Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17024


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Full Text
*&"
P
AMO LX1X
' QARTA-FBIRA 13 DE SETEMBRO DE 1893
10 207
-T
l
\ (-
PBGPBIEBA3S DE M1SOXL FI5U&IBOA BS PABIA & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tros meies atliantado?.
Por t es ditos vencidos .
Por om anno allantarlo .
dem idera vencido.
6*000
. 7*000
24*000
28*000
1A0 NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBUCAgES NA FBAN-
4 E INGLATERrU
O Sri Aqaede, Prince & C, residentes em Paria34 rae da
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiar.lados.
Por seis ditos vencidos.
Por ira anno adiantado.
dem idem venndn.
13*500
15*500
27*000
31*000
nm umiAL
Actos do .poder execntlro
DE RET I N. 1.5.2-DS1 D2 S&TSMbRO DE
1893
Approva as instrucco/s pora as tlticBes federaes a
que se lia de proceder em 3) de Qutubro proxi
m>.
O vice-oresiflen'.e da repblica do? Estados
Uoitfoe do Ba?il deere*a:
Artigo orneo. Ph-3 bu x-cngl) dodispo t>
DO artigo 34 da lei O. 35 'le 26 de Jjtn-iro de
1592, se rj ooaervarfas a- ii. tocgfj-s que com
este baixam, ass'gnadas pelo wmis'e-io da ja-
lica e Be reto i t"ii:res.
Capital Federal, 1 de Siembro de IE93.
Flor ano Pcxofo Fernando Lobo.
lostmcgoes para 33 eieir.0'8 fedtraes a que >e
tetn de proceder no na 0 de Otob-o prximo,
em conformidad' do di pesio no artigo 34 da lei
n. 35 de 26 de Janeiro de (852.
Att. Io A eleigo de senador ser fe ti por
Estado votando o eltitir ea nen > njiroe par
eobstuir o ieoador rojo mandato bonve: ter
m'nado. (L n. 35. artigo 35>.
Art. f Nis&'ais, onde tivfroc^oTido vaga
por qiaiquer ott-o motivo, a ele'go ser feta
na uiesrna ooc-sio, vo an 10 o eleitor separada
mente para cads u na das eleieGea. (le n. 35,
artigo 35, pa-a :rapho noieo.)
Art 3o Pa-a a eleigo d- depu'adns ser ob
servada a divi?ao don distritos elet'oraes e-ta-
belecdi no dic-eto legislativo n 153 de 3 de
Agosto dete anno, nao roroprehendidos os Es
tado 'C Amazonas, Piaoby, Parad yrii, Sergipe,
Espirito Santo. Paran Santa Catbarin e M.itto
Gio.-so, vis'o rcnj ;tir cada um delies nm
dist'ict nos t-rm'8 do art so 36 Io da lei o.
35 de 26 de Janeiro de 1892-
Ar'- i* O etettor votara em dous nomps, cor-
responden!' s a s doas terges d ) numera ce de-
puta o; aoc ri^ve dar r?ia disirtcto ele.tiral
(L. n. 85, a-t gr; 36 3).
Art. 5o Nm (i^rinos Htoraes, cujis sedes
forera eapitaea de E t idos e qu-- tiverem qastro
oa cinco de otados, o el t>- votar em tres no
mes, e o msmo se obse-var no 1 dis'.ncto
eleitoral do duHetO feerai por en errar mator
numero de eleitores. (L. a. 35 rligo 36, j
2 )
Art. 6o Cida Estado dar o numero de depo-
lado fgninte:
O E;tio to Amazonas 4
O do Para 7
U do Maranho
O do PUuhy 4
O do Cea a 10
O de Bu. G-a:de doNor'e 4
O daPa-ahvba 5
O de Pe'n "maneo 17
O da? lacrosa
ue Serg'pe
O da Baha 22
O do E?pir:'o San'o 4
O rio Rm de Jnei-o 17
O de S. Pacto 2
O do Paran 4
O de Sana C tiarini 4
O do Bio Gr me do Sol 16
O de Mioaj Geraes 37
O de Geyz 4
O >:' Va tfGroifO *
0 cusrtelo federal 10
T 'a! 212
(Decrtt > n. 5il e 53 de Junho de 1890,a't'-
go 6- ronstitutcSo, arugo 28, 1: Le n. 35,
artigo 63).
Art 7- Votaras as eleiges para senadores
e dtpotados to1o3 os cidad&)9 brazilei'o.'.maio
res de 2t anno?, qoaliflc dos e alistados de con
form'dade om as leisem vigor.
| Enteddeo. se comprehenl'dos oesta dis-
posigao nao f os eieito es qoaliQcafo' segondn
o processo estar elocido as Ipsdb. 35 de 26
de Jineiro e 69 de 1 de Agosto de 1892, mas
lam*)'rn os d stdos crn'Tm? o dec-eto ". 200
A de 8 d F.verei-o dr 189.") e a lei n. 3.029 de
9d Jneiro de 1881. (L i n. 33, ar igos 1, 22
e3i)
2 Os evdaos e?piti qjjlihcados, apeiar
i', vii iu^.lciles ro ultimo alistamento. sero
ixi".los a votar, exhibindo os rescertivos -
tul03 peraD e a mesa ele tj-il da s'cgaj qae
coirrenender o qoarteirSo onr"e achavamalis-
tal^'s, segundo as dpdar?g>3 contantes dos
mesaos ti u os, sal.-o te livercm sido elh.ina
do3 do a-timerto por decisSo fundsda em al
gu-n dns r-.o^as spe"ib'"ad8 i'os art:goi 71 e
72 19 da Conrtituifao da Repuolica. (Deere
t) ?,. 61i de 9 J< \!A> de 189i.)
8 3- N-"- moriripios ou spcg6s era que na?
ttser habido ahEtimmto de accordo esm aa leu
ns.35et9 ciadas, far-se ha a camada do*
elei'o-es p-ln ali.-timento eff-;it)ado segundo o
dec-tt: r. 200 A':e 8 t? Pe?erelro dr 1890 e na
fal'a d'.';t- pela n't roa rrvisao re^lt.ada em vir-
tude da lei n. 3.029 i 9 le Janeiro de 1831.
A-t. 8- As eliiges Berao fetis por se.'gfies
de muuicipio qu^ n5o deverSo sooter mal de
250 ele:'res. (Lci n> SSattgo 38).
Art. 9." N:3 mmipipios era que fe teu cum-
prtin*ut s di-posigOes o art. 30 da lei n. 35
de 26 de Juei-o i* 1892. por nao ter baTio
alisUmeit') oo por tef sido es'e iniciado de ac
cor-lo cem a lei n. 69 en poc diversa da mar-
cada nos arts 3." e 4 da diada lei n. 35 e sop-
priTo o as'amFGio do ultimo anno da lgis-
la'u a, irarxedia'.am nte que liver ccoecimcnto
dess -.iistracgO". o oresMenle ncn!r!-nl proceder ivisao do manicpio
em e~:5!a3 convenientes, cada orna das quaes
nao conrer noxero de eleitores superior ao
ma-;a'o no art go anterior e as DDaierar ordi
aalmeDte.
i |.oo mpsmo presidente designar os edin
cios onde bSo de funcionar as mesas eleitoraes,
dis'tnpninio 03 pelo num-ros das se-g5?8, as-
aio'p'- exexplo: !* se gao, f.ago do conseibo
mmi3ir.il: i-* secgo, e3 o'a publica de...;
3 serg'io, rasa de morada do Sr. F... no lo-
gar de. .; 4.'secgo, edificio tal; etc.; e pu-
bca por editnes essa divisSo, especificando
todas as iodicagOes nec-ssarias.
2.9 A Duueago das fecgOes e desigDagSo
do i edifi:io8 aseim pnbliea.lss nao m:ls poderte
aer alteradas at a eleigSo. salvo qoaoto de-
aign^gao dos edificios, quando este3 nao possfto
mai3 serv r, por forca muor provada, ciso em
que so fara a nova de?ignagao, que se tornar
publica por edal p'-la imprensa, do lugar msis
pmiso. ___.
3. A nova d'$'gnn.{ao te eaib.-'.o a que se
refe-e o paragr^pbo anterior, por forga maior
provada, s-r flta pe!o pre-.ilente da commis
sj ram:cra\ se a dita forga se ver-Ajar mais
de o:t3 rfias antf 8 do marcado para a elefgo,
de se:'.: ios se p'S'a torns-la publica por edl
taes.
i.' .. provada forra maior sera re ta por
qaalqnar genero della?, como sejSo: vistoria
por peri'.o.T, de plano e sem fo-raalidade3 foren
ae3, alm to exaoie e laudo dado por escripto,
datado e asstgnado; riepcimealo de testemorihas
dignas de f. qie ?ej-m eleitores e maiores de
toda a excepgo; attestagSes de pessoaa q".
ocenpam caigos rfciapp, qner de eleigSo popa
lar. Watt de Domeago do governo.
5-* Os perttoa wrto n^meados e os dep:>i-
men'.;; ::^ dos pelo presidente da commiaso
maQicipjl oa, em ca.' c"e u gema, pele pres:-
d(-ntj da re-ri-i'.uva secgo eletiral BatMade-
s*- caso urgente o que se der tSo p-aximmonle
an oito uis*. a qo se refere o an. 39 |l."
infine da ln. qrje o edal d5o possa ser alBaado
Coid esee praio.
(Li n. 35 'i- 39 e Iiatr. annexas ao decre-
to n. 703 Je 6 ie Margo de 1692, art. J. lett as
a, b v c).
Art. 10. Q-vmdo o dito presideote, at Sdias
ames da i-leigu nao liver publicado o ed.tal
oom a a desi.nago des ediflicios, qualquer dos
rjemb-os elelloa pi-a fazer parte das mesas i !ef-
toracs pod*-r- f ?; I o, deve ido tal desigogo
prevalecer pra relago a qoslqoer entra qon pos-
teriormente s faga (L. o. 35, a't. 39 i 3.
Art. II Eoj cada ecgAo de moniclp.o have
r urna mesa eHioral encarregada do recebi-
mento das cdalas, apur gao dos votos e mais
trabalhos inherentes ao precesso. (L. o 35,
art 40 pr.)
1 Vio'e dias antps da eleigSo, o preei
dente do governo co Coosdho Municipal, e na
soa falta qusljuer (Otro roemb-o do mecmo go-
verno oo Cocselho, ru o secre'ario far a con-
vucago dis cetros membros p seus immedia
tos em vctis. por meio do editaes e canas (ffi-
CBs, convi 'ardo-c-8 a ee reunir dentro te 10
tise no P m rrbr03 das mesas elei'ortps. (L. n. 35, art.
4u 2." e losir. 8Doex3 ao Decr. n. 760, art.
2., lettra D.)
2. R-umdns nodia designado, proceder-
se-na eliigi das mesas, votando cada om dos
membros presentes, em li.-ta aberta e assignada,
em quatro nomos escolnidos Ce entre os phito
res do municipio, conforme o alisiampn'o que
tivrr sido fei'p por olt mo. (Lei n 35 art. 6'.)
3." Se-So declarado rjjeoibros tff tas mfs?s o I 2 o, 3.*. 5* e 6. mais vota ios,
p sopplentps o 4., 7." e 8 decidiodo a soMe
om caso d e an. 40 I, e le n. 69, art. 1.).
4.* A elogio Ce que tratam os dtus ulti
mod pa'aTaphoa i^ p-ocederi. liada que nao
es'fj i roTipl-'o o romero dos ci'iados convo
cados, comtaun qii te acbem presentes pelo
meaos cinco. Ni falta deste namero, os presen-
tes convidar., la-ilos eleitores q-iautis spjam
preoisos para completal o. (Lsl n. 35, artigo
6 3.0).
5o Terminada a eleigSo das mesas, o presi-
do, t" fara Uvrar um. a:ta no livro das sessSea
ordinarias flri Giverno oo Concelho Municipal.
':.:> qual s>ro mencionados os nimes dos mesa
rios eleitos, deveodo e la se? assignada por quao
los tomarem parte ni ele gao h p-los cidados
que o quizere-s. 'Lei n. 35, art. 40 4o.)
Art. 12 V nte d:as aaies tambem da eleigo
o prpsMtn'e id commisso municipal mandar
afiliar editae; e publical 03 pela imprensa, con-
vi (ando o-' el-'t?ros a dar o seo voto, declaran-
do o dia, lugar e hora da eleigo e o numero d03
nomes qoe o eleltor deve incluir em soa cdula.
(Lein. 36, .".392).
(Cor.tin&t).
Govera > do EsSado de Pcr-
Damftnco
DESPACHOS DO DIA 6 DE SETF.MBHO DE
1893
Bscfia-e! Ar-ilh P^reira de Souza Lima, nedin
lo entrpga de emolumentos qr.e pagou pelo sou
tiiu'o de juiz -listrictal Deferido, com tfli io
d'esta data ao I ispecior do Tne.-ouro do Estado.
Aotosia Bap uta de Lyra pedindo providencias
no ?Qtido aa ter po-to em lioerdado visto ter
concluido a rent nca qni foi imposta pelo jury
da cap ta'.I "aie, com ugeocia, o Dr. ju.z
de dirtito do 2 0 dis rielo criminal.
Agosiinlio Jos de Ges.Iuforme c Dr. I is-
pecior to Tbesoaro do Estado.
Agrstinno Perreira de Araojo, sentenciado.
informe o D*. jait de direiio do municipio de
Bom Cooselho.
Basilio Jos Pereira Vianna, escrevente jura
mentado, pe indo para sor nomeado labellian
publico de I.'uarasrInforme o Dr. juiz de
aireno do raunicinio de I^uarass.
Cosme Perei-a Birbosa, sentenciado.Ao Sr.
Dr. procurador gerai di/ E3t ido para formar.
Clementiao Alves Pequeuo, sentenciado Ao
Dr. juiz de tiireUo do moaic;pij de Pao ci'Alho
para .man "tar j ntar os docomentos a que al Iu
dero i s artgis 2. e 3." do decreto n. 2566 de
28 de Maig do 1860.
Dionio Jos dos Sanios, sentenciado.Infor
m o D.\ juiz de dirtito do municipio de Rio
Foruo-".
Fck'lO Jos da Suva, sentenciado. Ao j iz
de direito do municipio ie Floresta, oara man
dar junta' 03 documentos a q>i alludem es ar-
tigos 2. e 3." do decreto u. 2366. de 28 de Mar-
go de 18C0.
Francisco Feliciano Mirlios, sen enciado.
Volte no"ament? an Dr. juiz de direito do moni-
cip o te S. Lonreogo para mandar juntar os d -
camentos a que i-llurtem os aplgca 2. e 3.' do
decr to d. 2566, de 28 de Margo de 8160. Dos
que apresentoo com tflicio de 25 de AgCfto lindo
ver.fi ;a se qu-. falturn as eertido da denuncia,
das n-snoslas aus quisitos e tas s-n engas.
Bieaaral J aquim Alcibiades Tavares de li
landa. juiz de dlreito to o unicipio de Timbea-
ba; pedindo jostiflcagao de faltas, de 20 a 24 de
Junho finio Justifi;o. Depois de aonotado na
:ejreta-ia do governo seja remettido ao Iospec
tor d ThP8ouo, para os devidos lias.
lose Lipes da SilvAo Dr. qoestor policial
para entregar ao peticionario, que se acha reco
Ibido A ca.-a de DitecgSo, a eertido junta.
B.icbarel Jos Francisco de Farias Salles pe
dinio pagamento de veicimentos a que se julga
cem di.-e;to por ter exorcido o cargo de joiz mu-
nicipal de r-ezirros, do Abril a Jiaio tindo.
DefarUo. nos termos do oflicio n'es a dati deri-
gi -o ao Toss uro do Estado.
Lucero Civa'.cante da CooLa Vasconcellos,
enveotariantedoa bens neixado po- D. Mara de
Jess Couiinho, pelindo ristruigo da qoantia
de l:6Jl!9i te impcs'.o3 que pagou.Ioforme
c Dr. Inspector do Thesonro do E'tado.
M'goel dos Santos Oosta, m-stre apoeotido
da uili i,:a decarpiriteiro do Arsenal de- U na a,
pe'indo para rncaminbar urna petigo ao Corpo
LegtBlativo Na'.nal.Encaminhe-se ; pagando
o loteresaadfl o respectivo porte na Repartigao
dos Correios.
Mattoel Nun-^s de Souza sentenciado.Ao Dr.
Juiz de Direito do aunicipio de Goyinna, para
mandar justar os do.umentos a qoe allodem 03
a-figos 2* p 3. do Decreto a. 2 566, de 28 de
Marga d'i 1860
Manoel Francisco Fe reir Gomes.Ioform o
Dr. Ia-pector do Toesouro do Estado.
Seba8 lio Miiioel de Bomfim.-Dinja-se ao Sr.
General Gimmanlante do 2" dis rlcto militar, a
cuja disposigao ee acbi o peticionario.
A-senio Affinso Pereira Borges, 2. tabaliiao
puolici de Triumpbo-podindo 3 mezes de 11c n-
ga lnfo-me o D-. Ja de Dieito do municipio
doTnompbo.
Bras.ihn S'.reot Raiwiy f>-mpaoy Limite! pe-
dindo aapprovagSo ia tabella qae^ levou os
pngos 1as passagens B* rasao de 3o %~l,l'or'
me o D;. Itupecter du Taesouro do Estado.
Companbia Gsral de Melbcramentos em Per-
nambo 'o pedindo pagamDto da quantia de.. -
1840O, proveniente do alugu-lda casa que ser-
ve de quartel e cadaia no povoado de RibeirSo.
Ioforme o Inspector do Thesouro do Est do.
Ene tina Floresta dos Santos Cordeiro, profes-
sora jubilada, pediodo para ser computada em
soa jubilagio a gratiticago de mrito.Selle os
documentos com estampilh s do estalo e com-
plete o sello da pe.lic.ao.
J >s Vistra drt Souza, sen enciado.Deferido,
qaanto a 1'cergi someote.
Marja Jjanna do Carmo pedtndo isengo de
O'eame"to apparelhn da Com-
panbu R-oife Drainage r:a casa n." 2d, roa
Amonio Hen-iqoes.Deferido, nos termos do
i flioio i.'esia data ao Inspector do Toesouro do
Estado.
Secretaria do E-tido te Pernambuco, 11 de
Setembro de 1893.
O porteiro.
H U. ii Si'va.
tnestura Policial
2 8'fgi.. N. 205.Secretoria da Qiesiora
Policial oo E-ido ae Pernambuco, em 12 de Se-
tera ro de 169!.
Sr. D-. gi e-u-dor.Partictpo-vo3 qoe foram
bontem ncoibtdos Casa de DetengSo us segu n-
tes individui b:
A' mlnha ordem, Manoel de tal cu Manoel
Joo da Silva e Seratim de ta!. como alienados,
at que poasain ter o c.nveniertj. aestiro.
O Dr Antn o Venancio Cavalcame de Al-
buquerque trooxe bojt minha presecgi o 1ra-
balhor de scu engeobo, Manoel Alexandre da
Silva, qce Bu tom'Gbo Bllimo 'd-a eepaocado o
lO'uado de Rmei ao por 4 pr.gaa da guarda
aiooicipal,-implesmeote porq-e em seu poder
aciaram urna faca de poota, nao tendo ce modo
algnm "lanoel Alexandre resistido a ordem d
pri&o qoe Ibe fra dada.
Ouvinio ao referido trabalhador do Dr. Anta-
ni) Venancio e fazendo-o vistonar pelos mdi-
cos V.l; Reparligao, voo remetter os respecii
vos autos ao Dr. promotor publico de Gamellei-
ra para qoe promova pe'os meios legaes a pu
nigo dos auto es de tal espancamento.
Do Dr. juiz du7.e cislricto muoicipal recebi o
seguime (ffi.'io :
Jjizito do 7. dislricto do muniepio do Re
cif->, no Pogo da Panella, em 11 de Siembro de
1693.
Ao Dr. Qie.-tirAinda urna vez tenb;) a
s t sfa;Sr) de communicar a V. S. q ie durante a
semana li.'da t eohum fasto anormal Becerrea
nVste 7." di.t-teto.
S lo a V. S.Sr. Dr. Julio de Mello Filbo,
muito digno Questor Policial de Pernambuco
O juiz do 7 dis'.rnt), Arlbur Heorique de
Albuquerqae Mello.
Commuoleou-me tambera o subdelegado de
A'ogados qu' durante a semana finda nada Be-
cerrea n'aquelle districto digno de mengao.
Pelo subdelegado do Io districto de Beberibe
foram remettidas a esta repartigo 5 facas de
ponta, 1 n valha, 1 compasso, i espeto e 1 cha-
go ds ferro apprcheBdidos em poder do diversos
desordelrcs. n'aquelle districto.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa L'ma,
mui digno governador do E:tido.
O Qoestor.
Julio de MeUo Ftlho.
Thesouro do Estado de Per-
nambuco
DESPACHOS DO DIA 12 DE SETMBBO LK
1893
Acgns^o C zir da Cunba e oulro, Antonio dos
Sanios B' soni. Eduardo Colcmbier. Gustavo
Alberto de Bri t> e JoSo Flix Pereira.Informe
0 Sr. D>. Contador
Isidoro Bastos d'Olivtira Ao Sr. Dr. C.nta-
dorpira mandar escnp'nrar.
V:anna Castio 4 C .-Bj* vista o Sr. Dr. Prc-
cu-ader Fiscal.
Mir a Angelina de Az^vedo Tinoco.Infirme
c S Dr. Administrador da Recbedori).
Rccebedorla do Estado de Per-
nambuco
DESPACHOS DO A 12 DE SETBMBRO DE
1893
Dr. HaBoel de S Barretto de Sampa'o, Maria
to Carmo da C;sta Morteiro.Informe a 1.
Secgo. .. .
Jjr. Baplista Pinbeiro, Felicianno da Costa
Primo Daniel Paiva. H-^rcnlano Jos ai Sanl An
na, Francisco Gongalvs Boirgues Fianga.A
1 Secgo para os devidos tina.
O porfiro.
Custodio B. da Silva Guimaraes.
Instrcco Publica do Estado
de Pernnmbuco
DESPACHOS DA INSPECTORA OBRAL DO DIA
12 DE SETBMBRO DB 1893
Frsnci^co Bapnsta Gonsalves Nesla data, sob
me'to, a sua pretengo considerago do Exm.
Sr, Dr. Governador de Ertido.
Francisco de Souzi Magilbe jostitico.
Secretaria da ReDartigo d,. Iostrucgo Fo-
Mica do Estado da Pernambuco 12 de Setembro
de 1893.
O porteiro,
Fenelon tico Leite.
EXTERIOR
PACIFICO
Chlll
jTratava-ae cU fusSo bancar3. A nova
iDatituigSo ee denominar Banco do Chile
e aor do emissSo e baver o Banco Hy-
pothecario do -hile, que ao oceupar de
negecits exclusivamente hypothecarios
No di 28, s 4 12 horsB d tarde,
son'io se um forte tremo de trra, prece-
dido de um ruido estraoho.
Ab cmaras approvaram a proposta
de ancist'a geral a contar de 1 de Fevo
reiro a 28 de Agosto do 1891, exceptun-
dole ca proceasados pela matanza de Canaa
e os mii.ieros aecuaados perarate o Se-
nario.
As se-fc'8 lo Congresao feratt pro
rogadas at 15 do oorrente.
No Senado diecatia-aa a accusEjSo
do Mir.uterio Vicana.
Diz a Iribunu de Lim?, que as re-
c'am;.cSi3 dos cidados norte-americanos
contra o Cbili, por preju-'zos da guerra do
Pacifico e'.evam-se a mais de tres ciihSen
de pasos.
Foram creadas estigSes sanitarias
em ru ta Arena e Iba de Santa Maria,
como preoaucjlo contra o cholera
O Sr. Agostioho Edwarda destinca
30.0'0 r, .03 de excesso com qoo cen-
correu pr.i a revolu^So, construcg'.o de
am hospital mi itar.
Por
O Nati nal, de Lima, insins qoe o
Chili tem proporcionado a Pterola ele-
mentos para nova rcvolugUo.
Ghegou a Lima o ministro do Equa-
dor Honor to Vaaquea.
A cmara dos epatadoa occopava-
1 bq de projsetos sobre m eda.
PmtS.-se nelles sospender a cunha;.em
dos pesos de prata, permittir o fracciona-
m.nto destes em moer1 fraccionaria e
prohibir a circulayo de outra moeda de
prata qne nSo aeja a racional.
Entra timben) no plano estebeleoer o
corso legal da moeda de onro, prohibir,
sob pana de coniss'", a exporta So de
moel do pmta naoional e eatrsngeira,
cobrar ca iiraitoa da .lfandega em ouro
cu letras sobra Londres com 5 | de
juros ; qoe a moeda de ouro, recebidi.
pelo Estado, vor.da-se por pesos de prata
ao cambio do dia e o excesso seja ex or-
tado para tr zar ouro do estrangeire ;
seriam tambem adoptadas medidas para
igualar o valor legal daa moedss de prata
e ouro.
INTERIOR
Capital Federal
0 paquete Tungue, da Mala Real Por u:ccza,
trooxe as folba.-que form publicadas na Capital
Fedeal no da 7 do Brreme.
D'elias transcreveoos o segointe sobe os
acontecimenlo all havidos:
OS SUCCESSOS DE HONTEM
(Jornal do Commercio)
\' 1 hora da miiruKaoa. o cnefe do trafego
da Estrada de Ferro Central e pooecs minles
deois o director tiveram aviso deque um grupo
oa e.iLgSQ de S. Diogo e na de S. Cnnetovo,
es'ando ja destruidas as linhas telegrapbicas e
tfclepbomcas que servem aquellas esiagOes. O
director ccronel Veapaalaoo foi ao qu-triei co 10
batalho de infaotaria e pedio auxilio ao com
andante lente coronel Silvistre Travascs.
Este niimediatameLte fez partir 44 pragas com-
mandadas por dous iflicaeB para a estago de
S. D:OC0.
A approximagao 'essa forga tvadiram se os
aggre8SO.es. Os estragos vericados foram :
rte de mangueras ue agua, testroigao das
Oorrachas de duas machinas que rs avim sobre
as linhas, des rcigSo dos appareibos telepbom-
eos, e do lelegrapbo electncto. Em ootros appa-
reibos bsvia signaes de que tentaram tambem
b'elies faier est-ages.
Por moito tem o oas e-iagOes des soburbics
estavam forgas de polica.
DuraGte o da pane a'essas firgas foi retirada
ricandt apenas completa a que guarnece a est-
gao Ctntral.
O director da estrada manriou logo recompor
as linhas t-legrapbicf.se hlephonicas, substitoir
as mangoeiras e retirar das linhis aa locomoti
vas.
Nao sebiram os treo de Minas, S. Paulo e dos
subu:bio8 da madroga'a por ter entendido o di-
rectar fer prudente cao arriscal-os a algom ac
tydfne.
Disserom-nos que um irem, sabido ptla ma-
drogada de Cascadora, foi assaltaao poi um gru
[0 e eflenrtido cm policial que n'eile vinba como
paesageiro. N
A's 6 hora-, da manhS oebefe da lio.i/.Toetcor
nu a at alm da e.tagaode S Faoclsco Xave'
regreasou a Central de.'laracdo que nenbom
impedimento bavia n'este trecho.
Tendo o director recebido informages icones
de ootras estagO:s, mandou sabir os trens de Mi
as e S. PjuIo depois das 7 ho as da maubS.
Comeguu logo depois a funecionar os trens dos
suburbios co n cena irregulandade explicavel
pelas oceurrenciss haviaas al ao meio dia, em
que entra-am na observancia do horario.
A's 5 horas da tarde s.b;o o trem S 5 e n'elle
parti em carro especial o Dr. Aff nsc Per.na,
presidente do Estado de Minas.
N'essa occasiSo o director coronel Vespasiano
receben urna caria cbamaedo-o a palacio do go-
verno e para all se dirigi.
A meta noile, piuco mais oo menos, coinctdia
com os 'actos ocro-ridos na estrada de ferro Ceo
'ral o movimento dirigido pelo contra-almiracte
Custodio Jjs de Mello, que embarcava oa Prai
.iha m lancha particular e dingio-se para o
Aquidaban rmde entrou e apoderou-se d'clle sem
a menor resistencia.
O movimento da armada foi combinado de
modo a nada transpirar; pelo qoe.ccmpletamen-
le desprevedidos, nao pernoiiaram a bordo os
commandantes e os immediatoa dos navios.
A's 5 horas da manhS. foi om portador a Ni-
ciberoy chamar o contra almirante Cotlho Helio,
chef^ ue estado-m- ior da armnda, que como os
c.oiumandates e ixme-tjs dos navios nada
suspeitava.
Cnegado ao qnartel general, depois de longa
confereucla com o Sr. mioistro da uarinna, que
desde 8 6 oras da manba, e.-tava coro o Sr.
vicp-prcsidenle da Rapoblica no palacio llama-
ray,dirigi seo Sr. ajudante-general s em urna
lancha do Arsenal de Man ha e em nome do go-
verno communiccu a>.s commandantes dos na-
vios eitrang-iros surtos no nossso porto, o e;t
do de revoita da nossa e;qoadra.
Q iando S. Exc diriga se para bordo do cru-
zador italiano Bausn, de bordo do Aquidaban
sabia loe em pcrse>'Uigao urna lancha, que o nao
alcangou. por ter eile voltido para o crozador
de que sabira.
Ao romper do dia foram tomados os cruzado
re Repblica e Tr, assumindo o com
mando do prim iro o capito teoente Candido
dos Sintrs Lara e dcste ou o capitao-teaeote Pin
to de S ou o 1- tenente Fructuoso Monteiro da
Silva.
Assomio o commando do crozador Aquida-
ban, on.l > o Sr. contra almirante Mil > !g u o
sen pavilbao, o cnpit&o de fragata Alexandrino
Alen'ar. Estes navios, depc-ls de accenderem
seos fogos, puzeram Ee em movimento na nossa
baniae, 4s 11 1|2 di maon, raviam se apodera
do dos C'.'urag-Mos lavary*, Sete dd Setembro,
canhoneira Lamego, cruzador tOrioc e a cor-
veta Amazonas, os quaes foram coodozidos a
retoque para perto da diviao formada pelo con-
tra-almirante MeUo. Os paquenos Venu Pal-
las e Urano da Companhia Frigorfica, appare-
re-am de fogos accesos e foram encorporar-se a
esqoadra revoliada.
De bordo do vapor Jpiter foi retirada para
o Aqu d.b.ia a gtiarnigao que nelle estava, ti-
canlo apenas urna guarda, que pouco dapoisre
lir.iu-se para o Arsenal de Marinba.
Dos navios apoderados i ao estao em condi-
gfies de moverem se a corveta Amazonas, o
Javary. S ".e de Setembro e Lamegc, dis-
pondo, porm, todos ees de artilharia de ca
obo de tiro rpido.
O deposito bellico da Armagao foi tomado pe
los revoltosos, que se apederaram das mooigOes
aecessanas para todos os navios em seo poder.
O batalho naval adberio ao movimento da
e'qaad-a, sendo as pragas transportadas para
guarnecer os vapores da Frigorfica, sendo
acompaohado pelo sen commandante, o Sr. ca
pito de mar e gue-ra Eli z-r Tavares.
O couragido Aquidaban, ba penco tempo
sabido do dique, at ante-hontem necessitava de
concert importantes as soasmachtnaa, achan
do-seal-ons bromes no Arsenal de Marinba ;
ouvimos diter que. desde ante-bontem s 11 1|2
horas da noile, urna turma superior a 80 opera-
ros t'abafaou lao activamente nos reparos ne-
cessarios, que a noite o navio estava qoasi
promnto.
Q Depois da barca em que irouxn dp Hi.bcro-
hy para ts'a caoiial o Sr. almirante CopIbo Net-
io, alguxas outras pessoas foram obnua >as a
ebegar a falla ao Aquidabac, cesjsanuo, \.o-
rm, mais tarde a navegago.
A terpedeira de alto mar Marcilio Dia?
du rommaodo do capitSo lenle Malv-i.-o da
Motia e as torpederas pequeas tambem se
acham com a esqoadra revoitadj.
O servgo daa ordena ao almirante Mello es
t sendo feto per diversos rebocadores, sendi
delia enea-regados, segundo nos dtsseram, pe-
los pnmeiros teneotes Artbur Alvino e Monieiro
de Barros.
Affirmam-nos tambem qoe o vapor Curi-
tyia, que a:bava-se Cum mantimtD'od foi apri-
sioraio.
No crozador Repblica esio os primpiro?
teneotes Honorio de Barros. Collatino do Valle,
Monteiro de Barros, Souza P;nto, Alvaro Grag-i
e Pacheco de Carva'be Jnior.
A bordo do <*ouragado Aquidaban ante
hontem s pern6ilcu o i- tecente Mello Moraes,
ffici^l de quano.
Fci encarr.gado da ap-is otar a ranhonei
ra MarajO o I" leaente Felinto Perry Jonior.
s. guido o que oovimos. os chefes e com-
mandanies ios navios estrangeiroa que se acbf m
no nosgr pi.rto, reonir^m-se depois da entrevis-
ta qoe tiveram com o almirante Coelbo Nelto e
resolveram iotervir nicamente no eaM ce bom-
b-rdeamemo a cidade.
Da forlalea fle Willegagnon nep.honia ma-
oifeataoo ttoha hjvito e da de Santa Cruz un:
'elegrausrtia co commandante declarando estar
liel ao i'i vi ni.
Os Srs. ministro da marinha. tbefe do es-
lado-maior general da armada, inspector do Ar-
senal oe Marinba e lodos os s-us auxiliares.
p6Saram o dia e pernoitaram lo Arseoa!.
NSo bonve trabalho oa secreiarta da mari
nha e repaniges annexas, sendo o trab3ibo das
(.fcioaa do Arsenal encerrado i hora da t^r
de.
Todas as familias de cffkiaes de miricba
residentes co Arsenal dalli se retirar.m a nciie.
No baialtiao naval apenas Bcou o Io len-
le Francisco de Paola Oliveia Sarupaio. t .man
do c.nta dossenienciados que eiono presidio
O Io tenei t Adolpho dOSaLtis, secretario di
batalbSo heoo cm ierra.
A bordo do enenuragsdo Aquidubam sr'ha
se o tub inspector medico da aruiada Dr. Gal-
dino Cicero de MagalbSes.
D.irante none eit've de v'gia bar-a.
aluminando u com bclopt.otes o cruzador Ripu-
blica.
t A artilharia da fortaleza da ilha das Co-
bros loi encravada e todae as maLivellas da ar
tilbaria do crozador Gumabara nram retira
das de bordo.
Ao quarlel g-npral d armada apresentaram
se os seguitites ifciae?, oos por nao teren ro-
dido ir para b rdo dos navios a qoe perteoceoj
e ou;rcs pr mpt 8 para o servigo: capitSes de
m r e guerra Manor! Lope8 da Cruz, rbef- do
commisssriado geral c*a armada, Cerqoeira Lima
dir. cior d' escola (Tilica, Alvarim Cosa Fu.--
jsz de Lacerda, commandante do S-te de S -
lembro, Tneotcnio de Camino, do Gima a-
ra Gfpar da Silva Rodrigues, do J.vary,
capitS's de f'agai Pinto Bravo, comroan'ante
do hia'.e 15 de Notembro, Veiho Jai.io-, im
mediato do Quaoabart, Jos M. Pereira de
Sampaio, corona dtt; do Aquidaban Ribei
ro Belfort do Rttinblica, Rocha Christalioa,
Cav kante Lina, do Trajano e Barros Gjuda ;
capitSes lenles : Faria Veiga, Manoel Das
Cerdoso, Joaquim da S.lva Penna, Francsco
Fernandes Panema e Loix de Azevedo Cadaval.
e iffiniaodaote da Maraj, priroeiro tenentes
Ociacilio de Almeida, Luiz Lopes da Cruz e Le-
"Oino Castello B.-aoro ; macbioista de 1 ca se
Jo; Baiker, chele de machina do Aqn'.daban,
e os aacbinistas: .e 3* class-s Nicolao J. se" Mar-
ques, e o de 4' Rodolpbo Rodrigues, oflicial de
fazfna Joo Jos Luiz ; medico de 2' clasa D-.
Beoto da Franga Oliveira Garctz e mui!03 infe
nore.
Dlsseram-nos que abordo do Aquidaba:
esio os Srs deputados pritueiros tenantes
F'ancis;o de M tros e Retumba, Dr. Seabra,
Jicqoes Ounque e Anfrtsio Fialbo-
Do que o cor-eu as reparigOes do Miis
terio da Gserra, icnsgimos saber oseguinte :
Depois de meia nmte o Sr. corin-d Barros de
Vare ncillos, a-si8leole do ajudantc-ge-.eral do
exercito, receben commuci ag5o da repar igo
de polica de qoe no ancoradouro dos navios de
guerra, bavia movimento suspeito, e aquella au
toridade traosmiolego a coromunicago ao Sr.
Marechal E as Gilvao e ao Sr. Ministro da Ma-
ri ba.
Eese mostrou se sorprezo com a noticia, pois
das repartigOes qae Ibe esio subordinadas nc-
nqum aviso uvera de taes movimentos.
A's 2 oras da man: 5 o Sr. Marechal Eneas
&al\&o chegava a sua secretaria para providtn
ciar como ni taso o:ccrresse.
A's 4 horas da madrugadaebegou de S. Chr's-
tovo um piquete de caballuna para os qoarteis
da p.tga da Repblica e maa hora depois cm
eaqaaarao.
Durante o da esteve sempre de pro- ptiriSi
neese3 quarteis nm esqoadro de cavallaria,sen-
do r n :i 'os de 4 e 4 h ras.
Todos os corpts da gDarn'gao (ic-am de
prompiido, sssim como a da Brigada Policial.
Assiro que a ordem do dia para hoje, feria-
do, nao foi feia hontem como de oso.
A's 6 horas da m.nh urna forg de 24 pra
gas o^i* ba'alho de i faotana, eob o com
majdo do alteres Pereira, desceu de S. Christo-
vo para o Carneo da R rublica.
O 5* regimecio de artilharia, que tem o sen
quariel em Sania Cruz, recebeu ordem de vir
para o Realengo.
Durante o dia os cerpoa rec.ebc-ram munigo
ie guerra e para o 2# regio-eoto de artilharia
acrapps.
A' repart cao de ajudante general apresenta-
racu-.-u muitos cffkiaes, asslm como aos corpos
que Ih.'s isto ggregadop.
Ni 10 baialb5j om 2* tenente de artilharia
cootundlo-se em urna das mos ao preparar urna
metralbadora.
Sabemos que s 2 horas da tarde, tendo um
official da reparligo de ajudante-gene'al tele
grapbaoo para Santa Cruz Ibe responderam des
sa fortaleza :Nao ba novidade : estamos a po-
tos.
A guaroigo do Arsenal de Guerra recebeu
a noite reforgo ccnsideravel.
Scb'e a navegago entre a Capital e Nitheroby
tivemos as segointe informag6ea.
A 7 horas e 55 minutos da manb funecio-
oram llvremente as barcas da carreiru de Ni-
tbery, vindo na daquella hora o Sr. Mioistro da
Fazenda.
Pooco depois das 8 horas o trafego foi prohi-
bido por crdem do Sr. costra almirante Custodio
Jos de Mello.
A Directora da S- preza Cantareira mandn
nm empregado a falla com o contra-almirante
Mjllo pedir-lbe que deixasse seguir algumas
barcas desta Capital cvm as pessoas de Nr.be-
roy. F i da Jo esse cousentimetjto, com a con-
digo de que as barcas pa-aassjm junto ao Aqui-
daban.
A's ti horas sahio ama barca que levou gran
de nnmero de passagelros, e depois mais-duas,
sendo a ultima i 1 hora e 10 minutos da larde.
A's 7 horas e 5 minutos da noite sabio ou.ra
barca, a Qaarta, para Nitheroby.
A'- 6 1/2 com rerrxi-r) especial e- Mu de Ni-
theroby ootra barca com crea de 200 passi-
geiros.
Ao passar junto do Aquidi bar, o Sr. contra-
a miran > Mello dirigi aknmas palavras a esses
passaveir.'S, levantan to differentes vivas...
No caes Pbaroux e junio estago das bar-
cas bouve dorante o dia agropamenus numere-
sos A' 1 1/2 da tarde comparereu ao I gar om
official oe cavallaria do regiment policial acon-
pannado de duas ordenangas armadas de cara-
binas, qoe p obiblo a erntrnoago de entrada de
mercaduras na estago da Compaubla Leopol-
dina.
Foi aprisionida orna catraia que condozia
400 malas de carne secca que sahira do trapiche
da Ordem para embarcar por expo'tago. Di-
zem nos q:e a mercadoria perteseta aos nego-
ciantes desta praga Ferraz Sobnnbo & C. e que
antes de ser coudozioa a catraia foi passado um
recibo qoe ficou em poder do pesseal do trapi-
che.
Algoos trapiches que arm^zenam gneros ali-
mm'icios, como rredida de precaogo, conse:-
varam du'anle o dia fechadas as portas que do
oara o mar.
O expediente da alfandega foi eore-rado a
2 horas 1a tarde, depois de consulta do Inspec-
tor ao Sr. Ministro da Fazenda.
A forga po ictal que fez guarda Alfande-
ga aquartelou na estago dos borxbsiros.
Mullos emprega^cs pblicos morado-es doa
sobarhios e Ntberoy t) poderam comparecer
s reparii(6j?.
O Dr. Chpfe Ce Polica dht'iboio fo-gas pelos
trapichea .lim de impedir qoe delles fossem re-
tirados gneros alimenticii s. pelas casas de ven-
der armamento, para a Compacbia do Gaz, para
a Al'andega e on ros pontos.
Mandou i mi grande lurma de agenles pira os
binos, Ioj de garan'irem os negociantes qae
em eraode numero ; ffl liram a esses estabeleci-
men'os para deposi'ar dinheiro,
Muita3 esiagO'-s policjses foram fechadas por
ter 'iro dellas retirada a fo'C.
Na repanigao de polica tstiveram de promp-
iido nua forga de infantaria e outra de cavalla-
ria, devidamente moniciadas.
Infjrmam nos ouo a companhia do 24 ba-
talho de infantaria, sob o commando de um ca-
p o que estava em Nitberoy, fci goarce:ero
Pico.
Ero Nictheroy havia grande movimento de far-
cas co rrg ment policial do Estado do Rio de
Janeiro.
T .do o lit'.ora esteve apinhado de novo,
desde o anrannecer, e nos morros era lambem
grande o emeurjo de pessoas que assisliam ao
que no na- re passava.
Poi grande o movimento de rondas p palrulhas
a p e a cavallo, para maoter a ordem, esundo
vigilantes toda noite.
A's 10 horas e um quarlo da noite a forja
policial que fazia o scvigo no cas do Ph'rjux
fi z foto ^bre urna torpedeira que se aprexima-
va, mas esta i a > atracou e se:-uio o scu cami-
nbo deris de- respender os tiros.
I iformam-nos que o Sr. marecbal Florio.no
Te T.ot) c nvidoo os membros do corpo diplom-
tico para urna coi f^raucia boj1) de manh.
A guarda nacional licu, como rex'mnjen-
don o Sr. cirm?ndante superior, de prompidSo
em seos quarteis, agoar ando orden?.
O Sr. director geral dos corraos conservou
ne promp'idSo todo o pessoal de eua renanigSo,
ordeci u qoe os carteiros e ser venes se fossem
incorporar ao hatalbio Tira lentes, devendo ar-
mar-ae no anttgo Moseu Nacional, e coGvidoo os
cu-ros emprt-gado a tambem se armarem para a
defeza da Repblica. A este convite acudlram
cerca de 22 err.p-egado?.
Hontem boove uu:as6 distribuigo de correa-
pandencias e boje foram dispensadas todas as
qoe se fazem dariament.
Durante noile rieram-se diversos tiroteioa
no littoral, sendo o fogo de fozllaria de trra e
do mar c m canbSes revolvers. Uro desses s
11 1/2 da uoi'.e foi bastante cerrado e prolon-
gado.
Estlveram hontem no ralacio do geverno
desde maeh todos os ministros e durante o
da, altn de grande numero de efficiaes supe-
riores e snbaiierooa do exerciio e < fticiae3 bouo-
arios e reformadi s o almirante Eziario Bar-
bla, os conta almirantes Carlos e Frederico
Njronba, o Dr. chefe de p. liria, o prefeito mu-
nicipal, osD-8. Rao, Esteves, Jonha Juoi r, Frederico Borges. coro-
nel Marciano, Thiroaz Deltino. Barata Ribeiro,
commandantes da brigada policial e baialbSo
Tiraientes e multes oulros eavalheiros, bavendo
sempre em frent- ao mesmo palacio grande nu-
mero de pessoas do povo.
No SenadoPor poposta do Sr. G;l Goolart,
que exercia as funrgO.-s de presidente, o Senado
reuni se hontem em sessso secreta, afiro de de-
lioerar sobre os acontecimemos do dia.
A ses^o coroegou cerca de 1 hora da tarde1
estando presentes 43 S>s. senadores, dous dos
qu'es retiraram-se pouro dpois.
O Sr. Gil Goolart communicou que fo:a cha-
mado prestnga do Sr. vice-prealdeots da re-
pblica, que Ibe encarregra, como presidente
in.erino do Senado e amigo do governo, de tra-
zer ao conhecimemo de seos parea a rev.lta de
parte do pessoal da armada.
0 Sr. Aristides Lobo, tomando a palavra, pro-
poz que o Coogresso encerrasse 03 seos t-aDa-
Ibo', afim de aeixar ao goverco teda a liberda-
de de acgo para reprimir o movimento revolu-
cionario.
Es a prrposta foi vivamente combatida, to-
mando ento a palavra o Sr. Amaro Cavalcante,
que prop toase decretado o es'ado de sitio na
capital federal e no estado do Rio de Janeiro, at
ao da lo do correte, em que se deve encerrar
a presente legislatura.
Esta propos'.a foi igualmente combatida, lendo
orado os Srs. Virgilio Damasio, Coelho Rodri-
gues. G neroso Marques, Almeida Barreto, Lapr
e Manoel Victorino.
O Sr. Lapr impugnou principalmente a de-
cretago do estado de sitio no Rio de Janeiro.
O Sr. Manoel Victorino comegou een discurso
declarando oprr se s duas medidaa propostas,
que em sen conceito deviam aer substituidas por
urna mogo, que apreseolou, assegorando ao
governo qoe o Senado estava prompto a dar-lhe
todos os meios de que carecesse para debellar a
revologo ; fea depois largas cnnsideragOss so-
bre a acmal situago poltica do paiz, mostrou
que o Senado anoollar-se-bia, estara mesmo
abaixo de sua misso, se se despojasse de suas
atlritui;ces constitocionaes. exhortou spus col-
lejas a que zeassem o de -o daquella casa do
Coogresso, mas coiclolo retirando a sua mogo
e propondo se enviasse urna commisso no Sr.
vce presidente da repubiiea, afim de saber de
que providencias necessitava, hypotehcando logo
o spu voto, caso o ebefe do pod-.-r executivo aa
solicitaaae.
A esee tempo j ha'ia sido lida a mensagem
do Sr. vicepresidente da Repblica, que damos
adiante, dando noticia dos soccessos e informan-
do que o govern > se achava forte para resistir.
Esta declarago do governo nrov cou manifesta-
g6es por parte de alguna apposicionistas, que
eoteoderam que nao ea caso de se tomarem
providencia;, pois qne deltas pareca nao preci-
sar o poder executivo.
A todicago do Sr. Manoel Victorino foi bem
acolbida, tendo sido designados os Srs. Qoiolino
Bocayava, Rodrkoes Alves e Manoel Victorino.
A sesso suspenden se at que a corxmisEo
se deeempenhasse de sua incumbencia.
<

I HBHB 1


Diario de Pernambuco Quarta-feira 13 Je Setembro de, 1893
para
a ga-
o go-
~0 S'S. Aristides Lobo e Asara C>valeante
retiraran aa seas pro: oais?.
o regresaar a commissio, o Sr. Qui tino 83
Cyuva iiiforajon que o S1". Vlee-preaidenie da
Beptiblica ponderara que a de silfo era urna med la ex epciooal, qm naiu
ralroen'e despertara apirehea Oes. q*.e cravi-
Dha etltar, e quj, alera tisso, nao so coi.ii
do aiiK a qual o 1 l-u.i i;' revol lonaru
ge podt n prt ver em que pauta do le.Titj-
Ciooal bu ira Iravar a lula, e anda qoe a 1 l
boavpdcr cecesaidade de adoptar aju-lia provi-
dencia em nijis e om legar ao aname lempo,
e que co ctuira por solicitar qoe o Cjogresso
aotorisaa-e o gove'no a decretar o esiaio de si
lio-, onde e qaan 10 fusae oeeessa.'io.
Sr. Amar.1 C. o e ormulou erto o se
guicte i rj eclo ae resologfio :
Pica o poder tar o e.-tado de litio cni qualq er panto tfo ter-
ritorio da Repblica, onde ae iorue ne.e. sano o
emprego de-ae recurso extraordinario, ain 11
mesmo acbaolo m fea faucgtV's o CoO|
Nacin;! e de accordo om o ari. 80 da_ unan
toiao .
Submeit do discoaeSo o p ojelo, tallaran)
contra ih S:s. C):liu RoirUues, G'Ltou Mar-
qoes e Virgilio Dusio.
O pr.jeco passou peras tramites regirae-n!a"-a
e foi pa-* a vo'o>, sen Jo approvao por 3. fo
tos co 1 ra 9.
Votaram ontr o.; Srs.: Almeja Brrelo,
Jjao Neiva, Firmtno da Silver, Ganerosc
quea, Aquilino da Atnarai. Coelbo Rodrigaea,
Braz Ci ue.10 Liper e OliTeira G;la>9
Vota-ara a fivo- oa Srs : F aoc sea M-cha
do, Sarment, lij' la, Baeca, Caoba Jnior, Gj-
njenMi'j, C uz, Bliaen Mar.ios. Camoda Joto
Cordeiro, Jos Be nardo, Amaro Cava .11
Pernannura. Uruecraoiid, Mesjius de Gaaiijao,
Virl'o mvi-io, Manoel Vi ton Dom ngos
Vicente, Gil G nU't QaiatiooBiC yaya. Ansa-
des Looo, Saldaoba ^. leba, JiaquimFelicio.
Rodrigues Alvea, Caedo, Paraohoi, Manilo,
Ubalduio do Amsral, Sanios Andrade, Eatetea
Jnior e Luis DdBoo31.
A ressao na Cmara d3 Depntados ft
gou tranquillaineute com a normalidlle das ou-
iroa tilas.
D scutira ce boa parte da ordem do da qaan-
do, estando na tribuna o Sr. Benelicto Vallada
res,coraecm a reor ena agitacto no recato,
o que f-z cjm ojee S. Exc. ioterrumpesae osea
discurra.
O St. Gli:e-io requeren erUSo urgen"ia
se traiar de negocioa que enlend'.am coa
ran.ia da orden publica.
O Sr. B-n dio o Vallada-es in bgoa se
veroo tiilia frito coffinjunifacao a Careara d'.- al-
g-ima aUeracSo da ordeu pub:i:a.
O Sr. pri-siienie re-pinden qoe n;q:e!le co-
mento acaba** de re.:eDer urna m-nsa^em do
Peder Bxemtlvo, coja leHura man loa price
der.
A rnenageo, qne foi escripia pelo prnprinpu-
nho do sr. Ministro da Fazenda, do tbecr se-
guinte :
Sr. Presdeme da Cmara des Drttidos.
Commtiiuco vo3 e aos Memhro.s da Cana ra-
que boj-i ao amanbecer, o Htoistro da Mari-
nlii trtuie ao 1 eu conbe-'imentj qae part da
esqua >ra a;- t nba sublevado, col'ocando se em
attliuae reviilocio aria e em franca bosulidide
con'-ra o gnverno legal.
O Governo ompreben le ser do s u dver la*
var o fado ao vjso coobeeimeoto, aasego an lo-
vos que se-e le forte pir mantera o-omp.-
blicd. Scle o fraternidad .Florlano P.ixoio.
Capital Federal, 6 de cetembro l? 1893
n Acbaodo se sobre a mesa uti reqoerimento
assi naJo pilos Sr.'. Gy:erio. Augusto de Fre-
tas, Z.ma, a;ia Ui.'j'jo, Beilaroiino de M-n-
donga Lu z Mu'al, pennuqao se con* oea-se
S'Sro secuta para ss orna- na devida co
ra(3o a mensaRem do Bxecntivo, o Sr. Pres
te reun o, na fo ma .'o regiment, os preai lentes
das commiafOea permanentes e tesolveram con-
Tocar a sessSo ss ^eta.
Comnonlca a esta resolccao Cmara levaa-
tou-se a BeasSt) publica ss 2 ras e 10 mi iu:os.
Tumadaa as necessarias medidas poticiaes,
abnc ce pnaro depo a a staso secn t.
Aventoo-ae ates de 'o lo a preliminar lobr a
sessao devia srr realm :.t- secreta on Be io ha-
va ioconveniente era foiel a publica receendo
o primeirj al?ilre.
T ie eniaa a pslavra c Sr. Clyeerio, qne prc-
cu':; tu longo jis'u-j aecca c-:- ;cou'ecimeu-
tos.
Faliaam Lambe m : '.--. Z ua a Vallad res, re-
soW'-n 'O atiQ.l a Cam ra sguardar a resolugo
do Senado.
Po d 1 :s < i i 1/1 bon a Yanten -
sess'i 1.
A easi b ra rennio-sa a s5o o Cans'i
'u o .'- 8 cao .';; ". dar par cer eo-
bre o prijeco do Sanado, an'onaan o u 1
E.vuivo a declarar ) estado de sio, o qnol
Cbrgara a d ara puro anies dse levanur a
aesaao.
Preer.tes aeis membros da commiss&o, foram
avtr.ta'aa dua; qnestfj?s:
a) Se se devia declara; o es'ndo de s.lio. V-
taram a favor oa Srs. Frarjga Cirv^lbo, Cba^;is
Lobato e Ju 10 Mosquita, contra 03 S.-s Angcsio
de Fre Us, Bpitaeio Pesaba e Fogcc Heim-r*,
fican psr eobsegointe, empalada.
b) Ss se devia aoeitar tal qual o projecto do
Seadj. Veoceo or miioria, fenao por unani-
midad-', que nSo sendo impos-ivel louar ama
reaolufi.o definitiva, rcolv.u a cemmissao reu-
nir-93 mais t rde.
A'a 7 boraa, com eT.tto, preeer,t s todos 09
memb'iis, a materia d 1 romm:s5ao r. solved i
ceitar o proj cj do Senado, Javrando o Sr,
Franca Carvalbo c segrale p r:cer, que foi as-
signaoo pelos embros da niuona.
Altens as grav a Bltoac.Oes em qae se acha
o paz e a urgerti nere eidade (e tomarera se
medias p o if>Ua e efScaxea, soxo3 de parecer
que o ar- jecio qae veio do S nado relaiivamerj-
te ao e tado de sitio, seja eujeno a teliber,.ea
deata Camera e a.ip-i vado Fra- 5/1 Carvalhi',
Pres;d'itj.Cbagaa L bao,Julio Me quita
Caaemiro Jnior.Da ra Nicac)Adolpno Gj:-
do.
Ka > concor.! ndo a mi orla da Commis.So
coh e se pare 101 ;oi< t voto em
separado, red g:d3 pelo 8r. AugOitl de Fu-
taa :
Venri-'o-, Tuer per ser inconsU'uciorjal a r.~-
solucao do Seado, qu. delega ao Poler E>;
cativo cma tt ibais*o da q:e nao ode
oscr func sso art. 80 !.
da Constitotco) qoe ;o c"e"'.ca o ponto di
lerrite :o nacin 01 e io ser stap
as garantas nacionaes, (a '. 34 n. 2! e an. 8))
que nfo pi Bro e determinado
em que deva fm lar o es'ato de s la, > n con-
trario ao r!is)j?to no arl 80 da jai ;
Ojuer por eer a di i racSi do si:io medida di
grvida le extrema e deve
neo cento ex epeidiil, o i!. ?
este em qora o chele di nareio, em ma si
dirigida ae 1 : jso, ntir-se 1
te f. rte 1 >a a r pri ntf o : : ?:o t
nario d
Ha a do: I otos que legil mao o
uso deti attriboicaoa invaaao e-s;r*ogeira
cu gr ;;U' p.r:.a 1 em
pengo 1 un
a 3c:i i So 4 1 qSj I ij ; i rifl tete
o aaciifl ') da le c ms :, 3 o de
Faltas.Ep'.ttio Pe?soa.F Qermeo.
A'ot bor. a abri se a se?ao nortor ida C-
mara, qne tambem foisecrti, eal I
cerca oe 80 Sr?. depu'ados.
De ra de lidos o parecer da CommissSo de
jua.;cs e o vo o em sepralo, leve a ralavra o
Sr. AignMode Freita8, em qao em longo dir-
corso suctentou osf ndimentesdo eru parecer
contra o pn j .co de Se-.aro
Em seguida o Sr. '.bagas LoUt", tixbem em
desenvolv ias conrideratOes, defeuden o pare-
cer da malaria da cnmm'.ssao.
Ert nJo adiactida a hora, o Sr Nilo
requeren proregireao 3' a me'a-noitc,
coced idj.
Depoia de 0"arem 03 Srs. Mural, Zima e oe-
tros, I va-t)J-;ea sssao aa II horas e 40 mi-
nutos, fican lo adala a uis-p.^sSo, e convocando
o Presiaeate ssjMo secreti para boj >, m 10 ho-
ras da mrLb.
A BKVOLTA
(^.xcerptos da Gnzeta de Noticias)
O mjv-men'o da esqoadra. Durante a noite
de anie-hi.ntem e o ilrare
Custoiio Jos, i'e Mello, acxillado pr em grspe
de olliciae9, lomcu o c-ec.m: o navios i-ur-
tos to ncsf.o porlo, enre oa qua-s figurara coto
prlotapaes o Tra]p.n->.
Ftz rebocar o Amazcnis e o Madolra* para
jnato do gros30 ta esqoadra, que estacionar
o p c- 's torpe8 todas, t xc po orna Sefros-oado adicl-a para amanoa, possi-
qo' 8' aehava no diqua, alieriram a eaa atti-' vel que cmlquer resolnjo veoba tarde e a ms
l ,p. i boraa. Mu o apoiados )
A'- 2 bo-aa um navio apraroxi aor-?o a Ponta Ni seasSo secrpia s; o seoado devidamanie
tta Arm jo, para on :e ccemoarct u m a forga,' informado e propora aquil>o que fo? julgado con
que loniau o L'bortlO'iu i'y-oleebnico e o depo veniente para raauter a paz publica, porque o
suo le a-titbana, p-endeudo a peqaens forja: trndor supiO.s que o voto de iodos,
n val qne illi es'aciuaava e fizendo grande p-o-! Tira asaim o aenado ta isfeito aos reos deve-
,; emal I bel.ico. rea, tomando as medidas que eaiiverem a seu a!
a'- 6 e i|2 borss da miiliS a co-veta Ta- canee.
|Do pir, r-s ca movimenio para Nictheroy ; I O fac'o gravissimo e nao rrqaer dilata Oes.
depo IB d' t-af.r de un lieiro encalha, grag-s Eitretanto, na sesso secreta poder-se bi resol-
sitio de n-n reb radar, foi ancorar na Pona ve- o que for maia conveniente psra o reatabi-
da Armagaa, p-ra gairdaT o deposito da poi
tora.
D iante o da fo-am tran3pirtido3 a rrhoiue
o J -e y Maleira. Mir.ij e Sa'.e de Sj
temoro, qoe fortoaram em iraha, e segundo
eooeta foraoa transformados em deposito do ma-
. erro.
lh rerga do 2i dfl infartarla de li^ha se
po o pa a a Traleza do Pico.
O Kepublica etlevedaraole o da em mov:-
mjnto recobrado e lran-mrt;n1o ordeis.
O qodaban aesde p: u manbi ifiosj o pa-
v;lt.5o do cantra almirante Mello.
A esqoadra suilevada m>imou a varios navio?
mercames para Ihe- cederem oa genero1 de que
vu.him carregsdca. Entre p|[?a o raju tre tVe
nn da Comp*ohia Friuonii a, e o Curuyba
di Companfa a Coateira.
Das Decaa de Pe iro 11 fo-am retirados para
bordo dos navios 101 fardos de xarqu1, 6 do
Ira piche da Ordem m..H 2H)fa:foa. Do ludo
ion recibo o co.ifra-a'mir.iri e Mello.
A icesma esqoadra anoie-on-se d 1 J;ipi'e'
e das I iichba a vapor Va cd: e Lu y, per*
teneeates ao L'oyl Brasileiro ; aquella a mais
poderosa, e eata a'mais velos das I...chaqu
cro.am a^ ageas da noasa baha.
A t te uivimentj a herio o baUlbo nava!,
es acionado na liba das C m n I lo p bordo do> navio?. Conata qu rea
com':;.oian'e. O Cap lio de mar e guerra El'.e-
zr- Tasares, acompaohou n bataibio, deixanco
eocravada a ami'baria da liria asa Cebras.
O corpo de rcarinheiros na-loares, qu1 tem
sen q riel na fo taieza de Vllleeaignoa, deela
ron se neui'O. Ctnsia que os tfli.iaes do corpo
declararan ao rfWe do estalo maior da armada
qae o f.ziam f go contra sena cama>adas.
Oa ex coiamandantea dos ti es navio3 Aqui-
dnt-a'i, Repnblie; e Trajano tinbam paasa-
do a noite em t"ra, e quan-to bootem pela ma
nbl fe dirieiraru para bordo, encootraram-se
suh3!iloidos.
D z ae que commanda actualmenie o Aqnida
ban o capuao de fragata Alexanirino de Alen
c^r, o iVpu!"lie~ o capuao tent n'e Lira e a
Trajano o capio-tenente Pinto de Sa.
A bo'do do navio chee ea ava o i. lotete
Mello Morafa. que receben o contra-almirante
Custoiio de Mello e o cap tao d? fragata Alexan-
drino de A'encar.
Pela maabi o coatra-almirante Co-'lho Netto,
chefe do estadomaiar da rmala, f ai a bordo
do navios de guerra eatrange ro qie se acbam
no soaso purlo, e esteva igual Denle na fortaleza
oe Vi'leaignoo. Da primeira vez viniou 03 oa-
vica francez e loglez, e da segunda vez o na
Haao.
Oa navios de gu rra estrangelros, ancorados
no qoalro da b>bu, rectbrram aviso, aegunio
os eaiy'n.3 di ilomalicos, para estarna promptoa
primeira ordem para retirar-so do ancora-
douro.
O serviQo das barca' q'J IranaUam ente
pataca plale N'.ctfce.oy.soll-eu gravr irjterrupgo.
D ola das 9 boraa ua manna foram sospeoaas
.13 viagens, por ordem docon'ra almirante M-llo.
Na oltima viarem qe te fez, telo o Sr. mtu.stro
da fazenda.
A's 7 1/1 horas r"a n:i'e, ent-e'anto, o Sr. de-
legado da fregoezia da Cini'lina e sen anp
pente conseguircm do gerente fizer seguir orna
barca para conluzr operais o Lid Mas a Ni
iberoy. Esta birca obeve luenga para fazer a
t-aveasia.
A eeugao das barcas Fcrry eslava guardada a
noe p >r plqaeies policiaca e pragas do 7." de
infanta ria.
No senadoAntra de abrir-se a aessSo, era
veraavam oa sen dores anima lamente, chegando
a ser '.lembrala a da dt urna moio de eucer-
Oto com delegado p ena ao poder execu-
itvc pira aer lifrement- nj in u ra da maoier a
ordem publica e aoffocar a revoirgao.
O Sr. G.l Goulart, porm, depoi3 de li la e
approvda a acli, lembreu o alvilre que consta
do st-.'Uin'.e discurso.
O S". presidente (Gil G)alarl) diz qu- a me?a,
par i'-foroag6 8 verbaea do caefe 00 poler ex-
n o, esta informada da que a ordena pub.ica
lia alterada deide a madrugada do da de
bjje, rra cotisequencii de se ac'iar resoltada
[arte da marioba, em manifeaugao de ho-nlli
dade ao goveno. Basa manifeaiagia mais ou
maios leve algniia repercusaao na cldade, por
isao qu 03 esiradi de ferro Cental um nacleo
de desordeiro3 impedio o seu fonecoeamtu o
regular sendo arec:so qae io'erviesse a forga
publica para obviar os inconvenientes maiores
qoe se podiam dar coa relagao aquella reparli-
go publica.
Esta cemmuniesga.} e.t maia 00 menos 00
conh'Clmento des s.-cbores senadores : e, tra-
tando fe de facos da m ior gravidade, parece
mesa qoe o senado nao p le fnnecionar normal-
mente (ipoiaios e nao apoiados). E'preciso
tomar qualquer deliberago sobre este asaumpto
con n'.eira linerdade, cara veniadeira indepen-
dencia. Para iato, nara qoe poasa fas-l-o, pro-
(5e, de accordo com o ar.. 75 do re melo, qoe
o senado se couslitua un ses-o secrta para
n'ella tomar a medida que or maia conveniente.
Os Sra. senadores elncidarSo o assompto u'essa
sessao, com aquella amplitude que cortamente
nao f-e ter urna sessao pobli;a. (Apeiadoe)
A p-opofta eaia, pots, submettila a aprecia-
5P.0 co senado e sobre ela a mesa oovir o pz
recer da quaiqcer dos srs senadores.
Vozpa : votos f votos 1
O Sr. C-ielbo Ridrigues pedia a palavra, pela
ordrm, 1 o para tra'ar da proposta, mas para
raber por que canaea ciiegTam ae info migOes
a qne a mesa acaba de re!erir-se.
Se existe Iguma cooea por eacripto, pede o
orador o favor de oruecer-lge & leiiora, a'iidi
qoe o pap-l s^-ja reaersado, porque n,o far
ueste caso uso delle. Se, porem, nao exi-ta in-
form.gio escrinta, parece de bom conrelbo nSo
lomar o rea?do deliberago tao grave, sobre in-
fjnas'Cfiea verbaea.
O Sr. IcSo Cordeiro. Uaia g-ave o movi-
mentoqoa eat?. abi.
O orador.B d isalTel que o honrado senador
tenha 'a?.aa ; naa contesta.
U'Cimeuio da ordem. (Mero bem, multo b-'m )
Consalta lo. o ae 'sdo approva a propnsta do
sessao ft crea, contra o un.co voto do Sr. Coelbo
Rodrigoea.
Segoio-se eoto a ee-sao secreta, arrindose
presentes 42 aenadorea. Foi alamud\ urna pro
po. la do Sr. Amaro Cavalrante decrelaooo o es-
tado de sitio pesa capital e a ella se oppoz o
Sr. Mraoel Victorino, quj jnigoocoaven:euie uu
vir-se antes o poder exeeutlvo.
Concordando o eeoado com t.l r.solugcofo:
nerrea ta orna comml*sao composta dos Sra. Ma
noel Victorino, Rodrigues Alves e Qoint no Bo-
caynva para ir ao I-amaraty 6Uspeudendo-se a
seaso 3 Ij2 horaj da tarde.
A's 3 roras e um quarlo, voltaram os mombrrs
da comm siao. ao qu? consta, ce n a resposta ce
que o governo achava se forte em ierra, mas
acreditando na necessUade de qualquer me-
dida.
En a discuti se outra prepoMa do Sr. Ama
ro, qoe a seguiole :
Fica o poder execulvo autoriado a de"re-
lar o estado de sitio em qualquer ponto do ter-
ritorio da R-'pnblica, onde 83 torne neressario o
emprego degse recurso extraordinario, anda
mesmo acfianlose fanecionando > Coogrrsso
Nacional, e de accordo coro o art. 0 da Con?ti
tutgao *.
Combatp'nm tal solugo os Srs. Aquilino do
Amara!, Gneroo Marques e Go Iho R>dMgueae
defenderam 03 Sra. Ariatides L bo, Axaro e ou
tros :
Eslabelecendo o ait. 155 do regiment que
nos casos de invaaao. fedigSi co renelliao po
derao as tres discnsfOes de um nrojecio ser fe
tas no mesmo da, a 1* diseado foi .-peosa-
da e a proposta foi velada em segunda e terce -
ra, sendo approvada por 32 votos contra 9.
Pegaoha
que foi
E.-t en dovida, porqoe dsie moito cedo es
aborda I e tem en- i lo o; boatos o mats con
r notorios.
E' posacel, portm'o, q'ie o nobre sanador
; or tfor confeasa que sobre o
alcance Jo movlmento tem seas ouvid?.
E, qnando ha di vi la ? de boa po Mea a gente
b r-ee. Demsia, acaso nao eaiava prevenida
dia'o : ama medida oropoata de improviao ;
pode ser resolv:da por 11 a maioria evectual,
qies ja brja miioria, mai que em urna casa
plena s-ja mino-la.
E, quinto mais grave fr a resolugao, m?is
r. 11 se 1 la 'teve si r. O o'rdor 11 o ha nem de
P z e de boa voottde : sinda quando oa eeus
amigos se mettessem nom inevim-mo armado,
leara cem cert sa a cntela do nada Ihedizer,
porque Babea) que 1 prior- reprova e.-sas me-
didas violentas. E' um boruem de paz e nunca
fez euerra srnocam a peana.
Ma, or Jaso mesmo. que o ficto grane e
que aa circom- tiocias a qao a mesa aliadiu p
recem extraordinarias, talvez 'osse pumente, era
logar de conve'ler-se o senado immediatimeole
em seasao spereta boje, convocar se out'a para
amaoba, apezar de ser um dia feriado, para qae
tod 8, avisados de vespera, reuoam ae e tumem
as reapO'abilidadea, de modo qne o voto do se-
nado seja um voto da maioria real e oo de nma
malcra eventual. (Nao apoiados.)
E' o que parece melhor. Entretanto, o orador
nao affirma nem nega nada, procurando apenas
s.lvar o reo voto.
A casa em aua sabedora dellbpra-a o que pa
recer melhor, ccrlo de que cao tem o orad.r ia
t. res-e algum nem paixo.
O Sr Presidenip o*>rerva que as Explc;g5e8
qoe d o ao senado decliron que as ioformnges
que a mesa tinha rram verbaes. A foote e oa
..a, julgon coavenieoe reaervar para a sea-
so secreta, se porveoiu*a o senado resolver que
se passe a ella.
O Sr. Cataoda pn?3 qae esta quesfio de tal
envidado ejne psrece que o senado .-So pode
deixsr de acceit-r arestlugao propc-sta pela
mesa, atim de tomar orna providencia 1S0 argn
te qoaoto grave a qaeetao.
NiCatraraO Sr. Glyr-erio (pela crderr.).
3r. presidente, est no conhecim-nto da cmara
que gravea ocurrencias se esto deadobrando
na baha do Rio .'eJaoeiro com carcter rev.lu
ciean. E ara la qne acamara nao tenha co-
nbecimentoa de taes facto OBOao per informagOe
panicolares, toaavia ctrto que a capital da
Repblica foi es a manos sorpre'enlida por um
facto, coja uatnreza des roe os elemento* de p z,
de ordem, com reapeito ao governo da aocie-
dade.
Neaias condig6e3, annunriando smeote per
estas palav.-aa o assumpio da minha prtposi*,
en reqoeiro a V. Exc. que con.Ql'e a cusa ee
me co cede dez mrautos de org-ncia para tr*
tar do assnTp'o grave que acabo de aunonciar
por eaias paiavras.
O Sr. Valladares (pela ordem.Sr. presiden-
te, para eeclarecer-me, desejava pedir V. Exc.
inrorm3f,es no sentido de saber se ha conma
ntcigio cfficial relativamente aos fac'os a que
ee refere o nobre deputado por S-. Paolo.
O Sr. PresidenteHa communicagio olieial
son 08 fados a qoe se refere o nobre deputa-
do por S. Paulo e a mesa sp reseivava para dar
eonbecimeoto a cmara dessa informacfto, qaan
do bnavpsse opporluniJade, como a que agjra
se oerece.
O S-. Valladares-Pedira a V. Exc. conheci-
mirato dessa coramumeagao para que os repre-
sentantes da DigSo possam deliberar.
O Sr Presidente Ven dar conbecimenlo a
cmara da commumeago do pider execalivo,
relativamente aoa fados a que Iludi o llus^e
deputado or S. Paulo.
O S'. Brico Coelbo (pela ord> n.) N^o sabe
mes anda o que o vai diter c nobre leder
da maioria a respeito dos ecoutecimento3. cm-
qaanto a camama teaha recehid > crmmanie8;&o
iflicial da governo, proponbo qae se coca sttea
a palavra de S. Exc.
Tal sera a sea proposta relativamente aos
arooteeimentos qie re desdobram na capital fe-
deal, que lalvez a cmara teaha necessidade de
deltoerar e o sessao secreta sobre elle-. niu,
mai opportunameQle ouvir-ae-ca a comm mica
gao offioul de aoe se arha de posse o p-esidente
da cmara, (\p01ad03).
Propoabo, parianto, que ougamos a paltvra
do nobre leader da maioria, para depoia delibe
larmos aobre a commuaicagaa ciei 1 de que
m>'8a se acha de posse.
O Sr. PreaidenieNSo vou aubmetler a com
momea.o a deliberado aiguma; effeelivamenie
SO darla conhecimento cmara deasa commu-
nlcaga depois de concedida a urgeocia para ra-
terromper a crdam do da. Ente ido, porm.
que a cmara, tendo de tomar deiiberacSo i-cbre
orna U'geaiia a respeilu dos fados alledidos, e
navendo nm Sr. deputado pedido por si e p la c-
mara a ioformago de qne a rne3a se acha de
posse, entendendo nao poaer demorar a cemmu-
nragSo da info'mago que tenho.
Nestas co.,digOea, maudare f.-ztr a le'ttira da
mensagem de Sr. pres'dente da ; pabliea, e em
segnida sageilarei a votos o requerimento do
Sr. deputa lo Glycerio, sera discusso.
O Sr. ValladaresBar ta que S. Ex!-, diga qae
ba commnnicag&o cfiicial.
O Sr. presiaeote mam la lera
MensagemSr. p-esidente da cmara do?
deoutados.C.mmaolco vos e ao3 memores da
cmara qne boje ao amachecer o ministro da
marrana trouxe ao mea conbecimenlo qoe parte
da eaqoadra se traha sublevado, collocaola se
em altitaae revolucionaria e em franca bnatilida-
Je contra o governo legal.
O governo comprebenJe ser do seu dever le-
var o facto ao vosso conbecimen'.o, aisseguraodo
ves que se sent forte para moLt-r a ordem 1 u
blica Saude e frafroidade. Capital Federal,
6 de Setembro d- 1893. Fiorl.no Peixolo.
Consultada a casa a respaita do requerimen'o
do Sr. Glycerio, elle approvado par grande
maioria.
O Sr. Presidente.-Cinco Srs. depotadis man
laram a mesa um r-querimemo para que a cu-
xara se con3tnai?se em aeasao aecrrta, afiuj ;e
tratar de aasnmpto que euiende com a ordem pu-
suca e qne sao ob facto* da qne trata a urgen-
cia requer ta pelo Sr. deputado Glycerio.
A mesa, de accordo com o art. 96do regimen-
t, convtdou os Srs. presidentes das ro p-rraanenie?, e esta", julganfo ua raiicr conve-
niencia, na forma do mesmo regiment, que n8u
se tratasae em .-esso publica do rrq erimenio
Ja asro seereta, deliberaram que a sesaXo ae-
ceu fc8se concedida, o qae corxmonico ct-
roara e v?u providenciar, cenforme a deliben.-
gao lomada.
Havendo medidas de polica a tomar ante3 da
sessSo tecreta, saspenderei a sessai e convoco a
se.-saj secreta para d'equi a ora quarlo de hora.
Sasp-eade-ae a seseaai &s 2 b;r8 e 10 mnalos da
larde.
Na se?sc secrela foi r cebiia a resotugao
que o Senado lomee a respeilo do estado de
sitie.
Eesa resolrgo foi enviada a commissa.de
leglaUgio e jcsiiga.
O Sr. presidente eus^en-'eu a se.-?o,qae ern-
linuoo &s 8 hoas danoile e se proloagoo at de-
pois da meta noe, lecdo fallado airer-os orado-
res.
Durmte a sea 5o nunca bouve numero sufil
ciente pira se votar a materia.
A cmara reuoir-se-ha boje 3 10 horas da
mana?.
A REVOLTA
(O Tempo)
Est no dominio publico o fac'.o anormal e
condemoc vel de mais -ma revolia contra os po-
deres conrttuidos na Re oblica.
Grave, mais que grave, acaoruobado a a f-
at gao de-te po-o em face desse movimect) cri-
minoso, dirigido pelo Sr. contra ; Luir,.rile 6Bfli-
dio de Mello,que tindaboetam foi eovemo, par-
t lbando ao lad: do vioe-presideote da Repbli-
ca, a qsem boje combate das maicres reaponsa-
bili adea.
Diaoie de to estupendo acootecimenle, que
eogolpia a nassa patria ero nm ucoetno agita-
diss'mo deinoTtezas, de dif&coldades e quiga
de luctas tremendas, 6 licito pergontar :
Qnal o ideal aa menos amprente desea revol
ta ? J que pretende o Sr. cor tra-alrairant
te Mello T Em nome de qoe principios, em prol
e'e que iiteresses, qne nao seja o seo tbteresee
proarlo de vercar fora dos meioi con6t tucio-
nae",a3Soi^.e S. Ex. a tremendaresrensab li-
dade de quebrar a disciplina no -fio di orpj-
ragao onde, amar.ha Cumo hentem. sim-. ti a
disciplina lba pode d-\r a aocto'idade precisa.
o respeito dtviao aos seas bordados de alai
ran ie ?
L' preciso fallar cUramrnie num mome 11 an
gu.-t'-osa para a patria como es e
Est-i paiz nao qae' e nao pode viver a merr
de aventar.8 amoutosas. OpoVbras.l ro nao
rebanho cuja pa: t (rio estpjs ao dispor de qual-
quer auiacU mala cu menos Miz
Summamer.t! grae, pjrlai Ij, a 'o'o- 01
p itn a respoosab lidjde dos que nao t pida
ram sangrar a R-.publica com pronuncian t
armados, qoerendo fazer do povo b axileiro u'j
presa da cau lbagem udaz e ambrclosa.
O momento, adalo vista, u8o 6 para direrg u
ciaspandarua. Em terna daai-t'i-ida eceOit'>
111 u devem rea ir-ao lodosos qoe. emboba ra-
feuaos aoa seas de-vioa n8o deseism ver o B.-azil
passar de caonluo a raaiiho a' cahir no des-
prPTo das nagdes cali e e de si proprio.
N10 ha paruiarioa onde o p.tiotlsrco se im
pfte, cmi o pn v.ei-o de tidoa oa een ti mentes
de boara e digoidade.
Ante o pengo inminente da pBpbaceUmeoto
da patria, calam se todas a3 palxOas pe teas,
para si con.titar om 1 pirlido,-o da d
nac onal.
Por nes3a parte deaneces'a-io se t ru Er-
mar oossas deaa e Ee troeet>s. Nao e;ixer(a
mea personalidades, nem ros preoscopam 111-
dni las, quaalse f.z preeioo, laderlinavel, o
id fer d saltar a RepsMIra do barathro m do-
nho da guerra civil com iodo o seu cortijo de
ho-rore8.
O momento n) pa* certa, ora a)orar er
ros de pane parto ; m3 e sosten lar a cus ti
de tedos os sacnfieioa a ordem legal, qae envot-
vea vid e a falieidads da tepuoti 1:.
Em urna palavra : sejamja b aziletr s, ps-
triotas, maniendo a dganla ie. do Brasil, q
declive aqieo pre-tpitam,6 pjdsr irte: a
degralagao, a deshonra.
A REVOLTA
(Eioriplcs d'O Paiz)
Um mo f do es' p sando sobre a Repblica,
cavada 003 sena alicerees e prejudicada na su*
marcha de evolugao e progre-so pelaa ambiges
deBmudida8 de aas e pelos desacertoa de ieu-
toa.
E' trislissimo pira uosjoraalistas, o dever
que nos mpJ0 proprio tffit-to ee n f rir o espe-1
ctaculo doloroso que desde a madrag di de hen-
tem efferece esta capital, coja populagao ancea
n'oma espectaiiva cheia de duvidas e fundada-
mente receiosa do dia de anifxh, que o fu'u-
ro e. o imprevisto.
Urna revidogo surgi entre c', com todos es
caractensticcs l'oj pianos combinados.
A cidade dormia tranquilla e despreocupada,
al qae pela madrugada corrtu rpida a noticia
de que a esquadra nacional eslava sablevada e
que j) alguna vasos de guerra apresentavam-se
de fogos promptos a qualquer manobra.
A esse tempo denunciavs-se ja om movirnento
de.aggressao na liaba da estra.a de ierro Cin-
tra! do B-azil, movimento a qoe em abaciato era
estranho o pesra. I all empreg.ido.
Um grupo grande de individuos forgava os
eropregadas da cabine ceot'al a ,.ba donarera o
sea posto, passaodo era seguida s cabinr-s saz-
conaes, das quaes igualmente se apodercu.
Depoi?, e8tenHendo-88 ao longo da boba, osse
mesmo grupo atacou as e-'iges Je S. Diogo, 3.
ChrisiovSo e Maaeoeira, as quaes darxnilicou
apparelbos e lius telegrapbrcs.
a esiagao de S. Fracciseo Xavier, foram le-
vantados alguna pedages de tnlhos.
lote-rompido esse movimento, em viriule de
circom8tancias estranhaa e avisada a admi ils-
liag*i da estrada do qae se eslava pjssaodo, co-
tnegou esta a agir, distriboindo todas as prov;
di-ncias para reparar o.- damnes cansados c res
tabelecer o trafeeo dos suburbios e a expedic&o
de trena do interior.
E foi asaim que j a 9 horas da manila para
o S 1 de Minrs. S P 1 de S. Paulo s 10 horas e
16 mmutos e o S 3, mixto, para a Cacboeira, s
11 e 15 minu'o?.
Pouco depois comegoa a ser f ito o trafego des
suburbios, einbora irregularmenle, quencia da difficuidarie de tr^"j 1 :-i 1 de avisos
e de estar sendo aranas c!ilis::,"a una linb .
Una forga de polica, moa ciada, foi man
para a Central, alim de ca-an'r all S ord a, e:n
qui'qaer emergencia ; dig^m^s, p : 'm, qu -.
repjrtigaa manteve se seaipre tranquilla o qae o
8eu pessoal conseirou se sempre prompto p^ra o
sjrvigo.
Entra sqol urna nota qae cem-rance-n-s refe-
rir : -o auxilio dos cavu-s estrangeiros >ara ga-
rantir a le-ra.
O Si. cantra-a'miraa'e Coelbo N<- t', chefe do
e3tado-maior general da armada, foi, cerra de
nvio-dia, em lancha do ArseBal re Marraba, a
bordo do eroisdor francez Arell'n-e e, fal-
lando ao almirante De L'bran. communicoa Ihe
que i esqu 1ra eslava revoltada e qae o ov;r-
no nao poda respooaabiaar se pele: accidentes
dado3 no mar.
loformam-uos qua ealo, a vista disso, o almi
raoie franez confereneioa com oacomman'aa-
tes dos dernais novios esirangel-cs su tas, resol*
vendo declarar ao contra-almiran'e Costodio de
Mello que nao cenaentiriam o bombardeto da ier-
ra indefeza e onde estav.m subditos de anas
nages.
O governo agio desde as primeiras horas, prpgando tolos os esforgos para garantir a or-
dem e a paz publicas, como se ver das notas
que damos no correr des ti narrativa.
Na pessaa publica das dua3 cmaras que pre-
cedeu a reun5o secreta.fai lida a segointa men-
sagem :
Communica vos e aoa demaia mpmbros da
Cmara que heje, aa amanbecer o mioisi.n da
xarinha ironxe ao mea conhe iraento que parte
da esquadra se tinba sublevado, collocan lo-ae
em aititcde revolocionaria e em franca hostilida-
de cintra o governo legal.
O governo compreheede ser rio seo dever le
var o fiera so vosso CODbecimeoto, asfegu-ando
vos que sp sent forte para manter a ordem PB-
bliea. Stle e f rale mida de. Floriano Pe-
xoto *
As dnas casas do Congreso esliveram en'S
reunicaa em seaso secreta, para t-ataren d'
mov mentoa de bollen; e spontarem ao governo
medida que garaoussen a traoqollldae e a
ordem poblics.
O Seoado foncciOQ a fmen.te drente o dia e
a Cmara da da e a noite.
Nada podemos adiantar dos importantes d hi-
tes all travndo8; apenas o resoltado defii
colhida n&Cima-a alia fornecinos ce nos
tenores; o carecer das s:s:0:a ebriga-nes
maior oiscr-g'io.j
O Senado votoa o S'- retal i r rre :
O Sealo Federal assegori do o ?e.i R
apoio ao p3der|execotivo n-i d- fe-a da
e da croem eocal, perturbada pela i lia i
orna parte ''a esquadra, resolve :
Art. l. Fica o oder execolivo a ^o ?
decretar o estalo de s to era qoaI|0 r p' rito da
R"puDli'-a on.o se torn ceceas
m sse roeio extraordinario, ainda mesmo ach
do-so em feocejOaa o Coogresso. Nacin..!, e
accordo com o a-t 80 da Con?1 tolgo.
An. 2. Ficsm revogades a3 OisposIgOS etn
contrario.
Enviado para a Cmara foi es-e dreret disco
lido, devendo ser votado boje, em seaso sin di
Btcrcta equa comegar, Ss 10 horas ca m3oha.
O *Aia dabsn arvnron o pavilbSo. do aimi-
isnie Cus (dm de Mello.
Cercad.a 3 boraa a tandea esquadra, qae
coaservou ae seaipre de fogos accesos, compa-
bi-se dos navios j citados e dos vaoo-ea
U-a-n-, V. us e Mane da C>mpaohia F.igo-
i sj' arm-il-13 em goerra, e de um reooc
:. C impanbia Li;h.
O vjpc-r Goryuea.a rjue entran com sarra
smente de caroe seeca. f. i aprisioiado pela
Ira, --.a com 1 o vap>r Pallas*.
E tao tambem im pote- o? rerol isose c-a
lnlo 1 bthi-i ai tor i'iei'.* na i, i 3, i o.
Tiuti-m crazoa a baha (erante tilo o ia a
lO'pedeira de alt< mi- Igaatemj*.
A etquadra o-cup-vi bootem a hrfe a s-
tiin!" posicio : BepebHca, Aqii iae, Ga*
n:bira, Tr jnu e Jagai y em l los
,ion?a da Una das Cobras ai f or !- I Vil
MgaigoOD,do lado deata capilsl; Jopter Marte
TJraoia. Amasooase Jafary di lado le Ni y
O Sete de Seteoobr e o tapir Palla-, ea
tas xi guardando 1 Armag&o e aoSiliando o em
arqae Op peire hoa teilicis_.
O bal ifbio *l sob a oromand 1 do cap 3o
de mar euerra ltte.z^r Coatiobo Tavirea, a Ibe
nu ?o movimento e e;! di-l-iiniio e.a diUaren-
tes vas da esquadra.
Oa cornraandaiies dos vrsis di eaqaidra es-
lavam iodos em ter^a. Dtriglodo-se aoa
navios peta at*obl acnberam la revo'ta a en'So
iK'seu'aram s^ ao qaartsi-g*oeral la marraba.
S 1 alies o ai itao de fragata L'n?, c m r,-'. -
ie do (Trajaoo* ; os >i o de (- uata Be'fo-t, c itc-
maudaate eo crosador li pablic ; e sen 'm-
1-dalo o capiao-teneme Manalo da Cenia,
e ootro8 cfficlaes do mesmo cruzador; c: l
de fragata Pcroira de S m aio, commandan 1
tqotdab .,;- e-i -
Wao'i.'.'l'y e i.":,'* 111 na- daq lelle'ourag-i ;
So- e ia He Fi .-; :i35J los F" 1 iq I Pane
m^, d t. 1 i-ara Aragoa y f
macbioiat idam na; ipitJa de rntr e .u-r-
ra Cer.qoelra Lito, commiodaota da fragata
iAmaionaf;i '. 1 Leu de Azeveio
Cadaval,commandanle da cimoien Ma-a,
e ofBc aes da meema ; caoitSo de mire guerra
Gi par da Si vi Itolrgu**, commandaots do
Java'y e uiHaiaea do memo ; Dr. Bs.n'o da
Krarg. Pinto de Olivelfa Garcez, medico do
croza ior Rapuollca ; eanaij oa* e goarn
Toeolonio Coeino Cerqa|ra de Carvalbo, com-
roan'ant da Giaoaaara.
Os navios de guerra estraogeiroa qae 30 a:ha-
vam no doco, co locaramre py fra da for tile
za de Villegaigaao.
REVISTA DIARIA
/
f
Oa navios da esquad-a, como ji dis .-me, 30
amanhecer estavam de rogos a-.ces s, faci qae
deapertoo desde logo a attengao dos passageiros
de Nitberoy em direccao a eaia capital.
Depoia se seabe que o almirante Custodio los
de Mello eslava a bordo do Aqotdaban e qae
todoa es. vasos de guerra se tiobara sublevados.
Pela madrugada, aquelle almirante, que havia
estado 00 theatro Lyico, era companbia do Sr.
capltao de mar e guerra Frederiio Larena. cra>
barcn no courrgado Aqnldaban, a bordo do
qual acham se tambem 03 Srs. capito de fragar-
ia A exaodrino Faria de Alencar e os depniadcs
Retumba, Seabra e Amphrisio Fislho, Jacqucs
Ourtqoe e i. tenente'.Mattos.
A'a 10 horas da manh j se achavam em oodpr
dos revoltosos os crctadores Repoblica. T sja-
uo, Or n e Guanabara ; vapor Jpiter, da
C' mar ATguary e Marcilio Das >. Maia larde,
encorporaram se a esquadra diversos rebocado-
rea do Uojd B'azlloiro cem ca qoaes forano re-
bocados o erczidor Solo de Setembro, que
A fortalezssde Saa'a Cruz Villegaigaoa, La-
ge e S. JoSa conservam-sj fiis ao gover.10 le
gal.
O Sr. al? ir ota Firmina Cbivea, miaistro da
marinha, esteve as 2 e 20 da tarje ao quartel-
ger^.l da arma'a, segurada depoia pira o pala
cele de lamara'y.
A',- 6 n iO Joltoa S. Et. ao arsenal, onde con-
fereociu la*ante al.ura lemp com o Sr. al "i
raate Coelbo Netto, ebefe do estado-maior geae-
ral da i.rnuia, reliraodo-3e depeis.
A's 8 horns oa ooe aioda comparecea S. Etc.
nesss estabelecmento, ocie tstvjcom o l.
ti Dente II lO'io Lipes, seu aja ante de odeni,
e onde devia pernotar.
As familias dos diversos of&ciaes da armada,
residet-t-'s go arsenal de msrltia, rettra.am se
cali.
Nitberoy f- i o prlmeira panto vsalo pelos re-
voltosos.
Pelamadingada, c'e uu casia lie guerra, :ue
d&o pOl-* ie- reo.;' : 1, d sembarc-JO aoa
f res na Po ia da ArmagSn e a do le cu se do de
psito de artilharia, depen ias da reparl
d--1 r.i loa t; laboratorio pyrote bmeo da a a-
rioba.
Presa a guarda ali eitjsionada e remetti a
n^'.ra bordo do vaso de goerra qoe den desem-
barque, com gou o traba lio de transporte
material de goerra. es: loaanlo, raiist.ri-.
como deposito Ductoante, t> Javary, qoe, alli
h an -. a reboqae, deu faado a poooa distan
l.! ila i; rra.
Pa'a eje mesmo ponto furam Gaviados ova
ror Mudeira, a Sete de Setembro, a Jfcriyd e o~'
rp >dPl a do alio n: .
D;s 7 boraa d 1 m mb3 en dan'e foi Interrorc-
pida a .. 1 a do Rilado do
lio :e lam tro, Bcan 'o em pod r da ei ina r a
Pruneira a uaja das barcas pequeas, cojo :
ignoramos.
Essa falta de commoDicagSo entre aa dais ci-
;'. ? '- oxe r vi ip ; rbigaoao comm-rea e
ao espirito das fa ', uue, sobresaltadas, se
agglor rara
Com d obtep ao a travessia
da bares Corle, qoe en o a N tberoy ss Jhi-
ras da t rde, cotido* neo cerca ee 3O"pasaag-i-
ros, e como 11 stivesse grande numpro de mo-
rad res e erop'epad.-3 na Cipial Federal, o so
j-cito gereoe da comnanbia Ferry, Dr. Gama
B otes, lomando ama lancha a vapor, dirigi s
pira bordo dt. Aquhhbnn, censeguiedo. epois
de larga confertnea co n o coutra-almirante
Custodio Jos de Mello, que maia urna barca
vi -i' do Nilhercy para es' cidr.de, o que de
i se realizoc, tomaudo a Quarta grande nu-
mera de pasaagelroa.
Ao passar pela ropa da capitanea doa revolto-
sos paran a barca, alim de ser examinada, se-
gurado, pos curta demora, a sai derrota.
O Sr. marechal Floriano Peixoto mandn con-
vidar os Srs. ministros da Inglaterra, Itilia, Fr.-.n-
ga, Portugal e Bstadof-Dnldos para urna ccnle-
remia qaa deve ter se reazado ao amanbecer
da hcj?.
Vtos telegrammas d-. fortaleza dssmeatiado
os boatos de albe^ao.
Durante o cita de hoatem sflldio ao palacio
llamar: y g'anle numero d. officiaes do exerci-
to o da armada e tl,:u": particulares.
Os com oandaotes de brigada e de cerpos da
gner i 1 nac nal, cem 03 seu? officiaes, apresen-
ta.-.im-?e hottem ao commandacte soperior des-
sa rniltcia.
O ermmindante da [ortelesa de Santa Croa
ti legrapoon o governo. declarando qua te eco
servara Btl & auiondade ctnsliiuida.
No largo do Pago f ;i a noite pastada nma fe -
g d c. al oda 1 o u:u cilio al.
A'.? 10 harai Ca d lite oro gim? He arl I a-
; '' A l .' -
No Bjosiero de S. Beato de?, m ser boje as-
as jas pegas di ara" |!';-
1
: a C
a qoe guarnece as bateras d3 I ha
foi tcdi encavada pt'.ot revolto-
0 batalbSo acafeaiico esl aqoartelado no Ar
a oal de loetra e a el iocorporoo se c cliaico
e ant'go republicano Dr. Brido Filha.
O courag^da Aquidabm A cammanlado pelo
eepiao de fragata Alexandrioo Alencar, e Rep-
blica pelo capiSo ten re La-a e a Trojano pelo
i* teneDtc Mooteiro da Silva.
Cerca daa 10 1/2 horas da noi'e, de om des
na1.103 da esquadra foram dalos tres disparos,
sendo ero do canhao de tire ra ido.
O C'czalor francez Arethuse igra eo'o ora Bl-
goal eouipos'O de quatro Itralernas vermelhas e
immediatameate cessarem os tires.
As prcias e ces da cidade eetiveram cnarda-
dos, a partir de 6 horas da tarde, por forga de
t- vallar a, armada de flavinas, e de infantera
de iloba.
O gr.verno COOlt, para i defezi desta capital,
cem lodos es ba'atbOes de irfaateria, cavallaria
e artUberla cq;i aquartelado?.
A,popo';gSo desta capal est iranqola e o
ccmueerrii tenecloncu doran'.e o da sem ne-
chom emeareco.
is'.o i.a A!aicaii, o wpor mazonat eocou-1 A* hoia em que fecb:nn* es!a descripcf o rei-
r?gado Jivsry. na ccmple-tajirdem.
Telegrn;a.iiiii ofllclaei-1!. Exs. O Sr.
gofomaaor .10 hs ado, a partir d 8 do rorrente,
recibido os svnmtea leltgrammas,CB'JO co-
".menta io< i- -a, ama vz aab das as oc-
io rendas ha-.idas na Cratial Fcte-l de 6
pa'a 7 :
fortaleza,8ie Setembro de 99.Barbosa LI-

Cantal mea decililo apoio emerg.-nria rf fTi-
I, c_< s ii preciso coligarmo nos para li fey-
enra governo m&rerbal Fori-mo Petxoto con-
ra .'i i o-j po col dores. V.v; a itepubii-
lBezerr Fontencl pesideate,
Palacio do Presidente d RpabliCl, O de Se-
tembro de 18H3.G iveroador.
Navioa i'volaconadcs coo'.inoam si'a g5a
ladee si. A >enaa lanchas e tcrp.jd-i'aa fintei-
10 tiros fazil sobro t^c.3 que goaroecem li.lo-
'al d s :apil I, seilo sempre fortemaota rc-
pe'li' 1.
Rrola:iooarios trnterarn bontem e h je dar
de8jmbarqoe Ni heroy, rendo bnlba i-metire-
. I'dos pelo regiment p-elicM 1 daqnde Bstado
aa mando do br vo coronel Ponaoa Ri nos.
Bxercito completamente en lo, prompto
.rr. -e europrr deverca leal! 1 o e patriotu-
a' lira i-cpoen.
3. -di nacional e pavo arham-s-ir.(e:ra-
-i;o governo legal.
Pal woslai em u e, ci lalaa t >d s :;
I -i 1 ^ 'rvij '. da II ,
( de maasa popla' veio 11 >: 1 s;c oriar
' t izer 'i; moga o da adfi 1 v.t: ,
m meeting.
Cu-de l'anqni la, populsg'o rucstra raacr
'... overoo.
Sbese i .-v.--.rj maltes ferides bario
:.
G;vc-rna a todo transo eampri o seu de-
ver.
Viv a R'poblici \-Ministro d) Interior.
Mice 9 de. Setembro de 93 D\ Barbosa
L;Tia, tr iveroador.
_ Aq i estou l i s'erli efjza conetitoi-
gao e na Ropeblica e da seu governo iegjln.eota
constila'.dc. Ja o Ji-se pa 6 Rio, os vosaoa e
meos esforcos reunidos e?tou certo sB'8o obst-
culos quaiqaer maatrlo-ica tentativa r-.bellar
dous Estados.Bezouro, governader. >
Parahyba, 9 de Setembro de 1803.Dt. Bjr-
bcsi Lima, governa ir.Re ife.
Sei nte voaso lelegramma de hoje. Prest
ralo apoto nat-ioiicj eovivno ma-ehal FlO'ia-
no. Viva a Repabhca IAlvaro Hachado, presi-
dente.
Policio do Presidente da Repblica. 10 de Se-
tembro de 1893 Ao tovernaditr.Heeife.
A tituue revoltosos cooiiciu indecisa. Nala
aotav 1 iem occorriio. Governo tem tomado to-
las 18 medidas que snu gio ex'ga.
Presidente Repblica sabio a ra a cavallo
cam sen es'.aio maior, tendo estado no Arsenal
1 Marinha e ponras do litloral, e fci vi:rariado
pelo novo ao p.^sa- pela roa Oovidor.
Populagao eontini Iranqa'lla.Ministro do
Interior.
Pataco do r>rs:d'nte da Repblica 10 de Se-
tembro de 1S93. CircularGotrnador do Es-
tad:.
Fot h je promnlzado decvto legislativo pelo
qjrj"-*l deeiarado estado sitio por 10 ..lias nesta
capital e Ni:tb9rry, bem coaio aij'.orisando Po-
! r R rido p-: so a qualquer poato do lerritcno da re-
pooltca.
NS > ha novlrjaies. Oa revol'o.raa cjntinuam
(solados.
Vire-preaiJen'e Repnbl'ci ai aba revi-ta ;i gaarnig&o, sendo acompanriado p;>r
grande nomsro ri' popal.rea e entbn lastica-
menta seelamado pelaa furgaac povo.Fernando
L'bo, ministro do interior.
Palacio Itimaraty 10 de SttembroSovsr-
na lo'.
Durante da de hentem naviaa ipvoliadoa
bombardearam N-ctberoy escc-liendo de urefe-
reacia qaar el ds polica para alvo dr seca
tiros.
Forga qaa all lizerara desembarcar foi re-
peluda fieaado morios 23 marinheiros.
GuarncSo daqnella cidadean-rmeu'ada.alea
de ottras forcas, com batera K'upp, que ji
01 ti r alirou centra navio?.
N -ta cap tal apeoas leota'ivas desembarque
revoltosos, que t> repellidoa era tola iraca.
ii .m-1.1 tiseram coo'.ra ciJa!e algoeaas balrs
canhao 'tro rpido, sem entretanto causarc-m
gr nde tamno.
G veroo prohibi eatra'a navios marcantes,
que ou ae fjzarn ao laro ou funeiam junto for-
ii!- za t^uta C oz.
Ainla nao foi publicado estada sitio nao
obttinte estar decreto maos vice-presidenta
desde o da en que foi volado.
Jomil do Brazil de bontem publica ter lea-
dor Rey Barcos par lido Rio da P 31a; ta, po:m,-
qor-ni diga athir-se elle occulto nesta capital a
s-r um de-8 cabegas da revol ta.
Sinceramente nao o ceio; 03 seos anteceden-
tes, a sna propria digni adp o imptMiriam em
tal caso para b; rdo rio Aqadaban. e nonc para
um escondrira ou pa-a burdo de um paqaete em
viagem. que pode ser claaicad3 de fu;-a.Co-
ronel V.lhdao.
Pa'c.c:o da Presidencia da Repblica 11 de
Sctemmbro de 1893. GovernaderR cife.
A paite da Arm da revolt- la, a cuj frente
est, como sabis, Almirante Ci-te o, eat cir-
comscrpta ao porto, onde tem p-atieado deprc-
dsgoes, farido e morra pessoas inermes do povo.
Cemest; proeedimento. outros mais tene-
brer.^. e covardea devemo3 eaperar de to m5o3
brasiteiioa. O governo poren, cada vez mats
fo tiiectdo, emp-ega ni ios para n5o consentir
qoe tenia perveratd .de trinmptie.
O governo 1 gradeen, p-anhin: 'e, vosso apera
e do covo pe-c-mbueino. a quera 8 ir na pes-
Boa do ssu eoe'gico governadar.Florin*.
Pata io di Presdate a da Repblica. 12 de
Setembro de S93 GieernadorRecife
Revoltosos comnoam I csoj. C:mohoa-
tem. nad o-cor-eu luje.
. ,-> rno c:a ve?, mais r-res'l : do pe!o
ap lio 1 : 11 li e- :. f lo ion eros le-
1 gn romas de sdbesad ; e nio p scison 1.irada
: eto d 51 si 113 de itio.
a i'i Ib 1 de Alto Uragoay e a guarnicSo do
TtradaUM acabara de telegr e- ,0 marechal,
noh indo 1; 1 e inli-ira
Popula co tranqmlli, e comme-ch fon:cio
com toda regalaridade. S.io-voa.
Um'Slro do Interior
S. Exc.-o Sr. G veres cr dr. Estado esp2-
dra tumbpm oa seguin'es lelpcrammaa :
EmG de Siten bro de 1893.-Mrechll Flo-
riano revoto, Rio.
Sitente grave* successos ah! ""corridos ludo
envidare! su tenia- vosso governo, L"'i;o que
. n conbe ter como I giiineo p capaz assega-
, m e consolldCSi Repoblic.
Deade ja p'ovideocio estando l! r'.n pr>ra
cninprir dcieranagO sjtlgardes ::c .: iaa re-
press insa-reig5o.
V:v Rraublic.j !
(Ass goado) Barbosa Lma, Gavernador.
E;n 8 de Setembro de 1S03. Dr. iodo Feppe
Rio.
Respondo vo^so telegramma. Desde tire
noticia futossoa gravea ebi occorridos t-legra-
phei Marechal. Tornae aaseijurar Ihe n5o ba ex-
forgo nem sacificie rae paregim exapprad03 em
prol causa ayntnetisa ftoverao federal. Conlae
ludo envidare! centra impalrk t ea rebell 5o :
ao? cmplices des=e rrime porvealu a aqol ex-
istentes nao darei quartel.
Viva Repblica f
(Asa gnadt) Barbosa Luna, Govercadar.
S. Exc. o Sr. Comm?ndar.te do Districlo rece-
beu h.-r.t-m tarub rn o s. gu nte :
Rio 12 de Selcmbm Commandanle Dis-
tricto.
r. volteaos conucnam ide-cises. Como hon-
tem nada notsvel occorreo hoje.
Giverno cada vez mais preatlgialo pelo
apoio populagao, tem receido nmeros tele-
g na 'i adhesSo, e oSo preclsoa ainda usar
. s.tio.
Fi.ti Iva Alie rogu.".y > g'iam'grio Tirade:.tse




1


m. m 1 ni
I
CaWZr



acabara telegraphar Marecba U-sUmuahanJo-lbe
inteira adb< -aa.
Popul-tau tranquilla e commerc'o fonccio-
Dando c.im 'oda regulandade. Sido-vos.
Ministro da Guerri.
Paquete Mocamblqie-Hontem a larde
passoi. a vih.a de. ierra, du oorte para o sol, o
paqoe'." M< c/imblqoe da Malla H-al Porragurai
sendo rebocado por ora vapor loglez, que vai
levando-o at o Rio <"e Jineiro, oo 'o o Mocaoi
b:qj t- ai de ser reparado da avaria qae .-> ff eu
no belice, ha alg m lempo.
Coa') se abe, Mogirabique, em demanda
do porto do Recife, procedente da Suropa, parti
a baste do beljcbe, e arrastado pelos veoioa e cor-
rentas mariobaa desviouse para o norte,e sendo
encontrado por om vapor ragiez foi por ** re
becado at o pono da Fortalesa, onde ficon es
pera de destino.
A respectiva companbia acaba de loo dar,
maudando reb cal-o at o Rio de Janeiro, tura
de ah reparar o damno que s ffreo.
Unlo Econumic* Beneflcente A
sociedade des a deoomioacj, creada e existen e
Ba freguesia de fugados, commemora n i prxi-
mo domiogo, 17 do correte mez, o sen i* ani-
versario, celebrando nica sesso solemne pelaa
7 horas da noite, na respectiva sede I ios de S.
Miguel D 37.
Para soa fe.-u tem (ido expedidos numerosos
CMVttM.
Club da i.avoura Conforme convite
feito pelo Sr. D. Ai tumo Venancio Cavalcante
d'Alboqaerque, reoniram-se na casa do Cooce-
Ibo Mauicipal da villa oe Gamelleira, no da 7
do correte, monos agricoliores. r (ondaram um
C.ub da Livuora, filial Sociedade Auxiliadora
da Agricultura.
Presidio a reuniao c Sr. commeodador Fruc-
tuoso Dias Abren da Silva, teodo por secretarios
os Srs. Hiebello Barbosa da Silva e Antonio Jos
Ora-ara o Srs; Dr. Arito lio Veoaoclo, Dr. Bo-
nifacio de Sa Pereira e Carlos Lenidas ; e ficoo
resolvida nova reuuio para o dia 21 do corren-
te mex, tim de ser eltila a direcgo effectiva e
orna commissao para orgaoisar os Estatutos do
Clob da Lavoura,que foi desde logo considerado
fundado por acci.rdo a ted e os presentes.
A' reuuiao ^ern parecern os plicipats agri
cultores do municipio de 'imelleira.
Applaudimos a fundagodo referido Club, e
fasemos votos para qoe iodos os municipios do
Estado mi era c de Gamslleir^.
Do agrupemenlo dessia lorgas conservadoras
E pode resultar bem.
Uygiene Nao foi po3Sve! incluir na edi
gj de nontex o primeiro artigo da sene que o
Sr. Dr Rodilpho Galvo. digno inspector di
IIy{if ne Publica do Estalo, se propon c-crever
neste Diario acerca di hygieoe e medidas
proptiiiaticas sobra as molestias infecciosas
Depjia ecompesto o refer lo artigo, fot mFs-
ter reserv l-J para doje.
Na feiha de hoja, po;s, o enconiraro 03 nos
eos tenores, aos quaei recoramendaraos taea ar-
tigo?, etcriiitos c Pallecltm ataN vi:j:u-st-do da Px-
raD. |, i- tlia iO do ot Ole a Sra. D.
Joana F" :a iB Dia S-.
Manoel Lri Piulo Ribeiro, ua idade e Os aC-
EOS.
Ei'i-n t i v : .- j <
co:ac. i, e a de vi J me aprn
au1 a o..'-- I rei.gOes
rj j i. Aaim o I areci-
men:o da vi icaiea, tbn um
vacuo im
C_ f '
feicO '8 Q '- "
la'.rava e j i 1 -
.
: ,'. n '.- boa os li ?
."i!. i L Rbelro Au-
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vedo Da -;
' Val 11___. Pre* <-
/. i pn D C*0 n U I D:. D.-
n -
oli ti brilhaul po'kipai
qoc o |
icr, com; com qae d too a nature
etu tati .
lleco 11 -Vi
:. .
CC-Tl f
B*lt-'>";--' [i M
pregaa d qae aoSr. presidente do E
p i.:.i (i : p e i.. i
ultimo d lo s D i ... i .-
estado dos S Cotnmei .
e Or o .... j
| f i
conta mto iA f'
aos 88oi qaecori le ee-
taio reBp?ctifa. contenJo......-. are
fleso- b e rTifio publico.
A .... lida ex
piar.
ajuriele U a valsa para pimo,
conpoj < po < Ion M i l.rcs.
O Br, Eiuar lo !.. '.a com t ab c aa to ..
mu3ic en ru na ida Victo-!
rijo. 13 edito eaaa prou q"io, cujo
titulo n recommpnda aoaam Delta eo
Cryr .. io u- o neme exprime
em gran a de apntimenios.
O pi b c tara fi di -,' b$1o exerop!
ujen !ioi do indcalo t. r;ento,
a cui '; cenara O QQ6 leve a
geniile.- raimwrc Recebemos dessa i 'dzie o o.
26, oe 9 do correla do Correio de Noticias,
qu alli-e poblica.
Da elle a segrate local :
N> dia 6, ss 7 horas da ncite as proximi-
dadea da estac&o de Uaa, o iodivMuo de nome
Antonio T'rao.heo ferio rom quatro facadla a
sea companheiro Manoel D.as, evadindo se em
segaida.
O mo'ivo da apgre?eSo, segun-to cnica c of-
fejdio, oi t*r tile feito a sen eflenror urna ad-
vertencia pelo procedimeno irregular que esla-
va tendo. faltando cim o respeito cevido a urna
familia d*aua visinhancd.
O estado do cH..j;o gravsimo e Dspira
serlos eniadoa.
O illu-tre D.'. jaiz districtal tomou conbeci-
mento d^ facto e est procedeDdo nos termos
legae=.
O i.1- i''"' '* Da eidade da Victoria, onde
ae publica, receben! o n. 34 de 9 do correte,
do Lidador.
SfubMllluto da provedorla As bu-
dienci-s do Dr. joix suban uto da provedona
continuam a effecluar-se as qnarta8-feira3 ao
meio dia, do lugar do costume.
Em HulTragloAraanna, na igreja mairii
da Boa-ilota rezam-se pelaa 8 horas do dia
missas em suffragio ala a de D. Annunciada
Fe:reira Lamego Campello.
uo viHlnboPedem nes moradores da
ra da Aurora para recommendarmos a attenco
da competente aotoridade policial um individuo
que, tendo eetabelecimento de molhados naquel-
la roa, incommoda atrozmente a visinhanga, qae
vive em constantes sobresaltos.
Dizem-nos em carta algn visinboa do tal in-
dividuo que elle pafaa freqoeotemente as nciies
em grandes urgiai>, as quaes pratica toda sorte
de desatinos, e emDriagaodo be vocifera contra
lulo e todos, ameacando p- fogo ao proprio ea-
tabelec ment.
Um lalv-sinho realmente para causar assom
bro; e razao loa os qae se sentem perturbados
e ameafados para solicitaren] a lntervencfto da
aotoridade aflm de conter os deamaadoa do dea-
abusado perturbador do aocego doa moradores
da ra da Aurora.
Tribunal do Jury do BecfeArada
hontea nao poode aer ioatallada a 3" eeseSo or-
dinaria deste Tribunal.
Respondern] a chamada 33 jtrzes ce lacio.
Foram moltadoa em Si oa jorad08 qae deixa-
ram de comparecer.
Procedeu-se ao sortelo dos segrate! sapplea-
tea:
Recife
Guilberme de Souza Pereira de Brlto.
Teen te coronel AvelinoTaliaoo de Oliveira.
Pedro de Foates Feroaodea.
joao Gomes de Oliveira.
Santo Antonio
Antonio Ferreira de Carvalbo.
Joaqaim MariinS de Andrade.
Angosto Gobc les de Barros.
Francelino Rodrigues deMoura.
Jos Jayme do Miranda.
S. Jos.
{Oto dos Santos Jorge.
-^
Diario de Rernambuco Quarta-feira 1S de Siembro de 1893
Gr?ci
Joaqu.m Antonio Pereira Bastos.
Poco
Joao Igaacio Rioeiro Roma.
Vanea
Joaquim Manoel Cor ida de Araup.
ArH-i'li:ju adiada para boje as horas do
Cifl'urae. 5
Obnc varr* meleorologlcaa Re-
suui das ; b.-t.-v; 461-8 mi lee rolog.cas 'ellas na
co r na Barao de Lucena no mez de Agesto de
1893 :
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Calma
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Corpo de policaerTico para o da 13
co correte :
Ronda maior o Sr. teneo'e Laiz de Franca.
Guarda de Palacio o Sr. alteres Campof.
O corpo dar aa guardaa de Palacio e Casa de
Detenco.
U'iifnrmes n 7
O siiimo do Panam-Diz um jornal
ioglez que qoem teve a primjira idea do canal
do Panama nao (aliando do canal d Suez
fuiStr Thnmas Browie. Eti om livro intolado
Do Rio N-.lo eecripto provavelraente em meia
doa do dcimo stimo seculo.S r Toomas Brcwne
diz: Nem o mo xito de alguna deve servir de
empectlho aoa outros, qoe eabem que muitoa sa-
bios alfirmam que as ilhas nem eempre o foram
desde o p-incipio, qae muitaa foram feitaa por
meio da arte humana, qoe diversos iathmos fo-
ram cortados em doas pelo mar, e outros corta
dos pela picareta, e, se a poltica o permitisse,
o do Panam na America seria moito digno de
qnc ee fliesse a tentativa, tendo apenaa algomas
milbas de hrgura, e qoe aoriria ama pasaagem
mais ''arta para aa Indas Orieniaes e para a Chi-
na. N'esse livro encontrase tambera a segra-
te nota:
< Eotre Panam e Nombre de Dios, qae jazem
em ambas as margeos d'essa liDgua de trra, os
bespanhes calculara que dista 40 : iloas no ma
ximo... Mas, sapp6''-sd deraais que Impossi-
vel cortar passagera atravez da cada de monta-
osa que jaz entre esses doas portoa.e qae seria
menos praticavel do que o Egypto, qoe, se po-
desse realisar, seria de mais vaotagem para es-
tas tres partes do mondo do que o do Panam, e
nos abrevearla o camtnbo de mais de 1.000 le-
guas, para nos o reino ma'.s remoto qoe comer-
cia para as Iadias Onentaes. *
Occorre-oos, porm, que ji vimos nSo sei onde
qae a Idea de cortar o isibmo de Panam foi
lembrada no dcimo quinto scalo por nm p-
rente de Cervantes.
O re doa mllllonarloaaforren em
Tnger o maior capitalista do mondo, o celebre
Abe-Jabelib. qoe no concurso de millionanos
de Pariz em 1885 eaabon o primeiro premio.
Esse poten alo, possuiJor de nma fortuna que
Itocava aa raias do id al, foi sempre econmico
at ao extremo de supprimir o harem e todas ai
deapeaas superfinas.
Q i -n lo vi jav i, fazia o com a mxima medes
tia A sua fortuna dava-lhe am reodlmento de
25*000 por serfoudo oa 2:170 conloa de reta por
da Ni ultima visita qae fez i Europa, Jobelib
esteve em Suvilba. aonae coatrahio a'doeoca que
o levuu cova. Foi asistido pelas irrxs dos p <
bres qae, apezar dos seas esforgos, co coose
gui'am cioveriel o religiSo catbolica.
Depoia de convaieacer deu 50 pesetas para o
asylo onde foi tratado f Nj eutanto, hora da
mrte, remelln psse acto de avaieza, legando
ao mesrno a^ylo 500 conloa de ris para serem
applicados a enfermos e pobres impossibilita
dos.
(niaiu<>uiD civil Foram affixados oo
da 11 do correte edites de proclamasde casa-
mt-n'o dos segoio'es conlrahentes :
Primeiro8 proclamae:
Bacbar. I Manoel Gomes de Mattos com Mana
Eiueoia de Azevedo, moradores na fregnezia da
Boa-Viita.
Lodgerio Raciriguea do Pas?o com D. Darvina
de Barros Cabral, moradores na fregnezia da Po-
co da Panella.
JosS Antonio da Silva Mello com D. Leopoldi
na Cyiuo'ra de Alboqaerqoe, moradores na fre-
gnezia da Boa Vala.
Joao da Caoba VaaconceUos, moraior na tve-
guezia de Santo Aotonio, com D. Julia AOgusia
Machado Porto, residente na Boa Vista.
Telesrammaa retldoaAcbam-se reti-
dos na Bsiaco do Teiegrapbo Nacional do Re-
cife 08 segrales telegrammae:
Cardoao, de Goyanoa, por nao ser registrada a
Arma; Thomaz.de Corltiba, Dr. Hercilo.deQaar
tel.
Leile>a-EBectoar-se nao oa sezoimes :
Hoje :
Pelo agente Gcsmo, na roa da Ixperat ii a.
31, 2* andar, 8s 11 boras da maob, de movis,
piano, espslbos, qnadroa, cry.-taea. porcela
as, etc.
Pelo aeeo'e Oliveira, na ra do Imperador n.
45, a> 11 h ras da maob, do macbinismo e
maleria8 .ypcgraphlcas.
Ama ba:
Pe o agpnte P.n o, na roa do Bom Jesns n. 45,
nos 2* e 3 andares, s 11 boras da maob, de
ama mobilia de pao carga, am piano, jarros, ta-
pelhos, qoalros, e'c.
Pelo agente Martina, na ra do Imperador o.
52, a il horas da maob, de movis, lougas,
vidros e trtm de cosinba.
litas faraabveaSerSo celebradas:
Hoje :
No convento di S. Francisco, s 8 horas da
macha, pela alma do bacharel Joaquim Guenes
da Suva Mello.
No convento de Nassa Senhora do Caimo, s
8 boras da manb, pela alma de Jos Jeronymo
Bastos.
Na matriz de Santo Aotonio, s 8 horas da
nv-raha, pea alma de Jo Jjaquim Googalves de
barros.
Amanh :
Na mat-iz do Corpo Sralo, s 7 e 1|2 boras da
manb, pd'.a alna de Mana Je;quina Barbosa
Mag?lii5 -'s.
PaimaselroBSabidos para o norte go va
p. r nacional B beribe:
Epa n nondan L. Caldas, Pedro Pereira. Di-
' s G. de Fn-i as, F-anciscj da Cosa Farofa,
rreto e 2 llbca. gnea Barrera, 8 Bitaca
h 2 criadas, E w n Ste.vos, Joa3 Franc seo Bar
bosae eos Beabo-a, Con alo Nones. Antonio G.
E. Nip'i.a:, F anci-co F. de Barros. Manol F.
Piulo. Horacio Villas P;?, Antonio Sabino C ra
traoo, Francisco F. Aaiaase, los F. de Soaza, 1
cade-.: e 3 prafiae.
laasict iotsa t a S. dialririn marl-
,' il ;:c So emb'O c!e 1893.
Bolftim meteorolgico
lluras Ten*, ce-nti- Barmetro Teaso do l
en. e
73
70
73
70
70
Temperatura mnima i4'75.
Timtera'.ura mxima 29,"2S.
Evaocrc.i5o em 24 doras ao sol 5.c2, a loi
2,-.ira.
Chova nnlla.
Dirergao rio vento CE e ESE alternados de
noite at 8 n. e 05 m. da raacli ; ESE t
p 'O ra. ; SR al 11 u. e i8 m. ; SSE t1 O
b. e 52 m da larde ; S t SSE alternados a' 2
h. e t7 m. SE a E E alternados at 6 b e 29
w.; E-E cora raterrupgOes de E e SE at msia
.
Veloci le aia do veuo 5,ml0 pe? ae
gnu lo.
ebnl iBidade radia O 45.
Boiiitim do porto
i-mar oa Des lloras Altura
baixa-maj
B. M. 11 deSetemb. 11-20 da m 0.-32
P. M. 11 de 5-10 da t. 2'56
F. M. 11 de 11-29 da t. 0,-43
P. M. 12 de 5-31 .'.a m. 2 -GO
Cana de Detenco Movimento dosp-e
a Casa de Liaeii(.Do co Recife Esta'to de
imbnco, 11 de nombro de 1893.
Bxisiiam 419, entraran] 3, sahwam 16-exia
lera .00.
Naiionaes 337, mclheres 11, estrangeiros 8.
Total 406.
Arrscoadoa JW.
Boas 358.
Doeotes 17.
Llocos 3.
Louc i-
Tll-38i.
Movimento na enfermara.
Tiver,;m baixa:
Miguel Soares de Mello.
Manoel Francisco da Silva.
Teve a!ta :
Jovraa Mi.ii da Conceifo.
Falieceu :
Ji Lento Se7eriano da Fonseca.
noapital Pcdr > II -O movimento Ue-f.e
establecimento a cargo da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recife, do cia 11 de Setemoro foi o
seguinte :
Exiatiam. .
Ec'raram. .
erado (a Oo) tapar
6 ra. 24 ! 760-.78 16 91
9 6'6 761- 18 (8,12
2 * - J 'ti 764-12 19 38
7'2 :6C- 59 18 74
6 -C6 760-19 18,12
633
14
------647
Sahiram .
Falleceram
Existem .
11

636
------647
F.ram visitadas a enfermaras pelos seglo-
tes mdicos:
Dr. Barros Sobrinho, entroa as 7 da manh
e sabio s 8 horas.
Dr. Malaquias, entroa s 9 i/1 da manh e sa-
bio s 11 3/4.
Dr. SimOes Barbosa, entrn s 11 1/4 da ma-
ob e sabio a 12.
Dr Berardo entrn as 11 1/4 da manh e aa
bio s 12.
Dr. Aruobio Marques, entrn aa 10 da manh
e sabio s 11 3/4.
Dr. Lopes tv.-sca, entroa as 9 1/2 da manh e
sabio I a 10 1/2
Dr. Vieira da Conha, entroa a 9 1/4 da ma
nb e sabio s 11 1/4.
Dr. Basto.; de Oliveira, entroa as 81/2 da ma-
nila e sanio as 9.
Dr. Tavarea de Mello, entrn s 11 1/2 da ma-
nh f. sabio s 12.
Pbarmaceutico, entrn s 8 1|2 da manh e
sahio s 2 horas da tarde.
Ajodante entroa s 7 boras da manh e sa-
hio a 5 1/4 da tarde.
liOtei ia do Enfado do firam ParA -
A 11* serie da 38' lotera deste Estado, cajo pre-
mio grande de 600.000J0J0 correr lmpreleri
velmeme na Urci-feira 12 de Setembro.
lo os estes bilbetes achara se yenda na casa
do Oaro de Joao Joaqaim da Costa Leite roa
roa Bario Ja Victoria n. 40.
Cemiierlo publicoObituario do dia 11
de Setembro de 1892.
Francisca Santa Crnz Menezes, Alagas, 26 an-
nos, casada, Pogo, febre palustre.
Eugenia Secazoaia Bezerra Cavalcante, Per-
oambaco, 5 mezes, Boa Vista, infecgo palustre,
broncbo pneumona.
Seoborioba Albuquerque Mendonca, Pernam-
nambnco, 60 annos, eolteira, Santo Antonio,
diarrba.
Angelo Fortunato Arcbanjo, Peraamboco, 28-
annos. solteiro, S. Jos, tabercolose.
Fernando, Peroamboco, 7 meses, Graga, co
vnlsOea.
Gtarispim Jos de Franga, Cear, 17 annos, sol
tetro, Santo Aotonio, tsica pulmonar.
Adelino, Pernambaco, i arno>, Gaga, as-
inina.
HYGIENE
Higiene Publica
Aproveitando o eneejo que ce me depara no
momento a:tual, em que lodos receiam usa n-
vato do cholera do Brasil, encelo urna serie de
artigos sobre byijiene e principalmente sobre
propbylaxia de molestias epidmicas, aflm de
tornar conhecilas das aothoridades administra-
tivas do Estado, e do poblico em geral, ornas
tantas medidas adoptadas nos ltimos lempos
pelos pases mais cultos e Euggerldas por bygie-
niatas de provada competencia e capazes de dos
orientar muito bem sobre o assumpto.
Nj relatono que em cemego do correte anno
aPresenteixoSr. Governador e qoe no ba muito
foi publicado pela imprensa diaria, eo procarei
salientar o nceao atraso e grande penuria co que
diz respeito a d< bu sanitaria da eidade do Re-
cife, qae- contra as molestias epidmicas, quer
centra a fraude e sopbisticago dos alimentos.
Hoje proponbo-me a desfazer no animo do
nosso publico muita prevengo e preconceitos
jnjaatiflcaveis contra certas prescriptSes de po-
lica sanitaria, qae entre nos esto muito longe
das medidas de rigor e dos vexames a que fra
d'aqui se submette toda a gente, na inminencia
de nma epidemia, qoe a todo o costo os goveroos
dos diversos pases procurara e consegaem mal
tas vezes evitar.
Por outro lado jaleo da maior actualidade fa-
z'rumappello aos poderes publ'co?, especial-
mente ao poder municipal, a quem cabe a Inicia-
tiva da defender a todo o transe a eidade ''o Re
cife, aflm de que oo heaitem nm momento na
adopgo de muitas das medidas indicadas. Claro
est que os recursos ordinarios nao bastam; ma?
obvio qoe em circunstancias como estas nao
humano, nao moral, negar se o auxilio preciso
para evitar orna g'ande calamidade.
E coovra lembrar qoe qualquer medida a to-
mar s pede prodozir boos effeitos qoando del'-
berada com toda a calma na ausencia do mal,
sem o atropello e o pnico que se apoderam do
publico q"andi v fazer exploso urna epidemia
lo mortfera como o cholera.
E' verdade que as principaes operagOea de
defeza leem por ttieatro o porto, qne alm de
nSo estar preparad rom o material e esiab'-le-
ciroentrs indisnensaveis para ura Irrtamento Fa
nilario rigoroso de embarcagfj's trrzendo paten-
te b-uta, est eob a dependencia do g^vprno fe-
de*al, ou' xic tio pensar do mn?rao mo'to qne
ss autho-idaies locaes e embaraga" qonlquer
mcdiJa q-ie nao etjja de accordo com o a-n mo-
do de ver.
S6 a pratica rarstrar os g'andes inconvenien-
tes que ba para a hyien de ama loradae
cerc este trip'lice prrvigo Fanltario da Un 1, do
E-t?do e do Mn-icipio, ruj s de3van:aens nao
ces=o de proclamar.
Por emquanto compra cada qual o een de ver;
e pela minha p-ir'e fu jalgo m^ na obrigago de
fo'necer o' subsidios que, r>or fo*ga do cargo e
ta proflrato que rx-rgo, tenho adq'ieridi. afim
de que o pub'fro e na ruthoridades, on^ontrrm
urna ro'ma de proceder di:-.c!e da g-ave erreT-
penria.
Comcgar^i Iranfcrcvenlo Hltralinpnte e^ sos
inlrcra o texto d: ultima e rv dcSo sanitaria
it t rnacional, elebnrada fm Anril do ecrrentfl
anno na c'darfe ""e Dresda e r?U3 vera modificar
muitfs daa praticas al pnto feenidas. semp-e
que ?e tratava de evitar a entrada do cholera em
um paiz. Pens que n5o para desrr.zaro ensi-
namenlo que decorre de soa letura ritim de que
r3o vamos tambara rahr no excesso cppcsto,
prndT em pr?.tica medidas vexatonas, porm in
uteis e ja condennadas pelos rresmos pa'zes qoe
a principio as decretarsm, reconheceodo-se
raais tarde a inutilidale e o absurdo de taes pra"
tras sanlaMas.
CONVENCI DE DRE;DA
TKnlo \MrHa* n tomar pelos gorernos
signatarios di C.onvncao dfrnte de >'fi enHemia
de cholera, auto* como os meios empreados para
evitar sua propagarlo e imr>orl"cao wt lefttet
indemnes. Not'fic-cuesecommunicacoes uteriores
O governo do paij contaminado r">ve not|fl',ar
aos dive'Fo^ tovern" a pxisiencin rfe ero foco
chrlerii-o. EJta medida esaeneial.
Ella s le' valor real se o errarlo govarno lo
ral liver craherimen'n dos rasos de cholera e
dos ci'sns do'idosos sobrevine no sea te"rto
rio; d'ahi a opcossidade de compellir-se os me-
dro a dec'ararem s autoridades os casos que
obsp'varem.
A notifli*ag5o versar srb'e a existencia de um
fra c.holerico; o locar onde este s formno, a
data do comee* do mal, o nnmero dos casos ve-
rificados eiinicamente p o dos fallerimen'os. Os
casos solados nSo sero nece8sariamente objecto
de orna notifi>ago.
A notificacSo se' feita nos acenlps diolomati-
coa ou consolares na capital do paiz contara na-
do. Para os pa^s que nao tenham represen
lan'cj no loear a notlficago se feita directa-
mente nelo teleerapbo aos envernos estrangeiros.
Esta ptiieira no'ificigo ser seguida de
commonicagOea ulteriores feitaa regularm"ntp, de
man.-ira a por os aovemos ao enrrente da mar-
cha da epidpmia. (Estas commanicagdes se faro
ao menos ama vez po" semana.
Aa informacoas aob*e o com-go e a marcha da
molestia rie-pro ser to completas quanto pos
sive; e indicarn mais particularmente aa me-
didas lomadas sr h o ponto de vista de combater
a ex'ensao da eoidemia; assim devero [aes
informagOes precisar as medidas propbylaclicas
relativas :
iaapecco sanitaria oa visita madi:a;
ao i-olamarlo ;
deeinf jcgao, e as medidas prescip'aa sobre
a exoortago de ojectos sa'ceptiveis.
E.-t'i entendido qoe rs paizes limitropries po-
dero fazr a-rarj is eapeciaes com o flm d. or-
canlsar um 3ervigo de iarorma(6es directas en-
tre os cheres admlnis'iativos daa fronteirss.
O governo de cada Estado deve publicar im-
mediatamente as medidas qoe entender adoptar
para as procedencias de un paiz oo de naa cir-
camscrjpgo territorial contaminada.
Entendese por circumscripao ama parte do
territorio de nm oatz collocada sob ama aotori
dade administrativa bem determinada ; assim :
nma provincia, um governo, am districto. am
departamento, nm canta \ nma ilba, urna com
mona, nma eidade. ama villa, am porto, ele,
cahem snb aqapl'a dpnnminago.
TI salo il -Condicoes en que urna circumscri
pea > territori :l deve ser considerada contaminada
ou 15.
E' considerada contaminada toda circumacri-
gao onde foi offi-.ialmente verifleada a existencia
de nm foco cholenco.
Nao mais lida como contaminada toda cir-
cumscnpgo em qae existi am foco cbolerico,
cas onde ch> se deram bitos on oovos casos
desde claco dias, com a congo de qae as me-
didas de desiofeceo tenham sido execntadas.
As medidas preventivas sero appdcaaas ao
territorio contaminado a partir do momento em
qn? a epidemia tiver sido officiahaeote venfl-
cjda.
Esias medidas ceasarSo desde qne a circom-
scnpgo fr jolgada S'nieada.
Nao dar logar a applcacao-d'essas medidas o
facto de apoarecerem alguna-casos isoladoa n&o
formando ftO-
Titulo iii-iYfcjA* de limit r s circum-
seripedes territoriaes contaminadas as m'didas con
ducentes a impedir a propagacao da epidemia.
i'ara restringir as nieuiuaa as uoicaa reg.S?s
affecadas, os goveroos devem applicil-as fo-
mente s precedencias das clrcumscripgOes con
laminadas.
M;s esta restriego Iiaitada regiSo contami-
nada 6 deveri *er iccetta sob a coadigo fo
mal de que o governo do paiz easpeilo tome as
medidas necesarias para impelir a exportagao
dt obje:to8 susceptiveis provenientes da circum-
scripgo at3*ada.
Q aodo urna circomscripgo eativer conlami-
oaaa, nenboma medida ser tomada contra as
tuas piocedencias se estas a Jeixaram claco
olas pelo menos antes do cornejo da epidemia.
T-iuio IV Mercaduras u objeclos suscepti-
veis encarados sob o p nto de vista da prolubicao de
importacao ou de trans.to e du desmfeccao.
O coicos oojfctos oa me caaunas tuscep'.i-
veis, cuja entrada pode ;er prohibida, sao:
i.Aroupa branca do corpo, fatos e CJ3tu
mes osados, raooa de cama eer\ida.
Qoaodo e.-tos ODjectos rj transportados como
nanagem oo em cont-eqnencia de mu langa de
domicilio sao aabmdtidosa un rgimen espe
tul.
2 Os tr-.p-3 e farrapos para fazer papel
(chtfons e drilles).
Mi devem ser interdictos' os trapos compri
midos pela forg hy iraulica qae sao transp .na-
dos como mercadoria em groeso, em lardos te-
chados por arcos de ferro e trazeodo marcas e
oomeroa da origem accella pela autoridade do
paiz do destino ; e bem assim es retalbos oovos
provenientes directamente das officinas da Ha-
C&o. tere'igem oo coofecgo; aa las aniOciaes
(kunslwoVe, shoddy) e as aparas de papel novo.
O ir-nsiio aa mercadonas on ojectos sos
ceptiveis, emba lados de modo tal que oo pos
sam ser manipulados em camiobo, oo deve aer
interdicto.
Do mesmo modo, quando as mercadorias oa
cbjectos eosceptiveis sio transportados de ma-
oeira que no corso da vigem nao tenbam podi
do estar em contacto com objectos polluiloa, o
sea transito, airavez de orna circamacnpgSo coo-
laminada, cao deve ser obstarlo sua entrada
oo paiz de deslino.
As mercadorias e objectos so-feptiveis d5j
sero prohihidaa de entrar se se demonstrar
aut Tifia e do paiz a que se destinam qae foram
expedidos pelo menos cinco das aotes do come-
go da epidemia
Nao se admitte que as mercadorias possam ti
car detidas em qoarenleoa na3 fronteiras de
trra.
A probibigo pura e simpiea oa a desinfecgo
sio as anidas medidas que podera ser tomadas.
DaaiNFscgX). Bagagens. A desinfecgo sera
obriga'oru rara a roupa soja, oa vestidos e
objectos au t**a narie das bagageus ou do3
trastes (e/jets d'installalion) pro emente! de urna
circuffi8cnpg5o teriiti.-ul declrala contamina-
la.
Ifrcadorw.A desinfecgSo f ser applica
da a-i mtrcadjrias e objC.os que a auton la-!-
sari'aria local considera* contaminad.).-, ou
iquelles cujaimporlagaj pofer ser prohibira.
Co-rpele a sotorldadeMo paiz ce deetino tixar
o modo eo logar da d si ifecgo, que dever
f- a de maooira a dettiii.-ar o menos pjsalve
os ( bje. t j-.
Compile a rada E-t^-lo regular a qieslao re
lava as v ti i -Ib ti de pi rdas e dam-
nos qce r i de nma desiofecca.
As cartas, imores livrca e jo
eorre>pondencl rao coi.prel i c8 vola-
mea po tai s fe lu p i fubmeiti-
do?a rt iri co l ma m d r -ce1 -
Titulo V.Me idas O tom r as fioncmis
terrestres. Servco I \hatie ferro. Va-
jintes. Oacatro8 dtatinados ao trau-por
vi Jan'e?, do e aio i1""
dem er de--o as Tro t Se
que ora di atea ca*n
tacado do trem pi'i ser desinf ) ou n.
froate;r, oo aa estagS) de pira mais p ox.
ma, qnai do forpa
O n.esmo en far c::c. o w '
diras.
NSo h ver : "re'
So; djei t s chol : < i tica
las d s podera ser deti
dea.
Cmvm qoe os viajantes ja i sunmet!
:ob o po a do sen estaco le tando, a
; i por i do p8Boal los t eos.
A intervengo medica s nita a urna v-i
U aos Viajantes e aos s-.rvig a a preatar ras
doenies.
!
Be hocvr vpit
i s=r co bina' i
com a da

e -a. d i< -' ;
:-j:;m dem i l*rf.
Oa vij i- e i a d be paiz con ami
rv ;o oe cm
co diaf, a con; i da | jriida.
As medid .. cen pr-m das
f-onteirasd) pe=?o:l descaminaos de forro e
rio correio cimp,"em rs a.imini3trsg'3 Inte
ressadas, nao deveado e_: lodo o cao mbara
gar o servigo regular.
O' gove ro5 te reaervarSo o d'reito de tj i
medidas paniculares em rehg'ra a eertsa ale-
goras de p E bobera os b vaga-
luidos, os emigra lies .i aa pesseas viajando ou
transoondo a frort'ra era bandos
Titulo TIRgimenc.'pecid daszonas-fron
tetros O n gol meato do ir; t'c > froi teira e le-
das as quesloes a elle inri rentes di-em B^ai
deptn leotes de arranj >a especiaea entre oa E3-
limiUopbeB.
Titulo.Vir>s fl'ivines. Rios canaes e lagos.
Cimp>!;e aos governoa dos Estados ribeirindos
rrgalmeota' o rgimen s^r. t-.ro d3 vi33 Ha-
viacs.
R^comrcendam-se os regularaentoa allemes
de 1892, cuj applicogai tera dado boa3 recita-
dos.
(Contii)*
Rodo'pho Gclvao.
CHBGSifi f* Appellago commercial:
Do Recfe. Appellante Ji3 Francisco de Ol'
veira, app^ltado Crrela & C.
Dj juz Costa Ribeiro aa juiz Teixeira de
Appeliago civel:
Dj Re:if^. Appellante Manoel Luiz & C. ap-
pellado Pedro de Alcntara Bjrges Castro.
Do juiz Teixeira de S ao jais Caldas Bar-
reto :
Appellago crime :
De Jaoj.'So. Appellante o joizo, appellado
Ja-n iei de Oliveira Lras.
. Embargos infnngentes:
Do Recite fc. no rganle Jos Soares do Ama-
ral, embargada D. Amelia do Reg Barros.
Do juiz Caldas Bi-reto ao juiz Almelda :
Appellages civeis:
Do Recife. Appellante Gratuliano doa Santos
Vital, appellada a Fazendado Estado.
Do Recife. Appellante Ernesto & Leopoldo,
appellado Paponla a Irmo.
Do Recfe. Appellante Ladislao Marques Lins,
apoeilado illaminalo Soares da Fonseca.
De Jaboato. Appel'ante Tnom z Tneopbib
Pinto 3andeira, appellado Alfredo Alves Mar-
tina.
Dj Re:ifa. Appellante Jo Soares do A2MW
ral, appellado Antooio Jos Mac&ado.
Appellago commercial:
Do Reofe. Appellante Silva & Reis, appella-
do J. Mdecharerk,
Embargos infringentea:
Do Recife Jonosioo Pater & C, embargados a
viuva de M. F. Marques Filbo.
DTLIQKNCIAS
Com vista ao Dr. procarador geral do Estado:
Appellago crime :
959.
Com vista s ptrles :
Appellago civel :
D Olioda. N. 652.
DISTBIBCigQBB
Recursos crimei :
Ao joiz T-ixera de S :
Dj Recife. Recorren te o jafzo, recorrido Joao
Rodrigues da Silva.
Ao juiz Caldas Brrelo :
De N.trelo. Recrreme o juizo, recorrido
Aotonio Moniz.
A) juiz Almeida :
De Nizareib. Recorrente .o jaizo, recorrido
los Firmino Pir.ira,
Ao iuiz Carlos Vaz :
De Nizaretb. Recorrente o juiz), recorrido
Jos Jiaqoim de Lima.
Ao juiz Galvo :
De Jiboatao. Reconecte o joizo, recorrido
Joao Ci-otiro Ca Caoba.
Agravo de instrumento:
Ao juiz tloetda :
D Serrabem. Agravante Antonio Marti*
alano X raones, aggravado Alexandre Rodrigues
da Cruz
Appellago crime :
Aj juiz Caldas Barreto:
Ja Victoria. Appellante o promotor publiGO,
appellado Jo- Carobiro deQieiroz.
AppellagSes civeis :
/ o j i 'Jarlos VrfZ :
D Qip..i>a. Appellante Mi o I Jos da C-
mara, appellada D. Baria Silveria da Conce-
cSo.
Ao.jri'z Galvo:
De Agua Preta. Arpellante D. --.ira Barona
:, apellad\ D. A'jta Vcoeravel
Dativa.
Ao j':i- Costa Ribeiro :
D' S. Luengo. Apprll.ct: Frei lote de Saa-
la Jada Botelno, D. Ahbade do csteiro de S.
U : jd ..i, d, appeliJoA'jlooioFrancisco da
esta.
.ao joiz Teix-'ira d;1 SS :
Dj H i''. Appellait< Ciristoxi G mes Pe-
i. appellada D. Mana M reir di Fraog
s.
Aojis Caldas Barreta:
D Re<*ife. App liantes Joaqaim Chrittivoft
C e Carlos WaQderlio, appellada Tne Apoliaa-
r?s Company Limited.
E; il ibSo s 2 horas e 15 mioutos
ae.
SPORT
Derby I SaJ de Peruasibaco
Hot. em teve I gira inscnpgao pira a corrida
le d i .; i assim orginlaada :
1. i.,g) 800 metrosJaras
qu m, Z /. Pao-Perro, Tic-Tac e Ditador.
jo pareo apao?acJio 1.100 metros Co-
bo, Froatin, Pdtchuiy e Pontable.
3. PareoTeit .ii.103 mrlro3Dublin,
r, lia, BeilimeToo.
i. P.;r.=oExne-iencia1.200 metro3Pira-
raon, Manrlty fl Ha ueoote.
5. Pareo-Dsrby-Club1.200 metrosDspo-
ta 2*, Bost caao, Bjaioa e Favorita.
6" Pareo-Veloci lade-1.100 metro3- Culos-
o, Turco 2., Tulo- e Maraoguite.
7." PareoSma Pe1.C80 metrosFcniano,
Santa Fe, T.beno, Malaio. Pnanzeu e Archi-
voa.
8. Pareo-Turf Pernambuc-ino833 metros-
Altivo D.aposta, Tiberio, Malaio, Archivoa 6
Pontable.
Superior Tribunal de Jusilca
SESSAO ORDINARIA EM 12 DE SETEMBRO
PE 1893
PRESIDENCIA DO SR DR. FRANCISCO LCIZ
Secretario interino Dr. Albertt Codho
A's hora3 do costume prsenles os Srs. joizes
em numero legal e o Dr. procurador geral do
Est do, foi aberta a sesso, depois de lida e ap-
provada a acta da antecedente.
Distribuidos e passadosos feitos, deram-se os
seguintes
J0LGAMENTOS
Habeos-rorpus:
Pacieote3 Maooel G us Xivier e cutres.-
Negou se a oltara contra o vet j do S-. Teixeira
deS.
Aggravo de petigo :
D.i Re.-.ife. Aggravante J laqum Sim6;s dos
Santos Giribalde, agravado Antonio J s Pal
meira Ramos. Relator o juiz Galvo. Adjuntos
os juizes Almeida e Caldas Brrelo.Negou se
provimento, unnimemente.
Do Recife. Aggravaote E. S. R nuden, ag-
gravado o jaizo. Relator o juiz Costa Ribeiro.
Adjuntos os juizes Galvo e Teixeira de S.
Negou se provimrato, unnimemente.
Do Recife Aggravante JoSi Francisco de Oli
veira, aggravado Francisco Correia de Rez-nie
RJgo. Relatir o juiz Teixeira de S. Adjuntos
os juizea Almeida e Carlos Vaz.Na i B8 tomou
connecimeoto do aggiavo, unnimemente.
Dj Recife. Aggravante Manoel Alexandre de
Soaza Oliveira, aggravado Firmino de Araojo
Lima. Relator o juiz Caldas Barreto. Adjuntos
os juizes Costa Ribeiro e Carlos Vaz.Negou ae
provimento, unnimemente.
Do Recife. Aggravante Augua'o Rodrigues de
Andrade, aggravalo Francisco de Donato. Re
lator o juiz Almeida. Adjuntos os juizes Cal-
das Barreto e Costa Ribeiro.D u-ae provimeo-
to. unnimemente.
Prorogago de inventario :
Impe rante Bernardlno Jos de Oliveira Cam
pos.Maodoa-ae ouvir o joiz do inventario.
Proviso de solicitador :
Francisco de Paula Castno Carado e Francis-
co de Paula Freitas.Em diligencia.
Appellago civel:
Do Recife Appellante Joaqaim Barbosa Ta-
vares, appellado Firmino de Araojo Lima. Re-
lator o juiz Costa Ribeiro. Revisores os juizes
Teixera de S e Caldas Brrelo. Deu-se provi-
mento, em parte.
PASSAQEN8
o joiz Galvo ao juiz Costa Ribeiro.
PUBL'CM6E$ a pso do
'____________________,________________ w
AO MUNDO TYP0GR4PH1G0
A' commissao representante da classe typo-
graphica de Pemambuco, incumbida de aprc-
sentar aos Ilustres proprietarios do ollicinas ty-
pograplrcas, a Mensagsm por todos os membro3
da classe abaixo assignados, Memagem que tem
por lim, pedir, em vista da excessiva carestia
da vida, o augmento de IOj ris no milheiro de
typo levantado, vem desobrigar-se dessa incum-
bencia declarando ao mundo typographico, qua
foi dita Mensagem generosamente acolhida como
se verifica dos despachos abaixo exarados :
filustres Srs. proprietarios de officinas
typographicas do Estado de Pemambuco
N<, abaixo asienado?, membroa da arte ty-
pographica n'este Estada, apresentatno nos pe-
rante vos a reclamar, appellanlo pacificamente
para os vossos sentimentos altruistico3, o aug-
mento de m'lheiro do typo levantado.
Sra. proprietarios: a presente reclamago,
por mais disparatada que se vos affigare, to-
dava, jualifl^avel; e fondados em razOes j
expendidas as nossaa duaa Mensagens anterio-
rea que vimoa n'este momento impetrarlos tal
aoemento.
Di facto : cao vos deve ser de modo algum
extranho o como aa classes operaras debatem-
se actoalmente, com o desespero da dr, n'essa
lu:ta ingente travada brago a brago cootra a mi-
seria ane Ibes invade o lar, com a barbandae
vandlica daa hordas iovaaoras do primeiroqoar-
tel da idade media. _k._
Nao ba negal-o. A depreaso do cambio, fac-
tor primordial d'eaae descalabro sem nome, ami-
da a ausencia de-escrupuloa da faego menea seria
do commercio, faego que nSo trepida Mil
ca-'ejar com o suor do povo, se olisto encontra
um mel de fomentar os seas ordidoa interea-
ses, tem determinado ease inqualincavel estado
de cousas, cojo corollario, Intuitivo e evidente,
assalta o operario com a saoha estupida do ban-
dido calabrez. .... .
Qoem, d'entre vos, ] nlo ter sido tocado
d'esse qaadro dautesco. em que, corpo contra
corpo, o operario, reunlndo todas as suas exte-
nuagoes para faier d'ellas nma arma, procura,
n'oraa pagua em qae elle sent qae cada frac-
gao cambial que baixa orna gotta de singue
qae Ibe saeam das vem depauoeradas, resistir
a ia vestidas d'essa byena-a fome? riagoem,
de certo. E qoe prova mais irrefragavel podera
vir em abono da verdade qne ora vimosi oo
enunciar, do qae o levanlamento recente m
.






*f^
i" i i ni ii i ~
mmmm^mm


a*
V.


s*iario de Pernjiiubaeo ~ Quarta-feira i 3 de Setembro de 1893
peuwa e ooa pelo n-ff imeaio, da* classes
trabajadoras n'eate Estado r
E' o eguiloao da tome, o abutro da mle'Ma,
o corvo do desespero que panetra todos os 11
res, ass; Ua todas as vidas e.-ioriega todas as al-
mas, e vai, eo puoho o Lcno devastador, Bra
sil em f-a.
E, Srs. proprielarios, como se nao ba-; use o
elevado prego dos gneros essenciaea a exi-tun-
ela banana o agio extorquiio em trocos por
irjdivmucs que fazem d'isto ao miater, e entras
causas airophiadoras da vida >lo ope-ari >, ?ur
ge qoe a casa, em que e. t e-i le, tarabem tem
scffrdo o efT-i'o resollante da alta opprescora.
Nen o modesto ab'igo escomido ie'o operario
para repiusa das lides afiuos de < cia attnbclda poue escapar ao galpe rade, e
bem rod, da alia cru i(l'.--iuia I
Quueramoa becn gaardar-oos de v.s apoBtar.
de os descortinar aos olbos iojo es->e paio^l
assombroso de caite yamc, qu al i fija mal
acabado : e le deve esiar meto r d-lio<;a!o na
vssa iuaag oscao. Mis. Sra. prop-ieunos, na
somos comparas o'essa tragelia.
Em V0.-8J* mos, presumimos, esi a ocsaa
al ag : i'.n pouco de Oilsamc [>n as mana
ftidas.
O prego de 600 iis pa-a o milnuro do lyoo
levantado e 15 /o sobre o ordenado dos assila
Hados, o qu-i ora vos pe limos. Naa dejiasia-
do acata raconalesse pedido.
Altelas as condlg's esoecijlistmas en qae
nos encont-amo', co idi; a cuj) valo- desrip
tivo nao podis urtar as vossas ooosclenata*, o
au meot *'e 100 i s por cada raaiibeiro da iyr>o
e o d'' 25 / sbreos veocioaeotoa dos voseos
assalanaio* oao ei'raordiuario, se, de rrsto,
tiverdes en visia q-i-, djve ido o< nassaa venc
meatos aug untare ai na rali) diresu doa p-e
jo 3 dos gneros de p-ima uscessidade, cocsa-
quente que, e^taalo ts es acuilmante pelo ri-
pia do seo valor reclamamos exajtaraeme o tri-
plo do que g3Lhivaroo3 quando elle 83 acha-
va nos seos prtoo3 norn aes.
Entretanto, como prova e'.oquente da ra a)i
lidade do ooseo pedido, atvl estamos a recamar
apon s o augmento de 100 rei< em cada miih-M-
ro do lypolevan'ado. quando ba pouco vima* de
demonstrar qae e.-taautfaaeoto devera ir alm do
solicitado.
Vede pois, que nao exhirbttamn, e coilia-
mos qoe, ao menos em coosciencta esta con es
tSa nao nos ser recusad, tanto raais q,afflo as
oulras instituiges o'este E;t -d j comrrebenden !o
a leitimidade de red m; j6es congneres, ac-
bam de conceder aos s to3 relativos nos seus ordenados, o q-'e importa
bas ante iotei en de carcter euma billa nejao
da idea de equidade,inl*lreia e equid&de que
somos os prixeiros a recoobecer em iodos v.
Pensam f, a drve8 o'islo e>tr convictos, que
niogoprn man do que '1, p der coubit-r e-se
amqailameoto a qae parece quererse v. ta
classe typogntica sob tolos os pontos de vi:t-.
Disemos sob lodos os pontos de vsiae
talvez nao no- tivessemos exprimido mal. Inci-
dentemente, haveis de co sear qae Bramos oa
ponto.
Deveis vos estar lembrado de qae em a nossa
priraeira Mensagem reclamamos tambera coa'.ra a
ntrala foaaa ailuvao de apreniiz^s iijnDraa'.es
as vossas offidOM. P oneltestes por essa ocra
Eio o mxima es.rapu'o na adnissaa dos mes
mo?.
Quum qar ]ae leona a vertadla iataic) do
qu- seja a expr-ssiarte lyDOraphi:a oto
pode convir, repelie que o gremio lypograpbico
pos8 ser con-itilaito intivutuis si-m o raai.
gaperticul conhedmenio da lingoa verncula.
Haja vista o lyaog apho eoropo qae iaslruido
o quantum tatl pjra ejercer a sua oo'jre prolis
sao.
ruis, Srs. Pnprielariofl qum ba de conceb
qae os fac'o es arliatlcos da imprenaa sejam
iodividnos oriunlos da uliima carnada focal
sem o mais Rn > faga do mais rud:mrutar coa ie
clmen'o In'erp-e'-i'.ivj d> oobso idioma, como
esses que am-aga-':i espha-Telar o futuro da a-t* I
Nao prete' d-mos que o lyoog.-apho eat'e dos
sea portador d'um l tulo SCleoUHc->.
Todava, urna verdade inuitisa que o typo
gr?pho, sobre todcs os dtmaia arti tis, o qu",
deve reunir maior somma n conhecimentoe
Ibeorrof, quer eob o ponto de vista da educagao
lile aria, quer teb o pon'o de, isla tethoico.
Como vos ficou patente o oivel moral, o niv-1
sillico tiivel intellec'ual da classe lypcgra-
phica em Pernimbu o Km ca-encia le levanta
irento. Da .s deve partir e=se concurso mor
me com q-e cantamos elevar a a:te sltu'a que
lhe compete.
C-ncedei-noa o augmen'.o pelido, estancando
asei'o a foule das oossas ,rivagO-*s, concorrei
para qu-' da umo de vista entre vos e a classe
surja un brenzea dique de e contro ao qujl v
quear.r-se a onia im letuosa e ignara dos es
plraoleaa apreudizasem lyp^granhica, fazeno
a'esta arte de cada lypOKrapho vindouro un
bomem semi-culio, um nomem-conciencta e cao
um li mem pu-ament* machina; trabrilbai profi-
cuimeate, entim, -.onaosca em tado qaia o
ple coacera r ao levaatameato bem estar da
ca33\ e o futuro da ar e teri salvo e lodos tereis
a sjf.sfagao intima, qae o oalsamo saavissimo
para a cooaiencia, de oaverdes colliborado na
obra imperessivel doeoaltecimenlo da arte typo
grapbica eoi-e nos.
Pao para a bocea n pao para o espirito, no
qae, esperamos, irados* se a vossa justiga.
TYP. DO BURIO DE PERNAMBUCO
Maaoet Lydio de Oliveua Gaimares.
Mtooei r yr*o Gaiu.e um iro.
Victonao) Tjbus de M-.Pj.
Joao Bautista G i i va .
i So Cbnspioiano Jorges.
Frauc;ods B)ji d'Alm-idi.
L-liz Alfrelo d< b'j .s*.ca Vejiura.
J >aqalm Arcoacio B.-ance.
Francisco aeAists Epipbaaio Rjdrigaes Pinto.
M 11 l'l AT) TI '.
Franvsco Paasillioo da Foase:a.
Joo Saiv.no de Souzi Peixe.
Torqualo v*a-i mo los Res Esp'.ndola.
Gisimtr i Hemeierio da Silva.
Adelioo Antonio Gumaraes.
E hs Vleira de .Vi:,.
Jos Marques da T^indade.
Miguel A. dos Si itos.
Manoel Porfi"o d-* A'aojJ.
Joi Paulo de Ame ^l^.
Caall lo Paralo i--s Bi tos.
Manoel J. Prtrei-f.
Ca ti Mo L'vi ti Araujo.
hi< Avelioo de Alnoquerqae.
Ga in-'-rr" Patricio B^zerra Cmlcanti.
TYP. DO JOBNAL DO REC1FE
Jos Sympnrooi) da Silva Bastos.
SMe'ioo R-ges
T'rtulimo a Millo Garneiro.
Jiit'inii Po ya po de Salles.
[{ae o di Silva Lories,
Elua^do da Su.i Gnimira 8.
OIomco de Sa il'Ana.
Prxeiei Ba tos Ferreira '.avalcmte.
Eljsm de Lelis Peixoto.
Iota Bar1'''* Alves.
Cimillo 1e Lli3 Peixoto.
Jos UbU'icio Borges.
Francsco M. Faicao Jinio'.
Lenidas Goagalves B ieira de O.ivei a.
F-rmirla Auguso de Sooz L'ma,
H-irmeneuildo de Siqueira.
llooio Puta.
Manoel Jos Duarte
Manoel Sevrioi Bastua.
Antonio Co rea de 0!iveira.
TYP. DA PROVINCIA
Anioni Jo^quim dos Saoioe.
Benedicto Pedro Casado L'ma.
Franco Emil o R beiro.
J o de Paula Lima.
J-; E'-eqoel de Onveira Luz.
Eun'cuno Ribeiro.
Antonio Gomes de Albuiaerque Sobrioho.
Francisco X JosTheomn Fe rera di Silva.
Alfredo Das da Silva Gu mira3>.
Alfredi B zer^a de Me'lo Coelbo.
Guilberm-i Guimares.
Manoel Ril igues de Souzs Cinto.
Antonio Francisco Antuoos da O'iveira.
Artbur Duarte de O iira.
Cosme Elysiarii Pereira da Cruz.
Paulo A. da Silva.
Severiaoo de P. Franco.
Ricardo das Morrea.
AQ'.oi'o Walfrido de 0 .veira.
TVP. DO COMMRCIO de PERXAMBCO
Eui'i'.i'if M. MenJonga.
Franosco da Rosna Frcuga Jnior.
J.i-i^ Xavier Co- Inc.
U-iel M^meieR. Mario.
J 'A i Baptist. de S uza Mag Ihav.
PeJro Jos Carneiro Monteiro.
i i'e And ade San'iago.
Z -ferino J>s Caldoso.
N.zizjno Benjimin de Mor.ei.
Amenco Lima.
Bey lio Cuarta.
Cesar o Aye.\
TVP. DA GAZETA DO RtCIFE
Joao Gualberto de Oliveira.
Pelmiro Rouxinol.
Manoel F. de Chrsto Lal.
llenr que de Mello e Albaquorqie.
Alfredo Comee.
Gustavo D o.
ATELIER MIRANDA
Bclmiro Cadaval.
Sebasl) Duarte.
TVP. CONTEMPORNEA
Photeo Teo ino Letto de Sjuza.
Francico Silva r'Ag-eiia.
TYP. BOLITREAU
Thiodoniro de, Az vedo.
Joao FerHjnies Paes.
Bolsa Constatareis! de Peronrja-
bneo
COTAgiJBS OFKlCIAtS DA JDSTA DOS COH
BSTOE8
Praqa do Recife, 12 de Setembro de 1803.
Nao bouve coiag.'.
Ptlopre8'dente,
ogu-to Piulo de Lemos.
Pilo secrelario,
Amonio L?on. rdo Rodrigues.
Caaiblo
PRAgA DO B-.C1FB
Os banco? abriram (om a taxa de 10 3/4 sobre
Londres a 90 diap, realnando-se pcqueLOS ne-
gocios a 10 7/8.
Em papel part>cu'ar no cen t u negocio.
?RACA DO RIO "i JANEIRO
Oj lelegrarbosccnlinuam Irarcados.
C'otac5?e de genero
Para o agricultor
ASSCiK
Cristalisado......S>400
Usinas por 15 feilc. ... #
Branco dem ldm .... 5* 00
Smenos, idem idem. 4500
MafOtVMO dem idem 3/6i.KJ
Broto dem dem.....3*200
Bruto melado......2*300 a
Re'ame dem dem .... 24000 a
o600
800
6O0
5X000
4000
3*300
IA7U0
2*100
Aljioda
Colamos a 10/ por 15 irlos.
tleool
Por pipado 480 litros 310*000 renda.
Agurdente!
Por pipa de 4*0 lilrot 170*000 veodr.
Coaroc
Saceos salgados na base de 15 t.i t > 710 rla
nominal.
Vordts a 380 res nominal.
[el
Nao ha no mercado.
Jallo de Almeida.
Jos Vital de Fariaa.
Ciodido RidrigLes de Sonta.
Manoel Antonio Pereira.
Artbor Bacilar da Cuaba Wjioderley.
Aorigio I. da Silva.
Misiei de Almeida.
Manoel P-yitlioa.
Manoel Torqoato de Oltveira.
Jo:6 Jerooyno de Rirrin.
TYP. INDUSTRIAL
Carlos Perrelt M-iriono F. o.
TYP. MAISON CBIC
Antonio do R-ko Barro*.
TVP. G. DE MATTOS
Joao Paulo do R-'tto Barros.
Jj- Gomes de Soma
DESPACHOS
Senhores membros di arte typ g aphica de Per-
nambuco -Em rspos
augmeaio de salario de iypo levan a lo cuntira
no ffijio a nos di-igUo em data Je 30 de Agosto
uPimo, temos a oUer:
Q e se totasas mp'esis lypogranbicas n'isso
ouvlerem neobuma dnvida opporemos ao aug-
mento.
Qie, com referencia ao augmento eclamado
pnra os artistas assalarados, ofio podemos convir
uVIle. porqae os nos^os empreeados rs do remo
aerados ufficieoiemeote, podeuilo apenas ser
at'.eodido o uosso pagioano, para o que Ine fa
remos um raso-v;l augmeaio;
Q-je, se f- impossivel obter dos nos803 fregu
zes orna remuoeragao mais ele ada para os ir -
balbos a elle* (eito, seremis forgad s a diminuir
om poaco o trbalo.) de y,u levaatado alim de
nao baver des quilibrio no uosso orgameoto.
Agoardamoi a rtsposta do3 demais proplea
ros de empresas lypograpbtcas para ooa o ^o
verso.
ttecifei 4 de SetemVn de 1893
Manoel Ftguetidi de Farias Filhes.
Srs. membros da arte typogmphica de Per-
nambuco. A Kmpreza do Jornal do Recfe uj
pode, sem impcV ao3 seus ire, pregos em -ua publicagOes e assigua'oras, sup
portar ougmento pedido pelos tyoograpbos.
Teuao ji obudo os lypogapbos, no correr de
dois annos, perto de cincuenta p ,r cento do que
gaobavam. cao pole deixar de ser extranbavel a
nova exigencia que faz-m, s-m se terem aggra
va lo as cen licgis da viia depois da conceseSo
Jo mesmo aogmeuto.
O tyo S'-pn' tisL>:l e traballi dor ganba ap-
p'oximaoamente dazeotos mu reis mm^aes
e mus de u o tem a Emprczi do Jornal do Re
afe e qualqur tyoograobo qus co seja apreu
diz si se applicar devidamente ao Irabaibo, pi-
deri ganbar cerca de cin :o mil res diarios.
As iypogrspbla3 nao si pidem snomeiter so
emendar dos Srs. yp^grapnoa acerca do*
aprend zes sipponlo ser sea direilo almiuir
em suis p-opriedales qaem Ins parece', hs
vendo a observar se qae, se ba incompetencia
am mu tos typogrspbos a culpa oo pode cer
das typ grspnias, e talvez deila nSo escap; a
classe typograph'ca, que oo p opersiooa aos
aprendizes, os elementos secessarios a se ba il -
taiem convenieniem-nte ao anrendi-a o la arte.
A Eopreza 4 i Jornal do Recife na) coocorda
com o augmento pe nd -, cou^iaerandc-o meno--
ju.-t : se submcItera forga das circunslmcias,
reclaman lo novos sa-r.ti nos dos seos assignan
tes e clientes para satisf'Zsr o* Srs. iypogri-
phos.nss os uniros propni tirios de typogripDias
ceierem a preiengo dc?arra."-ada.
Rec.fd, o de Se-embro de l93.Luiz Pereira
de Olivt-ira Faria.
A Emprez" a'A Provincia concorda com a opi-
nio da do Diario de Pern>mbuco,-R^c\'.e, o de
Seten.bro de 1893. J.s Cisuei o de A'buque-
que Mello.
Concordo conj a oprniSo <1j Proviocia.R.-
cife, 5 di S-tembro de 18)3.?-aac:sco de Pou
la Marinb) Faicao.
Ccn:ordo com a oniniao do Diario de Per-
namDuco. Recih, o d: Setembro de 18.-3,-
Jos Nj^ueira Filho.
Teoho a siisfjgo de aibda mais ma vez
acha'-me de accordo com o pedido da classe ly
potiraphica, qie qur o augmento de 100 :eis no
milheiro de typo levantado, pedi-io que acbo
justo.
Externando me asaim, a'ho-;m em desacord
cim o parec;r do JornJl do Recife, que taxa o
de de a-iasoido, ro que cSo tem n.zao a Em-
pnz.."Aecife, 6 e Setembro de 1893.-A. C.
Honorato.
Aempreza joroalistica que publica o Comier
ciodi Pernambuco aclia muito razoavel oque
IdOt-ji a classe typograpbica quanio co paha-
m-Niu do milheiro do typo levantado.
Borracha
Cua-st a 18*000 por 15 kilos
Carnauba
Cota-aa do 10* a 17*000 por 18 kilos nomi-
nal.
TABBUA DAIIHTKADAI Dk ABBC'iR AL-
oodZo
Mee Setembro
- ----------- Asan- Algo-
Eatradas car Saceos dio
Das Saccas
1 a lt 1983 480
1 a 13 9*5
1 a 11 154 1194
Eatrada de Ferro Central. 1 a 11 17 174
Moa de 8. Francisco . 1 a 9 1997 826
dem da Llmoelro . 1 a 9 3311 1161
7483 4920
mporacao
Vapor nacional Una, eit alo doa por-
ios do corte, em 6 e consignado a Com
par.liia Pernarobucana.
Aia te 3 barra a D. F. P. Baltar.
A'gor'So 167 s cjos n ordena, 84 a Mat-
as Caminha & C, ICO a Compachia de
stiva, 284 a G da Mattsa Irra3os, 200
a Avenal IrmSoB.
Ccur:a 161 a ordem.. 16 a Compsnhia
de Estiva.
Caf 20 sra:os a G. da Mnttoa IrmSo,
10) a Coropanhi!' de Estiva.
Cobro 5 vclain 8 & odm.
Cera de o rn ubi, 115 saceos a ordem,
30 p Jo8o F.sncisoo Leite.
Cb pos 13 fardos a ordem, 10 a J. A
.'. Vianoa.
Csro38 20 volumcs a J. A. C. Vianna,
20 a ordem.
Esteira 20 volumss a crdem.
E-tante 1 volume a ordem.
Fejo 76 saceos o J. A. C. Vianna.
Merca^orias 1 volume a ordem.
Polles 28 fardos a Rossback Brothers &
C", 14 a Delmiro & Gouveia.
Queijos 1 caixa a Companhii do Esti-
va, i a M. do S. Franco.
Red-es 1 caixa a ordem.
Shl 32 eaisas a ordem.
VelLs 16 cir8 a J. A. C. Vianna, 8
a ordem.
Vaseoura3 15 volames a ordem, 20 a
Manoel de Soez > Franca.
Exportacao
RBCIFE, i I OB SBTEMBBO DE 1893
Para o exterior.
So v.por portuguez Funge, para Lisboa,
carregaram :
E. L. Caldas, 25 couros seceos slgaos pe
Etndo 300 kilos
P. Valente & C, 100 esccas com 9,318 kilos di
algoao.
No vapor ingliz Architee', para Liver-
pool, carregaram :
P. J. Gomes de Ma'los, 44 saceos com carao
pesando 3.080 kilos.
J. Fueretemterg & C, 300 saceos com carojos
de algodo pecando 16.500 kilos.
B. Needbao & C 375 Kilos de borracha de
maogabelra.
6. de Ua'.tos Irmao, 123 caceas com 10,918
kilos de aleodao.
J. Fa er 6z C 42 saccas com 1,78 kilos de
algidao.
Para o interior
m
N) vapor nacional Beberi .e. para Ceari,
carregaram :
B. C PeltrSo & IrmSo. 20 barricas com 1,200
kilos de assocar refinado e 10 ditas com 1,080
ditos de do mascavado.
P. Abes C. 10 barricas com 548 kilos de
assocar branco, 31 ditas com 1,140 ditos de dilo
-eticado.
*.* Para Natal, carregaram :
P. A;ves c, 10 barricas com 755 kilos de
assucar branco
J. P. Leite, 36 saceos coin to de velas pesan-
do 900 kilop.
N i vapor ni-o.al I atiba*, para Porto
Alegre, carregou :
J. A. C?u:o Vi n i-i, 45 saceos com emente
de carnauba pefa-ido 3.9C0 kilos.
c vapor allemao Paraguassu, para Rio
de Janeiro, ca-regaram :
II. U le o. C 500 saccas con 34,184 k los de
algodao.
p. L a: 3 & C. 100 latas com elco vegetal no
valor de i-.OOO.
J. L. Barros, 20.0(0 co:o. fructa e 1,500 ge
limuos.
?. da Silva Bastos, 1.000 saceos com 10.000
kilos de assucar mascavado.
Para Santos, carrpeiram :
E. Kan'.hack&C, 60J fac os com 36,000 kilos
de assneai branco e 500 ditos com 3J.0C0 dito;
de dito mscavado.
Pcblmatn C 200 saceos com 12,000 kilos
de assucar mascavado.
P. deOliveira Maia, 60 ba'ris com a^mrdente
pesando 4,700 litros de agurdente.
Nj vjpor allem o <(japoa>, para Rodi
Janeiro, carregaram :
P. Carneiro & C, 110 saccas com 7,557 kilos
de ilgo-ao e 174 pipas com agurdeme pesando
10,572 litros.
P. de Olivera flua, 20 pipas com alcool pe-
saodo 9.O0 Ilt.-oa.
Para Sanios, carregaram :
P. Pinto \ C, 100 oarris com agurdente pe-
sando 8.600 litros e 20 pipas com alcool pesan-
do 9 400 II ros.
Para Rio ae Janeiro, carregou :
Compaobia Destilarlo Central, 17 pipas com
alcoo pesando 8,160 litros.
Na barcaca Aurora 2>, para B hia da
TraiQSo, carregou :
M. A. E. da Rocba. 2 barricas eom 120 kilos
de assucar branco e 10 caixas com sabo pesan-
do 200 kilo?.
Na barcaca D. Julia, para Mossor, car
regaram :
J. Souza, 60 cstzas com saLao pesando 1,320
kilos
J. Salguciral & C, 30 barricas com 1.775
kilos de assucar retinado.
Rendlmentoai pnbilrr*
CBS de SBTEMBBJ DK 189?
Alfandeg:
Coocordail4 al rjue te elevasse a maior quan
ti. comanlo que todos os annos nSa se repetls-
sem reclapiacoes ideoUcas.
Patendo augmentar talos os annos cin:oeo ta
oa cem lis o milbeirj de tyoo levar.t ido altio
gira, em um ce*to periodo de lempa, a um i pro -
g'ea-ii estupenda.
E' esta a op'nio da Emprpza Joraalisttca.
Recife, 6 de Setembro de 1893
Pela empresa, o director do CommercioK.
G. Pereira Jnior.
Concordo com os pareceres dos c illegas do
te-so rdiro. Recite. 6 de S.'tembro de 1893
p. P. Prancuco Toodella
Coacordamo9 pm absnlo'o com a opimSo ci-
ma exarada. Recife, 6 de Setembro de 1893.
Viilea & C.
Concordamos Dorjulgarmos de msiorjostica
cUsse E n 7 de setembro de 1893.Ramiro
U Cj:t. 4 C.
A empresa da Gazelo da Tarde tem a respon-
der aos s'goatarios na M-nsng-m re.ro qoe es
tara prompi a atteuder ao pedido nlli I ito, na
qoe diz respeitoao augmei t> de 100 ris no mi
Ibeiro de typo levantado, iois qaanio as outras
partes do pedido nao ple tomar compromisso
desde js, se o referido pelido for em ultima
aoalyse atteodido p-las ootras empiezas joroa
liftcas, i.-ta pelos p-09rid ros das folbas
oiarias que nesia capital se publicara. Desde
que as olnas da manb e a Gizeta do Recife coa-
cordem no pedido, a Gaze a da Tarde te-a a
maior s;t s'tjo em at'en nr ao Srs. typoen-
pbos. Recife. 9 de Setembro de 189J.-Gra-
ciliano M-ir i ;s Sobrinba.
Concordamos.Becife, 9 de Setembro de 18)3.
Medeiros Souza & C.
Concordara a?. Recife, 11 da Sstembro de
1893 -G. Manos 4 C.
De accoriio com a opioiSo do Jornal do R cife.
Bscife.il de Sdembrj de 1893.Mmoei J.
Miranda.
Concordo cana a opimao do Diario de Pernam-
bucoRecife, 11 de Setembro de 1893.Artbur
S Iva Regadas.
A Gazeta do Recife, que de propriedade do
Sr. Jos de Vasconcellos, deixou de dar o seu
parecer a Siensagnn, por adiarse era transaego
de venda com o Sr. Dr. Luiz Demetrio Dias Si-
mos, garantindo este c o Sr. Ernesto de Vas-
concellos a cominisso, nao por embarazos a
empreza o augmento, que era justo, e que a
Mensigem poda ser publicada sera o despacho
da Gazeta do Recife,
AGRADEC1MENTO
A' comraisso typographica, interprete dos
sentimentos de seus collega?, vem manifestar
publicamente, o seu profundo reconheciracnto
aos illustrcs proprictarios de offlcnas tvpogra-
phicas, pelo apoio que deram a sua mensa-
gem.
Nao era de esperar outro procediraento de
l&o dislinc.los cavallieiros, porquanto elles,como
arautos da imprensa, lera perfeito conhecinaen-
to da vida a(Hi';tiva que vai atravessando o ope-
rariado pernambucano.
Assim, pois, a commisso, scnle grande sa-
tisfaco era participar ao mundo typograpliico
e ao publico, que entra em vigor o augmento
pedido cm dita .ensagem.
Recife, ti de Selembro de 1893.
Vapor Ta mar
A borio deata vspor tomoi paesagera
era Parnambaco com destino a cata Ca-
pital F'idoia' e loga na primaira noiie,
poucas h >ras depoia da enoetedaa vi ge na,
tai victima de lar^pio que, penetrando
no cara rote em que eu dorma, trou urca
bolas contando quaot3 aue.ior a 1 3008
um relo;Wo de ouro a varios papis que
cstavam em um:i caria rs.
Despertando c rea do urca hora a
madrugada oanheci quo es'ava roubado,
ma3 resaivi precse: com prudencia e se-
hiodo do camarote fui igoardar co saSo
que fca pn-x-rn a, que rompesae o dia.
Durante toda o tampa qu't med-ou, n8o
KECiFE DAINAGh
Do da i a II
dem de 12
21:5954931
2 415*090
tfcOUftOil
Rands gerai
Do da la lt
Idtm de 12
532721*281
73 1*2*184
C0o.863465
F anda do Estado :
tiodia lail
Idtm ot 12
3l:5306i0
1.4'.'3*891
-----------------32:933*911
lomma totil 638:797*376
: agunda seceso da Alfandega da Pernam buco,
12 da Sete-ubro de 1893.
O cbafe daseccio,
Manoel Antonino de C. Aranba.
O ibesoureiro,
Luiz Mauoel Rodrigues Valenga.
RKCEBEDOiUA DO ESTADO
Do da 1 a 11 27:977*624
dem d 12 4:489*410
32:467*034
Mercado Municipal de S. Jos
O movimento oeste mercado no da 9 de
Setembro fci o segointe :
E-.traram :
43 neis pesa-do 6,891 kiles.
533 kilos de peixe a 20 rs. 10*7; 0
9 corapart. com mariscos a 100 r?. *900
7 ditos com camarbs a 100 rs. 7<'0
29 coluuraas a 000 rs. 17i70O
5 cargas com galuchas a 500 rs. 2*5 0
2 cargas com milbo vene a 300 rs. 1000
I carcas com aruea)o;m a 300 rs. *3^<>
5 cargas cera batatas a 300 r?. I00
3 cargas com geriuus a 3C0 rs. *9 0
1 Carga coaa bananas a 300 rs. *300
carg.is com trucas a 300 rs. #60 >
10 cargas cem mi ho se eco a 100 rs. 2*' 00
6 cargas com fejao a 2(0 rs. 1*00
17 carcas com farinha a 200 rs. 3/>i 58 lugares a 200 rs. 11*600
24 sniuos a 20J rs. 43800
11 comp. com snineiros a I* 11,'O)
7 comp. com sera iros a 700 r3. 4*900
10 comp. c.m fresauras a 600 rs. 6*000
34 ccrxp. com comidas a 700 rs. 23*800
51 comp. com fazcnda< a 600 rs. 304000
51 comp. cora verduras a 3' 0 rs. 15*3' 0
94 cemp. com farioba a iOO rs. 37*600
47 comp. com talh03 a 2* 94*000
282*900
Rendientes do dia 1 a 8 2.273*400
2.556*300
Precos do dia :
Carne verde de lid a 610 rs. o kilo.
Suir-.o3 de 800 a 900 idem.
Caroeiro de 900 a I* idem.
Furraba de 320 600 rs. a coia.
Milho de 400 a 500 rs. a cuia.
Fejaode 1*600 a 2* acola.
Movimento do porto
Navio entrado no dia 12
Santos e escala6 diaa, vapor portuguez
cTuugoe de 852 toneladas, camman-
dante Manoel Fernandea Pioheiro, qni-
pagem 63 carga varos gneros a Pe-
reira Carneiro & C.
Sahidoi no mermo dia
Santas e escala vapor alle.nSo Para-
guass. com manda tj H. Boger, car-
ga varios gneros.
BarbrdoB, lugar ingle Vidonia, capi-
tSo J. Wilson, em lastro.
Xavlos esperado
Do Rio de Janeiro
Barca portuguesa Tentadora.
De Porto Alegre
Patacho allemSo Hermano. i
De Pelotaa
Patacho allem&o Antina.
Patacho nacional Social..
Patacho nnruegoense Elnsr*.
Patacho allemao Antn*.
Logar nacional 4lberta.
Logar bollaadez Werblust.
; alacho nacloosl Positivo*.
Palacoo allemSo Bonito*
tacbo llernio Adelbeld*.
Patacho Bueco Hilma..
paisoa por all viva alma, nSo appsreoen
ronda e nem vigia.
Pela manb oommoniqaei o occorrido
ao il uatra oommer nauta Sr. Torquato
Quimaraea, socio d -espsitavel firma
oommercial Silva Guimares & C, do
Rcife, e qu era tambein passageiro do
cTamar e sem que outra qualquer pea*
soa tivease soiencia do fcto, fot eita le-
vado so cnohecimento do e> mmsodante
de cTamar palo mesmo Sr Torquato
GuimarSes, qua bondosamento Be prestla
a masrvirde interprete.
Iateirtdi do que occorrera, o commtn
danta do cTmar> di^se qua da vida, a qae
o rotabo e tives-.e d .do : que a tripola-
9S0 do Tamar antiga e (.e sua con-
fianza ; que a ser exacto o qua Iba es-
tava ie'erindo o Sr. Torquato, natural-
mente tora o roubo praticado por pussa
geiro entrado em Pernambucu e aauedor
de que en tinba dinheiro ; qua nenhuma
pruvidea ia tinha a dar e que ea me teria
qua arrepender se a bu!s. fossa encontra-
da no mea camarote.
NSo qu.erendo providenciar para qne
me to8fem reetitu>d< a os objuctas tirados
do camarote, enteodau o com': andante
do Turnar qua me devia fcmea$ar I Pa-
rece incrivel que auim se expreasasaa o
chefe de uua Davio ioglez, e que o qua
t-niia de referir te tivess9 pausado !
Inepto, relaxado, e co querecdo se
incommodar e nem tSo po- co aua gen-
te o commandantft ailegou em justiciti-
va de seu miis que ceneuravel procedimen-
to de sua culposa inaeci-jquo expreso
1 as condic3ea em que teito o eervico do
transporta de passa6eiros pela Companhia
Fe 1 Ma'U Inglezx, que ella no se rea
ponsabilisa p >r extravos dadi s a borde ;
a menos quo es objectos t.nh. sido con-
fiados ao commiaaario.
Levando ao co'iheciaaento da primeira
,'nit rida e do vapor u roubo que soffrera,
eu n2o prr.tendi, cem tal p..iocc2o p -
dia ter, cobrar doste anb >r ou da Com-
p*nb:a qu-; o eacolheu pura cummandun-
te do Turrar, o mea dinheiro, os meus
p-peis na caitaira existentes e o meu re
logio ; mas do-do qu; um facto denta na-
turtza se paseara a bordo, eu tioha direi-
to a quo o commaa anta melhor ea cona-
penetrasse dos eeus deveres, como natu-
ralmente se compenetrara se fosae uaa
dos seus patricios a victima, c qi e man-
dasen proerder syodicanaia e desse pro-
videncias tendentes a bci- deBaobcrto o
roubo e qaal o seu autor.
O Sr. c mmandante ic;l;z, culpado por
nao maner a birlo do vapor a pie isa
tis'jhsi 5 v>, a ponto da nao baver vigias e
uem tSo pouco rondas r.i. -ti i toriaau-
se kinda maia cupido recusaudo-sa a or-
denar qualquer m:did?, nem mesraao como
sai ejcao a quena lhe apresen'ava a recia
m:i;o, ou cemo r.a dizemos apara in-
gles ver.
Quando dopo^a a bj'aa em qua guar
dava o dinheiro Li enaoctrada na pi. do
vapor. .beri:a e vasis, quando nao maib
oodia o commandante duvidar da ver-
dada por mim ra'erida, a nada sa moveu
o bruto, fie u quedo jomo um penado
a mudo como um rochado.
Nada absolutamente teudo fcit 1 & bor-
do, nao tendo dado a meaor providencia,
easa comm^nd-anto quo, pa'.a BQa quiot-a-
otto, tornar-ae conivente co fasto de
q^ie eu fora a victima, entendeu dover in-
commodar a policia do porto da Baha
exigindo qua tose revistado o bab da
um paesage.ro da 3a claaae, que tinha
de saltar, mas nem s?quer rs bolsos des-
bo pa sag<:iro manduu oxamiaar I
A ser exseto, como me tfiaiiuaram pas-
aageiroB, que em viag m o v por adua t-
tio errprt-gados novos, o c cimandante,
Logar iuglez Ni-w D^y.
Lugar noroeguenre Cbance*.
Lt.-gar ingles B-unette.
Lugar icilez G. Tnortm.
Patacho sueco Hilona.
Paisrno noroeguenfe Sverdiup.
Paiacho holliiidtz Sella Uaria.
Paiacho lle.i ao Mane Von OdeoTord,
Lugar noruegueose L lif*.
De Swause
Barca Inglesa Starry.
Barca norueguense Aenda.
Da Cardid
Barca norcegoeoEe H jarl*.
Barca noruegueuae Carme*..
Birca norueguense Vidona*.
Barca norueguense Salaste.
Lugar iQglez Do*a.
Barca noruegoeo88 K'agerc*.
Barca noroegoenfe Gler.
De Liverpool
Barca norceguense Panny*.
DeHarohurgo
Brigue allemo S^norf Qaia.a.
De Londres
Lugar ingles Harne*.
De Elizabelh
rigue noroegeesse Westa.
Da Hev ort
Barca norueguense Hans Ibur*.
Baica uoruegutne A-codal*.
Dj Barry
Barca italiana AapasU*.
De Aniucrpia
Barca norueguense A. B. Bul...
De Terra Nova
Barca ingle-a Carpssiaa*.
a'm de relaxado, mentiroso e poaco ei-
crupuloio, desde qu< disie qua a tripola-
cSo era aotiga e de sua con&anca. Q ia
e relaxado, e da m ior marca, dizem
q-'antos viujaram no Tamar desta vea,
bastando para prova a falta de fiscalise-
(3o a de rondas nocturnas.
'JVm factoB identicoB podem ter re-
prodcelo, entoedi que e-a do rxea dever
tornar publico o irregular, oensuravel e
a' cri inoso proceder do com mandante
do Ti msn.
Acsateleua-se, portento, oa que tiverem
a infelicidad* de-viajar a b'.rdo do Ta-
mar, sob o c mmacd'i Je um iogle que
que tem por norre J K. Exhatn^
o a Companhia Rayal Mail que advi.-ta
aquellas a quem confia a direccao dea
seus vaporee para que, maia ze'.osos no
exacto cumplimento dos teas deveres,
portera sa c.m maia attenc3-> e deiicadeaa
para com os passageiras brazileiros, que
precisem dur&cta as viagens f-izer Ihes
reclama^Sas ou pedir providencias.
Joaquim YerUgimo di Reg Barros.
Capital Fedeial, 2 da datembro de
1893.
Caf
Disseram-melque meu marido foi violectj
em empregar o termo de banddo* e carrascos
aqoeik8 que lhe imputam o lu:..i.-, poM bem
marinamos >iue meu ma-ido sej dvtjdo de um
g^oio fo t-; e nervoso e desde que o poblico esta
na maic calma quaulique os senimentas dos
no^sos pers goi-lores p-lo qo-> lora vou narrar
e qoe foi pre;enciada por tol33 que pas.;avam
no caes pe ta a Licgoea.
O mri que vem aos eiuenhos descarrega no
ca- s e hIIi Boa it ser v*>ndide e nao cosime
ler pessoa guardando pprrjoe ,-iooca se tem dado
qualquer <:esa H cerca de 40 dias no caea estaba mcl de
ruuitos uegocianies aonde tambein tobamos 86
pipas e n'um manna appareceram 8 pipas tolal-
menlp vaeiase o mcl nerramado 00 caes dndo-
nos cm prejuizo de 500*
Nao v o pablico persuadir-se que as pipas
estou-araua, a operaco foi feiti proposltalmeu-
le, traram o bitoque das pipas e asviraram
para derramar, e a nSo ser nrna ronda que ae
approximou maior dume-o de pipas iicariam va-
ZiS.
Pe;soa qae eos deeeje ftlicidade dSo prati'a
tal acjo, portento ifto; foi mandado fazer por
nosos pcrsiguidore.
A' vista disto c de muitis oulras coceas meu
marido oto fj rigoroso.
A per.-lgoica? que fazen a m-a marido eu
que bailo sido e koo a uoica si ir elora e boje
mala porque lenho 6 fi hes para tusteniar.
Exm^s. familias quando em alguma rennic;
pe t-atar de meu marido por favor aconse-lhai
acabar com tanta persitUiQao.
Recife, 12 de Setembro de 1893.
Joiinna Po to Rodrigues Braceo-
Ao publico
Nos abaixo ossignadas, declaramos que
a'o conbecemos nutras interesa das no
inventario do fallecido Joaquim Candido ;
outro s.m, o anouymo Pavao de Prata b.~.-
ba, que o herd-siro e eacluaivo ioventa-
riante Jos Joaquim da F. Tavares, con-
tinua: merecedor da saofiansa que at
h a Iba dispens^moa a daqualles que sd
interpretas do sua illibada dignidade.
Reaife, 12 de Sotembro da 181)3,
enhori ha Igoscia de Freitas.
gueda Maria Tav..rea.
Urribe'ioa Filtria dos Satue Maia.
angeiina Francisca Chaves,
M-rgurida Francieoa Chavea.
Europa.
Norte .
Europa.
Sol ..
Sal ....
Sel ....
Sol ....
Sul ....
Sol ....
Sal___
Europa-
Sal....
Norte ..
Norte ..
Europa.
Kuropa
Sul ....
Sol....
Veporea a &aif.>rs5
Mei de Setembro
...... Cearenc* ......
...... Olioda*........
...... Edictor* .......
.......Parahyba........
...... Pereian Prince.
...... Itatiba*.........
.....: Napoli........
.......Ocano........
.......WardbWirlh*
...... Alagoasx.......
...... Corrieniet.....
., v... Cmela.........
...... Manaoso.......
...... S. Salvador*------
.......Cintra*.........
....... Trent..........
.......Tamar*........
.......Maranbao*.....
13
13
13
(3
13
13
14
15
16
16
17
18
20
24
24
24
26
30
Europa.
Europa.
Sal ....
Vaporea ahir
Mea de Setembro
... Napoll...........13 s
... Tongue*......... 13 as
Olinda*..........15 as
16 as
17 as
19 as
20 as
S.Salvador-------24 as
Trent...........24 as
Cistra* .........25 as
Tamar.......... 26 as
Maranbao.......30 es
Ei ropa......Wardsvrartb*.....
Norte....... Alagoas.........
Sol......... Corrientes*---------
Sal..........Manaus*
0OI
ni.........
Europa......
Europa......
Sui.........
O Sr. Correa da Cruz
(Vulgo lotoni) Director)
Ete pretenciosa cid>-da
dicula do lareiar aesumptos, para te apre-
goat notavel, lenabrcu-sa de na'-^, e, todo
enfatuarla, deitoa gosraado na eGaaeta da
T-rde de sabbado ultimo e no Jornal
do Recife da hontem, referindo faetoa
completamente imaginnrios, proprios ;nes-
mo do um c.-rebro estragado pela ileia
siriEtra do orime da toda ordem de vi-
lania. Maa.. felizmente, o Sr. Cruz,
ao dsenvolvimento de seu genio atrabi-
liario, psrdeu o tempo, porque sendo eu
sabasettio a averiguado ;b, chegou se a
conclueao do que, o Sr. Cruz, com todo
san cinysmo, co tina a ser o mesmo des-
conceituado visionario.
No fciquadrSo de Cavallaria, graess ao
carseter que lha tem imprimido o seu vt>-
loroeo e hon'ado commandante, encontra
se urna bem disciplinada corporacao com-
posta de h.mens dispostas para IuUb frau-
?as em favor da ordom pablica, mas nao
tiro as8a!Krif.do3 capases de commetterent
crines framente, por meio da traigo.
S'm, no fsquadrao de Cavallaria u2o
se encontra capangae, po s que estas
podem viver sab a criminosa direccao
d'.quelles -qua, nos se-aa desvairamentos,
talvez algum dia venham a saber qun gos-
to ttm urna grhe a ao p para cuja can-
quieta tanto tem trabalbado.
Peco entretanto ao Sr Cruz qua des-
vairc-se por oede quizer maa deixe ma em
paz o ee esqueca de itirar sua gesma
sabr o Esq- adrSo de Cavallaria, certo de
qua, este nSo o enXerga.
Recife, 11-9-93.
Rodolpho Siqueira,
2. sargento.
Agradeciuiento
Nos "abaixj assig-aado3 membros d3
CommisaSo Central, chaios da saafaca
e rcachecimjatos, vimos do alto da im-
prenBa, agradecer ao Ilustre ci iadlo Al-
bino Qonsalvea de Azevedo, digno pro-
prietario da fabrica Casias, as araueiraa
hospitaleiras que eempre nos diapenscu ;
e 1 em Lssim aos amavais oollegas a cot-
sideraQSo que nos dedicararo, respeitando
o regulamento interno da mesma fabrica
feito par nos e approvado pela fima com
mercialA.zever'o & C
Os abaixo assigrjado3 obedecjndo aas
ditames de sua onsciencia retiram-sa da
fabrica Caiaa, daixando oa cargoa de
commissarioa e de operarios dessa fabri-
ca, com o corac5o ungido do saudade
dos bons amigos e collegas.
Rseife, 12 de Setembro de 1893. jJJa
Delvino Umbelino da Freitas.
Bernardo Pereira LeitSo.
Domingo Rufico do Nascimento. 2
Jos de Almeida Potra.
Regalador da ttarinia
Concortaae relogioa de algibeira, pea
dulas de torre de groja chronometros de
marinba, caixaa de muaiea, apparelhoa
alectricoa, ocaloe, binooaloa, ocaloa de al-
once, joiaa e todo qualquer, objecto ten-
dentes a arte mechanioa.
9Rea Larga do Roaario9
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D'ftn d*. P^fii&mbn^ QuarU-eri
Setembro e 1893

-,
E' de diier, eiofim, que o alcatrao du
c Ouyot ae e prega oom folia xito como
c antisptico e desinfectante na cira dea
c feridaa, ulceras, e excorucjcea, e qm
c preferivel ao coaltar e ao acido phe-
c nico, caja applicacfio aprsente, s veaes
grandes difSculdades.
t O ubo habitual quot'diano da sgoa de
c alcatrSi no interior tono bebida rris-
c tarada oom o vicho aue se turna du-
c r-.nto aa comidas, ae recommenda acs
c convaleEcentes e coistitue nm excel-
t lente preservativo contra grande minero
t de enfermedades. Eu pude verifieur no
anco paesado, que elle off-irece vanta-
gens reaes em tempo de pide n'a >
(Extrahide do peridica le Scalpel)
Universal as suasnpllca e&' !ao
to como mfailivel noa neos < ff nos, 6 o *Ex'rac
to de A velara Mgica do Dr. C. C. B'l t,l,u
qual, emptegado quer exlema, qier ioter.iaaieQ-
aienie, timado o caso, um remallo ve da lei
ramele assomt)'039 para o allivio imme hato e
cura raSic-il dos seeuiotes matea :
Exteirnos -Marhuc'''las, Gor.u s. G Ipes.
Conatoran, Feridas, Tumores, Ulceras, Queiiua
duras. Moroiclel 8, losilacao. Carbunclos, E'i'r<-
50i*,'D''i'loCi:55ei>, Fracu'as Eicori;)C.o>s Pica-
das delnsectiiS, PnaariQua, Mal Je Gare^ii'a, dos
Olhos e Ouvi os, Mr d- Dente) i le Cjdpcs
Interna?Hpieo -ringla Puluiona*, Vaginal e
1-ifal ; Lu unato, AhVcS.-s dos Ovarios, Tjus
luis, Voinilos de Sangue, Vartrosis, Pesos Mal
dos Ros, Ks'r^uamento e Rit nco da U loa,
Lnororrhea, Dii'rliea, Clicas, Meiistrrj gao pi-
nosa, Coostipacoes. Coqueluche, As'ma e Catar
roo de toda a especie. E' infalhvH. R'na>bro
SO era eeu< rffeiiis e especialmer-te casos de alrnorrcim^B e rheon asaio. 4
to o estado adiantado da doenc^ : o Dr.
Fialho, porn, aconselhou me o Peitoral
de Cambar de V. S., tal vez u.. camente
para satisaser-me, e fai com teto prepa-
rado que o mea filho se ourou !

Vicente Simdes Filho *
(A firma est reonhecida.)
E' agente a Companhia de Drogas.
Atteoxjo
Atesto que t ndo siIMdo rpidamente de orna
odr torilsima na p roa, eem allivio algum du-
rante muitog as. uzei as podemos plalas sn
ti dypeitctsdo Dr. H-inzelmaon. as quaes < e-
belaram iostaotaueemeole esleteirhfi mal.
O presante atlestado peder ser publicado para
fla< hedfe 28 le Maio de 1893.
Ra do C'.ldf-re'ro n. 14.J.8o Constantino
Gv{f;alvf8 da Silva.
Vtdro 2$ )00 di 2C09G 152 duaia 10-JCCO
Vende ee va todas as pharmaciaa
DKPiMTO GERAL
Ph tnacia Maranhao
'IV\ 5.%ac'ILIO DIA* X. 135
3m hdqvim (S $slv^s h Barros
Formulario interna-
cioual
Eis o que diz o Sr. Dr. Pires Al
meida, m seu importante Forntu'iario
1 Ict'jrnacioual. >
... B^ra avisado andoa o Sr. J. A.
de Souza Soares, de Peotas, proparaedo
'com essa especie obij Poit.rai do Cam-
I bar, qin tice occff3ao da examinar e
j com p!e"30 conheeimento aco^B'j.'ho o seu
; uso eu&i a maior ^in.iai i;a...
O egente a (Jompania de Dr< ga.
Custodia Poiycarpa de
Carxallio Poggi, seus i-
Ihos e llhas. genros e
nana, netos e bis-netos
irfnao e cunhados agra-
de em as prenles c
litis psssoas que s>j d.g-
naram de aeompanhar
Nao merece duvida
atiesto que sdff coda a 7 annos do rstomago,
iclt-etino, bco. liga 'o e. nns e?m qne at boje
eoetntrs s iet3oio quf podesse cu.arme, loi
ccon^eibaiio pur um anjigo para lser uso das
pillas LDti d^rpepticns e terfbgiDOOa du Dr.
K'"i'ciDiiiii, que accedendo re-a ti u que to
r?nte cios meses de oso (Teste roaravilboso re
medio con-'u hcar curado radicaIm jte.
Este MtMtaoo qu sirva d- exemp'w a todo
que s; ff'ee do mesioo ma!. Como penuor-s
e'erra grafidfta paso o presente aUestado smsj
me su;*'-.
* i .1 i< [ > de 4893.
Ra arcillo Dias o. 8i,
J B rna-do Lanalt,
iVi+rc 2. duna S. t2 --U2ia JO*
Vende se en; lorias Pha'Oiac s
DEPOSITO GERAL
Pbmaceis Mari.f.ao.Ra Marcilio Di-a b- 135
H
^c Jaguar*o oi noe enviado c seguinto
attestado :
i'/u baixc sssignedo, mrjor raferma-
e f.o exercito, aitesfo que s Creado de
tima tosse asoatthtica, lie rauiti.a :.v,u >o,
dfJ1 -me hoja rest.betccido com e MO do
a -sua ultima morada o ^nor^ d cambar do br. j. jw^b
de bexigas de 1890 a (891 mais orna vez ae de parafusos di fer0 e ruis de 10 mil-
amathtica
moastroa a soa efficacta ; pois no principio < o'
p -imeiros symptomas a bexicra aborta, e ero c i
ses maiB adiantadus a bexiga pasea a ser oma
doenca febril vulgar apresentaodo pequeas to
mefacoes qoe com a coutinoacao do Elixir de
sapparecem eem todava apregeotar recelos de
rico.
Oe multo %tiestados pchllcadcs no diario de
Pernambncc* e 6aieta da Tarde provom o que
liemos.
Nos casos de ftbre carella o tffeiioeadmi
ravel.apresentando phenomeoos tfto maravilbo-
<08 qoe neg'.a cidade do RjciIo e do do Rio Je
Janeiro pouco receso causa a feb*e smarella,
meemo estando o deeote com vomito p-eto e
EangnlneoneBte3 ultimas periodos entao ce-
f*sirio a apolicacSo em alta dose, desprezando
a talloea annexa
Bete Elixir jft condecido do publico e de um
K'anrJe ncmero de d gnos med.cos acresen'a-
do para combate? os differen'rs mccmaioilcs to
Jos ellef do carecter ( b'i'.
Por moi'o teapo t vemos occ:sifto de fanr a
applicacco cas lebres eiysipi llosas e com to
doru retcitfcdc que Qcamos admirados de o al-
tos efjeitw.
Pela ptica rbegamoa a coobecer que nos
asaqoea de feo'e erys'pellosa en erysipelia como
largemente se du 'necfssano o uso de 10 dtas
to Elixir.
Ni a grandes incommedoa das se'ihorfE iKBt-
irocSo. gravidez e eos casos de parto com fe-
j-e de om ra- eludo muito ce to e Eegvo e
c3ia cvnpcsicSo tac sitLplee qne nao oiTere
ue.:eio de applicar o Elixir ncm'niesn em doces
srperiores Se indicadas na tabella infra.
Pedimoa eos Cicnissiaios mdicos qne tefe.a-
ec fazer bes tC3te Elixir em eoa climca nao te
pojeitarem a r osea preBcrincao, mas sim fazer a
apltc acao em barmoaia com os casos qne deter
a rem ccnjbater, certoa de que o nedlcamenio
ma fran':l que m.
K'odo d eiar
A's -erie-ncas ite um aooo '10 gotas de 2 em S
bcra* em urna colber das de sopa cbea d agu
frta.
I)e nm nnno a tres lo {Tonas.
Da 3 a 50 ano* ern drante, 40 gottas etc.
Kstas dt*3e8 dereai sempre ser applradas tb
agria fria.
Depsitos
Com|ranbia de Urogs e lJrodnctos Obta!cos
Recife, rna do Mrquez de Olinda n. 13.
Nacional PUarmacia, ra Larga do Rosarlo n.
3.
Pharmacii Oriental, rna .Estreita do ?.os?rla
n l
Pnarmacia Alfredo Ferreira, rea do 'SarSo da
Victoria n. 14.
Pbarmacla Martin?, ros Duques de'Caxias n.
S3.
Pbarmacla Ribeiro praca Maciel Piobeiro 2.
Pbarmia,Victoriflnso de Loizlgfcocio de Au-
drade Lina, cidade do Victoria
Para qu&lquer olormacSo ser encontrado c
iDtor na rtra do Rosario Estreita n. 17.
Os nesbos frascos sao oioadrados e conta go-
las. N'oie lado teem grava JoElixir ante febri
a no olroManuel CardosoPereambeco. e to
Je? ns prospectos so asignados por Manoe
iriio*) nrau>r, aendo falsos oc que nao forerr
a -alanados.
corpo do seu idolatrado
espos:, pa!, sog*, av
e bis-avo. irmo e cu-
nhado Jos Joaquiml; en-
calves de Barros e de
novo os convidam aa>-
ststir as inissas que pelo
eterno-deseanco de sua
alma mandam celebrar
na Kitriz de Santo An-
tonio: quarta-feira 13 do
corrale, as 8 horas da
manilas stimo da do seu
failecnneuto, confessan-
do-se desde j agrade-
cidos por esse acto de
religiao erespeito.
Recife, 9 de Setembro
de 1 ^93.
c Souaa Scares, de Pelotea.
Fernando Jos da Gama Lfbo
('A firc a est reconbecid;.)
Esf.da a Ocm
E' nnico afen neste
sjubia da Drogas.
- --------9CMMKS*-------------
O capi'-So Lv.-c Alcrcnj Bandeira de Mello
eclicuaror oes &b4i torios da Capital Federal, ti
?eearreg:a e'fOB'ii) coi. re*ic Bwolfce a trear ::a rea u
losarle -. .->; e t, ae Stco o n.-*>i.
Seerrttaria da Instrticgo Publica, 12 e
Setembro de 1893.
Efci^So para um membio do Cjocelbo
Litteri'rio
ED1TAL H. 21
Per esta aecretana ai fas pib'.i: de
acc irde cam a deciaSo dj cidadS Dr.
Gcvc-raedor do Estf-do, de 5 do eorreata.
Iimetroa.
dem, dem. Urna dita v. 7308, dem,
idem, o ntendo obras de ferro, pesando
200 k'los e 46 kilo, peso liquido de pa-
rafusos de ferro ate 10 milIim'.tros.
dem idem. Urna dita o. 7301, en-
trada t 27 do dito mei e anuo no dito
vi.por, a mesma consigna So, couteodo
vid'os a-a vidracas, lisos, pcs>cdo 47
kilos.
Marca L. B. & C. Urna dita c. 4,
dem, ider, cootendo tecidos de stdi,
nao especificado com toda a trama de
algocSo, pesando 42 kilos.
Alfxodega de Pernambuco, 26 de Ages-
to de 1893.
O Inspector,
Alexaadro de Souza Pereira do Carmo.
Alfandega de ^eraambuco
(Prazo de 3o tilas)
LUITAL N. 21
Pela inspectora da Alfandega se tas
publico, que no da 20 do m> z de Setem-
bro vindouro, serSo vendidas a porta des*
ta repart'jSo. em hasta publica, ieeotas
de dirditos, ab mercader as abaixo d?scri-
ptss. que nao feram despa.ha:'i.i por seus
docos ou consignatarios ao pn z i da lei ;
aos quaes alias, fica mercado novo praz.i
de 30 das, a contar d-st data, para as
retirare re, sob pena de. realisada a venda,
nao se atlender mais a reclamesSo
guau.
As mercadorisB serSo empostas ao exa-
nie doa icterestados e o arrematante ser
obrigado, Bob pena de multa a entrar com
o prego da arrem&tacjo c'ej'.ro do prazc
de 48 hora.
Armazem n. 1
Marca F&FUm pcete, sem numero,
entrado em 26 de Juneiro de 1891, vindo
de Hamburgo no vapor allemBo *Valpa-
raizo, consignado a Fr=uoseo Xavier Pe-
reira, contendo amostras.
M&rca CL>Um dito, sem cumero,
entrado em 1 de Abril de 1891, da mce-
rua pr.'cedencia no vaper bllemso tCcri
tibi.t, consignado ordero, contendo
amoatrai.
Marca A. Amorlm & '. Um dito, sem
romero, entrado em 22 de A ril de 1891,
vindo de Hamburgo no vaper allcrxao
cBahia, contendo amostree.
idem,
amos
Marca M&S Um dito, idem,
que a-i forma do quo
242 do Reg. de 18 do
determina o art.
contendo urna correLto de ferro e
tras.
MtiTOS Paiva& C. Um dito, e. 143,
idem, idem, contecdo amostras.
Marca JG&G conra marca EL Um
dfto, n. 46 A, idem, idem, contendo um
toifal de ceda, pesaado as caxir.hs 2C0
greauBMi
Mrca RFUbi dito, sem cumero,
idem, idem, centendo fiuhs de 12 o amos
tras, consignado a Rodrigues Lima & O
Marca A. Vieira & O.Um dito, Bm
cumero, entrado em 29 do meamo mez e
anno, da mitras precedencia no vapor
ParguaB8t, contendo emost.as.
Marca Jos Lathan Um dito,
deven, os senhorea profassiires que esto
a errgo do Estado, de -ncbos os fsos.
env;ar -. esta n.p rtiga-j, at o dia 14 de
de 188S, idem, idem.
K
a
f
A Pulmona
CURA SfHC&Z E ECOHOK1CA
A piltooia ou molestia dos puimSoa,
consuogoy tuberculose ou tysica pnlmo
nar, U'm "'^o, em sen priccipio debellaca
pelo Pe/-ral a (Jambar de Sonsa Boa-
res, come st* provado por muitos cites-
tade med.'Coa e caaos de curas, ueaa zo-
guidamente s celberes 2 ou 3 vezes to
dia.
O doente id uso deae remedio deve
ter deecango regolar, rada de excessoe
Devn pafleaaf em bono ias, evitaedr. L
da yute e aa Immidacei A sua ^i.rce-:-
tagSs deve ser substancial : boa carne,
pao, k>gumes, fructas, etc.
A8>im caram ae doente da pu monia,
jomo ja as tem curado muitos, salvando-os
de ama aorta certa I
Es-ou creat .: iao ha emParaiCjQCO crea-
tera la i erfgui 'a -o.' sou eu.
O? neos toimigos do lotoito c c! '. ?ca con-
tra mim a odiostdude oo punliro e do camaaercto
K.v-o'. m caometas e as f.ztmet' 'carcomo
ijwio eu o aty .
Nj > '2 lie Agosto embaiqa : !egoel ao
.Rio a 18 e al. reritbiieci al 1 de Se!, abro.
Sntre'aoio p r algn Irapicdei-oi cheou
i j.c -dj Doeo c>nhi:i'-'iPD'o que tqui se propalou
str eu o aulor ua fDur.cia da cafe bcraido cne-
g; to sqiji no dia 8ou 20re Aacsto.
fia dtf lio a eesf- n. ulido qu 1 r.rosem e ta
inl;03'aque m assacarsm fo con rario serao
uii3 carrascos d *<;:< raya don qni to? inven ai)
pare quo eu cfitgos lalv^z a ponto f!( ;i3o po-Jer
aiiEar o pao p^ra o u-tento rte rcir.rn familia
ac'aalmenie coap.' F.-jp csatiilieo o< meas miarao^ por qual-
qurr eveotoalidade qoe me verta scoo ccer f m
qualqser acto d^ desespero e pa a u! firn tertho
t-m caes utn Jivro cem os nemes doj txaas per
eguick^e?.
Agora cncopre-me levar ao ccch.'ciniaaio do
rnr liro e da auioridades aue a maior parte do
cate qw entm oo 8:o de Jane ro narni o
e vem das Lt'.Biti assitn preparado, pois iive
QCeasiia de v. rifcar lito na eslavo Ceotnl da
tetrada de Perro, assim como em oetros pontos
da entrabas alem de depoeno e iaforiicts dos
ieeoc.iacte.
Edesfleque p*ra Eoropa embarca ca bur-
nido e o preferido, e.tl dcscu'ido que se o
caf barnido fopse noscito a saude publica nao
baverlaOuMaaso oo ettraDgeiro, a onde a y
giTie puhii'Ui *> 'Jo rleo'opan ente observado.
Reciffl, de S-. tembro da 1893.
Albjrlo K- BraDeo.
Novemhre vindouro, os seus votos para id m
leijSo da um membr j Conselho Lit-
f terario que represente a c'aete.
Os votos a poderZo rucahir em tlgans
^oc Dtt'.B infra eacriptoe de professoreF
das cinco freguesiae da capital, vind) cm
oficio que traga no endsrego o aegainc :
Para ele.'cSo de um membro do GoMV
Use .Litterario.
O seerettrio,
Pergontino Sir^iv a Araujo Ga!vto
Marca M. Rodrigues d GUm
idem, idem, idem
Marca LBbOUm dito, idea,
GMJUmu caixa, idem, idem,
ruado se a consignarlo, contendo
tras.
LB&GUm pcete, eotrsda eru
idea
di:s
idem
igco
naos
8
lo1:. -' dos prafe8sor6s eobra os quaes
Uuve recahir a elei'caV pira um coe-m-
o edital suppa
Anorto Jos Kenriei Wind-rVy.
Jota Lsndlm* Dorateilas Cmara.
Loureoga Goncalvea Alcixo.
Besimia Constante da Cunha Sallea.
J.-bs-atiZo Brand2o.
Mauoel Marinho Cavalcante de Albu-
qaerquo.
Chrietov2o de Barros Gomes Porte.
Kermeao Eliseu da Stiva Caneca.
Feliz Vblois Corris.
Isidoro Maricho Cesar.
Joo Jo.- Ribeito.
Cnetano Francisco DurSea.
E' uoieodgente a Compaoha de Dro-
gas.
Es-tuii salvo!!
Atiesto que soffreodo bstanle terrpo de
urna dyjpep?i3 atroz qW me ircposgjbilitara o
trabadlo, aconselbado i>or divereos amieos para
osar as pillas anti-dyapeoiicas do Cr. Heioiel
maonn, fiquei radicalmente bom.
Recr'e, i de Maio de 1893
Roa Karclllo Di-a o. 28.
Custoa o Pereira de Amares.
Vidro 24000. Dszia 20JOOO. Meia dazia
i0000.
Veode-se em todas as pbarmrcias.
Deposito geral
PHARMAOIA MARANHA
Roa Marcilio Dias n 135
Um casoperd do!
Com referencia a nm oaso de tooeroo
lose pula onsr, dii o honrado estancieiro
Sr. Vicente SimSes Filho, morador em
Sarandy, Rio Grande do Sal :
c .. Empreguei todos os reoorsos
para salva!-o da morte :
Medioo def Saeta Anua do Livramento,
a qaem consultef, declararan! ter caso
perdido e motil qae.lqo.er tratameoto, va-
JNotice
Brlisi Consular Ch:pe
Ameetngwillbe held
at the Bristish Consula-
teonTuesday the 19 th
instant at 2 p. m. for
the purpose of seleeting
achaplain.
Copies of testimoniis
etc maybe seen at the
Cnsul ale any day pre-
vious to the meeting.
Ernest B. Williams
H.H's.ActingConsnl.

Elixir ante-febril Cardoso
Manoe! Cardoso Jnior
Approvado em SI de Marco de 1890 pela inspe-
ctora geral da uigna junta de bjgieae do Rio
de Janeiro.
Ssle Elixir de composicao toda vegetal pre-
parado segando as regra pbarm&ceoticas, acn
selbadae pelos actores modernos e de reconbe
clda capaeldade cientfica tanto no pala como
05 ee'ranjfeiro.
F te Elixir o producto nao s do grande es
todo das acces pbysiologicas das fobstancia
coo tambem pathologicas.como tambeu o re-
sallado das immeneas applicacOes nos diversos
rasos de lebres de fundo palestra
A appljcacao deste Elixir os grande epidemia
Alfandega de Pernamonco
(teo eoOias)
EDITAL N. 22
Pe!a inspectora da Alfandega se faz
pubiieo que no dia 81 de Setembro vin-
douro, serSo vendidas a porta deeta Re-
particSo em hasta publica, isentae de di-
reitos, as merci.d'Ti.8 abaixo tranisriptas
que l- fotam d^sfa badea por seus de-
nos ou copaigr&'anos no p-aao da le:
kop quaes, alias, fica n arcado o praso de
-30 das acon'a* deeta da a para sb re
tirarem, sob pena de, realzada a venda
nao se atteeder mais a reclrmecao al-
ff*Tf.
At mercadoris serSo expostas so exa
me dos interesssdis e o arrematante ser
obrigado a entrar com o preeo da irrc-
iat.cTo c {.raso do 48 horaa.
Armase n. 2
Varea E. M. M. Um engredado n.
7175, entrado em 19 <-o Dezembro de
1892, vindo d> Havre no vapor francez
Colombia, consignado a Moura Bcrges
C, contengo tres tuboB de ferro n3o
e:alvnisado, pesando 25 kilos.
dem, dem. Um cesto n. 7178,
idem, dem, idem, contendo conaexoes ou
uotas de ferro para tobos cao j-lvan:'-
sados, pssaedo 143 kilos.
dem, idem. Urna caixa n. 7176.
idem, idem, costeado vinte tubos de co-
bre, pesando 400 kilos.
dem, idem. Urna dita n. 7177. idem,
idet>, contendo oz> tubos de cobre pe-
sando 388 kilos.
dem, idem. Urna caixa n. 7179,
cera, dem, contendo qoalro tubos de co-
bre, pecando 3 kilos.
dem, idem. Seis tubos ns. 7169 a
7174, de fe ro nSo galvanisado, pesando
72 kilos.
Armazem n. 5
Marca B. H. e P. embaixo. Urna
caixa n. 1307, entrada em 26 de Desam-
oro de 1892, viada de Liverpool oo va
de
Julho de 1S91, vindo de Hamburgo no
vapor allemSo Cr't.-f. igrjoiando so o
cocsignacSo, contendo amostrae.
GCCNL Um dito, >iitr do em 12 de
Mio de 1891, da mesma procedeocia no
vaper nsco. contendo amostres.
MW. Um dito n. 50, entrado em 19
do mesmo mea e anno, ignoracdc-3e a
eentdpes eccsigna^So, v:ndo de Hamburgo ro va-
por Argentina, contendo amostras.
MiSP. Um dito, sem numero, entrado
em lid- Juuho do 1891 de Hamburgo
no vapor Amazonas, igoorando-ae a coc-
sgnacao, contendo ataeatraa.
AVAC cm cima e NL em baixo. Urna
Caixa n. 102, idem, dem, idem, c~m o
mesmo conteni, vindo de Haraburgo ro
vapor Cirtra.
Marca diamante FF dos lados, BC no
centro. Urna dit* d. 27, entraba em 19
de utubro de 1891, vinda de Hamburgo
no vapor S Nicols, coEsigtaua a or-
dem cor.tendo e^tsmpaaa
BH em cima e CA em b-ixo. Urna cai-
xa n. 14500, entrad em 11 do Janeiro de
1892, vinda de Hamburgo no vapor ale-
oslo Porto Alegre, cous'gcada a crdem,
conterdo urna balanyt de piala foima para
peasr de 500 a 1000 klos
L Data oaixae, na. 2910 e 2911, en-
trades em 6 e 8 de Fevereiro de 1892,
de Hamburgo, ro vapor Rosare, con
s'gnad s a crdem, contendo pregos de
ferro simp ( s e mcroedorias em multp! -
cidade.
Franz Schnahoo Cor.si! dj ailemlo.
Urna eaixa. sem numero, entrada em 19
de Marco dz 1892 de Hamburgo lo v^-
por alIemSo Uruguay, contendo bsga
gem de pessFgeiro constante de nm re
wolver de 6 tiros, espoletas, relogio de
nlglbeira, 1 caivete, 1 caixa cem pencas,
o pacota c m cigarros e fumo desfiado c
rlupa asada.
Marca diamante trago em baixo c em
cima M no centro. Due caixaa es 4726
a *737, entradas em 7 e 8 de Junho do
1892, vinda? de Hamburgo, no vapor alic-
rejo Amiz)nas, consignadas a ordem,
contendo : a de n. 4726 um destilador
pequeo para laboratorio chimico, pesando
por inglea Marioer, consignado a or-
den-, con'endo obras de ferro batido, pe-
tando 114 kilos e 36 kilos, peto liquido
154 kiloB ; a de d. <727 obras de cobre
e suas ligas, as de ns. 47 !8 a 4732 e
4734, obras tao classificadb de vidres
n. 1 para pharmaoia, a de o. 4733, obras
de cobre e suas liges, a de n. 4735 um
moinho de ferro pesando 10 kilos, a de
o. 4736, uma balarca nSo especificada, a
de n. 4737, u ia dita.
3 Scelo da Alianega de Peroambu-
eo, 19 de Agesto de 1893.
O inspector.
Alexandre de Souza Pereira do Carmo.
! Seccao. Secretaria do Gove'no do Estado
de Pernamboco, 5 de Setembro ay 1893.
Por esta Sacetaaia se fas publico, em satisfa-
cao reqoisicao do Sr. Coronel CrminaodaotP
Interino da Brigada Policial da Capital Federal,
qoe, ra eJe do commrndo do 2.- districto mi-
litar e Da queetura policial accelt?m-se cerno v..
Inntarioa com destino aquella brigada os cida-
dos que, mediante as vaotageos e os onns
abaizoj especificados, se qolzerem eogajar
como pravas d'aquello corro militar.
0 secreisrio,
JoSo Augusto Peneirs Lima.
Regulaoifca.o ua Blgaas Policial da Capital
Federal
Ar\ 15. O qoariro dos regitaeoios ser pre-
encDilo por alittmettj vcluuiario e eob as
coodicOes seguales :
t) Engaj.menio por t es aono?.
S ) S r iluda) bra ileiro cu est-angelro
maior de 18 e renji' rft 45 aaaos; cot a ara-
ci?s ro-Ui'ex verifleada em iDsperccSo dp saude,
probada merlida je, I r.i'o N eraogetros t'6
um terco do pc>eo. 1 -r t o e se a la'em te-
eularmenie a 1 ogt-a porlcgurza.
Ai. 16 Em igualdade de condeces, feao
p tferidas s ex-pragss do exrcito, armada e
corpo de bcmttiro', qrje liverem servido com
bom comportanolt prvido pt la cerlido de
asseotamentos ou at testado a* p ?eoa Idooea,
dando se prefrreuci} aos iodividuca que Eiabe-
rem 1er esc'ever.
rrt. 17. Os niciodaen uitncrrsde 21 ;u-as
de idade deverao exbit ir licenca de seus p :s
cu tuto ese os estraogeiros dos cnsules res-
pecu08.
A't 18 AspracaRqae liaeieat proc-d'do btm
DoierSo ser reiniLaiadas, medniDle nqueritoen
to e epois denovamrjt: verificada a sua ro
t'U tji em iospec^ao de t^ule.
Art. 19. As prafias que termiosdoo sru erga
amento Do quizerf-m re- ng^jar s^. efrSo ix-
clctli'3 depois de quites'orna F.zuida NaCioral
e entregaren! tm Oom e:t tfo o rir;r:ert) e
os objecios a seu cargo. pasaodo-se-!b>-a un
atestado decooiportameitj quesera ss-lgoa-
ilo pelo command.nte do re.-peit:vo regiment
e rubricado peljda brigada.
Al. 20. AiprcciS que e lum sertiao res naos c< m b: m Dtt-
porianento ere t re o na brigaia, K'lt
t rxbtm consideradas rungi-jadas, percebeodo
as resipdivns vantag-ns.
Art. 21. Nao se coala-a no t mpo de se-vico
? P'SCat:
l. 0 de. p'i-ao por nrirors; a qao in-o).
lor abclvida em procesto ca a tj-io o t m pe-
da |)rif5l hcB'Un .
2- 0 Je pngao per rnfcre$o>s disciplina
res. miir Ci 3- dias dentro ce ne* sanes.
'J. O t rapa or.t- \~: desercto ; os m-Jol-
tauo, perdoadose acnlrliados, pc-n, ^ perde
rao o tpmt'0 (w esrvrrera deter-dos e o da
p it-o que .M-.i ni i iT: i.
4." 0 de ful as ao quartel.
5* O de liceccas para tratar de i'.ei peses par-
liculares ou i.e sauce, s^m ser por lospec^to.
6/ 0 de melettia- no hesp ti cu Ce licen-
tas por insp-CpSo de Eaucle ixeeu t d; 30 Mas
re toJo o pe iodo do engajanun o, salvo quan
du for a colilla adqr.nda em a de serv -
ge.
Ar:. 22. A ?rava qoe liver servido pir e.-ipsc)
de seis aonos ni brigada sem scffrtr pp;a p r
ffivitode feotecc. B:ar4 isemp;a do a'i timei ti
miliar, sen'o 8.mente obr gada a fz.-r pane
da rfserva na forma da lei qoe vigorar e n'e?i<'
aro fe Itie passirS escusa, aBgnada ptlj tora
mindante do repectivj regiment e robrir.",.ja
p^lo da brigada.
Att 2t. Os veociu'enios dos oflkiae-3 e ptagas
serSo os especificados na t.bella aonexa a este
R-'C'daminio.
An. 2i. Estes veocimeLtjj serao pagos mea-
salmete, acsofficlaes, por rxcio de folhas assig
cadas e at itid f, a >'esofiUiaes di e.tioo
maior pelo comxaudar te da biigada e as d cffielees dos regimeit.s peloi respectivos > en:-
maacai.ies. rubricadas ttmbcm po da briga-
da, e as prscas de pret i vista de Mi.^fj-M !.
rau t-a das corrpanhias o esquadiOf'S. SSSlgDa-
da pelos compitiles eommaodsntes, como
vitj dos respeilivos majares fiscai-e. que res-
poedea pela ex-; t-ia-i ariinaietiji, altcrp{0 s
e qunesquer cbservt(oes qu- losssni 'r fl. ir nos
veiicmicli?, f>*ndo as rrr-3ma3 rilicOs scom-
paobjiias de re pitalasOeJ.
Ait. 25. O oIBcl doeote em shj qoa t<-l cu
com llcer-ca para tratar de saude, po- espac-
ia), f serJera a gr< t !ico de exo-' i -ij ; e o
que eitirer oo g"?o de licenca p:-.ra t- Ir de tn
leretSt-8 panicolares i u de eaude, sem aspee
r/o oercebe Boldo simples, desde que a liceo-
es i xced* de trila das.
Art. 26. O ofDctal prero para sect'ocfar psr
eber sillo e mo ad" da et-;pa e o seotennadi
epenas o soldc ; ro prlnreiro caro, findo ab.-o!
aido, reo br-: todo i- vpi el eers de que bi u
ver sido privado por illi'o da pris
v Ari. ?7 As prscsB e iflieh-es em serv'gc'rj-
ao districto federal te-o direll) a enn g-raiiflra
fo : de 300 ris diarios as precas ; 20C0 oj
oi iaes 80balterrj8 e '.-ipilScs ; ''' 00 Ili
caip Eupeiio-es ; o f5000 o cemmandaote da
brigada; s.-nJo e.tas gut fici-.-j UrdsB osa
reiajOe? de mc-tia para pra;a3 e naa fo'bas
de vei c mc-otcs pa>a os ci i -fe.
Art 33. O soldc e gratlficacjio vpn'idcs r.' o
dia da arjznncia p-Iaa prscas qr.c c<8o:'.a-:m
revertero a iaix:i da brigaia.
Art. 7"". No poolasl cutcprimenlo des trteng
que rtceber dos tees Boperlores se re umem c?
deveres gerces do soldado, sebando se srmpre
prorip'o a hora e ni I ri I :;<.. < Ib '0 dPtfrrifr -
do piocuanlo famiharisar se cetn es halutrs
militares e ter tO^s, expressas Be te regcamenlo cr d n -
cernele ao serv qo.
A so noapltal eos coeaeqoei cis de dt-ft-Oe i-.u f -
nmfntc8 recebidos em acto de lervifo coi t i
bui: Su somwite com a impo'lcocia da elapa.
ir'. 271. A refi rea des oli Iaes e pracfs d.i
brigada policial se a rtguiada pela le^islacSo do
exercit) nue vigorar ao lempo da r.-forma.
Art. 272. Si o servco de que Ira ti o art. 68
f: presiado por praca de pret esta lera dfrelio
as ifcimpen3as meccionadas uo olUdo artigo
difp, osa de servico cem lodos is venilme iw
at 15 dase gratn.-/cOe de 100C0 L0 ICO, a
ju zo dr> ccromndacte da br'gada
*rt. 273. As p'agas que Ee ibotilifarem tm
qu'lqeer ac'o de rerv'co serilo 'efinr:das, : c-
d. ne loscec(So di' Esode, < pi rceterfto
Jo p.itj que iVrem naquf le _:o, fja qu:. !r
o terp.1 de sua praja.
An. 280. Qaalqcer timpo de servico pres'ado
oo extiocto corpo militar de polica oo na br-ga
da ser levrdc- e j conta na an Igoid dedep .- ,
em prottocSn di 'goal drta, p. coa potado psrs
a ilTrit.ie l*g.ies.
Art. 291. Todas as prsga q-:o se n'istarer
nis regiment; da brigada, fara; picmessa i'e
n ku!ar eua con luca pelos preceos da moral,
respailar sin? "upericres hierarebicos, e cum
p-ir tielrreate suas orden?, dedicar se ao servicc
que ibes p oprio, volar bt- iniraaieuie ro Fer-
vigo da patria, defender seas sti^u'cOes, me
gndade e h ,u a ; e f leao baixa por coiiclnso
(\~. tmp> de ser vico, iorspacidtde pby ica ou
apresent.'Oilo subsitt' idoceo, depois de ter
servido re'o menos uietade do :empo de sea
icoi'racio de engajamtnti'.
A't. 292. O UbstitotJ fi'a cbngado a comple
tar o lempo do ubsliio'd i e o qoe, tu minado
o praso da substiiolcao, oi iouar a servir, per-
cebei as vautagens de praca ret'ogaj da. :i
bouver servido mais de meta-'e do lempo do fn
gajamenio.
Pravas de pret
Vencim< nto diario
Sargento ajudau'.e oo quartel mese
Io sargeoo
2* sargento
Furriel
Cabo de erqtalra
Soldado
Mesire da banda de mosica
C ntra mestre
Uusico
C'arim cu coneleirc-ar
Claiim cu coro teiro
Mpi-tre de eorrei-iro
Mestre de ferradores
Armeiro
iorreeiro
Ferrador
A etapa das praess de pret ser fixada semes
tralmeote p lo Ministerio da Justica, vista dos
prec-s per qoe f;rem contractados os geoerca
alimentlcics.
por aviso n. 539 de 30 da Dezembto de
ano prximo fiado.
Em todas as esti.^Ses e agencias d'eate.
es'r.da se facultar acs interesados a con-
aolta das referidas tarifas e te lhea d*rSo
todos os dexais esclrecimentos *x'g doa.
Palmares, 31 do Agesto da 189i
______________Y_P- K'ro de Souza.
Edita!
I." Seceso. Secretaria do p-overno do Es-
tado de P Tbtaoaco, em 4 do Sotembro
de 1893
De ordem c'o E/um. Sr. Dr. goveroador do Es-
tado, feco publico, para os devidos .'-lcitos, e
m observancia uoii. 2i> do Regu'ameoto ex-
podido em 23 de Ja., ro ultimo pr:i execucao
da le o 15 ae 14 de Nj?embro de IHH, que Be
aba vago o ttg< c, i de di eo ua 5." rara
do municipio da o-w.al ProfOdora, em oa-
s quei-ci da Dcmes(le ao magistrado qco o
ofcopavs, Dr. Ca'les Aueuita ce Oiitelra,
para o Superior T'ibn 1 de Josuca.
A v?ga de qae se i.. t- ser preeochida p-.'^
jaz do dir i'o tras ai i^o e'eutre os quo reqoe*
rerem r moefi para ss-; n.uncipi-., no prazo
e 60 dbs, ect t^os en Ha I ; se r:!- bem a c;e ero p o*ia>< o sera
fei'o pela furos dcleimioada no art. 24 do Re-
gclamemo iilad\ e o.-accordo io.i o seto 8
losircccis 'e 12 de .Uo to d.. correle aDo.
O Secetario,
lito Arnntc Ferreira L'ma.
do govi-rno do Ss-
11 de S ti
1* Si-.'. Seen t;ni
t do du Pcrniabu-"), era
160J.
Dii crdem do Ext; ;.-. Dr. govemad. r do Es-
tedo fijj {U'lxo, pa< i c.i devuis ifT'i; .", cem
ob t-rvarc;:: ao art. ;.ri k rt-gulameelo
' m 23 de Jafe.ro Ditu 11 para i xpccg d: le a.
15 de ti ilt- Novenbn de 1801, qoe se acta va-
go o cargo di jci-. e re t iic aaal lo .:. Ob-
rifury, em ctnc-iU r i a> fallec neo (a to Dr.
Aifrtuo de Olivelra Finsers, magistrado qoe o
ccopsv.
A vaga d qae : tala sn p;e nciida i lo
jolz de i lili; oais ;. ?o dtutre es qoe i
ie ea r. ceco i ara eses muuicip'P, oo
de sesenta di:s coclados da publcate ri^i pre-
senie fdil; re n mm a requerer o prov
ment ser fetc pela forma determinad,! uo art.
24 do regulamcnto tiado e de scco'do com y
-jeto e in llBC0e8 c r2 -'c Ag; '.o j u.rjatti
anco.
O 8-crels'io,
Joc :i lo Pe reir Lima.
O Ilim. Pfi
Edital
Dr. frispeefor des'e The-
eonro, ni:-nda fceer pub!;co que no ''Ir.
21 do correte, perant a rcopectiva J.:nta
d* Ftzioda, ir : pr9 o rorncoimen o
de slimentBgSo e dietas aoa piei^s pobres
jh essa de Deteac^o, orrespoodente ao
tnmestre de Ootubro a Dexemhro Uj co.-
reLte anno. aervinde de base h diaria e
46i rs. por cada i oSo ou dieta.
Os Sre., pretec'entes deverSo habili-
tar so previame:iii r -. forma C.z il--:
sicCes reculu-rer^ar;.!.
Secretan.-, do Tbescuro do Estado de
Pertambuco, 11 de Setembro d
Servindo de Seertai'
Epaminondaa H, Bendeiri A.
concillo,
1801.
i,
d Va*
srsf-armt-r.-Jzmax
r
m
Pelo preoen'e, a Prefeitnr
intima :ob a'i f .-, !c', uo
- distil!a<;2o do a
'na T\ :. ;
:: r c ::. aar no
ri > d-i febnc. i
tunda ro I ig?r :
D /. ; QB I" '
d> Reoifo
pr.prieta-
* .:
>
3 u. !di 3 e Bgues
m qaa
itar aa
enntaates o
praao fe 30 di 6 Bgues ...
iins da mecm ci til c > .- rn o rio Ca-
pibaribe t-m he!
correte, Bfim ric
BauBsabo&daa exh
ten ii Prauitor'; r cebido i ;t, nt
mei3j3.
Secrel r>" R?cf-, G de S
1,0 s, co tr. ru e ,ei
: e jl ,-
-:
P I '
Jjsqvim

io de 1-93.
aric,
'.'.-rti::. .':i K
v3cie i a?-' \j To eiit fieti-
te J s M chin: las
6a
Stral
*Pt8Sj
j prelfite, .
i icri ea oo *;. j
r. ra lj dia l .:..
A s sr.
2 *
i).- crdem do l
j ij os codos
direos para i ompai
'.", s 7 horas da t- i
i>i do- Coronel foa/i
proceder-ae a rleicc
Secretaria da So :.
Ifachioistas, 5 di- S ifn,fcrj e 1S9?
Maoc I ::us Santos S.q'ie:ra
C-.-ecieario lnn'-tTi.
- i a
- sua
Cv'r-jn-
, qj o fa s .:. i
a n y, i.*sod
a UOJ8 di ectona.
.- e (J.iiao Bboeli^eafe Jos
Companhia do Beba-
es seLborcs cc: j'o-
para es a f 2> 72 do
Chama se a ai en=S
caries de peanas o',
respectivo regu.'ameLto qoe os reepoos?b7lisa
ror culquer estrago cu tPitno qce self o
hy^r metro incosite! o c.ub:emet,'o o ello
do njfsmn bydrcmet o.
Artigo 26, o tiyJrorpelro de prpMer' le >
rempaobia, sc-Ddo p^r esta collcc-do jrniui'.j-
mrn.e, ticaudo pr is;o sob a guarda e les^oa-
rabilldade tfo eoocessionaiio, oqu.l pagar o
valor do hyil.-ctt-itro por qaalqaer oooj
'lie Eff er.
Arli dr rxet.o, tm stu funcc-ioa-imeotu, qei-.- se reu-
ie ou baja leelativa, rojelta o ititktit oario i
multa de 5 vCO elem do damnfl cro?a ?, B 0
pagr.i'o do corsir:: '.ieca^rovavpl se 38
nvir cada a freude.
C' nsidera-fe como leotalivs Je fr. u o o qu.;-
hraaento do sello, (.-saianaxameato doi rara-
fu-os tu toro irrs do r,ytrorcflro.
Tbescirro do Estado
De orden do Illm. Sr. Dr. i ipretor
r!o Thescuro do Estado do Per:.-n;buco
fago publico que no dia 13 do eorreata
pi.gar-se-ha nesta RepurticSo a clf.sss dj
p-> 'e-toras de o. entran
318,
SJ6C0
2'.0-)
ifi 0
2/..00
jjjji Thesoursria do Thesouro do Estado i
2i0i Poroambao
IsTOOO
2 SCO'l
5*i01
25'00
2l 0
24100
2lG0
M000
'jOO
>, 12 de Selemtro de 1893.
O escrivSoda despeza,
Alfredo Qibson.
Estrada de Ferro M de Per-
nambuco
EDILAL
Do crdem do Sr. director eogenheiro
che fe, fsco cons'ar a todos aquellas a
quem inters ar posss, que do dia 15 do
mes prximo vindouro em diento, serlo
postas em execngSo, nesta estrada, sb
no?ss tarifas diSererciaes, cujas biz'
foram, pelo Exa. Sr. ministro da Iadus-
tris, ViaoSo e Obras Publicas approradas
Scciedade
RcOiiaris e Desfibro Peraam-
bu aoa
C-'ovido 03 secbores acclocs as I*fm rece-
bi r o divide mo do auoo linc'o em 3 de Junbo
prximo passado iszao de (0 0/q ou 20/000
por acca, no eeriptorio a roa do Commercio
o. 3\ desta data em dlaole.
Eteetfe, 9 deSelembro de I893.
Jto Femanoes I/p's
Gsreo'.e.
Companhia Fabrica de Vi-
dres de Pernambuco
So coavidadv-8 03 sechori s acciocistaj des
compaobia a se reoainm no da ti do cerreole
no seo escriplorio. em aBscmbla gertl extraor-
dinaria, para trttarem de negocio de sua com-
petencia.
9 de Setembro da 1893.
O director secretaria
Antonio MicerMao desloara S. Filin.
-

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.. ; i'-V*'1-' C. ; "-.
*.
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i
Diario de Pernambuco Quarta-feira 13 de Setembro de 1893
<
mm
M
DO
GRANDE
LEILOES
Grande premio
Par a corrida a realisar se no domingo 24 de
Setembro de 1893
t.COO unirosi/andcop-Aoimaes da Pernambucano. Premios: 1.0000000 ao
primeiro, 33P#00Q ao segando e 150SO0O ao terceiro.
Observacoes
A tsballa de pesos est na ferretera.
O cnimal Bismarck 2. dSo poder ser inscripto.
O pareo b se re disar inscrevendo-se e oorrendo 6 animaes de 3 proprieta-
rios differentes.
O pareo nao ccntar victoria.
A proposta nSo ser lida so nSo estiver acarapachada da respectiva ispor-
tanda.
In:crpc2o 150$000
A ifccripjSo eocerrar-.se-ha terca feira 19 do correte aa 6 1(2 horaa da
tsrde na sec cana do Hiopodrorao a ra 15 de Novembro, o. 53 1. andr.
Secretaria do Hippouromo 7 do Sotembro de 1893.
O SECRETARIO
Augusto Silva.
Companhta Agrcola e Mer-
cantil de Perrambuc
Sao idos os possnldores de obrigacOs
es <] ti< on p tib i xr.em receber
re et r ;to n ra do Apollo d. 23, primeir
da I I 20 de Setembro, de me'o dii
tai o-j'iroi te 6 /o o uqo,
.... ,j -. |., ,, i-,. .,.-, | r., _
Recite J ; RCI 10 de 1: 93.
Ha noel Ji ao do Ar; nrim
P i
apanina
anca e b -
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: ario.
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i ra i
: n. 7.
I

M*rco

. : de ao
. ''
' [9 de Marco,
I '
Os ptcar03 de alcool aogmentam em melada o
respectivo preaio da la sella.
Os d: 3 mercadorias do convez sao Iivres de
avaria pancula e a taxa dupla.
Declaran) -a Companbias que em om vapor
o rlsgem f Ibes permittido, cada urna, se-
gurar al oiteota cootos de rls.
Qaaesquer valores ex-eden'es s poderSo por
ellas ser acceites para retsesuro por contados
depurados, dt-vnlo pr ceder accerdo entre es
CDefmoi segurados e as Corxpacbias declarao-
es.
Os pedtdot de indemni.=aco em ca?os de si-
nijtrc.; cu atarlas devtm eeracompanbadcg por
locme otos legtimos e sati facinos que mes-
- iumnic r) regulados e indicados pelos art-
gps505, f 18 t'.22 i 788 do tVi^o CemD.Trc.al
II- 6 b 1893
Pda Coipuh a lodema s ^ur.i .
J i! qoim AL i da Fonseca.
Curt > de Aqoioo Fo.. a.
J i Fpi rrra Uarq 3.
Pela i r I u ana :
Lui Do .t
?p.
Jos J;qom D as F. roandes.
Pe: Cci rite:
d Ale
Jo ouim Olioto ;8asto8.
,.j r 'o.
lasliluloArchtlgico e Gcgra-
ico Ptnirabuca >
Q ra, 14 di i te, a hora do costo ;
. ii.
ia to lasilutj. 12 d SelsiLDro da
1893.
o i- e .:c.
B psla R-gue-ira.
a I -, a de
. [careos


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9 i ooctrfli otea a.
3 de J bo pi >xfc o pas-
cur. o (;ue cVermina a
, '. i .
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i rigo (
Se ri' o I leripo.
i.: ro I de Per-
ii mboco
. Dr. o |M ra constar
. 13 do cor
i 'a de Pery-
.:. 6i, col e ia isiacOes
li t .
E la de Perro Sul de Per-
i eSH m bro dp !8-3.
V. P. Ribriro de Scuza
Secr laiio.
Jievo^o
de N. B Ci r oeioSo a csrgo dos artistas
erecta ro coavecto de N. S. do Carmo
de R'O'fe
T> '.onosso irmo juiz, convido a lodof
os iro.a .- para urna re tu lo dea sembli gerai
no d ^ 17 do cirreote, a meio da, im tcsie
cor? torio. eBm de ser tratado cegocio de id-
le Devoco, e sobre edilicacao de cata
combas.
Co- riiorio da DevccSo de N. S. da Cocceico
a Cbr.- ": vi isa erecta no convento de H. ti.
do Uiao do Ruie, 4 de Setembro de 1893.
O secretar o
Alfredo L. de Castre.
Ao commercio
f A3 Ccmpanhias de S"guros Iademoiaadora,
FbeDix Pernambocana e Amphilriie, fazem pu
blico qu? a centar do primeiro de Oalobro pr-
ximo a to'i dc3premios dos seguros martimos
de m^rcaionas em vapores para es porios do
Sol d- Hepoblica sera regulada pela seguinte
tabella :
Co*twQ tedee es riscos sob as condicoes da
apolice
llacei........1/ 'o
Babia.........5/8
i tem pelo Penedo ou Aracuj. 1
Victoria ........ 3/4
Rio de Janeiro......3/4
Saotos........3/4
Paraoagu.......la
Antooina.......1 >
Santa Catbarloa.....1
Rio Grande do Sol. 1
Pelotas........i
Porto Alegre. ..... la
r Af cargas com baldeacSo tem 1/4 /. de sog-
meoio de prexio, sendo que as Companblas s
tomara este risco qoando previamente contrae-
tadoe declarado na apolice co na minuta
E**ptuam se as de Porto Alegre baldeadas
SO Rio Grande qoando nec.ssario oa ag baldea-
de por forca malor jostificac'a.
cana de Hft-|
vegafifl
! DO S
r-CJ'e Babia!
paquete Una
Otnirt aadante U.rvafho
<-1k &.
S. n tos cima no did i-a
flV^w o coj ente as 4 borac
-'
da a i.
Rc.l_c -, eocomneridas, passagense di
j at a t bo'i iia tarde de ch
--SCRIPTORIO
Ao -qs C.. omp nhia Peni mhucana
________ n. 12
Fernando de Noronha e Ro-
as
O paquete Jaboato
Commardante Pereira
Seguir para os
porlos cima in-
diradcs do da
ric do correte
as4boras datar*
Recebe carga, erjcommendss, passagens e di-
rheiroB a frete at 1 hora da tarde do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Compankia Pernambucanc
______________ n. 12
GflARCRS REUNS
Co panilla Francesa
DE
Xavega^o a vapor
Linba regalar eatre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Saotos
Vapor Corrientes
Uommndante Laioey
E' esperado dos portos da Eu-
ropa aio da l de Setembro
seguinao depois da demora ln
d.spensavel para
Mace'. Baha, Rio de Janeiro e Santos
ESTE VaPOR ENTRARA' NO
PORTO
Rogs-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linba, queiram apresentar dentro
de 6 das, acontar do da descarga das alvareu
gas qualquer reclamado concernente a volumes
3ue porventura tenbam segoido para os portos
o sul, arn de se ped-rrm dar a tempo as pro-
videncias oecesssrias.
Expirado o referido prazo a companbia nao se
responsabilisa por extravos.
Re ebe carga, ercommendas passageiros para
os qcaes tem excelleBtes accommodacoes.
Para carga, passagens, enrommendas
nbeiro a (rete trata se com o
AGUNTE
Auguste Labille
9-RA DO COMMEROIQ-9
L^ilo
De movis, piano, espelho, qnadros,
crytaea. porcelana, eleotro plat, fiiaooe,
kucita e vidros.
Ou^rtii-feiratSdv correte
A's 1 horas
No 2" andar do aibrado rita da Impe-
ratris n. 34
CONSTANDO :
De 1 mabilia de j2arod a medalb&o
com 12 ctdeiraa de guaroicSo, >2 de bra-
9cs, 2 oom balanoo, 1 sota, 2 consolqa com
pedra, 1 piano ao fabricante Henry Heia,
1 estante para music, 1 espelho de phan-
tasia, 4 quadros, 4 jarros para flores, 2
prtos de bronce para parede, 2 ditos de
ta anee para parede, diveaos enfeitos de
iaisnee di s Caldas, 6 leques chioeies, 1
cama frauoea para casal cora colcha e
coi tinado, 1 toillet, 1 guarda vestid, s, 1
ber^o de Jacaranda, i guarnilo de porce-
lana para lavatorio, 1 marqueaSo, 1 guar-
da vestidos de jacaradad, oom portas de
vidros, 1 berco de vime, 1 lavatorio d'ar
mario com pedra, 1 espelbo, 1 mobilia de
Jacaranda massigo completa com tampo de
pedra, 1 meaa elstica oval com 4 taboas,
1 guarda looca, 1 aparador d'armario o mi
pedra, 2 quadros, 1 mobilia de pao carga
completa, 4 j.rroa de roneo doorados, 12
cadeirsa de junco, 12 ditaa de Jacaranda,
2 meainhas de ferro, 2 velocipedea, 1 forro
de tapete, 1 mala, 1 apparelbo de porcela-
na para cb porcelanas para jantar, co-
pos, clices, garrafas compoteiraa, taces
para champagne, lico.eiro, talberes, co
Iberos, bandeijas, diveraoa objeetss de
electro plat, e bronse, 2 escarradeiras de
porcelana, 1 tapate, l candieiro belga e
muitos cutres objectos de casa de familia.
O sgeoca GusmSo, autoriaado por urna
familia, far leilao dos objsctoa cima des-
criptos._______________
Agente Oliveira
Leilao
Do machioim) e mais ni.ten?es typ o
graphicos existentes no andar tarreo
do predio o. 45 na 15 de Noven-
bro, r-nt-ga do Imperador.
Qiiarta-feita 13 do crenteor
As 11 horas
la iypcigra/bia do Estadoa
O gtte ac m p:.r mad.do do Exm .
?r. Dr. j'iz do comm6rcD.e a requer-
merto da D Mara R"sa da Suva Caetro,
levar a lo !ao a cescionada tjpographia
acimi!.
Leilao
De umn mobil'a do pau ctrg, 1 picno,
4 jai ros p-ra floree, 1 espelho, 4 qua-
dros, lancaa e cortinados, re posttiroa de
pelucia, t-pste e ester*, forro da salas.
t AL A DE JANTAR
Um meia mob li^, 1 mesa elstica, 1
gurda looca. encidracado, 2 apparaderes,
12 csdeir.-s do guar.ic5c copos, clices,
garrafas, loooa para cha e jaotar, galhe
teiras, talijerea, colheres, 1 gua;da comida
de a;ame, 6 quadroa o fipuras.
' QOARTOS
Urna camn fraoeezi, 2 u:r.rqueao:?; 1
commoa nteira, 1 guarda roupa, 1
guarda vesiiic, 2 marjuezas, 1 machk-a
de ccituru.
OBJECTOS AVULS03
Urna eatsnte eavit'raj.da. 1 me83 de
cosiohs, tr rn de cosinha e ontr s cbj ct s,
Quinta-feira H de Se-
tembro
Agente Pin*o
N 2. e 3. a dar do sobrado da ra do
B>m Jc8"i8 d. 45
Em cciii wa,o
Urna mobilia de j loug, 1 gu- rda vestido e outros movis.
Leilao
De movis c ntencilios, Iouca, vi'roa e
trem de cos'nba e un g.*ande fogSo in-
g'e! ae f-rro com p..u3J uso.
CotMtando do 24 cadeirsa de junco,
nova?, 10 ba- qinbas de amarello, 1 dita
grande, 1 guarda comidas de amsrello, 2
fi''roa de amarello envidragados, 2 es
pelbos molduras douradas, 4 cabides de
parede, 1 balcSo redondo. 1 releg de
parede, 3 candieiros be'gas com abajour,
2 ditos de paiede, 1 grande fogao de
ferro, inglez com poucj uso, 1 lavatorio
de parede, mesas de pi bo, lampiao gran-
de, deposito para gas, pratos, talherea,
colheres, copss, cauces, bacias grandes,
trem de cosinha e bemfeitoriaa da casa
inclusivel um banheiro com ehuvisco.
Gerabte-se a caea a quem com:rar as
bemfeitoriaa.
Quioia-feira H do orreote
As 11 horas
'a ra do Imperador armazn
n. 59 casa de bilhar
0 Agente Martina far leilSo por au-
toriaacSo dos movis e utencilios e mai.
objectoa d perador n. 52.
Leito
Qinta-feira, t do correte
ao meio dia
EM SEU ARMAZEM
74-V rna General Camara-74
A referida chcara e magnifico predio
cima mencionados, situados em logar ele-
vado e salubrrimo margem do ameno
rio Capibaribe, na povoagio de Apipucos,
um dos mais bellos arrabaldea da oidade
do Recife, a 9 kilmetros, mais ou me
nos, da cidade (45 minutos de viagem,
com facilidade de conduccSo), ficando
meamo em frente estacio da via-ferrea
do Cazan g.
A chcara toda murada e mde 40
metros de frente por 132 metros de ex-
tensao, toda plantada de arvores fruct-
feras, com jar di m bem tratado na frente.
O predio solido e bem construido,
sendo todos os materiaes do primoira or-
dem e os madeiramentos, am sua maior
parte, de le, assoalhos e portas do vi-
nhatico.
Tem dr freato 4 janellai o porta
ao oeotro, sendo o primeiro pavimento
dividido em sala de visitas, gabinete, boa
sala de jantar e 2 grandes quartos, tendo
mais urna puxada, oom sala para engom-
nar, rsprgjia cozinha, boa de pans?.
Todo o predi) circulado do tarreos
cobertos, sendo o contiguo sala do jun-
tar muito espcueo, todos da mosaico.
O segundo pav.ment tem 5 jane las
de trente e dividido em dous grandes
salSaa paia dormitorios cobres e um gran-
de quarto.
Tem agua eooanada, gas e npp relhis
ora todos os aposentos.
Fra do predio tem quarto para criado,
gallinheiro, magnifico banheiro do san
lejo, um poco de agua quasi potavel, pu-
xado por urna bomba a vpor coliocada
em casa, expresstmente construida para
esae fim, foraecendo agua eoffioiente pira
abatt-cer todo o serviyo iotarno e de irri-
gagBo da chcara.
Todo o predio achase as melbores
eoodicSea de cooservaclo e acsio.
Para mais informales, com o snnun-
cisnte em seu escriptorio, ra do Ge>
geral Cmara n. 74.
O compraior garantir o seu lan$o com
um signal de 20 |0 no acto de arrema-
tar.___________________________________
Leilao
De movis, longas, vidros, pistaros e
diversas plantas
CONSTANDO :
De 1 l'nla mobilia de mogno eotalhada
com encost de p Iba, com 12 oadeiras
de guaroicSo, 4 ditaa do Dragos, 1 sof e
2 consoloa com pedra, 1 eapelbo oval, 4
quadros, 3 etvgeres, 4 jarros para flores,
1 lbum para retratos, 4 livros de mu.- as,
1 despertador, 2 escarradeiras de porce-
lana, 1 cama de vinhatico para caaal com
colx&o e cortinado de crochet, 1 colxa de
seda, 1 dita [azul com borlas, 1 dita de
crocbdt, 1 cueiro de casemira bordado a
retroz, 1 banca cabeceira da cama, 1 la-
vatorio de madeira, 1 espelbo, 1 jarro e
baca, 1 cabida (rancez, 1 marquesita para
casal, 1 dito para soltoiro, 1 cama para
crianya, 1 bidet, 2 cab dea, 2 biacas com
gaveta, J cesta p^ra roupa, 1 banquinha,
1 mesa para janUr, 2 p radores tantea-
dos, 1 marquez?, 1 sota, 6 cadeiras de
jacer'id, 6 duas da pao carga, 1 quarti
nheira, 2 eipe'hoa moldura prete, 2 q-ia
dros,2 eecerradeirrs de lo'ig.l jardineira,
2 co.-solos, 2 capchoa com nome, 12 lam-
pelo para illaminacSo, 1 r.'.' er cas
balas, 1 lavatorio ta ierro oom j -rro e
baci,"ouca8 para almofo e jautar >rre-!
It.a98 pa cha e caf, 2 bolles, 1
reiro o 1 leiteira do elec ,
calicta. garrafas, oompoteiras, i
biseoateira, tr.lheres, bandejas, colheres,
diversos passarc, coico B'jao : bic dos,
cansrine, patativa, pintasil rioes, oa-
boclinho, oraviea, ga>los i
d-cuziul, taboas pal < g
china para cal, 14 ps dopl.mt s, 1 cabr
deleita com dur.s c,..3 c mui o
objectos.
Sexta-feira 15 deSete bro
A's SI horas
Nj c:brado ra de S. Jorg, ji I
H-.-p u; le
O e gente GnsmSo i ... palo III .
Sr. t Juvencio f nao de Olive! ,
que retn ao com 11 para fra
do listado, faxlei So dos objectos a
I eiso
Do 7 f.rdcs com 10500 o s de ebtr>-
pt espei'al no" para sacco, 3iO*J ohtt-
peos d" pa'ha d.; carneaba c 3 c
toucinho (gle cu; msotai,
Saiibsdo, iOocorreiite
/ S 1 -..yi US
No armnzem a ra do Marqua de
OUnda n 48
Por nter* eccSo do
Agenis GflSffld
AVISOS DIVERSO
Pr ci33-e de uuu ;ma para BOOSiDfasr
mais fervir; de casa d.' familia e de um criado
de idaie do 10 a 12 aunos, na roa da Palma
q 68._______________________________
Alu^a ee a casa n. 12 4 rea do General ESa-
ra, a tratar no escripiorio do Diario.
Tilo Hvg ao de Miranda ecsioa birmoroia pa
no f cano.
R'JA DE GERVASIO PI3ES N. 83
- Vende se nm lerreno que di para um bom
chalet e jardim ra Papsagem ; a fallar na roa do
Dr. Eoariinond?.= de Mello n t
CUSINHEIHA Prec ia 33 do nma a tra-
tar no paieo ao Corpo Santo n. 17, 3' andar.
- Yeaiem se quairo importantes t.neis que
comportam cima de 50 pipas ; a tratar na ra
da Madre de Dt-oa o. 10._________________
Precisa-se de urna seonora que est-ja em
coodices de tomar conta de orna cusa de pe-
quena fnmilia ; a tratar na ra Barf.o da Victo-
ria o. Si. antiga ag' n i: de movis.
Precisa se. de urna boa engommaltira; na
roa da Santa Croz n. Si.
Msicas para piano
Ultimas novidades
A Tres Ratas-Tango y Jota, cor N. Milano.
Duetto docbapo deol -MacU'ka.Cbaneca y Valv.
Valsa dasaodoriobasMasnrka, Cbanesay Valv.
Os Tres Jacars ou Ataca FtlippePolka, F P.
N. Seixas.
Tim-tim por Tim-timQuadrilba, N. Milano.
A EstacSo dis FloresValsa, Coote Jnior.
is Tres JacarsPolka, F. Carvalbo.
Ponte en RoseVaisa, E. Waldteufel.
Moa Heve-Valsa, E. Waldteufel.
Pour quoiValsa, H. Braga.
La Macarena-Valsa, F. Behr.
A ti sempre amesmaValsa, Caet.
enf ClubValsa, L. Moreira.
Partios para Matto GrossoPolka, M. Zone^
cades. m
BeatrizValsa, Claudio Gama.
JolitaPolka, Misael Domingues.
Sobre a relvaValsa, Alfredo Gama.
Docoras do Lar
Adalgisa
Melancola <
Solucando
SentilacSes
Nina-Polka, A. Barcellos.
CeciliaPo'ka, Alfredo Gama.
CmaroPolka, E. de Oliveira.
Barbosa LimaDobrado, F. C. Bruno.
Martios Jaolor Amaro Silva.
Lamego J- R- C. Lima.
Ladiz Cboeca y Valv.
PBEALLE t C.
69Rna Barao da Victoria59_______
Cosinheira
Precisa-se de urna cosinheira que trabalbe com
pe.-felcao : a ra da Cadeia o. 83, loja*
Fabrica Ca-
xias
Em consequencia do
preco elevadissi *>o do
fuQio e fechamento dos
portos, vemo-nos na ne-
cessidade de subir 1$0()0
reis em cada milheiro
de nossos cigarros, a
principiar de hoje.
Este augmento em
preco temporario e
desaparecer logo que
deixe do haver a causa
que o motivou*
Recife 12 de Setembro
de 1893.
Azevedo C.
Fabrica La-
fayette
Os proprietarlos les
ta fcibrico, avisain at s
seus nuinerous ami-
gos e fregueze?, que
em vista da enorme alta
no pre^o dos Tumos nao
podem conti uar a
vender seas cigarros
recos actuaes
elevando 1^0O) reis
em milheiro at que
melhorem as coadic-
fumor3*
i i o i o
t m-
bro de loi>3.
loanna Francisca da Rosa Ola*
tO capit >u Leoucio Lius P>oto Ribei-
rt. fui muitiiT, riiboegenro, o Dr.
Trujano Jo. de Carvalbo, Mara de
Lyra Bibeira e El'?a Ribeirj da Carva-
lbo, eodo receido a lofjosta no'.i:ia
de naver fallecido =a cidade da Paratiiba do
Norte, no ia 10 d i correse, fu idolatrada mSi,
av e >ogra, Joaooa Francisca da P.osi Das,
ccovidam todos os parete', amigoii e compa-
? beiros de arma, p.tra asslstirem as aiissas que,
P'lo eteroo deshanco de sua alm, mandam
cflebrar no ronvenio de S. Francisco, sabbado
16 d i c rrenl'-, pelas 8 boraa di maoh, 7- da
de seu pas-meato, e agradecem anteotpada.
mente a todos que te dieaarem comparecer a
t5o D'Pdnmi ario.
I .-tuiuiii' n Tchiii Lamego
Campello
tVicecte Liciuio aa Coeta Campello, D.
Anna Camoelio Beierra Cavalcante, D.'.
EdelberloLcioio da Costa Campello, D.
Annunciada Agostnba Compeli e Setas-
lio Jo Bizerra Cavalcaote, esposo, filbo e gen-
ro, mandam celebra' mis as per alma da tinada
D. Annunciada Tcixeira Lamego Campello, no
da 14 do correa e, s 8 boras da maobi, na
igreja matriz da Boa Vista, e coovidsm os p-
renles e amigos para am asmteacu, coofessaa-
do se desde muito ralos a este piedoso ob-
seqnlo. _____
arla Jusqumi Barbosa Mas>-
bar*
Ia anolversano do fallecimenlo
Bento Barbosa Magalbaes, sua mu-
Iber e Albos, anda se o a mais dolerosa
impressao pelo vacuo qoe a mo do
destino abri em tea seio. compriodo a
dora lei da eterna st |n r gao oa peasoa
de soa estremecida ulna e irm, Mara Joaquina
Barbosa Magaibes, h'ticobw ar as pe8"0j de
sua amiade assistirem a missa qje em sof-
fraeio da mesra (loada mandam celenrar pelas
7 1/2 boras do da 14 do correle, na matris do
Ccrpo Santo, por tujo acto de religio e carida
l0 PnlPCinV" dona oinprnfl q .'-a^pciminlos.
liut'iiirci louquim l-ui-ini, da
llv* Helio
Qoarto anniersarle
tfalbina Umbelioa de M- lio, comida a
viuva, rilbos, genro, puentes e amigos
do seu sempre lembrado e nunca eque-
t'ido ti bo, bacbarel Jocqi.im Gutnoes da
Silva Mili para assis'irem as mi.-sa que man-
da rezar per alma do m smu Oaedo, no dia 13
do correte, no convenio de S. Francisco desta
cidade, 8 boras, na quarta frira. pelo que se
confes^a sui'r.ameote sgr.idecia a lodus que
a-sis'i'em n psIp sem r'e r> liciS i p ranale.
JoM'JcrtDjmo BamoH
Mara B'aodina tiastOS, ronpungida de
dnr pelo pas.-amento d sea idolatrado
pai, Jos J-ro yxo Bastos, acradece s
(odas r* pes80as que se den-rain acom-
pi ib ros restos moraes a pa uim' morada;
vo pe.fle ;: todos os amigos Qo f llecido O
earido?o o*spqo aa istirem rcis?as que
por so i al la c! Tira- 8 noras do Jia
3 lo correte, na Igreja lo convento de N. S.
t BPH f9|lp#*lT*PIl'll

No roa da Gu n. 7, ppecisi Be ie ora-i a^a
pa-a cosinhar. ppra ca-a de pequ-na f m lia.
Ama
P.-ecua-fe tic nma arr.a paraao arcemt-ma
criacj ;"ik'o oomesiicn de uiiia (sa
. .'... '.'. : u Ira.tsr aa ia do L >r meato n.
i. i:.. i it e> la o
ma de leiie
Na C ;....-:i, roa Josqeim Nabaco n. 61.
piec una lene.
M >reir i

Pe: -. Ra ira cosinhar e en-
,..-. casa da pooca familia : na ra
V Goj nos n. 66
Alug*
A ca a n. 34 r> r a d l a tr-lar na
'13. de Ma cili i as o 45, Bob i.'.
ltenco
O ;.. i:, o, lecdo ie reiircio da ca.-a
de BCi f or lu :o noior, por
sua llvre e pspontaue vonta a Iveu abrir
urna ,- a de b o roa d b Lar^a?eiras n.
I4: sonde espera a p-o eccao ce seus amigo? c
fregnesps por a b e er um pessoal bsb'li
ta lo para iodo o Bervico concernente a soa pro
. .- .j_?ft prvido
ermo nfogoem. deum cn-nde leposito de I i<' a
! rgaesas e apparelb s para ventosas dos
melbores fabricantes, offerece seos cervices, e
espera a protecc&o dos seobores medie .-, pbar-
icos e do respe'tavel publico em geral, e
que estara prempto aattender qua'qoer chama-
i to:o dia encute.
a das Larang Las d, 14
Jos F-ancisco e Silva.
Mif.htmaicas elementares e
eFcriptura^ao mercantil
Venancio L ibatot tem cor.3egcido os melbores
re?alt: dos cem applicagao do m vo que adopta oo eniiuo de etcripturago mer-
cantil, ser-do que em menos de 30 ligues teta
p-i parado tlieonca e praticmeole, petsoas que
eram completamente cstrauhas s transacgC.s
commerriaes.
Contii.ua a leccionar as materias a.'rm, a ra
Duque de Caxias o. 72, 1- andar.________
Jardineiro
OlTerere-Ba um jardioriro de nacionndade
portugueza. para faier e reformar de novo ; a
tratar i,a ra do Apollo n. 47, taverna.

or I6#000
Alugase urna casi de laipa e telba, nova e
brm construida, cauda e pintada, com bastante
terreno e faeililade dVgua polavel e boa, teodo
3 qoartos, 2 salas e c isii.ba externa, ao ealtar a
esUgo de Arelas, pelo que torna-Fe bastante
conveniente a quem occupU-a ; a tratar na fa
bnca Tigre, rna Baro da Vidoria n. 4.
F ci-;a te de un para '. idu si rvico de casa
pa-a emba-car: na campia
q. 9, i i .;^ bem.
Chaves perdidas
t! para 4 do cerr-: e. eutre as
irtgneas de Santo Antonio e Boa Vista, per-
ir 11 com quatro ihavtj, pede se
r. quem achoo, o favor d? entregar nesta typo-
i bem rt.ti' ado.
E

nipreg tao
f'p--a se .. aotii, e qoe pri li riai'.tr de sua
ca ; a tratar oj ma Nov L. ff9.
Olinda
Alug1. se orra grande ca-a ere Onda, cem
bastantes ccromodos, tra tes, pppareUios, agua
encanada, b..nheiro e fogo de ferro, na travessa
da S n. C, .-om taida para a ru d>i Borcm :
a tratar na ruu do Commerc-o n 5. 1- andar.
Horteleiro e jardineiro
Precisa-se de um qu>- entenda, recommendan-
do-se qoe para eogenbo perto da estago de
ferro ; a tratar no Lrmazem do Lima roa Ba-
ro da Vli loiia n. 3.
Criado copeiro
Precisa-se de nm brm criado com pratica de
servigo em casa de familia, e que dconbeci-
m-nto de sua conducta ; a tratar na roa Mrquez
de O inda n. 54.
Jardineiro
Casas em Olinda
Alucam re dons cbaiets, tendo grandes accom-
modacoes para familia e outro peqoeoo, ambos
na praia dos Mil gres ; a tratar com Vianna
Castro & C, ra Duque de Cax'as n. 115.
Criados
Precisa-se de um copeiro e de urna ama para
servicos de casa de familia e que sejam porlu
gueEes a tratar na ra do Imperador n. 12,
1- andar.______________________________
Criado
Precsa-se de om criado que seja de boa con
c'ncta ; roa de S. Joto n. 17, fabrica.______
(osi nheira
Precisa-se de una cosinbeira muito boa e de
boa conducta, paga se bem, mas que dorma em
casa ; a tratar roa Baro da Victoria o. 52,
1* andar.
Caixeiro
Precisa-se de um meoloo qoe nao exceda de
10 12 aooos, e qoe garanta gso bom compor-
tamento ; i tratar na roa Velba n. 82.
Agrimensor
O AGRIMENSOR J. F. ELIONE DE ALMEIDA,
titulado pelaEsccla Polytechnica da Capital Fede-
ral, prope se a fase? demarcacoes, plantas, etc.
Residencia-Ros Nova n. 59, Palmares.
Preciea-se te um bomem qoe ao!enda de Jar-
dim ; a tratar do Arraial estrada do Brejo, em
casa do Sr. Pestaa._______________________
Escada
N. 43 500
Pede 82 oo Sr Hermcgeoes Sancho, da cidade
da E.-cada. o avor de mandar oa vir Iqudar
aquelle negoembo qoe faiem tres aones na
ra No;a n 16.
rnie Prazeres
o
Vende se o brigoe nacional Prazeres, anco-
rado no quaoro ua carne secca. Este brigue
ccn'truuto com ptimas madeiras, e acha-se
peifeitameote conservado: u tratar com Amo-
rlm Irmaos A C, rna do Bom lesos n. 3.
" AVISO
Declaro por meio do preseote, qoe tendo
meu marido Francisco de Sooza Braga se reti-
rado temporariamente para (ora deste Estado,
iquei autori?ala, bem como os Srs. Angosto
Cerqoinbo e Jos Rosado de Oliveira resgatar
seus valles que ainda possam existir em circu-
lagao, podendo, portanto, qui m possuir algnm,
a vir receber de mim a sua importancia, ou de
qualquer dos dous negociantes a que cima me
refi.ro, estabelecidos roa do Commercio desta
cidaae.
Limoeiro, 6 de Setembro de 1893.
Mara de Sooza daga.
Cautela do Monte de
Soccorro
Deeeocaminbou se a cautela n. 28,(26 do Moa-
te de Soccorro deste Estado ; quem a tiver en-
contrado pode entregal-a a oa do Rosario da
Boa Vista n. 44.
Criado
Precisa-se de om criado ; ra larga do Ro-
sario o. 30.
Criado
-

.,


-
i
Precisa se de om copeiro que dg Banca de su
conduca ; na rae UniSo n. 65.
Dilm
. ,
--1



I f
v-
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.
Diario de Pernamhqco Quarta-feira 13 de Setembro de 1893
mm^>-___^mmmmmmmmmmmmimm*
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FERRO QUEVENNE
XJnico approvado
pela ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS
Exigir o Yerdadeiro
14, Ru des Beaux-Arts,PARS

ANEMIA, CHLOROSIS
FRAQUEZA
POBREZA DO SANGUE
9 Ha*
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3DE
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Albumlnato as Ferro e Manganez
SOLUVEL
CURA RPIDA e CERTA de
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- standi M Parh : E. TROUETTE, 15, roe ass Imas toliitrlBli.
Depsitos em PEBXAJHtrro : Cocnpinbia He D. .v.s e Producas (sateos
- -tiadpb
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Curados pelo* CI*A*OS
OPH-"3SOES TOSSE DEFLUXOS
- WEVRflLGIAS
DYAtXH) 1: I I A IKRPeCTOKU kllAL DK HYGIEKS
Venca or anclo J. ESPIC, 20, ra Bamt-Lasan em PAr.IS. Ex'ja-t o
nr.coSITOS KM TODAS AS PRIMCIPA-Ka PH A UM ACIAS DI FRASCA |
lSTHANUKinO
ANTISPTICO A)STIEPIDBICO
ITsado no Hospitii
i gr. rf'stia 3 ABAO equiM t 12" GO oAClOO "HEN ICO
Multo kpicclado pelo como md/co. e?t'? sabSo de toilette, cuia base o Vaphtal Corlead*, lndls-
pcn^aTc! contra operigosdttSinolcsincoiita>rios3Lou<'pldp.iilC9S.t/i ida/ foranaturorad ellas, i.ura
aDitUnicniea^Iiapigsna.Ral-.vcs. Vcri5ielhid5o3.EoE6roa.L,ti,.assiiiCCp;i;oasco:i)xo'.'8dacal OT.
K'osUmo [ara os cuidados ntimos da toilc te, contra as Fl^m braatai corrales do qaaiqaerniaHaa.
I Pars 34, neffWtrtH, baiii as yoTJRNisa, 34, rae rAEsie-n pars
) Deposito cm Pe.-nz.-nti/co : "Frao" T.Z. ds Silva 4 C" ( mi principan iMsHMtbt.
i^r*'^3r^;Wo-t'^i:Y?.>il^
P^
{ PHARMACIE
I
JfvOPEsDt
>:.....
.1053
A O
^X,
^S^tfetk"
jftPWflsuaE
Hmiphixn&|
^g^^VALCATRAO FERRUGINOSO^
k-__aaj,-=a,Misissiiisi i i snsaascgi
Ctilorose, A nemla,Gatliarro pulmonar, Brcnchite ehrenica,
Cotharro da Bexiga, Pfitisica, Tiwa convulsa, Pyspspsia, Palidez,
Per das seminaes, Ca fiar ros antigos e complicados, etc.
Sculev?: J Denaln, 7, om PARIZ, o as p.-lncipae Fbarmaclas.
gROPE PHENiSADQ
DO D' DCL.AT
Tosse, Catarrhcs, Grippe, Bron-
i'hitos, Tislca, Coqueluche, etc.
B, Avenuo Victoria,
Par
mci
DO C DCLAT
Antisepti"o poderot-o, lly^ienedo
toucador, da Bocea, Curativos, etc.
o Pharmacias

TNICO
ANALPTICO
RECONSTITUIRTE
O Tnico
mais enrgico que devem
em pregar os Convalescentes,
as pessoas idsas,
as Mulheres, as Mancas dbis
e as Pessoas
tracas de Constituicio.
cora ausNA
SUMO DE CARNE
PHOSPHATOieCAL
Com ponto
com Substancias necessrias
e ind'spensaveis na
formacio e no dessnvalvlm-znto
da Carne
muscular e des Systemas
nervosos e ossosos.
O VINHO DE VIAL e a Assodco feliz dos Me licamcntos mals activo-, para com iater a Anemia,
a Chlorose, a Tsica, a Dyspepsi, as Gastralgias on Gastritas, a Diarrliaatnica, a Klade critica, a
Frouxldao >rcnd, as longas Convalescencias, etc. Km un.a palavra, lodos aquello 5 es los de Lan-
guidez, de Einmagrcciiuun',0, de K.-siitamcuto nervoso, aosquaes os lemperamentosde hoje eslo
fatalnienle predispstos. fin ]/u, rhtirni'toia J. VIAL* rita fe Hourhon, 14.
Depositas em Pernamhuco : FEAN" M. DA SILVA & C" o en tolis Pharaari! c DroTarias.
i
I
ti ji
,._ 53.. rjr-,
Super.or p..ra curar COaTLl>.\.(o, iriiClTAgoi-o 0 PKlTO, RKEUr.'ATlSMOS,
DORES, LUMBAGO, FERIDAS, CHAGAS. Top/co exltente contra os CALLOS,
^LHOS-de PERDIZ Vende-se em toJas M P/iari,acias e Drogaras (E\a-se i DOtM uni*
CHLOROSIS
Cores Paludas
CUBA RAPIUA
El
DE.UIaOE
Consumpco
ACERTADA FELO
LICOR DE
ADE*
COM ALBUMINATO DE FERRO
Empreado em todos os Hospitaen. (: o raelbor ferruginoso para a 1
Cura das Molestias da Pobreza do Sangue. Nao enefrrece os dentes.
PAHIZ com e C\ 49. Hue da Maubeuge, e em as pl armadas
de
de FIGADO FRESCO de BACALHAU, HATURAL e MEDICINAL
O melhoT aue existe, pus que ohtere a n:ais aira recompensa na
Exposicao Universa-, de pariz ds 1SR9
Rcceitado desdo 4i an-os. em Praii > 1 s aterra, Hes-ianaa, Portugal, no Brazll
e nas Repblicas Hispauo-Ain rir lntelro s Crianpas racliitUas, i'ssaoas iracas, contra as molestias do
Pelto, Tosse, Tumores, Irrapces da Pelle, etc.
muito mais act i roque ai Emulrdes que cortim metade de seuatquiotOleoabr ancos
de Noruega ios quaes a depurjeo fz peraer urna grande oarte das las prop-iedades curatitas.
Trade-sesomenteemfrascoTRiAHEULARES. F'i ir M cnvol'Tis o srllo ra Union des Fabricants.
CMC0 ptiopniLTARio : EOGG, 2, Ru Gastiglione, Pans.i, ta TOBAS as pahmacias

. U..5 UHIAK'CAS e >.''-"^ CCrtVAl.1 ES m
ParatniDsUlulroOii eclale,cedigcs'.itou uitas vezesdtfllcil.eocj i Itecujos envttosdebiiiuatei
rejudlcam .;: extremo a sade das enhoras, os Medicas recoaunendam ostacaoout do Araba
o r .. por serum alimento U t ito substancial! reccitain-no taniDea
erla-'!- anemicas nnma > t lasqtie carccct:.de fortiticantas.
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Olinda
[Mil
;dcs
Alaga
e uma casi nos
aeres n.
para
31
famil
com commo-
:;
regal
r, e
deitaoc'o os fundos para o
mar toJa reedificada de
novo, cafada e pintad?,
quem quizer pode ir vel-a,
je a trat r na
bera n. 28.
ladeira a Ri-
Florista
N-pomoceDa Dnarte participa ao res-
p blico qo madou a sua residencia
Luisa
peiiavel
para o 2-arMar do sobrado d. 40, silo roa do
Bardo da Victoria, onde cootina a sa'.iifazer
com toda pontoahdade, as eocommendas qne
{Ibe forem confiadas, como eejam :
Boi que>8 de cravos natnraes para noiva5, ri
camente ecfeitados.
Capel as bem preparadas e a contento das
Esman. Sras. noivis.
Flores de panno e papel do gosto que fer pe
ido.
Bandeijas de bolinbos unos de tedas as q li'-adep.
fiirrbre bfm preparado e boloe para trdos os
acios frttlVCS.
Todas as e c mmendas se 'aro com toda a
n-enf' ponida, garantin 1o se t^robem asseio
egos'o no de^mp'-'Dho do traoalbo quesefar
pelo prego que f j" conveniente ao3 contraten-
ten.
Vende-se
Uf eiliocom oms r-Fa de taipa rcm comm^do
o ra p qnena familia, com diveras arvorfB fruc-
ifer'3, teDd i orna caiiaba de pedra e cal com
mu to boa f'guy. na Cafa Forte, ce legar deno-
minado Barro AUo, roa da At nade : a tratar na
i oa Mrquez do Herval n. 165.______^____
Vende-se
O (/avalles de corridas, Vivaz e Toolon ; a
tratar na trovista da na do Rio n. I, Torre.
Charutos da Babia
Vf ne se em grofso. e trr: u e variedades de
mateas, da labrlca de Francisco J.is Cardoeo,
n ra do Oommercio n. 38 1* andar.
Ao publico e ao commerci
0 ab?ixo sss'pn-'do drebra ao publico e co
ce'po coerl, qoe ra a bem da poa dig i
e ti ra, de X' o de ser rraixeiro nesla dala
d s Srs Keveg Pedrofa ft C, aproveitando a
Blfo de agrarTecer ses seos amigos e com-
pai heiros es S'8. Jo- Lniz Fern ira e Jue Mata
I' ir3? asmaneras bindosEB e ff^vels com qne
ibe trataban), quer como '.ompaobeiros, qoer
romo (mieos, e delxando de agradecer no pre
stnie artiga ao teu cimbado e patrio Jof das
fleTes Pedresa, repreeenlante da Arma Neves
P. droaa & C, pr se sebar em Portugal, o qual
far logo que ebegua a este Bsiade.
Recife, 7 de Fetembro de 1893
Joaqoim da Silva Romes.
Cosinhcira
Prpcisa se de uma cop beira para f^a da
cidade, crsinhar para dous eptrsngeiros : a Ira-
'ar na na do LomnierMo d 6, andar terreo.
M
ovei austracos
Acaba de chegar ao armazem importador
rea Mrquez de Olinda u 34, om completo sor
tirrento de movis aoBtriacos de todas as cores,
qaalidades, e pr eos que moito devem agradar
ars pretendentee destes srtigos. Assim como
avisa atodis os seus fregueses que Ibe flze
;m enrotm nfas, as quaes est&o asna dispo
eigao, e pede aos mesmos que nao demorpm
|em mandar procural as, aflo de se liquidar asi
WBMf.,
ATTE.NCA
Grande e importante
LIQUIDAQAO
ii-i
<5C0C
?edo.
a 600 res.
wt\3 l/1-' EIJI
56 RA DUQUE E CAXIA9 58
RENDAS l,esp"li' as do algodSo e aeda coso u:i me.tr de lar'ura do
12000 2d0C0, 3i>C0) e 60. o metro.
FiICHU'S, B.hidas de baile por 500 reis. 8C0 e 1,5000.
MEIAS para Benh ra, hoiaSl e erUts^afl a 50J e 800 reis o par.
VELLUDO DA EUSSIA diveaas cotes de lp20U a 600 reis o co
COLt ARINHOS para senr-ora los d rbantaain d 2000 a liJCOO.
Per;a8 do bies de cores e nisisados de 4)59(0 r ojJO 0 e ^$000 a pcQ?.
Collarinhos de i uro lioho para h mero de 12(500 h 6$r00 a dosis.
Gaugas encarnadas para cubeitus a 210 reis o eovado.
Damasc de todas as cores pura raposteiros e oolehsa do 18400 a 500
35^^00.
Cretonea licdos padioes do 800 a 320 reis o t- vado.
Selim de Beda liso c de qoadroa de I$8U0 e 2<>i!0 a 6 "".
Cortes do cambrtia braooa com salpico da corea d8l2i ?"\ s 6o0f0.
Pecas de cassas adumsBCidaa com 23 rostro do li'fOQO ; 9000.
Capas para beoborts, ricamente eufeitad u GOfjOLO por 30tJ000 e
5<50CO e 6CO0
3500(. o 4*300 a 5G0 reia c
MeltcDB de 2 larguras paro roupa de hornera de 33000 a lf>600 rea o
o cevado.
Aig eitea licdissimos do ccrea TSriadas e nevs do
1,5500 e 2,50<,0.
Variadiseimo sortimento de plumas do
10000.
covsdo.
Brim pardo para roupa de creanca da 800 a 500 rea
Chales de c^im'rs de 78000 o 80 a 35 e flGO).
Macti'he es de la para rcoc nhas de 8tJ i'O por 2f0r0,
Capas de la de Borea p?ra eenhora de 150OCO a (iOOO.
BramLte tratyado 4 larguras de 2f500 por 10400 rei3 o ra-irc.
iJem iso 4 IbrguraB de 28000 por 900 re8 o metro.
Gu&rdanapos de linbo adimascodo de 601.00 por 30000 a dan .
Toalh.B do puro linho adasmacadas rara raeaa de 150000 o 188G00 a
80000 e 10^000 uma.
Velbu.inaa lisas e labradas de todas as corea a 10000 o 10500 o co
vado.
metro.
covade.
Stima diversas corea com pequeo toque da mofo a 400 res o levado.
Atoalhado branco adamascado para raez:* de 40000 a 1$5C0 re3 c
FuatSo de cores, lindos padroes de 6C0 a 320 rois o c:vedo.
Ditos brancos proprioa para collete d>- 40 00 a 10500 e 20O(;O.
Panno da costa para meaa de 20500 a 10600 c 10800 reis o eovado.
Merinos pretos e de cores de 10000 a 300 s. o co7-do.
MadapoloeB finissimo pre par do amsricano du 15t00 a 105000.
Casacoode jerseys diversac corea a JOOO ,50000 c 60000 uin.
Flanellas do quadros para veati o, ultimo gosto da 10000 a 500 re3 c
L5s de quedros diversas cores de 500 per 200 e 240 re>s o eovado.
Capejas para noivas de 128000 por 5flC00.
Mpi'bs de 15 para senber s de 40000 a 20000 o psr.
Cortas de cnuibraift brancas bordadas do 200100 por 120.
Linn com 2 lesuras, liedo psotSea de 8u0 a 500 reis o c-.vado,
Setim doa alpes de 800 a 24') reia o eovado.
Cortea do blocde de seda, ricamente bordados do toas ps cores de
1000000 a 2C0OOC.
dem, idera de a!god2o de 400000 a 120OCO.
(randa qusottdade de retalhos da chita, las, sedns a uuitos outres sr-
tigoa.
5
IV> 1 HlliLlD
Ra Duque de Caxias
56
ISPIL
IillH PEITORAL LII'JTh
PREPARADO POR
ANTERO DE YVLt M^DUaaiRA,
Eale novo producid omponlo rom
ESPELi.\A, im.stu o; ion i:n;si\t im: jai tiu
E seopre empegado com mu la vanta monares e tealetM. na a3tbma, coqu-Iucbe e em todas ss molestiaa do arparelho respiratorio.
Tem sido proscripto e multo recommendado pelo illustre choteo Dr. Jjaqaim Marcelino de
Brito.
E' um remedio inoffensivo, mas de benficos e proapios resuliadcs ; parisso convem tanto
s criancas como aos adulto?.
i jeccao mmi ulmul
A grande venda d'esie producto nna Es adrs do Sul do Br*z'l e Rio da Prala maior ga-
ranta que eeu auc'or offerbce & novidaJe : a cura opera-se em 3 di; s ros casos rcenles e cm 8
nes rebeldes.
Deposito geral no Rio em casa do fabricante rua Ajada n. 18, nicos agen-
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Alli encontrar o publico pernsmbucEuo e os illubtica 7:; jsntcs, alm de bem
reparadas comidas, bebi finas e cs3olhidi.a, ama bem moceada e desente hoBpe-
aris, com todas as prescnpc;8es hygienic-s, a par de nm servico completo por parte
o grande pessoal de que diap'e ease imprtante estabelecimecto, hoje o primeiro em
en genero nesta cidade.
Montado com a msxima descencia, diapSe o GRANDE HOTEL COMVfEB
CIAL de um aalao de recreio artisticamcLte preparado, P&*ia rodero ; er rcalieadot
anquetes.
O proprietsrio deste est>.boIecimcnto pede a visita do publo Pernambucano
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j i fazc '^r>e-
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Vendein se na leja de jolas da A-gusto de
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Nova reme?sa de saecea vnsfes. prcrrlos para
rasurar, milho. carnQo dpier>d'> oc'ros gene-
ros ; no trapicha Visnna. Forte do M.'""g.
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A'ng3-se uma casa com 3 ola*. S quarloa,'
eoainha e um grande quintal, na rua di S' Bentc
n. 8, com fente moderna, reedifi a'ia, perlo dos
barhia a Igados, as chaves n; me?ma rea 0.19 ;
a tratar na rua das Calcadas n. 10, retiuco._
Craud coicmerce de
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bfns tin-bres, lares et vieus, chez J. F>
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Prrc'sn ?c de vm caixeiro al 12 :nnos; nc
rna do Arollo n. 21.
Caixeiro
Precisa se de utr. cf!x-iro com 12 i
coro slgum-< pratica d" tavern:-, e
de aun coBdcela ; na ru:i di Ca Forte
i annes.
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A o corpo commercial
aia pessoa com bastante pratica de frzendas
e direj n,i) srrun ar-38 em u^ia casa de retflho
on armiZm tie rosO, cffirece aeo8 se jicos a
qa^ro prerisar. alodd averno p?n 'r; da cida-
ne ; qaem precisar qm ira diriglr-se i.-avessa
ds Concordia o 43._________________________
Foguista
Precisarse do um que s>ja matriculado ; z
tratar na pren a allema, c-"-s do Rampa.
Menino desapparecU.o
Na seman.: passida desapparecen ds.'agadfc
uma faL. lia moraJ?'. nafre o menor de cor crea, de nocca Antonio, regu-
lando ler de 8 9 ano.i : pede se a autorida-
des o favor de prjcural-o, e encontran io o man-
ual o Lua c A y1 dos L ssroa, e n Santo Ama-
ro, one mora J ^nna, mai do menino.
Zougu
Vendem-se dive sas parles do sitio Zouguc-,
ra fregcezia'da Varzea ; a tratar ro escrlptorlo
ro Dr. Ebte.o da Oliveira, rua Doqae de Ca-
sias n. 5.
Aviso aos i'gricuIteres
Para remana? formas e to'o apparelho des*
ti'ato.io, no engenbo Bom Je*o? do Cbo, ba
n^ artista e?p?cial; preco modi.o, andem
ravalli.____________________________^_
a\os pro prieta rio s
Que deaejam lazer calczdas e ladrilbOS ao io-
terlor das rasas e '-rmazen.-i, avisa ?e qnsacha-
lj um grande sortimmto da periraj apropria-
das no armazem do caes do Capibarlbe o. 38,.9
amostras na rua cia Cruz n. 18, bimazem._____
C avallo
AltdeJolbo rou rr.m t card8o, do 7 acnos. andador.
Marra
SW
C 7 uo qnarlo diieito.
X na cocha esqoerda.
Q.iora c prender e levar ao er ge ribo 'ornara
gibe, ser gratirir-ado por
Jo o Vi*ira df Si v:.-ira l rraz.
Arraial
Aluga se oeste, arrabal e : : a bas-
(antes crdos, toa da II r. c:; ; rata-se
rua Duque de dxis o. 105
S3PBCI?ZC
rx) ;:.
Cr. Kuninhreys \ Yo-k.
i
\ r-
, i ..'
cr it a
1 re' :-.-.'
;
4. Da*1 ..'-'i Cri ac lo........,
'.-. i..- it'U>y
. ; i-1 '. i r '--
i >.
ii, rd i.. i
" i *.-:.', :.....
.
- t>;ic:v'-.-i:io d.i Kren
rida.........................
12. ?.; -9
S. Cr,M
i- -. I
A, Uervesi i rnj ;-. .-;
t:V iifilli i i'-i.ifj. l&ta-------- ...
A Sczies, Mafer.r. FiOre il'
IT. B*BKawnrkoiuii / Interna* oif
exter -........
1S. OplniaMnia, Olh is fractn ou ':::ar:cv.'.oei
19. CiMarro, ainado ou cUrfuiif >
i. Hcbilidtilopeva.-"' P ...........
Z5. II v IroM Ul, Ai i M..... ...
'\ Euioo de "ar. *a v, -vi
27. Molrslia i uriaistria Calctuoa ou Pe-Jai
1X1 frnpotenernjiSehilid le ticrw -u aeminuL.
. (lilil i.nhHha Hv.-t Ji. onAplta.....
Oa lutoiiiifcacia de Ourimi.Hirlnar-s*-u
' '"i.................."...............
ti, ..('!:-( -..
3 Epvl-ppoiar Malcaau.o. Uottarurnl, Baile l
8.1........................
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,l*r-
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90 Faii Street. KW UW&Zi
NICOS AGENTES
rara T^du en ptiio ;n rti
f aria Sobrlaha i .

-


QBO
<.


Diario de Pen,amrn co Quarta-feira 13 ce Setembro de 1*03

!. N llM11
iquidaco
O liquidatario, toado resol vi do acabar
com as faz* ndas existentes na loja cima, con-
yida o rt-speltavel publico para fazer suas
compras, visto empreo nao havercompet
dur coiO aLaix > pi\ va:
Etamirea ar.-endndos, corado 160 re 8.
Naratck de c ;?s iu, o covado a 240 reis.
FltDeUaa pan vestiio, o eorido a 4rt0 res.
Vol aroatior.dj de 12, o corada a 15000
Idrm gurg-irira, o corado a SOieis.
Lino a cem bo'lss, phantasia, o covado a 00 rea.
Linboe de eer s lisas listas, novado u 400 rea.
En ;uiSo de li- to prrdo, aovado a 500 reis.
Lerc s de p'
A ... :. h
Fecha de 13 a 21000 sm
Grando sortimento d chitas, corado 20 raa.
Brir.B fi 03 de corea, a 600 res o covedo.
?amieas de ea, i'rra ^COO.
Ditas Brancas, nms 53'XO.
Atim com. icuiUa eulros frtigos que toa viat, .
Setim averiado, b anco a 240 rs. o oovado p-chincha.
Ricas sortea de vestido, em c.^ximira a 255000,
Idm ta Z i-<"-s ir'!iti- elegantes r. 15/5 <-0.
Lencos fe ocrea a '2t00. dua:a.
P to fino .upa a 2f000 o covado.
Ap: veit id es }. Be acabando
Aproveiteat, iiq idago eet a fi< dar.
Bit a 250O rc;a a dozia.
para roivos, par 6.(00.
LOJA DO POVO
11 Ra. 1. de Marco11
Contina a Dttaoter ora seas depsitos comple". ; meato de utensilios para lavouraven-
endo i^-mpre por precos mdico? ;
M.v ULNAS AVAI >)lt de dilTerentes systemas e uruanhos, de Robinson e outros fabri-
cantes, e de i a 12 eavalli ,
CALOBIRAS A VAi'It raultitiibulares de Fletcher, para funccionar com o rogo das for-
qalhus das tachas .
CALDEIRAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para funectonar com bagaco e lenha .
MODAS para agua.
BOMBAS de moluu-continuo.
MENDAS e naeias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro uudido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS e difidentes systemas.
CRIVACOES pan: li .nallias.
MACHINAS para ckscarocar algodo de 14 a 50 Berras cora alimentadores e empastadore
vonlade dos agricultores
>f Fazendo parte da d reccSo de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clark, vantajosa-
jnente conhecido dos Sr.s. ;- ricultores pelos seus trabalhos de montsgera de grande numero de
Usinas funecionaudo ueste i itado, incumbera-se de mandar vir e erigir garantindo a produccSo e
qualidades do assucar;
APPAItELIIOS e : o npparelhos de vacuo ,
D1ST1LL.AQ0ES completas para alcool e agurdente, a vapor e a fogo n, para grandes e
MBBMUI fabricas.
52--RA BARIO DO TRIUMPH0--52

-a. rs *.
&fl9N
jcJ>^iGXj& jS
Oiciiia de costuras
Fasecda*, ra-d'-s n chapa a da -.lta oevidada.
Sedi.8 pratas, brarcas e da corea, Eas. Iavrsdss e bordadas.
Saia de sccla do corea e brancas bordadas.
Mr>tnes e oorpinhoa de surah, de capjr.raia c naoxoakj
Para meoJeas cercp'.cto aortime&to Je ottidos, toucas e chapaos.
Licgrie naa. oamisat, calcas peignoirs, ca be corset o combinaisons.
Colchas de tedi e renda.
Espsrtilhos de t :doa os tama-hos, marques muito 3onhecidaB.
Leqaea do pb^ntasia, ele madreperola o tartaruga.
Molas do seda, fitas, rendas o guarnieres de seda, de perolas e vidrilho,
que ba de maB moderno, fil p: r.. v t de DOvat e ores de laranjaa.
Cintas LAN TENNIS para horneas e ser.horas, e muitos outro3 artigo* de
o que se vendm per presos r^soavei.
Todo eacoUiiiio pur Madame Koolet.
B0HHS PM
LIDGERWOOD
Machinas a vsp r
(P (l!S '(: i
Lavadores
Di-ep Ipadores
Descascadores
Ventiladores
Mamb qoee
Redas d'Agaa
Torbinas
fcugenbo de Serrt
Moendas de Caout
Moinhos de )
Debiilbsdcre
Separadores
Biunidorep, C nductores Catadores, Evaporadcre a vapor Defecadores de
triple effeito, Vacutos e todos os macbini: mes Derte.- ceotes ao f bncD do at. uUar, cal-
deira Multitabular psra queimar bagago en casca de c*f. Prenses Hyoraucas e
bombas de todos es tamaohos, Csmeiros Hydraolicra para levantar agua, Arados de
plantar mhc, etc. etc. Eogenbo completo do labn'ctr arii la e eogeoho completo
para beneficiar arroz.
Corroas de se la e de borracha de qualidadd si pericr. Ole eopec-al pa.a
machinas. Pertesces ou pecas avulsas para as mrcbins.
ERCRIP10RI0
95Hna do Ouviilor95

134 e 136Ra da Sad134 136
Lidg-erwood Mlg C. Lima
mms& seesms
oo

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VINIHO
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N? ^EABRICA^ N?
RA DO VISCONDE DORIO
B RANGO
ANTIGA DA AURORA
ni
tu
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ora
O propretiro deste est;ibeltcmeoto desejando tornar beta conhecido do pu-
blico e o c mmercu fin geral os proiactos ce sua fabrici, .-xtrhiaoa do Cj Aba-
caxi, Gempapo eo tras fruct a de n'ss fljr", cujas i.rrtuias e modo de p'epar^cSo
foram appr< vad 8 pe!a IosaCteria da Hygi ai . vom apresentar a liata
dos ditos productos, que eda dia *lo ser do coDicoioralos com maia psrfeicSo o
aceio, cor>s?rvando do modo peis! toda psrts medie i tal doa respcc:vos fructoo.
Alm das -irtuces med-oinaes dos prcp-.r-.dos da nrarca upra, q^e tem por
base o c*j e genipapo, oom t j--rj os vir.'o a. licorea e cogmcj, que j sao perfeita-
monto cctihtc^das, aobresae aiada o cao quotidisno que dolles se ai lembrar por occa-
eiSo das ref^icSes di iras cm> bebidas de cheiro e sabir agradara! a qualquer pile,
dar, prDCpalnarote as p's;ots que s ffrem o esorL.-.go. aoema, fyphilfls, molestias-
pelle, etc., e'c, preTocaodo ao m^-srao empo melhor sppafita, oa vinhia fiaos que se
disticg' eci por etiqi;eta3 de um at tres A c'm dos respectivos rtulos.
LOJA DO TOR
13 Rua Duque de Caxias 43
Vendas em grosso earetalho
Os propietarios depte muio arredilado ntablecim,"nto fazem publico s lodcs scua frr^ce
zea e amigos e as Excrnas- familias que acibam de recber om completo sortimealo de faz n :a-
o que ba de m>>is chic e moCerao t no
Torrad o r
Ricos vestidos em carlSo bordados a tJa, Mi as earMu.iraa lavradas e com rarrsgm ,
bollas de t a, linrios defenbnp, om coxpleio soMimemo iC'as com ramagem e listras bonitos
padrOes e prejos baratos pdj granne eonimento de teidos arrentades branros e cores, :Jas
escocezas de mni'o gosto em co es divertaa. Din r;n 1 pnrtimTto rii- i.pt-tr-, lindes detn!C
para sopha e cama de alcatifa e avt ludadas, msntllhns de ;Ja s de linho p^eiss e de cores, meias
para hornero e eenboras, te t 1a e lio de eaco- ia rspa^lilh'-s pretos com ; !a, b'a: eos e de core?,
fecbs de teta e linho lindas core.', rameas pa-a Uom-m. ce dormir e camisas para seoboras
^aias bo'dada.o, carnizas de meias e se^oulis para bomena paralioos e reamaibico?, cortinados
pira cama, tonlhas if linbo e algodSo, brancas e de cores, cerouhs de 11 n lio e de meia, vis uarics
para cr>ai.cs:, grioaldas para casamento, Rqoej, aioa'bados de Moho para mesa, tiroriros e de
cores, gnardaoapos dem, dem, bramantes de linho b de aleodao, fazendinbas de pbantafia,
camisas de licbo com peito bordado, madapolSo Bi-Visla IliOOOe rxuias outras qoalidades qot
vendemos por prtcos barates.
Uu completo sortin.ento He camisas, lindos padr6es.
Tambera tcm?mcs eocommendas cem brevidade e perfeicae.
Deposites de rocas e mnitos cutos arligos qoe cificil te descrever.
S ao Torrador
Lima Coutinho & C.
I ^;!v lilil 31
l UlflP Iv
CARDe
tiua Barao do rriumpho ns. 100 a 104 e rua
doVisconde de Itapanca ns. 22
trv. Je* k-> X ? Jti
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallos dos melborea fabricante*.
CALDEIRAS multitjbulttres para 4, 5, 6 e 8 cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melbores do mercado.
1AIXAS de ferro batido cravadas caldeadas, fundido de todos os Imash'M
SODAS D'AGUA pi.ra cubes de maaeua e todas de ferro.
RODAS DENTADAS de espora o angulares de diversos tamanhos.
CB'VACOES duplas e c i s de fornalhas para assentementoa.
BOMBAS DE REPUCfav; sem sola, vlvula de bronae.
CHUMACEIRAS parafusoaeo mais que se opsa desojar pirj ti de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer pega de mchinBmo tanto do fer
ibdido como batido-
EN JARREGAM SE de mandar vir da Europa por oncommenda, mediato azat
: .Eitnssao rasoavel, qualquer machinismo e CONT ACTAM app&relhos para Us<
.j, para fabricar Je 100 a 300 sacos de assucar jm 24 horas.
Obrigam-se a montagem dos meamos e reBponsabilisamse pelo bem trabalb
C que tem om hbil eogenbeiro ;.ngle* muito oratice, alm de dos um (ka boco
rr: ihbre beiro.
VNHO DE CAJ' d di?crs;a qjtilidades, eai Ba n!, \ncorcta e em Cixa da orna
duzia de g- rr;.t -.
DITO DE ABACAXI de divers-s qualdadee em barril, anccieta e om o.axa di 1 dusia.
D1TODE GESIPAPO diidivf-rtas q'jaddcs em barril, ancoreta e em caixa del dui'a
LICOR DS VANGA B DITO DE LARAN.'A -m calxn de l dor de garralae.
APE^RITAFS da Cajo, Lva ji e do Gcnipnr-o, em cnixa de 1 duzia.
fJOGNAO UE CAJ' em oain de 1 dosis.
CuG Ai; DE LARANIA E DS GENIPAPO em cax de 1 dusa.
VERMOUTH DE AJL" em ca:xa de 1 dozla do ga-rafa*.
Ve,de-Ee :-.mb< p.i oa productos cima em c-v:
drs (orna da cada qnalidade) pelo preco de 180J0 liquido, oa a vontade do compra-
dor. D z-> preccB correntes d-s pr-dctoa a.-ion.
Dcc3 cm ca da, bicc-j e erystal:a dj de cj, tb caxi, Israija e outro3 con-
sto*
n


Turanrps. cravi. p?!le vermel'a, asprs e leos: iroDidido cu curado
or o msi? grande de todos os dforuuseadores da pelie, o Sabo Curativo de
ieuter. Froduza a pelle fermosa, branca e clara e tn&os brandas; abcoluta-
nente poro, delicadamente medicinado, extremameote incomparavel como
oblo pa>-5 a p-lle bem como do toucador, do banbo e do q'arto das crian<;as.
t.f-.l!TBl.a.-Jao gHnauosem cada envoltorio ter a marca re-
s'rarla de Biirc.lay & Co. Nev-Yurk
RDICINAL
K PIBA
T0IUT1
m
Corno remedio da Esiscao Calmosa, Poficador nosangoe, dtureco,
i aperiente, nenhum ontro appcllidaio depurativo en saisaparrilba se appro-
tima aeqoer aoXarope de Reoter o. 5. Coralina qoatro grandes proprieda-
xes em om s) 'emedio, operado a um lempo soDre os oreaos digestivos, o
iangue, os rioi e os intestinos.
Ab. olntamente neutralisa spalsa peles oaosea intestlnaes. rlns e
Od e!a (-elle, os gerrrets uccivoa, une fitiasru nc saugue, ra orina e na
tffiracao
O MSLHOB
PURIFICADO R
PARA O
IABCIIE
Flgad ao um remedio purgativo livie efe perica pora o bomem mais fraco, to bea
como bailante activo rara o bomem cbs toree, e n5o constipa o depois ; pj 2
leefio geral agrada a toiloi que aa osam. 6&j as 3!ua;< estandarte da
!-.;3ao medica os Bitadoe-Ootdos. Sao as menores e mais facis a to ^
Quan otaero a
PARA
ricino
Urna (;reparag3oe:e;ac(f, extremamente perfuainda remeve todas as im
corozas do caneo, prr3.7. (( oir calvicie ecabillo cinzeoto ; faz o cabal-
o crescer esperao, brend j a i so Infellivcl ara curar erupgOes, doeocas
ia pelle, glndulas c ia3:.ul:-s e cura rapidara cortaduras, queimaduras,
e.-idas, torcedoras, ele;
CAt KijA-S8.0 nao gem cada fras r a marca registrada
PARA 0
CABELLO
4 PELLE
depositarios DES rus pkuddctos.A cuK;panh-a ue J^!o,:a! prodootoe cbimioos
Rua Mterquea do Olinda a. *'

FOlIETM 3S
por
IENHIQUE DEitfESSB
CAPITULO XXXIV
O >AGAMKNTO
iContinor.jao)
Nool Fricart estava Iitteralmente eetu>
pefcto, conttatsndo o inaudito sangne tri.i
do Sr. de Aorign, que havia reconstituido
rechj a trecho o sombro drama de que
f8rr. o principal here, tem nm tremor na
VOS, sem a menor emocSo. Entretanto o
barSo tinha aberto o cofre.
Tirou delle om majo de netas do
banco.
__ Na noite em que lbe predisse que
faria a sua fortuna, o tensor dispnrbr.-se a
me roobar de mil francos.
Era a qaantia que alli estiva encerra-
de .. Ora, a minha predcSo realisou-ee..
Oa des mil francos prodozram juros iabu
leos.
Com effeito, qceir j contar : existe all
im miib&o !
Domis, eia aqni diize tos mil francos
qoe Ihe prometti, que lhe dou a titulo da
graticacSo, e que cccttitairSo o dote de
na mrlber.
Bem v que nao bou meaqoinKo.
collocou aa notas sobre a mesa.
Noel Fricsr', todo trmulo, pegn no
dinheiro.
Seus o hes fa8ceram.
O i dedos trmulos rocaram no papel
sedoso, qoe elle contemplara como em
ext.sis.
Leve tudo ;rso sea futura espesf,
diaae o bar o E que ella cada saina do
que se passou !
Rfflict^. ouc ai ^rlbcres bSo deploraveia
oonSdentes.
Fsga os seus preparaiivoa do casamen-
te... Corto r.ervir de testemonha
noiva.
E dentro de tres Berranes, no mximo,
estarSo nstallaios aqu.
Agora um dos meos criados vai conda-
zgo ao aposento que eo Ihes destino...
Er.cha ae snss e'gibeirs de notas do
banco... O contacto do dinheiro retam-
pera a fibra...
Verihe, venha...
Voa ter com a Sra, de Aorign...
Dentro de ama hora estar concluida a
cousa
Nada mais teremos a receiar...
E entregar-nc-hemo8 aospraaerea e sos
gozos, que nos darlo o esquecimento do
paai-do e nos ajad rSo a repellir os phan-
t- srnp.s q :e, segundo diaem os poetas, fa-
:tm coiejo ao remerso 1
CAPITULO XXXV
I IM DA OBBA
Isabel de Rosny, feita baronesa de Ao-
rign, vivia na solidSo a mais profunde,
como o barSo dissera a Noel Fricart.
Desde a sua inallacBo no palacete de
seo mando, nSo puaera os ps fra do seo
quarto.
Toda vestida de preto, errava sobre om
largo terraco contiguo ao sea aposento e
de onde ae deecortinava om parque re-
ctaguarda do hotel.
Abi se conserVhV-i durante Logas horas
sentida, pena tiva, b vivendo d-s remi-
niacercias encantadas da manbS da sua
vida, e recuperando forcas, pensando em
biia filha, do quem estava momentnea-
mente separadp,.
Abas s consentir nes'a separacSo a
nstncias reiteradas do barao.
Ee lbe proinett a res'.tuir-lhe a crian
ca desde qae ^bo fosee possivel, islo ,
quando a presenta daquelle ente oueri o
d3o m-ia provocasae a maledicencia e o
eccandalo.
Isabel esperava, pois, a em que tornara a ver Ba filha, confiada
na palavra do Sr. de Aungn.
O hab patife, desde o casamento, des
empenhara s mil maravilbas o seo papel.
Mostron se cheio de attene^Ses para con
Isabel, e a moca lhe era grata por ter reli-
giosamente observado as condiySes estipu-
ladas.
Agora, a Sra. de Aorign se comprazia
n'ama benfica ficcSo que a sua imagina-
580 bavia creado.
Esqcecra voluntariamente a tra$3o
infame de Miguel Hatvest.
R va o sea amante tal como o conhe-
cra qoando o acboa digr.o de si.
N5o dmittia msis, apeaar da evldeccis
dos fac'os, qae hoavesse representado o
indigno papel de qae elle proprio ae
acensara.
E certa do futuro, esperava, conservan-
do a f.
Disaera ao Sr. de Aorign ao dar-lhe a
sua mSo :
O senhor generoso... Voa diri-
gir-lhe orna supplca...
O senhor censentio em dar ms o eec
neme de esposo, convencido de qae s
sssim salvarla a honorabilidade da fa-
milia,
Porm quasi nSo me conhecia, e por-
tanto nSo me pede amar.
44RA BARAO DO TRIUMPHO- 44
fachinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Tacas batidas sem cravaqao
Arados.
R. pugnara saa natureza al; i va o recta
faaer de mim tffectivamente sua mulher,
de mim que j p9rtenc a out-o.
Casados, fiuaremos hvres do cohabita-
c3o... S quero viver p-ra o meu filho.
Sem elle eu nSo estara viva, j lh'o
disse...
Pela honra do nosso nomo cu serei t-oa
m -Iher, j que foi bastante generoso para
assim se dedicar.
Ma? depois da nossa uniao viverci isc-
lada... oscupaedo-me exclusivamentj com
meu 'ho.
A' excepcao d s festas mundanas em
que deverei comparecer ao sed brago
como esposa, quero consarvar-me Isabel
de Roany... Permuto me T
O Sr. de Aurga consent 1.
E campno a palavra.
Nunca eo'.rara no quarto de ana mu-
lher. ..
Isabel oontinaava a ser fiel a Miguel
Harvest.
O Sr. bar-So manda pergantar so-
ahora se consente em reoebel-o ?per-
guntoa da repenie a Isabel, mergulhada
em seus aonhes, n erada que a servia.
A moca se levantou inquieta.
A esta hora ? Que me querer elle ?
Feca-o entrar.
O Sr. de Aorign appareceo.
Entrou, gravo, quasi aolemne... E 'o-
mou logo a att tur-e qae lhe pareca coa-
vir s mil maravilhaa ao novo papel qae
ia representar, e do qoal dependa o xito
definitivo da sua obra.
Beijou respeitosamente a mSo de Isabel,
que o fitava oom ama expressSo crescente
de sorpresa e de medo.
Desculpe me, baronesa, ter vindo
pe turbal-a na sua aoldSo. Mas era pre-
ciso ter com a senhora urna entre i ata ia-
mediata.
A moca, muito commovida, espern qne
elle fallaste.
O senhjr mette-me medo... Falle...
Baronesa, venLo faxer-lhe urna re-
velaco terrivol,
Q-ial ?
Ha urna hora soube doa fados que
lbe vou dar a conbecer.
Eu o onco.
Previ.a-3e de ccrgem... para oa-
vir o que lhe vou dizer...
Todo este preludio, preparado artist'c:-
mente pelo barSo, tinha por fim excitar a
cuiiosidade de Isabd o de amedrona!-a,
a ponto q io ella cao teve o espirito bas-
tante lucido para refl-etir e aprofundar a
pelav.-s do teu interlocutor.
O Sr. de Aar'gn, vendo o semblante
paludo da moc -, no qual se reflectia vigo-
rosamn e a sua emoele, julgou que era
tempo de comecar o discurso.
Isabel, ambos r s lomos vctima de
urna abominavel macbinacSo, hbilmente
preparada por sua mai, a detanta mar-
quesa de RoBny.
Por favor, expliqae-sa 1
Ha cerca de um aono, qaando a
marqueza me chamou para jauto della,
fez-me conhecer aj suas relecSeB com M-
guel Harveat. Lea-me a carta qae o eu
perinten^ente lhe bavia escripto, e depois
pedio a minha op niSo.
Respcndi-lhe o seguiote :
Isabel ama Miguel H-.rvest... Miguel
Harvest o pai da enanca qoe est no
entre da sua filba... -NSo ha que hesi
far... Miguel Har?est, apezar de pobre,
am horaem honesto e digno... E' pre-
ciso dar-lhe a mSo de Isabel.
Estas palavr-s prevocavao urna ardente
expleaSo de colera, de palavras amargas e
injuriosas contra a senhora, contra o seo
ament e contra mim meamo... A Sra.
de Rosny jurou qae ana filha jamis per-
tenoena a Miguel Harvest... jalguei de-
ver insistir... Foi em v2o...
Anda me conserve! no cssteo, espe-
rando aiada despersuadil a daqaella reso-
lano, se bem que tal reeo!uc3o me pare-
c.sae irrovogavel.
Depois ?... Depois ?
Ora, em quaoto eu procurava un
meio de Iba vir em auxilio, a Sra. de
Roscy trabalhava tenebrosamente contra a
seahon.. Em primeiro lugar su^ues-
troa-a...
Qj-.-aJo eu soube que ella a bavia en-
cerrado em um quartu, a minha ndigc-a-
V-o tiaduzio-Be em urna conversa qaa tive
ooc< a marqueza.
Che^iiei a amesyal-a com a jastica...
Mo, par temor do escndalo, limitei-me
a esta ameaga. ..
Ne.t-.3 cntremontes, sua mSi foi infor-
mada pela criada de qae a s:nhora Be
corresponda com o sea amante, e qae ella
ia todos oa das bascar as cartas que Mi-
guel Harve.it lhe escrev.a, ao escor-drijo
d Venus de Brooze.
Grande Dcus !. .. exc'amoa Isabel
toda tremola e com v,z suffooada. Minha
mSi conhecia aquello escondrij > !...
Sim, e ha apenas orna hora que vim
a sab.T disto...
Pobre Isabel!.,. Mas q:esignifica este
escondrijo, esta Venus de Bronze ?
A moja cahio co laco armado pelo ba-
rSo.
Deu-lhe todos os pormenores da expli-
cacSo que elle pedia.
Isabel n5o poda mais duvidar da ver-
dade da^ palavras do Sr. de Aurign.
E perguntava-Be :
C mo pode ells saber dessas cousa- ?
A Sra. de Rosny, continen o barSo,
eateadeu-se com um homem perito em
falsificar ealligrapbia.'
(Contina).
Tvp. do Diario, run Duque do Caaisi B< 1 -
CUBO
-. --..

:-


J
1

J
i


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