Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16967


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Full Text
"'
ANNO L. NUMERO 72 m! *h
OS mfi' t&
MRA A C4HT4L E LCQA.BES OUDE \ift ME PAC4 P MTK.
fOf tresmezes aduntados. ...-.........., taooO
*or seis ditoa idem...... ....., 129000
*nt am anno idem...........,......24*000
Cada tromero avulso................. 9920
- ODUr*WJ'?$*F
SEGBNDA FEIRA 3& BE MARCO ME f 874

!*% M^TBOKKMIIDAPBOVIWI*
For tres mazes adiantadoa............'
Pot seis ditoa idem............... .
Pot nove ditoa idem...................
Por um anno idem-. ................
DIARIO DE PERNMBUCO.
PROPRIEDAOE DE MANOEL FICUEIROA DE FARIA FILHOS.
to Sra. (*r.rdo Antonio Alvead Filhoa.no Para, Conceive, d Pinto, no Maranhao; Joaqoim Jose de OUreirad Who, noC^i Antonio de Ua*at fcajt, no Aracatj ; Jolo Merit Mio Charea, no Asad; Antonio Marque* da Silta. no Baud, JoaeJueua*
Pereira d'AImeida, em Mamanguape : Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Jose Gome*, naWtode Peahe, aararaaino doa Santo, lulcto, em Santo Antio ; Domingoa Jose da Coata Braga, em Nazareth;
Autonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna | Joao Antonio Machaeo, no Pilar da AJefsas Alves d C, na Bahia t e Leite, Gerqoinho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
fiaverne tin provincia
0S.S**CH09 DA PBB&DKNCIA, DO DIA 37 OB MARCO
de I87i.
Auguslo Cesar Fernandes Eiras e Evarislo Ju-
' liano de Sa. Conceda-se.
Claadino Aiifimo do I.agoInfonne o Sr. Or.
inspector da Ihesouraria provincial.
Francisco Miguel de Souza Coino re juerfa- '
zeodo-se-lhe carga da import.-mm das pas^agens.
Hermino Delfino do Nascimento Lima.Como
MM.
PaarelFranciseo Verissimo Bandeira.Sim, nai
navendo incouveuiente.
Francisco Amjuvt j Pereira da Costa.Iot'orme
o Sr. engenheiro das ..bras militaaes.
Manuel Fermra dos Santos.Pague-se.
(mundane do Santissimo Sacrament > da matriz
da Boa-Vista, desta -a Jade. Deferido com ollicio
desta data a thesouraria provincial.
Irmandade de Neaya Senhora da Assumpcio
das Froateiras, da imperial capella da Estancia.
Deferido com otlkio desta data a thesuraria pro-
vincial.
Jose Fernandas Lima. Ioforme a lllma. camara
municipal do Recife.
Joao Paeheeo de Medeiros Encauirahe-se.
Jose Jaeiutho Pavao -Encaminhe se.
Mauoel Ferreira da Silva. Seja posto em liber-
4ade.
Manuel Antonio Ferreira Braga.Informe o Sr.
Dr. director geral da instrnccao puhlica.
Frei Paulino da Soledade.-Pague-se.
Pedro M. Maury. -Ficara dadas as convenientes
erdeus no sentido em que requer o supplicante.
Cuiuiuantlo das arum*.
JjlMaTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
Dg PEHNAMMJCO, EM 28 DE MARQ0 DE
1874.
Ordem do dia n. 807.
0 brigadeiro commandante das armas faz pn-
t'lieo para conbecimento da guafnieao e devldo
effeito que a presidencia, em vista da inspeccao de
suiide por jue passou o Sr. alferes do 9.* bata-
laao da infanteria Francisco Evaristo de Souza,
resolveu, por portana de 26 do corrente, conce-
der-lhe dous mezes de licenca, na forma da lei,
* para 3eu tratainento.
0 mesmo brigadeiro determina que do dia 1.
de abril vindonro em diante, o service se faca de
uniforme aznl ; qae a para la da guarnicao seja
as 0 boras da manha, e o toque de recolher as 8
da noite. E iiue nesse mesmo dia pela manna se
passe revisla do mostra em sens respectivos quar-
teis aos dous b italhoes de infanteria, deposito de
recrntas e companhias isoladas, pela ordem segnin-
te : A's % boras a companbia de operarios mill-
iards ; as 6 e meia ao 2.* hatalhSo ; as 7 a com-
|..aliia de cavallaria ; as 7 e mcia ao 9.* batalliao
a fiaalmente as 8 ao deposito.
(Assignado.) Manurt ma ow*t. m*ii<*< w.0
bins.
Gonforme. 0 aMeraj Jose Eltziario dos Santos,
ajuiante de ordens interino. enearregado do de-
talhe.
DIARIO "l)E PERN AMBUOU
RECIFE, 30 DE MARCO DE I87i.
% agenda telegraphic a uineri
cana,
Ganaaa lia de utiliJade l io palpitante a primeira
vi3ta. decxten^ao, em seus effeitos beneScos, taj
diiatada e profunda, a primeira idea, que a sim-
ples eouneiai;ao dellas, sug^ere, que superfluo, de
nito, Bra entrar-se em detaltiadas ciroamslancias
axplicativas das maximaa vaniagens immedialas e
m^dialas derivantes da praticabilidade dellas, por
forca de nio surgissem a atravaucar-lhes a via de realisa-
cao, momentaneameote, e verdade, porque de vez
0 uao conseguem nunca, as efpiritos apoucados,
de natureza uns, outros a mingua da cultura con-
veniente ; estes emperradas por systems, aquelles
por desidia intellectual.
E' assim, que ainda nesta hora mesma dos mais
arrojados avancos da bumaaidale pela eslraJa,
que mais a mais se alarga, do progresso material
e aoral, a consecucao dos fins mais concurrenles
i felicidade dos homens, qae e a dos povos; a ap
plicabilidade dos meios conductores ao en^ranle-
eeder periodos de indecisao, que muito anirao
afrouxa em desproveito da causa ; momentos de
perplexidade, que iroportam em tempo muito
a^reciavel de esforus e resuludos perdidos.
Eis o que nos obriga, por interesse geral do paiz,
<; partisular desta provincia, a discorrer um pou-
co detidamente sobre as varias e complexes vania-
gens de immenso alcance future, que nos estae a
acenar de perto e cuja obtencao definitiva impen-
de, apenas, de que se lenha dellas mesmas cabal
I'ouiprehansao.
A' passo igua! deve acompanhar a accao official
a da iniciativa particular; ao gigantesco commet-
imeat \ que acaba de accorrer em anxilio de va-
lor inexplicavel a aossa actividade, com o mais
pujante elcmento de civilisacao, de progrosso. a
telegraphia elcctrica, devia "forcosa e necessaria-
meole seguir-se o estudo e d'ahi a interveneio da
iniciativa particular, forca unica, a qae cabe o
cumprimenio do grande principio economico :
obter a raaior somma de utilidades com a menor
;o ;i na de esforcos.
Se ate!egraphielectriea, aeondactibiliiade ins-
tantanea do pensamento de homem a bomem, de
povo a povo, de muuJoa uundo, poderamos dizer,
e, por isso oemo, como que a cadeia providen-
aial, qne enfechando os p"vos pela espirito, tende
a consummac a solidariedade ho.mana; ella, a te-
legraphia electrica, como todas as grandes con-
quistas da a-tml.iJe haiu.na, apparece-nos -oin
*eu cortejo de di:Ticuldades, graves, p>rem relati
Tai, mas as quaes urge aplainar.
0 grande e unico problema que a telegraphia
electrica propoea solugao dos povos, que a pos
-aem, consisie, niio no muito de que depende soa
estabeleciraeato, mas no mais ainda, que exige sua
coajervac,ao, a qual tanto e, que a lorna de acces-
sifoilidade restricta; ella, a maxima utilidada, sob
certo ponto de vista, no mundo economico- politico,
prestavel a satisfac.ao de necessi Udes geraes.
Pelo deseuvolvimeato, porem, do principio de
associacSo esta eabendo em sua maior part* na
Europa a agencia Havas-Rettler a soiacao desse
probiera.i.
0 home, n, in lividftalinenle con-ltb-rade, e n .iual-
uuer condicii qu-s se Ibe q.nsa assigaaUr, prh|-i-
pia por uao ehegar para si mesrae. E'-lha ilefeso
o desenvolvimento proprio; flna-s na impotencia
de veneer a dilDculdade que sa Ike inirepoe a
aeasaclo da necessidade e a mais ou menos com-
pleta aatisfagao delta ; a associacao e tudo, sob tal
aspecto.
Por issa observamos qnotidianaroente. que onde
quer qae appareca um obstaculo a uniio de forca*
e de vontades na espbera indastruiia, com j oa de
qualquer empreza grande oa peaaena, de resulu
dos mais on menos lucrativos, da-se a impriduc
tividade do horaem e da natureza.
AUendendo, p..is, o Sr. Maooel Gomes de Olivei-
ra, do Rio de Janeiro, que a maior obstaculo a
tranjpor, no sentido de coasegair qae a telegraphia
electrica estabelecida no imperio a que mais Urda
se prendera a que h >je cru/.a-se por todo a mun-
do c.ivilisa.lo, produzisse a maior somma de sous
beneticos eireitoi, coasistia em varias circurastan-
cias resolvivets todas pela creacSo de ama agencia
modelada pela de Haeas-Heater, tomou aos bom-
bros o uiagno encargo de a levar a effeito
0 Sr. Mauoel Gomes daTOIiveira, pedindo soa
d-ini-sa i do lugar de pre^idente da junta da cor-
rectores qae exercia na praca do Rio de Janeiro,
por serum taes funccoes incompativeis com as da
missao a que decidio-se votar todas os sous esfor-
cos, por contracto que celobrou com a Western
and Brazilian Telegraph Company, e identicos, qae
celebrara com as companhias Platino Brazileira e
West Indian and Panama Telegraph, esta. a que
perteuce o cabo submarioo qae prende S. Tbomaz
a Florida por via de Cuba, e aquella, que breve-
mente estendera o cabo, que, por oatro lado, deve
por em coramjnicacSo nossas pracas com as das
republicas do Prat a, e as da cosla do Pacifico,
habilitam-no competeotemente adestribuir diaria-
menie aos seus assignantes telegrammas "bommu-
nicativos dos incident.'* importantes, qner commer-
ciaes, quer politicos, de todos os pontos compre-
hendidos nat diersas linhas telegrapnicas.
A immeosa importancia material e moral, por
sous effeitos relatives, da Agencia Americana tele-
graphicsM Gomes de Oliceira, que se propoe
ter liliaes era toJas as pracas importantes do velbo
e novo mundo, so pode ser devidamento aqailata-
da por aquelles que a custa de acarada investiga-
gio, cbe^arain a conviccao de que e esse a Agen-
cia Americana Teleg aphica -o meioanico de go-
sitrmos a beneflca infloeocia civilisadora, em todos
os sentidos, da telegraphia electrica Isto, porque
somente a Agencia, pela natureza de sna constitui-
cao, permilte a oblsncao do mesmo nor menos, oa
do mais pelo mesmo, o que e uina lei da sciencia
economica-politica
Do respective programma da Agencia Telegra-
phica Americana M. Gom-s de Oliveira ve-se qae
a mesma, mediante a quantia de 30*000 mensaes,
emquanto o cabo funccionar ao norte da costa do
Brasil propde-se fornecer ao sen subseriptor, nun-
ca menos, por mez, de 1800 palavras; o que vem
a equivaler a 60 palavras diarias por 1*000. Pela
tarifa, porem, da Western Brazilian Telegraph
Company, Limited, custa um telegramraa de 20
palavras, de nm ao outro extremo da linha hoie
funccionando, 40*000.
E' um caso este que offerece, de um lado uma
desproporcao, qne nao se discate, do ontro uma
van'agem tao espanlnsa, qne so a explica a forca
Ua lei da collectividade.
Partindo deste principio, por mais a que possa
chegar a contribu gao dos subscriptores da Agen-
cia Americana Telegraphica, quando suas fanc^oes
alcancarem a dilatada esphera qne se tem tracado,
sera ella sempre de importancia insignificantissi
ma, contra-posta ao3 resnltados de sua applica-
i;ao.
Imaginemos por um roomento. que de incre-t
mento, que de elevacao de vistas, que de desen-
volvimento de accao, que do proOcaM.*- ."
. ^.tfMivL"-......*_.--.na, no do-
minio d'arte, da industna.do commercio, da politica,
quando estabelecido por tal meio a sommunicabi-
lidade dos povos civilisados entre si, passarem as
familias europea e americana, movidas por um
interesse omnium a ambas, a collaborar sobre o
piano previdencial do aperfeicoamento da socieda-
de bumana.
A imperiosa necersidade da Agencia Americana
TelegraphicaM. Gomes de Oliveira, originou-a
entre nos o estabelecimento da telegraphia electri-
ca no imperio; o mesmo que aconteceu na Euro-
pa com a de Havas-Renter.
Convem ainda observar que ao mesmo tempo
que a agencia, que reprsenta' uma associaaco indi-
reita, e o meio nnico de debellar o grave inconve-
niente que ollerece o alto prego de tal servico, ella
somente, assuir.indo perante seus subscriptores a
responsabilidade das noticias que expedir, offerece
a garantia necessana em casos de tal ordem ; e
fecha a porta aos assaltos da especulacao ganan-
ciosa, de qne pode ser victima o commercio, pela
natureza de suas traasaccoes, mais exposto que
oulra qualquer corpor-.r^a) as vistas dos explora-
dares da fortuna aheia.
Como a europea, pois, a Agencia Americana
resolve o raodo de ser da telegraphia electrica a
todos os grandes fins com que entende esta ferca
regeneradora da sociedade moderna, pela revolucao,
que ha de operar no trabalho e na economia ; ga-
raute os grandes capitaes representados pelas im-
portantes companhias, que tomaram a si o estabe-
lecimento dos cabos telegraphicos; assegura um
propero futaro pela permanencia mais effectiva
das relates internaciomes.
Obreiros da imprensa, que por sua parte im-
menso tem a gaDhar com a ereacao da Agencia
Ame icana Telegraphica M. Gomes de Oliveira,
saudamos por nossa vez o seu apparecimento com
a fe profunda dos que sabera morrer sem trans-
viar-se da senda da evolucao.
de Buenos-Ayres, e qae nem e admissive! que ella
julgue bom o estado sanitaria dessas provincial
que se aehara em communicac~2) directa com Bue-
nos Ayres e mao o desta para exeeptua-la da dis-
uosicaj que tomou ; o presi tente da republic* de-
creta :
Em quanto outra eoasa nao for resolvida, todos
os portos da republic! licam fecbados para at pro-
cedencias da republlca orient U do Uruguay, e
Este deereto eauson, como en de esperar, o
maior assombro em Buenos-Ayres e Montevideo.
Tal dehberacao era evidentemente ama represalia
ao deereto expedido pelo goverao oriental, mas
ninguem podia comprehender co.ao o govern) ar
gentino se deixara levar palo despeito a tal exces-
so e se julgava autorisado a marcar os limites da
eorapetencia de ama nacao soberana em uma
questao de policia do porto. 0 commercio do
Bueaos-Ayres e Montevideo sobresaltoa-se, e a im-
prensa, quasi un mime, rechm >a contra ta > ve-
xatoria medida.
0 governo oriental expedio tambem am deereto
mandando ficar sem effeito o qae dera motivo a
deliberacao do governo argentino e recommendou
ao consul oriental em Buenos-Ayres qae recta-
masse a retirada do deereto de II de marc> qae
tao prejudicial era ao commercio do Kio da Praia.
Ate a ultima data nenhuma soiacao bavia sobre
este assumpto, mas constava qae os vapores Iran*
satlanticos qae, embora Hzessem escala por Man-
tevileo, nao recebessem alii carga nem passagei-
ro.% seriam admittidos a livre pralica em Buenos-
Ayres
A questao entre a manicipalidade e a companbia
do gaz continuava perante os tribunaes. Oepois
de estar de posse da fabrica do gaz par espaco de
alguns dias, a municipalidade resolveu illuminar
a eidade com kerosene. Reclamoa a companbia
contra os estragos qae faziam era sens cambusto-
res, eollocando-se nelles os lampedes de kerosene;
a municipalidade, nio qnerendo gaardar era seas
archives o efflcio da companbia, ordenaa que am
sea empregado se dirigisse aa escriptorio da di-
rectoria da companbia e alii rasgasse o offlqp.
Do Boletim Official, de Buenos-Ayres, extract! o
lelegrapho Maritime a seguinte ordem de despe-
za : t Ao Sr. Hunter Davideon, pare torpedo* etc.,
1U5 pesos fortes.
A somma, diz o Telegrapho, nio e avultada,
mas as vezes peqaenos facto* tem grande signifi-
cacao. o
Em Montevideo corria qae o depirtaraento de
Maldonado fora invadido pelo eoronel Bergara a
frente de 300 homens; nao bavia pormenores,
nem se sabia qaal o fim que tmham esses aventu-
reiros.
BIO CBAVE DO SUL.
No dia 7 do corrente foi aberta solemne-
mente a asemblea provincial.
Fallira, no Rio Grande, a casa Antonio Jaeo
mo Villaca & C.
Nanfragara, na costa de Castillo*, a barca
franeeza Courier des Mers, salvandose apenas a
tripolacio.
Por desnacn"otdb"i'j'd6'cCPP^.
Fot Bonieado secretario da provlHcIa uv ^.._
o bacbarel Almino Alvares AtT mso.
Foi exonerado, a pedido, o bacharel Francisco
Teixeira de Sa do cargo de presidente da pro 'in
cia do Ceara.
Foi concedida a raedaiha de 2* classe ao impe
rial marinheiro Manoel Francisco da Conceicaa. o
qual salvou, no dia 19 de Janeiro do corrente an-
no, com risco da projria vida, a do marinheiro
Manoel Ferreira da Horta, quando este estava qua-
si a afogar-se.
Foi concedida a gratificacSo extraordinaria de
960* annuaes, de conformidade com o art. 28 do
regulamento que baixon com o deireto n. 1,331
A de 17 de fevereiro de 1854, e art. 50 do de n
2,006 de 2i de ontubro de 1857, ao monsenhor
Falix Maria de Preitas e Albuquerque, professor de
religiao e historia sagrada no internato e externa-
to do imperial collegia de Pedro I', por se haver
de*** *os Santos, vlsto soffrerem molestias incn-
ravM qne oe toraam incapazes- d* eoniinuar no
service.
ItecWou-se sem effeito o deereto- de 31 deja-
*"? eorreoie anno, qae refbrraou o cabo de
esqoadra do 10.* batal&ao de infanteria Jose Gomes
Pa?1''1" aU8 assim o solieitou para obter escusa
d^sef?H 4o eaercito.
Por deereto de la foram prouovidos na ar
roa de artilheria, de conformidade com o de n.
3,168 de de ontnbro de IW3, o olffciaes, offl
ciaes inleriores e eadetes absixo deelarados :
/. regimento a catallo. -Para capitao o l. le-
nente foia Carlos Lobo Botelbo, para a 5.' ba-1
tena.
* bntalhao
MoticiMS do mil do imperio.
Chegou houtem, as 10 boras da manba, o vapor
inglez rot os i, trazeoda datas: do Rio da Praia 17,
do Rio Grande do Sul 18, de Santa Catharina e do
Parana 20, de Minas Geraes 16, de S. Paulo. 21, do
Riode Janeiro ti, do Espirito Santo 19, e da Bahia
27 do corrente.
Eis o qus colhemos de mais importante dos jor-
naes recebidos, reservando-nos para ao depois
dar-raos as noticias de menor vulto.
Ill' | DA PBATA.
0 Dr. Al.-ina retires a sua .randidaiura a presi-
dencia da republica Argentina, declarando em am
extenso uianifesio, dirigido ao pnvo.que assim pro
cedia por haver reconbecido pelas elei^oes ultimas
que nao tiuba nas diversas provincial o apoio ne-
cessario para triumphar ; que com effeito a causa
de seus amigos ficara victoriosa em Buenos-Ayres,
Catamarca e Rioja, mas a do Dr. Avellaneda
triumphira em nove provincias. Julgava, pois,
dar prova de palriotismo reuunciaudo a sua can-
didatura e ptdindo o concurso de todos os seus
amigos em favor da de Avellaneda.
Apezar deste auxilio.nao se julgava mais segara
do que antes a victoria de Avellaneda. tanto mais
quanto ntm.todos julgavam inteirarnente desinte
ressada a desistencia de Alsina.
Na Rioja deu-se m.is am desses sanguinolento*
episodios a que as republicas platinas nos tem
babituado. 0 coronal Gordillo, que commaadava
algumas forcas nacioaaes destacadas nessa pro
vincia recebera ordem do governo central para
dalti retirar se aflm de que nio tomassem incre
mente os conftictos que entre elle e o governador
de Rioja se tinham dido. Quando o eoronel se re-
brava com OU forens. foi aticada pelo gnverna-
dor .i freate de uiitr,u> di pr-Aimi.i ; travou se lu-
u em que Uuuve gnmlc iiumeio de mortos ; o
governador foi derrotado, e, dizem tins, que mor
reu se batendo, e outros que foi fuzilado por or-
dem de Gordillo.
Algous actos do governo argentino carecem tan-
to da gravidade que deve presidir as deliboracSes
de quem se acha dirigindo os de3tinos denma na-
cao, qae o espirito do observador procura para el-
les area causa di versa da qae e apreseatada, e
que, por pueril nao pode ser aceita.
Ne-ta caso se acha o seguinte deereto expedido
em data de 11 da corrente :
a Considerando que o governo da Republica
Oriental nao e compelente para decidir por si da
distinguido no enslno por mais de la anaos de ef-
fectivo exercicio.
Foram concedidas as seguintes pensoes, que fi
cam pendentes de approvacao da assembled geral.
De 21* mensaes, repartidamente, e sem prejui-
zo do meio soldo que Dies possa competir, as mc-
nore Guinesa e Maria, fiihas legitimas da pensio-
nista D. Maria Jose Willonghby dos SanUs, boje
fallecida.
De 400 rs. diarios ao saldado reformado doexer-
cito Candido Ponson o qual, em consequencia de
ferimento recebido em corabate Gcoa impossibili
tad i de (iro-urar meios de sabsistencia.
Por decretos de 14 ficara noraeados :
1" escripturario da alfan lega de Santas, o 1*
conferente da do Rio-Grande do Sul, Jo3e Alexan-.
dre Pereira Codeco.
2' escripturarios da do Rio-Grande do Sal, o 3*
Rivadiva Pereira de Alencar, e o 2 ouferente da
de Uraguayana Israel Dias da Costa.
I conferente, o 2* dito Antonio Gon;alve da
Silveira.
2* con'erente o 1 dito da de Umguayaua, Jos6
de Avila Bittencourt Neiva.
Foram demittidos os seguintes empregados da
referida alfandega do Rio Grande do Sul:
Offlciaes de descarga Francisco Joaquim de Al-
cantara e Joaquim Bernardino Marques Camarim.
Fiel de armazam Soter Caio da Si va e o cam-
mandante da companhia de guardas Joaquim
Francisco da Canha Sa c Meneze*.
Foi expedido o seguinte deereto :
a Coramiserando-me da* circumstaacias em que
se aehara as prajas dos differentes corpos do exer-
cito que tiveram a infelicidade de desertar na re-
pnblica da Paraguay, apartando-se das snas ban-
deiras, hei por bera perdoar-lhes o crime de pn-
raeira e segunda desercao, apresentando-se 03 reos
ao commandante da divisao brasileira estacionada
naqaella republica dentro do prazo de 60 dias,
contado da publicacao do presente deereto, sendo
inclnidos tambem neste indult > os que ja so tive-
rem apresentado ao mesrao commandante.
Joao Jose de Oliveira Junqaeira, do men coo-
selho, senador do imperio. mimstro e secretario de
estado dos negocios da guerra, assim o tenha en-
tendido e faca executar. Palacio do Rio ie Jauei-
ro, em 7 de marco de 1874. quinuuagesimo ter-
ceiro da independencia e do imperio.Com aru-
brica de S. M. o Imperador Joao Jose de Oliveira
Junqneira.
Por decretos de 13 foram nomeados :
1* escripturario da reparticao fiscal annex* a
secrutaria de estado dos negocios da guerra o 3.*
escripturario da mesma reparticao Joaquim Augus-
to Pereira Fontes.
1* cirnrgiaa do corpo de saddi do exereito, o
doutor em medieina Antonio HerraenegilJo de
Castro.
Concedeu .'e aa ex-alferes de velantariOT da pa-
tria Joao Quintino dos cantos, as lionras do pasta
de aUeres do exereito, em atten,ao aos bons ser-
vicos qae prestoa na campaaha do Paraguay ; e
ao ex-segundo sargento do 40.* corpo de vo-
luntary da patria Fiel de Sigmarmga Cidreira,
as nonras do posto de alferes do exereito, por igual
motivo.
Foi transferido para o corpo de estado-maior
de I.' classe o capitao de de artilheria e major em
commissaa Joao Thamaz de Cantaaria.
Concedeu-se reforma, de conformidade coin
I l.*do art. 9.* da lei n. 648 de 18 de aaoato.de
1832, ao tenente aggr !gad>n a arma ie iafanteria
Justino da Silveira, a ao, 1* tenente aggregado a
a pe. Para capitao o capitao gra
daadu Antonio Olympio da Silveira, para a 7.' com-
panbia.
Para pnrariros tenentes da arma os primeiros
tenentes gradaidos Luit Goinas CalJeira de An-
drade e Lniz Ktbello de Vasconcellos e e 2.* te-
nente Aagusto Gaaaabira Ferreira da Silva.
Para seganlos tenentes da arma o 2.* tenente
gradnado Jose Paulo Leal Ferreira Nabuco de
Araajo, os alferes alumn is Augusta de Menezes
Vaseoneellot de Orammond, Pedro LeopolJo da
Silveira, Henrique Guatemozim Ferreira da Silva,
Felippe Ferreira Aires, Luiz Antonio de Medeiros,
Altrelo Carlos Mulier de Campos, Feliciano Men-
del de Mesqaita Barros e Roberto Trompowsk
f.eitao de Almeida, o J.* sargento Antonio Jacin-
ibo de Almeida, o 2* cadte 1.* sargento Boaven-
tora da Luz Rolrigaes Odreira, o 1* cadete An-
tanio Gabriel da Silva Bueno, o 1.* dito Leopold a
Rodolpho Pinheiro Pitientourt, o 2.* dito Francis-
co de Paiva Atevedo, o t* sargento Jose Alipio de
Maeeda da Fontoura Castillat, o J.* cadete 1. sar
gento Francisco Jose Velao e o I.* sargente Fer-
nando Jos* dos Santos Barbosa.
Por portana de 10, fat aoraeado interinaroente
o capitao PelUberto Olympio Caldeira da Fontoara,
para sar enearregado do deposito de polvora da
ilba do Boqueirao.
Por portariarias da 7, 9, 10, He 12 do corrente,
foram trans feridos :
Da 17* para o 21* batahao de infanteria o alfe-
res Jose Antonio da Canha.
Para Oleira da 5* regimento de cavallaria ligei-
ra o alferes secretario Seastiao Jose Carneiro da
Fontoura.
Do 17* para o H**de infanteria, o tenente Fran-
cis:o Joaquim Affonao.
Do 2* balalhao de infanteria para a companbia
da mesma anna de Sergipe, o alferes Henrique
Manoel da Silva, e desta companhia para aqueile
batilhtoo alferes Aggeo Avelino da Costa Pereira.
Do 4* para o 10* batalhao de infentaria, o teaen-
te Finnino Pereira, e deste para aqueile batalhao,
o tenente Antonio Garcia de Miranda.
Do IS* para o I* batalhao da mesma arma, b
aJferes Joaquim Fernahdes de Andrade e Silva, e
deste para aqueile batalhao, o alferes Tristao Su-
eupira de Alencar Araripe
Do 14* para o 10# dilo dajreferida arma, o tenen-
te Feliwe Bezerra Cavalcante.
w^* purtari.v- io '.
de'l.emas, de eogeobeiro de'Y ctas^eWesffiWa
ue terra de Pedro II, e foi noraeado para o substi-
tnir o bacharel Julio Augasto Horta Barbosa.
Por deereto de 21 :
Foi declarad quo a reconluccaa do bacharel
Manoel Jose de Castro Monteiro de Barros, por de-
ereto de 17 de Janeiro eno lugar de julz municipal
e de orphaos do termo de Mar de Hespanba e nio
dos termo* reunidos de Mar de Hespanha e de S.
Joao Nepomuceuo, na provincia da Minas Geraes.
Foi removido, a pedido, o juiz municipal e de
orphaos, bacharel Evaristo Rodrigues da Silva
Carvalho, da terrao do Rio Verde parao de Jara-
gua, ambos na provincia de Goyaz.
Foi exonerado, a pedido, o bacharel Joaquim
Jose Feruaudes Maciel, do c .rgo de escripturario,
servindo de secretario da policia da provincia do
Espirito Santo.
Foram noraeados : O bacharel Cleraentino Jose
do Carmo, juiz rauuieipal e de orphtos do termo
do Poraba, na provincia de Minas-Geraes ; Fran-
cisco Rodrigues de Barcellos Freire, escripturario
servindo de secretario da policia da provincia do
Espirito Santo.
Por deereto de 21 foram nomeados:
1* escripturario da thesounria da 5. Paulo, o 2
Autoaio Jose Soares, e para e?te lugar o 3* Ma-
noel Correa Dias.
Por decrrto de 21 do corrente faram nomeadas
para a coramissao superior brasileira na exposicao
iniernacional qae se ha dc realisar era 1876, na
eidade de Philadelphia, nas Estados-Cnidos .
Presidente, Sua Alteza o marechal de exereito
Gastao de Orleans, Conde dEu.
1* vice-presidente, o Visconde de Jaguary.
2* vice presidente. o Visconde do B >ra Rotiro.
Membros : o Visconde da Souza Franco e Joa-
quim Antonio de Azevedo.
Por deereto de 13 foi aposentado o almoxar ife
da 1' secQao do almoxarifado de marinha da cf.rte,
Ricardo Jose de Araajo, e noraeado para substi
tai-lo o 3' escripturano da contaaoria Jo5o Fran-
eiseo da Malta Rezende.
Por titalo de 23, foram nomoados :
Domingo < de Azeredo Coutinho, par?, a lugar
de del do almoxarifado de marinha da corte e An-
tonio Jose Ribeiro Behering, para e de porteiro de
uma das seccoes do mesmo almoxarifado.
Per deereto de 21, foi exonerado do lugar de
inspector do arsenal de mirinha da Bahia, o che-
fe de divisao Mamcde Simdes da Silva.
Par deereto de 21 foram promavidos nas ar-
mas de artilheria e infanteria, de conformidade
com o de n. 3,168 de 29 de outubro de 1863, os
oA.'iaes, offlciaes inferiores e cadetes abaixo deela-
rados.
Arma de artilheriaPara tenentes: os 2"
tenentes Jose Rabello de Vasconcellos, Carlos Au-
C> de Castro Andrade, Laiz Meades de Moraes,
cisco Julio da Conceicao, Jose Felix Barboza
de Oliveira, Francisco da Cruz Ferreira Junior e
Joaquim de Salles Torres Homem.
Ama de infanteria. -4* batalhao.Para capitao:
o tenente Manoel Thomaz Moreira, para a 7' com
panhia por antiguidade.
10* dito.Para capitao : o tenente Firmino Pi-
res Ferreira, para a 4* companbia, por esludos.
ll* dito.-Para capitao : o tenente Braz Ferrei-
ra da Franca Velloso, para a 6* companhia, por
tliiaVa
13* dito. -Para capitao : 0 tenente Joao Manoel
de Lima Mariz Sarmento, para a 6* companhia,
por antiguidade.
14* dito. -Para capitao : Os tenentes Maximia-
no de Oliveira Leite e Abreu, para a 1' companbia,
por antiguidade e Joaquim Ferraz do Rego, para a
4' companhia, por esludos.
16* duo. -Para capitao: 0 tenente Francisco
Ignacio Manoel de Lima, para a V companHia,
por antiguidade.
18* duo.-Para caprtio: 0 tenente Fnncisco
Antonio de Sa Uarrelo, para a 7' companhia, par
antiguidade, com a do 15 de dezerabro de 1873.
It* dito -Para capitaes: Os teneules, Jorge Jose
Artinga, pan a 3' companhia, por antiguidade,
Antonio Pinheira de Oliveira, para a 5a dila, idem.
Para tenentes : Os tenentes graduados, Joao
Teixeira de Sampaio, por antiguidade ; Virginio
NapoleSo Ramos, idem ; Ricardo Alfredo da Costa
Carvalho, idem, e Raymundo Rodrigues Bayma,
idem. Os alferes, Demetrio Raymundo Maria de
Oliveira, idem ; Rodrigo Antonio de Moraes, idem;
da Cunha Pontes, idem;
Antonio Paul* Correla, idem; Serafim Jese Fer-
reira. idem ; Donaciano de Araujo Pantoia, per
estuos ; Fraacwco Agostiuha de Mello S-.uza e
Menezes, idem, e Francisco Soares Neiva, idem.
Para alferes : o 2.* sargento Hygino da Costa
Nunes, os !.* ditos Deodato Lopes de Almeida e
Luciano Affonso Rodrigues, o sargento aindaote
JwooiaaJwd da CoU Barros, os'l sargMtos
Manoel Henrique de Araujo e Seraphim Jose do
Valle, o sargento ajudante Theotonio Jose de Sou-
za. os I.- sargentos Luiz Gonzaga de Lyra e
Francisco Ferreira Soares, o 2.* dito Innocencio
de Sant'Aana Velloso, o 1.* dito Jose Modesto de
Oliveira, o 2.* cadete 2.* sargento Joaquim Alfredo
Garcia Terra, o S* sargento Joao Barbosa Noguei
ra Rosa, o sargento-ajudante Domingos Jose Lo-
S8s Dias, os i* cadetes 2.** sargentos Carlos de
liranda Santos e Joaquim da Silva Simoes, o 2.*
eadete 1.* sargento Jacintbo Carneiro de Oliveira,
o I.* sargento Miguel Ribeiro da Cun'ia, o 1* ca-
dete I.* sargento Raymundo Joaquim de Carvalho,
o I* sargento Goncato de Souta Vasconcellos, o
I.* cadete 2> sargento Joao Jose de Brilo :
Por deereto de igual data :
Concederam se bonras de poslos militares do
exereito aoa individuos seguintes :
De capitao : ao tenente reformado do exereito e
ex capitao era eommissao, Joaquim Jose- Ramos
De cirurgiao-mor de brigada do corpo de sad-
de : ao ex-cirurgiao-mor de brigada em eommis-
sao Dr. Jose Lino Pereira Junior.
De tenente pharmaceutico do mesmo corpo : ao
ex tenente pharmaceutico em coramissao Joaquim
Rodrigues das Cotias.
Foi perdoadu ao soldado Garaldo Vendes Rodri-
Ses o rest > da peoa de um anno de prisao a que
condemnado pelo crime de desercao, nao de-
veudo perder o tempo que anterior mento servio
no exereito, nem a qualidade de voluutario, para
que seja considerada como se nio tivesse deser-
tado, nos termos da ultima parte do art. 3 do
deereto, n. 1,112 de 31 de Janeiro de 1853, uma
vez verificada aquella qualidade.
Por porlarias de 14, 18, 19, 20 e 21, foram
nomeados :
Fiel da 1.' seccaa do almoxarifado da intenden
dencia da guerra, o escrevente de 1.' classe do
arseual de guerra da corte, Francisco de Souza
Fau.-to.
Coadjudanle do curso superior, da escola militar,
o capitao reformado a major honorario Francisco
Antonio Carneiro da Cunha.
Auditor de guerra na provincia de Pernambuco,
o juiz de direilo da 1* vara da capital da mesma
provincia Quintino Jose de Miranda.
Praticantes da reparticao fiscal annoxa a secre-
taria de estado Antonio da Silva Ramos, Martinbo
Mariano de Marios e Manoel Fernanles Machado.
Por portaria de 16 foi transferido do 18* pa-
ra o 15. batalhao de infantaria o alferes Lourtncp
Jose Amora.
Fallecau tia cdrte. a Exma. duqueza
de Csxias.
Eis as noticias corrnserciaps recebidas
k
regulare*
para cootn-
Negiaciou-se um lote inaignificeaae do
soberanos a 9,4400, a dmbeir >.
As ap lices geraes de 6> OU tiveram
pequeno m.vimento l:0o8d-a rlinbeao.
No mercado de accoos pouc a ae Arc ao*
seguinte* pieces: Banco Rural e Hjpotow
rio a 227/>; Companhia Locomotora a 240;
Companhia Ferro Carril de Montevideo a
1409 ; Companhia de Carroagens Flumi-
nense a 183d, 1859 e 188& cada uma, a
dinheiro.
As Tendas de cafe foram
0 as do assucar pequenas.
mo. >
A alfandega da co1e reu-leu de 1* iZ
do corrente -2,703:3809.90.
Sahiram para Pernambuco a i, bar-
ca portugaeza Harmonic ; e 23, brigues
hespanboes Pirro e Marian.
MWU
li se achava funccionando a caav
missao nomeida para promover a acquisi-
cao de productos |ara a expoaicin pro*in
cial.
Oj cst-idarites do 6" anno da fecuidade
da medieina elugeram oradorjp'ra a testa do
doutorauiento no fim do corrente anno ao
collega Joao Carlos Balthaear da Silveira.
Perdeu-se totalmente ao norte da villa
de Camareiras o vapor Jfuitinf da companhia de Belmonte etc. Sarv-
ram-se a tripoUcio e os passagtairos a moilo
cusio.
Falleceram : o major Alexandrino An-
tonio de Argollo, proprieUrin na villa de S.
Francisco ; eo capitao Luiz Antonio Garces,
proprietario em Santa Anne do Cato.
0 presidente da provincia visitant
Alagoinhas e Valenra.
Foi eleito direc.or da rompenhia do
Queimado, o commendador Paule Pereira
Monteiro.
A alfandega rendeu de 1 a 26 do cor-
rente 478:6209945.
SKRGUt.
Cm individuo de nome Join Martins
de Santa Anna assassinou, no districto do
soccorro, a sua propiia mai.
Za1Sa3^*^ cora Entra: "^AV iQ,*U!'ia ** *r ."na i Sdvastre io* Antoaio 4.i Otah., Ponies, aem *
RlSl CorrientM I 'aqta Pe, ernloMc 3 provincia' tenente do 3:* batalhao ]3 arU^.^ria a po Laurui-' aementiqo Pereira dos Passos qavalcaute, Idem,
" : Rr>n* \-^^r, i a nrecario
em que o nosso commercio* *** .*b 4-
zena anterior aggravou-se de modo sensivel
nas duas semanas ultimas. As falloncias de
cssas importantes na quinzena anterior, e
de outras, que tiveram lugar nesta, foram
como um signal de alarma lancado no
seio do commercio. Julgamos, entretanto,
que em pouco tempo tudo voftara ao seu
antigo estado de prosperidade. Os descon-
tos Beam a 12 OiO ao anno.
0 mercado de cambio ronscrvou-sc
frouxo, sobre Londrcs a 18 3|i a 49 d. ;
sobre Franca a fr. 5.17 e fr. 3.18.
0 movimento dos generos que interes-
sam ao Brasil foi o seguinte :
Aguardentc As nnicas 20 pipas que
linhamos em deposito foram vetididas a 620-
As;ucar.Do Rio de Janeiro recebe-
mos por.Iriadns e Kepler 232 saccas de
genero muito inferior, qae foram vendidos
a 40 9 por arrroba, despachado.
Ha falta de pedidos para os rios, 0 que
tem paralysado o marcado.
Montevideo, 17.Os trabalhos das
xarqueadas tomaram algum incremonto,
apezar de ainda se sentirem os effeitos di
paralysacao que tem tido o nosso mercado.
Coma se nao bastassem as causas que mo-
tivaram a crise que atravessamos, e tambem
a escassez de numerario disponivel da nos-
sa pretensa circulacao, em consequencia da
inversao ds capitaes em titulos do esiado, o
governo argentino acaba de impedir, por
um acto injustificavel, que se abram nossas
relates commerctaes com as cidades dj Pa-
rana e Uruguay.
0 mercado monetario esta em posigio
pouco lisongeira. 0 cambio sobre Loo*
dres fecha de 51 lr2 e 51 5i8 e sobre
Franci de 5.43 a 5.46 e os descontos os-
cillaram de 15 a 18 OjO ao anno.
Sobre os gsneras qu^ interessam a
prac.3 do Rio, apenas temos a noticiar o
seguinte :
Aguardente.Os possuidores da do
boa qualidade wnseguiram vende-la a 859,
despaclnda; mais tarde, porem, o morcado
mostrou-se menos Brine, sen Jo effectuada
uma venda a 829.
Assucar.Os primeiros lotes vendidos
para o Rosario de Santa F6 obtiveram 17,
1G, 14 e 12, postos alii. E' de suppor que
o assucar que trouxe o Neva obtenh* o
me mo preco.
Rio-Grande do Sul: 18.0 nosso
raer;aJo de cambio mostrou-se, na quinze-
na fiuda, muito activo e firme. Osbancos
enoetaram transaccdes sobre I.ondres no
dia 11 do corrente a 26 1'4 d. e o papel
da pra?a foi entio negociado a 26 3[8 e
2(i 1[2 d. A 21 levaram os baucos a ta-
xa do seu papel p^ra. 26 li2, sendo o par-
ticular pa3sado a 26 3i* d., taxas a que o
mercado fecha flrme e com tendencia p ra
maior alta. Os soberanos foram vendidos
a 99350 e 95J400 a dinheiro, e as oncas a
309700 e 3O$890 a dinheiro.
As da praca da cdrte eram :
0 mercado de cambio nao apresentoo
alteraceo alguma. Effectuaram-se trans&r-
cfiQi regulares sobre Londres a 26^d. pa-
pel baucario, %& 1/8, 2& 3,16 e 26 \ :\ d,
particular e importantes sobre Paris a S65
e 3,66. rs. por franco, papel banoarifi, 364
rs.{ pirticular.
\oticia da Eartpa.
Procedenle de Liverpool por lisboa cbegou lion-
Do* iornaes e cartas colhemoso quesegd?
FRANCA.
Continua na ordem do dia a questao da uniao
dos centres para a censohdario do septenado :
julga se que desta uniio resnltaria uma reconsti-
luicao do i.Mbineie. que se itindo-se forteoientA
apoiado, obteria facilmente do paiz uraa represeo-
lacao disposla a recoahece-Io e a sustenta-Io.
Os jornaes do governo ronvidavam todas as
fraceoes conservadoras a uniao mais intima e da-
vara treguas aos seus sarcarraos contra os repa-
blicanos eonservadores.
Se um so grupo conservador se desliga de
nof, dizia o Fmncais. estamos vencidts
EfTectivamente assim poderia aeontecer.porquan
to desde que o Sr. Thiers foi derribado. porqne a
sua politica favore:ia as eleicdes republicanas, e
forcoso reconhecer que esti politica obtera todos
os dhs justillcacoes bem frisanles, ao passo qae os
vencedores de zi de maio, se veem cada v*i mais
incapazes de reagir ci>ntra as vontades do paiz.
As mndancas do maires, e os rigores contra a
imprensa de nada tem servido.
0 ci rpo eleitoral lonjie de ceder, exaspera-se e
responde enviando deputados como Ledru Itollln
a assemblea da Versailles.
0 Sr. Christophle, anligo presidente do ren-
tro esquerdo dingio ao governo uma interpellacao.
concebida nestes termos :
a A assemblea deseja saber a maneira como o
ministerio tem exercido os seus pedercs em pre-
>enca dos ataques e das ameacas de que a assem-
blea tem sido recentemente objecto.
Os jornaes franceies nao gozam todos, como f
notorio, da mesma attitude para apreciar os aeUw
da assemblea e do governo.
A antoridade branda com os orgios bonaparua-
tas. os orleanistas, e ainda com os legitimistas, nio
deixa deexercer todos os rigores contra a impren-
sa republicans, se esta se desvia, nm apiee, tm
senda tracada pelas eonveniencias.
Quanto ao artigo do Figaro o Sr. Bate, o iras-
civel queslor da assemblea, julgou dever charaar
a atlamo dos seus collegas para at ameacas do
jornal iraperialista ; mas a maioria da camara
mostrou-se bastante hesitante e dividida, e enten-
den-se afinal que era melhor fazer a vista grossa
porque em fim os bonaparlistas sio um elements
respeilavel da maioria.
Tal foi o motivo porque o Sr. Christophle inler-
pellou o governo para ser ini'ormado das razoe*
que ha para serem differenlemenle tratados oi di(
terentes organs da opiniao que alacam a assem-
blea.
Na sessao de 6 do corrente o Sr. de Broglie en-
carregou-se de responder a interpellafao do Sr.
Christophle, e disse que, raras vezes acontecia a
um ministerio fater se-lhe unu interpellacao, qua
longe de incomraodar, lhe causava s^rprosa agra-
davel; que ficara sorprendido. e vira cora satis
facai, em certos bancos da assemblea nma -os-
cepiibilidade inquieU a respeito dos direilos Aa
maioria ; que sempre havia defendido esses di-
reitos ; e que slo aquelles que agora o accusivam
que ha poucos meies lhe negavam os meios na-
cessarios para essa defeia ; que se nio procedera
contra o Figaro fora por ter o director deste jr-
nal declarado que desapprovava o s/tigo incriai-
nado, e que afastara por algun- tempos da reJac-
ijan o autor desse artigo ; e que elle mimstro to-
ria procedid.) de um modo identieo cora o Dir
neuvieme tiecle, se esie hiuveraleito amende ho-
norable com o redactor do Figaro.
A maioria adoptou a ordem do dia pura e sim-
ples, como era de esperar, cootentando-se com
explicacdes da maioria.
Dix a Assemblea National? qne muito* *******
dos se propoem levantar questao sobre a valtoad*
da eleirao de Ledru Rollin. ,
Para funlamenfir esta propostt reeerdam qa
Ledru Rollin e Vazzini, haviam sido e^ma*'
por contumacia como cnmnlicas no aenta*J W-
S"Saa bouve deSo ant4o amaUtia J***** W*
est*. condemnacao, o enienJem qne por MOidn-
tao d? Ledru Rollin nio e valid*. _..
_ A aueroWea nactonal rejellon o aogaanta
do imr.oslo >obrc o assncr.
;^lebrou-se no dia 16 cm Chislehurst, laila-
terra, a maioridide do priaci'pe imperial Lnta
p'olelo : asslstiram 4 caromonia sei< md 'ra"g ".
0 principe, raspondendo a mensagem J **!**
de Padua, agraueceu aos seus amigos a "~ ltr-
que conservavara a (Bemorta do 't,nptfmidft 4ga*'



i
f
i
+CT

tM m i\)hu ,ia \& Mm.
de Pernambuco Segunda feira SO de Mar flcoa i pePMu umS.ui^i tit
Mahon, que tera a certeza de
deposito mabiiltf *' ahrigo dis
lidos. CofHOTr dizendo, qu
julgava nMMM urn prebieito
cer am g Wfe-Hg y*.BMmmeM> cartttns fftwuals irmm de Mm***
e dicisao |j|M|f~ "
0 SrvLenru Rollm ja tomou lugar com6
deputado a assembiea naeional.
unniKr.ii\.
Abrio-se no dia
Bistros que perd
dos cm onseq
funeeoes minis!
discursa da cor
rent assenlo.
As .cinco on
to sito todas
.verificacao^fe
+ 0 MoJmVo
do prineipc de Bi
.eula'ingBTa. Os mi-
lujares de dencta-
,verem aedttad) as
ados aasetoU's. 0
antes deltas tama-
<">4s iin parlaraen-
asl fornialidades da
indo
t que a
discVgp
a maion
que elle ohieve no reich?tag,~ mostra que existe
am -entimento desfavoravel contra a politica se-
guida na Alsacia Lorena e provavelmente contra
a annexacao.
Nota grande Talta 'de tacto no discurso, visto
que i nsulta e irrita injuslamonte a Franca, e con-
clue :
Se ao futuro surgirera eoraplicacoos que pos
sam trazer cOnisrgo incalculaveis desastres para
a Allemanha, para a Franca e jura o inundo ci
vilisado, a culpa e do Sr. de Bfsmafk.
ALLKMt.NIIA.
Um telegramma de llerlim diz qnc se acha gra-
/emente-doeole o prmcjpe de Rismark.
A[.ir deste homciii do estado ser o homem
mais dileshidu tit' tado omundo, cvupoelle proprio
-mrr
perflera tm ae<;:
avrriftuado, que can todas, estas
grande exagoracao.
0 Diartn de BaroelSna, que Tora maadado sus
pender por Izquierdo (cansa da exoneracao dest-
general do commando dfeXataJuyia* res
receu. I .
Corria no dia 15 rm Madrid qua aos car
do norteWtaa:n vraarev* QU aignrjs baLv
tiverani Se abandnpar (S cerc-i de Bilbati
irem-a proeara dafliuoetfles defaocca, e qi
Carlos vcMiia a Rtaajba para rvitar as,cons
cias da derrota. O mais certo e que n
que liar nestes beatos que tao desencontrado* e
contraditorios saorealiinpl.
i No tlieatro da gucfto tinhe feito alfon:
rpconhecimentos, adquirinao-se novamonto a cor
toza das boas pos^oiJarUJicAda^iue uecupa
os carliJtas na linha <1 sti dlfl|)lu^uPer'
coas so poJrm avl| t Segundo noticias recebidas do Campo do Pre;
tcudente pelo Impartial' J&e Madrid)" os carlistas,
na nrevisao de que tenbam necessidade de passar
para a margem direita do Nervion, reuniram al-
guns raeios para esse effeito, jratendo an dislp
de augmentar as forces de Algofta e Blencta, e as
que *ao destinadas a dafepderj seado precwo o ca
minho do Lej-na a Aspe e Erandio
Perula^.a a organisacao da sua cavallaria, fora, nan oBstan-
ic, demtniflo, em coa&Eqncncia de Tiaia:qafi5taa
com um conego andaluz.
D. Carlds nomrfra Cfirntmhdsrrta gjral tic As-
SRretario da crurta do segni
rXPEORNCR.
cii de Salvador Uarballto
da theserria provinc
venrimeaU-s. A' comi
BtiHicias MhaiiatltirntaQ *A
vi.. iiift"'^WlnKtT."''i'-"'' de deliberacao
prtmir os segninte* projectos
A assemble* legislativa provincial dePeroam-
nfio, e os maitos que teridesoffrer pelal
encia delle, serao por uuHMMfti^SosAa ~:
natureza que tambafim^eslabejtay a,
t:il exemplo.
Toi.kntixo di: CAiiVjLiti')'*" Em" virfudo'
cm da presidency, ja yy>c"gi a uin niii-j
por havor falsilicado uMarfBo recolbimeulos.
e generos da provincia da Parahyba.
0 Sn. Nascimento Porteli.a : Como ia dizen
dqWrnoaflfMi, njBodfl
lapbfco.fliaaio mats oao hi-
ande-
coiifessou em pleno parlamenio^a suaperda seri^ lurias e'Gaffiza a D. 'Ranoel Herjreliza, "ap*" di
pooca fttrtiftia que'tete -este chofe qoando foi;no-
meado com igual autondade para a Mancba etx-'
rrcparaver para a Allemanha.
A *rmimlss5o militar do parlamento allemao
rn"gue com actMidadti na dtsoussao da leiorga-
nica'do cxercilo, ^ue ooostiwe a principal preoc-
capacii do muudo politico e parlamenlar de
'flerlim, depots da resolujao d) projeclo de lei
vMhi o ca*amHo civil. To lo o ;-1rrterese da
dMow^ai cdncealra-se na disposicao Telativa a
litacai deliuili-va-doK-ffectivo^le paa. Esta diepo-
sica't tern sus:it.ul.i c mica ai todas a* fraccoes
liiicrr.es, i|ue ti'to qnerum sacflficar os dire;los do
pirlamenio em assumptoa .T.ilitarcs.
(TriM sao a*, opiniies pridcijtacs que se debatem
ne*la ipte.-tai: c* priiir^isisUa, e uma -parte dos
niiiniiae* lineraes pedem que a eifra do elTectivo
eia lixada cada anno por occasiao da vota;ao do
rr!nento ; o3 conservadon-s, e outra fracQao dos
nacionaes liberaea. -estto tie a;corao com o gover-
,a em-t|ne **jja fixadojdirinilivainento o elTectivo ;
finautienio um terceiro grupo de liberies, quo e o
njnis mitneraso, quer quo se inscreVa na lei drfl
niliv* e irrevog;tTrtmeWe am effertivo normal,
semqu! tndavia esta eJlra'deva ser attingidu obri-
.^Jt-iruun-llte.
EsUi eiTe-iivo podera ~.r mats oi nienos dimi-
roltlo. s!>|uu&o as cScumstancias, por meio de
*wmrH tempoVSrias ?u perpetua*. de sortc quo a
ptr de elTecUTO normal, haveria um elTectivo mi-
cmo, e que dentr.t dos limites compfehendidos
ejre esta* Juas cifras c ipie o -uarlaiiMilo exer-i
ritria anniialmenle as suas prert)gtivas onvi-
^eflttres.
. A comMisisJo tirflit r preionie r.'dnzir o
irf|pt':"g*"'"* iieiitlv) pel > g wretNi, saguo i> tndisam
os ultimas telegrammas
D'pois de um discurso .lo Sr. vVintser, um
ds ifntores da prop:s'.a Bos flVput.id is da Alsacia
Lorena. e da nnlra do prindrte d? Bismatk, foi
ella rejeitala par uma maiorta de 38 v.ttos.
itai.iv.
O carJeal Antonelli dirigio unu citm'.ar diplo-
matic i contra o depaeho de Vnconti -Veno-ta,
itlnlii de Janeiro nlti.no, protestando contra a
ilea da iwsibdiladfc de aclwr um modus virenli,
en: a litlia e a curia romana sob a basj do
stalu quo.
Os [ornaos pnbli:am a nliima en*yclica do
pa.a proiestando contra as lei.-* religio.as pr'pos-
4as'n.i p.trfcimeiit auslriaco, e nnlra o rompi
ine.it > da concordata, e ordenando a is bispos ipio
lrt(jam os direiUs da igreja.
0- iii-tms anstriacos ja se lee:)! retiiiiJ:, para
eonbinarein o seu procedimento.
Dtzcm ile Vienna que so as propostas se tor-
aaro:a i x'.iv.imen'.o leis Jo estado, o govern i
ti dispi-ti a fazel as respeilar a lolo o custo.
AtSTl'.IA-llfNOniA.
Os pr. jeetoe de lei polittco-religiosos Toram
adirii'id-is a discus;ao, na camara dos d?putados
pjr 2-'i votos contra 71, dizendo se em geral que
o giv.Tii) nao fara della questae de coolitnca
Ten it) sido aprcsentada na camara hungara
(UOa nt'cio de desconfianca ao ministro da fazen-
nv
f!
de Bom Jardirp. -
contrario.
t Sala das
vinclal de Pe'
Revpjadas as .disposjcjSei em Disse jini dos nobrea deputados,xuio aparte
_^.^^^_^_ c*6e apreciar, que quando se tratou da questao
^zTOnDtrfoviT^nb draTCO de"1
Sr. VaxclncDto F
S3t& wifi>i?mmifi&*!t oova "ry.i'iisicao.
r- Jfwa camara reeebeu se uma carta enviada
por 'VI -leputados da Bohemia renovando a sua
auiiga '.V.jl.irirao de nao podercm comparecer no
Rn'ciisir.tli.
O pre-iJente nSo admittio a disenssao uma pro-
posla pciiiudo que a carta seja entniguo a uma
Coramissao especial, porque ja proposta analoga
f(5ra em iguaes Circumstancias rejeitada.
A camara decidio nao ser justiflcada a dectsio
dos dcptitailn boheinios e nao tomoti eonhecimen-
ta da carta protesto.
Honveram em Pestlt grandes tumullos sem
tmportancia alguina politica c quo foram facilmen-
te apasigtudoj pcla forca publicn.
V ti di-putad) d> par'tido Deak, descrevc deste
mod) a sitaacSo politica da llungria :
Nao ha programma nem candidate para a
pre.-idi-ncia do niitiistciio.
O bara.i Senyoy, erfefe da rJjreitn, recusa este
posto. Lonyav, "que nao tern mais de 30 on M)
vot is, e impo-sivel; Ghyczy nao ennta no centre
que acaba de fundar mais de 20 memliros, e deste
tnodo e tambem impossivel ; Tina, chefe i*a es-
qaerda, nao reconhece a constituicao em toda a
sua plenitude, e e esta uma coKdicao five qua non
para subir ao poder; itrtnlmente o barao Esenge-
ry uao qucr por nenlium pre^o succedr a Mr.
Szlavy.
O imperador Francisco Jose deve encontrar sc
nas dilll.'uldales no meio proprio para resolver a
crise politica di Hungria.
DINAMArtr-\.
As noticias politicas da Umamarca continuam a
m ^nsirar a impossibilidade de se restabe'ecer a
t^oncordia entre o ministerio dmamarqixez e a
maioria do Folkelhing. A hostihdade que havia
cntre os dous poderes revela-se cada dia por no
vos factos. A camara reietta systematicarriente as
propostas do governo, ainda as qne sio de uma
urgencia incontestavel, e de proposito, as que de
autemao sabe que nio serao apresentadas a sane
5^0 da coroa. Fui o que sujcedeu nestes ultimo*
dtas, com am projecto para a rednccao do porte
das eartas. Debalde o n;inistro respectivo force-
|oa pordemonstrar que umatal reduced imnorta-
ria uma perda annual de mais de 200 mil thalers
nas receitas do thesourj ; a proposta nera por isso
deixou de ser adoptada
A camara alta, pel contrario idfntificou se com
o ganinete a ponto de n pastas qua sobem do FJkemitig; rejeiia as sera
discussao I
' impossivel que nestes termos o conflicto se
-prolongne mderinidameute, e por isso espera-se
para breve urea nova dissolocjo da camara.
KESPA.NHA.
Aeerca deste paiz escrcve nosso correspou-
dtnM de Lisboa :
Um leiegrauviia de Hi a mi recebido diz que a
Gueela dessa inanhi annunc.iava que a guerrtlha,
da Agreda, a qual havia passado o Ebro em S.
Adrip, fora derrotada em.S. Ffclix na provincia de
Burgos, perdeudo mortos, feridos e 25 prisiouei-
xus, 80 egpingardas Remacgton e mujtas d'uutros
S)>temas.
No mesmo nuraero da folha orBcial do gover-
no heitpanliol fui publicado um decreto nomeando
Serrano tiedoya capitao general da Calalunha, em
substttuicao de Izquierdo
Outro telegramma do mesiao dia, mas das II
da manna, deelara que nao ha em Madrid noticias
importintesdo norie. Estava proximo a proinul-
gar so o decreto para o est ibeJecimento 4 bauco
aacional.
'i Serrano ia memor.
Nada se sabi nesta capital acerca do piano
qua o duqae de la Torre tenciauava seguir nas
epera < Dizia-se que D. Corps estava em Portugalete
com Dorregaray, que fitl Olio quern commandou no
eoutbate uo dia23 de feveieiro.
. Alflroi.-se tambem quo o prelendente dera
ordem para que t^das as forcas das Vascpo^adas
e Navarra e as de outran privincias mais pruXi-J
aas se coueentrassem uas immedi.ic5es de Bilbao,
pacaoffjrecer a maxima resistencia as tropas II-
-ateraes.
E" grande a imp3cienr.ia e anriedade pelo re-
itnta*) da batalha decisiva que vai dar-se......
tremadura.
A' falta de mars importantes otieia3, -cftcttiam
}a a amTdjtas.
a Uftimimente, nma seVmora que Hnha o mart-
do a exptrar dentro de Bilbau Tut aoqerartel gene-
ral dos carHstas soHcitac, corr as fclinas nos
olhos, licenca psra entrar na'ctflade. "0 general com
quern eJJa:faflou; nSo oftstante a senhoxa ser sua
parenta, recosou a liccnca peflida, e nao se con-
tetMando com hto, anfacon a lacrtm^sa e?posa de
manda-ia Tuzilarse por acaso mtentassa atraves-
sar a Hnha do bloquejo.
ca, a ammosa senhora veBtiose de aWefl, e com
um cantaro de leile a cabe^a, atravessouas linhas,
e entrou em Bilban aintra a tempo de fechar os
olhos ao esposomoribundo.
i Continuavam a chegar Tfopas a Santona e,
Castro Urdiales. 0 espirrto d: s tropas HtJeraOs era
excel lenle.
rOHTCiiAL.
Nosso cojrespondente de Li.-Ma escreve o se-
gninte :
Proce-leu-se, no commissaralo de policia, a
pbsquizas alim de se descobrir a veracidade dos
hoatos quo tetn rorrido sobre a morte do conde de
Oeiras, lilho primogertito do actual marquez de
Pomb;.l. Par onlem da proenradoria regia TtTrara
cmvidadis os Drs. Cunrta'Viarma.-Barbosa o'titay
F|gUi-ira, prufetsores da escola metli-.;o-cirurgica,
deLislioa, para fazer autopsia no cadaver do con
de d'Oeiras. Sera difflcil agora, porque o cnterra-
mento ja tevc lugar ha dia?.
t 0 I'mado era easa'do com a filha dos (Andes
Je Bertiartdos.
Diz se que fora atneado por uns indlvidno? qoe
o sovaram com pauladas, tta estrada do D'afnnijo.
a Ni cam-rVa electiva tern contrrraailo a discus
sao do projecto 4e \vi sobre a distri ui;ao da con-
tribuicao predial.
Foi apreseutalo ants lion tern um projecto de
lei c-.ineerrmte a reorganisa.ad do supremo tribu
nal administrativo (que substituio oantigo ennse-
llto de estado).
0 ihesotiro portuguez ji com-'jou novmnente
a reerber dinheiro citmo divida flu-tnante, dttem
as fullias da opposif-rio, tipezar Jos desmentidos jjjs
ort'aos miiiistcriaos.
a commissao de legtslacao da tamara dos de
putados f .i de parocer que se nao devia Jar Keen-
ca para cotttinuar o processo tjue na comarca de
Torres' Vedras foi instaurado contra o dep.ttado
Barms e Cruiha.
o A commrssao vttou unrntmemente este pa-
reecr.
Como o governo esti disposlo a nao
prorogar a sessao legislativa alem Je 31 do
corientc mari,o ( quo e o prazo constituciy-
ml) tti h vcr ses'Oes nocturnes na catna
ra tie tiva para^dian'ar os irabalhos par-
^'^*.'":^?i_ _i _. u ...fz passado, na
sua casa da Vista Alegre, na iltia da Madei-
ra, o conselbeiro BertarJo Rib::iro de Car-
valbo, capit^lista opulento e cavallieiro tnui-
to illustrado. Era um dos fundadores do
Banco do Brasil de cujos estatutos foi rela-
tor. Servio por muitos annas o lugar do
chancellor doionsulado de Portugal no Rio
Portclla: Sr.
protuitatu, jHtnjfa*W*i|>slM> nm rafKn-
mento que vou submetter a considera^io da as-
*uiilt. Ue^tatelte'aa>hittbjtde.
portmcia.
~JL~Exc. Jitte i|Ue^.
se os productos yiudos das. PJMUMia.|,tliiDituphcsJ
em quacsquor arma;ens, aJMqZgadps ou, nao,"
exita capital.
Em ISliO a lei b- 703 ie 3 de julho estabelecea
v,uc os produces vindos de ontr^ prd^'iocias.-yn
portad is nesta, so podessem serjCwsslbidosA arpia-
zpns e ir.tplcnes airantlegados.. Era nma tafyic-
?ao a litetdade de cominercio,.Ara^ uin^jrejf"0
causado aos produciores d^s pfoviucias qu*re-
tiiEttiam para esta. o& setis iproflaetos : nao Ibes
ileava livre o rectflhime.'itu, era resleiito. sa.nos
'armazens e traptctea aluntfegaiios.^odiaro fa-
ze lo.
0 Sn. Oliveiba .AtmRADB : Com proveiK" do
flsco.
0 .Sn. Nasche.\to Pjaaa-ELu : Varemus de-
jwis. M
Em r8C0, pnrem, a me-ma assetfibl^a', (pie. vo-
tou a Jci de 18t>0, recoobeceu quanta era cerotada
asshn a libe'rUade do cohiniprcio, com prejuizo dos
'prnductores dessas t(;oviflciaa, a'jjuem era preciso
deixar a fiberdade ae.que settipre guzaram antes
.daquella lei, e alii vvio.a'. lei li. 59i de 2") de ju-
flhf. no Jrtigo J: disjiondo o se/uinte ; (16).
'ATtige"l. Fica rtvogalaa disposn.ao Ho
1igo 6" da lei n. 703 de 5 do.jwliojle i8&6
TRevoga3a assim a dispositio daaei.^Ve 1866,
ficou livre o reciilliiuienln dos produci;,* impi>rla
dos de outiae pioviociasjuer eot artaaxens e Ira-
pieties alfaniegados,,qucr in arumeoa e trrpi-
chei qae nao'tives-em esti yualidadc. Foi, per
Unto, rest.'i'lfeleciija, a ijuu aqjipla liucrdade.
Kntretanto exisle noje piirforja-de um regula-
mento e do nm.contraw'faito'na provincia da Pa
ra:.\ba, um privikgio, um nwtwnulio,em virluJe
do qual so um inJividw ne-u capital lea o di-
reitij de receber em sru armazem todos os pro-
ar
ductos vinjos dessa provincia, >quer sejam desti-
nailos a-exportacaq, quer sej.
cwa-umo !...
sejam destiaados ao
ela camara dos de-
ei da despez-i, com
de Janeiro.
Ji foi approvado p
putados o projeclo de 1<
diversas altera^oes. 0 ministro Ja fazen Ja
( Sr. A. Serpa ) declarou que se os rendi-
mentos publicos continuarem a augmentar
na progressa'j que teem tido, em breve Hea-
rd extincto o deficit. Deus oic,a o minis-
rtp.
A' ultima bora accrescenta elle :
Foi approvado pela camara dos depu-
tados o projecto que ftxa em 30,000 ho-
mens a for^a do exercito, e come^u em
discussao o prnjpcto de lei que fixa em
10,000 o contigmto de recrutas no corren-
te anno.
D. I.e ndro Camar.is. emigrado militar
hespatihol, que cstivera em Carttiagena co-
mo d fensor da pr ^a, veio para Portugal
o optou pela residencia nailha da Madeira,
para onde vai
0 governa lor de Macau, communicou
ao governo 'te Pckio, e vice-rci de Cantao,
a suppressuo da etnigracio. Uecebeu-s-
do aiubas as paries, res;ostas Duito lison-
{eiras. O.govar ador provindenciou a res-
peito dos corrt-tores chinas, cuja presence
na cidade pnderd ser perigosa, pois que
an la o sen numero por 4 ou 5 mil indi
viduos, sem emprego. Ji foi reduzido o
qaadro da supefintendencia, vindo p^ra os
(ins do presente mez-a ser oomj letamtnte
cxtincta.
.%oliciii da America.
Por via do Lisboa recebe'Los o seguin*
te;
ESTADOS-UNIDOS.
Dizem os uhimos t&legrajnmas de
New-York que o senado recusa-a o cretfhb
pedido peo governo para a exp.tsiQao desti-
uado a colebrar o centonario aa indepou
li'iicia nacioaal.
Dizem t mbem que o ex presidente da
republica de/S. DomTn^os, IJaez, jaftJ-a
posto om"fiberdade; havia si-Jo preso em
iNova York, segando se d.z, parser accusa-
dii pela justija ;imericna do tcr tido ille-
gttmeBte preso em S.'Dohlingos um ci4a-
dao rlos^stados-fnidos.
tm
-HB-
m
'S^nam sabe) ? que talvez'se ostHja dando.
^Tftrnma filha do Bruxella*. ipie na memora-
Ytl.aee4o.da .ftnof qne tii ^i4t m a fjr-*as
ASSEMBLED PROVINCIAL
SESSAO ORUMHRIA fe 18 DE MAHr^}.
PRBR1DKHCIA DO SR. rKRRKtHA DK ftCVIAfl.
Ao inciodii, ferta a ittanMa. acham-se p-a-
sentes os Srs. : A^concio, Sou i*Hte, Maiioel dp
Rego, Antonio Paolioa, Halis eSilva, Amaral, Goo
calves Ferreira, Tdeptmo de Travs*o.to Arro4a, AmpjoOtRta, SH",tarde*t)rnm-
mond, Oinha Caalcante.*'innino de A'ovaen. tr-
rie-to -Vieira, Aftoiar, AJliveira Aiitkao**, Do-ningos
Pinti, Mario Cavalcaole, Soa/e*, IVretti, Tibu'Ci6
de Magrfriaes, J. Hello flego, NaSeftiiPfrto Portella',
G. Gourtim, Arruda, CiiBli4m,iwiw^(mnrti. At-
var- Ucnoa, P*oto +Vsso.i, Jo flartallui e Felip-
pe de Figueiroa, abre-se a sessJo.
E' lida e approrada a acta da sssao interior.
Pode ser que os inreresscs fiscaes da provincial
da Parahyba teuhamlevaJo a ad.ninislMcAo res-
pectiva a-pratica desse acto.....
O Sr. Gosoalvs Fbiihkira : Nem outros po-
diam ser os motivos.
0 Sn. Joao. B uut VLHD E 4iii em virtuJ* de
lei.
0 Sn. Nascikhnto To:tti:u.A : mas, .por
mais pf'i'-c lenics e juslilicatlos.que sejam os moti-
vos, parece me que a nos compete examinar as
coudicooi e elTeilos ecot.omicos que este farto pode
trazer, a offensa que efti !.u a utna lei provincial,
a uma lei aossa. (Apuiados)
0 Sn. Pgretxi ; Jluit t bem.
0 Sr. Nascimskto PonTELLA : Uma lei pro-
vincial da Parahyba do anno de 1870 restabcleceu
a agenda focal ne-ta capital o em virlude dessa
lei.baixou o rcculamento fiscal de 16>demarco do
mesmo anno. 3dtse'igulaatUo foi estabelecido
que os pruductosivindis"diqiiella provincia para
esta, ate serum oxportados, fossemaqui recolhidos
em aruiazens, nunca meuosde 6, Ucsiguadus pelo
agente fiscal com aporovacao do presideute desta
provincia. Mas nuuca Irnuve essa d*jignac3o,
nunca houvo acto"do presideute do Pertij^nibuco
approvando-a, confinuando, nortaoto, a.i&v{nao;
av-v-..' '-'.-':'* v libcrdade a-.......
Nao so nao foi sidicitada a pfesidencia de Per-
nambuco approva^io a designa^do, quo nunca
hou p, de armazens na forma do rogulamento ci
lado, como croio que, se -olicilacao tivesse havido,
nao aaveria quoin se prestasse a dar Ihe appro-
vacao, por.jue seria fazer uma violacao llagrante
de expressa di*posicao do uma lei da proviucia de
Peraamliuco.
Essa Jj !870 e a unica lei quo conhego da pro-
vincia da Parahyba rel;.liva as agendas fiseaes.
Por forca della f i dado o rugulatnento a que me
rtfin, e e.-te nesia parie nao teve execucao : con
tinuou. apez.ir delle, a ser o diposito dos produc
tos vindos da Parahyba feito indislinctamente en
quaiquer armazem ou trapinhe da provincia de
Pernambuco sem a menor hmilacao, sem a menor
restrici;ao.
0 Sa. Tolenti io dk Carvaiho : E ainda as-
sim havia defraudaclo das rendas provinciaes.
0 Sr. Nascimento Portella : Ora, Sr. presi-
dente, V. Exc. lembra se perfeilamente das gran-
des questoes que se suscitaram quando, em
1830, a presidencia da provincia de Alagoas con-
ferio a dous nego.Jantes desta capital o direito le
somente e/les receberera em um trapiclte, o tra
piclte Compnnhia, todo o assucar de produccao
daquella provincia exportado para esta.
As represontacoes bavidas en tao, quer por par-
te dos interessados immediata e directamente, quer
por parte do commereio, deram lugar a que o go
verno, ouvidas as respectivas sessoes do conselno
de estado e de accordo com os pareeeres entao
emittidos, declansse muito formalmente que o
acto d,i presidente da provincia das Alagoas era
exorbitant, excedia das raits das attribuicoes
provinciaes, porque eslas ostao limitadas pelas do
respectivo terntorio, alem das quaes nao pode o
acto presidential ou legislativa de um* provincia
esteuderse, ter effeito.
Ainda quandu bouresse uma lei da provincia da
Parahyba autorisando essc in MMpolio de someale
um individuo receber na capital de Pernambucj
todos os productos vindos daquella provincia e
destinados qucr a exportacao, quer ao consunm,
ese acto leginlalivo nao podia ser considerado com
lore i para ter efleiios ne-ta provincia.
A jurisdiccao da assembiea provincial limita se
ao terrilorio da regpectiva provincia ; a sua -lei
nao tern vigor, nao tern effeito* alem dos restrictos
limites da raeama provincia. Admittir qne uma
lei da provincia da Parahyba possa ter eueitos na
de Pernambuco, e ir contra os principios coosa-
gradott em expresaas dt-posicoes do acto addicio-
nal A assembiea pruvmcial, c*mo ja disae, le-
gisla para a propria provincia ; as *uas leis aa*
lem vigor, nao tout etTaitos fora della; foi *>sim
consiierada uma lei da asaemoiaa provincial da
Alagoas, essa. a que hi p.iuco nte referi.
OSa. J. Mello Rhoo:Maso eon*elho 4
estado uesla questao deu parecer em sontiuo oo
trario.
0 Sr. Gomcalvis-Fkkbwba : E o ministro da
fazeDda mandou por em execucSo o contraio feUo
pelo presidente da Parahyba.
O^outros.aparleaJ
O fen. Nascimcnto Pobikixa : Eu, mt orai
nao e censurti.
0 Sr. J. Mello Rego : Nao, esta apMoto.
doaquesuo. ii
0 Sa. Gvmbs. Pajwwtb : Has afc*ervaries do
nobre deputado importam em censqra.
0 Sa. J. Mello *eoo: Oia, a" nao as
acarto como eaDiaras.
OSa. PhSETTi; 8ao observaodea muito pro-
ce4entes.
0 Sh. Nwmmajra Piwoa : O noo*e deau
UH^-querconte*tarodirK)iqufltim esta assem-
biea de zelar as suas attribuicoes ?
G Sr. Gomes Rahenth : Nao-^eotesto.
0 Sa. NA-sciUKitro Poriklla : Se a>s*a a-
ncira e iBteriffu i|ualqner rofli*aimeaio, mad
qur observaoio, quaiquer. waeMerj&M, mnr.
com referenda ao bem aa provincia puta swm,
Uwda Oest* rasa, entte a posi*o d um deputed*
Mia e a am* <***!*, *mtis4tpk>rm*:l ( A*aa-
dos): ^
Ripilo, pa/aaato, iSr. frtitdente, que por ora
nao eatou caaaoxaado a pessoa alfuna : meU
fku e alder o* e*,qmrineBps infarrcasfiaa
qua vou pedir, am ordeoi a *i*tWar-e a apfa-
leutar a a?sealiWaprovincial aqmao (*uo caavaaaa
fater para awtar os piajuizos, que actn'almeote ja
sv!Tr ;1 nrivjucia d, PerDambnco pf-r eff-ito desse
0 Sr. Oliveba Axdrvue
flaSA#lAli(T*l Muito obrigado.
uando
Urlaaod
de Pern
tendo a pi de^B>antbuco
ssa em eoMrario, como- acabo
ittindo que'pa produc tos vin
cias sejam aqni livretiiente
idos em arnfczens de < Biuei
alfandatadi.s, quer aalalfl

Ainda-jquando a nosaa toeilacio p ovineial fosse
silenciosa a respeito, a lei que bouvesse na pro-
a da;Paraiiyba uao .podia prodazir clfettos, uau
dia aqui ser res|iaitada, quaoto mais havendo,
m 4a, 4ot on trario tai da nossa' assembMa.
me
do
ito dos-assucares das Alagoas, o conselho de
eslado'nao deu parecer contrario. Nao ; eu peco
permisfao para explicar o que liouve a este ras-
peito.
0 Sn. J. Mello Ri:oo : Nao dou parecer
contrario em relacao a questao das Alogias, mas
im- sim,ebreo depos:lo dos generos wmdoa da Pa-
rahyba.
*i&R. Na*owento Port ella:Ah 1 aisto-nao sei.
0 Sr. J. Mixlo Rego .: 0 conselho de ea-
lado disse que nao podia dar parecer, que a ques-
tao coinpeUa a assembiea provincial de Pernam-
buco ou a assemhloa geral.
0 Sr Nascimento Portklla : Peasei que o
nbbre deputado se referia ao deposito dos assu
cares das Alagoas. o que me for.caria.a mostrar
que os pareeeres sao os mais formaes, os mais
Clares e postovos", quer em excluir a compoten-
cia da asseifiblea e da admuutrarA) provincial
das Alagaas, i|Uer -em reconhecer offdosivo das
Iris e regimentos fiseaes, aquelle acto do prasi-
dente e da assembiea de Alagoas. Os pareeeres
nada deixain a dest;Jar sobre um e outro destes
pontos.
Ve-se, portanto, Sr. presidente, quo a opiniao
do governo imperial, decidindo uma questao mui-
to menoagiave do one esta, porque respeitava
apenas aos assueares expoxiados das Alagoas,*
nao como agora succrdc em relacao ao ado prc-
sidencialda Parahyba, pois, nao sao so os assu
cares, como o algodio, com > o couro, como, em-
rim, todos os seus productos, nao someale desti-
nados a exportacao, mas deslinados, quer a ex-
portacaL,.quer ao consumo aqui; ve-se, digo, que
a opiniao do governo imperial foi ntauife.-uda de
modo accorde com a doutriua que decorre do ac
to addicioual. VeVse ainda, pelo qne acabo dedi
zer, queesse acto da provincia da Parahyba fere
de fruute uma It i da de Parnambuco, e quo por
coiiseguinte, a nos cabo axaminar o que e que
tern luvilo : se o governo imperial coitsultou o
conselno de estado, como afflrma o nobre deputa-
do, qual a opiniao do cunsalho do estado e qual
a duuisao dada pelo mesmit govern <.
Eu sei, Sr presidenlOj^ue o-commereio da pro-
viucia de Pernambuco, dirigio uuia Mpra.-ejtacao
ao actual presidente da proviacia contra esse con-
tra to feito com o Sr Travassos ; se.i que o presi-
dente de Periiambuc > mandou ouvir as re.-pec
tivas rcparticoes fiseaes; nao conhevo, poretu, as
mfonHaloes ila.las.
0 Sr.; ToLWiimo de Carvalho : Gonsta qae
todas eilas foram contra.
0 Sa. -Nasoimkivto Portilla : **Naa as oantjeco.
Sci t.im.i^m que, a'mdi em dmembr i de 1873, o
Sr. ministro da fazenda com todo o fundameitio
indeferio a peticao de um commercianto desbi
prac.a am que requeria autorisacao. para so elle
rece'oer em uin.lrapiclio os assucares vin 1 is das
Alagoas. E Is to me faz crer qne o governo un-
perial, quoasiim deoiilio, nagaudo aaca privilagio
limitado o restricto aos assucares vmdoide Ala-
goas, nao tera (presumo quasi que puss.i allirma-
ln) autorijadoprivilegio.de uma ordem muito su-
perior
0 Sn. GoNQALves Fkimeiba : P isso aulrmar
ao nobre deputado que o ministro da fazenda man-
dou ate que sn puzesse em execucao o contrato.
0 Sn. Nascimento Portklla :Bern ; o nobre
deputado o d 2 e nao estou habilitado para con-
tentar; aceiloa ^ua deolaracao do quo o Sr. mi-
nistro da fazenda mandou uecutar 0 conlralo.
OSr. Gon'calves Ferreira : Sim, seahor, in
deferindo desse modo a reprcseutacao que os ne-
""Ci'ai(.0Vi3flBii^To"PoBTKLLA : -Bern. Sei, como
iizia. quo nao so a o presidente, como tambem ao
proprio governo imperial,.a associac-io commer-
cial e talvez duzentos commerciantes dirigiram a
Ida representaQrto contra esse contrato, contra
esse in .ii'ipi lio.
Oesejo, portanto, comorepresentante .la provin-
cia, que todas as informacoes que liaja a respeito
deste facto tao grave, tao important, venham ser
aqui exhibidas. Preciso aprecia-las, preciso sug
gerrr a assemelea, embora ella n.io acoite, 0 que
nao po-so do modo algum presumir, as ideas quo
me pareeercm convenienles, 0 meio pelo qual po-
demos e devemos fazer desapparoccr um mono-
polio inqualificavrl.
0 Sn. Vieira de Hello : Apoiado.
0 Sn. Nascimento Portelli : Disse ea ha
pouco que precisavamos apreciar 03 effritos eco-
nomicos de tal facto, e 6 sobre este ponto quo
agora ehamo a attencao da assembiea provincial,
porque depois, conforme as informacoes que vie
rem,eu terei de dar muito desenvolviinerilo as mi
nhas r liservai.o"s. Mas desde ja cbamo aal tencao
da assembiea para este facto
Li ha pouco em uma correspondence da Para-
hyba para 0 Jornal do Commereio da ciirte, como
facto ainda nao visto nessa provincia, ode ter af
fluido para sua capital, 0 algodao que d'antes vi-
nha para 0 mercado de Pernambuco : om uma
semana entraram setecentas saccas de algodao....
0 Sr. Maxoel do Rego :E' verdade.
OSr. Nascimento Portklla.... dizendo-se : -
1 sao os cITeitos do contrato. E assim applau
dia 0 correspondente parahybano este facto, quan
do em miiilia opiniao so linha que lament*-lo.
Se 0 producto -algodio, e os demais produc-
tos daquella provincia buscavam 0 mercado de
Pernambuco, era porque este mercado Ihes offe-
recia maiores vantagen-, ji pela ficilidade de veo-
da, Ja por ser um mercado mais amplo do que 0
da Parahyba, e onde por consequencia os produc?
toapoderao obter maior pre^o.
0 Sr Olivkira Andrade : Mas essa vantagem
nao desappareceu com as medidas fiseaes toma-
das pela presidencia da Parahyba.
0 Sr. J. Hioxo Rego :Existem outras ea#as
0 Sb. Nascimento Portllla : Ainda c cedo
para apreciar esta questao ; eu por ora nao a es
tou apreciando. 0 nobre deputado ha de concor-
dar comigo, tenhaplena convicao : deixe vir M
informacoes, deixe qua eu as aprecie. E-tou con
vencido de qne 0 nobre depuudo ba de concur
dar comigo em que nos uao podemos toleior em
Pernambuco am monopoiio de-ta natureza O.
nobre deputado ba de concordar, -estou plenamen
te cuuvencido disto : deixe vir as informacoes.
Mai, coma dizia, 0 e'leilo immediato j- s-e mo.
oopolio foi 0 seguinte : parte da produccao da
proviucia da Parahyba, que buscava 0 mercado
de Pernambuco, deixou da vir; a differenca para
menus ia 6 notevel. Desde jue o mercado e uto
nop.ilisado, desde que souiente um 4udividuo oode
recuiher es, productos, oio e 0 produc tor. nao e
0 commerciante da Parahyba que in de facilmente
su;eital->t-aipii a raerve de um so indiviuno. Nao
tar a liberiade de ascolha do deposito, importa
alugeniar esses prciluetos.
0 Sa. Olivkira Andrade : Que imp ru 0 re
coibimenta em 1, % 3, ou mais armazens ? 0
preco, sim.
ilia outros apartei. j
i. Sr. NAsfluiBHTo PoRfhtLv : Assim, sou
forcado a anteoipar tXHisidera^dec; que reservava
para a ooca-iio opporluna, para quan io se abrnse
um debate largo, em que podessemos apreciar a
queaaa em toda a altura de qu- ella e digua ;
mas >ou sati-fazer ao nobre deputado.
Dizer : recolhei todos os productos da pro-
vincia tal ao erraazem tal e ou nao nm limite,
uma re-trici;ao ao exercicio da liberJide de com-
mereio ? A empreta de deposito e ou nao nm
acio oercam I ? E desde que se du a m iadi-
viduo ou a uma cfcisse agrtcola ou eoramercjiil :
,p iiadeis recolher oavasins productos ao depo
liw lal a se- tern ou nao reRo UHakmiraciot
0>R. Oliveiha Andhaoe : Mas a lei lheal
uma lei d- axe.#p.;io.
0 Sa. Nascimmt PaflffiiiA : Mcstra-sa
nobre deputado tao wieommudado om as ober
tai'oas qua-face...
0 Sit. OurauiA AMli : Hit estou i*com>
ovwlado; aim pense assim *
0Sa. JJarja*iTo SoarLL\: ... qae amiti
me admira. Nao vejo .^uemaa orialias palavrw
baja mitivo para que um pemntmcano(:stincto,
como repuM 0 nobre dppu!ad-> ..
mode auaudo trato dos OB^ocjos da nossa.proin
cia! Nao posso deixar de lamar-me, de alcopu
fortna, tie sbrpreza 4o ver 0 nobre deputado como
que estraulmr a mmlia hnguagvui, -quando dao
podia esperar outra da minha parte.
Mas dizia eu, satisfazendo ao a parte do nobre
deputado : desde que e uma limitacao a Hber-
dade do compiercio, 0 nafcra depot.do sabafuaes
sao os olfeifoa de$sa hniitacio e d'ahi pode eom-
prehender-fem tpje de.-da^oe 0 dono dos pro-
puctos, seja 0 pr iprio productor, seja 0 negociaute,
que queira sujeital-os a nma revmda, esta <>bri
Sando a so-.deposital-os em um armazem carlo e
esignado, pode ease annaxem nao Hie inspirar
conlianca e flea atsim restricto 0 direito da sua
bberda.ie. 0 que proc.ira entas-elle ? Procura
um mercado em que haja libenl.ide ; e como na
Parahyba nao ha o niooopolio qua ha aqui, pro-
cura 0 mercado da Parahyba.
E nao vti 0 nobre deputado, nao ve a assembiea
que iste 6 prejudicar 0 mercado de Pernambuco ?
(Jne -f5to e fazer Sesapparecer do mercado desta
capital dous tBLcns na pro*"
Parahyba, que busca este
nos, pernambucauos, quando nos cumpre facilitar
por todos os meios a concurrencia dos productos
das provinfias limitrophes para este grande mer-
cado, podemos nos, digo, concorrer para que se-
jam expeitodas deste mercado os productos qoe 0
procuravam ?
F.is aqui porque entenJo aeoassario que nos
informemos do que ha, examinemos e apreciemos
todas as ropraseMaeoes.
0 Sr. Gomes Pahe.nte : Nao se provou ainda
que 0 contrato fosse prejudicial a Pernambuco.
0 Sit. Ma.noel do Rego : Oh quer mais
provas ?
0 Sn. Vieira de Mello : Gontestar isso, e
negar a luz dodia.
0 Sr. Nascimento Portella :Quando ha dias,
Sr. presidente, lendo0 relatorio do digno inspec-
tor da thesouraria provincial, eu vi que ello lem-
bra tun iinposto de expediente sobre a exporlacao
dos productos de outras provincias, procurei-o e
disse Ihe com a franqucza com que costumo fal-
iar : a Meu amigo, nao altendeu que nesta sua
lembranca na um grande nul para a provincia
de Pernambuco. Desde que as provincias limitro-
phes, que costumam reiueUer para aqui oa aeus
productos, constar quo a exportacao destes esta su-
jcita a um imposto de expediente, 0 effeito imme-
diato sera quo esses productos uao procurarao
com a mesma facilidade 0 nosso mercado, e con-
seqnentemeute dimmuiraoas espiculacoes do com-
mereio desta praca. >
0 Sr. Ouvebia Andrade : Para que lugar
hlo de ir esses productos ?
0 Sn. J. Mello Rego : E' preciso ver as cir-
cumstancias especiaes em que esta esse com-
mereio.
0 Sn. Nascimento Portellv :E fazendo refe-
renda a esse con ralo, eu Ihe disse : Para afu-
genlar do mercado de Pernarabuoo os productos
da provio.-iada Parabyba, basta ja esso.monopoiio
que alii esta i^este afugenta os, e 0 imposto de ex
pediente augmeuta 0 prelexto para que as outras
provincias, que nao teem aqui 0 mesmo monopo-
iio, .ambem vejam os seus goneros d'aqui atugeuta-
dos. Assim, havcra prejuizo uao id para Pernam-
buco, como para essas provincias. o qua uao .po-
demos consentir nem tolerar, em btm nosso e em
bem deltas.
0 Sr. Oi.iveira Andrade : Prejuizo nao Ibes
devemos dar euibaracaudo essas leis fiseaes.
OSr Nascimento Portella : As leis liscaes
de uma proviucia so teem execucao iwi mesma
provincia. (Apoiados.)
0 Sit. Oliveiha Andivade : E isso foi feito por
accordo.
_u Sa. Nascimento Ponfi lla : -Nao e sem ra-
zao (iue 0 acto addicional nao permitte accordos
de uma provincia com outra ; nem quando per-
miuisse.....
0 Sr. Oliveirx Andrade :Nao permitte trata-
dos de commereio.
0 Sr. Nascimento Poiuella : Nos eslamos
tratando de provincia a provincia, e nao de potcn-
cia a potencta, para quo possamos ler iraudos-----
OSa.Oi.iVEiR.vA.NDr.vDE :Nan.permitte, digo
eu ; esta e que e a disposicao do acto .addicional
O Sr. Nascimento Portklla : Se nao ,permitle,
nio autorisa.
0 Sr. Olivkira 'Andrade -E quern esla dizen-
do que autorisa ? Ora esta !
O Sr. Nascimento Porteli.a : 0 nobre depu-
tado, de novo digo, parecc*me ineommodar-se....
O Sr. Oliveiha andrade :Mas o nobre depu
ntiaodo a seuwam- ^-, (fja| Min as qu:n e(frra d.
mesmo rr->
do, *tt e lecinhtr'-ITBaii."
Ames, p ireat*, ao fafMV%>vo a chamaoa
nia-il indo se publicar no i*rwd da ca-a m nom -
dos deputuloa que so auaenUrain. c no dia *.
guiote tera logar a votacSo dos projectos encerr.*-
dos -S. R.-;. Hello Rego
Roqueiro 0 adiameiito da diaoussao por SV ho
ras.- Dr. ILwd do Rm$. .Uimio Costa.
lueiro o adtameate por It fcora-. G. Otu-h
mond.
tado esta inveneudo as mmhas palavras.
seja assim. ftao sci se, por estafoall aniios ri"
tirado desta assembiea, perdi os habitos da tribu-
11a ; pode ser (nao apoiados) ; mas, se aqui estou
n uma argumentacao muito leal e franca inver-
tendo as palavras do nobre deputado, peco-lhe
mil dosculpas, peijo que tenha como nao ouvidas
as palavras que proferi.
Como dizia, a provincia precisa attender ao seu
propno interesse, precisa tambem nao sacrilicar
os iuteresses das provincias limitrophes quo para
aqui costumam femeiier os seus productos, pre
cisa pd las a salvo das vistas interesseiras dos mo
uopolistas ; precisa pu-las livres dessa accao ma
levul.t daquelles que procuram attender ao seu
interesse ptssoal com prejuizo do interesse pu-
blico
Liraito-me a estas observacoes, Sr. presidente.
\ou pediras segumtes informacoes e adiUrei ao
meu requtrimeuto qtiaesquer outras que os no-
bres deputados julgarem conveniontes :as in-
informacoes das reparticSes publicas a respeito
das representacoes do commereio dingidasa pre-
sidencia da provincia : toda a eommunicacao lu-
vida (se permittido for) entre o presidente di pro-
vincia 0 0 governo imperial, e as deliberate;
deste com relacao ao objecto.
Crcio que assim terei cemprehendido ludo quan-
ta interessar-nos pode, para que depois abramos
um debate na altura da gravidade e importaucia
da materia.
Peco a assembiea desculpa___
0 Sn. Caspar Drlmmond : Failou muito bem.
O Sb. Nascimento Portella :... por haver
occtipado, posto que interrompidamente, a sua at
tencao coin um objecto que repute* muito grave,
e para 0 qual de novo pedirei quo lance as suas
benelicas vistas.
Vou mandar a mesa 0 meu requerimento, que
conto seri approvadc.
(Muito bem.)
E' lido, apoiado, entra em discussao e sem de-
bale e approvado 0 seguinte requerimento :
Requeiro que pela pre.-idencia da proviacia
se sdlicite >seguinte : |.% se esta em.execucao
u contrato celebrado pela presidencia da provincia
da Parahyba com Marcolino de Souza Tfav*ssaj
para somente e>to receber em seu armazem os
produ ;tes vindos daquella provincia e destinados
qmr aexportagao e quer ao commereio : 2., ce-
pia das representacoes que a S. Exc. foram diri:
gidaspelo commereio desta praca contra a execu-,
cao deste contrato e das informacoes presudas
pelas repariicoes publicas : 3.", se o governo im-
perial aulonsou dita exeou^ao, c no case affirma-
tive, copia do acto da autorisacao.Dr. 7?. Por-
tella.
ORDEM LO MA.
Conlinua a I.* discussao do projecto n. 126 da
1868, determinando que sejant submetlidas a ap-
pjovacao da assemhlea, para poderem tor ex-cut
l-ao, as propostas feitis ao presiienae ^Ja provincia
pelo director peral da tnsii uccao pub. ica, aa for-
ma da lei n, 36<> de 14 de main de (835.
Recoffhe'ceudo se nao haver numero para a vo
itaeio, 0 Sr. presidente designa a ordem do dia ae: J
guinte c lovanta a sessao.
ACT A DA REU.NiAO EM 19 DE MARCO.
PRESIDRSCIA DO SB. reaBEIRA DC AfrinVR. .
Ao meio dia, feita a caamada, e so se aeliaad)
prescates 03 Srs. depatados Firaioe de -filataas,-
Souza I,eiie, Gotukat, Dario- Cavalc.ante, Alvara
Ucada, Goacalves Ferreira. Peretli, Camboirn. Ar*
ruda, Gaspar de Drumond. Tateniino de Crnrn-
Iho, Felippe da Figueiroa, Aguiar, Tibur-o de Mai
garhaes, HMo Junior. Travasso de Arm ta. *ma-
ral e Joao aarbaiho, 0 Sr. presidente d*ctara;na*-
haver sessio per falta de numero.
BMEKDAS OrFERBCiDAS A INWCACAO QUE ALTERA a
REGIMENTO DA CASA.
Accrescente-se ao rinal do art. it. Sendo qua
so podera ser 0 1." substituido pelo sen aupptaaat
quando o 2.' estiver ausente. S. R --/. it Mrtlo
Htgo.-Cimcahes Ferrnm. -L'. CaoaJeaw*.
Supprimtt-so do art. Gt do rogimnata, astaa
palavpaa : se mandara imprimir para sat
di>irihuido pelos deputedos
0 art. 56, refuodido o ascres-imo da indie
"taoao, e 0 art. 2. ennUdo no paTecer, flqueasdm:
Se ate e meio dia nao conoorrereai MJa'Apaf
tados, que preoocham 0 nuiwaro, o ra*ideiite fle-
daraia : hoj n\o ax esa>.
discussao nii. *avenJc numaro de depu*a.i pra-
se atos que queira a palavra, e faltando noawt*
para se votar, fl'a < .'--e---;. en-errada, conti
REV1STA MARIA.
AseinbM prOTinetal. ^ Ante boukM
funccimou com 31 aaaliorea deputdo, oS a
presidencia doSr. Dr. Afuiar.
Approvada a acta da sessio antecetlente a "*r.
I.* secretario leu 0 seguinte expedieiite :
Om ollicio do secretario do governo da pr v a
cia, remetttndo 0 da camara municipal de T.c.
ratd, em que pondera a necessidade de fZ' r -* >
iuccacda-prowaaa -da--travesarnle-rrne-trata a^ld pnrinrial n. tut
mercado ? E podemos artjgOS do posluras da mesma camsra para ern
approvados. A' commissao de orcamento mui:
cipal e da posluras.
Om* prtftn w) coronel l.niz o> AtbtJja*T
Maranhao, podindo privilefio para constrnir ut-
estrada de ferro deTimhauba a Nazareth. A
commissio de ohras publicas.
Outra d^ Jacinlha Avelina da Cn.z, prr fe .
da novoacio de Verleote, pediodo m**a de
licenca com todos os vencimentos para Iratar !
sua satle. A' coramissan de ptltKiW.
Outra de Joao de Freitas Pinto e SiMaa, pedi
para ser admiltido no nymnasio como pen; a -v
da provincia, um sen lilho de nonte Candid1.
A" commissao de pett^des.
Ootro de Jesnina Alexandrina de Carvalh^P*
droso, professora de Ipojuea, padhada um anu 1 *
licenca com vencimentos. A' commissao -
peticao.
Outra do padre Vicente Maria Fi^rrer-* A
querque, capellan do ?emMerio d dindo que os seus vencimentos scjain igwalad---
aos do amanoense do me missi'i de ordenades.
S4o lidos e approvado* 3 parecere- Is iraaaw
sio dc peti^6>s : um declinan to oara a ia nt ...
mento municipal a peti;ao da Jia da SI****;*
H-irgesTavora, solieitador dos presn pr.Xme* e
os outros deferindo com projectos as petin> *
professor Auieliano Mamede Cora>iro, major Cr
los Mauno da Silva, e Jao Baptisu it H .
Haixa Lins, enjos proj>et* foram iroi-idwa-
objectos de deliberacao e mandado imprim;* -
bem assinirfum outro assifwidos pelo Sr. Vi* 1 >
do Mello, it qual eleva a eathegoria d etdwk a
villa de Palmares.
Passando a ordem do dia foram approaao*aj
1* discu-ao os projectos ns. 8 e 9 d^sl" and*". <.
fixando a for>;a p< licial, sendo^awpwado 4 I t
tersticio a requ*rim*nHi do Sr. M<*H" Rf' *
aquelle reslaurando a antiga nlla do Ki.
Ficaram adiados : am I" discoaw, a rmqBK*
mento do Sr. Dni'omond, 0 dt n. 10, taint. :n *W
anno, antorisnndo a roncewio de been a a r-r
fessora Franci em 2', a requprrovnto do >r. G o de n io de 1874. que revufta a art ? -49 >
n. 771 do II de julho de IH67, lenao sobre #*
orado os Srs. Drummond e Olympi >lar|ue
Foi rejeilado am I* di cnssAo, depots de orar >
os Srs, Manuel do Rego e Mello Rego. o de n. II
de 1870, mandanlo que os eu>prcg< provinciaes sejam vilalicios.
E senlo liualmi.nte subinettido a 3" dit^R-i-
0 de n. f.!l dc 1871, qae mauda patMMT i
guczia de Santo Antao terronos do engenno u:i
po Alegre, verificou-e b*o haver numero pae^
votar, pelo que a Sr. presidente U-vaulou *
sessao.
A ordem do dia para hoje e : cooiiimacao 4*
antecedeutc, 1" diaMMfta dos pra|HlM ?. It.
12, 13 e 14, e 2' dos de ns. V, e ', tmtm de*
anno,
OSr. iiipa ale Olinita. InJormand 1 -
hriyad-'iro i|uarteUmeatre ^eral de que a eaaa da
forialeza de aanta Ooi destiuada a receber 0 .-
po de Olinda, para cumphr a senieoea que O-aa
mulou a pena que Ihe fora imposta pelo suprem-
tribunal de justica, carecia de reparos qua p<#+r
oencia nao podiam ser dispeusados resolaeu--*-
que S. Exc. Rvma. fosse provisoriameiiie U*m->-
ndo para a forialeza de S. Jitao, a qua! rccolhv
se no dia 2t do corrente, sendo eondttiido em in
lancha a vapor do arena I de gnerra e acuaapit-
nhado pelo brigadeiro Antonio Joao Fernaadee '
m> "-'. m^uiu.ts uutt> ptssoas t
apreseotaram para bseqttiar an lo-p
Linha 4o *,<-<->. A compsohia a
vapores do Paciflco acaba de redozir de quatr
duzs as viagens Basaaaaa. Os pMMaa da comik-
nliia, em vez de largarero de Liverpool toda* a
quartas feir.ts, de Rordfios t'dos os sabbadv, e e%
Lisboa todas as terca*, partirao somente de IS en
15 dias. 0 vapor de II do corrente, de Liverp*--
e 0 Sorata, e 0 de 2i 0 Chtmborazo: vem intV
com escala por Pernambuco e IJahia. Tamb-n 1
cam nos portaa do norte da Hcspanha.
"a>vav-aarli*ia. Coasta-nos qoe brevan-"
sera publicada a nova tanfa das atfand<-gas. 1
muladas segundo 0 pensamenlo do decreto n. i,4
de 5 de novembro de 1873, e tendo -se em v-v-
muitas rias abservavues apresentadas p-lo cer-
commercial de noss* pra;a.
Foram tambem mo'liflcados os direiios soire m
principaes artigos de commereio do Rio Grande a
Sul de modo a extmguir o contraband.! que sa Us
escaudalosamtnle na Ironlcira daquella provitK *
com Montevideo.
A nova lanfa coinerara a vigorar, na form* d
costume, com 0 proximo fuluro exercicio, 1-1
em 1 de julho do corrente auno.
Cabo aubauariuu. Lemos no Jormv -
Commereio, da corte :
0 vapor Ambassador, portador de parte do aa
bo submarino que deve ligar e-ta cidade com a *>
Santos e Santa Caihariua e p.-iteuceuie k coaaaa-
nhia Telegrapbii Plalino-Orasileira, sahira do ao*-
so porto amanha e ira amarrar uma ponia do \
bo na praia di Capacab,ma ; depots segairi par*
Santos e Santa Catharina. Van acompauliado da
corveta a vapor Slearim.
t Deve cm breves dias chegar o vapor dm.
traendo a aeu bordo a 2' soc^ao d > calto %wt**
ligara em Santa Catkarina a I' seccao e ira aat
Hio-Grande e Chuy. Alii ligar se-Ua com o ea' .
da Montevidson BrasiUan Company que ja *--
laaaad 1 e c>ega ate a cidade de M mende-i. 1
Paaaanaento. Na uianha de 27 do oar-
renie succumbio, victima de anligos padi-cimeaiiK.
0 tae.hygrapho Carlos Ernesto de Mes.put* FaJc.
Natural de Portugal, para aqui wo ami
crianca. Tit muiios annos foi o tacJiygraaao-da
assembiea legislativa desta proviacia ; cjsado, aV.
xa U tilhos oa orpbandade.
Para a Earaaa. Com 26 tornados
porto, cooduzio o vapor Peiosi 742 passageinH
Kua tranaua.-0 aapor Serwt* treoae da
Europa para os portos do sul 684 passaMirws
Muaweita ae uaaasitiaala. S iea>
de sabbado ultimo correu por esla cidade aan
boat) que dava o seguinte : -que uo mdividai..
que havia fallecido em Pao d'Alno e alii fara a
pulu io, deelaraudo-so ter m4o o mesmn aictama
de uma casuakdade, i-lo e, que daudo uma
alra i ->ara oueilo com om puabal qne tratia
sifo, ao contrario linaa sido a>-asstnado ; poK a-
aclo de ser eiie enlerrado, um curioso nnlralaraa
do as roopas do cadaver, observara, qoe bsvia >-
ceuido o-iufeliz nao uma, mas diversas pnaSa-
Uias.
Gbegando ttto ao eonhedmeoto aV 8. Aec. o S
commendador presideale da provincia, fez rmaae
dialamenle segoir para aquella viha o Sr. Or. daV
fa de paiwia, aeompaabtdo de um medico, 0 S
Dr. Sauza, e do lenente coron-l commaadaaaa^an
cor|io de uotiria, aflm H invesiigarera snbre **-
lo, easo aejr veridieo o b >at 1.
doaaaale c 4n n regreo daquella ulri.taaV *
paduiasaber do resnltaHo de tal diliyrnol*, qo- -
anciosamente esfieradn.
Pnietatsaa. Percorreu h ntem atardeaV
versas rnas da cid.vlo a do Saaaor B- faaaa da*
Lhagas ; sea*', corm de eostumrt, exa-.su a a-
pe.-Ucao dos (leis, c-an ordem, isseio e mmulW ra
verenria.
Vapor tururipeS.be aa dia ? de_aafd
ao--porto .e Goyanna, e, qoando voHar, seralraa
4 para Mamagaai*>.
a3aura*pa3 euMaan. Infortmm ana aa v
*** Aa, ties e a pavoafi.* e> -Santo Amaru de eat**?***
ate os Afog^.lo -lu em pessuno esiada, aa-
feadu frave peri,, v ' aaaaama eaH' ^, taatos ti$ aa<
Kip, e aaslii's' CShamanats para Isso a I
d* aotartdale ^wMiwtawe.
Aitaar*l4ia a*are*l.Kte vapor, oat
nlua Pr-jresso .u<*tirm*, ebeg -u a Lt.-pua 1
Em qual |oa 1ft A'-nwrenie, ajraraiaate tin rNtrlo,
nascs do helve. Kstava a eoneertar, 1
q*ie;.od*sse satiir para 0 Bra-i" m
1? uu 10
t imfta i
^-a-a-aa--.--a>aMai^a-a..^aE.IB im^mmtm^mkmWmmkWr-^
I
>
I
i
I
I
-)
aaaafjaaa


&Mo^MP&nm(&^l>oi&'&i WHtiFMtfy m
v
\
.
Tl il/ftthrtilAimi1iifli,,*1l>f>i..... ohW,.*Mtolff-iMPSW AMNpteivipe, qpelMa
rias de 13, 17 e 18 do corflUte
^1..... h il
cL
o
W
dk decisao.
4MH- ( Vsrejio
commantfara canhonelra Araguaya ; o cagjtao
dlMMa Aaauim-Francisco Chagas, para om -
itu*ar ?eteonmes* ai<>< = e-B-irros; o capitao
da fraata4gtaoio AWioli de -Vasceacollos, para
caainanJar eorvea./"*; e o capilao de
lua, por nao ter h
glo, exigida pela leVj
sir maior de 6!) anuos d<
i Felizmente ja nao
reeulhidjj a urn tronco.
fat itnas vezes condemnado a'mortB
e Inaiica a prisao per-
de aa vota-
iam, e par
s de Ipojuca
edia ate bem
poucos dias. Gra.gas- aos esfofos. do juiz de diroi-
3908,
4401,
55l4,
3939,
4783,
563*,
U7,
3232-,
4238,
4936,
5633,
frgti Pnrtrtsoe Jose Coalho Netto, para exercer to dacotnarca, qno eatendeu -se com o delegado
iuteri.iamente o lugar de Inspector do arsenal de 'do terrao e o caefe da policia dajprovgaa, foi alu-
martoha de Peraarabuc*. gda. uma caw, com proporjSes .c a necessary
asram comledidos 0 aeces de licenca, para tra-
tar de sua sarnie on la liie courier, ao capitao de
fragata Franciseo Roman* Stepple da Silva, per-
cebendo metade do respective soldo.
Hinislcrtu la j>Uic. Por avisos de
19 do curreuto : foi in.ndado pagar aos jaiees
municipaes da provintia de,'.'ernambuco, -tlem do
respective ordeoado, as gratrfiagoes constantesda
tabela remeftids a presraenria ; e mandou se lo-
tar 09 omoluraentas dos lugares de juiz municipal
e dwptiaojt- dos-termoa de Gabrobo, Ingateira,
Oarrewy, Hkiiflfae, Bom JVdira, Bxii e.Pao d'Alho.
Hoa**1 e anancmtnato*. Segundo nos
consta de uma carl* cbegada aa sabbado, do in
terior, o alferes do eorpo de pol\4a, Joao Francis
co 4a Silva Castro, que ha dias d aqui sabira, com
urn, daitacamenlo, como delegado uomeado para
Iniaxeiro, ao chegar proximo da fazenda deno-
'niqaifcflueuos. Ayres.fai fergado a arraaohar, por1
r.a ).ter seguido o devido caminho o bagageiro,
paisano, que Hie servia tambea* de guia.
Aha noite, quando dorm*3m o alferes e uma
praca que o acompantiava, .visp> como, haviam
avancado duas leguas mais que o destacaraento, o
bafagKra, one nao passava de urn bandido, degol,-
lou-e-stWaoo, matoa a punhaladas q alferes, e t)-
man**- as reupas deste ahalon com a bagagem do
mesmn; ortdeiam de. 3 a contos de reis ; vend-
inratos adiantados do destacamf-nto.
!>e 3 a i leguas dedislaneia do lugar do.delicti
t'ui o crimiaoso preio. .
Eis o quo por-alto cbegou ao nosso contiecimen-
lo doss;' atleulado ; o que huuver da raais exacto
puUlioaniinos opportunameute, quando. chagarem
a> cominunicacocs offl:iaea a respetto.
HinJieiio. 0 vapor Cururipe trouxe para :
Lailhacar &. C. 3:00i)i000
SimeSo Faro da Meodonca SOJOO:)
uorrcu a aorta. No sabb do a larde.
quando a parda Maria da Couceitao era tirada
d'uma canoa para ser rccolliida ao hospital Pedro
II, falleccu, deolarando o Dr. Villas Boas ter ella
morrilo de padeeiment03 do figado.
Scfqann santa.-Comefaram hontem, naa
igrbjas de S. Pedro dos Clerigos e da Peuha, no.
Iteeife, e na cathedral, em Oliuda, os ados coin-
memorativos da paixao c raorle de Xosso Senhor
Je?us Cliristo.
Sobre esse asjumpto escreveu o distincto poeta
elitterato L. M. IVcegae ro a poesia, qu.s publica-
mosem nossa 8' pagina.e cnja leitura recommen
damos aos nossos assig.'antes.
\s>iiris da cdrte. Dte-a Reform* : que
vai ser nomea Jo chefe de policia da provincia do
Kio Jc Janeiro, o Dr. 5a Uenevides, delegado d3
corle ; e qa', vai ser removido o Dr. Peres de Mo-
reno, de |ire-i lent* das Al igoas par^ o G-ara.
Ko'.ifia maritinia. li6se no-Diario do
Rio de Janeiro : "
0 capilao da Nova Vencedorn, que entrou no
n-sso porto, fez-nis a seguinte communieac-ao :
i Si latt. S3" Ol'e long, ao 0 de Gr. 27"
58'00" vio iadicios de am iaci'iidio; aopareceu-lbe
grande quantidado do car vio, e peJa!^ >s do paos
queitnalos, uoi cnapeo de paiha e mditos papeis,
iiuomostravam ser de embrullar fazeudas ou for-
iar caixas, assim coiuo uma caixa meio. queiruada
i')m arjos de ferro nos cantos.
%ia ferrea do Cavaiaga. 0 Sr. Dr.
Paulo de Oiiveira, engenueiro lisiial de>ta linha fer-
rea, nos dirige o seguinto ;
Srs. rcda:tores. Sob a epigraphe Desastre,
dia Vines, en sua Revisit d2 hoje noticia de ha-
ver o lri:n di liuU de C.jxanga, que subia as 10
1/2 horas Ja n it; de djniingo ultimo, id) de en-
contro a uma carroca na earva dj Caminno Nov>,
niatanrto o boi e ebanJalhando a mesma cirroca,
e eseapando o carroceiro de ser victima nola sua
t-ranie ligeireza; e accressentam ter-so dalo o
facto por incuria do vigia que nap estiva no p jnto,
e do raachinisla nao haver apitapo.
A boa fe de Vines, foi illaqueada pela pe^soa
que. IWe"dea essas iiiforma:o3S, que sem dnvida
I cm ioteresse e.n occaltar a verJade. Dis infor-
inajfl^i que colbi na inmln seguinte ao aconteci-
meoto, indo raesmo ao lugar do desastre, verifi-
quei que sornmte a inpru lea-da do carroceiro ]iie
.-..uduzia o vehicalo se devetodi o occorrido ; por-
iiuaut), previni lo e inst.ulo pelo vigia, que estava
n !u post-), para qne nao atravessasse a linha,
tare a impradencia do faze-lo na occasiao mosmo
em qae so apriximou o ireai, que apitou, como de
costume, nao pidooloo machinista evitar todavia
o enoqae, de que resnltou serem o boi e a earro.a
apaahados por am dos la So*, qae'orando-se uma
das rodas da frente da earroc-a, receoeiido o refe-
rida animal um viMentt cheque na eabeea que Ihe
partio am dM shifres c o prostrou por terra.
i Rsstabeleeen lo a verdade do facto, paco a
Vmcs. rectiiicacio da sua noticia no sentido que
Qca exposto.
Santa tasa dc aiiwtrjicor.l:. Kii
vista de ordem da presideocia da proviacia, de 23
do cirrente, a juuta administrativa recebe propos-
tas para o foraecirae'iBo de carnes verdes aos di-
versoa estabejecimentos a seu cargo, no triraestre
de abril a junho, servinlo da base o pre?) de 360
rs. per kilogrammaj ama-ihi as tres boras da
larde.
Kes8 me?nio dia e hora recebe essa corpo-
racao propostas para o foraecimenti do 100 col-
cboes e 100 travessairos oara o asyio de inmdi-
eidade, sob a base de 35800.
Monte Pio Nanto tiuaro. Araanha, as
7 Jioras da noite, deve haver sesfao da assemblea
geral dos membros desta sociedade, para se tratar
de'negocis urgenle.-o.
tiovorno da l>i.i3>ado. Em 27 do cor-
rente foi expedida. pelo Hvm. conego ciiautre, go
veraador do bispado, am a circular aos Rvms. vi-
cariea da diocese, ordenando lhes que expliquem
a- suas ovelhas os ineonrenieatM e males que jo-
dem resullar para a religiao catholica aposlolica
romana das assijinaluras que prestarem a pelicao
qae so preten le dirigir aos poderes superiores da
nacio, soltcitando a separacao da igreja e do es-
tado.
~* Por provisoes de 18, 20 e 26 do corrente, f j
ram mandados cominuar: na coadjucloria da fre -
guezia de Qaipapa, o Rvm. lose Vicente Ferreira ;
in vigararia di de Gjita, o llvm. Manoel Ferreira
da Rooha ; na coadjucloria da mesma, o Rvm. Do-
nate Barroco, todos por um anao ; na regeucia da
de SS. 1'edro e Paulo dj Mamanguape, por tres
anios, o Rvm Frederic) Jo Almeida e Albuquer-
que ; na de Nossa Seohora da Cmceirao d''- Nova
I'ruz, no Rio Grande dn Xortei o Rvm. Thomaz
de Aquino Mauricto ; o nomeados : couegj hono-
rario da cathedral Ad Olinda, o Rvm. Jose Attunes
Brandao, vigario collado da freguezia de Santa
Aana de Alagoa Nova, na Parahyba; vigario en
' immendado da freguezia de S. Joao Baptista de
Portpr Alegre, no Rio Graude do Norte, o Rvm.
Joao Gandido de Souza e Silva, por um anno.
EspoMieao do uarUdo republica-
nii. Sob este titulo foi-nos offerecido um pam-
phlato contendo uma exposieao dos Srs. Drs. Aris-
tiJes da Silveira Lobo e P. A. Ferreira Vianua, so-
bre os motives da suspon-ao da pnblicacao da Re-
public^
Arsenal de maiinim. Hoje, as 2 bo-
ras e meia'da tarde, sera lancada ao mar, do esta-
leiro do arsenal de marinha, uma lancha a vapor
ahi eenstruida parao servigo da piaticagem da ba-
hia de S. Marcos, na provincia do Maranhao, sendo
em seguida collocada a macbina, que taiibem foi
feita nesse estabclecimenbi.
Lego em seguida a esses actos, proceder-se-ha a
expertencia de um martello a vapor, do peso de
roeia toneiada, e a coilocac-to no estaleiro da qui-
lha de uma embareagao para condaccao d'agua aos
navio, me>rao na lamarao.
CtaMHarea do Cabo.- Escrevem-nos o
-egiliste :
a Termo de Ipojuca. No dia 18 do corrente
funccionuu o tribunal do jury deste termo, sob a
presklencia do juiz de direito da comarca Dr. Luna
Kreipa, oecupando a cadeira do mioisterio publico
o Dik Andre Cavalcaale, com assisteocia de 45
iuizee-de facto.
c Fo julgado pela quarta vez Jose Antonio do
Monte, conuecid) por-Jose Menino, que ajudou a
Franeisco- Alves de Miranda Varejao no barbaro I
assassinato por este prabcado na pessoa de oa
prepna Ulba, Antonia Alyea.de Miranda Varejao,
a margein do rio Pirapaiua, na vil a do Cabo.
< Jout Menino foi. pela primeira vez condemna-
do a,-galea.perpetuas p lo jury do termo do Cabo,
qne no seguinte julgamento oabsolveu,reconheceo-
do qne o reo fdra violenlado por medo irresistivel.
lgual sorts teve no.tercjiro julgaraaalo, que teve
kigarperante o jury delpoinca^ quo acaba pariaU
de cajadwnna-lo a vinte annos de prisao com tra-
balhe tendo o advogado, qne lhe foi noraeado ex-
segaranga para prisoes de homens e mulheres, e
para servir de quartel do destacamenlo
c Termo do Cabo. Era razao. das .chuvas ujli.-
mamente cahidas, encheu de.moJj des.Miuaiuual
o rio Pirapama Maaoel Porficib de AJ.me'^a' 4U'J
afoitou-so a atravessalo, para* ir tirar uma rede
da pescax que doitara ua uoilu precedente, pag>-tt
eom a viJa tao grande looiericiade, deixando na
vktvez uma pobre raparjga com quem era casado
ha poucos mezes, e que en sua companhia treu-
xeraha poucos dias de Beberibe, onde residia.
a Acha-se ioterceptada a" communicagSo na>
so com a. capital pela via ferreare estradix do go
varau, como coin diversas localidaJes da comarca,
por '.erom eido arrebatadas-^etef agnas as fr*gis
pontes que costumam fazer os proprietaries nos
sens en genhos.
Loteria do Mia de .laQeiro.-Resumo
da 1* loteria (500) em beneHclo da obr-as da
igreja da Paaba, extraJaiia- a 18 do cocrente :
N. 2H3...................... *)508i|O0e
Ni 5679...........,........... 10:00)4000
N. oiOi..................... 4:0005000
N; 3184... ...............,.. 2:0O0*)eO
Ns. lU3e48i 1:000* a cada um.
Ns. 1049, 1571, 4338 e 5963 -808* a cada um.
Ns. 8i7> 1130, 1768y 2030, 20fto, 3737, 37iO
4012, 5263 aiSiOO -2004 a cad a um.
Ns. 152, 249, 516, 1192. 1918,- 2O10, 2189,
2656, 2803, 2815, 3610, 3707, 3U6*. 449J, 4907,
4920, 4939, 8113, M e>S783-100*-a cala am.
Ni. 71, 240, 7S, 36, 397, 46, 622-, 7*7 786,
1097, 1221, 1133, 1363, 69, 1JJ07, 1589, l40i
1751, 19M, l97, 2046,' 2208, U17, 8478, 8578,
8614, 2625, 2648, 2750, 2788, 27jI, 3811, 2912;
3190, 3338, 3381, 3810, 3834, 3906,
399. 4S24, 4283t4294, 4*98, 4340,
4789, 4889, 49 )9, 4989, 4999, 3068,
5951, 5978 e 5998 -405 a cada um.
Resume da 114' loteria (501') em beneficio
da Monte Pio Geral dos Servidores do Estado, ex-
trahida a 21 do correate :
N. 1195..................... M.-0-10IOOO
N. 325U...................... 10:000^000
N. 4805'...................... 4:0005000
N. 4220...................... 2:0033000
Ns. 4952 o50021:000* a cada um.
Ns. 1086, 1385, 4138 e 3879-8001 a cala um.
Ns. 203. .906, 1137, 1303, 2097, 2234, 2782,
4375, 4784 e 4893-200* a cada um.
Ns. 433, 526, 1103, 1311, 1493, 2005, 2077,
2230, 23 6, 2783, 28H, 3653, 3934. 4081, 4101.
42"3, 4278, 4826, 4971 e 3004-1003 a cada um.
Ns. 183, 218, ?37, 788, 1212, 1336, 1363, 1389,
1487, 1534, 1623, 1861, 1894, 1937, 1986, 2331,
2351, 2533, 2601, 2660, 2722, 2746, 2778,
2820, 2382, 2926, 2044, 302o, 3173, 3203,
3367, 3686, 3736, 3850, 3932, 3990, 4101,
4271, 4343, 4557, 4655, 4666, 4768, 4934,
4967, 5099, 5296. 5101, 5395, 5407, 5584,
5760, 5818, 5833 e 5927-40* a cada um.
Proclaaias. -Foram lidos na igreja do R>-
sario, que serve de matriz da freguezia de Sauto
Antonio, no domingo 29 de marco, os seguin-
tes:
1." denuueiagao.
Paul no Antonio Gorrta, com Deodata Amelia
Ferreira da Silva. 3
Balbino Antonio de Moraes, com Anna Laiza
Pinlieiro.
Mauoel Cavalcante Vieira de M Joaquina Cavalcante Vieira Maciel
Jose Miguel Corrda do Nascimento, com Rita
Maria de Lima. j
Maaoel Alexandre da Resurreigao, am Looncia
de Luna Freire.
vicente Ferreira Nunes, com Laurentioa Helena
Lucia.
2.a denunciacao. .
Romilo Ribeiro de Vascoacellos, com Joanna
Maria da Conceigao. '
Tcnente Jjs6 Caetano do Souza Cousseiro, com
Maria Amelia Alfredo de Carvalho.
3.* denunciacao.
Antonio Paes Peroira da Silva, com Maria Jose-
phina da Silva.
Joao Teixeira de Freitas. com Guilhermina Ida-
Una Nobre de Almeida Malta.
l. tea^nte Almiro Leandro da Silva Ribeiro,
com Enilia Olivia Corrda do Bnto.
Francelino Libanio Teuorio, com Maria Joaquina
d3 Oiiveira.
Bacharel Aqnilioo Gomes Port), com Maria Por-
cina de Senna e S lva.
Loteria.A <\m se aoha a venda 6 a 91' a
aen'fieio da igreja da Ca-a Forte, a qual corre
no dia 6 de abril.
Protesto le letraw. 0 escrivao dos
protestos Jose Marianne, e>ta de semana. Carlorio
na rua Bella loja do sobralo n. 37.
!,ciii"ui. Amanha, 3!, as 11 horas da ma
nha, vendera o agente Pint) duas caixas eom dif-
ferentes moveis francezes, avariados a bordo d;
barca franccza Rio Grande, existentes no armazem
da rua Uo Apollo n. 8.
A's 11 e 1/2 e em. continuagao vendera o
parte em #irod.rera
mesmo agente differentes moveis de escriptorio,
caixoes e objectos de armazem do assucar, no
me3ino arma:em.
Caaa Ue dwteayao.Movimento da casa
Je deten^ao do dia 27 de marco de 1874 :
Existiam presos 307, ontraraiu 7, sahio 1,
existem 313.
A saber :
N'asionaes -244, muluares 8, estrangeiros 23.
escravos 36, escravas 2.Total 313.
Alimentados a ensta dos cofres oublicos 254.
Moviraento daoufermaria no dia 27 de marco de
1874.
Teve baixa:
Joaquim Antonio Dourado, syphilis.
Teve alia :
Vicente Ferreira de Brito.
PaHsageiroH. ;hegados dos portos do sul
no vapor inglez Potosi:
0 -.taviano da Rocha, Waif red Svensoo, Theophi-
lo Kelles, Hearique Rjffard, Pedro C. de Souza
Teixeira.
C!iegado3 da Europa no vapor inglez So-
rat'.
Joaquim Carntiro, EchotT, Joaquim Jacob Chal-
maa, J. P. F. da Motta, sua seahora e uma filha ;
D. R. Praco, D. Jacob, J. P. Pereira, I. de S. Cruz,
am filho e um escravo, J. da S;lv>, E. C. da Silva
Luua, F. A. Moateiro, e A. M rateiro.
Vindos do Aracajd e escalas no vapor natio-
nal Cururipe :
J. Rolrigues Bistos Goelho, Ambrozina Maria,
Frederico Aagusto F. de Novaes e uma es-
crava, RuGno Luiz do Rego Barros, Maaoel Joa-
quim Ramos.
Cemiterio publico Obituario do dai 27
de marco :
Emilia, parda, Pernambuco, 2 annos, Bda-Vista ;
coavulsoes.
Gamillo Antoaio Campello, pardo, Peroambuco,
26 annos, casado. Boa-Vista ; variolas.
Daniel Paulins, branco, Inglaterra, 26 annos,
solteiro, Boa-Visti ; febre amarella.
Florencia Basilia da Conceigao, parda, Olinda,
26 annos, salleira, Boa-Vista, hospital Pedro II ;
tnberjulos pulmoaares.
Benedicta, escrava, preta, Pernambuco, 22 an-
nos, solteira, Recife; variolas
Olegario, pardo, Pernambuco, 1 anno, Graga ;
entente.
Carlos Ernesto Mesquita Falcio, branco, Portn-
gal, 43 annos, casado, 5. Jojb ; hepatite chronica
rsar.ips.
doTapraj SBtatajJa
SBairlRodTWHnfflBr!
ofctros que nan at qaa- commungam na.
principios pplitiaov. 1/ m> wnr i
Uma idea, uma providi>ncis, S3q ma', nlto pi
qne em si o sejam, mas porqae partem do adver
sario: voilA to- patriotism F***"*"*o*>-**y>.-^:
B" asoim, e posswda (Jessa especie de paWofs-
mo ((ue a Provincia de hontem apreuia o re
uliirno de-presidente da provincia, OV
qu" ce ocenpa do' ensioo pubiieo.
A paixio parttdaria est*. ahi extravasada a in-
justi^a e ma voolade transpiram de cada phrase,
manam de cada pal ivra
Serve de eoro um epitome de todas a* acco-
j^goes anteriormente feilaa a acinal adtninisueao-
n provinci", capiiulo cerebrino e aleivoso, com
que o eacriptor quiz adornar seu arligo sobre a
iinpoitanle aueslao da edueacao e instrucgao ,n*-
cional, assumpto digno do maxima erilerio e gra
vidado para qhern sabc co.nprehander a elevada
njissao do jornaHfta.
Poi assim qne' o orgao do partido liherat cons-
pureott sen artijo editorial, enxertando diatribe*
.ns mesmas colatnnas em qae se oeeapoa-ift ?r^
v e importantissirn* qnestao do ensioo publico-
Eis o seaDatciottemo !
A instraegad do povo. sxnta aspiragta. djiJiQ:-
meM*iqMnBH|Mtei >te**Uto*Mimimpfr*mi**
prensa, o sublime engeta.dAfiitemberg, a ma-
ravilhosa alayaoca do progreasQ, para os.liberal
prorincianos sao apenas iastra,m9nUs de gperra
esteju^e.jgaobil contra os seus adveisarios ppti-,
ticos!
-. Fas o sen liberaHsmo !
Mas, pa.isemo-' em rapida revisia o artigo meslrt.
a Nenhama id(5a offereceu (o relatorioj no san-
tido de obviar osgrapd.es trope;o3-que embaragam
o desenvDlvimeiilo da instrucgio publica.
Nenhuma idea!
E a Provincia, que ^QpHMMlatorie vasio de
ideas sobre instrucgao pubica, aAta por ventara
a'guma ? Porque nao pwenoben esse vacuo i
parqoe nao eurrigio-esse defeit-)? E' porque nao
quer irnitar o publ.icisia liberal quq. sente digna
ae esforeos commnne de amigos e adversarios a
causa da instrucgao publica E' que muito outro
e n patriotisms do hberaes da Provincia /
0 trecho dorelatorio do presidente da njavincia,
relativo a este objecto e digrto do talento e ill.istra-
giio do provecto ftdministradtir conira quem tao
iroso se ergue o.orgao opposicionista.
Ahi os negoeios do ensiuo publico sao magistral
inente tralados.
Quanto a obrigacao escolar, o relaiorio, em que
peze ao artieulista, lembra iivsJidas coercitivas
para fazer della uma realidade : analysa neste
p nto alei n. 1,124 que, restabelecendo dispo^igao
,1a lei n. 269, prescreveu a instrucgao obrigatona :
mostre como foi esquecido um elemento iinprescin-
div.-l, o recenseameoto das meninos. em ida Je, es-
c-dar : expoe um systema gradativo de penalida-
de, desde o simples aviso aos pais, advertencia da
autoridade local, do paDcho ni estaeao.da mi3s,a,
ate as multas e d'ahi ao reenrso oxtremo di pri-
sao, systema mist-' dn aloptades na Italia e Allc-
manfla.e qae tem a grande vantagem de dar te.n
po aos p.ais diicuidosos para virem a reflexao e ao
dever, e que so usa do rigor porque sem elle a lei
sera illudida e lao someote quando esgotados em
larga escala lodos os meios brandos.
E se islo nao sao ideas, e se n) sao. ideas utais
o dignas de aceitagao,qne fez a Provincia qua
nao expoz as suas r melbores, mais acer'.adas e
mais proficnas ?
Q lanto a escolas mixtas e escolas de meninos
regidas por senhoras,diz o artieulista que o relato-
torio nao apreseutou uma s5 id4a no sentid > de
t accomraodar esse systema a nossas circumstan-
cias e costumes.
E a jui nao vio qua o relaiorio declarator ago-
ra impraticavei a coedueaeao djjsexos, e qua ape-
nas recommenda o ensini de meninos por prof;s-
soras, consa que os homens adiantados da provin-
cia julgam u na Utopia, masque vai ja sendo com
vantagem ensaiada aqui em uma e3cela publica
desta capital.
Progressistas !
E qual e o embarago qae se aiUmra niss) o re-
trogrado escriptor da Provincia t' Risun lenta-
Us I E' que para o ensino do sexo masculino ac-
tualmente se exigem algumas oatras maierias que
nao para q do sexo feminino 1 Como se fosse am
impossivel exig'r da professora, qae se tenha de
dedicar ao ensino de meninos, maior somma do
conhecimentos quo daqueila que so houvcr de ap-
plicar a^ ensino di msninas : esta a graiile dilll
cul lade, o no gordn i|ue a Provincia resoi va para
algum nova Alexandre I
Acerca da inspecc;.o do ensino nada disse o
relatorio que possa servir?
Se isto nao e o habito de moniir, e cogueira.
Pois nio esta descripto no relatorio > estadi do
mechanismo da inspeccio do ensino, e expostos
seus inconveoientes?
Alembraiga de pagar os delegad* litlorarios,
como condigao de boa inspecgio, esti no relatorio,
mas attento o e;tado pouco anim&dor dos cofres
publieos, o experimentado e prudeote alminislra
dor nab reclama Ja o-ta medida e lembra como
providoncia de proliruo rasullado a inspecgao ex:
iraordinaria (alcra da outra) par meio de iaspec-
tores commissionados pela presideucia para visita
rem as escolas.
Quanto ao melboramanlo des.ordenados dos pro-
fessores queixa-se tambem o artieulista e 6 a ulti-
ma censara) de que uada.teniia dito o relatorio.
Mas o escriptor provinciaii) nw lot ou rsqae-
ceu a parte do relatorio referentea situagao linan-
ceira di p/oyiacia : ahi vein elle dessriplo com
cores roaes c nigras e o estado precario dos 0O
fros nao permitle agora o augmento de venciracn-
tos cie uma elasse lao numerosa.
E os noroens da Provincia estiveram ha pouco
no poder, c aa nossas circurastancias ccoaomicas
e finauceiras, ontao erain melhires, e elle* na) se
lembraram, como hoje, de que uma das fonles de
t deleixos e descuido de graudo nuaiero de pro-
a fessores e a exigaidade dos vencimento3 que el-
les percebem.
Pois agora e que o sabera ? So agora e que o
reconhecem? I Se fosse licito pedir aos cscriutoros
provincianos algu.na sinceridade em suas eeasu-
ras, algum vislambre de criterio e de verdade em
suas accusagoes, nos abalanjariamos asupphcar-
Ihes isso por'favor ; -por favor, nao a oo, mas a
a si proprios, a sen jornal e mesmo para bom do
credito do orgao de um partido que tem uma Lei-
la c importante missSo a cnmprir.
E entao satisfeita essa condigao, quando elles,
senamente nao por espirito partidario se quizes-
sem occupar do assumpto do artigu que respinde-
mo, dir-lne -hiamos com Jules Simtn : Vamos
todos. amigos e inimigos, correligionarios o a i\er-
sarios,vamos tratar da grande causa da instruc-
gao. Eis o que e patriotismo, eis o que e digno
de nos e mal haja a paixao politica que nisso se
intrometter-.
Sfxni.o A*;Pro-
Ba^reclosuTaae park os provin-
ios. .^.^ j^,^ w4
'. quem o'ou?ara contj.-tar conj vis isde razao?
Pois 11.I0 sera um thesouro para quem nio pode
HsiTtlr as armas da razao, da logica, da verdade
efi Qm. pjgi juiam^eme ser ab^rdado pelos es-
seuseastellos de petas, de falsidade*,
ves e fdsultos, ter am meio do nioie
deixar ap.Mximar de lao rcspeilave;s adversa-
ries 71'
Esse mTJfs singular tem os provincianos ua pas-
sea do /lOM-w'das inimeosas suissas o dos grandes,
ocul/s dos denies pj'stijas e dos olhos vesgos.
Esse homem imntrnsi-sntssadj e grtyjdi;ocu(ado,
denti posticado, e.ollii vesapdo, v'erdideira m'arit.i-
caes. unica no self genefo, ijiie a Providencia de-
parou aos Mow'ncia'nos, e a mais formidacel de
todas, as armas.de guerra, deque ei)es dispoem,
HT veiem'-s'e batidos e 'sacudirem sobre qunin
ista a. pontp dt auiquila lp? a sua invehciveTma-
rjtaeaca. ^nmm.
Felize& pfoo I Dentes postiqos, olhos vesgos & C.
que se passou na. cOrto .com relacao ;s companhias
Mhnitipat da rita do fkspicto. Botanical
E se assim e, nao carece res-
a qua chegaram ot digaos am-
is

PARTE POLITICA
IMRT1UO COliNiSRV.lUOK
RECIFE, 30 DE MARCO DK 1874.
* iustruccilo publica e relato-
rio do pn^ideut da provin-
cia.
Je vedx chercber avex me
amis et' meine avec raes eunknis
on mes adver.-aires, les moyens
de ralover I'ioslinction en Fran-
ce. Voi la ie patriotismo, voila
I t ce que estdigne denonsetnon
c jeter des passions poJitiques au
< milieu d une pareille dfaculion.
JJJLES SIMON.
Ao oontrario aa gran je publlcista e deputado
fraaeex, Wja3 palavras servem nos hoje deepigra
a, .-os.escriptores da Provincia so Se occupam
Fogos fatuos.
Reappareceu o liomem, aoe, no dizer duano, $6 se lemfeitoati Ittje recomme^dar pelas
immensas suissas e pelos grandes oculos, de que
usa; reappareceu, nao ha duvida. Esta elle es-
cripto e escarrado no arligo' editorial da Provin-
cia de 28 da cadente, quo traz por epigraphe
A falla presidencial.
Se o artigo fede que tresanda ; se nelle se revel
la a vcrocidade da bocca d'onde sahiram as pala-
vras que o compoem; se so ha alii foulices arriei-
rices; esta dito, reappareceu o liomem.
Virou, mecbeu, melteu o nariz em muita parte,
ludo com o lim de ganhar sua amada Ithaca ; que
quando pensava nella aportar com os meUnos den-
tes que Ihe nasceram aos sete annos depois da
primeira rnuda : ei-lo, coitado, coin outros denies
que nao sao seus e atolado em uma ilha de guano
nos mares e.->tercoraiios da Provincia.
Que Irabalhos capazes de diviaisar o heroe da
Odyssea t
Mas vejam-no : com as suissas semp're imrnen;
sas, com os oculos seinpre grandes. com a bocca
sempre voraz, com os dentes sempre postigos, com
os olhos semuro vesgos, elle enrigqsse na raejo dts
infortiiniqs.
Os lions instmmentos nao se q'aebfam no use,
que defies se_raz; pelo. contrario, o exerciclo 03
fortalece, o tMbalbo, para qae os dwxinaram, Ibes
e uma condigao de duragao.
E se nao, cantestem o facto, vivo e palpitant*
'f ?l-----..in'----1--------7-----------:-----------
4 companhia Ferro Carrii de
Puruuiuhtico o n Locomotora
Fern ;imlii can a.
Km uma mil langa publicagao feita no Jornal
do Recife e uM!a> Bidrio oe:- 3r* T-eineira Chaves
& C einpivzarios da Loceaptora Pernambucana,
npia GaQrli .Vssemblea Provincial, na <
pedeo. deixar de prctesMr,
.Contra o qu, porera, protestam 03 digaos em-
prerarios da Locomotora ?
A sua.llrmafii envolvida no requerimento pelo
seguinte .modo: pretendiamos demanstrar que
nao era possivel assenfar carris de ferro nas ruas
desta eidade sem ao men'os eni muitos lugares
cortir os -trilhos da companhia Ferro Carrii, e
entao diss&aios qua tendo os emprezarios dar Loco-
motora so pruposUi a contratar o servico de car-
ris nas coaiigdes dj projecti, contra o qual re
p(esentama3.a Assamblea Provincial, haviam jun-
tatlo ao sea requerimento uma planta da eidade
com o tragado de suas lintw-s e qne por essa
jilaui i via--e que em muitos lugares erain os tri-
llms da Ferro Carr.il corulo* pelos da linha pro-
jeetada. qae algumas"vezaa seguia a mesma di-
racgiie dis liahas da cumpanma Ferro Carrii.
Foi nesles termo* que'Involvemos a lirma dos
emprezarios da Looomotora, e podem tiles conira
ilo proteslar ? Quererao elles negiir o que se
.itmeia com. tuna, simples inspecgao o'CjUlar
soibre sua plaula ?
Certamaute que nio; o sou Om nao foi, como
dizem,prot3Star porter sido envolvida a sua firnia,
tanM assim que por modo algum coatestarain o
que dissemos.
0 que quizeram 03 emprezarios d> Locomotora,
0 quo elles quorem 6 c invencer quo podem con-
tratar 0 servigo de cairis austa eidade, sem oflensa
dos direiios alquirldos' pela companhia l'erro
Carrit, eritretanto a sua publica^4o nao attinge
ao resuitado, quo so esperava.
Para conveucer se do coatrario do que dizem os
emprezarios da Locomotora ba>ta alleuder_se ao
nosso requerimento e a sua longa nublicagao.
Ahi di-.-se : A lei n. 87D antorisou 0 cm-
Irate de 19 de marco de 1870, a lei n. 933 appro-
vou.o referido coutrato. Em nenlium Jesses actos
se fafa de privilegio e aim de coacessio; se assim
nao fosse a companhia teria protestado, quando
se Iratou da iai n. 1,112.
Kis aqui como pretenderam os Srs. Teixeira,
Chaves,^ C. demanstrar que a empreza Ferro
Carrii nao tem um privilegio; para fazel-o, porem,
uoviain ter apreciado os argumentos expendidos
no reqaerimento, a aue temos allu lido.
V. verdade que no contrato de 19 de m^rgo de
1870 e na lei n. 879 nao se falia em privilegio e
sioiplesinente em concessilo; mas uma concessatf
nos termos da mesma lei e do contract) 6 um ver-
daleiro privilegio ; quando nio de nada serviria
0 ler-se estipulado 0 prazo de2o anoos para gozar
a concess.10. Se a companhia Ferro Carrii lepois
desse prazo nao peida 0 privilegio, 0 que perde
eniao ?
A lei n. 879 manda fazer a coneessao nos termos
do decreto n. 4.0S2 de 22 de jaaeiro de 1868 ;
a M'.trato Je 19 de margo de 1870 na claustila ;6'
determina: tudo quaulo dispoe a lei provincial
n. 870 e 0 decreto n. 4,083 de 22 do ;' neiro de
1808, que n~io esleja em oppoStcdo as prescntes
c.nuliroes e forem applicaveis a este contrato farito
delle parte.
Ora, a concessao feita nele decreto n. 4,082 e
pri.'iiegiada, como se ve da clausula 27 ; tudo no
contrato de, 19 de margo prova que se quiz privi-
legiar a concessao, logo nao ha motive algum para
nao conceler a companhia Ferro Carrii 0 privile-
gio coaoeJido pela decreto n. 4,033.
Nao precisamos, porem, procurar iotorpretar a
lei n. 879 a 0 contrato de 19 da margo oara fazer
paleute 0 privilegio que tem a conipaniiia Ferro
Carrii.
Esse contrato, essa lei foram interpretadas pelo
poder competenle, qua reeonheceu gozar a com-
panhia Ferro Carrii de um pririlegio.
A lei n. 974 de 1871 disp5e no art. 4 : 0 A
companhia pagara aos cofres provinciaes na 1 de
Janeiro de cada anno, que durar 0 sen contrato e
privilegio a quanlia de 4:03040 -0.
Por esta disposigao vd-se que 0 privilegio con-
cedi lo a companhia Ferro Carrii foi recouh.'cido.
pela propria lei.
Dizem os dignos emprezarios da Locomotora -
a lei presumiu um privilegio, que nao existe no
prtmitivo contrato.
Ate hontem ouviamos dizer que a lei dispoe,
determina, declara, lixa, elc.; hoje, porem, gragas
aoe emprezarios da Loeojnotora, flcamos sabeudo
que a lei presume ...
Se, porem, a presumpecio da le^jrassar para um
contracto, eomo uo ca=o vertente se^ deu, quid
jiirm ? Srs. da Locomotora 1
i:ileclivameute a disposigao do art. 4 da lei
n. '.i7i passou para 0 accordo de ii de abnl de
1H71, ipnae na clausula 4-* assim se exprime : Em
qaante durar o sea coutrato e privilegio a com-
panhia etc. ...
Esso-accordo modilicou or contrato pnmiuvo ;
e um veraaoeiro contrato ; foi aceito pelas partcs
cootratantes ; creou direitos e obrigagoes e pa:-
taote naa pode ser considerado uma simples pre-
sumpgao. Talvei por esie molivo em sua longa
publicagao nao dissessem a respeilo delle uma so
pahvra 03 emprezarios da Locomotora.
Para provar qae tinbamos privilegio allegamos
ainda que a lei n. 1,112 mandoa. respeilar os di-
reitos adquiridos ; assim como que uo coutrato de
7 da novewbre nos havia sido concedi Jo privilegio
para 0 ramal da Torre.
Se nao tivessemos privilegio para aa liobas pnn-
cipaes, nao 0 aceitariamos para um ramal, nem
por cerio em taes circumstaociaa na-lo seria ,con-
pedida. ,
Mas, ditam os dignos emprezarios da Locomo-
tora, se tivessera privilegio teriam protestada con-
tra a lei n. 1,1 ii.
Nao proles tamos cent a a lei a 1,112, porque
nao so ella mandava respeitar os direitos adquiri.
dos, com) porque.fallava em assentameuto de ear-
ns que ligasseio.os suiurbios entre si; e e mpre-
hende-se que isto poderia fazer-se sem offensa da
privilegio da companhia Ferro Carrii.
Se na execdrao da lei 0 nosso privilegio fosse
offeadidoi protestariamos, e peloe Weios corapeten-
t's haviamoe de procurar a reparacSo, qae fosse
divide.
rrovado como esta que a companlria Ferw Car
ril tem um privilegio euabeleeilo e consagrado
expressamente -nao so em lei, como era contrato,
poderiamos nos abster de entrar ns apreciacio do
mays qne allegaram os dignos emprezarios da Lo
conatora; temos muito em que emp egar e tempo
ye mmwtum habituadoe a poleraicas jornalisti-
cat i mas fomos provecados e por isso continua
renpo3 a apreciar a pubWeaeao a qne nos temoe re-
ferido.
% Privilegio e nos termos mais positives tem a
companhia S. ChristovSo, 0 eotretantp 0 governo
_ I i___l ^ j___ J. \ i. 11 a I^aWaI m-v 2 ^. AMtlkH Inn j n
e J s mom inteexados na
e 0 argumento deduziio do
panbias
Gajden
%1'1'ro'ad e a do bajrro de'Santa Thereza.
Se essa* companhias teem, como dizem os dig-
nos emprezarios da Locomotora, privilegio, a ot-
feosa a eUs por parte do governo, oQensa muito_e
muito digna de Centura, nao pfide autoiisar a tao
desejada violagao do privilegio coacediiio a compa-
nhia Ferro Carrii.
pota a cpnclusao
prezarios da Locomotora.
' Ao depois de terem elles interpr.etado o proeedi-
raeulo do governo geral, de Otodo a tornar se tam-
bem geral.a indignagio, agradecem-nos a occasiao
qae Inesproporcioharaos de trazer ao conheciraen-
to do publico, o mail interessado ueita questdo, 0
requerimento que apreseniaram ao Exm. Sr. pre-
sidente desta provincia.
Convencidos da que S. Exc nos fara justiga e
fiel executor da lei uio infringira 0 disposta na lei
a. 974'e ho conlrafo que, em viriude della foi feita,
nao tememos a" sorte dessa reqaerimento.
OsJignos emprezarios da Locomotora mostram-
se muito tnteressados pelo tnteresse publico. Nao
admira isto ; elles no interesse publico lembraram-
80 de tornar nbrigatorio nos sens carrot 0 trans-
pprte de raercadorias, que e feito. por cavallos e
carro3 ; no intereese 'dd coraraercio, no interesse
da agricultbra, no interesse de tantos pais de fa-
milia, que Uramos mejos de snbwslencia do trans-
porlo de que .se incumbein, no interesse da com-
panhia Ferro Carrii quoTutaria com menores difll-
culdades nas viagens que fazem os seus carfos, no
interes-e public em duas palavras, titeram tao
philantrooica idea ; e pots-nao e muito que outras
iguaes lhes vao occorreado, e someute lamontamos
qne nao sejam pastas em pratica c Piquem assim
sem a recompens'a devida.
Deixaraos. por ora, de apreciar as vantagtu in-
numeras d proposla, que lizeram os digaos em
prezarios da Locomotora ; com vagar daremos
coma desse trab'alho.
Ao depois di transcripgao do renuarimento nos
dizem os dignos emprezarios da Licomotora qne
nao querem accamular o servico de" transporta de
mercadonas cam 0 da passageiros.
Se nao querem eucarregar-se da ambos os ser-
vigo.-, estao ja encarregados da um, para que se-
propoem'ao outro ? Sem duvfoj para venlerem 0
privilegio e neste case ainda ha mais esta vanta-
gem para 0 interesse publico, vantagem qae nao
foi oxpressa no reqaerimento, mas que lieou pa-
tente com a longa publicagao a que respondents
Fizemos ver em 0 no3so requerimento a assem-
bled Drovincial que nao havia necessidade de no-
vas linhas de carris ; que a projectada passava
em ruas estreitas e beccos e a ezar disto curia va
os trilhos da companhia Ferro Carrii e cm al.-uns
lugares seguia a mesma direcgio. Com estas ecw-
sid^ragoes mostrimos que os direitos adquiridos
pela companhia Ferre Carrii nao eram respeiUilos.
Ah to nos respondem os dignos emprezarios da
Locomotorafoi infeliz querendo contestar a exe-
quibilidade da proposta.
Infeliz e bem infeliz e a respo3ta, pois deixa sub-
sists incoluiue 0 argumento.
Era.quanta nao se mostrar que a prujeclada li-
nha nao corla os trilhos da Foi ro Carrii, nao se-
gue em algun3 lugares a direcgaj de.les, e certa-
inente infelicidade considerar respondido 0 que
dissemos.
0 corapromissa que tomarao3, dizem os dignos
emprezarios da Locomotora, de em quiuze dias dar
come;o as obra3, prova que estam s habilitados a
converte-las em facto.
Em parte alguma conteslamos as habilitacoes
dos dignos emjrezarios da Locomotora ; entrelan-
to a prova qua d.io dj suas habilitagoos faz nos
recordar as palavras proferilas por um disiinclo
general tres dias em quarteis, 15 em campanha
e 30 em As3qmp;ao ; e entreianto apezar dos ex-
forgos desse geueral, os tnnla dias convcrleram-se
em lougos anuos.
A companhia Ferro Carrii esta execatindo um
dos ramaes, que contratou ; outro brevementa co-
mecara e 0 tercei'O somente depois que esliver
cal(ada a rua. Parece que os dignos emprezarios
da Lociuutora querem censurar osta restricgao,
aceita pelos contratant^s, sem duvida no interesse
de ambos. Sejam frainos e apreciaremos a eea-
sara.
Finalmente appellam os emprezarios da Loco
mctora para 0 patriotismo dos Exms. Srs. presi-
dente da provincia e depalados; nos tambem ap-
pellamos para os sentimentos patrioticos da tio
distinctos cavalheiros; coufiamos que elles se ex-
forgarao por acreditar a proviucia, respeitando os
seus conlralos ; conOaraos que um so momen-
ta elles nao es juecerao u muito que devem a pa-
tri i, eutendida essa palavra no seu vordadeiro sen-
tido ; e assim nos exprimimos porque, ainla ha
bem pouco tempo, leinos um artigo publicado no
Jornal do Commercio da cdrte em que dizia um
distincto escriplor, diriginJo-se a S. M. 0 Sr. D.
Pedro II:
A patria '. Senhor '. I A patria sao as pesqni-
zas, as sinecurus, sis of empiezas eas epliemeras
compmliias cicadas adrede para cxlorquirem os
dinheiros alhcios c presentear afttlmhs.
Hasta por hoje.
Recife, 28 de margo de 1874.
Gustavo Adolp'iO Schmidt.-
Gerente da companhia Ferro Carrii.
as a.
pot if8p. *>
a
14000,bontem.
Dito sobre dilo a 90 d|V
banco.
Cambio sobre Paris a 3 d|*. 37T rs. 0 rrae,
do banco.
tt. de Vasconceuos
PraMaMe.
A. P. IMj'^h
Secreurlo.
750:M#*
18.35W IM
768 6I7;00I
I
*LFAn>EGA
Readimento fl" dii 2 a *7. -
>um ao dn 28
_
Descarregam hoj-^ :;0 de marci 4e 187.
Vapor inglez Oberon mercadotias para
faudega.
Lugar francez Rh Grandemercadoria, |>ara
alfandega.
Barca he$panhola D. Lmiza ecaioria', para
alfandega, materiaes e niacnui>in > para
a empreza da companhia iMomtolara. ja
despachadas para o caes 22 de Novembro.
Baxca. ingleia Dolphimmaleriacj pat a a empre-
za da companhia locomotora, ia despaclta-
dos para 0 caes 22 de Novembro.
Brigue franseaMines de Soumtcks n. 2 mat*-
riaes para a empreza da cuuipaahia lo-
comotora, ja de-parhados para 0 caes do
A poll*.
Barca ingleza-Mrr/teWow baealhg* ja 4epaeha-
do para 0 trapiciie Gonieigi<.
Paucho portDcnei lAdtdor -varfes $><**+** nr>
0 trapiche Conceieio, para ds;urh -r
Paucho nacional Pluto g-raeros nari'm.ies para
o trapiche Companhia.
Barca ingleza Carrisbrook earnb j" dwpaa-
do pars, terra.
Barca iogleza Rosiini carvio ji aaepncl.a**
para terra.
Barca ingleza Runymede larnbado) vari>s f*-
nr o' para depstto no tra-jletM alfi*!-
gado do Bario do Livramento, ni caes tt
Brura.
AI.TEBAQ\0 NA PAL'TA DOS PRKCOS_ BOS CBHW
SWKITOS A DIRF.ITOS DK BXPOr.TACAO.NA SSMAJU
DB 30 DK MARCO A 4 DB ARMI. OH 1874.
Algodao-em raraa ou II 484 rs. o kilo.
Assucarmascavado 95 rs. o kilo.
Carvio de pedra cstrangeiro, toneiada roetnea
204000.
Carogo -de algodao 20 rs. o kilo.
Crina animal era bruto 300 rs. o kilo.
Alfandega de Pernambuco, 58 dc margo de
18H. .
O 1 conferenteManoel A. R. Pinheiro.
0 1 conferente -A. C. de Pinho Borgw.
Approvo. Alfanlega de Pernambuco, 28 *
margo de 1874.
0 inspec'or
Fabio A. dc CarcalhoKeii.
Imor*iln.
Vapor nacional Cururipe, eniralo do Aracai*
em 28 do corrente e consignado a c mpanhu |>*-
namhucana de navega.-ao cesteira a ...por, raa-
fesloa:
Algodao I3i saccas a J. Ho Irigues B. GoeHK),
40 a J.ao Ramos & Machado, 2G a Francisco Goo-
ealves Torres. Assucar 3*9 sicms a Jose Rolri-
gues B. Goelho. 200 a Bor.telmann A. C. 81 a Joif
Kamos 4 Machado.
Ciuros seccos 182 a Francisco Go^galves zor-
res. D:tos salgados 37 ao mesmo.
Milho 20J sacco3 a J >ao rtamos A; Ma-Jhado, t
a Francisco Gongalves Torres.
Oleo de ricino 100 latas ao mesmo.
Rebolos 8 a F. A. Novaes.
Lugre poriuguez Julio, entrauo de Lwnoa r mm
signado a Thomaz de Aquino Fooceca & C,- suc-
cess ires, manifestou:
Alfazema 61 saccas a Sdva Guimaraes & L.
\zeile de Oiiveira 10) barns ao con-ignatanos **
a Amorim Irmos & ;., 30 a E. R. Rabello & C .
2."i a Silva Guimaraes & G.
Batatas 30 B-ios aos cousignatanos, o9 a Men-
teiro Junior & Fernandes.
Cantana 266 volumes a lose August.* d) Arau-
jo, 24 caixotes a An onio Gm.-alves de Asevedu-
Carne ensaccadao > barris a E. It. It ib -Ho & ... >-
bolas 30 caixas aos consignaurios, 30 a Monteir.
Junior & Fernanles. .
Lages 359 volumes a Antonio Corn-1 tiM>
concellos. __,
Semeas 730 sacos a)s consignaurios. 73J a
Carvalho & Nogueira. .
Vinagre 31 pipas'e 43 barris de quinlo a U.i-
veira. Filhos & C, 13 e 30 a Siva Guimaraes & C.
12 a 13 aos cMsigaaurios, 3. 13 e 20 anc iotas *
Souza Ba-los & G, 3 pi pas a Belirao & Kilao, 3 a
E R Rabello & C. Vinho 27 pi pas e .3 b-ri is do
quint) a S. Guimaraes & C 2t e 73 a.a c-.nMg-
naurios, 10 e la a B'ltrao & Filie, 10 e lo a Ra-
bello 4 C, 8 e 30 a Oiiveira !'iihos & C. 10 barns
a Souza Baslos 4 C. Dite branco 3 barris de quin-
lo aos ousignatarios. 3 a S. Guimaraes A. ',. Ve-
hf. de c^ra 40 caixas aos consignaiari)>. M a .-
veiia, Filhos 4 C.
Pesqaeira.
Sob esle titulo publicou a Provincia da 6
do correate um artig >, se e que tal name merece,
t ido injurias contra mim, na qualidale de presi-
dent: da camara desta municipie.
Dj mode algu'ii ma oeeuparia com o tal urm-
zel se por ventura nio me corresse a abrigacio
de, em alt n;aa ao publico, provocar ao seu aa-
tor, ou autores, a que oatinuem em sua carrei-
ra ; e mostrem quaes os actos da minha vida pu-
blica e particular, que me possam tornar incursq
nas peuas dos arts. 167 e outros do cod. eta., a'li
citados.
Nao os chama a re'ponsabilidade, porque teria
de disculir com algum facinora protegida, oa mes-
mo algum protect ir estelionatario, falsificador de
lirmas, concussionario; ou linalmente algum iu-
eestueso, que levada ao desespero pelo remorse
de seus actos passados, e irapassibilitado de pro-
segmr na mesma seuda, atira-se cam furia, sob a
capa do anonymo sobre quem nan teraa o juizo
imparcial dos htynens honastos e a mais rigorosa
analyse em cs actos de sua vida, quer publica
quer particular ; e por isso despreza siberaua-
meate os insultos que Hie atiram entidades mes-
juinhas, a quem nao liga a menor importaacia.
Pesqu.eira, 10 de mirgo de 1874.
Salyro Ferreira Leile..
Nalvo de uma uiorte inanii-
nentc.
Entre as jnfermidades produzidas pelos rerae-
dios mineraes, a3 mais ternveis sao as merenriaes,
Algumas vezes chegam a destruir quasi inteira-
mente o corpo huraano, incluindo, ossos medula
e tudo. Um dos cases mzis horriveis desta or-
dem, veio narrado n'um diario da capital, o em
muitos outros periodicos faz alguns annos. Es-
te homem achava-se as porlas da morte, quando
providencialmente Ilia aconselharam que experi
mentasse a salsaparrilha de Rri.-tol. Quanda elle
principiou a toma-la, estava quasi reduzido a
am esqueteto, e as poucas carnes que aiuda Ihe
restavam, estavam cobertas de asquerosas ulceras
mercuriaes, de sorte que todo o seu corpo era
uma chaga viva curlida de dores. Ao cabo de
duas seraanas da haver usad) este grande antido-
to, pole ja levantar-se da caraa, sendo isio no en-
taoto uma verdadeira resurreigao As ulceras fe-
charam se para nunca mais se abrirem, e o doen-
te recaperou novas forea?, novas carnes e nova
vida. Isto sao factos coraprovadas, bem conheci-
dos pelo publico, e nunca sao pastes era duvida.
A salsaparrilha de Bristol, cura immediau e
promptamente lodas as molestias ulcerasaf e erup-
tiveis.
f>PAi:HOS DE EXWUTACAO NU DIA M 27
il.UtCO D i374.
Para os yonos do i tt r.
Na barca ingleza llermioiu, para I. *( :.
carregau : H. & Labille 80 saccas cam 6,082 kitos
de algodao.
No patacho ingle/. Lai* Mary, para > uaaat,
eamgou : llor-telmann i\ C loJ m
7,3.!0 kilos de assucar maseavado.
Na barca portugueza tmnez:. p ira e I or:.,
carregou : J. U Figueira 10 prancb5.;s de ai
rello e 4 ditos de pao carga ; A. F. iiraga I barnl
c *m 28 liiros de aguardeute, 1 caixa com 08 kilos
do doce e 4 velumes com 322 dilos de assucar
branco : paia l.isb u, L. J. da Costa Amonm A
C. 2a prauchoes de amurclla.
Na barca portugueza J sephtna, para I.s
carregou : H. J. da C. Sobrinho 64 laeeas eo n
5.337 kilos de algodao ; J. de Souza Silva '.unh.i
27 saccos con 1,879 diios de assucar l.raaco e tJ
ditos com 3,139 dit->s de dito aiascavad).
No patacho portuguez Fauslo, pira n 11. !.
Praia, carregau : Amorira Irmios iL C. N bain
cas com 7,263 kilos de assucar branc>.
No brigue portuguez Improvise, para o ini
da Prata, carregou : Aaariia lima is i ..
barricascom 4,803 kilos dt assucar branc.
Para os porlos in mlnir.
Para o Ilio de Janeiro, m vapor McioMl
BaiWa, carregou: A. J. da Silva 1,'
(fructa) ; J. B. Moreira 7.C03 ditos dila ; A. I .
Sautiaga 4,000 ditos dila ; Carval w i; > >>.
401 saccos com 30,030 kilos da a-s. car bran
F. 11. Pinto Guimaraes 140 ditos cu.n in
de dite. .
Para o Ceara, na vapor nacional ImafH&i.
carregou : J i- da Rosa 10 barricas com 6l2 kil
de assucar reflnada.
Para o Aracaty, no luaie nacional D, i
Guarde. carregou: Costa & C. 6 barricas com
kilos de assucar refinado ; A. da Costa Araujo 7
ditas com 509 ditos de dito.
Para Alagoas, na barcaga Parayuassu i
regou : J- D. Julio da Costa I barrica com lno
kilos de assucar refinado.
Para Macao, na barcaga Duas Irmils, carre-
gou : G. V. da Cruz 2 barricas c m 120 Ml Ar
assucar branc a ; M. A. Senna 2 ditas com 1.0
ditos de dito.
Para o Natal, na barcaga Doits Atmgo*, car-
regou : A. Gordeiro 10 volumes com 668 kil d*
assucar branco : para Macao. Faria & Filho 17
cascos com 2,208 litros de agnardente
Para Macahiba, na barcaga Tres Irmu-,
carregou : Costa & G 4 barricas com 278 Mos*
assucar refinado. .
Para Macao, na barcaga Idalini, oirwf :
M. A. Sena 8 barricas com 778 kilos de assucar
branco.
Para o Rio Grande do Sul, no bngae norm
gaez Social, carregou: A. M. Machado Junior HO
barricas com 13,085 kilos de assucar braneo.
desse grego peregriuo, a quem a astocia cele- aetal concedeu a Villa Isabel nao so cortar-lhe os
brisa; o qual ja teria talvez deiuado de ettistir, ta ios transversalmente, como correr parallela-
se lhe tuvessera faltado as esftvgas nos ranfctifs, mi ite n'uma distanala. de mais de um kilometro
lis aqui um.il^s argumentos do*.diguas emiire-
e depois os seus tot casus nos infedos. mares da
Provincia atraz de sua cara Uhaea, dessa Ithaca,
que Ibe foge sewpn* coaeMgaii aMbcS que o
segue.... o dizqr, df um, popt^, qaf
t Ithaca, Ithaca, perotaqo oceano_ das, ininha^
lUe, -os.escriptores da Provincia so se occupam de,rwi?-> ExcOmoa o, /warn an, \*utm a Of lafera.que conceqp merece, que i instrucgao pnblica domioados par paixio parti- cabega, dft-sob .as.pesa(|ara)u^..4o8. tm^vtHM Mf i am gnver,no qqe rompe a .-fl^oopxwtosj.
Sria e odio politico entrauhado. 1 tmtcianos, em uma occasiao de nau!ragio. ^ ymio, porem, forroam ejles de urn governo,
sim'precede T
--ZJbierer discutir a questao do nrivj)agi0:da
as,Uieiasy dos meus caleulosi da rm'aba ambicto-e cp iflla S. CfaristovlQ, pedirnps. apejiaiaes mg-
do meu iutere&e, porque ainda taMo to ditaaias uo emprezarios da Locomotora que com franqueza
de .mM8i- Ewawoov Oi kmernta, 1*mMk rif la>;era,qae.6o.nceap merece, 11-SB|5?L!??"
JUNTA. DOS COftRETORES
Praca da Becit'o, S lo marco
de tHIA.
AS 3 HORAS DA T.ARDE.
COTACOBS 0FnCiKS.
Algodao meaiaflo, livre de despeza, 7^000 por
15 kilos, hontem
Algodao de Maceid 1* sorte 8/fiOO nor 13 kilos
posto a bordo a frete de 7|8 e 5 0|0,
hontem.
Algodao-de Macei6 medlano 7*800 por 15 kilos,
Sosto a bordo a frete de 7(8 e 5 0|D,
ontem.
Algodao da Parahyba. I| sorte 8*000 por 15
kilos posto a bordo a frete, do 5fi e 5 0p0r
hantem.
Cambio sobre Londres a 90 div. K 1[4 d. por
GAPATAZIA
rlendimento do dia 2
'.lea do dia 28 .
DA ALFA NliW A
17 I7:i*7<
. : *j!
l8 0H)*tU
Do dia 2 a 27.
VQHTME8 SAH1D08
No dia 8
49.1
?rimeira poru
>egunda porta
r&rceira porta
iua/u porta .
ri^piche Conceicao
SERVICO MAR1T1MO
4i>arengas descarregadas no trapMn
aifandega do dia 1117.
um
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X-


I
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Biario 4e 1*14.
aVrnreatas
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o rap. da artaaaaf*
1
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RAES DR PWIKAMBCCi
tm&tauuo ioMt tt-aa. m.23: 1773
iw do dia W o;008*2zz
7:241*995
CONSt'LAOO WWVINOlAu
aaaimamo do idea*) dia M
.IOO.Ol578."i
3347*698
-:*S3A483
(Heo de Kohaoa. Sea chegada, regulando 0
preco nominal eVtnOOO por nlk
Passa*. Chegaram pelo Ok*rM, 5 tardos, aem
vendas, cotamos nominal, 5jy >0o a cma
Qneljos. ebe*ram pela fiofn*. **1 caixas,
Vie s Tenderam 1 iWt, do flamengo, e a reta
Ihfl per a*4en, do prato l*04o kfto.
Tencinho Ckegaram pelo Oberm, barris,
vendasa !!#0d0.por 15 kilos.
Kerosene. Crwgaram pelo J'ltaateS, S,aTJ0 eai-
xf e reiaihon-M de 51300 a 3** 0, a t*ta.
; Vetas stearines. Importaram ae UtO caixaa,
uliimas vendas a 4520 rei* o bmco.
Vi*wjrTe.de>tisboa. Importaraai-ae 45 -pipas-e
43 barri*, que eoaeerva > pre.;o nominal de 1204
a 130*0<3, por-piru.
Vinho da-Fi|Wftira e Lii-boa. Imjwrtaram-se
347 pipas e SK barri?, do liuto, 3 t*piu ,66 Ifeaerra I'jivalcaWe e lUiaifimarr* de H-ari*rL
a_____ ------- di.i'ia iM.iiiIn ii* i ~- > t*< i4> a' I J.I:___ .___a_- *- -*** a n i a
barris. do br*uc RECIFR DHAOAGE
rtandiraento do dia 17. .
'drodedia28.....
3:888/649
OJ403i
.4488*781
Ita euiuu de SI
Ocaubie sobre
a 28 de marco de 174.
. Londrei, awaeiuu-se a 26 A.
for 1*000, papal baocario e 16 d. 1,8 a 16 (L
1/4 por 1*4JUL 90 dias de viOa, particular.
Dito sobre Paris, a 371 rs. o utttoa, papel.baa-
cario, a 3 diaa da vi>la.
Dilo sobre Hamburgo, negociou-se a 463 rs. o R.
M. papti Jtajteario, a vista.
Diio sobre iasboa, negociau-se a (-06 0/0 de
preaaio, papal iancario 90 d. a vista e 110 0/o a 3
alas de vista., M3 0/o 90 dias de vista, particular.
DHo sobre Porto, neguciou-.se a 10G 0/o de
swai'n papal aaaeario, a 90 dias de vista.
Diio sobre o Um de Janeiro, negociou se ao par
a IS diai de vista.
Dilo solve Babia, negociou re ao par de 10 dias
de vista, doJjaaco.
Os descontos segnlaram a 11 0/q to anno, ha
vendo muita proeura de dinheiro.
Fretes para Montevideo, a 10 reales, por barri-
ca, carga noeostado-do navio.
Ditos para Buenos- Ay ret, a 11 reales, por bar-
rica, carga no co.-tado do navio, e cousta qoe
hoove om Iretameato a 11 reales.
Dilo para os Eslados-Uuidos a 17 1/1 sem capa.
Ditos para Liverpool, algodao 1/2 por libra e
50/0-
Generos oacionaes
Agoardente, regnla de 58/(00 a 621000, por
oipa.
Algodio, sorte, do seriSo de 8*200 por 13
kilos.
Dilo, 1* sorte escolhido a 8*200, por 13 kilos.
Dilo, f sorte escolhido a 7*908, 8*000, 8*050
e 8*100, por 15 kilos.
Drto mediano, livre de despeza a 7*000.
Asiuear branco 2' sorte, 3*%0 e 4*000, por 13
kilo*.
Dilo braoco, 3" sorte, fino de 3*700 e 3*800,
por 15 kilos.
Dilo branco de 3* sorte, bom de 3*300 a 3*600
por 15 kilos.
Dilo branco de 3- sorte regular, 3*300 a 3*400
por 15 kilos.
Dilo branco de 4* sorte, 3*000 a 3*ICO por 13
kilos.
Entraram esta semana ate o dia 27 do corrente,
2,6uO saccos.
Assocar somenos, 2*700 a 2*730 por 13 kilos.
Dito mascavado lino 2*300 e 2*330 por 15 kilos.
Dilo mascavado bom, a 2*200 e 2*230 por to
kilos.
Dilo mascavado regular, 2*030 a 2*100, pot 13
kilos.
Diio lna-eavado purgado, 1*680 e 1*700 per 15
kilos.
Dito mascavado americano bom, 1*780 e 1*800
por 15 kilos.
Dito bruto, canal, 1*250, por 15 kilos.
Dito mascavado da Parabvba, 1*530 por 15
kilos.
Eotraram esta semana ate o dia 27 do corrente,
19,800 saccos.
Carne secca. A importacao foi de 629,350 da
do Rio Grande, cujo preco tern regulado da velha
2*000 a 2*500, por 15 kilos, e 3*800 a 4*600
por 15 kilos, da nova, existindo em deposito cerca
de 1,120,000 kilos.
Cale.-Chegaram 32 saccos do Rio de Janeiro e
10 saccos do Ceara.regulando o do Rio de 10,300 a
11*000, por 15 kilos,
Couros seccos salgados. Chegaram do norle
749, e houveram vendas a 377 reis o kilo.
Ditos verdes salgados, a 327 reis o kilo.
Ditos seccos espichados. Chegaram do Rio
Grande do Sal 180, nao constam vendas.
Farinha de mandioca. -Uiegarara 150 saccos da
Babia, e conserva o pre<-o de 2*100 e 2*200 o al-
queire.
Fumo do Rio. Importaram se 168 volumes,
regulando o de lata 10*600, por 13 kilos
Dito da Bahia. Importaram se (67 fardes, re-
gulando de 8*000 a 14*000, por 13 kilos.
Milho. Chegaram 10 saccos, regulando 75 rs.
o kilo, a retalho.
Generos estrangeiros
Arroz da India Chegaram pelo Oberon, 575
saccos, vendas a lucro sobre a factura.
Alhos. Chegaram pelo l.idador, 1,013 canas-
tras, cotamos de in a 50 rs. a maunra, e sem
proeura.
Azeite doce. Chegaram de Lisboa e do Porto
320 barris e 6 caixas, vendas a 2*600 e 2*700, o
galao e sem proeura.
Azeilonas Chegaram pelo Oberon. 100 ancore-
tas, sem preco
Alpiste.Chegaram pelo Lidador, 80 saccos e 5
barricas, sem vendas, cotamos nominal 4*000 por
15 kilos.
Banha de porcoamericana.Chegaram 800 bar-
ris, pelo Jaboatao, retalhaudo se de 1*416 a 1*525
o kilo.
Batatas. Impc rtaram-se pelo Oberon, 38 1/2
caixas das portuguezas, e pelo Villc de fl>o de Ja-
neiro, 500 gigos das francezas, e cotamos de
2*000 a 2*500 a caixa, e 1*000 a 1*200 o gigo a
retalho.
Bacalhao. Chegaram 5,964 barricas, regulando
os preens a retalho 13*000 e 14*000, porbarrica,
existindo em deposilo cerca de 10,< 00 barricas.
Cba da India. Chegaram pelo Oberon, 51 cai-
xas, do verde, preco nominal, vendas do preto,
qualidade regular a 3f 488 o kilo.
Cimento. Sem chegada, uliimas vendas a 9*000
por barrica, diuheiro liqu'do do de Hamburgo.
Cebolas. Chegaram pelo Obeivn e Lidador,
670 caixas e 2,000 resteas, do Rio Grande do Sul,
e cotamos de ,7*000 a 8*000 a caixa. e 11*000
por milbeiro da do Rio Grande.
Canella.- Chegaram pelo Oberon, 10 caixas, e
cotamos de 1*525 a 1*634, o kilo.
Cravo da India. Chegaram pelo Oberon, 2
fardos, e cotamos de 1*089, o kilo.
Cominhos. Chegaram pelo Oberon, 16 saccos,
e cotamos de 7*000 a 8*l00, por 15 kilos, a re
talho.
Chouri.;as. Chegaram pelo Oberon, 5 caixas e
10 barris, e cotamos a 16*000 a arroba, e em bar-
ril a 20*000 e 21*000 arroba em caixa.
Conservas. Chegaram pelo Oberon, e Ville de
Rio de Janeiro, 201 caixas, sem vendas.
Castanbas. Chegaram pelo Oberon, 6 saccos,
sem vendas.
Cerveja. Chegaram pelo Oberon, 380 barricas
da ingleza, sem vendas e cotamos de 6*600 a
7*600 a doiia, e por garrafas ihteiras, de 7J600
a 8*600 pelas meias garrafas.
Carne secca do Rio da Praia. Sem chegada, e
Dito da Porto.- Chegaram pelo VUUdor, 111
pipas, 314 barris e-.2G6 caixas, nan ctmta -vendM^
Dita doEsireitu.-Ainda conaniia mm efcagadai
aeaekrtudM a viraaa re tirade* do eoUagia
reUrTSaTdartro da anaolSdiaaTi
-data do prwenle, aerin Mm*. *> aeoardo
*eup|3* do art 48 4o ^m refnlaaMalo, 4
.faindiaa honestaa para hi to Mapnaaran no mt-
vco domestico. r
Seaborinha doe Santas, 4Uba da Joad Hunig
4oi SaakM AnUMta afaaia.
Leopoldina Maria da PaHUa, fllha da Clara*
lew*.
Maria Eliza Ahrea, tlha de ioanna la tai
Valeriana dde Joaquia doe Sam*
las*Maria MacfarMa.
Alxndrina Besetra OwaJcaate, ftttu d* am* ** ^tTM, Pn Irimestre de abrHa jonho
ldaliua t.aeerda, trrha 4e IVdro Alexandre de
225*0de. *i tiolo.Figu^ira, e 233*008, do branco, l^corda e Anna Fraud** Raes Barren.
- ioMtpba Lima, filha de Joaijuim Lima da 04i-
aira Jitauoa varia.
Ciuga* Coelho e Car-
dOViMENTO 00 PflRTIt
Mmvtos antrados no dia 2t.
Aracaju e escala7 dias, vapor farasi-'
leiro Cufuripe, de 222 toneladas, com-
mandaute Santos, eqnipagern 17, carga
varios generos4 a companhia peruaanbti-
cana.
Lisboa 3J diaa, lugar portuguez Julio.,
de 277 t lOeiades, capitao Joao de Bar-
ros, equipagem 13, carga varios gene-
ros ; a Tbomaz d'Aqutno' Fonceca d C.
Successercs.
Mew-York4d diaa, patacho brasileiro Ja-
boatao, de 238 toneladas, capitao Cunha,
eqoipagem 9, carga differeates generos ;
a Henry Forster &. C.
BaJiia 7 dias, barea ingleza Floret, de
273 toneladas, capitdo W. Mouro, equi-
pagem 10, enl lastro; a Wilson Rowe 4 0
i\avios sahidot ho mesmo dia.
Rio da PrataBngue brasileiro Oltnda,
capitao Araujo, carga assucar.
PardPatacho portuguez Michaelense, ca-
pitio Miguel do 0', carga assucar e ou-
tros goneros.
Portos do SulVapor brasileiro Bahia,
commandante capit&o tenente Antonio
Luiz Teixeira, carga assucar e outros
generos.
Liverpool -Barca ingleza Hermione, capi-
tao W. R. Lavers, carga assucar e ou-
tros generos.
Natiot entradoi no iia 29.
Rio Grande do Sul 48 dias, patacho por-
tuguez Juiith, de 182 toneladas, capitao
Antonio Primo da Costa, equipagem 9,
carga 121,000 kilos de carne a Amorim
Irmao & C.
New Orleans38 dias, barca ingleza Tra-
teller, de 305 toneladas, capitao Pen-
field, equipjgein 13, carga 2,950 baricas
com farinha de trigo; a Phipps Brothers
& C.
LisbOa26 dias, brigue portuguez Bella
Figueirense, de 240 toneladas, capitao
Antonio de Barros Valente, eqoipagem
12, carga varios generos ; a Euzebio Ra-
fael R*bello & C.
Parabyba7 dias, patacho &franccz Cato,
de 120 toneladas, capitao Joao dos San-
tos, equipagem 6, carga toros de man-
gue ; a Roubach Cabn & C.
Calha'oe portos intermedios 40 dias, sendo
do ultimo porto 1 12 dia, vapor inglez
Polosi, de2073 toneladas, commandante
J. V. Hall, equipagem 113, carga diffe-
rentes generos ; a Wilson Rowe & C.
Liverpool por Lisboa -1 i dias, vapor inglez
Sorata, de 2573 toneladas, commandan-
te Holway, equipagem 113, carga varios
goneros ; a Wilson Rowe & C
Mavios sahidos no mesmo dia.
Rio Grande do Sul Brigue brasileiro Su-
perior, capitao Alcides X do Albuquer-
que.
Liverpool por LisboaVapor inglez Potosi,
commandante Hall, carga a mesma que
trouxe dos portos do sul.
Calhio e portos intermediosVapor inglez
Sorata commandante Holway, carga a
mesma que trouxe da Kuropa.
Observarao.
Suspendeu do lamarau para Bahia o bri-
gue inglez Avon, capitao 1. Garner, carga
e mesma que trouxe de terra Nova.
Undid* tUbadt) Vital 4h
A de L.Mvrd.i.
4 Rosa, iilha de Aotooia Jeaem da Barfea.
Dionizia, ftma de Vital das Ghagas Coaflto a Car
JaU de Lacerda.
Autonia, filha de Maaoal Fein Barbosa a Mar
caiiita Guimaraaf.
Adelaide Prancisca da Sitva, fllha de Francisca
de Assis.
Alexaodrina Maria, filha de^eiippe Martinbo do
0' a Maria Joaquiaa da Eipirito Santo.
rBosa, filha de Antonia Joaaoa da Banes.
Secretaria da Santa Cam da Mteetieordia do
fiueife, 13 de mareo da 1874.
O eeerroo
_________Padro RodrjaxMs in Souza.
Santa Casa de Misericordia.
NOVA PRACA
-AJunU-Mtainisiraiiva da Santa Casa, de coo-
WfmwMn com o uaa ordeouu a presideocia en
atttia daaadii da X do corrente, reeebe aovaa
praposus, am csrlas techadas, para o torneei
mcuIo de caaoes verdas aos unlabtlacliaaaM
MoatM,
re aaa aauv-aaa tuaa KassOee, pelas tre* aiuras da
tarde no dia 31 da currents.
mwfetaaia da Saaia Caaa da Miserkerdia do
ate.:ife.iT^emar^o de 1874.
Q esf rivio,
_____________ P*tre Rodriijuet de Souzn.
COMPANHIA
BEBERIBE
A directoria desta companhia, pelo pre-
sente declara aos Srs. conoessiocarios de
peuuas d'agua que se acham em atrazo no
psgamento das niesmas ate 81 de dezembro
do anno undo, hajom de M 0 ultimo do
corrente mez liquidarem sens debitos, sob
pena de Lb*.- serem cortadas as peunas
d'ngua, cenforme preceitua as condigdes
4.* e l0.a dos respectivos contrato*.
Escriptorio da companhia do Beberibe,
28 de marco de 1874.
O secretario,
____Luiz ManoelRodrigues Valenga.
mmm*, alea de arejadoi e eommodoa,
ratea, Mc., etc.
pataoaa n quixerem ntmaar-M deatee ar-
paaetao dirifir-se ao eacriptorio da ewa>
pMhia .pamartbacana. qee acfaarao eon oam
Mar
M Mot
iaaoa-
Wccntr
De orden do Sr. presTdeote convido aos Srs.
aacios, gaer em du ou nao, para comparecerem
Mrca-teiraSl do corrente as 7 horas da mm*,
afia de -cm assemblea eral, tomar-se medidas ur-
featet.
SccMtacia, 17 de Marco &<. 1874.
0 1.* secretario, Silva Santos.
Recife.
A junta admimstrativa desta santa casa, em
sessao do dia 31 do corrente, recebe novas propos-
las em eartas fachadas para fornecimento de 100
colchoes e JO0 travesseirot de qoe preclsa o asylo
de meodioidade.
Secretaria da SanU Casa da Misericordia do
Recife, 27 de marco de 1874.
O etcrivao,
^^_________Pedro Rodrifoes de Sooxa.
BITAS.
do preco da qae existe, tern regulado de 2*800 a
iiOOO por l.'j kilos, e existe em deposito cerca de
368,000 kilos.
Farellos.-Chegaram p*lo Ltsbw, 1,133 saccos,
vendas de 4*200 a i*2'i0, o sacco.
Peijao. Chegaram 615 saccos, e retalha-se de
7*000 a 9*<100 o sacco.
Figos. Chegaram ptlo Oberon, It grades, co-
tamos a 3*000, por caixa.
Farinha de trigo. Sem chegada, regulando da
Ce Baltimore e New York, de 23*<)00 a 25*000,
a barrica, Richmond a 24*000 a 25*000, por
barrica, Trieste, 28*000 e 3QHW, Hungria,
3U000 a 33*000, e exi*te em deposito cerca
de 10,000 barricas.
Farinha de milho.-Cb garam pelo 0*ron, 300
catksj, vendeu-se uma pariida a 3*500 a caixa.
Geeebra. lmpoitaram-se 495 caixas, sera ven-
das, cotamos de 4*0 0 a 4*200, a frasqueira com-
mon}.
Lonca. Sem chegada, cotamos nominal a 400
0/0 de premie, em a factura.
Manteiga ingleza. Chegaram pelo Ooeron, 69
aixas e 117 barri<, e da franco, a pelo Ville de
Rio de Janeiro 210 inteiros e 350/2 bairis; da in-
gleu *nio consU vendas e da franceza, cotamos
vendas anterlores ao vapor a '*634 o kilo.'
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial m.iriih fazer publico que em enmprimento da
r i-'in do Exm. Sr. presidente da provincia de 7
de Janeiro corrente, perante a junu desu thesou-
raria se ha de arrematar no dia 23 de abril pro-
ximo vindouro, a obra da ponte deneminada Pao
Sangoe sobre o rio Serinhaem. orcada em 9:570*,
psgos em apolices da divida provincial a juro de
7 por cento ao par.
As pessoas quese propozerein a esta arremata-
jao cornparecam na sala das sess3es da mesma
thesouraria no dia indicado acima, pelo raeio dia,
cumpelentemente habilitadas.
E para constar se mandou pnblicar o presenle
delo Diario de Pernambuco.
Secretaria da thesouraria provincial, 20 de Ja-
neiro de 1874.
Vicloriano Jose M. Palhares,
Official maior interine.
Clausolas especiaes para a arrematafio da ponte
denominaaa Pao Sangue sobre o rio Seri
nhaem.
1.' A ponte denominada Pao Sangue sera exe-
cutada de conformidade com o ersiBento e plan
la approvados pelo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, no valor de 9:570*.
2.' 0 arrematante dara principio a obra no pra-
to de um mez e a concluira no de 12 mezes.
3.* 0 pagamento sera effectuado em 3 presta
;0os iguaes a proporcao da tabella executada.
4.* Para tado 3 maisqne nao se achar especiri
cado sera regulado pelo que dispde o regulamento
de 31 dejulho de 1866. -0 engenheiro cbefe, Jo-
se Tiburcio Pereira de Magalhaes.
Vicloriano Jose M. Palhares.
SAJxTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Hlma. junta administrativa da santa casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico qut
aa sala de soas scbsom, no dia 19 de marfo pe-
las 3 horas da tarde, tern, de ser arrematadai a
quem mais vantagens oflerecer, pelo tempo de um
i tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTO DE C.UUDAOE.
Travessa de S. Jose.
Casaterrean.il.......201*000
Rua de Santa Rila.
Idem n. 32........230*000
Padre FJoriano.
Idem n. 49........207*000
Cmco Pontas.
Casa terrea n. 114......362lfo00
Rua da Alegria.
Idem n. 31........371*000
Ponte Velha.
Idem n. 31.........136*000
Roa de Antonio Henri jues.
Idem n. 26........99*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha
Casa terrea n. 16.......209*000
Becco das Boias.
Sobrado n. 18 ....... 421*000
Rua da Crn2
Sobrado u. 14 (fechado).....1:000*090
Rua do Pilar.
Casa terrea n. 100......241*000
Rua do Amerim.
Idem n. 34....... 122*000
Rua da Guia.
Idem n. 29........201*000
Rua dis Larangeiras.
Casa terrea u. 17. ...... 361*000
Os pretendentes deverio apresentar no acto da
irrematacao as suas llancas, ou corapareceren-
icompannados dos respectivos tladores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia en
pie for seguro o predio que contiver estabeleci
aaento commercial, assim como o servi^o da lim
oeza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re
rife, 17 de marco o de 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Sauza,
4 1/2,
5 1/2,
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recife a Olinda.
e Beberibe.
Na quinta e sexta-feira santa, os trens se-
rdo regulados pela tabella seguinte :
OU NTA-FEIRA.
Manhd
Regulard pela tabella em vigor.
Tarde
Recife a Olinda12 1/2, 2 1/2,
6 1/2 e 8 1/2.
Olinda ao Recife.1 1/2, 3 1/2,
7 1/2 e 9 1/2.
Recife a Beberibe.-12 1/2, 3 1/2 5 1/2
e 7 1/2.
Beberibe ao Recife.2 1/2, 4 1/2, 6 1/2
e 8 1/2.
SEXTA-FEIRA.
Manhd.
Recife a Olinda.7 1/2 e 9 1/2.
Olinda ao Recife.8 1/2 e 10 1/2.
Recile a Be, eribe.7,'25 e 9,25
Beberibe ao Recife.- 8 1/2 e 10 1/2.
Tarde,
Recife 4 Olinda.4 1/2, 6 1/2 e 8 1/2.
Olinda ao Recife.5 1/2, 7 1/2 e 9 1/2.
Recife i Beberibe.5 1/2 e 7 1/2.
Beberibe ao Recife.6 1/2 e 8 1/2.
Na quinta e seita-fei-a nao ha trem de
carga.
Approvo.Recife, 28 de mar$o de 1874.
F. de Figuerda.
0 Gerente.
Laurentino Josi de Miranda,
nirem
portos
que os lugares sejara occupados no*
do sot.
ti*K?
Pacific Steam Navigaliiiii Compain
WWAX MAIL STKAMERS.
Sao esperados do sal os vapores abaixo men
cionados :
Marco 27-Polosi.
Abril 10TUimani.
Abril 24 Britannia.
Maio 8 John Elder.
Main 22 Galici*.
Takella ate* aanwageaa u- Pernam-
MM*!
Para a Europa I* elasw 2* rlasse 3* clas^e
A LisbAa 27 15 lb
A Liverpool 30 20 13
Os men:ires de d.iza annos pagarao meia pas-
sagem, os de oito nma qnaru pane, e tuna erian
ca menor de 4pm annos inde cum sua tamilia
gratis.
Criadaspagarao duas tercas paries das pas-
ugens de primeira dasse ; e serio alojadas no
salao das seoboras.
Criadoipagarao passagem de segunda classe
Os camarotes nao devem ser cousiderados en
gajado*, ernqoanto a passagam nao tiver sido
paga.
Ob paraageiros-qne nao seguirem depois de
terem tornado suas passagens, perderao metade
da imporuncia deltas.
Bilretes de ida volla (nao tranaferiveis) .-e-
rao concedidos a passageiros do primeira clasaa e
a sent criados que os a ompanharem,e a pas-
sageiros de segunda classe, com nma reduccao
de vinte e eineo por cenlo sobre a importancia
das passagens ; os quaes valerao pelo espaco de
dote mezes calendarios. Nenbnma concessao ser-
feita, se dentro do tempo especiHcado, nao se fi-
xer nso delles.
Bagagem.Sao concedidos vinte pes cubicos a
cala passageiro adnllo ; lodo o eacesso pagara
frete.
N. B.Nao sahirio antes das tres boras
tarde.
AGENTES
WUsem Rowe A C.
14RUA DO COMMERCIO14
da
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.Havegaftto costeira a vapor.
OOYANNA.
0 vapor Coruripe, com-
mandante Santos, segui-
ra para o porto aeims
no dia 1* de abril a 1 bo-
ra da madrugada.
Recebe carga, encom
mendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Matto
a. 12.
COMPANHIA pmA>WfTAWA
ARAIYii, NATAL, MACAO, HOMOM*.
TT, CKARA, IfANDAHO, t ACAHACtT*
0 vapor
vf uira para m m*
im acMM a* dia 34-
do rorraaaa, m
boras da tarde
Recebe carga ate o dia 28 do correnie.dMM
mendas aid o dia 30, paaMftarea e imbaaw a fts>
M aid m 2 Ix-ras da tarde do dia da iiNfl :
scriptorio no 'orto do Maito* a. It?
tencia.
A instituipao real de f.hvrpool. im.itin
Porto por Lisboa.
Si he intprrlerivetmena^ aestes t!i dia r
poitngii^z Florinda : quein iui iiwrmo quiaar
regai ou ir do if^fagrm. irate cam aa o
tarios Thori az de Aquino Fonceca dt C
sores, rua do Vigario n. 19, on cma o
Rio Grande P*ra o referido porto pratcade sagnir com aat>
ca demora a barea portofaeta Social, por Mr a
maior parta de sou carrrpwialo aaaijido, a pan
o reslo qae Ihe falta trau-sa com m rmilaaali
rioa Jjaquim Jose Goccaives Bdirio 4 fBaa,
ma do Commerciol nJ
Para o Par*
recebe carga a brigue portugoex "'raw, a
pretei.de aeguir com tod* a brrriiada por ter
graude parle da metma engajada : qnem ao Mat-
mo quizer carregar, irate cam s rios T, de Aqnino Foaceca d, sneeessorts, a
rua do Vigario n 19.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
a
\avegacdo costeira a vapor.
MAMANGUAPE.
0 vapor Coruripe.
commandante Santos,
segnira para o por-
to acima no dia 4 de
abril as 5 horas da
tarde.
Recebe carga, eneommendas, passageiros e di
aheiro a frete ate as 2 horas da tarde do dia da
s.ihida : escriptorio no Forte do Mattosn. 12.
Porto e Lisboa
A galera portugorza F.rmnn vai aegair mm
brevidade para as dons port.* arima por lav a
maior pane da carga engajada ; para earta
passageiroa trau-se eoa oa ec amfftatarm liva-
Gotmaries dt C, pra^a do Cirpo Santo n. C
Companhia Allian tima Portuense.
A galera portugueza Saudade, segaira em prn-
coa dias para o Porto, fn eacala por Lisboa.
Ja tern cvniralada grrnde partc da carga
para o reslo, trala-se com os nsifnaurie> e
agenles da companhia,
Jose da Silva Irm & FM*.
em eu escriptorio a rua da Companhia P-nnm-
bucana.
LEILOES.
LE1LA0
DA
taverna da rua do Range!
n. 41
INST TUTO ARCHEQLOGICQ E GEO
M
Quarta-feira I do corrente mtz d'abril,
celebrarci o Instituto a sua l.a sessao ordina-
ria do correnteanno academico.
ORDEM DO DIA.
1." Posse dos novos officiaes da mesa
sdmimstrativa e membrjs lie eonmis-
soes ;
2. Trabalhos fldiados;
3.' Palestra litteraria.
Secretaria do Instituto, 28 le mar.^o de
1874.
Jose Soares d*Azevedo.
Secretario pcrpetuo.
Circular
umtr%KTymhtrm
BFCLftftaCeF*
-
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Venda de predios
A 111 in... junta admiuistrativa e-ta Santa Casa,
iavidamente autorisada pela pre.idencia, na sala
de snas sessdes, peias 3 horas da tarde do dia 26
do corrente, venJe ou permuta por apolices da
divida publica os seguintes predios. perieneentes
ao legado de Joaquin da Silva Lopes, de qoe e
admimsiradora : Forte do Ma'tcs, metade do so
najqyde 3 andares n. 17, per 5:600a ; becco do
, opejq 3' Dane do sobrado n. 1. por 2:666*666
rua da juia, sobrado de dous andares n. 69, por
6:0001 ; rua de 6. Jorge, ca.*a terrea n. 92, por
1:4004, sobrado de um andar n. 30, por 2:0001,
dito meia-agna por 300*; ma dos Gnararapes,
casa teirea n. 63, por 1: 00* ; rua dos Acougui
nnos, cosa terrea n. 26, por 600*; Largo da Cam-
pina, dita n. 3, por 400* ; rua da Soledade, dita
n. 72. por 700* ; becco do Teixeira, dita n. 5,
por 230* ; largo das Cinoo Pontas, terrene, por
1:000*000.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Racife, 14 de feverelro de 1874.
0 escrivao
_______JWro Rodrigues de Souza.
Santa Casa da Misericordia do
Recife. -
Em vista da ordem da Illma junta administra
tiva sSo convfdados os parentei das roenores infra
lMverpool, it de niurro de 1HS4
Mama fallida de Tttgnian & Hradshaw
Os nebocios desta lirma, que me foram encar-
regados pelo tribunal do commercia estao agora
arranjados, e retirados do diln tribunal.
0 aviso annexo da dissolu^ao da firma foi de-
vidamente annunciado na gazeta official, e o Sr.
S. C. Bradshaw e nnica peseoa que tern direito de
tratar da massa.
Deos guarde a V. Mc. Starmood W. Banner,
curador Gscal da massa fallida de Tugman &
Bradshaw. ------
BERETS BUILDINGS, "GEORGE STREET
Liverpool, 5 de marco de 1874.
AVISO
Pelo prestnle notifica-se que a sociedade ate
agora existente outre nos, os abaixo assignados,
Samuel Tugman & Sylveslre Christovio Bradshaw,
negnciantjs desta praca, com escriptorio Bereys
Building-, George Street, gyrando sob a razao so-
cial de Tugman & Bradshaw, flea dissolvida de
commum accordo desde a data d de 1873. Todas as dividas pertencentes a dita fir-
ma serio pagas e reeebidas pelo din Sylvestre
Chri.-i;ivao Bradshaw, o qual contianara com o
mesmo negocio pela sua propria conta e debaixo
do seu proprio nome.
8: Tugman.
S. C ftradshaw.
Protectory das Familias.
Aeaiocia^ae araaUelra de seguro
rnutuo sobre a vlda, feriala pele
ataiaeo rural fe> pothecairto ale Rio
de Janeiro.
A todas as pessoas que desejarem niiar se o es-
ta associacao ae darao os esclarecimentos precisoa
e se formularao os cootratos, dando-se tambem
ordeos ou saqnes pagaveis ao thesonreiro do
mesmo banco pelas importances qi.-e para aiu
bouverem de ser remettidu peloa Srs. cootribuin
tes qne ae quiaerem poupar a este incommouo,
na rua de Vrgario Thenono n. 7.
Pereira Vianaa dt C.
_________________________Agentes. _______
Armazens da companhia per
nambucana.
Se*riflroaj centra e feae
A companhia pernambucana, dispondo da ex-
cellentes e vaaloa armazens em sen predio ao for
le do. Maitos, offerece-os ao commercio em geraJ
para deposito de generos. garanilndo a maior con-
servacao das mercidorfas deposKaifa'-, ferrlfo
prompto, precos roodicos, :'.:.
Tambem reeomera, mediante previo aecordo, ex-
clasivamente os generos de nma ?6 pe THEATRO
Grande e varietdo espectaculo
Ter^a-feira 31 de marqo
Fiu flavor do rlarinotlNtn Eustaqulo
Pereira Reboucaa.
Logo que os professo'es da orchestra executa-
rem uma brilhante ouvertura, seguir-se-ha a bem
conhecida e applandida comedia em 2 actos :
O Dr. Grama
Pela primeira vez neste tbeatro.
No interval In do 1.* ao 2.* aclo o benenciado exe-
cntara na sua hurailde clarineta as grandes e dif-
ficilimas variances de tbema original de Mr. E.
Cavallini, 1.* clarinetista ao mundo :
Canto grego (*)
Na execufao de.-ta composi;ao a clarineta imi-
tara perfeitamente o
ECHO
Depois do 2." acto o beneficiado exeeutara na
clarineta a brilhante area cam varia^oes de Mr.
Klose, com nma bnda valtz variada, nas quacs a
clarineta faz uma perfeita risada.
Ultima parte.
Comedia em um acto ;
O caixeiro da taber-na.
O beneficiado, tendo de retirar-sc em breve, da
nnicamente este espectaculo e cspera a proteccao
d i illustrado publico desta capital.
Era um dos intervallos o beneficiado ira agrade
cer aos diguos con idados que sc dignarem hon
ra lo com suas presencas.
Principiara as 8 1|2 horas.
(*) A pedido de diversos dilcctanles.
Pacific Stead IfatlSalioo C; mpaD;
ROYAL MAIL STEAMER
Cumntandante Holloway.
SORATA
espera-se da Europa at6o dia 31 do corrente, e de-
pois da demora do costume, segnira para Bahia,
Rio de Janeiro, Montevideo, Valparaiso, Is Jay, Ari-
ca, e Callao, para onle rer-ebera passageiros, en-
commenda* f dinheiro 'rete.
S. B.N*ao sahira antes das ires horas da tar-
de do dia da sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe a C.
14RUA DO COMMERCIO14
Segunda-reira SO ale cerrenae
0 agenle Martins fa-a leilao, em um on mais to-
tes, a vuntade dos compradores, d'arma^i". geaa-
ros e mais p?rlen<-a* da taverna acima ; garaai*-
e a casa ao cmnprador >lo e>tabelc<'iment
as 11 horas da mnnha.
Leilao
DE
duas caixas com', moveU a variado
TERCA-FEIRA 31 DO CORRENTE
As 11 horas
0agents Pinto fara leilai, por itiwrisa-,-: J.>
Sr. gerente do consulado de Franca, em nr'ioaps
de seu chanceller, o por conta a riaea de qnea
perlencer, de 2 caixas marca DM M, n*. IIC e
117, cculendo i:\urim atariald d'agua >algada, a
bordo da bar.a franceza Ri<> Grande, na soa ulti-
ma viagem a csleporto; as II horas do diaa:.
ma dito, em seu escriptorio, a rua do Ap-VIo r 8.
LEILAO
Real companhia de pqnieles n-
iikm a vapor.
0 vapor
NEVA
Commandante C. Parker*
espera-se dos portos do sul, no dia 31 do corrente,
o qual depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para fret, passagens, etc., irala-se na agenda
rua do Commercio n. 40.
AVISO
I'elos vapore- desta companhia da-se bilhetes
para o Havre e Chebourg, por via de Southampton,
pel"s -eguintes precos :
Primeira classe 30
Segunda cla>?e 20
A companhia encarrega se de transportar os
passageiros pelos v?pcres do Soulh Western Rai-
lway 4 C, que partem todas as segunda^, qnar-
tas e sextas-r>i'as. de Southampton para aquell's
portos.
DA
arrn:<;ao, generos e msis perten;as da b>
vcina da rua da IVnha n. 6
Terea-feirn 3t t le cerrente
0 ag> nti' Mariina fara k-nao da taverna ann...
em um ou mais lotes, a vontade dos comprador**,
garante-se a casa ao comprador do esti' :)*" -
mentA.
i'w II lioraa.
****y
AVISOS aVJARSTJ3M0S,_
Para Lisboa
0 patacho portuguez Graaosa, vai sabir com
brevidade por ter a maior parle da carga promp-
ts, e para o reslo trata-se com os eonsigna tarios
Silva Guimaraes dt <;., praca do Corpo Santo ou
mero 6.
PROGRESSO MARITIMO DO PORTO
Bnapreza pertueuse de navegn-
cfto a vapor entre Portugal e
o Braail.
0 vapor
ALMEIDA GARRET
Cenatnandante Temasini
pQue deve estar aqui prooedente de Portugal ale
o dia 3 de abril proximo futuro, depois de indis-
pensave! demora dentro do porto, seguira para a
Bahia e Rio de Janeiro.
Passagens e fretw de cargas, eneommendas e
valores, tratam-se com
OS AOENTES
E. m. Rebello C.
48 Kua do Commercio 48
N. B. As pessoas que quizerem ir para
Portugal na volta do vapor, que deverd ser
pe4 roeisdo do mesmo mez de abril, podem
desde jd toraar as suas passagens para preve-
COMPAI^itU BAHIAM
LUHTABA
llaceio, Penedo, .4racajii
e Bahia.
E' ->perad. dos porlos do sul ale o dia 4 de
abril o vapor Penedo, o qual sahira para os por-
tos acima no dia seguinte ao da sna chegada.
Recebe-?e carga, passageiros e di aheiro a frete.
Agenies.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
.'57-Rna do Bom Jesus-57________
~C0MPAKHIA PERN AM BUCANA
DE
\iiveaucao costeira a vapor.
MACErd, KSCAI.AS, PENEDO E ARACAJTj'.
0 vapor Mandahu,
commandante Julio,
seguira para os por
tes acima no dia 31
-do corrente, as 5 ho-
ras da tarde.
Recebe carga ate o dia 28 do corrente, encom-
nendas ate o dia 30, passagens e dinheiro a frete
ite as 2 horas da tarde do dia da sabida : as-
'iriptorio no Forte do Mattos n. 12.
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segne com poucos dias
de demora a barca porlogneza Feliz Vniao por
ter a maior parte de seu carregamento engajada,
s para o resto que Ihe falta, trata-se com o con-
eignatarios Jtjaquim Jose boncalvps BehrSo & FI-
sho, a rua do Commrcio n. 5.
moveis e crystaes
TERCA-FKIRA 31 1)0 CX)RRi:NTE
A's 11 horas
No primeiro andar do sobrado da rna do Ran-v
n 52.
0 agonto Dias, competenterneute autorisadi} por
ma familia qne mudou de reideocia, levara a
leilao, no dia e hora acima de^ignados, os moves
e mais arligcs que abaixo ?e mendonam, aos qoa*
nao se deixou limitrs.
Uma mohilia de jcaranda, iMmpofta de 1 sob,
4 ndeiras de brae/), 2 consolos. I mesa de meo
de sala, i."> cadeiras de gsaraieaa 3 aparadoret, 1
guarda-roupa, I sofa, 2cadeiras de balanrn, jara-
randa), 1 toilette com suas pertencas, l2'cadeira-<
de gnarnirjlo, 1 quarbnhcira, I rico randieiro pa-
ra Kerosene, 2 candelabros de 2 lazes, 2 parte it
Jarros, 2 parrafas de er>>tal para vinno. 19 copos.
12 ranee*, 2 compoteiras e 1 tapete.
Grande
LEILAO
DE
importautes moveis, lindos, quadros com pinlurs.
jarros, llguras. louras, crystaes, Vidros, joias #e
ouro e brilbante.i. joias de prata, apparelho de
prata para cha, dito electro plate, 1 borro e 1
carro americano com 2 assentos
Terca-feira 31 do corrento
A\ I I horas ra mfllilia
\ PnsageuB da Magdalen*
A SABER:
1." sala de visita.
Uma rica mohilia de jacaranda, con tendo 12 ca-
dciras d.- guarnir.n., 6 ditas de hrarvs 3 sofa*, 3
consolos, com lampus dc pedra, 1 cJuversadeira a
jarros, G espeihus nvaes, 1 rico piano com pea a>
vidro, oo fabricante C Hcdi-ie.-n. I radeira par*
piano, 2 jarros cm (lores, de pes dourados, i df-
tes de amarellc, 2 pares de calongas brancos, t
espelhos para cima de mesa, I par de calling as ea
cores, 3 descancos para panel, 3 laprtea, 3 dito*
para sofa, 1 lustre com 16 bicos a gaz, 6 cortaadas
para jaoelias, 6 sanefas doorada.-, 4 rrpesteiroa a
1 rico lapele para sala.
2.' sala de visita.
Uma rica mobina de jaqueira, rompleta,
Umpos de pedra. 4 cadeiras de braeoa, f
6 ditas de guarnicao de vime, 1 son de j.
da, 6 cadeiras de junco, de abrir a Unbar, I ,
Iho oval, I par de calungas, 4 pares de punt, f
lustre, com 8 biros, 2 araadeUas de crvMal, pa-
res de cortina-os para jaoelias, 6 saneoa da jaoa-
randi e argolas, 1 Upeif diversos caracboa.
Joias.
Um anuei de robins. 1 vaila de perolaa a crua
de robins, I abotnadora com robins, 3 botdei ana
camisas, I annel de mosaico e 1 rico
com 60 brilhante*.
.Quarto toilette
Uma rica toilletie, com taropo de pedra, i
dourade (jacarandi), 1 rico porta-rartlo, c__
pelho, arandellas e jarros para florea, t par i



/

J


3Iirio de i^Htftmbuca Seguad* fcii* 10 do Mw^o de 1874.
.

>
i
Mm cams, I lavatorio de jaearanda
caiungaa 4 padra, aWsae jMfM, lrkfl-
tNMOI
abasia, t
4.aiUa astaa daeaaa, _
eon Umpo da pedra e perteaca.', I lu raodella e 1 tapeta def.trar quarto.
I.* quarto du ilormir.
Uma rie eaina 4>|3earaada, eojiulii e Cortina-
dos. It casYiras ?ilaJa-< doiiitdas, 2 ditas di
Made brae**, *4atto de iacaraadiV citn tatnpos
de pjdra, consolo ensa tampo tie pedra, 1 nco
relogio de pedra, t tapete para forrar quarto, I
guards papel. jn>* 4 rte-js qualms historic-).*,
f lastre coo 3 oiedt, 1 rtca commoda de uioguo,
com umpo de pedra.
*. quarto. ar#
0m rieo gniarda-roupa de jacaraada, 1 lavato-
no de jaearanda, torn tampos de pedra e perten-
9*5, | espelho graode, 4 poltronas etufadas de
marroquim, t dtvan estufado de nurroquim, S ea-
htm estufadas de marroqaim, 1 Upete, t lus-
tre, araadellas, pare* de eortinados e suas ?ane
fas, t mesinhas de jacaraoda para logo, 1 cama de
llflilln
3.' quarto.
Um fuarda roupa de amarello, 1 cadeira de ja-
carandL eeto/ada, que serve para donnlr, i ta-
pele, I bidet, i bancas de jaearanda, com tampo
Sala de janUr.
Uaaa importante mesa elastics, com 6 taboas, i
Sfjaraduiu de roogno, tampe de pedra, 2 ditos
prates, I rieo guardalouca, 1 aaarlinheira, 48
caatetraa de luneo, 1 lustre com 4 bicos a gaz, 1
anmMtos, 1 upete para forrar sala, dlversos ca-
pacbes, 1 eacala, apparelwo par* jaatar, dflo pa-
ra^taoco, I dito de prau para cha, 1 assacarei-
ro, t cafeteiro, 1 chaleiro, 1 salva, 1 caslicaea,
tatadaiaa, 1 rieo faqoeiro da prau do Porto, I re-
?agio de parede el machina especial pan cafe.
Quarto de repazes.
Uma mobilia de raogoo, com tampo da pedra,
diversas eamas e marqtmda*.
Coziaba.
Ua rieo fogio inglea (novo) tram.
Mtraote.
Uma mesa para jaatar e 9 cadeiras.
Jardim.
% figuras de pedra, *6 cadeiras de ferro, I car-
TO americano com 2 assentos e 1 dfto velho.
Os agente* Pinbo Barges e preposto do agente
Pestana, bsstaoies autonsados petolllm. Sr. com-
maadador Caadido Alberto Sodre da Motta, qae
muda de residencia, levarao a leilio no dia acima
designado, os moveis e mais artigos que sao de
fosto a se acbam em perfeito esudo ou quasi no-
TO*.
Garante-se traspasse da -casa com todas as
bemfeilorias a qualquer pre tea den te que desejar,
uma casa bem asseada fora 8a cidade e caadtre
cio facil por mao de bonds. ______
3 m m mmi
AOS 4:00W000.
tflLHETES CiiLUTlDOS.
* n*SJ rrimei'j de Mdrr.o {txitr ora.riut
Crttjioj n. tu www 0 ahaiio assignado tendo vondiiio rms Vj.i- l-
ities bilheif?, nm trriu n. 16 0 nun imt, um
loiciro n. Ut) rmn !*W/, um u Ufal .om
iU0, e oulras torte* de *< >> 10* se acabon de extraMr (93-), eoavida aos possui-
doresa virstn reoeberaa conformidade dooostn-
me aem aescoate algum.
Acham-se a vmkU os feliiea bilboiea garantidu-
la & pane daa loteriaa a beneNcin da igreja
da Casa Porte (94*), qua se extrahtfa n* segun-
feira, 6 do mea vtodonra.
MOM
Bilbete mteiro 4*000
aiobflbeta 3#oou
m Poar^o M 1009000 para Cima.
Bilbete mteiro 3*000
Meio bilbete 1*760
Marti** Fiasa
AVISO
DE
alguns moveis a Hvros pertencentes ao intcrdictc
D. Narciso Vidal
Vnnrta-teirw 1 de afcrll
An tt horas.
CHua do Lfvramento, sotirado n. ..,!. andar.
Por interrencio do agente Dias, que levara a
leilio no dia e bora acima designados, a requeii-
mento do Dr. eurador do mesmo interdicto, os
moveis alii existentes, a saber :
Uma mesa grande com 4 gavetas, propria para
advogados, I dita menor, 1 dita com p6s torneados,
* eaaetras de balanco (amarello), 1 diU de brace,
idem, 7 cadeiras de guarnicao, idem, 1 banoa,
idem, IS cadeiras avuisas, I lavatorto de amarel-
lo, 1 relogio pequeno para cima de mesa, 1 cadei-
ra velha, 1 faca com bainha, 1 candelabra de
bronze, algaos vidros (frascos), 6 coluranas gran-
des de Plandres, diversas obras deleitura e sciea-
aas, e outros artigos-diversos.
MM
DO
Vaptr Me of EdinbuFgh
No domingo 23 da marco pelas 4 boras da tar-
da, sahio da easa de sen seabor, o preto de no-
ma Joio, de idade de 28 anno*, mais on menos,
cdr late, esUtura regular, secco do corpo, falu
de dons dentes na frenle, lam no rosto algnmas
marcas de bexiga, pouco lalienles, usa de bigode
e pen, mas com pouco cabeilo, foi vestido com
uma ealca de easeotira de quadriohos escura, ja
velha, camisa da madapolao, tern um anel em
um doe dedos com uma pedra braaea alem da
roupa vesUda, levou mais am balaio de pal ha da
estaira, de enfiar no braco, eamisas e calcas bran
cas a uma preU, jaqueu e paletot da mesraa cdr,
cbapeo de sol de panoo verde, um de cabeca, de
palha, umbem preto ; julga-se ter ido para Na-
zareth, de onde elle veio para aer vendido, e e o
lugar aoade tern parentes, dito escravo tern o offl-
oio de (unit*iro : recommenda-se as autoridades
poiiciaes a capities de campo a sua apprehensao
e leva-io ao largo do Corpo Santo n. 2, a Jose
Joaqaim de Lima Bairao, que generosamente re-
eompeasara.
AVISO.
Nao se prestando o pequeno espaco do aroiazem
c. 10 A, a rna da Hadre de Deos, para um abaste-J
ddo deposito das diversas marcas de fumo, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto ontro esubeleeimeato sob a mesma
denorninacao de
irmazen de fumo
A' rua da Amorim n. 41
com todas as proporcSes desejadas, e onde pode-
rao os senhores freguezes dirigirse, certos de
Sue, como ate' aqui, achario sempre a par da mo-
icidade dos pre^os, a maior sinceridade possivel.
Entre as differentes marcas de fumo da Bania e
Rio de Janeiro, qae tern sido annunciadas, acaba
de I'hegar uma eacommenda especial, e que muito
deve convir aos senhores freguezes. Consciente o
abaixo assignado de que neste genero de aegocio
nao esta sera competidores, fara maito por eviur
qne tambem o: tenha com relacio ao pequeno lu-
cro que procurara -ebter da diU mercadoria.
Jose Dominguc do Carmo e Sliva.
A-gi
Wo dia lO de abril
[en^te -Forreira
1% Fart, ia Ponte de Pedras
vender-se-.ha impreterivelmeute por conta
de quern pertencer
O ai*aiiifica vapor inglex
A RODAS
Me (I Edinburgh
'onstruido m Aberdeen em 1870 em um dospri-
roeiros esubelecimentos dete genero n'aquella
cidade.
Tem HI pes de compriraento, 19 de bocca e 9 de
pontal, medindo 126 toneladas inglezas ou 162
brasileiras
if CARREG4 CERCA DE 7,000 ARROBAS
E* de ferro solidamente construido, tem boa
uiarcba e exoeKentes-accommoda^dds para passa-
geiros. Sua machina e de forca de 60 cavallos
nominaes ou de 300 euedivos.
Este bello vaso que muito sepresta para
2i)nduc(;a() degado
6 sobf8 tudo excelleote rebocador, como tal ja co-
nnecido, e esta prompto a navegar. 0 inventa-
rio sera aaDunciada alguns dias aates da venda
e pode desde ja ser visto em casa dos annun-
ciantes, on a bordo do dito vapor que se acha
I'acdesdo defronte da igreja de Sann Antonio.
0 vapor pode ser examinado em qualquer dia.
Para nsais informaeoes poderio
ilirigir-Mc aos eonsignatarios
Samuel G. Ponddb G.
AttenQao
Precisa-se a lugar uma casa terraa, -grande,
que tenha, alem de sufficientes commodos
para familia, tambo'ii tenha quintal ou pe-
queno sitio rourado com cacimba, que seja
no bairro da Boa-vista, e perto da linha dos
bonds. Tambem serve uma casa terrea,
grande ou um pequeno sitio nas mesmas
condicdes acima; porem que seja nas imme-
diac,6es da estrada de Olinda ate a Encru-
zilhada.
Quern pois tiver e quizer alugar, deixe
carta fechada com a inicial W. no escrpi-
torio desta typographia.
Aviso.
avisos DVEBSOS
Co&sUndo a alguem que uma ma I her., que diz
chamar-se Oliiicini, ain la ousa ioeulcar-se como
>ilHa do lallecidocoronal Pedro Antonio Velloso da
Silveira, a irma do umbem falleddo capuio Pedro
Jvo Velloso 4a Silveira, a6m de extant a compaixao
e obter esaiolas daa familias a quem e.la recorre,
aproveitando se para isto de ser cega# esse alguem,
perdando per fim paciencia a vista da persisten-
Cla detsa mi-gravel traficante que, a noite e mes-
:oo nor vezes 4urante o dia, se introdoz nas ca-
-sas daqoelles qae a nao coabecem, jalga conve-
iiiente de.;larar para qne nao contiaue a aer ex-
4>lorada a creduudade dessas familias por esu im-
posisra, qae a fillu do xeferido coronei Velloso da
Silveira, que tinha o nome de Olindina, e era ciga,
foi bem educa la em Paris e casada, existindo am-
da s6u marKlo na provine 'A'i I i'o Velloso d t Silveira, na rua do Principe, em
inaio do **69, a qae mum se nio obrigada a pe-
dir esmaUu..
A fallecida Olindina era baixa ;mas inagra, tra-
Java bem, e nunca audou naa raas desta ci
lad-t bdio ser aompaahada por pes-oa respeiu-
^el; entreUnto que a impo^tora, que parece mais
velha e provivelioente nao too o uoroe de Olindi -
ea, se e baixa, gorda, aada .rial trajada e co
berU por um velbo chale, send^ aeompanhada
por am pardinha.
fletfife, 28 de matco de 7874.
____________A. P. ____
CASA DO OUHO
Bilhetes garantidos
tkuado Bar do da Victoria foutr'ora Novc
n. 63, t casa da costume.
Aebam-se a venda oe muito leliim bilbetes ga
'aotidoj da 5* parte da Ionia a bepeticio o
igreja da Casa Porte, que se extrasttp P" dia 6 de
abril vindouro.
Preeoaj
Inteiro 4*000
_Mo^ 2*000
tOOcjsOOO para cima.
Inteiro 3#300
*>>o 11750
Recife, 28 de marc/) de 1874.
Joio Joaqwn da Casio LeiU.
Zulmira Rodrigues da Silva retira-se no vapor
Bakia para o Rio de Janeiro, aonds vai fixar sua
residencia e despede-?e de todas a< pessoas de
sua amisade, ofTereceudo os sous prestimos na-
qnella cidade para o que esta as ordens.
Aluga-se barato.
Aluga-se o segande andar do sobrado da
da Guia n. C2, limpo, bem tratado e grande
rua da Senzala Nova n. 1.________
Adv-ogado.
Dr. A. H. de Souza Bandeira Filho.
37 Duque de Caxia9 -37
Curso de philosophia.
Pelo Dr. A. H. de Souza Bandeira Filho.
19-Rua da Uniao 19
rua
na
(Joziaheiro ou cozinheira.
Precisa-se de um para peiuena familia : a tra-
ur na rua do Passeio n. 60, loja.____________
0 abaixo assignalo declaraao co po do com-
mercio e ao puhlico, que despedio-so da casa com-
mercial do Sr. Bernardino Sena Pontual, no dia 18
do corrente ; outro sim, declara tambem que nao
fez logo -este, por igoorar o annnncio do mesmo
Sr. Pontaal.
Recife. 28 de marco de 1874.
Antonio da Costa Oliveira.
A proprieUria do hotel das Oliveiras, sito a
ma do Cajil, esquina da rua de Santo Amaro n.
40, tendo de ret!rar-se para fora da provincla, re
solveu render o mesmo esUbelecimento : quem
pretender, dirija-so ao mesmo para traur.
Sitio para alugar
Na estrada dos Reraedios aluga-se o sitio n. 21,
com casa de vivecda, boas arvores de fructo, ca-
cimba, murado na frenle, com portao de ferro e
jardim : a tratar no largo dos Re nedioa com Fran-
cisco Jos* de Paiva, taverna.
PUNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRDM I. S2
(Passaudo 0 tlialarU)
0i'i?uM '.jj ..-uborat A* *& -vho 41 ^i-uJa ifri-'.^orM, Jib prej? adore* Aem
i xvjiQ i. fa\.rr de ami visit* a MA oaUbelaciuiento, paia ve omplet i qua abi tem; aaoda todo aaparior am qoalidade a fortidlo; o qae com a !b
acr;to paasial pode-ae vertScar.
BSPETJAL ATTDigAO AO NOMERO 8 luGAH DE SUA FUNWCAO
7aporese rodas d'saa Z?2RSrmg&
.ircuflMUnciae dot aenboraa proprietarkM 6 pan deecarocar algodlo.
Soendas de canna f^ m *"*"*- ***<" *.
lodas dentadas ^,DlmM*' ^e ,,poT*
Taixas 1e ferro fandido, batido t de oobre.
ilambiqnes e fandoa de alambiques.
tfaahiniflmOft Pr mwdioca a al|a4lo,l Podeodo: todoa
u.ttl>UllilSllAO eparaterrirmidaira. f aer movidoa mio
FaOmbafi _- (Por agw, vapor,
Todag as machinas f^"*f"*pw*.
Pai qualquer oonoerto dem>chlfli. pwo ami reaatnido
?ormas de ferro ^**** ******* m*
SnAnniiTl Altain_ ^combb-M da mandar vir qaakjaer machiDUmo A von-
auuommenaaB. taJheiavMUgealdbhi^m
uai eotapru por intermedia do petsoa entendldi, a que am qualquer Deceeetdede pode
lea preelar auxilio.
Ira dos americanos i*TaVMl* ***i.
RUA DO BRUM If. 52
PASSANBO O CHAFAR1Z
L UNDI^AO DE FERRO
4' roa do iar3o do Triempiio (roa doBrom) ns. 100 a 104
CARDOSO fc IRMAO
A VISA M aos senhores de eBgenhos e outros agricultores e ao publico -em genii qua
continuam a receber de Inglaterra, Frauga America, todas as leTragens e machina s ne-
cessarias aos estabelecimentos agricolas, as aaais modetnas e melnor obra que tem vinoio
ao mercado.
V apores \fo for^a de 4,, 8 e M cawaUos, os ntelhores qoetem vmdo aofmerado
UaldeiraS de sobresaleate para Yapores.
MOendaS inteiraS e meias moendas, obra como nunca aqui Tek>.
TaixaS ^lllldidaS etatidas, dos melhorea fabricantes.
tioaasa aglia com oubajede ferro, forte*e bem acatadas.
RodaS-dentadaS de todos m tamanhos e qualidades.
ReloglOS e apitOS pra Tapor.
BombaS de ferro, de repucho.
AraciOS de diversas qualidades.
FormaS para aSSUCar^andes a peqnenas.
VarandaS de ferro ftindido, franceias de d*ersos bonitos gostes.
FogOeS francezeS ,para lenha e carvlo, obra superior.
DitOS ditOS para gHz.
Jarros de ferro fundido
Pes de ferro
Machina
Valvulas
.^S^Wft.
s
JtLDfil-SI
Um ''i.i na iiavea da Criu das Aiaaa*, prru
dn-< e.-i:<;oi>s !: Tinarin<-ira e J.n| irira. fiaca at*
rcllrnti' wi lj tivaatla, acta, ut<:tt-> r ir.ut>x,a
f ar:- !- "- : v :', i ';. 1 .?",*. t Utn
;in!;r, :V ;(r*.. -'> >''-.; n.- :. :'-":
i.::!i' i. ..- .; i" < > .n. : i
1". :t-i- ;.:f :. .., !,!.>.. ; j!,: ferr;,
I .-.riii.-it... ;: r:b-b-, nc ;:. : a tratar a* fit *>
1 ) uinui.ula.l r Imsm.
Garauiiuns.
Ifa
a liar
osd Paes
sse
rua do Barao da Victoria a. 36,1
aos Srs. Pedro do Rego Chave* Petaotc e
da Silva, a oegocio de particslar Me-
24 Rna do Marquez de (Mind:; 2i
Esquina do beeco Lar^, t
Participa a seas frrgaezes e amigos q' inudou
o sea esUbelecimento de relojoe a mesma
rua n. J4, onde encontrario nm gram' .-ortimento
de relopios de parede, americanos, c cima de me-
sa, doe melbores gostos e qoalidade, relogios de
alglbeira, de todas as qualida ea, patente suisso,
de ouro prata doorada, foleado (plaquet), relo
!;io9 de onro. iogleK, descn'.erto, dos melhores
abricanUs, eadeia de oure, plaquet e prata. Innetas
de tods as qualidades tudo por precos muito ba-
ratos.
ESCRAVO FWilDO.
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Serial, comarca de Goyanna, o
escrato de nome Jes6 Borges, mestre de assucar,
tendo os signaes segainles : cabra, idade 30 an-
no*, porrco mais ou menos, boa figara, nm tan to
grosso e espadando, seado .o signal man visivel
uma gomma na junta do pe esquerdo : roga-se a
todas as autoridades e capities de campo queiram
apprebender dito escravo e leva-lo ao refcrido on
cetiho, ou nesta pra^a a Oliveira Pilhos & C, lar-
o do Corpo Santo n. 19, qne serao generosamen-
te recompensadoa.
ALUGA-SE
o t* andar do sobrado n -'ii da rua Marqaet da
Olinda : a iraiargarmasun em do memo prasV.
Oflerece-se am horacra casado, de boa east-
portamento para f-itor ou copeiro de aignma ra-i
estranj-'fira e se fir fora da proviucia sera melaor :
quern pret udcr dirija-se ao berco do Pombal
it, que arhara com qnem tratar, das 6 as 10 bo-
ras da mKtiha.
SAQDES
Carvalho d Nogucira, na rua do Apcik-
f. 90, acnam sobre o Banco Commemfel
le Vianna e suas ap>nrias em todas aa o-
dades e villas de Portugal, A vista e a pray*
por todos os paquetes.________________
CAS\
Aluga -c o segondo andar da casa a. 4a da r4i
Direiia, com muito c.:nmod-> pa: a faiaii.a ; a efe-
ve esn defronle no a 29.
Muito barato
Aluga-se a loja -do sobrado da rua Direita n.
110. serve para negoeie e moradia, mediante um
modico repartkneitto, tem agua, gaz, e apparelho
de Impea,* alnguel-e favoravel : trata-se na ma
do hnperador n. 84,-on a rua da Palma n. 85.
ALUGA-SE
nma casa ua Capunga, rna das Pernambucanas.
com coxeira e quartos (ora : a tratar na rua do
Vigario Tenorio n. 31.
Aluga-se a casa da rua
propria para esUbelecimento :
Uniao n So. Na mesma casa
uroa preta que saiba vender
das Fltres n. 3o,
a tratar na rua da
precisa->e alugar
doce e bolos, qoe
LOJA DO PASSO
,
.
Tendo a-o::toi;ido um i!i-sarrajo M ma-
china de gelo, os f bricautrs vem por meio
deste pedir ilesculpa aos s-us freguezes pda
Islta que tem haviilo Buaea dias ; c;pera a
porem, em qualquer deslcs dias fornecer a U
dos as qutiitdade; do evabaSM ; aprovn am
tanaban a sceaaita para Masaar sos seu*
frcguez -* quo t'xm em viagilB uma ma-
china nova, mais moilerno, quo (abrieari m MM *-
calfl e com toda prestcza ;.s quantiJad* fM
forem exigid s.
Santo Amaro. 17 d ma"co de I87i.
Pdes tcslainenterros rle C. Starr all C.
__________William r. rataaW.
" 55,400
Pode se ao Sr Joaquim I'ms rcirura
o favor de BMJBWaavr na rna 1'riineiro k
Margo n. 7 X, I." BMftar, wmmm de a
particular itileresse. __________________
para jardim.
para mesa e banco,
para gelar rgua.
para bomba e bauheiro.
Correiaa inglezas para machini8mo.
DanCOS e SOtas COm tiras de madeira, para jardim.
ConcertOS concertam promptidao qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS raan^am vir Por encommendada Eurqpa, qualquer machinismo,
para o que se correspondent com uma respeitayel casa de Lot idres
j com um dos melhores engenheiros de Inglaterra; incumbem-se de mandar assonta?
litas rnflchiiias, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rna do Barao do Triumpho (rua do Brum)ns. 100 a 104
P U D I DE
Cordeiro Simoes & C.
Acabam do receber pelo vapor Mendoz* :
Riquissimos cortes de gorgurao de seda lisos e
com listras achamalotadas.
Ditos de lioho para vestidos, contendo cada cor-
te, o necessario para sou eofeite, como seja :
franjas, trancas, botdes, fivellas, etc.
Riquissimos chapeos para senhora, ultima moda,
a rua Primeiro de Marco a. 7 A.
0 abaixo assignado declara ao respeitavel
pnblico qae nSo s respomabilisa pr^r qualquer
divida, que, seja quem for, possa contrahir em
seu nome ; sem a compttente ordem escripta por
stu proprlo punho.
Recife, 26 de marco de 4874.
Jose Fortunate dos Santos Porto.
Attengao.
ODILON DUARTE & IRMAO
CABELLEIREIROS
exposicao de 1872
M'\
na
Premiados na
^S^Lm^
4^sS!&
1MPERATR1Z
St" 82
t. ANDAR.
RUA
DA
JMPERATR1Z
%' 82J
|. ANDAR.
P>ri, 36, Ra Vivlenne, D
w:msiM medicin speci.n
DEPURATIF
du.SANG
Ml ihpriixidao'S dm WUUl, is **?kcom
i:-r\tr.\s. r aBraaaasas o saiwde.
|M,O00cuns da.t impin-
I qeni,puilvlas, herpti,
I I nonia, e alter(Ots, vi-
le iosas do sangue, vi-
rus, c aiie* 1.1 ovs \j sangue. (Xarope regetal
sem rnercurio). nepirttiTia t(Ui
muimmm MinasasaBa tomao-se dons por
i! segmindo o iraeumMto Dcpuraiivo : 4
tmprtfA(t nas inesmao molestias.
I Bate Xarope Otracto d
I ferro deCH ABLE, euri
imraediatameni* qual-
Iqoer purgacao, rila-
ixacae, debiUdatU,
e igiuiuMtue jiuaos i font braitcat das
Btalberaa. Esta loleccao Vnigna emprsgasM
de attracto de ferro.
, Ponwdi qae at enra ems diu.
POMADA ANTIHERPETICA
Centra r mi ajeccoa cutanea* comixoes.
P1LULAS VEGETAES DEPURATIVAS
do ottakte, cada frasot vni Mcoauakaaa
is um Mbeta.
AVISO AOS SRS. MEDICOS.
Cora caiarrSct, win
(fMJwtu, irrUafiti
PLUS DE
COPAHU
torn o Xarope
Acabam de reformar o seu estabeleoknento, collocando-o nas melbores on
lic^oes possiveis do bem servir ao publico desta illustre capital, e is Exmas. Sras. n'a-
quillo que fdr tendente a* arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tan to para homens como para seohoras, tupete, chignon.
coques modernissimos, traumas, cachepeigo, tecidus, deseuhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imflginavel em cabeilo.
O estabelecimrato arha-se provide do que ha de melbor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europe, as suas eocommendas e figu-
rinos de modes, e por isso pode vender 20 */o wenos qua outro qualquer, garantindo
perfei^io no trabalho, agrado, sinceridade e preco razoavel.
Penteam senhoras, taoto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
portao e a retalho e todos os utensilios pertftnecntes a arte de cabelleireiro.
Perdeu-se no dia 85 do corrente, na villa de
Palmares, antigo povoado dos Montes, um embru-
lbo contendo asseguiotes letras, que eram condu
zidas pelo abaixo assignado : duas, aceitas por
Francisco de Souza Leao, sendo uma de t:000 e
outra de 76*440, vencidas a IS de fevereiro do
corrente anno; duas diias aceitas por Antonio
Felippe Je Souza, sendo uma de J:(KW" e outra de
24*800 ; duas ditas aceitas por Manuel Antonio
de Souza Villaca, sendo uma de 418*7-V0, venrida
a 30 de selembro de 1872, e outra de 372*500,
vencida em 28 de abril do anno passado; uma
dita aceita por Francisco Pacheco de Medeiros. de
298*015, vencida em 7 de maio do anno passado ;
uma dita aceita por foaquim de Barros e Silva, de
658*540, vencida em 6 de marco do anno passa-
do ; duas ditas aceitas. pur Joao Pinoeiro Maciel,
sendo uma de 882*1C0, vencida a 4 de marco, e
outra de 153*586, vencida a 20 de abril do anno
.passado ; uma dita aceita por Manoel Gomes Fer-
raz, de 14:1*960, vencida a Ml de marco de 1871:1
tres litas aceitas por Antonio de Hollanda e Silva,
seado uma de 129*760, outra de 84*w0, vencidas
eei 22 de marco de 1871, e outra de 2i)i*320, ven-
cida ni 3 de agosto do mesmo anno ; uma dita
aceita por Yaldevino de Hollanda e ;ilva Cavalcan-
te, de 180*020, vencida era 30 de fevereiro de
1871 ; as quaes se acham todas sacadas por Ma
galhaes Mendes 4 C : 2 ditas de /.0* cada uma
aceitas por Jose Paulino da Silva Fiiho, sem as'
signatara do sacador ; uma dita de 200*, aceita
por Manoel Joaquim Pereira Nello, sacada por Ma-
noel Gomes Ferraz, com o pertence dos mesmo*
MagamaeS Mendes A C.; duas ordens endossadas
por Manoel Antonio de Souza Villaca a mesma
flrma, sendo uma de 1701 e outra de 110*, acei-
tas a primeira por Francisco de Paula e Silva e a
segunda por Vicente Ferreira Martins ; e tres bi-
lhetes de algodajk. sendo um tirado em nome de
Manoel Lopes Macnado Ramos, de 26 saccas, e
dousemnome do abaixo assignado, sendo e.-tes
um ae 10 e outro de 12 saccas.
Roga se a quem quer que tenha encontrado dito
embruino, o favi-r de entregar na villa de Palma
res ao Sr. Jose" Baptista Marques Dias; ou nela
raja ao mesmo ;.bai
.10SOOO
Para eugonnnados e afrumac'V' di casa i<
pequena familia : da-s* esta qnamia a nma da que seja de I. >a cnducla e p> rf''ita fr.comn"*-
deira : a traUr ua rua de S. Fratcisao n 7i.
Engenho
Vende-si' o wi; nho S. NaVa, 'JtmA
viccia de Jafioaa, .marci lo fMi
necos de uma lagaa dnaaata lo |irtu le nta
<;an^;lla, t*m oxceBentei i rraa, matax. c safr* i
rrcGlarmeiite 2,i(X) pies : :, 'r.-.t.ir na rua do -
gano n 31.
aa pr
Oalvo, .
A. B. da Silva Maia. ^
P,ua qi Viscoi-do de AlhnqusT'jne n. M.
Relogio lurtado.
Fartaram honlem 26 do corrente um r!.gio
ouro paleute mglex, cobert.., do n. 19,;?.
bricante Henry \V. Harrison; por iU previae-s<-
aos Srs. relojoeiros, on a qualquer p^saaa a quem
for oHerecido, a apprehensao do me-mo, e lava--
a rua Duque deCaxias n 59.
It.
i (l(;Bsllrifl;'P^ir -riniririt'r
i h
i
i
AlleiiQao.
Pr. cisa-sc c< m wgm.. i Je uma am
leile, que seu s dia, o que Uuha hum c
abuudaute leito, para toinar con la de MM
crian(a do di.i*. dando-se prtferencia i mu-
ll'" Jo :nalto : qtMMl, p rcumstancias appnrecy* no 3.' andar desta
11, outr'ira rua
n. 11.
Gbamados : a quai.jner hora.
CoBsnilas: Aos pilf's grails, das
4 horas da tpl natriz da Boa Vista
2-4
lei
Itv
typographia para iratar.
Pillulas Catharticas
de Ayer.
Para todos oa aflwaoa t*.
um remedio Iazaata.
NIo ha *gnramfnt, wm
remedio t*m uniTerKliDents
procurado come ua ctthv-
Aluga-se um mole.jae de 16 a 18 annos
tratar na rua da Madre de Deos u. 5,1 andar.
a '
Eosommadeira.
Chacon
Eraca ao mesmo ibaixo assignado, ou a'Justo Jose
omes Teixeira, na raa da Penha n. 8,. que sera
gratiiicado ; assim como previnese a<,s aeitantes
e responsaveis pelas mesmas letras e ordens nao
as paguem senio ao mesmo abaixo assignado, que
protesta fazer valer o seu dh-eito contra quem
quer que pretenda fazer qualquer transaccao com
as referidas letras e ordens
Recife, 27 de mareo de 1874.
Joaquim Pinto de Magalbaes.
Alaga-se um sitio no Chacon, perto da esta
O Icie- do caminho de ferro, boa casa murada.
No eollegio de Santa Genoveva, a rua do Hospi- rctetra, banho, etc; a tratar com Alfredo Garcia
cion. 55, precisa se de uma boa engommadeira. Irmao, rua da Cadeia n. 48.
Manor I de Souza Cordeiro Simdes Junior faz j
sciente a sens freguezes que mndou seu estabele-1
eimento da rua de Mar iz e Barros n. 14, para a
rua de Barreto Menezes n. 5.
Sirop du
kFORGET
am. colbe refad*. 4U ura*.
Pr. tmMMtM aat PrU. wvm
a IK Po
D-^osito bot'ea Franceza
2% Rna da Cruz 22
ittencao.
Vende-se ou aluga-se
Uma grand* casa confronts a igreja do Pom,
com muitos commodos e diversas frncteiras ; a
tratar na rua Duqn- de Caxias n. 35, escript6rio,
ou em Olinda, com o proprieiario.
'te*'
Precisa-se alugar um mole.iue de 12 a 14 aanos,
para todo o servico de uma casa de familia : a
tratar na praca da Independencia ns. 7 e 9.
lYeeua-se faliar aos Srs. Francisco Gomes d-
Araujo ou Antonio Tavsres Gomon de Aranio, ne
rua do Marqnez de Olinda eife) n. 19, armazem de Vaa A Leal.
Piecisa se aingtr um preto oa preta, que
man de 40 anno9 de idade, para p servico
doraesilco de nma familia : na rua do Crespo a.
6, IT andar.
'Ds-se a quaotia de IOO00* apmuio scbr*
bvpoUieca em an siti j, sob as condtcdes que se
dlw a quem pretender ; annuncianao por este ior-
I
208000.
Tabella neoiBBsaria,
, )5m vista do nnmero da impostos qne o publico
paga ao governo aetoalNwate, fas-se preeiso nm
n mapna qae marque o tempo do pagamento ; ne^se
Pie&K'Se de uma ama para cozlnhar para uma senbdo encontrarao os eoniriatiinte* uma tabella
familia de dns passoat aa rua dp Ooro p. 78. \ rna do Imper^oT q olia 200
O p.idre Antonio dos Santos e Oliveira, para
evitar goestdes, faz sciente ao respeitavel publico
I e com especiaJidade aos habitantes da cidade de
Goyanna e sens snbnrbios, qne a casa n. 46, sila
a rua da Jmperatriz, outr'ora do Amparo. daquel
la mesma cidade, neila se acha incravado o seu
patrimonij ; e para que ninguem se chame a
eogano, por isso faz o presente annnncio._______
Pirecisa se alugar uma preta de meia
djpe: na rua do Ouro n. r\.
Arrenda fe on vende-se os engenhos MachauV
uo F?trella, junto a cidade do Rio Formoso, e o
Montevideo, junto a villa de Ipojuca ; os preten-
denies acharJo com qnem tratar no escnptorio da
compaohia dos trilhos urbanos de Olinda. on na
rua Dnque de Caxias n. 30.
CHAMAKO. i
Os Srs Jovino Fernandes da Cruz e Joaquim Cle
oente de Lamos Doarte, sio ehamados a rua do
toronel Snassuna n. 382, a negocio de particula
tico on pnrnnte, ih i i
outro tem *ido tio oado '^v
todo. os paizes e por tod a cla, como ntM riLt V-
T,A8, suayes mas (fficun. A raatA t niili. ft__L.
nui remedio muito mais certo e etSemz one ocnbuai ootro.
Aquelle. que os teem enuiado sabea m se tana ear*...,
pelo Ml uso, os qne nio os en.i4o taaaai aaa aau tmuic-
e Haksaas se teem enrado, e todo* coohaeaai aaa o rasalf** >
tirado uma vez, se tirari todas as Tens a <|aa at miv-
rA8 nunca falhao por conseqnencia d. eno aa nrsiiaij_:i
na sua composicao.
Temos nulhares sobre milhares de certifieadoa _
distmctas curas one hio effectaado astas piDmlaa, aas
tias que em scguida isarin.......pon'm sendo tarn eat
conhecidas em toda a put*aond* taaai penKiaiU aaa nici
sario 6 publica I-os aqui. Adaptadas a toda* aa 'Intln .
todas as condiooex, em todas as climas, nio eoaSS "
rlano nein outra qnalqner droaa itsMtls, ataaa
tomadas por qualquer peaaoa com toda aaran
capa d'assucar as con^erra sempre frascas, ea* taraa
SM ao palladar, seado Umbem puramente regetaea. aaOBo-
dem resnllar effeito. prejudiciiea se Iraea*o%reBi kaaiAw
2.12 drma?,,U-- 6 PP"

sada Tidro lera direccoes minucioaa* com rlac*W a* -cuu,
tes moe.ti.is quo as PILLVLAM CATBAMTIOAM ra,.
damenteemmo. Par. a J****. oalt^Su, SL
pHrenrta, TMnguidrx, Tmltrx rf, AmtrtUt derasa Wr
tomadas cm dose moderada a fim dVaaSSaTo
restnblccer suas rauccaos saudavei*.
Para as Dnnum* Figada e suas dirarsa.
nxaque<-ut JIUioMas, Dor d, Omtmm, ittmlitm, CW-
Ico KMtoso, a Febrcm BUimm, derem se
moueradaiuente em cado caso, para uune-w a
ou remover o obstaculos que a i saain
Para a Dytenteri* oa JUarraaa, t
uma dose pequena.
Para VtlcmatUtM, MSa,
Csiwis, 7>oK- -<* ah^Tfmt
tomadas coutinuadam,-^i ".
disregulados, de sort* que a jr0*8"* ??"? ,
Para a Updrmpmim Inrhmmtm ja"*;1*". .
toma-1-as frequeotemeol* e en J"yM..*^^tg*^*_Pa>
produzir o cfleito de um piiraatiTO iliartieo. *" Jayaa-
M*. para ojmntar an saaavae uma oa caaa nas
proaioTer a diges'ac c ajudar o eatssaaga. Uaaa on daaa ta-
adas de vez em quaodo, ecthnrJto on ettaaaago a
daTetmeute.
Qualquer qu. se acha regnlinasali aaa
ou duas d'Mtas pUmbu se arhara, araitaa
mente mUbor, por razto qae Um pnrllrCarll a
apparalho digartivo.
IV.
um
J. C. Ayer & Cav, LowaU,
tfH




)

M&k 9mMnbusel~*-m&Mm.f&rfL 3* ddidtogai <* brftlL

Acs 20:000^)00.
O abaixo assignado tern sempre exposto a Ten
4a bilbetes da Jot-ria do Rio, cuja exlraccao an
asjnciara polos jornaes.
Precos.
Int.iro 244000
Quarto 6*000
Manoel Marlins Fiuaa.
Aiafa tdhtfnoa foaiilo o prtto Igoacie, d-
altnra regular, sec'co do eorpo, caiteca e'pespe-
juenos, falta de d.Tites na frente, deve ter rs no?
(jijs dedos da^ maee calejados, do servigo de padae
rir., regula 40 annos da idade, fugu em & de Ja-
neiro proximo passado, consfa que anda no Barro,
oa entao seguio para o teriao : pede-se as auto-
ridades on pessoas qae o descnbram, a sua cap-
:nra, e leva-lo a rua dr/Lima n. 71, padaria, em
Santo Amaro das Salinas, qne te cratificara com
101000.___________I________
Alga-e o quarto andar do predin n. 51 da
rua do Bum Jeans, antigamente rua da Cruz : a
tratar na mesma ma n. 55.
Aluga-se
ama grande casa para farailia, na Capunga, rna
da Ventura n. 22, tendo qnarto? fura, banheiro,
eocheira, galliniieiro, etc., etc.: a iratar na mesma
casa.
ESTRADA DE FERRO
do
RECIFE A 0LINDA
1UL1PAS
A cotnpenbia dos tri-
lhos urbanos do Recifed
Olinda e Beb -fibe, compra sulipas de o ti-
des com !) pnlmos de comprido, 9 polle-
gadas de lar_;ura e 4 de espessura ou gros-
sura.
O gerenle,
Laurmtino Josi de Miranda.
Emilia Laura de Luna
Almeida
'*"HfMrjjr'l Antonio Rufino de Andrade Lu-
> na Emilia Candida de Mello Lnna
*! e Manoel Rozendo Torquato de Al
meida convidam aos sena parentes
"5$ e amigos a assistirem as missas qne
; or ;ilna de sua prezadissima filha
' o esposa Emilia Laura de Lnna Al
meida, mnn'lnm nMebrar na igreja da Madre de
Beos, as 8 !i ras do dia 31 do marco corrente. an-
niversario do seu fallecimentu ; e desde ja agra
decem aos qde se dignarem de comparecer a esse
acto de religiao.
Garbs Ernesto Mespla Faicao.
Guiihennina Maria de Freitas Falcao, Alfredo
Falcao, Carlos Alborto Falcao, Alcides Eduardo
Falcao, ArgenriroEdmundo Falcao, Annibal Aure-
);.> Falcao SilsiJ Falcao, Armando Falcao, Tuereza
de J ii- '":!.:".->, Jo>6 Antunio Pcroira, Emilia Fal
i, M in.i da Gloria Falcao Lima, A bina
. | !. ,1 Almeida, Luiza Rosa Falcao de Al-
. ispo.-.., Glhos, madrasta, irmas e cunha-
i i ii. falleci '.j Carlos Ernest!) de Mesquita Faicao,
'.'i do intira) d'alma a todas as pessoas
so dii(uar im .unpanhar o cadaver ao cemi
publico c-im especialidade aos Sis Pedro
I'-l.-i^'iei de Soaza e lasts Antonio Pereira, e de
as cenvida para assistirem a missa do setimo
laear na matriade S. Jose, as 7 boras
la ni ; lo di i 1. de abnl.
*^r*mr*%mi ntonio Joaquim Cascao e seus
j^H^Hn iimaos conviihm a seus parentes e
g-.>s para asMsiirem a algumas
i'(H i--:is quemandam resar na igreja
V i Hadre de Deos, quarta-feira t
HB de abril proximo future, pelas 7 l|J
boras da manba, por alma de seu
mui prezado pai, Joaquim Goncalves Cascao, fal-
Iccido era Portugal; pelo que desde ja se confes
sar.i gratos.
a rua do Barao da Victori i n. M, preci-ase
, ao Sr. vigarto Andre Careiuo deAraujo I'c-
:_ ra. a negocio de seu interest.
Escravo fngido.
50.^000 degratificaQao.
Esu fugido desde o dia 20 de dczembro do an-
ao pas.-alo, o etcravo Joaquim, com os signaes
segnjoies : cor fula, baixo e g-osso, e tem urn
liefeito uo olho que parece uraa belide, tem mais
am pequeno dfeito no befco, parece ser am la-
ho e ten puuca btrba: rogase as autorilades
policij, is e aps capitief de carapo que o appro;.en-
dr^m e lee-o a rasa de seu senlior a rua de Santa
Rita Velba n. 85, junto a refinaoio, que reeeberao
i gratificagao acima.
Alrtga sa
Mo-ill, no
r.a leii :'
Armazem.
o armazeii da casa n. 17 da rua da
Forte do Mattos: a tratar na rua da
Quem piecisor de urn menino com alguma
f.ratica de ta. rna appare?a a rua do Rangel
a. 7.'(.
J 'So Jaciatbo da Sdra, dosde dezembro pro-
xino pas-ado, deixon de ser caixeiro de Jcse For-
"unato Jos Santos Porto.
Devedores.
Gs pronr-i'tarios da Confnitana do Camp s, a
rna do Imper lor n. 2t, p> que tem si Jo remtssos, o favor ds virem pagar s us
debitos atu o dia 8 de abril proximo vindour. e
ansasa aos mesraos (jue se ateaquella data nio es-
jrem taMos, verao sous nomes neste jornal,
:, Sisflncjao de pessoa alguma.
Escravo fugido
NappaiMea na noite do dia 19 de fevcreiro
do correnio anno, o escravo de nome Job, tendo
os signaes scguinlea : e da Costa, faila atrapalba-
do, idado de cim-oenta e tanto annos, pouco mais
ou iseaoa, Mm cabellos brancos e tambem os tem
na barba. tem nra olhar defeituoso e uma perna
;i defeit', tern um so dente grando que ve-se
nitlhor quando elle falls, traz n'um brajo uma
pulceira de a?o. e de boa altura e corpo regular,
inda msl trajado com nra paletot de alpaca ja ve-
il, i ; vender agua 6 o trabalho qae usa. Consta
qua elle vive cm casa de uma negra da Costa, nao
tuai*} tin aai andar defeituaso nor causa da
pern* torta Rogase a todas a* autoridades e
capiues do campj queiram ap;)rehen!er o dito
escravo e leva-lo na passagero da Magdaleoa, tra-
veisa.de laysandu, confronte a estrada do ho-
I ital portuguez que aerao generosameote graiifi-
cad.-ds,
. Na roa IcrtalWlaJlttKria
fallar ao^iMfr*.' tenenttf-Jos*4aria
acie d%yn interesse>______,
Precisa M/sOfa ama JisW ceaWbar e que
eoropre : natoavesw dj Curpo Saajjapffi
A M A ^ S: ASMK1 JK
/a IT J. t\ kk3~asnfm^acgSvlt|utra para
engommar, piBMfciie se escrajafa-se ben a
agradar : a t it tor na travessa W^Brio Thenoe
rio n. I, escriptorit. das 9 is MlHM.
Amade
-*
Precisase de uraa ama de leite de c6r prcta,
ue tenha bom e abundante leite.: a tratar na rua
a Alegria n. .40. _________
A mo 1'recUa-se de uma am^iM^ozJSiar
xxiiiai e compr.ar para cssa de h HVe'*
5o : na rua do Pedro ffonso n. 25,^Bgfrua
a Praia, ______ '
AMA
2 andar.
Hmprar,
Ha : na
rna Dnqne c xitt n. 6,
Attencap,. ^ k
O Dr. Amaro Joaqvia Pliaseea de Albuquerque
declara a seas devedores qne se acham e,njora,-
que Ihcs corrCede' o improrogavel prazo dV SOlJias,
contados desta di""
debitos, sob pena
o iniicado prase; -.
diclalrrfente. Recife, 6 d% marco de''i87i
:

Skiy w AnwaL
Aluga-se um sitio no Arrant proxiao a eato
cao da Casa Amarella (um mialo) cen>xeitof
tea casa de moradia, tendo os sflfttntetwcqNla**
dos: 5 quartos, 2 salas, cozinha externa, lMN
a asnm 0
is^yinA ai
iinfjP
Constando aos abaizo. assign
to prac% o Sr. MaiA Wnandci
dkiro dos engenA ftra e
manguape, provinHhsVParal
nesmo o obztquio de vir entender-se com s
abaixo aasignados immediatameMMf|M negocii
tondente aos referidos enBe.nhos>rraaa"6 Amorim
W, wcrtptori.lf1i* -"!?.: +. tw
.- i I;
11
co, casa de banho e diversas fnrcteiras. Alnn miilgaoaaArcamafM, :dirija-ia a,rna da Trampe, n.
tambera uma outra casa no mesmo luigar, com 3 7.
quartos. 2 salas, ^ozioha externa, agua de be^er?
^a Lravessa da ma
das Crazes n. 2pri-
meiro andar, da-se
IT** irf. VbjBl
nnore8 jtef9itfi
ta e brj^jgi^eja,
qual f(j*it Na mesma casa
comprise os mes-
rnos metaesepedras.
PAVAO
m*<
Am

HA
not
as* I jinM t anvmaMt
Hua da^fflaperatriz it 60
PAEA LIQUIMR **
'-tmrr^a a www %av trfv -a*-
mHb
*: i
m *,*
* *n*
ssnmft
je-ROSDENAPLES PREXO A 1J>200; 2JJ000 E
29500.
Quem precisar de am homem casado para
._
e um bom quintal por coramodo preco : a tratar
na rua Primeiro ae Marco n. 16,'j.* aadar.

Estd eneoura^ad i I !
Agua mole em pedra dura
Tanto da ate qae a fura
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vteira de Mali
scrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Uuque de Caxiaa n. 36, a eon-
clair aquelle negoclo qne S. S. se comprometten a
realisar, pela terceira chamada desta jornal, em
(ins de dezembro de 1871, e de.pois para Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
a por este motivo e de novo ehamado para dito
'im, pois S. S. se deve lembrar fnie este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu nlho a*
achava nesto eidade.
prfvine-w
reoerpa
se.-dectemr.
55,i00 estamp
EmpFeza do'gaz
A empreza do gaz tem a honride annunciar ao
publico que receheu nliimamente um.espleodido
sortimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
delas e globos, oujaa amoi-tras estao no eecriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aos
seas fregoc7es pelo preco mais razoiivel possivel.
Fiigio o escravo Juvenal.
Foi trajando cal^a de brim listrado, camisa,
chita de rlscado e chapeo de palha de Italia. E'
de cor parda, idade 12 aioos, tem /alia ,de um
dome na frente e e bastante paroleiro. Rqgase a
apprehensao do mesmo, e conduzi-lo a i,rua da
Crnz n. 3, ou Conde da,Boa-Vista n. 51, para ser
gratiBcado.
Na rua do Imperador
n. 28
prccisa-?e failar aos s-.'guintes senhore3 :
Domingos Martins de Barros Sfonteirp.
Joao Vaz de Oliveira.
Jose Franeiico Lopes Lima (Vazareth).
Manoel Pereira Brandao.
Manoel dos Passos Miranda.
Throtonio de Barros e Silva.
Francisco de Paula Borges.
Franeisco Antonio Pootua
Francisco Evaristo Escorel.
Constando aos abaixo assignados achar se este
senhor nesta pra^a. rogamlhe o favor de chegar
aoseu e-criptorio para tratar de negpeios de mu
tuo intercsse.
__________________Tasso Irmao & Z._______
Aluga-se
o 3 andar da casa n 32, a rna estreita do Rosa-
rio, fresco e com commodoa : na thesonraria das
loterias.
Escravo fugido-
Ausentou-se nj dia 20 de fevereiro proximo
passado, da casa de sea senhor, abaixo assignado,
o escravo E>tevao. com os signaes segnintes : cor
preta, idade de To annos, alto, espadaddo, e cor-
polento, tendo o ppscoco curto e grosso, e a ca-
beija um tanto chata. Dit > escravo 4 natural da
provincia da Parahyba do Norte. foi vendido em
1868 na villa do lnga, pelo Sr. Pedro Antonio da
Costa ao Sr. alfercs Manoel da As8nmpcao- San-
tiago, que no me>mo anno o trouxe para esta pra-
i;a do Recife, vendendoo entao ao abaixo assig-
nado. Presume-se que dito escravo leaha segui-
do para sua proviocia natal Roga-se, pois, as
auto'idades policiaes e capitaes do campo a ap-
prehensao de dito escravo, gratificando o abaixo
a-signado a quem o agarrar e apresenta-lo na rua
da Brum n. 96
Recife, 11 de marco de 187i.
Francisco Ribeiro Pinfo Gnimaraes.
A pessoa que aumineiou unerer dar W:OO0i
com hypoiheca cm um sih'e, qaeiradelxar em fiat-
-iiaJa onld dc.ve ser procurado, com as Inf.-
t. S.
---------.,,..
V^ridem-S!' quaifft apott;:es da divirj^. pro-
vinrisl; qurrrt pretender comprar annunrie
sua morad.i, para ser procurado.
5 Aiuigfl-se. o tcsceiro, audar e sotao do-sobra-
'1 > de>.fczljti a rua da Imperntiiz n. )4, coittex-
cel'enles commodos para grande famHfa, atem de-
outras vantagens, corao seiam : agua encanada,
gax, muito fresca e rnagninca vista : quem pre-
i r;de-la,StiHja-s''a raa'-do Vigario o. i. prkii^re1 fliio sobre hypoiheca em am shio, q
iiiuar, escriptori*.
Na nolle de 13 para 14 de marco do corrente
anno fugio o mulato Vicente, escravo, de 20 annos
de idade, bonita figura, barba, e c-talura regular;
levand) vestida c em um sacco roupa de algodao
branco e alguma mais fina, pertenceGte a um eai-
xeiro da casa d'nnde fugio ; e natural da freguezia
de Sant'Anna do Mattos, dizser ter sido criado em companhia da raadrinha D.
Anna Luiza da Luz, de. quem alias foi escravo
roga-se, portanto, aos Srs. capitaes do campo e au-
toridades policiae? a apprehensao do dito escravo,
e entrega-lo na cidade do Recife, rua do Crespo n.
in, ao Sr. Joaquim Moreira Rcis, ou na cidade do
Assii, ao Sr. Torquato Angnsto de Oliveira Bap
tista, que serao generosaraente gratiflcados.
Canna periilfo.
i do lamarXo'de Sa
2i do corrente me
BnAVkhar ooHph
i iip do LioRn.
jb^meflt-a
Desapparecea do lamarJo'de Sanfo Amaro das
Salinas, no dia 21 do corrente mez, uma canoa
ide familia : quenAVkhar ouflHIa tiver noticias
certas, dirija-se in do LioWn. 30, em Santo
Amaro, me sera ufciMsaraett* gratilicado.
A Sn Joaquim Pires Fer
^rPmt^ cliinas trabaleam com-toda
JkMmi
IB flfi:-datp mea n|p ajtpi
Marco n. 7 A, 1* aadi
Iflkue e estQrfiuBiet
ffjornaf.
anach sera; desnendio Algpin do comprador. Dta* sem ser enfestado, cem 20 jardas, a
J^ate estabaleoiaient tn^beiru ha pertenps \ 53JO0O. Ditas com 8* jardes mnito bos
para as mesmas machinas e sn suppre qual- fazenda, a 6556000, 69500 e 7$000;
" qoer r#t qae seja nopessajio. Kstas ma-
chinas trabalham com-tod a a j)erfci<;ao de
um e dous posrxjntos, franze e horda toda
Quem preqisar alugar uma escraviaha de 14
annos, optima-paira aadar com meaiuos, por ser
muito carinho-a, dirija-se i Capunga, a rua das
Crioulas n. 63. ^^, f m- .
ill
/%
1SE
o sobrado de um andar e .m sotao, quintal e por
tao. e em l*>m estadopna rua de Horlas n 70 : a
tratar nas Ci.aco.;PonU.JV %U n s^* im
COJ^PRAf
i wiii. nm ii j
na rua do
Compra-se um portao de ferro
Rangel n. 62.___________________
AVISO
Precisase comprar dous escravos, pedreiro e
carapina, paga se bem : a tratar ha thesonraria
das loterias, a rua Primeiro de Margo n. 6.
V!
PECHlNCHi
Sapatos de de tapete avelludados para homens e
senhoras alje 1^200 cada par : na ru i Duiue
de de Caxias n. ill.
Sakspearre, MlltoD, Lamar-
tine, Goeth!
Estas grandes glorias desappareceram I
E' esta verdade provada pela Ifitura da obr a do
Sr. Raymundo da -j- Martins, a qual se acha a
venda na travessa do Gaz n. 44.
E barato.
Vende-se urn pequeno sitio perto da esta-
gao do Salgadmho, tendo de frente 150
palmos, e de fundos mais de quatrocentos,
corn uma elegante casa de taipa, acaharla do
proxim ) e betn acseiada, tendo 2 sal s, 2
quartos e cozinha f6fa. O terreno 6 pro-
prio o Bom do plantai#es, tendo algumas
arvores do jructo, agua de beber e todo cer-
cado.
Para ver e rnais explioagdes, no mosrjno si-
tio a qualquerhora.a entender-se com Tris-
tao Franciseqi T>rras, e para-tratar, na the-
souraria d .s loterias, rua 1." de Marco.
D. 6.
Rtuk-#4cla- d Victoria n. 22.
MB in*) IMP 98 8ft
Carneiro Vianna.
grande eatabelecimento tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
costura, de todos.os autorea mais acredita-
dos ultimamentena Europa, cujas machinas,
sSo garantidas por um anno, e tendo um
0 Pavao vende grand&sortimento do gros-
denaples preto de pura soda, a 18200",
19800, 2S0C0 e 25I30P o eovado, tendo
lambem do mats largo e tooisencorpado que
costurna a vir ao mercado^ e, vende ppr pre-
50. em.,<:oaU.
coviuto.
O Pav3o vende granadina preta e lavrada
pelo barato preco de 500 rs. o eovado,
GH-ALLS I'lU-.TO DE GUiPURfi A4000:
O Pavao vende ehales de-tres pwitas, sen-
do de guipure verdadeiro,. pelo barato prer
c/vde 49000 cada um.
por um anno, e tendo um Uadnpolrto cufesliiil* a 3s4H>
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qnalquff pacte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo torapo tambom d'um
a pera.
O Pavjo vende pegas de madapplao en-
festado, pelo barato preco de 3*000.a pe$a.
FRANCEZAS A 20000,
3S>0W*3f!M.
CAMISAS
j 4y+mYjJiimm a^ ****>'
'O Pavao vende um borrilo sortimeoto dp
camisas francezas com peilo de alg*dio. *
29000 e 28500.. Uiias cot* p< ito de linhc
de 3OOd M0O. Oi'n hniridb
dow de. fcHfrO a lO^Ott: amini
grjtnrJesortfnwnto de ceroujas de linbo e d*
algodao, por pcecos baratos, e tambem tern
"' compkto wiMnPitlo dapiobos ooUaribo
tantadftliohocomo d*alg4ao, por praeo
em-centa.
Hspartiiho* a 3^f>. 4L^t>
ALPACAS PRETAS A 500, 6 V0 E 806 RS.
O Pavao tem um grande sortimento de
qualqfei* coftura per fin,' qu* s<'ja, seus' alpacas pretas, que veade.5iOi 640 e 800
preQO%sadd'seguintequalidai>: nra tra- rs. o eovado, asskn eoaiio grande sorti-
balhar a mSo de 805000, 405000. 459000 mento de cantSes, bombaziniis-, princezas
e 509000, para trabalhar com o \>s sao de pretas, merin6s, e outras muitas fazendas
80|M)OQ, 909000, 1009000, 11O900O,: proprias para luto.
1209000, 1309000, 1509000,2009000 o'
2509POO, emquaatOi aof autorcs nao ha al-
terfg|o de pre^ap, ecseompra>!or<;3 poderlo
visha'r este estabolocimonto, cuo muito de-
veraa gostarpela variednde do objector que
haisempc^.para vmidcr, como sejam : cadei-
ras para vtngem, malas para viagom, cadei-
ras para salas, ditas de balanco, ditas para
crianca. (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riquissimas, para senhora, despensaveis
para criangas, dctodasas qualidades, camas
de forro para houitan e criangas, capachos,
espelhoa-dourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de-raetal para chd, fa-
queiros com cabo de metal e de niarfim,
ditos aTolsos, colheres de metal fino, eondiei-
ros para sala, jarros, guarda-coinidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros.mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitacem este grande estabelecimento
que se acha abertp desde as 6 horas da ma-
nba atd as 9 horas da noute &
Sua do Barao da Victoria n.
22.
LAZ NIIAS DE ORES A280.32OE 400RS
O Pavao vende bonitas lazinhas de cores
para vestidos, a 280, 320 e 400 rs< o co-
vadj tendo ate a 19000, sendo das mais Hil-
das qu<> tem vindo ao mercado, assim como
granadinas do seda com os mais delicados
padroes, a 640 rs. o eovado.
Scdinhas a I90O.
O Pavao vende sedas com listrinhas de
cores a 15600 o eovado. Ditas com pal-
minhas a 29u00. Ditas com toque da mofo
a 19000 e 15400. '
CAMBRAIA VICTORIA A 49000, 49500,
05000 E 79000.
O Pav8o vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparente com
8 1/2 varas cada pec,a, pelos baratos pregos
de 49000, 49500, 59000, 69000 e 7:000
a peQa. assim como, ditas de salpico bran-
co, a 7#000, fi pechincha.
O Pavao vende urn. kooit* soilimnto dc
espartilhos modernoa a 39500, 4<$000 e
59000, assim oomo-um bmMko trnimtmHc
desaias brancas, bordadas, a 59000 e 69000,
e ditas de lasinha de cores a 99*0*r 4 pe
chincba.
CORX1NAD0S BUHDADOS PARA QSU F
JANELLAS; DE 79 ATE' 259000 O TAR
O Pavao vende um grande sortimento 4t
cortinados bordados, proprios para caraa e
janellas, pelo barato pre^o de 79000,89000,
105000 ate 259000, assim como : colxaa
rie damasco de la muito fina de 109OOO
129000 cada uma.
BRAMANTES A 19800, 29000 E 29500
O Pavao vende bra mantes para Ienc6es,
tendo 10 palmos de largura, sendo 0 de
algodao a 19800 e 2*000 a vara, e dc linhc
a 29400, 29800 e 39000 a vara: e pechin
cha.
CASEMRA A* 85O00, 69000 E 79000.
0 Pavao vende cortes de casemiras para
calcas, sendo padroes modernos, pelo bara-
to preco de 53000, 69000 e 79000 o cotie,
assim como : panuos prctos dos melhotet
que tem vindo ao mercado, de 49000, 89 e
109000.
ROUPA FEITA.
0 Pav|o vende uma grand-' porrdo d*
roupa feita, sendo: palitots, frakes'de ca-
scmira p-eta e de cores, assim. como : finis
simos sobrecasacos de panuo preto, e cal-
cas de casemira preta e de brim branco, col
letes de todas as qualidades, pnr precos
muito commqdos, por qnerer tcabir com
toda a roupa ajie tarn em casa.
as
Acha-seconstantemente aberto 0 estabelecimen'o do PAVAO, das 6 horas da manba
9 de noite. .. .
240 r.'0 eovado
Na rna do Queimado n. 43, defronle da
praoinba da Independencia
SO 6 barato
Lazinhas de listras, mnito honitos padroes, 0
mais nioderno na mercado, pelo significarrfe preco
de 210 rs. 0 eovado: s6 na loja de Guerra & Fer-
andes. D."io-se arnostras.
APROVEITfeM QUE E* PECHWEHA
Ghcgaram liontem
Os chapios de pnlha d'ltalia para senho-
ras e meninas, & chapelaria imperial, pu
1. de Mar^o n. 6.
E' comas Exmas.
Os chapsos de palha d'ltalia, mais chi-
ques que desejar se pr-dem, t nto cm mode-
lo como nos enfeites, chegara.n hontem.
Apressem-se, Etmas sequerem eacolber a
mai rieos 1
A' ehapeleria ifiiperM.
RUA PRIMEIRO DE MAdVgO,. >
Attrncao
0 abaixo asiguado,declara ter perd|Joea cilada
de Olinda, um bilneteiotarrnda totqfiail%prpvineia
qae hoja satem de.exw-*hir. de n. 9*i, garantide
por J0S0 Joaquim da Costa Leite; as-im prevjne.
ao Sr. thesoureiro das loterias qae HM> WP
Ihe pertnee.
_________ Enyilio Antcniq Spflff*,,
U-iudina Slaria daaoei{ao -dn titli*- re
tira.se para a cidade da fiabia.
Grande' pechincha ae cami
sas de linho.
Vende-se eamisas'inglezas, da linho, muito fina8,
para homem, pelo haratissinio pre^p da 35^000 a
duzia; quem duvidar venha ver e comprar : na
ran Duque de Caxias u. 88, loja de Demetrio
Bastm
la, cabo
Chapeos de soldo
douracfr) (p chique)
A Rosa Branca vende linios Ghapeos de sol para
senhora, com oscabos dourados, e 0 castao e pon-
tas das hastens brancas pelo barati-simo preco de
51; Diaodn-so ieur nas ca-as: na rna da Impe-
rairiz n. 56, 1 ja do Azevedo.
Ijas hambnrguezas a 280 rs.
Vende-se las hambnrguezas dJi=tras ede qua-
drew de diversas corepkri dirtnlto preco de 280
F9( o eovado : so naioja m Jnocisco Guimaraes
& C, rua Duque de Caxias n. 4i, loja da esquina.
Chapcos do sol de seda tran-
cada a 8^000
Venham ver pararer : na toja da Rosa Bran-
ca, rua da Imperatriz n 56, do Azevedo.
Precisase de ama ama : no largo do Carmoi
n 9, > andar.
Aluga-se barato umas njel'agnas novas, na-
traressa da* Birreiras-(beeco do AhninoV : a tra-
ma.
^ttoPaschoa!
Depois que a qnaresma sahe em retirada
Enira a -paschoa ufana e praseuteira,
Sobe ao ar numerosa foguetada,
Toca a musiea e o sini a ckwadeira ;
E depois ven, mansinha a bebedeira
Que derruba os ^mantes na estelra.
Dominado, alwlado, obrigado, forijado e arras-
Udo pelo desejo de ser mil as minhas confrades
harrixas, venho pressarosa indicar-lhes o sitio on-
de podem com certeza. de nao serem enganadas,
comprarem os mais saborosos e deleitosos gene-
ros, reeommendande Ihes com particularidade, os
llnissimos vinhos do Porto e de oulros muitos la-
pares conbecidos.a nao conhecidos dos ammles
da boa pinga ; os emoriagaotes e arrebatado-
res apipipes e sihreiude (sem ser casaQan) as sor-
prcnlentes novidudes, especialid.des e rartdaden
qae fazom pasmar aos mail entendidds comedores
da epoea.: e mesmo um sortimento como diria
c.:al(]uer.rUr;/('s,s/mo orthodoxo mettido a francez:
on me il fau&e se nao :
Quem duvidar venha ver
pa villa o real prazer,
Venha mesmo sem querer
Que nao se ha de ar/epender;
Visto que, s6 p6de fer -
Comer bem, melhor beber -
Os gozos pode ter,
Quern neste mundo viver.
Agjra qne ja vos demonstrei ate a evidencia a
conveniencia de virem sem perda de tempo com-
prarem as tao preconisadas victualhas, que se a-
chamrennidasem um snmptuoso BAZAR, aflm de
alliviarem aj tripas do indigesto presunto de bar-
rica e ele. e tal... as quaes se nao forem lavadas
nor uma nova bucba, podem muito bem ficarera
esiragadas, visto a grande quanti Jade de sal em que
f5 comparado..o aqu: restricti obrigo^ao dizer-vos ond see enrontram as
mencionad ,s e nunca comidas iguanas ; antes,
porem, de vos patentear esse -Edem do prazer,
o queproraelto fazer, como ja vao ver, e de meu
o>ver scientilicar-vos que, em obse:vancia as ins-
truccoes deeretadas pelo vosso incansavel forne-
ccfJor, nao vos sera permitlido comprar sem di-
nlieiro, uma vei que se acha estabelecido nas
mesma' : so vender a dinheiro por menos dee
por cento do qae cm outra qnaUmer parloe
qua e.tudo a vosso favor e convenient, evitando
assim de incommodar o juiz de paz e livraudo a
SABAO DO RIO DE JANEIRO a 200 rs. o kilo, no armazem da rua do Amorim n. il,
de Jose Domin'gues di Carmo e Silva.
GAZ A 59600 a lata, no armazem da rua do Amorim n. 41, de Jose IVmiiigues dr
C.irmo e Silva.
VINI10 MUSCATEL de uva branca, para, de custo de 2IJJOO0, no armazem da rua ilf.
Amorim n. 41, de Jose Domingucs do Carmo e Silva.
tar na rua da CotoveMo o. Wh
GRANDE
1 fjlillli.iu
Em
Grosdenaple preto
Sendo lisos e de cordao,' e o mais largo que
vem ao mercado, e qne se vende pelos diminutos
precos de 23100, 2JHO0, 35-200 e 3*300.
SO' .NA RUA DO CI1ESPO 8. 20, LOJA DAS
THE-i I'ORTaS DE
Guilherme & C.
Juuto a loja da esquina
Nao ha mais cabellos
brancos.
TINTUR&R1A JAPQNEZA.
S6e unicaapprovada pelas academies de|
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido ate" boje. Deposito princi-
pal it rua da Cadeia do Recife, boje ilar-
quez de Olinda, a. 51, 1. andar, e em>
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.

IL
VER
VENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, na raa do Com-
tercio, por preco modico: a tratar com Tasso
rrmaos 4 C
IP?*- lide e attendei
Excellentissimas familias!.;..
Encontrareis seropre (para obsequiardes vossas
visitas) am complete sortimento de bolinhos para
cha, boloainglezes, pao-da-16, cha da melhor qua-
vossa rabiseadora- db fazer as listas dos freguezes lidade, di versos 4eces, gMe"as--tudo- qaasta-'foF
acvnhadot com- que, o patrAo costurna presentear; preciso para fatwr uma boa raeepe&o as aejesoaa
a qnem p
Mais estimais
Tdo isto se encontra
Na eonfeitaria do Campos
*4it Imperador Si
Alem disso
Encooirac-se-ha sempca alii
Sobrerrte98
, Deliciosas
Que arfciltaa a verdade
N3o. sio para a bocea do vulgo
( Como die o lex-ichographa : tmMtm.)
I. ~ WttientRiiiKe & U-feadam BQi A Nova Esperan^a,^ rua. Duque de Caxias n. 63
apressa-sc em convidar a seus fregurzes. com es
pecialidadc an bello sexo a virem apreciar os se
guintcs artigos expostos a venda e loous por ptc^i
commodos, como sejam :
FINAS BONECAS niansas e choronas
BONITAS E ENGRACAUAS visUs para Ueri. >
copios.
COMMODAS LATAS para gnardar cha.
ELEGANTES BOLSAS parasenhnms e meninas
BON1TOS VASOS com fina Lanha e cheiroso?
extractcs, trazendocada fraseo um non:e. uma iai-
cial on um dislico.
FINAS MEIAS Dfi SEDA, vindo enrre euV :
de came.
Para quern goslar.
A' Nova Esperanca a rua Duqne de Caxias a
63, acaba de receber tentos e caix.is para o jogo d
Yoltarette.
Para quoin si Are da? permis.
A Nova Esperaora, a raa Du iue dc Caxias n
63, acaba de receber as proenradas meias de bor-
racha para quem soiTre das peraas.
FLORES ARTIFICIAES
A Nova Espennca, a rua Duqne de Caxias n
63, acaba de receber urn lindo e eompleto soni
mento de Mores artificiaes das melhores qne ten'
vindo ao mercado
A ellas antes aije se acabem. .
Costumes para orian^a.
A Nova Esperinea, a rna Duqne de Caxias
63, acaba de receber bonitos costumes para criaa^a
e esta se vendendo por precos ratoaveis.
KERYOSOS
A Nova Espcranga, a rua Duque de Caxias n
63, recebea um pequeno sortimento de anneii e
pulseiras electricas, proprias para qnem soffre dos
nervos.
os columnas detie Diario.
Gumo, linalmeBiU", pouco me resta a dizer-vos,
prestai attencao e ouvi a indicacao que vos pro-
melti fazer ; ei-la :
N. 28 Rua do ImperadorN. 28
Armazem do Campos.
Oode todas as barrlcas) sem damora,
Podem vir com diahetro e aiagria
Prepararem-se para o grande PotafJra
QUe ordeno se fc^a cada dia,
Attendendo nao haver inais peniteocias,
Nem tao pouco massantos absiiuencias.
N. 2?
-Bu do ImperadQr-N. 28;
-----------
Terreno.
cpm ttfarrafaa, do- meHior e- 4a mais acrcditada
marca de Henry Forster & C, garantido a qaili-
dade a a quantidad# ^AkpjiW eompleto : no ar-
mazem de Jose Domiaguw, do Caimo e Silva, 4
rua do Amofiin n. ii.
P.-,eti-a-se de|in||aif tfde djsfrvic* dtjcaaa de
piuca famiMa, preftre-srque entenSa dAaWhn :
irata^e r.a rua do-PaaaeJoi a.. 60,
A pessoa que atmunefen dar
a r ua do Imperador, armazem n. 50.
Vende-se um terreno com porcao de materiaes
e com cacimba de pedra e cai, taoxle dito terrene
Ctn TSL nJE&flfl a. fata. d ifa frenle ,8 Palmo3' ** ** taezentos e tan-
VIdA-*U^W 4rlWJtt *705( nolugar do becco dc*Pombal : a tratar no
largo- do Potnbal a. 12, sitio denomiaado do Ca-
pim.i,
J o < ll .i i i i -

Farello novoe
Milk> pequeno
a. V ?Si aifitSfiifiP*hTKrTi a. ^"^ analliade no arraawm df farinha dte.se am<
SaVr^:St^ TaSS '^.^.C^uracadocaes
do AOM-tt* LhM&JSSwK*T*mW*4%A,T\ -----dxV? .....f*.,-------
*- Sabaoa200 rs.oKilo
a rna de Commereto a. 14
0 verdadain panao. de algodao azul aaaeneaao.
Exoellente flo da Met*. 4 on
Comae d# 1" qualidad
Vinjio delftMeaux;
Carvao dVWMftt^W1 t698s qnalMade*.
Vend* de I iodm* pdrrja a4i%:ra. e- cava-
*nj na rea^Crespo-w.WA,Ttk; da eeaaiui;
rltk.oa nMOrrfma-
-^Wamia-e.6 'mtyF Oortfparrbia Per* No aram, nambucana : a tratar nesta typograpnia. j de Jose Domingues do Carmo e Silva.
Gupta [MS* sonkoGL
A loja do Passo-a roa PthMalro 4> Maflfo n.
"cebeu pelo ultimo paaoste, um'Tico-rt|ti-
de chapeos para senhora, ultima mela e
vende por preco commodo.
Lindo chfariz.
Venlc-ss doe preco barato um rko ehafari:
de marmore uroprio para jardim, o qual se acha
arraado na offietna de marmore do Sr. Lima,
raa do Imperador para quem o quizer ver.
tratar na rua do Crespo, loja d P.isso junto
arco de Santo Antonio.
aOO rs..
GRANDENOVIOADE
A' rua do Crespo n. SO
Loja das 3 portas
LAZINHAS
Chegou e*ta feieadu, cor oadroes inteiranwnto
novos, e qne se vende pelo dimmuto Drew de 0O
rs. o eovado : isteaev ler fraada qaaaluade.
SO' NA RUA DO CRES10 N. 29
I.oja d
Guilherme <$C., junto a loja
da esqwBa
Peixe de^'viveiro em d-
ppsitoi
Cdrimas, eamoriaa. e. carapebas, a qaalqaer
hora do dia on,,danaUe : vei4a. ioa4 liaarqna.
Lishpa, nos Afogadgs^,
_; Vende-se nm dcado de am indar e sotto
na roa das Aguas-Verde* n. 27 : a,UaUr a nut
do Imperador > W, en6adarnaca4 ,ca sa ru*
Direita n. 82, !. a
I
,


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?
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/
Oiatio^e **lftaibtf) mei&^m^feira 4*#di*^^<*ta*4*tU,
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BRAKES
.url**b oil I st)
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iOWl -9 "Of
IftiTM OR14U
UQMNGEL M- -3
Armazens de seccos e molhados
XEM*ARA WSTrifCTIVO DO ESTABEtECIMENTO DWGALIO'BRATSCO, PINTADO,
PARA AUiUMA.PESSOA QUE IGNORE A LEITURA.
Rodrjgues & Pires, cegressados em Pernsmbuco, cidade do Recife, sUccossorcs do
annaiem do Gallo, i ruado Algibeves, em Lisboa, omais afamadoeconlK* ido arrnazom
na,quella cidade, capricham sempre cm ter generosde pri-neira qualidade, do< quaes ilSo
aos seus naraerosos freguezas um conhecjmento mais prolongado ua relariio ab.ixo des-
cripta : '
0 que 3.bora i caro
4M Palavra bemdita quenunca faltou.
CbA pSifola fino, a 5SOO0 a libra.
Dito miudinho super-fino, a A&OOO a li-
bra.
Dito popular, lino,, a 33000 a'libra.
Mantejga ingle2a Qor. em barril a 1#6Q0.
Dita dita Gnu, em latas, a 12)300.
TJrta.dita, dita e dita, a 1JJ400.
Azeite de peixe baleia, a,640 rs a garra-
fe.
Dito de coco, finq 'a 800 rs.-a garrafa.
Dito doce e carrapato.
Aguardente do ealdo da canna, feita de
eiicommenda, a 500 rs. a garrafa.
Dita.popular, -320 o 210 rs. a,garra/a.
Dita branca, a 200 rs. a garrafa.
Magnolia
Na loja da -Magnolia, a rua Dnque de Caxias a.
45, encontrara sempre o respeitavel publieo um
completo sortimetilo de perfumarias fleas, objectoe
dephantasia, lavas-de Jouvin, art'tgos de mo8a e
aiudezas Unas, assim como modieidade no* pre-
.ws, agrado e sinridade.
Anneie eiectmos
A Magnolia, a rua Oucrae Ho Caxrss n. 43, aea-
ta de Tecebcr os' vwdatfeiros anneis 4 toltas etec-
trioas, proprio* para os nervosoa.
Meios adereqos
A Magnolia, a ma Duque lie Caxhs n. 13, re-
*efci om compfelo sertimenlo de
Meios .aderepiwdfr tortaraga.
Meios adcregos de roadreperoia.
Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda)
e dewuitas oirtras qualidades.
Botoes de atjo
A Magnulia, a rua Duquede Caxias O. 48, tern
para vender os modernos botdes de aco, proprios
para vestid s.
Golinhas e punhos
das mais rr.odemas que ha do raereado ; a ellas:
Da Magnolia, a ma Dnqne de Caxias n. 45.
Lencos chinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 4o, re-
cebeu uma peqaena quaniidade de lenooe deseda
chineces, com hndisshnos desenhos, fezenda ialei-
ramente rva.
CamarSes seccos, a 510 rs. a IH.ra:
Queijos frescos empellicados, [ h-c/j cpuj-i
mode.
Cascasde c6co para lavar <;aai, a 160 e
120 rs.
-Farinba tina de Muribeca.
Vassouras de piassava para serviro inter-
no, a 240 rs.
Ditas grandes a 500 rs.
Massas para s6pa detodas as qualida-
resiija.
MdM.1 _
20
0
lini Of t %r
des
Vinho tinto 6 branco, superiores, engar-
rafados e em pipas. "E outros artjgos que serf'
enfadonbo amiumerar, em secco e mo-
lhados, por ser exteaso.
-------------------------------1----------------------------------------1--------------------------[A
DE
RMSTOL
so 3mj43ob i^l- ........._________~'.1KJBOB9S
Acaba da Jjew^jj^i^w^-fMMiiieo.to de fewirfa*. prcMs fW4W-
mO>h >S |LE WETO A 'r5WP. j LEfWOS "BRtNCOS A WOO.
VciKie-M' ^rus-dmaple p'eto-pWa- vesiido Veride-so lengos"brncoS'finos, a '2JJ00Q,'
de suborns,' a-iflWOO.-'W, W,1^, o'W-o 2*500 e!3-a fJuzw.'rJrtos tic lirrho, S ,'
eerado. "' ; 55> efjWOO a duzia.
i'A > PRETO A'WoCO, CROCHES PARA CADBJRAS A 1$>500.
tVerrde-se pMnio preto ft* ftons larguraf, Vende-se pantros de Crrjch3"para caddns,
para cl$as ( paHtots, a'230<', 8?J, 99390,' ItVW-^Btta -am, rrtdwstle dt o ^mra
4r, a'UJi'J* O'tBvaddf" < jlnoivas. i fllif Ifl'illll I
cffliTOi 'Hi: e>\5BtRA PW7PA a jww.': AiAiuPOLit KtMWHLAawoo.
Veil lt'-sc *orHes de-eatemlfa 'pretaparai i'u4e-^a._pC4s .iie Jiadapoliio francez
rnuit-*-Aioy a 99, 8-e, 105* 00.
^BROtPArUDO A 4O0R8. 0 COVADO.
Vende So brim 'pardoMpata cal^as, .a 400
j mm
DE
ffailherme & Cd
Vendem
Wilson, Rowe & C.
Em sen armatttn a rua do Trapiche n. 14, ft
gnWte:
Ajgodio azul americiBO.
Fio de vela.
Carvao de pedra dc todas as qualidade*.
Tado muito barato.
Gaz a 5^600
a lau, do melhor que vem a ste mtrrato,
a rca de llenry Forster & C, com a qi
compleU do liqniio : nos armazens do Ivtk Do
mmgues do Carmo e Silva, a ma da M.-.dre e>
Den* n. 10. e rua do Amorim n. 41.
Hacheoo 4 Aievedo lenj para vender taftoM
de Araruta de qualidade espcrial: em sou tm*.
zcm na rua do Duqae de Caxia* n. 99.
!Ci
alr;(S,
Leques
Lindos leques de madroperola, Je Urtarafla, de
marUm, Ae osso, e de moitas oatras qualidafles:
receben a Magndlia, a rua Dnque de Caxias nu-
mero 45.
Attentjao.
A loja da Magnolia, a rua Duque
45, acaba de receber os segufntes
de Caxias n.
artigos
Manual de madreperola, tartarnga emaTflm.
Ricos albun> com capa de roadreperoia, cha-
gren, madeira, veHudo, conro, etc.
Ltndas calxas torn firmsimas perfomarta9.
Ligas de .-eda, braneas de'cores.
Voltas de madreperola.
Pn'seiras de madreperola.
flicas caixas para co^lnra.
Vestoarios para baptisado.
Toucas-e sapatmhos de aetim.
Modernos cbapeos de sol de sedapara sentmra9.
Lindos portbuuqueis.
Gravaiinhas dc vellndo, etc., etc.
Sedas a 1^500.
Vende-se bonitas Bedas de lindas c6res
baratlssimo preco de 14500 o covado ; voobain a
-Mas antes quo se acabem, na rua do Duque de
Caxias n.'88, lija de Demetrio Bastos.
EagenhoB em Mamam-
guape.
Vende-se cs tegointes :
Barra,
Prcgulca,
o Patricio.
A tratar com seus proprietaries nesta cidade,
e para infbrmafSes com Joaquim Pinto de Mei-
retles FUbo, na mesma cidade de Mamamguape
Tasso IrmSos 4 C
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS
A SAFSAPARRILHA DE RRIStOL puri
fica a massa do sangue, expello ,para for*
todas as materias e fezes \;iciosas e inipuras,
regula todas as secrefcdes, da* vitalidadee
energia a todos os orgaos e da* forca e vi-
gor ao systema afim de poder melbor resis-
tir a todos os ataques da enferraidade. E'
pois este um remedio constitutional. Elle
nunca distroe afim do poder curar ; por^m
constantemente assists a nalureza. Porlanto
em todas as doencas conslitucLomiea e em lo-
des as molestias locaes dependent* d'um a*-
tadovicioso eimperfeito do systema em ge-
ral, acbar-se-ba que a Salsaparriliu sb
Bristol 6 um remedio seguro e eiiicassissi-
mo, possuindo inostimaveis e incontestaveis
vrtudes.
As curas milagrosas de
ICscrofulas,
Ulceras,
Chagas antigas,,
ENFERMIDADES SYPHIU'liCAS
ERYSIPELAS,
RHEUMATISMO,
NEVRALGIAS,
ESCORBLTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tern grangeado e dado o alto renome
Salsaparrilha de Bristol
por todas as partes do universo, sao tao so.
mente devidas UMICA LEGITIMA E ORIGINAL
Salsaparrilha de Bristol
NA PHARMACIA CENTRAL
a $?, Of, TO-ertftOW o-corte.
'WERI^O* 'PRETO A SffBOO.
VenJe-semetindpreto fino, a ?#8n0 e
31U00U o covado.
BOMB.AZNA PRETA 'A'-l^MO.
Vende-se bombarna preta enfestada, a
19500,'f980Oe SVOiO- o covado.
ALPACA PHETAA500RS.
Vende se jrlpaca 'preta Una, a 500,1H0,
800 rs. c 1$000 o covado.
PA2ENDAS DE CORES ECA^IRRAIA
-VRANCA A 80c0.
Vende-se- petfaS do cambraia breticatrans^
paronle a"8f, 49,'85J eOJOOO, ditas de eam-
braia tapada, Vktc*ria, a'3f,- 3W300, h$
e 53000.
CURT1NADGS PARA CAM* A 10C0.
Vende se cortinados bwdados pata'tama,'
a 16#. '20JJ,'25a -305JOOO.
CAMBR IA DE CORES A 300 HS.
Vende-so cambraia de cores iinas, mtitdes.
a 300, 320 n 360 rs. 0 covaio
C1I1TAS EARGAS A 200 RS.
Vcnde-se chitns laTgas para vostidos, a
240,320 0 360 rs. 0 covado.
BRAHANTE A T5J800.
Vcnde-se bramante com 10 palmos de
a I5P600, lf8CO e ?t?5''0 0 metro.
MAD.AP01AO A 89000.
Vende-se pecas de madapdlSo enfesta^v
a 35000. Dito inglez a ?5O0, &9
55500, f000, 79000 e 89000 a pessa.
C0RT1NA00S PARA JAN ECUS A 89000,
Vtnde-so 0 par do cortinados bordados
para janellss. a 89 e 10~0 0 0 par.
AEGDDAO A-4000.
Vende-se pecas dealgodSo, a iff, 59 e
65000.
CEROURASA19000.
Vende-se ccroulas do algodao, a r90O0,
ditas fines de bramante a 19500 e 29 cada
uma.
CAMISAS BRAKCAS A 29000.
Vcnde-se camisas branoas finas, a 29,
29500, 39 e 49000.
[I!
;i
largo
j
rs. o ifiovarfo.
COfRTES^E'CASKkHRA DE 69000.
Vende sq corles de casemira de cores para
ca!cas,;a>59, 59SO0 e 69000.
CROSDENAPC'E PRtTO.
Vcnde-se grosden?p!e 'prtfto com 4 1/2
palmos de ldrgura, tr S9 o covSdo.
ESGEIAO FINOA2900U.
Vende se esquiao fino de llnho, a 29,
29500, 3^ e 490 melro.
tnilTAS PAWACOBERTA A 280 RS.
"Vonde-sc chitos para tdberta, a 280 e 400 ^fnaf,&vm, 3^00
nfnviHn .Camfiffa transpartnte fina a 3*000 a peca.
" mfi'rtw, .mi, ,rtftA Cl,alc8 d- W** as in'^des e preCos.
.BRIM BRAW30 A U000. ; Hianjauu de algodao e linho a If600a vara.
Vuime-se "brim"branco de hnho, a 19, IMto deJh^a pdto com 9 e 10 palmos de lar-
CASSA-"IA
Acaba de chegar esu tazenda com bonitos pa-
.JlMJes, 'ee Se vende pelo diminnto precb de 200
w. 0 covado I I I
] Sctim jraAVjade, /jadroes bom'tos, a -320 rs. 0
WtG*OT)Y DE GORES
Gambraia ongandy de cores, farenda' flna, boni-
tos. padroes, pelo diminnto preco de 320 rs. 0 co-
vado 111
LXSESCOCEZAS
sfltovo1 Mrtmiento desta fazenda, com bonitos
padrtes, jqne.se vende a 240 rs. 0 covadoIII
CRETQNE
Cretone claros e escnros, boniios padrSes, e fa-1 Vende-se 0 ver.ladelro cimrnt 1 innUz JePer
zenda flna, pelo diminnto preco de 400 rs. 0 co- tland, sob eondicao de reslituir-so o dinhriro, ba-
' vado It! sendo elle o que aqai se alirma : nn armaz m di
LAS MUDERNAS bola amarella, travessa da rua d- imperador
Completo sortimento de la de todas as qualida-j r------7-------5---------i\---------i------;^
des, pelus diipinntos precis de 400 rs. 0 covado, (JnapCOS de SOI OC SCda. 111-
pecninchat 11 1
Cortes de casemira di cores, a 82(00.
Colchas estampadas e com barra a 3*600 e
4*000.
Cobertas de chita adamascada a 3*500.
"'benrdes DitAS de algndSn a 1*400.
loaltias aicochoadas, duzia, a 5*800
Leui;ob de.casga com barra a 1*000 a duzia. {
Uitos de.cassa abanhados a 2*00t a duzia.
Oitos. de esgu'rao abanhadys, em taixinhas mo-
glezea a 8$
rs
Nao jolguem qne por ser barato sio ordic
porque sao cbapeos de 12* : too e sd na loja 4*
Rosa Branca, a rua da I-uperali/ n. 56, de An
vedo.
Cerveja Noniega
de marca fcL, vende se a dinbeiro mais i..
qne em outra parte : no armazeu; da rua do O-ui
mercio n. 4.
Lindas las escocezas.
19280,.19600 e 29 o metro.
BRETASHA PE I.1-MIO A 040 RS.
Venile-fc brelaiVba de linbo, a 040 rs.
vara.
1I.A.NELI.A DE CORES A fiOV RS.
Vende-se ftauella de cores, a 800 ts.
covado.
De varioa padroes, e iuteiraincnt<- nudern*, .
: 360 rs o covado : na rua Primeim de Marj
antiga do Crespo n. 13, loja das eolarrtBaa, ^t
no "
gura 3*!ii>fl e 2*800 a vara.
Mgodao marea T, largo, a 5.J00O a pe?a.
! liito doniubtico a3*000a pe^a.
j Brim com listras, irlandez, proprio para cami-, l0ni Corre;a dc \ a . sas, a 4'i0 rs. o covado III Yt 7" j 7~
| Madapoloes traneczes de todas as qnaltdades de v>aDlLSaS Oe ClOtOlie
5* a 8*500 e peea. as mais moderns* que tem iMo H mw>, t
, Oapeos de solde:.seda com 12 asteas, pelo di-, do lisas e com listras, e qa e vende a 40*OA) *
minuto prcro df 82500. j dnzia e a 3i500 cada nina A n -: n.i-ha
COBERTORES DE ALGODAO A 19*00,, Canii/as 'ingleiM, todas forradas, fazenda de'
linho poro, a H*00O a duzia ; e pechincha, s6 se
dnzia e a 3*500 cada nma ; e
Hollanda
Brim pardo liso, n qae ba de rrais fin.i, Bm
Arende-se cobertores de-pello a 194O0..
o^Pl tj^! a fi800 %** 22 IT V|^iM*-le*inhtfe.ttda pelo diminnto preco ^eie^^e^liy^^V^^oc^,
cerna-.as, forradas. a 9, no Bazar NaciOnal, de 800 rs. o covado; e pechincha, e dio-se amos- do, fazenda pr'.pria do
rua da-Tmperatriz n. 72. itras.
cassa a 29000. i-S6 o. XL 20. da rua do Crespa
lioja das (res
DE
Vende-se cortes /de cassa rtiudas a '39
cada um.
GRA'VaTASTARA'SENHORA A 19000.
Vende se gravatas para senboras, a 15,
ditas para homens a 5(0 rs.
ALGODAO' ENFESTADO 'A I#f 00.
Vende se algodSo enfestado para lencdes, \tjf;m(j(i ndCtliQClld 3 200
a IdOOO a vara.
portas
<3riiHhermc JUNTO A LOJA DA ESQU1NA
propria do paiz por ser liuho pun
applif ada para costumes de hnmrn- e dc minim -
so na ma do Crespo n. 20, loja da tr-*- port2. <
Gut^bertne & C, juoto a I ja da esqnina.
GRANDE SOUTIMENTO T)E ROtPA PEtTA
KACIONAL.
Vende sepalit6;s de psnr.o prot^, aS9, 79,
8^0 10:jt*00.
Vende-so p. liiets de alpaca | preta, 39r
39S00e*?O00.
BRISS DE CORES A 400 RS.
Vende-so brinsde cores para'cal^as, a-400,
e 800 rs. o covado.
CHA ES A 8W) RS.
Vende se chales de \& a'800 rs., ebtdesde
merino de cores, a 29, 89, 49 e S9CO0.
COLCHAS DE CORES A 290C0.
Vende se eolchas de cores para csma, a
29,39500 e 4*000.
CHITAS DE CORES A 360 RS.
Vende-se ehitas fines de cores, a 30Oe 400
rs. o covado.
ALPACAS DE CORES A 500 RS.
Vende-se alpacas finas de cores, a'500,
640 e 800 rs. o covado.
TAPETKS A 49500.
Vende-se tapetes para sales, de diversosj
Cassa 15, padroes novos, e de mats gosto qne
vindo ao mercado, so na rua do Queimado
43, loja de Gnerra & Kernandes, pelo diminn
preco de 200 n. o covado I
Oheguem /ragaezes qne se acaba
Fogao de ferro economico
Venfle-so'calcas pi-etas do pRtmo, a *9, Vende se um chegado ha peucos dias, tendo for-
6;5, 79 e 89000. nilhas para taifra earvao, forno para assar,
VPnde-se i-nllr-les or^tn= a--1A .19R500 e, d*P0!rto Para *&** quente e logar para se guar-
lr.in l P ei a 3f>' JJP0UU e dar quente as comidas depois de feilas ; estes fo-
iff'.'tU. | goes toroam-se recommendaveis porque sao de
Vende-se ccroulas, a 1$,'19500, 29 e. ferro batido, e fabricados com perfeicSo e cozi-
3.o>000. nham-eom mui diminuta lenha : na roa do Apollo
Vtnde-se camisas bwncas, a 2f>, '89500,i?^?2_-------------------------------------------------,
39e59coo. Farinha de mandioca nova.
Vcnde-se ccmtSBS dc ctnfs, a 19t00,-9#; pecentemente cbegada de Sanu Catharina tem
6 J/?U0U
rs 0
covado.
CHITAS PRETAS A 320 RS.
para vender no trapiche'Companhia, e para tratar
no sen escrrptorLoa rna do Commercio n. 5, Joa-
qnim Jose Goocalves Beltrao & Filho. Advertindo
Vede-se ehitas pretas finas, a 320 e 360, aos eompradores que desejaudo acabar, vendem
mais barato do que em qualquer outra parte, tan
to em grandes como em pequenas porcdes.
Baratissimo.
rs. p covado.
LAZ1HHA A SCO-RS.
Verrde'se lSzrrihas para vistidos,a-200,
320, 400 e 500 rs. o cotado. No Bazar
Vende-s las escocezas de mui lindos padroes,
.tamanhos, a 49^00, 59, 09 e 89000 cada National, rua da Imperatnz n. 72, de Men- peto diminuto preco de 280 rs. o covado, fa?enda
CALCAIK)
eslrangejro.
Paris n'America, a rua Du-
que de Caxias n. 59
primeiro andar, acaba de receber um completo
sortimento de caleados estrangeiros para homem e
senhora, vindo entre elles nn lindo sortimento de
elegantes chiquitos, sapatinhos e botinas para
criancas, qne tudo vende por precos ratoaveis.
um.
Ides GuimarScs & IrmSos.
Asunicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vem a este mercaiio
ua ra? Marquez de ulindt n. bl
Panno de algodao da Bahia.
Vende de todas as quaKdades Jolo Rodrigues de
Faria : na rua do Amorim n. 33.
Fumos
Da Bah a e do Rio, vende Joan Ilodrigues de Fa
a a, rua do Amorim n. 33
I Vende-se as casas terreas seguintes :
Rua 24 de'Maio (outr'ora dos Ossos) ns. 2 e 4.
Rua doFogo t*. 2.
Rut do Padre Florkno n(3o.
Travessa da Bomba n. 5.
Becco do Padre Lt>bato n. 8 A.
Becco do caes da Cadeia-nova ns. 3 e 5.
A tratar no Largo do'Carmo n.'!.
Oimento
ue se vendeu por 500 rs.: na rua do Crespo n.
*5 A, loja da esquina. Dao-se amostras.
Vende-se a padaria hespanhola, muito bem
afreguezada, por seu dono querer retirar-se para
Europa, sita na rua do Lima n. 72, em Sante A-
maro das 3atinas.
Ill
Rua Duque de Oaxi.s.
Vends sena rua da Uadre meaor pteeo pessiyel o verdadfliro cimento for- senhora e as vende
tland. vindo pelo ultimo vapor inglez, de carga.
.IrOS PREMI0S
Acaba de reciter om completo sortimento de
muito lindas botinas de duraque de cores para
mais barato do que em outra
qualquer parte
VENDE-SE
um sobrado de um andar e sot-!", oaa ba*_
commodos e quintal, oa rua de S. J, rge n. I" .
a tratar na rua da Imperatri/ n. 84.
liqui A' rua Ducjue de Caxias 80-
quina do becco do Peixe
Frito n. U.
Antiwar isn d Pre^liifa.
Colarinhos de linho firms aUs duzia
Camisas inglozas de linbo fin i a iioOO ui>i
Seroulas ingiezas muiio boas a 2io(.'0 -
Granadine com listas e palmas d sed.i. aadr*'
lindos a oOO rs o covado.
Chapeosde pallia pira homom a I. .'iOO.
Toalhas de algodao alcocr.oadas para n
4COrs.
Lencos de cassa branco, duzia a I iOOO.
Ditos de dita com barra a UOO1 c U200.
f'ambraia branca trasparenle e ta; e 5*000.
Peitos de linbo muito linos bordados a 1*0 H
cada um.
Metins de cores para rcsUdos, de lindos pad
a 360 rs. o covado.
Chitas da cores a 2i0 rs. o Brando.
Brim pardo para cal'a a 360 rs. o covado.
Las de cores, alpacas' pretas e ~.'.>- ruirt, DM
polio e algodaozinho, tudo por pn c Comai
a roa Duque de Caxias n. 14, loja da esquina, dr
Franrisco Guimaraes & C.
Grande sortimento de las pa-
ra 240,320, 400e50()rs.
Na loja da I'.osa Branca vende--* lir.do I
mento de las para vestido, por precn barati mos, como e costume desta loja, m ui'la-se
nas casas : na rua da Impcrat' u a. 56.
Veos para thapeos a 14
A Rosa Branca veade veos de s da para a.;
peos de senhora, sendo pretus, brancos. e docu-
tras muitas cores, pelo baratissimo pr co de I*
cada um ; i>to e de graca : na rui da Imperatrz
n.56.__________________________________
Vende-se a taverna da rua de S. Utgoai
68, em Afogadiis : a tratar na mesma.
95
a
<<>
CONCED1DAS POR LEI PROVINCIAL N. 688, A BENEFICIO DA A1ATR1Z DE MURIBECA, LXTRAHIDA EM 28 DE MARgO DE 1874
NS. PREMS.
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SS. PREMS.INS. PREMS. NS. PREMS.INS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS PREMS.

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67
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8
Diario de Pernaarfmeo Segimda feira SO de Mar^o de 1874
YARIEDADE
MISCELANEA.O London Medical Re-
tard noticia quo a sociedade geographies
do Italia recebeu de Alexandria dous jovens
negros que o viajante Miaui comprara no
interior da Africa e que pertenc ra a uma
tiacio dc &noes de quo Hurodoto faz men-
gio, e que um viajante allemao, o Dr Se-
hweinfurt eiicontrou. Kste povo tern o no-
nie de Tikka-Tikki e habita montanhas qua-
si inacessiveis. Os dous mdividuos, tem
um 18 annos e outro 16 : a sua altura &
de 40 a 41 polegadas ingl-zas; tern o ven-
tre muito saliente, raerabros compridos e
magros e os cabellos assetnelham-se a es-
topa.
Annunciava-se ha diasno Havre a vea
da em leilao de sete violinos feitos por ar-
tislas celebres do XVI e XVIII seculos. Es-
tes reliquias preciosas da arte musical ti-
nham os seguintes noraes e datas : um vio-
lino deGasp-ird Duiffo, de Bolonba (I51G) ;
outro de Georges Klotz, de Mittenwald
(1706) ; outro de Joseph Guarnerius, de
Cremona ( 1720) ; outrode Antonio Stra-
divarius, de Cremona (1731) ; outro de Joio
Baptists Guadagni, de Cremona ( 1738 } e
outro de Juao Baptista Wuillaume, sem
data.
Segundo um despachode Yokohama,
datado de 18 de Janeiro, o primeiro mi-
nistro do mikado esteve para ser victima
de U'lia tentative de assassinate. Ao vo tar
do uma visiti, a carruagera em quo ia foi
i'jrga da a parar, ro lean-do-a uma porcio
de bomens anna dos. 0 ministro sahio do
teem e fui ferido em diversas partes docor-
po, vendo so obrigado a lancar-se n'um po-
eo para nio ser victima dos assassinos. Os
ferimentos, segundo declaracio dos medi-
cos, na sao perigosos. Os criminosos
3inda nao poderam ser descobertos.
0 processo Tichborne. ultimameute
toncluido e em rcsultado d > qual o preten-
dente foi condemnado a 14 annos de traba-
Ibos, publicos duruu perto de 7 mezes e
occupou 188 audiencias.
Annuncia se a morte da Sra. de Ge-
linka, superiora do hospicio dos orphaos
de Digne e ncta do ult'mo'rei da Polonia,
Stanis au II.
Cre-se que em consequencia das va-
gaturas que te.u havido no sacro collegio, o
papa nomvara! breveraente novos cardeaes
Fizeram-se oltimamente em Ports-
mouth cariosaa experiencias de uma machi-
ra de induecio electro magnetisa ; destina
da a descobrir, durante a noite, os barcos
de torpedos que se aproximam dos na-
vios.
A esposa do exmarechsl Bazaine, que
chegou ul.imameute & ilha de Santa Mar-
garida, onde esta presj seu marido, nio
pode obter senao a permissao de permane
cer alii provisoriamente. Bazaine tra-
tado de uma maneira excepcional. A' par
te a deteneia, o rigimen desta prisio nio
se parece em nada o regimen das prisdes
penaes. A alimentacio e orcada em 10
isrncos por dia.
Km Paris foram ha dias Iancada ao.
Sena 300 garrnfas de vinbo foUficados
A' execucio, qua se fez por ordem da
aatoridade, assistio o chefe de policia o
muito povo.
__ Segundo uma estatistica formulada
no ministerio do interior, existent actual-
ffleste inscriptos 9^99:329 eleitores_j>oJiit-
cosemtoda V" Franca: ff
__Em 1873 houve na America 5,183
fdlencias, representando um passivo de
218,199,000 dollars, contra 4,069 fallen-
das com una passivo de 121,659,000 dol-
lars que houve no anno anterior.
__0 navio itajiano Carlo Po, na sua
\iagem de S. Pedro do Sul a Liverpool,
soffreu inceudio, tendo so salvado a tripo-

teudo sido augtnentada pela camara dos de- dada a reclamacio, nmjm fazer a cha- da ratdoira e immedi.Umeute passada i ior
puUdos, sua roagestade destinon a somma nada dos jtirados, nao eaUva presente ne- astro flhro d carvao novo, que ella atra-
de 190 mil florins como subveucto ao thea- nkum dos TO da qua se corapaoha a pauta,
tro. sendo por isso cada um condemnado na
- -.
Annuncia so a chegada a Paris da am multa de vinte libras storlinas.
primo doschah da Persia, que estudou em "
tempo do lyceu da Luiz o Graude. DISSOLUCAO DE SOCIEDADES CONJC-
Deve ebegar brevemente a Madrid GAES.-Nos tribanaes civis da Paris tem
uma commissio da escola technico-vinico- sido discutidas duaa causas de separacAo de
la de Vienna, com o fim de estudar a cul- pessoas e bens, que teem dado pasto as con-
tura da vide em Hespanha, hem como o versa$6es de ruazes a ociosos.
mappa vinicula daquelle paiz Duas fidalgas pleiteiam, como autores,
Em 1871 venderam-se em Franca dissolucio da sociedade conjugal.
51,816 kilos de cabellos preparados ; esta .N'um processo ilguram a princeza da
cifra elevou-se em 1872 a 85.959 kilos a Bauffremonte a o principe do mesmo t tulo ;
em 1873 esgotaram-se 102,900 kilos desta no outro a condessa e o conde de Noi.
mercador.a de luxo. Esta estatistica, pu- Em a.sbos os processos so tem feito exhi-
blicada pela direccao geral das alfandegas, bicio de larga cdpia da escandalos.
mustra que as francezas em nada ceJam as BMMHMH_M.
raulheres do tempo de Qvidio, em que Ju-
venal, referindo-se is damas romanas, dizia,
que e'las occultavam os seus nagros cabellos
debaixo de uma cabelleira loura.
O tbeetro Olympico, de Philadelphia,
foi reduzido a cinzas pur am inc-jndio que
se ere fosse obra de uma mao criminosa.
A6MC0LTD8A.
FABKICO DO ASSUCARNAS I1MDIAS
OGCIDENTAE9 DA FRANCA.
Extracts do Monthyl Report of the Depart-
Morreram dous bombeiros e ficoram feridos roent of agriculture, de Janeiro de 1873.
luuitos outros. O theatre estava seguro Washington,
em 45,700 dollar*, | Em poucos annos se tem adoptado nas
A Filha de Madame An got, que se Indias occidenlaes francezas, ilhas da Mar-
represent-i no theatro Follies dramafiquea, tinica e Guadalape, um systema de ewge-
de Paris, conta ja" 365 represdntacoes segui- nho9 centra se para a fabrica^io do assu-
das, caso uuic > nos aniwts do theatre. jcar.
Segundo a estatistica publicada pelo Esta s)sterna e sobatitutivo db- laethodo
Bureau Veritas, houve o seguintes Stois-por muito tempo posto em prafica por ttV
tros maritimos durante c mez de Janeiro guus kidividuos nas piantacoes, oud'e a can
ulinio :Navios de veta completain?nte na 6 cultivada. O fin* 6 separar a agricul-
perdidos 168 a saber : 8-1 inglezes, 25;tura d manufacture, a por uma concentra-
amencanas, 12 allemSes, 1 francezes, 7 cSo de capital, de algum raodo em relacao
bollandezcs, 7 italianos, 5 gregos, 4 russos, jao systeraw de cooperacJk>, o lavradbr isola-
3 norueguezes, 2 austriacos, i sueco, 1 do nada pddo fazer.
turco e 9 de bandeiras d.jscmbevidas. Nes-
Tem pro-vado bom a eaperi ncia feita em
te numero estao comprehenJidas 9 navios grande escalv durante uma serie de aunos.
ltedbl e o seu capitao, que chegaram ao Ha-
tre. 0 navio grego San Spiridone, via-
jando de Ibraila para Marselha, perdeu-se
proximo de He lote. 0 vapor Aivali, M
uaa viagem de Preston a Smirna, naufra-
gou em Carada de Mothercombe, onde fio
sbandonado pela tripolacao.
A' morte do cardeal Tarquini seguio-
se a do cardeal Barasbo, prefeito da Pro-
paganda da Fe. Pio IX contristou-se mui
to com estes fallecimentos.
A segunda camara da Prussia appro-
vou o projecto de lei do matrimonio civil,
tal qual fora da camara alta. Os polacos
e os deputados do partido do centro vota-
ram contra o referido projecto.
__ Aununcia-se a morte do Edmund Viel-
lot, antigo secretario de Alexandre Dumas.
Na promixa exposiijao hipica que de
ve effectuar-se em Paris, apparocera um
crvallo gigante. 0 auiinal e negro, com
duas malhas braucas e mede 1 metro e 80
centimetros do solo ao raeio dos rins. 0
0 seu dono pede por elle a modesta somma
da 25 mil francos
A lista civil do rei de Wurtemberg,
suppostos perdidos por nao havar noticias
delles. Vapores tota mente perdidos 18, a
saber : 11 inglezes, 3 a nericanos, 1 alle-
mao, 1 dinamarquez, 1 bespanlwi e 1
francez.
Durante o ultimo trimestre de 1873 che-
garam a Nove York 44,789 emigrantes,
dos quaes 24,699 homense 20,090 raulhe-
res. Entre os emigrantes contavam-se s6
2 portuguezes.
Acolumna Vendome esti reconstrui-
da ate melade da sua altura,
IV falso um telegramma de Roma, pn-
blicado por diversas fothas estrangeiras,
dizendo quo o papa antes de morrer quer
ver reuuidos de povo ao sea lado os prela-
dos do mundo catholico. A resposta circu-
lar sob re isto, attribuida ao cardeal Anto-
nelli, nao existe, e Pio IX goza uma perfei-
ta saude.
Segundo participant de Cinstanttno-
pla ao Times, a antiga questao contra os
ermeuios catbolicos na Turquia, divididos
am hassounitas e anti-hassounitas terminou
por um decreto imperial. Os hassounitas>
que sao dedicados ao papa, serao reconheci-
dos como uma communhao separada e esta-
rao representados juntos da Porta por um-
chef secular.
O Dr. Balle apresentou ha dias a* fa-
culdade de medicioa de Parts um pheno-
meno assds curioso. E' uma rapariga de 14
annos, na qual, a partir da cintura, o cor-
po e- duplo e apresenta dous corpos separa-
dos, fuuccionandu independentemente um do
outro. As duas peruas- deque ella se serve
LpaTa' caflHTihaf, perlencem a cada am dos
differentes corpos. A rapariga chama. se
Branca Dumas e e bem parccida.
BEPBESEIXTAgAO INTERROMPI0A.
Na noite de 19 de fevereiro, representaa-
se no theatro da GaXU, de-Paris, o Orpheu,
e estavam era scena uma actriz e um actor,
quando improvisadamente se ve cahir do^alto
do proscenio um vulto, que foi parar entre
OS dous interlocutores.
No primeiro momento, nao se soube e
que era ; mas nao tardou que dos camaro-
tesse come;*sse a ouvir griios de algumas
senboras atacadas de nervos.
L'm desgraQado machiitista era victima
de um desastre, que Ihe roubava a vida.
Tinha fracturado o craneo, assim com:> os
bracos, em mais de um sitio, sem contar
com os accidentes geraes occasinados pelo
chxjue no sobrado.
O espectaculo interrompeu-se por algum
tempo, o grande uumero de pessoas nao
quizeram mais theatro, e sahiram desde
logo. Os que ficaram, nio riam ji com os
ditos da peca, e os pr.jprios actores inal po-
diam disfarcar a sua tristeza.
BOM EXEMPLO.Na audiencia de 19 de
fevereiro, no tribunal de Londres Common
Pleas, quando se ia proceder ao sorteamen-
to do jury, um jurado de<:larou que jd t'nha
servido em tres causas, e que havia muitos
jurados que nao tinham servido em nenhu-
ma, o que nao era justo.
O juiz presideate Coleridge, achand) fun-
pois se tem igaalmente verifkado a fopga ou
v.gor de tal principio- Ob- engenhos cen-
traes, ou tftfinies como sao chamadas,
sao de propriedade de companbias com ca-
pitals reunidos-, pt-Ias quaes e recebidh a
cauna dos lavredbres e levada aos eng^nbos
por caminhos de ferro, tram-ways constmi-
dos pelas ditas companbias-^ sendo conce-
dido-ao lavrador uma certa porcentagem db
valor da canaa, regulando o-preco pelo do
mercadb em PoiaCti-Pttre, ao tempo em que
a canna e entregoe. O systema parece tar
sido bem succediday pois diapensa ao into-
resse manufactureiro um bello lucro, deixa
ao lavrador. a liberdade de dedicar-se a soa
peculiar vocacio, e tambem contribue para
que tenha grande- tncremento o cultivo 65*
canna.
0 governo da ilUa.de Jamaiaa. nomeou haJ
pouco tempo uma commissao para visitar as
tlhas francezas, a indagar do trabalho por
esto systema- de engenhos centraes.
0 departamento de agricultara recebeu.
por intermedi) do ministerio do estado o
ndatorio-da dita commissio, que fez as suas-l
iudagac,6es-durante o ultimo verao, nao sear
do os resultados apresentados destituidos de
interesse e importanoia para 08- fabricantes-
d'assnear dos Estados-linidos.
0 maior engefrho-central cas ilhas fran-
cezas e o-que comraumente e chamado
Usinie d'Arbaussier. em- Point-i-Pitae
(S. Luiz), o principal posto commercial da
ilha. Fica o mes do engeaho- bos suburbios
deste porto de mar, e e-cr nsteuido na maior
escala, tendo todos os melhoramentos, a^ie
a sciencia moderna torn descoberlo, a^ijj
em relagao a machinisraos como ao fabrico
do assucar. Seu custo o de mais de um
milhao de dollars, e pdde produzir 10^000
tcneladas de assucar durante os primekos
seis mozes do anno, que e o tempo da sa<-
fra.
0 processo do fabrico descripto pel* comr
missarios 6 o quo se segue :
As cannas sao trazidas pelo lavrador a
um raraal do principal camtnho da tazenda.
0 wagon carrega geralmente dua&toneUdas
de cannas e uma mnla, sendo ocamiaho
propriamente piano, p6de puxar iacilmente
dous wagons. 0 wagon, sendo trazido ate
o engenho, leva as cannas ate as moeodas.
0 bagaco e elevado i forca i uma platafor-
ma por cima das caldeiras; a garapa, ao
deixar a coucha do engenho, cahe por tres
coadores em am tanque, qae tem um fundo
duplo, a^uecido a vapor.
Neste tanque se lhe deita um pouco de
bi-sulphito de cal, o depois ella passa a um
montejus. Esto monteius, a vapor, faz se-
guir a garapa para os clariucadores, onde e
aqueciia pelos meios ordinarios, e mistura-
da com cal propriamente. Dos clarificado-
res e levada aos filtros de carvio vegetal,
pelos quaes gravtta, passando depois por
uma torneira a um reservatorio.
Deste reservatorio vai a um montejus, e
e levada a vapor para uma cisterns, em al
tura da qual cahe para o triplo effeito, pas-
sando da primcira a segunda, e desta a ter-
ceira caldeira, como aprouver ao encarre-
gado do servido. Quando ella deixa ou sahe
pja, pan cahir em outro reservatorio,
de que a vaccum pan a reeeba. ferveudo-a,
a reduzindo-a a assucar.
A primeira qualidade da usucar e geral-
mente crvstalisada na Uxa do vasio, e e de
pois lanceda em caixas proprias. sets pes
elevadas do chio ; por baixo destas caixas
corre ou passa um pequeno carrinho sobre
um trilho, que 6 suspenso do fundo das
ditas caixas ; e este carrinho conduz o as3u-
car para as centrifugas, on le elle e pur^a-
do; sendo fervido o melaco resultante,
quandu em boas coodi^des, com o xarope
do dia segainle ; mas quando elle 6 espesso
e viscoso, e fervido separadameule, e posto
as crystalisadetras, onde fica a granular
por certo numero de dias : esta e a segunda
qnalidade de assucar, e o meiaco resultante
delle, junto com as espumas dos clariuca-
dores, servo para fazer caxaya.
A garapa que deixam os clarificadores
nio psssa nos altros de carvao uovo, mas
sim nos que s-rviram para o xarope do tri-
plo etfeito, ajudando assim a limper os re
siduoj que possam ter ficado do dko xa-
rope.
O peso das cannas entrvgues no engenho
em o anno quo passou foi de 75,000 tone-
ladaa, se bem qu" fossa em temp > de
aen.
O emrenbo peMa reneber tiu.OOO tonefa-
das por anno. Em o anno quo fiudou de
68,745 toneladas- de cannis se apuraram-
5,325 tosladas dc assucar ; o- que equivale
cerca de 7 8/4 % Em abrrt ultimj
eompanhi* annunciou o primeirodividendo
de 24 0,0. Por outres termos, ft>i realisado
am lucro liqnidb de (81,685 3f do fabrico
de-5\325 toneladai de* assucar, e- 182,780
grides de ca-mca.
0s processos da fabrica em todtos o. fn-
genhos. assim na Guadalupe como- na Mar-
tiniea sao ideiicicos, daodo-se a differentia
uuica- de terem-sido adopttdos nos novos
engeahos os reearsos da ;iencia moderna,
macbinismos melborados, e outros arrau-
jos.
A cfirificagao da garapr sua reduafjfio a
xarope em baix temperature, a perfeita-crvs-
talisacao a cor do- assucar, e o maxim lu-
cro, tudb isto se obtem com a repetida Gl-
tracSo por meio dte carvSo, dos processos
do tri pio effeito, da taxa do-vasie. e por
lim de tudo das machinas centrifugas.
Na Martinica veri6cou- e o peso l>*ixo
das canvas como igual a 28'a>neladas por
iaere, p?oduzindo, dizem, 2: 1/4. toneladas
de assuear, que e vendido a tt 200 por to-
uelada.
Os engenhos ceatraes, ou << t'siniea
conum omais alto favor popular. O capi-
tal assim-local como da Franca, para o fim
de estabeleeer novae- Usiniee. em larga
e extensa.escala, e subscripto li>remente.
Otto engenhos, de cousideravel pre^o,
tem sido montados nos dous ultiotos annos-;
e outros- se acham $- em processo de mon-
tagtm. Por toda a parte pareee que aug-
mentanaV a facilidade do fabrico, o lavra.-
dores se tem estimulado, e prouurado aug-
mentar a- product;ao da canna,
Tratando da difference entise a culture ou
trabalho daquelles-que vendero- 's cannas
Usiities e daquelles que as redu-
De adorar sen Redemptor,
A' vossa cruz abracado,
Coufundilo em meu peccado,
S6 confto em vosso amor I...
Ouvi-me, pois, estas preces
Nascidas de dentro d'alma,
Sao l-. tas as vossas messes,
De vosso triumpho a palma I
Se' eu tambem sou vosso tilho,
Se em mim se reflecte o brilho
Da vossa santa paixao,
No crime embora nascido,
Por vosso sangue remido,
Tende de mim compaixao f
Tende, Senbor, pictade,
Por vossa gloria infinita,
DrSta alma que a iniquidade
Traz sempre de ddr alflicta I
Ao vicio, ao crime afcrrada,
Por Satanaz transviada,
Esquece mesmo o sea Dous,
E nao se lembra nera serrto
(Juc foi por ella sdmente
(Joe descestes \i dos ctan t...
Mas v6s, amado Jesus,
Qu i bem sabeis- que pregado*
Nesse eatibulu da cruz
Vos vejo por metf peccado ;
Que nessa morte esttemeco,
Nesses martyrios ennhe^o
Vossa bondade qual 6;
Embora novo Ltnguitiho,
Mostrai, Senbor, meu caminho,
Abri meue olbiS 6 fe !...
Na vossa froutn abttida-,
S>e eras espsahos c'roada,
(..Hi" importa a mim esta vida,
Na vossa vida apagada-?1...
Se nessas livrdas faces
Ccntemplo as-g4orias fogaces
Deste mundo snganador,.
Corao heide, eu vil creatura,
.Minb'alma aqsi1 ver segura-,
Sem- ver o m u Redemptor ?l
Abrr.^ Senbor, esses olhos
Da morte ao sopro empamados,
Tirai-me destes eseolhos
Do mil perigos eerrcados I
Abri a bocca divinak
Por onde a sab a Aos bomens todos fallou,
E nesse pungir aeerbo,
Escute minb'alma o verbo
Qae ao-bom ladr5o perdoom!'...
zem a aesucr em seus propuos engenhos,
nota-se que no primeiro caso- mal sabem as
cannas.do ca-npoqae toda a gente de stpvi-
cp corre a preparar a terra para a proxima
colheiia, sendo desembaragados-e limpos to-
dos c* campos.
No segundo caso os campos sao deixados
a. descrip^ao ato que passe- o tempo da sa-
fra ou colheita.
fazendas qua antes do estabeleciraeno
das Usinies. se achavam individadas,
estao hoje, para assim dizer, em um pi-flo-
rescente, e outras que tiuham quasi aban-
donado o cultivo. estao aotualmento fazendo
excellentes colheitas. Na maior parte dos
engenhos empregam :se prensas hydraulicas,
ou de oulra qualidade, para extrabir os re-
manescentes da garapa das espumas ; o que
cuidadosamente le*ado aos c arificadores,
tomando-se o residue* em time, especie de
bola dura, que servo para forragens e cs-
trume.
UTTERATORA.
LUCSECIA BOKGIA
MEMORIES DE S&TANAZ ,
POR
O. Mauoel Fernandez y Gonzalez
QLINTA PARTE
LEONOR
III
Di. COMO MICHELOTTO CCB.OU O CANCRO QUE
f>EVORAVA A toRTUKA DO SR. DE ARNES-
v ILLE.
(Continuagao do n. 68. )
Oh 1 sim, e uma castidade obrigada
pvi um voto. Imagine que eu estava lou-
camente apaixonado por ella, porque me
embiiigava, me enlouquecia a sua formo-
sura ; de modo que, quando a madrinha
me levou a camara nupcial, entrei vacil-
lanle, sem quasi poder ter me em pe", alor-
doado com a minba proxima felicidade.
Sabc queencontrei ? A menina deCirac,
de pe, terrivel com a sua esplendida for*
mosura, realcada por um saductor trajo
branco, que represenUva a sua pureza. n.
sabe tambem o que ella me disse offerecen-
do me uma cadeira ? Quein. sontar-se.
Obedeci, profundamenle espantado. EIIi
sentou-se n'uma outra cadeira defronle de
mim, mas a" respeitavel dislancia.
Eu estava mudo do sorpreza, e n3o podia
pronuueiar uma palavra.
Ella estendeu o seu magnifico brajoe
marcou com o dedo rosado, no ar, uma li-
nha imaginari.i, dizendo:
a 0 senbor eslari sempre i"> : laic
e eu d'este ; entre n6s ha uma barreira
insuperavel. Vejo que no po le --esponder-
me, e eu vou-lho dizer qual e" essa barreira:
um voto que s6 acabara" na sepultura.
Um voto ? exclamei eu dasesperado,
recuperaudo a voz com a violenta impressao
que me causou aquella noticia. Ediga-me,
senhora, se um voto aimpedia que se unisse
a mim, para que casou comigo ?
Com medo de meu pai o de raeus
irmaos, a quem o senbor me comprou co-
mo quem compra um escrava.
Ha de confess-.r que sua esposa o tra-
tou com toda a amabilidade, disse Miche-
lotto.
' Ah I soffrt muito entSo, tenho soffrtdo
mais soductor e sagaz do mundo Nao se
fie n'ella que e" uma sereia Sabe o que
me dizia o duque de Guise fallando-me de
minba mulher? E' impossivel fugir so
de sua mulher ; obtem tudo quanto quer ;
nio ba meio de fallar dous minutes com
ella sem enlouquecer. Sop muito ditoso,
Sr. de Arnesteville,
Meu primo, disse Michelotto, a sua
esposa vale o seu peso do ouro, e pdde estar
descancado que de mim nao obterd a re-
vellacao do nosso. segredo.
Por mim pouco me importaria isso ;
faca o que Ihe convier. Julguei prudente
desorienta-la, porque talvez fosse tnconve-
niente para o primo que ella soubesso quo a
A Jesus liiriiNio na eriaz.
Miserere mei, Deus. secundum
magaam misorlcordiam tuaia,
ci secunJuin muUitudiaem n\\-
serationum taarum, dele iniqui-
tatem raeara.
Psalm, da Peml. dO.
Meu, Deus, eis-rne aqui convicto
De tanto vos offender 1
E espero humilde o contricto
Vosso perdao merecer 1...
Se nesta santa semana
Minh'alma alegre se ufana
Do vosso peito rasgado
1'or impia traidora lanca,
Dai-meessa luz qpe ao soldado
Encbeu de paz eesperanga-!
E assim como elle opprimido,
De raagua e dOr oompungido,
Seu grande mal confessou,
Assim,.meu Jesus, ouvi me,.
A' luz meus olhos abri-me,
Que o- meu peccado cegou t...
Em vossos pes seorosantos,
Pregados-por duros-. cravos>.
Deixai. que meus tristes prantos
Vos la-vem tant s-aggravos- i
Deixai banhar-me ditoso
Nesse sangue preoioso,
Donde a luz e a vida sabe ;
Que u beba neste transporie
Vida e luz em vossa morte,
Meu Senbor, meu. Deusv men paf !..
Nos vossos braces ainda
Abertos p'ra a humantdade,
Petmitti que eu-.ache inCnda
A doce tranquillidade !...
E dessas maos sempre prom ,>tas
A trocar por mil affrontas
Sacrificios sftde amor,
Por esse immense, dagicin,
Meu Deus, mais um sacrilicio,
A vossa beu^ao, Senhor !..
Do vosso eorpo chagado,
Nesse nudseiro pendeute,
Ainda de um povo iradc
Mostraudo o rancor fremsnle,
Fazei, AChrislo, que em paga
Deste amor, em cada chaga
Que vos faz de dor morrer,
Surja a luz qui vida encerra.
Com que eu possa inda na terra
Meus dias alegres ver I!...
E quando ap6s iriumphardes
De morte tao affrontosa,
E feliz de novo entrardes
Nessa mansao gloriost ;
0' Deus, de paz. de concordia,
Pjr vossa misericordia,
Lembrai-vos entSo mim ;
Que um dia tambem minh'alma
Va gozar da eterna palma
Na vossa gloria sem lim 111
L. M. PecegieiKo.
muito depois d'isso, e conttnuarei a soffrerlcrianca'a quem ella vai dar a maternidade
ate que a menina deCirac tenha cumprido era seu filho e de uma duqueza enorme-
o seu voto, isto 6", quando estivermos am-
bos ji debaixo do chSo.
E, diga-me, meu querido primo, co-
mo foi que a menina de Cirac coosentio era
parecermai ?
Cemo consentio em parecer esposa ;
com a espectativa d uma riqueza quo lhe
permitt'isse oroar de um modo bnlhante a
sua formosura.
E e la ignora de quem e o filho que
ha de parecer seu ?
mente nca.
Fez muito bem, e peco-lhe perdao
por haver supposto que tinht feito uma
asne'ra. Trate. pois.de dormir, porque deve
estar cancado da Jornada, e boas noites.
Boas roites, meu charo primo de
Boncamp, ate amanha.
Michelotto sahio
Decididamente, disse esto comsigo
mesmo, e necessario livrar o rendimento
|de meu primo do cancro que o devora, e
( eu disse-Ihe apenas : assegu- quebrar o voto da senhora Leont
ram-nos uma renda, m s com ella dao-nos Cirac. .... .
um filho. Minha mulher, quero dizer,1 K um sorrtso horrtvel contrahio os labtos
minha esposa, assusteu-se e fallou no seu de Michelotto.
voto : mas como lhe eu disse que o seu fi-, lv
lhe ia tinha nascido, tranquillsou-se ; mas coKTUtUAgao do antecedence.
eu creio que ella tem zelos. j No dia seguinte, Tonetta deixou livres os
_ 7eiQS i aposentos que correspondent com o jardim,
_ Sim ;iulga que se trata de um filho a pedido do Michelotto, para que os occu-
mett i' ile alguraa grande dama. Foco-the passe a senhora de Arnesteville.
esta adverlencii porqwe certamenteella, para Michelotto que para todos ora
,jh;.. >. |U <-, hade Btacalo '. :^ different-*, lornara-se
manso como um cor-
Milagres do amor que indue ate" nas fo-
res.
A senhora de Arnesteville agradeceu do
fundo d'alma a Michelotto aquella galan-
teria, porque lhe pareceram bellissimos os
aposentos para onde a haviam mudado.
E' inutil dizer que Tonetta tirara do ar-
mario a roupa branca que alii mettera,
ignorando que doixava pratioavel uma por-
ta Michelotto contara com essa porta para
um projecto quo concebera com a sua ha-
bitual perversidade.
Acredita em apparicOes, rainha senho-
ra ? disse elle eroquanto lhe andava mos-
trando os aposentos.
Para nSo crer em apparigaes e" pre-
ciso nao ser christa, respondeu rindo do
modo mais traicoeiro a sf nhora de Arnes-
teville ; nas Sagradis Escripturas encon-
trara-se a cada passo.
E, diga-me, assusta la-hia muito uma
apparicio ?
Nio julgo ter peccado tanto para que
me a tterrasse por terrivel que fosse a ap-
pari^So.
E se tivesse cabellos brancos ?
Qae tem de terrivel os cabellos bran-
cos ?
Ah* I nSo lhe repugnant as c5s?
Nio, quando as vejo na cebeca de
um homom nobre e estimavel.
PoUp-.ruce-me que vai ter uma appn-
cii-ao.
Quando ?
Silencio ; minha mulher aproxi-
ma-se.
Mas alia nao entende o francez.
Os ciumes entendem tolas as llnguas.
Pois bem, sirva-me de interprete e
egress em mou no-ng a soa esposa pojr
por g. aimao.
Prolofo.
CAPITL'LO ITl.
EN SI SO SUfERIO*.
(Continuacio)
Ninguem se admirari do pequeno nume-
ro de estudantes chamados a g >zarem doc
beneficios da educa^ao superior, apesar dos
immensos recuros scientiAcos postos i sua
disposicio pelas duas eidadea, onde, poasrsi-
doras de magnificos muzeus, de laborato-
rios, de ricas colle^cdes. de esplendidas bi-
bliothecas ( a Boi-leienne de Oxford, a da
Christ-Church Cambridge (.quando sa soa-
ber quio custosas sio para os estudanles as
despezas de resideocia e os gasias de es-
tudos. "^^~
Nio sio dies abaixo da 5,000 francos
para os mais economicos rapazes. Fica eo-
tendido que os mais ricos podem despender
o dobro e o triplo, quando quizervm levar
na universidade, o que nio & raro, a eiis-
tencia luxosa e aristocratica de que focasa
quando cam suas families : as univarskUdai
deixam portanto fdra de seu seio uma mul-
tidio de mo^os destinados is profissdes li-
beraes. Muitos advoga ios, medicos, enge-
nheiros sobretudo nio passam pel ..s estudos
deltas.
Current i iostruccio profissional, e poem
de parte a sciencia theortca que aliis con-
tent os p-incipios.
Esta particularidade concorro com outra*
muitas causas, para cxplicar o caracter das
classes medias da Inglaterra, sua babilida-
de pratica em todas as profisso-s e ausen-
cia de toda a tendencia pbilosophica am
seus escriptos e pensamentos.
A franqueza ou antes a nulilidade do mi
me de admissao com quo alguns collegios
se contentam abaixa o uivei geral dos es'.u-
dcs. 0 grande uumero dos estudanles fu-
tures trabalbam pouco na escola secunda-
ria, porque sabem que serio admittide>
com a maior uullidade na universidade.
Os exames feitos nellas sio de dous ra>
dos : o primeiro, obrigatorio para todos os
estudant-s, s6 exige conhecimentos super-
ficiaes, para cuja acquisicio os tutores ap-
plicam os methodos empregados por alguns
de noss Aquelles que passam por esse exame neste*
cundicdVs, designados pelo oome paumen,
sio os primeiros a reconhecer a insuflien-
cia de saber que po le d tr esse eosino a que
na Inglaterra dio o nomc de craming (ess
tupidos /'que s6 exige um esforeo de me-
moria.
Ill
Sente-se viva admiracao e sorpreza ao
visitor pela primeira vez essas graodes ci-
dades de estudantes, Oxford e Cambridge,
onde se tem construido verdadeiros moou-
mentos para serem exclusivammte dedica-
dos i mocidade, que vai alii completer, pe-
lo en si no superior, os conhecimentos de
instrucc&o secundana. eixarei fallar os
ultimos viajores que exprimem de um modo
palpitonto a impressao nelles produzida pe-
lo aspecto das duas cidades inglezas.
Verdadeiros palicios, austerose espleo-
didos ao mesmo tempo, magnifiens em d-
senho e execocao se succedem em Oxford
uns apos outros quasi sem interrupcao i
direita e A osquerda e {uaraecem as prin-
cipaes ruas. Cada um tem seu caracter e
por assim dizer a sua figure. Um estende
a monotona fachada no comprimento de
200 pes em pesadas camadas borisontaes
cujos primeiros dous andares carregam
com um largo frontil do pedra, pelo qual
sio como que velados, emquanto as jaoel-
las do terceiro cobertas de coruijas triangu -
lares, Ihe formam um diadema radioso co-
mo o dos reis merovingiamos. E' o colle-
gio de Alfredo Grande University colle-
ge j. Outro [Christ-Church, ) com sua>
magestosas torres, seu vasto pateo quadran-
gular, sasa cathedral do VII seculo, seu re-
feitorio de 100 pes de comprimento com
50 de altura, de abobadas de carvalho es
culpido, elegantes cimalhas, vidracas colo-
ridas, armarios regios, parece recorder
com orgulho Henrique VIII e o cardeal
Wolsy, seus fundadores. Elle domina a ci-
dadecom a sua imperiosa altura. Sobre J
seu portico de entrada, composto de tres
torres, ergue-se o grande sino de Tom, ao
nio menor de Oxford da grandeza dupla
do de S. Paulo de f.ondres, cuja voz es-
trondosa, muitas vezes pouco ouvida srta
todas as noites para todos os estudantes o
recolner am seu collegio e o enrerrameato
de todas as portas.
me haver cedido estes bellos aposentos.
Tonetta entrou com o Sr. de Arnesteville,
e a conversa^ao tornou se geral.
Durante todo o dia osteve a senhora de
Arnesteville p msativa, triste e absttracta.
A noite, quando (icon so, fechou por
dentro todas as portas, encostou-lhes cadei-
ras e disse, sentaodo-se junto do toucador
no gabinete onde estava o armario :
Veremos como succede a apparicio.
E poz se a rezar no seu livro de horas.
Nio tinha decorrido ainda meia hora
quando setttio bateruma pancada na pa-
rede.
Apezar de que estava prevenida, e de
que era um tanto varooil, a senhora dc
Arnesteville senHo um calafrio e estremeceu
ligeiramente.
Levantou se, dirigio-se para o sitio onde
havia soado a pancada e esperou.
Repetio-se uma segunda pancada mais
forte.
Ah le dentro do armario 1 exclamou
ella.
E aproxiraou-se d'elle.
A chave estava na fechadura.
Abra miuha senhora, disse de dentro
uma voz, na qual ella reconheceu a do Sr.
de Boncamp, primo de seu marido.
Isto nio e apparecer, disse a senhora
de Arnesteville, e esconder-se. Mas como
foi que se occultou ahi ? Acabo de o ver
a* ceia, fico-i ainda i mesa, ecompanharam-
me sua esposa e meu marido, e a jui nao
estiva ninguem.
Queira abrir, minhi senhora, repli-
cou Michelotto, porque estou suffocado e
faz aqui muito frio.
A senlura de Arnesteville abrio, nao
sem receio, a porta do armario, porque Ihe
pnrccia que havia n'.'q li'lo o quer qu?
iConl i nu a r-se-hat
sse de bruxaria.
Michelotto sahio.
Esti me parecendo que seute medo,
disse elle fechando o armario, o que se me
nio toma pelo diabo, com certeza me julga
seu parente ou amigo intiouo.
Kealmente, isto e" deveras singular.
0 senhor estava escondido neste armario,
e a nio ser que alguem o fechasse ahi, nio
posso explicar como e que a chave se acha-
va da parte de f6ra.
Sentemo-nos, minha senhora, e dVi-
xe-rae dizer-lhe que a acho muito formosa,
Loontina.
Era para dizer-me isso que quiz ter uou
entrevisto comigo t
Se a quiz ver a sos, foi para Ihe diaer
que nunca vi em minha vida mulher tao
formosa.
Teem me dito isso muitas vezes, ca-
valheiros, e nio con>eguiram nunca anchor-
me de vai Jade.
0 Sr. duque de Guise foi urn dos que
lhe disse isso T
Sim, foi ; mat quem lhe deu assa no-
vidade f So podia ser meu marido.
Tenho estado mui'as vezes na cdfte,
e n'ella falL-se muito em si.
Mas no fim de contos, meu primo
nio tem nada mais a dizer-roe T
Nada mais, minha senhora.
__pois n'esse caso, tenho eu que Iba
fallar, o espero que sej.i leal para comigo.
__ Ob nio o duvide.
_ Trata meu marido com muita cotl-
lianc,a ?
Esliiiianw nos muito e soiuos boos
parentes.
(Continuar-tt-ha.)
fvTDOj c oi'io. -bua ^r; z c\:.:aS
I IliafEL


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