Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17017


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Full Text
AMO LX1X
OMINGO 3 DE SETEMBRO BE 1893
NUMERO 200
PBOPBUBABE BE MASOSIi FISUKIBOA B ? 3U & 7ILH0S
PARA A CAPITAL E LOGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tro mexes adiantadop. 6|000
Por ti es dilos vencidos..... 71000
Por om anno allantado .... 241000
dem dem vencido...... 28^000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PqBUCACOES NA tfVAN-
4A E INGLATERRA
O Sn Amede, Prince & C, residentes em Paria34 rae to
Provence.
PARA OS LOGARES UNDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por um anuo adiaotado.
dem idem vencido.
13J500
15*000
27*000
311000
Telegrammas
Bu;a FArawua ro izas
ftIO DE JANEIRO, 1 de Seto abro, s
22 bons e 3) m'rut- s da no to.
EstTo indignados: p-ra min'st-o da la-
dustria e .'in, o c ual das R Incoes Es-
terioiea; o para m e ultimo cargo o dipu-
tado Jaho do M-s^uita.
RIO DE JANEIRO, 1 de Sombro, a
12 horas c 40 nvoutoa da noite.
O vapi r i.allano Cario R.... p rtio b jo
ao me i i <.!-. ic>mpenbado at Cabo Fri
pelo cruzador Repblica.
Fv noaieado ioipeetor da Aliandega
da Matis, o 1.* escrip'U'ario da extiocia
Thescuraria da Cecoambuco Si va Sar-
ment.
O mioistio 'dos E t.dos-Unidos da
America do Noite apresentar BOM ceder.-
claes na prxima qucita-feira.
II )Dt;ra Julio Macado desfechou um
tro do revolver em D. A cica Cuala, sia
mtror-dj, suicidi.nu.o-so depois.
O e.tado ('e D. Alciaa grava.
No Senado f ecoeiriia t 2.* die-
CJatao do projecto biniario, culo appro-
vado c.m ts emendas additivaa do~ Sr.
Amaro G'av loai d.
Sobra terr. a dev .ilutas f-IIsr.m no
m.aa.ci Sei ado oa Srs Amaro Cviilcante,
Ubaldioodo Amcral, G.l, Quict.no 13 c-yu-
va, Victoiinj e Da.fiao.
Na Camoia dos Deputiooa, o Se. Pi-
res Ferraira props um voto de pezar palo
failooiaeato do Bario de Sobra!.
O Sr. Belaimiuo de Mondonga, en rnes-
ma Comara, pr.tjstou coutra um artigo
do Sr. sacadir Aristidea Lobo aob.-e a op-
poaicao da dita Cmara.
Fir.im aoprovaioa iveisis projcc.os cu
ja d siessao estva ecoerred*, e fiootl en-
cerrada a di.cusaSo de outroa.
O projjeto tutu-seo do o Sr. 3.-ro d:
Jccsguay Iccafii>r 5^:C03 immigractc3
fci remtttido commiss&o de o:9 meato.
O ilmr n:o W.nieikik aera apre-
aentado amanha o Supremo Trib.n 1 Fe-
de: a' pelo cbe'i do quartel-^enerai da ar-
mada. Serio iambem tpreaentaoa o 1." te.
nente reformado Haet B^co lar, o comavii.-
danta AniSo e outros.
= A t xi do canb'o aobre Lo drea fe-
choa a 12 d e 1,8 por libra.
As libras eaterlias venderm-sa a J$ e
a 19,5980.
RIO DE JANEIRO, 2 de Saiembro.
Appareceram em Santos, boiando na
prtia, trinta ccloles, tiw..83ros e ence_
rados envolveLdo cadveres.
A deputacSo mineira accorda na eEColha
do Dr. G .1 5 ilvea Cbaves, para futuro pro'
Bidente do Estado.
Oa governadorea dos Estados da Minas
e Espirit.-S. n'.o ais,:gmram um convenio
relativo consfruccSo de vias frreas que
liguem es cLus Estadcs.
Appareceram em Desterro casos de cho-
lerina em immigraLtjs cbegdjs de San-
tos.
MOXTEVIDE'O, 1 de Setembro.
O ministro brazile'ro Dr. Victorino Mon-
teiro acba-ae enfermo.
Atesar de teas iniommodos, i So descura
dos assumptJB que te prendem a fronteira
ric-grndense.
LISBOA, 1 de Setembro.
Noticias do F*ya dizcm, que alli hoavo
um cyolcae, occaBonando eaormes estra-
gos.
NSo se sabe, si bcuve tambem mortes.
PARS, 1 de Setembro.
E' carto que ser concluido entre S.ao e
a Fran9> nm accordo definitivo.
Deram te casca de cholera em Pars,
Vitnna e Tnger, ocle em 24 horas foram
accommit.idoa 45 mil individuos
BIO DE JANEIRO, 2 de Setembro a
3 horas e 15 minutes da tarde.
O Supremo Tribuna! Federal negou por
8 votoa centra 3 a crdera de habeas corpiu
em favor do a!mir.cte Wanv'eakolk e sana
compatheiro.
RIO DE JANEIR ). 2 de Setembro is
G horaa a 15 minutos da noite.
Consta que foi no (ice inapector da
alandega de Macaca, iiht .'irrentr.
O Supremo T.i 1 1 1 i 1, ie?cn
o hubeas corput ao al n paita eo#clk
e aeus oompanbeiros pjr iOr mi cii'U 3
LONDRES, 2 de Setembro.
A Cmara aprovou o bil aobre o tome
ruler por 301 votoa contri' 267.
MADRID, 2 de Setembro.
Em v8ta dos ecortc:n? rtrs ce S. Se
b-stiJo, Sagaata hm->. cr .en ti-o
coeotiva do m.Lia u< .c t*o -ci 1 ce ia.
RIO DE JANEIRO, <, Setemtro a
7 horas e 25 miLutos oa noite.
No Sn*do, hoja, o Sr. Almeida Barre.
to fes conaid-rajCes sobre o Tribunal de
Ccntas.
Sobre (e r^a d".vdutss Fallaran oa Sra.
Gil e Ai istides Lobo ; depois do que foi
encerrada a dicuss5r, sendo o prij*c'o
cpprovado.
O Sr. Manocl Vietoroo fallou aobre a
fixaotodal d:spiZHs do Ministerio da Jjs-
t:ca, ifFerecondo alguo.as emendas. Esaa
disfuasSo ficou adiada.
Na Cambra, sobra a abertura do
ere lito extraordinario da 38:000 caatos
fallou o Sr. Espirito Santo coatra, e
favor o Sr. Birroi Nogueira, que difeadou
o govarao do mareahal Fioriano Pdixato,
proposito da prialo do almirante Wan
dnkoik, por acbar que foi eila feita em
fl-grante.
nm oiAL
Goveraa do Estado de Per-
:isc:"..;f o
EXPEDIENTE D DA 10 DE JULBO DE 1893
ACOB :
O soveroador do Etilo s'.t-nden lo ao que
re ,u_-;vu o d.-ci.uc-1 MaoOcl Joaquim Silveira,
carador g-r^i dos trp:iSoa b iolernietoa do rou-
B'.cip'O dcti eapital, c teudo em vista o atiesta
Jo medico exbioido, r-jolva cooceder-lbe para
tre'.ar de sua aaa i, 3 m-sea de liceDga, em cu-
jo o devera o putuitnano entrar no parzo de
15 diss.
Ao Sr. gene.-al cjnjmaodznt' rio Io disint-
i na litar.TnDsmiuincio-vs pjr copi, o lu
rio-jo jaiz de direito do municipio de Caroara
de 1 ro correota. peco qae vos di^'icis providen-
ciar "ara oue o cadete j 14 Daialti&o do infao-
tarla J ao Elisio Beierra Cavalcanie rompareca
D'aqoelle mouicipio aGm de ser tubmeli'do a
joifamcDte.
Ao Dr. Q-pector do Tiesouro.-'Coaitrju-
nC-vos p^ra 03 devidos as, que por portariu
de t <\i |oooo olitao a teado m vieti a vossa
Dfo'u.sco n. 4i3 de 1 do iuemo mez, toase i
a Francisco de Lima Contieno concesionario
da fj^rica de linaa, reodi3, bioos, bordadot e
epaMilho?, p-o-ogacao por um anno, a contar
d. 20 da Mjo ultimo do praso marcado pl > de-
irnto de 20 da meama lubrica.
Ao inspector de B. li to porto.Commu-
Bico-voa qu du Exm. Sr. miu etro dajustiga e
neoci'.-s iuteriorta, recebi hoje o aegointe tele-
gramma:
Approvoabertura Lazareto Pina. P ov.dea-
cia ei sobre sredito pagameoto despzaa.
Iual ao iBjpector de hygiene.
Ao Dr. administrador da Receb^doria.
A" vi !a ce \ossiinf.i-Qtcao em (lucio n.
371 de 5 do corrate, acer-a da demora buida
em ser inforc a la a peticSo de Jos Paulo Bote-
;ho, declaro vos qce :
Para os caros de doenca exirt>m asliceu^s
concedidas. Hedante attettado medico, pela uu
toridaie compeltn'e. A ordem nalu.-al a -e-
eegoiJa na pre9tbco de nformac.-s a da en
l'goidade daa petigOa?, salvo o casos excepcio-
oses de urgencia expressament'j reconbecida-i
pela DOtoriaacic soperior.
Ao cnefe da aeeco cumpre verlflcar recnlar-
mecte pelo liv-o da porta qua se registra a data
de en'radaj ce peticOes, a Doa marcha do servi-
co : a demora devida a accomulo >-e trabo ho
em certas pocas deveria se faior sentir unifor-
memente eobre toda.- z pilicO s txiseoles l'cS-
sa poc?, e nunca sme te sobre urna.
Assim, poip, ter.bo por moito rrcomaenaado
ao Sr. adminairad r da ReCb-.doria, que extre-
nbe ao chele o e seceso esaa falta, certiticando-o
de que en" goveroo de nevera peca em atteocao ao zelo e u-siduidade
deese fon cionario.
Ao prefeo municipal do Hecife.Autori-
?o vos a macaardea entregar 15 armas ao pre-
feito dGaruar. mediante recibo que enviares
ao Dr. inspector do Tnesouro para os Sos corre
meles-.Pizeram as ueceesanaj commonica-
c6e8.
Ao mesmo.Rogo-vos qoe mandis entre-
gar 13 a'ma? ao prefe to de Correntes, mediante
recibo que vos servireie de enviar ao Dr. iospe
cor do Tnesouro. afam de eer debitado, per esse
armamento, o re'erido nunicipio.Fizeram-ee
as necessa i;s c. mmutiicacOes.
Ao delegado de polica do Brejo da Madre
de Deaa. R^commendc-vos que mandis entre-
gar f.o prefeito desse municipio o armamento ac-
hulado do cfficio )onlo, por copia, de 9 de Ja
obo lindo, mediante recibo que enviareis ao D-.
inspector do Treioiro, para a boa eseripturacao
da divida em qie fica o mesmo municipio por
eee armamento Coma.uoicou-.e ao inpector
do Tbeaonro e ao prefeito.
Ao prtfe'lo do rr.uoicipio de Bom Cooce
llio.Em solocao uo abaixo assienado que me
dirigistes, com outroa nego:ianies e pronnaia-
rios resi lentes em Bom Conceibo, pediodo pro
vrJenciaa om ordem a ser pos.o eate maoicipio
em ligacEo directa com o de Garaaboo8, por
mtio d- una liaba tsleg-aphtca, transmiti vos
por lpia a iorermacao prestada pela di'ectoria
da Eairnda de Ferro Sol de Peinambuco em cili-
cio de 27 de Juoho ul :mo.
= Ao prefeito do municipio de Alagda de
Baixo.Remetiendo vos o parecer, por cftph,
de 8 do correte mea, emllildo pelo Dr. proco
radorgeral do Eatio sobr -regiineoto in-
terno e cdigo de posloras organisades o-io
Cuncelbo deesa municipio, codio qu^ empr-g >
rea is ilhos a vof-o alcance no biniido de >e
rm sanadas ss Irregularidades que teao'an
dos rrf.-ridos documen 08, indicados por aquelle
funrciomrto.
I,u-l;is orefeos dos rnuoiciplos de Ipo-
oca t>rao)io.
*o eren 9 oa -.onoan a /rnimoocana
>e NiVia;u a /ni*Tendo o o?rj"J .
Eaiadj Jire to )a-. v.isa 11 k a o mt a.; .1.1 -a .-. ."* <
..-cedioas a ir a j-s-ti -r. m:i r-. a- .-.>
"a-n iilita, u Hi:*o a: i
jjja e-'oea, a aij.a;r a.aaj. j. h >
'.a-;aa di 01*5J.
"IJ'EOia.NTI 30 DB. SECRETAEi
ao i'. laapiCtor io Taeourr. De ordem de
S Exc. o Sr. Dr. gcve'oadnr ao Estado, commo
: irc->08 qce o joiz do 1* dialricto do municipio
ce Pac o'Aibo, Jos Antonio Cezar de V*4coo
celli s. asfomio em 7 do correte o ezcrcic.o da
j-j jj ::eio do dito monicioio.
f.^ii.-Ja ordem le 5. Bxr. S -
.-.n--o !> o S*iaoo sjmdio3!covoa-n<-.
rii-j. oq'Qj. uaecaBJ i- AiooacfQu'-. r* -
TO 0- r.nni'CO 30 1333121010 Oh ACU18 K*lk-.
eniroo em z o correte no goso da i'ce c- uue
Ibe foi cpocedida por portara de 2 de Jujjo Ul-
timo.
= Ao mesmo.- O Exm. Sr. D*. governador
do Estado manda declarar vos qoe oa peticao de
D. Antonia Ribeiro Campos, professora da cadei-
ra municipal mixta roa do Sol da cidade de
Olinda de qoe trata voesa info-macac n. 481 de
5 io crrente. Une >o oe-ta data o Begoinla des-
pacho :
A peticionoria acoa do as previdencias pe-
didas ao Congreseo
lo mesmo.O Eim. S*. D-. governador do
E-tado manda declarar-vos qoe na peiigao da
socifdile Uj-o Commecial Banenceuta di
lerciviros, sobre a qoal versa vosa ioformoco
u. O de 26 de J j io lia le-, Ldciu boje o des-
pa<*bo seguate :
Iacomba-se Aijocjc io dos Uercieiros da
faier essa collecta, rem o qae nao poder ler
logar a exr.insao pedid.
Ao director das Obras Publicas.Da ordem
de S. Exc. o Sr. D'. governador do Estado pro
vid. ociai 10 s ntido da ser pono, com a maxl
ma brevidade, a isposicao do Dr. iuspector da
ygiene publica, o pesaoal da repartic&o a vosso
cargo afim de pestarem auxilio quiila inepe-.-
tona no trabalno urgente que tem de laie* boje,
em um tubo meatre que rebeatou as proxim:-
dadea do Hospital Pedro II.
Ao mesmo.S. Etc. o Sr. Dr. governador
do Estado manda devolver a tabella que acom
pantoa o vo.-ao ofliiio n. 75 de 1 do correlo,
para que sej convenientemente nuebentic-tda.
\' Redarelj oo Diario de rer,wmbuco.r)e
O'dem do S. Exc. o Sr. Dr. governador do Esta-
do recommeodo-voi qoi providencies atlrn de
que sei posli orna das colomnaa do Diario de
Pernambuco a disp:i.o do Dr. iuapecior da
hygiene publica, para nella publicar o respecti-
vo relatorio.
Ao gereo e da Companhia Pemambucana.
S. Eso. o Sr- Dr. governador io Estado ..anda
aecurar o recebiuoenlo du ofll io de 8 do corren-
t-' me7, em qu- communicaslea que o vapor
Jiooato spgue amaub, a 4 boras da tirde,
para o Cear e escala.
llenador da Fasend. do Estado, pediodo dous
mezes de liceaca. -loforme o inspector do Tb-
zouro.
J. ao Feruandes Vieira.A'ccmmissao de exa-
me para ioforaiar.
Secretaria do Gobern do Balado de Pernam-
buco, 1 de Setembro de 1893.
O portel ro,
. M. i i Silva.
DESPACHO 3 DO i/A 31 DB AGOSTO DB
1893
AlexanJre F.'an;ico doa Sao'03, seatsnc'.ado
militar.D.rija se a au'oridade compet-'ntp.
Abaixo asaignado de moradorea de T-.gipi,
pedio.lo rrovidencias no sentido de Ins &er en-
tregue oa tiluloa de eleitorea. I.iforme o pres-
danle do con.-elbo mooicipal de Jabouao.
Barbarel Fr.ncisco Xavier Paes Barreio, j'uiz
do diieo do Bom Couctlbo, pedindo pagimaa-
io de ajoda de costo a que se julga com direito.
Iofo mu o inspector do Tbesooro.
Guilbi-m Diaa Fe:j, profea.-or publico, pe-
dindo para lijar em diaponibidae.Iad-.e
ri.'o.
llerculano Joe Laite, sentenciado.loforme o
Dr. juu do direito do muoicipio de Nizare b
com jurisllcao extensiva ao de Vicencia, man
dando luolar oa documentos a qo all dem os
artigo 2. e 3.'do decreto n. 2566, de 28 de
Marco de 185".
Jis L iz Salgado Acciolj.Deferido nos t-^r-
moa do oflieu a'eta data ao inspoctor do Tae-
sooro.
Jo^ Ciaudino d; Silva, seoteociadoloforme
o Dr. jaiz ie Dirello do mojicip:o da Nazareth,
com jurisdic&o exteosiva a> de Vicencla, mau-
danao juotar os docum-ntos a que a'lalem os
a ts. J e 3. do decreto n. 2566, ue 28 de Mar
Co de 1860.
Jco Jos Ribeiro e cutros. professore?, pedio
do pagarooen o de veo imenoa a qoe se jolgam
com direiio.loforme o loapeetjr do Thesooro.
L'no ua Silva Amsral, sentenciado militar.
Dirija se auto.'idade competente.
Maooel Franc.sco Farreir G>me'.Iaformeo
Dr. qoeato' policial, ouviodo o administrador da
jasa de Detencao.
Miguel de Turres Gilliodo, sentenciado.-In-
forme o Dr. joii de direito de 2. districo en-
miml.
Maooel Luiz dos Anjos, sentencalo. Informe
com urgencia, o Dr. juiz de direito do mumeipio
de Ueze-ros-
MiOO'l Chmentino Correia de Mello, contrae
taote da illominac'o de Igaaras.-, nedindo pa-
gamento da importancia, a que se julga com di-
reito.Informe o inspector do Tbezouro.
Pedro Gypriaooda Silva. BcotenciadoAo Dr.
juiz de direito do moo'cipio di Carom com ju
risdic&o extensiva ao de Altiobo para providen-
ciar, devolveado eale requerlmeoto.
Bacbrel AoUoio Domingos PiDto, juiz do Su-
perior Tr.bonal de Jaslica. pediodo aposta! Jo-
ria. Como -equer.
Da I. de Setembro
Carlos Estanislao da Costa, recorrendo do des
pacho da junta do Tnesouro que indeferiu sua
pticao.Informe o iospector do Tnercuro.
Felismino da Silva Pitiguary, sentenciad \
Deferido, com oflkio o'esta dat. ao Dr. jai de
direito do mutivpio de Gar>nbnos.
Bacbarel Jos cavalcanta de Cilda* Albuqua--
que, : x juiz municipal de Bom Jardlm, pedilo
pagamento de ver.ciment ja a qoe es julga com
direito.note attestadoa de exerciclo.
Maooel Cle.maoiino Corroa de Mello, contra-
tante da illuminacao publica da cidadea da Igoa
rasad e Jaboato, pediodo pagameoo da quaa-
ta a que se jul i com direito.Volte ao Tne-
souro para informar novan ente tendo em vista
aa informacoes dos Prefaitos dos municipios de
Jaboato e Iguaraes.
Mara anaca de J'.sos, professora publica,
pedindo para ser considerada em d spooibil'da-
de.Iaforme, com urgencia, olospecior do Tbe-
sooro.
Mino 1 Correia da Silva, sentenciado.Iafor
me o D.\ juiz de direito do dlstricto crimi
nal.
Sociedad? Congresso Dramtico BeoeBcente
pediodo o theatro Santa Izabel para dar um es
peaculo oo da 7 do correteDeferido.
Serapbim Heurique de arfalho, carcereiro da
cadeia de Pesqoeira, pedindo pagamento de ven-
cimemos a qoe se julga com direito.junte at*
leataio do exercicio.
Phikmeno Gs'ulio Crrela de Araujo] 2^ so-
2* seepao..X tas*.-Secretaria da Qoestura
P .i>ciai du E ato ut P^rumboco, em 2 de Se-
temuro oe 1893.
Sr. Or. Kove-nndor. Porlic'pr-vo qoe fo-
ram hornern recoibuoa a Cusa de Dt. ncao oa
a.-gni.raa 'udvduos :
A' or.ie u - to Aoio lo, Jo Guilberme de ^arji'A- na, Jos
Barbosa J.imor e Maooel Aotooio da Silva, por
embriago-z e daioroios.
A' ordem do sub (-legado do 2* diatricto de
S. Jos, Joa Ferreira doa Sautoa, por distar
DIOS.
Ci n.ir.uiTcu rep o ju z do 2. diatricto do
municipio d- Pao u'A'bo por i ffloio de 23 do
m z fin io, ijue no d a antecedente s 12 boras,
fm eicoat-ala morta em om pequeo poco do
no ; .pin i-iiih, ua aliara oo engenho Apua da
u -ii- muaicipio a mulher de nome Auna Ma-
na d-. Jess, casada com Aalonio Domiagis
Avia, comecido pir Coromba, resilente na-
quelia esmela^O.s
Das diligea las a qoe pracelaa aqaelle juiz
verifica-ae qu1 a morte foi provateme de as-
phjxia por aobmeraao.
Nosia data recommeodo a aoto'idalea
pjli '.i ei qua prjvidensiem de molo a aar pro-
ti; ido o uao da uaifo-ma militar a pesa ia c como se ve diariamente oeaia capital principal-
mente otra estfelos e veidalorea a'azaa, coa
ira o q te ma repreaen'oo o -n.n:n mJ i.u-i do t'
distnuio militar i-o; oflicio de hontem datado.
Po: esta raparticio firam remettiJoi p.ra
os le vi los ti is oa aag notas auloa.
Ao suxlelegado oo 1 liatri;io da Bebe'ibe oa
de exime medico e ae pe guataa fetaa a Emilia
Mara doa Santo*.
Ao subdelegado do 3* diatricto da iGrtca a
de ex mu me jico proiedido na peaso di Cona-
tQ.ia Ferreira de Barro8.
A eoDJeleg.d. de Santo Amaro, om de co:-
po de delicto procedido na pe;soa Ja Flonano
Jos dos Sabios. v.-..-
A o subdelegado do 3 diatricto da Grag* o oe
corpo de delicio procedido na peasoa do lencatr
Conataniioo Bruno.
Ao subdelegado di Tjrr, o de corpo de de
llcto procedido oa pessoa de JoSo Fraocis o Ja
Croa.
0 Dr. Cas-iano Amaro Lopes Jooior a.-su
mi hoja o exercjcio do cargo de secretario dea
ti qucsiura, para o qoal fui. eob proposta mi-
nha, nomeado em substituico do Dr. Alvaro
J-fTeraoo Guedes Pereira, que, por motivo de io-
teressea particulares, pedio exoneracao do refe
r.do cargo.
E' rae somanmentc gato declarar que o D .
Alvaro Jefferaoa duraote tolo o lempo em quo
commtgo servio oesta raartcio, houva-se sam-
pre de modo a merecer a minna inteira confian
ca pela lealdade, intelligencia e lnex:aiive! zelo
pelo servicj publico com quo desempeobiva as
lo c\o 'a de secre'.rrio cii.-ti qoestura.
Commuotc o sublelspado do 2o d.stricto da
Boa Vista que. honiaua as 5 borai da larde, no
sitio ds LeOea manifaaloa se la'eolio em urna
casa d: p. Ii > lealdeacla de Joao Cietaoo de Ma-
deiroa, Bcando a dita casa completamente des-
truida. ',
Na meara caaa resida iambem Paulo.da tal,
que perdeu tuto qoaoto Ibe perteneca.
Sebre o faci aquella autoridad?, procede de
conformidade com a le.
Ao Sr. Dr. Alexandra Joa Barbosa Lima, mu
digno Governador do Estado.
O Qu8tor.
Julio de Mello Ftlhx
Thesonro do Estado de Per
uamhueo
DESPACHOS DO DA 2 DB SETtUBBO CE
1893
Alexandrina gueda de SI Cavalcanto.la
forme o Sr Dr. administrador da R ceneloria'
Adriano Miia & Rodrigues e Joao Baptsu
RolrlguacInforme o Sr. D\ ajudante do pro-
curador dos fados do muuicipto de Giraohuaa.
Herdeiros de Mara Magdalena da Come ^ao e
Joao de Aiuioo Fonseca. Ao porteiro para en
tregar a parte interesaada.
Companhia RecifeD.ce de PamBccao, Franceli-
na Mara do< Prazeres. Joaqa tu Nicolao Ferrei-
ra, Lacioda Simplicia Alves Pimentel e Francis-
co Machado Nuoej & CA Recebedoria para a
zer :s devidaa netas e devolver.
o cys'ema de rr.-d.toa a prazos longos er.tr.m
iutei ament nos cu-iumei< leste paz e que
deve aer Keralmeaia alopiado naa tra03acc0es
com a Colomtia.
Os negociaoles inglezeg, francezes e allemdea
dao pelo meos o pr so de seis mezes. levando
joros desde a data da f.ctura. e ba mesmo ca-
sas que dao seis, dote e dezono mezes.
Para ev Ur prej.iioi, as facturas sao pagavela
em francos oa marcos, em Parii, Londres e
Hamburgo.
Um t-aDalbo ofli-i?l do origem a ice i ana,
da que as queDras e&o raras na t-lurobu > n.'io
se dea senao orna em MedehD, no eapago de 45
anuos, e o fallido Oa viajantes nao t-m lecessidade de nenboina
aotori-ago para vi.jarem oo paiz.
A mor pail* dos necoc mil-3 co umb:aoo3 sao
importadores a exponado-es; os da cuna man-
dio caf, couros, marQm Vfgbial, caou'.chool e
algodao ; es de Santander tabaco e anu, e os
de Ant o.bia ouro, prata, cacao e outros arti-
goa.
Ha na Columbia numerosas casas que se en-
trego a impo'iacao, a com mis-o e qae p-oco-
dem do segoiote m >do ; as rleos tomadas pe
las casas de commis.no sao expedidas di ecta-
meut aos clieoies e saccao sobre elles a ordem
dos comnisanos a seis 00 oova mezes da data
das (xped.ccOea ; pigos os saques as cormt--
-6es fazem remessa aoa fabricantes em era uu
ouira praca di Europa, reduiil 1 a commissao
de5 |. ; estes intermedanos nao sao oessaa
condlcdes responsavets pela falla do pagamento
00 pela remes-a irreeuUr das m-rcadonas.
Aa mercadoriaa sao expedidas a cadi om dos
de t-n> tirios (ou antes ao comii'saario que a
11ra da aifaodea e d os pasaos pro r< expel
la para o ioterio',) qoe aerao obrigades a pagar
os direnos de entra la e as despejas de Ira na
1 .."'-, mas 'j.'arao propreaade do fabricaote
at c-ffectuar se o pigamento, is'o 00 caso do
nao pigamento de urna factura o Nb cenle tem
seoopre o dirello de retomar a sui merradoria
lato .ni i -a-se por certas c-s; s da Europs,
mas autes no intento a deten 1er os nteres
ses do* Importadores e para fcil tir aa recia-
maeo-'-a no caso d? devclogSo.
As m-rcado'ias firaedo proprledade do expe
dnor ai o pagamento, sao consideradas como
p-opedade ett-^ngeira e gozao de todas a3 ga
ar.ii;s pos"iveis.
Oa neg ios em Cinngena t Biranqul'a. fa-
em-se em to aa as epo as. rapnoa em ADril e
Setembro, poca em que os comGoe.c antea e;-
lo na feira le Matangu. sobre o Magd-.l-r.a.
Esa Medilin, oa mezes d,> grande actividade
sao o mezes de Mire) a Setembro, diminuido
moito nos ooiros maies,
Em Bogoa, San.anler o oa Co3ta receben) aa
nov-dic'ei de todoa os genero*, com grande fs-
VO".
Aa condieces aciuajs dos embaaroe ioglcaaa
com a Columoia, i-) *s sesoiotea: con.miiao
de compras : com lundia. 2 l2, sera fon loa,
5 |. dea-ora por mez 1,2 ; ecmmis.-ao de
venia, 2 l|2 : venia d.- metaea precio?03, 1|4;
de pedras, 3 ; le ciscme, 1 ; juros em cenia
corrente, 6.
EXTERIOR
AMERICA DO SUL
Bepublica Argentina
A agitaso ua Repuol.ca Argentina aagmenta
de da para da.
O Gjverno acaba de ertabelecer actos de cen-
sura contra a imprensa hostil ao presidente e a
poltica por elle tracada.
A typographia e a redacQo da foihi satyri
ca D. Q-i, -lo, foi de hontem para boje as-
ealtada e saqueada.
O material fi ou completamente inotiisado.
Foi prohibido todo e qialquer ajuntamen
to oas roas, assim como conferencias polticas
uos logares pblicos.
A polioia leve o-dem de proceder ene-g-ci-
mente a resptito.
Sabe-3e telegrapbicamen'.e que as tropas
sob o commando de Vital, em Corriente*, pasa*.
rao a fronlei.-a do lado da Repblica do Para .
goay-
O goveroo dalli ja tomou providencias o
os desarmar, pediodo igoalmeoa satiafacao
pela vlolagao do seo lerritoi).
Beptibllca Oriental
Do armamento comprado oelo Goveroo da Re-
pblica e que imporiou em 70 000 pezoa ouro,
ebegarao a Montevideo 2.U0O fusis Mauaer......
5 000 carabinas do mesmo syatema, 1.000,000
de cartoenos e 2,000 correamos.
Urna folba trauacreveodo do Diario Official
o noticiada ebegada desse armamento, perguo-
la : para qu* queremos ess-as armas ?
Diz urna folba que o Goverao do Brazil nu
to-i80u a agencia aduanara de Sant'Aana do
Livramento, qo permitase a lotroduco de g-
neros alimonaos, livrea de direito, proceleotes
do Estado Orisn al, em qoantidade qae nao ex-
ceda as nec"8sidade8 da localidade.
A ordem foi comnnnicada pelo telegrapbo
ao general Isidoro.
Asseeura-Beqae o ministro bralei-o mo3-
tra-se meitj favoravel ao eslabelecimento de
orna alfandega em Ssn'.'Anna do Livramento.
TalegrjmD8 do Paraguay dizea que mor
reram afogados, no Paseo da Patria, por tir-se
virado a canoa em que io. dlveraaa partidarios
do governador de Cornentea e entre estes o mi
uiatro do Governo. -
Cbegarao a Montevideo o coo3elhalro Ma-
ciel, Alfredo Moreno e coronel David Martins,
internados.
Colombia
S2gundj um !rabalu9 dos Sr. Neme* G.l'a.::
ESTADOS DA IKIIAO
Do. jnroaes bontera Kcbidos do su', co-
lhem<' ua segmntes noticias, que alcarym a
28 Je >g8'o rindo.
Bio Un.iuli' ao fiul
Diz a Giz^ia Je N (icias. :
A sioceridade cotj que, em falla absoluta
da noticias lelegrapbkas, iransaviimoa bontem
as informnO^B colbidas de p ssoa.i ulmamen
te cbegada: do Rio G-aode, sobre 03 su:cesscs
da r-'volojo,essa mesina sincerdate inouz-
nes b( j? a declarar qua fomos procurados por
oes eavalbeiros que ambos nega'U o facto do
comba'e havido eolre as forjas de Sarva e
Barellar.
Um delies, offrial do execito e ajulaote de
ordena do general Silva Teiles, relerio nos que
al o J3 19 do crreme esteve em Hag com
esse g neral, que se occupiva em restabelecer
o trafego da estrada de ferro; todia portao'o
asaegurar que o combate entre Pirahy e Vaca
caby nao se linba dado.
O aegoodo, o Sr Alfredo Orilz, di3t=ncto en-
gecbeiro rto-grandense, tornea parte activa,
como coronel em commiasao, nos acooteciraen
tos di guerra civil, e foi at presioneiro do co
ronel Salgado durante algons das. Esto, que
tambera acaba de chegar do Rio Grande, taran-
te que eos primeiros dias de Agosto o referido
combate nao se dea.
Devemos igualmente reproiuiir a aasevera-
co do primeiro informante, o qoal cega que o
assassinato do lente Cromancio Bastos se le
oha raalisdo no acjmpatuento do corpo de
transportes.
Enue as iffirmiUfas de nns o oulro3, cote-
prebenda o puDlico que cumplimos simples-
mente o dever da reproduz'l as, jaque infeliz
mente nos Bebamos privados de noticias posi
tivaa iransmittidas das proprias localidades,
segregadas como se acham da nagao pelo tran
comento pertinaz do telegrapbo.*
Receberam-ae em Montevideo os eeguintes te-
legrammas :
S. Eugenio. 18 da A?oslo. O caslhistas
de S. Jo o Bapt ata da Qaarahim esperam ata
que de parte dos fede-aiistas qae, consta, se ap-
proxmam. O coronel Ulysses Revervel passoo
ante-bontem com a sua g-nte pelo Passo de P
calimbo. Desde a derrota do Bsro de Zaripy,
os federalislas sao doee desta parte do viziono
territorio.
Partidarios de Barros Cassa1 aflirmam que a
geote que est d'spoata a acompanbal-o nao to-
mar parle ni expedicSj de Revervel, operando
segando oo'ro plano.
Rivera, 18 de Agosto.Oa federalislas des-
truiram mais da melada da estrada de ferro de
Rio-Grande a Bag. Tambem inutillaar<>m por
mel da djnamite as seguinte3 pontes: Qae
b-acho, Qoebrachiono, Rio Negro, Candiota, Ta
quara e Santa Maria. Algomas de sas pontes
sao importantes obras de arta.
Alm diaao foi destruida a linha telegraphica,
sendo levantados tambom os trllbos da estrada
de ferro em urna grande extenso. Um enge
nbeiro calcnlou qoe se necessila bas-ante tempo
para reconstruir a via frrea.
("oota aqai qae segeiram com rumo a S. Ga-
bri as forcas reunidas de Saleado e de Sa-aiva
que se calcula de 3,000 a 3.C0O bomens. O co-
ronel Maneco Machado atacou urna fo-ca do co-
ronel Firmioo, em Gavera, matando lhe algons
bomens e lomando lhe urna tropa de gado. A
torga federalista qae atacou o Rosarlo destruio
graede parte da linha telegraphica. .
Rivera, 19. Sabiram de Sanl'Anna do Li-
vramento 500 bom-ns para balerem a Maneco
Machado, o qoe nao poderam consegor por cao
sa da siluagao topograpbica (Serpa); entre'anto
foi sorprendida urna partida de 19 federalislas
matando t-ea destes e anrisi. inn le outros. Es
tao novameote na Coco Iba Negra os federalistas
em numero de 400 a 5(0 homens-
Urna folba de Montevideo diz que o Dr. Sil
veira Martina visitn o ministro das RelagOea
Exteriores e pratcetou contra o procedimeoto
official bavldo em reUcao aos emigrados revo-
lucionarios.
Anouosiava se all a chegada de nm agenle do
Dr. Caslilhos qne ia comprar armamen o e aDi-
mas*.
Era esperado no Sillo grande quan' :
da caixOes com armas e r u ngOes para o g v -
no Lr.z l.-i'o.
Failava-se rouito em urna nota d' a
pelo noaso ministro ao governo oriental exi. -
do eologao doa pedidos da internagao, noi
8 dina escripia em termos enrgicos. V- '!''-
coa se ser Inexacta a noticia, sendo mu t c >-
diaes is relagOes enira o governo oriental
noaso ministro.
L-se eni lo Nacin de Uuenos-Ay:e9, o mi
gaio e telegratiiUia da Montevideo :
Subscripta pelos representantes de resr.."
veis casas do comme.-cio nesta praca foi em -
gua ao mini.-tereto das re'agOes exteriores u .1
solicitagSo em defeza-os l'iteresses dos e
merciantea do d^pirtamenlo da Rivera, :
quaes o governo do Braz 1 probihlo o livre '' -
lo eolre Rivera e SaofAnoa do Livramento.
. Paulo
O proiorador da repblica dirigi ao jui- '-
deral dous mil orBcios, aeompanhados oas r, -
pectivas ceriinOes, pediodo expedigo de 1. 1
numero de mandados para promover cobr 1 .
executiva de imposios devidos aos cofres o.; -
HN.
O procurador da repblica officiou t -
ras autoridades ecclesiasticas, pediodo i 1 *-
magOes sobre factes allegado* na denuncia i
sentada pelo D*. Fernaodes Coelho aobre -
cancia de conventos e mais bens de ordena 11 -
gioaas desle Ealado.
Os gilun a conlinuam pralicar arrcmii -
acentos e assallos.
Hontem arrombaram as portas de urna comme.cal da ra do Bim Retiro, penetra-: 1
no t'scriplono e arromoaraaj O cofre, oode 1
cootraram pequea qain.ia, eatampllbas e c
loa, que suoirabiram.
Os livros da escripturaga foram atiradoi
chao, mas 0S0 inutilisados ; someoie arranc>r i"
as foi bes era branco, no ura delles escrev-
o segui .te : Gotuno.i t n capital 30 contoa ik r,
fabicarpTi farramentas para arrombarem. Vt
gatunos 1/1 K n urna ootra folba de p > .
Gittnos n5o i :i polica qne 0= p-enda. p r-
que o Jefe do polica o Jefe dos gattnos
L se no 2ommercio de S. Paolo :
Uao vii jiote viudo de S --ra Negra co ni-1
n'caoos que em cia de D Veridiana Ccti
i-.ia Soares, nnqoel.a locaiidade, exlstem v'
objectoa que letenceram ao padre Diogo P.-i .,
e que sao convenientemente guardados cjii
urna preciosa reliquia.
Eiira e-sa* curiosidades encontra-se 1:
banda de tonego, ve m-lha. eotn borlas de 1 <
ta, a mesma que usa va o padre Fej, qi
regente do impe o. durante a minoridade n
imperador D. Pedro II.
Existe tambera em poder d qella aenbora iv- .
carta dirigida pelo padrt Fetj ao sea sobr zv,
Mar.oel Ferian le* Palbares de Andrade
D z o noaso informante que a carta esci>
em lettrrs petfeitamenta legiveis e em 63 y o
elegante p cor-ectis-imo.
0 Diario de Campias noticia:
Ni tarda de doml ge, 20 do correle, di !
se urna scena de sangue no bairro do Brom;t ...
m cicipio deMo^y-mirira.
Jo-6 e Luiz de la!, csm'radan de Jesuin
Olivelra, empreit'iro dj S-. Ji; Sertorio, ri.-i
dnziam, s guodo informam, um preso na 1
Poase, encontrando em cuminto o preto Je o
mo, iutimaram n'o a ;-jud;-.r a conduzir o pin .
J:roymo negoo se a eso e preseguio o j
caicinbo.
Eala desobediencia exa9perou a Jos e Li '.
que abandoDarara o preso e deitaram a p-.- -
guir Jeroeymo ceja cabega abriram em dive .- -
lugares 1 pauladas e deafecharam-lhe oas co- *
un Uro dp espioearda.
Jeronymo, cejo estado grsviaaime.f ei r:
duiido para a fazenda do Sr. Lucas Jorge, ul
pal ft 1.
Oa criminosos cbam-3e lecolbidos acal t
daquella cidade. >
O es'aio 3aai!ario da cidade mgnifii .
No dia 27 de via eer suspenso o cerdo san.
rio ca h03pedari? de immigrantes.
Acba-se na capital o Sr. D. Laesag'n,
bispo titular -e Trpoli, da ordem dos sa eo: i-
nos.
Capital Federal
N) Secado a sesifio de 26 do paasado 'c ~i
spprovados.em 5* disruseao as propos.*) *
d Cmara ]dos Deputados : o. 41, concede: 1
reparadamente a Luiza Guilhermina de Cao '
e Auna Julia de Campos a reversan da par
penso de qoe gosavam, Iambem repartidle -
te, com sua fallecida irma Emilia Adelaide a
M randa Ribeiro, en. 26, declarando que a a."-
doagao do posio de leoente-coroDel. coofei;
por dec.eto de 4 de Novembro de 1891 ao ca 1
jor de intentara Braz branles, boje lene,,
coronel ff-ctivo. deve ser cooBiderada de SI
Margo do mermo anno.
Foi r jeiada a proposigao da cmara n. 2 >
come leudo viuva do desembargador Jos ii -
noel de Frenas urna pensa de 3:600400o, r
pariidamente cem suas tilbaa
Os Srs. Joao Neiva, Qiiulino B.cayava e T. j
Bubosa ccruparain-je do oarecer relativo -
sao do almirante Waodeiikjlk.
O Sr. Roy Barbosa pronunciou um brillr -
discu'so, um primor de eloque.ncia parame; l .
lao maravilboso na forma qoanto vigo:o-c :.
fundo.
O ilustre senador, que fui muito Uffip
meoiado, a me-mo por adversarios, qun
deixou a tribuna apresenlou urna emenda o
pondo que o almirante Wandenko.k seja s. -
mettldo a julgameoto das jjsligas rommuns-
A discuaf ao do parecer e da emenda, qoe
proloogoo at as 5 boras da larde, foi ad >
para a sesso seguiole, deveodo fallar oa S -
Aqoiioo do Amaral, Coelba Rodriguea, Ari 1
oes Lodo e Amaro Cavalcante.
Nj Cmara em sesso do rxesmo dia en^e .
rou-ae sem dbale a discaisio onica do pa e
n. 50, deiermlnaado que aa sessOea noctu; .
fuaccionem com um quarto do numero total
denotados.
Occoparam-se do rarecer n. 51, dando re:
lamento fleevetaria da cmara, creando am 1
gar de oCB nal e augmentando os vencimu >
doa empregados auballeroos da mesma aec,-.:
ria, osSrs. Severioo Vieira, Marunbo Ro;i
gue*, Antonio Azeredo e O.licica, encerraodc- -
adiscuasao.
Sobre o parecer relativo s emendas apreae^
tadas ao o-gamen'o do mi sterio da viaco -
obras pobltcas, fallaran os Srs. D;metria Bi!"
ro; Arihur Rioa, Marinho Rodrigues e Lu
Moller, sendo encerrado o dbale e adiada a v >
tagao.
Oa Srs. dalpbo Gordo e Benedicto Valla >
res disenttram o projecto u. 135. que aatoris
goveroo a rever desde j o actail regiment d 1
costas julicariaa,adando-se o debate.
Ni hora co expediente oecuparam atribir:i
oa Sra. Luiz Domiogaese Leopoldo de Bulh6- .
O tenenie do estado maior de 1* classe G)?>-
vo Gaab ter ordem de examinar o edifici> -s
enfermara militar do E-tada da Parabyba, be .1
como o qaartel do 27* baialhao de infantaria.
Esia t-ansferido do 7 b-Ulhao de infar -
ria para o 4" da mesma arma o lenento JoSo 11
racio da Silva Paranho*.
Foi concedida a reforma que pedirim >*
capit- a do 31 batalho de infantaria Marcos IV
xeira da Cosa e ao 28" da mesma arma Poncp u
de Sooza Arariuboia.
L se no Jornal do Commercio de 27 do ps-
eado :
A commissao de orgamento da Cmara coa
V


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Diario de P+rnambuco Domingo 3 e Setembro de 1893
Depuiariostinriaem seo peder dlvprsaa roens
gens do Peder Execotivo, solicitando crdito e*.
traordioanos no actual exerren di impo-ia
de irinta e oito mil e seiscemoa e tintos cont*
de r'H.
Por aoaolu'a falla de t^mpa para P9tiidar tapa
crdito-" e eoosideraodo a coauaissla sae s" ir -
ta de deapesaa ji 'ei-aa, nao podei do Mea- con
a respou au-li lado de negar ao Gv-rn > os
Aelv f.ceeoi feo3 roranrorois-sos. roo- lu le-
dos os crditos e.u un : projecio o-:"1 T-r-
a con- ideracia da Cmara, a< n eaiift
tciteslar pela sua aparovacio tu rij efe del-
xanao que livr entender .
O ruD.irqan das prscaa ; i -
Estado do Rio Gun e d> Sul ciT-e. i;..r ee i 03
da 31. a- 5 oras da a-:. ; o daa qu
nam toa bsiaius do Pa S n a Ca H i iaa e
Hatto G"o -o yo dial Je S lem pr ti
10 horas da mauba h o das ; -
norie uo uia X, a* 8 bon l C 8
Amia o refer o j iroal. na > iic*o d i ajea
mo ti i reta EOS Mal O navio istfe ei
O te>i( i te :
O va'o r a que oo rh
de no t in, a a 3 'i 1 ti
Grande on doeates de cb -. oo-boa leudo
per Hdo c d p os m v p, o, ti
da n:i mi Bi lesna, e .> Caro H, da c
ita :' <.' i Velte.
rio 71 X i Ji
lbo, qua uo nao offic '...
epi ttu.i bel i. e eslava, | o (ai f-a do
p-?.i i o pa i a q a a -. : ntr
to. j i te ;: a i-vaem .''' i .- .
X .; i, v oa p i-s gen > aili -.. a
trazi m ge mena a epidemia a ijj::
raeCOBO '-un.
Comj ta em >f,aa il rl a' tarjan
ECv: i.o L z n .o i- o I08p io- g ral
d03 p pr rsd i ani la o
prop [So i!o contagio l\: o e .-
cc: o Braz 1.
Ti'tnam am ex^mplo. nao Miioo,
de um vwpjr de immigr ote alli apaar, ron-
dar. d.> aoesiea c < cholera e .o ima
nifes-a a bordo.
Bu 1883o MoUe* Bruzzo. sahi-lo tiTbfm
da 1 ilia o id m g anita pora h l. pobltca Ir-
{[eDUoa, ebegoo a Lueaos Ayres, oa ota i
avrava :a eocameote a epidemia
de eboler*.
i m
con d
glibul fichad i aemelhmti a ama
bolha Jo ar, em forma eepberica.
.' ura fer infiaiteaim^mente peqneno,
s rpreoiavel em piicroacopio de maia
precisSo, porqaa o asi d am-3'ri "S> cx-
cJi He maio millonsimo di um milimi
tro cboo.
B n5o tom tOflio sobre o m'ncral, A
ri'-'a e a a^gregac^S') molecular ao um
obatsealo ao seu d ssnvolvimonto. Ces
sndo porm vida, qoer v getal, quer
p.niraal, deaist ndo esta ac^S protect< r
il .-. clulas qu o j .:nt: m o so defend td
n.>utuam nta pola vida, o fermin'o entca
em '' t vdade.
E;'a no*.ivid*do enorme, porqca) tem o
f,rmen,o a propried*da da sa re>ro lucir
r p dameots.
0"lcn'r-3 qae, en endino";* normara,
c di .I jbulo produz cncoan a g'obilos
o'uro aegundo, tendo os g'ub I03 dovob
ainia maior a.ctviirdo.
Aa8tm timos q^ie, emquaato um e lc-
i prodar, o'um secundo, cincoent ou-
trot, o primeiro proiizii> ro^rodis q-ia
I o novo, o segunda ((uar.;aU a aito e
sm por d^anta, da sorte que, n'um ae-
if), p. produc5So da um glbulo ele-
vi--o a 3234 glbulos. A'a -3a a quan-
tid da de ^lubjlos prodisidoa u'am mi<
i ato !
A repruducjA-i d fermenta d ae p r
r\\o da depopgregH^a ea forma de her-
nea C'mi ve-so na figura Bcguinte :
Q
O fermento alimenta io das
sa tadas a parece ser tlaumin
por !8to mesmo, ttaca do pre
Repsllilo p'as Botiridades argintlaas, an
neobuiTi so "corro >t:c presteraao, ir o pronoral-j
era no aun i orios e nij po iia:n s re ual o- pr
dever d>- huo:a :'.Jade, que mesmo ai t; oa maio-
res p^r ros i 5 > p->d ser esqae'-l I a.
O Miteu Bruzzo convertido em verda lei-a
tamba ll.ciuiuie, a ctj > borao pasd^vaco
aquelie.-i horrores que o genio 'e Din e imig
nflra (io-.-Li', o DuVio qaeera em ter o.-e u'ii
ameica para lodof, fo eoccorndo coa t-o'a or-
portuumaJe e tegU'd:gi de ni-'.oa ju-.ineri
de Deje, lo lonveBOa coaj o lcsso p o :edl
MMh
O conselheiro Nona de AnJr-d', io~pector
de s abasteclmecto do Mallcu tuzzo, recorsoa me
djcos e de desiufaccao, vveres, cart> pd te
Eego rentena.
qu fez aqualleeminen'0 rh'fe do servico
eanuano d>s portos f.z-?e ago~ e devemoa o-
pen-r cotn o mesaso xito.
O Cario R, MU ncorado ct enre da r!e
Pairan. :jTpleta;nfn'.e isolada -c trra e de
qnats^j'-r embarca{6fa.
A'ut u;a-;ao des [io-to.--, cageotR da coxpa.h:i /t Veloce u.--.:
de man'a-aruat.i p.va aqu-i.i enaeaaa gene
ro9 aliuaeoiicioa, uarvao, a^ua, remedios e des-
infei'iitea.
Et-8 imp rla-) em corea d .': OOf.
Hijo, l! oras da man -ui; pira
o Cirio R lo t/ois e aqu--ll :o a e n urna
gran e cha'.a rebteada pelo vapor Victoria, da
compauh a D-azei a Co I. '. lo oele por parte
da compaiibia La Veloc?. o ejjp-pgo Slnardo
N coixhe.
A ibata depjis dj t'.s:a".':i i a H-
cara coandanada no logas etn lercnogetn, para
ser depji.s d'j mu.ios das desiofema a.
D 'pois que tive a bordo e: c aoceorros, e
nao liver oeceseiiade de cn'ras, o Cario R. di-i
x^r a en^eada de Halm-s, re'id) e ':oUado at
fdradeagoaa ("o B-ai, pjio croxador Rrpu
11 tea.
Foram esoaa providencias adptales coro o
vapor MUttU Bruzzo.
O casi :o Cario R, ai'va-nos da av:;o para
nao deseo ramios n^nhcmi eaa'ela com o-: na-
vios p>-oceie.itH da I.alia, onde a ep:dexii do
cholera, dizem-DOS oa telegramaaa, agj;rova s.'
todos os das.
Os ir.'ereaaes partir-uhres deven: ceder ao
i:t "ea?e da hao-aoidade, e, senao a e-te, ao di
reito leguimo que'en a nafSo braxileira d<>
re?guardar-.'e de enfermidade tal, co co o cno-
lea m.rbua
&' da energa do goveoo qio drreade hrj".
como depenJeu em 1888. a inra.-o do B-azil
pe'o tnle-a-aorbua reinante na Iulia, pilz de
emig'acSo .
Ja 83 ach collocado na praga cm frente ao
Palacio do Governo em Oum Preto, o celesta!
de cantara para nelle ser posta a es'atua de
Tiradentea.
Esse pedestal que foi feito nesta cidade, im
portn em 89:000.
f.E' prcv.vel qie o monumento se ja inaugu-sdo
anda este anno.
Babia
Sob o titulo de moites e fertmenlos publrcou o
Diario de Noticia, de 29 do pasaado :
O Sr Dr. ebefede polica recehea telegrsm
ma ao aifere do regiment poliial, los Bap-
tisla deLellis, coximis.sario do termo do Mando
Novo, communicando qu? tjndo eegnito para o
dielncto do Palmeral rom o tim de capturar o
celebre faccinora Volta Grande, qne freote de
mais de cem malfeitorea traz a popo'acao d'a
quelle termo e dos circnmv!s:nbos tterr; di, pe-
los ronbos e assassinatos qne tem commetiido,
foi aggredida a forca publica, travaado-e L'e-sa
occaalo um grande colII ta do qaal resuliou a
morte de nove pragaB e ferimenies graves de
Cinco.
A populacho acha-se com g-anie pa- i-o.
O Excm. Dr. goveroador fez s-guir boje para
aquella loca'idade o ttnente do mesmo rgimen
to Augoato Botelbo, levando comsigo 46 pra(a?,
aim de restabelecer a ordem pcblica, pira o
ti je foram Ibe dadas as neces arias ins'.roc^O.-s.
Afagoa*
li?tillou-?e no da 25. com toda a solemoida-
de, a Junta Crame cial.
Poram eleitos presidente, Teixeira Bastos ;
vice-preB'dente, Maooel Bamalno; epntadoa,
Jacioio Leile. Taclano Reg, Prliz Bandeira e
Joaqnim de Almeida ; secretario, Maooel de Me
nezes.
materias
pura; e,
ferencia e
speharin s
fcula, da
m. ;8 rapi lamento as materias
quo conten mais glucosa ou
qual sep-ra o carbono.
A actividado de cada gl ibolo pareco
fatigar se ao c-.bi de algam temp", ceden-
do o campo aos ivos glbulos.
Quando a matara atcala n'o coam
mii* a'bimina nem anoto, o fermento cai-
fa de agir por nSa ter .^ais elemaat s de
vitalidade.
O assucar puro, ou ebristalisado, n'o
sojeito accSo do fermento emquanto
conserva-te secco ; hidratando se porro,
iato e, pardeado a su* formula primitiva,
caha sob o doninio deste agente, cpezir
do que a ausensia das materisa a.'imeoti-
ciis ^do fermenta retarde conBideravel-
meiito a sua accSo.
Tratando so desi8 materias sachiri-
nas, d-sa na fermentaf;3o um phencmeio
singular. Como o fermento absorve o Mi-
to, a albunrn*, a fecu'a e a glucosa, se-
gregando o carbono, esto em psne s0be
a superficie do liquido o ane-se ao ar ath-
moxpherioo, e em parte transforma-so em
a'coul absoluta.
A influenci do fermento sonri o asiu-
car consideravel. Avahe-3e que urna
parte de fermenta destroe cincoenta d8
nssucar. Assim urna gramma da fermen-
to no caldo destruira cincuenta gammas
de assacar ; mas como o fermento ac!i?o
rope se concentra, e os cristaes comecSo
a sa formr no liquido, a pressBo d ca-
lor vai gradualmente diminnindo para nao
atacar os crietaes. As ioterrup^aa no
cosimento, que i-lia ae fazem por um
fin ladustrialmente neceaaario, como p n
a trcji, pnrecem ter urna influencia
favcravel a formacSo dos eristaes. O re-
poaao, como veremos, condicyao esaen-
cia! e.ta formccSo ; e a continuidbda do
ca!tj come ja vimos'lbe contraria
Aida sob esta ponfo do v>aU a n < s
fahriccaj dnxa muito a desejar, o muito
tem qne melhorar adoptando urna dispo
sicSo racional e adapt>-dk a ex g;naias
do bbsu ar e do fab^lho manutactureira.
j' prin.'palmante oasta ponto quo o'
a'ruzo de n ses engnhoa e espantoso,
em vista do qual fija b'm j iet.fi.ada a
espraaaio.
Vos b t.aeis assn-ar porque nSo p a-
sival deixir da tase! o com a cania. Oa
taro asacmamentas da t ixse parejsrater
sido :diiios com o fim da destruir o
nata ppssv&I da rsiuoar, com urna dis-
i a'ga) inversa do q'e poio nconsflh^r
il i digo o c nhecimento da caturesa do
tsaiiCtr, mais o 8'mp'ei bnm sena.
Na marcha das c-per;(5es do f.brico e
de toda conveniercia applicar-sa a rene-
<\i3 adequada a cada mr.teri destraidora
de aseucar.
A albmina a o rzoto tem dotis rer.t;-
vos fortes no clor e no taonino a cIcvp-
i,-a > rpida da temperatura congula a '-
boho-, e forma um eglomerado insolavbl
dessa materia com ouiroi elementos ex-
tractivos e lenhosos
Tem o inconveniente de produz'r na
marsiuma grande eflerveacenaia espumo-
sa, que, ilgumas veces, chega a transbor-
dar do fMO. Est calculado que no es-
coamento deesas espumas, perdem-se dous
por cento do assucar produzido ; *, que,
n'nma f.brcelo um tanto constc'eravel,
tras serios prejuizos.
Es'e ent eianto o mofo al hoja adop-
tado geralmenta.
Tempo vira sea duvida em qne o r a-
tivo chimico, alias iooffensivo sob todos
es Aspectos, ser introdozido na fabr ca-
yao, nao t pela sa* effic cia reconbacida,
como pela sua abundan'.i* em toda na
tureza vegetal.
A acidulidada do caldo e tem um
reactivo at boje recooheaido, a cal.
a' applicac&o da cal d se o nome de
defecacSn. Nos chb> a ordinarios ess. de
fecacao fez-se quente e nSo deve exce-
der de dous a cinco milsimos da cal.
Tratando se porm de cannaa mais al-
cal as e aeidos-is a pore,a> desie reactvo
deve ser elevada.
Comtudo a cal por si meama am l-
calis que forma com o casucer am tu'-
ISTEBESSES I\DLST I4ES
Parte industrial e
II
agrcola
O fermento tem ama acolo rpida, qua-
b instantnea, sobre o caldo da canna,
activada esta 80980 pelo contacto dt luz,
do ar atbmispberico, e palas condicfos
climatolgicas de nosaa zona.
Sob eBte ponto de vista a beterraba
Boa leva grande vantagem, parque sea
Caldo, por ser mala alcalino, menoa su-
geito 80980 farmentioia, e por dar-ie a
colheita, qne na Europa cbamam a campa-
nha dorante o invern.
O fermento existe em toda a planta
e em todo animal, aendo qne as plantas
sacbarinas oa bidro-carbonadas, conten
maior qaantidade deasesogermena.
Reatringindo-nos ao nosao plano, qne
tratar aqoi desees agentes sob o ponto de
vista ioduatri .1, deixamos de lado todas
M divagac,o"eB meramente scientificaa oa
paramente poeticaa que tem dado lagar
esse grande transformador da natureaa.
E sam duvida admira val 80980 a dessa
partcula autnoma pela qaal a vida ani-
mal paasa vege'al para esta, por ana
TOS 1 transformir-se naqut lia.
Parece averiguado qne o fermento
e as cincoentaa ^rammaa ie r-proluznam
o.iormomento em um minuto, nesse espa-
90 de tempo a parda da esauoar siria qua
ai completa ae o xlcooi j produzida nSo
fosea um obstculo ecgSo devoradora do
fermento.
Q ie admira agora que o caldo da canna,
sahiodo das moendae, onde corneja a fer-
mentar quasi instantaaeame; t, e conser-
vada n'um deposito, a que dio o noma de
farol, (rio, exposto luz e ao ar, em
urna bthmosphera de carca de 30 perca
o rendimanto?
as g-andes fabricas o caldo pasia or-
dinariamente para um deposito subter-
rneo, o qual estando cheio, o caldo passa
logo, por urna pressSo de vapor paraas
elevaoaldo (monte jas) e, sendo filtrado,
sobe para as c^ldairas da defeoajSo. Esta
marcha racional, 9 o deposito subter-
rneo, qaaai totalmente fechado ao ar,
em urna athmoepbera menos quente, nao
fav r. vel a 00980 do fermento.
Comtudo seria preferivel azar de oo-
'ras meios industriaos mais efficasea.
A accSo do fermento parausada pelo
calor cima da 80 ; e, at mesmo a par-
tir de quarenta ella cessa de activar-se.
Seria por tanto da mais a'ta conveniencia
para os fabricantes, de aaaacar nSo dei
xar o caldo repousar um si minuto a fri.
Naa grandes fabricas, ou em todas que
dispam de vapor, fazer collocar urna
serpentina de vapor nos depsitos, ou,
melhor anda ueste caso, um falso fondo ;
naa fabricas ordinarias dispor de dep-
sitos de metal e rquecidos, ou, melhor
ainda, faael-o seguir mmediatamente para
as caldeiras de coaimento.
A aegao do fermento igi-a'msnie pa-
rausada ou destruida palos scidos e pelos
lcalis ; sendo estas materias inimigas mas
t. mbem do assucar, de nenham recurso
nos podem servir.
No d ae o mesmo porm cam dous
ontros reactivos poderosos, que precipi-
tSo o fermento, transformando-o em ma-
teria inaoluvel i sSo o tannino e a cal.
O mais efficaz em duvida o taonino,
rras industrialmente, pela sua aoandancia
e baratez, a cal preferivel. Pode-se
pois, em vas da 80980 do calor, applicar-
8e a cal extinta atenuada em leite fraco
na propirj'o de 5 a 6 milsimas partes
de cal para a poryao de caldo. Esta ue-
tecajao previa seria levada em ce ata na
mateba posterior daa operayoaa do fa-
brico.
O calor atio o assacar e o tarna in-
oria'a'isavel em doas caaos. Qaando
elevado a cerca de 180 e qaando a so-
InsSo aquosa do assacar (caldo ou mal
mantem-se por um tempo consideravel na
temperatura da efervescencia.
No primeiro caso o assucar pasad por
urna profunda modifioacSo, torna-se inoris-
talisavel; e, se a temperator- sabir sinda,
transforma se em um proda Jto eiouro,
amargo e repugnante i qu3 d-ie pro-
priamente o nome de caramel. Se a tem-
peratura attiogir 220 este caramel ainda
se decompoa, produaindo diversas corpos
de natarea complexa e ir.flanaveis. Em
geral urna temperatura cima de 120
prejudicial ao assucar. A permanencia
p-o!ongada em baixa preasSo proda
igualmente urna degenerenoia que mo
difica o aaaacar. Em gsral necescario
que a marcha das operaos soja tal que
o maior calor soja applioado na oooaailo
em que existe maior qaantidade d'agaa
a evaporar, e que, proporolo qoa xa- HirdebertoT Aorlglo Geimaraes.
fato ou hidro carbonato bsica, o, appli-
cado em doae superior necenaria para
operar como activo sobre os cidos, pre-
judicial.
Ainda mesmo na dote conveniente, as
fabncajSes aaerfeijoadas da Europa ella
el minada pelo acido csrb n:co, que,
desprendendc-3e de um forno do coioira,
ou de outro apparelho que tenha por
combuativel o carvSo lavado s caldei-
ras de concent'a?8o, e oorbulha dentio
do liquido pred jzind > a neutralisaySa da
cal. Naate cato fica no liquido urna li-
Qeira acidulidade, por effeito da paasagem
do acido carbnico, a qual c?mp e's-
me-.ta eliminada por urna pequea doce
da acido actico.
Tarrbem poc'e ser a cal eliminada
pelo acido phosphorico ; mas ese reacti
vo, como o priprio puperphisphato Je
cal, b3o muito caros para poderem en-
trar na ordem da nossas fabricabas.
Temos pois indicado, ornis ieumida-
meita p ss-vol, qaaes as materias contra
naa ao assucar, e qaaes oa meios at boje
conhecidos para combatel-as.
Um dia vira em que o maior empenho
do agricultor, e principalmente do fabri-
co do assucar seja elle agricultor ou nao
ser discutir e conhecer a fondo esses
as8umptos que se prendem ao aperfoigoa-
mento de sua industria ; em que oa seus
eati nulos, em vez de se gasUrem n'uma
poltica madrasta, se concentrarlo no
modo de produair mais e melhor.
Ent?o veremos a classe agrcola er-
guer ae da deb&ixo essa rutina pesada
qoa a opprime, adoptar a asaociacSas
que Ihe facilitem oa meios, abrir e tre
quentar os caraos verdaderamente agr-
colas e c mprebender que o intersse de
cada um est no interease collectivo.
P. V.
REVISTA DIARIA
Promolorea pblicosU Bxm. Sr. D:-
goveroador do Balado, por acio de 31 de Aguato
flaao, ramoven os promotores pablicoa hachareis
Eataoialao Cardoso do municipio de Boique, com
iarirdiCQo exensivaao da Petra para o do Bio
Formoso com jarisdiecao extensiva ao de Ser -
nhem ; Godcfredo Moacoso da Ve'ga Pesaoa, a
pedido, da municipio da Eacada, com juris 1 i.-ca 1
extenaiva ao de Amaragy, para o do Cabo; Peiro
Francisco de Mello do municipio de Cabrob para
o de Granito,com junad ccao extensiva ao de
Ex ; Maooel Moraea de Albuqoerqne, do reun -i
pi de Petrollna para o deFlores, marcados os ae
guiotes prasos para assomirem o ejercicio : ao
primeiro, 30das; ao segundo lo das ; ao tercia-
ra. 55 das ; ao qoarto, 60 das.
Removeo o bacoarel Padro Marques Cavalcante
de Alboqaerqne do municipio de Cimbres para
o de Boique, com jurisdlccaa extensiva ao da
Pedra, com o prazo de 30 das para assomir o
exerctclo.
Nomeou o bacbarel Fo tonato Ripbael Al ves
de Carvalho para o mnoicipto de Cabrob ; o ba-
cbarel Felinto Farreira de Albuquerqne para o
municipio da Eacada com jarisdiceaa extensiva
ao de Amaragy ; o primeiro com o prazo de 53
dias e o ultimo de lo das pa a assamirem o
exerclcio.
Por acto do Exm. Sr. Dr. governador do
Estado do i.* do correle foi nomeado o bacba
re Aogosto Frederico de Siqueira Cavalcante
para o cargo de promotor publico do municipio
dePanellas, com junadlecSo extensiva ao de Q li-
pa p, de vendo a asumir o exercicio dentro do pra-
zo de 10 dias.
Por acto da meama data foi exonerado o ba-
cbarel Joo Capriatano de Soasa Bibetro do car-
go de promotor publico d'esses mooictpios. vis-
10 ter sido nomeado delegado de polica do 3.*
districlo da capital.
Corp poiiciakiEm 26 da Agosto ultimo
o governador do Estado diapensoo o Dr. Simpli
co Amono Mavigoer do posto, que interinamen-
te occopava, de capUao cirnrglao do corpo poli-
cial, visto ter sido reintegrado no logar de me-
dico da Colonia Snassona e nameoo para anb'ti
toil-o o Dr. Jo' Rodrigues Tvares de Mello.
Secretarla do Covcrao-Por portarla de
31 de Agosto Ando foi aposentado o bacbarel Jot
Alvea C.vale.anti no cargo de chefeda 3.1 ssccao
da Secretarla do Governo, sendo removido para
a meama seccao o ebefa de 1* capitn Henriqoe
de Barros Civalcaati, e transferido para esta o
promotor publico do municipio do Cabo bacbarel
Ksirnda de ferro do n>cl>no*i.
FranciscoEa resolvloa a gise que anie-
noiiiem se maoifes'ra eoire os emuregados
dos diversos eeciptorics, i-ia^6*a e ti l-*grtphos
a estrada de ferro do Recife ao S. Francisco.
Acompmaia dessa fe-ro-via. pelo sen renre-
antatite n"8le Est-do, ha'eando-ae 10 art. 15 d >
original dos ren-'e'ivo-i es'a'n os app-ev.'i-'R
peio libere o n. 1 2i*i -e 11 '!e "0 Uoro de 1833,
eajlven eooeader ao referido nt:J 0.11 o .ugcei-
to de 35 /., por ele rendo, rVe e eus or
den .dos, a pa-iir io 1 f "offenl me*.
O do pr-aaol coiiveioliaisQ, e voltna hontem
alarde ao t-nb.lho, re iele-endj-.se honiem
me mo o t-afego
Foi urna aoluca?; maa nf.ofoi a me'bor, pir-
;U^ ee rrrima u'uu dispositivo dea ealamioa que
i,i consta (a cellecgao de |ejs.
Por esse dispositivo, qse a eoupinhii all'?a
.a si- no original depuaitado em Linares, tjm
u* meama con paooia o direiio de nomear e de
iDitiir livremente os -"ui e pregidoa e o 1-
jureir ihea oa re-pectivos vencimmoa.
Til dispositivo, porm, rao existe dos estatu-
tos 'oes q ?.;s esfao ape sol ao decreto n. I,U6
i-e 13 le o 1. ro e I89.J como qaalooer pea-
t-ua p e a ve ifical-o da -ollecc&o le lei.
E cd0prea< ode-s qi> sao p "lia o governo.
qie respsule pela garanta de juros, deixa; lio
rn !o a b.t-io companbia, sob peni de ja-
mis p der frximir-8ri do onua real daqn lia
raotia-, o, podendo ella elevar in I Hot-
nte os ordenados de seos Pmnrpgaios. le-
ra 1 esse a-bi-r'o o meio de lomar a renda li-
quid i ia estrada S'mpre inferior import ueta
oa t'a'ania ; j
Eis o p.i-que dlzemos qu a s^loiSi da grce
n> foi a inelbor. Ella vai reviver ura amigu
deba'e entre a ci'mp-nbia e o gr-\emo a proju-
ito .io aoepo-io dl'elto que aquella se arroga.
Bm tolo ca-o, porm, a polaca teve a vanta-
g i f^er restabelecer o trafago, faiendo cea
ar os g iidea iraps'.o'nos e prpjuizos que esia
van sonVeodO es interesaes geraes oo publico
os aa : rop : emp- esa.
FcMa de >n;a Sentiora da Penha
- Kj lisa ae uoje a (e*ta d>- N -ar-a S^nhora d
Peoba, nasoa explendlda ign-ja, sot os auspi-
cios doa mi- A f^sia, ao" eo'rara aa 11 hoa?, lera mia^a
pontitl ai, 1 fli i.iodo o Exm. e Rvm. Sr. D. Joo
E.-beu'j, BisjO de Olioda.
O T^ Deum. que comecar s 7 horas da
noite sera celebrado com assiatencia do mesmo
Etm. Sr. Hispo.
Em ambos oa actos pregado oa misalonaios
capuebinhos.
Aigrej eati lindamente ac'aviada ; e rer
brihantemeote lluminada & noiie, tanto interna
como exiernamenie.
To-aao iltveraa bandaa de mo8ca.
Revista Polj-BHtr-Purdicou-se bcnlem
o d. i de8'3 ntertsaanie revista.
Nao de-mcece era nada peranle o p-imeiro
nume'o. Tras bona arugos, que recommendarn
os s"us clore?.
Mn's urna rev-----Fizeram hontem grp
ve o-(Mialt-us oa Kepjr'lcao di Correio ; pelo
que tem deixado de ser fetia a expedico das
malaa pera nversos poolosdo interior.
S-. Administrador doa Co*reios espera or-
den* do Rio de Jineiro.tpara onda telegraphou.
Ja ora horrer tanta grve 1
Fnllecimenlo No engenhi Curaahy, mu
nicipio de Pao a'Alno, fjlliceu no da oO do raez
rindo, a veoeraoda Sr?. D. Joanna Franciaca de
Meti Cavalcanti, mae do mjor SebastiSi Anto
nio do R go Cavalcanti.
A finada Sra., cuja morte pranteam justamente
a familia e todos aquellas qne a ella ae acarea
vare, era urna respi ilavel matrona, ornada de
virtndea e cheia de qoalidades que toruavam-ti'a
o centro da es'ima e conaidfracao geral; a por
laso o seu desapparecimento da viaa mu fdc-
cesso qoe cousierca n'aqcella localidale a
todos.
D'posilados os seos re:tos morlaea na eg-,j)
matriz da relerila cidade, abl forara-lhes leitos
com aelemnidale oa ltimos aoRra^ioa no da
aenuiote, e api inhumados com o reculhimento
qce a relijiao da morta mpe, e cora a assia-
tencia numerisa qae as fuas viroies at'.rahiam
como om devpr de respeito 8 filas e de sm zrie
a seu digno rilho, a quem apresentaraoa aa naa
a? condolencias.
Conferencia-No Ihaalro de Santa Ieabel
effeetoa neje o Sr. Dr. J. Bechtinger a ana 3. e
uiraa conferencia, < x-.lusivamente BCientin-Ji-
popo ar, Hlustrad3 por urna grande lanterna ma-
glca, com qnadroj siereeacopicos.
Couferencii de carcter mixto em ber.eficio
do m.'amo Dr., qoa a ella convida o povo Per-
oi-rabucaoo, Bxaodo ura prego ntrala em ra-
zia d03 gastos conaiieraveia que fez na realiaa-
gao das doas con.erencias anteriores, ;coja assis-
teocia foi gra'uila.
Tratando de aaaumpto3 de geral nlereese a
nnguea> licito tornar ee lodifferente ao convi-
te do Sr. Dr. Bechuoger que actualmente com-
p etando a su. 6." viagem a roda do mundo, tem
realisado idfDtieas conferenela8 em Cuntiba,
D sierro e Paranago, tendo aido esta em favor
daa victimas do Sol'rc5?s .
Cantamos que o Santa Iaabel reeorgitara heja
em concurenc a, compensando asaim 08 esforco8
e t vooiade do confereocionia'a.
Ilsvocio de -\isa Seooorada Boa-
morte -Em rcumao os reapecivoa devociona-
rios ter ioar beje ss 4 horas da tarde a eleico
da nova mesa deasa devocao-
O processo eleilo-al realiaa-se no convento do
Garmo, onde erecta a mesma devofo.
Centro da Moda-Esse estabelecimento de
fazendas boas a ra do Cabug n. 3 recommen
da ee visita publica.
Eapecialidade em fazendas de paantaea. o sen
proprietano Sr. Antonio F. Ramoa aasegora gran
de redoccSo em precos.
Ttaonaaa ConzaKa-Antehontem faoccio-
oando eeaa sociedade iliteraria, tomou diveraaa
deliberacOes, sendo apreaentada a tbese A re-
naecenja, ana inflaencia sobre a edneacao ; eor-
teados nromotor e advogado para o julgameoto
do personagem Mrquez do Herval; t lido o con
to denominado O per do sol.
Houve variasoflarias Bbliotheca da socieda-
de, e foi proposto socio effectlvo o Sr. Tbeodo
miro Palva.
Tnrbulenioi-A qoem possa compedr eo-
licitara raorauorea do pateo de S. Pedro provi
dencia no sentido de azar desapparecer 'al-i
eaaa malta de vagabundos, qne se const'.luem
nmlncommoto publico.
Club doa Pniriotas-H e as 7 horas da
noiie, em ana sede a roa da Peoba o. 11. renoe-
ae o coneelho fiscal dease Club Caroavaleaco.
Tribunal do Jury do ReclfeDsve
ser aberu amasba a 3" 8eaa4o ordinaria deate
Tribunal, acraodo-ae sorteados, alim da eervi-
rem na meama aeaeSo os jurados seguiotes :
Becife
Joaa Antonio Moreira.
Antonio Reinaldo de Miranda.
Jos da Costa Cazeire.
Santo Antonio
Jiao Tavares da Crnz.
Francisco de Azevedo Pavo.
Joi Coelho de Meleiros.
Adalioo Gomes da Silva Rodrigues.
Dr. Joao Tnom Alves Guimaiaea.
Uanoel Ignacio Bezerra de Mello.
Jase Loo renco Gomes.
Salviaoo Luiz de Siqaeira.
Joaqoim Francisco Dlni Jnior.
Bernardo Correia de Miranda Bego.
Dr. Joao Carlos Baltbazar da Silveira.
Domingos Giofilvea Gomes Pina.
JosO de Azevedo Mala e Silva.
Joao de Sooza Reg.
S. Jos
Joo Pedro da Cruz Neves Cooto.
Joo Hermenegildo Cesar.
Jos Macario do Reg Barros.
Idelfouao das Naves Das Fernando
Alogados
Custodio Portado de Mendooca.
Luiz Antonio da Silveira Tavora.
Boa-Vista
Antonio Jos Gesteira.
Walfredo Brrelo de Mello Reg.
Domingo* Hanrique Mafra
I-ioeu Coelho da Silva.
RodoUbo Cavalcante de Albuqaerque.
joaqoim Bapiiaia de SI.
Tito Piock Pinto.
Amonio Carlos de Noronba.
Lois Alfredo de Moraes.
Graja
Eduardo Gadant.
Bento Berilio Joi de Souxa.
Poco
Jos Joaqoim do Rsgo Barros.
Hermenegildo Joaqoim deOliveira Baduem.
\tTandeara de Pernambuco Ama-
u c n fGi
r-o.orio e p;^
nha aerSo pagus na Alfardjga as aegotntes fo 1
b^s :
lospfc'orla dos Portos Ur -"irnos, magislradra
em tiDOTbili-ade e neneicnialaa.
n-poaltu de lxoDaones a s uinte
noti> a:
Aeha se liansfermida em tal deposito a ra
to Paire Maniz, Rnfga oe Sioia Rita Noi^ ;
poia exiaiem na me-ma. cln ee n 110 claco
diversos biches morios e eu.i estado do p-jtrefac
efe.
Para evitar o mil que posaatn cana ros mi a
mas que exallam de ditos Meno--, -s pro
vnienei s a quem cosa e ;rAlgo 1 mirado-
res
Club iVltTrtrlo e c'orflco Porlo
Cnrr^iro Reonia se qui.i a felra u'.nuia es-e
';inf>, sendo o'fsa i e 1 propoatos e acceiiO1
so :oi os Sra. Francisco I'.- UbtJqucrqii'
e P.d-o Celost no Pnrei^a re Anr-j e elei'a
era'o' o Socio Ped o Alex'-n inno I. nj.
Pi e tsram es f coa C rr ia Loa t Pno
de \Jenionci, o pMmei'o sobre a tu se Quil a
ps-iii a secoir, a do reabamn >ua doi ma ?. e o gegcnd 1 sobn "Qi hor go
verpo, o d'i s*nador Dic:eo Fe j 1 a O ee Pe rod
.' ra-j 1 L'ros ?
i-.ra seguida foram el i v duaa Cnmm;8 ---
pira i!a- pare er sove P8as i- 3 s, ee lo so--
ti doa, jti 1.1, p-ia dl8' : uVses n>
- Tu aeguinte os soc 33 J '-' a-derlej e
6->anar y.
B v;t* 1 luetrada :
cajo exeujphr agr !- : 1 1?.
U s n e do P8pirlio aee I 6
i ra.
Eitn>pin D'zem-ooa, q-i" n 'a abl por es
p;ia ru-- n-n tal "'yrillo. "H de 16- > -ijais yin
d> de acOas, la qu m 'td^s aedevem acaatelar
pela au s escamoteajops, para i qaaes mo 1
ma'eria.
/ n'i-l-'m-sa do (*y [Un, qo 1 1 na pi.-si
da amda levoo le una venia ra o Ua'a rio
T'iumpno diversas Utas de sardioba e ma'nvh
da, na- .-ena-B par 3." u O, b a d no Cu venda
ola Ih'as lomasse ainda em qaonio.
Reconmeadamol-o i polica somo d'gao des'a
ap'ejpniacSa.
.trocada- N'um p-qo"r>o poc do -ii Capi-
bame, nis proximidalea o ogenbo Apua do
municipio de Pao a'Albo, foi pn 00; ala mora
An a M ira de lesna, n ulber de Aul inio D in-
ga Arela.
Hospltii Por'usnenEn'ren de sema-
n-> o ra 1 irao s- Basilio Lone.; Pereira.
Jalao Trpetcrepiiira Rene fe eje
(dimiogi'j pelas 10 horas do dia mpreteri
velraej'e esta cerparago era aasemb'ea geral
pxiraordmarta p ra :ratar de assumpios do ma
ximo interease social.
Seorioe-la a nrim"ira s^sso qua fa a a Uio
ano' a auapaa-ai dos seas iribnibas, justo o
comparecimento de titos es S?. socios.
Facundes Varella R->!!tiio->e hontem
em :-essao extraordinaria, esss arsociigao lltie
raria.
Foi lido um cffic'o do? alumnos do (iyina,.
Pernambucano, convidando a sociedade para se
faser representar na sesaSo magna do tia 7 do
correte.
Pira esse fim foi nomeeda urna commisso
composta dos Sps. Manoel S. u'A'.buquerque
(ralo), Jos de Barros e i.rthu" Duartp.
O Sr. Jos de Barros cffarecea a bibhoieca al
gun nmeros du Jornal do Do dogo .
Telexremmas retidosAcbam-ae ret'
dos na Esicio uo Telegruptio N.cional do Re
cife us spguiiiies Ie|e>r-,m!nri9:
Para J( 30 Cabral, proeerientr de Tberpzina ;
Sn ia, de Fortaleza ; e Diana Fernandes, de Pe
nedo.
i:i'.i sir( di eavailarla Servigo
paru Deja, 3 de Se'e-nbro :
Fnira de ronda o Sr. alfares Hermogenes Ca
vale.nte.
Servido pira o dn 4 :
Ent a ie ronda o Sr. alferes loia E'e'.trudes.
Corpu de piiela Scrnco paa o dia 3
do crreme :
Ronda maicr o Sr. tenenle Luiz de Franja.
Gurda de pala-io r Sr. rlferes Bezerra.
Sorvco para o di 4 :
R inda mar r o Sr. tenenle Joo Jo'q'Jim
G larda de Palacio o Sr. alferes Jor Bento.
O Carpo dar as na* las de Palacio e Casa de
Deiencao nos das 3 e 4.
Uniformes n 3 e 6.
liiitcrla do Grana l'nr5 -T leg-amma
receDi o oea casa do O-.uo do Sr. Jio Joaquina
da Cola Leite anuencia que as exiraeces aesta
lotera paseara a realisa1" se n-J8 terc-if, qn'.nlas
e eabbadoa, p-incipiando plaa regu-ntes:
17.' Berie da S8 na lerca-feira 5, 18 da 58"
na omota-felra 7. 19" da .e-8 no sabb.do 9. 11*
da 57* (pl no (ie33:0'050;i) ia terga-feira 12
e ?0* da 58* na qeio lorpbinomanla Dmor l'?aio pelo
medo uo BoDrimealo, o rnorphmo.ano exaeera
inconacieolemente os effeitos dolorosos da sop-
presso da mori-hma.
N'ata8 circu.mat.tnc as nao hi nada de admira-
ve I que elle sabor ios todas ;-s -uas aeges ao /
desejo de evitar do-es cojo crescido pensaraentol
Ibe determina nma depressio moral profunda.
O morphraisrao desde o primeiro matante
urna introxicaeS.i, vindo depoia 4 ser ama ver-
dadel-a doenga do espirito, cojos effaitoa se ma-
nifestara sobretodo por um ateraao da facal-
dade principal: a vontade.
Se a maior part das facnldades in'ellectoaes
Acara intadis, e a imagmacSo sobrevive e mes-
mo, em certos caaos, se ella ee exarceba, em
regra ella obliterada. Na la mais surpre-
hendente do que o espirito da indeciso, irreao-
lecao e de dilacao qne o roorpbina mamfes-
ta, principalmente quando se trita de ernpre-
bender a cura de seu hab-to.
Urna das illa-Oes a qne mais nos detemoa do
noaao livre arouri). O morphiaiomono n5o
mais d'elle desprovido. A illuso que elle a -a-
recia por ma baracar ae da morp. ina quaido Ibe aprouver.
Para juftflear a sna continu'cSi o D\ Be -il-
ion forneceu a si proprio os argcmenioa, a tal
pioto de felicitar se dos servigoa que ella Ibe da
qoaodo lera neceaaidade de agir ou "rabaibar,
cao qncrendo confe8sa.r a si mesmo que aa paga
por ora pirco exagerado. En resumo, o mor-
phinomano antes de tudo victima do entorpe-
cimenra da vontade.
O mo tingue uto venenoSera
s r phiiosopno e neo mesmo medico, deveis per
fetamente saber que se pir qoaqier modo o
aangue ee envenena, deve envenenar tolos os
oreaos e t cidoa que rega e alimenta.
E' o que auccede frequ'mente 'm Iagla
Ierra, onde alguna rioa recebem o refago daa fa
bncaa de proiuctos cbimicos e vo depois enve-
nenar os peixes e at as pequeas plantas que
vivera sobre aaas margena.
Mas ae pergontardes quem lacea veneno no
sangne? po-qoe via se pie intoxicar eaae pre-
cioa88irno liquido, que esta fechado par toda
oarte onr canaes que n5o leem portas de en'.ra
da, nem de a.hilaT reeponderei imraediata-
mente. Todos oa te i loa como o sabis ja, para
vler e traba-.har, coneomera orna parte da eua
substancia e prouuzem urna ee-11 quantidade
de excremento, qua deve ser expellido do corpo.
E o aangue que ee en:arrega oe fazer as vezes
de exporgador, e apanbando todas as molculas
deterioradas que acba no caminha, leva-as aoa
polmOeB, aos ros e 8 pe.o donde eio depoia
expellidos sob a forma de balito, de urina e de
suor.
Para que o bomem viva sSo, convm que estas
tres graades cbaramina que transpcrlam o ex
cremento do corpo, o fumo do foco da vida, es
tejan bem aberlos e aempre em actividade. Se
urca oa oatra se obstrua ou se fecha, adeoa san-
de, adeus forca e a leus robustez. O excremen-
to reiem-se no sangue, torna se um veneno, e
todos os tecidos banhados por om sangue Into-
xicado se rebellam, ae 16 a rismoogar; e o
bomem comeca a adoecer; e se orna porta doa
resquieos a fechada por algum lempo o bo-
mem morre.
casamento civil Foi afExado no dia
! do correte edital de proclamas dos seguinte<<
contrabentes :
Segundos
Francisco Joaqoim Ribsiro, viuvo, cem D. Ma-
ra Carolina dos Aojos, sollelra, moradores na
f-pguezia da Grasa.
Operacftes clrurajlcasForam pratica-
das 00 hospital Pedro II, no dia 2 do correte,
aa aegoinies:
Pelo Dr. Malaqoias:
Amputacao do penis pelo processo de Guyon-
Asaaky, reclamada por cancro pbagederico, com
deatruicio dos corpos cavernosos da areibra.
Poatbolomia, reclamada por pararhymosis com
cancro venreo pbagerico descollando qoasi to-
da a bamba do penis.
Pelo Dr. Arnobio :
O rhectoroia, reclamada por elephantlaels
protai.
Ooeragio de Wulkiann Jilliird, reclamada
p 11 by-iro ele.
Pelo Dr. Vieira da fTnnhi:
Ext'acea i a caivete de pyrihilToas da va-
gina.
Pelo Dr. Berardo:
Do s fx-r. c.O-s re eatarartr. do o'ho esqoer-
o pelo nehoioa reta'ho ptripbprico, proce?po
ie We k-r, e 1-i'ectOi.ia core Bm antiphlogia-
Uro.
Fo.-an repelladas pele D-
'. do banco 4"18 pessoas.
J33 roolberea e ai c-tao(->; daa
-..tu 3 f ras <'U! as ign ra s o
indo ..lgoiu'8 era iraiamsato.
laaper.ieria d d*tr*rto mnrl-
ilsaoRecite, 1 de Se*emb-o de 18"3.
Bo'etin; metporoli g .
loras Term. centx Baronvtrc Te*$3o do
Lop':a Pesoa na
- n o h raens,
a iea fallece-
n aal'-.ido, exi;-
Burxt-
iln-'e
69
65
61
70
73
q-rniln ( a O ripof
6 ra. -i ( 'i'1- tn 19
i 26*0 T6i-7 16 69
2 '8 :6I" 13 11143
3 ;. g 9 :er 3: k v3
6 ?5"7 '6'1'78 7 8:
Temoeratam mlnlra 24 73
Temderaio's 01 x ma 18.-73
Bvapon>9 .. 24 aoras 3 a sombra
2,". 601.
Chova nolla.
Direcra-i do vento CE e SSE alte-nados de
meia noi'e at I n. e 30 m d nr-a ; S a c '
h. e 11 m ; !-:E a-3h e 00 m. ; S at o e
55 rn. ; S W a ( G p 30 n. ; SE ESE altor-
nados a 9 b. e o m. ; SSB cem tm rrnoqOes
d S e SE -n !0 h. e 18 u. dn lar e ; SSW at
II b. e 38 m. ; SE e SE cl:.r la loa a meia
ootte.
Velocidade media r1 vento 0.7 per se-
gn 10.
Nebui-vi.'.-: "o Ti'-.a C,;i9
iioiem ta peto
Das Hi raa Altera
Pra-m"- ou
baixa mar
B. M.
P. sa.
B. M.
1 deSetemb. 138 da t. 0.-C8
2 de 8-C8 da t. 2-33
2 de 2-C5 da ra 0,-72
iieiioes -BBectear-se bao oa BOiniatts .
Ter^a-ieira :
Pelo agmte Oliveira, na ra do fnperador n.
39. ao ni-10 da. ne boas cavados de sella.
Pelo agente Silveira, no armazem ra do
Imperador n. II, a II horas da minia, de pre-
dios.
Pelo agente Martin?, no artuazem roa do Im-
; e-ador 0. 39, ao meio dia, de duas casas ter-
reis.
Pelo age -te Gusmo, na mi Biro da Victo-
ria n. 4 ', as II Poas movis, psp-liics, quadros. coninados, ptc.
Pelo agenta Pestaa, do s-.b-ado n 16. aito
raa de Snio Amaro, na travesa do Carpo Santo
n. 27, s 11 horas da macha.
Missas fnne-bresSerSo celebradas :
AmanbS :
Naa matrizss de Pao c'Alho e S. los, B 8
horas da iiia&hft, p.^la alma de D. Joanna Fran-
ciaca de Meira Cavalcante.
No convento do Ca-mo, 3 7 e l|2 horas da
rranha, pela alma de D Thereza Mana de Lacio
Lumacn Cavalcante.
Ni mesmo convento, a; mosraas horas, pela
alma dp Rod: lpho Pereira da Silveira.
Na iireja de Ncsaa Senbora da Penha, s 7
horas da maori, pela alma de D. Maria Christi-
na de Jess Moa s.
No convento do Carmo, s 7 horas da monh,
pela alma da D. Mirh (lorsima de Jeaos Mo-
raea.
Terga-fei a ;
Nj cinvento de S. Francisco, de )lin1a, s 7
horas da tnaaba, pela alm -J-; Thereia aria da
J'SUS.
Molerla do Ksladr do finio Para
Por telegramma recs-bido pela Casa do Uuro, de
Joo Joaqoim da Costa Leite, sabemos seremes-
tes os nnmeroa premiados na 16* serie da 53" lo-
tera, extrahida no dia 2 de Seiembrr. de 1893.
89^0 240:1)0115000
878* 10:000*1100
2076 6:0011*000
4402 2:000*( 00
7332 2:000*000
8568 2 000*000
1317 l:000*ooo
3391 1:000*000
BSSI 1:000*000
749S 1 :Oro*000
8353 1:0m>*000
8418 1:000*000
9211 1:000*000
9837 1:000*010
Approximasoes
8979 1:200*000
8981 1:200*000
8783 800*000
87 5 800*000
2075 4*?0000
2077 400*000
Esto premiados com 300* os segqin.es nnme-
roa :
8971 8971 8973 8974 8973 8976
8977 8978 8979
EstSo premiados cora 200* os segointes came-
ros :
8781 8782 8783 8785 8786 8787
8788 8789 8790
EstSo premiados com 100* os seguintes nme-
ros :
071 2072 2073 2074 2075 2077
2078 2079 208J
Todos os nnmeroa terminados em 0 esto pre-
miados coi> 100*000.
Todos os nmeros terminados em 4 esto pre-
miados com 100*000.
A segaiote lotera corra no dia 5 de Setembro
com o plano da 240:000*090.
noMpital Pedro II-O movimento depa
estabelecimento a cargo da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recife, do dia 1 de Selemoro foi o
seguinte :
Exis'.iam..... 658
Entraram..... 14
------672
Sahiram..... 21
Falleceu..... 0
Exislem.....636
------677
Foram visitadas s enfermaras pelos segnln-
es mdicos:
Dr. Barros Sobriabo, entran as 7 1/4 da msnh
e sabio a 8 horas.
Dr. alaquias, entroo s 10 1/2 da maa e sa-
bio s 12.
Dr. SimOes Barbosa, entrou s 10 1/4 da ma-
nha e sabio ie 12.
Dr Berardo entrou s 11 1/4 da manh e sabio
s 12.
Dr. Arnobio Marques, entrou as 9 1/2 da ma-
nbe sabio s 12.
Dr. Lopes Peasoa, entrou as 9 da manh e sa-
bio s 40 1/4.
Dr. Vieira da Caoba, entrn s 10 1/2 da ma-
nh e sabio s 12.
Dr. Bastos de Oliveira, entrou as 10 i/2 e sabio
s 12.
Dr. Tavaresde Mello, entrou s 10 1/2 da ma-
chi e sabio a 11 3,4.
Pbarmaceatico, eniroa s 8 ij2 da manbi e
sabio s 2 horas da tarde.
Ajudanie. entrou s 7 borasda manbi e sa-
bio s 5 i/2 da tarde.
Lotera do Estado do Gram Para-
A 17 serie da 58* lotera deste Estado, cojo pre-
mio grande de 240.000J0J0 correr impreleri-
velmente na terca.feira 5 de Setembro.
To os estes bilbetes acham sea venda na casa
do Ooro de Joo Joaqoim da Costa Leite i roa
roa Bario da Victoria o 40.
Cemtierlo publicoObituario do dia t
de Setembro de 1892.
Joo Evangelista da Costa, Pernambuco. 71
annos, casado, S. Jos ; melite chronica deffnsa.
Joaqnilina de Oliveira Ucha Cavalcante, Per-
nambuco, 22 aones, soltelra, Graca ; tubrculos
pulmonares.
Albino Martina da Silva, Portugal, 30 annos,
solteiro, Recife; accesso pernicioso.
Maooel Francisco da Silva, Pernamboco,41
annos casada, Boa-Vista ; sepeconia agoda.
Jorge da Cosa Valenca, frica, 70 anuos, ca
sado, Santo Antonio ; tuberculoso.
Odoo Pereira dos Santos, Pernambnco, S.Jos;
bronchlte.
m feto do sexo masculino, Pernamboco, 8.
Jos : nasceo morlo.
1

y
.

-- ,
1 ii 11 ii i i.
noam i

,4m,mHm
---.
A
\


1

*?rv
Diario de Pernambuco
Domingo 3 de Setembra de 1893
3
I
COIHUNIUDOS
Duas palavras ao publico
Temos publicado ncs'a secjao, graciosamente
a C3 fra' q'i^ada ptlos prcprii t.. loa do Diatio,
dous rticos doctrinarios sobre o Partido 11 pu-
blicado Federal.
O 00880 objectivo foi : no pimeiro pateottar
O proramma e a orgai.ii'zcao desse partido, fa-
zeaJo galientar ms ns e iotaitos cooservado
res; no seguado mostrar a mproceJeacia das
criticas. censuras e maLlnaces eoerguidas con-
tra o incipiente paitido, cujas ideas, em nosso
conceito, mercera) os applausos e a cooperacao
dos elementos conservadores da sociedade bra-
zileira.
O publico que nos leo dar de certo o sea tes*
temnor.o de qae neises ariigos nao boove o me-
nor vislumb'e de inteoo cffensiva, e de que
nos periodos qae os corar m nao ha ama pbra
e, urna palavra sequer qce possa molestar a
mais soicepitvel iodividoalidade. Dsffeodemos,
discutimos principio?, nao aggredimcs, nao ana-
ljsamos bomens.
Eatretanto, fomos boje aggrtdidos de modo
desusado e inslito n'oma folba da trra, e nao
foram poapados os proprietarlos ("o Diario, por-
que nos acolberam as saas columnas.
Nao foram respondilos os no-sos argumeo-
tos. Foram nos dirigidos iasultos grosaeiros,
como foram insultados os propietarios do Dia-
rio, o que alias nem ao menos tem o inleresse
da novilad.'.
Comprebeade, pois, o publico que nada temos
a relorquir.
Cada um d o que tem e mais nao obrigado,
diz ujj a inexim popular, dos maitos que sim-
tetisam a sciencia do p>vo; nos nao temos in-
sultos as nossas aljavas, e pois nao podemos
jogar taes araas.
Polticos diletantes, sem a menor pretenso
oceupar po^ic,63J, salientes ou o>, as rodas
polticas ; dispostos nSo solicitar e regeitar
in.imite* todo e qualqu-r mandato eleitoral; cao
nos mo'e seoo nao m'.ertse : v: o nosso paii
sabir q lanto antes do estado deploravel em que
se acba.
E, como se no3 Efuu-a que a mais segura es-
traa pva attior pqar-lle alvo a c-pa iagio
de pan c? fortes cora irta defiuilas; e cerno,
por ora, cao vemos nenhum g'upo r,p??a3 con-
diQOj5, p o novo partido c >m o seu proer; rnm t e
orga-tugla, oQ re:e serios fuada
rantias orlen e 1 b .- i le, -.: los do con-
8er;a.--.: im eatenlido; inp tal i a sua
visda como ato factor possivel e p ovavel da
luzuo unmeoso callos em que o Brasil se tem
debatido.
Tal o crias nos vil u a lontra enfiaaa de
Insoltoi ; folba j
alladim .
:>'., nao retorqaire : a sel
nej. possa dos a p al ca no tercameoto de laes
armas.
Somos ma 3.a. Paciencia.
ja sao taatas i Pitaremos na sua compaubia
gostosameate.
E, c imo, rep t m, wsji ? apenas p litii i
d:ie '. a -'
mittir -;-j Je Tabicar ?|!jm-i3 lira; de
papo! pros ,,'jiaJo ... nosaa tai .
Oj.j u priacipios, isa sg&redir InJivi u II*
dadas.
E o a;emos I
aro perder as bes de In q
oreni precipitados lo rito ni
Bis i nossa respe-l o antes a sasfacSo qn.e
ao publico, e ~ a elle, debamos-
aecife, 2 do S.tembro de 1833.
BZACOS i LD.
PERNAMBUCO
Balando da recelta e despeza
da pr.fclura municipal de
Oliuda, relativo ao mez de
Agosto de 1893.
KEO-ITA
Alugueis de predios muai-
cipaes 3Gi500J
Foros 798
Laude mos 170*80 )
Res abatida 1.5508000
Cemiterio publico 140*000
M. rcado 4*260
AfervSo e revisto 17J05J
Multa por infraoy3o de pos
turas 3*000
12
e ieoalmente a requertmenio da Compaobia Fa-
brica de Bao oomeara o cornamadaof Joa
qoim Lopes Macba sino s&o dos soaes qae se ause ila-aco.
Eocerrou se a s sso ao rxeio da, depois de
tt r venflcido o Sr. preeileaie nao baver mais
o da a despacbar.
SPORT
llippodromo do Campo Grande
Hoje realisa a sus 4* corrija.
Deve ser urna boa diversSo a que boje propor-
ciona ao pun no.
Este nao fa tira sem duvid. ao Uipdodromo,
amante como do entretimento.
HSICIANA
GALEIA D THEATRO S. ISABEL
PORPORA
NI Porpora, coohecido pelo patriarcha da
harniouia nasceu em Raples no anno de 1686,
c foi discpulo do Conservatorio de Santa llaria
di L le entQo figuravam Grecco, Manna
c Scarlatti.
Depois Je algum lempo comecou a carrera
arlistica Cu: a opera Basilio posta em secna
no tbeatro dos Fiorentini no anno do 1709.
Cm anno depois. fui chamado a Boma, fim de
aili escrever a opera Benerice que causou
grande successo c muitos elogios de Ilacndel,
que n'aquella cidade tambem se adiara.
Yoltando a trra natal co.npoz novo trabalho
ca tre actos Flavio que fez representar no
anno Je 1711, entregando-so exclusivamente de-
pois, ao ensiiio do cunto.
Farinelli, Cafarclli, o conliecido Porporino, fo-
ram seos discpulos e para elles Porpora escre-
?eu as snas melliores composiges Tocaes.
Chamado a Dresde para dar lices de canto a
princesa -Mara Antoiniette, o grande mestre na-
politano alli demorou-se dous annos sendo cha-
mado Londres para tomar conta do Opera
Italiana, cargo este que bem a contra-gos'o de
Haendel, excrceu durante mnilo tempo, indo
depois a Veneza. Em 1736 foi chamado
Vienna, e na viageai relaccionou-sc com Haydn
de quem se fez muito amigo,
Vollando aples acabou os das na mais
extrema pobreza, e assim morreo no anno de
1766.
Xo Conservatorio de aples esto no archivo,
diversas composiyGes que Porpora escreveu para
a igreja, como sejam Domine probasti a me,
Magnficat, c Dixit trabalhos que sao conside-
rados de alto valor.
ESPECTCULOS LYRICOS
Sig. Luigi Ferrari, artista que se fez ouvir
ltimamente no S. Izabcl, acaba de reunir
alguns companheiros c juntos dar n'aquelle al-
guns espectculos lyricos.
O repertorio composto de arias, duettos e
scenas das operas Barbieri di Seviglia, Cene-
rentola, Forza del Destino, Aida, un Bailo in
Maschera, Ernani, Faust, Roberto el Diavolo e
outras.
O elenco de que se compOe o grupo, da
Sig. Paolina Bernambei, Desde-mona, sopranos,
Santo Athos, barytono Carlos Lopes. ba?so pro-
fundo e Luigi Ferrari, basso bufo, que se apre-
sentaro em scena trajando as vestimentas
exigidas n as pegas em que se faro ouvir.
A orchestra ser dirigida pelo distincto Sr. M.
Bandeira o que ja urna boa garanda.
j, pela mora ds ren-
das municipaes
Emolumentos municipaes
Averbag&o de bens de ra-
aos e casas de negocios
5 "[ addicionaes
Decima urbana
Imposto de espirito engar-
rafado
Imposto fzo de porta abor-
ta
Lice'.caa pitra edificares o
concertos
80 res por p da coqueiro
de fruoto
Becolhimanto feito pelo co-
brador
Beneficio da 3.a e 4.a parte
da loteria deste Munici-
pio
Cuotas dos juiaes
tan
Impoatos diverios
Exercioio lindo
Foros
distriu-
2*493
31*503
271000
26*648
242&600
16*0C0
65000
157*721
8*000
1211338
1.800*0.0
7*500
64*49.>
79*780
Somma res 4.519*572
Saldo existeate em 31 de
Julbo rindo 3.835*470
Rea DESPSSAS 8.355*04t

Secretaria do conceibo 4115664
Preieitura 1.009*807
Arrecada^So das xendas 83*332
Aferigo 6U* 00
M-kt&diuro publico 58*332
Mcroado publico Cimiterio pubtuo 78*066 117*579
a ,c;, I' ,1. 1.20JSUOO
?oJ' Jodioiario 30O.;
Fo-ga pablioa 1.2203820
Deapezaa diversas 116*66 i
Ubi.'S municip 229*300
Divida psaiiva esoripturada 417 i /:
E ventases 85000
Aceio e limp-oza da cidade 87*8 0
[Uac:otvc8^ publica (3 fia-
Basa) 13.
Jury 8*180
r^ciiio supplemenUr Lei
n. 25 de 1 de Maio fiado 21*360
Orudito extro:d^rio i
r. 34 do 31 do Julbo
fiado S2it77-0
Hus &.915846
Caixa:
Saldo ex '-- 2.4391196
Sjuima re 8.355*C42
PBMjCAgW A PEPiDO
Ao publico
Teaente-corooul oommandaote que fu-
do oorpo do p ilicia, raj posso c-lar o es-
pirito em faoe do que em aua deles*
tem dito, o Sr. Bioardo Jos Corroa
Lima, que me substituto no commando do
referido corpo, pelofaoto de haver o Ezm.
Sr. Dr. governador do Estado me apo-
sentado.
As im, me expresso por que, tendo
lhe feito entrega do corpo por meto da
ordom do dia que pubhquei no Diario de
Fernambuco de 11 de Abril, e qae rae
abaixo transcripta, elle nSo poda hoje, de
modo a'gm para se elevar no conceito
publico, declarar que recebeu o corpo, por
meio de um rpido exorne e de um $umma-
rissimo inventario, e o que anda mais
de admirar em confianza !!
Confianza, quando se tratava de urna
queetSo de tito alta gravidade ioadmis
sivel: principalmente partindo d'elle, que
alm de nao ser meu amigo, procara d e-
fender-se mostrando se entendido em ma-
teria militar e sobretudo superior oa pra
tica, na dedioacBo e no valor de que tem
dad) provaa as occasiSds arriscadas.
Ve, pois, o publico que, quem [ obsub
tao raras quahdadei, nSo se deixaria levar
pala trouxidSo e negligencia, ao oonto ds
com os olhos feisados ter rocebido o com
mando do orpo, que tiuha em seu C3re
30 34$;69qj Ihes entreg*ra com o
balando e os documentos relativos a essa
q-iantia, que mais tarde tiria de dar con
li s ao Thesonro do Estado.
Alm do que, dia mais elle, que o cor-
po ai ochava em tstwio di des r e que aa d'ssirglcsseduvim em m ssa, os
soldados aband-. navam oes m'gotea o quvr
te\,conduz ndi armamento mtm'gSt e far
d meato, eeiuzidos cimo estavam sendo pbr
jfiyaes que gosiuan de pleix-x enfiuncu
do Sr. Governador.
Is.o o cumulo !
Becebedori ^it iuaiji^ai dt
Qlioda, '. (io Setembro de lb-J.
O 1 ebjripturario,
Aithur Verselense Pere'.ia da Sda.
CEBO-'M V ClflA
III
titita Com___ .1 o Hesite
ALTA DK SKsSAO DE 27 E AGOSTO DE
1893
Presidencia do ir. d putado Joaquim
Olnlo Bastos
Seaetar'o Di: Soares de Avellar
A's 10 b r-s da man'?. foi aberra a
SiSiIo e-t-nio presentes os Srs. d"putlos
v.,taa!eadador Lipe Mcbado, L>oitro e
Figuairado, falt&ndo por doonta o Sr. dc-
jc.u. d.) coronol Paula Lr^ej.
Lida e apprcv.da a acta da e^so aa
tenor, tomou se oonbeoirae to do eeguinte
EXPuDItKTE
Officios :
Do presidenta da j ata dos corretores, data Jo
de 11 do curre: t-*, communicanto que, tendo
r dida pela meniis.-im janta. asaomira na mesma
dala o exercicio do cargo.Archive se.
Da secretaria da una comm rcial de Dc'em.
;laiado e 9 do co'rente, occu.-aoJo odesta jua-
m son n 69 de Julbo ultimo, e r.-rtetUndo a ra-
r;So dos commerciautes matriculados n'aquella
junta 03 Io semestre deste anno.-Responda se
quanlo a 2* par e e arcbvi-se.
Da jonta Uus corn t rea, de 23 do correte, re-
metiendo o tidetim das cotagOes, reltivj se
mana de 14 a 21.Para o archivo.
Foram apreseotados 4ruu ica os seguinte3 li
vros:
D.ario de Andrade Maia C, irlem do Banco
de Crdito Rjal de Pernambnco, dem de Medei
ros Silva & C, copiador de Joo de Aquioo
Fonseca, iaem de Audrade Maia JtC, dem do
AutOio Mara da Silva.
DESPACHOS
Petigdet :
D Carlos Bctelo de Anuda, estabelecido
com fabrica de cigarros roa Morcillo Das n.
17, pedindo o regotro da marca denominada
P.-im :iro Amor e adoptada para diatinga.r
urna qualidad^ de cigarros de sua dita fabrica.
Procede o parecer.
D Soares do Amaral Irmos, iern quanto a
saa firma social.-Ilem.
De ioj e Ajuino Fonseca, estabelecendo nes-
ta cidade com fabrica de sabao, sita ra do
Baraodo Triumphons. 10 e 22, dem das mar-
cas junta?, ;.s qaaes se dec-tinam a assigoalar os
productos de sua dita fabrica.Vista ao Dr. se-
cretario.
De Amoro Mara da Silva, ldex qaan'.o a sua
firma individual.Registre-se,
De Jos Jacioti-o da Silveira, agente de leilOes
desta prega, dem quanto ao conbecimeoto do
impesto de industria e proHssao que pagou re-
lativamente o i* semestre do exercicio correte
Seja registrado.
De Aatocio de Almeida Gomes, dem da es-
criplura antenupcial, junta em traslado, cele
tira )o entre o supplicante e D. Mara Rilta da
Hora Porto.Regist'e-se e publique se.
Di Rodrigues & Irmos, para o arebvamento
da alteragao teita em seu contracto social.Re-
gistre-se no livro avoleo.
De Joaqoim SimOes de Freitas e Jos Angosto
de Barros, socios componentes da firma Freitas
& Barros, para o arcoivamento do seu contracto
social.
De Francisco Jos de Oliveira Rodrigues, pe-
diodo a exooerac&odo ofii :o de corrector des'a
praga.SatiBfaga o parecer.
O Sr. presidente de sciencia i junta de ha
ver archivado, o requerimeoto da Sociedade Ce-
doaria e distillajao Pernambucana, o cidadao
Ignacio Nery da Fonseca para fiscal de menina
Sociedade, em subet inicio ao cidadao Antooio
o Cumulo quo eai
pro7sdo pela mesma orden do dia ; a\
se v bem e ci -ramate, quo o cjrpo
e chava com o son estdo eff;cti7o
ii completo; pois, corapondo-je elle
le 6) ) prayug, entragu- 533, bom uoifor-
Isa armad e, disciplinadas e exeroi-
:,
nao o uzease o S~
dia des'a semana
9 Sr. majo Carva-
quo t^slves
B ; irdo quando rm
.t oo mmnado f
ho, p^!o actj de ha7er sido demettid.
Dita estes pslavras em rectificac^o .
taea pontos ds sua djf .>, ou prgaoto ao
o o. de es' o gatto ?
Recifo. 2 do Setembro de 1893.
Fr derico Augusto -aes 3arrelio
policial
S93
Quirtcl dj commando do corpo
de P^rnarob ico, 5 de Abril da
O dem do dia n. 13
Fago publico pira conhccimeato do cor-
lo crro desfeuhou-lbe um tiro
ue revji-
Quo devidos v iacomiriodos de lale
qu s me s ibrevieram, e ge aggravaram de
modo n mi impossibilitar do presen:emen
te continuar no coium ndo dsaa cjrpo,
fui, em duta J.a hontem mandado ps'o Sr.
goveroudor do E tad > a inupcc;Ij ; no
meando o mea-o Exm. Sr. para com-
mandu!-o internamar.to o Sr. toneate-ca-
ronel R cardo Jos Crrela Lima, a
a quem, ucquella data o com as formali-
dades do cetylo passei o referido c:m-
aiaodo.
Davo declarar qu tondo aasim proca
dido, entregas, o corpo com um eff'ctivo
de 5T3 p* .-8 uo pret e com o b.Ia&c>
loa din'< iros a meu cargo, que orc^m na
qiautia de 23:548800, sold> da pracas
io coir :ct- moz, e 6.8355569, sldo da
caixa di msica, quo passa para o correte
mea, se:do em dinbeiro 3.560.030, e em
documentos de abonos aos offloire? e pra-
ea.' 3.275S579, pr-fasendo tildo a impor-
portancia de 3J.3840369.
enmaradas! Hoiiraado-me de vossa fren -
te, desse luaj de honra em que esrive
por mas da um anno como maior fiscal e
como commardaate ltimamente nomeado,
levo bastante saudade, no porque deixe
o ca.'go, mas por me ver privado da con-
tir.Gar ao V0830 lado prestando servidos e
admirando a vossa constancia, o vosso en-
thusiasmo e o voeso valor no desempacho
d sa.-r a'a causa que abracasteisda sal-
vaya.i da ordem e do bem estar pablico :
servi^< que espero continuareis a pre tar
com a BMaon dedicacao e com o mesmo
patriotismo.
Cam.iadaa! E' main que nobre e im-
portante a gloriosa miaaao do Boldado :
portado, nao a olvidis, boje, principal-
mente, que o nomo tradiccional desta tr-
ra, berso sagrado dos paladinos da liber-
dade exige da vos todo sacrificio em prl
da salvac3: da Repblica.
Qoig, que anda esse dia voltada a
miaha saule en psta vos ajudar nessa
importante tarefa.
e'x > da agrade ;er nominalmente aos
ofiijaes e prayas, perqu, para mim,
todos reuiidos fizeram js ao meu re:o
nhecimento e epresentam ama s6 e nica
verdade : o brtco da salvacao puolioa do
heroico Estado d Pernambuco. (A.ssigoa-
do) Frederico Augusto faes Barretto, te-
nente-coronel oommndante.
ver qua nao o attiogio pjrqu: a m.;j dense
issassiuo cobarde trome, com ceitezt,
ante o vulto augestoao do Coronel Ge i-
grapho.
Saiba Deas e t3o mando qae esja .y-
po da heroicas infamias, e.'Si Lisb>a e3ti
em^-ieg'ido no qusrtal gacrnl de Bo'm
ovino escriturario !
Exm. Sr. General oimmandsnte do 1.
districto militar, c'i) vos si''i;.a;i o noaii,
mas isto nSo vem ao oaao : sois gajaral,
a tanto bast para que jalguemos eucon-
trnr em vs um bomem de honra.
Tocai para fra da vosso quartal gecor^l
esae assasbinocov:rde. Chai bem quo nao
djolaa.amos.
Em Mauo.*, a 11 d* Abril deste aaso,
pranla a primeira Prafeitura da Polica,
toou pr vado, do um auto da p^rguntus
i'.-.'j aili se faz a m;s de um cid do qua
La. ado e di^no de todo ooocuuo, a mais
da urna senhora da mxima distinc^a -,
tud> quanto tomos avans~do respeito
jdesse Lisboa |U3 est sujando vosso ija.r-
tel geaeral, a titulo de esoripturar sabe
Deus o que
Mandbi pedir qudlla Profaitura urna
copiasi htn do auto da que vos fallamos,
ti veris qua tomos carradas de razSo
guando szorragimos esso bicho qua cn-
vergonha a farda do exarcito em qua mi-
litam horneas como Gaographo.
Saiba Deus e toio mundo que, si Gao-
grapho lavar ahi algum tiro de embica-
da, o assassioo nSa est longe do quartel
general do Io dwtricto militar.
om averiguada a cousa, niogaam se
Jaira do encontrar nelle algn covarde
que acuda pelo nomo de Araripa, Sioapi-
ra, Nery, Bransford, Albuquerque oa
mesmo Lisboa.
Saiba Djus e toda mondo que nous ne
diSQns rien que nous n'appaiions de qa.l-
que arqumsnt; e que, por taato... Iu-
uuduir, regioa... la vSo Bento e su
rancho gemer na pa da historia da M>
o33, Havemoi de mostrar que criminar
Gaographo o cumulo da siphisticaria ;
acctwar a foz de haver envenenad} a
fonte.
Continuaremos.
*##
Ao Tavares
De volta de looga viagem e boje li a sua
reeposta, o que ccaei sooeroa. .
Pois n;m, o senhor diz qae deste vez desala
a todos c eu lhe digo, : e oo prazo de 60 das o
seDhor nao der por terminada as pariilbts da
beranca de Joaquim Cenddo, ser publicado
neate Diario* um poema em prosa e verso, ten-
do por titolo es kerancas anegadas ou a sertaneja
prostituida.
O pavao de prata-
de nossa parte por baver o Goverao
mandado por em li ardade nosso excelen-
te amigo coronel Geogr-photransforma
se agora em serias apprebesSes tanto
maia bem fundadas quanto vingativas,
ranoorosos e villSss sao a matilha de seus
ioimigos cada vez mais irritados com as
provaa que se tem publicado de saas ma
chinic5es e perversidades.
Tendo o Goveroo da UoiSo entendido
qae o Coronel (Jeographo e o Geoeral
Bento de Fernandos sejam submettidos a
conselho de guerra, pira se juatificarem
daqaelles actos pratioados em Manos, e
em parte j desoriptos por nos d.atas co-
lumnas, veio o- Coronel Geographo para
Balm onda ohegou, ai s2o exactas aa
intormseSds que tivemos, a 19 de Agosto
prximo paseado.
Na noute desse mesmo dia foi saa casa
rondada por um individuo auapeito.
Esse individuo, em qualqaer outras cir-
oumstanoiaa, passaria penas por um phi
losopbo nocturno, por um exquisito vul-
gar e banal, por nm JoSo Nioguem a
que se nSo d importancia. Porm agora
que se aoham em Belm os Bento Far-
n andes, os Araripes, os Nery, os Braos-
ford, os Albuqoarque... e o fam-gerado
alteres Adolpho de Miranda L sbo* sobe
de ponto a gravidade do oaao, a por tanto
vamos a por aqui assim os pontos nos i i.
Qualquer dos jentleman que aoodam
pelos nomos aqui indiciados tem capicidi-
de para truoidar o Coronel Geographo,
que te ve, tem e ter o grande desaforo
de ser honrado, valeote, brioso a digno,
pe*ama8 qualidades quo nSo aviltam
aquellos aer.*phoos caracteres. Oaatre
elles, porm sobres-e o alfares Miranda
Lisboa.
F.llemos um pouoo na linguagem das
"Notas de Sent ment."
Saiba Deas e todo mando qae esse al-
fares Lisboa foi o primeiro qae oo dia 26
de Fevereiro deste anno, na cidade de
Minaos, ergueu mo homicida oontra aeu
superior legitimo, o Coronel Geographo,
qnanlo este a-s irnoa a urna das janellas
do quartel do 36 para ver quem all tinha
chegado em um c.-rro.
Alarmada a cidtde, exaltados os ni-
mos dos pretendentes deposigilj do Go-
vernador, postos no declive escorregadio
da indisciplina e da traigSo os Beato dt
j., o Carona! Gaographo, que s aspira-
va, como sempra, sorv.r patna e lei,
sordo a todas as falsas conveniencias da
poltica bastarda e demol dora a qae o
qaerLm arrestar, mi. d u feich^r saa
]aartelj e bao daixar sabir ningusm.
Saotindo cbagar um carr), veio ji
aulla observar quem seria o visitanta ou
visitantes Qlando respo dia pegunta
que lhe dirigiu o G era B;ut>, f >i agra-
iido palo ALFERES ADOLPHJ DE
>!IRA5)A LISBJA, qua, a falsa t,
orno un vil caiub'ez, meamo da dentro
lar o Malange do Priminko oa poota; e para evi-
tar dovida ua certa do protegido conoo-se aoi-
maes inferiores e deixou-se aberla para o Milao-
ge, ba 1 seo Gando! E us perguotamos a iire
clono do Prado, es.es mos proceder aponiadoe
e qoe podiam ser sanados, oda ju-tiBca o desap
parecimento n nosso tu f f Os caprichos, o-
abusos, a proteegao escaodalosa, os juites em
causas proprias, as penas se-eras para os des-
protegidos, e as doceis para oj amigo *, oso sao
aa immoraldades que pedu pra evitar, mais
qoe sois os primeiros a darem mao exenplo?
Ora, Senhores do Prado 1 queris soergoer do
sbatimento em qae j 13 o nosso turf, e sois os
pnmclres reos confesaos de seu deappareci
ment t converteis e concomis pa-a admissSo
de gatos oo< meios de nos-os cavallos os uocok
que anda vos susteatam) e patrocinai e amparai
as caasaH injustas, e pedis providencias para
evtalas ?
Saanor -s do Prado um pouco de boa vontale
que seris honrado com o apo*eo do oosso turf,
pois as lmpidas aguas lavaran as manchal do
passado.
P.mao Anirale < Auoanw.
Oflerecida ao amigo loo .lose
de Carralho Moraesi
Pelo 1." arniveriari > do passamsnto de sia
presada esposa D. alaria Christina da
Jaiui Moraes.
Manda o anjo da morte que d'aurora
Transformara em negrume a vida minba,
Escutar qae minb'nlma t&o sosinba
No abandono do lar solcga e chora.
No abandono do lar, qoe f-a cutr'ora
Qual Din ninho de amor onde a avesinha,
Ti dilosa viva a pobresiaha.
Qaam trlstonho sem ella eu vivo agora 1
Hoje um anno pe-faz que a morte austera
Barh'rameote roubou-lne sem piedade
As flores to gentls.da primavera I
E ficou-me de luto, na orpbandade
A miah'alma que peasa, er e espera
Ir com ella baoitar a eternida Je.
m>
Setembro 3 -de 1893.
Um amigo.
Lagrimas
AO AilIOD JOAO JOSK DB OaBVALHO Mo-
BABS NO 1-BIMBIBO AXN1VESSARIO DO
PASSAMETO (>E SA SAUDOSISSIJIA ES-
POSA D. MEIA CUBISTISA DE MoBAES.
Do a!m hrrido tmulo, oh qu3rida,
Fri, negro, cruel,
Conservaras lembranjas d'csta vida,
E ser-me-s tu fijl ?
Qiietuda eterna g-isac", cara escojo,
Aos ps do S-dvadr ;
A lim p.rm, raabon hmida lousa
O isa cxtrjou > amdr ?
Arrobatasta, oh morte, o meu theajuro,
Fiquoi na trra s !...
Q10 import-mo muudaaos risos de oaro,
Se vivo em pr.vito o d ? I
Sem possur-te, esp.a, o bao do porto,
Nao me dado viver ;
O mando para mim heja um daserto,
Protiro satas morre".
PerdSo, J^sus, e"qti?ce por piodado
Moa dcs7-.rio e oOr ;
Antes de tudo oampra-sa a vontado
Da Daos, que meu S.uhor.
Setea.bro 3 Jo 1393.
F. G. C'
Completa amanhS m:i3uma ri^avora
o eidadlo Jos do Stqneira Brito, serie
ea.preg:do da ^afeio/Ses Gomes.
Cumpimentamoa co amijo por esto
acontcciincoto.
Um am'go.
Di 3 L
;mos & Gotap.
S.b a ep'grapha cu? preceda e3ta f^e-
olara^Se li no Jnal do Rtcfe ce hoje
urna pablioac3o da Jocquim Farreir
Cmp-)', ra qual dia qaa oa foi gestor
de ncgot:oi do S. J u Nunes da Cuah'.
Para esclarecer tal publicacS", bom
qua S3 eaib i que o Sr. Jns Nuuca di
Ounha, de quo alli so falla, pode ter ontro
di igual nome ; mas Dao o abaixo as-
signad-, qua tem negocio a rtia Pedro
Affonsa n. 11
Kecife, 2 da S;terabro de 1893.
Jos Nunes da Cunha.
Pastelftara Al-
fredo
1SSua DirataIS
Abre-se hoje do-
mins'o.
quem escreve, como finalmente os males
physicos qua pdem resultar da m dispo-
si^ao dos orgSos corpreos no acto de ea-
crever
Levado por este pensamento resolv con-
feccionar urna colleyao de traslados, nos
quaes se marcassem por meio de linhas ora
cheias, ora pontuadas e ora interrompidas, o
tamanbo das letona, o das bastes simples e
Compostas, assim como a obliquidade dal-
las, substituindo os pensamentos uaoraes
existentes em quasi todos os traslados pelas
principies regras calgraphicas, afim da
combater os erros da escripia, deixando to-
davia aquellas pensamentos para os alumnos
aprenderem nos livros qua devem ser ex-
plicados pelo professor, que caprichar em
ser um exemplo dos mesmos preceitos.
Observando tambem que em urna escola
muito frequentada torna-se por demais pe-
noso ao professor rascunhar escriptas para
todos os alumnos ou empatar os dicurioes
para tal exercicio, fiz uso do papel flore-
te, mais fino, collocado por cima do tras-
lado e unido a este por meio de cera ou da
um alfinete, para nao sahir da primitiva
posicao a pelo methodo calcante consegu
ptimos resultados, nao s para os alumnos
atrasados, como tambem para aperfeiyoar
a lettra dos adiantados confiados tambem
aos meus desvelos.
Os traslados que eram anteriormente es-
criptos no sentido do comprimento do pa-
pel, embarazavam os meninos, porque estes
tinham de copal-os no sentido da largura ;
por isto resolv confeccionar a minba col-
lecao evitando aquella inconveniente.
Para os alumnos pobres que s pdem es-
crever em quartos de papel, pde-se dividir
o traslado em duas partes (Io, 2a e 3 n-
meros ), a desta maneira corresponder a in-
digencia de alguns dos mesmos alumnos.
Para diminuir as despesas dos pais de
familia reuni em um s traslado os alphabe-
tos rondo, gothicos e de phantasia.
Ouvi os mais distinctos professores des*
ta capital e delles obtive apreciayoes qua
muito me lisongearam, fazendo-me crer qua
os alludidos traslados poderiam ser uteis
instrucyao primaria do meu paiz.
Sem ni8o pecuniario para mandal-os li-
tbographar eram estes traslados smente
Usados as escolas regidas por mim.
Sendo-ine ltimamente confiada urna nes-
ta cidade, alguns collegas, vendo o meu rne-
thodo de ensino animaram-me a publicar
os meus traslados, promettendo adoptsd-os*
a me aconselbaram que promovesse diver-
sas assignaturas, entre as quaes de certo fi.-
gnrariam a de seus respeitaveis mues.
Solicitar assignantes para qualqaer obra
c cousa penosa e encommoda, e principal-
mente para mim qua disponho ib poucas
horas vagas.
Nao obstante, aproveitei-as e pude con-
seguir os unios necessarios para a impres-
sao da 1.a ediceSo do meu pobre tr.ibalho ;
esperando que os meus inna em classe
continuara a animar-me para a p 'ilicayo
das outras.
Hoje, porm, que complete! a referida
edicyo dos nifus traslados qua denomnei
do methodicos cumpre-me o (levar sa-
grado do agi-adecer a todos que me ajuda-
ram em tamanha empresa; e me darai por
bem pag dos meus esforos se elles pre-
hencharera o fim a qua *'> destinados.
Aos amostrados na materia pe$o as emen-
das quo acbarem justas afim de refrmal-
os na outra edicco: a<>s zoilos c aleivosoa
c mdemnarei ao despreso porque delles, n2o
poden I 1 ah'r bem algum, s se deve espe-
rar criticas fundadas em verdadeiros sopnis-
mas, contra o trabalho daqaelles qae seeB-
meram polo progresso da trra que Ihes
den o berco.
0 AUTOR
(3
f


K ALLECIDA AT
rQ)

de Setembro de 189^
M jvimeato revolucionario
do Amazonas
vi
Em nossa ultimo artigo sobre este as-
sumpto publicado no cDiario de Pernam-
buco* de 27 da Julbo ultimo promette-
mos trego s ao general Bsoto Fernandes,
gsrantindo-lhe que s romperamos aa hos-
tilidades si S. Exc. se dignasaa de nos
interpellar.
NSo possivel qae matte:hamos esse
compromisBo, por itso qae o motivo pode-
ruto T*MiWil li Hiir^ipMIO li" HmiT: *"~ T* *"* indazja a tomal-o regesijo
Prado Pernambucaao
No relatorio da direetcia d'e.te Prado eacon-
tra-se algumas pal ivas n'este sentido:
' preciso miralidade e providencias para evitar
o aniquilamento de nosso turf.
Pois bem, nao ha muito que o orunde d'oste
prado por sua imperiosa vontade e sea uoico
voto coaslderoa disiaociads o animal Plr ti.
para dar o cOre ao irmaosinho da panella. Hi
poneos das um reconhecidisaimo gito proprieda-
de do um dos examinadores, o qual servio de
jais em causa propria, pois sen compaobeiro
oegou-ae a reconhecer semelhante o*ca. Corre a
onga, sae em ultimo lu^ar tranca os dous qua
vinba na frente corta-lhe a lu e g.nba atea, isto
com animaes j cochecidos.e c:m todo3 as peri
pecias para ganbar em mo tempo; pois bem,
este animal reconhecido pelos frequen'.ado-es
em geral dos prados como galo, e tambem pelas
directoras do Derby e Uippodromo qoe applt-
cou lhe o art. 5.* nao consentindo que corra nem
mesmo com o inaoceute Huguenote, e qae o mes
mo Prado Peraatnbucano j vio como experien-
cia que nioguem qaer sacrificar seas cobres com
tal gato,o cairelan.j soateota o capricho de nao
namear nova commlsso para verlQcal-o, e vai
deixaado pareo aberto para o mesmo, sendo que
coDJta 1'esta.vei ama d'elle e a outra para bo
Traslados methodicos
Tendo organisado urna co^ecjSj de
traslados por um methodo novo, venbo
pedir aos meus collegas que ponham em
pratica o modo por que ensino a escrever,
pedindo Ihes que me elucidan no que
acbarem maia acertado, p rque estou con-
vencido de que com o auxilio dos meus
Ilustrados irmos em classe o meu pobre
trabalho ficar na altura em que dse jo
vel-o collocad).
As razSea que tive para tazel-o esta;
exppressas no prologo abaixo transcripto.
O mencionado trabalho se acba venda
as Livrarias Franceza, Comtemporanea
e Econmica, nos estabelecimentos dos
Srs. Bjulitreau, Cardoso Ayres, Gomes
de Mattos, na Florida, na roa do Mr-
quez de Olinda n. 10 (officina de alfaiate),
na Travessa de 3. Pedio n. 1, na ra
da Imperatris n. 3, ao Ia compartimento
do marcado de S. Jos e na Travessa do
Peixoto (astabeleoimento do Sr. Sliaa).
Phdomeno Raymundo Nunes da Silva.
PHOLOG-O
Dze annos ha que sobre os meus hom-
bros pesa o madeiro do magisterio prima-
rio. Desde o cornejo de tao honrosa mis-
sao tenho procurado facilitar o ensino pri-
mario e seguir, ainda que de longe, as pe-
gadas dos primeiroB pedagogistas dos tem-
pos idos e dos hodiernos.
Neste almejo entendi que devia princi-
piar pela escripta e remediar nao s o ca-
rcter da lettra, como tambem a posijao
desagradara! dos. dedos e do corpo de
be
s>
"D. Ufara Christina-
de Jess Moraes
PRIMEIRO ANNIVERSARIO
Joao Jos de Carvalho Mo-
raes derrama sentidas lagri-
mas de saudade sobro o t-
mulo do sua presada e sem-
pre lembrada esposa h r u
Clnis iua de tlcNus.ll -
ract
Para commemorar esse dia
far celebrar algumas missas
era sufragio da alma da fina-
da as [greias, Matriz da Ba-
Vista as 8 boros da Manh, e
X S. do Carmo da cidade de
Olin 'a a essa mesma hora, e
tambem as 7 da manh c
muito penliorado ficar aos
prenles e amigos que Be di-
gnarcm tomar parte nesse
acto de caridade e amisade.
Rccire,- 4-9-93.
Medico
Dr. Amaro Wanderley d
consultas de 10 1 hora na
ra da Cadeia n. 3 1. andar,
telephone n. 553.
Residencia
Ra Direita n. 41, em Afogados
nusiets para piano
Tlm-tlm por tlm tini
As lrs Ratas, tango y Jota
Daetlo do chapeo de sol, masa ka
V.il a das Andorioba8
Os Tres Jacars oa Ataca Felippe,
po!ki *
Tim-tim por tim tim, quadrilha
A E-itaci das Plores, valsa
Os Tres Jacars, polka
PraleK.
Ra do Baro da Victoria u *1
lo00
14000
14500
14000
14000
14500
14000

"-t
*
*
-
*-
....
ib.
TP"
'


Diario de Pettiaaibnco Domingo* 3 de Setembro de 193

Descobrio-se um
thesouro!
Hsvendo pequen* distancia de Pe
I >t'-a (estado do Kio Grande do Sal)
'Tj aerra procurada com proveito pelas
<>" acosa que acffrem de tffccco'es broncho
p !monares, e abundando ahi a planta cc-
i ccida pela denominayiio de Cambar,
, 'oaou o Sr. J. A. de Soasa Soares que
-as virtudes poderiac aer attribu id s
>- j-aella planta, nao smente pela icspi-
> 580 do ar iropregurdo de partculas me-
inaes d'ella, como anda pela ab- r-
j cao da agua, p< rventura sobrecarregada
< 03 meamos principios era sua pass^gcm
t r entre es suas razes.
Suscitada esta idea, prccurou eatt.'dar
, propriededes da planta em questf.j,
r'abl reeultand o preparado a que de
1 niaonPeitoral do Cambar.
( Di Unit Medica, do Rio de Janeiro )
2,' aaico agente a Companh'a de Dro-
gal.
VINHO
VIVIEN
Mais efficaz **** *-
que o oieo cru ae
flgado de bacalhau.
De gosto tao agradaoel
que as crianzas
tomam-no com prazer.
nha, ati 31 de Deiembro de 1892 e de
tnt&o para c em teu proprio nome, como
consta da propria esoripta da cea*.
A certeza de soa aisercSo vem ser
ainda corroborado pelo fao o de assignar,
como Ibe c mpria, a firma social em va
rios documentos
E' boje sccio da esa e opportunamente
provar o que avanca ante qnem do di-
reito.
Protesta contra o modo inslito porqoe
o pretendem ezcluirida sociedade de que
principal capitalista bem como por dam
r. s e lucro1) cesssntes.
Aa cempras quj tem feito/ tem-n as
rtalierdo no caiaiterde socio e em bene-
ficio excluivo da fima social.
Mais ama ves protest? qre oiportnna
mert f. r valer seus direitcs.
Sirva a presente do resposta pubhca-
c2o hor.tem feti n'eeta folha, em n me de
Das L"aios & C, Que, sen: sea consenso
nSo tiuLa competencia psra fzelo, sendo
c:me a firma social utilistda, represen-
tanto ds urna colleotividade, de que faz
parte o signatario desta declara 2o.
Sserfe, 1 d Setembro de 1893.
Joaqu'm Ferreira Campos.
MOLFSTASdo ESTOMAGO.finio ttealm
-GE***. *3mm -
O Peitoral de Cambar
Oura a broacbite, a Mtbms, as affdC-
. 3 r ulmorare?, a laryngite, a ronquidSc,
J.efliixo a coqueluche, e a tosse por
a-.vls grare e rtbelda que seja I
O agente a Compenhia de Drogcs.
Um milagre
V.testo que desde longos anuos que eoDMa de
; encbjqu'ca cgada que ordinariamente im-
s ibilitava me eos myseies de familia ; uzei
oa os medicamentos p'esciiploa por multes
ilativos sem colrer resultado aLum qua de-
'\se lao terrivel nial.
.conselbado por elgumas pesseas de micha
isade a tomar as magnificas plalas antvdis
i cas do Dr. Heinzelroaon o que com a 1* d -e
!nas pillas fiuei radiraimene cuado ; c
muito ag'adeco ao metrr.oDr. HerazMmanp..
Qm fique ete atietido assignado como p o-
ie tcdi gratidao.
. rife 26 :eMio de 1893.
iuade Hoit 8 n 112-L-o'adio de Jess
'.'o 2500, duzia 20tff00 1,2 duzia 10$
Vende-fe '> todas a* pbarmactas
DEPOSITO GSHAL
Phermacia Maranhao
JAMARCILIO D3.4S X. 135
r
*---------
A as
l lima
Cnra cfllcaz c rc?nomlca
liesta panosa molestia iSo d.fficiil de
ro Peitcral de Cambar, de Souza
11 r a tem sido de nma cficcia a toda
o?a tomado s colhe. ca 3 ou 4 ve-
1 so di, nos crsos agudos, o 2 eos
>OHM, de mrnha e le noite.
declarando se > acceeso uae-Ee de 12
1 ou da 2 em 2 1 o- s t alliviar.
> doente evit- r a humid^de e o ar
. oite. e a sua alimeiitc^ro ser sim-
:. e de faci! digestao
E' o un.jo age te a ompanhia de
;a?, ra M^rqu^z d*. Olir.da n.
Das Lea es & C.
Joaquina Ferreira C rapos pr--vn3 a?
i ')!ico que des !e Outubro de 1891 figu
c:,mo socio da firma arima, como ges-
i de negocios do Sr. Jote Nunca M Ou-
COMERCIO
- laa Cootcsorcl! de PeraaB
baco
. .'AC^KS OFFICIAKS DA JCNT& DOS COR
RETOBES
Praga do Recif, 2 de Setembro de 1803.
Kao boave coiacao.
O presidente.
Candido C. G. AlcifJr4r.
O .-rcretario.
Angosto P. de cernes
Caa:5fo
PBAgA DO B?C!FK
O; bancos abriram com atixa de 12 sobre
i :res, havendo alguns n'gccics d8 larde c
. i; 6.
.io papel p rti~olar fez-ss peqoenes negocios
. 1,8.
?BACA DO BIO DI JANBIBO
O i manta os Bancos abriram com a'axa e
i e de tarde a 12 1/16.
Coiaces de gneros
Para o agricultor
ASSUC* R
ras or 15 kilos. 60CO a 6*200
.- <(-co dem dem .... 48i)u a 5*600
-0O8, idem idem. 4*.00 a 4*300
avado dem dem 3*200 a 3/300
o dem dem.....3*0iX) a 3*300
_ o melado......2*100 a 2*2u0
b ^:ue idem dem .... 1*800 a 1*900
Algodo
ffectoaraii se vendas dette pro ocio a 9*200
r lo kilos.
4leool
"or pipaba 480 litros 320*000 ?enda.
Agnardrnr
?l pipa da 480 litros 175*000 veod?.
Conree
*cco8 salgados na base de 12 k.l i, a 680 res
.rdB a 380 ris nominal.
: otaa no mercado.
le
Borrar!: a
;\ia.st 18*0C0 por 16 kiloc
Carnacba
- > ta-sa de 10* a 17*000 por 15 kilos nomr-
r v.
ri -vHKLLA DAI IHTSADAS DK AB8DCAB AL-
oodIo
Me dn Agosto
.Entradas Assn-car Saceos 7631 348 5i2 5673 3790 17984 Algo-dio
KOM..... A *cre...... > maai..... > fL-adi de Ferro Central. a de 8. Francisca J-.iJ da Limoeiro. oau&a .*.'. Das 1 a 31 1 a 31 1 31 i a 31 1 a 30 i a 31 Sacra" 725 145) 1621 1138 2279 5194 ~2C9
Usem e veao
Atiesto que teodo toUrido de dyspejsla e fer
tes p. lp':to!&.s no corago accompanbadas de
veriiatns e ptodnziodo insomnia, fui aconeelha-
do a a ar das ['.lulas aott-tiyspepiicos do Dr.
HeoseloaoD tcodo obtiJo grande meihora com o
eso de l.:i!ns vidfos desse poderoso medica
ment), esperando em breve a cura radical de
mus eoommodos.
As pesscM <:u- ofT i'fi'm do mesmo mal de-
vfrj txperlmenJar o eu oso pois que os resul-
tados r.ss 'rarj tsperar.
De:t-^ ettestadu podem fazer o mo qae con-
evir.
Ric'fe. 9 de aia de 1893.Mamel Bea'o d?
Olivefr rliunn do 2 anno da E-rola Normal.
Vidro tf 0 duzia 20#00f', um duna 10*.
Ven le se tin 'oi-a ptiarmacia.
Dtp.sa gersl, Pbarnucia MsraaUe, rna Mar
cilio 0;a3 u. 135.
publicado no Diario e Jornal do Eecfe de
8 9, 11, 12 e 14 de Jocho do anno pro
ximo pasasdo.
Nessa occnaiSo o Sr. Campos de'ea-
deu-se de nossa argoicSo declarando que
cingecnamentebavia ataignado a
firma d* casa, maa prometiendo que ja-
mis continuara a fasel-o.
Ero virtude, porm de continuar elle
como ltimamente nos tem constado a
asi-i nar a nosta firma, voltamoB boje
imprensa para declarxr que, repetimos, o
Sr. Campos s foi nosso empreeado at
hontem 31 d3 Ag"Bto de 1893, e que
protestamos per toda e qualquer tranca
cKo ou compiasque techa feito sob nessa
firma que nao digam respeitj ao nosso
negocU'.
Bec fe, 1 de Setembro de 1893.
Da Lemis dt C-
O capiSo Lydio Alerano B^ndeira de Mello
solicitador nos andi'orios da Capi'.al Federal,
eocarrega de tr.baibos adm'Liairaiivos e conten
e osos com previo contracto : treir na ra d
Ros.rion. 82 e na de S. Nicolao n. 61.
O Mugunz
Da revssa Tifa Tim por Tira Ttm
A venda ra ctsa Prealle & C.
59 Ra It.ro !a Viclotid-59
Bahle
A Equitativa
O Peitoral de Cam-
bar
Sairp c foi e ser o principal re-
medioar Iarynge, broscbiofl e pulmSes.
A brooobite, cethma, msl do peito,
rouOjUidao, laryngite, coqueluche e qual-
quer toase, pjr mais grave e antiga que
eja, cur:ua se cora o Peitoral de Cam-
bar, medicamen'o spprovado pela Junta
Centrtl d) Hjgieoe Publ a, premiado
com dos medaibas de curo da 1.a psese
e roieado de valt;to3 attestadoo mdicos
e de innuaacris de pessoas curadas. Esi
ja se a irrnr; do autor :
J Alvares de Souza Soares.
E' nico agente ceste Estado a Cora
p.'nbia q Drogas.

Ao coaiQiercio e ao pu-
bl co
Os abaijeo a'sig-ados, rom prevenir ao
respcitfcvel corpo do commercio e a qnem
lateresssr poses, q'ie tmente ct hontem
31 do Agosto, foi eapr' gado de to s;.
casn o Sr. joaquim Ferreira Cacpos.
Este Sr., p;r dema-'s tem ebesdo de
nossa bondadej intitulando se soeio da
caso, j r.Siignhudo recib.a cora a nessa
firma.
Ji urna vea por semolhante proceder
prevenimosquo o tal Sr. ca apenas
nosso simples empregado, conforme foi
Expo?ta?3
BECIFE, 1 SETEMBP3 DE 1893
Para o exterior
No vapor francez Congo, p3ra Parie, car-
regara m :
E. Gc'ttscb:! & Ci 2,600 gammas de ooro
vdbo.
Para Bo-Je ux, carre a'ara :
L. A- da -sia, 700 abacaxis e 2 barricas
com iabames.
a. P. Galv, 2 barricas cen abacixis-
E- Chali?, 2 caixas com doce pesando 30
kO.etabacaxiH.
Para litn.a-.ba, ccrrrgaracn :
J K'aus" & C, 1 caixi ioti moldas de ouro
e prata ro valor de 4:2.i7.
No vapor allemao Santos, para Hambur-
go, cam-gcu :
V. Reese.1, 4 443 coaroi se:co3 salgad03 pe-
sando i ;'.G kilo.'.
Para o interior
No vapor trances Paraaago, para Rio
de Jant-ir, carregaram :
P. Carneiro & C, 198 saceos com 1,880 kiles
de assucar braoco.
P. Piiio & C., 15 pipae com alcool pesando
7,030 litros
Para Santos, carregoi :
f. da Silva 13a os, 121 saceos com 7.440 iilos
de atsucar mascavaio.
No vapor nac mal It'pom, para Santos.
c rregara rn :
P. L. Burle, 238 saceos com 15 480 kilos de
assucar branco e 9 ditos com 5.50 ditos de dito
mescavado.
J. J. Mo'eira, 800 saceos con 30,000 fros de
assucar branco.
Para Rio de Janeiro, carregou :
D. F. Porto Baliar, 30 ipas com alcool pe-
sando 14.U0 litros*.
P.ra Porto Alegre, carretn :
F. L. Borle, 348 saceos com 26,100 kilos de
assaear masca va Jo e 52 ditos com 3 ,''00 ditos de
dilo branco.
Na barcaca Crrelo de Natal, para Natal,
carregaram :
A. Meod'8, 100 caixas com sabio pesando
2,100 kilos
J. Sooia, 230caixas com sabio pesando 5,500
kilos.
Na barcaga Ameli-. para Villa da Penba,
carregaram :
P. Alves & C., 8 barricas com 672 kilos de
assucar refinado e 6 ditas com 648 ditos de dito
branco.
A. D. SirrOes & C, 4 barris com vinagre pe-
sando 320 litros e 6 cai&as com geoebra pean-
do 480 litros.
Na barcaga Rosalloa, para Pmbiba,
carregou :
M. Amorim, 23 caixas com cognac pesande
220 litros e 5 barris com vinagre pesando 430
litros.
Iatt da Alfandsa
IMARA DK 4 A 9 DE SETEMBRO
DI 18
Aguardante (littro)..... 365
Alcool (litro j ...... 605
Aigodto em rama (kilo) .... 540
Arroi com casca kj.o) .... 100
Assucar retinado Otilo) .... 460
Assucar branco (kilo) 366
Assucar masca vado (kilo) t 186
Bagas de mamonas (kilo) ... 226
Borracnade ieitede maogab. (kilo) 1#IC0
, 10 do Julho de 1893.
Ezm. Sr. bario de Saropaio Viannr,
muito digoo presidente da diroctoria local
d filial da Equitativa dos Esta 'is Unidos
no Bio de Janeiro.
N'eata.
Tendo rec bido a quantia de.........
I>1(',687 00 como liquidado da apolice de
seguro derida d. 295,93* em 110,000,00
rffectuado neBt'i socied. d pe'o meu tr.a
do i^arido Jo2o Das Tavres, vonho pela
prcEer.te apreaentar a V. Exc. aeus sgrf-
decimentoa pela promp'idSo e solicitude
manifestadas pela mesma sociedade nesta
liquidacSo e particularmente roelas manci-
r. a attenciosas e altamente distinctas com
que fui por V. Exc tratada.
Son com toda a cocaideracao.
De V. Exc. attenta criada.
Por procnracSo d eD. M ra Rosa de Souza
lavares.
Jos de Oliveira Castro.
.Equitativa
Rio de Janeiro 9 de Agosto de 1893.
Exm. Sr. Aure;anode Sousa Nogur-
ra da Qama, digno agente geral da Equi-
tativa des Estados Unidos, no Estado do
Rio de Janeiro.
Tendo liquidado a apolce da seguro
sobre a vida do meu sogro o r Pedrc
Monte ro de Almeida, na importancia de
78 32!f55O, conesponden'e a 118,458 60
ko can:bio do 11 5,8 agradego-ihe a pro--
ptidao com que no espaco de dona dias
rea80u, devida aos bous esforcos, a liqui-
dagSo da apolico.
De V. S, atiento amigo rruito oDrigado.
(Asiigoado) Auguto M. Pac eco Gui
maraes.
Rio de Janeiro, 9 de Agosto de 1893.
Na qualidade de inventerianta dos beos
do espolio do Sr. Pedro Monteiro de Al-
rre'do, receb: d Tne Eqnitable Life As-
furtnce Society of the Un ted States, (A
Kquitativa dos Estados Unidos Sociedade
de Seguros sobre a vida) a importancia de
deaoito mi quatroentos o vinte oito dol
.:.i 3 e sessenta ccots., ouro americano... .
(518,428.60) em rIeaa quitacSo de todoe
Cachaca (litro)....... 360
Courcs seceos espichados (Kilo) t 660
Corros seceos salgados (kilo) 593
Couros verdos (kilo) ..... 370
Caro,oa de a.'podSo (feilo) ... 40
Carrapatcira (sement) (kilo) 12o
C;co (kilo)....... 830
CaK bom (kilo)...... IISN
Cslc rL'tolfco (iiilo)..... i>'3 s
Clf, moido (hilo)...... *70o
C'-rna&ba (cera vegetai) -kilo1 9 -o
-rav.Retal (kh) ....'. 90'
CanGa (BRoardente (litro) ... 580
Cb (litro).....
Carvo C3rdiff....... JP/10U
O)drinho (om)....... i/8X)
Farinba de mandicca tk*Jo> a 90
Fcihas medlcioaes de qualquer qus-
hdsde (kilo) ...... J
Genebra (li'.rc) 480
Graxa (sebo em rama onceado) (kilo) 800
Mel lo an:;ue (litro) .... 170
Ailbo (kilo........ 100
Pelles de cabra cortidae .... 190*0(0
Pellesde caba em cabello (ceoto. 200*000
Peiles de carneiro em cabello 135*000
SaLSo......... 320
Sebo ... ...... 6C0
Sement de carnauba (kilo) ... 60
Sota (Dieio)......s 7*000
Stearina ero velas (kilo) .... i JOCO
ratajnba (kilo)...... 4'
laboas de amarello ero pranctCe-s
(duiia)........ Wf
f&oadfmontos pefccsa
ni db sbtkmbb: de 189?
A//and>3:
nit tral
Oo da 1
Idam de 2
68;552*7":0
4'5:209<810
Renda do Estado :
Do dia 1 3:105,83!
dem da 2 418*311
losuna tolil
i!4:772580
3:5254143
118:2974723
Segunda seccao da Allandega de Pernamboco,
2 de Setembro de 1893.
O chete da seccao,
Manoel Antonino de C. Arasbi.
O tbesooreiro.
Loix Manoel Rcdrigoes Va lenca.
RECEBEDOMA DO ESTADO
Do da 1 7:7194894
dem de 1 2.1074218
HECIFE Dl'.AINAGE
Do da 1
dem de 2
9.8274U2
1:7474733
1:4584694
3:2064417
HoTlmento do porto
Navios entrados no dia 2
Valparaso e escala23 das, vapor ingles Brl-
tania, de 2473 toneladas, commandante Her-
bet Brcwn, eqoioagem 99, carga varios gene-
ros ; i Wilsi n Sos & C.
Boenos Ayres e escala11 dias, vapor francs
Congo, de 2017 toneladas, commandante
Rcss'gnol, eqoipagem 124, carga varios gene-
ros ; a H. Borle & C.
Hado11 dias, [byate nacional Aurora II, de
ob direitos sobre a aprlice o. 271.743, na
importancia do (520,000, dedusidae tres prestsgSea trimestraes d- 553 80 cada
urna, devidas nos dias 1 de Julbo e Outubro
de 1893 e de 1 de Janeiro de 1891,que so-
bre a vida do Sr. PedroMonteiro de Al-
meida emittio a dita sociedade e < ra venci-
da pelo fallecimento do mesmo Sr. Pedro
Monteiro de Almeida.
Rio de Janeiro, 9 de Agosto de 1893.
Astigoado, o inventariarte.
Augus'.o M. Pacheco Guimaraes.
-------------y*<-------------
Atraves da janelia de San
Martin
Alexis San Martin era um cegador do
Canad. Ha amitos annos, es quanto
andando o caca, receben elle urna fenda
de bala no estomago.
Esta com o andar dos tempon sanou por
nmu forma tSo eatranha que deixou urna
abertura no estomago coberta apenas por
um i pella fina de modo que ae podia ver
atravez della como de urna folha de vidro.
Jemais se tinba visto causa tao digna
de observacSo.
Atravtz cesta janelia e pelo tuxilio de
urna luz forte podiam os mdicos ver o
que se operava entro do aeu estomago.
Por esta forma o mal ftdo do p.bre
cacador teve a fortuna de ser proveitoso
ao resto da humsnidade.
PasBemos cois a ver como nos podemos
aprovei'a: do ernbecimento asBim obtide.
Exista um correio de posta chumado
Frederico Green, morador em n. 33, Mar-
tina Boad, i hortlauda, Kent, Inglaterra
Reern.do-so elle a urna poca de La-
ver dou8 annos, < ieae elle ha ouoo :
c Eu nao prdia ter urna comida sem ex
perimentar grande dor. De que se quei
xava o Sr. tireen ?
Quando os mdicos examinaram c inte-
rior do estomago de Sao Martm aps urna
comida qualquer, rsc nheceram tilos que
das paredea do eatomsgo bj in j et;.v:
em graedea quintidades entre o alimeuto
um liquido de um amsrellado claro.
Em seguida notaram oea que o total
da maesa ae resolva no estomago como
succede ao leite na fab-icacSo da manteiga
Findo este processo, dentro de urna
hora ou duas nSo ae via i. ais nada a nSo
ser um fluido paidacento que se parecia
com caldo ou copa.
Os mdic is tomaram outrosim cota do
acto de que quando S n Martin o mia
muita caroe o estomago requeria m>is
tempo e parecia ter maicr difficuldade ere
a tornar no fluido cima descripto.
Por outro lado snecedia s vetes quo o
liquido de um am<>rellalo claro mal se
-preseotfiVi?, o estomago se remova ou
trabalhava vtgarosamente e o alimento
permaneca no corpo de San Martia at
so tornar rangoso, ptrido e 2zedo.
Em taes occaeiVs qneixava-se elle de
Be sent r doente e entermo e de soffrer
mnitas dores.
:-e nSo fosse aliviado le prompto a sua
pcllc Be tornava cor de cobre, um acido
nr.uBeabucdo crescia em sua boca, a son
cabega senta dores e apreaenava calor,
senta elle dores em differenteB partes < o
corpo.
A eecregao dos ria era grossa e car-
rejada, dormia mal, cSe poda trabalhar e
sectia se desanimado,inquieto e sem socego.
A causa do bou rcffrimento era od'gc :?.>
que continuada por bset;nte t'E ss
torna em dyapepsia chronica e proatacao
tervosa.
PassemoB agora a ver o que aa deu com
o n eso amigo o correio Mr. Green. Pro-
segae el'e :
40 tonelada?, mestre Manoel Jos4 d<> Ni ci-
meo'o, equ'pagem 5, carga sal; a Manoe! Joa-
quim Pesroa.
Niial7 dias, hyale nacional Crrelo do Nt.N
de 60 toneladas, mestre Joaquim H. da Sllfti-
ra, eqoipagero 4, carga vares genen.s ; a Ma-
noel Joaqmm Pessoa.
Sahidos no mesmo dia
Live'pool e escalavapor iorlez Britania,
commandante H Brcwi, carga varios gene*
ros.
Bordeaux e escala vapor franc commsndante Rossignol, carga varios gene
ros,
Santos e escalavapor franctz ?arin3?o,
commandante H. Batllemoit, carga varias ge-
neres.
Mercada Municipal de S.
0 movimento deste mercado no
Agosto fii o seguiote :
E- traa-n :
40 hois pesando o,815 kilos.
790 kilos de peise a 20 ra.
6 compart. com mariscos a 100 r?.
5 ditos com camar&fcs a 100 rs.
30 colorxna8 a 60 rs.
4 cargan com galuchas a 500 rs.
2 rassuais com galliobas a 300 re.
3 cargas coro milbo verdea 300 rs.
2 carcas com amendoim a 300 rs.
8 cargas com batatas a 300 r?.
los
d:a 31 do
1 carga com macacbeiras a 300 rr.
i carga com cebolinbos a 300 rs.
6 cargas com geriroas a 3C0 rs.
1 cargas com canna a 300 rs.
2 carga com bananas a 300 rs.
2 cargd com laraojas a 300 rs.
i carga com melaocia a 300 rs.
2 cargas com lcuc'.'s a 30 rs.
2 cargas com fruc'as a 300 rs.
30 carcas com farinba a 200 rs.
15 cargas cem mi ho secco a 200 rs.
5 cargas com fej&o a 210 rs.
49 lugares a 200 rs.
7 soinos a 200 rs.
11 comp. coro:suineiros a 14
7 corop. com scineiros a 700 rs.
9 comp. c.m freseuras a 600 rs.
34 corop. com comidas a 700 rs.
51 comp. com faiendas a 600 rs.
51 comp. cora vprduras a 3' 0 rs.
97 ccmp..com farinba a 00 rs.
48 comp. com talbos a 2
Rendimentos dos dlaa 1 a 30
158C0
i 600
5G0
18^000
2'0J
600
;..:
610
2400
300
300
18C0
300
600
600
300
60
600
6 000
3' 00
100)
900
1 400
11,000
4900
5400
23800
306(K)
15600
3880J
96C0J
294ICO
8.21U500
c Quar.do eu respira va parecia que se
me puBa&va urna faca pelo meu peito.
O meu apetite era mo e deacahi coito.
. Como eu enho de aodar vinte milhas
por dia no desempenho do mea tervic^,
ienti que tal trabrlbo oo meu e t.do de
traqueza me matava pouco a ponco.
Antes de tdo'CT era eu forte e sadio e dava corta do m u t>ervco
com fscil dade e prazer.
Por l'imo lui post> na lista dos enfer-
mos sendo tratado p~r um medico po
empaco de qumze dias, sem cem tudo ex
penmenttr mclhoras algumas.
Seota grande peso co meu p-ito, e
quando eu coma qualquer cousa perma-
neca o alimento no meu estomago coco
ae tora urna tonelada de chumbo.
Um dia chegou se irir.ha mal cr a
mim: Oh, Frederico, minha mai cos'u
mava 8(ffrer c mi tu, e olla Sempra
achara alivio tomando o X-arope Curativo
da Mi Seigel. Porque o nao experimen-
tas tu ? d*po3 de alguma periUasSo dei
de mSo o receituario do mod co e Boaa-
prei urna garrafa de Xaroge d; Seigel e
principiei a usal c.
As primeiras dozas me fizeram expe
rimentr melhoras. Agarrei-me ao X -
rope Curativo da Mai Seigtl, e dentro d
poucaa semanas readqui as minhas lorias
e pode reassuenir o meu trabaho.
Nunca mais scffri de cut.'o em diante,
e pelo meu rest-b^lecimento teafau une
render grecas a Deus bem como ao Xa-
ropo Curativo da M2i Seigtl.i
Mr. Green tem sido correio de porU
no districto de Shortland-j por espayo de
quinzd sn.nos, e gOM de orna cxcsilect^
reput.- 5S0.
Se no eu eetomigo se dar urna a-
n :i:. tanto c sen medico como os seun
amigea tariaai tido occasiSo de recachccer
i;ello o mesmo desarranjo que por vezes
se reconhecera no c?so de S.^n Martin.
Rcndimento de Agosto de 92
8.5u56UO
8 550528.
tillt-n nca para menos
Precos do dia :
Carne verde de 240 a 640 rs. o ki'o.
SuIeos de 800 a 900 idem.
Carneiro de 900 a l idem.
Fuaba de 320 00 rs. a caa.
Milbo de 400 a 500 rs. a cnia.
Peijode !600a2 acula.
Navios esperados
De Porto Alegre
Patacbo allemao Hermano.
De Peiotaa
Patacbo allemao Antina.
Paiacbo nacional Social.
Patacbo noroegoense Blaar.
Patacbo allemao Antoo.
Logar nacional Albert).
Logar bolUadez Werblust.
tatacbo nacional Positivo.
Patacno alleroSo Bonito
Palacbo allemao Adelbeid.
44/685
Ilhiiiiii;i-Ao a yaz carhonleo
EDI1AL
0 prefeito do municipio do Rccife, tendo em
vista a le n. 1,901 de 4 de Junlio de '887, o
acto do governador do Estado, d* 31 de Junho
do correnle anno, e o do Coneellio deste niuni-
cipio, que aulorisou a por em concurrencia o
servico de lluminac&O a gaz, faz publico que no
din 8 de Fevereiro do anno de if'Di se recebe-
ro na secretaria da mesma prefeitura ;o meio
dia-propostas para o servico da illuminaao a
gaz carbnico correnle desta capital, deyeiulo a
concurrencia versar nicamente sobre o prego
da venda do metro cubico de gaz e fazendo os
proponenles expressa menguo em suas propos-
tas de acci'ilarein sem auicnoralterac&o as clau-
sulas que seguem, as quaes farao parle inte-
grante do contracto que se tiver de lavrar.
Cada proposta (leve ser acompanliada de do-
cumentos provando liaver o proponente deposi-
tado no cofre municipal a quantia de 5:UtO U'J
em garanta a assignaiura do contracto.
Julgada a concurrencia. se restituir o deno
sito aos pi'opo entes prejudi ados e o do r.ropo-
nente prei'erido ser elevado a 25COO000, por
occasiao da assij-nalura do contracto para f.ra-
rantia da liel execucao do mesmo contracto.
Essa caugo final permanecer no cofre munici-
pal at a expiracao do contracto, e poder e d
qualquer lempo, a vontado do conlraelanlc, ser
convertida em ttulos da divida publica do Esta-
do, Federal ou Municipal.
Cl" UMUln
TITILO I
Da quantidnde do g.iz
l.-0 gaz ser carbnico, extrahido do car-
vo de pedra ou outras substancias que o pos-
sam dar as condices em que elle exigido
pelo presente conlracto.
2.' Anies de ser lancado na rede decanalisa-
Qo, o gaz sua expurgado de todas as materias
nocivas tanto sande publica como a boa con-
servacao dos encanamentos e apparellios.
3. -A luz do gaz lera o poder illuniinanle de
dez velas de spermacelc das que qucimain seto
Patacho .-ueco Hilms.
Lugar inglez Nr.w Dar.
L'igar noraegoen e Chace.
L 'iar irg:;z B-imettc.
Luf-ar Ingles C. Tnorem.
Patacbo suero Hilcna.
Pacno noroeguenif Sverdrup.
Pi'acho ticllindez Stetla Maria.
Patacho rile i ao Marie Yon O df afo d,
Lagar ooruegoeose L'lie.
D3 S-wans8
Birca Ingleu St.irry.
Barca norurgoenee A-en-a.
D>> CardirT
Barca non egor-nfe Hja'l,
Barca ne;uegu?nse Carroe,
Birca noruego-.nse Vidoaa.
Barca noroegnenie Saluste.
Lugar norurgoeose Faust.
L g-r lagle D)-a.
Birca nrrueguense K'agero.
Barca norsegoenie Gler.
Baica DGrqegaensB A endal.
De Liverpool
Barca noraegaense Fdnny.
D: Haretie-go
Briguc allcao Sino'-. Qoitaca.
De Londres
Lug:r inglez Harr.e .
De Elizabf-lh
Bri^ai noroegceBse Wepta..
De \tw ort
Barca noruegnease H^ns liu.
D^ Barry
6a-ca italiana A=pasu.
Da Aoiue-pia
Ba'ca norueguense A. :.'. Bol'.
De T-rra N.vj
Legar iuglez Vidonia.
Vapores a coraB
Mcz de Setembro
Europa....... Arcbictet...... 3
Ea-opi........Cipoa.......... 4
Europa....... Magdalena..... 5
Norte........ Pernambuco----- 8
Europa....... Santa F........ 7
Norte....... Ollnda.......... 8
Sol...........Brasil.......... 8
Europa....... Paragoaft..... lo
Sui.......... C'yde.......... 10
Snl...........Toogne________ 12
Sal...........WardtWiMb..... 16
Sui...........Plaoeta......... 16
Enropa........Cintra.......... 24
Luropa....... Trent.......... 24
Sui.......... Tamar......... 26
Norte........ rPeroamuco...... 30
?aporca a sahlr
Mea de Setembro
Sol......... Magdalena...... 5
Europa...... Tangne......... 6
Sui.........Peroambuco..... 6
Sol......... Olinda.......... 9
Norte....... Alagaa........ 9
Sal......... Santa P ....... 9
Europa.......Clyde............ 10
Europa...... Paragoaaf_____ 11
Ei ropa.......Wardswartb..... 16
Norte....... Brasil......... 17
Hu..........Trent........... U
Europa...... Cintra ......... 25
Eoropa...... Tamsr.......... 26
assignatura
Snl......... Peroambuco.
30
2
2
o
I
5
4
10
4
2
B
2
4
aa 12
as 5
grammas e oitenla centigrammas por hora, cor-
respondente a (20 graos inglezes.
4." Esse poder illurainantc ser verificado
em phetometro aberto queimando se o gaz no
mesmo bico que. o da illuminago publica, em
cada occasio.
S.-As experiencias pholometricas para a ve-
rificac/n do poder Iluminante, serao leilas to-
das as noites entre 6 e lu horas c os seus resul-
tados consignados pelo inspector da illuminagao
em livro especial e sob sua guarda De dez em
dez dias se addcionaro esses resultados para
fe conhecer o poder illuniinanle medio da d-
cada, incorrendo o contractante em multa, como
abaixo se estatu, sempre que a media da d-
cada, for inferior a doz velas, assiui como sem-
pre que a inedia de cada noile, tomada solada-
mente, for inferior a nove e oito decimos de
vela
6.A presso do gaz em qualquer ponto dos
encana i enlos pblicos jamis ser niaior de
vinte tnillimetros, nem menor de quatro roilli-
metros.
TITULO II
Dos bicos da illuminacao publica
7.*Dentro do prazo improrogavcl de doze
mena contados da dita da assignatura do con-
tracto, o contractante dever ler substituido to-
dos os actuaos bicos da illuminacao pubiiea por
bicos rasgados, calibre quatro e meio, munidos
de rlieometro hmido Giroud e eonsumindo cem
litros de gaz por hora com a presso de vinte
milfimelros. U.na tolerancia de 2 "/0, para
mais ou jiara menos, 6 concedida n'aquefle con-
sumo.
8. De fu'uro esse novo bico poder ser tam-
ben substituido por outro que se recoiihecamc-
llior. A substituido poder ser proposta pela
empreza, mediante approvayao do prefeito mu-
nicipal, ou ordenada por este, correndo em
qualquer caso as despezas por cenia d'aquella.
9.-Em quanto nao eslivtr completamente
feila a substituidlo de que trata a clausula 7.,
as experiencias pholometricas de que Irata a
clausula 4 se faro com o actual bico de illu-
minayo publica. Seim llianlenii'iile, si de fu-
turo se vicr a mudar o novo bico, por elle con-
tinuaro a ser feitas as experiencias pholome-
tricas, em quanto a nova f ubstituig. o nao esti-
ver completa para lodas as lantenias da illumi-
nacao publica.
TITULO III
Da fabrica, su.is dependencias, canalisaco e
lanternas publicas
10.O contractante produzira o gaz em urna
ou mais fabricas, comtantoque jamis nossa in-
vocar a unidade de fabrica para isenfar-se de
fonu'cer gaz onde Ihe for reclamado, tanto pelo
municipio como pelos particulares, dentro do
permetro da illuminacaopobca actuil e a rea
a a cr scentar. que ser marcada na placa que
elle (leve assignar por occasiao da
do contracto.
II.-O contractante maniera sempre a sua fa-
brica ou lubricas, gazometros e oflicinas em es-
tado de altender a todas as necessidades do ser-
vico da illuminacao publica ou particular ; lera
as bateras de forno que forem precisas, de
sorle a liaver sempre una balera, pelo menos,
de reserva ; empregar os apparellus mais mo-
dernos para a apuracao do gaz, continuando,
norem, sement com os actuaes em quanlo ellos
bastaren! e satisliierem as necessidades do ser-
vigo da destribuico ; mas os gazometros que
montar fra da Fabrica sero ligados a esta por
um conductor virgein, de sorle que, nem mesmo
durante o dia a regularidadc de emisso possa
ser perturbada pela operacao do tnchimento
desses gazometros ; tera todos os mais appare-
liios precisos para a regularidade do servico ;
mantera sempre a re.le de canalisaco pubiiea
e derivacoes al a porta dos consumidores em
bom estado e com os dimetros correspondentes
ao consumo.
12.0 contractante mantera todas as actuaes
lanternas da illuminacao publica e assentar
outras a medida que for autorisado.
As lanternas publicas se compocm de colum-
nas ou ai;.mielas de ferro fundido e da lanterna
propriamente dita.
As columnas c arandelas actuaes sero con-
servadas em quanto esliverem em bom estado,
sendo depois substituidas pelo contractante per
outras do typo que sei approvado pelo prefeito
municipal.
As columnas e arandell.is accrescidas sero
logo dD typo que o prefei o municipal adoptar.
as novas mas sse podero assentar lanter-
nas em columnas, e as ras estrellas, logo que
a municipalidade as alargar, as arandellas que
exislirem sero substituidas por cclumnas.
As actuaes lanternas propriamente ditas se-
ro, dentro do praso de tres anuos, contados da
dala da assignatura do conlracto, substituidas
pelo conlraelanlc por outras do typo actual da
cidade de Pars, isio lanternas com vidros
curvos e rellexos na parle superior.
As novas lanternas que se assentarcm sero
logo deste typo.
Todas as lanternas publicas sero sempre
mantidas cin perfeito estado de asscio e de pin-
tura e numeradas com algaliamos de metal pe-
lo nos vidros.
13.-Para a remoc&o das acta s lanlernas cu
collocago de outras preceder sempre ordera do
prefeito No caso de remoc&o correr a despeza
da remogo por conla do cofre municipal.
TITULO IV
Da illuminco e seu prego B
li.-En'ende-se fo: illuminacao publica sq-
mente a dos rombustores asscnles na via publi-
ca e prdins pblicos, cujo consumo corre por
conla do cofre municipal. Toda a mais illumi-
nacao. quer por conla do Estado ou do Munici-
pio, querpor eonta dos habitantes, se entender
por illuniinago particular, quer ella seja no in-
terior quer no exterior dos edilicios.
15.- Para a illuminacao publica, correr por
conta do contractante o roruecimento e o assen-
tamenlo dos combuslores, comprehendendo o
ramal, a columna ou arandella e a lanterna. e
bem assim a conservaeo c asseio desses orgos
e a operacao de accender e apagar, segundo um
horario que ser lixado pelo Poder Municipal
de accordo com o comprimento das noiles.
16.-Para a illuminago particular ter o con-
tractante o privilegio exclusivo para o lbrneci-
.nenlo, assenlamento e reparac&o do ramal ale o
medidor, correndo as despeas por conla do
consumidor, salvo as de assentamenlo, forneci-
mento do rama! e sua conservago, na extengao
dos dez primeiros metros contados do encana-
mento geral, de onde deve partir o ramal para
o consumidor, parte i ssa que ser a custa do
contractante. O precito Usar, de accordo com
o rontractanlc a tabella dos nregos para essas
obras por conta dos consumidores, devendo esla
tabella ser revista de cinco em cinco anuos.
17.O consumo na illuminago publica ser
eonlado na razo de cem litros de gaz por hora
de illuminago e por bico. Todo o mais con-
sumo ser marcado por medidores, Picando, po-
rem, livre. era casos especiaos, accordo cnlre o
contractanle e o consumidor para a conlagem
por bico.
18.-Ne hum medidor podera ser assento oir
reassenlado sem que primeiro tenba sido aferino
pela inspectora do gaz. Essa aferigo 6 gra-
tuita. .....
19.-0 gaz consumido na illuminago publica
ou particular ou em oulros miste-res contado-
corno cima li a dilo, ser pago ao contraclante
a razo de___ris por metro cubico, vigoran-
do esse prego at 3u de Junho de 1895; de ento-
em diante, porm, o prego ser determinado
por urna escala moiel, tendo por base o consu-
mo do anno precedente, pela forma que abaixo
se especifica :
20.-No correr do mez de Julho de cada anno
c pela primeira vez era 1893, o prefeilo far an-
nunciar o prego do metro cubico de gaz para o
respectivo anno, tendo em considerago o con-
sumo do anno precedente, como se segu:
a) Por cada quinhenlos mil metros cbicos ou
fraego de quinhentos mil metros cbicos de
mais que apreser.tar o consumo total do anno
anterior comparativamente ao anno de 1895,
far-se-ha um abatimento de 2 ris no prego do
gaz que houvt r de ser consumido no anno que
principiar e isso at chegar-se ao prego de 160
ris, oue ser o mnimo do metro cubico.
bj Entende-se por consumo somente o gaz
contado para pagamento.
c) O contraclante apresentar at o da 20 de
Junho de cada anno ao prefeito a estatistica do
consumo do anno anterior e o prefeito sempre
que o entender conveniente poder mandar ve-
rilicar a exactidao d'essa estatistica nos livros
da empresa.
d) Jamis o prego do gaz poder ser em qual-
quer anno superior ao do anno precedente quan-
do mesmo venha a liaver diminuico no consu-
mo total.
I
)
v"

GB18D
'


7
Diario d+, Pemamba^o Domingo 3 Je Setembro <*e 1893
ti.O gnz consumido nos edificios pblicos, collocados, o contractante devera rcmovel-osc
casas de caridade, escolas, e mais instituicoes assenlal-os onde Ihc Cor determinado, de accor-
de instrucc'io ou benelicencia sera sempre pago \ do com as mdicagOcs do prefeilo municipal e
com um abatimento de 30 (0 sobre o prego que medanle indeniiiisacfto da respectiva empieza
entao vigorar. 42.O contractante remover sua custa
22.-O consumo de gaz ser pago por mcz os scus er.canamenlos que se acharem em ter-
vencido, elTertuando-se esse pagamento at o' reno particular, se sobre ellcs se houver de
ultimo dia ulil do mcz seguinle. edilicar.
Na Calla de pagamento por parte do munici- 43.-Todos os pagamentos de que tratam
pi, vencer o debito juros a razo de 60 no | as clausulas desle contracto sero feitos inte-
primeiro nnno, 8 /. no segundo, O '/. no ter- gralmente rm moeda do pa z, sem atlencAo a
ceiro de demora, e assim seguidamente. Na'oscilado de cambio.
falla de pagamento por parle do consumidor I 44.-0 imposto de 1 "'> que teri de pa
particular, o ccntraclante tira o dircilo de cor- gar o contractante pela arrcmalacao do servi-
tar a co:r.munica< io do saz c s resttbelecel-a co, ser descontado das prestares mensaes que
quando a divida lhe Cor paga com os competen- {Ihc tiverem de ser pagas pelo consumo da Ilu-
tes juros a razao de 6 V. ao anno. Na falta do, minarlo publica,
pagamenio do inquilino re.-ponde o proprielario
do predio.
23 Os medidores serio do systema mtrico,
continundose, porem, a usar os que existi-
r! assenles na dala d este contracto,eos quun-
to esliveiTin em bom estado ou poderem ser
reparados O consumidor livre de comprar o
medidor a quem quizer, inclusive ao contra-
ctante, que ueste objeelo exercera sua indus-
tria em livre concurrencia com o mercado; nao
podera, porem, o medidor ser de um calibre su-
perior ao numero de bicos de gaz que houver
no predio, nem ser assenlado ou retirado por
oulrem, que nio o contiaclante.
24- -A cana.isaeo a partir do medidor e os
apparellio-; de illuminaeo correo] por conta dos
consumidores (salvo a da illuminacao publica)
e podeni ser vendidos e assenles por quem con-
Ter ao consumidor, inclusive o lontractantc,
que n'esse objeelo exercera sua industria libre-
mente
25. Os consumidores sro responsaveis pelo
pagamento do gsi entrado em suas casas e re-
gistrado pelos medidores, embora se perca por
deleito ou mo estado de scus apparelhos de
illuminacao ou na eanalisac&o alm do medidor.
M.Tanto 0 contractante como n consumidor
sempre que suspeitareni que o medidor tem dei-
zado de hein funecionar, lera o direilo de re-
clamar da inspectora um came no medidor,
eorrendo a despea por conta d'aquelladas duas
parles que reclamar o exame. Separa o exi-
me fot npccssario a retirada do medidor, um
outro ser provisoriamente inslallailo por conta
da parle reclamante, se por accordo entre ellas
nao se assentar em avahar o consumo no inte-
rim pelo numero de bicos. O medidor, sendo,
ama propriedade do consumidor, se do exame
reconhecer-sea Qccessidade de sua substituirn
a nova despeza correr por CJ&la do consumi-
dor.
27.-0 consumidor jamis poder impedir ao
contractan'c o iogresso at o medidor, lauto
pata a leiliira da mar.aco como para entretero
nivel d'agua nesso appareibo.
28. Tanto o contractante como o consumidor
sao respectivamente responsaveis peranle os
tribnnaes pela fraude que inioduzirem no me-
didor, caliendo a parle lesada accionar a outra
por perdas e dainos
29. O consumidor nao poder nem pcrmitti-
ra adaptar ao medidor apparello de nalureza
alguna com o carcter fixo, e qualquer appa-
reibo de se peero s ser adaptado canalisa-
c5o depois de passado o medidor.
TULLO V
Do contracto
30. O contracto geral para toda rea do
Municipio do Recite e vigorar por espacode 30
anuos condados da dala de sua assignatera.
A rea de que lala a presente clausula c toda
sujeiti decima urbana do municipio ou que
de futuro estiver rajeila a cesa dcima.
31.-Durante o praso do contradi o prefeilo
municipal nao podera nem conceder nem permit-
tir queoutros assenlem navia publica lubos para
conducc&o de gai de llumiunrio. Sos aerioa ou
subterrneos para transperte de clectricidadc
com applicaro a illumiiiaco publica ou parti-
cular, nem tubos, ffos ou cabo para transporte
de qualquer Coica que possa ser applicada il-
luminacao publica ou particular, dentro da re-
ferida rea, salvo accordo ainigavel com o con-
tractante.
32.A lodo lempo, na duracao do contracto,
quando o Poder Municipal quizer mudar a il-
fuminaco publica gaz, para illuminacao elc-
trica ou nutra qualquer, poder Cazel-o, dando
preferencia ae conducante ou na falta de ac-
cordo Cun elle para esse novo servico, indem-
nisaiido-u de seu material, inslallacao e lucros
cessaotes, segundo sentenca arbitral, a qual,
em caso algn poder fizar urna quantia infe-
rior ao capital inimoliilisado pela empresa,e
mais ilez por cenlo, se o fado se der antes de
passados os dez anuos da data do contracto;
se, porem, o laclo se der depois de passados
esses dez anuos, levaro os arbitros em conta o
tonino que faltar correr para a terininaco do
prazo do contracto, c a coasideraco de que ao
lindarse esse conlraclo a propriedi.de de todo
o material reverle ao municipio sem indemni-
sacio alguma.
33.- Huanle o prazo do contracto, o contrac-
tante devei ter scinprc em seus depsitos ou
no porto desta capital o carvo preciso para o
forneciineiiio de gaz de um trimestre e bem
assim un aprovisionamenlo de lubos para o
desenvolvimento e substituicfio na rede geral
publica, provavel em um trimestre. Com ante-
cedencia de seis mezes o prefeilo, municipal li-
xar essas quanlidades a vigorar em cada ex
ercicio.
34. Pcnlro do prazo de tres mezes da dala
da assignatura do contracto, o contractante de-
ver ter entrado para o cofre municipal com a
quantia de 994.9174528 rs. segundo o arbitra
ment fciloa pagar-sea actual companhia,sujei-
tando-se a realizar esse pagamento em ouro ao
cambio do dia, a razo de 27 pence por I00).
se por ventura se verificar que a actual com-
pan ia tem direilo, como allega, a lhe ser Coito
por cssa Corma aquelle pagamento, para as.-u-
mir o servico, so pena de licir sem efCeilo,
perdendo o contraclante o mesmo contracto e o
deposito de garanta.
36.Para lodos os effeilos do presente con-
tracto sao nicos competentes os tribunaes do
Estado de l'ernambuco.
TITULO VI
Da i n s pecc o
30. -A execuco do servico que faz o objec-
to do presente contracto, ser (iscalisada por
um inspector nomeado pelo preCeito municipal,
concorrendo o conlractanic com a quota animal
de I2:000000 para as despezas de liscalisaco
e honorario dessa inspeccio.
37. Todas as obras que o conlractanic hou-
ver de fazer, quer em augmento da catialisacao
publica, quema sua fabrica e dependencias se-
ro fiscal i id as pelo inspector, para que sejam
feitaa com a neceBsaria seguranca e proprie-
dade
38. Cabe, outrosim, aa inspector decidir
quaesquer questes que se suscitarem enlre a
crapreza e os particulares, quanto ao forneci-
mento de gaz c contas do consumo, licando li-
vre s partes recurso para os tribunaes.
39. No principio de cada trimestre o con-
tractante remetiera ao inspector urna lista do
pessoal de accendedores com as suas respecti-
vas residencias c designacic dos respectivos
dislrictos, em que funecionarcm. Qualquer al-
teraco nessa lista deve ter inmediatamente
communicada ao inspeclor.
TITULO VII
Disposices geraes
40.Pela nao execuco do prsenle contrac-
to, o contractante incorrer as seguintcs pena-
lidades :
a) Caducidade, se, como cima fica di lo, o
contractante nao houver a^sumido o servico c
pago a ndemnisacoa actual companhia dentro
do prazo de Ires mezes da dala do contracto.
bl Caducidade se por culpa sua licar a cidade
as escuras durante urna noite.
c) Mulla de 300 res por cada lanterna publica
que for encoutrada com falta de asseio ou com
luz amortecida.
d) Multa de 1*010 por cada lanlcrna publica
que for encontrada apagada noile, salvo se
provar lel-o sido por estranhos.
e) Multa de 1:0 ;<>*i'00 por cada dia de falla
do poder Iluminante e caducidade, se, urna vez
imposta a multa, o contractntc continuar em
falta durante quinzc dias consecutivos.
) Multa de 500*000 por cada infraegao da
clausula relativa prcsso do gaz, e caducida-
de se, imposta a multa, o contractante continuar
em Calta durante quinze dias consecutivos.
;) Multa de 5O0*0c0, e de 1:000*000 na rein-
encia, por Calta de cumprimanto de qualquer
outra disposigao do contracto nao especiheada
cima.
41.No caso de servirem de obstculo a
Secretaria da Prefeitura Municipal do Recife,
28 de Agosto de 1893.
Jouqu.m Jos Fe>rti*a da Rtchct,
Secretario.
Kdilal"
Decima Urbana
O Pretcito do Recita roscdn fseer p11-
i lie i a quem twatrf, q"e comeca no
cia 28 de Agesto do torrante anuo, co
Puco Municipal, daB 10 hnrts da mi?nh?.
s 2 da Urde, ""orante 30 dip.s nteis: o
recebimento sem multa, do 1 setnestie
vcr.cdo detto exerisicir, da dec:m> ur-
braa, rtlativj s er.Sf situi.c'ai ra Ir
j;u?7'S8 de AT"godos e P.90 da Pacella.
ScictariH da Prefeitura Muriaipal io
Beoife, 2r5 do Agosto de 1893.
secretario,
Joaqum Jos Ferre i-ecebed-ra (II Fs!a<1o de
Pernanibno
EDITAL S. 13
0 A m uLtrador ta R crbeJoria CiZ i u '( o p-rn cor hecut uto es Rfsptctioa
^o; trittti n'.es q-^, rt?ntro >ie trir.ta lias u'e:s im
;r..-o.'-.?! rio'adi* do Io da Srtemb'o proxi-
t 11, sera fT c;u da a lobrioc/i. bocea co cj
I e. io imiivtlo -'e 30 / 'ob e o valor kcativo
ios p:>ic3?;ec:irp! 1 a comoerciaea fora da cida-
d-, i> c C, ai(D*''o8 as freg zis oe Afogadcp,
rrea, Peco V..iz^a rr lat van n sol" se-
iutstr' o i-xorcico fm v ger '? 1893.
hectetor-n -'o B.'iado de P Dmo.co 29 de
Ago to a-i 1893.
O A'|rnnif||rar!or
Affonso d'Albuquerque Millo Jnior
O Dr. Praociano Altmo Oorrea de Arau-
1". Ju
de direiu
ira r.esta cp t 1
de orphiioa e auzce-
do Estado de Per
Dftmbueo em virtude ca !e.i, eti.
Ffc^o Bf>ber aoa q'ie o presente edith!
vir quero
ioer'8 :>r pos:s qvie. fendo se arrecadado
p-r esto Juioea requenreento d-> rea
pectivo Consol o cspo.io do finado s ib-
dito 'litro Angelo Bollen*, e?.o cbaran-
dos ra crecieres do dio fijado, p ra ro
piaua
-
30 di"b requertrem
parante re-
te 'ti.r> JniO o que f< r a b?m do b:ue
dire;t -i.', -r-m d^ so hcbilitarn a ao r^t i
qu-j ae vi. proco cr.
K p ra que cht&ue ao conhcciireDto
do t :- t a: :.~i passar o presante r ou-
tro de i, u 1 Ibior pr.ra pnb!:cur-sa pele.
nopreraa c affis&do ro lugar do coctum
I i.c!i> c p-arao n'csta cii e d> R-
Peraambuco,
tero
Aguato do
c L 11 p'.tal d> Ertt.do
aoa 3: d:sa do mcz de
de 1893.
Lu Gustavo A'lsti a Britto, escre-
\e ' Eu Lisia da V'e'ga Pessoa o subacrevi
F. AUino C. di Araujo.
BECLF.ACOES_____
Emprcza do Gnz
Para conlu'cimcnlo dos interessados
no novo conlraclo do illumiivicao gaz
d'esla cidade, para o qual foi aberta a
concurrencia por edilal do r. Prefei-
lo desle Manicipin de 28 de Agosto ul-
timo, a Empresa de Illuminagao a Gaz,
por seu gerente, abaixo assignado, de-
clara que esl de p o seu protesto de
17 de Fevcreiro de 1891, em todas as
parles, que nao foram modificadas
pelos termos do dito edital, o qual pro-
testo j foi publicado em todos os jor-
naes, em que foi publicado o anligo
edital do Govcnio do Estado, abrindo a
concurrencia, que foi annullada, c
do l' eoi seguinle :
\ empreza de illuminacao a gaz
seguintcs
desta cidade, por seu gerente, tendo
visto no Diario de Pernambuco de boje
a publicacao do cditalem que o Go-
vernador do Estado chama concurren-
tes para o novo contracto da illumina-
cao mediante as clausulas no mesmo
mencionadas, c devendo o novo con-
tractante entrar com a quantia de ris
994:917^528, como indemnisacao a
Empreza actual, vem pelo presente, e
para evitar duvii'as futuras, declarar
que nao acceila dita quantia como in-
demnisacao da sua propriedade, pelas
razos :
1.a Ter sido feila a avaliacao da
mesma Ilegal e irregularmente.
2.a Porque a quantia proveniente da
referida avaliacao est muilo ljngc de
novo coniraclanle, depois de devida-
mente avallados, conforme foi outr'ora
reconhecido e declarado pela propria
commisso avaliadora.
Para a resalva de todos os seus d-
reitos, por cuja inlegndade protesta e
representar o justo e real valor da sua
propriedade.
3.a Porque alm de ler sido feila a
avaliacao com antecedencia contraria a
expressa disposigao da clausula 13.a
do contracto, tomou-se por bjse da
mesma presos actuaes daquelle lempo
(que eram excessivamenle baixos) e
que boje, (2 annos depois) nao podpm
prevalecer.
4.* Porque a indemnisacao estipu-
lada no edilal nem mesmo a dada
pelo laudo do Exm. Dr. Thaumatur-
go (conlra a qual a Empreza tem re-
clamado constantemente) mas, muito
inferior.
No referido laudo de 18 de Marco
de 1889 pagina 14 declarou elle que
qualquer obra publica os tubos queYe"acharem os precos foram calculados ao cam-

bio de 27 d. accrescentando que se-
riam calculados mesmo a 14 d. se
fosse esse o cambio actual sendo
assim conforme elle o val za (a 27 d. MI 1,928. 4.'5.d
Declara entretanto o edital que o
novo contractante lera de pagar nao
aquella quantia mas a de reis.......
994.917^528 que representa ao cam-
bio actual de 19 d. somente 78,86i,
Gs Ia depreciando assirn o mes jo edi-
tal o valor dado por aquello laudo na
quantia de 33163. 18s (a 19
418:912^630 que augmentar miis
ainda seo camtio baixar.
Tendo j a Empreza no sentido ex-
poslo, protestado perante o Governa-
dor dcste Estad >, como consta do des-
pacho de 13 de Oulubro de 1890. que
admilti i o protesto que igualmente fui
fcito anleri rmente peranle o Juizo dos
Fi itos da Eazcnda, c deven 'o em lem-
po opporluno faz reitos contra quem de direilo for, de-
libcrou fazer a presento publicacao
para sciencia dos inleressados.
Recife, 17 de Fevereiro de 1891.
George Vindsor,
Gerente.
Alm disso a mesma Empreza cha-
ma a atlenc) dos interessados para o
seguinle :
Tendo-se discutido por occasiao de
ser ab rta aantigt concurrencia, se te-
na a Empreza direilo a receber a quan-
tia de 994:9171528 reis, (prego da ava-
liacao effecliiad i) somonte em m eda
nacional, qualquer que fosse o cambio
do dia, ou se essa quantia linha sido
calculada c mo proco dis (bras ao
cambio de 27 dinheiros por mil reis,
dovindo perianto ser paga em ouro
ou em moeda nacional ao cambio do
dia, o fondando-se os que sustenta-
ran! a primeira hypothesc no proprio
laudo do arbitro de empatador, Dr.
Gregorio Thandlargo de Azevedo, a
mesma Empreza, por seu Gerente abai-
xo assignado, oscreveu ao Dr. Thau-
maturgo, expon lo-lhc ; s duvidas que
se haviam suscitado sobre o seu laudo
c pcdindo-llic que houve-sc de ex-
plicado ou interpreal-o claramente c
de. modo a excluir qualquer duvida e
enlao leve do mesmo Sr. a seguinle
resposla :
Que a somma total da avaliacao
da empieza deve ser paga de con-
formidade com o cambio legal de
27 pence por 1.000 reis c as razoes
* justificativas disto se acham con-
signadas pagina 14 do laudo,
quando me refer aos ns. 64, 65,
t 67 e letras D G ele.
E accresccnta adianto o mesmo Sr.
Resolvido o 1. quesilo e consi-
dorando que o oapilal da empreza
foi levantado em ouro, em paiz es-
trengeiro, a indemnisacao deve ser
* feila na mesma especie, urna vez
que o conlraclo nao determinou ou-
Ira moeda,
Feila, pois, a avaliacao em moeda
brasileira, esta ser transformada
em ouro. tomando-?e por base o
cambio legal, e, urna vez determina-
do o numero de libras esterlinas
correspondente importancia, da
avaliacao, o resgatc ser feito em
ouro ou moeda nacional corrente, ao
cambio do da em que se effecluar
o pagamento.
Esta deciso conforme ao di-
rcito c ao beneficio da imporlaco
de capitaes estrangeiros ; sendo ul-
timamenlc confirmada pelo ministro
t da Industria, Viacao e Obras Pu-
blic ts do Brazil na i terprelacSo
dada a clausula 2.a do Decreto n.
1029 de 30 de Agoslo do anno
lindo,
Est portanto boje autnticamente
reconhecido o direilo da Empreza de
receber em ouro ou em moeda nacional
ao cambio do dia o preco da avaliacao
que foi feila ; e isto mesmo implci-
tamente admitlido pela clausula 34 do
novo Edital.
Finalmente ainda a mesma Empreza
declara que ha, matemos sobresalen-
tes, movis c oulros objectos, que
ainda nao foram avallados, os quaes
tambem deverao ser indemnisados pelo
para evitar questes futuras sao feilas
as prsenles declaragoes.
Recife 1. de Setembro de 1893.
Samuel Jones,
Gerente.
HOJE
THEATRO
SANTA ISABEL
TECSIA S ULTMA C0I7FEBSNCIA
SO PAR4 HOMBNS
Illustrada por urna grand; Lanlerna
Mgica
EXCLUSIVAMENTE SCI2NTIFIIK POPL\ R
E Kmpre com vnrladn Tiirm
PELO EXPLOADOR OR. J. BECHTiNGER
De passagem nesta cidade
Domingo, 3 de Setembro
A' 9 f/< horas da noli i
Ej'as confi*rfl'KHs a n-rrocOes ,1e oo carcter
mixtiera B8NSFICIO D") MKOIG'') B;PL1RA-
DOR, PROFS^SOR DR /. BECHTINGER uc
'uolmeiit- na ana 6.* VMeem a renr 'Ju ujuado,
qa' tem realiada onfi enciai fXiraor.1inariis,
ilaaifla?, em Santi Cattiiriua (D-atero); Pi
'ana (Cantiba) e Pa^an-igu em beniiiia Jas
vioiima* do apor naofragado SOLl S leen
taubom dadodua* grandes co fereDCias il'a--
rad-s oom eotrad.i fran"-a no THEATRO
SaNTa HABSL, te pernutte convidar o y ra
(ico povo de Perraouco a esta e'.ryor5iQaria
roDerencia, dos qae p-e'ende depois de tireve
ti mora ir a Capital F al. p r. codo sr seos
do's Hlboa oo Seminario do < Ro CojDpndo, e
Tol'a no mesmo vapor.
Companhia Agrcola e M r-
caDtil de Perna/ubuco
Chamada de capital
Os Srs. accionistas 1S0 co:,v:d&dca
realisar umf entrada de 10 |0 do cepital
subscripto, ou 200C0 por cada acgSo, a
contar de 17 de Agosto al 7 do Satem-
b.-o, em coSo do Sr. Toesoureiro, naase
i-' ata companhia a ra do Apello n. 28
l. andar.
Manoel Joao de Amor m,
Pie$idente.
Recife, 16 de Agosto de 893
(opjpaohia Agricla e Heranlil
de PeiBamkco
Segundo dividecdo
S3o coi.7dbdcs os Srs. accin;p,fas a
receber o 2. dividendo re 40 j3 stbre o
capital realisado, ou de 10$000 p r cada
Bccao, do dia 17 do cerrenie at 17 de
Setembro,. na sede dttti companhia, ra
do Apollo d. 28 1. andar, de rneio dia
as 2 horas da carde.
Recife, 16 de Agosto ce 1893.
Manoel Joao de morim,
Secretario.
Club Carlos Gomes
15anr7crfario
Tenoe?te club rpfohilj EoUnicisar o anni-
vtrsano de sua iostallac&o no nia 7 de Ssies bro
pcximo viudeuro, com uii sarao d^ncjaDie,
coavido aos senhores soclo3 a frocu-arem s o?
ingresaos 0' Eie social tortas as niot'-s, prcv?
tila o os de qae f6 se facltalo enerada & \a> 1-
les que estiverem quitc-s de 8U'S menaliaade.'.
Secretaria do Club Carlos Gome*, em 30 de
Agosto de 1893.
O l* sec.vtirlo
Tiburcio A. da Oliveira.
A. GJ. do Giv. Arcfa.*. do
Univ.-.
Ba en.'. Loj.-. Cap.-. Cavaeiros da
Croa
S.\ s.-. S/.
D ordfm do nosso Refp.-. Ir.-. Ven.-, e por
(teisio de nueso Bencm Quad.-. c rniraoico
a tod03 os nosfos CC.' llr.-., qo- em 3 de Se-
tembro, domingo prximo, rtMi-a a no?fa Off-.
oni'i Sjs.-. Magn.-. de Ioic.-. e Filiac.--, para
reja afsisteDC'.a convido a ccmpsreccrfm em
nossa Se.-. .--11 horas na rtanb d'esse Oa, o
que torno extensivo s BBes.-. LLoj.*. d'esla
l)m.' seosObe.-. e rtemais MMac.-. avulsos.
Or.-. do Recife em 30 de Adopto do 1893.
M. Marlin^ gr.-. 18 Spcrn .
Gompach a Exploradora de
Productos Calcreos
N) escrioterio desta B mpaohi-i ao caes do
Apollo o. 73, acbam se a disposico ''os serbo-
res accionistas os batneos, cuotas, lista (ios
a'-cooistas, indica^fies das lrantfereu:ias das
ac^es e mais docemfuios i onc mentes aj
tauu social, ndo em 3 de Junbo prximo pas-
sado, de conformidade com o que determina a
le -'iHi sociedades ann v ras.
flecife, 16 de A},-o?io de 1893.
Rj'rigo Carva'ho
Secretario i.terioo.
Companhia Ag'icola e Mer-
ca itil de PerDambuco
SJo convidados os possnidores'de obrlga6es
cre'e-enciaea dMi lompaobia vlrem receber
no escriptorio ama do Apollo n. t8, primeiro
aodr-, do dia 1 i 50 de etembro, de meto dia
Ss hoaa da tarde, os juroi de 6 O/o ao anno,
co'feupend -nte ao semestre a vencer-sc.
Recife, 18 de Agosto de IP93.
Manoel Joao de Amorim
______________________Presidente._________
Banco de crdito real
de Pernambuco
Chamada de capital
Os S's. accionistas sao convidados, nos termos
do irt 8' o.> estatutos, a realisar al o da 10
de Swembro prximo futuro, na i rui do Bom Jeeps o.S6, ama entrada de lu
i /o do valor nomiaI de suas aeces oo 20/000
por a cao.
Hesse acto, dererlo exhibir as suas cautellas,
para ser averiada a respectiva eotrada.
Recife, 9 de Agosto de 1893.
Loli Doprat
Director secretarlo.
Sociedade
Auxiliadora ^a Agrcllura
Assembls geral
No dia terca fetra 5 de S te^ibro, na ede so
ctal. ter loear a 1 hora da tarde, a conticoacSo
da s s ao da assembla geral adiaJa no da 22
io correte, podendo s nella temar parte alem
jossjoos, io03 os senhores rgriculto.es que
.crtignarem do comparecer.
Recife, 31 de Agoslo de 18/3,
Horlque Augusto Met
Gerenit.
lfcodega de Pernaniboco
Tabella pe.'a qu 1 tem de se regular os paga
mente-s do da 1 de Selemoro im diacte
1- da til
Alfardega, exercito, eeg.'nheiros da? rslrad.s
Je ferro e de engenhos centraes, foja naval,
Pacoldado de '. licito e Guarda Mona
2- dia til
Jorticja Federal, repaiticio da aaft-Je do porto,
aposentados, capatazia e offl :iaeu reformados.
3- dia un
Iaepectorla dos portos maritimos, magistrados
em dispoDibihdade o peosionistas.
4 dia til
Arsenal de Guerra, consigncoes, colonisgc&o
de trras, ccogroas e pessoal da S.
5- dia ntil
Arsenal de Usrinha, prscas reformadas e oo
iros psfameotos raoesppcihVi'dcs.
OBSERVACOSS
cOs pagamenos deo effeciuados nos das iodi
cados, teio loiar do 6- dra ulil a'. o da 27 de
da mez.
Os pagamentos terminarao s 2 1;2 horas da
tarde, salvo caso urgente a juizo desta inspec
loria.
Alfaodega do Bstado de Pernambuco, 22 de
Agosto de 1S93.
O iosperlor
A!ex80dre de Soma P. d Cum._
C. C. 33
Club carnavales-o 33
Seisao de assembla feral
De ordem do Sr. presldeote e da accordo com
o cap. 3- art. 23 e 9- de oossos estatutos, con-
vido os senhores socios a romparecerem oa fle
social sita roa Barao *a Victoria o 43 (eonada
pela roa das Flores o 24) a 1 horada tarde do
dia 3 de Setembrs prximo foturo.
Secretarla do club carnavalesco 33, em 31 ce
Agoato de 1893.
O secretarlo
M. J. B.rroe.
HIPPODROMO
XDO
WU'


w
9 "*
-^

i '
QUE SE RE ALISA R \' JSO
Dia 3 de Setembro de
Juiz da partidaO Sr. Francisco Anto.ro Bra&dao Ca
valcante
Nomet
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I*eSJo
IS'aKra-
lide
Cor da vcnll.
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l?riir:-'>-.t*4a
l. PareoPaula :.< pe l.fCO n piresAnim-s de -ctmbu. c. Preicloi: IZ iQS&a
1., 50*100 lo c 25*000 bL
lo
Ouro Preto.
Roio.......
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Altivo.....
Preto........
Gaatanho. ..
Rodado.....
Gastacho___
Biio........
Pernrmb.
Rodado......
Alazii.....
Rio.......
Castar^ho
50
50
50
10
50
50
50
50
50
0
Ouro e rr.'.!:..
Azul c- encvrotdi

Bocaroado......
Ouro e preto....
Azul e braceo....
Grcoat e azul...
Azul e ouro....
Azul e ouro... .
... Cond. Per?V2a.
. Osear.
Cond PalatMvaMV
... D. JjSo .' : :, -a.
.. M. S. b-
..i Olive
. JE. Ferrtn.
,.. Cj C:rir.
A. P. c
.. Coud. ProWKMM.
2.* Pareo-Pires Fr.seca-1 200 met-oAnimaos de Pirna-Tbu^o. Premios: 2S0*tOi
ao l., 50*0.0 to 2. e 25*000 ao 3
P-rata.......
Ailj Siopper.
Goiosso......
T-pyf.......
Preto.......
R majo......
Pernamh..
50
PO
50
50
Ea;arn. e bcoet preto X?. r lu i C.
Campos
Ccod. crf4ri.
Encarna io.......... U. P. :.
Verde e amarello.....
.\7iil e ojro..........
3.* Pi.rccDr. louo Fiiieca -1.450 oselrosHANDCAP-Vulmaes de P-.:
mos : 250/C00 te !.?, 70/000 so 2.' c L'L^COO ai .
? :
HPy^meo.....
2;Maunty.....
3iPiramon......
I flagneoote...
5-Talicier.. .
Zaino....
Gas'ano

Pre'o.....
Baio.....
Pi-rn.-.ma..
54 Ouro c nreto........ .)k. y. <[: i. j::.~. [A. A. FTejaea. .j'Ioud. B .". V J. N. de Sw-1 r m
5^ Grenat e arul.......
58 Am.relio e braneo...
!>) R,-xo e tmarello ....
48
4. PareoDr. Afmetda Cunda-8o0 uie'ro Aol.naes de Pernambuco. P ... : 2i;;*0,>i
0 1., bi)0.0 aj i." e 5/O00 ao 3.*
1 Archiv.u ... 5 Preto....... Pprnarrb.. 51
1 Piris....... 5 a 51
3 Rio G ande.. 5 Red..jo...... c 51
4 Ally Stopptr. 5 C * 51
0 Uoit-seo... . i a 33
Encarnado..........
booot preto....
Azul, eacarn e ouro.
\V de amrello. ..
Azul e ouro..........
H. J. M. Jeroiic.
Usgalhi
a. P. U. foasaa.
; cdi
Ccud. Crc
5. PareeAnlero de VaweMiceilo*-1.3'-0 metrosAolmaes de Percainiuc.;-. i/re-
mos : 350*000 to l., 70*000 ao 2.- e 5*000 ao 3..
Pyraupo ..
ludo e.......
Dublim.....
Pipmeu.....
Ida.........
Tordilho.
Baio......
Ruda lo..
Zaino-----
RJat.o..
c ns ^ ).
50
50
50
50
48
Pfftc i rosa.........
Veide t amarello
Ver c e enhorna !c...
Ou-o e preto.......
A.ui e imrc:.........
A. Si!
J. Sera
Azoved i '.
\. M. /....
Gcud. Cu
6.* Prrc.c Cxtld;:* Pf Iba1.150 metrosArlmues de Perr.amt Cv. Pl l! i
ao l., 50*000 ao i." t 25GO0 ."
Malaio.......
Nicibeiy ..
Tapir......
Rit-G-'acde...
Masc tie------
Oehpota ..,.
5 B.io........ P^roam.^.. EO
5 Casta Gbo.... SO
5 oiladj...... > :o
B * 50
5 Castaaho .... 50
5 t 50
v b i aa arello
Roso e pardo........
Encarnado...........
Encara. ast>! e ocre
Azul e coro.....
J. Mj
A. A. P. 7 ca
.a. I*. ;
W. P. i.
Cond '
jCottd. CtBi

7. Paree Dr. Joo d.->i llvelr&-9O0 metros.Animaea de P oO*00U ao 1, 50*t00 ao l.' e 25*000 ao 3."
Tudo .
MCUrO...
Talicier..
Ida____
Baio-----
Alazao .
Baio....
Roaauo.
Pcraari.b.
Ifi
51
El
53
Amarellu e verde.
Azul e ouro.....
Amari-llo e r o
Azul e i.ao.....
1. HutiKK
Coila KourSSHK.
I. N. da n
Crad. Crw
8. Tareoliivino de CnrTa'ho"00 metrosAn'mses de Pernambutoque til i-sAaai
ganb nos pr*dcs do H;c;!e. Preai.8: 20000 ao 1., I :**.*
e23*0C0 ao3.
Toulon .. .
Ved a ....
Seductor...
tfaaeoue___
Uouriscjco.
Tqj T.m...
Rsdario..
R-silhj...
Redado...
Casi^.nlio.
Rodado..,
Alezaj ..
Pernamb.. 51
a 51
48
51
* 51
a 51
Verde e amarello...
Enrrrrado e ara!...
Azul t euro........
i::c;.rrjadGe btanec.
Aojarciio e rxo.....
Dr. J. C. i ?. Ulil i
J. Casi o.
Vctor f. n lata.
COUd. S0B'"iCSJ.
*
A. Silva.
Eqj portinholas especaos ter lugar a venida
e o pagamento de QUINTOS de pouledc L\
O preco de cada qu uto ser de Ij^OOO.
No calculo de ralcio nao scrao pagas as frac-
coes inferiores a i 00 reis.
Fica exlinclo o lugar de Juiz do conlirmacao.
Todas as reso.'ucOcs (ornadas pelas associacoes hippicas d'csta cas24.flia-
nuam em pleno vigor.
S icro iugresso na casa das apostas as direclorias das assuctagitt ceage-
neres. aucloridades em servico, juizes de partida, cheg.ula c pesagem,
Esta resoluco seta observada seja para quem for.
Os carios de criados s darlo ingreso pelo portan do eosiufltalt.
Os jockey* s lero ir.gresso pelo porlao do eiishaiiiciH.o-
0 horario ser restrictamente observado.
Os animaea irecriptea no primeiro pareo deverSo estar no e.naiilazsia tt.
9 e 12 horas da manbS.
Os forfaits sero tecebidos al sabbado 2 do correlo s 3 israsi
larde na Secretaria do Hippodrmo.
Secretaria do Uippodromo, 30 do Agoslo de 1S93.
O secretario,
Augusto Silva.
Companhia manufactura de
phosphorjs

Sao con idados os erjhores fob?criptores a
realiearem na casa des Srs. Frat a Bocha & C ,
roa da Madre de Oeus n. 18. ot 6 de Setem-
bro p'cxirco vindouro, a prirxeira p-e?.t?co da
qnaula subscripta, na razao de 15 O/o co 30*
por aejao.
Heci'e, 23 de Agoslo de 18-3.
O lacorporador
HerbeM J Permin.
S. Ji. J.
Sociedade Recreiiva n
vcalude
Sarao bimestral e seseSo de pofse
ScienliQ o aos senhores sacios que esl desig
nado o sarao bime-tral pspsfSo de. posse dos
cotos conse bos elecs em 27 do corrente para
& nonlede 10 ds Se timbro proximj.
A eedsao de pofsa tea leger asTassdk
Doote. em legcida fera comrco y t5> tet-
taote.
Secretaria do c.nselbo Fioieleanx, 3fr
de Atosto de 189J.
A. Cott.
__________2- rece.'ift-_______
Corapanliia
Usina Uansan^ao 'JeSJ-
nimb
De ordem da directora, convido m
accionistas desta companhia a realiatsai
preft-gao de !0 0/j do capital shbst^I
20* pur argo at o dia 15 de Sttea*! |
mo, no Banco de Pernamboco, imfe
mercio n 10.
Becife, 14 de Agosto de 1893.
6. C.Gai
Director secretu.

I ifGtva i
\ 'r
Ji


6
Diario de Pernambuco Domingo 3 de Setembro de 1893
NAMBMANO
PROJBCTO DE NSCRIPCO
Para a 4.a corrida que se realizar no da
10 de Setembro de 1893
1 o
PA.REO- Coasolaco 800 metros. Animaes de Pernambuco que nSo te-
cham cbtido el. saifijagSo nos pral s do Recite, at o dia do encerra-
mento di inscripcSo premios : 250)9000 ao primeiro, 50fJ0O0 ao se
gundo e 25(5000 ao terceiro.
2." PAREO-loernaclonal 1.000 metros Stetple Chase Aoimaes de
Pernambuco PBBMI08 : 400j$000 ao primeiro, 80$-00 ao segando e
405COO ao terceiro.
3. PAREO Grande Premio Rnzll-1800 metrosHandcap Animaos de
qutlquer paia premios s 1:0000000 ao primeiro, 400(J000 ao le-
gando e 200)5000 o terceiro.
4. PARE!-Derby-tiab de Pernambaeo 1.100 metros. Animaos
de Peraambuco. premios : 25U#UUJ ao primeiro, 50)5000 ao segando
e 25)5000 ao terceiro
5. PAREO llippodromo do Campo Grande 1.000 metros. Ani-
maes de Pernambuco. premios : 2500000 ao primeiro, cOJOOO ao
segur do e 255000 ao terceiro.
6. PAREOTurf Pernambucano1.200 metros. Animaes de Pernambaeo
premios : 2500000 ao primeiro, 50/JoOO ao segando e 25)5000 ao
terceiro.
7. PAREO- Imprensa 1.100 metros. Animaes de Pernambuco. pre-
mios: 259*000 ao primeiro, 50)5000 ao segundo e 25)5000 ao ter-
ceiro.
8. PAREO -Progresso 1.100 (metros Animaes de Peroambnco. pre-
mios: 25O0COO ao primeiro, 5C)5000 ao segundo e 25)5000 ao
terceiro.
Observacoes
De acord com o art. 5." do cdigo de corridas nSo poderlo ser inscriptos
^u erco C\.r.sihc3o o animal Timtim, do p reo Derby-Ciub ob Begointes Piramon,
Pia'-lo e II iguooote, no pareo Hippodromo do Campa Grande os mesmos do
' y Mub e mus Tigiea Pirylampo, lia, Dublio, Marajguape, Berlim,
Tu le 8 lloaro, na ,areo Turf Pcrnambucano os uio.-mcB do pareo Hip odromo e
ireo 2.*, Traquino, TaRcur, San^-Souci, Talispher, Bocacio, Vermuth, no
I iesmes do puioo do Turf Peinaiubucano e rrais Pontable, Trium-
N. heroy, E U, Al'y-Stoper, Fiuatia, Tapi-, SceptuiB'no e Ruy-Blas,
.* r ;;. i c 3 -nioaes do pareo InipreGsa e inris Alababa, Conor
._ Aiwlii'. R'.o Qrand.-, 'JJosbo, D-epo"a,T-jpy e Tupy 2o.
; e Deiby C.-b, ii ppodruaio o -i-fljpj Orand**, Turf Poruambucno,

; turaJ victoria.
; ,! Bisi a vk 2.- t5o po. l.;-. :r i. oripio coa poicos do animnes ue
P
.do Gia. .u u. l, sem q ie se iacrevm

'
I prstanos <..i teut .-, t entrada 200*5''CO.
peso dolL.iidoi.pCota na topetara a diBpi.a-.yao ; Be ha terca .>_..<. de b lioto, ae G boraa a tard;

. !. i
d I
tfera u-'-.u -. uo a ra ti- i p&ratris n. 26 1
3 ;rctaria o Piado Pernamboo no o. Ag lo d* 1893
SERV1&DO E ^LJRETAUIO,
, -. .r.
- ------------- i
L..
,.
i




na
-
ao
i
de P
S.
e
f \ -- >
^..e, x^nt->r>io Fr.uoisco Lou-
^ .o o u 'Jotojj-ebia Ii-djri 1 c com-
i de i..^, sando sajio cuam n
ditarioi o dona ultini 3, paia o com-
de .i^uoj da c j 6 outros .'r cos,
apeiiiais, licoies, geneDi^B, cognacs, mas-
s- a do tou.&te, icc.a cc calda s mub
I productos que pcasam piej>ari.r em suao
.. .c iu Oanda, tu.. 2 di DtStu.-
i,. o neata ti^uu na d Aumra a.
A. uu o Copitbi tie 100;COC$..J,
\
Of,nfo2;o C- >ta ci ira-
o
i apitoi c.maicLu.t rio do r-
ferro
con ciria da
do
lab
crp ?ga-
d......
s C8a('ocs ca
lee.do ^csadata
.,'.,, uiunie<
r ;criptor!o /'o v>?p(v
rndcnc'a, 2 de Se-
nbrode 1893.
yrddo) J. W. Mann,
Fnperiii(endcii(c in-
terino.
ThcBorro do Estado
De ordem do Ilim. Sr. Dr. i. speetor
'i'hescuro do Est-do do Pern-mbaco
' 5 bcu que no dia 4 do correte
testa Repar'Jcfio os venci-
mei t"s do mea de Ag eto ais ceprega
R c bedoiia, Ioatraoflo Pub'.ic.,
.L iotlmea, Junta Cviarueici.il e Junta
[ygieoe.
TiitK-.uuria da TLesouro do Estado, de
'vri.6iui>UwC>, 2 de tttembro de 1893.
O eacrivoda despeap,
Alfredo G:bson.
Austria i Lloyds Steam Na-
Company
tMedae? chegsdo
MARTIMOS
is?El Meil Sien Pactsl
O paquete
Magdalena
Commandante H. C. Rigaud
TeDdo bsJd! 1o de Lisboa no
dia 28 de Agosto s 8 horas
da noite aqu esperado
7 at o da 8 de So embro
segnindo depoi da demora
necessaria para
Macei, Babia, Rio de Janeiro, Montevideo
e Buenos-Ajres
Para carga, passageos eacommeodas e di*
neiro a frete : trata-ae com os AGENTES.
O paquete Glyde
Commandante J. D. Spooner
E' esperado dos
portos do sol at
odia lO de Se-
tembro segolod
depols da demora
oeceeaaria para
Lisboa, vigo e oai\amn N. B.Previae-se aos Srs. recebedores de
mercadorlae, qae a Compaobia Mala Real Ingle-
sa, coDtractoo com aGeneral Steam Narigatton
Compaoyom servicode vapores semaoaesqoe,
par lindo de Bonleaox,' ognac, Gharent, etc, de-
vem cegar a Sootbampton a lempo de balde;.
rem as cargas destinadas America do Sol,
para os vapores desta compaobia.
ReduccSo nos precos das paasagens
lAa Ua volta
A Lisboa 1* classe t V) i 30
A'Soatbampton i' clase S8 a 42
Camarotes reservados para ob pasaagoiros ce
Pernambaeo.
Para paseagt ns, (retes, eocommendaa, ;rata-s<
com os
AGENTES
4morim Irraos & C.
y.. 3Rna do H< m TesesN. 3
Coirpanhia KoL>. M, Stoauns Line
Vapor Capua
E' esperado de Nw-Yjik at
dia 4 e Seiemr pois da demora do costume
.ar
Rio de Jneiroe Santos
Para carpa, passsgens, eacomme.iijas e dinbei
ro a frete trata-se com o
AGENTi-S
e.fira Csmeiro &; C.
6-liUA DO C3MMERC10-6
1. an Aos Srs. carregadores pe irnos a eoa atteocao
para a clausula 10* dos cunbeciuientg qae:
No caso de baver i lgama reclamacao contra a
coajp.nhia, por avaria ou perda, deve ser (ea
por ercrpio ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de fiaali-
aada.
NSo procedendo esta formali^nde. acomp:-
nbia tica iseota de toda a respon.abilidade.
Para passag ns, fretes e eocomuenda tra-
ta-se com os
AGENTES
Pereira Carntiro & C.
6Ba ao Co #*"cto -6
Io andar
Mala Beal Portugaeza
O paquete Tungue
E' esperado rio
sula 6 o dia 1?
de S-tembro se-
gnindo depois de
pequea demora para
S. Vicente, Lisboa e Antuer-
pia
Para carga, paseageo?, encommendas e di-
nbeiro a frete, trata-se com os
AGITES
Pereira Garie.ro C.
6 RA DO COMMERCIO -
1 andar
Safa de jait r
1 riquiesim i guarda loo^a envidraesdo,
1 importante mesa oval com 6 t^boas, 2
a?ardor s ojipe-ra, 1 rulogio de pa
rede, i2 admiras de junco, 1 quartinbei-
ra de columna, 4 qi alros, 4 et^geres, 4
jrros, 1 cinoi::ro belga de suspenco 1
apparelho de porcelana para almcco, l
dito de dito para jan a-, garrafas par
vicho, copos, clices, tayas, compottias,
fructeirts, centro para mesa, todo de
fi .o cryst.1, galbeteirop, licoreiros, tele
tele, geladeira, facas, co liares, bandejas
fin s de cSiarao, toalbas e guard. nupos de
linho e 4 pt^s de crotoss.
Cotioha
1 mesa de tbesoura, escadas, jarras,
bacas, mrinho, trem de cosinba e rrui o-
outros objectos do aso domestico.
O agente GusmSo, autorisado pilo Jllm.
Sr. Franci&co Tondela, que tendo de mu
dar se fai leillo dos moveia teima, os
quaes sao completamente noros e de mni-
to gesto.
.EIL0ES
Agente Pestaa
Leilo
Do sobrad? de un, andar e aotSo a roa
de Santo Amaro n. 16 edificado e a solo
proprio e rendendo 45J0Q0 mensaes livra
e desembarcado de qualquer onus.
Ter^a-feira 5 do corrente
A's 42 hm m ponto
No armazem a travess i do Corpo
Sanio n. 27
O agente Pestaa vender o cxcecste
sobrado cima mencionado ne dia e bcra
cima annunciado e a quem mais der.
A ge ii te
Leilo
De 3 bons cavailos de sella todos andado-
res sem tchaquo? sendo 1 sellado e ei>
fieiado.
5 do
c^rerte
uta
vigatioo
Dr auetrirco
O vtp
aqui lg d:a 24 de Agosto com proceden-
cia 6 Trieste, foi intimado por ordem
gnper .', a *?gl'r PBra a Pha Grande, a
ait> qur-ntena ; a sua *c.rga dcBCtrre-
gan* no Rio ser reembaic d pira este
porlo co vapor clttt.ba, o para aaer fi-
ce s despesaa extraordinaiiaa recebemos
ordeos da c rapar.bi-j para cobrer dos re
Cebedorca um exceeso de frete na raaSo
de 11500 por cada barrica de forinha, e
de 33 1(3 ; para a demais carga calcu
lado sobre o frete do cochecimento pri-
mitivo.
. Becife, 2 de Setembro de 1893.
Renry Portier & C.
Ageatee.
N. 8 Boa do Commercio
Junta Comiiierc!al
Pela Secretaria da Juota Commercial
do Bcife se fai constar qae, no periodo
de 76 a 31 de Agos o findo foram arebi*
vadea os documentos aegaintes.
Conlratoa : De Candido Catvalho No-
el, Antonio Madeira, Aagaato Maia,
i 0 *00 ,"aob a firma do Mdcira & O.
Y) L>. M.rl.. uo Jeirua Das, fiava de
J Diaa dc Andrade, Folippe Goa-
9 Ivea Maia o A'i Naves odrade,
p ---. c veiid merca orias na-
cirn.ea e estrangeirai tui g.-o8&o e a re-
i nesf c.d..iL ra do Livrameitj
-. ??, com o capital de 134:365$ 123 e
eob a firma d A drade, : ia & 0
De JjSj Walfrer*o do Mjde.ros, Julio
Se rique da Silva. Cicutas de -tfedeiros,
...co db hvroa, pap-laria, e
Cutres q r ] r negooioa c,u convenbam
n ocedade Les*a cidade ra Io de
M r$; n. 9, cam o capital de 47:67t S218 ;
:- f ,s, S.lva & C.
Foram reg str ida aa segu tes firmas
e cjmmerc ac : Ai drade Maia & 0.,
H Jciros > S: atara da Ju.t. Commecci! do Ro
cif-j, 1 de Sotembro da lb93.
O aeoreUro,
Jo quii Jheotomo Soares de Avellar
Municipio e Ip juca
Pola pr^f llura desta mu.i.cipio a5o co-
vi- ad'js os con-nb.a-.es do3 impostes so
bre engenhos e uioaa, .irem, no praso
i: 30 diaa a cjntt.- Ja pr^sete data, pa-
gar a primti a prest ao do referido im-
posto, eob pena de iiiea ser cobrado judi-
cialmente-
P, J .itura de M Bopio do Ipojuca, aos
1) de Agotto de 1833.
O sub-pree to g ezercicio,
Gervasio Jo da Costa.
Irmandade do Divino Espi-
rito Santo do Recife
Ccnselho fiscal
De conformidade cem o art. 69 do nosao com-
premisso, convido a todos os carlssimos lrmo3
ex-jalaea a comparecerem no consistorio de
r.ofsa igreja domingo 3 do corrate, b 11 horas
do da, .lien de em seeeao extraordinaria do
coaselbo fiscal tomarem conbtcimeato da vaga
exi8lenie na mesa rese^ora.
Coasistorii), Ia de Setembro de 1893.
O proonrai'or geral
Domingos Jos Avila.
Oompanhia
DE
Drogas e prodeuctos
chimicos
Annembla feral
NSo se trndo reunido numero legal de accio-
otEtag paa conf>iituir aesemb 6i geral, convoca-
da para o da 28 do corrente mez, sao de novo
coDvidados a comparecerem no dia 4 de Se:ex-
bro ao meio dia, no escriptorio da compaobia,
ro?. Ma-qoez de Olinda n. Si, devendo a reaoiao
ter lagar com coa'q'ier qae seja o numero de
accionistas presentes, na forma da le.
A referida <.-. i mblea tem por flm lomar con!a
da gesiao dos negocios da compaobia, dsrante o
anno social prximo paseado, deliberar sobre
qaalqoer assumpto de interesse para a compa-
obia e eleger a commiseSo fiscal.
Recife, 29 de Agosto de 1893.
0 i oretario
Graclliano 0. da C. Martin?.
OflABLCEURS RNIS
(o punhia Fracceza
DE
X^Tegs^ao a vapor
Linta regalar eotre o Havre, Lisboa,
Per ambaco, Beb, Rio de Janeiro e
Sarto3
Vapor Santa Fe
Ce m:r andante Pacchvra
E' esoarado dos portos da Eu-
7^.>y ropa a o d:a 1 ae Setembro
i oinao depcis da ceaora in
d ipenatvel para
ESahia, io de auociro e Sauios
ESTE VaPOR ENTRARA' NO
PORTO
Rogl-se uos Srs imporladores do carga pelos
vapores desta hnba, queiram apesenlar dentro
de 6 diaa, acornar do da descarga das alvaren
gas qualQ^r reciamac.&o concernente a volumes
que porventnra teobam seuido para 03 portos
lo euI. am (le ae pod r^.m dar a lempo as pro-
videncias rce?earas.
Expirndo o refxrido prazo a cempannia nSo se
reponstbi^a por extravos.
Re ebt carga, ercomra^nd'.B passageiros para
os qcaes tem excelleotes accommoJases.
Para carga, psssagens, en''ommen3a3
nheiro a frete trau se com o
AQ.-.NTE
Anguste Labille
9RA DO COMMERCIO9
2J{rd BriZilciro
PORTOS DO NORTE
O paquete
Pernambuco
Commandante R. Ripper
E' enerado dos portos do
norte al o ca & de Be-
tea bra fcgoindo depois
ta demora do costimepara
tfacoi. Bahia, Espirito-Suto e Rio de
Janeiro
Recebe oa'ga a baldear no Rio de Janeiro para
Santos, anana, Igeapo, Paranago, Autonina,
S. Francisco, Iisjaby. Santa Catbarina, Rio Gran-
de do Sul, Pelotas e Porto Alegre.
As enrnro endas sero receidas i t 1 bora
da tarde do dia da sabida, no trapicbe Baibosa
oo lfrgo do Cepo Santo a. 11.
Para carga, pasdgen- encommendas e di-
iheiro a frete irata-se Soca AGcNTES.
PORTOS DO NORTE
O paquete Olinda
Commandante o capitao de fragata Gui-
lherme Waddington
E' esperado dos portos do norte
at o dia 18 de Seiembro.se-
guindo depois da demora ne
cessaria para
Macei, Babia, Espirito Santo e Rio de Ja-
neiro
Recebe carga a baldear no Rio de Janeiro,
para Santos, Canana, Iguape, Parangu, Ai-
tonina, S. Francisco, Itajaiy, Santa Catbarina,
Jlo Grande, Pelotas e Porto Alegre.
As encommendas serSo recebidas al 1 bora
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa,
no largo do Corpo Santo o. 11.
Para -:arga, paasagens, encommendas e valo
r 8, trata se com os AGENTES.
PORTOS~DO SUL
O paquete Brazil
Commandante o capitao de fragata Pedrt
Hyppolyto Duarte
E' esperado dos
portos do enl at
o da de Se-
tembro segnindo
depois de peque-
a demora para
Parabyba, Natal, Cear, Amarra$ao Har,
tibio Para Obidos e Manoa
As enccmmeodas serio recebidas at 1 bora
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa,
ao largo do Corpo Santo a. 11.
Ter^a-feir?,
ao mel
No armazem a ra do Imper .dor n.
O a. e tt. Olive r* : uturia^do vender
em [eil&o es eavalloe ; c mi a quem maic-r
lance of'-recer.
Oliveira
Leilo
No muDc pi de Limeiro
De ama casa terrea sita a ra da Santa
Crai no municipio ccima
Quarta feira 6 de Se
tembro
A's 11 hor^s
N8 casas a ra da Aurora
O agente Oliveira por mandado do Ezm
Sr. Dr. j-i'z de direito de ausentes do
municipio de Limoeiro e com sesistencia
do mesmo, vender em leilSo publico a
casa terrea a roa da Santa Croa, no dito
municipio edificada em terreao foreiio e
pertencente ao espolio da tinada Felici-
dade Mara do Carmo.
Os Srs. pretecdec's podero desdo j
examinar a dita casa.
39
Ag,
iii
e
Leila
oilVcira
j
De predks
T rc;-feir, do errenf
A's il. |2 horas
So ariaa.m a ra do Iinpera-
d-.-r hi.j
X. vcll.
ra
_c a.* de
E. 41.
O i gente Silveira por mandado coui
sssisle i.- do Ezm. Sr Dr j.i^ de au
zentcs a requerimonto do Dr. curador de
aazentes, lev,; a leilfto um terreno com
oaaa de taipa, ra da Eape>-auc. ou
Bou Ventura, uo lug-r Arraibl, muaiuuo o
mesmo terreno 44 p<.ij a do trente e
250 o tan', oa d auio, per'.encent ao --s-
p.lio do finado Baaoul AIbns do NaB-
cimento.
OsSrs prstenloLto; p i m examinar.
Leilo
De duas c-s^a torreas o d.vidas sedo
urna casa tone n. 7 A da ra D:a
Ctirdjso p.atiga do Caldereiro.
A casa terrea n. 7 !.. roa Il:. dj C^r-
valho aatg Bella e dividas na impor-
tancia de 5:3305965 confeti udo de letri ; a
documentos.
Espolio dj Antonio Jo^quim Vinban
Maia.
Terp-feira 8 do comente
Ao nielo di-
O agente Martina f.r
dade do Excm. Sr. Dr.
doria em
leilSo po: man-
Juia da Prove-
sua presenca, a requerimecto
do teatamenteiro inveutarianta doB bons
deixados pelo finado Vinbas Mnia dos
predica e dividas acim-.
No arm'sem n. 39 da ra 15 do No-
vembro antiga do Imperador
Grande leilo
De impOttantea moraa, espelhcs, qia-
droa, co.-t nados, caetas, crystaes,
porcelanas, lcua3, vidres e trem de
ccsitiha.
Terc>feira S do crrente
Ai 11 horas
No 1'. annar do sobrado mi do
RarSo da Victoria n 40
CONSTANDO :
Sala de visita
De 1 rica mobilia austraca com encoE-
to de palha com 12 cadeiraa de gaarn -
(Zo 4 ditas de bracos, 1 aof e 2 ducke:-
qoe's, 1 lindo espe ho oval com vidro de
bissof, 4 lindos quadros, 2 importantes
poltronaa de rame, 4 laceas com oortif -
de8, 4 figuras de-biseuit, 4 ricos etageres,
entalhadoa, 1 tapete avi ladado para sof,
4 esoarradeiras de porcelsna, 4 tapetes
para perlas, 11 ostro de oryatal oom 3
bico pam gas kerosene, 6 lindos jarros
para flores, d.versos vasos chinezes para
flores, 1 lyra de cryatal, 2 lindos pannos
para mesa de j(go.
Sala de costara
2 b-necs para costuraa, 1 mobilia es-
tafada oom sof, 4 cadeiras ao gaarni-
cao e 2 ditas de bracos, 1 conimoda com
tampode pedra, 5 cadeiras ita'iaraj, 2 es-
pregaiadeiraaf 1 mesa para jogo, 1 la-
vatorio com jarro e baoia.
Primeiro quarto
1 cama francesa para casal, 1 guarda
veatido, 1 to let, 1 cpula e cortinado, 1
banca cabeceira de cama, diversos enfei-
tea para toilet e 1 colcha de 1S e aeda.
Segando quarto
1 guarda ronpa, 1 cama para menino,
1 cmoda e 2 cabidas.
Agente
Oliveira
Leilo
No aiunicipio de Limoeiro
De tres casas t,rretsco3 Lastautes cem
mcd'8 'toadas ra da /.uror- con-
tiguas a irrpi.rtsn'e fabricaQaarany
co municipio cima.
Quaita-feira, 6 de Se-
tembro
As 11 horas
Ns caea3 : cima mcucir..ds
O siente O iv ira por m^cd d' do
Exrr. Sr. Dr. juia de cireito do c ..' m
rjio do mnnicip de L- -ce.ro e com pb-
B'stenoia do mesmo e a reguerimcnti de
Turnas? Comber '',-' Gtb, vend r en I '-
i'.'.o publico a rt8pef;7..8 c s. *.;
oima referid s, Bituidaa na .
do clitn municipio do cada uoia
dellae i portr. e V } Bllaa de fre.te, 2 sa-
lta, 3 cuartea c quintal, todas < .
em terreno t- rciro a Intendencia ItIue-
eipal de audido mameipi .-
po executa^c Fe! s Antonia de Lyra.
O3 Sra. pretendentes pcderSo desde j
es.mir.ar ai referida! caaas.
Agei. ilveira
2o leilfto
D-i arm g'o, : -: s, o!
ivldaa do 1 nto denominado
Bazar do Re M 91 i 0 in .
n. 11 o ic.ia uk > do Pr&io Per
cambuc^no tudo per'ocenta a m
Luid, de D-, jugos Manoel Martina.
Oaliitu-fein 0 it ircntj
A's II l[2 bras
O a^eute S'lveira davida^eu o autori-
sado pelos Eyiidic.s da referida maa-^s
levar i. leao oq". ic.uia v..i mencio-
nudo.
Grarante-8e aa cbt rea.
Agente Buramnqui
Leilo
Qaiata-feira, 7 lo corrente
As .3 horas
De Bal op imo pula -ete em bom Pgar
O gente ac;n:a por mandado o assiat .-
cia do x. Sr. Dr. juia de direito de
orphaos, vender em leilSo nm bonito
predio a ra do Bispo D. Cardoso Ayrea
n. 1 outr'ora n. 12, cim 6 janelLa frente e porta no meio, te.do 3 salas do
fronte estucada, sala de jantar e 6 qaar-
tos, todos f nados, sendo toda a casa
assoalhada, cm agua e gaz, com poit.s
para os oitSe?, teiiac;oa com graus de
ferro, oseada, jardn e gradeamento de
trro com 2 portSes, coainha e 4 qaarto,
banbeiro externo, em solo pr >prio, per-
tencente so ac&rvo do inventario do Baro
e Baronesa de Catuana, a requerimento
do Dr. Julio Augusto d:\ Cuaba Guima-
rSes o cutres.
Os Sra. licitantes pedum examinar o
refeiido palacete.
Agente Oliveira
3a leilo
De 2 importantes cesas sob ns. 44 Ae
44 C, tendo a primeira frente de aeuiejo
e a segunda um importante sitio com 1
viveiro, diversos ps de coqueiros e outras
arvores frnc iferas, sitas a Entrada dos
Remedios, freguezia de Afogados.
Terfa-feira 12 do corrente
A's 11 horas em ponto
No armazem a ra do Imperador
r. 39
O agente Oliveira competentemente
autorisado vender em leilo publico no
dia cima, 2 importan te i casas aob ns.
acma, tendo a pri eir frente de azulejo
e cornija, 2 portas na frente e 2 no oito
e sotSo com 1 janella, prestando-Be a
meama casa p&ra estabelecimento em vis-
ta da localidade, sendo a sua edifiwcSo
moderna, e a segunda tem 2 portas e 2
janellas de frente, 3 quartos, 2 salas, sa-
leta e coainbs, sendo a frente de pedra e
cal e o recto de taipa oom 1 importante
sitio no qaal acha se edificada ama pe-
quea casa de taipa qae aera vendida
oom o dito sitio no qual tem um viveiro
e mnitaa arvorea fructferas, ambas situa-
das na Estrada dos Remedios e edifica-
das em Ierren > proprio o qusl deita fun-
dos psra a Estra i., velba do O v;rno.
Os Srs. pretendentes desde j pode-
r8 i examinar as cs. a e s.tio, e serrindo
de base o preco do p.imeiro leilSo,
Ageate Oliveira
Leilo
De ami casa terrea o. 26 r ja do Co-
ronel Suaesuoa outr'ora iui de Hortas,
fr guezia de Santo Antonio.
Ter^a-feira 12 de Se-
tembro
As i! hr;s
No armazem a ra do Imperador n. 39
O agente aoima competentemente au-
toriaado, levar a leilo a cas* terrea,
com porta e janella de frente, 2 salas. 3
quartos, coBinba exterra, quiutol, cacimba
e portSo que d sabida para o Pateo do
Carmo.
Os Sra pretendentes desde j poderSo
examinar a referida casa, cajas chaves se
achto em poder do mesmo agente.
Agente Oliveira
Leilo
De 1 importante sobrado de 3 andares
n. 51, sita a ra da Imperatria
Tersa-feira, 12 do correle
As 11 horas
o armazem a roa do Imperador n. 39
O agente nci-na por mandado do Exm.
Sr Dr. juia de direito de orphaos e au-
sentes e a requerimento do inventar'aote
dos b ns deixadoB por D. Collecta de
Pinho Almeida, levar a leilSo o impor-
tante obrado de andares aob n. 51,
sito a ra da Imperatii*, freguezia da
Bea Vista, tendo o andar terreo cinco
portas de frente e acha-se devidido em
dusa habitacSes.j
O 1." e 2 andares tej 3 portas do
frente cada um e varanda de ferra corri-
da, tendo o 1 2 salas e 5 quartos e o
2.' 2 salas e 4 quartos e o 3. 3 janellas
de frente, 2 sal&s e 1 pequeo sotSo em
talJo mu indo dito sobrado de freute 7
metros e 77 ce^t.metros e do fundos 17
metros o 5 centmetros, ei cado em ter-
reo foreiro, tende um gr^nae quintal
murado, cacimba propria e alguitaa ar
vores de fruuto.
Os Srs. pr.tend iit:s deadej poderlo
es&miocir o dito predio.
Agente Oliveira
Leilo
Da importaste propriedada com grande
di;- assobr^taJa com aitio, iki esirada dos
lieniedios diataado de Afogadoa 8 ou 10
minutos psr. cb b^nda. mediado o t-.-rreno
80 brcc&a do Crate e 160 da infidos, com
2 JO L3 do c: q eir b, 12 margu^iraa e
moitaa cutres Crnteiraa, 4 vivjiros para
criacSo em ?erreao pn prio.
lerija-eira 12 de Setembro
As H horas
No ti a :ua do Imperador r- 39
O .-. jente Oliveii a com al vara de auto-
l ''.: .. S Dr. juia de direito
do civil, lev. ; :. I o. i 1.1 o o gra- d^ sitio com
e a '.sobradada cima mencionada, cm
o eat; do de cjcser cido pelo sito dj L i_ :, co:a viveiros e
muit i ruteiras.
Os Sra. pretendent^a p:>der*o desdo j
exac;in;.r dita propriedade d-3 8 bo:aj ."a
manLS aa 5 da ttrde.
AVISOS DIVERSOS
Pr^cua-sede uoj-j ; ma para coosionare
mai sarvico de casa de f*mil:f- e ae um rriade
de idao de 10 a l anuos, na ra da Palma
n. 68.__________________________________
Pieciea te te om -o.-lnb.iro ou cosi^Lcira
na ru-i 'a.no-ratriz n. 41, pada'ia.
Pracisa-se r"e u toa cosinbeira ; na ra
da Imp-raim n. 8i.
Antonio Grfsr r'e Mello, naiural deste Es-
tado, c 3 r, e cetn fiihos menores, d. semprc-
gado e s :j meios e sobaisteacias oesta horro-
rosa cri\ inpe^ua e clljree-se para qaalqaer
trab lh: d_ escripia cesta ciade ou for* d'ella,
ou me.-r c qo Iqu. r entra arromafao.
Inform: toes a na do Mrquez do Herval n.
194 CtBB to Sr A ..o; r Cardse.
Preei:a-fe deum r-osiobeiro cu eos iheira:
traiar na ra da Cadea do Rtxie n. 3o.
Precisa-e de u-ra costunira que ente:da
de cortar e coser vestidos; na ra 1
n. lo, loja.
de Marco
Precisase de urna ama para cosinhsr ; na
raa Dnq< Je Canas n. 87._____________^^
pede se pesioa que acbou urna bolcinna
de mar-equina verde, cont-ndo qualro anneiS de
r-oro com bruna-..te e ronin3 o obsequio de eu-
tree^ir na Iva da ra do Queimsdo n. 43, de
Lima Coitli ho, qne ser Renerossmenle recom-
peusa o
Alu.a se a casa n. 12 a ra do General aSe-
ra, tiatar no escrip.orio do 'Diario.
Ama
Para cosiohar precisa-se
Uai&o n. 5.
de urna a ra da
Ama
Precisa-se de orna ama para Cusiobar e com-
prar ; na r.a do Imperador o. 44, 2* andar.
Ama
Para eotiobar, precisa ae de orna ; aa roa do
Padre Fio auo n. 52.
Ama
Para cosinhar e que durma em casa dos pa-
irees ; no lareo de Paraizo n. 14
Ama
Precisa se de orna para cosinbar
Padre Floriano n. 52.
na ra dp
Criado
Precisa se em Feroandes Vieira n 15.
Caixeii
Preciaa-89 de; um caixeiro com pratica
taverna ; na roa do Brnm n. 35.
de
Caixeiro
Precisa-ss de nm mogo com babilitasoes em
negocio de fazendas. que saiba bem o portoguaz
e qae teoba boa let-a, dirigiodc-se em carta
fechada para o carrejo, cala o, 2.__________
Cosinheira
Precisa se de ama coeioheira para fra da
cidade, cosinlnr para dous estrangeiros : a tra-
tar na roa do lommercio n. 6, aadar terreo.
b
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V lN.
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Hario de Pernambaco Domingo 3 de Setembro de !893
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LCftTRRO
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Q-ouron
Guyot
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roneltj.Vff.a -i**-ma.os Cafavrhos do* bronchios c d
o pcjewd. Por su composicc, o AlcatrSo de Gayot participa das prcpriedades da ra de l i<%, scndono entanto =
ai-i tnico. a riz.'o porque de nina notavel emcaCM. contra as 1113!e.v Hfis/O eston
I sabom, do alcalrilo medicinal que se lirain os maja efficazes principios antispticos
calores
if e puri
E
' i fl-vje-s. uwaOMntfaft/f'fOfifio n i * ----;>- ;: p- >> -y srgp-zy-
I K o ene sarria para as peritteiu bitas nos s.te grandes hosp'.tacs du Pariz centra as Constipafoes, as |l(ft
'a ber.iga, as AJTrceoeti da.j)eF!e e 5V 1
" Ijrua de Vichy, sendo no entanto l^ii'=^j
e. a r&sao porque' de nina notavel efficaeia eoctra as motea FfM do estomago. Como todos A. j**-3k
; eis porque durante os fortes |V [""
nysriy^&Ty "^'%'^hoi,s x'^^ic"x>( xx ^"ht^^o h*
TTnico apprcvado
pela ACAQEMIA DE MLS1CIHA DE PARS
X!C!R O yi-RDADHIRO
14,RuedesBeaux-Arts,PAFIS
uliiau
TIVO D
ATINA UEFR
0 Elixir pancretico Deresne preparado com vinhotonicoe preneroso,
excita o appetlle e facilita a digestao : aproveita muito na diarrhea das
enancas ou nos meninos durante o crescimento, quando a puberdade
parece custar a estabelecer-se, e as scr.horrs nervoras, cujas funcefies
nao se operam regularmente, na atona, e em todas as molestias das vias
digestivas. dse : mi copinho r>~ ucoa dkpois de cada comida.
Um casa DEFRESNE, Autt.rdaPcptor.a, Pa-is, e em todas as Phamacins.
Stiper.or p.ira curar CONbTiP.-1.50ca, ln-iCifAfoES uo PElTO, RKEUMATISMOS,
DORES, LUMBAGO, FERIDAS, CHAGAS. Tpico exltente contra os CALLOS,
^LHOS-ce-PERDIZ Vene-se em toJas as Phar-nacias e Drogaras (Bxa-se i nossa ii'Ui**"
Chlorose, Anemia, Catnarro pulmonar, Bronchite chronica
Catharro da Bexiga, Phtisica, Tosse convulsa, Dyspepsia, Palidez
Per das seminaes, Catharros amigos e complicados, etc. '
Boulerard Denain, 7, em PAT-II, o na yrincipaes Pharmacia.
000000000000 O OOOOOQaOOOOS
MEDICA.CO TNICA.
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oro oioioroio:o:oio:o
SrPnzin IA^'Jl'' lA'Defluxos.Bronchites
l9rsE?9
approvaca'o d academu
Contra as AFFEigES dos BOFES e
e supprime a INSOMNIA. ____
INFLUENZA
DC MEDICINA DE PARS
dos BRONCHIOS, acalma a TOSSE
F. COMAR & i lho, 38, Ra Salnt-Claade, PARS. EM TODAS AS PHARMACIAS.
SAUDE PARA TODOS.
UNTGUE.TQ HOLLOWAY
O Unguento de Ifolloway 4 um remedio infallivel para os male- de pernas e do peit ; tambem para as feridas
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enfermidades de peito nao
se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pe le cao teem semellianie e para os membros contrahidos e
juncturas recias, obra como por encanto.
ssas medic-'cat *o preparadas smente no F.ftabeiecimenlo do Profesor HoLLOWAT,
78, KEW OXFORD ST3EET Cantes 533. Oxford Str?et), L0NOBF8,
E vndeme em todas as pturmacias Uo unn -rso.
ff O* ccrr.pradares iio convidados respeitesamente a examinar ot rtulos t!e cada caixa e Pote se nio teem a (Hrac^ao,
m, Oxford Street, sao falsnca<,oes.
ATKINSON'S
WHITE ROSE
O mnfs euaTe de todos os perfumes suares
A original e nnica essencia renla-feira
a de ATKiXriO*;. Kritar as contraaccoes.
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
bom prt parada um dos perfumes dos
mal refrescantes. A do Atkinso, de
fabricarlo inglea e reoonhecida como
a mais fla *
Vendem^e em tof a parte.
7. 4. E. ATaJKSOU,
24, Od Bond Street. Londres. >
k^ ISO I I-ectimas Jmente com o rotule
aaendo .,ul .n,,rllo e a mere da
labnea una -Roa branca" com
o completo endereco.
AVISO
C. Barza
avisa
*0
ASTHMA
NAO HA
HAIS
OppreBBo, Catarro, cora O
blete ai mili lltu rtcompentti.
Deposito em todas as Pharmaclaa.
Irritando do Polto
Tosse
Expectrete ao
Insomnios
Novralgriam
Dores ti
Parts 25, ru Bergere.
aos Srs.
acacia rx icos do 5 armo da
Faculdade de Direito do
Rtcifequefoi marcado o
prasoimprorcgavel para se
retrataren os mesmos para
o grande quadro a comecar
dei6 ce Setembro a 15
de Outubro do corrente
ANEMIA, CHLOROSIS
FE1AQUEZA
POBREZA do 3ANSUE
5 k -
4
O
m
H"
ACTIVA8
ULULAS
DE BRISTOL
VEGETAES
j ASSUCABADAS
k
H
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IS
QD


M
fs

4
SEGURAS
t
^EITORAL m CEREJi
Do Dr. Ayer.
&i ?nferrc!iilee maf itnliroMi da garjrv.**
5i pomo>t, toante dpj.Tv XiZtlc por principio be?* peqtt*,naa,cajOrT?rtBlu-
?i-i bao wo flBefl de corar '*- pfOaVMHneBteM
t titilo com O rrjn.i'dio ocbtvhI RottfM
SdM^.Tn-apa^.nr.. '" O rCCult^
i" aLarnglta, Actlunm, ,"...,ocfcitlri, ktbn
$*? I'iilmonar ? h VtsAeft*
Tod1 as fainii>- :" **-ro crfl''C''^doT',ra ter c
Peitoral de nreja do Di. Aye?
Ma -. m ciw de T*?co*-if *
Ia um so da, podr pto muitoa c*bc
*.--* -. .t.i serlas coi-trinonc'us. Por tanto cf
I '! teaipO tr'.-i'1'!--!, rfrrlmiiittinlQ
i' ; i'.'. 'Iuvf|t>aa, ,:,', >n tpoden di ijsim ^eaoarrsjga
rofaadamoiit*,f fiitSo que se nccvssi^a toamu
7..t%v lactante, o rcm">dIo na ais cro e active e.a
p r.\;*^t .. ,..f. -, ,,,..,i;,. .;,-. I.jvldt,AlflUBI
9 iTEStVsUL QS CEREJA DO B. AYSO.
?RFABADO TRLO
DR. J. C. AYER & CA
Xaoweiu lUass-, Ento-Unldoe.
Tbercsa Hara Je IrauN
Thorc;,2 rtp Aii.mo Bautista e s-u H1H0', S
lo^nsno Bi'zcrra Bp'l1, Virrn'e i n r ira
BrptiBla. F anvipca P^pi's'a Ce Bell > i
seos Blhos, Jo?ona llaptta da ("o !: e ceuf
fllhc-8, T'-rluliana Mana cia CtiLia G yanna p
-fas filfao*. Anion'a M xina Bapllfta < u^ fi
>hos, Ma'ia Re?a Bapgla de Parias p pup fi-
Ihoe e Anca P.ofiDa Bi ptip'a s.radecro todas
as pessoas qoe se d:gnaram aecropohar o?
restes morlnes Oa cea ia e pmpre chorada
::; i e evo, Tbensa Miria de Jetas : efiecovo
?a coDvidam para apslsrpoi ap rrt!P^a9 qr
de';canco eterno de son alma man^am rpleirar
GO da 5 do corrPDle, 7o do spu paFP:.mpn!o, oa
ordt-oi 3* de S. Fracisro de Olinda, 4s 7 horas
da rcrxbS. D?^d' j i ce roDessam crasos a todas
as rtffoas qne roTparpcer a ese aclo de re!
t!
Ofi
ciaes
Precipa-se de doos para trabalbo de malap de
folha de fljodres ; a tntar na prime ira travesea
doces22 de Novembro n. 41.
Caixeiro
Preci?a-Fe de tm rom pratica de padaria, que
di*- Ranga a pa conducta : tratar na padaria da
ra do rom n. 62.
Miguel Monteiro da ruz
Valdevinos
Precisa se saber de cm mencr qoe veio ba
letrpos de Laoceo, Portugal e e^leve airumsdo
na casa de Valdnvinos on Barros & S'lva, no
"ertaozioho. Informe a C >ioibr?. Gn.maraes &
Sobriobo, ra da Madre Ce Dees o. 34, I" andar,
escriptano.
Para crsado
Precisa se de um roeniDO 12 a 14 anDOs
para copeiro e mandados, no sitio n. 5 da estra
da defernacde8 Vieira.
Barris
D. aluaanu finiicmca i- Slt'lio u
valranie
SfbastiSo Anttnio do Rpgo Civalcane,
Jos Elyfj Cavalcan'e O'At'iqn-rqoe, D.
Paula "avlenme V pira da Ce ba, D. An
lola CanlfaDte de Lyra e Mel!', D. sahel
Bacalbo Cavalcau'e, Manoel do Nas-imeoio
Vieira da Cunha sebrinho, Uoraeoio Smico de
Lyra e Mello, seos Blbos, agradecem aos eres
parenK-s e amigos que acempannararn a ena n'-
llma roorata es restoB rEortses de ra srmpe
lembrada me, srgra av D. Joanua Fraiuisia
de Mello Cavalcan'e. e de n vo eoDVtdam para
assisiirem as mirsas que raandaoi rezar ^ 8 he-
ras da maoba. Da segunda (eir 4 de Set mb-o
Das matrizes de P- o d'Albo, e S. Jos; s-p'imo
dia de em fallecimeoto : aotecipndo dp.-de j^
sna pip na tr?tt4io.
LOTERA
DO
P
ext c^oesdeeta acreditad lotera
telegramma recibido
('a
i"i
gondo
pectiva agencia dj Rio Je
Janeiro passam a reaiissr-se as tercas, quintas 3 sab
hados, principiando pelas seg'tintes:
17a ferie da 58a a lerc, -'jira 5 do c .r."e ite.
18a serie da 58a na quinta-fe ira 7 di rre te.
19a Ferie da 58a ro s bb !o 9 do cor. e te.
L8 serie da 57a (plano de 600.00C#) na terca teira 12 do
corieot .
20a da. 58a (antigo ) qui Ti do cor
ren e.
Bilhetes ave ac t dasas ca itericas d
a capital.
nnn n
DE
t
ComprSo-se quintrs e dpcimos vasios e em
aom esta o. oa roa Manz e Barros n.* 14.
Soldadores
Precisam-pe de sida lores que sejSo perfeitcs
20 seo trabalbo.
A tractar na roa Marlz Barros n* 14.
Officiaes de cigarreiro
A Fab-qae Vendme precisa de officiaes de
cigarreiro.
Escada
N. 43 600
Pede se oo Sr Hnrmrgeoes Sancho, da cidade
da Escada. of avor de mandar oo vir l quidar
: qaelle negociobo qae faiem tres aunes oa
ra Wo^an. 16. ______________ ____
Espolio de Tbeodoro Chris-
tiansen
Alfredo de Artejo Sacio?, na qualj.Jade de 1*
lestampDteiro convida 08 seobores redores do
referido e-polio a receberem a quota que Ibes
ocoo no rate:o procedido em juizo.
Recie, 31 de Agosto de 1893
Alfredo de A'aojo Stnlos.
Cosinheiro e criado
Prpcisa se de am e ooiro para casa de peqie-
oa familia ; a tratar na Praga da [[.dependencia
numero 24
Casa nos afflitos
Aluga-se o soorado travessa do SertSozlobo,
-ecentemente acabado, commodos pera grande
familia ; a tratar do mesmo.
Para servido de sitio
Prerisa se de um bomem de roeia idade que
PDteDda de servigo de sitio, em Feroa.idfs Viei-
ra o. 5, casa amarella.
luga-se para rapazes
Um maDitico sotao n. roa Nova : a tratar oa
ua ao Vigario n. 12.
alntquelin* de- Oltvt'ira oin .
tainlcnnlr
Salvador Barbalco Ucboa Cavakante,
fu d:i li-r e filba, Dr. Arthor Barba-
Io Ucboa Cavalcante e tua RTOlber.
Dr. Elpidio Barbalho U"boa Cavalcao-
le, engerbeiro 2- ipnente Salvador Bir
haiho U hoa Cvale nte e Dr. Alfaro B rtal' o
UobGa Cavalranle e sua familia, agndtcera do
lOUmu a'alma s pessoas qoe se di^naram cem
parecer ao enterro de cna nina, uml e rucbal
Jarqaelina de Oliveira Ucboa Cavakaite; bde
novo coovidam os parete* e am'gos d^i finada
para assistirem as missas qoe por -ua alo a 1 ao
de ser cehbradas oa matriz da Poa VlBta, as 8
oras da ajanha do dia 6 do correule, p-->lo que
desde j se coofes?am agradecidos por es e aclo
di' relig'So p caridane.
mBMumnmmmmtawsBmmnmammrit wir r >n
Julio Evmitji-litita da *'<-.
Jo ephioa B. Evangeli-t, L-cp Ido
A. Evangelista, Hara N. Evangelista.
Caodlda Kvaotiesta V. e Silva, Ri-
pbael A. V. e Silva, Francisca O. V e
Silva, Laora E. V. e Silva, JosepPina E%
V. e Silva e Armando V. e S'lva, ag'adereio do
iotimo do coracao a todas as pesscaa qoe se
digoarcm acompaobar ultima mora a o cada-
ver de peo prezado marido, pal, sogro 8 a
JoSo Evaogelista da Costa ; e de oovo as coovi-
dam para ouvir as mipsas que por alma do mes-
mo mandam rezar s 7 boraj da manhS do dr<
6, stimo do seo "apsamento, oa Igrej matriz
de S Jos, agradecendo desde j uja s este arto
de caridade
4KrlA
'ilUAtl.
A P P R O V A D O S
PelaexiTiD. J^Tl 4E H\mM io Rio de Jiaeifo
PINDAM 0NHAN6A13 A
XroDB Um Iolo Imm Im.i ai astiaiaticj conulo
Etinrpgido rom pnorm pu^cs ?>T-a
escrophulas. Impkatitum, fraquea, bronchites,
darlhros, e syphtlis.
O melhor reme io coDlra todcs aquellas rao
lesnas e nao atsca o ep'om.'g.! cem o? den es
porque nao Bonita me'cori).
Dcposilo gcral no Rio cm cas. Jo
tes para todos estados do Brazil

E' o melh/r e o 'na eUi:az remedio conra
ipih : i at brj conbecid.o prepara 'o sgundo as
reg'?3 ;a arte e -om o maior cnl alo este xa-
ron e emprpcirt ron fllz resultado contra
ast'ma, bronchite aslhmnlka etc
Fabricante rui Ajada 18, nicos agen-
i h S S 3 i 3 ga
a 5 BA 8TE DE SSTSKS30
M
;O 1)E JANlHO
RA LAHGA DO ROSAHIO N.34
1T A M L ;j O O
3

Linlia
Lulas Beliratu Jit.i'
tJasmeliDua Olala Jorge, Jos- Josqnim Jor
te, Fraocs^o Aprlonin Jorge, Jos Fernan-
des Jorge, Lutz Bel rao Jorge, Joo Olivio
Jorge. Belbira AdeUide Jorge, J .-niHnna
Olivi.i Jorge Filba, Ignacio Coelho Silva Vieira,
sua mulher e Blbos, Jotl F anci :o F-.n.. Salles
sua rrulber e filhcs, Felipe Nery de Siqueira
Salles sua molbur e lbos, e Jos B- zerra dos
Santos, molber Albos, gearos e netos do falleci
do Luz Belt'io Jorge, ma dam dizer missas do
dia 2 de Setembro oas igrejas de 8. Pedro rm
Olinda e na capella do engenbo Mior.^as p 7
boras da manba. e do di; 4 oa matriz de Grva-
la s 8 lloras da manba, para isso coLvidam lo-
dos seos pareles e amig s, e desde ja se con-
fpsaam pra'rR.
T
inhaem carril eis marca Sol
Alexav,der& C. Limtet
s quo
Glasgow
Incor.te8tave!meD" as linbss pava costura d'cssa fabricante tSo
maior acceitagao tem em toda parte do mundo.
Como sebera es entendidos, e3e; ';.b em carriteis enceradas (places) e isso fez com quo, embor.i suai linba-i fossem serapro
preferidas, as peseas qu<5 bzassem de machinas do costura procurassem as lnhas de
oatrosfabricantes ; boje porem R. F. & J. Alexander C. Lunitodj fabrican as
linhas em carriteis rnierad^s (glacs) especialmente pira an machinas ds costara
com tal perfeigao que incontestavelmente no ha o tra lijuha, que possa competir em
sua marca Sol.
Esas linhas encontram se cas principaes lojas de miadezaa
Ramos & Geppert, roa Marques de Olinda e. 21.
e no armazui da
UudolpUO rereira da Diilveira*
Joao Pereira da Silveira, I-abel
Candida Rabello da Silveira, J ;a.
Eslevao Pereira da Silveira e Ja
qnlm L'm- elino Pereira da Silveira,
agratecem aos prenles e amigos
que se digoaram acompanbar ao
cemiterio pnnlica os repto* moraos
de sen nanea (sqaecdo b'lbo e irefti, Rodo.pbo
Pereira da Silveira, e josttmeote a Devogao de
N. S. da Boa Morte pelo seu espontaneo compa-
reclnenlo, de oovo coovidam para assi3tirem a
mUsa que ser rezada na igreja de N. S. do
Carmo, Dasgunda feira 4 de Setembro, 7 i/2
bora da Tianhft. 7* da do sen 'a'l 'nroenio.
Aluga-se
Urna casa com bastantes comiodos e sitio no
largo do Monleiro n. 12 ; a tratar na roa P.uli-
oo Cmara o. 16.
anno.
Recife,
1893.
1. de Setembro
de
Escriptorlo Commercial
Ra Duque de Caxias n. 72, 1* andar
Venancio Labatut ^. C
Enderego telegrapbico Labalot.M. do telepbo-
MiM
Esti casa de commistOes, j bem conheclda.
chama alteoglo do publico e especialmente dci
seobores agricultores para as boas vantigens
qoe offerece em eoas traDacgoes. couo sej m:
Re ebimento de assocar, bvpoihecas, liqolda
ges e qaclquer negocio oeste on em entro Es-
tado.
Restaurant de Paris
1 R'iado Bispo Sardinba 1
As oropn. tarias deste antigo e concei'oado
RESTAL'RANT participaos ao reepeittvel pobli-
co e s Exma8. familias, queacabam de fasel-o
passar por orna reforma completa, estando elle
boje, mais qne d. nra, em coDdgoes de servir
acs mais exigentes fregueses, dispondo de om
rento meetre cosinbeiro. A pir de todas as
cowmodidades, encontrar o publico no RES-
TAURANT DE PARS
Moito asselo
G-ande promptidSo
ilodicidade nos pregos
Buffet bem sortido
C e bebidas de todas as qoalldade?.
As proprietarias esperam contlnoar i merecer
para seus esforgos nma completa corresponden
cia da parte dos seohores fregones.
SESTAURANT DE PARS
DE
Amalia Blum & Irma
t
I. Tiicrcn Hara d Uuclo .um a
3.*anDiversario
Adolpbo Caroeio Cavalcaoli, Francisco
Candido de Locio Lomad y e M'ra do
Carmo de Locio Lomactiy C-valcaoti, es-
poso e Blbos de D. Taereza Mana de Li-
cio Lnmacby C&valcantl, coovidam os pareles e
amigos para assisiirem as missas qne por alma
da mesma finada mandam re.-ar no Convenio de
Nossa Seibora do C de Setemo o, terceiro arniversario de seo passa
ment ; agradeceodo desde j aos qoe se digna
rem rnmnar.rorii paap arlo dP rlie'90.
Criado
Precisa se de om criado
Csxlu n. 91.
oa roa Duque de
D. asara (jnr ilnaueJeius
Maraes
4 de Setemoro ae 1893
!. anoiversario
Urna amiga e afilbada derrama urna la-
grima de profnoda saudade sobre o tu
malo de saa pxtremosa e nunca e-quecida
madrinba ; e grata soa memoria manda
celebrar ama missa em subTragio de soa alma,
s 7 bcras da maob), na Igreja de N. S. da
Penba.
Convida para assistir a e;se acto os parentes
e amigas da fallec a ; e a todos des le j pro
esta mi catidao.
t
u.; Hara
de feasia
Cbrlallna
Horaea
4 de Set-mb.-o de 1893
1.* anoiversario
Al gomas amigas em signal de gratidSo
i saa saadosa memoria, e em commemo-
racaoaol- annversario de sea passa-
mento, mandam celebrar algomas missas
em scffragio de saa alma, s 7 boras da manda
Da iareja de N. S. do Carmo ; e para assisfr a
esse acto de caridade coovidam os pareles e
amigas da fallecida, e desde j se coofessam
e"ata.
t
diado
Precia a-je de um criado com boa conducta :
a tratar no Espiobeiro roa de Santo Elias no-
mero (0.
tyende-se
Esplendido
Grande deposito d
relogios de todas as
qualidades.
Esplendido sorti-
raento.
Vendas em grosso
e are'alho.
Modicidade em pre-
sos.
B^a Um lo Bosar is. 9 811
Regulador da Ma-
rinlia
A, J. C. Ar.ii.jo i C-
Attenco
O abaix9 assignade, (eodo se retirado da casa
do sacceseor do Sr. Mnoel Cardoso anior, por
saalivre e expootaoea voDlade, reaolveo abrir
urna casa de barbeiro roa das Laraogeiras n.
14, aoode espera a proiergSo de seos amigos e
fregoezes por se acbar e ter am pessoal babili
tado para todo o servigo concernente a soa pro
tata.
Declara, tambem, qae acbando-se prvido
como BDgaem. deam grande deposito de bichas
bambnrgaezas e apparelbcs para ventosas dos
melbores fabricantes, offerece seos servigos, e
espera a protecgo dos seohores mdicos, phar-
maceoticos e do respeitavel publico em geral, e
que estar prompto aattender qca'qoer chama-
do do-ante toao dia e noule.
RaadasLarangeiras n. 14
_________________Jos Francisco e Silva.
Engenho yenda
Com safra foodaaa para 1,000 pes segaros
vende-se am eDgenbo prximo lioha frrea de
S. Prao cisco.
Est prompto para fonecionar desde j, os
terreos sao fortilissimos e produc.ivos e tem
boas mittas ; alem disso j tem plantados cerca
de cem carros de canoa para a futura safra de
1894 : qnem o pretender dirija se a Eozebio
da Confa Beltrao & IrmSo, Recite, roa Baro
do Triompbo n. 68.
Externato Mercantil
Anla* inleiramente
Professores
Ej.Tiptor.igSo mncantil
Comptabilidade ii.m
Calltgraphia
F-rnrez tbeo'iro
dem prati'-o
Iig e tbeorico
fdrm pratico
Geograpbia
pricica
J. Manta
dem
Livrina Reis
Vicente de Magilhes
Ednard Gidault
Dr. Sampaio
Rbeos Jaoe
Dr. Sampaio
O director
Jovlniano Manta.
Anlaa noclarnai
Formam se clafses extraordinarias
71Boa Duqce de axias74
1- andar.
Piofessora
Coutrata se para
om engenho p rtc
Dirbiia o. 81, leja.
ensioar primeira- lelra em
cia estagao Tapera ; na ra
.-niprego do
Precisa se de ura rapaz bablllmdo em escrip-
|n.-sc5o mercantil, e qoe pres'e fiador de soa
condi'cta ; a tratar na roa Nova n 69.
Mathematicas elementares e
eferipturaejo mercantil
Venaucio Labatut tem conseguido osmelhores
resoltados cem applicago do meihodo intaitl-
vo que adopta no eusioo de escriplcrag^o mer-
cantil, ser-do qae em menos de 30 ligdes tem
pri parado tbeonca e pralicameole, pessoas que
eram completamente estraubas s transargOes
comtuerciccs.
Cor.iiba a leccionar as materias cima, roa
Duque de Caxlasn. 72, andar.
o publico
' Macoel Clemeatino Correia de Mello i C,
sucessores de Manoel da Silva Faria, previcetn
ao respeitavel pnblico de qoe cootiDa o arma-
zem que cempraram na metma casa n. 3,
praga Marques do Herval, ende encentrars em
grosso e a realho lodo material necessario para
ediflcagoes
Ped.m especialmente aos fregueses ta casa
qae os auxiliem com sea valioso coocarso, cer-
tos de qoe sero satisfeitas saas orde-s com
toda prestesa e por pregos multo razoaveis.
Agrimensor
O AGRIMENSOR J. F. ELIONE DE LMEIDA,
titulado peiaEiccla Polytecboica da Capital Fede-
ral, propCe se a fa*e? demarcacoes. plantas, etc.
Rpatrtencia Roa Nova o. 59, Palmares.
Casas
A' Ponte de Ucboa n. 36, vendem-se doos
graodes terrenos proprloB para edific gSo, el Aluga se e vende ie dais casas, sendo urna
morados em tres partes : a tratar com Luis de I na roa Imperial e unir em Beberibe ; no tnpi-
Moraes Gomes Ferreiri. ebe Viann.a Forte do Matio?.
flSf
Royal Blend marca VIADO
Este escolente Whisky Escooea o prsV
erivol ao cognac oa aguardento de OaaM
para ortfoar o eorpo.
Vende se a retalho nos m orea anati
sena de molhados.
Pede Royal Blend arca VI d
oajo nome e emblema alo regis trados par
to^o do Brasil,

-
.-

.


.-





1 atnuw u


I


8
Diario de Pen,amhrco Domingo 3
Setembro rta i>W$
:ooe
A priaiefra e m is acreditada de toda a Repubca
FUNDO DE RESERVA PARA PAGAMENTO DE PREMIOS
00:000$000
A extraccao da grande lotera
CC1 C PREMIO USOR DE
fe**?
h;
Se realisar mpreterivelmente no dia
9 DE. SETEMBRO
AIem do premio de 2oo:ooo$>ooo da esta
importante lotera inultos outros que por
si so constituem urna fortuna, como se v
do seguate:

-->
1 Premio de
1 Dito <
1 Dito <
1 Dito c
2 DitCB a
6 DtoB c
10 Ditos
20 Ditos <
c9 Ditos f
9 Ditos pera
9 Ditos pan
9 Dit s para
P9 Dito?. prra
99 Dina pro
599 Oitos pra
599 Ditos pira
5100 DitCB psra
':400 Ditos para
2 Ditca p?ra
2 D tos pera
2 Ditca para
a ileiena do 1. pitara a .
a dezeta do 2 premio a .
a derera do 3. premio a .
i centena dj 1. premio a .
a ctnttna do 2 premio a .
es dois inaes do l.8 premio a
oa deis fiad:b do 2 premio a
o final do 1.* premio a
c ficil d 2 premio a ,
aa pprcximi-^oos do l.8 premio a
ce tpproiin-a^'S do 2 premio a
fs apprcxma,8es do 3. premio a
2.OCO6C00
1 :C00fi( 0(
4CO5CC0
2CCSX0
1OO0GOO
2 05CCO
160* 00
liOO< 0
80JC00
8CI0C0
40C03
40,COO
205c00
20,5000
2.COOJ0OO
800SC00
ki04010
2CO:00O)5OCO
40:G0i0COO
16: OOdtOO
8:0CO3CG0
4:000:'00O
6.0C0/5O'>
4:0005000
4:00O0iO
3:900$' 00
:8>;0<$0CO
1:440$ 00
1:08O600O
7:920$COO
7:92001'00
23:96:5000
23:9608000
108:CC03<00
108:0003000
4:t 00$C00
1:600*600
420000
No intuito de bem servir a quem
nos der preferencia em seas compras,
temos collocado o nosso estabelecimento
o LOVRE, a par dos de igual nature-
za as principaes pravas da Europa,
maniendo sempre o inais importante e
bem escoltado sortimento de superiores
fizendas e artigos da ultima moda re-
cbidos mensalmeiite de Pars e
dres.
(Antiga do
Vende-se
Tres vacess toori02P, sendo du?s eom cria *
una com oito meses de barriga, orna narros e
ura boi novo. Da Cas Ferie, freguezia do Pojo;
a tratar na toa Costa L ite 0. 6 3, Uvero?.
Malas
Vtrr,d<-m-?e malas por me'.?de re seo valor
para liqociac1 do me?rao negocio ; a tratar na
primeira travesea do iiei *i de Noveaibro nu
mero i!.
r^ta lotera co id poe-se de 60000 bilhetes al
em inteiros, meiop, quartos e vigej irnos.
Os bilhetes acham-se a venda em todas os casas lotricas
divididos
Telegramma
mima Ra
caixa do cortno
1171
Zougu
Veadero-si oivcsas pa-'tB do sitio Zoupc.
rrs. ftt>f!Onia a Vanea ; a t'atar no eaeriBiorlc
lo Dr. BMevao de 0:i*eira, ra Deque de Ca
reas n *<.
Olin Ja
Aloca it r.,a casa com '?. -;,',a?, 5 qamcg,
coeicba e na grande quintal, na roa de S- Broto
d.8, cc3> frewa moderna, reedifi-a 1a. perto dos
rannos n (gadoaaa chaves oa mema roa o. 19 ;
tratar n raa das Calca as n. 10, retn; cao.
Ao-; mgico?
A casa das curiosidades acaba de receber om
variaaitBimo so'timeoto de br;nqoedcs mag'Ces
propMos para ea!5es nu trteatros.
Qilqoer pesroa peda ser mgica cem pcoco
trabalho.
Ao Repula or da Hartaba roa la-ga do Ro
sario np. 9 e H, A. i C. Arauo ft C.
Chegv u
Nova rfmepsa de raeros vastos, proprlos psra
assooar. n ilbo. carneo d algodo e oulro gene
ro? ; no trapteb'* Viaoria. Forte do Manes.
Fabrica de gelo
Afs e limonadas gasosas de
todas as tonalidades
Soda water, ginge-, ale, limao, lannia. cora-
&o, aDacaxis, granadina, groselles IranLoses,
bannilha, bortel-pimenta etc., te
12 A-CAES DO G'PIBAR- E12 A
Libras esterlinas
Venlem se Da leja de jotas de Aogotto do
Reg & G., roa do Cabog n. 9.
FGLHETJM
49
I Villiii 819111
POR
HExaiauE mam
CAPITULO XXVII
CELESTE MIQNON
'Jr-i.'irjuajio)
Da Ba c .p"ta ornada de fitas araarellaa
doahirlflfi'f shbiam cabillos giisalb e enre-
lado em w'tna de saca-rolhaa, que Ibe
fsiriin ai bcebecbas quaoio aacedia a
caboga.
Pellos ctT e rugos Eujavaoi o MQ labio
taaerior i gen queixo, ou actas, os seao
mieixoi, pois havia alli ama triple casckU
do earcet.
MtB o qoe mdescriptivel o estado
Tobicond? do seu cariz, que do escuro de-
t parecer incandescente como om ferro
em brasa.
O qoe tornava esta creatura Luraana
sais ioBezaai o ridicula, eram o
nodos afielados da menina ingenua,
i eegares precioso.?, sea piscar de o!ho?,
em qoe t ae viam aa esclerticas, de um
braoco amareliado e sanguinolento.
Eaafinj, qnando fallara, aona tomtrnan-
t aViam gomo ido do seu groaao corpo.
A ni Tos pareca a do um chantre de
oayc.-r-l, habituado a entoar De pro-
pelo mezos legalirente, a que ez^rcia a a pressa para ama herdade diante da qual
su pr.tiibSj e adivinha dbs feetas popu passara na vespera.
Oe repente Miguel Harvest appareceo.
Fora attrahido por um relinchar de
Marco, o cavallo de Celeste Migson.
Que fsser? dis-e elle.
E sentoc-se, resignado, esperando.
Cortane:.te Isab:l nSo poderia reconbe-
cer cesto miseravel. que por milagro esca-
para ho.-rivel tortura que soffria e.j
casa do Sr. Morandet, o superintendente
do castello de Fiaes, o homem que ella
tanto amara.
Sbito Celeste reappareceo.
Avittou Miguel a dea [:assoB da aua ha-
bita^So i' danta,
Como Eudosia Manager cm momento
antes, ella dea um grito de medo.
Quem o senbor 9 Que desoja ?
Techo f me !... Tenho fri 1 Estou
morto de ladiga responden Miguel Har-
vest. Rogo-lhe que me aoccorra !
lares.
Com grande alogria des pata s ella fu-
c-ava um c. chimbo muito grande 3em pa-
recer prf orcup. r te com oa seicasmos que
sobre e'.'a choviam.
O propr:o cirro servia de babi'acSo a
Ce!ets Mignon.
Ao tundj ac''ava-B > cama, virdadeiro
moenreerto que qubtro coliSes elevavam
quasi at o tecto.
Esta cama era coberta de um panco
vermelbo.
gigangas
profissSo
conchas,
Tal :n Celeste Mignon, donzella aioda,
Vi;>83 aieda urna porgSo de b
e feit jariaa pertecceates aua
de adiviohs, cofres, ornados de
passaros de vidro, eetatoetns de gesse, e
por fim urna gaiola cm que dormiam dous
canarios hoandczes.
Havia urna pequea mesa em qoe Ce-
leste lomava ss suas refeisSes.
Es um aogulo estava um peque o
buffet guardando a looga e a ba eria de
ct zinha.
Na pare de figurare uns quadros baratos,
representando militares a carallo, muito
toaos.
Eram lembrancaa do passado.
Por vesea Celeste, fumando o ten ca
chimbo, tira va ao acaso um retrato, ora
um coa race ir o, htag3o de farto bigode, ora
um i ragSo bem aportado no sea cinturSo
e, ao contemplal'OS, enterneciu-se at ver-
ter grossaa lagrimaB, que :he escorriam
em casoata pelos tres queixos.
k aomnambala, depois de ter dado ao
cavallo a sua rac3o de teo, pecBou no sea
almej o oo caf com leite, que nSo d s-
peDsaria c por um imperio >, cerno costa-
mHva diser.
Ella entrn no carro, tomn a sua lo'tei-
ra e sh''o fechando a porta charo.
Mettea se ao bosque, dirigindo se i tjda
Parzival Essencia
Parzival Oleo
Farzval Vinagro
Parzival Brilhantina
Parzival Agua para toilette
Parzival I\
Parzival Pos
Parzival Sabonete
Parzival Lotion
Parzival Agua de Colonia
j Parzival Agua dentfrica
ita dentfrica.
Estes novos preparados recommendam-se pela sua delicada
perfeicSo para os tuicadores do mundo elegante.
Engenho
V^nde-fe o engenho Serra d.i Raz, contiguo
villa do m8rao nome, no E.tarto oa Parahib?..
E' bem obrado, de t-rreoo D'.uito productivo,
nodeodo tornar se rouiio m.->ior cern a compra
d:terenos aijaecntos, e qu^ vende se por
preg moeico : qu^m o pretender dirija ee a
M'inoel F rn ndes na mesan vil,a ,.a S,-ra da
Rail, oo ao pfu respectivo dio o p-.lte Eruyg-
dio, vigario do Rio Formo?o nes'e Entado.
Verdadeiras bichas ie
Haniburg-0
E recebendo doas vze< oor mes a bpm
] mouiada casi de baneiro CABD iS as verda-
deiras b rh=8 bimbu'(Uz^8. Tendo tambera
r-cebido u'.limameote os covos appareibos ame-
; ficaois WaliKCk rara a applicagaj d^ ventosas,
fy.4tema apeifeiciadissimo e moderno, cornos
iquaes j ttm lirado brfoeflcos rer-ultados ; peda
ja valiosa coadjnv pao de seua fre oaies e ami-
I gos, e ais disiiio tos mdicos e ph^rmaceulicos
deata capital a coot>noa;h im m us (humados e
pedido?, Dar es qoa- s .Hender incontinente.
Francisco Cardse
Ra fBtreita do RifaMo n 17 leja
Recibe ee chamados a qoa'qoer hora, entre
as ti da mai b 9 da ooute, na refsnda toja ; e
dessa hora m diante, em -ua residencia mes-
ma ra n. 25, 2' andar.
Attengao
V-se embora 1 disse Celeste.
Mss, fazendo cota no desconhecido, ella
comprehondea que ae tinha engaado a
seu respei'O.
Pdas suas roupas, que tinha rasgado i o
fogir do atylo, tinha os aree de um vaga-
bundo ou ratoneiro.
Mas, com um pouco de observacSo e
examioando-se a sua priyaionomia, reeo-
ohecia-2e nSo passar elle de um docgraya-
do digno de cimpsisSo.
Celeste, apesar de brusca, era csridosa
e boa.
Quem tem foso precisa comer. To-
me l.
E dea a Miguel a mtodo do p8o qoe
tioba traaido.
Miguel Harvest o tomoa e comea iem
diter p-.lavra.
Entretanto, Celeste poi-se a preparar o
te i ?af esm leite.
Quanlo fie u prompto, dividio-o em
duas partes, offereoeado urna dellas a Mi-
guel.
T^me... Molhe o po oiBto... O
leite est queate, serve para o aqascer
por dentro.
Miguel Essim o fez.
Depois de sorver com delicia o seu caf,
Celeste accendeu o cachimbo e pez-se
gravemente a fumar.
Miguel cntreg u-lhe a tigela vssia.
Agradejo a sua bondade, ditsa el'o.
Nao ha da qoe, espondeu Celeste...
Agora est maie re confortado, hein ? An !
falle-me dj ca com Kite. Nao ha n*da
melhcr para reUmper r a fibra. Mas,
diga.me c, de onde sabe vec.
Sabe ene primeira vista o tomei por
um iadrSo ?
Mas agora estoj vondo que apenas
um raptz tapora. Estou tu mar. do nte-
resse... Dgame se lhe posso ser til
em algama couea.
Pode ser-me muito til, respondeu
Miguel. Para onde vai ?
Para Pars... Eu sou somnembalo
extralucida. .. Vou ijetallar me na pr^e;
Glichy, onde estacionarei detracte bb iestaB
do anoo bom.
Qasr conduzr-me a Paris e conser-
var-me at l esoondido no seu carro?
Colate ftzom movimento.
Veja l... Nada de tolicea 1 NSo
fugio vec de algoma prisSo, homem ?
rir-lhe-hei quem son e perqu lhe
pego cate aervico.
Pois cont me l isso... NSo deixa-
rei a piaca antes das des horas... SSo
oito >or*8. Tcm tempo.
Miguel, sem hesitar, contoa a aua his-
toria, sem declinar comes.
Celeste ouvio-a com toda a attec^So.
Q'ie ooota fazer ? pergactou Celeste
Anda cSo aei! responden Miguel.
Poi toque l... condusil-o-hei a
Paria. Ai;:; !:..!- i-hui com 03 meus tra-
ces recursos... Pobre rapaz 1
E Miguel tomou lugar ao lado de Ce-
lea'e, dirigindo-se a Paris, ende cheg'ram
ooite.
A's novo horas ficou a traquitana estal-
lada r.0 boulevard Clicby, a dous pasaos
da | rara Prgalie, e Miguel, munido de
urna moeda de c;nco francis que decBte
lhe empresteu, precurou urna hospedara
para p....ar a coito.
Aboletot:-ie por alii pirto, n'urr hotel
do quarteirSo de Montmartre.
CAPTULO xxvm
RAPTO
O Sr. de Aurign jantra com a mar-
queza de Rosr.y em um restaunnt pr x -
mo oa Bastilha Fizeratr-3e ser.ir em am
gsb:cete particular, porqu.i precisa^am
conversar e nSo queriam ssr ncommo-
dftdos.
Cora que eorSo, estamos de ac:ordo,
r.8o essim ?
Recapitulemos :
Vamos tomar am c;rro, qae eos levar
a Sair.t-Mand...
Ahi encontraremos meu ntendei te Noel
Fricart. Iremos juntos at cerca de 50
passos da casa da ama...
Abi a sechora ficar, e eu eotrarci s-
zinho em casa do Eadoxia.
Ella deve estar prevenida da sua visita
pe carta qie lhe esorevi. Perianto es a-
r sua espera. Dir-lhe-hei que a se-
ohera est oo carro a clguns passos...
Ella eahr... Eu a acompanharei...
Exquaoto estivermos a conversar, Noel
fugir com a criase', depois de ter colle-
oado no Jeito a carta eom a asergnatura de
Miguel Harvest.
Ir eeperar-nes cim a criacca em Saint
Mand, onde o tomaremos volta.
Preclsa-se de orna perita cosir.heira e engom
madeira, para casa de pequea famMia compos-
tad--duas pessoas, residente emma c.'Iade
muto prxima a de Gjranhon rxige-se qoe
seja sadia, moito limpa e qje d provaa de p-
tima condoc'a. Te de seguir em fin* do cor-
rente mes de Seiembro : a tratar cero, o Sr.
Godo'redo Lima, na repartico do crrreios.
Eat entendido I disso a marqueza,
cajos olht8 rebrilharam, eht entendido I
O rapto da crianga sor attribu do pelo
senbor, em presenga de Isabel, a M guel
Harvest. Mioba flha mo ii?_;.ldii. r, mas
a r>08sa honra ficar selva.
Com S3.1 nos desembarazaremos para
sempre da Miguel Harvest e da b starda
qao elle contava f^zer herdeirs da tortura
dos Rosny d'Esvard... Partamos, estou
prompta.
D:zendo estas pfiiavras, levantou-se.
O Sr. do Aurign pedio a cota da refei-
',2o e pag o.
Qundose acLou s com a marqueza :
Aina i ma palavra...
Falle...
A senhora cho^ou a Paris s 5 ho-
r88, vindo do castillo de Fi es, nas eata
noit;1, depois de termos entregue a crianya
pe: soa que della se dever eccarregar,
a senhora dormir ao Grande Hoto', de
modo qoe pareja nao ter vindo A Paris
senSo amanhS pela maohS.
Sm. O carro qae nos levar a ilont-
mariro, em casa das pessoaa que devem
er.carregAr-se da enseg), condu.ir-me-ha
em seguida ao Grande Hotel, onde toma-
rei um quarto modesto sub nomo falso.
S amanh far-me-hei co duzr ao sen pa-
lacete, no arrabalde de Sait Honor,
hora em que accutcici cffijialmeote qae
regresparis.
Deste modo tu lo ser conveniectiuioate
orgaoisado e ninguem easpeit&r da ver
dade.
Ser muito fcil provar om alibi, no caso
de aermos iccommqdados.
Ninguem poder acensar me de ter rap-
tado a crianza, pois que a hora em qae a
jcousa ae der prevarei que eatava no mea
castello.
____________________(Contina).
Hyp. do Dt(4Vi\ ru t Du^ue donata u i
t
4C

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Full Text
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