Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16966


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Full Text
ANNO L. NLMERO 71
\
FAR % A CAPITAL B LIGARHS OKDE (VlO SB PACA PORTE.
;j?or tret mezes adianlados................
For seis ditos idem..................11W00
*or um anno idem..................349000
Cada numero arulso................. #380
SABBADO 28 DE MARCO BE 1874
PARA DE.1TRE FOR A DA PROVK1CIA.
For Ires mezes adraatados. .....'......
For seis ditos Mem ..........
For nova ditos ideas ..........
For urn anno idem. .............
aOfft&O
171000
DE PERNAMBUCO
PR0PRIEDADE DE MANOEL FIGUE1R0A DE FARIA FILH0S.
ft 8w. Gerardo Antonio Ahead Filhos.no Para"; Goncaivea 4 Pinto, no Maranhio; Joaquim Jose de Oliveira4 Filho, nofcearaj Antonio de Lemm Braga, no Aracatj ; Joao Maria Julio Chares, no As&u; Antonio Marques da Silva, no Batal; Jose Juatioo
Fereira d'Almeida, em Mamauguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Joae Goaf*, na Villa da Penba; Belaraino doa Santos Bulclo, em Santo Antio ; Domingos Jose da Costa Braga, em Haxareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no PJr das Alagoas; Alies 4 C, na Bahia ; e Leito, Cerquinho 4 C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
(;#verao da provincia.
N. 70 Pernambuco, repariicao das obras pa
blitas, em SO de; marc* de *87V. -Illm. e Exm.
Sr.V. Exc. mandou-rae em data de 10 do cor-
reale, examinar com a brevidade possivel, am
frojecto qua foi apresentadj em 2 de maio de
870, pela assemblea legislativa proviocial de Per-
nambuso (n. 76 de 1870) qual, tem par object)
a concessao de uma estrada de ferro, que partiod
do lugar de Gatnelleiras, va lerraiaar no termo de
Barreiros, com o privilegio naaca mai coenta annos. Eita linha seria eoneedida a com-
panhia que offarecesso melhores vantagens, (arti-
Os precos de transports scriain rcgulados pela
companhia, com approvac. io do goveruo provincial,
(:artig.i 5.-)
A provincia garantena a cimpanhii nm juro
aaaual de seie par cento i > capit.il empregado,
para a eonstruefio da estrada.
Nao e sem embaraco, que me vejo convidado
Sara emittir a minha opiuiao, sobre uma questao
esta naturesa, e sera talvez util explicar a natn-
raza desse embarac.
A proviacia ae Pernambuco, esta corapletaraente
at principio da era do* caramhos de ferro ; por-
que a grande estrada do Recife a S Francisco da
pende do governo geral, e so uma quarla parte da
sua extensio se acha concluida.
A provincia so possue actualracnte aaa estra-
das de ferro de arrabaldes, denominadas, u.na do
Recife a Caxanga, e a oatra do Recife a Oliada e
Beberibe: linhas estas mautilas pelos passag'iros
urbanos e que nenhuma importancia teem sabre o
panto de visU do trafeg > geral da provincia. Por
cooseguinte, tudo ainda esta para fazer-so, com
otudo das iinaas ferreas que raerecem em pri-
meiro lugar a cooperajio de garantias de jnros
pela provincia.
A linba de S. Francisco, goza com justo tilulo,
uma garantia dejuros da provincia e do giverao
geral. Perem, ponds-se da parte esu grande es
trada, cmvem exauinir a que linhas ferreas, a
proviacia deve cuidar em dar sua garantia atim
da dirigir os osfor(os dos capilalistas para essas
linba* mais importantes.
Penso, que nao e preciso hesitar em collocar no
numero destas linhas ferreas subvencionadas
aquellas que sao proprias para conduzir ao porto
do Recife os productos das provincias vizinhas, e
a consolidar por este modo a favor desta capital,
sua posicao commercial como emporio da regii i
a irdesto do imperio.
Essas consideracoes suppdem tres estradas de
ferro seguintes:
I.' do Recife a Maceio capital das Alagoas, 2
do Recife a Parahyba capital da mesma provincia.
."!.' Uma linha ers direccdes a provincia de Piaaby,
eujo ponto de partida a determinar sera prava-
velvemente em algum lugar da estrada de ferro do
Rtcife a S. Francisco.
Estas tres estradas, sendo entre-provinciaes de-
vfin ser concedidas pelo governo geral, a quern
i-ompetiri examinar se lhe convem por motivos es-
trategicos ou outres quasqaer, preserever adop-
i.-.ij da bitola de 1,41" ja empregada na estradi do
Recife a S. Francisco
Julgo que a provincia poderia deide ja djcidir
como principio, que ella esta disposta a coder uma
;; .r.intia de interesses a essas tres estradas de fer-
ro, ajuolando se a essa garantia a que os conces-
sionaries obterao do governo geral.
Alem das linhas inter-proviacia^uni carlo nu-
mero de vias ferreas deslinadas a commanicar
com o interior da prjvincia. dovum ser clasiiGca-
il )j em primeiro lugar na dsitribuiiao das garau-
lias de juros da provincia.
Porem quanto a estas, o governo tntorvindo, nao
lu de modo algum obriga^ao ',-oes onerosas, qua resultam da adopcao de uma
bitola de 1,U ra.
Ora, se se substituir, pjr exemplo, a bitola de
l/ti m. pela de 1,00 m, poderse-ha com a mesma
despeza de cou-tru'icao, communicar tao conve
nientemenle uma extensao dupla, e por conse-
jcainte uma zona dupla.
Por esta razao a garantia de juros pola prjvin-
k tera muito mais probabililade do ser puramen-
te nominal, e o que imporu mais e qua o mesmo
capital tera servido para desenvolver em maiores
proporcoas a prosperidade do paiz.
A provincia e essencialmente agricola, os pro
ductos a transportar formam uma masa enorme,
para que e preciso ii receber em muilos lugares
drfferentes : pequenos ramaes indo em busca dos
ngenhos, dao a solu^o defiuitiva, porem, para
I'.soe preciso pensar em construilos economica-
inaate, oque so permitte a bitola estreita.
Julgo, por conseguinte, quo convem sobmetter
-t-riamente esta questao a assemblea provincial,
nao para que seja rewlvida nesta, mas para que
ella seja estudada e discutida por todas aquelles
qae a questao interressa : proprietaries de enge-
nhos, agricultores, commerciantes, concessionarios,
d i caminhos de ferro na proviaeia, etc. Os en-
genheiros da provincia prepararao tambem oscle-
raentos de um relatono circumstanciado.
A questio podera ser resolvida na proxima ses-
sa : Assim penso eu :
Convem que a provincia estipule em todos os
coatratos de concessao, que ella fizer, e em que
ella eonceda uma garantia de juros, que a Mtola
da via ferrea seja de uma largura uniforme, uma
vez adoptada para todas.
Qaal a bitola a adoptar-se? (a de 0,90 m, a de
1,00 m. ou de 1,10 m. ?) Para todas as concessoes
ia quaes nao sa liga garantia alguma de juros,
parece-me pela contrano racional, que o conces-
sionary, unico interessado na questio, determine
Jivremente a bitola, assim como os oatros detalhes
da construccao.
Se a provincia adoptar para todas as linhas sub-
veacionadas por si, uma bitola uniforme, de sorte
que o material de uma linha ferrea possa circular
sobre as outras; estas diversas linhas formariam
uma rede, cujas malhas se estreitariam ulte-
liormente, e conviria para o bon emprego dos
capitaes, qua a provincia eos proprios industriaes,
dedicam a industria dos caminhos de fer-
Voltaodo agora a questao principal, que me foi
s.ubineltida para informs p .n-o que a estrada
proposla d Gamelleira a Bezerros nao apresenta
de um modo evidente o caracter de uma grande
nlilidaoe provincial.
Com effeito ja duas linhas estao concedidas no
valle do rio Una : de Tamandare ao engenho
Piabas de baixo, acima de Barreiros, estrada de
IS ou 16 kilometros c mceJiJa ao Sr. engenheiro
Henrique Augusto Milet, a outra da estacao de
Agua Preta a Jacuipe, pelo valle do rio Una, limi
te de Alagoas.
Me parece mais natural ligar Barreiros a Agua
Preta pelo valle do rio Una. fazendo assim com-
municacao dos limites das provincias de Alagoas
e Peraambuco, junto a Leopoldina com a costa
em Barreiros e Tamandare. Este prolong: mento
de Barreiros a Agua Preta seria de trinla kilone-
tros pouco mais ou menos como a linha proposta
de Game leira a Barreiros.
A linha proposta nao tem tambem a vantagem
de reunir a capital da provincia, termos afastaJos
como de Barreiros e a parla inferior do valle do
rio de Una.
Esta tarefa sera preenchida, com effeito, muito
completamente pelo caminho de ferro do Recife a
Maceio, que oaturalmente reunira os termos de
Seriohaem, Rio Formoso e Barreiros.
Julgo pois dever concluir, dizendo que a eea-
cessao de um caminho de ferro de GameHeira a
Barreiros pode ser util, mas que convem nao con-
eeder juros provinciaes, e de o deixar a* suas pro-
babilidades proprias de vitalidade. -Deus guarde
a V ExcIllm. e Exm Sr. Dr. Henrique Pereira
de l.acena. digaissim) presideato da provincia.
V. Fournie, engenheira cbefe.
N. 72 Pernambuco. Repariicao das obras
publicas, em 21 de marco de 1874.Illm. e Exm.
Sr. V. Exc. envieu-me em 6 do corrente, para
dar meu pareeer, um projecto apresentado em 15
de maio de 1872, a assemblea provincial de Per-
nambuco (o 99 de 1872) tendo por objecto eon
tratar com Andre de Abreu Porto, ou com quem
melhores vaotagens offerecer, dous pequenos ra-
maes da via ferrea : o primairo Dartindo da esta-
cao deUua, prolongaudo-se tres milhas de distan-
ce, e passando pelo p ivoado dos Monies ; 0 2 *
partindo da estacao da Escada, passando por essa
villa e estendeado-se tambem ate a dislancia de
tres milhas.
Propoe-se um priviiegia de doz annos para a
exploracao desses ramaes e adopcao da bitola
de 1,00 m. para a via permaaente e material ro
dante systema Tairlie-.obrigando-se coma com
panhia da estrada de ferro do Recife a S. Fran-
cisco, a respeitar os direitos desta ; as tarifas nao
excedeotes as tarifas kitometricas actuaes da via
ferrea de S. Francisco.
Em um relatorio con a data de 20 do corrente
a respeito de uma outra proposla de concessao de
.aminho de ferro, expuz as consideracSes geraes,
que se resumem no seguinte :
Conviria que a provincia fizes.se uma distribui-
cao provisoria dos caminhos de ferro, que mere-
cem em primeiro lugar a garantia de juros pro-
vinciaes.
Para facilitar esta distribuicao e os studos ul-
teriores de caminho* de lerro, a provincia faria
uma despeza lucrativa levantando a carta da pro-
vincia.
Conviria, talvez, flxar para todas as estradas de
ferro, que forem concedidas, com garantia de ju;
ros da provincia, uma bitola uniforme, inferior a
do caminho de ferro nacional de S. Francisco.
Nao voltarei mais sobre estas consideracoes.
Observo somente que a presente proposta de con-
cossa i esta concebida nesta ordem de ideas que
j ulgo cxL'ellentes : Adopaao de uma bitola de
1,00 nj. para* via permaaente e o material rodante
Tail-tie.
Creio que os dous ramaes de que se trata, reu-
nindo dous centros populosos, que a grande es
trada de S. Francisco deixa a 5 kiloraeiros de
disUncia, sao ute'u ; convem, piis, examinar as
condicoes propostas polos interessados e pteparar
as instrucgoes deste negijcio para a proxima ses
sao da assemblea legislativa provincial, que estara
tambem, mais habilitala para comparar as pro-
posta' que podorao surgir, offerecendo se talvez
consideracoes da provincia.
Alem disso, nesta proxima sessao, a assemblea
tera de decidir a questao da bitola provincial, e
applicar, se liver lugar, sua decisao acerca desses
dous pequenos ramaes.Deus guarde a V. Exc.
Illm. e Exm. Sr. Dr. Henripue Pereira de Luce-
aa, muito digno presidente da provincia. V.
Fournie, engenheiro chefe.
de vinta mil reis para os terceiros e ullim
mez, sendo a mesma gratifieacao levada a
das despezas com os trabalhos graphicos
projectos de estradas e carta da proviacia.
Art. 79. A ajuda de eu-t > ao engenhoin
sera devida quando sahir para lugares on"
hoover estradas de ferro e distarem m;
quatro leguas da capital, tendo neste ca
passagem a casta da proviaeia ; as dos
empregados, quando sahirem para fora dej seu
districto e nas mesmas condicdet. n>
Art. 81. Os cabos de guarda de conseraaca)
de primeira dasse vencerao a mensalidadp de
setenta e cinco mil re s i os de seguada. de
trinta e cinco mil reis, e os respectivos servewes a
de ti'inta mil reis, pag_aveis par quizena, tendo di-
reito a uma gratifieacao do cinco mil reis mensaes
aquelle destes que durante dout annos de exercieio
se mostrar zeloso no cumprimenta de seus doteres
e nunca liver sido multado, gratifieacao que sera
annullada si, depois de obtida, for o mesmo mul-
tado por mais de tres vezes.
DIAEKTDE pern ^MBUCO
RECIFE, 28 DE MARQO DE 1874.
[Vatioiaa do norte do imperio.
Amanheceu hoatem em nosso porto o vap.r
brasileiro Bahia, trazendo datas : do Amazonas
II, do Para 18, do Maranhao 20, do Ceara 2J, do
Rio Grande 25, e da Parahyba 27 do corrente :
Eis o que colnemos de jornaes e cartas :
AMAZONAS.
A mais grave das noticias que nellas encontra-
mos foi a de umas desordens que tiveram Ingar
na villa da Conceicao, por occasiaa da eleicao de
vereadores e juizes da paz, narradas assim pelo
Commercio do Amazonas em 5 do corrente :
t Procedente da villa da Conceicao aporton'
hontem nesta capital um expresso por onde sou-
bemos que alii se dera am facto que de alguma
sorte parece ameacar a trauquillidade publica
< Por occasiao das eleicdes de juizes depiz e
verea lores da camara, uma fracgao do partido
liberal, antevendo tilvez a provavel perda no
plelto, comeQou a arregirnentar os sens adeptos,
fazendo insinuar nos seus aaimos, que o livro da
qualificacio se acbava falsificado e pretenderam a
viva forra invadir a igreja e amea^ando e-pancar
as membros da mesa parochial; ob.igando e-ies
o suspender os seus trabalhos e communicarem o
occorndo ao Exm. Sr. presidmte da provincia,
reclamando-lhes providencias.
c S. Exc. sempre solicito em acudir de prompto
as necessidades e reclamos da provincia, delibe-
rou em tao ardua emergeoeia, fazer seguir para
alii immediatamente o nosso amigo Dr. chefe de
policia Ernesto Rodrigues Vieira, o qual consla-
nos par lira esta madrugada em uma lancha da
flotilna.
Em o 1.* de marco assumira a cdefatura de
policia do Amazonas o jniz municipal de Serpa,
Dr. Ernesto Rodrigues Vieira.
Estava servindo o cargo de director da ins-
truccao publica o lente mais antigo do lyceu, Hen-
rique Barbesa de Amorim.
No corrente anno matricularam se 54 alum-
nos nas II aulas do lyceu. As 6 escolas da capital
sao frequentadas por 149 alumnos, sendo 76 do
sexo masculino e 73 do feminiuo.
No mez de fevereiro arrecadou a camara
municipal de Manaos
0 saldo de Janeiro
A despeza de fevereiro foi de
7:080*965
18:487/181
28:538*146
9:388*882
OBSPACHOS OA PBESIOENCIA, DO DIA 26 DE MABCO
DE 1874.
Correa Maia.Nao ba vaga.
Corree Gomes de Almeida.Nao ha
a Trata-se agora da reforma pollcial ; inclina-
se a presidencia a que baja uma policia mais ur-
bana do que militar, pouco mais ou menos mode-
lada pela da carte. Levaalam-se ja clamores con
tra a extinccio dos estados maiores e menores,
emlim, do systema do militarismo, p>rque se nao
for assim, adeus amigos, afilhados, parentes e
adherentes I
Receatemente acaba a presideacia de reverter
a iastallacao de um banco hypo-
ja eonfeceionado e puolicado os
que se
ro, livessera os metos de det rminar aproximati
vamente de antemao as principaes direccoes, que
deveriam ser postas em comro>inicacao. Para i9so
.seria preciso uma carta: 6 sobre o ponto de vista
das Tias de cotnmunicacio, o grande desideratum
desta provincia e d'entre aquelles membros da as-
:<-mblea que ja anleriormeale reensararam os fun
Jos necessarios para esta obra, lastimariam esta
/ecusa, se elles podessem fazer, com a falta da
carta, uma idea bem exacta das despezas super-
flius feitas com estudos graphijosern mas direc-
g3os, de n'essfles apressadami'nfe pedidas e li-
ff^iramenle con-eJidas, que ab.TUin ; dupla per-
da: para o proprw concession no e para a pro
Tincia, cujas nec.-ssidades matirijes nao foram sa
tisfeita?. .
Para resnmir estas consideracoes geraes, direi:
Conviria que a provincia Hzesse ami distribuicao
provisoria dos caminhos de ferro que merecem
em primeiro lugar a garantia de juros provin
ciaes. Para facilitar esta distribai?ao e os estudos
vltariores dos caminhos de ferro, a provincia fa-
ria uma despeza provitoa levantando a carta
provincial
Conviria talvez fixar para todos os .eaminhns de
ferro que serao concedidos com garantia de jnros
4a provincia, urns btotai uniforme, Inferior a do
caminho de ferro nacional do Recife a S. Fran-
cisco.
Antonio
Antonio
va8a- -
Eugenio Gomes Cascao. Passe parlana, na
forma requerida.
Francisco de Sant'Aana Barros. Indeferido.
Francisco Bernardo de Carvalho. Passe por-
taria, conceJenlo a liceuca pedida, na forma da
lei,
Tenente-coronel Jose Soares de Mello Avelim.
Nao tem lugar o que requer o supplicante, a
vista do que ioforma o Sr. inspector da thesou-
raria provincial.
Joao Baptista dos Guiraaraes Peixoto Informe
o Sr. general commaodante das armas.
Jose Pedro dos Santos Neves.Sim.
Luiz Francisco Ridrigues Pranca e Mello.
Pas-e portaria na forma requerida.
Maaoel Joaquim das Chagas. Providenciado,
com offlcio desta data, ao provedor da Santa Casa
de Misericordia.
Sociedade Uoiao Cathoiica.-Nada ha a deferir
aos supplicante;, porquanto sobre o que pedem
ja f)i pravidenciado. 0 chefe de policia e auta-
ridado competeote para fazer manter a scgu-
ranca individual e de propriedade, bem como a
trauquillidade publica, nao procedendo as razoes
allegadas, para suspeilar da sua imparcialidade
e execucao, em vista da inforroacao que minis-
trou a esta presidencia, com relajao a alludida
oceurrencia.
Silvestre Gomes de Sant'Aana.Iodeferido.
Thereza Dympina Dias Fernandes. Nao ha vaga.
Errata.
Na parte official hoatem publicada tendo-re
dado ioexactid5es em alguns artigos do regala-
mento das obras publicas, reproduxem-se os mes-
mos davidameuta recliflcados.
J 4 do art. 5Da tres desenhistas e de guar-
das especial men te incumbidas do servico da
conservacao das estradas, pontes e mais obras
d'arte, e *itidida' m 1* e 2* classe, sendo con-
siJera'i.i-i &14 iUa as d;i I" districto, e desta as-
dos outras. c >uf..nm? 0 art. 10.
Art. 31. A nmeacto e dem'wio dos emprega-
dos, de que iratam os g 1 a 3 e 4 na primeira
parte do art 5, e os do art. 9 competem ao presi-
dente da provincia ; as dos eabos sao da compe
lencia do engenheiro chefe sobre proposla doa
engenheiro* da districtos; e as do; guardas ou
serventes pertoncem a attribnicio dos engenhei-
ros de districtos.
Art. 4'. Ao engenheiro chefe e aos de districtos,
bem como aos conductors, podera ser arbitrada
pelo president* da provincia, quando forem in
curabidos de trabalho3 importantes fdra dos res-
pectivos districtos, uma gratifieacio addicional
que nag exc;dera de olteeta mil reis para 0 pri-
meiro, de clo0o3nu.mil reis para os segundos e.
0 saldo qne passa para marco 16:l49*26i
A recebedoria provincial arrecadou durante
0 mez de fevereiro ultimo a quantia de 48:7463028
sendo :
Para a provincia 39:269*611
Para a companhia Fiuvial, dos 3
por cento addicionaes 9:476*417
KARA.
Eir 18 do corrente esereve nos;o cotrespooden-
te de Belein :
a Apezar da agita;ao em qua andam os espiri-
tos, por e;te mundo, gozamos folizmente por aqni
da mais perfeita paz e tranquillidade.
t As questdes da convenieacia politica, ou antes
partidaria, estao presentemente na ordem do dia,
em consequencia de estar funccionando a assem
blea legislativa provincial.
a 0 accordo entre a presidencia e os represen-
taates da provincia esta por assim dizer abalado ;
a economia dos cofros publicos e a senha com que
ultimamente se tem a^ui apresentado os presi-
dentes.
a Os parlidos, ao contrario, nas provincias, 0
que no geral buscam.e satisfazer certos compro-
missos para com as suas influencias e estas para
com a afilhadagem.
a A economia em taes condicSes nao e possi-
vel; por metaores desejos que haja nos adminis-
iradores, tem duas pontas a escolher : on subor-
diaar-se de corpo e alma aos interesses c conve-
niencias da situacao dominante, ou romper com
as influencias e oppdr se as suas pretenciaes.
Esta 0 Para neste caso ; durante a adminis
tracau do Dr. Abel Graca hoove rompiraanto com
os amigos do conego M. J. de Siqueira Mendes, e
d'ahi nasceu 0 nefasto 13 de abril de 1872 f
As exigencias da politica geral do paiz trou-
xeram a presidencia desta provincia, o barao da
villa da Barra ; este, porem, fossem quaes fossem
os motivos, ou admitta-se, as reeommendacdes da
cdrte, lancou-se nos brac-.'s dos amigos daquolle
conego, hoje denominado chefe unicoAx sitna-
Cao dominante.
Appareceu entao com todo 0 vigor a dissiden-
cia conservadora, visto a exclusao de certs; in-
fluencias do partido, tanto a deputacio geral como
a provincial, alem de demissoes a alguns funccio
narios publicos durante 0 interregno oas vice-pre-
sidenciaa.
< Feitas e terrainadas as eleicoes geraes, sur-
gio 0 Dr. Domingos Juse da Cnnba Junior, presi-
Jente illustrado, mui prudenle e inteiramente de-
votado a economia dos dinheiro; publicos ; pois.
pode se antes-dicer, que S. Exc. estava de senti-
nella aos cofres da proviacia.
a Isto nao agradou aos homens da situacao, e
tantas e taes cousas appareceram e fkeram, que
esta administrador, sem se esperar, de nm dia
para 0 outro resolveu retirar-se c retirou-se para
a cdrte.
c Nomeado 0 Dr. Pedro Vicente de Azevedo,
tomou conta da administracio em 17 de ianeiru ul-
timo. Logo no eomeco do sea tirocinia, reco-
nheeau se qua 0 sen lido com one veio ao Para e
identico ao do Dr. Cunha, seu antecessor.
liusca oppjr um paradeiro aos ilevados gas^
los com qua e^la ouerada a prOvinci.i, 0 por con-
seguinte vai corlando todas as despeias e refor-
mando os encargo* e servico publico, como en-
tende.
c A liscatUacao da illaminacao a gaz desta capi-
tal ja sofTreu um serio golpe. A fiscaluacio. pois,
Qea d'ora a vante a cargo do chefe de policia e
executada nocturnamente pelos offlciaes de policia
que fazem as rsspeelivas roada!, e apeaas com a
gratiflcagao de cem mil reis mansaes reparlida-
mente par aquelles offlciaes que fizerem sememan-
te lervieo.
La se foram, portanto, os ajudantes a mats
simulacro de reparticao prtbliea
nao sanccionada uma lei a assemblea provincial,
a qaal concedia pensoes a mocos para estudarem
medicina e direito, tanto ahi como na corte. E
ites favores em uma provincia onde os cofres
teem uma divida de dous mil contos, a par da
grande quantidade de medicos e de bacbareis em
direito, que diariamente augmentam e concorrem
aos empregos publicos.
Outros muitos cortes estao na pasta da tu-
prema admioistracat, e sem duvida este estado de
cousas, a nao haver intente cordiale ha dele-
vantar seria opposigao da a;semblea, porque ella
no geral e composta de membros exclusivamente
dedicados a actual situacao politica.
< Ja lenho dito alguma cousa acerca dos ne-
gocios publicos, tendentes tanto a marcha da aJ-
ministia'.a), como em referenda aos interesses
partidarios; agoia passo a outra ordem da cou-
sas.
Coutraua na tella da discussao a quesao re-
ligiosa entre um ou outro jornal, conforma cada
um encara a condemnacao do bispo dessa diocese
e a missio do barao do Penedo a Roma.
Agurda-se aqui a proauncia do Exm. bispo
D. Antonio do Mancedo Costa. S. Exc. Rvm. esta
preparado para seguir a sen destino. As irman-
dades nao interdiclas, variasassociacoes e differentes
gruposdeseoborase homens tem ido nestesu Itimos
dias visitar 0 prelado, ante 0 qual se ha lido varies
discursos relativos a questao que se agita no im-
perio.
* 0 bispo por seu lado, e com 0 clero que no
geral Ibe e adepto, contiaiia nas suas conferencias
em varias igrejas, discutindo eanalysaado do pul-
pit-.. 0 eslado da questao entre 0 poder civil e
ecclesiastic-).
t Ultimamente tem havido grande concurrencia
de povo, com especialidade na cathedral, onde
prega quasi sempre 0 prelado.
0 A sua voz. a sua dialectica, os seus recursqs
oratorios e instrnccJo, com particularidade depois
da condemaacao de D Vital, vie attrahindo_ uma
certa cocurrenca e attencio, que ate aqai ufto ha-
via em favor da pendencia religiosa.
t Domingo ultimo, embora 0 bispo nao podesse
pregar, a igreja da Se estava repleta de poyo, e
entre elle maitas pessoas not iveis pela posicao e
illustracao, na coaliaaQa que D. Antonio assumira
ao pulpito, como estava annunciado ; fallou, po-
reai, o coaego Mourcu. que tratou largamenle da
condemnacao do bispo de Pernambaco, e das con-
sequancias resultantes, em referenda a interven
cao indelecta do poder civil nas cousas reh-
giosas.
t A situacao da provincia, embora de paz e
tranquillidade, nio e regular quanto a seguranca
individual ; nestes ultimos dias houveram tres as-
sassinatos.
0 primeiro do capitto Manoel Jose de Mello
Freire Barata, ao embarcar na sua fazenda em
Maraj6, denominada Santo Antonio, levando dous
tiros, que instantaneamente 0 mataram e feriram
um seu filho e um menor com quem ia embarcar
para sua casa na villa de Soure.
t 0 capilao Barata e de familia importanta da
provincia, rico e com numerosos parentes, sendo
chefe da lirma Barata, Paiva A Cunha, desta
pragi.
Foi log > expedido um vapor com 0 Dr. chefe
de policia e varias pracas para as necessariis dili-
gencias; 0 chefe ainda nao regressou, por tanlo
nada ainda se sabe de quem sejam os autores, ou
mandantes desto horrivel acontecimento.
0 iilho do capitao Barata e 0 menor ja regres
saram a capital, aquelle ainda graveraente ferido
e este levemente; mas am bos livres de perigo de
vida.
c O segundo, foi a morte d?da ao engenheiro
mechanico Blouchouse.aobarbadinbo frei Caadido,
pelos indios das Cabeceiras do rio Capim, que e
assim aarrado :
1 Do engenho de no;;o distiocto amigo 0 Sr.
coronel Jose Calisto Furtado, sito a margem do
rio Capim, seguira o mez passado 0 engenheiro
mechanico belga Alberto Blouchouse, genro do
mesmo coronel, com tres escravos n'utna canoa,
em demanda das nascentes do rio, onde a tradi-
gao diz que existem requissimos veios de ouro
Passando pela missao juntou-se a esta caravana
um dos raissionarios, frei Candido, que levava
era sua companhia 16 indios amanage, aldeiados
ha muito tempo e catechisados desde a raeninice.
Augmentada por esta forma continuou a caravana
sua viagem aventnrosa, e tendo chegado a um
ponto do no Surubiu, innavegavel para embarca-
coes do porle das em que iara, desembarcaram
os bomens para mandar extrahir Da raalta a
madeira de qae fizessem ubds para seguir a
expedicao, e a ooile agazalharemse em terra,
como aqui e costume fazer.
Parece que os indios tinham combinado 0
plaoo tenebroso, contando com esta circurastancia,
Krquc a noile mataram a tiros de espingarda 0
ide missionario, 0 engenheiro belga e os tres
escravos: A' morte destas cinco creaturas se-
guio-se 0 saque e a divisao de seus despojos. Na
missao teve-se sciencia deste facto por haver alii
apparecido um dos indios expedicionarios grotes
camenie enfeitado com 0 babito do frade. Os in
dios que alii chegaram posteriormente narraram
os detalhes sinistros desta tragedia, e hoje a auto
ridade dispSe de elementos para apreciar em todo
0 seu horror 0 crime nefando que ahi fica relata-
do nesta; linhas.
< 0 terceiro foi igualuiente 0 assassinato de um
preto de nome Francisco, escravo do tenente Ig-
aacio Joaquim Cordeiro, em Irituia, districto per-
tencente ao termo desta capital.
As suspeitas recahem sobre um iodividuo que
ja se acha preso de nome Pio Augusto do
Souza.
c Esla igualroenle custodiado e em processo 0
francez Tisn Leao Saissac, iadigitado autor do
ronbo feito nesta capital, na loja de joias a rua dos
M^rcadores, de Levy Freres.
0 roobo, depois de grandes pesquizas e dill-
gencias foi encontrado em Braganca. La andava
0 seu autor a vender as ioias roubadas; entre
tanto 0 preso nega a autona do facto, lancando a
culpabilidade para eima dos proprios Levy Freres,
aos qaaes procure comprometter.
t Ainda nao sabemos quem e 0 novo chefe de
policia, visto ao actual ter-lbe sido designada a
comarca de Santarem; aguarda-se algum tele-
Sarama, e o qne se indigUava Dr. Francisco Men
1 Pereira, suppoe-se nao sera 0 nomeado, at ten-
utmdo a situs^io das cousas polilicas da pro-
viacia. .
No d!a 15 do corronte teve lugar a sessao aa
assemblea geral dos acckmbtas da companhia flu-
Mi do AUo-JMMtonas, ficando a direcloria do
anno qae comoea, assim organisada :
M.L-TPreai(iwte, Dr. August) Tango
Pinto: seoreurios, Alvaro P. de Pontes e Souxa, e
Jtte Hkardo da Crnz. m .
Dwectoria.-Preaidente, Elias Jos6 Nuoes da
Silva : #eretarios, Pedro Antonio MacuaAe e
Friacisco Joaquim Pereira.
1 A alfandega renden do t a 17 do corrente
179:311*823.
Luiz, promove
thecario, tendo
estatutos, qne vai sobmetter a approvacao do go-
verno geral. Sendo aberta a ioscripeao dos subs-
criptores, no dia 12 do corrente, dentro de duas
horas achava se subscriptas 20,000 accoes.
Tendo dado parte de doente 0 presidente
do tribunal da relacao, fei desigaado para 0 sabs-
tituir ioteriaamente a desembargador Torreao.
No dia 13 de fevereiro evadiram se da ca-
deia da villa do Mearim 0 rea Estevio Pereira da
Silva, 0 recruta para 0 exercito Izidoro, e os es-
cravos Angelieo e Uarcelino. Foram capturados
os escravos. 0 crime deu-se por arrombamenlo e
esta sendo process-ado 0 soldado que estava de
seatiaella quando se deu 0 facto criminoso.
Com exclusao das freguezias de S. Pedro da
Carolina, S. Felix de Balsas e Santa Thereza da
Imperatrii, 0 resultado do recenseamento da pro-
vincia e 0 seguinle
de Pontes Franco, onde roora sea velno pai, e ia
teiramente armado penetron no recinlo 4a cam
la foi assassinar a sna desventarada omlber, D
Paulina de Pontes Barroso. que ha maito abaai*-
nara a companhia desse malvado e procurara
abrigo em casa de sen pai.
0 sicario fingindo qne abracava a molher
embebeu-lhe 0 puohal no cora.ao.
c D pobre velho, doente, cmr meios de Mesa
vio sua desgracada III ha cahir assassinada aes ga-
pes dessa tera f
Que dolorosj transe !
Depois de consuraado 0 crime 0 sicario, di-
zem, fora refugiar se em caa do pai, eoroaei Bar
roso, protesuado exterrauur toda familia
RIO GBANDE.
Do Natal esereve no-so rorrespondente.
< No Ingar Jon lia de Clma, districto do Breji
nho, foi encontrado morto, dentro dos maitas. <<
infeliz Manoel Rodrigues dos Santos.
c Pelas averigaacdes a qae procedea o resaec
tivo subdelegado, presume se com fondameato,
que aquelle individao fora assassin'do, reeahiad<
graves suspeitas de crimioalidade sobre os filttof
de am lal Beato dot Santos, alii resideote>
A policia prosegue nas mais escrapolosat ioda
ga(oes para 0 descobrimento da verdade.
t Uma casa de eseola acaba de ser offerecida
a provincia pelo professor da povoacio de Pare-
Ihai do municipio do Jardim, Jne Goods de Son
za e oatros preslimosos cidadios.
0 edificio solidameote construido e sufflcien
teraeote elevado tem dez metros em cada laao.
No dia 13. rwlas 7 horas da noile, foi pres<
sequito de um .
8ra 0 meio 4a raa, e felizmeote com a economia' aARAiWAO,,
cerca de quatro oontos de r^is ann.aa3, 0 Sr. Martiaus Hoyer, uegoennte 4a. pra^a de S
Casas 45.333
Fogos 44.954
Sexo masculiao 164.550
Sexo femininu 170.775
Livrei 262.080
Esoravos 73.245
Brancos 80.902
Pardos 157.783
Prelos 73.098
Caboclo3 23-542
Ca-ad.s 56.818
Salteiros 267.174
Viuvos 11.333
Catholicos 324.082
Acatholicos 11.213
Brasileiros 330.738
Estrangeiros 4.587
Sabem ler 47.375
Nao sabem ler 287.940
Total da populacao 333.315
0 cambio regulava : sobre Londres 24 1|2,
sobre Franca 370 reis, e sobre Portugal 110 0|0.
- Leraos no Paiz : *
a No dia 8, as oito horas da manna, o soldado
do 5 batalbio de infanteiia Brasilino Rufino Go
mes, preso no f Tie de Santo Antoaio da Barra,
Ponta d'Areia, assassinou ao soldado do mesmo
batalbio, preso como elle, Sebastiao Honorio da
Rocha
t Entre elles havia rixa, e diz 0 assassino que
0 assassinado, tendo jurado mata-lo, elle anteci-
pou-se.
c Brasilino que ha pouco respondeu a conselho
de guerra por crime de ferimento, trazia um par
de machos, porem, estando a chaveta deste frou-
xa, desembaraeou se dos ferros, e quando Sebas-
tiao estava em posicao em que podia ser tornado
de sorpreza atirou se sobre ella e eravou-lhe no
coracio a larga folha de um grande canivete. A
morte foi instautanea.
Dlzem os outros presos que a este crime, as-
sim commettido a sangue frio, nao precedeu a me-
nor altercacao.
< 0 assassinc e natural assim como 0 assassi-
nado da Bahia. Tinha este tres e meio anoos de
praca e trinta e cinco de idade, estava cumprindo
am aano de prisio por crime de lusubordioacio
e estava respondeudo a couselho de guerra por
ter ferido a am sea camarada.
t Aquelle, 0 assassino, cumprindo sentenca por
crime da desercio, e ja ferio a outro camarada
compaoheiro de prisio.
Tem dous annos de praca e vinte e oito de
idade.
PIALHV.
Na capital, promoVa 0 uegociante Adam Be
naiou a encorporacao da companhia para a fuo-
dacao de uma ou mais fabricas de liacio de teei-
dos de algodao.
No dia 6 de fevereiro partio para a villa de
Santa Pliilomena 0 vapor Conselheiro Parawgud,
lugar es^e distanta da capital 180 leguas, e tendo
em seu trajecto de airavessar 13 cachoeiras for-
madas pelo rio Parnah\ba.
A seu boron foram diversos passageiros, entre
os quaes 0 conselheiro Adriano Manoel Soares, no
meado presidente da relacao de Goyaz.
CBARA.
Nosso correspondente da capital esereve 0 se-
guinte : .
Em 21 do corrente S. Exc. o Sr. Dr. Teixei-
ra de primeiro vice-presidente barao de Ibiapaba, e re-
tira-se hoje para essa provincia. Diz se que asim
praticara por ter sido autorisado pelo rainistro do
imperio por telegramma expedido em 7 do cor-
rente.
a No decurso de quatro mezes 0 oito dias que
S. Exc administrou esta provincia, jamais deixou
de manifestar 0 espirito de rectidio e justiga que
fazem 0 laurel dos bons administradores : quando,
porem, S. Exc. comprehendeu que sem grande sa
crificio de sua saude nao podia continuar no mes-
mo programma que havia adoptado-depoz 0
exercicio do cargo qus lhe foi confiado pelo go
verno imperial -afim de procarar na provincia
natal mitigar os seus soffrimeatostao_exacerbad)S
pelas fadigas de sua penosa comm'ssao.
t Todos aquelles que tiveram occasiao ou de
communicar com S. Exc. on de apreciar os seus
actos admiaistrativo;, fazem votes para que consi-
ga prompto restabelecimento e volte a reassumir
brevemeote 0 exercicio de sen honroso cargo.
Em 20 do corrente, as 5 horas da tarde, teve
lugar 0 assentamento da primeira pedra de um
edificio que se destina a casa do mercado, na pra-
ca do Marquez do Herval. Uma guarda de honra
do 15 batalhio de 1' linha fez as continencias do
estylo ao acto que alias foi bem concorriio, nio
s6 por crescido numejo de povo, como pelas pes-
soas e autoridades mais gradas da provincia.
Tomou posse era 19 do corrente, a nova mesa
administraliva da Santa Casa de Misericordia : 0
acto foi revestido de todas as forma lidades (
estylo.
a 0 Dr. Francisco Borges da Silva, medico da
companhia de aprendizes marinhelros desta pro-
vincia publicouum opusculo sob 0 titnio de Coasi-
deracoes sobre 0 beriberi. Esta obra, segaudo opi-
aiio dos enleadidos, e de merecimeato.
c A via ferrea de Baturite rendeu na seraana
finda 403*000.
a Falieceu era Maranguape, vietima de antieos
padecimeatos, 0 capitio Raymundo Francicco Ta-
vares, secretario da camara municipal respec-
liva. .
a Por este vapor segue para a corte um attaixo
a9signado dirigido pelo corpo commercial desta
praca ao governo imperial, pedindo 0 estakeleci-
mento de um no telegraphico entre esu provincia
e a da Pernambuco.
Omovimento progressivo em que vai 0 com-
mercio desta provincia, hoje em coramuoicacao
directa com os mais salientes mercadas nacionaes
e estrangeiros, juslifica plenamente essa grandio- No dia SO doooraenie
sa aspiracio.Ja que se prendem elevados interes- commendador Aalomo dos Sanlot b-xiao, |
ses, que tendem com a prosperidade social em to- tario e capiUksU -__ __ -^ |
das as suas variadas roanifesucoes- Seguira no dia 18 para a >fc* %*?u
f Com a companhia da via forrea de Balurile xeira, o tespectivo ivuz ae airene w. *om ^^^
celebrou a presidencia um contrate, por uiais oi- Mosigoao da Veiga Pessoa.
lenU anaos, para 0 prolongamento da mesma es- Leroos ny JomoJ da Parakyia .
trada. ao sul da proviacia, ate 0 rio da S. Fran-1 a A's quatro horas da tard
clsco. *rer.^anniversario d) juraiaelo
Lemos no Cearenu : "i
' 0 Para-curu' acaba de sertbealro de ut^ ho\.
roroso drama de sangue:
No dia 17 do corrente, 0 facinoroip Uibwato
Barroso, filho do coronel Antonio Ba.rro,o ue Sou-
za, commaodante superior da guarda n^ieional de
Imperatriz, dirigio-se ao silio Maieitas, pr0prleia-
tde do nosso distiqeto amigo capita^ jv^ joaquim
no districto de Utinga, oafamado criuiino Anto
nio Jusiiniano Barbosa de Lima, teo lenleacisdi
a prisio perpttua pelo jury da cidade de S. Jo
de Mipibti, em sessio de 30 de maio de 1863, e
que, achando-se do presidio de Fernando de No
ronha, dalli se evadira. Cum mais 9 companheira*.
na noite de 15 de novembro de 1871.
Essa prisio e uma das mais importantes que
se tem realisado na administracio policial do Sr
Dr. Correia da Silva.
c 0 Conservator de sabbado, referiado-so a
esse acontecimento, disse 0 seguinle :
c Mais um facto notavel acaba de assignalar
a administracio policial do Dr. Joae Anlmi > Cor-
reia da Silva ; mais am criminoso audaz con
demnado a gales, evalido 4a ilha de Fernando
acaba de ser recolbido a cadeh publica da cidade
a Auteoio Justiaiano Barbosa Lima, depois 01
percorrer diversos pontos desta provin aa e do
Ceara, veio afinal ser capturado pelo sut'
do districto de Utinga deste municipio, Fra
lldefonso Emcrenciano China.
a As popalacoes que viviam -obrasaltadas p;lo*
eucoatros e sortiias do celebre faccinoro.-), vol
tam a paz e a tranquillidade, gracas as habiUssi-
mas medidas e bem combinadas providencias ao
Dr. Correia da Silva.
a Ha muito 0 dislincto magistral > concebera 0
piano de captura, que se realisou no dia 13.
t Do fuado do seu gabinete seguia a- pegada-
do ousado e sagaz gale, que illndindo a vigiUa-
cia dos ageates policiaes. zombava da fore* pubii-
ca.
Autooio Justioiano, nome famoso por seu?
crimes, despertou a 14 do corrente a curiosiddaae
publica.
Numeroso coucurso de povo em frente a casa
da policia raostrava a anciedade e a salijfacio de
ves aquelle triumpho esplendido da justica e da
moralidade, e como acontece sempre em circntiw-
tancias semelhantes, mostravam se sofregus por
ver e conhecer 0 celebre criminoso aquelles qo*
nao 0 conheciam scoi) da Dome.
t Triste celebridade !
Dispensamo-nos de maiores desenvolviineaie*
e chamamos a attencio para 0 oflicio do lehwo
subdelegado de Utinga, que abaixo transcreve-
mos : .
Subielogacia de policia do dislrieto de Limga.
14 de marco de 1874. Illm. Sr. Teobo a mat-
subida honra e ES cimenlo de V. S. que bontem, pelas 7 horas da
noite, no Ingar denominado Alagoa do Silio, 3le
gua; distaotes da sede deste districto, coogai
realisar a captura do celeberrimo Antonio Ju^ti-
niano Barbosa de Lima, reo sentencia-lo a gak-s
perpetuas, e que, teodo-se evadido da ilba de Fer-
nando, vivia foragido pelos mattos deste e de outro*
districtos centraes, atacando na estrada a"s \ian-
dantes, insultando a uns e ameacando a ootroa.
Muitas e repetidas foram as ordens e instruecoa;
que recebi de V. S. para effectuar esta inportaa
lissima dilligen:i;', cujo bom exito onsegui eom
a maior felicidade. pois qae nio se deram ooaar-
reocias desagradaveis, apezar de se aohar o terca-
do Justioiano armado de faca e pit -la, qne lae
foram apprehendidas, e que com este, faco apre
seotar a V. S. 0 emprego da fore* publica mili-
tar era, por assim dizer improflcuo, visto como 0
sagaz e ousado crimiaoso, conhecedor de todos os
lugares, qae percorrla, era habil em maltograr as
melhores dilligeucias. Foi-me necessano eaviaai
meios estrategicos para apaaha-lo de sorpreza
como de facto reonteceu, na ooeasiio em qne 0
reo, desassombrado, se julgava mni garaatido.
t Homens desfarcados e de coofianc*. em ao-
mero de 4, foram os heroes dessa glonosa eat
preza. Effectaada a prisio, foi 0 reo conduzido a
minha presence, chegando a este drstneto pelas
11 horas da noite. Se difflculdades, quasi iasu-
peraveis, haviam para semelhaole captura, ootra>
nio menos sirias snrgiram aqaellas boras, tto
adiaatadas da noite, para a segurauca do preso oa
prisio ; porquanto nao tinha nem guardas para
vigia-lo na casa, que serve d-; prisao. oem esta
offerecia a menor seguranca. Vi-me, portaato.
oa necessidade de velar eu mesmo t>)da artwia
com os poucos paisanos, qne me aaxiUaram ao-
bremente oeste empeoho, para se aao fruslrar
tauto trabalho pela faga do reo, aomen disposto
e habituado ao crime
t Gracas, porem, a mais aeenrada aUencac-1
vigilaocia de tKlos, 0 preso conservon se segore ;
e agora, seis horas da manhi, 0 faco seguir dovi-
damente escoltado para essa capital a ser entregne
a V. S., cam quem uio posso deixar de congrasa-
lar-me por ver.realisada em sua administra^ao pt
licial, uma das mais imporuoles diTlifencias, por
cujo result Deus guarde a V. S.-Wm. Sr. Dr. Joae Aate-
nio Correia da Silva, digno chefe de policu desta
proviacia.0 subdelegado de policia. FVoacuce
lldefonso Einerenciino China.
t No dia 21 a thesouraria de fateoia paasaa a
fuoccionar era am dos saJdes do palacele da as-
semblea proviocial, visto que 0 cdUlcio em qae
trabalhava, ameacando roioa. vai eotrar ca. cia-
cerlos desde muito reelamados.*
laatolaHi
politica do imperfo, teat de fsaw sa a* sack aaa-
sentameato da prianlra pedra an aes
escola publica, cm 0 lerreao doado para
oa rua do Maraoez do II ryai. ^^^
a S. Exc o Sr. presideate da peojt* |an ac-
pedido eonvites a todai as reparUtdes. a>-_,^_
des publicas da capital a* doa* **>*' -.-f"*"
carregidas de ajenctar to*-^ ^^^
r ittim 1


i
-=s^>*2;

ifljJSJWf88lJ?^0 ^e Peminkaco "~ Sabbado 28 de Marqo de 1874,. |- OH-4K trucclo da dita casa e
ao magist1
parecerem
tod a a sole!
w?OD?trac^a da n
cerdctes, etc., iiwt*V1'*
que deve er celebrado cam
\ DE AGOIAH.
o Sr. Per*
pnado pelo tercel
procurou jud^fa.tr
e quo foi porVrm |i
Apreciarei alguns
ideme. o noble de-
aeabade fallar,
que 6 sign.uano
todo* oa cscripte/cs de cc^jnu.4:^iMMwim|N('tftfa)li la pronriedale lilt
qae da concu'.rencia results a liaiaUstt,
cR)S eMos'drtiros'
asseverar
dos proaic._
" 0"Sr.*Olipio-Matiqu*s : 1? utn prinetplv"
eterao.
O Sa. Pkrktti :........levanta-se o nobra de
ovem do monopolio
^uipBBSMvos
patadoparadUe^weeHajrove
exuNVmte^PVs pr^es iflji.'us
I
enterrefr na qu
rcaio quo
arefewle
lo.
Srgumenlos ho nobre de"-1
SiUtado e o farm attsadenlo a ordc.-n em que elles
araiu produ/iJos.
Comacpa o sea discurso citaado exeraplos cm
cuja escolha parece-me ter side infeliz e invocan-
do precede ntes qr.o servirai apenas para firmar
a opiniao que ea ja seguia de dos abusos.
O Sii. Uchoa C.vv.vl ;a/ apartei
O Sr. Pbrbtti : V. B*c h* pouco, quando
orava raostrouse imommcdado com algans apar-
tes meus e nao obstaute isso coucedi Ihe plena
licenca para dar-rae apartes quo quizer.
O Sn. Dchoa Cavalcakte : -Veja hem quo tiSo
ba uma so proviocia, quo tenha iniciade a idea
oe [tor b a admtntstcar/io da Santa Casa o ser
vico inortaario e qae-naoa haja realisado por ter
o jjoverao julgado iacompelenie o acto da'-respec-
tiva aesemtriea.
O Sa. Pe*ktti : Temos vislo muitas vezes os
poJercs geraes roelamareni contra privilogias con-
eedidos pela* assembleas provinciaes. Giiarei wa-
rns exemplos :. undo a resolucio da assemblea
provincial do Rio Grande do None do 16 de desetn
br i de 1812 conaedido a) arreraataats da venda
da carnes verdcs e seccas o privitegio de ser elle o
asico que podesso possair talbos para effectuar
taes venda*, foi neste sentido celebrado urn eon-
trato...
Este faeto toa levado ai eonheciraento do govfer-
no; e ouvida sobre olio a mci}1o do imperio do
conselho de estado, declarou eni consaita de 30 de
oatubrode IS'iS qne consilerava aquelle ar.to da
as#emblea provincial do Rio Grande do None,
uma viola;io direcia dos ^ iti e i'i d > art. 179
da constituiean do imperio.
Cumpre ROtar que em 1845 ja tinlia deixado de
exiMlr o ceatrato a que a sobredita resolucao pior
viuciai dera lupar, porter siJo a rescisao delle po-
dida peio pcoprio contratante e nao obstante isso
a consulu iniistia en que a referida resolu.'Fo
fosse remettida a assemblea geral legislativa, alim
de set revogada, uma ws que a rescisa) do con-
irato nao imp rtava a revngac.V: da resolu<;ao a
queaJlud'.'.
O Sr G6-:s ruilimilii .Ja houve decisao d
cnmelho de estado laxando de inconsiituoional o
acto de alguma assemble sobre ootua ideu-
liw.
6 Sa. Olympio Marques: Tem bavido muitas.
O Sa.- Pbrbtti : -Desde que se nao pode con-
teslar qae a lei n. l.iil concedeu urn privilegio
restringindo deste modo a liberdade de indus'.ria,
f ir.a 6 convir que a con-ulta da secrjio do impe-
ho do con-elho de estad i por miin citada tem in
teira applicafSf ao caso que se diseute.
OS. Uchoa. CavAicANTB : Da urn aparte.
0 Sn. Pkrktti :Ertou mo re'eriudo a cousnlta
-de .'11 de outubro de 18't5 e o nobre deputado falla
era seu aparte doparecer dacommissiode as^cm-
iileas pr:ivinciaes da camara dos d-.-pu:ados de ii
de junli.) de-1831, consulti de uma seecao d> con-
sathu de eslalo ecousa diver-a de parecer de uma
ejrnmis*4ri da camara doe deputaJos.
O nobre deputado que mu honrou com o seu
aparte certamente nao tnc ouvio.
ilavendo 4 lei provincial de Pernambuco n. 8i
do J81O mandado por em arremata^ao a venda de
carnes verdes e declaraio que 0 arreniatante go-
aaru do privilegio de ser elle 0 uuico jue poderia
vende-la."; 0 aviso de 30 do dezembro de 1811
ton-i lerou somelhante lei eontraria ao 2i do art.
17i> da consiituic-io do imperio.
tionccli'iilo a lei provincial n. 436 de 18o9 do
Bio Gran le do Sul a quern construisse urn ou
do:is mat 1 louros 0 privilegio de so nelles se poder
talli ir u gadd; o aviso n. 59 de li de fevereiro de
1862, expedido de accordo com a con-ulta do con-
mmq de I'.-lulo de 31 de dezembro de 1831 depois
de fazeralgumas distinc>;oes sobre a palavra=ta-
Ibai'-^conriuio considerando a lei provincial n. 436
offen A lei pro .incial da Oabia de 4 de junbo de 1860
foi cn-.ir.i!.1 fortemente pelo aviso a. 332 de 5 de
junho de 1851.
Sr. predicate, e M os pnderes geraes tern se
conservado silenciosos em preseoca de outras leis
provinciaes semelliantes aquellas que foram cen-
suradas (icbs avisos que citoi e igualmente in-
coQstilucio:iaes; n;Vi ba raza 1 alguma para que
m inlsrprete esse silencio como uma approvafSo
lacita dellas.
0 nobre deputado quereado moslrar que esta-
va nas atiribui^o. das assembleas provinciaes
conceder |uivilegios da na'nreza d'aquelle quere-
sultou da lei n. 1,121, apontou 0 exemplo de diver-
sos privilegite concedidos por ellas.
Disse quando comecei a fallar que 0 nobre do-
putadi tinlia sido infelii na escoma dos exemplos
citados, encarrcgei-me deo provare e 0 que vou
Jazer. Um dellus e de que agora me recordo f A 0
privilegio concedid) para a canalisacao d'agua.
Semelhantes conces'oes naj sao privilegios no
rigor da expressao. A canalisacao d'agua do um
no, a factura de uma caixa d'agua sao ob.*as que
exigera 0 dispendio de avultadas sommas. Ou 0
presidente, aulorisado pela assemblea, as man Ja
eonstruir e a despeza tera de sor feita por conta
dos eofres provinciaes oa encarrega a alguma
compaobia da construcc^to deltas 0 neste caso
marca um prazo deptro do qual a ompanhia con-
tratante tem diieito a receber um quantitative, pago
por aquelles que seutilisara dasciras construiJas,
como uma indemnisacao do que eila dispendeu na
construci;;!') das raesmas.
Lembrou aioda 0 nobre deputado 0 privilegio do
servico morluario coacedido oa corte a Santa Casa
de Uisericordia pelo decreto de 18 de outubro de
1851, expedklo em vista da lei n. 583 de 5 de se-
tembro de 1830.
Farei sentir ao nobre deputado que 0 caso di-
versilica. 0 privilegio concedido a Santa Casa de
Misericordia do Rio de Janeiro 0 foi pela assem-
lea e governo geraes; aleiu de que e precis,, at-
ender aos motivos qae de algum modo obrigaram
a concessao delle, os quaes 0 nobre deputado nao
pode ignorar.
Uu Sa. Deputabo :E' verdade, e preciso tor-se
em vista esses motivos.
O Sr. Peretti :0 nobre deputado fez conside-
i'jr:,es tendentes a provar que 0 servico morluario
devia estar a cargo da Santa Casa. Oisse que era
repugnante ser objecto de commercio a conduccao
de cadaveres ao cemiterio.
O Sr. Ucroa Cavalcante : En dou pouca im-
portMcia a essa argumentacao.
O Sr. Pbrbtti : Desejo discutir essa parte do
sea discurso e 0 nobre deputado nao pode dirigir
a diseossao para este an aquelle ponto ; como
porem 0 seu aparte iadica quanto esta conven
cido da improcedencia da argumentacao de qae
usoa.....
0 Sa. Ampio CorrA : La isto e verdade.
"O Sa. Peretti : Por esta razao dispenso me
da aprecia la.
0 Sa. Uchqa Cavalcante : Nao, p6de apre-
cia-la. 0 qae digo k qae nao faco questao da
qnaliflcaeao : se e indnstria ou nao.
0 Sr. Peretti : Ah f esta bem, ja irei a esla
questao.
Sr. presidente, festringe-se a liberdade de in-
dnstria, estabelecendo-ge a privilegio do servico
morluario Aeto fdtil moiivo de que aquelles que
tinham estabetecimentos de carros funebres iam
offerecer os seas services as casas que delles ne-
cessitavam a acerescenta-se (magna ratio) que
ae nio de've mercadejar com os ultimos services
que sao prestadoa ao eorpo d'aquelle qae ja nao
exi.-te ; pelo que setnelhante servico dee,ser en-
t*Weijtdc a ama irmandade enja mftsaV^ fazer
ie po Rio de Janeiro e a Santa Casa de Miseri-
cordla qqem immediatamente adminislra o ser-
vico mortnarlo, entre nds irto nio srjeeede ; d'elle
se acham encarregado* m 8rs. Agra 4 C, e por
ventura nio commereiarSo eHes com 0 traasporto
dos cadaveres ao eemrterio T
E' possivel qne 0 sobre deputado sapponba
qua eMes fajam-no de gracsf ? Que por immensa
l*eraHdade Agra A C. d*em A Santa Casa de
JWisdrieordia 25 eontos ?
O Sa. FEUPPEDBPiGCEraoa : Ao menos agora
tem-se certeza da qne 0 pretjo nSo sera esmiga-
dor. Cada am regala se pclj preco da taboila.
Dm 8b. Opputabo: Se ella fur obsarvada
sera bom.
U Sa. Peretti ;-Pon lerou 0 obro depattdo
no tempo am que seita cida* extstiam dous a-
tabalecimeatas Je eaifos faa#bres e assim podia
haver concurrencia.
0 Sr. Uchoa CAfiLCAN-tE : Porque mogi
rogateava, os don'fftlles ccbravam a sea^1
prater 0 qae queriain.
0 Sa. Pr.b*T{ :E' iaaceitavel a. idea de que
os proprietarios de'ambos estabeleoimentos com
awwssem entre st em pedt'r prec.os elevados peWs
services que tivessem do prestar; estava no ia-
leresse de cada um taffetas mate baratos para
por isso raesmo ser da preferencia. prpeftrado.
As vaatagens que resullam da concurrencia sao
rararBnlaveis. (Apotados^.
0 Sr. Olympio Marques :Nao, ha gente que
tem a vaidade de pigar cnterros caros.
0 Sa. Perstti :Vou agora mostrar que nao
'tcve razao 0 nobre depatado qdaado assevaron
quo os interesses das reclamautes tinham sido
*ttend!dos.
Promulgada a lei a. 1,121 foi celebrado outre
Agra & C e a Santa Casa, 0 eotitrrto pir afnella
aulorisado. Emqaanto pois nao fosse revogada
a lei, o contrato qua delta se orlglnou devia ser
bservado em todas as suas clausalos. Assim
cam t.'ida ratio foram ts reclamaates compellidus
a fecliar o seu estabelecimento; cumpria entre-
tanto que fossem logo indemnisados, mas nao 0
foram, e ate Uoje essa indemnisafio esta por se
effectuar.
O Sb.Ci.tmio Mabqubs :E 0 privilegio esta
em execucao.
0 Sa. Pesetti :-E nem sa preloads argumen
tar dizendo qae os reclamantcj foram as que nao
quizeram receber a quaotia que se ihes offereceu
-como indeninisacio. Esta quanlia era diminuta
e nao guardava proporcAo coia 0 valor dos
objectos que eram propriedada dos reelamantes,
0 que se ovideacia mesmo da avaliaeio judicial
posteriormente feita
0 nobre deputado definio indusiria.
0 Sr. Uchoa Cavalcaxte : Insisto em dizer
que nao faco rauita questao disto.
0 Sr. Peretti : E procedo muito bem nao
querendo fazer questao d'aquillo qne e inques-
lionavel.
0 quo faiiara os reclamaotes ? Comprivam
objectos concernentes ao servico mortuario 1
alugavam 0 uso dalles. Ora, os arts. 191 do co
digo commercial, e 19 I do regulamento 737,
dizem que e eonsiderada commercial a compra
ou troca de objecto* moveis ou, umomntes para
revenJe-Ios ou alugar 0 seu hso. Uogo exerciam
os reelaroantes uma industria e industna ate raer
canti I. Legem habemus.
0 Sa. Ucjioa Cavalcante : Ea reservo 0 nome
de indusiria para cousas raais nobres, para ser
vicos mais alios.
0 Sr. t'EitETTi -Eesta? A lei e positiva a
clarissima eondeil'a nai distingue, tambem nos
nao podemos distinguir.
Falloa 0 nobre deputado em grandes pregos ou
tr'ora pedidi>s pelos enterros e nos de uma label
la hoje exlstente.
Eu nao posso estabelecer nraa comparacao enlre
os pracos que eram outr'ora pedidos e os qne 0
sao hGJe. Aprecio, porem, muito a existencia de
Ldous ou mais tstabeleciment-is similares. Ao me-
nos, antes de celebrado 0 coulrato havia 0 recurso
de escolher-se em ambjs os eslabelecimentos e
ver-se em qual delles 0 preca era mais coromodo.
0 Sr. Uchoa Cavalcante : Quando se esla
afflicto nao se ajusla.
0 Sn. Peretti : E e neste estado de afflics&o
de que falla 0 nobre deputado, que se ha do pro-
curar a tabella para confrontar 0 pre^o marcado
nella com o preco exigido ?
Um S11. Uu-UTADo : 0 caso 6 que a tabella
existe ; quern precisar, procure conhece-la.
0 Sr. Olympio Marques : Eu nunca a li.
0 Sr. Pkhbtti : Sr. presidente, sei qua exis-
te uma tabella ; nunca live occasiao de examina-
ia ; calotilo, entreianto, >|ae tendo os coulratanles
empregado no sen estabelecimento um grandi ca
pilnl do qual hao de querer tirar um juro ainda
que modico e que tendo alem do mais de dar a
Santa Ca;a todos os annos uma prestafao de vinle
cinco eontos, devem contar com lucros avullados,
com ama receita muito grande. E para isso e
preciso ou qae a tabella marque precos muito al-
tos, ou que ella seja infringida se por vsalura os
precos della forem razoaveis.
Um Sr. Deputado : Nao se pode exigir mais
do que marca a tabella.
0 Sr. Peretti : E se exiglrem, ficara 0 ca
daver insepullo ate quo se decida a questao T
li de utilidade publica a lei n. 1,121, dtsseain
da 0 nobre deputado porque ella obriga os contra
tantes a darem a Santa Casa a quantia de vinte
cinco eontos.
Reconhecn que 0 publico de certo modo lucra
com os auxihos prestados a Sauta Casa de Miseri-
cordia, mas nao vou tao longe como 0 nobre de-
putado, pois a prevalecer a doulrina por elle ex-
pendida poder-se hia a titulo de soccorros de
beneficencia legislar todos os dias, estabelecen-
do privilegios.
As-im, eaapplaudo 0 fim da lei n. 1,121 e cen-
suro os meios por ella empregado'.
E' de atilidade, porem remota para maior parte
Ja popalacao que exista um hospital onde possam
ser tratados os pobres que forem accommettidos
de alguma raoleslia.
0 Sr. Goes Cavalcante : Uiilidide re-
mota ?
0 Sr. Peretti : Remota sim, porque nao dit
respeito directa e immed atamente a totalidade dos
cidadaos.
0 Sr. Uchoa Cavalcante : 0 que quer dizer
utilidade remota f
0 Sr. Olympio Marques : A palavra esla di
zendo.
0 Sr. Peretti : E' de utilidade que haja um
asylo onde sejam recolhidos os mendigos etc., etc.
E' porem de atilidade proxima ou directa que to
dos sem estorvus e embaracos possam exercitar os
direitos que a lei concede e que todos gozem das
vantagens da concurrancia.
Vou c-mcluir; a antes de faze-lo apreciarei aio-
da 0 diseurso do nobre deputado no ponto em qua
disse ser a assemblea previncial competente
para conceder privileges.
0 Sa. Uchoa Cavau.ante : Na palavra
legislar se comprebende tudo.
Vozes : Oh 1 oh I
0 Sa. Peretti : -r As attribuicoes das assom-
bleas provincials acham-se enumeradas nos diver
sos | dos arts. 10 e 11 do acto addicional e nio
se ancontra entre ellas uma so que autorise a con
cessio do privilegio da lei n. 1,121 e nem a ex
pressao legislar do art 10 tem a significacao
ampla que 0 nobre deputado llio quer, dar; ella
acha-se restringida pelos do mesmo arligo e
pela disposicao terminante do art. 12 que eu po-
deria ler,...
0 Sa. Uchoa Cavalcakti : Eu mostrei que
na faculdade que te:n as assembleas provinciaes
de legislar sobre casas de soccorros publicos esla
implicitamente comprehendida a de crear-lbes
rendas.
0 Sn. Pbrbtti : .....se nio esiivesse eonvicto
do que o nobre deputado. tem perfeito conheci-
mento deild e deve assim saber que a sua dispo
sicio so se refere as dos dons artigos precedentes
que nao consagram a fauuldade de conceder pri-
vilegios e portanto nao e este 0 meio da crear a
renda precis a para os estabeleeimeatos pios.
Tenho coscluido a iaaisto ere votar pela revoga-
gao da lei n. 1,121.
O Hr. Tileuiiuo de Carvallio : Sr.
presidente, ea aao pretendia tomar parte na pre-
senle questao-, ja porque tem ella sido largaraente
debalida pelos nobree depiMados qne me precado-
ram, ja porque reeoohofe qae me faltam habilita-
coes para dar uma opiniao que possa ioflair- do
anlmo d'assembMa, aBm de ser approvado o pare-
cer da nobre eommlssao de legislacao
0 Sa. Olympio Marques : Nao apoiado, tem
mtika eompeteaeia.
0 Sr. Tolentino br Cabvalho : Nio posso
trazer luz a quest|o; njo discutirei a materia, va-
nho apenas jusflfhsir 0 men voto.
Quando em 0 aimo passada tot sobmettido a
eonsideracao da assemblea 6 projecto que an tor i-
sava a Santa Casa de Misericordia a eoalratar,
mediante privilegio, 0 serttco mortuario nssta ei-
dade, 0 mea voto foi negativo ; e_votei contra, Sr.
presidente, porque enteddi; como ainda hdje en-i
tendo, quo as assembleas provinsiax nio podem
conceder privilegios, assim como n3o pode eoaca-
de-los a assemblea geral, s"egaudo" no: correr da
discussSo disse em aparta ao nobre deputado, que
em susteaiaeao do parecer afflrmava 0 eontrario.
A nossa jeonstitaicao em 0 seu art; 179, ewta
qae | 20, eslsJwIeoa apaaas patentes de iavaaeao.
que s3o couceu'.'das jqaelles quo aprosentara uma
\
assim eo
lonstittic
W30.
OSk
era sea1
0 s-
cooio
ilterai u. j
le arligo c clans>iuiu.J^^H
<,V diver'os escripioros queC^^H
I'efwfuwIeQ eoBstiluoional, quer de direito alRCf
nistratiwo. 0 aobro deputado enrsou a faculdade
la ter visto em Pereira do Re;
c^i i tralivo, a dou'ri-
do Jftri' patentes d" invencio,
, 1 0 dhtaeMo no f 2(5 do art. 17* da
egulada.-peJa let de 20 de agasto de
de di
go, e
ttos aparta*). MV^vm A.M1V*. W&AM**&>tn ampjegaik)^ wai a-
ympio Marques : -AcaWMWIlfftlP ufa' ^Ifcr^'o'liUTnrDano.
Supponha 0 n^Ure depm.il iun- essa indemni-
sac-iq se d^iap^e.tomose lem .demorado : .ha in-
10 Maj\
. rietjade
brnaa
venha a
:A dnviJa qae. ha via
ana estava a'n incluida.
:valho : Sr. presidente.
juswear a men vote, <:
para esaa'Hm nio toraaaal miMtotempe* casa. A
hera ea%diaaltaaa, a questao etacilada ; conse-
gaintemente limitar-me-hei a dizer muito pouco.
A questao que deve agitar-se haje nao e saber-
so sea assemblea provincial pode ou nao revogar
as suas leis sbore isto nao ha davida. E' mfrlha
(tpioiao, (terem, que tendo a assemblea aulorisado
a Santa Casa de Misericordia a coatratar o servico
mortuario, 0 haveodo ella uEsdo da autorlsacio
que.lhe foi concedida, hoje a assemblea nao pode
revogtrr a lei, perqoe a Santa Casa ja entrou no
gozo dos direitos provenienles della ; e contra 0
contwto effeetuado nenhuma reclamacao se tem
feito.
O Sn. 1. Hello Reco b octros Srs. Dbpdtados :
Apoiados.
Sn. Tor.ENTrpfo de Carvaliio :0 contrato Sr.
presidente, e considerado perfeito e acabado desde
que para ainbas as paries ha condicoes de obriga-
t iri>; U le, iudepenle de ouira qualquer que diga
respeito somente a uma delias. No contrato de
que se trata, meparece, (li-o quando foi publicado,
mas nio 0 ten ho beta pre-en to a memoria) nao
existe cm; Jicao alguma suspensiva ; n'elle nao se
encontra disposicao que 0 torne obrigatorio, so-
meule depois que 0 contratante tenha cumprido
tal ou qua! clausula. Desde. pois, qae nao ha essa
condlcio, 0 contrato esta perfeito e acabado, esta
em plcno vigor.
Assim, nao bavendo reclamacao alguma a seu
J respeito, por parte dos contralantes, e devendo a
assemblea, nao so respeitar as suas leis, como tam-
bem respeltir a fa dos eoatratos, parece-me que
nao 1; possivel, nao e raesmo admissivel qae de-
crctemos hoje a revogacao da lei, simplesmente
porque um d'aquclles individuos que se dizem
prejudicados pelo firivHegio. que como ja disse jab
go iaconslituciuual, vem soiicita-la d'assemblea.
0 Sr. Olympio Marques :Por esse moiivo nao;
deve ser por um inolivo mais nobre.
0 Sa. Tolentino dk Carvalho : Parece me
que e so. por esse moiivo. Eu disse que em 0 an-
no passado votei contra 0 priviiegio, por que 0 con-
siderava ioconstituciunal ; mant-nho a minha opi-
niao ; mas tendo a maioria decidido 0 eontrario...
0 Sr. Gaspar Osummovd : Esta vencido.
0 b. ToLB^TINO dk Carvalho :.....sendo
hoje uma questao vencida, entendo que corre-me
0 dever, como a-qualquer outro depatado, de res-
peitar as decisoes da maioria, como a fe dos con-
tratos, os direitos ad poderes constituidos do estado.
Sao, Sr. presidente, unicamente estas ligeiras
consideragoes que tenlio a fazer em justiticagao
do voio sao, e tacd-as para qne se nio interprete mal 0
meu pr icedimento, para que se nio possa diter
que vfefei contra um projecto que ao depois foi
convertido em lei, a que nego hoje 0 voto em fa-
vor de swa revogacio, Seria isto de minha parle
uma incohereajia, que nao so a assemblea, como
0 publico para quera fallamos poderiam apreciar,
e para evitar essa apreeiacao e que ainda declaro
que voto em favor do pareeer em vista das consi-
doracSes apresentadas. (Muito bem.)
Q r. Domiiigoi Pinto faz algumas con-
sideracoes, fazendo ver que, depois da ampla dis-
cussao havida, 0 seu reqaerimento nao tem mais
razao de ser. /
O Sr. OlyiHpio Haiquex : -Sr. presi-
dente, se uao livosse de apreciar a materia em dis
cussao sob outraface, nao tomaria a palavra, por
quanto uada poderia adiantar, responoendo ao no-
bre deputado que sustentou 0 parecer, e creio ter
sido 0 seu relator, cujos jrgumentos foram vanta-
josamente combaiidos pelo nobre deputado que
encetou a Jiscu.-sao, 0 meu distincto collega de
districto, o Sr. Peretti, com quem me acho de per-
feito accordo, menus na parta em que me par< ce
que elle considera a assemblea provincial incom-
petent para conceder privilegios.
Entendo quo a assemblea provincial temcompe
tencia para conceder privilegios.
0 Sis. I* :;ua Cavalcante :Em rela^ao aquel-
lis objectos sobre que pod^ legislar.
0 Sr. Olympio Marques : ... e restricto, ao
territorio sobre que versa a sua corapeteucia para
legidar.
A essa respeito creio que nio ha mais duvida, a
vista de diversas decisoes do governo, ouvidos lu-
miaosos pareceres do conselno d'estado, e creio
que de pareceres approvados pela assemblea ge-
ral, mandando que, emquanto Hao se detenninar
0 eontrario, se mantenham as assembleas provin-
ciaes no uso do direito que lem gozado ate agora
de conceder privilegios.
A questao, porem, quanto a mim nio deve ser
collocada neste ponto, como live occasiao do obser-
var em aparte ao nobre deputado, mas sim no
fundamento do privilegio, na utilidade publica. 0
nobre deputado ne-ta parte fraqueou em sua ar-
gumentacao, quando procurou provar que havia
utilidade publica na concessao do privilegio de que
trata 0 parecer.
Naa querendo demorar a discussao de hoje, por-
3ue pouco poderia adiantar ao que disse 0 nobre
eputado, meu collega de districto, impugnador do
parecer, vou tratar de uma questao que se prende
a esta. Parece-me que dovemos aproveitar a oc-
casiao para resolver-se essa questao de modo a
fazer desapparecer duvidas futuras e at6 presentes
era relacao a exeencio da lei pela qual se mandou
conlralar 0 servico mortuario.
Assisti soraento a 1* discussio dessa lei; nao es-
tive presente a 2' e a 3', porque me achava doen-
te ; mas, na 1* discussao, eu e 0 nobre deputado
pelo 1 districto, autor do requerimento de adia-
mento, pedimos aos signatarios do projecto que
nos dissessero qual a signilicagao e alcance das pa-
lavras servico morluario, porque 0 servico mor-
luario podia nao censistir so em enterrar os mor-
tos, mas em proporeionar os meios para os enter-
ramentos, os oilicios fuuebres, etc.; e perguntava-
>mos se nessas pal >vras estava tambem incluida
uma outra inlustria, de que grande parta da clas-
se pobre da nossa populacio vive, como sejam a
musica para offlcios funebres, a armacao de igrejas
para os mesmos actos e outras artes qae se pren-
dera mais ou menos proxiraamento ao servico dos
enterramentos. Lembro-me perfeilaracnte do' qne
0 nobro deputado, secrefirio, que tambem 0 era
o anno passado, declarou que as palavras servico
mortuario comprehendiam somente 0 3ervico dos
enterramentos e neste sentido votou se 0 pro-
jecto.
0 Sr. Gomes Pa rente : Nio, senhor; houve a
este respeito emendas que cahiram.
0 Sr. Tolkvtino de Carvalho .Nem podia dei-
xar de haver.
0 Sr. Gomes Parents : -Creio que 0 nobre de-
putado equivoeou se.
0 Sa. Ui.ymho Mabqubs:E eu creio que 0 no
bra deputado esta enganado.
0 Sr. Gomes Pabentb :E' facil ver.
0 Sr. Olympio Marques : No regulamento ex-
pedido para a exesucao da lei se faz appensar ao
contrato dos enterramentos, todo o mais servico
funerario. qae se fat por oceasiao a depois dos en-
terramentos.
Eu, Sr. presidente, se naquella occasiao repug
ei votar por semelhaale privilegio, com mais ra-
tio repugnaria agora, depois que vi que sa Ihe deu
uma interpretagao tao extensiva, porquanto vi
eomprehender e prejudicar mais de ama classe de
ariiatas da nossa soeiedade.
9 8n. Dahio : Mas 0 arremataote do servico
nao tera necessidade desses artistas ?
0 Sa. Olympio Marques :Ahi e que vou ahe-
gar. 0 incoDveniente, 0 grande inconvenieale qne
dahi resulla, esta a o|nos vistos, e qua-essa porcao
de artistas, que vlvian dessa iadastria, Ucara 000}-
gada a tranalhar so para am iadivkJao, nio toaa
eetimoU) no traballw, porquanto fleara sujeite ao
contratante, que ha de impor-lhe 0 preco desie
frabalho.
0 Sr. J. Meu.o Rbi da um aparte.
a Sh. Olymmo Marques :-E' pa*isaa to esta questae a pew para ellaa attanoio daias-
iemoUa, aftm de qua leja intrtpreted*a leK
AproveilfldioS e*ta cccasiSo para que, decidindo
a assemblea como entender em *ba sabedoria a
resneito-doiwotrato, flquo desde logo, deciolido um
-porte, qm o*o> pede deiaar de dar tagar 3 duvi-
das e duvidas serias na sua exeeucio, qua .too
a-vfoo rela!Wo a musica, i arnueio da iltreias,
etc.
0 Sa- Gomxs P.uiEarB: *ABseguro que pelo i^o-
brd*puiado- pala 1 ditr|so, 0 -Sr.Damingos
Pioto, foi offeresidg iraa ttaanda, qae;cahio.
depuiados, sojuintadores da lei qne
privilegio, nogac q*m aHajcomprehefl-
ervico.
Gonqalvrs FniitriRA 3a um Aparte'.
Olympio Maroes : -J'l'arma certeza de
quo a tabella regula 0 servico ate da armacdes no
interior dasjgrejas, I'^^mm
i nobre deput'aip. que 0 IndivHtee
Bater 0 cmrameifta, quer fazer, por
macao da igruja a 0 offlcio funebre,
jmente calerramenio ao empreia-
nid^^a o nobre deputado que a este respeito f
alvks. FanRiflsA : Nio b pode fa-
pio Marqoes : Logo, 0 privilegio do
comprebende a armacaj das igrejas
OSa.
zer.
OSa.
enterra:
e os oIltWHuuebres.
Perganto: nao e isto uma questao seria? nio
exige eHa alguma aitenQio da assemblea ? porque
deixamoi, pois, de regular isso de modo que a
execiicao do contrato nao va dar lugar a duvidas ?
a.4iBPUTAD0 : Entao 0 regulamento nio
est^e acjQ*do com a lei, esta mal feito.
A. Orfwio Marques : Nao estou dizendo
isto....
Q Sr. Manoel do Rego : Muitas vezes assim
acontece.
firtou dizendo qne segundo me parece, 0 regu-
laaiento comprebende mais services do que os que
peWlei foram aulorisado?.
Geco a V. Exc i|ue me mande esse regulamento.
Ames de pedir a palavra, dirigi-rae ao Sr. 1* se
crelario e pedi-lhe que mandasse ver se esse re-
gulamento existia na secretariat mas S. Exc. aca-
bado dizer que nio exi&te.
Um Sa. Deputado : 0 que deve exislir na se-
cretaria e o contrato e as tabella*.
OaSa. Olympio Marques : Mas ha um regula-
meato, que foi publicado no jornat official; eu o
li,goardeio e tomei-nia delle ; nio 0 irouxe por-
que nio sahia que e parecer entrava hoje em dis-
cussio. A" vista disto von requerer qua se peca
a presidencia 0 regulamento. expedido para a exe-
cucao dessa lei.
OlSn. Oliveira Andbade : Mandou-sc ver na
secretaria ; creio que deve ahi existir.
Um Sa. Deputado : NSo houve tal regulamento.
01 Sr. Olympio Masques : Posso asseverar ao
nobre depuiado qua houve; eu 0 li e tomei nola
de algumas de suas disposieoes.
0 Sr. Oliveira Andradb : Aqui esta 0 regu-
lamento (remetta-o ao orador).
0 Sa. olympio Marques :Bem; cutao ja existe.
Eu tinha tornado nota.no regulamento que li,
dos pontos de que devia tratar quando se offere-
cesse occasiio; mas agora preciso procuralos e
vou de ccrto incommodar aos nobres depuiados.
Um Sr. Deputado : Mas agora e occasiao do
so revogar 0 regulamento? Nao e.
0 Sn.. Olympio Marques : Quero aproveitar a
occatuac* para lembrar a assemblea a conveniepcia
de mterpretar-se esta lei, vislo como, uo meu en
tender, ella 6 obscura c necessita de ser interpre-
lada.
0 Sa. Ouvbira Andradb : Entao apresente
uma iudicacao.
iHa outro's apartes.)
? Sr.
Olympio Marques :Ora, tralando-sepre-
sealemente de revogar-se ou nao a lei, pode-se
coacluir 0 parecer com um projecto interpretan-
do-a, no caso da assemblea nao querer revoga-la.
Nio podendo ler agora todo 0 regulamento, bas-
tame cnamar a atteiiQio dos nobres deputades
para as tabellas que reuulam nao so 0 servico dos
euterramenios, como todo 0 servigo. de armagao
das igrejas para quaesquer actos funebres.
Pergunlo: porcfue razao todos estes servicos sa
acham compreheudidos no privilegio ?
Perguuto ainda : q servico para as missas do
7* dia, para as de auaiversario tambem sera pri-
vilegiado ?
ii'.ruziin-se aparUs.)
0 Sr. Olympio Marques : -Tenho duvidas a es
te respeito, e creio que 0 caso necessita de uma
interpretagio, nio so neste ponto como tambem
n'um outro de que passo a tratar.
A lei mandou que os individuos que usassem
da mesraa indusiria ihei de fallar sempra em in
dustria, ainda que os nobres deputados digam que
nao e), fossem indomnisados.
0 in. Uchoa Cavalcante : -Ja disso que nao
fazia questao.
0 Sa. Olympio Marques : Eu serapre entendi,
e me parece que e a intelligencia mais razoavel,
que esta disposicao da lei devia ser eutendida de
accordo com a constitui$ao do imperio, qae man Ja
que todas as vezes que se liver necessidade de
usar da propriedade do cidadao, seja elle nrevia-
mente indemnisado do valor della; e isto e o gue
se'ehama desapropriacio per utilidade publica.
Na eonfortnidade da lei coustitucional ha leis pro
vineiaes promulgadas por esta assemblea, rjgu-
la ado 0 modo da desapropriacao, toda vez que seja
necessario u ar da propriedada particular por uti-
lidade publica. Eutretanto nao so eoteodeu as-im
para a execucao desta lei; entcudeu-se que 0 con-
tratante podia entrar desde logo uo goto do privi-
legio, ficando a indemuisacao para mais tarde,
visto como a lei naa tratava do desapropriar.ua e
sim de imlemnisanao.
0 Sa. Gomes Paren.ne : -Assim enUndeu 0 po-
der judiciario.
(Ha outros apartes.)
0 Sr. Olympio Marques:-Mas 0 poder judicia-
rio nao pode interpretar authentbamente e sim
doutrinalmeote. Isto r. que prova e a obscurida-
de da lei e a necessidade de ser ella declarada, co-
mo convem e e uma das condicdes de qualquer
lei cer clara.
Eutendeu se e nesta conformidaleso procedeu
queo contratante tinha 0 direito de usar do pri-
vilegio independentemente da indemnisacao, que
podia Gear para mais tarde. Entendo que esta
30'ucao e muito forcada e ate illegal; porque nao
comprehendo nem admilto excepgao alguma ao
preceito absolute da constituicao, que mania que
em caso algum seja usada a propriedade do cida-
dao, seoab depois de Indemnisado.
O Sr. Gomes Parents :Quando se trata da
desapropriacao, 0 que nao acontece nesta caso.
0 Sr. Oliveira Andrade : Isso nio tem nada
com a questao.
0 Sr. Olympio Marques :0 nobre deputado
nao sabe da minha intencao. Sabe sa eu tenho
da aprasentar uma emenda ao parecer para a in
terpretacio da lei ? Neste sentido vou proceder,
e por isso e que fundamento a mesraa emenda com
as razoes que estou expeadendo.
Um Sr. DEPurAoo : Vote, em parte pelo pare-
cer, nio quer a revogacao da lei.
0 Sr. Olympio .Mabqubs : Voto alternativa-
menie ; voto pela revogacao da lei, e, seuao for
estt revogada, voto pela sua interpretacio. Conli-
nuarei agora a. mostrar que nao procede a distinc-
c,ao qua (azem os nobres deputados entre indemnr-
sacao e desapropriacio para sustentarera que 0
privilegio podia ser usado e gozado independeute-
mente de indamnisacao aquelles que usassem da
mesma industna.
A constituicao, como disse, nio faz distiaccao
enlra desapropriacao e indemnisacao, ao eontrario
so trata de indemnisocao. A desapropriacao nao e
senao 0 meio, 0 procasso para effectuar a indem-
nisacao. Por conseguinte, nao era necessario que
9 lei fallasse em desapropriacao para dever ser
antendida nos termos da constituicao.
1'ara justili:ar a intorprelacao que se tem dado
a lei, dizem os nobres deputados 0 mesmo que ja
teoho ouvido sustentar em outras occasioes e lu-
garei, isto e, que indemnisacao e desapropriacao
sao causas distinetas, porque esta consi-te em obter
a propriedade do individuo, 0 que nao se da no
pr^enle caso, visto como o contratanle so tinha
obngacao de indemnisar aquelles que exer:essem a
mesma industria, deixando-lhes 0 uso da sua pro
priedade.
Este argumento e por demais especioso : 1* por-
que tanto vale privar on prohibir a um individuo
o esereicio da sua industria como priva-lo do uso
dos objeolos nccessarios ao exarctcio dessa indus-
tria, por quanto cssds objectos ficam sem valor al-
gum ; 2" porque centra esta intelligencia protesta
o regulamento expedido para exacugao da lei, que
nranda aue asses objectos passem para 0 dominio
posse do contratento. Eis 9 qua diz 0 regula-
mento (Id) :
t Nem era precisa qae a lei ou 0 regulamento 0
dissessera ; pelo faeto da indemnisacao os objectos
indsmaisados pslo contratante passariam para a
sua propnedadX
0 Sn. Gomes Parent; : Depois da indemni-
sacia.
0 SBv,OttM:o Marqqes .--JjOgo, inderoniaaoao
e desapropriaci > exprimeai ama e a mesma ecu
sa, enao podia ser executado o contrato se nio
depois della, aos tsnaos- da eonstitnicio.
0 8b. Pimto Pbssoa:Neste ponto a ioterpre-
tacao a especiosa.
0 Sr. Olympio Marques :Especicsa 9 a inta-
pretacio eontraria; mala do que isto, illega/, por-
que vai ferir a aonrtHuieSa do imperio ni > ad em
sea espirito como era saa felra.
Com effcito, de que aa trata ? De privar do)
demnisacto possivel para aquelles qua flcaram pre
/hdicados' pelo cohtrafb, fiiandb pnvaio* do exer-
cicio'da mdustria'de que estavam no gozo ?
0 Sh. Uchoa Cavalcante -.Quando se desa-
Sropriaram easas terrenos para a estrada de ferr.i
e S. Francisco, 0 que acontecia aquelles que nao
queriam chegar a um accordo amlgavel ?
0 Sn. Oltwio Mabques :A desapropriacao era
feita amigavel ou judicialmente, e 0 carninbo de
ferro so podia por ahi passar, depois della effec-
taada. D'istt estou muito a par, porque entao,
sendo ea ainda academico, fui encarregado por
di versos agrfcultores do meu districto de escrever
uraa :erid de artigos sobre essa desapropriacio ;
raas a outros respeitos. Quanto a indemnisacao,
porem, nunca houve davida; ella sempre foi an-
t-rior a collocagao do um palmo, sequer, de trilho.
Por consequencia, 0 que 0 nobre deputado lembra
provaria ainda a mea favor, quando a constituicao
nao fosse tao expressa e nio deterrainasse, sem ex-
cep^io on limitacio alguma, que nio se pode nsar
da propriedade do cidadao sera qae elle seja pre-
viamente indemnisado.
0 Sn. J. Mello Rego da um aparte.
O Sr. Olympio Marques : De que serve ter 0
individuo uraa propriedade, se esta prohibido de
usar della? De que me serve, por exemplo, pos-
suir esta cadeira, se nao psso usar della, se 0
nobre deptftado m'o prohibe? E' preciso enten-
der a constituicao e as leis de um modo racional.
0 Sr. Oliveira Andrade :Ja admitte a desa-
propriacio da industria, mesmo no preceito cousti-
tucional?
0 Sr. Olympio Marques : Pois nao ; 6 de todo
0 direito, nem p6de haver duvida sobre isto Nao
e so a cousa material que pole ser objecto de
posse : tambem 6 objecto de posse 0 direito, a ser-
vidaa e outra qualquer cousa incorporea. 0 nobre
deputado e da nossa escola do direito e sabe que a
posse nao versa so sobre a cousa material e phy
sica, pole versar tambera sobre 0 direito, ou sobre
uraa cousa incorporea.
0 possuidor de um direito, portanto, nao pode
ser delle desapropriado sem previa indemnisacao.
Um Sr. Dbiutabo :Ha ditlerenci entre desa-
propriacao e indemnisacao; a indemnisajao sup-
pre prejuizo causado e a desapropriacao nao.
0 Sa. Olympio Marques:Ja mostrei que nio
ha, nem pole haver tal distiuccao ; nao me e pos-
sivel mais repetir a vista do que ja disse.
Nao vejo, pois, aenhum inconvenicnte, ao eon-
trario, so vejo vantagem ere se interpretar a lei,
mandando quo nao re de exeeucio ao contrato,
senao dopois de feita a desapropriacio.
Nesta conform: Ja le vou offerecer a considera-
cio da assemblea uma emenda a conclusao do pa-
recer.
E' lida, apoiada c en'.ra tambem em discussio
esta emenda:
t Offereco a seguinte emenda a conclusao do
parecer : que vio todos os papeis a commissao de
legislacao para reconsiderar a materia e interpre-
tar a lei n. 1121, tendo em vista 0 Reg. de 17 de
dezembro de 1873, expedido para sua execucao.
.11. da Silon
O Sr. \ani'imonio Portclla: Sr. pre-
sidente, habituado a sempre manifestar 0 meu voto
com toda a franqueza para que nunca haja duvida
sobre 0 modo por que penso a respeito de qualquer
questao grave que aqui se agite, e attenta a diver-
gencia de opinioes a respeito da materia que nos
occupa, declaro que voto pela conclusao do pare-
cer, embora nao vote pelos seus considerandos.
A hora esta adiantada, 0 eu nao julgo conve-
niente gastar 0 tempo da assemblea provincial em
apreciar esses considerandos, algans dos quaes
contem doutrinas que absolutamente nao podemos
aceitar Eu me dispenso desta apreci .cao, da qual
ni viria resullado nenhum, uma vez que julgo
adoptavel a conclusao do parecer.
S;io muitos os motivos que me levam a votar
por essa conclusio, embora; como ja disse, nao
esteja de accordo com os seus considerandos; nao
quero agora envolver-ine nesta questio, porque
alem de tudo ja e tarde.
Quanto a interpretacio. nao duvido, creio mes-
mo que a lei precisa sor iuterpretada. Talvez,
porem, que a occasiao nao seja opportuna, e sobre
isto nao faco questao ; e indifferente que a inter-
pretacao se fa^a agora ou depois.
Nao haveodo mais quem queira a palavra, en-
cerra-se a discussao, e proced-ndose a votacio, e
approvado 0 parecer, tendo sido rejeitado 0 reque-
rimento de adiamento e todas as emendas apre-
sentadas.
Reconhecendo-se nao haver mais nuraero legal,
0 Sr. presidente de3igna a ordem do dia seguinte
e levanta a scssao.
SESSAO ORD1NARIA EM 17 DE MARQO.
presidencia do sr. nascimento portella.
Ao meio dia, feita a ehaibada, acham-se presen
tes os Srs : Arcaneio, Souza Leite, Ratis e Silva,
Lacerda, Goes Cavalcante, Oliveira Andrade, Ama
ral, Alipio Costa, Dario Cavalcante, Antonio Pauli-
no, Mauoel do Rego, Alvaro Uchoa, Goccalves Fer-
reira, Camboim, Tibiircio de Magalnies, Ernesto
Vieira, Soares, Tolentino de Carvalho, Firmino de
Novaes, J. Mello Rego, Pinto PessOa, .Cunha Caval-
cante, Domingos Pinto, F. de Figueiroa Peretti, N.
Portella, Gomes Parento e Caspar de Drummond,
abre se a sessao.
E' lida e approvada a acta da antecedente.
0 Sr. 1* secretario da conta do seguinte
expedients.
Um offlcio do secretario do governo da provincia,
remettendo por copia os documentos relatives ao
pedido que faz a Santa Casa de Misericordia, do
pagamento da quantia de 2:916*666, cahida em
exercicios flndos.A' commissao de orcaraento
provincial.
Uma peticao de Henrique Augusto Milet, ex-ar-
rematante de obras pablicas, pe liudo uma indera-
uisacao pelos prejuizos que lhj causara a th sou-
raria obrigando-o a acceitar, como dinheiro, apoli-
ces que nesse tempo soffriara um abate do 40 a
50 por cento.A' commissao de orcamento pro-
vincial.
E' lido, julgado objecto de dcliberacao e vai a
imprirair, 0 seguinte projecto :
a A commissao de posturas municipaes, exami-
naudo attentaraente os quatro projectos de postu-
ras addicionaes da camara municipal da cidade
da Victoria, submettidos a sua apreciaqio, e to-
mando na devida eonsideracao as disposieoes que
lhe pareceram adoptaveis, rcsolvcu reuni-las em
um so projecto com os mesmos artigos e redacjao,
alterando apenas o arligo unico do de n. 4, eujos
H excluio por conter doutrina que lhe parecea
inadmissivel; e e de parecer que seja submettido
a discussao e approvado sob a seguinte forma :
A assembled legislativa provincial de Pernam-
buco approva as seguintes posturas addicionaes da
camara municipal da Victoria.
t Art. 1." Fica extensivo 0 art. 35 das posturas
municipaes de Santo Antiio a todo 0 raonicipio do
mesmo, comprehendendo no citado arligo os sitios
de fructetras 0 os terrenes de plantacdcs de lavou-
ras de qualquer especie.
' Art. 2 Fica prohibido a todas as casas que
venderem polvora, oa fogos artiBciaes, ou os fa-
bricarem, terem luz ou fogo dentro das raesmas, e
serao fechadas as seis horas da tarde. Os contra-
ventorcs pagarao a mulia de 30^ e na reincidencia
0 duplo e 30 dias de prisao.
c Art. 3.* Ningdem podera comprar dentro do
manicipto de Santo Antao rael, azeite e aguardente,
sem quo sejam as ancoras aferidas pelo padrao da
camara ; os infractores pagarao a multa de 10$
Sor cada ancora nio aferida e 15 dias de prisao,
na reincidencia 0 duplo.
Ait. Todos os individuos que nos tempos
permitlidos comprarem generos oa mercadorias na
ferra desta cidade com 0 flm de os nrvenderem na
mesma feira beam sujeitos ao imposto de 500 reis
por cada carga de ditos ganeros.
Art. 5.* As fatelras pagarao por cada fato ou
miudo de gad) qae exposere:n no mercado desta
cidade 0 imposto da 120 reis.
Art. 6. Flea prohibido a criacio de cabras
soltas neste muuicipio, sal -o em cercados proprios
e seguros. Os infractores pagarao a multa dfl 2x
por cabeca e 0 duplo na reincidencia, alem da in-
demnisacao do damno causado. E' porem permit-
tido ter cabras de feite, sendo os dono3 qua as
eonservarera sbltas responsaveis pelo damno que
causarem. Pa;o da assemblea legislativa provin-
cial de Pernambuco, 16 de raarco de 1874.An-
tunio Atlico de Souza Lei'e. Joao Francisco do
Amarai.
E' sem debate approvada a relacjao do projec-
to n. 118 de 1870.
ordbm bo dia.
Continua a 1* discussao do projecto n. 69 da
1868, autorisando 0 presidente da proviocia a
maud'ar eonstruir uma ponte sobre 0 rio Ipojuca.
O Sr. Batis e Wiiva : Sr. presidente, 0
projecto que se discute me parece que cooteaa
materia de utilidade publica. Pede-se nelle a
enoyraocao de ama ponte sebre 0 rio Ipojuca, no
lagar donominado Gravata.
Eu ni coubeco ease lugar, nio *ei se com
exercieiode uma indusirja a urn wdiviJuo ^i9\eS t .?ff fWMiifo> f ^.tp, a sens autor**
nao esta i nesta casa, creio que nenhum delles e
UepilraitrVSfi
0 -Sa. Goes CaVai.castr : E1 conhnco a lo-
calidade,.e declaro que muito Otil a ponte.
. 0,Su.. H.vtis B ^ilva : I'eco, pois, a algum
dos nobres deputados que tenham conheciroent 1
da localidade, que dd esclarecimentos a ttft res-
peito. ~mMm ^TmWtF
Eu estou inclmado a .votar a favor do project'*.
porque nunca delxei d*: votar per mclhoramealo
algum material, principalmeuMjtor ponies e ><-
tradas. Nunca aegnei men voso a isto, e creio
qne nunca 0 negarei para taes obras.
Eutretanto a assemblea pode nao ter sciencia
de utilidade desta raedVda, pode' nao pemar crm
eu, e rejeitar 0 projecto, coatendo elle alias ma-
teria muito util e de eonvenienen publics.
Vem a mesa, 6 lido, apoiado entra conjunct*
mente em disccssio 0 seguinte requerimento :
- o Requeiro 0 adi?mento do projecto ate qne se
discuta a lei do orcaraento. Vieira de Mello. *
Ninguem mais pedindo a palavra, encerra-se a
discussao e procedendo-se a votacao, e approvado
0 requerimento, ficando, portanto, adiado 0 rr'
jecto.
Segue se a 1.' discussio do projecto n. 99 dr
1868, e-tabelecendo differentes provideacias em
relacio a casa de detencao desta cidade.
O r. Ratis e fcil^a : Sr. presidente, e
innegavel que 0 projecto qae ora sc discute contrm
materia de summa iraportancia, de grande utili-
dade publica, mas tambem e verdade que este
autonsa provideacias qae nao tem tw;e mai*
razio de ser, porque se acham prevenidas por lei
que posteriormente foram feftas e vig,ram, rori; :
..utras medidas ja foram tomadas oa ea-a >
detencao.
0 Sa. Tulentiwo dk Calvalho : Por exemplo
a da escola.
Um Sr. Deputado : Entao va 0 projecto a
commissao.
0 Sr. Ratis e Silva : 0 men pensamento d
este :
A respeito da escola primaria na casa de deten-
cao, esta necessidade ja esta satisfeita arno*'
actualmente existe la am professor iacumbido de
ensinar aos presos a instruccio primaria.
A respeito da outra idea, da curaduria ae*
presos pobres, creio que tambem nao podemo*
approvar esta medida, porque temos legislacao que
regula esta materia e deterroina a quem inenno
hoje a curadoria desses presos.
0 Sr. Tolentis.) de Carvalho : Ha curador
e procurador pagos pela camara municipal.
0 Sr.- Ha i is e Silva :Eutretanto, aleui d e_-:.
duas ideas, 0 projecto contem ainda outra mail"
importaote, que 6 a da peottenciaria, onde se Ira-
te de regular 0 trabalho dos presos, 0 modo ap-
plicacao, que deve ter 0 peculio qae elles fazem
resaltanie do seu trabalho e de saaseconomia-.
etc.
Esta materia e de summa importaocia e ni 1 a
com uma discussao ligeira qua podemos ter aq 11.
que haremos de apreciar a grandeza da mesua
idea. E' materia que deve ser estulada com mui-
ta reflexio ; deve ser feito es.-e trab*llK> com
muito cuidado, com muita altencio para que saia
am trabalho perfeito,correspondent!! aespectalra
e ponaolo digno de nossa approvacao.
Julgo, pois, convenienie que seja 0 projecto n -
metlido a uma commissao qae se incumba de aa-
tudar a materia e de apresentar aqui nra traaalh >
perfeito e qae satisfaca as vistas de quem 0 apre-
senlou, por que assuu satisfareraoa tambem uma
necessidade publica.
E' lido, a oiado e enfa conjunctamente em dis-
cussio este requerimento:
a Requeiro que o projecto seja submettido a
exame das commissdes de luslica civil e criminal
e de legislacao. J. de Mello Hego.
O Mr. Felippe de FiajMr-iroa faz algu-
mas consideracdes no sentilo de jusliticar 0 seu
voto eontrario, nao so ao projecto, como tambeTi
ao requerimento.
O Mr. sideracoes feitas pelo honrado depatado pelo >'
districto, em relacao a materia do projecto, m--
julguei dispensado de justitlcar 0 meu lequeriroen-
to; elle disse quanto bastava para a casa conven-
cer se de qae o projecto nie d para desprexar se.
e precisa ser estudado era suas disposieoes.
Estando eu, pois, em perfeita conformidide d<-
pensar com 0 nobre depatado, nada mai? 'inha a
accrescentar ao qne elle disse ; mas em vista das
objeccoes que 0 Sr. deputado pelo 1' districto aca-
ba de oppOr, declaraodo que vota contra o reque-
rimento para serem onvidas dnas eomtnissoes d 1
casa, e contra 0 projecto; nio posso mais eximir-
me de dar a razao do meu voto.
O illustre deputado apresentou por maior argu-
mento contra 0 projecto, 0 nao ser a materia de
que trata, de competencia desta assemblea. Ha
nisto engano. 0 acto addicional, 9, art. I0,qu
especifica as attributes das assembleas provin-
ciaes, diz : Sobre constraccio de casas de pri-
sao, trabalho, correccao e regimem delias.
Em face desta disposicao, e patente qne a com
petencia desta casa, para resolver sobre 0 assurr.;
to, e clara e inconteslavel.
0 Sr. Gaspar Drummosd : Mas,_ M que diz
respeito a construecao de cadeias, e nao quant' a
legislar sobre 0 seu pessoal e organisario, o qne
compete ao governo geral.
0 Sr. J. Mello Rego :Perdio, tera corapeteu-
cia para uma e outra cousa. A disposicao qae li,
diz-constraccio de casas de cadeia e sen regi-
men, e desde qae sobre este assampto pode le-
gislar, a sua competencia e ampla, nio tem rc-
triccoes, p6de tamhera legislar sobre os emprepa-
dos, e 0 mais que constitae 0 regimen de ama
prisao.
0 outro argumento do nobre deputado, a que
me refiTo, consistio em mostrar 0 seu receio d.-
que vigoraado a idea do projecto, venha a crcs-
cer as despezas da provincia, oneraodo-se os seus
eofres com servico que nao Ihe parece urgent-.'.
E' por motivo eontrario que afogo a materia do
mesmo projecto, porque entendo qae da creacio
de offlcios de trabalho na casa de detencao, resul-
tara uma fonte de renda, que servira para dim:
nair as despezas que ora se faz com aquelle e-
tahelecimento.
0 Sa. Caspar Drummond :A experiencia ser-
ve de prov.i em eontrario.
0 Sr. J. Mello Rego : Qual foi a experiencia'
0 nobre depatado refere-se as olflcinas de tra-
balho que foram estabelecidas por acto partienlar
e que constituiram commercio exclusivamente seu
Se e esta a experiencia, nao podenns nella re
poasar 0 nosso juizo, por quanto nao sabemos se
essas offlcinas produziram lucros ou perdas iqa^l
les qae as estabelecen.
Persuado me, e estou convencido que 0 estabe-
lecimento de afflcinas de Irabalh > na casa de de-
tencao, sera da maior utilidade, quer para na >
conservar os presos em occiosidade, quer porque
virio elles a ser alimentados com 0 producto do
seu trabalho, 0 que conslitaira uma grande dimi-
nuicao da despeza da provincia. Alem disto, <
natural que as offlcinas produzara renda e sirvani
de auxilio a provincia.
Feitas estas consideracBes, qae me parece acei-
tavcis, devo declarar qae repnto a materia do pro-
jecto muito importante, abrange ideas qne podem
trazer effeitos muito salutares. Eutretanto, com
essas boas ideas estao raistaradas outras qne con-
viria substitui-Ias, e algumas que ja estao alien-
didas em leis posteriores a data do prejecto.
Reconhecendo fste, apresentei 0 requerinrento
para serem onvidas as commi?so*es de legislacao
e jastica civil e criminal. Me parecea qne essa*
commissoes eram as mais competentes para apre -
dar e emittir parecer sobre a materia.
Se a casa pensa como quanto a este alvitre. e
quanto a utilidade e importancia do projecto, 0
seu voto 0 dira.
Tenho dito.
o Sr. Gaspar de Braatmoad : devolveu sea discurso).
Nio havendo mais qnem queira a palavra,
procede-se a votacao e e approvado o reqaerimeMo,
ficando adiado 0 projecto.
Enlra finslmente 0 projecto n. IS* de IBBX.
determinando que sejam subraettidas I appiora-
cao da assembles, para poderem ter exeencio.
as propostas feitas ao presidente da provincia
nelo director geral da instraccao publica na forma
da lei n. 369 de 14 de maio de 1855.
Indo proceder-se a votacio, reconhece-se nio
haver numero.
0 Sr. presidente designa a ordem do dia v-
guinte e levanta a sessao
REVISTA DIARIA.
' Assemblea provimial. Hontera inuc-
cionou com 33 senhores deputados, sob a pre-
sidencia do Sr. Dt. Agoiar.
Approvada a acta da sessao antecedaate, e Sr.
1.* secretario laa 0 segaiota expadiente :
Offlcios :
Do secretario da governo da- provtaaia,
teado 0 balancete da reoeiu e despeza da ^
municipal da Bom JardimA" commHsio deor-;a-
mecio municipal.

{ iirdifi ^


X

y

- :
jiaMp, Jran*tiBd;> 4)4fl4f 0* samara
municipal do Bjnito, sobre a renieja'nitsae'.apre-
ealada.a -aqaeHa eamsr*, iwle* eoiwenhores da;
propriedade Maniralp! A' cocimissaa de logis-}
ha'ni9sra^*nieJiendo o orsarnenj.) da receita
e despeza dMpnara municipal teCimbros, e urn
eodigo de pastures da inesma camaraAs com-
missoes da orfamento mitnictpal e de postaras.
Oj uiB.-mo, iransimlliqdo' o orftjmaulo da -ca-
mera municipal de Beierros e o efflcio em' que a'
niesma expo* as. necessidades do sea municipio..
A' coauniKia de-orcamenlo municipal.
Do mesuao, remetteado oa effleios das camaras
.uunicipaas de Ouncury. Oiloda, Bezcrjw, Baique
< Itamba, padiodo appiuvaeao de artigos de pos-
luras.a' eoraraissao de posturas.
Petic 003:
Dacompanhiade Ferro Carril do Pernambaco,
representaudo contra o projeeto n. 7, do anno pas-
sado, que autorisa o pres;dente da proviucia a
ftKj'rjlif om Andre de Abrau Porto, 0 estaoele-
cimenio de trilhos para carris de ferro de bltola
estreiti. A' commiss/to daiegislacao.
De Simptierano Sjcliao-d >> Santos, pedindo para
ser adm^udo no gymnasia, coma peasionhsta da
prowncia, um seu illlio de noine Joao.A' com-
missao de peticCes.'
De Jose Prescillano do-Rego Barros, estudante
do. |. anno da escola normal, pedrado disuensa
para deixar de cuivar o o\* auuo da refai ida **-
cola, e oem assirn do oucurso quo por |ei e ne-
cessario para obter a nomeacao de professor pu
bUco.A' commissao de instrucaio pubtiua.
De diversos moradores da freguezia de Muribe-
ca, solicit ando provideacias no sentido de ser
esgotado o grande paul que existe nas iramedia-
coes daquella freguezia.A' commissaa de saude
publica.
0 Sr. Gaspar de Drummond, requereu qae se
solioitasse oopia do contrato eneotuado com Jose
Igoacio d'Avila, para a construecio das obras do
paco da assembles, cuj) requerimato depois de
apoiado foi pel* mesmo retirado, por sa achar na
casa. copia do referido contrato.
Hassan Jo a ordem do dia e eutraudoam discus-
sao o parecer da cemraissuo de poljeia, sobre a
indieacao que altera disposicoes do reg mento da
ca?a, oraram os Srs. Tolentino de Carvalho e.Ma-
noel do Rego, pela ordem, sobre o que o Sr. pre
sklente, da- alguma* explicates. Estabelecida
um a quesliio de ordem, so devia o parecer e a
inlicacao ler uma eu tras discuss5es, depois de
orarem oela ordem as Srs. Portella, Oliveira An-
drade, Gaspar de Drummond, Mello Rego, Olympio
Marques e Minool do Rego, foi o requerimento-d)
Sr. Mello Reg), consul'ada a cisa, sendo a'votacao
nominal, e votaram pa'a que houvesse uma so
diseussao os Srs. : Dario Cavaicante, Tiburcio de
Magalhaes, Joao Barbaliio, rigueiroi,. Olivaira An-
drai!', Gjncalves Fen-eira, Gomes Parent?, Tra-
va>si de Arrada, Amaxal, Goes Cavalcaate,
t^ch.a Cavaleante, Piqto. Pessoa, CunhaGavaUan-
to. Mello Rego, LacerJa, Tolealino de Caryalho,
A:ii>u;j Paulmj eSouza Leite, e para quo hou-
ve.~-: tres disoussoes os Srs.: Portella, Maaoel do
H-v Dnniugos Pinl), Gondim. Peretti, Drum-
monl, Olympio Marques, Aiipio C'sia, Soares,
Ralis e Silva,' Vieira de,Mello, Firiniao deNovaes,
Arcaneio e Cara'wim ; pelo que pflDS3te'ui) a unica
disiussao do parecer e iuhcacaj e depois de ora-
rem os Srs: Maioel do Rego e Dmannu 1, flcou
a discussij aliaia p3r iS horas, a requ.'rimoatJ
deste Sr.
E enir.mlo cm I." discu-sa) o projecto n. 91 de
1853; que autorisa a presideaeia da provincia a
dar nova regulameato a casa de dete.rao, veri-
AeandorM nao haver numero para votar, foi le-
vantada a sjssiio.
A ordem do dia para iioje e : conliauacao da
anterior, i* diseassin dos projectos us. 8, 9 e 10
destc anno; 2' djs da ns. io de 1872, I, 2 e 3
tale anno; e '&' do de n. 103 de 1872.
Vosnolor (Hiblica. Por porlaria da
presidencia da province, de 6 do corrente, foi
u,;n a!. pro.n iDr pub'i-o da comarca da Bar-
rciros o baeliarel Jose Bmifacio de Sa Pereira.
C'ollcrlarla pry.iiifia>. Por porlaria
ua presiJeneia da provincia, de 21 do corrente, foi
creada uma collectoria provincial, no municipio
de S. Beoto, da coniirca de Caruaiii; e loram
uomeados Joao da Porciuncula Valen;a e Joao
Augusto Maciel, este collector e aquella fis :al da
referida co lectoria.
Vittiiv. l:t Tak)-Ia. Por porlaria da
[iresidoncia da provincia, de 2i do corrente,- foi
conceJida uma prorogacao de 8 m;zes, para con-
<-!usao da obradipjnte di Tahyba, da qual 6
arreraatanle Andre de Abreu Porto com a con-
d.caj de pagar e'.le metale da muita em qie in-
curreu.
iultciro. -0 vapor Bahin, trouxe para :
Bank of Rio de Janeiro 38:0)05003
J >aquim Jose G. Beltrao & Ftlb) 1 J:30DiO )0
Keller 4 C Il:000i000
Domingos Ferreira Maia 7:G0030.0
Pereira Vianna & C. 7:2733'i0O
.. Ja C. Oliv,-ira FifueireJo 1:000^0 '0
A. Hyvernat & f". 3:900t000
Jose Rodrigues da Souza i:i0o5700
Miguel Jo;e AWea 99O560O
Joao Ramos & Macliado 830^730
Harismendy& Labille 400^000
Joaqaim Geraldo de Bast os .'JuO^OOO
Honflii-i:>'. Producto dos bilhetes passados,
para 0 espectaimlo de i d > corrente, era favor do
conselho superior da sociedade Propagaiora da
Ius:raccao Publica.
Transporto 3o35D<;0
Manocl Teixeira Bastos, um camarole 2030 ) Francisco da Silva Rego, um camarate 155000
Pedro Maury, um camarote 135000
Joao Franscisco do Amaral, uma cadeira iO^OOO
Jose Vicente Meira de Vasconcellos 35000
J laquim Jose de Abreu 330U0
Or. Areo xio Pereira da Silva 35000
Dr. Maaoel da Trindade Peretti S5OOO
Aot iaio Francisco Pereira de Carvalho 35000
tta, hospital Ped
. if .a awl
4435000
<"luft litlcravio. -Hoje, as 4 hora3 da tar-
de, reunir-sc ba est 1 soeielade, na rua do Soca-
go n. 9.
lustituO Bli>iKiricii e Pliilogopbi-
-j. No domingo proximo ( 29 ) havera sessao
ordinaria desla so:iedade as boras, e no lugar do
costume. Ordem do dia: la parte, leitura de re-
latorio ; 2\ deseuvolvimanto pelo Sr. Magalliaes e
Silva da these : A quern se.deoe a revolu(So philo-
sophica, a revolupio scientifica, a Bacon ou a
Descartes f
Pfij*6ea.-A' rejuisicao do respectlvo juiz
municipal, pela subdelegacia de Timbatiba foram
alii capturados Francisco Jose Alves, e Joaquim
Quorino, que eUao pronunciados nos arligos 2G6
e 267 do eodigo criminal.
C'apturaK. Constando ao su'ud- IcgaJo de
I'unbatiba que se aciiavam homisiados no lugar
denominaio Migau, daquelle dislricto, varies cri-
minosa3 e um deserter do exercito, alii foi e con-
seguio apenas capturar aquel'e de nome Avelino
lTrbano Torres, deserter do 1." batalhao de linha.
Kssa raesmi autoridade communieou haver tarn-
Lem capturado em seu districto 0 criminosi de
raorte Gabriel Jose de Bnto e Ladislai Cabral de
Mendonca, senlenciado evadido da cadeia do ter-
mo de Inga, da provincia da Parahyba, desda 0
anno de 1871.
Hociifica^ao. A pedido do auOr da
chronica do theatro hontem publicadaem nossa
oitava pagina, rectiGcamos 0 seguintc engano ty-
pographico: no periodo em qae, fallando da
traduccao do drama feita pel) Sr. Dr. Faliciano
Prazeres, se M : pide este Sr. desvanecer-se de
haver feito uma boa traduccao ; hia-se : p6de
este Sr. convencerse, etc.
Vapor Potosi. Sahio hontem, as 3 horas
da tarde, do porio da Babia para 0 nosso; e
deve aqni chegar araanha.
Nao sahira antes das 3 horas da tarde.
Santa Casa de Miaericordia.. Por
ser quinra feira proxima vindoura dia santifi-
'ado, a sessao da junta administrative sera ce-
lebrada na ttrca feira, 31.
M'ltredo e Amor da Ordem.Havera
hoje a noite sessao magna nesta sociedade, para
a posse de nova admiojstracao, e sMemnidade
da collocacao do retrato do coaselheiro Salda-
nha Marinho, no salao de bonra da mesma so-
ciedade.
Amanha estara aberto em exposiclo ao pHblico
0 respeclivo templo, a rua do Barao da Victoria
n. SO, 3* andar.
Fhenix Dramadlca. Esta annunciada
para hoje a primeira representacao do apparatoso
drama, em doze quadros e urn ep'iogo Santa
Ototilde, rainha de Franca, produccao do talen-
to30 Sr. Dr. Antonio de Souza Pinto, ja por demais
acnedittdft no conceito publico.
iirma.assiui* no theatro Sant) Antonio a exhi
bi trtduzio accomraodou a scena portugueza, nao
J.Mxara sem duvida de ir applaudil-o eta sua
culo V no ttinado, de C-lovls^rei dos "Wan"
i.m^i^ttfea^^brifei*Mm co.
vrteu-3e 0 cnrisfiamsmo.ainstancias de sua mu-
Iher a rainha Clotildo, qne por e-se tanto mjreceu
acoroa da santtdjMle. E, pai9,os.xaracteres a mise
en scene, 0* costumes, 0 uaaciiiuismo, a masica,
tndo devera ser dauni affeito brUlimte e sorpre-
hendente.
E' de tsperar aue os amadores do genoro e _os
entendidps d'arle. concorram todos ao theatro,
coroandb assim os esforjos do poeta e os da em-
preza Penaate, que, segundo 003 consta, muilo se
lem esmerado para que 0 bova drama, a.em de
caprichosa:e.latuosamento ^oe^ado, tenlii.- um
desempenlio satisfactorio, fasoodo nolle estrear 0
Sr. Tlieophih da Silva, bonita vocagao ariiitica
hue 'ao auspiciosagieale .omepa agora,'* sua
carreira.
IiUso Brasileira.Reune-se hoje, 28. o
conselho fiscal, pelas 7 horas .da_larddPfira lhe
ser presente 0 parecer"'da commissao de ejtame do
contas, podia 29, pelaj 10 horas <|q d)iav a as-
semfelea geral, conforme 0 anauncio ja publicado.
Hoci^dade beneflcenjU' dos typo-
grapnos. -Hoje as 7 horas da noite de*e ha
ver sessao da assembles geral dos membros desta
sociodade, para se tratar de negoeios urgentes.
que duom raspeito ao seu progresao. Asessioaera
celebrada com 03 socios que comparecerem.
Tlieses e dissertarao. llecebomos b
agradecemosjo iejcfim|ter da's theses dissertacio
que, para ohter d griTdi) Dr. em djreito, susten-
tou 0 Sr. bacharel Antonio Hercnlano de Souza
Bandeira Filho, perante a Faculdad'i de.Direito
de Recife.
Nva publica^ao. Acabaida ser pu-
blicado, naucapitsl do Haranhao, um opusculo so-
bre a reforma judiciaria, trabalho do Dr. Jose
Uanoel de Freitas, actual juiz da direito do Ro-
sario. Contem este volume a lei da reforma e 0
seu regulamento, annotados com mais de cem
avisos, e um append*ca cm a integra de diverscs
decretos. 0 mefhoao da exposipao das materias e
0 melhor possivel, pois tero um indice alpliabetico
que facilita a procura, e demonstra no autor e3-
tudo aprofuhdaio sobre 0 assumpto. Recommen-
damo3 a sua leitura aos entenlidos.
Cidadf da ficad. Escrevem-nos 0
seguinle :
A matriz esta coberta : as torres concluidas e
ja esta) limpas na 3' parte, sendo 0 reboco dos
cupulas feito a cimanto, com toda rapidez, estSb
se lirapaud) as parades intornas. As clmvas nao
teem dado lugar a que igual servjfq se faca exter-
namente; 0 assoalno do cOro e escadas das torres
eslao em aadamento, 03 caxilho3 das ]anellas e
claraboias estao pintados e cc41ocado3 em seus
lugaros.
t Os habitantos da freguezia exultam de prazer
por verem realisida uma das mais importantes
obras e de que tanto necessitava, sobretudo por
verem que teem sido bam applicados os sous ser-
vicos e esmolas ; pois qua sem grande economia
e boa direccao, uio seria po3 soberbo templo com a quaatia ate Uoje despendi-
da do 21:17952')0, quaalo 6 que esta feito cateu
lam 03 babilitados em mais do duplo : na 1 ha
duvida que somente aos capuchinos foi revelado
0 segredo da se fazer templos com rapidez e pouco
dinheiro. 0 prodigio iue aqui todos admiram e
devida aos consumes e^foroos do infatigavel e
virtuoso fret Caeuno, que em Turdade tem con-
qulstado mais um tituto para honra e gloria da
ordeai a qie pertedce.
A commissao de que lhe fallei foi elei'.a e
ticou composta dos dignos Srs. vigario coaego
Simao do Azevedo Gampo3, coronel Uarciaillo da
Silveira Lius, e Dr. juiz municipal Alfredo Affonsc
Ferreira, capitia Jose Lucio Monteiro da Franca,
Dr. Aquilino Gomes Porto.
N>a dia 18 reuaio-so nessa cidade a mesma
commissao com a excepcao do primeiro que nao
sei porque motive deixou do ir ; dirigio-se em
primeiro lugar ai> venerando frei Venancio, pre-
feito da Peuba e expondo 0 eUdo da oora da
matriz, e os nossos desejo3 pela c.ontinuacao do
Bvd. frei Caetano para conciuir-se a referida
obra, foi ella attendi la com a proverbial boudad 1
que caractorisa aqualle respeitavel aposlolo ; a
falta de companheiros qua os coadjuvem nos seus
variados encargos, foi vencida sem duvida pelo
natural desejo de var ultima la uma obra na qual
teve a gloria do lanear a primeira pedra no dia
12 de outubro do anno proximo passado, 0 a quem,
se Nos3a Senhora da Escaia nos ajudar cabera
por todo mez de maio proximo vindouro a honra
de lancar a bencao. Oblida a segurain;a da per-
manen:ia aqui do missionario em quanto houver
recursos em favor da obra, dirigio-so a ommissao
a S. Exc. 0 Sr. presidenle da provincia a pedir um
auxilio, 0 qual foi acolhido por S. Exc. com de-
moastra;5os ami !i -oageiras, e em vista da expo-
sicJo que fez do estado da obra, nao so prometleu
S. Exc. coadjuval 0 de maaeira que fosse possivel
aos cofres, como bastante maravilhado da des-
CiipcS) da obra, prometleu ir brevemente/isital a.
Fa!undo para sua coaclu-a.) eerea de 8 centos e
havendo ja concorrido os habHantes da freguezia
com aquella oifra, e justo que os cofre3 da pro-
vincia coucorram agora com alguma cousa, esem
um auxilio nualquer de sua parte nao se levara a
effeito certamente a sua conclusao ; a crisj da la-
voara aqui 6 extrema, proveniente da baixa do
assucar e alia dos generos de primeira neeessida-
de, c nao sera possivel este ann, obter se a
quantia que se faz de mister.
Entretanto vamos fazer um appello aos senti-
mentos religiosos de pessoas que ja contribuiram,
e pedirmos que facam mais um esforco reraetten-
do aquillo que poderem ao Rvd. missionario, pou-
pando desta sorta 0 incommodo de bater-lhes a
porta a commissao quo sem roceiar passar por
importuna,tudo envidara para levar a sua cruz ao
Galvario.
' Realisou se 0 ieilao proraovido pelo commer-
cio, 0 seu producto liquid j montou a 1:2205000.
nao correspoadeu certamente a geral espectaiiva ;
0 basar de prendas foi 0 mais sortidoe luztdo que
aqui houve. a chuva porem que cahio no dia
aprazado nao deu lugar a maior concurrencia.
Loteria.A qua se acha avenda 6 a 93' a
beaeficao da matriz de Muribeca, a qual eorre
hoje (28).
Casa de detenyao.Moviraanto da casa
de detencao do dia 26 de marco de 1874 :
Existiam presos 307, entraram 2, sahiram 2,
exis'.em 307.
A saber :
Naciouaes 241, malheres 8, estrangeiros 22,
escravos 34, escravas 2.Total 307.
Alimentados a custa dos cofres publico3 246.
Movimento da enfermaria no dia 26 de marco de
1874.
Teverara baixa
Joao de Oliveira 0 Silra, defluxo.
Candido Joaquim Argolo, syphilis.
Passageiroa. Chegados dos portos donor-
te, no vapor bra3i!eiro Buhia :
1. M. L. de Barros, Dr. J. J. de 0. Andrade, L.
A. de Mattos, S. Wolf, J. Hermer, L. Caguigon, B.
Blunn, A. G. F. dosSantDs, Alina Rocha, P. da S.
Nava e sua familia, J. F. de Mello, M. M. da Fran-
ca, E. Jeanrrenand, L. S. de Vasconcellos, A. N.
Cardozo, Dr.- F. T. de Sa e sua familia, Dr. G. de
A. Souto, A. P. da Malta, G. Violante A. B. de Ma-
ranhao, V. P. M Vinagre, Dr. A. da S. Carneiro e
sua familia, M. da C. Magericao Junior, A P. Viei-
ra, L. A. de Azevedo, F. F. do Brito, A. C. de Oli-
veira, F. de A. Borgej, A. F. M. da Silva, F. P.
Ferreira, A. D. Pinto, A. de L. Souza, diversos es-
cravos a entregar.
Em transito 2." teneata Antonio M. de
Oliveira, tenente Luiz B. Monleiro, alferes A. J. da
S. Lobato, G. Moraes, Dr. J. J. de C. M. de Albu-
querque, tenente at. J. A. Ferreira,alferes C. B. de
Barros, Dr. S. G. da Costa, Dr. J. b.^de Souza e sua
familia, Dr. P. A. Borges, Dr. A. F. dos Santos
Caminha e sua familia, coaego A. X. Rraveza, 90
escrajes, 17 praoas e 9 recrutas.
Cemiterio publico Obiluario do dia 26
de marco :
Msnoel Rodrigues de Figueiredo Junior, branco,
Portugal, 34 annos, casado, Recife; febre ama-
tella.
Alfredo, branco, Pernambuco, 3 mazes, Boa-
Yisla; diarrhea.
Maria, parda, Pernambuco, 2 mezes, Recife;
congestaa oejebral.
Firraina, parda, Pernambuco, 6 raezes, S. An-
tonio ; convulsoas.
Manoel da Rocha Vieira, branco, Pernambuco,
17 annos, soltoiro, Santo Antonio ; hepatite sple-
nite.
Antonio Matheus. branco, Portugal, 14 annos,
soltoiro, Boa-Vista; variolas.
Ignacio Gomes Continho, pardo, Pernambuco,
4^8 annos, solteiro, Boa Vista hospital Pedro II;
tuberculos pulmonares.
Jose Ta.vares de Oliveira, pardo, Minas-Garaes,
60 annos, viuvo, Boa Vista, hospital Pedro II;
lesao organica do coraclb.
Leandra Maria da Conce!-;ao, parda, Peroara-
hues, 27 annos,___
QMaTefculos.pulmonares. 1* #*
Manoel Joaquiavail>elN^ preto, PernambU'
MpiKinnos, viuva, Boa-Vista ; diasrbll.-a mm
Joanna, paN*.' Clara, 'IM ahr*t Boa Vista;
tk>Ks. ^ t M OBM
m CAfWRAMUNrlMLMin.JMa
3.' SESSAO da 1.'ORU1NA1UA EM 18 DEMAR
fJfA)E 1874.
PnESIDEN'NCIA D'O ,S. BEGO E ALBUQUERQUE.
Ao mcio dia, presentes os Srs. Theodpro Silva,
Loyo Junior, Neve,s, e Cunha Guimaraes, abrio-
se a fes>ao, e foi lida e'approvada aacta da anla-
cedente.
Leu-seoseguiote j, a w^|
EXPEDIENTE. .
Um ofQcio do Exm. presidente da provincia,
recommendando a camara que rnande fazer bs
pequenos concertos, de que necessity 0 quarto
proximo ao ,em que so acha .0 destacamento da
ribeira da Boa'-Vi-ta.Ao engenheiro.
Outro do procurador, comraunieando que 0 ad-
vogado desta camara lbo reraetuSra um terrao de
ipfracgio'daBos^uras, c/)ipinttlda por Jpio Bap-
tista Simijes, ao qual nao podia dar exeeucao por
ler uma das teitemuohas fallecido, e a qutra nao
se achar no munificipib, como :uasta.da ce.r.tjiao
do official de jastiga. Ao archivo. .
Outro do mesmo, remettenJo dons terraos de iu-
fraccao, uma cpmmellida por Joige Jacome Tasso
a a outra por Miguel dos Anjos, communica que
se eotendettdo com-Tasso a respei^j'db pagflaorito
da mulu, lhe responded Taaso que os obrigados a
ditas mnltas eram os herdei/os de Taborda.-*A
mesmo para promo ver a eobranca dos infracl*s#(
Oatfo d'o mesmo, padiodo que se lho .leva eip
conta a quantia de 395100 despendidaem diversas
qajestoes judiciaes.Ao conUdpr%
QBtro do fiscal da freguezia da Boa-ViMa, com-
municando harer muHado a Frederico Brayne
como incurso no art. 31 das posluras de 26 de
junho do 1873. -r.Ao precurador.
Outro do qiesmO, .Umhem communrcando que
no dia 17 do corrente, as quatro horas da tarde,
indo .Antonio Albecto de Santa .Anna, canoeiro de
Thpmaz de Aquino Pereira de Brito com uma ca-
noa pelo canal de JJiaubnelo, carregada da lijol^s,
deixou-a ir de encontro ram estew do passadieo,
arrannendo e fazendo mais estragos, imposgibili-
tandt)'assim 0 transito publico.Inteirada, e que
^MKIM concertos. J
Outro to fiscal da fcaguezia dos A/ogadosi-cora-
W&tfWj,2wr entraJo np exer<5io dj seu
canjo no dia 1C do corrente..-lnleirai.
"Foi reraettida a commisslo de edincacio uroa
peticao de Jos6 Fernandes Lima-
Furaiu ao engenheiro as pelic(5;.< de Aqtonjo
Ferreira Rainos, Jose Ferreira Capiaps tf J^o
Luiz de Arahjo. *j .1'
Ao advogado a de Arcenra Antonio* da'Cunha
Miranda, mandando-se qne ficasse esperada a pe-
litao de Jose Augnsto da Araujo.
Quanto a petlcao de Barnardino Jose Leitao,
resolveu-se gedir ao Exm. preiidaate. autorisa-
cao para 'enectuar a desapropriai*So da casa de
(jue trata.
0 Sr. vereador Tlieodoro Silva requereu verbal-
meute quo se consigoe na presente acta, que a
reipaito da noticia dada no. Joraoi do Recife de
17 do corrente pelo vereador Dr. Moscoso, nao se
onteodc com 0 que se passou na sessa,) de 2 de
Janeiro do corrente anno com relacao a licen^a
concedida a irmandade da3 Almas do Recife para
a reconstruct da casa da rua da Cruz ; por
quanto se beiu se cecorda, qstando a m smo Sr.
vereador Dr. Moscoso presente naquella sessao,
nao reclamou cousa alguma contra a segnoda li-
cenca e sim da primeira, coucfedjda em 1871, como
consta da respcetiva acta, impugnando entao a
concessao da licenca. Apnrovada.
Foi aproientado 0 requeriraanto seguinle :
a Requeiro que se solicite do Exm. Sr. presiden
te da provincia, conucda que 0 actual engenheiro
chefe da reparticao das obras publica*, Victor
Fournier com 0'-engenheiro Chrysolito Chaves
examinem as obras do mercado de S. Jose (Wem,
0 seu parecer a respeito das modificaeOes e alto-
racoes de dim mercaja, reconhecendo a ca:nara
as'precisas habilitacO s e iatefreza no caracter de
ditos ongenheiros.
Pa;o da camara municipal, 18 de marco de
1874.Cunha Guimaraas.
Approvada.
Foram deferidas as seguiates petlcSes :
Da Antonio ratios do Carmo, irmandade de
Nossa Senhora da Siledade, Francisco Jose Alves
Guimaraes, Jose Ferreira r.ortinho*, Joaqnwa
Francisca do Rego 0 outro?, Luiz Jose da Costa
Amorim, Manoel Francisco da Silva, Jo-e Ig-
nacio Ferreira Rabello a de Jose Maria Bezerra
Cavaleante -mandou se informar 0 fiscal.
Nada mils havendo, 0 Sr. presideate levantou
a sessao as 2 ,'i horas da tarde.
Eu, Franci3CO Augusto 4a C)sta, secrelario, a
esrevi.
Manoel Joaquim do Rego e Albuquerque, presi-
nlcJose Maria Fivire SameirxJose da Siloa
^iiiwtit kwn si&rhem succcJauS.
_ 0 rheuinatism(T jjottoso, chroniro.
ainda i|ueseja dc amios, nao tempodj-
(b igsistU i eflicacia adiiiiRyel des>e
puriBcador do sangue e dos humores, a
Salsaparrillia de*Ayefvir1*r
AlpiUQS dos purados nos escrcvpm
auo aiileiipimcht^linljani cxperinieiila-
do todos os outros remedios possivois
sem iicnhum Lencficio.
Ja temos publicado e na occasiao
propria tornarcinos a publicar suas car-
tas de-agradecimento e seus certjfiea-
3os.
1 .
anlo podemos affianfar aos
duaites, que a Salsaparrilha de Aver
pude.cuiar e Icju curado quasi invaria-
veJBKiile 0 rheiiinatismo gottoso.
ptmrn -Woferjial do.Qonwnrcio )
ires.
Lnyo Junior. Jose Pedro d 1$ Neves. Tlieoioro
Machado Fretre Pereira da Silva.Joao da Cu-
nha Soares Guimaraes.
ggggJUl'HHgL'BI 1 EX!!.f 18EL3E' t
n
RECIFE, -28 DE M4RCO I)E 1874.
NOVO PRESIDENTE.
A Provincia de 25 do corrente traz a seguiate
nolicia :
A 14 do correnta escreve-nos um amigo da
corte.
a Oiz-se aqui que hoje sera nomeado 0 Silvino,
da Parahyba, presidento dessa provincia.
Tal e a noticia, quo os provincianos dizjam ser
vcrdadeira.
Note 0 publico que ella comeca por um diz-se
e acaba por um sera.
Ate hontem era 0 telegramma que annnnciava
a demissao do Exm. Sr Dr. Lucena ; d'agora em
aiante sao as cartas dos amigos.
Pobre Provincia quo para viver precisa de pre-
gar petas!
Hontem escrevia ella que carta da cOrle dizia
retirarem-se ires ministros : hoje que um amigo
da corte Ihes escreve : noticiando que 0 Exm. Sr.
Dr. Lucena sera demittido e nom:ado 0 Sr. Dr.
Silvino !
Triste e bem triste e a sorte dos proviocianos,
que eslao senio debicados pelos seus amigos da
corte I
E a manha 0 que sera da Provincia f
Qae verdade publicara ella a maniado do ami-
go da corte ?
Naturalmenta dira ella : que carla da corte diz
que sera chamado 0 Sr Nabuco para organisar 0
ministerio.
Amigo ingrato 6 esse que nao tem escrupulo em
fazer a Provincia representar um miseravel pa-
pel I
Mas 03 proviocianos deviam ter senso e nao se
entregarem assim ao seu amigo tao jodeu, e des
cabellado,
Se veio a carta datada de 14 do corrente, pedis
sem ao amigo que expedisse um telegramma con
Grmando a noticia do diz-se que hoje sera no
meado 0 Silvino presidente dessa provincia. >
A carta, ao qua parece, foi escripu no dia 14 ;
neste dia a nomeacao era assiguada ; logo no dia
15 ou 160 amigo bem podia mandar um tele-
gramma ao chefe do parti lo liberal, confirraaado-o
na fe da carta, e dizeudo-lhe : et (u aft qaando
conversus, confrma fralres tuos.
Bem ve" a Provincia qne ieso nan se deu : s*o
passados 12 dias e 0 amigo tao interessado na de-
missao ainda nao se dignou fazer uso do arame.
Se os proviocianos tivessem juizo, per certo qne
nao pregariam uma pela tao escandalosa : bastava
raciocinar para conaecerem que estavam sendo
emburrado3 por esse amigo da corte.
A Provincia tranquillise-se: 0 Bxm. D.-. Lucena
nao sera substiluido senao pelo barao de Villa-
Bella, 0 qual ainda vai a Europa, onde sem duvida?
ira ouvir as preleccpas political do ax-ministro
Gladsone; ereiam os provlncianos no que Ifees dtse--
mo<, porque nos nao Ihes queremos mal, como
lhe3 quer 0 caleberrimo amigo autor da verdade ira
carta de 14 do orrenle.
^y&ACOB a mm
mtti '* ."-
nainnnsiiape.
V
(OMO 0 SR. DR. JUIZ MUN'ICIPAI, MANOKI. JU-
f^ftjrAL ROphipC^S PA SILVA, ADMINISTRA
1 tootiauora ainda por hoje a tutirrompiJa
a narra^ao dos feitos daquelle juiz modelo.
Xemos necessidade de n5o deixar sem res-
posta a pubircagao do amigo.X. e a que em
diyersos jornaes desta cidade so tem repro-
W S<; os-nossos artigos como diz oSr X.,
'lAfruSgssam de pliantasia, nao valia apena
iaJkar<#raer os prelos desta cidade c mi de-
fj#a#^le mais de uma edicSo !
E q-ie defezas ? Elogia-se aos accusados,
mas deixa-se de responder aos poutos da
ccusacae 1
* que solidariedade estabelecom os de-
fens ores colre 0'juiz e o'fallido Pedro Lo-
pes de Mendonca, e 0 gnarda-livros destt-
Ign ra se 0 estimulo da tantos defensoo
res officiosos, se a a^isade, a dedtcaQa?
que Hie merecem 0 juiz, se a que lhe me-
rece 0 follido : 0 que se sabe e que os de-
feasores nao teem julgado possivel a defeza
de um sem a de outro. Diga depois 0 Sr.
juiz municipal dc Mamangu .po que somos
mas q te idetitificamos com 0 fallido.
Comeca o Sr X. assignalando a ma vontade
quo temos rnanifestado para com 0 Sr. juiz
municipal de Maman^uapa, 0 0 rancor c
despeito quo nos animam contra 0 fallilo.
Sobre isso, ja disswnos bastante quando
responlemos ao Sr. juiz municipal : por
que despeilj e 0 rancor quando e* cousa r
tao commum p;rJermos com os nossos dc-
uedores, a quem onegociocorre mal? E por
que a nossa ma voutade ao juiz?
Essa imputacao quo se nos faz, e ale uma
inepcia que so compromelle as pessoas a
quem se procura defender.
Depois lanca-nos em rosto o amigo X.,
0 usar do anouymo; entretanto elle mesmo
e cs outros defetisores quo vao appareceu-
do ao juiz 0 ao f illido tem etitendi lo, nao
dever seguir outro expediento.
Pretendo 0 Sr. X.|fazer ratificarao sobre
os f :dos que temos narrado; mas as rati-
ftca?03S nao passam do elogios ao juiz a ao
dewedor.
Off credores eque moMram setoJosdomi-
nado; do odio contra um c outro. E por
que em marco do anno passaia conseguio
0 devedor tulo quanto quiz, um grande
abate e prazos ?
Nada, porem, tao interessante como o
rasgsdo clogio so celebre guarda-livros,
hoje tamhsm credor edepositario ila massa,
mogo geralmente eslimido nesta cidid-; e do
reconhecida capacidade e inldliyencia I
Risum lencatif I
Sr. X., nada temos com a estima que
lhe merega o rao;o, quer.mos mesmo zcre-
dilar que esteja de boa fe nesse elogio, e
possivel quo ino coaheQa o officio ile que
ess: senhor usa, alemde ser um Aobtlguar-
da-livros, 0 que desejavamos saber e omo
elle adquirio capital j);>ra preten ier" com-
pnr a msssa do nosso deve ler. Diga-nos:
nao ser4 esse capital o producto de nossas
proprias fazendas ?
Exaite-lhea reoouhecida capricidadj & in-
telliyencia, estd cm seu direito; mas per-
mitta que nao levemos a bem, quando sus-
peitamos defraudo da parte do noss) de-
vedor (de-nos ao menos a fdculdade de sus
peilar daquitlo de quo alibis temos eerteza],
seja contitutJo depsitirio da massa elle, 0
proprio guarda-livros que escripturou os li-
vros de que suspeitamos ; elle 0 amigo inti-
mo 0 cuntndo e familiar do proprio fal-
lido !
Ah 1 Sr. X. S. S. e o Sr. juiz municipal
do Mamanguape parecem querer zombar do
publico.
Diz 0 Sr. X .que na ju -tificaca-) que no
juizo do commercio desta cidade produ-
ziram os Srs. Gongalves lrmao & C*. jura
ram como testemunhas dous caixeiros dos
mesmos os Srs. Gonijalves Irm3o & C.*,
protestaram ja pela imprensa contra seme -
lhante falsidade. De nossa parte na) nos
cabe senao perguntar ao Sr. juiz municipal
de Mamanguape, que fallou dos que jogam
com as armas da meutira e da traficancia,
quem e 0 mentiroso ?
Diz o Sr. X. que 0 nosso devedor, quan-
do daqui partio, cstava bem ao facto dos
bons desejos e disposicoes do Srs. Gonr;al-
ves lrmao & C* : que reeebendo aviso de
seq procurador eguarda livrosde que nada
tinha podido obtor, tratou immediatamente
de requerer sua fallencia, do modo que
quando a raysteriosa embaixada aportou &
pequena qidade de Mamanguape e apressn-
to"u-se ao juiz municipal, ja estava em po-
lder deste a peticao para a fallencia.
Bem comprehen 'emos 0 empeuho em fa -
zeracfedilar que ao receber 0 Sr. joiz mu-
nicipal a precatoria, tinha jaein seu poder
p requerimento do aosso dev-dor para se
lhe abrir a fallencii, entretanto pox mais
que faf/im o Sr. juiz municipal e feus de-
fensores, nao conseguirao dissuadir-nos de
que a fallencia foi um iccurso, alias illegal,
para frustrar a detencao.
Porque connersando 0. Sr. iiiie munici-
pal com o Sr. Dr. Elias, nao the fallou se-
nao da incompetencia do juizo deprecanto ?
E porque alii em Mamanguape, ninguem
soube da resolugao do nosso devedor ?Tiuha
^lle motivo para guardar segredo ? Com-
5reheude-se que aquelles que requereram a
ete#fla procurassem guardar segredo a
osse respeito ; inas 0 mesmo intcrosse nao
tinha 0 devedor quanto i declaracao de
sua fallencia, desde quo isso se tinha re-
solvido.
.ol9-s'e ficar nesta ci-
0 nosso amavel contrnditor, como ju-
risconsulto que e, n3o quit terminar a ta-
refa sem passar-nos um quinau.
Attribue-nos 0 proppsito de adulterar as
palavras da lei, porqjue dissemos que a
detencao pessoal resolve-SB em prisao cri-
minal no caso de fallencia, quaodu a lei
diz: no caso de pronuncia pelo crime de
hanca-rota oil e'stelionulo.
0 Sr. X. Qnge nao eniender nos, por que
isso lhe faz conta. A nossa questao e esta :
decretada em juizo a detencao pessoal de
um devedor, deve deixar de effectuar se
por qua este vem a juizo requerer a aber-
tura de sua fallencia ? A affirmativa e sus-
tentida pelos jurisconsultos Juvenal & C\
mas' a these quo etles sustenlam 6 tal que
basta consignal-a, nao precisa commentos.
Invocam 0 art. 823 do cod. commercial,
segundo 0 qtral o devedor que apre-entar,
a sua declaracao de ffllido em devido tem-
po e assistir pessoalmente a todos os aclo3
e diligencias subsequentes, nSo pode ser
preso antes, d 1 pronuncia; mas esta disposi-
yao evidentemente supnOe que 0 devedor
so tenha aprescntado era deoido tempo e
sna detencao n5o esteja resolvida. Se oestd,
se em juizo ;>cham-se juslificados 0 reco-
nhecidos justos motives para a dctenfao, a
declaracao da propria iusolveacia com que
vem confirmar taes m tivos e aggravar a
sitnar;5o d> devedor.
Em todo 0 caso 0 que sustentamos, e isto
constitue o ponto da controversia, 6 que
decretada a deteueao de um devedor, 0 que
n3o acontece sem que se tenham previa-
mento justificado motivos legaes, nao e
razao para que se deixe de effectuar a de-
tencao ovir a juizo 0 devedor pedir que lhe
abram a fallencia.
Declarada estd, a detencao continiia ate
a qualilicacao ou a pronuncia ; a mesma
expressao resolve-se, do qua usa a lei, pare-
ce-nos indicar que a detenoSo tima no"o
caracter, mas que ja existe anteriormente.
E foi isso 0 que dissemos; con a fallen-
cia a detencao nao cessa, porque a lei diz
que pode converter-so em prisao criminal;
entretanto o Sr. X., diz que nao pode ha-
ver prisao senao depois da pronuncia, por
que esta suppoo 0 crime, e exige tal modi la
de prevengao.
E' verdade que se a fallencia vier a ser
qualificada casud, terd cessado 0 motivo
da detencao ; mas isto nao quer dizer que
esta deva cessar oa deva nJo effeeluar-s%
porque 0 d-vedor requerou a declaracao
de sua propria fallencia.
A gloria de uma lal inveofio estava re-
servada ao Sr. juiz municipal de Maman-
guape. Somos leigos, (allamos por infor-
macoes; mas 0 Sr. juiz municipal e 0 seu
collega X., hao depermittir que embonue
mos as conlrombslas da fima para cele-
brar um tal invento.
E' impossivel que do nossas maos sahis-
se formulado algum ,coinpon !io dejuris-
prudaaeia ; 0 quo formulassa 0 Sr. X.,
osse sim parece-nos que muito adiantarii
os discipulos na arto dj negar 0 seu a seu
dono.
0 quo temos expen lid ) em resposta ao
amigo X., serve tamb?m para responder ao
que em diversos jornaes foi publicado sob
0 pseudonymoum amigo3 nao passi
ram 0 direito, dcsconli -flpspre-
sara a lei. *^^|
E' praciso que vao aprtodaw am iuai
compendio formulado pekf^f/fwrwati om
pelo colldga X.
Mas porque foi a precatoria requsjifc J1*/*-
ridiiamente $ illegalmrale obtida T F|Or
o ttro do domicilio nao pode ser WSWtiJM-
do ein uma lettra, que tem apenn fore*
de escriptura publica para sor desman lads
por ac;ao de 10 dias 1 Eis ahi uau Ira
novidade que nos querem impingir, SBo-
dianle autoridade quo desconhecemos, a
nao ser a do Sr. juiz municipal de Ma-
manguape, pois os sons dafeusorei tesa t
tendido guardar o anouymo.
Pareceudo-nos ter refutado 0 qu-! op
defeza de seus actos escreveram o Sr. Dr. e
os seus acolytos, bem como em defeza da
fallido, coatinuaremos nos artigos segoitites
a dar co .ta, ao publico os iutaroiS otes
episodios que se tem dado uo proapa-
so da filiencia de que axis temos oaVa-
pado.
0 Sr. X. recordou nos qua muitos quo
pela maiiha eram levados a> opitolio, a
tarde eram arremessados da K ociia far pea :
0 Sr. juiz municipal de' Matnaiuinp"1 nko
se deve arreceiar disso ; colloca-l -luui.is in
capilolio para que ahi sempre perm.
nec-a.
AI guns credits.
\ LoromolorA PeriiBaburaaa r a
Coasjauuliia Ferro C'arril air Per
niajitii
Em uma louga peticao dingida p-lo d _mi > p
rente da Companhia ferro ^arril da Pernantbana
a assembled provincia epililiili no J trail d>
Recife de hoje, vimos env ivjda a aoasa llrm
empresaria da Locom it ira rVrnambucana, e pois
nlopodeiins deixar d; protastar.
Por mais que faca 0 digi) geren'e daqaellaeom-
panhia, nao provafa jamais qne ella tem privaVgw.
e qae nao pole ser p"r.n:t'ido a ootrem a*etar
trilhos para cendue;.! 1 da passagi"iros nas raaa
de^ta cidade.
A lei n 879, autorisou ocontrato d* 19 d>marcn
d marco do 1870, quo serve de base aCneasa-
nhia t'erro Carrilje a iei n. 9Ti spprovono refariaa
coutrato. Em nenhum dess -s aelas se falla 4a
pricil'gio e sim de cenewsao fximplet lietnet)
! para assentar trilaos e se asirn nao fosse a Com-
panhia teria protests lo qnand 1 se tratoa di lei n.
1,1 li qua autorisa 0 presldeaM a contratar oatras
linlias de trilhos dc ferro pa a c >n Ipci 1 de pas-
sageiros ; mas longe disso, aproveitaado-se della.
siilunetleu uma pnausta para n ran d 1 Torre,
qua toi a-.eita e raduada a c mlrat > em 7 de sw
vembro de novembro da 1H7:', c alii -i:n, existe o
privilegio porque 0 autorisa a referida lei a.
1,112.
Coma, pois, a Companhia Femi ".rril anlaaida
agora, que nao dave passar na iliu^irada assem-
ble 1 provincial 0 projecto 11 7 d 1 anno |- .-saio,
qie auDrisa a contralir liuhas d-: trtihos, para
condncio de passageiros, em carr>s de bitola es-
treiti, pachalos P'jr um so anioial e de preco de
10;) rs. par passageiro '
Vao bas!i qua a C a*a*ra qie t^m
privilegio. Nao faz p.ova a lei n. 974 de 24 de
a',ril do 1871 que, alterando a!gun* artigos Jo
primitive ontrato da Companhia dii .eintantj
duntr ocmtm'0 c priftffeffw -. parfSM a !ci
; umpnvil.'gi* qu ni) *..-:; u 1 .
c mtrato
Privilegio e nos terms ma u .-.t.v .s tem a
Compaohia S. Christ vio. da lilrle, e enireUnto o
g ivern > geral oonce* n a c unpan n Villa ban si,
'nil so sortar-lhe os trilhjst-an corrcr parallel 1:11 ::i'.: u'uni listanna d: ajsj
urn kiHeaMtro
Privilegio e nao simples en tem aajaaala
Companhia, e aotrelanlo < .ru-liie as trilh is trans-
versalmeate e corro em lin'ia parallels ni 111
tiacia da quasi um lulemetro, leaatauMBt'
cipal da rua do Hataasis.
A importante Companlr 1 BMaaieil Barmen
Rail ro id que serve aos p );>;;! MM bairros de Bota-
de uma rcproduccao do que d ssa 0 Sr. X. f0gd e Lirangdras. e cortaJa n Lara 1 di i.aii.a a
0 grande numero de victimas do
rheumatismo gojtoso e chronico, que
ex.istc em lodas as cid;ides, villas e
rfreguezias, e uma prova manitesta, que
qs medicos nao wjnhecemprofuftdameu-^
te 0 caracter do mal, ou naopossuem os
agentes propfios para cowbaie-lo. Ora,
dos casos que teem cbegado ao nosso J Eseo procurador tinha perdido a. espe-
Desta ve: vieram enfeixaios a quatro : o
juiz, 0 fallido, o gu.irda livros deste, quo e
tambem depositario da massa,e 0 Sr. promo
tor publico que e o curador fiscal, ca la
qual e mais digno c respeitavel, 0 est;i aci-
ma das nossas ltijurias e calumnias !
Mas porque injuriamos 0 Sr. promntor
publico ? l'orquo dissemos que os no;sos
interesses melhor seriam fiscalisados por
qualqucr de n6> como curator da massa !
Fdra melhor que 0 Sr. juiz municipal do
Mamanguape tratasse de defeader-sa como
deve, sem procurar repartir com outrem a
responsabilidade de seus act s.
Ao elogio do fallido com > um negocianle
honrado, edo melhor credito juula-se agora
uma novidsde : em marfo do anno passa-
do.0 h mem nao recebeu de nos menhum
favor, a ceitou 0 accordo que lhe pro--,
puzemos, sem duvida para nos fazer obse-
quio.
Nao ha desfalque de 3(J contos, porque
esta quantia, 0 mais outras ainda, depois
da aceitacao daquelle accordo, passaram
para os credores. Isso dizumamt n3o basta dizer, e preciso provar.
Se parte dos 39 contos provem do abate
concedido em marco, com o qual dimi-
nuindo 0 passivo, deveria necessariamente
crescer 0 capital do devedor, como passou
aquella quantia aos credores 1 Isso nao
se comprehendo, a nao haver quanto ao ac-
cordo simulacao da qual 0 devedor seria 0
primeiro culpado.
Segundo 0 articulista, 0 hornem aqui che-
gando voltou logo, por que seus incomodos
aggravarara-se ; ha de permittir porem que
continuemos a acreditar quo 0 fez porque
soube que algum de n6s tinhamos copia
do balanco de marco, 0 que des.'.oncertava
atramoia por isso escafeJeu-se surrateira-
mente, deixandotudo entreguc d capacidalo
do guarda livros.
Quanto ao requerimento para a decla-
racao da fallencia, 0 Sr. X. havia dito que
um portador desta cidade levara a noticia
de que 0 guarda livros tinha perdido a es
peranca de fazer os credores aceitar um
novo obsequio ; agora foi 0 Sr. Santos
quem por parte dos Srs. Goncalves lrmao
& C. revelou a intencao de requerer a aber-
tura da fallencia I
Essa historia mal contada e contraditoria
tem por fim occultar 0 quo jd estd descober-
to : 0 Sr. juiz municipal de Mamanguape,
reeebendo a precatoria em que era ordenada
a detencao de nosso devedor, desejando sal-
val-o, manda que elle proprio requeira a
declaracSo de sua fallencia, facto de que
servio-se como pretexto para nao cumprir
a precatoria.
E, pensando occultar 0 que e conhecido,
exclama 0 articulista : desde que jd estava
em p ider do juiz aquelle requerimento,
poderia mais sor cumpri la a carta preca-
toria, ainda que cqapetente fosse 0 jui?
deprecante T
Jd se ve que 0 articulista professa a juris-
prudent seguida pelo Sr. juiz municipal
de Mamanguape e defendida pelo amigo X. :
decretou em juizo a dotencao pessoal de
um devedor, essa deve dear sem effeito se
0 devedor vam a juizo declarar-se fal-
lido 1
E o arrojo do articulista vai adiante : a
precatoria para a detencSo foi requerida wjft-
ridicamenie e illegnlmente obtida. Isso quer
dizer que 0 distincto jttfe do commercio
desta cidada e os advogados d'aqai, igno-
aompanlnla uma b)j disttaeia pela BaArn eaa>-
ceiid.a a) c enoi:iidal)r 1'uni > para 0 ba rr de
Santa TAerasa.
Se 0 govern) geral tern f-ita aqa ilia
goes a despeito da mais >rl i r .. 1 1 taaaa
as alladidas companlii s ; se a laia Pa.To
Carri! nao tem privil 'L'i 1 00m Sea de mstra I
e .li prove 1 acailand) a I-i n. 1,112.
tea I iproposta em vista della; como prelenle ago-
ra qae a illustrada assemble proviaeial se n-v m
i c laverter em lei 0 pry-Mi' n. 7 do anno pas-
sado !
Pretender semjlhai' e msa e; tiaHe a p -Iir
assemblea qae a sg te a 0 ipulac'io -' < bella i*a-
pital um relevante sornco. a ella na ihiae
lamente, porque o- honra I 1 res depntad *
n'n se deixari' pers-n lir si n.-of 0 11-
do digao gerenle da Companhia Parra
Pernambaco ; procararao eoahecer da m itehae
foreosaaaaate eh igfiri 1 a can luir qu- a rei riia
Companhia n.Vi tem privilegio e qu*. r. invintnr
cm lei aquelle project.) n. 7 do an pre:;. 1
sa do e uma iecessidade para o paM&ca
Respoadida a sim a primeira pa :
do digao Sr. aaraata da CompaoMa Ferro (
de PernambneJ, paaaanons a cutrj qiwrnedir
respeito
Agradacanis-l :e a Oceania 1 que r. u pi
nou da traz -r ao cmhecimento d 1 pa
intercssad) nessa mmataal |aariaaeata qua
apresentamos cm 9docorreuic ao hoatad
dresideuta da provincia, a pie rem.u -
pens da pronosta qua apresentim M para
lecimeat* de diversas liahas d; fr 1 .-
desta capital.
Ei-Io :
Illm. c Exm Sr. c .ramenlal -r fir **i '
provincia.-Teixeira, Ckaraaa ^ irma esaiiner-
cial desta pra.a, da qnal fazem parla n Mane
duslrial e Mercaatil do Ui 1 de Jan er. 0 c 1
dador Antonio Augusto 1 ix ii e TO
liarcallo1. querendo contribair c H eaaNaa
e actividale para uma empreza qua maita
correra para aagmmtar e baratear os maiaa a>
Iransporte jii usado* nesta It'll 1 -api'.al, ve*a r --
peitosamente apreientar a V. E.\;. 1' 'mii,
dale com a lei 11. 1,113 Je 17 d junli. '
propoposta junta, referent' a u.ni 1 aha de c
de ferro de bitola estreUa, para c indue^lo de
sageiros cm oarree ijtuaes aos den 1 nin 11 >s b >nit
exislentis nesta ci Jade, mas d e duneasJ-s ad'I
ladas a bitola da linha
A proposta dos supplicates off-reca eoi
as mais vantajosas para o pub!i ro 0 para a
vincia, pois alem de >e obrigirem a cmstrmr uo. 1
ponte liganl; os bairros de Santo Antonio e d
Itecife. para irau.-ito de sna linha e de |ej-oas a
pe, ollerecem o donative da ciuo contos it
para auxiliar a coansraeeio do asylo de aiiena J -.
e 0 qne e mais, Undo 0 prazo do privilegio*! 1-
pedem (vinte annos), ficara pertenceudo a provin
cia sem indemnisaca > alguma acs propoaeaaas <
era pcrfeilo estaio de consarvaci1). a referidt I,-
nha, seu material flso e rodante. animaes, t .d <
os ulensilios e quaesquer bens moveis oa im:n
veis que a empreza poaaaa aaaaa epoca.
Finalmente seja qual for a disUncta peraawi 11.
cala passagairo so pagira cem reis, a ossa*aa>l!
cantes obrigam se mais a dar coiaeco m obra* d.
sua empreza quinzo dias d tpois da approrarao do
contralo pela assemblea provin *4al ea coaeloi las
tcis mazes depois da iaauguragij das obras.
Os supplicanies, Exm. Sr.. peasam qne sua pra-
posta 6 muito vaatajasa a papulaeio de ta im
porlante capital e a provincia, e ronQam da p*
triotismo de V. Exc. qae tanto sa ba ezferoad'*
em prol dos malh)ram!atos m>raas e matarW*
della. qae sa dignara maniar lavrar en n altos
contrato nos termos da propotta qae apraaaaatm.
Entretanto, como ella mancioaa, os suopltcaenea so
sujaitarao a quaosquor midificaoOas rawavaia.
Recife, 9 de marco de 187* Assifaidas-lW.-
xeira, Chaves A C.
Como se ve", sao ttntas as vantagaas qua aesil-
tam para a provincia e para a aopalarao, qs*
nao acrelitamos qua deixe da aer aeeita a aaaaa.
proposU.
Deremos dizer ao digoo Sr. geronte qua adft*
proposito nosso accumalar o sarviga da aaaaaaaa
de qae tr.U aquelle raquerim'nto ao da traas
porie de mercidorias, cajas obras )a estaa eat aa-
damento.
So havera Je commum aatre as 4mu eaapnaaa?
a nossa rlrma e nem polara tar de aotra sarta,
visto que a de trausporta ne lauinadmiai laaa aata
contrato de li da abril ds 1871, privilafia a-
clusivo por lb annos; asU^mla sa egadialiiaara
0 resgate e no fiai daquelle prazo auaaa- ana Mar*





Diario 4o Pmmbuoa Sabbado 28 <* Mtr? 4e 1S74.

I
1
wrtiaiaain, a* peeso qae a ee eoaeactao de pas
aageiros qua reqoeremos, paisa cam todo sea
malarial *5, rddeaie. aniinaes oa -enaesquer
*u nwmu w ienaoveis qae ila possaa, ao
desalBla 4a ireefcMia on da iUostrissima camara
icipal. mm mUimnhncao atymna-t mntperftito
4ttado de***roqf*o.
naaliDeote, du o digao Sr. gerante >que da
plaatt que aaresentamos, raostraado o iracado das
linbas que rj'(ueetaos. m \& que Atr.tvess.-in ruas
e-treitas e beeeos. A isto resposderemos que o
parecar d'uca illwlrado professional que'i'i man
dado ouvir,ifavravel a nossa praposta e eonclue
que e ioteiraueete aeeiiavel quauto-rataarie te
chaiea.
Ainda nete p-nao. pois, o digao/Sr. gerente
foi lufeliz ifiterertdo coutestar a xquibHiad propoeta e as saa* -vautagens.
Qae esurnes Juaiiiudos a coaverter-e* factos
as condiiSes da boss* proposu, prova e o com-
promisso que tomaaws de dar comeco as obras
apenas 15 dlas depois de approvado o contrato, e
concluil as oe prazo de 6 mezes, praio em que
certamente arada -o publico estara arm do dos
ramaes que a compaahia Ferro Cartil -se obrigou
a constrmr na rua do Marquez de Herval quando
se collar e caes <*piharibe e da linha da Ton*,
enjo pnTilegto comoia dissemos foi aoneedido em
17 de uovembre de W73 em vistt da lei n. 1,118
do mesmo ana,
Finalroente, a differaaca nos precos das passa-
Seas e a obrlgajao -ds construir daas poates que
uUUsera tatsoeia ao publico, uma Kgando os
bairros do Recife e Santo Antonio e outra o
bairro de S. Jose ao3a Boa-Vista, sao arguroento*
baatanle fortes para gne confiemos tio patrioiismo
dos Exms. Srs. presidente da provincia e deputa-
dos, que, atteadeado -a qae a companbia Ferro
Garril nao tern prtvtfegio, como flcou acima de-
monstradn, nao deixarao por certo de do tar esta
bella capital com raais am grande meihoramento
qne tao direcfameate imere*sa a sua posulacio.
Recife, 27 de marco de 1874.
Qexeira, Chains AC.
Empreiarios da Locomotora Peroambucana.
DA
Sunlissim* Tiindade.
Neste estabelecimento de instruccao e-educacao
Philomena Jersey, e suas Exmas irraas D. Lande-
liaa Jersey e D. Olindina Jersey, adraittem-se edu-
eandas mediante a pensao meneal de 40J, sem
mais outra despcza, e apreadem: lingua joacional,
inglez, francez e italiano, fattar, escrecer e tradu-
zir ; geographia, arithmetica, bistoria, piano, dan-
^a, musica e desenho; toda a -especie de bordados,
a os melhores principios da reLgian christa. No
interior do estabelecimento faUa-se soaiente Jran-
z, e e incompative! o professoraio do sexo mas-
4BUBO,
loos a Domiofos-da Costa FemsnufMBM
r.Taca a/bawifa, fcio Radrjjaw de Fa-
Viake 8 pipes 15 barris de qninio a Davm *
Peraaadas. ~ ^
HtSPAQHOS DE EXPORTA&AO NO DIA Di S6
MARQO DB 1874.
Para os porlos 4o exterior.
No"brtgue*ratileiro Atnizttdn, "para o Rio la
Praia, carregaa : H. B. OHveira > Jirator 50 pipas
com 24,800 Iiitos de aguardVnte.
No navio Jnglez f7 ia, earregon : A. Loyo 218 barricas com 30,714
kilos de assucar branco.
. Para am porto$ do interior.
fltra 'Perta-Alegre, .no hrigns iiacinnal Sa-
ptrnr. carreg >u : Amorim Irmaos^i C. 100 sae-
c*j cum Ifi 6 )fcslos de a?suc*r branco.
Para o Kin-Grande do Sul, no m igue portu-
guea SoBrf,carr com 31,625 >kiloe de assucar l.ri-uco ; a. M. Ma-
chado Junior 360 ditas com 24,0 ditos de diw ;
P. Caraetro AC 150 ditas coraU8,709 ditos de
dito.
Para o-Rie de Jaueiro, no vapor nacional
Bahia, carregou : Amorim k. Cardoso 700 saceos
com 42,000 kilos de asucar braaco ; L. J. Silva
Guiraaraes 1,000 ditos com 75,008 ditos de dito
F. II. Pinto Guimaraes 400 ditos com 30,000 ditos
de dita ; L. J. Marques de Araujo 750 ditos com
56,250 ditos de dito : para arBahia, Amorim Ir-
raaos k C. .150 ditos cm 11,250 ditos de dito.
Para Maraeajau, na barcaca Dous Amigos,
carregoa : Fraga & Hocha.l barrica com 90 kilos
de assucar renaado.
Para o Naial, na barcaca,3Vs Amigos, car-
regou : A. Quintal1 A C. t4 barricas com 955 kilos
de assucar reCnado.
CAPATAZIA DA ALFANDBGA
rtendimento de dia 2 a 26 16.716*946
'dec do dia 27...... 8i9;030
aaoa,asa
!Sad5.%
Gmeo *oaus, ^amno, aor
Semtaria da aau Casa da Wiwaiaidla da
Raeife, 44-de fejrerelro de1874.
OescriTia
,_________ -ffalro RodrigufM de^Soui*.
17:565*976
No dia 2 a 26
VOLUMES 8AH1I>*
se-
\&<* desaniiueis bellas
nhoras
qnaado vossas formosas madeixas pnncipiarera a
adelgassar. Fortificai e fortalecei de novo o cra-
neo e as fibras amorlecidas com o ineomparawel e
nrai afamado Tonico Oriental. A natareza requer
a suspira por um apoio artificial alim de repro
duzir as fibras perdidas, e este vigorador nutriti-
vo da a assistencia necessaria. Se o craneo se acha
reseequido e esfoliado o tonico the restitue nova
vida e da aos cabellos um lustroso espleodor lao
brilhaote e suave qual a seda a mais iiiu.
^runeira port*
iegonda poru .
rerceira porta .
juarta porta .
Prapiche Conceicao
tfo dia 27
44,905
219
224
307
3,535
49 190
SERV1CO MAR1T1MO
^I>*rengas descarregada" no trapiei^
alfandega do dia 2 a 26.
No dia 27
"a>us atracados ao trap, da ailaadn^a
Vlvarengas........
lo trapicbe Conceicao.....
95
102
Armazens da companhia per
nambuoaqa.
te(|iMs contra fogo
A ompanhia aeroambucana, dispondo de x-
oeMwaes e vastes armaxeas em su predio a<> tor
te de Mattos, olferece-os ao coiatnercio et: geral
para J(!|MHitii .!.- nt'ueros, garanlindo a niaior con-
nereacao das mere idonas depositadas, servicu
eroBJpto, .praxes ruodicos, -tc.
Tambem rec>iU*^ra, mediante previo accord", ex-
clasr-antcnte <* gent-nks de uma ^6 pHsua.
_Jk*s inittufvtif, Mm de- arej sao ioteiramtule novos e aspiiaJtados, ;*nu* d
tamm, ratos, etc, etc.
As peesoas que quizerem ntilisar-sa dastes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panbia pernamaucana, qae aobarao com qoen
tratar. H
Mem a. 31
Mem a.U.
Idem
m da Alafria.
" Poaia YeW
Mm de Antonio'Henriques.
3714001
156#08fl
994066
Proteetora das Familias:
lHHurtari braHilrir de sea;
mutue sorr a vlda. ajerlate
lMuaea> rural by potb^rario do'Rlo
ale Jaaeh-a.
A todas as pessoas qae desejarem filiarse o es-
ta associacSo se dario os esciarecimentos precisos
e se formalario os contratos, dando-se tambem
ordens oa saques pagaveis ao thesoureiro do
mesmo banco pelas importancias qoe para ant
bouverem de ser remettidas pelos Srs. eontribain-
tes qae se qaize/em poupar a este incommodo,
na rua da Vigarie Thenono o. 7.
Pereira Vianna 4C. "
_______________________ Agentes.
C0MMER6HI.
JUNTA DOS CORRETORES
Praca do Recife, 97 de marco
de 189-1.
AS 3 HORAS DA TARDE.
COTAQOES OFF1CIAES.
Algodao de 1* sorte 7^900 e 8,s000 por 15 kilos,
hontem e hoje.
Ditode dita scolhido 8*200 por 13 kilos, hon-
tem.
Algodao da Paratiyba sorte 7*920 por 15
kilos posto a bordo a frete de Hi 16 e 5
0(0.
Assucar-Canal 1*250 por 15 kilos.
Coaros-salgados verdes 327. rs. o kilo, hontem.
Cambiosobre Londres a 90 d| v. 26 d. por 1*000,
hontem.
Dito sobre dito a 0 djv S6 1|8 e 26 ill, e do
banco 26 d. por lfiOOO.
Cambio sobre Paris a 3 d|v. 371 rs. o franco,
do banco.
Cambio sobre Hamburgo a 3 d|v. 463 rs. por
R. M., do banco.
Cambio sobre Lisboa a 90 d|v. 103 0|0 de pre-
mio.
Cambio sobre Lisboa e Porto a 90 d|v. 106 OiO
de preniio, do bance.
Dito sobre dito a ') dry. l so 0i0 ds premio, do
banco.
Desconto de letras 11 0|0 ao anno.
B. de Vasconceilos
Presidente.
A. P. de Lemos
iecretario.
RECEBEDORIA DE RJLNDAS 1NTIRNASGE-
RAES DE PER.NAMBUC
iendimento do dia 2 a 25. 30 254*933
dem do dia 27...... 1:978*840
52233*773
CONSLXADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 2 a 26.
Idem do dia 27.
98:045*925
2:021*353
100.0674278
RECIFE
rtendiraento do dia 26.
dem do dia 27. .
DRAINAGE.
* 182*543
1064106
3:588*649
&mwmn m pobto,
ALFANDEGA
Readimenio do AU 2 a 26. .
i(J*m do dia 27. .
728.64o1i.>l8
21:619*386
750:264*898
Descarregara hoje 28 de marco de 1874.
Patteba nacional Pinto- mercadorias estrangei-
ras para alfandega.
Bare* ingleza-Ater/to-fo/j-bacalhao ja despaeha-
do para o trapiche Conceicao.
Patacho inglez-si.A/rbacalhao ja despachado
para o trapiche Cocceicao.
Barca ingleza-Do/p/u'm-mater'iaes para aempre-
za da companhia locomotora, ja despacha-
dos para o caes 22 de Novembro.
Barca hespanhola D. Luiza materiaes para a
empreza da companhia locomotora, ja
despachados para o caes 22 de Novembro.
Brigue francezMines de Soumachs n. 2 mate-
riaes para a empreza da companhia lo-
comotora, ja despachados para o caes 22
de Novembro.
Barca nornega Ccpella carvao ja despacha-
do para o caes do Apollo.
Escuna ingleza Florence carvao ja despa-
cnado para o caes do Apollo.
Galera portuguezaLisboafarello ja despa:hado
parao c?es do Apollo.
Barca ingleza Carisbrook carvao ja despcha-
do part o caes do Apollo.
Barca ingleza Rossini carvao ja despachado
parao caes do Apollo.
Barca ingleza Runymede -farribado) varios ge-
neros para (lep sito no traiiche alfande-
gado do Barao do Livramento, no caes do
Bruro.
Vapor nacionalBahia generos naeionaes para o
trapiche Companhia.
-Yatjo enlrado no dia 26.
Rio de JaneiroII dies, barca portugue-
za Alexandre Herculano, de 419 tonela-
das, capit5o Antoeio Augusto de Almeida,
equipagem 14, em lastro ; a Amorim lr-
mao a C,
Naviosentrados no dia 27.
Pard e portos intermedios9 dias o 13 hc-
ras, vapor nacional Uahia, de 1,539 to-
nelaJas, commandante capitao-tenente
Antonio Luiz Teixeira, equipagem 59,
carga v.:rios generos ; a Amorim rmao
AC.
Terra-Nova33 dias, brigue inglt z ,ltion,
de 183 toneladas, capitao John Garner,
equipagem tl, carga 2,900 barricas com
bacalhdo ; a Johnston Pater & C.
Uahia15 dias, patacho brasileiro Pluto,
de 192 toneladas, c:pitao JoSo flunes
Marques, equipagem 8, carga varios ge-
neros; a Amorim Irmao & C.
iVarioj sahidos no mesmo dia.
Pottos do sulVapor francez Ville do Rio
de Janeiro, commandante Fleury, carga
parte da que trouxe dos portos da Eu-
ropa.
Santos-Barca brasileira Claudia, capitao
A. L. Rodrigues, carga assucar e outros
generos.
Observa$do.
Suspendeu do lamarSo para o West In-
dies, a barca ingleza Zedora, capitao W,
Evans, com o mesmo lastro que irouxe da
Bahia.
Sttuta Casa da Misericordia do
Recife.
Em vista da ordem da Illma junta administra-
trva sio coavidados os parentes das menores infra
mencionadas a vircra retiralas do collegia dai
orpha. por ja terem attingido a idade marcada
no respectivo regulamento, eacharem-se com suas
educacdes terminadas. Aqnellas qne nao forem
retiradas dentro do prazo de 30 dias, contados da
data do presente, serao entregaes, de accerdo
com o 3* do art 48 do mesmo regulamento, a
familias honestas para ahi se empregarem no ser-
vico domestico.
Senborinba dos Santos, filha de Jose Joaquim
dos Santos e Anjonia Maria.
Leopoldina Maria da PaixSe, filha de Clara de
Jesus.
Maria Eliza Alves, filha de Joanna de tal.
Valeriana dos Santos, tilba de Joaquim dos Sao
tos e Maria Margarida.
Alexandrina Bezerra Cavalcante, filha de rose
Bezerra Cavalcante e Rosa Bezerra de Menezes.
Idalina Lacerda, filha de Pedro Alexandre de
Lacerda e Anna Francisca Paes Barreto.
Josepha Lima, filha da Joaquim Lima de OH-
veira e Joanna Maria.
Candida, filha de Vital das Chagas Coelho e Car-
ota de Lacerda.
Rosa, filha de Antonia Joanna de Barros.
Dionizia, filha de Vital das Chagas Coelho e Car-
Iota de Lacerda.
Antonia, filha de Manoel Felix Barboa e Mar-
otina Guimarae;.
Adelaide Francisca da Silva, 31ba de Francisca
de Assis.
Alexandrina Maria, filha de Felippe Martinbo do
0' e Maria Joaqnina do Espirito Santo.
Rosa, filha de Antonia Joanna de Barros.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, l'J de marco de 1874.
0 escrivao
_______________Pedro Rodrigues de Souza.
PArfllMONlO DOS 0RPBAOS.
ua daSenialla-elha.
Caa torrea & 16.......
Bocco das BoUs.
Sobrado a. r8.......
Rua da'Cruz
Sobrado a. 1% ttochado), .
Rua do Pilar.
Casa tef WO.....
Una do Aroeriro.
Idem n. 34 ......
_, ftna da'Gnia.
Mem a 29 .......
Rua d:.s Larrangeiras.
C*S.lVZHLiJ- 3614000
os injtaeiaes dever.-io aprescntar no aclo da
euiatacao as suas lian^as, ou c rfr|BhdD8 dos respectivos Hadores, devend<
paiir ateuj da rendx o premio da quantia eu
pe fcr sguTo o predio que contiver estabcleci
memo commercial, asshn como o servico da lim
?eza e precos dos asparelhos.
aacreta-a da sauta casa da misericordia do Re
:ife, 17 de mar<;o o de 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza,
2094000
4244000
1*004090
541*000
122*000
20I4CO0
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO~~
RE IFE.
A -!Snt5 *tmistrativa da Santa Caa da Mise-
neordla do Recife orecisa contraUr para o asylo
de tnenduidade o foraecimento de 100 colchdes e
100 travesseiros, conforme o modelo qae se acha
nesta secretaria. Recebe para isso propostas de-
ndamente selladas, na sala das suas sessCes, pelas
3 horas da tarde do dia 16 do corrente.
Secretaria da Santa Caa da Misericordia
do Recife, 20 de marjo de 1874.
CescrivSo
__________Pedro Rodrigues de Souza.
Associa^ao portugueza de
beneficencia. dos empre-
gados no commercio e in-
dustria em Pernambuco.
De ordem do Sr. presidente da assembl^a geral,
convido a lodos os Srs. associados a reunirem se
em assemblea geral (extraordinaria) no proximo
domingo 29 do corrente, as 3 l|2 horas da Urde,
aflm de preencher as vagas da directoria.
Recife, 26 de marco de 1874.
0 secretario,
______ Leonardo Antonio da Silva.
#fleja (eve e agora nao tern
0 aagwetaculo de domingo terminara com o into-
0 estadante e a lavadeira.
Brewemento
o drama de assnmpto hosioriro nacional :
Alines Machada
cotoposifiio do distincto pernambucano, o Illm. Sr.
Or. Aprigio f.uimiii ;'M.
THEATRO
mm DRAMATICA
Mm- um fimn
Sabbado 28 de corrente
Debate do Sr.
Tlieopltilo Alves la Silva.
Primeira representacao do grande e apparalo-
sissimo drama em 12 quadros e um epilogo, or-
nado de musica, vestido todo a caracter, com
scenario novo caprichosamente pintado por Mr
Chapelia:
Santo Clolilde
RAINHA DE FRANCA
Principiara as 8 l|2 boras-
DOMJNGO
As 9 horas em ponto.
0 mesmo espeelacnlo.
A's 8 horas.
pelo naiads do memo ma de abrfl, pssam
Vsde \i tomar as sum paaaagens para prra-
nirem que os lugarea sajaofr occspadot bos
portos do sol.
Pacific Steam fcvigafiai Gumaii
ROTAL MAIL STKAMER *
Cai-aaa -->,.
SORATA
spera-i* da Eurofia ate dia "I do corrente e Am.
:.ois da demora do costanic, -ruiri para Bafci*
Rio de Janeiro, Montevideo, Valparabio, Ulav \n-
ca. e Callao, par* .,nle iceabm paaMStiria -
commends* diDbmro a iteia.
, '"*,- ^.r Mhiri Mte r*s horas da tar-
de do dia da sua ch-gnd.i
OS AGENTES
VViIson Rowe A C
14RUA DO COMMERCIO14
COMPAiNHlA PERNAMBLCAISA
BE
\nvcxaoAo ro*(eiraa vaaar.
ARXH YBA, NATAL, MACiO, MOSSORO', ARACX
TT, CF.ARA, MASDAHU, I ACARACC'
0 vapor lpoj%ca
seguira para os por-
los acima ao dia 31
do corrente, as $
boras da tarde.
Recebe carga ate
uendas ale o dia M,
'e ate as 1 horas da
sscriptorio no Porte
tencia.
A institui('Jo real de Liverpool.
o dia 28 do corrente, eocoas-
passageiros e dinheiro a trt-
tarde do dia da saaida -
ao Mattos a. II
I'uriiiii.a
Luso-Brasileira.
Conselho fiscal
De cidem da presidencia e de conformidade
com o qae dispSe os estatutos, cenvido aos senho-
res socios para a assemblea geral qae deve ter
lugar pelas 10 da manha do dia 29 do corrente,
em que jera lido n relatorlo do anno social que
ex pi r a.
Secretaria da Sociedade Beneflcente Luso-Bra-
sileira, em 25 de marco de 1874.
0 1. secretario supplente,
J. M. de Andrade.
Circular
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
Fi-
liiiporiat^ao.
Vapor nacional Bahia, entrado dos portos do
norte em 27 do corrente e consignado a Pereira
Vianna 4 C, manifestou :
Carga do Para.
Caseas de quina 1 caixa a ordem.
salsaparrilha 46 rolos a Beltrao & Fillio. 10 a A.
Caen.
Carga do Maranhao.
Cnapeos do Cnile, I fardo a E. A. Burle & C.
Gomma de mandioca 3 caixas a Bellrao &
Iho.
Sola 44 amarrados aos mesmos.
Brigne inglez .Vaion, entrado de Terra-Nova era
a mesma data e consignado a Johnston Pater & C
maaifestoa: ''
Bacalhao 2,900 barricas aos consignatarios.
Patacho nacional Plute, entrado da Babia na
mesma data e censignado a Amorim, Irtnaos & c
manifestou :
Azeite de peixe 4 barris a Beltrao & Filho. Dito
de palma 5 barns a Domingos Alvei Matbeus.
Barricas vasias 800 aos consignatarios.
Cera de carnanba 38 saccos a Davin & Fernan-
des. Charutos 10 caixas a Bourgard & C, 4 eJ4
fardos a Oomingos da Costa Ferrelra, 2 a Beltrao
4 Filho, 2 a ordem, 1 mala a Justo lo-6 Gomes
Taixtira. Corainhos 10 barricas a Davin St Fer-
nandes.
Farinha de aandioca 30 saicos a Fraga A Ro-
cha, 2 a I. Esnaty. Fio de algodao 23 saccos a
Beltrao di Filho. Fumo em folhas 146 fardos a I.
Esnaty, 21 a Joao Rodrigues de Faria.
Jacaranda 27 pecas a L Esnaty.
Machinas de costura 6 em nma caixa a Souza e
Silva cSt C.
Panno de algodao 30 fardos a Joao R. de Faria
ssava 400 betas a Castro Porto & C, 100 mo-
tClfAtS.
A directoria desta companhia, pelo pre-
sente dec;lara aos Srs. concessiorarios de
pennas d'agua que se acha^ em atrazo no
pagamento das mesmas ate 31 de dezembro
do anno findo, hajamdeete o ultimo do
corrente mez liquids rem seus debitos, sob
pena de lhei serem corladas as pennas
d'agua, conformo preceittia as condiVdes
4.a e 10.a dos rtspectivos contratos.
Escriptorio da companhia do Beberibe,
26 de mar^ode!874.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenca.
A (il.\ do Sup.-. Arch.-, do lui.\
TVndo a Aug.". Resp.-. Loj.. Segredo e
Amor da Ordem, de dar posse a uova ad-
ministraQao, convido as Oil.-, do circulo, e
a todos llr.-. mz?.-. em geral, para assis
tirem a sess.-. mah.\ de po se e de inic.\
que terd lugar no dia 28 (sabbado) do cor-
rente ds 6 horas e meia da tarde en o seu
Aug.-. Temp.-, ao val.\ do Barao da Victo-
ria no 50, $. andar, onde tem de ser col-
locado o retrain do indito Gr.\ mestre Joa-
quim SalJrnha Marinho, com toiasjlemni-
dade.
Secret.-, da Aug.-. I.oj.\ Cap. Segredo
e Amor da Ordem, 94 de marco de 1874.
E-.. V.-.
0 secret.-.
Joaquim Maximiano Pestana, 17.-,
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que em enmprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia do 7
de Janeiro corrente, perante a junta desta thesou-
raria se ha de arrematar no dia 23 de abril pro-
ximo vindouro, a obra da ponte denominada Pao
Sangue sobre o rio Serinhaem, orcada em 9:570*,
pagos em apolices da divida provincial a iuro de
7 por cento ao par.
As pessoas quese propozerem a esta arremata-
cao comparesam na sala das sessoes da mesma
tbesouraria no dia indicado acima, pelo raeio dia,
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou pnblicar o presente
delo Diario de Pernambuco.
Secretaria da thesouraria provincial, 20 de ja
oeiro de 1874.
Victoriano Jose M. Palhares,
Official raaior interine.
Claosulas especiaes para a arreraatacio da ponte
denominada Pao Sangue sobre o rio Seri-
nhaem.
I.* A ponte denominada Pao Sangue sera exe-
cutada de conformidade com o orcatnento e plan-
ta approvados pelo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, no valor de 9:370/].
2.' 0 arrematante dara pnncipfo a obra no pra-
to de am mez e a concluira no de 12 mezes.
3.* 0 pagamento sera effectuado em 3 presta
fdes igaaes a propor^ao da tabella exeeutada.
4.' Para todo o mais que nao se achar especifi
cado sera regulado pelo qne dispde o regulamento
de 31 dejulbo de 1866.-0 engenheiro chefe, Jo-
se Tiburcio Pereira de Magalhaes.
Victoriano Jose M. Palbares.
Sociedade Beneflcente dos
Typogrophos em Pernam-
buco.
De ordem do collega presidente, convido aos
membros desta sociedade a comparccerem a ses-
sao que sabbado 58 do corrente, tera lngar na ca-
sa do costume, pelas 7 hrras da noite, para nr-
gentemente tratar-se do que diz respeito ao pro-
gresso da mesma sociedade, que pela precisao de
ser decidido nesta sessao, sera ella feita com qual-
quer numero de socios que se apresenfar.
Sala das sessoes, 26 de marco de 1874.
0 !. secretario,
Belmiro F. F. Cadaval
Liverpool, 6 de marco de 1S9-A
Massa fallida de Tugman & Rradshaw
Os negocios desta firma, que me foram encar-
regados pelo tribunal do commercio estio agora
arranjados, e relirados do dito tribunal.
0 aviso annexo da dissolucao da firma foi de-
vidamente annunciado na gazeta official, e o Sr.
S. C Bradshaw 6 unica pessoa que tem direito de
tratar da massa.
Deos guarde a V. Mc. Starmood W. Banner,
curador fiscal da massa fallida de Tugman &
Bradshaw. ,------
BEREYS BUILDINGS, 'GEORGE STREET
Liverpool, 5 de marco de 1814.
AVISO
Pelo prestnte notifica-sa que a sociedade ate
agora existente entre nos, os abaixo assignados,
Samuel Tugman & S>Ivesire Christovao Bradshaw,
negociantes desta praca, com escriptorio Bereys
Buildings, George Street, gyrando sob a razao so-
cial de Tugman. & Bradshaw, fica dissolvida de
commum accordo desde a data de 4 de dezembro
de 1873. Todas as dividas pertencentes a dita fir-
ma serao pagas e reeebidas pelo dito Sylvestre
Chris tovao Bradshaw, o qual continuara com o
mesmo negocio pela sua propria conta c debaixo
de seu proprio nome.
S. Tugman.
______________ S. C. Bradshaw._______
Santa Casa de Misericordia.
NOVA PRACA
A junta administrativa da Santa Casa, de con-
formidade com o que ordenou a presidencia em
officio datado de 26 do corrente, recebe novas
propostas, em cartas fechadas, para o forneci
mento de carnes ver Jes aos estabelecimentos pios
a sea cargo, no trimestre de abrila junho vindou-
ro na sala das suas sessoes, pelas tres horas da
tarde do dia 31 do corrente.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife,, 27 de marco de 1874.
0 escrivao,
___________Peiro Rodrigues de Souza.
Grande e variado epectaculo
Terca-feira 31 de marco
Em favor do rlarineliHla Eastaquio
Pereira Rebonras.
Logo que os professors da orchestra executa-
rem uma brilhante ouvenura, seguir se-ha a bem
conhecida e applaudida comedia em 2 actos :
0 Dr. Grama
Pela primeira vez neste theatro.
No intervallo do l. ao 2.* acto o beneficiado exe-
co!ara na sua humilde clarineta as grandes e dif-
ficilimas variances de thema original de Mr. E
Cavalnai, !. clarinetista do mundo :
Canto grego (*)
Na execucao desta composijao a clarineta imi-
iara perfeitamente o
ECHO
Depois do 2." acto o beneficiado executara na
clarineta a brilhante area cam variances de Mr.
Klow, com uma linda vails variada, nas quaes a
clarineta faz uma perfeita risada.
Ultima parte.
Comedia em um acto :
0 caixeiro da taberna.
0 beneficiado, tendo de retirar-se em breve, da
unicamente este espectaculo e espcra a proteccao
d illustrado pnblico desta capital.
Em mn dos iutervallos o beneficiado ira agrade-
cer aos dignos con -(dados qne se dignarem hon
ra lo com snas rrcsencas
Principiara as 8 1|2 horas.
(*) A pedido de diversos dilectantes.
Porto por Lisboa.
Sohe impreterfvelmente aestes IS dias o bnpn*
portugaez Florinda : quern no nie.-mo qnixer car-
regai on ir de passagem, Uate com os consigna-
Urios Thonax de Aquino Fonceca & C. imcer*-
sores, rua do Vigario n. 19, on com o capitao.
COMPANHIA PER.NAMBliCANA
DE
liavexacAo costelra a vapor.
MACEI6, MaHal, PENEDO E ARACAJl '.
0 vapor Mar>4u-i.
commandante J a 1. 0.
seguira para os por-
tos acima no dia I
do corrente, as 5 bo-
ras da tarde.
Recebe carga at 0 dia 28 do corrente, encom-
nendas at6 0 dia 30, pasugens e dinheiro a fra*
Ue as 2 horas da tarde do dia da sanida : *-
iriptorio no Porta dc Mattos 0. It.
Rio de Janeiro
Para e indicado porto" segue com pouc 0 -
de demora a barca portugueza Feliz Umimm per
ter a maior parte de sea carregiroento engaiadt1
s para 0 resto qne Iho f.ilta, traia se rom ncea-
eignatarios Joaqnim Jose 1 ncalves Beltrao A P;-
sho, a ma do Commercio n. .">.
Rio Grande do Sul
Para 0 referido pnrtn pretende seguir com pws-
ca demora a barca portugueza Social, per lei a
maior parte de seu canegamento engajad->. e para
0 re:to qae Ibe falta trata se com os consvna-
rios Joarinim Josd Gonoalves Beltrao 4 Filho,
rua do Commercio i n.o


0 patacho portugucz Graciosa, vai sahir com
brevidade per ter a maior parte da carga promp-
;a, e para 0 resto trata-se com os consignatarios
Silva Guimaraes & C, praca Jo Corpo Santo >iu
mer? 6.
PUNK
ROYAL MAIL STEAMER
POTOSI
Commandante Shannon.
espera-se dos porlos do sul ate 0 dia 29 do cr-
rente, e depois da demora do costume, setmira
S. Vicen-
Sociedade Beneflcente llontc-
Pio Santo Aniaro
De ordem do Sr. presidente convido aos Srs.
socios, quer em dia ou nao, para corapareccrem
terca-feira 31 do corrente, is 7 horas da noite,
afim de em assemblea geral, tomar se medidas or-
gentes.
Secretaria, 27 de Marco de 1874.
______________0 secretario, Silva Santos.
Santa Casa da Misericordia do
Recife.
A junta administrativa desta santa casa, em
sessao do dia 31 do corrente, recebe novas propos-
tas em cartas fechadas para forncciraento de 100
colchoes e 100 travesseiros de que preoisa 0 asylo
de mendicidade.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 27 de marco de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
. icente, Lisboa e Liverpool, para nJ>
passsgeiros, encorrmeodas t car?;
Pacific Steam ^avigaticn Compani
ROYAL MAIL STEAMERS.
sul cs va pores abaixo
men-
2' classe 3-1 classe
15 20 10 13
"--f-l;
vECLAMPftg
wW*mm+>;
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
. ... Venda de predios
xJ^aI \iaDti adra'oirativa cesta Santa Casa,
i mente autonsada pela presidencia, na sala
In t,rJ^a> Pf138 3 nora9 ^ lafie do dia 26
vw,S' Vende OTPennot por-apolices da
,n l^"b'ifa, 0S ,eguime8 Pre<"oV pefteacentes
^J,Td,- a6 J nl?2W,0r!i: For,e.^Ma.tos, metadedoso-
najqvde 3 andares n. 17, por S:500f ; becco do
, opwq 3 parte do sobrado n. 1, por 2:666i66
rua da faala, sobrado de dous andares n. 69, por
?: ; rua $*? JorKe' ,easa terrea n- por
1:400/, sobrado de um andar n. 30, por 2.0O0*
dito meia-agua por 800*; rua dos Guararapes'
casa terrea n. 65, por 1:1004 ; rua dos Acoagui-
Irmandade do Senhor Bom
Jesus das Chagas,
Tendo a mesa regedora desta irmandade, em
cumprimento ao artigo 62 do seu compromise, de
ex por aos fieis, em solomne proeissao, a imagem
veneranda de seu padroeiro, no domingo de Ra-
mos 29 do corrente, pelas 3 horas da tarde, faz
publico que percorrera as ruas seguintes: Larga
do Rosario, praca Pedro II, Imperador, Ouvidor,
Duque de Caxias, Livramento, Marcilio Dia, Vioal
de Negreiros ao voltar no chafariz, Coronel Suas-
snna, Carmo, Paulino Camara, Mathias de Albu-
querque, Barao da Victoria, Cabuga ao reco-
lher-se.
Sao instantemente convidades todos os irmaos a
comparecerem em 0 nosto con?istorio, as horas
ndicadas, para acompaaharem a imagem do
Salvador.
Consistorio, 23 de marco de 1874.
0 secretario,
_______________Domingos da Costa Alonteir.oo
SANTA CASA DA Ml.StHlCORLlA DO
RECIFE.
A Hima. junta administrativa da santa casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico qut
aa sala de suas sessoes, no dia 19 de marco pe-
las 3 horas da tarde, tem, de *er arrematadas a
quera mais vantagens offerecer, pelo tempo de am
1 tres annos, as rendas dos predios em seguida
E5TABELECIMENTO' DE CARIDAOE.
Travessa de S. Jose.
Casa terrea n. 11.......201*000
Rua de Santa Rita.
Idem n. 32........250*000
Padre Florian?.
Idem n. 49........ 207*000
Cinco Pontas.
Casa terrea n. 914 262ff500i
ADi.NISTRAi,.0 DOS CORREIOS DE PERNAM-
BUCO. 28 DE MARCO DE 1874.
Malas pelo vapor Bahia da companhia
brasileira.
A correspondencia que tem de ser expedida
hoje (28) pelo vapor acima mencionado, para os
portos do sul, sera rccebida pela maneira se
guinte:
Macos de jornaes, impressos de qualquer natu-
reza e cartas a registrar, at6 2 horas da tarde,
cartas ordinarias ate 3 horas, e estas ate i 4j2,
pagando porte duplo.
As cartas ejornaes que se dirigirem ao Rio da
Prata, pagarao previamento, aquellas a taxa de
300 rs. por 15 grammas ou fraccao de 15 gram-
mas, e estes a de 40 rs. nor 40 grammas oa frac-
cao de 40 grammas, na progressao eslabelecida
nas tabellasC e D-annexas as instruwoes do 1
de dezembro de 1866.
0 administrador
Affonso do Rego Barros
Santo Antonio
EMP8KZA
bao esperados do
cionados :
Marco H-Potosi.
Abril 10lllimani.
Abril 24 Britannia.
Maio 8 John Elder.
Maio 22 Gal/cia.
Tnnclla ring paasagcn*r do- lpi-nnm-
baco.
Para a Europa 1* classe
A Lishua 27
A Liverpool 30
Os mencies de doze annos pagarao meia pas-
sagem, os de oito uma quarla parte, e uma crian-
ja menor de tres annos indo com sua familia
gratis.
Criadaspagarao duas tercas paries das pas-
sagens de primeira < lasse ; e serSo alojadas no
salao das senhoras.
Criadns- pagarao passagem de segunda classe
Os camarotes nao devem ser eonsiderados en-
gajadis. emquanto a passagem nao liver sido
paga.
Os passageiros- que nao segiiirem depuis de
terem tornado suas passagecs, perderao raetade
da importancia dellas.
Bilretes de ida e vulta (nao traosferiveis) se-
lao coneedidos a passageiros de primeira classe e
a seus criados que os a-ompanh.irem, e a pas-
sageiros de spgunda classe, com uma rednccio
de vinte e cinco por cento sobre a importancia
das passagens ; os qnaes valerao pelo espaeo de
doze mezes calendarios. Nenhuma coneessio ser-
feita. se dentro do tempo especiflcado, nao se fi-
zer uso delles.
Bagagem. Sao coneedidos vinte pes cubicos a
caia passageiro adnlto ; todo 0 excessn pagara
frete.
>'. L.Nao saliirao antes das tres horas da
tarde.
AGENTES
Wilson Rnwe A. C.
14RUA DO COMMERCIO-14
para
receLera
frete.
Nao sahira autes de luei 1 dia.
OS AGENTES
Wilson Rone A C.
14RUA ['0 COMMERCIO14
-
,;&
i^L
; .
coiiipaBfeia dc yipirteo n-
Iflczes a vapor.
0 vapor
NEVA
Commandante C. Parker
espera-se dos portos do sul, no dia 31 do correuu ,
0 qual depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos porlos de STTieeMi S
Lisboa.
Para fretes, passagens, o'c. trata-se na agenc a
rua do Commerrio n. 40.
AVISO
Pi Irs vapores desta companhia u'ase 11,!:.
para o Havre e Chi bonrg. |>or via de Si ulhamp;->b.
peles segnintes precos:
I'rimi ira classe 30
Srgunda da*se 20
A companhia encarrega se de iransportar .^s
passageiros pelas vapens do South Western Rai-
lway 4 C, one partem tolas as segundas, qnar-
tas esextasfeiras.de Souttampton para aquelk-
pOrtos.
Sabbado 28 do corrente.
A'SR 1(2 DA NOITE.
E
Domingo
Vs e li9 horaM la noiite.
POSITIVAMENTE
Boas unlnlcaa representacdiea
do maito importante drama original bras'ileiro em
1 prologo e 5 actos, do Sr. L. A. Dourgaio :
PROGRESSO MUmMO DO PORTO
Euipreza portuense de oavega*
can a vapor entre Portugal c
o Brasii.
0 vapor
ALMEIDA GARRET
Cesnuianilante Toiuasiui
Que deve estar aqai procedente de Portugal ate
o dia 3 de abril proximo futuro, depois de indis-
pensavel demora dentro do porto, seguira para a
B^hia e Rio de Janeiro.
Passagens e frctes de carga?, encommendas e
valores, tratam-se com
OS AGENTES
E. II. Rabello C.
8 Rua do Comrr.ercio 48
N. ,B- As pessoas que quizerem ir para
Portugal na volta do va|for, que (fevera" ser
COHPAffllA BAHIAM
UMITADA
Haceio. Peneda, liaraja
e Bahia.
E' esperado dos portos do sul ate o dia 4, d*
abril o vspor Penedo, o qual sahira para os p*v-
i acima no dia seguinte ao da sua chegada.
Recebe-se carga, passageiros e dnheiro a fraa.
Agentes.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
37-Rua do BomJesus-57
Para o Part
recebe carga brigue Twrluguez Relampas$, e
pretende seguir com toda a brevidade por ler
grande pane da mesma eogajada : quem do mes-
mo quizer carregar, trale com stos coaaignata-
rios T, de Aquino Fonceca & C*, sucressorea, a
ma do Vigario n 19.__________
Porto e Lisboa
A gIera portugaeza Firmeza vai segoar com
brevidade para es dous portos acima por ter a
maior parte da carga engajada ; para carga a
passageiros trata-se com os censtgoaurkw Sirra
Guimaraes & C, praca do Corpo Santo n. 6.


m
.......



DM* d ftnttnfauoo Sabbado fttoitap it 1194.






Companhia AlMaiitja Mari-
tina Portuense.
A galera portugueza Sa*dade, seguira em pon
eoadtas ptra o Porto, eom escala por /-lidoa.
Ji tem contratada grznde parte "da carga ; e
para o ratio,' Kaia-ao com os consignatarios t
Menlee da companhia,
;W d* SUva L- vo fc F*tt.
B Ma escriptorio a rua da Companhia P*mam-
bueana.
---------
LEILOES.
LEILAO
DE
am sitio na Torre, com casa de tijolo, onde mora
0 Sr. Andre de Ab.-eu Porto, terreno proprio
Dm terreno devoluto, janto au sitio aciraa.
Um dito n'Agua Fria, com casa de tijolo, defron-
te do sitio do Sr. Plavio Catio.
*
Hoje
pelo agente Martins
armairm dm rmm do la
radar n. 48
ds 11 horas da manha.
earaaXL ajfrflji. qtafaerte ara dormir, I ta-
ke* iWfct, baftcas de jacaranda, com tampo
m pedra.
Sain dc jantar.
Uma iroporlante plastics, com 6 tabi-a*, *
apparaA.re* de mogno, tampo *f p-dra. dito*
PtvfcaL 1 riiM guanla jou.a, I qanrtiqljeira, IN
cadeiras d junco. I Inure cmn hie.* < gw, 2
arandella*, I la||*|iar f.irr-r mIm, .Iiv.ts.* t:a
pa.hos, I e*cala. a|.}i..rellho para JaMar, dito pa-
ra alinoc... I .Jii.. de prata pxfa cha, I as>o aril
ro, l oafrt'im I *aW, t *, i ?a?uc*.
banoVja-, I riro Unoair ifa prata .! ifc-, i r-
logio Ue paiede el machina especial para cafe.
Quarto de rapazes.
Uma mobilia de mogno, com tampo de pedra,
diversas eamas e roarquezSes.
Cozinha.
Um ri fogio inglez (novo) trem.
Mirante.
Uma mesa para jantar e 9 cadeii a-.
Jardim.-
24 figuras de pedra, 6 cadeiras de (erro, 1 car-
ro americaoo com 2 assentos e I dilo velho.
Os agenles Pinbo Borges e preposto do agente
Pestana, bastantes autonsados pelo lllin. Sr. com-
mendador Caodido Alberto Sodre da Molta, que
muda de residencia, levarao a leilao no dia acima
designado, os moveis e mais artigos que sao de
to e se acham em perfeito estado ou quasi no-
LEILAO
DE
moveis, lou^as, vidros, piano, ouro, prata,
brilhantes, chapoos do Chile e raiudezas
diversas
Hoje
No escriptorio da agenda, rua do Marquea de
Olinda n. 37, primeiro aodar.
As 11 horas em ponto
O agente Dias, competentemente antorisado, fa-
ra leilao, de 1 mobilia de jacaranda, com tampos
de pedra, i dita de amarello, nas mesmas condi-
coes, e diversos trastes avulsos, ao correr do mar-
lello.________________________________________
LEILAO
DA
taverna da rua do Rangel
n. 41
O agente Martins fara leilao d'armacSo, generos
e mais pertencas da taverna acima, em um ou
mais, lotes a vontade dos coropradores ; garante-
se a casa ao comprador d'annacao.
Ao meio dia em ponto.
Leilao
DE
duas caixas com morim (avariado)
TERCA-FEIRA 31 DO CORRENTE
as 11 horas
O agente Pinto fara leilao, por antorisacao do
Sr. gerente do consulado de Franca, em present a
de seu chanceller, e por conta e risco de quem
perteneer, de 2 caixas marc a D M M, ns. 116 e
117, contendo morim avarialo d'agua salgada, a
bordo da barca franceza Rio Grande, na sua ulti-
ma viagem a este porto ; as 11 horas do dia aci-
ma dito, em sen escriptorio, a rua do Bom Jesus
n. 43.
moveis e crystaes
TERCA-FEIRA 31 DO CORRENTE
A's 11 horas
No primeiro andar do sobrado da rua do Rangel
u. 52.
0 agente Dias, competentemente antorisado por
;ima familia que mudou de residencia, levara a
leilao, ne dia c hora acima designados, os moveis
e mais artigos que abaixo se mencionam, aos quaes
nao se deixoo limites.
Uma mobilia de jacaranda, composta de 1 sofa,
i cadeiras de braco, 2 consolos. 1 mesa de meio
*, de sala, 13 cadeiras de guarnicao, 3 aparadores, 1
guarda-roupa, 1 sofa, 2 cadeiras de balanco, (jaca-
randa), 1 toilette com suas pertencas, 12 cadeiras
de guarnifio, 1 quartinhcira, 1 rico candieiro pa-
ra kerosene, 2 candelabros de 2 luzes, 2 pares de
jarros, 2 garrafas de crystal para vinno, 19 copos,
12 calioes, 2 compoteiras e ltapete.____________
Grande
LEILAO
DE
iraportantea moveis, lindos, quadros com pinturas,
jarros, figuras, louras. crystaes, vidros, joias de
ouro e brilhantes, joias de prata, apparelho de
prata para cha, dito electro plate, 1 burro e 1
carro americano eom 2 assentos
Ter^a-feira 31 do oorrente
A's 11 horas da manha
Wn PaMagem da Ma^dalena
A SABER:
l.a sala de visrta.
''c\3. rica mobilia de jacaranda, contendo 12 ca-
deicae de guarnic^o, 6 ditas de bracns, 3 sofas, 3
conaoios, com tampos de pedra, 1 coaversadeira e
jarros 6 espelhos ovaes, 1 rico piano com pes de
vidro, -. piano, 8 jarros com flores, de pes dourados, i di-
scs de amarello, 2 pares de calungas brancos, 2
espeLb&s para cima de mesa, 1 par de calungas de
tres,-Idescancos para papel, 3 tapetes, 3 ditos
ara sofa, 1 lustre com (6 bicos a gaz, 6 cortinados
para janeitas, 6 sanefas dourada.', 4 reposteiros e
l rico tapete para sala.
', 2.' sala de visita.
Uma rica mobilia de jaqueira, completa, com
lasnpos de pedra, 1 cadeiras de bracos, de vime,
6 4>ta de goarniqao, de vime, 1 sofa de jacaran-
da, 6 cadeiras de junco, de abrir e fecbar, 1 epe-
Ibo ovai, i par .de calungas, 4 pares de jarros, i
lustre, com 8 bicos, 2 arandcllas de crystal, 6 pa-
res de eoriina^os para janellas, 6 saaefas de jaca
rauda v ar^la-, 1 lapete e diversos capachos.
Joias.
Um anoel de rubina, I vMta de peroias e cruz
de rubins, 1 abotoadara com robins, 3 botSes para
amisas, I aaoel de mosaico e 1 rico aderei;o
lorn 60 brilhantes.
. Quarto toilette
Ikna rica toillette, com tampo de pedra, espelbo
iJcurado (jacaranda), 1 rico porta-cartao, com es-
lielho, arandellas e jarros para flores, I par de
;siungas de pedra, diversos jarros, 1 rico guarda-
v-ajtidos do jacaranda, 6 cadeiras estufadas, de
.;harao,Jricasp(.ltronas de jacaranda, estufadas,
t dilas ditas de cama, I lavatorio de jacaranda
com tampo de pedra e pertencas, 1 lustre a gaz,
arandelia e i tapete de forrar quarto.
l, quarto de dormir.
JJma rica cama de jacaranda, cupola e cortina-
dos, It cadeiras **tiifadas e douradas, 2 ditas di-
tas de bracos, 1 estante de jacaranda com tampos
de pjdra, I console com tampo de pedra, 1 rico
relogio de pedra, I tapete para forrar quarto, 1
- guarda papel, 4 jarros, 4 ricos quadroa historieoa,
i lastre com 3 bicos, 1 rica commoda de mogno,
com tampo de pedra.
2.* quarto.
Um rico guarda-roupa da jacaranda, 1 lavato-
rio de jacaranda, com tampos de pedra e perten-
cas, 1 espelbo grande, 4 poltronas estufadas de
marroquim, 1 divan estufado de marroquim, 2 ca-
deiraa estufadas de marroquim, 1 tapete, 1 Ins-
tre, arandellas, pares de cortinadoi a snas sane-
fas, 2 mesinhas de jacaranda para jogo*. 1 cama de
amarelto.
3. quarto.
Um guarda ronpa de amarello, 1 cadeira de ja-
Garante-se o traspasse da casa com todas as
bemfeitorlas a qualquer pretendente que desejar
uma casa bem asseada fora da cidade e conduc
cao facil por meio de bonds.
CS9
algnns moveis e linoa pertencentes ao interdicto
D. Narciso Vidal
Quarta-I'eira 1 de abril
A's 11 horas.
C Rua do Livramento, sobrado n. .., 1. andar.
Por intervencio do agente Dias, que levara a
leilao no dia e bora acima designados, a requeri-
mento do Dr. enrador do mesmo interdicto, os
moveis alii existentes, a saber :
Uma mesa grande com 4 gavetas, propria paia
advogados, I dita menor, 1 dita com pes torneadoa,
2 cadeiras de balanco (amarello), 1 dita de bra50,
idem, 7 cadeiras de guarnicao, idem, 1 banca,
idem, 12 cadeiras avulsas, I lavatorio de amarel-
lo, 1 relogio pequeno para cima de mesa, 1 cadei-
ra velha. 1 faca com bainha, 1 candelabra de
bronze, alguns vidros (frascos), 6 columnas gran-
des de Flandres, diversas obras de leitura e scien-
etas, e ontros artigos diversos.
avisos DVERSOS
Apolices.
Vendem-se quatro apolices da divida pro-
vincial 5 quem pretender comprar annuncie
sua morada, para ser procurado.________
AVISO
No domingo 22 de mareo pelas 4 horas da tar-
de, sahio da *asa de seu senhor, 0 preto de no-
me Joan, de idade de 26 annos, mais ou menos,
cor fula, estatura regular, secco do corpo, falta
de dons dentes na frente, tern no rosto algumas
marcas de bexiga, ponco salientes, usa de Bigode
e pera, mas com pouco cabello, foi vestido com
uma calca de casemira de quadriobos escura, ja
velha, camisa de madapolao, tern um anel em
um dos dedos com uma pedra branca, alem da
roupa vestida, levou mais um balaio de palha de
esteira, de enfiar no braco, camisas e calcas bran-
cas e uma preta, jaqueta e paletot da mesraa cor,
chapeo de sol de panno verde, um de cabeca, de
palha, tambem preto ; julga-se ter ido para Na-
zareth, de onde elle veio para ser vendido, e 6 0
lugar aonde tem parentes, dito escravo tem 0 offi-
cio de funiltiro : recommenda-se as autoridades
policiaes e capitaes de campo a sua apprehensao
e leva-In ao largo do Corpo Santo n. 2, a Jose
Joaquim de Lima Bairao, que generosamentc re-
compensar*. ______________________^___^^
AVISO.
Nao se prestando 0 pequeno espaco do armazem
n. 10 A, a rna da Madre de Deos, para um abaste-
cido deposito das diversas marcas de fumo, que 0
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto outro estabelecimento sob a mesma
denominacao de
Armazem do fumo
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporc5es desejadas, e oude pode-
rSo os senhores freguezes dirigir-se, certos de
que, como ate aqui, acharao sempre a par da mo-
dicidade dos pre^os, a maior sinceridade possivel.
Entre as different^ marcas de fumo da Bahia e
Rio de Janeiro, que tem sido annunciada?, acaba
de r.hegar uma encommenda especial, e que muito
deve convir aos senhores freguezes. Consciente o
abaxo assignado de que neste genero de negocio
nao esta sem competidores, fara muito por evitar
qne tambem 01 tenha com relacio ao pequeno lu-
cre que procurara obter da dita mercadoria.
Jos6 Domingues do Carmo Attencao
Precisa-se alugar utna oasa terraa, grande,
que tenha, alem de sufficientes commodos
para familia, tambem tenha quintal ou pe-
queno sitio murado com cacimba, que seja
no bairro da Boa-vista, e perto da linha dos
bonds. Tambem serve uma casa terrea,
grande ou um pequeno sitio nas mesmas
condi^des acima; porem que seja nas imme-
diacies da estrada de Olinda a'.e a Encru-
zilbada.
Quem pois tiver e quizer. alugar, deixe
carta fechada com a inicial W. no escrpi-
torio desta typographia._______
Aviso.
Zulmtra Rodrigues da Silva retira-se no vapor
Bahia para o Rio de Janeiro, aondi vai fixar sua
residencia e despede-se de todas as pessoas de
sua amisade, offerecendo os seus prestimos na-
quella cidade para o que esla as ordens. ____
PUNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRUM H. S2
(Passaudo o chafariz)
PKllEM \'^i oboiM aj aiaisaiu o favor de oma visita a sen eatabeleciiueuiu, para \oretn o uuvo aortimeuU
offlpkH i qo abi tem; seado to4o aoperior n qoalidade e fortidlo; o qo eom a in*
c?Io pass >al pa.!e-86 verificar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO K LUGAR DE SUA FUNDICAO
t7MAM a . /aporea e roaas a'agaa maaho, convenieoiM paw ww
^rcamatauciaa doa aenhorea proprietarioa e para deacarocar algodio.
Hoendas de canna St 'UBUnh0-' "**""" ^ ,qoi
ftodas dentadas ?'"*.
Caixas le ferro fundido, batido e de oobre.
lUmbiques e fundos de alambiques.
vfonrtiniomna para mmdioca e ilgodJo,! Podendo; todoi
u.aUAUIJLLBlIIU9 para (arrar madein. Tser movidos a mio
3omhaa I** ***' vapor
fuxxiuao d# paienla, garantidaa........ foa iaimui.
Todas as machinas **** *****.
Faz qualquer concerto ""-. w Qi "->
g'ormas de ferro ^* ******* no **.
$?normmonrlQO Iocambe d maodar vir qoalqoaf machioiamo I von-
GsnC/OmmenaaS. ude ^ (jSMUt labrando-lbea a vantagem qii eompraa por intermedio de peaaoa eotendida, e que em qualquer oeceaaidade pod
i*t prestar aoxilio.
irados americanoe ^^-^ ***-
RUA DO BRUM N. 52
PASSANPO O CHAFAR1Z
FUNDICAO DE FERRO
\ roa do BarUo do Triampho (rna doBrnm) as. 100a 104
CARDOSO & IRMA0
AVISAM aos senhores de engenhos e outros agricultores e ao publico em geral que
continuam a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e maehina s ne-
cessarias aos estabelecimentos agricolas, as mais moderoas e melhor obra qce tem vindo
ao mercado.
VaporeS [de for$a de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os ntelhores que tem vindo ao merado
UaltleiraS do sobresalente para vapores.
ilOendaS llltGiraS e meias moendas, obra como nunca aqai teio.
LaiXaS jfUnaiaaS e batidas, dos raelhores fabricantes.
t\0(ias Q aglia COm cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
tvOQaS QGDtaaaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos VKn Tap0res.
bomoas de ferro, derepucho.
AJ&uOS de diversas qualidades.
FormaS para aSSUCar,grandes e peqoenas.
VarandaS de ferro fundido, francoias de diversos e bonitos gostes.
rOgOeS irancezeS para lenhae carvao, obra superior.
DitOS ditOS para g8z.
Jarros de ferro fundido para jardim.
reS ue ierro p8ra mesa e banco.
MaCUina paragelarfgua.
V alVUiaS para bomba e banheiro.
Correias inglezas para machinismo.
>anCOS e SOIaS com tiras de madeira, para jardim.
Concertos concertara com promptidSo qualquer obra on machine, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS raan^am yiT Pr encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondent com uma respeitavel casa de Londres
com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
ODILON DUARTE & IRMAO
CABELLEIREIROS
^%
Premiados na exposi^ao de 1872
RUA
DA
1MPERATRIZ
N. 82
IS ANDAR.
RUA
DA
1MPERATR1Z
N. 821
!. ANDAR.
Aluga-se barato.
Aluga-je o segunJo andar do sobrado da rua
da Guia n. 62, limpo, bem tratado e grande : na
rua da Setuala Nova p. 1._____________________
Advogado.
Dr. A. H. de Sonza Baodeira Pilho.
______ 37-Dnquede CaHas-37
Curso de philosophia.
Pelo Dr. A. H. de Souza Bandeira Filho.
19-Bua daUni5o-19
Acabam de reformar o seu estabelecimento, collocando-o nas melhores con-
icQoes possiveis de bem servir ao publico'desta illustre capital, e a's Exmas. Sras. n'a-
quillo que fdr tendente i arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homenscomo para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trangas, cachepeign, teckios, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
O estabelecimento m ha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recefee directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 */0 menos que outro qualquer, garantindo
perfei55o no trabalho, agrado, 6inceridade e preijo razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porcAo e a retaiho e todos os utensilios pertencentes 6 arte de cabelleireiro.
Chacon
100#000 de gratifica^ao.
Anaentou-se da casa de sen senhor, no dia 26 de
marco, o eseravo Izidoru, de 38 anno?, poaco
mais ou meBoa, alto, cheio do corpo, barriga da*
peraas baatante grossas, pes muito cbatos e gran-
des, iendo o dedo grande do pe direito torto para
dentro e aepando doa ontros, e muito failador,
e dado a va entao, e mal encarado e co-tuma
andar armado, Tisa bigode e pera, mas, pode te-
los rapado ; levou caf^a de brim pardo trancado
e camisa de algodio crii, chapeo branco mglez,
foi com am camarada a quem chama mano ; pe-
de te as autoridades polioiaes e capitaes de campo
o favor de o pegar e leva-lo a rna do Bom Jc us
n. 49, armazem, on a Ponte de Uchda, casa dos
herdeiros Gibson, qne Ibe sera entregne a quan
tia acima.
20S000.
Preeiase de uma ama para cozinhar para uma
farnilia in dnas pessoas : na rua do Ouro n. 78.
Nos abaixo assignados declaramos qne flea '
de nenbum elTeito, par se ter evtraviado, uma letra
aceita per Jose Angelo de Almeida, da quantia de
1.060^950, vencidaera 12 de feveieiro do corren-
te anno Recife, 27 de marco de 187 V.
__________________Jo*>PauloBote"10&i:- fructeiras, banho. etc; a tratar com Alfredo Garcia
Aluga-se urn moleque de 16 a 18 annos : a & Irmao, rna da Cadeia n. 48.
tratar na rua da Madre de Deos n. 5,1* andar.
Aluga-se um sitio no Chacon, perto da esta
Cie do caminho de ferro, boa casa murada,
Eagommadeira.
Vende-se ou aluga-se
Uma grande casa cenfronte a igreja do Poco,
com muitos commodos e diversas fructeiras ; a
flo eollegio de Santa Genoveva, a rua da Hospi-vtratar na rua Daque de Caxias n. 3o, escriptorio,
cio n. S3, preaisa-se de nma boa engommadeira. ou em Olinda, com o proprietary.
Maooel de Souza Cordeiro Simbes Junior faz ~ ^8,a Justa e coctratada a compra do hotel
sciente a seus freguezes que mudon seuestabele- da rua do Bispo Sardiaha, antiga En:aii:::nento
cimento da rua de Mariz h B.irros n. li, para a *. d Autonio da Cruz Pires. Pede se portanto
rua de Barreto Menezes n. ff. _______ aos credores do mesmo Sr., que ainda nao apre-
I seotarara sna9 conta*, queirara apresentar no
mesmo liowl por ettes ires dias, para liquidicio.
Atlencai).
. A prop: ietaria do hotel das OHveiras, eito a
rna do Caju, c.-quina da rua de Santo Amarc n.
Precisa se alugpr um moleque de 11 a 14 annos, 40, tendo de retirar-se para fora da provinela, re-
para todo o servico de uma casa de familia .' a solvea vender o mesmo aitattelecimento : quem
tratar na praca da Independence ns. 7 e 9_______(pretender, dirija st. ao mesmo para traur._______
Precisa-se fallar aos Srs. Francis-o Gomes d- Di se a quaafia de 10 OOOJ a premio sobre
Araujo ou Antonio Tavares Gomes de Araujo, ne hypotheca em um sitio, sob as coudiedes qne se
rua do Marquez de Olinda (ontr'ora Cadeia do Bea dii a a qaem pretender ; annunciando por este jor-
cife) n. 19, armazem de Vaz 4 Leal. nal para ser procurado.
24-Ru do Marquez de Olind: -Vi
Esqulna do becco Lar- >
Participa a seas frpgaezes e amigos ci nmdou
o seu estabelecimento du relojoe'ro pai- a mesma
rna n. 24, onde encontrarao um gram!' sortimento
de relogios de parede, americano?, r Lima de me-
sa, dos melhores gostos e qaalidad s, relogios de
algibeira, de todas as qnalida es, patente suisso,
de onro e prata donrada, foleado (plaquet), relo-
![ios de onro, inglez, descr.Urto, dos melhores
abricantes, cadeia de ouro, pUquet e prata. lunet;.s
de tod-'s as qualidades, tndopor precos muito ba-
ratos.____________; ______
ESCRAVO FOilDO.
Desappareceu ao amanheeer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, o
escravo de nome Jose Borges, mestre de assucar,
tendo os signaes seguintes : cabra, idade 30 an-
nos, ponco mais ou menos, boa figura, am tanto
grosso e espadaudo, sendo o signal mais visivel
nma gomma na junta do pe esqnerdo : roga se a
todas as autoridades e capitaes de campo queiram
apprehender dito escravo e leva-lo ao referido en-
genho, ou nesta praca a Oliveira Pilhoj dt C, lar-
go do Corpo Santo n. 19, qne serao generosamen-
te recompensados.
Muito barato
Aluga-se a loja do sobrado da rua Direita n.
120. serve para nogocio e moradia, mediante um
modico repartimento, tem agua, gaz, e apparelho
de l-mpeza, o aluguel e favoravel : trata se na rua
do Imperador n. 81, on a rna da Palcua n. 25.
Cozinheiro ou cozinheira.
Precisa-se de am e de mais ama criada para
todo o servi;o domestico de pouca familia : a tra-
ar na roa do Passeio n. 60, ioja.
ALUGA-SE
ama casa na Capunga, rua das Pernambucanas,
com coxeira e quartos fora : a tratar na ma do
Vigario Tenorio n. 31. ______
Aluga-se a casa da rua das Flores u. 35,
propria para estabelecimento : a tratar na rua da
Uniao n. 55. Na mesma casa precisa-^e alugar
uma preta que saiba vender doce e boles, que
seja del e diligente.
OGB1
Um s'ti.i na lraw*a da Cm das Alma. \nr
das e>t.icVf d" Tj:i r.r:ii ira J..qawra. r--
vt-ilflil'- fj-a iif v:-i-::.-ta, m>.a, aill.Ho I
;? -.'.v, f, .;t:art, Mra
:. iSr-p". i -:! de n^ ::.njr. quMli
/mil- .! ; ,: .. i- ::.,: : T.i. i- tt:!r.lia..
pi. ii-.- i .ii. -, .i..;. li! ii;.^ i-. r- a-t.- -!e '.'." -
I..Mi..r... pjiiiii:.. nc. lc : a traiar no >'
do riiiHim-ii-lad i Team.
Garaiihuns.
Na rua do Barao da Victoria n. 38, preeisa-M
allar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peitctc a
ose Paes da Silva, i negocir, de particnlar ta-
ALUGA-SE
o 2* andar do sobrado n 52 da rna JfarfMt -->
Olinda : a tratarjarmazou em do mesmo predio.
Offcrece-se um Ixmem c:.sado, de bom fm
portament'i para fcitor ou copeiro de alpoma estrangeirae se hr lora da provincia sera meflMr :
quem pret'nder dirija se ao becco do Pomhal n.
32, ras da nunha.
SAQUES
Carvalho d .Nogu-ira, na rua do Ap
t. 20, accam sobre o Banco Commpr"!i'
ie Vianna e suas agendas em todas
dades e villas de Portugal, i vista e a ptH
por todos os paquetus. _______^^^^^
CASA
Aluga se o segundo andar da casa n. 36 da ro
Direita, com muito c< ium"d pi'a familia ; a eta
ve e.-ti defruiite no n i9. _______________
Precisa-se de um rellnaJor de assucar : r. \
Olinda, no Varadoiiro. rua de >. Sebastiion. 18.
DE
Cordeiro SiinOes k C.
Acabam do receber pelo vapor Mendoza :
Riquissimos cortes de gcrgurao de seda lis03 e
com listras achamalotadas.
Ditos de linho para vestidos, contendo cada cor-
te, o necessario para seu enfeite, como seja :
franjas, trancas, totSes, fivellas, etc.
Riquissimos chapCos para senhora, ultima moda,
a rna Primeiro de Marco n. 7 A.
Casa para alugar.
Na roa 24 de Maio, outr'ora travessa da rua
da Palma n. 20 ; aluguel 201000 mensaes : a tra-
tar na rua do Hospicio n. 32.________________
Ha para lugar, na rua larga do Rcsari",
antiga dos Quartets n. 16, 1. andar, duas
escravas que fazem o servigo commum de
uma casa de familia.
O abaixo assignado declara ao respeitavel
Sublico que uSo se respon-abilisa por qualquer
ivida, que, seja quem for, possa contrahir en
seu nome ; sem a competente ordem escripta por
sen proprio punho.
Recife, 26 de marco de 1874.
Jose" Fortunato dos Santos Porto.
AttenQao.
Perdeu-se no dia 25 do corrente, na villa de
Palmares, antigo povoado dos Monies, um embru-
Iho contendo as seguintes letras, que eram condu
zidas pelo abaixo assignado : duas, aceitas por
Francisco de Souza Leao, sendo uma de 1:000i e
outra de 76*440, vencidas a 15 de fevereiro do
corrente anno ; duas ditas aceitas pjr Antonio
Felipge de Souza, sendo uma de 2:000 e outra de
214800 ; duas ditas aceitas por Manoel Antonio
de Souza Villaca. sendo uma de 4i8i"."0, vencida
a 30 de setembro de 1872, e outra de 372*500,
vencida em 28 de abril do anno passado; uma
dita aceita por Francisco Pacheco de Medeiros, de
298*015, vencida em 7 de maio do anno passado ;
uma dita aceita por Joaquim de Barros e Silva, de
658*540, vencida em 6 de marco do anno passa-
do ; duas ditas aceitas por Joao Pinheiro Maciel,
sendo uma de 882* ICO, vencida a 4 de marco, e
toulra de 153*586, vencida a 20 de abril do anno
passado ; uma dita aceita por Manoel Gomes Fer-
raz, de 443*960, vencida a 10 de marco de 1871 :
tres ditas aceitas por Antonio de Hollanda e Silva,
sendo nma de 129*760, ontra de 81*980, vencidas
em 22 de marco de 1871, e outra de 291*320, ven-
cida em 3 de agosio do mesmo anno ; uma dita
aceita por Valdevino de Hollanda e Silva Cavalcan-
te, de 189*020, vencida em 30 de fevereiro de
1871 ; as quaes -e acham todas sacadas per Ha-
galhaes Mendes 4 C. : 2 ditas de 50* cada uma,
aceitas por Jose Paalmo da Silva Fiiho, sem as-
signatura do sacador ; nma dita de 200*, aceita
por Manoel Joaquim Pereira Nello, sacada por Ma-
noel Gomes Ferraz, com o pertence dos mesmos
Magalhaes Mendes & C.; duas ordens endossadas
por Manoel Antonio de Souza Villaca a mesma
flrma, sendo uma de 1701 e outra de 110*, acei-
tas a pnmeira por Francisco de Paula e Silva e a
segunda por Vicente Fcrreira Martins ; e tres bi-
Ibetes de algodao, sendo um tirado em nome de
Manoel Lopes Machado Ramos, de 26 aaccas, e
douc em nrme do abaixo assignado, sendo estes
um de 10 e outro de 12 saccas.
Roga se a qaem quer que tenha encontrado dito
embrutbo, o favor de entregar na villa de Palma-
res ao Sr. Jose Bapnsta Marques Dias; on neita
praca ao mesmo ;baixo assignado, ou a Justo Jose
Gomes Teixeira, na rua da Penba n. 8, qne sera
gratiticado ; assim como previne-se aos aceitanles
e responsaveis pelas mesmas letras e ordens nao
as paguem senao ao mesmo abaixo astignado, que
protesta fazer valer o sen direito contra quem
quer que pretenda fazer qualquer iransaccao qcsj
as referidas letras e ordens
Recife, 27 de marco de 1874.
Joaquim Pinto de Magalhic.
Tlo a oi.teci'lo um di.sarranjo na ma-
china de gelo, os f. briccntts vem por m-: )
deste pedir desculpa aos s<'us freguizcs pei.*
falta que Ira havido M4e^ dias ; c pera.Ti
porem, cm qualquer deslcs tlias f- rnccer a to-
dos as quMitida !e- do tostume ; apn-v I Hi
taiibctn a occasiao para pro\ctiir aos seus
froguez-s que taem era viagem uma ma
china nova, dc maior forra e do syterr.a
mais moderno, que fabricfira* -m mai--r cs
cala e com toda presteza as qtianli lades fM
forem exigi'l s.
Santo Amaro, 17 do marco de 187i.
Polos testamenteiros de <". Slarr *
II illiam W. Wtb&r.
N. 55,400
Pede se ao Sr Joaquim Pins Ferrn
o favor de appareccr na tua Primeiro j*
Margo n. 7 A, I.8 andar, a negocio do sru
particular interesse. ____________^^^^
Para engommsdos e arrnma(Se* de casa I
pequena familia ; da-se esta nnamia a urn* "
da que seja de boa cendncta < p-r.Vits
dtira : a tratar na rua de S. mseiaso ft. 7i.
ITii
genho
Vendc-se o engenln ?. Pedro, sitoado na \:
viccia de *lagon, coawrri &<_ Porto Cairn
menos de uma Isgoa distante do porto dc mar .
Gan flla, uin oxceilentcs terras, matas. o safre.a
regularmeete 2,'00 paes : a tratar na rua da V.-
gario n. 31.________________________________
ENGENHO.
Arrenda se cu vende-se os engenhos Machado
uo Estrella, junt) a cidade do lib Furmoso, e i
Montevideo, junto a villa de Ipojuca ; os preten-
dentes acharJo com quem tratar no escriptori
companhia dos trilhos urbano: do Olinda, ou m
rua Daque de Caxias n. 30.
CHAMADO.
Os Srs Jovino Fernandf-s da Cruz e Joaquim I
mente de Li-mos Dual te, sao chamados a rna do
Coronel Suassuna n. 28.', a negocio de particuia
interesse.
Pirecisa so alugar uma preta de meia
Am i de leite.
Aluga-se una ;ma de leite, quo o tem e\:ei
If me e novo (um mez) a mesma e cscrava e nan
tem Clho : quem a pretender, pode ver e tratar a
rua do Viscoude de Albuquerque n. 21, antiga Matriz da lioa-Vis'a
stm
Aluga-se um sitio na Passagem da Magdalena
a tratar na rua P. imeiro de Marco n. 2._________
Precisa se alugar um preto uu preta, qr
tenha mai' de 40 annos de idade, para o sa-rvi.
domestico de uma familia : na rua do Crespo n.
6, 1 andar.________________________________
A pessoa que annunciou qu rer Ten-
der quatro apo'.ices da divida provincial,
dirija-se d rui de Santo Amari n. 1.
Relogio furtado.
Fartaram hontem 26 do corrente um relogio de
ouro patente inglez, cobeito, de n. 19,284, do fa-
bricante Henry W. Harrion ; por isto previne-e
aos Srs. relojoeiros, on a qualquer pessoa a qnen
for ofTerecido, a apprehensao do mesmo, e leva-!)
a rua Duque de Caxias n. 59.
Sitio para alugar
Na estrada dos Remedios aluga-se o sitio n. 21,
com casa de vivenda, boas arvores de frncto, ca-
cimba, murado na frente, com pi-rtao de ferro e
jardim : a tratar no largo dos Renedios com Fran-
cisco ios6 de Paiva, taverna.
Precisa se de um trabalbador: na padam
da SoJedalen. 4. ________'____________________
A.'upa-st? 0 sobrado de um andar, a rna de
Hortas n. 7o; a /"' na ra*- ** Gnco ^om**
numero 31. _________________.
0 padre Antonio dos Santos e Oliveira, para
evitar questoes, faz scieote ao respeitavel publico
e com especialidade aos habitantes da cidade de
Goyanna e seus snbarbios, que a casa n. 46, sita
a rua da Imperatiiz, outr'ora do Amparo, daquel-
la mesma cidade, neila se acha inrravado o seu
patrimonio ; e par;< que ningaetn se chame a
enga.no, por i9so faz o presente annuneio.
Aluga-se o terceiro audar e sotao do sobra-
do de aznlejo a rua da Imperatriz n. 14, com ex-
cei'entes commodos para grande familia, alem de
ootras vanugens, como sejam : agua encanada,
gaz, muito fresca e magntflca visu : quem pre-
t-nde-la, oirija-se a rna do Vigario n. 1, primeiro
andar, escriptorio.
wno hvre, com 4 annos de ^.fSTJ,-,
srguintes: cor preta, camisa b. "% S
e cabello cortado : pede-se as au 7eft5r.
oiaes on outra qualquer pessoa que v
que o leve a Camb6a do carmo n. 3, UTt
Q$aXOK9QfCl^P
4 Coosollorio medico-cinrgica
X DE
A. B. da Silva Maia.
Hua do Visconde de Albuquerque n.
11, outr'ora rna da matriz da Boa-Vista
n. 11.
y Chamalos : a qualqner hora,
O Consultas: Aos pi kfes gratia, daa 2 is
Q 4 horas da tarde.
-



'}
2tMo&&mMr&<*&-<*>&^ ttfC
(W hi
Rua aft dJflfcfreo n. 23
Ads 20:000$t)00.
O abaixo assignado tem sempre exposto a ven
la btlhetes da luteria do Bio, cuja extraccao an
aunciara pelos jomaes.
Precos.
Inteiro 2i|000
Meio 12*000
Quarto 6*000
anoel Martins Fiuza.
- Ainda continaa fagido o preto Ignaein, d-
a!mra regular, secco do eorpo, eabeca epespo-
quenos, falla de denies aa frente, devo ter en n6s
dos dedos das maos calejados, do servico do padae
ria, regula 40 annos de idade, fngb era 4 de Ja-
neiro proximo passado, consta que anda no Barro,
ou entao seguio para o sertao : pede-se as auto-
ndades ou pessoas ouo o deseubram, a sua cap-
tura, e leva-lo rua flo Lima n. 78, padaria, em
K^iJ2iraaro da3 Salinas> Que se gratificara com
50*000.
Alaga-se o quarto andar do predio n. 53 da
rua do Bom Jesus, antigamente rua da Cruz : a
tratar na mesma rua n. 55.
Aluga-se
unia grande casa para famllia, na Capunga, rua
da Ventura n. 22, tendo quarto? fora, banheiro,
cocheira, gallinheiro, etc., etc.: a tratar na mesma
casa;
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recife a Olinda.
e
ULIPAS
OlinJa e
dca com
A companhia dos tri-
lhos urbanos do Recifea"
Beb ribe, compra sulipas dc o!ti-
9 p linos de comprido, 9 polle-
4 dc espessura ou gros-
gadas de largura e
sara.
0 gerente,
Laurentlino Jose de Miranda.
Emilia Laura de Luna
Almeida
\> Antonio Rufino de Andrad
na. Emilia Candida de Mello
e Manoel R>zeiido Torijuato <
meida convidam aos seus pa
Antonio Rufino de Andrade Lu-
Luna
de Al-
parentes
e am-.gos a assisttrem as missas que
por alma de sua prezadissima Plha
e esposa Emilia Laura de Luna Al-
meida, mandam celehrar na igreja da Madre de
Ucos, as 8 li ras do dia 31 de marco corrente. an-
niversario d) s>u falL-eimento ; e desde ja agra-
decem aos qua se dignarem de eom;>arecer a esse
acto de rellpiao. ____
- -.
Francisco Augu^to de Almeila
lendo recebido a noticia de haver
fallecido no dia 2 do corrente osju
cunbado Luiz Autonio da Veiga.na
cidade do Hi > de Janeiro, couvida
tog 8PU6 amigos para assisliritn as
missas quo manda celehrar p.-r al
' ) dito fioad.i, no dia 8 de abril vindi.uro, as
da man hi, no cenvento de S. Francisco
. ci lade, pi lo que desde ja se confessa agra-
| ido.
saaas
!
.-i::~xmlM
1 >
Jrse Lopes Alheiro con-
vida a feus parent s e ami-
gos para assiStirem a algu-
raas mi-?: s q".e manJ-a re-
tar no convento de S Fran-
cisco, sabbado 28 do cor-
rente iis 7 hora3 da manha,
eterno re, onso do sea semp.'c chorado pai
Aril nio Lopes Alheiro, fallecido em Portugal, e
ja anti'cina ceu elerno reeonlvcimentn
Otarjor Fronrisro t'eenrio lo
Mello
1 ': AfbasodoRego barros convida aos seus
i irenles c amig is e de seu fallecido sogro majrr
Francico Cesaru de Mello, para ouvirem as mis-
>:.: que p r alma do mesmo tern de mandar rezar
igreja do Carmo. as 7 boras da manha do dia
30 (J.) C tT
e.-.~*- imi ii !! in iBHBBHHHBI
Na rua do Barao da Victori i n. 36, prccisa-se
fallar ao Sr, vigario Andre Corciuo dc Araujo Po-
reira, a neg icio deseu interes3e.
Eseravo fagido.
50#000degratificacao.
Esta fngi lo desde o dia 20 de dezembro do an-
no p; .: i, a oscravo Joaqoiil, com 03 signaes
segtiin:es : c.5r fuia, baixo e g-osso, e tern um
liefeito id oltju que pa ece uma belide, leni mais
i:jipe;'i n, feito do beico, parece ser um la-
bo e tuca p ica b.rba: rogase as autoridade3
poli i e a capitaes de campo que o apprehen-
dari a leve-o a casa dc sou sonhor a rua de Sanla
Ri i Vein i n 8"j, junto a rofinafao, que reecberio
a gratiiicaca > acima.
Na rua A uamo recisa-se
fallar ao-.fr. 2. tenjjWe )& Maria P&Gftu.a ne-
gacia de sen interesae. Ktf>
Precisa se de Hma am*' pira-cminhar e que
compre : na tra*-usa do Corpo Santo n. J3.
Precisa-se de duas amas para
uma casa de pouca familia, sendo
LWJ oma para corinhar e outra para
engommar, preferindo se escrava ; paga-se bera
agradar : a tratar na travessa do Vigario Ttenoe
rio n. i, escriptorio, das^ a< 4 da tarde.
Preeisa so de uma ama para cozi-
nhar, comprar e engommar; para
casa de pouca familia: na rua do
Vigario n. 33, 2" andar.
AMA
Ama de leite
Precisa-se de ama ama de leite de tor preta,
que tenha bom e abundante leite : a trafcr fa rua
da Ale^ria n. 40.
Ama Prec'sa-se de uma ama para cozinhar
w comprar para c?sa de homem soltei-
ro : na ma de Pedro ffonso n, 29, antiaa rua
da Praia, ^^
AHIA
2 andar.
Para cozinhar e comprar,
precisa-se de uma ama : na
rua Duque de Caxiaa n. 6,
Attenejio
0 Dr. Amaro Joaqoim Fonseea de Albuquerque
declara a seus devedores que se acham em mora,
que Hies concede o improrugavel prazo de 30 diae,
conlados desta data, para virera saldar os mesmos
debitos, sob pena de, sem excepgao alguma, undo
o indicado prazo, ser promovido o recebimento iu.
dicialmente. Recife, C de marco de 1874.
no Arraial.
Aluga se um sitio no Arraial, proximo a esta-
cao da Casa Amarella (um minuto) com exellen-
tes casa de moradia, tendo os seguintes commo-
des : 5 quartos, 2 salaa, cozinlia externa, terta-
co, casa de banbo e diversas fructeiras. Aluga se
tambem uma outra easa no mesmo Ingar, com 3
quartos. 2 Salas, cozinha externa, agua de beber
e um bom quintal por commodo preco : a tratar
na rua Primeiro de Marco n. 16, 1. andar.
MOFINA
Esta encouragado I !
Agna mole em pedra dura
Tanto dsi ate que a fura.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mall
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira cbamada deste jornal, em
fln? de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passoa a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
a por este motivo 6 de novo chamado para dito
9m, poi3 S. S. se deve lembrar que ests negocio
ie mais de oito annos, e quando o Sr. seu flttao se
ichava nesta cidade.
Empreza do gaz
A empreza do gaz tem s bonra de annunciar ao
pubjico quo recebeu ultimamentc um esplendido
sortimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
delas e globos, cujas amostras estao no escriptorio
a rua do Impcradur n. 31, e serao vendidos aos
seus frpgu-es pelu prego mais razoavel possivel.
Foglo o eseravo Juvenal.
Fei trajando cal$a de brim listrado, camisa,
chita de riscado e chape*o de palha de Italia. E'
decor parda, idade ii annos, tern falta de um
denie na frente e e bastante paroleiro. Roga-se a
apprehensSo do mesmo. e conduzi-l) a rua da
Crnz n. 3, ou Conde da Boa-Yista n. ol. para ser
gratidcado.
Na rua do Imperador
a. 28
precisa-se fallar aos seguintes senhores :
Domingos Martins de Barros Monteiro.
Einigdio Marques de Santiago (Dr.)
Joao Vaz de Oliveira.
Josti Franciico Lopes Lima (N'azareth).
Manoel I'ereira Brandao.
Manoel dos Passos Miranda.
Theotoaio de Barros e Silva.
Francisco de Paula Borges.
Francisco Antmio Puntua
Francisco Evaristo Escorel.
Constando aos abaixo assignaJos acliar so este
senbor nesta pra^a. rogam-lhe o favor de chegar
ao seu cscri ptorio para tratar de negocios de mu
tuo interessc.
Tasso Irmao & 2.
Aluga-se
o 3 andar da casa n 32, a rua estreita do Rosa-
rio, fresco e com commodos : na thesouraria das
loterias.
Armazem.
Alugi se o armazorn da casa n. 17 da rua da
Moeda, no Fate d< Maltos: a tratar na rua da
Cadeia n 3.
?116I0.
Fugio no dia I." de marco, da casa de seu se
nhor, a roulata de noine Lydia, com os signaes
- gamtes : baixa, gorda, cabellos crespos, peitos
grades e cara larga : quern a appreucnder tra-
" i a mi de Santa Rita n. 5, entrad? pela rua
HOTJ.___________________________________________
Quern preeisor de u:n menmo com alguma
: a de taverna apparega a rua do Rangcl
n 73.
Jean Jacinths da Silva, desde dezembro pro-
i passado, deixou de ser caixeiro de Jufe For-
: l i dos Santos Porto.
Devedores.
0*proprietaries da Confailana do Camp's, a
rua do Iuii-irador n. 24, pedem aos seus devedores
tem si to reaiissos, o favor de virem pa gar s" us
liito3 ale o dia 8 de abril proximo rmoonro e
avisam a^= mesmos que se ate" aquella data nao e3-
tiverem saldos, verao .seus nomes nesle jornal,
.-e:n distincfaode pessoa alguma.
Eseravo fu^ido
o
Aus,nlou-se nj dia 20 de fevereiro proximo
passado, da casa de seu senhor, abaixo assignado,
o eseravo Estevao, com os signaos seguintes : cor
preta, idade de 23 annos, alto, espadatido, e cor-
polento, tendo o pescoco curt) e grosso, e a ca-
beca um tanto chata. Dito eseravo 6 natural da
provincia da Parahyba do Norte. foi vendido em
1868 na villa do ln'ga, pelo Sr. Pedro Antonio da
Costa ao Sr. alferes Manoel da Assumpcao e San-
tiago, que no mesmo anno o trouxe para esta pra-
ca do Recife, vendendoo entao ao abaixo assig-
nado. Presume-se qu* dito eseravo teuha segui-
do para sua proTiacia natal. Roga-se, pois, as
autoridades policiaes e capitaes de campo a ap-
prehensSo de dito eseravo, gratiiieando o abaixo
assignado a quern o agarrar e apresenta-!o na rua
da Brum n. 96
Recife, 11 de marco de 1874.
Francisco Ribeiro Pinio Guimaraes.
,11. Ei
Nanoite de 13 para 14 de mar^o do corrente
anno fugio o mulato Vicente, eseravo, de 20 annos
de idade, bonita Cgura, barba, e estatura regular;
levandj vestida o em um saqco n-upa de algodao
branco e alguma mais nna, perlenceale a um cai-
xeiro da casa d'ende fugio ; 0 natural da freguezia
de Sant'Anna do Mattos, diz ser livre, casado, e
ter sido criado era companhia da madrinha D.
Anna Luiza da Luz, de quern alias foi eseravo :
roga-se, porlanto, aos Srs. capitaes de campo e au-
toridades policiaes a apprebonsiio do dito eseravo,
e entrega-lo na cjdade do Recife, rua do Crespo n.
10,aoSr. Joaquira Moreira Be>s, ou na cidade do
Assu, ao Sr. Torquato Augnsto de Oliveira
tista, que serao generosamente gratificados.
Bap-
Precisa-se de uma ama para o serviro inter-
do de casa de homem solteiro : na ru. Imperial
n. 91, taverna
Eseravo fugido
Desappareceu na noite do dia 19 de fevereiro
A> corrente anno, o eseravo de nome Job, tendo
- signaes segui'es : e da Costa, falla atrapalha-
'! >, Wade de ci' ,eota e tanto annos, pouco mais
iu meno?, tem cabellos brancos e tambem os tem
na barba. tem um olhar defeituoso e uma perna
com defeito, tem um so dente grande que ve-se
inelnor quandu .elle falla, traz n'um braco uma
p Jceira de a"$o. e de boa altura e corpo regular,
anda mal trajado com um paletot de alpaca ja ve-
il: i ; vender agua e o trabalho que usa. Consta
que elle vivo em casa de ama negra da Costa, nao
funaa, ten um andar de/eituaso por causa da
i-erna lorta. Rogase a todas as auturidades e
capHSes. do cam;jo qneiram ap^rehenier o dito
enclave e leyado.ua passagera da MagJalena, tra-
veiM de Paysaodu, confronie a estrada do hos-
Pi'^jporlaguez, que serao generosamente gratifi-
A pessoa qire aanaaaiou querer dar 10:000j
hypotheca em um sitio, queiradeixar em car-
ta fechada onde d>
Cl48i V. S.
ve ser procurado, com as ini-
ChegaraiD lioulem
Os chapios de palha d'ltalia para *c(iAo-
ras e meninas, 6. cliapolaria imperial, 'rua
1.' de M*r$o n. 6.
E' comas Exmas.
Os cbape"os de palha d'ltalia, mais cai-
ques que desejar se podeai, t nio cm mode-
lo como nos enfeites, chegara;a hontom.
Apressem-se, Exmas, se querem escolher os
raai, ricos'l
A' ha^leria imperial
RUA PRtMEmp DE MARQO M. 6.
AttH(jao
0 abaixo assignado deolara ter perdido na cidado
de Olinda, um bilneteinlBiro da totem da provincia
que hole se tem de extrdhir, dc n. i96!, garantide
por Joao Joaquimda CosU Leite ; as>im preyine
ao Sr. thesourelro das loterias que ,dito hilhete
Ihe pertenee.
'.. .._______^Mto) Anforuo Spam.
viimmwo
Constando aosabaixo assignado act
ta pract o Sr. MftiUffernan3Mle Car1
deiro dos engeftjo"4larra e Bftguic
manguape, proviaeii da Parahyba, v
mesmo o obztquio de vir entender-se com os
abaixo assignados imraediataraente sobre negocio
tendente ae3 referidos engenhos. Rua do Amorim
37, escriptorkji**!11
Taase Irmaos k C
PBNBOIES
yatrayessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilnantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
conrffra-seos mes-
mos metaesepedras.
Quem precisar de am homem casado para
alguma arrumacio, dirija-se a rua da i'rempe n.
37. L
LOJA DO PAVACF:
NA
Rua
Canon perdida,
Desappareceu do lamarSo de Santo Amaro das
Salinas, no dia 24 do corrente mez, uma canfla
de familia : quem a achar ou della tiver noticias
certas, dirija-se a ,na do Lima n. 30,m Santo
Amaro, iue sera^Berosamente gratificado.
i mi
*

Compra-ac am portlo de ferro': aa-rnado
Rangel a. 62 _______^_^_^
AVISO
Precisa-se comprar dous escraws, pedreiro e
carapiaa, paga-se bem : a tratar na thesouraria
das loterias, a rua Primeiro de Marco n. 6.
um e dous pospontos, frsnze e
qualquer oostura por fir.a que h ja, sous alpacas pretas, que vendea 500, 6i0 e 800
preoossioda seguintequ alii lade : w& tra-'rs. o covado. assim como grande sorli-
balhar a mio de 303POOO, 40900o Voj?000 roento de cantoes, bombazinas, princezas
e 505JOOO, para trabalhar com 0 pd sao de pretas, merin6s, e outras muitas fazendas
809000, 909000, iOOfcGOO, 1 ; .i^'JOO,! proprias para luto.
Vende-se a taveraa da rua de S. Miguel n.
68, em Afogados : a tratar na mesma
240 vs. 0 covado
Na ma do Queimado n. 43, defronte da
pracinha da Independencia
So 6 barato
Lazinhas de listras, muito bonitos padroes, 0
mais moderno no mercado, pclo significantc preco
de 240 rs. 0 covado: s6 na loja de Guerra & Fer-
nandes. Dao-se amostras.
APROVE1TEM QUE E' PECH1NCHA
,A liquidacto
A' rua Duque de Caxias es-
quina do becco do Peixe
Frito n. 44.
Colarinhos de linho finos aiia duzia.
Camisas inglezas de linlio fino a 2So00uma.
Seroulas inglezas muilo boas a 2^500
Granadine com lislas e palmas de seda, padroes
lindos a 500 rs o covado.
Chapeosde palha para homem a 1/500.
Toalhas dc algodao alcocboadas para rosto a
400 rs.
Lencosde cassa branco, duzia a l^GOO.
Ditos de dita com barra a liOOO e 1*200.
Cambraiu braaca traspareule e tapada a 3, i :.
e 3/000.
Peitos de linho muito finos bordados a IJOOO
cada um.
Metins de cures para restidos, de lindos padroes
a 360 rs. o covado.
Chitas d? cures a 240 rs. o covado.
Brim pardo para calj.a a 360 rs. o covado.
Las de cures, alpacas pretas e de cures, raada-
polio e algudaozinho, tudo por preQos commodos,
a rua Duque de Caxias n. 44, loja da esquina, de
Francisco Guimaraes & C.
RoadoBarae da Victoria n. 22.!
C.ROSDENAPLES PRETO A 19200, 29000 E
29500.
0 ParSo vende grande sortimento de gros-
denaples preto de pura sfida, a 19200,
; 19800, 290(10 e 29500 o covado, tendo
tambem do mais largo e mais encorpado qu%
costuma a vir ao mercado', e vende por pre-
50 em conta.
1 #3t jfy.
da lmperatnz n.
PARA LIQTJIDAR
CAMISAS
60
DB
OranaS:iia
Caraeiro Vianna.
A' este grande estabelecimento tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
500 r*. o
|>t*ola 9k
covado.
0 Pavao vende granadina preta e lavrada
pelo barato preco de 500 rs. 0 covado.
GHALES PRETO DE GUIPURE A 49.000.
0 Pa\3o vende chales de tres pontas, sqn-
, do todosos autores mais acredTta- do ?e t6^"r0 verdadeiro, pelo barato pre-
dos ultimamentana Europa, cujas machinas^0 de ipT,0l) cada um'
s8o garairtidas por um anno, e tendo um' sfadIao cnfesittdo, a ja^OO
perfeito artista para enstnar as mesmas, em
qualqaer parte desta cidade, oomo bem as- 0 Pavfi0 vendo p^ de mada i5o .
sim concerte-las pelo tempo tambem d um festado pelo barai0^0 de 3500*0 a pecs,
anno sem^despend.o a gam do comprador. D5tas sem scr enfestado, com 20 iardVS; a
Neste estabelacimeuto tsmbeai ha pertenQasi5-,000. Ditas com 24 jardas muito boa
para as mesmas machinas e se supp/e qual- fazeodfft a G90OO, 69500 e 79000.
quer pe$a que seja necessario. iisUis ma-
chinas Irabalham com toda a
perteirao de
'h*t4 toda
ALPACAS PRETAS A 500, 6i0 E 800 RS.
0 PavSo tem um grande ^sortimento de
1205J000, 1309000, 1509000, >: \. .:Q0 e1
2509000, emquanto aos autores nao" ha al-
terable de pregos, eos compr- lorespoderao
visitar este estabelecimento, ouo muito de-
xerao gostar pela vaciedade de ubiocto: que
ha sampiT? para vender, como sejant: cadci-
ras para viogera, malas para viagera, cadei-
ras para salas, ditas de ba'.anco, ditas para
crianca (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riquissimas, para senhora, despensaveis
LAZNHAS DE ORES A280.320 E 400 RS
0 Pavao vende bonitas lazinhas de cores
para vestidos, a 280, 320 e 400 rs. 0 cc~
vadj tendo ate a 19000, sendo das mais lin-
das que tem vindo ao mercado, assim como
granadinas do seda com os mais delicados
padrOcs, a 640 rs. 0 covado.
Scdhahas a 19Q..
0 Pavao vende sedas com listrinhas de
para cnancas, dc todas as qualidades, camasj cores a 196OO o covado. Ditas com pal-
de ferro para hom6m e criancas, capachos, minhas a 29000. Ditas com toque di mofo
espeUios dourados para sala, grandes e pe-! a 19000 c U'iOO.
quenos, apparelhos de metal para cha", fa-
queiros com cabo de metal e de marflm,
ditos avulsos, colheros de metal hu >, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
aramo, tampas para cobrir pratos, esteiras
CAMBRAIA VICTORIA A 490OO, 49500,
05000 E 79000.
0 Pavao vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparente com
para forrar salas, lavatorios completos, ditos 8 1/2 varas cada pega, pelos baratos precos
Terreno.
Vende-se um tfrreao com. por^ao, de materiaes
e com cacimba de pedra e ca^ tendo dito .terreno
de frente I8J palmos e de fundos trezentose tan-
tos, no lugar do becco do Pombal : a tratar no
largo do Pombal n. ii, sitio denominado do Ca-
pim.
Ill
Rua Daque de Caxi s.
Acaba de reo'ber um completo sortimento de
muito lindas tjotinas de duraque de cores para
senhora e as vende mais barato do que cm outra
qualquer parte
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devem agradar a todos
que visitarem este grande estabelecimanto
qae se acha aberto desde as 6 boras da ma-
nha ate as 9 boras da noute a*
Eua do Barao da Victoria n.
__________22.__________
AJvigaras.
Venham todos apressados
R com os bolsos recheados,
Do Campos ao : rmazem ;
Venham, nao falto ninguni
Ver 0 grando sortinuuti.
(Um verdadeiro portento)
Que para a qnaresma tea:;
Comprehendem ? ora bem !
E' com as tiipas pulando de contenlamenlo que
me apresento ante a onJa petropomioa das sa-
bias e illustras barrigas pernambucanas, felicitan-
do-as por ja se acharem livre da pena de iaterdic-
to e poderem sem receio de algurna indigo3tHo ox-
commungada, comerem os mais finos e saborosos
comostives, coadjuvados por uma cascata de vi-
nlies do todas as qualidades, deixando a quem
dezejar 0 direito de grilar: viva 0 triumphodas
Larrigas It..
Mas, como ia dizendo, nao podia deixar de
acomecer assim, considerando-se como foi sabia e
bem barriyalmente planejado 0 ataque das bar-
rigas gfapdjes, contra a sneia dos bandulhos ca-
ninos, quje ostrificado3 a idea ficticia do infer-
no bicho invcn(ado pelas grandes barriga, pa-
ra horrorisarem as barrigas sem tripas, susteuta-
vam a raais absurda das monstruosidades : a
infallibilidade do principal bojo do amor as avessas
e de tripas dadas e a forca de tripadas queriam
hypocritamente aliraentarem a pelluda e famigera-
da ex-quesiao do d.a centope"a negra que en-
rolada no capote chamuscado da inquisicao, pre-
tendia assar 0 mundo das barrigas, privando an-
tes a humanidade de ganhar dinheiro e do em
tempos como e de 49000, 49300, 5UO0O, 69000 e 7a000
a peca, assim como, ditas de salpico bran-
co, a 7^000, e peehincha.
PB4NCEZAS A 25000, 2tf>00'
30000 L 39500.
0 Pavao vende um bonito sortimento de
camisas .franceus com peito de algpdao, a
23000 e 29500; Ditas com prito de linhp
rje'MW9L)a 69000. Drtas Mnuifdas nrOnr
finas do 6JWOO a 109000: assim como
grande sortimento de cerotrias- de linho e de
algodao, por nrejos baratos, a tambem tem
completo sorSmento de ponbose collarinhos
tanto de linho eomo de algodao, por pre$o>
em conta. T
Espartilhos a 3?.00. JcOOO p
.Y5000 \
0 Pavao vende um bonito sortimento de
espartilhos moderaos 39500, 45000
5^000, assim como um bonito sorumenaa
desaias brancas, bordadaa, a59000 e 69000.
e ditas de laainba de cores a 39000 1 e pe-
ehincha.
CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA E
JANKLLAS, DE 79 ATE' 269000 0PAR
0 Pavao vende um grande sortimento de
cortinados bordados, proprios para cama e
janellas, pelo barato preco da 79000,89000,
105000 ate 25fOO0, assim como : colxas
de dflmasco de li muito fina de 109000
\29000 cada uma.
BRAMANTES A 19800, 29000 E 29500.
0 Pavao vende bramantes para lenjoes,
tendo 10 palmog de largura, sendo 0 de
algodao a 19800 e 2C000 a vara, edelinn
a 29^00, 29800 e 39000 a vara: e paohin-
cha.
CASEMLRAS A 59000, G9000 E 79000-
0 Pavao vende corles de casemiras para
cal^as, sendo,padroes rnodernps, pelo bara-
to preco de SJ^OO, 69000 e 79000 0 c6rte.
assim como : pannos pretos dos melhores
que tem vindo ao mercado, de 49000, 89 e
109000.
ROLPA FLTTA.
0 PavSo vende uraa grand--, porgao df
roupa fcita, sendo : palitols, frakesde ca-
semira preta e de cores, assim como : finis
simos sobrecasacos de panno preto, e ca!
cas de casemira preta e do brim brauco, col
letes de todas as qualidades, pot precos
muito commodos, por qnerer rabaf cott;
toda a rou pa que tem em casa.
Acha se constantemente aberto 0 estabelecimen'o do PAVAO, das 6 boras da manha
9 de noite.
SABAO DO RIO DE JVxNFJRO a 200 rs. 0 kilo, no armazem da rua do Amorim n. 41.
de Jose Domingues do Carmo e Silva.
GAZ A 59000 a lats, no armazem da rua do Amorim
Cirmo e Silva.
VINHO MUSCATEL de uva branca, pura, de custo de 239000, no armazem
Amorim n, 41, de Jose Domingues do Carmo e Silva.
n. 41, de Josci
Domiogues d
da rua rjo
que
GRANDE
4TJ"tI f
II rill
Em
Grosdenaplo preto
Sendo lisos e de cordao, e 0 mais largo
vem ao mercado, e qne so vende pelos duninu'tus
precos de 23200, 2|>*00. 35200 e 35300.
Sl>' MA liUA DO CRESro N. 20, LOJA D \S
TltSS PORTAS DK
Guilherme & C.
Junl:> a Isja da esquina
Nao ha mais cabellos
brancos.
PECHiNCfll
Sapatos d- de tapete avelludados para homens e
senhoras a Ij? 11200 cada par : na rua Duque
de de Caxias u. 111.
Sakspearre, Milton, Lamar-
tine, Goeth!
Estas grandes glorias desappareceram I
E' esta verdade provada pela leitura da obr a do
Sr. Raymundo da T Martins, a qual se acha a
venda na travessa do Gaz u. 44.
E' barato.
Vende-se um pequeno siiio perto da esta-
cAo do Salgadinho, tondo de frente 150
palmos, e de fundos mats de quatrocentos,
com uma elegante casa da faipa, acabada de
proxim > e bem asseiada, tendo 2 sal s, 2
quartos e cozinlia fora. 0 terreno e pro-
prio o bom de plantagdes, tendo algumss
arvores de sructo, agua de beber e todo cer-
cado.
Para ver e mais explicates, no mesmo si-
tio a qualquer hera a entender-se com Tris-
tao Francisco Torres, e para tratar, na the-
souraria ds loterias, rua 1.* de Margo
n. 6._________________
Farello novo^
Miiho pequeno
Da raelhor qualidade no armazem de farinha
de trigo de Tai>o Innios & C, na praca do caee
do Apollo.
Do fazercm penitencias
Enchendo bem as narrigas,
Pois nao e tempo do taigas,
B sim ', dc abslinencias.
T1NTURARIA JAPONEZA.
Soe unicaapprovada pelas academia3 de
scioncias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido ate" hoje. Deposito princi-
pal a" rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, lv andar, e em
todas as boticas e casas de cabeliei-
reiro.
VENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, na rua do Com-
lercio; por preco modico: a tratar com Tasso
'rmaos A C
d^ L^de e atteadei
Mas, como ia contend", custou, porern afinal,
depois da rasorada que Hie passou no pesco?o os
podercs poderosos, a cabeca foi parar no fun-
do do rio e 0 rabo, como ruim de esfollar, ficou
no secco exposto aos pontapes de qualquer gato
pingado, deixando e verdade, magra as collegas
barrigas, que despeitadas vao tratar de se nulri-
rem, vindo ao armazem do Campos, a rua do Im-
perador 11. 28, onde com certeza enconirarao alem
do que desejarem. 0 seguinte : ovas de diversos
peix.es e de bacalhao ; peixes de vinte qualidades!-!-, 0 ...
em conservas, sardinhas em latas, camaroes sec-: JJiXCellentlSSiniaS faillUiasL..
cos, bacalhao, pescadas, sardas, lagostas, salmao, 1 v__,__. .
bataus, arroz, feijao, cebolas, aieite, vinagre ; L-?""?nt re,S sempre (para obsequiardes vossas
mantei^a ingleza e franceza; d..ces, fructas e i 7 s-ltaK) .T comP'eto_sortirneato de bohnhospara
cincoenta qualidades de vinhos Gnos do Porto e pha bolos mglezoa, puo-de-lo, cha da melhor qua-
outras tantas de outros lugares raais afamados de i ,ldad.e' dlverso/ doces, geleas e tudo quanto for
Portugal, alem de um completo sortimento de ace-. Preci3 Para fazcr uma boa "tl" as Peassoas
pipes raros, deliciosose que a quem
Mais eslimats
Cahindo em qualquer barriga Tudo isto se encontra
^taSJffiSS, |Na confeitaria do Campos
Grande peehincha de cami-
sasde linlio.
Como comendo, verao.
Has, como ia fallando, iamos eatrar na vida de
outr'ora, isto e, sa epoca das festas, e portanto
vamos ter festas, festas e mais festas, e como todos
comem das festas, visto que uma parie da para as
festas e tres recebem para preparar as festas, 6
logico que 0 bregeiro dinheiro qae anda tao vas-
queiro, saia dos cofres dos amantes orthodoxos e
se va familiarisando coot as algibeiras vasias dos
necessitados, e etes por saa vet veahsm ao arma-
zem do Campos a rua do Imperador n. 28, prepa-
larem-se para a quaresma, tempo de abstinencias
|e no qual se come sem licence, comprarem 0 que
ha de mais goatoso, saboroso, cheiroso e tudo que
kcaba em -r-j ousp.
Dizer aos amantes
Dos generos especiaes
Que se querem ser felizes
Venham ja e guautpanl?
Saber a causa rhbtfis
Do Campos nao ter riya#s
E pqder. 6 fornecer
Delicias, gosto e prazer
84,
3 4
daodjna Maria da Con:(ei{aada Costa- re-
tira-se para a cidade da Babia.
Imperador
Alem disso
Encontrar-se-ha sempre alii
Sobremesas
Deliciosas
Que a fj'lar a verdade
Nao sao para a bocca do vulgo
(Como diz 0 lexicbographo P. Bluteau.)
Wll-on Howe <& C. vendem ao seu armazem
a rua de Commercio n. 11 :
O verdadeiro panno do algodao azul Americano.
Excellonte no de vela.
Cognac de 1' qualidade >
1 Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidades.
I _____________________
Antes qne scacahem.
Vende-se II de lindos padroes a 200 rs. 0 cova-
do : na rua do Crespo n. 26 A, loja da esquina ;
diose amostras.
VENHAM VEfi
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias n
I apressa-si: em convidar a seus nvgui-zes. coin u-
pecialidade ao bello sexo a virem apreciar os s-
guintes artigos exposlos a venda e todos por pi
commodos, como sejam:
FINAS BONECAb mansas e choronas.
BO.MT.4S E ENGI'.ACAl>AS viitas parasten*
. copios.
j COMMODAS LATAS para guardar cha.
I ELEGANTES BOLSAS para arahoras e meninai
! BONITOS VAS05 com fina banha e ehdrosot
extractos, trazeodo caca frasco um noa.a, uma in
cial ou uin distico.
i FINAS UBlAS DS SEDA, vin|o eftre eflas -
' de carue.
Para quem goslar.
A' Nova Esperanca a rua Duque dc Caxias n
63, acaba de receber tentos e caixas para 0 ioao d-
Voltarelte.
Para quer.? s: ffre tfas pernas.
A Nova Esperanra, a rua Dnque de Caxias n
63, acaba de rectber as procuradas nieias de t.r-
racha para quem soffre das pernas.
FLORES ARTIFICIAES
A Nova Esperanca, a rna Dnqne de Caxias a
63, acaba de receber um lindo e completo 1
mento de Bores arlificiacs das m.lhores que
vindo ao mercado
A ellas antes que se acabem.
Costumes para crianca.
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias a
63, acaba de receber bonitos costumes para criaa?*
e esta se vendendo por preeos raaoaveis.
AOS HEHYOSOS
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias a
63, recebeu um pequeno sortimento de anneis a
pulseiras electricas, proprias para qnem soffre dos
nervos.____________________
Lindo chfariz.
Venie-S9 Dor preco barato nra rico chafaru
de maroiore croprio para jardim, 0 qual se ach..
armado na offlcina de marmore do Sr. Limi.
rua do Imperador para quem 0 quixer ver:
tratar na rua do Crespo, loja d Passo 'unto
arco de Santo Antonio.
200
rs..
Chappjs
GRANDE NOVMDE
V rua do Crespo u. *
Loja das 3 portas
LAZINHAS
Chegou esta faiend*, com padrSes inteiran
. com
novos, e que se vende pelo diminuto preco de 100
rs. o covado : isto por ter grande qoantidade.
SO" NA RUA DO CR8SP0 N.
I.ojn de
Ouilherme &C, junto a loja
da esquina
para homem, pelc> bsTOs^nio prego 'de ftttm a VjimentO A loja do Passo a" rua Primeiro de 1
duzia; quertt uuvMaT veftita vef e Comprar : na! Vende se na rua da Madre de Deos n. 32, pelo 7 A, recebeu pelo. ultimo paooete, umrico aorti-
ru Duqne de ckxlis n. 88, loja TOlremetrio menor pfeco Dosslvet o verdadeiro cimento Por- mento de chapels para sennora, ultima moda e
Bastos.
i Hand, vindo pelo alUmo vapor inglez, de carga. vende por preco commodo,
Peixe de viveiro em de-
posito.
Curimas, camqrins e carapebas, a auaJaoer
hora do dia ou da noite : vende Jose Bturaae
liipa, uos AfQgarlos._______ '
Vende-se um sobrado de um aodar eaatia
aa rua das Agoas-Verdas n. 27 : a tratar a rua
do Imperador n. 10. encadernacio, ou na rua
Direita n. 82, !. nOtr. ^^ ^

II
.
i


DM* & 8m**m<&-2fru&am*ti A <*w&
I
k
M^TiOatt*
. traai*rf
ei4ot ,an3 ojai o rite
o iuD

jvas de Juuvin, artfcos demode^ ist wii
Jittoms flifis ,as?frt como modicrdaJa nos-jWi Uu !nd*fe
ttftdS e?^ffcok >BTROZfiDB'ALGO
A Magnolia, a rua ITuque de- Caxias n. 15, aca-
ba dtfYecebcros verdadeiros abneis e vollas elac
rftcas, propWo* P*ra wnerrosw*.
MfeiCs .a3er0$ps
A Magnolia, a rua Daque de Caxias o. 13, re-
cebeu urn complete s'ortirriento de
Meios adere^S' 06 taTtartga.
Itttas *dere?ddemad^erH>la.
Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda).
<; de muilas ouiras qualidades.
Botoes de emjo
A Magneiia, a raa Dnque oVCaxias n. 48, tem
para vender as modemes botde* de aeo, proprios
para vesiidos.. .i.rf**-g ,-wtgstiinsj w l
(Minnas e pnnhos
dasmalsffiodetnas'quehatro merttdo ; a'elias:
na Magnolia, a roa Dnque de Caxias d. 45.
Lencos chinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
iWfertma pequena 'qunntidade de 1enco9 de seda
..Mriezes, com lindteslmos desenhos, fazenda lntei-
ranente nova.
Leqnes
Lidtios lequcs de midreperola, de tartaruga, de
rairtifu, de osso, e dc mniM* ontras qualidafles:
recebett aMagtolia, a rua Dnque de Caxias nu-
niero 45.
Attencao.
Atofa da Magnolia, a roa-Onqoe de Caxias n.
45, acaba de receber os segntales artigo* :
Manual de madreperola, tariarug:i e marfim.
Ricos albuns com capa de madreperola, cha-
gren, madeifa, ve'Iudo, couro, etc.
Lhtoas cams colwBnifcimasperfnmaris?.
Ligas de seda, brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
Pa'seiras de madreperola.
Ricas caixas para co.-tura.
Ves'tiiarids para* baptrsado.
Toncas e sapatinhos de setim.
Modernos chapees de sot de seda para senhoras.
Lindos port-bouquets.
Gravalinhas de velludo, etc., etc
PARA
1 1 e* i^raxJlaa de *4c*er (ftb granfle s*rtinear> de fgtefolas pretas para qua-
tnorrtibifl1
N
*c
MJBB
vitbflfekl **
MTCPV'2 ^*"

if e*"** : .,-j y eup
BfiOShWAPtt-lnETO-A 1^800.
feritfeise-jfrosierjaple preto para vestido
fle senhoras, a 1^800, 2J>, 3^, 4j>: 8 9*
CovarJb.
PANKO PRETO A SWOV.

Machiiiii
Com as faisificacdes que torn apparecklo
i"0
if i*

ia!!!
Na rua do Queimado n. 43,
defroiite da pracinha da
Independeucia.
Aproveiteni
Metins ftnb's de quadrOs preto9 a 320 rs. o co-
Peijas de earntiTaia, anjo da meta noite, a 4/000
a peca.
Granadine de li.-tras, a ultima moda de Paris, a
JiOO rs. o covado.
Pecas de carrrbrale' transpare^'i^, fins, a 3S300
a ps?a.
Ditas bordadas com flores a 'ii a peca.
Brim'pardo fino a 400 r$. p covado.
Camisas de cretone, o mais raodernb rio mer-
eado, a 3JS500.
Ditas de Hbho, frOas; a S' e 32300 MM.
Assim como oatfos famndas-por rtienos do que
em qaalqoer outra pahe, e dao-se amoctras : s
na rua do Queimado n. 43, loja de Guerra & Fer-
nattdes.
Sedas a 10500.
Vendese bonitas sedas de lindas cores pelo
baratlssimo preco de tfSOO o corado ; venbam a
'lias antes que se acabem, na rua do Duque de
Caxias n. 88, loja de Demetrio Bato$. ____
w^^
uia.
Paschoa!
uepois que a quaresma sahe em relirada
Entra a pascrroa nfanu e prasentelra,
Sobe ao ar numero-a fognetada,
Toca a musiea e o siao a choradeWa;
E depois veru man'sinha a bebedeira
Que derruba os amantts na eslelra.
Dominad",-abal.rdo, Obriga'do, forcado e arras
tado pelo desejo de ser alii as minbas confrades
barrigas, venho pressHrosa indicar-jhes o sitiq on-
de podem com certeza de nio sere'm enganadas,
comprarp'm o ninis saborosos e iteleitosbs gene-
roS, recommendim lo Hies com particularidade, os
rinissimos vinlras do Porto e de outros mnitos lu-
gares conheciJ'>s e n5o couhecidos dos amanles
da baa piriga -; os embriagaates e arrebatado-
res acipTpes e sobretudo (em ser caSac^o) as sor-
prendentes notidndts, espectalidndes e rartdades
que farom pasmar aos mais entendidos comedores
da epoca: e mesmo urn sortimento como diria
qualquer dilectimmo orthodoxo mettido a francez:
cbnihe il ftiiit e se dSo :
DAS MACfflHAS PARA COSTDBA
COMOSE4AM:
LE5COS BUANCOS A 2JJC0O.
Yenje-se lenQOs brancos Quos, a 2J>000,
on2jSo6'e 3$ a duzia, ditOS de linho, a 45?,
I 8 e.65000 a duzia.
CROC11ES PARA CADE1RAS A 15500.
Co

m
fioaeoes notem-se
*
hem todososdeta-
lhes ds maroa.
Nenhuma ma- ^ s^ Para evitar faJsi-
china Singer 61egi-
tima se nao levarl
ista marea fixa do
bra^o da machina.
A dmJieiro
A eontento das Exmas. familias
1ACHINAS DE SINftER
Sio 'maisjbafatas.
O
1
&
e a prazo!
SSo de doffs po'spontos.
Sao simples.
Sio rapidas.
Sao duradouras.
Venie'-se rjarmo -preto de duas largaras,
para calcas e palit6ts, a 281501', 35, WSffO,
45, a65to0o corado.
CORTES DE GWEfflttA PttETA A 50(m.
Veiide:se cortes decaieraira preta pata
calgas, a 55, 65, fft e 85000 0 corte.
"MERINO' PRETO A 25800.
Ven4ipsenrer1ii6 preto fino, a ^58We
f 35000 0' covado.
WJHttfrH'A PRETA A 15500.
Vendese bbrrfbarrta preta enfesfada, a
15500V t580OB 250UO 0 covado.
'ALCA- PltETA A860RS.
Veride se alpaca preta firra, a 500, &40,
800 rs. e 15000 o'covtffo.
PA^ENCAS DE CORES E CAMBRAIA
BRAjfCA A 35t)tO.
Yende-se pe^asde carrlbraia brsnratrans-
parcnte'a35;,45,i55 e 6JOOO, ditas de cam-
brala tapada, YKtoVte, a 35; 35300, 4#
0 55000.
CORTtNiUOS PARA CAMA A 165000.
Veflde se'(irjttitiados bordados para cama,
a 105. 205, 253 e 305000.
CAMRH' IA Dt CORES A 300 RS.
Ventfe^se carrlbraia de cores finas, iiiiudas,
a 300, 320 e 360 rs. 0 cov. CllfTAS LARGAS A 200 RS.
Vendese chitas taigas para vestfdtfs, a
2*0, 3fl0 c 300 rs. 0 vOvaiio.
BRAMANTE A 15600.
Vende-se bramante com 10 palmos de'
largo a 15600, 158CO e'259^0 0 melro.
.MADA^OI.AO A 89000.
Verideise 'pa^as da rftftdapolao enfest^,
a 35000. Dito inglez a 45500, 55o
"fyJWO, 6500O, 75000 e 85000 a pessa.
COR*iMDOS PAK'A JA^ELLAS A 85000,
Vtnde-se'O far'tJeT'csWirrtdos bordados.
pafa jtfrteHas.'a 85 1050 '0 0 par.
ALG0D.YO A *COO0.
Vende-se pejas ab:aigodo, a f^, 85 e
65000.
CERWlRASA'flrOOe.
^rH*eise cetoufas'denlgfedab, a 15000,
ditas fluas de braWatite ayfWOO c 25'cada
.Jrrfa.
f^MTSSS BR^rlCAS A'W)0O.
Vende-se camises brancas finas, a 25,
25SC6J,'i35,b'9WteO:
4 1/2
a 25,
*r
DE
Quern duvidar venha ver
Da vida 0 real prazer,
Venha mesmo sera querer
Que nao se ha de artepender;
Visto que, sd p6de ser
Comer bem, melhor beber
Os gozos pode ter,
Quem neste mundo viver.
SJ"0 de dous pdspontos.
Abainham.
Frafbzem,
Pregam lranr;.as.
Marcam pregas,
Bordam de linha de seda.
Alcolchoara.
Pregam cordSes.
UJSTICA AGEXCIA
EM
PIRIMBICO
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERADOR 45
BUltNS DE CORES A 400 RS.
Vendl;sobrihsdecores para calgas, a 400,
e SOO rs. o covado. ,
CHA ES A. 800 RS.
Veoiese ehdea-de lii600 rs., chalesde
merino de cores, a 25, 35, 45 e 55)000.
eoLCHAS DE CORES A 25000;
Vc-ndese colcbaB de cores para c.ma, a
25, 35500.e 45000.
CHITAS DE CORES A 300 RS.
Vende-se chitas- finas-de cores, a 30 e 400
rs. o covado. ...... ..... .
ALPACAS DE CORES A 500 RS.
Vende-se alpacas frtias de cores, a 500,
640 e 800 rs. o covado.
TAPETES A 45500.
Vende-se tapetes para salas, de difersos
tamanbos, a 45500, 55, 65 e 85000
urn.
' '....._____1__1___1a-iisz------------- 11 ii-i i.
Vende-se pannos de croche"para cadeirts,
a 15500 cada urn, colcbas de di 0 para
ndivas.
MADAPOI-AO FRANCEZ A 75000.
Vende-se'pec,as de madapolao francez
muit > fino, a 75, 85 e 105000.
BRIM PARDO A 400 RS. 0 COVADO.
Vende-se brim pardo para calcas, a 400
rs. 0 covado.
CORTES DE CASEMIRA DE 55000.
Vende-se cortes de casemira de cores para
calcas, a 55, 55500 0 65000.
GROSDENAPLE preto.
Vende-se grosdcnap'e preto com
pelmos de largura, a 55 0 covado.
ESGUIAO FINO A 25000.
V. nde se esiiriao fino de linbo,
25560, 35e-4^o metro.
(II1TAS PAHACOBERTA A 280 RS.
Vende-se chitas para coberta, a 280 e 400
rs. 0 covado. .
BUHI BRA SCO A U060.
Vendtj-se brim branco de linbo, a 15,
152S0, 15600 0 -25 0 metro.
RRETASIIA DE LINBO A 650 RS.
Vende-je- bretanha de linho, a 640 rs. a
vara.
FLANELf.A DE CORES A 800 RS.
V,-nde-se flam Ha de cores, a 800 rs. 0
covado.
COBERTORES DE ALGODAO A 15V0O.
Vende-se cobertores de pello a 15*00.
Coberlas de'cbita a 15800 e 95 ditas cn-
ctfnai'as, forradas, a 45, no Bazar Nacional,
rua da Tmperatriz n. 72.
CORTES BE CASSA A 35000.
Vende-se cortes de cassa rciudas a 35
cada"ntn.
GRAVaTAS PARA SEM10RA A 15^00.
Vende se 'gravatas para senhoras, a 15,
ditas para bomWs a 500 rs.
ALGODAO ENFESTADO A 15C00.
Vende se algodio enfestado para lenc,6es,
a 1^000 a vara.
GRANDE S0RT1MENT0 DE ROUPA FE1TA
NACIONAL.
Vende sepalitots de panno preto, a 55, "5,
.8^ e lOfJGDO.
Vendc-se palit6ts de alpaca preta, a 35,
35500 e 45000.
Vende-se calcjas pretas de panno, a 45,
'6#;7#e 85000.
Vehde-se colletes pretos, a 35, 35500 e
45300.
Vende-se ceroulas, a 1$, 15500, 25 e
33000.
Vend'g-se camisas brancas, a 2#, 25500',
35 e 456OO.
Vende-se ccmisas de chitas, a 15400, 2$
e 35O0O.
, CIUTAS PRETAS A 320 RS.
Vende-se chitas pretas finas, a 320 e 360
rs. 0 covado.
LAZINHA A 200 RS.
Vende-se lizinhas para vcstidos, a 200,
320, 400 e 500 rs. 0 covado. No Bazar
cada! Nacional. rua da Imperatnz n. 72, de Men-
ses Guimarics & Irmaos.
Attencjio.
GALLO BRANC
DE
fazendas finas
r
RUA DO RANGED & 3
Armazens de seccos e molhados
TEM PARA DISTINCTlVO DO ESTABELECIMENTO UM GALLO BRANCO, PINTADO,
PARA ALGLMA PESSOA QUE IGNORE A LEITURA.
Rodrigues & Pires, regressados em Pernambuco, cidade do Recife, successores do
Agora que la vos demons.rei ate a evidencia a | W do Gallo, a rua do Algibeves em Lisboa 0 mais afamado e conhecido' wmawsra
convenieneia de virem sera perda de tempo com-1 naquella cidade, capncbam sempre em ter generosde primeira qualidade, dos doaes flat)
prarem as tao precomsadas victualhas)#que^se a-.|aos seus numerosos freguezes urn conhecimento m8is prolongado na relagao abaixo aes
cripta :
0 que 6 bom e caro
Palavra bemdita que nunca faltou.
ChA pcrola fino, a 55000 a libra. Cama roes seccos, a 500 rs. a libra.
Dito miudinho super-fi.no, a 45000 a li- Queijos frescos empellicados, prejo com-
bra. modo.
Dito popular, fino,,.a 32000 a libra. Cascas de coco para lavar casa, a
Manteiga ingleza fior. em barril a 15600.
chamreunidasem um sumptuoso BAZAR, afim de
altlviarem as tripas do indigesto ptetvnto de bar-
rica e etc. e thl... as qoaes se nib forem lavadas
por unn nova bueha, podem maito betn ficarem
estragadas, visto a grande qnantiilade de sal em que
e eoniparadVo aquttico animalzinho, e de minha
restricta obriga^ao dizer-vos ond see eficontram as
mencionad.- e nunea comidas igaarias ; antes,
porem, de vos patentear esse-Edem- do prazer,
0 que prometto fazer, como ja vJo ver, e de men
dever scieniificar-vos que, em observancia as ins-
truccoes decretadas pelo vosso incaosavel forne-
cedor, nao vos sera permittido comprar sem di-
nheiro, uma \ez que se acha estabelecido nas
mesmas : so vender a dinheiro por menos dez
por cento do que em outra qualquer parto e
que 6 tudo a vosso favor e convefllencia, evitando
assim de incommodar 0 juiz de par e livrando a
vossa rabiscadora de fazer as listas dos freguezes
gcanhados com que 0 patrao coatama presentear
OS columnas deste Diario.
Como, fioalmeate, pouco rne resta a dizer-vos,
prestai atten^o e ouvi'a indica;ao qfte vos-pro-
flMtti fazer ; ei-la :
N. 88 Rua do ImperadorN. 28
Armazem de Campos.
Onde todas as barrica=, sem demora,
Podem vir cam dinheiro e alegria
Prepararem-se para 0 grande botafora
Que ordeno m fac-a. cada dia,
Attendendo nao haver raais penitenoias,
Nem tio -pouto mas^aB^es abstineBotes.
, 11, 38 Rua do laiperafrr-eN. 38.
Grande pcchincha a 200
Cassa. la, padrSes novos. e dc mais gosto
vindo ao mercado, so na raa do Qne'rmado
43, loja de Gnerra & Feraaodesvpelo diminu
f reco de 200 rs. o covado I
'Jheguem fraguezes que se acaba
Fogao de ferro economico
Veude se om chegadi>ba ptncos dias, tendo for-
nalhas para lenha e.carvao, ftrno para asar,
deposito para agua quenle e lugar para e guar-
dar quente as comidas depois de feiias; cstes fo-
goes tornamse recomn.endaveis porque sao de
ferro batido, e fabrieados cam perfeicao e coii-
nham eom mui diminuta lenba : na rua do Apollo
n. 2Q_____________________________
Lindas ias escocezas.
De varios padroes, e inteiramente modernas, >
360 rs. o covado : na rua Primeiro de Marco
antiga do Crespo n. 13, loja das columcas, de Ao-
toaio Cerreia de Vajconceflos.
a
Dita ditafma, em latas, a 15500.
Dita, dita, dita e dita, a I5i00.
Azeite de peixe baleia, a 640 rs a garra-
fa.
Dito de cuco, fino, [a 800 rs. a garrafa.
Dito doce e carrapato.
Aguardente do caklo da canna, feila de
encommenda, a 500 rs. a garrafa.
Dita popular, a 320 e 240 rs. a garrafa.
Dita branca, a 200 rs. a garrafa.
120 rs.
. Farinha fina de Muribeca.
Vassouras de piassava para servir,o inter-
no, a 240 rs.
Ditas grandes a 500 rs
Massas para sopa de todas as qualida-
des. .,
Vinho Unto e branco, superiores, engar-
rafados e em pi pas. E outros artigos que sar4j
enfadonho annumerar, em secco e mo-
lhados, por ser extenso. .
rs o
Engenhos em Mamam-
guape.
Vendese os segnfntes :
Baarra,
Pi-eguira.
e Patrick*.
A tratar com seus proprletarioe nesta cidade,
e para informajoes com Joaquim Pinto de Mei-
relles Pilho, na mesma cidaoe de Mamarjgqape
Vende-ae o verdadeiro c'unanto inatez de.Por-
tlapd, sob condicao de restituir-se o awheiro, n|o
! serldo erle o qne aqni se aflrma : no arftrazrm dai
bola amarella, travessa da rua do Imperador.
Chapeos de sol de seda, in-
glezes a 8$
Nao jalguem qne por ser barato sao ordinarios,
porque sao cbapeos de lit: isto e s6 na loja da
Rosa Branca, a raa da Imperatriz n. 56, de Aze-
vedo. _______________________________
Cerwja Norur^a
de marea ML, vende-se a dinheiro mais barato
qne em oatra parte : no armazem da raa do Com-
mercio n. 4.
eslrmigciro.
Paris n'America, a ruaiDtt*
que der Caxias ia. 5$
primeiro andar, acaba de receber am compieto
sortimento de calfados estrangeiros para h6me(n e
senhora, vindo entre elles nm lindo sprtimento de
elegantes chiquitos, sapatinhos e botinas pa*fc
Cri38cw, que tudo vende por *eos raioaveis.
Ml
Rua Primeiro de Marco n. 7 A
BE
Cordeiro Simoes & C.
E' esta uma das casas que boje pode com pri-
mazia offereeer aos seus freguezes nm variiidis8i-
mo sortimento de fazendas finas para grande toi-
lette, e bem assim para uso ordinario de tddas as
classes, a por' pretos vantajoSosv das quaes faz um
pequeno resnmo.
Mandam fazendas is casas dos pretendentes,
para o que tern pessoal necessario, e dao amostras
mediante penhor.
Cortes de seda de lindas cores.
Orosdenaples de todas as cores.
Gorgurio branco, lizo, de Ih-tras, preto, etc.
. Selim Macao, preto e de cores.
Grosdenaples preto.
Velludo preto.
Granadine de seda, preta e^de cures.
Popelinas de lindos padroes.
Filo ae "seda, brapco epreto.
Ricas basquinas de 'sens.
Caifacos de merino de cores, II, etc.
Mantas brasileirae.
Coitas com cambraia branca com lindos borda-
Ricas capellas e ftiabtas para ndivas.
Riqnissimo sortWento de las com lislras de
seda.
Cambraias de cflres.
Ditas maripozas, brancas, lizas e bordadas.
Nanzuqnes de lindos padroes.
Baptistas, padr5es delicados.
P8rel*i d quadres, pretse e brancos, listras,
etc., etc.
Brinadelmho de. cur, prowu* para wstidos,
com barra e iistras.
Ricos cortes de vestido de linho. c eites da
meama tot, *! fflo*
Ditos de cambraia de cores.
Fuslao de liudas cores.
Saias bordadas para senhoras.
Oamisas bordaaas para sennoras, de linho eal'
godao.
Sortimento de luvas da verdadaira fabriea ia
Jouvia, para homens a senhoras.
Vestuarios para meninof.
Ditos para baptizado.
(Aapeog para o.
Toalbas e foardaaapos adaaiajcados 4e linho die
cor, para man.
Ricos cortes de vesiidos de larlatana bordados
para c6rtes.
Espartilhos lisos, bordados.
Poulard de seda, liddas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Ricas faclias de seda e la para senhoras.
Rico scrlimento de leques de madreperolas e
osso.
Damasco de seda.
Casemira preta e de cores.
Chitas, madapolao panno fino preto e azal, col -
larinhos, punhos delinbo e algodao, gravatas, In -
vas de no de Escossia, fapetes de todos os tama-
nhos, bolsas de viagem, peitos -bordados para ho-
mens, lencos de linho branco e de cores, toalhas,
guardanaoos. etc., etc.____________________
Vende-se as casas terreas seguintes :
Rua 84 de Maio (outr'ora dos Ossos) ns. 2 e 4.
Rua do Fogo n. *.
Rua do Padre Floriano n, 35.
Travessa da Bomba n. 5.
Becco do Padre Lobato n. 8 A.
Becco do caes da Cadeia-nova ns. 3 e 5.
A tratar no Largo do Carmo n. 1.__________
Asunicas verdadeiras
Bichas iiamburguezas qnp vera a este mercado
ua ru? Marquez de ulinda n. St__________
Panno de algodao da Bahia.
Vende de todas as qualidades Joao Rodrigues de
Faria : na raa do Amorira n. 33.
Fumos
Da Ban;a e do Rio, vende Joao Rodrigues de Fa
a a, rua do Amorim n. 33 __________
A* raa do Cabnaa a. W A.
Oaip/oprietarlos da rreMacta, aa Uafc' ai
conservar o bom eonceito qe teem aerndAo 4c
respeftavel publico, distingumdo o seu ealibutec.-
mento dos mais que negociam no mesmo fefifr
veem aeienlificar aes sens bens ftvguezes q* pf-
veniram aos seas correspondentes na.- di versa* pir-
cas d'Eoropa para Ihes enviarem pu todos ospa-
iuctes os objectos de luxo e b<.m gc*to, qtfe se-
jam mais bem aeeitos pelas sociedades el^.'.nte*
daquelles paiaes, visto aproxim&r se o tempo d
festa, em que o bello sexo deata lioda Veaeza
mais ostenta a riqueza de soas UiilUiiea : a
mo ja rccebessem pels paquete franc. /. di\ .
artigos da ultima moda, veem palm tear algBO
d'entre elles que se tornam mais ree.itnm*ndatfe.
esperando do re&peiuvel publico a etatoana*
concurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teea
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madrep*>Mla 4a
velludo, sendo diversos tamanbos e bareios *-
os
Aderecos completos de borracha pr prir* para
Icto, tanibem se vendem meios aderecos maito bo-
nitos.
Bol5es de setim preto e de cures para omaao da
vestidos de secnora ; tambcm tc-m para culleto
palitot.
Bolsas para senhoras, exi.te um bello sortiiMn-
to de seda, de palha, de chagrim. etc., etc., i- r
barato preco.
Bonecas de todos os tamanbos, '.into de ioucit
como de c^ra, de borracha e de mas.-a ; ch*m.-
mos a attenfio das Exmas. Sras. r ra este artige.
pois as vexes tornam-se as crianea- u:n ponco irn-
pertinentes por falta de um obiecio que as *-
tretennam.
Camisas de linbo lira? e com petes bordadi>s
para homem, vendera-se por preco rommo4o.
Cerouiat de linho e de algodie, de diversos (re-
cos.
Caixinhas com'musica, o que ha de mais line"*.
com disticos nas tampas e proprios par.; pre*e
tes.
Coques os mais modernos e de uiver^-i foia-*
tos.
Chapeos para senhora. Receberam um orttOMM
da ultima moda, tanto para senhora, i mo i-:>
meninas.
Capellas simples e com veo para axtivas.
Calcas bordadas para meninas.
Eniremeios cstampados e bordados, dc iiL i
desennos.
Escovas electricas para dentes, i.m a prt-p- '
dade de evitar a carie dos denies.
Franjas de seda (.retas e de c6rcs, exi-te ua
grande sortimento de divercas largaras e bar.
preco.
Fitas dc sarja, de gorgurio, de setim e de era-
malote, de divirsas larguras e bouitas < ores.
Faclsas de gorgurao muito lindas.
Flores artificiaes. A Predilecta prima rm :- c-
servar sempre nm bello e grande sortimento .1
las flores, nao so para eufeite dis ch !!*, c. \s
tambem para ornato de vestido do noivaa.
Galoes de algodao, de li e de seda, branco*, pre-
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e enh< Lacos de cambraia e de seda de divas** c
para senhora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas par*
noiva.
Livros para ouvir missa, com capas de madre-
perola, nkarfim, 6s-o e velludo, tudo que ha da
bom.
Pentes de tartaruga e marfim para ahsar M dh
befos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um hello sortimento dc mrdrt-
perola, marfim, osso e duurados por baratq | r;. .
Perfumarias. Neste artigo e>ta a Preddr.ta i+*
provida, nao so em < xtractos, com- cm oleot *
banhas dos melh ires odores, dos mais afamd'
fabricantes, Loubin, Pi ver, Socieuide Ihgkr,. i,
Coudray, Gosnel e Riuiel ; sao indi>pensaveis } aft
a festa.
Saias Lordadas para senhora, por comr
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados .para U; -
tisados.
Tapetes. Receben a Predilecta nm bomtn pofi -
mento de diversos tamanbos, tamo para soJa ea-
rn para entrada de salas.
Vestimentas para, baptisado o que ha de mc: r
gosto eos mais modernos.recebeu a Pi editor
de or ar.to preco, para Bear a. straa
qualquer bolsa.
Rua do Cabugdn. 1
Para a boaconserva^ao
DE
VOSSO CABELLO
PERFUME
m
Farinha de mandioca nova.
Reeentemente chegada da Sanu Catharina 16a.
para vender no trapiche Companhfa, e para tratar
no seu eseriptorio a raa do Commercio n. 5, Joa-
quim Jose Goacalve* Beltrio & Filho. Advertindc
aos compradores que deseiando acabar, vendem
mais barato do qae em qualquer ootra parte, tan-
to em grandes como em pequenas porcoes.
or. pa
Lolcbas de'ft.
Cortrnado!
Grande sortimento de las pa*
MMWZO, 400e500rs.
Na |oja,da Rosa Branca vende-se iiado sorU:
ento delas--'-
me;
mbs, como
nas casas
para Vestido, nor' precosMratissi
e costurMe oestafoja, mSHa-Se
M raa da Imperatriz n. 86;
Veos para chapeos a If
A Rosa Branca vende veos de seda para cha
peos de senhora, sondo pretos, brancos, e de ou
tras muitas cores, pelo baratlssimo preco de U
cada am-; isto e de graca : na rua da Imperatri*
I. Oil.
Vendo-se a paderia hespanhola, roaito beta
afreguezada, por sea-nloao qr*r retirar-se para
Europa, sita naT.ia do Lima :n. 71, em Sanlo A'
maro das Salinas.
JfcdS bortaaos.
Grande eortimeto de osmisas da linho, lizas e
bsrida4as, paea-!(*.
Meias de cores para homens, meninos e raeni-
ilas escocezas.
:!Qtar^to'sWtlroeo '* tBapeas 8e4orp*fa lio'
Merio64e cores para wtido*. .
pitq preto, traneado e dito d,e verao.
'/wlnada 'iaWno e algbdJo para toal
4toaihado pardo.
Datnatw d' Brins da-Nnho, branco da cores e preto.
Setim de lindas cores com Iistras.
Chales de merin6 de cores e pretos.
Ditos de casemira.
Ditos de seda preta a de cores.
Dito* delouqoim.
Caraisas de chita para homens.
Ditas de'flaheua.
CeretHss de linho e aigodio.
Pannos 4 crochot par* soft, cadeiras e conso-
gLenws bofdadoa* de lahyrintbo.
ColchasJfe^fPCk^L ,
Tarlatana de tooas" a. cotes.
Fazendas baratas
Granadines com palmas de seda, padroes iotei-
rainenle novos, a 600 rs. o covado, chitas de cores
de diversas qualidades a 140 rs. o. covado, brim
Sardo para calca a 360 rs. o coyado, colarinhos
e Imho a H a dazia, lencos de cassa, peqoenos,
a 900 tt. a duzia, lazinnas de cores, padroes muite
lindos, e ontras muitas fazendas baratas ; daose
amostras: na rua Duque de Caxias n. 44, loja da
esquina do becco do Peixe Frito.
Baratissimo,
Vende-se las escocezas de mui liados padroes,
pelo dknuuito preco de 280 rs. o covado, fazenda
ue ae vanieu por 300 rs.: na rua do Crespo b.
" loja da esquina. D o se amostras._______
JchecoA Azevjdo tem para vender tapioca
de Araruta de qualidade especial : em seu anna
tem na roa'do ftaqae 4e CexUs*. St9. ,
Camisas de cr6tcme
as mais modernas qua tem vindo ao mercadn^en-
do ^sas e cpm Iistras, e qtje se vedde a 4OJ00O a
dnziX'a1 a#500 cada uma ; 6 pecWoena.
Hollanda
Brim pardo liso, o qae ha da mais fino, com um
toque de avaria, e que se vende a 480 rs. o eova
do, fazinda propria do paiz por ler liuhe puro,
pplicada para costumes de homens a de meninos :
s6 na raa do Crespo n. 20, loja das tres portas, da
Gailherme di C-, junto a loja da esquina.
VENDE-SE ,
am sobrado de um andar e sotio, com bastante
commodos e quintal, na rua da S. Jorge n. 17 :
a tratar na rua da Iroperatrii n. 84.
Elle e" um preventive seguro e certo OMkM
a calvice.
Elle di e restaura for^a e sanidade & [?i!t .i
cabec,a.
Elle de prompto faz cessar a queda prfc:na-
tura dos cabelles.
FUe da" grande riquera de lustre M#ea-
bellos.
Elle doma e faz preservar os cabeilos,
qualquer forma ou posi^io que se a
je, n'um estado fonnoso, liso e macin.
Elle faz crescer os cabeilos bastos e com;
e os.
Elle conserva a pelle e o casto -la caj
limpo e livra de toda aespeoio de cas{ a.
Elle previne os cabeilos de se toruarvm 1
COS.
Elle conserva a cabec^i n'um estado de ix^-
cura refrigerante e agradavel.
Elle n3o e demasiadamente oleoso, g idu-
rento ou pegadiro.
Elle nSo deixa o menor cheiro desagrads-
vel.
Elle 6 o melhor artigo para os cabeilos das
criancas.
Elle e o melhor e o mais aprasivel artig j
para a boa conservac,ao e arranjo dos ca-
beilos das senhoras.
Elle 6 o unico artigo proprio para o peutea-
do dos cabeilos e barbas dos s*.uliores.
NENHUM TOUCA.DOR DE SEM101U SF
PODECONSIDERAR COMO COM-
PLETOSEMO
TONICO ORIENTAL
o qual preserva, limpa, fortifica e aformosea
O CABELLO.
Acha-se a" venda nos estabelecimentos de
H. Forster 4 C, agentes. E em todas a*
principaes lojas de perfumarias e beAicas.
Vendem
Wilson, Rowe & C.
Em seu annaiem a ma do Trapiche n. 14, o *e-
gninte:
Atgodio azul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidade?
Tudo muito barato.
Gaz a 5$600
a lata, do melhor qne vem a este
Forster
a rca de Henry Forster & C, com a. completa ,do liqaldo: nos armazens de lo
mingae3 do Carmo e l*, 4 m da Madr* de
Deos n. 10, e raa do Amorim n. 41,



- ?-" -


I
8
TARIEDAflE
CAUSA CELEBRE Ha quasi um anno
qua em IngUterra so discu'e uma causi cri-
minal, despendendo so com ella 1,000 2*
por dia, teguodo diz o Daily-News, pan
se verificar se o pretendente Tichbor.te 6
um impostor, ou .> herJeiro de um nome
illustre e de uma immensa fortuna. Na ac
casacio nSo ha accusador particular ; a co-
roa 6 parte, as despezas do processo s8o
feitas pelo govorno.
Em Franga bouve tnmbem um preten-
dente que se dizia ser LuzXVII, Olho de
LofZ XVI; e para se racer ree nhecer como
tal intentou uma actfo contra os rapresen-
tantes do tronco primogenito do* Bourbons,
morrendo, porem, oautor antes da sontenca,
foi a causa continuada por sou filho AdaL
n -t dorff ou "e ^urbon.
0 tribunal de appellagao de Paris discu-
U> este causa nos dias 6, 7. 13, 14 e 20 de
tevereiro. Iloje coutra o preten lentee parte
Honriqae Carlos Fernando de Artois, cjnde
nando, duque de Berry, filho promogenito
de Carlos X. cine f,.i .jc.i^m,,!., i___
DiMJO da Pcrnttntmoo Sabbado 2$ de Mar^o de 1M4
era triangulo, como Maria Antoinette man-
dou fazer a seu llbo. Sua innl
da Augouleme, depois de moil
goes e conferencias, recusou
de de RhlTtoU;tt f Pro 0f- 7 ".ilhoes, 261 mil 735 iilogranJnaV*a
por mas de tabaco de fumo; o cue nrefi
: surpaci) de estado de pessoa, foi condem- total de kilogrammas 28.278:0911
na ,o por sentenca de 28 de outubro, desse Ora, sendo a populacAa de 36 milhoes de
anno, a doze mezes de pnslo. habitantes, resuu/ que 0 consumo Sdiof
i^arios A, quo foi assassinado por Luvel
em 13 de fevereiro de 1820. E' bem sabido
que Carlos X, depois da revo'ugSo de ju
lao de 1830, abdieou, e seu filho Luiz Ari-
t0m j nuuci',u seus d'reitos a favor do du-
que de Bordeos, actualmente onde de Cbam
bord, intitulado Henrique f.
Julio Favre e aivogado do prelendente ;
a parte COlibaria nao constituio procurador
tetrado no grao de appe lacAo ; o ministerio
publico, que interve.cn em France nas cau-
sas civois. representado pelo procurador ge-
ral Mr. Beno st, combateu o pedido da ac-
gao, considerando o autor como um impos-
lor.
Julio Favre fez a historia do infoliz prin-
cipe, que em resumo e" a seguinte :
Luiz XVII. Glho segundo de Luiz XVI, uma medida meramente politicas.
---------------- ,. ...g
m, tu a I 0 diatricto que mais consideravel coosu-
Mr. Thomaz, redactor dojornal a Jus- mo de tabaco fez, foi o do Sena, que sd a
Ufa, puDlicoa vanos artigos em que sua parte absorreu 3,124:298 kilogram-
amcac.vao principe com do^umentos que mas.
provavam que elle era um impostor. 0' Depois sogue-lbe o districto do uorte
principe intentou a acgao de diffamagio con- com 2,386:070 kilogrammas.
i1" i ii" Thomaz' obrigando-o a dar querel-
la delle por burla. j EXPOS'CAO UNIVERSAL DE PHILA-
A querella nao tevescguimenlo, eo prin- DELPHIA.0 goyarno norte-americano
cipe, em 23 de fevereirojde 1836, desistio rommunicoo Jslegagdes de Washington do
da accio de diffamacao. estraogeiro, dous documeotoi relatiroa a
tm 13dejunhode 1836 o principe in-'eiposicao unirersal de Philadelphia 0
tentou no tribunal civil de Paris, uma ac- primeiro 6 a proelamacio do presidente dos
53o contra a duquoza de Augouleme (filha Estados-Unidos, eonfonne a prescripcao da
a a -?' t d?(,Ui! de Bord^DS (noJe lei de 9da marjo 4e 1$71, n qual se dis-
conde de Chambord, neto de Carlo* X), e o pde que se commetror* o centesimo anni-
uonde de Artois (Carlos X) para se sm.ullar versario da independeneia da Uuiao cele-
o registro de obito e etrterrrmento d sua brando-se uma exposicAc universal de ar-
pessoa, e ser declarado eomo Carlos Luiz, tes, proiuctos do solo,, daa* roinaseda iri-
duque de Nornjandia, filho de Luiz Xfl e dustna maoufacturewa, caja soletuoidade
te Maria Antoinette, e pessoa legitima para se veriBcar*" em Pbiiadelpbia no anno de
gozar de todos o direitos que nesta qualkfe- 1876. E, por taoto-, logo que o presid..-Bfe
de Ihe competiss-m. j receba coaunuoi a$Se do gororno do estado
Em 15 de julho de 1936>r cprincipe fci' da Pens>l*ania do que-se resatveu a eous-
preso e eipulso de Franc* por ordem d>a> truccio d um ediBciO' eonveaieute par* es-
governo. ,te efieito, e de terse eonstitnida- uma com-
Kecorreu d;sti decisao para cconselho missao direetora nomeada para ease fira, se
de estado, mas n5o teve proUento, com o annuciard em seguida a epoea da expos*-
fundamento de que a ordem aVgorerno era ao, assim como o lugar em qe deve ter
foi encarcerado na prisao do Templo com a
sua fa nilia. Depois da execucSo de seu
pai, que teve lugar em 21 do Janeiro de
1793, foi reconhecido coma rei pelos emi-
grados e pelas naQoes estrangeiras. A Bre-
tanha, a Veude*a e Toulon declararam-se a
sou fvor. 0 principe, porem, era guarda
do d visti, e o sapateiro Simio, foi o car-
cereiro com o titulo de preceptor. Luiz
XVII foi dado CGino fallecido em 8 de ju-
p!lO ue 1795, tendo 10 annos e alg-ins me-
zei de idade, pois nasceu em 27 de margo
de 1785 ; disseram uns que morr<-ra enve-
nenado, e outros aflirmavam que a morte
f6ra consequsneia dos mos tratamentos
que soffria ni pri?5o. 0 principe, porem
foi libertado pelos seus maii dedicados par-
tidarijs, que conseguiram subtrahi-lo A vi
gitancia dos seus guardas Para frustar,
porem, os pianos dos legitimistas, ai.nun-
ciou-se a morte do principe, denominado o
orpba i do Templo. Veio do hospital uma
crianca de 10 anno", eparece quo a *nve-
nonaram, fazendo-a passar por Luiz XVII.
Lavrou se auto de fallecimento e de enterro
com reconhecimento da idontidade do falle-
cido. 0 cadaver foi sepultado na valla
common).
Ate 1810 andou o principe sempre erran-
te e fugido.
Apresentou-se na Vendea, mas os legiti-
ttiistas nSo o reconheceram, e ate o pren-
deram. Passou & Roma, donde se dirigio
para Inglaterra, sendo aprisionado no tra-
jecto por um mvio francez. Conseguio li-
vrar-se, sendo protegido por Josephina, mu-
Iher de Bonaparte, pelo director Barras, e
5^1os generaes Hoche e Pichecru.
Em 1808 foi preso em Strasburgo.
Em 1810 dirigio-se a Berlim, onde apren-
deu a relojoeiro com um mestre desta arte
chamado Naundorff, cup nome tomou dessa
cpoca em diante, servindo se do pass3porte
delle para assim andar mais seguro.
De Berlim foi para Spa^lau. Era 1815
depois da restaurac,ao, e acclamagio do Luiz
XVIII, o principe foragido escreveu 4 sua
familia, participando-lhe que estava vivo,
mas nunca teveresposta.
Recorrou i cdrte da Prussia sem resulta-
do algum favoravel, antes pelo contrario foi
obrigado a retirar-se para Brandeburgo. Ahi
foi perseguido, sendo accusado como incen-
diario, e fabricante da moeda falsa. 0 tri-
bunal, reconhecendo que nao se provava a
accusagao, condemnou-o era i annos de
prisao por nao provar devidamente a iden-
tidade de pessoa e apresentar documentos
irregulares sobre ella.
0 director da prisao onde o conde.nnado
foi cumprir a pena, tendo-o reconhecido
como Luiz XVII, escreveu a Glha de Luiz
XVI duqueza deAugouleme, irma do preso,
annanciando-lhe que seu irm3o se achava
alii. Estes bans officios do director da pri-
sao tiveram em resultado ser mystenosa-
mente assassinado.
Veio a revolu^ao de julho de 1830, e o
principe pobre e dosajudado de todas as pro-
tecQOos veio a Paris para se fzer reconhecer.
Madami Rambaud aia da princeza, filha de
Luiz XVI, Mr. Joly, ultirao ministro deste
rei, madama Marco de Saint-Hilaire aia do
principe, reconheceram-n'o como o proprio.
No braco se lhe via a marca da vaccina
FOLHETIM.
LUCSEC1A EOB&IA
MEMORIAS DE SATaNAZ
POR
f*. Uanoel Fernandezy Gonzalez
QUINTA PARTE
LEONOR
III
i>: GOMO MICHELOTTO CUaOU 0 CANCRO QUE
PEVORAVA A FORTUNA DO 8R. DE ARNES-
VlLfcK.
(Continua^ao do n. 67.)
Kra ainda a simples aldea convertida em
Bama pela sua uniao com Michelotto, que,
apezar de ser um lobo indomito, era, como
sabeiiK'S, nobre como um "rei.
Apezar d'issj, o aspect da joven era
nobro, porqus a natureza lhe de*ra a no-
breza da forma, e usava com garbo o seu
trajo de dema.
A senbora de Amesteville equivocou-se ;
julgou que so tratava do umndama italiana,
tirada, por seu primo o Sr. de Boncamp,
fie alguroa aldeia, attribuio & falta de trato
fom geme o enleiamcnto da jOYen, e disse
comsigo mesma :
N6s a polireraos.
E avancou para ella, acabando de aturdir
com o seu porte magestoso a pobre To-
netta.
Levado Tiolentamente para- Inglaterra,
permaneceu ahi ate 16 de novembro de
1?<38, em que ia sendo victims-de uma ten-
tativa de assassinato, ainda dua^ balas lhe
atravessaram um braco.
Retirou-se para a Hollanda, end acabou
seus dias pacificamente com sua- mulner,
que era allemS, e seus filhos.
0 governo hollandez deu-lbe wna pensao
pelo ministerio da guerra, em raeompeusa
de uma invengSo sua.
0 rei da Hollanda considerc*>-o sempre
como pessoa de alta jerarchia* nandava-o
visitar emquanto esteve doente^ fez-se re-
presen'ar no funeral por dous ajju iantes de
ordens.
Lai I js Luiz, duque de Norniandia, mor-
reu pois na Haya, no mez de agosto-de 1845.
Na sua sepultura fo- gravado o-seu nome,
iiliacao e titulo, sem haver reesmnacio algu-
ma da parte dos pretendentes.
0 principe deixou um filho, que usava
do nome de Adalbert) Naundorff. 0 parla-
mento hollandez concedeu-lhe a naturaliss-
gao, reconhecendo-o comtudo coaao francez^
e como neto de Lu'z XVI, sendo admittido-'
por ordem do governo no collegio military
onde foi educado.
Desthronado Luiz Felippe, e proclamada
liigar, devendo-se passar odpia aos- repre^
sentantes diplomatics oV todas as- nacdes
do mundo, das disposi0es que se adoptera,
pelos commissarios, afim de sereaa publica-
das nos seus respectivos prizes.
0 segundo dooumeoto-e precisaaBente o
que annuncia oanteriore ootem as- pres-
cripgoes geraes- da eiposicfo,.que sao-as se-
gcintes :
I' A exposicao international ceiebrar-
s>ha no psrqjje de Fsiramoont, na-cidade
de Philadelphia do anno do 1876.
2* A. data da abertura serd a IQ de
abril de 1876, e a do encerratnento a-19 de
novembro do mesrao anno.
3' Convida-se cordialnoente todas as
mq5c-s do muudo para que beam represen-
tar na exposiejo, as saas. artes, induatrias,
progressos e desenvoWimenao.
4" Reclama-se a aoeitafio formal d'es-
to convite ante* do- dia 4 de maaeo de
1874.
5" Cada estado que s digne aceitar es-
te convite deveri
requesudo por outro mancebo cha-
niadn Trikoire. Pelos modos, a requestada
dava preforencia a Piet.
Aquelle, raUdo por ciumes ou sentiodo-
se fendo no seu orgulho, cogitou um meio
de eviUr as frequentes visitas do seu rival
i casa da noiva. Para isso juntou-se com
um cnado e foi-se emboscar atraz de umas
moitas, n'um sitio iiolado, por ondo Piet
havia necessariamente passar indo ou regres-
sando.
Com effeito. sendo ja" noite, Piet transi
tara peto-dito local, quando de repente
tres dctonacoes de arraa de fogo se fazem
quasi simultaneameote ouvir. Tornado de
susto iraprovisadamente, Piet cabio no
chio ; dentro em pouco, porem, voltando
a si. ergue-se e deita a correr quanto p6-
de. Em breve encontra gente, que indo
sem demora ate o sitio onde 6a tiros haviam
sido disparados, topa com Tribvire e o cria-
do, e pira logo os prende e leva ante as au-
tori dales.
No plenario os reos allegam e eooseguem
aonvencer o tribunal de que naohouvera
n'aquelle aeto senSo a intencA) de ame-
drontar Piet, e ver se pot tal arte se des-
manebaria o projectado-^oosorcio, ejimais
a de attentar eontra a vM* de Piet.
O tribunal por fim deeide :que, apezar
da viva impressao occasionada a Piot, por um
acto de aggressae- de que Idea victima, esse
acto n> af.ingira directaraentea sua indi-
vidualikde, e coneeguinteroeate nSo coos
tituia nem violencia, nem vias- de facto da
especie 1'aque las previstas no-codigo pena!-,
e, por tanto, absolveu os t6os.
Mas, levsda a causa em appellagao o
tribunal superior, ahtfoi pelo contrario 6V
eidido qua- as vias a*) facto conetituidas por
jylquer manifestagao aggreseiaa, aindu-
qjie ndu auiiijnm a pessoa contra quern fo~
rem dirigidis, teem espirito, e atteutara po*
Ltanto contra a-sua segaranca e a sua invio-
labilidade, por fdrma analoga A resultente
de pancadas e-ferimentos ; que af6ra isso
podem ellas eansar enfermidade cu incapa-
eidade de trabalhar, ou- finalmenta empe-
aer o exercicio da libecdade legkima.
Adduzioamda o tribunal em seu- occordao^
qpe os factos- comprovados- contra* os reos.
reuoiam estes-earactere9>.aggravados com as
cireumstanciaa-de preraedita.ao e embsoca-
da>. seguindo-se estarena incursos na sanc-
c_5o penal, pelo. que aenllava a santenga da.
pciBfteira instantiate condemnava cada uiu
dos-reos, em>doz dias de prisao e nas cus-
taa.
atravessara o lago Erie', sobre fo-
arvores ou pedacos de pAo, e entre
le Saint Clair e o Niagara.
A Doriphora decempunctada,. ebamada
tambem mosca do Colorado poe tres vezes
por anno, a comecar do mez de abril ou
maio segundo a temperature. Vai por de-
baiio da folhas, ecada femea di mil ovos.
Ao cabo de uma semana as larvas sahem dos
oyos, sustentam-se das folhas duranle 17
dias, e depois entrain na terra d'onde sahem
passados quinze dias perfeitos insectos. As
que nasce.u no fim do auno passam o inver-
no na terra.
Quando atacam qualquer campo, desappa-
rece primeiro a rama das b tatas e depois e"
destruido o resto. Nao padecem com o frio
nem com o calor, e n3o so tinba descoberto
meio de affastar o msecto, soado apanhando-
o A mao, porero cauteLsamenle porque,
sendo esmagado, o Hqoido produz ua pelle
o effeito de u.u caustico.
No Canada" descobriram afiml a meio de
corabater o fLtg-dlo. E' o arseinwreto de
cobre. Mistura se esta^ substancia eom fa-
rinha ou gesso narazaode 15 a 20" pates
de farinha ou 3 a 40 partes de gesso- para
uma de arseinoreto.
A natureza preste igualmente um auxi-
liar eontra a mosca Colorado. E' u:n pe-
queao coleoplere, como e- nosso breho
conta, a quo os francezes eharaam cecei -
nette a quinze points ou biteiDieu.
Teme-se que a tsrrivel Doryphor* venba
facilmente a Europe-era qualquer navio.
poder ux
dicial para fazer valer seus direitos.
Por sentenga da 1.* instancia de 5 de ki-
nhodel85l, foi julgada improoedenle- a
TARDOU, MAS CHKGOU.A. caraara4
dos-representantes dos Estalos-Lnidos pro-
mulgou um bill declarando a igualdade ab>-
souita de ncgros e brancos Os-pretos mu-
letos etc., deverio d*ora dvante ser rflcebir
nomear uma commissaoi^05 GOmo 9 francos puros, como irmaoa,
as hospeda-rias, nas estalagens, nas taver-
nas, nos hospitaes, nas- carruagens publicas,
jnos cemiterios e outnos quasquer lugares.
encarregada. de rejular tndo quanto-se re-
fira ao seu interesse. Afim de facilitar as
tas comaissoes, o-qual, eom caracter desu-
perintendente, fixe a- sua residencia-em Phi-
arepublicaeml8i8 reeorreram nevameale ladelpbia desd'e a oon*tituigao daa eon
os descendentes de Lu.z J I ao poder iu- ^ ^que. m en 6* As prer >gativas dos etpositores-
concodem se s&nente aos cidadaos dos pri-
zes cujos goveraos tenham aceitado formaH-
accao, Scan lo por consequenc.a em gor 0 mente o convite de fazerem-se representaa e
reg,stro de obito de Carlos Luiz duque da, e leBhaiu QOme,do menck)nada J^
Narmandia, e assentado que este faleceu missao. Ioda6 w communicates devarao
T^^J^Si ilS: % ?"el^,!0t5r":!fi,zer-se pormefo das commissdeT officiaes
doj governos*
7* Os pedidos para o espago que se
tenha de occupar nos edificios e terrenos
postos sob a direcgSo da eommissao cen-
tral, deverao fazer-se antes de 4 de margo
de 1875.
8' Dar-se-bao aos commissarios das di-
versas nagoes que aceitem o convite de to-
mar parte no concurso, desenhos comple-
tos dos edificios e terrenos consagrados para
esse fim.
!' Todos os artigos preparados para a
eiposigSo deverao ficar entregues em Phila-
delphia antes do 1 de Janeiro de 1876, a
fim de que possam classiftcar-se e prever-se
a sua co locagao.
10* As leis do congresso concernentes
aos regulamentos das qlfandegas, registro,
etc., bem como quantas prescripgdes espe-
ciaes sejam adoptadas pela commissSo do
centenario relalivas ao transporte, A esco-
lha das plantas, A classificagSo, A forga mo-
ton, aos seguros, aos regulamentos de'po-
li;ia e a outras materias, communioar-se-
hao immediatamenteaosrepresentantes acre-
ditados dos governos que cooperem na ex-
posigSo,
do no cemiterio da prisio da Templo, e por
consequencia que o pai dos autores, conhe-
cido pelo nome de Naundorff nAo era Luiz
XVII.
Desta sentenga appellou a parte vencida
o sobre o recirso devia o tribunal pro-
ferir decisSo no dia 27 defevereiro do cor-
rente anno.
LIVRO NEGRO DOS AMOS.Aa conti-
nuaias queixas dos amos contra os servi-
gaes, o destes contra aqaelles, sao tao ge-
raes por toda a parte, como a varied ide das
estagoes. Um jornal de Ltege conta que alii
dillicultim encontrar informagdes exactas ou
aproximadas dos precedentes das criadas
ou criados que as familias tomam para seu
servigo. Refere que os inculcadores sao
mais cuidadosos em registrar as informagdes
verdadeiras ou falsss, que lhes prestam os
servigaes quando se desaccommodam. Esse
registro 6 cuiJadosamente ex^minado quan-
do quando os inulcadores indicam casa que
precisa cmda ou criado.
As annotagoes postas em frente do nome
dos clientes do escriptorio, s5o por este
theor:
A senbora tem a mao leve. 0 senhor
e muito mulherenga. 0 pa) e a manteiga
estao debaixo de chave, e a criada tem de
gastar da soldada para comer a fartar. (E'
bonita cousa). Jdmais se recebe gratificagJo.
Obrigam a conduzir um carro de mao. Os
pais dao sempre razao aos filhos. Obrigam
a fazer servigos exquisites. A cama das
criadas nao tem senao um reles cobertordo
algodao. Nunca deixam sahir a'ruaetc.
communicajoes, deseja-seespecialmente, qua
se designe um membra de cada uma d'es- *8tn pretos, nem braocos, senio toJo? cida-
daos da liv-pe America. Assim: preceitcat- a
lei, impondo a pena de multa de mil dol-
lars (nonecentos e quarenta mil reis), a
quem contravier estes disposigoes.
Todos sabem com que desprezo era tra-
toda a gente de cdr pelos. amencanos. do
norte depura raga branca, chegando a pon-
to de nao conseitu'rem dentro das carrua-
gens oainibus um preto ou mulato ; de sa-
birem das casas de venda logo que algum
d'aquelies se atrovia a entrar; isto sem con-
tar as correc jOes maauaes que lhes infli-
giaro ao meaor signal de falta dj res-
peito.
0 PRETENDENTE TICBBORNE.No dia
29 de Janeiro, na 168'.* audiencia, comeco*
o juiz presidente o relatorio da causa.
Nodiw 20'de fevereiro. foi a 188:* audien-
cia*, occupando ate entio o relatorio 15 dias,
e durou ate ao dia 28-era que tenninou o-
julgamento, dando ojury o -crime de falsi-
dade p<>r provado, e sendo o aacusado con-
deranado-am 14 annos- de trabalhos forga-
'dos.
ESTA1ICTICA (DESGRAQADA.Segundo
os-registo*da policia de Paris, tem havido
in'aquella capital, desde 1 de Janeiro a 20
de fevereiro ultimo, eincoent* e tres sui-
cidios e tentativas de suicidios I*
Observa-um jornal parisiensc- qpe jamaii
a estatistsea policial apontou faeto-igual.
Na miseria. resulta^e da fatal guerra cam
a- Prussiay. na ociosidade e nos vicios se en-
eontraro a oxplicagao de tao melancolico
facto.
LITTERATIIRA.
A instruct;lo pariblica
terra.
In^lti-
POR
A formula da apresentagao mutua, pre-
encheu se por meio de interprote, o que pa-
receu muito aborrecido a* senhora de Ames-
teville.
A conversagSo, como e" jie suppor, foi
pouco animada, e Michelotto acabou com
ella sob pre'.exto de que a senhora de Ar-
nesteville estava fatigada e precisava des-
cangar.
Michelotto levou os dous esposos para
uma grande camara que se preparara de
improviso, e, chegando A porta, despedio-se
d'elles.
Meu cbaro primo, disse o Sr. de Ar-
nesteville, despega-se tao sdmente de minha
mulber, porque eu nao fico aqui.
Como assim T exclamou Michelotto.
Seria a primoira vez que passassemps a
noite no mesmo quarto, e minha mulber
nSo poderia dormir. Vou, pois, com o
primo, que me accommodara" seja onde for;
eu nAo sou eiigente.
E em seguida ao Sr. de Arnestevillo des-
pedio-se ceremoniosamente de sua mulher e
sahio, deixando-a s6 com Marietta que lhe
servia de aya.
Em quanto se afastavam Michelotto e o
Sr.de Amesteville, a magestoss Leontina
tirou de uma bolsa que lhe pendia da cin-
tira, um pequeno livro eccadernado em
velludo preto e disse a Marietta :
Nao me recolhoainia, pofque tenho
de rezar as inhibits oragocs; pode, pois,
retirar-se que eu in? deit.i.ei depois de ter-
mina-'a n reza.
Marietta nao entenieu uma unica pala-
INVENTO PARA AFFUGENTAR RI-
VALS.Em um tribunal estraogeiro cor-
reu ha pouco uma causa crime, a origem
da qual tem sido diversamente apreciada,
uns julgmdo ser tal interpretagao erronea.
A questuo e saber se impuusmente se p6de
metier medoou assustar alguem.
0 caso sabre que versou uma decisao le-
gal e aste:
K
vea, e ficou olhando estupidamente para a
seohora de Amesteville
Nao ouvio que me nao recolho ainda?
disse esta.
N&o comprehendo, respendeu em ita-
liano Marietta.
Ah 1 exclamou a senhora de Arnestc-
velle. Eis ao que me condemna a insigni-
ficancia de meu marido ; esse homem que
nlo soube fazer com que o rei o nomeasse
ar de Franga com uma grande renda...
ue desgragada sou I
E com um gesto imperativo indicou a
porta a Marietta, que, comprehendendo per-
leitamente, apressou se em sahir.
Quando ficou so, a senbora de Ameste-
ville encetou o seguinte monologo ;
Mas, porque me trouxe meu marido
para esta casa ? NSo tem elle casa em Pa-
ris ?... Oh I que desgragada que eu sou I
E d'onde alcancaria elle essa renda de vinte
mil libras tornezas em que me fallou ? Tre-
mo de pensar na origem d'essa renda, que
tal vez me colloque n uma situagdo ridiculal
Tera" incorrido alguma princeza desangue
no incomprehensivel absurdo de amar meu
marido, eter-me-hao trazido a Paris para
salvar as appareocias ? E, sobretudo, quo
neccssidade temos nds de um fill*.
Quo
se perderia so sahisse da linha recta o nome
| de Amesteville que ndo servio nunca para
cousa a'guma ? Porem, esse tal Sr. de
Boncamp deve saber alguma cousa... e,
segundo as apparencias, creio que se ena-
[morou demim. E' necessarioque o nosso
bom primo me esclarega este roysterio !
CULTOS RELIGIOSOSSegundo a ul-
tima estatistica da populagao em Frang<,
acha-se esta dividida pelo quo respeita aos
cultos religiosos pola seguinte forma :......
35,873:703 pessoas catholicas apostolicas
romnaas ; 530:757 protestantes ; 49:i3tis-
raelitas.
Os outros cultos contam 3:171 adhe-
rentes; e 81:951 individuos que declara-
'am no pertencer A religiao alguma, ou
ignorarem completamente aquella em que
nasceram.
MOLESTIA DAS BATATAS.Diz o Jor-
nal da Noite que segundo noticias da Ame-
rica do Norte, as batatas sao alii altacadas
por um insocto chamado doryphora decem-
punclada que appareceu ha annos, e pro-
pagou rapidamento nos distnetos do norte-
Este insecto vem de umas montanhas on-
de se alimentava dc certa batata silvestre,
mas desde que chegou alii perto a cultura,
o bicbo acudioa batata civilisada, e in ca-
minhando pelas terras cullivadas na direo-
g3o de Leste. Em 18'9 estava a 100 mi-
lhas de Omaha na Nebraska ; dous annos
depois apparec'a em Iowa, e em 1865 asso-
lava o M'ssourj, atravessava o Mississipi e
causava immensos prejuizos na Illinois
Em 1870 ja" estava na Indianna, no Obio,
na Pensilvania, no Estado de New York e
no Massachassets, tendo caoainhado 1:700
milhas em li anuos. Diz-se que em 1871
A senhora de Amesteville dirigio-se para
a porta do aposento, tirou a chave de f6ra
para dentro, e correu em seguida o repos-
teiro.
No aposento nao havia nenhuma outra
porta.
Na parede fronteira ao leito haviam duas
janellas ogivaes, cuios vidros de cores esta-
vam illuminados pela lua.
Entre as duas janellas havia uma mesa
dejaspe com pes de bronze, e sobre ella
um grande espelho deago.
A senhora de Amesteville levou uma ca-
deira para junto da mesa, sent >u-so, abrio
o livro e comegou a rezar, ao que pirecia,
com grande devogfio.
Deixemos rezando a senhora de Ameste-
ville, e procuremos Micbolotto e o Sr. de
Amesteville.
Folgo deveras com qae possaraos fal-
ter quanto antes; perderia a paciencia se
tivesse de esperar ate amanha, disse Miche-
lotto.
- E que explicagoes s8o as que tem de
pedir-me, meu charo primo T perguntou o
on de Amesteville, como quem confia nas
explicagoes a que se ve provocado.
Quarv.lo cliugar ao seu quarto, entao
fjllari.iii s
L Sli'clnjluitj coii'.!iii;ou caminbando.
,Advirts-lhe, uuse o Sr.--de.Arnesle-
Title, ^que estou bem era qualquer parto.
felizmente, a sua antiga casa tem mui-
tos commodos, e esta* tudo muito aceiado
gragas aos cuidados das desconhecidas filhas
de messer Elias Japhar.
a. hippevj.
Prologo.
(Continuagao;
C4P1TULO III.
ESSWO. SUPERIOR;
I
Uniwrsidades de Oxford e Cambridge.
A onganisagao d&s duas oelebres universi-
dades- de Oxford e Cambridge offerece no
mais alto gr^o de expressao caracteresdis-
tinctos de que sao affectadas as instituigoes
sociaes em Ingiaterra ; wspeito a tr^digSo,
manutengao, a par dos grogressos effectua-
dos pelo tempo, habitos pertencentes as
idades mais remotas ;; prep.m-Wancii da
igreja ; cuja independencia o estado res-
peita em rotribuigao do apoio moral que
ella lhe pcesta ; prlvilegjos bierarchicos
produzidos nao s6 pelas distiacgoes exto-
riores de que gozam certos es&idaotes mas
tambem polo geneno de instrucgao que
elles recebem e qua s6 pode ser accesslvel
aos repreientantes de familias aristocraticas.
As universidadssinglezas tiverima mes-
ma origem que as estabeleeidas na idade
media de Paris e nas provincias de Franga.
A mesma libordade. o mesmo systeoaa de
estudos, os mesmos prtvilegios para os es-
tudantes, e tambem os mesmos habiios tur-
bulentos.
As desordeos tornaram-se menos violen
tas e mais raras logo que, gragas a pias
funcgoes, se est3beleceram ao de pe cada
universidade, collegios onde a saocidadesu
jeita a unoa vigilancia paternal, pdde pro-
seguir o corso de sous estudos sera perturbar
o socego publico.
Foi assim que do Xlll ao XIV soculo, se
inslajlaram success!vamente os 20 collegios
reunidos ora torno da universidade de Ox-
ford cos 17 quese grupam em derredor da
de Cambridge.
Forara elles priaaitivamente verdadciros
conventos nos quaes os exercicios religiosos
occupavam naturalmente grande lugar.
Os diversos ramos de ensiuo quo ahi so
introduziram depois, formaram uma escada
de conhecimentos, comecando pela gram-
matica ecaminhando ao doutorade.
Por muito tempo nao cram precisos me-
nos de vinte annos para obttr os numerosos
grdos.
Dislinguiam-se ahi algumas sortes de es-
tudantes : os aggregados, possuidorcs de
grdos ; os alumuos porcionistas, que se pre-
E abrio a porta de um pequeno, mas bo-
nito gabinete.
Que casualidade I disse o Sr. de Ar-
nesteville, trouxe- .ie exictamente para o
quarto onde passei a noite antes de abando-
nar a minha casa. Que judeus, primo, que
judeas I Quando eu lhes dizia que me
deixassem aqui que lhes pagaria a compe-
te nte renda, sabe o primo que mo respon-
diam ? Que os moveis, as roupas o os ta-
petes se deterioravam com o uso.
Vamos, sente-se, primo, disse Miche-
lotto, e se tem mais appetite que sua mu-
lher, que nlo aceitou a minha ceia, vou dar
ordem que no-la tragam.
Nao, meu charo primo, jantamos mui-
to bem, e aiuda ficaram alguns fiambres na
carruagem. Miuha mulher nao viaja sem
grandes prevengoes. Vamos, comece a ac-
cusar-me, porque estou ancioso de lhe res-
pjnder,
Porque r zao nSo sabe a senhora de
Amesteville o quo nos combinamosT Por
que me falla com tanta naturalidade do fi-
lho que proximaraonte dara" A luz ? Dar-
sa-ha caso que a senhora de Amesteville es-
teja realraente gravida ?
Horror I exclamou o Sr. de Ameste-
ville, isso e i.npossivel; isto nSd o coniuii-
Urii cu.
Porque, me'u b >m primo T perguntou
Michelotto com curiosidade.
Porque ? Vou fazer-lhe uma granJa
conGdencia, a que me nSo atreveria, so nao
fosse necessaria. Nao me ouvio dizor ha
pouco que seria a p'imeira vez que eu e a
para vam a obta-loaj linmnaa aarridacM,
que ganhavam, eocarragau4i aa 4a alga**
trabalho domaatico, o diraite da toaaar par-
te no ensino ; e finalmanaa alaanaa peosio-
nados que formavam entao, como beje, a
maioria dos estudanles, a viaram a ter a
fonte das ricas rendas dos collafioa
Noasas universidades prOvinciam tem des-
apparecido : a mio da uoa poderoso organi-
sador as substitute por um vasto systoma da
instrucgao, cujas vantagens seria injustice
desconhecer, mas no qual e permittido re-
clamarque se iutroduzen melboramaotos
tornados necessarios pelas mudancas sobre-
vindas nas instituigoes politicas de noaso
paiz.
Na Inglaterra, aa waiversidades coUe~
gios de Oxford e Cambridge sao hoje quasi
a mesma cousa que foram na origem eor-
poragoes de ensino constkuidas e dotadaa
de certos privitegios, governando-fle por
raesmas, tendo suas assembles legislativav
seas-chafes eleitos.sua jurisdkgao interior,
su representagto no parlawieato brhan-
nicc.
San- ellas ainda as avenidas prinripaea io
ministerio da igrejja- estabelecida. Totnaaa
parttr na legislagao do paiz pelos d >us de
putados que cada uma deltas aim* A cama-
ra dos ooinmuns. Jem odireitb' de mio-
morta para compraoem propriedades, e
receberaov do pirlamonto o poder de acei-
tar legados de quantia Hlimitada sem recor-
rerem as fornjalidades necessariasem qual-
quer outro caso.
Apresentam aos beoeficios ecdesiastieos,
postos sob'o patronato de catholicas- ronaa-
nos. Alguns de seus membros sto-deda-
reito couogos de certas cathedraes.
Os chefes de seus collegios podera- ooco-
P&r beoeficios- com encargo de almas-, sea
serein obrigados A resideneia. Emfin, re-
cebem presto joes annuaes do parlameoto e
euas t>pograpbias tem o monepolio da ren-
da d s livros Silburgicos.
Sem dependencia de protoeteres ofikiaea
que por uso sao postos A freato das aomr-
stdades e escoibidos d'entre os mais illustre*
fonccionarios do estado, tem- ellas como ad-
ministradores um chanceller-, cuj-i titulo 6
puramente bor.orifico e um vWe-chancetlar
sobre quem racahe a effecuvidado da di-
reeeao.
E' elle o executor dos regolameBtos,
para os quaes concorrem algumas assem-
Weas livremonte eleitas e so fiscalisam mu-
tuamente. Cada collegio 6 goemado por
umchef.j assistido pelo corpo dos aggrega-
dos. {Fellowc) que sao os verdadeiros pro-
prietarios do estabelecimenlo, ecu)as cadai-
ras, distribuidaa outr'ora de uma maaeira
bastanto arbitraria, se dao hoje Pr con-
curso.
A maior parte destes p.-ofessores daa por
anno um pequeno numero sOmente de ligoat
Alguns ate nada ensinam, e suas cadeiras,
amplamento retribuidas, sao- verdadeiras
sinecuras. See mestres partioulares, tuto-
res que se encarregam, meliante refribui-
gao de preparar, por meio de repetiges iu-
dividuaes, os estudantes para os ddMersoa
exames porque tem de passar.
11
0 que assegura a existeneia das universi-
dades e seus-collegios, e nao terem eces-
sidade de pedirem todos os annos. como
na maior parte dos estados europeas, u-ca
dotagao, eujo quantum t- constantemeata
posto de novo em discussao>. Em Ingtater-
ra, esta dotagao, creada pela liberal idade
dos particulares, protegida pela let, aug-
mentaJo pela ac(ao bouefica do toaxpo,
considerada como verdaduira proprieda'e
national iva qual nenhum poder ousaria
por a maow Sua recaita pro-veniente da
renda de suas propriedades territoriaes da
fundos publicos, de irapo&tos cobrados pe-
las ma'.riculas, exames- e collagoes de
graos, e por alguns outros beoeficios, iov
postos resultantes de certos privilegio>, nao
podorism ser avaliados com exectidao. Ne-
nhuma publicidade se dA I sua gastar ti
nanceira. Segundo indicegoes f-rmada-
por pacienles iiivestigadores, suppoe-se po-
der avaliar em cinco mil coutos a dotaglo
da universidade de Oxford e a de seus colle-
gios. A de Cambridge e muito menus consi-
deravel ; dous mil contos.
0 numero total dos aspirantcs aos grios
era, em 1870, para as duas universidades,
de 3,800 so.nente ; em Oxford 1,80ft eem
Cambridge 2,01)0. A idade madia em que
entrain uas universidades e de 18 a 19 an-
nos. Ficam alii, em geral, de 3 a 5 an-
nos, conforme a actividade que desenvolvem
para conseguirem o grdo e segundo a diffi-
culdade daquelle que ambicionam. 0 pes-
soal dos estu lantes compde-se de mancebos
ricos que a moda e o bom torn impellem
para as universidades, de aspirantes As fune-
gdes ecclesiasticas, as quaes os bispos im-
poem, antes dese ordenarem, a resideneia
e os grios (esses formam o maior nu-
mero dos estudantes) ; depois jovens pre-
miados das escolas secundarias que obtem
uma pensao, emfim de alumuos atlrabido>
pelo desejo de instracgio. Estes sao em
minoria.
(Continuar-se-ha)
senhora de Amesteville dormissemos ao
mesmo quarto ?
Falle mais claro, disse Michelotto que
comegava a impacientar-se.
Mais claro 1 exclamou o Sr. de Ames-
teville com o accento declamatorio de
quem julga ter dito bastante Pots bem.
Id vai mais claro : a senhora de Ameste-
ville nao e verdadeiramente a senhora de
Amesteville, mas sim a menina Leontina
de Cirac, a quem todo o mundo julga mi-
nha mulher.
Pois que, nio e" sua mulher ?
Nao, meu querido primo, nine mi-
nha mulher.
Pois nio sfa casados T disse Michelotto
cuja voz se ia tornando lugubre.
Por certo que sim, replicou sorrindo
o Sr. de Amesteville ; somos casados so-
le nemeote pela igreja catbolica, apostoli-
ca, romana, e a senhora de Araciteville i
legitimimente minba esposa, mas nio t
minha mulher.
Ah I exclamou Michelotto, jl per-
cebo.
Nio o foi nunca, nem o seri, aceres-
centou o Sr. de Amesteville.
Ed tendo, entendo.
Nao o foi, nao o c, nem o sera de
nenhum outro hoinum.
F-dgo muito com que possa ter uma
t 1 confianga na menina Leontina de Cirac
(Cotllimior-seha.)
TYP. DO D'A'.UO.pRrA rit'Q'F r.E CAXf*8
/


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