Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16965


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Full Text
ANNO L. NUMEKO 7ft
I*
P3

PARt A CAMTAL 1AJGARES OXbMK tli MPMM
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Fnr-aBiaditoaidem..............
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DIARIO DE PERNAMBUCO.
PR0PR1EDADE DE MANOEL FICUEIROA DE FARM FILHOS.

#t Sn. Gererdo Antonio AlvestS Filbos, no Pars.; Gon$alvea d Pinto, do Marannio ; Joaquim Joe* de OUveira d Filho, no Ceara;
Pereira 'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, ea Parabyba ; Antonio Joad Gomes, na
Autooio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilardea



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o de beam* Braga, no Araeatj ; Joao M*ri J$. Aatouo Harqoe* da Silva, no Bate* j Jeee-
Villeda Penh*; Marmino doe Santos Bulcao, em Saa*> Antio ; Domingee Joee da Costa Brag*. envBmareth;
Afree 4 C., na Babia; e Lahe, Cerqoinho C ao Rio de Janeiro.
L.
PAKTE OFTICIAL_____
Govemo da provincia.
Seccao 5.*1'ilacio da presidencia de Peruambuco. Recife, Si
de fevereiro de 1874.O piesideote da" provincia, em execugao da
autorisacio qne Ihe foi eonferida pela lei n 1114, de 17 de jtinho
de 1873, reserve one se ubwi i u seguinte
t*:.I I lMl\l :
TITULO 1
UA IDMl-NISTHAQAO DAS OBRA' PUBLICAS PaOVlNCIABS.
Capitulo I
Da organisacao da repartigao.
Art I.* A reparticao das obras pablicas e creada para incum-
bir-se eepecialmente ios trabalhos technieos e adrainislralivos, con-
cern antes a edificagao, reparos e conservagao dos proprio9 provin-
ciaes e de tudo o qae for relative a engenharia civil.
Art. 2." Nenhuma deliberagao sobre negocios, que enlendam
com a eogenbaria civil, sera tomada sera que previamente seja ou-
vida a reparlicao das obras publicas, que emittira por escripto o seu
jttizo e forneceraos esclarecimentos necessarios a devida apreciagao
da conveniencia publics.
Art 3.' 0 pessoal da reparticao sera dividido em duas secgoes,
sob a ehefla de am engenheiro director, sendo uma techoica, e ou-
tra espetiahnente destinada ao servico administrativo.
Art. 4 A' secgio lechaica compete :
| I.* A organisacao de projectos e orgamentos de todas as obras
nue se emprelienderem.
8 A direccao e execueao das obras feitas por administragao.
3.* A ins;>eccao e fiscalisagao das obras que se executarem
nor empreitada ou arrematagao.
g 4.* A conservagao por administragao ou arrematacao de todas
as obras da provincia.
5 5.' A organisagao da carta chorograpbica da provincia, fazen-
do determinar astronomicamente os lugares notaveis. .
6* A organisacao e estatistica das loealidades da provincia,
fazeudo mappa s que marquem o rumo das estradas e iadiquem o me-
Iboramento da via^ao interior.
J 7.* Apontar as obri' mais necetsarias, e aproximadamente o
maximo a despender se com as mesmas, e indicar os pontos mais
proprios para o estabelecimento de colonias agricola9.
Art 5.* EsU teccao funccioDara com o seguinte pessoal:
S 1. De um engenheiro chefe.
f 2. De cinco engenheiros, servindo um destes, por designagao
do presidente da provincia, de engenheiro ajudante, sobre proposta
do engenheiro chefe.
g 3.* De uinco conductores.
I 4.* De tres desenhistas e de guardas.especialmeute incumbi-
dos do servijo da conservacao dus estradas, pontes e mais obras
d'arte.
Art. 6.* Havera tantas guardas de conservajaj quantas possam
ser precisas para que cada uma se occupe de tal servico na exten-
sao aedoze kilometros, podeaiti ser restringido ou augmentado o nu-
mero dellas, quando assim o determinar a conveniencia publica.
Art. 7.' Cada guarda de conservacio sera constituida por um
cabo e tres ?ervenles, nomeados pelo engenheiro do districto.
Art. 8. A' seccao adrainiitrativa compete :
!. EfTectuar o pagamento das despezas a cargo da reparticao
das obras publicas.
5 2." Ter sob ?ua guard.) os utencilics do uso do expediente.
| 3.' Cuidar do asseio e limpeza da casa, era que funccionar a
reparticao.
Art. 9.* E-ta seccao se compora :
k <.* De um prtmeiroescripturari-l.
I 2. De um flegundo^lito. Aa-A-a. -
S 3.* De um terceiro dito.
3 4.* De um thesoureiro pagador.
I 5* De dous agentes pagadores.
i 6.* De um porteiro, que servira de arcbivista.
7. De um continue.
Art. 10. A provincia sera Uividida em cinco districtos de ebras
publicas 9endo a comprehensao de cada um determinada por acto
da presidencia da provincia, sobre proposta do engenheiro chefe ;
podendo esta comprehensao ser alterada pela presidencia todas as
vezes que assim o exigir a conveniencia publica.
Art. 11. Be cada districto sera encarregado um engenheiro,
um conductor e as guardas que forem precisas, segundo a disposi-
cao do art. 6." ; sendo que o primetro districto, que sera o da capi-
tal, devera ficar a cargo do eneenheiro ajudante.
TITULO II
DAS ATTBIBUigiJES DOS KMPRECADOS.
CupilulO II
Do engenheiro chefe e seu ajudante.
Art. 12. Ao engenheiro chefe compete :
I.* Ter inspeccao e mediata direccao sobre todas as obras e
trabalhos de engenharia da iacumbencia das obras publicas.
2.' Propor e submetter a deliberacao da presidencia o piano
e moios de execueao das obras, do que necessitar a provincia, e to-
das as medidas de conveniencia publica, relalivamente a engenha-
ria civil. .
3.' Proceder, ou mandalo por qualquer dos engonheiros, aos
estudos preparatorios, projectos e orcamentos, e mais trabalhos ne-
cessarios, para execuca) d is obras autorisadas.
5 4." Dirigir, inspeccionar, advertir o dar instruccoes aos enge-
nheiros e mais empregados da reparticao, corao bem aos empreitei-
ros e arrematantes de obras.
g 5.' Ministrar os esclarecimentos, que lhe forem exigidos pelo
pre-identc da provincia sobre tndo o que for concernente a repar-
C." Examinar tao frequentemente, quanto lhe for poaalvel, e
directamenle por sua propria pessoa, as obras em construccao, ve-
rificando o numero e salario dos trabalhadores, a quahdade dos ma-
teriaes empregados, e si o producto do trabalho esta naturalmcnte
proporciona1. ...
7. Remelter ao thesouro provincial, logo que tor terminada
qualquer obra, feita por administracao, e enja despeza exceder de
400*000, o quadro demonstrative da mesma despeza, em relacao ao
material e pessoal empregado, fazendo netar, si houver, a differenca
eutre a somma do effectivamente despendido e a da despeza orcada,
com indicacio precisa da caus.i de tal differenca.
g 8.' Dar immedialamente ao presidente da provincia parte de
todas is occurrencias havi;as na reparticao, ou relativas a obras 8
aos proprios provinciaes, quando tae9 occurrencias reclamarem
prempta providencia.
9.* Remelter trimen-almcnte ao presidente da provincia uma
nota espedfteada do estado e andamento das obras em execueao,
quer por arremataijao quer por administracao ; apresenando quan-
to a estas o mappa demonstrativo do pessoal e material empregado,
com discriminagio do qae for reparo daquillo que propriamente for
obra nova. .
10. Uma das notaa trimensaes, de que trata o paragrapho pre-
cedente, sera substituida por um relatorio no mez de Janeiro de cada
anno, e nelle nao so sera relatado o estado e andamento de tqdos os
servicos a cargo da reparticao, o estado dos proprios provinciaes
e o merito official dos empregaios, como tambem consignado urn qua-
dro do pessoal occupado nas obras ainda em construccao, do mate-
rial gasto e do existente em deposilo ; sendo indicadas as obras no-
vas precisas, quer para rcparos dos proprios havidos, pontes e
estradas, quer para construcQao de novas, com designacSo das con-
MgnacSes precisas para o anno seguinte.
8 11. Encarregar de qualquer comraissao de engenharia civil
a qualquer dos engenheiros de districtos, quando assim o exigir a
conveniencia publica, e as obras em execugao no respectivo dis-
tricto furem de natureza tal, que possam ser condadas ao conductor,
sem dainno publico. .
12. Fazer opportunamente as communicacoes precisas aos
engenheiros dos districtos e providenciar sobre suas requisicdes.
13. Exigir de todos os engenheiros de districtos relatorio es-
pecial do que for concernente ao d.stricto a sen cargo.
14. Regular e dirigir a escripturaclo e economia da re-
particao.
8, 1?!. Ortificar arerca do rlireito que assiste aos arrematantM
a percepene de qualquer prtsiacao da ;eu contracto, uspeciticaadj
qualquer circamstaneia que iiuujrte. desceulu ne valrf dtlla.
| 1C." Submetter a apreciagSo do presidente da provincia os
orcamentos de reparos e conservacao de obras, que excederem de
aOO/OOO, para que, depois de approvados e remettidos ao thesouro
urovincial, perante eate se faca o contracto de sua execugao.
I 17. Mandar execaur e contracur reparos e conserva;5es,
cuio valor for Inferior a 200*000; devendo disto communicar ao
thesouro provincial, com esclarecimentos convenientes a flscahsacao
Aamta
8 18. Providenciar para que sejam devidamente gnardados e
conservados os utencilios e instrumentos de trabalhes technicos, que
forem propriedade da provincia, e os empregaios em execugao de
trabalhos de conservagaoou construcgio. ,, .,
8 19. Fazer, ou antoruar, em caso urgente, despeza ate 200*
com acquisicao de materiaes, dando immediatamoBte conta ao pre-
sidente da provincia, com uma nota especiflcada do material com,-
em
dos
pnado, para que seja transmittida ao thesouro provincial, por ocea-
siao da communicacao de approvacao.
| 20 Designar o engenheiro que deva ser inoambldo de fazer
estades para a organisacao do projecto de qualquer obra.
S 21. Cenceder ate 8 dias de lieenga. c no ordenado ou sem
elle, aos empregados sabaltemos, eommuni-'anio ao thesouro pre-
vincial.
S 21 Commanicar ao thesouro provincial o reeebimento pro*
visorio e definitive de qualquer obra \
} 23. EikVHH- a tnjaiwo Wwaoaro prerineial a-not* do*-oh]ecil
qae sobrarem da censtruejio, oa qae profierem da demoligao de
obras, para serem vendidos oa arrematades, quanlo o valor prova-
vel exceder a 100*000.
S 24. Autorisar a venda daquelles cujo valor presamivet for
inferior a 100*000, expedindo guia para a parte recolher ao the-
souro provincial a imporUacia pela in il comprea o object), e para
acquisirao do qual e mister aue preceda apresentacio do conheei-
menio com qae prove o recolhimento da dita importance.
23. Soliciur do presidente da provincia a expedicao de or-
dens no seatido de serem satUfeitos os pedidos raeasaes das quan-
lias, que presumir necessarias para occorrer as despezas com as
obras par administragio, remettendo uma rela.-ao per elle assignada
de taes despezas, classiQcadas pelos competentes artigos e paragra-
phos, bem como os pedidos para obras especiaes, de qae stiver a
reparticao encarregada de exeeutar.
% t6. Ordenir o pagamento, por conta do pelido de que trata o
paragrapho anterior, das contas qae se apresentarem, provenienles
de acquisigao de objecto< para as obras pablicas, bem como das
ferias dos serventes, relativas ao 1 districto, lancanJo nellas o pa-
gue-sae sua robrica, isso depois de mandar proceder o exame
moral e aritbraetico, em taes docamentos.
27. Saspeader ate um mex, com perda dos respoctivcrs veoci-
me itos, quaesquer empregados que estiverem sob saa jorisdiecto,
por omissao grave no cumprimento de seas deveres, sabaietteado
este acto a approvacao do presidente da previocia.
g 28 Remetter ao thesouro provincial no pnncipio de cada
raei oponto dos empregados, absolvendo das faltas aquelles qae as
tiverem dado por motive justifisado.
29. Providenciar para que a reparticao tenha sempre
dia o livro do Tombo e os demais que a seu cargo estiverem.
Art. 13. Ao engenheiro ajudante cumpre :
g 1.* As mesmas attributes conferidas aos engenheiros
districtos, no que for relative ao districto de saa jarisdicgao.
2.' Substituir o engenheiro chefe em sua falta ou impedi-
ment, e na forma do art 72.
% 3.* Aaxiliar o engenneiro chefe nos trabalhos que Ihe forem
ordeaades.
Capitulo HI.
Dos engenheiros de districtos.
Art. 14. Os engenheiros dos districtos serao os chefe* e diree-
tores das obras pablicas que se fizerem no sou districto ; pelo qae
Ihes compete, em relaglo ao districto de saa jurisdicgao :
1." Proceder a todos os estudos. levmlar plantas e fazer os
necessarios nivelamentos.
2.' Organisar o orgaraento de taes obras, quando Ihes for ex-
pressamente ordenado pelo engenheiro chefe.
3.: D irigir, 'inspeccionar e Gscalisar todas as obras pablicas
por meio de arrematacao e empreita-ias, adrainistrar as que forem
executadas por administracao, aSm de que sejam observadas as
respectiva9 proposta?, orgamentos e contractos, dndo lego parte ao
engenheiro chefe de qualquer irregularidade ou occarrencia qae
encontrar.
g 4. Velar na conservagao das obras, examinando ao menos
uma vez por qoinzena o trabalho dos guardas de conservacio.
g 5. Proceder a todos os exames e medicoes necessarias no
reeebimento, qaer prorisorio, qaer definitive, das obras arremattdas.
g 6. Receber os objectos que forem fornecidos para as obras
arrematadas.
7." Examinar a qualidade do material adquirido para as
obras pablicas, devolvendo aquelles qae nao estiverem nas con-
dicfies de serem aceitos.
8.' Ministrar ao engenheiro chefe as necessarias informag3ds
para os pagamentos devidos aos arrematantes, empreiteiros e for-
necedores
9." Entrar na apreciagao da veracilade e exactidao dos cal-
culos das ferias dos sen*entes e artistis. edas conta- de quaesquer
despezas qae se fizerem no respective districto, tendo em attencio
a razoabihdade dos pregos dos objectos, exiginde que taes docu -
mentos tragara os competentes recibos, quer assignados pelos pro-
prios, qaer a rogo, por pessoas que nao perteneam a repartigSo,
legalisando estes documentos com a declaragao de-exacto, a qnil
authenticarao com a sua rubrica quando nenhuraa falta encontra-
rem, que se opponha a sua aceitacao; sendo tal declaragao snbs-
tituida pela de-pague-se-quando tenha o pagamento de ser ef-
fectuado em seus districtos.
10. Contractar e admittir 03 serventes e artistas que foram
necessarios para a execugao das obras de seu districto, e despe-
di-los quando nao saiisliz'erem seus encargos ou servigos.
11. Attestar o exercicio dos empregados que servirem sob
suas erdens, bem como o estado da conservajSo das obras, por con-
signagao nas folhas dos guardas de conservagao.
12. Fazer os pedidos dos objectos necessarios a construccao,
conservacao e reparos das obras por administragao, e requisitar do
engenheiro chefe tudo quanto se lizer mister a bem do servico a
seu cargo e economia',dos dinheiros provinciaes.
13. Organisar e apresentar no flra de cada' trimestre e de
cada anno um relatorio circumstanciado de todos os trabalhos fei-
tos e despezas effectuadas, propondo iudo quanto entender conve-
niente.
14. Remetter ao thesouro provincial, por intermedio do enge-
nheiro chefe, ate o dia 10 de cada mez, uma relacao circumstan-
ciada das obras executadas em seu districto por administragio e
durante o mez anterior, acompanhandoa de um mappa dos ser-
ventes e artistas que tomaram parte em taes obras, com declaragao
dos nomes, dias de vencimentos e importancia diaria pela qual fo-
ram elles engajados.
15. Encarregarse de qualquer comraissao relativa a tra-
balhos da repartigio, ainda mesmo fora de seu districto, si pelo en-
genheiro chefe for determinado.
16. Cumprir as ordens e instruccSes que pelo engenheiro
chefe Ihe forem transinittidas, e representar ao presidente da pro-
vincia quando exorbitarem ellas das attribuigoes daquelle chefe.
17. Occupar convenientemente nos trabalhos do seus distric-
tos os cooductores e mais empregados que forem postos sob sua di
recgao.
18. Solicitar ao engenheiro chefe os empregados extraordi-
narios que julgarem necessarios ao servico a 3eu cargo.
g 19. Ter sob sua responsabilidade os utencilio9 e instrumentos
necessarios ao serviyo, fazeado-os escriptarar em um livro especial,
com a declaragao do dia em que forem elles fernecidos e do fira que
tiverem. Quando forem removilos para outros districtos, passarao
por inventario os objectos a seus successors, exigindo deslas um
recifeo deelarando o estado em que forem entregues.
Art 15. Oengenhsiro de districto nao podera ausentar-se de
seu districto nos dias uteis.
Art. 16. 0 engenheiro de districto residira na localidade que,
por mais conveniente ao servico publico, Ihe for desigaada pelo ea
genheiro chefe.
Capitulo IV.
Dos conductores e desenhistas.
Art. 17. Aos conductores compete :
g 1.* Auxiliar os engenheiros de districto em t )dos 03 trabalhos
a seu cargo.
2* Encarregar-se dos estudos preparatories de construccao,
Gscalisagao e conservagao das obras que Ihes forem designadas.
3." Empregar o maior cuidado nacolloca.-ae do material, apre-
sentando ao engenheiro do districto uma resenha dos trabalhos fei-
tos sob sua direcgio, e propor as medidas quo julgar convenientes
ao servico a sea canro.
g *. Veriflcar o calculo arithmetico das contas que tiverem de
ser pagas em seu districto, bem corao das diarias dos servenU* e
artistas constantes das ferias, lancando em cada uma a verba -con-
feridocom sua corapetente rubrica, ou declaraudo por escripto nas
mesmas as differences que encoatrar e as qaantias que devem ser
pagas.
5." Verilic.ir e assignar os conheciment is de f irii'C.me.T.o-,
quando isto Ihj for determinalo pelo engenheiro de dstricto.
g 6.* Substituir o enjenheiro do districto quando lhe for deter-
minado.
Art. 18. Os desenhistas se occuparao nos trabalhos proprios de
sua profusao, que Ihes forem designados, podendo ser encarregados
de servico de escripturagio, quando o perraittirem as condigoes do
trabalho a sea cargo, ou urgir a neoessidade do emprego desta me
did*-
Capitulo V.
Dos cabos de guarda de conservacao.
Art. 19. Aos cabos compete :
!!. Exeeutar as tastruccoes e ordens que Ihes forem uadas.
! Tomar conu por inventario, e assignar a respectiva
earga, de todos os objectos perteacentes as obras.
3 3. Passar reclbp 4QS maieriae3 q_ae eatrarera paja as obras,

essedlcaode qjmlida'te, e noroe da pessoa qne os eotregoue' de
quaon as m-iadou,
%* Tomar ponte duraate o dia, ao menos todas as vazee qoe
o UUmHio tiver t cenwc ir. do* serventes e artistes.
I 5.* Dar porta seinaail ao empregado, sob- cujas ordens asti-
ver da tudo qpianti occorreu ao servico a sea eargrv
I Pedi> tudes os object..)* necessarios a execueao da obra a
sea eetgo.
"* J7' PravidMieiar peia formt mais convcoiente, spb.saares-
poeuWIidade-, i cajs urgentes, e quando sobrevierem acciiJeates '
as ebras.
| ft.-* Prender em fiigrante delicto os qne da-nui(fcaretn as
obras, eondosiadi-os a aoterid^de mais prexima.
I Organitar e stinir as ferias para pagamento dei diarias
dis serventes e aitisUs, com as daclaracdes quo se ptettweaum
miaucioso exame. ;10rn.
1M) Dar partt ao engenheiro de districto da deM!ta dos ern-
es quo estivdrem sob saa tlscalisa^o, e da irregftlaridade de
cooiporuinente Jell s, fim de serem despedidos.
| It. Fazer ex djicio as despezas miulas qn> forem lecessa-
rias as obras, cujo valor nao exceda de 5*0">), remettendo a >s
engenheiros de distri.to ami coata e.-peciflca.la, assignada pelo for-
nicedor, an n de ser aatorisalo o pagamento.
Art. tJ. Oj cabos, quando estiverem em servigo de construcgio
ou eohservac, w de obra;, sorio obriga 1 is a residSr nos districtos de
sea trabalho.
Art 2t. Os cabos dsverio acorapanhar o engenheiro ou con
dueler, sob cujas ordens estiverem, sempre que isto Ihes for orde-
nado.
Art 21. 0 cabo querur acbade em falta no cumprimento de
seus deveres, sera punide ?om peaa de saspensao e perda de ven-
ciineates ate 30 dias, impoia pelo engenheiro chefe.
Capitulo VI.
Dos mestres de obras.
Art. 21. Aos mestres de obras por administracao cumpre :
I.* Prestar seas servicu proftssionaes nas obras, para as quaes
forera indicad is pelo engenhiiro do districto.
Fiscalisar o servico Ios ofllciaes que irabatharera sob suas
orde i
3.* Communicar ao engeiheiro Jo districto acerca da inapti-
dao evs ofBciae*.
4.* Cumprir literal men teas ordens quo receberem do enge-
nhe o ou conductor ancarregace da obra, em que estiverem elles
empregados.
Art. 24 0 mestre de obra i responsavel pela imperieia com
que exeeutar qualquer obra, e que aearrete prejuizo a fizenda pro-
CapiMo rn.
Dos escripturarios ^
Art. 25. Ao" 1* escripturario incumbe :
g |. Fazer o expediente e responder por toda a escripturacao
qae se tizer na secretaria da reparticao.
g 2" Colleccionar e fazer encadernar no Qm de cada anno os
offlcioj que forera enderecados a repartrcao, as minutas dos que fo-
rem expedidos e quaesquer papeis e documentos que estiverem na
secretaria.
g 3 Fazer toda a corres/iondencia official do engeuheiro chef;.
g 4.* Requisitar ao inspector do thesouro provincial a expe
digio e ordeus no seatido de serem fernecidos os objectos quo
forem precisos para o expefltnte de sua reparticao, apreseotando uma
relacai delles.
j 1. Quando, pore:D, o valor do objecto exceder de 50*000, 6
mister que n-'ompanhe squeHa requisigao um* autorisagao do pre-
sidente da provincia.
g 5 Passar recitw Ios objectos que receber, declarando a r-
zeahflflade dc seus precos em face de suas qualidades, quanta nao
estivereni'elles comprehendidos na tahella do contracto do forneee-
dor. '
g 7.' Dirigir ted is os trabalhos da secreta-ia e gabinetc de de-
senho, a ausencia do engenheiro chefe e de seu ajudante.
g 8* Authenticar as copia* dos desenhos e passar certidSes do
que forconccrnente a repartigao, precedendo despacho do enge-
nheiro ehefe
At. 26. Ao 2." e 3.* escripturarios compete :
1.* Encarregar se da escripturagio de todos os livros a cargo
da re&riigao.
2" Fazer t)de o trabalho que Ihes determinar o engenheiro
chefoju o 1.* escripturario.
3. Substituir e |. escripturario, qoaadj for determinalo
pelo ngenheiro chefe.
Capitulo VIII.
Do thesoureiro e dos agentes pagadores.
irt. 27. Ao thesoureiro pagador compete :
| !. Dirigir tide o servigo a cargo do deposilo da repar-
li'.'io.
*!. Re :eber mensalmente do thesouro provincial a quantia
autofsada beta presidencia para as despezas a cargo da reparlicao,
prestmdo por igual lerrao contas ao mesmo thesouro dos dinheiros
recetdos, a recolhendo os saldos que exislirem.
S3." Representar contra qualqner falta oa demora do feme-
cedordos objectos destinades a deposito, d ndo mensalmente ao en-
genharo chefe uma nota do movimento do deposito havido.
g4. Ter a cargo e guarda o livro de re:eita e despeza, que
sera ubricado pelo inspector de thesouro provincial.
6 5. 1'agar as contas que Ibe forem apresentadas. devidaraenu
leealiadas e com ovisto -do engenheiro chefe, ou ordenar a seus
agents que o fagam nos lugares distantes da capital, ou mesmo
nesta quando as-im convier ao servigo.
irt 28. Aos agentes pagadores incumbe :
11. Effecluar os pagamentos de que forem incumbidos pelo
thesoireiro. ~ ..
2. Prestar ser'vig is de escripturagio no expediente 'memo,
quanlo assim o entender o engenheiro chefe, a requisigao do the-
sourere, caso nao haja trabalho preprio do cargo e sobrevenna
alUueicia de outros diquella natureza.
- g3. Substituir o thesoureiro no seu impedimento, competmao
a estt designar qaal deve substituil-o.
Capitulo IX.
Do porteiro e continuo.
al. 29. Ao porteiro compete : -*.
i l. Abrir e fechar as portas da repartigao nis dias de tra-
il 2 Ter sob saa guarda os utancilios do uso do expediente,
seadco responsavel por todo3 os objectos ahi existentes e que nao
estiva-em sob o cuidado especial ds algum outro empregado, para
devera ter am inventario, assignado pelo engenheiro
3 Ter sob sua guarda o livro do ponto para assignatura dos
empngados, bem corao todo o archivo, pelo qual sera responsavel.
conservande emmassados chreaologicamente todos os papeis e do-
cumentos nelle existente. ..
4. Exeeutar todo e qualquer servigo de que tor mcummao
e pan o qual estiver habilitado.
Art. 30. Ao wntinuo cumpre : .
!. Exeeutar todo e qnalquer servigo material que me lor
ordsnado pelos empregados.
i g 2." Entregar a correspond ;ucia eScial.
$ 39 Auxiliar o porteiro no que por este
8 4.* Cuidar no asseio e limpeza da casa.
TITUL0.H1.
Of NOMBACAO, DEMISSAO. VRNCIKENTOS, LICENgAS
DOS EMPREGADOS.
Art 31, A nomeagao e demissao dos empregados de que tratara
osgS 1 a 3.* do art 5. e !. a 6. do art. 9.' competem ao pre-
sUeule da provincia; os dos desenhistas, porteiro e continuo sao da
ccmpeieucia do engenheiro chefe, e as dos cabos e guardas perten-
ccm a attribuicao do engenheiro do respectivo districto.
Art. 32. So poderao ser engenheiros pessoas que exhibirem titu-
lode engenheiro civil ou militar das escolas nacionaes ou estran-
garas, e as que. tendo pelo menos dez annos de pratica na pro-
riacia'como ajudante de engenheiro, ou conductor, houverem exe-
:utado obras e trabalho3 importantes be a desempenhado as
omraiss5es era qae tenham servido, podendo contractar o presi-
lente da provincia pessoa habilitada estrangeira para eigenheiro
ie districto, quando entender conveniente ao servijo publico.
Art. 33. Os lugares de conductores so poderao ser exercidos
tor re-seas que aoresentarem titulos de habilitacSes de escolas
taciouaes ou estrangeira?. oa que tenhara exhibido provas da
labililagoes em concurso, servindo come ajudante de engenheiro
lelo menos cinco annos.
Art 34. 0 cargo de eugenheiro chefe somente sera exerciao
or quem tiver titalo de curso completo de engehharia civil ou mi-
Itar; podendo o presidente contractar para o mesmo pessoa na-
Itada de qaalqaer paiz. .
Art. 35. Os eoncursos para os cargos da reparticao das obras
)Ublicas serao presididos pelo engenheiro chefe, sendo os examl-
iiadores nomeados pela presilencia da provincia.
Art 36. 0 concurso para o lugar de conductor, versara so-
>re arithmetica, algebra ate equacio do segundo grio, geometrla
?lana a solida, trigonometria rectilioea, agrunens'jra, nivelamento
s leva,o,taD4ento de planta, elemeotos de arewlaciura, coabecim'oto
o qm
chefe
for exigido.
E APOSEST.YDORIXS
pratico dos instramento graphieos, esnhecicstMos praticos- de ma-
teriaesde corwtruegae, aiaJ.s na provincia, a da deseobo linear
e de aqnareHa.
Art 37. Ocoacurso aare o cargo de de^eeiiista versara so-
bre nocoes de architectura, desenho linear, hen* como sobre pria-
cipios da lingua nacional. aj
Art. 38. Os venciiuMtos dos empregades serao ot detanniaa
doe na tabella janto ; e as ticencas e aposeoladtmas. qae haavereai
da obter, regufcw-se-hao pela legHlacao em vigor, relativa a-matem.
TITULO IV.
DA [exicvcao DAS OBRA .,..
Capitulo X.
Dos trabalhos preparatories.
Art. 39. Aatorisada pelo presidente da provincia qualquer obra
de reparacae oa execugao, o engenheiro chete procedera am confer
midade com o dispoeto no art. 12, apresentando a planta, orgamen
to e mais trabalhos a presidencia para saa denastiva deliberacao.
Art 40. 'engenheiro chefe mandara faaer os estndos necessa-
rios para organisacao dos projecto* das obras, coja execocio seja
conveniente e para o levantamento da carta da provincia, sempre
que heaver pessoal techaico dispoaivel.
Art. 41. Semlevada a conta das despeza^eom os trabattiea gra-
phicos, para os projeetos de estradas e carta da proviaeia, uma gra-
titlcacao addicienal, calculada na razae de oiteata mil rets para os
engenheiros e seesenla mil reis para os condsclores, por mez.
Art. 42. Os pianos e orgamentos serai todos redigides sob a
mesma forma, quanto o permittir a difTerensa das obras, devendo
center como priaeipaes as divisoes seguinles :
g 1.* Descripgao circumstanciada da natureza e qualidade da
obra em todas as suas partes, com declaragio do modo de-sua exe-
cucio.
| 2.* Medida exacta das din*<-rentes partes das obras.
| 3.* As condigoes e clausulas especiaes, no caso de ser a obra
emprehendida- por arremautio ou empreza.
8 4. Utna. labella dos pregos elementares.
S 5.* Racapitulagao geral que demonstre o orgamento ooapletu
de toda a obra.
6.' Uina justificagao do projecto, quande o valor da-obra ex
coder a cinco- centos de reis.
Art 43. Feitos, assim. os trabalhos preparatorios da obra, com
piano, orgamento e instrncgoes explicativ s. e condigoes definitiva-
mente approvadas pela presidencia, sera-per esta aatorisada a sua
execacao do raoio porqne for mais conveniente.
Capitulo XI.
Das arrematacoes.
Art. 44. As arrematacoes das obras publicas serao feitas a pre-
cao perante o thesouro provincial, remettendo o presidents da pro
vincia ao inspector, logo qae tenha resolvido que qualqner obra
se faga por arrematacao, o orgamento, descripcto e elanenUsespe-
ciaes, para que se i>aja de effecluar em. sessao publica.
Art. 45. Quinze dias pelo menos antes de qualquer arretaala-
eao de obra, cujoJvaler nao exceda de quatro centos de reis, na mez
para as qne nao excederem de doze contos de reis, e dous meres para
as que forem de valor maior, serao os ediiaes, contendo as eiausalas
eipeoiaes e o dia da arrematacao, afflxades na porta da essa do the-
souro, e na ma'riz da freguezia fora da comarca do Recite, a .jue a
obra pertencer, e publicados nos joraaes mais lidos. Na tixacae do
prazo para a arrematacao se attendera aojerape necessario pare a
viagem.
Art. 46. 0 orcamento e desenhos- das obras qu estiverem em
praga serao patentes a todas as pessoas que os qnizerem examinar
na repartigao das obras publicas.
Art. 47. As pessoas quo pretenderem arremalar qtulquer obra
publica deverae habilitar-se, antes do dia da arranMtacao, perante o
thesouro provincial, apresentando ftadores idoneos. e os meios de
execueao de que dispoe^ para sahsfazer as mdigocs da arremata-
fJo.
Art. 48. A fianca devera nelo menos cefresponder a uqp terca
parte do valor do orcamento da obra, e sera constituida pela forma
oriinaria da legislagaa era vigor. Quando. porem, algum arrema-
tante tiver de haver adiantado qualquer qi^antia nao correspondent
a trabalho ja executade, nao o podera fazer sem prestar uma fian-
ea especial, igual ao seu valor.
Art. 49. Quando nao apparecer arremataate tdoneo, ou o abate
offerecide for inferior a verba de orgamento. marcando o beneficio
do^arrematante, e o presideuse da provincia o julgar iusufllciente, a
arrematacio sera adiada, annunciande se nos jornaes a dia em quj
tiver de ir de novo a praga. Sendo, porem acoito qualquer langu.
e approvado definitivamente pelo presidente da proviucia a arrema
tagio, o inspector do thesouro fara lavrai o term.) A* contracle n.
foruia de estyle. inencionauJo a descripgao aas obras a as clausulas
especiaes; dara copia ao arrematante, e coramunicara irameliata
mente a presidencia da prorieeia e a reparti;5o das obras publica-
quem foi o arrematante e o fiador, qual foi o abate offerecide, o va-
lor do contracto, e a data, a partir da qual so devera :ontar o pra-
zo para comego e conclusao das obras.
Art. 50. A reparticao das ubras publicas dara ao arrematanK
copia dos pianos das obras d'arie, do perfil longitudinal e planta 4a*
estradas.
Art. 51. 0 fernecimento de objectos e materiaes necessaries,
para as obras sera faito em hasta publica perante a reparticao, si o
seu valor exceder de dous centos de reis ; si, porem, fer inferior a
esta quantia, poderao presidente da provincia, si julgar convenient,
autorisar a compra dos objectos necessarios, independent de con-
currencia.
Capitulo XII.
Dos arrematantes.
Art. 52. Para que o arrematante em tempo algum nao aeaaa
allegar ignorancia das obrigacoes, que lhe sao impostas, devera as-
signar as plantas em original, de qne trata o art. 50.
Art 53." O arrematante e obrigado a seguir eiactauiente, aa
execueao da obra. o piano e condigoes approvados, e obseryar as
instruccSes do engenheiro ou conductor incumbido da sua inspec-
cao ; ficando sajeito a demolir e corrigir o qae for reconhecido de-
feituoso pelos dites empregados, e a dar-lhes todas as iniormacoes
esclarecimentos que exigirem.
Art 54. Si, durante a execueao des trabalhos, for conveniente
ordenar-se alguma alteragao ou modiflcacao nos projectos priraitivos.
devera o arrematante executal-a, logo que receber notificaeao assig-
nada pelo respectivo engenheiro fiscal. Si as alteracoes oa modih-
cagoes trouxercra augmento ou diminuigio de trabalho, o valor do
ontrato soffrera accrescimo ou diminuigio eorrcspondente, servindo
de base para calcular as respectivas importancias os precos do orga-
mento. Si as alieracSes produzirem um augmento oa dirainuicae
de mais de um quinto do valor do orcamento por que foi a obra
arrematada, podera o arrematante requerer a rescisao do contracto.
Art. 55. 0 arrematante que recusar assignar o contracto, pagara
cinco por cento do valor do orgamento.
Art 56. 0 arrematante sera obrigado a principiar os trabalho?
no praz> determinado em sen contracto, sob pena de nuilidade e res-
cisao deste, c de uma mulia igual a vigesima parte do seu valor,
quando outra se nao tenha eslipulado; revertendo ejla em ambos o*
casos a favor da verba obras publicas. A conclusao da obra deve-
ra tambem verificar-se na epoca determinada no contracto.sob pena
da uma multa igual a deciina parte de valor da arremaugio, com a
mesma applicacao. Nesle caso a obra sera concluida, ou per aimi-
nisiraiio, a custa do arrematante, levando se-lhe em centa o qne a
fazenda provincial Ihe teria ainda de pagar, ou por nova arrematagio.
sendo responsavel o arrematante primitive por toJo o excesso qne
houver no prego deste segando contracto. Si, porem, a despeza for
inferior aquella por que fei arramalada, Iuj sera restitiida a diffe-
renca. .
Art. 57. As mallas de que tratara os artigos antecedeates nanca
serao inferiores a cera ail rs., e serao cobradas exeeutivatnente sen-
do por ellas responsavejs os arreaaauntes e fUdores solidariamente.
Art 58. 0 arrematante se podera older prerogacao do pr*so
para comeco ou conclusao da obra, provando a supervaaianiia d
circumstancias extraordinarias, que tenham embaragadc a marcha
regular dos trabalhos.
Art. 59. 0 arrematante devera avisar ao engenheiro, quando
tiver promptos os materiaes destinades a obra arrematada. para que
sejam, ate o oitavo dia Jepois do aviso, conveniente nente examinados.
approvados ou rejeitados ; e neste ultimo caso serao eHes transpor-
tados pelo arrematante, ou a sua custa (si a isto recusar-se) par*
lugar distante da obra. Serao feitas. per coula do arrematante tam-
bem, as despezas com o servico e objectos necessaries para o trac*-
mento e meaiglo das obras. corao : cordas, bandeirelas, estacas, etc ,
e com a verificaoio de qualquer de suas part9 por ordera da presi-
dencia e do engenheiro. Quando, porem, a verilicagao de algun\
defeito presumido iraporte em demoligao, a se reconhecer a 4o exis-
tencia do defeito, sera o arrematante indemnisade do exresso 4
trabalho, segunlo o prejo do orcamento.
Art. 60. 0 arrematante de qualquer obra de terra ou arle sera
obrigado a ter mestres e adrainistradores, que merecam a confianca
Sarticular do engenheiro encarregado de sua ftscaliiacao, subetUula-
0-03 quando isso lhe for determinado.
Art. 61. A recusa ou contastatjao do arrematante sobre vinos
defeitos das obras sera lavada ao conhecimente do presidente da
provincia, que resolvera como for de iustica.
Art 62. Os arrematantes nao poderao, sob pretexto da qualquer
erro ou augmento de preco no3 materiaes, exifir tnodificacio algum*
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tTt M- tlMUM 30 T* tarn *!**?> de Pmb Sexta feira 27 de Marco de 1874. OTOHIIffW 1 0//A
Tjganrta,
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BBTpor ^MgiaenCTtt, im
meios cm ma rtireccao de mml lrJjM#WM> -niaio^aiBftprevisjof; ^evepdo., porem, saHudenraisado quando i
r ftradada dm erro de inedrcao.
'Emquanto* durarefn os* tratiarhOs, ^rao* elies dirigid " arroraa1*es; on* por- peatoa idonea; mumda depte-
ara solve* qoalquw du.vida.ou questao, que porvflntura
sua anseocia; nao podendo ser esta allegada para
laaleuer responsabilidade que ihe couber.e nor 9i ou
oos
appareca em
asquivar-se a
por sea agen
que Ihe for "
Art. "
cresimo de
oheiro en
St\ in/In < que.'rjagfov
is ipi*.i ciigoodeirci"'
provmcia
era andam
tnwt
|nte" nio jwdora reciamar or
lpnhas$do exigid-. poradri
aa fKcstisacae ; e ^ "odo -o
inaraeassacai de umardira arreAatada, que c-
po'.era o arronatante rsquerer qne se proceda ao
receb:mento prov^orio d s trabalhos exe.uiaJns, e depois ao rece-
fcimenlpj'-fmitivo, Qqjlo o pras. da garantia. Neste caso, nSo ha-
vendo cutpa da parW do arrematante, 6 ? verno o inrtoBmisara da
todas asfespeas qne hover feito para a comir.uaoSo do nlimo con-
tracto, fazendo os descontos eonveaientcs nos prccos dos objectos que
se tiveremcstragado com o uso.
Art- 63. Concluida-a obra, o arrernatan'.e devera logo participar
ao engenheiro do distrieto, para que se lavre na reparlicao o termo* -
tie tsctitumentn pxavisorio, oo caso daachar-te a "hm em flstado da forprn impn^iaa
ser recebida ; e, a contar da data do termo, sera o arreraalanle res-
pomavel pela boa censerveeao e perfeito cstado di obra, durante urn
anno, nao toirfo skSo meneionado nas clausulas especiaes o praso da
WJjPaoswiihiUd*. f wit o praso da responsabilidade, e ceeonheeido
o bom estado da obra pelo engenheiro do distrieto, em quo tiver sido
ttoras exlsfcWes M estraMl'e UMU M
WWM0mWtMH^Tm& a* i-rBc..oes.
distrieto. ,..;[,. MMtim tmt ~j0
' 5 ** grwgaTTJTl^aSir I^aaSSs a>Ycia ilas estrada
que lofem* nrmi;tWWi,ff^y^sTiWi;*Wg wmm ; cdilicarAo de
mwo, .area ou prelimioar e cordfyM-jgUnualirtiaaMtrifcyjdgpontos e plaotajdes que
se fiierem na estrada ; dando conta dessas infraccfie9 ao engenheiro
do distrreto, a quem auxiliarao era trabalhos graphicos dentro da
delta ~
N'issa ?e-
quando-aahir par;
larem mais de q
quanio sahireiu
Art 80. 0 presidente
tor do tfcosotiro provi
das obra1* puljlica, pi
do^ artvmaiante^ dis1
da proviucia, com audiencia do iospec-
[eiAgM-phefto, djkE
saojMfrno'a. a k
fi
as murtas, 1
xtcutada, 0 engesfceim ohefa da rapartifao das obras pnblicas fari
lavrar 0 tenno de reccbim"nto defioitivo e dara deste facto conheci-
mento a presid nela da provincia e ao thf>souro provincial.
Art. fifi < p.ig.imenms terao lugir nas epocas flxadas nos con-
traeto*. fnd^pendentemente das fiancas, de cada pajamento ?e de-
durira dai p-r cecto, os c^iaes symenie sptao entreguen ao.arrenia-
tante, depois de Gudo q praso de garaptia das obras que tiyer eo-
cutaflo.
Art. &". 0 arremfttaulo nao oodera traosferjr aoutrein lqdoiO
parte d#>eu cpnttifi;lo, sem prO^ia autjrisafiiio do presidente da.
provmcia.; ficando p. la infracjio deste ariigo sujeito 4 peaa do
art. 56.
4fV 6^. As dnvi-las e coatestaco-w, que apparecerem, sobre as
clausulas, dps confractos, serSo resolvjdas pelo presidente da pro-
vincia.
_A*t. 69. As dispo.-icocs CQncexoentes aos arrematantes se appli-
carao a qnalquer empreitofro de 9Draf.
Captiula XIII,
Das obras, por adrainistragao
ArL /0. As. obfs, qua se exeeolarm por administrafao serao
precedmas de ortimentps, pUptas e descripefles circum->taaciada,
sejiundo.se CelHKmKf na sqa exequ^o as disposiyijes dta refful*-
memo, que Hies Toreaifelativas; podendo as pequeaas obfaa a
reparfl?. scr execujados sera rgamenlo, por autorisacao do presidaaic
da proyincja.
TITULO. V
.... oisPos-oqs.r^B*^s.
Art /l. berao extenaivas- a.>s empfegados da reparticio das
obras: publipas. as. disposigiJes r-lajiv>if aos empregados de fasenda,
que tivereiii.^.elWs.appHcajao par nao ir de eucemtro a disposicio
especial.
ArL 72. !?odera 0 enganheiro chfe delegar a direcQao superior
na parte admini-trattva da repajjicjio, ao. engenheiro ajudanle^ alim
deemprfigarse exclusisam^iU? uin^ UabaJws da seccao ieciinita,
confornieacauj;.;nieuciaiilo scrvico publi.-o oiweopseibar.
Art. 7.1. Nao poaerao servir corao eontraetantes ou por outra
qualquer f.irma,eo> oljras execotadas por adniinistracao parees do
engoniieiro eiicarrega/lo da direcc-aa deJIas.
Art. 74 Di pessoal, qne esiipprirmd ,po^orao ser ne.-ta reorga-
msac.io nomeados para conductoros os qua liverem habilitacao com.
provada pda pratica, sem dependeqeia de c(.n.'urso.
Art 7a. erexpeaicme diano comecara as n>ve horas da ma-
nha, termiqando us Ires da
Senheiro chefe, a quem
ponto.
.Vrt. 76. A soc actuacs, to Jos os hvros de quo possa career em se raovimento e
observara a escripturacao prutkada no que dlversan enle nio for
delenninado nesle regulamento.
Art 77. No scrvici) da couservafao de estradas, deverao ser
estas mantilas,cnim^ ou restabeleciJaa
nte estad* qiwiulo i.-ub im passado por algnma darauilicajao : e
para istu a*,gaaoUri de conservaoao niodeixariio :
S 1 He traba I air diariamenre, aterrando e trazendo abahulada
e iimpa a e.'trada .; ro.;.\mlo e replantando de relva os taludes ; des-
ohstrumdo aT*eaJ 1 ,-u vallas, bombas e pones; dando drspejo as
aguas ; cavando.as vallas e aioos ; ignalando as margens da es-
ir.ila 0 os talulo-s dincorjaodo o empedramenty d:i ei-trada e fa-
zendo mani^r se:n,ire a sua cuovoxkladft e boiq ostada ; vieiando
imalmente, na con?ervaf.i> das pomes, pouuliiOes, arcos e outrai
Art. 81. Os cabos de guarda de conjervacao venceao a meD'
salidade do trinta mil r6is, e es respJpfcs* *rv
e clnco mil r6is, pagavois por quinFena;
gratiicaiao de cinco anl rajs, nfcnstes, aqneJlo destes, que itaUui
rante donsannos de exereicio se. inostrar zeloso no cumprimento
de mmMmtmm uuica.li-er sid- 1M1Hado ; gwUticacao que ara.
muliado por mais de
annullada si, depois de obtiJa. for 0 mesmo
(" wek .;. ,*SbJ atdaf u
Art. 84 0 valor dopedido mnsa! nunca sera superior a fiinca'
pwiUda peJo4hesoreire-()*frdr.
A. W, O^yfifa. acAunpaph^r, 3s,c^ii, flue^i.var .0 thes^
pagador de prestar ao thesoufo provincial, uma conn carre^^S^''
igreja da IVnlu, a de \os_sa
si>iindo em missa cant*
/lainlia a larde.
tin siuidi. -Na :jii
I'enha havera algiuis Jos
lllMIS.
ae de Olia rrente percorrera algumas ruas dajuella cidade
procissao do Senhor Bom Jasus dos Martyrio*
* 'ereja ll ras da unite, haveisejao na casa
Pl|l-0 criminoso Joao AkesFeitoaa,
pponu.nciado no tenno de Asfftjfr'da prawlpcia' do
Cear.a, Tot ca^)turado pela respectiva delegacia noj
termo de-OOflqne, a iO doMneJ ahimo, e entre a
cscolta que> lie ordem ^0 doutor juiji municipal
danuelle *ermo, alii se apiesu'iitara r .[uisitaudo-o.
Coniliet* o morlewEit fl do corrente
deu-se um no lugar deuominado Corcovado, do
;iermo 4-Kao4.'A*'J, eaUm MaooeUose de ao-
f Anna c Helena L^raogKa Cawltatite, do qual
result^S-a mort^ dVra'^^erimento' e pri?3o em
Uagrautc-daqueJIe. -^__^_
Pnra o ul em npsso p levtu 0 Iioyne 323 pas-
sageiros.
FoniAMde ae .liowrtiw- Voltoades-
se presidio 0 vapor Mundahu, trazendo a seu bor-
do eutestaeaneato que alii erfava.
Groat Voi-iiK'in. Este vapor, que e?-
*6| la a se*vifo da tompanWa, VesUm'and- Brati-
(tan Telegraphy seguio hontem_para 0 Para, afim
- 'tar atinmersio do tnbo telegraphico para
I'Mm eaMisx.'
, ...tojao artigo, aalec
dwer^o,. ser coipprovalos por u n ajtesTaiLj do engenbairo r
que examinara a re"alnl.nle delles.
Ar^j^/lj^ngeaUeirp on wnJji/jr,, que. conjinto^^ue, a.:
t sejam empregalos materials, upTBBhilidadfl,
Ua fora das regras d'arte, Ti:a sujeito a tnulta'^fji,,
e^fjje"nheirp. ou.crtpdqc^pr. qua, suyi pre via. au^qrisa-^,
jTjO. chefa au da prasi^ac^'.iTtei'ar u cooseuUft
"tero a pla.4!laeproyaUa^.fioa sujtn^.inuju,
e hue esta
Tig
cap fe
da artigo a
Af-v8^tftJWW^en^ da.pEowiaoia, ^ftb/A^op.ust? iJA,jkehkaiv
roichefa fara-ap()jfej;sciita ivg Jlawentq,^p|nJRftii.ci'es;, iuXloreift..
reputadas necesslfia-", 0 que a eixuoijaacia.ac-Wtfilnav .
Ar^.88.. FwaravogaJo p. YegulaojnT| dfjp* julhp da. 1866^'
Ikmiqie IjflffiPJitfft., .. 'JJ
rcpariicqq da tfcva*iM>Uc*i*. *.aMif?'.
e refero 0 art. 38 ilo rcsiilamenio
--------------I-MTIB^M^^^1 II II i^HM M^M-
I: '
larde ; a, po )-ra ser prorogado pelo en-
compete 0 encerramento do livro do
EMPREGOS
Engenheiro chefe.......
Engenlairo ajuiljute___ I
Engenheiro de distrieto .. i
Conductor.............. 5
Thesoureiro pagador... 1
Ajudante pagador.......
Primelro escriptorario....
Segnndo escripturario....
Terceiro escriptorario___
Oe-enhista.............
Porteiro..............
Continue..............
EJT03 ANNUAES
; <-.-,
oaDr.vAot'RA^CA-
3:000i000|
2:iOOiO0S
;20fl'.'0>
1:200500
600 iOW
8!>ft.a)y
700*00
&;0l000
7oomo
0005000
Goj^ooa
TOTAL
II I
i:'"O0WO0
l:20O*>(JOO43:2,0tOe
',' 4:O00iOOO
1:00<1000
StJO^L'OO
600 000
400*1100
oOOiO 0
5004000
50040W
4CO*000
400iOUO
mm
3:000*000 .y
l:800*!KX),
1:000*00*
1:300*00(4
l:S00*0W> ,
i.-Qooirxfl
!-200*0<.lU
1:000/0'. (1 M
':000*000
I87i.
alscio da prosidencia de'Pernaxbuco, 24 de
fevereiro


Hchriqae Pereira de huctna.
1
D
OESrACHOS DA
PBBSIDKNOIA. DO DIA 23 DE MARQO
DE i87't.
Constancy, escravn de D. Marcolina Leite de
Sa e Alburjuerque. Inforraa o Sr. insoecUr Ja
ihesouraria de faz-nda.
Francisco Xavicr de Bmos Campallo. Ioforme
o Sr. provedor da Santa Casa de Mlsericordia.
GetalioSimoes dos Reis. ladeferido.
Irmiadade do Senhor Bom Jasus dos Martvrios
da igreja do 5. Joao Baptisu da cidade deOlinda.
Baeharel Jose Rapiisia Crtirana.-lnforme o Sr.
provaJor .la Santa Casa do MiscricniMja.
J-.T.iiiym > Materno Pereira de Ca#vaIho.-Ja se
providenci in no sentido em que reaaer o suppli-
<:ante.
Manael Joaqmm das Chas. Informe o Sr
proved>r da Stnta Casa da Missricordia.
Ma:nl Vieior l-'-rnandes Barros. -laforme o
br. inspector dn Qiesonraria da faxenda.
Taixoira, Chares & C. Oereridd com olBciodesta
data dmg:do a rajiarti^Io das obras pnblicas.
Andre Curcioo de Araujo.Pague-.e
Andre de Abren Pr!o. Sim, paga melade da
multa em qua in-orreu.
Braz Jose dos Reis. Indeferido, por falta de
va?a.
ClaroentinoSilvestre.-Nao tem lugar o reeurso.
a yisu da lOformacao da ihesouraria provincial,
ladre Joaqoira Bt-llarrnino de Miranda. Pa
^ue se.
Padre Joao Jose do Araujo.^Pagoe-se.
Joao Bapiista Gomes IVnoa. Re.'ueira a quem
de direito for.
Joao Lopes Nepomucono. -Enwrninhe se.
Jose An.L'iifto de .AraujoPagna-se.
Mathias Tavares da Almeida. ladeferido
Mathias Carlos de Araujo Maciel. Passe por-
tana concdendo a licence pediia.
Maooel Joaquim Macfudn. Indeferido, a vlstt
do que intoi raa o Sr. regedor interino do cvm
nasio. e-
Mareelino Rodrigues Pareira.-[ndi;l"-rido
Manoel Thomaz de Freitas.- Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial
Silvestre Peres de Azev.do.-Na> ha que defe-
nr. vist.i |a ter sido o sapplrftante exonerado.
Pedro Paulo dos Santos. Indeferido.
RosalmaOlympia Bezerra da Mello. Informe
Sr. inspector da thesouraria provincial.
uma longa praiica tern assas damonstrada ; cao-j Do mesmo, ^iraLsmiUiudo o offloio da caujari
MJerando ainda qua dos anigos. cuja alteracao municipal -la villa do Triurauho, represaitaudo o
se. Rede,.resulUra para a. innallagao da assem- maoestilo da igreja nntriz a n'edmdo un auxilio
o.e-i dependencias qua sra inconveniea'.e algum para os reparos necassrio da mesaa. -A' com-
podem deixar de exisiir, simpliacanio-sa delta missao da urcaraent* provmcia
arte os trabalhos preparativos para dita in-talla-
pao ; cousideraado alem djsso que na. supradifa
assemble mmmi
Indicamos que o regimento da casa fiquejs-
aim alierado em alguns dos seas artigos :
An. 2. Rcunidos os deputados, occupara a ea-
deira de presidante o que for de maior idade
Este chamara para servir de 1* secrelario qnaU
quer deputado e para o'rcupir a cadeira de 2* o
mais moco d'enwe os presentcs.
Art. 11-accrescente-se: A missasora raandada
celabrar pelo ^eeretario, correndo a despeza
pela varba do expeiiente. Sa par iiual^uer cir-
cumstancia, deixar da tar lugar a missa, o presi-
dente no paco da aemblea deferira juramento
ao deputadas, preslaado-o eHe nao maos do !
aecretario.
Art. 20. A mesa sera composta do presidente
dous secretwios. A eleicjio de cada urn dos
nsmbros da mesa sera feita saparadanjente e por
maiina ahsotau de votos. e r^mvada oo ultimo
dia de cada met de sessio Sen substrtuto
prenoenta um vice presideata, eleito rambem
TOUcao especial e renovada matisalmenle.
Ar. 21. Qi immediatos em votos
Viol serao os suppleotes destes
em que foram votado*.
Ar'iJp:,-aocrMote-se : sorao publicados no
jornal da casa os noraes dos deputados que nao
eomparecerera a sessio, ou que cemparecerem de-
pois da chamada.
Art. SG-aecreseent-se .--Qaanio'a sesio for
levaniada antes da bora, por falta de numero, se
fara nova chamada, antes de declarar o presi-
dente -levanti-se a tetsaa por f.ilia de numero
para totar -sendj puWiealos no jornal da ca?a
os nomes dw qae e honveram retirado.-S. R
Sala das sessrjes da assemblea ppovinal, 10
de marc,j de 1874./ de Mello Regq.- barioCa-
vaUnute.Gonriloeg Peireira. -Antonio Paulino.
*-Uchoa Caealainle.
indica^.ao eslao coasagradas outras dispoi;oes
Bnoafes e previdentes, mas qua fora talvez mais
cunveniente uma rofarma mais ampla do regi-
mento inienio e de parecer quo sejam ua> so
adoptadas as alteragiies indic.idas, menos na parte
que dispue que o presidente prestara juramento
nas maos do 1 secretario, a qual licara assira :
prostaudo o elle aos Santos Evangalhos, que para
este fim serao postos sobre a mesaeoruo tambem
os .eguintes anigos additivos :
Art. I." Faiu a chamada a hora determinada
se nao houver numero para daliberarso, o pre
sidenlo assim o daclarara. e o secratorio fara
a leilura do expediente, dando Ihe o devido des-
lino.
Art. 2.* Em qnalquer discussa) nao havendo
dos deputados prasentes quem qaeira a pilarn,
se nao houver numero legal para votar-se, ficara
a discussao encerrada, e manJando o presidante
proceier a chamada para serein publicados no
jornal da casa os nomes do3 deputados qua se
t'.verem ausen'ado, se ira passaudo a outras ma-
(er:as- da ordem do d a, com as quaes se pro:e-
dara da mesma forma ate dar a hora de levin-
lar.se a sessao ou ficar esgotada a ordem do dia.
Na s ssao seguinte se procedera a vofcifao dos
projectos, cuja discussao estiver encerrada.
Ait ."l." Semprc qua houver grando numero
da etseadas ou que as apoiadas contiveram no-
tav.-l ..Itarar-So do projecto em discussao, en-
cerrada esti, licara a votieao rescrvada para a
sessao seguinte.
As emendas depois de classifleadas
sabirao publicadas no jornal da casa
disso votadas no dia seguinte.
Art. i. Xas tcrceiras disc.issoes dos projectos
de lei da nroameoto provincial o municipal nao
serao accitas emendas, additivos ou outras al-
teraooes que augmenlem ou creem despezas novas
com venci'mentos de pessoal.
Art. 3." As redaccoes apresentadas pela com-
missao raspectiva, salvo o caso de urgencia to-
lala pela casa, ficarao sobre a mesa, serio im-
rflressas no jornal qua publica os debates, e so
depois disso serao subneitidas a discussao e
volajao.
Art. 6.. Para raolivar requerimento ou inli-
cacao, nenhum deputado poderi fallar por mais
mela hora, salvo o caso de de-isio em con-
para
pela mesa
e s6 depois
de
trario por vctacao da casa, independentededVs-
cussio.
Art. 7." Ficara ravogados os ult;mos artigos
addinyos ao regimento de 8 de maio de 186i.
Sala das commissoas, 26 de maio de 1874
Joao Jose Ferreira de Aguiar. Joaquim Conta .
ft Oliteira Andrade.-telippe de Figu.iroa Pa-Jcieava 2'i cadeiras de instruccao pnmaria fol'o
mesim rej itado; e bem assim o que consiierava
a gralificacia concedida au es-
Di) mesmo. remet/endo o o'licio da, camira mu
nicipal dj Unique, pediniJo a creaca> da4uas ca-
deiras.de iotruccao prunacia nasaq ao|oipjo.^
A' comrais-ao de injtruccAo public, v
Do mesmo, remettendo o ofllcio da camara mu-
nicipal do Buiqae, em que pole annjxatao do seu
municipio do territorio da frueiia AJ. Aguas
Bellas.A' commissio da eslatij^ca.
Pelicdes:
Da Joao Jose" Tolentino, arramatante doimpos'.o
de aferieao do municipio do Cabn, offerccado um
do:nmai.io pan ser junto a peticAo que n data
de 14 do corrente submetteu a apracia;ao da as-
semble i. -A' commissao de orcamento muiicipal.
Da Antonio Francisco Martins, poiiodo un pri-
vilege por 40 annos para estabalacer uma linha
la vapores daslioadoS a conduc;ao dos assicares
das cimarcn do Rio Formoso e Barreiro para
esta cidade A' eomraissao de peti.oe-.
Da directoria da associacao commercial arico-
la, padindo que seja diminuido os impostos [e ex-
pirtacao.-a' cimmissao de or.amenlo provncial.
Do Dr. Augusto Cirneiro Uonteiro da Silv^ San
tos, professor da la cadeira de mathematu do
gymnasio e regedor interiuo do mesmo, pednao o
pagunento integral, com professor d* mabema-
tica oo refari h gymnasio. -A' convnissao (e pe-
tiroes.
Foi lido e appro fad) um paraccr da camuissao
dejustica civile criminal, maodan lo ouvira juiz
da dirailo de Santo Antao, acerca da peticiaSo es-
crivao Bellannin) dos Santos Bulcao ; a coisile-
rado objecto de deliberacao e raaniado im>rimir
tras project >s : am do Sr. Ratis e Silva, coneden-
do loterias em boneticia das obras da mafiz de
Maranguape ; oulro do mesmo senhor, autonanio
aconstroxcao da uma paoto sobre a passagim do
Rio Dice; e outro assignado por di versos cnlio-
ras, autorisando a factura de uma estrada |e ro-
dagem, a parlir da cidade do Rio Formosoa Ja-
culiype.
0 Sr. Xasamenio Portella, obtendo a nlavra
pela ordem, leu e mandou a mesa um requelmen-
to, sohcuando informacoes do presidente di pro-
vmcia sobre o nunero da popn'lacao de cadi uma
das freguezias da provincia ; o numero de iscra
vos exponadis da 1850 a 1873 inclusive,; eo
producto do imposto pessoal em cada uma.dis fre-
guezias da provincia, o qual foi approvado.
Em seguida foi subraettido a discussao ummare-
eer da cimmissao ie poiicia sobre a indicaoo de
reforma dc alguns artigos do regimento, c qual
ficou adiado a requerimento do Sr. Manoel,Rego
para ser com a indiea'eao impress no jortal da
casa, depois de rar o Sr. Manoel do Rego.
Passando a ordem do dia e coctinuando a dis-
cussao do projecto de lei nao sanccionadcf que
S. Thorua*.
Telogrnplio NubmarUaa. No dja 19
do,i;o.rrnte-aj 2 horas, da, tardesanio dpporto da
illia de S.,Vicente, o vapor ingloz Cosmos, com
destino ao Rip de Janeiro, coaduiinlo o eabo te-
legraphivo si^bpiaripo que deve ligar a proWncia
de Santa Cathanna a do Rio Grande doSul e Mon-
levidtio,
. Faculdadc de direito. Effectuou.se,
na terca, faina, as. IJ boras da manba nec csta-
belecioientp, o a,cto'da.coBagao dq'gcao da doutor
aos-SM.baqhareis Ulysses Segism,Undp le Af'aujo
Batiuga, Luiz de Almeida Araujo Cavalcante Ri-
Iho e: Antonio HerouJano de Souza,Bndair,a Filh.
que, como. aanuacianjps, sjiilBhtaram theses e fo-
ram approvadps.,
0 pwneira'(Jaauejieg seajiores, recitju um dii-
curso, agraj/ccnao, por si e seus dyus collagas, o
grao one, havja,rn obbao.
.Se/viram de p.aranyraphos os Srs. Drs. Vicente
Pereira. dp Rego e Jps^.Joaiiuim Tava/es Bclfort;
recitaijdQ.esta a oracao do est>lo.
I'oj-jo dp.jLiveiwattC-Tlj-iayani, a sahir
para.perjtambuio^a l2.do corrente o.navio lay-
da, e a 21, o vapor inglez Fire'Queen.
. Chegaram os n^vips: al8de fevereir.), Bar.
loch.au, de.Maceio; a. 19, Therefina, da Parna|iy-
ba; _a ^Q, Oicar, da Parahyba; a 21, FleHwina.
de.. Nattl i, a.i3, drabqUa, de ParBairibucp, e Far-
denskjald, da .I'arahyba; a,, 21, Wellington, idem;
85, Jessy, de Pernambuco ; a,27, Jo'iama, do Ara-
cajut,a I d^ourco, Brtiganza, vapor do Mara-
DRWsil^tTi! "We, dePexaambuco; a.4, Lothrie,
da 9(aoBi^.jifJto, Fire Queen, de.PeraambuC'.
Ferlmento. -Teado ManoeJ Fernandas da
Cpsty c-isAdo e moradox a rua, dos Pires n. 21,
prohjpjdq.ai.Franeelin) da Siva qua apparecesse
em sua casa, aconleceu qua, ao cfiegar aquelle a
casa as,7 horas da noita de 2,5,, ahi encontrasse,
Francelinp. Travaram-se de raio^* o* dous, e
terminou a questao, sabiqdo o dcsoUeJieate com
ua^ferimuutj leve, e vadiado.-so, q oa,tr.o. pelo
quintal de sua casa.
0 Sf. subdaleirado compareceu, effectuou,va vis-
toria ho ferido, deixando de proceder 6ntt^ Ma-
nael Fernandas, por nao-ter sido preso em.fJagran-
te e ser iusigniflxaote a offensa recebida nor
Fraocelino.
Pcrdeu a vasa. Na noite.de 21 do
rente encoatrou-se Josae Joaquim d .s Santos^ (ja
coRheeidy por amaate do aJJiefo) corn o cozinlieiro
francez Joao Maria Bervit, no tiotelladependencia
da rua-do Imperador, e alii tendo ocjasiao de ver
esta com algum dinheiro, reparou em que bolco o
guardava.
Retirando se Bervit, ao chegac a rua do Bar*oJ
da Victoria, vdque saho Ihe a.falla Jpsue dos San-
t.>s,que o havia seguido, sem que elle o visse, e.
de conversa travada, seguirara os dous ate o prin
cipio do cies de Capibaribe, onde Jitsue conseguio
fazer Bervit sentar-ss cora elle no banco de pedra
qae alii ha.
rontinuaraai a conveisar, quaodo de chofre
Josue interrompe-se, e, pretextapdo qa'erer Togo
para acemder um cigarro. vai com a raao as
algjheiras da Bervit, em quo vira ser guardado
o dinheiro, a empolga-o. fc.ste estranba a brin-
cadeira, e exige o dinheiro, dizendo-Ihe que alii
haviam 41*. Je9u6 ameaca-o, Bervit grita por
soccorro : o ladrao dispara na carreira pela ponte
com direcgao ao bairro Santo Antonio. Bervit per-
seguio gritando que o pegassem : nao perdeu o
.eu tempo.
Josue, terminandn a nonta, toma pelo caas, e
ganbando a rua das Flnres talvaz sa sahisse benv,
se alii nao desse de face com a poiicia, a visti
da qual lanijou o dinheiro para danlro de urn
quiutal, e licando na rua uma selula de 2*.
0 subdelegadode Santo Antonio, que o prendeu,
mandou immediatamente apresenta-lo ao da Boa-
Vista, onle se dera o delicto ; e esta procedeu
corao e de lei
Denature.Ante hontem, as 10 t|4 de ho-
ras da noite, quando subia o trem da linha fer-
rea do Caxanga, foi a machina de enccntro a
uma carrofa qua nessa occasiao vinha para o Re-
cife, no desvio do Carainho Novo, maian Jo o boi
e esbandalbando a mesma, deixando de ser
victima o camceirb pela sua grande ligeireza.
Deu-se semelhante facto, segnndo nos dizera, em
consequencia da incuria do vigia nao eslar no
ponto, e mesmo pelo raachini-ta nao ter apitado.
Vapor Antartc. Procedente de Maceio,
para receber ordens, tocou hoalcm em nosso por-
to, em viagoni para Liverpool, o vapor inglez As-
tarte.
Vilic tie Rio de Janeiro. Este vapor
da linha do Havre, sane hoje para,a Bahia e Rio
de Janeiro, fechando a mala no corrcio as 8 horas
da manha
Va jnr Jerome. -Este vapor, de uma das
linhasde Liverpool, sahe hoje do porto de Belem,
no Para, para o de Liverpoo', as 9 horas da ma-
nha,
Beueflcio-Producto dos bilhetes passados
para o espectaculo de 4 do corrent", no theatre
Phenix Dramatica, em favor do conselho superior
da socicdadc Propagadora da Instruccao Publica.
Sjlvap Mm iel Beztrra.
A cullectona pnvincial.ro.ivle:i no qparlel qqe
rceorre do 1 dc novei'nbro'de 1873 ao ultimo de
fevcrCiro de 1874,-o seguinta : '
a Deciuta uf baoa 286*183
Imposto de 2*500 sobre rez mor-
ta para ijgnsumo _
Venda dresemvos JF *t
Mascates
Cartortose 'scriptorioi
389*0J
144*1
025
'70
200
8*210
1:179*820
u mei qne linijon foi de complete inferno ;
tendo chovido n s dias 2, 6, 7 e 21 e houvaram
ciiuyas aeompanhadas de fortes irovoadas nos dias
' '"' l!'''lLe 2*'
Morrerairos cheies do celebre grupo de cri-
minosos da lfct6, que tanto inoonwnodoa aiacl-
ias paragens, corao vera da parte official :
. Rim, St. Lavo ao- eenhecimento de V. S.
qne honlem (I i do corrente) pelas 9 horas da
none fiayendo uma patrulha quo mandei, de or-
uem ae V. S., preodw oscelebres crimiflosos Joa-
quim Marques de Azevedo e Manoel Francisco de
Azevedo, commandada pelo agente de poiicia do
quarteirao de Piuta, Apolinario Florentino de Fa-
nan, ao cheg.ir eila alem da povoaeio de Gerita-
co^uma lagua, n'um lugar ermo, onde estavam os
(ioot pervereos de rancho feito, e dediversas rezes
monas, pelos njesraos roubadas, q agente Farias
Kon-os com a patrulha-, e deu Ihes voz de pri-
sao, a qual os per versos dispararaiu as arraas na
patrulha, e esta nsando da defeza natrrral, resul-
ton a raorie dos dous criminosos, sahmdoo agen-
m>arias4a.vemeDte ferido pelos tiros des perver-
sos. De.ns.guardo a V. S. Ipoeira, 12 de mar-
CO da. 18/1. Dim. Sr. major Satyro Ferreira
Leite, diguo delegado do termo. da Umbres.-
Joua de Siqueira Harbosa do Sas'cimenlo, subde-
legado 2 supplente da freguazia de Lagoa da
Apezar dos provimentos em correicio contra
os abusos que se davam nos juizados de paz do
Moxotaj conUnuam ellas na pratica seguida qua
era: ajguem requeria alguma concilia-ao, o juiz
de pazmarcavaa audiencia para o lugar qne ejle
entepdia opnveniente, e sahia elle e r/sfru esririvao
de sua- raQrastf, vencendo caminlw, estadu e
fionauccuo.
Contra esses abusos foram cominadjs penas
na correi\;ao, e, apezar disto, continnam elles, e o
juiz de paz Antonio Alexandre de Vasconcellojs, la
esta no Moxoui, acima da lei e dos provimentos, a
fazer o que, entende ; chame a attencao de quem
compete para.taes abusos.
, Agora 6 que. passo a descrever a origem do
,no laoema, (jue tambera nasce nesta comarea.
0 Paneuia tem as suas nascennas no lugar
Umnina* e Pedras de Fogo da fraguezia de Om-
bres a^uma legua ao sni de Frechairas, oqde, re-
cebendo as.a^uas do riacho Mimoso, sau confluen-
te, 6jegne d:.'dii, entre as scrras da Cijnbres ap la-
do do none ea das Frecheiras ao sul, em direc-
cao.do poentea nascente, e continua o sau curso
quasiem visti das moradas. e fajendas Frecheiras,
Joao Vina, Hsrimnm, Catdle e 8am.
Era. djstancia de duas laguas e meia, a contar
mais ou iiienos das mesinas nascencas, e onJe, (na
uzenda Bv,n) re -jLendo as agnas do Genioani
{^iia^'UWes. provem dos riachos S. Jom- e Isa-
bel Dias, qua nascem na serra Ororoba (vulg)
Uruba), e que passam na villa de Pesqueira ; to
ma,ell entao a direccao de none a sul, atraves-
sando. a serra da Caciioeira Grande, c saguindo
dahi.quasj a. sudoestc, vai banhando as.farendas
WfiOW, Laclumrinha, Ingazeira c ontras rou'iias
fazendas de cnar e plantar, ate a villa,, de Aguas
Bellas, da comarea do Bora Conselho, em vista la
serra Cumanaty, que Ihe licaa sueste, e nroxima a
Aguas Bella?, e continua o seu curso em proeura
do no S. Francisco, no qual entra no Ingar Monte
banto; o qual e banhado em redor pelas agnas
des.se no, onde se acha collocado e spore elle se
vt; erecta uma capella cuja invoca,cao nao sei pre-
A excepsao da villa de Aguas Bellas c;io sei
que baja outro pov.-ado a margem do Panema cu-
jos confluentes, a contar do Macaco para a fox, sao
tM rqite gjuifode direitu 1. H
doMMRniso do^larr s. Jui.
rtirga'doi* Ralr^ vil-.-i, :Umei.ta A.I. .
Acciali e Si Ira OdliiMrMs. Ir#proeeJent*.
De Palmeira dos Indios.Hecorrente o juizo, n-
eorriJj Fibx I. liezerra Monteoegro. Juixas os Srs.
dcstMargadores Silva GihOmi*, DomiBgn^s
Silva,-Accioli e Almei.i AlbufqiVqiie. Improce-
dente.Re-p .tsabilisa&ra aiMfdade qne ^-i
cansa a pn>cot
Do I.mi leiro. Recorrajle Ptwijlsco Pereira La-
gos, recorrid i o Juizo. Isizas os Sr-. de-embar-
eadora< Lnuranco Santiago. Accioli eDoraincie-
Silva.-Deu sa provimento.
Protogae.io de inveatarh.
De Penedo. Inrentariante O^fisepha Tnereia
Amaral Dantas. -wcedeftiBi a pnwo de 6 mete*.
Appcllar;des civeis.
Do Recife.Appellante Daniel Antonio do? R.,-.
appellada D. Juliana Francisca de Jesus Bat.
Confirmada a sentenca.
AppeUanto MnofGarva4Ho de Mavra, nu**
do Jo.-e de Freilai Barbisa e outros.-Ojnfir.n.U
a sentenca.
Appellante o juizo ex-offlcio, anpellad) Jose H^-
ria Gonjalvfs Naiva. -Conftrmada asenMra.
Appellante Manoel da Silva Karia & C, a'ppt-i a-
tlo Manol Joaquim Pessoa.Ref'.rmada a sentenca.
A|ipellae6es civeis commerciae*.
Do Reei'e.Appellaaes Oliveira & C, app*llad>.
a companbia ttrrealre Indeinnisadura.C'jL.iiina-
da a sentenca.
Appellants Dr. Jesuwo Augusto do- Smt.- V-;-
lo, appelldos os aJministradores da massa d.- Fer-
nando Stepple da Silva.-Rcctberam "- .m: .
Appellacio civel.
Da.Atalaya.ApjeUanle Antonio Jose i
appellado Manoel Joaquim Maia. C mlirmala a
seulaaca.
r;s-.M;::.Ns.
Do Sr. dosembargad"r Silva Uoi.iiaiies ao 'i
desembargador Reis e Silva:
Appellacao crime.
Dc Ruique.Appellante Jose Felippe de Santia-
go Xegrao,. appellada a justi^a.
Appetla^-io commercial.
Appellante Amaka Leiden, viuva de ll^nrv Ui-
den, appelladb Henrique Krops.
Appeflai;ao civef.
Dj Bonito.Appellante baeharel .tabor i
ra Carneii-6 Caval:anta, appelladi SfSn"ei i
M. Lins.
da
If

a
ps riachos Santo Antonio, Cordeiro e Para, alera de
outros. qua d'Aguas Bellas para baixo deverao na-
turalmente concorrer :om snas aguas.
a As sarrasnuis notaveis e de mais produccao
agnc-alas da? aguas do Panema sap a do Ororoba
ou de Cimbres, do Gaviic, da Cachoeira Grande,
do Perpiri, do Bui |ue, do Macaco, dp Boqueirao,
do Para, de Riachao e da Cumanaty.
Xo dia 19, tove lugar a 1' reuniao do Jury
neste anno, comparecendo 28 jurados; e, nao ha-
vendo casa, fez-ae sorteio de mais 20 juizes de fac-
to e tui raareado o dia 20, no qual compareceram
ik juizes de faelo, pelo que fez-se novo sorteio de
mats 14 juizes de facto e foi designado o dia de
ainanha.
Loteria.A que se acha ;i venda e
benolnsio da matriz de Muribeca, que
i.eiiao. Deve ho;e ter lugar o leilao de
moveis, louca e crystaesda casa de residencia do
tenente coronel Frias Villar, conforrae esta annnn-
ciado.
Casa de deteneao.-Movimen'o da casa
de detenfao do dia Si ie marco ile 1871 :
sxistiam presos 291, entraram 13, existed
a 93- a
corre no
do
por
aos 8ecreti-
segunlo a ordem
REVISTA DIARIA.
Vssem!>l<-a proviocial. Hontem func-
cisnoa com 32 senhores deputados, sob a pre-
sideneia do Sr. Dr. Aguiar.
Lida a acla da sessao anterior, o Sr. Manoel do
Heg-j, pela ordem, fez algumas observacoes, acerca
do daitino que se deu aos contrat is de estrada de
ferro celabrados pela nresidentia. 0 Sr. presiden-
te, a vista da lei mandou que ss referidos contratos
fossem remattidos a commissao de obras publicas,
a derwis disto foi a acta approvada.
0 Sr. !. secretario leu o seguinte expediente :
Olflcios :
Do Sr. socretarip do governo da provincia, re-
mettendo por copia a rapreseuta$5o do diversos
proprietaries da fregaezja de Timbadba, pediodo
Sue se di! ontra direccjo d estrada de ferro de
>y .ana o do acjo da presidencia declarando sera
eff'ito as propostas dos bachareis Migue! Figaeiroa
de Faria e Gervasio Rodrigues Cartipello, para a
eonstmcaao da referida estrada. -A' commisslo de
obras publicas.

i.ihi2^raiisao, de Poh:ia, a qual foi presante a
^s"^0 ^ a'guns Srs. deputados para a alte-
^f in!T"9 /r,igos d0 rwmeato interno da
S rm nd0. qae efrctivamente esses ar
disposicoes cuja inconveniencia on insnfflciencia
conn ordenado
crivaes, conlador e offlciaes* dos feitos da feenda
provmcia I.
Finalrnenta foram saccessivamente appro*dos
em 1 disjussio os projectos ns. 4e ftdesta amo ;
o snpprimindo o offlcio de 2" ubelliao do termo
do Labroba 0 0 2- removendo duas caderas de
instruccao prirnaria de umas para outras localila-
des, depois de sohre. saas materias haverem o.ido
divar-os senhores deputados.
E tendo dado a hora foi levanteda a .sessao
A o:dera da dia para hide a: coatinuacao da
anterior ; 2' discussao dis projectos ns 45 73 97
di 1872,28 e 42 de 187-1; e^fc da u! WfaalJ71
Autoridade policial. por portariada
presidencia da. provincia, de 23 do corrente foi
nomeado o tenente do corpo de pobcia, Jose Car
los Vital, delegado do termo do Triumpho
jproclsMao* Dppojs de amanha (dnmiogo
29j a irmandade do Senhor Bom Jesu* das Chaiti
erecta na igreja. da Misericordia do R*Ufe,eu-
ra em solemno procissao, a. rniagem. do sea m-
droeiro, percorrendo as rua designadas aoSo -
gramma publicado no lugar compe'fcnte.
seu mnSffi I\Z m 8,Xp5f as ^^^ *' wciacJo portugueza de beneaceada dw amnreil
am1?, orcamento da receita e despeia d s no commercio e indastria, afim de nrocedi a
mnmcijal^ a~A emma3M de WWto. Jg^ P*ra. j reenchiraeoto das vagisTadlr*-
m'nlcS'^v^'dTg^^ e.lanAa\!?iffl^ ?*?^^m Ot.bra.i-
mentos para sen mqnie|M6
gos additivos as posturas da mesma .
municipal de Jaboatao, eni que solicita a cr^acao
de melboramentos "-----------T
Transporte
Major Jjsc Francisco do Rego, uma
cadeira
Jjse Feliciano Nazareth
Joaquim da Silva Costa
Dr. Sebasiiao Lacerda do Rego Bar-
ros
Domingos Manoel Martins
Dr. Jose Austrcgosilo Rodrigues Li-
ma
Miguel Arcbanjo Mindello
D. Jose Anglada
Francisco Augusto de Almeida
3254000
54000
oiOOO
o
e approvapio de um proiecfo fie brasileiros '/j
po.-taras para o seu raanic.pio._A' -cornralssao de Mandihu pi
camaras municipaes.
34000
34000
34000
35000
34000
3*000.
358500J
___.____
Tueties e dlssertacao. Recebemos a
agradecemos um exemplar das theses e disserta
c4o defendidas no dia 11 do corrente, perante a
faculdade de direito Luiz de Almeida Araujo Cavalcante, natural da
jprovincia da Bahia, para obter o grao de doutor
em direito.
Comarea de Ciiubi<-m. Da villa de
Pesqueira nos escrevem em 20 do cerrente :
Escrevo-uie estas noucias hoje 20 de inargo,
dia em que faz annos qua um pernambucano illus-
tre, Bernardo Vieira de Mello, entrou na povoa-
cao do Recife, em 1712, todo algeraado, pelo fac
to da quersr a indepen&encia do seu paiz I
Foi elle um dos mais illustres chefes da guer-
raconlra os mascates, e qua no conselho ou reu-
niao que houve do scnado de Oliada, hoje caraa-
ra mnnlcipil, logo depois da expulsao do gaverna.
dor Sebasliao de Castro o.Ckldas, opiaou que Per-
nambuco se decfarasse Republic* ad instav dos
venexianos ; opinando os demals membros prasen-
tes, aterrados e espantados com a audacia do pro-
jecto, a que o governo da capitania fosse entre-
gue ao bispo, e sendo preso a recolhido ao Recife
neste dia, foi elle lancado nas prisSes da tortaleza
das unco Pontas, d'onde^ahio no dia 17 de oatu-
bro.de 1713 remetlido para Lisbua, com mais no-
ve pernamb.ncanos, eomo chefes da rebelliao con-
tra OS ma.-catas.
a Chegados a Lisbrja, foram recofhidos a celebre
cadaja do Limoeiro, aonde a noaior pane acaboa
os diasearregadosd? torrpenips e cheios de op-
probrios, e os que escaparara a esse martyrlo fo-
ram d?gradad,os para a India, opde njorreram.
., a Cnanjava.m-se esses pnmejros inartyres da
rpojuca para o Aracii e escajas, e independent do Brasjl; Bernardo Vieira da Mel
ara o Aracaju e escalas. lo, Andre Vieira de Mello, Andr6 Dias de Figoet-
arm-1 redo, Cosma Lazerra, Cosme Bezerra Cavalcanti,
vapored a sabir. A 31 do correpte,ps
A saber :
Nacionaes 210, muliieres 0. estrangeiros 22
ascravos 31, cravas 2.Total 307.
Alimentados a casts dos cofres pnblicas 217.
Movunento daenfermaria no dia 25 de mzreo de
1874.
Teve baixa
Miguel Prim i dos Anjos, febre.
Pasaagetros.Sahidos para o sul no vapor
nacional S Salvador :
Jose Domingues dos Santos. Antonio Joaquim
da Silva Reis, Jose Antonie de Almeida Novaes,
cornmendador Joaquim Je Azevedo Villarouca,
Nieente Andre Gones, Maniel Francisco Touria,
RvJ. Antonio Manoel Caslilho Brandao, Theophol-
diao Taixeira de Albuquerque, Jalio de Assis
Urvalho, Dr. Silvio da Silveira Ramos, Jose Gon-
calvasde Azevedo, Joaquim Marques da Rosa,
John H. Boxuell, Luiz Lucarino e uma escrava
Ceuiiterio publico Obituario do dia 2i
Je marco :
Maria, pirda, Pernambuco, 10 meze, S. Jose ;
bexigas.
Manoe, pard Pernainba;o, 7 annos, S. Jose :
phtysica. pulmonar.
Joaquina Eugenia da Conceicao, branca Pernam-
buco, ol annos, soltoira, UGa- Vista : asfiite
Antonio, preto Africa, 36 annos, solteiro, Boa
Vista, hospital Podro II ; cachexia polud.isa.
f^Paula Marganda d i Espirito Santo, 42 annos
viuva, Boar Vista, hospital Pedro II; diarrhea.
Maria do Carrao, prata, Africa, 40 annos, soltei-
ra. Boa Vista, hospital Pedro II; tuberculos pul-
mnnares.
Maria, branca, Pernambuco, 1 mez, Recife : Te-
bre cerebral.
Ign.xio Francisco de Azevedo, braaco, Pernam
buco, 22 annos, sUteiro, Graca ; pbtysica.
Jose, branco, Pernambuco, 7
phoide.
23
Jose Cactaao do Nascimeuto, preto, Pernarabu
co, 22 annos, s.dteiro, Bo3-Vista, hospital Pedro
II; hypohemia intertropical.
Braz Vieira. pardo, Pernambuco, 41 annos, ca-
sado. Boa Nista, hospital Pedro U ; do figado.
Leiuabeban Francois, branco. Franca. 27 annos,
casado, Boa-Vista, hospital PeJro II ; febre ama-
rella.
Jose, pardo, Pernambnco, 14 raezes, Rda:Vista;
denlicao.
Jose Alves.Feitoza, pardo, Pernambocp, 20 aa-
nos, militar, Boa Vista, h .spital militar; febre in
terniitlente.
Manoel Francisco da Costi, preto, Peroa,mbn-
co, 31 annos, solteiro, militar. Boa-Vista, ho=pital
militar; gastro hepatite.
Joao Gonealves de Farias, branco, Pernambuco,
13 annos, Santo Antonio; bexigas.
Tneodora Maria Pin-o, preta, 19 annos, solteir-v
S. Pedro Martyr ; a|ienac;io ment,a|.
In.no.cencio Antonio, brano, Portngal, 33 annos
Ueiro, Boa-Vista ; febre amarella.
annos ; febre ty-
Fegtivldade reilsfo^n. Ifavara
so
Marciana, escrava, preta, Pernambuco, 40 annos,
solteira; metro-peritonile.
Francisca, narda, Pernambnco, 38 dias, Santo
Antonio; asthma.
tiHROiwTniiWMni'
I ItlKi \ II. 11 itii U to
SESSAO DE 24 DE MARCO DE tin.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELITE1RO CUE -
TAKO SANTIAGO.
Se-retario Dr. Virgilio Coelh:
As 10 hofas da manhS, pre;enles os Srs das-
ambargadores Silva GnimarSes, Lourenco Santia-
go Reis e iva, Almeida Albuqoerauj|, Apcjoli,
Dommguas Suva e FreiUs llenrioaes. procurator
dacor.la, faltando o Sr. desembargador Suzi
Leao por prtsidir o jury de Iguarassd, abrfo-se a
Da Granja-Appellante D. Leouor Mara
Olinoa, appellado Maooel Jose lo Carmo.
Agpellacao crime.
Do Bonito. Appellante Galdino Bernar.:
Silva, appellada a jus:ica.
Do'Sr. desembargador. Lourcnj-j San:ia.
Sr. desembargador Reis e Silva :
Appellacao commercial.
Do Re:ife.Apijeiianta Horeira.A Pinto,
lado os administradores da massa de Fr;
Jose da Costa Gaimaraes.
Appellaaao civet
De Pao dos Ferros.-Appellante Luiz dj R^g.
Leite, appellado Domingos AfTonso Ratal .a.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquer.j -
D'Agua Preta.Appellante Jose Affun-o Pe
ra, appellado Felix Jose da Ilijra.
Do Sr. deseranarga lor Ro.is e 3ilva ao Sr. !'
erabargador Almeida Albuquerque :
Appcllarao crime.
De Naiareth.App. Ilante o. jaizo, appell.il.
se dos Santos Ferreira.
De Iguarassii. -Appellante Bellarraino Fr
co de J>al!es, appellada a justica.
Do Reeife.Appellante o prenntnr, app
Joaquim Levino i.eal de Barros.
DoSr. desembargidor Almeida Albuquerque .
Sr. desembargad ir Domingues Silva :
Do Bonito.Appellante Francisco Anlmu Sca-
res, appellado Vicente Perreira Padillu Calamhi
Ao Sr. desembargajor Accioli :
De Palmares.Appellante Antonio Baptists So-
gueira. appellado teneuta-coronel Manoel J .aqu.-ii
do Rego Alluquirque.
De ftambe. Appellante VirglUo Hora-. i '.
Freitas, appellado Joaquim Monteiro Gur 1.- .; -a -
dim.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. de--i. <:
gador Domingues silva:
Appel a;ao civel.
D> Recife.-Appellante o gereale da ill i .
cao a gaz, appellada a companhia de tnlli u
banos de Olinda.
Appellacoes crimes.
De Bom Jardim.Appellante Jose Lopes dt i!i-
veira, appellaila a ju^ti^a.
DeBarrairos. Appellaute o juito, appc
Herculano Bezerra da Silva.
De Pao de Assucar. Appellante o juizo, .
lado Antonio Felix de Santa Rosa.
Ao Sr. desembargador Souza Leio :
Do Cabo. Appellante Bento Jose de Oli;<
appellado herdeiros de Mi.-uel Maudes da Silva
Do Sr. desembargador Domingues Silva M >r.
desembargador Silva Guimaraes :
AppeilafOes crimes.
De Pedras de Fog\Appellante Manoel Vic ;
ta de Oliveira, appellada a jastica.
Do Assari.App Ilante o juizo, appell.'d
quira Jacictho Leite.
Ao Sr. desembargador Freitas llenriqu.es :
Do Recife. Appellante Joaquim Pereira Jw
Santos, appellado Joao Marlins Pontes ; appellant
Tasso Irraao, appellado Joao Vasco C ibral.
AppalU^ao commercial.
Appellante Alexandre .Nunes da Silva, appellad
JosO Pauh Bot'lno i C.; appellante Antonio Joa-
quim da Silva Bntu, appellado Jose Cvpriaihi '
Araujo; appellantes os administradores da imm .
de Magalhacs 4 Irraao, appellados Antonio Ma
chado Gomes da Silva e outro.
Do Sr. desembargador Freitas Henrique* ao Sr
desembargador Silva Guimaraes :
AppellacCes etveis.
O'Araa. Appellante Joao Jose de Oliveira, ap-
pellado Joao Vhtorino das Xeves.
Do Recife. -Appellaote herdeiros de JjMqaii
Jose da Miranda, appellado Claudio Dubenx.
Diligeacia crime.
An Sr. desembargador promoter da jastica :
Appellante o juizo, aapellado Francisco Ignacx
de Salies ; appellaute u juizo, appellado it.,
Rodrigues Tavares ; appellante o promoter, ^j -
pellado Joao Francisco Xavier ; appellante o jaitc.
appellado Clemente Jane da Silva.
Assignouse dia para julgamento dos leilo- -
guintes:
Appella.oos crimes.
De Pato".-Appellante Antonio Jose da Cttta,
appellada a justica.
DoBuique.Appellante o jaizo, appellado Ja
qaira Gomes da Silva.
De Sant'Anna.Appellante o juizo, appeilab
Tibarcio Valeriaao da Silva Tavares.
Da Baturite.Appellante Raymunlo Gomes #i
Freitas, appellaila a justica.
Do Bonito. Appellante Manoel Chaves Cam- I
da Lima, appellada a justica.
De Itambe.Appellante o juizo, appellado B*li-
zario de Xoronha Far;a.
De Cajazeira.-Appellante o jnlzo, appellado Jj-
se Marceliao de Oliveira.
De Itambe.Appellanteo jaizo, appellado J.*.
Joaquim Dias
Revista civel.
Vinda do supremo tribunal Recorrente o> ad-
rainisirrdores dos bens da heranca de Jose Arve
de Oliveira Lopes, recorridos padre Simpli'io t.
Barros Seqneira e outros.
Eocerrou-se a sessao a 1 hora.
Tribunal d* couamrrrio.
ACTA DA SESSAO DE 23 BE MARCO [E
1874.
PRESIDENCIA DO EXM. Sit. COaSELHEno UtSOJM
FBANCISCO I'ERETTI.
A's 10 horas da manna, presentes os Srs. de-
putados, secretario Olinto Rastos, Lopes Macha.! i
Alves Guerra e o Sr. supplente Sa Leitao, S. Exc.
o Sr. conselheiro presidente declaron abena *
sessao.
Foi lida a depois approvada a acta da
sao precedente.
EXPEDIENTS.
Offlcio do presidente e secretario da junta dos
corretores, acompanhanda o boletira das cotjc/ i
olllciaes da semanade 16 a 21 do corrente.R-
ma'teu-se para o archive.
Fprarn distribuidos us livros segnjnles :
Diario de Vaz k Leal, dita dc Manoel Bnrlama-
Requerimeatos :
De Monteiro A Correia, pedindo qne se Ae bai-
xa em a nomeacao de seu ex-caixeTro Krarx-isco
Joae de Lima CoutiohoComo requerem.
De Aulpujo Frajj'cijico dos >antos \ C Umbeiu
solicitando baixa em a nomeacio de seu exca -
xeiro Belisario de Somi Banieira SobrMo
ginv
De Ferreira & Lonreiro, fBBprindo o parecer
do Sr. desembargador Cs^ardfoVino. antoada

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firRamDuco Sexia-tea-7 -4cL-Mw^o4e -187-4
lunte-se aos auttos | v5s prome^a_fei|8 jilfr aqnellas g.'ia n?ais Jo
iMWMM
-UfarnWrt^r^^-^iapdUTid*nd? !iZef ? "*" l^fti
gistro da .
duvida da seerala+ia. ., a
l COM 0 PABEGEB FISCAL.
Da Antonio Mendes Pereira da Cosla, pedindo o
regittra do document junto.laforme a seore-
Dealauoel Goncalves de Barros e Jose da Hora
Motto, apresentaodo para registrar-se o sea dis-
trato social. Regitre-8e nos termos do decreto
.jA 4,394.
De Antonio da Cunha Guimaraes e Francisco
Kibeiro Guimaraes, submettendo a registro.o con-
irato social annoxo. Proceda-se ao registro na
forma do decreto n. 4,394.
RESOLUCAO.
A vista da proposta de am Sr. depatado, resol
'Una! djrigir-se ao governo imperial a
da. e lond^di o ter'nvera. .
*e re,
it;n< ''' a r ;, .
2
Iue o Sr-maivjr au -
ta '^ e,
'"rpet }
de
,! r-^rr e""" iuvahu ciaasMm (me o ciuaaao sod o peso aa ameaca
Sffir^TJ'* George Pattchett'^de pfersegaitan, tornata-se indolente, reeeioi,
reculhido os sein livros a secretaria do mesmo
tribunal, e ter o w-eorret>.r Macedo entregue sd
raeute um livro manual, e finalmente por nao ha-
ver o preposto do ex-agente Pontual feito entrega
dos livros deste.
Nada mais havendo adespachar, S. Exc. o Sr.
^onselheiro presidente encerrou a sessio ap
'metodia.
'Ja oui^rjtieolia-se a ^(fesidade -m
mas, as quaes erara sempre lenibradas e instants
mente reclaraadas pelo t&efe da nafcio has Mas
de aberlura do parlamento brasileiro, neeessflOe
que elle reconhecia, tan'o mais palpitant?, quan-
to viamos os elementos de prospendade do paiz,i
sacrificados asterriveis amblgo'es daqfleMe's,'para
quam e indifferente o argmento e o engrandeci-
mento de soa patna.
A agricultura foate principal da oossa riquezi,
retrogradava a falta de braeos livres para o tra-1 -omwmn
p nmrU0C,r,?wl0,,"a/lw'aindastl'i;Veral11?' I tanus roatM derituwa e Herneutds portm S. S. certo de um ponto muito importante,
06 que a arreeadacao e deposits dos bens do mi-
i/orm feitos na tarde do dia domingo
W***f-***im*m*te garaf-fe ***ra
alguuna maqBta^ieHJ'fqnelleseoWr, que nao me
otoava cam'Dons cflhes desde qae ooaheaeu quo
easawaa ferdade^de ama rmpfltaeS* due el(e
fazia a aignera, e entSo mos'trei a algnmas pessoas
osobjectos quame'liavia builhermido/erfon'tei' conio filesvse acbavaraem
meu poder.
Sei8mBfc(prDvoco aoSr Suilbetmioo pSra
reaei de progreaso, n'uma apathia constante, nao
podiam dar um passo sem que vis-em antepor-
se-lhes diffleuldades que eraaaavam das oossas
propnas leis.
Eraassim que o cidadjo sob o peso da ameaca
\ TVfrAbllii>3n Inrnnarfi .ia U IaI.^mIa ,.l.,^

mm?
>
PWEFOLiriM
I'tnTlno co\eiaok
RECIFE,'27 BE MARC^DE 1874.
At'O.VTAM^NTOS PABA A HlflTORtA 10 ACTUAI/ PAR-
TIDO LII1EBAD DB. PBRNAMBOCO.
U actual parUJo liberal de Pernambuco, forma-
ao amaneira da antiga Roma, nao lera com toda
a certeza a especialissima e extraordiaaria fortuna
de yir a toroar-sa grande e Jigao de admiracao.
desdizendo de .-ua.origem. comoteve aquella pri-
vilegiadacidade,em tudo singalar.
Reunindo os elementos mais heterogeneos e
incapazes de assimilacao, offerecendo o exemplo
raro da mais absoluta exclnsao dos predicados de
uma si polilica, o actual partido1 liberal, quecomo
a maior de todas as sua3 desgracas contao ter um
chefe c|ue val meoos que um ealunga de palha,
escabuja na irapotencia de attingir a um ponto que
niira, mas onda nao sera possivel chegar, por nao
ter pes nem azas para isso.
Tendo a sua frente um chefe, que prineipia por
nao sabnr dirigir-se a si mesmo, os li^eraes desta
terra nao tern quern Ihes imprima uma marcha
regular, quem os arregimente e Ihes cornja as ni-
miaraente viciosas propensSes. A' mingoa de um
tao imporlante meio de vida collectiva, o actual
parlidu liberal vive de anomalias e desacertos.
Os proprios estrangeiros nesla cidade, os q'uaes
alias de maneira alguma se immiscuem nos udssis
negocios politicos, mtiitos de nao oecnltas sympa-
thias at ideas liberaes, nio deixam de estranhar a
falsa posicao, que aqui tern assumidu osamigos do
br. 1 ilia VietHa. Todos dizem (jue nao podem
comprehender como um partido, que julga ter di-
reito a esse nome, ja leva um tao grande pedapo
de mao caminho, sem ao menos se ?percebecer
que 6 tempo de emendar a mao, que e chegada a
hora de rotroceder de t3o tortuosas veredas.
p'ir^ outro lado na publ'eacao das sessoes do
i.lub Popular, qu#m "|uer que se tenha dado ao
trabalno de acompanhar os trabalhos dessa asso-
ciapao liberal, ha de tei' visto por mais de uma
vez o fiel retrato do libarahsmo provinciano, feito
sempre com as mais negras cores, com as mais
sornbrias tintas.
N'o Jomal do Recife por mais de uma oceasiao
teiiios encontrado a condemnagao da maldita e in-
feliz pohtica pruvinciana. Sao artigos de escrip-
tores, qne nos sao de toio insuspeitos, os que tao
desfavoravelmente se t"m pronunciado a respeito
dos liberaes desta terra.
Para feehar este artigo, transcreveremos do Jor-
nal do Recife de 21 do corrente, as seguintes pala-
vias, que muito bem dizem o que sao os liberaes
do b::rao :
^ Applaudimo3 a attitude do partido liberal de
sergipe, quando se cnn^idera partido constitucio-
ual e gyra na ephera qne Ihe e trAada. Assim
eumprira a sua missac, conquistando as glorias
de seu trabalno ; mas se charurdar-?e como essa
Iracqao que nesta terra de Pernambuoo tern ou
antes quer ter o me-mo nome de parHd) liberal
que de dia a dia mais se amesquinha e degrada
na imprensa qe o representa, e conseguintemento
qe uenhuma importancia absolutamente goza, en-
lao por certo nada ccnseguira, nerde o seu
tempo I
Mlrem-:-e neste espellib os liberaes procincianos,
'l'i.- sao de tan pessimismo sem limiles.
me>mo de empn?gar-se em seu traoatho, ohde nao
estaya livre do desabafo de nma autoridade arbi-
traria, que a despeito.de quteiquer consideracoes
o tornava o alvj destta s^de de vinganca.
A lei de 3 de dezembro de 1811, arma di bra-
qo do poder executivo, no dfzer '.dos' liberae*, era
o alvo das imprecacoes do partido liberal coniri
aquelles que titrtam sido sens airtotes. Outra
leis, oujas reformas a6abam desfer halisadas pelo
partidj conservator, erara o embarago constante,
ainda no dizer dos liberaes, a nossa ida e a nos-
sa prosperidade.
Mas o que vimos ?... A annueneia perfeita dos
liberaes as ideas contidas naquellas lei, loo qae
galgaram o poder. 0 partido liberal que taoto
vociferava e que tantas refbrmas promettia, es;
queceu se de tudo para lembrar-se somente de
conservar a^ le.s existentes que entao se presta,
vam perfeitamente a todos os seus oalculos.
E ssim esteve no poder desde 1863 at6 1868,
sem que o mais leva toquo das promeltidas *re-
formas fosso por elle dado. Nero ao meaos tra-
tou de uma reforma judiciaria que abalasse se
quer uma das disposicoes da lei de3de dezembro,
contra a qual sempre se mostrou como um ini-
migo o mais enearnicado.
E' que as reforma* nSo sao feitas por aquelles
que, simplesmente se dizem hberaes. Os pen.-a-
dores sao sempre os que as realisam ; e 03 pen-
sadores foram os conservad^res que, (jheganao a
oceasiao opportuna, trataram de torna-las uma
re^lidade.
Istd posto, temos durante .o pequeno espaco de
tempo em que lera estado no poder o partido con-
servador, a realidade de certas reformas mais ur-
gentemente reclamadas, e que felizmente ja po-
dem garantir ao cidadao brasileiro uma estabili-
dade mais paciflca, e, mais ou menos guarda-lo
do odio e di violencia de scus desaffectos.
Nestas condicoes, temos a reforma judiciaria,
perfeita garantia da liberdade do cidadao e estor-
vo completo a prepotencia que sobre o cidadao
preten la exercer uma autoridade arbitraria ; a
reforma da guirda nacional, garantia ainda sulB-
ciente para que possa o cidadao, sem receio em-
pregar-se em seu trabalho, sem soffrer a persegui
cao a que porventura estava exposto pelas dispo-
sicoes reformadas da lei n. 60i de 19 de setem
ro de 1830.
Alem destas, temos outras com relacSo a ad-
ministra;4o da ja:4ica, ainstruccao publica, as
rcpartigues de TazenJa, reformasiquasi todas ope-
radas pelo eminente e patriotico gabiuete de 7 de
marco.
A reforma do elemento servil, essa grande re-
forma, cuja necessidade ha muito seutimos, re-
clamada instantemente pelo chefe da'aacaoe cu-
ja realidade foi posla em prova com a lei de 28
de seteinbro de 1871 pelo mesrao gabinete di 7 de
marco, devida mu.i principalmente a vontade de
ferro do eminente estadlsta brasileiro visconde do
Rio Branco, e uma dssas reformas que mais enno-
brecem hoje ao partido conservador e qne mais
o elevam no conceito das nacees civilisadas, tor-
nando-o tarnbem recoinmendado ao paiz como o
verdadeiro amanie da liberdade.
Contestem 03 liberaes averdale do que dize-
raos, como sao capazes, e a nosja resposta sera
simplwraente dizer-lhes que o nosso juiz e o po-
vo, que o povo e" a na^ao e a nacao que njs
julgue.
ta de laneiro; e na manna dd dia seguinte fallo-
ceu elia, e nio d'ahi a tres dias, como se Wno Li-
beral Vicloriense de 31 do m proximo assado
no artigo de defez#lSf:.uilhermino.
Sttpponha quenSo-deixara^o serlpor tndai a
ceita a razrD quedei em nao deauntiar a Sr.'Gui-
ihermmo; e perguaco a ate senhor eoraquAB
podia eu me conluiar para subtranir objoctos
d aquelle espoli,-9 ceraofedla>terse dado alguf
ma subtracsao, ajhand-.-seos objecioi 'empodef
ae S. ^S. i v j a,
Pois beta- r> Sr. 4aflheTtrtino hio profofa qui ALFAM
eu pratique accSestao torpes como as que ma at- fteadimento do di 2 a 24.
tnbue s. i>.; mas eu aem reeeio provoco ao Sr. idem do dia 26
builherramo para responsbilisa.me pelos factta
que agon ctenuncio pratiea-ios pyr S. S. cob> del
#oaitaHAdos bens de raioba ftnada irma, os qnaei
erv;ai >ra provelto Ao Sr. maj.,r, comgrarl
JlfNTA DOS COIiRETOReS
Praca do. Recife, a tie tunrce
He t>4.
AS 3 H0RA9 %A TARDE.
la- COTAQOBS OPTICIAKS.
Algodao -r-de 1* sorte 8*000 por 15 kilos, terca-
feira.
Algodao mediano, litre de daspeza, 7*eot> por
, ., 1* kilos, terca-feira.
Afgoaao-deMossoro 8jW0O-por 13 kilos postca
bordo a frele de 3|i e i OiO, t^r.ja-feira.
Assucar bruto bom 1J68Q por 18- kU, terea-
feira. v
Assuear bruto regular 1*500 por 13 kilos,
terca-feira.
Assucar-Canal 1*230 por 13 kilos,
^ambio sobre. Londres a 90 div. 26 l|4 d. por
1/000, lerca-feira.
Dito sobre dito a 90 dv 26, e do banco 26 d. pqr
Garabio sobre Lisnoa a 90 div. 103 OiO de ore-
* mio. p
de Vasconeeilos
Prestttente.
A. P. de Lemos
Secretario.
4-LFANDEGA.
HONDOLENCIAS.
os procincianos vivem de certo tempo a esta
pane em um mundo de desapontamentos.
0 demonio da deceppao jurou amargurar-lhes
os restantes dias de exi-leneia; e o seu juramento
e tao sagrado, como o dos antigos deuscs pela
styte.
De facto ate o presente tudo se tem pa=sado de
modo a fazer crer que a decepclo pretende lovar
per diante o seu inabalave! intento.
Os desgostos, que tem curtrdo os sempre espe-
rancosos provincinnos, sio de abalar a compleicao
moral mais robusta.
Um dia deserta das amadas fileiras um soldado
vaioroso, que diz nao poder continuar a pertencer
a um porpo, onde s6 reina a cobardia. Outro dia
malquista-se com us pseuJo-liberaes prvvincianos
uma meia duzia de bom amigos, com ruem se
snripunhacontar para tudo, mas que d^clararam-
so querer servir a liberdade e nao ao falso idolo
desta.
.Hoje rebenta e lesabrocha, como uma (lor per-
fumosa, no animo dos ferleis provincianos a idea
da ascencao ao tao saspirado poder. Amanha esta
idea e dissipada, como o sao as nuvens pelo
v.mto.
Uma vez eram os provincianos ufanos como
grandes seohores liberaes, como os verdadeiros e
umeos representantes da id6a liberal, que preten
diara advogar o melhor possivel. Outra vez sao
os provincianos com as proporcoes muito dimi-
nuidas na arena polidca, apodados de falsos pro-
phetas da liberdade e se vendo pouco e pouco
substituir por outros, que pretendem reduzi-los
as condicoes da gralhajactanciosa,e va.
Que caiporisrao para os pobres p'rocicianos I
I0"10' 2e Ja nao o33^53^ tanto flagello para
os pobrezmhos, vem ainda um senhor, que dispoe
de muito boa ferramenta, passar-lhes a cepilha
sem do, por oceasiao de uma festa funebre, dando
assim a enlender que, se sabe praticar o parce se-
pullis, com tudo deseonnece um parce tivis, de
ijue na verdade mais precisam os provincianos do
que os mortos do-parce sepultis, a que Ihes deu
direilo a verdadeira earidade.
Ati procincianos, procincianos I por isso mes-
mo que sois viros, e que muito vos devem lerdoi
do aa zurzidellas, com que vos tem obsequiado
os g\ie sio mais amigos da verdade, do riue de
Platao. H
Provincianos, procincianos 1 lamento a vossa
sorte cruel, que tao desapieladamente vos tem
feito soffrer 1 Podeis acredita Jo.
E ao depots, quem vos vendo padecer, quem
aeompanhando os vossos transes amarguridos, der-
xara de sentirse tornado de compaixao'por vos
iwis Mirmgdamtm, Dolopmmoe tempereta Mr*
mis I -
Bem sei qne os vosina males, que as vossas des-
gracas v6s deveis imputar a vos-mesmovao vosso
desaso, a vossa arabicao, a vussa inepcia e a voesa
cegueira; mas nao obstante eonddo-tno 40i vossos
infortuniosque para outra cousa nao temo ho-
me m coracao.
Era minhas horas de deVocaoniodeixarei nunea
de offerecer ao DeU3, que aao abandona os afllio
tos, Uma,oracao,'pIraq)ie'eUe "njinore as Vossas
acerbas dores.
Espero que nao serao de
mrauas pfeces. Amen.
Srs. redacUires. Acabo de ler no jornal, que
tora eu multado em lOOgOOO, na thesouraria, era
viriUJe do exame que esti procedfira nas estara-
pilhas, postas em dua3 peticSes feita? por mim
uma, ao juiz de direito desta comarca, Dr. Manoef
Rohm Alencar, e outra ao presidente da camara, o
majnr.Joaquim Leonel de Alencar. tendo-se verifi-
cado, terem sido as referidas e-tampilhas, ja servi
das. Entretauto, a respeito, cabe-me apenas dizer
que nao usei de estampilhas ja inatiutadas, e o
publico deve saber que nao 6 so esta a perseguicio
que tenho soffrido, victima constante de accusa-
yoes as maisinju=tas etremendas. Pedi dous attes-
tados, um ao juiz de direito e outro ao presidente
da camara, com o fun de receber a congrua, visto
como, hoje, e preciso provar pela autoridade civil,
minha frequencia na matriz, para havel-a, e usei
como e de lei, de estampilhas, e a prudencia mos-
tra, que nao me serviria das ja inutilisadas. Te
nho sempre muitas estampilhas, para meu uso, e
dal-as aos miseravei3, quaudo deltas precisam,
visto que, nao ha cdllectoria neste termo, e isto
proyarei com os homens bons desta localidade.
Ja nao me alt'ero com perseguifges, me defen-
derei como poder e Deus me ajudar.
Ouricury, 10 de-mar?) de 1874.
0 vigarin, Francisco Pedro da Silva.
prejuizoUos.-que tem interesseou direito no me4
mo espolio. Nio se justtliquB, porem, o Sr. ffltijol
com msultos nem como cyoisrao d3 alllrmar 4
qae nunca se pa-sou, eorao fez a" respeito do lavaJ
tone, que nao fol arreiiafado por fen sido reconhej
ido estt-anho ao espolio, ao passo- que s6 q Sr!
majjr alDrraa o contrario por um modo esc'anda4
I oso.
0 lavatorioik*'felio judicial tinhate passar pelo
verdadeiro qae fW o*(Wposita86 era ifflnha casa por
& S. A Jmira qua o.Sr. Gjuilheraiiao *ao tive-se
erediio para fazer, as despezas. do euterro'demi
oha irma, que alias dbixava bens suffleien'tespara
hso, mas sem attender a necessidade da ecohmrrta.
errteadeu S.S. que devia fazero erfterro corflrriu
sica e lanja mao de 3 vaccas de leite, fle' fiija
turina, sendo uma com crfa, c as veude por cento
e vmte mil reis, deixando de vender por cento e
eineoenta mil reis ao Sr. Joao Peseoa, administra-
dor do capilao Aristoteles, que sabendo logo quo
aquellas vaccas eitavam para^er vendidas, man-
do u ajuella quantia que fui preterida pela me-
nor h au do fallecuneuto de minha irma, para justilicar
a necessidade de dinheifo para pagar as despesas,
e comtudo o Sr. Joao Peisoa'achou^ mais pruden
te nao arredar o-arlministrador do ^ngenho do
de.-erabargador JoseFelippe, daquelle feliz negocio.
cujo pioducto nao chegou para >. pagamdhtos de to
das as despezas do enlerro, que aiada dcaram por
pagar. y
Admiro, porem, que o S.v Guilhermino nao se
rocordc do que sabe que eu nao IgaorrJ;* de'que
a )irsti?a -dwre sem deirwra tomar-conhedm^ato, e
yemaser que oSr. GuHherinino, abusando da
tgiKffancia e simplicidade de pessoas qua deviara
ser por S. S. guiadas para,a pratica de aelos mais
honeslos e licitos, as impelfisse a csereverera alguns
des re;ibos que S. b. deve' ter apre.-en!ado para
jasiiuear o eirtprego d.>"dlnheiro apurado' na vea-
da das vaecas e de dous jarro31
Essesrecibos, Sr. Guiihormiu', devem estar nos
autj)s do notavel inventario; am dMIes e;asi'-
nado por sua pnpria lettra em nome -de'nm ind!-
vidno, que^eforchamado naoreprodmiraa mesma
assignatura : e outro e passado por uma pessoa a
mandado de S. S., que Indicou os nomes.que nelle
deviara ngitrar, sendo impo-ssivel que appareja.n
individuos de ties 'names. Io r Guilhermino e
uma falsidade, e ura artilicio qne constitue o crime
de estehonato praticado por V. S.para ap'ro-
priar se de object js que nao Hie. pertencia.
Outras falsidades p)der4o ser descobertas nos
aatoj do inventario praticadas pelo Sr. cllector,
como depo^itario daquelle espolio ; e quem assim
pratica, nao pode lanjar sobre pessoa alguma o
laheo queS. S. atirou-me, coufiandono seu grande
podor. econtando que ainda mesmo sendo con-en-
cido de crimes, tera melos de eonservar-se no lu-
gar de collector de que' tanto tem abusado para
exercer vingancas e^ratiear toda a casta de pre-
varicajoes.
Eis-me, pois Sr. Guilher.niao, promplo para raos-
trar qae sto falsos os recibos e documents que
b. S. apresentou para poder certifkar a venda das
vaccas, e dos dous jarros; e Indicarei as pessoas.
que sem deiconfiarem do mal que causaram, fize-
ramoqueS S. Ihes'pedio nesses papeis que hoje
servirao para patentear o seu crime.
Aproveito a oceasiao para declarar que a mi-
nhacasa n3o foi varejada, como diz o Mitnicipio
de 24 d) passado. Apenas foi-me feito ura auto de
ptrguntas, sendo logo por raim apresentados os
objectos a que tenho me referido.
Victoria, 13'de fevereiro de 1874.
Joao Anlonio de Miranda.
(Do Municipio.)
713.880*108
14:765*410
7'28.64o/ol8-l
,.___Descarregam hoje 27 de marco de 18 7 i.
Vapor* lngjez Oberon mercadofias para al-
iandega.
-Vapor-francez Ville.de"Rio de. Janeiro ->- merca-
dorias, bagagen3 e amostras para al-
fandega.
Escuaa ingieu Florence carvao ja despa-
ch ido para o caes do Apollo.
Barca ingleza-Oj/pAt/n -materiaes para aempre-
za da companhia locomotora, ja despacha-
dos para o caes 22 de Novembro.
Barca he-panhola D. Luiza materiaes ema-
chinismo para a empreza da companhia
locomotora, ja despaehados, para o caes
22 de Novembro.
Qrigue framezMines-de Soumachs n. 2 mate-
riaes para a empreza da companhia lo-
comotora, ja despaehados para o caes 22
de Novembro
Barca noruega Capella machiuhmo e carvao
ja despachadjs para terra.
Patacho mglez-^sA/tf/--bacalhao ja despachado
para o trapidie Cocceicaor
Barca ingieza Carrisbrook -carvao ja despcha-
do pars terra.
Barca mgleza Rossini carvao ja despachado
para terra.
Galera portngueza-iis&oa-farello ia despachado
parao c?es do Apollo.
Santo An tao
Embora pobre que 300, nao devo com tudo con-
seutir que sobre mira pesera a snspeitas, que 0
br. major Guilhermino Paes Barreto, collector ge-
ral desta cidade, sappoz gerar, defendendo-so das
arguicoes que lhe foram feitas no Manicipio de 24
de janiiro proximo pj-ssado, a proposito da exbi-
bicao e entrega, que euflz de alguns olijeetos perten-
centes ao espolio da minha inada irrai Caetana
Alexandriaa de Brito Galvao, 03 quaes haviam sido
postos em minha casa pelo 6r. Guilhermino eorao
deposiiario do mesmo espolio.
Cora effeito, 0 Sr. collector, no Correio de 31 d'a-
quelle mesmo mez apresenta-me como capaz de
formar concluio com alguem para a subtraccao
de objectos d'aquelle espolio. Vejamo3, porem,
qual de no3 arabos sera capaz de torpeza de tal
quilate.
E' geralraeate sabido nesta cidade que eu nao
ia a casa de minha irma, com quem nao entreti-
nha relacpes de algum tempo ate 0 seu falle-
cimento no dia 20 de Janeiro do anno pas-
sado.
Na tarde do dia antecedente havia sido feita
pelo Dr. juiz rannicipal deste termo a arreeadacao
dos bens da Bnada, que estava rrroribunda, senao
agunisante. Foi depositarfo1 dos bens 0 Sr. major
buimermmo, que zeloso ewno e a mais ainda como
deposltarirt nio daria lugir a extravio ou subsu-
tuicao dos objectos confiados a sua guarda: e
realmente apenas sahio 0 cadaver da finada para
ser sepuliado, o Sr. Gallhermino fez qne a asa
ende flcavam 03 objectos do polio, fosse evacua-
da pelas pessoas que assistiram os ultimos ma-
mentos da fallecida, e nunca houve quem onvisse
eSr 'Guilhermino queixar-se de falta bu substitui
cao de objectos de ijoe era' dep'ositario. ,
For esie mesmo tempo pa'rte da mobilia e outros
Objectos de deposito foram conduzidos para a casa
onde se alojaram o padres eonvfdados para1 i fes-
ta, de que era tbesoareiro 0 Sr. malor Guilhermi-
no : e esses objectos fbrlm por S. S, empregados
no u3o dos paoVes.
Dias depots 0 Sr. raaor pemoHne- para que eu
Fallecimento.
Falleceu ua villa do Granilo, no dia 2 do eor-
rente.de uma bronchites, 0 capilao Cornelio Car-
losPeixo de Alencar, Gilio do tenenle-coronel Cor
nelio Carlos Peixoto de Alencar, deixando incoa-
solavel sua esposa, pai, irmaos, parentes e amigos;
era geralraeute ejtimado : occupava ov empregos
da professormteriao da cadeira de priraeiras let-
tras d-aqueHa- villa, agente do correio, eleilor e
capitao da guarda nacional. era disuVto raerabro
do partido conservador. Na idade de 30 annos deua
alma ao Creador, em sna vida deu sempre provas
de bom HI ho bom esposo, bom pai, bom amigo
e cidadao; doixou'6 filhos orphiios que chorara a
falta daquelle Dai amoroso.
Istaporta^tEo.
Patocho porltiguez Lidtdor, entrado do Porto
era 2j do corrente e consigaado a E. R. Rabello
6 u, niaaifestou :
,i'}lfai.^ Miw a Joao RoJrigues de Farias.
Alhos 400 canastras a Braga Gomes 4 C, 233 aos
consignatarios, 329 a Thomaz de Ajuino Fonceca
iS C. suceessores, 60 a Menddnca Correa S; C.
iZn,e Je 'iveira 13 Harris a Mendonca Jose de
Mello Azulejos 27 caixas a ordem, 21 a M.
Jose Gongalres da Fonte.
. n<^a,nari?3,i viTeiro d ordem- .Cannos de gres
i,0J7 a B. Duarte Campos & C. Curva de ferro
07 aos mesm-s Cartilhas 1 caixa a Manuel No-
nes da Fonceca & C
Feijao 100 saceos a J. Jose Rodrigues Mendes,
100 aos consignatarios, 50 a Fraga & Rocha, 540
a Antonio Fr.ucisco Corga. Facase garfos 1 caixa
a Vtanna Castro k C, 1 a Joaquim M. da Cruz
Junior. Fouces 4 cunhetes a Francisco Guede3
de Aj-anjo. Feiehaduras 3 caixas a Ferreira Gui-
maraes Jj C, 4 a Silva Guimaraes &C, 3 a Car-
yalho & Nogueira, 2 a Vianna Castro-Jc'C, 1 a J.
M. da Lruz Junior. Foguetes 2 caixas a Jose de
M. Correa.
Galerias douraias 6 a Antonie Bruno da S.
Maia. Ga.oi-s de palhela 1 caa a Vaz & Leal.
Globos 10 a Costa & Soares.
Impressos 0 carrinhos de Algodao I caixa a An-
mnio B. da Silva Maia. Imagens 1 caixa a Leh-
manu rreres.
Louca 3 caixas a B. Duarte Campos & C. Leoes
de Korea p a Costa 4 Soares. Linha 2 caixas a
p. MaooeJ Marlins, 2 a Mauoel Nunes da Fonceca.
Livro 1 a Vaz 4 Leal.
Machados 6 cunhetes a Francisco (J. de
Araujo.
Obras de vime 21 volumes a Braga Gomes 4 C.
Pa ito's 8 caixas e 800 macos aos mesmos.
Panel 1 caixa a Francisco da Costa Maia. Pregos
51 barncas a silva Guimaraes 4 C, 5 a J. M. da
Cruz Junior. Pomada de sebo 20 cunhetes a
Manoel N. da Fonceca.
Roseiras 2 caixas a P. Rodrigues de Oliver a.
Rolhas 14 fardos a Braga Gomes & C, 3 a Jos6
Joaquim Alves 4 C.
Saipielru 0 caixas a Francisco G. de Arauio.
Sapatos de tranca.. 3 caixas a Goncalves Irmaos &
C, 2 a Manoel Francisco Pooas & (1 S.ilpic5es 1
ait I rer^and^ ,r"?\ G- 3 a J"s^ Joaiuim
$"T?/r91** a 2 Carvaliw Bmrart& C, t a
*/! *eina & e, t a Vaz ianior 4 C, 2 a
Vaz 4 Leal, 1 a Bastos Olivaira A C, 1 a Parents
J,aff*'*c-:i>a Monteiro Gregorio 4 C, 1 a Sil-
a, T^*oc""?' Fi,hos a Otto Bohres, 1 a A. da
biiva Azevedo. Ditos de sol 1 caixa a Vinva Faf-
que f*.Va* Junior 4 C. Colla forte 1 caixa a
ereira Sirooes & C. Conservas 10 ealxas a or-
dem. Gmifos fl caixas a ordem, 1 a Manoel Fran-
cisco 4 C.. la Farias f.mao, 1 a Costa Irmans 4
<--. I a Vaz dr Leat. Crystaes 1 caixa a Duarte
Irmaoa.
Ferragensn20 volumes a Sooza Sa & C, 1 a Ma
noel A ves Barbosa, Frtas 1 caixa a J: A. de A-
raujo & C I a Vaz Junior 4 C. Flores artifi-
ces, i caixa a J. Cbristiani 4 C, I a Monteiro &
Genebra 400 caixas a Brown, Thomson A C,
Licores 10 caixas a A. M. Monteiro. Linha 1
cam a Parente Vianna & C. Ljvrosl caixo a M
da Costa Moreira. Lavas I caixa a Joaquim A.
d Arrojo 4 C. H
Machinas 2 a Joao da Silva Ramos. Malas 1
caixa a Araaral, Nabuco & C, 1 a Gorge! do A
maral 4 L. Manteiga 50 barris e 100 raeios di-
os ac.3 consigaatarios, 50 e 80a Ifarysmende &
Labille, 4 e rJO a L- J. da Cosfa Amorim & C. 25
L3"' a.,orJeiD' 20 e 20 a Magalhies 4 Irmio 15 e
20 a Silva Guimaraes 4 C. 10 e 13 a. J.A.AC
Queijos 1 caixa a D, P.JWild & C, 1 a Then-
doro Christiansen.
Tecidos 27 volumes a Keler 4 C, 8 a Burle 4
U, 10 a Monhard, Mettler 4 C, 7 a Vaz 4 Leal
a Cratner Frey i C, 5 a Linden Widraan 4 C,
* a Olinto, Jardim 4 ii, 3 a Luiz Antonio de St
qaeira, 3 a Duarte Irmios, 2 a Rodrignes, Irmi03
& Guimaraes, 2 a ordem, 2 a Manoel Maestralr,
>a ^0n,or G-> l a ,,irrt0 aa Sflva & Cas-
cao, 1 a Pereira Simoes 4 C, t*a Alfredo Gib-
-son la Monteiro, Gregorio & C Tinta 1' caixa a
J. M. dos Santos Aguiar.
Verniz 1 taixa a Ferreira Maia 4 C. Vidros 1
caixa a J. da S. Ramos. Vinho 26 barris a Theod
V?e7r?4 CD' D> R Wlld & G- a A|colorado
Marmore 1 caixa a Carvalho Pereira & C. Medi-
camenfos o caixas a A. Caors, 4 a Ferreira Maia &
U, 8 a-ordem. Meias 1 caixa a Joaquim A. de
n1"3^?,*.;. Mercadorias diversas 14 caixas a D:1
P. Wild A. U, 7 a Araaral, Nabuco 4 C. 4 a Bas-
tos1 Oilveira 4 C. 4 a Jose L. Goncalves' Ferreira
4 L, 3 a Sa Leitao & Coimbra, 3 a Vaz Junior 4
t.., 1 a Carvalho, Pereira dt C, la E. Robert, 1 a
Antonio Correa de Vasconeeilos, 1 a S. Barroca 4
Filhos, 1 aSouza eSa 4 C, 1 a Rodrigues Irmios
4 buimaraes, 1 a F. V. de Cantalice, I a C. de Fa.
nas Tavares. 1 a'Alfredo Gibson. Moveis 3 caixas
a A maral, Nabuco 4 C, 3 a Carvalho, Pereira A
C, 1 a Ramos & Machado.
Objectos para cirurgia 1 caixa a JLao da Silva
Ramos, ditos para escriptorio 1 caixa a J. M. dos
bantos Aguiar, 1 a Rocha & C.
Papel 17 fardos e 2 caixas a Costa Irmaos 4 C,
11 fardos a J. M. dos Santos Aguiar, 18 caixas a
ordem, 8 a Moreira Ilallidy & C, 8 a Fernandts
4 Irmao, 1 a Bourgard AC, la A. Caors, 1 a
Joaquim D. dos Reis, 1 a Ferreira Maia & C, 1 a
Manoel A Maestrali.
Perfumana 6 caixas a Carvalho, Pereira 4 C,
1 a Amaral, Nabuco & C, 1 a Pereira, SimSes 4
C. Piano 1 caixa a Amorim Irmios 4 C. Por-
celana I caiia a L. Jo;e da S. Guimaraes, 1 a Sa
Leitao 4 Coimbra. Pregos 15 barricas a Joaquim
A. de Araujo & C.
----------J---------------:;i- SS
Santo Antao.
utas uepois o sr, major. peaio*me para que eu T: r ""' rgunvireis tat vez, onde
uardassa em minim easa um lavatoiio e dorw ffira en<5&lr** neatej seeulo de-adulteracas,
Crandes iarrns nprtninrai> ^^iu a*. -,;_i.. PTeDaracio semelhante ?
O PARTIDO (idSSERVADOR ll AS-RBFOMAS
. ,4:**^Ma";d*jPWMo coaserrador ao poder a
lojdejulhode 1868 treaxe-nos a rMltdada-dat
reformas de alguaw* das-nossasleiSj'Sem as quaes
niq podiamos de certo inscrevernos no numert
daS nafSes raais adian'iadas.
As reformas sao sempre,' hap po'demos 'arfrait-
tir restnecoes, 0 passo de' adiarltamento de civilU
sacao e de progret/sa -
0 povo brasileiro^senfr**e, We entao, debaixo dp
peso de leis ferrartas/ so dostteadas o >a*ve8
de am paiz incnlto e seLvagtm.
Desde rauiio Winpx>, MAs-r^oras -im^rf
onservador em 1868; eUas nao foram mais do que
to Jo deiafJAndidas si I j M T* Perteneentes ao espolio de miaka n
** floada iraw. Sem repugnancia argama, eeempo- u
dendo suapornralfcia, em-tAlfgoaTda, em -vistauisi *
aaacto^4epoiiterio do tsr.-aaajor,-aearteie,
guardei aquelles objectos.
1 Por oceasiao, porem, da'arrematacao dos bens
que constirutam 0 aspolio de minha irma, constou-
m que tinhadeixtdo de ier arremaraflo torn lava-
" ado nao" ser do espolio ;i mas eu
a-sabtracoio qne #Sr. major
_-------feito ifos oT)jecto3 qde" estavam
em minha casa, por outro*dlfferentes e de tat na-
turezaique nao foram arrematados cowprehendi
qne outro reenrso nao, we .resUva senao calar-
me; pois que W*fnmer]*r*-nH ta posse d'a-
qkelles obieca.lxrJln%^*ne a**r -denunciadp
PTtc'Br. SttHheTnlrno c^rho ladrio dos rriesitoc*
Pede-se ao respeitavel publico'quesuspenda 0
seu juizo' sobre uma correspondenoia, transeripta
no Vtano de 26, do Municipio da cidade da Vic
toria, contra 0 major Guilhermino P. Barretto ;
porquanta este ja se defenddu vlctorio'samente das
celummas de 3eus detractores nos periodisos Li-
beral Vicloriense e Correio de Santo Antao da
mesma cidade.
Um victoriense.
Todas as senhoras sabeiu
que e uma desgraca terrivel e incalculavel 0 per-
aer-se 0 cabello, e igualmente nao ignoram, que
em maims casos a culpa e sua. 0 fonico Orien-
tal 6 uma preparacio- vegetal pura e fragrante,
destinada expressjpiente para a conservacao e
aformosearaento deste grande dom da natureza e
com somente usa-la. se obtem uma vasta e vigo-
rosa cabelladura de suaves, brilhantes e flexiveis
cabellos anelados.
Milhares-de pessoasfle ambos'Os stttorem todas
as paries da'Araerka do Sur e nas AntiUias, co-
nhecera e anesUm' Se ha od'brfstetn alguns incredulos concerneu-
to as suas virtades vitahsadbras e aformoseado-
ras^ue perguntem aquellas pessoas que 0 usam
Alves 4 C i a Mauoel Madureira, 1 a Mendonca
Correa, 1 caixule a Aotonio Josd de Azevedo.
sardinlias 36 barris a Francisco Guetles de Arau-
jo. bebo em velas 40 caixas a Joio Rodrigues de
Talheres 1 caixa a Silva 4 Alves, 1 a Manoel
de Azevedo. Tamaacos 1 caixa a J. B. Braga.
vinagre 2 barris de quarto a Manoel Madureira,
2 a B. Jos6 Pereira & C Vinho 2 caixas a Anto-
nio Gonr-alves de Azevedo, 60 a Joaquim M. da
Lruz 20 a Joaquim da S. Coimbra Guimaraes, 100
a Beltrao A Filho, 2 a Jo3o P. da Cunha, 9 e J ter-
ns de quinio a Manoel Madureira, 9 e 12 a B J
Ferea-a 4 a, 2 meias pipas a A. J. de Azevedoi
119 barns d; quinto e84 ditos de quarto a Jose
da Silva Loyo A; Filho, i, barris de quinto a Joa-
Lw *te"unides, i0s Santos, 3 a Jose Matheus
Ferreira,_3 a JosS Joaquim Alve3 & C.,' 30' a Cu-
?r?a oA1130^*.0- *,a Joaquim Antonio Pereira,
10 e 30 dedecimo a Thomaz do Aquino Fonncca
& V. suceessores, 20 barris do- decimo a Pereira
Vianna AC, 3'.a Caetano Jose Mendes, 1 a Jose
Antonio Pmto Serodio. Vasos de barro 24 a Vaz
* Leal. Vidracas 53 a Antonio Jose Soares da
Costa. 1
KSPACHOS DE EXPORTACAO NO DIA DB 24
MARCO-DE 1874.
Para os portos do exterior.
Na galera portugueza India, para Liverpool,
carregou : R. Schmraeltau 4 C. 29 saecas com
2.694 kilos de algolao.
Na barca franceza Minerva, para 0 Canal,
carregou : Keller 4 C. 221 saecas com 9,071 kilos
de algodao.
No patacha hespanhol Antonio Maria, para
Barcelona, carregou : P. ML Maury 192 saecas com
14,633 kilos de algodao.
No navio inglez Florense, para 0 Rio da Pra-
ta, carregou : A. Loyo 80 pipas com 38,40) litros
de aguardente, e 372 barricas com 50,043 kilos de
assucar braneo.
No brigue nacional Olinda, para 0 Rio da
Praia, carregou : H. B. de Oliveira Junior 160
barricas com 18,543 kilos da assucar braneo e 100
ditas com 11,389 ditos de dito mascavado.
Na barca portugueza Jmphina, para Lisboa,
carregou: A. Cordeiro 600 couros salgados con
7,200 kilos.
Para os portos do interior.
Para a Bahia, no vapor nacional S. Salvador,
carregou: J. C. do Rego Ponies 18 cascos com
4,800 litros de aguardente : para Maceio. M. A.
Barbosa 1 barril com 90 di'.os de alcool ; Fernan-
des 4 Irmao 1 caixa com 30 kilos de doce ; J. D.
Julio da Costa 1 dita com 30 ditos de dito.
Para o Para, no brigue portnguez Micliae-
lense, carregou : A. M. de Sonza Machado Junior
1 caixi com 56 kilo3 de doee, 1 barril com 92
litros de aguardente, e 2 barricas com 60 kilos de
assucar relaado.
: Para 0 Rio Grande do Sul, no brigue nacio-
nal Superior, carregou : F. R. Pinto Guimaraes
23 barricas om 37,430 kilos de assucar braneo.
Para 0 Rio Grande do Norte, na barcaca
Tres Irmas, carregou : P. A. Moreira 1 barrica
com 105 kilos de assucar braneo ; A. Oli veira A
C. 4 ditas com 360 ditos de dito refioado.
CAPATAZIA DA ALFANHKGA
dendimento df. dia 2 a 24 15:982^422
dex do dia 26. 734*524
Ainda teabo am mez de poncoi nejocios l 1
gis rar> visto one as ada. para. Brit?lot
limiudittimas, sAeoosisiiraaam---"- -
ttda pa.a Pernamboeo, a-am dlwaaaa iaaea amn
nos-cerca del^DO barricas -^xLT2k^
moinlio Econorao, akda "'rregari Jaw mmtr
navios, eom cerca de 7^ao^tAiSieaa, por mm
propna para Peraambaco e Bahia. Os amaTsi
hoje majs em favor dm compradoras. i rCuV
C5es, sao em argons casos mais uaiiu Ota.
mudou, nas ultimas duas ssmxias da tain sin
tendo tido muiu neve e maitas oaaras. o arkr
tem agora melheres apparencias e is asaoraau
para 0 futuro, sao roai* pr.^ii ias.
Os precos das farinlias de Be-i, pod* a aord
em. Hamburg,), sahiam cerca de 3-6 al/aat. 1*
f#5W, por barrica, mais caro ; Uto d aorei
quasi compensado pelos fretes que sao mais ban
tos tie la, do que d*aqui para 0 Brasil.
Fretes. Navios que foram fretadoa dnranv
mez 0 patacho atlemao austriaea Mtmmrkr,
chegar, a 37/6 d. e 5 0'0 Peraambaco, a onlem '
barca auMnaea Due Fralellij iOi e 5 Orn. Per
nambuco e Bahia, descarrcganlo a metada 4
carga em cada potto, e 0 patacho h jllaaaas Car
nelia Abromnta,.* 60/ e 5 O/o, Penumbaeo, a or
dem. Dizem Umbem terem se fretado om aari
para 0 Rio de Janeiro, as eondiccSes sao aiod
reservadas. Petos vapores via de Liverpor L eotr
conhecimentos em direitura; embarca-se fanate<
para os pOrtos do norte. a 6Ui e'lO On e Ban
Penumbaeo, a 85| 0 tOOty-todo por laawtedj
inglezao frete devecdo ser pa-o aqoi senao a
pnmagem e de 20 Ojo^ ^^
Sahidas -As deste porto para lo l.> a BtmI em
Zf, ,Urn/avn 00 mez deioeir<: ,"5 barricas
contra 9,570 barncas, r anrw |Bx de fevereiro 5,953 barrica*, eoatra 5.621 ban ..as
ao anno passado, ao precr> de 52, ^,.. pm
ns. tqi juntos, sahia a barrir.i p.)sfa a bado
lamaraao de Pernambuco, eom o frete de JPrS
&wC*mbi0 de ''4 d' sobre' LoBdre* "
2bl290.
Neohum navio sahio para Pdrmmbaco, desde X
ae fevereiro ate 3 do corrente.
Estao a carga para Pernambaeo: barca aas-
triaea Due Fratelli. eom S,0rk> barricas Ecoax;-
imcas ; e 0 patacho h-illandez Cormrli* Abranum
com 2,200 barricas de diversas marni
SE6UR0S
MVIUTIMOS
E
CONTRA 0 FOGO.
A compauliia Indemnisadora, estabdecids
ai'sta prar;a, toraa seguros .naritimos aobrc
navios e seus carregamentos e cootra foa;
^m edificios, mercadorias e mubilias: na
rua do Vigario n. 4, pa\imeuto terreo.
So dia 2 a 24.
VOLUMES SAH1DOS
entrado do Rio
e consignado a
Oleo. puro medictUAl de flsaido
de buealluto |c Laaman ft
C Kemp.
Tosse afQictiva a fattoadte. A 03se e 0 signal
precursor do perigo. ~Se para logo nJo se atalha,
raais tarde .o toraa -iocuravel. Comtudo, existe
utoepecitlco precioso para,os puImSes irritados e
afcalados pelatoMe, Esta e 0 uleo de figado de
Hacamlo. tfotetn estd remedio h5o' deve center
ak^rstOra>alguma. Perguntarets talvez, onde se po-
10 semelljante ?
asta -nao a nossa, mas
-dica :-e que 0 oleo d
.. LlliSnan'.Aicefap, jcor e ofEr^cIdo debaixo da
nbme, e, como pretende m^LW
ro. Seus elfeit^, se^uoJne
nma
am a da facul-
igado de rbaca-
ido dos. figados
iba. do' sea
Brigue escuna nacional Cysne,
Grande do Sul na mesma data
Amorim Irmaos A C, manifestou
Graxa era bexigas 2,967 kilos.
Sebo em rama 705kilo=
Xarque 191,045 kilos a ordem.
Vapor francez Ville de Rio de Janeiro, entrado
no Havre em 2t do corrente e consignado a Au-
gusta Frederico de Oiiveira & C, manifestou :
Carga de Lisboa.
Azeite de oiiveira 50 barris a Silva Guimaraes
A: L. ArteTactos de prata 1 caixa a Ne'greiros 4
Irmao.
Carne 50 WfJris a E. U. Rabeilrj f C.
Feijao 20 sbct:a8>a Silva Gu'|B*ai*>s 4 C.
Sardrahas 23 eaiias a Beltrao A Filho. Sapa-
tos de tranca 1 caixa a Porto 4 Bastos, 1 a Ma-
noel Joaquim Ribeiro 4 C, 1 a Goncalves Irmao
&C.
/Vinho 10 pipas e 53 barris de .quinto a Silva
Guimaraes a C.
'Carga do-Havre.
Abeyuho.5 caixas a^D. P. "Wild 4 C Aieilade
ehveira 1 ciixa e 3 vdfdmes a'A, Caors. Arreios
I caixa a ordem. Armas 19 caixas a Joaquim
A. de Araoje*4 a ^Areaqaes 2 eaixas as-aon-
sigaajarios. .Amostras 2 volumes a Carneiro A
Nofaeira, la Faria 4 Irmao, 1: a Cramer .Frer 4
C.AIfineies barrica a Alfredo Gibson. Alvaiade
de zinco 6 barn's a ordem. Afulhas 1 caixa'a
Alfredo Gibson, 1 a Bastos Oiiveira & C. Agua
de aores delarangeira assencias 2 eaixas a A.
Caors. AguaTgUjaraJ i daixas a Lmden, Weid-
aamdtC, llUBb^adoT Vieira A?^ '
Barra de ferro 89 aos consignatarios. Botdes 1
^rimeira porta .
jegaada porta .
ftrceira porta .
3uarta porta .
"rapifibe Coneetcao
No dia 26
16:734/946
42 713
149
278
50i
, 1,261
44,903
SERVICO MA1UTIMO
ii**rengas desoarregadas no trapieLe
alfandega do dia 2 a 24. .
No dia 26
ilvarehjas ........
87
95
AugusloF. d'Oliveira AC.
A casa commercial e bancaria de Augusts
j d'Oliveira 4C.,a rua do Co imercio as
42, eiicarn-ga-se de execucao de ordens
para embarque de productos e de todos o-
mais negocios de commUsao, quer commer-
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dinheiros a pre-
mi>, compra cambiaos, a saca i vista e a
prazo, a vontade do to nador, sobre as se-
guintes pragas estraii^eiras c nacionaas 1
Londres. Sobr o c.nio.x iaxk or
LONDON, 0 LOXDOX AM) HANSF.ATIC IAX,
niiiTED^e varias casas de l. classe.
Paris. Sobre os banquciros rocLP
& C, JtARCUARD ASDRE & C. e A. BLftCQOE.
VIGNAL A C.
Haiubup^o. Sobre os Srs. joi*
SCUU BACK & Hl.lt S.
sLisbaua. Sobre 05 Srs. fossecas.
SANTOS d VIAXXA, e SEBASTliO JOSE DF
ABREU.
Porto. Sobre o banco BSUo do porto
0 Sr. JOAtiLIM PINTO da fonseca.
**ar- Sobre o banco commercial
do par A, e os Srs. francisco galdencio .\
COSTA & FILHOS.
Haranhdo. Sobre 0 Sr. jose raa-
REIRA DA SILVA JUNIOR.
Ceara. Sobre os Srs. j. s. de vas-
CONCELLOS i& SONS.
Baklu. Sobre os Srs. marinhos dt c.
Rio de Janeiro. Sobre 0 |ajaj
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL *
BANQUE BRASII.IENNE FRANCAISE.
COMPAHHIAALLIANCA
seguros maritimos e teiTea-
tres estabelecida na Bahi
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:0005000.
Toraa seguro de mercadorias e dinhetr >
tsoo maritimo em navio de rela e vapo-^s
para dentro e fdra do imperio, assim coin'
contra fogo sobre predios, genera* e fa
rondas.
Agente : Joaquim Jos^ don^alves Beltri..
i\a do Commercio n. 5, l'andar.
R3CEBEDORLA DB RENDA3 EST1RNAS GE-
RAES DE PERNAMBUC
(endimento do dia 2 a 24. 48:370*475
dem do dia 26..... 1:884*458
50 254*933
CONSOLADO PROVINCIAL,
fteadimento do dia 2 a 24. 95:241*393
(dem do dia 26. .... 2:804*532
98:045*925
RECIFE DRAINAGE.
dendimento do dia 24. .
fdemdodia2......
2:9451641
237*002
3182*543
anna ao sea 7-1*1 s.V I
lutameate ou- nl0'de Araojo-A
rSnraVovfdo HMridaa;.ii
. '/uuiici uiiiiu ut^uiu faux i, atleWi tt facindade com qne o'Sr. Gui-
mmdaiWSoe ao3 'mjis os actos'reprovadbs
_ pratica.
Deixei que o tempo
se encarregasse de devas-
ft C, i'
a P
_.Ci B*aasi300^ gigas aMTtt
!W*Faii|a;ftaaote.
Lacnirabos I caixa a VatJnnior A C Calcados
idB*Ji*B\^*r>J^* 4? c-
teem ftenrwraas qpalidades curativas. So
pfodnsem natfsVas ; em&nanto qne nenhuma pes- ,
soa mesmo nio estando poente, tomando esU nre- s a Sa Leiti
paracaoleditima, 4io 4e5xa de'^abBar' eames; de ft* a.c
sorte" qne asjnas JpaiaMes nutntftas-Jo Uo C--
etidentes comeHatBa'acc|^tae*cinal A C, 1 a
ln~w,j.^^: C|, I a BasCof
;- acna *.
"iflaPi03"6* ae attestodos, jdemenstram sua
iCTBeftcia :. Dorqn6 6s ojlios dhfuidos e altera- 6caias a Lyra & yianna
' Pbrto A Bastos,'! a ~
Cbhen, 2 a Parente r
feTf^X. Dreyfles,
te Cardoso A
-AttoerPPocas
'Cdrao umreraelia ja bem edp^iraoDUdQ < a4 ^'"* Vm JP'tlA.(i,l^*lMi0gr 2 caixas
fdro, ^ .Uoaqaim A. de Aj#JA|CJ|kjk)uza e Sa &
.., 1 a Amaral, NaaMM f- LBflpagne 25 cal-
:as a Brostelman & C Chapeoslfcaixas a Joao
Christian'! & C, 4 a Laix Antonio Slqaeira,3a
\oticias OBBMiaeroiaes.
fiircular de Sr. W. H. Ofensandt.
PumMfemaTaiibttfcgO.'Wtlt, Ottensandt 4 C.
I TRIESTE, 3: DB HWQ. DK 1874,
.Precos das rmnWde' Pest (Hangria) e de
Trieste, pot barrier posto a bordo aqui-*-sem des-
pbus nem coramisBees a%uaas para os ceraprado-
res,salvo o fretae o sefora maritimo.
i (A minha oommiesao 8 paga petos veadedores, e
dou sempre faeturas oritfiua*).
ijO/1 C
Coacorma.......
Buda-Pest......
M/fr6t/g
SSSF
47/
OC GCC
31 Ki
48/48/6
0/10 SSSF
46/
Victoria........ /fa/3-
........ aW
.......... *2/
inia......... -fid/3
lura............ ( 52/
ibriskshof......f* 81/9
linho de Trieste. n. 0 47/ SSSF 43/
Wir.V. r;-i.r,i(H|Bai*Al6/
........>'4ftffl'a|f
Economo........ t 80/ 47/ 44/
-I
3
SSSF
43/3
COMPAiNHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritimos em mercadom
fretes, dinbeiro a risco e Qnalmente de qn.1^
iner natureza, em vapores, navios vi ela o^
barcacas, a promios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO N. S4.
Seguro conlra-fogo
rae Liverpool lonboni gk.i
INSURANCE COMPANT
Acetates
SACNDERS BROTHERS* C.
11Corpo Saitto-11
NORTHERN.
^pid..... ao.ooo.Qmmi
?"undo de reserta. 8,0#O.O00?#
Agantes,
Jf ills Latham RUA DA CRUZ N. Id.
Banco do Mi nho.
Joaquim Jose Goncalves fMfria & PMho
por lados o vapores sobre :
Evora.
Fale.
Faro.
Guarda.
Leirla.
Lisbea.
Anadia.
AwMa.
Aveiro.
leja.
Chaves.
Klvas.
Amaraata.
Guimaraes.
CovilbA.
ebjaco.
Portalecre.
Arcos'devalae vex.
Celorico de Basto.
Caminna.
angualde.
Ponto do Lima.
Povo* de Laohosa.
Villa-Nova de Portiraia. Vdia*Jio*a dw
VilU dd Coade.
Na llkaaj.
Madeira, S. Miguel, Mal Tfara.
Gaisabm.
MiraaJaia.
PenaflaL .
VUla BeaL "
Cabewiraade -
rmaaai Braaco.
Mbm>V

Povaada
Vaaaa^a

K



Diario de Pernanibuoo Sexta feira 27 de Mawjo tMWMtltTfl DO WWW.
Aovtot eftf-rados k> dt'a Si.
Vernaad de Noreaha l horas, vapor nacio-
nal JfattdeM, d toneladas, commandante
Sdva, equipagem Id, cargavarios generos ; a
oompan Va pernambucana.
Porto-31 dias, pataeho portuguez LHa*or, de
170 totnUdas, capitao Jaoquira de G. Cuaha,
equipagem II, carga vario? generos ; a E. R.
RabellooC.
Rio-Grande do Sul t* dias, brigue eeeani na-
eiotial Oft**, de 259 toneladas, capitao Jose
Moaieire de Almeida, equipagem It, carga
195,000 kilos de carae; a Aroorim, Irrnao k t.
Navioi tahidos no mesmo dia.
Santos BrifM eseuna hollandei Jacobine, capitao
H. Hemmen, carga assnear.
;anal Brigue francez A vtnir. capitao Fefancau,
carga assnear.
Portos do snl Vapor inglei Boyne, eomman-
mandaDte Reeks, carga parle da que trouxe dos
portos da Eoropa.
Navioi entrados no dia 26.
Maceio 17 boras, vapor inglei AstarU, de 863
toneladas, commandante Rollo, equipagem 24,
carga algodao a W. G. Fennely & C Bece-
ben ordens e seguio para Liverpool.
Navios tahidos no mesmo dia.
Para-Vapor inglei Great Norther*, commandan-
te F. Hurrel, carga o eabo snbmanno.
rnada Gnla, ftbrado do dous andawe n. 69, nor
6:000* ; rua ,4e S. Jorge, ca w ?r
t.40i*, sobrado de um andar t. 30, por 1:000*.
dito weia-agoa per 800*; soa dos Guararapes,
casa terea-ffl.3. por 1:00* ; na dos Acougui
nhos, cosa terrea n. 96, por tBtif; Largo la Gam
pina, diu n. 3, por 400* ; rua -da Soledade, diu
n. 72, por 500* ; becco do Teixeira, dita o. a,
por 950* ; -largo das Cinco Peatas, terreno, pot
1:000*000.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia V
Racjfe, IV de fevereiro de 1874.
O escrivao
Ptdro Rodrigues de Souz*.
ria se dsclara aos pats, tasores-a-cofretpondentes
dos alnmnos dMte insUtnto, ana desta data prin
cipia a correr o praao de aft* *ias, deatro do qual
devem os nsesmos enlrar com a paga do segondo
trimestre do correntt anna.
Q seeiHJtauo
Celso Tertuljaao Barnandee QutaWHa.
EDITAES.
Arinazens da companhia per
nambucana.
Segaaros contra ***
A eempaifhia pernambucana, dispondo de ea-
cellentes e vaatos arm arena em sea predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposits de generos, garantindo a uiaior eon-
servaeio das raarcadorias depositadas, service
prompto, preeea modicos, etc.
Tambem reeolhera, mcdiante prevlo aeeordn, ex-
clnsivamente o generos de uraa s<5 pessda.
Estes armazens, alem de arejados e coromodos,
sao inteiramente novos e aspnaltados, isentos de
cnpim, rams, etc., etc.
As pessoas que qaizerem ntilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana, que acharao com quero
iratar.
0 desembargador Francisco d'Assis Olivei-
ra Maciel, official da Imperial ordem da
Rosa, e juiz de direito privativo de or-
phios da cidade do Recife de Pernambu-
co e seu termo, por S. M. I., a quem
Deus guarde, etc.
Fac,o saber a quem o conhecimento do
presente cbegar, que por este juizo, e a re-
querimento dobacharel Clemeute Jose Fer-
reira da Costa, se procedera a esame de
sanidade na pessoa da sf u filho Elias Coe-
lhoCintra, e depois do parecer do Dr. cu-
rador geral, subimm os autosd minha con-
clusao, e nelles proferi a senteuca do theor
seguuite :
Verificando-se pelo exame de folhas qua-
tro, que Elias CoelhoCintra cstdidiota.o hei
por incapaz de admini^trar sua pessoa e
bens, que mando fiquem sob a curstella
de seu pai o Dr. Clemente Jose Ferreira da
Costa, & quem nomeio curador. 0 escri-
vao passe edital, para ser allixado no lu-
gar do costume e publicado pela imprensa,
ft custas.
Recife, 18 de mar^o de 1874.Francis-
co d'Assis Oliveira Maciel.
E para que ninguem faga negocio algum
com o ptecitado interdicto Elias Coelho Cin-
ira, st'iiao por intermedio de seu curador e pai
o Dr. Clemente Jose Ferreira da Costa, com
previa autorisacSo d'este juizo, mandei pas-
sar o presente, que ser* alfixadu no lugar
do costume e publicado pela imprensa
Da do e passado nesta cidade do Recife,
aos 20 de marjo de 1874.
Eu Manoel do Nascimento Pon'.es, escri-
vao, o subscrevi.
Francisco d'Assis Oliveira Maciel.
Protectora das Familias.
iNmiciiicao braslletra de segoro
uiiitiio sobre a. wloa, eerida pelo
banco rural bypotbecarlo do Rio
de Janeiro.
A todas as pessoas que desejarem filiar se o es-
ta associacao se darSo os esclarecimentos precisos
e se formularao os contratos, dando-se tambem
ordens ou saques pagaveis ao thesoureiro do
mesmo banco pelas importancias qoe para ahi
bonverem de ser remettidas pelos Srs. eontribuin-
tes qae se quizerem poupar a eate incommodo,
na rua da Vigario Thenorio n. 7.
Pereira Vianna & C.
__________ Agentes._________
S nia Uasa dt Misericordia do
Recife.
En vista da ordem da Illma junta administra^
liva sio convidados os parentes das menores infra
mencionadas a virem retira-Ias do collegio das
orpba. por ja terem attingido a idade marcada
no respectivo regulamento, e acharem-se com suas
educacSes termmadas. Aqnellas que nao forem
retiradas dentro do prazo de 30 dias, contados da
data do presente, serao entregnes, de accerdo
com o 3 do art. 48 do mesmo regulamento, a
familias honestas para ahi se empregarem no ser-
vico domestico.
Senhorinha dos Santos, filha de Jose Joaqnim
dos Santos e Antonia Maria.
Leopoldina Maria da PaixSe, filha de Clara de
Jesus.
Maria Eliza Alves, filha de Joanna de tal.
Valeriana dos Santos, filha de Joaquim dos San-
tos e Maria Margarida.
Alexandrina Bezerra Cavalcante, filha de rose
Bezerra Cavalcante e Rosa Bezerra de Menezes.
Idalina Lacerda, filha de Pedro Alexandre de
Lacerda e Anna Francisca Paes Barrelo.
Josepha Lima, filha de Joaquim Lima de Oli-
veira e Joanna Maria.
Candida, filha de Vital das Chagas Coelho e Car-
ota de Lacerda
Rosa, filha de Antonia Joanna de Barros.
Dionizia, filha de Vital das Chagas Coelho e Car-
lota de Lacerda.
Antonia, filha de Manoel Felix Barbosa e Mar-
SANTA CASA DA MiSferttCOKLlA DO
RECIFE.
A Hlma. junta admmistrativ* 4a santt casa da
Kiscricordia do Recite, maoda fater tmblico qu*
na saia de suas sessoes, no dia 19 de nweo pe-
las 3 boras datarde, lem.de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer, ^clo tempo de urn
i trrs annoa, as rendas dos pr-edios em seguida
leclarados.
ES1ABELBCOIRNTO DECAR1DA0E.
Traversa de S.Jose.
Casaterrean.il.' '......901*000
Rua de Santa Rta.
Idem n. 32........250*0;0
Padre Floriaoo.
Idem n 49........207*000
Rua da Alegria.
Idem n. 31........371*000
Poute Velha.
Idem n. 31.........156*000
Rna de Antonio Henriques.
Idem n. 96 ...... 9*O00
PATRJMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......909*000
Becco das Boias.
Sobrado n. 18.......491*000
Rna da Crux
Sobrado n. 14 (fechado).....1:000*090
Rua do Pilar.
Casa terrea n. 100......941*000
Rua do America.
Idem n. 34.......129*000
Rua da Gaia.
Idem n. 29........201*000
Rna das Larangeiras.
Casa terrea n. 17.......361*000
Os pretendentes deverSo apresentar no acto da
irrematacao as suas fiancas, ou comparecerera
icompaahados dos respectivos ttadores, deyendo
pagar alem da renda, o premio da quantia en
me for seguro o predio qua contiver estabeleci
tnento commercial, assim como o servico da Urn
peza e precos dos apparelhos.
Secretana da sanu casa da misericordia do Re
;ife, 17 de marcu o de 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza,
Crasaie e varlaaW
Ter^a-feira 31 de mar^o
EaM rawer do clarie*ita Eattaqnio
Pereira Brboucai.
Logo qoe ob professo>es da orchestra executa
rem uiqa brilhante ouvertara, seguir-se-ba a bem
conbeeida e applaudida eomedia em 9 actos
0 Dr. Grama
Pela primeira vez neste tbeatro.
No interval lo do i. ao *. acio o beneficiado exe-
cutara ua sua humilde clarintta as grandes e dif-
ficiliuias variacdes de tbema original de Mr. E.
Caviilini, 1.* darinelista do mundo :
Canto grego ()
Xa execucio de-la compositio a ciarineta imi-
i.i i a perfeitaiLente o-
Ecmm
Depois do 1* acto o beneficiado execntara na
ciarineta a brilhante area cam variacoes de Mr.
Klose, com oma Imda valtx variada, nas quaes a
ciarineta fas uma perfeiu risada.
Ultima parse.
Comedia em urn acto :
0 caixeiro da taberoa.
0 beneficiado, tendo de retirar-se em breve, da
nnieamente este espectaculo e espera a proteccao
d<> illustrado puWico desta capital.
Em um dos intervallos o beneficiado ira agrade-
cer aos dignos con 'idados que se dignarem bon
ra lo com suas presencas.
Principiara as 8 i|2 boras.
(*) A pedido de diversos dllectantes.
AVISOS MARITIMOS.
Para Lisboa
0 patacho portuguez Grociosa, vai sahir com
brevidade por ter a maior parle da carga promp-
u, e para o resto trata-se com os consignatarlos
Silva Guimaraes & C, praca do Corpo Santo ou
mero 6.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RE IFE.
A ;unta administrative da Santa Caa da Mise-
ricordia do Recife precisa contratar para o asylo
de mendicidade o fornecimenlo de 100 colchoes e
100 travesseiros, conforme o modelo que ?e acha
nesta secreUria. Recebe para isso propostas de-
vidaraente selladas, na sala das suas sessoes, pelas
3 horas da tarde do dia 96 do corrente.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia
do Recife, 20 de marco de 1874.
*ff 0 escrivSo
Pedro Rodrigues de Souza.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
MaveflMfft* cootsa*a a vapor.
SUCKTO, ESC1L4S, KltrDO E ARACJUtJ*.
0 vapor Mandate,
commandante Julio,
seguira para os por
tos aeima no dia 31
do corrente, as 5 ho
ras da tarde.
Recebe carga ate o dia 28 do corrente, encom-
mendas ate e dia 30, passagens e dinheiro a fret*
ite as 2 horas da tarde do dia da sahida : es-
criptorio no Forts do Mattos n. it.
.~b^av
B*r-9*1hW
coMPAimt mi%**ii.i:nta
DE
\AVEGACAOAVAPOR
Portos do .ul.
0 Vapor
leilao
DE
moveiB, iou A saber:
Um piano forte, t im de p-'lra, 1 e consulos, 1 caudirn a gaz. Iserpeiitinas de crys-
tal, 4 casticae* e mangas, A farms par* (lore*. DO-
las e enfeitft de. nu--A, iai>etes, escarradeiras, pan-
nes de crochet e I m-bilia (aniig> de jararanda.
Fma cama fraoceza dejacaniada, l upete, I
lavatorio, I nvsa de cants, I cortinado efeotxa
para cama, i gtiardavestido, 1 commoda de jaea-
anda e 1 catmle.
Uma mesa elastics, I guarda-l-nr*, 9 a para do-
res, I quartinheira, I jarra, I relogio de pared*.
18 eadeiras, 1 sofa, 2 ladekaw parelho dou-adn para rfca, cores, ralkes, compo-
tcirai, garrafa*, fa> as e garfo* (-;ihn* de marfim),
1 fructeira e candieiros a gas de taspensao.
Um marqnezao, I lavatorio, 1 mesa eeutros
objectos de casa de hmilia.
Commandante o eapltao tenente
Antonio i-. Teixeira.
K' esperade dos portos do norte ate o dia 27 do
corrente e seguira para os do sul depois da demora
do costume.
Para carga, encommendas, valores, passageirot
a mais informacdes, dirijam-se no escriptorio da
agenda
7RUA DO VIGARIO-7
Pereira Vianna & C
_______________A gen tes.________________
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segue com poucos dias
de demora a barca portugueza Feliz Uniao por
ter a maior parte de seu carregamento engajado,
s para o resto que I he falta, trata-se rom os coo-
eignatarios Joaquim Jose <>oncaives Beltrao dc Fi-
sho, a rua do Lommercio n. o.______________
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora a barca portugueza Social, por ter a
maior parte de seu carregamento engajado, e para
o resto que lhe falta trata se com os consignata-
rius Joaquim Jose GonQalves Belirao & Filho,
rua do Commerciol n.5
No sobrado de um andar e sotao da rna dos
0sos n. 96.
0 tenente coronel Frias Villar tendo de retirar-
se para e sul, fara leilao por intervencao do agen-
te Pinto, dos moveis e mais objectos existentea eta
casa de sua residencia, a rua dos Ostos n. 26,
onde se effectoara o leilSo, no dia sexta-feira il
do corrente.
Prinripiara as to <|9 boras.
Arrematacao
colina Guimaraes.
- 0 Illm. Sr. inspector da thesourarla provin- Adelaide Francisca da Silva, filha de Francisca
cial manda fazer publico que em enmprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, de 7
de Janeiro corrente, perante a junta desta thesou-
raria se ha de arrematar no dia 23 de abril pro-
ximo vindouro, a obra da ponte deneminada Pao
Sangue sobre o rio Serinhaem, orcada em 9:570*,
pagos em apolices da divida provincial a juro de
7 por cento ao par.
As pessoas quese propozerem a esta arrcmata-
c2o eomparecam na sala das sessoes da mesma
tbesouraria no dia indicado aciou, pelo meio dia,
competentemente habilitadas.
E para constar se maadou publicar o presente
delo Diario de Pernambuco.
Secretaria da thesouraria provincial, 20 de Ja-
neiro de 1874.
Victoriano Jose M. Palhares,
Official maior interine.
Qausulas especiaes para a arrematacao da ponte
denominada Pao Sangue sobre o rio Seri-
nhaem.
1.' A ponte denominada Pao Sangue sera exe-
cutada de conformidade com o ercamento e plan-
la approvados pelo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, no valor de 9:570*.
2.* 0 arrematante dara principio a obra no pra-
zo de um mez e a concluira no de 12 mezes.
3.* 0 pagamento sera effectuado em 3 presta-
coes iguaes a proporcao da tabella executada.
4.* Para tude o mais que nao se achar especifi-
cado sera regulado pelo que dispoe o regulamento
de 31 deiulho de 1866.-0 engenheiro chefe, Jo-
se Tiburcio Pereira de Magalhaes.
_______Victoriano Jose M. Palhares.
0 Dr. Luiz Ferreira Maciel Pinlieiro, juiz substi-
tute do juizo especial do commercio nesta cida-
de do Recife de Pernambuco por S. M. I., etc.
Faco saber aos que e presente edital virem e
delle noticia tiverem, que por este juizo corre uns
autos de exeencao de sentenca por mandado exe-
cutive de Silveira 4 C, contra Manoel Francisco
dos Santos Maia. E tendo se feito penhora em
dinheiro, no deposito publico pertencente ao dito
executado, fora pelo solicitador Rodolpho Joio Ba-
rata de Almeida, procurador dos exequentes, feito
o requerimento do seguinte theor :
Aos 19 de marco de 1874, na cidade do Recife,
em publica audiencia, que aos feitos e partes dava
o Dr. juiz substituto do especial do commercio
Luiz Ferreira Maciel Pinheiro, nella pelo solicita-
dor Rodolpho Joao Barata de Almeida, procurador
dos exequentes Silveira 4 C, por parte destes ac-
cusou a penhora feita em dinheiro pertencente ao
executado Manoel Francisco dos Santos Maia, e
requereu que ficassem assignados os seis dias da
lei a penhora feita, e dez dias aos credores incer-
tos. passando se editaes; o que ourido pelo juiz,
bouve a penhora por feita e accusada, os seis dias
da lei por assignados, e tambem os dez dias aos
credores incertos, e o mais por deferido depois de
mandar apregoar pelo porteiro dos auditorios, que
o fez na f6nna do estylo ; do que flz o presente,
extrahido do protoeollo das audiencias, e juntei a
carta precatoria que segue : eu Seeundino Helio-
doro da Cunha, escrevente juramentado, escrevi.
Eu Manoel Maria Bodrigues do .Nascimento, escri-
vao, o subscrevi.
Por forca do men desnacbo o escrivao fez pas-
sar o presente, pelo qual chamo, sito e hei por in-
timados os credores incertos do executado, para
que comparepam neste juizo dentro do prazo de
dez dias, afim de allegarem o que for de iustica.
Cidade do Recife, 20 de marco de 1874.
En, Manoel Maria Rodrigues do .Nascimento, es-
crivao, o subscreviRecife, 24 de marco de 1874
Lujz Ferreira Maciel Pinheiro
Edital n. 141
Pela iaspeetoria da alfandega se faz publico que
as 11 horas da manna do dia 27 do corrente se ba
de arrematar, livres de direitos e sujeitos ao im-
posto da capaUzia, 415 kilos de saccos de grossa-
ria, avariados, que faziam parte dos fardos de
marca B C as. 47 e 65. vindos de Liverpool no na
vio inglez Dora, entrado em 6 do corrente, no va-
lor de 271*113, abandonados aos direitos por Bra-
ga Son 4 r.
Alfandega de Pernambuco, 24 de mrrco
de 1874.
0 inspector
FabioA. deC. Reis
DECLARACOES.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Vesaste 4e predios
A Iluna. iunu administrativa cesta SanU Casa,
devtdameBte autorisada pela presidencia, na sala
46 suas sessoes, pens 3 boras da tarde do dia 96
dojcorreut*, vande on permuta por apolices da
divida pubh'ea os seguintes predios. periencentes
ao legado de Joaquim da Silva Lopes, de que e
administradora : Forte do Mattes, metade do so-
naiqyde 3 andares n. 17, por 8:500* ; becco do
' opiq 3* parte do sobrado n. 1, por 2:666<666
dp \ssis
Alexandrina Maria, filha de Felippe Martinho do
0' e Maria Joaquina do Espirito Santo.
Rosa, filha de Antonia Joanna de Barros.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Becife, 13 de marco de 1874.
O escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
Instilulo Medico de Pernambuco.
De ordem do Sr. presidente do Institute
Medico Pernambucano, aviso aos Srs. socios
que hoje, is 1 boras da noite havera sessao
na mesma casa.
Recife, 27 de margo de 1874.
0 l. secretario.
Dr. A. Chacon.
Sexta-feira (27 do corrente) ao meio dia, tera
lugar na sala das audiencias, perante o Sr. Dr.
juiz de direito da 1* vara civel, finda a sua au-
diencia, a arrematacao pir venda da casa terrea,
sita a roa de S. Goncalo n. 19, com uma porta e
uma janella de frente, e tendo quintal murado,
em chaos proprios, avaliada em 2:000*000 ; cup
casa vai a praea- por execucao de Jose da Costa
Ferreira contra H lena Rosa Ramos. 0 escripto
acha-se em poder do porteiro do juizo.
2* classe 3* classe
15 10
20 13
pagarao meia pas-
. COMPANHIA
DO
BEBERIBE
A directoria desta companhin, pelo pre-
sente declara aos Srs. concessionaries de
permas d'agua que se acbam em atrazo no
psgamento das mesmas at 31 de dezembro
do anno findo, hajam de ate o ultimo do
corrente mez liquidsrem seus debitos, sob
pena de lhe; serem cortadas as pennas
d'agua, conforme preceitua as condicOes
4.* e 10.* dos respectivos contratos.
Escriptorio da companhia do Beberibe,
26 de marco de 1874.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenca.
A Gl.\ do Sup.'. Arch.-, do Dm*.
Tndo a Aug.-. Resp.-. Loj.'. Segredo e
Amor da Ordem, de dar posse a nova ad-
ministracSo, convido as Off.', do circulo, e
a todos Ilr.-. m?c.\ era geral, para assis
tirem & sess.-. man.-, de po se ede inic.-.
que teri lugar no dia 28 (sabbado) do cor-
rente a"s 6 horas e meia da tarde e-n o seu
Aug.-. Temp.-, ao vai.-. do BarSoda Victo-
ria no 50, 3 andar, onde tem de ser col-
locado o retrato do imlitoGr.-. mestre Joa-
quim Saldanha Marinho, com tolasjlemni-
dade.
Secret.-, da Aug.-. Loj.-. Cap. Segredo
e Amor da Ordem, 24 de marcrj de 1874.
E-.. V.-.
0 secret.-.
Joaquim Maximiano Pestana, 17.",
Associacao portugueza de
beneficencia dos empre-
gados no commercio e in-
dustria em Pernambuco.
De ordem do Sr. presidente da assemblea geral,
convido a todos os Srs. associados a reunirem se
em assemblea geral (extraordinaria) no proximo
domingo 29 do corrente, as 3 1)2 horas da tarde,
afim de preencher as vagas da directoria.
Recife, 26 de raarco de 1874.
0 secretario,
Leonardo Antonio da Silva^___
ADMLMSTRAl-0 DOS CORREIOS DB PERNAM-
BUCO, 27 DE MARCO DE 1874.
Malas pelo vapor francez Ville de Rio de
Janeiro.
A correspondencia que tem de ser expedida hoje
(27) pelo vapor acima mencionado para a Bahia
e Rio de Janeiro, sera recebida pela maneira se-
guinte :
Macps de jornaes, irapressos de qualquer natu-
reza, e cartas a registrar ate as 7 horas da manha,
e cartas ordinanas ate as 8 horas.
0 administrador
Affonso do Rcgo Barros.
Pacific Steam Navigation Companj
BOYALMA1L STEAMERS.
Sao esperados do sul os vapores abaixo men-
cionados :
Marco 27-Poto*/.
Abril IQIUimani.
Abril 24-Britannia.
Maio 8 John Elder.
Maio it-Galicia.
Tabella das pagsmrens de Pernam-
buco.
Para a Europa 1' classe
A Lishfia 27
A Liverpool 30
Os menores de doze annos
sagem, os de oito uma quarta parte, e uma crian-
ca menor de tres annos indo com sua familia
gratis.
Criadaspagarao duas tercas partes das pas-
sagens de primeira classe ; e serao alojadas no
salio das senhoras.
Criadospagarao passagem de segunda classe.
Os camarotes nao devem ser considerados en-
gajados, emquanto a passagem nao tiver sido
Os passageiros-que nao seguirem depois de
terem tornado suas passagens, perderio metade
da importancia dellas. ....
Biltetes de ida e volta (nao transfenveis) se-
rao concedidos a passageiros de primeira classe e
a seus criados que os a:ompanharem,e a pas-
sageiros de segunda clas se, com uma reduccao
de vinte e cinco por "cento sobre a importancia
das passagens ; os quaes valerao pelo efpaco de
doze mezes calendarios. Nenhuma concessao ser-
feita, se dentro do tempo esijficificado, nao se fi-
zer uso delles.
Bagagem.Sao concedidos vinte pes cnbicos a
cada passageiro adulto ; todo o excesso pagara
N. B.Nao sahirao antes das tres boras da
tarde.
AGENTES
WilsHii Rowe A C.
14RUA DO C0MMERCI0-14
THEATRO
Santo Antonio
Sabbado 28 do corrente.
AS 8 1[2 DA NOITE.
E
Domingo
\'s I| horas da noute.
POSITIVAMENTE
Duas unininiM representacdes
do muito importante drama original brasileiro em
1 prologo e 5 actos, do Sr. L. A. Bourgain :
LEILAO
DE
um sitio na Torre, com east de tijoio, onde meia
o Sr. Andre de Abreu Porto, terreno proprio
Um terreno devolnto, junto ao sitio acima.
Um dito n'Agua Fria, cum casa de tijoln, delroa-
te do sitio do Sr. Flavin Caiiio.
SABBADO 28 DO CORRENTE
pelo agente Martins
armazem da rua do Intpc-
rador n. 48
As 11 boras da raanha.
Ho
I
^&~m
PUCIFIC STEAM
PANY
ROYAL MAIL STEAMER
POTOSI
Commandante Shannon.
espera-se dos portos do sul ate o dia 29 do cor;
rente, e depois da demora do .costume, seguira
para S. Vicente, Lisboa e Liverpool, para onde
recebera passageiros, encommendas e carga a
frete.
Nao sahira antes de meio dia.
OS AGENTES
Wilson Rowe & C.
14RUA 1)0 COMMERCIOli
LEILAO
Sociedade Beneficente dos
Typogrophos em Pernam-
buco.
De ordem do collega presidente, convido aos
membros desta sociedade a comparecerem a ses-
sao que sabbado 28 do corrente, tera lngar na ca-
sa do costume, pelas 7 boras da noite, para ur-
gentemente tratar-se do que dii raspeito ao pro-
gresso da mesma sociodade, que pela precisao de
ser decidido nesta sessao, sera eila feita com qual-
quer numero de socios que se apresentar.
Sala das sess5es, 26 de marco de 1874.
01.* secretario,
__________ Belmiro F. P. Cadaval
Irmandade do Senhor Bom
Jesus das Chagas,
Tendo a mesa renders desta irmandade, em
cumprimento ao artigo 62 do sen compromtsso, de
expor aos Deis, em solomne- prueissao, a imagem
veneranda de seu padroeiro, no domingo de Ra-
mos 29 do corrente, pens 3 horas da tarde, fax
publico que percorrera as ruas seguintes: Larga
do Rosano, praca Pedro II, Imperador, Oayidor,
Dnque de Caxias, Livramenlo. Marcilio Dias, Vidal
de Negreiros ao voltar no ehafaiiz, Coronel Snaa-
suna, Carmo, Paulino Camara, MaOiias de Albu-
Suerqne, Barao da Victoria, Cabuga ao rew-
ler-se.
Sao instantemente eonvidados todos os lrmaea-a
comparecerem em o nosso eonsistorio, as horas
mdicadas, para acorapaoharem a imagem do
Salvador. ...
Consistorio, 23 de marco de 1974.
0 secretario.
________Domingot 4a Co$ta MonUirM
Secretaria do gymnasid provindal de Pet-
nambuco, 23 de marco de 1874.Por esta secreta-
Companhia Allianqa Mari-
tima Fortuense.
A galera portugueza Savdade, seguira em pou-
cos dias para o Poi7o, com escala por Lisboa.
Ja tem contratada grrnde parte da carga ; e
para o resto, trata-se com os consignatarios e
agentes da companhia,
Jose da Silva Lnyo & Filhe,
em sen e?criptono a rua da Companhia Pernam-
bucana.______________
Para o ParA
recebe carga e brigue portuguez Relatnpago, e
pretende seguir com toda a brevidade por ter
grande parte da mesma engajada : quem no mes-
mo quizer carregar, trate com s* us consignata-
rios T, de Aquino Fonceca 4 C, successores, a
rua do Vigario a 19.
DE
moveis, loucas, vidros, p ano, ouro, prata,
brilhantes, thapeos do Chile e MeBH
diversas
Sabbado 28 do corrente
No escriptorio da agenda, i ua do Marques de
Olinda n. 37, primeira andar.
As 11 horas em ponto
0 agente Dias, competentemente antorisado, fa-
ra leilao, de I mobiha de jararanda, com tampos
de pedra. I dita de amarello, nas mesmas condi-
coes, e diversos traste* avulss, ao correr do ro*r-
tello.________________________________
LEILAO
DA
taverna da rua do Ran gel
n. 41
SABBADO 2- DO CORRENTE
0 agente Martins fara leilao d'armaeio, generc**
e mais pertencas da taverna acima. em um ou
mais, lotes a vontade dos corapradores ; garac-
se a casa ao comprador d'armaeio.
Ao meio dia em ponto.
Quejatevee agora nao tem
0 espectaculo de domingo terminara com o inte-
ressante dneto :
0 estmlaiile e a lavadeira.
Ilrevcmenle
o drama de assumpto hostorico nacional :
\unes lachado
composicao do distinclo pernambucano, o Illm. Sr.
sr. Apriglo Guimaraes.
THEATRO
PHENIX DRAlATICi
.EMPREZALIMA PEWWTE
Sabbado 28 de corrente
Debnte do Sr.
I henphllo Aires da Silva.
Primeira representacXo do grande a apparato-
sissimo drama em 19 quadras e um epilogo, or-
nado de musica, vestido todo a caracter, com
scenario novo caprichosamente pintado por Mr-
ChapeUn:
Santa Clolilile
RAINHA DE FRANCA
Principiara as 8 1 r9 horas-
DOMINGO
- A' 8 horn* era panto.
0 mesiM espectacnlo.
A's 8 horas.
PHOBRESSO MnRITIMfl DO PDRTD
Enapreza portaense de navega
c&o a vapor entre Portugal e
o Brasil.
0 vapor
ALMEIDA GARRET
Commandante Tomasini
Que deve estar aqui procedente de Portugal ate
o dia 3 de abril proximo futuro, depois de mdis-
pensavel demora dentro do porto, seguira para a
Bahia e Rio de Janeiro.
Passagens e fretes de cargas, encommendas e
valores, tratam-se com
OS AGENTES
E. R. Rabello ft C.
48 Rua do Commercio 48
N. B. As pessoas que quizerem ir para
Portugal na volta do vapor, que deverd ser
pelo meiado do mesmo mez de abril, podem
desde \i tomar as suas passagens para preve
nirem que os lugares sejam occupados nos
portos do sul.
TEEATRI
Pacific Steam Navigation Corapaoj
ROYAL MAIL STEAMER
Commandante nolloay.
SORATA
sspera-se da Europa ate o dia 31 do corrente, e de-
pots da demora do costume, seguira para Bab la,
Rio de Janeiro, Montevideo, Valparaiso, Ialay, Ari-
ca, e Callao, para onde recebera passageiros, en-
commendas e dinheiro a. frete.
N. B.Nio sahira antes das tres boras da tar-
de do dia da sua cbegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe C.
URUA DO COMMERCIO14 ____
Real coatpauhia de paquietes n-
glezes a vapor.
0 vapor
NEVA
Commandante C Parkes
espera-se dos portos do sul, no dia 31 do corrente,
o qual depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para fretes, passagens, etc., trata-se na agencia
rua do Commercio n. 40.
AVISO
Pelos vapores desta companhia da-se bilhetes
para o Havre e Chebourg, por via de Southampton,
pelos seguintes precos :
Primeira classe 30
Segunda classe 20
A companhia encarregase de transportar os
Kssageiros pelos vapores do South Western Rai-
ay 4 C, que partem tolas as segundas, quar-
tas e sextas-feiras, de Soutt ampton para aquelles
portos. _______
COMPANHIA PERNAMBUCANA
BE
NavegacSo eoatetra a vapor.
aJUHYBA, NATAL, MACAO, MOSSOHO', ARACl-
TT, cbakA, mahdahc, b acaracu'
0 vapor Ipojuca
seguiri para os por-
tos acima na dia 31
do corrente, as 5
horas da tarde.
Recebe carga at* o dia 18 do corrente, encom-
mendas ate o dia 30, passageiros e dinheiro a fre-
te ate as J horas da tarde do dia da sahida :
seriptorio no Porte do Mattos n. IS.
tencta.
.4 instituicdo real de Liverpool, i'undada
COMFAMIA BiHIAM
DE
UIH1TADA
Maceio, Penedo, Araeajn
.e Bahia.
E' esperado dos portos do sul ate o dia 4 de
abril o vapor Peneae, o qual sahira para os por-
tos acima no dia seguinte ao da sua chegada.
Recebe-se carga, passageiros e dinheiro a frete.
Agentes.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
57Rua do Bom Jesus57
Porto e Lisboa
A galera portugueza Firmeza vai seguir com
brevidade para es dons portos acima por ter a
maior parte da carga engajada ; para carga e
passageiros trata-se com os consignatarios Silva
Guimaraes & C, praca do Corpo Santo n
Porto por Lisboa.
Sohe impreterivelraente aestes 15 dias o brigue
portuguer. Florinda: quem no mesmo quizer car-
regat au ir de passagem, trate com os consigna-
tarios Thomaz de Aquino Fonceca & C. succes-
1 sores, rna do Vigario p. W, ou com P capiHo.
6.
LEILOES.
1MU&
taverna da rua das
DA .
Carrocas,
Joao n. 1
hoje travessa de S.
0 agente Martins fara leilao da taverna acima,
em um on mais lotes, a vontade dos oompradorea,
tarantinde-se a casa ao comprador d'armagao.
%' ft bora*.
Grande
LEILAO
DE
imporlantes moveis, lindos, quairos com pmtura?.
jarros, figuras, loucas, crystaes, Vidros, joias de
ouro e brilliantes, joias de praU, ajiparelbo de
prata para cha, dito electroplate, t burro e 1
carro americano com I assentos
Terca-feira 31 do corrente
A's 1 horas en madia
\a Passagem da Magdalen a
A SABER:
I.1 sala Uma rica mubilia Ue jac aranda, contendo 12 c^-
deiras de gnarnican, 6 ditas de bracos, 3 sofas. ?
consolos, com tampos dc pedra, I coaversadeira t
jarros, 6 espelhos ovaes, 1 rico piano com pes de
vidro, co fabricante C. Itechsteon. 1 cadeira para
piano, i jarros com flores, de pes donrados. i di-
tr.s de amarellc, 2 pares de calnngas brancos, 4
espelhos para cima de mesa, 1 par de calnngas de
cores, 3 descancos para papel, 3 tapeles, 3 dito*
para sofa, I lustre com 16 bicos a gas, 6 cortinados
para janellas, 6 sanefas douradas 4 reposteiros e
1 rico tapete para s-ila.
2.* sala de visita
Uma rica mobilia de jaqueira, completa, Cvm
tampos de pedra, i cadeiras de bracos, de viroe,
6 diUs de guarnicao, de vime, 1 sofa de jacaran-
da, 6 cadeiras de junco, de abrir e fechar, 1 espe-
Iho oval, I par de calungas, 4 parea de jarros, 1
lustre, com 8 bicos, 2 arandcllas de crystal, 6 pa-
res de cortinaios para janellas, 6 sanefas de jaca-
randa e argolas, 1 Upete e diversos capachos.
Joias.
Um annel de rubins, 1 vdla de perolas e crua
de rubins, 1 abotoadura com rubins, 3 bloes para
camisas, 1 annel de mosaico e 1 rico adere.o
com 60 brilhantes.
Quarto toilette
Uma rica toillette, com tampo de pedra, espeiho
dourado (jacaranda), 1 rico porta-eartio, com es-
peiho, arandellas e jarros para flores, 1 par de
caiungas de pedra, diversos jarros, 1 rico guarda-
vestidos do jacaranda, 6 radeins estufadas, de
harao, 2 ricas poltronas de jacaranda, estufadas
4 ditas ditas de cama, t lavatorio de jacaranda
com tampo de pedra e pertencas, 1 lustre a gaz,
arandella e 1 tanete de foirar quarto.
!. quarto de dormir.
Uma rica cama de jacaranda, cnpnla ecortiDa-
dos, 12 cadeiras estufadase" douradas, 2 ditas di-
tas de bracos, 1 estante de jacaranda com tampos
de pjdra, I consolo com tampo de pedra, 1 neo
relogio de pedra, I tapete para forrar quarto, 1
5uarda papel, 4 jarros, 4 ricos quadros htstoricos,
lustre com 3 bicos, 1 rica commoda de mogdo.
com tampo de pedra
2.* quarto.
Umrico guarda-r.upa de jacaranda, I lavato-
rio de jacaranda, eom ttropos de pedra e perten-
cas, 1 espelbo grande, poltronas estufadas if.
marroquim, 1 divan estufado de raarroquim, S ca-
deiras estufadas de marroquim, I tapete, 1 lus-
tre, arandellas, pares de eortiaados e suas sane-
fas, 2 mesinbas de jacaranda para jogo, I cama de
amarello.
3. quarto.
Um guarda ronpa de amarello, 1 cadeira da ja-
caranda, estufada, que serve para dormir, 1 ta-
pete, 1 bidet, 1 bancas de jararanda, co lasapa
de pedra.
Sala de jantar.
Uma importante mesa elastica, com 6 tabaaa, 1
apparadores de mogno, umpe de pedra, t mm
pretes, 1 rico goarda looca, 1 qaarunbeira, 13
cadeiras de junco, 1 lustre com 4 bieoa a gas, S
arandellas, I tapete para forrar sala, diversos ca-
pacbos, 1 escala, apparellbo para jantar, dito pa-
ra almooo, 1 dito de prata para cha, 1 assnearal-
ro, 1 eafcteiro, 1 esudeiro, 1 salva, S easHaaesv
baodejaM rico faqueiro de prata do Parte, 1 r+
logio de parade e 1 nwentea eageeial para can.
Quarto de rapazes.
Uma mobilia de mogno, eon tampo de padra,
diversas eamas e marquerdes.
Cozinba.
Um rico fogio inglez (novo) irem.
Mirante.
Uma mesa para jantar a 9 cadairas.
Jardim.
M flgnraa de podra, 6 cadeiras de Jerro, 1 car-
ro americano eoa t asaertoi e 1 dMo vmo.___
Os agentes Piano Borgos a prepoato dp agsate
Pestana, bastautei sntonsadoi pek) IBm. W. COB-
-

I



.
\
Diario dd Pettuuobuco Sexia teba 27 de Mar<}o de 18H.
ttendadof C*a4o Alberto Soiri da Matt*, quo
muda de residaaefc, lewiot loilJo no dia scim*
designado, os moveh e mais artigoe o* sao de
fosto e se acton em perfeito esudo oa qaui no
to*.
Garante-se o Iraspasse da rasa com todas as
bemfeitorias a qualquer pretendente que desejar
uma casa bem aaseada f6ra da cidade e conduc
cao facil por meio de bonds.
MISOS OtfFRSOS
Apolices.
Vendem-se quatro apolices da divida pro-
vincial ? quern pretender comprar annuncie
wainorada, para se,r procurado.
CASA DA FORM.
AOS 4:000*000.
WLHETES GARANTID0S.
'4.''rua Primeiro de Marco (outr'ora ma di
Crespo) n. tS e casas do costume.
Acham- se a vend* os felina bilhete* garaaudot
Oa f* pane das loterias a beneflcio da matrix
*4e Manbeca (93*), que se extrahira no sabbado,
28 do corrente met.
PWBCOS.
Bilhete Janeiro 4*000
Mew bilhete 2*000
KM PORflO DE 1 eOJJOOO PARA OMA.
Bilhete inteiro 3*800
Ifek) bilhete 1*780
Mtmoel Martins Fiuza
AVISO
No domrngo 22 de marco pelas 4'horas da tar-
ue, sahio da oasa de sea senhor, c preto de no-
me Joao, de idade fle 26 annos, mais oa menos,
cdr fata, estatura regular, secco do corpo, falta
de dous dentes na -frente, tem no rosto algumas
marcas de bexiga,.pouco salientes, usa de oigode
e pera, mas com pouco cabello, foi vestido com
cms calca de casemira de quadrioaos escura, ja
veiha, camisa de madapolao, (em am anel em
am dos dodos com uma pedra branca, alem da
roupa vestida, levoa mais am balaio de pallia de
esteira, de enfiar no braco, camisas e calcas braa
cts-e ama preta, jaqueta e paletot da mesma cdr,
chapeo de sol de panno verde, em de eabeca, de
pallia, 'tambem preto ; julga-se ter ido para Na-
zareth, de onde elle veio para ser vendido, e i 6
lagar aende tem parentes, dito- escravo tem o offi-
cio de funileiro : recommenda-se as autoridades
policiaes e capitaes de carapo a sua apprebensao
e leva-lo ao largo do Corpo -Santo n. 2, a Jose
Joaquim de Lima Bairao, que generosamente re-
compeasara. <
PUNDICAO DO BOWMAN
RDADO BRUM H. 52
(VaSfttti'lo o chaf&riz)
PfiDF.M AOS aanoon* fo cn^.-nuo f i>ei><* agrt.uM >rf*. e jQjprt$rJ ,i dc a.
ituisujo o tavu de ';ina ***U eO w*t*Ln;ie-Juieoiu, our*, verem o **o aortimeott
ompleAo <&,oe ani tem; aeadu lada aoperior cat qmlidaae. a (ortidfo; o que c*bj A iw
*cc*o Masoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENAO AO NUMT.RO E LfGAK DE SUA FUNDICAO
/aporea e rodas d'agna LK".SJELTS"5 *^
tfcnmatancias doa seohore* proprieisno* t p?% deaiarocar aigodio.
Koendas de canna i*10** ****** >elhor< * ^%%%
^^> &% ^
existed,
par* asitMe*,
agoa e v4por.
Sodas dentadas
raixas de ferro fandido, batido e de cobre.
ilambiqaes e fundes de aiambiques.
Kachinismos
Bombas
para maodioca e algodf,| Podendo', todot
e para rarrar madeira. f ser movidoe a mio
/por agea, vapor,
de patMte, garavtidas........ |oo aoitBae*.
rodas as machi&as ***** cwtom* pre^
-de machiaiatBfo, a preco
moi ttumAo.
o mar
AVISO.
Nao sa prestando o peqaeaospaco do armazeio
u 10 A, a rna da Madre de Deos, para am abaste-
cidodeposito das diversas marcas de fumo, qae o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto outro estabelecimento sob a mesma
denominacao de
Armazem do fumo
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcdes desejadas, e onde pode-
rio os senbores fregaezes dihgir-se, certos de
que, como ale aqai, acbarao sempre a par da mo-
dicidade dos pre^os, a maior ainceridade possivel.
Entre as differentes marcas de fumo da Bahia e
Rio de Janeiro, qae tem sido annanciadas, acaba
decbegar uma eocommenda especial, e que muito
deve convir ao* senhores freguezes. Consciente o
abaixo assignado de que neste genero de negocio
nao esta sem competidores, fara rauito por evitar
que tambem os tenna com re'ar-ao ao pequeoo lu-
ero que procurara obter da dita mercadoria.
Jose Dominguef do Carmo o Silva.
O Sr. Jose" de Aguiar Boto dd Barros tem
nma carta vinda de Sergipe : na rua Primeiro de
Marco-a. 16, 1 aodar.
AttenQao
Pjecisa-oe alugar uma casa terras, grande,
que tonha, alem de suflicientes commodos
para .f am ilia, tambeti tenha quintal ou pe-
queao sitio murado com cacimba, que seja
no bair.ro da Boa-vista, e perto da linha dos
bonds. Tambem serve uma casa terrea,
grande ou urn pequeoo sitio nas mesmas
condicdes acima; porem que seja nas imme-
diacies da estrada de Olinda ate a Encru-
zilbada.
Quem pois liver e quizer alugar, deixe
carta fechada com a inicial W. no escrpi-
torio desta typograpbiq.
E*ta jasta e contratada a compra do hote
da rua do Bispo Sardinha, antiga Encantamento
q. 1, do Antonio da Cruz Pires j pede-se, portan-
to, ao? eredores do mesmo Tbeotonio da Cruz
Pires que ainda nao apresentaram suas contas o
da. as apresentar no mesmo hotel per esles tres
dia? para liqnidacJo.
Atten^ao
Cbmtovao da Rocba Canha Soulo-Maior, escrip-
torario da thesooraria de tazenda provincial no-
meado sob proposta So direetor geral da instruc-
f5o publica, delegado litterario do Curato da Se de
Olinda!... Um empregado de fazenda no Becife, ai-
cumulando aB funccoes de tabula nos audilorios
de Olinda e de visitador das escolas publicas do
districto, eomo a do Bio-Doce, di-taote. ha mais de
legoa, indo ja for duas vezes com dous sequazes
a carro puxada por tres cavalloe com despeza de
40*000 somente por zelo e cumprimento de de
veres, distrahinda-^e nas mesmas boras em qne
iex& de comparecer no exereicio diario de sea era-
prego, sem prrjuize do servico pablieo f 1...
Existindo atrazado o numeroso expediente da
tbesonraria de forma que saoadmittidos eollabora-
dores,,cao obstante sem attender-se a eonveniencia
do servico pnblico, a qae esta obrigado, se distra-
be asle empregado de soas obrigacdes diarias I...
Um individuo, que no districto onde se diz llsca-
litador ja abusara da condanca de am amigo, qae
entregando-lhe o relogio de algibeira para mandar
concerta lo no Recife por am relojoeiro, empenba-
ra-o, omo sett, por 100*000!... Um adepto da so-
eiedada Espada de (ogn, qae apenas por nao lhe
ter dado o caixa a (jaantia de 200*000 e mais
ama ontra por oecasiao da morte de um fllbo, en-
raivecera-se contra a mesma seita, e a denancia-
ra perante o etiefe de policia como sendo victima
indigitada pela mesma sociedade para ser assassi-
nado I Um maeon c falso proeurador, qne depois
de nnda a provisao de advogado em setembro de
1873 continnara a defender cansas em Olinda, de-
pois desse tempo com prejnizo das paries pela nul-
lidade de seas actos, por falta de jarisdiecao con-
tra ,o art. 137 do codlgo criminal ? I Um ente que
estaria em tempos mais regulars, camprindo sen-
tenca em Fernando com nma grilheta ao pe por
seus feitos praticados em Olind'i, no Recife e em
Limoeiro, como ja demonstrara o Timbira desta lo -
calidade, por haver empalmada de am corretor de
algodiol5O*OC0HIJ |
E' escriplurario da thesoararia, rabala e delega-
do litterario do Curato da Se de Olinda III
Roga-se a mais seria alten^o do Sr. inspector
da thesoararia para o servico e assiduidude deste
empregado, que segupdo se diz, tem faltado quasi
sempre a reparticao ate sate mezes como no anno
proximo passado, por ler-se distrahido com func-
coos alheias do seu emprego, contra o disposto da
circular do ministerio da fazenda de 24 de Ja-
neiro.
__________^^ 0 inimigo da impostura.
Pas qualqaar concerto
FormftS |]A ferro t8m u tB<^)orda e mi'*rb,rJt,s exiaieotea
^rMnmmon/)ao Incnmbe-ae de mandar vrr qoalqoer oMCbiibmo i w>n-
QixouilimouUda, ude d(M (^a^tt iembriao-lhei a vaMagen d fa laren
in** ccoipraa per intermedio de peisoa ectendida, e qae m qaalquer neceMtdad* 'pdde
ag prestar aoxilio.
irados americancs e inlr^,n BUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARM
FUNDICAO DE FERRO
A' roa do Bario do TrUimpho (raa do Brum) ns. 100 a 404
CARDOSO IIRMAO
AVISAM aos senhores de engenhos e outros sgricultores e ao publico em geral qu
continuam a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e machina s ae-
cessarias aos estabemcimentos agrrcolas, as mais mode nas e melhor obra que tem viua do
ao mercado.
V apOrCS [de fore* de -4, 6, 8e 10 cavallos, os melborea que tem vindo ao merado-
ual(16ira.8 de sobresalente para vapores.
iilOeDQaS lllleiraS e meias moendas, obra como none* aqai veio.
LaixaS |lUn(liaaS e batides, dos melhores fabricantes.
ttOClaS U aglia com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
KOdaS dentadas de todos os tamanhos e qualidade6.
Relogios e apitos para vapores.
BombaS de ferro, de repneho.
AjauOS de diversas qualidades.
Formas para assucar.grandes e peqaena*.
Varandas de ferro fundido, fratlce:as dediversosebonitosgostos.
*^Pto^" irancezeS para lenha o carvgo, o'jra superior.
DitOS ditOS para gaz.
Jarros de ferro fundido
Pes de ferro
Machina
Valvulas
Correias inglezas ^ra maciiinismo.
JDailCAlb G oOiaS com tiias de madeira, para jardim.
OoncertOS concert*m com promptidao qualquer obra ou raaohina, par* o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS man^am v'r Por encommenda da F.uropa, qualquer machinismo,
para o que se correspondent com uma respeitavel cas.a de Londres^
j earn um dos melhores engenheiros de Inglaterra'; incumbem-se de man'dar assentar
litasmachinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO d IRMAO.
M-Rui doNarpezdeOluria-24
Ksquln* tkkeece lLrgo
Participa a seas frflgaezes e araigos qae raudoa
o seu estabelecimwAo de relojoeiro ^ra a mesma
ru n. 24, onde enoontrar&o Um grende sortimento
de relogios de parade, americanos, e cima de me-
sa, dos mehores gostos e qualidades, relogios de
algibew*, de todas as quahdaites, patente suisso,
de ouro e prata doorada, Wteado (plaquet), relo-
t>osde onro. ingles, descitberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata, lonetas
de eds as qealidades, taoopor precos muito ba-
ratos.
Attencao.
Precis* se txm urgentia de uma ama do
leite, que seja s:dia, e que lenha bom e
ahiindaite leite, para to.mar conta lc uma
tiKaftg* di.i*, Jnii 'o-se p.. f':r uVr do r,i..Uv>; qi!s;r., [WfA, f*|ir*r t:,.;tis
:;irci:i..slWii \t: appari\a !l" W"f !*'
ttpgrf>liir. rwi* :r:il(*._____________
"Hsi-a
Vm sitio na travessa da Crur das Almas, perto
das estacSes da Tamarineira e Jaqueira, com ex
ceilente casa de vivenda, nova, muito commoda
e asseiada : lendo 2 salas, 6 quartos, e fcira co-
zinha, despensa, sala de engonMtiar, quarto de co-
zinheiro; assim como coolieira, e-tnbaria, doas
quartos para criadot, latriuas, cercado de ferro,
banheiro, gallinheiro, etc etc.: a tratar no sitio
do commendador Tasso:___________________
Garanhuns.
Al((f(So.
Precisa-fe aing. r um ntul*|iM d- 12 a 14 a*.
para todo o ,-ci vifO de untu Ca*a d^ fan ilia *
tratar na pracad> In lepyn-l -iici.. in. 7 c 9______
- I
t'.W-rC
ulna Ba
*.-i:a n
'- .""If lal> II
di 0
,:r -; n aodar, ma c*
ruj da- Una* "'*
N* raa
allar aos
os* Paes
se
do BarSo da Victoria n. 36, precisa-st
Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e
da Silva, a negocio de particular inte
ALUGA=SE
o 2* andar do sobfado n. 52 da rua Marquez de
Olinda : a tratarBarmazoa em do mesmo predio.
- .y" <) i.: .
nuiiiero 31. ^^_________________
- rrci-a-Sf lala' a Sri. Fram:is:o Oomcs d-
Araujo ou Aniuuiu Tav-res Gomes de Ara'.ij
rua do Marqnez de Olinda fontr'ora Cadeu do Be*
cife) n. 19, armazem de v l^al. _
A prop ii-taria do hcul das Oliveiras, si *
rua do Cajn, esquiua da rua de Santo Amaro n.
40, tendo de ret'rar-e | ira Itira da pnfiaci*, r*-
ulveu vcudtr o iue-inu eitb lecimealJ : qpaaa
pretender, dirija St ao mem > para ir^ur.
Uesapparcccu^la CamK'ia dn Carmo am ie-
nino livre, com \ anno* de idad, con os sigu*"
egninles: cor preta, c;.mia bran-a, pes no caM...
e cabello cortado : pede-se as autoridades poti
i.-iaes ou outia qoalqoer |*s que o leve a Cambo^ Jj Carmo n. 3, taverua.
Koubo
roubados da loja o*
Santos, & rua Ur.
Apreciein
para jardim.
para mesa e banco,
para gelar xgua.
para bomba e banheiro.
eomo se vende barrio
S6 o n. 20
VOk DO CRE8PO
IMA IB 3 P0IIA8
DE
Onilberme & C&
Aeiba de ctMgar-esta fazenda com bonitos pa-
droes, e que se vende pelo dimtnoto preco de 200
rs. c c ova do M I
METIM
Metim traaeado, padrdes 'bdnitos, a 320 rs. o
cwado I I I
ORGANDY DE GORES
Cambraia orgardy de cores, fazenda fina, boni-
tos padroes, peic- diminuto preco de 320 ts. oco-
vr.do I 11
UlS ESCOCEZAS
Novo aortimtmto desta fazenda, com bonitos
padrdes, qae sewnde a -240 rs. o covado'tTI
cretow:
Cretone dare*-* escoros, boaites padrSes, e fa-
zenda fina, pelo- diminuto preoo 4e 400 rs. o oo-
vadolll
IAS MODERN AS
Compiete sortimeoto de la de toias as qualida-
des, pel os diminuios precos de "4-00 rs. o covado,
k pechmoaa t f t
Cortes de casemira da cores,* 5HOG.
Colchas estampadas e com oarra a 3 500
4*000.
Cobertas de chila adamascada a 3/300,
Lencoes de biamante a 2*000.
Dites de algodao a 1*400.
Toalbas alcocboadas, duzia, 5*800
Lenooe de casea com barra a 1*000 a duzia.
Ditos de cassa^abanbados a 2*000 a dtozia.
Ditos de esgdiio abanhados, em caixSDhas mc-
dernaa,dpjia, a 2*500.
CamBWa transparente fina a 3*000 a peca.
Ghaies de todas as qualidades e precos*
Bramante de algodao e linho a 1*600 a vara.
Dito de linho poro com 9 e 10 palmos de lar-
gura a.i*500 e.tfBOO a vara.
Algodao marca T, largo, a 5*000 a pec*.
Dito domestico a 3*000 a pecs,.
Brim com listras, irlandez, proprio para cami-
sas, a 440 rs. o covado III
Madapol(5es irancezes de todas as ciualKTades de
5* a 8*600 a peca.
Cbapeos de sol de eda com 12 asteas, joelo di
minuto preco de 8*990.
Camisas inglezas, lodas forradas, fazemda de
linbo Ditro,.a,44*000 du2ia ; e pechincha, s6
vendo.
Popeliaas de linho seda pelo diminuto preco
de 800 rs. o .oovado; 6 pechincha, e dio-se amos-
tras.
rS6 o il 20 da rua do Crespo
LoJ* das ires poilas
DE
Ghiilherme & C.
JUNTO A LOJA BA ESQIH.NA
ESCRAVO FUGIDO.
Offerece-se um homem casado, de bom com
portamento para leitor ou copeiro de alguma casa
estrangeira e se Tor Tora da provincia sera melhor :
quem pretender dirija-se ao becco do Pombal u.
32, que achara com quem tratar, das 6 as 10 bo-
ras da manba.
SAQUES
Carvattio & Nogueira, na rua do Apollo
w. 20, nccam sobre o Banco Commercial
de Vistula e seas agendas em todas as ci-
dades e villas de Portugal* a vista e a prazc
por todos os -paquetes. _____
em caixa r
CASA
Alttga se o segando andar da casa n. 36 da rua
Direita, com muito commodo para familia ; a cha-
ve esta, defronte no n. "29.
Precisa-se de um reflnador de assucar : em
Olmda, bo Varadonro. rua de S. Sebastiao n. 18.
Atten^ao.
Constando ao abajiJio assignado, proprielario da
fabriea de cigarros aa becco Largo ns. 1, 1 A e 2,
que alpun9 TattricanWs nescios ou ambiciosos, o
acompanham sempre em suas invruroes. e, nio
satisfeitos em fabricarem seus cigarros com a
chapa irma da sua, mandaram imprimir em linta
verde, como uftiraamente maadou fazer. para ven-
derem aos seas freguezes como seus, que na boa
f6, cu por ignorancia lhes compram, prcvinc en-
lao aos seus freguezes, que reparem para o seu
noine, que assigna em cada maco, alem do seu
uome que tem em leliras maiseulas ccm linta
amarella, por baixo da chapa verde e repnrem
tambem para cs disticos que tem ao lado de cada
maco, por baixo do noine ( Figueiredo ), pois
suppoe que o mesmo elles nao poderao dizer, que
seria umainfamia mentirem inda mais assim, pois
alem de dizerem qae sao inventores, ainda arro-
gam a si um direito quasi que de propriedadc.
O abaixo assignado nao d?sejava recorrer a
imprensa, porem, obrigado por seus collegas isto
faz.
Recife, 17 de marco de 1874.
______Jose Antonio Domingues de Figueiredo.
Re'acao dos objectos
Manoel Ferrtna lo
do Ilosario u. 40.
1 volla a* laco ci m eafoMa de filigri
2 ditas sem laco e sem ccolett,
donda
1 aljoioadura para collete, at 6 moeOMBa* -
dollar.
I dita para dito de pedca Urasea finiin-: c *
mant'i
1 dita para dito. li^i, francu.
1 diu para dito, lisa, eMM botao **
militar.
1 dita para duo, oV pedra en-axnada,
bolcki de pu!:t:.,s
2 iliias de ewo, en; .ixa d "
i ui'as de dito, sem caixa.
i uculos dc ouro, sendo Dm de vidro qua^--.
2 pan* de boioes de paafcu am -UlraT.
I par de briocus de titiptai:n cum loa e <"ia
ei'i de prata.
I aderec^) cuniendo 2 pulse.i a- I ailing*, i f
nel a I par dc bi incos.
I nieij adereco com per : -
1 dito coin pcrolas e rubim.
t dit'>c.'in aural.
2 gnarniccx'S para .-a-m-*;
2 pencinels teosra, e.eai}a.
I c^.^ leta de pedra prela ena leira B
I d.ia dt dita cum ietra J.
I dii.i de diu con, I- tra F.
1 dila de dita earn U ira M.
i dilateda pMla com utiia cruz no cenlr>.
1 dita de ouro no CtTOMto de um livro.
1 dita rum pedra aznl,
4 ditas i.u 5 de liligrana.
Diveraoi nuios aderte. -. qm> gig me lew
feilio.
Diwr.-as e*Col*<*i idem idem id"in.
diversas buioes de puisho idem idem idem
Dtanoabotftee de abertara .")' .'.cm idrr
1 par Ue brWM de conk
1 dilo de fianja.
i ou o dilos den io.
Diversos pares de briMM com pain*.
i iversos aliineus in caixa e i pipel.
2 pares de Man* -in papal
1 corrente ja macliucada, coin i2 Mtava-
peso.
Diversos concertos, alguns r. m os MaVM
seus douos no pa pel en qne esta embralbado.
1 annel para vigariv. > pedra rAxaa
de pedras brancas.
1 relogio de praia, usado, dentro de ama i
de la aztil.
Diversas oitavai de ouro velho em diirerec.
pecas. e uma rambada de chaves eeateaa* 6, era
umaargola de nnda roliea. Nan posso ir
os precos todosde per si pir nio e-lar bem i:
sonle na oecasii >.
Tendo acontecido um desarranjo na ma-
china de gelo, os fabricantes vem por meio
deste pedir desculpa aos seus freguezes pela
falta que tem bavido nestes dias ; esperarn
pore^n, em qualquer desles dias fornecer a to-
dos as quantidades do costume ; aproveitam
tambem a occasiSo para prevenir aos seus
freguezes que teem em viagem uma ma-
chine nova, de maior forca e do system*
mais moderno, que fabricard *m maior es-
cala e com toda presteza as quantidades que
forem eiigids.
Sauto Amaro, 17 de marco de 1874.
Pelos testamenteiros de C Starr & C.
William W. Webster,
i

Aluga se u.:: silk) na irav, -a da Tamar
ra, Cruz de Alma?, Com bun.- eoinniodos, cozin ..
loia, mais i qoarlos, -i-ret > arv, red -
fructiferos e maito rapwi, 2 caoimbas ce:
competootei boaatoa, lanqaaa e banheiro.
Aluga se tanil.oii nuira casa, oa rua da Tat.n-
riaeira n. 5, eon 2 sab*, i gaaiaem*, 3 aaan -
cacimba, tanque e secrela. ludo novo, gradea;
to e p.irlao de ferro, lerraco na frente, copu f
terra50 no fundo, com cozinha fura ; arabas moi-
to perto das estacdes da ramarii.e.ra e Ja tueira
Tambem se vendem : a tratar com J. U<
bnure, no seu sitio na Caoz de Almas.
Desapparecen
e, do'
CEITBAL
41 Rna do Imperador 41
0 novo proprietario deste acredhado e bem montado estabelecimento, com o fim de
conservar os creditos de iinico neste genero, tem reformado e melhorado completamente
o mesmo em ordem a poder satisfazer qualquer pedido para as provincias do norte e in-
terior desta, garantindo perfeicao em todas as prep*racoes, aceio modicidade nos precos,
compativel com este genero de drogas.
Espera a todo momento uma grande rernessa de pharmacia homeopathica de J.
Epssdt C, de Londres, composta de medicamentos, carteiras, pocolotes, Opodeldock de
Rhus, de Buvonia, de Arnica e de pos especiaes para dentes.
Tem & disposic5o dos amantes da homeopathia a excellente, obra do Dr. Mure me-
dic* de povo, ja em 3.* edigSo.
Tem carteiras de globulos e tinturas de 12 medicamentos at^ 120, a escolha do com
prador.
ao amanheeer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Sarigi, comarca de Goyanna, o
eecraro de nome Jose" Borges, mestre de assucar,
tendo.os signaes aajDfetfaa : cabra, idade 30 an-
nos, poueo mais oa menos, boa figara, um tanto
grosso e espadaudo, ^endo o signal mats visivel
uma gomma na junta do pe" esqaerdo : roga-se a
todas as autoridades e capitaes de eampo gueiram
apprehendar dito escravo e leva-Io ao referido en-
genho, ou nesta prac* a Oliveira Filh*s & C, lar-
go do Corpo Santo n. 19, que serJo geaerosamen-,
te rewmpensados.
I. 55,400
Pede se ao Sr. Joaquim Pires Ferreira
o favor de apparecer na rua Primeiro de
Margo n. 7 A, I.0 andar, a negocio de seu
particular inleresse.
Precisa se de um caixeiro de 12 annos :
progresso do pateo do Carmo n. 9.
no
Muito barato
Aluga-se a loja do sobrado da rua Direita n.
120, serve para negocio e moradja, mediaate am
tnodico repartimento, tem agua, gaz, e apparelho
de bmpeza.0 alugael 6 favoravel : trata-se na raa
do Imperador n. 81, ou a rua da Palm a n. 25.
Cozinheiro ou cozinheira.
Precisa-se de um e de mais ama criada para
todo o servijo domestico de pouca familia : a tra
ar na rua do Passeio n. 60, loja.
ALUGA-SE
uma casa aa Capnnga, rua da* Pernambucanas,
eom coxeira e quartos fora : a tratar na rna do
Vigario Tenorio n. 31.
Plumeria, para mordedura de cobras.
Seracena( Cborolate homeopatbico.
iParabexigas como preservative). Cafe homeopathico.
Vaccina f t
Aviso.
Zulmira Rodrigues da Silva retira-se no vapor
Bahia par* o Rio de Janeiro, aonda vai fixar soa
realdencia e despede-se de todas as pessoas de
sua amiaade, offerecendo os seas prestimos na-
queUa cidade para o que este as ordens.
China cruzeiro, para intermiltenles.
Scbynus, para anginas.
Calendula, para queimaduras.
Tarantula, para paralysia.
Tintura m8i d"arnica,
tes, etc.
Elor d'araruta.
! P6s para dentes, inglezes.
Jeric6, para rheumatismo.
para contuses, JrjMatta-BMttiOO jaboti, para tosses.
A CHEGAREM
Espirito
ra.
de Hahereman ou de campho-
Cactuc grande fldrus. para pneumonias t
molettias do coracdo.
inspeccionando todas as pre-
Opodeldock d'Arnica.
Dito de Rhus )
>para rhematismo.
Dito deBryonia)
Acha-se constanteraente i testa do estabelecimente-e
parades o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santos Hello
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
DO
Dr. Santos Mello
Consultas pela manha, e 4 noito ate 9 horas,
aos pobres.
Aluga-se a casa da rua das Flores n. 35,
propria para .esubelecimento : a tratar na raa da
I'niao n. 55. Na mesma casa precisa-se alugar
uma preta qae saiba vender doee bolos,
seja del e diligent*
que
LOJA DO PASSO
DE
Cordeiro Siinoes k C.
Acabam do receber pelo vapor Mendoza :
Riquissimos cortes de gorgurao de seda lisos e
com Iistras achamalotadas.
Ditos de linbo para vestidos, contendo cada cor-
te, o neeessario para seu enfeite, como seja :
fraDJas, trancas, bot5e., fiveilas, etc
Riquissimo* chap^os para senhora, ultima moda,
a rna Primeiro de Marco n. 7 A.
Casa para alugar.
Na rua 24 de Maio,, outr'ora travessa da rua
da Palma n. JO ; aloguel 204000 mensaes : a tra-
ttr na rua do Hospicio n. 32.
Para engummados e arrumacoes de casa de
pequena familia ; da-se esta qaamia a uma cria-
da que seja de boa cenducla e perfeita engomma-
deira : a tratar na rua de S. Francisco n. 72.
Precisa-se de um caixeiro com pratica de
taverna, de 14 a 16 annos de idade : na rna do
Hospicio n. 26.
Engenho
Vende-se o engenho S. Pedro, sitaado na pro-
vincia de Alagoas, comarca do Porto Calvo, a
menos de uma legoa distante do porto de mar do
Garcella, tem oxcellentes terras, matas, e safreja
regularmeBte 2,100 paes : a tratar na rna do Vi-
gario n. 31. _________
ENGENHO.
Arrenda-se ou vende-se os engenhos Machadr
uo E.-irella, junto a cidade do llio Formoso, e o
Montevideo, junto a villa de Ipojnca ; os preten-
dentes acbarao com qnem tratar ao escriptorio da
companhia dos trilhos urbanos de Olinda, ou na
rua Duquc de Caxias n. 30.
CHAMAIJO.
Di se a qua-Jtia d 10 0001 a preroio obr-
bvpotbeca em um sitio, sob .. $5m que-
dira a quem pretcnler ; ann;':: ,' r ute j .
il para ser promrado.
Relogio furtado.
Furtaram liontem 6 do corrente um rataaj
ouro patente ingles, toberio. de n. to.Wk, d
bricante Henry NV. Harri-on; par iso pnY.i,
aos Srs. relojoeiro*, ou a qualquer pessoa a qi^
for offerecido, a anpreben>ao do memo. leva
a rua Duquc de Caxias n 59.
Sitio pira alugar
Na estrada dos !< medi u amg*- o sitio a. if
com can de rivenda, !'"t> arvop's de fructo, ca
eimha, morado aa frenie. com purtan de ferro
jardim : a tratar no largo doj Re neJ m com Fr I
ciscu J ise de Paiva, tavara*
Alnga-se o teroeim :mdar "-ut.V, do sobr.
do de azulijj a rua da baaaratni n A, com ax-
eel entes commodos para eraade familia, alem ue
outras vantagens, como sejam : agua encaaada,
gaz, muito fresca e magnifica visu : qaem
t nde-la, dirija-se a rua do \igariu ti. |. rin
andar, ercriptcrio.
O padre Aatooio evitar questoes, faz aeieale ao respciuvel publics
e com especialidade a s habttantes da cidade d-
Goyanna e s-eus tabarMos, que a .-asa n. i6,
a rua da Imperatiiz, outr'ora do Amparo. daquel-
la mnaaa cidade, neila le acha in.ravado o
patrimoak ; e para que ningunn se chame a
engapo por isso faz o presents anr.nnci'1.
20S00O.
PiOCisa se de nma ama para rozinhar para am^
familia de duas pessoas : na rua do Ouro a. 7*.
f. K^^aetddai ;.ooo^oooo
.1
m ousull(rio iiiedico-cjruijjico!
i DE 8 9
% A. B. da Silva Maia. %
M\ Rua do Visconde i
11, outr'ora rua da m
B n. 11.
J Chamados : a qoai
O Consultas : Aos n< b
Rua do Visconde de Albuquerque a.
matriz da Boa-Vista
quaiqner bora.
ConsulUs: Aos p. ores gratis, das 2 as
4 horas da tarde.
Oa Srs Jovino Fernandes da Cruz e Joaqaim Cle
mente de Lemos Dnarte, sao chamados a rna do
Coronel Suassuna n. 282, a negocio de particula
interesse.
Pirecisa se alugar uma preta de meia
djpsi na juac'o Ouro n. 71.
Ha para lugar, na rua larga do Risario,
antiga doa Quarteis n. 16, i. andr, duas
escravas que fazem o sorvijo commum de
u.na casa de familia.
Precisa-se alugar ama escrava, para todo
o servi^. de uma casa de familia : a tratar na raa
de Hortas n. 142, i. andar.
0 abaixo assignado declara ao respeitavel
Sublico qae nlo se responiabilisa por qoalqoer
ivida, qae, seja quem for, possa contrabir era
sea nome ; sem a oompetente ordem eseripta por
sea proprio panbo.
Recife, 26 de marco de 1874.
Jose Fortunato dos Santos Porto.
Am \ de leite.
Aluga-se uma ama de leite, que o tem excel-
leme e novo (am mez) a mesma e escrava e nao
tem filho : quem a pretender, pode ver e tratar a
rna do Visconde de Albuquerque n. 21, antiga da
Matrix da Boa-Vista
SITIO
Aluga-se um sitio na Passagem da Magdalena :
a tratar na ma Primeiro de Marco n. 2.
Precisa se alngar um preto ou preta, que
tenha mais de 40 annos de idade, para o servico
domeetlco de uma familia : na rua do Crespo u.
6,1 andar.
A pessoa que annunciou qu^rer ven-
der quatro apolices da divida provincial,
!din>ja-$e rui de Santo Amaro n. I.
mr* immm
selecta e de umbigo
(Enxertadas)
Sapotizeiros
e sapoteiros de II palmos (em vasos) e de todi-
es tamauhos e precos mais commodos qne daa-
tes ; assim como as seguintes oatras plantas de
frucu e de ornato :
Abacati.
Acacia.
Anticum a pe.
Canella.
Casnarina.
Carolina do principe.
Condec*.
Corac*o da India.
Figueira.
Flamlmyant.
Fracla-pao.
Inga do Para.
Jam bo.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
Dita do ceo.
Laranja cravo.
Diu de doce do Para
Dita branca.
Dita taagerina.
Lima da Persia.
.".iu de umbigo.
Limao francez.
Dito doce, eoxeitado.
Oiticoro.
Palmeira imr--fal.
Parreiru.
Pinbeiraa.
Romatras.
Rozeiras.
Roxeda. .J
Ubaia.


L
}


6





Atf otfftei?ttttmto HP1
TIM
23
urn
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto a ven
da bilhetes da loteria do Rio, cuja extraccao an
ounciara pelos jornaes.
Preeos.
Inteiro iiiOOO
Meiu 12<000
Quarto 6*000
Manoel Martins Fiuza.
oda continua fugido o preto Ignacio, d-
altura regular, seceo do corpo, cabeca e p6a pe-
Suenos, falla de dentes na frente, deve ter os nos
03 dedos das maos calejados, do servico de padae
ria, regnla 40 annos de fdtade, fngh em 4 de Ja-
neiro proximo passado, conSta que anda no Barro,
on entao seguio para o zerlao : pede-se as auto-
ridades oa pessoas que o descubram, a sua cap-
tura, e leva-lo a rua do Lima n. 72, padaria, em
Santo Amaro das Salinas, que se gratificara com
SWOOP._______________ ____________
Alua-te o quarto andar do predio n. 53 da
rua do Bum Jesus, antigamente ma da Cruz : a
tratar na mesma rua n. 55.
Aluga-se
uma grande casa para familia, na Capunga, rua
da Ventura n. ^i, tendo quartos f6ra, banheiro,
coebeira, gallinheiro, etc., etc.: a tratar na mesma
casa._______________. .________________
Cosiuhciro.
No cacs do Apollo n. 71, paga-se bem a
uai bom cozinheiro : prefere se china.
liar ao Sr. 2." tfcnente
jgacie de sen; intf r^sso.

am Peftana, a no
C0MP4NHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recife a Olinda.
e
UUPAS
Olin la e
cica corn
A companhia dos tri-
lbos urbanos do Recifea
Beb ribe, conipra sulipas de o ti-
ll p !mos de comprido, 9 poilo-
gadas de largura e 4 de espessura ou gros-
sura.
O gerente,
Laurenlino Jose de Miranda
Emilia Laura de Luna
Almeida
Antonio Bulino de Andrade Lu-
na. Emilia Candida de Mello Luna
o Manoel Rozendo Torquato de Al-
meida convidara aos seus parentes
e amigos a assistirem as missas que
* por alma de sua prezadissima filha
e esposa Emilia Laura de Luna Al-
meida, maudam celebrar na igreja da Madre de
Deos, as 8 horas do dia 31 do marco corrente. an-
nlversario do sea fallecimento; e des.le ja agra-
deeem aos qpa se dignarcm do comparccer a esse
.do de religiao.
Jo?p Robert i Pi well mand a resar uma missa ro
dia i7 do corrente, pelas 7 boras da manna, na
jreja da Madre de I)?, pir alma da finada Ma-
i ih- N C iriifiro da Cuiitu, inai de seu par-
. talar i .. i o ten ine coronet Manoel do Nasci-
m I leira da Cunba ; e convida aos amigos e
..aro :!- d i mesmo para assistirem.
Frauciseo Augosto de Ainu ila
tendo recebido a noticia de haver
fallecido no dia 2 do corrente ossu
cunhaJo Luiz Antonio da Veiga.na
lade da Rio de Janeiro, convida
.! wus amigos para assistirem as
missas qne manda celebrar por al-
; it i (Hi i finado, no >lia 2 de abril vindouro, as
as da manhi, no cunvento de 3. Francisco
das! i cidade, pelo que de3ie ja se confessa agra-
d id >
'
:
Jose- Lopes Alheiro con-
vida a seus parent s e ami-
- gos para assistirem a algu-
mas rni.-s.is q e man 'a re
zar no convent) do S Fran-
'";;>' cisco, sabbsdo 28 do cor-
rente as 7 horaj da manha,
pel i etemo reponso de seu semp-e chorado pai
Antonio Lope* Alheiro, fall'cido em Portugal, e
de*de ja ant< .a seu etcrno recoohrcimento
Omajoi' Fmnrisro (o^ario lc
Hollo
last Affon-o do Rego Harms convida aos seus
parent's o amigos e de sou fallecido sogro maj- r
Franciseo Co.-ari.i Jo v-ello, para ouvirem as mis-
sas que por alma do mesmo tem de mandar rezar
m igroja do Carmo. as 7 boras da manha do dia
30 do corronti'.
Na rua do Barao da Victorl n. .J6, preelsa-se
fallar ao Sr. vigario Andre Cnrclio de Araujo Po-
irtira, a negocto de sen interesse.
Escravo fugido.
50^000 degratificaqao.
Esta fugido desde o dia 20 de dezembro do an-
no passado, o escravo Joaquim, com os signaes
seguintes : cJr fula, baixn c g*osso, e tem um
delcito no olisj que pareca uma belide, tem mais
um peqneno d feito no b?ico, parece ser um ta
ho e tem.pouca birba: roga-se as autoridades
policiaes e ao.i capiCfei de cainpoque o appre';en-
dam o leve-o a casa de seu senhor a rua de Sanla
RiU Velha n. 83, junto a refinapao, que receberao
a gratificarao acima.
Armazem. .
Aluga ss o armazem da casa n. 17 da rua da
Molds, no Forte do Mattos : a tratar na rua da
Cadeia n 3.
Pracisa se de np>.a aou.para coi^bara.Qae
compre : na travessa do' Corpo Santo' n. 15.
AMAS
Precisa-se de duas amas para
uma casa de pouca familia, sendo
uma para cozinhar e oulra para
engommar, preferindoje ascrava ; naga-se bem
agradar : a tratar na travessa do Vigario Thenoe
rio d. I, escriptorio, das 9 as 4 da tarde.
Na rua
ama de
Ama d^ leitf
Hosplcio 49, precisa-se de um
AMA
Pracisa se de uma ama para cozi-
nhar, coujprar, e eogymmar, .nam
casa de pouca familia : na rua do
Vigario n. 33,2 andar.
A mflT A Precisa-se de umaamatuje
L \WM A cotlnhe e engomme para Otta
^^^1-M.JT^k. /annilia de duas pessoas : a
rua do Duque de Caxiaa n. 54, loja.
A.M-A
Na rua de'Uoms n. 2, entrada
Iteo do Carmo, 1'andar, pri-
de uma Ama para.casa de
uma pessoa, fjefaro-se aacrava.
Ama de leite
_ de nma ama de, leite de COr nreta,.
iue tenha bom e abnndante leite : a tratar
Precisa-se
te tenha bom e abnndante leile : a tratar rJa rua
la Ale^ria n. 40.________^^^
Atvio Pracisa-ae He uma ama para cozinhar "
-cxlxia' e comprar para cisa de homem soltei- '
ro : na rua dfl Pedro", ffonso rf. 23, antiga rua"
da Praia,
AMA
2 andar.
Para eoiinhar e comprar.
precisa-se 3e nraa ama : na
rua Dnqae de Caxias n. 6,
Attencao
O Dr. Amaro Joaquim Fonseca df, Albuquerqae
declara a sous devedores que ae acham em mora,
que Ihes concede o improrogaval prazo de 30 dias,
contados desta data, para virem saldar os mesmps
debitos, sob pena de, sem excepgao alguma, findo
o inlicadb prazo, ser promovido o recebiraento jn-
dicialmante. Recife, 6 de marco de 1874.
Silio no Arrai.l.
_Aluga se um ^itio no Arraial, proximo a esta-
cao da Casa Amarella (umj minnto) com exellen-
tes casa de moradia, tendo os segumtes commo-
des : 5 quartos. 2 salas, cozinha exteraa, terra-
co, casa de banho e diversas frocteiras. Aluga se
tambem uma outra casa no mesmo lugar, com 3
quartos. 2 salas, cozinha, externa, agua de beber
e um bom quintal por commodo preeo : a tratar
na rua Primeiro de Marco n.' 16, l. andar.
MUF
>r
4.
Esta encomaQado !! !
Agna mole em peds- a dura
Tanl< da ateqae a turn.
Roga-se at, Him. Sr. tgnacio Vieira do Mall
jscrivao na cidade do NaaaTelh desu orovioeia,
favor de vii a iua Duqne de Caxias n. 36, a con
cluir aiinr-iie negoeio quo 8. S. se comproraetteu a
realisar, pela terceira chamada deste joroal, em
tins de flacemfcro de 1871, e denois para Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprto;
8 por este motivo 6 de novo cbamado para dlto
dm, pois S. S. se deve lembrar que esta neeocio
Je mais de oito annon, e qnando e ?r. sen nlho se
achava npsta cidad
Empreza do gaz
A empreza do gaz tem a hcnra lie annuno^ar ao
publico que receheu ultimameu'e um esplendido
sortimentii de lustres de vldro, candieims, aran-
delas e globes, cujas amostras estao no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aOs
scus freguezes pc-lo preco mais razoavel possivel.
Fiigio 0 escravo Juvenal.
- Foi Irajando cal^a de brim listrado, camisa,
chita de riscado e cbapeo de palha de Italia. E'
de cor parda, idade 12 annas, tem falta de um
dente na frente e e ba?tante paro'riro. Roga-se a
apprehen*ao do me?mo, e condualo a rba da
Crnz n. 3, on Conde da Bon-Vista n. 51( para ser
gratificado.
Ttaluraria
RUA MATH1AS DE ALBl'QL'ERQUE X. 23
(antiga rua das Flores).
Tingi se, lava-se e limpa-;o com a maior per-
feifSo fazandas em pecas ou em obras de qual-
quer qaalidade qu.> sejam, taes como, la, algodao,
se*da, tinquim, pennas, chapdos dc feltro e de
manilha, ou pallinha de todas as cores, etc.
Os Srs n.gocianles, Jogistas e particulareB
experimentem que todos acharao proveito e van-
tagena
Aviso : Depois do ultimo deste. mez corrente,
(icam considcrados como aband',nados todos oj
objecti'ij entregues a esta casa no anno de 1873,
e serao vendidoa pelo pr,ecn di SOU tral.alho.
Na rua do Imperador
n.28
preci.-a-e 'altar aos seguintes senhores :
Domingos Martins de Barros Monteiro.
Emigdio Maniues de Santiago (Dr.)
Joao Vaz de Oliveira.
Jose Francisco Lopes Lima i Vazareth).
Manoel PeTeira Brandao.
Manoel dos Passos Miranda.
Theotonio de Barros e Silva.
Francisco de Paula Borges.
Francisco Antonio Pontua
Francisco Evaristo Escorel.
Constando aos abaixo assignados achar se este
senhor nesta praca, rogam-lhe 0 favor de chegar
aoseu escriptorio para tratar de negocios de mu
tuo interesse. 1
Tasso Irmio & C.
Fugio no dia I.* de raarco, da casa de seu se-
nhor, a mulata de nome Lydia, com os signaes
seguintes : haixa, gorda, cabellos crespos, peitos
grandes e cara larga : qnem a apprehender tra-
t?a-a a ru dt Santa Rita n. 5, entrad? pela rua1
Kova.
Quein precisor de um menino com alguma
pratica de laverna appare^a a rua do Rangel
n. 73.
-vloao Jacintho Ua Silva, desde dezembro pro-
xinM passado, deixou de ser caixeiro de Jose For-
tuoato dos Smtoa Porto.
Luso-Brasileira.
Conselho fiscal
De oidem d. presidencia e de conformidade
com 0 que di.-iwe os estatulos, ccnvido aos senho-
res sooius para a assemblea geral qae deve ter
lugar pelas <0 da manha do dia 29 do corrente,
em que tera lido 0 ralatorio do anno social que
expira.
Secrelaria da Sociedade Benencente Luso-Rra-
fiieira, em 23 de marco do 1874
O i.* aecretario supplente,
J. M. de Andrade.
Aluga-se
0 3 andar da casa n 32, a rua e.-ti eita do Rosa-
rio, fresco e com commodos : na thesouraria das
loterias.
Deseja-se fallar aos herdeiros do finado Ig
nacio dos Santos da Fonceca, ou a seu correspon-
dente nesta praga : na rui d > Xopueira n. 1, ou
tenhara a bondaile de annunciar sua resideneia.
Escravo fugido
cbaue
valho
em Ma-
rogar ao
se com os
ndo'BBs Jbaixo asSi
la prapi-o3ri|lanjW Ferni._
deiro, doa engenhoi iiarr* e
mango ape, provincia da Pa rah
mesmo 0 obztquio de ?ir
abaixo assignados,. imirtetfiaTameOte sob re negocio
lendente are/eridos engenhos, Raa do Amorim
37, escripti rio.
"'asfb Irmlos & C.
IH0RES
3a tra^e&sa da nia
dta'GrazeS'n. 2, pri-
meiro stnd&x, da-.se
diuheiro Mobre |te-J
nhores de <3ro,~pTa-
ta e brtlhan*es, sfeja '
qual"fox.a gnaoitJa.
Ha mesma casa VI
compira^,ftS ..$&&
rjos 3eta^e pediras. 3
V*


,uem 'rjftdislf oTifin'Toinem casado para
alguma-arrumacao,-dirija-BC a rna da Trempe n.
j37- y ..
Precisa-se de uma ama.oara o servico ioter1-
no de casa d" homem; solteiro : na rua Imperial
n. 94, laverna >
->^i .*%

PAVAO_
ua da Imperatriz n. 60
4 ..<;.;.! i if. i
GROSDENAI^ES PHEIO A 1$200, 2JS000 E
2^500.
PARA EIQUIDAR
CAM1&S
kA
BAZAR IIVISAL
Rna do Barao da Victoria n. 22.
O Pavao vende grande sortimento de gros-
denaples preto de pura seda, a 19200,
19800,'29000 e 2J500 o covado, tendo
tambem do mais largo e mais encorpado que
cbstuma a vir ao raercado, e vende por pre-
50 em conta.
DE
Carneiro Vianna.
1
t A' eate grande estabelecimento tem che-
Caiida \miik.
Deeapparecen do^ lamaVS* 4& Sa^to Amaro das
Salinas, no dia 24 doHilorrente mez, uma canfo
de farnilia : que in a j^nar-ou della iLver uoticias
certas,- dirija*83 'a rna do.uma.iwJ3t('em Santo
Amaro, jue sera gen^rosamente gratificado.
Grauadina preta a 500 vs. o
oovatl*.
O Pavao vende granadina preta 0 lavrada
pelo barato prccd-de 500 rs. 0 covado.
GHALES PRETO DE GUIPURE A 49000.
gado am bom sortimento de macbinas para ,Pava. vende cIha!es de lre,s Pontas- sen'
owtura, de todos os-autores mais acredita-!do de tg"'P"re yerdadeiro, pelo barato pre-
doa nltimaBDentena Europa, cujas machinas,50 de 4900 cada um>
Mqf garantidas por um anno, e tendo um! Madopolilo enfestado a 35JOOO
perleito artista pare ensinar as mesmas, em Deco
qualquer parte fiesta cidade, como bem as- ] 0 Pav3o vendo p \ de madapolSo en.
sim concerta-las pelo tempo tambem d um ffiStado clo barat0Fpreco de 35000 a pe5a.
uino sem despendto a gum do comprador.!Ditas sem ser enfestaio, com 20 jardVs, a
Neste estabelAqiaento ttaabem ha pertencas s^OOO. Dttas com 24 jardas muito boa
para as mesnfc* ttachiAas e s<5 suppm qual- fazeada, a 65>t)00, 6^500 e 79000.
IWNfP^I*" q*6 s*yf necessano. F.stis ma-|
FEAKCT3AS A 2|00O,
3f O0 3/5 W.
19500'
Troca se ama trqagera do Serfhor Crncifiea-
do. obra muito nerfeita, feita no Pprto, 6 irteira-
mentenova: narua.puiiue de Catias n. 6S se Jiresossio da segumte qual: .1.0 :
dira quem tem.
*
alham com todn a iHjri'ot^no de'
um e dom poapontoa. fratizc e b.irj? to la |
.qudqaer. ca&imrfpGr -fiB" qu' e >ra Ira-
fearriai'amao de 309000, 40900. ;590uo.
e 509000, para trabalhar corn 0 : sio de '
809000, 909000, 1009000, H')9000,'
1209000, 1309000, 15O??0;;, 8009000 e!
2509000, emquanto aos autares nao ha al-
terar^So de preoos, eos comprjdjr.:-? poderao
yisitar este estabeieeimento, nv.n muito de-
r v.eraQ g;ostar pela variedade dc objeuto? que
Compra se e vende-se trasle % novas
e usados no armazem da rua 0 1m- '
perador n. 48.
ALPACAS PRETAS A 500, 640 E 800 RS.
O Pavao tem um grande sortimento de
alpacas pretas, que vende a 5>}0, 640 e 800
rs. 0 covado, assim como grand* sorti-
mento de cantoes, botnbazfnas, princezes
pretas, merinos, e outras muitas fazendas
proprias para luto.
LAZ NH.4S DE ORES A280,320 E 400 RS
O-Pavao vende bonitas lazinhas de cores
para vesttdos, a 280, 320 e 400 rs. 0 co-
vad j tendo ate a 19000, sendo das mais lin-
ha semprs para vender, como sejam : cadei- das qu<; tem vindo ao raercado, assim como
ras para viagem, malas para viagum, cadei- granadinas de seda com os mais delicados
A VI SO
:3?
padroes, a 640 rs. 0 covado.
Seriinhas a l-9ttOO.
ras para salas, ditas de balanco, ditas para
.jcrianca (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riqnissimas, para senhora, despensaveis O Pavao vende sedas com listrinhas de
para crian^as, de todas as qualidados, camas cores a 19600 0 covado. Ditas com pal-
de ferro para homem e criangas, capachos, jminha^ a 39000. Ditas com toque de mofo
espelhos dourados para sala, grandes e pe- a 19000 e il400.
Precisa-se comprar dous escravos, pedreiro e'quenos, apparelhos de metal para ch, fa-!
|queiroscom cabo de metal e de marfim, CAMBRAIA VICTORIA A 49000, 49500,
1 ditos avulsos, colheres do metal fin j, condiei- 0S000 E 79000.
carapma, paga-se bem : a tratar na the?onraria
das loterias, a rna Primeiro de Mar^o n. 6.
; ros para sala, jarros, gnarda-comidas de
O Pavao vende um grande sortimento de
iran.de pa-hindia a .300 rs u
covado,
Gassa la, padroes nofo?, e de mais gosto one
vindo ao mercado, so na rua do Queimado
i3, loja de Oaerra,.* Farnandes, pelo diminu
prego de 200 ts. o Co^aoo I
Cheguem freguezes que se acaba
Fogao de ferro eeonomico
Vende se um-ehegado ba paucos dias, tendo for-
nalhaspara tenha e carvao,. furco para- aasar,
depbsito para agua qucnte e lugar para se guar-
dar qnerrto as cdmitfas depois de feitas; estes" fo-
gpes tornam-se rccommendavois -porque sao de
Ferro batido, e fabricades' com perfeic,ao e cozi-
'nham com mui diminuta tenha : na rua do Apollo
n. 20__________________
Tencfem
Wilson, Rowe &' O.
Fm seu armazem.a rua do Trapiche n. 14, o se-
guinte :
AlgodSo azul amoricano.
Fio de vela.
Carvao do pedra-dc tolas as qaalidade1.
Tudo nnito barato.
Vende-.se a taverna da rua de S. Miguel n.
68, em Afogfid-is : a tratar na mesma.
Vendi se 3 acgu_s da eouipaiihia peraam-
buoana : a tratar nesta typ< gra^hia
arame, tampas para cobrir pratos, estairas cambraia Victoria e transparente com
para forrar salas, lavatories completos, ditos 8 1/2 varas cada peca, pelos baratos ppeoos
simples, objectos para toilette, e oatros mui-jde 49000, 59300, 59000, 69000 e 7c000
tos artigos quo muito dovc-rn agradar a todos
que visitarem este grando estabelocimento
que so acha aburto desde as 6 horas ria ma-
nha ate as 9 horas da noute a
Rua do Barao da Victoria n.
22,
a poga. assim como, ditas dc salpico bran-
co, a 7#000, e pechincha.
P Pavao vende um buiiito sortiaeBto de
camisas frertefflas eom peito d algwdio,
2ZJ0OO c 29M0. Ditas cem pHto delinbo
de 39990a 09600. Ditas bordadas muito
finas de 690(0 a 109000: assim como
grande sortimento de ceroulasde liobo de
algodao, por precis barata*. e tambem tem
completo sortimento de punhos e collarinhos
tanto de linho como de algodio, por preoos
em conta.
I, .,(ai (ilho a 39SOO, 49000 e
0 Pavao vende um bonito sortimento de
espartilhos modernes a 3950; 4^000 e
5J00O, assim como um bonito sort.mento
desaiasbrancas, bordadas, a 59000 e 69000,
e ditas de- lasinha de cores a 99000 : 6 pe-
chmclia.
CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA t
JANELLAS, DE 79 ATE" 259000 0 PAR
0- Pavao vende u.n grande sortimento de
cortinados bordados, proprios para cama e
fanellas, pelo barato pre^o de 79000,89000,
10(5000 ate 259000, a^aim como : colxas
de d >mas> o de la muito fina de 109000
1^9000 cada utna.
BRAMANTES A 19*00, 29000 E 29500.
0 Pavao vende bramanlcs para le-icdes,
tendo 10 pal'nos de largura, sendo o de
algodao a 19800 e 2^000 a vara, e de Unho
a 29^00, 29800 e 39000 a vara: 6 pechin-
cha.
CASEM1RAS A 59000, G9000 E 79000.
0 Pavao vendo curies de eascmiras para
ealcas, sendo padrdes modemos, pelo bara-
to preco de "5*000, C9000 e 79000 o corte,
assim como : pannos pretos dos m-:lhores
que tem vindo ao mercado, do 49000, 89 e
109000.
ROUPA FEITA.
0 Pavao vende uma grand; porrao d
roupa feita, endo : palit.jts, frakes de ca-
semira p-eta e de cores, assim como : finis-
simos sobrecasacos de paiino pWto, e eal-
cas de casemira preta e de brim branco, col-
letes de todas as qualidadi-s, por precos
muito commodos, pur qncrer ccabsr com
toda a roopa que tem em casa.
as
Acha se constantemente aberto o estabelecimen o do PAVAO, das 6 lioras da manhi
9 de noite.
240 r?. o covado
Na rna do Queimado n. 43, defronte da
pracinha da Independencia
So e \\mh
Lazinhas do listras, .muito bonttos aadroes, o
mais moderno no mercado, ptlo significante preco
de 210 rs. o corado: so na loja de Guerra A Fer-
nandes. Dao-se amostras.
APROVEITEM QUE E' PECHINCHA
Au?entonse ni dia 20 de fevereiro proximo
passado, da casa de aeu senbor, abaiX3 assignado,
o escravo Estevan, com o? signaes seguintes : cor
preta, idade de 25 annos, alto, espadafido, e cor
polento, tendo o pescoco curto e grosso, eacl
beea am tanto chata. Dito escravo 6 natural da
provincia da Parahyba do JJorte. foi veudido em
1868 na viHa do lnga, pelo Sr. Pedro Antonio da
Costa ao Sr. alferes Manoel da AssunaieJo e San-
tiago, que no memo anno o trouse para esta pra-
ca do Reeife, vendendoo entao ao abaixo assig-
naJo. Presume-se que dito escravo teaha segui-
do para sua praviucia natal. Koga-se, pois, as
antoridades policiaes e capitaes de campo a ap-
prehensao de dito escravo, gratificando o abaixo
assignado a" quern o agarrar e apresenta-lo narua
da Brum n. 96.
Recife, 11 de marco de,1874.
Fraocuea Ribeiro FSdIo GuimarSes.
Devedores.
Os proprietaries da Confaitarta do Camps a
rua do Imperil -n. 14,'pedern aos sens devedores
*o",*ffyor de virem pagarseus
de abril proximo vindouro e
ftteee ^aquella data nao es-
jrao seas nome^ neste jorriail.
e pessoa alguma.
Jue tem sido
ebitos. ate o
avisam aos
tiverem saldo
em disti.
Nanoile de 13 para 14 de marco do corrente
anno fugio o ntulato Vicente, escravo, de 20 annos
de idade, bonita flgura, ba/ba, e estatura regular;
levand j vestida e em am gaeco roupa de algodao
branco e alguma mais 'flni, pertencepte a um cai-
xeiro da casa d'oade fugio ; e natural d freguotia
dj Sant'Anna do Mattos, diz ser llvre,- casado, e
ter ndo crtado *m cijmpaBbia. 4*. madrinba'D.
Apna Lniza aiLui,. da qMm.jM3U\ escravo u
roSa-ee, porMnto, aos S, capju^j^ eampo m-
toniades polioiae- a apprehensao do dito esoeavo,
e eptrega-io na cidade de Reetfe, raa do erespp n.
KJ,.v)Sr. Joaquipi Morelra Reis, eu na eWtde do
Ai, ao ^r. Torquifo Augaeto de Obreira- tup
list*, que serjto geaerosapente gratificadoa.
Chapeos de sol de seda, in-
glezes a 8#
Nao julgoem que por ser barato sao ordinarios,
porque sao chapdos-de 12j : isto e so na loja da
Rosa Branca, a rua da Imperatriz n. 56, de Am-
vedo. __________________
ATIMCia
Vende-se uma mobilia de jacarandi, aasim como
12 cadeiras e 1 marqueza de amarello, bancos e
ferFamBUs, perdue scatter aMbar com aofflci
na, tulo Isto por preeos commodos : qnem preteo-
der, dirijasc a rna ^sUyita,doRo8aiiio n.27.
Grade llqiiftftfao
A' rua Duquede Caxias es-
quizBa do beeco do Peixe
Erito n. 4i.
.iutij;** c.ssa Jo Preguioa.
Colari'nrios de liijho flnos a'l^ duzia.
Camisas Hlglezas de linho Gno a 2^300 uma.
Seroulas inglezSs rnurfo boas a 2/SOO >
Granadrae com lista.s e palmas de aeda, padrfles
liqdos a 500 rs o covado.
ChapSos de palha para homem a 1/50Q.
Toalhas de algodao alcocboadas para rosto a
400 rs.
Lencos de cassa branco, duzia a 1|600.
Ditos de dita com barra a .W0O0 e W2O0.
Cambraia braaea trasparente e tapada a 32 4/
e 5*000. *
Peitos de linho muito finos bordados a 1*000
ca a n%
fetios de cdres para vestidos, de lindoi padrSe*
a 160 rs. o covado.
Coitai da cores a 440 re. o covado.
s de c6res, alpacas pretas e de cftres, raafla-
^rgjft, Wfr.pfjfl^p cawnjodts
- Alvi^aras.
Venham tidosapressados
E com os bolsos recheados.
Do Campos ao rmazeui ;
Venham, nao falte niogum
Ver o grande sortimento
(Um verdadeiro porteulo)
Que para a quaresnia tero ;
Comprohendem ? ora hem I
E" com as tiipas pulanJo de contentamenlo que
me apresento ante a onJa gastrunomica das ea-
bias e illu>tres barrigas pecnaiiibucanas, felicitau-
do-as por ja se acharem livre da pena de iaterdic-
to e poderem sem receio de algurna indigestaoex-
commungada, ctmerem os mais ftnos e saborosos
comestivus, ceailjavados por uma cascata de vi-
nhos do todas as qualidades, deixando a quem
dezejar o direilo.di* gntar: viva o'triumphodas
barrigas II..
Mas, como ia dizondo, nao podia deixar de
acontecer assim, consfderando- se como foi sabia e
bem barrigalmeale planejado o ataque das bar-
rigas grandes, contra a sucia dos bandulhos ca-
ninus, que ostrificados a idea ficticia do infer-
no bicho inventado pelas grandes barrigas, pa-
ra horrorisarem as barrigas sem tripas, sustenta-
yam a mais abrurda das raonslruosidades : a
infallibilidade do principal bojo do amor as avessas
e de tripas dadas e a for^a de tripadas queriam
hypocritamente alimentarera a pelludae famigera-
da -cvqueHao do dia centopda negra que en-
rolada np capote chamuscado da inquisicao, pre-
tendia |p!-ar o mundo das barrigas, privando an- 0,,:
tes a ilmanidade de gaahar dmheiro e de em '"
tempos como e-te de quaresraa :
SABAO DO RIO DE JANEIRO a 200 rs. o kilo, no
de Jose Domingues di Carmo e Silva.
GAZ A 59600 a lata, no armazem da rua do Amorim
Cirnio e Silva.
Vl.NIIO MUSCATEL de uva branca, pura, de custo de 239003, no armazem
Amorim n. 41, de Jose Domingues do Carmo e Silva.
armazem da rua do Amorim n. 41,
n. 41, de Jose Domiugues do
da rua do
GBAME
[ill 'UlilHi
Em
Grosdenaple preto
Set'.Ja lisos e de coraao, e o mais largo
vern ao mer.tado, e qne se vende pelos diininu'tos
prec >s de WWO, 2,5HOO, 33200 e 3*500.
SU" NA RUA DO CUESPO N. 20, LOJA D \S
TUES POUTaS DE
que
Guilherme & C.
Juut'j u laja da esquiua
Naoiia mais cabellos
brancos.
De fazerem penltencias
Enchendo bem as Darrigas,
Poi^ nao 6 tempo de brigas,
E sim <, de abslinencias.
T1NTURAR1A JlPflHEZ*.
SAe unicaapprovada pelas academiss de
aocias, reconbecida superior a toda que
j tem apparecido ate^ boje. Deposito princi-
pal a rua da Gadeia do Recife, hoje Mar-
Mas, como ia contanlo, enstou, porem afinal,
depois da rasorada que the passou no pescoco os
Soderes poderosos, a cabeca foi parar no fun-
o do rio e o rabo, como ruira de esfollar, ficou
no seceo exposto aos pontapds de qualquer gato uma casa na
VENHAM VES
A Nova E?peranca, a rua D : inede Caxias n. 63,
apressa-w! em oonvidar a sens fr gurzes, com es-
pecialidaiiu ao hello sexo a vircoi apreciar os se-
guintes artigos exposlos a vet Ja c todos por pteee*
commodos, como tejarn :
FINAS BONECAS manfas e choronas.
BONITAS E ENGRACAUAS vistas para skrios-
copios.
| COJ1MODAS LATAS para guardar cha.
I ELEGANTES BOLSAS para seahoras e meniaai
I B0N1T0S VASOS com fma banba e cheirosos
extraetos, trazendocada frasto um nome, uma ini-
cial ou um distico.
i FINAS iiEIAS DE SEDA, viudo entre ellas cut
de came.
I Para queiii gostar.
A' Nova Esperanpa a rua Duque de Caxias n.
63, acaba de receber tectos e caixas para o jogo d
\ oltaretle.
Para qucjis si Ik das peraas.
A Nova Esperanca, a rua Du.jue de Caxias n
63, acaba de receber as proouradae meias de bor-
racha para quem soffro das pemas.
FLORES ARTIFICIAES
r6iro.
pingado, deixando e verdade, magra as collegas
barrigas, que despeitadas vao tratar de ae nutri-
rein, vindo ao armazem .do Campos, a rua do Im-
perador n. 28, onde com certeza enconlrarao alem
do que desejarem. o seguinte : ovas de diverts
peices e de bacalliao ; peixes de viate qualidades
em conservas, sardinhas em latas, caraaroes sec-
cos, bacalhao, iescaufls, sardas, lagostas, salmaj,
batatas, awoz, feijio, cetwlas, azeite, vinagre ;
manteiga ingleza e franceza; doces, fructas e
cincoenta qualidades de vinhos finos dp Porto e
optras tantas de outros lugares mais afamados de
Portugal, alem de um completo sortimento de ace-
pipes raros, deliciosos e que
Cahindo em qnalquer barriga
Faz a melhor digests\
E nao faz mal a bexiga,
Como comendo, verao.
quez de Olinda, n. 51, 1; andar, e em[ A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias i
todas as boticas e casas da cabellei-, 63> acaba de rcccber um Undo e completo sorti-
mento de flures artiiiciaes das mtlbores qne tern
vindo ao mercado
A ellas antes que se acabem.
Costumes para crianca.
A Nova Esperanca, a rua Duqne de Caxias n
63, acaba de receber bonitos costumes para crianca
e esta se vendendo par preeos raxoaveis.
AOS K3ERYOSOS
A Nova Esperanca, a rua Duqne de Caxias a.
63, recebeu um pequeoo sortimento de anneii
pulsetras electricas, proprias para qnem soffre dos
nerves.
VENDE-SE
lercio,
:rmao
Dor preco
4C
villa de Barreiros, na rua do Com-
modico : a tratar com Tasso
Mas, como ia fallando, iamos eatrar na vida de
outr'ora, isto 6, na epoca das festas, e portanto
vamos ter festas, festas e mais festas, e como todos
coniem das festas. visto qu,e uma parte da para as
feitas etres recebem para preparar as festas, 6
logico que o bregeiro dinheiro qne anda tao vas-
qoeiro, saia dos cofres dos amantes orthodpxos e
se'va farailiarisando com as algibeiras vasias dos Como diz o lexicbograpno P.
neces8itados,a eites por sua vat venham ae arma-1 -----^r..________. ,
^3^ lide e altemlei
Excellentissimas familias!....
Eucontrareis sentpre (para obsequiacdes vossas
visitas) um completo sortimento de bolinhos para
cha, bolos inglezes, pSo-de-16, cha da melhor qua-
lidade, diversos doces, geleas e tudo quanto for
preciso para fazer uma boa recepgao as pesssoas
a quem
Mais estjmais
Tudo isto se encontra
Na confeitaria do Campos
94, Imperador tl.
Alem drsso
Encontrar-se-ha sempre alii
Sobremesas
Deliciosas
Que a fallar a verdade
Nao sao para a bocca do vulgo
Blutaau.)
Lindo chfariz.
*^jif^$^^^ B0 arma"m
Ven4c-ss oor preco barato am rico chafan:
de marmere oroprio para jardim, o qnal se acha
armado na offlcina de marmorc do Sr. Uma,
rna do Imperador para qnem o qoizer ver:
tratar na rua do Cresno, loja d, tasso ianto
arco de Santo Antonio.
200
rs..
Cognae de qaalidade
ha de wais gojtoeo, saboroso, cheiroeo e tudo que
AA,jia.4a esqiiH^a, da
_ i*' daria net*ato>li, muito bert
uezada, por sen dono qnerer wtear-ee par*
pa, siU narua do.ldna-.fn. M, tnvSimo X-
das Saunas.
c aiba em ouso.
Dizer aos afiante* -
Dos general eipeeiaei '
Que se q'uerem ser felizes
Venham ja e quantorfiges
Saber a cansa molri
Do Campos nao
E poder so forne
Delicias, gosto e prazer
" Cimehto
I
bII s

ViOhe de Bordeaux.
Carvao de Podra de todos m qualidade*.
------V-Xi-----------i-______________________
Antes que se acabem..
Vende-se la dalindos padryip a 200 rs. o cova-
> : na rua do Crespo n. jJS |L,UoJ| da esquina ;
ose amostras.
| A lo,a do 'Rasso avrna Primeiro de Marco n.
V^ende se na rua da Madre de Deos n|iii.io 7 A, recebeu pelp Uwno paquete, um rico sorti-
menor preeo possivel o verdadeiro tnento Por-. mento de cnapeos para senhora, ultima moda e
ttand, vindo pelo ultimo vapor inglez, de carga. vende por prejo commodo.
GRANDE NOVIDADE
A' rna do Crespo n. t9
Loja das 3 portas
aZlNHAS
Cbegon esta fazenda, com padroes inuirameale
aovos, e que se vende pelo diminnto oreoD de tn
re. o eovado : isto por tar grande quantidade.
SO' NA KCA DO CRESPO N. JO
Lojo de
Guilherme &Ov junto a loja
______da esquina
Peixe de vivefro em de-
posito.
Curimas, camorins e earapAas. a quakoer
hona do dia ou da noite : vende Joed wSp
Li?boa, nos Afogados._____________
Veode-*e aoi'Mhrado de nmaalar el
narua das Aguas-Verdes n. 17 : a%auo
do Imperador n. 1ft, enradarmaoin,
Direiu n. 83,1,* andar.


.

I
y
I

1


I

I
/

X
-
*
QMtt 46 -rtlt-Tir-irf i lifit iin IT "| ijAjftial abl
*WBfe ffodrwIVO
M

em i
bcMdtoV.
^Wis elecfricos
AMaguolia, a.rua Dime de Caxia. n. 43, afla,
ba do recebcr Os.venradeiros'attnMs e voltas alec-
trlcas/proprios-para os-'uervosos.
JTefbs adere^os
A Magnolia, a rua Dutiic de Caxias n. 43
cebuum comply.sorU'meut<*,a7j
ftBIROZBDEALGO
re-
DAO
DE

sorumepto-de i
tartar uga.
-.-*atttrepela. ...,.
Meiiad(ir8t0fc'd*edboca4dq^ (nUimararta)' tQMS
e de.icmus oufras qualidades.
Botoes- de aco
A Magnolia, a rua Duquede Caxias d. 45; tem
paca vender oe moaewKs botoeada a?o, proprias
para, veid*s.
^olki'has e punhos
dis mais modernss que ha'no mercado ; a ellas:
na Magaolia, a rua Dnque de Caxias a. 48.
'Si^mjos chmezes
A Magnolia, a rua Duquo de Caxias n. 45, re-
cebeu-uma pequeaa qaantidarle de lencos de seda
chae*es, com Jiodissimus desanhoe, fazenda inlei-
rwjeme no,v*,
Loques
Lindos leqoes do madreperola, de tartaruga, de
marttrat de-osso, e de muitas onlraa qualidafles:
reoeban'a. Magnolia, a rua Duquo de Caxiaa nu-i
mero 45.

.4*
CORES
WS2%fR <** mt^P^th n. 72
oJb ajuriwftM
MMM

I
esma
de & zui da 5 pretas
idea all' b m
a aJnaiaf

Com as falfificasjjes q.ue torn apparecido
iCHMAS para costoba
Atteacao.
A toja da Mpnn!ia, a rua Duqne de Caxias n.
15, acaha de rccebitf o segjiintes artigos :
Manual de madreperola, la.riaruga e marlim. ,
Ricqs ajb.up* com capa do madreperola, clia-
gren, madeira', ye'lnfln, coitro, eic.
Lindas cBixas com fini<-itnas perfumarias.
bigas.de sod;1, brancas e de cases.
Voltas a>. maUiepfirola.-

i
0
dJ iufX
M
-i

Pu'seiras. de 'madtjcpc^oia.
Ricas caixas para cri.-tura.
VesHiarfus part baptj.-ado.
Toiieas e ?;.pa tin tins de setim.
Modernos chapeufc.da sol de.seda. para senhpras.
Liados port bouquets.
Gravatinhas de vdludo, etc., etc
tomtom
Na ma do Qtieimado a. 43,
defro^to da pracinha da
lo^ependeucia.
.\provcitem
Mefins Itees dtrrpn&toa pretos a 3?0 m. o co-
vado.
Pe?as do,capibEai?, an jo da meia unite, a 45000
a peca.
Granadme tic ibtras, a artrma moda de Paris, a
500rs. o. oovadp.
Peffs de cau.Braie transparent?, fina, a 3^300
a p?ea.
Ditas bnrdadas coin Brimpardo lino a 400 n. o covado
Camisas de cret >iie, o mais mod^rno no mer-
cado, a 34500.
Ditas de lipho, tinas, a 3*'e 3joCO uma
Assim como outrf.& farendas por meoos do qne
em qualquer outra pane, e dare amoftras : s
Da rua do Qaeimado n. 43, loja de Guerra & Fer-
nanda.
Farello novo e
1
03
Nenhuma ma-
ehinaSiager e legi- fi&
tinia se naolevar!!
rque
,Uc]m; de recebcr aio grange sortimento. Oe EdzwiOas. pr^tas para qua-
tai.mtn QQMO-SEipi :
ftlWSDKNAPliK PRETOA AfbiO. I 'U&V.OS &RANC6S A 28>0O.
Tide*-sie grosdfenaple p?eto para ratid senhoras, a iWOG; 319, 9^; W,,9 5 o 2^SG0ie

gi esta marca fixa no
bra^ada machina.
CO
. Paxaevitarfalsi- 3s
ficacoes notem-se pd
.^.
^
em todos 08deta-
Ihe? d^ marca.
m
o
< e
CG?d. t' ""'' "V' '' "
PA-NKO I'RETO A 2500.
^nde-se permo pie para calcas e palitots, a^p0i<, 3$, 3*800,
4, a 6jW)Oocovdoi
CORTES Bft GAEMfRA PRE?A A 50000.
Vende-se oortes de ca%mira prcti para
cat^as-, a 5fr, 6, 7 e8lUOiocorte.
WBR^O' PRETO A 280t'.
fprtte-serfierirr^prpt ftno, a ?3W?0-'e
3JP0W ocoTdo.
BOWBAZ NA PRETA-A l??50O-.
Veadfr-se- bomb fia preta pnfestada, a
ftlNM, fWOfre-apOtO o covBdo.
ALPACA PHETA A 500 US.
Teode.se alpucavpretai {Ria, a> -50, $W,
800 rs. c 10O o covado.
PAZENBAS DE COHERE CAMBRAIA
8 '<**3^"B!WI*CA i3|^
Vende-se pe^as de canrrlrt-aia-brsnca trans-
"jtyirente a S, M?* e 65'90', ditas de cam-'
braia tapada, Victoria, ft 3, 35J800, 40
* fc|5'5000.
CURTINAD03 PAR AlOfffif A lJO0.
V'enije se cortinados burdados para cama,
a f o#. 2fls, ;25a i 3e$oofli.
"CAMftRTA HE CORES A WO RS.
VendVsa Cam Braia d'e c6res fitVas, mhJdas.
"A. 300, 320 e 3G0 rs. o covsflo
CHJTAS LAHGAS A 2V0 RS.
Vende-se. cbitas Jargas para vestfdoS, a
240, 320 e 360 rs. o covado.
EFRA&ANTE A l^flO.
Vende-se1 bram'ante com 10 palmos de
largo a 150O, l?8f0 e 2&hVo 0 metro.
MADAPOLAO A 35000.
A dinheiro e a prazo!
A oontento das Exmas. familiae
pequoij.o.
Da raelhor qualidado no armazem de (arinha,
de trigo de Tassn Irinaoa4,C. na prara. do caes
do Apollo.
O Extract* tompo8to ae
Sao maisjbaratas.
Sao de dons pospontos.
Sao simples.
Sao rapida?.
Sao duradouras.j
ffl ACHIBAS; BE SINGER
Sap de dous pospontos. SUS **
Abainham. : lV. -
tranaora.-
Pregara trangas.
Marcam pregas.
Bordam de linha de s6da.
Alcolchoam.
Pregam cordoes.
UNICA AGENUA
EM
PERMMBICO
A CASA AIERIGANA
45 RUA DO 1MPERAD0R 45


.Vefide-se- peca^ 4e madapedao mkssl<,-'
a 39000.. -Dito i^lez a-40500, 50-jad
VC0OOO, 70000 e 89003 8 pessa.
CORn^AOOS PARA JVNEELAS A 80000,
Vfiide-'ae o par de cortinados bordados.
para janeilfts* Ji'80-e 10$0 0 o par.
ALGQDAO A 45000.
Vende-se pecwJ dealg&dao, a 4^ 50 e
cpeoo.
CER^BRAS A 10WO.
A'ende-se ccroulas de algwdao, a 10OOD,
ditfts'finas de brama^te a fjloOO e 20-e#da
uma.
FA.WSAS BRANAS'A't0OO.
Vende-Si tafcisW' brrtvas finfcs, #10,
S?5t>; 30 e 10000.
30 a ijuzia, ditos de linho, a'49,
69 e 69000 a dtteia. t ''r
CRpIffiS PARA CABE1RA? A 10500.
feride^se pannos de crOchdpara cadeir/s,
a 10500 cada nra; colchas de di o para
norvaS.
MADAPOLAO FRANCEZ A 70000.
Vcnd'e-se pecjis de madapolao francet
rnuito fino, a 70, 89 e 109tOO^ '
BRIM PAR-DO A 400 RS. 0 COVADO.
Vurrde so brim pardo para calces, a 400
rs. o covado.
1 CORTES DE CASEMfRA DE 50000. '
Verrde-se cortqs de-casemjra*Rte cores para I
'8alras, a 59, 39500 e 69600. '
OKOSDENAPLE PRETO.
Vende-se grbSdenaple preto corn 4 1/2
palmos de largnra^ a 59 o covado.
E90DE\0^FINO A 29000. '
V^rldese esritii'lo f(po delioho, a 20,
29300, 3 CrirTAS PA HA COBERTS A 280 RS.
Vende-se chitas para coberta, a 280 e 400
rs. o covado,'
BRIM BRASCO A 15000.
Vende-se brini bVaticd de hnho, a 19,
19290, fftiOO e 29 0 metro.
BRETAKHA DP UNDO A 610 RS.
Yende-te bretatiha dk llribo, a 640 rs. a
vara.
FLANELLA DE CORES A 800 RS. "
Vende-se flariella de cores,- a 800 rs. 0
covado.
COBERTORES DE AIGODAO A 19400.
Vehde-se cobertores de pellu a 19400.
Cobeftas d-i chita a 198V0 e 29 ditas ert^
cerna .as, forradas, a 40, no Bazar National,
rua da Imptratriz n.'72.
CORTES DE CASSA A 30000.
Vende-se cortes de cassa rr.iudas a 30
ada um.
GRAVaTAS PARA SENHORA A 10OQO,
* Arende se gravatas para senhoras, a 10,
ditas, para hom'ens a 5f 0 rs.
ALGOD.lO ENFESTADO A 19C0O.
Vende se algoJao enfestado psra lenc,6es,
fr 1^000 a vara.
GRANDE SORTIMENTO DE ROUPA FEITA
NACIONAL.
Vende se palitdts de panno preto, a 50, 79,
9^^ 10^000.
fendc-se p'jlhdts' de alpaca preta, a 39,
30300 e 4?000.
1
:J8
ALSAPARRILHA
Do Dr, Ayer
0 PURIFICADOR DO SANGUE
Para ewar etiai mnlcilias gtu proven de rlcio ou im-
purtta do Bangui, t da Eicrofuia.
MOLESTIAS CUTANEAS. CALLOS, MANCHAS,
IRRUPCOES, ETC.
Rheumatismo e Gotta, Dorea e
AffeccSes dos Ossos, Mai doe Ol-
faos, DeblDdade ou fraqueza geral.
Dyspepsia, Incommodo do Figado, i
Dma falta geral de saude e uma'
dlspostcao facll ao sotTrlmento, tm fallar de
varies outros incommodes, algums ptgtmot, outros seris,
sSo os resultados e consequencias quc mais tardc ou mau
cedo occorrem.
AS MOLESTIAS de qne padece o sexo feminine, tam-
btm, Quasi sempre sio dcrldas 1 meama causa.
O unico tratamento efflcaz a nnica
maneira legnni de readqutdr a saude e
de restabelecer o corpo, t mediante o
emprego flel e constante de um Puri-
fleador Alterante como a
SALSAPARRILHA AYE,Bf,.
sclencla medica apresenta este reme-
dlo ao povo como o melhor e o mala
beguro que ella eonaace pam o flm
desejadp;
Alem da rait da Salsaparrilka ella I eamosta dai prin-
cipals suostan'cias medtcinats queaexperi&icia thn demos*
trado serem as melhtres gut forncce a natireta e que is
arie tem descobertopara extirpar do sangue e dos tiumores,
atom vioios e corrupcots qne sa *femen,dt tantamoieetio.
Logo qne a SalsAPAitRiLHA Avtx. haja penetrado no
systltaa, comeca enUo a obra de rcslabclecimeiito.
Kio I n'um raomento nem em um dia
que a molesUa desapparece.
Pouco a pooco, degrao aobre degrao,
o sangue va> readquirindo sua pureza, o .
mal vae cedendo e a saude, o vigor a
robustet, apparecem!
Medicos de alia reputacio concoidam
Co valor e utUidade d'ette inestimayel romedio.
Todos os dias appareeem novas provat da sum tlrtndos.
Todos oe dtas augmenta o eonsunio.
Opom todo, inteUigerrte e obeerrador viS n'elle am meio
fidedig&o do Uvrar-ee das suas princ^paes doenQas e de
reslaurar sua saude e por consegilmte' tb'rnar mais alegra
tna exlstencla e mats daradnu ra a suaAlda.
&-vm Especljho contra grande parte d1 essat dotnomm ''
ttsroHicas, RheumatUmo, nUttia. eutanoms, etc., '
fue too eausadas pela Jn/ieetOo venerta, ou antiga ou kr-
dmda.
Atten^ao.
GALLO BRANC
RUA DO RAIvGEL N. 3
Armazens de seccos e molhados
TEM PARA DISTINCTIYO DO ESTABELECLMENTO DM GALLO BRANC0, PINTADO,
PARA ALGL'MA PESS0A QUE IGNORE A LEITLRA.
Rodrigues & Pires, regressados em Pernam.buco, cidade do Recife, successpres. do
arma?em do Gallo, a rua do Algibeves, em Lisboa, omais afaraa.dp e.conbecido arm.azem
naquella cidade, capricbam sempre em ter gcoerosde primeira qualidade, dos quaes do
aos seus nnmerosos freguezes um conheeimento mais prolongado na rela^ao abaixo des
qripta :
0 que e bom e caro
Palavra bemdita que nunca faltou.
CW perola fino, a 55000 a libra. i Camaroes seccos, a 500 rs. a libra,,
Dito miudinho super-fino, a 40000 a li-; Queijos frescos empellicados, prejo com,-!
bra. inodo.
Dito popular, fino,, a 39000 a libra.
Manteiga ingleza fior. em barril a 19600.
Dita ditafina, em latas, a 10500.
Dita, dita, dita e dita, a 19400.
Azeite de peixe baleia, a 640 rs a garra-
Dito de coco, fiao^a 800 rs. agarrafa.
Dito doce e carrapato.
Aguardc-nte do caldo da canna, feita de
encommenda, a 500 rs. a garrafa.
Dita popular, a 320 e 240 rs. a garrafa.
Dita branca, a 200 rs. a garrafa.
Cascade coco para layar easa, a 160 e
120 rs.
Farinua fina de Muribeca.
Vassouras de piassava para servi^o inter-
no, a24Q rs.
Ditas grandes a 500 rs.
M.assas para sopa de todas as quaj.ida-
des
Vinbo Unto e brauco, sup^rioras^ ,engar-
rafados e ejp jfcipas. E outros artigps que serd
enfadonbo annymerar, em secco e mo-
lhados, por ser ext,e.nso.
Engenhos em Mamam-
ffuape.
Vende-se 09 segurates :
Barra,
Pre g ui on.
e Patriclo.
A tratar com seus proprietaries nesta cidade,
e para informacoes com Joaquim Pinto de Mei-
relies Filbo, na mesma cidade de Mamamguape
C1M1NT0
M A
I
A rnalor parte das molesUa*
chronlaaii, e Mesmo da* outrai d*
ne seffra n'm eetado doeotio e morbldo
do sangue.
Logb que este almento da tides
nto estiver puro e o que se
aokar carregado com a lnieeeao. da syphilis (talvez \k de
asnnos paaaados), a molesUa ba de apparocer sob uma ou
outra forma e apresentando different** symtonuB.'
Vende-se o Terdadeiro cimento inglez de Por-
uand, sob condi^ao de'restiuir-se o dinheiro, nao
seade elle o que. aqui se aiirma : no armaz.m da
bola amarella, tyayessa da rua do Iropmdor.
Lindas las eseocezas.
De varios padroes, ^.inteiramerrte oJOdernas, a
! 360 rs. o covado : na rua Primeiro de Marfo
antiga do Crespoa. 13, loja da* oolumnas, de (An-
tonio Correia'de Vasconcellos.
m\m DK. CORES A 400 RS. ;
Vnde*AbriflB$ de cores praak-as, a 400>
,e. 500 rs. o covado.
C14A S.A 800 R&,
Vetdo se chaies de la a fcOO pa., chaiesde
merind de.cmieA, a 29, :i9, 49.e urCOO.
C .LCHAS DE CURLS A 2?0; O.
V.j.i(f s.) colcbas decors para c ma, a
39,30Ok> *o7m. r
AUHTAS DJ Vendei-se obites finas de corea^a 3C0 e 400
t& Oijct^rajioi. .
ALPACAS DE CORES A 500 RS.
Vead*vsa.alpo*.fiujB de cores, a 500,
640843. ooovadp.
TAPETES A 40500.
Vende-se tapetes pAra,sfllas,!de diwersos
tomanhos, a 49500, 5,9, 69 e 89000 cada
ura-
AR9IAZEM
BE
fazendas finas
Rua. Primeiro dcMargo n. 7 A
DE
Cordejpo Simoes '& C.
E' esta cma das casas que hoja pode com pri-
piaaia ofTerecer aos .seus freguezes um variadissi-
mo sortimanto de fazenilas. finas para grande. toi-
lette, e bum assim para uso ordinario de todas as
classes, e pequeno resnmo.
Mandam fazendas as rasas dos preiendentes.
para o que teai Ressoal aecessario, e dao amostras
mediante penhor.
Cortes de seda de linda' cores.
Grosdepaples de todas as cores.
Gorgurao branco, lizo, de lislras, preto, etc.
Setim Macao, preto e de cores.
Grosdeoaples preto.
Velludo preto.
Granadine de seda, preta e,de cfires.
Popelinas de lindos padroes.
Fjld.de MltplmMof &refo.
Ricas basgrjinas de seda,
Casacos de rhenn6 de cores, 13, etc.
Santas brasileiras. |
Coites com cambrala branca com lindos borda-
Ricas. ,$a,pellas.e m.iQtas para n.oivas.
Hiquissimo sortimento de las com listras de
seda.
Cambraiae de cores.
Ditas maripozas, brancas, lizas e bordadas.
Manzuques de lindos padroes.
Baptistas, padrSes deiicado9,
KrWiiwB* qnadeos, pretoa e brancos, listras,
etc., els.
Brtftsdelmbp. de cftr, .pronrio* oara veaUdos,
com barra e listras.
Rfcos cortes de veslWe de linho. i* eites da
mesma c6r, Ultima moo*.' '
Ditaa.toeambraia de cores.
Fi5r^-.4j'T?*,*l CWS.
(Wfsaf^
god*.
Sor4in>9nt, delua da,wdadir Xafcri-a dp
esirangeipo.
Faris nlAmerlca, a ruaDu-
qUQde,,Caxia^,n,fj^
primeirp andar, acaba dereceber .nm,c,Qmnleto
sonimerito ae calcados estrangwros para "bome'm e
senhora, vindo enlre elles um'lindo scrtruVemavu'e
elegantes chiquitos; sapatinhos e botii'ia- para
criancas, qne tudo vend por pffeo^s rafoav^fj .
*~*.
AJiiDO ros
I>r. J. C. AYER & CA, LoweU, Masfl..
Ketados rrnidoo,
\. ._ CMmise* frotMfM Analytico,.
Sedas a 1^500.
Vende-se bonilas sedas de lindas cfires pelo
baratissimo preeo de ii'00 o covado ; venbam a
ellas antes que se acabem, na rua do Dtifjue de
Caxias n. 88, loja de Demetrio Bastes.
Vende se urn bonito boi rauito novo. proprio
{para raca : no sitio de Luiz de Carvalho, na estra-
/ da nova do Caxaoga, onde se podera ver e tratar.
Grande sortimento* de ISs m-
ra240,320;'4D0e!oG6'r8;t
ff;ioJa 8a Rosa Braca vende-se Modo earti-
mento de,ls para vestido, pt pr4CQB)ba*a.ti8Si
mos, como e costume de?ia loja, manda-se
nas ca?as : na rna d*a Irhperatrtz nToo; ""-
Veospara chapeos a 1$
A Rosa Branca venda veos de sf da para cha-
peos de sanhora, sendo pretos, brancos, e deou-
tras inmtas cores, pelo baratissimo pre^o de it
isto e de graja : na rua da Imperatrii
1 cada um
n.56.
Ac^oes.
Vende-se 17 acfCes dos uilhos urbanos
Olinda e Beberibe : na rua da imperatriz n.
loja.
de
li,
Vende-se calces pretaa
% T0 e 89C0O.
A'undc-e colletes pretos,
de pauno, a 49,
a 3d, 39500 e
ceroulas, a 10, 19500, 29 e
brancas, a H, 20500,
adas'para seiihoras, de linho e al-
Jouvip, pa^a hornpos e. satjhoxia.
vestuarios para menirv-s.
Diros'fcara WaJiiflftdK
GbaaM6ipara''Mu.'
Toalhas e guardanapos adamascades de linho de
lartrBlabs'rftrfdados.
Graadasottimento lie oamwB de linho, lizas e
J^rda^i, pajWiboBMBS., ,
'W*- W CW P"1*/^^;- rceninos e menv,
So*
Ditas eseocezas.
' Oc*plfW sortiflreato eV chapeos do sol para ho-
flaannaoanliounnr.-.1 o! edrr ^"
Wtffe cj*W#ry>,rWMv
ito preto, trancado e oMp de vi
niUiade de linho e SlgoiSo pa
Daiiaicoitol*.
Ditoi de easemirai "in* i
Ditos de seda preta e de cores.
Ditoadetommiija,,,,/ ( r
CereAla* fcllnhft e algodao.
Panoos deeraofcetparnotti cadeiras e conso
g Lencos bordadoa e de labyrintho.
TaHa^a9dertodhas''as c6rs.
49000b-.
Vode-se
3^000.
Veade-se camisas
30e40OOO.
VM.Housa r-emisas de cbitas, a 19*00, 20
e 30OOOi
CHITAS PRETAS A 320 RS.
Vende-se cbitas pretas finas, a 320 e 36Q
rs. o covado.
LAZ1NHA.A 200 RS. -
Vende-se lizinhss para wstidos, a 200,
320, 400 e 500 rs. o covado. No Bazar
National, rua da Imperatriz n. 72, de Men-
des Guimaraes & Irmaos.
Ricos cortes de veslidos de tarlatana bordados
para cortes.
Espartirhos lisos, bordados.
Foulard de seda, liddas ciires.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Ricas fachas de seda e la para senhoras.
Rico sortimento de leqnes de madreperolas e
osso.
Damasco de seda.
Casemira preta e de cores.
Chitas, madapolao panno fino preto e azul, col -
larihhos, pnnhos delinho e algodao, gravatas, lu -
vas de fio de Escossia, 'apeles de todos os tama-
nhos, bolsas de viagem, peitos bordados para ho-
mens, lencas de linho branco e de cores, toalhas,
guardanaDos, etc., etc.
Vende-se a? easas terreas seguintes :
Rua 34 de Maio (oUtr'ora dos Ossos) ns. 2 e 4.
Raa do Fogo n. 2.
Rna do Padre Floriano n. 35.
Traversa da Bomba.n. 5.
Becco do Padre Lobato n. 8 A.
Becco do caes da Cadeia-nova ns. 3 e 5.
A tratar no Largo do Carmo n. 1.__________
Asunieas verdadeiras -
Bichas haraburguezn one vem a date mercado
na rue Marquez de .jlmda n. 51
Panno de algodao da Bahia.
Vende de todas as quafidades Joao Rodrigues de
Far'ia : na rua do Anrwim n. 33.
A' rua do Cabuga n. 1 A.
Os proprietaries da- Prediletta, io fcKtulo it
'onefvar o hum concetto (jue teem nnwradr. do
res'pejtavel publico, distiugujodo o ifitt,
ni.e-nto- dos mais qne negociarn no nicHfii
veem soiontificar aos sens bons fregueies fM pra-
veniram aos sens correspondent..- na* divwa ^ar-
eas d'Europa para Ibes enviarem pur UkIcM* f-
quetes os objectos de luxo e b..m goato, qm u-
jam mais bem aceitos pelas sociedades eleficte*
daqueiles paiies, visto aproximar se o tempo de
festa, em qae o bello sexo de.ta linda tWi
ma,s ostenla a riqueia de sua* t iliettea ; aeo-
nio ja recebessem pels paquete fraocez drwrse
artlgos da uljima moda, vtem pntenlear aluac
d entre elles qne se tornam mais rccommeadaveja.
esperaado do rtspeiuvel poblico a eaMMMB
concurrenqa.
Adere^os de tartaruga os mais lindos qac tats
vindo ao mercado.
Album com ricas capa? de rtiadrepenta e Ca
velludo, seadan'diversos tamanboe e baratos pra-
Adereco's completos de borracha pr pruu paaa
4tto, tambem se veftlem meios aJerefos uiuilo fe
uito*. -t tna
Botdes de setim preto e de cores para ornato
vestidos de sethora ; i jnbem tem para coHaM
palitoL
Bolsas para senhoras, cxiste um bello sorticaa-
to de sftla, de palha, de chagrim, etc, etc, p
barato preco.
Bonecas de todos os tamauhon, Unto de u.-a
como de cera, de borracha e de m..va ; 'imi
m.is a attPni.Jo das Exma?. Sras. para esie ara,
pois as Vbms tornam-se as criancas um pouco n>-
perlineates por falta de um obiecio qne as ea-
tretenham.
Camisas de linho !i.-as e com peitua buiaadat
para homem, vendem-se por prec i
Ceruutna de linho e do slgodiir, ue diversot pra-
cos.
Caixinhas com musica, o qne ha de mais Maia.
com disticos nas tampa> e proprios para pres*a-
Coqtrea os mais modernos e de drvar?">i fr+ita.
tos.
Chapeos para si nhora. Receberam um soruaMata
da ultima moda, taato para senhora, euato ara
meninas.
Capellas simples e com veo para nuivas.
Calcas burdadas para meninas.
Entremeios esUnipados a bordados, ue bnaaf
desenhos.
Escovas clectricas para denies,
dade de evitar a carle dos ieates.
Franjas de seda pretaa e de cures, exi-te cjb
grande sortimento de (Jivercas larguras e bariu
km a pr< ;
preco
Fitds
dc sarja, de porgnrao, de setim e de .:.
malota, de diversas largnras e bonitas cores.
Faqbas de gorgurao muit i lindas.
Flores arlificiaes. A Predilecta prinia em .a-
servar sempre um liello e grande sortiateaio iies-
tas flo es, nao so para enfeile dos clu llos,
tambem para ornato do vestido de nuivas.
Galoes de algodao, de la e de seda, branch, pra-
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem a siuboras.
Laces de catnbraia e de seda de diversaa cre
para senhora.
Ligas de seda de cores e brancas Ix.rdadas (
noiva.
Livros para ouvir missa, com r.ipas de nud:
erola, marlim, 6s-o e velludo, tudc que ha a*
om.
Pentes de tartaruga e ruarGui paia alisar os ca-
bel os ; teem tamhem para Urar caspas.
Port bonqnet. Um bello sortimento de MMr*
perola, marlim, osso e donradot par barato p; ,
Perfumarias. Nestc artigo esta a rjediecta
rovida, nao so cm oxtractos, cook em oleoc
ianhas dos melhores odorcs, dos mais afarraa"-
fabricantes, Lnubin, Piver, Sociidade liygieDisu.
Coudray, Gosnel e Rimel ; .-ao iadi>penaaveis par.
festa.
Saias bordadas para senhora, por eomn:c4.
pfeco.
Sapatinhos dc la e de setim bordados .para U.
tisados.
Tapetes. Racekeu a Predil.-i-ia um boaito t tv
mento de divcraos'tainaiiho-. lanio pr.ra scfa ri<-
mo pal* ti.i.oJ. .1.. ail,.
Vestiroentas para, baptisado o qa iis $,. mr,;_jr
gosto e os mais moderns t.n eel* u a flam
de or ar. to piero, jura Bear aj al
qualquer bolsa.
Rua do Cabuuii n. 1
PRTIMETO
Fumos
Da Bah a e do Rio, vende Joao Rodrigues de Fa
a a, rua do Amprim n. 33 _______
Farinha de mandioca nova.
Beeent^mente chegada de Santa Catharina tem
para vender no trapiche Companhia, e para traur
no sen eseriptorio a rua do Commercio n. 5, Joa
quim Jose GoncaKes Bcltrao & Filho. Advertindo
aos compradores que desejando acabar, venderx
mais barato do que em qualquer outra parte, tan
tb e'm grandes cdmo em pequenas porcoes.
Fazendas barataa ^
Granadines com palmas de seda, padrSes infer
ramente novos, a ot^O rs. o covado, chitas de cores
de diversas qualidades a 540 rs. o covado, brim;
pardo para caja a 360 rs. o covado, colarinhos'
de linho a it a dnzia, lencos de'Cassa, peqnenos,
a 900 rs. a duzia, llzinhas de corei, padroes muito
liados, e outras muitasufazendas baralas ; -dao-se
amostras; na rua Duque de Caxias n. 44, loja da
esijuina do becco do Peixe Frilo.
Barajtis^iiiJAO.
Taade^aa las aacocaiaa. de mai liados padroes,
pebj diminuto prcco del?Q rs. o covado, faienda
nuese veiiaeu poroOOrs:'. na rtfa' do Crespo. b.
25 A, loja da esquina. D ose amostras._______
^ Pacneco A Aievedo tem' para vender tapioca
da Ararat* de qualidade especial: em sea arma
mm Of raa,do.buque (le,Cax)a;s,p,.2%________
M E D I C1 N A
Preparado f r
Laumau & MM
para chi.-i^ca
toila a qu.lu'ac'
de doen^as, rju^ r
scja na gargan'.,
peito oubt'f-s.
Exprossamente
s<('Ibi lborcsfigad'sdos
quaes sc extract
o oleo no banco
da Terra "-?a
purificadocl
ca'.mentc, a suas
talunveispro', ri
cdaJes conserva-
das mm t<^
cuida In, em tod*
ofn.i. os<-ga>
teperfoi'amen-
te nuro.
Lste oho t-
sido sabmettidf-
a umc-xame mui-
to s-vi-ro, |
chiinie 'a laaia
lalanto, do .
vernf' htjpanbfil
em r.nha i
proiiiintiado p<"7
elle a mitr
MAIOR PORCAO D'lODINA
do que outro qualquer oleo, qvo elle 'n
examinado
IODINO E IMPODFRSALVAI OR.
Em todo o oleo de figado de baealbSo, e nt-
quelle no qual cont^m a maior aorQlo d* invaluavel propriedade, e ounirn m-,:opara
curar todas as di enc^ss de
GARGANTA, PEITO, ROPES, PIGAOO,
Phtysica, bronchistes, asthma, catharrho,
tosse, resfriamentos, etc.
I'ns poucos frascos da carnes ao muito
magro que seja, clarea a vrsta, e ddvir
a todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou scieucia, di tanto
nutimento aosjstema e inr.ommodandoquasi
nada o estomago.
As pessoas cuja organisacao torn sido des-
truida pelas affeccoes das
ESCROPUIAS 01 RHEUMATI8M0
a todas aquettaf, cujadigestao se acfca eota-
pletamente desarraniada, devem toroar
OOLEO DE FIGADO DE BACALDAd
WM
L ASM AN d EBMt>


l ILEGfVEl
Camisas de cretone
as mais modernas que'tem Vindo ao mercado sen-
do lisas e com listras e que sd ?enile"a 40^000 a
Quzra! e a 3*300 oadauma'; Hollanda
Brim pardo liso, o que ha de mais fino, com um
toque deavaria, e que se venda'a 480 rs. o eova
do,flzenaa propriado paiz pal- sat lloaa paro,
applieada para costumes de homens e de meainos:
so na rua. do Crospo n. 20, loja das tres portas, de
Gmlherme & (1, junto a loja da esquina.
VENDE-SE _
umsobrado de um andar e sotao, com basttnteIda marca ML, vende se a dinheiro mais barato
commodos e quintal, na rua de S. Jorge n. 17 :1 que em outra parte : no armazem da rua do Coav
a tratar na rua da Imperatrii n, 8i, > mercio n. 4.

a late, do melhor que vem a aa
a rca de Henry Farstar A a, com a i
completa do liqnido: nos armazens de Jote Do-
miagues do Carmo e Silva, a rua da Madre de
Dens a. 10, e raa do Amorim a. 41,
Cerveja Noraega


'W
8
Oiarjo de Penfcmbtic* Sexta feira 2? de Mar YABJEDADE
Taeatre de 9ant* Aatenfo.
DRAMAFORCA POR FORCA.
Ao incetar-mos a missio de chronista,
duas foram as condigoes a que nos impozo-
raos : 080 louvar por affeigio, oem censu-
rar por despeito.
A affeigio e 0 despeito sio dous terriveis
eseolhosque a critica, para serjusta, devo
evitar.
Se temos procedido assim ate" aqui, nio
curapre a 116* mesmo dize-lo ; temos feito
0 possml para nio cair nos oxcessos que
condemnamos.
Levadoe pelo escrupulo de parecer louva-
minbeiro, t^raos sido sobrios de encomios
a empreza Vicente (de que alias todos a ro-
conhecem muito merecedora ) por nio que-
reraos autorisar que se podesse articular : 4
uraa penna que se aluga para elogiar, e
nao faltaria quern 0 affirmasse, pois, infe-
lizmente, a convengio entra am tudo ; dic-
ta 0 louvor como a critica ,
D'ahi o depreciamento tanto de urn, como
de outra.
Entretanto, na euunciscio da verdade,
nao deve haver escrupulos
A justice, que e 0 nosso movel, nos ira*
pOe que, na presento occasiio, sau lemos 0
eroprezario. que por modo muito bonroso
para si e lison ;eiro para uos, confirm* o
juizo que a seu respeito homos emittido.
Merece louvores., e Ih'os daremos, sem-
pre que abnr espago a representagao de
dramas da importancia do que vamos
apreceiar.
Forcu, por Forca, ois crao se deuo-
mina 0 drama ora en scena no theatro de
Santo Antonio.
E' uma concepgio de elevado merito,
quer a encaremos pelo prisma dramatico,
quer litterario.
Seu autor, ve-se, nio quiz escrever um
drama onde se observasse, admirando, as
pompas do estylo, 9 bello eulagamento das
scens, o enredo diiiicilraente disposto, a
boa contextura dos typos.
importante sob qualquer destas relates
tnais avulta e se recomraeuda pela grande-
za da these, que nelle se discutea pona
de morte.
Barbier metteu hombros i uma emprfza
grandiosa : demoustrar a iuiquidade daquel-
la pena, os seus terriveis effeitos, a desne-
cescidade de sua applicagao como pena ir-
reparavel, que e.
Deixando 0 mundo da theoria desce a pra-
tica, ? realidade ; e plenamente demonstra a
verdade de sua these.
ssa magna questio jurica e philosophi-
ca, sobre a qual se lem pronunciado, pro
e contra, espiritos muitissimos rultos; que
pl^Ji ?*>?te e'H, S'igans codigos, inclusive 0
nosso, mas que 0 seculo actual nio empa-
nari 0 trilho de sua civilisagao legando-a
ao vindouro ; e discutida por Julio Barbier,
com a profundeza do philosopho ehristao,
que ve no Evaugellio o codigo porque de-
ve reger-se toda a humanidade.
Victor Hugo 0 grande apostolo, por cuja
bocca falls a liberdade, 0 progress e a civi-
lisacao ; na assemblea nacional ou no tri-
bunal do Senna ; Beccaria o profundo ju-
risconsulto nio combateram rhelhnr ?--
veTnena, aboliaa no diaero que, na phra-
*Jj primeiro. ferio mais do que uma ca-
oeca innocente, ferio uma cabegadivina.
Barbier apossa-se d'um facto real ou lie
ticio, e, vasando-o no molde dramatico, 0
offerece ao estudo da sociedade e diz-lhe :
vede quanto vos podeis enganar na distri-
buirio da justice, e apresenta-lhe nina vic-
tima de sua fallibilidado : Bultler expiran-
do no cadafalso.
E ap6s, as tremendas consequencias do
facto : a 'mulher do suppliciado succum-
bindo i loucura 0 a" miseria ; a fi'ha, priva-
da dos cuidados e vigilancia paternos, 1m-
rnergindo-se no lodacal da prostiluicao;
trocando 0 nome honrado e sem macula
de seu pai pelo do Cecilia a cprteza ; e 0 fi-
Iho, curvando a frouto ao peso do estigma
recebendo dous goipes, no coragao que re-
gorgitava de amor, e na honra.
' Os que, como ji ouvimos a alguem, jul-
"am logica a pena de morte, e v5o buscar
sua origem e logitirnidade na condemnagao
do primeiro homem, devem se achar em s<5-
rias difficuldades, para conciliar essa attri-
buicao rcputada legitima da justi^a huma-
na com o preceito do decalogo :nao ma-
i&ris.
A logica obriga-os a acceitar uma ou
outra cousa.
A accelta^io da primeira implic* a re- irmlo, e elle, estaUnd* de dor, a que nio
geiclo do preceito dfvfoo, portinto a sobrevive, condemca-o, e, com > am juato,
prescrip concesslo I sociedade de uma attribuigao Sio ha neste persooaajem una *6 traco
so propria do Creador, isto 6, direito igual em qui 0 pmcel de Barbier fraquojasse.
ao delle sobre a vida bomana. GoulJen tambem 4 am typo muitissimo
Perante a razio a pani de morte e uma importante, quer quanto a seguran$a do
monstruosidade ; nas epocas priraitivas modo porque esti detcripto, quer ao pipel
podia escudar-se na barbaria a no obs- que representa no drama,
curantismo, hoje, onde se escudari ella No p ologo esses dous typos muito se
A civilisacao e 0 progresso em sua pas- elevam e se engrandecem.
sagem hgo derrubado os monumentos da 0 juiz de sa" consciencia, por^m, inflexi-
barbaria, as legislacdes modernas recentem- vel e 0 pbilosopho convencido ; um a aus-
se de sua benefica influencia : a lei nao i tentar a culpabilidade de Bultler, e o outro
a vontade arbitraria dos despotas, e 0 prin- a domonstrar a sua innoceneia
cipio moralisador das sociedades. j Que bellas theories, que poderosos argu-
A tunica alva da caridade involve os po- mentos I
vos, e a lei, que e 0 resultado da vontade A rtesma belleza e aegaranca se observaai
social, nao vinga se do delinquent punin- nos demais personageus.
do-o ; a pena so visa a currecgao, a mjra- Rut ten, 60 typo Bern ac^badodo bomom
lidade do indivkiuo. -1 que, doruinado pelo vicio, percorrc a esca-1 timentos do personagem que imha.
Sob 0 ponto do vista da dootrina e 0 dra la das abjeccoes cbegando ate ao crime, ao Boa diccao, voz flexivel e natural gesti-
maForca por Forca, urn ballissimo es- roubo, ao asstssinati ; e Waldeck e a 60I culagic s8o qualidides imprescindrveis, e
cripto. photograpbia do usurario que sunula com- que a fcrc,a de estudo, 0 artista cousegue
0 autor compenetrou-se da missao alta- paixao pelo proximo quando mais arde en possuir.
meute civilisadora do theatro, da influencia desejo de sugar-lhe o sangue ; qoe jusuiti- 1 Joaquma Augusto era cdxo e nioguem
que deve elle exerceraDbre a sociedade retra- camente incuka bonradet e commereia illi- tooiavd raetbores posajoes a scena ; c es
e aahiraiB-se muitissimo bem.
0 Sr. Caaurra comprehendeu bem 0 sen
papal, 4eu-lhe verdadeira interpretragao, e
0 Sr. Julio manteve, muito bonrosameute,
os creditos de artista de iotelligeocia que
illustra a classe.
Quiseramos emitiir, em relagJo ao Sr. Pe-
dro Aunuto (Reinol) juizo identico, mas,
nio podemos faze-lo.
Permitta-nos 0 illustre actor que exter-
nemos com franqueza 0 nosso juizo: n&o
dos agradou 0 seu trabalho.
Jd The dissemos uma vez que a sua dic-
gao recentia-se de incorrecgdes, e agora,
accrescentaremos que, tambem lhe notamos
pouco estudo na voz e na grsti-ulagao.
Esla e contrafeita ; antes 0 resultado de
am habito do que artistica e aquella. nao se
presta as diversas infiexoes, pelas quaes o
artista deve expressar as paixoea e os stn-
tando-a, tal comp ella e, com todos-0* seus citaroente e afiguienta o seus eabedaes a
vdus e quedas, vicioi e virtu Jos. cusls das lagriaeas do orpbao, de desolagao
0 theatro nos tempos bodiernoe deve ser da vraVa.
encarauo como uma especie de tribuna, ou-! Por mais vigoro a que seja analyse fei-
de se di seu tain as grandes questoes sociaes, ta a es'.e persoragens, nio se Hies desco-
coucorrendo para sobre el las formae-se a brira ura ponto ralnerave) per onde, eemo
opiniao, encaminhando-a para a sokii,o creaooes artisticasr e esta a nossa opiwao, 0
natural e logicajfcue ellas devem ter. poeta deva ser criticado.
Colltiborvn lo
phletoe 0 livr.j para acry^olar 0 patrioUemo fidelida le descriptiva> se benrque occupem
do povo, educando-o na escola da liberde-' o segundo piano, nio-so pel* parte qiie lo-
de politica ereligi isa ; formaado-lhe o gosto- mam na ac^o, oome*pela- stw force in trio-
pel as grandes creagdes do genio. I seca.
Assim pensou Barbier, e por isso, tornou O que a hi deixarncs dito, etsf relagao aa-
para assumpto de seu dramaa pena de- Sguras, inndificamos alguma cousa quanto
morte, descrevendo a I'ranga e aos paizes, ao modo de eonduzir acgao. Abi a cri>
cujas legislagoesa consagram, e> horroroso j Uca tern 0 qcedizer ; bem deliaeado-cjmo
espectaculo em que compareceraroomo car-!,,o drama reoente-se,. em nussa'Opiniao, do
rascos, punindo com a extincio da vida, uma falta.
commettendo um bediondo crime. j Peosamos que 0 poeta tao opatlento n
Ouando nao houver mais um codjgo que (f'irmas, nao necessitava-do maguntismo parj-
a consagre, por te-la apagado a civilisacao, J descobrir o verdadeiro criminoso meio este
0 drama que apreciamos sbreviver4, como que oao fara* fortuoa t>s*entrecbos^dramatt-
um esforgo magnanimo d'uma grende ea- cos.
bega, de um grande coragao.
O molde das concepgdes nota vela-nao se
quebra, 0 tempo respeita-o, 0 em qpe Mo-
liere vasou 0 atticismo do s eu espirito, per-
manece.
O Tartufo atravessard os seculos.
0 drama Forca por Fcrca fol vertido
pare a lingua vernacula, palo Sr. Dr. Feli-
ciano Prazeres.
Pdde este Sr. desvanecer-ise de bwer feito
uma bda traducgao, e isto idizemos-ate on-
de podemos julgar no assu,mpto.
Pertence 0 Sr. Prazeres a essa pleiade de
mogos que se atiram a pugna intellectual
e trabalbam por fortalecer o espirito com a.
seiva nutritiva da instrucgao.
Na faina litteraria, dado o primeiro pas-
so, cumpre nSo arrefeoer, e a mats ntil des
prevengoes e ceirar os ouvidos a- critica
systematica e atrophiadora de certos eriti-
cos aem criterio, e voltar o rosto as oodas do
podre e nogento incenso cooveooioualmen-
te queimado.
Uma e outra cousa torna-se necessario
evitar pois, a critica insensata e oelogio
superior ao proprio apiimw*" ^uo
Mixtos, em que a nao da intellkgencia nau-
frag', aniquilando se completaniente,
* *
Encaramos 0 drama em retogao a subs-
tancia, va.nos agura aprec'w-lo quanto &
f6rma litteraria e artistica.
Barbier, naose mostra s&nonte pbiloso-
pno, e" tambem artista.
0 typo de Maxwel 6 de admiravel estruc-
tura e perfeitamente contornado.
A justiga e a mais bella leigao de seu ca-
racter, a sua consciencia e limpida corao 0
ceo em dia de primavera, sua alma toda
sei timento, seu coragao todo bondade.
E' 0 sacerdote da lei. Fal-a eieciitar de-
pois de esgotar todos os meios para, em vez
de criminosos, encontrar innocentes.
Mas, 6 homom, engana se (failibilidade da
justiga !) e condemna um innocente I Desde
que adquiro a prova da inculpabilidada do
ho.nem quo enviou a forca 0 remorso assal
ta-lhe a consciencia, perturbando-a ; osem-
blante sa lhe turva, seu espirito absorve-se
em constante meditagSo e sou coragao abre-
se como um cofte de ternuras ao filho do
suppliciado ; e da misericordia de Deus fia a
apparigao da verdadeiro crim'.noso, para
proclaraar d rohabilitagSo da familia que a
lei, por seu intermedio, havia imfamado,
coberto de opprobrio.
0 assdssino e descoberto na pessoa de seu
A scena do ?* acto^ em que e>Dr..Goul'
don Riaguetiss dido como o caralbeiro'de kaulbaeL ate as-
sassin* r este ao-oonde d'Asfeld ; a- de gran-
d&e maravilhosoetleito, mas, nao ets6menteJ
a este, que 0 poeta deve-attender, a-verdode;
da aoeao e tudo.
Qkmagnetiscao, queei-um phenomena puv
ramente physieo, nio se accoaaoda beta
no> drama, na tem abi> 0 mesmo- cabimenr
to, que nos liwos.
A'nao querar Barbier mostrar-se sectano
dofluido magnetico ou demasiatlamente c*-
goroso no deserevnr a epoca em quese pass*
a acgao, nao- descobrimos a- necessidade
delle no desonlaoe de- sua nota*el produe-
c^o.
E' meio qoe a justiga nuooa empreg&o,
e que nao teuton, porque a eobriria de- ri-
dkulo.
A um espirito tao- possuidor de recursos,
nio faltaria um meio mais natural e >ero-
simil para attingia a- mesma solucao.
Entretaato; isto nio lira, ao drama- 0 seu
alto merecimento. A um seaio qn :
too, vunrme 0 modo de- ver no assumpto,
escapari; mas, que notacaos, por enten-
derraos com Aristoteles que a arte a iraita-
gio da na ureza, e esta, (am tudo de real,
nada de phanlastico.
O estylo en que os*a escripto o drama e
vivo e brilhante, phrases ha verdadeuos
voos de eloquencia.
Vamos ao desempenbo.
asd'o inn desappareeer o defeio pby-
aaco1.
0 Sr. Pedro Augusto aiuda mogo, con-
seguira corrigir-se pelo estodo e seremos
contentes ew poder r pplmdi to, pois, qwe
o nosso desejp- nao 6 outra; se nao que a'
arte e os artwtes- se eleventh
Aqpi lhe racoruVMnos as- s*gaintes pala-
vras de Theodore Anne falfando- de made^
moisalle Thuillbr : 0 artista', verdadeira-
mentedigno deste oeme, 6 um soldado sem
pre em uampanha, que oio conbece a uier-
te perpetuo.
Me) temalcangado uma vietorie ja se lho
fax preciso eipor-se A novos perigos, em
busca de um novo trivmpho.
0*S; Silva' (Werner) nio aodou mal,
aetannt de sisa entraoa em scena; e 0 Sr.
Florin.io (Sparck), conduzio regularmente
p-seu papel, roas, nio se caraetensou bem
bo i..0 acto..
0 Sr-Vicente (Uric d'Asfebl) de posse de
um pa pel f6ra le seu geoero nao>oonduz>o
mal.
A Sra. I). Matiueh (M&rtba Bultler), deu
ao papel a importancia que nio elle verdadeira. creagaosua.
Quanto a Sra. D. Emilia (Margarida
Haxwel) e escusado dizer quej andou
bem.
Recife, 18 de margo.de liWi-
GAARICK.
C00E.\tNACA0 i MORTE.Em um dos
tribunaes fraucezes foe ha poucos-dias con-
demaado A morte, um homem de sessenta e
idous anno;, ehamado'JuSo Marsault, pelo ivida dedesordem, de adulterio-e devassi-
frios pirisiensese em contequencia da doen-
ga que.soffre ha mezes.
Alguns dias antes da reapperigio em ace-
na do Orpkeu, Jacques Offenbach mandou-
lhe o seguinte telegramma :
Ao Sr. Augusto Offenbach, Spleudide
Hotel, em Cannes.- Meu pequeno Augus
to : iotercalei no Grpheu nos infernos a tua
pequena marcha lurca; autorisas-me a isso,
nio e verdade ?
Resposta de Augusto a ieu pai:
Ao Sr. Jacques OJeabach, rua Laffitte,
Paris.Caro pai : consinto em col!aborar
comttgo e dar-te a minha pequena marcha
turca porem com uma condigao: assistirei
as tres ultimas representagO^s e na primeira
irei eu peasoalmente receber a minha par-
ty dos direiios de autor & casa do 9r. Pera-
gallo.
MAMA COSJUGALNos tribunaes de
Nora York verrtifou-se ultimaaaente a se-
guinte questio :
A heroina & uma cantora msito conbe-
cida, a Sra. Rwlina Lucca. Casou eiw
Berlrnt a 25 de novembm de 1866-, com o
bario prussiano Adolpbo von Rbode, a
quem ella deu uma- filha. No mez de agos-
to de tfftt, chegou a Nova York escriptu-
rada pelo empresario Mex Bfcretzeek -r sua
filha, dell annos estava com elU.
Apcuas desembaroada,* cantora, que-
rendo aproveitar-se da facilidade com que
na AmerVea se quebra 0 lagoconjuga ius-
taurou uw processo 00m' 0 8m de fiwer
pronunciar o divorcio, e a 2'de junho pas-
smlo, ojoirPaucbers-ieu umasentenga am
forma, pela-qual a Sra; Lucca licaria com
Sua filha, pederia tornar a casar se lhe pa-
recesse, bem que esta faculdadfe fosse reca-
sada peremptoriamfiite pelo juiz-' ao barao
?v>ou Rhode, condemnado desde entao aa-l
oelibato.
A Sra. Eucca aproveitou-se- immedia-
tamente da concessao, dous dias-depois ca-
sava con outro-prussiano, Sr. Emilie von
Wallafeu.
Ouem nio ficou eontente foi 0 barao
von Rhods, quando- soaba toda aquella
trtitautada pelos jornaes. Nao- querendo
perturbar alua de mel de sua antiga meta-
ttej e limitando-se a naoquerer ficar incom-
pietOj dirigii>-se ao yia Fauchere pedindo-
ibe autorisug^o para oasar visto que a sua
exvesposa se bavia feito aquella. eoncessio.
Ttempo perdidol O joiz foi inflexivel e
manteve a sua deeisaou
0 barao nao se deu por vencido ; re-
9erreu. da sentenga ;-. a-Sra. I.ucea que, se-
gundo pareee nio quer que oseu primeiro
marido reoegue 0 oelibato, interveio na
sausa, e esplicou as. razoes que a levaram
a requerer- o divoreio.
Segundo ella, 0 bario passaa uma
da menos de trei pes iofUaaa da ponta do
focinho a* extraoudade da eaaaaa. 0 co-
bate verificou-se na sala priaieipal ao dab,
am uma gaiola de carvalho de qoatorze pea
do comprido por 01 to de ltrgo.
Havia muitas ipostas, aa aommes bAo
eram inferiorea a 25 libras urtarlinai
Os quatorze ratos foram todos mortal;
mas Bico de aco, que tomou mator parfe De
combate, ficou com um olato vasado a
com uma pata lacerada. Apexar disto, nada
perdeu da sua bravura e da sua forg*.
POR CAUSA DE L'MA CEU.Eo fngla-
terra teve lugar uia singular duello entre
doue joveus. Pareee qua A sahida da ma
baiie, depois de uma agradavei cei 1 volaata,
principtirara a questioner sobre quem doe
dous teria 0 privilegio de acompanhar
casa uma seabora cam queoa momenlos eli-
tes tinbar* dangado. Em vao os compa
uheiros tentaram apazifua-los ; das DI-
vras passaram a vias de facto, travando-sa
vmmediaUrwate descomaauoal batolha.
Nioconlentes ainda com o terrWfl fight
910 se tinbanv proporcionado, trataram de
bater-se em -iaeilo formal, que se veriucoa
? pistola, pou :o depois. Nomearam, cada
ora, 0 seu padfinho, e caHocaram-sa da
costas um para o* outro, svguole aa-coo-
diifpes estipuladss antes, avangaram tres
pass-is, voltaram-se edescarregaram as-ar-
mas-, ficando grvemente ferido na gafgan-
ta um1 dos contandores.
GRANDES UE3GRA;AS.Esp^ntosa mt-
seria ae faz sentir, duraute a presents eata-
gio, n-'alguns bairros de P terreas e em escudas teem-sa aocontrado
bomeca e mulheres- morreodo de fomo.
N'-uma agua furtada- da rua do Montdidier,
de uma' familia de sets pessoas, does por
falta de-aiim-nto falieeeram no hospital.
Para reroediar tantas desgracaa a autori-
dade toraou varias disposiooes, e, eotre ou-
trus, a da repartir como hoje sa faz, dax mil
ragoes por dia que brevementa serio aug;
JBMBtadaa ate trinta a cinco mil.
A falta de trabalho nis fabriaaa por causa
da concurrencia qua nos mercadua da Eu-
iropa estio fazendo o* artefact is allamios, e
midade que alllige a- pevo paristeose.
Por toda a parte-os prodoctos da Alle-
manha vao- invadindo os mereados, e 0-
andes annazens d venda a retalho.
-.
*
* *
0 Sr. Thomaz (Maxwel) elevou-se a altu-
ra de um consurnmado artista, para quem a
arte nao tem segredos que uao lhe sejam co-
nhecidos.
0 seu trabalho 4 magistral e iseoto de fal-
tas.
Passamos adiante estendendo-lhe cordiaJ-
mente a m5o.
Ao Sr. Bahia (Goulden) direraos que tra-
balhou, como soe fazer 0 artista de talento
e consciencia.
A seu respeito repetimos 0 que ji temos
dito : e um actor de verdadeiro merito.
Fossem outras as condigdes de vida de
nosso theatro, fosse 0 talento arttstico deYi-
damente apreciado, e 0 Sr. Bahia ji seria
apontado como uma notabilidade.
Os Srs. Camara e Julio, este no cavalhei-
ro de Kaulbach, e aquelle no Waldech ; tra-
balhararo satisfactoriamente-
Ambos lutarim com a comparagio do
trabalho ji feito aqui, por outros artistas,
FOLHETIM.
LUCHECIA SQ&&IA
MEMORIES OE SATANAZ
POR
zi. Uauoel Feruandez y Gonialoa
QliNTA PARTE
LEONOR
II
,M QUE SE EXPLtCA. COMO MICHEL0TT0 CHE-
C0U K PARIS E SE ESEXBELECEU Am COM A
SUA FAMILIA.
[Continuagio do n. 68.)
Caprichos de meu av6 ; come a sua
amante vivia no pavilhao, queria ve-la mys-
ie; iosamente, e para isso mandou construir
a porta secreta e 0 passadigo.
Talvez 0 seu avd fosse ciumento.
Talvez... a mim e que nio succede
0 mesmo, porque nao tenho ^amantes.
Ora essa, entioonde 0 foram buscar.
Isso 6 um mero passatempo e nada
n-.3is.
__ Concordo que nio tenha amantes,
mas lem sua mulher que e um verdadeiro
csne-o, segundo 0 primo diz.
Amo-a tanto que lhe nao posso negar
cousa alguma, e as mulheres abasam sem-
pre que se lhes diz que sim.
Os dous priraos visitaram 0 rosto do pa-
Jacio c sahiram pela rua Vieux-Augustins.
A Jeus, meu querido primo, disse Mi-
chelotto despedindo-se bruscamente de Ar-
aesteville ; pode quando quizer vir fazer-
uos companhia durante as primeiras boras
da noite.
Adeus, primo, ate 4 noite, replicou
o Sr. do Arnesteville.
E apartou-se.
Michelotto voltou, pelo grande Chatelet,
para a hospedaria do rei Artus de Breta-
nha.
N'esse mesmo dia foram habitar 0 p?la-
crime de duplo assassinato.
Este homem. vivia n'uma fazesda sua em
companhia da um filho. e da mil her deste.
lembrara-se um dia de flier doagio
de todos os seus be as- ao- filho, com obriga-
cAo-deste lbe dac uma pensio vitalicia.
Poucos mezes dapois arrependeu-se; H
como um dos meios ^ue se lhe ofibrecia para-
tornar sem. effeito a doagio esa casar s-
aunda vez, foi essa expediente n.a,u dw^r
iU| omouJu ae mais a mais a precuugao
de contrahir nupctas com uma mulher em
astado dagravidez.
Ora, 0 vlver intimo daqueila familia sra
o peor possivel, cbegando Marsault, antes
do sea segundo casamento, a dizer, que
bavia de ma tar o filho, a nor a, e depois en-
forcar-se. Os factos mosteam que o casa-
mento do velboem vez de melhoraro desas-
socego que existia, aggravou-o. A raiva de
Marsault estendia-se ao pai e a mai da sua
uora. Liu dia em que a exacerbac^o che-
gou ao seu auge, 0 velbo pegou n'uma es-
pingarda, e disparou conlra a nora, 0 pai
desta, e um tio da rapariga.
Este escapou ao ferimento que recebeu,
porem os dous primeiros oxpiraram em
fouco tempo. Pareee que a mulher do ve-
bo nio procurava acalmar as coleras do
marido, senao que as incitava.
0 tribunal, dando como provados os
factos criminosos imputados a Marsault,
com a circumstancia aggravante da premedi-
tagio, e nio julgando provadas as attenuan-
tes allegadas pelo advogado do roo, 0 con-
demnou i pena ultima.
0 FILHO DE OFFENBACH.Todo 0
mundo, diz 0 chronista do Figaro, conhece
a gentileza do pequeno Augusto Offenbach,
e 0 seu espirito ji precoco n'aquella idado
de crianga. Sua familia quiz que elle fosse
passar 0 inverno a Cannes, para evitar os
cio da rua Petits-Camps, Michelotto e To-
notta, Giuseppe e Mariefa, com as tres
criangas,
III
DE COMO MICHELOTTO CUROU 0 CANCR0 QUE
DEV0RAVA A FORTUSA DO SR. DE ARNES-
VILLE.
Michelotto acabou de arranjar a sua casa
de um modo verdadeiramente confortavel.
Deu o pavilhio do jardim a Tonetta, por
que eram esses os aposentos mais bellos do
palacio, e accommodou "Giuseppe, Marietta
o as tres criangas n'uma camara contigua &
galeria por onde se passava do palacio para
o pavilhio.
Guardou-se, pordm, de dizer a Tonetta
que o armario, de que fallamos, tinha uma
porta secreta.
Tonetta gostou do armario, pla belleza
dos seus ornatos, e encheu-o de roupa
branca.
Era a primeira vez que aquelle armario
servia para esse effeito.
Michelotto, como homem educado na es-
cola de Cesar Borgia, era dado ao luxo, e
por isso comprazia-se em percorrer a sua
immense casa deserta, babitada n'uma pe-
quena parte, porem cujos aposentos eram
todos magnificos e estavam ricamente mo-
biliados.
E' pena, dizia elle, que eu Dip possa
viver descobertamente ; com cem mil libras
tornezasde renda, podia fazer uma grande
figura em Paris j poi-em, ponhamos d epar-
te a vaidade, e trate-se unicamente de con-
seguir o meu fim.
Michelotto arranjara bem as cousas : o
Sr. de Arnesteville partira para o Beam,
levando, i formosa senhora Leontina, ricas
j oias e estofos preciosos.
A senhora de Arnesteville devia pois,
dar-se pressa em voltar a Paris, para bri-
lhar na cOrte com aquelles prerioso> ador-
uos.
Para isso, porep, eram aece* arios pelo
menns trinta dias.
Michelotto aproveitou esto tempo para
cultivar o jardim.
UHERATBRA.
tlntrMco. pahllc* eaa lajtU.
idao. que aforgara a separar-se delle desde
li870.
t. 0 bario- replteava que tinha vivido era
perfeita harmonia oom ella ate-lBIO, cpoca
em qne oSr. Emilio von Wallafeu, teudo
sido ferido na batalha de Saint Privat, isto
e, a 18; de agosto; daquelle mesmo anno,
tinha sido recebido e tratado na doraicilw
conjugal, emquantn aue elle, von Rhode,,
iguahacnte ferido naquella-batalha, uao lo
via podido ser transportado para sua casa,.
onde o seu corapauheiro. de armas, sem. a
menor delicadeza, tratoa. de namorar a sua
enfermeira.
. A Sra. Paulina Lucca replicava, apre-
sentando uma testemunha, o Sr. Kessler,
que afiirmava que o barao. tinha vivido pu-
blicamento-com uma actriz do theatM) de
Berlim, dando-lhe presentes. custosos, offo-
recendo-ihe especiilmente uma arvore de
Natal no valor de oOithalars, fazendo-a pas-
sear nassuas carruagens ; alem disso que o
bara) era um borraehaoe um jogador.
Depois da questao'de facto, discutio-se
o ponto de direito, o na America as discus-
soes deste geowo sao sempre interessautes.
Sustentou-se, em nome da Sra. Lucca, que
segundo a Ui, quando se obteve uma sen-
tenga de divorcio cjntra um auscnte, nao
ha que anuullar a decisao.
Isto pode parecer esteanho, mas e
verdade, e tanto que o barae von Rhode
o apreudeu i sua custa.
MOCHOS E RATOS.Chegou a Paris
um inglez possuidor de dous mochos so-
berhos, que tem, dizem, a especialidade de
combater e de malar os ratos por maiores e
mais ferozes que sejam. L'm chama-se P6
de ferro, e outro Bico de aco.
Em um club especial que ha era Londres,
combateram contra quatorze ratos da Es-
cossia, dos quaes o mais pequeno tinha na-
POR G. HIPPE:.<..
Prologo.
CAPITULO Ife
INSTRU8CA0 SECWtSaRIA.
]Continuacio;
IV
Nao posso porem, esquivar-aae a
reconbseer a-sua impoteuota para taaeram
o bem que desejam, e, indicando os-admi-
raveis lesultadns obtidos pela iniciattfa par-
ticular e livre associagio dos cidadaos nao
fago mais do que p6r a luz os exeraplos
que nos offetecem as outras nagoes.
A ma-ioa parte das vaotagens apcesenta-
das pelas escolas de Liverpool, se reprodu
zem nos estabelecimeatos do mesmo genero,
fundados em Manchester, Leeds e Loudres.
As diEarengas dos pormenores pouco ua-~
portam. Basta-me ter-lhes indicado O
espirito geral.
Nao achamos na organisagao do easioc*,
secundario, na Escossia, o evternato com*
biaado com o systema tutorial, nem o
predominio clerical, nem a ausencia quasi
total da influencia municipal ; sao pelo
contrario as municipalidadus que sostem a
direcgio dos collegios, e que raauifestam
uma tendencia bem expressa para eliminar
o ensino religioso. A extensio dada is es-
colas parocbiaes tem feito por muito tempo
negligenciar os collegios.
As escolas urbanas, ou burg sckols, col-
legios para uso das classes medias, tem, !aa
alguns annos, tornado grande desenvojvi-
mento, e estio hoje pouco mais ou menos
postas no pe de nossas escolas secur,daria-
especiaes. Ellas admitlem alumnos de am-
bos os sexos. Nenhum ramo de ensino e
obrig -torio : os pais escolbem os cursos que
os filhos devem frequentar, e como cada
curso e pago a parte ,o pai de familia pode
regular a sua despeza de coniormidade con;
os sens meios.
(Conti nua r-se-ha\
A economia domestica fdra confiada a
Giuseppe e Marietta.
Oscriadosque Michelotto tomara ao seu
servigo, consistiam em quatro palafrenoiros
que cuidavam de dous cavallos de sella e
de seis mulas destinadas para puxarem uma
formosa carruagem e uma liteira que fdra
propriedade de um fidalgo arruinado.
Michelotto nio sahia nunca de dia. Ao
escurecer erabugava-se na sua capa, punha
ura chapeo de abas largas, e ia correr aven-
turas.
Ora, como nio ha prazo que se nio
cumpra, nem divide que se nio pague,
aconteceu que uma tarde, ao escurecer,
trinta e cinco dias completos depois da^par-
tida do Sr. de Arnesteville para o Beam,
soou apressadamente e pela vez primeira a
campainha que Michelotto pozera no pateo.
Michelotto pegou n'uma lampada desceu
ao jardim, entrou pelo vestibulo, atravessou
uma arcaria e o pateo, e abrio a porta.
Em frente d'esta estava ama pesada car-
ruagem puxada por doze mulas, i qual ser
viam de escolta doze cavalleiros com cou-
rages e langas. -
Um criado abrio a portinhola, da car-
ruagem, e logo appareceu uma dama for-
mosissima, magestosa, alta, de formas cor-
rectas, branca como o alabastro, de olhos
negros e de olhar altivo : uma especie de
Cleopatra.
Vinha envolia n'um grande manto de
panno preto, agaloado de ouro, e cobriara-
lhe os formosos cabellos louros, um chape-
linho preto i veneziana.
Michelotto, como perfeito cavalheiro que
era, apressou-se em offerecer-lhe o brago
1 para ella doscer da carruagem, e estreme-
'ceu, mio grado seu, ao apreciar pelo tacto
1 a morbidez admiravel do brago que se
apoiava no seu.
Ap6s a senhora de Arnesteville, porque
era ella, appareceu o pequeno Sr. de Ar-
nesteville, a quem sua mulher podia levar
porfeitamente debaixo d) brago como um
caozinho.
Entrarm, e Michelotto fechou a porta
deixando da parte de f6ra a carruagem e a
escolta.
Tardamos alguma cousa, disse o Sr.
de Arnesteville ; mas pogo-lhe que consi-
dere o gravissimo estado em que se acha
minha mulher. Quando uma senhora
adoece de um til modo, sio necessarias mui-
tas consideragoes ; eu estava verdadeiramen
te contrariado, por nio ter tido um herdei-
ro do meu nome, e agora que a Providen-
cia m'o depara, parece-me pouco todo o
cuidado.
Faz muito bem, Sr. de Arnesteville,
replicou Michelotto, sua formosissima mu-
lher merece toda a classe de consideragoes
N'aquelle momento subiam as escadas.
Obrigada, senhor, disse a senhora de
Arnesteville com modo secco.
Michelotto notara que ella estava deraa-
siadamente volumosa.
Dar-se-ha caso, que os ares nataes
d'esta mulher, dessem um herdeiro ao 8r.
de Arnesteville ? murmurou elle comsigo
mesmo. Isso seria uma diabrura e uma
complicagio.
E continuou caminhando pcra a camara
principal.
0 marido ia atrez, admirando o ar ma-
gestoso de sua mulher, que em corpolencia
rivalisava com Michelotto.
Teve uma viagem feliz, minha se-
nhora ? perguntou este.
Um pouco fatigante pelo avangado
estado em que me encontro ; porem Arnes-
teville e eu fizemos um sacrificio para que
o nosso filho nasga em Paris. Que quer T
Caprichos desculpaveis. Paris vale o mes-
mo que a Franga ; pareee que o parisiense
e mais franco/ do que outro qualquer nas-
cido n'umi pro incia. Somos medlana-
mente ricos e podemos fazer face is desBe-
zas proprias d'estas occasioes. E' muito
prov.vel que o rei seji padrinho do nosso
filho.
A senhora de Arnesteville pronuuciou
estas palavras cora uma tal naturalidade,
que Michelotto sentto gelar-se-lhe o sangue
nas veias
Seu marido disse-lhe que eu era seu
primo ? proseguio elle, contendo os impetos
de colera que o assaltavam.
Sim, replicou Leontina, sentando-se
n'um canape da grande camara onde ha viam
chegado, disse que era seu primo em se-
gundo grio, Pedro de Boncamp, que veio
gastar a Paris o seu rendimentO: Faz muito
bem ; quern tem dinheiro nio o deve gas-
tar n'outra parte.
E seu marido nao lhe dissa nada
mais ?
Sim, disse-me que para lhe ser agra-
davei lhe havia yendido este palacio e que
viriamos habitar para elle emquanto nio ar-
ranjassemos casa, porque come Arnesteville
esti sozinho em Paris ha mais de oito me-
zes, vivia muito modicamentc.
Pois nao disse nada mais a sua esposa,
meu querido primo ? perguntou Michelotto
ao Sr. do Arnesteville, que se sentara na
outra extremidade do canape'.
Certamente que sim ; disse-lhe quem
o senhor e', o que vale, e que foi para n6s
uma felicidade que se resolvesse a abando-
nar o seu solar para viver na nossa compa-
nhia.
Realmente, accrescentou Leontina,
meu marido fez-lhe as mais lisongeit'as au-
sencias.
Eu, pore"m, nao^os esperava hoje, nio
me avisaram, e vivo com muito poucos
criados. Meu querido primo, faga me o
favor de sahir por aquella' porta de frente e
quando chegar i galeria que di sobre o
jardim, chame por Giuseppe edigalhe em
italiano que venha aqui com sua mulher,
e que a vise a minha para que venha tain
bem.
0 Sr. de Arnesteville levantou se docil -
mente esahio.
Ah iiiinlu senbora exclamou Mi-
chelotto, eu nao sahia que tinha uma prime
tao adoravel.
9to o podia sapper, conhecendo seu
primo, nio & verdade ?
Que quer 1 exigencies de familia, ty-
rannia dos pais sobre os filhos, o que toda-
via nao quer dizer que eu nao estime muito
meu marido.
Oh 1 e que oSr.de Arnesteville e de-
veras estimavel. 0 estado em que a se-
nhora se encontra, revella claramente que
meu primo e coinplotamente feliz, e que ha
da sua parte mais do que estimagio por
elle,
E' meu marido, primo, disse a senho-
ra de Arnestevile com a maior naturali-
dade.
Ou ella e um tratante, ou ella ama
espertalhona, murmurou rorasigo -aesmo
Michelotto. -
E, para alcangar uma prova, pegou de
um modo significative na formosissima mio,
ainda que am pouco grande, da senbora de
Arnesteville.
Ah I exclamou esta retirando viva-
mente a mio, nao me faga crer qoe meu
marido mentio quando me fallou no pri-
mo.
Minha senhora, proseguio impertur-
bavel Michelotto, a sua formosura, attrahe,
fascina, faz perder a razio.
Que cousas esti dizendo, primo '
balbuciou a senhora de Arnesteville baixau-
do os oltios e coranio.
Silencio, disse Michelotto, sinto os
passosde meu primo ; fallemos em qual-
quer cousa. A minha tongio e permanacer
em Paris effectivamente, gozar at prazeres
da corte, e merecer a sua amizade, minha
prima.
Oh I Paris e um paraizo I exclaaaou
a senhora de Arnesteville.
Um vordadeiro paraizo, accrescentou
o Sr. de Arnesteville que acabava da ta-
trar. Leontina, a senhora de Boncamp
aproxima-se ; 6 uma dama formosissima, a
e realmente pena que nao falle o francez.
Ei-la ahi.
Tonetta avangou com um tal ou {Oal
embarago.

i HlJt I
(,Con(inuor-e-/io.)
n-p. no diap.io. -Ri*\ WQ'"E r>E caxi*s


y. t.
*
V

-
N_
J
a


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