Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16963


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Full Text

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Ai\i\0 L. NUMERO 68
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PARA A CAPITAL E LLGARES OXDB *iO SEPAOA PMITE.
for tres mezes adiabtados................ 6*000
Por seis (iitos idem.............
*or um anno idem............ 3*3000
Cada numero avulso............. 9320
TERCA FEIRA 24 DE MARCO DE 1874
PARA UEVIRO E tOBI DA PROVIWCIA.
Por tres mezes adiantados.............
Por seis ditos idem....... ......
Por nove ditos idem......?........
Por mm anno idem. ,.............
6**0
xmso
3790M
DE PERM!
PR0PRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA ft FILH0S.
t Srs. Gerardo Antonio Alvesdt Filhos.no Par*; Gon^aires d Pinto, no Maranblo; Joaquim Jose de Olireira d Filho, no Ceara; Aaonio de Leiuue Braga, no Aracatj j Joio Maria Julio Chaves, no Assd; Aiitonio Marques da Siira, no Batai j Jose Jusum
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, us Parahyba ; Antonio Joai Gomes, oa lilhd* Penhaj BeJarmino dos Santos flulclo, em Santo Antio ; Donaiagos Jose da Cocta Braga, emBaxarethj
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Hachaeo, no Pilar das Adagkas; Aires d C., na Bahia; e Leite, Cerqninho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFTICIAL
____
Gaveruo da proviucia.
KXPKDIBNIB DO DIA 5 DB JA.NF.1RO DE 1874.
/ seeyao.
ufflcios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas. Tendo designado o brigadeiro reformado
do exercito Hygino Jo-e Ceelho para acompanhr
., Exra. ttvm'D. Vital Maria G^alvee ao Oii-
veira ate a corte, onde vai ser apresentado ao
supremo tribunal de justiaa ; assim o communico
a V. Exc. para sea conhecimeoto.
Ao mesmo. Hrva-se V. Exc. de maal*r
por em liberJa ie o recruta Manoel Jose Mauricio,
que foi julgado incapaz do servico, segunlo o
t-'crao de inspeccio annexo ao seu olflcio desta
d it.i, sob n. 7.
Ao Sr. consul de S. M. Fidelissima. Trans-
mitto ao Sr. Dr. Claudia) de Araujo Guimaraes,
c>nul de S. M Filelissima nesta provincia, para
sua intelligencia, copia do offlcio do juiz municipal
supplente em exercicio do termo de Bezerros,
oommunicando haver fa leeido no dia 12 de doiem-
bro proximo Undo, no lagar Combe, Jaquelie termo,
o Rvd. padre Luis Antonio Pereira de Brito, sub-
dito porluguez ; e bem assim as diligencias a gue
pneedeu para a arrecadacao do espolio do 11-
nado. Kenovo ao mesmo Sr. consul as seguran-
cas de ininlia perfeita estima e disttneta eonside-
racao.
2* secciio.
Actos:
0 presidente da provincia, a vista do oIBcio
do Dr. chefe de policia. n. 3, de t do correute,
resolve exonerar Pedro Pax de Souza do cargo de
subdelegado do districto de Tacaete, do termo de
Caruard.
0 presidente da provincia, de conlormilado
com a proposta do Dr. chefe de policia, n :t, de
2 do corrente, resolve nomear o capita) Manoel
Fraacisco de Pontes subde egado do districto de
Tacaete, do termo de Carnard.
0 presidente da pnurincia, de conformidade
m a proposta do Dr. chefe de policia, n. 4, de 2
do corrente, resolve nomear o major Francisco
Vaz Cavalcanti delegado do termo de Buique.
Offlno:
Ao Dr. chefe de policia. Envio a V. S.
o offlcio original junto, que devolvera, do juiz
municipal supplente do termo de Itambe, alim de
qao indique as provideacias que entender conve
nientes, relativamente aos factos de que trata o
mesmo offlcio.
3- secgd .
Offlcios: Ao inspector da thesouraria de fa-
zeuda. Estando concluidcs os concertos autori-
sados por esta presidencia na coberta da casa do
raneho do quartel das Cinco Pontas, segundo offl-
cioa o engenheiro das obras militares em 31 do
mez de d-zembro do anno proximo passado, sob
n. 31. mande V. S. pagar a Manoel Firmino Fer-
reira a quantia de 323*490, em que importaram
aquelles concertos, constantes das contas juntas
em duplicala ; e bem assim a de 36J480, impor-
taacia de despeza accrescida, e autorisada por esta
presidencia.
Ao mesmo. Transmitto a V. S. a eonta
junta de diversos objectos fornecidos para o palacio
de^ta presidencia, para quejessa thesouraria pague
a importancia enstanto da mesina conta peia
verba respecliva.
Ao mesmo. E para serem despacliados, iivres de direitos de con-
sumo e expediente, os volumes vindos ds Lon-
Jres no |>ataclio Jokaitn Car, eontendo petrechos e
um cabo telegr,iphicj, que tern de ligar a provincia
das Alagoas a de Sergipe.
Ao mesmo. -Teado em conslderacao o expos-
to em offlcio dessa thesouraria, datado de 27 de de-
zernbro do anno proximo pissado, sob n. 301,
seiie F, tenho a diclarar a V. S. que mande pagar
ao bacharel Man-iel Pes.-oa de Siqueira Campos a
quantia de 19*063, relativa ao aluguel da casa
qde serve de quariel ao deslacamento ue Flores ;
Hcando a de 33*870 para ser oaga logo que haja
credito.
Ao mesmo. Cemmunico a V. S., para os
tins convenientes, que o vapor Giqutd, da co.npa-
nhia pernambucana, seguira para o preiidij de
Fernando de Noronha no dia 9 do corrente ao
meio dia.
Ao mesmo. Autoriso V. S. a pagar a im-
portancia de diversos telegrammas expedidos a
bem do servico publko, constantes dos recibos
juntos, sob responsabilidade desta presidencia, si
uio uouver credit) na verba eventuaes dos
respectivos ministerius.
Ao mesmo. Remetto a V. S, para os de-
vidos fins, o litulo pelo qual foi nomeado Francisco
Kpiphanio de Seuza para o lugar de continuo da
laouldade de dlreito desta provincia.
Ao mesmo. Transmitto a V. S., para os
aus convenientes, o inclnso termo em duplicata
do exarue a que se procedeu nos medicameutos
Je^tinados a pharmacia de Fernando de Noronha.
Aj mesmo. Trans:ni!to a V. S., para os
uas convenientes, o tilulo pelo qual foi nomeado
offlcial da ordem da Rosa o major Francisco da
f.uriha Pedrosa.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Autoriso essa thesouraria a pagar ao capitao Ma-
ncelde Carvalho Paes do Andrade Gouvim, sub-
delegado do 2" districto de Maranguape, a quantia
de 32*000, constante do recibo juntu, importancia
do aluguel da casa que serve de quartel ao res-
pectivo deslacamento; confonne solicita o Dr. etiefe
de policia em offlcio de 3 do corrente, sob n. 12.
Ao mosmo. Mande Vine, pagar a Thomaz
Antonio Coimbra a quaniia de 60*000, constante
4a conta junta em duplicata, proveuienlo do alu-
guel da casa que serve do quartet no termo do
Cabo ao respectivo desticamento, a contar de 20
do me* de junho a 20 de dezembro do anno pro-
ximo passado; corao solicita o Dr. chefe de policia
em offlcio de 30 do mez de dezembro do aano fin-
a,, .-ob n. 2,100.
Actos:
4.' secgao.
0 presidente da provincia resolve con:eJer a
-XMneracao pedida por Bellannmo Goncalves de
Albuquerque do lugar de admiaistrador docemi-
terio public) dtsta cidade; e de confc rmidade com
o art. 5* do regulamento de 3 de fevereiro Jde 1872
nomear para o referido lugar a Augusto Xavier
< arneiro da Cunha.
0 presidente da provincia, attendendo ao qne
reqiierea o professor publico de Santa Cruz, via-
noel Jordao de Vasconcellos, em vista da informa-
cao da directoria geral da intruceio publica, re-
solve remove I) pin a cadeira da villa 1 > Brej i ;
ficaado .un effeiti a portaHi A: II d-i deteinp**1
ultimo, eui q:i- u>.hoj l 0 alfereS" honorario A IW-
an Corde;ro Civalcaulo p.ira reger iutorinameute
esta cadeira.
Offlcios : u,-
Ao director geral da mstraccio publica.-
Deferindo o requerimento do professor de Santa
Cruz, Manoel Jordio de Vasconcellos, em vista da
informacao dessa directoria, de 30 de dezembro ul-
timo sob n. 364, nesta data reraovi-o para a cadei-
ra da villa do Brejo; dcanlo sem effeito a portana
em que nomeei para reger interinamente esta ca-
deira o alferes honorario Antonio Cordeiro Caval-
caate.Neste sentldo fara Vmc. as devidas com-
raunicac5es.
, sidencia oito tubos com pus vaccinico, afim de sa-
tbCacer-se a pedidos do ceutro da provincia.
1 Portaria:
A' camara municipal da villa do Triumph?.
lnforme com urgeucia a camara municipal da vil
la do Triumplio acerca das arguigoes aue a ella
se referem, consumes de um artigo publicado no
h'-nal Jo Recife de 2 do corrente, soi a epigraphe
Para o Exm. presiienle da provincia vik.
5.' seegfio
Portarias :
0 Sr. gerente da companhia pernambucana
manrin rlar transporte para o ore*'dio de Fernando
de No'ronha no vapor Giqutd, por conta do minis-
terio da guerra, a D Francisca de Andrade Silva,
mulher do major da praea do mesmo presidio, Ma-
noel Louren;o da Silva, e a ijaatro filhos meno-
res.
0 Sr. gerente da companhia pernambucana
mande d*r passagem para o presidio de Fernando
de JJorouhi no vapor Giqutd, por couti do minis-
terio da juslica, a Emeria Maria da Conceiclo. An-
na Maria da Conceicao, e aos meaores, Alexandri-
na e Leonel, ma', muliier e filhos do sentenciado
Tiburtino Jose dos Saotos.
0 Sr. gerente da companhia pernambucana
mande dar transparte para o presidio de Fernan-
do de Noronha no vapor Giquid, por conta do mi-
nisterio da justiea, a Venancia Maria da Concei-
cao e tres filhos menores, familia do senlencudo
Francelino Htrmenegildo de Souza.
0 Sr. gereuie da companhia pernambucana
maode dar passagem ate o presidio de Fernando
de Noronha no vapor Giquid, por eonta do minis-
ierio i guerra, as pracas e sentenciados militares,
constantes da relacao junta; e bem assim transpor
tar para alii nm caixao coilendo artigos de farda
mento.
Relacao a que se refere a portaria supra. 4
batalhao de artilharia a pe : soldados, Benediclo
Aires Dioranio, Jose Theoioro da Silva, Manoel
Gomes do Nascimento ; sentenciados vindos da
corte : exsoldados, Aureliano Barreto, Fabricio de
Goes Pacheco, Jose Antonio Victorino dos Santos,
Joao Francisco dos Santos, Joio Floriano do Monte
Carmeilo; companhia de cavallaria da provincia:
soldad Lauriano de Souza Barbosa, e sua mulher
Vicencia Maria do Espirito Santo; 9 batalhao de
infuntaria : ex-soIJaJo Jaciatho dos Passos Gue-
des.
EXPEDIENTS DO SECRKTARIO.
1' secgiio.
Offlcios :
Ao Exm. brigadsiro commandante das ar-
mas. S. Exc. o Sr. presidente da provincia man-
da communicar a V. Exc, em resposta ao 3eu offl-
cio desta da a, sob n. 6, que ficam expedidas as
convenientes or Jens para serem trausportados ao
presidio de Fernando de Noronha, nao so a3 pra-
cas e sentenciados militares. mas tarabem o cai-
xao com fardamento, a que allude o citado offl-
cio.
Ao mesmo. 0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia raanda communicar a V. Exc, para os tins
convenientes, que o vapor Giquid, da companhia
pernambucana, seguira para o presidio de Fernan-
do de Noronha no d:a 9 do corrente ao meiD-dia.
Mutatis mutandis ao director do arsenal de
guerra.
Ao engenheiro das obras militares.Ds or-
dem de S. Exc. o.Sr. presidente da provincia com-
munico a V. S. quo a thesouraria de fazenda e au-
torisada a pagar a Manoel Firmino Ferreira a im-
portancia dos concertos feitos na coberta da casa
de raneho do quartel das Cinco Pontas'; conio V.
S. solicita em offlcio de 31 de dezembro do anno
Undo, sob n. 51.
2' secgao.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia.-De ordem de S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, commnnico a
V. S. que deu-se ordem a thesouraria provincial
no senlido de pag r-se ao subdelegado do 2' dis-
trict > de Maranguaps; como V. S. solicita no seu
offlcio de 3 do corrente, sob n. 12.
Ao mesmo. Do ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, communico a V. S. que a
Ihesouraiia provincial acha-se autorisada a pagar
a Ttumaz Antonio Coimbra a quantia a que se re-
fere o offlcio de V. S, datado de 30 de dezembro
do anno proximo Ondo, sob n. 2,100.
Ao mesmo.-0 Exm. Sr. Dresidente da pro-
virwia manda transraittir a V.3. o titulo junto de
nomeacao do delegado do termo do Buique; de
conformidade com a proposta de V. S. em offlcio
de 2 do corrente, sob n. 4
Ao mesmo. Communico a V. S., de ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia, que o vapor
Giquid, da companhia pernambucana, seguira para
o presidio de Fernando de Noronha no dia 9 do
corrente ao meio dia.
Igual ao juiz de dirc-ito das execucoes.
Ao Dr. chefe do policia. -De ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia. transmitto a V. S. c
titulo junto de nomeacao do subdelegado do dis-
tricto deTacaite, do termo deCaruaru; de confor-
midade com a prcposta de V. S. cm offlcio de 2 do
corrente.
4" secgao.
Edital:
- Por esta secretaria se faz constar a quern
interessar possa que nesta data sao remetlidos a
tr.esouraria de fazenla, para serem ectregues, de-
pois de pagos os devidos direitos, os titulos pelos
quaes foram nomeados os 3enhorea seguintes:
vjajor Francisco da Cunha Machado Pedrosa, offl-
cial da ordem da Rosa.
Fraueisco Epiphanio de Souza, continuo da faeul-
(jde de direito do Recife.
5* secgiio.
Offlcios :
ao gerente da cempanhia pernambucaua.
0 Exm. Sr. presiJente da provincia manda decla-
rar a V. S. que o vapor Giquid, dessa companhia,
pode seguir pira o presidio de Eernando de Noro-
nha no dia 9 do corrente ao meio-dia ; conform}
solicita em offlcio de 3.
~ Ao estacionario do t'ejegrapho eleclrico do
Recife a Maceio S. Exc. o Sr. presiJente da pro-
vincia manJa communicar a V. S. quo nesta data
expedio ordem ao inspector da thesouraria de fa
zenda para serein despachados, Iivres de direitos,
os volumes a que se refere o seu offlcio de 3 do
corrente.
Sebastian* Maria de Jesus.Deferido, com offl-
cio desta data ao provedor da Santa Casa de Mi-
sericordia.
Cananaand* dam arnaaa.
.JUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PER.NAMBCCO, EM 33 DE MARCO DE
1874.
Ordem do dia n. 806.
0 bngaleiro commandante das armas faz certo
a guarnicao desta provincia, para seu conheclmen-
lo e oonvooiontoo UfU, quo, Jior porloTj* >lc ^# d
fevereiro ultimo, publicada na ordem do dia da
reparticao do ajudante general, a. '.Oil, foi o Sr.
tenente-coroael commandante do V batalhao de
infanteria. Alexandre Augusto de Frias Villar,
transferido para o commando do 18- batalhao da
mesma arma, e deste para aquelle o Sr. coronel
Joao de Souza Fagundes : conseguinteraente o Sr.
tenente-coronel Frias Villar flcara addido, emquan-
to nao seguir para o seu de-tino.
Faz certo, outrosin, que approvou o engaja-
mentos que no dia 21 do corrente contrahiram
para servir por inais seis aunos, percebeado, por
sobre os vencimenlos que Ihes corapetirem por lei,
o pre mo de 400*'H), o soldado do 4" batalhao d e
artilheria a pe. addido ao deposito de recrutas, Ma-
noel Pereira de Araujo, e o soldado do 9* bata hao
de infaat- ria, Francisco Bernardo.
(Assignado.) Manoel da Cunha Wanderley
Uns.
Confonne. 0 alferes Josi EUziario dos Santos,
ajudante de ordens interino. encarregado do de-
talhe.
Cavalcante, Pinto Junior, Tolentino de Car-
Pinto Pessoa, Joao Barbalho, Portella e Pe-
"altando os Srs. Antonio Paulino, Alvaro
Ucboa. Tito, Felippe de Figueiroa, Souza Leite,
Travaso de Arrada, Arcoacio, Alipio Costa,
e Lacerda, abre-se a sessio.
lila e approvada a aota da sessao aatece-
fa
deate
ASSEMBLE PROVINCIAL
Ao commissario vaccinador provincial.Re- Filho. -Intorrae
metta Vmc, com brevidade a secretaria desta pre- Mtsericordia.
OBSl'ACHOS DA PaESIDENCIA, DO DIA 21 DE MARQO
DE 1874.
Abaixo assigoados.-lnforme com urgencia o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Casimlro Lopes de Souza Moraes.lnforme o
Sr. Dr. chefe de policia.
Domingos Antunes Villaca.lnforme o Sr. ms-
pe:tor da thesouraria de fazenda.
Francisco Rvari'to de Sonta.-Passe portana.
Bacharel Franoiscj (rrtnes I'-truule. Inforoie oj
5r. uMveJjr Ja Santa Casa J i Mi-encordia.
Bacharel Jos6 B iplista Gilir.inna Tendo sido
dada, por locacao de servicps, a oatrem a educan-
da a que allude o supplicante, como informa a
junta da Santa Casa, rilo tem lugar o que requer
o supplicante.
Jose Francisco NunesSoaresFalcJo.-Entregue-
se. mediante recibo.
Joaquim Roberto Pereira Encaminhe-se.
K. Hemmen.-Requeira o supplicante a capita-
nia do porto.
Luiz Frederico Codeceira.lnforme o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Bacharel Miguel Jose de Almeida Pernarabuco
Filho. -lnforme o Sr. provedor da Santa Casa de
Ada da 11' sessao ordinaria da assemblta leg's-
lativa provincial de Pernambuco em 20 de mar-
go de 1874.
PRRSIDE.SGIA DO SR. FBHREIRA DE AGUIAR.
Ao meio dia, feita a chamada, e estando presen-
tes os Srs. depntados Souza Leite, Arconcio, Ma-
noel do Rego, Tolen'ino de Carvalho, Pinto Ju-
nior, Amaral, ArruJa, Camboim, Cunha Caval-
cante, Ratis e Silva, Pinto Pessoa, Gomes Parent?,
Joio Barbalho, Goncalves Ferreira, Tiburcio de
Magalhaes. Mello Rego, Alipio Costa, Soares, Gi>n-
dim, Agutar, Portella, Firmino de Novaes, Alvaro
Uchoa, Ernesto Vieira, Antonio Paulino, Oiiveira
Andrade, Dario Cavalcante, Gaspar de Drummond,
Peretti, Felippe de Figueiroa. Abre-se a sessio.
Sao lidas e approvadas as a etas da sessao de
18 e reuniao de 19 do corrente, depois que o Sr.
Manoel do Rego, pela ordem, reclamarqae se cor
nja a mesma por nao estarem mencionados nella
os nomes dos deputados auseotes, coiuo e expresso
no art. 53, que ate hoje nio tern sido cumprido.
0 Sr. 1 secretario le o seguinte
BEPEDIENTB ."
Offlcios :
Do secretario do governo da provincia, romet-
tendo artigo* de posturas addicionaes da camara
munieipar-da villa de Palmares.A' eommissao de\
posturas. .
Do mesmo, transmitlindo por copia as infor-
mafoes ministradas pela ?anta Casa le Misericer-
dia, acerca do contrato do servico mortuario.
A quern fez a requisicap.
Do rae3rao, remettendo a represenlacao que di-
rige a camara municipal de Barreiros, pedindo a
consignacao de uma verba de 6:000* para a cons-
truccao de uma ponte sibre o rio Cariraa.A'
commissao de obras publicas.
Do mesmo, remettendo o balancete da camara
municipal da villa do Granito.A' commissao de
orcamenlo municipal.
Do mesmo. transmittindo as informacpes do ins-
pector da alfandega, acerea da publicacao que
fez o Jornal do Recife, sobre o deposito de vinhos
trazidos pelo navio hespanhol Guadalupe. A
quern fez a requisicao.
Peticoes :
De Joao da Silveira Borges Tavora, procura-
dor dos presos pobres, oedindo que se Ihe mar-
que um ordenado poraquelle servico A' com-
missao de peli^oes.
D03 arrematantes da estrada do norte, entre a
Cha da Mangabeira e Bujary, pedindo ab9olvieao
da multa e prorogaclo do prazo para o acaba-
mento da referida estrada. A' commissao de
petic5es.
De Abdias Bibiano da Cunha Salles, 2.
escripturario do consulado provincial, pedindo
um anno de licenca com todos os seus venci-
mentos.A' commissao de peticoes.
De abaixo assignados, pedindo um imposto de
6:000* para cada casa de commercio a retalho
que nao admittir exclusivamente caixeiros bra-
sileiros natos.A' commissao vde orcamento pro-
vincial.
S4o tambem lidos, discutidos e approvados tres
partceres, sendo um da commissao de redaccio
obre o projecto n. 39 de 1873 ; outro da com-
missao de agricultura, commeraio e!industria,
que concluio indeferindo a peticao de Costa Maia
4 C, e outro da commissao de constituicao^e
poderes sobre a resolu^ao desta assembled, nao
sanccionada, que crea 24 cadeiras de instruccao
primaria, o qual conclue que teja a mesma reso-
locao suomettida a nova discussao, tendo sobre
esle orado o Sr. Ratis e Silva, pela ordem, pe-
dindo explicacao, que Ihe e dada pelo Sr. presi-
dente
Finalmeute e lido, considerado objecto de de-
liberacSo e mandado imprimir um projecto, res-
taurando a anliga villa do Exu', e marcando os
respectivos limites.
ORDEM DO DIA.
Contimia a 1* discussao do projecto n. 126
de 1868 e e rejeilado. Subraeljido a discussio
o de u. 79 Je 1871, que autorisa a construcQao
de uma estrada de roJagem do Rio Formoso a
Gamelieira, vem a me-a o seguinte requerimento:
Rejueiro que sem prejuizo da presente dis-
cussao, seja ouvida a commissao da obras publi-
cas.S. R.Alipio Costa.*
Ora o Sr. Ratis e Silva, depois do que e o
requerimento rejeitado e approvado o projecto.
Eotrando tambom em 1* discussao o de n. 73
de 1872, que autorisa a construccao de uma es
trada de Ribeirao ou Aripibii ate a villa do Bo-
nito, verificando-se nao haver numero para vo-
tar o Sr. presidente levanta a sessao, dando
para ordem do dia : continuacio da anterior e
mais I* discussao dos projectos ns. 91 de 1868.
12 de 1870 o 29 de 1873, 3' do de n. 67 de 187
o unira do dp n 57 de 1873.
Join Josi Ferreira &< AnMiar, presidente.
Joaquim Correade Oiiveira Andrade, l.*seei^la-
ria.~Antonio Domingos I'into Junior, 2' secreta-
rio interino.
0 Sr I.* secretario da conta do seguinte
expedients: -
Ca offlcio do secretario do governo da provin-
cia, transmittindo, por capia, o offlcio da junta
da Santa Casa de Misericoroia, soucitanuu iuc dai coucernentei a sustenUci) e melhoromentos
dos diverts ramos de servipo a cargo da mesma
Santa Casa.A' commissao de orcamento provin-
Ooia peticao da Tito Livio Soares, negociante
nesta cidade, ptdindo privilegio para fazer uma
estrala de fern desta cidade a freguezia da Glo -
ria de Goita. -,' commissao do obras publicas.
Ouorade Jose'goacio d'Avib, arrematante das
obras do pace da assemble, reclamando uma in-
demnisaijao proveiienk* das obras novas nao or-
gadas e de despe*.s nao previstas.A' commis-
sao de obraa publeas.
Sio lidos, julgado objectos de dnliberacao e
mandados imprimiro projecto que flxa a forca
policial e outro com parecer da commissao de
peticoes, concedendoum anno do licenca a D.
Francisca Sera Goo dcAssis Carvalho, professor a
publica d instruci;ac irimaria da cadeira de Noi-
saSenhora do 0' de iaranguape
ORDEM 10 DIA.
Contimia a 1* discussao adiada do projecto n.
73 de 1872, que autoris. a construccao de uma
estrada de Aripibii ou Riieirao a villa do Benito,
e approvado sem debate.
Entrando em 1* discussio n de n. 43 de I860
e rejeitado, sendo em seraida approvados, sem
debate, em 2* discussao a. emendas apresen-
tad as em 3' ao projecto n. n e 1870 e em P
discussao o projecto n. 45 d. 1872, que revoga o
art. da lei n. 771 de 1867.
Apos estes e 9ubmeltido a 3 discussio o projec-
to n. 7 do anno paasado que autorisa o estabele -
cirnento de trilhoa de madeira e ferro nas ruas
desta cidade, onde nao passan os da companhia
Ferro Carril. E reconhecendc-se nao haver mais
numero para votar, o Sr. presiwnte designa a se-
guinte ordem do dia e levanta i sessao : conti-
nuacao da antecedente ; 1* discissao do projecto
n. 6 de 1873 ; 2* dos de ns. 79de 1871 e 61 de
1873, e anica do de n. 39 Umberx de 1873.
Joao Jose Ferreira de Aguiar, p-esidente.-/oa-
quitn Correiade Oiweira Andrade i secretario.
Felipe de Figueiroa faria, 2. secretario.
SESSAO ORDINARIA EM 16 DE MARCO.
Ada da 18' sessao ordinaria da assemblta fegit-
lativa provincial de Pernambuco, em 2ie I
tnargo de 1874.
PRESIDENCIA DO SR. KRnaKIRA DE aguiar.
Ao meio dia feita'a chamada, e achando-se pre-
sentes os Srs. deputados Manoel do Rego, Cam-
boim, Ernesto Vieira, Arruda, Tiburcio, Olyrapio
Marques, Ratis e Silva, Goes Cavalcante, Firmino
de Novaes, Goncalves Ferreira, Dario Cavalcante,
Gondim, Oiiveira Andrade, Soares, Mello Rego,
Aguiar, Gaspar Drumrnoad, Gomes Pareale, Cu-
PRESIDENCIA DO SR. FEBRKIRA DE AGUIAR-
Ao meio dia, feita a chamada. a:haado-se pre-
sentes es Srs : Souza Leite, Mahoel do Rego, Oii-
veira Andrade, Dari, J. Mello Rego, Lacerda.
Ernesto Vieira, Pere-t', Antonio Paulino, Ratis e
Silva, Gom-alves F.rreira, -Tiburcio de Magalhaes,
Alipio Costa, Camioim, Arruda, Tolentino de Car-
valho. Domingos Pinto, Soares, G. Gondim, Cu-
nha Cavalcante, Aguiar, Felippe de Figueiroa, Al-
varo Uchoa, Goes Cavalcante, Olyrmuo Maraues.
Vmrtfcio, Picto Pessoa/ Amaral. Joao Barbalho,
Nasemento Portella, uaspar de Drummond, Gomes
Parette e Firmino de Novaes.
Abie se a sessio _
E' Ida e approvala a acta da sessio anlceden-
tc.
b S'. 1 secretario da conta Jo seguinte
EXPKUIKNTE :
Um offlcio do secretario do governo da provin-
cia, remetlei. io copia dos actos referenles ao accor-
do fato com a companhia Recife Drainage.-A
qunn fez a reouisicao.
Una peticao de Joa Jose Tolent.no, arrema-
tante das rericoM do municipio do Cabo, repre-
sentiodo acerca de uma deeisao da camara ao re-
ferido municipio, dispensando todos os estabeieci-
mentos aferidos da revisiio. A commissao de
orcamento municipal. .
OSr. Olvmpio Marques:-Sr. presiden-
te, fiaiando ha alguns dias, pela estrada de ferro
de S. Francisco, que, como sabe a assemblea. per-
corrc o dislricto eleitoral que tenho a honra de re-
presentar. tive aili informa^5es de pessoas do toda
a circumspeccao, sendo disto testemunha o nosso
digno collega que tambem comigo viajava nesta
occasiao, o Sr. padro Tito de que ha fundadas ra-
zoes de queixa, contra a administragao daqueiia
estrada, nao so em consequencia da falta de ca-
pacidade dos armazens de algumas estates, como
tambem relativamente a sublraccoes o extravios
de objectos transportados pela via-ferrea.
Nesta condiodes, e em curaprimento de meu
dever. entendi"submelter a consideragio B
semblea um requerimento, que passo a ler, peoiu-
do informacoos offlciaes a respeito desse factos
(le)
Sobre este ponto, Sr. presidente, informa-se-me
niuito individuamente que na estaqao de Agna
Preta, e tJo pequena a cipacidade do respectivo
armazem que os generos ficaia expostos ao tein-
6 Sr Goes Cavalcante .-Isso e uma verdade ;
tenho sido testemunha muitas vezes.
0 Sr. Alipio Costa : Nao e so na Agua
Preta ; acontece o mesmo em oulras estacoes.
0 Sr. Olypio Maroues : a ponto de al-
guns individuos lerera-se lembrado de fazer arma-
zens para alugalos por precos elevados aos agri-
cultores e mais pessoas que teem generos a trans-
porter pela via-ferrea
0 Sr. Odes' Cavalcante : Isso data de rauito
tempo. ... ,
0 Sr. Olymp:o Marques .E este o objecto da
2' parte do meu requerimento, que flea mais pie-
ciso nos seguintes termos (16).
Para facilitar a informacao, e mesmo porque e
o tempo de mais servico na estrada de ferro, limi-
tei o periodo de outubro ate a presente data.
Devo mencionar a este respeito uma circums-
tancia que julgo imporlante.
lndagando eu, porque razao os agricultores e
mais pessoas interessadas nio reclaraavam dos
poderes competentes contra essas falta?, respon-
deram me que \\ alguns o tinham feito em diver;
sas otcasiSes, mas que essas reclamaQ5es, nao so
nao tinham sido attendidas conveoientemente,
eomo que tinham trazido uma certa odiosidade aos
reclamantes, por parte dos empregadosda via-
ferrea ; de sorte que ficaram elles cm peiores con-
dicpes do que d'antes.
OSr. Goes Cavalcante .E sei ate que elles
serenniram para reclamar contra esse esta Jo de
cousas. j
0 Sr. Pinto Junior .-Entio e o utipossidetis da
companhia.
0 Sn. Olimpio Marques :-A 4* parte do meu
requerimento refere se auida a um outro facto, e
taco-o nos seguintes termos (le).
A respeito desta ultima parte do rneu requeri-
mento, Sr. presidente, julgo convenienfe fazer
observar a assemblea o seguinte : por disposicao
do regulamento, que ha alguns annos U, mas que
nao tenho actualmente presente, a companhia da
estrada de ferro nao se obriga a lodemnisagdes
por derramamento de liquidos.
0 Sr. pBaETTi : -E' verdade, posso asseverar.
0 Sr. Olympio Marques : -Tenho sabido e com
regnlamentar
rea liquidos, senio quando nio
curso.
Informou-me um agricultor com quern ha pou-
cos dias conversei, que, querendo traospor-
tar aguardente de uma das estacoes intermedias
da via ferrea para a ultima, a de Una, por haver
contratado com um individuo de la o fornecimento
de toda a aguardente feita em seu eogenho,
vio se forcado a resciadir esse contrato com pre-
juizo manifesto ; porque em todas as viagens o
genero eram extraviaoo ou pelo menos diminuilo
em sua quantidade de um mode prejudicial aos
coao inlcrcxcs.
Demoro-me nesta parte, porque me parece de
summa importancia ; e nao vejo a razao, por-
Jue no regulamento de uma estrada de ferro
b transporte de generos de produccjio agricola,
entre os quaes se contain os liquidos conn aguar-
dente, que se fabrica era grande escala no inte
rior da provincia, se ha de conceder a companhia
um favor em termos tao amplos, tao largos, de
nio ser obrigada a indemnisaciies pela diminui-
cao desses liquidos.
Eu comprehendo que nao seja a companhia
obrigada a mdemnisacao, quando o derramamen-
to for devido a defeito do vaso que contenha o li-
uuido ; mas quando for devido o extravio a frau-
de, a crime, oujmesino a pouco cuidado por
parte da admiuistrac,ao da empreza encarregada
do transporte, nao sei qual o motive porque nao
se ha de tornar a in leranisacao obrigatoria nestes
casos.
Explicada como se acha a razio desta por ter
meu requerimento, creio qus nada me resta a
dizer, ao menos por ora, antes de virem as infor-
tna>.-5es pedidas.
E" apoiado e entra em discussao o seguinte
requerimento :
Requeiro que se peca a presidencia da pro-
vincia, ouvidos o superintendente e o engenheiro
fiscal da via ferrea do Recife a S. Francisco, as
seguintes informants :
|." Se todas as estacoes da linha se acham
providas de armazens com capaciJade para guar-
dar os generos destinados ao transporte;
c 2.J Se na esta^ao de Agua-Preta sao os ge-
neros recolhidos a armazens particulare?, me
dianic elevado tributo, por falta de capacidade
do armazem da estacao ;
i 3.' Se e exa;to que continuadamente se dio
subtraccoes de generos e objectos trausportados
pela via-ferrea, e quantas reclamacoes tem ha-
vido a este respeito, islo desde outubro do anno
passado ate hoje ;
t 4-' Quantas vezes duraute o mesmo periodo,
tem sido pela liscalisacao condemnada a admi-
nistracjio da estrada a inderanisac5es pjr taes
subtracr;oes e qual a importancia total dessas in-
demuisacfjes, assim como se tem sido ellas rea-
lisadas; .
5.* Se ainda durante o mesmo periodo, tem
sido a administracao condemnada a indemnisacoes
por subtracts ou extravios de liquidos transpor-
tados.Ofympio Marques.*
U Sr. Felippe Ie- Figueiroa : Sr.
president-1, nao quero de modo nenhura suppor
que ha uma intencai reservada na apresentacao
deste requerimento, e digo que nio quero sop-
po-lo, porque o facto de meucionar-se no reque-
rimento o periodo de outubro ate a epoca pre-
sente, periodo em ijuo jusvaiucuie iue acuot uo
fiscalisacao da estrada de ferro do Recife" a S.
Francisco, parece que denota uma tal ou qual
insinuacio a meu respeito.
0 Sr. Olympio Mabqdes : Nio apoiado ; ja
disse quo foi para facoitar. Seo nobre deputado
quer, pode alargar o periodo.
0 Sr. Felippe de Figueiroa : Ja disse que nao
supponho isso.
Vou tornar a ler todo o r.equeriniento para res-
ponder ao que devo, csnvjustiQcaeao dos actos pra-
ticalos pela Osealisacao da estrada de ferro de
S. Francisco : (Le).
Requeiro que se peca a presidencia da pro-
vincia, ouvidos o superintendent: e o engenheiro
fiscal da via ferrea do Recife a S. Francisco, as
seguintes informacoes:
i |. Se todas as estacoes da linha se acham
providas de armazens com capacidade para guar-
dar os generos destinados ao transporte.*
Posso desde ja dizer que nao ; nem daqui pode
resultar nenhuma censura a companhia, que, sob
este ponto de \ista, pode responder com toda
a vantagem' A companhia nio pode despenJer
dinhe ros de sua receila, afora algumas verbas
tracadas no accordo de Londres d3 20 de agosto
de 1870, senao com autorisacao especial do go-
verno.
0 Sa. Olympio Marques : T"*is o governo que
autorise essa despeza necessaria.
0 Sn. Felippe de Figueiroa : 0 governo nao
tem dado essa autorisacao senao em virtude de
reclamacoes rauito reiteradas da companhia, au-
xiliadas pelas do engenheiro fiscal.
Tem-se augmentado a capacidade de alguns
armazens em diversas estacSes ; ainda o anno
passado augmentuu se a capacidade do armazem
de Una, que licou muitissimo bem servido desde
enlao. A companhia, porem, nao tem podido
empregar capitaes em augmenlar a capacidade
de outros armazens, sobre que o governo nao
tem dito uma palavra, por isso que, se o fizesse,
a despeza recahiria sobre ella e nao sahiria do
trafego. Ora, tendo a companhia a garantia de
juros sobre o seu capital, que e liinilado, e nio
nodendo distribuir aos seus acciomstas aquillo a
que se comprometleu, porquauto despendeu ma to-
res sommas do que aquellas que razoavelmente
deviam ser despendidas na construccao da es
trada, nao sera ella ao tola (deixem-rae qrw as-
sim diga) que va augmentar aquelles capitaes e
assim prejuJicar mail aos seus accionistas, tanto
mais quanta ella nio acharia capitaes para le-
vantar em Londres, nem no Brasil. porque nin
quem querera empregar o que possue para ter
de r enda 3 ou 4 Ofi, quando muito facilmenie
pQde obter 10 ou 12 0|0 de juros em outras
trans: c,5es.
Por conseguinle essa despeza deve sahir da re-
ceila bruta da estrada e isto nao se pOJe fazer
sera que o governo de a necessaria autorisacao.
Por conscguinte, ainda nao cabendo culpa a
companhia, raelhor e que se formule logo uma
censura ao governo a tal respeito, por isso que
e elle que nao tem autorisado a despeza.
0 Sr. Olympio Marques :Seja a quem for.
0 Sr. Felippe de Figueiroa : Diz o 2 pouto do
requerimento (Id).
c Se na estacao de Agua Preta sao os generos
recolhidos a armazens particulares, mediante ele-
vado tributo, por falta de capacidade do armazem
da estacao.
Esta pergunta e ociosa. 0 que tern o governo
que ver com os particulares que construem arma-
zens para recolher generos nas proximidades de
qualqu r estacao da estrada de ferro ?
Pois pode o governo miscuir-se nestas indaga-
c5e?, pode obrigar a tal ou qual particular a di-
zer se construio armazem, se cobra proems altos
pelos generos alii depositados ?
Um Sr. Deputado : 0 governo pode.
0 Sn. Felippe de Figueir6a:-S6 uma agencia
fiscal pode dar semelhante informacao.
0 Sr. Oltmpio Marques : Se esse facto e exacto,
o engenheiro fiscal pode nega-lo?
0 Sr. Felippe, de Figueiroa : Eu declaro que,
se estivesse i "" 'isa^io da estrada de ferro, re-
cusava rae ..nente a dar essa informncao,
porque negc^.-j o governo teoha o direito de exi-
teem outro re- armazens e quanto cobrara pelos generos nelle-
depositados.
Eu nio responderia a pergunta, e acho qoe
fiscal que esta em exercicio procedera muito ben
se nao responder a ella,
3. ponto (le):
i Se e exacto que continuadamente se dao sub
traccdes de generos e objectos transportados pela
via ferrea, e quantas reclamacSes tem havido
este respeito, isto desde outubro do anno pasaad-
ate hoje. >
Apenas, Srs., uma unica reclamacao cbegin
an mn.n rnnhwim(nto. nao .pargne desappareces-
toda a certeza que esta disposicao
tem dado lugar a grandes abtuos, a tal ponto aue ,'gir que o fiscal va entender-se oom os part
os agricultores nao remettera mats pela via- rer-' res para saber por quanto elles alugam os
particula-
seus
sem objectos, mas por nao terem
das a tempo as mercadorias que chegavam a Una.
Foi reclamante o Sr teoei.te conmel Seraphico, qu-*
tem interessei oaquelle lugar. Immediatarnent<*
offlciei ao Sr. superintendente da estrada. exiginJ
que mandasse carros para o transporte dos gene-
ros alii demorados, o que foi feito sem perda d
tempo. Nenhuma outra reclamacio chegoa an
meu conhecimeoto ; nunca ouvi apparecer nm..
queixa a este respeito. Entretanto vejo aqui afflr
mar-se n contrario.
0 Sr. Olympio Marques : -Afflrmo, e prov i
quando quizer.
0 Sa. Felippe de Figueiroa:Vai ni>to uma
grande ofTensa a directoria da estrada de ferro.
olfensa de que ella nao e merecedora. Attribne-s-*
um facto calumnioso desta ordem a directoria de
uma companhia, que procura cumprir os sens de-
veres, quando entretanto nenhum extravio de ob-
jectos se tem dado, porque, como ja disse, nenhu
ma reclamacio chegou ao meu conhecimento.
4. ponto (IS):
t Quantas veze durante o mesmo periodo tern
sido pela fiscalisacao endemnada a administracao
da estrada a indemnisacoes por taes subtraccots. c
qual a impurtancia total dessas indemnisacoes, a-
sim como se teem sido ellas realisadas.
Ja respondi; e claro e que, nio teodo havido
essa subtraccao, nao podia conseqnentemente ha-
ver obrigacio por parte do engenheiro de later a
companhia indemaisa* a quem quer que fosse pre
judicado. Nunca se deu, repito, ea no tempo indicado e por consequencia eu. como
fiscal, nao podia cendemnar a companhia por um
crime'de que ella nunca se tornou culpada ao^
meus olhos, de que mesmo nunca tive conned-
menlo e sobre o qual nunca vierara reclama^oe.-
perante mini.
0 nobre deputado, autor do requerimento, a
proposito disto fallou na questao de liquidos. -
Que culpa tem a companhia da extravasio des
ses liquidos 1 Se os agricultores acondicionam
mal os seus liquidos, se estes se derramam e *
evaporam, que culpa cabe a companhia? E ain-
da quando o facto se de.se, nao esta ahi o artigo
lo regulamento dos transports que diz claramen
te que ella nao e responsavel pela perda de liqui-
dos que sao transportados pela estrada 1
Neste ponto ainda nenhuma censura cabe a com-
panhia. Se alguem deve ser censurado, e antes i
governo. porque approvou o regulameno. Nest-
caso formule se logo a a:cusatao ao governo.
0 Sr. Olymmo Marques :Para queo nobre de-
putado esta me inlrigando com o governo ?
0 Sr. Felippe de Figukiboa :-3.* ponto (le):
Se ainda durante o mesmo periodo trm sido
administracio condemnada a indemnisacoes po:
auoiracfOes ou e.\travius de liquidos transporta-
dos. -*
Esta no mesmo caso da pergunta anterior, pode
se refundir uma na outra. e creio ter ja respen
dido.
Sr. presidente, eu comecei dizendo (jue nao qne-
ria ver mste requerimento.... nem >< i como di
ga.... um quer que seja coin intencio de e m-
ferir.
0 Sr. Olympic Marquis :Nao aasian.
0 Sr. Felippe de Fihieiroa : la disse e repit'
nao quero ver isso ; mas ainda assim julgo do rae;:
dever votar contra esse requerimento A assem
blea, porem, proceda como entender, certa de me
de tudo raanto se diz no requerimento e se afflr-
mou aqui. so ha uma verdade. que e a falta de ar
marens nao so era Agua-Preta, BM tambem em
outras estacoes. .
Nos relatorios que tenho dirigido ao Sr. mini?-
tro da agricultura, fiz reclamacoes ne.-ie stnlido
dizendo-lhe que era nece>?ario em mais de uma
estacao construir-se maior nnnero Je armazen*
Sinto nao ter aqui nenhum Mat para Ml a cama-
ra os respectivos topicos.
Vou coucluir. Enleado que a companhia da es-
trada Je ferro do Recife ao S. fraacisea an e rae
reced->ra da3 acres censura? que se Ihe faz n< r-
querimento em discissao. e portar.to voto crmtr.
elle.
OWr. Olympio Marquen:- sr. presiJen-
te. appello para V. Exc. e para os nobres deputado-
que me ouviram, a guns dos quaes apoiaram o qu<-
enunciei em snstenta;ao do meu requerimento
Creio que devem estar todos convenciJos de qu-
nao tive intencio de offender nem ao nobre depu-
tado, como fiscal, que foi em parte do periodo a
que me referi, da estrada de ferro de S. Francis-
co, nem mesmo a propria companhia, que e com
posta de accionistas quasi todos estrangeiros, e qu-
nio tem ingerencia immediala na administracio I
mesma estrada.
Um Sr. Deputado:0 nobre deputado es!;
cumprindo o seu dever.
0 Sr. Olympio Marques : 0 nobre depntad
pretendeu ate achar no meu requeriinento censu
ra ao governo. Nao ha tal ; mas, quando assim
fosse, quando aquillo que referi, cm enmpriment.
do uta rigoroso dever, do dever de representant-
do districto que me elegeu, se podesse considera.
como uma censura ao governo. ou seja a quen.
for, aceilarei a responsabilidade que por ventura
possa provir do meu procedimento.
Quando limitei o periodo, a que deviam referir ><
as informacoes pedidas, de outubro do anno pas
sac'o ate a presente data, uio tive por lira dingir-
me ao nobre deputado, que, seguuJo dis.-e. exer
ceu o cargo de fiscal durante esse periodo, tant
mais quanto supponho que o periodo em que
nobre deputado exerceu a fiscalisacao da estrada
e muito mais curio do que aquelle de que trata
meu requerimento ; porque o_ nobre depuud.
creio que esla fora da fiscalisacao da estrada d<;
ferro ha ura mez ou pou-M mais ou menos. F
por occasiaio de fundament r o men requerimen
to, disse muito claramenle que a r*za da limila
cAo desse periodo era para facilitar as informa
C5es; alem de que o periodo de outubro cm dian-
te 6 aquelle era que ?e transporta os gener
agrlcolas da provincia, e no qnsl se dao com mai-
frequencia os abusos que me referiram.
Disse o nobre deputado, quanto aos 1- e 2' pon
tos do meu requerimento, que e v rdade, aue na
existem armazens nas esMcoes Ja estrada de ferrj
de S. Francisco com capacidade snfflciente..-
0 Sr. Felippe dk Ficukiboa : Era aiguaas
estacoes ; era outras ha ate de sobra. ____
0 Sr. Olympio Marques : Siiu, era.a,<*m,
estacoes; e reconheceu o nobre det-utado que a
estacao de Aua Preta, de que falla a pane
de meu requerimenio, e uau dellas.
Contesta, porem, a procedenaa do pedido, e Jiz
aue o engenheiro fiscal nio e obngaJo a dar essas
informacSes e indagar desses particulares por-
qoanto alugam os seus armazens....
0 Sr. Felippe as Figueirov : Nao a da W>
competeocia; a competencia do engent.eiro fiscal
esta tracaJa no respectivo regulamento.
0 Sr. Olympio Marques : ___0 nobre deao
tado foi mais alem poz em duvida e coateetou
mesmo a competencia da assemblea para indagar
desses factos.

P--------------



.

^


j.


-+* *!,
iiim-i tfl^ de Pcrnambuco Tetc^t feira 24 de Mar^o de 1874.

Qaanto ao proceSSi nt i do vmzenheiro. fctal, a
qnem o nobre depulado dsrrai acOTloMTSap^aV
euse dar sSiStfcrn.aroes, ca Ihe sejant BxWidas,
por esta aftaiftea, parcce-njo qua o n-jbro depu-
tado labowimjerfcito engano. 0 eriganheird
da estrada Wnjfp de S. Ffanctsco i nm erapre*
gado puMfiwJeVowo tal, ennm-tade 4a lei. 6 ebrU
gado a dar todas as informacdes qne os presiden-
te$ Ihe exigirem e qua digam respeftn. ao servico a.
sen cargo. Jtrkv Mrm
Accresce,e i-to 6 muito.^laro, que a existfncia
do armazens partteuhros em qne se recolharf go-
ners agricolas da pro*N*w, mediants alfcu.l
mais ou menus elesuio, nao engenheiro li>
-para habilitars<
precise dirigir
percorrer "fair
Ihe e factiBB) p
ver quaes a^Rilas
que
quo "ejfc soja
si(lerite,
ades; basla
.olrviloj qae
Bnto, para
nte ubera-
das, sendo obngados os cenduetorts os generos a
leva-los para outros logares ; nfio precisa para
cumnnr este dever, dsver impre-criptivel, iuquerir
eindagar dos donos dos armazens-o preo pursue
Alltt* ..I.. ___ r r i
Entrarci agora na eompeteachi da assemblea.
as astembleas prnvinciaes.-peli lei de sua or
ganisacao, teem por obrigacao velar na guarda
ia ecoutnic.-.o e d.is |.-is na rospe.eti.va praorlnsia.
E csta uma das suas, mais lmpurtantes attri-
buicdes; e turn, Sr. -pr14**HB, onvir' esfraWw'
que a assemblea procure older iuformacces sobre
< cumprimento da Mi relativamente a um servico
jlejaffU'iiupurlaucia. _
"Parece-me
entre no?, .is
qnecrdo' de exer
taaies attribuigaes constitucionacs (opina'dose nao
apoiados).
0 Sa. Gdxfj.u.vES FEiinEiaA : ,;\"ao apoiado'. 0
nobre deputado vom corner desraahdys?.
0 Sit. Olymi-uj Mahqjes : -Eii nio e-tou'appli-
canlo, estou' apcnas misncioqando urn facto que
reputo verdadeiro, sqggerido pela cotitestacio i;>-
iiosU pelo nobre deputalo quaato a compelenoia
Testa assemblea para pelir as lafo:"
trata o meu requerimeuto.
jrmacSes de qbo
I
lea *c'fa!ta"de.""effiJa*i dos empreiaTO
11 r,*a i hmA
*vt ipjc'to de jkliiunia cn-
('reio_ MUCK
nn
'1
ai.5o da nossa.' part,'. *trail se"Je
ddstrii qufi 6 A uossa rtiu.fza, d so9ro A
pousa -a forpa do Brasik
H-lativamonty a (trovLDoia.de P.-rnambU'*.), Mb*
sabemos que a iaiustiia agrioola esta airavessan-
do uraa crise. Pois nao 6 occasiao de procnrar
sttavisar lbeT5e traa?ewrqae vai pawando "
Um Sn. Dn'i:rABfri-}|b d so Pefnambu
melhor generali.-ar (Wacto!
0 Sn. PlyvtuiMar\ii,'ks :Mas ja que na
demos iilfipK."sar a raiaa da provlnoia, fa
aquilk) qua pela consutiUcao, por Btisio de1
mos ObrLons a finer
Creio Ue tenho jnstifu-ado o moo requerii
(iuaoto U> prazo, que limilei, foi, corao |a die,
uara fai'iHtar as infonnnrdea. Se o nobre uepbtv
do ^uizer, p*4amplia tare**, rotarel pur-lsao.
r. >as< iuKiiio Portella. Sr. pre
sidente, eu nao tinhaeonhfcimenui tto raoaerime
to sobre que sediscutia q nan do entnwa ne>
casa ; ouvi partff to ^tra flRftnScStr^ tod*>
intpugmnte a Ue feiu. Sd por veuluca o requav
riinento podesse cooler censura aojooore deputado,
o Sr. 2 secretario, que 6 o engenheiro fiscal
da companhia da estrada de ferro de S. Fran-
cisco.....
0 Sn. Fklippe de Fioueiroa :Fui.
0 Sn. NawhMMO FUMUla: ... ou certa-
mente teria diiliculdade de prestar Ihe o men vo-
u>, pois souopT<(ne}r'ii rwooheter a intettigtja-
Cta o zelo cum que tern servido es-e emprego;
|riu:i'reia, piAndo a divi$o d'aqudlejw
K commisao do esialistica.
\'ftjl1^.if,iQlf*,,l-e Ignacin Franci-Ci
! uiim dj) gymnasiis pedin
Ja [ubilayao o temp i
i^*r^;eVaula de lingua n.iciona
*pm.-*>M wyimissio de peticSes.
Oulra, de Guilhermina Maria da ConceicSn,
fessora interina da povoacao de-Gravala do J
\\* i/

os Sis; IU';r.
com as fonnalidades dSVVwfHf intnJduzMos
.Vfnli
110
la i!" impii^io
JkjriaP
E a requeriirento do Sr. Goes Cavalcade flcou
|WP8j|taMta redacsao das postu
nininpaes de fJeierrts
T^ aiao, seudo por essa occa&LA felicitados pelo
orador, a quem responderam agradecendo.
Foi adiada a I.' parte da ordem do dia. leitura
por njBBtarem pres,;ates alguns
nova dinWoiia ; peln cuMpasaou se
a ordem <],> dia ; siihindo s rteada a
M galhaas deve a resulu^ao philosophic a, ifica. a Hac9H on a Distortrs ? Fo
os para discuiil-a os Sn. Moreira
ol Halttiatar Pereir^ dlMfaes Junior.-
dos.
do-?e present-is
P. e uma escrava,
lnn-A*iM wiro e um cnado,. Is-
jLinn, Manonl A Iri.mo B. I'
ma el L'jpes j'm'iciro uin cijalj, !o<5 Pedro d"
Alciatara, Jos6 Gnmes da Silva.

seguintes projecio* : em primeira discussai_o de g*igraphiea 2.0JU francos; Jo miaistro da ia*-
KU.aj
n. 12 de 873, que eleya os v.eacimeulos. d
das do ea-a ddetto^iia; ett- sagsmh i
de 1871, quo manda pertencer a tregueziaile San-
to Autaada Virioria o wrrenos do engeaiMCani-
po-Alegre; em primeira o de n. 28 de 1(73, que
aatorisa a confiruc;aolem3 ponte -la d NO
Ipojuca, depois de orar o Sr Ratis e Siva; em
epunda odd'J 103 d*.IW2(.fpie uutijMlni|
ccr ao disincto de Assurema, do inuiiicipp de A
o Sn. G NfiLvjts Feuukiba : -Nil apoiado. Ca-
d, a~ j. ...-,. ..aoi.- tuiapiii- o seu aijver (apoiados).
0 Sn. Olvmi'io Maaquks : Ea e?tou falla'ndo
ni geral p ir incideule, nao quero p irem, co'nti-
luar lle^te terreao, ja que nao e tou ag'radaudo ao
nubre deputado.
Xio'pjsso, entrefanto, deixar de almirar como
se prelende contostar a competencia d'e.-ta assbia-
bwa'pira pedir pruvidedcia's a Vein da netobser-
vancia da3 leis, compe'tedcia que Ihe e da'da pela
constituicao, assim fcomi a obrigacao que torn o
govemo de provf ennTar.
Helativanidnte ao caso do a!d'e lr.it i, o go ver no
tern obfigac.lo' de verificar se si'o attendiJos ou
nao os iotoresses dos agricoltores que jiagam one-
rosos trihatos a que esiao sujei'os. nao so para
papa neiiio das despezas geraes'1 do iniperio'.'crfmo
tanjuflld para o pagaoiento dosjuroj a que o gv
verno ger,il e provincial se obrigaram para Sinn a
oalrafla do r.-rro de S. Francisco.
0 *ri. I. Usu.1 Kar, >: -Isto 6 U coin o covrao
geral.
0 Sn. Oi.YMi'io MAitQiir.s :'-0 govemo geral tern
obriga.ao de sabi-r se, apezu- sacriiieios que
teal sido feitos pelos c ifres puhlicos, as nac'essida-
dasda agrlcoirpra na irtaa perc-irrida pela r.-tri-
da de rerro sao at;en !i las, com> cd n.ire u deveiti
ser.
Q.tauto a > i!)'rac;/i) do generos do que fallam
a 3.' e 1.* ;> rt. da men reqaenmento, o nobre de-
patal.) eoiite.-toii, du'iilo que era um facto jnei-
ac:-j. e crei<*i ate qie dis?e ser uma tntamnia, Po-
nho departo a agrura drexpre^ao e von tratar
do ficto em si.
O nobra de'puia lo di^(. ,|.,, .,-, uoava uma re-
elarDafejio dnrante rs-=.- perindo.
O Sal Fi i.u'p;-: 6k Hioo ihoa : -Mas nao dc sub-
trac.-.ao de g.neros ; rtechfei II Mgo;...
0 Sr. Oi.ysipd M,i;fjr-s : -rsio conlirma o qus
eiiici a m oi re'qiirjrmienio.
De^lnrei me muitos agri*ulfnr6s nio reclamavam,
por |ne n.io so era irftproflcua a re-l:rm.i<;*io, coino
era pel ir, poraoe os ompregados da estrada d
'err .> v ia h-piin'i tni com .lien e mais ma I ainda
ihes fiziam dopois I'ergunto : ism nfio 6 urn fac-
t) quo convem averignar ?
Vrznis.: Nan ha duvida.
0 Sn. Or.YUMu MMfOBS : Quanto .i sabtrac-
eao de liiiuidos, o nohre deputalo disse que na
verdade a cotapanhh n.aoiioiia obrigacfio de i:i-
dernnisar aoS prejulieados e que isto era do seu
regu'amento.
Eu, quando fallei, confessci isto mesmo ; mas o
men fin, como o nobre deontaJo deve saber,e
melhorar o estado aetual d is cousas ; porque,
repito, o nohro deputado deve saber e sabe que
o governo de certo em certo prazo tern o direito
de rover o regnlamento e a tarifa dos caminhos de
teiro. Ora, se o govorno tem e.-te direito, porque
razao nao se ba de nreveniUo da nceessmaue e
'.onveuieneia de allerar o reguiamento nn f.ie b
taespmto*. na pielfes qne forcm preju"dicias a
agricullura Que inconveniente ba em liabilitar-
"i is assim o governo, em occasiao opportuna, a
ptovidvnciar sobre o caso? Por consequencia,
nio 6 para obrigar a compaRhta a pagar o derra-
namentu de iqaidos qne apresentei o meu reque-
nmento, mas im com n fim .[,- habilitar o governo
na avengnaeio do.-ses faclo- a, quando liver occa-
siao de rever a tarifa >.la e-trada de ferro. tomal-os
em tooaid raoao.
Sr. pr.'Sidem.'. cu disse (o nobre deputado nao
tr.it >o dcM piti>, mas convem que eu trate dellei
tfne nao 6 do deriamafnento por casnalidade que
se trata, mas sim do derramainento que s.ja con
seqiiencia de fraude, curia.
Pois, porvenuira, iri nisto alguma censura
coinpanin.i ? NAo ; compaubia nio 6 quem ad
ministra pessoalm-'nte o servijo do transporta da
estrada de ferro, qne <) f.-ito por empregadoa de
todas as classes, de. todas a* cate{,orias ; o o
nobre deputado deve saber, coma fiscal, que
muitas vexes team sido demiKidos uinpiegados da
estrada nor inalversaewes; pur crimes.
Um Sn. D m ado :" Tem liavidn, e verdade
O Sn. ()i.yupio M.Mi.)n:s j Pergunto : assim
como se tem dado o-tas subtraccdes em objeton
pertencentes estrada de ferro, nao ?e pod em
tambem dar n.js generos oertencsntos aos parti-
cular- s"?
0 Sri. J. dbIIbllo Rasa : A aase respeito a as-
semblea nao podo fazer -eousa alguma. So node
ensurar o facto e nada mais.
0 Sr. Olympio Maa(ffis : Per lao; pole e
deve promover a puniyao desMS crimes; pode
prevemr o governo imperial e habilital-o a pro-
videnciar : e um dever nosso que n'.o compre-
hendo como sc queira de*conhe.:er.
0 Sn. Alvajio Uchoa : JIabilital o oomo ?
0 Sr. Olympio Marques : Pois o nobre de-
putado ainda duvida ?
0 Sb. Alvabo Uchoa : Mas, se nds prejisa-
mos de pedir infurmaroes, con:o haveinos de
dal as ?
o offere-,
nobre de-
pu(adn, Ne^taa coudic5es, portaoto, vendp.o fim
jjne. love enj vista o ijobre autor do requerliuen-
to, tendo ouvido as razees .nar ells exiiendidas,
uap posso deixar de flar o meu voto a favor.
Recordo nie, Sr. piesideato, dos tempos em qne
so traiaya daconstracQio da estrada de feno d^
S. Francisco e doa teiyos j^nespios em^ qoeja
parte dessa estrada era entrague ao;trafegoEntao
todos os auuos en mo leyanta'va nesia assemblea
pe iindo nraa e muila's^ vexes inforniagoe.j as ad-,
Ul jnislropTi.ic da pnwinwn o roop-'ito .la tn.l..
quanto cbegava ao meu conhecimouto e que po-
desse imporiar pfejuizo ja para a perfcieao das,
obras, ja para a regularidade do servigo, da par-
te dessa estrada entiegue ao trafego.
0 Sn. Kkliws de Fi.utisoA: -Mas aesse tem-
po V. Exc. nao lavrava censura ?
0 Sr. Olvmpio Marques:-Eu jadiss;|ue aio
lavrei censura.
0 Sb. Nascuie.nto] Pobtella: -Desde que gq
expiime o pensamento de qualqusr um demos,
nao ha motivo nenham para insistir.
Mas, eomo dizia, outrora asava eu do pleno
exereicio do direito, que tem ', quakquer membro
da assemblea provincial, pedindo infonnacoes em
rciacao aos services da estrada do ferro de S.
Francisco. Eram agentes fiscaes oessuas com quem eu entretihha rolacdes, e re-
coide me de que no. aitimo a irio ainda n era'o
Sr. Buarqe de Macedo. Nunca a assemblea doi:
xou de C(icorrer com o seu volo par* que fos-
sem appnvados esses roque imeatos e u^itii sem-
pre resultou utilidade.. Algumas veZes eu era
Dial informado, a3 inlormacoes' partriularos quese
me dava.nao eram verdadeiras, e ,ahi vinham as
oiii -i.-ii's fazer de.-truir e eessar qualquer juizo,
que por ventura houveesse,;desfavorav<'l quer ao
servico da estrada, quer a Cl nslruceao das suas
obras.
I'm Sb. Deputado :Mas o caso hoja muda de
figura, porque aqui esta o engenheiro-fiscal que
ua-nos ini'ormar,oes efnos as podemoos ,rece-
ber como offlciacs.
(J Sn. Nascimento PonTKi.r,.\.: E>tou fal'ando
so com relacao a competencia, ap direito da as-
seinliiea. Sot nao temos o poder'de legisUr so-
bre a estrada de ferro, n*>; rrns porque meioS
havem is do provar as necessidaJes que por vert-"
tura haja ? Por meio da Vepreseotacao e, qaando
inesuio represenlacdn uao se faca, por meio da
dweussao, que liabilija e esflareee.
Entre os factos mehcionados pesa realmente no
men e-pirito um, cuja existencia nJo sendo'de
alguma forma impugnada, delerrmna o .meu voto
em favor do requenimento : e o da incapacidade
dos arniazens. onde os d^positantes poem os sens
productos. Xada temos que verse os-depositan-
tes pagam ou nao uma arma'.eoagem alia aos
armazcai que n5o sao da companhia ; isto c um
aju.-ia particular ; qualquer cidadao tem o di-
reito de co'.locar um armazem n is proxiniidades
das estacoes da ostrada de ferro j, mas D*te facto
most-a a insuilicieacia dos proprios depositos d..
compinhia.. .
0 Sn. Felippe de Figukiroa : Mas ja esta
con fessada esta deficiencia.
0 Sa. .\ascime.nto Partella : ...e convem,
portauto, ver o modo do providenciar de forma
apn m>4 necessMaiin spja
,&Sr. Alvaro Uchoa : Se esta confessalo o1
facto, para que mais ioformaciies subre pile ?
Um Sr. Deputado : E riao e de hoje rtae o
fiscal reclama .mtra isto.
G Sa. Nasci.me.nto Bprtella : 0 requeri-
mento nao resp-ita a nm s6 ponto. Ha outro
ponto nao menus importable, pois pelo qne ouvi,
parece-mc que o regulamento nao garante a in
deamisacSo dos exiravasamentos, de forma que
qoalqasr que seja a causa peia qual esse facto
tenha lugar, nun.;a o prdprie.taiio tern direito dc
rerober uraa indemnisacin. ainda que o dainno seja
devidoa fraude, descuido ou culpa dos empre-
gados.
0 Sn. Fixippe de Fmueiroa : Nao, Sr, ja se
duo facto de um ser indemnisado, quandise
deu o extravasamento por culpa de am emprc-
gado.
0 Sr. Masci.me.nto PontELLA : Eis aqui, men
nobre collega, debaixo deste ponto de vista, e
in relacao a outros, o requerimento tem todo o
do autor < gttss Bellas, o qmtrteirao den^mmmlo1
do.primeiro (iisiriclo de Bui quo
.ique, orando,sibre.este? B;rry, malher muito jo
os Srs. RiUji e Silva e Ernesto Vieira. resignavaoa ultima peaa.
Fii rejeitado e:n primeira.'''iscossao t'
n. i'M de 4808, quo iiia'adavi vigorar a
depois de^orar o Sr. Ratis e'Silva.
trm-.ao publica, uma somma igual. Outro fran-
estudar um outro grande mercado africano, o de
Mn'Salah, sltoado ao sal do-Sahara.
Qieira Deus que estes dons homens atrevidos
ejatn-mais fclixoa njae- o desgraaado Mr. Garaier.
Os tres celebres assassinos de Glocester ( In-
ataterra ) aebania"sec'eKeonados ma mestna.
|.n ao docondado; Carlos Eluardo Butt, de 24
ttimts-defdade^Edwin Bayley, de 3z. e Aima
veo aiuda, sollreram com
E eiifrando em segunJa'd'iscussao o dt.n.
1873, que ibternreta o art. "8' das. pos'.u.'.S
mara municipal do'Brejo, Veriflcarido-se taq'
numero para votar o Sr. presideato levarv
elino RozAe jsaiaa Guedas.
Bin viajante francez, Door
. emprehenJeu uma* alrevlda Jornada
atravezdo'Sahara, paaa chegar a Tombotwton.
Esta cidade. pouco conhecida, ainda que ja visita-
"a poralfaaneun)p^U9, e um-dosraereados impor
rates para os productos do centra d*Africa, '"tir.
ournanx receben por e?ta viagem : da soclodade
0 Sr. Olympio Marqbes : o nobre deputado
diz que nos nao podemos informar, porque todos
os dias pedimos informacdes ao f overno.
0 Sr. Ar.v 0 Sa. Olympio Marques : Pede-se inrorma-
qoes para tomar a deliberacio que o caso exigir e
qne nos eotendermos conveniente.
0 Sr. Alvaro Ucaoa : Alem d'isto, se o no-
bre deputado tem conheeimento de odos os factos,
aponte o reraedio para sanal-os ; para que mat
ioformaciies f
0 Sr. Olympio Marques : Mas corao os factos
podem ser contestados, quero informaroos fide-
dignas, offlcjaes.
0 Sr. Alvaro Uchoa : 0 fiscal da e: trada de
ferro acaba de dar informs;oes, que sao quasi
ofQciaes. '
0 Sn. Olymho Marqu?* : Eu apresentei a
meu requerimento fundando me e-n factos de que
tenho coiihecimento, por petsoas muito cornpeten-1
-les, muito caracterisadas, tanto mais quanto sao
: os proprios mteressados, os proarios prejudica-
u09 .
0 Sb. Felippe de Figueiroa : As veres nio
sao as mais competentes para dar informacSes.
0 Sa. Oiympio Masques : ...factos qne po-
dem nao ter sido levados ao conheciraeuto do en-
genheiro e mesmo da administracao. Qaando
fundamentei o men requerimento, dis^e que nao
tinham sido levados ao eonhecimento delles; e
eseno-me de repetir, pela terceira vez a razJo.
Oomo ia dizendo, nao e do derramaraento ca-
sual que trato, mas sim do d^rramamento prove-
niente de fraude ou mesmo de inenria.
Qual 6 a interpretacao do regnlamento nesta
parte? Nao lymvem saber disto? Sei e estou in-
formado parti^ularmenie que, qualquer que seja
o motivo doderramameatoon exlravasagao dos li-
quidos, a companhia fundando-se no regulamento,
pretend*i na ser obrigada a indemnisar-se. Esta
no seu direito; raas pergnnto : nao se devera
mterpretar este regulamento de modo que nao (
conduza ao absurdo de nunca ser a companhia
obrigada a rademnisacSea por extravasac3o on
?lerramamento de liquidos, quando estes factos So I
i'ur.ihmeit >. Venham esias informacoes, cada nm
de nos trara os esclarecimontos que tiver a res-
pfflto, e assim pela dtsenssao a administragao da
provincia Scara conhecondo de que modo convem
providenciar ou redamar do governo que provi
drncie.
l-to me parece lao claro, tao consentappo com
os nossos habitos, que apezar de muito coufiar nas
asseverates do nobre deputado, nas informacoes
que presta na qualidade do fiscal quo c___
0 Sr. Fklippe de FtouBtBdA : Que fui.
0 Sr. Gaspyr de Drhmmo-nd : E que ha de
ser.
0 Sn. Nascihmw Pobtella ___da estrada
de ferro, nao vejo razao para nao ser appravado o
requerimento.
Nao sei se 6 pelo habito em que eu estava ou-
trorade pedir laforojacdes a adminis'ratjio e as
vezes em vista dessas informai;oos fazer eaasa-
ras-----
0 sr. Oi.iveira AfOR.VDE: Tem muita for^-a
esse halnto.
0 Sn. Nascimento Portella : Tem muita for-
ga. Mas nao sei se d por isso que estou disposto
a dar o meu voto ao requerimento.
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J:'U)dO)0
6a)CO0
6*4000
oUiitin
309^000
I9JIOO0
do uossa
Nao vejo razao para que se nao procure tanto
quanto em nossa attrikiicao esiiver providenciar
de maneira que a parte da ajrlcultura qae apro-
veita a esiraJa de ferro de S. Francisco, obtenha,
a par da facilidade de iransportes, seguranra e
modicidade dos precos.
En aqni a razao porque voto pelo requeri-
meato.
Nioguem mais pedindo a palavra, e encerrada a
dtscuesSo e approvado o requerimento.
(Contintw.)
RBVISTA DIARIA.
Assemblea provincial. Hontem func-
cionou com 29 senhores depulados, sob a pre-
sidency do Sr. Dr. Aguiar.
Approvada a acta da sessao aalecedente, o Sr.
!. secretario leu o seguinte expedieate :
(I ii olfleio do secretario do goverao da provin-
cia, remeuendo o orcameuto da receita e despeza
da camara municipal da villa da Boa Vista e um
projecto de postnras da rnesraa camara. A's com-
missd"es de orcainento muaicipal o de pesturas.
Outro do mesmo, transmiiiindo,i por eopia, o re
querimento de Jose Augasto d'Aranjo it Kxm.
presidsnte do previncia, pediodo que se consjdere
eaduco o coirtrato feito com obarao do Livramen
to para o.calcamento da cidade, e-que se abra no-
va concurrencia, para o qae offereee desde ja 10
por cento de abate. -A' eommis5o de peticdes.
Uraa prticSo de ,Jos6 Guoegnno'es 'da Silva. to-
nente aposentado do.tjjrpo Je policia,,pedindo me
lh'T em sua aposcqtadoria. A cOBimissao de
pottos.
A ordem do dia para lioje ej continuijap la
antecedente, discu^sao dos pirojeclos del'lel nao
i-Ahopioiia^ s c piViiiefia discutsao dot 6rttJect)S
ns. i, o, 6 e 7 de4te anno.
, Protcmmov publioo. Pof por'anadi'bre-
sidencia da provincia, do 20 do wrr>flte,'f6imno-
vido o professor p'ublico Jose' Be.isarto Mirftho
Falcio, da cadeira da villa de Cmbres pafSt a1 de
Santo Amaro de Ser'inhuem.
Vt-Honnl |e' inieiTa. Pof pbrfaria da
foi
na-
niunte o lagar le coadj(jvanb'do pr'dfe'ssor'de'pri-
melras leitras do arse'naf dcgueiTa. vistd n3o ter
elle a'ceitado fjffa rtomeafao.' e foi' dorneadd pnra
o substituir, taaib-m inteffianTenle Sebastiao An
tonio ile ATu.uq'uerque Mclb.
.' Saimdor. E Bahiana'saihe'-hoje para Babia pe!as escalas', ti-
ra'ndo-a rriala do corVeii ,3 floras da larde.
' oesari>.-A s"lr>.h'oras e hieia da noite do
ddiillngo, qloanlo o earn n.' 22, da cortlBa'ntila
Ferro Crrril, qne faz" O'srvirjo da llntia 4e'fw-a-
des Vieira, descia dbss' ponto para o Recife, ad
llassar na rhj do' Fires no lugar em qtie os triuios
cTuzam sobfe as viA.drre.iS" do Caitanga, den-sa
Um" deSedcafritbanrerto',' ilcando a parte posteritr
do carro sobre a liiih. feTrea do Caxanga Qdandb,
tendo' descido todos"os* passagclros docarm, 6s
empregados emJregiK'am raeios de eorrocViM nos
trilhos, apr.oxim'ouje crtrem daquella iompanhia,
Com a velocidade rrfaChinma para osignal quo Ihe foi feito pel vi-
gia da companhia Ferro Carril, a maehioa Pii de
encontroSo carro'eespedacou-o, e flcandVieve-
mnnte ferfdo um horaem qn alh'proximo estava.
Xnvio arnIimlo.-llint.--n,. a tM.\ fjia
deou no lamarae a barca ingleza linnnymM*; de
700 toneladas. meia em viagem do porto dfl'Bris-
baiiC (na Austrdia) paral.ondres, com um Impcr-
tantc carregaucnto de-Ta'de'earneiro, tendo ja G.
dias de mar. ^sse navio arribou par.i reparar as
aVSrtas qufc sofreu com o ineendio- espoatanen que
foi descoqert'y no porto no dia120 do corr^nte; a
para a exlln'cao do qual teve de fazer dier?as
aberturas fto ewnvez, e poreMes mtrudmir agna,
o que por-sia vex molhou basiante o carr^ga-
m-nio.
'Vaparrotiisi. Erfaperado no Rio de
Janeiro, procedente de Calhao pelas escalas, boa-
tem a larde.
sininMi-o.Os vjpin-es Gequid e Ipjuaa
troiixeraiTt para :
Luiz Antoalo Siqneira
Gomes de "Mattos & Irmio
Jose da Silva Loyo & Pilho-
Perdig>.o, Gtiveira & C.
Cunha frmao9 & c.
Davim & Fernandas
ins* Ha II OHvlr.v Kiciioiredu
Faria & Filho '
Pare nte V'iaona & C
Alheiro, Oiiveira A :;.
Siares Leile & Irmio
Rodoljiho Bleuhr
Joaquim Jos6 Goncalves Beltrao &
Filho
Silva (i Alves
Beltrao, Oiiveira AC.
Antonio Guedes Valen'.e
Cosme Jose dos Santos Callado
Julio Cesar P. Barreto
Goncalves Irmao A C
Alfredo Garcia & Irmao
Januario Jose da Costa
Alfredo & C.
Vianna & Guimaraea
Silva & Irmao
- 0 vapor Cmzeir.) d> Sul levou
praca para a do Maranhao 30 )^000.
Companhia liocoinotora. Coiseci-,
hontem, no caes da ompannia pernambucaia,* o
asseniamenio das trilhos da companhia Loeomo-
taro.
Companhia pemambucana.-A se-
gunda viagem do correnie moz sera feila pelo-
vapores: ipojuca para o norte, e Mandahi para
o snl.
tiynanasia proviikeial. No dia 23 do
correnie coraejou o prazo de oilo dias para paga-
mento do imports do segundo trimestre da pensao
dos alumnos deste ostabelecimento.
.%0-ciicia telegraphica aatcricaaa.
-A' bordo do Cruzeiro do Sul seguio honiem,
com deslino as provincias do Maranbao e do Pira,
o Sr. Joiio de Almeida, muito digno representante'
da agencia lelegraphica americanaM. Gomes de
Oiiveira no norto do imperio.
Como aqui, alii vai o Sr. Joao de Almeida, com
provadamente sincere e decidido soldado do pro-
gresso deste paiz qne o vio nascer, concitar os
esfor.;os da respectuas pra<;as commerciaes, a:lm
de que estas corrcspondam aos iatuitos. arrojados
e regeneradores daquella agencia, que, era boa
hora, tomou a peito provocar a revolucao econo-
mica, quo soruenie 0 teleg.apho eleclrico tern- por
imraediata consequencia benefica aos povos que o
possuem, quando as encontrara como os unices
meios eapazes da manifestacao de sua immensa
inilucncia civilisadora ; o haja vista a agencia
Uavas em rela.:lo a redo telegraphiea europsa.
Nas pracas commerciaes do Maranhao e do Pa
ra, certo, fiamos, que a inexcedivel actividade e
robusta iDtelligencia do Sr. Joao do Almeida serao
laureadas pelos melhores resultados em bem da
consocuiao desse, o raaior eleinento de prpgresso
9 prwpandade, que acaba de chegar ao alcauce
de nossas inaos.
WBteaAorem iiirinnmotloa.Pedem-
cos que recommendemos a policia Ha freguezia
de S. Fr. Pedro Goncalves uns dancadores decerta
casa da rua da Guia, que entenderatn bailar da
meia noite para o dia, obrigando a visinhaaca a
yelar, emquanto ellee perneiavam. A (jcJiciada
freguezia que faca o seu dever.
Ui-vimLh. -Beoebeaos o numero 2 da daas-
soeiacao dos Guarda-livros da lii i Je Janeiro;
eomo o primeiro) recommandamo-lo a leitura do
comraercioi de nossa praca.
Mao expeilicute. Pedem-nos para eba
A rainha Victoria nao attendeu a pdiflo para a
comnuta.-ao da peni ultima, assianada por mais
de 9,000 uessoas.
S6'T)erfr)aico o Jftrmfo- encontm-nos os se-
jruinlos-apoataineBMs acerca d jne^^-Tt/jprt^o e lib. i v
tlerbelot diz que o nome do lacayo e-derivado
da palavra arabe Laksth e significa o filho de pais
incognitos.
15m dma'Dbra pnbncada em Paris,-em 1867,
bj-so rfac'irhrnte'aecrca da origem do'name'de
lacayo :
Sob tf.relnado'de Henrique rV chamava so *\\
jiMfikas.'Criadbs'cm Franca, proveiiiente da pala-
vra allerrti faaets, quo significa scrventes. CrS-se
que a palavra triacetA'laquet, rrne'actaatmente se
escrevc tuqvaif, lucayo, vem do nome naquet, mu-
'dando 6 n em /.
o Aos solJados' arraa'dos a ligeira, que antiga-
inente atfrthparfhavam os Cav lfc!roS a auerra, cha-
mavam-lhes lacayo.'.' Em certas occasides reuniara-
se todos os lacayos e Tormartdo nm c.drpo Irregu-
lar, atacavam on resistlam ao'iainiigo.
Os duques deHrttanha tlveram uo seculo X
uraa ejpecie do nn!icia que se denominava de la-
*aJ-o.v .
Aiftfgr.mente os rcis" e principos costumavam
fazer algiirls pVese'ntes em certosi dias do anno, na
Paschoa, Natal, etc., a sens criados e pagens : e
esses pfesentesconsistiam;principa!mente em rou-
pas e outros objectos de nso domestico, aos quaei
se davi a designacao de libre
' Outros attribuem Ifffortnte origem a libr"5,
julgando que fosse originada do nso estabelecido
nos ternews, ondo cada c*vaHairo, eada aia on fac-
<;So se apreseatava-com adoruos de cores differea-
tes.
Antigaarente, so os reis da/am vestiJos dis-
linctos a..s seus criados. >
Uuv assassinio cujis,-causas nao sao ainda
conbecidas acaba de ser commettida em Auvil-
lars (Tam'-et Garorrnd iimitrdphe do deoartamento
de Lot-et-Garonne.)
Ohjndanto do maire de Systels foi oncontrado
morto a p nta da sua residencia, icema cabega
horrivelmeate fraetarada.
A mulher, unica pessoa Cum quem vivia, decla-
ran que na noite da vespera seu marido- Ihe disse-
ra qne queri? t mar um.banhoi ao-j pes, que elle
adurmeeera junto do fogaoiomie -paifsara toda a
noite e que suppunha que a'gum inallcitor atacas-
se o inar-i lo quando olio sahio de manh&cedo.
A juidica parece nao dar muito credilo a vinva,
porque ja *ffectuou duas prisoes.
Conia o Jornal de, SdiiUiQitenlin qua cho^a-
ra alii um homein vindo de Africa mo-trando dous
abestruzes de dous metros de aJtura. E' sabido
que estes animaes devoram. nao somente as mate-
rias ve^e.taes, e animaes. mah aiida as mineracs.
0 conducior destas re*peitavei8 aves, que, a troco
de dous sons, as mostrava, prevuo os cuiiasos que devcai esconder os anneis, cadeia, etc. Todos
se apressam a guardar as suas .propriedades, mas
um qne era surdo, e nM reparou e:i> tal.^rn mo
nos de dous minutos vjo-se-sem :aJeia e sein re-
ogio, atacado por um abestruz. Levantoa-sa ques-
lao, qne depois de apreciada ptlo maire, detarinl-
n ui qua o 'Inn dos o'ijjc'.os fosse einUita lo pelo
d ,no dos abesxruzes da qoantia de rpwfenta fran-
cos.
Uma das barcas de.navegacao do lago Erre
e governada pjr uma mother mistress Peck. Esta
creatura, dizem, tem o demonio no oorpo. Ja fora
em tempo responder aos tribunacs d'Albano, a
primeira vez por ter esbofeteado um passageiro
que Ihe rendera alguns elogios aos seus Hudos
olhos uegros, a segun la por ler querido deilar no
canal o antigo dono da barca, por este so atrevjr
a exigir-lhe o alugucr. Hoje, porem, as cousas
inudaraia pira Peck. Ha poucos mazse, transpor-
tando um passagciro, seniiose por tal forma im
pressionada por elle, que Ihe declarou que poJia
tornado fe iz. Nao deixoti o pissageiro, jos-en mi-
litar, do tirar partido desta declaracao, eso depois
de haver subjugado a heroina d'Er.-e, Ihe disse
que era casado Peck enfurece-se, lanca sc ao
seu apaixonado, assegura-lhe que so elle conseui-
ra o que tantos alme;avam, mas, ven lo que nada
obrigava o mancebo a d -ixar a sua faraifia, aper
ta-lhe a gargiuti com lanta furia que o pobre foi
victima em poucos minutos. Dei tou o cadaver ao
ligo, e apenas chegou a terra apresentou se a au-
toridade pedindo a applieacao das leis em todo o
seu rigor.
Esta mulher era lerrivel ate no amar !
Loteria. -A que se aeha a venda e a 93' a
aenelk-io da matrix de Muribeca, que corre. no
dia 28.
i.oiifio. i-'ji transferido, como do annuncio
se demonstra, o leilao. das mercadurias do arma-
zen de J. A. Peroira Dia1, para quando de novo
for annunciado
,Hoje, 2i, efftctua o ageDte Pinlo o leilao de
fazendas, assim como manteiga' ingleza e ontros
genero* de estiva existentes era seu armazem rua
do Bom Jesus n. 43.
Hoje e araanba effectua o agenle Dias, na rua
do Bora Jesus n. 26, armazem de Jo.-e Antomo M.
Dias, o leilao para liquidar, ao grande sorlinienxo
do ferragens a miudezas abi existentes.
Os Srs. lojistas dess'e genero de negocio, nao
devem deixar de coraparecer.
Uospital Poriucuoz. Movimenio das
enferm arias na semana do 13 a 21 de marco
de 1874.
Ficararn existindo 38, enlraram durante a
semana 13, sahiram carados II, falleceram 2,
existem 38.
Esta de semana o Sr. mordom o Manoel Fernnn-
dcsida Costa.
Casa-de dete>oyaOkMpvimento da casa
Je detencao do dia 22 de marco de 1874 :
Existiam presos 292. entron. I, existem 293.
A saber :
Nacionaes 232,. mulherea 7, ;estrangeiros 22,
escravos 30, cscravas 2.Total 293.
A'limentados a custa dos cofres puhlicos 244.
Uospital Pedi*o II.- 0 movimento deste
ebtabelecimento, de 16 ao dia 22 de marco foi o se-
guinte : existiam 366, entraram 53, sahiram 38,
falleceram 17, existem 364, sendo : 23'3 horaens e
111 mulheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermanas nestos dias : is
^1 1/2, 8,10 1|2, 8,8, 8 i/2,7 1/4, pelo Dr. Beltrao;
as 12 1/2, 2, 12 1)2, 1, 1 1|2, 9, pelo Dr. Sar
mento ; as 9,8 1/2, 9, 8 l|2,8 l|2, II ii2, peloDr
Malaquias; as 9, 8, 9, 8 1|2, 8 1|2,
Outrajio^aplt3o Joaqaim Luiz Vlrie*, pedindo
le qiiinze annos fa-
que se Ihe conceda por esca&J de q
zer o servico-de Carrcgam I de assucar do An
co da GonceicJo para os ami ^ nsaf e embar-
car o mesmo genero, bem dv deserabarque
das caraes seccas,encarrajaodo-. .abera dean,
trega-los aos seus donos.A' coniunsgio depeti-
cSes.
Outra, de diversos habltantesr do maniclpio d*A-
as 9, 8, 9, 8 1|2, 8 1|2, pelo Dr.
Viaana.
inar a attencao de quem coauiete sobre a ma col- Fallecidos.
ocacao que derara.a um oavio brgsileiro, chgado4 Joaquim Diocletiaao Manissoba ; febre amarella
ha pouco dias, deixando-o fleir quasi no meio do) Joanna Carneiro Maehado ; hydropisia.
rio, na ehamada volta da compaoaia peruambuca- Ludovico ; variolas conOuentes.
Ole Gebact Badendick ; febra amarella.
foaocencio Luiz Bezerra ; diarrhea.
Manoel das Neves ; phlysica pulmonar.
Catot Ives; febre amarella.
Lnix Gomes dos Saptos; variolas eonfluentes.
\lanarl Jose da Silva ; ciehexia paludosa.
Jo4o Francisco i';res ; anazarca.
Joanna Bonduin ; hemorrfiagla cerebral.
velbice.
na. com grave incommodo punlico.
tmiltadora da nsiiu< < fio secun-
darla. -Amauha tera lugaf a primeira se-sao
desta sociedado no corrente anno, a rila do Via-
conde de Inhajlraa n. 73.
(ioiiula.Este vapor da companWa pernam-
fcaeana, chegado hoDtem da Granja i eacalai,
rradaadianiau as poticias trazidas pelo /po-
juca.
liiMiituio HiHtorion e I*hilosouhi< ..
Teve lagar no-dimingo ultimo (22) a, sessao
d'abertura dps tnabalhbs desta sodledade, presi- '
dida pelo Sr. Bandeira de Hello.
0 Sr. presideate deeiarou aberta a sessjo, pro-
nunciando um dlacufso, bem como o respective
orador.'
Foram proposfos para sreios effecttvos os Srs.' tas no vapor naclonai Gequtt
Marcelina Mar a da Conceijio
Francisco da3 Chagas; hypertrophia do coracao.
Maoicf Bezerra ; variolas .confinentes.
Maria da'Patiaoiigesfio ceVebral.
Jose Antonio Chaves ; hepatite.
Joanna Maria dos Praaeres; tutai'Culos pulmo
nares.
PuHaageii-oH. Vleram do \caracd e esca
iHKOiMCA Jl'I>irRtjL
i nun \in, o\ m:i. lc.lo
SESSAO DB 20'MS MARCO DE |%74.
PRESIDENOU I.YrERlNA DO EX.M. Si'.. DESEM-
BABG.VDOR SILVA (iElMAR.lES.
Senretario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manhi, presentes os Srs. des
embargaBores Reis e Silva, Almeida Albuquer-
que, Accloli, Domlngnes Silva, Sonza LeSo e Frei-
tas Henriques, procuraJor da coroa, faliando com
causa o sr. deiembargador Courenco Santiago,
abriose a se.-s;io.
JULGAMENTO.
Recursos crimes.
_ Do Rocife.Becorrentao juizo, recorrid) Anto-
"nio Luiz de Almeida. JuJxes cs srs. desembarga-
dores Almeida Albuquerque, Souza Leao, Reis e
Silva e Accioli.-----Improcedente.
Da fndependencia. Recorfente o juizo, recorri-
do Luciano Domiugos do Espirito Santo. Juizes
os Srs. dasembargadores Accioli, Reis e Silva,
Souza Leao e Almeida Albuquerque.Improce-
dente.
Appellavoes civeis commerciaes.
Appeliauta.iAugUsle Tappenbeck, appellados os
alniinrsftadores da massade Magalhaes &Irmaos.
Conlirmada a sentenca.
>o Recife.Appellante o menor Feliciano, por
sen curador, appellado Miguel Jose Barbosa Gui-
raaraes.-Declarou-se que as custas devem ser
pagas prorata de Ds. 91 em diante.
Do Recife.Appellanto a companhia de trilhos
urbanos do Recife a Caxanga, appellados Jose
Francisco de Carvalho e outros.Julgou-se a de
slstencia.
Embargos infringentes.
Embargante Mathias Lopes da Costa Maia, em-
bargado Antonio Casemiro de Gouveia. Despre-
zados.
^ Do'Bonito.-Appellante Viceste Perreira Padilha
Cftlumbi, aypeHdu Jcziuaudo Sergio Jo- Saulos.
Fj a diligencia.
DeCimbres..Ippellante Jose Ferreira de Mel-
lo,'appellado'Jose Martins Leitao.-Conlemnaram
o appellado nas custas.
Do Recife.-Appellante Antonio Duarte Carneiro
Vianna,appellado Jo.io Baptista Gomes Penna.-
Desprezados 03 embargos.
Appellacao commercial.
Appellante Silva Leao 4 (1, appellado Antonio
Domipgos Bibeiro Lima. Reformada a sentenca.
Appellantes Macnado 4 DrauJao, appellado
Francisco Antonio de Albuquerque Mello.Con-
firmada a sentenca.
PASSAGED
Do Sr. deserabarga lor Reis e Silva ao Sr. des-
pmbargador Almeida Albuquerque:
Appell*;5es crimes.
De Cajazeiras. -Appellante o juizo, appellado
Jose Marcelino de Oiiveira e outro.
De Jtambc. -Appellante o juizo, appellado Be-
lizaiio da ftoronha Farias.
DeAriglcos.Appellante o juizo, appellado o
menor Jose.
De Itambe.Appellan'.e o promotor, appellado
Jose Joaquim Dias.
Appellacoes civeis.
De S. Migoel.-Appellante Manoel Correa da
Silva, appellada a baroneza de Giquia ; appellant)
o capitfu Bellarraino Wnto de Araujo, appellado
Francisco Xavier de Albuquerq :o Maranbao.
Do Recife.-Appellante Cesar Augu-to Z.iuotte,
appellado Dr. P.oheno Calheirosde Mello.
_ DoSr. desembargaior Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Accioli:
Appellacao crime.
Do Rio Grande do None. Appellante o juizo,
appellado TiborciO Valeriano da Silva Tavares.
Do Sr. desembargaior Accioli ao Sr. desembar-
gador Domingues Silva :
Appellacao commercial.
Appellante Antonio Joaquim da Silva Brito, ap-
pellado Jose Cypriano de Araujo; anpellantes os
administradore da inassa de Magalhaes 4 Irmao,
appellados Antonio Maehado Gomes da Silva e
outros ; appellante Alexandre Nunes da Silva, ap-
pellado Paulo Botclho & C.
Appellacoes crimes
Do Assari.Appellante o juizo, apjellado Jose
Jacintho Leite.
De Baturite.-Appellante Raymundo Gomes de
Freitas, appellada a justica.
De Paod'Alho.Appellante Jose de Souza Leal
e outro, appellada a justica.
AoSr. deseaibirgador Reis eSilva :
Appellacao commercial.
Appellante Jaymes Eneas Gomes da Silva,*-g-
pellados Jeronymo Delsuc e outros.
Do Sr. deaembargidor Domiugues Si! ra ao Sr.
desembargaior Souza Leao ;
AppellaQoes civeis.
Do Recife.-Appellante a companhia de trilhos
urbanos do Recife a C,-;anga, appellado Dr. Cosme
de Sa Pereira
Appellacao commercial.
Appellante Pereira da Cunha & Irmao, appella-
dos administra ores da inassa do Martins 4 l.eo-
poldo.
Appellacoes crimes.
De Flores.-Appellante Francisco Jose appellada a justica.
Do Recife.-Appellante Marcelino 4 C, appel-
lado Ni.-olao Felipaid.
Do Bum Conselho.Appellanto Goneab Alves
Porto, appellada a justica.
De Pes queira. -Appellante Francisco do Rosario
Branco, appellada a justica.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. de3-
embargador Freitas Henriques :
Appella;oes civeis.
Appellante Cindido Francisco Soares, appellado
Joao Firmino C Pires da Silva ; appellante Anto-
nio Jose Telles, appellado Manoel Joaquim Maia.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Appetlaeid commercial.
Appellantes Tasso Irmaos, appellado Joaquim
Severiano Nogneira.
De 8. Bernardo.Appellante Ravmundo Carlos
da Silva Peixoto, appellado tenente-coronel Manoel
Herculano da Cunha.
Ddigencia crime.
Ao Sr. desembargador promotor da justica :
Appellante o juizo, appellado Valentim Jose da
silveira ; appellante Jose Bernardo de Moura, ap-
pellado o juizo ; appellante o promotor, appellado
victor Jo.-e de Souza ; appellante Francisco Pe-
reira de Lyra, appellada a justica ; appellante Cy-
priano Jose da Silva, appellada a justica ; appel-
lante Joao Galdino Neves, appellada a justica ; ap-
pellante o juizo, appellado Maximiano la*6 ; ap-
pellante o juizo, appellado Bernardo Gomes da
Silva Amorim ; appellante o juizo, appellado Izi-
dro, escravo.
Diligencia civel.
Ao Dr. curador geral:
Do Maceio. Appellante D. Lucrecia de Araujo
Rego e outro, appellada D. Umbelina Maria de Je-
sus.
Do Recife. Appellantes Roberto Caroll e outros.
appellados Joao Caroll e outros.
Assignou-se dia para julgamento dos feitos se-
guintes:
Appellacoes crimes.
Oe Nazareth. Appellante o juizc, appellado
Francisco Cavalcante de Vasconcellos.
Do Paulo Alfonso. -Appellante Z-ferine Vieira
Macnado, appellado o juizo.
Appellacoes civeis.
Do Recife. Appellante a companhia de trilhos
do Recife a Caxanga,appellado Joao Francis:o de
Carvalho e outros ; appellante Manoel dc Carvalho
Moura, appellados Jose de Freitas Barbosa e ou-
tros ; appellanto Daniel Antonio dos Reis, appella-
da D. Juliana Francisca de Jesus Baslos.
Do Bonito.Appellante o tenente-coronel Vicen-
te Ferreira Padilha Calumby, appellado Sezinando
Sergio dos Santos e outros.
De Alauoas AppeUaate o juizo, appellado Jose
da Silva Ramos e outros.
Encorrou-te a sessao a 1 hora.
!a>, -... aaaantas pithfc3,naam envolvfr i
ri .< in c.ilumiifas cortTr.i Ti vent-tavel p.-main
cm>, fesumttn'tCa a p fitira constitaeip.
assim ilizer,.um ia-tiffsato pslatroiio, :ecur.-.i. -,-
treqio, |csc-neralo dvmiae nao teei razao.
E' bem de|loravU que, tendo e.-scj escri; l
diversa'ennsciencla do onanto escrcvem e irapc-
tam ao ^r. Dr. Pereira de Lucena, estejam a r<-
praneniar o mais repugnaute papal, que possa :er
confiad > a norntns qua se ineof.'ain representan
tes da publica opiniio I
Cegueira fnnet.i. trutissimoaoopenho que e esse
que ahi esta aobre os h labros dos escnptor"-
provmriiti't, de aboeanharem e deprimirem t?
dos os actos, ainda os mais cenerusos, do honrado
Sr. Dr. Pereira de meem
Tal e o profando-saatimento da conviccio que
icti'ia no espirito puMeo, a reapeito do noure ca-
ractcr, de justica e de pairiotismo de S. Exc que
ja nao podem esses cscriptores, seta grande esfor-
qo e extrema violencia, estigmatisar os sens act -.
certos como se achara da defconfianca, para nao
dizer do descredito em que sio tidas as suas !
cantlnas e divagarocs.
Se sao mal sneced do=, esses dyscolos libera.-
quando se aventuram a conlroversias do politi "a
especalaliva ou de direito patrio aoaMtaeiMrf, :*
nao ha limites a sua atrabilis na vinganga ci n-
tra S Exc, que afinal e quem deve ^er a nobre
victima de todos os seus odios e furcre*.
A' proporcao que reconha^em a deliilidade I-
suas argumeufieoes, a iiopia. para nao dizer a
inepcia de seus raciocinios e principios paMI
mais se Ihes accendem as iras contra o vigon*'
admini-trador, qne em actos n'o iaterrompid -
de justica, os vai acabruuhando de an m >Jo -
magador e inexorawl I
Bern que eslamos aoalpando o pulso a ease
nioribundos 0 aquilatando as violcuti.-simas p
sues da febre qnpna devora.
Como o scorpiao, cercado de fogo por todo* -
lados, os pretensos liberaes prorincinno*. ac
dos por intrepidos adversaries, exhalam conv ;-
vos o ultimo alento.
Entretanto atiram se ainda a taboa unica d*
salvac.io 0 molailouro pnlilicn.
a Cm dos actos que mais revelam o desrespci-
to, qno o Sr. Dr. Henrique de Lureua pNtan .-
leis do paiz, e por certo a sanccao a lei proviaci.-.i
n. 1,101 ocontrato celebrado por S. Etc. para
construccao de um nialadouro e logridvuroa pa-
blicos, por auiorisacao dessa me.-ma lei.
Ha, com idfeito accusacoes,e esta u uma del! -
juotrazem comsigo mesmo a propria d. ie/
S. Exc. contratou realmente em virtud- de a- a
lei o tanto basta.
Mas apreoiemos o esrarceo que levantam os tli-
aanlineiros da Provincia em refereneia ao c r. -
trato do matadooro.
t O presidente committeu uma graviswma .-
fensa a verdade, am verdadeiro embnste. kpkgn
da primeira autoridade da provincia, failou a wr-
dade. .
Porque anaa pativras acarbas e alfrom^..
contra S. Exc. .'
Porque, nao tenlo sido ouoida a camara mm -
cipal sohrc o cm trato, S. Exc, em seu nllici '
9 de Janeiro de 1874, ailinnou eBirctanto u *--
guinte. tendo oncido a Ulma. camara muoidp'
do Rj;ife e a commissao de professionaes, o -
mcada para dar parecer >abre o local maia r n-
venientu para a conslruccao do nialadouro pul ?.-
co desta cidade, etc.
Onde, porem; encontraram os escriptores f <
vincinnos a prova inconcHss* do que S. Exc fal-
lou a sua palavra e servin-se de um verdade >
embusle em sen oilicio de 9 de jaaeiro ?
No facto de haver o Sr l.ovo Junior a 17 de Ja-
neiro requerido que se lliciasse an Km. pre--
dente da provincia sobre o ter iido feito o en-
train do matadouro publics sem a camara re.-
onvida.
Primeirarnente nio ha entre o qae diz o offic
de 9 de Janeiro e o que propoz o Sr. Lyo em 17
a cuntradicoao que supjioe esses myopes da /
vincia, para auiorisa los a dizer tan descon
grosseiraaeute qne. president' ftiltonji ter-
dodee serciose de him ccriadeiro embusle.
E quando coutradiecaft houvra, pedia a hone
tidade e a consciencia de escriptores. quo se pay-
sam. um juizo suspensivoou vaciUanlen rela>'.
a uma e oulra pmposicao.
_Com effeito os proeinda.s nao tem mtlhor ra-
tio para saber de que lado esta engano. se
presidente, sedo-Sr. Loyo Junior ; pois que *< '.
palavra da camara merece respeitoso credito, n.c
nor nao merece. por certo. a palavra do soperi r
di camara, maxim se e elle de urn caracter
ncravel e conspicuo, como n do Sr. euaraenda-
dor Henrique Pereira de Lncena.
O Sr. Lovo Junior I- uosso preslimo?o MHavi-
pionario e amigo. quanto basta pa-a aehar-sc
cavido contra as astucias da serpente :
0 requerimento do Sr. Loyo Junior na>. o
do amor a verdade e foi approvado pelo respeito i
moralidade publica e as prrrogativas, qoe dev-
ser zeladas e mantillas. 0 silencio da camara mu-
nicipal seiia indeceote, cnnsiituiria uma aajpia-
deira cumplicidade. Por bem dos foros dessa de-
mocratic.! instituici i, o Sr. Lncena mais uraa mt
foi confundido. a
Todos nos bem coaaeeeaaoa n canto Ja^i'O.
0 Sr. Loyo Junior tem junto a si velho k MWt-
trado piloto. Desenganai-vos. |iis, que nao
illndein as vossas labias.
Batainos apreciando o vosso santo zelo pelo am-i
da rerdude, pelas prerogatiros e por ln-m dos /
dessa democralica instituicao da camara mun.
cipal!
Pescadores prrfidos qne aliram o eneodoe uma
vez pilhadas as victimaa incaulas, sarx.ream o ne- -
far djs deuses :que se esrurapelhmd rontmd' f
Encararemos em proximo arligo esse contr
to sob dilferenteaspecto.
Aguardainis a vossa volta e cntao darvos-b -
m-j9 prova mais conveniente de que S. Exc. c
ino sempredis se a verdade. ass. veiando ter on\eo
a camara antes da realisaca > do contraio do nia
tadoaro.
PARTE P8LITICA
PvlttTIDO < 0\^i;jl\ i!|9it
HEGIFEi'91 DE MARGO DE 1874.
i Arda embora perenne incenso na celuitna
alugada do Sr. Dr. Henriqne de Lncenaa sna
administracSo sera sempre considerada como fa
nestissima aos interesses reaes da provincia e pe
ngosa-como possivel argumento as maiscruas
violacoes das leis qne nos regem.
Els um novo declamatorio, nariz de cera dos
mestres da Provincia, que o accommodam a to-
dos os assumptos.
Ffm, administracao funestissima, perigosa, ab-
surds, inepta, tncthermte, leciana, illegal, violen-
Os crustisccos politico*.
Entre a familia dos crustaceos e os liberJaici-
ros da Provincia (folha) ha mnitos ponlos de an i-
ktgia e muitos traoM carajleristicjs e.n quo a -
melhanft e perfeiti,
N.io se jul^ue pie, t:ntar comparar estas da.s
especies, mosiraado oi pout m em mo a temelhaa-
ca e perfeila, seja trabalho de alu monla e nan
reqneira estudos profundos de zoologia ; ba*ta -
mente c-msnltar o trata lo de Mr. Vlilae Bdwar -
para se iveonheoer quanta analogia ha entre e -
sas duas ospeeies.
CiJino os crustaceos, os liberdadciros da Pro in-
cia tem uma eerti cr.isti que os pr.-tege, a pom i
do aia se poler saber quaulo o rub.r chega-ih.-*
is faces, porque, protegid.w por essa eacroatacao,
levam van'.agem ao conten-Jor que a descob. r ,
tenja a lain dos principios e Lao a dessa tacan'ia
polilica qne Ma arteiramente manejam.
A encrustacao desses carnivonis a: imacs e feda
por series de camadas iiiliuitamente delgadat,
que se augmenlam a propirjio da longevidade !"
cada individuo.
Da mesma soite, entre os liherdadeiroe, se o. -
serva esse pnenomeno e com a mesma regulari-
dade, c como prova, os velhos sao prolegidos p r
um.. encrustacao que bem se podia dizer terem
chegado a um verdadeiro estado de quilotacne.
_ E como a grande familia dos crustaceos se d.
vide em classes eordens, assim tambem os rabis-
cadores da Procincia teem entre si lypos bem di-
versos, mas isso nao quer dizer que nao haja pt-r-
feita harmonia nos pontos principacs qne detern i
na a familia a que pertencem.
Em geral a familia dos cru>taceo. a'em de ftrr
uma erosta calcarea, pnssne olhos multiplas de
um grande numero da fa colas hexagonak-a ou qaa-
dradas.
Infelizmonte e.a familia de animaes, com es-a
multipljci lade de olhos, a ponto de seus raios rt-
suaes se dirigjrem a diversas direccoes, tem a vis-
ta cnrla e limitado o campo de snas observac
Eis, senhores liberdadeiros mats nm ponto de
verdadeira analogia entre vos e essa familia de
olhos mnltiplices.
Como os crustacfos, vedes tndo ao redor dev-
porem n'um circulo mui limitado, tendjs presam-
pgio de ver o presenle, mas nio o nitnrc. e aein
ao menos tendes memoriapara recorder o pasaaaV
Ainda assim o vosso orgao visual soflre de atfcccdes bem singulare*. a dipipia e arrrmiafo-
psia. Ora vedes em duplicata os objectos, ora
com uma cdr que elles nao possuem.
A vossa politica e assim, ora vddes a acrid do
,Toverno alterada no seu verdadeiro regimen ad-
miniflrativo, ora observais que .essa accJo a^a-
riavel na consotistanciacao de suas propriaa ideas.
A myopia a um ponto de semelhanca que vos
tendes com os crustaceos, mormenle qnando qn-
i"eis leritsr devassar os actos administranvoa do
governo, Hltma eses animaes vos lendes movi-
mentos ignaes : elles andam ora para not lado
ora para traz e nnnca para a frente, on ham
para traz, segundo a especie.
Assim 6 a vossa accio no campo'da poftiea, qua
vos Chamais de liberal; o vosso camrnho e sem-
WTILUI i
L

.
i
------------------


&SM afc imMai&o&^MTfc i&x-2&af&a& d
3
aos" verdadeiros
emanarera, porqU
manifesto em too
por menores que^
pr**W*W*o?*t*W* a gradoia^ndsMNtcM vordadelros ooaiiBetiinonios
politicos ; nada de progresso, nadA de anlmaels
"acipios,eoBaanm ;lles d'onde
]spir|lo de relfogradacio 6
is vossob actos O- apreciacSas
a;eji. ,.
E' materia ja ventilada quo os espiritos myopes
e ocromataposicos torminain por sa alrophiarem,
a forca-de tudo quererom araes]uiuhir.
E na vexdade iagloria semelhaate tarefa, po-
rem e sioa e natureza d rem vista curta e raovimeatos e aaeoes retrogra-
das.
Aiada umpont) 4a verjadeira, intinja e per-
feita semelaanca enlre esses crustxeos potiticos.
Os crustacoos taem um certo numero de mandl-
bulas e a cabcra ami perto do estomago. Assim
sao os rabiscador* da Provincia que, armados
de eoormes queixos, gritam porque o estomago
nao esta em permanenle ac-;ao digestiva, c >mo ou-
tr*ora, quando estavarn empilgados no pole'iro.
Quesuaves recordacoes nao tem tlies, quanio
julgamos outros-.jiotfsi, | ge lembrai de tao
opiparas fatias, que irraamente lhes eram distri-
buidas ? *
Oh tempora, oh mom*
0 zoologo.
mumou a pedkji
.\ tlirec tori a geral 4a iuslruccuo
pubiica
Nao estanios incumbidos de tomar a defeza dos
actos da directoria geral, effectiva ou iulenua da
instruccao pubtfca ; revolta nos, porem, o proce-
dimento da Provincia, (papel) com a directoria in-
terim da instruccao pubiica. O -qae dos parece,
(' que alguasde seus collaborado.*et<, em falta de
materia, querem por tabella descoDrir novos mares
em qua poisam navegar.
E' assim que.ha dias figura nas columnas d'a-
quella folba, am inforinaiile a conlar liistorias de
inultas em professores zelosos, o qae, seguada diz
i'lle, vai aearretando desgostos a alguus deiegados
lilterarios, ( quo seui duvida tambam sao zeloses,
no caniprimeuto de seas deveres) apesar de sor
esse servico gratuiio.
Na verdade; e para admirar que n'uma 6poca
em que a libcrdade de impreosa, adoptada pela
Provincia, tern cliegado a ponto de insultar ate a
primeira autoridade, nao houvesse ainda nem um
desses martyres das umlias, recorrido as suas
columnas,. para dcmonstrar ao menus, a injustifa
cum que sao tratados.
Sem duvida que alguma cousa rccoiam elles,
por isso que nSo procuram tirar a limpo esses ne-
gocioa. Seriaznelhor que o lizessem, sem receio
das inforroagoes que provavelmenle deverao exis-
tir n'aquella repartir-ao. E' isto mais bonito, do
que a ratervenciio de terceiros, acobertados das
bases constant nos, informamnos, dizem, etc,
tie., etc.
A lei da instrucgio pubiica, nao coarctou a ne-
nhum professor, o direito de defezi. Apresentem-
se os prejudicados, provem que se Ibes fe^ injus-
tiga, o nao procurem o inveterado costume, de
arranjar emnonhos, para quo as comas li |uem no
antigo estaiio, afim de poderem dizer depois de
algum tempo, que teem tantos annos de servico,
sem nota que o desabone.
E?-se estado de cousas e que nSo serve, e nao
d-ive continual', porque com elle soffiem os que
mais trabalham, e atioal, sao privados de muitas
regalias, porque pagam pela rebeldia dos seus
couegas.
Da factos semelbantes. temos inteiro conbeci-
nijnto, e por isso nao podamos deisar de bradar :
Oxala que o actual director interino, acti-
vasse ainda mais as medidas eneetadas pelo Sr.
direetar effeclivo, poi3 so assira, deixariamos de
ver muitos professorcs, a p?sseiar por esla cidade,
tcum de suas cadeiras, e oulros aqni deutro da ca-
pital, interpretando a lei a sou bol prazer, e con-
tra deliberacao expressai da directoria, em edital
publicado, etc, etc.
Sena tambem para de.-cjar, que alguus delega-
dos lilterarios, nao se constiiui-som advogados gra-
tuitos, desses professores, que tudo queroin, menos
ensinar; e ao conlrario procurassom ajudar a di-
rertoria geral ; e que vjessem mesmo os infor-
maules da Provincia, em auxilio de;se tao im-
portante ramo do servi^.i publico, pois so assim,
poder-se-lna meiborar o actual estado da instruc-
cao pubiica. Os benelicios que d'ahi resnllariam,
aproveitaria a todos; nao e" muito, por tanto, que
todos concorram para obtel-o.
Nada de quarlel aos ociosos, e o que nao se
cansara de bradar
A sentinella.
COLLEGIO
DA
2D-HIIH !i;s Coelhos-20
A abaixo assignada, licenciada pelo Exm Sr.
presidente da province, e pelo Illm. Sr. Dr. direc-
tor get al da ins traccao pobitoa, tem e-labelecido
na rua dos Coeihos, n. 20, a poucos passos da
igreja de S. Goncalu, um collegio para meninas,
sob a invocai;ao da Santissima Tiiinoade.
Auxiliada por suas irmaas D. D. Landelina Jer-
sey e Olindina Jersey, ambas as quaes, em corn-
mum com a abaixo assignada, receberam igual
educar.ao, duraute quasi seta annos, em um dos
melhofes collegios francezes da cidade do Porto,
esta por certo lituilitada para trausmitlir a suas
alumnas todos os conhecimentos adquiridos nesse
ioDgo espaco de tempo.
Cbamando a attanrao dos illustrados pa is de fami-
lia, nacionaes e e/trangeiros, para os estatutos
abaixo, a annunciante espera meracer decidida
preferencia, pois o sea estabeleeimeato so distin-
gue, nao so porque nada pagam era separado pelo
estudo das arias de resreio, romo taaibem pelo das
linguas esirangeiras que, em geral, somente se
ensina a traduzir, ao passoque no Collegio da San-
Tissau Tmndabk se aprendera a fallar e escrever
eorrectamente ; o que se torna sem duvida de
unia vantagem e utiiidade incontestaveis.
invocando, cheia de conlianca, a protescao de
seus compatriotas, e de todos os estrangeiros illus-
trados, a auuunciante e suas irmaas, no cumpri-
mento dos seus deveres, esperam e proraettem en-
vidar todos os esforcos, aflm de pr.ivar que, entre
nos, existem pernambucauas sufflcientemente ha
bilitadas para instruire nreparar nossas innocen-
eamaveis patricias, nao so a desempehharem
DO futuro o nobre e respeitavel ministerio de
mats de familia, coma a se toruaruni aaui, ou em
qualquer paiz, onde se acharem, o brilhante or-
naraento da mais culta e distincta sociedade.
Philomena Minervina de A. 0' Connell Jersey.
franeez, fo-
rever e tra-
' Art. 11. As alma:
glez e italiano aufef<
anzir estes idiomasg._
Art. II. A mensalidade,aara as internas, e oe
40*000, para as raeio penSflni^as 20*000, e para
as externas 51000, aagos adiantadflf ppr lruneres
qua, uim/W caUl&'foK conidM,RV4; ven-
cidos.
Art. 13. A fo3truo#a da alumnas externas,
remuncrada seguado o artiga antecedente, 6 a
dos arts. 3 e 5; as internal e meio-pensionistas
teem direito a dos aU. 8, 4,i,6, 7 8, podendo,
todavia, qualquer alumna ejtteroa fraqueutar as
aulas superiores, madiante a indemaisa^o, que
so couvencioDar.
Art. 14. As despeias com livros, papel, etc ,^Jo
da conipetencia dos pais ou correspondents das
alumuas, e bem assim a materia prima de bo/da-
dos, e estes executados sao proprieJide das
mesmas.
Art. 15. As aulas do collegia it santissima
tbindade, trabalham duas vezas ao diade manha
das 9 as 12, e de tarda das 2 ,>s as o l/2-
Art. 16. O enxov;>l das interoas e ao gosto do
seus pais; assim como a roupa lavade, engom-
mala e pertenca?, par elles serao forneatilos
Ast. 17. As pequesas inlispos^5s e molestias
das internas, sao tratadas no collegio; nas graves,
porem, a directora faz avisar aos pais ou corres
pondentes para providenciarem sobre otratamen-
ti. qua pode ser em suas casas, ou no collegio.
Art. 18 Os feriados sao os das aulas publicas;
sah-o as quintas feiras qua, no collegio, frcam des-
tinadas a instruc^ao de recreio.
: Art. 19. Tedas as materias leccioaadas no col-
legio da s>NTissinATBiNOADE, sao profasaada8 pela
directora e suas irmaas, on outas seahoras com a
aptidao precisa, e que a directora julgar neces-
saria.
Recife, 30 de dezembro de 1873.
Philomena Minervina de A. O'Connell Jersey.
Approvo Directoria geral de instruccao pu-
biica de IVrnarubuco, 8 do Janeiro de 1874.
Jotlo Barbalho Uchoa Cavaleante..
JUNTA DOS CORUETORES
Prar-ii de E&eciie, S3 lo inarco
tie 1874.
AS 3 HOKAS DA TAllDE.
cotacSes offiCiaes.
Algodao de 1' sorlc esoolhido 7JI200 por 15
kilos, sabbado.
Dito do dita 8& 8^030 e 8*100 por 15 kilos,
sabbado.
Assucar bruto bom 1*700 por 15 kilos, sabbado
-jambio -sobre, Londres a 90 d|v. 26 1|8 d. por
1*000, sabbado.
Dito -sobre dito a SO dp/ 26 1(4, e do banco 26 d.
por 15u00.
Cambio sobre a liahiaa 10 d(v. ao par, do
- banco.
y. de Vasconceilos
Presidente.
A. P. de Lemos
Secretario.
AIJ?ANDRCA
Roadmen.'., flfl di^ 2 a 21. .
Idm do dn 2:>
661:492^172
31:642*170
693:134*342
ESTATUTOS
DO
Collegio da Santissima Trindade, sob a
direc^ao de Philomena Minervina d'Al-
buquerque 0' Connell Jersey, coadjuvada
por suas irmaas D. Landelina d'Albuquer-
que 0' Connell Jersey e D. Olindina d'Al
buquerque 0' Connell Jersey.
Art. 1.* 0 Collegio dirigido por PhUomaua Mi-
nervina- d'Albuquerque 0 Connell Jersey denomi-
na-seCollegio da Santissima Trinoadb.
Art. 2.* As alumnas recebem nelle in^trccao;u
primaria, secundaria, religiosa, de civilidade, e de
recreio e pri-ndaa.
Art. 3.* A instruccao primaria e-leitura, es-
cripta, contabelidade (as quatro operates) nocoes
fgraminatica portuguaaa, costura cba e cro-
chet.
Art 4.* A iaslrucoio secuodaria oomprehende
lingaa nacional, franeez, ioglez, italiano, histo-
ria, goographia a arithmetics.
Art. o.' A instruccao religiosa c dada pelo ca-
tliecismo ; as alumnas aprendera doutrina cbris-
ta. e todos os deveres religiososacumprirpara com
Deus, seas pais e parentes, e em geral com a so-
ciedade.
Art 6.* A instruccao de civiiidade abrange to-
im os actos da vida de uma aenhora, em relajao
com as pessoas de sua familia a com a socie-
dade.-
Art, 7. A inatraeeio o> reereio oomla da
desentia, masica, piano a- danos.
Art. Hi* A irccaB de prend*?, reune toios
os trtbalhos degMi, e tola ft'espeeie de bor-
dados, qe Ova iaber uma seohora da malhor
sociedade.
H
Art. 9.* 0 collegia adrnitte alumnas, internas,
meio pensienisus a externas.
Art. 10. A lingua qqe se falta no interior do
collegio, e a franceza; e durante as aolas de tagtez
e italiano s6 se fallam estas linguas.
Fcrinha do ma
Rocha.
Ca
Cafe
saccos a Fraga
ria, 3 a
2i caixas a Boufpid ^feC.^f #VP%>> 16 Pa"
cetes e 7 caixas a Mano:J.A../ta S. Moreira,
lisorrao, 8 pacotes e 3 caixas a Mnoel J.
Tinoco de Sonza, 1(1 bilaic&e-2(^>J|btes a
J. M- I'almeira. .. .. Jk ; -
Papel pinta io 2 caixas a Jose N. de Sou
za.
eris*,
Oaseacragam h ijo 24 do raargi de 1874.
Tapor inglez Oberon mercadorias para al-
ia udega.
Vapor inglez Boyne (esperado) mercadorias
e bogagons para alfandega.
Vapor nacionalIpojuca gencros nacionaes para
o trapiche da companhia peruambucana.
Vapor nacionalGiquid generos nacionaes para o
trapiche da companhia peruambucana.
Brigue nacionalAnie/iageneros nacionaes para
o trapiche Dantas,
Barca he-panhola D. Luiza uiercadurias para
alfandega, materiaes e macbinismo para
a empreza da companhia locomotora, ja
despacbados, para o caes 22 de iNovem-
bro.
Origue fransez Mines de Soumaclts u. 2 mate-
riaes para a empreza da companhia lo-
comotora, ja despachados para o caes 22
de Xovembro. carvao e coke ja despacha-
dos para o caes do Apallo.
Barca dinamarqueza Faveur (atracada) alca-
trao ja despachado para o caes do Apollo.
Lugar franeez Rio Grande mercadorias para
alfandega.
Barca iogleza Currisbrook carvao ja despcha-
do par*, terra.
Barca iogleza Rossini carvSo ja despachado
para terra.
IiU| B igu; nacional Amelia, entrado d? Ri.
de Janeiro e consignado a Antonio "Lo
d* >livoira AzeredO, manife.stou :
I>arricas vazias 125 volumes ao consigua-
tarij.
Cafe 125 saccos a Souza Bastos (fe C, 12'J
ao consignatario, 120 a Ferreira 110 a Fraga ik Rocha, 165 a Antonio Fran-
cisco Corga, 12o a Jose M. Rosa & Filhos,
105 a Joaquim Jose Ramos. 65 a Cunba
Irmcios (k C, 65 a Joaquim Jose Leitao C, 60 a Joa> Jise R. Mendes, 60 a Tho-
maz Aquino Jose da Costa Amorim & C, 60 a.Rosa
& lr.n5o, 60 a Joao Martins de Barros Fi
lhos & C, 60 a Rioario Jose Gomes da I.uz
& C, 60 a Jose Thales de Mello a Jose Joaquim Alves &C, 30 a Moraos &
Irmao, 25 a Jose Joaquim Lima Bairao, 25
a Joao Raaros & Irmao, 25 a Rabello d'Almeida & C, 20
a Be.ito de Freitas Guimaraes, 20 a Alaeiro
Oliveira & C, 20 a Antonio Jose S. do Bra-
sil, 1 a Antonio da Costa Correa Leite.
Ladrilho do marmore 44 caixas a Manoel
Bastos deA. e Lima.
Yinagn 15 pipas e 75 quintos a Joao
Jose Rodrigues Mendes.
Barca nacional Andrade Neves, entrada
do Rio Grande do Sul na mesma data e
con-ignaia a Oliveira Filhos & C mani-
festo u :
Cebo coado 120 barricas. Cebolas 500
restea'. Couros seccos TO.
Graxa em bexigas 4,710 kilos.
Peixe sexo 4,000.
Xarque 200,739 kilos & ordem.
Brigue nacional Uniao, entrado do Rio
Grande do Sul em 22 do corrente e con-
signs lo a Amorim IrmSos & C, manifes-
tou :
Graxa em bexigas 2,673 kilos.
Xarque 150,751 kilos a ordem.
Vapor uacional S. Salvador, eotrado da
Babia na mesma e consignado a Antonio L.
d'Oliveiro Azevedo, manifestou :
AlgodJo 178 saccas a U. Jose Peixoto,
40 a Francisco Gonjalves Torres, 24 a orr
dem.
Cabriolet 2 a. Jos4 Cabral.
Charutos 6 caLxas a 0. da Costa Ferreira,
4 a Cuuha (& Manta, 1 a Bourgard & C-
Couros salgados 70 a Fernandes <$ Irmao.
Drogas 1 volume a Bartholomeu & C.
Manteiga 3 raeios barris a Alfredo & C.
Milho 101 saccos a Franc'Sco Gonc/lves
Torrei.
Oleo de ricino 100 latas ao mesmo.
italba 2 saccos a p. J. Machado. Peixe
1 c#ixaa J. F. Pereira do Lago.
Saccos- vazios 1 faodo a M. J. Alves.
Vapor n_aciQne| Cruzeiro do Sul, entrado
dos port-** do sul na mesma data e consig
do a Pereira Vianrja & C manifesjrju :
Carga da Bahia.
Chapeos de sol 2 ca:xas a Olivtira & Ir-
mao.
Vipornacicual Ipojuca, eutradj do Aca-
racii na mesma data e cousignado a con-
panhia Pernambucana de navogacjio costci-
ra por vap-r, man"d"estou :
Algodao 50 saccas a Juliji C. Paes Barre-
tot, 38 & ordem,, 35 a Goncalves Irma)
&C. I
Courinlu) 23 macos a Meraes: & lr ao.
Coufos seccos 600'a F. Gon^alres Torres',
dgosselgados. 174 a Joao Bap'.ista de Oli-
veira, 150 a Oliveira Bi^hes & C 100 a
Offdem, 40 a F. Gomrs da Silva, ditos de
garrote 6 a Goraesde Biatt^sJI^n)*.
S.ila 2,900 raeios a Moraes & Irmao,
1^08* a Gomes de Mattos'Irmaos, 871 a )i on -
Qilves Irmao & C, 408 a Si Leitao irm2os,
391 d^rieav., 310 a Perdigas OJiv*rft.jiS
C, 105 a P. Rodrigues Korreira, 8 a-Fer-
nandes & Irmao- |
Vapor inglez Obercn, entrado dos portos da Eu-
ropa no dia 22 do corrente e canMgnado a Saun
ders, Brathera & C, manifestou o seguinte :
Carga de Lisboa.
Azeite dece 20/10 a Fernaades & Irmao, 10/5 a
Fernandes Lima & C, 20 barris a Stlva Gnimaraes
& C, 30 a Antonio Francisco Corga. Alpiste 50
saccas a Silva.Goiraaraes & C. Arvore de som-
bra 5" caixas a Jese daSSraLoyo & Kilho. Amen-
doas 1 caixa a L. J. da Silva Gnimaraes, 1 a Ant >
nio Forreira de Carvalhoi Azoitonas l<-0 ancore-
tas a Caelano C. V. Carneiro,
Batatas 100 meias caixas a Joaquim F. da Silva,
60 a Ferreira & Velloso, 30 caixaa, a 20 meias a
Franco d.i Cunha 4 C,. 100 tneias a Silva ,fiui
maraes & C, 50 a Francisco Goncalves Bastos e
Sa, 200 a liaiicisco Jose da Siiva Cebolas SO caixas a Thomaz Times, 40 a, Manoel
Thoraaz da Costa, 50 a Ferreira & Velloso, 5 a
Soares do Amaial & C, 50 a Joaquim Jo:c de Aze-
vedo, 10 a Piojo Moreira & C, 25 a 5ilva Guima-
raes & C, 60 a Francisco lose da Silva Guima,
rae, 25 a Francisco G. Bastos e Sa, .0 a Hosa fa
Irmao, 30 a Cardoso Manlms 4 C, 4o a Monteiro
Junior & Fernandes. Consurwas.8 crixaj a Anto-
nio F. Lima,. CO el barrica a Pereira Vianna &
C. Chinell.is 2 caixas a Antonio de Paiva Ferreira,
1 a Manoel Nunes.da Fouoeca & C. GliQUricas 5
caixas a Francisco GonQalves Bastos c Sa Comi-
nhos 16 surroesa Silna pGui'iiaraes & G. e 43 cai-
xas mais aos rnesmos Cera em velas 43 caixas
a E. R. Rabello & CJCera em grumo 12 barricas
a Casimiro Jose da Silva. Cera amarella 2 gamel-
las a Thomaz de Aquino Fonceca 4 C. Canella 10
caixas aos iue-m s. Cravo 2 fardos aos mes-
mo J.
Figos 5 grades a Leso lloaha 4 C, 6 a Franco
da Cunha Genebra 50 caixas a Silvi Guimaraes 4 C, 45
a Tliomaz de Aquino Fonceca 4 C.
Livros 1 caixa a Walfredo 4 Souza.
Miolo de amendoas 1 barrica a Antonio Ferreira
de Carvalho. Mercadorias diversas 9 volume? a
Manoel da Silva Faria & C, 1 caixa contenJo rai-
zes, scmentes de planlas c meias a Manoel F. de
Faria 4 Filhos. DiveFsas mercadorias e volumes a
Lima & Silva
Papel 2 caixas a Moreira Halhday 4 C Passas
6 far Jos a Franco da Cunha & C, 1 a Thomaz de
Aquino Fonceca & C. Ptixe 35 barris a Beltraa
Si Filho.
Queijos 1 caixa a Jose Fecnaudes Lima 4 C.
Roupa 1 caixa a Thomaz de Aquino.
Toucinho 50 barris a J. Jacome Tasso.
Velas stewinai 200 caixas a E. R. Rabello & C,
200 a Silva Guimaraes & C. Vinagra 5 pipas e
25 barris aos mesmos, 35 a Souza Bastos & C.
Vinhc 40 pipas a 185 barris a Silva Guimaraes &
C, 3 pipas c 80 barris a Oliveira Filhos 4 C, 15
barris a Joau ltamos 4 Machado, 10 caixas a Ma-
noel di Silva Santos, 1 a P. Maorer, 17 pipas e 42
bvris a Souza Bastos 4 C, 25 pipas e 10 barris a
Luiz J. da Costa Amorim & C, 51 pipas e 45 bar-
ris a Beltrao & Filho, IG^ipas a Thomaz de Aqui-
no Fonceca A; C, 5 pipas e 20 barris a Luiz Du-
prat.
volumes a Linden Weydmann 4 C
it. Anwoio. Siqueira, 45 .a ordem.
fin
JS
C, 1 carxa a.llotinarTF Sfttrreir 4
3 caixas a ordem, 1 a L. Antonio Siqueira.
Ihas 7 .barricas a Ttornaz de A. Fonceca
Tecidos |S fardos e.56 caixas a I'hipps
ers 4 C 10 farifcs ;a Adamaop Hawie & C, 2
iMorena Hallidly 5X., 5TiTJfJ caixas a Brown
ajlendes Azfrai & U,
_C, 112 fard*s n.38 eai-
elfer &" C.^Tcaixas e 9 fardos a Johnston
tar 4 C, 3i caixas, 3 fardos a 02 volumes a
amer Fregi C,, fardos a Penna Junior A: C,
caixas a Ninpson 4 C, 4 caixas a Basto Oli-
ra 4 Q.SS volfines a OUnto Jardim & C.', 6
xas a Okcll Bindloss ^ C, 11 a Goncalves Ir-
. o & C, 5 caixas a Jose Luiz Goncalves Ferreira
< C, i volume aos u.esraos, 12 caixas a BragaSon
4 C, 3-caixas o 12 'ardos a Carneiro 4 Xoguelra,
8 a Ooaralves Irmao & C, 9 caixas e 3 fardos a
J. L. Gonpalves Ferreira 4 C, 11 caixas a Ferrei-
ra & Matheus, 6 caixas e 15 fardos a Alcoforado
Vieira & C, 17 fardos e 2 cajxa* a K. A. Bail j Ov
C, 28 fard. s e,7'caixas a Mills '.Lataan &,C, :,\
iprtlmna^ n I in.Um I\T.._. 1....... *' Iff? ..^1.....^.
184 volumes
1 caixa e 5
fardo3 a Monhard Mettter 4 C, 10 volumes a Ro
drliguea Irmia 4 GtiimtraVs, lb a Silva Barrooa&
Filho, 18 a Goocalvs Irmaas & C, 28 a Monteiro
Gregoriu.
Yassouras 1 barrica a S P. Johnston & C. Ve-
la* 100 caixas a Silva Guimaraes <\ C, 100 a
Fraoai6*o Gaedos de Arauio. Viaho 39 caixas
C. C. S'mpson.
'aTactio inglez Ask'er, entrado do Terra Nova
na mesma data a consignado a Johnston Pater &
c,manifestou -.
Bacalhai 2,564 barricas aosconsignatrios.
Vapor nacional Gequia, entrada do Acaracu era
23 dj corrente a consignado a companhia pernam-
bucana de navegacao cosleira por vapor, mani-
festou :
Algodao 5S saccas a Monteiro & Gregorio, 19 a
Joao Fernandas l-opos.
Cera de caruauba 4 saccos a ordem, i a E. de
Oljveira Lacerda. Couros sal^ades309 a Augusto
M| Macnado, 70 a ardem. Cafe' 10 saccos a Cu-
nha & Slanta.
Esteiras 40 macos com 800 a Davin 4 Fer-
nandes.
Pt ixc secco 1 barrica e 1 garajau aa Dr. Luiz
A. Pires.
i)$SfttKcv3S. p^JEXPOSTACAO NUDIA 2lLi
MARCO DS 1874.
Para ns portos do exterior.
Na calera portugucza India, para Liverpool,
carregrju^ P. Schmmeltaii 4Ci 310 saccas com
2ojH8 liifes dcalgolao.
No brigue franeez Avenir, para o Canal, car-
regou: R Schmmattau & C. 86 saccas com 6,283
kilos d*algodao.
Na barca franceza Minerva, para o Hayra,
carregqu : E. A Burle 4 C. 138 satcas coin 10,575
kilns de algodao.
r- No lugar inglez Countess of Deron, para
NewvYork, carreg"u : H Forster 4 C. 600 saccos
com 45,000 kilos de assucar mascavado.
Para os portos. do intinor,^
Para Santos na escuna allema Jacobina,
carregou : Amorim Jrmaos 6z C. 1,500 saccos com
90,000 kilos de assucar mascavado.
Para o Para, no vapor naciona! Cnizeiro do
Sul, carregou : J. do S. Cordeiro Simoes 720 bar-
ricas seea 8,91 i 1|2 kilos de assucar branco ; A.
F. Balthar Sobriuho 201 ditas coin 15,548 dilos de
dito.
Para Maceio, no hiate nacional Adeltno dos
Anjos, carregou: J. C Figueira 2 pipas com 960
litros de aguardente.
CAl-ATAZlA 1>A ALFANliKliA
rii'ndimerito m- dig 2 a 21 14:781^130
'dji do dia 23. . 801 f: 192
15 585/322
voi.rvrs- sahhios
No aia 2 a 21 38 278
No dia 23
Pruneita pona . 93
iegunda p.'^ta ... 180
Tercoira porta .... 1286
Juarta porta ....
rTipicne t/.'!:iica 594
40,431
Carga de Liverpool.
Arroz 100 saccos a E. Rabello 4 C, 100 a
Fernandes da Costa & C, 200 a L. Jose da Costa
Amorim & C 50 a J. Tasso, 1 00 a Domingos
Joaquim FerreiraCruz,23a Belirao & Filho. Amos-
Iras 1 pacote a Keller & C. 1 caixa a Mesquita
Cardozo & C, 1 a Cramer Frey & C
Barrilha 20 barricas a F. da Co^ta & C. Bor-
racha preparada 1 caixa a Monhard Mctller 4
C. Boloes 1 caixa ao mesmo.
Cerveja 25 barricas a ordem, 25 a Francisco
Goncalves Ba-los c Sa, 50 a Tasso Innaos4C,
50 ao Barao de Bemiica, 60 a Fernandes da
Costa & C, 20 a Ferreira 4 Vellozo, 30 a Bel-
trao & Filho, 5) a Jose Correa Braga.
Calcado 2 caixas a Mendes Lobo & C, 7 a D.
P. Wild & C, la Monhard Mettler & C. Ca-
misas 1 caixa a Papoula 4 C, 1 a Keller & C.
Conservas 22 caixas e 2 barricas a ordem, 30
a Lima 4 Silva, 80 a Jose Correa Braga. Cha
15 caixas, 23 meias e 3 pacotes a ordem, 8 aos
consignatario*, 20 volumes a Luiz J. C. Amorim
4 C 47 a Antonio Peireira de Carvalho, 15 a
T. A. Fonceca 4 C, 2 a Ferreira 4 Vellozo, 2
caixas a J. Leitao & C, 2 a Lima & Silva, 2 a
Braga Son 4 C. Cadeiras 5 caixas a ordem.
Cadarco 1 dito a Faria Irmaos. Cutelaria 2 caixas
a Vianna Castro & C, 2 a 1 barrica a S. P. Jo-
nhnston 4 C. 2 volumes a BragaSon c\ C Capsu-
las para garrafas 1 caixa a Ferreira Maia & C.
Candieiros de gaz e suas pertencas 8 volumes a
Simpson & C. Ugarreiras 1 caixa a Joaquim Jose
de Azevedo. Chapeos 2 caixas a Cunha & C,
5 a ordem, 2 a Monhard Mettter & C, 1 a J.
Christiani, 2 a Monteiro Gregorio. Ditos de sol
2 caixas a ordem. Cachimbos 1 a Joaquim Jese
de Azevedo, 2 a Souza e Sa 4 C.
Dinheiro i pacote a J. E. Cowie. Drogas 2
caixas a A. Caors, 4 a P. Maurer 4 C, 2 a
Ferreira Mail 4 C.
Enxadas 59. barricas a S. P. Jonhnston & C.
Elasticos 1 caixa a Brrwn Thompson 4 C.
Ferragem 1 barrica a Vianca Castro C, 1
caixa a Moreira Halhday A.- C, 20 e 7 barricas a
S. P. Jonhnston & C, 3 barricas a Hawke3 4 C.
Facas 1 barrica a Joaquim Antomp de Vaujo &
C: Fios 1 fardo a Wilson Rowe & C 2 a Tho-
maz de Aquino Fonceca & C. Fitas' 1 caixa a
Pereira Sim5es & C. FariBha de trigo 300 cai-
xas a ordem.
Garrafas de vidro 2 barricas aos consiguata-
rios.
Louca 2 caixas a Silva Gujmar^es & C.
Livros 1 caixa a S. J. Carneiro da "Cunha. Latao
4 caixas a S. P. Johnston & C. Liana 2 caixas a
Faria Irmaos,
Manteiga 39 caixas a Beltrao 4 Filho, 50 a Luiz
Jose da Costa Amorim & C, 10 a Moreira Hallidav
6 C, 6 a Rah," Schmetlau 4 C, 10 a Magalhaes ,&
Irmao, 4 e 12 barris a Leao Rocha 4 C-, 25 barris
a Thomaz de Aquino Fonceca & C, 10 a Souza
Bastos & C, 20 a Ca'dozo Martln3 & C, 15 volu-
mes a Magalhaes Irmao. Hiudezas 4 caixas a
Bourgard & C. Mercadorias diversas 14 caixas a
Otto Bohres, 6 a Parente Vianna & C, 15 i Joa-
quim Antonio de Arauio & C, 1 a Cramer Frey
4 C, 3 a Souza e Sa& C, i% a Domingos Teixei-
ra Bastos, 3 a Ferraira & Matheus, 2 a ordem, 1
pacote a k'pller & C, 3 1 Joaquim A. de Arauio 4
C, 20 volumes aHalliday & C, 59 a Parente Vian-
na & C.
Navalhas 1 caixa a Joaquim Antonio de Araujo
& C,
Qbjectos de esgolo 12 barricas e 60 pecaa a
companhia Recife .'Q'rainage. Qbjec(os para cha-
peps de sol 1 "c'afxa a rjroem. ObjWtos de escrip-
torio 1 caixaa Gromma Nese &C.; e a Lailha-
car 4 C, 1 a & P. iohnston 4,C. Objeclos do-ea-
trada do ferro 2:aaixasr tbarriqa e 6.pec_as a,
ompanhia dos trilhos urbanos.. Obras de vidro 1
"caixa a Cardozo 4 Irmao. Ohiaj de la 1 fardo a
Monhard Mettler & Q. ...
Papel 10 caixas a Sftiza Castro & Almeida. Pre-
gos.l barrica a S. P.-Johuston (& C,, 1 a Johnsio
Pater & C. Presurrto? (Jcaixas a:Braga S m & C
SERV1GO MAIUT1MO
v-VAMapw a?scarreg.idas no trap^Je
alfand'eiza-d) dia 2 a 21.
No dia 23
VaMJS atracados ao trap, da aifanifgj
Alvarengas ........
So irapich Ccnctioid.....
70
80
RaCEBEBCjlUA DE RENDAS INTi RNA* GE-
KAE9 Pt? PERNASRP '
tendimentt do dia 2 a 21. 44.019*167
1m -lo dia 23 ... 3:068i058
47.08:^223
O NSCLADO PROVIP
Rendiraentg do dia 2 a 21.
Idem .10 dia 23
83.4495160
4:110 514d
02.559*305
RECIFE
\endimcuto do dia 21.
'dam do dia 27. .
DRAINAGE.
l:59->*038
695*939
2^290*977
ESevisia commercial
Da sernana de 16 a 21 de ir.arco de 1874.
0 cambio sobre Londres, foi nrgociado a 26 d.
por 1*0.0, papel bancario e 26 d. 1/8 a 26 d.
1/4 par 1*010, 90 dias vista, particular.
Dito sobre Paris, a 367 r>. por franco, do banco,
o 381 e 3o2 rs. por franco, particular.
Dito sobre Portugal, a 90 dias vista 103 0/o de
premio, particular.
Os descontos reguiaram do 10, 11 e 12 0/o ao
anno, dinheiro-procurado.
Freles para Montevideo, a 10 1/2 e 11 reales,
carga no costado do navio.
Ditos para Buenos-Ayres, a 11 1/2 e 12 reales,
carga no costado do navio.
Ditos para Liverpool, a-25 0/o e 5 O/o, por las-
tro de assucar.
Aguardente, regula da 58*0,00 a 62*000, por
pipa.
Algodao, I' sorte, de 7*800 a 8*003, por 15
kilos.
Dito de Mamanguape, sera inspeccio, 7*000,
or 15 kilos
Dito de Mossor6, 1* sorte, 8*000 e 8^100, por
15 kilos, posta a bordo, e frete de 3/4 e 5 O/o
Dito de Ma;eio, 1* sorte, 8*400, por 15 kilos,
posto a bordo, a frete de 7/8 d., e 5 O/o.
Dito de Maceio, mediano, 7*900, por 15 kilos,
posto a bordo, a frete de 7/8 d, e 8 O/O.
Dito do Rio Grande do Norte, 7-#8O0, por 15
kilos, posto a bordo, a frete de 3/4 d., e 8 0 n
Assucar branco, 2* sorte, 3*800 e 3*900, por 13
kilos.
Dito branco, 3* sorte, 3*400 e 3*703, por 13
kilos. .'
Dito aoBoenps, 2*700, por 15 kilos.
Dito mascavado purgado, n. 14, 2*240, por 15
[kilfs.
1 -Dito mascavado purgado, 1*900, poi 15 kilos.
Dito, canal, 1*250, por 15 kilos.
Cafe.-Chegaram pelo.'iimWja, l,603,saccos, do
60 kilos, regular de 10*300a'i 1*500, por 15 kilos,
coqtornie a qualidad .
Garnesecca.-Chegaram do Rio Grande, 164,400
kilos, reguiaram as vendas:
5o;rtt4* mia.de 3*00a 4*000, por IS Ml.,
e do Rio Gfraade, de 3*00.34 3*800, por 15 kilos,
^wiwOv, p^r W'kilos, exis-
da velha, e da nova,
dado em deposito cercan% 1^, . Couros seccj salgades, *egaju| df MOr a 270
rs. por libra. J*
Farinha de mandioea, a 2*100 e 2*203 o al-
nnaire.
iWho, a Mti. o kilo.
Sal do.Assu. Ghegou am carregamento de
16,000 litros, qde se vended a 1*20) o alqueire.
Generos. estrangeiros
rroz da India Chegararnr500 saccos^pelo D.
so, tem regulado,a, nreco de 3/700, pdr 15
HanLa de pr>rco,amerJcana, sem chegadas. f'l
tlmas vendas cW rs. a libra, e ha falta.
; Batatas. Chegaram pelo Rio Grande, 1,800
'gigos, consta vender se da 900 rs. a 1*000, o gigo.
Cha da India.- Chegaram 40 eiixa, pew D
Lnizn, vendeu-se de 3*400 a libra do varde. e
116)0 a 1*700 a libra do preto nominal.
iCimento. Cnegaram palo Rio Grande, 200
Jjtrricas, consta vender-se. a 10*000, por barrica
foe -18 kitos.
Bacalhao sera chegadas. -Retalhou-se de 12*000
a 15*0jO, por barrica. bavendo em deposifo, de
7,000 a 8,000 barricas.
Cebolas. -Sem chegadas,e retalhou-9c de 14*000
a 15*000 a caixa.
Cerveja.Chegaram pelo D. Luiza, 280 barri-
cas, da ingleza, vendeu-s > da de Noruega a 6*600
e 7*000 a duzia, e regula a ingleza, de 7*000 a
8*000, por garrafa inteira, e 8*000 a 9*000, por
meias garrafas.
Farellos. Sera chegadas, e regula de 4*000 a
5*000 o sacco nominal.
Farinba deirigo. Da New -York e Baltimore,
dd 22*000 a 24*000, a barriea, Richard a 24*000
a 24*300, por barrica, Trieste, 27*000 a 29*003,
Henry, 30*000 a 33*000, e existe em deposito
cerca de 12,000 barricas.
Genebra de Hamburgo. A de botija, regulou
de 300 a 330 rs, a frasciueira coraraum, da4*000
a 4*200, a frasqueiras de diversos titulos e qua-
lidades de 4*500 a 7*000.
Panel de embrulbo.Chegaram pelo Rio Grande,
84 fardos, e regula de 900 rs. a 1*000 a resma.
Kerosene. Sera chegadas, e regulam de 5*500
a 5*800 a lata.
Louca ingleta. chegaram 82 gigos, pela D.
Luiza, ttm regulado de 40 a 41 O/o de premie,
com a faclura, pela ordinaria, e 280 0/0 pela Qua,
e outroa expresses nominaes.
Manteiga franceza.Chegaram pela Rio Grande,
315/4 6D/2 barris, regulou a preco do 1*656
okilo.
Oleode linhaca. Chegaram pelo D. Luiza, 20
barris, e regula o preco de 2*000 por galio.
nominal.
Passas. Sera chegadas, e regula de 5*000 a
65IMM a caixa nominal.
Queijos.Sem chegadas, e regula de 2*20 a
2*5 ?0 o flamengo
Ditos pratos.Sem chegadas, a regula a 1*307 a
1*416 okilo.
Toucinho de LisboaSem chegada, e regula de
10*000 a 11*500, por 15 kilos nominal.
Velas stearinas. Chegaram pelo Rio Grande,
202 caixas; consta qua as vendas das da proce-
dencia de Hamburgo, reguiaram de 510 reis o
maijo.
Vinagre de Lisboa.Sem chegadas, e regula de
120*000 a 135*000. por pipa nominal.
Vinho da Figueira. Sera chegada, e regula de
233*000 a 243*000, por pipa nominal
Dito de Lisboa. Sem chegada, e regula de
225*000 a 230*' 00, por pipa nominal.
Dito branco.Sem chegada, e regula de 250*000
a 260*000, por pipa nominal.
Dita do Estreito. Sem chegada, e os possui
dores estao mais firmes nos precos.
EGDROS
MAKITMOS
E
CONTRA 0 FOGO-
A companhia Indemnisadora, estabelecidj
uesta praca, toraa seguros maritimos sobr.
aavios e seus carregamentos e contra fogc
sm editlcios, mercadorias e mobilias: m
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
A case commercial e bancaria deAugusto
jj.d'OIiveira & C, d rua do Co nmercio ns
42, encarrega-se de execucao de ordens
para erabarque de prodoctos o de todos o-
mais negocios de commissao, quercommer
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma diuheiros a pre-
mio, compra eambiaes, e saca & vista e a
prazo, d voutade do tomador, sobre as se-
guintes pracas estrangeiras e nacionaes :
Laiioi-cs. Sobre 0 UNION BAMfr OF
LONDON, 0 LONDON AND UANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de l.e classe.
Paris. Sobre os banqueiros fould
& C, MARGUARD ANDRE & C. e A. BLVCQUE,
VIGNAL & C.
Hamburgo. Sobre os Srs. joao
SCHU BACK & FILH S.
Liisboa. Sobro os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, e SEBASTIAO JOSE DE
.\BREU.
Porlo. Sobre o banco uniao do porto
0 Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
Para. Sobre o banco commercial
do para, e os Srs. francisco gaudencio da
COSTA & FILHOS.
Marauhao. Sobre o Sr. jose fer-
reira DA SILVA JUNIOR.
Ceara. Sobre os Srs. j. s. de vas-
concellos & SONS.
EtuSiiu. Sobre os Srs. marinhos & c.
Rio do Janeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL e
BANQUE BRASILIENNEFRANCAISE.
COKPANHIA~ALLIANCA
seguros maritimos e terreu-
tres estabelecida na Bahis
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:000^000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro
iico maritimo em navio de vela e vapor01
para dentro e f6ra do imperio, assim come
sontra fogo sobre predios, generos e f
ondas.
Agonte : Joaquim Jose Goncalves Beltrao
M do Commercio n. 5, l'andar.
Covilhi
Mel^aco.
Portalegre.
Areos de- val da vex
Celorico de Baste
Caminha.
Mangualde.
Pfjnte do Lima.
Povoade Lmhnsa.
Villa-Nova de Portimio.
Miranddla. Bplareja
Penauel. Vaiaufa.
Villa Real.
Cfceerade Baatcs.
Castello-Branco.
Espozenie.
Ottrora de Azemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do CasteHo.
Viiln-Rovi de PaJialicio.
Villa do Conde.
*as ilbas.
Midefra, S. Migu L Faial e Terceira.
OJ*>
0VSMNTC U PORTO
dia SI
capilao P. S4.U-
Navio sahilo no
Canal Lugra iuglez Belteiv,
ner, carga assucar.
Navios cnlrados no dia i'3.
Acaracii e escaias 10 dias. vapor brasilriro Gi-
quid, de 223 toneladas, eouimaadante Martina,
equipagem 22, carga difTereutes g meros, a com-
panhia pernambucana.
Santos 16 dia-, brigue portuguez Fin into, d>
268 toneladas, capitSo Antonio Ferreira Coclho.
eijuipagein 10, e-a lastro, a Thomaz de Aquio
Fonceca & C.
Bresbane (na Austria) 61 dias, barca ingleza
Rannymede, do 703 toneladas, capitao Hubert
Hay. e |uipagem 19, carga h e nini generos
Arrib hi para refrescar e reparar avin:^ |ro
venientes de um incendio tjue se dorlarcu -
bordo no dia JO do corrente, as 9 barns da bom
tee extincto no dia 11 ao aeiodtv S 'g ii> pa-
ra Londres.
Navios sahidos no mcittn dia.
Para e portos intermedios vapor brasileiro Cru-
zeiro do Sal, commandante 1 tensnti WadJeng
ton, carga varias generos.
Canal lugre inglez Oct'tvia, capitao M. Brede.
carga assucar.
Cear biate nacional De- s te guie, capitio M.
F. Salles, carga carvao de pelra c outros ge-
neros.
EWTS,
regulado ,a preco
&rKair^--Tera **** delstrSs.
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritimos em mercadorias
(retes, dinheiro a risco e finalmente de qual
\uer natureza, em vapores, navios vd ela ot
barcacas, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO N. 3i.
Seguro conlra-fogo
THE UVERPOOL d LONDOS & GLOl
INSURANCE MMPAMY
SAUNDERriBROTHERS A C.
ll-:Corpo Santo11
NORTHEftN.
Capital. .... 20,000:00 Jupdo de reserya. 8,000:OOO^Op(
Ag*ntes,
Mills Latham A C.
RUA DA CRUZ N. 38.
Banco dp MinliQ.
Joaquim Jose Goncalves. Beltrao & Filho saccam
r todos os vappres sobre :
itvora.
Pale.
Faro.
Guarda.
Leirla.
Listaa.
Barcellos.
Coirabra.
. ...Adla.
Agaida.
Aveiro.
ija.
fiaves.
Monsao.
Ovar.
Porto.
Tavira.
Regoa.
Vizeo.
Figueira.
Lamego.
0 Illm. Sr. inspector da thetouraria provin-
cial maada fazer pablic-, que em runprimento in
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, de 18
de feverciro ultimo, se ha de arrematar peraale a
junta deaaa Ihesouraria, bo dia 26 do corrente, a
pi-in por menos dzcr, a obra da factura de u;na
bomba para o povoado Ant Moalaa, no lugar da
levada, orcada em 1:903^00) e debaixo das con-
djfSas abaixo copiadas.
As p.-ssoas que se propozerem a esta arremala-
Cao. comparefam ca ^ala das sessoes da mesma
junta, competentemeule habilitaJas no dia acima
indicado ao meio dia.
E para constar, se mmd .u pubiicar I prescuta
pelo Diario de Pernambuc .
Seeretaria da thesourarii provincial de Per-
nambuco, 9 de raairo de l7fc.
Ciausnlas especiaes para a arrematacao daobra
da bomba ou arcada du a:\cnaria uo povoad
dos JLiites.
l.A obra da bomba ou arco do aivenaria d.>
povoado dos Monies Bera feita de c mfonnidade
com o rcspectivo ommnl i, na imp jrtaucia d*
1:903*0.0.
2'-0 arrcmatanto comeeara a u!,.-a nopraz-
de um mez e concluira no de tre> mezes, contalo*
da data do dit i contrato.
3.* 0 pagauienlo sera I fTectuala era dua-
prestigoes igaaes na proporci? do serrifo exe-
catado.
4.aTulo mais qua na > c-tiver L>pecifi;ado na-
presenles clausulas,sera regulado da ci.nformidadt-
com o disposto m regulamento Je 31 de julbo do
187i.
Victor Fourntc, cngenheiro chefe.
Cunformc. -Miguel AIL.n-0 Ferreira.
0 Illm. Sr. inspector da Iliad wraxia provin-
cial maud i fazer publico que em comprimento d-
)rdem do Exm. Sr. presidente d:i pruviucia do '
lo Janeiro correnic, peranto a |onta lesta thesou-
raria se ha de arrematar no d> i 21 d abril pr
ximo vindouro, a obra da ponle denominate W
Sangoe sobre orio Serinhiem. orada ea ii:-*i70*.
pagosera apolices da Jivili provincial a jnro I
7 por cenlo ao par.
As pe>soas qae se prop asran a e cao comparncuB na saia das sessoe* da nio>m
tbesouraria no dia indicado aeiiu, pelo m^io dia.
competentenu':i''' habiiiladas.
E para constar se mandou publicar o preseak
delo Diario de I'ernamt-uco
Seeretaria da tins arana provincial, 20 de Ja-
neiro de 1871.
Victorian j Josi M. I'allnres,
Ollici:il m.iior interina.
Cl.uijuias especiaes para a arr-'inata-.-an da pont<*
nenominada Pao Sanpue sobre m Seri-
nhiem.
I.* A ponte denominada Pao Sangue sera exe-
cutada de conformidade com o orcamento e plan-
ta approvados pelo Exm. Sr. presiJento da pr-
viiiv-ia.no valor de 9:i70.
2.' 0 arrematante da:a priniipio a obra no pra
to de um mez e a coiulaira no la 12 mazes.
3.* O pagamento sera pll>ctuad> em 3 presta-
coos iguaes a proporrao da tabella executada.
4." Para tod > 3 mats qua nao se aohar espacifl
cado sera regulado pelo que dispoeorcguUmcn!-.
de 31 de julho de 1S66. -0 engenheiro chela, Jo-
se Tiburcio Pereira de MafaHiies.
Victorian > Jn.-e M. Pal hares.
"Edital n. 138
Pela inspectoria da aifandi-ga de PernarabuC'i
se faz publico, que achando-se as mercadorias cjl-
tidas nos volom-s abaixo mindonados no caso d<*
serem arrematadas para cousumo, nos lermos fo
cap. 6' do tit. 3 do regulamento de 10 de setera-
bro de 1860, os seus donos on c nsit;natariot de
verao despacha-'as no prazo do 10 dias, sob pen*
de, findo elle, serem veadidas por sua conta,
que Ihes fique competindo allegar contra os c
tos desia venda.
Trapiche Coneeicio.
Maroa J C M SO caixas com velas sleannas.
vindas de Hamburgo no brigue inglez cArg>9,
descarregadas em 23 do jalho de 1873, con i?n>
das a J. Jos6 de Carvalho Moracs.
Idem S S & C 10 ditas com alhos, vindas d-
Liverpool no vapvr .nglez t Arbitrator,* descar
regadas em 21 de agosto de 1873, consignadas I
Soares da Silva & C.
Idem A P F 2 ditas com maraes e eastanha.-.
vindas oe Lisboa uo vapor portuguez Almeida
Garrett, descarregadas em 9 de feverciro d'
corrente anno, consignadas a Antonio de Paiva
Ferreira.
Idem SB 12 barris comjeastanbas idem i.em.
a Antonio V. da Silva Barro a.
Idem 1 dito com presnntos idem idem idea.
Alfandrga de i'ernambuco, 21 de marco
do 1874.
0 inspector
Fabio A. de Carvalho Heis.
Edital a. 140.
Pela inspectoria da alfandega de Pernambuc
se (di publico que achanda-se as mercadorias
contidas nos volumes abaixo moncionados no cas<<
de serem arrematadas para consumo, nos lermos
do cap, 6." do tit 3* do regulameato de 19 de se-
terabro de 1860, os seus donos ou consignatario-
deverao de-pacha-las no prazo de 10 dias, sob
pena de, undo elle, serem vendilas por sua conta,
sem que lhes fiqae campetinda allegar contra os
effeita* desla venda:
Trapiche Couceicao.
Marca B S, 200 saccos com feijio. viodos da
Porto no brigue portuguez Triumpko, entrado an
10 de Janeiro proximo passado.
Idem Z, 40 ditos ditos, idem idem.
Idem, It, 150 dilos dito idem idem.
Idem L, 300 ditos dito idem de Lisboa no pat;
cho portuguez Graciosa, entrado em S do corwotd
mez. _
Idem P. S, 100 ditos dito idem dc Porto no pa-
tacho portuguez (Kindt, entrada em l de Janei-
ro proximo passado.
Alfandega de Pernambuco, 23 de marco do
1874
0 inspector,
________________Fabio A. de C Beta.
Edital n. U9.
Pela inspectoria da alfanlega m fax
que as 11 horas da manha do dia 26 do
se ha de arrematar, livre do diroikM do .
e sujeita ao impeato da capaUzia :
Uma caixa, marca L F, m. 717, vinda no lavra
no navio franeez Mintrrt, onlrado oca tt on fono-
reiro proximo passado, coHeado IS rerohroTi d




Diario de Pemambuoo Terca fcara 24 de Marco de 1674.
*' tiros oito kilos de capsrias on cargas ira
os mesmos, avariados. no valor de 924066, e
abandoaados aos mesmos direitos por^Lekiaann
Preros.
Alfaadega de Pernamfcuco, S3 de mw?i de
1874.
0 inspector,
Fttto A. de C. Reis.
DECURACOIS.
Nanta Cm* da lItsericoriim U
Recife.
A junta admiuistratiza da Santa Casa 4a Mise
ricordia do Itecife, precisando fazer os concertos
de que necessila o predio que possue pairimo-
nio dos orphaoa, a ma da Crux, bojo do Bom Je-
ms n. 12, contrata com quern se propoaua a rea
lisar diios concertos, mediante certa reoda e al
funs annos de peace para deifrucUr; devendo
os que disso se quiserem encarregar, apreteDtar
suas propostas era cartas fechadas, devidamente
r'eUadas, acompanhadas do respective orcamento
nesta secretaria ate o dia 19 de fevereiro vin-
douro.
Secreuria da Sanu Casa da Miserieordia do
Recife, 17 de Janeiro de 1874.
0 escrivao,
_______________Pedro Rodrigues de Souza.
SANTA CASA DA MISERICORD1A DO
RECIFE.
Yenda de predios
A Jllma. junta adminisirativa desta Santa Casa,
dvidamente autorisada pela presideacia, na sala
de suas sessoes, peias 3 boras da tarde do dia 26
do corrente, venle ou permuta por apolices da
divida pubhea os seguintes predios, perlencentes
ao legado de Joaquim da Silva Lopes, de que e
adminislradora : Forte do Ma'tos, metade do so-
brado de 3 andares n. 17, por 5:500J ; becco do
Abreu, 3* parte do sobrado n. 1. por 2:666j666
rna da Guia, sobrado de dons andares n. 69, por
6:000* ; raa de S. Jor*e, casa terrea n. 92, por
1:4004, sobrado de uiu andar n. 30, por 2:000*,
dito meia-agua por 500*: rua dos Guararapes.
casa terrea n. 65, por iMOOf ; rua dos Acougui
nhos, cosa terrea n. 26, por 600* ; Largo da Cam-
pina, dita o. 3, por 400* ; rua da Soledade, dita
n. 72, por 700* ; becco do Teixeira, dita n. 5,
por 250* ; largo das Cinco Pontas, terreno, por
1:000*000.
Secretaria da Santa Casa da Miserieordia do
Racife, 14 dc fevereiro de 1874.
0 escrivao
^^^^^ Pedro Rodrigues de Souza.
SANTA CASA DA MISERICOKMA DO
RE IKE.
A ;unta adroinastrativa da Santa Caa 4a Mise-
rieordia do Recife precisa contratar para o asylo
' de nendicidade o fornecimento de 100 colchoes e
tOO t-rsvesseiro-s conforme o modelo que .e acha
oes.ta secretaria. Reecbe para isso propostas de-
vidamente selladas. na sala das suas se-i5es, pelas
3 lioras da tarde do dia 26 do corrente.
Secretary da Santa Csa (in Miserieordia
do Recife, 20 de marr;o de 187 i.
0 escrivio
Pedro Rodrigues de Souza.
Armazens da companhia per
nambucana.
Meguros contra o logo
A companbia pernambucana, dispondo de ex-
cellentes e vastos armazens em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantindo a maior con-
servacao das mercadorias depositadas, servico
prompto, prepos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accordo, ex-
closivamente os generos de uma so pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodos,
sao inteiramente novos e asphaltados, isentos de
cupim, ratos, etc., etc.
As pessoas gue quizerem utilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escrigtorio da com-
panbia pernambucana, que acharao com quern
iratar._____________________
Protectora das Familias.
VKNiu-iaciio brasiletra de scguro
min ii.> soiu < a vlda, ecrlda pelo
banro rural by potliocario do Rio
de Janeiro.
A todas as pessoas que desejarem filiar se o es-
ta associacao se darao os esclarecimentos precisos
e se formularao os contratos, dando-se tambem
ordens ou saques pagaveis ao thesoureiro do
inesmo banco pelas importancias que para ahi
bouverem de ser remettidas pelos Srs. eontribuin-
tes que se quizerem poupar a este incommodo,
na rua de Vigario Thenono n. 7.
Pereira Vianna & C.
^___________________Agentes. ______
.Santa Casa da Miserieordia do
Recife.
Em vista da ordem da Illma junta administra
tiva sao convidados os parentes das menores infra
mencionadas a virem retira-las do collegio das
orphas. por ja terem atiingido a idade marcada
no respectivo regulamonto, e acharem-se com suas
educajoes terminadas. Aquellas que nao forcm
retiradas dentro do prazo de 30 dias, contados da
data do presente, serao entregues, de accerdo
com o 3* do art. 48 do mesmo regulamento, a
familias honesta para ahi se empregsrem no ser-
vico domestico.
Senhorinha dos Santos, filha de Jose Joaquirn
dos Santos e Antonia Maria.
Leopoldion Maria da Paixai, filha de Clara de-
Jesus.
Maria Eliza Alves, filha de Joanna de tal
Valeriana dos Santos, filha de Joaquim dos San-
tos e Maria Margarida.
Alexandria Bezerra Cavalcanle, filha de rose'
Bezerra Cavalcante e Rosa Bezerra de Menezes.
Idalina Lacerda, filha de Pedro Alexandre de
Lacerda e Anna Francisca Paes Barreto.
Josepha Lima, filha de Joaquim Lima de Oli-
veira e Joanna Maria.
Candida, filha de Vital das Chagas Coelho e Car-
ota de Lacerda.
Rosa, filha de Antonia Joanna de Barros.
Dionizia, filha de Vital das Chagas Coelho e Car
lota de Lacerda.
Antonia, filha de Manoel Felix Barbosa e Mar-
colina Guimaraes.
Adelaide Francisca da Silva, filha de Francisca
de Assis.
Alexandrina Maria, filha de Felippe Martin'io do
O' e Maria Joaquina do Espirilo Santo
Rosa, filha de Antonia Joanna de Barros.
Secretaria da Santa Casa da Miserieordia do
Recife, 13 de marco de 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
tambem contrata aesse inesmo dia, a vista
igaalmente de .propostas, o fornecimento ao arte<
nal de marinba, nn menclonado trimestre, de car
vie cok e diloAe ferreiro.
Sala das sessSes do conselho de OBJpr-
de m rtaha de Permmbuco, 20 de oiarjo
e 1874.
0 secretarr
Alexandre Rodrigues doe Adjoa.
Minervina, filha de Jose de Azevede e Antonia
Querubina de Azevedo.
DeclaragSo n. 1.
Pela contadoria da camara municipal desta el-
dade, sao obamados a virem pngar a bocca do
cofre, do f de marco vindouro, todas aquellas pes-
soas que se acham snjeitas ao pagamento dos im-
postos creados pela lei provincial n. 1126 de 18 de
junho de 1873, relativatnente ao exercieio corren-
te de 1873 a 1874, cujos sau os seguintes : foros
e laudemios de terrenos municipaes ; 2*500 sobre
estabelecimentos que vender espiritos; 3* por
cada licenpa que tirarem as boceteiras para ven
derem dentro do municipio, e de 30* pelos mas-
eates ; 6* por eada carroca cu vehiculo empre-
gado nos servieos da cidade, villas e povoafdes ;
100 rs. por palrao de terreno dentro da cidade do
Recife e seus soburbios, que nao esteja edificado
ou cultivado, embora se conserve murado ; 20*
por cada casa de sobrado na cidade do Recife, que
cooservar varanda ou sacada de madeira ; 10*
por cada casa de sobrado, cujo exterior se conser-
var estragado, e B*C00 por cada casa terrea em
i.juaes cirenmstancias ; 10* por cada casa de so-
brado nas ruas que ja foram calcadas, que nao
tiverem os passcios a ella correspondentes, feitos
no mesmo nivelamento e alinhamento dos que ja
tiverem sido executados de conformidade com as
posturas municipaes, e 5* por cada casa terrea
nas mesmas condicoes ; 1 ** por cada casa de so-
brado, cujos quintaes deitem para outras ruas e
nao estejam murados ate o respaldo do pavimento
terreo em forma exterior de edidcio, e 5*000 por
cada casa terrea em identicas circumstancias ;
60 rs. per palmo de terreno nos povoados da Mag-
daleoa, Capunga, Chacon, Casa Forte, Poco da Pa-
nella, Caldeireiro, Monteiro e Apipucos, que noa
estiver murado ou cercado; 40 rs. por palmo de
terreno em toda a extencao da cidade do Recife a
Apipucos, que nao estiver murado, exceptuando-
se os terrenos que tiverem cercas nativas em bom
estado de conservacSo; 20* por ca la baixa de
capim dentro da cidade do hecife ; 10* por cada
machina a vapor, montada na cidade do Recife
para qualquer mister ; e fiaalmente o imposto de
45 por cada ca?a de negocio nas cidades, villas,
soburbios e povoacSes, devendo, por6m, os contri-
buintes, quando tiverem de pagar este imposto, a
apresentar na contadoria o conhecimento do im-
posto geral sobre industria e profissao, allm de
provar ter assim satisfeito o referido imposto
geral.
Declarafdo n. 2.
A mesma contadoria da camara municipal desta
cidade scientifica a todos os donos de diversos es-
tabelecimentos de porta aberta, a virem pagar os
impostos atrasados que se acham a dever, dos
exercicios passados, bem como os demais impos-
tos acima especificados.
Contadoria da camara municipal do Recife, 27
de fevereiro de 1874.
0 contador
Hypolilo C. de Vasconcellos A. Maranhao
ArremalaCnO
Sexta-feira (27 do corrente) ao meio dia, tera
lugar na sala das audiencias. perante o br. Dr.
juiz de direito da 1" vara civel, finda a sua an-
diencia, a arrematagao p->r venda da casa terrea
sita a rua de S. Gon^alo n. 19, com uma porta e
uma janella de frente, e tendo quintal murado,
em chaos proprios, avaliada em 2:000*000 ; cuja
casa vai a praca por execucao de Jos6 da Costa
Ferreira contra H lena Rosa Ramos. 0 escripto
acha-se em poder do porteiro do juizo.
A enrareca esta neete caao, Mttuto na fade
deixar de manifestar o seu grand* cootentaaento.
dando ao rospeiuvdl publico a agcadarei aoucia
da resolujio do 9r, tenente Theopbito Khes da
Silva.
theTtro
Santo Antonio
EMPREZA VICENTE.
Quinta-feira 26 de marcjo.
Recita extraordinaria.
Beneftcio da actrii
Jniw Janunrin de OUvelra.
A pedido, a linda opereia em 3 actos, original
brasileiro e mu^ica do ma-stro
COLAS :
A torre em coQcurso.
Terminara o espectaculo com o lindo dueto :
0 estadanle e a lavadeira.
Principiara as 8 1|2 horas
A_ beneficlada, conservando ainda a grata recor-
dagao deste faospitaieiro publico, ousa ainda espe-
rar a proteccao que sempre Ihe prodigalisoo.
Em um dos intervallos a beneficiada ira agra-
decer aos camarotes.
"
4VIS0S MARITIMOS.
2
classe 3' classe
15 10
20 13
pagarao roeia pas
"
SANTA GASA DA MISER1CORLIA DO
RECIFE.
A Ulma. junta administrativa da santa casa d<>
Miserieordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas sessSes, no dia 19 de marco pe-
las 3 horas da tarde, tern, de ser arrematadas a
quern mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMEN'TO DE CAR1DADE.
Travessa de S. Jose.
Casaterrean.il.......201*000
Rua de Santa Rita.
Idem n. 32........250*030
Padre Floriano.
Idem n. 49........207*000
Rua da Alegria.
Idem n. 31........371*000
Ponte Velha.
Idem n. 31.........156*000
Rua de Antonio Henriques.
Idem n. 26........99*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209*000
Becco das Boias.
Sobrado n. 18........421*000
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 (fechado).....1:000*090
Rua do Pilar.
Casa terrea n. 100......241*000
Rna do Amerim.
Idem n. 34........122*001)
Rua da Guia.
Idem n. 29........201*000
Rua das Larangeiras.
Casa terrea n. 17.......361*000
Os pretendentes deverao apresentar no aeto da
arrematacao as suas fiancas, ou comparecererc
acompannados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia en
que for seguro o predio que contiver estabcleci
mento commercial, assim como o servic,o da lim
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da sanu casa da miserieordia do Re
cife, 17 de mar^o o de 1874.
0 escrivio
___________Pedro Rodrigues de Souza,
CFHSELHO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MARINHA.
O couselho manda fazer publico que no dia 26
do corrente mez, a vista de propostas recebidas
ate as 11 boras da manna, contrata por nova pra-
ca ordenada pelo Exra, Sr presidente da provio-
cia,n fornecimento de carne verde aos navios da
armada e eetabelecimectos de marinba, no trimes-
tre de abnl a junho proximo vindouro.
Secretaria do gymnasia provincial d.? per
nambuct>, 23 de marco de 1874.- Por esta secreta-
ria se declara aos pais, tutores e correspondentes
dos alumnos deste inslitnto, que desta data prin
cipia a correr o prazo dc oito dias, dentro do qual
devem os inosmos entrar com a paga do segundo
trimestre do corrente anno.
0 secretario
________Celso Tertuliano Fernandes Quintella.
ADMINISTRAl^O DO^ CORREIOS DE PERNAM-
BUCO, 2i DE MAR^O DE 1874.
Malas pelo vapor S. Salvador da companhia
bahiana.
A correspondencia que tem de ser expedida
hoje (2i) pelo vapor acima mencionado para Ma-
cei6, Penedo, Aracaju e Bahia, sera recebida pela
maneira seguinte :
Macos de jornaes, impre;sos de qualquer natu-
peza e cartas a registrar, ate 2 horas da tarde,
cartas ordinarias ate 3 boras, e estas ate 3 1|2,
pagando porte duplo.
0 administrador
Affonso do Rego Barros.
Pacific Steam Navigation Companj
ROYAL MAIL STEAMERS.
Sao esperados do sul os vi pores abaixo men
cionados :
Marco tlPotosi.
Abril 10lllimani.
Abril 24-Britannia.
Maio 8 John Elder.
Main ii-Galiria.
Tabella das passasena de Pernaa-
baco.
Para a Europa 1* classe
A Lishua 27
A Liverpool 30
Os menores de doze annos
sagem, os de oito uma quarta parte, e uma crlan-
;a menor de tres annos indo com sua familia
gratis.
Criadaspagarao duas tercas paries das pas
sagens do primeira classe ; e serao alojadas no
salao das senhoras.
Criadospagarao passagem de segunda classe.
Os camarotes nao devem ser considerados en-
gajados, emquanto a passagem nao liver sido
paga.
Os passageiros-qne nao seguirem depois de
terem tornado suas passagens, perderao metade
da importaneia dellas.
Bilr.etes de ida e volta (nao transferiveis) se-
rao concedidos a passageiros de primeira classe e
a seus criados que os a-ompanharem,-e a pas-
sageiros de segunda classe, com uma reduc^ao
de vinte e cinco por cento sobre a importaneia
das passagens ; -os quaes valerao pelo espaco de
doze mezes calendarios. Nenhuma concessao ser-
feita, se dentro do tempo especificado, nao se fi-
zer uso delles.
Bagagem.Sao concedidos vinte pes cubicos a
cada passageiro adulto ; todo o excesso pagara
frete.
N. B.Nao sahirao antes das tres horas da
tarde.
AGENTES
Wilson Rowe A C.
14RCA DO COMMERCIO -14
Santo Antonio
Quarta-feira 25 de mar^o.
Espectaculo em grande galla, por ser o anni-
versario do jnramento da constituicao
do imperio.
A' chegada do Exm. Sr. presidente da provin
cia, sera cantado por toda a companhia, o hymno
nacional, perante a effigie de S. M. o Tmperador.
pedido, ultima representacao do drama em
4 actos d^ grande effeito :
UM NAUFRAGIO
MAS
Coslas da Bre(an.ia.
Os bilhetes estao a venda desde ja.
THEATRI
iMPBEZd LIMA PENANTE
Quarta-feira 25 de margo.
A'* 5 i|fc hora da tarde.
D. Cesar de Bazan.
Terminara o espectaculo com o interessante vau-
deville :
Soiree de Carnaval.
Representado peias meninas Riosas, que obze-
quiosamente se offereceram a empreza para sa-
tisfazer o pedido de diversos caixeiros, frequenta-
dores dos espectaculos da tarde.
Principiara as S 1(2 horas.
A empreza cbeia de satisfacao, tem a bonra de
annnnciar ao respeitave' publico que esta roon-
tando o drama do Dr. Souza Pinto :
Santa Clolilde
com todo o esmero, para a estrea do distincto per-
nambucano o Sr. tenente Theophilo Alves da Silva,
que desempenhara o papel do rei Cloves.
Quando a arte se enriquece com tao distinctos
talentos, com vocacfies tao anspiciosas, e justo o
regozijo daquelles que se interessam pelo deien-
volvimento e progresso da scena dramatica brasi-
lcira.
PROGRESSO MARITIMQ DO PORTO
Empreza portuense de nuvega-
ciio a vapor entre Portugal r
o Brasil.
0 vapor
ALMEIDA GARRET
Commandnnte Tomasini
Que deve estar aqui procedente de Portugal ate
o dia 3 de abril proximo futuro, depois de indis-
Bensavel demora dentro do porto, seguira para a
ahia e Rio de Janeiro.
Passagens e fretes de cargas, encommendas e
valores, tratam-se com
OS AGENTES
E. II. Kuhello it C.
48 ftua do Commercio 48
N. B. As pessoas que quizerem ir para
Portugal na volta do vapor, que deverd ser
pelo meiado do mesmo mez de abril, podem
desde ja tomar as suss passagens para preve
nirem que os lugares sejam occupados nos
portos do sul.
& ji <*.?.= T^ct-jv r; -*
mmm wsm.
Conipanhia Franceza de Navega
ca-'t a vapor
Linha menscd entre o
Havre, Lisboa, Pernainbnco, Rio dc
Janeiro, (Santos, soniente na vol
ta ) Montevideo, BuenosA j res,
(com baldeacao para oRosarlo)
0 VAPOR
Y1LLE DE RIO DE JANEIRO
Conanaandante A. Fleurv
E' esperado ate o dia 29 do corrente, seguindo
depois da demora do costume para Santos com es-
cala pela Rahia e Rio de Janeiro, deixando esta
viagem da ir aos portos do Rio da Praia p3r cau-
sa das quarentenas.
Relativatnente a fretes, encommendas, passage!
ros, para os quaes tem exceUentes accommodacde.'
por precos reduzidos : trata-se com
OS CONS1GNATAR10S
AUGOSTO F. D'OLIVEIRA C.
i2Rua do CommercioEntrada pela ru
do Torres.
Pacific Steam Navigation Compiin
ROYAL MAIL STEAMER
. < ommandante Hollanav
SORATA
sspera-se da Europa ate o dia 31 do corrente, e de
pois da demora do costume, seguira para Bahia,
Rio de Janeiro, Montevideo, Valparaiso, Islay, Ari-
ca, e Callao, para onde .recebers passageiros, en-
commendas i dinheiro a frete.
N. B.Nio sahiri antes das tres horas da tar-
de do dia da sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
URUA DO COMMERCIO14
?*> 9
COMPANHIA BRASILEIR t
DE
NAVEGACAOAVAPOR
Portos de sal.
0 vapor
Commandnnte ocapltan tenente
Antonio i,. Teixeira.
E' esperadc Jos portos do norte ate o dia 27 do
corrente e seguira para os do rul depois da demora
do costume.
Para carga, encommendas, valores, passageiros
i mais Hjfonnajoes, dirijam-se no cseriptorio da
agenda
7-RUA DO VIGARIO-?
Pereira Vianna & C.
A gentes.
Porto por Lisboa.
Sohe impreterivelmente nestes IS dias o brigne
portuguez Florinda : quern no mesmo quizer car
regai ou ir de passagem, trate com os consigns-
Urios Thoma* de Aquino Fonceca 4 C. succes-
sores, ma do Vigario n. 19, on com o capitao.
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segue com poucos dias
de demora a barca portugueza Feliz Uniao por
ter a maior parte de seu carregamento engajado,
s para o resto que Ihe falta, trata-se com os con-
eignatarios Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Fi-
sho, a rua do Lommercio n. 8.
Leilao
DE
fazendas avariadas
HOJE
as 10 horas
0 agente Pinto levara a leilao, por conta e ris-
ce de quem pertencer, differentes brins pardos,
parte de volumes avariados a bordo do vapor Hen
iy IV, assim como vendera na mesma occasiao
outras fazendas, como sejam : ali.-nd.to azul, baeta
e grosdenaples preto, existentes em seu cseripto-
rio, rua do Bom Jesus n. 43
Em continuaqao
vendera generos d>! p-tiva.
leilao das mereadoriai txisteatM no anama de
J. A. Moreira Dias, que devia ter lat>r hnje, ptr
intervencao do agente Dias. ________
LEILIO
LEILAO
DA
armacio, generos e utensilios da taverna da rua
da Penha n. 6
HOJE
0 agente Martins fara leilao, da taverna acima,
constando d'arma^ao, generos e utensilios, a qual
se acha muito bem afreguezada, e garante-se a
continuacao na casa ao comprador d armacao.
A's 11 boras do dia acima.
Leilao
PANY
ROYAL MAIL STEAMER
POTOSI
(ommandante Shannon.
espera-se dos portos do sul ate o dia 29 do cor-
rente, e depois da demora do costume, seguira
para S. Vicente, Lisboa e Liverpool, para onde
reeebera passageiros, encommendas e carga a
frete.
Nao sahira antes de meio dia.
OS AGENTES
Wilson Rowe a C
liRUA DO COMMERCIO14
Companhia Allianga Mari-
tima Portuense.
A galera portugueza Saudade, seguira em pou-
cos dias para o Porto, com escala por Lisboa.
Ja tem contratada grande parte da carga; e
para o resto, trata-se com os consignatarios c
agentes da companhia,
Jose da Silva Loyo & Filhe,
em seu escriptono a rua da Companhia Pernam-
bucana.
Para o Par
recebe carga e brigue portuguez Relampago, e
pretende seguir com toda a brevidade por ter
grande parte da mesma engajada : quem no mes-
mo quizer carregar, trate com s?us consignata-
rios T, de Aquino Fonceca A C, successores, a
rua do Vigario n 19
Para Lisboa
0 patacho portuguez Gracwsa, vai sahir com
brevidade por ter a maior parte da carga promp-
ta, e para o resto trata-se com os consignatarios
Silva Guimaraes & C, praca Jo Corpo Santo no
mero 6.
PARA'
DE
66 chapeos de palha enfeitados para senhoras
2 4 do corrente
Por intervencao do agente Pinto
NA RUA DO BOM JESUS N. 43
armacao, generos e pertencas da taverna da rua
das Carrocas, esquina da rua de S. Joao n.
1 A
QUINTA-FEIRA 26 DO CORRENTE
0 agente Martins fara leilao, da armacao, gene-
ros e mais pertencas da taverna acima, em um ou
mais lotes, a vontade dos compradore*.
Garante-se a casa ao comprador d armacao.
A's It horas.
LEILAO
DE
moveis, loncae
diversos artigos
Quinta-feira 26 do corrente
A's IO I [2 horas.
No primeiro audar do sobrado da rua do Marquez
de Olinda n. 37.
0 agente Dias, competentemente auturisado por
uma familia que muda de residencia para fura da
provincia, levara a leilao no dia e hora acima de
signados os moveis e mais ariigos, como sejam
L'ma mobilia de megno guarnrcida dejacaran
da. composta de 1 sofa, 2 consolos, 1 jardineira,
2 cadeiras de bracos, 12 de guarnicao, 2 guarda-
roupa, 2 marquezas, 1 secretaria de mogno, 1
mesa elastica, com 3 taboas, para jantar, 1 mesa
de costura, 1 dita de columnas, I lavatorio de ja-
caranda, com tampo de pedra, 1 dito de ferro, 1
machina de costuras, 1 e nieia duzia de facas de
cabo de prata, 1 pequena estante para livros, 9
cadeiras de guarnicao, 6 ditas para quarto, 1 ca-
bide, 1 quartinheira, 3 lancas para cama, compo-
teiras, garrafas para vinho, copos, meio appare-
lho de louca para jantar, 1 osteira para forro de
um quarto, e oulros artigos que estarao patentes
ao exame dos concurrentes.
DE
um sitio na Torre, coin r< de Wr*>r osie nw.ra
o Sr. Andre d Al>en J'orto, nrrenn propho
I'm terreno dcvolui.> juutu a., sili'i acima
I'm dito n'Agua Fria. com casa de Bjolo, 4efr.'.
te do sitio dn St. Flavin Cari*.
SABB.VIK) i6 DO CjORRENTF.
pelo agente Martins
arnaazena da raa de Ianae
radwr n. -IH
is 1 f lioras da m.-uilia.
Me
-
Segue com brevidade para o referido porto a
eicuna Georgiana, tendo ja parte de seu carrega
mento engajado : para o resto, trata-se com Tasso
Irmaos & C, a rua do Axorim n. 37.
Real companhia de paquieles n-
glezes a vapor.
0 vapo"
BOYNE
Commandame P. Rekei
espeta-se da Europa ate o dia 27 do corrente, o
Snal depois ua demora do costume, seguira para
uenos-Ayres, tocando nos portos da Bahia, Rio
de Janeiro e Montevideo.
0 vapor
NEVA
Commandnnte II Bax.
espera-se dos portos do sul, no dia 31 do corrente,
o qual depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para fretes, passagens, etc., trata-se na agencia
rua do Commercio n. 40.
AVISO -
Pelos vapores desta companhia da-se bilbetes
de terceira classe para o Havre e Cherbourg, por
via Southampton, pelo dimiDuio preco de treze .
A companbia encarrega-se de transportar os pas-
sageiros sem mais despezas, por vapores que par-
tern diariamente de Southampton (Inglaterra) pa-
ra aquelles portos._____________________
Porto e Lisboa
A gslera portugueza Firmeza vai seguir com
brevidade para es dous portos acima por ter a
maior parte da carga engajada ; para carga e
Stssageiros trata- se com os consignatarios Silva
uimaraes & C, pracA do Corpo Santo n. 6.
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora a barca portugueza Social, por ter a
maior parte de seu carregamento engajado, e para
o resto que Ihe falta trata-se com os consignata-
rios Joaquim Jose Goncalves Beltrao A Pilho,
rua do Commercio P|S
LEILOES.
LEILAO
DE
moveis, louga, miudezas, objectos de ouro
e uma machina que corta 8 arrobas de
fumo por dia
Quinla-feira 26 da correnle
A'RUA DO VIGARIO THEN0RI0 N. II,
ARMAZE.M.
A's 11 horas em ponto.
0 preposto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, dos moveis e
mais objectos abaixo mencionados :
A SABER:
Um rico santuario de jacaranda, 1 mobilia de
dito, nova, com tampos de pedra, t linda coslurci-
reira de mngno, 2 mesas elasticas, novas, sendo
uma de 6 taboas e outra de 3, 2 guarda-ronpa.
sendo um de amarello, usado, e outro de cedro.
novo, I piano de mesa, proprio para quem quizer
aprender, 1 rica coramoda de amarello, obra de
Remigio, uma meia dita de dito, 1 rica mobilia de
jaqueira, 1 bomba nova, e outros muitos objectos
que se torna entadonha menciona-los
QUINTA-FEIRA 26 DO CORRENTE
A's 11 horas
No armazem da rua do Vigario Thenorio
n. li.
DE.
30barri? com chouricas novas, desembarcadas
ultimamente
QUINTA-FEIRA 26 DO CORRENTE
A'SIl HORAS DA MANH>
0 preposto do agente Pestana, fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, de 30 barris
com chouricas novas, desembarcadas ultimamente
QUINTA-FEIRA 26 DO CORRENTE
A'S 11 HORAS DA MANHA.
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
ia ndega.
leilao
DE
60 potes com manteiga ingleza.
20 latas com dita sem sal.
30 catxas com garrafas de cognac.
12 ditas com velas stearinas para carro.
5 barris com vinho Xerez.
10 caixas com garrafas de vermouth.
450 garrafas com Bordeaux (ordinario).
Hoje
aa tl boras
Por intervencao de agente Pinto, em seu es-
criptorio a rua do Bom Jesus n. 43,
DE
moveis, louqas e crystaes
A saber:
Um piano forte, I mobilia de mogo com tampos
de pedra, 1 espelho oval, 2 ditos dourados para
consolos, 1 candieiro a gaz, 2 serpentinas de crys-
tal, 4 casticaes e mangas, 6 jarros para flores, bo-
las e enfeites de mesa, tapetes, escarradeiras, pan-
nos de crochet e 1 mobilia (anuga) de jacaranda.1
Uma cama franceza de jacaranda, t tapete, 1
lavatorio, 1 mesa de cama, 1 cortinado e|colxa
para cama, 1 guardavestido, 1 coramoda de jaca-
randa e 1 cabide.
Uma mesa elastica, I guarda-louca, 2 aparado-
res, 1 quartinheira, 1 jarra, 1 relogio de parede,
18 cadeiras, 1 sofa, 2 cadeiras de balanc.), 1 ap-
parelho donrado para cha, copos, ealices, compo-
teiras, garrafas, facas e garfos (cabos de marfim),
1 fructeira e candieiros a gaz de suspensao.
Um raarquezao, 1 lavatorio, 1 mesa e outros
objectos de casa de familia.
Sexta-feira 27 da corrente
No sobrado de um andar e sotao da rua dos
Ossos n. 25.
0 tenente-coronet Fria? Villar tendo de retirar-
se para e sul, fara leilao por intervencao do agen-
te Pinto, dos moveis e mais objectos existenles em
casa de sua residencia, a rua dos Ossos n. 26,
onde se effecluara o leilao, no dia sexta-feira
do corrente.
_____________Principiara as 10 1|2 boras.
Grande
LEILAO
DE
importantes moveis, linlos, quadros com pinlur.
jarros, figuras, loucas, cr.staes, vidros, joias de
ouro e brilbantes, joias de praia, apparelbo de
prata para cha, dito electro-plate, 1 borro e 1
carro americano com J assentoa
Ter^a-feira 31 do corrente
A's I I horas Ha nuirthft
!%a Pnsngeaa da Maf;laleBa
A SABER:
l.a sala de visita.
Uma rica mobilia de jacaranda, contendo 12 ca-
deiras de guarnicao, 6 ditas de bracos, 3 softs, 3
consolos, com tampos de pedra, 1 conversadeira e
jarros, 6 espelhos ovaes, 1 rico piano com pes d
vidro, oo labricante C Heehteon. 1 cadeira para
piano, 2 jarros com flores, d- pes dmirados. 2 di-
tos de amarello, 2 pares de calungas brancos, 2
espelhos para cima demesa, I par de calungas t
cores, 3 descancos para papel, 3 lapetes, 3 dito*
para sofa, 1 lustre com 16 bicos a gas, 6 cortmad .
para janelias, 6 sanefas dourada>, 4 reposteiro*
1 rico tapete para sala.
2.' sala de visita
l'ma rica mobilia de jaqueira, rompleta, r -1
tampos de pedra, I cadeiras de bracos, de vin>*.
6 ditas de gnarnicio. de vim*, 1 sofa de jacaran-
da, 6 cadeiras de junco, de abrir e f-char, I p--
Iho oval, I par de calungas, 4 pares de jarros, I
lustre, com 8 bicos, 2 arandcllas dc crystal, 6 (ti-
res de cortinaos para janelias, 6 sanefas de ja-a-
randa e argolas, 1 tapete e diversos capachos.
Joias.
Um a one! de rubins, 1 vjlta de perolas e cruz
de rubins, 1 abotoadura com rubins, 3 botoes para
camisas, I annel de mo^aico e I rico ader'- a
com 60 brilhantes.
Quarto toilette
Uma rica toillette, com tampo de pedra, espelL j
dourado dacaranda), 1 rico porta-cartao, con es-
pelho, arandellas e jarros para flores, 1 par de
caiungas de pedra, diversos jarros, I rico guard*
vcslidos do jacaranda, 6 radeiras c.-tufadas, d:
sbaiio, 2 ricas pcltronas de jacaranda, estufadas
i ditas ditas de cama, i lavatorio de jacaranda
com tampo de pedra e pertencas, 1 lustre a ga:,
arandella e 1 tapete de fotrar quarto.
1. quarto de dormir.
Uma rica cama de jacaranda, cupola eeoruna-
dos, 12 cadeiras estufadase dmradas, 2 ditas di-
t.rs de bracos, 1 estante de jacaranda com tampos
de p;1ra, 1 Consolj cm timpo de pedra, I rico
relogio de pedra, I tapete fara forrar qnarto, 1
guarda papel, 4 jarros, 4 ricos quadros hkloricos,
1 lustre com 3 bicos, 1 rica commoda de ux-goo,
com tampo de pedra
2.* quarto.
I'm rico guarda-roupa de jacaranda, 1 lavato-
rio de jacaranda, com tampos At pedra e perten-
cas, 1 espelho grande, 4 poltronas estufadas d-
marroquim, 1 divan estufado de marroqnian, 2 ea-
deira? estufadas de marroquim, 1 tapete, i In?
tre, arandellas, pares decortinados e snas sane-
fas, 2 mesinbas d jacaranda para jogo, 1 cama d--
amarello.
3. quarto.
I'm guarda roopa de amarello, I cadeira de ja-
caranda, estufada. que serve para dormir, 1 ta-
pete, 1 bidet, 2 Oancas de jacar.inda, com lamp
de pedra.
Sala de jantar.
Uma importante mesa elastica, com 6 tab. a-. I
apparadores de mogno, tampo de pedra, 2 dito*
pretos, 1 rico guarda louc.a, I qoartinheira, 18
cadeiras dc junco, 1 lustre com 4 bicos a gaz, 2
arandellas, I tapete para forrar sala, diversos ca-
pachos, 1 escala, ap;>arellho para jantar, dito pa-
ra almoco, 1 dito de prata para cha, 1 assoraret-
ro, 1 cafet^iro, 1 chileiro, I salva, 2 casticaes,
bandejas, 1 rico fiqueiro d- prata di Porto, 1 r--
logio de parede e 1 moeliiaa e.-^ecial para caf-
Quarto ile rapazns.
l'ma mobilia de mogno. com tampo d* pair.
diversas camas e marquezSes.
("ozinha.
I'm rico fogJo inglez (novo) treni.
Mirante.
Uma mesa para janur e 9 cadeira-.
Jarilim.
24 figuras de pedra, 6 cadeiras de (erro, I
ro americano con 2 assentos e I diio velho.
Os agentes Pinbo Uorges e prcpo*i do agon.?
Pestana, bastantes autorisados pelo Mm Sr. com
mendador Candido Alberto S.)dr^ d M tta, q j-
muda de residencia, levarao a leila"> no dia acima
designado, os moveis e mais artigos que sao de
gosto e sc acham em perfeito estado ou quasi bo-
vos.
Garante-se o traspasse da casa com todas a-
bemfeitorias a jualquer prefndente nue desejar
uma casa bem asseada fura da cidale e eondn-
cao facil por me^o de bonds.
Havera no dia do leilao 2 bonds especiaas, le-
vando um signal encarnado, para conduzir gral
os concurrentes aol-illo; o primeiro ponto de
partida sera do largo do arsenai de marinba, a
10 l|2 horas da manna.
a
jISOSDVCBSOS
Apolices.
v.-n lem-se quatro apolices da divida pro-
vincial ; quem pretender comprar annum i>:
27
Leilao
Pica transferido para qnando for annnnciado o
Casa de penhores
0 leilao annunciado para o dia 20 do currents,
lica transferido para quando for annunciado, com
os respectivos nnmeros das eaatelas venci las. As
pessoas que esti>erem devendo premios, queiram
ter a bondade de vir resgatar suas eaatelas, on
pagar o premio vencido, para evitarem qne ao*
penhores sejam v.-ndiios em leilio. Travessa it*
Cruzes n 2.__________________________
Deparando com oannuncio inserido nas colum-
nas de avisos diversos de sen joroal de 15 do cor-
rente, coniendo a calumoiosa impnueao de se
haver hnmisiado em minha casa o escravo Gsrau-
do, do engenho Sapucaya de Reberibe, cabe-ne
lazer pelo presente o competeote prolesto contra o
caluraniador. A caluronia por si mesmo se de*-
troe.
Com effeito se o dito do escravo a qmrn se refe-
re o calumniador fosse verdadeiro de ter es o
comprado, e estivesse de intclligeneia coaifo,
como falsamente procura fazer crer o maledicowe,
nao se evadiria temendo ser capturado. Quoria
conhecer a quem respondo; uma vet, porda, ne
o calumniador nio se a4iguou, sappoobo qo isto
nao partio senao de algnm descarado, baixo, co-
barde, fusco, on quasi negro e vil calumniador 4a
Sapucaya,
Beberibe, 16 de marco de 1874.
Frederico Chaves Junior.
Aluga-se um sitio na travem da Tamarisei-
ra, Cruz de Almas, com boos P&UBodoa, coctnte
fora, mais 4 quartos, seerofa, muitos arvoroioa
fructiferos e muito capim, 2 caimnai com m
competentes bombas, unqnes e bannaro.
Aluga-se tambem outra cau, na rua da. Tama-
rineira n. 5, com 2 salas, S gabinetes, 3 qaartos,,
cacimba, Unqae e secreta, Mo novo, gradeaaai-
to e portio de ferro, terraoo na freatu, casa
terra;o no fundo, com cozinha fora ; ambaa aai-
t > perto das estaeSes da TamariMira Ja |
tambem se vendem : a tratar com J.
bonre, no sen sltio W Cauz de Armas.



\



*"
i***


3:ario de Pernambuco Terca feira 24 de Marqo de 1871
>
PDNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRDM N. 52
(Passaudo o chafariz)
PEDEM AOS tenhoret de fugenho e onlroa tKncuhorea, empre.'>jN de n?
t;ai8ajo o favor de uma vis;u a eu estabeleciineaiu, pan vereio o ln* tortiiueou
iompleti qoe ahi tem; se .do todo toperior em qoalidade e (oriidio; o que cum a in;
aecio peat 1 pode-ae verificar.
ESPECIAL ATTRNCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
w apuros O rUUaB Cl Ugaa machos convententes para as diverts*
urcamttaDCiat dot tecboret proprietario* e para deacarocar algodao.
Moandas de canna de-,od08 oil3mjnhos> ^meiaorei qoe aqai
Rodas dentadas *** **"**
Taizas le ferro fandido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques
achinismos
Bombas
pan mandioca e algodio,J
e para terrar madeira.
Podendo todot
'ser movidos a mao
por agaa, vapor,
de patente, garaatidat........ |oo animaes.
Todas as maohinas e m"de qae M C0M0DMpreci9,r
Fas qualquer concerto de m,chifliMD0'a Pre*> mi re8Wnid0-
FormaS dfi fflrrO lem M melhorei e m,ii Dir,Us wuitentea no mer-
KnfifiltlTTlfiTl^ftR Incombe-te de mandar vir qoaiquer machiDismo i von-
auuuuiiUDU ittBi U(je jJq, clienles, lembrando-lhea a vantagem de faierem
fOM comprie por intermedia de petsoa entandida, e qae em qaalqaer necestidtde p6de
tat prestar aoxilio.
Aredos americanos e inlr0IDeDU> *rico1"-
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
*' roa do Barao do Triumpho (roa doBrnm) ns. 100 a .04
CARDOSO & IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra complete sortimento de ferragens e ma chinas pare en
fenhos, asmais modernas e melhor obra quetem vmdo ao mercSdo.
VapOreS de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
UaiQCiraS de sobresalente para vapores.
ixLOCIluaS mieiraS e meias moendas, obra como iunca aqni veio.
TaiXaS (fundklaS e batidas, dos raelhores fabricantes.
lUKlaS (1 aglia COm cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
KodaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos
Bombas
Arados
para vapores.
de ferro, de repucho.
de diversas qualidades.
Formas para assucar grades e p^oenas.
CODCertOS concertam com promptidao qualquer obra ou machine, pare o que teea
sua fabrics bem montada, com grande e bom pessoal.
fiDCOmilreiidaS man^am v'r Pr encommenda da Europe, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
* com um dos melbores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas macbinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (ma do Brum)ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
ODILON DUARTE k 1MA0
CABELLEIREIROS
Premiados na exposicao de 1872
Ml; A
DA
1MPERATRIZ
N. 82
i.' ANDAR.
S-iA***-.

>nonJ\HC!/./
IMA


-f:

dfERiOOM|

xs#^r&
KS^
DA
IMPERATR1Z
N. 82J
I.8 AKDAR.
Acabam de reformar o seu estabeleciraento, collocando-o nas melbores con-
dicjdes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e a"s Eimas. Sras. n'a-
quillo que fdr tendente & arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para bomens como para senboras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mubr-es, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
O estabeleciraento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa.assuas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /o menos que outro qualquer, garantindo
perfeigfio no trabalho, agrado, sinceridade e preco razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
por$8o ea retalho e todos os utensilios pertencentes a" arte de cabelleireiro.
J
I
33
Construe lor e afinador de pianos
Rua do lmperador-
33
Ex-afinador das antigas e afamadas casas Pleyel & Herz, e antigo director das offici-
nal casa Alpbonse Bioodel.
Tem a bonra de declarar ao respeitavel publico desta cidade, que tem aberto sua casa de
concertos e afinacdes de piano*, qualquer qae seja o estado do instrumento.
A mesma casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos melbores fabricantes
de Pahs, como Erard Pleyel, Henri Herz e Alphotue Blondel) todos os pianos sabidos da casa
Dhibaut sao garantidos.
Compra-ae e recebe-se em troca os pianos usados.
Escravo fugido
AusenlOD-se ni dia SO de (evereiro proximo
passado, da casa de seu seahor, abaixo assignado,
o escravo Estevio, com os signaes seguintes : cor
preta, idade de So anoos, alto, espadaudo, e cor-
polento, tendo o pesco?-) curto e grosso, e a ca-
beca um Unto enata. Dito escravo e natural da
proviicia da Parahjrba do None., foi vendido em
1868 na villa do logs, pelo Sr. Pedro Antonio da
Costa ao Sr. alferes Manoel da AwampcAo e San-
tiago, que no momo anno o trouxo para esta pra-
ra do Recife, vendendo-o entao ao abaixo assig-
nado. Presume-se que dito escravo teaha segai
do para sua provincia natal.
Na rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-se
fallar ao Sr. vigario Andre Curcino de Araujo Po-
relra, a negocio de seu interesse.
Escravo fugido.
50#000 de gratifica^ao.
Esta fugido desde o dia SO de dezembro do an-
no passado, o escravo Juaquim, com os signaes
.c seguintes : cdr fula, baixe e grosso, e tem um
Roga-te, poie, as defeito no olbo que parece uma belide, tem mais
autoridades pbliciaes e capitaes de campo a ap- um pequeno defeito no beico, parece ser um ta
prehenaio de dito escravo, gratificando o abaixo' lho e tem pouca birba: roga-se 4s autoridades
assignado a quern o agarrar e apresenta-lo na rua policiaes e aos capitaes de campo que o appreben
Recife, 11 de marcp de 1874.
Francisco Bibeirq Pinto Guimariet.
~ Troea te nma imacem do Senhor Crucifica-
do, ebra muilo perfeita, feita no Porto, e inteira-
menu nova : na rua Duque de CaxUt n, 65 se
Arifoemtem.
jpc ,
dam e leve-o a casa de sen senhor a rua de Santa
RiU Velba n. 85, junto a reSnacao, que reseberao
a gratificacao acima.
Deseja-se fallar aos berdeiros do finado Ig
nacio dos Santos da Fonceca, on a seu correspon-
dente nesu praca : na rua do Nogueira n. 1, ou
tenham a bondage de annunciar sua residency,
4!) Rua do lmperador 49
*Z-f- '.. --- Kt
)/lrtlit)> IKK [lll?
ijii.-iii'lii'
o qual
ftf<-'n>los auUires.
H <\f pi.mos supt-
os
amadores dos
H.i i'i:v-|,. .talii-l'ciiniitn o wlh"r si.rtiirifnto il.
-oin.i sa.i : llctz, Pluvel, Plap, itt. Oilttet-t-* Utliilieiii uum
riores, mandados expressamentH construir para este climn,
bons pianos s6 encontrarao nesU casa.
RKceheni-sc pianos usados em troca.
C.r>i!rertni-se e afinnm-se pianos.
Tambom avisa-se aos Srs.
conceitadores de pianos
que ha sempre o mais complcto sortimento de materiaes para concertar pianos, como
sJo: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
marfim, etc., etc.
49 RCA ilOMPEBAIIOR 49
REDDCfAODE PREC0S
FABRICAS DE CHAPEOS DE SOL
DE
MANUEL & MAESTRALI
Rua do Barao da Victoria n. 23
ESQTJINA dA CAMBOA DO CAR MO
E
Rua Duque de Caxias n. 64.
Os proprietarios destes estabelecimentos participant ao rspeitavel publico, e a seus
freguozos, que teem sempre um cornpleto e variado sortimento de cbap^os de sol de to-
das ns qualidades e tamanhos ; tendo resolvido fazer reduc0o nos precos dos mesmos,
e acbam-se em condiroes de poderein vender mais barato que em outra qualquer parte,
visto receberem todos oe seus artigos em direitura, e achar-se um dos socios na Europe,
percorrendo as principaes fabricas.
Chamam a atten^So dos senhores logistas para visitarem seus estabelecimentos, e &
vita dos precos e boas qualidades dos artigo, nao deixarao de comprar.
Cobrem-se e concertam-se chape'os de sol de todas as qualidades, com promptidao
e a precos modicos.
^^%
^^-O AA V
Allericao.
Precisa se c< m urgm.cia de uma imi leite, que s-ji s dia, e qti!! tinba I*
alxiula iii> li-iic. jwra t unvr i !
1 i '. i. 'i '|i,!i I,i-r" ; : ii ..' .i
li"f !.!!: i ip*-*, :. ";:, ''.V.r Wi
"' "< ; ;!. *'.." --.I'm :
lit a t.-i :!,;..:.
NNAS
4\ Rua do lmperador 41
O novo proprietario deste acreditado e bem montado estabelecimento, com o fim de
conservar os creditos de unico neste genero, tem reformado e melborado completamente
o mesaio em ordem a poder satisfazer qualquer pedido para as provincias do norte e in-
terior desta, garantindo perfeic,ao em todas as prepracdes, aceio e modicidade nos precos,
compativel com este genero dedrogas.
Espera a todo momento uma grande remessa de pharmacia homeopathica de J.
Epss & C, de Londres, compost* de medicamentos, carteiras, pocolotes, Opodeldock de
Rhus, de Ruvonia, de Arnica e depds especiaes para denies.
Tem a* disposicao dos amantes da homeopathia a excellente, obra do Dr. Mure me-
dico do povo, ]& em 3.* edicdo. .
Tem carteiras dc globulos e tinturas de 12 medicamentos ate" 120, a* escolha do com-
prador.
Plumeria, para mordeiura de cobras
Serarena I
I'
Vaccina (
Para bexigas como preservative.
China cruziro, para intermillenten.
Schvnus, }>ara anginas.
Calenduli, para queimadaras.
Tarantula, pnra paralysia.
Tintura mai d arnica, para contusdes, cor-
te*, etc.
A CHKGAREM
Chocolate homeopathico.
C8fe homeopathico.
Elor d'ararota.
P6s para dentes, inglezes.
Jeric6, para rheumatismo.
Matta-matta ou jaboti, para tosses.
Espirito
j ra.
de Hahereman ou de campho-
Cactuc grande fldrus, para pneumonias e
molestias do cora^do.
inspec'ionando todas as pre-
Opoleldock d'Arnica.
Dito do Hhus )
Jpara rhematismo.
Dito de Bryonia)
Acha-se constantemente & testa do estabelecimente e
para<;6 so Sr. I)r. Jesuino Augusto dos Santos Hello
GQNSULTORIO HOMEOPATHICO
DO
Dr. Santos Mello
Consultas pela manha, e a noite ate 9 horas.
Gratis aos pokes.
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d4-se
dinheiro sobre pe-
nhoree de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma easa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
E. A. DELOUCHE
24--Kaa do Marquez de Olinda -24
Esqalaa do beeco Largo
Participa a seus nvguezes e aroigos que mudon
o seu estabelecimento de relojoeiro para a mesma
rua n. 24, onde eneontrarao um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melbores gostoc e qualidades, relogios de
algibeira, de todas as qualida'let, patente suisso,
de ouro e prata docrada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro, inglez, deeeuberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata, lunetas
detods as qualidades, tudopor precos muito ba-
ratos.
Claudio Jose de Sant'Anna, estabelecido com
casa dc commercio, no Pilar de ltamaraca, decla-
ra que deixou de ser seu caixeiro, desta data em
diante, o Sr Samuel Jose Alves. Pilar de ltama-
raca, 19 de marco de 187%.
AVISO
No domingo ii de marjo p'elas 4 horas da tar-
de, sahio da easa de seu senhor, o preto de no
me Joao, de idade de 26 annos, mais on menos,
cor fula, estatura regular, secco do corpo, falta
de dons dentes na frente, tem no rosto algumas
marcas de bexiga, pouco salientes, usa de bigode
e pera, mas com pouco cabello, foi vestido com
uma calca de casemira de quadrinbos escuia, ja
velba, camisa de madapolio, tem um anel em
um dos dedos com uma pedra branca alem da
roupa vestida, levou mais um balaio de pallia de
esteira, de enfiar no braco, eamisas e calcas bran
cas e uma preta, jaqueta e paletot da mesma cdr,
chapeo de sol de panno verde, um de cabeca, de
palba, tambem preto ; julga-se ter ido para Na-
zareth, de onde elle veio para ser vendido, e e o
lugar aonde tem parentes, dito escravo tem o offl-
cio de funilriro : recommenda-se as autoridades
policiaes e capitaes de campo a sua apprehensao
e leva In ao largo do Corpo Santo n. 2, a Jose
Joaquim de Lima Bairio, qne generosamente re-
compensara.
E. A. DELOUCHE. .
*4Rua do Marquez de Olinda *a
Acaba de receber um grande sortimento de re
logios americanos para parede e mesa, de corda
de 24 horas e de corda de 8 dias, com despertador
dos melhores gostos e qu alidade.
Belogios de onro patente inglez verdadeiro3, dos-
ccberto com ponteiro grande no meio, dos mais
modernos e do melhor fabricante de L< ndres.
Grande sortimento ds relogios de. prata, prata
dunrada, cobertos e descobertos. Dilos de prata
foliada (plaque ), orisontal e patente, de todo
prejo.
Cadeias de plaque e de ouro.
Lunetos e oculos de todas as qualidades.
Verdadeiros vidros de christal da Bccha. para
vista canada.
Vende-se tudo por preco mais baratc que em
outra qualquer partp.________________
Aprecieui mm se vende haralo
So o n. 20
RUA DO CEESPO
LOJA DAS 3
DE
Gutlherme & Ca
CASSA-LA
Acaba de chegar esta fazenda com bonito? pa
dr5es, e que se vende pelo diminuto preco de 200
rs. o covado 11 1
MET1M
Metim tran^ado, padroes bonitos, a 320 rs. o
covado I 11
OBGANDY DE CORES
Cambraia organdy de cores, fazenda fina boni-
tos padroes, pelo diminuto preco de 320 rs. o co-
vado 111
LA3 ESCOCEZAS
Novo sortimento desta fazenda, com bonitos
padr5e9, que se vende a 240 rs. o covado III
CRETONE
Cretone clarose escuros, bonito? padr5es, e fa-
zenda fina, pelo diminuto preco de 400 rs. o co-
vado III
LAS MODERNAS
Cornpleto sortimento de la de todas as qualida-
des, pelos diminutos pregos de 400 rs. o covado,
e pechincha 11 I
Cortes de casemira At cores, a 5<< 00.
Colchas estampadas e com barra a 3*500 e
4*000.
Cobertas de chita adamascada a 3*500.
Lenroes de bramante a 2*000.
Dites de algodao a 1*400.
ToalSas alcochoadas, duzia, a 5*800
Lencos de cassa com barra a i *000 a duzia.
Djtos de cassa abanoados a 2*000 a duzia.
Ditos de esguiao abanbadus, em caixinhas mo-
dernaSjdpzia, a 3*500.
CamBWa transparente Gna a 3*000 a peca.
Chales do todas as qualidades e precos.
Bramante de algodSo e lioho a U6C0 a vara.
Dito de linho puro com 9 e 10 palmos de lar-
gura a 2*500 e 2*800 a vara.
Algodao marca T, largo, a 5*000 a peca.
Dito domestico a 3*000 a peca.
Brim com listras, irlandez, proprio para eami-
sas, a 440 rs. o covado III
Madapoloes Irancezet de todas as qualidades de
5* a 8*500 a peca.
Chapeos de sol de seda com 12 asteas, pelo di-
minuto preco de 8*500.
Camisas inglezas, todas forradas, fazenda de
linho puro, a 44*000 a duzia ; e pechincha, so se
vendo.
Popelinas de linho e seda pelo diminuto pre;o
de 800 rs. o covado ; e pechincha, e dio-se amos-
tras.
I'm sltio na travessa d.i Crtu das Almas f^-rv
das estacdes da Tamarin.-ira e J .q-ieira. com ex-
cellente easa de viveada. nova, muito rontnoda
e asseiada : tendo 2 *!a, C quartos, e fora C4>-
zinha, despensa, sala de rafMMBar, quario de o-
zinheiro ; assim como ceiieira, etubaria, doas
quartos para criado?, latrinss, c^roado de ferr^.
banheiro, gallinhciro, etc. etc : a tratar no
do comraen iadiT Tass-i.
Garanhims.
Na rua do Barao da Victoria n. .36, MM
allar aos Srs. Pedro do Reg- Chaves Peix 'OSi Paes daSilva, a tiegc:io do particular ;&;*-
*sse
Padaria.
Preci>asu de um socio cm capital para j .
padaria, b>m afreguezada t iuto para a terra C >p i
para o maito, ou vind.se, fiC-M pilfW %t
gocio : no pateo do Teifo n. 63.
o2- andar do suhr.ido n. 52 da rna HaffMt .
Olinda : a jraUriwtitti'ia c.ut d' utumn pr#1io.
OIli-iL'oe-.-'e um In mem casaJ
port.uiicnt i para frit.ir oa copeir>.> it r ..:.. .i-1
estrangcira e se f .r fora da previaeia i > m H .
qiifm pretender du.ja ^e a l..c<-1 du !' mUal a
32, qne achari com qu'-m tratar. d:< i a- V>
ras da nianhA.
S6 o n. 20 da rua do Cresp'
LiOJa das Ires porias
DE
Guilhermc & C.
JUNTO A LOJA DA ESQU1XA
AVISO.
ESCR/iVO FUGIDO.
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca de Gnyanna, o
escravo de nome Jose Borges, mestre de assucar,
tendo os signaes seguintes : cabra, idade 30 an-
nos, pouco mais ou menos, boa figura, um tanto
grosso e espadaudo, sendo o signal mais visivel
uma gomma na junta do pe esquerdo : roga-se a
todas as autoridades e capitaes de campo queiram
apprehender dito escravo e leva-lo ao re-ferido en-
genho, ou nesta praca a Oliveira Filhos & C, lar-
go do Corpo Santo n. 19, que ser Jo gpnerosamen
te recompensados.
Muito barato
Aluga-se a loja do sobrado da rua Direila n.
120, serve para negocio e moradia, mediante um
modico repartimento, tem agua, gaz, e apparelho
de lmpeza, o aluguel e favoravel : trata se na rua
do lmperador n. 81, ou a rua da Palma n. 25.
Sementes do hoiiaiices
vindas pelo liltitno vijiir, a rna da CaMa da
Rjc.fe n '-i-i: Umhem u ni'-iia kija reei' .
commenda-i p.sra o >iti< >1 .'.inip-ei' '"nils, 0>
arvores fructiferas e ..iu- uruf^as p r:-. a.i
de rnas e j.irdins sorlkneaki J<- mImUm Uqpa-
riaes h d>- outras (pialidade!1 ; a.-nn MN pe-
flores para jardin* p va?<. -ndn per nvirti'i p>
co e garanie-se rttaien bem enraundas i>ida- s
plant i; coino e de c-tnmp.
SAOL'LtS
Carvalbo 4 Nogunra, na rua-lo Apollo
c. SO, accam s le Vianna e suas agin-i.-s
lades e vill.Hs de Portugal,
por t("!( US p.iqil'-'.-S.
o:t t. dat | 'i-
i vis.il .- ., ,, kM
CASA
Aluga so o segundi andar da eaa n. 3d d i
Direila, Cum muito cm nedj pa-a f.-iniiia ; a ch^
ve esta defronte no n 29.
Aluga-se o 1 andar do wbral 'Ji rna i i
Amorim n. 11 : trata-s? na rua ta 0H n. Ii
de 'i boras da tarde em diatite.
Attem;.a6.
(Inn:tando ao abaixo assignado. t>:
fabrica de dgarrot ao be*co Larj-i :.-. LI At t,
que alguns fabricantes nesci n ambki M,
aenmpanham sempre cm inu invi ii^r. ^, p, na
sali-feitos em fabricarem sens rigarmt
chapa irrna da -na, mandaram hnprimir em UM
verde, cimo ultii- amente mand u later para -
derem aos seu- frega zp; c nw sea*, cue na 1 .
fe, ou pir igncrincia Inei compram, previa i en
tao aos seus frepuezes, qne refwrcm para o -
nome, que assigna em cada maeo, tlem d'i
nome que tem rin kltraa nuiscaUs cm tin: i
amarella, por baixo da rliapa verde t rev
tambem para cs distieos que tem ao lad i de c maco, por baixo do nome. i Flmeired i. p -
suppoe que o mesmo elles nao p iderio diz--r. | .
sena uma infamia mentirem inda naif ; --i:n. po--
alem de dizerem que sao invcnlores. ainda am-
gam a si um direilo quas| que de prupiiaiaia.
O abaixo assignado nan dssejava recorrer a
imprensa, porem, obrigado por seus eoHafBl at
faz.
Recife. 17 de mar;o de 1874.
Jose Antonio Domingues de Figueired
Coziuheiro ou cozinheira.
Precisa se de um e de mais uma criada para
todo o servi;o domestico de pouca familia : a tra
ar na rua do Passeio n. 60, loja.
ALUGA-SE
uma casa na Capunga, rua das Pernambucanas,
com coxeira e quartos fora : a tratar na rua do
Vigario Tenorio n. 31._________________
Francisco de Lima Coutinho participa ao
respeitavel publico e especialmente ao corpo do
commercio que tem justo e conlratado com o Sr.
Manoel Ferreira Pinto, comprar Ihe o- seu estabe-
lecimento de fazendas, da pra.a da Independen-
cia n. 2, livre e desembarapado dc qualquer obri-
gacao ou enns. __________
Aluga-se uma escrava que cozin'ia, compra
e faz os mais services de casa : na rua de S for-
ge n. 74.
Tendo a ontecido um desarranjo na M
china de gclo, os f'b-ic-rites vem por meij
dest-; peJir desculpa ao- s?us freguoz-s pela
falta que tem battdo netta dias; c-perarn
porem, em qualquer ilesles dias f irnecer a to
dos as quanlidades do costume ; aprovei am
tambem a occasi5o para prevenir aos seus
freguez'S que teem em viagem uma ma-
china nova, do maior forca e do systemi
mais moderno, quo fahricara* tm mai -r Bt-
cala e com toda presteza as <|uauti lades quf
forem cxigid>s.
Santo Amaru, 17 de nu-(o de 1874.
Pelos testamenteiros de C. Starr i ,
William W. WtbtLtr.
N. 55,400
Peleseao Sr Joaquim Pir. s Ferreira
o favor de apparecer na rua Primeiro de
Marco n. 7 A, l. andar, a netro io dc seu
particular interesse.
Preci a s$ de um caixeiro de 12 annjs : i,
P'ogresso do pateo do Crmo n. 9.
SOSNO
Para engommados e arrumacoes di* casa d-
pequena familia ; da-se esu quaniia a umi cria-
da que seja de baa cenducia e p^ rfe :a engomma-
deira : a tratar na rua de S. Franeisw n. 72.
Precisa-se de um caixeiro com
laverna, de 14 a 16 annos de idade .
Hospicio n. 26.
pratica de
na rua do
Quern precisar de nm homem casado para
alguma arrumacio, dirija-te a rua da Trerope n.
37
Alnga-se a casa n. 48 a. rua de S. Joao, com
2 salas, 2 quartos, quintal e cacimba, por 18*000
mensaes : a tratar na rua estreita do Bosario n.
17, anlar, das 10 at t horas da tarde.
Nao se prestafldo o pequeno espaco do armazem
n. 10 A, a rna da Madre de Deot, para nm abaste-
cido deposito das diversas marcas de fumo, que o
abaixo assignado almejava ler, acha-se d'ora em
diante aberto outro esUbelecJiuento sob a mesma
denominacao de
Armazem do fumo
A' rua do Amorim n. 41
com todas as pruporcoes deseiadas, e onde pole-
rio os senhores freguezes dirigir-se, cerlos de
jue, como ate aqni, acbarao sempre a par da mo-
!icidade dos precos, a maior sinceridade postivel.
Entre as differentes marcas de fnmo da Bahia e
Bio de Janeiro, que lem sido annnnciadas, acaba
de cbegar uma encommenda especial, e que muito
deveconvir aos senhores freguezes. Conscienteo
aba xo assignado de que neste genero de negocio
nao esta sem competidores, fara muito por evitar
qne tambem o? tenna com relacio ao peqneno In-
cro qne proenrari obter da dita mercadorta.
Jose Domlngoes do Carmo e Silva.
Barros
O Sr. Jose de Agniar Solo
nma caru vujda de Sergipe :
Marco n. 16, andar.
de Barros tem
oa rua Primeiro de
Aloga-se a casa da rua das Flores n. 35,
propria para estabelecimento : a tratar oa rua da
Uniao n 55. Na mesma casa precisa-se alugar
uma preta que saiba vender doce e bolos, qne
seja tie! e diligente.
LOJA DO PASSO
DE
Cvrdeiro Simoes & C.
Acabam do receber pelo vapor Mendoza :
Biqui8*imos cortes de gorgurao de seda lisos e
com listras achamaiotadas.
Ditos de linho para vestidos, contendo cada cor-
te, o necessario para seu enfeite, como seja :
franjas, trancas, bot5.', fivellas, etc ,
Riquissimo! chapios para senhora. ultima moda,
a rna Primeiro de Marco n. 7 A.
Casa para alugar.
Na rua 14 de Maio, outr'ora travessa da rua
Aluga-se uma escrava para czinhar, com
prar, e todo o servic > de cas.L
Engenho
\ ende-se o engenho S. Pedro, situad;. na pr
viGCia de Alaooas, comarca do Porto Calvo, a
menos de uma legoa distante do porui de mar a>
Garcclla, lem oxcellentes terras, malas, e aafreu
regularmente 2/00 paes : a tratar na rua do \i-
gano n 31.
ENGENHO.
Arrenda se on vende-se os engenhos Macbado
M Estrella. junti a cidade do Bio Formoso, e o
g ontevidp-i, junto a villa de Ipojnca ; os prctea-
dentes acbarao com qnem tratar no escriptorio da
companhia dos trilhos nrbanos de Olinda, ou na
rna Duque de Caxias n. 30.___________________
GHAMAUO.
Os Srs Jovino Fernandes da Cms e Joaquim Oe
mente de Lemos Duarte, sio cnamados k rua do
Coronel Snassuna n. 282, a negocio de particnU
interesse.
da Palma n. JO ; aluguel" 20*000 mensaes : a tra- ~ Krecisa se alugar uma preta de meia
tar na rua do Hospicio n. 32. OiP;
na rua do Ouro n. 71.
!*'

j.;!. .,_______________





0
3&m d*Z^naMib^^&-^W:(^)Ma 24ododMaB^ldeMtWk:C


CASA M
Rua 1. de Mar^o n. 23
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tern sempre exposto a ven
*a bilhetes da luteria do Rio, cuja extraccSo an
nciara pelos jornaes.
Precos.
Intciro 241000
Heio 12*000
Quarto 6*000
'______________Manoel Martins Fiuza.
Aindi coDtinua fugido o prelo Ignacio, d-
alrara regular, secco do cdrpo, cabeca o p6s pe-
OQ8B08, falia do dentes na frente, deve ter cs nos
dw dedo9 das maos calejados, do semco de padae
ria, rega'a 40 annos de idade, fugi > em 4 de Ja-
neiro proximo passado, eonsta que anda no Barro,
on entao seguio para o sertao : pede-se as auto-
ridades on pessoas que o descuoram, a sua cap-
ture, e leva-lo a rua do Lima n. 72, padaria, em
Santo Amaro das Salinas, que se gratiticara com
so*ooa__________ ____________
Aluga-se o quarto andar do predio n. 53 da
rua do Bom Jesus, antigamente rua da Cruz : a
tratar na mesma rua n. 55.
Antonio Marlins de Carvalbo
Aievedo.
Fancisco Joaquim Gomes da Siiva, Isabel Mar-
tins Gomes dx Silva, Amancio Martins de Carva-
lbo Azevedo, genro e filhos, agradecem cordial-
mente a todas as pessoas que se dignaram acorn
panhar o cadaver de seu prezado sogro e pai, e
de novo as convidam para assistir as miisas que
par sua alma se hao de celcbrar no convento da
Glqria, no dia 24 do correnle, as scis b'oras da
Adelaide Einllia da Silvelra Lobo.
Antonio Borges da Silveire Lobo, Manoel Lobo
de Miranda Henriques e sens irmaos. pungidos do
mais doloroso zentimento pelo passamento de sua
irma Adelaide Emilia da Silveira Lobo, con
vidara a seus paientes e amigos e dos daquella
falhcida para assi-lirem as missas do setimo dia
que por sua alma mandara celebrar na igreja da
'.-nil i no dia 24 as 8 horas da nianha.
Bernardina de Lemos, Vicente de
Lemos e Amelia de Lemos, viuva e
filhos do falleci.o Vicente Hereu-
lano de Lemos Duarte, mandam
celfbrar missas em commemoracrao
ao tTceiro anniversario do passa-
ii!1 nto de seu esposo e pai; convi-
a todo< os parentes e amigos que se
a-.-Mir esse acto, r;ue tera lugar no
hospieio d;i Penha, pelas 7 boras da manha do dia
" -3 uo siirrenle mrz.
Luiz Pereira Raposo
- Josephs de Faria Baposo, viuva de Lniz Pereira
Raposo, manda dizsr missas na Igreja do convento
de S. Francisco; as 7 hsras da manha, e capella
do eemiteno, as 6 1|J horas da manha, na quin-
tal ira, 2'i do corrente, i' anniversario de seu
passamento ; e para o mesmo fim convida seus
parentes e amigos do mesmo fiuado,______
Escrava fugida
Culinua a estar fugida desdeo dia 11 de Janeiro
.. escrava de nnmc Bernard*, idade 31 annos, pou-
so mais on meow, tera o< olbos nm pouco abo-
toados o o andar moder&io, traja vestido e chale
pret s, cos uma mudar trajos, tern uma cicatriz na
perna esqnerda, anda dizendo cue o senhor mor-
,-en e deixou ella forra, esta la para o Cabo por
ter la um lilho de nr.mc Felix : e pnr isflo roga-se
; ai I rida rehensio da diia escrava, levando a ao Ca-
N vo, a sua senhora, sitio n. 110, ou na
'i n. 1, que st reeompen?2ra geue

cam, pois,
dignem de
i
-
- .
ijete-cirargia
Armate/
Na rua do Barao da-V3qtarja"nMj;'l>pscisa-se
fallar ao,'Sr. *> tenenife JoSAMaria Pesftaa.-'a ne-
gacie de sen inleresse. -,-
Precisa se de uma ama para cozirfhar e que
compre : na travesaa do Corpo Santo h. 2&
4 Hi" i n Precisa-se de duas amas para
\ VI A \ uma casa de Ponca fam"ia, sendo
xli'lrlO uma para cozinhar e outra para
engommar, preferindose escrava; naga-se hem s-
agradar : a tratar na travessa do Vigario Thenoe
rio n. 1, escriptorio, das 9 a- 4 da tarda.
Aiiia do leilo.
Precisa-se de ama ama quo tenha bom leite :
na rua Direita n. 8, ou em Ponte de UchOa, silio
numero 9.
i-----i^
Ama
Na rua do Hospieio
ama de leitfc
dp leite
49, precisa-se
de uma
Precisa-se de uma ama para casa de homem
solteiro : na rua do Mar jnez de Herval n. 32, re-
finacao.
i i| i' Precisa se de nma ama para cozi-
\ ^1 A nhir' comPrar e engommar, para
niTA/l casa da pouca familia: nsrua do
Vigario n. 33, *>andar; .A .J
Ama de leite
Precisa-se de nma ama que tenha bom leite a
abuudante, e que seja sadia : a tratar na rua do
Rangel n. 7. i- andar.
Precisa-se de uma ama que
cozlnhe e engomme para uma
familia de duas pessoas : a
rua do Duque de Caxias n. 54, loja.
AMA
AMA^
Na rua de Hortas n. % entrada
pateo do Carmo, 1 andar, pro-
se de uma ama para casa de'
uma pessoa, prefers'se escrava.
Ama de leite
Precisa-se de uma ama de leite de cor preta,
que tenba bom e abundante leite : a tratar na rua
da Alegria n. 40.
Attengao
O Dr. Amaro Joaqoim Fonseca de Albuquerque
declara a seus devedores que se acham em mora,
que Ihes concede o iuiprorogavel prazo de 30 dias,
contadus ilesia data, para vireiu saldar os mesmos
debitos, sob pena de, stm excepcao algnma, findo
o inlicado prazo, ser promovidoo reeebimenlo ju-
dicialmente. Beeife, 6 de marco de 1874.
Sili id Arraiul. '
Aluga se um sitio no Arraial; proximo a esta-
gao da Ca9a A.marella (um'minnto) com exellen-
les casa de moradia, tendo os segumtes commo-
dos : 5 quartos, 2 salas, cozjnha externa, terra-
co, casa de banbo e diversas fructeiras. Aluga se
tambera uma outra casa no mpsmo lugar. com 3
quartos. 2 salas, cozinha externa, agua de beBer
e um bom quintal por eommodo preco : a tratar
na rua Primeiro de Mar^o n. 16, 1." andar.
A B. da Silva Maia. f
conde de Albuquerque n. m
. rua da matrix da Boa-Vista s
do
'oi

: a quatqoer hora.
iltas : Aos pctfas gratis, das 2 as ft<
boras da tarde. rj
fcf r
Siute toa tie gram mat lie a
^i-.i*tiijs;ueza
por Sal' '. 11 ...i |U6 de Albiiquerque; opusculo
1 i commodado a caoacidade dos
principi ntes : na livraria do Sr. Geraldo, rua es-
trcila c !'. sario, e no largo do l'araizo n. 8, 2"
andar, a fOOO cada exemplar, em porcao com
abatimento. '
A luga-se
grande casa para familia, na Capunga. rua
;a Ventura u. 22, tendo quartos fiira, banheiro,
tocheira, gallmbeiio, etc., etc.: a tratar na mesma
rasa.
No ones do Apollo n. 71, paga-se bom a
iini bom ci zinheiro : prefere se cbina.
DOS
TRILH0S URMNOS
DO
Recife a Olinda.
e Bckrik.
A companhia dos tri-
lbos urbanos do Recifea*
DliDd.i Beb'Hbe, compra sulipas de olti-
: a corn 9 plmos de comprido, 9 polle-
.adas do largura e 4 de espessura ou gros-
sura.
O gerente,
Laurentino Josi de Miranda.
Precisa-se alugar uma preta escrava para
i 'uder na rua : quern a tiver, dirija se a rua do
yueimado n. 44, 1 andar.
Esta encouragado I I
A^aa mole em pedra dura
Tanto da ate qiie a fura.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mill
iscrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir ,i rua Duque de Caxias n. 38, a con
cluir aqaelle negocio quo S. S. so comprometteu a
realisar, pela tereeira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
pa^sou a fevereiro e abril de 1872, c uada cumprio;
a por este motiVo 6 de novo chamado para dito
9m, pqi9 S. S. q deve lembrar quo este negocio
de mai ito annos, e quando'o Sr. seu fllho se
tcbava nesta eidade
Empreza do gaz
A empreza do gaz torn a hnnra de annunciar ao
public) que recebeu ultimamentc um esplendido
sortimento de lustres do vidro, candieiros, aran-
delas e globos, enjas amostras estao no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aos
seus freguezes pelo prcco mais razoavel possivel.
Pugio o escravo Juvenal.
Foi trajando calf a de brim listrado, camisa.
chita de riscado e cliapri) de pallia de Italia. E
de cor parda, idade 12 annos, tern falta de um
dente na frente e e baslante paroleiro. Roga-se a
apprehensao do mesmo, e conduzih a rua da
Crnz n. :s, ou Conde da RovVista n. 51, para ser
gralilicado.
' A1TEHCA0
Coostando ans a'oai^Sislgnjadol^liart
ta prac\ o Sr. Manoel (%fmdcltt|C|r|ii4l
deiro dos engenhos Rarra e Pregui^a, e;
manpTsp^.-pfoThicia da Parahyba, veem rogar ao
mesmo o obzcqnio de vir entender-se com os
abaixo assignados immediatamente sobre negocio
tendeflte aos referidos engenhos. Rua do Amorim
37, scriptorio.
Tasso Irmaoa C.
m
C0MPRAS.

Compw se e vende-s.o tras te i novos
e usaaos. no araiuaia- da roa o Im-
perador n. 48.
Precisayso compra* io^s escravos, rpedreiro e
carapina, paga se benj i a tratar oai tbtelobrafia
das lotenas; a.Tua Prlrrieio de BaM ri.i6.
1 'H Ml ...
'
S?/JftWBB)ABTB(llfflljByil
MA
LOJA-.BO PAVlt)
NA
.
Rua da Imperatriz n. 60
1
HrteL.
Antonio da Cruz nfaV vende o seu liotel da
rua do Encantamento : os pretendentes dirijam se
ao mesmo hotel.
ilia detoao da- Victoria u. 22.
(JROSDENAPLES PRETO A I&200, 2509 E
25500.
O PavSo vende grande sortimento de gras-
denaplcs preto de pura seda, a 15200,
15>S00, 230L0 e 25)0 o covado, tendo
tambem do mais largo e mais encorpado que
costuma a vir ao mercado, e yendc por pro-
^o em conta.
PARA LIQUIDAR
CAM'SAS
DE
Grauntliiin
500 vm. o
Caroeh-o Viansa.
preta a
covado.
O PayJo vende granadina preta e lavrada
pelo barato pre^o de 500 rs. o covado.
GHALES PRETO DE GUIPURE A 4*000.
O Pavao vende chales de tres pontas, sen-
Peixe de viveiro em de--
ppsito.
Curiraas, camorios e carapebas1,- a
hora do dia ou da noite : vende Jose Buarqae
Lisboa, nos Afogados.''
Grande frtSrWdrt a 200- rs o
cevado.
Cassa la, padroes nitvos, e de mais gosto qne
vindo ao mercado, so na rua do Qneintadb
43,.loja de Guerra & Fernandes, pelo diminu
precn.de 200 rs. o covado 1
Cheguem freguezes que se acaba-
Fogao de ferro
do de guipure verdadeiro, pelo barato pre-
qn de 49000 cada um.
I
Madapolito
eedDomico
Vende seum chegadoha poucosdias, tendo for-
nalhas para lenha e carvao, fcrr.o psra assar,.
deposito para agua querns e lugar tiara se euar-
dar quente as comidas depois de fellas; estcs fo-
g6es tornam-se recommendaveis porqne sao de
ferro batido, e fabricados com perfeicjo e cozi-
nham com mui diminnta lenba : na rua do Apollo
n. 20_________________________________
Lazinhas japemezas
a 280 rs. o covado.Nl Ttia do Queimndo n. 43,
defronte da pracinha da InicpendenCla.
E' PECffl^CHA I I
Lazinhas a japoncza, padroes muilo modernos,
a 280 rs. o covado sd na loja de Guerra & Fer-
nandas : dao-se amostras
Tintiiraria
RUA MATHIAS DE ALBUQUERQUE N. 2o
(anliga rua das Flores).
Tingi se, lava-se e limpa-se com a maior per-
feicao farandas era pecas ou em obras de qual-
quer qualidade que sijam, taes como, IS, algodao,
seda, toaqoim, penMs, rbapos do feltro e de
manilha, ou palliuha de tudas a> cores, etc.
Os Srs negnciaiites, logislis e particulares
experiineutein que todos acharao proveito e van-
tagens
Aviso : Depois do ultimo deste mez corrente,
ficam considerados como abandonados todos os
objeclos entregucs a esta casa no anno de 1873,
e serao vendidos pelo preco do seu trabalho.
uieiFll.li n
uma carteira contendo 1 sedula de quinhentos
mil rcis e tres ditas de vinle mil reis, perdeu se
no dia 18 do corrente, no caminho do Arraial,
Casa Amarella : quern a ach m pode dar informa-
Qoes e receber cera mil reis em gratiQcacSo ; no
armazem da rua do Commrrcio n. 4.
- Alugase uma preta esurava para fazef
compras, cozinhar, e todo servicn de casa : a tra-
tar na rua do Barao do Triumph o, n. 70.
- Precisa se alngir um
tenhs mai? de 40 annos de
domcstlco de uma familia :
6, 1- aadar.
preto ou preta, que
idade, para o service
na rua do Crespo n.
ATTENQ&O.
Madama Fiuriuia, costurcira, a rua Direita, avi-
sa as suas freguezss, que esta residindo na rua
do QueimaJo n. 44, andar.
FRANiJ2AS A 2J00O,
3J000 E 3J500.
S9300*
A' estte grmlde eStabelecimento tern che-
gado tial lom-is*timen**-de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
cfos ultimamonte na Europa, cuj.is machinas
rfojgarantidas por nra anno, e tendo um nadanolffo enfestado a 3-rOOO
porfetto artista para ensmar as mesmas, em j a peca
qoalqoer parte desta cidade, como bem as-1 0 Pav5o venJo pe9as d"0 madapolao en-
(jualquer sim corlcerta-las pelo tempo tambem d am f,slad0) p,ilo barat0 preQ0 de 330oo a pega.
anno sera despendio algum do comprador.; DitsS sern ser enfestado, com 20 jardas, a
Iteirte estabelectmento t-imbem ha portoncas 5^000. Ditas com 24 jardas muito boa
.'para as mesmas machinas e se supnre qal- faienda a G^000, 6J500 e 70000.
qner peca que seja necessano. hstas- tna-
chinas trabalham com toda a perfetQaoi si* ALPACAS PRF.TAS A 500, 640 E 800 RS.
ume dous pospontos, franro e hor'hi toda O Pavao tem um grande sortimento de
qualquer costura por fir?, qu* s -i, s,m:s alpacas pretas, que vende a 5 10, 640 e 8!?0
pregossSo da seguintequalidade : i-.jra tra- rs. 0 covado. assim como grande sorti-
balhar a mao de 305000, 40-^00! iS?000 mento de cantoes, bombazinas, princezas
e50?5000, para trabalhar com 0 sSo de pretas, merinos, e outras muitas fazendas
809000, 905000, 100500-:), 1 -.$000, -nropriis paralulo.
1205000* 1305000, 150f000, 2-=;u.'00 ei
2505000, emquanto aos autoros n-Vj hn a!- LAZ NH.4S DE ORES A280,320 E 400RS
6RANDENOYE0ADE
A' run do Crespo 11. SO '
Loja das 3 portas
LAZINHAS
Chegou esta fazeada, com padroes inteiraraente
novos, e qua se vende pelo diiuinmo Breeo de*00
rs. o covado : isto por ter grande quantinade.
SO' NA RUA DO CRiSi-0 N. 20
Loja do
Guilherme & C, junto a loja.
da esquina
Cerveja Nornega
de marca hi, vende se a dinbeiro mais barato
quo em outra partc : no armazem da rua do Com
mercio n. 4.
Sobrado.
Vende-se um bom sobrado em uma das melho-
res ruas desta cidade : a tratar na rua do Mar-
quez do Herval n. 29, laverna, ou na rua da lm-
peratiz n. 10, taverna. _______
Calqas brancas de brim fino
a 5jJ000!!!
Venham vcr para crer : na loja da Hosa Bran-
ca, a rua da IinptVa'trit n. 36.
E' para Into
Bombazina trancada, fina, para veslidos de luto a
1#200 o covado, fazenda que val 1^600 : isto e
so na Rosa Branca, a rua da Imperatriz H. 56.
Sedas a 1$500.
Vende-sc bonitas sedas de lindas cores pelo
baratissimo prec;o de 1^300 o covado ; venbam a
ellas antes que se acabem, na rua do Duque de
Caxias n. 88, k ja de Demetrio Bastes.
Vende-se a taverna da rua de S. Miguel n.
68, em Afogados : a tratar na mesma.
CASA DO OURO
Aos 4:0005000
Bilhetes garantidos
i u.t do Barao da Victoria (ouLr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nos sens
muito feliees bilhetes nra meio bilhete de n. 1334
a sorte de 100/000, alem de outras sortes
menores de 40/0C0! ft. 20/000 da loteria que ae
acabou do extrrHr (02'); convida aos gossuidores
3 virem receber, qro promptamente serao pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
?el pnblico para vir ao seu estabelecimento com
prar as muito felrzes bilhetes,que nao deixaran de
qualquer premio. eomo prova pelos ma-racs
annoaoios
Acham se a venda os muito feli'es bilhetes ga-
'jntidoj da 2- parte da lot^ri? a beneflcio da
fpreja mairiz de Murlbeca, qua- sa extrtbira no
it 28 do coriente paa.
IV*M
Inteiro 4)5000
Vtio t/fOO
1Mb IO050OO para ci ut,.
Ifarairo- 3J800
Meio 1/750
fteetfe. 20 de mareo de!87i.
J0S0 Joaquim da Cost a Leik.
Aviso.
Na rua de S. Jorge n. 81 precisa-se fallar ao
Sr. Joaquim Manoel de Souza Oliveira.________
Na rua do Imperador
11. 28
precisa-se fallar aos seguintes senhores :
Domingos Martins de Barros Monteiro.
Emigdio Marques de Santiago (Dr.)
Joao Vaz de Oliveira.
Jose Franehco Lopes Lima (Nazareth)
Manoel Pereira Brandao.
Manoel dos Passos Miranda.
Theotonio de Barros e Silva.
Franclscb de Paula Borges.
Francisco Antonio Poatu
Fugio no dia l. de marco, da caaa-cV seu se
nhor, a mulata de norrte Lydia. com 0* s%naes
seguintes : baixa, g#rda, cabelios crespes. peitos
grandes e cara larga : quern a appre ender tra-
ga-a a rua Santa Rita n. 5, entrada pela rna
" OTlfCJiT
Vende-se o verJaneiro cimento in^lez de Por-
tland, sob condicao de restituir-se 0 dinheiro, nao
sendo olio 0 que aqUi se alinna : no armazem da
bola amarella, travessa da rua do Imperador.
venae se nma taverna na roa das Carro-
cas, osquina da rua de S. Joao, com boa casa de
viveatla e bndlan*e commodos par* familia : quern
pretende-la dirija se a mesma._______ _
Ac^oes.
Vende-se 17 ac;6es dos trilhos urbanos de
Olinda e Beberibe: na roa da Imperatriz n. 14,
N?j___-^_____ .____
Vende-se o ac<;oes da eompaahia
bucana : a tratar nesla typr gra.'hia
peroam-
VENQE^SE
um'sobrado di> um-andar e sotio, com bastaute
commodos e quintal, na rua de S. Jorge n. 17
a tratar na rua da Imperatriz n. 84.
teracSo de precos, eos comprador,.-, poclorfto
vi6itar este estabelecimento, cue muito de-
vcrao gostar pela variedade de ohjesto: que
ha semprs para vender, como sejam : cadei-
ras para vingem, malus para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de baianco, ditas para
crjanga, (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riqnissimas, para senhora, despensaveis I
para criancas, dc todas as- qualidades, camas'
d ferro para horn6in e criancas, capachos,
espelhos dourados para sa!a, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para cha", fs-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colheres de- metal fino, condioi-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, cstciras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, c ou*ros mui-
tos artigos que muito devom agradar a todos
que visitarem estegr.TOde estabelecimento
que se acha aberto desde as 6 horas q.-. ma-
nha ate as 9 horas da noute a
Rua do Barao da Victoria n.
__________22;
Alvi^aras.
Venham todos aprcs=ados
E com os bolsos rec!:eado.,
Do Campos ao ;rmazem ;
Venham, nao falte nhgum
Ver 0 grande sortimento
(Um verdadeiro portento)
Que para a quaresma tera ;
Comprehendom ? ora bem !
E' com as t:ipas pulando de contentamento que
me apresento ante a onJa gastronomica das sa-
bias e illostres barrigas pernambucanas, felicitaa-
do-as por ja se acharem livre da peoa tie iaterdic-
to e poderem ?em reccio de algurna indigestao ex-
commungada, &. mere in os mais finos e saborosos
comestivos, coaljuvados por nma cascaU de vi-
nhos de todas as qualidades, deixando a quem
dezejar 0 dueito do gritar: viva 0 triumpho das
barrigas II..
Mas, como ia dizend), nao podia deixar de
acontneer assim, considerando-so como foi sabia e
bem barrigalmente planejado 0 ataquo das bar-
rigas grands, contra a sucia dos bandullios ca-'
ninos, qua ostrificados a idea ficlicia do infer
no *- bicho inventado pelas grandes barrigas, pa-
ra horrori.-arcm as ba-rriga; sem tripas, sustenta-
vam a mafs ab?nrda das monstruosidade3 : a [
infallibilidade do principal bojo do amor as avessas
e de tripas dadas e a forga de tripadas queriam '
hypoeritamento alimentarem a pelludae famigera
da exquestao do d>a centopfia negra que en-
rolada no capote chamuscado da inqnisicao, pre-
tendia assar 0 mundo das barrigas, privando an-
tes a Itumanidade do ganhar dinheiro e de em
tempos como one de qnaresma :
0 Pavao vende umbonito sortimento d-
camisas francezas -com peito de algadio, a
2?000 e 2?500. Ditas com prito de linho
de 35000 a C-7000. Ditas bordadas muito
finas do 650CO a 103WWO: assim com
grande sortimento de ceroulas de liofco e df
algodao, por precos baratos, e tambem tem
complct') sortimento de punlios e collarinho?
tanto de linho como de algodao, por precos
em conta.
Impartilhn-* a 3?AOO. 490O e
turn*
0 Pavao vende um vbonito sorli-nento de
espartilhos modernos a 3dM", 4iJ090 e
oJrOOO, assim como um bonito sort mento
desaias brancas, bordadas, a 59060 c 69000.
e ditas de lasinha de cOres a 35000 : 6" pe-
chincha.
CORTI.NABOS BORDADO^ PiRA CAMA V
JANELLAS, DE 7JJ ATE' 25&000 0 PAR
0 Pavao vende um grand* sortimento de
cortinados bordados, proprios para cama e
janellas, pelo barato prtco de 75000,85000.
10^000 ate io-O'JO, aisim cmo : colxa*
-'e dnnaseo de la muito fin* de 105000
i-'3030 ca la utna.
BRAMAHTES A 19^00, 25000 E 25500
0 Pavao vende bramantes para len^oes,
tenlo 10 palmos de largura, sendo 0 de
algodao a 15600 e 21000 a vara, e de hnho
a 25-00, 2?800 c 35000 a vara: e pechin
cha.
0 Pavao vende bonitas lazinhas de cons
para vestidos, a 280, 320 e 400 rs. 0 co-
vad j tendo ate a 1-3)000, sendo das mais Hil-
das que tem vindo ao mercado, assim como
granadinas de seda com os mais delicados
padroes, a 640 rs. 0 covado.
Sedinhas a I5OOO.
0 Pavao vende sedas com listrinhas de
cores a 15600 0 covado. Ditas com pal-
minha; a 25>00. Ditas com toque do mofo
a 15000 e 15400.
CAMBRAIA VICTORIA A 45000, 45500,
03000 E 75000.
0 Pavao vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparent^ com
8 1/2 varas cada pea, pelos baratos precos
de 45000, 45^0), 55000, 65000 8 73000
a peca, nssim como, ditas de salpieo bran-
co, a 7#'J00, e pechincha.
Acha 88 constante.nente aberto 0 estabele?imcn 0 do PAVAO, das 6 horas da manhi
a"s 9 de noite.
CASE.MIRAS A 550C0, 65000 E 75000
0 Pavao vende cortes de casemiras para
calca*, sendu padroVs modemos, pelo bara
toprc^o de 5-0)0, 05000 c 75000 o cdrte.
assim como : panoos prctos d>.s melhores
que tem vindo ao mercado, do 49000, 891
lorooo.
ROUPA IT.1TA.
0 Pavao vende uma grand-. porcao d*
roupa feita, sendo : palitots, fr&kes de ca-
semira p-eta e de cores, assim como : finis-
simos sobneasaeos de panno pn(Df e cal
gas de casemira preta e de brim branco, col
letes de todas as qualida ks, pnr pr
muito enmrnodos, por qneror icabT com
toola a roupa que tem em casa.
SABAO DO RIO DF. JANEIRO a 200 rs. 0 kilo, no armazem da rua do Amorim n. 41.
de Jose Domingues d 1 Carmo e Silva.
GAZ A 59600 a Uti, 110 armazem da rua do Amorim
(. raio e Silva.
VIN1I0 MUSCATEL de uva branca, pur.i, de custo de 235000, no arnmera
Amorim n. 41, do Jose Domingues do Carmo e Silva.
n. 41, do .! a '
D'miiigu1"- 1
da rua !
GKA'NDl
IV
I VER
Grrosdenaple preto
Sendo lisos e de cordao, c 0 mais largo que
veni ao mercado, e qno se vende pelos diminutos
prer- is de 2 ::0">, ?&*00. 3i'2O0 e 3*300.
Ru" NA RUA DO CllESl'O X. 20, LOJA DAS
TBfiri PORTAS DE
Guilherme &0.
Jiiitto it uja da ewijuhia
m ha mais cabello
brancos.
De fazerem penitencias
Eochendo bem as barrigas,
Poit nao 6 tempo de briga?,
E sim c, de abslincncias.
TINTURARiA JAPONEZA.
S6e unicaapprovada pelas acadomias-de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem epparecido ate" hoje. Deposito ppinci-
pal & rua da Cadcia do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
toda? as botiens e casas de cabe!!ei-
reiro.
if;
.A N.iva Ejperanc^a, a rua ; | ;ede Caxias n. 6-i.
apressa-si cm cor.v;Jar a seus IVegupzcs. com e>
perialid, r,n beflo sexo a vircm apreciar 1
gnfntes artigos expostos a ven li e todos por pi
j commodos, como'sojam :
FINAS BONECAS m n is e dMMHa
BONIT.iS E EN6RACADAS vistes para st,I
ccpios.
COMMODAS LATAS para rriardar cba.
ELEGANTES BOLSaS para scnuoras e roeninas
BONITOS VASOS com Una banba e cl.eir
extract -. trazendo caJa trasco um none, umo
cial ou um dislico.
FINAS JiElAS D SEDA, viodo entre ella? cji
de carne.
*m qucm goslar.
A* Nova Efperanca a rua Duque de Caxias n
6!, acaba de receber tentos e caixas para 0 jop> d-
Voltaretle.
Para qacrj s: Arc das pcrcas.
Caxias n
Esperanca, a rua Duqne de
adas meias de bor-
Mas, como ia contango, custoa, porem afinal,
depois da rasorada que Ihe passou no pescoco os
podercs podemsos, a cabeca foi parar no fun-
do do rio e 0 r;ibo, como ruira de esfollar, fieou
no seceo expusto aos pont.ip6s de qualquer gato |u;ua casa na villa de Barreires, na rua do Com-
pingado, deixando e verdade, magra as colleas ierc-io, por prego moiico : a tratar com Tast.
VENDE-SE
'rmaos 4 C
240 tb. o,covado
Na rna do Queitoado n. 43, defronte1 da
pracmha da IntJeperitiencia
So^amlo
Laziahas de' listraa, muito Ninirts padrde*, 0
mais moderno no meraadb, pelo stpmficante pre^o
de 2*0 rs. 0 covado: so na loja de Guerra 4 Fer
nande*. Dio-se amostras.
Vender uma raobrtfeide jaearandl, assim eOffloi AfRQVElTBli^OPE E' PBCHINCHA
12 cadeiras e 1 marqueza de amarelld, banerti-e1 VbnrlB se nfnUnrjito bol mnltoribvo. proprio
ferrament?5, porijue se fluer a*abar earn aofld- 'parairaca : no ?it'ro de Lulz de Carvalho, naestra-
na, taio isW por pregos commodos: queW pretett1- 'flaJboVa ab Caxarlga, onde "se podera ver e tratar.
der, dirija se a nil estretta do Ro9rio n. 27.
Francisco
Cobitando aos.aj
sonber nesta pra{
ao-seti ejcripiorio
tno ihteresse.
Ivaristo Eworel.
laixo assignados ackar 8^ >ste
fro%aWlheo7aVor^ae'5hegar Nap4
ara tratar de tMfbcias ia ft* *orq^i
Tasso IimSo &Z.
os de sol de'seda, hi-
Trtipefatrrz n.!
barrigas, que despcitadas vao tratar de se .nutri
rem, vindo ao armazem do Campos, a rua do Im-
Serador n. 28, onle com certeza encoatrarao alem
0 que desejarem 0 seguinte : ovas de diver.-os
peixes e de bacalbao ; peixes de vinte qualidades
em conservas, sardinbas em latas, camardes sec-
cos, baealhao, pescada?, sardas, lagostas, salmaj,
batetas, arroz,- feijao, cebolas, azeite, vinagre
manteiga ingleza e franceza; doces, fructas
cittcoenta qaalidades de vinhos finos do Porto e
outras tantas de oulros lugares mai< afamados de
Pdrtugal, alcra do umcempleto sortimenro de ace-
pipes raros, deliciosos e'que
Cahindo em qualquer barriga
Faz a melhor digestio,
F. nao faz mat a boxiga,
Como flbmando, voraj.
Mat, como ia fallandb, iamos entrar na vida de
putr'ora, 'iswa, na epacadaa festas, e portanto
Vamos ter fe.4as7festas a mais festas, e cor.10 todos'
comem das festas, visto que uma parte da para as
festas e tres reeeDem para preparar as festas, e'
kigico;qoe ojjregeiro dinheiro que anda tao vas- [
queiro, saia dos cofres dos amaates orthodoxos e
se va familiarisando com aa algibeiras vasias dos' ( Como diz
nec6ssltadb3', e estes por s'tfai vez venham ae arma-1 _________
zem do Campos a rua do Imperador n. 28, prepa-1. Wilson Row)i# Cvwdara dbu amjazero
rarem'-se para a quaresma, tempo de abstineucias a rv& a* Commercfo rr li :
a no qual se come sem licence, comprarera 0 que 0 verdadeiro panno da algodao aznt ameriaasa
ha de mats gostbso, saboroso, cheiroso e tudo que Excellente fib de wlat
caba em busd: Coeaae de qualidade
Vinao de Bordeaux.
Dlzer aos amantes
Dosiganeros especlae
Qua's*' qtferemer Wires
VaaHatt Ja- quaoto'ant'V-
Saber a causa motriz
D5 Carapoa n5o ter'rivaes do : na roa do Crespo n"8 A, lofa
f-iU/>dar e6"(ornacer j dio-se amostrap.
CP^ LimIc e altendei
Excellentissimas familias!....
Eneontaareis sempre (para ob?ecjuiardes vossas
g visitas^ em complete sortimento de bollbhos pa|a
cha, bolos inglezes, paode-16, cha da melhor qua-
lidade, diversos doces, geleas e tado qnanto for
j preciso para fazer uma boa recepcJo as pesssoas
a quem
Mais estimais
Tudo isto so encontra
Na confeitaria do Campos
24, Imperador 24.
Alem disso
Encontrar-se-ha sempre alii
Sobre mesas
Daliciosas
Que a fallar a verdade
Nao sSo para a bocca do vulgo
o lexichographo P. BluJaau.)
Carvao de Pedra da todas as quaMdadei.
Antes qirc se acafeem.
Vende-se 15 de lindos jwdrSes a teors. 0 cova-
da esqutna ;
_ii_
rcias, gosto e prazer
Poiroo mofo.
Yande$e cm rico pianuo novo, muito forte ,
a fle extellantes votes, a tratar na rua do Barao,
lojadX. oe.S. Borjin. 4B';pa mesma casa teem para ven- Brim pardo raoito fino a400 ra. 0 corada < sa
ii Aze- aat-ee uma boamobiliade jacaanda. com poueo naima do Queimado q. 43; aacoveitem qua e pe-
Itfio e em perfelto estado. chincha, na loja de Guerra & Fernandes.
A Nova
6.'), acaba de receber as procured
racha para quem soflre das pernas.
FLORES ARTIFICIAES
A Nova Espcran^a, a rua Duque de Caxias n
63, acaba de receber um lindo e complelo sorti
mento de fl- res artiilciaes das melhores que tew
vindo ao mercado
A ellas antes que se acabem.
Costumes para crianca.
A Nova Esperanca, a rna Duque de Caxias a
63, 3caba de receber bonito* costumes para criaac*
e estaae vendendo por precos razoaveis.
103 KiIE080g
A N iva Esperanci, a rua Duque dc Caxias n
63, recebeu um peqnoao sortimento de annei* e
pnlseiras electricas, proprias para qaera soffre do.
nervos.___________________ _________^^
Lindo chfariz.
Venic-32 Dor preco barato um rico cha faro
de macmoro croprio para jardim, o qual sa acha
armado na officina de marmore do Sr. Lima,
rua do Imperador para qacm 0 quizer ver
tratar na rua do Crespo, loja d. Passo juntj
arco de Santo Antonio._____________________
fJnpOos para sonbora.
A loja do Passo a rna Primeiro de lfarcp 0
7 A, recebeu pelo ultimo paquete, um rico sorti-
mento de chapeos para senhora, ultima moda e
vende por prejo cernmodo.
Doyle.
J. C.
Tear para ve.i :
Cagaac de Hennessv, superiar e vardadafea
Vinho Xeres das melhores qualidades.
Bitters da Angostura.
Wtuaky,
Cha preto em iattas de 10 lifcras.
Todas as paaparaeaas xiimica* do Dr. Ayet
armazssa da. rna do Corowarcio a. 38.
Gaz a 5|i60(J
a lata, do melhor que vem a este mercais, 4a
area-do Henry Fonner AC, com a rpaniiaii
coapleta do liquido: nos armazens de load tta
miagues do Carmo e Sika, rna da MKre-da
Dens n.- UX- e roa do Anjorun a. H,
uimento
Vendtecae na raa^da Mad re MDeos a. 32, aala
nor preco possivel 0 verdadeiro eaaaaadnr*
Hand, vmdo pelo ultimo vapor ingles, de carga.

"
1
I
*
I
*


1



1
-.-'
Diwio Jfr -Ftt^Mto**-^


:"
43. encoatrara .--emaavu *e^,
complete sortimento de. wferidsias Unas, objectos
dephantasia, Invas deJ.'Uvin, artigos de muda e
miudezas Unas, assiii caiiiftouaidaie nos pre-
cos, agrado e since ridade.
An**** eleetrl^fe
A Magnolia, a rua Baqoeto Caxias n. 43, aca-
ba de receber os verdadeirbe anneis e voltas elec-
tncas, premise para os ncrvowt:
Meios -ad&e^os
Alfagnoifa, a rua ttqrre de-Caxias n.
cebao im eomf letfl sosameirtu i)e
Mekw aderaass Oe, tartaruga.
Mejps aderecos de madreperola.
Melos aderecos da seda bordados, (ultima uioda)
e de muitas outras qualidades.'
Botoes de aco
Blia,*, ma Diiciue d CaWa. 45, tar*
para vender os modernos boloes de a, proprios'
para vestidi>s.
da Imp &r a trie a. 72
,fm'ARAES $ 1MA0S
1 grande sortimealo de fazenda* prctas para qua-
Golmtkas e punlaos
"a modernas qae ba do mereado ;
lolia, a rua Dnqiic de Caxias n. !
Len A Magnolia, a *oa Duque cebea nma pequena quantidade de leocos de seda
ohiuezes, com liodissimos dsjeuhos, baenda intei-
ramente nb'va.
Lequcs
LukJos laquas. de msdroperola, de tartaruga, de
marlim.de osso, e de muitas outras qiialidafles :
recebeu a MagnolL-i a raa Duque "de Caxias nn-
mero 43.
Attencao.
A loja. da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
45, acaha de recebcr os segulnles anigos :
Manual de madreperola, tartaruga e marUm.
Rieos allisos com capa do madreprola, cha-
greu, madeira, ve.'lrado, couro, eic,
Lindas caixas com Gnusimas perfumaria?.
Ligas'de seda,brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
ru'seiras de madreperola.
Ricas caixas para Centura.
Vestuarios para baptisado.
Toucas e sapatiohps de setim.
Modernos eliapeos de sol de seda para senhoras.
Lindos pprt-buuqui'ts.
Gravalinhas de velludp, etc., etc
COMO SEJAM :
CORES
Com as falsificagdes que torn apparecido
DAS MACHINAS PARA COSTUBA
DE
i3
m
Na rua do Queimado n. 43,
defro.te da pracinha da
Independcucia.
A prove* tern
Metios fluos de quadros pretos a 320 rs. o co-
vado.
Pecas de carabraia, anjo da meia noite, a 4*000
a peca.
Granadine de listras, a ultima mod;) de Paris, a
300 rs. o covado.
Pejas de cambraie transparent!?, fioa, a 3^300
a psca.
Ditas bordadas com (lores a 3J a pera.
Brim pardo fino a iOd rs. o covado '
Camisas de cret me, o raais rnoderna no mer
cado, a 35500.
Ditas de lipho, finas, a 3? e 3$B0O uma
Assim como outrus fazendas por menos do qae
em qualquer outra parte, e daose amoctras.: s '
na rna do Queimado n. 43, loja de Guerra & Fer-
nandes.
S Nienhuma ma-
china Singer 6 legi-.^
a + ~ i "
S5 tinaa se nao levar
g esta marca fixa no
^ brago da machina.
Porque?
Para evitar falsi-
fi canoes notem-se
bem todososdeta-
lhes de marca.
a
Farello novo e
pequeno
Da melhor qualidade no armazem de farinha
de trigo de Tassn Irmaos & C. na pm do caes
do Apolh.
A dinheiro e a pi azo!
A contento das Exrnas. familias
,m. DE
UJ-*.\JJLLLL\\Y
Sao maisjbaratas.
Sao de docs pospontos.
S2o simples.
Sao rapidaf.
Saj duradouras.
m
MACHIMAS DE SINGER
O Extracto t'omposto ae
ALSAPARRILHA
Do Dr. Ayer
O PUR/F/CADOR DO SANGUE
Para curar titai moltltiat qut proven de vieio ou im-
pureta do Sangue, t da Xierofulo.
MOLEST/AS CUTANEA&, CALL0S, MAHCHA8.
IRRUPCOiS, ETC.
Rheumatismo e Gotta, Dores e
Affeccoes dos Ossos, Mai dos Ol-
bOB, Debilidade on fraqueza geral,
Dyspepsia, Incommodo do Flgado,
Uma falta geral da aauda a uma'
diapoalcao faoll ao soffrlmonto, ten foliar de
xariot outm ineomnodoe, algumi ptquenoi, cutros ttrtot,
sao os result&dos c oonseqaeocias que mals tarde ou mala
redo occorrem.
AS MOLESTIAS de qae padecc o texo /eminino, tam-
bem, quart lempre lao deridas i metrna causa.
O unico tratamento efficaz a nniea
maneira scgura do readquiiir a saude
de reslabelecer o corpo, e mediant o
emprego fiel e constante de um Purl-
flAa&or Jdterantm como a
Sao de dous pospontos.
Abainham.
Franzem.
Pregam trangas.
Marcam pregas.
Bordam de linha de seda.
Alcolchoam.
Pregam cordoes.
UNICA AGEXLIA
EM
iftOtjDJsSAPm tAEXO A, lft0(K.-
\ ende-se grosJenaple p-eto p8ra vestido
de s^*oras, a. iJMOU 2$, 3, 4& e. 5 o
corado.
PASA0 FtltTQ A W^OQ.
A ende-se panno preU> de duas Urguras,
para c.lQas e p*Jit6t3, a gj|^i, 35?,. 3#500,
4$, a CJ>0.mO o c.ovde>
COHTES DE CASEMIRA PRETA A 5&000.
, Veade-0 oofffis docaseHjira preta para
caixas, a 5, 6#, 7# e:'890wQ. o corte.
MERINO' PRETO A 2$80U.
VenJe-se merin6 preta fino, a -2JJ8QO e
39000 o covado.
UOMRUtfA PRETA A 19300.
Vende-se bombaz na preta enfestada, a
19500, iM0 fr-WQMOi o covado.
ALPACA PRETA A $00 RS.
Yendese alpap* pr^ia fina, q -5.00, 640,
800 rs. o 19000 o covado,
FAZENDA^ DEGQREB ECAMBRAIA
BRANCA A 3fflPk;Q.
Vende-se pe^as de, camhraia br*n>-a trans-
pan ntc a 39v ij, 59 e 09090, .ditas de cam-
braia tapada, Victoria, a 39k, 39S00, 4J>
e 5j$000.
COWTiNABOS: PARA CA.HA A 169000.
Vendesecortinados bnrdados para cania,
1C9, 20, 250 t- 309O00.
CAAIBR lAi Lli CORES A 300 RS.
Vende-se cambraia.de cores fiiius, miudas,
a 300, 320 e 300 rs. o cov.-no
CHtTAS LARGAS A 2oO RS.
Vende-se chitas largas para vestidos, a
240, 320 e 30O- rs. o covado.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10> palmos da
largo a 19600, 198! 0 e 295'iQ o metro.
MADAPOLAO A WO00;
Vende-se pecas de madapolao enfestado
a 390001 Dilo ingles a 49500, 591
55500, 69000, 79000 e 8900J a pessa.
CORnNADO&PARA JAMELLAS. A 89000,
Vtnde.se o par de ourtinados bordados
para janellas, a 89 e 1090 0 o par.
ALGODAO A 49000.
Vende-sepccas dealgodao, a 'tfr 59 e\
09<0.
CKROURAS A 19000.
Vende-se ceroulas de aigodao, a 19603,
ditas finas de brama.ite a 19600 e 29 cada
uma.
CAMSAS. BRAiNGASA 2900O.
Veu4e-M camis braiiras finas, a 29,
2950O, 349600t
Hi
a 29,
LE3COS BRAZSCOS A 29-00.
Veixie-se lua?os.bfaJico&l:os, a 29000,
2j?50Oe 39 a duziaj, ditos de liubo, a 49,
$9 a 69000, a duzia.
CROCHES PARA UDtlRAS A 19500.
Vende-se punnos de crocne para, cedeins,
a 19500 cada um, colcbas de di o para
DOaVaS.
MADAPQLAO FRANCEZ A 79000.
i Vende-se pecas de madapolao frjncez
rnuii. liuu, a 79, 89 e 109C00.
lHii.'.i 1'AUDO A 400 RS. 0 COVADO.
V nde. su brim pardo para calcas, a 400
rs. o covado.
CORTES DE CASEMIRA DE &9O0O.
\ i nde-se corti s do casemii'a de cores para
cal( ;s, a 55, oJoOO e 6900U.
GROSDESAPLE PRETO.
Veikle-so grosdenap'e preto com
pahnua.de largurs, a 59 o covado.
ESGUIAO F1NOA2900U.
V. nde se esquiao fino delii.bo,
B9500, 3^ e i9 o metro.
CiUIAS PAi
Venderse chitas:para coberta, a 280 e 400
r&. o cojuado.
f BiUMBRANCO A UOOO.
\Viuie-.-<; brim brauco de buho, a 19,
192,-0, iC600 o i$ o metro.
!.!U/i:aM!A BE I.1M10A 640 RS.
Yci*ler>e bietanba de Unho, a 6*0 rs. a
vara.
FLA.NELLA DE CORES A 800 RS.
Vende-se flanella do cures, a 800 rs. o
covado.
COBERtORES DE ALGODAO A 19400.
Vende-ae cobertorcs de pello a 19400.
Cobertas do chili a 1980J e 29 ditas cn-
cerna*as, furradfcs, a 4r, no Bazar National,
rua da Imperatriz n. 72.
CORTES DE CASSA A 39000.
Vtnde-se cortes de cassa rtiudas a 39
cada um.
GBAV.nTAS PARA SE.MIORA A 19 00.
Vende se gravatas para senhoras, a 19,
ditas para bomens a 510 rs.
ALGODAO EMFESTADO A 191 CO.
Vende-se aigodao enfestado para lenc,6es,
A CASA AMERICANA
RUA DO IMPERADOR 45
BR1NS DE CORES A iOO RS.
Vende-se brins de core¶ calg,as, a 40Q,
e 500 is. o,covado.
CHA ES A 8C0 RS.
Vende se merin6 de eores, a 29, 39, 49 e oS^OO.
GOLCHAS DE CORES A 290C0,
Vende-se colchas do-cores para c ma, a
29, 39500 e VcOOO,,.
CHlTAS DE CORES A 360 RS.
Vende-se chitas finas de. cons, a 360 e 400
rs. o covado.
ALPACAS DE (GORES A 500 RS.
Vende-se alpacas finas de cures, a 500,
640 e 80S rs. o covado.
TAPETES A '.9500.
VenJe-se tapetes para salas, do diversos
tamanhos, a 49500, 59, 69
um.
a ljOOO a vara.
GRANDE S0RJH.UENTO DE ROL'PA FEiTA
iNAGIOiN'AL.
Vende se palit6'.s de psnno preto, a59, "9,
8A e lOdOOO.
Vende-se p.->lrt6ts de alpaca preta, a 39,
39500 e 49000.
PREDILECi'A
A' raa ilo Cabas* n. A.
Os cropriotarws da ircKKla, a. taMfv> a*
onservar o bum coocoito qat teen lummt* 4*
respeitavel publico, dUunguiudu o MB rli'rritri
memo dos mais qae ncgociam no mtUM (tKK
veen sc.ieuiificar aos seus boas frfgae qae prt-
veniram ao3eua carrespoadMites oas direnas t*f-
(as d'Earojia para lhes eoviaram |kk u i]uetes os objecto: de loxo e b..in gu*tu, age f-
jam mais bem a-<-itos pelas si.c:eddd<^ etefaSM
daquelle* paites, visto aproxims.r le o lnr-
f(ta, em que o beHo sexo deoa linda Veat.i
mais oslenia a ri<|iieza de .uas ti-dli-itea ; *-
mo ja reeebi'sscin pels paqucte franctz iivtrv.
arligos da ultima nioda, veem patmicar !^aa*
i'cLtre eMes qae. se tomam mais recomaeadaT^i.
esperaudo do respeitavel publico a eoamnaa
cobcurrencia.
Aderecps de tartaruga os mais liadot qae itea,
vindo ao mercado.
Albons com ricas capas de mdi aa
velludo, jeodo diversos taaashos e bara!os
os
Aderecus completus dc borrarha pr \.
lotu, tambem se vendem meios aJerecos mono .
nitot.
BIom de setim preto e de cores para on* 4*
vestidos de sethora; ijnbem lem para oiMiIl
p ali lot
Bolsas para senhoras, existe nra bello strUflica
to de seda, de palha, de chagrim, etc, eu^
barato pre<;o.
Donecas de todos os tamanhos, tanto de /.
eomo de ce"ra, de Uirraclia e de mass-a ; ttttzu-
mts a atteni.-So das Exma-. Prai>. p.-ira e-rie artifi
pois as vexes tomam-se as crianras nm p
pertineuies por falta de nm obteclo nne a? *a-
Ireteul.aui.
Camisas de linho li.-as e com peitos bordaAw
para homem, vendem-se por preco commoda
Ceroulas de linho e de aigodao, de diversos rr-
50s.
Caixiohas com musica, 0 que ha de maa liai*.
com disticos uas tampas e propn^s p*ra uicst*-
tes.
Cuques os mais modernos e de di-cr-oa for
tos.
Chapeos para seohora. Reeeberam um stfCaai
da ultima moda, taato para scuhoia, coajc ::.
meuinas.
Oapellas simples e com veo para c ms.
Caixas bordadas para meniaas.
Enirecieios cstampados e bordados, dt. .xJ.;
desenhos.
Escovas electricas para denies, tern a ,
dade de evitar a carie dos dentcs.
Franjas de seda pretai e de cOroa, exLi
divercas larguias e bat**
de
panno, a 49,
3d, 3W00e
19500, 29 e
a U, 25500,
ArfepJe-se cakjas pretas
6^, 7ft e 89000.
Vendc-se colletes prelos, a
490O.
Vende-se ceroulas, a 1>,
3^000.
v'ende-se camisas brancas,
39 e 49000.
Vende-se ccmisas de chit s, a 1900, 2i>
e 3rJO0O.
CHITAS PRETAS A 320 RS.
Vende-se chitas pretas finas, a 320 e 3G0
rs. 0 covado.
LAZINHA A 200 RS.
Vende-se lazinhas para v stidos, a 200,
! 320, 400 e 500 rs. 0 covado. No Bazar
e 890O0 cada Nacional. rua da Imperalriz n. 72, do Men-
! dos Guimaracs & lr;naos.
Attencao.
GALLO BRANC
i)
TEM PARA
;2
UL SALSAPARRILHA AYER.
ciencia modica apresenta este reme-
seguro qua ella, cooheoe para o fl
desejado.
Alewi da rate da Salsaparrilhatlla t comxuta dot orta-
ttpaee n bttancuu medicmaei que a experimcia tan demoe-
trqdo lerem at nelhtm que foraece a- nalweza e que a
ane tern aetcooerlo para extirpar do tongue e dot huwwret,
ettotvinot e corrupts que 160 agameit de toManoiettia.
Logo que a SJABAjABJBfcB*. 4jtm haja penetradomo
eystoma, comeea entio a obra de restabelecimento.
Nlo t n'ttm momento nem em nm dla
qua a moleftladeaappasaee.
Pouco a pouoo, degrao aabre degrao,
o sangne vas readqoirindo ana piueza, o
mal to codeido e a saude, o vigor a
robuatac, appareeam!
Medieot da alta repataolo cooeordam
no valor e utilidade d'este inestimavel remedlo.
Todos oa dlas apparecem novas provae da sum Tlrtodot.
Todos os diaa aagneota e ceuumo.
O povo todo, inlalliaante fidedigno de Uvrar-se das suas prlnclpaea 'doeneaa e a*
restaorar sua sande e por conseguinte tornar mais alogro
na.atetaacia> mais duradoosa. a saa via*.
*'tm ttftclyica ttm/ra grrmdt pewte d' etea
RUA DO RAKGIL M. 3
Armazens de seccos e molhados
D1STINCTIV0D0 ESTABELECIMENTO L.M GALLO BRAKC0, PLNTADO,
PARA ALGUMA PESSOA QUE IGNORE A LEITLRA.
Hodrigues & Pires, regressados em Pernambuco, cidade do Recife, successores do
armazem do Gallo, a rua do Algibeves, em Eisboa. omais afamadoeconhecido armazem
naquella cidade, capneham sempreem ter generosde primeira qualidade, dos quaes dao
aos seus numerosos freguezes um conhecimento mais prolongado na relacao abaiio des
O que e bom 6" caro
Palavra bemdita que nunca faltou.
Cha- porob fino, a S000 a libra. i Camaroes secais, a 500 rs. a libra.
Dito miudinho super-fino, a 49000 a li-, (jueijos frescos empellicados, preco com-
bra- modo.
Dito popular lino a 39000 a libra. Cascas de eOco para lavar sasa, a 160 e
Manteiga mgleza fior. em barril a 1{M>00. 120 rs.
Dita dita Gna, em latas, a 19500. Farinha fina de Muribeca.
Dita dita, dita e dita, a 19400. Vassouras de piassava para service inlar-
Azeito de peixe baleia, a 6*0 rs a garra- no, a 240 rs.
|?a.
Dito de cOco, fino, ;a 800 rs. a garrafa.
Dito doce e carrapato.
Aguardente do caldo da canna, feita de
encomrnenda, a 500 rs. a garrafa.
Dita popular, a 320 e 240 rs. a garrafa.
Dita branca, a 200 rs. a garrafa.
des
Ditas grandes a500,rs.
Massas para sdpa de todas as
qualida-
Vinho tinto e branco, superiores, eogarr
rafados e em pipas. E outros artigosque sera
enfadonho annumerar, em secco e raor
lhados, por ser extenso.
ehronlcoe, Xheumatimo, nftmHaa cMlmmt*;rU.,
que too eautadat ptla tyecfao venerea, ou antiga ou her.
dada.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os leguintes :
Barra,
Pregal^a,
o Patriclo.
A traUr com sens proprietaries nesta cidade,
e para intormac5e9 com Joaqnkn Pioto de Mei-
refles Filbo, na mesma cidade de Mam amguape
Vendem
Wilson, Rowe & C.
Era sen armazera a rna do Trapiche n. It, o se-
gUinle:
__ M i Algodio azul americaao.
M St ft9&' Fiodevela.
A major, parto daa mplestiai
aii>iitoM,iiiiiMniidiM ontraaa* -
"^A^^4 W "*** Pf>n, origj^k
vtVTf-tVa^a^a^Cr n''na <**&<> doentio e morbiiio
do sangne.
Logo qne este alimento da rtda
"to aMiver pro on qua sa
acnar rurraaaap eov a infecelo da syphilis (talvex j4 da
mnnos passados), a molestia ha da apparecer sob nma on
ontra forma e apreteotanao (Mlnrmtm ijiUmaj.
Caryao de pedra de todas as qualidades.
OTado mnito barato.
Lindas lUs ,eseoQeza,s.
De variog padrdes,
360 rs. o covado :
e inteiramente medenias, a
a rua Primeire de Marco
as columnas. r
Vajconcellos.
estrangeiro.
Paris n'America, a ruaDu-1
que de Caxias n. 59
primeiro aodar, aeaba de recaberum completo
sorumonlo^e^altjaaos estraageirospafa homem-a|
senhora, vlndoentre elles t^m liadosortimento de
elegaate3 cbiquitos, sapatinbos e botinas para
cnancas, qne tudo vende por preco9 razoaveis.
DE
fazendas finas
Rua Primeiro de,Marco n. 7 A
DC
Cordeiro Simoes^G.
E' esta uma das casas que boje pode com pri-
ma?ia offerecer aos seus freguezes um variadissi-
mo sortimento dc fazendas finaa para grande toi-
lette, e beni assim para uso ordinario de todas as
classes, e por precos vantajosos, das quaes faz um
pequeno resumo.
Mandam- fazendas as ca?a dos pretendeates,
para que lem pessoal necessario, e d5o amostras
nii'dunte penbor.
Corte3 de seda de linda c6res.
Grosdenaples de todas as e6res.
Gorgurio branco, lizo. do listras, preto, etc.
jetim Macao, preto e de cores*
Grosdenaples preto.
VeHudo preto.
Granadine de seda, preta e jde cores.
Popetoas de lindos pakee.
FU6 de seda, branco e preto.
Ricas basqujnag de se4a.
Casacos de merino de cores, li, etc.
Manias brasileiras.
Cortes eom cambrala tranca com lindos borda-
Rjcas capella&e.manta8para naivas.
Biquissimo sortimento de las com lisiras de
seda.
Cambraias de cdres.
pitas maripazas, brancas, llaa*e boedadaB.
->aozuques do lindos padr#es.
Baptistas, padroes deiicados.
Percalira* > quadros, pretos e brancos, listras,
etc., cte.
Brins do linho de
eom barra e listras.
Rjcos cories de vestido
mesma cor, ultima mod?
Dkos de1 cambrala de'ores.
Fustao de lindas c6res.
Saias b*rdadag.-pai seab^ras.
Camisas bordadas paw seafcaras, de linjjo e.aW
Sortrmeeto delnvas davenfadeira fabri:a de
louviQ, para homens e senhoias. -
) Vastuatios. para menials.
Djips nara bapfjzado.
(,hap6os para dito.
Toalhas e guandanapos adaraaseadoKerinbo ae<
cor-para mesa. *
Colcba8.de 1.
Co,rtjnadQ9 bor,dados.
Grande sortimento de camisas de liubo, lizas e'
boi|daaas, para nomeas.
Maiaa dB-o6es
it
Ricos cortes de vestidos dc tarlatana bordados
para cortes.
E9partilhos lisos, bordados.
Foulard de seda, liddas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Ricas tachas de seda e la para senhoras.
Ri<-o sortimento tie lcques Ue madreperulas e
dSSO.
Damasco de soda.
Caseinira preta e de cores.
Chitas, madapolao panno fino preto e azal, ol-
lariahos, puuhos dolinho e aigodao, gravatas, lu-
vas de fio de Etcossia, 'apetes de todos os tama-
nhos, bolsas de viagem, peitos bordados para bo-
mens, lencss de linho branco e de cores, toalhas,
guardananos. etc., etc.
Vende-se as casas terreas seguintes :
Rua 24 de Maio (autr'ora dos Ossos) ns. 2 e 4.
Rua do Fogo n. 2.
Rua do Padre Floriano n, 33.
Travessa da Bomba n. 5.
Beceo do Padre Lobato n. 8 A.
Becoo do caes da Cadeia-nova ns. 3 e o.
A tratar no Largo do Carmo n. 1.
grande sortinmito de
preco.
Fitas de sarja, de gorgurio, ae setim e ft .
in a lute, de diversas larguras e booitas cores.
Fachas de gorgurio muit> lindas.
Flores arlificiacs. A PredilecU prima em
servar semure um bello e grando sortini
las flo es, nao so para enfeile dos cbi Moa, aaaw
tambem para oraato dc vesUdo de noivas.
Galoes de aigodao, de li e de seda, brancos, pre-
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senboraa.
Lacos de cambraia e de seda do diversas avar
para senhora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas p..
noiva.
Livros para onvir missa, cr.m c.-*as de ma^rt-
perola, marfim, os o e velludo, tudo que oa bom.
Peutes de tartaruga e marfim para alisar os ca
belos ; teem tambom para tirar caapaa.
Port bouquet. L'm l*ilo sortimeuto de lac;
perola, marfim, 6aso e d.inrados \< r barato pre
Perfumarias. Nwie ariigo esta a Fu-d.k.ta r
nrovida, nao to em rxtractos, couj' em ileo
banbas dos melhores odures, dos auia .if.iaa* -
fabricautcs, Louoin, Piver, Sociedado ilvgieoiv.
Coudray, Gosnel e liimt-i ; sao indi>penaveia y.i.
a festa.
Saias bordadas para senhora, por coiaaoi!
preco.
Sapatinhos dc li e de setim bordados .para laf
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um U>n.io .- r
mento de diversos tamanhos, taaio parasoiac.
mo para enirada de salas.
Vestimentas para, baptisado o que ba k-
gosto e os mais anarrnii rmhau a i^naai-tu
de or ar. to prapo, para licar ao Jean,
qualquer bolsa.
Rua do Cabuira n. 1
7SSBASS. lit? oaitfiz;
0 INEXMGUIVEL.
icor, proprinc oara vestidos,
*
de linlw.r eitesda
Asunieas verdadeiras
Bicbas hamburguezas un-- vem a este mercade
ua rn? Marqnoz 'ic. .jimda n.6l
Panno de aigodao da Bahia.
Vende de todas as qualidades Joao Rodrigues de
Faria : na rua do Amorim n. 33.
Fumos
Da Bah a e do Rio, vende Joao Rodrigues de Fa
a a, rua do Amorim u. 33
efimezas
a iOO'rs. o covado
antiga do Crespo a. 13, loja das eolurnnaa, da An
tonio Correia'de "
Varandas fundidas.
ha, rua do Queirnaifcj n. 43, confreote da
pracinba da Indepenaaacia.
Aproyeitern.que so e b.arato.
Lazinhas a. chipeza com, padrSes de furta-cdres
1 prXpriVpa" vestidos, pelo diminuto preco de
i ito. rtis-o covado, so na loja de Guerra e Fer-
i naoaes
' Dao se amostras.
PSSPJJtaDO FOB
IH^. J. O. ATEB & C*- .I Kstados TTnldos,
VM$tftt$ Pr*Cttt Analytic*,,
lifao de B 9M & Irraao a' CaaL.^SftS toSuWrni Tpropria'SS
n 100 a fot tmStf Zl^%B?m i V'?1'- Por *r gco. fnnoos, a B offlKe
iSnJ}ai05' i' pa tnd^r varant,as de ftr- vaatagem ao comprador, por eslar bem afreene-
'SmwXflM! gostcse PreCos jzadajara a terra%uem% preTende* diK a
mesma.
para'horaans, meniaoie
iiVas, Qsqocpw-
m?^$l3*^* Cl}apeQS de Stil Mra h0
Merino de cores para vesthtw
Dito wetoi tran&do e dito de :aarao.
'iilhada da linho e algodio para toal
Moaftadp par dp,
DamascovJe li.
Brins de lirmo, branco deoorese preto
Setim de lindas cores com listras.
Chales de merino de corea.e pratoa.
Ditos de casemira.
Ditos de seda preta e de cdres.
Ditos de touquim.
Camisas de chiu para aomens;
Ditas de flanalUt.
Ceroulas de linho e aigodao
,,0,J e e^'et Mra sola, cadeiras e conso-
ffLencos bordados e de hbyf&Un.
Colcbas de crochet.
Tarlatana de todas as cores.
Farinha de mandioca nova.
Recentemente chegada de Sanu Catharina tem
para vender no trapiche Companhta, e para tratar
no-seu eocnptorio a rua do Commercio n. 5, Joa
quiai Jos6 Goncalves Belu-ao & Filho. Advertindo
aos compradores que desejando acabar, venderx
mais barato do que em qualquer outra parte, tan
to em 'grandes como em peqnenas porgoes.
Fazendas baratas
Graoaanea com palmas de seda, padroes intei
ramente novos, a 500 rs. o covado, cbitas de cores
de avversas qualidades a 240 rs. o covado, brim
pardopara calca a 360 rs. o covaao, colarinhos
rJ^T0 a i5 a duzia' lencos de cassa, peqaenee,
a 900 rs. a duzia, lfainhas de cores, padroes mnito
lindos, e outras muitas fazendas baratas ; dao se
amostras; na rua Duque de Caxias n. 44, loja da
eiqnina do beceo do Peixe Frita
Baratissimo.
Vende-ae las eseocezas de mui hados padroes
pelo diminuto preco de 280 rs. o corado, faienda
ftaese vendeu porf500rs.: na rna do Crespo n.
to A, loja da esqoina. D -o se amoctfaa.
Pacheco A Asevadotem para vender tapioca
de Ararat, de qualidade especjal: em seu arma
zem .rMiata :do Duqqeda Cajuaa n. 29.
Veaderve o saio Melde* teewengenh s Paujiata e Fragoso. queer
pretanaer falle ao major Mangoiufeo, ern
Glinda, que seaeha autorisado a ven-
der.
df!
HIRRAY LtVUVV
Uma pura distillarao das mais ra-as |a>
r*j dos tropicos. f.ontem, para assim k
zer, quasi o oddr odorifero das (lores
tropico da America, esua fragancia e aa
iiiexbausta ainda mesmo por contiut
c/aporacao e dilTusio. Tcste resjiei'.
i icomparavel a qualquer outro perfu .
qne ha do venda para :
DESMAIOS, ATAOUKS NERVOSOS, D>-.
RE CABECA, DEBII.IDAD! V
HYSTERICOS.
E um certo e ligeiro alKvio. Com o bam
.in, tem conservado sua induencia par*
cima de vinte e cinco annos s/jlirp to !ns
^rfumos, nas Indias Occidenta*, Cu
..lexico, America Central, e do Sol e i..
>,oin toda a r-oniiaiaca o racwnm como um artigo, pelo seu aroma muito d- -
Ucado, riqueza de odor e permanoucia,
pode ser iguaiado. Tambem faz rc-mov-
da pelle:
ASPEREZAS, EMPOLAS,
QUEIMADURA8 DO SOL,
SARDAS.; E BORBLL11AS.
Sendo reduzida com agua, se tonal uma
excellente mistura para banbar a peBaw
dando um aroseado e cor clara a oinpla-
cao nublada, sendo applicada .id is df
barbear, evita a irritacio que gw*. aeaw
occorre, assim como tambem gargantcando-
se, o cbeiro do cigarro desapparece, 6 ne-
lhora a condit;4e dos denies e gengivaa.
Como ba muitas imitates, as quaes Ma
posBuem nenhumas d'estas propriedbdes,
deve-se tomar cuidado e contar s6nieote o
o famoso perfume a cosmetico do sal da
America, cbam
AGIA FLORIDA
DE
Mf MIA Y l,4MI4\.
So acba i venda era todosodrogri
perf uraari as da moda.
Camisas do cxetone
as.maia rnoderaas que tem vindo ao mercado sen-
do lisas e com listras, e que se vende a 40#XJ0 a
duzia e a 3J30f> cada uma ; e pechineha.
Hollahda
Brim pardo liso, o que ha de mais fino, com am
toque de avaria, e que se vende a 480 rs. o cova
do, fazenda propria do paiz por ser linho puro,
applicada para costumes de homens e de meninos :
so na rua do Crespo u. 20, loja das tres portas, de
I uaiiaerme ct C, juDto a loja daesqmna.
Grande sortimento d las pa-
ra 2*0,326, 400 e 500 rs.
Na lqu,da itesa Branca vende-se liado sug-
mento de Tas para vestido, per pi*?* baratasi
mos, como e eostame deata loja, a .sia-m
nas casas : na rua da impsmtrii avaa.
Veos para chapeos a 1$
A Rosa Branca vende veos de a da para cha-
peos de senhora, sendo prstos, brand*. #>
tras muita cores, paaWataaimi praco da id
cada um ; i*to e de grata : na run da liuparatiix
n..S6.
Feitos bordados a ljf&00
A Rosa Branca veade pate da dao awaaja,
bordados, a 1*500: e grande pecaaMba : aa rod
da Imperatri. n, 56.


8
Biario. de Pernambuoo Ter$a feira 24 de Marijo de 1S74



JDRISPRDDERGIA
Relatorlo
A RESPEITO DO HKGOC1U DO MARECHAL BAZAINE
EX-COMMANDATTE EM CUEFE DO EXERC1TO
DO RHENO.
( Conclusdo.)
Na sessio do d a 3 do dezembro come -
gou o seu discur.o o genera lPourcet, com-
rnissar.o do governo.
Pourctt historiou as differentes bases da
accusagao, referindo-se aos pontos princi-
ples do processo. itisse que o anno de
1870 inscrevra ua.historia de Franca datas
para seinpre doLirosas, mas procurou mos-
trar que os grandes desastres se poderiarn
ter evitaJo.
0 geaeral Pourcet fallou largameute du-
rante tres audieocias, seguin io se-lhe a fal-
lar Mr. Lachaud, advogado e defensor do
tnarechal Baza ne-. Tambera este joi bas-
lante longo na sua orgio.
Mr. Lachaud, depois de expor eitensa-
mente as suas ide<*s a respeito da guerra e
das causgsque para ella coucorreram, cora-
parou os dous pianos de campanha, que se
discutiram no Conselho do imperador, e que
con-istiam ; um em marcbar sobre Paris,
e outro em ir em auxilio do marechal
Bazaine.
Combati-ii lo os pontos capittes da accu-
eagio, e referindo se ao que houve de mais
uotavel no depoimento das t^temunbas, es-
pecialmeute daquell s que mais tinbam to-
cado o auditorio, fez ver que Bazaine se
acbftva isola ij das dm*is forcas railitares e
do governo. q~iie regiar o paiz.
0 de-fensor de Bazaine explicou as cau-
sas por que o marechal entrara em relagoes
com o inimigo. fanlaudo so em qne as cir-
cumstamiaso fo-giram a isso. Fez uma nar-
ragao clara e desenvolvida das inirigas de
Regnier, e das diligences que este hav a
enipregado, taut.) em Hastings, como em
Versailles e em Metz, dan lo a entender que
Mr. de Bismark jtflgara poder servir-ie da-
queile instrumento para chegar aos seus
bus.
Tratandodas medidastomadas para a de-
t'eza da praga de Metz, declarou que as
queixas que se formulavam e que consta-
vam do processo, eram mal fun ladas, por
isso que a resi teucia se nao podia prolon-
gs. /
Depots de falnar por espago de alguns
dias, enuraerou os ultimos incidentes da ca-
pitulagio ; o que houvera a respeito da mis-
sSo do general Jarras, e das suas duas entre-
vistas com o general allemao de Stieble, as-
sim como das coneessoes que obtivera, con-
eluindo por demonstrar que o desfilar dos
soldados era ucd supremo insulto, e que o
tnarechal tinha feito muito bem em o re-
cusar. Disse tambem por fim que o exer-
cito cumprio o seu dever, mas que Deus o
quizera ferir.
Findo o deb-te, o conselho de guerra
lavrou a sentenga, de qu-s n6s em tempo
demos noticia, conlemnanlo o marecbal
Bazaine.
guardando o que o acaso pozera no sea ea-' Vi.
minho. Eis a causa da sua agitacao. I E nao sabe noUcias de Victor?
Tratava elle de saber se a sua honra nao Nio.
aoffreria se por ventura guardasse aqueile Oque sera feito d'eile? E como nos
dinheiro, ou se pelo contrario ella manda- tem perseguido a raio da desjrega ? Men
ra procurer o seu terdade.ro dono e entre- pai no estado em que se acha e a desappa-
gar aquillo qne Ihe nao pertencia. ricjto de Victor datam do raesmo dia. Teo
Que hei de f zer ? perguntava elle a irraio estava bem triste a ultima vez que
sua consciencia com anxiedade. E esta in- o vi
terrogagio continue, que nao encntrava a Sim ; a arabigao apolerira-se d'eile.
resposta decisiva, feria-o como uma espada Gostava dos prazeres dispendiosos da vida
de dous gumes : de qualqucr lado que elle louca da mocidade ; g stava emfim mais do
LITTERATMA.
A carteira
I
Era em 18i3. Fazia uma dessas noites
crueis aos pobres, que, sem fogo, sem pSo
muitas vezes, nao teem senio frio ea fome ;
e como unico refugio-o somnr.
A uoite era fria e amcagava muita chuya.
As ruas estavam envolvidas em uma neblina
espessa que mal deixava distinguir alguns
frouxos raios da luz dos lampeoes de azei-
te ; e quando, no meio desta triste noite um
homem apparecia como uma sombra nos
desertos passeios, da rapidez do seu andar,
poderia adiviuhar-se que fugia ao mdo tem-
po que estava prestes a surprehendo lo.
Dez horas acabavam de soar na igr.ja de
S. Francisco, quendo um maucebo que pa-
recia assaltado de uma viva commogio, su-
bio precipitadarncnte os degrios de uma casa
da rua da M.... e foi sentar-se ou ai.tes rar-se sobre uma cadeira. 0 seu rosto
estava pallido, o seu olbar espantado; o
corac,5o batia lhe violentamente.
Donde vinha este mogo ? 0 que have-
ria elle feito? Qual a causa da sua per-
turbagSo ? Teria sido testemunha ou autor
de algam crime? Sao: tinba apenas to-
cado com o pe na fortuna que o esperava
no caminho; abaixara se para apanha-la e
agora porguntava o que devia fazcr della.
A carteira que tinha na m5o, acabava de
acha-la na rua havia poucos momentos.
Abrindo-a vio que continha ella bilhetes do
banco.
0 mogo era pobre ; podia tornar-se nco
FOLHETIM.
LUC&SCU BQUGXA '
MEMORIAS OE SATANAZ
POR
D. Uanoel Fernandez y Gonzalez
QUINTA PARTE
LEONOR
II
tM QUE SE EXPLICA COMO MICHELOTTO CHE-
GOU A PARIS E SE ESEABELECEU AM COM A
SO* FAM1LIA.
[Continuagao do n. 66.)
Sim, dinheiro guardado 6 dinbeiro
triorto ; por conseguinte quero po-loa ren-
der ; empreste o o senbor ao jura de cento
poc cento, de-cne apenas sessenta, guarde
o rcsto e responda-rae pelo capital.
Pestarei bons (iadores p:lo capital e
juro?, disse messer Elias.
Nao necessito mais do que uma obri-
Mgao sua; mandechamar um tabelliao, que
nos servira" para este e para outro negocio.
0 judeu s . ro e voltou.
0 Sr. de Arnesteville sentia-se ebrio,
aturdido, enfermo, junto de tanto dinheiro.
Mich'lotto voltou-se para o judeu e disse:
E' verdade que tem por hypothoca
de uma divida do Sr. de Arnesteville uma
casa na rua dos Petits-Camps, fazendo es-
quina para a praga das Victorias ?
Assim e, senhor ; e por certo que o
debito excede o valor da casa.
E, com effeito.J ac- rescentou o Sr. de
Arnesteville ; o debito inchou, de pequeno
converteu-se em enorme, e tanto que ten-
do-rae cabido perfeitaraente na algibeira,
na sua origem, nio cabe hoje pela enorrm:
rorta da minha casa, ou para me'.lv r diz*r'
a collocasse, o seu coragao sangrava; as
palavras sim e nao se apresentivam em seus
labios, gdf.'S do seu pensamento. A 'luta c"a razio
dizia-lhe :fica pobrf, porera h nrado; a
da paixao gritava Ihe: torna-te rico para
seres feliz I Era uma luta dolorcsa para se
prolongar. 0 acas^ parecia salva-Io.
No momento em que um sopnisrao ia pre-
valecer sabre as ultim-s objecgdes de sua
consciencia, am grito lhe fugio do pe.to : o
seu olharacabavj de fixar-se sobre um retra-
to em cujos olhos parecerara-lbe exprimir
uma censura. 0 retraio era de sea pai. 0
mancebo comecou entao a pe :sar nesse no-
bre anciSo que tinha visto morrer naquelle
mesmo quarto, pobre, mas firme na sua
pobreza sem noloas ; lembron se dos seus
conselhos tio depressa esquccidos.
Esta commogSo, por*>n, foi curta ; as
teutagdes voltaram, e o mancebo quasi f6ra
de si, atirou-sp, m^smo vestide como se
acbava, na cama, chaman lo o somno em
sen soccorro.
0 somno nio veio : porom as ma's pai-
xots continuaram a fallar-lhe ao ouvido.
Uma bora depois levanlou-se, por^n
calmo ; respirava jd mais livremente. No
seu olhar adi vinhava so que o problema es-
tava resolvido.
N8o foi o acaso, dizia elle passeando no
quarto, que atirou osta fortut.a a meus
pes; nao creio nelle foi Deus que teve
piedade do meu descspero.
Que a vuntade de Deus sjja feita 1
accrescentou o mancebo esforgan lo-se por
surrir.
Entao aproximou-se de uma secretaria,
abrio a carteira e voltando os olhos, com
medo de ler algum nome que Ihe fosse co-
nheciJo, tirou de dentro o seu contetido
metteu n'uma gaveta, e atirou depois ao
fogo a carteira.
Qaatro iias depois partia para Italia.
II
Um mez fe havia passado depois do que
acabamos de nanv.r.
Em um quarto de dormir de uma cat a
da rui de... dus pessoas velavara. 0 in-
terior deste quarto era triste, pobre. A' luz
duvidosa de um lampeflo trabalhava uma
moga na sua costura, e um mancebo copia-
va alguns manuscriptos. Aquella apezar de
parecer doente, nao tirava os olhos da cos-
tura ; este trabalhava com ardor, tempos a
tempos a sua penna tornava-se mais lenta,
ate que um olhar langado d costureira o dis-
trabia um pouco, para de novo recomegar
a sua escripta com uma vivacidade fe-
bril.
0 mancebo era pallido; o trabalho, a
reilexao, a insomnia haviam Ihe enrugado
a froute, e encovado os olhos.
A moga tinha alguns annos menos do qua
elle ; dezeseis annos mais ou menos ; lou-
ra, de olhos azues, doces e melancolicos
debaixo das suas longns pestanas ;uma
verdadeira cabega de Greuze.
De momento a momento ella olbava para
uma alrova. De repente um velho doente
e magro, appareceu.
Dci-rae de beber, Qlha, murmurou
elle.
A moga levantou se, deu de beber ao
doente, b ijou o na testa e voltou ao seu
trabalho.
Meia noite soou.
Basti de trabalhar, Maria, disse-lhe o
mancebo ; amanha acabaras a tua obra.
E' preciso-que eu a entregue ama-
nbS.
E porque ?
Ella abaixou os olhos sem rssponder-
lhe.
Sabes que recebeu amanha o meu or-
nado, continuou Eugenio ; teremos alguns
dias de descango.
Maria estenleu-lhe a mao.
Como es bom, meu amigo I Desde
que meu pai perdeu a lugar que nos dava
o pao; desde que so acha n'uma cama
doente, o que seria de n6s se n5o fosse a
tua bondade ?
Nao sou eu seu sobrinho, Maria ? seu
filho adoptivo ? Nao devo soccorre-lo?...
Mas vai repousar um pouco, eu t'o pego.
Maria, procurando illudir o pedido de
seu primo; continuou :
Viste Arthur, o amigo de teu irmao?
da quo foi minha casa na rua dos Petits-
Camps.
A quanto monta esse debito ? per-
guntou Michelotto.
N3o fomos crueis para com o Sr. de
Arnesteville ; combinamos em cincoeota por
cento, mas a falta de pagamento do juro...
oespago de dez annos...
Mas no fim de contasa quanto monta
esse debito ? tornou a perguntar Miche-
lotto.
A dezeseis mil libras toruezas.
Sr. de Arnesteville, disse Michelotto
pegue n'um d'esses talcigos que deve conter
vinte e cinco mil libras tornezas, e serd-o
prego porque pago a sua casa, porem quan-
go estiver desempenhada.
Oh I meu querido prirao de Boncamp!
exclamou pallido de alegria o Sr. de Ar-
nesteville ; tenho um verdadeiro prazer em
vender-lbe o meu magnifico palacio. As-
s'.m 6 melhor, porque nao sahe elle da fa-
milia, visto que somos parentes proximos,
primos em sogundo grdo.'
Corao 1 pois este cavalheiro 6 seu
primo ? perguntou messeri Elias.
Sim, 6 meu seguadi primo, Qlbo de
um primo carnal de raufci m4i, o Sr. Pe-
dro de Boncamp, geny-homem da Breta-
nha, cuja ascend-yw''*' remonta ao tempo
do illustre rei/Pei Este meu parente
teve uma mocjdade rapestuosa ; levou aos
pes do Santo Jradre, ynSo sei que peccado, e
impoi: lhe a peaitenciade ir
ntos / de Jerusalem, e conser-
o aisua familia, o rosto co-
uraf anno. Em Bethlem en-
gr'fnde dama que tinha ido
c na oatra penitencia, teve
amores com ella, ale que afin'l a p-ibro se-
ahora morrea, -IoIxti I) I'io em ln-ranga
essasjoias riquissimas que a senhora de Ar-
neftetyllo naj vio p r loituna iLiiiba. E'
uma a\^itu/a int^r^ssaut1, na) e verdade,
Sr. Elia??;
a Eugenio, apertou-
o Santo Pad
aos Lugares
var, bem
bertodura
controu
alii cura,t)nr
prazer que do dever.
De gragado t se algum acto do deses-
peragSo....
Nio creio. Muitos dizem=-suicidar-
me-hei, poucos, porem o fazem. Foi tal-
vez prociirar fortuna f6ra da cOrte.... ou
sentou praga de soldado.
i'orem, em nome do Ceo I minha
prima, e tarde, deise o trab lho para ama-
nha.
Maria dobrou a sua costura, foi ate a por-
ta da alcova deseu pai que dormia, voltou
-)be a mioesahio.
Ill
Victor desembarcou no Rio de Janeiro
urn anno depois das escurgoes na Ita-
lia ,
Rio de Janeiro I exctamava eMe. Jd
n'esta cidade de onde fugi julgando escapar
aos remorsos. Parece um son ho T 0 que
vi eu rna Italia? Respirei o'ar do seu
bello ceV> f Nero, a belleza da creagio, mm
a arte, seu filho sagrado, comer disse Dante,
poderam eurar me. Oh t 6 preciso la-var
esta nodoar e preciso reparar a falto, e pre-
ciso expial-a. Mas oade? Como? Qjefa-
zer ? meu D^us !
No coragio de Victor existia a- raistu-
ra do arrependeime*o com deses-
pero.
Assim andiva o pobre- mogo, quando ou-
vio pronunciar o seu nome.
Bom diay Arthur t exclama elle r'e-
conhecendo o amigo dos prazeres passa-
dos.
Ha mil annos que te niO' vejo F
Chego de uma viageea-.
Eu tambem-.
Tu vens.. .?
Dos Estados- Uuidos; e tu-?
De Roma.
Na verdade, accresceutoa Arthur ;: e
mais poetica.... a-Italia.... E porque?:...
Quero sabel-o...,sou louco pela Italia : qp&~
ro ouvir-te fallard?ella, nio te deixo mais.
Levo-te comigo.
Para onde t
A almogar, um almogo de ami-
Porem, acabo> d chegar, estou teu-
gado.
Nio importa, viris comigo.... la
fiz.. nio sei o que.... uma especie de ele-
gia, uma ode.... sobre o-Campo Vaecino-..
Desejo a tua opiniio, as tuas observa-
goes. Nio tenhas medo ; ha ao todo cem.
versos; almogaremoe antes..... Hoje e's-
meu.
Victor cedeu, a boa franqueza do amigo
desenrugou-lbe a fronte e ambos caminha'-
ram em direcgio ao houl.
De repente Victor para epergunta.
Que rua e esta ?
E' a rua da....
Tomemos outra.
Que idea e esta ? chegss da llalia
com o espirito supersticioso ?.. Mas
tu estds verdadeiramente pallido.... Que
ten^?
Nada, respondeu rapidaroente Victor,
continuando a andar.
Depois de dar alguns passos, parou de
novo, como se tivesse reconhecido o lu-
gar.
Com todos os diabos I exclamou Ar-
thur arrastando-o : teris grandes esclare-
cimentos a dar-me sobre o meu Campo Vac-
cino ?
Victor nio respondeu, e, continuando a
caminhar, deixou o cuidado da conversagio
ao seu amigo. Alguns instantes depois es-
tava elle sentado defronte de uma mesa bem
servida e cercada de meia duzia de estou-
vados que procuravam o prazer no fund
dos copos de vinho. Muitas qoestdes s
agitaram, graves, ou ligeiras : o almogo to-
cava ao seu termo quando Arthur disse de
repente:
Esta manba atravessando uma d'es-
tas ruas da cidade, li um edital assim con-
cebido
Perdeu-se hontem desde a porta do the-
atro de S. Pedro ate i rua Direita, uma car-
teira conteado vinte e quatro contos de reis
em ditlerentes notas do banco e' bilhetes do
thesouro ; da-se dous contos de reis de
recompensa a quem restituir a dita cartei-
ra.
Seguia-se a casa onde do via ser procura-
Um milagre, respondeu o judeu, que
escutava com os olhos n a bocca abertos as
mentiras impudentes do Sr. de Arnesteville.
Sim, sim, Sr. Elias, proseguio ogen-
til-homem ; uma milagrosa e formosissima
duqueza que tinha os cabellos louros e se-
dosos, que peccara muito, e que em conse-
quencia de um dos seus maiores peccados,
encontrando-se com meu primo, o tornou
possuidor d'estas joias.
Por Belzebuth I murmurou Michelot-
to, estou quasi a acreditir que o diabo se
entretiim com os meus negocios.
Aquellas joi3S dera-lh'asLucrecia para que
as desarmasse, e fossem o patrimonio de sua
filha.
Os Santos Lugares I os Santos Luga-
res I exclamou o judeu, n'elles tem succe-
dido, succedeu e succederio cousas extraor-
dinarics.
E, com effeito, disse Michelotto, o
que meu primo acaba de dizor icerca da
duqueza peccadora, foi uma grande ver-
dade ; e como estamos de accordo, vi bus-
car a obrigagio do Sr. de Arnesteville e
volte quanto antes. Quero concluir estes
negocios para nio pensar mais nelles.
Antes que o judeu sabisse, bateram &
porta.
Michelotto foi abrir, e deu eotrada a um
homem esguio, todo vestido de preto, que
disse com roz meliuua :
E' aqui que precisam de um tabel-
liao?
Entre, Sr. Joio Mormont, respondeu
messer Elias. Emquanto eu vou & minha
casa buscar um documento, comece a cs-
crever, segundo as lets, as obrigago. s que
este cavalheiro lhe die tar.
E sahio.
Mormont antou-se & mesa, puxou do
tinteiro c dos competeut-is papel e penna, e
mirou com espanto o mascarado Michelotto
que estava de pe" diante d'ello.
A'q-nntos estamos, primo? pergnn-
dp o proprietario do objecto perdido.
Victor eetrecemeu.
Djus contos de reis I accrescentou
Arthur; nio achas que esta recompensa e
umacagoala?
Cagoada 1 disse um dos convivas. Por-
qua.T
Porque? porque a carteira cahioounas
mios de um homem honestoe este nio quer
recompensas, ou nas de algum larapio que
saberi mathematica para coinprchender que
o todo e mais do que parte.
E' justo. disseram ao mesmo tempo
quatro ou cinco convivas. Bebamos!... A
tua saude, Arthur I
Os copos tocar m-se, esasiaram-se e de
aovo encberam-se.
Victor so nio bavia bebido.
Um larapio, um larapio, e muito bem
de dizer-se.... renlicou ummanceb>que se
achava em frente de Victor. Pois bem I eu,
nio receio ronfossal o e incorrer nas voss s
censuras. Se Deus < u o acaso me atira-
rem no caminho semelhante fortuna, eu a
guardaria e a usaria como uma cousa legi-
tima e hem adquerida.
Isso seria ura desgraca I murmurou
Victor eomo se faHasse comsigo mesmo*
Sim, uma grande desgraga ; por ue a vida-
que leva hoje sem euidados, tomar-se-hia
depois .-nuj pesada ; porqiue to>k>s os praze-
res- originados d'esseouro, virnm envene-
nanios.
Por Deus I exetimouo vrainho de
Victor, ao ouvilo, dir-se-hia um n ufrago
fallando da tampestade I Teria e- senhor
passailo por esse prova ? Pbbre martyr 1
vejarocmo elte soffre.... Como asus fronte
esto pailida....
Senhor gritou Victor fora de- si.
0 mancebo ria-se a bom rir.
I neolentel-.-..-
0 quediz?
Mraeravel !.,..
Uma bofetada o irapedio de ouvir o res-
to-.
Desgragado I exclamott p mance&o a
qoem a bofetada fizera ficar como um lou-
co.- N'esse moment- vio- -:e Victor levar a
mao ao coragio e ca&r.
lima faca Ihe atravessdra o peito.
Os medicos foram logo chamados De-
pois dos exames declardram ser a ferida
mortal. 0 ferido sorrio amargamente, pe-
dio papel e tuata para escrever e trafar estas
duas linhas j
Ao Sr. Eugenio. Vem depressa se
queres abragar teu irmaoi Yistor.
0 medico sahia do qjaarto dr>doente de-
pois do segundo curativo, quando Eugenio
ontrou. Su rosto enamagrecido denotava
um sofTrimento-profun loi mas supportavh)
com coragem ; eram as- suas vestes, usa-
das, porem, limpas e tratadas cuidadosa-
mente.
Meu irmao-1 exclamou Eugenio abra*-
gando Victor com effusio... Mas-que tens?
Meu .Deus.. Como estds pallido ? Saa-
gue!"
Sim, uma ferida...
Mas nio 6 perigosa f
Talvez.. coragem, meu irmao 1 .-
Esta ferida curard outra mais dtlorosa...
Qual? I
Aquella que sangra ha ma s tempo...
respondeu Victor, levaado a mao ao co-
ragio.
Que queres- tu diaer ? Falla... fair
la 1
Sim, eu vou con-tar-te. Mas antes,
olhaMBe, estas vestes,.. disse Eugenio.
Annunciam a miseria, nao e assun ?
Sim, a mi.ceria que enruga a froute, mas
que nao deshonra.
E eu o ignorava t...
Minba desgra^a comegou, Victor, no
dia da tua procipitada partida e uunca
mak; cessou... E nio fui eu s6 a unica
victima 1 Outros teem tiio o seu qui-
nbao... outros que roe sio tao charos como
tu 1 Um velho d quem estirao e venero
como se fosse meu pai e que uia charaa
seu filho ; uma menina pura e bella que
me chama seu irmao, e que devia me Jar
um dia um nome mais doce 1
Meu tio e Maria !
Sim, as privagoes teem sido crueis ;
elias, porem, s3o misturadas- de santas ale-
gri.as que sao o contentamento do coragio,
a resignagao e a esperanga. Nao e um
s6 a chorar, sao tres.
Mas, meu tio era o caixa da casa
William Fort; este emprogo assegurava-lhe
um futuro e uma existencia tranquilla.
Perdeu esse lugar.
Como assim ?
Eu vou contar-te tudo... Porem, te-
nho receio de fatigar-te. Tu nio soffres.
nio e assim ? Isso nao e nada ?
Nada, respondeu Victor com a voz
cheia de tristeza e de uma ironia que Eu-
tou aqueile ultimo.
A dezeseis do novembro, respondeu
o Sr. de Arnesteville.
Oh I hoje mesmo terminou a minba
penitencia iinposta pelo papa do trazer, as
sim como a minha familia, o rosto coberto
por uma mascara.-
Ao ver o rosto sombrio de Michelotto, o
esguio tabelliao sentio uma especio de cala-
frio, exactamento como so visse diante de
si um tigre.
Michelotto aproximou-se de Tonetta que
dormia com a poquena Leonor nos bragos.
Estava rendida pela fadiga de uma longa
Jornada.
Michelotto acordou-a ao tirar-lhe a mas-
cara, e deu-lhe um beijo na testa.
Entao que Ihe parece a minha esposa
e sua prima, meu querido Jacques? disse
Michelotto fazendo levantar a cabega a To
netta, que estava ainda adormecida.
0 meu Deus exclamou o Sr. de Ar-
nesteville, que forrnosa mulber I
Quo diz esse homemzinbo ? pergun-
tou em itallano Tonetta.
Diz que es u a bonita mulber.
Pois agradece lhe da minha parte e
despede-o, que tenho muito somno.
Queira desculpar, j. primo, disse Mi-
chelotto em francez ; minha mulber ignora
que o senhor entende o italiano e foi dema-
siada fronf*a.
Sua mulber e" admiravel e excessive-
mente graciosa.
Com o andar dos tempos ha devir a
estima-lo. Mas, nio fagamos esperar mais
temp) este bonrado tabelliao. Trata-se da
veu la d'g u na casa situada em Paris, cujos
lados extenores correspondent p;ra a rua
dos Petits-Champs e para a praga das Vic-
torias.
Ainda mais, accrescentou com etn-
phase o Sr de Arnesteville, a minha cas
prolonga-se ate i rua dos Vieux-Augus-
tins.
genio nio comprebendea.
Pois bem, disse elle depois de se sen-
tar mais perto de seu irmao", dime tua
mio ; eu fallarei assim meihor.
Uma noite, ha treze mezes mais ou
menos,estavamos no inverno... havia
muito frio na rna ; eu estava sentado perto
de Maria, que bordava e eu lhe lia, nio sei
que livro, quando entrou meu tio. Foi di-
reito d sua secretaria, abrio-a, remecheu os
bolsos, empallideceu e soltou um grito.
0 que Ihe tinba acontecido, meu
Deus !
- Encarregado, pela casa de commercio
onde era empregado, de levar uma quantia
conaideravel d casa de un banqueiro, e...
Foi roubado ?
Nao ; perdeu a carteira conteodo essa
somma.
Perdeu ?...
Sim, meu irroio...
E essa carteira continha vioee e qua-
tro contos de reis ?
Sim ? exclamou Eugenio espantado e
recuando.
E esta earteira foi perdida na rua dos
Ourives ?
Sim, disse adrairsdo Eugenio, eomo
sabes tu ?
Fui eu ciue a achei~.
Tu?
Sim, eu I
E o que ftzos'e ?
Guardei-a.
Ah desgragado I
Sim desgragado, muito desgragadw-;:
porqne esta fortuna que eu roubara para
que a vida me fosse doce, na>pude goza la-
e ella-.causa de minha morte. Ah I desgra
gados- aquelles que procuram a felicidade-l
nas loucuras comprad s com o ouro, ad-
quirido rergonhosamente, e esperdigado rK>|
caminho dos gozos !'. Escuta, Eugenio,.
resta-me uma parte deste dinbeiro... de*|
contos de re"is..., sao-teus, que tanto tens
soffridj...
que elles te uao perten-
.4 InslraceS* pMiUIca eaa
por c. nnuv.
Prologo.
CAPITULO II.
Lsqpeces
cem ?
Ah*! tens razao... Eu quero escrever^
pois, dai-me este papel e penna.
Victor escreveu o saguinte :
Sr. William.No meu leito- de morte,
eu lhe pec/> o seu perdio.
A carteira perdida, ha um anno, por
um nobre e desgragado velho, foi>eu quem
a achei. Dos viuta e quatro contos de reis
que ella continha, dez somente nao foram
dissipados;. elles ser-lhes hSo entregues pe-
lo St. Eugenio de Menezes. Perdio, per-
d3o, senhor.Victor.
Victor dobrou a carta, tirou debaixo do
seu travesseiro uma carteira que entregou
a seu irmao. Este lanc.ou-se-lhe nos bra-
gos.
Neste momento entrou o medleo.
Senbor, disse Ejgenio encaminhando-
se para o doutor, o ferido e meu irm3o,.
Salvai-o I
Salva-lo-hei, respondeu o medico,
obedecendo tanto ao seu bom coragio como
a um signal de Victor.
Eugenio voltou-se para o ferido.
Ouves, disse elle, nos curarem5s i
tuas feridas. Ate logo.
E sahio precipitadamente.
Na raanhaseguinte, ds dez horas, entra-
va Eugenio cheio dealegria, no quarto do
doente.
Cura-te depeassa, exclamou elle, e a
nos.-a fclioidade serd completa I... Ah
meu Deus I como estas pallido I.... teus
olhos fecham-se...
E' somno, dfcse Victor com um sorriso
cheio decalma... Mas falla-me de tua feli-
cidade.
William lau a tua carta e perdoou-
te. Mas ainda nio e tudo: elle foi visitar
meu tio, e reentregou-lhe a caixa da sua
casa.Amanha meu tio entra em exerci-
cio.
Bemdito seja Deus \ murmurou Vic-
tor, cujos olhos estavam fechados... Falla
ainda, meu irmao.?.
Eeu,nada m3is tenho a desejar.
William, sabendo que a minba posigao
na casa onde trabalho depend ia de uma
somma, e os dez contos de re'is...
Elle t'os deu... emprestoa...
Sim, e posso agora esposar Maria... Ah
se tu soubesses como ella e a minha ale-
gria I... Volta depressa d saude f Tu
tens o arrependimento ; e 0 irmao do re-
pouso, o precursor do todos os sentiinen-
tos doces e generosos.
Victor apertou fortemente a mao de Eu-
genio, soltou um longo suspiro; e recahio
sobre a cann murmurando :
Adeus, meu irmio. Deus e justo
Estava aorlo I
EGO.
IMSTRUCCAO 8ECIHBOU.
jContinuacio)
IV
As escolas modernas foram a principio 9t-
tabelecidas para os rapaxes que a poaca
abastanga de suas familias nao permittia
mandar is escolas antigas, por demaia ca-
ras e nem sempre preparatorias dtrectaaan-
te para uma profissio. E' a esta neeeasi-
dade que respottdem as escnlas da Marlbo
rough, Cheltenham e o Wellington toUtge.
Mas e nos dous grandes centros fsaris da
Ingiaterra, Manchester e Liverpool, qm se
deviam naturalnaente organisar de mode
mais completo escolas em que o rnainn
scientiHco tomaria as mais largas propor
ides. E' que id o espirito de associagjv
actuando'tanto no dbrainio <)as sciencias e
letras, eomo no dos negocios, torn podidc
produzir-se em toda plenitude de sua po-
tencia.
.1 instUuicao real de- Liverpool, fuodada
por uma sociedade de accionHtas, e um
vasto estabelecimf nto qqe coirteiar em seu -
magnificoa editicios uma bibliotheca, uma
galeria de quadro? e esculpturas, am mu
seu de historia natural, de zoologj*, de to-
chimlogia e- um laboratorio de cbtmka. 0-
associados abrem gratuitamente ao publico
as suas galf rias, celebram-se alii conferen-
cias (lectures) acompanhadas de expe-
riencias pelee mais acre eseola annesada d >esta grande institoigio
utilisa-se de todos os recursos que ell* ten.
reunido d custa de grandes despezas. E
um exteruato, alimentado por Juas peoaies,
uma pelo principal, outra por um dos-pro-
fessores.
0'piano de ^studos realise tudo quanto o
aosso ensino secHwlario especial se propo--
attingir, accressentan lo-lhe o complement
inecessario que the corrige os-inconvenian-
les que assignalei no meu relatorio sobr-i a
jinstrucgao publics nos Estados-Unidos. Has
aulas inferiores- dominam OS estudos ao
idernos ou prof(ssiona'.s ; as aulas superieres
Isao como um pre^aratorio para o ensino
das universidades ; excellente organisagio.
que se justifica pelos resultatos queobtem.
Os alumnos qoe sahem da eseola, depois
>le haverem frequentado os oursos de pri-
meiro grio, sao proridos de eonhecimentos
uteis e appl caveis is carreiras industriaes,
rommerciai s e administrativas. Os que coo
tinurm seus estudos obtem dis incgo s am
Oxford e Cambridge e lugaies- honrosot nas
grandes repartigoes publicas.. 0 Liverpool
college, ins'ituigao clerical, e o instit'Mo,
eseola secular aberta a toda* as coromu-
nhoes, chegarafli d uma org?nisagio aoatb-
%i para o ensino d-s classes- medics.
Os cursos de adullos, cuja importancia la-
dos recdnheeem, receberani' na Inglatem
uma organtsagao que Ihes assegur i perma-
nentes recursos, e permitte d?r-lhes todo^
os desenvotaimentos desejaveis.
Nio esta esquecido o predigioso irapul-
que ha alguns annos, fez surgirem etr.
Franga mil hares de cursos- de adultos fre-
quentados-oom admiravel agodamento poi
mogos e-homens feitos, dvidos de uma ins
trucgio qua a eseola primaria nio lhes pu
dera dar. Masse a dedicagio dos-profe-
sores, aotrescentando bt-roicamente um ex-
cedento de trabalho ao labor do dia tio me
diocremente retribuido, conseguio jmostrit
quanto se node esperar do seu zelo, dearer-
se-hia prever que s"ria uma flagranto injus-
tiga abusar tambem do seu tempo e
forgas.
Estes cursos s6 podiam pertanto ter uma
lUragio ephemera excepto se o budget do
estado offerecesse meios de dar d esta institui
v'io uma existencia solida e duravel. Ora,
nos sabemos quaes os fracos recursos d que lispoe o nosso ministeno de inslrucgio
publica I
Em Liverpool, em Manchester, em Lo-
dres, por toda a parte em que se tem feitu
sentir a necessidade de crear escoias dc
adultos e utriversidadea operarias, o espiri-
to de associagio tem aoiplamento pro*ido a
isso. Os homens ricos, os negociantas, aa
fabricantes tem aborto subscrip.Oes para oc-
correr as primeiras despezas de instaHagio.
e eslabelecido um escriptorio local que se
poe em relaga l com as outras assoctagoe-
dirigidas ao mesmo fim. Os operarios que
querem instruir-se pragam uma colisagio
muito fraca para nao ficar acima de su-
meios, eassds ulevada para :alvaj|uardar a
sua dignidade pessoal.
'Catuiiiuar-se-ha\.
Com que casas confronta ? perguntou
o tabelliao.
Pela rua dos Petits-Champs com o
palacio de Francisco do Sacy, conselheiro
do parlamento ; pela rua dos Vieux-Augus-
tinscom ascocbeiras d'esse mesmo palacio,
respondeu o Sr. de Arnesteville.
Quern vende ?
Eu, Jacques de Arnesteville, fida'go
da Bretanha, camareiro do senhor rei de
Franga
Quem compra ?
Eu, replicou Michelotto, Pedrj de
Boncamp, fidalgo da Bretanha, primo em
segundo grdo do Sr. Jacques de Arneste-
ville.
Porque quantia ? perguntou mais o
tabelliio.
Por vinte e cinco mil libras tornez's.
Em dinheiro de contado ?
Sin, no que estd n'esse sacco d sua
direita.
Transmissio absoluta de dominio ?
Sim, respondeu o Sr. de Arnesteville.
Com renuncia do vendedor a todo o
direito ?
Sim.
Livre de censo, ou de qualquer outro
onus ou pensio ?
Sim.
Em quanto fallava, o tabelliao escrevia
com uma rapidez espantosa.
Que mais ? pf rguntou elle.
Redija uma obrigagao minha, disse
Michelotto, de vinte mil libras tornezas de
renda annual, em favor do Sr, de Arneste-
ville, a cujo pagamento se obriga a casa
que acabo de.lne comprar.
Esse documento em breve estava prom
.)t0.
Que mais ? perguntou o tabelliio.
I" Ea escripturj pela qual consta que
messer Elias Japhar, hebrea, habitants de
Paris, aceita em deposito a quantia de du-
zentas mil libras toruzas, tiombas, em ouro.
pelas quaes, em quanto as tiver em seu pc-
der, se obriga a dar-me cem mil libras
aonuaes de renda, ate ao dia em que eu tin.
do seu poder as mencionadas duzentas mi.
libras, devenlo eu avisa-lo d'isso com dou-
mezes de antecipagio.
Bem se vo, cavalheiro, que nio estd
habituado a este genero de negocios, diss.-
o tabelliao.
IV verdade, replicou Michelotto, o=
meus uegocios teem sido de outra especie
Estd tudo prompto.
Depois d'isto nio havia a fazer mais V>
que esperar pela volta de messer Elias Ja-
phar, que nio tardou em voitar.
Acompanhavam-n'o oito homens para
tomarem a levar os taleigos de dinheiro.
Elias Japb.T fez ler a escript^ra que lhe
dizia respeito, eacbandc-aem divida forma,
assignou-a, bo.n como Michelotto.
0 tabelliio tirou d'ella duas copias, que
entregou a cada um dos contratantea, e
apresentou a Michelotto um recibo dos saos
honor, rios, que Ih'os pagou logo.
0 tabelliio retirou-se, Elias Japhar levou
OS taleigos de dinheiro, Jacques de Arnea-
teville despedio-se, promettendo voltar cedo
no dia siguinte, e Michelotto e ToottU po-
deram finalmeiitu repousar das fadigaa da
longa Jornada d'aquelle dia.
Nio tinha nascido sinda osol, quando
Michelotto, que jd se havia levantado, en-
tio que batiam i porta do seu quarto.
Foi abrir e eucontrou-se com o Sr. de
Arnesteville que vinha muito embugado,
porque a mimhi estava muito fria.
Pelo qup.yejo jd me esperava, disae
elle entn n lo.
E" vordade, aim gado e disposto a
sabir na sua companhia para ir tomar posM
di minba nova casa.
(Contimiar-se ha.)
TYPTnO lV.A=".iH. -Rl'A Dl'OTE HE CAXUS
I
/
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i
wiiBr^a
1MB



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