Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16964


This item is only available as the following downloads:


Full Text
-r
- m
> T
ANNO L. KUIERO 9
tv
' WAll A A C APITAIi B LI1G4RES 0*K N fatt r A A
or tre* Bern aaiatJasios...............
*?**-*Miani4eau........\ ...... .
* MMTO Vttlte................
< Sr*. Ger*r4o Aatouio Ahead! Filhoe, uo Para; Goo$alfe* A Pinto, no Marauhau ; Joaquim Jose de Oliveira d Fieao, bo i
farcin d'llmeid*, em M*jn*uttap ; Carlos Auxoucio Monteiro da Franca, na Paraayb* ; Antonio Jaaa- Gome*, i
Aulouio Kerreira da A^mar, em Gojanna; Joao Aateaio Maclueev e Pilar <
W\f i DUi 111? PI? L> *I \ if UTT i \ \ do estrtogeiro dev*o eoaular dos nitrates que
IsiAftlU Ua rDCl.l iianuw esbreelle dirigem e* jor**** eowervadore*.
QUOTA FEIRA 2B: BE Mlfl* DE 1874
.
tor tm iH adiantade*
rAaV* ** B
datoe idem .a>, ,..-....
H*>dot* ditoa idem ....... ^ .?..-.
fir hum id*tn. .....,.-....-...
WVAMBUCO
PROPRIEDADE OE MANOEL PMUEIROA DE FJfcJUA A RLHOS.
do Leai Kraft, bo Araeat* ; Joao Mna iaiio Chare*, no Aaad; Aatonio Mtrqoea da Silva, no
da Patina; aWarnuno do> JMW Bukao, em SanteAnM* ; Domingo* Joe* da Coat* Mraja, ea SattretJkt
; Aivet A ., na Bahia; e Lane, Cerqoinho A no Rio de Janeiro.
, Jo**
RECIFE. DE MARCO M 187i.
Xotieia* d Baropa.
Cbegaram na urea e tfuarUfeira os vapores
Iroocet Vitte ie Rto de Janeiro e iuglez Boyne,
irazando datts de Lisboa ale 13 do eorrente, 7 dias
mats mode rnos que at trazidas pal o Oteron. Eis
0 qua colhemos de jornaes a cams :
FRANC*.
Uma eorresponleucia dirigida de Pans ao Times,
xuimaciava ha algous dial, qua o gavern i allemao
liotu raoovado juot < ao da Franca as sua* repre-
-.ssataeSas relalivas as pastoraes Jus bispos franca-
if*, pediudo raedidas de repreesito.
A carrespondeueia ajuntava que o gabiuote de
Versailles havia deoidid-j eaviar esta 1'ie-i.i > aos
ttmuoaes.
Una noU da CorrespmUncia Hion MCtara
la ooticia daslituida da (uadaiaaolo.
0 Times, vullaudo Je^uis au assum^in, publicoa
um loaga artijju tomaada o parlidi do goveroo
4) marrabal Wkc-Miii'in, e allirmand > |ue a Prus-
sia ja recebea aiijfa$ao sofflcieote.
A j*;u*4aj ua asieuiblea nacioua!, reltliva-
luaote a prip'wta do St. Poyar-Qaerliar relativa-
uaala ao rasubela^nnento do txercici) para a*
iibricau de redoacao de as. imnMi'a 0 autor da propo^ta de;nouitrou que a
eoavsocao da l&tt ealra a Frao^a, a (aglalerra.
a Belgica e a Hollanda era prejudicial a Franca
que a eumpria, e favoravel a Balgica que a vio
ava coasUolainenla ; e padiiid- a iairo-Juccao do
exarcicto desde o de abnl deile aono.
Tamaram parta uo debate os uiinistros do com*
luarcio, o Sr. Deseiliigoy, a dos aegocios estran-
oairos, o Sr. duque de uecazes e o miaisiro das
nnancas, o Sr. Magae.
0 Sr. duque de Uacazes duse qua pala con
veacto de 1H61 *e ua> podaio fazer aiodilicac5es
ao* art.gos dassa conveacio, sem accord.) o una-
nime das quatro potencias contratantes; e leu
um despacho do enibaixador de inglaterra dizen-
d) que o goveroo inglea esta disposto a tomar em
?onslderacao qualquer preposta no seulido de al-
tarar duposigoes da convencao de 1864, aeon-
s^oando porem a que a convencao deva se.- escru-
pu'ojarasnie executada pelos contrataut-w, ale cjue
tauha sido eniendada, e ajuatou o minisiro dos
nagocios esirangairo* que a assembled pode volar
am principio, reslabelaciraenlo deste exercicio,
ma* que nao pode irdenar a sua applica^ao im-
raediau sem violar a convencao, e promeite que
>>s vio entabolar negoeiac5as neste sentido.
Sabre a aiiiilnari do Sr. Poyer-Quarlier, o mi-
uwtro aas Cnancas proonlte que o governo vai des-
da ja eniabolar as negtciacdes necessariis para
aonullar ou substiluir a convencao ; em vista des-
tas declaracSei o Sr. Poyer-Quertier, eonsiderand,
a aaestao como adoptada em ariucipio, raoditica a
ua proposta quanto ao prazo que eslabelece do
! da julho de 1873.
Esla emenda assim modiflcada, conjtitamdo por
is*o mMmo uma proposta nova, nao podia senao
er tomada em consideracao, para ser posterior-
menta diacuuda
Uo membro da esquerda tomandu como sua
aoroposu primitiva para a applicagao immediala
>lJexercicio as fabricas de retlnario, teve esta
proposta de ser sujeita a votaclo e foi rejeitada
por grande maioria.
0 estado de miseria em que se acha a pa-
pulacio operaria de Pans 6 tao grande que amea-
ra suscitar serios umbaragos ao goveroo.
" Um projecto do proprielano da Presse de dar
ao inarechal Mac-Mahon um grande baile .pubh-
(0 para animar o comuiercio dedetafte, foi aban-
donado pela diflBculdade de organisar esla festa
seal the dar um caracler politico. Trata-se ago-
ra de uma tenlaliva da marechala Mac-Mahon,
l>ara lancar com o concurso Je todos os jornaes,
una subjcripclo destina-li a orgaaisar fornos eco
uoniicos, laes como fuuecionarara sob o impeno
e no tempo do sitio.
Admitliudo mesino quo o projecto va por dian
te nao sera mais que um palliativo ; a constiluicao
da um poder defluitivo, respoitado, expressao ver-
dadeira da vontade popula-, e vivendo em harmo-
uia com o paiz, teria offeitos mais elllcazes e mais
daradouros. Este remedio porem cada vez ?e pen-
0 governo depois de ter tentado mutilar o sul
fragio universal, que apezar disso reiiste bom a
todos os golpes que Ihe querem dar, pretende
eora privar da represenlacao as colonias france-
rli i e o goveruo tem raiao visto que as colonias
teem a ousadia de eleger unicamente republica-
nes; a que 6 um abuso o que e necessano por ter-
Os delegados dos comit6s republicanos de
Vauclusa, escolherara deGniiivamente o Sr. Ledru-
Kullin para um candidalo, candilatura que cau-
sou profunJa sensacao ante os politicos do todas
a cores ; e ainda mais quando viram seu nome
whir victorioso da urna.
0 modo com > o governo applies a lei dos
maires p5e em confusao todas as admiuisiracoes
municipaes. As das grandes cidades estao com-
platamente desorganisadas, quer peias demissoes
ilemiss3es que o governo tem dado, e pela recu9a
dos successores em aceilarem as noraeacSes.
Na depart mento da Saboia, por exemplo, sobre
7 maires 110 foram ja gubstiluidos, dos quaes
44 por simples tleitores que nao pertenciam aos
.-onselhos monicipaes, o que 6 mesmo contra a
lei (etta pelo governo ; o que tain causado grande
d*QO.entamento entre as populates.
A imprenja franceza, a Talta de assumptos,
cantiniia a oecupar-se da questao da admisiao
na aeaderaia franceza de Mr. Emile Olivier. 0
ex-ministre do imperador, preparava para, o seu
discurso de recepcio na academia o elogio do im-
narador Napoleao III, do plebiscito, e das nego-
oiaci5es que terminaraii pela guerra fraoco-prus-
3iana fTuma renniao da commissao Mr. buixot
ooooz-ie rivamente a esta apreciacao politica no
diicurso academico ; e Mr. Olivier defendeu o
au trabalho a todo a transe, levantando-se a sessao,
depois da maior confusao produzida por palavras
pouco academicas trocadas de parte a parte
' Na sessao segnfnte concordaram os acaderoicos
a ,iue o secretario da academia procurasse Mr.
Oliviw e Ihe communicasse qua a academia na-
via decidido que Mr. Eraile Olivier antes da sessao
aj!eran<> havia de snbmetter o seu diseurso a ap-
nrwacio da assemblea ; e ao meamotampo com-
maaicar-lhe que a acadamia sentia profundamente
a iacidente desacradavel qoe tinha havido emre
a Sr. Gohoi eBmile Olivier.
0 ex minisiro do imperador reensoa se a qual-
quer rran'sceJo e esereveu uma earu a aevle-
mia, partk-ipiaJ qne nii queria sab ueiiT o >u
diseurso a sua apreciajio, e qua lambai.i n.-i
concorrem 4s tessSis para se nso ujeitar a
novas repri'hensSes.
A academia, am vista desto procedimento. resoi-
veu por 10 volos contra 6 quo a recepcao do novo
academico Sr. Emile Olivier fosse indeflnidainetite
adiada.
Urns depntacao representando a colonia fran-
ceza am New York, foi receWda pelo Sr. Tbier*,
f, aatregou-lhe um magni8eo album 0 Sr.
Thiers no seu diseurso deagradecimento afflxmou a
aua fa no faturo do seu pait sob o onico governo
(>p4vel em Franca | a repnbltca. Alnda que as
SoiO*3 presentes fossem em pequeno numero, o
jo Thiera, a ceremonia foi das mais commove-
Tloras ; as homenagens qae o Sr. Thjers reoebg
INOL\TCTfli
A subida ao poder do pariiJo eaaarvdor vai
ter uma influeucia muvel na politic* da Gran-
Hreunha; e espeeialmanta sobra a politica eu-
ropea. A indifWanea system itiea do parti Jo li-
beral por todoa os acontac.meutoS politicos d Eu-
ropa, qua nao iam farir os interesso* direcios
da Gran-Bretanha, tdve dasastrosas eonsequeB-
eias ; ja hoje r<>coiihacidas masmo em Inglaterra.
Umartigodo Times mistraqua un dos effai-
toa do abandon > da Franca em 1870, fora a parda
total da mduancia das p>ieaeias occidantaes em
Constautinopla a oo Orieute.
H >je ja a faglatarra sa mastra vivamenie pra-
nccupad i coin os plauos politicos qua *e combi-
nain em Vienna, Turim, Bariim e S. Pelersbargo.
As viagens d^j Imperador Francisco J096, si)
theraa favoritx, para novas divagates politicas.
0 tr.it.ido d- |H5o lm s.ffndo diversos ata-
quas fonnaes, as suas principals condicoes tarn
sido vioiadas. a boja lalvez que os tres polen-
tados da Europa combinera entre si a revogacao
comolaia d'aijuolle tratado, em serem ouvidos
os interesses da Franca e da Inglaterra.
Taes sin os remltados da politic* da nao in-
teroenciui, e dos interesses mat-jriaes d) minite-
rio Gladstone.
Hoje nao deixara o jtovern > inglez de procurar
pretextos, para intarvir direeumanle nas ques-
toes de politica europea, e assegurar de novo a
pusicio que oulr'or. eonquisiara, da primaira
potencia.
0 duque de Abercom foi nomeado lord-lien-
tewMl da Irlanda; o coronol Taylor chanceller do
ducado de Lnn.:a*ira, Vlr. Hmvk-w, iubsaeralari
das colonias ; e lord Hamilton subsecretario das
Indias
Pelos tolegrammas agota rocebidos se co-
nbece que as maravilhosas noticias qua da_ Costa
do Ooro se succediam quasi sem intorrupcio, an-
nunciando a entralada9 tropas ingleaas na capi-
tal Coomassie, em 31 de Janeiro, o eapiiveiro do rei
dos Asbantees a a assignatura da paz, nao eram
mais do que noticias calculadas para produzirem
um enVit > mil e neca.-sario para o bom exito das
eleicoes.
A tomada da Coomassie so uo dia i de favereiro
se realisou, depois de cinco dias de sanguinolentos
combates as portas da capital, e que custarain aos
inglee> perlas consideraveis; deixando no terre-
oo trez*nt par despachos olD.-iaes do commandanie am chafe
da expedicao o general Walseley, recebidos pelo
gabinete francez.
0 general Walseley accreseenU que o rei esta
em fuga, maslque elle havia promettido voltar,
para aisignar a paz.
A sauda das tropas era boa.
As noticias da ultima data confiru am o que
acinn dizemos sobre a Costa doOuro. Os telegram-
mas recabidos em Londres dizem que o rei dos As-
hantees assignara o tratado de paz, e ja pagara a
primaira prestacao da contribuicao da guerra ; e
que as tropas inglezas ja haviara coraacado a em-
barcar.
A eontribuicao da guerra exigida pelos inglezes
e de duzentas mil libras sterlinas.
A ultima mala ingleza do Indo-Chioa trouxe
algumas noticias interessanlcs desses paizes :
No alchipelago de Soulou, comooslo de perto
de ISO ilhas e ilholas ao noroesle ue Borneu, tem
se dado nesles ulliinos tempos alguns eonfliclos
que nao deixam de ter analogias com 03 de At-
chin.
0< hespanhoes, senhores das Philippinas reela-
mam a propriedade do archipelago de Soulou,
desde muitos annos, sem nunca terem poiido alii
eslabelecer o seu dominio.
A popula ^o destas ilhas, de raQa malaia, entre-
ga-se, como os atchinezes a pirataria. Hollande-
zes e hespanhoe3 teem tentado, mas debalde, anne-
xarem esle archipelago aos seus domiaios.
Ha algun3 mezes, alguns navios de guerra hej-
panhoes, capturaram dous navios mereantes, que
tinham arvorado pavilhao a'.lemao, accusando-os
de terem fornecido municoes de guerra aos indi-
geuas de Soulou, revoltados contra a soberania da
Hespanba.
As autoridades de Manilha que linham nessa
occasiao declarado esses navios bea presa, entre-
garam-nos depiis 90b a intervencao de uma cor-
vela ingleza. Depois o negocio tem sido tratado
diplomaticamente enlre os gabinetes de Berlim e de
Madrid.
Consta agora que o goveruo da- Pliilippin3
poi o archipelago das Ilhas Soulou em estado de
bloquein.
As ultimas noticias de Londres dizem que o
Sr. Gladstone resolvera retirar-se por algum tem-
po da vida politica ; o marquez de Hartington e o
chefe provisorio do parlido liberal.
Afflanca um correspjndente de DO jornal
iuglez, que o governo britanico tera de sustentar
all setembro mais de 800 mil pessoas em tres di>-
irictos da India Ingleza que teem fome. Algu-
mas inforoiacSes dizem porem que ha mats de
um railhao de habitantes com fome.
ALLBMANHA.
0 parlamento allemao ja terminou em prjmeira
leitura o exame do projecto de lei sobre a organi
sacao militar. Foram ouvidos nest a diseussao pre
paratoria os orgaos mais aulorisados dos diversos
parados da camara.
0 ministro da guerra, general Von-Karaeke. deu
a cjohecer as intengoes do governo; um depu-
tado progressists, o Sr. Richtar, defendeu com
muilo talenlo a thcs8 de um exercito cidadao, eoo-
nomico, puramente defensivo ; e grande estrategi-
co, o general conde de Smoltke, sustentou com to-
da a autoridade da sua grande experiencia, e das
suas victorias, o projecto de lei, do qual pelo me-
nos e pai pulativo. A dbcussao geral foi encerra-
da depois da camara ter enviado o project" de lei
a uma commissao para esta o examinar.
A lei militar nao canstitue, porem, um conjuncto
de disposie5es novas Em turnma nio faz mais do
que resumir e coditicar as leis e os decretos ja em
vigor. Nota se, comtudo, no projecto actual uma
teodencia muilo clara do governo imperial em sub-
trahir tanto quanto c possivel a administracio do3
negocios militares da flscalisavao do poder legisla
tio
Quanto ao voto annual do orcamento, o governo
parece disposto a fazer concessoes ao parlamento,
comtanto que este voto nao va tocar, nem na forca
nnmerlca, nem na organisacio do exercito alle-
mao. .
A Oorrespouiencia Franco-Itaiiana noticia que
os prelados alleraaes receberara eonselhos e ins-
truci^es do Vaticano no sentido de "ntrarem em
um aceordo e conciliacao com o governo allemao,
a nao eontinnarem na fnerra aciotosa contra as
lei-, 0 cita.Io j.irnal ohe/i uMsni) ;. dtWr que a
sauia se es'a Jwu>fi a P -c-uir own a cOrte dc
Berlin.
A serem verdadelras as noticias da Cormpzn-
dencia Franco-Ualiana, nao deixara o governo
allemao de pactuar, pois esta desoontente com o
caminho que as cousas tem tornado, e muito de-
3ejaria ver os blipos reconhecer as leis confessio-
naes, ainda que para o consagulr tivesse de fazei
algum saerificio.
A irapreosa allemi continua a atacar a carta
pastoral collectiva dos bispos allemies, que sob
fdrmaa adocicadas e recheadas de citac599 biblicas,
n$o 6 aada menos que uma dectarapao de guerra
contra a ardem legal das cousas estabelecidas i
Prutsia.
A Correspondence Provincial pnblica am
go qua parece exonerar, por menos et* p.rle. oa
ehefes da igreja atlema da responsabiKdaide desta
rebelliau, e fate-la recahir diraetameaCe sobre a
Vaticano e iesuitaa que inwi'arain a ialaAibtlidad*'
do papa. O jornal ministerial defen l o> governo
da argmcao de qnerer violeoiar aa coo*ciencis
dos catholicos, e aifianca jue o seu unie preposi-
to e aaivaguardar os dir.-ius do poder civil.
Dipou do uliimttum clerical, a resposta dos or-
gaos do governo, o oaflicto na-> pole terminar,
senao, ou recoado o estado, ou pelo raartyrro, fe-
lizmente pouco singrento, dos cnefes do den ro-
mano. Resta rer qoem eedera primeiro.
Ate aqui o Estado ul> pirece a isso dispoaro,
os meios nao the faltam para fazer respaitar a
cumprir as suas ordens.
Foi apraseutado ao parlamooto da Allemanh.t
o novo projecto de lei sobre a iuvreo>a. Kste
projecto e una sagunda edicao, mais augmentada a
em parta emandada do antigo projecto de lei, qne
enconirou uma op^osicao ger^l, a da. quo os seas
aatores declinaram a respmsabilidade.
A Gazela de Colonit 6 da opiniao que a nova lei
proposta, apezar de to!os os eus defeitos a um
progresso sobre a lei da 12 da m-iio delSoI.e
que o reiehstag fazia am bora servico aoeitaado-a
agora para mai' tarle a emand.tr. E*pra-seain
da que o coaseiho federal se prestara aeertu too-
dili'Mcoas cuja naeessidade 6 reconhecida, princi-
palmente no qua dr. respeito a sapprassao dos jor-
naes pela poltcia, Quanto a jurisdii^ao o forma
do processo.a maioria parece disposla a nao iusis-
tir agora, para que estes delietos sejam da a'cada
do jury, part nao prejuiicar a questio antes da
publicagao domovo c-Jdigo di processo criminal,
cuja apreentacao se espera em breve.
As demoastracdas aote-uiiramoutanas que ti-
veram lugar em Inglaterra, acharam echo em \l
lemauha, e provocaram alii Inmeroaaa testemu-.
n tas d'sympathia e de gratidao pela velha logla-
ierra, que tambeO se recorda da luia secular que
suiteniou contra o papisano. 0 imperador Gui-
Iherme 9entio a necessida le de escrever a lord
John Russell, presidente honorario do meeting de
James Hill, uma earla de agradeciuieuto pelas re
solucdes symoathicas a Allemaaha, que foram vo
tadas nesta renniao.
0 velho imperador declara que de modo algum
teve a iutencao da atacar os direitos da igreja ea
tholiea, mas que Julgava do seu dever porse a
frente do sau povo p;tra resistir a esse poder fatal,
cujo triumplio aniquilaria os beneHcios das refor-
mas, a liberdade de consciaaeia e a autoridade do
Estado.
A questao alsaciana continua a desenvolver-
se no seio do parlamento allemao.
Os deputados do reichstag, Sis. Boeds, Guerbar,
Winterer e Philippi, apoiad-s pelos membros ul-
tramontanos do centra, depozeram uma proposta
pela qual pedem que o art. 10 da lei sobie a'Off a-
nisacai administrativa de Alsacia-Lirena seja re-
formado.
Esta artigo confare, n > caso de perigo para a
seguraoca publics, ao prasideute superior os po-
deres de que ucam investidas as autoridades mi-
litares em estado de sitio. Se a proposta e admit-
tida a diseussao podem se esperar debates muito
aniraados.
O^r. Teutsch e ontros membros da depnta-.^o,
cujo procedimento ni) foi approvado pelo bispo
de Strasbourg, deixaram Berlim. De volta ao seu
paiz protestam e fazem protestar os eleitores con-
tra a attitude tomada pelos seus collegas qua con-
tinuam a occupar os seus lugares no reichstag, e
a parlicipar das suas deliberayo;s.
0 bispo de Metz, menos ultramontano que o Sr.
Raess, tambem deixou Berlim.
Os jornaes de Berlim confirmam que o im
perador Guilhorme, que eonta perto de 7S annos
de idade, se acha completaiueuta rastabeleeido da
longa doenca que o atacara, e que o nia deixara
sahir dos sens quartos por mais da quatro mezes,
e que ate cert) ponto tinha causado serias inquie-
tacoes.
Tornou novamen'e as sttas oceupacoes e pas-
seios ordiuarios e reeuperou a sua robustez. e
bora humor dos outros tempos.
0 principe real da Dinamarca, na sua volta
de S. Petersburgo, foi em Berlim objecto de alten-
coes cordiaes. 0 imperador, para honrar o seu
hospede, assislio pela pnmeira vez, depois do sua
convalescents ao jantar da cdrte para que o prin-
cipe fora convidado.
A Correspandencia Provincial diz que a visita
do herdeiro da coroa da Dinamarca e urn novo
teslemunho das relagoas amigareis que existem
entre os dous governos.
Na camara dos deputados da Prussia, o pro
jecto de lei instituindo o casamonto civil, foi vola-
do com as emandas introduzidas pela camara dos
senhores.
As camaras prussianas depois desta votacao fo-
ram adiadas ate o dia 13 de abril.
0 parlamento allemao neste intervallo, tera
cumprido a sua missao, e a sessso sera encerrada
no outano proximo.
A camara prussiana na sua ultima sessao, re-
considerou sobra o voto negativo da vesperarela-
tivo a proposla assignada por muitos deputados, e
que, sob a forma de uma resolucao, convilava o
governo a apresentar o mais depressa possivel a
dieia um projecto de lei completando a lei sobre o
casamento civil, e destmado a regular as questoes
de direito matrimoni >l.
0 minisiro da justica tinha feito valer que uma
tal lei forniaria todo o capilulo do codigo civil, re-
lativo ao casamento, e seria mais bem olloeado
nonoTo codigo civil para oimpario allemio, cuja
redaccao oeeupa ha muito tempo uma commissao
especial.
Apezar destas observacojs, a propjsta sendo
posta a votapio, foi approvada pela camara ; esta
approvacao nao tem oulra signiucacao que a ex-
pressao de um desejo da camara de ver a unifica*
cio do direilo civil, regulad t n'am curio prazo.
ITALIA. I
0 bispo de Amiens que aetualmente se acha em
Bom a, depositou nas maos de sua 3antidade a
somma de 600,000 francos para o dinheiro de S.
Pedro.
AUSTUO-HU.NGRIA.
A atmosphera politica da Austria parece cobrir-
se de nuvens. Muitos jornaes liberaes favoraveis
ao ministerio, faram recolhidos, em conseqaeacia
das suas apreciacoss relativas a vitgem do impo
rador d' Austria a Russia. Outros partilharain a
mesma sorte por terem erilicado vivaraente, mas
nao sem raxm o voto do reichstag em favor da
conservacao do sello nos jornaes.
Causam admiracao ostes rinores da parte da um
ministerio, cuja subida ao poder havia' sido acom-
panhada de um prograrama francamente liberal, e
ha qaem nelles veja os primeiros symptomas do
comeco de reaccao.
- Os negoci.ispuhliftw na Hingriaembrulham-
ga caua vez imis.
0 governo magyar acaba de wear n'u.na insli
tuiclo respeitatel que eroou a prosperidade da
Transylvania: a umversidade saxonica.
Os allemies que coluoisaram ns districlos tran-
sylvanos, e crearam ceutros induslriaes e agrieo-
las florescentes neste paiz, gozavam, era virtude de
decretos Imperiaes, da eertas immuaidades ae aa-
tonomia que o ministro do interior de Peih aoaba
de Ihes tirar.
D'aqui para c futuro estes districlos seriam as-
semelhados aos burgos magyares. Esta procedi -
mento aue ate mesmo o orgio deakislao Lloyd de
Pesth nao 30 nso justifies, mas ate mesmo qualifies I
e8a os aasonl > tranyf*aai>s ameacados ooo s-cj*
Haresses miis charos *e juatassem a oppxifit.
* mi'iisleno laru bem faprmm Ja Usiimar iia-
la injustiii ravel 9 coOfiata iianta raacciouariaj
afle (omm rjlativamaata a parte mais iMe-
ta a tambem a mais uril dm po^nlacoas de
Ansylv\nia.
- A camara approvoa-os tratados da comoer-
".-> ii a Saaeia, P .rtog-ai a Rutsia.
- Duranto a sessao os miaistro* deelararam
todo o gabinete daria a sua demissao logo o/ie
Mrressasse o imperadfcr ret; espera-se poie a
aK>a.^l) detta facto son toda a brevidade, pots
TtiitHrador Francisco J>ne cnegou a Vienna, n >
t 17 da favereiro.
- Diz a Vtrreipondemt i de Nuremberg qua a
m a Russia sera seguida de. oulra viagem a
a, para pagar ao rei Victor "Manoel a visita
ete fez a Vlannt.
su.;ci< k .s')i: 'ai\.
0 govern*) sneco ten ii proposto a i rig'd tg, um
aiigmento de honir.irios- aos fiiac:innarios pttbli-
cos, as duas eamtras dtridiramse nasta qaestio,
e para a resolver foi praciso nome >r uma eommis
sao mix la.
Para gtnhar a oppoaicao da S' camara, a pri-
ms.ri noa-entia em roduzir a 10 os 30 por ceolo
pedi los, com tanto qua- o augmento apnveitasse
ainda aos interassado. no correnle aono Ase-
gunla ca nara repellia. sta traosaccA't, salvo para
os eiiipregados dos copraios, alfandega e telegra-
ph).
Os sons delagado? off-srecera a se a recommtn-
dar am augmento de 30 por cento, mas part os
pequenos orJenados ioferioret a quatro mil co-
nn. Conordaram finalmoate em um augnonto
de JO p>r cento, ma^ par* os arlenados iofirio-
r->s a cinco rail corGa-s, e anicamenta appticaval
em 187."5.
A opposi.vt) declnpou qia de boa vontaile faria
maioras c-WCsi-'Mdej se
o goveroo se quinsse obri-
gar a raduzir o n-vnaro dos empragos poJUieos.
MN\M\RCA.
0 govern) dinamarquez appresentou: tambem
to felkathmg de Cnpsnhague am project) de lei
p.tdfnd) que amaeleva^io de nrleaados fosse con-
cedida aos erapregados publieos, no anno econo-
micode 187i1875.
Devia resmur d'aqui um. despeza de mais de
IO0J escuios ; e- o gabineto deixava entrever um
augmento ulterior.
0 ralatario referia-se a uma memoria da repar-
ticao de estatitica, demonstrando que- desde 1870
o valor dos raetaes praciosos tinha duumuido na
Dinamarca jecto* do primnira necessidade tinha. augmentado
da onlro tant >.
A camara rejettou porem o projoeto em ques-
tao por uma raaiora de uas dez vutos ; nao, em
consaquaneia dos fact os euuuciados, mas por coo-
sideraco-.'.s p-ililicas
Como se sabe a camara quer darrabar o rai-
nislario, mesmo c-intra a vontaiV do rei, e apezar
da camara alls Ihe ser favorsvt-k A ultima elei-
yao deixou as cousas na raesam situacao.
Oi chef.w da opposigao dfviararam que nao
conslderam eroditos alguns seaioa mtnistros que
possuirem a sua coniaa?a.
* naacia.
A raeonstitui^o do .zabinete bell -nieo, sob a
presileneia do Sr. Bulajaris, nao conseguio
abrandar as rivalidades dos ehefes dos partidos.
Logo na primaira ses3ao o Sr. Lomb.trJos, ex-mi-
nistro, pedio a accusacac do Sr. Delig-rgis. Esl)
rancor posthumo provoe-ou uma contra proposla
apreseulaJa pelos amigos da anliga silaacao, pe-
din lo a camara que renuneie a accusacao do ga-
binete cahido ; mas qoe de ordam para se fazsr
um inpierito sobra os actos adrainisirativos do
actual gabinete para fazer juslica das cal imnias
e olios polilicos, diante do quaes o gabinele eo-
tendeu dever reouaciar a sua missao.
RUSSIA.
0 imperador da Russia prevent* o rovojoo al-
lemao que na aua passagem para Inglaterra^ onde
vai visitar a raiaha Viet>rit e o dujue de- Blira
burgo, se damiraria alguos dias era Berlun. A
viagem so se rejalisara era abril proximo, e fa em
se preparatives na capital prussiana para rece-ber
coudignamente o imperador de lodas as Russsias.
ROtHfAIOA.
A presenca em Bucharest do priucipe Frede-
rico de II iliwiltltii. irmao do priucipe reinaaie
da Roumania, conliniia a ser o objecto de com-
mentarios e da supposicSe? da parte- da impr.msa
austriaca.
Parsisle se em ver naquella residencia uma es-
pecie da preparativo para a sneeessao deste priu-
cipe no throno roumanio.
Kntretanto, como se sabe. as eoodi.oes desta
successiio estao clara e explioitaraente determina-
das pela constiluicao. Outros jornaes attribuem
ae principe Carlos a intencao de retirar a vida
privada, e de deixar o throno a seu itraao.
Estes boatos toraaram uma consistencia tal. que
obriaaram o goveruo a faze-los desmentir official-
mente.
Uma aota publicada pelo Monitor declara que
sao invencoes tao indignas como infundadas, e
so podem ser o eOeito de manobras desleaes da
parte daquelles a qaem desagrada a estabilidade
quo veem f >rtalecer-se cada vez mais, sobre o
lerritorio roumanio, e que estao desesperados pe-
los lacos de mui sincera afteieao que existem en-
tre a nacao e o seu soberano.
JAPA0.
0 imperador e a imperatriz do Japio continuam
a nao fazer caso do antigo ceremonial em uso na
cdrte.
No dia 17 de dezembro, suas 'raagestades pain-
rara quasi subilamente de Yeddo para Yokohama
em um wagon-salao, ligado ao trem ordina
rio. Vollaram depois a Yedlo por mir, to-
mindo passagem em um yacht, quo era escoltad)
por seis navios de guerra japonezes.
E" a primaira vez que os antigos costumes, e a
etiqaeta imperial, sao tao francamwle posios do
lado. A imperatriz parece muito desejosa de ap-
parecer e de se moatrar em toda a parte, onde a
sua presenca pode influir, oa no desenvolrimento
de uma aile recentemeota importada, ou sobre a
applicacao de am novo systema de eduoacao.
Um telegramma de Nogasaki fazia presceatir que
se esperavam graves aconteotraeatos no Japao; ou
tro telegramma de origem official, attenuaesta no-
ticia ; e diz qoe elTeebvamsnla rbantara uma ra-
volta na ilha; mas que tinham sido sutllcientes
para a reprirair, a chegada de tres mil horaens de
tropas do governo; a nne se esperava que tal re-
volta nao teria mais consequencias, e que e.m. bre
va todo entraria nd seu estado normal.
NESPANHA.
Aeerca deste paiz escreve nosso eorrespan
dente da LUboa:
-As ultimas folhaa madnlenas dinra que o du
q oitnipos da Somrostro e d<* Abanio, distinguindo
com o auxiuo de ocuius dcampaa^^ algumas das
Tortl8cacj9'doioinigo, que segundo parece, estao
feitai eon todas as regras da scien:ia,
a 0 combate que se vai dar de. suprema im-
port meia.
a Se ea carUstas foram vea'jidos e arrojados
para o interior da Biscaia, fic*.?ao no principio da
guerra. Se veaeareo. batiio e uoico exercito li-
beral, pjderao emprahenAer uma offensiva, eujas
conseqaeacias nao ie polerao pro ver, e tout trio
1 sem duvida passar o Efero.
Ja uma forca de 100 eavaltos e alguaaa infau
eatre Pacutefarva e Mi
Parece fue o caoeetlha Sa vails, que fcidada
por morto, se enooaira entre os chafes carltetasdo
exercito qua ata*a Os aarlialas teem levad> para as posicoes de-
Abaoto parte d^artilheria com qua bombankanm
Bilbao.
i A lltzett (W*a nflaaalj, do dia .1, pukitcea
telagramm is d i caeMo gBaeral dirigidos ao
no, annunciand> cjue'se-travou no doming' 8f uo
combate aacarnicado'.aas i:nmediacoes de Misila-
nillt. entre o brngadelro Calleja a as guerrilaas
reuaidas de Palaeros, Santos e Caeala. Fallam
pormanores.
Outro telegramma de Madrid, chegado hoatam
a Lisbda, dix que- no combate de Minglanilttt as
faccdes reuaidas de Santas, Palacio^ eCucala foram
ciinplatamanta darrotitJas pelo brigadeiro Ca!tdja,
perdaodo ->i mod is e aauiarosos ferido>. As
perdas do exerciu liberal foram de '> mortos e i
faridos.
Os carlislas d Sfaastraago fuzilaram am tal
Juan Martinez qte usurpara o lugar do cabeeilha
Palaeios com mulct e setios falsos 0 facto so foi
dasoobarlo cioo dia* dajn>is da consummado. Fal-
laeeu em PuU Dj Luiz En, filho do general car-
lista Elio.
0 general Lo^es Dimingues fora nomeado jhef-'
do estado maior general d i duque da la Torre. 0
geueral Letoni e designado para o c im mania da
um dos tres eorpo3 do exercito que vio crear-se.
a En Mtdrid foi prohibida toda e qualquer pu-
bli;a>ao de perudicos earlistas.
a 0 conselho de imnislros res ilveu tirar para as
despazas da guerxa '/> dos venrimentos anuuaas
dos erapregados do estado. 0 duque de la. Torre
offeree u niel.iJe-d.t sua .1 >'. i;a i como presidente
do poder oxeeei!w) da republic i para as dsspezas
da guerra.
a 0 general Murionos obteve licenct para.vir a
M tdrid curar-se de- una forte iuflarama*iAo de
olhos da que foi.atacado.
a Continusv&in a chegar reforcos a Santander,
Tambam chegarain batanaa de Krupp pant substi-
luir as que se-inulilisaraiu na accao da 23 de fa-
vereiro.
K curiosa a seguinle carta:
t San Sebastian, !. de msrcao. -Assist* hontem
ao trisle espectacuk) da retirada dos h&bttaotes de
ordam do genera..torn, SKiMSE
a ainuimcias de oaie os .,.. ___-'
de illegal e de arbitrario, produ'io viva sensacao;teria atravessou esAe rio
arti- nas provin:ias cisleilhaaas, !raud.
Tolosa A.lro-.i.ts, p ir
tinham occupa.L t d is as
earlistas poderian inquiatar a retirada. Vi desli-
lar aquelle e-jm,orido e triste coraboio.desle Her-
n.ani ate Villa Uma. Supponham qumhentas car-
retas e carruagaas marchando a passo. no meio
de uma turba-multa da voluntarios, de soldado*
eseoltando o- comboio de laneeiros. Imaginem es
sat carretaa carregad is de raobilia. anxergoas, naa-
las, e sentadas em cima inulheres, craanca e doeai
tes. Acrescemem a isto um frio dta da inverno,
nhuvas lorreueiaes; uma brisa gelada, e farao idea
desta triste episodio da guerra civil. So me lem-
bra da ter visle cousa pareeida no mez dc dazem
bro de-1870nas barreiras de Paris, quando oa-ha-
bitantes subnrbanos fugiam dos exercito alUraaa
Como. lia de deserever-se a expressao desta* phy-
sionomias, a dor dest-s desgracadas vicliraas da,
guerra civil, fugindo espavoridas diante dos vexa-
ir.es da morte talvez que os ameacava em Tolosa ;
uorque os earlistas nao perdoam aos voluotarioe,
como sabem, fusilam-os.
Os vulunlarios que emi^raram para aqui sao
em numero de oOO e trazem mais de rail pessoas
ide familia. A cidade offereceu Ihes alojaraeuto e
racoes.
O general Loma trouxo tambem todas as Sor-
cos da guarnicao. Com wlas vierara as-seta pecas
que havia em Tolosa e mais de 120-oarretas car-
I regadas de espingardas a municoes.
No hospital Bearara cerca de cm. soUVaJos, fe-
ridos uns e outros doecles.
A ordera |iara avacoar Tolosa, AnJo.iin, Her-
nani, Oyarzun e as cidiides forlilieadas do- interior,
dizia que Moriones encontrara insencivel resist en
cia e que a siluacao-de Bilbao se tornava grave.
Em visla disto, o miaislro da guerra ordenava ao
geueral Loraa quo noncenirassc as guarnifoes em
San Sebastian e que, uma vez posta em est.do de
defeza esta praca, seguisse com a sua c. ilurana
para a Biscaia.
Qie se pas3aajui'' A dar cr-aJilo aos boa-
tos que eorrem, Moriones nao foi feliznasua pn-
meira tenlaliva para desbloqueiar Bilbao. A es-
quadrilha na > Ihe pode prestar auxilio nenhura,
em consequeocia do eslado do mar, agitado por
um vento horroroso, que tem chegado a demolir
chamines de fabrieas Oa marinheiros dizem que
o oceano se passou para, os earlistas.
t Se Bilbao saccombe, a situacao ficara sendo
gravissima. Defsnder o. Ebro, cobrir a via-ierraa
de Santander, em uma palavra coaler 30:000-ear-
listas, depois de nma victoria como a tomada da
invicta villa, n.io sera cousa mui facil.
a No dia em quo Bilbao liver a sorte de.Tolosa,
0 carlis oo ficara senhor absoluto da3 proyiuoias
do noroesle de Guipuzcoa, Alava e Biscaia. 0
movimenlo de retirada de Loma produzio entre os
libsraes daqueWas provincias funda irapressiio A'
exoepcao de I'amploaa c das cidades do vai In do
Ebro, San Sebastian e a unica qae e^ta ainda em
poder dos republicanos.
< Ve se agora que Espartero tinjia razao em
acoaselhar a Marioaes -que mai* vaSa esperar
pelos 50:010 horaens da raserva, que arriscar o
uoico exercito da republica.
PORTUGAL.
Em 10 do correote escreve aosso correspoo- >
dente de Lisboa :
Foi exonerado do lugar de tabeliiao de noLas
na cidade de Lisboa o an!igo tabeliiao Antonio Cpe
1 ho de Abranches, o qual desappareceu ha dias
por muilas complicacSes. fraudulent as em que sa
envo vera, dizem, abusando da eenfianca dts varias
pessoas, com dolo paio que ja Ihe foi iastaurado
processo nes tribuaaos, oorquanto alguns dos
queixosos deram parte a peiicia. Parece qua sobe
a 30:000j>000 a iraportaacia destas fraudes, que,
se realmente sao como se conta pubrieamonte, con-
st! tuem crime dos previstos com mais rigoroso cas-
tigo pelo nosso codigo penaL
< Passou aa camara dos paras, depois da appro-
vado ua dos deputados, o projejlo do governo
para ccutrahir um emprastimo de 50 i-.OOOJldOO
para a eonstrucrao de pontes de descarga junto a
alfandega de Lisboa. O par do reino, conde de
Casal Hibeiro, tiaha apreseatado uns arti gas addic-
cionaes ao projecto, mas a camara rejeilou os.
i Falleoea o con-elheiro do tribunal de contas,
Mauricio LeonarJo Feruandes Rodrignes, que era
antig) funccionario superior do ministerio da fa-
zenla. No thasouro loi director geral da conlabi-
lidade. Era intelhgonle e honeslissimo. Ameno
de trato e rauiti servical. Tive ocea3iao muitas
vezos de apreciar em re1ac5es offlciaes a superio-
ridsde do seu nrestimi a a benevolen ;ia do ?ea
caracter. Era vogal 'lo tribunal de coat as, desde
1865. .
i Falla-se no Sr. Cad da Costa, .govern* lor civil
de Lisboa e secretario daquelle tribunal, para
substiluir o fallacido.
c Tambem se falls no Sr. Carlos Bento da Silva.
e n'outro cavalbeiro do que me nio recordo. Mas
dada a primaira hypotbae, diz se qu* serA nfl-Tf*-
do secretario do tribunal da QQalas o Sr. Guerra
tjuaresma, actual provedor do asylo de mendici
dade; e Umbem oo Sr. EduarJo Les, director
geral dos correios e pastas do reino, bem came "0
Sr. Goacalves da Freitas, depilado pelo Porto.
t Fallecen ha poucos dias, em Lisboa, o abasta-
do lojista Joaqqim Jose J4ari. que tinha am es-
tabelecimento de papel a mais accoisonos para
escripta q rua d^ Pratt. Era honrado como
poucosv.r goaava de tan **rat>aatiaaacaa, aa
ooite, qoaaao, na vespera d* tan foaarat, o fefMro
f m cooddtidb jtela irraaadad* do
S. Ntcotaa pan o templo, da (ravesaa da
cio, ooda raorava, a rauindao nas roas era tal *ja*
mais se- dir-ia funeral de am priacipa !
< Notleian da Hespanba qoa alii fattacera Sr.
D. Auautto Ftgoeira aa E^a 6ama Lobo, jq* ha
mezes tiaha ido a'istar-te nas Seiras do exercitn
de D, Carlos.
c Kspera-se hoje de Paris o cadaver do Barto
la B .Ulha (Grim Cabrera) qua Uleceu ha lam***
naqueHa capital.
Terminou hontem o.detnie na casa eieatrra
sobre at eooeas eleiloraes de Aveiro. Hoosre ra-
Ihos e naiavras azedisaiiaoa. O voto 4a evaaan
foi r>*jerUdi> pela maioria
< Estio-se Uranlo na Tdree-ib Tnmbo (areheim
garsl do reinoi a* eopias do- eoatrato matrimo-
nial do rei IV rernando com a niaaa D. Maria R
Ja-se esta ievantando para ae eoaeertar o ea-
bo sobmarioo. entre Lisbda na Una do Madeira.
< Trata-se de organisar era Coimbra am baaeo
com a daoomjoa'-ao 1e Banco de Coimbra. 0 ca-
pital -de *>.>'0*000.
Acora o corpo do comtaercio daquella titaaa
ja coida da fuodacao de ou*r asl tbelecimeaao
baocarie, deaoaioado Banco Cnaimercial, com o
capital ioiciat de 6 (0:00900*8 eat accCaa a-
50ft; E-a aberts a jcbetsriacio ate 16 do ear
rente.
v Parte, em miado de aori*. para Paris Sr
Manias Ijpal. ministro de Pectagal em France.*
Eoi 1$ arcrescenla esse aosso zetoao
boradar :
At camara dos depu'.adoe rejettou a preposta
de reduce** da dotacao do iannto D. Ai
to obt^ndo alia os votos c mm autor. de S I
UiJos historicot e de 5 n-frirraisla-.
c Ai prat-a promoveu :mu aos abaixo I
dotaquetbi aate hntera entregne ao mti
il*iusii.;a. aflm de qoe o-Sr Bastot, ajulaati do
cariorio do ex-Ubelliac Coalho Aaraacaaa, aaj-
>h.do>aqneMe offleio, scpoonaa que para o
ajudaata ao caso de ser.nomeado poder. dar
mesada a iofeliz esposa d'aquelle desgracaao.
< () cotnmissario garal d* pohcia 4a-Lilfeua, D.
Dtogo de Souza, publicou relatorio e maaeii do
lio anno de 18"J>
aMata coohecimeoto da .06 aecurraacui, aao
lualiaeou de cnmior.ds aa cidade. Graaaa aa-
meco del I as foram lego iolfadas iaanoaiaaav
pelo poder judicial. O total das occjrreaciai as
cid.-ide foi de 13,167.-, de 125 gaardav maaa eo
nheetmento de 6,0O5v O total das infeazes matri
cuiadas em Lisboa em 31 de dezemaro de 187:1.
era de 1,3 tO Sac muito curiosas e MJliiiunaMi.i
as observacdes do ennwaissario geral de asticia
aeerca da prostitaicio aa capital, aVesU aqaalle
foacckmariit, dous-facos csiupendo*. am \aara a
familia, outro para a sociedade. arobos para a
moral, e sao : qoe ha p>is e maitqoe impatleai
on abandonam as lUaaa .to lupansr ; e qoe ha
miseras que maatfestam a autoridade o desejo de
sahir desse sb-. ,aio a seguir omapaofissao de tra-
balho honesto.' nao ten lo a au'jartdade meio d>
Ihes abnr n caminho da reftecaaario qoe anas
pedem.
Outro can>:w social:
A p)licia regbsira em Lisboa 03 casas ta am
prestimos {?r*o) sobre penhorsa.
Ha main, se sa canlsr as de monte pio3.e as-
so ;iacoe.
Apreseota o movimenlo da 15,813 hc?p*des
nas 121 bjspedarias habiliUlasda cidade
Entraram aas hospedsnas 15.819 passages s.
sendo 11,388- MMM ; 386 brasileiros ; l,9>
hespanboe* ; 430 francezes ; 6*5 ingli** ; Sfc
da outras nsooes. Sahirar 15,000
Reank) se ante-bonlem o jnry, cooposto a>
negoeiantes de vinhos, e das Srs. Laps a Aatoaio
Augnstc- de Ajraiar, assistindo umbem o direct at
geral do comraereio e ininslria, para |i*oerderem
a prova d*s vinhos que tem chegadc >a a Listna,
com desliao a expoi< *o de L'dres. V expow-
Cio vao 20,000 garrafa* de vinho.
, FaUecea de molestia agnda, oo dia 10 do cor-
renle, o coule de Oeiras, filho pruiogeaito ar-
marqaez de Pombal, qua c um do;. eimarisUs on
ajudaale de eampc de el-rei D. Feraando. sucee-
der-'Jhe-ha no vinmto, o conde da S. Thiago, a*-
mio do fallecido.
t Em Lisboa, vai orgauisar se uma companhu
pars ahas-tecer a ridale de came de raccapelo
monor preco aoasivel.
Fallecen em Liboa o Sr. Jte Augasto !>oa-
res de Portugal Barros e V^sconcelkis, honrad.;
chefe da poUeia do porto de Luboa. Mais de too
cavalheiros da velha ari'tjeracia portugneza isats-
tiram ao funeral deste digno fooccionario, qae era
aparentado. com a primeiras casas da ndalgnia.
<< 0 deputado Barros e-Cnnba, tai reaaeader
oa camsra, coastituida >n tribunal, a uma caasa
crime, inSenUda na camara de Torres Vedra.
por causa da posse de ao armazans. contigw>
a umas. pmpriedades one tem em Bnna.
t Sabio ao dia i do correote a eonreta de gner-
ra Bai-tkUomeu Dias, aflm de saiisfazeram ao
respeniivo oxame pratico alguas goaraaa-men-
nha. Sahe Umbem para Cardiff a Mtttnko *
Mtttot para ir carregar carvio para nao da es-
quadrs portugueu.
i 0 vapor de guarra Argot, Urabam :
a ilha da Madeira, na persagaicao a* <
disus. 0 vapor fadia sabio a barra para expe-
rimentar a raachina e aa saldeirav nas quaes tf
substituio grande numero. de lohoa.
t 0 hiate do gaerr* Marinha Grmnde artt
prompto a partir para a fiuioe- Portagaeaa, aflm
de carregar madeiras para coastroccoes aaae
Paz nesta embarcacai grandes reparacdet: Ba**
novo, mastro grande, e toda o apparel ho low.
Arrajaorara-se alajaoeatoa 4 re oaraMe, para
offlciaes e mariohagetn.
Bnuve um franJe iaeeodio no edtftcio da al-
fandega dc VilU Nova de Purtimaa, (.Xlfarre).
Ardeu todo o.edifloio, e commamieoa-ee -
cendio aalgu*= predios rixinaoa. Faiam t
sumi-.ia-s quasi todas as mereadonat ?.**
vam armazeaaoas, a todo o archiva. Nao h *
victimss. Oa prejnizos sao graadVs. ^
Na camara dos depuiados lot apr*ee*****aai
projecto de lei pelo Sr. Carlo* Beato da
para a ereacio de caixas ee>>aoaBicaa am
reparticSes da f izeola, e recebedariae aa
e ooselhos, rendenlo o Jura de 6par
a A divida fluclaante portagaeta aaav
sida oo ultimo do mez de fevererN pffaaMW aaaa
a 3.3 2:127.
3 lento da nniversidade de Louaaia, e -
?uUdo da najao porlugueza, A Dr .AB?!*l*Jf
aixeira, propoz a crea^aa de nma *???
philosophia e lettras as raf-rida aaiveraid
Ssia faculdade sari dtridida em aaaa
compreheudendo nma as caJetras de a""^
transeendente, philosophia comparaJa,
hi'toria philosohhica, ah'hio|ologia, ai
philosophia, e pmlosophia das raligiaM ; a
ira q ensino da geographia antiga a
historia pairia e umversal, litteratara
litteratura nortojjTieu, aeheolo|Ja. J"l*r*a'*
mod'erna estrangeira, a histona liner*
annex as a faculdade aa cadeiras da groto -
kruio. lrop5e tambem a reomalsael* "
carso superior de lettras <
com as duuiriaas da
Os bancos do Porto,
anna, do Donro, Laytta,
flnanceira, foram antftrfiadoa *#*"**:
culajao, o lettras a ttrjem saperier, tm faartaa
itras ae iMnoa,em
ILEBtVEl


U&L
liH'i awifr* ^; PoRfamSwco Quinta feira 23 4e MarQO.de 1874. OHtiH/ J O/VA
fMttt
os sobs cpfres
lies.
8*000,
Lusitan
daulti
Nenh
*6a.
* Ali-pachi nomeado erabaixader
Porta na cdrte
m tercn
* cincn primeirei -sarao de.
*0t0, 50*000*, e ^OOlfgOOO asMo
, iOOO! !0i090| SdfOOO; e*as
de de 5*000, 10*00-a 20*000.
erao.visiolur po dwirjetoje tys-
da
sublime
ad<
q sr. Ja se estio laze;
4o condignai
ravelmente
9rtuguez et_
ido ae fazer
mtao.
t Qaando
obecido
dridoS
etario.
despach
J^eisal nosso minislro,
fallecido em Lisboa.
(v.), a 2 Ville de Santos (v.), a 9 Giwww^ (v.). to
"So* Be V'eraamuaoo : d-J Portoa 8 Aoieriea do
NOB
M t.1hh*!*w : TWJJfiTiiP
bi'itif < n notoetlepittRd^acaba tie cimr, Kin*por
estouinbibide de papsat; ahjum* vex
differcnte do delle. ... tltiri
0 Sr. Oorfipio Marqurs ( m Sr. G. PaWSlT).
Assim coroo o nobre deputado talvez nao pease
itt
V i. Man : ^c president*,
c derlar^qee f.slaa r.3es iyie ex
r entire* o parecer;
_ nufl'C* n.v> clovo stipt
__# **DvtPfc r"%ii ronfcyriu deve suppo;
daMBadM iblMKMftTn.: -.....*e near pa
( Mt%MI *d^{ coja revogacao se
apresanura cntHMeracv) la casa ama omen
8 i* do art. z- dtflla.
ipelidl
HaaoT lo
o
viscon
ha pouco mais de am men
nciaAej
lareMI
oe rernamooco; ti-j
Jdaraahao.
Sahiram us navios: do Li-boaa 1 Be/7 F-
BtffltiPLHUt fMWF^S^at3 7 tJ>y^"*t (v* pa-
ra d Para: 'r
. Achara-se a care* $*ifliBl^co^JjpA,Tla-
/rf* o Sooerano par;? rcrnambaco, /firj/c o Maraohao, Am-zona e Ligeira para o Para; no
Porto Oom/o idem.
alguma cidade esTrangcira. Arguroen
tfactos : tambum ^uunaaftrci com
sentara o exempt deiirai oa drias
de alguma ci exomplo da |odas as outras oroviacia.s e de muitos
paizes civilisadoVtla Europa
Argumcntou, portanto, a commis-ao com a
oxcepjao e eu com a regra flrmada pela propria
exc4>ao j -,t 3 ;^A- M^M IV
Passarei ao lerceiro con-iiderando, o qaar
Couhej) o decreio de 18 de otitubro Start) pelo
.\otitriuN tlta Aaiof icii.
- ""pSTADO.*-PMt)iS.
A fajnara dos. represent intei dps Estadp'-
is p.rohrilgJn urn bill, ili^larasi.lo a ig'sal
Molina de a'-Kros e ^-a'nrf).-.
dfls
aB*oiH|a
Ld-sano '\ftn :'
tad^-Uni
ig'aaldade.
Os,bre>os. nyilatos. etc., deye-
ran 'd'ora' avAnte =er' feci-bidoi Compos braucoa
pfiros, coTnA'Tr^osj'rias^libjpe'larTas, nas eslala-
fen<, nas taverua^ n j's lioipitaes,' nas i-arro^gens
tujbbeas^aps ci-miterio^ e.eiu outros unaesqu'eT la
gars ; 'h'em pretus, uem brancos, ser\ao ty^los o&4
id/daos da'nvre America.
A lei imppc mulyt derrjii dojl \r a 5ae c m-
tra hi Etta's dispo-iiues.
mmmtBrnassBsmmmmmesbemmseamm
lioJer iegislativo; opinidis eslas posUjfiore
esse dcprcli).
F.m'l^l, a a-semblfia prA-inqal dc I'ernam
!mu-o aulorisou a presidni-ia da pro'vincia a con-
iratnr com u-na cpmjaarri,^ o fomedmento de
carnesverdc3 para o abastccimento da cidaae.com
Qtcepi Gxos Dara o vurao e oara o invprno
ft-;
lixo5 para o v^rao e p;ira ,q inyerno:
.; e levado o nesrocio' ?
foi
ASSEIBLE4 PR0Y1MAL

Syi^AO Oiy)J.N'A"HV EM 16 DI5 M.\iu;0.
rKEMDL.WH DO -!l. KKIII1KIH\ BK AUUUJl.
(Cullliniia;ao.)
OBBKM DO pj.\-
Srf Jtpm^ltMtfl^ % dia 12 do_ oor-
rtaft! fui a^tesentajlo pela uobro couiiim^s^u de
iogisia{.io U;H pareccr *obre o reyieruweqii) de
Paula iS; -M-fra, pediudu a revogacw de urn acto
legi>Utrro.
IVado peoUlo a palivra o Sr. depulaJo L'eretli,
ui viriuje J. reiinaeulo, liuuu-e&a di.-cussaj adia-
ila e ntrou-se na ordein do dia.
Cmim a ntrt-i era uiiporlaule, julguei que
aio devia da-la para a diM-it-.si > ao dia U, all'ii
cisas maid de i't bvras.
2ii i :iie Iji .-nussivel i:.*inparecer u.-U ea*a no
4i lA, ue-se fen pareoiT.
ljnr.-t.iiiii>, acjedi-udo a* relldjoes de alguns
Sr. JpuiJJS, quo partieiilariRjule podirain me
jiara mandar i.Dprimir o ocniralo.eassiiH wdenei,
?u:cileiido |<.;ie:n, quo e.-e UaitaiUo nao lioasi-e
ijfliwmi -paoa-taw ; cm vi-u dio, pareceujo-iue
ojeuieaie disculir s kgM esse parecer, que em-
bora dc iuU'iut^ parucuiar, w.n dirci'.o a ser
atioii lido.
Eulia em di>cussao o p.^reuer da commis-iao d'!
Ji-gi-lacao, iudeferiDilo o requeriim'oio de I'auU i\j
Ma/ra, peliu.l > a revoga>;.ti> i.i lei |uo autortsou
o eoiiiraij de carros i;n-l.res.
He. Domingo-* a uwsa a seguime re pi'iriiiiv'u'.o, qie sendj apoia-
do, entra conjunctamoule em discussao :
a Ho.| leiro que iiquu alu'l.i a discu>ao do pa-
j-ecer ate que venltain as int.nitavoes que turam
pediias a Saata Cisa de Akiericordia. -Domingus
o *r. I'cri'tii : -Sr. |)r.esileuie, quando foi
Jido o pareccr da illusiradi counnisdao da legis-
iacao, podi a palavra, nao para fazer opposicao a
pessoa alguma, mo porque preieadese e ueru
pretendo abaUr as coiiviccoos dos nyb*o.depu-
tados que diTergein da imnlw opinii>, pm que
para is-o me fallecem haliln n; ..- ; quiz apeuas
jjsltlicar u meu vo o, quiz que aao |iassa>se sem
dia.'iissao nm parecer. que versa subre questao de
tan! i imporlancia.
Um-Sr. UeruTADo : E nao havia de passar.
O Sit. I'kketti : Lembre-se o nobre depulado
qua so depois de alguma pausa pedi a palavra e
aP' it:!.! i ninguein a imha |>edido..
Tenlio uina eapia do partccr da cominissi) de
legisla>;ao, u qnal irei apreeiando por partas 0
parecur mn seu prtusi-.u-o cunsiderando diz : (ie).
Os reel ainantes oao exi-rciam uma industrial
Tratarei de provar o eufltrafw
Sr. prrmMitilo. fiavia uestt ciibido dous estabe-
ji'ci.neotos de carros fuocbres, urn periencenle, a
Paula tSt vi.ura e u outro a Agra & C. Ambos se
oci-upav.i:n ma coniprar objectw concerneBtes ao
serviro laortuario, ties oino, paonos, galoes,
caixo.-s, ivtrcts funebres, cavallos, old., e em
alogar o uso destes olijectos as pessoa*, que no-
<-'->-itavani conduzir eadaveres ao ceiuilerio.
Gomprar objfdos para alugar o seu uso e pra
ti.-ar urn aclo do iiierraiii-ia.
O Sr. Olympio M.utojKS : Apoiado ; csla no
_0 Sr. i'ljRETri : lisla no codigo,
Fazer proi'^sao Habitual da pratica deslos aetos
^ cominerciar, art. i*- do codigo a que se allude.
OSu. Pint* I'kssov : -Pode nio ser.
O Sit. Pbretti : Ja o provarei. Admira-rno,
porem, r.nuij que o nieu illu.qrado me.-tre diga
HO.
4> Sr. Bhbo Peso* da urn aparte.
O Sit. Peretti : -0 yue acabo de dizt-r relati
tantente ao aluguel de objecto* couiprados, se ve
do art. 191 do codigo commercial e do art. 19 do
regulameaio n. 737 de i'i de uovetubro de 1850.
O Sr. Gomes Parkmte : Sao ba questao sobrc
isso.
O Sr. Piretti :l>iz su ijue, nio.e uxua indus
-iria e eu quero provar que e ale ami industria
O Sr. Olympio Maroubs : E*sa e que e. Oi
lem que Bao e industria enterrar de&intos (riso.)
0 S:t. I'eketti : Com as disposi^oes do nosso
asodigo, que menciooei, se accordain todos os co-
4igos estrangeiros ijue foram por inim coasuita-
poituguez art. .204, 453 a 453, italiano 672, e a
riiai >r parte dos commTcialistai segue esta opi-
aiao. Mas para qae a opiniao dos jurtsconsultos,
para que disposi.O',*- dn c-adigoe estrangeiros,
quando o nosso e claro e lerouaaute ? Eu leret
*s suas dtspotkjoes.
O art. 191 reputa como mercantiJ a compra de
bjeetos rooveli on seaoentes na inemna wpecie
on manufaeturados para alugir o tern uso.
0 art. i9 (i I* lo regulameaio 737 considara
. aaercancia a compra ou iroca d gbjeetos raoveis
uemoveates p*malnf,r o uso delUt.
Bnixoa a lei n. 1,121 que poi a serviea mor-
tnario *nb a adejioisira;aj da Sama t'.isa' 4a MU
^erieordia,.auIari4aBdo a e**a, para que equlra-
(asse coal aiguern Xal service coin direilo a aygi'
do cotitrataote nina pcestae^s. nunca uieaor de
for forea deeta lei tinba uoi.doa asUb^lacuuan.
las de desapparecer.
O Sa. Fiupsa be Fwu^woa- :-Podiam,ter des
appareeido ambos.
O Sa. Psrbt:<)u podiam tar 4sappaweeido
dos urn luminosissimo parecer.
O'Su. Alv.uu) l^HOA : M.as. esse p;arecer
rejeitn&U'rti'prtmelra discussao. v -
( Twnara-se, outros aparies).
0 Sr! Peretti : ... o qual djz qua e/nbowra
no contrato se nao fallasse erh pfiyllegio,_ toJavia,
esie se achava in lonwtaveltiiente concediJo ; (jue
asseiqbleas proviDciaas nii.) 'ppdia,m oonteuer
privilegi)s ijaauella naturera', e que 'a,' assemblea
provincial de Pentambuco linlia exercido urr).a al-
iribuijao que nio estava cornprar 10 e i I do acto additional.
Um Sr. Deputado : Era a opini:V) d.a com-
missa i.
0 Sr Perrtti : S^as alein daqnell.e pare-er
exislem con lo goveruo, bem coino o de 30 do dez"inbro de
1841, o de n. 59 de 14 de fey'ereiro de 18G2,e o'j rr
li.irecer o qual law existencia a-n,yirtqde da lei n. ^s v#Pi'IM <6rac),itfn#im*;.s obpsetus i'si4e
383 de o de setomoro de IvJO, mas tambem co- contidos irse-hao de dia em dia deteriurando ale
niii'ip opinioes euuuciadas eui uia ujs r:i:njs da Jkaram-impreaaAiaii', etoreis tw> eaasoqaeiwia-do
" _iudj i-Ui a ;nis>'riaxa iu.l.iuaucja.
0 Sr. Oi.iveira Andsade:Obi Que q^'JJro
0 Sr. P.vu:tti : -,\ issBulUea. provincial de,
Peraambuci)' nao pjji'a ter 6)U mejjte semelliale
procedi.n.'atj. (ApM.tdos.)
Concluo dccraramlo que voto contra o p;ireaer ;
quo pr.iponljo.a..rev0gas5.o da lei e que se eUd (or
approvadov'tfi|t'i de subjmjWr a!coosiJer.acaflda
;asa uma eme.ida ao| 2* do.art. 2'.da lei n. I,Iji.
Sao lidos, aooij'd >s e entrant conjunctaiueqfq ern,
discuss.-fo as seguing* eipeqiaf.
Gasp f'eja ajipr'>vaJjj o p^jfocer.:
t Ail. unioo. -Fia^a ipt'irprv-tadiiO 2* da l^trit.
1,12' no sentldo de serein ipaigiryjisajos qs tack-
nuntcs oo;n a^te;ia) .ao esjado^em que je, achavam
05vyj''-tis cputiuos e.ii sou estabeiecitneut-)^or,
on-a'iao da celebikein'aa.cpiiffaio,. -rerettt b
EmendA a cobelu-ao do parefer,Art Uumo.
Fict revagada a liii iy 1,'Sa.'-J*eMti.
deHli', quandp a qpijunis's^o coiiTtCj;i9D,ou U.par-e-
cer, quo se aclia cm .discussao', njio teve em vista
as pessoas dos ooptra|aples' do servico mortuario,
atleadeit unicamente a consideracao de urdein ale-
mm^mmm
fWRdee discR*soes parajne__fOsse_Hvr^c a L,iteBrtIf1U)iPW1(W>ea> jfa PfitelBPV \^JMJ>i tt
1o eryi(jii; eulrota
aario o servieo e obi
. OtrlVEtB* ASDIlAOtS
estio nao csta
a. IJ.iio*. Cavai.cantW 1Im houve tio>
e discussao ; dous ou ttsvSleputauus le*au.
taram cssa idea que nao vingou.
0 Sr. 'Gaspar de Daummdno : -Creio que nao i
rador,
rto. quo
lecimentos
epoca
estado a
dos.
R Peretti : -Pelo contrario derara-nos _
aisacao preWt^" It^ff crml ^e *p9r 4Ba ^ItTi "cTori'
triccio d'u
pode cou
lei, e d"
cial n
compe
0 S
geral.
OS
mo mi
gislar
cia"
Aid a j
e inconstilucional
No. que fez umiraHdiiiglifaoatrato
^te : -Se me nio engano,
(jccupa.va a prc^Mencia o nobre deputulo o Sr. Or.
Porlella nuaado ocpnlralo foi effectuado.
Sr.4RPm::wto Pobwli.a : A lei foi sane
had a DeloSrrTTlog-Jverho, aberta a coacurrea
iioA Cat,
i licence
9 para Apip
a companbiaVe I
do passawrol dj^H
nceJeu pBbilegio para
s do matadouro pa
ra
^Hnsporte do
o inercaido e
MWpbjea tf> ^itWtW+i'itmiin&tm, (eeh*nlpiA cia por efe, e lr*o o contrato por mim
alguina sorte o estabekcimento, nao quizesse pre
vtfuuente i|rirtfli>lt tf easBrarfc) laria, Hi
Ihes: vou fejhar o vosso ec'.abelecimento, os vos-
A i^a^gqacaa, uue acaba do, ser feittap.mas-
no jjaxacer, [iipaju-se principalmenie na iucoas
irina cortente qpe privilegios .desta na!ur''za se
podem ser eqacedidos, sp o sejam pe'P& ppderes
geracs,
0 Su. Alvar a Uchoa : ^to hatal.
0 ao, Pbretti : Eu desejo que o nobre de-
pulado voulie.depots sustentar o partccr de qae
i5 signatario.
OS.t Alvaro Ucuqa : So ie coavjer.to^iarei
pane na discussao.
0 Sr Pkrktti : DU o quarto cpnsiderap
do : (\i).
0 Sit. Gomes Parknte : 0 que eu queria
ouvir era a emiiestacao deste considerando.
0 Sr. Peretti : Vou aprecial-o juatame.nte
i:n o quinte, porque dies tem maita relu<;a> en-,
ir si. Diz o 5 consid.erando : (Ie.)
Poderia (T.idiuir muilos argumeutos teudenles
a provar a iinprouedenciadoscunsilerandiis quarto
e quinto e nio o laFei. Fallom por mim a con-
sulia da si'L\-.io do imperio do conselbo de estalo,
o avis') .lo miiii.-li'no do impeno. A opiniao i|ie
se dayreheude delle e muilo autorisada.
0 So. Toi.k.nti.vo de Cakvalho : Opiniao de
aviso ?
0 Sr. Peretti : Pois nao, a duutrina que >:on-
sagra.
0 Sr. OLivEiaA Awdradb : Nos jwdemos pre-
uader do uiesmo inodo que o, nobre depu.lado ,ue
ba piiac i nio quiz acciur a opiniao do seu pai.
0 Sr. Peretti : 0 nobro depulado pn.ueda
com.i autender, mas nao confunda cousas que .-ao
distinctas.
0 Sn. Manosl do Regq : Nio tem paridada.
0 Sr. Peretti : Oeclara o aviso citida que
os reclamantes se dirijam a assemblda provincial,
poder cuiDpelenta para revogar a lei. K & posi-
vei quo o illustradu a inklligento Sr. inmi-iro do
iotperio iguurasse que rev,;gaja a lei, teria do ba-
tiueiar o contrato que em virlude del'a tinba sido
feilo ?
0 Sr. Olivkira Andrade : Elle nao Jesconhe-
ceu a competencia da asseuiblea sobre a ma-
leria.
0 Sa. Pbbbttj : Ja ve que ncste ponto esta-
m s de aecordo. liem ; irei adianle.
Tenho aio aqui apreciado o pa'ecer pelo lado
juridico, porem aprescataudo a illustrada commis-
sao consilera^oes philosophicas acerca do interesse
geral, sou obrigado a acompanlia-la ncste ter-
reno
Gonvenbo <|ue quando ha quesiao entre q inte-
resse geral e o interes>e privado, que e^a se de-
cida a favor do primeiro; porem desde que a
I.iia se trava entre o iuter&se publico e o direUo
do particular, e de interesse publico que se res-
peile a esse direilo. (Apoiado.-). E' de interesse
publico que se alenle o coairr.crcio e se atnplie a
sua esphera de ac^ao, em lugar de reslringi-Ia
com privilegios; e de interesse publico que se pro
leja o irabalbo do cidadao cm scus resultados; e
de interesse publico quo se garanta a sua pro-
irkdade (Ajioiados).
Sr. presiuente, podar-ae hia dizer q ie o contra-
il) e f ivoravel ans pobres, redunda em beuelicio
de es'abelecimentus pi >.-. E' muilo luuvavel que
se dii aos pobres; a ctridade, lei sublime do
clirislianismo, em a qual so consubstanciam todos
os preceitos da religiao cbrista, deve ser por t)dtis
exercida : de se aos pobres, porem de cada um o
que for sen e nao se. tiro o albeio ainda uiesuio para
se favor, eer a is p brei.
0 Sr. Feuppe de Ficueiroa : Nao se tirou o
alheio.
0 Sn. Prbbtti : Ultimo consideraudo :
Falla se em onus para a provincia, resultanie de
uma indemnisacao, uo caso de rescisao do con-
trato.
Se a indemni'acao devesse correr por contados
cofres provinciaes, eu daria de bom grado o meu
vote para que se coasiguasse em tempo tpporlu-
no na lei do orcamcato, ijuota para ella, coiulanlo
que visse riscadade no-sos anuaes a lei n. 1,121,
lei ev:dent"mente inconstilucional ; porem a in-
demsisacao a que se re/era o parecer, corre por
c-nta dos co/res da Saata Gasa e a.-la nao sera
prejudieaJ*, como provarei.
0 "'. (JLY.\u?to Map.ques :0 prejqizo senia
monuiitaneo e actual e o luero serkt da propria
Saata Gasa, da provincia e da populacao em
geral.
0 Sr. OLivjaBA Anhbaue : Saa apoiado
0 Sa. Peubttj : -- A 6.1 clausula do coatralo
celehrado enXre a Santa Casa e Agra 4 G, diz me
se por qualquer aclo do goveroo geral, da, asseui-
blea provinciaJ, ou do presidente da..'gnvriofia (of
derrogado o privilegio de que trala a ." coniicno
dentro do prazo de 10 anuos, a Sauta Casa de. Mi-
sericordia obriza-*e,a dar aos sicios con-atantes
uma indemui.-agao de 20 /. das preuvaes. van-
cidas.
A indeiiiBisacaapwr ora e maito pequea ; Je-
reruns, pois quanto adles revogar.a lei.
0 Sr. 0tiv>:iRA An^bade : -"-Cata a coadi^ao
8." ou '.)., se ma .aao ei^taao.
0 Sr. Peretti : Vou salisfazer o pe^lido iq,
npbre'deputado (depois de /er). 0 e'aso (jdiijeren-
J.te, eu nao tralo-da revogac^o da lei por fonja de
jualjuer decisao do goyeraio imperiai tomada spb
revoga
0
ambos, se o contrato fosse celabratio-aom terceiro; caa*ulta do coaselno de esudo e siui da .
jiao faca tiuastau djato, aio g'jslo da |uastiqn- ea^ d.i lei por aclo da assemble* prajfneial.
tula*. taulo, devo disc'utir em /ace da clausufa fi.*
A lei portanto extiaguia a coacurranci* e tfla- coatralo em nuestao.
bek-eia um inooepoliq, 0 Sr. Owypia AUpqijes : -r- A eJaujuIa i S/.^o
u bw^poMj e prohiiidapelo.l 24 do, art. 7^ tm mais fbjeoto,-flade-^ p^*fi9W' (,J*'-J
4aajaQ6tituicao.do imperio.que dia que flenbqm 0 Sr. Peoetti : -Wio terff mais ruao -de. ser,
feuero da traWho, do cujlura, industria oa tjsm pois ja sabpmog o pesaltada da fepreseata^ao qa^
mere mi pride aiir prohibilo, uma vex, que uao se ao eonsalbo 9e estado eacaminharam Paula 4 Ma-
op;ionha aos MstuBes publioos, a segurartfJie fra. E por issoadmlrei-rneajuafl-noure deputado
aaiid* dp- cidaoaoi. pelo i, circnio avie tjyes-se, pedidn que lesse .sense-'
'UPvl&tJk,"iZ aa evidencia que os eslabelcci- Jbinte ffau-.ula :"o quo fiz somente para sajlisfa,
-aentosde qne trata.o parecer sao cammerciaes;''zejp.
provei que a lei n. 17121 marando a eoncurreooSa, ReYoguemos pojs,a lei .antes do prazo Aejltijw-
eitabeJccei a io ; raosirei que e estapuo- no, antes tfe yraapap fje^sua e^isjencia, aptestiua
hibidj pfeia cq^sfituicjo mnlfas presfaffi^j.tefliiim sy-lo receftrrja^. Agora
ioa: Safvos os calos a itideranisarjo sera .ffimi^itia; poder^ a Santa
de uGlia'afle'pdb'lica.
0 Sa, Petti : ... prowl portanto .qae a
lcTn'. 1,121 e ior/onstitueional.
0 Sn. Olympio Madques.: Apoiado.
0 Sa. 1 0 que re=ta do prifffeh*o
r a^ideraBdo f Pa'^emos ao segundo: ( fe. )
inderr.n
Gasa rarirnreil
lento oara legisla'r sobre assumplos do naturezal
ign.il ao.de quo se.traJAjj quo a petir-io dirigila a
esta casj para irevoiga^ao da lei, quo autu,rLsou o
coiUralo celeJjrjdo eulxe a Sa/ija. G4sa, de UUeiii-
cq'rdia ft-ossrs. Agra& G, naj daye ser deterida;
quo.a loesma lej deve'.sex manti.la e. respejtada.
Aiu.La iqesuiq. qus piitre as ..attribuic<5es, quo o
aclo ad licional contere as -assembleas provinciaes,
uao eiicjiitrasseniis uma .-.'i, don Ie depivhendes
semos a competeucia ajestaasseinbita para conce
dfr privilegios.,...
0 Sk. Tor-gMTiNO.aij C^rjaliio : Pri'rilegios nem
a assemblaa geral pode .couceder.
0 Sa. UHiiA.C nobre cqlb-jga i* ajniio que queira .auv'kruie com.
alli-nciio.
0 ,-R. Peretti: -Deve pravaa priioqiro qus na
lei n. 1121 naose coucede.priyilegio.
OSb-Uoioa Cavalcaxte :Nio. Ao contrario
eu enteudo quo a lei conccdeu um privilegio, e
uo seaiido deo susteu.'aj, equemepropuz a,tomar
a atlencao da casa.
I'm Su. Deputado : Dave ser esta a base da sua
arguments can.
0 Sr.UianA Cavaixaste: Hade poriniltirque
discuta como entender melhor.
Vases :Esta.nv seu.direilo.
0 Sn. Uchoa G VAixmrs : -.Nao posso sujeiiar
.me a apreciar o di>ciAtir amateria segundoa in-
telligcucia de cada um dos nobres deputadns.
(Apoiado-) Aleut disto, oniinuando a ser inter-
rouipilo ccmaparjes, (alvet nao possa expor as
minbas idiiis seguiudo ccrta or lorn o nietlio lo. e
lenlia por iAo da toraar eonfusa c pouco,.t$tplicita
a minlia argum-ialacjo. Por eonse jiu-ncia, peco
aos nobres deputados qua me oucam com a,guma
attencao c benevolencia.
Ma*, dizia eu quandaifljesmo nao se oncorMras-
se enlre as attribuicd:s da a5semblea provincial
uma so, jue Hie cpqferisse u direilo de conv^eder
privileges observana queo longo tempo em quo
as assembjeas das proviucias.lcam.estado do posse
desse direilo, e o uso nao iuterrompido quo dello
teem feilo, saria sulllciaate para o lirmar e reco-
nicer.
Um Sn. Dkpl-tado : -Enlao e melhor revogar o
aclo addicional.
0 Sr. Uchoa. Cavalcaxte : E porque revoga-
lo? Porque e sileacioso a ele tespeito?
Procurafei, nio |Jara convencor os nobres de-
putados, mas sim parasalisfaze Jos, sustentar todos
os considerandos do pareeer, a comecarei pelo di-
roitode coni,adere>taasseuibleaprivilegio.J sempre
que ns jnlgar ned ssarios e uteis a provincia.
.Nao e dehoje.queexerce este direito; da inuito
louge vi-ii a pratica. Eatre uma infinidade talvez
de privilegios concedidos, lembrerei alguns refe-
renles a induslrias.
Um deste-s e o que foi coueedido a companhia
de abastecimento de am a potavel a esta cidade :
E' sabido que esle abastociinento era feito por pes-
soas qua sa occupavam de transporter agua do
rio Beberibe.
0 Sr. Tolenti.no djj Carvalho : EmpreganJo
seus pcqneoos capitaes nos ineios de transporle.
0 Sn. Uchoa Cavalcastk : 0 transporle d'a-
gua nessas condlcoes constiluia incoateslavelmen-
le uma industria. Estoq corlo que o nobre depu-
tado nao pensara de ino.k) diverso desde que en-
teude que lambem e industria o transporle da ea-
daveres das casas para o eeiniterio. (Apoiados.)
0 Sr. Prsetti : Para ciier is-o 6 preciso
ignorar os pnucipios mais coaiezinbos de economia
politica.
(Trocam-se outros apartes.)
0 Sr. Ucioa Gav.m.cantb :"Sr. presidente, pe
;o a V. Exc. que one uiaotenba a.palavra.
0 >r. Presidbmtb :Altencio desta forma nao
po la continuar a discussao.
0 Sr. Uchoa Gavaij^.nte : Eulretanm, conce-
Jondo a asseuiblea ;Utu priv.lagio para o abasteci-
meato d'agua a esu cidade, sem. asm ao menos
marcar uma indemnisaoao para os que faziam des-
se si-rvieo uma inJuslna ; neuhuraa voz se levan-
tou cooirarianlo o sea, aclo.
0 Se. Manoei. do REao: -Eatao falle tambein
no contrato da illumiuacao a g..
0 Sr. Uchoa Cavalcante : Irei la. Pelo con-
trario, o aclo d t assemblaa mereceu 3 acceitacSo
pubbca, enteuderam tolos qua assim proce ion
do...
0 Sa. Peretti Ja um aparte.
O Sn, Uchua Gavalca.\tk : -. Deste modo n5o
passo completar. o taUiPmso#olo- De proposito
impui-iiie siluueio Jtuaule o k'lopo que ombre
depulado occup^u a triquna ; eutrelaato aao pos
balbuciar dujs palavras, quo aao seja' iatecrpm-
pido i -
0 Sr., PftasiqENTB : r- Ja reebmei aaltcogao e
oavamauia redap^o.
Q Sa. PenBTTi: ,-Hfy ^arei^raais, um aparte.
U Sr, Alvaro Ucuoa ;If a^ ^aTlc^j^V agrada
eido. _.
olaSfdiaa; eu, 4uanda a apsemjjl^a eoncadeu
e^e,prii(i,l^j^agH#rt' <>** 4aciM:,. o seuaelo;
pelo conlrano todos o CAWid^raranv^gop de^Jo
_o aajqm.^
- u co^jilBa
aucarregada do
gio. porqiie eaiaridia
tislex a upja- oeuessi
me ate aesla cidade, Ti^ual
ainda eslaassamtlea.a eo-'pe
esgnio e fimpeza ifiU capital.
.O^a. Gaab oDD\itw dma verdaleira desgraea.
0 ^R-JJcqoA GAKAfpA-Nja :
das caaa*articulare.s, oupstii
4e conduzir eadajt'e.res iu'e
nril'; enVetiflTo, iiBZUejn. qu
privilegio naa"
impugna(LJpv(i
|UjB so.p ifrs-o,:ia-.' laotiVft defiant
: aj l-db/.- pi", postj es,
leoiix) da oxpressao ge-
deprefi^nde/
ab-ter-.-e de. I qjislar v^sfe a la-d^,
n comprehettiiJjs di
Hetica,*erani cdntudb, de nfero 'inteVesse pri)vi:i-
cial. t < -
i' verdade que importando o privilegio a res
ito, que a lei autorisa a todos, so
poajl ^impetaal? para fazer
a awemblea prov
i-.u|g|p(>, sobre o quo
de- Meres
r.ila
a<> I r;i b:i .li>*tfl)MrVJ9l
S'-ja iu iii ui>ifc'f
A palavra industria nio tem ceiumentc
espiriio, qnaado
ra o criniter
ni.idi., ii i
eta seeietaria
apei t Srra ,n
fvif.) carlo e o>
\i.':ksxk :f. quo pelo me
Ii nas provinoiats .;ompete la.
Or de Aero iottuesse provia-
MJ
ru.CfluhMI
R-. OLrt
to em relaclo a.
0..*UcBi) '
irliiiosq.^ijg^j
0 Sr. Uchoa Gvvalcvxte :Entretanto e jerto
que essa contracw nio levaalou a nienor 0000"
sicao nesta asseinblea; pissou quasi que des-
aperaebijn. '
0 Sr. Oi.ympio Marques : Mai causou muilas
we+fwiw.-oes da parte dos marcbaates.
^Sr,. Uchoa uvfALCajtgg .- Agora, prguoto.
eu : lualo ipiHiv.i rjasta conlradicjap da sanli-
iu^uIos qa.mesrna a*;ctnl)l$a ? Porquoapprovou
o act j do presidente qua eotSp conftccaouou. o
coptracto dA conduccAo das carqes em virtude,
do.unja lej^e rqvolta- tracto da. fuja^apreciaijio se.traja ?
0 Sn. Oly.\ji,io Majiques : t?or se ter tirailo o.
djraito do cada um enlerrar o seu defuuto como
poder.
0 Sn Uchoa Gav*lca,ntb :t-Dio mesmo modo
.como so tem lirado ou|ros direitas.
01 ho para as baacadas da:ta c;isa e vujo que
aquellqs, que hoje as p'pcjjp.irj, 5o os raesmosj
que antao concor.ror.'uu com osiu voto para esse
eoolracto.
0 Sr. Aui'io Gos,ta e maisoutros rs. Sdrputados:
Menus eu.
0 Sn. Ljcuq.v,GAyALCAN:T^ : ,L)i^o ainaioria.
, Q &$. 0n,viqA Asdrapk : r EP- concorri, e es-
tou ainda d'Sposto a c ncorrer,
0 Sn. Utjflq.\ Gvvalca.s,tb : Portaqtp, nap pqsso
saber qual.o najtivo, pprqjia o cootrato do ser-
vico mortuario qua passou sem eiobaracos ne/ta.
serrU)jlea, euteudeado.se qpe se procuraya.'sa-
Usfjizer a umauecessldada pubbca, seja Iiojo i;n
pugnajo cpm o deii^asuib rigor .de que deu inus-,
tras o uubfe depulado.
dAe-^ntaadomea epppas passadas vejo que
tem e-ta a.-&e.nblea ate eoncedid) iirivjlegio, .OuJ
autorisaca.) i.presjde.ncia. da proyiucia para .cap-
,tratar o abasteciineato ile carnes ver.les. E lem-
bro-ipe le que par motiv i do um routra'o para.assi
:iiu feito, reclamacous Je oiqras |U-o.vinci.is.foi;ani
levadas o subutettidas a-assonibltia.geral, c.ouvida,
a cominii> .- mipeleute .de asxjtfiuieas provia-
ciae-, (oj esta de parecer queas a^spmjijeas pro-
viuciaes nao compalia legislar, iwm conceJer pri-
vilegios subre a aspecie.
Submattido, porem,o ipesrnp ftjrawar a discus-.
raq, foi rijipiado. Nao me racoi;do di data em
qua e^te fi<:io se pass'i e por Utb nio a.iodio,
mas aceeito a dectstio do poder compet-iate omo
recoahecimento do direito das re&ri las .assembleas.
0 So. Olympio Maruces da um apar.io.
0 Sa. Uchoa tUyALCAtsuK : -Scpj-esi (eute, peso
por obsequioa V. Exc. que me garanta.o u-o .l;i
palavra j do contrario...
0 Sr. Gomes Parente : Cpntluu*, vai disau-
tindo muilo bem.
O Sn. Uchoa Cavalcasie : Xao quero argu-
mentar >6menie com fact s daa>s-iqble,iprovincial
de Pernamtiuco; farei taml^m, .otfereucia aos
que flque (ido lugar cm outras provincias, para
que fica pateqte que as suas asseuibleas com >
a desta,, nzam sem ciicoatra.rastor*<*, do djnaito
de conceJer privilegios igua.es a o.-te dj quo nos
occuppamos.
A assotnblea provincial da Bariia.coacedeu um
privilegio a uma co.npanbia para o estabeleci-
mento Ja m.achinas do Ir.nsportes dc cousas o
pessoas da cidade alta para a cilale baixa e vice-
versa, llavend) graades reclam igoos por occa-
siao desle procedimento da assemblea, foi esta
questi) sujaita ao consellio da estado, e_a sac;jao
do imperio, depois de illucijar a questao, con
cluio dizendo qua nenhuuma inconslilucionali
lade havia no acto da mesma assemblea.
Deraip-sa iguaea~*ecl*m*oas ,,0,* oqcca-syio de
um privilegio. que concrdeu a assambloa provin-
cial de Sergipe para o abastecimento dagua po-
tavel a sua capital.
Ainda alii a seccao do conselho de eslado de-
cidio qae aqueila assemblea provincial liuha.pro-
cedido rauito regalarmente, o daatro da ubita
de suns allribuicnes.
Ainda uma outra assemblaa conceJeu um pri-
vilegio, para qae se eneorporasso can a compa-
nhia, que fornocosse transporte por m-'io da ou>-
nibus. Esta privilegio tambem excitou reclama-
Qoes, foi igu.almento subraeitido a seccao do con
selho do estado, que, como da outras vezes, nao
encont'rou infraccao alguma das leis constitucio-
nacs ; apenas reparou que f isse o privilegio ou
autonsacao conce li ia sem a iuiciativa da camara
municipal.
Portanto, vdara os nobres depotalos que, quan-
do mesma Callecessem argmnantos para mostrar
que as assem'ileas provinciaes teem 0 direito da
couceder privilegio, de votar autocisacao, como
aquella da qua tratamos, os facks viriam em
meu apoio, provaado que sempre exUlio esse di
reito que n>\|e prelendem negar.
0 Sr. Gomes Parkktb : Apoiado.
0 Sn. Ucua\ Gwalcantb : Pncurarei ainda
mostrar que, enlre as attributes das assembleas
provinciaes esta incluida a da conceder piivile-
gios. e votar auiorisacoes.
Se;undo o a:to additional, as assembleas pro
vinciaes sao conipelentes para.legislar sobre casas
e e-tab-Ic-iiii-ntos da soccorros publicos. Nao
contesta o nobre depulado que a Santa Casa da
Misericorlia seja um estalieleci'neuto de soccorros
publicos.
Ora, se a assemblea tem direito de legislar so
bra estabelecimentos pios, e elaro qua delle di-
mana, como cusequencia ueoa dede ile provar a esses eslabelecimealos de meius
suftlcientes para atteader as suas necassidades.
0 Sa. Olivbira A>dradb : Apoiado ; quern
quer os tins, quer ,o- meios
0 Sr. Uch a i.VAALCANTK : -E' claro que a as
seab)oa leui o direit.. de cre.ir-lhes uma fonte
de reoda, e assim habilita-les a prasiar os -eus
tins. S foi ainda em virtade dessa altribuicio
Iue a assemblea provincial creou para o asylo
i! mendici lade um imposto addicional a reada
da provincia,
Veja aiada, Sr. presidenie, que nao foi a as
semblea provincial de Peruamhuco que iniciou a
me lj.ia que tao e.-forgadam nte estao os nobres
deputados impugnandj. Antes delta haver con
traciado o servieo funerario e da eotqrrameutos,
ja alguuias provincias do imperio sa liie baviam
ayantajado. Se-Pie nao epgapo, ao Para, ua. Ha-
hia e na provincia daftio de Janeiro, esse ser-
vieo faz objecto de autorisacao igual a que con-
Ctfueinos. i
O-Su, Prrbtti :-Esla tierta a'isto ?
0 Sn. Uchoa Cavalcante : Na proviacia do
Rio de Janeiro, com centeza airnn'.
O Sa. Ps'iKTO : -E no l'..ra e Ualria ?
-0 Sr. Uchoa Gavalcants : Na Bahia me as$e
gu/am que existe eoniralo coxa a Santa Gasa.
OSr, J,,^ll l]sco : r5a Sahia aclo.
Q Sa. .Uchoa Cavai^-ante : Jjlas, o qua ainda
aoto e que ua cgrte do Imperio o servieo, mortua
rio o.de eiUanamenlas (az.Jambem objeclo ,daau
torisaclo semelbaule. Ajli ,p,^r jjecreto ,4qjpo|er
ejtecutiv.,1 foi oiiceJidu a Sanja,.,1 asi o privilegio
,jnaraicyntrajar carp alau|ra, o.serjrico luuerario e,
da nt;rraiujiilos. Alp pup a camara do* desu-
*WWW^ S"H%*v*ri-, n^.la actq.wcaalu-
tucioaaiidade Je natureza a(gujna.
0-#a, Olhtiua Axqrade : -Telo coalrario, au
torisaram 6 governo a eoritratar.
0 Sr. Uchoa GAVALCAtrta :E* verdade, auto
Was aessary asa. So;o argumenio que apr>sen/>ot eiq apoio,
~jja i^njagj^iqeilj
pricnrado-dewnnstrw rpw nio
o acto desta assemblea autoti-
me fea a Santa Gasa da Miseri-
Cordia cam Agra & G ; agora mostrarei iiue o
objecto do contrato par sua nalur^za e tins, deve
as tar a cargo de um eslabeleomienk) pto, ou ser
leito por um lercero, com nutorisaQao sua.
Abro aqui um parentheses ^para mencionar um
facto que ja djvia tar referido. 0 nobre depula-
do, quaad i fallou, disse iue os privilegios n'esla
materia co.qsiituiam excepciio. Entre n6s e possi-
sel que assim seja, e al*> eerto oortio vardade ;
mas posso alBrmar ijue em quasi toda a Europa o
ii(jCviijO;.i'H-iuri e de errterrarnento faz objecto
dc con gessoes como a que fez-se a ,-anla Casa
iSa i'Vanca, por decreto do poder executivo fez-
seiuual coniralo per espaco de 00 auos, senlo
o coutrataiite obrigado aeulrar cm 00 I/O dos
lucres, em provejio da* fabricas mais necassitadas.
Uu Sr. BStoUM: Ainda esta anno renov id
se o rontrato.
0 Sr. tUuHOA G*vauu!.tk : Esle cfloirato,
conio. Jiz o nobre depulado, foi uUim.iinenle rejio-
vado.
O^Sr. Felippe de Figl'biroa : E a Franca 6
agpra uma republica.
0 Sn. Uchoa Cavalcante : Acccesce ainda que
quaada occupava o lugar de prpvetlor da Santa
(sa o Exm. coiiselbeiro Aqselmo Francisco Pe-
retti, oudere.Mu ao presidente da provincia um
olBcio, no qua!, depois de mostrar a d- liciencia da
rend* do niesmo es(abcleeiineiH<) a as JiilipulJa-
das cam que luctava, lemhrou-lhe o meio de tor-
aar da exeiusiva co r.peteucia da Santa Gasa .nao
so.a aiJmjnislrae,ao da camiterio put.licq, mas tam-
bein toJoo servi^rmortuariaefuaerario para que
d'alii Ihe ro-ulLts.se uina nova fonte de ran.ta-
ll So. Olvmiii Mabquks:Como uina n>va fon-
te i|e renda, 6 bom que so lembre d'isto.
0 Sr. Uwa Cavalcaneb : -Greio q ie a nobre
depot iJ> nao poe em duvida a asseveracan, que
ora faca; |Ktflant', nio e\ oecas-stirio quyeuloia
esse o.iiuo. Julgo qua e uma autoriibtJa muito.
rtMHeitvral, nao so oara o nobre depuiad como
para todos- nos, e me pareca quo. a .iiiicUigeivsia
qua agora Jesponta dava atn carlo ponto curv.tr-
se ao taleiilp ja cultivado e experimeiiiaJo.
0 Sa. Gomes Paben.nb :.-Apoiado.
0 Sr Uchoa Gavaloante. Creio qua o nobre
depulado nas suas pretenciies, nos seus arroj >s,
nao po iera. quando ainda pnucuu sua viJa pu-
blica, qu,eref deixar am esquecimento os cwue-
Ihos e.os avisos do empre^ado esperimontado, e
.vantajosamenta couliocido in magislratura brasi-
leira. (Apoiados).
Ag<>ra aoniiuuarei a damoastracao da ileaque
h.i.iouci enuueiei, no irztutlo da nwsirar qua o
servieo June/tano e de.ep^erramoutos, por sua)0a
fQToaj e lias, Jeve essar a cargo de um otabeje-]
fcimento pio.
Em um paii eminonleiuanie calMwo.cotu) o
nosso onde tolas se Ji-iiugue:u polo seu espifilo
religioss (riso)... i
Um >r. DzpOTAD-i : Vamos a unica coacla-
sao.
0 So- Uchoa G*v.vLa\STE : ... parece-jaa que
o ultim<) servieo que prestaaos-aquallas de quern
nos separaiiios para sempre, uao pode fazer ubjee-
P> da um* niercancia vil ; e um servig-J que dava
ser" feito com todo o acatamt-nio e respeito.
0 Sr Oljveira AnoRao : : Em todo ucasore-
pngna que seja urn objecto de meiva-u-ia
0 Sr Uchoa GavaL'-.a.nte : -No corpa do ca-
daver vamos muitas v-, um
esposo, am irnw,l um amigo.
0 Sr Olympio Maroubs: -Por isso mesio.e que
devemos enl rra-los coma nos parecer melli.T.
0 Sr. rJcftOA Gavalcants: ... e nao podeipos,
deisar de nos inJiguar, veado t|ue, nessa txaase.
dojuroso pelo qual passatuos meicdores endive-
idoa rejiutani-n'o u.n momeato feliz para s.icia-
rern i sua ambioao. (.Apoiados.; muito bem).
Era duro, era revoltante, Sr. presilenla, ver
que ainda nao axalaya o muribuudo o seu ultimo
suspiro, ja hospejas iiftiierlaais b.aiam a poila da.
familia aogustiadada para dt-puiar-iiia amosse do
catljver. (Apoiados).
O Sr. Olympio- Marques : Agora ii o contra-.
rio.
0 Sr. Ui.hja Cavalcante :0 estado afflictive
da familia, os gemidos qua se faziam ouvir, as la
grimas que banhavam-lhe as faces, erun as pre
nuncos da boa colhei a ilaqutlles que sa eacarre-
gavam de um lal sei-vieo, a proenravam os ami-
gos da casa atim de lerem a prefereucia uo eu
lerrsmento.
0 Sa. Q. de Drumuond : Esta muito elo-
quetite.
0 Sr. Goes Cavalcante : Sempre o foi.
0 Sn. UGH 'A Cavalcante : Sr. Presidente,
qnxnpo a commissiio confeccionou o parecer sub-
mettdo a flOBsideracao da casa, nao vio como ja
disse, a pessoa d) con'.ralante nean a do seu on-
teador, e muito lueuos a da autoridade tiue sane
cionou a lei ; foi a ennviccio qua a dirigio, a tao
grandee ella em mim, que me mantetn nesta.tri-
buna (muito bem;. Nao f*co disto uma questao de
parnJo, nem uma questao de dissideucia.
Varios Srs. Deputados : E quain a esta fa-
zeado I
0 Sa. Uchoa CavalcanteFallo a maa res-
peiio, e Convlceio profunda em que nsfjiM ; aao
fa.;o mais do qua exleraar, ainda qua desordena-
dMMOte (nao apoiados) as miulus ideas e os
metis sentuneatos.
' ompreh'-adem os Srs deputados que na silua-
cao attiictiva em que licava aquella qua pitrdia
uma pessoa que luo era cara, nao cuidava, uem
podia cuidar etn regaiear as de.-potts do'aaterro
do cadaver, isfai baslava para que oi indiistnosos
ftuubres lirassom todo o provei to, apreseut3uda
contas exageradi-simas (apoiados.)
0 ijuadro e feio...
Um Sn. D putado : -E' melonho.
Oijtro Sr. Deputad) : 0 quadra e negro.
0 Sr. Ucuoa Gwalgante : ... mas e verJa-
deiro
Sr. presiJea^, convouho em que o contrato
nito, ou a lei da cuja revogacao se trata, podia
ser com algum fuiUarai!ito_ combatida se nio
contivesse, como tem disposicao exprossa era sen-
lido de attuuder-se aos interasses l-gileni>s
daquelles, qua u- ,-ia cidade linharn apparelhos e
carros apropriados para o servieo fuaerario, roasa
lei pravideuta, como foi, concedendo i Saata Gasa
pnvilegio exciu.sivo para o enterranaento de eada-
veres a todo o servieo funerario impoz Ibe, ou a
pessoa com qneni alia coulratassi, a irojeniriisa-ij
can, a rt paraeao dos preju icados
A esta repara.uo ou iademniia.cap qio se tem
uegado o coptratante d* servieo 'Ipqq'r^rw, e me
consta nao se recusara a faze-Ia eHecUva. Pelo con,-
trario onvidou a todos aquelles, quo liiibam e-ta-
belicimentos dessa erdem para reeeherera,median
te um acordo amigavel e particular,a impa.rttneia-
dos objectos qua tinnam e:h seus estabfilecj-
rneotos.
fcoi mais longe ainda. Nio podtndo cbegar a
um aecordo particular, procurou judiciala^ente
'iquidar os mesmos objectos, atim de serefn pour
ito de co,
rt-'oo .pressamcait:
ace .eu irlbukao al.,'i.urja que Ihe
,fle" caso dirni eu tamnern qoe
rli
,iu a asserabjea
privilegio, e tao
o acto.j^doijal at-
qareito; uaeie
asscrtwfia geral ne-
ij^o._tem da copcyer priviN
raig attribujjtqes n,ao Ijo/'assa
dar ~79% daquTlfo qaefi'pnver'
reeebido, quiffltia rmp tnal poderi chegar a Uirf''0\SH.Vsnii ..
contodereis. ceucapara um 4pa/lfl7.7wi ,k ,.?.J. ,t .' aatqridaao tjoe os nobres depatados oa^o
0 Sr. Olympio Kaariras : Creio que para 0 SU. Uchoa W^iffi^WifflJ ,- FBlF; V*r- ^tQwz (le OKoda.de saudosa, mo
Isso ella tens dma snbreripeSo piinliea quo se 0 ?r. Oaspar 08-DBirMMo5i> :Quando se Ira- Jfrforla, tratando por a'ffi'erentes vezes do assuihpto ...
elevarta a muilo maler quimtia. tava do contrato da companhis de esgolo;, tiTpraro Ide qae oos occupamos, p'zla <\ne, cdrh rjuanxo as J tun"? Se e
ra eq nje" soqeorrerei da urna..indiiairia, no.ae .que se da
nns e natureza?
'0 due e litria industria ?
A tuelles que. sa pccupavain.
0 Sa^-VMiio a/auqcis : ...que exereiam a
mesma industria.
0 iSg- UcoaoA i'.avalca.nt;; :Nao quertod'.zer
i'ndufct'i,-por isw, nao aceito o aparte (Iftsgdat,)
Gu'oto ia dizondo aquelles qae viviain do^er-
viju uuiiuario, loram cjiamados a juizo cuncili*
torio, para je. coiubinareifl como cqajrataribB; 8
um facto Je que todos tamos noticia. Portanto,
previJente, como foi a lei neste ponto, tenbo mais
uma razao, pars insisti.- na conclusao rjo pacecer.
Agora,.quanta ao aparj;e qua, deu.-rpe o nobre
deputado,. e a^ para terminir, jts.cqnVfcfigfci,
qae tenho sub'meitrJo a apreciKQlo
que ha ob] ppor-se ao seu muJo deW
sir, quanto ft ser o servieo funcrari"
Iria.
mo quer isto dizer que lenha pJpi2o^|veraa JV
aua. Euirelar^i.DerjnUia.-me fjrjeM'JBilfertV
rial do servieo de condaccio de ea-
daveres para o cemit'e/io, pode ser consideraflo;
vicos do butros
Nio sera-o esfor<
o a materia part
assTm, qua! e o engenho, qual e o'oS-
r*J' da
activilade humaaa, applicado a materia rttfj jJW
r caixoes, armar
carros, comprai
sera i to tambem
0 conduct r '<
conJactor na<
coodnzir cada-
ra em absolob'.
fc-lirao muito ;u-
liz o ontrario.
E* bom all-mi..
vercs de uma p .rte para oa^
Bina iRJu-trla?
* 0 Sjl OaTMu M h%.ES
ii5o seja, por jue o regulamento <
0 Sn. Uchoa Cavalcantk :
que muitas vezes nio erapregamos as palavra- <
sentido rigoroso.
Me par.'Co, p.i-, que convem fazer alguma ..-
'tlnecSi"! en'.re lrfiTusTria-'e ->ervi;;o; 6 preci-.
q ie nao se eulenda que todo o-serciri ininsti,..
Assim, podcr-se ha contestar q e fja industria.
o act) material de condozir caJaveie-; i. .-
quando mesmo esta contestacSo n5o spjaeativ
convjecap minlia,.qaeem ass mhlea pole legisUr
sobre iniia-t'rias, e fazer sobre ellas eBBBMsScj
uma vez que nao offendam o interesse publ
(Apoiados).
Na coneessio dos privilegios, e das ; at^itsa^"-^'
da ordem d sta qae jisculimos, a as>oinbl.a ,!
vincial, tem um unico paradeir.v e a ut.HdaJe j o
blica.e uma vez quo a esta nao i* opponllain.
entendo tpic a asseinblea precede mu:li regular-
meate coneedun'to pmilegim e aiUonsJUc i
denies au b ;.n e.-fcir de todos.
Um Sr.'Dkp'ltado: Eu desejava qua o n,i r
deputado pruvasse a ulililad^ qua re? i!'.i.
dar um privilegio para o entfrramento C.s -a
daveres
0 Sr. Uchoa Cavalcante: -Agradeco aa n
deputado, o aparte que me da, p< rque me ar re
margein a.mais almrpas obserracdes, qae ri >
tiraa fijra de ptvpofite.
A meu ver, esta assemblea atteoden a uma tu-
cessidade publica, concedendo a Santa iji?a i-
Misericorilfe, o privilegio para o enti-rramfnto in
eadaveres, sertrlfn q:rc deve ser feito por in^in >
tuna tabella dos precos.
0 Sr. Gomes p\mtartt: -Creoa reals psra a n
estabelecimenlo pio.
0 Su. Olympio Marques :Mas isso nao e :::'>
pad-' public.!.
0 Sr Uciro.v Ga-alca.tti : Bu o nMrarn
Uma vez que o servieo mortaariopassa rre?o
lado por uma mhella...
0 Sr Olivkira Anorade : -... e feila ern : :
a modici lade de prerps.
D Sr. Uchoa Cavalcante -..... feila -^wi :-.-.u
a modici la le, e attendendo se a fortima de ea:.
um, ti evil>ule que a lei procorpa stifi*r e a'
tenler a otilitnile punlk-a, a'nma ne-.:
gpralmepte s> ntida e recnntiecida par to.fi-.
0 Sn. Felippe he Figueirua -.-Consider* tam-
bem a utilidade que resulta para o esrbei-i-
mento.
O.Sn. Uchoa Cwmxante :Os carros oscn,u
dos no transporle dos cad iveres euslavmw pre;,'-
bxsgerado*. Se bem me reenrdo oavi ao tMarado
o Sr. Dr. Manoei Clementino GarnetM da Cmu.
conlar que por occas'.i) d> eoterrament> 4e asu
sua fllha dd tenra id'ade, teve de pspar S-rti'.pxt
pelo carro funebre qae a crnbuio ao c-^mir. '
0 Sr G6es Cavalcante : Ji hoave iftemf,-
gassc COOjOt)) por am carro !
0 Sa. Olympio Mvrques :Aclualmmte com
tabellas tambem se pole pagar essa qaantia.
0 S. J. de Mtt.Lo Reoo ;N5n, simjior.
0 Sr. Uchoa Qavalcante : Ja v< o B'.kre e>
putado que, procurando a lei pnileg^r qel1*
qua precisarem 1o servieo de carros mnebre. outr'ora custavam preQ is desarrasoados eex-*
slvo...
OS. Oliv .iiA A.oi:ad::: -Mbm-lenae fcWaw*
pqblic.i.
0 Sr. Uch ia G valcante :.... fez iiiwmwi
beneQeio a pmula^ai d;sta cidale, atte^lei
intereste pirliltco.
a lem dislo, como.o n:brc deputalo dee sal*'
no contrato feit) entre a Santa Gasa e Agra i.
Qcou salvo o direit > We ser revista a tal)ella o>
em o anaos. e modrii'ada de modo a lotuer mi-
nor o cast) dis enierramoutos.
Um Sn DEPirADo :-Conforme.
0 Sr-Olivcira Andradb :-E" a tabella mat*
molicaqua se conhece no imperK
0 Sit. Uchoa Cavalcante : Ja ve o nebre dr
putado, que esta assemblaa na deTetacai di kr<
procurou rc-peilar o direito de todos; nio %t#* co
vkstt fias mjustos, nem o interesse de pesse*.
Note mais o nobre deputado, qu* me prereeVn
no debate, que por canta da provincia r- anno,
meote subvencionala a Santa Casa de Miseri-.'
dia, a qual faltam baslantes meios para salisfai.
o seu fim uul e humanitario, e, que alteata a e-u
circtimstancia, omvinha que Ihe fuae ereal*
inaior renda, c deraotlo qua mais adianle pides-
a provincia liberlar-se do pesado de mi
repartir om ella parte das saas mingua4as r^n-
das I
0 Sr. Gobi Cavalcante :-E isto e nlil.
0 5b. Oi.ympio Marques : -B' Uo nlil com > sr
reverte-s^em beneflcio de qualqn-r nm de tu.f
A Santa Caa e uma individaalida le, ainda qr.r
conqiosta de muitas pessoas
0 r. Uchoa Gavalcanti : Com elfcito! K
um e-tabelecimento publico : e nao so Bent-' a
Santa Casa que aproveit i o coitlrato, agfiveiia
geralmente a todos aijaelles que preisarom
servieo mortuario, porque desse modo terto o *r-
%'ie.) melhor, mais commodo e mais harato.
Em vista das c .nsilera.oes que aeab-i creio que nao ando mal em p>war que a a*-
bl. a provincial lem competencia para deoreler -
uo sentido daquella de que nos ocenpamos.
Por:ant)era vista do proveito qae re*olta d> la
aos services que estlo a cargo de nil NMtr:-
menlo pio, em vista tamb*m da ntilidade pub1 a
a queattend'ua mesma lei, sentoane convi-m-i i.
de que a casa anparara a conclnsao do pare or
que se a.-!i.i subn-ttido a snaonsileracao. tM:>
to I) un, muito be .i apoiados.)
O Sr. Gomes Pasente : -Fallou muito bem
0 Sr. Olympio Marques : Fallen bem, mas
me couvenccu.
Uu Sr. De utaoo :Nao ha meio de cmvei
a quern trio quer ser convencido.
jContinuar-st-ha)
REVISTA DIARIA.
Assc.ntilest pri\iu-ial. Aate-boairii.
i'uncc.onou con 30 senhores deputados, sob a pr--
sidencia do Sr. Dr. Aguiar.
Approvada a acta da ses.-io aulecadeale. o Sr.
1.* secretario lei o segainte expedie.ue :
Um tilieio do seaeu.no do governo da jytvui-
cia, rameitendo, por copia, o urmo do cpnlrai
elTeetuado pel) Exm presidente da provincia com
a companhia Ferro' Garril, para o prolongaitu r n
de earns de ferro ale.a povoado da Torre, e e>u
beiecimeuto de di(igeucias paia a villa de San;
Amaro de Jaboaiao c povoacao da Vaizea.Ar-
chive.-se.
Outro do mesmo, remeltendo cupia do tern!
de mydifl a..ao dos conlralos celcbrad s com
Uarao da Soledada para a catulruccaO da estr'!a
de ferro do Recife ao Limoeiro e Jo termo it in
apvacio do contrato eclebrada com o ur.'Bnii
Jose da G >sla para a estrada de ferro do Recife >
Garu >ru. -Arcfcivo-se.
Je Aureiaano Uauiede Garden
professor publico da villa de Garanhuns, nedinib
veuieutemeiiie retribui'da e paga a indemnisacao um a quo da licenca com todos os .-eus vepen. -
que a lei deuela. Este facto e publico,.e*iL4toria,: tys, para tr,alar de sua saude. -A' commis-
- pet|ijoes
Ooira de BelLruaao dos Santos Bulrjo
escriyao Jo jury e^ejtecBflOes crimiaaes^JB coar-
ca da Vjctpria, pedindo nagiineiilo da,'o.pantia d
alD*7?o. pruvuo|enie ae custas de prqtcssns de-
caliidos. A' commis.-io de OrcaOKBto ronni
Outra de Bellawbiflo dos SaniosW^R**""'
vao ilo ciwl da coaurca da VlcbrflaV rMdindo qu*
sej* desinnexado do offlcio de escrivio de capelu*
e residuos do eartorio de urphiot da referin co-
marca.A' commissao de jualica civil e criminal.
Outra do Dr. Felippe Nery Coflaco, ex contraiaK-
le da iffiMHd^liate|b^recisos part'as re-
iparjticoes provinciaes, offerecendo um iPMHt"
. ipftfBT apreseat^do 4 conrrnissao de Mh, *
cujo exame Tora o inno pasnoo _A), peojado, utu* in.demnisa
sao. ue peti^:
orarq lidos e approvados os segumies i
da coraroissao de peticde*; um eob-'
ia provincial accr-
Mdad.i
do c ro.MHMdo
missa s pubheas a petieSft do
buqoerfip^ | etWws c r.
u*tro

J
r im^\


1


./


cam-urn projeclo, nne vai a impriiflir, a p5'*
Antonio lguad#WWrre*'4JaWerrt,s*escnpwia-
rio da theMrW'*roviacial ;-0 outro, quo fi > 1
aiPMyifrfo (*--'iJ*W-Ji"psra o Sr. Gousalves
Ferreira, indeiejinJa a^eticao do.oapilaa.i>ajutm
I'm da commissaD de orJeaaios, eoaeluiudo por
am !>tvi'ft'i que d'-fera a petiraa do cme^go Lino
d) Mmte Chrmelb Luna, bibliolbooario da hjblio-
Thena pTdviiiai.il, -angmentaado-'lhe os smn-eenci-
mealos;e outro,. linahnente, das coraraisso*. rea-
nida* de legislate e eonsritaieaa e poMei-as, acerca
do projeclo n. Id de 4868, euja couelu-ao e que
eja o refarido projeclo rojettida, o qaal II -ou
adiado, -por ter pedido a pilavra o Sr. Dario Caval
oaote.
Passar.do-se a ordera do dia, farara racetsstot-
nieote approvados era 1* discussio os segnintes
projectos deste anno : n. 1, qae crei um Jugar de
ccntinuo na directaria geral da Instrnecao publi-
ca ; n. 2, qua regula o sulxidio dos smhores do-
putados, orando sobre a materia o Sr. Caspar de
Druramond ; 8 n. 3, qae remove varias eadeiras
de in$trucc5o prfrnaria de umas paia oulras loo*-
Sades, t ado sobre esta orado os Srs. Ratis e SUva,
lentmo ae^anrathrj e'fiaspar de Drammond.
E enlraado em discuss*) o project) de lei uiio
san:eionaia, qua creava 24 eadeiras da iustruc.-aa
prlaiar'n/reconhecetfld-so nio haver namera para
votat, oSr." presidonte.lev.intou a sessao.
A'ordem do dia.para hoje e: continuacao da
anterior e dtseussa*- do parecer da commissao de
eonstituicao e pufepfc, conjnnctamente com a I'
do pr%Jr*to 16 d#'i68.
VoOxmor amierinn.-Por portaria da
presidencia da provincia, da 21 do corrente, far
nomeade Celestino Pereira Gaedes Alcoforado para
reger interinamente a cadeira da povoa.-ao de
Mandacaia.
%ntorirta*lM poltctaes. -Purportarias
da presideucki da provincia, de 21 do corrente,
foram nomaados : Olilon Austriclino Brayner, de-
legado do termo do Bonito; Manoel Gomes de Bar-
ros e Silva, delegado do termo de Gamell ira.
Mintn Amai'O i<- Jabuasao. Ja se
aeha em exercicio o collector provincial do muni-
cipio de Jabiatao, desde 21 do corrente.
Fallerimcnto. -No dia 23 do corrente deu
alma ao ('read ir, victima de uraa apoplexia, o Sr.-
major Jose Cesario de Meih, na idado de 83 an-
nos. 0 falleeido era homem de excellentes quail-
dadas, bjin pai e sincro amigo.
Lotcria. d< ttio.A 502* deve correr
atnaaha (27).
I'apiiir.t. -Foi preso no termo do Exii o cri-
hi a >so da morn ni provincia do Ceara, Jose Alvas
Ma-lei.
*2:>:jtir- nisirt. Padro Jise'da Lfin.i, Ma-
in'! i-'rir-'i la Assis e Jo-e Francisco, ospan
caram en n.d' wrreot", pela malragala, a Joa)
Luis A.Toiho '''rrc'ira, an urm do Bioito, oade
<>. > c alministra I ir do en^enho Lin-la Flor. Os
delin psoaps I .ran [ir so-, e reinaQid > a aul irida-
i!..' c flpefaite q iWi)jctto inqaerito policial.
Pi-is^o -Pela suble'egacia do 2 districto de
S. Ji-'- do Recife; Ibi pres) am 2't di corrente
Antosio Ituiini Gune-. por crime da ferimen-
tos.
ir,).a-i(i. -Ein 21 do corrente, Manoel Por-
Grio de Aim-id*, miradr u> term > do (2ibi. alii
>^l# ffi^yfejfeo*^ &M h^vfivnSt^^
i
aorrou afogado, aleancah jwra enebente do rio
Pir.ipama. "infra; iferos foram os esfjrcos eajpro-
liiil is para o sah'.irem.
*:!;>*'>:.Foi en;on o de'criouia, re
preseotan I > ii oa la ana is la i 1 ide. b n ana casa
ash 'n'a.li. riadada do Barao da Goararapes, in ior.no do
i:' A
&ttlir.im.iWiril-]-. pie o vistoriaram. tar sido
a.itxirta pirtinia hemorr'i'Bi.i. cnja oau-a
oao podia ser conhecida. Dm i-i Ingar aqua se
proccda a investigaroes.
Iiiil o quo foi effetuadi pela delegacia de Garanliu-
con'.ra loio Fiormcio Tavan.-s.
Conlllcto e mnrtcs. -Da dia 11 para 12
do orreate, proximo daipovQacao do Geritacd, d>
ibtriclo de Alagdi d; Riix-i, terpjo daCimbras,
uma firo.i He pahanos sob o inanTfe do iaspectar
de qaarteirio Apoiinano Phraalmo ifcFaria. cbe-
a vista com os eclelires criminosos Maniol
i-'ranci-co de Siqueira, mbccido por Mia-i-.d Xieo,
um irraao dost-' I iS^ui n Mar mea de A^evelo e
Biros.
Vo-los, coaheca-los e d ir-llies voz da prisa >, foi
lado obra de um mom-nto ao inspector Apilinario ;
mas elles tambem, rasp m leram Hie em cima da
palavra, arreraettendo contra a torja que o acom
pm'iava.
Denhida travail se a I it i, quo so tarmiaoa coin
a marte da Manoel- Xic i e de sea imio Joa (trim
>i tr |ues; debaniani i e eva lind) so os d-mii* do
grupo. Da forea sahio agtepas levcmenl; lerilo o
inspect >r quoacommaudava.
A aa-toridade cotpetnte tiwndd conheiimento
11 facto e prosegaeem buwa da cqitarar os qae
- ovadiram.
Fire Queen. -Este vapor, da liaha do Li-
verpool, eraesporado em Lisboa a 30 do corrente,
am viagem para o nosso porto.
iiii9iiMri>. -0 vapor S. Salvador levoa da
i praca para :
P.-nedo i":f!00SOOO
Micei6 W:000j 00
Vintc c rine: le rsiar-!>. 1-1 m'.ooi, dia
i 50. anniversario do jurainento a eonstitaicao
la imperio d> Brasil, estureram embaudeiradofl os
nivios de gnerra sarDs no port >, as eatagSes pu-
is e casas consulates, ho-uva cortejo, no pala-
i-i.j da presideacia, ante a tlligio deS. M. <> Impe-
ralor, e espectacalo gala no tliaatro Santa Anto
ui). danlo a fortaleza do Bran as aalvas doestylo
as 6 boras da manhj, I o (i di tard).
Ferro Cars-is. Em canseijuenoia do se es
tar pro cede ado a sub-tituiefu das sblipas de ma-
deira na rua Vital deOliveira e no caos do "poilo,
oservico de transparte de passageiros hontem, na
ma:or parte do dia, foi feito com aluma demora,
por terem os carroi do lazer a viagem da volta
para osarrabaldes pela? ruas do Bj.m Jesus e do
Marquez d) Racifa, por oaJe entram n> bairra
d'i Recife.
3'*oIrc- jniav"!la.-Polo consalbo medico
de Lisboa foi dcclara lo infaccionado de febre ama-
rella o.porio de Belem na Para.
Propagadora It I ira. Product) d)s bilhetes passa'dos para o
e-pectaculo haviJo em i do corrente, no timatro
Phenir Uramnaatica. a benetkio do consalbo supe-
rior dassa associacao :
Tran-porte 2000
;<: ,'nendador Luiz lioncilves da Silva,
um camarote I fO '0
Dr. Join Barbalho Uchoa Cavalcanta,
uma cadaira 10 jOOO
Dr. Antonio (lotilho llodriguas. Idem 3500.)
Professor Liberato Tibartiao de Miran-
da Maciel, idem
Professor Antonio dos Santos Kalcau,
i leoi
Professor Augusta Jose Mauricio Wan-
derley, idem ,
4
tana ';l in- K.'ij. -Ila nesta provincia
um estabeleitmenlo de eidcaca-i da ineuinas, que,
pelo pe de imiortancia' raatorial e moral a qua
chegoa, attrabe as atteacSjs e applau^os do pu-
Wico que o vianascar .e desenvolver-sa. Refe i-
nn-nos ao collugiodito do Sanpssima Cora;3) da
Jesus eque sob a direccao de uma nossa illustre
comprovlnciana, a Exm." Sr.* .D. Bemvinda Souto
Maior, funcciona ao n. 79 da rua do Hospicio.
A subido panto de importancia matarial e rn >
ral, dizemos n6:, haver atlingiJo ease 'estabaiaci-
mauto cducativo da maninas, parqaa, ten so a
vi-! t a camplata capacidida e propriedade d) eli-
!i':> que o comporta,onda sa reunem as condicojs
exigidas por ajiiaHa miitar, a KJaueidale do pro-
fcj'orato, que le alii as d'nciplinas adoptadas, e a
sabia direccao que preside a todo o raovunentd
des'e estabeiaciment), quer sob o aspecto da ins-
truccao, quer sobo daeJuca^io, distinct^) necos-
saria, porqua eta dirige-so ao coracao e aquella
ao espirito.
Na mais ligaira coavire.ncia a quem quer que a
mereca ter, cdTn as educandas dassa collegia, cla
ro deixam ellas connecer por onde, dMtra cari-
nhosa e inspirada lhe dit*ga o pinaaTieato e o
sentimento.
0 collegio do Sautissimo Coraga> de Jesus hon-
i a a provincia.
Dlvida acliva da fazendn provia-l
-ii. -Ji% seccio do conteu-ioso da respectivar
thasodr'jrla acham-se as relaijSes A 'dlvida ftdtiv-a,,'
da fazenla provincial, caaaarnanta ao anuo. flnan'
cetro proximo flajjo de H7i 1873, wlo que pade-
rX) os devediresquf.quborem*i)lfef seus debitos
alii proeorar as re^aectiwis giia-.
Comarra it* %im*o Antap. No lagar
campe^ente vai Iranscrjpto. do Municipio, da cida-
da da,victoria, ^m atligo sobre ftegacios d'ajli,
cuii Teitura no uedem. paw rccommendar..
AnniversMrio. Completam^e hoje .271
annos que o Mm. Tr. Henrique eclebrou, em Por-
-1_
sejjuro, a prffnolra mlssa n
VAVot^m tru*MUaatie*-~
ae nosso correspohdente de Lisboa exi
segujnfe.:
Tomos ,a 18 para PraaBJb.eo e maw .Pjno
do Braiil,o,vper ,5i)rXB,rdcarr*ado-Pi:o
a 23, o Dannai, de Bordeo* ; a 30, o Fire Queen;
de Liverp >ol. 0 Simbarazo (do Pacilico ) que e
espera a 1 de abril >ulgo (jue na-) tocara era Per-
nambuco dasti voz como polbjo dos ultimos an-*
nuncios da agenda. Vai haver agora aaquete*
duo veaes por mwentre Liverpool o Para, to-
cando em Lisboa.
Jury da Encada. Principiaram no In
17 do corrente os trabalhos do jury desse termo,
sob a presidencia do Sr. Dr. Caetano Estellita Ga-
valaante Pessfli, sendo promoter interino^ o capitao
Zaferino do Figueiredo e Mello ; e termiharam no
dia 2f.
Os re is submetiidos a julgamento foram os se-
guintes :
Dia 17.Joao Bap'.ista de Sanl'Anna, pronun-
ciado no maximo do art. 203, advogado o Dr. To-
bias de Menezes; absolvido.
Dia 18 Jose Bezerra dos Santos, pronunciado
no maximo do art. 237, advogado o mesmo doutor;
absolvido.
Dia 19. -Francisco Antonio dos Santos e o sub-
dito francez Charles Henry Barney, aaiielle pro-
nunciado m maximo do aft. 192 e este no maximo
do art. 113, advogado o Dr. Aquilino Porto; o
primeiro foi condemnado a 14 annos e o segundo
absolvido.
Dia 2.1.-Joao Raymundo e Feliciana Maria da
Conceicii i, aquelle pronunciado no maximo do art.
1201 e "e vogad) o mesmo doutor; absoPvidos, appellando
de am bos o juiz de direilo.
fcioyanna..Em 22 do corrente escrave nos-
sa correspondente desta cidade ?
a Apazdesta oanrai a Nan aim a sempra
desejada traaquilidade nli s^lTraram a ramir al-
teracai no espaej dicirril) daiti a altimi missi-
vaqiio Hie endaracei.
a Xi :areacia onpleJvda faatis notaveis para
communicar Ihe, delxei de fazer a musiva da se-
mana pusadi, p>r|ua realm ;ata ale o dia em
que devia fiza-!a, ha (a occorrau que ma obrigasse
a satis'azer esse dever.
a Tudo vai hem, g'agas a baa indole deste po
va da Giyaaai qae, iafaliz e made immeraciJa-
menta go-.a do noaie de turbulanto.
t Hjnle-n insullau-se a I* sessao juJiciaria d)
jurv leste term), prasilili p'b Br.jaii de diraita
Interind Alfred) Ernestj Vaz d) O'ivaira.
a II >ja a tarde liou/a urn lailai di preadas, en
frente da igreja da Nossa Senliora da Gonceicio,
eujo product) ha da ser applieado a< obras da
mesma igreja. Ate a Inra e n qae I lie es.-rav a, 8
da noiM, amla naitarminm, palo qae nto Ihe
passo dizar o qi m'n-n pro Inzi lo.
Sa.'ualo aanuaciou o 1874, jornal qae sa pu-
blia aqui, davaj raia;r s:, com) palo respactiva
emprezarioo.Sr. Jauma Jjse de Smu Campos
beam onvidad, a soci h subscrip^oras da cvn-
pauhia da iliannijioa gi? que o mas in Sr. Jus-
tino pntaala e-tabelecar aqu.
. Kvi rr.i;i: i), i w esta eoawisada para o dia
23 do c trranle, defj tar l.i^ar aria di Ampiro,
nas.bral) d> sr. tjaaaa-aoroaii Autini) GaeJes
Gantjim.
t Espera qua, a gran-le idea da illamma^ia a
giz, aqui sa Drae a m roili Uls. porque, em var-
lide a alia u in newsiididi qua tolls reconba-
cam coni palpitant1-; a o m>i) mais ficil da le-
va-la a elTv.to e sen duvili AfSWna, 0 lembrado
palo Sr, lastim Gimpas iirtillaala uni compa-
nbia.
TmV'ii ii ms n i dia 2 deve tar lagir a
instaMaja l um aoiiedide rearaativa da dansa,
euja din im: i n i > x\ id Cons'i-ma que s-; pre
ara ua se Ie di referida pociedade ama grande
fasta.
t As chuvas tern sil i agara a|ui abinlmtas, o
que tern alagral > bi'tait! aos agriculioras, uma
ve-: qua sun falia>iameacar.i serios prajuizoi. Para
nos ja o invernoesta daclarado.
Mais nada.
Niillciaa eonniiierclae*. 0 telegram-
ma d i Sr. F. Yonle, da Londres, em 12 do cor-
rente as 8 h. da manhS, diz :
Alaodao reguHwde Pernamhuco em sor 8 3|8.
da Parabvba 7 3ji e 7 7|8, deMaceio 83|8,calmo.
Assuear mascavado de Pernambnco, quali-
dada regular, em Liverpool, a 20| frouxo.
Audacia, de Parnambuco 3,390 saccos a 20|0
no caes, com garanlia.
0 dos Sis. Knowles & Foster, de Londres,
em 12 do corrente as 10 h. da manha. dlz :
Algodii) calmo aos precos: de 7 7|8 a 10 de
l'ernanibnco, de 7 1|2 a 7 3|i da I'arahyba, de 8
a 8 3i'i de MacaiO, do 8 3|8 a 10 do Maranliao,
de 7 1|2 a 9 1|J do Rio Grande do *Norte, e a
8 ?|8 do Ceara.
Asso -ar frouxo aos prec-os : de 2I|6 a 26(6 o
braneo, e de 16i a 2I|6 o mascavado.
Gate com baixa de 1 shilling sobre os preoos:
de$fc| a lli|o do Rio, e de 103| a 110|o de
San'us.
0 '- Srs. Panto Leila & C, de Londres, em
12 do corrente as 5 h. da tarde, diz :
t Alfpidao afrouxou. Precis: Pernambnco e
Ceara 8 3|8, Slaceid 8 l|2, Parabvba 8, Maraohao
8 Zig.
Aesucar fronxo aos precos: de 22[ a 2n o
brsneo, de 19[ a 21| o lour', e de 13|6 a 19| o
mascavado da Pernamhuco a de Maeeio.
c Care calmo ajs preqos: de 93[ a 105| o do
Rio, de 9i[ a 102( o da iJalua, 6 da 100| a iUOl o
do Ceara. ,
Proelamas. Foram lidas na igreja do Ro-
sario, que serve de matriz da freguezia de Santo
Antonio, naquaria-feira 23 de marco, os seguin-
t- s:
1.* dennnciacao.
Tenente Jose (Delano da Souza Cosseiro, com
Maria Amelia Alfredo de Carvalln.
Bacbarel Aquiliho Gomes Port), com Maria Par-
ana do Senna e Silva.
Romao Riueiro da Vasconcellos, com Joanna
Maria da Conoeicao.
2.* dennnciacao.
Francolino Libanio Taooiio.com Maria Joaquina
da Oliveir.i.
!. tenente Almiro Laandro da Sil a Ribeira,
coin Emilia Olivia Corraa de BrHo.
Joaa laixeira da Fraitas, com Guilliermina Ida-
lina Nobre de Almeida Motta.
Antonio Paes Pereira da Silva, coin Maria Jose-
phina da Silva.
3.* denuuoiagao.
Pedro Faustina Snares, com Cordolina Maria
Marcelina.
Manoel Bernardo de Jesus, com Julia Philomena
de Lima.
Leouel Antonio da Souza, com Anna Senhorinha
da Castro.
Manoel Joa.|uim lliaioii-o Bezerra, com Maria
Corolina de Moura.
Jaronymo Jose Telles Junior, com Laura Daarle
de Azevado.
Henrique Luiz Ferreira Leal, com Fraacisca
Amelia Rodriguas.
Silvino Rodrigues Cardoso de Barros, com Ida-
lina Maria da Silva.
Emilia Hyppolito Bandaira de Mello, com Cosma
Pereira de Lyra.
Loteria A que sa aeha a venda 6 a 93* a
tteneficio da matriz de Muribeca, que corre no
dia 28.
I^eilao. Amanhi, 27, deva tar lugar olcilao
d: movais, Inuga e crystaes annnnciado para a
casa de resideucia d) tenente-coronel Alexandre
Augosio de Friaa Villar, no sobrado grande de
quinaa rua dos Ossas n. 26, por interveneao .do
agente Pinto.
Casa de deteneao.Movimento da casa
le deten^ao do dia 23 de marco de 1874 :
F.xistiam proeos 293, entrarara 3, eahiram 4,
exislem 292.
A saber :
Naekraaes 231, caalheres 8, eetrangeiros 21,
esc#avos 90, eseravas 2 Total 292.
Ahmeotados a custa dos eofres puliHeos 244.
Movimento da eafermaria no dia 23 de marco de
1874.
Tiveram baixa :
Antonio Felix da Silva, febre
Severino Jos6 de Barros, asthma
Setarina Jos6 dos Passos, rlieumitisrao.
Manoel do Espirito Sautp da Silva Caramba, ide.n.
Tiveram alta :
ioia Francis:o Xavier.
Antonio Jose Joaquim dos Santos.
Pionizio Barbosa da Silva.
Thomaz Antonio de Gonvfia.
Thomaz Cavalcanti de Mbuauerque.
MigueLPereira dasAnias.
Pasaaeii-os.-Giicgadoa dos portos da Eu
rapa no vapor francez Ville do Rio de Janeiro:
(^mjlle Thomaz, Adalpha de Oiiveira, 3J,aneel
0. Bibeiro.

> 4* ca! R..6ha\M,
Sabido3 para os portos do norta no vapor
nacional Crur^iro do Sul :
Manoel Francisco Cunha Junior, Dr. Antonio de
BouzaRibeiro Junior, Joao Pinto de Vasconcellos,(directas qua temos feito repetidas
James Muder^n, l' cadete Manoel A. Torres Gal-(de contas bera analysado o artigo
lowiv iMazvna Mowlmearo, G.-d -SMfi
asquali, soldado iloeme o*e de *,M*
De* Okv*n, Jo*). AmtHnio LWna, Jos*Bedrb
Mello, foldadq QaadMo M. ade.Arauja,^HaBra-
to F. Alves, AsmbrDBio da. Silhn, jfrfkda 'Almeida,
Joaquim Jose da Silva, Modesto Pinto-Lei >, 2 pra-
ras, Josa Dias -auto, Manoel G da Oiiveira, James
Stewart, Gabriel Naraizo Aranha, Augusio Francis-
co da Silva.
Chegados dos.portos da Europa no paquete
inglez Boyne:
Henry P. Powell, Joaquim Candido da C. Si-f
queira, Albino-de S. Campos, Doraingos Jose da C,
Lajjes, Jose F. Baltar, commendador Jo;6 Pereira
da Cunha, Manoel Ribeiro da Carvalho, D. Antonia
de Padua P. de Albuquenpie e 2 filhos, Luiz Pin-
to de atesquita, Ignacio da Sa Lopes Fernando,
Josfi Antonio da Silva, Joaquim Manoel, Laureritino
Claro, Manoel L. da Cosn, Manoel "Martins Fernan
des, Adelino V. Souto, Eduardo Beldran, Thomaz
Garcia Meleno.
Chegados de presido de Fernando no,vapor 1
Ifdndu/Hi:
Jose JoanuimAJves Coulinha, Vicencia Januarw
da Conceicao, al feres Gereioo Mart us de Oiiveira
Cruz, aua sanhora e dons filhos menores,lalferes
Manoel Brasil de Oiiveira, sua senhora e um filbo,
Antonio Sebasliao Bazilio Rrrho, 47 praxis do 9>
baHlhao, lO.presas e 1 dita. t
Chegadas do Port) no patacbo ^urtuguez
Lidadjr :
Florindo F. da Silva,'Manoel Dias Pinto e.Bento
Marques de S-;uza.
Sahidos para os portos do sul no vapor in-
gle* Buyne :
Francisco Pietro Lopes, Manoel B. Lopes,-Fran-
cisco A, da Costa e sua mulher, padre Bauil, J. A.
deOliveira Azavedo, J. da S. Masquita.'J. G. da
Albuaueruue, Theophilo de Vasconcellos.
Ceiaiterfo publico Obituario do dia 21
Je marc/i:
Antonia Maria da Conce'u.ao, parda, Pernamhu-
co, 60 annos, viuva, S. Jose ; dfUtacia na arlaria
descend cute.
Antonio Villa y Lopes, Lran:o, 'Hespaulia, 22
annos, soli-:r>, Boa-Visia ; febre'typliofde.
Aut.mio Josa Hanfique, bnanco, Portugal, 22
annos, solteiro, Boa-vista; febre amarella.
Fraaaisca das Qhagas, parda, Parnambaco, :60
annas, viuva, Roa-Vista, hospital Pedro II; liyper-
iropbia do coracao.
Marcalina Maria-'da Conceicao, preta, Africa, 96
annos, solteira, Baa Vista, hospital Pedro II, vo-
lhice.'
Manoel Bazerra, pardo, Parahyba, 28 annos,
solteiro, Baa-Vista, hospital Pedro II ; variolas.
Joanna BanJeira, parda, S. Paulo, 74 anno=,
solteira, Boa-Vista, hospital Pedro II; hemorrha
gia cerebral.
Saicho, pardo, PernamSuco, 1 anno, Boa-Vista ;
brigth.
___ 22 __
Victor, pardo, Pernamhuco. 11 triezes, Santo
Antonio; in'ero collie.
Anna Rita Cavalcante da Albuquerqn.'.brauca,
AHagoas, 43 auuos, viuva, S. Jose; herysipela
graugrenosa.
Maria da Paz, parda, Parnambuco, 40 annos,
casada, Uoa-Virta, hospital Pedro II; congestao
cerebral.
Joanna Maria dos Praz res, parda, Pernambuco,
23 annos, solteiraigJioa-Vista, hospital Pedro II.
tuberculos paka otrares.
Josa Antonio Chaves, pardo, Pernambuco, 3b
annos, solteiro, Boa-Vista, hospital -fcdro II;
hepatite. ;
Theodora, escrava, pfeta, Pernambuco, 30 an
nos, S. Josa ; bexigas.
Andre, esaravo,' pardoj Pernambuco, 28 annos
solleiro, Boa-Vista; tuberculos pulmonares.
21
Manoel, pardo, Pernambuco, 7 mezas. QtHV> >
coQxalefies.
J lauua Filamena Coelha Malveira, branca, Par-
iiaiubuao, 111 annos, solteira, Boa-Vista ; entarita-
chrouica.
Anionia, parda, Pernambuco, 9 amnos, Santo
Antonio; espasin i.
\ji\i, pardo, Petnauibuco, 2 dias, Boa-Vi^la ; ic-
taricia
Jo.-epha.. preta, Pernambuco, 4 Inezes, Boa-Vi*5
ta ; espasmo.
Ucholida Yotafard, bran:o, Ilaha, 23 annos, ca-
sado, Boa-Vista ; febre amarella.
Maria Cordolina da Luz, preta, 19 annos, casa
do, Baa-Vista, hospital Pedro II; tuberculos pul-
monares. -
Antonia, parda, (ignora-se a naturalidasle) 14
mazes. Boa-Vista ; variolas.
Lniza da Costa, preta, Africa, 81 annos, solteira,
Boa-Vista, hospital Pedro II; velhice.
HWGfllOA JU&H.'iJtSizl
Ti'l'iuual ds coauiuero!^.
ACTA DA SESSAO DE 19 D& WARCO DE
1874.
PHKSIUENCI.V DO ESM. Sil. COiNSEUIEltlO AMSELMC
FBAKCISCO PBBBTTL
A's 10 boras da manna, presaatas os Srs. de
puta.los, sacretario Oiinto Bastos, Lopes Machado
e Alvas Guerra, fallaado com participagao o Sr
supploute Sa Leit,w, S. Exc. o_ jr. consclheiro
presidwte declaroa abarta a sessao.
Foi lida e Japjis approval.!
sao de 16.
EXl'KDIliNTi;.
, Pclo presidente da reiacao de S. Paulo Li re
meltiao uai exemplar do discurso proferido na
inauguracao da mesma relaQ.ao, exemplar ette
jue foi mandado arahivar.
OiRcio do sacralario do tribunal do commcrcio
da capital da impcriu, rametlcnda a rela;ao dos
commerciantes matrieulados naquelle tribunal
durante os mazes de Janeiro u favareiro ultimas.
Mandou-se para o aMbivo.
Foram distribuidos os livtos ;eguint.-> :
Copiador de Vuiato enieio Lopes, dito de Pe-
dro Olegario de Cerqueira.
DESPACaiOS.
Raquerimontos :
Dc Ce.ciliano Mamede de Almeida, para certili-
ficar-se Ihe so Jose Cavalcante Lias era socio com-
manditario da firma Amorim, Frag.'so, Santos &
C, qual a quantia polo mesmo subscripta e se rea-
lisou akum pagamanlo. Cerlifiquase.
De Joao Luiz Ferreira Ribeiro, solicitando o re-
gistro das-duas procuracoas juntas. Como re-
quer.
De Manoel Gonijalves de Barros c Jose da Hora
Moti:i, podindo o regislro do distrato da sociedade
que tiveram.-Vista ae Sr. desembargador fiscal.
Do Jose Antonio da Cunha Guimaraes e Fran-
cisco Ribeiro G ,imiraes,reqiiereado qne so. regis-
tre a altero^ao do sou eoptratoannexo. Vista ao
Sr desembargador fiscal.
De Henrique Rodcigues & C, trazendo para, re-
giitrar-se- a rJloracao do coiitr.Uo-da firrqa. Manoel
AnU)nio Pires cV C -Visla ao Sr. dosmbargador
peal
Iuformactaes:
Da secretana para ordanar-se a uniformidade
nos exemplares do ccntrato de Cunha & Irmaos.
Procede a informaQao da secrelaria.
Idem da mesma, cobriudo a peticjioem quo Jus-
Uno Jose de Sauza Campo.s pede 40 dias para apre
sentar a earn imperial da companhia de illumi-
nagao a gaz da cidade de Goyanoa. Sao tern
lugar, a vista daiDformaaae.
Idem da mesma, apontan lo as faltas que se en
contram nos papm da companbia de illuminacao
a gaz da cidade deGoyanna.da qual e gerente Jus
tino Jbse de Souza Campos -S%tjsfeitos os dous re
quisitos constantes da informacao, e que faltam
para que possa ter lugar o regislro soliditado, volte
a peticao.
De A'iao-P^ttesson A. C,.regisuo do seu con-
trato social .junto em duplica.ta.Registre-e o,
conlralo, nos tennos do dacfieto.n. 4,394.
Autos de reuabiliucao dos mmbros da exlinc-
ta finna Ferreira & L-iureiro.Satisfajaro o ,pa-
recer fiscal.
. Nada mais havenda a Jaspacliar, S. Exc. o Sr.
coaselbojro presidente ^ncerron a seasao ao.
mil i dia.
U. -^.________k4U^^-^- ^--
mn mnu
PARTIDO (OVSKUVtUOK
'RECIFE, 2fi PE MAKCO DE J874.
MATADOUKO HUlll.IGO.
Depois do labor.io.3a iacubajao, apaaeeceu o or-
jpo opposicionista articulando uma actusacao ao,
hanrado adminjstrador Sr. Dr. Lucena^apro ~
to do contrato sobra o matadouro pubUco,
brado em 9 de Janeiro deade, ajiijo-
Sem davida foi isso mdlivaido nelas provi.. _
v^as.e i#al,
qae temos era
a acta da ses-
lO.fljMitO r
cionu.ta amaifflesra vejz.nao fazmai
afcti^arUr^
liioe iror ^lindaliWtiS'UmatwZ'de quan-
IMiurai opposlcaa peswal, iancorosa e m-
..loraate,
0 Sr. Lucena, diz a Prorincia, auerandoap-
parentar e encobrir o desrespeit) lei, a vi da-
ciod*-ma attribuir;*o exclusiva das camaras
munhipaes, ousou alBrmar qu*, sobra o mo-
, tralo, foi ouvrda a camara mifiioipal desta ci-
dade.
Que nao foi ouvida a samara municipal sabre
ense contrato, que o Sr. Lucena fallen a verda-
de Desaa peca olDcta'. como no seu celebre of-
fioio da 20 ja oiaio, .prov irmnos com un doeu-
mento irrefragavel.
Quandi- rinl03 a epigraphe do artigo, pensamas
que 0 orgSo opposicionista havia encontrada no
contrato celebralo em 9 de Janeiro dest) aim) al-
gunu cousa d prejudicial aos intaresses da pro-
vincia, censeguinteii.enie, com reQexao e curiasi-
dade o lemos.
Tratavase de urn contrato importaniisslmi, e
ainda que tarde, era louvavel o interesse em os-
ciareour a optniao publica sebre.ella.
Mas o fim uojco do artigo foi injuriar a
phmoira auLridade da provincia procuran lota
provar sophislicamcnte qua a canwrit-municipal
desta cidade nio foi oavida sobre aquelle contrato
como o allirmara o bonrado admi:.istradar.
Eis alii p sysbjma de npposic*) adaplado por
nossos a'dversarios. que nem se pier recuSni ante
a falsidade.
Vai vex o publicc, com dlcumentos officiaes,
iJUe, se houve alguem que/altassa ii verdade, foi
o artlcrjli-ia da Poriucia.
O meansa^el e distmcio admioH'trador Sr. Dr.
Lucena qucraad i dar cumprimenV) a kl n. 1,10 \
de-28 de man do an o passado, em outubro da
mesmo anno mandou ouvir a camara nunicipal
desta cidade subre o local mais' conveniente rura
o estabelecitnento do rnatadouro puMio.
Esta?coq>or3i}a/rem um extenso offlcio, abun-
dando em razoee oonviacenles sobre a gran-
de utilidada da madida, deciarou todavia a S. Exc.
qua nao podia satisTazer o que se lho exi^ia por
ftllia de-estutloj previas.
.Em.Titta dest.i re'potJa S. ^xe. nomoui uma
couMnissao da.professioiucs, maiores de toda a
excepecao, que depois de estudos e examesminu-
ciosos deu seu parecer.
Eotao aberta a concurrencia, remetteu S. Exc.
asipropostM offereridas a camara, que respondeu
pelo u.odo soguinte em data de 3 da novembro
de 1873.
? A camara municipal a quem V. Exc. en-
-%'iou tres propostas para a construcj-w da um
'iuatadouro publico-oacquisicao'do terreno3 pa-
o raumlogr*douro atim de sobra as mesmas, quo
t devolve, dar sou parecer, passa as maos da V.
Exc. o incRiso parecer, por copia, da commis
t sao respectiva : oqunl por e tar de conformi-
t dade com o pensar da mesma camara, que o
appruvou em ses.-ao de hoje, nada mais tem a
accrescentar, licando deste inodo satisfoito o
que V. Exc. recommendou em oflicia de 20 do
< passado.
* Aswgnados :
Tlioodoro Macliado F. Pereira da Silva.
t Jose M.Freira Gameiro.
c Joao da C. S. Guimaraes.
a Jose Pedro das Naves.
Dr. Pudro de A. L. Mo-cbso
Depois dissoo lionijdo.adiniUL-lruJor qua ua)
teai ontro ifiteresse seqao beneliciar a -ua provin-
cia natal, qua tao acertameiita Ihe f*i -coafiada
palo governo geral, onvio da nova a Camara i)bra
j parecer dado peti commissao noaieada para dar
parecer s bra o lugar do matadouro, a qual res-
ponden cm data de 10 da dezainbro do anno pas
sado, do moJo scguinte :
A-camara tnumcipal a quem V. Exc. re-met-
teu para informar o parecer que davolve, dud
pela ooaimissiio que, noaieada por V. Exc exa-
mluou o lugar Peixinao d municipio da
>ilinda,.para rielle sar constrnido o maladouro
publi o e suas dependetlcj'as, mandou p >r ama
j commissao deseu seio examiner tatnhom a lo-
i aalidada Pares destttJiiunicipio, cajj pa-
ce recer reinelta por copia; e,.a vista do qua se
la em ambos essas paraa.rr.'a-'canfia esta cama-
t ra que V. Exc. re-olveia esctdher aqualla diR
duas localida las quo RJttllOMS Bwnfijoes ulTore-
cer paia uma obra de grande alcance ba inualo
redarha la pelJ mao esiado e acaoiiadas limites
do matadouro uu actaalmante passaituos.
Assigosdos |
<( Mjnoel J. -go_ e Albu juerquf.
. 'Joao da" C.'S. Gauuaraas... ^ --------^__
T Jo.-e Pedro das Neves.
\ Jose M. Frbire Gameiro.
Theodoro-M. F.-Pereira da Silva.
Cum pre agora per^untar : quem fal'.au a ver-
dade ?
0 articulisla da Provincia, quo nao duvidou
ccmuieitar uma indignidade injuriando o. cidadl i
bonemarito que, somente por dedicagio a causa
publiea, coiuerva-se em um lugar em qua os de-
Liaciocea, abusand) da imorensa, Hie faz?m as
mais dolnrosas injusli;as.
0 flm qne tivenns em vista, foi provar qae o
artienli-ta da Prorincia calu'-aniou o hanrado ad-
mini>tradnr, Sr. Dr. Lueeaa, e isso o consaguiai,;
com a publicacao dos offlcios, por onla so va qua
a camara municipal foi ouvi la par occasila de
ser celebrado o contrato para o matadouro p ibii-
co, por tres vezes.
Como o art'culista promaltau vojtar s>\i:;: oas-
sumiilo somente para provar sua iacau.stiui.-iona-
lidade, reservamo-hos tambem para essa -i-
Biao.
Na analyse do? actos do hanrado admiiu u .dor,
(amis a mais robu-ta conviccao, havenns da es-
magar sempra os detraetores ; podem s i oavan-
cer disso.
Ne
e entrsgiMrdo dito
ooKartor'SWMSof, c&Wo dfepositario, send a algans
irieaidos por outrow tfe nenhnma valia, como foi
patante em am leiRo -floe se proce len de drversas
objectos deixa Jos pela finada ; muitos 4wtesbeiis
f wJM repadiado? par s? conhcer quo elles nao
eram osquetinba deixado a dita finada, mas sira
4b eolledor major Birreto I
Como, |Kis, acreditarem as pessoas, qne a nao
eonhece, qne am collector e major, fosse incap iz
de ser depositario dos espolios de nnn finada, e
snbtrahisse aqueHes qae por um a-rolameilto Hie
foram entregues ?
0 que dira o Sr. collector e major em sua de-
feza quando se drsser. qne a finada Caetana, nes-
ta cidade era conhecida possnindo mnitas joias de
r.uro e de brilharrtes, bons vestidos de alto preco,
e que este? c aqueHas devappareceram antes de
se fazer o arrolamento dos objectos qua Ihes foram
entregues, tendo S. S. nas vesperas da morte da
mesmar frequentado a casa da finada muitas ve-
zes por dia e noite. ?
Nao sabe V S. que consta ne-ta cidade, qae
ncos vestidos foram trajad-s na fregaezia da Gra-
vata por uma c. rta senhora (que V. S. deve co-
nhecer) ooe nao tinlia meios para os possuir, os
quads eram iuaes e da mesma fazenla dos da fi-
nada t.'aetana I
Como se lefende V. S. das declancoes do Sr
Joao Miranda, dilas no acto de perguula qua Ihe
fez a autoridade policial e com assistencia do Dr.
promoter pubfico ?
Esperanns, Sr. en I lector e major, que V. S. de-
feuda-se, porem, ten ha cuidado que a emenda nao
saia pa'ur qua o soneto. Veja que o senhor esta
meitido em um g-anle sipaal.
Ntngoem sabe melhor que V. S. a rejpeko do-
objectos da finada Caetana e de oulras muit.t-
cousas.
N6i licaraos na espectativa a espera de sua de-
fezapara enlrarmos na discussao.
Sr collector, estes amigos e prolectores de que
S. S. tan to se utana de ter, tem iepuiac?.o a per
Nazareth, anda pela rua com a cars tao cb*a d.t
raiva qae fax medo 1
K agora-'* qWzlfa dHle i aukaniwa M tq^H
ies que o elevrm a altara de joit. ____
E' o caso qae se diz : crio* m sei*, qutm it*
mordau o peito.
Em flm os politic >s qne Ihe tomem coMns, e
qaem quizer dia mal delie, que # tofraln, ii ?os-
tor, estupido, e afe Venal; eu poreiD so dif4 iem.
e ainda mais par me t-r !H>n'-i!dido sem apon-
tar n mais leve omissiia <*e cfltcio I _
Suspeudeu me p ir 9> Ji?s p->r ser a prtoMra
vez, nao e assim Sr P>rgentm'i ? ton amda Ihe
nao doeu a eo'.sci-incia em c odemnar ao aaHow
da pena um pai de familia sen oim-lo. _____
E agora tudo fez o Sr. Perjremino sem fMBI-
lar primeiraraauta o animo da priraeira adprlnaV
da comarca, n illustrad Sr. Dr. juiz de diretto Ji*'
Ircano Maciel. que naturalmenP? bo via ch*cJr-f
enonfrando a.piella t arbar susp'-Bsao **s fri-
meiros dias de sua e>clarectda e prudeaii ad ni-
ntstracao.
Mas, o Sr. Perganiino, uma espeeie d > CkrM*.
que ja era a ites d- sar, e <\ sabe gaardur estas defet-eccia- indi^rcBsareii qa
gerarchia ofScial, propria- at- a- l.,j tdacacao
pisou tudo e condenmou-n a 60 dias de sns-
pensio.
Se nao nniiecessft o axcllent' pd da Sr. Per-
gentiu.), diria qae o Sr. IVrgantin i G^liio en
pagan ; por.ru" c,-n b-mu >.i oi a uiiior peaa sea
me ouvir nem dedinar um so facto que rr.c cam-
prometta.
Recife. 24 d marc,a da 1874
Orlando Mri/tH-Uno de 4A*Prtl
dj


der, e nao deve S. S. entender que elles estarao
diqiostosa so mancharem para sustantir seus
actos infamas e degradantes. A alta sociedade,
que diz S. S. pertencer, (segundo dizem) nao da
proteecad aos que commeltem a:Qo;s torpesere-
provalas palos homens hmestos.
Saiba mais, que a infarnia que S. S. quer ati
rar ao seu escr.vao actual, com o descredito de
uma infeliz, nao o ha de conseguir. Veja mais
qua ar.les dc este escnvao aqui chegar, ja havia
quem soubesse de suas conquistas ,
Sr. major, fique de uma vez inleirado que, as
lagrimas de uma familia, moviJas paia falta do
pa i, que par sua mal Indole e malvadeza faz ti-
rar, lia de Ur o inerecida castigo. Daus da alto
tudo ve" e obeerva. S.S. ja vai sentindo o principio
das dC-res do seu castigo.
E' tempo de ajustar suas contas, e segund > as
regras e exemplos diremos : tempus es/
libra*.
Agora duas palavras ao Exrn. Sr. presidente da
provincia e aolllm. Sr. inspector da Ibeaeoraria
de fazenda geral.
Veja V. Exc. como se illaqueia a sua boa fe.
promovendo-se para major interino de um bata
lliao da guarda nacional a um homem que e nem
conhecido os si us actos, nao so os que aqui se
acham descriptos, como aqu-dles qua o fizeram
demittir do rirgoque outr'ora occupava. E' esse
major, Exm. Sr que occupa 0 lunar da collec-
tor das rendas gera-s deste municipio, c que In
poucos mezes attfon contra o ex escrivao Florea-
tmo Gameiro da Silva, uma parte a inspector da
thesouraria gjral (cgundo fomos infonaados) e
por esta tii deroHti to, tiran lo assim o pro da um
paide launiia, honasto e cuiiipridor da seus deve-
res, ao paco que >e o Sr. inspeel >r fosse mais
bem hifirmado quem eia o escrivao Carneira d.i
Silva, seria o collector Giilbormiua damattida o
este nomead) para o seu lugir ; poidm, Daus es-
creve cert.) por linhas curvas. lia da rater rapa-
rar a reputacao daiualie e pnnir a e.-te.
Qhanamos a atlanaao da S. Exc. e o do lllm.
Sr. inspector da thesouraria geral para achqooi-
ca deste heroe collector, qua des la ja p.ataxti-
m is esererer.
Victoria, 22 .le Janeiro da I87i.
Um sen ronhecid >.
ttio Mumripiu.
Va botica c ji'ij-macia
aattircxit
se encon'.raram es|>acific .s pan a r.ur i da toda*
as malestia', se por acaso paUe tos. foram ao men is um foi d'-*Mlterl). O pei-
ti.ral da anacahaiU d; Kemp, tir d i B exlrihil
dc uma arvora balsamtea, e iadubitavdm nto .
autidito natural, coutra toj ,- as dasarranjos u
l.stias da garganta c doe urgSes pulmmarus. A
effieacia de seus sim.dcs iTait is, seriam em s
mais que sudlciautcs para iissij^ar toda aJfeere-
dulidada, sa por acaso ja ni i e.-tijfcssam altaneea-
to reconhecieos polo t s'.-man'.i/Uiunime de ini-
Iharei ila pessoa-. V ni-t ria'd; uas extra r-
dinarias cmas se acha in-cript.i e trasladada cum
as innumeiaveis eeili.ioa- a at'esta^oM unriadas
de lodas as partes uo mauli r.aoitavel : eatre
esta granla aggloine.ai.a j de t-stamanhos. sc com-
prehend a cartai da emineales medicos, clerig.M.
legisladores, oradore- pool.,-.-. macaaieoe, advo-
gados a lelrados ; n'uuia palavra da |ie*oa pt-r-
tencentes a todas as Clas.as prfi-.-o's da vida.
Todo< fa! am em Mib-tri.ii, qua a kise, as com-
tipacoes, as bronchita, as a-qaioeactaee a ae-
'li-aeiid I thma, se alliviam e curam mediante o u-o deste
admiravel e prodigio-1 r.-mediu d'ao uioJa infal-
livei, prompto a radical.
.
'

vci,-ii.s I'aiiKis.
Depois que sa ta7ganisou em certa rua do bair-
to da Boa-Vista um club, ou antes uma pane'.l
nha de verdadeiros niyromantes, lem-se visto
nesta cidada cnusas de farer cahir o queixo mais
seguro, plienomenos incomprehansiveis. que par
felicidada des nossos avoangos nao poderam uunca
ter lagar nos tempos ja passaJos.
Quem acrediiaria por exemplo no amn da
graca da f8'J8, que um leao, animal irracional,
notaval sdmenle par sau fOfa e desmarcado or-
galho, era capaz de subjugar, da dirigir e at6
de eusiaar poliiica a seres livres, qae dizem estar
no gozo das Ires faculdades d'alina'? II
Cerlauienla niiiguein : o proprio taiiare) djs
nossos sertdas mais longiquos, se quizessam con-
veuca lo de cousa semalhaute, recuaria assoia-
brado, priferindo o abrenuntio.
Pois bem ; esta cousa estupeuJa, esta iulpossi-
vel moral, esta maravilha, que em ouras eras en-
cheria de horror aos mais ignorautas, h ja e um
facto provado, uma verdade iucontestavel, que
todos estao vando, c da qual ninguem poda du-
viJar, sob pena de e*.communhao viVindo.
Sim senhor, depois que os taes nigromantes
se eongragaram sob as vistas e ordeas da tal fara,
desappareceram da fa:e domundo todososyanktes
e na> ha reoineraclo, nutransformarao da pessoas
0 r.ousas. que nao saja pos-ival. Teal sa trans-
forp'iano ii qua ja-to cm "arbitrario, o que digno
am Jeapresivel, o que e nobre e gaoeroso, em
Ipequeiiinho e vil, eoiiim naj ha cou^a algttma
insusceptivel de mutacaa.
Mas isto seria para admirar ainda mais, se
par ventura nao tiv&ssein tambem transforraado
um homem mvlher, nm carroceiro em publicists
de -nota.
Mm APEDIDO.
--------,.--------------------.
JSanto Antao
n Em. Nr, prcnide-nte da provln
fin. an Nr. inMpector ria si'iiii e ao ill m. Sr. denembar-
gacW* Jflc I'eiippe de Hoittia iLeao.
Foj hontem, 21 do corrente mez, nesta cidade,
yisio c testemunhado o espectaculo da urai basca
dada em casa-de Joao de Miranda, para adprehen-
ao de objectos pertencenie a finada Caetana, cu -
jos bans loram subtrahldos peJo Collector dai ren-
das. geraes deste ojuaicipio, a quem fora n^mea-
4a depositario particular dos ,e,spyl.ips i)'1 dita fi'-
tjada )
, 0 escandalo com que procedeu este collector e
.maioiv/lagguarda nacional, Guflhertfliao Paes Bar-
' i, a addacia, A tnwnaajet,. o neonum, amor a
reputa5ao"i:hegou a ponto inacreditafel da se e&xmminnao.
zer : uqa.DMe senhor, qne exajtv^s o> perlen-
f l.ftftq sociedade d"a roaconAria a ,ldr,^Jaigo3 e
iteciores de alta importancia,seq4c( flomead).
Uario.dos .pspelio^.de.uma senbora.'Ajje dei-
j^aVa uma sua filtia na orphandade, suBtrahtsse,
seus bens e.oaJJceAie guitar em uma ontra casa
,rjara maja.tarda.sd l^cupleUr delles, sendo a ia-
famia e aadacia tal que estes bens sabtrahidos fo-
Ao Sr. B>r. julx Eiiisnicipia! .le
\ izai'eth
Louvado D.us I Depois do dez anaos deexerti-
cia sem n ita qua envergonho o raeu caracler da
escrivao do civel, crime, e provedoria na el t le de
Nazareth, fui suspanso par GO dias pelo tapie*tit-
sini+&.juflissiin>j!iii municipal bac :arel Pargen
tino Galvao !
E por que*1
Ah I isto porqae maito me hinra na opiniio
publica; por que tambem maito nte^flxalta eatra
os qua me sao legitimos supariorcs na gran-is ge-
rarchia jurisdici.mal. em face da qaem o si'pien-
tissimo juiz Pargeutiu) 6 mea>s que uma po'.ga !
Repito, a su^peasao muit) me honra, bash ser
obra da meretissimo Parg-.ailino, juiz municipal de
Nazaie'.h
Nao avaliam os diguas leitores quanto rae aperta
ocorajao occupar-ma degsejiwfifiimo Pergentino ;
mas coma ha caso qua picfe miis qua a lei, ;. iss i
a contar a rainiia hist ri.i, a desda ji recom q nla
qua se nao perca da lembranja a c.-t;anpa i!e unn
vil obscuriJada ui orJem nnr.,1 e juniica. M .-
antes de prineipiar, hmbra miqin. carlo juiz mu-
nicipal indo iuvantariar um eas qua passaia uni-
camanlo uma gran le fazonda da p.rc s, o foz p i
tal forma que :
Tautas caoesas conn tantos tar ins ; tantos ter-
mos conn tantaa estada- ; e lantas esta-las c nn i
tantos camiuhos:
Sornm idas as castas que Ihe partenciam absar-
veraa tod is os paros, licando em deoita as da es-
crivao.
Oa'.ro juiz municipal ind > inventariar um eqn-
ha qua coosistia em mais da daus tarjos en do-
bias, uieias doblaj, e patacoas, m.tad>u contar as
eustas que lha Competia, e poz em Instai public,
para saram arramatidas as maedas a qaem mais
les-o.
Mas, pondo se deatalaia, e amoacand) os licitan-
tes cam pri derem-lhe adjudicadas as raaedas pelo o valor in-
trinseco por conta da suas castas com abatimenlo
da a' part).
Fiaalraanta outro juiz municipal indo invenlariar
carlo espalio muilo recontemaute, lava habilidada
de alug r cavallos para sua jornada par certo pre-
cinho, e depois mandar consigcar nas castas que
Ihe perlencia, outro preco superior !
Mas estas bellozas nao sa referem ao jmtissimo
e tavi Jojt manajpal bacbarel Pergeaii-
no Galvaa,.uem com ella se daram as falsificacS3J
de duas portarias depois da pablicadas e bavendo
dellas seextrahida certfdSes ; pirque sao gracejas
proprios do juiz ladra i e prevaricator, e o Sr. Per-
gentino e um santo mojo de habili Jades.
Agora provoco o juiz municipal da Nazareth
Pergentino Galvao que ma aponte um facto sma-
Ihante aos que ficam aponlados, oa ainda meoos
do que estes, que possa coraprometler o meu ca-
racter de eseriau.
Aponta Sr.jui^amunicipal Porgantiii) Galvao, e
de saa dever juSimcar os 60 dias de suspensao que
me ordenou : por quanto se o na> fizer em termo
hrevo. voitarei a imprensa para dizar o qua nao
dissa e fazer o que naa fa;o.
Nunca fiz inventarios da porcos e irwedas, nio
emprego fraude para obter das partas daaativos
qae por lei me nao pertencem abusanlo de minha
autondide, nao coavivo com jogaJores de casa da
tabulagem, nao pactuo com ma fail j; as que espan-
gam publicamenle.
Tenho honra que nao troco, nem se paraca com
a sua.'Sr. juiz Pergentino: por conseq.aeacia ou
justifica os fandamentos de sua portana de sus-
pensao, ou eotao. me tera pela proa com unhas e
denies e o hei de parseguir ;oun uma nnlasti.i.
Cuide seriaraente convancar o publico dos vicios
que me argnio em sua famosa partaria da suspen-
sao ; porqae dou a vida pela honra.
Creia Sr. juiz Pergentiao qua asm moeda e d
balxo quiiate e so ma alcan^ara o tacia das betas,
ainda qua me arrume segunda. violancia.
Mas afflrm:>- he pela alma quedevo a Daus que,
hei de'lera-lo de presente aos tribuaaes e cauvan-
ca-lo qae, alem de oulras de -uas bellezas, lirmou
ama portacia e mandou dar-lha cumpruneato no
caracter de juiz, a.mes da se lo I I
Tenho em men poder este celebre documcato
que bem mostra o seu earaeter precipitado e ain-
tueioio.
E' q caso. que se diz: antes da ser ja era a Sr.
Pergentino ; mas tome cuiJala com esta heresia,
ojbe qae tambem Ihe porjo b:.tar a porta alguma
Sua alma sua palma.
Em fim ; .eu, ou o Sr. Pergentino de Nazareth :
urn de nos pagara o tribute a lei, e a varj da jus-
tica tocara a um dos dous.
', Se me cahir o raio em casa, .appl;'usos_ Sr. Per-
|gfntino ; se'porem o ferfr e me dcixaf livre, Ihe
perdoarei pon eaoidada.
'.QSrlUi* Pergentipo,.depois a si divorciou d
situacao dorainante e se uaio aos republicaaos de
JL'M'A DOS 'ORItLTOMS
Praca de ija.
AS 3 II >I'.\S JA TUtDE.
cot-i;.'.,:- ara I -; .-
Algodao do serta > '. l-> kil...-.
AJgedao de 1* sorte 8^000 p -. hooleni.
Ugodm de Goyanna f sor.' 7:.' |ht l"
Lil >s.
Algodio de Maceki I --.. 0 p >r 15 kilos
posta a ad., a freta J- 7|8 e 5 O|0.
Algodaade Maceiu medi in > 748 W pi* 15 Wo?,
posto a borda c : .11 7|H e "> OjO.
Algodao da Parab i.: i 0 per I"
kilos posto a hordo a frete de 10 t :>
0|0, hontem
Diti da din dita '.',- r I" kilas jxislo a
bordo a frete de llilfie > 0|o. hanten
\s; icar -Gaul li-:>a par i. k
imbw sobre Laadres a Bu J|-. ^C l|l d. por
lj iOii, ii ml
Dito 9 ibre di! i a '.') 4|v .'. IfX I p l*)W.
i^ambio sobre o Ro de Janeiro a l" drv. ai
(>ar. hontem
A. le flos
Pr .-1-i te.
A. de !.
ret vie.

Re
: ...

i
i i3 131*342
M 7-.:;;?
713 8S I :
j -.-:..-, '1-' MM.
Vap ,,- ingl 11 m a rea I rbM para al-
faiad
V'awr inglez B'/v ;-; rad m-. .d >nas.
'l-.: .;::;- a -Ira | ra/ ,-nd ?a.
Lngar ir..!)-".--- '> < Srasw -real-Titwrba-
g ig .. i ra para al.'an I
Barea b km ihola D. Ut si n ereaa>rias pan
aifandega, mal ri e maehiauaw pan
a ei.ipr-'.'.a da compinhia I c mofora, ja
despacbadoj, para .. c-es 22 deNareai-
Lro.
..rigua fran.-ez.-l/./i le 8 ur In, nter-
cad Tias para Ifj 1 mater mm para
a empr ira da car not na, ja
da- o --a U .] Noveai-
br
... ., p ji ta oi ei .'. '' --' /-ira
o ;. pich _
Pttaeho inglez- likler '' ja dcpKi
pan o I C .-.:-'
Imp -rt-.vil,:-
Barca p ctugue a Ut) i,eatrada ds Usbei ei*
24 do corrente, e consig iala i l.' i Liti. I
manifesto!!:
.-ilpiste a barricas a Pereira SimCes & C '
tema 1 farda a L. J ise" da Cki i I C
A-iio siilphiirio 1 garrafao a Mmo.l J-seR. 4
Primos, Agua mineral i .-u\. :. M. I! de Mejl
Amendoas meia barric all M n t A. Gai nara:;.
Aros da pa> I'iO rodi- a Franco di Cunha Jk :
A'-ulejos 35eaixas a Oaveira FilhisdiC Id a
Parenle Vianoi 6; At'ite de oiiveira 2-"> barris
a Silva Guimara-s & '.. 3 a M >sq lita A.- C-rlw),
30 a Antonio Francisco C-rga, SO a Cnnha Ir-
maos & C, 40 > Luiz Jose la C>sta A norim .\ <
C.irvao ani nil i bai .-a- i Mnoel J ise RiJri-
(rnes & Prim is. Or i em via- M eaixas a E. 1!
11 ibeUo A: C. C >li 10) 8aix% a Silva Guima-
r \C. 30a?Lai It .-ha A. C. Ciaarl* 30
g lidas a Silva Gu n arias C Ciinelhi
ca i caixas a Pereira Si nas Js C Chonricis 11
barris aos m,
Dragas 8 birrkas e i far In a Maoael Alvas
Barboza, 4 caixas. 3 barri:as e 3 fard >s a ordesa,
1 caixa a M. Uarroza d.- Mello, la Ferreira
Maia A C.
Farella 7W saccos 10 con-ignatariss, 36 a Sa
Leilio & Irmaos, G > a Ant ini> A. Jscem-', tl a
Tassa Irmao & C. Faijae S sa to* a Joao do Rego
Lima.
Lagedo 287 pedras tun 200 varas a H B. Ae
Oiiveira. 308 varas e lre< quartos a Jne F
Lima. Lagas leaca de barre 342 oml37wrat
e meia a Antonio C. de Vasconcellos
Marmora 0 cai-sas a M Jae 6 in.alves da Povte.
Nazes meia barrica a D. Mria A. Gulmara
Obras de vine 14 volumes a Picas & C
Padra de cantana e lageda Ml volumes a Jote
Augusta de Arauja. Pinhas do lauca 2 em I caixa
a Parente Vianni & C. Peixe em salmoora t
barris a Silva Guimar.ies A C.
Violin 39 pipas e Si barris da quinto a B4lrao
& Filho, 28 e 10 a Luiz Jose da Costa Am ohm A
C, 2z, 6-> e 10 barris da daennas a Tuaraaz *t
Aquino Foneeci & C successoras, SO pipas e 40
barris da qaint. a Sdv.. Gaiaiaraes 4 C, II e W
a Am irim Irmao A <:.. 4 e 5 a Cnnha Irmies ft
C, 4 caixas a D. M. Ayres li limaraes. Viahw
braneo 3 pipas z5 barris de qa.nla e 2d da4
mis a Thomaz da A. .'onceca & C. si
20 barris de quiuta a Belira.) & Fii.i>._
staarinan iOO caixas a Silva Goimaraas 4 C
Patacha nacioinl Kltriys, eilrado do
Grande do Sul na me,m dau e ouripMt
Praucisco Ribeira Pi nla tinimaries *'*'*
Cabalas 1.0 K) rasleas Laur** *"_ +*
xa em bexigas 5,311 kilas. X.rqua I7,
a ordem.
Kwuna partugueza Atuui. eotrada d* lift
de do Sul, na masraa data e eossigaadta,
4 Filho, manifastou :
Bagres sece-w I,-100. Cbila< SW
coado 30 barricas c mi 4,774 kilos,
cos 50. Xirque 10 <,6Ga kilos, i
Barca inglazi yitherton, eatrala de Tem 8oa
na mesma data a onsignada a JahasXoa, Pater JL
C. manifestaa :
L
I l^


v
r



<**>
3,449 bvricM aos cooaignztsriiM.
Vapor inglez Boyne, chegado das ,eatos da
Suropa cm IS do oarreate e consigaade a Adam-
Ma Howie C, maaifeeloa o smumUl:
AoMfttrv I pa-ow a Cramer Prey AC.
Bijuleria t caixa a A. fHyvernal A C.
faairiiT 4 caixas a Pblpps Brothers AC. Con-
aervas 8 caixas a ordenj, 8 a H. Nueeoh. Ghapeos
1 caixa a Monteiro Gregorio & C.
Diaaeiro I caixa ontendo 1,000 ol>erar*s ao
Enrl'sh Bank of Hio deJaneiro.
Jaias I caixa a A. Hyvernat & C
Lima t caixa a Do Lailhacar A C
Obiecios de e>criptorio 2 caixas a iLaadoa &
ISraxJian Bauck 1 a Luix Antonio Siflueira,
coateado ubjecios para cbap&oe do soL
Queijos 21 caixas a Anlonio Fraaoiseo.Corga,
100 a Brown Thompson A C, 10 a Lebre A:Reis,
16 a Luiz Jose da Costa Amorim iC.ii a.el-
trfio A Fiiho, 32 a Jose Mareelhno da Rosa,& Fi-
Iho, 17 a Lima & Silvj, 17 a Domingos Joaquim
Ferreira Cruz, 20 caixas e 3 gigos a Souza Bas-
tos 4 C, 10 caixas queijos e viveres a caixas a Cardozo Martins A C, 50 a Franciseo
Goncalves Bastos e Sa, 6 a Jos6 Joaquim AWee
Sememes 2 caixas a H. Naesch. Sedas 1 caixa
a Mendes Azevedo & C, 1 a Okeel Bifldloss.4
C Sapatos de la a chapeos de sol 1 cahta a Al-
fredo Gibson, 1 aos consignatarios.
Tapetes a saccoa de tapetes 2 caixas a Penoa
Junior C Tecidos 49 caixas e 90 fardos a
Cramar frey & C 29 volumes a Mills Lathan A
C, 71 a Phipps Brothers & C la Keller 4 C.;
a Linden Weydemann4 C7.56 aos consignatariov
18 caixas a Brown Thompson 4 C, 3 fardos a
Okeel BiodJoss & C, 3 caixas a Luiz Antonio Si-
qaeira.
Vinho 2 caixas a J. A. Tom., 3 quintos de pipa
a J. 0. C. Doyle.
i*SPACH03 DE EXPORTACAO NO D!A 23 DB
MARCO DE 1874.
Bora os portos do exterior.
Na barea franceza Minerva, para o Canal,
carregou : Keller A C. 126 saccas cota 9.477 kilos
de algodao.
No palacbo national Bom Jetus, para o Rio
4a Prata, crregou : A Loyo 110 barricas com
13.143 kilos de assucar oranco.
No patacho porlaguez Fausto, para o Rio da
Prata, carregou : Amorim Irmaos A C. 400 barri-
eai com 45,951 1|2 kilos de assucar braneo.
No brigue portuguez Improviso, para o Rio
da Prata, carregou :.Amorim Irmios A C. 800
fearrieas com 92,378 kilos de assucar braneo.
Para os portot do interior.
Para Santos, na escuna allema Jacobina,
carregou : Amorim Irmaos 4 C. 1,630 saccos com
99.000 kilos de assucar brauco e 1,100 ditos com
66,000 ditos de dito mascavado.
Para o Rio Grande do Sul, no brigue natio-
nal Superior, carregou : F. R. Pinto Guimaraes
400 volumes com 34,343 kilos de assucar braneo.
Para oRio Grande do Sul, no brigue portu-
guez Social, carregou : A. Cordeiro 400 barricas
com 42,528 1(2 kilos de assucar braneo.
Para Mossoro, no hiate national Adelino dos
Anjos, carregou; J. C. Figueira 2 caixas com 39
kilos de doce, e para Macao 1 dita com 26 ditos
ue dito. i
Para Macao, na barcaga Tret Irmas, carre-
gou : A. Pedreira 3 barris com 288 liiros de
aguardente. e para Miriii 1 barrica com 60 kilos
de assucar refinado.
Para Parahyba, na bareaea Flor de Maria,
carregou : B. J. Coelho 1 barriea com 60 kilos de
assucar refinado.
Para Maceio, no vapor nacional S. Salvador,
a fewarefae oMno, se tan 4a _
i"14** atoeeeararia. no da1 de6rrenle, a
yienv nor- eaeaes flzer, a oara da factara da uma
bomto pan levada, orcada oi 1:9O3ZOO0 a debaixo dae eon-
dajSea abaixo oapiadas.
>&t ptsoa cao, comparacaiu na >ala <1m *es*6e*.da raw ma
|BU, compdeotaMente bahil4adas no dia aciuu
wiicado ao aMJOtdia.
' para cosNtar, -ce mandou a>ublicar o ^resenta
aeio Diario 4e Bmnumbaco.
Saeretaria, 4a .tbesouraria provincial 4e Per-
stMnkaco, 9 4a .mueo de 1874.
Ckaufciilas esfteoiaas para a arreautacio -da ohra
4a buoiba on ascada de alveaacia no povoado
dosMantea.
1." A obra da bosba ou arco 4a alvaoaria do
pouo4o do SBun^i, sera feiu 4e xnufvuiidade
com n res|wio .vreamento, na imp ituctia de
l:9ttS^0O0.
%'O arreaulaote comecara a ottra aio prazo
de am mez e cooelurra no de irot iuezuj,.cuu(ado.s
da data do dito eoatcata.
3-* 0 pagaateato ser4 effectuado em duas
prestaaSes iguaea na .proporcio do sarvico exe-
cutado.
,4.*ffudo maia qua oiao esliver espetidcado nas
preseatas clausuiaa, sera regulado de coo/ormidade
com o.disposto n3 recuiamonto de 31 de ioiho de
1874.
Victor Fourme, engeabeiro chefe.
Confoeaae.Miguel Afonso Ferreira.__________
0 Dr. Stbastiao do llego Barros de Laoer-
d, julz de direilo special do comraer-
cio, n6sta cidade do Recife e seu termo
capital da proviucia de Pernambueo,
por S. M. I. o Sr. D. Pedro II, a quern
Oeus guarde, etc.
^Faco saber aos que o preseote edital virem e
delle noticia tiverem, que dentro do prazo de 30
dias contados da publicacao deate, recebera esse
juizo propostas por cartas fechadas para arrema-
tacio por venda da parte do escravo Jt-suino, de
cor parda, avaliada dita pane por 200/, sendo a
arrematacao pela quantia do 150/, preco da adju-
dicacao;o qual escravo epertencente a massa
fallida de Manoel de Souza Carneiro Pimpilo e se
acha em poder de Manoel Joaquim Alein.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei pasar o preente que sera publicado pela
imprensa e aiBxado nos lugares do costume.
Cidade do Beclfe., 18 de fevereiro de 1674.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Xascimento, es-
crivao o subscrevi.
Recife, 21 de fevereiro de 1874.
Sebnsti3o do Iiego Barros de Lacerdi.
T
ewrahM que jwaram achar m 4 wplic-| R4if*l n 3 1Q
Jo anjente em fltwar incertoetH* abidol -u ^^ ]? OU*
do avsente enTflogar incerlo tiie ^ubido
oka eanclusdo eoi'elles deei a Sentence isJh na daariw.naw, tivre de dinitoTda
guiuw:Uei qw juslicada a adsencic da sujaita a i(npit da capauzia
supplicado, a qvern o prut stode dYrfhes-aa
a quern o
ra ifliitnado p.r cditaes com'^9 dias de
prazo, affixados a. poblicadosCusta ea-
causa.
Rcite 18 de'iaarc^i ,)e 1874.Sbo.stiao
do Kego Barros de Lac-r !a.
P>r fur^a desla oiiuhd snt#nf ae-escrivao
t'rz, passar u pruaeateedital, peloqualcifaame,
jitoe h jx.r inltflnado ao dito Matioel pe-
r ira da Silva -WauderU'v, para que cornpa-
re<;a u^sie juizo d Jitro do prazo afita do allfgar o que for de jucUc,a. ii
para que ehfgae ao *otihec mente .*e l.|s
inaiulei passar o presrnte, pela ioipreosa e allixado, tws lugares do cos-
tume.
Cidade do Reoife, 21 de mari;o de 1874.
Eu Manoel, Mania Rodrigues do Naseimen
to, escrivao, o subscrevi.
Recife 23 de mar^o de 1874.
Sebaitido do Rego Barros de Lacerda.
Ao sello 300 rs.V. S. S.
Barros de Lacerda.
oonrente
eoosomp
Uiiia caixa, .inaica L ,'7727,' rlndji da Havre
no navw iraacea Afc*rw, enirado em 23 de feve-
reiro prextaia pasudu, conleado 12 revolwers da
mis Uros a aMo Sulae de capauias ou caraas para
os mtsmos, avariados. no valor de 92/r00 e
ada aos atesmos direitos por^Lehmann
aos
Freres.
AJfandaga de
1874.
Peraambuoa, 23 de mar;o de
O inspector,
FalJo A. de >C. 'Rois.
Antonia, firfca 4a Manoel Felix Barbosa a Mar-
coHna Gwaaaria*.
Adelaide Francisca da Silva, fHba deFrancisca
de Aasis.
Alexandrina Maria, filha de Felippe Martinbo do
0' a Maria Joaquina do Espirito Santo.
Rosa, filha de Antonia Joanna de Barros.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 13 de marco de (874.
0 eserrvile
Pedro Rodrigues de Sonza.
indieadas,
Salvador.
para aeeaapaafcarFea
carregou: Fernandes
litros de alcool.
CAPATAZ1A
Hendimento a dia 2
deal do dia 24
4 Irmao 1 barril com 96
DA ALFANDRliA
a 23 15:585/322
. 397/100
No dia 2 a 23.
VOLUMES SAH!DOS
Pnmeira porta
Segonda porta .
Terceira porta .
Uuarta porta .
rupicbe Conceica^
No dia Si
15:982/422
40,431
122
08
1.539
313
42 713
8ERVIC0 MARITIME
aharengas descarregsdas r.o irapicfe
alfandega d 5 dia 2 a 23
No dia 2i
*i\\M atracados no trap, da alfasfrgi
-Uvarengas.......
Mo trapicne Couce!jac .
80
80
RBCBBEDOR1A OE
RAES DE
,1endiment? do .jia 2 a 23
dam do dia 24 .
REN DAS iNTi
PERNAMBUCv
RNAS GE-
47.087/225
1:283/230
0 Dr. Sebastiao do Rego Barros de Lacerda, juiz
de direito especial do cumroercio desta cidade
do Recife de Pernambueo, por S. M. Imperial
que Deus guarde, etc.
Fa;o saber pelo presente que no dia 26 de mar-
co depois da audiencia respe< tiva vai a praca os
bens seguintes: Uma arma^ao de louro pintada
e envidracada, com balcao e candieiro para gaz
nor 120/000. Um fiteiro pequeno por 5/000.
Uma pequena balanca com pesos por 2/000. Uma
marqueza deamarello quebrada nor 5/000. Uma
cadeira de dito por 2/000. Um lavatorio de ferro
p-jr 1/000. 5i pares de sapatos de marroquim
para senhora a 400 reis (29/600). 7 ditos de
couro de lustre para ditas, a 640 reis (4/480).
Oito dias de couro braneo para ditas a 800 reis,
(6/400). 4 ditos de couro preto para ditas a 320
reis. Dezjito ditos de diversas qualidades em
mao estado para ditas a 200 reis (3/6"0). Um par
de botins dedurajue para ditas por 1/000. 4
ditos de couro preto para homem a 309 reis
(I/2H0). Cinco ditos de marroquim para dito a
(500 reis (1/200). Cinco ditos de iranca para dito
a 1/300. Um dito de tapete para dito por 800
reis. Um dito de botina gaspeada para dito por
4/000. Onze ditos de dito de couro preto para
dito a 33000 (33/000). Seis ditos de dito em mao
estado para dito a 500 reis (3/000j. Um dito
dito para menino por 1/300. Um dito desapatao
de lustre para dito por 1/300. Cinco ditos de dito
de couro para homem a 2*000 (10/000). Oito
pares de sapatos para meninos a :ti 0 reis (2/400).
Um par de chinellas por 800 rci-. Vinte dous apa-
lasados do marroquim para sapatos a 300 reis
(i/400) Trinta e tres pares de furmas usadas a
800 reis (26/400). Oitenta e cinco no^ellos de
no a 30 reis (2/4i 0). Doze couros de cabra a
200 reis (2/i00). Uma porciio de sovellas e cra-
vadores por 2/000. Seis libras de taxa a 240
reis (1/440). Uma escada per i/000, cujos bens
foram penhorados a Guilherme Celestino do Car-
mo, por oxecucao que the move Mtnfiard Mettler
(t C, e aciam se sob a guarda do depcsii&rio
geral Manoel Goucalve:: Ferreira Silva, e na falta
de hcitantesjme ca"6ram o preco da avaliacij sera
a arrematacao feita pelo preco de adjudicacao
com o ahaiimenlo da lei.
. E"para que chegue ao conhecimento de todos,
mandei lexer o presente edital que sera afflxado
nos lugares do costume e publicado pelos jor-
naes. Dado e passado nesta cidade do Recife
de Pernambueo, aos i2 de inarcp de 1874. Eu,
Francisco Xavier de Souza Ramos, escrivao, e
subscrevi. ;
Sebasliiio do Rego Barros de Lacerda
48:370/475
CONSULADO PR0VINC1A,
Rendimento do dia 2 a 23. .
de? "o dia 2i ,
92:559/305
2:682; 088
98 241/393
RECIFE
'.endiroento do dia 23.
dem do dia 24. .
DRAINAGE.
2:290/977
654/365
2:943/541
MOViMEHTS 00 ?0HfS.
Xavios entrados no dia 24.
Lisboa28 dias, barca portugneza Lisboa, de 291
tone!adas,_ capitao Manoel Jose de Azevedo, equi-
pagem 16, carga varios generos: a Tito Livio
Seares.
Rio Grande do Sul:30 dia?, escuna portugneza
douio, de J 40 toneladas, capitao Pedro Augusto
da Fonceca, eqnipagem 8, carga 105,000 kilos
de came ; a Beltrao 4 Fiiho.
Rio Grande do Sul30 dias, patacho brasileiro
Eawipes,Ae 146 tonelada, capitao Manoel Fran-
co de Sant'Anna, eqnipagem 8, carga 188,400
kilos de carne ; a Francisco Hibeiro Pinto Gui-
marSes.
Bahia-8 dias, barca ingleza Zedora, de 257 to
nelada?, capitao W. Evans, equipagem 10, em
lastro ; a ordem.
Bahia4 dias, paUcho inglez Mary, de 192 tone-
ladas, capitao Murphy, equipagem 9, em lastro :
a Wilson Rowe A C.
S. Nicolao ( na republica Argentina) 47 dias,
Ingre iuliano Ida, de 349 toneladas, capitao L.
G. Kaggio, eqnipagem 10, carga U e ossos; a
ordem. Veio refrescar e segue para Anvers.
Havre por Lisboa -19 dias, sendo do ultimo porto
14, vapor francez Ville do Rio de Janeiro, de
817 toneladas, comraandante Fleury, equipagem
39, carga varios generos ; a A. F. de Oliveira
At
Navios sahidos no mesmo dia.
Bahia e portos intermtdiosVapor nacional S. Sal-
vador, commandante Santos, carga varios gene-
ros.
Rio da Prata-PaUcho brasileiro Bom Jesus
tao Franciseo J. da Costa, earga assucar.
Navios entrados no iia 25.
Southampton e portos intermedios15 e meis dias,
apor inglez Boyne, de 2,084 toneladas, com-
mandante F. Reeks, eqnipagem 120, carga va-
rios generos ; a Adams- n Howie 4 C
Rio de Janeiro14 dia, barsa ingleza George Can
nmg, de 388 toneladas, capitao John Huson,
eqnipagem 12, era lastro; a ordem.
Navios sahidos no mesmo dia.
Santas Palhaboli portuguez Diligente, capitao
Trindade carga assucar e outros generos.
Aracajii- Escuna hollandeza Acaide, capitao 01
demburger, em lastro de areia.
Observacao.
Bordejam no lamarao o brigue escuna nacional
Cmmi, e o patacho portuguez Lidador.
capi-
EDITAtS.
0 Dim. Sr. inspector da thetouraria provin-
cial manda fazer publics, que em cumpriraento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provfneia, dc 18
0 Dr. Sebastiao do Rego Barros de Lacer-
da, juiz de direito especial do commer-
cio, n'esta cidade do Recife de Pernam-
bueo, por S. M. I., etc., etc.
FaQo saber aos que o presente edital vi-
rem e d'elle nolicia tiverem quo por parte
de Maebado & Brandao, liquid*taiios da
extincta firma Silva Rocha & Maebado,
me foi dirigida a peti^ao do theor seguinte.
Illm. Sr. Dr. juiz de direito especial do
coinmnrcio. Maehado & Brandao, de-
vendo-lhes Manoel Pt reira da Silva Wan-
derley a quantia de 4:042#740, saldo da
de 1:0919560, importancia do mercadorias
que comprou a Silva Rocha & Maebado, e
mais uma letra de 144^240, vencida em
20 dejulho de 1871, de quem sa) os sup-
plicantes liquidatarios, e querendo interrom-
per a prescripQao que esta irainente no de-
bito do saldo da quantia acima de..........
1:09135740, que sao contas de um livro,
requerem a V. S. se digne de ;dmittil-os
a fazer seu protesto na forma do artigo
432 do co igo commercial, lavrando-se o
respectivo termo, e sendo este intimado ao
devedor por editaes, visto achar-se ausente
do seu domicilio e em lugar nao sabido, o
quejustificarao, digne-se V. Sdesignardia
e ho'a
Nest- s termos pede a V. S. deferimento.
Receb- r& merce.
Recife, 10 de marco de 1774. 0 procu-
rador, Joaquim Jose" de Luna Freire.
Estava sellaladita peticdo com osello de
estampilha de 200 rs. legalmenteinutilisada
na forma da lei. Na qual dei o despacho
seguinte:
Distribuida como requerem, sendo justi-
ficada a ausencia e juntas a conta e a le-
tra.
Recife, 10 de mar;o de 1874. Barros de
Lecerdr.
Em vir tude do meudi spacbo I'Ora a peti-
rao distribuida ao escrivao deste juizo, Ma-
noel Maria Rodrigues do Nas imento, o
qual fez lavrar o termodo protesto:
Aos 10 dias do mez de margo de de 1874,
na cidade do Recife, em meu cartorio ap-
pareceram os supplicantes Maebado 4 Bran-
dao, liquidatarios de Silva Ro. ha 4 Ma-
ebado. por seu bastante procurator q solici-
tador Joaquim Jose de Luna Freire e disse-
ram perante mim e as testemunhas infra as-
signadas que reduziam a protesto o conted-
do de sue peti.ao retro, a qual offereciam
como parte do presente que fica sendo ; e
de como assim o disseram e protestaram
lavrei este termo, no qual depois de lido, se
firmou com as" ditas testeraunha*. Eu Se-
cundino Heliodoro da Cunha, escrevente ju-
ramentado o escrevi.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nasci-
mento, escrivao, o subscrevi. Joaquim Jos
de Luna Freire, Manoel Antonio Cardozo
Francisco Joaquim Pereira e Silva.
E tendo os supplicantes produzido suastes*
0 desembargador ftancisco d'Assis Olivei-
ra Maciel, official da Imperial ordem da
Rosa, ejuiz de direito privativo de or-
phSos da cidade do Recife de Pernambu-
eo e seu termo, por S. M. I., a quem
Deus guarde, etc.
Faco sab'-r a quem o conhecimento do
presente chegar, que por este juizo, e a re-
querimento do bacharel Clemente Jose Fer-
reira da Costa, se procedera a exame de
sanidade na pessoa de seu fiiho Elias Coe-
lho Cintra, e depois do parecer do Dr. cu-
rador geral, subiram os autosi minba con-
tlusio, e nelles proferi a sentenja do theor
Sfguinte :
Verificando-se pelo exame de folhas qua-
tro, que Elias Coelho Cintra estdidiota.o hei
por incapaz de adminutrar sua pessoa e
bens, que mando fiquem sob a curatella
de seu pai o Dr. Clemente Jose Ferreira da
Costa, a quem noraeio curador. O escri-
vao passe edital, para ser affixado no lu-
gar do costume e publicado pela imprensa,
e custas.
Recife, 18 de marco de 1874.Francis-
co d'Assis Oliveira Maciel.
E para que ninguem faca. negocio algum
com o ptecitado interdicto Elias Coelho Cin-
tra, stno por intermedio de seu curador epai
o Dr. Clemente Jose Ferreira da Costa, com
previa autorisagao d'este juizo, mandei pas-
sar o presente, que sera affixadu no lugar
do costume e publicado pela imprensa.
Da do e passado nesta cidade do Recife,
aos 20 de margo de 1874.
Eu Manoel do Nascimento Pon es, escri-
vao, o subscrevi.
Francisco d'Assis Oliveira Maciel.
Ao sello 300 rs. V. S. S. ex-cauia.
Oliveira Maciel.
0 Dr. Luiz Ferreira Maciel Pinheiro, juiz
substituto do juizo especial do commer-
cio, n'esta cidade do Recife de Pernam-
bueo, por S. M.I.,ttc., etc.
Favo saber aos que o presente edital vi-
rem e d'elle noticia tiverem, que no dia 26
de margo do corfente anno se ha de arre-
matar por venda a quem mas der em pra-
$a pubhea deste juizo, depois da respectiva
audiencia, o segainte:
Duas paries da casa tern* numero 34,
da rua do Visconde d'AI .juerque, fre-
guezia da Boa-Vista,, com
> Precisa-ae de am refiuaiur do assucar : em
Olmda. no Varadoaro. rua de S. Sebastiao n 18
0 Dr. Luiz Ferreira Maciel Piulieiro, juiz substi
into do juiw eeprtial do eomaiercio nesta cida-
de do Recife de Pernambueo por S. M. I., etc.
Fago -aber :.os qua presente edital virem e
delle noticia tiverem, que p..r este juiio corre un>
auios de executio de eiiieuea nor mandado exe-
cutivo de Silveira A C, contra Manoel Francisco
dos Santos Maia. E tendo se feito penhora em
dinheiro, no deposito publico pertencente ao dito
executado, fdra pelo solicitalor Rodolpho Jolo Ba
rata de Almeida, procurador dos exeqaentes, feito
o requerimento do seguinte theor :
Aos 19 de marco de 1874, na cidade do Recife,
ex cauza. *"* public* audiencia, que aos feitos e paries dava
o Dr. jniz substitulo do especial do commercie
Luiz Ferreira Maciel Pinheiro, nella pelo solicita-
dor Rodolpho Joio Baratade Almeida, procurador
dos exeqaentes Silveira & C, por parte destes ac-
eeson a penhora feita em dinheiro pertencente ao
executado Manoel Francisco dos Santos Maia, e
requereu que ficassem assignados os seis dias da
lei a penhora feita, e dez dias aos credores incer-
tos, passando-se editaes; o que onrido pelo juiz,
huu>e a penhora por feita eaccosada, os seis dias
da lei por assignados, e tambem os dez dias aos
credores incertos, e o mais por deferido depeis de
manda r aptegoar pelo porteiro dos auditorios, que
o fez na forma do estylo ; do que fiz o presente,
extratudo do protocollo das audiencias, e juntei a
carta precatona qne segue : en Secundino Helio-
doro da Cunha, escrevente juramentado, escrevi.
Eu Manoel Maria Rodrigues do iNascimento, escri-
vao, o sobscrevL
Por forga do meu despacho o escrivJo fez pas-
sar o presente, pelo qual -hamo, sito e hei por in-
timados os credores mcerlea do executado, para
Sue comparecam neste juizo dentro do prazo de
ez dias, afim de allegarem o que for de justica.
Cidade do Recife, 20 de marco de 1874.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
crivao, o subscrevi.- Recife, 24 de margo de 1874
Luiz Ferreira Maciel Pinheiro
Edital n. 141
Pela in=pectoria da alfandega se faz publico que
as 11 horas da raanba do dia 27 do corrente se ba
de arrematar, livrei de direitos e sujeitos ao im-
posto da capatazia, 415 kilos de saccos de grossa-
ria, avariados, que faziam parte dos fardos de
marca B C ns. 47 e 55, vindos de Liverpool no na-
vio inglez Dora, entrado em 6 do corrente, no va-
lor de27IJU3, abandonados aos direitos por Bra-
ga Son A C.
Alfandega de Pernambueo, 24 de mrrco
de 1874.
0 inspector
FabioA.deC. Reis
M QECLABACOES.
uerque, ti
tres poftw ~ftaJ-==j.
Irente, sala adiante e atraz, quatro qu?f
tos e cozinhos f6ra, sotao dentro com dous
com
quartos e uma saleta, tendo pequeno quin-
tal com cacimba propria, precisando a easa
de concertos, avaliadas as duas partes por
2:666#666 ; sendo a avaliacao de toda a ca-
sa do 4:0o0f>o00, a qual foi penhorada por
execucio de Avila Irmao & C. contra a
viuva e herdeira de Antonio de Couto Viei-
ra, Joaquim Antunes da Silva, como tutor
do orphao Joaquim, e os Drs. curadores ge-
ral, e in litem.
E nao havtndo lancador que tubra o
preco da avaliacao arrematacdo serd feita
pelo preco da adjudicag?o na forma da lei.
E para que chegue ao conhecimento de to-
dos, mancfei passar o presente, que sera" pj-
blicado pela imprensa e allixado nos luga-
res do costume.
Cidade do Recife, 23 de fevereiro de
1874.
Eu Manoel, Maria Rodrigue, do Nasci-
mento, escrivao o subscrevi.
Recife 28 de fevereiro de 1874.
Luiz Ferreira Maciel Pinheiro.
Ao sello 300 rs. V. S. S. ex causa. -Ma-
ciel Pinheiro.
Edital n. 138
Pela iospectoria da alfandega de Pernambueo
se faz publico, que achando-se as mercadorias con-
tidas nos volumes abaixo mencionados no caso de
serem arrematadas para consnmo. nos termos do
cap. 6* do tit. 3* do regulamento de 19 de setem-
bro de I860, os sens donos ou consignatarios de-
verio despacha-Ias no prazo de 10 dias, sob pena
de, findo elle, serem vendidas por sua conta, sera
que Ihes fique competindo allegar contra os effei-
tos desta venda.
Trapiche ConceijSo.
Marca J C M 50 caixas com velas stearinas,
vindas de Hambnrgo no brigue inglez aArgos.s
descarregadas em 25 de julho de 1873, consigna
das a J. Jose de Carvalno Moraes.
Idem S S & C 10 ditas com alhos, vindas de
Liverpool no vapor inglez Arbitrator,* descar-
regadas em 21 de agosto de 1873, consignadas a
Soares da Silva 4 C.
Idem A P F 2 ditas com macaes e castanhas,
vindas ue Lisboa no vapor poriugnez Almeida
Garrett, descarregadas em 9 de fevereiro do
corrente anno, consignadas a Antonio de Paiva
Ferreira.
Idem SB 12 barris comjcastaolias idem Mem,
a Antonio V. da Silva Barro.a.
Idem 1 dito com presuntos idem idem idem.
Alfandega de Pernambueo, 21 de marco
de 1874.
Santa Casa da Misericordia da
Recife.
A junta administratiza da Santa Casa da Mise
ricordia do Recife, precisando fazer os concertos
de que necessita o predio que possue o patrirao-
nio dos orphaos, a rua da Cruz, hoje do Bora Je-
sus n. 12, contrata com quem se proponha a rea-
iisar ditos concertos, mediante certa renda e al
guns annos de prazo para desfructar ; devendo
os que disso se quizerem encarregar, apresentar
suas propostas em cartas fechadas, devidamente
jelladas, acompanbadas do respectivo orcamento
nesta secretaria ate o dia 19 de fevereiro vin-
douro.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 17 de Janeiro de 1874.
0 escrivao
--------Pedro
SAflTA CASA DA MISEKICORMA DO
RECIFE.
A Hlina. junta administrativa da santa casa d*
Misericordia do Recife, manda fazer publico qnt
la sala de snas sessoes, no dia 19 de ina.-po pe-
las 3 horas da tarde, tem. de ser arrematadas a
juem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
u- s annos, as rendas dos predios em seguida
ieclarados.
ESTABELECIME.NTO DE CABIOAOg.
Travessa de S. Jo?e.
Caa terrea n. 11.......201J00U
Rua de Santa Rita.
Idem D. 32........250i0iO
Padre Floriano.
We'" n 49........207*000
Rna da Alegria.
"era n. 31........371*000
Ponte Velha.
Idem n. 31.........1561000
Rua de Antonio Henriques.
Idem n. 26........99#00
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha
Casa terrea n. 18.......209*000
_ Becco das Boias.
sobrado n. 18.......421*000
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 (fechado).....1:000*090
Rua do Pilar.
Casa terrea n. 100......241*000
Rua do Amerim.
Idem n. 34........122*000
Rna da Gnia.
Idem n. 29........201*000
Rua das Larangeiras.
Casa terrea n. 7.......361*000
Os pretendentes deverlo apresentar no acto ds
irrematacao as suas flancas, ou comparecereni
wompaHhados dos respectivos riadores, devendc
pagar alem da renda, o preraio da quantia en
pie for seguro o predio que contiver estabeleci
aento commercial, assim como o servigo da lira
?eza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re
:ife, 17 de raarjo o de 1874.
0 escrivao
____________ Pedro Rodrigues de Souza.
CFXSELHO DE COMFRAS DO ARSENAL
DEMARINHA.
0 ceuselho manda fazer publico que no dia 26
do corrente mez, a vista de prop< stas recehidas
ate as 11 horas da manha, contrata por nova pra-
ca'ordenada pelo Exm. Sr presidente da provin-
cia, o fornecimento de carne verrie aos navios da
armada e estabelecimentos de marinha, no trimes-
ire de abril a junho proximo vindouro.
Tambem contrata nesse mesmo dia, a vista
igualmente de propostas, o fornecimento ao arse-
nal de marinha, no mencionado trimestre, de car
vSo cok e dito de ferreiro.
Sala das sessoes do conselho de compr s
lem>rirjha de Pernambueo, 20 de. marco
le 1874.
0 secretario
Alexandre Rodrigues doc Adjos.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO~
RE FE.
A 'unta administrativa da Santa Ca-a da Mise-
ricordia do Recife precisa contratar para o wylo
de aendicidade o fornecimento de 100 culchoes e
100 trivesseiro, confrrme o modelo que ^e acha
uesta secretaria. Recebe para isso propostas de-
vidamente selladas, na sala das sua3 sessoes, pelas
3 horas da larde do dia 26 do corrente.
Secre^ana da Santa Ca-a da Misericordia
do Recife, 20 de raanjo de 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
Consistorio, 23 da marco da 1874.
O aaeratM
_________________Dominfot daCmta
Associaxjao portugueza de
beneficencia dos empre-
gados no cum mereio e in-
dustria em Pernambueo.
De ordem do Sr. president- da asstmb^a geral,
convido a todos os Sr*. assoeradaa a ntmirem M>
em assemlilea geral f.extravrdmari:i)- no proxnoo
dorningo 29 do corrente, as 3 IfS iH^a-i da ta-daj
alim de preiachrr as vagas da direrlorij
Recife, 26 de marco dr 1874.
O seervtarin,
l^e- wanlii Xt.i.riK. da Silva.
THEATRO
Santo Antonio
^ EMPREZA-YICENTE.
Qumta-feira 26 de raar^o.
Recita extraordinaria.
Bent tic io da actriz
Joanna Januarla ate Oliveira.
A pedido, a inda opereta em 3 aeloa, ori|a4
brasileiro e n.u-ica do maestro
COLAS:
4 lorre em eoDCurso.
Terminara o espectaculo com o Undo dueto :
0 esltHhnle e a lavadfira.
. m., Principiari as 8 Iri horas
A_ Deneiiciada, conservando ainda a grata ftr-
dacao deste hospitaleiro publico, <.Usa ainda e*i*-
rar a proteccao que sempre Ihe pr.-diaalisoo
Era um dos intervallos a ba*ficiaJa ira
decer aos camarotes.
i'(

acra-
p.
odngues de Souza.
"do"
CASA DA MISERICORDIA
RECIFE.
Venda de predios
A Illma. junta administrativa uesta Santa Casa,
devidamente autorisada pela presidencia, na sala
de suas sessoes, pelas 3 horas da tarde do dia 26
do corrente, vende ou permuta por apolices da
divida publica os seguintes predios. pertencentes
ao legado de Joaquira da Silva Lopes, de que e
admmistradora : Forte do Ma'tos, metade do so-
brado de 3 andares n. 17, por 5:500* ; becco do
Abreu, 3* parte do sobrado n. 1, por 2:666*666
rna da 'Jula, sobrado de dous andares n. 69, por
6:000* ; rua de S. Jorge, casa terrea n. 92, por
1:400*, sobrado de um andarn. 30, por 2.000*,
dito meia-agua por 500*; rua dos Guararapes,
casa terrea n. 65, por 1:100* ; rua dos Acougui-
nhos, cosa terrea n. 26, por 600* ; Largo da Cam-
pma, dita n. 3, por 400* ; rua da Soledade, dita
o. 72,^ por 700* ; becco do Teixeira, oita n. 5,
por 250* ; largo das Cinco Pontas, terreno, por
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Racife, 14 de fevereiro de 1874.
0 escrivlo
_^^^ Pedro Rodrigues de Souza.
Declaracao n. 1.
Pela :.;.!.-i i,i da camara municipal desta ci-
^.^'de.._.sao chamados a virem pagar a bocca do
cofre' do~i*ue marco vindouro, lodas aqaeUaa pes
soas que se aehanr sujeitas ao pagamento dos i
THEATRO
Santo Antonio
SMPBKXA
Sabbado 28 do corrente.
AS 8 Ij2 DA XOITE.
E
Domingo
A 6 I|-d lioras da noule
HOSITIVaMEXTE
nuaw unlnira* n>preitralara>ii
do muito importante drama original brasiltiro bik
1 prologo e 5 acU-s, do Sr. L. A. Bourgain .
PEDRO OEM /
OuejaleveeagiiR.n?"',fnj
/
0 espectaculo de d
re^sauta dueto :
mingo terminarjr;^
0 esludante e a^vadcira.
IBM -
n.
J.'kde
Armazens da companhia per
nambucana.
Segaros contra o fogo
A companhia pernambucana, dispondo de ex-
ct llentes e vastos armazens em seu predio ao for
!e do Mattos, offerece-os ao coramercio em geral
para deposito de generos, garantindo a maior con-
9ervacio das mercadorias depositadas, servico
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accord", ex
clusivamente os generos de uma so pessoa.
Estes arma?ens, alem de arejados e commodos,
sao inteiramente novos e asphaltados, isentos de
cupim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utilisar-se destes ar
mazens, pederao dirigir-se ao esirip_tono da com-
panhia pernambucana, que acharao com qnem
tratar.
Protectora das Familias.
ixMiiriarao brasilelra de seituro
miituo sobrc a vida, gerlda pelo
banco rural hypotherarlo do Rio
de Janeiro.
A todas as pessoas que desejarem filiar se o es-
ta associacao se darSo os esclareciraentos precisos
e se formularao os contratos, dando-se tambem
ordeos on saques pagaveis ao thesoureiro do
mesmo banco pelas importances qne para ahi
houverem de ser remettidas pelos Srs. contribuin-
tes que se quizerem ponpar a este incommodo,
na rna de Vigario Thenono n. 7.
Pereira Vianna 4 C.
Agentes.
postos creados pela lei proviu
junbo de 1873, relativamente ao exercicio corren-
te de 1873 a 1874, cujos sao os seguintes : fores
e lauderaios de terrenos municipaes ; 2*500 sobre
estabelecimentos que vender espiritos; 3* por
cada licenca que tirarera as boceteiras para ven-
ilerem dentro do mnnicipio, e de 30* pelos mas-
eates ; 6* por cada carroea ou vehiculo empre-
gado nos servicos da cidade, villas e povoacdes ;
100 rs. por palmo de terreno dentro da cidade do
Recife e seus soburbios, que nao esteja edifi:ado
ou cultivado, embora se conserve niurado ; 20*
por cada casa de sobrado na cidade do Recife, que
con?ervar varanda ou sacada de madeira ; 10*
por cada casa de sobrado, cujo exterior se conser-
var estragado, e 3*!.00 por cada casa terrea em
Igaaea circumstancias ; 10* pnr cada casa de so-
brado nas ruas que ja foram calcadas, que nao
tiverem os passeios a ella correspoudentes, feitos
no mesmo nivelamento e alinhamento dos que ja
tiverem sido executados de conformidade com as
posluras municipaes, e 5* por cada ea;-a terrea
nas mesraas condicoes ; !* por cada casa de so-
brado, cujos quintaes deitem para ontras ruas e
nao estejam murados ate o respaldo do pavimeoto
terreo em forma exterior de edidcio, e 5*000 por
cada casa terrea em identicas circumstancias ;
60 r*. per palmo de terreno nos povoados da Mag-
dalena, Capunga, Chacon, Casa Forte, Poco da Pa
nella, Caldeireiro, Monteiro e Apipucos, que noa
estiver murado ou cercado; 40 rs. por palrao de
terreno em toda a extencao da cidade do Recife a
Apipucos, que nao estiver niurado, exceptuando-
se os terrenos que tiverem ercas nativaa em bom
estado de conservacao; 20* por Caiabaixade
eapim dentro da cidade do Recife ; 10* por cada
machina a vapor, nmotada na cidade do Recife
para qualquer mister ; e lioalmente o imposto de
i{ por cada ca?a de negocio nas cidadas, villas,
soburbios e povoacoes, devendo, porem, os contri-
buintes, quando tiverem de pagar este imposto, a
apresentar na contadoria o conhtcituento do im-
posto geral sobre indusiria e profis'In, afim de
provar ter assim satisfeito o referido imposto
geral.
Declaracao n. 2.
A mesma contadoria da camara municipal desta
cidade scienlinca a todos os donos de diversos es-
tabelecimentos de porta aberta, a virem pagar os
impostos atrasados quo se acham a dever, do?
exercicios passados, bem como os demais in.pos-
tos acima especiGcados.
Contadoria da camara municipal do Recife, 27
de fevereiro de 1874.
0 contador
Hypolilo C. de Vasconcellos A. Maranhao
o drama de ^^^SSmXmmk :
mines LhdUb
composicao ^0 aislinct0 peraaniburan0i 0 Wm mr' Apriglo ftiulmaraea.
THEATRO
i\ DiilllATICi
.EMPREZALIMA PENANTE
Sabbado 28 de corrente
Debute do Sr.
Theophiio tires da Silva.
Primeira representacao do grande e apparato-
sissimo drama era 12 quadns e um epilogo, r-
nado de musio, vesaaVi l->do a caracter. 'urn
scenario novo .-ap iihosa ..eu.i- pintado por *r-
Chapelin :
Santa Clolilde
RAIMA DE FEAiNC.V
Principiara as 8 l|2 horav
. DOMlNGd
A s 8 horas cm poulo.
0 mesao cspect.;(Bli.
As 8 In ira-

ArremalacAo
0 inspector
Fabio A. de Carvalho Reis.
Edital n. 140.
Pela inspeetoria da alfandega de Pernambueo
se faz publico qn achando-se as mercadorias
contidas nos volumes abaixo moncionados no caso
de serem arrematadas para consumo, nos termos
do cap, 6.* do tit 3.* do regulamento de 19 de se-
tembro de 1860, os seus donos ou consignatarios
deverao despacha las no prazo de 10 dias, sob
pena de, Undo elle, serem vendidas por sna conta,
sem quA Ihe* fique competindo allegar contra os
effeitas desta venda:
Trapiche Conceicao.
Marca B S, 200 saccos com feijao, vindos do
Porto no brigue portuguez Triumpko, entrado em
10 de Janeiro proximo passado.
Idem Z, 40 ditos ditos, idem idem.
Idem M, 150 ditoa dito idem idem.
Idem L, 300 ditos dito idem de Li-boa no pata-
cho portaguer Graciosa, entrado em 2 do corrente
mez.
Idem P. S, 100 ditos dito idem do Porto ao pa-
tacho portuguez OHnda, entrado em 10 de Janei-
ro proximo passado.
Alfandega de Pernambueo, S3 da marco da
1874.
0 inspector,
Fabio A. .. Rais.
Santa Vam (lf Misericordia do
Recife.
Em vista da ordem da Illma junta administra-
tiva slo convidados os parentes das raenores infra
mencionadas a virem relira-las do collegia das
orphi*. por ja terera aUingido a idade marcada
no respectivo regulamento, e acharem-se com snas
educacdes terminadas. Aqnellas que nio forera
retiradas dentro do prazo de 30 dias, contados da
data do presente, serao entregues, de accordi
com o 13* do art. 48 do mesmo regulamento, I
familias honestas para ahi se empregarem no ser-
vico domestico.
Senhorinha dos Santos, filha de Jose Joaquim
dos Santos e Antonia Maria.
Leopoldina Maria da Paixle, filha de Clara d
Jams.
Maria Eliza Alves, filha de Joanna de tal.
Valeriana dos Santos, filha de Joaquim dos San-
tos e Maria Margarida.
Alexandrina Bezerra Cavalcante, filha derose
Bezerra Cavalcante e Rosa Bezerra de Menezes.
Idalina Lacerda, filha de Pedro Alexandre de
Lacerda e Anna Francisca Paes Barreto.
Josepha Lima, filha de Joaquim Lima de Oli-
veira e Joanna Maria.
Candida, filha de Vital das Cbagas Coelho e Car-
ota de Lacerda
Rosa, filha de Antonia Joanna de Barros.
Dionizia, filha de Vital das Cbagas Coelho e Car-
lota de Lacerda.
Sexta-feira (27 do corrente) ao meio dia, tera
lugar na sala das audiencias, perante o Sr. Dr.
juiz de direito da I* vara civet, finda a sua au-
diencia, a arrematacao por venda da casa terrea,
sita a rna de S. Goncalo n. 19, com uma porta e
nmajanellade irente, e tendo quintal murado,
em chaos proprios, avaliada em 2:006*000 ; cuja
casa vai a praca por execucao de Jose da Costa
Ferreira contra H leoa Rosa Ramos. 0 escripto
acba-se em poder do porteiro do juizo.
Secretaria do gymnasio provincial de Per-
nambueo, 23 de marco de 1874. Por esta secreta-
ria se declara aos pais, tntores e correspondents
dos alnmnos deste instituto, que desta data prin-
cipia a correr o prazo de oito dias, dentro do qual
devein os mesmos entrar com a paga do segundo
trimestre do corrente anno.
0 secretario
_________Celso Tertuliano Fernandes Quinlella.
Irmandade do Senhor Bom
Jesus das Chagas,
Tendo a mesa regedora desta irmandade, em
cumprimento ao artigo 62 do seu compromisso, de
expor aos fieis, em solomne procissao, a imagetn
veneranda de seu padroeiro, no domingo de Ra-
mos 29 do corrente, pelas 3 horas da tarde, faz
pnbllco que percorrera as mas seguintes : Larga
do Rosario, praca Pedro II, Imperador, Ouvidor,
Duque de Caxias, Livramento, Marcilio Dias, Vidal
de Negreiroi ao voftar no chafariz, Coronel Suas-
suna, Carmo, Paulino Camara, Mathias de Albn
Sierque, Barao da Victoria, Cabugi ao reco-
er-se.
Sao instanteraente convidados todos os irmaos a
1.1-an.io e variado eapeclacaila
TerQa-feira 31 de marco
Km favor do rlarinetiata Eaalaenjio
Pereira Bebauraa
Logo que o* professo es da orchestra exacota-
rem uma brilhante ouvertura, seguir se-ha a bem
conhecida e applaudida romedia em 2 aetoe :
0 Dr. Grama
Pela primeira vez neste theatro.
No intervallo do I." ao 2.* acto o beoeficiado exe-
oii tar a na sna humilde clarineta as grandes e dif-
ficillmas variac5es de thema original de Mr. E.
Cavallini, I.* clarinetisla do mundo :
Canto grego ()
Na execucio desta composi?ao a clariceta inii-
tara perfeitameate o
ECHO
Depois do 1* acto o beoeficiado exeeutara na
clarineta a brilhante area cam variable* de Mr.
Klose, com nma I nda valtz variada, nas qnaes a
clarineta fas nma perfeita risada.
Ultima pnrte
Comedia em um acto :
0 caixeiro da taberLa.
0 beoeficiado, tendo de retirar-se em breve, da
unicamenle este espectaculo e espera a protecca-i
do illcstrado publico desta capital.
Em um dos intervallos o beneficiado ira agrade-
cer aos dignos con'idados qne se dignaiem hoa
ra Io com snas presencas.
Principiara is 8 l|2 horas.
(*) A pedido de diversoa dilectantes.__________
aYiSOS MABITHHflS.
Para Lisboa
0 patacho portnguez Graaosa, vai saair com
brevidade por ter a maior parte da carga prootp-
ta, e para o resio trata-se com os consignatariaa
Silva Guimaries & ''-, prafa do Corpo Santo nn-
mero 6.

PARA'
Segue com brevidade para o referido pom a
escuna Georgians, tendo ja pane de sen carraga-
mento engajado: para o reeto, trata-se eon Tasso
^- .u.-.aurednurc cu.YiuJuua iuuus us iriuitua a uiouu ouK'jauo para O rOMO, tnti-!
comparecerem em o npsap consistorio, as boras I Irmaos $ C, a rua do Amorim a. 57.
r
i
ILE6HHI


Dano de IVrnambuou Quinta teira 2 de Marco d* 1874.
T

\
"
mp!^,
men-
ftdfic Stown Navigatiii Cwiipain
ROYAL MAIL STEAJBRS.
Sao esperados Jo sul n vpores abaixo
ciouados :
Mareo 27-Pafati
Abril tO-/UMMW.
Abril Brtfaaaia.
Maio S .Joa* ttder.
fakeU aa% pmmm <* p<*i
Para a Europa 1* classe 5' classe 3* classe
A LbhAa 27 15 10
A Liverpool :* to | 13
Os menorea de doze annos pagarao meia pas-
segas, oe de otto uma qaarta pane, a tuna crian-
ca meaor da tret aaaws inde com sua family
grotto.
Criadaspagarao daas tercas paries das pas-
sagent to pnmeira classe ; e serto alojadas no
salio das senhorat.
Criades-pagario passagem d segunda classe.
Os eaaarotes nao devera set eonsiderados en
gajades, emquanto ft passagem nlo tiver sido
P*P-
Ob pamgeiros- que nio seguirem depots de
term tornado ias passagens, perderio metade
da importancia deltas.
Biweles de ida e volta (oao transfer* veis) se-
rao eoncedidos a passagedros de primeira classe e
a seas criados qne os a-ompanharem,-e a pas-
sageiros de segunda classe, com uraa reduecao
de vinte e cmeo por cento sobre a importancia
das pamgeas ; os qnaes valerao pelo espaco de
doze mesas calendaries. Nenbuma concessao ser-
feita, se dentro do tempo especiflcado, nao se fi-
xer uso deMes.
Bagigem.Sio concedidos viote pes eubieos a
cada passageiro adUo ; todo o-exeesso pagara
freta,
N. .Nao sabfrio antes das tres 'horas da
tarde.
AGENTES
WilMn Rowe-ft'C
q*RUA DO COMMERCIOi*
_ fto mawne qniter ear
trftte com ft* eoesigna-
Fooeeca 4 C succes-
'ifai+i"6. 19, on com o capita"
fiicific stum mmm com
pur
ROYAL MAIL StKAMER
P0T0S1
CemmaadHiite Shanu*at.
espera-se dos portos do sul ate o dia 29 do cor
rente, e depots da demora do costume, seguira
para S. Vicente, Lisboa e Liverpool, para onde
receber* passageiree, encommendas cvga a
(ret*.
Nao sabira antes de meio dia.
OS AGENTES
"Wilson Howe C.
14RUA DO COMMERCK)14
que se torna entadonha mencioaft-tan>tA*
QUINTA-FEiRA DO CORRECTS
V's 11 horas
\ i-v,i..,/,.., ,J;, rua ,\ Vi n. 11.
IciO
ao
'Companhia Allianca, Mari-
tama Portuense.
A galere portugueza Saudade, seguira em pou-
coi dias para o Porto, com eseala por Lhbet.
Ja tem-contratada grande parte da carga; e
para o resto, trata-se com os consignatarios
agentes da companhia,
Jose da Silca Lowo Filhe,
em sen escriptorio a rua da Companhia Pernam-
bneana._______^^
Para o Para
PROGRESSO MARlTfMD ODTORTO
Bssaprezti porturiwe He nave^n-
oft* a vetpor entire Portugal r
o BrasU.
0 -vs^por
Oonansandanie Tomasini
.Qne deve estar aqni procedente da Portugal ate
o dia 3 de abril proximo' futuro, depots de indis-
peosavel demora dentro do porto, seguira para a
Bafcia e Rio de Janeiro.
Passageos fretes de cargas, encecimendas
valores, tratam-se com I
06 AGENTES
K R. RahelU 48 ftua do Commercio 48
fl. B. "As pessoas que quizeretn ir para
Portugal n volta do vapor, quo deverd ser:
pelo meia'do do mcsmo mez de abril, podem
desde ja tomar as suas passagens para preve
.lirem que os lugares sejara occupados nos
portos do sal.
.~h=^>.
Wu f ilR.W'il^S
recebe carga e brigoe portogaez 'Relampago, e
preteade seguir com toda a brevidade por ter
graade parte da mesma engajada : quern no mes-
mo qaizer carregar, trate com -s?as consignata-
rios T, de Aquino'Tcnceea 4 C, -successores, A
nut do Vigario n 19.
Keal comptnhia de poquieles m-
glczes a vapor.
0 vapor
HE VI
Commandants H Bax.
espera-se dos portos do sul, no dia 31 do corrente,
o qual depois da demora do costume, segnira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vkente e
Us boa.
Para fretes, passagens, .etc., trata-se na apacia
raa do Commercto n. 40.
AVISO
Pelos vapores desta companhia da-e bilhctes
de terceira classe para o Havre e Cherbourg; por
via Southampton, pelo diminuio preco de treze .
A companhia encarrega-se de transportar os pas-
sagefros sem mats despezas, por vapores que par-
tern diariamente de Southampton (Inglaterrs) pa-
ra aquelles portoe.______
tE
moveig, tou(jas e crystacs
A wubcrt
Utn piano forte, t mobitia de mogq com lampcs
do {le.lr.t, I c-p cuusulas. i cand^iro a gaz, 2 MTpe;itina~ de crys-
tal, V c.i.'tifai-s e uuogas, 6 jarros para flunvs bo-
las e eiifeiti'k de ium, tapete^ escarradeiras, pan-
nes dij crochet e I mubilia (antigaj de jacaranda.
Uma cama franceza dejacaranda, t tapete, 1
lavai.iriu, I mesa de cama, 1 corlinade efeolxa
P3ra cama, I guarda-vestldo, 1 eommoda de faca-
randa e 1 cat'ide.
Uma me
2 aparado-
res, 1 quartinhdra, Ijarra, 1 retooio de parede,
18 cadeiras, I sofa, 2 cadeiras de ealawgo, I ap-
parelho dourado para cha, copos, ealioes, compo-
te iras. garrafes, facas e garfos (cabos de marfim),
1 f rue teira e candieiro* a {as de snsnensao.
Um marquezao, i lavatorio, I mesa e outros
ubjectos de casa ds familfa.
Sexla-fcira 27 do corrente
: No sobrado de um andar e sotao da rua dos
Ossos n. 4ft.
0 tenente- coronel Frias Villar tendo de retirar-
se para e sul, fara leilao por iritervencao do agen-
te Pinto, dos raoveis e mais objeetos existenles em
casa de sua residencia, a raa dos Ossos n. 26,
onde se effectuara o leilao, ao dia sexta-feira 27
do corrente.
____________Prinoipiara as 10 t|2 boras.
LEILAO
M
am sitio na Torre, com casa de tljole, onde mora
o Sr. Andre de Ab.eu Porto, terreno proprio
Um terreno devoluto, junto au sitio acima.
Cm dito n'Agua Pria, com casa de lijolo, de'fron-
te do sitio do Sr. Flavio Catao.
SABBADO ^28 DO CORRENTE
pelo agente Martins
armazeau da raa do I nape-
radar n. *8
as 1-t horas da nan ha.
.\u
LEILAO
Porto e lisboa
A galera portugueza Firmtza vai seguir com
brevidade para es dous portos acima por ter a
maior parte da carga engajada ; para carga e
passageiros trata- se com es consignatarios Siiva
tiuimaraes A C, pra;a do Corpo Santo u. 6.
Pacjfflc" Steam Navigation Comany
ROYAL MAIL STEAMER
((.mmiiidaiitp Uollouui
SORATA
espera-w da Europa ate o dia 31 do corrente, e de-
pois da demora do costume, seguira para Babia,
Rio de Janeiro, Montevideo, Valparaiso, Is lay Ari-
ca, e Callio, para onde recebera passageiros, en-
commendas e dinbeiro a frete.
N. B.Nao sabira antes das tres horas da- tar-
de do dia da sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rune A C.
14RUA DO COMMEKCIO14
COMPANHIA PERNAMBUCANA
'.BE
IVavegaeSo eoateira a -vapor.
'ARAHBA,>'AIAL, MACAO, MOSSORO', ARACa-
TY, CEABA. MA.NDAHU, E ACARACU'
0 vapor Ipojuca
seguira para os por-
los acima no dia 31
horas da tarde.
Recebe carga ale' o dia 28 do corrente, encom-
aiendas ate o dia 38, passageiros e dinbeiro a fre-
ie ate is 2 boras da tarde do dia da sahida :
ascriptorfo no Forte do Mattos n. 12.
tencia.
.4 instUuifao real de Liverpool, fundada
COMPA^HLi PEfiNAMBUCANA
DE
\avegacilo eosteiraa vapor.
HACEI6, ESCALAS, PEHEDO E ARACAJL''.
0 vapor Mandahu,
conmandante Julio,
seguira para os por-
tos acima no dia 31
do corrente, as S ho-
ras da tarde.
Recebe eafga at6 o dia 28 do corrente, eccom-
mendas ate o dia 36, aassagens e dinheiro a freu
ate as 1 bora* da tarde do dia da aabida : s-
;riptorio no Pert* do Mattos a It.
LEILOfS
armajao, generos e pertencas da taverna da rua
dae Carrocas, esquina da rua de S. Joaa a.
1 A
QLINTA-FEIRA 26 UO CORRENTE
0 agente Martins fara leilao, da armacao. gene-
ros e ais per teo^as da taverna acima, em um ou
mais tales, a vontade dos compraderes.
Oarante-sea casa ao comprador d'armacao.
\'m 11 hoi-aa.
DE
mnveis, loy^es, vidros,.piano, ouro, prata,
; t il iia iit-s, chap^os do 'Chile e raiudezas
liversas
Sabbado 28 4o corrente
No escriptorio da agencia, raa do Harquez de
Ohnda n. 37, prtmetro andar.
As 11 horas em poato
0 agente-Dias, competeotemente aatorisado, fa-
ra leilao, de i mobilia de jacaranda, com tampos
de pedra. 1 dita de atnarello, nas mesmas condi-
cOes, e 4ivers9s trastes avalsos, ao correr do mar-
tello.
vando am signg McarM^ para eodtait gratis
os coneurrente* ao kftao; o prilbwre Oonto de
attMa sera dH hrgo do arsenal o> mafmSa, as
lOlrlhoratd* tnatba.
H L-U Mil ILWWWMBWwaa
Ao heroc ihx Par.ibyba.
Cum iiue, etitiw, uujur Man liuga, tua repu-
fio 6 illibad ? E tivetfe o arrojo de aflhtnear
esta blasphemia, a lacar tm am docunento,
onde se traduz a tua extupidez e supioa ignoran-
cia? Qua c\niun de homem III
Podera, ter reputacao iUibada o caloteiro jue,
compraodo um relogio com cadeia a am toldado
(isto e fresquioho e novo) nega-se ao pagamento,
ameacando ao pebre eora ptixt espada, quando
procurava receber a importancia da veada ; cuja
importancia somente pagou, depois que o misero
teve baixa, e isto porque o amvaeoo de queixar-
se, deelarando-lbe qne ja era cidadao, nao tamer
0 tx-escovnta conscienlia 1
Podera ter repotaeao iUibada o miseravel que.
a pretexto de sobras, coodux pai'a sua casa, at
roupat dot pobres, e manda desmanchar para sen
so, as pantalontu em cal. eoncilKot 1
Podera ter reputacao iUibada o eavalheiro da
industria que trafiea, exuzuerinala conscientia,
com at filhat de Jerusalem, roubacido-lhes mobi-
lias, joias, etc. etc,; e commette aflnal, muitat
outras infamantes gentilezas, de qne sens compa-
abeiroa se envergonham, e o pubbco ja dellts tern
eonhecnaeulo ?
Podera ter reputacio illibada quern pede era-
prestado ao ex-musico, Dionizio, um vispora, e
ao o restitoe, nao obstante os reiterados pedidos?
Miseravel I vil I calaraniador I trafieaate 1 ea-
valheiro; de industria quern cbamam de Mandin-
ga, torna am consettm : quando quizeres tisnar a
reputacao de algaem, procura ao menos aquelle,
que pode merecer am parallelo comtigo ; e nao,
a de quern, em tado e por tudo, esta acima de ti>
esgracadamente, a maldicio de tua avo, pesa so-
bre tua cabeea, tmte maldito, que nio trepidas-
te em atlrar-lbe pedradas, chamando a de
Uaria Dora.
N. B. Promettemos voltar a imprensa, para
provar qne case miseravel Mandiaga, foi antor
de escriptos, contra am sea superior, altamente
ccllocado, per hilermedio de logista, cujo nome
sabemos.
^?a^
Attencao.
Pr"d?a-sd wm nrger.'ia de nma arcs i*
leite, que sj-ji % dia, e que IciiLa beta e
ali'ili ia:itt; 1, :tc, j>ra t umr riU 'le unm
ii :..i:!M I, ,!i i., ,lar; !.> < y li-rvti4 i
'M! j'", r*tnr m <
'.".ii .) ;.<> '.* .ti'luf d*'*
;.: .r.-.:..i.
i:
Apolices.
Vendm-se quatro epottces da divida pro-
vincial-; quern pretender comprar annuncie
sua morada, para ser procurado.
asa de penhores
0 leilao annunciado para o dia 20 do corrente,
fica traosferido para quando for annunciado, com
os respectivos numeros das eautelas vencidas. As
pessoas ter a'bondade de vir resgatar suas eautelas, ou
pagar o premio veucido, para evitarem que teus
penhores sejam vendidos em leilao. Travessa das
Cruxes n. 2.
LEILAO
DE
iiiovcis, loiica
diversos artigos
Quinta-feira 26 do corrente
A V lO 1|S flaoras.
No p.-iraeiro andar do sobrado da rua do Marquez
de Olinda n. 'il.
0 agente Dias, competeotemente aut> ri-ado por
uma familia que rr.uda de residencia para fora da
provincia. levara a leilao no dia e hora acima de-
signation os moveis e mais artigos, como sejam :
Uma mobilia de megno guarn^cida dejacaran-
da, composta de i aofa, 2 consolos, 1 jardlneira,
2 cadeiras de bracos, 12 de guaraicao, 2 guarda-
roupa, 2 marquezas, 4 secretaria de m'>gno, I
mesa elaetica, com 3 taboas, para jaotar, 1 mesa
de costura, 1 dita de eotumnas, 1 lavatorio de ja
earanda, com tampo de pedra, 1 dito de l'erro. 11
machina de costuras, 1 emeia dnzia de facas de
cabo de prata, iDequena estante para livros, 9
cadeiras de guaraicao, 6 dilas para quarto, 1 ca-
bide, 1 quartinheira, 3 lancas para cama, eompo-
teiras, garrafas para vinbo, copos, meio appare-
Ibo de louca para jaatar, l eateira para forro de
nm quarto, e outros artigos que estarao patentes
ao exame dos concurrentes.
4 Mi'A\IIIA BB lt*II.i:iIlA
DE
NAVECAQAOAVAPOR
Portos do i
O vapor
Commaadadte o capHao teaeato
Antonio AU. Telxolra.
V esperada Jos portos do norte aid o dia 27 do
corrente e seguira para os do ul depots da demora
do costume.
Para carga, encommendas, valores, passageirot
e mais informacdes, dirijam-se do escriptorio da
agencia
7-RUA DO YIGARJO-7
Pereira Vanda dt C.
^^^^^^^ AgeatM.
DE
30banis eom chouricasnovas,desembarcadas
ultiinamente
QUINTA-FEIRA 26 DO CORRENTE
A'S It HORAS DA MANH>
0 preposto do agente Pestana, fara leilao por
conta e risco de quern perteneer, de 30 barris
com chouricas novae, desembarcadas altimameute
QUINTA-FEIRA 26 DO CORRENTE
AS 11 HORAS DA MANHA.
So armazem do Sr. Annes, defronte da a
' fandnga.
Rio de Janeiro
Para e indieado porto segue eom poucos dias
de daaora a barea portugueia Peliz Unite por
ter a maior parte da sea earregameato eDgajado,
i para o ratio qne the falta, trata-se con os ce-
eigaatarMa Joaaoia Jm* Honratves Beltiio a Pf-
tho, a raa do teiaercio n. S. ______
Rio Grande do Sul
Para o refcrido porto pretende seguir eom pon-
ea demora a barea portugueza Social, por tar a
maior parte de sea csrregtmeato engajado, e prra
o resto qne me falla trata-se eom w c-Tntijnatt-
riat Joaqnim Iota Goncalves BeHrio 4 Pllho,
rua do Commerciol t a.
Porto por Lisboa.
Sooe topreterlvelra\Ote ***** U dias o
brigaa
moveis, louga, miudezas, objectos de ouro
e uma macbina que corta 8 arrobas de
fumo por dia
Onita-feiro 26 do corrente
4'RUA DO VIGARIO THE'SORIO N. U,
ARMAZEM.
A's 11 horas em ponto.
0 preposto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de quern perteneer, dos moveis e
mais objectos abaixo mencionados :
A SABER:
Cmrioo santuario dejacaranda, 1 mobilia da
dito, nova, com tampos de pedra, I had a costuroi-
reiri de mugno, 2 meaat elaslicas, novas, seodo
uma de 6 taboas e outra da i, 2 guarda-roupa.
tendo um de amarello, usado, e ouiro de cedro,
novo, 1 piano de mesa, proprio para quern qaizer
aprender, 1 rica eommoda de amarello, obra de
Remifio, uma meia dita de dito, 1 rica mobilia de;
jftoneira, 1 bomba nova, e outros mpifo* obiertos.
imporiaii'tes moveis, lindos, quadros com pinturas,
jarros, figuras, loucas, crystaes, vidres, joias de
oure e brilbantes, joias de prata, apparelho de
prata para cha, dito electro plato, -iVborro e 1
carro americano com Saesentos
Ter^a-feira 31 do corrente
AV I I horas fin mRtiha
\a r'sseagent da Hagdaleaa
A SABER:
;1.J sala de visits.
I'ma rica mobilia de jacaranda, con tendo 12 ca-
deiras de jruartiicio, 6 ditas de bracos, 3 sofas, 3
consoios, loin tampus de pedra, 1 coaversadeira e
jarros, C espelhos evaes, 1 rico piano com pes de
vidro, o nhricante C. Bechsteoo. 1 cadewa para
pian". i jarros-com flores, dep*s dourados, 2 di-
tca de amarello, .-Scares decahingas brancos, 2
vspelhospara cima demesa, 1 par de calungas de
cores, 3 doscancos para papel, 3 lapetes, 4 ditos
para sofa, 1 .bistro com 16 bieoeagaz,6 cortinados
para janetias, 6 sanetas douradaf, 4 reposteiros e
1 rico laaete $^ra saia.
'1. aci.'a de. visite.
I"raa rica -* tampos de pedra, A cadeiras de bracos, de vime,
6 dita? de guaraicjio, de vime, 1 sofa de jaearan-
da,* cadeiras ik juaco, de abrir efechar, 1 eepe-
ih i oval, i far iei -caUingas, 4 pares de jarros, 1
lus!1-.", eom 8 bices, 2 arandcllas de crystal, .fi pa-
res io cortimUoa para janellas, 6 sanefas de jaca-
randa e argula-*, lojpete-e diversos capachos.
.Joias.
Um annel de rusins, 1 vjlta de perolas e crux
derubins, I iibotoadura om rubins, 3 botoes para
caniisas, I anuel de mosaico e 1 rico adere^o
eom 60 brilhantes.
Quarto toilette
I'ma i'i.-.a imiii-tif. com tampo de pedra, dourado dacaranda), 1 rico porla-cartao, com es-
pelho, arandellas e jarros para flores, 1 par de
caiunga? At pedra, diverso* jarros, 1 rico guarda-
vestidos do jacaranda, 6 cadeiras estufadag, de
chara< >, 2 rieas poltronas de jacaranda, estufadas,
4 ditas Uttas de cama, i lavatorio de jacaranda
com tampo de pedra e pertencas, 1 lustre a gaz,
arandella e rl.-tapete de forrar quarto.
4..* quarto de dorrair.
Uma rica cama dejacaranda, cupola e cortina-
dos, 12 cadeiras estufadas e douradas, 2 ditas di-
tas de bracos,, 1 estante de jacaranda eom tampos
de padra, 1 consolo cem tampo de pedra, 1 rico
ralogio de pedra, i tapete para forrar quarto, 1
guarda papel, 4 jarros, 4 ricos quadros historicos,
.1 lustre com 3 tocos, 1 rica eommoda demogno,
com tampo de pedra.
2,* quarto.
I'm rico guarda-roupa de jacaranda, 1 lavato-
rio de jacaranda, eom ttmpos de pedra e perten-
cas, 1 espelbo grande, 4 poltronas estufadas de
marroqatm, 1 divan eetufado de marroquim, 2 ca>
deiras e&tufadas de marroquim, 1 tapete, I lus-
tre, arandellas, pares de cortinados e suas sane
fas, 2mesinfaas de jacaranda para jogo, 1 cama de
amarello.
3. quarto.
Urn guarda rnpa de amarello, 1 cadeira de ja-
caranda. estufada, que serve .para dormir, 1 ta-
pete, 1 bidet, 2 bancas de jacaranda, com tampo
de pedra.
Sala de jantar.
Uma importante mesa elastiea, com 6 taboas, i
apparadores de mogao, tampo de pedra, 2 ditos
pretos, 1 rico guarda-louca, 1 quartiabeira, 16
cadeiras de junco. 1 lustre eom 4 bieot a gaz, 2
arandellas I tapete para forrar sala, divtnot ca
pachos, 1 esca la, apparellbo para jantar, dita pa-
ra almoco, i duo de prata para cba, 1 aaaaearai-
ro, 1 cafctejro, 1 ulialeiro, 1 salva, 2 caslicaat,
bandejas, 1 rico faqueiro de praia do Porto, 1 re-
logio de parede a 1 machina especial para cafe.
Quarto 4e rapazea.
Uma mobilia de mogno, com tampo de pedra,
diver.-as eamat e marquezdes.
Coziuba.
Cm rico fogao ingles (novo) tretn.
Mirante.
. Uma mesa para jantar e 9 cadeiras.
Jardim.
24 Oguras de pedra, 6 cadeiras de farro, 1 car-
ro amerjeano con 2 asseotos e 1 dito velbo.
Of agentes Pinho Borges a preposto do ageola
Pestana, basUBIas autoritadot palo Ulna. Sr. ooos-
toeodador Candido Alberto Sodre da Motu, qua
Aluga-se um sitio na travegga da Tamarinei-
ra, Graz de Almas, com bons aommodos, cozinha
f6ra, mais 4 quartos, secreta, mnitos arvoredos
frnetiferos e muito capim, 2 cacimbas com as
competentes bombat, tanques e baoheiro.
Aluga-se tambem outra casa, na rua da Tama-
riaeira n. S, com 2 salas, 2 gabinetes, 3 quartos,,
cacimba, tanque e secreta, tudo novo, gradeamen-
e portio de (erro, terraco na frente, cupia e
terraco no fando, com cozinha fora ; ambas mui-
to perto das estacoes da Tamarioeira e Ja jueira.
-Tambem se veadem : a tratar com J. Mendi-
feoore, no seu sttio na Cauz de Almas._________
CASA DA FO.HA.
AOS 4:000*000.
8ILHETES GARAIVTLDOS.
A' rua Primeiro de Marco (outr'ora rua dt.
Crespo) n. S3 e casas do costume.
Aebam-se a voda os felizes bilhetes garantido;
4a 2* parte das loterias a beneflcio da matrix
deiMaribeca (93'.), que se extrthira no sabbado
26-do corrente jnsz.
PREgOS
Bilhete inteiro 4*000
Meiobilhete 2*000
KM PORglO DE 100JJ0OO PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3*500
Meier feilbete 1*750
Manoel Martins Fiuta
F. A.DELOUGHE
24-Roa do Marquez de Olinda -24
BSsqnina do beeco Largo
Participa a sens fregnezes e amigos que mudon
o sen estabelecimento do relojoero para a mesma
rua n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios de
algibeira, de todas as quahda es, patente suisso,
de ouro e prata donrada, foleado (plaquet), relo
ifios de onro, inglez, descuberto, djs melbores
abricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata. lunet.-.s
detods>s as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratos.
Apreeieui
eouio se vende harata
>kS o n. 20
RUA DO CHESPO
LOJA DAS 3 PORTAS
DE
GuUherme & C&
CASSA-LA
Acaba de cbegar esta fazenda com bonitos pa-
drSes, e que se vende pelo diminuto preco de 200
rs. o covado 11 I
METIM
padrocs
bonitos, a 320 rs. o
AVISO
JJedomingo 22 de marco pelas \ horas da tar-
de, sabio da casa de seu senhor, o preto de no-
me JoSo, de idade.de 26 annot, mais ou menos,
cor tola, estatura regular, secco do corpo, falta
de dous dentes na irente, tern no rosto algamas
marcae de bexiga, pcuco salientes, usa de bigode
e pera, mas com pcuco cabello, foi vestido com
nma alea de caseraira de quadriobos escnra, ja
velha, camisa de madapolio, tem um anel em
um dot dedos com uma pedra branca. alem da
roupa vestida, levou mais um balaio de palha de
esteira, de entlar no bcaco, camisas e calcas bran
cas e nma preta, jaqueta e paletot ds mesma cor,
chapeo de-sol de panno verde, am de cabe;a, de
palha, tambem preto ; Julga-se ter ido para Na-
xareth, de onde elle veio para ser vendido. e 6 o
lagar aonde tem parentea, dito eseravo tem o offl-
oio de funittiro : recommenda-se as autoridades
policiaes e capitaes de campo a soa apprehensio
e-levalo ao largo do Corpo Santo n. -3, a Jose
Joaqnim de Lima Bairao, que generosamente re-
compeHsari*.
Metim tran^ado,
covado I 11
ORGANDY DE CORES
Cambraia organdy de cores, fazenda fina boni-
tos padrftes, pelo diminuto preco de 320 rs. o co-
vado 111
LAS ESCOCEZAS
Novo sortimento desta fazenda, com bonitos
padroes, que se vende a 240 rs. o covado 111
CRETONE
Cretone claros e escuros, bonitos padroes, e fa-
zenda fina, pelo diminuto preco de 400 rs. o co-
vado III
LAS HODERNAS
Completo sortimento de la de tcdas as qualida-
des, pelos diminntos precos de 400 rs. o covado,
e pechincba I I I
Cortes de casemira da cores, a 5*' 00.
Colchas estampadas e com barra a 3*500 e
4*000.
Cobertas de chita adamascada a 3*500.
Lencoes de bramante a 2*000.
Dites de algodao a 1*400.
Toalbas alcochoadas, duzia, a 5*800
Lencos de cassa com barra a 1*000 a duzia.
Ditos de cassa abanhados a 2*0OU a duzia.
Ditos de esguiao abanhados, em caixinhas mo-
deruas, dpzia, a 3*500.
Cambria transparente fina a 3*000 a pera.
Chales de todas as qnalidades e precos.
Bramante de algodao e linho a 1*600 a vara.
Dito de linho pnro com 9 e 10 palmos de lar-
^ura a 2*500 e 2*800 a vara.
Algodao marca T, largo, a 5*000 a peca.
Dito domestico a 3*000 a peca.
Brim com listras, irlandez, proprio para cami-
sas, a 440 rs. o covado III
Madapoloes Irancezet de todas as oualtdades de
3* a 8*500 a peca.
Chapeos do sol de seda com 12 asteas, pelo di-
minuto preco de 8*500.
Camisas inglezas, todas forradas, fazenda de
linho puro, a 44*000 a duzia ; 6 pechincha, so se
vendo.
Popelinas de linho e seda pelo diminuto preco
de 800 rs. o covado; e pechincha, e dao-se amos-
tras.
S6 o n. 20 da rua do Crespo
Loja das (res portas
DE
Guilherme & C.
JUNTO A LOJA DA ESQUINA
l-c *!
mm
Um sitio na travesn da Crtu dat Almas, ptru
das estacoes da Tair.arineira e Jaqueira. crm e-
cellente casa de virenda, nora, moito coaaeda
e asseiada : tendo 2 sa'aa, 9 quartos, e fora co-
zinha, despensa, sala de engemmar, quarto de eo-
zmheiro ; assim como eucOelra, e-tiibaria, doc
quartos para crfadot. latrinaj, crrcadn de ferro,
banheiro, gallinheiro, etc. etc. : a tratar no sitio
do comimnlador Tasso.
Garanhuns.
Na ma
allar aos
'ose Paes
*se
do I'.arao da Victoria n. 3d, preeiai-M
Srs. Pedro do Rego (lures Peixou t
da Silva, a negocio de particular fete-
ALl!(,A=SE
o 2* andar do sobrado n 52 da ma Marquez d*
Olinda : a tratarf.trinarxi f-in do inesmo ptadio.
Offerece-se nm humem catado, de b portameoto para fetor on ccpeiro de algi'ma m^-
estranpeirae se ti*r for* da pror'neia sera mclbor .
quern pret-nder dirija se ao beceo do Pon.bal a
32. que acftara com qttrm trstr, das 6 as 10 L'.
ras da nunha.
SAQUKS
i..tr\.-t!!i'-i\- Nira, na rua do A pi
t. W, MGain s*>hr o Ranco fx^nm^rcia'
if Vianna c suas ag^nrias em tcdas : c:-
Jadis e viilas ili' Portugal, i vi&Uea praao
per todosos paqtictes.
l>4
AIiij.'i sc o sepuiid.i andar da ca
Direiia, c >m moito c- min.nia pa ve e?- t.'i defroate no n 29.
- Aluga-*e o I* andsr do "ibralo^i ma 3
Amnrim nil: i:aia-<- na ua d'is 0-:
de 4 tiaras da Uide em diante.
Attencao.
Constando an abaixo a-signau >, prnprietario da
fabrica de ciganw ao bevco Larko as. I, I A e 2.
qnu a'Eiins fabricante!> mciot u aml'ic. a*
acrmpauham sempre em su:.- hraoffca,'
sali-fi'itos em fat>rirarem si* r'garn r m a
rhapa irmi da -ua, mandsram inv>rimir en I
verde, como ulluTamcoti n.and u ^azcr para %en
derem aos tent Breaaewi conn -'iis, que na t
fe, > u por ipnonr.cia Itie* c n ; ram, prevtoe
tao aos mus freguens, qne repanin para'
nome, que assigna cm cada aafft, alem ie
nome que tem em lettras maisrulas cem I
amarella, por baixo da cbapa verde e rcfama
tambem para cs diaicosque torn ao lado de" cada
maco, por baixo do nome i Fignejredo ), p -
suppde que o mesmo elles nao pjderao dizer, que
sena umainfamia mentirem in aldm de dizerem que tad inventores, ainda arro-
gam a si um direito quasi qne de propriedade.
0 abaixo assigoado nao dejava recorrer
imprensa, porem, ohrip?do por Km collrpas tot
faz.
Recife, 17 do mar.o de 1874.
Jose Acti nio Dcminpues de Kigneir^d"1
ESCRAVO FUGIDO.
Desappareceu
rente, do engenho Serigi,
AVISO.
Nao se iirestando o pequeno espaco do armazem
n. 10 A, a xna da Madre de Deos, jura am abaste-
cido deposito das diversas marcas de fumo, que o
abaixo assiguado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto outro estabeteeiiiiento sob a mesma
deaominacao de
ifmazem de furao
A' rua do Amorim n. 41
eom todas as propor<;5es deseiadas, e onde pode-
rlo os senhores freguezes dirigir-se, eertoe de
Jue, como ate aqui, aebarao sempre a par da mo-
icidade dos precos, a maior sinceridade possivel.
Entre as differentes marcas de fumo da Bania e
Rio de Janeiro, qne lam sido annunciadas, aeaba
de cbegar oma eneommenda especial, e que muito
deve eon vir aos senhores freguezes. Consciente o
aba xo assignado de que neste genero de negocio
nao esta tetn competidores, fara muito por evitar
qne tambem ce tenha eom retacao ao pequeno lu-
cro qne proeurari obter da dita mercadoru.
_________Jose Doaingna* da Carrot e Silva.
0 Sr. Jos* de Agniar Boto de Barros tea
uma caru vinda de Sergipe : na rua Primeiro de
Marco a. 16, 1* andar.
ao amanhecer do dia 4 do cor-
. coraarca de Goyanna, o
eseravo de nome Jose Borges, mestre de assucar,
tendo os signaes seguintes : cabra, idade 30 an-
nos, pouco mais ou menos, boa figura, um tanto
grosso e espadaudo, sendo o signal mais visivel
uma gomraa na junu do pe esqnerdo : roga-se a
todas as autoridades e Capitaes de campo queiram
apprebender Jito eseravo e leva-lo an referido en-
genho, ou nesta praca a Ollveira Filhos & C, lar-
go do Corpo *anto n. 19, que serao cenerosamen-
te recompensados. -
Tt*ndo a'oi teci'lo um desarrai.jo na I .
cbina de gclo, os f hricnitrs vem por mei;
deste pedir desculpa aos seus freguc-zes i
falta que k-m havido ncstcs dias ; o-perarr.
porem, em quslquerilesles dias f rnecer a to
dos as quantidades do costume ; aproveram
lambcm a occasiao para prevenir aos I
reguezs que twm em viagem uma ma-
china nova, do maior forc.a e do sptema
mais modeino, quo labricara m mar r es-
eala e corn toda prcstoza as quantifies qu<3
forem cxigid-s.
Santo Amaru. 17 d- Mm de 1874.
Pelos tr-stamenteiros -Ie t;. Starr d ".
____________William W. Webster.
If. 55,400"
Pede se ao Sr Joaquim Pin s Ferreira
o favor M?rro n. 7 A, 1 a-.:dar, a negocio de *^u
particular interesse.
Precisa se de um caixeiro_de_iTann3s : ni
progresso do paleo do C^rmo n. 9.
308000
Muito barato
Para engommados e arrumar-Vs de casa d.
pequena familia ; da-se esu quaniia a nma cria-
. da qne seja de boa c-mducta e p. rfeita eBcoaaa-
Aluga-se a loja do sobrado da rua Direita n. delra : a Tatar na rua de S. Prancisco n/2.
120, serve para negocio e moradia, mediante um
modico repartimento. tem aena. tu p annaraik..
repartimento, tem agna, gaz, e apparelho
de lmpeza,o aluguel e favoravel : trata se na rua
do Imperador n. 81, ou a rua da Palma n. 25
Cozinheiro ou cozinheira.
Precisa-se de um e de mais nma criada para
tcdo o serviyo domestico de pouca familia : a tra
3n ja rua do Passeio n. 60, loja.
Precisa-se de um caixetro com
taverna, de 14 a 16 annos de idade .
Hospicio n. 26.
prattca de
a raa d->
ALUGA-SE
uma easa na Caponga, rua das Pernambucanas,
com coxeira e quartos fora : a tratar na rua do
Vigario Tenorio n. 31.
Aluga-se uma escrava que cozinha, compra
e faz os mais scrvicos de easa : na rua de S for-
ge n. 74.
Aluga-se a casa da raa
propria para estabelecimento :
Uniao n. 56. Na mesma easa
nma preta que saiba vender dbce
seja Del e diligent*.
das Flores n. 35,
a tratar na rua da
precisa-se alugar
e bolos, que
Engenho
Yende-se o engenho S. Pedro, sitoado na pro-
viccia de slagoas, comarca do Porto Calvo, a
men s de nma Tegoa distante do porto de mar do
fiamella, tem oxceilentes terras, matas e safreia
regularmeate 2,i 00 paes : a tratar na raa do Vi-
gario n. 31.________
HNGENHOT
Arrenda se ou vende-se os engenbos Hacbadi>
no Estrella, junto a ddade do Rio Pormoa, e o
Montevideo, junto a villa de Ipojoca ; os preteB-
dentes acharao com qoem tratar ao escriptorio da
companhia dos trilhos urbanos de Ouada, ou ca
rua Duqne de Caxias o. 30.
.' ...T=~-----------1----------------
Attencao
. i
Precisa-se alugar uma sasa terraa, grande,
que tenha, atlm de sufficiantes commodos
para familia, tambe-n tenha quintal ou pe-
qoaao sitio murada coo eaciaika, que seja
no bairro da Boavitta, e perto da liuha dos
bonds. Tambem serve uma casa terrea,
graixJe ou um pequeno sitio dm mestnaa
tadicdes acima; porem que seja nas imme-
diatoes da estrada d Oiioda ate* a Enera-
xilhada.
Quern peis tiver quisar alugar, deiia
earta ftthadt coot a raictftl W. no escrpi-
mudt de residencia, levario a leilao so 4a aamft Umo ""^ tJPf>Pb"; ________________
designado, os moveis e mais artigos que sio da Ksta Jotta eotKraada a compra do hotel
Ulk DO PASSO
i kttaa
Bkpa Si
gosto e se acham em perfeito astado on qoati ao- da raa de Basa fladisai. anoaa JBncanUmtata
vos. a I, do Aatosie da Crux Pi
Garante-se o traspasse da efttt com todfttaa to, aos aredoret de mat
berafeitorias a qualquer pretendeBte que desejar Ptrtt qne ainda nio aprettatarta sum eoatat o
nma casa bem aaseada fora da cida*! a tondnc de at apreteMar 99 aetao bttol par astea Mt
cap facil por meio de bonds. das, para liqaidacao.
Cerdeiro Simdes k C.
Acabaa do receber pelo vapor Mendtaa :
Riantoaaat cortes de gorgnrao de seda Hsos e
com listras aehamaloudas.
Ditos de liaho pan vestidos, contendo cada cor-
te, o neeetsario para sen enfelte, como seja :
franjas, traocas, t-ofoa*, flveltcs, efts.
Riqotaimot chapeos para sennora, ultima moda,
a raa Primeiro da Maria n. 7 A.
CHAMAIK).
Os Srs Jovino Fernaodes da Cros e Joaanaa Qe
mente de Lemos Duarte sio chamados 4 raa do
Coronel Snassuna n. 882, a aegocio de partkaU
interesse.
Casa para alugar.
in, outr'ora travessa da rua
da Palma n. 20 ; aluguel 201000 mensaee : a trft-
ar na rna do Hoaplck) n. 32.
"5a pan lugar, na raa larga do Rosario,
atifa dos Qunrieis n. i, i. anfar, duas
Mfvvas que fatem o servir^o comraom de
^YS uttaeafta^twrb,,
PreciM-se
alugar uma escrava, para todo
o servica da uma casa de familis.: a tratar na rna
da Hortata. 1*2,1.. andar.
Pirecisa se alugar
djpw: ii iun do Ouro
uma prou de meut
n. 7i.
Am. de leite.
Aluga-se uu.a ma de teas, que o tem excel
lnie e novo (um mez) a mesma t escrava a nio
tem filho : quem a pm-adtr, pode t e trattr A
raa do Tisconde de Alhoqrr^ie a ft, safln da
Matrta da Boa-Vtfta. ^ ^^""
- Aluga-se uma escrava para oatalur, eaa-
Cr, e todo o serrip de casa : ao natso de S
\ a. W.
81110
Aluga-se um sitio na P
tratar na rna ? imairo
da
Precisa-se alugar um
tenha mais da 40 annos de I
domestico de uma faaHia : na
6,1* andar.
Idade, parao sen*|o
made Crespo a


6ii
OMP S^ttNctSTitftirt Rua, L 4e Marco u. 23
Aes 20:6�OC
0 abajxo issignarto tem" s'eropre' exposto a Ten
4a bilhele* da'Totaria do Rio, cnja -extraccjto an
auraeiara pelos jornaes.
Praeoe.
Intciro 84*000
Meio l*060i
arto 6#O0O
Manoel yarlins 1
j Manoel Mailing Fpaza.
cc*iAa*ffsiiu ofr'edo Jgnacio,
art, fceceo d| cif-fovJ:Upcja. e ps |
-- Ainda coIiua fit^:pre*olgnacio, d-
aliura regular jfcc#o df djjojraliega c pes pe-
Suenos, falla de dentes na frente, deve tur cm cos
os dedos dairnSbs. calejados, b*o 9*rvit;o de padae
ria, regula V) armos de idade, fugi > em 4 d Ja-
neiro proximo passado, eonsU que aada no Barro,
on entao scguio para o jcriaa : pede-se as aojo-
ridades on pessoa's que o des-ubram, a sua cap-
tura, e leva-lo a rua do Lima n. 73, padaria, em
Santo Amaro das Salinas, one se grattficara com
50*000. ^
Aiaga-se o quarto
ma do Bom Jeans, aoti
tratar na, niea'rn* ma %.
dar do predio a. 53 da
i^ita .rua, dA Cruz; a
Escrava fugida
Cutinna a estar fugida desde o dia I i de Janeiro
a escrava de name Bernarda, idade 33 annos, pon
co mais ou menas,- (em o< olhos um piuco abo-
toados e o anda^ aiodera^o, traja vestido e chale
pretos, costuma roudar trajos, tern uma oicatriz na
peraa esqoenla, ami dizendo cue o senhor mor-
rea e o>txon elU forra, esta la para o Cabo por
tor la um Glho de nome Felix : e por isso roga-se
as antoridades policiaes ou aos- oapitaes de campo
a apprehecsaoda dita escrava, le.ando a ao Ca-
minho Novo, a sua senhora, sitie n. 110, ou na
rna da Caeimba n. 1, que se recompeasara gene
rosamente. ,
Kiiiiiuentos clc grammnticn
portuguesn
por Salvador Henrique de Albuquerque; opusculo
excellente e muito ;.commudado a capacidade dos
principinntes: na Iivraria do Sr. Geraldo, rua es-
treita do Bosario, e no largo do Paraizo n. 8, 2
andar, a If000 cada exemplar, em porpao com
abatimento.
Aluga-sc
nma grande ca?a para familia, na Capunga, r.ia
da Ventura n. 22, tendo quartos fora, banheiro,
cocbeira, g4rj{nfieiro, etc., etc.: a tratar na mesma
oasa.
----------------------------------------------_ii__________________________
(l-siiiliejro.
No caes-du Apollo n. 71, paga-se bem a
um bom cuzinheiro : pre fere se cbina.
Q
DOS
TRTLHOS UttBANOS
DO
a Olinda.
etaril
A companhia dos tri-
hos urbanos do Reafua
compra sulipas de oti-
oomprido, 9 polle-
I
Na rua d
fallar ao
ncie d
,,ecisa-se
ar e que
Ms
Precisa-se
juma casa de
J uma para cozi
engom-nar, prHUn
agradar: a tratar na travess
rio n. \, escriploH$ das 9 i
Preciaa-se de area*!
na rua Direita n. 8, ou em
numero 9.
at
NartHrdi
ama de lei
Ama d# leite
49, pceci?a-s
mm
Vfgario n. 3J, > andar.
Precisa se de uma ama pan cozi-
ir, comprar e iflg-mimarj para
casa de pouca familia : oa rua do

Ama de terte
Precisa-ae' de uma ama>qu4 lelha |lom leite a
abuudante, a. que seja sadia : a Iraur na rua do
Rangal n. 7, aodar.
:tM Precisa sc do uma ama.que
^L eoilnhee engomme para uma
-^- familia. de dius peiMM--: a
rua do Duqne de Caxias n. 5i, loja.
Na rua de H^rtM n; % entrada
pekt pateo do Carmo, i andar, pre-
cisi se de uma ama para caaa de
uma pessoa, prefar^-te-eecrata.
AMA
abaixo asslgnados IrrrmerJrataTrnnrte sobre negocio
8?
-
(^nhemy w>bfe ye-
| qnal fern qatia.
Na mssffla- eaea
coippra-gfi uo9.
mosmet
mes-
.eiA
SA
da Impecatnz n
d) PARA LIQUID AR
r&k
- !t
A.
60
GROSDiNAPLES WUiTOA.lfaat'ai0#.fCAJi:SAS, FftAKi^ZAS AfttfQM, **>&'
a?5o.
O Patao venle grande sortimento de gros
denaples prao de pu ,(ie^, fritt^O.9.
1CS00, 250'.-0 e&t$*)$ o ^tovado, tendo
| tambcm do in ais largo e mais eiicorpalo que
Icostuma a vir ao mercado, e vendc per pro-
tfiua de Burao fa \\t\m n. 22. i 1,cm c9!!a' ^ **
Ama de leite
Precisa-se de uma ama de leite de cdr preta,
que tenha bom e abandante leite : a tratar na rua
in Ale,rria n. 40.
Atteneao
0 Dr. Amaro Joaqoim Fonseca de \lbuqaerquei
declara a seus deveflores que se acbam em mora,
que Ihes concede o impror>gavei prazo de 30 dias,
contados desta data, para virem aaldar os mesmos
debitos, sob pena de, sem excepcao algnma, flndo
o inlicado prazo, aer promjvidoo,r#febimeilo jn-
dicialmenti-. Recife, 6 de mar?o.de 1874.
Slfifl ns ArraM.
Aluga se um sitio no Arraial, proximo a esta-
cao da Casa Amarella"(am minnto) com exellen-
tes casa de moradia, tando oa.aeguintes commo-
dos : 5 quartos, 2 salas, cozjoUa ejterca, lerra-
ca, casa de baulio e diversas.fructeiras. A'uga se
tambem uma outra casa no inesmo Ingar, com 3
quartos. 2 salas, cozinha extacna. agua de beber
e um bom quintal por eommodo prero : a tratar
na nra Priroeiro de Mar^o n. 16, i andar.
OPINA
CaFuwo Vkm.
co>va(|P>
0 Pavio vcnJe graaadioa preta o Uvrada
pelo barato pacQA de &A0 rs o eovado.
A'e,te grMde estaielecimcnto tem che- OUALKS PKETODE GUIPURE A 40Q0.
ttvbrt&MtorikMrttowm 'gado um bom sortimento de machinas para .Pav*. vqode ef aJes de lre.s P,^,8' Sen-
aBfrdfroommwe*o, noi-Ww -dHamaraca, ?"*-* *istura dfttodoos autores mais arr,'dit- do de 8UI-Pure verdadeiro, pelo b,arato fre-
que deixcu de sersenesnefro, desta data ewiS*1""' .iWOs auwres mais acrulita- d 4 Q d
diatrte; o 8r Samuel Ju( jUw. *ht- de Itama-1 dos ultimamente^a Eur^pa, cuj^ macbinas v
fac, i9 da mapcet de 87%T ____ sfcp garantidas ;jr um anno, e tendo um i|ftilanolilo onfcstado a 3-?000
- Qnem.prccvsar deum homem 'caea.cIu'Dara porfeito artista itara epsinar as mesmas, em; a ,,-
alguma armmacao, diri,ar8e a wa daTremp^e n. qlfalquer parte dYsta ci4*de, corno bem as- [ 0 Pav5o vende ^ d"e madpol5o ep-
i sin> ewcerta-1** pelo tempo Umbem d'um fH5tado pci0 baral, p*reco de 3?000 a peca.
""5 sem ser enfestaio, com 5W jardas, a
Ditas
89U0* 3M4IC.
17, 1 aniar, das 10 as 2 horas da UrJe.
Precisa-se de nma araagpara servico inter-
no de casa de homern>dflfeW|; ,rjji rut Imperial
n. 9i, Uverna
MBtr,
__
I I
Esta eneouraeajdo !
Agna inole eai pedra dura
Tanto da ate que a fura-
Roga-se at> lllm. Sr. ijgnacio Vieira de Mill
3scrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duqao do Caxias n. 36, a con-
Bloir aqueUe negocio que S. S. se comproaHena
realisar, peia torceira chamada desle jornal, em
Qns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a l-:v,-reiro eabril de 187^8,6, aada cumprio;
a por esu- uiotivu e. de novo cbaqiado para dito
3m, pois S. S. se deve Ierabrar que esta negocio
ie mais de oito annos, e quand<> n Sr. sau fllho se
ichava nesta eidade
- Aluga-.se-* ua lie S..^oa. own mm ^^ despendio algum do comprador, n;.
L^*qa^VS.^SaeJ^?^'SK estabelecimentot.mbem hn portencas ^00. Dttas com 24 jardas muito boa
para^s mesmas ifla/Jbinas e so suppro.qual-' f^eada, a 6-^000, 6if500 e 7$000.
qi^er pe<;a, | aue seja neftessana. ?#rt*i m?-1
chinas trabalbamiQom.tQdo a perfui^o de ALPACAS PRETAS A 500, 6i0 E 800 RS.
um e doilspospontos, fran~<> e '; ir!? lodnj O Pavao tern um grande sortimento de
qua>qqr costura por fir- qi.? s-'i, s<-.:s alpacas pretas, que vende a 5)0, .640 e 8 JO
pcegossSo da segutotequaliflado: i-ra tra- rs. o cov.ido. assim como grande sorti-
balhar a mao de 8W0O0, 40fl9;> ;5900
e 60?K>00, para ijabalhar cwa o ] sao de
8Q5JOO0, 90?0e, 1003003, i : -000,
1205000, 130#*ftO, 1505ij,(H, 2^.J9000 e
230^000, emquantd ao: autores i.-*<> ha a!-
teragao de pretos, eos compradores podorao,
visitar este estabelccimento, cue muito de-|pra vestidos, a 280, 320 e 400 rs. o co-
TOrBo gostar pela variedade de" objector que vad j tendo ate a 1?000, sendo das miis lin-
ba sempre para vendex, co.rp.p sejarn : cadei-|das que tem viodo ao mercado, assim como
as paraiiagem, melas para viagovn, cadei-'granadinas de aeda com os mais delicados
j^spora salas, ditas do bnlanco, ditas para: padrocs, a 640 rs. o eovado.
Qr-iausa (altas), ditas pare esoolas, costurei-! Sediuhas u l^ttOO.
is riquissimas, para senhora, despensaveis ; 0 Pnvao vende sedas com listrinhas de
para crianijas, do todas as qualhlades, camas cores a 1CG00 o eovado. Ditas com pal-
de ferro para homeme crlaiiQas, capacbos, ;minha; a 2? '00. Ditas com toque d; mofo
espelhos dourados para sala, grandes e pe- a 1J00O e 1 ?400.
quenos, apparelhos de motal para chd, fa-
rastes. f
rle
Urgura e 4 de espessu^a ou gros-
> 0 gcrente,
hniironline Jose de Miranda.
Precisa-se alugar uma
i rua : qaena a liver,
i ; ..i n ii. 1" audar.

preta escrava para
J u ij it M a rua do
ijinilia Laura de Luna
Almeida
Antonio Rufino de Andrade Lu-
idida de Hello Luna
Rozendo Toniuato de Al-
aos seus pareoles
r- amig'.s a assisticem as niissas quo
,-, Antonio Rufino
fc, v-Jj na. Emilia Candid
>'-'";'-M^fc^ cilamel Rozendo
&' v > j'fcfi rmi^a Coovidara
'V^ r- amig'.s a aisistii
s por alma de sua prendis?ima T'lha
eeaposa Emilia Laura de Luna Al-
meida, mandam celebrar na igreja d Madre de
Decs, as 8 boras do dia 3i do marco corrente. an-
nivorsa-io do seu failed:iient); e desle ja agra-
deoem aos que se digaarem de cumparecer a esse
acto de religiao.
! it R -rto Puwell manda resar uma mis^a no
dia 27 do c irreute, p^I.is 7 horas da manlia, na
irrreja d i Ma Ire de Deos, por alma da finada Ma-
li., J i^ .". Caraeiro da Cunlrt, mSi de seu psr-
iii-ular amigo o leainte coronel Manoel d) Nasci-
menlo Vieira da Cuaha ; e convida aos amigos e
parentes do mesmo para assistireai. ____
Francisco A'.igusto de Almeila
tendo recebido a noticia de haver
fallecido no dia 2 do corrente o>3U
cuohado Lniz Antonio da Veiga, na
cidade da lib do Jan-iro, convida
aos a^us amigos para aaaistir.'m as
n..-.-..!- que manda celebrar por al-
in do dito fiuad", uo dia 2 de abril vindouro, as
8 horas da manlia, no convento de S. Francisco
desta cidade, pelo que desde ja se confessa agra-
J ido.
vmgamssts**\-

Jos6 Lopes Alkeiro con-
vida a seus parea; se ami-
gos para assistireqa algu-
mas mjssas fl1* maf-la re
far do con veil! > dc S Fran-
t t cisoo, sabbado 28 do cor-
rente as 7 horas da manna,
pelo eterno re;iou?o do sou sempre chorado pai
Antonio L^pes Albeiro, (aljecido em Portugal, e
ja antepipa seu eterno reconliftciiuento.
-
. i' .-.-iT tr,..,.;
f\f
Na rua do Barao dja Tictori n.iBOi preciJase
i'allar ao Sr. vigario Apdr^.Cur^Mo it- Araujo P&-
reira. a negocio da seuJnterese.
-----
Escravo togMo.
50^0Q(i^g|aMSca.c%[)|'
Esta fugido iesM.o diaJo df f eze#ibr d| an
no passado, o^nvi inquyij eo os#sinaes
s-'cuintes : ft"ir fula, badcii.e g:ossft, P tem nm
defeito no olho que parece nma belide, tem mais
um pequeoo defoito no beic-o, parece ser nm ta
llio e tem pouca b-irba: rogase as antorMades
policiaes e aos capilaes de campo que.o appre:.en-
dam e Jeve-o a rasa.de aeu senbor a rua de Santa
Rita Velha n. 83, junr^ a rafuiacao, qae reseberao
a gratificacao acima.
D;seja-sc f:!! ir a'os nertfel'ros do Bnado Ig
cacio do*.Santos da Poaceea; ou a sen correspon
dente nesla pra^a : na rua d> Noguelra n 1, on
tenbam,abond*ie de annuneisr sua residerjeia.
r^T-1 Jt i'---------wr*1---------------------
Armazem.
Empreza dogaz
A empreza do gaz tern a bonra de annunciar ao
public-) que receheu i:liimamente um esplendido
sortimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
delas e globos, cujas amnstras esiao no escraptorio
a rua do Irrtperailor n. 31, e ser*o vendidos aos
seus freguezea polo preco mais raziavel possivel.
Fuglo o escravo Juvenal.
Foi trajando calca de brim listrado, camisa,
chita de riscaio e chapA) de pallia de Italia. E'
de cor parda, idade 12 annos, tern falta de um
denie na frente e e bastanle paroleiro. Roga-se a
aiu.rehensao do niesmo, e condiwi-h a rua da
Cruz n. 3, ou Cnnda da Boa Vista n St, na-a ser
gratificado.
Tiiituraria
RUA
MATHIAS DE ALBUQUERQUE N. 23
(anigi rua d.is Flore-).
Tingi se, lava-se e limpa-se com a mdior per-
feicao fa7apdas em pecaa ou em obras de qual-
quer qualidado quo sejam, tao.s como, 14, algodao,
sc"da, touquim, penpas, chapeos de feltro e de
manilba, ou pallinha do todas as cores, etc.
Os Srs n'gociantes, logislas e particulares
experinientem que todoa aeharao proveito e van-
tages
Aviso : Depois do ultimo de^te mez corrente,
fieam considrados conto abandonados todos os
objeatM entregue8 a esla casa uo anno de 1873,
e scrao vendidos pelo preco do seu trabalho.
Aluga se uma preta esjrava para fazer
compras, cozinhar, e todo servic.0 d? casa : a tra-
tar narua doBarao do Triumph; n. 70.
JaTfENpO;
Midama Fiorina*, costureira.a rua Direita, avi-
sa a> suas freguez s, que esta residiado na rua
do QueimaJo n. 44, andar.
m
*S4*
<* Compra se e- vandterse trst* *i^- g*.
<&* e uaad6s no armaMin da rua o Im,
per a dor n. 46.
Precisa-se comprar in us escravos, pedreiro e
carapina, paga so bem : a tratar na tbf-uuiaria
das lutenas, a rua Pnirieiro de -M r.;o n. 6.
rnento de cantoes, bombazinas, princezas
pretas, moriu6s, e outras muitas fazendas
proprias para luto.
LAZ HHAS DE ORES A280,30 E 400 RS
0 Pavao vende bonitas lazinhas de cores
'Pavao vende urn/bjmho sortiqiento de
cjmisas irancozas com peito de algttdio, a
2rOOO.o 2B*rt>. Urta* com fKp de hikc
de 3#eaa SDO60. Wta$bwd fipas de 6?J<^0 a WdlM: atsim como
graule sortimento de cerjulai de hobo e de
algodao, por pr*.'fi.s har.atos, o tambcin tem
complet'j sortimento de punhos ooollarmbos
tanto de liijKo comq do algodio, por prec,os
erp conta.
i:>,.art;iU.>, a &&0Q, 4^ft# c
0 PavSo vende um bonito sortimento de
espartilhos modernos a 3p50 ', 4JU)00 e
optfoo, assim como um botiito sorHiwlo
desaias brancas, borcbvJas, a 59000 eO000.
e ditas de lasinba de c0res a 3?000 : 6 j.p
chincha.
CORT1NAD0S lk)liU,VlM)> PAJsA CAMA E
.1 VM'.f.I.AS, DE 7^ATE' 2WO00 OPAR
0 PavSo vende um.grande sortimento de
cortinados bordados, proprios para cama e
j&nellas, pelo barato prt^o de WOOD, 8C000,
IOAOdO at.'- 259MM*-, assim como : colxas
de duiiasiode la muito Qua de 105000
l-JCOUO cada uma.
BIIAMA.MLS A 1^00, 2^000 E 2S00.
0 Paviii) vutide bnuuautos para luigoes.
tendo tO pahnos de largura, sefulo dt
algodao a 15S00 e 2'00U a vara, e de linh<
a 25*00, 25806 e ?000 a vara: e pechin-
cha.
CAaEAlIttAS A 55060, 6tfO0 E700.
0 Pa)|^-. vet^ie c^rt^s de ai|UVi |>Ka
calc^;, send" pad roes modernos, pale hiara
to pre^o de 5SO00, U9000 e 79000 o ofjrte.
assim como : panius pretos dos raaiilore*
que torn viodo ao mercado, do 45000, 85 e
10*000.

Jiaade pi-d\mh ^ '209 rs
ctrtioJ
Cassa la, padrocs nov
0
'quciroscom cabo de metal e do marfim,
| ditos avulsos, colheres de metal lino, eondiei-
| ros para sala, jauos, g^arda-coaiiSas de
ararne, tampas para eotn-ir pratos, esteiras
CAMBIUIA VICTORIA A 45000, 45500,
05000 E 75000.
0 Pavao vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparent^ com
ovos.
vindo ao rnercado, so
Aviso.
Na rua de S. Jorge n. 81 precisa-se fallar ao
Sr. Joaquim Manoel de Soqza Oiiveira.
Na rua do Iniperador
n. 28
precija-se fatlflT aos spgaiatos *eimores :
bomingos Martins de Karros Mouteiro.
Emigdio Marques de Santiago (Dr.)
Joao Vaz de Oliveira.
Jose Francijco Lopes Lima fN'azarri'n).
Manoel I'eroira JJrandJu-
Manoel dos Pmescjc Miranda.
Theotonio de Bvrp->> Silso.
Francisco de Paula Box,ge-s
Francisco Antmio 1'onlus
Francisco Evariato Egeorel.
Constando aos abaixo assignai.s acfaar so este
aenhor nesta praca, rogam-Ibe o favor de chegar
aoseu esciyptorio para tratar de neg icios deHi
e de mais gosto que
na rua do (Jueimado
43, loja de (iuerra ti F^rnandc/, pojo d'fiipu
preco de 20ti rs. o eovado I
Cheguem fregueus que se acaba
Fogao de ferro economieo
Vende se nm chegado ha pencos dias, tepdo for-
nalhas para lenha e carvio, forno para assar,
deposito para agua qnenle e logar para se guar-
dar quente as comidas depois de feitas; estes fo-
rties tornam-sc recommendaveis porqne sao de
ferro batido, c fabrieados coin per(eicao e coii-
nham com niui diminuta lenha : narua do Apollo
n. 20____________________________^__
Sedas a 1^500.
Vende-se bonitas sedas de lindas cores pelo
baratissimo preen do lj5pQo eovado ; ven^am a
ellas antes (jiie so a :aheru, na rua do Duque de
Caxias n. 8S, L ja oe Ounetrio Baslos.
Vende-se a laverna da rua de S. Miguel n.
68, em Afogado< : a tratar pa mesma.______
para forrar salas, Javatorios eoicplotos, ditos'8 1/2 varas cada pega, pebs baratos precis
simples, objectos para toilette, e oatros mut-|de 45000, 4510 >, 65000, 65000e7?000
tos artigos que muito devc.nagradar a todos!a pega. ?.ssim como, ditas tie salpico bran-
qqe visitarem esta grande estabelecimento'co, a 7^k00, e p'-chincba.
qae seacha abcrtodesde as 6 horas da ma-'
nha ate as 9 horas da noute^
Rua do Barao da Victoria u.
22.
mum map.
0 Pav3o vende uma grand" porcio d
roupa feita, sendo : palHofs, frakes de ca-
semira preta e decon, assi n como : finis
simos sobrjeasacos de panno preto, e cal
cas de casemira prela e de brim braneo, col
letes de todas as qualida los, por precos
muito commodoSj por q:icrer acab?r com
toda n roopa que ten>em casa.
Acba-se constantemente aherto o estabelecimeno do PAVAO, das 6 horas da manhi
t
1\
{
Alvigaras.
Venham t dos aprcsfados
E c-jm os bolsos rec'.eados,
Do Campos ao rmazeii) ;
Venham, nao falte ningura
Vef o grande sortimento
(Umverdadeiro portenti)
Que para a quaresma tem ;
Comprehendem ? ora bem I
E' com as tripas puIanJo de contenUm mlo que !
mo apresento ante a onda gastronoraica das sa-'
bias e illu-tres barrigas pernamhueanas, felicitaa-
do-as por ja se acliareni livre da pena de iaterdic-
to e poderem sem receio de alguma iniig"stao ex
a"s 9 de noite.
SABAO DO RIO DE JANEIRO a 200 rs. o kilo, no armazem da rua do Amorim n. 41.
de Jose Domingucs d i Carmo e Silva.
GAZ A 55000 a lata, no armazem da rua do Amorim n. 41, de .lose MMagues dc
r.irmo e Silva.
TIKUO MUSCATpt de uva branca, pun, de custo de 2^009, no #rinzem da rua d-
Amorim n. 41, do Jose Domingues do Carmo e Silva.
GKAKBE
ft"
Em
Grosdenaple preto
Sendo lisos e do cprdio, e 0 mais larjo qae
vende pelos dirninutos
Vend* se 5 ac<;ii-*s da ooinpaiibia
bucana : a tra'. r i.c-.-ia typ.grajbia
Vende-sc 0 verdadeiro cunepto irj^lez do Por-
tland, sob condirao dc restitnir-so 0 dinheiro, nao
sendo elle 0 quo arjni se afirina : no arinaz.m da'.
bola amare'.la, iravrssa da rua do Imperador.
----------I Mas, como 1a dizendo, nao podia deixar dc
pornafljr j acout^cer assim, considerando-se como foi sabia e
; bem barrigalmentc planojado 0 ataque das bar-
" 1 rigas grandes, contra a sueia dos bandulhos ca-
I ninos, qne ostrificados a idea ficlici.i do infer-
no biciio invontado pelas grandes barrigas, pa-
ira horrorisarem as barrigas sem tripas, sustenta-
ivam a mais aburda ,das monstruosidades : a
! inlalUbilidade do principal liwjo do amur as avessas
] e de U'jpas dadas e a forga de tripadas queriam
' hypiicritam.-nio aliroentaiicm a pelluda e famigera
240 rn. o cov
Na rna do Qiieimado n.
praiinlia da lndepenjjenia
Lazinhas ile listras, muito fieniioe padroes, 0
mais moderno no era4, p*lo ingullid\inte precjo
de 2i0 rs. 0 eovado: so na, loja de G-uerra k Fer
nandes. D\o-se amostras.
i>PROVElTEM QUE K i'ECHLNXBA
Vende so um buoilo boi rouitonovo, pntprio
Sara raca : no sitio ne Luiz do Carvalno, na estra-
a.nova do Caxanga, onde se podera ver e tratar.
VENHAM VER
A Xova Esperanca, #ra Duqne de Caxias n 6.1
i aprc-ssa-s'' em conviJar a sc-m frcguezas. com es
pecialiiiads an bcllo sen a vwctn anreciar c
Snintes artigos exiostos a vnJa e todos por prec 1
com moil s, cemo sejam :
PIXAS BONECAS manias a choronas.
BOX1TAS E EXGllACAJUS visU para Ucri-
copios.
COMMODAS LATAS para puardar cha.
ELEGANTES MOLSAS para sonhoras e manioai
BOXITOS VASOS com Una banha e ebony*;
extrados, trazendo cada fi as.-. um noaae, nma in
cial ou um di-!ieo.
; FINAS MK1AS D SEDA, vindo eatre eU* cor
de came.
Para quern gostar.
A* Nova Esperancr a rua Duqoe de Caxias 0
6', acaba do rceeber tenlose caixas para 0 jognd*
\ oltarette.
TtMTURABU JAPONEZA. i Para :.: s: ffre das pcrnas.
Soe unieaapprovada pelas anademias de' A Nova E^peran^a, a rua Du.pie de Caxias n
tendia assar 0 muod j das harrigas, privando an-; ^cienias rcconhecida superior a toda one ^,. acaba de receher as proenradas rneias de bor-
tes a bttiuanidada do ganhar dinUeiro e de em ,. .. ^ h r nrtnnKitf, n-jnrU >'aoha P3 pa?drSKfSJSL Z*?2 tojfiiS: \ flores artificiaes
quoz do Olinda, n. 51, 1.' andar, e em A Nna Esperanca, a ma Duqne oe Caxias n
todas as boticas e casas de cabel'ei- 63> acaba d.; reedier u lmdo e ccwpleto sort
i rnento de flares artiiiciaes das m^lhores qae tem
' vindo ao mercado
A ellas anted que se acabem.
j Costumes para crianqa.
A Nova Esperanca, a rna Duque de Caxiai n
Nao ha mats cabellos
braoeos.
rlflfrrintfl d'da -que-tao do d.a centopda negra que en-
* roladfl nu oa,pote cUamuscado da inquisigao, pre-
De fazerem peniteucias
Encheudu bem as Darrigas,
Poij nao f* tempo de brigaj,
E sun e, de absliooncias.
Mas, cobio ia contanio, euston, porem alioal,'
depois da nasorada que Hie pMon no pescorjo os
podeii s poderiisos,' a cabefh fii parar no fun- \
woe o-Tiibo, como ruim da esfollar, (icon
retro.
VENDE-SE
tuo inieresft-.
IU.
Tjsso. Ii
iao & 3.
i-s
--------------rt ,
aMnRtfiti 'J
Aluga-se
0 3 andar da ca*a n 3% a ma eslreiu do Rosa-
rio, fresco e qpm cominodos : na thesouraria das
Ioterips^_______ -, Aa t|u
- Precisa-|e tt^irr|baKli,r g
da Soledalen, 4
f
'I. fV

Aluga e 0 armazem da casa n 17 da rna,
aioeda, no ^Fe^U do'Matto* : a tratar na rda
Cadeia n 3.
Fuoia
Pugio o dia 4.de marco, da c*a do seu se-
nbor, a mulaia deuiame Lydia, con os aignaes
sAguintes qfda, cabajlos crespjs, peitos
grandes e cara larga : qnem .a appte-'^eijder tear
Ka-a a rna at Santa Rita n. 5, entrada pela rua
Suva.
Escravo feido.
Auientou-se** dia i^'d t&emm'^MJrHi]
paaeaf), da.ca&aIo>ei>sahoi^btiaai#iad;
0 elf
prets
eta, idade de 25 annos, alto, flgtudanildaa tm>- >eVola iartna-jhw
VjilcipeOS tie SOl (IG SCOUi 111- no secco exposto aos pontapes de -qaalquer gato uma casa na villa de BarreiroSj narua do Gam-
yl "" rJV jpin^do, deixando e verdade, rnagra as collegas! lercio, por preco moiico: a tratar com Tasso
^ICZGS a ofib Lbarrtgajj^ q,adedpeiladas vao tratar de .aenulri- i rrm5os 4 C
Ntojiftgaem^uoptrwtaAto ^ ordiiMrtos.p'n, viftdv^o arraaw-m do Ganwos, a rua do 1m-i j-c^r^^ l 1 J eM^nAA
porque sao clKH-eos de J,2# : isio 6 so oalojad. 'PWdor d. 28, onle com cerfe-ia eueonlrarao alem ^fc3p^' I OHA A [(' ('
bm Brmni i r,n A.j-nn^.iri.. D.Kft.7^.., ,. do qua de$ejreiii *.^guiute; ovas da iluareoa ^r"''^
peii*s>ide baoaliia-) ; peixes do viute qualidades
em ooaservas, sardiubas em latas, cauuroes sec-
COS, ba#aJltao, pesetas, aardas, lagpslas, salraaj, ntrareis iarde* vo=
Rosa Bfaoc*,a rua d-J.mpa*atr, a*M,
veda
ATTM.
Excellentisstmas familias!...
iras e t, margna,;4a. amarefi^ ua*cos e outtas. tantas de oairas tUgaros maij afamados de "
t* cadeiras
ferramentas, ^ai ^m. ije qjj*r
na, tf lo isUj u^r jjregoi.-com
der, piflja seTa, rnaWfr9l*>
om a offiei
: ;iPlirtla raros' delicidsos e que'
$Mi ...
A' )m Duque de ^fcteA^
uina ^W6*i^xe
V^tiffiSm^^ M^***a**'"* **
beta am tanto chata.
^/JI^^M'^P&C&J^J
Pouga., alem^e um comploto sorlimonto do aoe- f^Jg *
Cabindo era quald
4i a mclh^airli6,
En5o fa* maVavnexf^,
Conwcomendo, vtra.o.
larhqs entrar na. viia de ;
^fibdiftt Sa*' fe-ta, e portanto
1 leW^^ibslfcreimfcfestts'% comblodos'
?tMfrdjilUj v^forqud uflia-^arte da para as;
Mais y" I
Tudo istp so eococtca
INa confeitaria iio Campos
I, fcomolS ftrllat
M I mperador
A Ida* diss
fjicontrar-se-ha 3rfre all!
Sobrerriesas
Delicbsas
94.
v
ir .fcuo^q^y^^ 8aja aos Cofrfc^ *,<>.*,* ,> c
inCpfllB^ullii!~'1*T'>ttlw>l'<'hl"''11' 'irn r" "lU""tfr" Maiii *>s CQn>0 dlz leiiebogyp^y P. Htuteau
'tmtm lUdos, e estss por suaads wpbaoi ea-arma-1
jpojijl 1 Campos a rua do IinjffadM in. 28, prepa
m Wwla flo \J< 0ue a f,Hnr Terdade
eolreaWlMaMHr *wJwdoxoa"e .. NSo s* Para a boccado vul
if^ga*dhwwi4awi
1 uuia.
mJSuM
(!& ao Sr. alferes Manoej da A^u'aoo*>^Mkf jw h ,.amiiu ,* 2^ 9Up ffRio uao, que m meMoaBBa trouxe\paralesta m- Len otjdjrfasM hiMicikhLM +&*&/> sb i Mfc
ca do Secfe, vend^da^laptla,| >MM9g.- Dito, m\^oX^7Smttm> IVf .
nado, Presurpese qae, ^4^vJFtt Jffe an hraja.branca Vasnareole e JanadA.aJi. ft ,f.
do paip sua proviacia iol^ Pff|ei Mpi, L ia<^d# -' .""81*" ^*MUp *Wii *q W" WJ
autori4aM -pUMaei e" WMfsiwMB3jE a, -i4*>*oh sWito >OMbfdMe V*** *
prebensio dd duo e.-cravo, graMeanwO aniixd j^a m~ Ijxu,u.|llni oj-qi
mfleKeo WiW P)nlclolmaCSes. 1E SE2222:
^
.- Troca se uma irpager
rjo, abra iaMi^parlifiaVliSlaiao Pta^, e 1MMW-- 'potto
ruente novo : na rua PuquB'ida dtaate -'4tf6> "WMg.
di qaem tem. 'PraMiico Guiraarae*
WlNon-lowe Si L veatiMi na aeufktiiiBI
a rua de Cormnercio n. i\ :
para a quare#^ t^pp.de^sljoecdas 0 Ter4adeiro ^anno de algqdao a^lA dmencano.
se come semlicen^.^^iprarem 0 que Excellente flo de vela. iy ^"5 r
maiigostoso,^b^rps^chfikflweJilo Que eop^g da^li^amdilad*, .,..}
em ouso. ; ybo de floWeSrfH ^
I Carvao da Pedra da todas as qualidades
CTwr 40S' WD
II
; Antes que & lAatcn.
Vende-se 42 de lindas ptdrSes a' 200 rs. 0 eova-
do : na rua do Crespo n. ftf A, Icija da esquina ;
uddo-r
-se amostras.
nS rU*4A'3
'pnssivel
pelo ultimo vapor f
is f.m swlup.
A loja da Passo a rua Primciro de Marco n,
32, pelo 7 A, rocebau pelo uitimp pMuate, um rieo sorti-
euto. Por-. memo de chapeos para senhora, ultima tnoda- e.
de carga, vende por prejo eommodo.
63, acaba de readier bonitos ccsttunes para crianca
e esta se veodendo por precos razoaveis.
A&B HERYOSOS
A Nova Esperan^i, a rua Duque de Caxias n
63, recebru um peqwatio sortiaarmto d* anneit e
pulseiras electricaa, groprias para nerves.__________________ _____
Xiindo chfariz.'
Viu4p-#| nor- praco fcarflp nm rko cha/ari:
de iaami*re fcrtjJria para jlraim, 0 a^f sd" kcia
armado na ofBcina ftaawaiaiare do t*r.*Umi,
rna do Imperador para uuepro q#ker ver
traur na rua do Crespo/-BJI^. Paaso junt)
arco de Santo AoMio.K 1 g jm mm
o*atfcr _
I
micml
Wkmmmhm
1" rua do Creapo n. tO
Loja u$3&ttaa
LAZINHAdH^I*
Ghagou esta fazenj^epm Pfdr&it iQtfjramesMe
novosf e que se vedaOMTdlhidBW iftiiMa 900

W
da e^qulga
mi r"t i.'ii *
em
de viveuo
posii
ixe
Curinjia. (Antrim 4 laMpaius. a.
do dia ou da edt: w*t Joad
os Afogados.
ar
oat"
It-.. '
*

*
>
*
venoese an M\*^^F
W^qnina da ^tfr^jHWfc
I'preteDde^E dirija se i meama.


I
x
\



ffitui* &i0kmnt*Gm* ^
^Ifcarffc 8rtvH.
8
d9Mi>iiMiipuwgi wpihimi^ na e
miudezas Unas, aisim eonio aj^ifr^QQoajfiraaf
;os, agrado e since ridade. j afrrwipt
-^nAjwoie 'fAwtikmv* mm
tr/eas. propnoligra. o^nervosos. j^T"
iaiTS*riia>,**aa.ue^-Ga#iis .fc3,. tleU). MtlHMOto..do
Mcios aderecos de sea*h6r*a#j~, itrltima msda)
e de muitas outras oaalidadcs.
-Alfcgtrolia, a rua DUfTii^di; ^Srfas n. frm'
para vender os moderttea'-awdW dVM, pr#ffos'
MM***!!**, -i .T; -
Bartffilrs'ttrodefrrns qrrc'hano'mrrcndo a elWs
*a*afno1te; *#a** iienxjos chinezes
-
olia, a rua fhiqne de Cax-ias n. ip, rs-;
eeben ultra" pfi^ufrta qnafflidsrte'"die tencos de seda,
chinezes, com liodis?iin<>s desenhos, fazenda intei-:
riraaamsartay.
Lfeques
'ftnidos'rerfries tie rriadreperola,'de tartarupa, de
t!*irm*i-dc **,#rte'ThuiWs- *Wras qualidafWs : .
raoenai *iMe4ia> ap.ru* Dufut ie Caxias nu- |
aie.ro**. :
Attencao.
A taja-da Mnpn^ia, a rua rVitqtie de Caxias n.
ii>, acaba do reeeber o aepuiatM Alligot :
HWHial,de;nAadfvi'tiroLi, tarlaruga e marfiiu. i'
Rioos alliun, com capa de madreperola.cha.-j
gren, rriideira, ve rd'do, couro, etc
:ftfrVda*afxas w>nififH L'gas de seda.brancas e de cores. '^'ft
Voltas de madieperula. i'C*
Pu*eira^4e.tadruyla. ^qq
Rlcas calxas pa:a corWra. ,
Vesrnsrins -par* .rmpifc*ae-.
Toiieas e*apalto*iOR et Mtiilfrou* clipe:> de *U daaedaaara senhoras. t ^
Ljndus purt-hi uu-ut :>. Gravatfnn'as de velludo, etc., cic p
tawittittlT!
Na *tta defro; to -da pracinlia da:
ijtidepen(teeitt.
Aprovcitcill
Mettns flno? tfe qtta'ardJJ preios a 3?Q rs. o Co-
vad*.
Reeaa de catnbrnir, anjo da; mcia mile, a i-lOOO
a.pe^a.
GranajJ'tne dpJUiw?3,a ultima moda de Paris, a
300'rs. o covado.
lnerat>'4e carfitrraie trM^parenJ'', tlaa, a 3^500
a p?ca.
Oilas .hordiKlas DrirapaiMoJiiio ;|,i(iQ r. o rovado
Camisas de cret.iuf, o mals moJeriw no raer-
eadn, a 30 litas d li*lio,..faias,- a. .36 e Wrt-O utna
.Utini oymo iiuir s fazonJas pur mraos do que
em qua|(pier oulra^afjp, e da-^t, amsftras.: s
na rua do.Quphmdo d. 4't, leja de Guerra 4'Far-
nande?.
Fa*ello m*vo e
r "in j>- mu M
.11) ifid
QIRLW
K*b ,IjiM -'to f
pan ioiu rnua wU;
resma $
""^ydS.....
p^rawl^ej|^ii4^,!r2^0(Jl*(t, SfHOO,"a 1J?50 ca 49, a ttjNi 0 o cdvadb-j. ., .aeivafi. ,
COlltKS 'ISfc'iUst'lUlltVPllE'iA A-'^09. MAD.\P0L VO FRASCEZ A 7JW0O.
iaty
6om' falsificagdes que tem apparecido
MS MACffiMS PARA GOSTURA
.*. i
as prttas para qaa-
iui wv.r*
a ei fc
H#A% d .. ,LE*g04 iilliiNCOS A 2*000.
^t^4 jj-i.;Vefltat#* lei)** bfW08 fides, 2|>000,
, a 5. o-.aoGOfe 3 a^ia ;Ae (jW)0a,djW*;u ....
m^ CftOCU^S PlilVACWDElKASA 19500.
uas larguras, Veude-se paooos de croclie para csdein s,
Illil-
02
Nenliuma
china Singer e legi-
tima senaolevari
eetamarca fixa no
braqo 3a machina.
Para:evitar falsi- g=
<3S
'5
(fi canoes notem-se
bem todososdeta-
Ihee d?. mar-ea.
c
/*
O
je^ueno
Da raclhor (yiajidadu. ijp_ arniazurp de farinha
de trigo de Ta*fo hmiaes i^f.. 114 prar.i do caes,
do Ad^Ii.
It. JSxtWfW Compost0 a
A dinheiro e a prazo!
A contento das Exmas. famiHas
S3o mat^baraUs.
Sao de docs pospontos.
S80 simples.
Sfio rapidaf,
SS6 duradouras.
MACHIIAS DE
Sao do dous.pospontos.
AlflHibam.
Franzem.
Pregam trangas. ,
Marcam pregas,
Bordam de linha dc seda.
Alcolciioam.
Pregam cordoes.
UNIGA AGE NCI A
EM
ACASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERADOR 15
Vtnd,>-se,cjjjrtii$ de ca^exnii'a.. prul p*ra
eal<;a, a J9%6,i7. e8W)i 0-0 coite. n
merRq: fRiio a 2980L'.
Vtn;e.se.i)Befib(5p^to fino, a iJMfclFe
3J5000 0 covado.
bbti&AZ NA llltTA A ^*>ft.
Vende-se bombaz na preta enfcsada>a
1*500, 1#8Q.Q e 2S'0(,0 0 covado.
ALPACA F'KETA A 500 US.
Vende se alpata.pMta Oiia, a 500, 640,
800 rs. e lfcOM o covado.
FAZESDAS DE COltES E CA.MBRAlA
'IklSCA i'SttOiO.
Veade se pe^as de caraUrnia b^ncltraos-
part-Qte a 3?R,' 4 j, 555 e 65090, braia tapada, Victoria,, a'$&, 39S00, 4*
e ^50i0-
CUR.TINAD05 PAUACAMA A 1G50C6.
'Vende se eoitiiiados bi rdadus para caina,
a. Wi9. 2W. 2^? e 305.000.
CAMtt ia u CORES A 300 rs.
YiMiue-su cambrata de cons linos, anudas,
la '300, 320 e 360 rs. 0 cevano
CliiTAS I.ALIGAS A 2l0 RS.
Veuibt-se cbitae Urgas p^^a vtstidbs, a
BRAMauNTE A L9600.
' Veode-scbrflrnaute con)ifO .palinos de
! Jargo a fc8i60O4 WiOe 35i 0 0 metro.
MA.DAV0LA0 A 35OO0.
i Vende^sft tajcai, de.madapolao enfest. .
!a -3900O. Dito ingjez a 49500, 59 ado
,5,5500,.(J90W>, 79000 e 89000 a pissa.
iCOR*lNAUOS PABA JAN ELLAS A 8H6O0,
Vtnde-se 0 par da cortinados bordados.
para janellas. a-89 e 1090 0 0 par.
ALGODAO A iCOOO.
VnJe-sq pec^-.s doalgodao, a io, 89.
650W-
CEROURASAI9OUO.
VcMiIo-se cercwlw de. ajjjodao,. a 19C0">_,
drta* finas du branw:,to a 19500 e 29 ca^
uma. J,
GAAIJ^AS BKASCAS-A 29000.
Veudo-SD camibf.s brawas Unas, a 29,
25C0i 39,o 49WXL
BRfNS DE GORl'S A 40ORS.
Veridb se btinsde cores para caji}as;a 400,
e 500 rs. 0 cr.vad".
'CttA/ES A 800'RS. i
Vende se cliates de \& AS06 rs.. chalescft
1 merii)6 de cores, a 29v $&, "i9 e 3?500O.
OJLCItAS DE E*lltS A 29M).
Vyiie se colcbas de cdtes para enja, a
29,"S9500.e IJO00.
eWrTAStJ* GORES k 30O"RS.
Vende-sechitasfinade cons, a'SPOe iOO
t9. 0 covado.
Alp/acas DE CORES A 500 rs.
Vende-so alpacas finas de cores, a 500,
0*0 CSOOrs. 0 covado.
TAPETES A 59500.
Vende se taptcs para salas.de diversos
tamanhos, a 49^00, 59, 69 e 89000 cada
um.
ALSAPARRILHA
Do Dr. Ayer
0 PtfflF/MMfi DO 8ANQUE
Para curar ssa$ irwUstiat qut provi&A pure a do 8angue,c da Etcrofula.
MOLESTIAS CUTAHEAS, CALLOS, MANCHAS,
IRRUPCOES, ETC.
Rheumatlsmo e Ootta, Dores e
Affeccoes dos Osob, M*I doe Ol-
bos, Debllidade on fraqueza (feral.
Dyspepsia, Incommodb do P"lgadb;|
Uma falta fferal do Baude e uma'
dl8poslcao facll ao #patl^intO, -. J&lar de
rarioi outrpt incomr^^l(flaUfn4f>^i^en sSo os remiltados e conBqneticli que mais tanle oa mail
edo ocoorrem. '
AS MOLESTIAS te que padee* too /eminino, tu-
bem, quasi sempre io dtvidaa 1 metmi cus.
O unico ttatamento efficaz a nnk*
roanefra Begnra d readqairir a sando e
de reUbelecer o corpo, medianto o
emprego fit! e connaDte de um Purl-
ftrarlor Alteranlc como a
Vendfl-B! pt?55 de- ajadapolao francez
muit-1 linw, a 75, 89 e toyi 00- .
BHI.M PARD0 A 400 RS. 0 COVADO.
Vcude se brim, pardo para colzas, a 400
rs. i) covado.
CORTES. I1E.CA8EMIRA DE t.9000.
Wnde se corus de casemira de cores para
eab.as, a 59, 3*100-e 0*0u0,
GKOSDENAPLE l'RETO.
V. ude-se grosderiap'o pre to com 4 1 2
palmoa-de largura, a 69 0 covado.
ESGUIAO FiNO A2900U.
V-nde-se 'sqnao lino deliiibo, a 29,
2*500, 35 e i* 0 metro.
(.1111 AS PAUACOBUITA A 280 RS
\eiide-siiihitas para coberta, a 280 e 400
rs. u covado,
LiUM BRANCO A UO00.
Vitidev.' Liiin branco do bubo, a 19,
19280, i^GOO e 25 0 nwtro.
BltCTA.MlA DE LIMIO A 040 RS.
Vm.le^e bretanha de Iiubo, a 640 rs. a
vara.
flan+;lla.de cores asoo rs.
Vca.de-se flanclla de cores, a 800 rs. 0
covado.
COBERTOUES DE ALCODAO A 194C0.
Vendo-se coberlores do pello a 19400.
Cobertas de chiu a 1*800 e 59 ditas en-
cv.rna a?, f'.rradas, a 49, no Bazar Nacional,
rua da lmpcratriz 11. 72.
CORTES DE CASSA A 39000.
Vcude^e cories decassa niudas a 39
cadfl um.
GRAY.TVS PARASEN'HORA A 1*(-00.
Vende se gr&vatas para senhoras, a 19,
ditas para homens a 5(0 rs.
ALG0DA0 ENFESTADO A 19C0O.
Vende se aigodao enfestado para lene,6es,
a 1)5000 a vara.
GRANDE SORTIMLNTO DE ROUPA PEITA
NACIONAL.
Vende sepahto'.s dc pam.o pruto, a59, 79,
H e lOdOoo.
Vende'Se p.-.li;ots de alpaca preta, a 39,
39500 e 48000.
Ven !e-se calxas pretas do panno, a 49,
6??: 79 e 89C00.
Vende-se colletes pretos, a 3(5, 39-00 e
49^C0.
Vende-se ceroulas, a 1-5, 19500,29
35000..
Vende-se oamlsas brancas, a 2$, 25500,
39e49C0O.
Veride-se ccmisss de chit.s, a 19*00, 2A
e 3|O0O.
CH1IAS PRETAS A 320 RS.
Vende-se chitas pretas Unas, a 320 e 300
rs. 0 covado.
I.AZINHA A 2C0 RS.
Vende-se lazinhjs para vt stidos, a 200,
320, 400 e ?.00 rs. 0 covado. No Bazar
Nacional. rua da Imperatriz n. 72, de Men-
f des Guimaracs' & Ir.Tiaus.
jmMAxsm.
DE
Atten^ao.
GALLO BHANCO
fazeiwias finas
,Ra Priineira deMarfo n. 7< A
DE
Cordeiro Sftmdes^C.
B" esta uma das casas que hoje pode com pri-
RUA DO RAKGEL K ?>
Armazens de seccos e raolhados
TEM PARA DISTLNCTIVO DO ESTABELECIMENTO UM GALLO BRANCO, PINTADO,
PARA ALGUMA PESSOA QUE IGNORE A LEITURA.
Rodrigues & Vires, regressados em Pernnmbuco, cidade do Recife, successorcs do
ajfmazera 40 Gallo, a* rua do Algibeves, em Lisboa, omais afaniodo e conbejpido arrnazera
naquella cidade, capricnam sempre em ter generosde primeira qualidade, dos quaes d5o
aos seus numerosos freguezes um conhecimento mais prolongado na rela^So ab8ixo des
c'ripla : ,
1 0 que 6" bom e caro
Palavra bemdita que aunca faltou.
Cbd perola fjno, a 5*000 a libra. CamarOcs seccos, a 500 rs. a libra.
Ditu miudiobo suppr-Gno, a 4*000, ali- Queijos frescos empellicados, prego coror
bra. modo.
Dito popular, flno,, a 3*000 a libra. Cascasde edeo para lavar .asa, a 160 e.
Manteiga ingleza fior. em barril a 19600.
Dita ditafina, em latas, a 19500.
Dita, dita, dita e dita, a 19*00.
120 rs.
Farinha fina de Muribeca.
Vassouras de piassaya para servieo inter-
no sortuuento deifazendas i3na para grande toi-
lette, e hew assiiu para, uso ordjnario de todas as
Masses, par pregps vautajosos, ,das quae faz um
pequeno reso'mo.
Mandam faiendas as ca.as dds pretendentes,
para a qae tore peesoal ueoeeeario, e d3o amostrae
ujcdiaate pealu >r.
Cortes de seda de linda- cores.
GrosdenapieS de todas as cores.
Gorgurao hranco, lo, de listras, preto, etc.
Setim Macao, preto e de cdres.
Grosieqaples prct.1.
velludo pr^to.
Granadine1 de seda, preta etde cores.
Popelinas de lindos padtfes.
F4' Siqas basquinas de saJa.
isacos de merinp de cores, la, etc.
;Wabtas brarffeiras.
Cortes om aamteaia branca com Hnios borda-
desejado.
SAL^APARRILHA AYER,
|A sclencla mqdlea apreenta ote renji
dlo ao poTo"rotao o mtlhor o 6'tea
garo-que e)l *onh*ee para
a.
le-
ad
Azeite de peixe baleia, a 640 rs-a garra-no, a 2*0 rs.
Ditas grandes a 300 rs.
Dito de edeo, fino, [a 800 rs. agarrafa. I Massas para s6pa de todas as qualfda.-,
Dito doce e carrapato. des
Aguardentedo caldo da canna, feita de
e$Z,'Z&s
r> lertm at 'inf^fftj^y
tem descoberto para xnrA
estos viciot e eorrupfdei que
encQmmenda, a 500 rs. a garrafa.
Qita popular, a 320 e 2*0 rs. a garrafa.
Pita branca, a 200 rs. a garrafa.
'a das prln-
i tem demo*-
- ffetweza e que a
'4 eanguc e doe humores,
4*taiammgl Logo qua a SAHir+MwLaA A*|U| liala j*netrado no
.^ngenjios em Mamani-
Vinho tinto brapco, superii^es, eugar-
rafados e em pipas. E outros ariigos q
enfadonho annHmerar, _eni secgo .
lhados, por ser extenso.
fysilma, comeea entao a obra de reetabelecimento.
Kio e n'um raomento nem em um dia .' ,
que a rooleetiadetapptfteeet """' ~
?ooeo.a pouco, degra* Jftbra, a3!M^fl8K
rebtutea.aMaAoeBr'"* *" ft1 t
Medko^^ alta nwuUfio tem^f^m
no valor e utiHdade ereete inettlmaTW f:
Todos of dia* apparecem nora* protW*
'TWooadiB NKtMItt ttnmsaami4
O >ovo todo, InteJUjenU e oMtiOk v.
fldedfgno de llvrar-ee dae sJaa.
restaurar sua saude e por
na akMia spa m*tifl(* tt^eU.
S1 um Etpeciflco contra grande parte f ettat dorxeai
ehrtUea*, JthenmaUtmb, Mflutia* 0faeeu, die.
que t6o cautadai pela Infeefao venerea, ov. anfiga on dada.
1* aialer 'parte da.
guape.
Veride-se os segnTrj'ies'r "
Itarr.i.
-' Pregiifca.
* Patricio.
A tratar com seus proprietarios nesta cidade,
e para, ipformacoes com ^oaqujra Piuto de Mei-
rclles fc'ilhoj na raesma cidaOe da Mam amgoape
Vend^ "'n '
rParis n'America, k rua Dij
primeiro andar, acaba de rtcwtjw mr cotftaJeft
^ Algodlo _a^ americano. __ OjAAdlPfK-iiflA -AAiJl
Alg
PlO
wiw
m
ve
'd:
heto muito riarato
araericano.
ira de todas as cmafidade'.
led' q
134 UsjfK^2 JioiSatoife
j L40li aao tetWr puro a ou qe M
tjehar carregado com a lafedoXo da ^phflfi (tatvez ja del
jrtmoe paiaado*, a' 'moleiMi 6 & *Wa**e *>Ti nma ou
c atni toma'tfaprese* Wado aMerfntw tpa toma*.-'
I4n4as'las oacooazas.
*.
De varios podroes, e imeiramerlte modernas, a
360 rs. o covado : na rua Primeiro de Marco
antiga do Cresno h. 13, loia das coluranas, de An-
tonio Corrtia' ne Va'conceflos.
Sobrado.
e!e^B^."(rpfeil, sap.
arjWcls.-qudtaao'vende i
F'6 'WBrikiMI ra
r'pnedos razoiaiat n
ra Wtim*'406 rM9f
WfpiaWto5aefrr)tica TemW-Se iinflrf'
mea(oi moe, CQiiroe'oiteirne?iJieiio|a,,(maada-ee
Uiaa AM*;,Ra rua da ImftBra,triz p.^
Veoe-para chapeos a
A Rosa Branca vende v^osdes. da para clia
peos de senliora, sendo preto*, Jarancos, e de
tras rnuitas cores, pelo'baralissimo preco deji*
cada um ; isto 6 de graca : na rua da Impe
B. 56.
PKCPASUJM) ros
Dr. J. C. AYEB & Ca.. Lowell, Mass^
TCstadoB TTuidon,
CMOH*** ffcrU AttmlytU*!.
Vende-se um bom sobrado em uma das mrlho-
rea mas- desta cidade : a tratar na rua do Mar-
quei do Herval n. 2i, taverns, ou oa roa da |m-
peratiz d. 10, torerna.
Accoes.
Vende-se 17 accoes dos trilhos ttrbands i de
oiinda e Beberibe : na raa tla Imperatriz n li,
' loja.
Ricas capellas e mantas para noivas.
HiquissiBio sortimento de las com listrat de
seda.
Asunicas verdadeiras
Blchas hamburguPM-i on* vem a este me.-caa,
ua ru* Marquez c^ i:o-1<< r. 51
fPajono de aigodao da Bahia.
Venue de lodas as qualidades Joao Rodrigues de
Faria : na rua do Amorim n. 33.
Fumos
Da Bab a e do Rio, vende Joao Rodrigues de Fa
a a, raa do Amorim n. 33
jambraias'de co>es.
tetis matirjOMi( braecA?, baas e bordadas.
'^aawqwride !iido paitops.
VmaVpS'do q'rjadros, pretos e brancos, listras,
etc., etc.
Baas**) Imbo tie .our, (irooww nara veetid**,
fli^i) bar ra. e UsUaa- "
Ril-os cortes de vestido de linho, c files, da
mesma cdr, ultima mod?
,los de^aajbOBa de .edm.
FaMiiiaaaiMa%)ari
A(WSi b^rdftdas Mtft, s^njipras.
. CSmjlas 5ordaMS,'para sennora?, de linho e al-
todlf/^ ^ nPn'i'r k-t'h *< '""%Tj,
^ tetimMto ji luaas atMvjpAMradlPMn e;. whaa.
'ftMteiidf^' "'4
nrcdlbMigo^aaapos adamaaaadoaida hnbo d
c6CoLahA. jSl towoaa '<*
! 'WlaWWrdaSus.
0A^dPNmhe#(b?'Vle camisae d linho, lius e
Meias de cores para homens, meninoav^jpepir
S^rrai.lsc
.vete.1
twnrnq
eptf mMa^rJI'de # Ba^'bo^i
paraJniti*. t*jv'
*1B f*[% de -erao. ;
Damasco de la. v6
flriaa d|iako, branca ta*fatoftk)relaM r,
Setim de lindas cores com listras.ri0Si,^00
BMf*rfa> *Bta.VTe tiff*.
Ditos de touqulm. rj j
de ohiia paxa, Ivomaoa. *y
lfcdao.
ibMlJarl^ofi, cadeiras e conso
5 Ldnca'bordados aide latnriatbo.
. CoMias de.arophet.
Tarlatana de todas as cores.
HJcos cortes de ve^tidos de tarlatana bordados
para cortes.
Espartilhos lisos, bordados.
Foulard dc seda, liddas cores.
Meias de seda para seuhoras e meninas.
Ricas latins de seda e la para senhoras.
Rii'O sortimento de kques de madreperolas e
asso.
Damasco de seda.
Casemira preta e de cores.
Chitas, madapclao panno fino preto e aiul, col-
larinhos, punbos delinho e aigodao, gravatas, lu-
vas de fio de Escosflift, 'apetes de todos os tama-
nhos, bolsas de viagem, peitos bordados para ho-
mens, lenps de Imho branco e de cores, toalnas,
guardanarjos, etc., etc. _^_^^_^___
Vende-se as casas terreas segnintes :
RuaM.de Maio (eutr'ora dos Ossos) ns. 2 e 4.
Rua do Fogo n. 2.
Rua do I'adre Fioriano n. 31
TVavesfa da Bomba n. S.
Ueceo do Padre Lobato n. 8 A.
Beeco do caes da Cadeia-nova ns. 3 e o.
A tratar no Largo do Carmo n. 1.
PREDILECiA
A'rua"
Os prop'rleiirloi
o hay
r**ei|avul#u^K, i------
men to dos mais que ni gociani no "o gaaere
veem snientificar aos seus boos fregucze* que pre-
verrlfam aos sens c6rrfespon*!iit* nas dina-sat'piv*
cas d'Europa para lhes enviarem por todrs o* pa-
quelea os objeclos de Ltsoto bum foato, <:.* *a-
jam mais bem a status fv\u sooeuadc* uifpm
daquelles paikes, visto aproximr.r se o tempo J
festa, em qoe o bello sexo desta I.nda veoeu
mais ostenta a riqneui dW suas toilletfes ; :
mp ja recaboisem pel* paquete teatez dh
artigos da ultima moda, veem patentear a^oas
d'emredrfes qtlft se tomam mals rjcooiinend..
e-perando do respeitavel pttblreo a eostc
concurrencia.
, Adeivoos de tartaraaa matt lades "Re mks
vindo' o mercado.
Albtms com ricas capas de madrepcr- a c -.
velludo, sroto dfrersos taaanhes e bantfc
os
Aderecos completos deborracba pr prioa par*
It to, tan i bom se vendera loeius aJerufoa mtato ka-
hilos.
Bot5es de setim pit-to e da eores para Wr.TTO 4
vestidos de aetliora; teratoam lea para ct&tM
palitot.
Bolsas para senhoras, exi>te um bello sortiBMa-
to de seJa, de palha, de chagfiro." eft., etc, aw
harato preco.
Bonecas de todos os lamanhot, tanto de k;
I'oiuo de cera, de borracba e 4a mas.-a ; cb^ma-
wos a atU'njio da? E\nias. Sras. pare esta '->ABb
pois as vezes tornam-se as eriaaeas urn pooco m-
pertineiites por talla de um o*iecto que a< ea-
iretenliam.
Canusas de linho iisas e aoni peius bordadu
para hometn. wndem se por pn-c coKiu.-de.
Ceroulas de linho e de algod-c, de diversos p.*.
COS.
Caixiohas com musica, o qce ha de mais lineto.
com dislicos nas tanipas e proprios para prr?ta-
les.
Co tos.
Chapeos para st-ntiora. Recebcrmt ma sortiitffc;
da ultima moda, tauto para sei.hura, cooio psiw
meninas.
Capellas simples e com veo p.-ira noivas.
i.alras bordadas para meninas.
Enlremeios eslaupados e bordados, de tiaow*
desenhos.
Escovas electricas para denies, (em api-p:
dade de evitar a carie dos dentcs.
Franjas de seda pretas a de cores, exi.-ta aaa
grande sortimento de divercas larguras e tmi
preco.
Fitas de sarja, de gorgurao, de setim e de ci a
malote, de diversas larguras e bonitas cores.
Facbas de gorgurao muito lindas.
Flores artificiaca. A Predikkia pro:* om
servar sempre um bello e grav ie w.r;:: nto -c-
tas flo cs, nao sd para enfeite oos eUklka, cwii-
tain bent para oroato de vestido de noivis.
Galoes de aigodao, de li e de seda, brancos. prt
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhi -i .
f.acos de can.braia de seda de diveraaa acN?
para senhora.
Ligas de seda de core? e brancas lnWiMai,
noiva.
Livros para oovir misM, ccm rafas^l* aaadre-
perola, martini, os-o e veiledo, tni* que ha *
bom.
Penteade tartaruga e marfiiu paxa alisur cs a-
bel'os ; teem tamliem para tirar cuaaa.
Port bouquet. Um hello sartimentn de aadro-
perola, marlim, 6sso e duorado.-< ..r barain prt,
Perfumarias. Nesm arligo ela a Prcdilt _ta t-
nrovida, nio so em cxtractos, com. en <4aet ?
banhas dos melhores odores, dos mais famad
labricantes, Loubin, Piver, Sori#i1a Coudray, Gosoel e liimel ; fio iaaji-peusai
a festa.
Saias bordadas para sennora, por ca
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordadci .pixa
tisados.
Tapetes. Kccebea a Predilexta um b "U*> -
mento de, diversos taiiianuos, umlo para soil Cv-
mo para enmda de salas.
Yestimentas para, baplisado o qua ha de m- :
gosto o os mais moderuo :.rti-ei*-u a iredil
de or ar. to preio, para dear a i ..lei. -
qnalquer bolsa.
Rua do Cabuua. n. 1
H.r
Farinha de mandioca nova.
B.ecenteaiente ebegada de Santa Catharina ten
para vender no trapiche Companhla, e para tratar
no seu esoriptorio a raa do Commercio n. ,">, Joa
quira Jose Gon^alves Beltrso dt Filho. Advertiodc
aos, coojpradorea que e'esejaado acabar, veoden
Djaij. barftto do que em qualquer outra parte, Ua
to em grandes como em pequenas porroes.
Fazendas baratas
Granadines com palmas de seda, padrSes mtei
rameote noyos, a 5(0 rs. o covado, chitas de cores
dediverjas qualidades a z40 ra-.,o covado, bf'vn
^dp uara mca a 360 rs. o covado, cojariubps
I in no a ija druia, lencos de cassa, pequ?nqs,
a 900 rs. a duzia, lizinbas de cores, padrdes mOito
Moatis, e omras mtfltas fazeodas baratas ; dao se
*jU|^as.'1nani!..Ppqqe,de (Axiaa^.AA, loiada
esquma do becco do Peixe Frito.
Baratissimo.
Venaa.se lit eicocetas do mat indos padroev,
lo (#mimny,#jeco J#80 rs. o)-N&flo, faieoda
qne se vendeu por SOD rs.: na nua qo Crespp n.
25 A, loja da esquina. D o se arAostrai.
-*H
iveap tem para vender tapioca
daSe e^'tfflhP. Iffl sdu'SrHT^
-Side Cixtas.-n.-2l. '
'.1$^fa&V0IPVfc
kpe^ai.^n^ao.
i:l:ffiW"
Brim uidf ^to, QrQue^a de mais imo, o^ni um
toaue daavaria, e que se. yende a 480 rs. o cova
dd, fazenda propria do paiz 'por Ser linho puro,
spplicada para costumes de homens e de memnos:
a na ru-io Clvspo a-20, lo das tras.portas^ de
Gojiherme & 11, junto a loja, da esooioa.
VENDE-SE
um sobrado de .um andar e sotao, com bastante
commoios e quintal, na rua da S. Jorge n. 17:
a traur a* raa da Ioperatru n. 81
NURTIIEiYTO
M E I) IC1 iN A
Preparado pc:
Lautnan it kaiad
para .'.ii*i*ca
lixla a qualidai1''
dedoen^as, qi...r
sfja M ^argauU,
peii i ou botes.
Lxpressamer*.
escolnido Jos it. >-
Iboresllgado.-
quacs se cxtraac
o oUo no banco
da Terra ton
puriticado cuu.. .-
calnieiitf, e saaa
valuavcisprofri-
edados conserv*-
das com toe.
raid ado, emtf.
o frasi-o se gar?.' -
teperfcitam
te puro.
tste olco u
sido ssbmat*.
aum uxainctn
to aw ro, j
cbkui'O da auetf
talrato, do ge-
vetu hospanb'!
em Cuba e t< i
pronunciado por
elle a enter
MAIOR P0CAO 610D1>A
io que outro qualquer oleo, quo olle '.era
examinado
lODlNO UMPODFR SALVADOH.
Em todo o oleo defigado de bacalliio, e na-
quelle no qual contern a maior por;ao dts'a
invaluavel propriedade, e ounico n:. :ipara
eurar todas as d cocas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, FIG IDO,
Phtysica, broachistes, asthma, catbarrhf,
tosse, rqsfriamentos, etc.
Ins poucos frascos da carries ao minto
magro que seja, darea a vista, e di v%
a todo r> corpo. fienhuna oatro artigo etv
nhecido na vnadtosaa on aciaawia, di tanto
autimento aosystoma e iiKonodaiMloqaai
nada o ostoraago.
As pessoas oaja organiaacSo ton aido des-
truida pelas aSeocdes das
ESCilOWU:* OL RUWaUTiSMO
e todas aquolias, e**ja diQartto se acba i
tisatamentedesatvanjadf, davem tomar
OOI.F.0 -WJFlGArja DEDACAI.UAO
u.msam ct*aw
(iaz a 5^600
ilala, do melbor que veo>
rci de Henry Forster A
a esl
C, com a
complela do liquido: aos armaares de UM I
mingues do Canuo e Stlva, a raa da Ma ate da
Deus n. 10, e rua do Amorim a. 44,
Cerveja l\oryegti
ie marca *JL., veada se a dinheiro mais barasa
qoe em oulra parte : no armazeai da roa do Cost-
meruo n. i
iim^v
c
\


8
PMo de Per.
it* feira 26 de Mar# de 1874
VARIEDADE
VISCEUfRA.
Um fabriciota de polvora, de Valen
cia.oSr. D.Pasc al Barbcra, inventou uraas
bombas de illuminaglo, que arramasiiihi
com aaao podem servir em asltes escuras
para fazer gorar os pianos dws carlistas so-
bre os pontos fortiticados daquella provin-
cia.
Em Paris houve om crime espantoso,
conservando se atnda no mysterio as cau-
sas deste drama, tm tal Cozonat, empre-
gado nas aguas d* cidatiV, homem de 55
annos, de caracter sombrio e trisle, vivia
com sua mulher com uraa filba de iO
nnos, linda e virtuose, quo ajudava a fa-
milia com o seu trabalho de costura. Cal-
cu'Me que por um accesso de raisantropia
ou por ou Iras ousas, o marido assassinou
ha quinze dias sua egposs, achando-se so
com ella, e sahindo is quatro boras da tar-
de foi buscar a Elba, que estava na mo-
dtsta, a qua! assa^si m>u tarabem junto de
sua mai. Em segui.'a a islo disparou tam-
bem na cabeca um tiro de rewolver. 86
oito dias depois 4 que se deu pelo crime
em consequancia do meu cheiro qus exha-
lavam os cadaveres e que se propagou pels
escada da casa. ^
No dia 18 de fevereiro fez 7i annos
aue foi fuodadu o Banco de Franca. No
dia 18 de fevereiro de 180 ) approvaram-
se, era uma reuuiao de capitalistas, os es-
tatutos dn um Banco Publico, cujos fundos,
de 30 milhoes em especies, seriam cobortos
por accoes de 8,000 francos cada utua. A
empreza vingou. e as operacoes comecarara
no dia 18 do mesmu mez. Til 4 a origem
do Banco de Franca.
0 ultimo correio do Japao assignala
um f,icto muito interessante sob o ponto de
vista commercial : 6 a partida de Kobe pa-
ra Ingiaterra, a titul > de ensaio, de u.n pri-
meiro carrcgamente de 600 toneladas de
trigo, como artigo de commercio suscepti-
vel de ser vantajossmente explorado.
Una econoraista fez um calculo curio-
sO sobre o que pode valor um objecto qual-
quor por moio do trabalho. Com uroa li-
bra de ferro, que rjlfl af ens* S5 centimos,
faz-se ago ecom este ago fabricate a pe-
"** mola que move a pendula de um
retogio ^8da utna Jeslas mo,as nSo Pesa
senao a decima de u 8ra0 e p61e
vender se por 18 francoLV Ora, com uma
libra de ferro, descontando 0 abLs''que, po-
dem fabricar-se 80,000 dessas mols~, e ele-
Va a materia, que valia 25 centimos, ao
valor de cerca de milhao e meio de francos.
Annuncia-se o casamento do presideu-
te dos Estados-Unidos, o general Grant, com
miss Ketty-Cobb, filha mais velha do ex-
govern idor do Estado de Colombia.
Segundo um telegramma de Philadel-
phia, publirado no Times, a autopsia feita
eos cadaveres dos dous irmaos siamezes,
demonstrou que nao exis iam razdes anato-
micas de natureza a impedir a separate.
Os dous corpos estavam unidos por quatro
me.nbranas, que formavam uma prnlonga-
CfiO dos ppritoueos. A operacSo poderia ser
perigesa, mas o resultado nao seria fatal.
Morreu o rei de Haw,i. Chamava-se
Lunalilo.
__ Noticjsm os jornaes de Napoles queo
Vezuvio esta* coberto de neve desde a basa
ate" ao cimo. Em Potenza-Picena, a neve
cahioemtao grande quantidad', que a ci-
dade estd como bloqueada, achando-se in-
terrompidas todas as communicates com
os arrabaldes. .
__ Existem actualmenta em Paris 87 bai-
les publics, 320 menos do que no tempo
do directorio. Os mais curioios e pitto-
rescos acham-se na calcada do Maine, em
Menilmontant e em Belleville. Todos du-
rante estes ultimos annos politico, teem
servido mais ou menos, para reunioes pu
btics. Julio Favre, priucipalmcnte, vez-
se ouvir muitas v zes no da ca'cada do Mai-
ne. O baile favie, em Belleville, tem uma
historia curiosa. I'm club de mulheres
installou-se alii em 31 de outobro de 1870
e permaneceu nelle toda a noite, emquanto
os amotinadores procuravam apossar-se da
casa da camera. Esta reuoiao era presidi-
da pela Sra. Gaillard, mulher do famoso
sapaleiro, chefe das barricadas.
Decididamente o sino imperial desti-
nado a cathedral de Colonia, na se acaba.
Acaba de ser fundido pela 5' vez A com-
missao encarregada desse trabalho, disse,
bemaseu pezar, que elle da" o do bemol
em vez do d6 natural.
_ O governo inglez recebeu do agente
consular britanico em Zanzibar, um despa-
cbo confirmando a noticia da morte do Li-
rJk Se^n(,0/etere. Tribuna d Non Oe oenorea que oa perujH eqne eaUoa
carrlo de PensilveMa pNpaf4-ae ^to? 4eele. *^
?ri2X4d* w- mH ***' U(* Op^oq^^oncoiTeatpwrDoearaa^-
i^WUMWos e cnancs estio boje em la immensa caUstropbe eenUva se per de
fl?7 p-rteN^te da regtao a#tr.ci de Bilboes. A pS'iSu-de
Pdde fazer uma ,dea aproximad. deetea haver reonido a meier Miteda suVforca
minas, tendo em conta que representam mai podia coster a u:^-- mantar d
am cap.t.1 de 100 irho*de doZTTo^ 8pTo^Tgo S2& pJSTtoS
produccaode 800.000 toneladas por met. w>der deWvoWerTTguardVr os
empregando de 35 a 40,000 mioeiros que dos ^
ntu^^ tripU<^ n!in?<,ro1de P?*0*- Oa prejuizos avaliam-se tm milhares de
0 salario dos operanos 6 de 15 a 18 dol- libras esterlinas.
^rsporsemana para os mioeiros, 10 Os pesseidores dequ.dros, que alii os
meie para os operanos que trabalbam fdra Jinbam expestos para tenda, aoffrem prejui
ih^n, f 6 mT T" que tftbt* im r*ii*o. as^im como muit ,s outros
2 m^SIOr.L 9a^2Uli0 M T6- io^^uas que p&o costumaTam segurar os
de no mercado de Nova Terk a am typo valores que mandavam alii depoaitar.
nT^ini? qS d,U" P0' t>neUd" Em I"9 ta"'nbe'n prejuiaoTenorme e
,t!ic eXCe.dnte d P^0 ; P<>rta, lada, quo para extinguir comnletementc o
HuZZm?* pWt? aid* teem "- fo I b >o*Po. rf necessarfcque
woo o os patroes pralendem que os mdos por dias trabalnem alii as bombas. (Too-
tempos teem anoullado esta clausula do rtos armizens as raercadvriaa eram de fac
contrato. JJnbuslin, e arderam depressa.
tra Bury, condalo de Lancashire,' Oe quadras de sir Rkard Wallace, repre-
noiive uma catastrophe que custou a vida aentatam um valor superior a qainhentose
a M pess jas. O candidate & nova cama- sesaenta contos de rdis ; e os pertencentes a
ra d.,s communs. o Sri Philips, emquant) Mr, Winn Wi U nove--entos contos de r4is :
estava pronunciando um d.scurso perante igual valur se attriboia aos qoairos de Mr.
.?^"i 50 pessoM, em um dos, Fitzgerald, pintados por Reynolds,
am* da casa escolbida para aquelle mee- \ Not.-se que n'am incendio l*> serro e io
/wo.suecedeu abater o soalho, arraetando trabalboso, houvesseafefiddadedeninguem
comsigo 40 pessoas. das quaes dez morre- morrer, nenm ticar perigoeamente feri&y.
ram iranaediatamniite. soffrendo as restavrtee' Os jornaes= inglezes ceneurain graves contusdes.
joruaes inglezes ceneurain qjee- n'iri
estabelecimento tavj vasto tr ncerftat&o o*
primeiros mezes do anna- stores de tanranba magnitode, na> ho-
i a came de vesse uma bombs, nem meios oenbuns pars
seis
findo oonsamio-se
fn'i5^*^' 2U.d ref,resentfva,n um Pi- l-taftiar qualquer principio de inceodio-.
W.8V0 kilogrammas de carne utia I fhrpoucu eratir m pruaes frsocezes qpo
O preco destes cavalos variou
150 francos.
de 126 o lastimvi'am a fraquezfr doss>ceorros coritra*
[inceodros que se possuia em Psrrs, bens'
na Havana toram descobcrtos, ao que como censuravam a doraore qne-bavis em<
parece os autores de uma falsificacio de se reunirenr os-soccowos f sgors emos-que
notasdo Banco daquella cidade, achando-se em Londres tambem se consWeram lonjre
' m poder dos tribunaes mais do 20 pessoas,
diversos aprestos o mais oe 6 JO,000 du-
ros em notas de 300, 50 e 25 pesos.
Falla-se em Paris de uma brilbante
do que seria para de3ejar, q 'e dispde o seu corpo-de bomb;wos.
Noentretauto os jornees ingiez<)so-
-. formes em julgar o rasaltfedb- dfc esforcos
esia quo o commercio daquella cidade pre superiores a todo o elbgio, o facto dbfogo
WO'Js Gilereoer ao presidente da republica. nao setor dilatado mais-.. Os edtftcrospro-
0 Banco de Fraiga, o credit Frocier, o
Comploir d'escompte, a Sociedade geral, o
collegio dos agentes de cambio, etc., pro-
metteram a sua cooperacao. A festa veri-
ficar-se ba no Palacio da Industria, e far-
se-hao 25,000 convites.
0 rei dos Paizes B.-ixos, Guilherme
III, completou no dia 21 de fevereiro 57 an-
nos, pois nasceu em Bruxellasem 1817.
Diz uma folba parisiense que ba em
Fra.153 53,571 porteiros.
Effectuarom-se na igreja de S. Lou-
renco, em Florenpr, ss exequies do car-
deal Camilio Tarquini, ultimamente falle-
cido. Officiou monsenbor Giuseppe Ange-
titii, arcebispo de Cormtho. O eardeal
Tarquini nascera em 1810, proximo de
Monte'iascove, tendo portanto 64 annos.
Em 1837 cntrou na Companhia de Jesus e
ensinou duranle dez annos as bellas-lettras
en diversos collegioscatbolicos. Foi igual-
mentn professor de direito canonico no
collegio romanb e exerceu diversas func-
^Oes ecclesiasticas. Os Tarquini preten-
dem descender dos Tarquinios, como os
Massini de Fabius Maximos Cunctor. Pio
IX apostrophoa um dia, sorrindo, o novo
eardeal co n este verso de Horacio a Mece-
na : Tarquinos alavis ed>te regibus !
O Moviinento, de Genova, publica
um curioso autographo, devido & penna de
Torquato Tasso, existente em uma colle-c
cao do marquez de Villanova. Diz assira :
0 abaixo assignado declara ter recebido
do Sr Abrahao I^vi 25 libras pelo penhor
que lhe deu de uma espaJa, seis camisas
quatro lencdes e dois guardanaposTorqua-
to Tasso -2 de marco de 1570. 0 illus-
tre autor da Jerusalem libertada, tinha 25
annos quando escreveu estas linhas tSo
tristes e tao curiosas. Imagine se Torqua-
to Tasso empenhando os lenc6es para viver.
Que assumpto de meditacfio para os poetas
modernos, que se lamentam de rigor dos
tempos I .
vingstone. ,
__Diversos naturahstas inglezes teem
cbamado a.atten?8o do publico e do gover-
no do seu paiz acerca da desappancao de
especies importantes e de grande valor com-
mercial, taes como as focas e as balaias do
mar do Sul e as focas comestiveis do Atlan-
tico do Norte.
GRANDE INCENDIO EM LONDRESOs
jornaes chegados trazem extensa nolicia de
um grande incendio que houve em Londres
na noite de 13 para 14 de fevereiro. Ar-
deu grande pane do importantissimo en-
trepos 0 conbecido peto nome de Pantechni-
con, edificado ha mais de quarenta an-
nos.
O fogo, que alguns attribuera a combus-
tao espontanea de algumas drogas aceumu-
ladas n'uma das divisorias do famoso edificio,
outros n8o irrompeu logo com grande vio-
lencia.
A proposito dos soccorros da incendios,
diz 0 Standart:
Um dos mais pavorosos incendios que
tem acontecido des !e alguns annos em Lon-
dres, um daquelles que demonslram que,
embora seja muito excellente 0 nosso corpo
de bombeiros, os nossos meios de defensa
pro
limos achara.Tise em grande risco ; e se o>
incendio se conlaminassVniaguempoVJfe ajui-
zar qual virie>aer a catastrophe.
Foram salves cavaitos,' 700*carraagen*
e 200 pianos.
M0DAS.De accord* com as ideas-quo
temos aqui apvesentado, escreve o seguinte
no Impartial de Madrid^ uma iHustre-cbro-
nista, D. Maria del PilarSinuesde Merco-:-
A mulher que melbor se veste, n4o e
a que emprega mais luxo, e que nwioresl
sommas gasta na sua gassda-roupa ; nem-a-
que encbe de veslidos os armarios e tem um.
para cada dia que sahe, masstra a que sabe
combinar com a moda> nao s6 as grafas*.
mas ate os defeitos da figure e do roeto.
a E', effective mente, ovesttr beav4 uma
arte que nem todas as senhoras possuem, e
que todas deveriam. estudar com 0 euidado :
porque o prustigio da mulbeo funda-se na
bondade e oo-agrado. A mais perfeita.a mais
adoravel e a mads adorada, como diria o
graude Bossuet, e- a queenamora. ao. mesmo
tempo os olhos e a alma.
Por isso, pois, as leis da raoda- devem
modificai>se segundo a figura do- cada pes-
soa ; is senhoras magras favorece-as em ex-
tremo 0 estylo Mcdiois, isto e, as mangas
largas, e o elevado oollarinho-^ as gordas,.
porem, devem modificar ess e6tylo, tanxe-
quanto Utes seja possivel. Por pouco que o
trajo opermitta, as senhoras witeidas devem
adoptar o.decote q*iadradov aioda que seo
muito. baixo, quedeixe 0 collo descoberto e
desafogado ; bem como os collates de fita,
quo, cingindo-so, nao augmenlam 0 volume
da garganta, como acontece com. os d con-
tas, ou de grosses cadeias de ouro. O col-
lar cbamado ehuva in-Manat que se compoe
de muitas voltes de conlas miudas, e tambem
um adorno bastante bonito para as senho-
ras gordas, porque enfeita e nao faz vo-
lume.
No case de que seja impreseindivel a
camisinha, as senhoras que teuham 0 collo
cur to devem traze-la com moderado colU-
rinho, menos alfo, de que usam as m'gras ;
e procurar sempre que seja de tulle fina
branca e.que avulte o menos possivel, o
mesmo que as mangas interiores.
Na; condicdes ordinarias de formosura
e de fortuna, o vestuario gracioso esingelo
que faca valer modestamente as vantagens da
figura e do semblante, e rail vezes preferivel
a todas as exceotricidades que se podem
imaginar, e que o genero cbamadode
phantasiapermitte agora ; obter feliz bar-
monia de cores e de linhas no feitio do ves-
tuario, eis 0 essencial. Sem harmonia nao
habelleza possivel.
Para darmos idea do que mais favor al-
canna entre as daraas de Madrid que nas
suas delicadas mass sustentam 0 sceptro da
elegancia, deixemos fallar a illustre chro-
nista: *
Os jalecos estii na ordem do dia, .
Uo taivec aceeasorio de trajo considerado
boja como mais indispensavel; com meie
duzia de jalecos f zm-.-e as mais yariadas
eoabiMfdes. Uo jaleco de velludo preto e
eslldo de fay a, preto ou de meia cdr, com
coUarinho a pun ho* de cambraia da linbo,
fuertaecidos com entre-meio eslreito, com
poem um eleg nte vestuario para receprao,
ou pars jantar de confianca.
a Ponae um vestido de fay a, preto, com
jaleco de ^adludo verde mar, malva ou cor
de parra, edflarinho GabrieUd, de tulle bran-
co, enopenteado lafoda cdraojdleoo, e po-
dereis ir ao th^atro, ou a jantar em casi de
uma amiga, na certeza de qHie 0 rosso ves-
tuario 6 de completa elegancia.
Cout trtjo de cores claras, 0 jalevjo cOr
derosa ou azul, decotado em quairado, e
enfeit.do com um> raa no lado esquerio
dj decote, e de porf.;i.a elegancia para thea-
tre e coneerto
0 enfef'es de cores was tornam-so a
usar com totos os-1 aj'i. de cores medias
poacts itmrs risto tso disticfes como um
vestido -le sarjia de ) cinzenls de tecido fino
e iezivel; s ssts compriils ste^ locar e chSe-,
eslsvs gutrnecide com om fotbu> muito lr-
go ligramonte* frsnzido, e lad>) com um-J.
grandfe viez de rellodo cOr de rota* ; tros
viezes-su^itavaovo folbo'; os- dotre dos ex-
tremes cram da meson e3r de rotni. Este
justidO' nflo tinhe-segunds' saia; e' corpo
epol )ng.iva-se em longas abas Madvadas e
orarneci)
m da leiev* abria-se sob un>jaleco do-mes-
so vi'llnk); no'hombro-torminav* por u-m
l.rgo position de velludo, que oahia sobre
duas a/.-/-;-:.? terminal- s em pcotn e gaaroe-
eidas com am viez ; a* mang-is eram for
ma>las por oinco bouililbnnis separ dos p>r
jvieies f corapletava este trajo uraa roraeirtt
redonda guarnecida cooamm vie?de vellu-l >
db~ der centimetros de largo, e adorn ids
a deeote cocsmm coltshuho a Medicis.
Tflinb-me muito bonito-pan-trajo es
raerado o verde esmera4da, com-polonezs
carta de fays adoruada com velludo de ma-
tir-maiB escuro-;: rimos bid costune assimJ
coofeccionadov modelo dfe eleganeiA^ e que-
coastava de ss>e tunica os botbes que o>
uniam eram de prata oxidsda e de grande
tamnnho ; a saia justa, a-tunica larga com
pu{$ mndersdOi.e 0 collarinho a Me lieis, dio com premeditae^o.
davam aquelle lindo vestuario>o mais pro-
nuneiado cunbo de-distincgao.
begamos ao objecto da laUtlte, de
que nao sn-sabe que dieer : ao tratar de
afcooli ;as. Seguio-se nlo vir 1 casa, dias
seguides, abaod.nar os uegocios, e emfim,
cbegaudo ao cumulo do destornio, e coose-
quentemeote i affecclo cerebral, resolreu
sutcidsr-se.
Um die em que a exacerbacao mental
cbegara a perigoso auge, e que aquella
maldita tentsfio tota'mente se apoderara do
animo do infeliz, cerrou as portas do quar-
to em que dormia, tomou um rewolver, e
ta, com" desgraceda resoiucao, encostar o
cano da arma a foate direita, quan io, como
por milagre, o filbito abre improvisamente
o fecho da porta e diz sorrindo :
Bom dia papi.
0 que senti 1 aquelli alms, quern pode
exactemente ajoiz r ?
A prstoia eahio-fbe dasma>; acrisn^s
cabio-lhe nosbragos ; estreita-a com effu-
sao contra o peito? e as lagriraas- brota.n-
ibe em jorros ; a crran^a, veudo o pai ebo-
rsr tant>, desttou n'am berreiro : esti sce-
ne salvaralbe a vida ; a funesta loucura,
que o dominavs, mudoe- d-.- rumo.
Apos algura tempo, outrs lambran^s o
assaltou. Ag->ra-d idua fi-Dt, prodoraima-
te, tradbzia-se oo>desejo rebemente de oW
truir o causador de* todas ss-suas desgragas-.
Urns eoite em que Unhe queai- certeza de
q.ue seu rival tinha ido ao concerto com a
noiva, esperou-o ns retirad'a, rsem se im>-
portar oo*j ir elle so; Ferdrnaod fez fogo*
contra Lebniger.
A bala pa.-tio, poren, nao acertou ; e o
raaridO trabidb foi imruedtatameute preso
pels policia,
Isstaurou se- 0 compeftnte procasso e na
audteucia forsm connrmados os faetos, qua
se h-'i-viam ap-jraJo no su.amario de causa.
Aifcgs Oksar Lehniger, o seductor, cm
sua defezi que asoseduzira-, mas forvsedu
zido, e quasi elevou- a sua-virtude ado fi-
liio de Jacob; quan Io Urjou a cspanas
maos da- inulhe:- de Putibr, preteodendo
lalvez queo niveKassem com aquelle perso-
uagem jiblico.
A seu- turno a inJaltera, faeendo seto de
contnci.io, que :iio passaria- de attpie^i 1,
nrotesta que resistio per muito tempo- aos
"reiterado*-meios de s*-duccaoique sua-fide*
Jida-Ia vsrgara.
0 miuisterio p/iblico sustbiita contra-Fer-
dinand accusacio de tentauva- de bomici-
CREDITO MUNICIPAL. A eWsde de
Londres abrio am eavprestMM de......
2,000:000 af. topoMoa-Kaafjiaooun-
ciado oe Stock-Kxchaae (fas o roeeJtad-a
da operacao fora estarem aaaeoripwa....
lO.OOO.OJO 3f.
OS MERC4D0S DE FARIft.-Refere ao
jornal parisiense que a adaiiaasliaiio mu-
nicipal de Paris vai realtsjr com rauita ac-
tividsde o trabdbo da haraieniiir oe raer-
cados cobertos, e dotsr eaai elles todoa os
bairros daquella capital, asm excepfio.
Qa trabalbos coroe-jario pelo mee cade da
do q
Magdalena, a ventil-;ao
nheceu ssr insufficieu e.
qual
Oidefensor do ree advoga ealorosamente
'a-causa doseu cltente, concStaindo a perora-
jfjao com. estas patavras :
A moral publics tem direito a exigir
chapeos, detera>se a-imaginaQao ^ eoGCupafsatisfa^ao-iquelle que quiz ultrajar o-Ueo
0 soai lugar a meditacAo jk porque 4 quasi! sagrado da familia.
im possivel assignalar a fArma mats- aceita,. 0 > tribunal'pronuacia uma senteny-abso-
F0LHET1H.
1UCEECIA BOESIA
MEM0R1&S OE SITINIZ
POR
!. M auoelFeraaindezy Gouaalez
QUINTA PARTE
LEONOR
II
KM QUE SE EXPUCA COMO MICHELOTTO CHE-
GOU A PARIS E SE ESEABELECEU AHI COM A
.1 \ FAMILIA.
(ContinuacJo do n. 67. )
Que em breve adquiriri um esplendor
digno da alta valia do meu nobre amigo,
sempre guapo e gentil, e casado atom d'isso
com uma mulher formosissima.
Espero em Deus n8o ter de qusbrar
nunca as costellas a algoem, por achar
muito formosa minba mulher.
Olhe primo, disse o Sr. de Arneste-
ville, querodar lhe um conselho ;conserre
sua mulher tem recatada, para qua a nlo
vrjam, porque o nosso formoso rei Fran
cisco de Vstois ^ muito galaoteador, os jo
vens Bdalgos da cdrte, seguindo 0 exemplo
do nosso augusto amo, entregam-se a uma
libertinagem tal, que nem sequer estio sa-
guros os conventos.
Em qjebrando ps ossos a um d'esses
senboros, nio hi de que ter receio. Soce-
gue, pois, b meu illustre primo, e nao lbe
de euidado a paz da minha familia. Mas,
vamos a saber : \& tem om sor polor a
sen do infinita a-v-iriedade das que-se usam.
Nenhuma lei da moda|pres:reve 0 pen-
teado colossai, e collocado na cuspide do
msmo um chepeo, peq,uvno,.o que algumas
vezes.se vtV; o-chapeo, qualqper qu-,seja a
sua forma, ba de encaixer bem na cuia, cu
dojj oontr-rio-nao tem. gra^a alguma; os
mi is. elegantes sao os de copa flexivel e que
tercainam por um folho frauziJo que das-
canoa sob o penteado. recordando as touaas
da formosa e infeliz- Harlota Corday. Esta
forma 6 deliciosa, tratan :o-se de chapeos
para theatro de segunda ordem, e para car-
roagera, porque pari os primeiros thcatros
as senhoras vio em. cabelio e de tra^p de
csremonis; vimos-um verdadeiraraente ideal
de crespon cor do rosa e renda branca ; esta
era a que forraava 0 folbo e se achava sus-
tida por um ramo de jasmins; a copa fle-
xivel e Oca deste-chapeo delicioso ara bas-
tante alta ; e de entre o tamo de jasmins
sabia uma lar^a pluma cor de rosa, batida
e ligeira como espuma, que so enrolava
formando uma especie de copa eatre as pre-
gas vaporosas de crespon c6r de rosa de que
estava formado o casco.
UM DRAMA FAMILIAR. Por teutativa
de homicidio sj forraou processo. n'ura
dos juizos crimiuaes de Betlim, contra Fer-
dinand Tietzscb, pelo qual se chegou ao
conhecimenta de faetos, que formam um
verdadeiro drama.
0 reo, segundo so provou, e honrado e
laborioso.
Para accrescentar a felicidade da sua vi-
da, casou-se com uma mulher joven e for-
mosa ; e com effeito, por espaco de cinco
annos, vimos entre os dous boa harmonia,
e essa ventura completava-a um filhito, tao
bonito, como travesso.
Chegaram.aff porem, so dias da desvenui
A malher eigoou-se por um v zinho ret.-r
centemente casado, e d'ahi so seguiram to-
das as ruins consequencias d'essa criraino-
sissima inclina^ao.
Pouco tardou que Tietzscb nao tivesse
conhecimento do que sepassava.
Uma noite em que ella voltava do con-
certo, divertimento onde tinha feito conhe-
cimento com 0 amante, o marido maltra-
tou-a de pancadas. D'ahi em diante come-
gou u'aquella casa uma vida sempre altri-
bulada para um, e tumultuosa para ambos.
No intuito de disfargar a sua ddr, 0 ho-
meca entregava-se ao excesso de bebidas
obrigacao pela qual estava empenhada a sua
casa a esse judeu ?
Aqui a tem, disse 0 Sr. de Arneste-
ville tiranJo da algibeira um panel, e a
prova de que e esta a obrigacao legitima,
entrego-lhe desde ja" as duas enorro.es chaves
da minha casa, a da porta principal e a da
cocheira.
E entregou a Michelotto duas grandes
chaves.
Pois entSo vamos, meu primo, disse
aquelle ; assim deixaremos descanc.ar minha
mulber, que, como esta criando a filha,
passou muito mal a noite.
Michelotto mentis. Quem criava as tres
crian^s, gramas a sua exuberahte robustez,
era Marietta.
Devem os advertir que Lucrecia ordenara
a Michelotto que pozesse a sua Slba 0 nome
de Alenxandrina, era memoria do papa
Alexandre VI.
Michelotto, porem, fez baptisar Alexan-
dria com o nome de Leonor, e como filha
legitima sua e de sua mulber Isabel Gia-
ooni, milaneza, filhi de pais nobres,
Camo Temos, Leonor apparecia como fi-
lha legitima de Pedro de Boocamp, gen il-
home-n s darengo da Bretanha, e de sua
mulher Isabel Gianoni
Emquanto a identidade do fallecido Pedro
Bonca np, regularisou-a dertdamente 0 bai-
lio da pe^uena aldeia onde morrera de fe-
me 0 illustre primo do Sr. Jacques de Ar
nesteville, gentil-homem da casa d 1 rei e
conserheiro do par amento.
EstabMecidn isto, veltemos ao ponto em
que nos arliavamos.
Michelotto 0 o.V. de Arnesteville dirigi
ram sepelo Soiu, pura as Tu-Uerts e par-
lutoria, ede todos- os lados da sala partem
applauses..
No momento em que Tietzscb sahia da
sala, a mulber laaca-sj-llie aospes, para lhe
implorar perdao; mas elle a repudia, sem
pronuaciar uma palavra e-sahe com a sere-
nidads que da tuna conscisneia tranquilla e-
a certeza de nao. ter desnterecido da e>tima>
geral.
S.-tfA Os tribunaes da Syria occupa-
ram-se de unxerime de homicklio corameti
ti do com circumstanciassinguleres.
Uma rapariga, cancada- de ser miltratada
per seus pais, decidto-se a casar com am
velho, noivo que por interesse lhe queriara
por forcja unpiugir. Tal uniao nao po lia
ser feliz Um dia o velho apparecea. mor-
to ; e como se reconlxecesse ter havido en-
venenanvmto, foi suspeitada como autora
do crime a "viuva.
Instaurou-se 0 processo. D'eHe consta
que a joven noiva, pcrsuadi la que as por-
tas do ceo estavam para ella fecbadas, re-
solvera envenwar o marido para ter a cer-
teza de ir com elle para o inferno. Eis a
explicac;ao ckda pela bomicida para attenuar
a gravidade do crims.
CoQvencida. porem, do crime de morte,
com a circumstancia aggrawnte da preme-
ditacao, foi condemnada a ser estrangu-
lada.
A rapariga nao mostrou outro romorso
senao 0 de nao ter podido convencero ma-
rido a confessar-se antes de dar o ulti mo
suspiro.
A mulber ou era douda, ou fiogia se-lo.
UM D0UDO VARRID0. Em uma das
ultimas noites, um policia civil que rondava
no boulevard, Ornano, encontrou sobre
um banco um chapeo de copa alta, eden-
tro d'elle um bilhote, mal o:cripto, que
dizia :
Auna Rodelstirtze, nao me ama jd ;
eu amo-a sempre ; ella j4 nala de mim
quer, eujd nao quero nada da vida, vou
acabar com ella ; deixo aqui 0 meu fato e
0 meu dinheiro, na) preciso d'isso ja"; de
sejo que seja encontrado por alguera que
esteja necessitado. Adeus a todos 1 Adeusla
A policia tinha l'.jito todas as diligencias
para descobrir vivo ou morto o autor do
escripto e dono do chapeo, porem infructi-
feramente.
0 Louvre, penetraram na rua dos Petits-
Champs, e chegando a extremidade d'ella, 0
Sr. de Ar nesteville parou, soltou um suspi-
ro, e mostrando a Michelotto um velho edi-
ficio disse :
Ahi tem 'a sua casa ; felizmeote nio
sahio ella da familia, visto que 0 senbore
meu primo.
Declaro que me nao parece cara, as-
sim como parecia ao seu prestamista.
Esses judeus infames nlo conhecem 0
valor das pedras, quando nio sejam dia-
mantes ou rubis ; para elles nio existe a
arte, e nio conhecem mats do qua a mate-
ria. Porem entremos e convence-lo-hei ao
ver as preciosidades do interior, qne 0
preco de viote e cinco mil libras tornezas
nio 6 excessive
Entio abre a porta ou nio t disse Mi -
chelotto vendo Of estorcos inuteis qua o Sr.
ds Arnestevilletazia pen dar volt 1 4 eoorma
chave.
Esti-me parecendo que a ferragem
tornou perras aa rnolas da fochadura.
E eu creio que o senhor nem sequer
tem forgas para meter- um psssaro. '
E, tirmdo a chave das maos de Arneste-
ville, tentou rbrir a porta ; maa esta rests-
Uo.
Michelotto t*ntou arromba-ls, maa nlo o
conseguio.
Esti fechada por dentro, disse ell, c
talvez que com ferrolhos da grossurado meu
brac;o.
Ah 1 temrazart; sempre sou fnoito
esq'uecido i Como ii decorreram dez an-
nos depois que-esti casa esti fechada, nio
e para admirar que me nio recordasse de
que e neressari^ eotrar pelt cocheifdr Va -
mos por esse lado.
E comecou a andar dando volta pela
praca das Victorias.
Pois, meu caro primo, disse Miche-
lotto, a sua casa e enorme. Diga-me, todo
esse muro que se prolong 1 i direita e do
jardim 1
E' e chega mesmo ate" & rua dos
Yieux Augustins.
Pelo que vejo o jardim 6 um campo.
Uma maravilba, meu charo, uma
verdadeira maravilha. Eis aqui a cocheira ;
faga favor de abrir, porque a fechadura deve
estar tio perra como a outra.
Michelotto metteu a chave na fechadura,
deu tres voltas e a porta abrio-se.
Oh I exclamou elle vendo duas gale-
nas abobadadas, divididas por uma sue-
cessio de pilares. Aqui eabera pelo menos
seis carruagens,
Ja lhe disse qie a casa era ura pala-
cio ; veja que formosa construcgio, qae so-
lidss ; as abobadas sao baixas, ni'S espago-
sas, com boa agua e rentiladas. Aquella
porta grande i direita e a das cavallarigas,
onde cabem i vontada cincoenta cavallos.
Por estas escadas sob6-** para os aposentos
dos pilafreneiros, cocheiros e lacaios.
As janellas estio voltadas para 0 meio
dia, nio 6" t rdade ? disse Michelotto que
no que dizia respeito is cavallarigas era
muito escrupuloso.
Certaraunte qu:'sin, roplicou oSf.
de Arnesteville ; meu bisivo Ivo do Ar-
nesteviile era muito ctiilndoso nos seus ca-
vallos, sobre tudo nos de bdalha.
Sim, a cavallar ga e exceilenle, mas
diga me, primo, por onde se entf^ para 0
jardim 1
A RESPEITO DE MluBr3.LTO Sr.
Roullier, tebetliio em Hyeres, dirigie s se-
guiote carts ao Rappel:
Ssabor.Em resposts ao sen lelerram
ore, sou sftcarregsdo pela St.* Micbetei, de
Ihu parsieipar que ells n*o oiaadMrs por
etoqojnto o corpo ds sou wsrido fmm Pa-
ris, alira de satisfazer 4 uoia dos suss uhi
nas vontsdes: He de fiesre nssis tesa-
po possival na- kw antes de eotrsr nas Sre-
vas.
Logo fw e- corpo for embelMaiado. #
St.* Mrctielet oVpositaf-o-ha em uma espe--
cie de smtuario esreado de floras, oude c
sr e a I us ctrculeM livremeale. M.t ser4
seaio d'aqut a um' met ou seis ssasaoas
que o coadozirio para Phris. O St. Mi-
shelet, depois- de tor lulado oito dies com
unia forces uma serenrdade adaaraveis,
rendeu' a I%ma sua bnlls sbns, eea uma
toonra infiints. O' seu ultimo suspiro pa
receu uma ardnnt inspirac>o. Aceite, sr-
ohor, a esp ete;-Roullier.
UE-KT-IDAODE OBITO-DE BELLINI O
redactor da Mrte musical,. pode onsegair s
certidao de nbtto de Bellios, o immortal
autor da Norma, dos Puritan* e da 3om-
nambula. Eis a c6pia desse documentooe
qul Bellini k qualificado ds profeuor sV
tntsicn :
Maine de- PoteauxEstrecto dos re
gistros de obitos no anno de 1835. Ni an-
no de 1835, a-2Sr de setembro, pelas l(Mw
ros-da imnti*, per.ale ntis Julien Gaillau-
m Jerome, mairee. official do estado civil
da, oommuus de Putesux, osntao de Sour-
bevoie, etc., eorapsreceramios Srs. Jaeqpes
l.oui* Huche,.de 53 annos, jar laleiro eJj-
sepb Huwrt, do 37 sonos, jsrdineiro, am-
bos- domiciliados n'esta comrauoa e sohigo>
do fioado abaixo nomeado, os quses 00s
declararam que bontera pelas 3 boras da
terde, falleceu- em casa do Sr. Legigaa, rua
Real, n'eita oommuna. Vuicnizo B^llioe, de
W aunos, prefossor de musiea, celibstano,
nascide em Catania, na Stcilia. Pelo que,
n6s, officials do estado civil, depois de nos
termos transportado, acompanbado dos doas
declarantcs, ao domicilio- em que se-acha 0
corpo do'defunto. nos assegoramoe do fit-
lecimentot Em fe" do que reiigimos esti
ceriidao, que foi transeripta nos dous regis-
tros e assignado pelos declarantes eoos, etc.
Por copia con tonne.
Por uma porta ao fundo da cocheira!
venba.
0 Sr. de Arnesteville conduzio Michelot-
to a uma porta pela qual se descia ao jar-
dim
Em frente erguia-se um raagnifico pa-
vilhio gothico, com uma porta ogival sobre
tresdegraos de marmore branco. A porta
era cbapeada de ferro e sem signal de que
podesse ahrir-se por f6ra.
Esta parte e a ponte que a une ao
edificio sio de data mais recente do que 0
proprio edificio, disse Michelotto.
Sim, meu primo, rep icon 0 Sr. de
Arnesteville ; meu pai gastou um dinheiro
louco n'esta habitagao 4 parte, para satis
fazer 0 cpricho de uma amante, com 0 que
diminuio pelo menos, metade da minha
beranga, Que lhe havia eu de fazer ? To-
dos os Arnesteville tem sido gastadores.
Mas que lhe parece 0 jardim ?
E' espagoso, tem grandes arvores,
mas est4 incolto e cheio de herva.
Dez annos sem ninguem para trat t
d'elle I
Essa fonte e" muito formosa.
E de e"poca recente ; foi outro golpe
que meu pai deu na minha beranga para
satisfazer outro oprkbo da sua amante. A
i'onte veio de Italia, e, meu pai comprou
i cidade de Paris um jorro de agua tio
grosso como 0 stj brag">, primo.
E 0 quo foi feito d'essa agua ? 0 cano
esta completamente secco.
Como nio ba quern reclame, os vizi-
nhos cortsm u'a, o sproveitam-se d'-lla.
Entremos agora em Cdsa ; eu deix-i-a rao-
biliada, atapetada, porque os tratantes'
d'e_ses,^tdeu m~n sorjn^r m IdTTERATBRA,
A. i*rcfil puMica earn Inf;ha-
ter r a
pox t. uiP'.tAi.
Prelogo.
C4HTLLO II.
i.NSTKUCgAO SECOBAKIV.
) Continuacao
IV
A associagao e dirigida por um conselho
eleito e renovado pela assemble* geral do>
subscriptores. Mais de mil e seiscentos aav
titutos deste genero funcciooavam em 1868.
Alguns delles se grupam muitas vezes em
torno de um central, e formam um distric-
ts que se este tide em um raio de dez mi-
Ibas. Estes districtos se centrslisam algu
mas vezes cm um grande corpo que se cba-
ma Union, administraio por delegado dos
districtos que celehram successivameote sua
sessao annual nas maiores ci lades da asso-
ciagio.
Tudo isto poderia muito bsra effectuar-se
em Franca. Sem eontar tio grande num.
ro de raillionarios como a Ingiaterra. possue
ella imraensos recursos ; e tambem rica d*
sentimentos gen'-rosos ; nio lbe e inferior
em inteliigencia turn em patriotismo. Mas
nunca se repetir4 em excesso : a absorp-
gao pelo e-tado de todas as forgas vitaes, de
toda a energia local nio pode produzir se
nio mesquinhoa resultados. Ninguem mais
do que eu rendo homenagem aos estorcos
de homens intelligentes e dedicados, que,
sob 0 impulso de ministros algumas vezes
habeis e dotados do boa vontade, toman",
parte na administragjo de nossa instrucga:-
publica. ) Cofnuar-e-/io .
tirar a baixella que, com quanto nao seja
de prata, e de muito boa poreelana ; custou
um dinheirio. Comprou-a meu avd a um
embaixador chinoz que veio a Paris, a troco
de joias e brocados.
Do vestibulo passaram por uma arcana
para um formoso pa eo gothico.
Isto e verdadeiramente um palacio,
disse Michelotto, e nio (alta terreno por code
a gente se esteoder
Pois men pai achava que a casa er&
pequena.
Vejamos agora os aposentos
Os dous primes percorrersm s cess, ou
por outra 0 palacio, que era on tudo es-
plendido e de muito bom gosto.
Afinal chegaram ao pavilhao que dava
sobre 0 jardim.
Era tambem um primor ; no gabinete
havia um armario, e 0 Sr de Aroestevilk
abrindo-o disse :
E' capaz de dizer que ha aqui uma
portal
Pode morto bem ser, respoodeu Mi-
chelotto.
Ji vai ver.
O St. mola, 0 fundo do armario gyres, deixaodo
descoberto ua> vao espagoso.
Entremos, disse 0 Sr. da arnesteville.
Michelotto seguto-o. '"
Aqni ha um passadic/i, cootiuuou 0
Sr. de ArnosleviUe, que, paseaudo por baiio
dis casas viziubas vai dar 4 rua Vieux-Au-
gustins, parn a qual tem uma porta.
E para que off' io se f :z isto per-
guntou Micbtfotto
(Gminuar-* ha.)
HF CAXUS
TYP. t>0
, 1,
I
J
( ar i


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EXXZA8OW2_S4QS0P INGEST_TIME 2014-05-22T00:15:20Z PACKAGE AA00011611_16964
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES