimento, Pernambaco, iS
;oras, Graga; convolsO-'s.
C3 ?".-
HYGIENE
Eligiese publica
Os Uitores viram exoo-ito era seu^ m?no'e3
detalhes c y=tema qoe perraitte rpart;g5o d3
hy^i'-ne de Nova York su--pfnier a d^vastacaj
da febre typhoide cu es estragos do cholera.
E' escusado dizer qoe esie systema de pro-
lecgo absoluta reclama coosideraveis d->speza3,
ora pessoal name-oso e a cooperaco incessante
de horaens dedicados que nao .-pcuara diante
de nen^nm p^rigo; e o Doard of Health da Nj-
va-Yo'k possne nm pe3Soal ao nivel da sua alia
missSo.
Para completar sna in'.eressante exposlcao 1e
factos relativos hy^iene o Dr. Edsoo di inte-
res3antes detalhes sobre o modo de peselo
daa escolas, pensionatos e casas de commo^03
(lenement houses, lodging houses). cemergindo
as vir 113 des io?pectore3 para a ven'.ilagao, sys-
tema de canalisago de e?gotos (p'vmbnn) e prin-
cipalme-n'e para o as3eio geral (eleanliness).
Iodepenieate das eosdleoei de salubrida-
de inherentes aos propnoa locaes, preciso
nao perder de vista a condicSo social dos mo-
radores, qne multo conrorrem cora a sua falta
de aseeio para a creapao de focos de infeccao
Em taes circumsiancias lodo o rigor possivel
em pregado contra estas pessoas bhm de qoe re-
gencrem os Feos hbitos contrarios ty-
giene.
Tambem a media da morlalidade de Nova-
York tem constantemente descido, a despeito
das mltiplas coadicOes que se oppoera a isso ;
e o autor da moaograpbia affirma que o Bfard
of Health daqoella cidade esforga-se para conse-
guir este resellado e trata ?a molestias conta-
giosas procurando na ter neohuma a tratar, oa
como elle diz em sna propria liogna : treats con-
tagios diseases byhactug no dueaseto treat.
Agora vejamos como ae procede nos lazaretos
de Nova-York relativamente i deainfeccao das
cargas e bagagens, e qoaes as ldelas acceitas
pelo conhecido bygienista D-. Georges Stern-
berg, de quem os leitores j leem noticia como
autor de uraa excellente obrfnba aobre deain-
fecgao e prophylaxia, de coja -vnlgarisagao em
rticos publicados na Provincia, em Ootobrs




.

-.-
torino Gomes de Arroo;^ AatooloJoaqaim de 3nno passado, ae encarregon o Dr. Carneiro
Saol'Anni, Looieoijo Gotnea os Saauja, Filis- e
L

_.
JSTVEl



*<
"
Diario'de Pernambaco Terca-feira 19 de Setembro de 1893
%
A NOVA-YORK
Ccmpanhia de Seguros de Vida Hw-York Ufo Insurance Coiupsij
Fondada em 1845
48 ar.Dcs do proBprri^ade, autoriaada a tunee onar no Ir til por decreto n
9503 de 3 de Outabro d 1883.
Deposito no Thesouro Nacional Rs. 200:000^000
A COPAHAOVA-YOSK
qne emitte plice tanto em oaro cmjio em papel, teta patro s viuvas, orpbJos e
erdeiroa dos segurados n'es'e paia mais de des mil eotoa de res d' ranta 10 aonos
em qne tem fuLCcionado no Brasil.
Escriptorio Central
3]Roa do Hospicio31
RIO DE JANEIRO
&. I, Eisman Benpmia
Gerente
^^V&V&V&^^&MV^&^V^^&
P ^ Rog
EDICftffiENTO APPR0VAD0 PELA ACADEMIA 0E MEDICINA DE PARIZ
O Poe ROG o yerde.deiro mrgante das senkorat, das crianzas e das
fftW^tk P***** constuicao delicada. Com um vidro de P de ROSE, fcil a levar
I BK 9 comsipo por toda parte, pode-se preparar na occasio necessaria, urna limonada
rM do gosto agradf.yol e muno refrigerante.
o P 3E ROG conserva-se inilaitamente sera se alterar. Emprega-se' o,
deitando o conteudo do vidro em roeia garrafa d'agua, deixando em coutdcio
durante urna hora, ou melhor da noite para o dia; rolhar a carrafa se desejar-se
ter urna limonada gazosa. _______
Fsfcrtci enada por lucido: C5 L. FRERE A. Chumgm e C, Sute-, 11, na iacat, Pi.liZ
A VABBJO, km qu\si todas as phahmacias db todos os paizrs
DIGESTIVO DE
ATINA DE FRESNO
-->(
Succursai Central des Estados do Norte em
i n n m iuco
EataVs da At z .:>..., I"..:.: Mar ni >, Pi nby, i Ri C. ne o Norte,
Psrabyba do Norte, Perrambiu-o, A!a,-> ., Sorgipe, rtobia e 'o.
36Ra do Mrquez de Gnda36
Jo,,. -',< .
i ... i.l :.l
1 ni ... ri urin

S 2.' O :. Dr. T : ~ ... \ 7 sira S
Gere S icuraal do P i.. B .
O Elixir pancretico Defresne preparado com vinho tnico e generoso
excita o appetite e facilita a digestae : aproveita muilo na diarrhea das
enancas ou nos meninos durante o crescimento, quando a pubordade
parec: custar a estabelecer-se, e as senhoras nervosas, cujas fiinccoes
nao se operam regularmente, na atonia, e em todas as molestias c"as vias
digestivas. dje .- um copinhode licor depois de capa comida.
Em casa DEFRESNE, Autor da Peptona, Paris, e em todas as Pharmacias.
'.Unt
Cosaa. iodureto ele ferro inalteravel
- 3
40
Ru u ue ie C sias
Yendas em grosso earetalho
O? propietarios deste muto acreniiado Ptabflecirrmto f.;rpm poblico a todos seu* fre^ne
ze? e amigos e as Exrm^s. ramillas que acibarn de receber om completo soriimeQto de hiendan
o que ba le mais chic e mecerno :6 no
Torrad or
.<.~x ViAi .. ~_J -V-.1 -'>
R>os vpftido? em carlao rti rdartoe a u, ln as : lii :r i lavrada? n rom ramag?ai [
bullas ,;.' :' ia, bntfce r!e:Pnhr.p, ona complpio BO'iiT.eri! i l i ti i i .:
pad''-s p precos haruios em gran''H roniQ3eoto di ti corea, '
eseocezaa ite trno ijoato en co'es divea : rande po' II | a
para h: e cama ':- DlCtifs..... .,..,.:,.
para h mem a seoborap,de k- .- e :.- apenco i-i fspa 6
' retela e linho lionas ere rr-
d i-. .-. .. '-i.. | ii
P"r i 10 b ii licbo e algu ao, bra cate 'ecoree lioho < de c a, visnariof
iPCa ." : r -: II I, ;.,, ......1 ...
-i lea, dem, i l nh > <
.,. r | j. .. ,,...,_.
R p ,r ,.-. | ratOf.
fj | (,-- ptplo l '( Cf i ". I 3.ii R '"'
TrfQJbem m brevid gS?.
! ntoe de r opas e mn i q rever.
or
Otilia Coutinho

ilS7.Z)rC-4.<7^-0 TOJVZCA.
Fabrica Ca-
xias
Em consequencia do
preco elevadissi 'o do
fumo e fechanif-nto dos
portos, vemo-nos na ne-
cessidade de subir ,$0ii0
res em cada milheiro
de nossos cigarros, a
prinepiar de hoje.
A mas
PreciM-se de duas amas, urna de nula idade,'
para comprar e coslnbar, e ortra para andar ,'
com dooB rreoioo8 ; na roa da I.nperatrix n. 2i, '
primero an^ar. (
Alnga-se
Por mpz en por festa a c;.sa da GaoaSj alj
no Monteiro. n. 2 : a tr.tar na e-:nda de lof
8d Barrop n. 24.
Papel pintado
A L'vraria Cmlpropcanea acibi de reforma
su eno'ire aeposito de rape' V'a forro da
salas, i] lartos, vnrunas i co redor o, fidrOei
! Qdissimos, ?fnl ao p--'C' a- ica
RA 1- DE HA! Q i >. 2
Ramiro M. Costa & C.
________________________________________i
E' inneg?vre] t
esejar o qoe ba a< is rl. !(,
Q em dr
pos (ir, j procori vis a'a sana Co
' a P- ja da odep na. 17 id, i
J7 ^i '' loof'ar v r ,-: i
ifeie aUi'lienlO eiH dP calcadr Qac;onaea p pos i
, ^ :-.>., )-aa e cnanga nnr prri
preco c temporada) e
NGARD i IFabr.

$
->

o
PARS
40 ru Bonaparte 40
^
>**+*, PREVINAM-SE COM AS IMITAgoES
Ferfumes Suaves e Concentrados
SORTIDOS EM QUAESQUER CHEIROS
rEIK.E"XJ3VIA.E.IA. ORIZA,
de L. LEGEA173
,C ~ inventor fia Producto VERDA DE IRO e acretelo ORISA-Olln
3- 1 S^laco ci la 3V^Cacl*lin.e, Paris
ACIIA-SE EM TODAS AS CASAS DE COKFIANCjA
rr-<3
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c^3 creo
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5 KLADA MADHE DE DUS 5
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desaparecen logo que
deixe do haver a causa
que omotivotr
Recife 12 de Setembro
de 893.
Azevcdo C.
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scus mi. ero&os a?
g*os e fiigueze que
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em vista ua enorme ai la
no pre Q:: d o s futos nao
podem cooti uar a
vender seas cigan
pelos presos ai h|
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' ?r" I s de la .
GaRANTE-SE ; Ui
Procos
Cuimarae8 & V. lente
4e G -L r^o do C< rpc S *4 e 6
Vemie-se
Oj oav?Iio8 de corridas, V*va o roooa
. 1- v :i ila i ua do l'\. i. Torr.
cr
v> -
!
':0 AllllUOUCI (ii'E y^i fiiyj
7^ ^-^-^^ "^ ^^^
TJ33J.cc Successor cio?3 Carmelitas
Ey&.rIE5 1-1, Miza da VAbltaye, 11 Eja.ISS
CONTRA:
Apoplexia Flatos
\ Cholera Clicas
;iA!)SFE.K\\''::i\y Enjoo do n?ar| Indigestos
a A vui\\ Pebre ajna.eHa, etc.
Sil i Lcr o prospecta no qual tal envolvido
4 i \ < RU DE L'ABBflYE//-, // i&m.
c^ Vg"\ PAR
Devc-so esi^jir o lotreiro branco
o prcto. era todos os vidros.

eeja qual ir o tamanho.
DDORIOa EM TOSAI AS FHABMACIAS
do Universo
Cesconar
DAS
fa&ifirrra
e exigir a Assi^nafira
de
^
'^<
- -'Sjf'
tiv^V^jJ.'.
&PFFPFPFFF@&&*
eleva n<
E
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11000
em Vi i iro
i. -
ni Ud. p iaiii, cjs
1 I .
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Recife ISde .
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; .i.-i' ij .
1 '-- B a f >et dem c . .
l !>- | -. '
mm
r\v.
1
'

w
ps-I
os
RUADO VISCO N DE DORIO
BRANCO
ANTIGA DA AURORA
O proprietario deste estabcUemento desejando tornar bem conhecide, do pu-
blico e do commercio em gernl os productos de ana fibrici, .-xtrahiaos do Cjti Aba-
caxi, Gempapo eoutras fraetu de nana flor, cujas form;ila e modo de prepancSo
foram approvd^8 pela Inspectora da Hye;i?/ie reste Est'do, vem ^presentar a lista
doa ditfia productos, que cda cia *2o 8e^do eonfeooiooadoa com mais perfeic3o o
aceio, conservando de modo etpecial toda parte medicinal dos resnecivos tractos.
Alm das "irtudes medicinaes dos preparados da rrarca eupra, q~e tem por
base o csj e genipapo, com' sejam os vinhos, licores e eogoac, qne j s!o perfeita
mente conhecidas, sobresae aind o n?o qnotidiano que deer; as faz lembrar por occa-
88o das refeicSes dianas, como bebidas ce eheiro c sabor cgradavel a qaalquer ps^a,
dar, principalmente as pesaoss qne a: frem do estomago, anemia, pyphiles, moleotia3
pelle, etc., etc., provocando ao m^smo tempo irelbor ppetite, os vinhos linos qao se
disting.em por etiquetas de um at t'es A, reima dos respectivos rtulos.
VINHO DE CAJ' de divarata qaalid..dos, e^i Barril, \neoreta e em caixa e urna
duzia de gnrrafas.
DITO DE ABACAXI de diversas qnalidades em barril, ancoreta e em caixa da 1 duzia.
DITO DE GENIPAPO de diversas qualidades em barril, ancoreta e em caixa de 1 duzia
LICOR DE TANGA E DITO DE LARAN A em caixa de 1 dnzia de garrafas.
APERITAES de Caj, Laraci e de Oenipapo, em caixa de 1 duzia.
COGNAC DE CAJ' em caix* de 1 dnzia.
CuG 1AC DE LARANJA E DE GENIPAPO em caix- de 1 duzia.
VERMOUTH DE CAJ' em caixa de 1 duzia de aperaba,
Vende-se tamban os productos cima em caix- de 1 dozia de garrafas sorti-
daa (ama de cada qnaidade) pelo preco de 18$0-0 liquido, ou a vontade do compra-
dor. D se preces correntes dos predactos cima.
Dcce em ca da, secco e crystal'Sxdo de cj, abicaxi, Isratja e outros con
toa*
4AWk BARA0 DO TRIUMPH0- 44
Machinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas sem cravac^ao
Arados.
Tess@s
Beflii3ios,Bs*onchi*S3
INFLUENZA
APPROVAQAO DA ACADEMIA ot MEDICINA or PARS
I -v fjasa
8
Contra as AFFEICES dos BOFES e dos BRONCHJOS, acalma a TOS3E
e supprime a INSOMNIA. _________
F. GOMAR A IILHO. 28, Rae Salnt-Claade, PARS. EM TODAS AS PHARMACIAS.
SAUDE PARA TODOS.
U IsTGUElMTO H 0 L LOWAY
p np^into de Holloway ( um remedio infallivel para os male> de pernas c do pevt ; lambem para as feridas
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enfermidades de peito nao
se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores nal glndulas e todas as molestias da pelle cao teem semelhane e para os membros contrahidos e
juncturas recias, obra como por encanto.
isas mtdielnM sao prrparadan idinilli no Estabelecimento do Profcssor HollowaT,
78, NEW OXFORD STREET (antes 533, Oxford Street), LONDEES,
E vendemsc ern i y Os cc-r.prvores sJo convidados respeiinsaroente a examirar os rtulos t'.e cacLi caixa c Pote se r.5o teem a ireccao,
f^i. Oxford Sir=et, sfto falsihca;oes.
UilJlUt
A\r. i cas
Milagres 3 c ;.. c
dos para ..... re r, e
deitando ( s tun los
mar toJa reedi d.
novo, rr- ada e pintada,
quera quizer pode ir vel-a,
e a tratar na. ladeira da Ri
bera n. 28.
.
Alug-a-se
A capa terrea da roa Augusta n. 198: a Iralar
na ma larga do Rosario n. 30, Bazar Pernambu-
eana
Criado
Prec'sa pr de nm criado qne spji de baa con
dncta ; a rea de S. Jo&o n. 17, fabrica.
TKI ISON'S
WHITE ROSE
O mais snave de lodos os perfumes suaves
A original e naica essencia verdi hira
a de Atkixso*;. Evitar as contrataccOea,
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
bem preparada um dos perfumes dos
mata refrescantes. A do Atkixson*, de
fabricai,so Inglesa reoonhecida oomo
a mais fin/u
Vendem-se em to a a parte.
7. &. E. ATIUIISOI,
24, Od Bond Street, Londres.
^AUISO I.ei?itimij lmente con o roalo.
eudo iul o amareile a a marca de
labnea oaia "Roa branca" cose
o compl'-to endereco.
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A V6.dade*ra Waravilha do Sec %
&PPEOVADA E LICENCIADA
*>eln Iospecto-iu Uirnl de Ilyt'.^no n>
Imper'o el Brzi'
"x Mtt>*vllho Cavat.. ra 6 remetu> \ronj>u,
para ac Pisaduras, Machucaduras, contus"")t*s, To
duras, Cortatniras, ou Iutoeract'-tW, Allivlnadi-.
etttuuca o --.ngue, faz parar a fiuflainni.-.'.'io. n-c'u*
Llnchaco, flrao desooramento.efazbaxai afcj;dt
oomo par cncac o.
A DlniMvilija l'urariva 6 alllvloprnmpto>
lnra rr^-Ma para QseliMKRlfMi Escalfiodnraa, *
Ouviuiaeura do eSoLo eu()erlor a qual^Uir uuuv
renicdlo.
Cal Virgem de
Jaguaribe
Em barris para o fabrico
de asquear vende a Compa-
nhia Exploradora de Pro-
ductos Calcreos.
Pre9o 6S000 por
barrica
Caes do Apollo n. 73
Irrltacao do Paito
Tosse
Expectoragao
Insomnias
Qaaea
dosPu
Almorrenascurasr'niprpo nunca ralhn
A |VIaraviihaC?arnllvouma!llvlopr par V'jv ci L.^iiles, de uvW ra Face. Ufibapul
da Face e Nevralgia,
A Manttba C'urntle b o recurso prornjiK
e iiTei'loso parct Dfires rheunuitlcas, Alelj^o. lir
Kgldoz as Juntas ou l'^rnas.
A !>lh, r vihn Cnrntlva fic.Trande remedlB-
Erx. squlatiifla. Angina, Amy.tfuj-laelrcho.dRi'o*!
iflammadassempr eepuro, sempre emees.
A ifnmvilhe Coratlva ue multo vate
co.do InJerciU) para o Catante a L*tfcorrhea ou a
FK/rre Brani-as, e our.-os eonimentoe dcbilltaotea.
* .Mnrnrllhe Coratlva e lmpacevel pea
corar Oleeree, Chagas antlgae, Afosiemae, Panee
'ios, Callos. Frlelrer Jo^netcs e Tumores,
A MaravHba Curativa 6 remedio promr*
ira Dlarrnea simple* c de Dlerrnca onronlca.
A Maravilba Corutlvn ^xeenente n
Estrebsrla e Cavallarlcas. pan roreedurp?, Dop.
Plsedurasc taToladirrae, coutuf ft. Lacerado:. *i.
Parit- 28, ru Beroere.
Espealiiades do Dr. Eumptrcyv
BimrdU- EepeclOcoe,
- unFicnio IMaravIlboao,
Bemedloa 8rpBlltteaw,
Remedios Veterlnarloao |
J Mantral do Dr. Fumphreys 144 pecinas sobre ap
nfermldadee e modoo^curel^MBe dAgrans. pod*
ee aoscu lx>tlcarlo ou &
HmrakEYS'-mEDiciiB co.,
109 Falten Streett KE4V YURIi..
NICOS AGENTES
PaM venda ta groas el
9B-bae>
Faria SokriBho C.
Horteleiio e jardineiro
Precisa-se de om qn emenda, rpron?tnpndan-
do-s que para ent-entio perio da tslafo de
ferro ; a tratar no arreczem do Lima roa Ba
rao da Victoria n. 3.
Ao publico
Mauoel Llementino Coren de Mello & C,
succeesores de Uanoel da 8ii Paria, previoem
ao respeiUvel pcbiico de que contiQa o arma-
zem que cempraram na aefma casa n. 3,
praja Marques do Herva!, onde encontrarSo em
grosso e a retalho lodo material neceesario para
eriiBcages
Pedto especialmente aos freguexes da casa
que os auxiliem com seo valioso concurso, cer-
tos de qae serao satisfeitas soas ordeus com
toda prestesa e por precns moito razoaveis.
Aos fazendeiros e coii.pa-
uhias de usinas
Ha ebegado nesta cidade om perito agricultor,
fabricaoie e cosinhador de assocar, fab'ican'.e e
destilador de a cool, de mel, e cereales, qoe
toma conta de fa rico de qoalqoer osioa por
om ordenado razjavel,oo por doas tercas panes
do qoe tirar de rendimento do assoca' e alcool,
mais qoe ontro qoalqoer, e qieni qoiier esperi-
mentar e ocliar-se de seos tervlgos pie pro
cralo em casa dos 8rs. Cardoao Irmaos, na
foodicao roa do Apollo n. S.
Movis Austracos
QAjeba de ebegar ao armazem imporlador a
roa Mrquez de Olinda n. o i, om completo sor-
Mmento de movis aostriacos de todas as cores,
qoaildades e preces qoe multo devemagradar
aos ptei. D.eiiies destes arttgos; asiim como
avisa a todos os seos fregueses que tne nzeram
encommendas as qoaes estfto a sua disposicio e
p*Ae aos mesmos que Do flemorem em mandar
procnral-as aim de se liquidar as mesmase
Arnazem importador a ma Marques de Cllnda
n. 54

-y,
Urna caixa conteudo o re*
logio e seus perteuces ludo
pO
OMOTOA CAUBaMCO
A miior eeoncssi". prra eseripterio _e
cas s de farnilia
o ss m mzmik
ORAND.i APwmCOAMKNT.), JS
ECONMICO NO PREg J
AcVa-se era exposi^3') es retratos 833
raseos a oleo e a crayon chegftos polo
uitimu vapor
NA
L ja dirlislras zoes
61 -Uta duque de Caitas-63
Agencia dos retratosJ e
rticos americanos

i



.





Esplendido
Grande dcp?sito d--3
relogios de todjs as
qualidades.
Esplendido sorti-
mento.
Vendas em grosso
eare'alho.
Modieidade em pre
Q08.
Lcrga flo Bosarin ns. 9 b H
Regulador da Ma-
raba
i, J. C. Araujo l t
A

a
.-
.
l i,
"CWi

_ 1
I mmiuDo
s. .... -r-t---------'.' .. *-------r.
-.-



* \
8
Diario de Pen.amht.co Terga-feira 19 e Setembro de 1^93
4
k
a.



I>EITORAL ra CERETA
Do Dr. Ayer,
Ai afermiaidtj mu -lolorosaa d jarg'xn
i io* pjni'p, onfli'.inHtQv'Ut** desella
leadc por principio b^.-ee L<.'qiCna, c-i,oa reac.i.
.-.. -,,- do dilPci* dt- curar at proiri t-.'
con c rem du-.i-TiMwBd,.> r. vipi",->" II
Firt^gtCa Atiimfci "r.oct.t*. BPm
v. l'ulDioiiar a 'l'l-li.
Paitora] de Oeraja do Di. Ay
:- isc m *.->> dt --'
k 'II <> I j *
lerla w>i .< nc i .
i "i. v
U ,-.,'. -. .,; i ... i. BtAB I
i i e&t**, tf i'i -i rftii ouceMati tumi
--. i > _
i ., -i, .. -.
iUsmkL te*. Cl -/"<
MSAtf -.....
TE>eOi Hw ,- Bsto-1
, I CXAI
En^eaho
Vende t=e uq op:iuto eng nho com sofra nara
2.0CO pes de a?sucar, e ontra nov fonda-a,
sendo qee os terrenos t-em propor^ts para
BSrejar<:e3 000 p&es a n almeote, tica oa dir-
: c. a 5 a B l : cS i Canhotiab
t rr V n>< n ,' ten eeta(S : : i: DTGX ira. Para
infC!D.?c.>- 5 roa de s. Frac seo o. 26, ou o
?. Ed ardo de G: vtia.
Vende se
Ut o;- pom Crr. crsa de taina ; ra ptq na familia, com dlverfas altores frac-
'' r i! i iv: i i de pffira e ral rom
mu '-o boa ;gua. oaCasa i>j t dc lug:' deoo-
li B r-ci Alt, ;: ') '. l "< : a tr.iar rjr
rea M ,.i'Z do He^al d. l->.
Charutos da Baha
Vecd em gretso. e r u e variedades dt
f Pran seo losa Cardot
31 rn 'rio 3B I a o ;.r.
mus fm imnuH
S OnCTT3EU38 IFXDOJTS
LIDGERWOOD
Machinas n vapor -r-, Rodaa d'agaa
(Portataii j/^lS^\*--__ ^^J Torbinaa
Engenho de Sarr
Lavadores
Ocapolpadorea
Deacaacadorea
Veotiladorea
Mambiqnea
Moeodaa de Cact
Moinhoa de Fu
Debulhadoru
Separadores
S: unidores, C odre toree, Catadorea, Evaporadcrea a vapor Defecad .rea dt
triple effeito, Vacutoa e todo3 oa n>acbDiemc8 oorterceotea ao f brico do ab^^osr, Ckl
deira Multitabular p-r queimar bagafo ou casca de caf. Prensas Hyaraulicna e
bombas de todoa oa tamaohog, Carneiros Hydraulicos para levantar agua, Arados de
plantar mhc, etc. etc. Ergenho completo do tabrictr farinba e engenbo complete
para beneficiar arroz.
Corroas de sola e de borracha de qoalidade superior. Ole especial pa.a
tx>acbina!. Perteccea ou peyr.s avulsaa para as macbicis.
ESCRIPTOKO
95Ba do Ouvubr95
i
.
G
3SHua da Said9~134 136
Lidgerwood Mfg C. Lima
z
\ dtvera p: f^O filio Zou^o
na :..:i :;: Versea ; a tratar no esoripiono
*o D- P=tevSo de Olivdra, ra Doque de La
xia? d 5).
AltenQo
O ab :x3 assipnado, tendo se retirado da ca?a
do aocre or do Sr. Mi a -I Lardoso onior, p.ir
acalivi h pxpoxtane vontade, resoive abrir
urna caa 14, eu: d .pera a p-o e<*cSo de seua amigse
Kgnez<*s por ?e acb-.! e et ocn pes!>oal r>ab=ii
lar1;. ;.-.. udo o se: viga csaccrcente a -a p'j
BflsSo.
Declara, laoibeai, q>' acbaodo-ae prvido
ct r i'. lit'm. de un Brande leposiio de, ichaj
re'fc'B : ra vcv ?:': dea
. Botes, cfferece eeoa fersigoa, e
. i oter^to tea (Bdicos, ptoar-
0 e o re.;. p : I o eoa .'eral, e
- i |
Bai i ioio d;a e acote.
s Uno; Iras tn \\
! F ai iaco e Silva.
DEPURATIVO MADURE-RA
PKKPAUDOPOR
ANTBRO DK PAULA MADEIRA
E' de una effi-i'cia admirjvel do ir.iiamenio oas iufeeg6es 8vpb^li"C-s. careros, tumores,
!hfun?tis!flc. daiibros, baubas emnig-np, lora e td tod: a-i mole iiaa di pelle.
valor Uieraneot'en d i LICOR DE JAXEG*NCA IODUSABO tm se iirmado cada vez mais
no coDCei'.o pablico, pe. s r>sun-nos sorn rnden^s obudo* com o sen aso, mais de m I atiesta
dos de rcerJico.-Ditf.v ?, f..z-nd a estn djpMSo dos incrdulos em ci.a do autor, es anuo as firmas devidamente recoDDe-
Este medi^am n'o. alm dos honrosas atiestado3 cue tero merecido, aicancou a approvacao
l* Exm. Juma Central d? Higiene Publica, e fci premido na Exposigao da Iidea'.ril Nacional ero
1882. .
Deposito geral no Rio cm casa do fabricante ra Ajuda lb; nicos agen-
tes para todos os estados do Brazil
MA
T
5
T
averna
Vende p urna taverna be-n localiarda, sitaao
Lz~?> do y-rr.arto de S. i: d. 1; qi-em pre-
er d rij^-st- Bncrrii io Riheirj > Mi-llo
Ir-r'
dp ds
TOS & 0.
i IMPORTADORA
RIO DE JaNEIKO
RA LARGA DO ROSARIO N
N A M B U G O
S1TS
34
jt>
in^uo i'razeres
Vende se o brigne n cicnal Pr.:zere.-, anee-
rao l.'yiid roiiiicj." si-c.. E.tc brigue
.; m ptimas nuadeiras, e acha-?e
perfeitan nte eonaervado: s tratar com agjo
im rmeos C. ra eo Rey Je'on n. "(.
irand ec^uaerec de
irnbres-postc
IHareL'S E-. arcs
Mr;, lea Pnilatestea trouverout de
uoiia ^i-brea, arca et vieaz, clitz J. k .
PASSOS G!M.-sPivS.
5 R,-a Imper tris5
l-'afer:ca Pr^vldfuea
Foguista
P:-;:::: -:c de oa ie gja S z'.r.:i :a lo ; a
.
ra prensa alterca, caes do Hamo?.
FOLI1ET1M
Frankfuri aJI&aiit.
Cbwf&
>ido Ao Muwidoiu tei w
cmo o /ivwtyci mai ^afeite
Depsitos asprincipaes
5er futrs
Pharmaci
Perfu'iriarias Drogaras i
ias SS? do Brazil.
3
Casa de comxmsses e reprc
a
sentages
EXPOSICAO .
DE H COMPLETO S0BTI1EKTG DE
CATLOGOS XD
2D3SSDS0NrjrH:ae
Je innmeras fabricas de todos os j-^izes da Europa
ias duas Americas, de tod especie de mercadorias, l<
nachinas e materia prima.
Deposito do afamado cCREOLIM o melhor de
infectante econnecido.
coiiheciJa cODONTINA i
^
PEEIDAS
oo
O
o-
HA25AMELIS
DE BRISTOL
AVELEIRA MACXA
UNGENTO EXTRACTO
ESPECIFICO PARA O
8EIIMAHSE10
E HEMORRHOIDAS
iircnAgoEs ?^
5^1
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CT.
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DO
i isgxpiMra
Deposito da
r. H. Rirdet.
88Ea^
he
XI
I
mi
v-/ sasraJ
i^; ^#

FNDICAO I
;uiento de utensilios para lavoura ven-
i.tianbos, de Itobinson e outros fabn-
Contina a raanter em seas depsitos comptet
endo sempre por precos mdicos ;
MACHINAS A VAPOR de differentes systemas e
cantes, e de 2 a 12 cavallos.
CALDEIRAS A VAPOR multitubulares de Fletcher, para fuaccionar com o fogo das for-
aalbas das tachas
CALDEIRAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para funecionar com bagago e lenha .
HODAS para agua.
BOMBAS de motuo-continuo.
MOENDAS e meias moendas. garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cra\adas e caldeadas.
ARADOS ae differentes systemas.
CRIVACOES para fornalhas.
MACHINAS para descarocar algodSo de 14 a 50 serras com alimentadores e empastadore
vontade dos agricultores.
Fazendo parte da direng'io de sua fabrica o Sr. enjenheiro Augusto Clark, ventajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores, pelos sena brabalbo8 de montagum de grande numero de
Usinas funecionando neste Estado, inenmbem-se de maudur vir e erigir garantindo a produegao e
qualidades do assucar;
APPARELIIOS e meio apparelhos de vacuo ,
DISTILLACOES completas para alcool e agurdente, a vapor e a fogo n, para grandes e
equenas fabricas.
52RA BARO DO TFHUMPHO-52
CLUFaai/fflBiii
IlibredeI
HttuJSGX
vC z>
!1
i-issitsi'iAfiesa
ron
fENiaUE liEMESSE
CAPITULO XXXYIII
A COKCA DK PEKOLAS
tontiaaasSo)
Conicnava a ouvir Noel Fricart com
Ovioaidade, mas aem que cenhum Beoti-
mento osbo visivet no sea semblante...
Ob !... oh .. penson Noel, tomei
camiob > errado... N3o peBtaDejoo...
Mas timbera 'e que diato desconfi en i
laao rga de imaginAclo...
E ficoa tuoquilstdo.
Entretanto o Si: Robero, onvindo fallar
o intendente, nro p5de cons^rvar-se bo-
Qhor i -ai e mostrar um semblante abec-
lntamefcte cdiffcrente, 83m faser nm vi-
goroso esforco de votta:e.
- P bre aenhora !..- dase
porque lo reaisiioella a sna mai 7 Ab i.
comprebendo... Provavelmente aquello
quom aroava era pobre, ao paseo que ella
era rica e nobre... nSa assim r
EntSo Noel, aeguro de qoe o paaseiante
o comiterio, o amigo dos Herv, nSo era
para temer, arrepeedeu-se de ter dito
tanto.
Mudos de conversa.
Este pobre Jorocymo tBt resonan-
O'.tr'ora era melbor bebsdor.
Mas qaem velbo...
Celesto reappereceu.
A pequea est deitada.
como on srjinbo.
O 6r. Roberto levanteu-se.
Doime
!a se val
i?
pergur^u celeste.
Sin?, d:ase o mojo. AmanfaS sios-
t&remcB cortas. Tenho ainda urnas voltas
que dar boje.
E d ipedio-ee.
Iluto feliz em fazer o seu conbe-
cimento, diese N;et eatendecdo-lh^ a
m5o.
Da me8ma forme, responden Ro-
berto.
Os douB hornees apertaram-se as mSos.
Deviam aer poner iLais ou mecoB nove
horas.
CAPITULO XXXIX
A CAETEIBA
dase Noel.
. Jercoymo
O
BM elle rhdi-ae.
Vou retirar-me tambem
E' preciso deixai o repousar.
dormir melbor na tus cama.
__ Oh 1 que borracho !... dsse Celeste
Mignon mal humorada. Fe izmente isto
nSo lhe succede sempre. O aechor queira
desculpal-o...
__ Deeculpo tanto mais qurnto fui eu a
causa principal do que acon'eoe.
Mas conservou se sentado.
Com effeito, a occaaiio lhe pareca boa
para conversar.
__ E' um homem muito bom 1 dase
Celeste. Tirando-lho eate vicio, nao ha
nieguem melhor do que Jerocymo. Tra-
balba muito, econmico e tetn um ex-
celente coravSo Um c ra^So de ouro 1
__ Neste caso veces foram feitos para
viver juntos, disse Noel... porque Joro-
r^^.~ ^nr-ji' beSamoa no boteqoim,
iRMau.
lua Baro do friumpo ns. 100 a 104 e ra
do Viscoilde de Itaparica ds. 22
lev. DS G X X? jB
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallos dos melhorea fabricante*.
CALDEIRAS mult-tabulareB para i, 5, 6 o 8 cavallos.
MOENDAS as mais solidas e me'.bores do mercado.
TAIXAS de ferro ^atido era variar cr-ldeadas, fundido e todos os 1 mantos
RODAS D'AQUA ptra cubes do maaeua e todas de ferro.
RODAS DENTADAS de espora e angulares de diversos tamanhos.
CRIVACOES duplas e c : s de fornalhas para assantamentos.
BOMBAS DE REPUChu sem Bolla, vlvula de bronse.
CHUMACIRAS parafaaoaeo mais que se opaa dassjar pira aagnhoj,
ts de ferro e Obrad Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qaalquer peca de macbiniamo tanto da fer
;ndido como batido-
EN JARREGAM SE de mandar vir da Europa por encommenda, medite en
ommiasSo rasoavel^ qualquar machinisnao e CONT ACTAM apparelhos para Uo.
:ss, para fabricar de 100 a 300 sacos de asaucar jm 24 horas.
Obrigam-se a montagem dos
C que tem um hbil sgenheiro
nm ibbre biro.
mesmos e responsauiisaiia3e
;3o5 muito Draticc, alen de
palo bom trabaiai
dos um dos socio*
INMUUinJIl
YfDden
F$it$$$a Irmios
Chapelaria Cniao
87-Boa Duque de Cashs-87
Neete mporturta estibelecimert> tem
empre um cxcellenta e eicoihrio surt-
ment de tudo quacto ha no mcrcedo de
.1*18 moderno no ramo de seu r.egocio,
como aej :
(,'..p i s e chapeos de phactB8a.
Ciiepos do seda castor e feltro.
Ump b de sol pera homem
meninos e senhorss e
tudo quacto o res^pcituvel pub ic > desojar
do mais fino e moderno.
Para en gen los
e usinas
Guiaiarie^ A V,.Irule 0.rit.:nam
a manter em seos srmizei s grande e per-
manente deposito d; s artigos abaixo dea-
criminados, os quaes sSu importados di-
rectamente e vondem a presos
Sem competencia
C?l d Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Cimento ^ortland Hemcor
Piranyd.
Olee de moclo.
Dito de ricino.
DitO mineral, para machinas em
barra e 1.-tas.
Azeite de carrapato.
Dito de peixe.
Dito de Coco.
Potassa da Russia em latas
caixas e barricas.
Graxa do Rio Grande
em bexigas e barricas.
Peixe cm latas 6 barris.
Cixeta ^e ^'v,r8as qualidades
TrsulphitO de Cal pt,Ta cla-
rificar assucar.
Fora ciila capanema
o remedio mais tfficaz para a completa
extincSo da
Formiga sauva
4 eMargo do forpo Sano-4 e6
d-.-poia do russo etcontro, fez o mOBmissi-
mo elogio da senhora.
Ah!... eu confesa o que s ve-es
bou um pouco brutal... maB fra disto...
A senhora possue urna alma cardosa
e boa, disse o intendente.
E' preciso que a gente pobre ae
ajude mutuamen'e neste mundo. Se nSo
fosae a-sim, onde estaramos nos9
Sem duvida, pressguio Noel cami-
nbando sempre para o seu alvo. Entre
tanto a Benhora pratooa um ac'o particu
larmente meritorio recolhendo esta pobre
pecuena abandonada pelos seos pas.
Celeste sorrio.
Ab 1 sabe disto ?
Sei. Jerorymo me contoo todo...
Relmente, a accSo praticada pela senhora
ser recompensada...
NSo neste mundo... atalhou a ex-
somnambula.
Que quer diter?
Que j perdi toda a esperanza de
encontrar os pais da menina. Deus tes-
temonha que eu cunea fundei esperanza
de luoro neata descoberta.
Recolhendo a criancs, obedeci ao meu
corceo. NAo foi o interesse que me
guiou.
Entretanto desejaiia encentrar a mai da
pequea para dizer-lbe em roBto ornas
tantas causas...
__ E tinha s'tinis CE[etC{ss de
encontrar ?
De certo.
Porque indicies T
__ Urna carteira.
__ Ah 1 aimI Jeronyme falln me n,nma
carteiro...
Precisamente... Esta carteira que
encontrei junto do mea earro, eqne evi-
dentemente foi perdida pela peasoa qoe
trouxe a crianga.
__ A senhora es pera va encontrar oa
tinha... Com effeito, guiada por aque'les seguida
papis e com o auxilio da pelicia... Lbd...
NSo, nada disso. NSo gosto de com-
plicaeSo com a polica.
Celeste Tinha, como,todas as peas:as do
povo, um santo horror da polica e dos
policiaes.
Isto tranqullsou Noel.
Porm cSo fez algumas diligencias
pessoaes?
Absolutamente sem resoltado.
Mas entSo as suas pesquizas foram
mal dirigidas. ..
NSo toi eu quem as fez.
Quem as fez entSo ?
O nosBO amigo Sr. Roberto prestoa-
se a isto.
E sempre infructferamente ?
__O senhor me parece hr.mem serio e
eu vou contar lhe tudo, disse Celeste.
Esta prova de coofianja muito me
honra, replisou o intendente... De?o ac-
crescentar que aeria feliz so lhe pudease
ser til neate negocio...
o seu locatario... Germano.
dmb, gragea aoa papis qoe a cartela con-'nSo aeria ciffiail encontrar
Maa oonvm que m'o faga conhecer nes
seus pormenores... Por-me-hei de boa
vontade sua d3poaicSo para nova? dili
gercias... Tlvez consiga mais do que o
Sr. Roberto.
Tem razSo... Agradeco-lhe muito
o cfferecimento. Queira ouvir.
Son todo ouvidos.
A carteira contioha doas documen-
tos... come50n Celeste.
Noel estremecen.
Um era nm acto de looacSo de nma
casa sita em Montmartre, em nomo de um
Sr. Germano Langlet
E o ootro ?
O Sr. Roberto affirma qoe de ve ser
o plano da casa e do jardim, no meio do
qoal ella ae eleva. \
Mas entSo, disse Noel, parece-me
a casa, e em
Langlet...
Germn Langlet...
A casa foi encontrada, disaa Celeste,
mas Germano Lang'et comprou-a poneos
das depois do aoandono da pequea...
NSo resida nela, e s apparece l de tom-
poa em tempos, uoite, e em horas diffe-
rentes.
Singular peroonagem disse Noel
cem c;nvicr,ao.
Muito exquisito, nSo?... Edte
homem deve ser vaailba muito ordinaria.
Se um da eu lhe puzr as mSos cm
cima, palavra de honra que hei de fazel-o
passar um mo quarto de hora.
Mas, repetio o intendeote, qoe esta
conversado nteressava em excesso, se
eate Langlet comprou a casa, a senhora
poderia conhecer o sea endereyo.
Como ?
Pelo artigo proprietario da casa.
Morreo!... responden Celeste...
Era um tal Vermont... Morava na roa
Lecluae; em Batignolles... Oh I nos pro-
curamos muito...
Cortamente eu teria achado, se quizesae
motter a polica na coosa. M&is Urde o
farei, sem duvida, no interesse da peque-
a, mas isso somente depois de er esgo-
tado os meioa que ainda me restam para
por as mSos obre o tal Langlet.
Pela segunda vez Noel estremecen.
Abencooa o acaso que o enfrentara com
Celeste Mignon.
De sorte que eila contava por a mSo
sobre o proprietario da casa de Mont-
martre.
Porque meioa ?
Convinha sabel-o.
Mas como espera consegnil-o ?
Oh bem simples !... -.-espondeo a
ex somnmbula... Um deases diaa me de-
cidir! a mcnUr guarda, da e noite, dian-
te da casa... Assim, quando Germano
Langlet vier visitar o seu immovel, eu o
farei seguir... e conLecendo o aeu domi-
cilio... Veremos!
Noel poz-se a tremer.
Que tem o senhor ? pergunton-lhe
Ceiesto, BJrprendida.
Nada!... replicou o intendente pro-
curando dominar o seu modo... Mas esta
carteira... e os papis... ainda os tem ?
Como nao ? Ahi os guardo religiosa-
mente. N2 es cedera por urna gros a
quanta... Quem sabe ? Tlvez esaes pa-
pis constituam a fortnna futura da minha
pequea.
etSo all, 00 meu armario, um bom ar-
mario solido !.. EstSo bem guardados!
Eu e Jerorymo dormimos naquella ca-
ma, que est bem perto do armario...
Quem pretende8se roobar-nos nquelle
thesouro, teria antes que los assassinar a
ambos.
Assassinal-os repetio Noel todo tr-
mulo.
Sim, assassinar-nos, (Mase Celeste.
Mas iaso nSo'ceria fcil... beim ?
Jerorymo velho, mas ainda tem poleo !
E eu tambem nSo son pScca 1
Entretanto o sorriao que seus labios es-
bocaram e nquanto asaim falla va, tranafor-
mou-Be sbitamente n'um pavoroso rietns,
sob a accAo do terror que ella senta. E'
que de repente Noel lhe aurgira frente,
terrvel, olhar deavairado.
Todo Be passou com indizivel rapides.
O intendente mostron-se sbito em
frente de Celeste com orna faca na m8o,
urna faca de lamina comprida e afiada,
que sua mSo tinta
mesa.
A ex-aomnambula
gritar
encontrado sobre a
nSo teve tempo d
___________ (Contina).
Typ. t








.

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naiBn
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MUTILADO

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mmmm

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