Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16968


This item is only available as the following downloads:


Full Text


ANNO L NliffiRO 73
\

V .
V
PAR! A CAPITAL E LUGARES 0\DK X&Q SE PACtA PORTE.
Por tres mezes ediauUdoe................'
Por seis ditos idem........'..........1S*>00
for um anno idem. '...............S4&00Q
Cada numero ayulso.............i 9330
TERCA FEIRA 31 DE MARCO DE 1874
PARA I>E.\TRO E lOUA DA PROVLUCIA.
Por tres meies adiantados............ *
Por seis ditos idem................
Por nove dilos idem.....,.......
Por um auiio idem STjwOO
10 DE PERNAH
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA A FILHOS.

ft Sn.fterardo Antonio Aites 4 Filhos, no Para; GonjaiTea d Pinto, no Marauhao; Joaquim Jose de OliTeira 4 Filho, no Ceari; Antonio de Laum Braga, no Aracatj Joao M*ria Julio Chayes.no Assd; Antonio Marques da Silta, no Saul; Jose Justine
Pereira d'Almeida, em Mamauguape ; Carlos Auxoucio Monteiro da Franca, aa Parahyba ; Ajatonio Jose Gomes, aa Villa da Penha; Be'araino dos Santos Bulcio, em Santo Antao ; Domingos Jose da Costa Braga, em Haxtreth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Gojanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar d* Alagdas} Alves _
PARTE OFFICIAL
Coveruo ila provineia.
BSiCACHOS DA PRES1DENCIA, DO DIA 28 DE MARCO
DE 1871.
Agra & C. Ioforrae o Sr. provedor da Santa
Casa de Misericordia.
Andre de Abreu Porlo.Inforrae o sr. inspec-
tor da thejouraria provincial.
Bernardo Francisco Santiago.Sim, nao haven-
do inconveuiente.
Gaetano Gaspar Lopes Villas-Boas. Informe o
jr. comraandante da estagao naval.
Francisco da Silva Miranda. Indeferido.
Gongalo Pinto da Silva.-Informe o Sr. director
das obras publicas.
Honorato Jose' Soares Liberal. Defendo com o
oflicio desta data, a thesouraria de fazeuda.
Jose Elisiario dos Santos. C oncerte-se.
Gapitao Jose Matheus de Oliveira Guimaraes. -
Defendo com o oiBcio desta data, a thesouraria
de fazenda.
Jo3e Mathias da Fon desta data, a thesouraria provincial.
Joaquim Pereira da Gunha.-Deferido com o of-
fioio desta data, a thesouraria de fazenda.
Joao Baptista de Moraes.Seja relevado.
Luiz Frederico Codeooira. Gimo requer, na
forma da lei. '-
Manoel Florencio de Moraes Peres. Informe o
Sr. Dr. director geral interino da tBstrnecao pu-
blica.
Manoel da Costa Moreira.Sim.
Maria Bernarda de Jesu-.Indeferido, a vista
da informacao da Santa. Casa.
Alferes Peregrino de Souza Magalhaes.-Defen-
do com o'ofHcio desta data, a thesouraria de fa-
zenda.
S<>bastiao Antonio do Rego Barros. Fornega-se.
0 mesmo.Forneca se.
Vicente Licinio da Costa Campello.-Informe o
Sr. juiz provedor de capellas, informando quantos
pretendentes existem alem deste, cuja peticao de
velva-me com as demais, e com a copia do edital.
Commando das armas.
QUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERKAMBUCO, EM 30 DE MARCO DE
1874.
Ordem do dia n. 808.
0 brigadeiro commandante das armas faz pu-
biCO, para os Qns convenienles, em primeiro lu -
gar que a presiden :ia da provineia, por acto de
2" do corrente exonerou o ^r. tenente honorario
do exercito Christovao Francisco de Paula Caval-
cante, e nomeou para subsiitui-lo d Sr. Francisco
Xavier dos Santos ; em segundo lugar que appro
vou o engajamento que contrahio a 21 do cor-
rente, percebendo por sobre os vencimentos que por
lei Ihe compelirem, o preraio de 200,_o soldado
Kelippe da Araujo Frazao, do 9* batalhao de in-
aateria.
(A3signado.) Manoel da Cunha Wanderley
Lint.
Gonforme.0 alferes Jose Eliziarto dos Santos,
ajudante de ordens interino, encarregado do de-
laine.
MARIODEFERS IMBUOO
RECIFE, 31 DE MARCO DE 187%
loticias do sul do Iiupcrio.
Oamos em seguida o resultado da segunda re-
vista que passanios nos jornaes rerebidos no do-
mingo :
RIO GBA.VDK DO SUL.
No dia 7 fora solemnemente aberta a assemblea
provincial, ficando assim consiituida a mesa : pre-
sidents Pereira da Silva, vice presidente Themo-
theo, 1 secretario J. Ignacio, e 2 dito Menandro
Ponies.
Dizia-se que ja estava lavrado o contrato para
eanalisagao dos esgotos nas cidades de Porto-Ale-
gro. Pelotas e Rio Grande, sendo concessionario
Jose Manoel Felizardo. la ser submettido a ap-
provacao da assemblea.
Dizia se tambem que a 25 do corrente seria
maugurada a llydraulica em Pelotas.
No dia 19 do passado naufragara na costa de
Castillos a barca franceza Courrier des Mers, pro-
cedente de Bordeos e .com destioo a Buenos-Ay-
res. 0 seu importanle carregamento corapunha-
*e de 1,712 qnartolas de vinho Bordeaux, 2,208
caixas e 3 barris de cognac, 100 eaixas de bitter,
100 ditas de absimho, 100 barricas de assacar e
muitas ootras mercadoriat. Sal vou-so apenas a
tripolacao.
Em Pelotas, na tarde de 7, o fogo reduzira a cin-
/a* o palacete do tenente-coronel Joaquim Rasga-
de, sito na praca Pedro II e que era um dos me-
Ihores predios daquella cidade. Calcula-se o pre-
iuizo em mais de 150:000^000.
Sobre este facto publicam as folhas os seguintes
pormenores :
que se achavam de passeio no Pavao ; a_ casa es-
iava completamente deserta, nem uma so*alma alii
rta para gaaida-la ; no entanto ella foi victima
Vamos narra-lo :
As circumstancias anoraalas do facto^ fazem
conjecturar as seguinte3 supposi^oes que sao qua-
si geraes. Esses entes que so encofertos pelas
irevas rastejam e caminham os gaiunos, sabendo
da ausencia da familia, conceberam este sinistro
pianopenetraralta noite na casa, rouoar tudo
quanto pude^sem levar, e depots, para afastar sus-
peitas consammar suas nefandas ideas com mais
am inaudito crime, entrega-la as chammas. Foi
que fizeram.
C Preva Isso o dcsapparecimento de qnatorze
oncys de onro, de 8005000 mais on menos, em
moeda* diversas e de li 000*000 em joias com
brilhantes, objectos estes que se achavam dentro
de um cofre. 0 fogo foi, pois, posto de proposito e
- i Em poucos momentos a elegante propriedade
iwi victima das chammas.
c Not seus tres angulos foi lancado o fogo, de-
Mis de ter sido espalaada algnma materia inflam-
mante, no seotido de abreviar a total destruiQao.
TJo rapido foi o incendio que, comecando as & 1(2,
as 6 boras ja o predio era quasi um montao de
ruinas, existindo apenas delle as quatro paredes
principaes.
a Esta ftnalmente descoberto que nao fdra ca-
sual o incendio do elegante predio do Sr. tenentc
coronet loa.mim Rasgado.
\ Ante-hontem () t~A pntrpgne a prisao ptlo
St. major Thomai Jose de Campos, um sen escra
?0, pardo, por nome Jacintho, em poder de quern
eucontrara algons objectos, que presumira serera
roubados. Interrogado pelo subdelegado capitao
Manoel Luiz da Cunha, disse Jacintho que era rer-
dade ter tornado pane no ronbo como cumplice, a
convite do Sr. Manoel Estev Gon^alves, esUbe-
lecido com armazem de molhados na mesma qua-
Ira da casa do Sr. Itligido, e que fora o Sr. Gon-
^alven qne arrombartV cofre e ficara com as joias
e mais objectos de valor, qoe nelle existia.
Em seguida ton o Sr Manoel Esteves Gon-
ealTes interrogado em n propria casa, em pre-
senca de Jacintho, e se bem qne protestasse ser
i'M nma calamnia irifamante que se Ihe irrogava.
I Jacintho sustentou que tin'na sido elle o autor do
'routine do inceadio. A' vista desta afflrmativa,
|e ainda que o Sr. Goncalves se prestasse, apezar
da nuite, a que se procedesse nma vigorosa busca
em sua casa, a auturidade ntendeu_ nio o dever
fazer, cercaniio a cas i para do inanha proceder a
essa diligencia policiai. Cercada, pois, ella, fican.
do dentro. a convite do proprietario, muitos dos
interessados na desco'ierta dos criminosos, proce-
deu se d>; inanha a busca, nao se encontrando o
menor iudicio que criminate o Sr. Goncalves. Ja-
cintho alinal resolveu-se a confessar que o Sr.
Goncalves nao tinha lido a menor parle no crime,
e que se o linha denunciado, fora porque eaten-
dia poJer assim innocentar-se !
0 Sr. major Thoraaz Jose de Campos, passan-
do hontem de manna uma minuciosa busca no
quarto de seu escravo deparou atraz da porta, com
um tijolodeladrilho.com signaes de ter silo ar-
rancado, e lt-vantando-o encontrou debaixo delle
os brilhantes e lodos os mais objectos roubados, a
excepi.ao de uma ou outra joia de menor impor-
tancia e de quatorze oncas de oaro qae estavam
no cofre.
c Jacintho confessou ainda que, depois de es-
palhar a roupa de uso que encontrou, prendera-
Ihe fogo, e se retirara para casa de seu seohor
com aim trouxa da que escolhera para si. So
principio do inlerrogaiorio disse que fora seu
cumplice um pardo por nome Vicente, es:rav.i do
Sr. Eufrazio L ipes de Araujo, e na conlinuacao
disse que era falsa a impntacao que fazia a Vicen-
te, pois qne nao tivera cu-nplices, e que fora elle
so o auior do roubo e do incendio
0 cofre nao foi arrombado ; o Sr. Rasgado ti-
nha delle duas chaves, uma que se achava ein seu
poder, e oatra que eatava fechada na escrevani-
nha ; foi com esta que o ladra) abrio o cofre, e
isto com toda a facilidade poreslar elle apenas fe-
chado com o trinco.
o Ao major Thomaz Jose de Campos deve-se a
descoberta do criminoso, e ao capiiao Manoel Luiz
da Cunha, o conhecimento da verdade pelas promp-
tas providencias tomadas.
Venfica-se que nao tinha o menor fundamento
o boato dn apparecimento do cholera em Sanl'An-
na do Livramento.
Segundo refere o Bole, de S. Leopoldo, fora inau-
gurada ultimamente no Mundo Novo um templo
protestante, com o titulo Igreja da Paz.
Tinha descido e Cahy a primeira jangada de
taboas da serraria hydraulica de Nova Petropolis,
propriedade de Joao Haag & C.
Uma carta vinda de Itaqai, relatara um iriste
successo que alii se dera a bordo do navio Lame-
go por occasiao deste navio de guerra saudar a
chegada do Sr barao da Passagem. Um dos tiros
de artilheria flzeiavuar sem vida um imperial ma-
rinheiro e fracturara o braco de outro. 0 corpo
da victima apparecera junto do mesmo navio qua-
renta e oito horas depois de tao iriste aconteci-
mento.
Regressara do Itaqui a canhone'ra Vidal de He-
greiros, deixando ainda la em cima o Sr. barao da
Passagem.
Tres salteadores audavam pondo em alarma to-
dos os moradores do 2 districto de Bage, por cau>
>a das violencias que praticavam.
Referindo-se a ellas, diz o Diario de Pelotas :
t Pelo qae nos dizem, ura desses tres indivi-
duos e um pardo que pertenceu ao coronel Ca-
millo Mercio Pereira, conhecido por Manoel Cego,
e que ja foi a casa de seu ex senhor a que tern di-
rigido diversas amea^as, dizendo que e ha de ma-
lar qualquer dia Entre as muitas facanhas que
tern feito ja e3tes tres criminosos, conlaram-uos as
seguintes :
Em meiados do mez passado appareceu um
delles na estancia do Sr. Joao Vicente que, feliz-
mente, tinha sahido com sua familia. 0 malfeitor
apenas deparou com uma escrava a quern orde-
nou que Ihe lizesse um matte. Intimidadaa pre*
la pela presenca do htipede, sahio fingindo obede -
cerao mandado, e occultou-se.
a D'ahi a pouco chegaram os outros dous la-
drSes, arrombaram todas as portas, gavelas e ba-
lm, tiraram o que eneontraram de mais valor e
depois de estragarem tudo que nao puderam cou-
duzir, ausentaram-se.
Nesse mesmo d'a eneontraram se os dous la-
dr5es com uma senhora idosa, uma moca e am
menino que as acompanhava. Correram este.
apossaram se da velha, quelargaram logo sdiante,
e conduziram a moca para o matto. La esteve ella
tres dias, depois dos quaes consegmo por meio da
fuga, libertar-se de seus malvados raptores.
A estes facto3 juntam-se a desconfianca do
assassinates de dous individuos, que desapparece-
ram do lugar, e ultimamente o saque que fizerain
em uma casa de commcrcio daquelles lugares. >
Apparecera em Porto Alegre um novo Maurer,
que fora obrigado a as-ignar termo de bem viver.
E' um indio velho de nome Manoel Antonio Coe-
Iho, que exercia naquella cidade a industria de
feiticeiro e eurandeiro por meio do magnetismo.
0 astuto indio ja tinha am regular numero de
adepios de ambos os sexos que reuniam-se em sua
resideacia depois de 1 hora da madrogada.
Ha pouco curara elle com suas applicaQoes
mysteriosas, um habitante de S. Jeronymo, que
sarando da molestia, fallecea oito dias depois da
cura.
Referindo-se ao a?sassinato do D. Manoela Pe-
droso e de saa filha de nove annos de idade, cha-
mada Perpetua (de que ja demos noticia) diz o
Diario do Rio Grande :
Os cobardes assassinos de Manoella Pedrosae
de Mia innocente filha ja se acham presos. Sao
elles o preto liberto Caspar, Antonio, escravo
de Venerando Bueno, e Gregoria, escra>ajdas vic-
timas.
a Como noticiamos, estas dormiam tranquilla-
mente em sua alcova, quando os facinoras alii
penetrando a uma bora da madrugada de 22 do
mez preterito, commetteram vil e traicoeiramente
o atroz attentado. Hoje confessam elles a autoria
do crime, e a negra, com o maior cynismo, de-
clare que abrio a porta aos sicarios, am dos quaes
e o sta amante, e com o qual ja estava de ante-
inio combinada. Dizendo-se mandatarios, apre-
sentam eomo mandante uma vizinha das victima?,
rnulher de Tbomaz Leite de Farias, de nome Maria
Jose.
i Esta, igualmente presa, nega a impntacao que
ihe fazem.
Mais um negro e uma negra, ambos escravos,
acham se rerolhidos a prisao, em consequencia de
serem tidos como complices. Aquelle por decla
rar um dos assassinos, que na noite do crime,
mandou por elle chamar o seu consocio, e esta,
pcrqae tendo sido convidada por sua parceira para
matarem saa senhora, deixou de dar aviso, nio a
tendo prevenido. Procnra just''near o sea silen-
cio declarani^. qne tendo-se negado ao eonvite e
nao ruais ouviado fallar ein seiuelhanio kmcura,
cuppaoha a outra dosvanecida em vista de sua
negatlva e admoestacSes qae Ihe fez.
t 0 preto Camillo, qae dissemos constava ser
indigitado e que por isw achava-se na prisao,
veriflcou-se mais tarde nio ter culpabilidade al-
gama, e foi posto em liberdade conjaoctamente
com ontros.
Km S. Gabriel o capitio reformado Joao Lopes
dos Santos, regressando para casa a noite, ca-
hira em um poco qae ha na raa da Caridade, e
fallecdra.
Falleeeram tambem : uo Rio Grande o commer-
ciante Francisco Jose da Cunha, que fallira ulti-
mamente ; o septuageaario Jose Dias de Oliveira
Cavilhas; e o antigo capitao de pavios Manoel
Antonio de f>||vira; tambem mai r
annos ; no segundo districto do Jaguarao o abasta-
do fazendeiro Jotquim Francisco das Chagas.
Sob a epigraphe Pungente desgrtqa, refere
uma folha de Porlo-Alegre :
t Em S. Joao do Monte-Negro existia am oleiro
allemao de nome Felippe Ketterman, qae teve a
desgraca de ver saa mulher ficar paralytica em
coosequencia de um insulto apopletiee
Pobre como Job, com a mulher paralytica
e carregadode filhos, vivia esse desgra^ido lutan-
do com heroico esforco contra a crueldade da sor-
te qae o perseguia. Elle mesmo lavava, vestia e
accommodava mulher e filhos, coziahava e traba-
Ibava ainda para ganhar o pao diario. E assim
lutou duraote lonsos annos. Aflnal. porem, can-
cou, levando-o nma raomeatanea eontrariedale a
um acto de desespero.
a No domingo, 8 do corrente, tendo Ketterman
de ir a villa de S. Joao do Monte-Negro para com-
prar o pao, pelo qual chora_vam os filhos, levou
toda a manna a correr atraz de sua besta, alim de
enlai;a-Ia para fazer a sua pequana viagem Pour
adestrado no maaejo do laco. nao o wnsegnio,
e canfou de horas de iofructiferos esforgos. Esta
ultima contrariedade fez exlravasar o vaso do
desespero.
i Em presenca de saa desgracada mulher, qae
nao podia fazer nenhum msvimento, e de seus fi-
lhos todos pequenos e incapazes de impedi-lo, en-
forcou-se o desgragado com um laco que linha na
man, em uma arvore no pate) do seu pobre ran-
chinho !l
t Elle commetteu essa accao d3 desesporo pro
ferindo as palavras : < Nao posso mais I Nao
tenho ninguem neste mundo que me ajade, por
isso quero morrer I a
c E realisoa-se o seu fuaesto intento em pre-
senga da mulher (alias gravida) e dos filhos 1
Qae horrivel e paagente scena.... Malher e fi-
lhos presenciando o saicidio do esposo e p.ii, sem
poderem impedi lo___
< Quando acudiram os vizinhos horas depois,
estava morto o infeliz ; a mulher c mtemplava se-
mi louca em mulo desespero o cadaver do ma-
rido, e uma filhiaba mais velha adorraecera, fati-
gada de thorar com as faces ainda humidas de la-
grimas I
MI.VAS GERAES.
Le-se no Diario de Minos :
a Na fazenda denominada-Corrego Negro,
districto do Espirito Santo, termo do Pomba, Lu-
cas, escravo de Antonio Vieira de Sonza, assassi-
nou na madrugada do dia 6 do. passade a Fran
cisco Romualdo, feitor da mesma fazenda, fazea
do-lhe tres ferimentos na cabega com uma enxa
da. Evadindo-se o dclinquente, foi preso em uma
fazenda no Calambao e remettido para a cadeia
daquella cidade. >
MATTOGROSSO,
Regressara do Baixo Paraguay o presidente da
provineia, tendo visitado Coramba, Ladario, Albu-
querque e Coimbra.
Em Corumba, diz a Situagao, no dia 13 S. Exc,
com assistencia de toda corporacao militar e das
pessoas mais gradas do lugar, depois de proferir
uma allocugao analoga ao baptisamento do Forte
Junqueira, levantou vivas a nossa santa religiao, a
nag.io brasileira, a S. M. o Imperador e saa au-
gusta familia
i Na escolha do nome dado aqaella fortaleza
para perpetuar a memoria do Sr. coaselheiro Jun-
queira, nao podia S. Exc. traduzir melbor os sen-
timentos dos mottogrossenses. o
Evadiram-se da cadeia da capital, na madruga-
da de 30 de Janeiro, oito presos que alii se acha
vam detidos, dosquae3 sete por crimes de roubo e
nomicidlo, e um indiciado em crime tambem do
homicidio, sendo logo capturados tres daquelles
pelos empregados paisanos do arsenal ie guerra,
Antonio Carlos Pereira e Joao Rodrigues da Silva
e os operarios militares do mesmo arsenal Maaoel
Joao da Silva e Valentim Pereira da Guia
Noticiando o facto, diz a Situaciio de 8 :
A evasao teve lugar por meio do arromba-
memo, que fizeram nos portoes de grades de pao
das respectivas prisoes, sendo o da prisao dos in
diciados feito no acto da evasao e o outro com
muita antecedencia, mas levada a effeito a fuga ao
mesmo tempo, na occasiao em que haviam sahido
alguns presos em servifo da limpeza do estabeleci-
mento, e em que, portanto, mui desfalcada se acha-
va a guards.
t Os presos accomraelterain subitamente a sen-
tinella das prisoes de inodo tal, que ella apenas
pode gritar as armas, atacando elles logo_em se-
guida a guarda, alim de sanirem pelo portao prin-
cipal da Irente ; mas, como a mesma guarda re-
sistisse, deram volta pelo pateo do fuodo e sahi-
ram pelo outro portao da frente, que Pica a direita
daquelle.
o 0 commandante da guarda da cadeia e carce
reiro bem se portaram, nao so providenciando
aquelle quanto Ihe era possivel a captura dos pre-
sos evadidos, como impedindo com o limitado nu-
mero de pragas que Ihe restavam, qae sahissem
todos os mais presos das prisSes dos sentenciados
e indiciados, cujas portas se achavam arrom-
badas.
a 0 director interino do arsenal de guerra logo
comparece j, dando todas as providencias necessa-
rias. Compareceram tambem, assim qae tiveram
conhecimento, os Srs. cbefe de policia, .-ubdelega-
do do 2.* districto, ajudantes de ordens do Exm.
Sr. general presidente da provineia, superior do
dia e official rondaote.
c Este deploravel acontecimento foi anicamente
devido a ".ompleta ruina em que se acha a cadeia,
pois ao contrario nao podenam os presos, a des-
peito das revistas que duas vezes por dia pelo me-
nos. se passam uas prices, guardar facas e outras
armas, em raeio e por baixo das taboas podres do
assoalho e nos innumeros buracos que teem a3
mesmas prisoes, nem ta> pouce sahirem, como sa-
hiram, pelo portao, que se acha de todo arrui-
nado.
Foram logo capturado3 03 sentenciados por
em Indaiatuba, e matira dous escravos, ttcando um
gravemente ferido.
Fallecera em Campinas, no dia 9, o fazendeiro
Antonio Leite de Camargo Barros; em Paranapa-
nem. o cidadao Joao Baptista de Castro Vas-
coneellos, e em Barreiros, o Dr. Cypriauo Jose
Soares.
Em Tabaate, D. Maria Leopoldina Marcondes
Varella mandou dar 100< para tratamento dos '-e-
xiguentos exislentes no hospital. Igual quantia
offertou o Dr. Joau Beraarles da Silva. Os cida-
daos major Augusto Marcondes Varella, capitao
Joaquim KernarJes de G-mvoa. Francisco Augusto
de Andrade Rosa e Simao Levy, offereceiam cada
um 50i para o mesmo fim.
Nessa localidade morreram de variola, durante
o mez de fevereira, 59 pessoas.
Em Pindamonbangaba dimiuira consideravel*
mente esa epidemia.
Ld-se na Estrella d'Ueste do Rio Claro :
c 0 Sr. Jose Gordeiro da Silva Guerra mandou
dar i0| a uma ramilia pobre ; e o Sr. Manoel Mar-
tins Rodrigues recebeu deste senhor 1001 e de
um anonnymo 204 para distribute- aos indigentes.
0 Sr. Candido Valle recebeu para o mesmo fim 6
alqueires de feijao, de am fazendeiro; 1 boi que
deu o Sr. Uiaidino Leite Penteado, 4 alqueires de
feijao qae Ihe foram remettidos pelo Sr. Manoel
Alves de Oliveira Daria ; e o Sr. Vicente Ferreira
da Silva Cabral recebeu 1004 de am fazendeiro
para o mesmo fim. Tambem o Sr. Candido Valle
recebeu mais, para distribuir aos indigentes, 4904
qne Ihe foram remeuidos por diversos fazendeiros,
1004 remettidos pelo Sr. Francisco de Paula Sal-
les, 204 pelo Sr. Diogo de Salles, 104 por um ma-
con, 204 pelo Sr. Jose Fernandes de Araujo, 304
pelo Sr. Jose Cordeiro da Silva Guerra e 304 pelo
Sr. Joao Cordeiroda Silva Guena Sobrinho. Fi-
quern registradas mais e.-tas acgoes, que provam
sentimentos elevados.
t Estes donativos sSo a favor dos indigentes, em
cousequencia da variola e carestia de generos .
Diz o Lorenense de 8 :
Da Villa-Bella da Princeza oscrevem nos com-
municandu a existencia da febre araarella naquelle
lugar.
c No mez passado (fevereiro) morreram algumas
pessoas victims daquelle flagello, e achavam-se
mais de 50 atacadas do mal.
a Pedimos ao Exm. governo provincial para que
se comp.iJe.ea dos habitantef daquella villa, os
quaes, infelizmente, lutam com uma epidemia tao
terrivel sem recurso algum.
No dia 1, fundou-se no Gabinete de Leitura da
cidade de Sorocaba, uma sociedade cism o titulo
Uoiao Sorocabana, para a fundacao de um colle-
gio de meninos e outro de raeninas. A idea en^
controu tanto acolhiraento, que em 24 horas foi
sabscripto o capital necessario.
0 Municipio de Itapetiniuga refere o seguinte :
Luciano Roli.n de Moura trocou con Ignacio
Soares, sea sogro, 2 vaccas, por um pedago de
terra, e veriiicando ser nullo o negocio, desfez an-
tes que entregasse as vaccas e recenesse o terre-
no. Isto ha mais de 6 mezes.
No dia 5 do corrente mez, appareceu em casa
de Luciano o inspector de quarteirao, acompanha-
do de forca publica, e disse-1 he : ou entregue as
vaccas ou esta preso. Luciaoo foi preso e amar
rado, e no dia 6 oh-jgou a cidade e foi enlregue ao
delegado.
Da o Correio Paulistam estas noticias :
a Scenas bem de3agradaveis tern ultimamente
se dado no Espirito Santo do Pinhal, a proposito
do modo porque esta procedendo para com a po
pulacao o vigario daquella localidade.
< Grande numero de pessoas, cansadas de pro-
testarem contra o procedimento irregular daquelle
sacerdote, e depois de muita paciencia e reclama-
goes, resolveram ir em grupo, em uma das ulti-
mas noites, a casa do dito vigario intimar-Ihe para
que sahisso qaanto antes da povoagao.
t 0 subdelegado, pcrera, compareceu no lugar
do turaulto, conseguiado com boas maneiras a dis-
persaodo povo.
< No dia seguinte o vigario desapparccera da
fregaezia, constando que se refogiara em uma
fazenda.
v Pessoa lidedigna que presenciou a desagrada-
vel occurrencia, diz-nos que nao houve distinccao
de parlidos ne3sa resolucao que o povo tomara de
expellir de junto a si o sacerdote que tao mal cora-
preheudia os seus deveres.
<( Por ordens expedidas pelo Dr. chefe de policia,
a requisicao da autoridade judiciaria, foi preso em
Taubate, no lugar Una, o reo Francisco ie Siqueira
Queiroz, pronunciado como incorso no artigo 264
g 2* do codigo criminal.
A receita e despeza da estrada de ferro de Jun-
diahy a Campinas no mez de Janeiro proximo fin-
do, confurme as contas da linha, deu os seguintes
resultados : recoita, 69:6974270; despeza.....
24-5914680 ; saldo liqnido, 47:1054590.
A secretaria da policia decUrara ao Correio
Paulistuno que era completamente inexacta a no-
ticia que tr>nscrevera do Lorenense, dizendo que
reinava febre amarella era Villa-Bella da Prin-
a Em am dos dias da semana transacta o Revd.
Sr. vigario Silva Barros, sendo chama-Jo para
angir uma mulher que achava-se atacada de va-
riola no hospital, apezar de nao ter tido ainda, acu-
dio pressuroso ao chamado, e depois de ter cum-
prido esse dever que Ihe irapoe o seu sagrado mi
nisterio, fez mais; percorreu em companhia do
digno medico do hospital as enfermarias, animan-
do e dirigindo palavras de consolagao a cada um
dos enfermos.
< Folgamos bastante em dar esta noticia, nao so
porque assim fazem w p .lenti- mais um acto men
torio do nosso paroch), como tambem porque e
uma lestemunha ocular e digna de fe da maneira
caridosa porque os enfermos sao alii tratados e da
ordem e regularidade que reinam naquelle estabe-
lecimento, eujo director e o muito distincto medi-
co o Illm. Sr.Dr. Souza Alves, que, na quadra tris-
te que atravessamos, tem sido am dos anjos bons
dos taubateanos.
Le-se na Tribuna do Araparo :
i Segundo nos communicam, as copiosas chu-
vas que cahiram na semana finda produziram bas-
tantes estragos, tant > nas estradas do Amparo e
Campinas, como de Mogymirira, assim como ar-
rombaram tanques de algumas fazendas do muni-
cipio
Nesta cidade cahio uma faisca elcctrica sobre
o predio do nosso distincto amigo o Sr. Antonio
Piulo de Araujo Cintra, a rua do Rosario, sendo
porem de pouca monta os estragos. e nao havendo
desgraga algama a lamentar, por se acbar ausente
toda a familia.
Coatinuava essa cidade sob a pressao de gran-
de falta ou carestia de generos alimenticios d i pri-
meira nece.-sidadc, os quaes tioham chegado a
pregos fabulosos. A came verde era insuffi iente
para o consumo da cidade.
Com o titulo Prolongamento da estrada de ferro
de S. Paulo, traz a Estrella de Oeste, do Rio-Cla-
ro a seguinte noticia :
t C'>nsta-nos que os trabalhos das tres seceoes
dessa exploragao ja eslao ligados entre si, com a
extensao de 82 kilometros, e qne na terceira sec-
gao, que la se acha alem de S. Carlos, onde a linha
offerece dous traoados, vai-se proceder agora ao
estudo do seguodo, que d^ve passar dentro da vil-
"a, como ja tinha sido indicado quando ahi se fa-
zia os reconheciraentos parciaes, no caso do pri-
meiro naj ser tao favoravel quanto se esperava.
Estava quasi extincta a variola em Pindamo
nhangaba.
Transcrevemos do Ituano esta accao louvavel :
Em seu testamento legou o fallecido Sr.
Francisco Jose Pinto oj juros de duas apolices, pa-
ra serem empregados pelo vigario desta parochia
naquillo que elle julgasse mais conveniente. 0
Sr. padre Miguel, segundo semos informado, deter-
minou repartir os mesmos juros entre os diversos
professores das escolas desta cidade, para serem
empregados em roupas para os aluraoos, que por
seu estado de pobreza nao po Jem ser frequentes
Nao era de esperar-se outro procedimento de
digno Sr. vigario, cujo zelo pela instrucjao e por
demais conhecido.
Oxala que ao menos neste ponto tivesse elle
imitadores.
RIO DE JANEIRO.
Na faculdade de medicina fizeram exames os se-
guintes alumnos:
4 anno.Francisco Carneiro de Campos, appro-
vado plenamente.
2* anno. -Jose Baptista da Costa Azevedo, ap-
provado plenamente ; Joaquim Lobo Leiie Pereira
e Luiz Bernardes de Moura, approvados simples-
mente.
1" anno medico.Joaquim Alves Pinto Guedes
Junior, Marcolino Jose do Souza Junior, Rodolpho
Benevenuto Gamier, approvados simplesmente.
5* anno.Marcos Manso Monteiro da Costa Reis,
approvado plenamente ; Ainaro Ferreira da3 Ne-
ves Armonde, approvado simplesmente.
No dia 23 do corrente, as 10 horas e 30 mi-
nutes da manna, a pedido do Sr. bario de Ivinhai-
ma commandante do primeiro districto naval, hou-
ve a bordo da correta americana Monongahela a
experiencia do um torpedo carregado com 130 li-
bra? de polvora.
A Monongahela tem no seu costado, dispostos
symetricamente a vante e a re 4 paos de 40 a 45
pes de comprimento collocalo3 pouco aciraa da li
nha de lluctuagao, apparelhados semelhantemente
aos paos de serriola, e que sao destinados a rece-
berem na extremidade a terrivel arma de destrui*
gao
Apezar, pcrem, de ter conseguido esse resnltadu,
officiou o mesmo magistrado ao presidente da pro-
vineia, qne, de combinacao com o Dr. chefe dw
policia, fez marehar para o lugar nma forga A*
iinba, commandada por am official, afim de man
ter a ordem, no caso de ser pertarbada.
No dia 8, tivera lagar a ses*o solemie de
posse da directona da AssociafSo Emancipator"
Prmuira de Janeiro, assistindo a essa fesU.
presidente da provineia, e mais pessoas gradas da
capital. >
Le se no EspiritoSantense :
< Antes de hontem, 12 do corrente, as it hora-
da noite, rorapeu se o canal do Pinto, qua da
villa de Ilapemirim, vai ter a Imperial Col >ni
do Rio Novo, obra essa feita sobre estnlos e exe
cn-;ao do habil e distincto engenheiro, Joaquim
Adolpho Pinto Pacca, e para o qual moito con
correu o Exm. Sr. ministro da agricnltnra.
t A necessidade deste canal, era de ha muit
reconhecida, e muitos o jolgavam impraticav-
utopia, cahindo finalmeote com sua abertura ta-
ideas, devido aos esforgos dos Drs. Pacca e Cuib-
nho; achando-se, portanto. ligada por boa e ra
pida navegagao a villa de Ilapemirim ao Rio Novo.
que trara a lavoura e commercio dessas localida
des, um rapido desenvoivimento.
0 enthasiasmo nesses dous lugares com tal
abertura foi immenso nessa noite, segnndo no-
commanicam.
BAHIA
A assemblea provincial continuava a fane
cionar.
Alguns dos colonos que abaudonaram a-
colonias de Commandatuba, ja qaeriam volta
para alii.
Na Serra Preta, do termo do Camislo, gra-
sava a febre amarella, tendo ja fallecido 6 pessoas
e na Cachoeira continuava a grassar a variola
Foi eleito deputado a assemblea provincial
o Dr. Jose Pacheco Pereira, por 315 votos.
Lemos no Jornal da Bnkia :
t Etfectuou-se no sabbado 21 do corrente, m
Hotet Suisso, ao Campo Grande, o copo dagui.
offerecido pelos estulantes do 1* anno, aos seu-
collegas dos annos superiores, afim de abolirem-s-
as velhas praticas, seiraidas at* aqni.
a Partindo as 5 horas da tarde, da praca d^
palacio, em numero aproximado de duzentos. e
precedidos da banda de musica do corpo de poll
cia, dirigirara se em bonds especiaes aquelle hotel
onde foi servida uma profusa mesa.
Alb, na effusao do geral contentamento, alem
das felicitacoes dos diversos annos escoUres, er-
gueram-se os seguintes brindes:
c Do Sr. Ascendino Reis, a fraternisacio a demica.
a Dos Srs. Costa Lima e Siqueira Cunha. a?
actuaes ideas desta corporacao. para com os novo-
collegas. .
. Do Sr. Silva Gomes, a idea grandioa da a
berdade democratica, conviva certo nas festa3 iU
mocidade.
t Do Sr. Guedes Cabral, a sciencia medic*
encarnada n'um de seas typos mais eminent*-.
Sr. barao de (tap-an.
t Do Sr. A. Reis, a sciencia da pharmacu
irmS gemea da filha de Hypocrates, represent**..
nos collegas desse curso.
DoSr. B. Doria, as facaldades de Pemambu
co, Rio e S. Paulo.
a Do Sr. H. Monat.ao fataro da faculdade, be
augurado no novo director, o conselhei.o Ant on.
Januario de Farias.
t Do Sr. Dr Eutychio Soledade, a congigaga,
da faculdade de medicina da Bahia.
t Do Sr. V. Bittencourt. aos collegas do passadi
representados no Dr. E. Soledade.
t Deste, aos destines da mocidade.
Do Sr. Chermont, a uniio dos cursos meJic
e pharmaceutico.
Do Sr. Guedes Cabral, ao fataro do Bra-.:
lilho das modcrnas aspiracoes do progresso d.-
mocratico e do qual dtvia ir ao encontr> a moci
dade, como seu iimnediato depositario.
- Le' so no Popular, de Santo Ainaro, de 22 d
corrente :
Raio. Na forte trovoada que teve Ingar *>
dia 5 do corrente. cahio nm raio no sino da ca-
pella do engenho Mercez, deixando-o racha.V.
e d'ahi entrou pela cozinha da casa, perto da
mesma capella, deixando nma rapariga desmaiada.
indo alinal derribar uma palmeira a peinena d.-
taocia.
de setenta
crime de roubo, Augusto Lopes Portella e Autonio
Pinheiro Bastos, e bem assim o gale evadido
da penitenciaria de S.Paulo, Jose Alves de Oli-
veira.
Dias depois foram capturados Rufino Gomes
Jardim, Joaquim Rodrigues Fontes, Ignacio, escra-
vo de Antonio Thome Ribeiro, encontrades no lu-
gar denominado Bonclti, districto do Rosario, e
Francisco Autonio do Nascimento, no lugar deno-
minado Amparo, districto de Santo Antonio do
Rio-Abaixo. Faltava m>, portanto, captarar tres
dos evadidos, am delles de nome Manoel Antonio
Nogueira, qae, segundo contta, era ctesertor de
marinha. >
Na collectoria de renJas geraes da cidade de
Poconfi loram matricolados, de 1 de abril*de 1872
a 30 de *tembro de 1873, 491 escravos, sendo
262 do *xo masculino e 229 do feminino.
Falleecra n. villa de, Mruida n coronel com
niandaote do 7. bitalhao 4a guarda national Joa-
quira Alve3 Correa.
SAHTA OATHAHINA.
0 vigario de S. Francisco Xavier de Joiaville,
padre Carlos Boegershausen, nao quizera adminis->
trar o sa^ramento do baptismo a uma crianga, cajo
padrinho era macon
A himbardeira Plro Affonso, levando a sea
bordo 20 pragas do deposito, sob o eomraando
do alferes Arthur Si! veil a da Veiga, segaira para
Itapacoroby, afim de proteger os moradores dos
ataques que os bugres comeoavara de novo a
fazer. .
s. tkvto.
No dia 12, as 7 horas da noite, cahira um raio
na fazenda do alferes Bento Lourenco de Almeida,*
ceza.
Li-se no refcrido Correio :
Tres individuos conduziam um escravo do ma-
jor Boiventura Xavier de Araujo para a cidade
de Mogymirim. Em carainho, um dos conducto-
rs presentio que o preso fazia diligencias para
evadir-se, e procurou segu<*a-lo com corda, mas
aproximando-se, recebeu do escravo um golpe Aj
faca tao profundo no pescovo. que morreu quasi
iastantaneamente.
c Os dous companheiro3 acudiram ao inieliz. e
o escravo, desembaragando-se das eordas, fugio,
sendo porem capturado com pouca demora.
a A autoridale procedeu a corpo de deliuto e
prosegue nas diligencias do inquerito. >
o Pela estrada de ferro de Junduhy a Campinas
transitaram, durante o mez de fevereiro ultimo,
5,453 passageiros, 4,605 toneladas de cafe, 49 ditas
de algodao, 350 ditas de sal, 22 ditas de assucar e
IM'-i ditas de cargas diversas.
A Gazeta de Campinas noticia o seguinte :
< No dia 16 fallecea o negocianle de molhados,
estabelecido a rua da Constitaicao, Claro Jose da
Silva. Sobre a saa morte sabe-se o seguinte :
Claro e Domingos Jose de Souza Magalhaes, igual-
mente negociantes do mesmo ramo de commercio,
desharmonisados ja ha tempos, iavestiram se mu
taamente na noite de IS, estaudo o primeiro arma-
do com um rewolver e o outro com uma faca
Da contenda resultou o ferimento de ambos, sa-
hindo Claro gravemente ofJendido a facadas, tanto
que deltas veio a sucjumbir no dia seguinte. Ou
os tiros do rewolver biharam ou nao acertaram
em Magamaet. Diaem que este nao fdra o provo>
cador e sim o outro oontendor. Magalhaes reeo-
Iheo-se ante hontem a prisao voluntariameute.
Diz a mesroa folha :
c 0 Sr. Maaoel Vicente Castello, negociante
conhec'tdi qtw foi nesta praca, ehegou no mez ul-
timo do Yijm (lUspanha) trazendo uma optima
turiua de immigrantes, sem oKkttuto oneioso, e
vindo muitos espootanoamervie, segundo osianics
informadrts. Foram em numero superior a 30,
todos. homens valido?. a robustos, trabalhar para a
hnb> ferrea do Oeste. >
v Consta-nos qae a nelicio quo os habitantes
deste municipio vao dirigir ao poder legtslativo, no
seotido de ser separada a igreja do estado, ja conta
para mais de 160 assignAluras. >
Fallecera de variola, em Taubate, o tenente An-
tonio LaU Pereira.
GoetLsQava com fdra nessa eidade a j^8ri4a\c(>adjuva^
opWenaU. -
0 Correio de Taubati refere ; 'tres exaltados,
0 torpedo e de ferro e de forma cylindrica, ter-
minando em duas callotei esphericas. Em uma
das bases tem um orificio apropriado a reeeber a
espoleta e na outra uma haste que serve para liga-
lo ao pao que o separa do costado.
A espoleta adapta-se a extremidade de um can
ductor electrico, destinado a fazer disparar o tor-
pedo.
Achando-se tudo assim preparado, mergulhoa-
se o pao a 12 pes de profundi lade, communicou-se
a scentelha electrica c a explosao se fez sentir por
uma detonacao surda semelhante a de am trovao
longinquo, e pela elevacao de uma enorme colum-
na d'agua, cuja altura excedeu a dos cestos de ga-
veas da cor vela.
A bordo apenas sentiram-se ligeiras vibra-
goes.
0 torpedo pode ser disparado quer o navio es-
teja fundeado, quer em movimento, e assegura o
commaadaate da corveta que ja teve occasiio de
mergulhar am torpedo, tendo o navio uma mar-
cha de 8 milhas, sem que essa velocidade Ihe dif-
ficultasse a rapidez e executao da experiencia.
A simplicidade dos apparelhos torna por tal for-
ma facil a manebra de um torpedo que, por assim
dizer, a Monongahela faz dispa.-ar uma dewas ma-
chinas com a mesma promptidao com que maneja
qualquer dos sous canhoes,
Pelo exposto pdde-se comprehender a extraordi-
naria importancia qae tem um aavio assim arma-
do, e como pode elle por si so decidir de um com-
bate naval.
Assistiram a experiencia os commaudanles e at-
gans offlciaes da Egmond e Ftntani, e navios da
marinha ingleia.
Es ;reveau do Jornal do Commercio
t Estamos em ma quadra para estradas de fer-
ro. No dia 15 houve um siaistro aa de D. Pedro 11
e no dia 20 na da companhia Uniao Valenctana.
Aquelle" foi no ramal de S. Paulo, entre Barra
Mansa e Rezende. Dous Wens de tastro, impelli-
dos com toda a forca encontraram-sa e foi tal o
cheque que seis carros fkaram estragados a ponto
de nao se poder aproveitar senlo as rodas I
i Alguns outros tambem fkaram mais ou me-
nos estragados.
t -Na Uniao Valenciana a machina sallou fora
dos trilhos n'um desvio proximo da estagio do
Quirino, e foi esbarrar-se n'um barranco. Os pas
sageiros, que felizmenta nada soffreram, recolhe-
ram se a referida estacao, e alinal regressaram pa-
ra Valenga, onde chegaram as 4 horas da ma,-
nha.
a Foi essa demora mouvada pelo desarranjo que
sollVeu a machina que ia bosca-ios.
KSV1R1T0 SKSTO
Recebemos datas da capital, *e *0 .
rente : -i *> cor"
t Alguns coloqos, oontrata*4'
Sr. Pedro Tahacni, para / TrKo1- Pf'0
fc ^am^uStrat^fa
cextos
comarca.
Ski.
sa-
e i
?kS n' ^mra sujeitaise a
trabalhos. 0 or jail de dir l coadjuval,, por oau-as autoridades, convenceu-os
^e apasiguou-os, obstando assim a qua *
pronioveasem algum
dous ou
cooflicte.
ASSEMBLEA PROVINCIAL
SESSAO ORD1NARIA EM 20 DE MARCO
PRESIDKSCIA DO SR. FERREIRA DE AOVIAR
Ao meio dia. verificando-se estarem presentei
os Srs. : Souza Leite, Arconcio, Manoel do Rego.
Tolenlino de Carvalho, Domingos Pinto, Amaral
Arruda, Camboim, Cunha Cavalcante, ftalts e Silva,
Pinto Pe-soa, Gomes Parente. Joao Barbalka.
Goncalves Ferreira, Tiburcio de Magalhies, J
Mello Rego, Alipio Costa, Soares, G Ge
Aguiar, Nascimento Portella, Firmino de Noi
AlvaroUchda, Ernesto Vieira, Antonio Panfiao
Oliveira Andrade, Dario Cavalcante, Ga*par de
Drummond, Peretti e Fellippe de Figuetroa, abre-
se a sesiao.
V. lida e posta em discussao a acta de Ift
O Mr. HimoFl do Rev* :-Sr. premdeotf
e de certo exlraordioano, e mesmo dign > de r-
paro qae, tends esta assemblea comegado a fun -
cionar ha 40 annos, pouco mais on men n, u-aba-
se entretanto deixado de comprir ate o present'*
am dos artigos do tea regunento interno.
ReGro-me ao arL 53, qae a concebido not
guintes termos (lendo) :
Dada a hora de principiar a sessao, o prei
te, secretarios e deputados, tomarao os seas
senlos : o primeiro secretario tara a chamada
2* escreter a litta nominal dos tusentet, en.
sera inserida na acta.
Ora, d'este artigo infere-se claramenie que alen
da lista dos leputaios qae compareccm, e joe i
uabilualraenie jnserida na acta, deve solo i jual
mente tdu deputados auseutes.
Portanto, pego a V. Exc, que dignt- se da
dar reformer a acta, que acaba de ser lida, i
prindo-se a disposigao final do art. S3,
Tomo mesmo a liberdade deleaabrar
Sr. presidente, qae julgo digno. de ser
nesta assemblea o que se praiica acUMlv
ambas as casas do nosso. |^1 *n~JJ^^"" .ale,
mas assemblers provinciaes, Bta 4fe alt
na acta em i*. l.aiar a nuo" t 'ESsaar
iWUopcMiiA^ ^ oosdeputalMprM.
guida4mr .oftora da sessto, m
te e afiqai o 3 que eoapareeea poMeriom.
m aos aasMles, deebrsado-se m (all
. *^ -em particiwicao.
-ra qae nio se posse por roMara taxar
lautil esta minha reclaraagao, direi m a dapt
gao, cuja execugao acabo de rertamar, em \
tude da ultima parts do art S3 da rfiwij iat
no parecoo do aecetaaria a algsas mm
desta assemblea, qne foi por i
oovidade, em nma indteacao aaai
em data de 10 do corrente, no aaaMa i
mar-se alguns dos artigo* do whm rigiiBMii
duvida por nao terem attaodido eoava
que esta duposigio ja estava inclnida
proprios artigos, cuja refornu
tenho provado.
.4i^
( witium i



i\ i 3flSf" ^e Pernambuco Ter^a feira 31 de Marco de 1874.
m
0 Sn. Gohqalvrs Ferreira : -ras I1"1 foi-
novidade '
(Ha ouH6M*rte3)
0 Sr. Bjlrnnlr Rkgo :-Mas, o que 6 ccrio
6 que o ne|adcputad.)s deviam ler bem o re-
gimeato antes do apresentarem essa indicacao,
que o sein ddvida, "coucdrrea para tfBspertara
minha attcngao sobre o referido art. 53.
Teuho ami copia dassa indicac*o e vou te-la.
0 Sh. Pbksidbnm : alas, agora nao e oceasiao'
do se discatir a indie.-ioao.
0 5a. M.vnobldbRejo ;r-Camo disjo, fit essa
indicacao que deu lugar ai.pbservacdes que tenho
leit >. Pe Jindo a. palavra, tt?e em rafra fazer ami
reclaraagio para que so corrija a acta, porqae o
art. S3 diz muito clararaeate quo seja iaserida
fiesta a lista dos deputados aaseotes, o que nao
) tera feito ; e sendo assi n, nao podia deixar de
referir ma.a-'in lica^ao assignada por alguns dos
meuibros delta ass'mrolea, e defnonstrar qne e
superflua ern relacao ao art. 53 ; eis o que diz a
tndicagao (leodo).
Art. aiaccrescente-se :Serao publicados
no jornal da casa os noraes dos deputados que nao
comparecBretn a sessile, on que eomparecerem
depois da chama la.
0 Sr. PaBStDBNrE : Per-loo-mo o nobro depu-
tado; nao se esta disculindo agora a indicacao,
qaeesla sajeita aC8inmis>ao de policia, a qual
dira uo seu pareeer a-juillo que entende a rcspei-
to.
0 Sa. M\nobt. ao Rego : Bern ; mas, tendo-me
occupado do art. 53, qttero sempre demonstrar
jue uao ha raxao de Mr para a indicacao,
apreseutada nesla casa, na parte 'relativa ao mos-
iuu artigo, como uovklade, e quaae por acaso fds-
seadoptaija, dar-se-hia complete redundansia.
0 Sn. (Ji>:ncai.vks Fe:(i\eiiia : A indicacao con-
tern materia differenle da que esta no regiraento.
O Sa. MitNOEt do Rego :Nao ba tal, ao menos
"luauto ao art. 53, de que Irato actualmehte : alien-
da o aobre deputado, diz a indicacao (leado) :
Ant. .">3accrescente se : Serao publicados
no jornal da casa us oouics dos deputados que nao
cojapareceren a sessa >, ou que eomparecerem do-
pois da cliamada.u
O Sr. Gonqalves Fsrpeuu.:No jornal da ca-
sa, diz a iodioagao, e cart. 53 diz quo serao mse-
ridos na acta.
Sr. Makosl do Rbcd : -Ora e3ta Pois a
acunao esoinpre publijadano Diariode Pernaitt-
bnce, que c o jornal da casa ?
Vozks : Nao, senhor.
0 Stt. Manoel do Uego : Corlamente qua sim,
admira-flua os ilobre deputado pretendam onte?-
tar uiu laeto de noloricdade puoiica, dando oulro-
sim a calender que descunhecem a disposicao do
art. 62 do nosso regiments, que exige que a acta,
depots do appravada, e registrada no fivro com-
petente, Seja tmpraistte distribuida pelos depttta-
'lot; o (i jifclamewp para cumprir es|a disposicao
do regimen :o, que sedjstribue diariamente nes-
U casa o Dinriode Pernambuco, onde veem pu-
ulicadas as-actas das se&spas, com os discursos
pronunciados pelos deputados.
(Trocam-se alguns npartes).
O Sa. .\Ianol o Rego : -Eis, Sr. presidente,
a raeTainaeao que tinha a fazcr, e ospero ser aileu-
dido.
o Hr. ProwiacHle : -Eu, por ora deixo de
maudar refdrmar a acta pelo mesmo metivo que
o uobre dejuiadu aoaba de niencionar, isto e, ser
eslylo. seguido ha muitos annos, entre mos, o que
agora se tem praUeado sobre as aelas.
0 Sa. Ma.noel oo Rkgo : -Has temos o art. 33
do regimento que mania fazer aquillo quo eu re-
clarao.
O Sr Pre^iokntk : PexJoe-mei
0 estylo (era sido seguido ate agora, e-para fa-
zer se o contrario, me parece precisa alterajao no'
legimeiito ; pjis assim proceJeu a cainara dosSrs.
deputados, quatido querenJo providenciar sobre
a ausencia do seus inembro^, ref-jrraou nessa
parte o regimento, o desde enlao mandou fazer
hi a'.la men^ao dos Qomes da juelles que nao
m gavam an'ios da abertura da sessao e dos que
deixavain de comparecer.
15" justamente isto, o que se preteade fazer agora
uird nos.
0 St. Mano' l do Rego :Mas cu apenas exijo
o cupriinento de urn artigo do nosso regimento,
on que essa obrigacao e explicit!
O Sk. l-n.Es;os.\-T:i : -Ja disse que estou apenas
Kfl^Uiado o< estylos vio intorrom idos de iO aa-
ivii, com i o aobre deputadj r-conheceu.
O S i. Man t\ 1 j ill'gal; i', coma ja disse, julgou-se necessa-
ho rei rniir uesta parte o regimento, quaudo
lie nao precisa de reforma, oomo tenhc demons-
trad i.
0 Sh. OtiVBiai Axdrade :A indicacio nao
c Jlliigilit r-ii es-;i ida.
O Sn. ,M\.noel do Rego : -Eatre outras ideas
consigna essa, que ja se acha incluida no tiual do
art. 53
0 Si. Oi.iv:in.A A.ndra^e : Esta ampliada.
O Sr. Piiesioente : Estaadn naacta os nomes
dos Sr*. deputados que coiiipareeeram, facilmente
podem ser conhecidos os daquelles que faltaratn a
sessao.
Ningaea) raais pedindo a palavra, proeede-se a
votacae u e a acta approvada.
I-; depois sem debate approvada a acta de 19.
0 Sr. 1 secretario da conta do s guiate
EXPEDIBT.TE :
Offidos :
Uo secretano do governo da proaacia, remel-
teudo -artigos additivos as posturas da camara
municipal da vill i de Palmare-. A' commissao
de posturas.
Do mesmo, tran^mittiado por eppia as iufor-
majoes ministradas pela Santa Casa de Miseri-
cordia. acerca do contrato do sfrvigo raortuario.
A' quez fez a requisii;ao.
Do mesjno, remettendo a representaQao qnedi
rige a camara municipal de Barreiros pedindo
a consignagao de uma verba de 6:00Ui, para a
construccao de uma ponte sobre o rio Carima.
A' commissao de obras publicas.
Do mesmo, remettendo o balancete da camara
municipal da villa de GraniteA' commissao
de orcamento municipal.
Do mesmo, transmittindo as informacoes do
inspector da alfandega, acerca da publicacao que
fez o Jornal do Recife,sobre o deposito de vinhos
trazidos pelo navio hespmbol Gua&alupe. A'
qaem fe* a reqaisicao.
I'etifdes:
De Joao da Silveira Borgs) Tavora, procarador
des presos pobres, pedindo que se lhe marque
urn ordenado por aquelle sorvi^o. A' commi34o
die peticoes.
Dos airenaatantes da estrada do norte, ootrea
h* da Mangabeira e Bujary, pedindo absolvieao
da mulla e prorogacao do prazo para oacaba-
mi-nto da reterida estradaA' commissao de pe-
ticSes.
De Abdias Bibiano da Cunha Sales, 2escriplu-
rario do con.-ulado provincial, pedindo am anno
missao de petiodes.
vbaixo assignados, pedindo medtdas que nao
oll'endam a liberdade do commercio, que e exclu-
slvame te dos estrangeires, a creacao de am
imposto dc B.OOOfi a cada casa de commercio a
retallo que nao admittir exclusivamenle caixci-
ros brasileiros natos. A' comraissSo do orca-
mento provincial.
Sao lidos e sem debate approvados os seguia-
tes pareterts :
A commissao de agricullura, commercio
indnstria, a qu3in foi presente a peticao dc Costa
Maia & i:., solicitaato dos impostos provineiaes e municipaes para a sua
Tabrfca de chapeos, e bom assim a isencao do
eervico militar para os ddadlos qae nella Ira-
balham ;
* ConsideTaodo qae seria iojnsio crmceder aos
Jnpplicantes, sern o fazer aos deiriais 'fabrfcantes,
a iseatao pedida de impo3toB provineiaes e mu-
nieipaes, visto como tal coneessao redundaria em
desvaatagem para estes, ao passo que sdmenle
e-tabeleceria uma especie de privilegio em favor
daquelles ;
a Consideraado que esta ospeeie de privHeglo
nenbuma convenienia public* trara, nem tio
poueo. e motivado era razoes de ntindade para a
mdustria;
< Considerando quo, no estado dos eofres pu-
idieos, nao e posaivol fo/nar geral a medida .Joli-
citada pelos petieioaarjos, dm euja bypothese
somente aeUa, poderia ser. alidadiveI o pedi-Jo ;,
Considerando iiaalmente, qae nao e da com-
petencia das assembteas provineiaes Conceder
isen;o*s do servipo militar, qae e regalado por
kis geraeg ;
o E' de pareeer que seja iadeferida a sobre-
dita pelieao. Sa'a das cooferencias das eornmis-
aoss no paco da assembiea provincial de Per-
nambuco, era 19 do marco de 187i. PtUppe de
S'.l^ueirodFaria.-Jau Tiburcio Pertira it Mn-t
jjalhaes.a
. A' commissSo de cooftituicao e poderes.
foi presente a re*olncio nao sanccioBttda.desta
ssemBlea votada na z* aessao da ultima logish-
: ira, creando alguraas cadeiras dt instmccao
juirnaria para amD '. em diverswpentos
da proTincia,. e autorisaado a transfer en^a, del fazer a estrada da cidata do Rio FormMo a cs-
*m*3-jriei4af l*f* c*hi**4'#l*4wlto de tai.ao de Gamelloira, dispendendo se na obra a
ladas.quanto ^ulgou a administrar^.loMisintos-i'quaiuianewisans, s'endo dado o aujjlio de um
sarios.; e a. raesma, comraissaq a,'eitand>- as,. torco da.lUsspcza qu; devia ser despefidida patoa
- respeciTvqs f-
Naufot s;
rawes em que sofuadou o presidente "da pr >vm
c"ia para'negar taa sinccao a esse *acto'
Mea; e aiWa mais- considerando que a ereaeiW'de
novas cadeiras imporlaria am aagmeato aa verba
votada na lei do orcamento para a in-trucgao
pablica, aagmeato que.o ostado jouco lisongotro
dos cofres na provincia nao p6de pcrmittir, at
tenta a deflciencia de sat renia ; consideraado
finalmcate que a mesma resolucEo sa tivesso sdo
sanccionada, viria h je aggravar ainda mais a si-
tuaqao tinan;eira da provmcia, e elevar o ieficit
ja calcalado, provenielte do deseqnilibrio wri-
ncado eatre a feceita votada e a despeza ordina-
ria da mesma proviacia ; e de pareeer quo, se-
gando o disposto no art. 15 do acto addicional,
seja a mesma TesolncSo strbmeWda a nova dis
enssao. Sala das commissSes, 19 de marco do
1874.Alvaro U: Cavakanle.AHtonia Paulino.'
R' igualmente approvada a rfldaccio do pro.
jecto n. 39 de 1873.
Jotga se objecto de deHberacS e rai a-imprimir
0 seguiote projecto :
c A assemblea legislativa provincial de Pernam-
buco resolve :
Art. i.*'Fiea rostaorada a aatiga villa do Exii,
tendj por limites os da freguezia do mesmo nome.
t An. 1.* A freguezia dividlr-se>haem'dous dis-
trictos de paz. 0 1., denominado da Matriz, ex-
tremara para o nascentb e sul com a fregoezia do
i Irani to, e para o poente e norte com todo o sacco
da serra Araripo, inclusive os sitios de cima da
mesma serra, desde Gonipapinho oTabdtaale G:
melleira e Boqueirio. 0 it que ssdonominara de
Santo Antonio, corapreheadora o resto do territo-
rio da raesma freguezia.
Art. 3." Fica igualmente dividida em dous dis-
tricts de paz a freguezia do Granito : o i.* ex-
tremara pelo nascente com as freguezias do Sal-
gneiro e Leopoldina ; para o poente com a fregue-
zia do Exii, desde os sitios dos Paos grauies ale a
lazenda Helleza, e parao sul ribriro abaixo ate os
limites da freguezia da Leopoldiaa inclusive Casa:
de pedra e Varziaha ; o 2." que se denominara.
districto de Badabuare, comprebendera todo o
resto do territorio da freguezia. Hevogadas as
disposi^oes em contrario.
Paco da assemblea, 20 de niarco de 187i. -*
Tolentino de Carvalho. Antonio.Paulino. At-
tica Leite. Arconcio Siloa. Pirmino de Na-
caes. Cicinato Camboim. o
ORDEM DO DU.
E' sem debate rejeirado em I* discussao o pro-
jecto n. 126 de 1868, determiaandoque sejam sub-
mettidas a approvacio da assemblea, para pode-
rem ter execuoSo, as propostas fcitas ae presidente
da provincia polo director geral da instruceao pa-
blica, na forma da lei n. 369 de li de raaio de
1855.
Entra cm 1" discussao o projecto n. 79 do 1871,
autorisindo o presidente da provincia a mandtr
fazer uma estrada de rolagem do Rio Formoso a
Gamelleira.
E' lido, apoiado e entraconjunctamente em dis-
cussao o seguinte requenmento:
a Rei'i-iro qri3 sem prejuizo da presente dis,-
cussao, seja ouvida a commissao de obras publi-
cas. Alipio Catta.
O Hv. RatiM e sil*a : Sr. presidente,
sou signatario deste projecto, corre-me por isto,
a obriga;.v> de sustenta-lo e de deiaonstrar a con-
venjencia e utilidade publica, que resulta da me
dida ahi proposta. Mas, antes de o facer, deseja-
ria que viessem a casa para sereai lidas as iafor-
iimgftes da directoria de obras publicas, que forani
pedidas por um Sri deputado, o n->bre 2 secreta-
ry, as quaes, segundo consta da. synopse ja vieram
com o offlcio, sob n. 132, do secretario do go-
verno
Depois de lidas na casa es*as informaQoes, con
tinuarei cm a palavra, e mostrarei as razoes em
que me fundei para apreseuiar o projecto que se
discuie.
0 Sn. Presidente : (Depois de nwadar exa-
minar). .Nao existem na secretana as informacdes
a que se re fere o- nobre deputado.
0 Sr. Ratis it Silva : EntreUnto, consta da
synopse que ellas vieram.
0 Sa. Presidents : Foram semduvida entre-
gues a quern fez a requisiv-ao.
0 Sr Ratis e Silva : Quem fez a requisicao
foi o meu nobre c lice a, o Sr. 2' secretario.
0 Sn. Fki.ippe de Figueiroa : Eu nunca vi
tacs informacoes : e o que posso dizer ao nobre
deputado.
0 Sn. Ratise Sii.va: Sr. presidente, nao pos-
so deixar de deplorar o facto, que aqui constante-
mente se da, de nao apparecerem na secretaria as
mfoi macoe?, os decumentos que se podem, quor a
administracao, quer a outras reparticoes publi-
cas.
0 Sr. Manoel do Rego : Ja se tomou uma
provideocia para se impedir a reproduccao dosse
facto.
0 Sr. Tolentino ke Cabvaliio : Facto que
provem de nao haver aa secretaria um registry
de informacoes.
0 Sr. Felippe de FiouEiROA : Hoje ha um
protocollo em que sao registradas essas informa-
coes.
0 Sr. T lentino de Carvalho : Protocollo
que de nada vale.
0 Sr. Ratis e Silva : Deus permitta que de
hoje em diante isso nao continue.
0 Sr. Manoel no Rego : 0 nobre deputado
ja recebeu por copia uma informacao quo pedio,
licaado o original no archivo da secretaria.
0 Sa. Ratis e Silva : Realraente e deplora-
v I iue na secretaria nao se encontrem as infor-
macoes que sao pedidas.
Cabe-me agora o dever dejustificar o meu pro-
jecto.
Sr. presidente, quando se pede a construccao de
estradas, esta idea e se bastaute para acompaahar
a idea assootada de utilidade e convenience pu-
blica, porqae da lactura de e.-tradas, principal'
mente en aossa provincia, nao pode deixar de re-
-ullar muito interesse e muita utilidade publica.
E tanto ist j e verdadeiro que ninguem ousara con-
testar; pelo contrario, todos rccoahecera a neces-
sidade indeclioavel que ha da conslruecao de es-
tradas, e principalmenle de uma estrada de roda-
gem qae, partindo da cidade do Rio Formoso, va
a villa de Gamelleira.
Todos nos sabemos a ratio de ccntacto em que
ejta a cidade do Rio Formoso para com a villa de
Gamelleira; cesta villa esta uma das estacdes da
estrada de ferro, estacao que fica mais perto e e
mais conveniente para tomarem o trem os indhi
duos qne partindodi Bio Formoso e.lugarcs aJj.v
cent<, pretendem vir a esta capital. Daqui ve-se
que d_de interesse e conveuiencia pablica a cons-
tracgao da uma estrada de rodagem daqaelle poa-
to ao de Gamelleira, que fa;ilite o transporte dos
que bascam a viaferrea.
Todos sabem como nosse lagar fleam os cami-
nhos oa estacao inveraosa ; sabem que licam
mesmo intransitaveis, e da intransitabilidade des-
ses caminhos resultam graves prejuizos, graves
inconvemiemes, graves transtcrnos aos habitantes
daquellas localidades ; muitas vezes perdein elles
seus negocios, sorTre.n graves pnjaina par nao
poderera vie a capital, o que so p-idem facer to-
man lo a via ferrea em Gamelleira.
Dir-me-hto que ha uma communicic3o raari'.i-
ma, mas tambera hao de reconhecer que na es'a
cao invernosa a eomraunicacao maritlma e ignal-
meato difficaitosa e ato perigosa.
Nessa estacao as barcagas c'islam a fazer via-
gense demoram-se, as vezes, eito, dez, qninze ii.~.s
e ate am raez, para poderera faze-las ; os vento
conservara-so contrarios por muitos dias, e e isto
uma dai razoes da daraora; alem dislo ha o pe-
rigo qne eorrem aquolles que viajam por mar
Aioda accreoce, Sr. presidente, quo a oidade do
Rio Formoso flea disuote de Gamelleira 7 leguas;
os engenhos que licam oa distaneia dc 3 a i le-
guas de Gamelleira, retaettein para ani os seus
assucares, assua como Fecneltem para o Rio For-
masi aqaelleg quo lhe licam em ignai distaneia.
i'ara a condnceao destes assucares 6 necessirio
4e haja um bom camintw, araa boa estrada, par-
que comprehende-se, quanto e difflcil, iauanveaiea-
to, perigosov andar por uma estrada aaeiica ia-
transilavel na-ootacao invecaoM.
Nessa tempoj e por taes estradas, Sr. presidente,
e impassive! fazer a eoadacgao desse geaaro cam
aqueila pontualidade e conserracao aeeessariaj.
Os asaticares soifrera no inwrno : .eiasHante
acQln do tempo para humedefe-log e fazer perder
a sua qusiidade e valor, e ainda mais licam dam-
nifieados pircaj**adi pessimos camiaii a; cbegam
as rezes em eatado de eompiela deterioracao ja peias
chuvas aqua es|o,|ipostoBa viagejn,ja, e pna-
cipaiuente, pdas lamas e aguas que ajiiotam-se
emposgadas i)s earn -juanto, quer seiam
conduzidas'flfn carro :as de cavallos,
tem rnnitas vezesde hear ilas nos gran-
de3 Jtoleiros vqno'naquelles lagare-
paara.
A nece*siaade, a covaiena pn i er!
trada, fir. presidente? )l'!6t dwdrt mhifo reconhe-1
cida p desde 186*, qtianlo ni lei do orcaiajento
dc entio se consi^ooa ma dispTsljir inabrdanJi)
ropneianos.
Jn razao, Sr, presidente, qw ficou
aMini-enWionado o It aa refendaki (ft 1868^
a raiSo e quo os inesmos proprietarias se offere-
ceram a coocorrer com um tergo das despezas
que 'se. fcrntesse de fazor para a construc;,ao
dessm e.-jrads.
Infelizmeht: > -a ditpr.sicao da lei nnnca pode
ter exeeaeio, e cadinou, porqae 6 lei annua,
como sabem is. I'or isso apresentei este projecto ;
visto oomo nao duveiaos cooservar este deplora-
vel Ostado dasc tradas, porqae 6 sem duvida um
estorvo..ao desenvbtvimento da prosperidade local,
e um grande obstacsio ao melauratnento da aossa
agriennara : nao dovooi s, pots, deixar que con-
tinuem os prejnizoo que dlsto resultam, nSo so aos
3gricullores, como a aquelles que vindo do Rio
Formoso, pretendem toroar a eotacao do Gamel-
leira. Enteadi 6;ue era. do toda a coavonleoci*
uma lei provincial qae muito positKam'eute do-'
terminasse a- jenstruceao desta estnd*.
0 Sn. Gomes Parente : Apezar da autori-
saclo. m m
0 Sr. Ratis e Sji.va : 0 nobre deDUtado
sabe qne o or^amonto e ama lei anaua...
O Sr. Gomes Pa rente : Porque ja se nao fez
essa estrada-, se e 0 Sr. Peretti : E' maito vantajosa.
0 Sn. Ratis e Sn.w : Nao sei. E" muMis
simo vantajosa, ti de neccssidade palpitante, e ur-
gentissima.
Dir-s-; ha talvez qae a construccao desta estraoa
e actualmente dilflcil por causa d"a deQcienoia de
recursos dos cofres provineiaes.
Bem rcconheco, Sr. presidente, os aparos das
nossas linancas; sou o primeiro a confessar que,
com effeito os cofres se acham pobres, se acham
balios de recursos, ate mesmo para
dos ampregados publicoa.
0 Sn. GoMas Parente ; N;lo, isso nao.
. 0 Sr. Ratis e Silva : Pareoemo que ja oavi
dizer isso.
0 Sit. Gaspar de Drum mom) : Consta-me ate
que S. Exc. esta disposto a uiandar fazer es3a
estrada, com tanto que haja quem queira re^eber
o pagamento em apolices.
G Sr. Ratis e Silya : Bem sei. Como dizia, j.
o estado em que se acbaon os cofres da provincia;
laaa.qaero qae se nao podermos fazer todos os
beneiicios inatenacs, de que a provincia precisa,
facauios- ao menos ajuelies que inais necossarias
forem^ aquelles de que houver mais urgencia e de
flue resultar maior somma de ooavemencia pa-
blica.
0 Sr. Felprb de FtGUEiaoA: Qual ti a dig-
taauiade ijamelleira ao Rio Formoso ?
0 Sn..B-vre b Sii.va: Sete leguas.
l-'.ir.inos a lei, aatorisemos a administragao a
construir essa estrada, e estou persuadido do que I
quando a lei estiver feita, nao faltarao
pelos quaes a preside-ncia possa contratar com
alguein essa estrada : consta-me mesmo qae S.
Exc. nao tem podido contratal-a, porque nao ha
quem queira receber o pagamento em apolicea, ou
por outro iiualquer meio. Mas, na minha opiniao,
o que e conveniente e que baja lei que autoriseia
despeza, porque depois os weios de execacSo,
cceio que sempre appareccrSo, a vista da utili
dade e da -conveniencia da estrada.
0 Sn. Caspar de Brummgno Muito, bem.
Ninguem mais pedindo a palavra, encerra.se a
discussao, e procedendo-se a votaeao, e approvado
o projecto, sendo rejeitado o requerimeuio.
Eutra liaalmeote em 1 discussao o projecto.
n 75 de 4872, autori&ando o presidente da pro-
vincia a maddar construir uma estrada, que par-
tiado do liibeirao ou Aripibii, va terminar na villa
do Bonito.
Reconhecendo se nio h.ver numero, fica a dis-
cussao adiada.
0 Sr. presidente designa a ordem do dia seguinte
e levauta a sessao.
jeito, iva, quo foi nesla oeeasiao 4ioHpV)'9- (ior-pii*
lavrasde louvor (jue S. Exca 'Sr*' comiunndador.
presidente da provincia profo asou respeito.
Por Urn, ao ostaleiro entio dasoccupado, 'col'
lojtadai as primeiras pecis,Tbi"',b..r!da a' cavilhar
.da caverna mestra de uma mredqae se deetina
ao servico de aguada e caja coastruccao torn do
correr sob as vistas do Sr. Francisco Gomes de Fi-
guelredo* medira efl 16,77 m. de compftoant)
pelo cejavaz, bocca aos madeiros 1,41 in., maado
4!agua cafregada 1,37 m
Haj-oBcimiin. -I'elas 7 horas do dia 27
do corraW), um soldado do 9* batalhao do infan-
teria do tinha, em eompanhia de um individuo co-
nnecido por Perigo, ferlo gravOmente com diver-
sas bayoaetadas a urn mtro individuo na praca do
raercado de S. Jose. Tanto a praca delinquent",
como e 8qjeito que a acompanhava evadiram-se.
A poiict-irosegue stgnde a *> Ja te'ndo remet-
tido ao juiz competente o respectivo inquerito.
>Yi\\ deatural.i.Vnlgansaado-se no
districto de Taquaretmga, do term* de Ijteweiro, o
facto de haver TheotohTa Maria da Concei^ao as-
saMa4o uma crianna -a que dera a luz, com o
lim naturalrneaie de occultar a deshoora, que
d'ahi lhe proviria, o respectivo subdelegado proce-
deu as necessarias investigates, e do resultado
destas e do iuqtierito qae so Ihes seguio, (ez re-
messa a autoridade competeate.
KxpaiiriimciKo.-Em !1 do corronle, Se
veriao da Silva Regis, oo lugar denorainado Feiti-
'oeiro, do dis'.ricW de-Taqaafetinga; espancoa gra-
vemcnle a. Manoel, escravo do teaeatecoroael Se-
verino Alexandre Vitlarim. 0 dcliaqueute foi pre-
ti em fl^rante. Teve o couveniente destioo o in-
querilo P'dioiai procedido a respeito.
JiUo<-iMuwciaJ.Coatta-nos qae por
S. Exc. o Sr. commendalor presidente da provin-
cia, sob proposta do Dr. juiz de dereito respecti-
vo, foi aonieado Francisco Xavier de Souza Ra
o pagamento mos para exercer o offlcio de 2a*scrivio do juizodo
commercio da coraarca do Recife, duranta o impedi-
mento d'> serventuario vitalicio, tenente coronol
ErneBte Maehado Freire Pereira da Silva.
Proclsdes.-Em coasequencia das penas
de iutonliec&o lambadas sobre as irmaadades do
Sacramento das quatro freguewas da. oidade do
Kecife, nao hoove hoqtem nem haverao hoje e
amanha as processoes do Senhor aos enfermos.
SiMHMiaiie Bropagadora da- inv
trucciio. Realisou-se no dia 26 do corrente a
sessao do conselho superior dessa associacae,
acbando se presentes oito do sens membros.
Foi Ijdo o seguinte expediente :
Ofllcio do inspector da thesouraria provincial;
offeriando ao conselho um exemplar do relatono
que a pi esldcncia da provincia apresentara ultima-
mente sobre os negocios de sua repartigao.Man-
dou o conselho que se agradecesse a olferta ao Sr.
iospector, o que so' archivasse o referido rela-
j to.rio.
OfBeios de2e 10 do corrente mez de marco,
roeios, em que o conselho director da socieJade na paro
chia deS. Jose communica aocncelho superi t a
abertura da aula primaria para o sexo mascnli
no naquella primeira data e a creacao, era sessao
do di-9 do mesmo mez, do uma. pequoaa biblio-
theca, para a qual. coocorrerara desde logo diver
sos membros do conselho com aigumas obras de
instraccao, achando se eocarregado provisoria-
mente da mesma bibliolheca o Sr. Jose Bandeira
de Mello, muito digno membro daquelle conselho,
servindo ja de secretario.-0 conselho superior re-
cabo com satisfacao a noticia de tao agradaveis
resolu^oes, e mauda louvar ao distiacto conselho
parochial de S. Jose pelos sorvicos que por tal mo-
do vai pr'.'s:,indo a sociedado.
< utro-ofQcio do mesmo conselho de S. Jose, de
18 d .> mesmo mez de marco, pedindo que o con-
selho superior eonsiga do governo da provincia
fiL'rmi-sao para funccionar a noile na sala da esco-
a publica daquella freguezia a aula de franccsz
REVISTA DUBIA.
Assemblea praviucial. -Hontem fane-
cioaou com 35 seuhores deputados, sob a presiden-
cia do Sr. Dr. A-guiar.
Approvada a acta da sessSo antewdeate, o Sr.
1.* secretario le i o seguinte expedieate :
Um offlcio do secretario do governo da provin-
cia, remettenlo 40 exemplares impressos do rela-
torio da director da repartieao das obras publicas.
A distrihuir.
Uma peticao dos guardas da casa de detencao, pe-
dindo augmento de vea:imentos. A' commissao
de ord naJos.
Oatra de-viaria d) Rosario Oliveira Mello, pro-
fessora da villa do Limoeiro, pedindo a gratiflca
cao por mais do 15 annos de oxercicio. -A' com-
missao de instruceao publica.
Foi lido, approvado, julgado objecto de delibe-
rac;ao o mandado imp; imir um pa re ser da commis-
sao de obras publicas, o qual coaclue por um pro
jeclo deferindo a peticao de Jose Ignaeio d'Avila,
e bem assim um projecto assigaado pelo Sr. Ratis
e Silva, elevando a cathegoria de cidade a villa do
Cabo, com ft denomina^'ao de cidade de Santo
Agostinho.
Passando a ordem do dia, continuou a discus-
sao adiada do pareeer e indicacSo para a reforma
do regimento da assemblea, declarando o Sr. presi-
dente ser a discu sao |de artigo por artigo, o que
foi approvado com uma emenda do Sr. Manoel do
Rego.
Proseguindo a discussao, oraram os Srs. Por-
tella, Oliveira Andrade, Ratis e Silva, Druramond,
Mello Rego e Aguiar, seolo a final encerrada a
discussao e approvado o pareeer com uma emen-
da do Sr. Drummond, licando prejudicadas as de
mais emendas que foram apresentadas no correr
da discussao.
E tendo dado a bora, o Sr. presidente levantou
a sessao.
A ordem do dia para hoje e a continuacao da
anterior.
Professor iutertno. Por portaria da
presidencia da provincia, de 28 do corrente, foi
noraeado Rayraundo Cyriaco de Carvalho para re-
ger intorinamente a cadeira de instruceao prima-
ria da villa do Granito.
Fernanda de ^ioronha. Por portaria
da presidencia da provincia, de 27 do corrente,
foi nomeado Francisco Xavier dos Santos para
exercer o lugar de escriviio do almoxarifado do
presidio de Fernando de Noronha.
MarhiniNin. Por portaria da presidencia
da provincia, de 27 do corrente, foi approvado
Guilherme Jose dos Santos para poder exercer o
lugar de 4 machiuista de barcas a vapor.
InstitiMo Archeologieo c teosra-
vUico. Dove funccionar amanlia em sessao
ordmaria.
Via fei-i-ea de Olieuia.U horario da
partida dos troos desta eompanhia sera assim re-
galado :
5* feira santa, a tarde..Recife a Olinda-mcia
hora depois de meio dia, 2 e meia, 4 e meia, 6 e
meia, o 8 e meia da uoite; do Recife a Beberibe
meia hora depois de meio dia, 3 e meia, 5 e meia,
e 7 e meia.
De Gliuda aa Recife.1 e meia, 3 e meia, 5 e
meia, a o meia, a 9 e meia ; de Beberibe ao Re-
cife3 e meia, 4 e meia, 6 e meia, e 8 e meia.
S'Xta-feira santa.Do Recife a Olinda-7 e
,-neia e 9 e meia da raaaha, 4 e meia, 6 e.meia e 9
meia da tarde; do Recife a Beberibe--7 e S3 mi-
ll utos e 9 e 25 da maulia, 5 e meia e 7, e meia da
tarde.
De Olinda ao Recife8 e meia e 10 e meia da
raaaha, 5 o meia, 7 o meia, o 9 e meia da tarde;
de Beberibe ao Recife8 e meia e 10 e meia da ma-
nna. 6 e meia .e 8 e meia da noite.
4rsenal de marinha.lioniem, as 2 e
3|.i horas da tarde, cahio ao mar do ostaleiro dos-
se .arsenal, aa presenca do Exm. Sr. eommenda-
dor presidente, oificiaes superiores da armada, e
eerca de duzentas a trezeatas pessoas, uma Boni-
ta lancha a vapor, deslinada ao servico da prati-
cagem da barra e bauia de>S. Marcos.
Foi canstruida sob a direccio do Sr. Francisco
Gomes da Figttelred*, maadador da olBcioa de
carpinleiros.
A lancha c de forca do 15 cavallos ootniaaes
para a v locidade -de 8 o oaaia niillias, medindo
18,30 ai. pelo eqnyet, Ijocc* aos madeiros 3,78 m,
a lUaudo d'agua carregada 1,37 in.
Sob a direct*) dointeiligeote e zehso meslro da
oUJ.-ina do ferreiros do mesmo arsenal o Sr. Ma-
noel Eduvigesda Sdva, foi feita a respestiva ma-
china.
Podendo annuneiar quoa oonstraceao desso na-
vio, foi a que com mais praateza se tem conclui-
do em o aosso arseuai do marialia,- escusado e
ae buir a activiJado laexcedivel e zelo semp/a cres-
cent* deseu raoito digno mnpector, o Sr. capilao
darfragita Franciseo Romano Stepple da Silva.
Fiado eatacto, i^uw-e,iwm a me.ma solem
nidaJe abda mauguracao de um martello a vapor,
de meia toneJada de^ieso, n^ofUcip} de ierrefros ;
(azendo pfimscioaar aa e^perieu-'fs a quo foi sa-
ja alii creada.Resolvea o comselhe superior que
so respoadesse ao mesmo conse Iho parochial de
S. Jose que esto se dirija directamente a presidoo
cia, como ja tem feito outros conselhos paro-i
cniaes.
Feram apresentados pelo Sr. Moracs-Mello, sete
c> llei-.ro-.s j is tres nameros ja publicados da Ins-
tuuceao Nacianal, que for;un olferecidas pelo so-
cio correspondonte Antanio Estevao da Co-ta e
Cunha, para b conselho superior e parochiaes de
Santo Antonio, S.Jose, Boa Vista eVarzea. O
conselho mandou qua se remeltesse a cada um
daquelles conselhos parochiaes os seu3 exem-
plares.-Resolveuaiada o conselho, sob proposta
do Dr. Pinlo Junir, que para o gabinete Lortuguez
de leitura se remeltesse a sua respectiva direccio
as duas collec?6es da Revista da InstrucQao Pa-
oleca dos annos de 1872 e 1873, assim como a col-
locaeao destc segonlo aooo, porja ter;sido roraetti-
da a do primeiro, ao Instituto Archiologico e Gco-
graptalco Pernambucano.
Finalmente o Sr. Dr. Pinto Junior informa o con-
selho sobre o estado regular em que so acham as
escola) da sociedade no Monteiro, Pedra Molle,
Nossa Senhora da Grac/i, S. Jose e Varzoa, fazen-
do ver que aigumas deltas, aecessitam, para os
alumnos pobres, de alguns livros, que sao raanda-
dos fornecer pelo conselho superior.
Inconiinodo punlico* -Pessoa* que Iran-
sitam pela rua da Aurora nos pedem, para iv -la-
mar providencias do Sr. fiscal respectivo, ao sea-
tido de ces-ar o abusivo costume de se deposita-
rem junto a arvore proxima do chafariz em face
do gyinnaiio, sac:os com ossos, exhalando mao
cheiro, com gravg inc unmodo publico.
Pncni.v di-aniatica. Realisase hoje
nesto tbeatro o concerto em bent licio do eximio
artista Eustaquio Pereira Reboui-as. 0 artista
Beboucas e auxiliado nesle seu beneficlo pela
eompanhia Lima Penante, que leva a sceua as co
medias Dr. Grama e Caixeiroda taverna.
0 artista Reboucas, por divarsas vezes torn exhi-
bido entre nos os seus trabalbos, em os quaes tem
dado relevantes provas dt sa: mestria em mane-
jar oingrato instrumento-a clanneta.
0 artista Reboucas, hoje mais do que nunca,
precisa ser auxiliado pelo publico. Ha raez e tan-
to solTreu elle um ferimento, em nm wagon dos
trilhos urbanos, o de Caxanga, que o prostou no
lei to de dores, d'onde sahe a coalinuar os eu pere<
grinar de artista.
Temos rerteza, qne a Sr. Reboucas por mais
uma vez sera bem recebido, eapplaudido pelo nos-
so publico, quo por mais esta vez sabera com sua
coocurrencia, premiar a quem trabaiha.
lusiiimo iiihioi i. > e Philosopltico,
No domingo (29) reunio-se esta soeiedede em
sessAo ordinaria, pr-sidida pelo Sr. Bandeira a.-.
Mello.
Achando-se presonte a Sr. Almeida o Albuquer-
que, foi introdazido no salao com as formalidades:
d-> estylo, sendo felicitado, na falta do orador, peio
Sr. Araaja Maciel, a quem responden agrade-
ceudo.
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
donte.
Pasando-3e a primeira parte da ordem do dia,
os Srs. Bandeira de Mello e Magalhaos o Silva le
ram seus telaLjnos,'como membros da directoria
passada ;- deixando de igualmente fazii lo os Srs.
ex 2. secretario e thesoureiro, por nao terem
comparecido.
Passando-so a segunda parte da ordem do dia. o
Sr. Magalhaes e bilva deu o deseovolvimento da
these : A quern se deve a revolugao phihsophica,
a revolugao soiemifica, a Bacon ou a Descartes ?
Inscreveu-se com a palavra o Sr. Pacheco Soares.
Em seguida foi sorteada a these do Sr. Isaias
Guedes : E' justificaoel o facto d guerra t Fo-
ram sorteados para diacuti-la os Srs. Pelino Gue-
des, Cypriauo- Vianna o Moreira Alves.
E designada a ordem do dia para a -sessao vin-
doura, & Sr. presidente levantuu a sessao.
BiarursoH.-Reeeberaos.e agradecemos urn
exemplar dos discursos prmunciados na camara
dos deputados pelo Sr. Dr. Tarqninio Brauiio de
Souza Amarautho, rnerubro dessa cainara, eleilo
pela provin:ia do Rio Grandedo Norte, sobre a
questao.pohtico-religiosa.
i!iii.ira< uo Hespaahola e Anieri-
mmb.-A' ajzencia, li^raria a rua doBardoda
victoria n. 59, acabam de chegar os ns. 7 e 8
desto Imporlante joraal madrileno.
Otexio conipSe-se de : Rovislas geraes pelo
marquez do Valle-Alegre e porD. Pelogrim Ca-
dena ; explicacijos da* granraa de D.-E. Velasco ;
os successos por D. Jos6 Se'gas; impressdes de
um jurado per D. Julio Ninnbela; o campo d
repouso por D. Angelo de.los Rios; carlas pari-
sieoses por D.-A. Mifauda; as duas sympatnias,
poeaia, .por D- Ramon Caopoaraor, etc.
As estampas sao : retratos de D. Prazedas Sa
liasia, ministro hespanhol, do marecbal D. Benito
Enriquez, e do tenor Tarriberlik ; vista'interior da
typ"grapbia da IbitslMC'ie lltspanhU ; divarsas
gravuras relaiivas ao .oootmercio da laranja- e
valeaga ; um baptisado pm Dalaguer; descoborta
do estreito de Magalhaes-; peregrinos persas em
mansao das oodinas, etc.
Conselho Mipremo militar de Jtu<*>
oa A' seasao do din- 8 do coTremte,; oa
a presidencia do Sr. duqoe de Caaias, achando-
se preenles os CMtselhay-os o'et-ue/rj Biltsncoort,
vjsxoaie Je Tamandart5, barao de Itapagipe, Da
L*K,re, >Junes-de Agniar, Soares de Andrea, ha
tad do. Aogra e cmseJheir-j wogal- Beanrepairo
Rohao,. 6 aberla a sessqo, o. setretacio de guorra
leu o expediente ; foram dbcutidas e approvada?
as'con^iiltas qab tr.ltam'da condecoAgiio' do' ha
bito de Aviz, ao capitao Joaquim Jose Neves de
Seixas, e da gra cruz da mos na ordem ao tenente
general Francises Antonio da Silva Bitteocourt :
o bem asskn as que versam sobre honras militares,
ao3 capitad refoncado do exereilo Carlos Fran-
cisco Cardoso, capitao da guarda nacional Caetano
da Silva Albuquerque, e ao alamno da escola de
medicina Felix Rodrigaes dc Seixas ; o sobro
cootar tempo de servigo ao alferes Francisco Jose"
da Silva e Sevorino Jose da Costa ; e ao tenente
Francisco Aatonio de Sa Barreto Junior, pediodo
ser promovido a capitao ;e finalmente sobre o offl-
cio do commaadante do batalhao de eogenheiros,
pedindo esdarecimentos sobro o procedimento que
deve ler em relacao aos offlciaes inferiores e *ca-
tos, que desertam, so devem ser ou uao conside
rados-rebaixados doposto antes mesmo de respon
der a conselho de guerra, ou conservar as gra-
duates ate que sejam conderanados.
Na sessio de 21, a que assistirara os con-
selheiros de guerra barto de Itapagipe, viscoude
de Sauta Thereza, Soares do Andrea, barao de
Angra, conselheiro vogal Beaarepaire Rohan, des-
embargadores Camara o Baptista Lisboa, sob a
presidencia do conselheiro de guerra Bittencourt,
foram julgados os seguintes processos: (exercito)
seldados : Joao Goularte do Souza, Cypriano lus-
tiao das Neves e Jose Fabriciano Men les, tendo
sido conlomnados pelo conselho de guerra a 6
raczes do prisao, pelo crime de la desercao simples,
foram as sentences cmfirmadas; Antonio Jose
Joaquii.i de Saal'Aaaa, tendo sido condemnado
pelo conselho de goerra a 4 mezes de prisao, pelo
crime de I" desercao simples, foi e reformada em 2 mozos do prisao ; Joaquim Jose
de Nim'Auaa, teaio sido condemnedo pelo coa-
selho de guerra a 1 aano de prisao pelo crime de
f desercao aggravada, foi esta sentenca confir-
mada; Fausto de Cistrj, tendo sido condemnado
pelo consblho de gaerra a 2 annos de trabalhos
publicos, pelo crime de 2' desercl) simples, foi
esta sentenca conlirmada ; e do soldado do corpo
militar de policia da corto, Alberto Moreira Feio,
ten lo sido condemnado pelo con:elho criminal a
4 mezes de prisao pelo crime de I* desercao sim-
.pies, foi conlirmada esta sentence.
Bsaradade ferro do itio ttrande.
0 decreto n. 5,565 do 14 do corrente approvou o
contrato para axploracSes da linha ferrea da ci-
dade de Rio Grande ate a cidade do Alegrete.
Freio para os aniroae* dc tiro dc
artilheria. 0 ministerio da guerra em 13
deste mez, dirigioo seguinte aviso ao ajudanle ge-
aeral do exereilo :
Illm; e Exm. Sr. Convinio que sejam subs-
tituidos os defeituosos e pesados frehs emprega-
dos no governo dos animaes de tiro de artilheria a
cavallo e nos de montaria dos nossos cavalieiros,
asstra comonas cavalgaduras de passos, por outros
quo olferecara maiores vantagens em todas as
contingencias da guerra, declaro a V. Exc. para
seu conhecimento e devidos effeitos, que deve ser
adoplado para aquelle fim o modelo proposto pel i
commissao- de rnel hora men tos do material do exer-
tito, e de quo trala a sua informacao n. 3,122 de
6 do corrente, que acompanhou a do comman-
daate do regimento de cavallaria do 21 de fe-
vereiro ultimo, sob n. 146. Deus guarde a V.
Exc. Jo(7o Jose de Oliveira Junqneira. Sr.
-barao da Gavea.
Pronuncla de um j ui #. pela assem-
blea provincial. 0 ministerio da just-ga,
em 17 do corrente dirigio o seguinte aviso a
presidencia do Piauhy :
a Illm. e Exm. Sr. Levei a prosonCyi de S.
M. o Imperador os cflicios de V. Exc. ns. 82 e 133
de 23 de agosto e 10 de dezembro do anno passa-
da, '.Minmutiieaado no primeiro quo a assemblea
legislativa dessa provincia, era 30de jnlho anterior,
pronunciara o 1 suppleate do juiz municipal do
termo das Barras, Joao Antonio Rodrigues como
incurso nos j$ f e 6 do art. 129 do codigo cri-
minal por queixa do bacharel Simplicio Coelho de
Rezende ; e remettendo com o segundo olflcio uma
consulta do dito suppleate sobre os effeitos da
ducisao quo julgou procedente a queixa, alem
das copias de todo o processo, e do regimento in-
lerno da assemblea provincial do Piauhy, man-
dado exeeular pela resolucao n. 730 do 27 de
julho de 1871, na parte relativa ao modo por que
procede aqueila assemblea como tribunal de
justiga. E o mesmo augusto senhor, visto o pa-
rec r da secgSo dos negocios da justiga do con-
selho de estado, maoda declarar a V. Exc que,
nao tendo o queixoso, no pcriodo decorrido de
30 de julho a 18 do setembro de 1873. apresen-
tado o libello accusatorio, para o qual o art. 187
do citado regimento interno marca o praro de 24
boras, sob pena de perempcao, nio pole subsistir
a prouuacia que sujeitara a suspensao o livramen-
to o 1" supplente do juiz municipal do termo das
Barras, Joao Antonio Rodrigaes, e deve este rtas-
suiair o cxercicio de seu cargo. Deus guarde
a V. Exc. Manoel Antomo Duarte de Aze-
cedo.
Os professores tem direito ao*
seus vencimentos durante as fcrias.
Ao presidente da provincia de S. Pedro do Rio
Grande do Sol, enviou em 14 deste mez, o minis-
terio da guerra o seguinte aviso :
Illm. e Exm. Sr. Tendo V. Exc, em o ssa
offlcio sob a. 277 de 31 de Janeiro ultimo, submet-
tida a cousideracao deste ministerio a resolucao da
thesouraria de faz^nda dessa provinria negando os
vencimentos aos Drofessores das aulas de geome-
trto e de primeiras lettras do arsenal de guerra
durante o tempo era que, a tilulo de ferias foram
pelo respectivo director suspensos os trabalhos
daquellas aulas desde 19 de dezembro do anno
proximo passado ate 7 de Janeiro ultimo, declaro
a V. Exc, para seu conhecimento e fins conva-
nientes, que bem procedeu a referida thesouraria
nao aboaaado sob sua responsabilidade os venci-
mentos em quesiao, visto que aquelles emprega-
dos nao tiveram exercicio nos dias acima refe-
ridos ; mas como nao e justo que 03 professores
sejam prejudicados em seus vencimentos por uma
falta que nJo commetteram, declaro a V. Exc.
que se Ihes devo pagar os vencimentos eorrespon-
dentes aos dias em que foram suspensos os tra-
balhos. Dens guarde a V. Exc. Joao Jose de
Oliveira Jnnqaeira
.%. lingua Uuaranj. Segundo lemos n'uma
folha da corte, o Sr. conego J. P. Garay, digno vi-
gario de S. B rja, que agora foi para Montevideo,
possue, entre outros muito iiuportaates raanus
criptos, trabalhos de sua incaosavel per.na, uma
grammalica e um diccionano da lingua Guurany,
que brevemente pablieara. 0 Sr. conego Garay
o autor da excellente Histuria da Republic* Jesui-
tic* do Paraguay e da Meinrria sobre a invasao
pa> aguaua de 1865.
Kuprcmo tribunal de Jusiica. Tem
ale hoje este tribunal julgado a 163 fuoccionari is.
D. Fr. Vital foi o segundo contra o qnal foi pro-
ferida sentenca de condemnacao e 'i primeiro a
quem f.ii imposta peaa.
0 mesmo D. Fr. Vital Maria Gongalves de Oli-
veira e o primeiro bispo levado no 3rasil a barra
daquelle tribunal.
Miscclanca. -A Gazeta Intemacional, falla
de um maravilkoso invento feito pelo mexicano
D. Moi.d3 Gonzalez. Consiste em am motor que
pode reduzir-se a mui pequenas proporcoes, o
qual desenvolve uma forga prodigiosacm todas as
(tirecooas que se quer, servindo portanio ate para
elevar e dirtgir os baloe. O facto e ti) notavel
quo merece confirmacao mai-; evidente que os
ensaios que ato agora pare:e terem-se reali
MMd
Morreu em Paris o duque de Maile, um dos
maiores fidalgos da Franca.
Sejnndo uma estatistica formuiada na pre-
feitara de Paris, transitam diariamente n aqaella
cidade H,000 trens numerados ou de praga.
Existem 182 lagares on estagOespara osses treus,
coatrrbuindo'ostes para o muoicipio -jonr uma
sommrde 3i601iO0O francos.
0 partido cathohco conseguio do governo
de Mac-Mahon a estabeleci:rjeeto de uma univer-
sidado para os estudos th-.-olngioos em Paris,
como existe em Lonvahle e Separada da I Sor-
bona.
Referem do Nova-York em data de 28 de
feveroiro, que houve um grande incendio no Pa-
nama. As perdas sao ealculadas era 1 milhao de
dollars.
Fallase muito da desooberla do novas mi-
nas.de euro na Africa meridkraalvpriocipaloiento
em Marabae nos arredores de LyiiemberKi Esuj
ultima localidade esta situada a^O^milhas- pro-
ximaraento dos jazigo* diamaaiiferes; de Now-
Rusa (hoja Kimberloj). Pvrem ftfw&o diz uma
carta publicada no -Times e.diffkil chegar aili. 0,
transporte ensta 35 libras sterlinas pot tawlhda
vugaraas oeeropoles do Kerbala e de Moshid-Ah; pelo quo a-exploracao nao e aiBda wo vantajosa
como sena para-desejar.
Acham^e ja na referiJa-Ueahdade ai
pkiradores. 0 metal que extraiiem 6 defeeaqua-
lidade e vale 97 francos a 20 .;ea:imas'aoo*a.,
Depois de?ta aescoberta, a- minas fe diamantes
foram abaudoBadas por rauttos trabalhadores
hcodem aos jazigos de ouro. 0 que se encontra
prirtcipslmeoie e-enro de Mloviao, porein,aekarr-
se.taialiera pepttas d* mats de > nnras. Os\-
plpradores mais experiiaeatados assevcram qv.
segundo todas as apparencias, do um dia para
outro se encontrarao aovas minas mais abandan-
tes ainda do quo as qne se estao exploraodo. <
governo de Transvaal faz grandes esforcos paia
con^trair uma estrada de Lyderaberg a bahia de
Delagos. Hoje nio se pode fazer a viagem se uai
com mulas, porque os proprios hois sao de noit'
victiraas das picadellas dos insectos.*
0 papa, que actualmente goza de perfe,a
saudo, t-.irna a dar as suas costumadas audi- v-
cias, recebondo no dia 4 do corrente nma dop'i-
tagao das mulherei catholico-romanas. Respon
dendo a sua meosagera, elogiou as qae tinbam
visitado o Vaticano e censnrou as qae toraaram
parte rjas festas do carnaval.
Nao 6 este o tempo de regosijos, disse
mas sim de oracao e de boas obras.
0 ministro da interior do Franga prohibit
a venda dc photographias do conde de Chambord.
fandando esta decisao no voto da assemble*, q
prorogoa por sete annos os p.deres do marechril
Mac-Mahon.
Falleccu em Carcar (Navarra), no dia 1"
corrente, D. Michaela Zamalacarrepii, fllha i
general carlista deste nome, quo tio celebr*
tornou na gaerra civil dos sete annos.
Oi mperador da China possue actaalm i
uma biblioleca de 400.000 volumes. Acaba l.v -
bem do ordenar qae so reunam todos oo poem -
escriptos sbre as dynastias, afim de os mandr
publicar em 200 volumes.
Como e sabido, o ex marechal Bazaine i
condemnado a pagar as castes do processo. ln-
cluindo nellas as indemn'isacd.'s pagas as '
rnuahas, os vencinenDs dos guardas e os tra-
ti.ilhos ft'iti'.s no Trianon, etc.. paasavam eila
muito de 200,000 francos. Keduzidas, por eon-
sideracao, a 23,000 francos a que ascendiam
despezas de chancellar a e sellos, foramsatisfeit.
poucos dias depois pela Sra. Bazaine ao pan r
para a ilha de Santa Margarida.
O cabido de WestminMer resolvea offer
um sepulchro na sua abba Iia parao cadaver eelebre exploralor Levingstne, em hmeaagem e.
memoria do qne sacrificoa a vida para descoi.-ir
as foates do Nillo. Ao mesmo tempo a rainha
por prrposta de Gladstone, decretou ama pen-
de i:00OJlOO0 aos filhos do eelebre doutor.
Em censequeneia dos frios espantoso-
neste inverno se teem senti lo em Omstantin'
receia-se quo a cidade veoha a ser atneacada :
ama fome. Os generos aliraenticios Ja sabiram *-
cessivamente de preco.
0 famoso jogador de xadrez Rosen thai ti-
nha convocado para os saldes do restaurante i -
telain, tolas os araadorcs parisienses e estraagei-
ros do nobre jogo de xadrez. Mais de M*> \
soas tinham correspondido a e-te appello. entre
quaes se n tavam muitos depnlados a oiBca-
estado maior, desejosos de asistirem aqaella lu'.a
de um so contra 27 adversarios, es mais notave,
jogadores de Paris. Desde as 9 horas da Mite
ale as 2 da madrugada o Sr. Rosenthal, toman
lugar no eentro do circulo formado pelos seus 1~
adversarios, jogou com cada umdelles perto de >
vezes. 0 resnltado deste torneio, que tea epr,-i
ncis annaes do xadrez, teve toda a vantagem p^r.
o Sr. Rosenthal, qae perdeu oma so partida
sendo tres outras consideradas nnllas. As restai-
tes gaahoa-as todas.
Por um inventario a que se procedeu
47 conventos italianos de que o governo toai i
posse, verificoo-se qne as bihhothceas de tod<
elles continham 606,016 volumes, faltaodo ainJa
inventariar os livros das casas religious pertei:
centes a nacoes esiraogeiras. nas qnaosse neon
tram 20,000 volumes.
Em Madrid esgotou-seo linho usado, unico qoe
serve para fios e ataJuras. As senhoras offer- -
cera as classes pobres roupas nov.-.s em troca cV
velhas-, se estas sao de linho e uteis para os rj-
rativos dos militares feridos na gaerra civil.
0 governo francez declaroa no Dia no i -t.
cial, que uma exposigio universal annnocia la
para 1865 nao tem caracter official e deve-se e\-
clusivarcente a iniciativa particular.
Na academta francsza b'uve ha pouco .
saccesso importantc. No dia 5 do corrente de a
verilicar-sO a recepcao de Emilia Ollivier, ele ;
acaderaioo quando ainda era ministro do imper
No sea discurso fazia o elogio a este e ao imp-
rador Napoleao III. A conimissao da academe,
composta do seu presidente, de Guizot e de Jn i
Saadeau, crendo qne estes elogios eram inopprr-
tunos e poderiam alem disso provncar sensiv- -
lutas politicasera uma enrporario liiteraria, ped
a sua modificacao. Emilio Ollivier negoa-se a is-1
allegando que seria rebaixar a sua digoid.-.d
que a acaiemia se associara no ira per io liber if
quando o escolheu a elle seu ultimo ministro. n
houve um Sedan, tambem existiram Solfermo *
Sebastopol. N io tendo podido chegar-se a u i
accordo, a academia resolvea no dia 4, por vie:
votos contra seis, transferor indefiaidamente a r-
cepr.ao de Emilio Ollivier.
Loteria.A que se acha a venda e a 94 i
benefieio da igreja da Casa Forte, a qual con
uo dia 6 de abnl.
l.eilao. Hoje 31,effectoa o agenle Pinto,
!ao de duas caixas ;om moveis avariados, tab._-
de pioho, caixoes para armazem de assucar. am
fre de ferro, cartelras, repartimenlo para eaetir-
torio, cal branca de Lisboa a muitos outros obje -
tos; no armazem do sobrado da rua do Apoll :
8, conforme os annuacios inseridos na see.'
competente deste Diarin.
Casa de detencao.Movimento da ca- a
de detencao do dia 29 de marco de 1874 :
Bxistiam presos 316. entron l.exis'em 317
A saber :
Nacionaes 250, mulheros 8, e e^cravos 36, escrava 1.Total 317.
Aliraentados a custa dos cofres publicos 26a
Hospital iiiirtiiKiiei. Movimento i .-
eaferraarias do hospital portoguez de beoeti'--
cia, na seraana de 22 a 28 de margo de 1871.
F.xistiam 38. entranra 8, sahiram 13, fallecer.
3, existem 30.
E-ia de semana o Sr. mordorao Antonio Jos- It
Costa Araujo.
Hospital Pedro II. 0 movimento de-v
estabelechnenlo, de 23 ao dia 29 de margo foi o *
guinte: existiam 364, entraram 54, sahiram
fallecerara 14, existem 350, sendo : 240 homer-
110 mulheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermanas nestes dia<: -
8, 7 1/3, 8, 8 1/2, II I/*, 7 l|2, pelo Dr. i
trao; as 12 1[2, 1 l|2, 12 Ii2, It, I, pelo Dr.
Sarmento ; as 9,8 1|2, 7 /3, 8 l|2, 8 1/2,8 I-:
9 l|2, pelo Dr Malaquias ; as 9, 8 Iff. 7 l|3 *
1|2, 8 1|2, 8 l|1, 9, pelo Dr. Vianna.
Fallecidos.
Luzia da Costa ; senef tas.
Maria Cordolina da Luz ; tnbercalos pulmonar-
Antonio; cachexia palndosa
Maria do Orruo ; tnbercalos pulmo ares.
Paula Margarida do Espirito Santo ; diarrhea
Caetano Joao do Nascimento ; hepatite.
Lemabiban Francois ; febre amarclla.
Braz Vieira ; hepatite chronica.
Ignaeio Gomes Continbo ; tuberculose puliuouar
Leandra Maria da Conceicio ; tuberculose p i
mraar.
Jose Tavares de Oliveira ; lesao orgaoica do eo-
ragao.
Florihda Basilia da Conceigao ; rubercnlts pui-
monares.
Lourengo Gomes ; alcera gangrenosa.
Jose Euzebio da Paixao ; diarrhea qnaliqnahr-
Pa-ssaveiroa.Sahidos para o sal, as va
por bra-ileiro Bahia :-Jose Aatonio R. Baaga.
sna senhora e I criado, Antonio Jose de Fifueire-
do e 1 sobriuho, Jose deO. Almeida. 6. Baad*-ir.<
Antonio Jose de Almeida Co.-ta, Antonio B. de *
Coelho, Aatonio Bento de S. Coelho Junior. Hnge-
nio Jose das N. Andrade, Dr. Rodrifnea de Car-
valho Junior, V. A. Wanderley e sua (aaailia,
Ulysses Batioga, Justino Torres, D. Jose Januu..,
\yres Jn e Diniz, Candido F. de Oliveira. Afesan-
dre Jose Ribeiru, Jacob Lonaseo, Fetiaidade da
Oosia, Francisco Rodritue* da Costa, RftWpho A.
Ueltrao, D. Josepha A. de Almeida r'reitas e sen
filbo. Dr. Luiz do Almeida A Cavalcanti I-cria-
do, D. Maria A. B. Brnndad, 2 Clhos e 8 crialfcft,
Ftdlonger. Boniiacio Riozas e 2 tthos, Jasd-lieiai
day Alvaro Paiheco, A. J. Revsk, Maaeal T. Soa-
res, ttawdisa M. da 0eicao e I filbo, Ftrrom <
J-ue Maria, Maurieio F. Pedro, Jose (IdteMuJ, Joa>
Francisco Arruda Fakio a I criado, Or. JJUam
do T. de Gastrov sna seuhora e i criado. Jkoia >
Au^asfci do .Alrasida Fah*, Tarceo II. de Atuaoda
Gasabir Paul, J. Izidon,, 2oi|atra, Bodnjaas da
Sd*a.Sei*xa e 3 lilaoa, Bv Jo*e da Rocha, dasertor
Joaa.FioriaM da Mooto GaraaeUo, lOcecnatai,
dads Lui Goozagalloreiras*! escraroa a drtre-
gar-
Sahtdos para Europa no vapor mule* Potou
-H W. Rwting, E Jeaaremead, A., Cardoso.
Aotoaio Per iaulhrr, saa rriana e seus filhos, Thom.v > \+. \-

. J


te
DkiM #BafeOoc(^ ^- dfcrcrV 6&a 3l<> *

'

V
Ja, sua uwrffflrf % n#h^?#a*#fcic^lf da F..
-aa maMes a/ibies* Antoni) JoseiBaatos, Joseph
^.sma^rfCarlos'RBorges, ma mdlher a- Tfllho,
Jacintao.UitejsIaoael B. &. da Cuaha, A..M. Fotf
reira, Jaeibtho 'Antonio, Aatomo Amonn
Manoel Rodriguea,e-J. Barros.
Sahido para o sul no. vapor iaglez Sorata :
Aron Manem.
Cemlterio puMfteo -OMtrari fodai ?8
marco :
Maria, parda, Pernambuco, idade igtora-se,
Santo Antonio; espasmo ao naseer. *
Antonia Maria da ConceiQio, branca, Pernam-
buco, 18 anuos, solteira, Sanlo Ajfenio; phtysica
pulmonar.
Francisco lose da Fe, pardo, Para, 25 anuos,
soltoiro, Recite ; tuberculos pulmonares.
Maria Lopes Loureiro, branca, Pernanmbuco,
* annos, S. Jose ; bepatite chronica.
Antonio, pardo, Pernambuco, 6 mezes, Recife ;
convnrsoe?.
Floriano, pardo, Pernarubaco, 6 mezes, S. Jose" ;
convulsSes.
Loarenco Gomes, pardo, Pernambuco, 40 an-
nos, viuvo Boa-Vista, hospital Pedro II; ulcera
gangrenosa.
Jose" Euzebio-dajPaixab, preto, Maeei6, 42 an-
nos, saltairo, Boa- Vista, hospital Pedro II ; diar-
rhea.
Gaudencio, pardo, Pernambuco, 5 mezes, 3.
Jose" ; coavulsoes.
Aaloaio pardo,Pornambuec, 3 mezes, Recife;
convuls&es.
19
Maria da Conceicao,. mandada pela policja, que
lalleceu de hepatite chronica .na fraguezia da Boa-
Visu.
Jose, pardo, Pernambuco, 8 dias, Santo Antonio;
fraqnexa cogenita.
Josepha Maria djeGoncaijAo Freiee, Pernambuco,
'.' i anuos, viuvn, ft^ose ; bronebite chrovflca.
Maria, parda, Pernambuco, o mezes, Boa-Vista ;
c .nvulsoes.
Maria, braoca, Pernarahaco, 7 boras, S. Jose ;
espasaw.
Thomaz, pardo, Pernambuco, 21 dias S. Jose" ;
espasmo.
Margarida, branca, PernamLaeo, 30 dias/Saato
Antonio ; icterieia.
Gertrudes Vieira de Mello, branca, 6i annos,
.-olteira, Santo Antonio ; colica hepatic.i.
Joao, branco, Pernambuco, 4 mezes. Boa-Vista ;
convalsoes.
Laura, branca, Pernambuco, 2 i|2 annos, Boa-
Vista ; febre bilicsa.
litlHIMI, ni itti u io
SESSaO DE 28 DBflARCO DE 1874.
IMtKSlnENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO CAE-
TASO SANTIAGO.
Seoretario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 boras da manha, presentes os Srs. des-
embargadores Silva Guimaraes, Lourenco Santia-
go, Almeida Albuquerque, Accioli, Domingues
Silva, Souza Leao.e Freitas Henriques, procurator
da coroa, fakaado com cau*a o Sr. desembarga-
dor Reis e Silya, abrio-se a sessao.
juli;\m::;to.
Appellacoes crimes.
Ue Baturite -Appellanle Rayraundo Gome3 de
Freitas, appellada a jusii^a. Improcedente.
De Barreiros. Appellanle o juizo, appellado
itercuiauo Bezerra da Silva.-A nivo jury pela
irregularidade dos qnesitos.
Dj Liaioeiro.Appellante Jose Lopes de Olivei-
ra, appellado o jmzo.A novo jury.
De Malta Grande.Appellante Antonio Francis-
c i dos Santos, appellada a justica.irnprocedente.
Do Ceara-merim. -Appellante o juizo, appella-
di Francisco de Souza Lias.A novo jury.
De Bom Conselno. Appellante Goncalo Alves
Porto, appellada a justi;.a. N'ullo o processo da
[ormacao da culpa em diaute.por falta de recurs*
legal das testemunhas.
De Paul) Affonso. AppMlante Zeferino Vieira
Macaado, appellado o jui;o. A aovo jary.
De Patos. Appellaute Antonio Jose da Cista,
appellada a justica. A aovo jary, ordenaado-se a
prisfa do- appellantes.
Appellacao commercial.
Do Recife. Appellante Alexandre Nunes da
Silva, appellados Jose" Paulo Monteiro & CCon-
t'rmada a sentenca.
Appellacoes civeis.
Do Recife.-Appellante Jose Dias da Silva Ju-
nior e ontros, appellados Joao Felix dos Santos.
Nullo o procesiodo julgamento em diante por fa!-
ta defjrmalas Iegaes.
Da Alalaya. Appellante Antonio Jos6 Telles,
appellado Manoel Jja|uim Maia.Conlirmada a
-entenca.
Assignou-se dia para julgamenlo do3 feitos se-
Luiates :
Appellacoes crimes.
Do led Appellaute Joaquim Jose de Mello, ap-
pellada a justica.
De Bom Jardira. Appellant) Jose Lopos de
Oliveira, appellada a jasti^a.
Appellacoes civeis.
Di Fortaleza.-Appellante Jose Antonio de Son-
za, appellados Raymando da Costa Bravo e oatros.
De S. Miguel. Appellante Manoel CorreA de
Mello, appellada a baroneza de Giqaia.
PAESAGENS
Do Sr. dcsembargador-Silva Gaimiries ao Sr.
desembargador Soaza Le4o ;
Embargos infringentes.
D'AgaaPreta. -Embargante Jose Affon?o Fer-
reira, embargado Antonio Gomes de Macedo.
Do Sr. desembargador Lonrengo Santiago ao
Sr. dosembargador Reis e Silva :
Do Acaraefi. Appellante Antonio Gomes de
Albuquerque, appellado Manoel Ferreira de Fi-
nbo, como tutor de sous filhos.
De S. Bernardo. -Appellante Raymundo Carlos
Ja Silva Feixoto, appellado Manoel Herculano da
Cuuha.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerq :ue
Do Recife.Appellante a companhia Draine,ga
appellado Joaquim Dias da Silva Guimaraes.
' Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Accioli :
Do Recife.Appellante Antonio da Silva Aze-
vedo, appellado Herculado, por sen curador.
Do Rio Graade do Norte.Appellante Marcoli
do Barbosa de Miranda, appellado Manoel Pedro
de Oliveira.
Ao Sr. desembargador Doraingaes Silva :
D'Ar.-i. -Appellante Antonio Francisco de Sal-
les Pessoa, appellaJi Thereza Maria de Jesus.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar
gador Domingaes Silva:
De Garaahaas. -Appellante Francisco Pereira
do Nascimento, appellado Manoel Jose" Mendes
Bastos.
Do jary de Tacaratu. -Appellaale o jaizo, ap-
pellado Cosme Jose Pereira.
Ao Sr. desembargador Silva Gaimaraes:
Appellacao commercial.
Appellaale Antonio Jose de Oliveira, appellados
Braga Gomes & C.
Do Sr. desembargador Domingaes Silva ao Sr.
desembargadjr Souza Leao :
Do Bonito.-Appellantes Francisco Antonio Soa-
res e outros, appellados Visente Ferreira P. Ca-
lurabi.
De Pao de Assacir.Appellante o jaizo, ap-
pellado Antonio Felix de Sanl'Rosa.
Appellacao civel.
Do Recife.Appellante o gerente da companhia
de illuminagao a gaz, appellada a companhia de
triliios urbanos de Olinda.
Do Sr. desembargalor Sjuza LeSo ao Sr. des-
embargador Freitas Heariqaes :
Appellajoes civeis.
Do Recife. Appellante a companhia de trilhos
urbanos do Recife a Caxanga, appellado Dr. Cos-
me de Sa Pereira ; appellante Jo?6 Joaquim Pe-
reira, appellado Antonio de Soaza Rego.
Ao Sr. deserobargador Loareneo Santiago :
Appellante Joib Goncalves Torre*, appellado
Felippe Manoel de Christo Leal.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes :
Appellacoes crimes.
Appellante Francisco Jose de Luna, appellada a
justia ; appellantes Francisco Lopas de Oliveira
e outros, appellada a justica; appellante Alttonio
Nogueira Campos, appellada a justica.
DISTBIBUIQOEg. .
Aggravos de peti0o.
Ao Sr. desembargador Doraingaes Silva :
Aggravante Jose" tiicardo Coelho.
Ao Sr. desembaegador PreiUs Henriques:
Aggravante Antonio Francisco de A. Santos.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes:
Aggrayante ABdrt Delzuc.
Ao Sfi desembargador Loarenco Santiago :
Aggravante Aatero de Me^aita.
Ao Sr. desembargador .Reis e Silva :
Aggravante Josepha IMria da Conctifao.
AoSr. desembargadol AJft^da. A^joquerque :
Aggravante o tenente-coronel Manoel Joaquim
do Beta AHwayiarane.
Ao Sr.- deseafangaA A urioli -:
Agiravante Joaquim Francisco do 'apirito
Santo.
AO Sr. desembargador Dooiinguea Silva :
Aggravate barao de Morenos. )
Recnrsos criinei.
Ao Sr. de*erabargador'LoureHOO Santiago 6
Da rmperairii.Recjirrente jobo, retorrido
Gaudeneio Pesaniliano da Silva Mello.
Ao Sr. desembargador Rait e Silva :
Da Imperalriz Recorrea'.e o jaizo, pecorriao
Jose" Cosmo.da Silva.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque ;
Da Imperatriz.Recorrente o juiao, recorriUo
Manoel Cnadido Coelho da Silva.
AppellacSes civeis.
Ao Sr. desembargador Freitas Henriques :
Do Recife.Appellante Joao Francisco do Rego
Mala, appellado Jose da Silva Neves.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes :
Appellacao commercial.
Do Reci'e. Appellanle Manoel da Silva Santos
e ontro, appellado herdeiros'de Manoel LaizGoa-
calves.
Ao Sr. desembargador Loarenco Saatiago :
Do Recife.Appellante u curador de Fernanda,
na, appellado J >se da Costa.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva :
Do Bonito. Appellante o jaizo, appellados her-
deiros de Theotonio Jose de Freitas.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
AppellacSo commercial.
Appellante Vicente Alve3 Sachado, appellado
Jose Maria Soare" da Motta.
Ao 9K desembargador Accioli :
Do Recife.Appellante o carador de ausentes,
appellado padre Albioo de Orvalho Lessa.
Ao Sr. desembargador Domingaes Silva :
Da ParakybaAppellante D. Antonia Gomes da
Silveira, appellado bacharel -Dario Gomes da Sil-
veira.
Ao Sr. desembargador Freitas Henriqaes :
Do Recife.Appellanle a preta Margarida, ap-
pellado Bernardino de S. Femira Leitc.
Ao Sr. desembargador Silva Gaimaraes :
Do Recife.Appellaale Dr. Joaqaim de Aqaino
Fonceca, appellada Rita Maria Ferreira de Al-
meida.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Do Recife.-Appellante Joanna, por seu cura-
dor, appellado Polycarpo Jos6 Lay me.
Eocrroue-se a sessao a 1 tiora e meia.
Tribunal do coaaauercio.
ACTA DA SESSAO DE 26 DE MARQO DE
1874.
?RES1UK.\CIA DO EXH. SR. COKSELHE1BO A.NSELMU
FRANCISCO PBRETTI.
A's 10 horas da manha, presentes os Srs. de
utados,.secretario Oliulo Bastos, Alves Guerrae o
r. supplente Sa Leitao, fallando sem pariicipa-
;So o Sr. deputado Lopes Machado, S. Exc.
o Sr. conselheiro presidente declarou aberta a
sessao.
Foi lida e depois approvada a acta da sos-
sio precedente.
EXPEDIENTS.
OfQeio do Exm. Sr. director da Faculdade de
Direito do Recife, com a data de 21.Foi mania-
do archivar.
Furam distribuidos os iivros 3eguintes :
Diario de Joao Antonio de Almeida & G dito
de Paulino Jos6 da Costa Amorim & C.
DKSPACHOS.
Requerimentos :
DeBellarmiao Alves Arucha, pediado qae se de*
baixa em a nomeacao de seu ex-caixeiro Jose Joa-
quim Rodrigues da Silva. Na forma requerid.i.
De Farias & C, tambem solicitando baixa era a
nomeacao de seu ex-caixeiro Manoel Pereira de
Azevedo Maia.-Como pedern.
De Jose Luiz de Mello, igualmente requereado
qae se elimine da nomeacao de seas caixeiros,
Emygdio Fiuza de Oliveira. -Deferido.
De Bastos e Silva, para registrar-se a n>mea?io
jnata de sea caixeffo Jose Chacon e dar-se baixa
em a nomeacao de Marcolino Victor de Moraes.
Butt.
De Moraes A C, trazendo para registrar-se a
declaragao que junta offerece.Sim, nao havendo
inconveniente.
De Joao Fernandes Lopes, submettenio a regis-
tro a proenragao pas^ada por D. Maria G. Real.
seja registrada.
De Alves de Brito & C, pedinlo permissao para
eseripturarem no livro diario qae servio a Real,
Brito & C. Como reqaerem.
De Joaquim Aatonio do Carvalho e Rodrigo Ma-
chado da Cunha, apreseutando para registrar-se o
sen con'.rato socialVista ao Sr. desembargador
fiscal.
Informa^io da secretaria, dada em camprimea-
to do_despaeho de 23 do corrente, proferido em a
peticao de Antonio Mendes Pereira da Costa, que
requer o rcgistro de ami certidao como distrato
de sociedade. Deferido, de conformidade com a
informacao.
Autj de rehabilitacao dos membros da extincla
iirma de Ferreira 4 Loureiro.Facam os rehabi-
liiandjs as declaragoes apontadas na informafi5o
retro.
BESULUQAO.
0 tribunal, sob proposta do Sr. deputado Olinto
Bastos, tomou provisoriaraente a resolacao de nao
conceder exonerafio qne for pedida por corretor
oa ageate de leilao, sem qae primeiro lenham re
colhido os seus Iivros a secretaria.
Nada mais havendo a Jespacbar, S. Exc. o Sr.
conselheiro presidente encerroa a sessao ao
meio dia.
PASTE POLITIGA
PARTIDO COHSERVADOR
RECIFE, 31 DE MARCO DE 1874.
Alforrias do escravos,
E' incrivel a maneira porqae procede a redac^io
da Provincia coatra o Exm. Sr. commeauador II.
Pereira de Laccaa.
A prevencjto que natre a respeito de todo e qaal-
qaer arto de S. Exc, a rixa velha e odio antigo
qae alimenta certo redactor qne nao redtge e a
raiva que a todos os provincianos devora pela con-
tinuajao da administracao actual, tudo concorre
para quo o panel, quo arroga os foroa de orgao do
partido liberal nesta provincia, appareca sempre
representando uraa figura.triste e ridicuia na im
prcn-a pernambucana.
A raentira, o aleive e o insulto sao as armas
mais usadas em seus jogos de opposicao ; e raras
sao as vezes era que a mais supina ignorancia nao
se apresenta com toda a lilaucia de uma suprema
sabedoria.
Quando a respeito da aJminislrac/i > d > Exm. Sr.
commendador Lucena, venrns os nossos adversa-
rios no campo da injuria, julgamos mais acerlado
depor a nessa penna, e deixar passar a onda dos
improperios que nao toea nem podera jamais to-
car a S. Exc. Ao contrario, porem, quando temos
occasiao &6 apreciat censuras fundadas em falsas
informacSes, que sao com todas as abundancias de
coracao accitas, e ratiGcadas com todo o desplan-
te pela faita absoluta de conhecimento da nossa
legislacao, entio tomarao-nos de prazer, porqae
mais ama vez se exhibe a actaal admiaistracao,
como credora dos encomios dos homens sensatos,
e nao nos podemos conter ante a idea de aniquilar
uma dessas censuras.
A opposi;So, por mais qno tenhamo3 dito, nao se
convencera, temos certeza, de que nab sera por
esse e oatros meios menos dignos, que fara forta-
na, conseguindo os seus desejos. 0 resultado uni-
co que tem produzido semelhanto especulacao, e e
sera sempre o sea descredito.
Immensas provas tem dado disso, e especialmea-
te mostraremos no presente artigo que nao occu-
pamos a impreasa com declama^oes e inverdades.
Apontemos o facto e commentemo-Io.
A Provincia de 27 do corrente em asua Chroni-
ca e sob a epigraphe -alforrus -lavra conira S.
Exc. uma accusagio nos seguinles termos:
a Diasemos em uma das nossas passadas chroni-
cas, qae com a mais escandalosa violacao da lei se
havia deixado de afBxar editaes no praio de trinta
dias para as alforrias dos escravos sorteados que
tinhara de gozar do beneficia da lei. Bstamos
agora inforniados que a razao dees* escandalosa
infraccaa vem de ter o jutz requisitado ao governo
da provincia os fundos necessarios para a iudem
nisacao dos senhores daqttelln eacravos, e S. Exc.
ter potto a pedra da ahfio lobre semelhante j-
dido.
Infraecao, e escandalosa infraccao de lei. com-
mettida por S. Exc. por nae ter mandado entregar
Jd juiz os fundo3 necessarios para indamnisajao
os escravos. qae tean de sel*ertadoem virta-
tMrda lei I...
Santo Deas! quanta igtora^tia I ...
Qdem disse aos rewartores Tw Provittfia, ja qua
se nab occupam de estudar aa leis do paiz, quem
vou que os presideotes de prosincia sao
sxSbttBtiB "iaais
aos Juizes qae passam as cartas de liber*
b"de aos escravos sorteados na classifleaeao an-
0 fando de emancipacao (tnlvez nSo saibam de
We se compoe ) qpo.4 ninoa transmittido aojniz,
fe o de orphais o corapetente) qaejarsa as cartas
3 liberdade Em audieacia prevwente annun-
Mida sao declaraaos itoertos, e,por editaes ojuiz
faraconstar todos M escravoj, "qae seguado a or-
dem da classificacao, poisam ser alforriadis pela
respectiva quota de ermrocipacao ; e serao entre-
Sues-aa-auas cartas por intermedio dOs senliores ;
m como remettera aos presiden'es nasjprovin-
cjias, e ao ministerio da agricultura, &\mmercio e
obras publinu, na corte, uma rklaqao em i>upli-
CATA AFIM tut SCR ORDENADO 0 PAGUTENTO, ETC.
Tal e a disposieio do art. 42 do regulamento que
baixou com o decreto n. 5,135 de 13 de novembro
de 1W.
Ainda mais.
Os presidentes de provincia, reanindo a qnota
distribaida, e as qaantias destinadts pelas assem-
bleas provinciaes, sem Dssia.vAQAO de localioade,
dividirao o total pelos municipios e freguezias nt
proporguo da populagao escrava.
- Tal e a disppsicao do art. 2C do mesrao regula-
man'lo.
Nap estando, por taoto, concluida a cla*silica;ao
dos esiravps em toda a provincia ( sabara disto a
fedaCfSo da Provincia? ) com) podoria S. Exc. o
Sr. presidente camprir o disposto no art. 26 do
regulamealo citado, isto 6, dividir o total da quota
e mais quantias pertencentes ao.fundp de emanci-
pidao ha proporcio da populafao' escrava?...
Seo-lo a injemniiacao d'is escrav js feila por aa-
torisacao do presideat" da provincia e do miaistro
d'agricnltara, depois qne os jaizes de orpoaos Ihes
remeUem a xelacao em duplicata dos llbertos coino
detennjjia o art, 42 do referido regulamento, como
ooJeria S. Exc. maadar entregar ao juiz que re-
quisiiou (.-e e que hoave tal requisicao, o que n2o
acreditamos) os fundos. necessarios para a indem-
nisagio dos senhores dos escravos?...
Se o contrario do que censara a redacoJo da
Provmcia tivesse feilo o honrado adraiaistrador,
ama opposicao intelligente e illastrada taria solidas
bases para bera desempeuhar o seu papel.
A que, pois, lica reduzida a aecusacao de qae
tratamo3?... A, como ja disssmos, exhuberante
prova da crassa ignorancia de seus aatores, que
qaando cansados de raentir e injuriar, calumniara,
erabora a trCuo de quejandas patjas.
Conseguiatemeote ciunprid* cmno tem iJo a lei
a respeito da liberta^o dos escravos por meio do
fondo de eraancipacao, nao resta a S. Exc. sehao
consciencia tranquilla a seas actes, e o reconhe-
cimento daquelles que sabera Ihe fazer juUiga.
O: I'Wm. Sr. commendailor Liu
eoaaa, sna admfnistracfto, e a
opposicao. ly
0 systema deopposicSo do partido liberal ebem
conhecido em todo o imp-rio, e, se nio fossa o
parti Ju conservador um partido do opiniao publi-
ca, bem se poderia eximir do responier as injas-
ta^ infuadadas e ate irracioaaes accasacoes de
seas adversarios.
0 partido liberal de hoje, cajos principijs e
ideas transformam se qaan-io na opposicao, e nnl-
lo e nada representa; porjue cs homens qae se
acham na su i dirocgao, na imp lisarem as snas Utopias, tem se desacredita'do para
corn o paiz qne os des&reza com desdein. E o
Ieitor canoso e impartial achara hisloria' da
nossa vida iwlitica, a coaflrmacap desse conceito
qae nao e exagerado.
A idea do .nando o do poder allucina-os. mas a
graade ditHculdade de conciliar essas ideas de fe-
licidade elerna com o interesse pessoal, tornn-os
ridicnlos aos olhos dos homens sensatos, qae ja
nao podem depositar confianea em tal gente.
0 qne ahi fica diti havemos de provar cm ar-
tigas sabse pientes : por ora preferimos entrar
logo no assumpto indicado pela epigraphe.
Para que a opposicao merecesse ser ouvida e
acreditada em sua descomedida Imguagem contra
a illastrada e digna administragao do Exm. com-
mendador Lucena, fora mister provar o. qne todo
dia allega, a saber: que clle d violento, aibitrario,
esbaniador dos dinheiros publicos, em summa, pre-
vari^Jor e Mlo dejustiga por indole ou igno-
rancia.
Mas a opposicao pelo seu orgao a indiscreta
Provincia -, nuaca ate hoje arlicalou uma aecu-
sacao seria e provada dessas que tem o cunbo da
verdado para ser admitliila e aceita : limits se a
accusagoes vagas, as vezes pela cousa mais sim-
ples, e contra o as to da mais para justiga, como e
facil de provar, e esta na cmsciencia de todo
aquelle qne nao Mr cego pela paixSo partidaria
Fallar sem provas, allegar e nao adduzir razoes
convineentes.. quando menos denola uma levian-
dade em tal grao que obriga olhar para quem as-
sim procede, senao com odio, ao menos com todo
desorezo
E' o caso dos liberaes desta provincia. Fallam
coatra o Exm. Sr. Dr. Lucena, porqae ha deficit
nos cofres da provincia, porque nio ha seguranca
iadividual e de propriedaie; porqae o presidente
promove melhoramentos de incontestavel proveito
para a provincia, e logo bio dc fallar porque elle
consente chover ;muito ou nao faz chover pelo
verio.
Quando mnitos homens qae se congregam para
am fim do Uin alta moata como seja o bom gover-
no, o progresso moral e material do seu paiz (mis-
sao dos partidos), lanjam mao de meios dessa or-
dem para consegui-lo, logo demonstram a sua in-
capacidade ; e n'ura paiz mais adiantado, onde a
sciencia da politica ja tivesse outro desenvolvi-
mento que nab lem enlre nos, esses homens nem
ao menos poderiam militar nas Cleiras como sim
pies soldadoS, qu^nto mais assumir a chefia e di
recgao de um parlido I
E' necessario quo todos se compenelrem de que
o partido liberal esta impossibllitado de rehabili-
tate, e por conseguiiite de altiiifcir o fim que
mentirosamante appareuta.
Os seus adeplos mais ou menos procuram seus
interesses pessoaes, e pode se dizer que trabalhara
de ma fe, acobertando-se com o do.-e numo de li-
berdade, illudindo os incautos para quem essa pa-
lavra tem magico elTeito.
Xinguem pense qae fazer opposigao e cousa
simples e que esses liberaes da Pernambuco sa-
bem faze-la. Nao ; fazer opposigSo no seatido val-
gar, 6 simples. & verdade, mas oppor-se ao gover
no consciencrosa e sinceramenle, do mesmo
modo porqae na Iuglaterra o partido decahido faz
baqaear o que esta no poder, e difflcil e com cer-
teza os liberaes de Pernambuco estt) longe de
coraprchende-lo.
Neste sentiio ella con3iste em mostrar-se o par-
tido puro e sem macula no seu passado, para po-
der dizer em linguagem docente; fazei CDmo tm
flz, porque os meus actos agradarao ao paiz.
Ora, o partido liberal entre nd3 jamais podera
dizer o mesmo, e portanto nao pode com direito
analysar e censurar os actos de um ,governo mo-
raliiado.
Quem quizer medite sobre a vida politica deste
iraperio, e ha de ter a certeza de quo o partido
liberal e que e o grande peccador, e a fonte dos
males que nos acabrunbam, males que o parlido
conservador procura sanar.
Persuadimo nos qae essa linguagem desenvolta,
acerba e ate indecente, de que us a o orgao libe-
ral de Pernambuco, cjntra onobre e honradissimo
adminislrador da provincia 6 altamente compro-
metedora de nossa civilisajab.
Certamente o systema de desvirtuar o acto mais
justo ; de deprimir injastameate e sem criterio
toda e qnalqner raedida de qne langa mao o pre
sidente da provincia, a bem do interesse pnblico
tende, sem que elles o percebam, a desmoralisar a
tudo e a todos, apreseutando-nos ao estrangeiro
corao am povo inculto e barbaro.
Calumniar lorpemente ao actual presidente,
acensando-o de concorrerpawoesbanjamento dos
dinheiros publicos, quando todos, mao grado, tal
vez, de alguas, estab conveacidos qae jamais am
presidente se esfdrcoajtantb, nsou de ai el id.is tao
aceriadas para restaurar as una'njas da provincia,
eompletamenle estragadas pela sitaagao ligueira
e tao revoltanto e iniqai que arrefece no homem
de bem ; o amor da causa pabhea, e se elle nao
e de tempera de ferro serra os ouridos aqS' seas
reclamos para nao sacrificar-se por quem nao
sabe apreciar a abnegagao vuluotana. "'
E taato mais e repreheosivul ear*procedimeuto,
partindo elle de homens que se tivessem toda a
consciencia de si em tempo alguera se prevallse-
riam para esse flm ojipaaioionlBtag,
seodo reos couvicios dos crimes porque accusam
a quem esta no caso de ser sea algoz.
EHes o sabem I
0 homem hoarado, de caraoter siaeero, qua por
amor de seu paiz enoarrega-se da inwroba tarefa'
de almwistrar nma provincia como a de1 P^rnam
buco. se procede oomo tem procedido o Exm.
commendador Lucena, seja qnal for a sua c6r po-
litica mereoe acolhimente b apoio da loatfB'paTa
estimalo
terra natal.
cdpftttitn a r*rrjf#, tforrio fan fi'
dd opppsto, isto 6, c-^aeto mais ifterlWric-' da
admfitrafe56, elRs aflaWjami aMtonadattetrtt e1
setn critics!, paai)Ws*eWlo cotno um effn On
m*ldd#V$rm,^^en%env!, ^
Wriot*r*!-
Felizmente para os interesses da provin^a, ho
mens stispehos e davidosos como esses tfio fazem
ecfiC; HemporJerJo nanca abalar o grande concei- de boi.
toqbe bm-sen firror lem grangeatf*'o'Mlus'tre
peraambucano, que ta j dignameate se assenta ria
eadeira presideaqiL
.mtfyii Ptutarcho.
am
w
IA
Via Terrea do Caxanga.
Srs. redactores.tendo Vv. Ss. noticiadb em
sna conceituada Ikvista, o esmagamento que em
um boi e uma cam.ca de minba propriedade
aconteccu no dia 25 do corrente, accrescentando
Vv. Ss. ter se dado o facto por incuria do vigia,
que nao estava no panto, o Sr. Dr. Paulo de,
Oliveira hoje contest* a veraoidade desta noticia,
e, nao salisfeito :com isto, aventura a assergio de
que a boa fe de Vv. Ss. foi illaqueada por pessoa
qae tem frilerewe. em bccultar a Verdade. Nao
fui autor dvnotlcfa, como Vv. Ss.-sabem, nem
tinha mteresse em da-la, porqae nio e pela im-
prensa que. her de fazer valer os meus dir.eitos.
Segandi rrie consft, tem' vv: Ss. umVdsdaragao
assignada pelo autor da mesma noticia, e riap e'
elle petto* qne'Terftia o mrnlmo intefesse nesse
assumpto. Afflrntn eofffa energra de quern tem
provas robastas, e qae hao de ser exhibidas eni
juito, qne a^ informacoes recebidas pelo Sr. Dr.
PauM detillveira sSb 1nxacta, apenas de?tina-
das a innocerrtRrao de qriem as den, o qnal n5o
pode ser de outro senao do proprio empregado
uegligente.
Limito-me a esta affrrfrrapao, para qne nao pa-
reca qae com o silencio deixo passar em jul-
gado a de^laraj.ao do digno engenheiro fiscal
da companhia de trilhos urbanos do Caxanga.
Tudo o mais que en pdderia dizer e provar,
6 hgora inopportano.
Recife, 3d de marcojdo, 1874.
' Luiz Eloyde Mhatida Durao.
irti floritln de Wurraj A t.an
llll
Os perfumes compoem. parte poetica, a ver-
dadeira poesia do toilett e, as senhoras d a elegan-
cia e retkiados gostos sao de ordinario mais en
meojs fastidiosase diflicultosas de contenlar, rela-
tivamcn'te a'escoTba destee artigos. A^b'eflasha-
bitantes da America 'do suL as qa'aes'sao per-
feitas conhecedoras de taes objectos, teem dado
pata mais de vinte ann6s a esta'parte, uma deci-
iivft preferencia 'a esta refrigerante e odorifera
agaa para o toucAdor. EKa tain'silo tnanufactu-
ada quasi quo exclasivamente para o consumo
da America Central e do Sul; porem bem pouco
Tempo ha que neste paiz se fez a descoberta da
sua avaniajada superiiridade sobre oi perfumes
d'uma qualidade imperfeita e demasiadamente op-
pressivos importados da Europa ; em consequen-
cia pois deste aova augmento em sea consumo,
os proprieiarios-estao empregando Wdos os seas
esforcos afira de satisfactonamente suprirem tao
vasto pedido. Alem do saas muitas virtudes, em
qualidade d'am d'diciosb'er vivilieante perfame,
ella torna-se, luando misturada n'uma pouca de
agaa', uma excellente preparajao para a pclle;-
assim como pode servir como uma admiravel la
vagem para os dentes e gengivas, deixando um
asradavel e aromatico cheiro na bncc3.
''ifcPiSRB i>E EXPORTaCaO ?*0 DfA bl 18
MABGO m &74.
Pata qi pbrtos do exterior.
Na gaferkpbrragaeza India, para Liverpool,
carregon : M. H. fflohteiro 296 saccas com 25,598
kilos de algoKo.
No navio portugaet B. Joanna, para Liver-
pool, carregau : I. Christiansen 20,00o pontas
Na bare* franceza Minerva, para o Canal,
carregou : Keller 4 C. 170 saccas com 13.125 kilos
de algodao.
No brigue portnguez Improvise-, para o Rio
da Prata, carregou : Amorim Ifmaos 4 C. 100
barricas com 14,168 kilos de assucar branco e 100
ditas com 11,505 Ii2 ditos de dito mascavado ; J.
V. Pereira 2,500 cocos (rructa).
No brigue brasileiro Amizade, para o Rio da
Praia, carregou : H. B. Oliveira Junior 550 bar-
ricas com 52,691 kilos de assucar branco e 100
ditasoooa 11,774 1)2 ditos de dito mascavado.
Para os portoi do interior.
Para o Rio Grande" do Sul, no brigue portn-
guez Social, carregou: A. M. Macbado Junior 90
barricas com 10,5ol Kilos de assnear branco.
Para o Rio de Janeiro, no vapor nacional
Bahia, carregou : A. J. da Silva 2,000 cocos
(frocta).
Para o Gear a, no vapor nacional Ipojuca,
carregou : A. Cordeiro 5 barris com 480 litros de
alcool; Bartholoraea & C. 1 dito com 80 ditos de
dito ; para Acaracd, A. Cordeiro 1 dito com 96
dit03 de agaardente e 1 dito com 96 ditos de mel :
paraMagao, M. L. P. Barreto 1 barrica com 75
kilos de assacar braaco.
Para Alagoas, na barcaci Cruzeiro do Sul,
carregou: J. A. de Carvalho 2 barricas com t20
kilos de assacar branco,
CAPATAZ1A da ALFANDEGA
Kendimento d>. dia 2 a 28 18:0104914
dao do dia 30. .. 435*159
JUNTA DOS CORRETORES
1'raca do Recife, 30 de uiarco
de 1S94L.
AS 3 HORAS DA TARDE.
cotacSes officiaes.
Algodao de Penedo sem inspecgiio 0^800 por 15
kilos, sabbado.
Algodao do Aracajtl sem inspecgao 6^800 por
15 kilos, sabbado
Algodaodo Granilo sem inspecgao 6.500 por 15
kilos, sabbado.
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 26 1|8 d., e do
banco 26 d. por t000, sabbado e hoje.
Dito sobre dito a 3 div 25 3|i. d. por 1^000, do
banco.
Cam!)io sobre Lisboa e Porto a 3 d[V. 110 Od)
dc premio, do bance.
Frotode algodSo daqui para Liverpool 1(2 d. por
libra e 5 0|0.
a. de Vasconceilos
Presidente.
A. P. dc Lemos
Secretano.
Read
ddofl
AUANDEGA
raeato do di? 2 a 28. .
do dij 30
768:617*001
42:660*929
811:277^930
18:446*073
VOLUMES SAH1DOS
Do dia 2 a 28 .
No dia 30
ifimeira porta ....
Segonda porta.....
Perceira porta.....
Juarta poru......
frapiche Concei cao .
SERVICO MAP.1TIXO
vi>*rengas descarTBBadas no trapicte
alfandega do dia 2 a 28.
Kodia 30
iaMM atracados dj trap, da aitandogi
Alvarengas........
So trapiehe Conceicao .
51,904
169
51
647
1,143
53 914
105
113
RKCEBEDORIA DE RENDAS 1NTERNA3 GE-
RAES DE PERNAMBUCt
^Bddimenlo do dia 2 a 28. 57:241*993
dam do dia 30 1:880*153
59:1223148
CONSDLADO PROVINCIAL,
Reudimento do dia 2 a 28.
ides ao dia 30
102:263*433
9:933*901
112:219*384
RECIFE
Aoudiraeoto do dia 28.
fdem do dia 30. .
DRAINAGE.
4:280*081
1:389*429
5:670*110
EGoao;
SIllliTIJIOS
D scarregam hoje A du marco de 1874.
Lugar francez Rio Grandemercadorias, para
alfandega.
Galera porlugueza Lisboa mercadorias para
alfand.'ga
Barca hespanhola D. Luiza mercadorias para
alfandega, materiaes e machinismo para
a empreza da companhia lo&jmolora. ja
despachados para o caes 22 de Novembro.
Barca ingleza Nerlhertonbacalhao ja despacha-
do para o trapiehe Conceigao.
Lugre portuguez Julio farelo ja despachade
para o trapiehe Conceigao.
Patacho portusiuez -l.idadorvarios generos para
o trapiehe Conceicao, para despachar.
Barca ingleza DJphim materiaes para a empre-
za da companhia locomotora, ja despacha-
dos para o caes 22 de Novembro.
Elriguo fraaeez Mines de Soumachs n. 2 mate-
riaes para a empreza da companhia lo-
comotora, ja dospachados para o caes 22
de Novembro.
Barca inglezaTravellerfarinkd. ja despa:hada
para o c?es do Apollo.
Patacho nacicnal-Jaboalao -farinha ja despacha-
da para o 5 ponto.
Barca ingleza Carrisbrook carvao ja despcha-
do para lerra.
Barca ingleza Rossini carvSo ja despaehado
para terra.
Barca ingleza Runymede (arribado) varios ge-
nero* para deposito no trapiehe alfande-
gado do Barao do Livramento, no caes do
Brum.
IiEiportaciio.
Brigae portuguez Bella Figueirense, entrado de
Lisboa em 29 do corrente e censignado a E. R. Ra-
bello 4 C, manifestou:
Azeite de oliveira CO barris de qulnto a Silva
Guimaraes A C, 50 aos consignatarios.
Canarios 1 gaiola a ordem. Came em salmou-
ra 50 barris a Luiz Jose da Costa Amorim. Ce-
boias 100 caixas aos consignatarios. Cevada 100
saccos a Amorim Irmaos & C. Coelhos 4 em /
caixote a ordem. Comiahos 10 saccos a Stlva Gui-
maroes 4 C, 22 surrdes aos consignatarios.
Farello 300 saccos a Silva Guimaraes 4 C.
Lagedo 178 pedrasa Jos6 Aagasto de Araujo,
200 varas a Joaquim Jose de Azevedo. Louga l-'i
caixas a Costa & So.ires
Qaadros 1 caixa a ordem.
Toocinho 50 barris aos eonsignatarios.
Vaccas 3, com 3 crias a ordem. Vinho 77 pipas
e 55 barris de quinto a Beltrao & Filho, 77 ditas e
45 ditos aos consignataric-s, 24 e 10 a Joio Jose R.
Mendes, 24 e 10 a Rosa 4 Irraao, 13 e 10 a Amo-
rim Irmaos & C, 9 e 10 a Silva GoimarSes & C,
9 e 5 a Tnomaz A. Fwnseca 4 Successors, 8 e 10
a Soaza Bastos & C, 1 baaril a Anton to Arves
L6bre' ^ 7T ^p r
Patacho Pottaguez JwiiAft. enirado do Rio Gran-
de do Sul oa mesma data e consignado a Amorim
Innftoa di C, raanifeatoa:
Couros seccos 80,
Grata em bexigas 1,710 kilos.
Peixe secoo 2,000.
Xarquo 161,443 kilos a ordwa.
Patacho francez Cata, entrado da, Parahyba na
mesma data e consignado a Raubach Ca^a 4 C.,
nunifestou : .
Toros de mangue 121000 aos consignatarios.
- Barca ingleza Trueetleri entrada a> Kew-Or
a toaiM.ofc iMM*daia. aaipgaadaqa PtopN Bre-
da oatros qae qirf*aoeilelar saajt^^^"****^ = .. -^4.
al. E isto sim, Bert3tm coaaigtu-
'larws.-
E
CONTRA 0 FOGO,
A companhia Indemnisadora, estabelecidt
aesta praca, toina seguros maritimos sobrt
aavios e seus carregarnentos e contra fog*
;m edificios, mercadorias e mobilias: n?
rot do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Auguslo F. (1 'Oliveira k C.
A casa commercial e bancaria de.-Vugusto
j d'Oliveira & C, & rua do Co nmercio ns
42, eucarrega-se de execuoao de ordens
para embarque de prodoctos b de todos o-
mais negocios de commissao, quercommer*
ciaes, quer bancarios.
Decouta lettras, e toraa dinheiros a pre-
mio, compra cambiaes, e saca cl vista e a
prazo, d votitade do tomador, sobre as se-
guintes pragas estrangeiras e nacionaes :
Londres. Sobre o union bank of
LONDON, 0 LONDON AND HANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de 1.* classe.
Paris. Sobre os banqueiros fould
& C, MARCUARD ANDRE & C. e A. BLaCQUE,
VIGNAL & C.
Ilaiiibiirgo. Sobre os Srs. jo.Io
SCHU BACK & FILH S.
liisboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & V1ANNA, e SEBASTIiO JOSE DE
ABREU.
Porto. Sobre 0 banco uniao do porto
0 Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
Para. Sobre 0 banco commercial
DO PARA, 6 OS Srs. FRANCISCO gaudencio da
COSTA & FILHOS.
MaranhSo. Sobre 0 Sr. jose fer-
reira DA SILVA JUNIOR.
Ceara. Sobre os Srs. j. s. de vas-
CONCELLOS & SONS.
Bahia. Sobre os Srs. marinhos & c
Rio de Janeiro. Sobre 0 banco
industrial e mercantil, banco nacional e
BANQUE BRASII.IENNE FRANCAISE.
companhlTallianca
seguros maritimos e terreb-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0009000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro
ico maritimo em navio de vela e vapore*
para dentro e f6ra do imperio, assim come
contra fogo sobre predios, generos e fa
rondas.
Agente : Joaquim Jose Goncalves Beltrao
rua do Commercio n. 5, 1* andar.
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritimos em mercadorias,
(retes, dinheiro a risco e finalmente de qual-
^uer natureza, em vapores, navios va" ela oo
llatcacas, a premios muito raodicos.
RUA DO, COMMERQO N. 34.
Seguro eoulra-l'ogo
THE UVliftPOOl LNDON& GLol
INSUR
opposicao em Pernambuw, compoeta da
homens insusceptiveis de generosidade, aabso nab
NORTHERN.
Capital. .... J0,<
fondo de reserra. S,ffOfH009f9O9
Agtntei,
Mills Latham AC.
RUA DA CRUZ N. 38.
Banco do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filbo saeeaa
por todos os vapores sobre :
Anadia.
Agaida.
Aveiro.
Beja.
Chaves.
Elvas.
Amarante.
Guimaraev
Covilhi.
Melgaco.
Portalegre.
Arcos de val de vw.
Celorico de Basto.
Caminha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Linhosa.
Evora. Honsao.
Fale. Ovar.
Faro. Porto.
Guarda. Tavira.
Lei ria. Refoa.
Lisbea. Vheo..
Rarceltos. Ffgneira.
Coimbra. I ibij i
Mirandella. Gsurrtji
PenaOel. Valaaca.
Villa Real.
Catwamfrs 4* Bi,.
Castoll*MN.
EspoiMda.
Oliveira de Azemeis.
Povoa de Varrim.
.Vianni do CaHk>
Villa-Nova de Portimao. Villa-Nova de Fajukcio.
Villa do Coade.
Mas ilbas.
Mid.jira, S. Miguel, Faial e Terceira.
^OVIMENTO DO ^T!
Navios sahiios no din 30
Rio da PrataPatacho portuguez Fam.'o, capitao
Valverde, carga assacar.
CanalPatacho mglez Lady Mary, capilao J. Hair.
carga assacar.
Ceara-Hiate nacional l^onHla da Cruz, capita-.
Manoel Caetano da Costa, carga varios feme-
ros.
ObservacAo
Nao u mve entradas.
"fCITAEl
0 Illm. Sr. inspector da thesmirarta provin-
cial manda fazer pnblico que em cnrnprimeMe da
irdem do Exm. Sr. presidente da proviso!*, da 7
de Janeiro corrente, perante a junta desta tbesom-
raria se ha de arrematar no dia 23 de abrii pro-
ximo vindouro, a ohra da ponte denominada Pa
Sangue sobre o rio Serinhiem. orcada em 9:570*
pages em apolices da divida provincial a juro >
7 p ir cento ao par.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
;A) compare^am na sala das sessoet da mesma
tliesouraria no dia in lirado aeim., pelo maio dia.
competentemente hahilitafas.
E para constar se mandou pnblicar o pruseatr
delo Diario de Pernamlmoj
Secretaria da thesouraria provincial, W de Ja-
neiro de 187i.
Victoriano Joss M. Palhares,
Oiflcial mai'T interim*.
Clausulas especiae* para a arr"malac*o da pont
denominada Pao Sangue sobre o rio Seri-
nhanm.
I.* A p mi.' denominada Pao Sangue sera exe-
cutada de conformidade com o orcamento e ptaa-
ta approvados pelo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, no valor de 9:S70.
2.' 0 arrematante dara pnneipio a obra no pra-
io de um mez e a cmelnira no de it mezes.
3.'0 pagamento sera eir.'i-iuid > e;n i pre*la-
;oes iguaes a propor^ao da tibella exerutada.
4." Para tudi d mafs que nao se achar espvcil-
cado sera regulado pelo que di?poe oregularaeatn
de 31 de julho de 1866.-0 engenheiro cbefe, Jo-
se Tiburcio Pereira do Nagalhiie1;.
Victoriano Jose M. Palhares.
Kdital com prato do 30 diatw. n. IIV.
Pela inspectors da alfand -ga de Pernambnei'
se faz publico, que achand)-se as mercadorii>
contidas nos volumes abaixo mencionados ni BHt
de serem arrematadas para consumo, nas termos
do cap 6 do tit. 3 do regulamento de 19 de se-
leinl.ru de I860, os sens doQQS ou consignalI
devcrao despacbal-as no prazo de 30 dias sol.
pena de, findo elle, serem vendidas por sua conta.
sem que lhes fique competinlo allegar conira o-
effeiios desta venda :
Armazem n 6.
Marca RRM, ns. 223 e 227. Dua* caix.is viadM
dc Liverpool no vapor inglc-z Seva, 1 scarrega-
das cm 26 de agusto dc 1872 e consigoadas a
Maltos Lemos & C.
Idem J. S. Carneiro da Cunha. N. 318. I'ma d. la
idem no vapor inglez /) uro, descarregada ei.
i'i de outubro di 1872 c consignida a J. S. Car-
neiro da Caaba.
Idem Johnston Pater i C. N. 305 L'aia di^.
idem no vapor inglez ifcra, descarreg.id.i em 2Ti
de novembro de 1872 e consignada a Johnston
Pater 4 C
Sem marca. Sem n. Uma dila vinla de B deaux no vapor francez Rnt Grande, descarre-
gada em 9 de dezembro de 187i, ign-ra se a
consignacio.
N. 73. Uma dila ,
de 1873 e coa-igaada ;
L'uia dita idc:u idem.
23 ditas
Marca C G & C. L P G.
idem, em 10 de mar;)
Carvalho Guimaraes.
Idem a mesma. N. 7i.
Idem J S N A L. Ns 1/20, 1/6.
idem a Silva Neves & C
Idem Borstelmann & C N. 367. Uma dita \i
de Liverpool no vapor inglea Boy**, aatearra-
g^da em 27 de marco de 1873 e eonsignaJ
Borstelman & C.
I lem P 0 L D. N. 1,560. Uma dita vindi d >
Havre no vapor francez Ville de Rio de Ja
neiro, dascarregada em 2i do abril de 187
consignada a Fran'isco Gomes de 01 n
Sobrinho.
Idem C A S M & C. Ns 6,l3i e 6,122. Dnas diUs
vindas de Bordeaux no vapor fran:e: Men I
descarregadas em 12 de maio de 1873 o Mki*-
uadas a C. A. Sodre da Motta.
Idem P 0 L D. Ns. 300 e 302 Tivs dit > i
no vapor francez Said, descarregaios em 11
maio de 1873 e consignadas a Francisco G me*
de Oliveira Sobrinho.
Sem marca. N. 2,200. Uma di'a viada d II
no vapor Irancez Ville de Bahia, imtktn/tia
em 23 de maio de 1873 e consignada a K
Alberto da Silveira.
Maraa U U D. N. 1,591. Uma diti vend*
de Bordeaux no vapor francez Bu Ormpda,
carregada em 7 de junho de 1873 e consig.i
a Amaral & Motta.
IdemHN C H. N. 186. I'm barril vasia ile.n
idem a D. P. Wild.
Alfandega de Pernambuco, 30 de marco de I
0 inspector.
_____________Fabie A. de C Reis.
0 Dr. Pedro Camello Pessoa, juiz de d;r
da segunda vara civel nesta ciJade d:>
Recife de Peruambuco, por S. M. olmj.
dor, etc.
Fa^o saber aos que a presente carta it<
editos virem, em como Antonio Martins Sal
danba, me fez a peticao do tueor seguinte
Illm. Sr. Dr juiz de direito da seguaaa
vara. Antonio Martins Saldanba, credor Ac
Jose Xavier Pereira de Brito, Ernesto
Carvalbo Paes de Andrade, D. Carolina di
Carvalbo Paes de Andrade, Jed* Francisco
Carneiro Monteiro, Antonio Francisco Car-
neiro Monteiro, como herdeiros que sao d
fiaadaD. MathilJe Bernardina daCoaceica .
primitiva devedora de umanota pr.im'ssoru
que aceitara em favor do supplicante: reamti
a V. S. se sirva de mandar cita-los par*
na primeira audieocia deste jutxo, virem ful-
ler aos termos deuma ac^ao ordinaria, pela
qual lhes pretends pedir o pagaioeoto da-
quella diviJa, o que melhor exp-e-sari ao
libeilo respectivo, uma vez qae as suppl
dot nio se conciliaram, documento junto,
ficando desde logo ciUdos os supplicaddey
ara todos os demais termos da acclo, alt
nal sentenca. Oatro sim, requer i T. 5.
que estando os dous ultimas supplioados su-
seotes, em lugar incerto e nio tifamx admit-
ta ao supplicante a produxir t aaataaiante
justiGca^ao, afim de serem citados par
carta de editos. Pede a V. S. detorimento,
sendo a presente distribaida ao escrivio Ca-
oha, por cujo carlorio corram os
\
-i
nan


Dxjkrift tie Penunmbuoo .- Terca feira tl de Marco da 1874.
arreslo requerido contra os mesmos, peJo
supplicante. E. R. M. Recife, JO .de
mar^o de 1874. 0 advogado, Estevie de
Oliveira. EsUva sellada com o sell de es-
tampilha, e competenteroente inutrlisada.
Cuja poticio, sendo-meaprsentada,ella
dei o despacho do iheor seguinte :
Distribuida, como requer. Recife, 21
de marco de 1874P. C. Pcssoa.
Em virtude de dito meu despacho, foi a
peticao distribuida a escrivS > que estepa--
sou, eforam uiquirkias duas testemunbas que
juraram coulesses a ausencia dos supplicados
Joao Francisco Cmieiro Monteiro e Antonio
Francisco Carneiro Monteiro. e tendo feit
ao escrivao sellar os autos, m'os Gzera con-
clusos com a respectiva assignnura, e sen-
do por roim vistos, lidos eexaminados nelles
dei e proferi a sentenca do theor seguinte :
Em vista dos depoimentos das testemu
nbas de folbas e folbas, bei por justificada
a ausencia dos reos Joio Francisco Carnei-
ro Monteiro e Autonio Francisco Carneiro
Monteiro, em lugar inoerto e nao sabido, e
pelo que mando que sejam citados por car-
tas de edito* : pagas as custas pelo justifi-
cante. Recife, 28 de marco de 1874. Pe-
dro Camello Pessoa. Cuja sentence sendo
assim por mim dada e proferida, fora outro
sim, por mim mandada publicar em m8o
do escrivao, que mandei se cumprisse
eguardasse.
Em virtude do que, o escrivao fez psssar
a presente carta de edito, por bera da qual
e seu theor, mando a ted as as pessoas, ami-
gos, parentes e conbecidos dos ditos Joao
Francisco Carneiro Monteiro e Aotonio Fran-
cisco Carneiro Monteiro, lhes fa?am aviso de
que pela presente sao citados para os ter-
mos da accfio ordinaria de que trata a pe-
ticSp aqui transcripta. a fun de que no pra -
zo da lei comparecam por si ou por seus
procuradores a allegr seu direito e justica,
sob pena de proseguir a causa seus terruos
a sua revelia na forma da lei.
K para que chegue ao couhrcimento de
to Jos, mandei passar o presente com o pra-
/.o da lei, que sera* publicado e affixado no
lugar publico do costume.
Dadoepassado nesta cidade do Recife,
aos 30 de mar.;o de 1874.
Eu, Pedro Tertuliano da Cunha, escrivao
escrevi.
Recife, 30de fevereiro de 1874.
Pedro Camello Pessoa.
Roa do Hoaptao n. 8.
Rua de Gervasio Pirea M. 17. W, 27, M87.
Escriptono da companhia, 30 da marco de 1874.
OgereBie,
John Blouni.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A rltma. junta administrative da santa casa-da
Misricordiado Recife, maoda fazer publico qut
aa sala de -.suas sesioes, ao dia I de abril pe-
las 3 horas da tarde, tern, de'ser arremaudas a
queso mais antagens ofierecer, pelo tempo de urn
i ins aunos, as rendas dos predios eu seguida
leclarados.
ESTABELECIMENTtJ DE CARIDADE.
Travessa 4e S. Jose.
Casa terrea n. 11...... 201*080
Rua de Santa Rita,
Idem a. 33 ........250*000
Padre Floriano.
Mem n U ....... 207*000
Cmco Pootas.
Casa terrea n. 114 ...... 32no00
Rua da Alegria.
Idem n. 31........371*000
Ponte Velha.
Idem n. 31.........136*000
Rua de Antonio Henriques.
Idem b. 26........ 99*000
PATRIMOiNIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209*000
Becco das Boias.
Sobrado n. 18.......421*000
Rua da Cruz
Sobrado d. 14 (fechado). ..... 1:000*090
Rua do Pilar.
Casa terrea n. 100.....-. 241*000
Rua do Ameriro.
Idem n. 34........122*000
Rua da Guia.
Idem n. 29........201*000
Rua djs Larangeiras.
Casa terrea n. 17......361*000
Os pretendentes deverio apresentar no acto d
irrematacao as suas fiancas, on comparecerea
icompaahados dos respectivos nadores, devecdo
pagar alem da renda, o premio da quantia en
que for seguro o predio que contiver estabcleci
mento commercial, assim como o servico da lira
peza e precos dos apparelbos.
Secretana da santa casa da misericordia do R
;ife, 17 de marco o de 1874.
0 escrivao
Pedro Bodriguet de Souza.
1NSTITUTQ ARCHE0L0GICO E GEfl-
P

DECLARACOES.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Venda de predios
A Illraa. junta administrativa desta Santa Casa,
jevidamente autorisada pela presidencia, na sala
de suas sessoes, pelas 3 boras da tarde do dia 26
do corrente, vende ou permuta por apolices da
divida publica os seguintes predios. pertencenles
ao legado de Joaquim da Silva Lopes, de que e
administradora : Forte do Ma'tos, metade do so-
najqvde 3 andares n. 17, por 5:300* ; becco do
, opuq 3 parte do sobrado n. 1, por 2:666*666
rua da Guia, sobrado de dous andares n. 69, por
6:000* ; rua de S. Jorge, casa terrea n. 92, por
1:400*, sobrado de um andar n. 30, por 2.000*,
dito meia-agua por 300* ; rua dos Guararapes,
casa terrea n. 63, por MOO* ; rua dos Acougui-
uhos, cosa terrea n. 26, por 600* ; Largo da Cam-
pina, dita n. 3, por 400* ; rua da Soledade, dita
n. 72, por 700* ; becco do Teixeira, dita n. S,
por 250* ; largo das Cinco Pontas, terreno, por
1:000*000.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Racife, 14 de fevereiro de 1874.
0 escrivao
Pedro Bodrigues de Souza.
Santa Uasa da Misericordia do
Recife.
Em vista da ordem da Illma junta administra-
tiva sao convidados os parentes das menores infra
mencionadas a virem retira-las do collegio das
orphis. por ja terem attingido a idade marcada
no respectivo regulamento, e acharem-se com suas
educates terminadas. Aquellas que nao forem
retiradas dentrn do prazo de 30 dias, contados da
data do presente, serao entregues, de accerdo
com o 3 do art. 48 do mesmo regulamento, a
familias honestas para ahi se empregarem no ser-
vico domestico.
Senhorinha dos Santos, filha. de Jos6 Joaquim
dos Santos e Antonia Maria.
Leopoldina Maria da Paixae, filha de Clara de
Jesus.
Maria Eliza Alves, filha de Joanna de tal
Valeriana dos Santos, filha de Joaquim dos San-
tos e Maria Margarida.
Alexandrina Bezerra Cavalcante, filha de rose
Bezerra Cavalcante e Rosa Bezerra de Menezes.
Idalina Lacerda, filha de Pedro Alexandre de
Lacerda e Anna ftancisca Paes Barreto.
Josepha Lima, filha de Joaquim Lima de Oli-
veira e Joanna Maria.
Candida, filha de Vital das Chagas Coelho e Gar-
ta de Lacerda.
Rosa, filha de Antonia Joanna de Barros.
Dionizia, filha de Vital das Chagas Coelho e Car-
iota de Lacerda.
Antonia, filha de Manoel Felix Barbosa e Mar-
colina Guimarae?.
Adelaide Francisca da Silva, filha de Francisca
de Assis.
Alexandrina Maria, filha de Felippe Martin^o do
0' e Maria Joaquina do Esplrito Santo.
Rosa, filha de Antonia Joanna de Barros.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 13 de marco de 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
Quarta-feira !. do corrente mez d'abril,
celebrard o Institute a sua l.'sessao ordina-
ria do correnteanno academico.
ORDEM DO DIA.
1. Posse dos novos officiaes da mesa
Bdministrativa e membros de commis-
sdes ;
2. Trabalhosadiados;
3.* Palestra litteraria.
Secretaria do Instituto, 28 de marco de
1874.
lOSt SOARES D'AZEVEDO.
Secretario perpetuo.
servacio das meccadorias deposiudas, serrico
prompto, precos medicos, etc.
Tambem recoUMra, mediaoteprevto accerdo, ex-
elosivamente os feaeros de uma so pessoa.
Estes armazena, alem de ardados e eommodot,
sao inteiramtnte oovos e a^phaltados, isentos d
cupim, ratos, etr., etc.
As pessoas joe qaizerem utiUsar-s destes ar-
mazena, pederao dingir-se ao escrip_torio da com-
panbia peraarabucana, que acbarao com quem
tratar.
Luso-Brasileira.
C:mmrllio liHt-aJ
Nio te tendo reunido ouiuttru Je^al dos sen bo-
res sucios na assembles geral, eoovocada para a
ultima dutuinga de raarco ; de ordem da presi-
deiicia convido novauientti aos senhores socios
paia a teunian i|ii di've ter lugar no proximo do
uiiugo 5 die abriC. ]*elas II boras da manlM, pre
veinudo-os de ijue a assemtilca funerionara coin o
numero de soci.-s enifto prcs^ntes, conforinc pre-
ceitua o artigo 26 do.< nil tnto.
Secreuiia ito consdlio fiscal ila sociedade Luso-
Brasileira, 30 de marco de t874.
0 1* secretario tupplente
I. M. de Andrade.
ADMINISTRA ,,0 DOS CORREIOS DB PERNAM
BUCO, 31 DE MARQO DE 1874.
Malas peios vapores Mandaku e Pirapama da
companhia peruambucana
A correspndencia que tern de ser expedida
boje (31) pelo* vapores acima roencionados para
os portos do sul ate' o Araeajd, e para os do norte
ate o Acaracn, sera recebida pela maneira se-
guinte :
Macos de joraaes, impressos de qualquer natu-
reza, e cart as a registrar, ate 2 boras, cartas or-
dinarias ate 3 horas, e estas ate 3 1|2, pagan-
do porte duplo.
0 admnustrador
Affonso do Rego Barros.
2* classe 3'( :lasse
13 X, 20 10 13
pngsrao i neia pas-
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
A directoria desta companbia, pelo pre-
sente declara aos Srs. concessionaries de
pennas d'agua quese acham em atrazo no
pagameuto das mesmas ate 31 de dezembro
do anno findo, hajamdeete o ultimo do
corrente mez liquidarem seus debitos, sob
pena de lhei serem cortadas as pennas
d'agua, conforme preceitua as condigdes
4.a e 10.a dos respectivos contratos.
Escriptorio da companhia do Bebcribe,
26 de margode 1874.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenpu-
Santa Casa da Misericordia do
Recife.
A junta administrativa desta santa casa, em
sessaodo dia 31 do corrente, recebe novas propos-
tas em cartas feehadas para forneciraento de 100
colchoes e 100 travesseiros de que precisa o asylo
de mendicidade, tomando-se por baze o prepo de
5*80o por um e outro objecto.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 27 de marco de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Pela thesouraria provincial se faz publico
que foram transfendas para o dia 16 de abril pro-
ximo vindouro as obras seguintes :
Obra dos reparos d* bomba n. 2 no 7 lanco da
estrada de sul, orcada em 1:012*.
Obra dos reparos da coberta da casa de deten-
<;ao, orgado em 1:478*.
Obra da bomba para o povoada dos Montes,
orcada em 1:980*.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 30 de marco de 1874.
O offlciai-maior,
Miguel Affonso Ferreira.
Pela administracao do consulado provincial
se faz publico que no dia 13 do mez de abril vin-
douro, as 11 horas da manha, a porta desta re-
particio, ira em pra;a uma cai*a apprehendida
ao mascnte Vicente Barsne, com diversos objectos
de coral, avaliados na imporlancia de 343*520 :
ficando porem de nenhum efieito a referida praca
se o douo da mercadoria realisar*o pagamento do
imposto e da multa em que incorreu, como de-
termina o art 8 do Reg. de 7 de outubro de 1873.
Consulado provincial, 30 de marco de 1874-
Antonio Carneiro Maciiado Rios.
TIEJTM
Plffi K.UATK1
Crandc e variado espectacnlo
Ter^a-feira 31 de mar9o
Eat favor do clarinetista Euslnquto
Pereirst Bekoneu.
Logo que os professores da orchestra execnta-
rem uma brilhante ouvertura, seguir-se-ha a bero
conhecida e applaudida comedia em S actos :
0 Dr. Grama
Pela primeira vez neste thcatro.
No intervallo do 1.* ao 2.* acto o beneficiado exe-
cutant na sua humilde clarineta as grandes e dif-
ficilimas variacSes de thema original de Mr. E.
Cavallini, 1.* clarinetista do mundo :
Canto grego (*)
Na exeeu(io desta composi;ao a clarineta inii-
tara perfeitamente o
ECHO
Depois do 2.* acto o beneficiado executara na
clarineta a brilhante area cam variacoes de Mr.
Klose, com uma linda valtz variada, nas quaes a
clarineta faz uma perfeita risada.
Ultima parte.
Comedia em um ado :
0 caixeiro da taberna.
0 beneficiado, tendo de retirar-se em breve, da
unicsmente este espectaculo e espera a proteccao
d illustrado publico desta capital.
Em um dos intervallos o beneficiado ira agrade-
cer aos digoos conddados que se dignarem hon
ra lo com suas presen;as.
Principiara as 8 1)2 horas.
() A pedido de diversos dilectaDtes.
THEATRO
DA
ENCRUZILHADA.
SOCIEDADE PARTICULAR
RECREIO DRAMATICO-
Sabbado 4 de abril.
Pacific Steam Navigation Gmipanj
ROYAJ. MAIL STEAMERS.
S-ao esperados do sul os vapores abaixo men-
donados :
Marco 27-PolMi.
AbrA 10lllmaui.
Abril Vk Britannia.
Maio 8 John Elder.
Main it-Galiaa.
I jiht-Ma baro.
Para a Europa 1" classe
A LisMa 27
A Liverpool 30
0< ineni res de djze annos
>agem, os do oHo uma quarta parte, e uma crian
i^a meiior de tres annos inde com sua familia
gratis.
Criadaspagarao duas tercas partes das pas-
sagens de primeira classe ; e ser&o alojadas no
salao das senhoras.
Criadospagarao passagem de segunda classe.
Os camarotes- nao devem ser considerados en-
gajados, emquanto a passagem nao tiver sido
paga.
Os patsageirosque nao segnirem depois de
terem tornado suas passagens, perderSo metade
da importancia deltas.
Bilbetes de ida e volta (nao transferiveis) se-
rao concedidos a passageiros de primeira classe e
a seus criados que os a^ompanharem,e a pas-
sageiros de segunda classe, com uma reduccio
de vinte e cinco por cento sobre a importancia
das passagens ; -os quaes valerao pelo espaco de
dose metes calendarios. Nenhuma concessao ser-
feita, se dentro do tempo especificado, nao se fi-
xer nso deltas.
Bagagem.Sao concedidos vinte pes cubicos a
cada passageiro adnllo; todo o excesso pagara
frete.
N. B Nao sahirao antes das tres horas
tarde. '
AGENTES
Wilson Howe A C.
14RUA DO COMMERCIO14
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegacffo costeira a vapor.
GOYANNA.
0 vapor Coruripe, com-
mandante Santos, segui-
ra para o porto acima
no dia 1* de abril a 1 ho*
ra da madmgada.
Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
uheiro a frete : escriptorio no Forte do Mattoi
n. It.
da
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Kavcgacfto costeira a vapor.
MAMANGUAPE.
0 vapor Coruripe,
commandante Santos,
seguiri para o por
to acima no dia 4 de
abril as 5 horas da
lard*.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete ate as 2 horas da tarde do dia da
sabida : escriptorio no Forte do Mat to? n. 12.
I rieo tapete para sala.
2.' sala de visits
Uma rica mobilia de Jaqueira, completa, com
Umpos de pedra, 4 cadeiras de bracos, de vime,
dita de guarni-ao, de vime, 1 sofa de jacaran-
da, 6 cadtiras de junco, de abrir e fechar, 1 espe-
Iho oval, I par de calungas, 4 pares de jama, 1
lustre, com 8 bieos,2 arandellas de crystal, 6 pa-
res de cortinaios para janellas, 6 sanefas de jaca-
randa e argolas, 1 tapete e diversos capacbos.
Joias.
Um anoel de rubins, 1 volta de perolas e cruz
de rubins, 1 abotoadura com rubins, 3 hotdes para
camisas, 1 annel de mosaico e I rico adere<;o
com 60 brilhantes.
Quarto toilette
Uma rica toillette, com tampo de pedra, espelho
dourado (jacaunda), 1 rico porta-cartao, com es-
pelho, araodellas ejarros para^flores, 1 par de
eaiungas de pedra, diversos jarros, Lrico guarda-
vestidos do faearanda, fi cadnras. < estufadas, de
chario, 2 ricas pcltronas d>; iararahdj,'esmfadas,
4 dius ditas de cama, I iafat.na ue ja'-.randa
com tampo de pedra e pierteajja*, ,1 lustre a gaz,
arandella e 1 tapete defirar qbarto.
l. quarto de dorrrfir.
Uma rica cama de jacaranda, cupula e cortina-
dos, 12 cadeiras tstufadase douralas, 2 ditas di
las de bracos, 1 estante de jacaranda com tampos
de pedra, 1 consolo com tampo de pedra, 1 rico
relogio de pedra, 1 tapete para forrar quarto, 1
5uarda papel, 4 jarros, 4 ricos quadros historicos,
lustre com 3 bicos, 1 rica commoda de mogno,
com tampo de pedra.
2." quarto.
Um rico guarda-roupa de jacaranda, 1 lavato-
rio de jacaranda, com tampos de pedra e perten-
cas, 1 espelho grande, 4 poltronas estufadas de
marroquim, 1 divan estufado de marroquim, 2 ca-
deiras estufadas de marroquim, 1 tapete, I lus-
tre, arandellas, pares de cortinados e suas sane-
fas, 2 mesinhas de jacaranda para jogo, 1 cama de
amarello.
3. quarto.
Um guarda roupa de amarello, I cadeira de ja-
caranda, estufada, que serve para dormtr, 1 ta-
pete, 1 bidet, 2 bancas de jacaranda, com tampo
de pedra.
Sala de jantar.
Uma importante mesa elastica, com 6 taboas, 2
apparadores de mogno, tampo de pedra, 2 ditos
pretos, 1 rico guarda-louqa, 1 quartinheira, 18
cadeiras de junco, 1 lusire com 4 bicos a gaz, 2
arandellas, t tapete para forrar sala, diversos ca
paehos, 1 escala, apparellho para jantar, dito pa-
ra almoco, 1 dito de prata para cha, 1 assucarei-
ro, 1 cafeteiro, 1 chaleiro, 1 salva, 2 casticaes,
bandejas, 1 rico faqueiro de prata do Porto, 1 re-
logio de parede e 1 machina especial para cafe.
Quarto de rapazes.
Uma mobilia de mogno, com tampo de pedra,
diversas camas e marquezoes.
Cozinba.
Um rico fogao inglez (novo) treni.
Mirante.
Uma mesa para jantar e 9 cadeiras
Jardim.
24 figuras de pedra, 6 cadeiras de ferro, 1 car-
ro americano com 2 assentos e 1 dito velho.
Os agentes Pinho Berne e prep09to do agente
Pestana, bastantes autorisados pelo Illm. Sr. com-
mendador Candido Alberto Sodre da Motta, que
inuda de residencia, levarao a leilio no dia acima
designado, os moveis e mais artigos que sao de
gosto e se acham em perfeilo eslado ou qu.si no
vos.
Garante-se o traspasse da casa eom todas as
bemfeitorias a qualquer pretendente que desejar
uma casa bem asseada fora da cidade e conduc
cao facil por meio de bonds.
*o Mm tie abril
s Agente Ferreira
So Para, oa Pqile de Pcdras
vender-se-ha impreterivelmente por cont*
de quem pertencer
O magaitlca vapor ladles
A ROMS
Dnkc eonstruido em Aberdeen em 1870 em um dospn-
meiros estabelerimenlos de te genero n'aquelia
cidade.
Tern 111 pes de compriinento, i9 de boeca e 9 6e
pontal, medindo 126 tim-lad is inplezas on i>t
brasileiras
i: CARREGA CERCA DE 7.000 ARROBA*
E' de ferro s> lidamente cimstiaido, tern boa
marcha e excellenles arcmanudaj>ri "jara passa-
geiros. Sua machina e de forca de 60 cavall "*
iiominaes ou de 300 eileclivus.
Este hello vaso que muito se presU part
couduc^ degado
e sobre tudo exoellente rebocador, como tal ja eo
nhecido, e esta prompto a navegar. O invenu
rio sera annunciado algous dias antes da vends
e pode desde ja ter visto em casa dot annuc-
clantes, ou a bordo do dito vapor que se acta
fundeado defrontc da igreja de Santi Antoio.
0 vapor pode ser examinado em qualquer dia.
Para mais informacCes poderio
dirigir-se aos cons!gnatarlo*
Samuel G. Pond & C.
Snbira a scena o drama
bros :
em 3 actos e I qna-
COMPANHIA
Acbam-se promptos para fnnccionar os appare-
lbos que foram cellocados nos predios abaixo de
ciarades. Os senhores proprietarins so deverSo
delles fazer uso depois que receberem um cartlo
da companhia que os autorise para isso.
Freguezia de S. Frei Pedro Goncalves do Recife.
Rua de S. Jorge ns. 23 e de 131 a 139.
Rua do Apollo n. 19.
Rua da Lapa n. 10.
Rua do Commercio n. 16.
Freguezia da Boa-Vista.
Rua do Visconde de Goyanna n. 32.
Rtt do Visconde de Albuquerque bs. 15, 57,61,
75, 44 e 171
Rua da Imperatriz n 69.
Rua Sete de Set-mbro us. 2 e 16.
Rua da Ponte Velba n. 61
Rua d'Alegria n. 19.
Rua do Leao Coroado ni. 2 e 6.
Rua do Campo Verde nt. 32, 34, 36 e 46.
Rua do Tambia n 21.
Rua da Santa Crux n. 54.
Rpa do Visconde de Pelotas ns. 2 e 28.

COMPANHIA
DOS
TRILHOS DRBANOS
DO
Recife a Olinda.
e Bchcribe.
Na quhua e sexta-feira santa, os trens se-
rao regulados pelatabella seguinte :
Qtl NTA-FEIRA.
Manha
Regulata pela tabella em vigor.
Tarde
Recife a Olinda12 12, 2 1/2, 4 1/2,
6 1/2 e 8 1/2.
Olinda ao Recife.1 12, 3 1/2, 5 1/2,
7 1/2 e 9 1/2.
Recife a Beberibe.-12 1/2, 3 1,2 S J/2
e 7 1/2.
Beberibe ao Recife.2 1/2,4 12, 6 \i
e 8 1/2.
SEXTA-FEIRA.
Manha.
Recife a Olinda.7 1/2 e 9 l/i.
Olinda ao Recife.8 12 e 10 1/2.
Recile d Be eribe.7,25 e 9,25
Beberibe ao Recife.- 8 1/2 e 10 1/2.
Tarde,
Recife a Olinda.4 1/2, 6 1/2 e 8 1/2.
Olinda ao Recife.5 12, 7 1/2 e 9 1/2.
Recife a" Beberibe.5 1/2 e 7 1/2.
Beberibe ao Recife6 1/2 e 8 1/2.
Na quinta e sexta-feira n8o ba trem de
carga.
ApproveRecife, 28 de mar$o de 1874.
F. de Figuerda.
0 Gerente.
Laurentino Jose de Miranda,
Jj -----
A directoria desta companhia lembra aos
Srs. concessionaries de pennas d'agua, que
todas as obras cone*mentes a"s mesmas, s6
podero ser feitas com sciencia da directo-
ria e presenc.8 do respectivo empregado, isto
para evitar os abusos quo se dfto constante-
mente, e para que nio tiquera sojeitos is
multas competentes.
Escriptorio da companhia do Beberibe,
30 de marc/) de 1874.
0 secretario,
Luiz Manoel Ro&rigues Valenca.
Armazens da companhia per
nambucana.
Seguro* coatra foco
A companhia pernambucana, dispondo de ex-
ceilentes e vastos armazens em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-oi ao commercio em geral
para deposito de jeneros, garan Undo a maior con-
A roda da Mim
Dando fim ao espectaculo a sempre applaudida
comedia original brasileira :
0 judas em sabhado de alleluia.
Principiara as 8 horas era ponto.
Havera trem depoi* do espectaculo.
Aviso.
Os senhores socios podem desde ja mandar bus-
i, das 5 as 7 horas
COMPANHIA BANANA
LIIITADA
Maceio, Penedo, Aracajn
e Huhiu.
E' esperado dos portos do sul ate o dia 4 de
abril o vapor Penedo, o qual sahira para os por-
tos acima no dia seguinte ao da sua chegada.
Recebe-se carga, passageiros e dioheiro a frete.
Agentes.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
57Rua do Bom Jesus57
car os seus bilbetes no theatro
da tarde
*ViS0S MARITiMOS.
PROGRESSQ MARITEMD DO PORTO
Eniprcza portuense de uavega-
cSo a vapor entre Portugal e
o Brasil.
0 vapor
ALMEIDA GARRET
Commandante Tomasini
Que deve estar aqui procedente de Portugal ate
o diaa3 de abril proximo futuro, depois de indis-
pensavel demora dentro do porto, seguira para a
Bahia e Rio de laueiro.
Passagens e frutes de carga?, encommendas e
valores, tratam-se com
OS AGENTES
K. B. Rabcllo 48 Rua do Commercio 48
N. B. As pessoas que quizerem ir para
Portugal na volta do vapor, que deveri ser
pelo meiado do mesmo mez de abril, podem
desde jd tomar ss suas passagens para preve
nirem que os lugares sejam occupados nos
portos do sul.
Pacific Steam Navigation Compan)
ROYAL MAIL STEAMER
Commandante Bolloua>.
SORATA
dspera-se da Europa ate e dia 31 do corrente, e de-
pois da demora do costume, seguiri para Bahia,
Rio de Janeiro, Montevideo, Valparaiso, Islay, Ari-
ca, e Callao, para onde recebera passageiros, en-
commendas e dinheiro a frete.
N. B.Nao sahira antes das ires boras da tar-
de do dia da sua chegada.
OS AGENTES
Wilson So we a C
14RUA DO COMMERCIO44
Bio de Janeiro
Para e indieado porto segue com poucot dias
de demora a barea portugueia Ftliz Untie por
ter a maior part* de seu earregamento engajaoo,
s para e resto que lne falta, trata se com os con-
eigaatarios Joaquim Jose Uoncalves BeltrSo tc Fi-
sho, a rua do Commercio n. o.
Porto por Lisboa.
Sohe impreterivelraente aestes 13 dias o brigue
portuguez Florinda : quem no mesmo qnizer car
r^gai ou ir de passagem, trate com os consigna-
tarios Thomaz ae Aquino Fonceca & C. succes-
sores, rua do Vigario n. 19, on com o capitao.
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora a barca portugueza Social, por ter a
maior parte de seu earregamento engajaoo, e para
o resto que lbe falta trata-se com os coosignata-
rios Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filho,
rua do Commercio 1 n.3
Porto e Lisboa
A galera portugueza Ftrmeza vai seguir com
brevidade para es dous portos acima por ter a
maior parte da carga engajada : para carga e
Sassageiros trata- se com os consignatarios Silva
uimaraes & C, pra^a do Corpo Santo n. 6.
Companhia Allianca Mari-
tima Portuense.
A galera portugueza Saudade, seguira em pou-
cos dias para o Porto, com escala por Lisboa.
Ja tern contratada grande parte da carga ; e
para o resto, trata-se com os consignatarios (
agentes da companhia,
Jose da Silva Logo & Ftlhe,
em seu escriptorio a rua da Companhia Pernam-
bucana.
IEIL0ES.
Leilao
DE -
duas caixas comj moveU(avariado)
as 11 horas
0 agente Pinto fara leilao, por autorisacao do
Sr. gerente do consulado de Franca, em presenca
de seu chancellor, e por conia e.risco de quem
pertencer, de 2 caixas marca D M M, ns. i 16 e
117, contendo morim a variado d'agua salgada, a
bordo da barca franceza Bio Grande, na sua ulti-
ma viagem a este porto ; as 11 boras do dia aci-
ma dito, em sen escriptorio, a rua do Apollo n. 8.
Grande
LEILAO
DE
importante* moveis, lindos, quadros com pioturas,
jarros, figuras, loucas, crystaes, vidros, joias de
ouro e brilhantes, joias de prata, apparelho de
prata para cha, dito electroplate, 1 burro e 1
carro americano com 2 assentos
HOSE
A's 11 horas i: a manha
lia Passagem da Magdalena
A8ABER:
1.* sala de visits.
Uma rica mobilia de jacaranda, contendo 12 ca-
deiras de guamiglo, 6 ditas de bracos, 3 sofas, 3
consoles, com tampos de pedra, 1 conversadeira e
jarros, 6 espelhos ovaes, 1 rico piano com p6s de
vidro, do fabricante C Beehsteon, 1 cadeira para
piano, 2 jarros com flores, de pes dourados, 2 di-
tos de amarello, 2 pares de calungas brancos, 2
espelhos para cima de mesa, 1 par de calungas de
cores, 3 descancos para papel, 3 tapetes, 3 ditos
para sofa, 1 lustre com 16 bicos a gaz, 6 cortinados
para janellas, 0 sanefas douradas, 4 reposteipos e
r

x
LEIUO
. DA
arma^ao, generos e mais pertenr;as da ta-
verns da rua da Pen ha n. 6
je
0 agente Marlins fara leilao da taverna acima,
cm um ou mais lutes, a vontade dos compradores,
garante-^e a casa ao comprador do estabeleci-
niento.
as 11 Isoras.
5>
moveis e crystaes
Hoje
A's 11 horas
No primeiro andar do sobrado da rua do Rangel
n 32.
0 agente Dias, competentemente autorisado por
ma familia que mudou de residencia, levara a
leilao, no dia e bora acima de-ignados, os moveis
e mais artigos que abaixo se meneionam, aos quaes
nao se deixou limites.
Uma mobilia de jacaranda, composta de 1 sofa,
4 cadeiras de braco, 2 consolos, I mesa de meio
de sala, \5 cadeiras de guarnicao, 3 aparauores, 1
guarda-roupa, t sofa, 2 cadeiras de balanco, (jaca-
randa), 1 toilette com suas pertencas, 12 cadeiras
de guarnicao, 1 quartinheira, I rico candieiro pa-
ra kerosene, 2 candelabros de 2 luzes, 2 pares de
jarros, 2 garrafas de crystal para vinno. 19 copos,
12 calices, 2 compotfira? e I tapete.
LEILAO
AW1S0S DVERSOS
mk DA FORTH!
AOS 4:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
I' rua Primeiro de Marco (outr'ora rua a*
Crespo) n. 23 c ca-sa* do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido nos seas (?-
llzes bilhetes. om meio n. 16 0 com 700#, um
inteiro n. 1120 com 100*, um meio n. 1531 com
JOO/, e outras sortes de i0# e 20# da loteria que
se acabon de exlrahir (93*), eonnda aos possm-
dores a virsm receberna conformidade docosro-
me sem desconto algum.
Acham-se a venda os felizes bilbetes garanuous
la 5* parte das loterias a benefick) da igrea
da Casa Forte (94*), qua se exlrahira na segun-
feira, 6 do mez vindouro.
PRECOS
Bilhete inteiro 4*000
Mc-iol.il hete 2*000
KM POKQXO DE 1009000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
____________Mamxi Uarlins Fins*________
0 abaixo assignado participa ao publico e :
commercio que comprou a 23 do corrente a Sr.
Joao Francisco de 9ona, auiorisado pelos demais
crtdores, a taverna da rua da Fundicao b. 4, pe:-
tencenle outr'ora a J's6 liaudencio Pastor. Pre -
vine igualmente aos devedores de dita casa, que
so com o abaixo assignado ou pessoa por si autf
risada. se dev-rao entender, visto como fez pane
da compra, as dividas artivas.
_____________Manoel da Silva Reis.
Nao se illudam
Avisase aos senhores J >nos de barcacas e h -
tes, que no Maca^ do Assu o sjI esta a preco Ai
1*500 o alqueire, e so nao (Drapra por este pre;.,
quem nao manda dinheiro para o earregamento..
pois o espertalhao diz que KMa compra para fazer
saquedeve sera 21 e 2*300 o alqueire. Ora, en
uma embarcacAo de 400 a BOO alqueirea, vejam a
differen^a, por isso 6 que os senhores proprieu
rios de embarcac.oes dizem qne nao vale apeca
manil \%, e engordir
quem ja 6 muito g^rdo.
Uma carta vinda do Mara-
uhao.
0 Sr. Luiz Antcnio de Mattos e rogado a vir
rua larga do Rosario n. 20, e faz-se > preser.'e
a^'iso por se ignorar a sua residencia.____^^^^
do Rangel
DA
taverna da rua
n. 41
em um ou mais lotes
ao correr do inarteUo
Quarta-feira 1 de abril
0 agente Martins fara leilao, em um ou mais lo
tes, ao correr do martello, de um grande sortimen-
to de generos da taverna da roa do iiangel n. 41
&s 11 horas da manba.
DE
3o barris com peixe salgado, vindos de Lisboa no
vapor Oberon
Quarta feira 1 de abril
A's 11 horas em ponto
No armazem do Sr. Annes, defrontc- da al-
fandega.
0 preposto do agente Pestana fara leilio, por
conta e risco de quem pertencer, de 35 barris com
peixe salgado, vindos de Lisboa no vapor Oberon,
quarta-feira 1" de abril, as 11 horas em ponto, no
armazem do Sr. Annes.
OSSr
O abaixo assignado decla*a ao corpo d
commercio que vendeu a sua taverna e garapeu ..
sita a rua Imperial n 273, livre e deseiubaracada
de qualquer debito : se alguem se julgar credo:,
apresente se no prazo de tres dias, a roa do Rf
sario da Boa Vista n. 51. R^ifc, 30 de mar. ">
de 1874.
Ago>tintii Aotonio de Souza.
li\
AVISO.
alguns moveis e livros perteucentes ao interdicto
D. Narciso Vidal
Quarta-feira 1 de abril
A's 11 horas.
|Rua do Livramento, sobrado n. .., 1." andar.
Per intervencio- do agente Dias, que levara a
leilao no dia e hora acima designados, a requeri-
menlo do Dr. curador do mesmo interdicto, os
moveis alii existentes, a saber :
Uma mesa grande com 4 gavetas, propria para
advogados, 1 dita menor, 1 dita com pes torneados,
2 cadeiras de balanco (amarello), 1 dita de braco,
idem, 7 cadeiras de guarnicao, idem, 1 banca,
idem, 12 cadeiras avulsas, I lavatorio de amarel-
lo, 1 relogio pequeno para cima de mesa, 1 cadei-
ra velha, 1 faca com bainha, 1 candelabra de
bronze, alguns vidros (frascos), 6 colaronas gran-
des de Flandres, diversas obras de leitura e scien-
cias, e outros artigos diversos. _____
LEILAO
DO
Vapor Duke of Edinburgh
208000.
Precisa se de uma ama para coxiakar pan tuaa
familia de duas-penou : na rua do Ouro a. 71.
f
1
S
No domingo 22 de mar;o pelts i horas da ta.
de, sahio da -a.-a de seu senhor, o preto de c -
me Joao, de idade de 26 annos, mais cu roeno-
c6r fula, estalnra regular, secco do corpo, fal
de dous dentes na frente, tern no rosto alguma-
mareas de bexiga, pouco ^alientes, usa de bigod:
e pera, mas com pouco cabello, foi vestido com
uma calca de casemira de quadriobos escura, j
velha, camisa de madapola<\ tern um anal em
um dos dedos com uma pedra branca, alem la
roupa vestida, levou mais um balaio de palha le
esteira, de enliar no braco, camisas e calcas bran-
cas e uma preta, jaquela e paletot da mesnu <:,
chapeo de sol de panno verde, nm de cabeca, d
palha, lambem preto ; julga-se ter ido para Na-
zareth, de onde elle velo para ser vendido. e e -
lugar aonde tern parentes, dito escravo tern o oCf-
cio de fumli iro : recommenda-se as antoridade*
policiaes e capitaes de campo a sua apprehensa i
e levalo ao largo do Corpo Santo n. 2, a Jos
Joaquim de Lima Rairao, que generosamentp r -
compensara. __________^__________^__
Nao se. prestando o pequeno espaco do armaae:.".
n. 10 A, a rna da Madre de Deos, para nm abaste-
cido deposito das diversas roarcas de fumo, que J
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora en
diante aberto outro estahcieciinento sob a mecm*
denominacao de
Armazem do fumo
A' ma do Amorim n. 41
com todas as proporcoes desejadas, e onde pott-
rio os senhores freguezes dirigir-se, certos d-
Sue, como ate aqni, achario sempre a par da mc -
icidade dos precos, a maior sineeridade possive
Entre as dirTerentes marcas de fumo da Bahia e
Rio de Janeiro, que tern sido annunciadaa, acaba
de chegar uma encommenda especial, e que mur.
deve con vir aos senhores freguezes. Coosciente
al.axo assignado de que neste genero de oegocr
nao esta sem coinpetidores, fara muito por sviur
que tambem ot tenba cum relacio ao pequeno ro-
cro que procurara obter da dita mercadoria.
________Jose Donu'ngue* do Carmo e Sflva.
AttenQao
Precisa-se alugar uma casa terrea, grande,
que tenba, alem de sufficientes commodos
para familia, tambem tenba quintal oa pe-
queno sitio murado com cacimba, que aeja
no bairro da Boa-vista, e perto da linoa dos
bonds. Tambem serve uma casa terrea,
grande ou um pequeno sitio oas
condicdes acima; porem que seja nas ii
dia^Oes da estrada de Olinda atd a El
zilbada.
Quem pois tiver e quizer alugar, deixe
carta fechada com a inkial W. no escrpi-
torio desta typographia.________
i


J
s
'

V



'
I
I
f
:;

*'
i

*
f *
3:ftrio de Pernambuco Tenja ieira 31 de Marqo de 1874.
*>

FUNDICAO DO BOWMAN
HDA'OO BRUM N. $2
(Passando o ufeaiariz)
PEDEM AS aeoborea de eugerrao. e oolros igricol ores. fcB prewar m da Si
aiaiamo o favor da uma viita a t'A it*ik-!e Jrociitu. par* v\,rein o tiu% jrt'Bierjlt.
oapleti qae ihitem; undo todo aoperior em quaiiuado fc torUdio; o quo com a io>
itccio pessoai pode-se veriBear. .
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SO* FUNDigiO
vapores 6 rod as a'agaa n,a..ho* owwe par* a divem*
crcamslaociaa dos aenhorea proprietaries e para desr.arn$ar algodlo.
Itoendas de canna SEE *"**"' Km^ qo'',qo,
Sodas dentadas *"*?*""*?:.
laixas de ferro fnndido, batido e de cobre.
Aiambiqnes a fandos de alambiques.
aAliiniamna para mandioca e alfotto.l Podende;todoa
iUniniSII10a eparaaerraradeira, (ser movides a man
Bombas
,1
^&%
n
Coiislrortiir c aliiiador Rua do lmperador
33
Bx-afinador das antigas e afamadas c&sas Pleyel & Hen, e antfgo director da offlci-
aa casa Alphonse Bloodel. ... ...
fein a hcura de declarer ao respeitavel pubfcco desta cidade, que tem aberto soa easa de
wncerws e alinacoes de pianos, quakiuer que seja o estado do instrumeoto.
A mesma eaa aeaba de rccber um grande sortimentoi de pianos dos melhores fabricantes
de Paris eoino Erard rkytl, Henri Heiz t Atfhonse Blondel) todos os pianos sahidos da casa
Dhibaut sio garaulidos.
Compra-se e recebe*se em troca os pianos usadoa.
vapor,
/por agua,
de patoete, garantidas........ 1 oq animaes.
Todas as machinas *"dB qDe M C0*QBWpreciw
Fa qualquer concerto de miChifli90W p"*0 mQi mBrtd0-
Formas de ferro l6"[el|3oreema'>ber,uselil,;eQlel M mer'
iZnnrimmanrias Incambe-ie de mandar vir e^alqner machioismc a von-
AUUUluiUOUUtUI. u nae compraepor intermedio de peasoe eateodida, e qae em qualquer necessidede p6de
preetar aoxilia.
Irados americanas "iMlro,nentM ricolM-
RUA DO BRUM N. 52
PASSAl^PO O CHAFABIZ
FUNDICAO DE FERRO
4' m k Barao do Tnnupho (rua do Brnm) ns. 1Ma 104
CARDOSO IRMAO
-* AVISAM aos senhores de engenhos e outros agrioultores e ao publico em geral qua
continuam a receber de inglaterra, JMnga e America, todas as ferr8gens e machina s ne-
cjessarias aos stabelecimeiitos agricolas, as mais modemas e melhor obfa qoe tern vinda
ao mercado
Vap0r6S [de forca de A, 6, 8 e 10 catallos, os ntelhores que tern vmdoao merado
'JaldeiraS de sobresaleute para vapores.
VlOCnClaS mteiraS e meioa moendas, obra oomo nunca aqui veie.
LaixaS jiundiaas e betidai, dos melhoresffebricantes.
KOGafi uOdaS (JentadaS de todos os taraanhos e qualidades.
ReloglOS e apitOS para vapores.
DOHLDaS de ferro, de repucho.
.\radOS de diversas qualidades.
" OniiaS para aSSUCarj grandes e pquenas.
VaraiidaS de ferro ftindldo, francezas 4e diversos e bonitosoetes.
rOgOeS Iranceze8 para lenbae carvSo, ebra superior.
DitOS ditOS para ga2.
Jarros de ferro fundido para jardim.
IreS de lerrO para mesa e banco.
jj-LaCHllia para gelar agua.
V alVUlaS para bomba e banbeiro.
Oorreias inglezas para macbiaismo.
15anCOS e SOiaS com lilts de madeira, para jardira-
QQQgr^Qg coiicertam com promptidao qualquer obra ou macbinc, parr.- ^ue teerj
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmeildaS man(^am v'r Por ''-Kcommenda da Europa, qualquer niacbinismo,
para o que se rorrespondem com uma respeitavel casa de Londres
* com um dos melbores eiigenheiros de Inglaterra ; incursbem-se de mandar assentar
iitas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 .a 104
PUNDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
149 Rua do lmperador 49
OS
amadores aos
Ha neste estabelecimenteo melhor sortwnento de pianos dos mais aiamados autores,
como sSo : Here, Pleyel, Plap, etc. Offereoe-se tambem uma qualidade de pianos supe-
riores, roandades eipressemente constmir para este -clima, o qual
bons pianos se encontrarAo nesta casa.
Recebem-se pianos trsados em troca.
Concertam-se e afinam-se pianos,
Tambem avisa-se aes Srs.
concertadoreB 4e pianos
que ha seaipre o mais completo sortimento de wateriaes para concertar pianos, como
so: cepes, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, c-
maffim, etc., etc.
411 RCA HO mPBRlIIOR 49
REDUCOAO DE PRECOS
FABRICAS DE CHAPEOS DE SOL
U-Wu do Marquez de Olind i -24
Esquina d beeco Lar
Participa a seas nvgnezes e ami go- < mudoa
o tea estabelecimeDto de relojoe;ro p: u a mesma
rua n. 24, onde encontrarao um grar. sorlimenlo
de relogios de parede, aroericanos, < cima de me
sa, dos melhores gostos e qualidad 3, relogios de
algibeira, de todas as qualidade*. pateote saisso,
de ouro e prala dourada, fo!p-".do (plaquet), relo
!;io3 de onro, iDglez, desraberto, dos melbores
abricantes, cadeia de ouro, i.Iaquet e prata. lunel.s
detod?s as qualidades, tudopor pre^os muito ba-
ratos.__________________________________
ESCRAV0 FUGIDO-
Desappareceu ao amauhccer do dia 4 do cor-
rente, 00 engenho Serigi, comarca de Goyaona, 0
escraTo de nome Jose Borges, mestre de assucar,
tendo os signaes seguintes : cabra, idade 30 an-
dos, pouco mais ou menos, boa fignra, nm tanto
grosso e espadando, sendo 0 signal mais visivel
uma gomma na junta do pe" e?querdo : roga-se a
todas as autoridades e capilies de campo queiram
apprehender dito escravo e leva-lo ao referido en-
^eiAo, ou nesta praga a Oliveira Filhos 4 C, lar-
go do Corpo Santo n. 19, que serao generosamen-
te Tecompensados. _________________
A 9:000
Botinas para homem
Aeabam 'c rVpir grawM f.i-tiiras lin
lid...- de h". >'.< <.ii..\iu>. d- j
ca. lie diir.:i|Mi- .-um :.|<.-.r... i^'trtn CKB t
.'-. f l;i i|-|-;.s ;i ** la ':! ll ''' '
tttt ttt jsr-.M t n :..ii-i 1 icV,- i-i.r 11
;..!.:i' ,ni.> -,. 1 .!.:. ;n ii.i \.o.ii iiaucef, a
Jo BatAu aa 'i-.ii.i suiitr' It)
francci.
'DE
MNUEL & MAESTRALI
Rua de Barao da Victoria n. 23
S Q U I N A DA C A
M B
E
OA DO CARMO
Os
Rua Duque de Caxias n. 64.
, proprietarios destes estabelecioientos partioipam ao -rspeita-vel tpublico, e a sous
ir^uezes, qua teem seaipre um completo e Yariade sortimerrto de chapeos de sol de te-
dss as quaiitiedes e tamaolios ; tendo resolvido fazw reduc0o bos precis dos mesmos,
e acham-se era condicoes de poderein tender mais barato que em outra qualquer parte,
?isto receberem todos oe-sees artigos em direitura.e achar-se -urn dos socios na Europe,
percorrendo as principaes "fabricas.
Cbamam a atten^o dos senhores logisUs para>visitarem sens estabelecimentos, e i
vkta dos Dreges e boas qalidades des artigo, nAo deixarao de comprar.
r^ Cobrem-se e concertam-se chapees de sol de todas as qualidades, com promptadAo
e pre^os anodicos. _^^^_^____^_
Muito barato
Alugase a loja do sobrado da rua Direita n.
ISO. serve para negocio e moradia, mediante um
modico repartimento, tem agua, gaz, e apparelho
de I mpeza, o aluguel e favoravel : trata-se na rua
do lmperador n. 81, ou a rua da Palma n. 25.
ALUGA-SE
uma casa na Capnnga, rua das Penumbucanas,
com coxeira e quartos fora : a tratar na rua do
Vigario Tenorio n. 31. ________^_^_
Para h<
BOTINAS de beterro, p>rdavao. peltica, lostrr
de duraque own biqiieira, do ne(t< r i
fabricanies.
SAPATOES de be^erro, de mnUvjo e Ae -
mint.
SaPATOS de lustre com ?alto
SAPATOES aumancados com sola de afea, pi
prios paia banho*, iitio* p j^rdin-
SAPATOS de Upt-te, chariot, castor de -
francezes e portugne.
Para arnbora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores di0ere&k,
hsas, enfciudas e bordadas.
SAPATINHOS de phaoUsia com *altn, braK .
pretos e de cores differentes, bordaAo*
SAPATOS de tapete, chariot, castr* e de traaca.
Para menioas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differed .
baa, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diverts qualidades.
SAPATOS de trauma portnguezes.
Para nn-ninos.
BOTINAS de bezerro, In-tre e de cordavio.
ABOTINADOS e sapatoes de beterro, de diver-
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e fmtmtmm.
Botas de montaria.
Lotas a Nap meias perneiras para homen-, e mnia* perar
para meninos.
No armazem do vapor franee. a rua do hri
g" Vjc4oria n. 7.
;'\Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de brace, de guerr. .
sofas, jardineiras, mezas, corversadeiraa e <-">?."U-
reiras, tudo isto muito ben par serem fork* *
levoj, e (s mais praprisa MM para -aletas *-
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, a rua do Bir
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
RUA
OA
ODILON DUARTE k
CHBLIEIRE!R0S
Premiados na exposi^ao de 1872
MWRATRIZ
N.3 82
i* ANDAR.
ih:a
DA
IM PER AT HI Z.
H. 82j
1. ANDAR.
At^bam de reformar o seu estabelecimento, collocando-o nas melhores coi;
iic^oes pocfiiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e is Exmss. Sras. n'a-
jiiillo qw for tendente & arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homenscoaio para senhoras, tupete, chignon,
.Hiues moderniesimos, tran^as, cachepeign, tecidos. desenhos em cabellos, quadros tu-
nulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalbo imaginavel em cabello.
O estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
eeiroa. recebe direct^mente por todos os vapores da Europa, as suas eocommendas e figu-
lios de modas, e por isso pode vender 20 /0 menos que outro qualquer, g8rantindo
.erfficfioiio trabalho, agrado, sinceridade e prego razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
cloe a retalhp e todos os utensilios pcrtencfntes 4 arte de cabelleireiro.
Z-ZZEs
Z^
O mais poderoso a o mais agradavel de todos os ferruginosos recom-
mendado pelos Professores e Doutores : Piobrt, Tbousseau, Jobebi (di
Lahbaiij), Mal6ai6hb, Ricobd, Nbxator, Chassasnac e muitissimos outros
contra as molestias de consvmpf&o, clorotis, opilofStt, floret branca$, anemia,
tuffocacdee, palpitocoei, raekitii, etc.
IB TODAS AS PBA1HACIAS DO BUNCO.'
Deposito geral no Pernambuco, A, REQ0RD.
PARIS, 25, roe de 1'EntrepOt, 25, PARIS.
LOJl DO PASSO
com
41 Rua do lmperador
O novo;proprietario deste aereditado e bem montado estabelecimento, com o fim de
.joawrvar os ereditos de unioo neste genero, tem reformado e melhorado completameote
o asfcsmo em ordem a poder satisfazer qualquer pedido para as provincias do norte e in-
terior desia, ^arantindo perfeigao em todas as preprases, aceio e modicidade nos prec,os,
eocjTativel com este genero de drogas.
'.Espere todo momento uma grande rernessa de pharmacia .homeopathica de J.
Epss-at-C, de Londres, composta de medicamentos, carteiras, pocolotes, Opodeldock de
Rfaus, de.Buvonia, de Arnica e de.pds eepeciaes para dentes.
Tem a* disposi^ao dos amantes da homeopathia a-excellente, obna do Dr. Mure me-
Tem carteicas de globulos e tinturas de 12 medicamentos ate 120, i escolha do com-
prador.
Plunieria, para mordedura de cobras.
Sefacenai
.Par.a hexigas comopreseroalivo.
Vaccina (
China cruzeiro, para intermittent.
Schynus, po.ra anginas.
Calendula, para queimaduras.
Taranlula, para paralysia.
Tintura mai d'arnica, para con&tuSoe* -o/>
te4 etc.
A CUEGAREM
Opodeldock d'Arnica.
Dito de Rhus j
>para rhematismo.
Dito de Bryonia)
Chocolate bomeopathico.
Cafe homeopathico.
I
Elor d'araruta.
R6s para dentes* inglezes.
eric6, para rh&umatismo.
Matta-mattaoujaboti, para Iohws.
Espmito
ra.
de Haheremao on de campho-
I <"actuc grande florus, para pnaumamtat e
molestias do coracdo.
Acha-se constantemente & testa do estabeleciraente e inspeccionando todas as p*e-
para;oes o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santos MetJa.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
DO
Dr. Santos Mello
Consultas pela manha, e a noite ate 9 horas
Gratis aos pobres.
illfiHI
Um sitio na travessa da Cruz das Almas, perto Tendo acontecido um desarranio na ma-
das esta55es, da T?marineira e Jaqueira, com ex- china de geIo m fabricantes tem por meio
cellentc casa de vivenda, nova, mnito comrooda ,P \____i
e asseiada : tendo 2 salas, 6 quartos, e fora co- Jeste pedtr desculpa aos sens freguezes pela
zinha, despensa, sala de engommar, quarto de co- falta que tem havido nestes dias ; esperarn
zinheiro ; assim como cocheira, e-tribaria, dons porem, em qualquer destes dias fornecer a to-
quartqs para criadoj, totinas, cercadoj*) ferro, dos as quantidades do costume ; aproveitam
banbeiro, galunheiro, etc. etc. : a tratar no sitio .. *.
do comraendador Tasso. tambem a occasiSo para prevenir aos seus
freguez* que teem em viagem uma ma-
i china nova, de maior forga e do aystema
mais-modemo, que fabricara* m maior es-
cala e com toda presteza as quantidades que
Garanhuns.
Na rua do Barao da Victorian. 36, preeisa-s
allar aos
os6 Paes
ao oarao ua riciona a. jo, preasa-s ,-APOm ,,,:;j..
Srs. Pedro, do Rego Chaves Peixoto e. ,or?m exi?ld*
daSllva,* negocio de particular inte hanto Amaro, 17 de
Olferece-se um homem casado, de bom coin- j
portamento para feitor ou eopeiro de alguma casa:
estrangeira e ae for fora da provincia sera melopr:
auem pretender dirija-se ao becco do Pombal a. i
ii, que achara com quern tratar, das 6 As 10 ho-!
ras da manhi.
mar^o de 187i.
Pelos testa men teiros de C. Starr & C.
William W. Wbster.
. 55,400
ftAOTIPj'Q Pede se ao Sr. Joaquim Pires Ferreira
^JilVU-LA^ o favor de appareeer na rua Primeiro de
Carvalho Nogueira, na rua do Apollo, Mergo n. 7 A, l. andar, a negocio de seu
e 20, accam sobre o Banco Commercial > particular interesse.
de Vianna e suas agendas em todas as ci-
Aluga-se barato umas mei'aguas novas, na
dades e villas de Portugal, a visto e a prazo trafessa dai Barreiras (becco do Aquino) : a tra-
poY todos os paquetes. tar na rua do Cotovello n. 25.
I llEwLJ 1
DE
Cordeiro Simoes & C.
Acabara do receber pelo vapor Mendoza :
Riquissimos cortes de gorgurao de seda lisos e
ra Tistras achamalotadas.
Ditos de linho para vestidos, contendo cada cor-
te, o necessario para seu enfeite, como seja :
franjas, trancas, t otoe, fivellas, etc.
Riquissimos chapeos para senhora, ultima moda,
a rua Primeiro de Marco n. 7 A.
" O abaixo assignado declara ao respeitavel
publico que nio se respon'abilisa por qualquer
divida, que, seja quem for, possa contrahir em
seu nome ; sem a competente ordem escripla por
s*u proprio punho.
Recife, 26 de -marco de t87i.
Jose Fortunato dos Santos Porlo.
Attencao.
Perdeu-se bo dia 23 do corrente, na villa de
Palmares, antigo povoado dos Montes. um embru-
Ibo contendo assegutntes letras, qne eram condu
-zidas pelo abaixo assignado : duas, aceitas por
;Franci8Co deSousa Leao, sendo uma de 1:000fl e
outra de 7ti*iiO, vencidas a lo de fevereiro do
eorrente anoo ; duas ditas aceitas por Antonio
Helippe de Souza, seado uma de 2:000* e outra de
KA800 ; duas ditas aceitas nor Manoel Antonio
de Souza Villaca, seado uma de 148*750, vencida
a JO de selembro de 1872, e outra de 372i500,
vaicida em 28 de abril J j anno passado; uma
diu aceita por Francisco Pacheco de Medeiros, de
29/01o, vencida em 7 de maio do anno passado ;
urata dita aceita por Joaquim de Barrcs c Silva, de
658/310, vencida em 6 de marco do anno passa-
do ; duas ditas aceitas por Jiuo Piaiieiro Maciel,
sendto uma de 88211C0, vencida a & de marco, e
outra de 153*380, vencida a 20 de abril do anno
passado; uma dita aceita por Manoel. Gomes Fer-
raz, de 443/960, vencida a 10 de marco de 1871:
tres ditas aceitas por Antonio de Hollanda e Silva,
sendo uma de 129/760, outra de 84/980, vencidas
em 22 de marco de 1871, e outra de 291/320, ven-
cida em 3 de agosto do mesmo anno ; uma dita
aceita por .Yaldevino de Hollanda e Silva Cavalcan-
te, de 180/020, vencida em 30 de fevereiro de
1871 ; as quaes -e acbam todas sacadas por Ma
galhaes Mendes 4 C. : 2 ditas de -MU cada uma,
aceitas por Jose Paulino da Silva Fulio, sem as-
;ignatura do sacador ; uma dita dk; 200/, ^ceila
jwr Manoel Joaquim Pereira Nello, sacada por Ma-
noel Gomes Ferraz, com o pcftence dos mesmos
ttagalhaes Mendes .& C. ; duas ordens endossadas
por Manoel Antonio de Souza Village a mesma
firma, sendo uma de 1701 e outra de'110/, acei-
tas a primeira por Francis:o de Paula e Silva e a
segocda por Vicente Ferreira .Martins ; e tres bi-
Ihetes Ae algodao, sendo uni tirado em nome de
Manoel Lopes Machado Ramof, de 2*> saccas, e
dous ew nome do abaixo assignado, sendo estes
um de 10 e outro de 12 saccas.
Roga-se a quem quer que tenha encoatrado dito
embrulho, o favor de entregar na villa de Palma-
res ao Sr. lose Raptista Marques Dias ; ou nesta
raca ao meemo abaixo aasignado, ou a Justo Jos6
tomes Teixeka, na rua da Penba n. 8, qne sera
gratificado ; aesim como previne-ee aos aceitantes
e retpoasaveis pelas mesmas letras e ordens nao
as paguem senaa ao memo abaixo assignado, que
protesu fazer valer o *eu direito eon tra_ quem
quer que pretenda fazer qualquer traneaccao com
as referidae letras e ordens
Recife, 27 de marco de 1874.
______________Joaquim Pinto de Magalbies.
Pirecisa-tfl alugar uma prela de meia
djpf: naruado Ouro n. ?1.
r
Acabam de cnegar muito bcas pianos laHwa
de elegantes modelos, Jo* mais nr.uveis Un
conhecidos fabricantes ; como *ejam : Alpfcca?
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolll C : t"
vapor francez, a rua do Barao da \ ictona, i u
tr'ora Nova n. 7, a precus muito comroodoa.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas,alaaa, opiatae aatdcl
trifice, agua de flor de iaranja. agua de touV.r.
divina, florida, lavande, pos d.- .rr-s, sabno.',.
cosaeticos, muitos aftiaaa daacaani -in perfuma-
ria para presentes um fraacoa de txiracjo*. eai-
xinhas sortidas f arn.fas de *** taaii
nhos dagua de cologne, tudo de jrimeira q
dade dos bem conhecidos UMteaaM Piver e *'.z
dray- -
No armazem do vapor francez. a rua do Ba- -
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de :liffercntc* gostaa
phantaziaa.
lispelhos dourados para salas e gabawte*.
I.eques para senhoras e pira neaaas.
Luvas de Jouvin, de S'< de BMma e de eaoiiL* .*
Caixinhas de rostura raaia r i Tnusica.
Albuns .j..;.'nm pa:- raVaM*.
Caixinhas cm vidr de r r ir. u-.
Drfcrsaa obras de onro b"m de lei | Correntes de plaque muito beni'a- pan r
gios.
Uni.er*
que
mitar/'-<< b :" '. prmbaa is :

Arreoda se ou vende-se os engenhos Machado
uo Estrella, junto a cidade do Rio Formosa, e o
Montevideo, junto a villa de Ipojuca ; os preien-
dentes achario com qnem tratar no escriptorio da
companhia dos trilhos urbanos de Olinda, ou na
rua Duque de Caxias n. 30._________________
Curso de philosophia.
Pelo Dr. A. H. de Souza yandeira Filho.
19-Bua da L'Qiao- 19
Attencao.
Precfea-se ccm urgetcia de uni/ ama de
leite, que seja sadia, e que tenha bom e
abundante leite, para tomar conta de uma
crianca de dias, daudo-se preferencia & mu-
lher do matto : quem, pois, esliver nestas
ciroumstancias appare^a no 3." andar desta
typographic para tratar.
Bolsinhas e coI^e^ de seda, de .udc e
rinho de cores.
Novos objectos de phanta::a parj xa dt a-.
e toilette.
Pincinez de cores, de prata d< aradu, de ,
de tartaruga.
Oculos de aco lino e de ic^las a guaraicoes.
Bengalas de luxo, canna. cc-m 'astoai de m*f
fa
lengalias diversas em grande nmenio p*r
omens e meninos.
Chicotinhos de baleia e de v ..itas qoaUkdei
diversas.
Esporas de tarracha para ariM de botas
Ponteiras de espuma para charutos e cigar:
Pentes de tartaruga para leaemaaranf e
barba.
Ditos de marfim muito fir.<. (. ra i mpar
beca.
Escovas para ronpa, eabaSaa, nnk"> I r>ara des-
tes.
Carteirinhas de medrer^rola r*"'* dmLe.ro.
Gravatas brancas e de seda prcta para hotn a
e meninos.
Campainhas de mofa para ch our criados.
Jogos da gloria, de daina, de bapatellas, de A
mino e outros muitos differentes "puinbos aue-
maes e francezes.
Malas, bolcas e saccos de \iaem uo mar
mi nhos de ferro.
Argolinhas de marfim para a* crrp.;a
rem, bom para os dentes.
Bercos de vimes para enbaiar onxn^as.
Certinhas de vimes para braco de meninas
Carrinhos de quatro rodas, para passek* M
criancas.
Venezianas transparentes para [rta* e jaae M
Reverberos transpa/entes para candietro? U
gaz.
listereoscopos e cosmorama- > m -> <.',.
vistas.
Lanternas magicay .-oin rica* vistas o> core* -
vidros.
Vidros avulsos para co^morama.
Globos de papel de core para i!iuminacu
festas.
Baloes aereostaticos de papel de seda mot
de subir.
Macb.ua? de varios systemas para .-.'-
Espanadores de pal ha e de pezuias
Tesouriahas e canivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para manga? e ianierc
Tin teiros *e lonja branca, raodew booilo boa
Tiras de molduras donradas e pretu v.-
quadroa.
Quadros ja prompto* com pajsagecs e paaaw
ua.
Estampas avoiaaa de saalos, paysageas e pr-
laam
Object.)? de magicae para divertimentos tm 'i
milia.
Realejos pequenos de veio com liadaa pecaa.
Realejos t.armonicos ou accordions de todos -
amanhos, e outros mnitot artigos de qninqniUii
rias difflceis de mencionar se. No annazero i <
vapor francez, rua do Bario da Victoria, outr'er
Nova n. 7.
Medidas de \0 a 100 metros^es e parrot
medir terrenos.
par
lirinqiiedds para ftteiii^
A major variedade que se pode d^ejar de !
dos os brinquodos fabricados em differntes parte-'
da Europa, para eutrelenimento das cruncas, tad i
a precus mais re-umidos qae e po>?iv, i : ao ar-
mazem do vapor francez, rua do Bario da Vie"
ria, outr'ora rua Nova n. 7.
f.esljnhas para ewrtri
Grande sortlmento de bonilos modelaa
ao armazem do vapor francez, iiu da
Victoria, outr'ora rua Nova, n. 7.
(Jma
com m
tratar
ou em
Vende-seoualoga-se
;rande casa confronte a ierej;
*os commodos e diversas true
a rua Duque de Caxias n. 35, escriptorio,
Olinda, com o -proprietari : '
onte a iereja do Poco,
diversas frncteiras; a
Engenho
Vende-se o engenho S. Pedro, anaado ajr.
yiocia de ilagoas, comarca do Porto Carfo,
menos de uma legoa distante do porto da aaar do
Garrella, tem nxcellentes terra*, nuias, a aaMa
regniarmeate 2,(00 paes ; a, tratar aa rua a ?*-
gario n. 31.________/
..budina Maria da
tira-se para a cidade
nceie>-d* <>*-'-
1






------------


.6
Ricas bandeijJAB
Parsfc|#;tiiieiitos, ba;ies e, ba^Hsados.
Quem\IUr bter ueia bandeij* rieamente en-
feitada; (Hfij !-! a Confeitam do Campos
Ja tuandaudo ou indo eneotnmendar, Ja cum-
- pranio alii t->dos 03 enfeht', c-n.-tando^seguia-
le :
Bolos fiuos para enfeitar.
Doeej eabomsissimos para enfeitar.
Figuras allego, icss para enfeitar.
, Papeis arrendados para enteiiar.
Ronquets para uoivos.
Alii
Kncontrase sempre 0 segaint-j :
Fiambres ioglezes. ATT>-7
Hulias *
Bolosr ,.I,m\"
Pae* de 16 dnos.
Fatias de dito para parturientes.
Pasteis em pn.fwao.
Kilhos (tonh s de tmlvma).
Doees em calda, ralado e secco.
Bolachinhas de mil qnalidades.
(Sugar Wallers vanilla) para dietas.
Selea de roocoto, desinfectada.
Amendoas, conffiilos, etc.
Cha verdadeiro das Caravanas.
Cafe de Java fcerd deira).
''"in is to na
CONFKITARIA DO CAMPOS.
.gM?oorfer?lwbm(g -n Tejjj^frira 3Adfeulfae9) ife o\t
Rua 1. de Marco ^ff>23
Aos 20:0M$6ft0.
O abaixo aseignado tera sempre exposto a ven
Ja bilhetea da loteria do Rio, euja extraccao an*
ounciara pelos jornaes.
Precaa.
lOWlro 14 4000
Heio 124000
Quarto 6*000
Manoel Martins Fiuza.
Eiigom madeira.
No ciillt'gio dc Santa Genoveva, a rna do Ho
cion. So, pre:i>a se de oma boa engomroadeira
Tabefla neeessa ia,
Em vista flo numero de impostos que o publico
paga ao giverno actualraente, faz-se preciso um
mappa que marque 0 tempo do pagamento ; nesse
sentido enc.mtrarao os contribuintes uma tabella,
a ruado Imperador a. Si, a 200 rs.
Aluga-se
uma grande casa para fafcllia, na Gapunga, r
da Ventura n. 22, tendo quartos tora, feanheir
cocbeira, gallinheiro, etc., etc.: a tratar na mesm
casa.
3
ESTRADA M HEltRO
RECIFE A OLMM
Na rua daj
fallar ao Sr,
gaeie do ee
1 !-4*w&-
Principe n. 20.
quena
uma ama pa
vfpo ae ufis pe
fcW'a : a >qa do
A1A
Naraado Camarao n. 3, precitt-e
dc uma, para couhar. coroprar e fa-
HT.alg.Mmnado, para treapeisoag.
ffretfeaee dje.-)noia ama tbrra on quesaibaeogommarj a tratar na rua Nova loja
n. 7.
Chacon
Aluga'se um sitio no Chacon, perto da esla-
cae do caminho de ferro, boa casa murada,
fructeiras, banlio, etc; a tratar com Alfredo Garcia
4 Irma-, rua da Cadeia n. 48.
<^_____^_________
Fugio do eugeniio California, em SerinhAem,
no dia 25 de marco deste anno, 0 ercravo Gri-
gorio, preto, cnouio, de 20 a 21 annos toe idade,
estatura regular, ollios vivos, com falcPrJe den-
tes na Create, orelhas furadas, e com alguma9
aurcas do a:itiga castigo, tanto Das coslas como
nai nadegas por sor muito fujao : costuraa a ma-
dar de nome e inculcar-se forro ; dizem quo fu-
gio em codipanhia de ouiro eseravo desta vizi-
Bbanca, taiubera crioulj, e quasi da mesma ma-
de roga-fe as autoridades e capitaes de cam-
j qi .- .1 haj.-.m do ennontcar, 0 facam capturar e
rea i--.r-.-i com < mrnnfa a esle engenho, ou no
Reeifr ao Sr. loab Flo.entino Cavalcante Junior,
pel 1 -j ie I i-j era obngadissimu.
Aviso.
()abaix assicoado, avjsi pelo presente,com es-
pecialidade a iMimmerciu, quo tem justo e coutra-
tado com o Sr. Agostmho Antonio da Souza, sua
taverna sila a rua Imperial n. 273, livre e desera-
baracada Je qtid-inor onus; e se alguem julgar-
se cm algnm direito, aprefenlo-o no*prazode tres
(lias, a eonl ir tin data deste, lindo 0 qual nSo se
all-'iideia reclamaeio algama.
Reeirej 31 de marco de 1874.
__________________Joao Caucio de Oiiveira
Rna Duquo do Caxias.
0 -r. Ant mio Ribeira i'onte-, caixeiro a rna do
l le Carus, qneira vir a rna do I-nperador
1 a n 1 .le matao i'll-Tcs-e, into por se
ia residencia domestica.
=pi-1
A compajibia dos tri-
Ihos urbanos do Bexyfea'
Olinda e Bebiribe, comprastrlipas de oati-
cica corn 9 phlrnos de coroprido, 9 pqH&-
gadas de largura e 4 de espessura ou gros^
sura.
O gerenie,
Lauventino Jos6 dfifyrand*.
awsr*,;- *.-= i. L-.--j^>/*.i:.iitaj;aUi*diaafc>
M no Arrairii.
Aloga-ae um sitio no Arraial, proximo a esta-
cao da Casa Araarella (um minuto) com exellen
tea casa de moradia, tendo os seguintes commo-
iTcasi v^mssuss^r'
tambeoi ama outr-ca?a nfMHsByflBn
quartos. -8 salaSj cozinha externa, agua Me beber
e nm oom qnintal por commodo prera : a tratar
na rna Primeiro de Marco n. 16, i. ahdar.
WJEKCiO
puonatando aos abaixo assignado achar-se nes-
lj>ra|t 0 St Manoel Fernandas de Carvalho, ren-
deiro dos engenhos Rarra e Preguica, em Ma-
anguape, provincia da Parahyba, veem rogar ao
rmo 0 obzeqoio de vir entende.r-se com o?
xo assignados immediatamente sobre negocio
ndente aft reforidos engeuhos. Rua do .Amarlm
37, escrlptono.
Ta*50:Irmaos i C.
Estd encouracado!!!
Agua mole em pedra dura
Tanto da ate que a fura.
Roga-se ao Illm". Sr. Ignacio Vieira de Mall
800P00
Praci?a-so tie 8005 a jur-s sobre hypotheca em
i iio : 1 qtiirer dnr, dirija-se a rna Di-
li. 79, q s;> Ira quem precisa.
Oabaixo assigns (o decl'araao co po do com-
e ao n lilico, que de?pedio-se da casa com-
> rnarJiao Sena Puntual, no dia 18
rrenti ; ontro sim, declara tamheqi que nao
I-'. 1 go e.-j, por ignur.r 0 annuncio do mesmo
I ontnal.
II ''if J8 .' marcd de 1874.
Antonio d:i Costa Oiiveira.
C0PAHU
Paris, 3Q, Rua Vivienne, D
HMSa nmm srecin
DM ENI>BBM,:ning DBS SEXUAES, IS *FBCCOE
ujrnamn 00 sasgce.
"110,000 curas dasfmpJn-
I iens,pusluhu, herpet,
sarna, comiroes, acri-
mpitia, e allerfoes, vi-
\ciosas do sangue, vi-
rus, euuv --.ties Uj mngue. IXarope vegetal
semnicrcunol-Doparatlvaii Toieliei
at.*-%ao8 hi\ekai:s tomao-se dons por
semana, segaindo o tractamenio Depurativo : i
emnrern.'" n is mesnsas niolestias.
I Kste Xarope Ciu-acto de
ferrodeCHABLE,curi
I ininc'diatainente qual-
^uer purgacao, rela-
xafoo, e debilidade,
t njuaimeuic oa jiuxos e floret braneas das
Uteres. Lsta mjeccao benigna empregasse
torn r. Xarnpe de CUraclo de ferro.
n.-morroidaajPomadaqueascuraeniSdiai.
PO'IADA ANTIHERPETICA
uontra : uas aJTecfoesculaneai e comixoei.
P'LUUS VEGETAES DEPURATIVAS
ao enable, cada frasco vrai accompahada
de um follicto. *
JIVISQ AOS SRS. MEDICOS.
I Can. catarrhos lostci
coqueluchcs irritafdet
nervoiai lat dot bron-
chiot e udas as doencm
' do peilo; baata ao doenU
B a collie rchdea deste xarope Dr Fobcet.
Dr. Cuauu wn Prii. ru Vlvleaae, .
i'epoiito botca Franceza
Carlos Ernesto iesqtiHa FalcSo.
Guilberraina Maria de Freitas Falcao, Alfredo
Falcao, Carlos Alberto FalcSo, Alcides Eduardo
Falcan, Argemiro Edmundo Falcao, Annibal Aure-
lio Falcao, Silvia Falcao, Armando Falcao, Toereza
de Jesus Falcao, Jose Antonio Pereira, Emilia Fal-
cao Pereira, Maria da Gloria Falcao Lima, Albino
Henrique de Almeida, Luiza Rosa Falcao de Al-
meida, esposa, Clhos, madrasta, irmis e cunha-
do do fallecido Carlos Ernesto de Mesquila FalcSo,
agradecem do intimo d'alraa a todas as pessoas
que se dignaram acompanhar 0 cadaver ao cerai-
terio publico e com especialidade aos Srs. Pedro
Rodngue3 de Sauza e Jose Antonio Pereira, e.de
n^vo as convida para assistirem a missa do setimo
dia, qne tera luzar na matriz de S. Jos4, is 7 horas
da manhi do dia l.de abril.
antonio Joaqtiim CascSo e seas
irmaos convidam, a jeus parentes e
amigos para aasfctirem a algumas
missas que mamiam resar na igreja
da Midre de Daos, quarta-feira I
de abril proximo futuro, pelas 7 1(2
horai da maoba, por alma de seu
mui prezailo pai, Juaquira Goncalves Cascao, fal-
lecido era Portugal; pelo que desdega se confes-
sam grains.
llissas.
A vitro, filtios e nora convidam a seus paren-
tes e aniig.n para assistirem algumas missas que;
mandam rexar na igreja da JJadre de JJeus, ama-
nha I .-de abril proximo futuro, pefasf 5 1,2 ho-
ras da manha. p r alma de seai*ezadu maride
pai e Mgro: ju3e Esteves Vianna, primeiro anni-
versano dc seu failecimento, pelo que desde ia
se confessam gratos.
SZ "vfr i^mS^^^. [grM*S diri^-se
J tflE0^8-? comprdinetteu,a;
roaiftar, prtattr^ire <*ramad*-d^fr joraal,
flns de dezembro de 1871, e depots para Janeiro,
passojMJwereirqjgfaril de i872, -)#i*Wi
e poU-moti^|i)e> novo dtaiSErikara ii
am, pots S. S. se deve lembrar que este negocio
ae mais de oito anno^e auando 0 Sr. seu Slho so
achava nesta m^-m
Na cravessa 4a rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andj^ d-se
dinheir sobre pe,
i nhoff* deouro, pra-
ta ei^rflhanfces, seja
qual fotar^pptift^
If a mesma easa
ecompra-se os, mes.
; rnes metaesepedras*
r- Qoem precisar
IMSm iflfAIPM
WA
LOJA DO PAVAO
NA
Rua

da Imperatriz
PARA LIQUIDAR
n.
60


casa'do parq
do g|z flll
A emprezado gaz tern a honra de annunciar ao
publiCQ qjK/reeetten tultimamente pai jespJeniiio
sort.ienfcfle luatrfskle vid/5/ larfleMifJ-
delas.e gldbos, ciflas imost&s estaoaio eseripinlo
a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aos
sens freguezes Jielo prem mai3Jg|||vel possivel. '
Fugio Mteiw Juvoal.
-Foi trajando cftiAr dedfrim- iiglcai
chita de riscadoUikpA/d,, pHia d^
de cor parda, idade .12 annos, ,tem falta de um
dente na frente e 6 bastintt paMleiro. Roca-*e -a
apprehensSo do mesmo, e conduzi-1 a rua da
SuDcado.U CMe da^aViif ^.fiV^
Ao Sr. Jbaquim Pires Fer-
reira ftl
prein-se que ,-e ate o fim deste mez nao appa-
recer na rua Primeiro de Mara p. 7 A, 1 and-.r,
ie6^e^Pr'r* JW'^U-iofual, su qjie (' e.-!e numero
qg^O-eslampilbadp m-ste joraal.
o_ sobrado de um andar jcom sotao, .quintal e por-
}ao, e ena |om esUJo, na rua de Ifi.rtas n 70 a
trat:ir na* iCini'.-i-T.ini-i.- n i
GROSDENAPLES PRETO A MBOO,-8000 E
29500.
O PavSo vende grandesortimentode gros-
denaples preto de pijRa s6da, a 15200,
1JJ800, 390C0 e 2500 o corado, tendo
tambem do mais largo e mais encorpado que
costuma a vir ao mercado, e vende por pre-
r;o em conta.
Granadlaa prciu a 500 rs.
covado.
0 Pav5o vende granadina preta e lavrada
pelo barato preco do 500 rs. o covado.
GHALES PRETO DE GUIPURE A 4500.
0 Pavao vende chales de tres pontas, sen-
do de guipure verdadeiro, pelo barato pre-
o de 49000 cada um.
Hadapolao enfestada a 3--000
a peea.
0 Pavao vende pecas de madapolSo en-
festado, pelo barato preco de 3$000 a peca.
Ditas sem ser enfestado, cem 20 jardas, a
55000. Ditas com 24 jardas muito boa
Jjzeoda, a 09000, CJ&oOO e 7*000.
tratar pas rCinco#ooias n. 31.
r,4.*H8AS FRANCEZAfi A *&W, 5i##'
39000 E 39500.
O Pavao vende nm bonito sortimento dt-
camisas franeezas con peito tie T'giiln,
29000 e 29300. Ditas com ptito de 39000 a 69000. DtUa bordadas moit.
finas de 69000 a 109000: assim cook
grande sortimento de cerouiaa de Kab* V
algodio, por prftjos baratos, e tambem tem
completo sortimento de punhos e coilarinhos
tanto de linho como de algodao, por preco*
em conta. ..
Rspartllfaos a
;c como
-lloso da
io Pedro
> npaixao
recorro,
Narua do Imperador
n. 28
precisa-se fallar ans *egnint(>s senhofes :
Domingos Marlins de Barros Monteiro
Joao Vaz de Oiiveira.
Jose Franciico Lopes J.ima (Nazareth)
Manoel Pereira Brandao.
Manoel dos Passos Miranda.
Theotonio de Barros e Si I va.
Francisco de Paula Borges.
Francisco Antonio Poutua
ALPACAS PRETAS A 500, 6i0 E 800 RS.
0 Pavao tem um grande = sortimento de
-Consta'bdo a alguem^que uma mulli.-", que diz alpacas pretas, que ende-a 500, 640 e 800
rs. o covado, assim eomo grande sorti-
mento de cantoes, bombazinas, princaaas
pretas, merin6s, e outras muitas fazendas
proprias para luto.
LAZ NHAS DE ORES A280,320 E 400RS
0 Pavao vende bonitas Jauohfts do para vestidos, a 280, 320 e 400 rs. o co-
vad j tendo ate a 19000, senio das m?is lin-
das qu, tem vindo ao mercado, assim como
granadinas do seda com os mais delteados
padroes, a 640 rs. o covado.
Sedinhas a 19GOO.
0 Pavao vende sedas com listrinhas de
cores a ItfGOO o covado. Ditas com pal-
minhas a 29')00. Ditas com toque de mofo
a 19000 e 1 chamar se Olindina, ainia onsa inculc
ilka do fallejidoJiwi| Pedro Aatofii
eira, e infiado|a|)b.em tall.'cjdo ca
elloso jla SflveJr* afim de ekr a
bter esmolas das familiasra quem e
-. cjmif*/ aitf^aiiaudo-se pa/a isto de ser cq,a e-.v ahjurm,
alfe. peoaflnfo pjor nat pacienoia a vis;a d.: persjsi-'u-
cia dessa miseravel traficante qu->, a mite c mes--
mo aor Arezes durante o dia, *e introdiu nas ca-
sas daquelle3 que a nao conhecem, julgi conve-
Eiente de:larac para qjie nao continue a sjr ex-
lorada a KJDexInlidado dessas famiiias por esja im-
postora, qu-3 a filha do referido coronel Velloso da
silveira, qne ti '
0 -Pavao vende um bonito sortimento do
espartilhos modentm a 39tMM', 49090 t
5000, assim como um bonito sort manto
desaias braneas, bordadas, a 59000 e 09090,
e ditas de lasinba de cores a 39000 :
chincba.
epr
.Na rua do Barao da Victoria u. 30, precisa-se
fallar ao Sr. vigario Andre CunjiiiO de Araujo Pe-
reira, a negocio de sen interesse.
o 3" andar da casan .32, i-rna.estreitado Rosa-
no, fresco e com eomiioador-: na thesodrarii da<
loterias.
Eseravo fagido.
50P00degratificacao.
Esla fugido desde o dia 20 de dewmbro do an-
no passatio, o eseravo Joaqnim, eora os signaes
seguintes : cor fnla, baixo e g;osso, e tem um
defeito no olho quo parece uma belide, tem jnais
um pequeno defeito no beic-o, parece ser um ta-
bo e tem pouca b.irba: rtbga-se as autoridades
policiaes e aos capitaes 4e campo que o appre;;en-
dam e li've-o a casa de seu senlior a rua de Sanla
Rit.i Velha n. 8o, junto a reOnajjao, que reseberao
a gratilicacao acima.
Armazem.
Aluga se o armazem da casa n. 17 da rua da
Eseravo tiigid
o
Aaaentw-sf ao dia.-20 de fevereiro aroximo
passado, da easade se* senhor, abaixo asScnado
nrSf l^?^^ co*^5faes seguintes : cOr'
preta, idade de-2# annas, atto, espadaiido, e cor-
polento, tendo o per--
bega um tanto cha
provincia da Parah
Moeda, no Forte do Matlos
Cadeia n 3.
a tratar na rua da
Devedores.
Oi; proprietaries da Confailaria do Camp'js a
rua do Imperador n. 2'i, pedera aos seus devedores
que tem silo remissos, o favor de virera pagars us
debitos at6 o dia 8 de abril proximo vindouro e
avisam ao* mesmos que se ate aquella data nao es-
tiverem .-aldos, verao seus n.qmes neste jjrnal,
sem distinccaode pessoa algum...
5SEQRGET
22 Rna da Cruz 22
Par
j
ejlgommsdos e arrumacoes de casa de
c^en-. fand-, ; -!a-s, es.a.quamia a uma cria
claque seja de boa cendueia
deira : a tratar na nn d
[la b p-rfeiia engomma-
S. Francisco n. 72.
5 to'
^^?ix>: ^^1^1*1)!
Dfttfh:;:^iict-cirursico '/
DE & %
, A. B. da Silva Maia. Q
P.ua g, Viseonde de Albuquerque n. jf
--. II, o:!(: .ra rua da matriz da Boa*Vista %
Eseravo fugido
Desapparecen na noite do dia 19 de fevereiro
do corrente anno, o eseravo de nome Job, tendo
M signaes seguintes : e da Costa, falla atrapalha-
ao, made de cincoenla e tanto annos, pouco mais
ou menos, tem cabellos brancos e tambem os tem
na barba. tem um clhar defeitneso e uma perna
comi defeit>, tem nm so dente grande ftne ve-se
! melhor quando elle falla, trar n'um braeo nma
pnl.-eira de ago, e de boa altura e corpo r'eRular,
anda ma I trajado com um paletot de alpaca h ve-
IO0 ; vender agua 6 o trabalho qne osa. Consta
qne elle vive em casa de nma n-?gra da C-^sta nao
ruma, tem nm andar defeituaso por causa da
perna tnrta Roga-se a toda? as autoridades e
capitaes d3 campo qneiram ap -rehenier o .dito
eseravo e leva-Io na passag?m da Magdalena, tra-
vessa de Paysandii, conrronte a tstrada do hos-
pital portnguez, que serao generosamente gratffl-
cad.os, "
,_#do Norte,foi vernlido em
rllL ila ,dfd lDgii' Pel. !r- Pedro Antonio da
Costa ao Sr. alferes Manoel da Assmnprao e San-
tiago, qne no memio aono o trouxe para wta nra-
ca do Recife, vendendo o entao at. abaixo aW
nado. Presume-se que dito -eseravo teuha secui-
do-para sua proyfncia natal.' Roga-se, poisf as
autoridades policiaes e capitaes de campo a an-
preben^ode dim eseravo, gratiflcanio o' abaixo
assignado a quem o agarrar o apresenta-lo na rua
da Brum n. 9G
Recife, ll de marco de J871.
FrannscoRiteifo Pin!6 f.uimarSes.
tinha o nome de Olindina, e era cha,
foi bem educada em Paris e casada, existindo am-
da seu roan Jo; na provincia do Ceara, morn* em
casa de sua cunhada, viuva do dito capitao Pedro
Ivo Velloso d i Silveira, na ruado Principe, em
maio do I860, e que nunca se vio obngada a pe-
dir esmolas.
A fallocida Olindina era baixa ; mas magra, tra-
java bem, e nunca. andou nas ruas desta ci-
uade sem ser acimpanhada por pessoi respeita-
vel; cntretanto que a impostora, que parece mais
velha e provavelmente nao tem o nome de Olindi-
na, se d baixa, e gorda, anda mal traiada e co-
berta por um velbo chale, sendo acompanhada
por um pardinho.
Recife, 28 de marco de 7874.
_____________it. F.
. -* A ffessoa que anuunoiou dar t0:0u0i a pre-
fl)iosobnllpothect-em nm sitio, queira dirigirse
a rua do Imperador, armazem n. 50.
CORTIXAD06 B0RDAD05 PARA C4MA r
JANEU.AS, DE 79 ATE' 24TO00 0 PAR
0 Pavao vende um^ran-Je sortimento de
cortinadoa bordedos, praprios para came t
janellas, pelo barato pre^o de "9000,89000
100000 ate" 259000, aisim como : colxas
dc danaasco de la moilo ina de IMMOO
1-29000 cada uma.
BRAMANTES A 19800, 29000 I 29500
0 Pavao vende bramantes para levees,
tendo 10 pal-nos de largura, sendo o*de
algodao a 10800 e 2i000 a vara, c de linhr
a 29*00, 19800 e 33000 a vara: e pechm
cba.
CASEMIRAS A 59000, 6?000 E 79000
0 Pavao Tcnde c6rtcs de casemiras para
calces, sendo padrflr-s modernos, pelo bara
to preco de 5?090, C9000 e 79000 o c6rte
assim como : pannos pretos dos ovlbore<
que tem vindo ao mercado, dc 49000 891
10i?000.
ROLPA FEITA.
0 Pavao vende ama grand- porr-80 d
roupa feita, sendo: palitots, frckes'deca
semira p'eta e de cores, assim como : finia
simos sobrecasacos do panno preto, e eal
gas de cascmira preta e de brim branco, col
letes de todas 'as qualida Irs, por p'recos
muito commodos, por qnerer eeabr torn
toda a roupa que tem em casa.
^bmCOnStanl0menlC aberl0 estaklecimen-o do PAVAO, das 6 horas da manhi
49500,
CAMBRAIA VICTORIA A 49000,
05000 E 79000.
0 Payao vende um grande sortimento de
carabraia Victoria 0 transparente com
8 1/2 varas cada peca, pelos baratos precos
de 49000, 43500, 59000, 69000 e 7-"000
a peg.a. assim como, ditas de salpico bran-
co, a 7#000, 6 pechincha.
as 9 de noite.
o curto e gsJI3so, e a ca- (RnwTli ^ Pr'5 de ferr : Ba rUa d
f Dito eseravo e natnral da
Preeisa-ge comprar dons escravos, peJreiro e
carapma, paga se bem : a tratar Da thasouraria
das loterias, a rua Primeiro de Marco n. 6.


&
SABAO DCI RIO DE JANEIRO a 200 rs. 0 kilo, no armazem da rua do Amorim n 41
de Jose Dommgues d 1 Carmo 0 Silva. "- *'
0 a lata, no armazem da rua do Amorim n. 41, de Jose ft ini.,ge do
Ctrmo e Silva.
VIMIO MUSCATEL de uva branca, pur.'., de eatfo de 23900'), no armazem
Amorim n. 41, de Jose Domingucs do Carmo e Silva.
da ni.i 1
INCH
Sapatos de de tapete avelludados para homens e
senhoras a l3_e U200 cada par : na rua Du ,uc
de de Caxias n. Hi.
GRANDE
I lililniV-'Ii^.
j
VEB
Nanoile de 13 para 14 de marco do corrente
anno fugio 0 mulato Viceoje, eseravo, de 20 annos
de idade, bonita ligura, barba, e e.talura regular;
Ievand) vestida e em um sacco roupa de algodao
branco e alguma mais fina, pertencente a uni eai-
xeiro da easa dV-nde fugio ; e natural da freguezia
de Sant Anna do Mattos, diz ser livre, easado e
ter aidocriado em.-coamanliia da mtfrinlia D
Anna Luiza da Luz, de quem alias foi eseravo :
Kle,p''rvI,-,'aos Srs- capitaes d.e campo e au^
11', PllL*,a?' a apprahensUo do dito eseravo,
eB1W9M c.dade do ReciL, rua do Crespo n
1..2 ci IS? Moreira Reis- ou Da cidade do
Assii, to Sr. TorqnatO Augustp de Oiiveira Bap
Usta, que serao generosamente gratineadn^ l
Apolices.
_ Vendem-sy quatro W^liies da divida p-o-
vincial ; quem preterider comprar annuncin
n. !1.
i
6
pi
j/? idos : a quahruer hera.
-0 Col u-las : Aos pobres gratis, das 2 as
I horas da tarde.
i
iprai
para ser procuratio.
sua morada,
a ~> MWSQ torceirb atrdir e sotSo rJo>?cbra-
do deazutejo a rua da-Imper-atrrz n. 14, coniex-
oeJentes eomroodos para-ginde faiuiiia, |qro4e
outras vantagens, comoseiam.; agua encanadaj
gaz, muito fresca e magniBca vista : quem pr?
t'nde-la, dinja-se a rua do Vigario u 1 orimeiro
andar, escrjptcrio \- I
Aiuga-se barato
Chegaram honlem
Os chaptos de palha dTtalfb para senho-
ras e meninas, a ch,Vporar?a imperial, rua
1." de Marco n. 6.
E' comas
' Os chapeos d
ques que
|o como
Apressem-so, Exmes
niai; ricos
UM

E'baralo.
Vende-se um pequeno si io perto da esta-
te do Salgadinho.-tondo- do frente 150
palmos, e de fundos mais de quatrocentos,
corn uma cleganie casa dj taipa, acabada de
proxim.obem asseiad', tendo 2sal s, 1
quartos e cozinha f6ra. 0 terreno e pro-
pno 0 bom do plantnQfles, tendo algum s
arvores de iructo, agua de beber e todo cer-
cado.
Para ver e mais explinacdes, no mesmo si-
t^o a qualquerhora a entender-se com Tris-
tao Francisco Torres, c para tratar, na the-
sourana d s loterias, rua 1. de Marco
n. 0.
qne
Grosdenaple preto
Sendo lisos e de eordao, e 0 mais lanro
vem ao mercado, e qne se vende pelos dimiuutos
precos de 2500, 2*800, 3*300 e 3*500
SO NA RUA DO CRESPO N. 20, LOJA D\S
tRES I'OUTaS DE
Guiiherme & C.
Jussto u lajut da csqiiina
5Colher os
Grange pechincha de cami-
sas delinho.
\ eude se camisas'inglezas, de lioho, muito flnas,
ra liomem, pelo baralissimo preco de 35*000 a
quem duvidar. vet!i ver -e comprar : na
que de'Oaths n. 88, lJa de Demetrio

A' clit^M^rial ^fM r*TOsbn,eWrf A 0.
A Nova Eeperaaea. a rna Dnque de Caxia n J
apressa-se em convidar a sens frega,zes. com
peenhdade ao belio sexo a tirem' apreciar w
, gumtes artigos expostos a *wd. u,L$ por preco.
commodos, como .-ejam : ^ K^
^5 B0-N'ECA5 mansas c clior-.nas
^BOMTAS E E.NGRACA.US vistas para slert-
I SP^RS^-. LATAS l*ra urdar fM-
i iw.MTOS \A^OS com fina fc.-.nha e cbeiroMt
SaTZZSG*cada f'asc"nm n-,:c- ^
ciai ou urn d;>tico.
deS. **AS "** ** olii'
Para mm gosfcir.
A' Nova Esperanca a rua haqoc dc Caxia
Vo'ltaSl. leD,S C M'"S ;a" d*
Para queiii silro .las pcrnas.
sciencias, rec onbecida superior" aloda "q^ I *^<%^j^^^lte
tem apparecido ate hoje. Deposito princi- -: racI,a para 1uem ?u,Tre das Penia^.
$Jz:iLTt*u tHLFJti ops artifiaes
todas as boticas e casas de
reiro.
Nao iia mais cabellos
a*
flaWM JAPOMEZA.
S6 e umcaapproyada pelas acadomias de
cabe'lei-
RUA PRIMEmfragilAfrnfl .
rua
selccta e de umbigo
(Enxert^das),
oapotizeiros
e sapeteiros de M palmos (em vasos) e de todos
es tainanbos o precos -
t"S : aHiiru como -j
fjucia e de ornato :
Aluga>se o-sfertn A> andar do sobrado da ,
da wna n. 02, limpo, bem tratafdw e grande Ba
rua da Senaala Won n. 1.
Atten^ao
Z Ste,nhrreift,aS^ M*"" '=
, Em sdu armaiem a ran do THapiclie n. 1%, o se-
AlgodSo auil amoricano.
Kio de veJa.
Carvao de^Jetira de todas as qualidade-.
tudo muito barato.
mais commodos oue dan-
assini canvi M, segalnt* OTtras pd
Aoacati.
Acacia.
Ariticura a pel
Canella.
Casuarina,
Carolina do principe.
Condeca.
Coracio da India.
E.gueira.
Flarnboyant.
Frucia-pao.
Iiiga-dusJirt...
Jambo.
Jasmiin lacanja.
l.tranja da-C*ioai
Dita do ceo.
E outras plantas :
era d. SO.
Caraitja cravo.
Dita de doe do Para
DWrftrtwa.
Dita teDgerin*.
Lima da fierew.
Iiila de urbign.
Limao francev
Dito doce, enxertaio.
Qiidfti,.) 1 i *f
Paimfia/impVrtal*
ParreiW.
ftlhelraft
Wamefl-aa.
Rdeeirns.
HoiecH.
Ubaia.
na Capunga a rua da 'Ven-
Aos capitaes de campo.
Antonio, crioulo, de 20 annos, pouco mais ou
menos, fula, eabellosum pouco soltos, baito. e
da comarca de Nazareth : recommenoa-se* a"lua'
captura e a entrega nesta cidade, a rua Marquez
de Olinda n. 60, 2 aodar_ou naotaJle ^engenho
ao seu senhor ; gratificar se-ha.
nZAu^'ie a c,aia terI^ea d^' a Direit: 95.
pnopria para gtnlaaar ertabetecfmetito a.tratar
no aoMtstem dk-rdam->ievMiM de a- Pmnelseo
.
wuca famdia, prefere se que .cnjaaSa de Lrdim
faitt'se ra rua do Passeio n. &) "
1,
us cat
Gaz;||{dDC| a fete"
^ ^>garrafa,fdem,ellr 0 da-m marca d j Henrxi-ariterft 0, gSreMo a qu di-
dade e a quautidade do liquid-) completo : no. ar-
mazem de Jose Domingues do Cat mo e Sika, a
rua dn Amorim n. 41.
VENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, na rua do Com-J
tercio, por preco modioo: a tratar com Tasso'
'rraaos dr C
> ^J?pera?ca- a rna Du(lae Caxias t
!?*, rtceberum lindo e completo sorti-
mento de flore, artiaciaes das melhoies one ten
vindo ao mercado *
A eflas met quo ae acabeni.
Gostanes-para crianca.
M^Jtsa*?***?^a rua Du(iBe c***"
03, aeaba de iweber bonitos c< stnmes nara crianc*
s esta se veodendo por precos razoavei-
Yl'X00 Rowe L- vendem no sen armazpro
a rua de Commercio n. ii :
0 verdadeiro panno de algodao azul amencan^;
Excellente Mo de vela. .
Cognac de l> qualidade
vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra do todas as qualidade*
Arttsqne seaeabem.
Vende-se 11 delindos padroes a 200 rs. 0 cova-
do : na rua do Crespo n. 25 A, loja da esqulna :
dao-se amostras.
A ^ova Esperanca, a rua Duquo de Caxiai n
bJ recebeu um pequeno sortimento de anoeis
pnlseiras electricas, proprias para quem soffre dos
nervos.
:
. Vende-se um momho de vesto, con
duas bombas para pu iw agua, e qna-
^Q rodas novas e fortes, para .earro
amencano : a trataa na rua do Impe-
rador n. 22, '-"-
Chapeos para sonliora.
A loja do Passo a rna Primeiro de Marco n
7 A, recebeu pelo ultimo paquete, nm rico sorti-
mmtmmmn, m*m moda e
'jtumoao.
iXki
no. dodtoi wrufAit foan
r r^**j,r2g!**eM eilb*lMl
..NEOGENFooD" N'JP.TH
I i
Aoi 4:000^000
BrHetegga#
toji do Bardo da^ictttriarja^ora A'
do costume.
Ji^ Jbiconomia doo estioa
Na rua Primeiro4"de; i^arco u. \.
Confronte ao arco de Santo Antonio, loja
%
A 3DA-
I Bom iito iofiUita OtiAt o loiro iUh
^W'
Doposlto ein Ptrrumbuco, J
n-jij n. 63, e
a Atenam-se a vends
'antidos da 5
ja da Casa
Bra vindouro.'
Inteiro
keio v
Inteiro
Uflin
ova
200 rs..
GRANDE NOVIDADE
A rua do < rcpo n tO
Loja das 3 portas
LAZINHAS
thegouesta fazend*, com padroes inteiramenle
rs. o
SO'
t isto por ter it ramie L_
NA RUA DO CRESIO N. JO
L>*1l de
Guiiherme
Afoatinho- Ferreira da- Silva Leal & C'
L"??^ J?'fte,cosser>. P2aI3es ioteiraraente
1*59^ i
tflftas fina* e dfe cores a 320,' 100 e
adb--fstosd se vetfflol r
novoejy0e|eSreto pVego ct^o6^2\o"eT'astrre'i's
o covaflr1"
Baptis
440 rtie 6>eova
Chapeos de sol de seda, para "homens, ingTeies
fparagon) e com 12 haste*,-palp Draco de 8^ e 9J,
jgjjA esta que se^aJouJtU R^O, so para
fttafel ^'.ma Primeiro de Mat^rj ^.1.
es
Pa|fe n'Ame^^ d ra^J^o*
jtouede CaxtSSnt. 59
_____Are
BSSTcC
uto alo
;,
de-i

Loja $o barateiro.
2* k1w. S^2B5?3BSffi2
de. recebet um .eoaipUto ?iS-.do dia da 9
ttfcmrosjyra hputm a -'-0^,,,HOS, Afogaqo
"3rSfinh,s' 6 ^otitras para
WW^dr pw{< raxottvehr
CuTtBiBs,
hora do
em
amoTlfis e carapebas, a qualqjAfl
Ue : Teode ki fUarq
Inambuc
e cigajrtos
ores
maz
Domingues do Carmar
ti X:i .logy.
polices da Compaflbia-Per--
abralte- .a*d. -at)
J"^aJ^Agoas-TerJw-u. 17 ; a tratar a rtt
ro imperttf^t. ID'ancadirBarj^ ou au rtfl
lineues do Canmni--------------HUC, VJOt
oetl
: l**nni*SMUA desaj
E' esta verdade provada
S
I
iiT~l
\



I
\
tV
>


. j> o Hfn co-certd qBe"Wm dWritfcW Je
raspeitanrel poMie*, anaajpaajjaid mento dos mais que negociam na meamo gencrc
veem scientiGcar aos seus bops ureguezes gthe pre-
veniram aosfcertseorresnoudetftes' nls divefsas par-
kas eYEWepipar* Ito* entftrem por rodos c* pa-
qaetes os objeetas de taxe e bom god*; que Mr
jam mais bera aeoitoa palas societbdes elegante*
daquellcs paizes, vista aprosimar &e o tempo de
fesla, em qtte o belio sexo desta Unaa veneza
mate esMfcta a Mqufea de Sims-loMWlfes; e eo-
mo ja recebossem pelo paqsete francez divereo
artigos da ultima moda, veera pakntear algune
d'entre elles que se tornam mais recommendaveis,
esperanto do fespeitavel publico a cosiumada
coneorteftela.
Aderacos de tartwuga e mais liudos que teem
vindo- ao mercado.
Album com ricas capas de madreperola e da
velludo, sendo diversos tamanhos e bafatos pre-
08
Aderecos- templetos de borraeha prrprios pan
luto, tambem se vendem meios adereeos muito bo-
nitos.
Boxes'de setim preto e de cores para ornato de
veetMos de sechora ; tatabetn tem para eoflete
palitot.
Boisas para senhoras, existe um bello sorliman-
to de seda, de palha, de cbagrim. etc., etc, por
barato preco.
Bonecas de* todos os tamanhos, tanto de tout*
como de cera, de borraeha e de massa ; chama-
mos a attencao das Exmas. Sras. para este artigo,
poia as veres tornam-se as criancas um pouco im-
pertlnentes por falta de nth objecto que as en-
tretenhara.
Camisas de linho Itsas e com peitos bordados
para bomem, vendem-se por preco commode
Ceroulas de linho e de algodao, de diversos pre-
cos.
Caixinhas com musica, o qae ha de mais Kudo,
com disticos rws tampas e proprios para preeen-
tea.
Coques os mais moderuos e de diversos forma-
tos.
Chapeos para senhora. Beceberara um sortimento
da ultima moda, tanto para sonhora, corao para
meninas.
Capellas simples e com veo para ooivas.
Caicas bordadas para meninas.
Ewremeios estampados e bordados, de lindos
deseafaos.
Escovas electricas para dentes, tern a proprie-
dade de evitar a earie dos denies.
Franjas de seda pretas e de cores, exi.-te am
grande sortimento de divercas larguras e barato
preco.
Fitas de sarja, de gorgurao, de setim e de cba-
malote, de diversas larguras e bonitas cores.
Fachas de gorgurao muito linJas.
Plores artiflciaes. A Predileete pfima em eon-
servar sempreum bettor rraode sortimento des
tas fifties, nao so para enfeite dos tvbeilos, como
taiubrm ;.ara ornato de vestido de noivas.
Galues de algodao, de la e de seda, brancos, pre-
tos e de divetsas cores.
Gravatas de seda para bomem e senhoras.
Laces de cambraia e de seda de diversas eoree
para senhora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas pars
noiva.
Livras para ouvir misn, com capas de madre-
perola, maifim, 6s*o e velludo, tudo que ha d*
bom.
Pentes detartaruga e marfim para alisar os ca-
beilos ; teem tar.rfiem para trrar caspas.
Port bouquet. Um belle sovtimento de madre-
peruta, martira, usso douradus por barato preco.
Perfumarias. Neste ariigo esla a Predilecta bem
provida, nao sd era exfractos, como em oleos e
bauhas dos melhores edores, dos mais afamado*
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygiemea,
Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis para
a festa.
Saras bordadas para senhora, por commodo
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
usados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para enlrada de salas.
Vestimentas para, baplisado o que ha de melhor
gosto e os mais modernc t .recebeu a fredilecta
de or ar. to pre;o, para Ucar ao alcance
qualquer bolsa.
Rua do Cabngan. 1
mum immLm:
0 DBJXTJHGUIVEL

top -lJ
frog
\ to"*?
tuift i
U9i 3b b)
Ma OiieJ
iqtr.u.
aos oa mi
. aot.
iJeooo b dnio|fflKl>.oa-
L lj36
RUA HO liAKiiL !U

i i.f m
a. .ub
Armazer.s dc seccos 8 i.iDlhadOs
Tt'.M PARA DISTLNCTIVO in) T-STABKLtClMKN 10 i V .ALLQ BRANCO, PINTADO,
PARA ALGIM. PESSOA QUE UiX'UV A I.EITURA.
Rodfigues ^ Pires, regrt-.-^. 'us em IViiiii>i<>.v.w, i armazem do Gailo, i rua do Alfjibeves, cm I.isutytyniHiiMn .ir.ttH:dp Bconbecido'ermaaem
naquolla cidade, qapricharostiiijue em let generosJc pii-i.i-ii* qvialidade, dos quaes aos seus nuinerosos freguezes utii cuiibeeimeBto iqais | cripta :
0;que 6 bom ti earo
Palavra bemdi'.i*'lucnunca filtou. j
Cha" pcrola Ano, a ^c< OG a liUra. t;. Dito miudipho super'fino, a iruoo li- bra. 'mo'li.i.
t>flo popular, flno,, a 350U0 a libra. Gascas ue coco para lavar easa, a 160 e
Manleiga ingleza fior. em barril a ljfCOO. 130 rs.
Dita dita Una, em latas, a 1$500. Fariulia Qua de Muribeca.
Dita.dita, dita e dita, a 1?>400. Vassouras de piassava para serviijo inter-
Azeite de peixe baleia, a 60 rs a garra- no, a 2o rs.
fa. | DiUs grandes a300 rs.
Dito de cOco, fino, ,'a 800 rs. agarrafa. i Masses para sopa detoiias as qualidan
Dito doce e carrapato. j d>>s
Aguartlente do caldo da canna, feita de Viiifao tinto e brauco, soperiores, eogar-
encommenda, a 500 rs. a garrafa. jrafadoseem pipas. Eoutrosartigosqueser4
Dita popular, a 320 e 210 rs. a garrafa. j eofatlouho aununaerar, em secco o mo-
Dita branca, a 200 rs. a garrafa.
I lhados, por ser extenso.

Rua da Imperatriz n.
MENDES GUIMARAES -& IMAOS
Aceba de receber um grande BUiWtterJ'0 de fazendai pretas para qua-
resma
COMO SEJAM
GROSDENAPLE PRETO A 1J8800. I LESBOS BRANCOS A 2^C0O.
Vende-se grosdenaple preto para vestido Vende-se lengos brancos fi; os, 2?J00O,
de senhoras, a 1^800, 29, 35S, k$, e o$ o 25500 eSJs 5ii '

iipa
DE
MURBAY ft I-\\n\\.
Uma pura distillaQSo das mais raras fi
ris dos tropicos. Contem, para assim ui-
zer, quasi o odor odorifero das Gores do
tropico da America, esua fragancia 6 quas
iuexhausta ainda mesmo por continuada
e/aporacSo e diffusao. N'este respeito e
i .icomparavel a qualquer outro perfume
qne ha de venda para :
desmaios, ataql'es nervosos, dor
de cabeca, debilidade e
hVstericos.
& um certo eligeiro allivio. Com o'bom
i)D, tem conservado sua mfluencia para
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
perfumes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
..lexico, America Central, e do Sul e nds
com toda a confianca o recommendamos
como um artigo, pelo sou aroma muito de-
iicado, riqueza de odor e permanencia, nao
pode ser igualado. Tambem faz remover
da pelle:
ASPEREZAS, EMPOLAS,
QUEIMADURAS DO SOI.,
SARDASJ E BORBCLHAS.
Sendo reduzida com agua, se torna uma
excellentO' mistura para banhar a pelle,
dando urt' aroseado e1 cdf clara a cornplei-
^ffo naBlarJa, senflo applicada depois d<;
barbear, evita a irritag8o quo geralrrienteT
occorte, assim como tambem gargant&ndo-
se, o cheift) do cigarrodesapparece, e mo-
lbora' a codir;ao dbs1 dentes e gengiras.
Como ha muitas imitaijbes, as qdabg n8o
possuem nenhumas d'rJstas propriedades,
deVe^-SB tomar cuidado e contar sdmefite o-
o famoso-perfume i cOsrheticO dd' sill1 da
America, cham
sm FtoiftrjA
DE
milRAl Il-VIIAV.
S3 acba Aveoda em todosodtbgu
p*,rf umari as da moda.________________ia
Engeahos em Mamaih-
Veflde-36 Os seguintes :
Burr a,
Prrgulcra.
e Ptttpfcio.
A tratar com seus proprielarios ne>ta cidade,
e para informacoes com Joaquim Pinto de Mei-
relles Filho, na mesma cidade de Mainan>guape
Tasso IrmSos v C.
Sedas a 1#500.
Vende-se bonitas sedas de lindas eores pelo
baralissimo prejo de 1*500 o covarlo ; veni am a
ellaa antes qne se acabem, na rua do Po^ne de
Caxias 0, 88, loja de-Demetrio Basks,
covado.
PANNO PRETO A W500.
Vende-se panno preto de duas larguras,
para cslgas e palitfits, a 25?50i 35, 35500,
45, a 65O0O 0 covado.
CORTES DE CASEM1RAPRETA A 55000.
Vende-se cortes de catemira preta para
calnas, a 55, 65, TO e 85000 0 corte.
MERINO' PRETO A 25S00.
Vende-se merin6 preto fino, a 553^0 e
35000 0 covado.
BOMBAZ NA PRETA A 15500.
Vende-se horubai na preta enfestoda, a
15500, 15800 e 25000 0 covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Vende-se alpaca preta fina, a 500, 640,
800 rs. e 15000 0 covado.
FAZENDAS DE CORES E CAMBRAIA
BIUKCA A 350'0.
Vende-se per,as de cambraia brsneatrans-
parente a 35, \5 e 65090, ditas de cam-
braia tapada, Victor ia, a 35, 35800, 45
e 5^000.
CORTINADOS PARACAMA A 1650CO.
Vende secortinados bordados para cama,
a 165. 205, 255 ?05000.
CAMBR IA DE CORES A 300 RS.
Vende-se cambraia de cores finas, miudas,
a 300, 320 e 360 rs. 0 c^ : *.
CHITAS LARGAS'A 200IRS.
Vende-se chitas lergas para vestidos, a
240, 320 e 360 rs. 0 covado.
BRAMANTE A 15600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largo a 15600, 158( 0 e 25510 o metro.
MADAPOLAO A 35000.
Vende-se pec,as de mudapolao enfest
a 35OOO. Dito inglez a 45500, 65 adn
5 CORTINADOS PAKA JANELEAS A 85000,
Vtnde-se 0 par de CDrtinadQS bordados.
para ianellas, a 85 e Io50t0 o par.
ALGODAO A 45000.
Vende-se peQas do algodao, a 4(5. 55 e
65000.
CEROLRAS A 15000.
Vende-se ceroulas de algodao, a 15000,
ditas finas de bramante a 15500 e 25 cada
uma.
CAMISAS BRANCAS A 25000.
Vende-se camisus brancas finas, a 25,
25500, 35 e 45000.
BRINS DE CORrS A 400 RS.
Vende-se brins de cores para calras, a 400,
e 500 rs. 0 covadn.
CHA ES A SCO RS.
Vende se cbales de la a 600 rs., cbaleSde
nterin6 de cores, a 25, 25, 45 e 55T00.
COLCIIAS DE CORES A 250C0.
Vende se cokhas de Cores para c. ma, a
25,35500 e 45000.
CHITAS DE CORES A 3G0 RS.
Vende-se chitas finas de cores, a 3'60 e 400
rs. 0 covado.
ALPACAS DE CORES A 500 RS.
Vende-se alpacas finas le cores, a 500,
640 e800 rs. o covado.
A
a 25,.
TAPETES A 45500.
35 e O-^oOO a duzia.
CROCUES PARA CADEIRAS A 15500.
Vende-se pannos de troche para c.ideins,
a 15500 cada um, colthas de di 0 para
noivas.
MADAPOLAO FRANCLZ A 75000.
Vende-so pe^as de .Tiadapolao frmcez
muito fino, a 75, 85 e 103K00.
BRIM PARDO A 40b RS. 0 COVADO..
Veode-se brim pardo para calQas, a 40Q^
rs. 0 covado.
CORTES DE CASEMIRA DE 55000.
Vende-se cortes de casemira de cores para
calces, a 55, 55500 e 05000.
GROSDENAPLE PRETO.
Vende-se grosdenaple preto com
palmos de largura, a 55 0 covado.
ESGLIAO UNO A 25000.
Vende se esquiao lino de liuho,
25500, 3<$ e 45 o metro.
CHITAS PAHA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chitas para coborta, a 280 e 400
rs. 0 covado.
BRIM BRANCO A i000.
Vende-se brim branco do linho, a 15,
15280, 156OO e -25 o metro.
BRETAMIA DE LINHO A 640 RS.
Vende-se brelanha de linho, a 640 rs. a
vara.
hLANELLA DE CORES A 800 RS.
Vende-se tlonella de cores, a 800 rs. 0
covado.
COBERTORES DE ALGODAO A 15400.
Vende-se cobertores do pello a 15400.
i.oh.iias de chita a 1580U e 25. di4as-ei-
Ci-.rna .a?, forradas, a 45, 00 Bazar Naciontdy
lua da Imperatriz n. 72.
CORTES DE CASSA A 35000.
Vende-se cortes de cassa rtiudas a 35
cada um.
GRAVaTaS PARA SENHORA A ItfiOe.
Vende so gravalas para sfnboras, a 15
ditas fUtfi homens 5i0 rs.
ALGODAO ENFLSTADO A 151 0.
Vende se algodao enfestado pra lenr,6es,
a 1-^608 a va'a.
GRANDE SORTIMENTO UERODPA PEiTA
NAC10NAL.
Vende se palit6*s de panno preto, a 59, TO,
8$e 10)5000.
Vende-se p.sfittits de alpaca pretfl, a 35i
35500 e 45000.
Ven ie-se calgas pretas do panno, a 45,
G$, 75 e 85000.
Vende-se colletes preto*, a 3,5, 3*600 e
i^-00.
Vende-se ceroulas, a l(i, 1#500, 25 e
36000.
' >rtndc-se camisas brar.cas, a 2/5, 25300,
35e45100.
Vende-se ccmisas de chits, a l#4Crt), 2i5
e 3t0OO,
CHITAS PRETAS A 320 RS.
Vende-so ch.tas pretas finas, a 320 e 360
T5. o'covado.
LAZINIIA A 2C0 RS.
Vende-se lazinbas para v> stidos,'a 200,
, 3-20. 400 e .100 rs. 0 covado. No Bazar
55, 65 e 8500O edda Nacional. ma da Imperatriz n. 72, de Men-
! des Guimaraes & Irmaos.
811a to too 4* Ak%rw t. 2i.
DE
Cai'iieir-o Viarnia.
A' este grande esTabetecfmehto iem Che-
gildo irm bom 1sfjrtfmento de niachinas paYa
crJ5tnTa,J,de1,trJ6dsrtos a'rjfbfes fhais 'acredita-
dbs tfltima'mefrte'na EurOpa, cujas' macriffufs
s5o garantidas por um arlno, e tetiflo tftn
perfeitO^aVtWra para en^lriaV'irs mesmas.'em
qnalq^efp^rtetresfa Cidade, cdrno bem as-
rm Confterta-las rlelo fcmpo farhlfem d'um
tntio Kim dCSpcndirj *)^iim do comprador.
Neste' estabele6i.-nentb"t.'?rribem ha per(enas,
pa'ra as'm'esma's machinas -e se suphro'< qu'et'per^a 'rJue ttfja'necessario. Kstas vma-
chinas frabalha'm' com toda a perfciclo de
am e dous'posp'otitds, HVahze e" boVda toda
qtlalqdeT 'bOsrorapbr 'fina que seja, Seus
of050s sSo da 'se^mfo'qaa'hVlade : pnfa tra-
balhar a mao do 305000, 405000, 4'5#000
0 50^5000, prfrt trj&albar com 0 pe" s^fj de
805O00, 905*00, TOOijOOO, 1105000,
l$fl50OO, 130^000, V505000, 2005000 e
25rJ5tf00, emquanto aos autrjres nSo ha'al-
terapb'de prefos, e os cOmpradores poderJo
visitar eSte esMbelecSmentft, que muito de-
verSo goStar''p'61a Varie'dade de objectoS que
ha sernp-,:^ patd'Veh'a'er, como sejam : chdei-
ras para viagem, ma'Ias para viagem, cadei-
ras para sa'las, d*ftas de balan^o, difas para,
'cHa'pc;* (itltrfs)., ditas para eseolas, costurei--
ras riqOisilim'as, 'pnra sehhoj'a, desperis'aveis'
para criancas, dotddasas qualiidades, camas,
de ferfo pa'rtt tto'merri e crfabijas, 'cabachos,,
tfepelhos dourados para-sala, grandes e'pe-
^enos, apparelhos de metal para chi, fa-
queiros (5om cabo de metal e de marfim,]
ditos a'Vulsos, c'6ThereS 3e rttefaf fin">, condiei-
ros para sala, j'arros, 'guarcta-comidas de
atam'e, 'fampas para cobrir pratos, esteiras
pafa f6rrar satas, Ikvatbribs compkrtos, ditos
simples, objectos-paraloilette, e ou'lros* mui-
tos artigos que'muito deveraagradar a todOs
que visitarem 'este grande esiabelbcimento
que se aeha aberto Sesda as 6 boras da ma-
nlia ate as 9 boras da noute i
Rua do Bar-ao 22.
Magnolia
Vende se tapetes para salas, de diversos
tamanhos, a 45500,
um.
wmm
-
~iu\>-m
COALTAR SAPONINADO
DE LE BEUF
DfiSIrtrECtArtTE, AUTI-HIASMATICO, CICATRIZANDO AS CHAGAS.
AdopUdo pelos botpiUei de Parfa e pcloi da Mfhrti mUltor frnM. '~-v
Es'm eitellelite tonloo possue ania eB*acla verclaiia?enla^furMilho^ att Mleerv jfuffffrM
I noscu escrofUlosas, no* cancros *ttt*0dos,.no anthrax, nfiotorrnea purulenta, na oien^no
Na loia da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
4J!, ehctratrar'a sempre 0 Vespeitavel publleb 'nm
i-ompleto sortfrtenioi ^e perfuraarte flflat, objeetos
de phaniasia, luvaa'de-Jouvraj artigos -de nmae j
miudezag tina-, assim como inodiciJaie uos pre-1
ros, agrado e siuotridade.
Anaels electrieos
- A Magnolia, a rua Ouque de Caxias n. 43, aea-
ba de receber os vtrdadeiros anntis e voltas elec-
tricas, proprios para os nervosos.
Meios adereqos
A ftngnolla, a rua Duque de Caxias n. if>, re-
ctbeu um eompleto sortimento de
Meios aderefos de tariaruga.
fieios aderc?os de fnaoreperola.
Meios adferfeeds- de soda bordaaos, (nHlma inoda)
e de muitas outras qualidades.
Botdes-de a^o
A Magnolia, a rua Dtique d para vender os; tnodernos bctSes de afo, proprios
paia vesiidts.
Golriihas e mifihos
das Mais moderaas qne ha no mercado ; a ellas:
na Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45.
Lenqos chinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu ulna peqdena qdantidide de'fetrcos de seda
chineies; com liadissirnos deseabB?, fazente inlel-
ramente nova.
Lecmes
I>iu*c* le*jue% 96 ma'(JftJer6la, de1artarttg'a,ide
mailim, de osso, 0 de muitas outras qualidafles:
recebeu a Magnolia, a rua Daqtra 8e Caxias na*
mer'o 45.
Attenqao.
A loja da Magnolia, a rna Duque de Caxias n.
*&,acabadereceber os seguintes artigos :
Manual de madreperola, tariaruga e martini.
Ricos albuns com capa de madreperola, cha-
ifi'en, madeira, ve.ludq, courq, etc.
Lln'das caixas cbjh'flni dtnras^errama'tias.
Ligas de seda.brafteaS B'deTofts'.
Vottas de madrenBrote. .
P.u'seiras de oiaareper^la.
Ricas caixas para costura.
Vestuarios para baptisado.
TliitcflS1 e sapatitrfios de" petltn. ,
Modernos chapeos de sol de seda para senhoras.
fi
llWABai
DE
az
mas
Rua Priineiro do Margo n. 7 A
BE
Cordeiro Simoes^C.
E' esta uma das oasas qne boje pode com pri-
mazia offerecer aos seus fregnezes ura tarlalissi-
mo sortimento He fazendas finas para grande toi-
lette, e bem assim para uso ordinario de lodas as
classes, e por precos vaatajosos, das quaes faz um
pequeno resumo.
Mandam fazenda* as rasas dos pretenOentes,
para 0 que tem pessoal necessario, e dio araostras
mediante penlior.
Cortes de seda de linda* cores.
Grosdenaples de todas at cores.
Gorgurao branco, lizo, de listras, preto, etc.
Setim Macao, preto e de cores.
Grosdenaples preto.
Velludo preto.
Granadine de seda, preta e.de cores.
Popelinas de lindos padrdes.
Filo- de seda, branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Casacos de merind de Cores, II, etc.
Manias brasileiras.
Cotlea com cambraia branca com lindos borda-
Ricas capellas e mantaspara noivas.
Riquissimo sortimento de las com listras de
*eda.
Cambraias de cores.
Ditas maripozas, brancas, lizas e bordadas.
Nanzuques de lindos padroes.
Haptislas, padroes deiicados.
Percalrrx d t)adro, pretos e brancos, listras,
etc., etc.
Brin3 com barra e'Hslras.
iticos Cortes' de vestido de linho. p piles da
mesma cor, ultima mod?
I'itos de cainhtaia da cores.
ImisiSd de lindas cores.
Saias bordadas para senhoras.
CamlsU' b'irrfaflas para senhoras, de linho e al-
godao.
Soi timento de luvas da verdadeira fabrica de
Jouvin, -ura homens e senhoras.
Vestnarios para meninas.
Ditos para baptizado.
Chapeo< para dito.
Toalbas c guardsnapos adama^cados de linho de
c6r, para mesa.
Colclias de II.
'iirtinados bordados.
Grande sortimento de camisas de liuho, lizas e
bordadas, para homens.
Meias de cores para homens, meninos e meni-
as.
Ditas escocezas.
'Jcu'ulrto sorfimepB) de chapeos de sol nara ho
mens e senhoras.
Merino decores para vestiaos.
Dito preto', trancado e dito de -eriin.
'otlhado de linho e algodao para toal
\toaihado pardo.
Damns co de la.
Brins de linho, branco de cores e preto.
Setim de lindas cores com listras.
Chales de merino de cores e pretos.
Ditps do ca-;emira.
Ditos de seda preta e de cores.
Ditos de touqnim.
Camisas de chita para homens.
Ditas de llauella.
Ceroulas de linho e algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras e conso-
ti Lencos bordados e de labyrintho.
Colchas de crochet.
Tarlatana de todas as cores.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana bordados
para cortes.
Espartilhos lisos, bordados.
Poulard de seda, liddas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Ricas fachas de seda e II para senhoras.
Rico sortimento de leques de madreperolas e
osso.
Damasco de seda.
Casemira preta e decores.
Chitas, madapolao panno fino preto e azul, col-
tarinhos, pn'ntios delinho e algodao, gravatas, lu-
vas de fio de Escossia, 'apetes de todos os tama-
rihos, bolsas de viagem, peitos bordados para ho-
mens, lencos de linho branco e de cores, toalbas,
guardanajiqg. etc., etc..____________' _____
Geiveja Norin!ga
de marca fcL, vende se a dinhexo mais barato
que efh hurra pane : no armai< m da rua do Com
mercio n. 4..
AprecieiH eotno se vende !:anU
$6 o n. 20
RUA DO CRESPO
poms
J

Grande liquiflacao
A' rua Duque de Caxias es-
quina do becco do Peixe
Frito n. 44/
n.
Aiitigacasa do Pregul^a.
Colarinhos de linho finos a 4i a duzia.
Camisas inglezas de linho 'fino a 2J500 uma.
Serouras inglezas muito boas a 2$50u
Granadine com listas e palmas de seda, padrSes
lindos a 500 rs o covado.
Chap6os de palha para homem a 1/500.
TdaTha's de algodao alcochoadas para rosto a
SOOrs.
Leneos de enssa branco, dnzia a 1*600.
Ditos de dita com barra a 1*000 e 1*200.
Camhraia branca trasparente e tapada a 31, 4*
e 5/000.
Peitos de linho muito finos bordados a 1*000
cada nm.
Metios de cores para vestidos, de lindos padroes
a 360 rs. o cuvado.
Chitas de cores a 240 rs. o covado.
Brim pardo para calsa a 360 rs. o covado.
La* de cores, alpacas pretas e de cftres, mada-
polao o algodaozinho, tudo por precos commodos,
a rna Duque de Caxias n. 44, loja da esquina, de
Francisco Guimaraes & C._______________
Terreno.
Vende-se um terreno com poTcio de materials
e com cacimba de aedra e cal, tendo dito terrene
de frente 180 palmos e de fundos trezentose tan-
tos, norlugar. do,, becco do Pombal : a tratar no
Fargo do Pombal n. 12, sitio denominado do Ca-
plm. ^^^_^____
Fai*eilo novo e
Milho pequeno
Da melhor qualidade no armazem de farinba
de trigo de Tasso Irmaos C, na prara do caes
do Ano lb- ______^_______
>I;1 If.'lij
DE
Gu iliernie
CASSA-LA
Acaba de chegar est fazenda cm bouifc-< ra-
droes, e que se vende pelo diminuto preco de iOO
rs. o covado 11 I
METIM
Metim trancado, padroes bonitos, a 320 rs. o
covado111
ORGANDY DE CORE5
Cambraia rgandy de cores, bzenda fina L oi-
tos padroes, pelo diminnto preco de 320 r. o co-
vado 11!
LA3 ESCOCEZAS
Novo sortimenio desta fazeoda, c<>rn l 1.1< -
padr5es, que se vende a 2i0 rs r ruvado!!l
CRETONE
Cretone elarosc psroro*, bonttua p, e fa-
zenda fina, pelo diminnto preco de 400 r. o eo-
vado III
LAS M DERNAS
Completo sorthnento de la de iMas M qnaiida-
des, pelos Jiniinut^s precis de 4<0 r*. BW : .
6 pechincha I I
Cortes de casemira di sn-n-s, a 5*' Ott.
Colchas estampadas e com barn a 4*000.
Cobertas de ciiita adamascada a 3*300.
Lenc6es de bramante a 2*000.
Ditos de algoda.) a 1*400.
Toah as alcochoadas, duzia, a 5Jf:-T0
Lengos de cassa com barra a I. *nJ a dnzia.
Ditos de cassa aba!>bados a 2*': a duzia.
Ditos de esgnian ahr.nhadi>s, < i i-aixiclias #
deruas, duzia, a 3*500.
Camnria transpr.renle fina a 3;-viO a |" ;a.
Chales de t->.l;i-* a qm!ilnds i aivfW,
BranoDto de algodao c linhn a l*fWOi vara.
Dito de linho uuro coin 9 e 10 p:.lmos de lar-
gura a 2*500 e 2*800 a vara.
Algodao marca T, largo, a 5000a [-ep.
. Dito domes! ico a 3*000 a peca.
Brim com lisiras, irtaadea, pn-prio para cami-
sas, a 4t0 rs. o envado 111
Madap'uoes irauceiu. dc todas a- .joaihlade; >>
5* a 8*500 a peca.
C'apeos de sol dc -di c>m 12 ast minntj prego d< v*.T*>.
(amisas inglzss, todas forraataa, faz*r..la
linho puro,a ii*tK) a duzia ; e peehineha,
vendo.
Popelinas de linho t leda ppl i dimiaalo pn, i
de 800 rs. o covado; e pochincha. e dto-se am --
tras.
S6 o n. 20 da rua do GfWpO
ijttjii flits tres poj-Ccis
DE
Guilhermc <& 0.
JUNTO A LOJA DA ESQL1SA
111
Rua Duque de Caxi K
Acaha de rec-her nm rompldo suriiPMnio
muito lindas h.iiins de dura pic de a-na
senhora e as vende n ais barato do ja.' i
qnalducr parte_________________________
Asunicas verdadeiras
Richaa iiamburgneza? qn- vem a e^tc a__a__i:
ua rur Marquez *
ra
a
Vende-se as rasas Ion*** MguMtfr- :
I'lii.i :i de Maio (onlt'ai.i AoaOSuS) u-
Rua do Fogo n. 2.
Rua do Padre Floriano n. 3>.
Travessa da Huiola n -:i.
Becco do Padre Lob.:t; n. 8 A.
Becco do eaes da C-deia-nnva n- -i "
A tratar no l_.rgo Jo Cam-.' n '..
Ciinento
I
IciataenU e_eax para pnifiar e bafo, so__ _'._swu
I dentei ecoamado*.
0 seu uso 6 muito hygieoico, sobretudo em tempos depidemia. _
Uma Doticia circumstanciada vae com cada ffasco. Sxiga-se a firma do invenlir.
JW^earlajvoBBa'iaVanM), efa casa dd Sr. LE BEDF, Pharmaceueo W',"a*,-_UBh([
I Emulc*o de Ale-trBo vecUIda pa _e_T para fazer a agua de Alca'trao, a uflca' preparijib con-
14' cnUMi fcrirw "alatrio sem ser allerado nem modificado.
centridaedlafc
Ljndps port-bouquets.
Gravatinhas de velludo, _lc. etc.
4 I
Cfairtfc pectuiwlw a W fS
Cassa la, padrSes novos. e de mais pJosW! q_e
Tindo ao merca_o,r sd ija rni do __e_oa4c
43, loja de Guerra Fernandea, pelo diminu
;i&ffltt0sei
S;dia, tendo lor-
ogao a
Vende seojij
ialbas para len
[oWtoftaa-sa xeC-Bmea)4n_s prq9 S5 de '
^erno no merealo, ,plp wgni|(8a|lfl;f recp
Jao foi^p pjira^assar, de ^ -. 0 coaiio. 90 na>fya de GuerrT- Fer-
;"
m
|PHCSP^ATEl_CAL
GELATINOSO
IdeLEROV
0 PR0SrBAT8 M CAL ELATI\0Z0 'DB lEROI
Km iiu _( theropc-. tic* luulta
poilrrma sobre 09 indivlduos affectoHos dk
enfermidadei not ossos e de vma dtbxl. Forna-ia indi'peniaTBl para as criaiigat
a qpem ajuda e fortifica a crescen(a.
E de um gosto ranlto agfadavel e de uma di*
gestfo facil. Preco io frasco : S franco?.
Paris, pharmacia LEKOY, 15, rua d'Antin.
Peposilo em Pernambwo, A. REGORD.
|a*aBBJHnaBj_BBBB_B_BjBBJBjaa_B^^
__-_-_
Verdadeiror
^ GRAOS DE SAUDE
Mdodoutor frauck.
|a?
. ^ 0 melhor e o mais
.* ulil dos porgantes cod-
heiidoi. Humero-
aa fl.lUrOft><-
eiiilem d'enle me-
________________, UaaajBU^Ealgir,
alem da atsignafura em linta XTERMBLHA
de A. rouvierd, tetreiro, aqui junta,
feilo em 4 COHJES.
Paris, pharmacia i.eroT, 13, rua d'Antin.
em-^-Cores
Depofilo m Pemahtnii^, A.,R^OftRD.
ReetBerite cbdgada de.Santa CatharlnSJ ten.
para vender no trapiche Companhia, e para tratar
ho seu escriptorio a rua do. Commercio n. 5, Joa-
quim Jose Goncalves Bellrao & Fflho. Advertiridc
aos compradofes' que deseiacdb acabif, tendeni
mais barato do que em qualquer outra part*, ta
to em grandes como em pequenas pore.5es.
Vende se na rua da Madre de Dew c. ''*,
menor preco oo.-sivei o verdadeiro eiaMMs P t-
tland, vinJo pelo ul.'ime vapor ipfclcz. dc carg.
Chapeos de sol de seda, in-
glezes a 8$
Naojnlguein que pur .-it barato -a% ordinaiiM,
porque sao cbapeoc de 12* : bhi i se M !">] da
Rosa Branca, & rua da l-npernt;iz n. j'6. to .,:-
vedo._________________________
Lindas las esececzMS.
De varios pa>lr5es, e iaieirannaute .-. .
360 rs o covado : oa rna Pritneiw da :..; ;
antiga d" Crespo n. 13, loja das I-
lonio Curreia de Va-ciJicelios._____ __
Camisas de cretone
as mais modernas que ''-ni vind i ao m< re 1
do lisas e com listras, c nja m vende a 4(i3>'
duzia e a 3*5: 0 cada man ; t peeWw In
Hollanda
Brim pardo lUo, o que ha de mi'.s ttui, i
toque le avari.i, e que se vendi* i iSi) rs......
do, fazenda propria do paiz por aer iwko -
applicada para c istumes de nw a do m. a
so na rua do Cr.spo n. 20, lo,a das tr p >r ;-.
Gniiherme ^ C, jui:M a l.-ja da >,;;.ina
Pacheco & Azevedo Ujiu para vender :
de Araruta de qualidade especial : em
zeni na rua do Duqae de Caxi: n. 2t^
Pillulas Gatharticas
de Ayer.
Para todoa oa eSeite* d
nm reoDedio laxante.
Nao ha aagonmpnte, uia.
roakd'o tan untrrr-aluwata
proyuntdo canto um rataar-
tico t>u paraaBta, o -:i :il.uni
outro tem >i-lo tuo u-ado twt\
todos os paizes a par todas as classes, eoroo otn vjixaj-
1*43, saavei mas affieazas. A iar|o t eviJu.te, f.irafg
nm remedio muito mais certo e erBcai qne iiiMihnm ootra.
AqucUes que os teem ensaiado ;abcni 4.1 t- > in condo
rflo seu uro, oe qua nao os ensalarao sabem que r-eu* amipx
visinhos se teem corado, e todos conheceni qu o rcsultaAi
tUado uma vez, se tirara todas asveae, r qne PILLC-
ZAS nunca falhao por consequeneta de erro ou i.egiigeat a
na sua composicao.
Temos mUharcs sobre milhares de cert.fica..)- :m
dptinctas curas que hao effectuado estas pillu n. i
tiai que em scgnida maMienamot, parera aendo tae
conhecidas em toda a parte aonde teem penetrai'.o, de
srio e publica 1-oa aqui. Adaptadaa a i<-las as wadee a
todas as condicoes, em todas as climas, nao coiitcudo cataa-
. elano nem outra qnalquer droga deleteri:,, allat --Mem r
Ha ma UO QueimadO n. 43, defronte ua tomadas pot qualquer aoasoa com to.la segnranca. Sua
1 cipa d'aasucar as conserVa sempre frepca. e as torna r>to-
i els ao palladar, seodv tambem puramen.c veeetm-*, nao po-
dem resultar efleitos prejudicial ae por acaioTorem tomal
0 payal que nerve dc cooerta f*J+
Sabaoa200 rs.okilo
ttoarniazehl'dofamo^arnado Amorim n: 41,
de Jbse Doflringues do Carmo e Silva.
1



240 tb. o covado
pracinha da Independencia
S() e bail at
' lifiilhaas de nstras, moito bqnitoa- padrSes, o;
matsrobd
str
f||iE i' PBCHHJCHA
oes miDuciosas com relacio as s*0"^
xsVUltTLAa CATHARTICAM raai-
S^mi^^^:1.^^/^ hapeos de soldefleda, cabo
liA. 7 _,-------rr~ dotirado (o chique)
leva
tias qm
urfco. Para a Op$piptim ou lu,u^c*ti, XMa-
Zfuvifn, Fmlt* lie A*p*ttl, devBa sat
. pmooMmoderaaaa&m de aattmnlar o xtueaate a
labir>aaas ftmcfios saadaveis. ___
nema 4* Fif.4* e suas dirersas rymftnatt)
IUImm.Sm- S* Oaaena, Irteritim, CM-
BUlow, e rebret BIWaiaa, deretn toaiar tambeaa
_ioderadamenta em cado caso, para corrcger a aecao Tiaiaaa
ou reroorer o obetaculos qvm a oausao.
Pfua a Dynfria on ZNarrhaa, t garaJmente haatansa
fflnna ade mandloca nSvali 4.1^^11% ^.fe**^^i?i*]-*i&M82iB*
Fiimos
Datiah a-e-drjMt,-4tatotJo3oRodrign de Fa
a a, rua do Amorim n. 33
nvrat a Hnmrmns continuadamente, at* aKerar a aocao dos
aVteo^asaarnaPP-'v-
i, e precna
aenhora, com os cabos dorindo*, eo c^stao e pon- '
tas das hasteas branca*, .pelo barausslmo rireco d>
51: mamla-*e levs.r nas cam: natua da Impe
?Sh. nm, tja.do Azevedo. ^J9^SS^%/'~^^
Las!haiburguea8 a 280 rs. $^*^j&X^* *
Vende-se las hamburgueias de listras e de qua- promover a aVo e }"" tg^^J^FjjTJZ.
dros de diversas cores, pelo diminuto preco fle 280 jju*. ve, em quaado, erttautao a. a>taaaa k
rs. o covado : so na loja de Francisco Guimaraes a*Q^mer'qae n acha regalarmente bam, t
& C, rua Duque de Caxias n. 44, loja da esquina. 0^ iat^ d'eam BiiiiUae at achiua, muitasjws
P&hm 'tte' algodao da Bahia.
F^^^^Sa^^0^9"^ Chapeos desol de se3a tran- fefdr
ratio qae eUas purUVaaa *
9adaa8W00
Venl.im ver para crer : na loja da Rosa Brae*;
g, rua da Imperatriz n 5-6, do Azevedo. i
PWABaDaa Foa
J. C. ^yer CX Lowell. Vb, E.J.
VENDE SB POR
L
A
i.
n


8
Diario de Pernambuoo Ter$a (eira 31 de Marqo de 1874

vammu.
Vmmtico a Jrsua-Chrlsto.
Oci! de qaelque faux nom que l'avcnir te norame
Kens te saluons Diea t
Lamartine.
Senhor as tuas doutrinas
"Puras, etmas. divinas,
Enchem minh'alma de fe 1
Tua sagrada lembranga
Di-me celeste -speranga,
Oh! Mestre da Kazareth I
Etn vao a turba insensata,
Em seus desvios ingrata,
Busca-te o nome olvidar !
Na fUl, tenaz memoria,
Tui sacrosanta historia
Rediviva, ha de bHlhar !
A virtude, a beroicidade,
As crencas da mocidade,
Todo, Senhor. vein de ti I..
S6 justice, amor, verdade,
Ensinaste a humanidade,
Senti tiliio de David I
Em teu noTe, ao desgragad"
Da" o rico. afortunado,
Abrigo, conf-irto e pao ;
Ao mais tdrpe criminoso,
Concede o homcm piedoso
O grato noiie ie innao !
Ah se estas idades cavas,
Teu culto voUm as trevas,
Que virtulH resta'rio? I
Sobre o mundo, fero, insano,
Tremulara, soberano,
Da maldade o pavilhao !
Porom, nao I Tu reinards !
Eternamen e sera's
0 pharol da humanidade I
Oebslde bodieanos sabios,
lendo o embuste nos labios,
Te neguem a divindade.
A cada estancia da vida,
Bella, triste ou desluzida,
Teu nime ligado esta I
Os varoes esclarecidos
Pr >claman te convencidus
Pilecto de Jeovah!
Clame embora a impiedade :
Extingua-se a christandade.
Sublime, excelso Jesus I
Mas d templo 'ierrocado,
Pelos homens profauado.
Eu exaltarei a Cruz !...
D. EUXESTI.NA. FXGIXDES V,\RELLA.
Ckristus Rex.
I
Ei-lo. Ao Golgotha vat, suando em bagas
0 orvalho da agonia ;
Pelos rubidos labios de cem chagas
Proclama o novo dia.
A purpura real leva cingida
Por derradeira affronta ;
Sobem-n'o a cruz, despede-se da vida,
E a liberdade aponta 1
J'artiram-se as algemas neste ampenho
A' humanidade inteira ;
E o Ilortj pedestal, e haste 0 lenho
E a purpura bandei'a I
E bandeira que, espleniida volteia
No pincaro sagrado ;
r o symbolo, o mysterio, a santa idea
Do mundo resgat do.
U
Ave, Christo, Christo rei,
Oue, do throno da montanha,
A' custa da dor tamanha
. Proclamasto a nova lei.
Foi cumprida, ate" as metas,
A palavra dos prophetas.
Pelo mundo penarei i
Tinhas dito : e, nesta scena,
Te rendeste a dura pena :
Ave, Christo, Christo rei !
Nobre herdeiro de Juda,
Aceitaste com--* heranca
Aquellaflor d'esperanca,
Oue no mundo se nSo da\
Era apanagio celeste :
Nas m3os ao mundo a trouxesto ;
E, para col he-la ja\
Deixaste no extremo anceio
Rasgar fundo o sacro seio,
Nobre herdeiro de Judd.
Uas rosas de Jerich6
Foste vergontea tlorida.
Soffreste. Deixaste d vida
0 que era da vida, o p6 1

FOLHETIM.
LUISSCIA S3&&IA
MEMDRtAS OE SATANAZ
POR
S>. Mauoel Foruaudeiy Gonzalez
QLTNTA PARTE
LEONOR
IV
CONTINUAQAO DO ANTECEDENTE.
(ContinuacSo do n. 86. )
Poiseu lembro me deque ha annos
o Sr. de Arnesteville fallava-me de si com
teMio ; dizia-me que o senhor era um nobre
arruinado, que nao conseguira casar nunca
por nio poder sustentar o seu estado, e
que continuamente lhe estava escrevendo
cartas pedindo dinheiro.
Isso e outro Boncamp, tambem nosso
primo, um pobre diabo, que vivia sempre
no seu velho solar da Bretanha ; um des-
gragado que morreu de forae e de soberba.
Os Boucamps, parentes dos Arnestevilles,
sao muitos, e nSo deve confmd'r-me com
essepobre diabo de Boncamp, a quernen-
contraram morto de feme ha annos, sobre
os seus pergaminhos.
Ah I d'esse modo comprebendo ; pois
bem, visto que meu roarido o trata com
trio grande confhnga, deve o primo conhe-
cer os seus segredos.
r\Meu primo, formosa Leontlna, nSo
1 :> "nem'que tenha segredos ; toda a gonte
Nas miserias do Calvario
Dever quizeste um sudario
A piedoso, alheio d6 !
Para ser da terra a estrella
Murchou se a rosa mais bella
Das rosas de Jericho.
0 signal da Redempgio
Deste no transe supremo.
Qua exemplo Teu brado extremo
Foi um brado de perdao.
0 ferro quete exhaurira,
Do ceo as portas abrira
No esgotado coracao ;
Dos algozes o delirio
Fez do lenho do Martyrio
0 signal da RedoaipgSo.
0 mundo jd livre e,
Nem ha de mais ser rendido ;
Porque no sangue vertido
Borte s- faz toda a te ;
E esse sangue, espadanado
Do divino, aberto lado>
Diz ao mundo : espera e ere I i
Sao s6 de amor estes lacos :
Do martyr nus rotos bracos
0 mundo jd livre 4 I
IU
Q.eimpora, noh-loc.usto venerando,
Das seitas o clamor ?
lrd no p6 dos seculos medrando
0 verbo do Senhor.
A cruz sera" nus pr.,vas da constancia
Kaio de um novo sol ;
E brilbaru oas trevas da igiorancia
Co'no et rn i phar )1.
Etn vfio, na t rapeslade, a vaga irada :
Vai bater-lheao sope :
Como o fogo da Vesta fabulada,
Arde o lume da fe.
Multiplica se a cruz, cobre a cidado,
0 campo, e a serra agreste;
Levanta-se onde avulti a humanidade*:
No loiro... e no cypreste I
Sobe do colmo a cupola preclara ;
No uuiverso discorre ;
Peleja e marcha ; marcha e nunca piSra ;
Padece, mas nao morre f
DO UORTO AO SEPCLCHRO.
Via dolor osa.
Via redemptionis I
A' sepultura vai, mortal encerro
De grandeza divina ;
Fugindo deste ephemera desterro
A humanidade ensina.
Preside o pranto ao pobre sabimento,
Levandf-o, dolorosos,
D'entre os bracos da cruz aos do moimento,
Os sequazes piedosos.
Na face, que resgata a humana sortev
Brilha a serenidade ;
Nao tern a loisa horror, nem gelo a raorte
Em tanta magestade.
Do rei dos reis o corpo macerado
Cabe hoje n'um sudario...
Amanha o universo ltbertado
Ser-lhe-ha breve sacrario I
T Mendes Leal.
A insru <;fto publica em lugltt-
* terra.
POR C. HIPPEAV.
Prologo.
CAPITUL01I1.
ENSINO SUPERIOR.
(ContinuacSo) '
III
Mais ao longe, alii esta BaiUot, com
sua elegante capella inteiramente moderaa
e a nova fachda que acaba de substituio-lo
o portico contemporaneo de Henrique VII.
A qui Gca Exeter com sua exteusa faehala
de ogiva, Brasc nose com seu nariz tie cobre, escul-
pido sobre a perta ; alem o collegio de All-
Souls e seu pateo solitario com sua biblio-
theca, e cujos altos contra-fortes parecem
minaretes. Mais longe ainda, em uma das
extreajidades das cidades, se ergue o enean-
tador collegio de Santa Maria Magdalena,
edificado no seculo XV.
Cambridge com suas duas unicas ruas,
nos parece ainda mais admiravel. Kin's
college e na verdade um palacio real Trini-
ty e Saint-John s3o talvez as mais magnifi-
ers fundaacoes collegiaes da Europa.
Os ediiicios de Cambridge, mais vastos
e esplendidos que os de Oxford, estSo tam-
bem melhor conservados. A pedra mais
dura e mais resistente, torn guardado sob
a grandeza do deseuho toda a delicadeza
dos pormenores. Oxford esmigalha-se sob
a m5o do tempo e ameaca cahir em poeira.
Cambridge e joveu e forte nas suas escalp-
turas seculares. Cambridge tern ainda um
encanto particular : a maior parte de seus
collegios situados perto do Cam, tem vastos
jardins, ou melhor, parques sumptuosoS
; que descem para o rio, at'avessam-no com
jbellas ponies, bordam-no de prados e cal-
queiros-chorfies, povoam-no de barquinhos
e escaler^s embandeirados.
Nada falta, diz M. Taine, no forte yiteres-
santeestudo que elle acaba de publicar sobre
as histituicoos inglezat. Nem as bjllezas da
arte, nem a fr.-scura da natureza, nem as
graves e grandiosas impressOes da historia
| Ha p >uco, passeando nos r.ollegios, citavam-
' me os nonoes do antigos hospedes, estudan-
tes para sempre celebres, Wicleff, o princi-
pe negro, sir Walter Ralleigh, Pym, Ham-
den, o arcebispo de Laud, Iretorrj Addi-
son... Visito duas ou tres casas de pro-
, fessores ; umas semelhantes a antigosboteis
. francezes; outras, modernas e lindas, to-
das com jardins e flores, perspectives no-
I bras ou risonbas. As mais velbas, sob os
(retratos dos predecessores, rounem t-jdas o
couforto moderno. Comparo as com as
jdos nossos sabios, especies de gaiolas em
(terceiro anlar de uma grande cidaie, com
, os tristes alojamentos da Sorbonna, e penso
, no aspecto Wo merencorio e m-isjuinbo do
, nosso collegio de Franca. Pobres fr-nce-
zes, coitados que vivem em barracas.
Datamos de honteai, e. arruinados de
pai a fi hos, por Luiz XIV, por Luiz XI,
pela revolucao, pelo imperio. Temos de-
I mohdo, cumpre fazer tudo de novo. Aqui
. a geragSo sobrevivente nflo rompe com a
precedente ; as reformas se' sobre-pow.n is
. iastituicdes, e o presente contiuda apoiado
sobre o passado.
Reconbec.0 quSo fundadas s5o. estas n>-
lancolicas reflexdes. Mas, se em condigfiee
que com effeito podem parecer miseraveis,
quando as comparamos iquellas em que se
acbam as universidades de ln|laterra, a
Franga pdde em suas escolas pr'rmarias, seu
ensino secundario e seus altos esludos his-
toricos, litterarios e scientificos, elevar-se ao
nivel, senfio acima das outras nag&es, que
progressos nao deve ella esperar quando po-
der dedicar-lhe maiores recursos e maior
forga de acgSo ?
Cumpre dize-lo, os resultados obtidos pe-
las celebres universidades de Injlaterra,
quanto a*s escolas, nao estSo em relagSo
com a riqueza dos meios que a muniucen-
cia de seus fundadores poz & sua disposi-
gao. En^anar-se-hiam, pore'm, os que juJ-
gassem a obra dos collegios univers'tarios
pela quantidaie dos conhecimentos littera-
rios que os estudantes dellas trazem As
duas universidades s5o sobretudo cidades-
de educagao : apresentam a imagem da vi-
da ingleza com suas boas qualidades e de-
feitos, a energia do caracter, o seutimento
da individualidade o odio a tado que e* baiio
e vil.
IV
As desiguallades sociaes contra as quaes-
desde o comege- deste seculo luta o espi rito
moderno, se produzem ainda de uma ma>-
neira espantosa nas dfferentes hierarchias-
que disttnguem entre si os estudantes. A
distinsgao das planes e privilegios estd con-
sagrada pdo acto da matricula. Os pares,,
os fitbos dos paras-, os primogeuitos de to-
dos os filhos do pares ou de mulheres que
teem esse titulo, os baronetes e os filhos de
baronctes sio distinguidbs sob o titulo- col-
lectivo de noblemen. Seus privilegios consis-
tem em se apresontarem ao exame de bacha-
reis com dous annosde resideneta na univer-
sidade em vez de tres-exigidos aosoutrosestu-
dantes. Ao jantar torn no refeitorie uma me-
uma e a mesma cousa, o estado p6de abi-
ter-se quando a igreja obra em seu lugar.
Altas escolas aristocraticas conjunctaraeute
com seminarios ecclesiasticos, universida
des, govertiadase povoadas por pessoas da
plana g >?emante, sio o mais firme apoio
da constttuigio politica, essencialmente li-
gada pelo ioteresse com a igreja estabeleci-
da. Nlo sio ellas escolas proBssionaes,
pois que usm ensiuo ahraga quisi exclusi-
vimente a alta litteratura, philosophia, his
toria, theologia, matherait'cas puras. Of-
ferecera aos mogos que terminaram seus es-
tuaos secundarios, uma cultura geral, uma
sciencia desinteressada, util seiu duvida a
todas as posigdas da vida. m is sem appli-
cagflo immeiiata a qualq'uer dellas. Os
mogos ;iertencentes as classes medias acham
:na universidade de Durham, e sobretudo na
de Londres, um en>in que, sem deixar de
ser igua'meute elevado, e- essencialmente
maispratico.
V
Universidade de Londres,
Oxford, Cambridge e Durha n represen-
tam, pela natureza de seu ensino, regiiiMi
discipliOar e predo.cinio do clero, o espiri-
to do passado, corrigido e rnodiQcado ha
alguns anuos pela ntroducgdo de elementos
novos. A uuivjrjidadede Londres, cohce-
bida sob muito differente ponto de vista,
prapoe se a satisfazer as neeessidades- da so-
ciedade moderna. L'ma eirta regia de 5
de doze nbro de 1837 finnou a sua eiisten-
cia legal. 0 .entro desta grande tnsfitoi-
gSo foj estabelecido em Bu lingtonhowse,
que ella partilha com a socielade regia de
scieneias. N4o 90 parece c versidadi.-s iogluzas nem com nossa sobor-
ua ou iil>9so collegio de Franga. As antigas
universi Jades, como acima vimo*, sao in,ti-
tuigdesessencialmente tuglezas; nraguem pd-
de alii obter o grao de mestre ou de doutor
sem recuohecer puWicasnente t*s 39- artigos
c msidetados-como base da fe iuglera.
Os dissidentes quizeram crear uma uni-
versid.ide leig*r iudependente de tota a in
fluencia clerical e ensino dogmatico.
Esta universidade nao e um corpo de en-
sino, e sim um- corpo euaminador. Nao
tem pr,ifessores, mas cnuta numerosos- exa
minad"nres para todos os generos de conhe
cimentos conferindo todos os gra"os. Seu
doraini > estendese sobre os tres reinjs uui-
dos e os- vastos dominios que- oompOom saas
col mias. E' um tribunal que offerece a
todos igualmente seus exa ajes- seus graVjs,
suas recoiopensas, julgando de pronpto, e
algumas vezes sem deslocar os candidates,
sem distincgSo de igreja ou seita
A universidade e administrada por um
vice-chaoeeller e 34- aggregados- (fellows-)
que comodem osenado. Alem-disto, todos^
os graduados da universidade formam se-
gunda assemblea A oonvocagSOi chamada
,pelo senado a tomar assento uma vez por
anno ao menos, exlraordinariamente para
questoes especiaes
Emquanto nao ex isle para &e universida-
-----
giSo do da sciencia, reservando o primeiro
para as familias. A religiosa Inglaterra
nao receia que as meninas nio s6 frequen-
tem os citudos scientificos, mas tambem a
logica, philosophia e economia politica que
am la nao ten lugar no ensino das altas
classes de nossos ly .eus.
Uma associarao de senlnras acaba de
crear um estabelecimento posto em relagio
com a universidade de Londres e no qual
as meninas p6dem frequentar os seguintes
cursos : linguas e litteraturas ingleza, allo-
m, latina, franceza e hebraica ; psycbolo-
gia, logica, historia, jurisprudencia, histo-
ria constitucional, hygiene, architectura,
desenho, matheraaticas, physica, chimica
e geologia. Lm grande collegio de meni-
nas foi estabelecido em Mitchio, condado
de Kerst. Ellas sio alii admittidas depois
de severos exames e podem dar a seus es-
tudos toda a eitensao desejavel. Entre
outras sociedades fundadas no raesrao ii-
tuito, citaremos a Unido nacional para
eJucagaode-mulheres de tolas as planas,
que faz os maiores esf..r;os- por dar is me-
ninas uma educagSo superior, e coiubater
neste ponto a influeocia dos pais : a asso
ciagSo fundada em Cam-fen Turgu para a
iustrucgao secundaria das meninas ; a eom-
mjssio de E>limburgo para firmar a inslnic-
g3o melica das- mulheres.
(Continuar-se-ha)
VARIEDADE
sa especial sobre o estrado ; tem diroilo nhecimentos. Os gates porUnto que a uni-
de trazer nos dias de solemnidtede um taoga
com alamares de ouro, e nos- outros dias simo vak>r.
sabe o que ello faz. Se tem duas ou'tres
amantes, 6 isso proprio de um fidalgo, por
que se as nao tivesse haviam de julgar que
estava arruinado.
Oh mas isso 6 uma infamia I excla
mou a senhora de Arnesteville. Isso 6 col-
locar-me n'uma posig&e ridicula, a mim
que o favoreci, que o h on rei casando com
elle.
N8o i assim, minha querida prima ;
o que de certo a collocaria n'uma posieao
ridicula, seria se seu marido vivesse sem
esses passatempos que sao autorisados na
cdrte, por isso que o rei 6 o proprio a dar
o exemplo.
Bem, bem, meu primo ; mas ha cir-
cumstancias que justificam a minha indig-
narao sabendo que meu marido tem aman-
tes. Diga-mo. visto que Arnesteville depo-
sita em sr tanta coufiauga, sabe se elle teve
filhos de alguma d'essas amantes, ou se
esta* a ponto de os ter ?
A duqueza de Guize- estigrarida.
Como I... pois meumaride... A
duqueza de Guise ? Como pode isso ser ?
E' imposivel I Que poderia ella encontrar
em seu primo para o amar ?
0 mesno, provavelmente, que a prima
encontrou para se unir a elle. A verdade
e" que a duqueza trata-o com grande af-
fecto.
Tomou-o por um bobo, nem pode ser
de outro modo.
Ciprichos, talv-z.
Oh! e (ispMiiveL Alem d'isso, o
filho que a duqueza de Guisetiver sera' so-
lemnemente biptisadi e reconhecido como
filho l"gitimo do d';q'ie, como prmcipe de
uma grande borla de ouro nos seus bo-
nets. Os nobres tm hoje a liberdade de
reuunciarem, na occasiao desematricularem
a sua posicao privHegiada.
Entre esta p'ana e os estudantes ordtoe-
rios alguns collegios reconhecem outra or-
dem do pensionistas gentis-homens ou eon-
vivas de aggregados que tomam suas retei
goes em mesa particular e podem- ana da
toga de seda. So, a riqueza da" direko e
esta disttacgao ; para adquiri-la basta pa-
gar,
Os pensionistas ( commoners) ditferem
por sua vez dos porcionislas pela forma e
comprimento de suas togas. Mas aqui a
distincgao social na origero tornoa-se pura-
mente intellectual desde qpe as peosoes se
deram por co&curso. A toga, do pensionis-
ta era, ha cem annos, unc, estigma de po-
breza, hoje e uma vestimenta de bonra.
As distinccoes estabelecidas eotre os es-
tudantes se manifestam ainda pela differ en-
ga das quaatias pagas. para sua matricula.
0 nobre paga em Oaford 200 francos, o
gentil-hooiem pensionista 125., o porcionis-
ta 62 francos, o alumna servidor 12 e
meio.
As universidades de Oxford e Cambridge
go/.am de uma verdadeira independencLa no
que toca ao governo. Existe entretanto en-
tre esta e. aquella uma estreita akUanga.
No paiz em que o estado e a igreja sao
^des antigos exames para matrioular, a uni-
versidade de Londres exnge d-j todos os as-
pirantes aos-graos de conhecimentos ele-
mentares r sciencias e lettras^ Em seus
estudos gecaes tem as sciencias experiment
taes larga parte.
Esta conjere mais grios-de qae qualtpuer
Outra universidade dos tres reinos, except
a de Edimburgo.
Os prograiomas des exames por que de-
vem passa-vos candidatos, quer nas faculda-
des de artes, ^uer na- de seteucias, sa
muito extensos, e qjem obtem diploma e
obrigado a fazer exame de importantes co-
versidade de Londres confere tem grand-is-
sangue, e por tinto nao vejo a neeessidade..
A necessidade de que ?
De nada; n8o sei o que digo, tudo
quanto vejo sao mysterios e nao posso es-
clarece-los.
Esti-me parecendo que a prima 6 jd
de si um mysteno.
Eu um mysterio, a mulher mais fran-
ca e mais leal do mur.do ?
Pois n9o lhe parece um mysterio,
que, desgostada de seu marido, sem sentir
amor por ello, esteja proxima a dar-lhe um
herdeiro ?
Asseguro-lhe que sou mai contra mi-
nha vontade.
Quero cre-lo ; mais continue, prima,
pergunte o que quizer acerca de seu ma-
rido.
Vou fazer-lhe uma supplica.
QualeT
Que a verigue se, alem da duqueza de
Guise, ha outra dama, solteira ou viuva,
que o favoreca.
Nio o creio ; se tal fdra, ter-m'c-hia
dito, porque elle nlo tem segredos para
mim.
Pois eu creio que os tem e muito gra-
tes.
Queira explicar-se.
Nio posso explicar-lhe cousa alguma,
porque nao sei nada ; porem suppouho
que seu primo n3o e compltamente leal
nem a si nem a mim. Adevinho que exis-
te um segredo.
Pois bem, pague lhe a prima na mes-
ma moeda, e tenha tambem um grande
segredo para seu roarido.
E que segredo ha de ser esse? A mi-
Por carta addiciwial do 27 de agosto de
1867, a rainha Victoria deu.i universidade
o direito de disccrcir as muiheres os gri^s
em litteratura, artes e sciencias.
A universidade da.aessas mo;as certifi-
cados de dous generos.
0 do primeiro grio pass-certificato ; e o
do segundo, certificate of higher proficien-
cy. 0 exame para o ceriuacado do primei-
ro gr occupa oinco dias ou duas sessoes,
das quaes os doas primeiros s3o cada uma
de duas boras so.nente; a duracao das outras
6" de 3 horas, o que fazem total de 27 horas
de exame. As rhatertas do primeiro grao
saohtim, grego,.francez, allernaov italiauo,
lingua e litteratura ingleza, historic da Ingla-
terra geographia maderna, mailiematicas,
physica, chimica, botanica e pbysiologja
vegetal.
Para o segundo. gra-j augmeuta-se as ma-
tsrias que entrain nos programmas do pri-
meiro, "a'physlorogia humana, a geologja e
a paleontologia, a economia poli'.ica, logi-
ca e phUosopbica, harmonia, e contraponto.
Estes eiames abragim, como se ve, um do-
minio- muito mais extenso que o das nossas
instituigoes do primeiro e segundo grao.
Note-seque para a obtencao dos gr)s os
caudidatos dos dous sexos nao tem de res-
ponder a questao alguma pertenceate ao
dominio religioso. 0 espirito novo tende
aseparar completamente o donainio da reli-
nha vida e" transparente como um vaso de
crystal.
Faz mal n'isso ; seu marido e-lhe in-
fiel po. que a sabe inteiramente sua ; promo
va-lhe alguns zelos, e vera" como elle e ou-
tro. .
E que me importa a mim que elle seja
outro ? Nio lhe disse eu ja" que nio foi
o amor, mas sim as exigencias da minha
familia que me levaram a casar com elle ?
Elle quaixa-se de que a prima o torna
desgragado.
Elle I 0 infame queixa-se de que e
desgragado e tem duas ou tres amantes, e
4 favorecido por uma grande dama, por
uma princeza ?
E' mais uma prova do muito que elle
a estima.
Ah o primo veio aqui advogar a
causa de meu marido ?
Eu nio advogo, conto o que me disse-
ram e nada mais.
'Meu marido nio lhe disse outra cousa
senao que e infeliz T
Cnicamente isso.
Infeliz por minha causa T
Sim.
Pois nSo sei de que se possa queixar
de Am-sljville ; devia estar.orgulhos) por
q.jiy todos o ii.vcjim, e nao pretender nada
mai*. S.brc _UiK>, o primo n3o se deve
met ter n'islo.
Nem eu quero ; o que desejo e met-
ier-me no seu coragio.
Mas, primo, isto e borrivel.
Visto que de Aroestevllle lhe occulta
um segredo, occuHe-lbe tambem outro,
FRANC.4Eis ajresposta que Mr. Thiers
dirigio & deputagao dos francezes dte- Nova-
Vork:
Agradego-vos, senbores, e ao? trance-
zes de Nova-ork, o bello album que' me
trazeis. Oi francezes de mento das pan-
de?-cidades amricanas, \& quizeram en-
viar-me testemuobos da sj* estima, e nquei
muito sensibilisadoi porque a' distancia e
para elles o que o tempo 6 para as geragoes
futuras; conservaps desviados das nossts-l
paixOes, e da a expressao dos seus senti-
mentos-uma parte da autoridade, que se
liga ao julgameuto da posterilade. Fiz
pelo nosso desgragjrd i paiz tudo quanto
pule. Foi-lhe priineimenti necessario um
governo; depois grandee recursos^ a fun de
libartar o seu territorio. Outro governo nao
podia ser senao o da republican porque ate
agora, apezar de tudo-quanto se tem tenta-
d nao pdde restabelecer-so a monarchia,
e quanto a mim, procurei torner a repu-
blica possivel. A dedicagao do-paiz auxi-
liou-me para encontracos recursos necessa-
nos, para-rehaver o sec territorso, e hoje
esse territorio nao content senao france-
zes.
Na actualidade 6 necessario contitiuar
a obra dareorganisagao. Esta obra esta"
momentaneamente interrompida, e devemos
ter cautella em nio desesperar doexito. Os
partidos bio de acabar, reconheceado a sua
impoteiieia, edetxanio-a Franga governar-se
como ectender. Com a ordem, oescrupu-
loso respeito pela lei, e-a necessarit pacien-
cia, a Frjnga, chegara ao termo a que de-
sejais ve-la cbegar. Elia ja tern dado- prova
de constancia. e de parse"0 '". E' ne-
nessario que persista, e-qtic in iruid* pelos
exemplosdo nobre paiz em ,;.e residis, nio
pense etn cbegar aos seus Cos, senao pelos
meios re gu la res ; porque se nao-fundanada
pela viclencia, nem pela precipitagio. 0
nobre exemplo do grande Washington, que
me tendes RK... % deve ser mdele- para
toios nos. Cada um dos que gsvernam, ou
hao de governar a Franga, ou deverao ter
aquelle grande modolo diante dos oibos,
considerande~se feliz^ se, conseguirmos con-
servar a obra que Deus deu a Washington
a honra.de conservar por si.
Pelo que me toca, julgo-me feliz e al-
tivo de-tor conservado uma parte s6mente
dessa tarefa gloriosa. Essa parte f ji difli-
cil; mas espero que nao licara intlructuosa,
e quo tori os seuscoatinuadores e a sua
continuagao.
Emquanto mer estarem forgas, eu as
cousagrarei ao paiz,Je, digo-vo-lo sem illu-
sao : Espero, sim, espero.. Repito-o
aos no sos compatriotas, que, alem dos ma-
res, trabalham fazem totes pola Franga ;
Usvai-lhes os meus agradecimoutos, e as
taiuhas esperacgas.
0 Sr. Lepetit, candidato de la Vienne, es-
creveu a Mr. Thiers dirigindo-lhe a sua cir-
cular e Mr. Thiers respondou-lbe :
Senhoc.Recebi a vossa circular elei-
toral, e agradego-vos a renessa e o conteii-
do dessa circular. Acho-a perfeitamonte
sabia, e liao tenho uecessidade de vos di-
zer que fago votos. pelo exito da vossa elei-
gao, onvbora uma divergencia, muitj esque-
cida hoje, mas tembrada com affectigao pe-
los vossos adversaries, nos tenha separado
o.utr'ora. Receiaveis entao, votando a meu
favor, abalar um governo estabelecido,
e esse receio era respeitavel. Conhecendo o
estado da Europa, temia eu uma politica
fatal no estrangeiro, e os meus receios, ah 1
nao deixaram de ser justifijados.
Mas hoje nio se trata de aeadhasU
cousa. Os desastres qua eu teaaia coosu-
maram-se; trata-se de OS reparar, e pert o
conseguir, so conhego am meio ; i o eata-
belecimento em Franga de ou governo sco-
sato, firme, quanto for potsivel estarel, e
unitario na sua forma,pa-a que seja unit* rio
nas suas ideas.
Com o espirito que reina nas maatas,
em presenga de tres partidos monarchicja
que se disputam o throno, coasidero irapaa-
sivel a monarcbia, e nio veto praticavH
senio uma republica sabia, estavel, repara-
dora, e que, nao sen lo o tri jmpbo de ae-
nbum dos partidos que n dividem, procu-
re a todos a unica salisfagio que podea
nonesta e decentemente desejar, o triumpbo
do interesse geral no intercsse particular
de dynasuas, de classes, e de syslemas. K'
esta a minha convicgio, que nova experien-
cia de tres annos tornou insensivel.
Desgragadamenle a assemble! nacio-
nal. dividida em duas partts, exa taraente
iguaes, nao tem chegado a praticar o acto
de razao que me parece necessario, e, sem o
querer, deixa o paiz n'um estado d'aame-
iladu que inierrompe o trabalbo, cause as
classes trab ilhadoras soffrim*mtos cruers,
retard a a reorgsnisiga-o da Franga, e com-
pro-netle gravemente a sua consi i-*racic
na Europa.
Do toi>a a parte se pergonta quando r
como sahirem*s desse estado doloroso
Quanto a m*n, s6 ha urn mei, qua os
efeitores, par meio de escolhes bem enten-
drlas, constantemente diiigi nflfido, esclaregam a asscmtl>a nacional,
sera a atemorisar, e lhe indiquen os cami
inrnhos em que o paiz qu-r inarcbar, e qua
sio, nio posso dbvida-lo, os da republica
conservadora, caminbTs nos quaes, em ver
das desgragas que se Ibe predizwm, teal eu -
cuntrad'i a reparagio dos desastres da mais
funesta das guerras:
Escolhas feitas debaixo de outro pensa-
mento nao poderiam rteixar de augmetitir
as h-sitagoes da assemblea, trazer ao paiz
novas anxiedades, ao coiamercio novas de-
longas, e um maior enfraquecimento a sua
consideragao.
Tal e, sefjbor, a minha convisgio sia-
3era, e seat a pretengio de dirigir r.inguem.
ooncentrado no estudo, e no descanso, mas
nio na inditfereoca, face votos pela-efei;ir
de republicauos como vos. republi ratios de
razao, e niodu paixio, cue sat bam fazer c
paiz o S'Crificio de suas Jivergencias- psa-
das, para chegar a uniio que so poderi dar
a Fraitga, coo uma nova existencta. novn-
da felizes destines.
a Recebei, senhor, asaguraiiga da minha
rouis disttn;ta oc-nsideragSe. A. Thiers.
Wi P0I>ERA EMHA-rOI0 conse
lbo municipal de Paris, resolveu em H de
feveretro. abrir uma rua para o transit > de
carruag^tis, e outros vehicr.les. Unto da dia
como de noite, atravez do jatrdim das Tu
lherias. 0 piano da obra contem o prc-
longamento da rua Castiglione ate i pente
de Solferino.
0*orgamento de semelhantes obras I d>-
vir.te a tres Citotos e quatrc centos mil -
moeda porlugueza..
aWnO I>E S, Pr.DRO,Ima carts
de Boma da a se$oiati nota do que produ
xi o dinheiro d-j- S. Pedro, desde 1." de ju
lbo de-1873 ate 31 de dezerabro do roesav^
anno.
Esta somma 4 npressada 9m francos
Na.Europa :
Ftancos
Portugal..................... 295.882 >
Hespanha................... 194,312 21
Franga........................ 1,450,280 10
Delia........................... 700,428 0
Suissi........................ 88,22! 70
Be'-gica...............,....... 642.700 ft
etlaada e Dinamarca..... 142,800 0
Austria e Prussia...,....... 970,000 15
Inglaterra.......- ........... 894,600 0
Russia, Grecia, Suecia..... 360,225 0
America :
Suenos Ay res, Montevideo 672,000 0
Itaati, Uruguay............. 842,600 0
Vmerica central............. 342,000 70
Kstados-L'mdos,.............. 780,))00 0
Diversos paizesd'Asia, Af i-
ca Oceania........... ... 470*009
I
0 que equivale,
1,596:612IJ600
am
8,870,070 31
moeda portu a offendo, disse
e eu nao quero
N3o me torne a fazer essa proposta,
porque me offende.
Uueira perdoar se
Michelotto levantando-se,
de modo algum violonta-la. Adeus.
Creio n3o lhe ter dado raotivo para
que se retire zangado.
Adeus, senhora, adeus. Esquega que
me enlbuqueceu, que me ouvio dizer-lh'o,
e tenha a certeza de que nuucj mais a mo-
lestarei.
Mas o primo nio me molesta.
Medite bem ; se quando eu tomar a
apparecer encontrar aberta a porta do ar-
raario de modo que nio tenha de a chamar
para a abrir, comprehenderei que cons^nte
afinal em ter um segredo para seu marido.
Pois que, vai fechar-se n'aquelle ar-
RKG06UO DE .ARIBALD4.o illustrc
campeao da deraocracia europea, o gene-
ral Garibaldi, dirigio a seguiute earta at
celebre repubbcano fraucez Ledru-Roi-
lin.
Querido Ledru-Rolliii, sinto-me reju-
venescer ao ver-vos recobrar o vosso gi&no
so posto na vanguarda da phalange repu-
blicana ; e auguro hem para a causa de hu
mauidade persegui !a peio trama pela men
lira ; e pela viulencia. tosso aflectuos-
a migoGa riba Idi.
mano T
Sim, prima, mas pouco depois nao
me encon'rari dentro d'elle.
Visto isso, & bruxo.
Pode ser, prima, pode ser. Adeus.
E Michelotto, entrando para o armario,
fechou a porta.
Decorreram alguns segundos.
De repente, a senhora de Arnesteville
abrio o armario e olhou anciosa para dentro.
0 armario estava vazio.
A uuhci nunca exelamou oils.
NSo posso ser a amante do diabo, ou polo
men s de um homem que fez um pacto c >ra
o espirito rebelde. Nao mais tornarei a
abfir este armario.
E metteu a chave na algibeira.
Decorreram alguns dias, e uma noite
ouviraa-se altas voz--5 na casa, proximo
dos aposentos occupados por Michelotto a
por Tonetta.
Quern assim gritava, bitendo desifora
damente k porta, era o senhor de Arnaate-
ville.
Michelotto que estava preveni lo, a que
por isso se nio despira, abrio immediata-
mente, e encontrou o Sr de Arnesteville
meio vestido, suffocado e anhelaul-.
Que e isso, primo, que succedeu ?
Esti so ? perguotou oSr.de Arnes-
teville. Dorme tambem em quarto sepa-
rada do de sua mulher ?
Nio, meu querido primo ; minha mo-
ther e eu dormimos como Daus manda,
no mesmo leito; mas ella esta profuoda-
mente adormecida.
Pois acorde-a, meu querido primo,
acorde os seus criados, e necestano que
ssibam todos que a senhora de Arnesteville
acaba de dar i Lz um robust i filho. A
crianga 6 demasiado grande, accreaceateu
abaixando a voz, parece que tarn u.n anno;
mas como mi .ha mulh?r e alta,* ningueaa
estranhari isso. Cora tado, nio sei o que
devemos fazer ; estas cousas fingen-aa mal.
Nio ha que fingir cousa alguma ; re-
duz-se tudo a trazer para aqui a crianga a
entrega-Ij a Marietta, que e bastante robusta
para a amameotar.
Mai ella tem ji duas criaugs ; o filho
d'ella. I <> seu.
Nao tm duvida.
tConiinuar-M-ha.)
TYP. t>ji diario. -?. ... :; 3 r*E CaXUS

1


^ a
(
'

. .


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EX6I1KIQ9_I3AVBH INGEST_TIME 2014-05-22T00:30:04Z PACKAGE AA00011611_16968
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES