Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17001


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Full Text
i. 11 i\ U lU
n U mjCi Jti u A
*~

.:'.-;
i
DIARIO

ofeA k i/E JujSHO D
PERNAMBUG
Propriedade de Manoel Figueinoa de Faria dks Filhos
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres meses adiantados. .
Por seis ditos dem.......
Por um uno dem. .. .
Cada numero avulso, do mesnfo da.
6,5000
12*000
23*000
*1"
TELEGRAMMAS
Os Srs. Amede Prince & C.
de Pars, sao os nossosEgent.es ex-
clusivos de annuncioa e publica-
res na Franca e ngterra.
BRUXELLAS, 11 de Junho..
Os resultados conhecidos at agora
e'.eigoes que acabam de ter logar para a
reaovacSo por metade da Cmara dos Re-
presentantes nao trazem modificacto sen
si re na composica > numrica dos partidos
na antiga Cmara; prev-ae, pois, que o es-
pirito geral da nova Cmara nSo rariar
eiaivelmente do da antiga.
Agencia Havas, filial ea Pernambuco,
12 de Junno de 1890.
tres divi.'O.'s denominadsecgo cntfal, Cot-1 t. 0 servici
tadoria e tbesouraria. I caflas-bilhetej, biaetej
IHSTHCCiO POPULAR
A SABZTASZLIDABS Z3~CS~AST5QS
POK
f-OS MOREiTO sF^JEiiXiTffiS
CAPITULO y
qaeo Iiomemi *iun importan
ca na Ierra
II
( Con tin u ac. ao )
Ee encontrou a lei universal de grvida Je ;
e, apexar do tempo, que ludo entrega ao sea
icexoravel olvido, conseguio arrancar Ihe o scep-
tro do seu terrivel dominio, inventando a im-
precisa. Com este poderoso auxiliar transmute
a todas a3 geracoes, perpetua em todas as epo
cbas, os fados histricos, os descobrimentos que
se verificam as sciencias e as artes, as novas
idiis que se apresentam no dominio do pensa-
meato, e quantas verdades apparecem successi-
va mente no decurso incensante dos seculos.
A imprensa a mais brilli inte concepgo do
espirito humano ; o agente mais poderoso com
que conta a bumanidade ; sua iniciativa se de
vero, emfim, as grandes transformacOes sociaes,
e que o imperio da forja, tao vergonboso para
o homem, seja substituido pelo reinado do amor
e da justica.
Para bem apreciar a importancia mo ral do ho-
rneo], examinemol o em um dos actos mais tri
viaes da vida.
Vjame l-o sentado defronte de urna mesa, de
bellissima madera da India, tomando em primo-
rosa chavena do Ja pao a infusa; de um arbusto,
proveoieate da Asia, e assucarada com o sueco
extrahido de urna canna, que se cultiva na formo-
sa trra de Cuba ; com os pe- sobre a pelle de
ora tigre, que fo: necessario ferir de morte, as
margeos do Senegal, ou as umbrosas selvas da
ilha Singapura.
V-jamol-o ler e relerindolentemente urna mu
tido de carias e telegramraas, recebidos da A os
tralia.de S. Francisco, do Brasil, da Dinamarca
e de ouiros paizes europeos; vejamol o em inti-
ma communicago com os pontos mais distan tes
da trra.
Di espago a espago eil o lancindo ba toradas
debranco e aromtico fumo do exquisito tabaco
de Havaoa, no esplend lo cachimbo, primor
d'arte, fabricado na Turqua, magnifico traste de
luxo e recreio, composto de tres materias pri-
mas : bano, marlim e prata ; o primeiro foi cor-
tado na Etiopia, ou na ilba de Ceyo; pira pos-
suir o segundo foi mister alravessar murtalacea
te ura formidavel mnstro no mais afastado ex-
treon da Asia ; e a terceira foi arrancada das
entraobas da trra pelos infeliz 23 filhos de Han
co-Capac de Guatimorin.
Eis o homem I Eis o seo poler! Eis a sua In
telligencia I
N js mais minuciosos pormenores, ou. aotes,
talvez, as altas empresas, se ve o que vale o ser
intelligente, que durante muitos seculos dispu-
tsu as feras o dominio do mundo.
CAPITULO VI
A Tena -Analoga* entre a Terra e.
o bomrm A Terra aera accau
ii m aier pensante s
J conbecemo3 o homem. Vt-jsmos o que a
Terra.
Quanto maior amplitude dermos s noseas
ideas sobre o my.-te.io da vida, e acerca de Un-
tos outros, de que nao nos recordamos bem, tan-
to mais facis e accessiveis serlo uo nosso en
tendimento aquelles axiomas e problemas, que
boje consideramos destituidos de todo o funda-
ment racional.
A Terra um espberoide, collocado entre Ve-
nus e Marte, que se prolonga para o Equador, e
se deprime em ambos os polos.
A geologa, ciencia moderna, que ha frito pro-
gressos surprehendentes, raoslra nos que a Ter-
ra, ao tempo da sua formaco, e ^posteriormente
durante largo espaco de seculos, experimentou
profundas perturbares e caiaclismos, em que
caram sepultadas gerages inteiras de vegetaes,
que agora coostitoem ess.s immensos depsitos
se carvao de pe Ira, de que tanto se utilisa o bo-
em no seu commercio e industria.
Assim tambera um sem numero de restos de
rajas e especies animaes jaz sepultado as en-
tranbas da Terra. Estes restos orgnicos de-
uneiam eloquentemente a historia das idades
geolgicas, e sao mudas teslemunbas quedepem
a favor da notoria antiguidade do mundo, Uo
combatida at boje pelos ioimigos das verdades
cieotificas7
No seio da Terra e entre as differentes carna-
das que compoem a sua solida crosta encontram
se os prfidos, 03 granitos, as serpentinas, os
metaes e numerosas cryslalisages, de que o bo-
m:-m se aproveit. hf
Oremos, com Rouquayrol, que estes productos
naturaes, pela sua especial disposico em betas .goes, pagamento de dficits de agencias, exames
filoes, sao as ramificagoss de um verdadeiro
lystema orgnico.
(Contina)
PARTE 0FF1CIAL
Actos do poder eiecatlvo
Bfgalaatnio dos Carretes a Bepa
llca los Estadas Caldas do Ura
II aaprovado pela decreto a.
A de I de Hala de l Sao
(CoutinuacSo)
TITULO II
as repartieses e sea pessoal
CAPTTI/OX
Dvrectoria geral
Art. 103. O servico dos correios Mea ao cargo
Ie orna directora geral, que funecionara do edi
Co do correio da Capital Federal.
Art. 104. A directora geral dos correios teri
Ar. Oo. A'sergao.aen'.ral incumb-
1.* Toda a co'rresp|luencia rora o ministro da
Instru.'co Publica, j jjrrehis e T-iegi^hos; com
as diversas autorMs CsnS 03"lirectores ge-
raes dos correiopQRrangeiros; com os admi-
nistradores e agentes ; de vendo abrir logo e
distribuir a recebida, excepto quando confiden-
cial e reservada ;
2.* Preparo de papis para despacho do dir
ctor geral;
3." Concursos, nomeacao, distriboicc, liceo-
cas, castigos, recompensas, promogao, aposenta
doria e registro do pessoal;
4." Creago c suppressao de agencias e de li-
onas postaes ;
5.* Recebimento das reclamagOes contra a ex-
ecugai do servico em todo o paiz ; *
6.' InstruccOes e ordens do director, quer se-
jam em solucdo de duvidas ou conflictos, quer
nao ;
7. Horarios, itinerarios e mappas geographi
co postaes ;
8." Relatorio annual, guia e boletim postaes ;
9." Classifiragao, guarda e conservado da
correspondencia e documentos que devem con-
stituir o archivo ;
10. Guarda e conservaco da bibliotheca ;
11. Creacdio, guarda e conservacio de um mu
seu postal.
J nico. A secc&o central ser dirigida por um
ofndal, que servir de chefe.
Art. 106. A contadoria ter tres sec$03s, s
quaes Incambem os seguintes servidos :
1.* 8ICC0
(Correios)
1." Orcamenlo da receita e despeza ;
2. Crditos : escripturac&o, dislnbuico, tra-
balbos para abertura dos supplemcntares, etc. ;
3. Bjlancos mensaes e geraes ;
4.* Relatorio annual da parte financeira do
servido postal ;
5. Estatistica das correspondencias postadas,
distribuidas e em transito ;
6.* Transito martimo e terrestre das corres
pondencias permutadas com os correios da
Uoio ; organisaco, verificaco e cobranca ou
pagamento das contas ;
7.* Depsitos de sellos da directora geral;
supprimentos de sellos, etc., para o mesmo, es-
cripturaco e inventario ;
8." Material : escripturago do almoxarifado e
inventarios do mesmo, requisico para suppri
ment do necessario aos servicos da contadoria
e das administrares, e escnpturaQo do sup
prido a cada orna ;
9 Vales nacionaes : liquidagao dos emitti-
dos, pagos, reembolsados ou prescriptos ; conta
correte de cada repartigao postal incumbida
desse servico ;
10. Vales inlernacionaes : liquidagao das im
portancias recebidas e pagas, conta correle nao
s das repartiyes pjstae.s incumbidas desse ser-
vico, como d directora geral e de cada um dos
paizes que permutarem fundos com os correios
do Brazu ;
11. P.opostas para classilicagao de agencias e
lix.igo dos vencimentos dos agentes.
2.* sbccI
(RepartigOes fostaes da Capital Federal)
12. Bilaocetes diarios da receita e despeza
realisadas na thesouraria da directora : recebi
ment e verificago dos documentos de despeza,
levantamento dos balan :etes, coordenac&o des
te?, dos ditos documentos, e tai-s para presta-
gao de contas ao Thesouro Nacional;
13. Bilangos mensaes da receita e despeza
realisadas as reparligoes postaes da Capital Fe
deral e Estado do Rio de Janeiro;
14. Balancete> diarios de sellos e outros valo
res estampilbados a cargo do tnesoureiro da di-
rectora geral \ verificago e coordenagao desses
balancetea e dos documentos respectivos para
preslag&o de contas ao Tnesouro;
15. Crditos : escripturaglo relativa s des pe
zas das repartigOes postaes da Capital Federal ;
16. Receita e despeza : preparo dos docu-
mentos para arrecadago de dinheiros e o paga-
mento de despeza?, tanto de pessoal, como de
material, que devam correr psla thesouraria da
directora, excepto dos que se referirem re-
ceita ou despeza das repartigoes postaes do Es-
tado d i Rio de Janeiro ;
17. Conferencia dos documentos de despeza
que deva ser efiectuada na tbesouraria, salvo da
que se referir s repartigOes postaes do Estado
do Rio de Janeiro;
18. Vales do correio nacionaes : registro dos
emitlidos pela thesouraria ou contra a mesma,
dos pagos ou reembolsados na dita repartico,
expedigo de avisos dos emittidos, devolugo
dos recibos do3 destinatarios ou dos avisos, <>e
monstragOes dos emittidos, pagos ou reembol-
sados na tbesouraria;
19. Vales do correio inlernacionaes : preparo
de listas de aviso para os correios do exterior,
emisso segundo ts listas de aviso recebidas do
exterior, registro das operagoes de permuta en-
tre a tbesouraria da directora e os correios do
exterior ;
20. Assentamento e registro geral do ponto do
pessoal das repartigoes postaes da Capital Fe-
deral ;
21. Conta correte dos responsaveis por sel-
los e outras formulas de franqua para com o
.nesoureiro da directora, exceptuados os agen-
tes do correio do Estado do Rio de Jannro :
22. Conta correte dos devedores fazenda
nacional por imposto do sello, multas ou extra
vio de valores, excepto os devedores que lorem
empregados nos correios do Estado do Rio de
Janeiro.
3.a SBCCAO
(Repartigoes postaes do Estado do Rio de Ja-
neiro)
23. Registro das agencias indicando as datas
de sua creagao. cathegorias das localidades,
etc.
24. Tomada de contas dos agentes do correio
do Estado do Rio de Janeiro ;
- 25. Classilicagao da receita e despeza realisa-
das as agencias ;
26. Suppnmento de sellos e material s agen-
cias, conta correte da directora com cada urna
das agencias ;
27. Fiscalisaco das importancias recolhidas
pelos agentes tbesouraria da dire.-toria, quita-
da venda de sellos adhesivos,
postaes, sobrecartas e
cintas estampilbadas;
3 O servigo ds vales postaes de e para o in
terior *, exterior;
4.* O servigo do recebimento d asigaaturas
para jornaes e outras publicaste; peridicas.
5. A recepeo, ?uarda e expsdigo dt> sellos
adhesivos, cartas-bilbetes, bflhete3 postaes, so
br cartas e cintas es ampilhad;
Art. 108. Haver tarabem uai almoxarifado
para a recepgo guarda, fornecTmelt4 confe-
rencia e expedigo de todas as formulas impres-
sas, objectos de expediente e utensilios.
Paragrapbo nico. O almoxarifado tica subor-
dinado contadoria.
Irmio.Indeferido.
uio Bruno da Silva Maia.Deferido,
com referjocia ao Io semestre do correte exer
cicio. J-
das guias relativas ao servigo de cooduegao de
malas;
28. Estatistica das correspondencias postadas,
distribuidas e em transito oas agencias ;
29. Escripluragao de crditos relativa s des-
pezas das agencias ;
30. Conta correte com cada agente pelos im-
postas sobre nomeacOes, extravos de valores
pelos quaes sejam responsabilisados, etc.;
31. Demousiragoes dos vales emittidos, pagos
e reembolsados oas agencias, dos sopprimeotos
feitos s mesmas pelas collectorias e mesas de
reouas, e dos raidos ntre ues a essas reparti-
goes de fazenda p< las agencias;
32. Registro das linhas postaes, indicando as
dalas de sua creaco, poutos terminaes e nter
medianos, e si a condueco de malas por con-
tracto ou por estafetas, nome do contactante ou
estafeta, costo do servigo, pagamentos eflectua-
dos, etc.
Paragrapbo nico. O contador geral dirig
directamente os st-rvigos a cargo da 1* secgo
da contadoria ; e, por meio de cheles, os da S*
el.'
Art. 107. A' thesouraria compete :
1.* Arrecadar e pagar;
CAPITULO XI
Correio da capital federal e admn!str.ic5ei
Art 109. O correio da capital federal ser ad
ministrado pela directora geral, e dividir se-ha
em qualro seccees, denominadas : i*, de rece-
bimento e expedigo; 2a, de distribuico; 3*, de
registro ; 4*, dos servigos ambulantes.
Art. UO. A' 1* secgo incumbe : a recepgo e
abertura das malas do interior e exterior; a
conferencia e manipulago das correspondencias
ordinarias comidas nessas malas e sua distri
buigo s outras secgdes ; a org ni-agao dos do
cumentos de >:ebito pelas correspondencias Bao
franqueadas ou insuffitientes; a recepgo das
correspondencias urbaoas, sua marcaco, apar
tago e distribuigo s outras secgOes; a conec-
ta das caitas da repartico; a apprehensito das
correspondencias transportadas fraudulentamen
te; o preparo e expedigo das malas para o paiz
e para o exterior; a estatistica diaria das malas,
e das correspondencias postadas, recebidas, em
transito e para distribuir; a tiscalisagio do ser-
vigo de collecta das caixas urbanas. "
Art. 111 A' 2a secgo incumbe : a tnstribuigo
das correspondencias, tanto no correio, como
nos domicilios; a recepgo e registro dos avisos
de mudanga de residencia; a classificago e
guarda das correspondencias qne nao tiverem
podido ser entregues ; a escolba e classificago
das correspondencias cabidas em refago; e a
classificago do3 servigos de distribuigo domi
ciaria.
Art. 112. A' 3a secgo incumbe : registrar to
das as correspondencias; a recepgo e aber
tura dos volumes de correspondencia registrada
procedente do Brasil ou de paizes estrangeiros ,
a conferencia, manipulago e langameoto dessa
cor-espondencia, assim como sua distribuigo.
tanto no correio, como nos domicilios pelos car-
teiros de 2* secgo; o preparo e entrega dos
volumes de correspondencia registrada com ou
sem valor que tiverem de ser expedidos; a cas
sificago e devolugo da que nao tiver podido sen
distribuida; a classificago da que cahir em re-
fago ; a entrega dos avisos de recepgo ; e a es-
tatistica diaria do servigo a seu cargo.
Art. Ii3. A, 4' secgo compete : todo o servi-
go de preparo, expedigo, rrcebimento o confe-
rencia dos malas transportadas pelos correios
ambulantes dependeotes do correio da capital
federal e pelas estradas de ferro do Rio de Ja-
neiro ; a estatistica do servigo a seu cargo.
Art. lli. Haver em cada capital de Estado,
excepto na do rio de Janeiro, urna admluistra-
go de correios.
Art. 115. Essas administragoes terao a se-
guate classificago : 1* classe : S. Paulo, Minas
Geraes, P. Pedro, Pernambuco, Baha e Para ; 2a
ciasse : Cear, Meranho e. Paran; 3a classe :
Alagoas. Amazonas. Espirito Santo e Sania Ca-
tharioa; 4a classe : Goyaz, Parabyba do No Nor-
te. Rio Graode do Norte, Sergipe, Matto Grosso
e Piauby.
Art. 116. As administragoes funecionaro em
edificios publico?, e s na falta destes em casas
alugadas medame contracto,
(CMfwtaa.J
PARA DENTRO FORA DO ESTADO
Por seis meses adiantados. ... 13500
Por nove ditos idem...... 20(5000
Por um anno idem...... 26000
Cada numero avulso, de das anteriores. 100
oso Filbo.Juutem conhecimeo a poe em immio >nte perigo as instituigOes e urge
i do 11
orreat
e viet
piposto, com referencia ao
;e exercicio.
Tceate.Prove o peticionario
1
*
v
INTERIOR
Repartifo da Polica
2. seccao.N. 130.Secretaria de Po-
lica do Estado de Pernambuco, 12 de
Junho de 189 i.
Cidadao GobernadorParticipo-vos que
foram hontena recolhidos Casa de Detengo
os individuos de pomes Vicente Ferreira de
Lima, Cypnano Lopes da Costa, Jos Theoto
mo de Campos, Miximianno Jos Clemente, Ma-
noel do Camo Feitosa, Pedro Gomes Ferreira
de Souz, Emiliano Rodrigu?s do Nascimento,
Manuel Nogueira da Silva, loo Cavalcante de
Moraes, Antoaio Laurindo J .s de Souza, Ha-
noel R'beiro da Silva, Antonio Jos de Lima, Mi-
litio de tal, David Jos Pereira e Dionisio Jos
Barbn.
O subdelegado do Io districto do termo de
Jaboato aDrio inquerito contra os individuos
de nomes Joo Manoel do Carmo e Joaquim Anto-
aio de Lyra, indignados como autores do rouoo
de assucar praticado em das do mez ultimo na
estufa do engenho Sapacaia, per.encente ao ca
pao Jo i de -ouia Leo.
No dia 6 do correte foi capturado lc ter-
mo de Bom Jardim o reo Manoet Ramos da Sil-
va, coohecido por Manoel Jjo, pronunciado por
crime de morte na comarca de Cabrceiras do Es
tado da Parabyba.
Tambem ao dia 25 do mez (indo foi reco-
Ibido cadeia do termo de Triumpho o reo Fran
cisco Siraoes de Moura, pronunciado no art. 205
do Cod. Crim.
No dia 22 do mez lindo, s 10 horas da
manha e no lugar denominado Para, do termo de
Triumpno, o individuo de nome Manoel Ferreira
de Moura Lima disparou urna arma de fogo
contra Martioiaoo Ferreira da Silva, ferindo o
gravemente
Contra o delinquente que foi preso em flagran
te, procedeu-se nos termos do mquerito policial.
Saude e traternidadeAo cidad&o Dr.
Albino Qoncalves Meira de Vasconcellos,
go ve mador do Estado.O chefe de poli
cia, Ettiesto de Aquino Foiueca.
Thesouro do Estado de
Pernambuco
DESPACHOS DO DIA 12 DK JONHO DE
1890
Seoastio Antonio de Ubuquerque Mello. -Ro-
gi8tre-se e fagara se as devidas notas.
Vicente Ferreira Baptista, Felippe Moreira
Cruz, Jos Leopoldo Bourgard, Victorino Antoaio
de Alcntara, Jos Faustino Barbosa de Queiroz,
Carlos Lopes Nogueira da Rosa. -Informe o Dr.
Contador.
Joaquim Bernardo dos Res, Mari Amelia F.
Moraes Pioheiro e outras e Coarado Wacbsmaao
Ao porteiro.
Ortulaoo Aqoiao Fonseca.D se.
Reeebedorla do Estado de Per-
ataaabaco
DESPACHOS DO DIA 12 DE JNHO DE
1890
Liberato Flix de Sooza e Machado k Psreira
Inforne a Ia seccAo.
Arcbanja Maa dos Aojos.Certifique-se.
" NORTE DO BRAZ1L
Estada do Flauta y
Como cpm plemento s noticias desse Estado,
bontemriuiiieadas, damos aqu o que escreveu o
Estado wsPw*ky era seu numero da 27 de Maio :
Os federalista:, depois de haverem gasto suas
provisos as escaramugas jornalisticas, em que
semore^ram batidos, agora, em desespero de
causa, lngaro mao da farga para caotarem a vi-
ctoria pela mentira, prestando -se um a ser victi-
ma, outros a testemunba em aquillo que cobar-
demente-apocertaram nos secretos concilibulos
do sobrado !
A 'Democracia, pregando a revolta e seas
adeptos a po ido em pratica, im orrem ostensiva
mente no.crime de sedigo, para o qual as leis
militares e civis sao lo severas. Si esses falsos
amigos da repblica, si esses mascara dos ioimi
gos das iostituigoes patrias planejam levar de
roldo o bosso sacrificio, a honra do paiz to no-
bremente manifestada pela maior conquista de-
mocrtica da nossa historia, acredtem que an-
da ha juiies e leie que o motim das mas nao
um es paite loo para os go ver nos serios t
A 22 do correte das officinas da Democracia
foi tirada e espalhado este boletim incendiario :
BOLETIM DA .DEMOCRACIA
Therena, 22 de Maio de 1890. Est de-
mittido de governador desle Estado, segundo te
Ipgramm'a que acabamos de receber, o Sr. Dr.
Gregorio Thaumalurgo de Azevedo.
Foram reintregues nos lugares de vice gover-
nadores ob nossos Ilustres amigos Drs. Joaquim
Nogueira Paranagu e Theodoro Alves Pacheco,
fica odo assim reparada a iojo3tiga da demisso
que soffreram, obtida pelo mesmo Sr. Dr. Gre-
gorio Thaumalurgo de Azevedo.
Os piauhyeoses beodizem o governo provi
serio por esse acto de justica e alevantado pa-
triotismo.
> Em quanto este boletim. visivelmente amo
tinador e insidioso circula va na cidade, da por
ta de varias casas federalistas subiam aos ares
fognetes e foguetes.
Inmediatamente urna banda de msica poz-
se a tocar em frente casa do Baro de Urus
3ul;y, ende se rcuniram crescido numero de ln
divi fuos.
Animot. exaltados, provocago directa aogo
vernador, grupos reunidos em varios pontos da
cidade faziam crer algum acontecimento desa-
gradavel.
Teniendo isto, o delegado de polica e com-
mandanto da guarda republicana, tenent -coro-
nel Joo oq Deus Moreira de Carvalbo, nao qu--
rend > tor.ir sobre si nentiuma responsabilidaHe
directa, dirigise acompanbado do tenente da
mesma guarda Jos Gentil da Silva Moura, para
a ra de Sao Benedicto onde se achava o Sr. Dr.
chefe de polica Jos Calheiros de Mello, afim de
pol-o a par dos acontec ment s e pedir Ihe suas
ordens.
O Sr. Dr. chefe de polica, pondo um revol-
ver oo bolso, sabio acompaobado dos dous offi-
ciaes referidos e parando ra Bella, defronte
da caa do Sr. major Antonio Gentil, mandou
apilar e esperoa que a forga ebegasse.
> Isto feito, S. S., o commandaote e a officia
lidade da guarda republicana desceran pela ra
Bella, mandando fazer alto defronte da casa do
Baro de Urussuhy.
Deixaodo o teneate-coronel Joo de Deus de
promptirio, oD\ chefe de polica foi sosinbo
casa referida, de cuja porta voltou a passos pre
cipilado?. ordenando ao commandaote da forga
para dar urna carga de baioneta e dispersar o
Evo, oo que foi obedecido, marchaado S. S. ao
lo da forga, cajos perigos participou.
Diaole da carga o povo amotinado correo es
pavorido, sen lo, poressa occasio, disparados,
segundo dizem, dous ou tres tiros ao approxi-
mar se a forga, partidos da casa do Baro de
Urussuhy. E' isto mesmo que diz o Dr. chefe de
policia, o nico responsavel por todos esses acn
tecimeotos em officio dirigido ao Exm. Sr. Dr.
Thaumaturgo: Respoodeodo vosso officio de bo-
je, (25; com a urgencia que exigs, cumpre-me
dizer-vos que nenbura motivo descubro para a
estranhesa que declaris vos ter causado a omis
sao havida na parte de 23 8ob o n. 293 dos tres
pequeos tiros disparados em frente da casa do
Baro de Urussuhy, na noute de 22, quando del-
ta se approxinava a forga da guarda repblica
na sob o commaado do alferes do exercito Joo
de Deus Moreira de Carvalbo, visto como vos
dei em officio sob o. 296 em adctaxeoto aquel-
le, a razo justificativa d'aquella omisso .
Ora, desde que o proprio Dr. chefe de poli
cia declara, elle que nao sabio do lado do com-
mandante da forga, que tiros foram desparados
a approximago d'esta, claro que nao podiam
esses tiros ser desparados pelo lente-coronel
Joo de Deus Moreira de Carvalbo e Dr. Emigdio
Pedreira, e anda menos ser o baro de Urussu-
hy victima de urna tentativa de assassinato.
A verdade em todo esse alarido, que op-
posigo desvairada explora como urna arma con-
tra o governo, apparece em toda sua nudez por
esta simples exposigo.
03 amigos do baro de Urussoby, exajlados.
entbusiasmados pela inesperada e at agera nao
confirmada noticia da exoneragoo do uosso in
clyto governador, deram em altas vozes morras
ao governador e ameagavam terriveis violencias.
< Desconfiando, com razo, a polica dasdis
posigocs bostis dos sediciosos federalistas, tomou
as medidas proprias para preveoir qualquer le
vantameoto, reuoiodo da forga republicana o
maior numero posslvel de soldados, a cuja freo
te poslou se seu honrado e brijso commandante
s ordeu3 do Sr. Dr. chefe de polica, que directa
e pes8oalmeote tomou sobre si a direcgo da for
ga, a qual, ao ebegar casa do baro de Urus.-u
by, foi recebida com tiros, como diz o Dr. ebefe
de policia.
N'estas condiges, ashamos qno o Dr. ebefe
de policia fez bem em mandar dar urna carga de
baioneta, dispersando os sediciosos. Osaros par-
tidos da casa do baro de Urussuhy ao approxi-
mar-se a forga ; a aggresso feita ao comman-
dante e ao Dr. promotor pelo tenente coronel Ri
beiro ; a aggresso que dizem soffreu o alferes
da guarda republicana Phocion Caldas; a gran
de copia de capangas que diariamente chega a
esta capital; os discursos anarchicos, proferidos
pelas esquinas ; as ameacas publicas contra a
vida do proprio governador e de amigos seus,
tulo isto prova perfeitamente que predomina no
aniod'essesborneaspengososo desejodeaoar
cbisar o Estado, de plantar a-discordia oo seio
da familia piaubyense, atiraodo nos na vertigem
sanguinaria das coovulsors revoluciooarias.
E tal o proposito sedicioso d'essa geote, que
mal a forga aoproximou-se, receben a a tiros de
revolver, mandando tres desordeiros atacar pes-
soalmentt o proprio commaudante da forga e ao
Dr. promotor publico da comarca, que, a bem da
ordem,appareceu no lugar em que os amotina-
dores procuravam alteral-a.
O desvairamento d'essa horda de facciosos
que o governo Taca prevalecer o principio da le-
galidade sobre o furor deseofreado das paixOes.
Homens que timbrara por desre;peitar a au-
toridade, por levar a desordem ao Estado insu-
flando o povo por meio de reuniOes de carcter
puramente hostil s instituigOes patrias, suppjiu
qun faro todo obtendo testemunhas suspeitas
entre a sua capangagem para jurarem o que bem
decoraram e nao se pejam de apresentar balas
que dizem foram Ibes dirigidas no sentido de os
assassinarem I E' velbo esse uso, sabida essa
historia, j desacreditado o systema I Veremos,
porm, em que param. A historia registrar mais
essa miseria de urna opposigo desbriada e feroz,
que conculca tottee as leis, tere todos ss princi
pos honestos para chegar a seus fins crimino-
sos.
Sua alma, sua palma.
INDUSTRIAS E ARTES
As sementes de algodlo, que ultima
mente tem sido empregadas em tantos e
tao proveitosos usos, vSo adquirindo dia
dia maior desenvolvi; ento em sen em-
prego.
At bem pouco oj caro jos do algo dao
eram despresados como inute3, hoje todas
as suas partes sao aproveitadas, send >
sempre maior a procura do que a offerta.
Do que se considerara como desperdi
ci, se extrahe hoje o til azeite de ua-
rocos de algodSo ; e do residuo se obtera
urna massa, cujo valor mercantil quasi
igual ao do cinza que se extrahe da casca,
depois de havel a utilisado como cornous-
tivel.
Para extrahir o azeite dos carocos, co-
meca-se por fazel os passar por urna ma-
china chamada linter, que os despoja das
ultimas fibras do algodao.
Estas sao curtas, e vendem se para col-
chas e outros misteres.
Nesse estado, os carocos sSo partidos,
separando se as amendoas das cascas.
Depois de trituradas, as amendoas sao
submettidas coccSo, na qual separa se
urna parte do azeite que ellas contem,
extrahindo-se o restante por compressao,
estando anda qaentes. O residuo fica em
forma de pasta.
SSo muitos os usos do azeite dos ca-
rocos de algodao, devendo-se sua genera
lisacSo ao seu nfimo preso e as suas con-
dicoes de salubridade, pois puramente
vegetal.
Os fabricantes de manteiga adulte-
ram-n'a com esse azeite, consummindo
grandes quantidades delle.
Dizem elles que o seu addcionamento
manteiga mslhora-Ihe a qualidade ; e como
o azeite contem duas vezes menos agua
do que a manteiga, augmenta o rendimento
desta.
Desse azeite sao exportados dos Esta
dos Unidos da America do Norte grandes
quantidades para os portos do Mediter-
rneo; e d'ahi os fabricantes de azeite
de oliveira, depois de misturarem-n'o com
o dos carojosde algodSo, os exportSocomo
productos puros.
A mor parte das sardinhas em latas sao
hoje preparadas com esse azeite, que d
bons resultados.
O azeite refinado de carocos de algodao
muiio usado no Estado da Pensilvama
para alimentar as lampadas que servem
as minas de crvao. E' ^mais caro do
que o petrleo, mas a maior seguranca
que offerece compensa com vantagem a
differenca.
O azeite bruto, assim como o residuo
que deixa sua extraccao, muito procura-
do pelos fabricantes de aabao.
Depois de extrahido o azeite das amen-
doas, ficam e3tas em pasta farincea. A
maior parte desse residuo remettido
para a Inglaterra, onde os criadores ali-
mentam os gados com essa farinha. O
mesmo uso se est fazendo nos Estados
do Oeste da America do Norte, onde
constantemente auguenta a procura.
Assegura-se que, como alimento para o
gado, nSo tem rival.
A tonelada vale de 26 26 1 [2 do-
lara.
No ann passado, es precos fluctavam
entre 23 e lj2 e 24 dolara por tonelada,
devendo-se a alca procura estraajeira
que nSo tem precedentes.
Em SSo Luiz fundou-se um moinho que
Srepara a farinha das cascas dos carocos
e algodSo, e assegura se que essa fari-
nha superior outras communs, sendo
seu custo muito menor, pois se vende a
21 e 1(2 dolara a tonelada.
Muitos moinhos queimam as cascas como
combustivel, vendendo as cinzas como
estrume, que todo coosummido no paiz,
sendo a maior parte no valle do Conne-
tiente pelos cultivadores de tabaco.
culos do ajo que o Hercules de Farnese
exhibe na Bala do museo de aples.
Se as riquezas, as virtudes e as tarcas
pLysicas fossem distribuidas pelo Creador
com a igualdade com que um bom juiz
administra justica, o socialismo perdera
a razSo de ser, e a hvpocrisia e as mise-
ras physiologicas nSo exhibiriam n* or-
dem uoral e physica o quadro contrista-
dor das sus mazelas.
O homem fraco por duas causas :
Ou por germens hereditarios,
Ou por abuos da vida.
O principio de que a pena nSo deve
passar da pes3oa do delinquente um
axioma em materia criminal.
NSo se pode applicar, porm, in otum
natureza humana a theoria da respon-
sabilidade penal. .;^J
Eu e tu, leitor, nao comemos a fructa
do Paraizo; a celebre fructa que a ser-
pen'e com a sua labia feminina offereceu
a Eva, e que esta por seu turno offereceu
a AdSo, obrigando-o a com el-a e a tran-
sgredir assim a ordem divina.
Entretanto, en e tu, se verdade o
que dizem os livros santos, estamos aqu
a pagar com lingua de palmo o que fez o
primeiro homem !
E pagando o que fez o primeiro homem
do qut.1 estamos tao distanciados pela
poeira dos tempos, nSo para admirar
que paguemos o que fazem os nessos pas,
de quem herdamos directamente a exis-
tencia.
Com maior usura, porm, pagamos
aquillo que fazemos por conta propria.
E assim de vera ser.
A vida, j o disse algores, tomada em
doses diminutas um mal ; em grandes
doses um veneno, e tomada na conta a
felicidade.
VARIEDADES
Hygiene
No capitulo da hygiene "dos msculos,
de que presentemente estou tratando nes-
tes desp-etenciosoz artigos eseripfos, co-
mo diz a chapa, ao correr da penno, oceu-
pa i.-.contostavelmente lugar importante a
equita^So.
Deixar de mencional-a, fra lancar nel-
les um vaccuo tao feio, como o formado
na rbita pela aazencia de um olho.
De todos os exercicios de que o homem
pode lancar mao, j para a satisfacSo das
mais importantes necessidades da vida, j
para o aperfeicoamento da sua saude, a
equitacSo um dos mais proficuos.
Neste mundo nSo coube, infelizmente, a
todos em partilha aquelles valentes mus-
Ora, para cor. igr os germens herdados
e o abuso da vida, nSo conhego remedio
mais poderoso que a equitacSo. Para sa-
ber o que vale este exercicio, basta re-
produzr as memoraveis palavras de Sy-
denham:
t Estou convencido que se um medico
tivesse remedio para a tsica de valor
igual equitacSo, poderia fazer urna for-
tuna. Tenho proscripto este exercicio a
militas pessoas affectadas pela molestia
terrivel, e posso dizer que poneos casos
tenho perdido. E' preciso, ontretanto,
que a equitacSo seja acompanhada de mu-
danc;a de lugares, porque a mudanga de
ar e de rgimen de tanta importancia
camo o proprio exercicio. As uiuiheres e
os he mena que nSo podem viajar a cava lio
devem andar de carro e curar-ae deste
modo. >
Stahl fez da equitacSo um especifica
para a tisca, escrevendo a respeito um in-
teressaDte livro.
*
A equitacSo um excitante da nutricio
e da respirajao e activa a circulagSo ca-
pilar.
-iconselhal-a aos homens de letras e a
todos aquelles que comem pouco, levan-
tam-se tarde e pouco se movem, pres-
ta -lhes o mais importante dos servicos.
A equitacSo, diz um higienista notavel,
o mais valente contraveneno que se co-
nhece para a vida sedentaria e o abuso do
pensamento.
*
Como tudo que bom e til, este exer-
cicio deve entretanto ser graduado, de
modo a nSo produzr o effeito contraro do
que se espera.
O cavalgar est sujeito theoria de est
modus in rebus que no fim de contas, a
theoria que rege o mundo.
A equitacSo desenvclve, para bem di-
zer, todos os msculos do corpo.
Do abuso d'ella poiem provir deformi-
dades e molestias chronicas.
As pessoas que passam toda a sua vida
a cavallo, como os gauchos, tm as pernas
curvadas pela pressSo continua do corpo
do cavallo e pela tensSo prolongada dos
msculos.
*
Houve poca no Rio de Janeiro em que
o passeio a cavallo constitua um requinte
de elegancia e de btm tom
Quem transitasse tarde pela ras que
conduzem ao pittoresco arrabalde de Bo-
tafogo, vera os mais distinctos represen-
tantes, da mocidade dourada e elegante de
entSo cavalgando animaes de raga,
A egua do Cabo da BSa-Esperanja es-
tava em moda.
Aquelles que nS cavalgavam guiavam
os sens phaetons e lindos carrnhos.
D'ahi nma mocidade desempeada e sa-
ca ti da, em vez de individuos plidos pby-
sicamente empobrecidos, que arrastam a
florida grinalda des 20 annos com o mes-
mo tedio com que o velbo cheio de acha-
ques carrega a ctz dos 50.
N'aquelle tempo os exercicios hippicos
tinham unja nobreza que j nSo existe
hoje.
O jochey nSo era um iudividuo asssla-
riado como actualmente.
No antigo prado do major Suckow e
f~mais tarde no campo de S. ChristovSo,
onde o Club Jacome deixou um nome in-
delevel nos annaos sportivos, a palma da
victoria era disputada na, arena pelos re-
presentantes das classes mais notaveis do
Rio de Janeiro.
Corriam litteratos, jornalistas, advago-
dos, mdicos, professores de faculdades,
commerciantes, etc. .
Acode-me a memoria, entre os nomes
-
*
.
i



Diario de PemambucoSexta-feira 13
tonho de 1890*
p"
do
i
aoe>iockeys d'aquelle tempo, o d
Alb de Carralho, do Dr. Costa F
o Dr. Arthor Teixeira de Macede, e cate
mor i ios lio bastantes parr*|Be sertoroaa
m. idea da elevado de sesealhansi l
?ertimeoto, que traaformou se noe tempe ^
que correm em deenfreada jagatioa!
Se elle padesse voltar pbase primiti
como lacrara con isso, a aaie pe
'er
T,
blica
Franca Junios
Actos ofllclaesPor actos de 10 do cor
rente do Dr. governador do Estado :
Foi dispensado o cida lo Baltbazar de Albu
auerqne Martina Pereira do posto de tenente se
eretario i o Corpc de Polica.
Foi transferido o tenente da 6. companhia do
torpo de Polica. Garlos Lopes Nogueira Rosa.
tara tenente secetario de mesmo corpo.
Foi promovido ao posto de teoente da o.* com-
anhia do Corpo de Policia o alferes da 1.' Josino
Alexandre de Oliveira; e nomeado para substi
luir a este o cidado Praueisco Leite Nogueira
Paz.
Foraiu co ocididoa 3 metes de licenra ao pro
motor publico de Salgueiro, bacharel Antonio
Soares Foi nomeada urna roraraiaso composta do jun
de direilo da comarca, presidente da Cmara Mu
alcipal, vigario da fregeiia e delegado de po
licia pura se encarregar da compra e distribu ;o
de 'ementes de fejo e milho pelos lavadores
secessitados da comarca do Brej >.
Foi restaualo o municipio de Muribca.
Theatre-Volfeu a scena, na qoarta recita,
anies de honlem, a Garra i'Acor, sobre cujo me
reci.-nentoj externamos nossa opinio, e de Cojo
aesem peono ja demos conta aos nossos leiio-
Nao foi menor que a das anteriores a concur-
rencia djssa noite, entretanto, o nosso binculo,
observando a sala do Hieatro, noton a aoseucia
de muitos dos espectadores dos primeiros espe
Mcalo*. ,.
Bala i duas circumstancias tiram a ampo que
fado de mnitos nao sopportarem a repeticao
das peces urna vez exhibidas, nao impede a
grande concurrencia, o que deve convencer ao
Sr. H -llve de qne est manifestado o gosto pela
satur.zi de representares em que lo excel-
len'.o fu corapanha. e que vai por ellas desper-
tad! g-an le runosidade.
Pelanitessa parle, sempre que se tratar de ope
retas como a Garra d'Acor, a repelicao, looge de
iasagradar-ooa, ao contrario, sera por nos bem
norato', .orque nos proporciona o ensejo de
mmint ijiuur nosso juizo a de melhor apreciar
a pane musical, que quando bi, tanto mais in
testas < deleita qianm mais repetida.
E' teto multo conbecido o de acabar agradan
do mmemamen e, depois de repetida, urna rau
siea-que, oovida pea primeira vea, prodorio me-
diocre impreasao.
A Garra d'Acor, que alias agrada desde a pri-
meira audtc.io, s lera a ganhar com a repetici.
Mo nos arrependemos de le a ouvido urna se-
gunda vez. Alm de que o lbrelo, cneio de rao-
viineaio, conten um enredo abundante de tro-
eadilho e snrpreaas. e pode sem a masica ser re-
resentedo como inieressante comedia, a partitura
auanto mais ouvida raais revela as bellezas que
eocerra.
A execucao correu ptimamente e apreciando
es-cojeertautes, que na Garra d'Agor s> raagui-
Ico:, acceiiUiamos o bom cono lio ja emiitido a
respeo das coros da Companhia, sempre atina
dos e escrupulosamente eo9aiados; a elle, em
grjnde. parte, devidu o bello effeito desses con-
certantes.
m.-faiura de polica -Rea-sumio hon-
lem o exercicio do cargo oe chefe de policia do
Esiado o Dr Ernesto de Aquioo ronseca, que ja
e acha restablecido do encummodo que soffrru
em sua saud -.
Taccina publica -Hontera foram vacetna-
das na Inspectora de Hy/ime 51 pessoas, em-
prean lo se nesse s-rvteu os Drs. inspector e Lo-
pes Pessa.
De accordo cora o governador do E^Udo, o D<\
inspector da hygieot lora ir medidas enrgicas
com o tira de oongar aos vaccinados a votUrem
aquelh inspectora para serem aproveitadas as
lymnb s vaccinieas para outras peaaoas.
Convm, porlanto, que os vaccraadoa facara
TOluiiiruut.iteo pequeo sacrificio d\ sete das
depois da mnjcuhcao. all coraparecer. Vae
nisso o uiterease pibhco, oara o qual lemos to
ib j lever de contribuir. .
Partido cRtollroPor iniciativa do di
reclono do Circulo Catholico, acna-se convocada
para amanha, s 7 horas da noite, no salo do
fcyceo de Arles e Ofhcios, urna rtunio dus ca-
tholi.os existentes nesta cid^de para o itm de
ter creado o Partido Calholico do Eslado de Per-
aambnco.
Junta ConmrrrUI -Hj peas 9 lio
ras do da, no saiaj da Associaco Commercial
Beneticente, devem reunirse em collegio eleito-
ral, os commerciantes nacionaes matriculados,
para o fim de elegerem um supplenle de depu
taii i a JunU Co.. mercial do Kecie. de accordo
com o edilal publicado pelo presidente da
m-.-ra Junta.
ArtintaN Herhaniro* e Liberar* -
Telas 6 1/2 horas da tarde de boje, leonera se
em laasatolaa geral extraordinaria no Ly:eude
Artes e ufcios, os mera broa da Sociedade dos
Anis'as Mechanlcos e Liberaes, am de resol
verera negocios de grande importancia para a
mesma sociedade.
Mervico militarS imje superior do dia
o cidad&o c ipi'ao Leoncio, e faz a ronda de vi
sita o ci'iada> ajudante do 14.
O 2* batalb&o dar a guarnico da cidade.
Casamento civilTeve logar o pri eiro
pregao de casamento do alferes Antonio Odori o
Henrijues com D. Paula Augusta Ferreira cha
ves.
Club cario* Cime-Ara.ana lera lu-
gar o sarao desse club
Deve .-sr utn recreio a que nao faltar a aprazi
biiidaie e a excelencia, que distiaguem as
fu .ixes do referido club.
Agradecemos a liu.za d) convite que nos foi
enviado.
Clab MMliarr\ i hoje esse club sesso de
as emoia ger', anta de irat.r de negocio de
importancia social.
Kut-iedade Juventude -No domingo da
essa sociedade recreativa o *eu sarao tiimestral.
para cuja co-participaeo dignou se a respecuyn
directora de convidar nos. peohorando n. s mais
urna vez com a sua anwbiiidale.
Santa Cana de Misericordia A noti-
cia nontem dada aob este titulo d- aerem boje
leitos os pagamentos de despezas daqaelle esta
belecimenU, e na amanh por ser da feriado,
assenlou em urna nota d'alli procedente para ter
publicaco, e por conseguinie (iciiera avisados
8 interessados.
Afsitn demoa a noticia, aem veriflao do fe
riad >. Mas, recorrendo agora ao decreto que
. conjignou as (estas nacioaaes, vemos que o que
lera esse carcter o 14 de Julboe nao de Ju
abo. servindo esta declaraco, pois, de rectifica
aa-i noticia de riontem quanio a est ponto.
Jury de Timbauba-Fuoccionoo o tri
bunul do jury dessa comarca em 2 ressao, aber-
ta no da 3 do corrente, aob a preaidencia do
respectivo miz de direito, Dr. Lourenco Bez rra
Tieira de Mello, ocupan io cadeira da prorao-
icria o Dr Paulo Ananias da silveira, eaervindo
de escrivao o Sr. Saturnino Francisco de Souza
iSttva. .
N i referida 8es9*o enttaram em julgamento os
egDtniee reos:
No dia 3, Damio Jos da Silva, acensado de
ler no dia 17 de Janeiro deste anuo furtado a
quantia de 121*500. Foi seu defensor o acade-
m co Samuel Farias, sendo o reo coodemnado a
2 annOs, 5 meaea e 5 das de prisao e mulla de
12.1/2 i.or ceoto do valor furtado, medio do art
gn 257 do :odigo criminal.
No dia 4, Marclonillo Ccreia d Mello, acen-
sado de ter em 12 de Janeiro deste anno tentado
atar a amasia Jueepba Mara da Conceicao.
foi sea defensor o bacharel Domingas d'Abrea
Vasconcellos, sendo o reo condemnado a 3 me-
ses, 12 a- e 12 horas de prisao e malta cor-
raspoBdente raeude do tempo, medio-do arii-
F19 da lei u. 2,003 de 20 de Setesabro de 1871,
ptrte.
Anda no mesnjo da, Felismino Pereira da
Silva, acensado de ter em 18 de Marco deste
anno asaassmado na cidade de Timba iba a Ray:
Dr. mando de tal. Fot sea defensor o mesmo ba
- eharei Vasconcellos, sendo.coodemnado a 14 an-
nos do prisao.
No dia S, ldaltoo Corre da- Silva, acasmado
de ter em 17 de Setefnat*,ae anno pastadafur-
uma paM d proprisdida de
oSa doe-ieia Pal *a* .defensor o aeadesMco
Samuel Parias, senda o reo coaaernnado ao m-
ximo do artigo 257 do cdigo criminal.
Aiada no mesmo dia, Miguel Joaqun da Sil
va a Vaconcello?, aecuai^io de ter durante a
noite de 23 de Dezembro do anno paseado, na
povoncaa de Cruangy, assassinado a Jovtn)
Agostmbo Jos dos Santos. Foi sea defensor o
bacharel Domingos de Abreu Vasconcellos, sen
do o reo absolvidj pela juatiRcatoria do artigo
14, % 2* .'o cdigo criminal.
No dia 6, Antonio Al ves da Cuaba, acensado
de haver no da 30 de Marco, deste anno no en
g< n':o Aninga, asa sainado Jo&o Castro Vello
so. Foi ?eu defensor o bicharel Jo8 Bezerra
Cavalcante, sendo o reo absolvido por ter o jury
reconheeido a joatiticativa do artigo 14 2 do
codito criminal.
Anda no mesmo dia, finalmente, Caetano
Brrelo da Silva (preso) e Jos Joaquim (ausen-
te) pronunciados tres vexes as penas do artigo
257 do cdigo criminal. Foi sea def-rasor o ba-
charel Antonio Clementino Freir, sendo o pri-
meiro reo coodemnado a 3 metes de priso e
mulla respectiva e o 2" 12 annos e multa de
20-por cenlo do valor fulado.
E esgotados os procesaos preparados, foi m
cerrada a sesso no mesmo dia supra indicado.
*erlmento* Ni logar Para do termo de
Triumph i. Maooel Ferreira de Moura Lima, no
di. 22 de Maio findo, desfechoa um tiro sobre
Martiniano Ferreira da Si'va. que sen lo alcanca
do pebprojeciil. ficou gravemente ferido.
Foi pre^o em fligrante o delinquente contra o
qual procedeu > autoridade policial nos termos
da lei.
Capturas F trarn presos o criminosos :
Nj termo de Bom lardan, Manoel Ramos da
Silva, pronunciado em crirae de raorte era Ca
baceiraa, comarca do Estado da Parahyba ;
No termo de Triu npho. Francisco Sim's de
Moura. pronunciido no art. 205 do cdigo cri
rainal-'
Tribunal do Jury do Isecire-Era
a sso de hontem foi julgalo neste Tribunal o
roo Silvestre J's do Nascunento, pronunciado
no art 193 do Cod Crim.
Respondern! chamada 36 juizes de fa-cto,
sendo aberta a sesso s 11 horas da manhS sob
a presidencia do Dr. Sigismundo Antonio Goo-
calves, juiz de direitn do 3o istricto.
Produzo a accuaaco o fr. Manoel Antonio
Pereira B>rbo, Ia promotor publico da comarca,
eadefesa o Dr. Manoel Clementino deOliveira
Escorel.
Fjiiccionaam no conelho de sentenca os se
guintes juizes de facto .-
Jos Joaquim Borges U'hdi
Epaminondas P. B. Accoly de Vasconcellos.
Dr. Joaquim Elviro Pereira de Magalbes.
Eduardo Duarte Rodiiaues.
Pedro Barbosa de iraujo.
L banio Candido Ril>e ro.
Lindel rao de LuGa Freir.
Juvencio Aurelianno da Cuiha Cezir.
Antonio Soriano do Reg Barro3.
Coronl Manoel Martina Ftuza.
loaquira Antonio Pereira Baaos.
Jo' de Mello Alboquerque.
O jury reernheceo a autora do delicio cora a
cir rarastancia ag ravante do art. 16 6o doCcd.
Chin, e attenuante do art, 18 3o do dito '"od.,
pelo que fot o reo condemnado pena de 12 io
no< de priso com trabalho. como in:orso no
grao medio do citado art. 193, por haver em 20
de -"tembro do auno passado. na estrada de B -
lera 2 distncto da f.-egaezia daGra;a, assassina-
do a Domingos de Sou2a Monteiro.
Foi levantada a sesso s 2 e meia horas da
tarde e adiada para hoj s 10 horas.
Club Encrlma Faz hoje sea3o esse Clnb
no logar do c-'iu ne s 5 horas da tarde.
Club Republicano Martina Jnior -
H 'je. < 7 horas da noite, reune-se este club em
ana sede provisoria, aura de ser discutido o seu
estatuto e proredsr se a eleiglo da directora.
Sorledade ITntao e Iittraa Reuni
se fura'era sob a presidencia do acadmico Victo
rio Maia, e-ta aasociaco. Teve julgamento o
personagera Henrique VIII, sendo promotor o Sr.
Olavo Mar.inhoe advogados os Srs. Pedro Paulo
e Francisco de Albuquerque, sendo o mesmo
pereonagem condemnado unnimemente.
O conse'po de senienca lorapoz se dos se
Kuintescidados: J e Bonifacio P-asda de Mello.
AlIiertoBorges Pereira. Antonio Ferreira Jnior
e Faoio Rhino Jnior.
Era seguida oSr. presidente levantou a sesso
marcando para qamta-f'ira s 11 hrra^ da nanh
sesso de asserabli gerrl, afira de ser discutida
a reforma dos estatuios.
.rectora da obra de oataer^r*
c*o di portoa de PernambufoRe: -
fe, 11 de Junhode 1890.
Rolet a rneteorotozico
t** o
Rarad Sote '.arometro a 0 Tenso [ io vapor; a:
i ;n 25,2 762 37 18,57 78
<) ! 25.''6 763-26 20.15 82
11 1 27.3 762-81 17,65 65
3 i.: 27'5 761-36 1843 66
6 1 i 26-4 61-68 18,27 i 70
Temperatura mxima28,00
Dita mnima ii. 00.
vaporaco em 24 horas : sombra2-,9.
::anva-3.0
irecco do vento : SSE de raeia noite at
aos 35 minutos ; S at 1 hora e 55 minutos da
ma-iti; 2, ESE SE e SSE alternados at meia
noite.
Veiocidade media do vento3*76 por sr
gactfa.
Nebnloaidade media0,"56.
Buielim do porto
i i ?n i -i^St Das Horas 8*8 Altar
P M 11 da Junho 1149 da manh B. 51.1 > | 6-49 da tarde P M. 12 de Junho 0-49dammb B. M.j 7 -13 2-.22 0.75 2-: 15 0-,78
Cana de Doeeneao -Movment dos pre-
sos da C*aa de Deirnco do Reclfe, Estado de
Pt-rnatnbuoo, em 11 de Junho de 1893.
Exisli4in48o eol arara 18, .-aturare 9, e.^lew
494
A j*bor:
Nacionaes 461 rialheres Ji, .-irangelroa 12.
ruta! 494
-.rra'.'oailo- 383
-oqs 356
Doantai 20
>oucos 4
boucas 3.
-Total 383
Mormento aa enfermarla
Teve baixa:
Jos Joaquim Alves.
iieitoea KITeciuar-se-hao os segnintes :
Amanbi:
Pelo ageste Martin;, s 11 horas, rna do
Riachuelo n. 25, de movis.
Pelo Agente Burlamaijul, s 11 horas, ra
do Imperador n 17, de movis novos.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, i ra do
Bom lesas n 45. de dividas.
Miaaaa fnebre*--Sero celebradas :
Hoje:
A's 8 boras n. igreja de S. Francisco, pela alma
de Agostinbo Luiz Vieira.
Paaanaelros-Sanldos para o sul do vapor
nacional Espirito Santo :
Jos Antonio Teixeira Bastos, Adolpbo Pohl-
man, H. C Weslw^d, Leopoldina, Francisca,
Tilomas Spack uan, 1 cadete, 15 pracas de linba,
Dr. Bonifacio de Arago Faria Rocha, sna se
nbora e 2 irmos, deapmbargador Thomai Gar-
cez Paranhos. Montenegro, Henry Pacoloo, A.
Costa Ferreira. Manoel Joaquim de Araujo Gees,
W. C. Hildreth, Maooel Senna, Ignei Matia de
Jesu, Dr, Jallo da Silveira Vianaa, ana senbora,
4 fiHios e t criados, Thomw, Maris, !f. F. Serpa.
Fernando Baymoad, Dr. Jobo H. Batarra de Me
neaes e ana seohor, Antonio Cardoso dos San
toa, Toeresa Mana da Conceicio, Joaquim Anto-
nio da Silva, TrifoBe Lucavig, Argemro Pedro
da Silva, sna senbora e 2 Albos, Antonio Lopes
de Carvalho, SebastiSo Alves da Silva, 1 cabo, 2
Rracw, 1 preso, Jos Lourenco de Luna e 5 rna-
tlaemraaaaeesnaaa.
ileearialaensii Q obMirnaata
do botitaW de Saaea A impla (pata variolosoa)
no dia U do corrente, foi o seguate :
Homem Mulktre Total
Ezisliaa 106 79 184
Eoiraram 6 2 8
Palleeeram 2 0 2
Existem lOt 81 190
Hoaplt*.! Pedro II -O movime f. deste
stabelecimento decaridade, no dia 11 'n Junho
foi o seguinte:
Enlraram ii
Sahiram 5
PaJIeceram 0
Existem #..440
?oram visitadas as respectiva enfermarla
M'.oe Drs.:
Moscoais 8 i/4
Cysnetro s 11 1/2. *
Ferreira Velloso s 10.
Be-ardo s 11 1/2 ^
MaiaqaiM s 8 1/4. f
Ponaal a 9.
stevo Cavalcante 8 1/4.
imoes Barbosa a 10 1/4.
Nao compareceram 08 Dra. :
Rayraondo Bandeira. .
Barros So nabo.
O cirurgiao dentista Numa Pompilio a 8 1/4
horas.
O pharraaceutico entrn s 8 !/2 da manh e
-i-io8z da tarde.
O ajadanteMo ptrmaceutico entrn 48 7 3/4
eaihio -a 5 11 horas d,a tarde.
Lu rin do Estado de rernamboeo
A 6 serie da 1* lotera desle fisfado, ser ex
trahidaimpreterivelmente amanhU do correule
(sabbao), 1 hora da larde, no consistorio de
igreja de Noasa Senhora da Rosario, de Santo
Antonio. *.
ooteria do Estado do Qram-Para
A 14> serie da 31* lotera deste Estado, cuio
oremio grande de 250:000, sera extrahida
arainh 14 de Jnohp .(aabbado).
A 5* serie da 37* lotera cujo premio gran
de de 60:00 >000 ser extrahida no dia .. do
corrente.
A Ia serle da 36" lotera, cojo"premio gran
de de 120:000*000 ser extrahida no dia .. de
corrente.
fcoterta do warantaao A 20- ferie
da loier.a deste Estado, cojo proraio de 300:000.000, ser extrahida no dia 18 de
Junho (quarta feira).
Cemiterlo publico Obituario do* dia II
de Junho :
Jeronyrao dos Santos Vital, Perurabu:), 20
anrao', solteiro, Graga ; broicho pnebmonia.
Vicencia Elias dos Anjos. Pernamboco, 60 au-
no*, casada, Boa-Vista ; senilidade.
Joo 15 iptisla da Silva, Pernambuco, 6 1/2 aai,
noj, casada. Boa-Vista ; a.ccesso pernicioso.
Maria Joaquina de Siqueira Cavalcante, Per
nambuco, 72 annos, viuva, Graja ; diarrha.
Umbelina Monteiro ue Assurapco, Pernam
buco, 44 annos, vinva, S. Jos ; scyrrnose he
ptica.
Franci-co de Paula Fernandes, Peraarabuco,
39 raooi, casado, S. Jo ; luborc.los.
Theodoro Fran *i-:co de Oliveira, Pernambuco,
50 anuo?, viuvo, Grac; tubrculos pulmonares
Possidonio, Pernambuco, 3 annos, Boa-Vista ;
varila confluente.
Victorino, Pernambuco, 2 annos, Santo Anto
nio; vanla.
Marcellino, Pernambuco,! annc,S. ot; con-
vulsoes.
Rosa Maria da Conceigo, Pernambuco, 20 an
nos, solteira, Boa Vista ; varila hjmorrhagica
Manoel Gasemiro de Lima, Perna*mbuco, 48
annos, solteiro, Boa Vista; aneurisma abdo-
minal.
Jo-epha Maria da Conceico, Rio Grande do
Norte, 30 annos, solteira, Boa Vista ; tubrculos
pulmonares.
Mara Ciara da Luz, Pernambuco, 21 annos,
solteira, B a -Vista varila.
Maria da Gloria, Pernambuco, 5 annos, Santo
Antonio; febre paludosa.
Joo Pinto da irsta, Abgoaa, 17 annos. sol
teiro, Boa-Vista ; varila.
Jos lympio Osario de Sant'A ina, Pernam-
buco, 18 aunes, solleiro, Boa-Vista ; varila.
Joventiaa Ma-ia do Rosario, Pernambuco. 26
annos, solteira, Boa Vista ; varila.
Clemente Jos da Costa, Pernambuco, 36 an
nos, solleiro, Boa-Vista ; vanla.
Paulino, Pernambuco, 6 mezes, Boa Vista;
dentico.
Um feto, Pernambuco, Rec f'..
Mraoel, Pernam nuco, 1 hora, Boa Vista; as
pbyxia ao nascer.
UM POCO DE TUDO
Ontr'ora eu tinba gran>_i^^Hnto
No-teoamor conjaacto da ternuras,
neio de minbea amabjaras
encentra va doce leajavoto 1
-
itn hoje, impiedosa.
Abrigar a paixo que m'i
Tranlndo ao juramento qae
e deste I...
Pois bem: tica no entanto convencida
Ters sempre a seguir te toda a ida
O remorso do mal qae me flzeste I
#
Eis nma scena de um cao imaginario per forca
do bypnotismo.
Teodes um c5o comvoeco ?
Eu t nao 1
Sim I Vos tendes um cao, eu o vejo; e v8
tambera.
Um cao ?
Sim. anda repito t Est abi, vos o vedes.
Elle lem um cesto cheio de laranjas. Oh I vos
ides distribuir laranjas a todo o mundo.
= Ah
E, agora mesmo, vosso cao est de modo
insupportavel. Convm pl o no andar da ra.
Esta conversarlo estranha passou-se no Hotel
Dieu, no servico rio Dr. LumoBt-pallier, entre o
Dr. Berobeim.daFaculdade de Medicina de Man '
cy, e nma mulber que se lhe tinha designado
como sujeito byrraotisavel.
Alexandre Dumas, jornalis'.as, autores drama-
ticos, romancistas, magistrados, advogados e
mdicos assistiam s curiosas experiencias.
Como comequencia desta conversaco com o
Dr. Bernbeim, a pobre mu!her, depois de ura
momento de hedtaco, olbou para o chao na at-
tilude e com ar de qnem realmente vira um cao;
abaixoo se, criamou esse animal imaginario, fez
acenos de tirar laranjas de ura acatHt que per
snadia se ter 8Uspen8o ao pescoco e dava sigoal
de offerecel-08 as pessona preaentes I
Neste ponto manife-ta ae a scena prevista da
incongruida le supposta commettida pelo cao; a
mulher assanba se contra o innocente animal,
pers'gnio-o por toda a sala, e nao ficou socegada
seno seno depois de polo vergonhosamente
pela porta fra.
Mas anda aqu nao es' tudo.
Interrogada sobre o que acabava de fazer a
mulber declarou nao ter visto cao algura, e, por
consequensia, nao haver pratieado algura do3
actos de que se he fallara.
Eu I Jamis na minha vida I
In-itrado enfo sobre a realidade dos factoa,
o Dr. Beroheim aeabou por convencer o sujeito:
que acceilaa crenga que se lhe impe, e exclama ,
Ah I sim, perfeitamente 1 verdade 1 Eu
rae lembro I
Mas nao, nao vos podis lembrar, disse o
experimentador, pois que trata se de um sim
pies gracejo e nao esleve nenhura cao na sala.
Diga o a outros! Eu o vi distinctamente
eat tire enlo algunas laranjas de uraa cesta
e offereci as s pessoaa presentes.
E nada pode mais desfazer a convieco Ja po
bre muiher.
A experiencia tiohi por fin raotrar a signes
ao como possivel, mesmo no esudo de vigilia
sobre sojeios bypnotisaveis.
Para M Bernlieim, es. alii o lado verdadei
ramete philosophico; e purtindo scieotifica
mente de sua doutrina, tudo phenoraeno i ug
gestivo.
A idea suggerida se transforma em acto lam-
bera no estaao de bypnose, como nos de sonho
e de vigilia.
O sonh, com effeito, nao seno nma auto-
anggesio durante o sotnno na'ural, seja ou nao
conservada a lembranca do ra"smo ouho ao
despertar.
O mesmo ph nomeno se produz no somnam-
bulismo, onde o sujno pode tambera, em co:.-
dic.'S especi le se lembrar ou nao do que lhe
foi inspirado por outreTn ou por si mesmo.

Eis urna conjugaco amorosa de Aug. Fab.,
colhida no Paix:
Vi te urna vez. Foi' bastante. Cupido bolio
na aljava.. Soltou rae a flecha o tratante----
Fez .-e o railjgre :Eu amava.
E uentro em poucos das, queimava teu peiio
em lavas. Vi que j jorrespoodas; como eu.
tambera -Tuamavas
M..-, de terceira pessoa tua alim era escra
va. Nao senti cinme toa, nao me enganei.
Elle amava
Qulz proseguir, fui teimoso... Provaa de
amor amb>s lavamos, sem tregoas e sera repon
so E porfa Nos amwnmos.
Porm, la, ob cal ivento I nos dondejos iocan-
saveis, varreste de peiisaueuio o meu nome, e
Vos 'invite-s
E aquelle tempo passado de que o Eu elimina
va-se, ticou po: mira conjugado aassim,Etles
amavam.
Extremo pezar acerbo I Inesperado pezar 1
No tempo simpl s do verbo metteu se um auxi-
liar.
SPORT
A i i-a de constrnirem-se pateos de recreio
as solis dos collegios, que lo bons resultados
deu em Londres durante alguns annos, foi ado-
ptada em New Yoi k para os novos edificios le
vantadoa lo populoso bairro de Leste.
N'essa re/iao o espaco limitado e caro, e as
hibitaces dedicadas a pateos de recreio sao ge-
ralra-nte uns obscuros e lio nidos su o solos. -
Aijora os pateos de recreio vo ser col loca dos
era cima dos edificios, naa soleas.
O plano e levantar as paredes at a altura de
mais um andar, por seu tecto. Nos das de
chuva. urna coberta de lo la poder ser estend da
sobre o pateo, mas em qualquer outro tempo as
enancas gosaro Je lodos os beneficios do ar e
do sol.
Essa experiencia feita em Londres deu resul
lados satisfactorios, e em um dos pateos se eolio-
cou um telbado do vi 1ro proporcionando assim
commodidade e alegra aos meninos.
O Satuari/ News assegura que nao tardar que
se faa a prova u*uma daa escolas de e.w
Yuk.
*
A laglaterra tem o primado no genero dos
clubs onginaes: ella o paiz, por excellencia,
dos circuios excntricos.
Entre as invencCes nascidas da phantaaia bri-
tannica basta lembrar o Club da Cabera de Vitello
cojos socios comiara em commum urna cabeca
de vitello a 31 de Janeiro em commemoraco da
decapitaco de Carlos I; e em seguida o Club
dos Misefatis, cajos membros deviam ter fallido
urna vez pelo menos ou estarem em infraccao
cora a le; o Club dos Mentamos, no qual era
prohibido de dizer a mais pequea verdade e
cuja presidencia era deferida a qnem houvesse
pregado a maior mentira ; o Club das caras f>ias,
no qual aomente era tu adraittidos aquel les a quera
a n :tureza dotara de alguraa conspicua defonni
dade; o Club dos ~homeni gordos e dos homeiu ata
gros ; o Club dos gigantes c dos anaot: 0 Club dos
cabecudot \ o Club dos sem nariz e dos narixes pene*
dos; o Club dus tosqueadnres de sidos, :ujas reu-
.nies se faz'am ao escuro por economa deaxeite
e de vela ; o Club dos falsos lures e dos charla
toes, p finalmente boje ae descubri a existencia
du,.i lub do ultimo homem.
Esse circulo que j tem de vida urna dezena
de annos' era constituido por um numero deter-
minado de socios, o qual nao poderla ser au-
gmentado sob pretexto algura.
Na sala de su is sesses bavia nraa garrafa sel
lada de vinbo do Porto, a qual quanao a raorte
tivesse atacado todos os membros do Circulo,
menos um, este ultimo superviveiite devia abrir
e oeber lhe o conteudo sande.....'dos morios,
e depois traspassar se cora om punhal.
Porm o programraa nao foi executado.
Ha das os auperviventes eram dona : elles be-
beram o vioho do Porto que-.. occasionou a dis-
soloto do Club.
E' de Odlareg Midnal:
A.
(A Demosthenes de Olinda)
Bradame forte a voz da consciencia
qne eu nao devo te amar mais n'esta vida;
que eu nao devo dar crdito innocencia,
A' innocencia tua lo Ungida.
(Eduardo dtCarvalhoJ.
Von eaquecer te, embora o esqnecimento
Me traga maior aomma de tortura;
Ven esqoecer-te; a minha desventura
Nao quer qu'eu viva alegre um so momento I
Foram comprados pelo Sr. J. Rocha, da
capital federal, tres potrancas nacionaes,
trazidas pelo Sr. Fowler do Esta lo do
Paran, > nde o mesmo Sr. creador.
*
Depois d'amanba corre se, na capital
federal, o Grande Cruzeiro do Sul, do
I Jockey Club.
O garaahao Silvio, de propriedade do
duque de Castries, qne o comprara na
I Inglaterra de 1881 por 175.COO francos,
; foi morto ha pouco, por ser considerado
' inevitavelmente perdido, em razao de ha-
ver quebrado as pernas no proprio hars.
De um artigo da Semana Sportiva, sob
titulo Tramov e Desgarros, destacamos
os seguintes trechos, para ver-se o que
?ai pelo turf nomnense, e como, recom-
mendacSo apropriacao da medida no
noBso Sport, quando ella for de necessaria
applicacao:
c Effectivamente, parece que nao ame-
dro tam m it penas estabelecidas no cdigo de c irridas
contra os delctos de que tratamos Sbe-
se geralmente que os tratantes, quando
vSo para a raia com um animal bom para
perder ou com um animal ligeiro para
atrapalhar, levam j em mente, deduzd;
da parte que lhes tocar na divisSo dos
lucros il'.icitoa, a importancia da multa a
que se vao expr.
c Adiamos, portento, que, como licSo
que servisse de exemplo duradouro e
sempre vivo na memoria dos indignos, as
honradas directoras das nossas sociedades
de corridas deveriam, pelo menos como
medida provi oria, applicar indistinctamen-
te a auspenaSo contra todos os delictos
da natureza dos qne oceupam a nossa at-
tencao.
< Est visto qne na> desejamos de mo-
do algum levar a perigoso exagero o nos-
eo elo natural pela moralidade das corri-
das, lembrando oenas deaproporcionacs
s faltas que as provocarem. Como, po-
rm, a suspensSo o castgo que m*ia
sentem oe jockays, talvea o nico qua el-
le sentem realmente, qnizeramos que
para oa casos imperdoaveis de patota evi-
dente e comprovada fossa creada urna es-
calar de suspencSes que comecasse pelo
prazo de um mea, na reincidencia suba-
se ao de tres e sais e terminaase finalmen-
te pela expulslo.
c Urna, dnas ou tras condemnacSe
desta natureza baatariam [.ara incutir o
terror no espirito doa mais ouaadoa e para
acabar de urna ves -para sempre com ae
scena revoltea te da qae alo maite Teses
theatro as raa do nossos prado. > .
idi pelo
A applicacao da aedida saggeri
edictorial da Semana anda ter a vnta-
gem de nao tornar o jockey tito dcil a
orden que lhe tranamittem.
A suBpensao infligida e mantida, a des-
peito de pedido*, por sens effeitoa, qae
nao pasaamjio suspeas~, e nao se com-
municam e compenaam ae, com > na mu a,
pelo resu'tbS >
um previ nra
culdade acqu
dens de nltim
Ja tramoia, por certo
ata, e urna grande diffi
s :encia do jockey s or-
ora.
Esta sao, com effeito, o signa! mais
repuls voq se nota naa corridas, porque
Juera inscreve um animal nao tem direito
e pautar lhe a carreira; e si assim se faz,
nao este um proced ment honrado, por
leaar acs apoBtadores, a cuja expectacao
se illude por meio artificioso, que nao est
oa lisura qae deve haver nos jogos spor-
tivos. *
PDBLICAQOES A PEDIDO
__._____________________,--------- -----------------a-----------------------------------
0 ildb ti de Jnlli i e os Srs.
Falcdes
Deixo Je oceupar-me das referencias feitas
ao Club 22 de Julho, porque este club natural
mente, nao precisa que eu tome a sua defezu
Assim terminou o Dr. Martios Jnior, chele
do partido republicano de Pemambuco, o arfgo
que, era resposta as ferinas invectivas do ca
dao Alfredo Falco, publicou no Diirto de Per
nambuco de 11 lo crreme,
To. liando ellcclivo esse justo conecito, exter-
nado pelo llustre cidado ; pnis compreh^ndeu
perfeitamente a posico do club 22, com rela-
o ao seu gratuito detracio-, resolvemos tomar
era considiTicoa parte que nos diz respeito,
raspondeado uquelle nosso ex correligionario e
loruand.i paieui ao publico a falta de sinceri
dado que presidio a coufecco do artigo de que,
cora pez ,r Vamo-uos oceupar.
Nj Provincia de 8 do eorrente publicou o cida-
do Alfredo 'Falcao o seguinte :
Qu .oo io nobre proceditnento do Club 22
de Julho, na pnrase do Dr. Martins Jnior.
rvpt-lk .do tem discutir a minha caria man
festo devo nitor a S S. queesle mesmo :.lub
approvou por unanimidade o telegramma di
rgido ao General Deudora, pedindo a demisso
do Sr. ministro da fazen la ; que este mesmo
Club aceitou por una limidade de votos uraa
mei.sagem dirigida ao Dr. Demetrio Blbeiro,
liiuvando tao Ilustre cidado por ter deixado
o govenio ; que este mesmo Club dizia urb
et orbi gu>r a risca o manifest le 88 que
alm de udo acha se Inorado com a assigna
tura respeH vel do D-. Martins Jnior..
Estas pulavras do promotor do manifest da
Capnng ira uraa nica virtnde : fot niara ura
pcrfeno conjunto de inverdades ; e se fossem
verdadeiras serviriam lo gmente para provar
a .na f que preside os actos do cidado Alfredo
P.rleo, quando ee trata de cousas serias, prin-
cipalmente quando estas vera empanar a sua pre
len-i importancia politiza.
., Fados :
Na sesso do Club 22 de Jutbo em que o seu
ex presidente partieipon lhe haver transmittido
um telegrarnraa, era nome do mesan Club, ao
geoerali8si;iiO,soli-:il,indo-lhe a deiuis.-ao do erai-
neute cidado ministro da fazenia, flava lhe
tambera a noticia de que esse telegramma tinba
sido interceptado por qnem quer que fosse ; i'ahi
o motivo de nao ter seguido o seu destino.
E, dalo o caso de nao ser approvado o seu
acto, pedera a sua desuiisso de presidente I
Em taes condices, cexto o Club de que en
seu nome, apezir disso. n) eeria allectada a sua
coherencia potici, com o supracitado pedido
c.e demisso, di- laterialmente feito por aquel-
lo que ento'diriga os seus desnos ; sciente e
consciente ue que umi tal re.-oluco nao pro-I i'
ziria o seu correlactivo pffeito, pois nao chegaria
ao fim destinado, fez ta-ua baste desse crime de
lesa contlaiica e conse 'eu lhe o cousentimento
emergente, da mesma forma que condescen le
mos cora a enanca que projeta nos um tiro com
urna espingarda de salto; porquanto dessi in-
genua tf-utativa nenhum mal nos advera.
O nosao npo adversario, porpni presumi que
ipprov.iuioa e boa menie o seu desvario po
lineo pairiotico; mas nao cogitou da arriere
pense que nos predominava : e desde logo
e.npn hendemos tomar preeaucoes para o fu
taro.
Desse modo, a reforma dos Estatuto) foi um
neio de que. em acto jontinuo, lineamos mo.
succ.-dendo misino que ura dos nossos dignos
con-ocios tivesse outorgado m projecto orgni-
co que, discutido e approvado na mesma sesso,
assim diape no 6 do art. VII, en referencia
ao pre-i lente :
Nenhuma deliberaco extraordiniria e
poltica poder ser tomada pelo presidente sem
previa e plena^utoiisaco do Club.
Apresentada, discutida e approvada foi essa
lei fundamental em urna sesso presidida pelo
cidado Alfredo Falco, que lgica e naturalmen
te nao comprehendeo o seu alcance; ou se ati
nou o corte do o gordio (o que nao acre
ditamoa) inlentou nao dar se por achado, aguar-
dando onportuiiidade par.-1 mata tarde iraiio
urna lieco de me3tre corporaco poltica
que de boa f o fizera capaz de nao ultrapassar
os Imite* circum8cript08 sna actividade
Acontecen, porm. que o procurador de l fi-
cou tosqueado, urna vez que o mal attrabe outro
mal, impondo asaira o necessario castigo.
Procedendo se a eleic,o da nova directora,
como conaequencia iramediata di lei estatuida,
o cidado Alfredo Falco, apezar de f eu esforjo
ingente, foi reeleito, apenas, por 15 votos contra
11, o que evidencia que a sua grande influen
ca no Club j estava ch=gndo ao perigeq.
Era esse um plano muito poltico de elimina-
c.io que iamos pouco a ponco pondo em pra
tica.
Anda mai: na se;so de 7 de Marco, cuja
acta foi formulada pelo ento segundo secreta-
rio, l ae eate periodo :
O cioado presidente (Alfredo Falco) leu
um grande discurso era o qual fez largas cons
deraces sobre poltica geral-, ablentando em
todos oa 8eus pontos o manifest de 1888 e jus-
tificando as i leas o'elle expendidas >.
Releva salientar a bem da positividade dos
fctos qae essa importante peca oratoria aasi
gnatura alguma teve, nem mesmo a de seu au-
tor ; e que o Club 22 de Julho. iraduzio a co
mo pura e simples circular eleitoral, cuja lei
tura, apezar dos protestos all inseridos era fei-
ta como meio preparativo para a obtenco de
sua reeleigo, pois era essa a assembla marca-
da para a eleico da nova directora, na forma
pre8crip".a pelos estatutos anteriormente appro-
vadoa.
A88im, se a essa circular que o cidado Al-
fredo Falcao intitula mensagem aceita por una-
nimidade do Club e dirigida ao Dr. Demetrio
Rineiro -, nao padece ouvida, urna inverda-
de incommensuravel ; principalmente quando
at mesmo a respectiva acta nao historia a sua
discusso, approvaco ou reprovago, nem o des-
tino que deu se-lhe. |
E*. pois, um tal proceditnento urna inqualiflea
vel deslealdade do ex-socio e presidente do Club
22 de Julho, quando, sem a voz dos factos e a
de sua propria consciencia, intenta ganhar urna
retirada honrosa, sem que para esse flm tivesse
laucado oa meios apropriadns.
Existe em todas essaa pseudas affirmativas a
questo de fazer figura; porm, devia ter refle
ctido que nao hi effeito sem causa antecedente
da mesma natureza.
Destruamos um outro caatello aereo :
0 governo provisorio, pondo em pratica a
maioria das ideas do manifest de 10 de Dezem
bro de 1888, tem, por laso, ampio e completo
apoio do Club 22 de Julho. Tanto assim, que
o \ 3 do art. 1" de seos estatutos legisla nestes
termos: 0 club lem por flm apoiar e defender
em todos os terrenos os governos republicanos
em cojo programma estiver compreheadido em
todo ou em parte a referido manifest.
E' concfudenle que torna se desnecessaria
qualquer discass&o, com especialidade quando o
nosso (hatincto chefe Dr. Martias Jnior, fes, na
Capital Federal, pubiieaces em qae externou
idas externadas esto de accordo com o pro-
gramma dos cidadaos que compem o govern
provisorio qae esse mesmo illuslre correligiona-
rio consegnle, com o escudo da justa importan-
cia a que tem direito, soaplantar os iuimigos da
patria e da ordem, do progresso e da liberdade.
Os signatarios, porm de Manifest da Capun-
ga, que diiem-ae verdadeiroa e puros-republica-
nos (?!), pouco lhes importando a boa ou m sor-
te da grande familia brazileira diante da conso
lidaco da Repblica, ferem, com todas as ar-
mas, o ministro da fazenda investlndo, porlan-
to, ainda que de emboscada, contra o benemerl
lo chefe do poder executivo.
Incorreram p /acto no crime de transgrea-
so ao3 estatutos do club, aerecendo, como jus-
to castigo, a elirainaco de seu seto
S-jamas sinceros, assumndo a consequencia
de nossos proprios actos.
Nao ae diga, poi8, que essa elimraago foi con-
cedida a pedido, quer do ex-presidente eseu
secretario, quer doa demais e raros socios que
aseignaram o celebrrimo manifest ; porque no
mesmo dia em que o cidado Alfredo Falcao,
ainda presidente pu blica vano Diarto de Pernam-
buco urna carta, teve como respobta ca al, de-
cisiva e immediata a sua elirainaco do gremie
do Club 22 de Julho, e o ex secretario do
m. sino que ento se acbava presente e incorrra
na tne-:ua gravissiraa falta, s depois desse gol-
pe foi que deca ou ter autorisaco verbal da
presidencia, pedindo a suapiuinaco I
E' o caso da Fbula da raposa e das uvas.
##
Quanto ao disliocto cnefe republicano
Aanibal Falco. nSo merece nos a menor impor-
tancia o que diz, julgando-se deraittido do car-
go de presidente do Club 22 de Julho; pois
qae, alem desse cidado nunca ter oceupado
cargo de especie alguma na directora, occorr
a circunstancia- de, no telegramma transmittido
ao generalsimo, dando parte da eliminaco do
irmo Alfredo, ter sido lido enrsessao, antes de
ser destinado, o nome deAlfredo.
Se, porm, com effeo, l appareceu o deAn-
nibal s o telegrapbista poder axpli.ar esse
engao casustico ou propdsital.
Temos por conseuuen ia, respondido s pre-
tensas ae 'u-::if s. mais em atteno ao publico
do que ao valor que nos merece, prevecindo
desde j que nao muis voltaremos sobre este
assumpto.
Recife, 12 de Junho de 1890
Antonio MuUitmr.o Veras,
Presidente.
Dr. Joo Carlos Ballhazar da Silveira,
Secretan >.
Joo Facundo de Castro Menezes,
Thesoureiro.
(Seguem se as as3ignaturas doa demais mem-
bros do Club.)
quando desappareceu
com a mxima franqueza e evidencia o que, aob) r^tlti j 0 e nem devemoa consentil o.
esse ponto de vista, pena e nos aconselha.
E' lo concludente, em synthese, que essas
A Repblica Brazileira e a lis
vista de Portugal
(PBOTKSTO AO SR FREDEHIC0 DE S.)
XIII
Nao l muito lisongeiro o estada
actual da sociedade brasileira. E nem a
poda ser.
As revolucoes dos povos, os grande
movimentos socia-.'s, as crises polticas das
na5es, n5o sao brinquedos de creancas,
nem caprichos de don ellas.
So cotisa mais serias e graves.
Ellas chegam com toda soberbia e or-
gulho dos prepotentes, em todas as impo-
sicoes d; torva.
E' como diz Vctor Hugo -Sao as bru-
talidades do progresso, que o effeito das
iras do direito.
On, eses, sao factos de urna ordem
muita elevada. E quando urna sociedade
pasaa por elles, sahe maltratada, estropia-
da. Sai porem mais aperfeicoada, com
ura p ss-i mais no caminho da civilisacae.
Ai lutaa deix^m sempre teridas.
Como estranhar pois todas essas ineoa-
gruencias de factos, todas essas extempe-
raneidades de acontecimentos f
Sito flhoi das allucinacSes de um pove
qne busca a luz e ainda vagueia por entre
trevas. E' preciso eapancar estas. Es
ps'tqaem>. M s recuar ? NSo
Deixar que a tyanaia n-s anniquille ?
Nunca. Lutar para a destruigao do mal?
Sempre.
Essa luta ha de ser forte : _e nevi-
tavel.
O militarismo tem innato o pensament
da dommacao. E como r.ao pode ver
acceitar as violencias que emanam da
forya, desfaz se em tyrannia. E' o sea
mal. A sua instituido o seu elementa
destruidor.
B como elle nem destroe os objecto,
porque os cra ; nem modifica os costumes,
porque os degenera, elle sempre um mal
para as na;oes.
A razao e a sciencia nos ensina; a his-
toria e os factos nos tem demonstrado.
Quera nao sent e sabe todas essas ver-
dades ? Oa meamos branidores da espada
do marechal Deodoro e os adoradores da
effigie urea do 3r. Ruy Barbosa sabem-e
perfeitamente.
E ninguem sabel-o ha melhor que a
proprio Deodoro e o proprio Ruy e que
todo governo provisorio. Mas o que todos
tambem sabem e nem podem deixar de
saber, que nenhum operario trabalha
12 horas para deitar ao mar o salario de
sua autoridade. Um povo nSo conquista
para se escravisar e ver se impassivel ty-
rannisar.
O convencional i'Os Miseraoeis dizia
que havia rasgado as toalhas dos altares
para ligar as feridas da Patria.
Fajamos nos o meamo, desde que se
torne preciso Rasguemos as fardas para
pensar nossas feridas, quebremos as baye-
netaa para macadarais&r os alicorees da
oivilisacao Seja urna obra destruidora
para urna obra constructora
E quando nos animam essas esprate*,
sentimoB todo alent e disposicSo para a
luta.
O que constitue a tyraunia, dia o 3r.
c de S nao a effusao de sanguc; e a
usurpicao do direito. Mas o espolie
dos povos mais difficil inventariar qae
possuir um throno.
O desvairamento dos espirites no RrasM
ha de passar com a revolucao. Ha da
augmentar porem com o periodo ascencie-
nal desta.
Agora estamos em prolegmenos. Pone*
soffremo. Quando a verdadeira revola-
cao batter-no a porta, em todos ae seas
horrores preparatorios para urna grande
tranquilidaae, mais ai* taramos qae
contar. Sao os desatinos que causam as
indignares. Sao esta que produzera a
Iotas / e das luta que surge o direito.
Entilo serSo devidamente apreciados a
premiados os brasileiros que querem e
Brasil e aquellos qae querem o sea eu, e
seu bem estar individual. estes ala
pouco relativamente ao grande numero da
dedicacoes.
Entio os adoradores do soj qae nasee
quererao apedrejar o que sumir se. ae
occaso-, como fis ram com a monarehia
Nao poderaa poreaa
r
Ir.
i
I

- -

I
,

yk
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'
c
^
'Ai
Fajamos urna repblica como sempre


te

sonhamos a encarnadlo dot principios
democrticos, a abenegaclo e desprend
ment do cidadao de todas as vautajosa
posicSes cfficiaes e de todas as vaidadea
futeis.
Deixemos as gralhas empavonadla .
Tejamos novo* gigantes de 93. Fagamos
urgir de nossa era, productos ferteis no
bem, que o futnro que nos ouvir, nos ha
de absolver e elogiar, como absolvemos e
loriamos a grande revoluco.
Quando a este ponto tivermos chegado,
j o Sr. Frederio de S. nao tera a con
surar em nos o triste espectculo que
ama parte da populacao offerece ao
mundo civiliaado. Qianio o brazilei-
ro tiver de fallar do prmeiro magis-
trado de seu paiz, dir simplesmente
o Sr. Fulano; e nao o invicto, o hroe,
glorioso, o inclyto, o venerando, o ex-
celso) o inminente, o benemrito Sr ge-
aeral Sicrano ou o Sr. Ir. Beltrano. Es
tes resquicios que nos deixou a monar-
hia plantada pelos portugueses em o nos-
so paiz, resquioios filhoa do servilismo da
Roma dos Cesares, ha de desapparecer
tom a pureza dos costurae* que levantar
saos, com o alheiamento da adulacSo que
houvermos operado.
c O rgimen republicano, diz o colla-
c Dorador da Revista de Portugal, que
i depoz a nossa dynastia vi insensival-
mente creando outra. A autoridade es
t, sob mu i tos pontos de vista, personi-
ficada na familia do uhefe do governo
provisorio. Esta estimavel tamilia, mo
grado seu, organisara se em tribu do-
minadora. O dia anniversario da espo-
sa do marechal Deodoro tomou, nos
c jornaea oficiosos, as proporcS.a de um
acontecimfnto nacional. O Sr. Deodo-
c ro tjm muTta familia, sobretodo muitos
c sobrinhos, a quem se attribuem muitos
c mritos; estes mritos, porm nunca
t toram exaltados pela imprensa que s
i lh'os descubri desde que o to reine.
Mas o mesmo escriptor logo na outra
linha diz: E os sobrinaos do poder
c executivo e absoluto j nao podem con-
e tar os seus nouos e sincjros admirado-
< res. Eis ahi o nosso mal presente.
Mas a preparaco do nosso bem para o
futuro.
Todos esses factos, porm, sao muito
xaturaes. Quem j vio o poder sem o
te jito de bajuladores ? Em todos n
paizes ha, em uos mais, em outros menos,
mas as ha sempre. Quando b" ivermos
feito a repblica que proclamamos a 15
de Novembro, tambem teremos essas figu
ras obrigadas de todas as enscenacSss
polticas. Mas o que se nao pode dizer
de urna sociedade civilisada, que esses
individuos que fazem seu mrito em re-
conhecer, attribuir e proclamar o mrito
dos outrus, formem a parte sS e pensante,
a gente directora do pais. Agora elles
sSo antre nos os dominadores. Tempos
TirSo em'que nem enxergados serao. O
mal quer o mal. AmanbS aborrecerlo
orno intrusos. O bem nao quer seno o
bem.
Todos esses applausos, risos, flores,
palmas, bajulac3es atiradas ao vencedor,
sao muito naturaes e lgicas na poca ac
tual. Oque, porm, nao natural e aos
dev3 irritar Bebremodo, sao os desatinos
violencias.
O que nos nao dovemo supportar,
ver entrar por urna secretaria a den-
tro um quidam, e espancar a prancha
das um caefe de polica, que demttido
por ter tomado um punhal a um pa-
dre turbulento que tinha honras militares.
Isso nao devemos supportar, porque nun-
ca supportamos nos tempos da monarchia
Protestemos realmente contra
mal que teremos tedo bem.
Recife, 11 6-90.
Tyrso de Lewben-
todo o
nao poder
pertado no ejercicio TO seo mandato legal
mente iraosmittido; amenos que n*, os ve
republican .9 que eserevemos na baodeira
ordem e progresto, nao tuHramc-8 ser os primeiro..
a proclamar essa epigrnphe, compoata de pala
vras vas. .. _
E' exacto que em una dessas reamos neo
Mariins encarregado do propor uonw, depois du
previos .aludos e de previas consultas, pW e
organisaco de un novo directorio, cojo ojulgaa
u amintente, segua lo o que obiervasMi prali-
carnente. Mas o facto da nao organisacao do
novo directorio, uestes termos da deleg*cao
poderser una cusa de recriminacs ; o facto
de nao ter Martins trando ot koje ao conheci
ment do velho directorio os nomes do novo aro
da em vas de orgwsacao poner oer Ilie impata-
do como falta, como aoso de poder ? !
Si toda. estas particularidades tosiera conue-
cidaipo- Annibal, a quem interesse polillas
conservara na capital federal, elle nao dina cer-
l imente que Mar.ins se fizera chefe.
O apoio unnime do velho directorio a essa
idea fe ura le seas* illustres me ubros, organi
sjcao do partido qae* dever consercir a repu
blica melkorando a, nao eslava Miado no seio
do voltio partido. Taut Ssira qae das depois,
em una reunio republicana que se efleemou
na Capunga, promovida ereio, palos iftna Fal-
co, estn Jo no Rio Je Jjaeiro"- Annibal, toram
iidicado= nomes para cOsUtituir o novo directo
rio : sem que a^sira ao mesmo tempo sewp-otes-
tasse co.ilra a delegngio conliada a M-irtim, a
quem o Club 22 de Jateo, tendo por presidente
Alfredo Falco, renda as devidas bomeoageas.
EiUbJecido este ponto, vejamos em que di-
vergi Martins de hontem para hoje. Onde se
evantou o desaccordo de opiniao que o roeow
pattbilttou como delegado Jo directorio ?
Diz se qu: a divergencia nasc do facto ae
apoiar elle o governo do qual faz pate Ruy
Barbosa. .. .
Qual o republicano, porm, que ja deixoa de
apoiar esse goveruo f Diz-se : Ruj Barbosa se
toruou incompitivcl depois da pubhe*cio de seu
plano finanoeir I Perguntarei, porm, os repu
blicanos que koje teem saudades do marechal bi-
meao, nao teem por ventora sau ade de um
delegado do governo, do qual fasia parte Ruy
Barbosa, cujo plano /inancetro era j entao o mes
mo. Nao existe absolu'amente diflVrenca entre
liont-m e hoje no terreno dos principios e nao
existinlo, igulmente nao pJe ha-er divergen
cia doutrioaria entre Annibal e Martins ; pendo
obrigaco dos amigos communs esclarecer aqujl-
le e prestar auxlio a este, coja posico em nada
pode ser invejada ; o contrario sera ceder in
triga e calumnia que ja muito tem lavrado i
luiindo os mus a^eis partidaria da m s na
ida E' bom n-flectir que a qualquer outro re-
publicano a quem coubesse-igual posicao ;-as
mesmas dtfli uldudes surgiriam.
Fra disso os resentmeutos se calam.
Pedro Ico.
Sr. Dr. Pontod l> am m
nev.'- e drin a o hrastre Sr.
-Jos Flix da CnnBa Menesef,qae examiooa
as grandes m.incbas rocbas no corpo c se con
formou logo pelaaafta da droga queimadj cojo
fumo tive de sorver forca, tilutre Sr. Dr. Ma
laquias Antonio Goncalves e amigo.
O llustre sr. J3.-. Jos Flix muJou de cor
ao ver o corpo e saoer do occorrido, e eu tem*,
m*t nao me deixei receitar e nem quiz baixar
eufermaria ; fiquei oa solitaria onde me ti
aham, e ani mesmo me apoliquei, gracas ge-
nerosidade do illuatre Sr. inajor Leopoldo Gal
vo U.bda, que me permittia a eutrada do que
eutendia ser me til cooservacao.
ce sado per estsiiinnato, tem deitado go-
modo pela Provincia, attacando o honrado
1. sapplemo de delegado doste distrioto,
oidadlo Jola de O.iveira Ciatra, que o
despreaa como a cousa intil.
Pobre coronel Quaresma que anda uao
sabe que o poyo o aponta oom o rei dos
mentirosos : Cabelle ra que o approveite
para alguma collectoria reudoea o em que
se facam muitos pintos ..
Continua a manifestar-se a raiva pela
Grassaodo alli com inteasida'de a beriberi e creaco do Club Republicano de S. Bento,
nao a connecendo approxiraar pelos symptomas, 'qUe ^a 4 conquista novas adhesoes.
a conbeci quaalo nao me podia mais firmar as' ^
peruas ; nao escapava um dos atacados, ento
tive medo e disse commigo mesmo quasi cbo
Cinco Chagas
DC
Deus
Xendo boje .4 'romncia e Jornal do Recife pu-
blicado em urna local o coo3ta de minlia demissao
do commando .lo cruzador Liberdade rogo vos o
obseso de fflrmardes no vosso Diario que a
oticia falsa e oriunda de Imana procedencia.
Bordo do cruzaJor Liberdade, em B de Junno
6 Capitao-ttnente Pereira e Souza.
Aom dlssaoa collb*radore Un rifar
ma la lutraccM publi*
Para vosso alto criterio, llustracco, ucodcus
so espirito de jusliea e equidade appellam os
pobres professores puolicos primarios deste es-
tado, chamando vos a aitencao para a venci-
men'.os que, acs professores primarios sao, de
pois la repblica, concedidos no Estado do
Amazonas, e, dizem-nos que t.>mbem no Para.
Os professores primarios daque les Esta los,
pelos novos orcamentos e rtforma, percebem
boje auzentos mil ris mensaes.
E=ur delira aquem o Estado de Pernam-
buco T ,
Um professor.
Nosso Senhor Jess
Christo
(Continuac IUustre Sr. Dr. Manoel Gomes de Mattos.- -0
corte que o filustre ministro da fazenda deu
sua proposta que o nosso commercio approvou
pol o incompativel de exercer aa funccOes de S
governador detle Eilado, se lhe tocar, e tsto
no meu pensar.
Nada consegoio ocommercio mais ama v. i
couliando no mrito oa luzes nnanceiras de
V. S.; e, o illas re ministro da fazeudanao des-
muralisou o coa'murcio de Pernambuco, meu
cbaro Sr. duutor ?
Ora, se mmha p?.posta segulsse em Inzar da
sua, o commercio de PerQamDuco soffria a io
sinuago do llustre Sr. Dr. Ruy Baroosa? NSo,
senbor. ,
A satisfaco que a lireclorin da Associaco
Commercia deu juelle ilhistre Sr. miai=tro ;
nao a deprimi, mas inutilisou a, e cora ella a
raoralidade de toJo o commercio, iuielizmente o
digo, e bem fondado.
Os grao Jes lances finance.ros do Srs. Vis-
condes de Figueiredo e de -aro Preto Dao
trazem o ouro completo para o resgate das
emissoes feUs pelo Tnesouro Nocioaai ? .. en
ria me ento, e tenha ao mesmo lempo um pou
quinbo de coraoaixo por ver que as foloas na
geueralidade poiavam as medidas pomadis
tas que engasopavam o paiz, llusire Sr. cou
selbi-iro Ruy Barbosa e ministro da fazenda da
Repblica d;s Esta los Unidos do Brasil: inda
por reconbecer. ,
0 senbor est tambem engasado, e em boa
fe, porqu a sua medida nanceira Je importar
ouro para p^gar os 20|. dos direitO', cria loe
urna borroroa cnse em todo o paiz, e oui ella
tahez soffra anasc:ule forma de governo de
qae V. Exc. ministro.
Os Bancos de euiis-'S podiam cooperar mu
to no alence de sua medida ou do que V. Exc.
lemem vista ; porem, uao p^dem por ama sin
pies razo, e nessa razio est o s'gredo do bem
e a causa do mal que lhe vai inulilisar tudo
quanto tentou fazer de til, Exm. Sr. conse-
Ibeiro.
i mulla proposta foi a segointe, e era esta a
que Jevia seguir, dirigida directamente a V.
Exc para, por seu in'.eimedio e pasta ser apre-
ssotada ao gov.-rno colectivo, Exm. Sr. coose
Iheiro : eia, quereudo, e reflicla bem nella.

O commercio de Pernambuco em reunio
delibera que se faca s-iber ao governo nacional,
por telegramm.1 lirraado pelos membros da di-
rectora da Associac&o Conmercial, que nao
lera ouro, mas tem papel circulante para o pagar
ao Tnesouro Nacional : pede ao governo Rs.......
300:0004000 em ouro, com urgencia, para os ad
dicionaes, ou a suspe.isao do decreto que deter-
mina aquelle pagamento em ouro, por nio estar
o paiz em guerra com naco estranieira, onde
tenba de pagar s saas forcas militares em me
tal, e merecer crdito o papel nacional e o actual
governo provisorio.
rao do : ehegou a hora e morro aqu como frau-
dulento sem o ser, meu Deas 1
Seitei-me na cama reV.tiado sobre o que
senta, mas as coraplicacoes eram umitas e o
que imaginava para combate; amas fasiam de-
cididamente mal a outras; calei-ne para me
nao fazerern sabir para a enfermara, d'oode sem
duvi Ja depois bavia de sah r para juntj do SE
..NHOR DA BOA SENTENC, que est oa sua ca
pelnha do Jardira, ate que me preparassem
ani de seguir paia a cidade eterna de Santo
Amaro.
Calaliubo asludei me bem e fui pedindo pelo
meu portador certas cousas, que ainda ento es
tava sempre de promptidao junt grade da so-
litaria pelo lado de fra ; depois, fui rae appli
cando com o Um de combater no mesmo dia o
proseguimento da terrivel lieribe i, que devas
uva a Djieiico e fazia ir tanta gente forca
para Fernando de Noronha.
Ao ontro dia contieci que nao tinha proseguido
a terrivel molestia, quei contente eesperancosi
de extioguil-a, e de fado, em 8 dias eslava
curado ;ompletamente, e eulo disse o aos guar-
das e presos, mas acautelado e bem sonido pjra
o caso que ella voltasse me nao itnpedirem o
material para a combater ou nio m'o estuda-
rem ; nao dizia como me tratei, porque preien-
dia com o segredo gaubar diabetro quando sa-
bisse livre.
O medo d'ella voltar, me fazia perscrutar
qualquer cousa qoe nolasse fra do commom
era qualquer parte do corpo, e um dia f>enti orna
certa cousa simultanea em dua partes distin-
cus e longe urna da outra, e nao perdi nem de
UiiiiC nem da outra a maor attenco que Ibes
dediqaet e fai acompaubando o que veio viodo
depois at chegar ao ponto em que estove sem
conbecer e combat aiuda; ealo, reflecti, ama-
uhSji str tard*, pois lo rpidos sao os pra
gressos que faz esta m Idita, e potanto, vou j
natal-a para ella me nao matar a mira.
Cbamei algu is guardas,- e tambem presos que
tinbam bous conecimeotos para \erem o meu
estado benberico, fazendo Ibes v que me ia
tratar ; fecbet a pona de madeira para nao ser
espreitaJo e algura tempo depois principiei o
curativo, e em menos tempo flquei bom, porque
foi logo direiunbo na applicaco do itinerario,
Sr. Dr., que ha dias me disse na poate do Re-
cife, que s>: ao traba liobetro cortasse a
cabeca, seu graodissimo instrumento de grao,
Bgura nova e bonita bastante conceituada e co-
uuecida nesta cidade.
Saiba que por sua caua que digo ao publi-
co asslm : os mdicos nao sabt-ra anda o truta
ment da beriberi, audara s apalprtelas como
os cegos andando s em cirainlio sem guia.
Quem tiver os seus doeutes de beriberi e p-e-
cisar de reos eu sua presenca tratados e era 8
dia restabtflecfios, sem sabirera de casa para
cutros lugares, ou fazer incommodas e dispen-
diosas viagens para o sul do paiz ou para a Eu
ropa, cora enormes sacrificios, venha ter commi-
go a ra de Domingos Jos Martins n. 136, pri
meiro andar, () que eu me eucarrego do cura-
tivo com dimiauti-sim remuo-raco. segundo a
condico da familia, pelo meu estado actual de
indigencia, seo fazia o curativo de graca :
j. dou ludo, cousa alguma precisara de pagar,
e i s depois de curados que h5o de dar o que
se tratar antes.
Recife, 9 de Junbo de 1890.
Antonio Francisco Corpa.
() Posso nao estar em casa, e para nao me
esperarem deitem por baixo da porta do lado
esquerdo um qualquer papel, indicando a ra,
numero di casa e o andar, bem como o nome
de chafe ou euhor. que overos como ta!.
Abencoad* seja a repblica que nos vai
'libertando dos mandSes e oonvencendo ao
povo qae seus direitos serao plenamente
garantidos .e respeitados.
O caduco systiama de corromper e
atterrorisar o eleitor encontrar toda seve
ridade no actual governo.
O coronel Quaresma ou Lul Caasange
convenga se de qua n3o il'.ude nem faz
medo e trate da vidinha por outros meios.
Os habitantes de Canhotinho vo de
novo solicitar ao honrado governador deste
instado a creacSo de termo naouella loca-
lidade.
E' realmente justa esta pretenco, que
s en:ontra opposico na mesquinha poli-
ticagem de um mandSo corrompido e ve-
nal, que entende poder governar aquelle
p vo, tendo o dependente da justica em
S. Bento.
E' de esperar que o llustre gavernador,
attendendo as ponderosas razSes dos re-
clamantes delira tao justo pedido.
Coronel Quaresma e seus bravi nao sSo
autores aoguidos e nao passam de caluro
niadores e tribofeiros.
At outra vez.
t
Bonito
Ao Dr. chefe de poliela do Es-
tado
Agora qae sabemos que segu para este ter-
mo o deleiado de polica, pedimos ao Dr. che-
fe que Ule recommende a priso de Manoel Fe
lippe Marques Lins, pronunciado, que se acha
tranquilamente em sua casa no engeauo Recru-
ta, gosando da mais ecandalosa protecgo da
parte de quem tudo pode nesta trra.
NSo Jo.-sivel qae continu por mais tempo
8emelhan|e escndalo, cumpre fazer cessar isso
a bem da'moralidade publica, e prestigio da au
tondade.
Confiamos, que as providencias sero dadas e
ao actual delegado, que, estamos informado,
un militar brioso, e cumprilor exacto de seus
de veres.
7 de Juuho de 1890. .
Um amigo da oriem.
Mouros na costa
m
A prova irrecusavel de que medianeires me-
xeriqueiro-, se interpozei am ao lado da poltica
unifoi rae dos dms l.estrs epuDlicaaos, abu
sando da boa f de arabos, especulando com a
dictan ia de Pernamouco ao Rio de Janeiro, e
pretend-Mido iocompafibiisar a unao dos dous
0 eoraco dos amigos communs, est na alfir
rnacio que sob a asignatura de Annibal Falcao,
foi e.ta aqu bi poucos dias pela impress.; e est
ainda na nio negada docilidade com que se diz
ter Mantas Jnior se suometiido s ideas e ob-
servaces do illos'.re e valen e correligionario ao
nartir pa- a Cartai Federal na mais pura nli-
nidade. Affirmou Annibal Falco que a Martins
nunca fra del ^ado o posto de chefe do partido
ue licou desoc upado aps a morte de Maciel
praheiro. E os mais irritados i.nmigos suspeitos
de Martins nao descoubecem o accordo de ideas
em que os dous se mauiveram e para o qual
maor l-a sempre o uume.'o de concernes pelo
ultimo feitas.
No emtanto vejamos; em nada menos de duas
reunies do aatigo directorio republtcaBO foi
Martins Jnior legalmenle encarregado de din
cir os negocios do velho partido e organisar om
os novos elementos trazidos pela revoluco de 15
de Novembro a poltica qoe desde emau j nao
podra se,- a mesma. A essas duas reunies
Annibal nao assiso, d'abi o facto de ter ngado
i falsa noticia de que elle se fez echo illudlda-
mente- Dir nos bao Ulvexos intrigantes :-Mas,
oo era suffioiente essa deleg cao do velho d!
rectorio; o partido que devana eleger o seu
ditacterl Sahirei ao encontr de talobjecco.
Fra igualmente assim qoe Maciel Pinfwli Uvera
antes de Martins idntica posicao. K auas essa
Drimeira eleico se dera em pocha normal
Proclamado o directorio fra esse quem elegert
o priacipal direcujr polilico. E con elegena
seo ebefa o paxlido, i a revolocao marcara ama
nova pase ase incontesUvelmente Iba ia altarar
a oraanisacio atada boje em *iat de seeOectuar
em moldes opportunos? Quando mullo Mar
lias, eeiua verdade. poder ser tido por am
elegido, qoe sacabera o sea castigo, si ver er
rado; qae colhef ca loares da vietoru.aittwr
S V. Exc. e seus collegas de governo, dimi
nuissem adespaza u-.ito quanto foi augmentada
no paiz o cambio passaria logo para 28 das co
uces qoe eslavam na data de 15 de Novembro
do aaao lindo e assim o paiz se ouudava de
ouro estraogeiro, Exm. senhor.
O ouro do p iz a agricultura, que o melbor.
mas infelizmenteelli nao aug-aentou, e por isso,
com a elevaco ue despeza e falta de pro.-, em
gei te que V. Exc. couhece pcL- nomes, passoo
o cambio do que eslava em 15 de Novembro da-
quelle auno para 203i, e at menos; assim, o
ouro nao pode llcar no paiz embira V. Exc. o
queira prender c e f zel o vir forca para o tim.
0 ourogosla maito de probidade poliUca e de
econuraia goveruameatal; se V. Exc. conseguir
grande saldo era pipel no orciinealo, abra logo
as portas do Tbesouro para o ouro poder entrar
at eneber esses sales' e corredores, do con-
trario, espere em lugar de ouro. a revoluco.
O commercio uo quer acabar de lodo, e por
isso j nao editica. os operarios pouco tcaba
lbam, e logo nao tero n .lium, nao podem p
gar o alimento que vai Hcar mau caro, e
depois. nao Ibeflam; oque faro elles, Exm
seanor?... est na inluico dos pra ticos, e at
os das tneorias o enxergam.
Temos magistrados e bem pagos, mas falta
ius'.ica, e nos paizes onde a nao bouver, pode
se dizer que existe tudo, e todo falta que garan-
ta., Ordem e progresso.
Eu preciso de recebar o que ealreguei jus
tica, ou importaocia em papel circuanle para
pagar aos credores, e quero mais : preciso tam
bem de receber o importe do :rdito, ou o go-
verno m'o ba de dar as pracas do paiz, e as
dos paizes estrangeiros, garantiudo-me as opera
ge* que flzer.
Os Srs. Drs. em medicina, bao de ter a non
dade de me dizer qual foi o trtamento qae me
applicaram na Detencao desde 5 de Agosto de
1885 at ao da 15 de Maio de 1887; bem como
oa Tamarineira, desde este ultimo dia at 9
de Ouiubro do mesmo auno : reflro-me ao trata-
ment de receituario oa laboratorio, para me
restabelecer a saude em qaalquer molestia qae
tive aaquellas casas onde estive.
Se o nao flzerem em publico, como os provoco
d'aaui tenho o dtreito de ibes chimar instru
menlos de grao Dar ns ineoafessaveis, palo
me ios aos que foram cansa como oSr. Dr. Con-
tiabo, e de dizer qae em ambas as casas me
trate! receiunde-aie a occaltas por alta aoite.
Ao eialn^uCe c'.datlo Dr. gover-
nador do Estado de Pernam-
bueo.
Constando nos que o digno governador deste
Estado preltude reformar a instrueco publica,
creando nessa occasioa cadeira de calligrapbia
e desenho graphico na Escola Normal, pedimos
veuia para lembrar ao mesmo Dr. governador a
remofio da professora das aulas pratica e de
desenho grptnco da mes na escola, D. Mana
Candida de FigueirJo Santos visto acbar-se
ella bem habilitada para leccionar as materias
da cadeira que vai ser crea ia ; tanto assim que
j rege igual cadeira interinamente e exaraiuou
os alumnos de i rabos os sexos do f, 2* e 3o an-
uos em 1887, pirante ajmraraisso respectiva
-lomeada pelo presidente d.. provincia de entao.
A professora D. Mana Candi la digna de me
recer essa graca, lano mais quanto a Escola
Normal muito gaubar cora a sua remoco para
a alludida cadeira.
0 que vimos de afirmar que a Escota or
mal ncar incontesuvelmente com urna profes-
so a bastante iWustrada, e por conseguinte, apta
para a coutiouaco do ensino da ref.rida mate
ria.
Temos assistido as suas lices de eosino pra.
tico de desenho grapbico e visto diversos traba
Ihos seus, de calligrapnia, assim como de pay-
sagens, a aquarella, a pastel, etc., e retratos le
dive sos cidados que j oceuparam elevaaos
cargos ueste estado. ToJos isses trabalhos mul-
to de vera recommeodar ao merecimento da pro-
fesora D. Mana Candida ; accresoendo alera de
todo que a sua remoco para a cadeira de calli
graphia e desenho graphico trara economa para
os cofres pblicos.
Alguns alumnos
Partido Catholico
Tendo o Circulo Catholico resolvido
promover neste Estado a creajSo do par
tido catholico, convia a todos aquellos,
que sito catholicos, apostlicos, romanos,
urna vez que nSo lhe pobsivel dirigir se
nottinalmente, para assistir ao acto da
nstallacao, que ter lugar no salSo do
Lyceo de Artes o Officios, no sabbado, 14
do correte, s 7 horas da noite.
Sala das sessSes, 10 de Junho de 1890.
Yigario Augusto Franklin Moreira da Silva,
Presidente.
Dr. Manoel Gomes de Mattos,
Vice-presidente.
Dr. Pedro Graudiano de Ratis e Silva,
1- secretario.
Dr. Trajano Alipio Temporal de Mendonca.
2* secretario.
Demetrio de Araujo Bastos,
Thesoureiro.
Engenbeiro arlos Alberto de Menezes.
Vigario Francisco Joaquim da Silva.
Tenente Felippe de Araujo Sampaio.
Dr. Manoel Barbosa do Araujo.
Arthur Gomes de Mattos.
Joaquim Olintho Bastos.
Julio Cesar Paes Barre to.
Francisco Antonio Gomes de Mattos.
Flix Valois Correia.
Antonio Gomes do Mattos.
Ccn8elheiros.
Segura .le*hoje para a Je ou gosar a
licenc que me foi peio Sr. governa-
dor do Estado, e nao pudendo por motUos im-
periosos despedir me de todas as pef soas que
me honrara com as suas amisades, o faco por
este meio, assi garando-Ibes que durante a mi
nba cuita auseucia, estarc uaquelle Estado s
suas gratas ordens.
Recife, lt de Junho ue 1890.
B. Aragao Faria Rocha.
Paranagua
O honrado cidadSo Sr. Joaquim Soare-
Gomes, vicecnsul de Portugal e Inglas
trra, em Paranagu, tratando da cura de
ama bronchite de mau carcter, em sua
esposa, diz o seguinte:
t... Minha mulher acha-se perfeitamen-
te reatabelecida de sua grave enfermidade,
com o uso de quatro vidns do Peitoral ds
Cambar, tendo antes experimentado, sem-
pre intilmente, talvez cincoenta remedios
diversos.
Joaqnim Soares Gomes.
(A firma est reconhecida.)
Dr. Coelho Leite
participa a seus clientes c amigos que raudou
sua residencia para a roa Bario da Victoria n.
61, < andar, e contina a dar consultas de 1 s
' as da tarde, no seu consultorio, ra Duque
de Caxias' n. 57.
IIua da Gloria 39
varila ou bexlga
O Dr. Lobo Moscoso, todos os dias,
das 10 horas da maulla at ( hora da
tarde, receita gratuitamente e d os re
medios fu meopaticos precisos atlos
os doentes que o procurapem, para tr-
tamento das bexigas.
n
Siv
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, partoiro rata com especial -
iade de molestias de senhoras e crean?.s
Consultorio e residencia ra da impe-
atria n. 18, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da manhS.
Chamados (por escripto) qualquer hor;-
TELBPHONE N. 226
Oculista

Dr. Barreto Sampaio, oculista,
ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, de volta de sua via- 1 f
gem Europa, d consultas de
1 s 4 horas da tarde, no Io
andar da casa n. 51 a ra do
Barao da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados. -
Telephone 285.
Residencia rua~Sete de Setem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
Telephone 287.
Dr. Eusebio Mariins
Costa
tem o seu consultorio medico e residencia ra
Baro da Victoria n. 7, 1- andar, onde pode ser
procralo para os misteres de sua 'oflsso.
Consultas de 1 s 3 horas da t rde.
Villa de Sao Bento, 8
de Maio de 1890
Sorrio-nos felizmente a eBperanca, depois
do m..i3 cruel desespero.
Os nossos vastos campos desolados por
um sol de fogo, revestem se de um verde
manto e ss arvores desnudadas cobrem se
de abundantes folhagens.
Criadores e plantadores preparara se
para em br ve fruir os beneficios do abun-
dan-e invern.
Apezar disto ha grande falta de semen
tes e a dcfficiencu de meios para sua
obtenco faz recelar urna colheita nao tao
abundante :omo era de esperar.
E' tambem seneivel o progressivo ar-
ruinamento do grande acude lesta villa,
que com pouco dinheiro poderia ser con
cortado de modo a supportar o peso de
muitos invernos rigorosos : um facto
este que merece a attencio dos poderes
pblicos.
Depois da queda da monarchia tem
reinado nesta comarca completa p; ne-
nhuma perturbajo da ordem publica be
tem dado e todos confiara que esse estado
de tranquilidade perdure, mormente es-
tando a frente da governaco um caraoter
t&o puro, como o actual governador, cujas
As familias
Ensino de pri cetras lettras, por-
tugus, francs e ingle; pelas
residencias dos alumnos, de. tro
da cidafde e em seus arrabaldes
a tratar na ra do Imperador n.
75, 2 andar.
em contestado
Principiamos a publicar hoie urna serie
de attastados em favor do Sr. Jos Alvares
de Souza Soares, sobre as prodigiosas cu
ras que tem feito o seu acreditado e po
pular Paitoral de I ambara.
Ha tempo um dos redactores d'esta fo-
lha, sendo aUcadado de urna forte e per-
tinaz tosse, e depois de ter usado diversos
xaropes sem resultado satisfactorio, fez
uso do Peitoral de Cambar e ficou com-
pletamente restablecido de aua alterada
Particularmente nos disse o Sr. Dr.
Henriqson, quando aqui estove ha pouco
tempo, que esse importante remedio era
muito procurado em Santa Victoria e que
elle receitava-o a seus doentes, sempre
com vantagem sobre qualquer outro, pois
a cura era radical.
(Extr. do Diario de Pelotas).
Dentes
Termina a horrivel dor de deutes usando
o excellente preparado de Manoel Cardoso
Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigidas
pelos jornaes de m ior circulaco, attestam
a eficacia.
Depsitos :
Drogara dos Srs. Francisco
Silva & C, ra do Mrquez
n. 23.
Pharmacia Martina, ra
Caxias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmaeia Alfredo Ferreira, ra do
Barao da Victoria a. 14.
Pharmacia Imperatriz, raa da Impe-
patria n. 49,
Manoel da
de Olinda
Duque de
ClOR.
Jos Lon Saloa-o Acooli i toa do Impera-ior
n. 77, andar, onde pode ser procurado das-*
s 3 horas da Urde por todas as pessoas que
queiram bourarcom suas incumbencias, encarre
ga-se principalmente de promptllkar papis
para casamenros civis e religiosos, de encam-
nhur al o despacito definitivo quaesquer pre-
tence8 as rejianices geraes e do Estado, e
de as mesmas pagar ou rtceber, e dar o desti-
no que Ibe fr ordenado com a mxima prompti-
ito quaesqutr quantias, ou venciraentos de
Srs. magistrados, parocbos, professores e quaes-
quer outros funecionarios. e eucarrea se liuai-
menle de qualquer outra commisso de compra
ou aenda de que lhe queiram incnnbir os Srs.
prtprietarios, industriaes, commerciantes e agri-
cultores.
A todos garaote sioceridade, zelo e prompti
do no cnmprimenio de suas ordens.
que
V
Frederico Chaves Jnior
Somoepatha
[39-RA BARAO DA V1CTORU-39
Primeiru amlar
Notice
British subieets are iuformed that, by aDecree
of thd Provisional Government of Brasil pu
blished on tae 15* instant, they con, should tbey
not wisb to be consdered braiilian cituensas
notilied in lhe naturalizaron Decree o the 15"
of December 1889, make tbe declaralion of na
tradiccoes republicanas s5o penhor seguro tionahty required by tbe last mnton^ecree
t umfpoliu'ca de ordem c^rogresso.. at tbe1 office of tbe P?'- d.ega e o^s^dele-
Esta tranqnilidade e socego qae
nos espiritos tem por origem a confian ua
na moralidade, pitriotiamo e cordura de
noaaaa actuaos autoridades polieiaes, que
so daaagradam a polticos trefagoa e men-
tiroaoa, que todo ettacam para produair
pcoaelytos anarchia.
I gata of any istrict, or before tbe undersigned
a and those wbo nave already made or may make
tkeir deelaration of naonality before any local
aatnority can eater tbeir ames at tbis Consa-
late.
British Coasulaie.
Pernambuco May 1890.
A IMt,
. B. M Cnsul
Cabega de negro
Elixir sedativo e qntirhcumatico, formula
do phartnaceutico Hermes de Souaa\
Pereira.
8EM MERCURIO
Approv a de pela Inspectora Oeral de
Higiene
Este poderoso medicamento j bem co-
uhecido ha mis de K annos e cujos ma-
r vilhosos effeitos tem sido at 'estados por
muitos mdicos e numerosos doentes, cura
radicalmente os bheMA ismos, ekysi
pelas, 8TPHILI8 sscbo"las -e todas as
molestias que teem por origem a impuresa
do sangue. T- j
O verdadeiro e mais antigoJUtxir ae
cabeca de negro o da formula do phar-
maceutico Hermes de Souza Pereira, e
para araotia dos consum-lores traz elle
em sene rtulos o envolueros o retrato do
autor.
Vende se a varejo m todas as pbar-
macias e em atacado na pharmaeia Fer-
reira, praca de Maciel Pmheiro, n. 19,
(antiga do Conde d'Eu, e na drogara de
Francisco Manoel da Silva & C, ra de
Marque de Olinda, n. 23. ^^
I { Dr. Mello Gomes
! Medico operador parteiro
l i 46Ra do Barao da Victoria46
(drtruntk da phabmacia pnrao)
1 { Onde tem eoaulorio e rt-
dencia 1 -podendo ser encontrado e
recebendo chamados qualquer hora
do dia e da noite.
Especialidades: partos, febres, moles-
tias de senboras e dos pnlmes, syphilis
em geral, cura rpida e completa e ope-
rases de estreitamentos e mais sofm-
mentos da uretra.
Acode de prompto a chamados para
fra, a qualquer distancia.
Telephoae S94
I
Colonia Portugueza
Em nome da Commisso Central Exe-
cutivA da Colonia Portngueza, convido a
todos os cavalheiros que ainda r So satisfi-
zeram as quotas que subscreveram ba
grande reuniSo effectuada no Gabinete
Portuguez de Leitura, no dia 2 de Feve-
reiro nltimo, a fazel o at o dia 15 do
correte, ao Thesoureiro da CommissSo,
Sr. Joaquim da Silva Salgueiral, ra
Marcilio Dias, n. 22.
Igualmente rogo quelias das dignas
commisto'es parcit.es, que ainda nao fi-
zeram eutrega do que arrecadaram, o
o obsequio de o iazerem com a maior bre-
vidade posaivel, visto a ueoeMdade que
ha da Commisso Central tffectuar a re
messa.
Recife, 6 de Junho de 1890.
Albino Moreira de Soma.
Secretario.
A'S YGTIMAS DAS FEBKES
O Elixir antl-febrll Cardlo, appro-
vado era 21 de Margo deste anno pela Inspectora
Geral de Hygiene do Rio de Janeiro, vem hoje
apresenlar-se bumauidade soffredora do mon-
do inteiro, como taboa de salvaco que ao infe-
liz naufrag lhe enviada por mao omnipotentel
O Elixir antl t. toril Cardoso, appli-
cado em muitissimos easos de febres, tem, como
por milagre, levantado do letto da dor a comple-
tos moribundos.
Ette remedio, com posto smente de vegetaes
6 iotei rumen te inoffensivo, aiuda mesmo amis
mimosa e terna crianca.
As senhoras, no estado de paridas, ou no pe-
riodo de incommodos uaturaes, podem usat o
sem receio algum.
Deposito
Drogara dos Srs. Francisco Manoel da Silv
4 C, ra Mrquez de Oliod n. 23.
Pharmacia Martins, a ra Duque de Caras
u 88.
Pharmacia Oriental, a ra Estrella do Rosario
n. 3
Pharmacia Alfredo Ferreira, a ra do Barao da
Victoria n. 14.
Pharmacia Imperatriz, roa da Imperatriz
n 49.
Para qualquer explicacSo podem dirigir se ao
autor Manoel Cardoso Jnior, a ra Estrella do
Rosario n. 17.
Dos innmeros attestados que temos, damos
em seguida principio a sua publicago ; e isto
bastar para que sejam couhecidas as virtudes
do Elixir anti febril Cardoso. -
Attestados
N. 31
0 abaixo essignado declara que, tendo sida
accommetlido de urna febre palustre, aconse-
lhado por nm amigo fez oso do Anti Febril Car-
doso, e applicando em urna minha tilba de 5
airaos de idade que na mesma occaiio foi
commeitida de urna febre de mo carcter, n
fazeudo uso de mais medicamento algum, o que
cora diic Anii Febril no curto espaco de tres
dias nos achamos perfeitamente curados. 0 que
por miu. e por minha lilha, s lemos que agra-
decer ao seu digno proprietario o Sr. Manoel
Cardo>o Jnior, que tao bondosamente me en-
viava o dito remedio e se pre3tou a apolrcal o
at completo desapparecimento da molestia,
pelo que me acho completamente tratado.
Recife, 25 de Janeiro de 1889.
Manoel Antonio da Cruz Braga.
N. 32
Illm. Sr. Manoel Cardoso Jnior.-Declaro que
a sua tintara Anii Febril um excelente reme-
dio para curar febres 7 Eu, estando com ama fe-
bre de mo carcter, prineipiei a lomar o
excellente remedio, s 5 gotas de duas em duas
huras, e fiquei mleiramente boa, principiando
s 11 horas do dia e terminando todo o meu in-
commodo da dita febre s 7 horas do mesmo
dia, pelo que lhe agradece a offerta que me fe
da suaQespecial tintura.
Recife, 26 de Janeiro de 1889.
Adelaide dt Araujo Vetga.
N~33
Recife, 14 de Janeiro de 1889. Illm. Sr. Ma-
noel Cardoso Jnior.Presente.Presadissime
Sr-Soffrendo meu tilho Alberto de urna febre
que ailiogia a quarenta graos, lembrei-ne de
por vezes ler ouvido fallar na procuidade da
seu elixir Ca:doEO.
O resultado nao se fez esperar e a tercer
dose ja a criauca eslava esperta, achando-seella
restaDelecido sem outro qsalqaer iucommodo.
Felicito a V. S. pelos prodigios do Elixir Ca-
doso ; as vantagens que elle offenece, s as pes-
soas que o uzarem o podem avahar.
Crea na minha sincera gratido e me sob-
screvo com e^iina e consideradoDe V. S.
vengador e oriauoAdriano Mouteiro de Sousa.
Illm. Sr. Manoel Cardozo Jnior. Recifi;, lt
de Juuho de 18d9. Tendo em minha casa pes-
soas de miuha familia e bem assim um criada
aloeciiode febre palustre, resolv depois d
ter experimentado muitos outros anudlos
improticuamenie, aplicar seu milagroso Eli-
xir Anti Febril o reultaiio nao se fez esperar,
poucos das depois vi reslabelecido todos aquel
les que foram acommettidos por aquella enfer-
midade ; portante com muito piazer que ve-
nho dar lhe tesleniunho de minha gradao, de-
clarando que considero aquelle seu medimenta
I-como o n.ais evidente para combater aquelle
ra^.1 ainda mesmo de carcter differente.
i'ara nao suppor commum esta minha deca-
rac&i desdiga, declaro que a faco com o nica
tito de que lodos possam tirar della proveita
benfico e sera mais crea uieDe Vmc, amigo
criado e obrigado Manoel Bento Borges Cmara.
N. 38
Recife, 10 de Seterr-b-o de 1889. Jm. Sr. a
noel Cardse Jnior.Tendo sido minha filhrah
Julieta, de 6 annos de idade, accoiumettida da
urna febre com delirios, a ponto de ne causar,
serios receioe, e tendo eu sciencia de inouujeras
curas obtidas com ot.eu maraviihoso Elixir tiv
a feliz lembranca de consultar a Vm que, eom
aqueirfTfrauqueza que o ca rele risa-, offerecea-
me um frasquinho 1 onlendo laomaravilhoso me-
dietmento o qual appliquei em mmha fllbinhat
Uve a felicidade de vel-a completamente restaba-
lecida tendo tomado apenas quatro doses.
Dias depois, urna outra creanca riiha de oaw
mulher empreada em nossa casa, adoecen tam-
bem de febr \ e appliraudo lhe tao prodigiosa
remedio, com espaco de algumas horas, ficoa
resiabelecida.
Resta me ."rnente agradecer a Vmc. o grandt
obsequio que me pre9iou. palenteando lhe os
meus protestos de tierna gratidio, podendo yM.
fazer o uso que Ibe convier desta verdadeira a
sincera declaracao.
Sou de Vmc. amigo admirador e criado malte
grato.los Leonar Jo Grego.
(Eslavanrselladas e reconhecida s as firmas
1


1

m



'ernamo
Em todas m regiSea e entre as pesBas
do todas as occupaco"es e profissoes, preva-
lecem as onfermidades pulmonares. Por-
tante, o grande e admiravel remedio-con
tra ellas e que produz a sua completa aoi
quilacSo o Peioral de Anacahuita, o qual
as dore perseguir e em seu devido tempo
aa perseguir indefectivelmente at nos
mais remotos confina do mundo.
O soldado nos acampamentos, o mineiro
as minas d'ouro, o colono uas fronteira,
o lavrador, o viajante por mar e por ter
ra, e especialmente todas as pessas su-
fetas a padecerem de tosse, constipacSis,
resfriamentos e oatarrhos^bronchites, asth-
ma e outras affec5es nao menos aflictivas
da garganta e dos orgaos da respiracao, e
que tao fcilmente se desenvolvem e pro-
pagam dos lugares hmidos, inclemencia
da atmosphera ; acharlo com a mais gra-
ta satisfacSo, no Peitoral de Anacahuita,
um remedio irresistivel e absoluto, para o
completo subj ligamento de tao perigosas
enfermidades. Compft se em tempo, pois
bom estar-se prevenido.
Como garanta contra as falsificares,
oo 'i-Be bem que os nomes de Lanman
& Ke:.,- "enham estampados em lettra*
transparo n uo papel do livrinbo que ser
ve de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se de venda em todas as boticas e
drogaras.
Cirurgio Dentista
DR. ROBERT P. RAWUNSON, for
atado pela Universidade de Maryland no
Estados-Unidos, tem aberto o sen cnsul
torio, na ra Baro do Victoria, 18, Io ao
dar.
Consultas das 10 s 4 horas da tarde.
lfleCIl i
Br. Hscln de Brl*
participa aos seos dientes e amigos que pode
jer procurado para os mis teres de sua profissao
a ra do Hospicio n. 81. e na pbarmacia Miner-
va a roa Vidal de Negreiros n. 7.
Telepbone n. 303
r
Advogado
fi&. A. CLQSGALSQ fiE SOUZA
Mudou o seu escriptorio para a ra do
Imperador n. 32. pr.meiro andar, onde
fide ser procurado de 10 da manba s
da tarde.
Residencia Roa Imperial n. 148
Telepioae n. 102.
t
&*&

Dr. Silva LeaJ
clnica medico crurraaica
Consultorio e residencia rna do Llvramentr
a. 6 1 andar. Consultas das 11 s 3 horas da
urde. Chamados a qualquer hora, por escripto
*
MEDICO HOMEPATA
>
Dr. Balito* da Sil.eir j
Especialidadefebres, molestias
? das chancas, dos orgaos respirato-
rios e das senhoras.
Presta-se a qualquer chamado pare
ora da capital.
AVISO
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabino,
I } i ra do Bar2o da Victoria n. 43,
I onde ae indicar sua residencia.
Res taurant Portu {uez
O prime!ro en Pernambuoo
2123BA DA8 LARANGEIRAS 21!?3
COSINHAS
Brasileira, Portuguesa e Francesa
Proprietario s : Charles Rozier & C.
COMERCIO
Hevista do Mercado
Ruare, 12 de jnho db 1890.
Poaco movimeato, limitando se a transaegjs
no mercado de cambios.
Bolsa
OTARES OFFICIAE8 DA JUNTA D08 COE-
HETOBE8
Recife. 12 de Jnho de 18S0
Acc5es do Banco de Crdito Real de Pernambu-
co. valor realisado de UO* a 140* cada urna-
Letras bypothccarias sem juro?, a 101*000 cada
urna.
Na Bolsa venderam-se
23 aegoes do Banco de Crdito Real de Per-
nambuco.
84 letras hypothecarlas.
u presidente,
Antonio Leona -do Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
Retrospecto commercial do Hez
de Malo de tse
Nao foi mo para o coamercio o resultado do
bataneo geral de suas nperaces no prximo
fiado mez de Maio, ccmfiarado com o de igual
mez do anne passado.
Os pregos medios dos principaes gneros de
produegaoassucar, algodo, aruarde.ite, alcool
e mel -conservaram-se superiores aos medios
de Maio de 1889. En assucar bouve um xces-
so de exportacao de 2:803 toneladas mtricas ;
em agurdente um excesso de 1:334 pipas, em
alcool um excesso de 207 pipa?, e em mel uui
eccesao de 57 pipas. Smente o algodo apre-
sentou um decesso de 1:617 toneladas mtricas.
Esta difiereoca contra o bataneo, porm. foi
sobejamente compensada pelos referidos exces
sos de exportago. alias auxiliados pelo azervo
da de outros artigo, que, embura de gmenos
importancia, fizeram avultar o quantum do va-
lor exportado.
Esse quantum nos dous m.zes comparados
pCe em evidencia um saldo de 173:98o*iO7 em
pro da xporlaco de Maio prximo dado.
A imporiacao de gneros e artefactos estran
geiros e dos out-os Estadoj, tambem cresceu em
relaco de Maio de 1889, como denuncia a
renda aduaneira, em cuja verbaimportacao
houve um excesso de 184:7364354.
Os demais factores do movimeato mercantil
sao accorde3 em corroborar o conceiio de que
nao foi mo o bataneo commercial de Maio liado,
como se vera pelos respectivos dad js adiante
compendiados.
Releva accentuar que, no mez Ando, o com-
mercio reuni se, por convite da Associago
Commercial Beoeficente, e resolveu reclamar
em termas contra o recente decreto do goverao
provisorio, que raaodou cobrar em ouro 20 0/0
dos direitos de exportacao.
A reclamacao, feita por telegramma, nao foi
attendida ; e a medida, que inquesiiooavelmen
te traz veame ao commercio alo s pelas diffi-
Cldades de obter ouro, mis tambem porque
eleva os direilos de entrada, e portaato encare-
ce os gneros, restringindo o consmalo, ser
posta em execugao no 1.* de Julho prximo.
Eis os algarismos concementes ao mez de
Maio prximo Hado, comparados com os do sea
correspondente do anno passado :
*
As seguintes estagds publicas arrecadaram :
Alfandega e Recebedoria Geral
Dr. Baslos de Oliveira
tem o seu consultorio medico-cirrugico
ra do Marque* de Olnda, n. 1, 1. an-
dar, onde pode ser procurado todos os
das uteis das 12 s 3 horas da tarde.
Chamados a qualquer hora em sua resi-
dencia, ra do Hospnfo n. 46.
Telephone n. 365.
{}
n
t
Leonor Porto
a Larga do Rosarlo nu-
mero <
SEGUNDO ANDAR
Contina a executar os mais difficeis (
urinos recebidos de Londres, Pariz,
() Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicSo de costaras, em i
em brevidade, modicidade em precos e[)
fino gosto.
i) c
I
Dr. Joao Rangel
MEDICO
Pode ser procurado para os misteres suade
profissao ra do Bcm Jess n. 45 1. andar.
Consultasde meio dia at 3 horas da larde.
Chamadosa qualquer hora do dia ou da noite.
Telephone a. 160.
ED1TAES
Juizo dos feitos da Fa-
zenda nacional
EscrivSo Reg Barros
Perante o Sr. Dr. juiz substituto dos
feitos da fazenda, Benicio Nelson Tarares
da Cunha Mello, se vcnderSo em praca pu-
blica no dia 13 do corrente mez de Junbo,
pala as da manhl, depois da
diencia, os bens seguintes
Urna armacio envernisadi, um balcao
e urna balanca decimal com os competen
tes pesos, que se acham na taverna da
Estrada Nova de Casanga, logar Iputin-
ga, freguezia da Varzea, pelo preco de
16250JO, pertencentes a Souza & C.
Ums armacio de pinho, um balcSo e
um fiteiro pintado, que se acha na casa
n. 76, rus de Marcilio Das, pelo preco
de 4O|$5O0, pertenceates a Joaquim Anto-
nio da Silva.
Urna armacio de pinho pintada, um
balcao e urna caixa de fo'ha pintada e
eovidracada, urna pequea balan9a "de
pesar remedios, urna escada de. mSo e um
relogio de parede, que se acham na casa
n. 58 da ra Direita dos Afogados, pelo
preco de 21(58.70, pertencentes a Bellar-
miro da Silva Corte. x
Urna armacSo de amarello envernisada
e envidra cada, um balcSo com tampa de
podra, quatro ca x3es que se acham na
casa n. 18, ra larga do Rosario, pelo:
preco de 72O0O, pertencentes a-Jos
Francisco Calares.
Urna armacio de louro, misturada com
outras madeiras, um balcSo e deposito
para seceos, sondo mm destes com vidrsca
e urna balanga com conchas de madeira,
que se acham na taverna ra fa D
Mara Cesar, n. 2. freguezia do Recife,
pelo preco de 450360, pertencentes a An-
tonio Gomes Salgueiro & C.
Um cofre de ferro, prora de fogo, do
autor M lner, que e acha na casa n. 60,
ra do Mrquez de Olinda, avallado por
IOOiJOOO, pertencente a Manoel Ferreira
da Cruz C.
Urna armacSo e um balcSo de amarello
envernisado, tendo toda a frente superior
mostrador de vidro que se achiina c sa
n. 60, da ra do Mrquez de Olinoa, ava
liados em 3500CO, pertencentes a Manoel
Ferreira d Cruz & C.
Um cofre de ferro pro va de fjgo, 'que
se acha no 1. and>r do predio n. 7,
ra do Vigaric* Thenorio, avalado em
50^000, pertencente a J0S0 Vctor Al ves
Matheus.
Um cofre de ferro, Franen, qu
na casa n. 4, na ra da Soledade,
em 15J0 0, pertencente a Pereira
Urna carteira grande com quat:
tas, urna mesa de ps torneados,
tante com diversos repart mentos,
mes3 pequea, urna prensa para copiar
cartas, quatro tamboretes com fundo de
DECLARAC0ES
Xhesouraria de Fazenda
s 1
9
es
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g
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I ^
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2. I ^
Q.O.

o I
o o
2 "* 6J 3--
& -&0-S,
i S
-
3
o
o.
couro, urna cadeira americana e urna ou
tra; e dous barris com cal de Jaguaribe,
avallados em 39|5000, pertencente a Se-
bastiSo Jos Bczerra Cavalcante.
Sendo todos os beas vendidos para pa-
gamento da Fazenda Nacional e custas.
Recife, 10 de Junho de 1890.
O solicitador,
Luiz Machado Botelho.
Si
i*
ex
.
1*
(X
si
Si
30*- S
ra
3
A differenca entre os dous valores dos saques
elT-ciuado em Maio rindo, na somma de...___
z:373:170000. reprezenta prejuio para.o com-
mercio na verba diflerencas de cambio.
Os saques para as pracas do paiz que enlre
tem relaeOes mercantis com a do Re;ife, foram
efft c'.uados aos scguinte3 premios :
Maio de
Bio Grande do Sul
S. Paulo
Rio de Janeiro
Baha
Cear
aranho
Para
1890
1 I /lt
12
3<4
3.4
1889
;u/i8
3,4
FOBKECIMEKTO i QABHiglo
O conseibo para o fornecimento,de gneros e
forragens s pracas d'esia guarnicao e aos ca-
valtos a cargo da 4' batera do 5batalhao de ar-
tilharia de posicao deslacada n'eete Estado, re-
cebe propostas no dia 16 de Junbo prximo vin
douro, s 11 horas da manba, no quartel general
do commandodas armas, onde funecionar o dito
conseiho para contractar o fornecimento dos allu-
didos gneros e mais arligos consUntes da rea
cao mira, durante o semestre de Julho a Dezem-.
bro (Teste anuo.
Arroz, kilo.
A&sucar branco refinado de qnalldade, idem.
Dito dito de 2* dita, idem.
Azeite doce de Lisboa,litro.
Alfafa, kilo.
Agurdente, litro.
Aletria, kilo.
Ameixas passada?, idem.
Ararata, dem.
Bacalbo, idem.
Batatas inglesas, idem.
Biscoatos, idem.
Banha de porco, americana, idem.
Caf em grao, idem.
Caf moido, idem.
Carne de porco, dem.
Dita de vacca com osso, idem.
Dita de dita sem osso, idem.
Dita eecca do Bio Grande do Sul, idem.
Dita de carneirrr, idem.
Cha verde de India, idem.
Dito preto da dita, dem.
Sevadinba, idem.
Chavos, cento.
Chocolate, kilo.
Carvao vegetal, barrica.
Dito coke, kilo.
Caetas de madeira, ditfia.
Enterros por cavallo, um.
Farinlia de i* qualidade, litro.
Dita de 2* dita, idem.
Feijo preto ou mulatinho, idem.
Fruc as, rac&o (duas bananas 00 urna laranga).
Farello, kilo.
Ferradura, par.
Figos passados, kilo.
Frango, um.
Gallinba, urna.
Gomma arbica, frasco.
Goiabada em lata, kilo.
L nha, acba ou toro.
Lene de vacca, litro.
Lavagem d roupa passada a ferro, peca.
Lapis preto de Faber n. i, duziar
Macarrao, kilo.
Maizen?, idem.
Manteiga ingleza de Ia qualidade, idem.
Marmelada, idem.
Milho, dem.
Medicamentos para ca vainada, numero.
Ovos, um.
Pao, kilo.
Phosphoros a; ericanos, grosa.
l'a-.-sa?, kilo.
Peonas de ac Perry, caixa.
Papel paula 10 floie, resma.
Papel nata borrao. tuina.
Queiio de Miaas, um.
Sal, litro.
Sanguesugas, pela applicacao de ama.
Sabo commum, kilo.
Toucinho de Mina?, kilo.
Tinta preta, Karrafa.
Temperos e verduras, rago.
Tapioca, kilo.
V.ntv; tinto, litro.
D.10 branco, dem.
Dito do Porto, idem.
Vinagre tinto, idem.
Dito branco, idem.
Vassonras de piassava, grandes, orna.
Velas de cera, kilo.
Capim feiches de 3 kilos.
CondicSea
1* Todas os gneros serio de primeira qualida-
de e os fornecedores devero satisfazer os pedidos
dentro dos brazos marcados nos respectivos con
tractos, entregando os gneros nos quarteis ou
fortalezas e enfermaras, e depositario na The-
sourana de Fazenda urna quantia como caucan,
que ser arbitrada pelo cons'lho de forneci-
mento.
2' As propostas deverao conter a declaracao
expressa de sujeilar-se o proponente multa de
6 % da Importancia a que montarem os vveres
ou artigos que forem acceitos, si deixarem de
comparecer para assignar o respectivo contracto
dentro do prazo que fr marcado pelos jor-
naes.
3' S podero concorrer ao fornecimento os
candidatos que se habilitarem na forma do art.
18 do decreto n. 7085 de 6 de Haio de 1880.
4 Da'falta de fiel cumprimento de qualquer
das obrigaces coot ahidas, di fornecedores flea
rao sujeitos a ugar o valor tos gneros regeila
dos ou nao receidos em tempo
8* Os concurreates sao obrigados a apresentar
as amostras dos gneros ao artigos, que forem
julgados precisos pelo conseiho.
6" As propo3ia8 BerSo.apresentadas em dupli
cata al s 11 boras do referido dia, em que all
sero abortas e apuradas em preseoca dos pro
ponentes ; senio que na mesma occasiSo se ac
ceilaro propostas para a venda de estrume dos
animaes da precitada batera.
7* Finalmente, os fornecedores que requererem
a resciso de seu contracto e forem atlendidos,
ficarSo sujeitos multa de 10 /. sobre o letal do
foroecimeate do semestraanterior.
Thesouraria de Fazendaldo Estado de Peruam-
buco, 30 de Maio de 1890.
O inspector,
Dr. Denocrito Cavalcante de Albuqtterque
Afogados
Casa ra de S. Miguel n. 5, com duas salas,
dous quarlos, -cosioba fra, quintal, 4 metros e
30 centmetros de frente e 11 metros e 70 cent-
metros de fundo, avaliada em 800*000, perten-
cente a Tbereza de J> sus Mana.
Casa estrada do Giqui a JaboatSo, no Ingar
Paul, com tres janellas de frente, urna porta no
oito, duas salas, dous quartos, urna puchada ao
lado com um quarto, cosioba fra e quintal, 5
metros e 72 centmetros de fn-nte e 8 muiros e
&0 centmetros de fundo, avaliada em 200*000,
pertencente a Antonio Jote do Carmo.
Pofo da Panella
Casa ra da Matriz n. 8, com 7 metros e 12
centmetros de largura, 11 metros e 30 centme-
tros de fundot tres janellas, duas salas, 3 quar-
tos, cosioha externa, quintal murado, terraco ao
lado da ntrala, avaliada em 700000, perten-
cente ao vigario Francisco Luiz de Carvalho.
Aluguel
Casa ra do Padre iSobrega n. 70, com por-
ta e janella, duas salas, dous quartos e quintal,
por 8*010 mensaes, pertencente a Anua Maria
da Luz.
Recife, 9 de Junho de 1890.
Juizo de paz da freguezia da
Boa-Vista
ArremaiacSo
No dia 13 do corrente, s 9 horas da manba,
irao rm bata publica para serem arrematados
tres animaes da raja cabrum com duas crias,
remettidos este jnizo pelo fiscal desta fregue-
zia, por andarem vagando p.las ras desta cL_
dade. A p'aca ter lu^ar A ra Velha n. 87.
Freguezia da Boa-Vista, U de Junho de 1890.
0 e8Crivo.
Alfredo Francisco de Souza.
J
Em Maio de 1890
de 1839
Mais em 1890
Foram exportados:
Em Maio de 1890 -Ext.
Interior
Total
Maio de 1889
35022
289
*037
1.684.380
4.490.348
6.174.728
kilos
3.371.609
2.803.119
O movimentode (inheiro, 10b a responsabili
dade das companhias de vapores que servem a
praca do Recife, foi este :
Entrado
Em Maio de 1890
Os descontos de Ietlras na praca regulartm :
Em Maio de 90 de 16 '12 /.
Em Maio de 89 8 /,
Era ttulos diversos, publico- oa de emprezas.
houve apenas o seguinte ujoviraento na Bolsa
em Maio prximo rindo : -
Apolices do Estado de Pemambuco Veuderam
se 9 do valor de 1:000*000 1:017*. ou com o
agio de 1 7/10 /.
Acedes de ferro-vias Venderam-se 76 -da de
Ribeiro Bonito, do valor de 100*, 85*, ou
com depreciamento de 15 /
Acgdes de compankias de 'j/iwoj-Venderam-sf^
10 da Arapbitrue, ao par.
Letras hypothecariasVenderam-sc 36, inclu-
sive os juros, 103*500 ou com o agio de 3 e
1/2 /; o 130, sem 0) juros, ao par.
Dicersos emprezas Venderam se : 10 aeces
da Compaonia de Beberibe 105*, cu com o
agio de 5 % ; e 30 aeces da de Fiacao e Teci
dos ao par, e mais 525 obrigacOes prefereuciaes
da mesma emprezi desde o par al com.o agio
de 1 /
Mais em 1890
Cajculado pelos respectivos precos medios, foi
este o valor exportado :
Maio de 1890 1.2i4:001*800
de 1889 750:3i8*728
Miis em 1890
473.453:407*
* de 1889
Menos em 1890
182:3545810
251:08i*408
68:716*598
Em
Maio de 1890
de 1889
Sakido
536:6861898
1:175:329*950
Menos em 1890
638:643*052
Em Maio
de 1890
de 1889
944:261*724
737:886*808
Mais em 1890
Bm Maio de 1890
* de 1889
Meaos em 1890
Correio Geral
186:374*916
12:998*731
13:044*782
A expedico foi para :
Bio de Janeiro 373:700*000
Sergipe 20:649*010
Alagas 105:500* 00
Fernando 10:887*888
Bio Grande do Norte 5-150*000
Maranhao 10:800*000
Para 10:000*00J
O bataneo das entradas e sabidas em Maio
prximo (indo d urna differenca, de 354:322*088
em pro das sabidas, isto contra a praca.

Foram saccadas para o exterior:
Sobre Londres :
Maio de 1890 900:000 de 20 3,8 21 5,8 d
de 1889 t 240:000 de 26 1/2 27 d.
)
Mais em 1890 660:000
Sobre Parts:
Maio de 1890 fr. 350:000 de 441 467
de 1889 fr. 270:000 de 352 338
ris.
Mais em 1890 fr. 80:000
Sobre Hamburgo:
Maio de 1890 reich. 60:000 de 544 4 57
de 1889 > 40:000 de 435 440
20:000
ris.
Mais em 1890
Sabr Portugal:
Maio de 1890 rs. fort. 50:000* de 147 165 7.
de 1889 40:000* de 97 101 /.
Mais em 1890
10:000*
46*051
Renda do Estado de Pcrnambuco
Em Maio de 1890 262:668*886
de 4889 93:351*737
Mais em 1890
169:H7*149
O seguiite quadro mostra a3 differeocas bavl-
das oas rendas aduaneira* comparadas dos me-
t Miio (indo e de Maio do anno passado.
priado observar que- n'aquelias estao com
aprehendidas as da extincta Recebedoria Geral.
Os valores saccados. calculados pelas taxas
medias do camoio foram :
Em Maio de 1890 10:617:070*000
. de 1889 2:345:990*000
O movimento do porto foi este :
Entraram do exterior
24 vapores, lolando 40:413 toneladas.
11 nsrios 4:379
Entraram dos porto* do interior
27 vapores, lotando 30:959 toneladas.
18 navios 3:465 *
Dando para total das entradas
80 embarcaces, lotando 79:228 toneladas.
E. tendo sido o total das entradas era Maio de
1889, de:
70 embarcaces, lotando 65:862 toneladas ;
V-se que entraram mais 10 embarcagesflo-
tande-mais 13:366 toneladas.
Sahiram para o exterior
14 vapores
11 navios
Sahiram para o interior
36 vapores
15 navios
Dando para o total das saludas
76 embarcaces.
E. tendo sido o total das saaidas em Maio de
de 1889, de : 75 embarcages,
V-sc que sanio mais l embarcacSo.
V
EXPOtTACAO '
Tanto quanto era po*stveI, em fins da safra,
em tempo semi morto, esteve regular o merca
lo exportador.^
Deram excesso sobre os precos de Maio do
anno passado : o assucar 37 ris, em media, por
15 k'los ; o algodo 2*350 por 15 kilos ; a agur-
dente 15O0O por pipa; o alcool 23*008 por
pipa ; o mel 21500 pur pipa ; 03 couros espicha
dos 30 ris em kilo, os seceos salgados 20 ris
em kilo, o os verdes 35 ris em kilo.
A' excepeo do algodo, todos esses artigos
foram exportados por maiores quaotidadea e va-
lores.
O total da exportacao foi superior ao de Maio
de 1889.

Assucar
O mercado deste producto esteve pouco acti-
vo. Os precos raanliveram se em alca.
Entraram :
Em Maio de 1890 52.633
de 1889 35.726
*
Algodo
Sao esteve animado o mercado dcste producto,
despeilo do bom prego.
Entraram :
Em maio de 1890 7.239 fardos
< de 1889 14.383
Juizo substituto dos
feitos da fazenda
(EscrivSo Torres Baudelra)
. No dia 27 do corrente, depois da audiencia do
Dr. juiz substituto, irao praca por venda, 03
predios abaixo declarados penborados, por exe-
cucao da fazenda:
Recife
Casa terrea ra do Pharol n. 56, com porta e
janella, duas salas, dou- quartos. cosinh >, quia-
tal, soio interno e salo, 4 metros e 50 centi
metros de frente. 12 maros de fundo, avaliada
em 600*1100, pertencen'.e a F.-ancifca Maria do
Ros-rio Monte.
S. 'os
Casa roa Imperial n. 285, com porta e janel
la, duas fa'as, um quarto, cocona, quintal, 3
metros de frente e 9 ditos de fundo, avaliada em
200*000, pertencente ^iuva e lierdeiros de
Francisco Xavier das Chagas.
Casa em caixuo ra da Palma n. 119, com
duas portas de frente, 4 metros e 80 centmetros
de frente_17 metros e 70 centmetros de fundo,
quintal o. cacimba, .vahada em 400*000, per-
tencente aos tilhos de Joaquim Vieira.
r Boa Vista
Casa ra do Socego n. 3 A, com porla e ja
ntlia, duas salas, dous quartos, coMclia Tora e
quintal, 3 metros e 70 centmetros de frente, 12
metros n 95 'ntimetros de fundo, avaliada em
1:200*000, perleucene a Jjo da Silva Villa
Nova.
Casa ra do Viscon le de Albuquerque n.
111, com 4 metros e 30 centmetros de frente, 13
metros e 20 centmetros de fundo, 2 salas, 3
quartos, cosinha extern?, quintal murado e ca-
cimba, avalada em 1:500*000, perlencente a
Francisco Ferreira de Mello.
Foram exportados
Maio de 90 -Ext.
Int.
Maio de
1889
Total
Mais em 90
115.224
115.224
15.597
99.627
litros
0 valor exportado, calculado pelos respectivos
precos medios, foi :
Maw de 1890 45 60^*000
de 1889 5:3195105
Mais em 90
40:280*895
(Contina) ,
Menos em 1890
7.144
Regularan] as vendas por 15 kilos :
Do de 1* qualidade
Do mediano
Do de 2" qualidade
Os precos medios foram :
Maio de 1890
de 1889
de 9*000
de 8000
de 7*000
95400
85100
7*i00
Mais em 1890
Foram exportados :
Maio de 1890Ext.
Interior
Total
Maio de 1889
Menos em 1890
8*200
5*850
2*330
Cambio
PRAQA DO BECIFK
Os bancos estabeleceram hoje a laxa de 21 1/4
pela manha, saccando. porm, mais tarde a 21
3/8 e 21 12, a cha n Jo pouco dinbeiro.
Papel particular foi passado a 21 9/16 e2l 5 8,
escasso.
PRACA DO RIO DE JANEIRO
Banco Nacional a 21 3/8 e os demais bancos
a 21 1/4 nominal.
Houve negocio em papel particular a 21 3 4.
TABELLAS AKFIXAUAS
P
Consulado de Portugal
Terminando no dia 11 de Junbo prximo, o
praso concedido aos estrangeiros para fazerem
a dedaracSo de que desejara manter a sua na-
cicnalidade, e facultando o decreto n. 396 de
15 do corrente que taes declaraces possam ser
ieitas nao s pirante a municipalidadecomo
lanr em perante os escnv&es je delegacias, sub-
delegadas e consulados, dou pela presente scien-
cia de taes disposicOes a todos os cidadaos por
tuguezes recebeodo ncste^consulado das 9 ho-
ras da manha a'. as 3 horas ca tarde as decla-
races de todos aquelles que desejarem manter
a nacionalidade portugueza.
Consulado de Portugal em Pernambuco, 23 de
Maio de 1890.
.4. J. Barbosa Vianna.
Encarregado do consulado
Club Militar
Por urdem do cidado presidente, convido oa
cidad&js s.cios para compareccrem assembla
geral, qae ter lagar no dia 13 do correte, para
tratarse de assumplo muito impoitaale.
O secretario,
R. Nuno da Costa:
Irmandade de Nossa Senho-
ra da Luz
Hcsa provecta
De ordem do irmo juiz convido a todos
os charos irmaos provectos, e que estejam
no goso de seus direitos, a se reunirem
em nossp consistorio, pelas 4 horas da
tarde de domingo, 15 do corrente.
Secretaria da I-mandide de Nossa Se-
nhora da Luz, 12 de Junho de 1890.
O secretario,
Arthunio Vieira.
'4
1
>
188.439
111.528
299 967
1.917.307
1.617.340
Calculado pelos respectivos precos medios foi
este o valor exportado :
Maio de 1890
de 1889
163 98l*9i'0
747.751*095
Menos em 1890
583:763*135
kilos
Agurdente ,
O mercado man te ve se em boas condices, per-
sistindo a alga dos pregos :
Entraram :
Em Miio de 1890 1.340
de 1889 1.020
pipas
Mais em 1890
520
EHectuaram-se as vendas por pipa a 94*000,
sendo os pregos medios :
Em Maio de 1890 94*000
1 de 1889 79*000
Mais em 1890
Foram exportados :
Maio de 1890 -Ext.
Interior
Algodo
Nao constou vendas.
A exportago feita pela alfandegapeste mez a
o dia iO, constou de 114 0J4 kilos, sendo 92 865
para o exterior e 21189 para o interior.
15*000
saceos
Mais em 1890 .
8:271:080*000
Se, porem, forem taes valores calculados pelai
taxas medias de Mato de 1889, ser este o re-
sultado
Em Maio
de 1890
de 1889
8:323:900*000
2:345:990*000
Mais em 189J
16.907
Mais em 1890
5:977.910*O0f
Ai vendas para exportago regularam aos se-
gu otes pregos:
Branco 3 superior a 4*300
' 3" boa a 4*100
3' regular a 3*800
4' sorte a 3*600
Somenos a 3*200
Mascavado purgado bom a 2*400
regular a 2*200
americano a 2*000
Bruto regular a 1*600
Os precos medios por 15 kilos foram :
Maio de 1889
Mais em 1893
Total
106
1.081.358
1.081.464
541.012
540.452
litros
O valor exportado, calculado pelos respectivos
precos medios- foi :
Maio de 1890 211:782*000
de 1889 89:074*000
As entradas verificadas al a data de boje, so-
bem a 2.053 saccaa, sendo por
600 Saccaa
Vapores .... 496
86
Via-ferrea de Caruaru. 34
Via-ferrea de S. Francisco. 316 <
Via-ferrea deLimoeiro 522
Alcool
Cota-se a 190*000 por pipa de 480 litros.
Mel
Cota-se a 55*000 por pipa de 480 litro.
Pauta da Alfandega
SEMANA DI 9 14 DE JMXHO DE 1890
Vide o Diario de 8 de Junbo
Varios i descarga
Barca norueguense CarlHaatted, curvo.
Barca norueguease Gler, carvao.
Barca nacional Marianninha, xarque.
Barca americana Uiarles Loving, farinba.
Brigue bolliodez Ueidem, xarque.
Escuna norueguense Gefion, xarque.
Lugar nacisnal Tigre, xarque.
Lugar dinmarquez Arken, xarque.
Lugar portugus Temerario, varios gneros.
Patacho portuguez Fires 1, xarque.
Patacho naciocal Marinho II, xarque. \
Patacho hollandez Voowaarts, xarque.
Patacho hespanhol Joven Pura, xarque.
Palocbo hespanhol Ballcster, xarque.
Patacho hollandez Henrtka, xarque.
Patacho nacional Rival, xarque.
Patacho inglez Annsfa, carvSo.
Exportacao
RE Cira, ti DB JUNHO DI 1890
f ara o exterior
No vap. a portuguez Malnnge, para Lisboa,
carregou :
S. Silva, 1 caixa con. 63 kilos de doce.
No vapor inglez Scholar, para Liverpool,
carregou:
C P. de Lemo3,1,500 saceos com 60,000 kilos
de carocos de algodo.
fara o interior
Na barcaga D. Anna, para Parabyba, car-
regou :
A. Cvale inte, 23 saceos com 1,500 kilos de
milho.
Na barcaga Flor de Varia, para Mamangua-
pe, carregaram :
G. Valente, 200 sacos com farina de man-
dioca.
M. Borges C, 400 saceos som farlnha de
mandioca.
Na bartaga Flor do Jardim, para Natal, car-
regaram :
P. Carneiro & C, 500 saceos com farioha de
mandioca.
Heudlineutos pblicos
IMZ DB JUNBO
Alfandega
Benda geral :
Do dia 2 a 11 404:412*064
dem de 12 47.605*180
Benda do Estado de Pernambuco
Do dia 2 a 11 55.770*701
dem de 12 4:392*258
452.017*244

Somma.
2 05J Saccaa
Mais em 90
122:708*000
Alcool
Partcipou o mercado deste producto da ani-
magao do de agurdente.
Entraram :
Em Maio de 1890 68 pipas
< de 1889 90
Menos em 90
Regularam
sendo os prego
Maio de 1890
de 1889
Maisem 90
aa vendas
is medios :
22 >
por pipa 19.'*000
190*000
165*000
25*000
Assucar
b pregos pagos ao agricultor, por 15 kilos, se-
gando a Associaco Commercial Agrcola, foram
os seguintes:
Usinas..... 3*700 a 4*000
Branco..... 3*000 a 3*600
Somenos. .... 2*500 a 2*700
Mascavado purgado 1*600 a 1*700
Brutos..... 1*300 a 1*500
Rtame..... 1*900 a 1*200
A exportacao feita pela alfandega nesle mzate
o dia 10, constou de 1.719.187 kilos sendo,.
1.305.495 para o exterior e 413.692 para o inte
rior.
60 162*959
Somma total 512:180*203
- Segunda secgo da Alfandega de Pernambuco,
12 de Junho de 1890
O tnesoureiroFlorencio Domiogues.
O chele da seceoCicero B. de Mello.
Recebedoria do Estado de
Pernambuco
Do dia 2 a 11 40.166*876
dem de 12 2.750*694
B
i
i
As entradas veri tic-idas at a data de hoje
c-ema 10.874 ?accos sendo por:
so-
iarcacas .... 6.780 Saceos
inlmaes. 144
Via-ferrea de Caruaru. 494
Via-ferrea de S. Francisco. 3 396
Via-ferrea do Limoeiro 60
Somma.
10.874 S.ceos
Couros
Couros salgados 405 ris, e os verdes a 240
reii
Agurdente
Cota-je a 94*000, por pipa de 480 litros.
Recife Draluage
Do da 2 a 11 3:732973
dem de 12 63*789 *
-------------/'
42:917*570
3:796*712
Vapores a sabir
MEZ DB JUNHO
Europa...... Salange.......... 14 as 2 a.
Santos e esc Cintra. ........16 as 4 b.
Sul.......... Villede Cear...... 17 as 3 b.
New-York---- Finance........... 20 as 3 b.
Buenos Ayres. Tagus............ 21 as 2 b.
RoYltuento do porto
Navio sahido no dia 12
LisboaLugar portHguez Temerario, ca-
pitSo Roberto de Freitas, carga varios
gneros.
COhservacSoJ
Nao houve entrada no dia 12.


de Pernambuco-S
de J
111)
ICJJFV
i
4
feg


a
THEATRO
SANTA ISABEL
' EU?B Z MASWSTA SELLES
DE
0PERA-C01ICA, OPERETAS E MGICAS
oo
THEATRO SA1>A.NNA
DA
CAPITAL FEDERAL
SO JESexta-feira, 13 de Junho de 1890 HO JE
GRANDE NOVIDADE!
1.* representac'o da espirituosa opereta em 1 acto, traduccSo de Moreira
Sampalo. msica do notavel maestro F. BERNICAT
.11HH1I
ALI KA KOPacha especialista no emprego dos para raios Sr. Peixoto
DUMANETFuzileiro que cae do Co por descuido Sr. Mattos
.ZILDASultana favorita que sonha com soldados Hile. Lopiccolo
A soena paasa-se nos jardins do serralho do PACHA, lugar escolhido pela
-sua frescura e amenidade, no qual a seu tempo vem cahindo o baiSo conduzindo o
paesaio de azaa encarnadas com cabeca de gente.
Vestuario-} novos e riquissimos
HI8EEMICEXE DO ARTISTA
HELLER
BRILKANTE INTERMEDIO
1.a representado da excellente scena dramtica do repertorio do celebre actor
.portuguez TABORDA
A historia Representada pels actor VASQUES.
Pelo actor MATTOS a canconeta francesa, imitacao por BAPTISTA
MACHADO
A MIMA FAMILIA
capital, sem indemnisaco algama; cabendo,-
poiein, ao cootractaote, preferencia em Igual-
dade de condices para o arrendamento do mes-
rao servico, se Dio convier dita municipalida-
de execuial o administrativamente, e indeoini-
sas todas as quantias que o Estado tiver des-
pendido oo servico e garanta de juros.
8.* Ao contramate o governo do Estado con-
ceder o diretto de deaapropriaco, na forma da
lei, para os terrenos, predios e bemfeitorias que
forem necessarias execucao do servico con
tractado.
9. O xoverno do Estado se comprmetle a
obtcr, a bem da empreza, mas sem porisso as-
sumir responsabilidad alguma, isencao de di
reitos de impurtagao do material, ferramenla,
machinas, carvo de pedra, productos coimicos
e apparelhos necessarios ao servico contractado.
10. O cootractunte, a companhia ou empreza
recolber aos cofres da Thesouraria do Estado,
no principio de cada trimestre, a quantia que
de accordo com a niesma empreza fr pela go-
verno fixada para o pagamento da liscalisaco
do contracto.
II." O proponente preferido dever a signar
o contiacto dentro do prazo de 30 das, conta-
dos da dala em que for publicada no jornal en-
carregado das publieacOes officiaes deste Esta-
do a ar.eitacau de sua proposta, sob pena de
perdar a cauco.
Palacio do governo do Estado Confederado do
Para, II de Abril de 1890, 2 da Repblica
luslo Le>te Chermont.
No dia 6 de Sete.nbro, s 11 horas da manha,
na sala do palacio do Joverno desle Estado
onde funcciona esta repcrtico, o ccnselho com-
pleme tomar conbccimento das propostas
^presentadas.
Tudas as pcssoas residentes em Franca, In-
glaterra, Portugal, Estados Undjs da America
do Norte e em oulros paizes onde cbegar o co
nheciinento desle edital, bem como as que resi-
den neste e nos uiffeentes Estados da Rep-
blica Brasieira, que se quizerem pr, por, podem
fdzel-o, apresentaudo se ou fazendo se represen-
tar por procurador legitimamente constituido,
no dia e hora marcados para apresentaco das
propostas, iostruiodo estas com as clausulas
constantes das iaslrucges cima ditas.
Repartirn das obras publicas do Estado do
Para, 6 de Maio de 1890.O a manuense secre-
tarioO/ympio Antonio Yaz de Lima.
Consolado de Portngal em Per
nambuco
Neste consulado precisa-se obter inforroaces
a respeito de D. Francisca Adelaide da Cmara
Monteiro, viuva de Manoel da Cmara Monteiro.
Peco, portento, a quem poder fornecel-as, o ob
sequo de comparecer neste consulado.
Consulado de Portugal em Pemambu, 11 de
JtDbodel890
O encarregado do consulado,
_____________A. J. Barbosa Vianna.
Sociedade
DOS
lrtistas Mchameos e Li-
beraes
De ordem do irmSo director, s5o convidados
todos os aossos irmos que se acham no goso de
>eusdirct03 sociaes, a comparecerem na sede
da referida sociedade no sabbado 14 do corren-
te, s 6 1/2 horas da tarde, para em assdmbla
geral extraordinaria, tratar se de negocios de
alta importancia, com rclaco mesma socie-
dade.
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mecbani-
?2ine L'oeraes de Pernambuco, 11 de Juaho de
1890.O 1- secretario,
_______ Joaquim Lopes Teixeira.
CHARGERS REUNS
Coi
Fran-
ipanbla
DE
IVaregacio
Liaba quinzenal entre
Pernambuco, Babia, Rio de
Santos.
O VAPOR
a Tapar
o Havre, Lisboa
Janeiro t
Pela actriz LOPICCOLO a interessante
fAMCAO DO PESCADOR
Terminar o espectculo co n a grandiosa revista madrilea, cmico lyrica
pbantaatica, em 2 actos e 5 qnadros, tradcelo do festejado escriptor bahiano DR.
MOREIRA SAMPAI0, msica dos celebres maestros CHUECA e VAL VERDE
Irmandade
DO
SS. Sacramento da matriz do
Corpo Santo
Eleicao
De ordem do nosso irmo juiz, convido a todos
os nos8os irmos, pela terceua vez, a compare-
cerem em nosso consistorio domingo 15 do cor
rente, s muras da manha, aflm de proceder-
se a eleicao de novos funecionarios que bao de
dirigir os negocios desta irman lade durante o
anno compromissal de 1890 1891. De confor
midade com o nosso compromisso ser consti-
tuidas mesa, seja qu;l for o numero de irmos
que c roparecam.
Recife, 13 de Junho de 1890.
Gabriel I. das*Neves CarJ030,
Escrivo.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Perante a j inta administrativa em sua sesso
do da 17 do corrate, ser arrematado por quem
mais vaotagens ofTerecer, o sitio que possue a
mesula santa casa no lugar daMirueira.pelo espa
co de um a troa J,n'iaat,^ifl:' por base da ren-
da a quawiia ae joz#uuu annuaes.
Secret ria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 11 de Juaho de 1890.O e3crivio,
___________Pedro Rodrigueb de Souza.
SANTACASA
CASAS PARA ALIGAR
ResparacSo casa terrea n. 27 14*000
Mil -a i4*
(deadem dem, i. andar 161660
Ide idem n. 13. 3o andar 16*660
dem do Amorim t" 23, idem 15*000
dem idem idem, 2 andar 15*000
dem idem n. 64 armazem 25*000
ideando Vigano n. 25,1. andar 25*000
Iderfiidem dem 2. andar 20*000
dem idem n. 27, loja 15060
ispo Sardinha n. 11 Io andar 16*600
ria Cesar n. 118 terrea 16*000
n. 16, terreo 20*000
nhia Pernambucana n. 30, loja 15*000
de Deu3 n. 2, armazem. 12*500
8 n. 21, terrea 14*000
e Setembro n. 22 40*000
Becco de Abreu n. 2 8*000
Ville do Cear
Commandante Lainey
E'esperado da Europa at o dia
16 de Junbo seguindo depois
da indispensavel demora para
Rio de Janeiro e Santos
Macei,
Roga-se aos Srs. Importadores de carga pelet
rapores desta linha, queiram apresentar dentro
Je 6 das a contar do da descarga das alvarengas
malquer reclamaco concernente a volumes qut
aorveutura tenham seguido para os portos de
mi afim de se poder dar a tempo as provi-
iendas necessarias.
Expirado o referido prazo a companbia nao
responsabilisa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas e di
ibeiro a frete: trata-se com o
AGENTE
Augnste Labile
9-RUA DO COMMERCIO-9
Roy al
Op
ufe.
aha, Rio de Janeiro, fjiTTTi |par"ltl- doi Coeihos
Hnn^ri ail Steam Packei
mpany
uete Tagns
Espera-se da Europa ateo dia20dt
Junho, seguiudo depois da demo
ra indiF pensavel para
A
VIA
Tomam parte todos os artistas da companbia e o excedentes corpo de coros.
A grande mareba das ruae.A imponente walsa do uavalheiro de Graca.
As coplas da criada de servir, O celebre terceto dos gatunos por VASQUE3,
PEIXOTO e MATTOS.O soberbo oSro dos murinheiroa.A scena dos contraban-
<8, gallinlias, patos e peras.Bolero e walsa final.
Scenarios, vestuarios e aderecos novos e
riquissimos
Mise-en-scene do artista
A'a 8 l/t horas
Haver trem para APIPUCOS e boods para todas as linbas.
o ponto mais elevado do predio ou dos predios
Tillaba*.
I / 0 typo e a natureza das latrinas inodoras,
resrvatenos d'agua 'para ellas, bacias, ralos,
tanques de carga para lavagem das galeras e
encanamentos e syphoes interceptores, appare
Ibos separadores das materias gordas das cosl-
nbas, cbamins de arejamento e mais apparelhos
nece8sarios*'ao funeciooameoto regalar e bygie-
nico do systema proposto.
V. As estacSes de servico, suas dimensoes e
systema de construeco, localidades onde sero
construidas, numero, dimensdes e especie de
tanques para juntar, desinfectar e filtrar os pro
ductos dos esgotos, typo e forca das machinas
meios de deeinfeceo e pontos de nivel uas em
bocaduras das galeras.
VI. Systema de latrinas e mntorios pblicos,
seu funecionamento, limpeza e saneameoto.
VII- Systema de lavagem das canaliscesge-
raes e secundarias e do respectivo fornecimento
d'agua.
Monte Pi Popular
Pera ambucano
Assembla geral
No dia 15 do correte, no lugar e hora do eos-
lume, devendo funcionar a assembla geral em
sesso ordinaria para a leitura e approvacSo do
relatoiio do raovimento administrativo do l.
semestre, de conforoiidade 2om a lei orgnica
desta sociedade, convido a todos os associados
que estiverem no pleno go:o de seus direitos
sociaes, alim de tomar, m parte nos trabalbos.
Secretaria da Sociedade BeoeBcente Monte Pi
Popular Pernambucano, 12 de Junho de 1890.
O 1- secretario
Faustino Jos da Fonseca.
MARTIMOS
Obras publicas
ESGOTOS
Em virtude do que determina o decreto n.
333, de 11 de Abril do correte anno, e de or-
dem do cidado director d'esta reparticio, de-
claro em concurrencia, por es paco de 4 mezes,
contados da dala do presente edital, o estabele-
cimento de ama rede completa de esgotos para
a capital d'este Estado, ue accordo com as se-
gnintes
Jnttrucfes para a concestao de um privilegio para
o estabelecimento de urna rede completa de esgo-
tos conloante os principio* technicos e clausulas
abaixo deschptas.
Concurrentes e propostas
1.a Oj proponentes deverao ter pleno conhe
cimeuto de todas es circamstancias locaes e
dispor dos recursos necessarios para iniciar e
ultimar os trabalbos e apreseotarao garantas
para fiel e completa execucao das obras.
As propostas e todos os papis que a acompa
nnerem dever&o vir sellados e reconhecidas as
irmas.
Os proponentes assignaro as propostas com
os nomes por extenso, indicando a soa residen-
cia.
"As propostas devem ser acompanhadas:
I. De um conhecimenlo de deposito da quan-
tia de dez con tos de res em dinbeiro oo a poli
ees da divida publica geral ou d'este Estedo, nao
alomando em coosideraco as que omittirem
e conh< cimento.
II Dos documentos que provem ter o propo-
nente a necessaria idoneidade profesional.
III. Das tabellas das taxas que deverao pa-
gar semestralmente na mesma occasiao da co
branca da decima urbana e sob as mesmas con-
dicOes, todos os predios existentes ou que forem
construidos dentro dos limites da cidade e so
bnrbios servidos pela rede de esgotos, segundo
seu valor locativo, para -occorrer ao custeio do
servico, remaneracao e amorusacao do capital
efectivamente empregado na constroccSo. Es-
sas taxas serao arrecadadas pela reparticao com
ptente do Estado, conjuntamente com a decima
urbana, as mesmas conaiges e entregues
companbia ou empreza que se organisar, por se
mestres vencidos.
i* IV. Da reduccao das ditas taxas no ca30 em
que seja dada companbia ou empreza a isen-
o2o dos direitos de importacao para o material e
lerramenta importados do estraqgeiro.
V- D) praso, para apresentagao dos estudos e
planos definitivos das obras, e de todos os dla-
mes das mesmas que sejam exigidas pela dir
ctoria das obr*s publicas, pelo eageobeiro fiscal,
etc., e bem assim os prasos para o inicio e con-
clnso das obras.
Condices technicas, construeco e saneamento
2.* O autoprojecto e a memoria descriptiva
das obras a execular, que acompanbarem as
propostas, especiticarao com o mximo de deta-
I. Os limites da cidade e suburbios aos quaes
se estendera o service.
II. As caoalisacoes principaes e secundarias e
suas ramiheacOes as vas publicas com indica-
co dos respectivos dimetros, espessura e decli-
vidades, e a natureza das materias, tendo em
vi3ta ama populacho urbana e suburbana dupla
da actual.
III As canalisaces a construir nos predios
terrenos, assobradados oo de sobrados, pblicos
OB particulares, existentes ou que forem cons-
truidos at concluir se a execucio dos traba-
lbos dentro dos limites da cidade, com iudicacao
VIH. Systema de ventilaco da rede de cana-
sac&o publica e particular.
IX Systeoa de liga cao do esgoto de cada
predio, para a canalisacao das roas.
X. Systema da consolidado do terreno para
proieccao dos conductos e para evitar a depres-
so do solo.
XI. Systema de caaalisac&o quando tenha de
atravessar pantanos combinado com o o. X.
XII. Indicacao das precaocoes a tomar quan-
do as caoalisacoes tenham de passar sob muros,
predios, etc.
Condices geraes
3.* O contraclante extender, sempre que o
governo exigir, o servico de exgoto a novos
bairros ou a novas roas situadas fora do perime
tro em qoe se obrigar pelo contracto a execu-
tal o desde logo, urna vez que a renda corres-
pondente, em vista do orcamento orgaaisado
pela empreza e approvado pelo governo, seja
equivalente a 7 [. ao anno sobre o valor do dito
orcamento.
*. O servico de exgoto dos estabelecimentos
pblicos e dos pies, sustentados ou auxiliados
p.-lo governo, ser feto gratuitamente.
5.* No numero das obras reclamadas pelo
c-yalema proposto e que o contractaote, empresa
ou companbia obrigalo a reconstruir sua
custa, esto tambem incluidas as segnintes :
l Todo o encansmento dentro dos predios para
os exgotos das materias fecaes, aguas servidas
e plnviaes, dos pantanos e reas, calcadas e o
fornecimento de urna latrina (typo approvado
pelo governo) em cada pavimento do predio,
com a respectiva caixa d'agua e um ralo com
syphSo por cada rea ou pateo, urna cbamin
de venlilaco e o apparelbo interceptor dos ga
es da canalieacao geral para o da do domici
cilio; pagando, porem, o propietario, que qm-
zer oulros encanamentos e apparelhos, a impor
lancia do material e mSo de obra, por tabella
que ser approvada pelo governo.
II. O fornecimento completo e assentamento
das latnnas e mictorios pnblicos.
III. A contrueco dos tanques de carga para
a lavagem dos encanamentos e galeras, segW-
do o lypo e dimensoes approvado?.
IV. 0 fornecimento re assentamento de urna
baca e eypbo as estalagens denominadas cor-
ticos, para cada grupo oo fraeco de cinco ca-
sas.
6.' O governo do Estado concede o privilegio
empreza o i companhia que se organar at
90 annos e garante os juros de 6*r, ananaes so-
bre o capital que fr ixado; tratandj-se no
contracto final das disposigoes relativas amor-
idntica do n. 11; descripeo dos appareo apio"da renda liquida," 3o mododo pagamen-
flores aoi gases na denvacoes do colie- l0 dejUr08 etc
J. para oa predios, cbamins de venilla 7. ^1Qdo' pn0 do privilegio, todas as obrss
revertero ao dominio da muaicipahdad6 desta
. collocacc material, etc., e altara sob
Por esta secjo se faz publico que flea
marcado o prao de oito dias, contados da data
da presente declaraco, para os devedores do
imposo de induslrias e prefissoes, relativo ao
exercicio de 1890, virem pagar os seus dbitos
amigavelmente, certos de que se nSo o lizerem
serao as respectivas certidOjs enviadas ao jnizo
dos feitos, para a cobranca xecutiva.
Caodido --odre de C, 36*350.
Conrado H. & C*7 138'0U0.
Caroliao Jos Torres, 17/250.
Domingos Al ves Ualhens, 5M750. i
Francieco Levy, 17/250.
Francisco Joaquim Autunts, 51,750.
Figueiredo Costa & C, 69*000.
Hermes de Souza Pereira & 0, 13,800.
lgnet Mara Gaimares, 174250.
Jno Francisco dos Santos, 17/150.
Jos Aatoolo de Mattos e Jos Carpite iro de
Moraes, 33/350.
Joaquim Ferreira de Andrade, 17/250.
Joanna Baptista de Almeid*. 17/150.
JoSo Baptista Pond. 17/250.
Jesuino Alves Fernandis, 103*500.
Joanna Baptista da Conceico. 17/250.
Manoel Monteiro Barros. 74/750.
Secco do contencioso, 13 de Janbo de 1800.
O 1- escriptarario,
____________________J. Gomes da Silva.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Fornecimento de pao e bolacha
A junta administrativa da Santa Casa de Mise
ricordia do Becife contracta com quem melhores
vantagen i cfferecer o fornecimento de po e
bolacha para o consamo dos estabelecimentos a
sea cargo, inclusive o collegio das orpb&s, em
Olinda, no '.rimestre de Julho a Setembro do
correle anno.
As propotas deverao ser apresentadas na
sala de suas sesses, em cartas fachadas, devi-
damentc selladas, pelas 3 horas da tarde do dia
17 do correte, declirando os proponentes so
jeitarem se multa de 5 0/0 sobre o valor total
do fornecimento, se no praso de tres dias nao
comparecerem secretaria para assigna* o res-
pectivo termo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 11 de Jaoho de 1890.O escrivo,
_____________P. Rodrigues de Souza.
Consulado da Allema-
na
Terminando no dia 14 do torrente o praso
concedido aos eslrangeiros para fazerem a de-
claraco de que desejam manter a sua naciona
lidade e facultando o decrato de 15 de Maio, que
taes declaracci possam ser feitas- nao e ptran-
te a intendencia, como larobem perante os es-
crives de delegadas, subdelegacias e este con-
sulado, deu p--la presente sciencia de taes dis-
posicOes todos os cidados allemes.
Consulado da Allemanha em Pernambuco, 2
de Junho de 1890. -
. P. Borstelmann,
Cnsul.
'ompanhia Bahiana de Na-
vega^ao Vapor
Macei, Villa-Nova, Penedo, Araca-
j, Estancia e Baha
O VAPOR
Principe do Gao-Para
Commandante Lacerda
E' esperado dos portos cima
at o dia 15 de Junho regressan-
do para os mesmos depois da
demora do costme.
carga, passagens, encommendas e dinhei-
roa frete trata-se com o
AGENTE
Pedro Osoriode Cerqueira
17Ra do Vigario-17
United States and BraziJ
M. S. S. C.
O vapor Finance
E' esperado dos portos do
sol at o dia 19 de Junbo
o qual depois da de
mora necessaria seguir
para o
aranho, Para, Barbados, 9.
Thomaz, Hartlnfque e Iew-
York.
Para passagens .carga, encommendas e di
heiro a frete:. trata-se com os AGENTES.
O vapor Allianpa
E' esperado de NewYort
at o dia 30 de Junho
o qual depois da de
mora necessaria seguiri
para a
Baha, Ro de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas e di
ahe'u-o i frete : trata-se com os
AGENTES
flenry Forster & C.
8Ba do Commecior8
1 andar
Moufevldo e Buenos-Ayres
Para passagens, frete s e encommeadas trata
se com os AGENTES.
O vapor Trent
E' esperado do sol no dia 22 de Ju
nho seguindo depois da demora ne-
cessaria para
Lisboa, Vigo e Santhampton
Reduccao de passagens
.,,. u Ida Idaevolt.
K Lisboa 1 classe i 20 30
V Southampton classe 4 28 42
Camarotes reservados para os passageiros d*
Pernambuco.
Para passagens, fretes. encommendas. trata-si
x>m os
AGENTES
Amorim Irmos & C.
N. 3Ra do Bon JeansN. 3
Silviano Moreira Caralcanti
O mesmo
O mesmo
O mesmo
0 mesmo
Antonio Francisco da Costa
Joo Francisco Teixeira Marques
Trajaao Cicaro Pinto de Mendonca
Silviano Moreira Cavalcanti
Joaquim Jos Rodrigues da Costa
Joaquim Gomes da Silva
Manoel Cavalcanti de Mello
Silviano Moreira Cairalcanti
Joo Antonio dos Sanios Conde
Rodrigo Carvalho 4 C
Alfredo Alves da Silva Freir
Jos Loureogo Goncaives
Jos Pereira de Carvalho
Silva Varella & C.
Silviano Moreira Cavalcanti
Manoel Heleno Rodrigues dos San-
tos
Braga & Pimentel
JoSo Alves da Cruz
Jos Fernaales dos Santos Basto i
Rogerio Jos de Sant'Anna
Alheiro Oliveira C
Joaquim Goncaives da Rocha
Joo Valente da Cruz
Francisco Ribeiro
Joo Bautista Alves da Silva
Theodoro Chnstiansen
Luiz Pinto Saraiva
Antonio Goncaives Lorega
Jos Paulino da Silva
Antonio Jos da Silva Brasil
Jos Francisco Borges
Augusto de Paula Lopes
Cunha Irmos & C.
Dr. Pinto Pessoa
Manoel Martina Lourenco
Bartholomeu Lourenco
Antonio Vasco a'Algonez Cabral
Augusto, do Afogado
Joo de Azevedo Pereira
Luiz Cabral de Medeiros
Joaquim da Silva Pereira
Pacific Steam Navigation
Company
STBAITSOFMAGELLAN LINE
O paquete Britania
Espera-se do portos do sul
ateo dia 21 de Janboe se-
guir, depois da demora do
costme para Liverpool
com escala por
Lisboa, Bordeaax e iMymoulb
Para carga, passageiros, encommendas e di
heiro a freie: trata-se com os
AGENTES
Wilson, Sons k C, Limited
14RA DO COMMERCIO14
Antonio da Silva Girio
Joaquim Coelbo Netto
Jos da Silva Pereira
Manoel Ferreira dos Sanios
Jos Gomes de Pinho
Joo Barba Azul
Jos Verisslmo Marques
Mascarenhas
Manoel Luiz Ribeiro & C.
Joaquim Antonio Braga
Ernestioo, fiscal.
Alfredo Augusto de Vasconcellos
Saotos
Campos & c.
Moreira & Braga
David Maia
Alberto
D. Eulalia E. de Mattos Lima
Somma
Importancia de ama relaco de di-
vidas consideradas perdidas e
outras duvidosas
44
48/1
34/
14/
7:365/410
200/000 1
516/780
30/410 |
1:778*080
139/760
651/650
31/280
761/000
1:108/300 !
4:828/310 .
2:353/120
7:703/300
82?/740
2:195/560'
4:413/880
80*280
884950
15/000
144*860
235/140
60/680
107/800
10/420
39*000
45/260
47/300
327/800
59*500
7/000
10/500
24*560
35/360
27/720
35/200
15/600
145/600
62/100
41/000
22/400
48*600
95*500
411*050
18/840
114*000
81/920
25/200
30/160
11/200
201/600
10/360
50*660
200/640
43/310
61/960
401*800
18/550
4/800
109/903
42*000
599*720
100:780/600
15:746*000
Somma
116:526*500
3 e ultimo leilo
LEILOES
Sabbado, 14, deve ter lagar o ultimo lei-
lo de importantes dividas documentadas e com
muitas das lettras ainda nao proscriptas, servin-
do de base urna diminnta offerta.
Leilo
Companhia Alagoana de
Fiac,ao e Tecidos
Convidamos os senhores subscriptores desta
companbia para, de accordo com os arts. 9 e 10
dos e tatutos, realisarem at o dia 14 de Janbo
prximo futuro, a 10.* entrada na razo de'10
0/0 do valor de suas accoes no Banco de Per-
nambuco. Macei, 14 de Maio de 1890.
Os directores.
Jos Teixeird Machado.
Jos Januario P. de Carvalho.
Propicio Brrelo.
I k- 1S? *
Santa Casa da Misericordia
do Recife
Perante a junta administrativa, em la sesso
do dia 17 do correte, podero ser aprsenla
das propostas para o arrendamento da proprie-
dade liba do Nogoeira, com casa de vivencia,
comeiral e com urna pequea c; sa junio ao
caer, servindo de base a quanlia de 1:200/000
annuaes de renda e as mais clausulas qoe po-
dem ser consultadas ne-t secretaria.
Secretaria da Hanta Casa da Misericordia do
Recife, 4 da lunbo de 1890.O escrivo,
Pedre Rodrigues de Souza.
Lloyd Brasilero
PORTOS DO SL
O vapor Manos
Commandante o 1 tenante Guilberme
Waddmgton
E' esperado dos portos do nor-
te ate o dia 14 de Junho e de-
pois da demora indispensave!
.seguir para oe portos do sol.
immendas sero recebidas na agencia
at 1 hora da larde do da da sabida.
Para carga, passagens, e ncommendas e vala-
res rala-se com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O vapor Alago as
Commandante JoSo Mara Pessoa
E' esperado dos portos do sol
at o dia 17 de Junbo e se-
guindo depois da demora indis-
pensavel para of portos do or
at Manaob.
As encommendas s sero recebidas na agen
;ia at 1 hora da tardo do dia da sabida.
Para carga, encommendas, passagens e vaJo
es trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6~Rua do Corumercio==6
lo andar
11> vsr
De predios situados no Recife e em Olinda
SENDO:
Urna meia agua n. 294 a roa Imperial, duas
ditas ns. 1 e 3 no becco do Maceao por t.-az da
de n. 294.
Urna casa terrea n. 2, na travessa da ra do
Commercio. em Olinda.
Urna dita n. 2? na ra da Bica de S. Pedro, tam-
bem em Olinda.
exta-feira, 13 do corrate
depois que chegar o trem que parto do
Recife ao meio dia
Na porta da Cmara Municipal de
Olinda
O agente Martins far leilo por mandado do
cidado Dr. juiz de direito de orpbos da cidade
de Olinda, em sua presenca, dos predios cima
pertencentes ao espolio do capito Florentino
Nunes de Mello, os quaes serio vendidos a quem
maior lance offerecer.
Campanilla da Mala Real Porta-
gaeza
O vapor Malange
E' esperado do
Rio de Janeiro at
o dia 14 de Junho
seguindo depois
_____ da demora indis-
pensavel para
IJaboa
Sobre fretes e passageiros trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6-RA DO COMMERCIO6
1* andar
Segn io e ultimo
Leilo
Das dividas do espolio de Jos Luiz Fer-
reira da Costa, na importancia de.....
116:526)5500, servindo de base a offer-
ta de 6005000.
Sabbado, 14 de Junho
A's 11 horas em ponto
No armazem da ra do Bom Jess n. 45
O agente Pinto levar novamente e pela ul-
tima vez a leilo as dividas abaixo declaradas,
pertencentes ao espolio de Jos Luiz Ferreira
da Costa, contendo livros, letras e mais docu-
mentos, a saber :
Jos Dias Soares
Francisco de Souza Monteiro
Manoel Felippe
Vicente Ferreira Taboja
Cbri8tovo Santiago de Souza Pinto
Francisco Ayres S. de Moraes
Estanislao Lopes de Carvalho
Fran;isco Accioli de Gouva Lies
Lourenco Gaspar de Bastos
Franca & Filbo
Domingos Ignacio de Fraga
Berioio Justloiano Accioli Lias
Joaquim Horacio Lio Piro
Pedro Chrisolis de Lima Buarque
Manoel Buarque dos Res Lima
Jos Marinho Falco Lins
Jos de Castro Paes 3arreto
Jos Ignacio de Mendooc a
Bernardo Lin lolpho de Mendonca
Dr. Jos Vic-nte Doarte Brando
Dr. Jos Francisco de Barros Reg
Jnior
Antonio Francisco da Sil veira Lins
Filbo
Manoel Joaquim de Vercosa Lins
Jote Antonio Fernandes Fradiqae
Manoel Cavalcanti Accioli Lius
Joo Marinho Falco Sucupira
Amaro Buarque de GusmSo
Jos Pinto da Costa Suares
Antonio Loiz de Mello Marques
Manoel Amando dos Res
Joaquim Antonio da Costa Ferreira
Jos Frrreira Bailar Jl
Cassiano Carlos de Albuquerque
Dr. Jacintho Paes de Mendonca,
em 8 letras de pagar em 1882 a
1886 17:589/980
Manoel Francisco Alves da Silva 1.002/8301.
Francisco Luiz dos Reis 1:338*940
I Silviano Moreira Cavalcanti
1 Antonio franco da Silveira Lins 643*520
I Joo Baptista de Vercosi Lins 955/180
299/240
41/800
330/430
600/000
227/680
7:600/000
1:478/740
3:330*120
660/200
346/080
3:119/130
299/120
1:303/920
1-784/780
1:088*980
66/640
794/7u0
1:165/420
130/28
661/640
948/700
294/060
2:5 7/320
391/780
254/240
1:263*100
69/640
74*800
1:139/580
1:410/500
30*000
42*1X0
6:724/000
Das dividas da massa fallida de Jos Ta-
vares Pinheiro na importancia de cerca
de 116:524)5500 servindo, de base a of-
ferta de 1:100,5000.
Sabbado 14 do correte
A's 11 boras em ponto -
No armazem ra do Bom Jess n 45,
O agente Pinto levar a novo leilo as dividas
activas da massa fallida de Jos Soares Pinheiro,
sendo o leilo ultimo e definitivo, isto por despa-
cho do Exm. Sr. Dr. juiz de direito especial do
"oaimercio, s 11 he ras do dia, sabbado 14 de
Junbo, no armazem da roa Bom Jess n. 45.
A nheri
Joo Silverio de Souza 1:228*750
Jos Marinho Cava lean te 11/600
Raphael A. Vaz e Silva 10/000
Manoel A. Soares da Fonseca e Silva 28/840
Jos R. Pontual 1:884*600
Francisco Antonio Chalaca 345/150
D. Joaquina Francisca de Salles Lima 779/200
Joo Francisco de Paula Onca 179/260
Jos Antonio da Cunha 31/800
Simeao Chrv803tomo de Souza 30/000
Francisco Dorotheu Rodrigues Silva 29/800
Guilherme Francisco Cruz 277/180
Joaquim Tavares Pinheiro 1:515/620
Alfredo Jos Pereira Lima 175/000
Antonio Bezerra da Silva 177/640
Jos Paula da Cunha 67/600
Joaquim Elias de Carvalho Moora 687/250
Manoel Hugolino Pereira Geraldes 73/600
Joo llutino Ferreira Filbo 25/600
Joo Carlos Bezerra Cavalcante 1:043/000
Jos Quintino de Souza 342/790
Francisco de Assis Pereira Lima 5:366/700
Pompea de Carvalho Soares Brando 149/200
Manoel Bastos Mello 191/840
Ernesto Arcelino de Barros 233/250
Flix A. de Castro 423/420
Malaquias de Lima Meles 408/270
Joaquim Jos Heleno 57/380
Jos Marques dos Saotos Aguiar 825/760
Francisco A. Bezerra Cavalcante 250/900
Jos Altino Siqueira Monteiro 220/220
Ernesto Francisco dos Santos 300*006
Luiz Leocadio R. Pinto de Souza 255/056
Joo Po da Silva Yalenca 861/(60
Manoel Silvestre de Moura Borba 81/900
Joo Corroa da Silva 248*330
Pedro Celestino de Araujo 34/390
Joo Walfrido Affonso R. Pereira de
Bastos 3:700/160
Joo Marinho Falco 184*980
Joo Julio Regueira Pinto de Souza 361*52
Francisco Xaxier Corroa 20/000
Candido Das 584?500
Liberato de Callado 2:186/330
Joaquim Esmero Admetro 911*680
Moora Borba & Irmo 339/693
Faustino Gon;es de Oliveira 89/900
Jos Gomes Regueira Pereira de
Bastos 280/000
Sergio Diniz de Moura Mattos 26:826/050
Manoel Lourenco de Araujo 381/600
Dr. Ayres de Albuquerque Gama 329/680
Joo F. Corroa de Araujo 7:410/539
Dr. Bento Jos da Costa 135/449
D. (Jmbelina Simoa R. Bastos 7:484/860
Jos Thomaz de Aguiar 11:853*610
Benedicto Jorge 40/000
Manoel Jeronymo W. Cavalcante 24/150
Beirraino A. Soares da Fonseca 6:15l/55#
Francisco Gandid i Valenca 8:245/309
Jos Gomes M ura Borba 48/209
Victorino Domingues Alves Maia 413*089
Manoel Francisco de Almeida 324*170
A. J. Furtado & C. 446*00*
Devedores por letras ioterrompi-
da prescripeo, s saber:
Jalo Liberato da Silva 3:225/809
Manoel A. Soares da Fonseca Filho 362/659
Joaquim Elmiro Demetrio 1:094*709
D. Umbelina Simda Regueira de
Bastos 2:019/559
Francisco Candido Valenca 3:280/499
Joo Silverio de Souza 1:228/759
Belarmino A. Soares da Fonseca 4:034/509
O mesmo 3:999/(59
Joaquim Elias de Carvalho Moura 430/719
D. Mara C ivalcante da Costa 2:710/539
Joaquim Elias do Carvalho Moora 215/489
D. Umbelina Simoa Regueira de
Bastos 2:130/26*
Jos Quintino de Souza 337/799
Francisco Candido Valenga 3510*120
O mesmo 2:296/449
Dr. Sergio Diuiz de Mou:a Mattos 2:981/650
Devedores por letras:
D. Maria Cavalcante da Costa 8:131/599
Joo Francisco Ccrrtn de AraojO 3:000*0 9
F. Candido Valonea 1:500/CV
Importancia dos devedores depre-
ciados 44:605/099
Leilo
De movis



..;v1
A
Ao correr do martello
Constando: de um pian?, consolos de jcaras
d com pedra. sof de Jacaranda, cadeiras dj
^m,'.


'
deiras de pao carga lorneadaa, candiel
E_Qara ras camas franeeMB.Iavatorios, baneas
MaHMDda para jogo, marque", mesa dejan
tar. parador de caixa, relogio grande de caixa
B esrda para 30 das, uarda-veslidoa, de
tarell guarda loupa. armario e mesa de oosi-
aecretarU, i caixa grande de vidro, louca,
pos, compoteira-, 1 caixao paraounves e ama
mude porcao de oadiuOos para ounves.
Sabbado, _4 do eorre_te
A'a 11 horas
Ha casa n. 54 a roa Riachuelo, esquina da do
Bispo D. Cardoso Ajres
0 agente Martina far leilo pur eonta de urna
yiiia nos be retirou para a capitel federal, dos
otis e Dais obiectoa existentes em dita casa.
AO CORRER DO MARTELLO
0 bond da huta d> FernaKdes Vieira, que par-
ta da eataco do Brum s iO horas e 14 minutos,
dar passagens gratis aos concurrentes do lei-
Ilo. _____________.
Leilo
De ama letra na importancia de 1:0000000,
nertencente ao espolio de uresto da Costa Reg
fionteiro, por mandado e assistencia do Exm. Sr
fr juiz dt direito de orphos e ausentes.
ablad l do corrate
A's 11 horas
Ra do Imperador n. 39
Agente Stepple
Agente Burlaraaqui
Leilo
SABBADO 14 DO CORRENTE
A* hora
De movis novos e bonitos
No 2* andar de obrado, ra de Impe-
rador o. 17
Ao correr do martello
O agente cima auturisado por una familia
que se retirou para o sol, vender em leilfio os
bons moveii- existentes no referido sobrado.
Tem I bonita mobilia de jonco, phaniasia, e
comoleta. cortinados e sauetas, quadro*. can-
ieiros de vidros, 3 bicos, para gaz carbnico,
toilette, lavatorio, lampo de pedra. bidet, cabi-
des, cara i franct-sa, cortinado e capola, tapetes,
guarda louca. aparadores, | mesa elstica com !
O FUMO
Higyenico Nacional
E' isento de qualquer composiclo
mmica e nociva.
E' eaoolhido das melhores qoalidades de
iumo.
Um pacote de 50 grammas casta 200 rs.
Fabrica liBha Esperanza
Roa larga do Rosario 21
_______Tclephosic ltl
lilil
Peitoe de celuloide com bordado imitando
perieitamente linho.
Collarinhos modernos duzia 50000.
Para irabalho de croen* esc
Caixas de linbas de cores com mesclado
dourado a 10000 e um novello 100.
Punhos para homem a 60000 a duzia.
Lencos broncos para oraanea a 14600 a
duaia.
Para baile
Lindos ramos de flores artificiaos de seda
e com bastes de borracha.
Lindo e grande sortimento de soutacbe de
todas as cores para enfeitar vestidos de
creauca.
Para aa Sras. modista
Bicos de cores brancoa de algod&o a 10500
e 26000 a peca.
Bicos de seda de diversas cores a 5)5000 a
pee.
Porta tranca de prata, tartaruga e masaa.
Punhr s e collarinhos de celuloide.
E pelhos cara dura a 400.
Para liquidar grande quantidade de fita
modernas abatimento de 25 0.
Fitas n. 9 a 400 o metro.
Idera n. 5 a 200 o metro.
Lavrada para faxa a 2)5000 o metro,
dem para faxa n. 30 a 34000 o metro.
Espartil os para 4)5000, 5)5000 e 6)5000.
Para noia
Capellas de cera.
Para qualquer negocio
Aluga ss a c da roa da I
n. 54 A, com accomrnodacOes para entableci
ment e morada ; a tratar na m- sma ra n. 54.
oa ra Duque de taxia* n. 77.
Ama
Precisa-se de ama que saib i lavar e engom
mar, para pequea familia ; roa bella n 45.
Criado
Precisa se de um criado para gervico domes
tico ; no Pago da Patria n. o, quinta casa._____
Criado
Precisase de um criado para vender aa ra ,
a tratar no becee do Caialnuco n. 11.
Ama
recisa fce de orna para cozinhar; a tratar em
Saoto Am das Salinas, padaria o. 40K.
com
tboas. cadeira de junen, guarda comida, relo-
gio tiltrade.ra, cama de ferro, louca Ana para T, fl laran^eiraa
fantar e aimoco trem de cosinha, facas e colhe-1 idem d! flores ae rafl'
res de metal tino e inuios nutro- arligos qu
estarao vista dos S s licitantes, e vendidos
Ao correr do martello
veos, loquee
AVISOS DIVERSOS
Precisa se ie um caixriro de meia idade,
qne tenha pratica de padaria ; a tratar na ra da
mperatriz n. 41 padaria.
Precisa se de urna ama para cosinha^, e de
oulra para engramar : na ra do Vigario u. 5,
armazem. ___________________
AMA Precisa st de urna, para casa de
familia : na ra da Palma n. 80
Quetn da- infurinagoes do Sr. Joao Man
nho da Rocha Falco t do Sr. Joio Baptista Per-'
reir ? _____________
Precisa-je de um caixeiro di menor idade,
com habilitacOes de padiria ; a tratar na ra da
Praia n. 11
Clin ato Alsen,
roa do Brum n. 65.
dei kilos por 700 rs. na
Tendo se extraviado um conbecimento da qoan
tia de 1.3504000 correspondente a igual quantia
que recolni ao cofre do The.-ouro Ueste Estado
afim de arrematar a obra dos reparos da ponte
de Afogados; peco a quem o achar queira en-
tregar ao abaixo assignado que ser gratificado.
Joo Lins Cavakante de Albuqnerqoe.
Quem precisar d urna pessoa habilitada
para leccionar prim iras letras, dirija-se ra
da Rcstauracao n. 38, que se informar quem ,
adverando, porm. u-ar dos mis!' res de sua
proli.-sao, em algum engenho
| Ramos franceses e nacionaes
e lavas.
[Encnovaes para baptisado.
- Tocas e capotas para baptisado e passeio.
| Cintos de chagrain para senhora, largos e
estreitos a 1(5000.
Grande sortimento de galoes, palmas, ro
sas, pingentes e guamiles pretaa d*
v dnlho para vestido.
Lindas costureiras de velludo propriai
para presentes.
Lindas boleas com estojo para costura.
Grande sortimento de caizinhas com ea
tractos proprias para presentes a 2)5000
3)5000, 40OCX, 5)5000 e 60000 urna.
Livros de missa, de madreperola e i
velludo.
Lindos objectos de crystal para presente
como sejam : porta-relegio, parta-extra-
cto, porta-p de arroz de 4)5500 at<
12)5000.
Finos alfinetes para gravatas.
Grande sortimento de broches americano
para senhoras.
Caixas com msicas a 20, 3)5000, 4)500"
at 12000D.
Grande sortimento de galozinhos brancoi
e de cores para enfeitar ca sacos e roup*
de criancas.
Porta retratos a 200 e 300 rs. um.
Grande sortimento de lenccs de seda
16 00, 1)5500 e 2^000 um.
Caixeiro
Precisase de am caixeiro de 12 a 14 annos,
que d ti jdor de sua conducta ; a tratar no Bec-
co do Pocinho n. 7.
Ao commercio
0 abaixo assignado declara que nesta data
comprou o. estabelecimento de molhados sito
ra Vidal de Negreiros n 155, pertencente aos
Srs. Duarte Cruz O, livre e desembaracado de
qualquer onus.
Recife, 1 de Junho de 1890.
Manoel Gomea da Costa.
Pede-se ao Sr. Francisco
de SouzaMotta. ajudante de
guarda-mr da Alfandega
para vir ou mandar ra do
Barao da Victoria n. 50, loja.
liquidar aquelle negocio que
S. S. nao deve ignorar, -visto
nao saber-se seu domicilio.
Recife, 12 de Junho de
1890. I
Por Paul Jullien)
Henrique Chaves.
Attencao
O abaixo assignado nada
deve ao espolio de Jos Luiz
Ferr ira da Costa.
Recife, 12 de Junho de
1890.
Alfredo Alves da S. Freir.
Taverna
Vende se a acreditada taverna sita praca da
Concordia n. 1, por seu dono se achar doeate e
ter de retirar -e para fra ; a tratar na ra de
Pe tro Affonson. 70
Para engenhos
(3UIMARES 4 VALENTE, parteci
pam aos seus freguezes e Illms. Srs. de
engenbo que, como sempre, tm grande
deposito aos artigos abaixo mencionados
garantindo todo de primeira qnalidade c
prefs seM cosapctrnela a saber
Cal nova de wba,
Dita de Jaguaribe,
Cimento portland.
Oleo de mocot.
leos americanos
especiaos para machinismos.
Azeite de ccof
Dito de carrapato.
Dito de peixe.
Pixe em lata.
(5 galoes.)
Kerozene inexplosivel.
Graxa em bexigas.
Gaxeta de linho.
Potassa dv Russia.
(em caixas, barriquinhs, latas grande:
e pequeas.)
Formicida Capanema.
6--Corpo-Santo--6
Alaga si' o i andar do pedio n. 39, sito
roa aa Imperatriz com agua, est caiado e pin-
ado ; a tratar na loj i do n e.-mo.
is'arua Bar) de S. '-Horja, o tr'ora ra do
Sebo n, 4. veodem se plantas de todas as quali
dades, natto de fructo co.no flores de todas as
qualidades.
Patacoes e outras moedas
compra-se pelo maior pieco ;
merclo n. 4.
de i uro e prata,
na ra do Com-
-- Alugam se casas caiadas e pintadas noe.' Guarnieres para toilet a 6)5000 e 7)5000
fundos de S Goncalo, a 8*000; a tratar na ra Lindos porta pos de arroz a 10500, 2<5000
3)5000. 4)5000, 5)5000 e 6.J000 um.
Finas ligas com ramo de flor de larangein
proprias para noiva a 1)5500 o par.
dem de todas as cores a 10000, 1)5200
1)5500 e 2*000.
Lencos de linho a 3JO00 a duzia, em cu-
xinha.
Grande sortimento de pulceiraa amen
canas.
Cortinados de crothet para cama a 12)5000
17*000 e 19*000.
Ditos para janella a 7#O00.
GuarnicSes para cadeira a 6*000.
Pannos de croehet para cadeira a 800 *
1*000
Grande sortimento de luvas finas para se-
nhora a 1*500, 2*000 e 2*500 o par.
dem par* menina a 800 e 1*000.
Linha de machina a 700 rs. a duzia.
dem idem a 60 rs. o carritel.
Toalhas para banho a 1*500.
dem para rosto a 300- rs.
Babadores eom inscripcao e paisagem
500 e a duzia a 4*000.
Grande sar'imento de espelhos finos ovae
e de canto redondo a 4*000, 5*000 e
6*000.
Bengallas de flauta n 1*500.
103RA DUQUE DE CAXIASIOS
Pede se ao Sr Manoel Torquato de Araojo
Saldanha que nao se sabendo onde se acba, ap-
pareca na padaria do pateo do Terco.
Pede-se ao Sr. Dr. A. A. A., que appareca
ou diga onde pode ser encontrado.
Roga se ao Sr. A. T. que re-olvu. sim ou
ao._______________________
O Sr. Luiz Ferreira da Cruz, resolva, se
quem paga o acceitante ou o sacador._______
Precisa-se de ama cosinheira e de.um co-
pslro ; na ra do Commercio n. 33.
Precia-se arrendar
em bom estado e prximo
das lionas frreas. A tratar na travessa
da Madre de Deus ni.
m engenho
a alguma
Vndese um sitio no Caminho Novo, com
duzentos e tantos palmoa ue frente, com o me-
lbor terreno qne ha, mangueira de Tamarac
muito boa, sapoleiras, coqueiro., sete que car-
regam muito, duas casas para moradia. um cha
let que tica mesmo independente da outra casa,
com jardim, caramancbao, duas cacimbas de
agua de beber; o chalet collocado no alto que
tem a vista mais linda dos bosques, so serve
para quem sabe apreciar e nai para especular,
ter.-eno proprio: a tratar no mesmo sitio a qual-
quer noFa, oa no caeo de nao eoxntrar o dono,
deixe o nome e morada. At 9 horas da ma .na
achara cora quem tratar.
De Sorocaba
Declaro que soffri muito teirpo, fazendo
uso de medicamentos sem resultado, e,
usando tres dias apenas da InjeccSo M.
Morato sarei completamente de urna
ohronica goaorrha que me atormentava.
Faca uso deste como convier.
Antonio F. Fontoura.
Est recochecida a firma pelo tabelliao.
Agentes depositarios em Pernambuco -
Francisco M. da Silva & C-, ra Mrquez
de Olinda n. 23.
Livraria Contempor-
nea
I astr amento* de mu a lea
Bomoardao. bombardino, barytono, trom
".rombone, helicn, saxaphone. carrilon, bomt
caiza, -sratos.clarinitas. flautas ,rabecas, viol&
-ealejos, caixas de msica, etc., etc.
Papel pintado
para forro de salas, quartos, gabinetes, cotreu
ra.
Molduras
loorade, pretas e donradas pare quadrus.
Malas
para fiacem, diversos formatos, peciatmeDi-
pare roupa de sennora e eamarote
' No vidades
rrtHMHr* e Ba-rr ai. *
o publico
O abaixo assignado, morador na cidade de Pal*
mares, tem a satisfaco de annunciar ao rfspei-
tavel publico que lendo descoberto um espec -
fleo para a cora da tos.-e convulsa ou coqueluche
enea'regada do tratamento daquelle< que nao
encontrarem recurso na ledimigo dos nomens
da scieocia (a quem multo respeito) inda qtegmo
em casos graves em que o paciente se ac'r d.'
olhos injfciados, circulo negro, vomitando a co
mida com febre, prostracao etc.
Cura radical em 10 a 15 di.s no mximo, ga-
rante se a cura.
Declara mais que seu medicamento c:tnpo?-
-to de vegetaes sertanejo3 inoffensivos e nao pro-
voca vmitos e neto dejerefles, c ao mesmo
lempo agradavel ao paladar.
Aos que nao poderem pagar, dar seu medica
ment gratis especialmente as criancas, e aos
demais mediante uia mdica gratieaco.
Palmares.
Clementioo Acciol; Lins.
Attencao
MITA ATTEKClO
Os melhores cigarros, que ha hoje
tanto de fumo picado como desfiado sZe
oa MINHA ESPERANCA.
Olhai com attencSo para o envokero los
cigarros onde se l a paUvra ESPE-
RANZA.
Ha muito quem venda gato por lebre 1
as grandes merciarias, as casas de
ref:c8es, as tabacrias, nos ealSes de
cabelleireiros, vndese os nossos ci-
garros.
Deposito central.
Fabrica Minha Esperanza
Roa larga do Rozarlo n. 21 A
Teolphone 191.
Licor depurativo vegetal lodad*
do Hedleo Quintelia
Este notabilissimo depurante que vec
precedido de to grande fama infaivel ru
cura de todas aa doencas syphiliticaa, ea
crofulosas, rheumaticas e de pelle, conv
tumores, ulceras, dores rheumaticas, os
teocopas e nevralgicas, -blenorragias agu
das e chronicas, cancros syphiliticos, iu
flamacSes viceraes, d'olhos, ouvidos, gar
gantaa, intestinos, etc., e em todas ai
molestias de pelle, simples on diatherioas
assim como na alopecia ou queda do oa
bello, e as doencas determinadas por aa
taracSo mercurial.
Dfto-se gratis folhetos onde ae nen
tram numerosas experiencias feitas eos
este especifico nos hospitaes pblicos >
muitos attestadoa de medios e dooumen
tos partioalares.
.Faa-se descont em easa de
FARIA SOBRINHO d C.
Mmm Marqaez de OIIoda m. l
Mercearia comparativa
Os propietarios deste estabelecimento parti-
cipara aof seus distinctos freguezes e ao respei-
tavel publico, jue alem do ] acreditado
Vi nho Douro
receberam gora mai- o que ba de puro e sabo
roso
Vinho Bairada
Este vinho foi escolhido piopriamente para
casas particulares, puro de uva e marca.um
grao alcoolico, assim como o tal a-ainado eji
bem acreditado
Vinho Colares
0 publico deve experimentar e veja a reeli
dade. A' ra larga do Rosario n. 20.
Marques Sobrinho b G.
f
Harcollna Ropilla do Xaurlmciilo
Felismirai Augu.-ta Maciel Soh.-eira, seus filhos
e Mara Bernardina di- S-na agradecem do nti
mo d'alraa a todas as pessoas que se dignaram
acimpaohar os restos mortaej de sua sempre
lembrada tia e irrna. Marmolina Sophia do as
cimento, e de novo convidan) as me raas pes
soase as da araizade da finada, a assisrem a
missa que mandara rezar na igreu de N. S. du
Penha, sabbado 14 do correte, pelas &1/inoras
da madrugada, seirno da do seu fullecimento ;
e desde |i antecipam a todas seu eterno reco-
nhe im-^nto.
I"
loao Tavare* Cordelro
Trigsimo da
A viuva, mai. irmaos. s brinbos e cunhados
do infeliz JooTa\are Gordeiro, de novo convi-
dam a seos prenles e amigos para assittirem
a missa que por sua alma maudam celebrar na
igreja da B- a -Vita, no dia 13 do corrente, s 8
horas da manha, trigsimo do seu paasamento,
coofessaodo desde ja sua eterna gratidao por
e^te acto oe r l^ao e candade._____
t
S((oa(lntaO Vuim VI-ira
Antonio Reg N<(To, Mara uttnlia Ne'.to, Jos
A; gusto Vieiru, Francisco Luiz Vieira, Manoel
Antonio Vieira e Alfredo Augusto Vieira, cu
nnado e irmaos do Ihwdo Agonlinbo Leu Vieira,
agradecem a todos qne assistiram o sen enterra-
mento, e convidara- aos memos e aos demais
prenles e amigos pan nsslstfrem as mistas do
stimo dia, que por sua alma mndam celebrar
na igieja de S. Francisco, a< 8 boros da manba
de 13 do correte, confesaando-se gestos a todas
pesseas que comparecerem a estt seto de
rellai!
Preptradu Tese drturatin
Approvado pela lilastrada Jacta d
Hjgiene Publica da Corte.
Auctorisado por Decreto Imperial
de 20 de Junho de 1883.
COMPOSI9O
de
firmino Candido de Figusiredo.
!
Empregado com a maior erTicacia no
rheumatismo de qualquer natureza,
em todas as molestias da fellt, as
leucorrhJat ou flores brancas, nos
soffrimentosocasionadospela impureza
do sangue, e finalmente as dittrentc.-
frmas da syphilis.
Dse Nos primeiros seis dias irm-i
colher das de cha pela man ha e ouia
noite, puramente ou diluida e:n agua
Ip e em seguida mudar-sc-lia para colii-j-
-4 .ts ds de sopa para os a lultos e mo-
^h tade para as criangas.
Rgimen Os doentes devem ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
duroso; devem usar dos banhos fri ou
momos, segundo o estado da molestia.
1
i
i
->
-i
4
-i
->
j
1 Francisco Manoel da Silva & O.
Droguistas
1 23 Eua Mrquez do Olinda
3 PW
DEPOSITO CEKTSAL
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado aob bases scienttficaa
e pnysiologicas para o flra de
beneficiar os cabellos, restaurar
a cor, Impedir a queda, e promo-
ver sao vico e abundante cresol-
ment.
Esta aparada e excellente preparaco,
sem dnvlda o melhor remedio at boje
conhecldo pora os dlfferestea defeitos da
cabelladura, merece intima attelcSo d
todas as pessoas que tem tido a infelicl-
dade de perder em parte este mais rico
ornamento natural da physlonomia.
Com o seu emprego Intelligente tem-se
conseguido resaltados realmente sorpren-
dentes. Em muitos casos, porm bo
sempre, a proprla calvicie tem sido curad
permanentemente.
Sempre se consegne fazer parar a queda
do cabellos; emquanto que para open-
ao das senhoras, 6 o objecto mais til
mais agradavel qne se pode empregar.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA,
Lowell, Mass., Est.-TJnidos.
A' venda as Ujas de armarinho e per->
fumarias.
' DBPOsrro oxRii .
-.-^-.^as ^' < ', <**
Precisa-se
de priitas costureiras ; na Notie Dame de Pars,
ruadoCabugn. 1-AJ___________ _______
A's maes de familias
qUERKIS VO88OS FH.HO8 SEMPRE SADIOS
Adminstrae-lkes o XA R O PE ou aa
Ptalas Vermipsirgativas
BO DR. CALASAltS
ptimas preparac8es de mastruz
e rhuibarbo, para a expulsSo complete, sem
dores nem incommodo, dos vermes
intestinaes ou lombrigas
(das cranlas e* dos adultos*
6EIS ANUOS DE SUCCESSO!
t Estas excellentes preparaces n2o ne-
cessitam de purgativos como auxiliares
visto serem purgativas por si mesmas.
As pessoas que tm vermes sentem co
licas, tem constantemente diarrbas, indis
posicao, sen8ac5o de corpos que se movem
nos intestinos, endurecimento do ventre, e
s veaes, vmitos.- Rangem os dentes^ quan-
do dormem, e algumas pessoas expellem
vermes com as fezes ou com as materias
dos vmitos. As creancas apresentam ss
papillas dilatadas e inapetencia.
As pilulas levam impresso o nome de
DR. CALASANS e sSo cor de rosa.
1 caixa de pilulas 1^2t'0
l vidro de xarope ljjt2CC
AS PRINCIPAES DROGARAS E
PHARMACIAS
HOEN^AS
DO
ESTOMAGO
-E UO
FISADO.
ti NLUS DE BBISTOL
PTJHAaiETTE'VEOETAES
sfio o meihor Purgante e o Remed
oais c.fficaz contra os ditos male
Regulamam a Digestao
PU-RIFICAM A BILIS
e curam radicalmente
A DISPEPSIA.
Alaga
se
em Afogados urna casa terrea, muito limpa, con
boas commod >s para familia, na ra Direita,
junto a antiga estac&o das diligencias ; a tratar
na ra estreita do Rosario n. 9, junto a igreja.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar. para
casa de pouca familia ; no ac da Patria u. K,
quinta casa. ____________________
Amas
Precisa se de duas amas, sendo orna para co-
sinhar e outra para andar com criancas ; a ra-
tar na ra da Dnio n. 5.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e cora-
prar ; na ra Velha .437.________________
Ama
Precisa se de urna boa cosinheira para casa
de pequea familia, qne durma em casa dos
patres e sej matriculada ; na ra de Fernan-
des Vieira n. 19.
dez vezes, oito vezes
se dissipam as enxaquecas e na
vralgias em alguna minutos coa
prego das Parolas de terctainthlna do
D-Clertan.
Teas ou quatro d'estas parolas produ
B alivio quasi instantneo, de modo tal qoa
fl
m a primeira dse nao flzer efleito
taatil repil-a.
Cada Irasco contm 30 parolas, toma m
jais insignibeante o preco do curativo 4m
aa nevralgia ou enxaqueea.
Ce_o a esencia de terebint(na
com o maior cuidado, 4
das JmUstfKs e sxifir
daortge que em cada vldro m
_raQttsn.
_ Paria, casa L. Prara, ra
Novissimo livro de iteresstntes sortes
para recreio das festivas noiles
DE
Santo Antonio
1,I
S. PEDRO
POR
OLIVEnZO JSZQ
conteSdo: -
Urna linda e^variada collecgao de sortes e de
jogos de cartas" como o E'cart e de sociedades
corno os PROVERBIOS.
1 accao, urna immensa collecgao de receitas
uteis e de perfumara e cosmtico, um ntitissim
kaleodario agri ola, urna enorme quantidade de
Ipgrogriphos. enigmas, charadas e problemas e
urna iuflnidade de contentes balatas, fbulas,
modinnas. lunds, anexins, anedoctas, romn
ees inst ntatifeos, deflnicO'.'s espirituosas, poesas
e outras cousas nuis, afm de una nova e salti
tante po.ka de coniposi(,ao do festejado professor
Claudio da Cama
o inspirado autor da Stella, A Morenitiha, ls
Sim, Seosivel, Risos de Amor. Va Entrando,
Tais toi mon cceur?, Nao Creio ?, Ma.ieta, Risos
de Yaya, e tantas cutas polkas e valsas que de
continuo se tocara e se dansam aos sons das mes
mas. constituindb delicia do. melhores salOes,
denominada Ou Tea* Enramo* t e ofiV-
rectda ao bello sexo pemambocano e editada
pela UVRARIA FR 'NCEZA roa Io de Marco
n. 9, Pernambuco de v. w de Med<*iro
Prego de um volunte ntidamente impresso em
8*contendo US pagina, inclusive 8 msica
1*000 (II)___________________
Engenho Guarany
\rrenda se este engi-nho situado na comarca
de laboata. dictando da estaco de Tigipi urna
Ipfua : quem pretender dirija se ao largo do
Oorpo Santo n. 1$, 1- andar.
Pedido
f
Pede se ao S-. Francisco de Souza Motta, aju
dante de guarda ur da Alfandega, para vir ou
mandar a ra Barao da Victoria n SO, loja, li
quidar aquelle negocio que S. S. nSo deve igno-
rar, vis'.o nao saberse o ssu domicilio.
Casa na Soledade
Ahiga-se a casa n. 149 a ra Conde da Boa
Vitta, com commodos para familia, com agua e
escanamento de gaz ; a tratar na ra do -ar-
ques D. 3 ^______ ___
Precisa-se
de um criado que enlenda de trabalbo de sitio,
e de outro para servico de urna casa, que dando
conhecimento de ana conducta, podero tratar
na jua Direita n SI.
iNOVlDADKS
^lanequns de Bazar
Abre e fecha como chapeo de sol e ser-
ve para qualquer tenhora por mais gorda
ou magra que seja fazer seut. vestidos sem
ter cecessidade de costureira.
Cortinados de cores para porta ou janella
a Ij5600 o metro.
Crochet branco e de cores par, cortinados
a 100 0 e 1500.
Flores para cabello ou enfeito de vesti-los
a 1^00, 15500 e 26 00. i
Sabonetes para p*nnos e sardas a 1|J^
Extractos fli os, frasco com 20 gotas, a
2 0 rs. .
Lpis de.ouro a 1^500 e 2000.
Tet ras c< m mollas e caixa a 1|>500.
Perta-ioa cme phosphoreira a 10000.
R- logios para ver no cc iro a 8(5COO e
\ 6000.
A!buos para 10 ou 25 retratos a :0OOO.
Para uso domestico
Bramante de 4 larguras a 800, 1|J000 e
1200.
Panno de linho com ^ larguras a 10600 e
2000.
Atoalhado adamascado a 10400.
Panno da Costa, com quadros listas, a
10000 e 10200.
Guardanapos finos a 108CO e 20000 a do
zia.
Toalhas felpudas a 60OO a dita.
Cretor.es para cobertas a 300 ra.
Colchas de cores, muito^raedes, a 20000,
Cortinados bordados para cama ou janella
a 60COO.
Oleados de cores para mesas, cada repar-
timento 40500.
AlgodSosinho largo para todos os presos.
E muitas fssendas que ae vende por
qualquer prego.
D se descont a quem con>prar de
2< 0OCO para oima.
NA LOJA DAS LISTRAS AZUES
Amas
Em Fernandes Vieira n. 60, precisa-se de
duas amas, tendo urna para cosinha e outra
para cuidar de criancas
Ama
Precisa se de urna ama para cuidar de mat-
eas e que entenda aljama cousa de costura ; ns
1 aminho Novo, defronte da estaco. _______

Precisase de urna ama para cosinhar em casa
le familia, em Beb?ribe ; a tratar no pateo do
Terco n. 63, padaria.
Ama
Precisa-se de urna boa cosinheira; a tratar na
ra da Aurora n 85, taverna. ____________
Ama
Precisa se de urna ama para -cosinhar ; na
travesea do Pires n. 5. Geriqnity.
Ama
Precisa se de urna ama boa cosinheira e que
esteja matriculada ; a tratar na ra o Cabugi
ns. 8 e iO.
Ama fiel
Precisa se de urna ama para c.nhv r, lavar s
azer compras no mercado, para casa de familia
composta de duar pessoas ; a tratar na ra ds
Caldeireiro n. 7-A, das 7 as 9 boras da manh 9
das 4 as 6 da tarde. __________^_______
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite ; na ra de
Cotovello n. 46. _
Ama
Precisase de urna ama para cosinhar e com-
prar, para casa de pequea familia ; na ra Di-
reita n. 64, i- andar, trazendo a sua matricula.
Ima
Precisa se de urna ama para cosinhar em casa
de pequea f unilia e que durma na casa dos
palree ; a tratar na ra do Imperador n. 77,
loja.
Precisa-se de urna ama que saiba cosinhar rs-
olarmente, de meia idade para casa de pouca
amilia ; na ra Vidal de Negreiros n. 141, pri-
meiro andar._________________________
tfm cidado
matriculado offerece se para empregado de urna
de familia ou para acompasar qualquer pessoa
que deseje retirar se para fr deste Eslado; a
tratar na ra dos Pescadores p, 33.
o commercio
Os baixo assi^d.;.- declar.-.m ao corpo coa-
inercia! desta praga, que nesta dala vender
o seu estabelccimeLto de motilados sito roa
Vidal de Negreiros n. 135, que girava sob a fil-
ma social de Duarte Cruz & C ao Sr. Hanoai-
Gomes da Costa, livre e desrmbaracad ie qual-
quer onus.
Rpcife, 1 de Junho de 1890
Manoel Duart." Machado.
Francisco Ferreira de Albuquerque.
Casa
Aluga se urna boa casa rom buslaules comme-
dospra pequea farui'ia. agua e gaz, na ra
das Nymphas n. 56 : a tratar na ra Conde da
Boa Vista n. 120, Cnminho Novo.
Sitio
Aluga se um bom sitio na travessa do Cal-
deireiro n. 4, com boa 'asa de vi ven da, muits
bem arb irisado e com boa agua potavel. A tra-
tar i prac de Maciel Pitihe-ro n.-19, pharmacia
A o commercio
Os abaixo assignados pelo presente avisam as
commercio e aquelles a quem interessar possa,
ue de. ta data em diante anuullam os poderes
da procu-aco passada ao Sr. Francisco Agosti-
nho Fernandes de Queiroz. Recife, 10 de Junas
de 1890.
Maia & Rezende.
Fogos Sort$s
Para os festejos das noites e
Santo Antonio
S. JOAO
S- PEDED
Grande e completo sortimento, caucas sor-
tidas e a letalho
Vende-se por presos c; -mmodos ra da
IMPERATRIZ N. 12, loja de ferrageaa
do U_A.____________________.
Aitn^o
Aluga-se urna grande rasa terrea es roa ds
Motoeolomb n. 24, muito propria para negos
por j ter armacio, tem muitos commodos para
familia e um grande quintal trate-se no largo
l da Pazo. 96.




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Uiario de I ercairJ m o --Sxla
Junl I 890
LO JA DO POVO
HRa i, de Marcot
Com esto titulo acaba de te abrir, ra 1. de Marco n., 11 urna loja de faaen
da* e aeu propretario convida o publico d'esta cidade e de fra a apreciar o sen
BELLO aortunento. Muitas de anas fazendas sao reeebidas directamente.
GRANDE If OVIDADE
Descont de 1(V em compras de 205 XX) para cima.
Granadino, pora seda, da 108OO a 80) re. o covado.
Toile, para seda, de 10600 a 650 rs. o corado^
Las com listras, preparo de cachemira, a 200 rs. o covade.
Las jom preparo de cachemira a 240 ra. o covado.
Chitas de 200, 220 e 240 ra. o covado.
Setinetas de cores lindas a 300 rs o covado.
Zephyr largo de 800 rs, a 320 rs. o covado.
dem idem a 200 ra. o covado.
dem idem a 160 ra. o covado.
Cortea, costumes de c.seinira inglesa, a 125000.
Ditos de casemira ingleza de 34500, 4c>000 e 6(5 00.
Ditos de fustao para ollete de 600 rs. e 24400
Cheviot de 305 V, a 2030 o covado.
Casemira cor de caf de 3JO0O, a 10000 o covado.
Casacos de Jera y para senhora a 30000 e 60000.
Merino preto a 500, 700 e 10200 o covado.
Dito de cor a 400 ra. o covado.
Casinetas finas de 500 rs., a 360 re. o covado.
Colchas de crochet de 8000 a 30500.
Cortinados lindos a 60OOJ.
Bramante de 10 palmos a 10400, a vara.
Ver para crr s na
X, OT.A. DO POYO
(Aviso aos freguezes
Ob PEODXTCT08 da
PEBFuTJAM ORIZA L LE5RAND
luA OERAL
UANFaTSRSOltSC.
44si4 um >misuinr-44
Machinas a vapor*.
J|Moenlas.
Rodas d'agua.
Faixas funiidas e batidaB.
Taixas batidas sem cravu$?c
Arados,
VINHO DEFRESNE
TOHI-HUTRITIVO
**"V
COM
PEPTONA
pl:ioe do lasa. Matielelne ? PARS
aatigameat 20?, ra da Saint-Honort.

*ts.ORIZAm*ESS.R!ZA'OilZHAST CRMEORIZA
ORIZA-VELOOTC ORIZA TDHICA OUZmUME SABO ORIZA
DEVEM 0 SEU GRANDE XITO BE COMO 0 FAVOR DO PUBLICO;
1* Ao cuidado perfeito com que estSo sendo fabricados.
2* A' sua crualidade inalteravel e & suavidad do seu perfume.
MS. COMO SE F.'.Z CONTRAFACCES OtSTtS PRODUCTOS ORIZA
com intuito ce v/vcr ssim a custa de fama de que gozam,
pmot de sobreaviso os fregueses no iim qne se nao deixem engaar.
OS VERDADE1R0S PRODUCTOS SE VEKDEM EM TODAS AS BOAS CAZAS DE PERFUMARIA-E DROGARA
Manda-sed FarisCatalogo lllustrado francooi-ts.
I ;-
5f r
Cardoso & Irmao
Ra do Baro to Triumpho ns. u%
Receb ram novo sortirae to de vapores dos acreditados fabccr'
Mobinson para trabalhar com fog. de assentamento, moendas, taxt>e, ^rm
Mear e todas as mais ferragen1 -:- 4 agricultura.
AOMITTWA milAUWTI, la MAIWHA I HM HOIPITAU K rAJIl
o Mhs* ** rapCMta iMHoiim <. o ans preuiuso aos lomeas, conten s
Obra muscular, o ferro hemailco e o phospnato so cal da carne de vacca, o nico
reconstituate natural e completo.
Este Delicio finho, que deiperta o appetl te, restltue as forcas ao esto-
mago e melbora a digestao, como reconstituate lncomparavel, qu por lsso que
enterra o elemento plstico dos msculos ijns suata a consumpeo, colore o
ssngue dyscraslado pela anemia, prenne os desvos da columna vertebral.
O VinKo se VBmtmmm De/feane lmpoe-se em todos os casos de aneceses
das vas digestirs o de enfermldades de forma deprimente, agudas ou cnronlcas,
como nss dyspepslas, ulceras do estomago, eU e no marasmo, chlorose. diabete,
cachexla, tsica pulmonar, etc. Devem usal-o pialmente as pessoas de constmtcio
dbil, as crlancas cuja saude 4 posta em risco pelo cresclmento rpido, as maens
culo rigor oomprometlldo pelo trabalno do tleltamento.
OEf RESSEo primelropreparador do finho *U Peptonu.Cuidado eo* ulmitscoes.
A Vaio: Km toda as maisacraditada w fc ^,
altanaaelaa da Ptaat*
etoaMraac**
T 4"
IU
F I
,> tu.tvAj *{>Jii>ut*t">.t -aoouHjq is.nu' *mmtiy '.;/,r
,*.<> 'WititjTi vjjuoo oinocicomooi osopojd uin oni-.Mi"j 'ciiXtaV o a
?JkX> SH3uH.oso aodsooinoi snop sop 'opt.dM mrr^i n ijJlf m isnuptw Wf 'V*?# P* m*V>9 n OM
1AHMIH i.ISS0 s ovnm SSHIjA
i
ISI
oyyajavNinoi-^
-Itnjf aittai n m LOTERA
EST \1)0 DE PERNAMBUCO
EM BENEFICIO DA
Saate Casa d Misericordia do Becifo
/
IMJRABS
A 6i* pirte da 1.a lotfri',1 des te E$tado ser
extrahida in.pre4erivelm nte sahba lo 14 do
orreiite.
Todos os pedidos de bilhel s desta lotera
tlevem sei- dirigidos thesouraria ra lnrgvi
do Rosario n. 9 i. andar.
PELOS CONTRACTANTES
Bernardino Lopes Alheiro.
fM* Elixir, P e Posta, denttricios ^f
_RR. PP. BENEDICTINOS I
da ABBADIA de SOULAC (Gironde)
XK>K AOfJELOITNE, Prtor
9 Medmlhms de Ouro: Bruxtllu 1880-L>*dm fSS#-|
AS MAIS ELEVADAS RECOMPENSAS
laVUTASO |SfA Vale Prtor
o ario 1 0 # 0 Marra MOVnmMXTO
a O aso qnotiiaao do Elixir Deatifricio
da. M. Pl. Benedictino*, com dote de
algjjm* gsttaa com agua, \ revem cura a carie
dos dente, embranquaceos, fortalecendo e tor-
naado as gengrrs* perfeitamente aadias.
Prastmoa nm reradeiro serrieo, i
ado aos notaos leitoret esto antg e
atmo preparado, o malhor cora tiro eo nico
f" eeotta as AHeoodes den-
iflente oeral'SEQUIll, BORDEAUx|
j ffctnnrit DrogariM do njuado Intctre.
PREgOS BARATOS
Va ruf do Crespo n. 2
LOJA D CAMPOS
Chitas 8etim de ramagem a 280 rs o aovado.
Linn cora remag^ra grada a 400 r3 ? dito.
Dito cora ba-ra e rarosgera, um mu ro
Etamine8 de c">r s. floree miudat. e raua^rem a 400 n dtto.
Cr'iones, novidsde et cores>c padr3
Vo>; do }h. retiramos d'Alfrndega o i^
drSes c ao preco de 8 0 ra'. o dito.
Merino assetinado d; la cora r.imagem
Damftssc d'a'god3o com preparo de sed
Aasira i-onio var.cdade de arttg s, tu-o
mos sem compri'encia.
e largura, a 500 rs. o dito.
a 36 rs. o dito.
aa lindo sortitnento
de voite, em pa-
i 500 rs. o dito.
a g-sfo^de voile a 800 :s. o dito,
le pbantisia e por preyos que garanti
liUA DO CJKESPO N. 21
99
NEVRA1GIAS
Pilulas do Docteiir Moussette
w~...,._.....,^,.........Y"
As VERDADEIRAS PILULAS MOUSSETTE acalmSo e carao as
Nevroigias mais rebeldes, a Enxaqueca, a Oattralgia, a Sciatica, as Affecfbet
rheumutitmaet agudas e dolorosas que resistirlo a qualqaer outro remedio
As VERDADEIRAS PlLLAB MOUEBETTE devem ser tomadas as
refeicOes. No primeiro dia toraar-se-ha tres piulas; pela manha, ao almoco e lo
jantar. Si nao se tiver experimentado alliviotome-se auatro pilulas no segundo
dia, duas pela manha, urna no almoco e outra ro jantar. E' preciso nao tomar mais
de quatro pilulas Moussette por dia.
Evija-se a$ Verdadeiras 1-Uulae Moassitte de Ctnr k G, de PAIUZ
que te compro em toda* ae (trotaras e pharmaciae._______
FABRICA DE LIVROS DE ESCRJPTURACAO
M0ADBRNA90 4 PAttTAQAO
CQanoel J. de CQiranda
RA -*- DOQE D^ CAXI AS *- 39
NUMERO TELEPHrJNICO 194
? 39
S^E^^M^eo
NDIUO E SINOS E BRONZ

\
Queris cu ar-vos prempta e radicalmente de vossa enfermi
dsde pulmonar, bronchite, asthma, rouquid2o, defluxo ou de qualquer
'toase ? Tomai o remedio garantido
0 Peitoral de Cambar
de Souza Soares, de Pelotas, que se ocha venda e as principaes
pharmacias e dr gariasdesta cidade, a 20500 frasco 24(5000 a duzia.
Os agentes e depositarios
Francisco M. da Silva & C.
ROA MRQUEZ OE 0LINDA
CAPSULAS THEVENOT
Trataimento das doongas do paito
a todos os degraoa
Aleatrto. \
Altfftro Creosotado a Tota.
\ lohoTormiO (t ther iodoformad).
Creosota ioaoformada.
> Creosota fe Ma.
'leo tiegado ti bacalltu creosotad*,
as.

D.posltrios m PBBMAHBXroO : MUU Sf. BO.VA m O*.
LE DA CRUZ MESdUn1
66ra do Baro do Triumpho(r
Tara para vender o seguinter
MaehiaMS oe cobre para faaer espirito de destillar e reutiliar.
Alaaibl^nes de cobre do ant'go e novo systema com esquente garapa.
Serpentistas de cobre e de estanbo.
Carayacas de cobre.
Taixas, taizos caldeiras de cobre.
Boaabas de todas as qualidades de repuchos, aspirantes e continuas.
Toriielra de bronze e madeira de todos os tamanhos.
C'BOS de cobre, de chumbo e de ferro.
Repartldelraa, passadeiras e escomadeiras de cobre estanhadr de ferro
Cobre em lencol e rmelas ,
Sola inglesa e do Rio.
Cadlnhos patente e de lapis.
Moos de 1 libra at 110 arrobas.
muitos outros objectos.
ENCARREQAM-SE ie qualquer concert e obras de encommenda,{garan-
e a prestesa, perfeicite e precos mdicos, para o que tem peesoal habilitado.
VKMDE a praso ou a dinheiro com descont.
da FIQADO FRESCO de BACALHO, MATUL UtOICIHAi
Pwurlylu desde so ammob, en Franca. Inftatsrra. Haapanaa, rorngsl. ~
HSffsbUoas anapano-Amaricanas, peloa primtim
Alug-ue! barato
Visconde de Pelotas n. S
Pedro Afonso, armazem n. 46.
Largo do mercado loja n. 17
Ra do Bom Jess 2o. andar n. 47
Ra Aguazinbas em Beberihe n. 7
Ra Coronel Suassuna N. 141, quar
Ra Itaparica n 43 1. andar.
Traressa do armo, loja n. 10.
Becco do lamba n. 21.
A tratar rua de Commercio n. 5, l* v.;
scrrptono de Silva Gramaries A C.
Bom empreo para
capital
Vende se o extenso armazem n. 51, no caes d j
Apollo, em frente da nova ponte Buarque de
Macedo, com capacirlade para rerolner de 9 a
10,000 barricas de f-nnha de trigo ou outra
mercadoria em proporgo, e dous sobrados ron
Henos com frente para a ra Domingos Jos
Hartine, no todo constituindo ama boa acquisi
cao : trata-se com Matheus Austu, dr C. roa do
Commercio n. 18
Cal virgem de Jagua
ribe
Deposito no Caes do Apello n. VS
Esta afamada cal, p-opria para o fabri
de assucar, continuase a vender pelo raes
mo preco e abatimento do costume. No mes
mo armazem vendem se todas as mais quali
dades de cal de Jagoaribe branca e preta. en
po, assim como todos os maieriaes proprio?
para constrncgOej e reconstrucoes por p^eco^
menores do que em outra qualquer parte,
Excellente morada
Aluga-se-a grande casa e sobrado do r. aj
CrGama, na estrada de Joo de Barros, per;
las estacOes da En :rozilhada, das ferro-vias di
Ohnda e deLimoeiro, com immenoas accommo
|~dac6es, jardins, arvores froctifens da melbo-
qualidade e vasto terreno, qner para plantagoe-
qner para criaco ; a tratar no mesrao sMio
Bom
negocio
Admitte-se nm socio com algum capital para
averna; a tratar na roa de Domingos Jos Mar
ns n. 80_____________________________
Aos agricultores
O bacbarel Petronillo de Sania Cruz Oliveira
contina a encarregar se de levantar empresli
mos para auxilio da lavonra sob hjpotheea de
propnedades e penbor de safra ; na ra do Im
pexador n. 69, 1 andar._____________________
Aos sapateiros
Acaba de chegar pan a loja da ra do Livra
ment n. 19, um novo sortimento de formas
francezas para calcados de bonitas, senboras e
meninos. No mesmo estabelec.meoto os eenho
res sapateiros encostraro sempre um compl'to
sortiaieDlo de aviameotos para fabrico de < alca
dos e por refios sem competencia ; ? no Bazar
do L vramento n. 19.
Casa
Alaga-se a casa terrea'sita 4 ra Dr. Naboco
n. S4 (Capunga) ; a tratar no n. 28 mesma
roa.
Attenco
Os propietarios do antigo e acreditado arma
teta do Lima, sito a ra Barao da Vi loria n 3
participam ao respeitavel publico e aos seu?
distinctos fregueses, que tn nsferiram tempora-
riamente sen armazem para a mesma ra n 9,
contn uando da mesma forma a receberem sna?
ordens para Ibes servir com o costomado e ha
bitual deseropenho.
Jos Fernandes im & C,
Roa Bario da Victoria n. 9
Teleph-.ne323
Ouro $ prats
Compra-se, como tambem
moefJ.s, ra do Cabug
a. 9., loja de Augusto Reg.
THbW-
O abaixo assignado resolveu participar
aos seus amigos e freguezes que contina
a ter sempre o mais completo sortiment*
de :
COGNACS destacando o afamad*
Pn que nm dos que mais se pres-
tan) a turnar sj com leite.
V1NHOSO Pcdhete sem prejuizo das
outras marcas, especial sando tambem
magnifico Bordeaux Republique BrieU-
lienne.
LEGUMF8em conserva, especialida-
des como nao se enconam em qualquer
casa.
CARNE 3 em conserva, especiaes coma
nunca vieram aqur.
PEIXEStambem o que ba de mais
aado.
< EKVEJAS onde se destaca a bem
conhecida e digna de celebridade Paulint)
Bier.
CHA UTOS nm grande sortimento
das melhores marcas, e por precos mnito
commodos.
Ale dettes artigos adiarse o san esta-
belecimento sempre eupprido de tudo
quanto se possa desejar d'um bom esta-
beleermento d'aquelie genero
Ra do Imperador n. 28.
Paulino de Oliveira Maia.
Pao centeio
Mello & Bet tendo recebido nova remessa de
'arinba centeio, avita aos sens freguezes qae
:ontinuam a fabricar este delicioso pao centeio
odas as trras e sextas-feiras ; na ra larga do
Rosario o. 40.____________
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro de 12 a 14 annos,
que rt fiador de sua conducta ; m. ra Tiscoa-
de de Goyanna n. 72.
Cautelas do Monte de S<
corro
Compra-se Cntelas do Monte de Soc
corro de qualquer joia, brilhantes e relo-
gios, paga-se bem na ra do Cabug r
n.14. -Loja da relojoeirr.
qhio
Adminttrtfto : PARIZ, I, Bou/eftf Hontnurtrt.
OBANDE-OMLIX.- AtTf-ccftt lymphitlrjl, Hoen-
Sis Jm tus digetTs,Obstructti d ifailt do haco,
MrorfSi'S rii'craaf, Concrece*r I : < da bile.
BOPITAL. AScres das tUi dk-esliras, IncoirliDo-
dos do estomago D'gatlao difcU, liLiipetaacia,
Gaslralfia, Dys|ieps>^.
CLESTINa. A&t&et dos rins, da beiisa, Areias,
L, CoacrefSudas orinas,Gola, Diabeloi, Alb:iinori.
fcLTERlVE. ABectesosrins. it beiija, Areias
1 Conerecfesdaiouria-i.Gota Diabele. Alhummarta.
BOJi-SE O M da FUSTE na CPSULA
Em firntmbuv). Agm m FontwO VichJT.
aova nomesdas, acbao-M am rasas da
SULSEBAKOECHLlK.SJ.rusdiCra.-Ano LABIUX.
Fazendas baratas
Na loja das Listras Azei
A' m. Diiqu t Ca\is n. M
Voile phanta^ia a 240 rs.
Tecidoe arrem^alos de c-lres a 240 rs.
Org.indy branco finas a 500 rs.
Arrendados de urna b efir a 400 rs
Percales finas a 200 rs.
'assas de c6res a 120 rs.
Lazinhas de qrwdr s a 160 e 200 rs.
Lnhos de quadrinhos a 100 rs.
Z.-firos largos a 200 rs.
Cassas com padi5 s de voile a 280 rs.
Fustao de cores, padrSes miudinhoa a
160 rs.
Chitas escuras s 200 rs.
M^dapolao americano, 20 varas, a 5lJO0#.
Morim das lisias aaues iv varas, a 3t>0Uf,
Bileias a 200 rs. a dusia.
Fitas chamalotadas t< das as cQres.
Empercueaveis para vestidos a 400 ra.
Babadas bordados a 4t 0 r 500 rs.
Fazenda* finas
j Crotones franceses muito largos a 320 e
360 rs.
Nanzuks de cores inas, a 500 rs.
Tecidos de cordao, lindas creB, a 400 .
Voile de l, tecidos mais finos, a_ 800 .
Gazea de seda, lindas c6re, a li)500.
Surah de bdas as c6res a 14 0.
Organdy de cordSo, lindas cores, a 300ra*
Setim de Macao de todas as cores e pret
a 800 rs.
Tecidos de linho, roHo larg<, a 400 n.
Cortes de vestidos bordados em cartao a
9i500('.
1^ MBDALHA Z>Xt OTJRO
DA ACADSH1A NAC10NA:.
j Vil
I _______ DO DOUTOR
VIV en
com EXT11ACT0 ds
FiGADO de BACALH&O
ca effou alu ao que o olee eteuro. De xettr
meltoagmeaml. 8am hitar -eneberoipaormof^te.
receiado por todos os mdicos- pfirn o
Kaiohitlamo, Kacrophulas. Anemia, Tiste*,
O*tsarrho Pulmonar. Conttpf6a>,Ch!oroasjv
Molti do Paito, etc.
An todas a Plusrmaeiaa
. l*ARI8, Botil*v*rd da Straabotirfl, SOj

".4

-.<

*--"%
"' t
-i!
.


i


JO
hmnhhmi
on"nHWJH

VENDAS


"
?=
;
\
H^^Rde se a easa da ra da Ponte Velban.
39 e um bom sitio tnj Bib'nbc, Aguaslr ha, n
>m 350 palmos de frente e K00 de fundo ; a
tratar na ra do Cabuga o. (4, relojoaria David.
Vende ee um terreno com 3< 0 palmos de
frente e. fondo* para o rio, em Beberib, estrada
ncva da Caixau'Agua ; a tratar na ra do Bom
Jess d. 44, lytographja.
Attetifo
Tnico Ju-MutanuBP
Este tnico, preparado com plantas de pro
i prledades conhecidas pelo nosso publico, e a
; meJhor Tle tedas as preprateos ate boje deseo
| bertas para impedir a queda dos cabellos, dissi-
| par as caspas e ca conservar do mais formse
1 estado, alm de ser um magnifico perfume para
a toillete.
Encontra-se venda em todas as principaes
1 pharmacias e tojas de miudezan.
'Duzia 10>000 | Vidro 1*000
Deposito
Pharmacia Martins. Ra Duque de Callas n. 88
Vonde-seumpiaaqinov6.com c pa e banco
de Pleyel roa Duque de Caxias, 54, loja.
Vende-se
superior massa de mandioca para bolos a 14000
o kilo ; na Camboa do Carmo n. 10.
PK CABIOS J^ETTENCOURT
1 SLSirKii I G1R0B1
GRANDE DEPURATIVO DO SANGUE
Elixir anti-rheumatico, -tmti-Byphilitico e empregado em todas as molestias de
pelle, erysipella, darthroa oa empigens, beri-beri, anthrazjs ou carbnculos, cancros
venreos, feridas caneroste, ulceras,, gonorrheas chronict#, boubas, buboes, escrfu-
las e todas as doencas que dependen da impureza do sangue.
Este remedio superior a todos os outros do seu gonaro, o que est provado
pela preferencia e acceitaclo que lhe da o publico.
Um frasco 3^000, urna tfcizia 30$000.
Xarope do jaramacaru congosto
GRANDE PEITORAL
Tratamento e curativo de todas as molestias do peito e da garganta, defluxo,
toases simples e convulsas, coqueluche, constipares, asthma, bronch.te, catarrho
chronico e tisica pulmonar e do larynge.
E o primeiro peitoral que se conhece at hoje na medicina.
Um frasco 2#500, urna duzia '4#000
VINHO TNICO
Com lacto-phosphato de cal e ferro, coca, cascas de laranjas amargas e quina.
O ruelhor remedio que se tem formulado pela combinacao destes heroicos
medicamentos. Empregado no tratamento das molestias do peito, do estomago, ane-
mias, menstruales difSceis, debilidade geral, cores paludas e todas as vezes que se
quer fortificar o organismo e dar desenvolvimento ao systema osseo e muscular.
Oonvm s pessoas ou senhoras que criam para tornar o leite mais nutritivo e robus-
tecer as enancas. E-te remedio superior a todos os tnicos estrangeiros que se
simnciam por ahi.
CJm frasco 3#000, urna duzia 30$000
CAROBINA
0 gROS PUH1FI3AD0H 30 SAUSUE
O emprego da CAR0BINA deve dirigirse a combater as seguintes molestias:
as diversas formas das doencas chronicas, os desengaados, soffrimentos do tero,
sffecco"es cancerosas, beri-beri, escrfulas, tumores brancos, ulceras chronicas, effec-
c3es venreas rebeldes, paralysias, molestias do coracao, da garganta, rheumatismo
chronico e gottoso, molestias de pelle, aBsim como todas as enfermidades derivadas
da impureza do sangue.
Um frasco 3#000, urna duzia 30#000
INJECCAO BETTENCOURT
AHTI-BXiSHOBBHAfilCA i
Gura radical em seis dias
Empregada com ptimo resultado nrs corrimentos agudos ou chronicos da
urethra ou vagina, leucorha ou flores brancas. Este medicamento de urna gande
cfficacia,
Um frasco l#50O, urna duzia I5$000.
ma i mm mi i mm
TNICO FEBRFUGO E DESOBSTRUENTE
Empregado na debilidade geral, doencas do estomago, convalescencas depois
do parto, febres palustres, molestias do gado e bago, falta de appetite, anemia, colo-
rse, cores paludas ou falta de sangue e doencas nervosas.
E' um reconstituinte de energa, aromtico e agradavel ao paladar.
Um frasco 3$, urna duzia 30$000
nicos exportadores
COMPANHA DE PRODUCTOS MEDICNAES
31-RUA DOS 0URIYES--31
RIO di: a a ne i uo
Vendas em grosso e a retalho em Pernambuco
Francisco Manoel da Silva & C.

FOLHETIM
Pll'LO DMIREJIO.\T
RIMEIRA PARTE
A andorinha
(Continuado do n. 132)
IX
O PAI
NSo ti.ve nem por espado de um se
gando a idea de negar, comquanto saiba
perfeitamente que nSo queros que se co
nhe^a cousa alguma da nossa vida de ou-
trkya. EntSo, inclinei simplesmente a ca-
S
Que se passou depois ?
Elle parecen presa de violenta emo-
grouas lagrimas rolaram-lhe pelas fa-
disseme :
Hinha filha, deixe me beijal-a...
B sem esperar a minha re aposta, er
gueu-me nos bracos e cobrio-me de beijos
e de lagrimas.
Laura estava mais paluda do que urna1
morta.
A menina, sem reparar na emocao da
pob/e senhora, proseguio na sua narra-
co:
NIo podes imaginar, mamai, o que
experimentei nos bracos dequelle desco-
oh*cido, aoclo das suas caricias !
Que foi entSo, minha filha ?
Oh urna cousa extraordinaria !...
Eu achava que eram bons e agradaveis
aquelles beijos, bons e agradaveis como
todo!... Por minha vontade, nSo sahiria
mais d'alli.
E eu entilo, filha ingrata ?...
Oh! tu, replicn ella, atirando-se
lhe ao pescoco, s mamli, dominas todo 1...
Sob 8 caricias de que a Soariquette a
cobra, Laura esqueceu nm penco o ciume
que havia um instante lhe devorava as en-
tranhas.
E depois ? perguntou ella, mais na-
da?...
NSo, ha ainda outra cousa.
Ah 1 que ?...
O desconhecido acompanhou me. A'
porta da casa disse-me :
N2o falle no nosso encontr a nin-
guem.
Prometti lhe isso, dizendo-lhe, nZo ob-
stante :
A ninguem, mas mamai deve ser ex-
ceptuada. Ella nSo qualquer um..
-- Ah! como me faxes bem, minha
Souriquette !
Isso nao era natural ?...
Cortamente !... Mas qie responden
elle?
c Pois bem, a sua mamai pode in-
formar tudo, mas com a condicao que ella
nSo repetir a ninguem.
Jurei por ti, mamli... Elle entilo
accrescentou :
c Daqoi alguna dias, alias, vire vi-
sital-a, como lhe prometti.
Laura, desde o cornejo da narracSo da
pequea, estava convencida de que aquello
desconhecido era o mesmo que tinha ido
fallar com a porteira da ra Fontaine au
Roi.no da subsecuente ao do incendio, o
mesmo que tinha dado a neta de mil fran-
cos, e ao qual ella havia escripto para a
agencia pwtal da praca da Bolsa.
Alerta com a Revoluto
48Roa Duque de CaxiasM9
Surah de linho fazenda muito larga a 320
rs. o covado.
Etmines de cores a 280 e 300 rs. o co-
vado.
Zephires de cores a 120 e 160 rs. o co-
vado.
Lindas las de cores a2 0, 240, 300 e
320 rs. o covado. l^
Cachemira de quadros com liatras de seda
a 1OO0 o covado.
Merinos lavradoa a 500 rs. o covado.
Voile de algodSo a 240 rs. o covado.
dem de 1S ultima m da a .803 rs. o co
vado.
Cortes de metim par vestidos de duas
cores a 60000 um.
Ditos brancos bordados a 120000, 140000
e 150000 nm.
Ditos de cachemira bordados a 250CO3 um.
Cortes de cambraia branca de quadros a
10800 um.
Cort'nados bordados a 60000 e 70000 o
par.
Ditos de crochet a 80000 e 100000 nm.
Fecs de todas as coz es de retroz
10000 um.
Colchas de cores a 20COO, 30000, 40000 e
50000 urna.
Cobertas forradas para casal a 20500
ama.
Toilettes para baptisados a 60000, 80OO(
e 100000 um.
Camisas finas de meias a 1.5000 um
Toalhas para crianca a 100 e 120rs. ama.
Ceroulas francesas, a 10000 urna.
Pannos de crochet para cadeiras a 50
rs nm.
Atoalhado de linho de 40400 o metro por
20400
Dito de algodSo a 10200.
AlgodSo trancado para toalha a 10000 o
metro.
Bramante de algodSo com 4 larguras, a
800 e 10000.
Lencos de algodSo a 102QO 25000 a
duzia.
Ditos de linho a 30000 a duzia.
Batistas de cores a 120 e 160 o covado.
Cretones escuros e claros a 200 rs. o co-
vado.
MadapolSo americano com 24 lardas a
50000 e 60000 a peca
Cobertores brancos de 1S para aiabar a
20COO um. I
Bramante de linho, fazenda de 3*000, a
20000 o metro
Panno para mesa a 10200, 10400 e 10600
o ce vado.
Brim pardo trancado a 240 rs. o aovado
Vestidos de Gersey para creanca a60000
nm. 1
Camisas de linho para homem a 0000,
30000 e 40000.
Granadinas ultima moda a 360 o ovado.
Costumes de cachemira fina para hoi em de
200000 a 150000.
Cortes de cachemira de cores muito inos a
4j5000 um:--
Cortes de fustSo para collete a 800 nm.
Guardanapos c m franja a 20OGO a duzia.
Espartilhos de todas as qualidadese n-
meros por preco baratesimo.
E ruuitas outras fazendas de lei moda
qen vende por precio sem competencia,
em vista de seu propretario querer acabar
com o estabelecimento.
S na Revolucao,
HENRIQUE DA SILVA MORJSRA
Rojal Blend marca YlffiO
Este excellente Whisky EscocA pre
ferivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corno.
Vende-se a retalho nos melhora arma
zens de molhados.
Pede Roy al Blend marca l lado
cujo nomo e emblema sSo regstralos par*
todo Brazil.
BROWNS & C, agmtes.
Taveroa
Vende-se a taverna sita no pateo doTerco n.
55, bastante afreguezada, livreedesemtaracada ;
a tratar na mesma. O moiiro da venia se dir
ao comprador.
Farello superior
a 2000; bo largo do Mercado n. U.
Vinho d Amarante
Em decimos e quintos, o que ha efe melbor
neste genero.
VENDEM
Guimaraes & Valeate
6-CORPO SANTO ^6
A'b ultimas palavras da maiina dis
siparam se-lhe completamente ouaesquer
du vidas que lhe podessem restar no espi-
rito.
Mas por que razSo leria elle eiperado
sorrateiramente a crianca ?
Por que razSo quizera elle vel-i a sos,
longo dalla?
Laura nSo tardou a ter a explica9So
disso.
MamSi, disse Henriqueta, qaando se
separou de mim, o tal senhor deu-me um
objecto.
Ah! que foi ?
Pendurou me nm cordSo ao pescoco
e disse-me : c Guarde preciosamente isto,
sem nunca mostral-o a ninguem ; perten
ce lhe. t
Pronunciando estas palavras, Henrique-
ta tirou debaixo do corpinho um cor-
dSo preto, que Laura nSo tinha visto an-
da.-
Um largo medalhSo de ouro fosco, quasi
do tamanho dos espelhinhos qie as ele-
gantes dissimulam na algibeira, achava se
preso na extremidede do cordSo.
Que ha dentro disto? perguntou a
Sra. Vallanris,
NSo sei, respondeu a raptriguinha,
nao tive tempo de examinar.
Vamos ver.
Mas o medalhSo pareca nSo deverabrir-
se.
Ou estava soldado, ou era fechado por
alguma mola oceulta, impossivel de abrir-
se.
L&ora empregou todos os meios, apor-
tando o anel como os relogios antigos, mas
foi impossivel destacar-se urna parte da
outra.
Iam renunciar ambas s suas pesquisas,
quando os dedos delicados da crianca poa-
aaram por acaso n'uma pequea flor muito
fina, que se destacava no meio da joia, e
cujos ouros da diversas edres formavam
E* tudo bom, para bem |
de todos
Os abaixo assignados, tendo feito gran-
de reducySo de precos as fazendas
existentes em sen estabelecimento, convi-
dam o respeitavel publico e especialmente
a seds bons freguezes, a certificarem se da
verdade que aqui fica dita e a aproveita-
rem a occasiSo de supprir-se de roopas,
para muito tempo, e por precos insignifi-
cantes.
Como sejam :
Voiles de 13 e algodSo a 240 rs. o co-
vado, cachemiras de quadros, fazenda de
800 rs. por 320 rs. o covado, zephyros de
cores diversas a 320 rs. o covado, baptis-
tas republicanas (inteira novidade) a 200
rs. o covado, ISs de cores a 200 rs. o
covado, setinetas finas a 320 rs. o covado,
meiyns de cores (1S pura) de urna lar-
gura a 280 rs. o covado.
Grande quantidade de chitas finas, com
pequeo toque de mofo, de 200 a 240 rs.
o covado.
Variado sortimento do voiles de 1S,
fazenda muita fina de gostos lindissimos.
Crep da China, dem, dem, cambraias
da China, com palmas sobas, completa
novidade, voiles com salpicos, dem, idem.
Chitas, chamalots, o que ha de mais
exquisito em gosto, etmines lisas e ren-
dadas, cachemiras lavradas, pretas e de
corea, fustera brancos, cretones pretos e
de cores lisos e com flores, baptistas de
cores, gostos delicados.
MadapolSo americano a 50000 a pe;a.
Metins, idem variado sortimento.
Espantoso sortimento de cretones para
cobertas e chambres, esguiSo de puro
linho, costumes de Jersey para meninos,
capas heepanholas, pura seda a 30000
urna, cortes de vestidos de todas as qua
lidades, fichus de IB, linho e prateados,
o que pode haver de mais chic.
Grande sortimento de camisas de linho
e flanella para homem, idem, idem de
punhos, collarinhos e grvalas e murtas
outras fazendas que seria enfadonho men-
cionar e que tudo vendem sem reserva de
precos.
Os barateiros! os barateiros!
A' RA 1. DE MARCO N. 1
Bernardoo Campos i G.
B. DE DRSINA & C.
Roa Mrquez de Ollnda a. 13
Armazem de cerveja, vi-
nhos, champagne, licores,
cognac, agua mineral, con-
servas, etc., etc. nico
depositada afamada, cer-
veja Phcenix de Dortmund
e do chocolate Ph. Su^
chard de Neuchatel pre-
miado com a medalha de
Ouro na Exposi^ag Univer-
sal de Pariz em 1889.
Agencia da grande fa-
brica de charutos Danne-
mann & C, S. Flix (Bahia).
Arados de Cuba
Ns. 1 e 2
Vendem-se
Na Fundicao Geral
Engenho Santa Clara
Vende-se urna parte do engenho Santa Clara,
situado no termo de Ipojuca : quero a quizer
comprar dirjase ao engenho Genipapo. que
achara com quena tratar.
Cera
Vende se na ra do Cahug n. 2, segundo a
qoalidade, de U a i300 a libra, e sendo de
arroba para cima, faz-se na de 2a o descont de
30 0/0, e na de i.' de SO 0/0. No mesmo esta
belecimento tem machinas para costura e mesas
para as mesmas por 10 i cadauma.
Vende-se
ama boa machina de numerar e diverso* cofres,
sendo um muito grande, e que foi da antiga tbe-
souraria das loteras ; a tratar na roa Mrquez
deOlindan, 1, 1 andar.
nos seos meandros caprichosos um ligeira
saliencia.
Mamai, disse a pequea, isto mo-
re se.
Laura tomou-lhe o medalhSo, apertou
mais fortomente a flor, e ao mesmo tempo
o fino corte dos ^bordos alargou-se o er-
gueu-se suavemente.
Sacudido ligeiramente, o medalhSo abri-
se sem esforco desta vez, e a Sra. Vallan-
ris abatou um grito.
De facto, urna cabeca de mulher, muito
joven, loura, bella, de meigos olhos azul-
escuros, de fino perfil, suave e delicado,
appareceurlhe diante dos olhos.
Mas o que lhe havia arrancado o gritos
que aquella mulher tao bella era o re-
trato vivo da sua filha adorada, da sua
Souriquette ; que o affecto maternal que
lhe votava, sentia-se por isso aguilhoado
pelo ciume.
Assim, pois, estas palavras qne ia pro-
nunciar :
Mas tua mSi!... ezpiraram nos
labios de Laura. '
Sua mSi ?... NSo, a querida pequea
s tinha urna mSi agora: ella, Laura Val-
lauris, que a havia adoptado, rccolhido e
salvo... Ella que fugiria entSo para o fim
do mundo para nfto deix.r que Ih'a rou-
bassem I...
Quercs trazer comtigo esta joia, mi-
nha Souriquette ? perguntou ella simples-
mente pequea.
Como quiaeres, mamSi, respondeu a
menina, sem que os seus labios ou os seus
olhos dissessem que ella tivera o mesmo
pensamento que Laura quanto ao retrato.
E' que isto precioso, e tu podes
perdel-o
Com encantadora simplicidade, sem a
sombra de ama resistencia ou de desgoato
apparento, HenriqueU entregou o meda-
lhSo Sra. Vallauris. s
Gruarda-o, mamSi, disselheella. Tu-
Perei a k Magalhies
Rccebedores directos dos mer-
cad s da Europa
Apresentam os seguintes artigos, sendo
alguna ainda do anno passado, razio justa
para serem actualmente baratissimas. *
Brins pardo e de cores a 240 rs. o covado.
dem trancado, superior, a 26 J rs. o dito.
Cortes de fuBtSo para colote a 80 rs.
dem de casen etas a 1)5000 e 1)9200.:
dem de casimira inglesa de cores a 3)5 e
40C0.
AlgodSo cr, marchetado para toalhas, a
440 rs. o metro,
dem nacional, largo para lences, a 4$ e
5)50.0 a peca.
MadapolSo superior, com 24 jardas a 5#
e 6,5010.
dem Boa-Vista, verda'deiro, a 508CO.
Cortinados bordados de crochets a 12)5000.
Colchas dem a 7(5COOe 8(5000.
(rinaldas e veos para noivas a 8(5000.
Espartilhos modernosa 4000,
Percales claras e escuras a 240 o covado.
Merines de cores, urna largura, a 200 rs.
o covado.
Toalhas nacionaes a 2|5500 a duzia.
Lencos em lindas caixinhas a 10803 e
2)5800 a dita.
Meias mglezas e nacionaes a 2(5500 e
3,5000 a dita.
Camisas de meia, idem, superior, a 12)5000.
Corolas bordadas de bramante a 12)5000 e
16)5000 a duzia.
Guardanapos com franjas a 1)5800 a dita.
Pannos de cores lindas para mesa a 1)5600
o covado.
Cobertas de ganga, dous pannos a 2500.
Cretones para as mesmas, a 1|5000 o me-
tro; o melhor.
dem mosaicos, idem, a 440 rs. o covado.
Bramantes francezes a 1)5600 o dito.
Casemiras de cores, duas larguras, a
1)58C0 o dito,
Cheviot azul, cor inalteravel, a 2)5400,
34500 e 40000.
Merines para luto desde 500 rs. a 15800,
v duas larguras.
Sargelins de cores a 200 rs o covado.
Mantilhas e fichus a 15, 3,5000 e 55000.
Toalhas de labyrintho, riquissimas, a 25)5 e
300000.
Vendas em grosso tem o descont de
14 %
59BA DUQUE DE CAXIAS59
Vendem se duas casas
terreas
sitas na estrada do Maturabo. em Beberibe,
ttndo cada urna duas Janellas e urna porta de
frente, 2 salas e 4 qasrtos internos, cosinba e
t quarto fra, muro e porto na frente, tudo em
bom estado, com sitio contendo algamas arvo-
rea fractiferas ; as casas' estao alugadas e ren-
dem 30*000 meosaes ; a tratar na ra do Com-
mercio a. 32. das 10 s 3 horas da tarde.
Patacoes velhos
Compra-se na relojoaria David, ra do.Cabn-
&n 14. ->
AZULEJOS
Para frente de casas, banhaires
corredores, acongaes, sendo de lindas
cosrej vendem-se por 60^000 o milbei-
ro, por er um saldo, a f'raca da In-
dependencia 0^40^^^^^ _____'
Terreno
Vende-se pop barato preco*hm bom terreno
no lugar Ipotinga (estrada nova do Caxang)
confronte a eetacao do mesmo nome da via-Ter-
rea do Caxang, tendo 150 palmos de frente e
800 de Tundo ; a tratar com a sua proprietaria
emuma casa sita no mesmo terreno._______'
Paraengenho
Vende-se urna roda de ferro, systema Lean-
dro, com 15 palmos de dimetro e 7 de largura
(que se pode estreitar) com cubos e forro de
amaiello, em perfeito estado, sanlho de ferro
com 20 palmos de comprimento e mais um
acrescimo de sarilho com 10 palmos e pecas
para ligar, gigante de ferro, quatro rodetes an
guiares, tres de 4 pemos e um de 8, ama moen
da de 6 pollegadas por Si e um rodete perpen
dicular de 8 palmos, tudo em bom es ado, e
vende se barato por se ter botado vapor : quem
pretender dirija se ao escriptorio de Ribeiro de
Carvalbo, ra eslreita do Rosario n 19.
Vinho puro de Santarem
Da quinta do Barral
Os nroprietarios do Armazem Central, ru
do Cahug n. 11, avisara aos seus distinctos fre-
guezes eao respeitavel publico que receberan.
nova remessa oeste especial vinho, o qual se
recommenda por ser puro da uva, e s se reta-
Iha em seu armazem.
Joaquim ChristovSo db C.
Telephone 447
do que me pertence, por fim de contas,
nSo teu tambera ?...
Laura apertou a nos bracos.
O seu ciume, serapre alerta, aquelle ciu
me terrivel que acabava de despertar-lhe
a sua Souriquette mostrando lhe o retrato
da mulher, ca qual ella presenta urna mSi
sbitamente amada, talvez pranteada, esse
ciume acalmava-se e dissipava-se como a
poeira ao vento.
Minha filha !... murmarou ella co-
brindo a de beijos, minha filha que eu ado-
ro !... Ama-me sempre, sim ?...
Muito grave, j seria e refieclida, Hen-
riqueta respondeu :
Sim, sempre, e cima de tudol
Algumas semanas depois, n'um domin-
go, a familia tinha ido passeiar longe, afim
de respirar o ar puro que voltava com a
primavera e a vida dos vegetaes.
Laura, na vespera noite, tinha com-
prado todas as suas modestas provistas,
assara um frango, coser ovos ; de ma-
nh tomaram na padaria um bom pao dou-
rado, muniram-se de um pouco de queijo,
urna boa garrafa de vinho das lacradas, e
partiram pelo primeiro trem, levando a
matalotagem n'uma cesta que Boselin se
incumbir de carregar.
Mauricio tinha ficado muito paludo de-
pois da sua grave molestia, e, comjuanto
h" tivesse voltado o appetite, o Dr. Cbau-
nv aconselhara que o pequeo espirasse o
mais possivel o ar puro dos campos.
O ar puro dos campos ?... elle ?....
quando toda semana Laura e Roselin t-
nham que estar ambos as suas oficinas
a trabalhar sem descanso, nSo era possi-
vel. i
Em compensacSo, porm, podiam aos
domingos sahir desde pela manhS e demo-
rar se at noite, quando fisesse bom tem-
po, as emanacSss sSs das florestas.
NSo faltam bosques nos arredores de
Parte.
Muito barto
NA R DO CRESPO 21
Ka lujo dftCampos
Cintas escuras c6r d| caf, a 2C0 rs.
covado.
Ditas brancas panno de cretone a 250 r.
o dito.
Ditas de cores, finas, de 240, 280. 300
320 rs. o dito. '
Baptistas de cres de 160 rs. o dito.
Ditas idem, finas, a 200 ti, o dito. *
Nazuhus de cores finas, a 240 rs o dito.
Merino de c8r, liso, la pura, urna s lar-
gura, a 280 rs. o dito.
Ditas lavrados duas larguras, bqas cores.
a 500 rs o dito.
Las de cores, lisas, listras e de quadros,
200 rs o dito.
Ditos com quadros de seda, a 400 rs.
dito.
Ditas achamalotodas, 500 rs. o dito.
Cretones lisos, a 200 rs. o dito.
Sargelins franjados, todas as cSres, a
200 rs. o dito.
Etmines de cores, tudo phantasia a 400
res o dito.
Zephiros de quadros, a 160 rs. o dito
Linho pardo para vestido, a 400 rs o dito.
Cambraia Victoria transparente de 30000
a peca.
Atoalhado para mesa, fazenda de gosto, a
15400 rs. o metro.
Fichus de todos os tamanhos, qualidade e
procos.
Toalhos para mesa a 25000, urna.
Colchas brancaB, portuguezas, fazenda de
10^000 a 50000.
Meias, sortimento completo para homem,
senhora e criancas. *
Lencos de algodSo, brancos e de cores,
linho, e grande sortimento em seda.
Cortes de caiga para homem, um corte
10OOO.
Gravatas, fichus, voile e 1S o que ha de
mais em novidade.
Setins, surah, sedas de cores e pretas,
merino preto, lisoo e lavrado, granda
quantidade de artigos que vendemos pee
todo prego.
LOJA DO CAMPOS
CRESPO21
^f* *"JLRY Vend-s era toda a mt
Engenho
Vende se urna parte on a meia accao de nm
engenho moente e torrente a agua, quatro
egoas da estacao de Palmares, com capacidade
para safrejar mais de 2,000 pe, pdenlo o
mesmo comprador arrendal-o ; a tratar na roa
Mrquez do Herval n. 144.________________
Leituras Seiectas
Pelo Dr. Jo&o Barbalbo
Adiase no prelo e brevemente ser expesta a
venda, a 3* edico deste importante li Tro para
leitura e outros exerclcios as escolas.
Superior vinho de 41-
coba O acreditado e antigo armaz d Lira par-
ticipa ao publico e aos seus fre^ut ? i qne acaba
de rece be r urna nova remessa tedte especial
vinho, escolhido propriamente pelo cheTe desta
casa, tornando se recommendado por ser puro e
de boa qualidade.
. Jos Fernandes Lima & C, ra BarSo da Vic-
toria n. 9
____ Telephone 323 _____
"AVISO"
Vende se ou arrenda se um terreno de mil
palmos quadrados, sito n'agua Fra, estrada
das boiadas, terreno desmembrado do sitio do
Coronel Hemeterio Velloso da Silveira, perto da
estacao ; a tratar na ra 15 de Novembro n. 45,
primeiro andar.
Urgente
Vende-se nm sitio arborizado e com boa casa
de morada, na estrada do G qui ; tratase na
ra do Imperador n. 61, i- andar._________
Na ponta!
Milho do UaranhSo.
Arroz de casca.
Farello, saceos de 42 kilos.
Alfafa nova.
Aveia nova.
Vendem a precos sem competencia
Guimaraes & Yalente
6 CORPO SANTO 6
Levando o jantar, a cousa nSo custaria
muito cara, e emquanto as criancas brin-
cassem debaixo das grandes arvores, Ro-
selin dormisse ou repousasse com o ventre
sobre a grama e as costas ao sol, que elle
adorava como todo o bom provencal, Lau-
ra remendara a roupa de casa e os sapa-
tos levados em ontra cesta.
Assim, tudo se poda arranjar, e nada
soffreria com as sabidas domingueiras.
Estava j resolvido e combinado.
Mas at entilo o tempo tinha sido chn-
voso, incerto, hnnido, qaando de sbito,
no meio da semana, o sol comecou a bri-
Ihar mais refulgente e mais calido.
As grande chamins das fabricas visi-
nhas destacavam-se pela manhS n'um ce
mais puro, mais azul, apenas tingido no
horizonte por alguns llocos de brumas li'
geirrs e cinzentas como a aza de um'tou-
tinegra ; as gaiolas pendurads s paredes
das jonellas, de todos os ladea os passari-
nhos-comecavam a can ar como loucos.
Ser para domingo levaram a dizer
toda a semana.
E no domingo de manhS, efectivamente*
toda a familia encaminhou-se para a esta-
9&o de Leste, tomando bilhete de ida e '
volta para Bondy.
Bondy, isto a sua afamada floresta...
isto o ar livre, os regatos, a herva...
os bosques I
Os bosques 1... que longinquas sauda-
des nessas duas palavras, para Laura, acor-
rentada pelo dever do principio ao fim de
aruo, s suas officinas acanhadas, sem lu
e sobretodo sem ar 1
Nao era acaso a torra natal qne voltav
toda inteira, com o seu suave aroma de
violetas, as suas grandes arvores, a sua
relva verde, os seus regatos ahitando co-
mo loucos sobre os seizos brancos?
I (Contmuar-as-Aa.)
Typ do Dwno, Rus Duque de Caxias n. U

Ik



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