Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16960


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Full Text


ANNO L. MMERO 65



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I
MBA A CAPITAL K LliGABES 0\ I>i; \\o SE PAGA P0BTE
tor traa rmms adtaattdos................. 6JW00
Por teis ditos idem. ..............# 12gKH>0
,f or um anno idem................. 349000
ia4a numero avulso................. 9320
SEXTA FEIRA 20 K MARCO BE 1874
FAB A FOR A DA PBOWKVCIA
Por tree mezes adiantados. .- ". Vfci
Por avis ditos idem .
Pur note ditos idem .
tor urn anno idem. .
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DEPERM
PR0PR1E0ADE DE MANOEL FIGUEfflOA DE FARIA FILH0S.
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fs Irs. Gerardo Antonio Aires d Filhos, no Para; Gonalves A Pinto, no Maranhao; Joaquim Jose de Olireira A Filho, no Cearaj Antonio de Leiuu* Braga, no Aracatj i Joio Maria Julio Chaves, no Assd; Antonio Marcjaes da SUva, no Data!; Jose Justino
Pereira d'Almeida, em Mainauguape ; Carlos Auxeuciu Munteiro da Franca, aa Parahyba ; Antonio Jose Gomes, na Villa da Peoha; ie'armino dos Santos Bnlcio, em Santo Antao ; Domingos Jose da GostaBnga, am Haxareth;
Antonio Ferreira de Aguiar,em Gojanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar das Alagdaa t Aires dC.ua Bahia; e Letto, Cerquinbe 41 C oo Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
G over no da Provincia.
FALLA com que o Exm. Sr. comemndador Henrique Fe-
reira de Lucena abrio a sessao da assemb!6a legislati-
va provincial de Pernambuco no dia 1. de marco
de 1874.
(Continuagao do n. 63.)
AifljlMiiMfji&, UJJiilillJiU'JilD 3 I!iVMlraVB&D-
Nio e lisongeiro, como podera er, o estado da nossa agriculture, nae obstanie possuir a
provincia mais de mil estabeleciraentos de fabrieagao de assucar, situados em terrenos de uma br-
iilidade assorabrosa, e tambeui uma va doeiro. .
A falta quasi total de meios faceis e baratos de transporte, a diininuigio sensivel de bragos
trabalhadores, a ausencia absoluta de associagoes, de estabelecimentos dc credito rural, esobretudo
c maldito espirito rotiueiroque esta sempre disposlo a condemnar m limine toda e qualquer lenta-
tiva de melhoraiuentos, eis as causas principaes, ha muite eonbecidas e apentadas, que Unto Ira
coacorrido para o atraso da lavoura, uoica foate de riqueza da provincia.
Digo -unica fonte de riqueza, porque a industria manufartureira, como sabei-, e nulla entre
ads, e agora somente 6 que parece querer sahir do estado erabryonario em que por tanto tempo se
tern conservado, com prejuizo do nosso progresso moral e material.
Actualmente atravessa a agricullura ura*rise espantosa. cujas consequencias nao se podem
bem prever nera calcular.
O baixo preco que nestes dous ultiraos anaos tern obtido nos mercados estrangeiros os
nossos generos de exportagiio, principalmente o assucari que e o mais importante delles, veio ag-
gravar ainda m;iis a triste e precaria situagao da mesma lavoura.
O clamor que de todas as paries levautam os a-gricultores consterna aos que os ouvem.
Padem dinbeiro para solver os seu compromissos, ou Baser colher a safra ameacada de perder se,
orTerecendo altissimos premios e garanlia suffieii>nte por raeio ie hyprthecas em seus ben?, e nao
0 aacontram em parte alumna.
Procuram transporte para os seus generos, pagando tretes exagirados de cinco e seis mil
reis per uma pequena carga de oito arrobas, e o alraocreve, ou se tscusa, ou a isso se presta me-
doate outras vantagens mais: taes como uma ancoreta de mel, e o set ello quern effectiie a venda
do feaero, percebendo pelo trabalbo uma commissio de 200 ou 30) reis por carg i.
Chamato trabalhadores, offerecendolhes elevados salarios, e sates, ou nao apparecem, na
seat motivo 09 abandonam, depois de terem recebido por adiantamento quantias mais ou menos
arultadas.
O quadro que venho de esbocar em ligeiros traco-, e que e, infelizmente, uma triste realida-
de, deixa clarameute ver que a nossa agricullura esta agonisante, e q_ue e forceso que d*sde logo
se trate de melborar o seu estado. (aaaado desapparecer, quanJ > nao todas, ao menos algumas
ias causas ja apontadas como origens do mal, promovendo em larga escala a cultura de outros
generos, taes como 0 cafe e 0 furao, 9ubstituindo os instrumentos e os apparelhos actualmente em-
pregados no plantio da canna e labrico do assucar por outros mais aperfeicoados.
A varledade dos produclos da lavoura muito importa para nan fazer deerescer as nos?as
readas, visto como oalto pref de um genero-servira para comptmsar 0 biixo preco de outro.
Alem distoesta provado que 0 cafe e 0 fumo, que muito* pontos di pjpvincia produzem
aaaoalmente, exigem 0 emprego de naenor numero de brae is e de capitaes menos avultado;, dand >
cao-eguintemente ao productor lucros mais consideravuis.
Para comeguir que os nossos agricultures emoreheniam a cultuia do cafe em uma grande
exteosao, talve;. fosse conveniente que estabelecesseis premios pecuniarios para os que plantasscn
em terreno apropnado uma certa e determioada area desse genero, e expozessem delta a melhor
qualidade.
O cafe passa por ser hoje 0 mais rico producto agricola, e de todos 0 que menos similares
tern aos mercados estrangeiros.
A sabstituicao dos apparelhos e instrumentos actualmente empregadosno fabrico do assucar
* outra questao que deve ser de promptoresolvida.
O assucar tem um temivel competidor ao seu similar a beterraba, que, com quaato
contenha em menor auantidade a substancia sacharina, todavia e cultivada e fabricada com menor
dispendio, obtendo 0 lavrador e fabricante um resultado mais oroveitoso, nao sd no tocante a qua-
1 da de, como a quantidade, em virtudo do emprego de mstrumenlos e machinistnos mais aperfei-
voados e que sao ainda entre nos inttnramente desconhecidos.
O nosso assucar, pois, so podera compelir com os seus similares, quaml > no seu fabrico se
empregarera os mesmos instrumentos e apparelhos adoptados nus paizes mais adianlados. Sei
perfeitaraente i(ue a rotin oppora uma ingante barreira nessa transformacao, mas cumpra nao
dssacorocoar.
Nota-se da parte de alguns dos nossos agricultorcs boa disposigao em melhorar os seus
productos, e parece qua uma nova era vai despontando para a agricultur 1.
Um certo numero ja procura constituir-se era s.ciedade; outros ja eucommendam para a
Eutopa apparelhos para 0 cosinlento do assucar por meio do vapor; outros, finalmente, ja fazein
uso das turbinas para a clarificagio ou purgajao desse genero A inor parte diz : quero pri-
meiramente ver como funcciona 0 apparelho, e qual 0 resullado obtido para entao substituir
0 que possuo, pois tenho receio de ver mallogrados em puras experienirias os meussacriflcios.
E, assim dominados por um vao receio, nada emprehendem no intuiio de tao ulil transfor
magao.
Honra e mil louvores, porem, sejam dados ao illustre, activo e e.nprehendedor Dr. Francisco
do Rego Barros deLacerda, 0 qual acaba de assentar no seu ungenhoS. Francisco -da Varzea,
um apparelho de cosimento a vapor, que seacha funccionando desle 0 coraeeo da safra, dando'tO
por cento mais em assucar d j que se obtinha pelo cosimento a fogo nu.
No emprego desses apparelhos em larga escala resultara indubitavelmente um consideravel
augmento na producg'10 de tao precioso producto.
Si outras fossem as circurastancias finauceiras da provincia, eu vos aeonselharia que fi-
zesseis a lavoura, rnediante as necessarias segurancas e por longos prasos e juros modicos, um em-
prestimo de 200 a 3X) contos, para ser exclusivamente applicado na acquisicao de apparelhos dos
mais aperfeiQoados, para quanto antes subsliluirem os existentes, ha muito condemuados pelo pro-
gresso dessa inlustria nos paizes civilisado9 ; certos de que, quando mesmo 0 reerabo so deixasse
3e ser integralmente realisado, a provincia com isso nada perderia, porque ja teria lucraao dobra-
damente. Mas, uma vez que tal favor nio pode ser concedido, urge que a auxilieis por outra
qualquer forma que a vossa sabedoria aconselhar.
Nao sio 9omenos os embaracos com que luta 0 commercio, 0 .jual por ventura nunca se
action em circumstancias mais apertadas do que as actuaes.
O pequeno capital que circulava na praija desappareceu quasi de todo, e os banc js, que de-
viam acudir em seu auxilio, foram ns primeiros a the fechar as portas.
E', pois, sobremaneira melindrosa a situacao do nosso commercio, para a qual tem infeliz-
raente concorrido, alem das causas ja descriptas com referencia a agricullura, 0 estremecimento
barido nas pragas estrangeiras. qie, ligadas a esus por exiensas relaroes e transacgoes mercan-
tis, fazem lhe experimentar os seus perniciosos effeitos.
Esse estado cousas nao pode deixar de influir grandemente no progresso da provincia,
fazendo com que esle reslrinja a esphera da accao em que deve girar.
Sei que as causas que para isso actuam sao, umas permanentes, e outras de caracter
puramente transitorio; que estas tendem a desapparecer por si mesmas, sem necessidade de
outros meios que nio sejam a paz e a tranquillidade; aquellas, porem, dependem de muito
estado, tempo e dinheiro.
Cumpre, portanto, que os altos poderes do estado e esta assemblea se deem as raaos para
eonjunclamente debellar os tropecos apontados, que ameaeam entorpecer a marcha civilisad ra
em que ia a provincia caminhando com geral admiracao. '
Fsto nao quer dizer que seja desanimador e desesperado 0 nosso estado ; nio. Longe
de mim tal supposicio.
Pernambuco sera sempre a eslrella fnlgurante a montanha de luz do imperial d>a-
dema ; assim 0 queira Deus e nao nos falte 0 patriolismo.
O futuro que lhe esta reservado, e que presentemente mal se deixa entrever no rneio das
sombras que 0 encobrem, sera esplendoroso, e para embacial-o de balde se conspirarao todas
a? forg is do genio malefico.
E de feito, quem podera medir e calcular qu il sera 0 progresso desta provincia, desde
qua 0 porto do Recife der accesso facil a todas as embarcacoes que odemandarem ; desde que a
linha ferrea que vai em busca do magestoso S. Francisco tocar a margem do grande rio ; deide,
tlaalmente, que 0 Limoeiro e a Victoria se prenderem a capital pelas Iinha9 ja contractadas, e
cuja realisara') h5o se d^merara muito I
Todavia nao devemos deixar-nos f'scinar por esta brilhanle perspective, para 0 tim de
cruzarmos os braeos, e tudo conharmos a acc-io espontanea da humidade e do calor ; nao. Ca-
minhemos, mas caminhemos com cautela e prudencia, para nio compromettermos 0 patrimonio
ja adquirido, e 0 que podemos ainda accumular.
Attentos os males que teem soffrido a agricullura e 0 commercio, nao tem tornado nolavel
desenv^lvimento a navegagao entre esta provincia e os demais portos.
Do mappa infra vereis qual 0 numero de navios de longo curso e de pequena cabotagem,
qixe no anno fioanceiro de 1872 1873 visitaram 0 nosso porte ; bem como 0 rendimeuto da
atfandega durante 0 mesmo exercicio.
LONG0 GURSO. CABOTAGEM.
BSTBADAS. SAHIDAS. ENTRADAS SAH1D S- _____
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1 494 292:i75 11:775 306:968 239:936 1:101 193:573 10:006
Attendendo as razSes apresentadas pale contra lante po seu raquerimento de 3 do mez
proximo passado, em que pedia 6 mezes de prorogacao de pra*o, baixei em data de 5 do referido
mez uma portaria concedendo-lhe a dita pruroga>m
'IUIIMi\iAD 2 tDiDflmtfU
i^gio e am graode ulemenlo
garantir a afrfttsflnra, por
de procedencia
Este assumpto dtve merecer a vossa particular atteaa
Fm um paiz eminenteraente agricola, como 0 aosso, j
de progrrsso.
Hoje, que os bracos e*cravos tendem a diminuir,
veoiura a primeira parte de nossa riqueza. ._.-_
O governo geral dm descuida de promo Hi1 tiara
O Dr. Beuto Jose da Costa, contractante da inporttgfct da. emigraates
eurojiea, brevemente come^ara a dar camprimentoao eontracto.
Durante 0 anno proximo pasiado 0 numero de emignmtes pirl e>ta pnviacu elevi>u se
a 756, sendo 725 do sexo inasculino e 31 do feminiuo.
Destes, 583 sao Portugueses, 17 inghzes, 18 francese*. IV allemi's, 31 hespanhoes, 83
italianos e 6 suissos.
Retiraram-se 260 do sexo masculino e 12 do femenina, sendo 180 porluguezes, 0 inglezes,
10 francezes, 4 allemaes, 59 italianos e S hpspanhoes.
A vista do parecer dado pela commisjao por mim nomeada 0 anno passado s ore as alaeias
que de vein ser extmctas, resolvi em 4 de abril do dito anno, de eonformidade com 0 aviso do
ministerio dos negocios da agricullura, commercio e obras nublicas. de 27 da margo de 1873,
extinguir os aldeiamentos do Riacno do Matlo e S. M'guel de Barreiros.
A lei a. 2,040, de 28 de seteinbro de 1871, vai sendo exeeutada em todos os seus pontos sem
enconlrar 0 mioim'o obstaculo da parte dos proprietaries de eseravos.
Aquelles que combateram 00 parlameoto e oa impreosa, e que prognosticaram ao paiz
um sem numero de desgragase embaracos, que surgiriam a cada canto, Tjgo que ella come-
casse a ter execucao, devem de estar corridos de pejv, por Reran quao eagao.idos estavam e
quao clamorosa era a injustiga que entao faziam aos seus coaeidadaos.
E n cumpriraent) io aviso do miaisterio dos negocios di agricaltura, commercio e obras
publicas, de 29 de novembro ultimo, mandei proceder em todos os municipios, pela junta desig-
nada no regulamento que baixou com 0 decreto n. 5,13'i, de 13 de novembr> de 1872, aclas-
sificacao dos respectivos eseravos, afim de escolher-se os que estivossem nas coa-li;6es do se-
rem emancipados aeb fuudo de emancipagao.
Essa classifii;3';ao ja foi concluida nos municipios da capital, Olinda, Ouricury, Fiores,
Panellas, Nazareth, Floresta, Cabrobo, Ipojuca e Tacaratd.
Do recenseamento da populacao, que ainda nao esta cou:luido, verifica se que 0 numero
de eseravos, que a provincia possue, ja se eleva a cifra de 88,550, pertencendo ao municipio do
Recife 14,857, seguhdo a classilicassao, que acaba dt ter lugar.
Estes 14,857 eseravos representam 0 valor d-j rs. 283:6001000
0 peculio pertencento aos mesmos eseravos, existentes em pode delles, ou no dos senho-
res, 6 da quantia de 64:0254200 rs.
Cumpre consignar neste capitulo 0 abate de 30 por cento, feito por muitos proprietaries,
no valor de seus eseravos, para Hies facilitar a oblencao da liberdide.
Este procedimenlo, provavelmonte, sera segJdo pela quasi totalidade. As boas aegfies
encontram sempre imiia lores.
A junta emancipadora desle municipio e mereccdura de verdaleiros eaeoraios, quo folgo
de tributar-lhe pelo zelo e boa vontade com que desempeahou tao pesada incuo encia.
0 Dr. Jos6 Joaquim Tav-res Belfort, encarregado da eonfecgad da e.-laiistica, por con-
tract) eelebrado com a-admiBistragao em 18 de outubro de 1867, en virtude da lei n. Hi de
11 de julho do mesmo anno, lendo, alem do praso marcado no conlracto, obtido mais duas pro-
rogafdes, que se findara.-ii, sera que ainda ficassem conelaidos os seus trabalhos, requereu em
30 de dezerabro de*1873 que se mandasse archivar a part; one se actia organisada, ale que
podesse adquirir IBtea us.dados necessarios para 0 seu complemeoto.
Nio ae parecendo, porem, rasoavel 0 seu pedido, em vista das claiisnlas pstahelcida*
no dilo eontracto, mandei ouvir ao inspector da tnesouraria provincial, e aguardo a sua infor-
marao, afim de resolver como for mais conveniente- .
iftitoaai^siiaivtaf----.
Acha-se quasi concluido 0 processo do receuseamento, piocedido-nasta provincia em vir-
tude do art. da lei n. 1829, de 9 de setembro de 1870, regulado pel as instru^goes dc 30 de
dezerabro de 1871.
A' directoria goral da estatistica te*m sidu remettidos em originaes os elemenlos censitarios
de todas as freguezias da provincia, a excepijio de S. Jo*e de lagazeira e Gaianhans.-*ojos tra-
batbos so acham preparados, aflm de seguirem praa curte, e S^atos (Visme e Damiao.do munici-
pio de Iguarassd, e Pazenda Grande, que ainda nao renterfcram a parte ^ne Ibes diz rej>eito.
Com excepeSo destas duas ultimas, calcula-se toda a populagao em 810,540 almas, distri
buidas do seguinie modo : livres 721,990 ; eseravos 88,550 : nacionaes 736,447 ; estrangeiros
14,093; sabendo ler 218,6*5, e analphabetos 561.915.
Por portaria de 7 de agnate do anno proximo Undo extingui a commissao encarregada
da organisagao desses trabalhos, conservando apenas 0 respeclivo official para concluil-os, o qual,
tendo sido nomeado secrelario do gymnasio provincial, foi substituido em 29 de novembro ul-
timo pelo bacharel Manoel Pessoa de Siqueira Campos.
(Conlinuar-se la.J
OESPACH0S DA PBGS1DENC1A, DO DIA 18 DE M \ tti DE
1874.
Companhia Recife DrainageInforms o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Francisco Nery dos Santos Ficara expedids
as convenientes crdens, no senlido do que reqaer
o supplicante,
Genuino Vieira Damiao. Indeferido.
Getofio Vespasiano Augnsto da Costa Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Jose Ignacio d'Avila Sim, pagos os direitos
nacionaes. t
Jesii.no Alexandrino de Carvalho I'edroia -Ea-
tregue-se, rnediante recibo.',
Joao Baptista de Moraes -\ Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Melquiades Antunes de AlmeidaPasse portaria
na forma requerida.
Maria Joaquina da Conceigao Seja posto em
liberdade.
Pedro Celeslino Pereira Indeferido.
t>|iurii;iIo da policia.
2.' secgao__Secretana de policta de Pernambuco,
19 de raarfo de 1874.
N. 396. -Illm. e Exm. Sr.-Parlicipo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos a do'.encao os indi-
viduos seguinter:
A' ordem do subdelegado lo Recife, Antonio
Jose de Oliveira, a requisicao do capita) do
potto.
A' ordem do da Boa-Viagem.Dimingos, cscravo
de Luiz Gomes Silverio, a requerimento deste.
Em data de hontem, coramunicou me o subde-
legado de Beberibe, que remettera ao Dr juiz de
direito de Olinda, o inquerito policial que fizera,
contra Enmeria de tal, autora dos ferimento? pra-
ticados na pessoa de Hermino de tal.
Na mesma data, communicou-meo delegado do
Cabo; que no dia 16 do corrente, em terras do en-
genho Estiva, do districto de Arariba, d'aquetle
lermo, Manoel Navio, ferio gravemenle com uma
facada, a Francisco Raphael, sen'o preso em fla-
grante ; que o respeclivo subdelegado procedea
ao competent; inquerito e remetten-o ao respec-
tivo Dr. juiz municipal.
Em offlcio de hoje, declarou me o Dr. delegado
da capital, que pelo subdelegado da Doa-Yisu,
lora remettido ao Dr. juiz substitute do respeclivo
districto criminal, o inquerito policial a que pro-
cedeu contra Manoel Itufino Antonio Praxedes,
autar do ftrimento feito na pessoa de Felix Jose"
Seraphim.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exin. Sr. eom-
uendador'Henrique Pereira de l.uceaa, digno nrc-
sideute da provincia -Ochefe de policia, -Info-
nio Francisco Correia de Arauja.
0 Sr. 1* secretario da conta do seguiote
BXPKDlKN'TE :
L'm offlcio do secretario do gv.ernoda provin
cia, remaUendo copias do contrato da Companhia maria de um e ontro sexo.
"desta cidade edo termo de modifi-
1874. Joifirim Guedes Correa Gendim Ernesto
Vieira de Hello. G de Drummond.a
Sr. Himiimento Portella. Sr. pre-
sidtote, a notieia que, sobre a epigraphe -Estorvos
commtrcia'x, ti bontem publicada no Jornal do Re-
aft, demoveu rue a apreseotar urn requeriranto,
olicitando inf >rmapoes que babilitem a assemblea
provincial a impetrar dos poderes geraes as pro-
videncias que no caso couberem.
Vi dessa publicagao que um navio hespauhol
com am carregawento de vinhos, nao polendo,
segundo o uso, retolhe-H) a armazens alfandega
dos, sob a direc,-ao de particulares, e nao que-
rendo sujeitar.se ao recolhiraeuto em armazem
sujeilo a inspeepio da capatazia da alfandega,
seguira viagem, nio fizera o descarregamento,
resultando ditii prejuizo a fazeada nacional com-
putad* em 25 cont is de reis, alem dos prejuizos
dos mais direitos que o navio. se lizesse aqui a
sua descarga teria de pagar, ja nao fallaudo nos
orejuizos que o commercio de Pernambuco sof-
frea por falta desse clemento de suas transacgoes.
Dessa publicagao consta, que o uso, o costume
tem sido sempre o recotliimento desses generos
em armazens alfandegados ; nao se diz, porem,
se ha alguma lei, ou regulamento, ou disposigao,
ou clausula de contrato, por forga de que se po-
desse e devesse fazer a exigencia a que se refere
o Jornal.
Nestas condigoes, pois, nao cabendo a assem-
blea provincial tomar providencias, p irque a sua
esphera de acgSonao chega ateahi ; tendo, porem,
a altribuigao que o act > addicional lhe confere
de re|>resentar aos poderes conssitu'dos sobre
ludo quanto interessa ao bem da provincia, e cer-
tamente no bem da provincia esta facilitar por
todos os meios as traimcg5e3 m'reantis, me pa-
rece que a assemblea pode, obtendo as informa-
goes qnesolicito nesto requerimento, habibtar-se
a empetrar dos poderes gerau as providencias
necessarias, em ordem a que sejam modiGca 's
ou essas disposigoes de lei ou de regularaentos,
ou essas clausulas de eonirato, se e que a exigen-
cia assenta em disposigao de lei, oa de regula-
mento, ou cm clausula contida na contrato da
capatazia.
Outra nao e a nossa m tomar outra providencia senao a de solicitar,
se por ventura as informagoes a que se refere o
meu requerimento habilitarem a assemblea a
entender que se trata da object i 9obre que the
cabe providenciar pela forma permitte, pela representacio aos poderes geraes.
Eis aqui o meu requererneuto : (Le).
E' lido, apolado, entra em discussao eeiatra
debate approvado o segniole requerimento :
Requeiro qne se solicite da presidencia da
provincia as seguintes inforraardes :
1.* Se e u-o depositar em armazens alfandega-
dos,- sob a direegio de particulares, pipas e barns
com vinho importados nesta provincia.
c 2.* Em que se firma a exigencia que em con
trario a esse uso rel;re o Jornal do Recife, de 11
do corrente, ter sido feita a respeito do carrega-
mento de vinho trazido pelo navio hespauhol Gita-
dulupe.
3*. Se a fazenda publica ve inTOnveniente em
ser o deposito feito segundo o uso.
4. Se as facilidades devidas ao commercio
reclamam alteratao das disposi'.-5es regulamen-
tares ou das clausulas do contrato da capatazia,
em qne porventura se firma a exigencia fcita con-
tra o uso.Dr. IV. Portella.
ORDEM DO DIA.
Continiia em I." discussao e 6 sem debate rejei-
tado o projecto n. 53 de 1871, mandando que os
offtcios de escrivio do termo do Bonito sejam excr-
cidos por distribuicao.
Entra em 2." disctissio o projecto n. 65 de 1873,
dividindo as delegacias litterarias das freguezias
da cidade do Recife, em lanlOS districtos littera-
rios quantas ferem as cadeiras de instruccao pri-
nr
ESIAlfiBUCa
Ferro Cirri I desta cidade edo termo
cacao do mesmo contrato.A' quem fez i. requi-
sigao.
L'.ua peticao de Augusta Pater Cesar, agente
tiscal das renlas desla provincia na das Alagoa*,
pedindo quo seja aujraenlada a sua porceniagem
A' coramijsfio de orgamento provincial.
Outra de Paulino Hereulano deFigueiredo.es-
erivao da subdelegacia de S. Jose, pedindo paga-
meuto de custas.A' commissao de orgamento
municipal.
E' lido o fica adiado, por haver pedidu pala-
vra o Sr. Pe-etii, o seguinie parecer :
t A commissao de legislacio. examinaudo at-
tentamente a peticio de Pmla ,& Mafra, era que
solicits desta assemblea a revogacao da lei a.
1121 de 17 dc junho de 1873 ; passa a expor o
seguint-s parecer :
a Considerand) que a lei, cuja revogagao se
pede, attendeu a molivos de ordem superior so-
brepondo o bem geral ao interesse individual ;
assim como que o sea objecto nao pode ser con-
siderado uma industria. e portanto nao fez dita
lei offensa ao preceito constitucion.il ; conside
rando que o servigo mortuario, atlenta a sua
natureza e'fim deve estar a cargo de ura estabe-
lecimento pio. parecendo mesmo repugnante, que
fosse exercidc como ura ramo d&negocio ;
Considerando que a lei concedendo o Iprivi-
legio do servigo funebre a Santa. Casa de Miseri-
cordia cedera a interesses instaoies de ordem
publica, a exomplo de algumas cidades do irapc-
ria e notavelmente no municipio neutro, onde
fdra concedido igual privilegio por decreto de 18
de outabro de 1851, havendo precedido autori
sagao da assemblea geral legislanva ;
Considerandn sobremodo que da reA-ogagao
da supracitada lei decorre como conscquencia
neoessaria a rescisao de um contrato porfeito e
aoabado, trazeodo talvez complicagoes que se
poderio converter em graves onus para a pro'
vincia;
a Cousiderando que esta assemblea nao pode
em vigor de direito autorisar a rescisao de um
contrato sem o accordo das paries coniratantes,
ou quando se tenho infringido coodiedes eslipu-
lar'las no mesmo, leudo para isto competentes os
Uibunaes judiciaros ;
Conslderando finalmente q/ae o contrato ee-
lebrado, por forcal daquella lei, se aeha produ-
zindo os seus. effeitos. senda esta nma ratio de
grande alcapoe. e por outras consideragdes mais
que actuam no espirito da commissao, ( esta de
parecer qiie seja indeferida a petigao dos suppli-
cantes. Sala| das combsfles, era 12 de marco de
l874.-Dario\Caafcinte. -T. de Arruia. 17. Co

0 rendimento da alfandega, icgD^dp consU dos dados apresentados pelo respeclivo cbefe.
eta-offlcio de 18 de dezembrp. gltir--, rerS,-.mente ao anno de 1872 a 1873, e o segumte :
' .....' wks- .gssass
9i\iB!aii(Ba\ m ni^> 3 tt3aiDD8
Coau-acada por um da,mm*:*~??*!!!f? S^^J^'^J^Sl
4ops annos, a contar de fevereiro de 1872, ..
rVSSEMBLGA PROVINCIAL
SESSAO ORDIN\Rf\ EM 12 DE MARQO.
VRES1DENWA DO SK. FaXSKinA D:\.*l't\1.
Ao meio dia, leiu a ctiamada, verin&ou-sa e-
larem presenles os Srs. deputados : Souza Leile,
Ra.'.is e Silva, Manoel do Rego, Cunha Cavalcante,
f'elippe de Figueirda, Go'ncalves Ferreira, Tolen-
tino ae Carvalho, J. de Mollo Rego, Soares, Oli
veira Andrade, Dario Cavalcante, Antonio Paulino,
Arconcio, Peretti, Gaspar de Drummond, Goes
Cavalcante, Domingos Pinto, Nasciraento Portella,
Ernesto Vieira, G. Gondim, Tiburcio, Firmiuo de
Novaes, Gomes Parente, Pinto Pessda, Ari?uda,
Camboim, Travasso de Arruda, Alipio Co&ta,
Aguiar, Alvaro Uchoa e Joio Barbalho. \
Abra-se a sessao. i
E' lida e approvada a acts da sessao antece-1
I dente.
calc <*t*
E' lido e vai a imprimir o seguinie parecer
A commissio de justica civil e criminal, a
quem foi preseate a petigao junta em que Ber-
tino Lopes de Ar.iujo, I* tabelliao e oscrivao de
orpba is, canellas\ residuos do termo de Cabrobo,
solicita a suppresio dos offlcios de 2' tabelliao,
escrivao das (Ae'lc.^es cjveis e crimes e jury do
mesino .terrr.j, auVii'len lo a nuuifoda relevancia
das razoei exp=nd\das pelo supphcanle, e com
paradas palas informacdes dos resseclivos juiies
d" direito e munictbal, e de parecer que se de-
fira a referida petigao, adoptando-se -a resolugao
seguiote; <
A assemblea legislativa provincial de Per-
nambuco resolve :
f Art 1.* Fioa supprimido o offlcio de 2* ta-
belliao de notas do teroo de Cabrobo, e annexos
ao 1* tabelliao os offlcios de escrivao das execu-
g5es civeii e crimes e jar*,
c Art. 2." Picam revogadas as disposigoes e
contrario. Sala das cQmd|.jss5es, 11 qe margo de
O Sir. Joao Barbalho faz algumas con-
sideragoes contra o projecto.
O Sr. Hai e Silva : -Sr. presidente, me
parece que o nobre depqtado que acaba de failar,
nio prestou bastante attencio a materia do projec-
to. 0 projecto nao trata de delegacias litterarias,
e sim de districtos litterarios, o que nao tem nada
com a divisao dessas delegacias.
OSn. Joao Barbalho : -Vem a dar no mesmo
resullado.
0 Sn. R.vris e Silva : Nao, Sr.; ha muita dif-
lerenga Eu mostrei na 1.' discussao do projeelo
e inconveniente que resullava da ma collocagao
das cadeiras desta cidade. Aeontece que em uma
rua se encootram duas cadeiras e ate tres, em
quanto que em outras que fleam distantes. nao ha
uma so cadeira, pelo que uma dessas aulas so-
mente e frequentada a outra ou outras nao tem
frequencia, deixando assim os meninos que moram
disiant de ir as aulas. Para melhorar este servi
go, para que a instrucgio seja diffundida regular-
mente, para que chegue a todos a instruccao ele-
mental para que os pobres que mais precisam
della. n*> se vejam omb xragados de mandar sen*
filhos as aulas, pela distancia em que ellas se
acham eoilocadas, e que eu julguei conveniente
fazer uma divisao, creaudo os districtos litterarios.
0 Sa. Gonqalvis Fautasaa: Isto pertetse a
directoria da instrucgao publica.
OSa. Ratis e Silva :E' este o flm do projec-
to. Eada tem elle com as delegacias litterarias, a
respeita das quaes versa a lei de que falla o nobre
depuiado.
Ja ve\ portanto, o nobre collega, que este projec-
to contem cousa distinota, que nada torn com a
divisao de delegacias litterarias.
O Sr. Joao Baiib._i-.ho : Estando a presidente
autorisado a reorganisar a instrucgao publica.
essas e outras raedidas que forem julgalas neces-
sarias hao de ser tomadas.
0 Sr. Ratis e Silva :Mas, Srs, poranea
presidencia esta antorisada a fazer a reforma, aos
estaremos porventura de mios atadas ? Nao po-
deremos tomar uma providencia qualquer ?
Um Sn. Depctado :-=Entao porque se deu a au-
torisagio.
0 Sr. Ratis e Silva : -Se a presidencia nunca
tomar providencias a respeito, deve sotlrer o ensi-
no publioo ?
0 Sa. Joao Barbalho : Nao se deve snppur
isso.
O Sr. Ralis b Silva : Eu nao digo que a pre-
sidenoie oegligencie ssse negocio; mas admit-
lo a possibilidade de nao tomar ella aIguraa pro-
videncia, mesmo por causa jusia, por muitos afa-
zeres, ou por outra qualquer razaj....
O Sr. Caspar de Drummond da tim
aparte.
0 Sr. Ratis e Silva : Mas, porque se deu esta
incumb.'neia ao presidente, segue-se que nos este-
jamos de maos atadas 1 Que nada pos^amos mais
fazer acerca disto?
0 Sr. Go-sgALVus Ferreira : Isto 6 proprio da
directoria.
0 Sn, JUtis k Silva :Seja proprio da directo-
ria ou nao seja....
0 Sr. Joao Barhklhq :Depois e uma duplicata
legislativa.
Um Sr. Deputado : -Ejiao ha casas apropriadas.
0 Sa. Ratis r Silva : Porque razao ? e as ci-
sas onde hoje estao funccionando as aulas, nao
sao apropriadas ?
0 Sr. Tui.e.nti.vo dk Carvalho : Deterrainada
a rua, rauitas vezes o professor pode. nao encon.-
trar logo uma casa propria.
0 Sa. Ratis f. Su.va : Entao por Ciasa d'isso
nio ha de passar uma medida c^,avenjcn|4 para
regular a instrucgao publica?
0 Sr. Iolenti.no me Cav.!o : -Obrigaadb-se
o professor a morar n'esla ou n'aqueila localidada.
acho impossivel qualquer me lida.
0 Sr. Rfcn* a Silva : -0 projecto nio diz qaa
iminediataioente o professor se colloque no sea
districto; o projecto quer regular a distribuicao
dos districtos litterarios, e o quo se segue e\ qor
approvado elle e reduzido a lei, sempre qoe o
professor acbar casa deve aluga-la e ahi estabele
cer-se
0 Sr. GoNfiALVKs FssjutuA : fcio nada apro-
veita.
Um Sr. Deputado : -E' o que fazem'hoje.
0 Sr. Ratis s Silva : Pois entao. qual e a diffi-
culdade de casa ? Nenhuina, netn isto e ratio
para se votar contra o projecto. Se nao se ea -
contra uma casa hoje. pode-se encoatrar amanha .
e nao ha esse asodameoto, essa necessidade de
logo que passar o projecto, e for publicada a lei.
no dia seguinie se colloearem as aulas nos luga-
res determinates. A' proporgao que os professo-
res forem achando casas, as irao tomando.
0 Sr. GoMoaaacs Ferreira : -Isso e medida &
administravao.
08a. Ratis e Silva :Ma* o que tem isso *
Nao podemos legislar sobre este assumpto ? Por
Sue razao hao de estar em uma mesma rua 2 ea-
eiras ou 3, e nao ha de luver neahuma nas mas
mais distantes f POrque razao se ha de Drivar os
pais dos meninos de poder dar instraccao a seas
ill has ? Entao esses pais devem estar a-esperar qu-
o presidente lenlia tempo e queira provideociar.
ou o director o faca ? Porque motivo, aid haveraos
de tomar nos esta deliberagao *
( Ha um aparte. )
0 Sr. Ratis b Silva : Nio e uma oasa para a
escola. Comprebenda o nobre deputado : o pro-
jecto trata de regular a collocagao das esenlas e de
determinar que se dividam as freguezias- era dis-
tri :tos, estabeleceao> qne em cada distri -to baja
uma escola de instrucgao primaria para ambos
os sexos.
Uto e cousa muito dieffrente. E' que os nobres
deputados ou nao- prestam a devida atteocie ao
projecto. ou nio qoerera comprehender. Assim
Sr. presidente, en espero queos oobres depatados.
refleetiodo melher sobre a materia do projecto. re
conhegam a utilidade publica que delie resulla e
presteai-lhe o seu voto. Eu nao tenho interesse
uenhum especial nisto.bem ve a casa.
0 Sa. Nascimbnto. Pobtella :Apoiado.
Vozes:Isto esta enteadido.
0 Sr. Manoel do Regu .V. Exc e levado pelo
interesse poblico.
0 Sr. Ratis eSilva : -Apenas sou levado pelo
interesse publico. Se acaso o projecto for rejei-
tado. piSen:ia, Qcarei c n a cooeieocia de ter
cumprido meu devar.
0 Sr. Gaspao de Dr-'mmosd : -Como todos-
nos.
0 Sr Ratis-b Saur*: Nao diao que os nbrcs
deputados o nao enmpram tambem.
Nao havendo mais quem peea a palavra, e en-
cerrada a discussao e rejeiiado o projecto.
Segue-se a 1' discussao do projecto n. 23de 18oo
creaudo nssu c.tpiul um baaca para preteger a
lavoura e facultaado meios nio to para melbi rar
os instrumantes e productos agricous, como para
adquirir colonoa.
O Sr. Raais eSilia:-Sr presidente, a
materia do projecto que se acha em discussio #
da maior importancia. Ao passo qnen. sabems
o estado dedefiniamento em que se acha a agricul-
ture e ao passo que se reoiama desta casa pro-
videncias no sentido de se mauler e proleger a
agricullura essa fonte de riqueza publica, ao passo
que a propria administravao no seu relatori* no*
recommend* o emprego de meios para lirar do aba-
limento, em.que se acha.agricullura, nos nao po-
demos deixar de voltar as nossas vistas atteocio-
sas para a. materia do projecto. Tudo quanto po-
derraos faser cm bem da lavoura, Sr. president?, o
devemjs fazer. E uma necessidaJe palpitante. i
uma uecessiJade que esta na coasciencia de lodos.
0 Sr. Nascimento Portblla : Apoiado
0 Sa. Ratis e Sii.s.v:O projroto foi HsaatMi
as duas oommissoes reuoidas de oonatili-igao e po-
deres e de orcamento proviaoial no 1* de maio de
1868.
E' necessario. por tanto. que n6s ou^amos o pa-
recer destas duas commissoes para que possamo*
fazer sobre elle nossas observa'.-ies, e audicionarmo*
as eruendas, que julgarnios canrenieate para ape;
feigoar, e completar a idea de projecto se por ven-
tura elle precisar deltas, ou de algumas nuditica
goes no sea pensamento. Entendo que sem vtr a
casa o parecer destas duas commiesoes, nil pode
rentos com acerto votar sobre elle.
0 Sr. Js de Mbllo Rei;o : -Da 3 commisstes.
OSr. Ratis e Silva:------Sem isto entend.-
Sr. presidente, que nao andarecuos bem na discus-
sao do projecto.
Peco porlHBto a V. Esc sedignede mandar vei
se existe na secretaria o parecer de que fallo. Se
acaso, Sr. presidente, ahi nad existir o referido pa-
recer ; em tal caso ea de novo reqoeiro que l
projecto seja remettido as raesraas commis-r. -
0 Sr. Gomes Parents : Nie aa parecer n^
ca.sa
0 Sr. Presidext-e: -(depois de mandar exami
nar). Declare ao nobre deputado que nao ha na
secretaria parecer relative ao projecto qne se &ir
cute.
0 Sr. Ratis sSav.,: A' vistadislo vou macdar
a mesa novo raquerimento.
Sio lidos, apeiades e entraaa conjunctamecte en
discogsio os seguiotes requerinenlos :
c Requeiro que seja o projecto remettidd as ires
commissoes reuaidas de obras publicas. eonstitui-
i;iu e poderes e orgamento Rat it e Stir a.
a Requeiro qne sem prejuizo desta discussao va
o projecto a uma commissao especial de ciaeu
rcembros noiueados pelo presidente desta assem
bla, para que eslude o projecto e a reorganise co
mo melhor entender e segundo for eompativel com
as attribuicSes da mesma assemblea e com as ae-
cessidades da lavoura, emitUndo parecer com a
maior urgencia FUippe de Figmeiroa.
Sr. Domlacoi* tHmto: -Sr. presiden-
te, nao posso dar o meu voto a favor dos reqae-
rimentos que se acham sobre a mesa.
O projecto que se di scute e de Ma, e ha legis
lacao geral posterior.
A lei de 22 de agostodeI860,que acabou como.-.
bancos deemissao, regulou o mudo de se organisa-
reraos de deposito. Per eonsequeacia a materia ja
esta regulamenlada por lei geral e i lora das ai
tribuigqes da assemblea provincial dat erganua-
gao diversa a bancos de deposito, e quanto a ban
cos de emissio estao ellos extmctos por essa lei.
que so conservou o do Brasil.
Assim. pois, entendo que o projscto nao tem
miis razio de ser. .__
0 Felippk dk Fkxeiroa .Mas as commissdas
examinarao isao mesmo e dario parecer.
0 Sr. Domingos Pinto : -O one pode exammar
a commissao, quaado ha umt lei coaaecida nato-
ralnioote por todos os nobre) deputados. que aca-
bou com os bancos de emissio e estabelecea dis-
posigdes para organisacau dos deposilm I
Um Sr. DEPurAoa ; Pode oRerecor alguau
idea que seja conveniente a agricullura.
0 Sn. Domwoqs fertc,: _o resullado sera |
cheremwas paalas "de plpeis, sobre qoe as
mjisdos nao 0> oirecer e perdermos m'.'opta-
eioso_ ta^
^ G6ss Catalcante : -Va a quem toca.
O Sr. Dario :Nio 6 de presumir qne assaaa
' aeon teg a.
I 0 Sr. Domingos P..nto ;-----Ea, infelizajeile,
I





K
I



f-
t
800 obrigado a foliar com os factns. A secretaria
da assemblea estrcneUae 1611 nao sithcctonadas e"" Vblo, 'ttoW^toTenTente,' p
^Mario de Pernambuco gexta feira 20 de Marco de 1874.
i ;rtf # .m y i mil UTiCte

os pareceres da commissao de
deres nao lemMMKida ; desdg 1870 que teuno
asento nesta casa.*ate hoje so se torn dadc-.sefun-'
do me parece, 'nat"ou dous pareceres a ewe respei-
to. Ora, en. que foi eleita #fc>JMo, trabalhara inuilo e dara.
pareceres sobre essas leis nao sanccionadas e ou-
Iros muttos assumptos, que dtpendem do seu exa-
me. Pot consequence pop- que bayemos de Ir.
sobrecarrcgala mais.aom este projaeto sobre u;n
banco, cuja organisaofo, lottos sabem, esta hoje
f6ra das attribnigoes da assemblea t
0 Sb. Goes CavaWawje : lbs, a proposilo do
projecto, pode a commissao apresentar alguma
idea com o lim de beneliciar a agricultara.
Um Sr. Depctado :E' preciso vcr que asne-
cesssidades da layoura njio estao preseriptas.
0 Sr. DoMimws. Pinto : Mas nao e esse o
meio de attender as necessidades da lavoura.
0 Sr. G*ks Cavalcante : Pode provocar o of
ferccimento de alguma idea vanlajosa.
O Sa. Bomingos Pinto : Quera quizer e tiver
meios para organisar um banco afira de benefi-
iar a lavoura, pode faze-lu cm vista da lei geral,
mas dcs Dau o podemos
0 Sr Gofs C.vvAi.CAsre da um apute.
O Sr. Domingos Pinto :0 nobre fleputado
quer organisar iuu banco .comu deierraiaa o pro-
ject o ? De certo quo hSo.
Sr. Goncalves Fr.nBKA :E'aaasiao para
corrigir esse defeilo ^ue o projecto deva ir a uma
commissao.
O Sr Domixgos Pinto >^Corao ja drsse, Sr. pre-
sidente, nego o mea-volo ao awjCewaawMei Elle
podera passar e passara, mas eu agnardo me para
ver o parecevda coiwofesSA e apreefaro sen Ira-
balho, que estou certo satisfani plfflamente as ne-
cessidades da lavoura da proviooia.
Mr.\awrimonio rrMia : -Sr. pre-
sidente, nao-son autor de nenhsm dos reque-
nmentos, e, poslo que esteja de accordo com o
nobre deputade que acaba de'feHar, no semido de
que as asssmbleas provisciaes oau cabe antorisar
toancos deemissiie, e quaute acs de outra nature
za, a sua or^amsagao treha-sa regulada por de-
crelo de governo imperial, -todavia a rruleria e de
tal iruportancia que a assemblea provtocial, ante
as dilliculdades com pw hHa a lavoura da promj-
cia, nio pode deixar de aproveiia-la como base p\ra
qualqcer benelieio i agrtenltura (apoiados, mnito
bcm). E' esta a grande nxssao actual das a--sem-
tdtias provincial, element* poderoso da forr^ viva
das provinctas a qae cabe attendee para (je es-
tas possam viver por ^i, desenvolvendo apre-
veftawto os pfwprcos reccr*cs sem queltra da utri-
dade aaeional. ^Apowfdes.)
Trala se de projecto oreaado um banco, desi-
ado a satisfazor -s nsuossidades da lavoora.
O que se vu cum retscao a lavoura de Penesm-
* uco, e a do as^te 'do BrasH ? No su< o aato le-
-C'.slativo, que autcrisoR o banco do Brasil pro-
rngar a praz .para e recoliiunento das snr.s no-
!a-,fez favor especial aos agricoltores ^oees?avam
em debito psrra com ese banco...
OSr Pi.nto Passo* :Nao apoiaifo.
O Sr. Sfumrnxfri) Portoxa :.....eoacfdeu o
augmentu t'a eHiissao, mas cirewwsoreve os li-
mites do tFriterio, dentro do qua* as optrarjjes
  • siJ, deviaoi ser feitas. Mas o nortr. do-BrasH nao
    foi attenifade, e~6 por isso que eSe u ii(ti>6de dei-
    xar de rcon*er aneces^idade de taato quanto
    em suas fori; s estiver, atteodor s reelamos ur-
    gontes da lavoura.
    K'assim qtte a pronuncia da Babia ante esse
    acte iT^ueu-sa, e prcpoa-se em sua .assemblea, a
    autofisacao pzr-% garantir jmr<*3 as opsragoes do
    credito terrif-.Tial, jue aor veatura f>ssem feitas
    n'aquel'a provuralL tuea-> de sanr.ir a-larottra ba-
    biaua Gos tristss apunis, em- O Sk. Pf>r>- Pf.ss)A : Mo sim.
    O S. !SV.xmknto P>v.i7iaiA : -*festas coma>i-
    *:*, f ortairt i, embora a assemblea provincial :*ao
    pussa aatorbar bancs de eioissno, -tnbora it'ms-
    mo iiio deva ingenr-se o niodo 'ie meorpi nir
    baiicus de qu Iqaer otttra-aratRrezn. nem por r>*e
    devc reeaear coabecer da materia cntjlida no 'pro-
    jecto, aceitaudo a enao base de e*tudos, 'fuer'
    pela coioinis-sao especial, ur pelas commi weesjl
    reuaidas, de forma que .-.(gini favor, alguma pre
    videecia. qae sugg-:rir a Wustrac4o dos d>^>oos.
    membros das commtssGes r<.uni(tes,, ou da Mm
    Bsisaio especial, seja snjeit* a apreciafao de?ta
    asscmMea.
    Nasdevenws seriaaente occupar-nos de bene-;
    ficiar a agriculrora. (Apoiadss, mnfto bem). Quaa-
    do s? ai'.cede, Sr. presidente, as difliauldadesA, ceaa-
    que !uta o agrieuUor na provincia de Per-
    namfcuco.a falta de meios que faoilHem o trans
    porte de seas proittctos, falta de meios. pelos.'
    quaes abteaha o crvdito preciso parr, manter de-
    vidameale as snas fabricas, mante-Jas, aperf eiooar
    es inatrumeiitos de la*jfji:re ; qnartde se atiearfe
    ao jiiro exeessivo a qae -estc elle sujeite, as amor--
    ttaafiea de pratos e eort-v : quacda se atteade
    mais q;e tuJo a comaateceia (pie ns mercados
    das paiza* e principass de Peraambncotassucar eo algndan,
    aao h |icde drixar de olhar com tal. o cuidado,
    mbi toda a attencao. com.lodo o essnere, para ob-
    jecto tte tamanha imporuacia. *Vivos apoia-
    dus.)
    Sei qcu as coadi-oes lir.aceiras da provincia.
    nao si? taes que aajaaein a assemblea provincial a
    pratiear nn desse* aotes, que podessem altura dc seu patrta^^mo. Ned se deve fazer senao
    aquillo aw so pMe; mastaato quanto puder a
    aaaeiabtca protincM cercear asdespezas, que se
    en:outr.na na Isi de orcamefT-o, tan:o quanto pu-
    der dominate o inipoel<) .-olire o asiuoar e o algo-
    dao, nao deve deisar de, feciiatdo os olhos a quaes-
    quer coasiderafies, ccncorrer--cotn umvoto anani-
    aie por MM mei)s paca fauiliuir a conservaclo d
    vida da agricultur* pernambaeaaa, ( Muito bem )
    Olheuius para os .s+'ricul'.otis : o.que se ve ?
    Ningue^ii mais *&&.&} escravo pela lei da liber-
    lacio daventre___
    O Sb. P-rro Pks*oa : Fehzmenle.
    0 Ma. o agricultur de Prroambuco reoebeu cora.applau-o
    como tin .gi'ral foi eUa recebida no ficaeil, como
    uma lei Batotar, cujos etfcitos becsiicos somente no
    futuro p )Je.xo ser beta apreciados. Jloje o agri
    cu tor rotiotea de eifire;*;, e a.produccao -de Per-
    nambucu ( minba eanric^ao, tenho-o dito e re-
    pctirei semprs > n mais devida ao brago. !i' re do
    que ao brag, escravo ; a agriculttir ti abaUaa boje
    u duplo .atraz : d'autcj tin:,a a samsa. inecte dos eaeravos,
    e_o baixo jtre^o defies, facilidaJe de obtelos,
    nao o fore%.va.a mesma acaividade, ao mesnto em-
    penho. para o augtnento da produccao. Mas, hoje
    admira, Sr. prjidente, enme com os poueos bracos
    scravos deqae oispdem, asagncultares produzem
    tad grande iiaaalidade de aaaucar I Pelo movknea-
    lo conhecido da exportacao Ats ultimas tempos,
    Tc^se o grande augmen'.o que ella tem tido, espe
    cialji.'..-nie no utbnio anno.
    Todas estas csosideracoes oao sei c.uno me vie
    ram por demak ; mas, trataado*se de objeeto tad
    ini|:)r!aute, acudiram-me natural e ecpontanea-
    mente. Tudo isto indica que o oasso principal em
    penho boje e fizeraios quanto pudermospela agri-
    cultura da provincia ; e aliivia-la, quanto puder-
    mos, dos onerosos impostos, que tibre ella pesam ;
    n cerceani'.os para eiee lim todas as despecas que
    puderem ser diminuidas.
    Sao coosidtfacoej aatecipadas, man descujpem
    os nobres depuiaJos que eu me julgoe autariado
    neste monaento a a vent lira-las.
    0 que vemoc ? ADra-s* a lei do orcatnema :
    S00:'H)0i-forca policiaU WW e tantos contos
    intruo;ao pubiica...
    0 Sr. Joao Bmbbacho :E e potwo.
    O Sr. Nascwbotc PoRTfH-A :... 200 e tantos
    -*ontossoccorros publicos I.a se vai metade da
    receita pruVrnrial; mas a provincia ve qnc ^ an
    sunciado um deficit de o00;300#000, v>: ainda a
    agricullara, e com pasmo, que sobre ella e aunun-
    ciado angmento da inaposirao I
    Ora, a situacao e seria ; reelsma, portanto, da
    p .rte de todos js a major eircuoKpccgao, o maior
    criterio, o maior zele.
    Eu, pois, ante esta skua.-ao linaaceira da pro
    vincia, vejo que sera objeeto do maior empenho
    nusso, sem prejudicar o seryico da inatruccSo pu
    Jilica, babilitando a adminisU-acao a deffende-la o
    mais possivel, e, ao mesmo tempo, regelarisando-
    ae metbor o servj;o polieial, que alguma eousa de
    novo se faca, qner por pirte da digna couwnissao
    de far;a polieial, quer por parte da nio enos
    digna conjmissao de ereameoto provincial. Nos
    nao podemoa contmuar sempre era am anno a fn-
    zermos aqua ja se fez no anno anterior ; preeisa-
    mos estuda.- alguma cooaa, melboraro qunestefa
    Jeito, de modo ijiie, atteadendo melhor at aecessi-
    dades do presenje ; posaamos melhor preveair as
    cventoaliuades fataia*.
    0 Hr. Gomes Parbnte :E' q que queremo9
    fazer.
    0 S. Nascimento Portella : A situasio 6
    grave, e seria ; peco mil deawipas aos nobres ie
    putaios se me aiastei do objeeto restricto da dia-
    'ussao, aventurando proposigoes, que slo estra-
    n'tas, mas que, como ilisw, m ceorrerain muito
    nalnral e espont'jnetmente.
    ,.r qualduer "ifos're-
    -^~......^________
    i*!:?sao_ospqcial,ou sejain as commissoes neudidas,
    estou Convenciao tfe que djualqu'r" deHas na Jj
    Coin toda a promptrdao, vir-nos apresentar o'fruc-
    tode seu trabalho, de saas mveatigaaSes, para qae
    fa\pregamos, tanfo quanto em nossas ailribuigoea
    couber, a sorle da agricultura.
    E' este o nosso principal dever> e esla na situa-
    cao presente a nossa maior obiigacan. Assim pen-
    so. fMuito bam, muito bem).
    0 Sa. ftNT* Pkssoa ;C quadro e trUa, mas a
    situ agio nao i desesperada.
    Ninguem mais pedindo a palavra, eneerra-se a
    discussio e, procedendo-se a votacao, e apprnvado
    o reqnerimento do Sr. Felippe de Figueiroa, licaa
    do prejudicado o do Sr. Ratis e Silva*
    Sabmettid'j depois a Yoiaajto o projecto, passa,
    para t' discussio.
    O Mr. Preaidente declarSque'Bftineara
    pois os membros da comiuissao especial.
    Entra em t" discussao o projecto n M de I8fi9,
    autorisando o presidents da provincia ajpespaayler
    ale a quantia de 4:000*000,' com a desaproprfa'rao
    do terreno junto ao riacho Natuha.
    O Kr. Goes Cavalcante faz algumas con-
    siderafoes contra o jirojecto.
    Ninguem mais pedindo a palavra, e posto a vo-
    tos o projecto e rejeitado.
    K' igualmoate rejeitado sem debate o projecto
    d. 8 de 1872, aatorisando o presidents da provin-
    cia a estabelecer offlcinas na casa de detenrao
    Segue-se a 1* discussao do projecto n. 45 de
    1873, intcrpretando o art 8" das posturas da carua-
    ra municipal do Brejo, approvadas pela lei n. 1,030
    de 4 d vado.
    Entra fiualmenta em V disoassao o- frojaqlB #.
    lquajro pos de comprimentc, e seraoutro.auxilio$b-i
    nao uma vMa para di^gir-sc
    Ha dias> moslrou-se em frente a Piazetta, Jo-
    bre,c*a,jaufca1'la., lniprovi?ada. r0|locou junto'lc
    si uma !":,|tiOna oaixa de madeira, ctaeia de vi-
    veres, u em" s. guida eutrcgou so dcnoJadaniente
    *o mar,
    Uupois de saia. boras de movlmento de braces
    continuo, viram-o do campanario de S. Marcos, a
    pouca distancia de Caorle ; desappareceu eniao de
    69 de iSio, allerando os estatotos
    ceira do Carmo desta cidade.
    da ordtm tr cara?.
    Vm a mesa, e lida, a apeiada e antra conifjia^ j Sim
    tamee% em discussao a segoiuie emenda
    Apresento como emend a o projecto n. S9 de
    1866.- Dr. Mattoel do Rt9.
    erilicandq-se nao haver numera para votar,
    fie?, a discussao adiada.
    ' 0 Sr. presidents nomeia para a coramissiio, de
    que trata o requerimento do Sr. F*ippe de Piguei-
    roa, os Srs. Portella,Tiburciode Magalhae'. MaiiqeA
    do Rego, Joao Barbalbo e Figueiroa-; edepois de.
    desigoar a ordem do dia seguinte. levanta a sesaio.:
    a a esla no-
    eom PeKci-
    sio n salvo*
    vista. A Gtzetn'de Trieste ,
    ticia que tao estranha viagem
    dafle, e que o Sr. de Lauslini c
    aj^e as suas faHbas a Trieste, a
    . DinIoro. rv Referem,o seg
    gar nao sabemos onde :
    E e casada essa artista ?
    ^ Si, sign"*re.
    Isso e causa de nao se lbs
    .: |Uns rail duros.
    M !* marito e troppo gentile" Iper fare se-
    loso.
    Eniao 6. iraiaiaLaeim ? -.
    Ma, raortisinJS| B _
    que teve lu.
    offereoer
    nrovedoria do fapellas e residuos, ?owmnaieawdo pfe que nopWirette a mesma conjtltm.^o exlsle
    utr^do em exercicio dedito caruy. Inle*
    Ojtro d administrador d > csmHaabi publico,
    c jmmnt'.iosn lo ,|ue Hermmegil ! go McatPir;>. esia consiruindo no incaino.ci'initerio
    um luraulo sem guarJar as regras eslabelecidas
    pela phnla.-Inteirada.
    Outro do engenheiro cordeador, communicando
    oue, tendo examinaio a obra jue se esta execu-
    fando.no cemiterio publico, por ordem de Herme-
    negildo Eduardo do Hugo Monteiro, esta elle no
    compeieute- alinhamento,r,e 6 de parecer qne s
    * E o senhor conriece-o beib ?
    Uorpo di Bacco 1 Sono io, signore.
    Una bom ffreguez. Urn jfaiato entrou
    n'um anuazem e perguutou se tinbjjp Velas' de
    btearina de boa qualidade
    Excelleales, disse o caixeiro.
    Biz o senhor, porem queni sabe se nao sie
    daquellas que pingam e se dferreteov tfam me-
    mento ?
    Nao, seahor ; para que veja, van aocender
    uma.
    E-o caixeiro accendeu uma.
    Nao aje conyem, quizera de grelbgr quali-
    dade. ', ,
    Temos de melhor qualidale, porcn sao mais
    Faz-me o favor de irrrnfHrJif aifail' rcr.
    senhor.
    RE VISTA DIAWUL..-.
    Assemblea provinciHU. llontfim .iao
    houve scssao por falta de numero.
    -%;o prc8*cacial.PeloSxm. Sc. cora-
    raendudor presidente da previneia foi expecido o
    seguinte omcio:
    4* seccao.Palacio da prcsidensia dePernam-
    buco, Recife, 12 de dezent'To de M*73. Illm. e
    Exm. Sr.-Cibe-rae passaT as maos de V. Exc.,
    por copia, uma peticao dirigida a esta p/residencia
    pelos cidadaos lgnacio Tekeira de MeHo eQaudino
    Jose de Almeida Lisboa, na qual repreaettUm con-
    tra a ialsa iuterpretatao queos arremataates do
    iinpjsto sobre nado vaccum e cavalfar dessa ftCo-
    vincia, daoeuina disposi.;ii de lei provincial. E'
    a lsi n. 44B, que em nm dB-seus [aragraphos dis-
    pde,que cobrarse ha mil reis sobre abeca de
    gado va :cusi, e dous mil rtis sobre a de de caval-
    lar sahidos da previnota eaibora vindo de obtras
    para veuda ou consumo fdra della.
    Os appematantes desse impoetotca-nn cobra-
    dii de medo tal, ([ue os babitantes dest* provincia,
    airavcssur-1-, essa com o gado qae compram
    |-t*a do Gaara, sao obrigados a aagar o imposlo,
    caino V. ixc. vera do -derumenlo junto por copia.
    tteditacde sobre essa-dispo-igao'dedst provincial,
    ejo (|U9'cIU nSo pode ser relativa as pessoas qua
    aponas atnives.-a:n essa provincia eom o gado
    coiii|.r-aii-, cm outra. Cuira inlerprttacao nao i
    cainvelco caso porque tornara essa lei inconsti-
    tocioaal. As asacmbieas proviaciaes so legislam
    ;juante aa imposta do producgio, menos quanto aos
    de impors.ifaoGxnnrtai;ao, coeno expressamente
    prakibiiv ado niiictonaleo-gweriio geral tern
    "dtjclarade em diversus-avisos. -Em vista do-aclo
    addrclecj] e dos dea^u's actosdo governo geral
    *e mais nue evidente que e imposte de que /alia a
    (*} provincial dessa pfoviBcia, deve entenderrse
    -com o^r.do crudo ou:rifeito ahi; 'ver-serba entender ooa o que de viagem toca em
    erras dtssa provincia. Levanlo assim ease facto
    ^io oonbecimento de V. Exc, acredito ^ne V. Exc.
    3ara reslcbelecer-se- o vtidadeiro pensamenio dos
    -iegisladorQS nessa prcvincia. Deaa guards a V
    K.u-.!li;n Extu. Sr presidents'da pravincia da
    I-arahyba. -(Assignado) llenriqee Pereira de Lu
    cruzeiro *tii.Este vapor saluobon
    4em, a tarde da Babia, para o ao6sa porto, pelo de
    Jaceio. Dove aqui cbegar no doaingo (22).
    ttiaiiiMdat.. No domiogo (22), devem ha-
    *er corridas a cavallo, no large da povoaeao dc
    apipnees.
    ttante tmarii la aCaaas. Pedem-
    nes a pub'.icagao do seguinte:
    i A comraissao encarregada da fesU de Sao
    fioncalo de Amaranthc,do povoada de Santo Amaro
    das Salina--, tendo traasferido a para o dia 22 do
    csrreme, -como publicara neste BUirit, de sabbado,
    'l Vi nao prevendo que este domingo e da Paikao,
    e que a igreja ja tcaja luto pelos martyrios da
    Paixao do Redemptor; por este incoaveniente nao
    .pederam abter lieenga, para a referida festa, fi-
    caado transferida para quando foe par este Dtario
    aonunciada.
    * acafta.-Em terras do eageahe Esliw, dis-
    trie*o de Arariha, do termo do Cabo.JKsnoel Navio,!
    am |8 do eorrenle, ferio gravemeate-com uma fa-
    cada a FraacLsco RapnaeL Foi preso m flagraa-
    te,e teve lego o preciso deste o iaqussito proce-,
    dido a respeito.
    lf|iiM'.U iioluiiui.,- Tivoram o eon-
    ^veniente dsu'no. os que effectuaram as subdele-
    gacias da Boa-Vista o Beberibc ; esta, contra Es-
    meFia de tal, por ferimentos praticadss em ller-
    mino de tal; aquelle, antitra Maaoel Bufiuo An-
    tonio Praxedes, que ferio* Felix Jose Seraphim.
    *or A >vecabMi4 Moi aderes da freguezia
    da Graca da Capunga, nos pedem para ehamar a
    ai*3ii,''j do Sr. subdelegatia do 1 distrlcto para
    urn cstM oode reside uma paraguaya, reduzida
    quasi .ii escravid&o, Untoe o servico que se acha
    a =eu -cargo, e tanto e o mao train e castigos qoe
    soflre.
    beatsriae aaaakaJt Domingo (M) deve
    reaiar-ae a assemblea geral dos membros da As-
    sodaoao S'ortugueea de Beaeiicencia dos Smpre-
    gados no Corameroio e laduetria, alim de proce-
    der a teicao para preeaohimeato das vagae exis-
    teutea ua direcloria
    Vnpairjf a lii'ifar. Ate 22 do ccrren-
    te, br.asileiros S. Sakad/r, da Eahia pelas esealas,
    Cruzeiro de Sid, dos portos do aul do /mpeflio ; a
    2i,einglez Serata, da Earopa ; ate 27, o a Boyne, da Europa ; ate 29, os inglezes Potosit de
    Calhao pelas e*calas, e Seen, de Buenos-Ayres pe-
    las escalas.
    Loteria abbado, 21 do corrente.
    Jsraal laa -Faaaillaa. Pelo vapor
    freocea JirymatUke chegou para as respectivas:
    agendas nesta pcoviucia, livranas dos Srs. Lai-
    lhacar 4 C, Nogueira de Soaza, e Walfreds de
    Medeiros, o n. 2 deste interessante jorr.al de mo-
    das e de litteratnra, que se punliea no4'io e'e Ja
    neiro, correspondeme ao mez corrente. Na parte
    litteraria traz esse numero : Uma victima da vai
    Uade, romance, por Faraandes Pinheiro dunior.
    A Gartejra, dito, por Ego, Os oculos de Pedro
    Aniao, dito, por J. J.Reeeitas por Paulina Pbila-
    delphadj)evaaeto, poesia, por j. Elrsiario. Des-
    -cripi.oes de flgurino e dos trabalnos de agulha.
    Acompanham esse numero : ura ligurino colorido,
    uma e-lampa de bar dados, uma drta de moldes,
    uma dlta com o jogo do viajante, uma dita eom
    o mappa do fystema planetario, duas pecas de
    mustea
    Gowmda a asslgnar-se a razao de HiOOO nor
    anno para as provioeias
    E q caixeiro accendeu outra.
    WWr%aF&Jfri&Mki npifcute ? quere
    '*-?Lmnlo^iWt'id^^'^--
    Faz-me o favor de accender. oe(ra-de cada
    qualidade para ver.se sao iguaes.
    0 caixeiro accendeu Auas vela#a*.
    E' verdade, nao se derretem milto, s5 ex-
    cellentes. '
    Quaes prefere ?
    Qualquer deflas. *' '
    Uuaplas qaer n paedte de cada uma ?
    Nao ; sao muito boas; mas, reflectmdo me-
    lhor, nreliro o gaz.
    E, foi-se, aeixando o caixeiro com as suas quatro
    vrlas princtpradas.
    frerociiiaAs ( Dr. E. Machamara es-
    creve de Caicuta a um Jortia! do Londres, dizendo
    que, ha poueos dias, visiiara n uma criaaca de nove semanas, cuja mal tern so-
    mente dez cmnos e meio de Hade.
    0 dito medico accrescenta que tem visto muitas
    mais de 12 e 43 annos de idade, mas que nunca
    havia encontrado outro phenomeno igual.
    Sea lueeiaa-mamaj .#sintipa assim, bem pode
    ser avd na idade de 25 annos, isto-6, na idade era
    que coiiiuiummente-stto ainda meainas para casar.
    Lateria. A que se acba a venda 6 a 92.' a'
    oeneficio da jgreja da Amparo de Goyanna, que
    corre hoje 26.
    Casa de detenrao.Movimento da casa
    de deteaoao do dia r8 de marco de 1874 :
    Existiara presos 'Hi, eatraram 3, sahiram 29,
    exisletH 297.
    A saber :
    Naciouaes 232, mulheres 8, estrangeiros 23,
    escravos 31, escravas 3.Total 297.
    Alimentados a custa dos coj/es publicos 262.
    Movimento daenfermaria no dia 18 de marco de
    I87i.
    Teve baixa :
    Miguel Pruao dos Acjos, cephalalgia.
    Tiveram alta :
    leramu Pires.da Siiva.
    Jose Lopes Quiotino.
    ^ HkOMlA J UBin&BlJL
    Trikuaal da caiuiucrcic.
    ACTA DA SESSAO DE 16 DE MARCO DE
    1874.
    PRESIBENCIA DO BXM. SH. CONSELHEtRO ANSBLXK
    KRANCtSCO PBRETTI.
    A's 10 boras da mantia, presentes os Srs. de-
    putados, seuretario Oliato Bastos, LopeS Macha4o
    e Alves Guerra, faltando sem participagao o Sr.
    supptente Sa Leitao, S. Exc. o Sr. conselheiro
    presidente declarou aberta a sessao.
    Foi lida e depois approvada a a.:ta da ses-
    sao de 9.
    KXPED1KNTE.
    Officio do paesidente e secretario da junta aos
    corretores, acompaahaado o boletim das cntaoSes
    otfleiaes da sem ana de 9 a 14 do corrente.ite-
    me'.teu-se para o arcbivo.
    Foram distribuidos os livros eguintes :
    Biario de E A.tiurle C., dito de Jose Rieardo
    de Faria, dito de Antonio Domingos de Almeida
    Pogas, coptador de Marcionilla Rita do Rego Cor-
    rea, dito de Silva A Cascao. dito de Cardoso k It-
    mao, dito de W. H. Wiatl 4 G.
    DKSPACHOS.
    Requeriatentas :
    Ge Pedro de Faria Pereira Cruz, pedindo por
    eerti'lao p. dcclaragao feita por Thomaz Fernandes
    da Cunha sou socio Joaquim Moreira de Barros
    Neves, por occasiao da liquidac.ao da lirma Tliomaz
    Fernandesda Cunha.& C.-Deferido.
    COM 0 PARECER FISCAL.
    Petigoes:
    9e Antonio Joaquim de Sa e Manoel Pinto Ale-
    xaadro, solicitando o registro do seu eontrato jun-
    to. Faca-se o registro nos termes do decret)
    n. 4,344.
    Se Manoel Francisco Carueiro e Fraacelino
    Xavier da Funceca, ir-tsendo a registro o seu con-
    trats junto.-Faca-se o registro, de conformidade
    com o decreta n. 4,394.
    Be Francisco Godlho Braodad e Jose de Souza
    Braz, submetteudo a registro o inclaso dislrato
    sooiaLProeeda-seao ae.^istro pedido.
    Be Frederico Alves Pereira Pinto e Julio de
    Melb 8algad, apresealando para registrar-se o
    seu eontrato Faca-se o registro nos terraos do
    decreto n. 4^94.
    De Agosiinko Luiz Alves de Rnto e Gaudino
    ErneAo dc Medeirov registro do seu coniralo jun-
    to. flenis're-se, segundo o disposto no decreto
    a. 4,39i.
    De Manoel rPcancisco da Cnnha e Manoel Gomes
    de F'Seitas, registro do -seu contrata omo
    ped^m.
    De Felix Pereiia da Silva e Jose Joaquim Affon-
    M Guimaraei, registro doieu distrato anneio.
    Seja regisirato na forma do decreto n 4,^94.
    De Juskno Jose de Sauza Campos, requerendo o
    re^itro dos estalulos da companhia de iiluminacao
    a gaz da cidade deGoyanna.Diga a secretaria.
    Do mesoM Campos, em additameato a peti;2o
    supra, pedindo o prazo de 40 dias para apreseota-
    gao da eartaimperial.Ioforme a secretaria.
    De Francisco Jose de Olivaira.Rodrigues, reqae-
    rendo o ofliciode corretor geral desta praca, vago
    pela exonerai^io oonoedida a.Jo2o da Cruz Mace-
    do. Como reguer, prestando iianca e pasaaudo-
    Lse-lbe o comjteteote tiiuio.
    De Jose de Olieira Mellojrequerendo o reeolhi-
    mento da carta do biate Luiza, .visto te-lo ven-
    dido Como requer, nio havendo iOconvenieote.
    De Bartli lomeu Lourongo, pedindo carta do
    la ate D Luiza, por Ie Io com pra do .a Jose de Oii-
    veira Mello.Na forma regaenda.
    Nada mais havendo a despachar, S. Exc. o Sr.
    conseltusiro presidente eneerrou a -sessa-i ao
    meio dia. '
    pode conceder na sua eontiuuag4(., devendo-se po-
    rem fazer uma pequsna sapala aa outra (route,, e
    diminuir a da fcenie de meio palmo (o n. II), nem
    ^Lcomo construlr. em todas aa [rentes, coroijas na
    Iparte superior ,e collocar-se em cima destas uma
    urna, confornaajnarcava adesenho.-Inteirada,
    ^e que se ofQcfe^o adrninistrador do cemiterio, or-
    Tfcnando qub cdnsinta fazer a obra de conformida-
    de com informagas do engenheiro.
    Outro do procurador, remettendo a relagao das
    mnhas iwpostas pelos flscaes das (regueuas deste
    mndicipio, na hnportancia de 411*000. Intei
    rada.
    Gongalves, remettendo a relacio das raultas impos-
    us a diversos por aquella fiscalisagao, na impor-
    tancia de 33^000 Ao procurador.
    Outro do fiscal da fregueaia da Boa-Vista, re-
    mettendo dous termos de infracgio, na tmportan-
    cia de 30*000 cada um, contra Antonio Joaquim
    Ferreira Porto e Antonio Carvalho dos Santos
    Ao procurador.
    Uma peticao de Bernardino da Silva Lopes.Ao
    engenheiro cordeador.
    Foi apresentado o seguinte parecer :
    A commissao de policia, a qnem foi presente o
    b&lancete do mex de Janeiro, havendo examinado,
    aohou-o conforme, existindo um saldo de......
    14:060*940, pelo que e de parecer que se d a de
    vida quitacao ao procurador.
    Pago da camara municipal do Recife, U de
    marco de 1874.-Theodore Machado Freirc Perei-
    ra da Silva e Jose da Silva Loyo Junior. Appro-
    vado.
    Foram igualnteate apresentados os seguintes re
    qaerimentos:
    1. Requeiro qae a camara mande erabargar a
    reedificagao dopredie pertencente a irmandade das
    Almas da freguezia do Recife, sito a rua do Bom
    Jesus, por ser o local marcado para alargamento de
    uma praga, e por nao poder mesmo a camara con-
    ceder alteracao da planta sem previa atitorisagao
    do presidente; alem de outras irregularidades que
    se notatn na concessio da licenga.
    Pago da camara municipal do Recife, 11 de
    marco de 1874.Jose da Silva Loyo Junior. Ap
    provado, votando contra a }*gunda parte do re-
    querimento o Sr. vereador Neves.
    2.* Achando-se um pouco deteriora la a casa on-
    de mora o actaal capellfto do cemiterio publico,
    requeiro qne ssta illustre camara offlcie ao engo-
    nheiro, afim de examinar os concertos de que pre-
    cisa a referida casa, e dar o competente orga-
    mento.
    Paco da camara municipal do Recife, 11 de mar-
    co de 1874. lose Pedro das Neves. Appro-
    vada.
    0 Sr. Gameiro requereu verbalmento que a ca-
    mara ordenasse ao engenheiro para veriticar se
    convem para iogradonro publico, para embarqne e
    desembarque de materiaes o terreno proximo ao
    largo da Passagem da Magdalena, de propriedade
    de Manoel ignacio Avila. Approvado
    Despacharam se as seguintes petigoes : de An-
    tonio Jose Pereira Bastos, AdriSo Borges Uehoa,
    Anna Augusta Huet Jorge, Antonio Jos'- de Olivei-
    ra Braga, Antonio Joso Martins de Figueiredo, An-
    tonio Fernandes Hende<>, Anna Maria da Concei-
    i; io. a irmandade das Almas do Recife, Kmilio Au-
    gusto Delouche, Felix Goncalves de Arruda, Fran-
    cisco Antonio Barbosa, Francisco Jose dos Praze-
    res. Gertrudes Maria do Espirito-Sauto, Hermogenes
    de Brito Correia, Hyppolito Martins Gomes de Pi-
    nho, lgnacio Xavier de Paula Rocha (2), Jose Ro-
    drigues Dias, Jose Camello do Rego, Jo4o*da Silvei-
    ra Borges Tavora, Joaquim da .uotta c Silva, Jose
    Joaquim da Silva Maia, Joao Marques, Jose Ferrei-
    ra Campos, Frei Joao de S. Jose Paiva, Joaquim
    Jose de Faria, Joao da Cunba .Soares Guiraaraes,
    Luiz de Paula Lopes, Manoel Berreira Pinto, Ma-
    noel Cavalcante Coelho, Manoei de Mosquita Car-
    doso, Pogas A C, e Vicente de Paula Oiiveira Vil-
    las is-".:..-.
    ETteado dado duas boras da tarde, o Sr. presi-
    dente levantou a sessio. Declaro em tempo que
    por feliberagao da; camara foi exouerado o padre
    Francisco Luiz de Carvalho do lugar de capellao
    do cemit*no publico por nao ter tirado o respecti-
    titulo e enirado em exercicio.
    Eu, Francisco Augusto da Costa, secretario, a
    subscrevi. Theodora Machado Freke Pereira di
    Siloa, pro presidente.Jose da Siloa Loyo Junior
    Jjse Pedro lias Neves.Jose Cesario de Hello,
    Joao da Cunha Soares Guimaroft.
    .de facto
    Se aftim f, claro p- K quo bad flea a pedra so-
    bre pidra e com as formaa apparatoas e as pda-
    vias rotundas flcara ta aOem apagal t o despoili
    mo de facto, que no.Brasil vai esmagando tolas
    as nossas liberdades e esse poder pessoal de ab-
    sorpcao' e completo anlquilamento dos poderes
    legislative e judieiario.
    a Ao partido liberal, e certo, cab mii as honras
    da iniciativa na aggressao e luta contra a inaer-
    sao completa das boas pralicas e normas do gover-
    no, que os nossos maiores procurarara plantar no
    Brasil.
    Es.es maiores eram todos liberaes, nenhum
    conservador, qne naquelles aureos tempos nio
    havia senad liberal de lei
    Hoje os dissimulados, os artiliciosos que levan-
    tam hosanas aos grandes patrietas de 24 que plan-
    taram no Brasil as bdas praticas e normas de um
    governo livre, qual o que ahi vivo no espirito co-
    mo na propria lettra da carta constitucional, esses
    dissimulados artiBciosos,'nao podendo deprimir
    as clavas da magestosa obra de nossa emancipa-
    caopolitica, dizem muito maliciosamente :
    Sim a nossa constituigio 6 fertil, abundante,
    quando nos falla de liberdade, mas onle suas ga-
    rantias reaes 1 o
    Eis ahi oveneno, a serpe por entre as Bores:
    a constituicao 6 boa, sim e boa, quando nos falla
    de liberdade, mas.... onde tuas garantias reaes?
    Esses provinctanos sao como os morcegos, so-
    prara para morder. Elogiam a constituicao, para,
    a vontade, poderem espitaca-la :
    t 0 grande principio da responsabilidade dos
    agentes do poder, da alta administragao, principio,
    base do governo representative, o que e feilo del-
    le? 0 que e feito da representagao nacioual, da
    camara dos deputados, fiscal immediato do poder
    execntivo; o que e feito do poder judieiario, da
    sui independencia, da sua inamovibilidade pro-
    metlidas pela constituicao t
    a Nada, complelamepte nada do que nos pro-
    motte a constituigao, existe de facto; o que existe
    e e incompativel com as theorias do governo re-
    presentative, que o contraria, que o aniquila, 6 a
    supremacia do executive; e per cima de tudo a
    imagem desie Briareu politico, que ameaga cons-
    Untemente obscurecer o ceo de nossa patria.
    Depois do que acima lica bem claro e patente,
    volia a bypi crisia, o rebugo :
    0 partido liberal nao 6 bostil a causa monar-
    chica no Brasil; nao e a forma de governo em si
    que nos acabrunba, mas- o modo porque tem sido
    ella entendida e posta em pratica. >
    Que o partido liberal nao e hostil a causa mo-
    narchica provara innumeros trecbos da Proiincia,
    entre os quaes os seguintes, que copiamos para
    divertimento dosleittres:
    i Se nos cnegar o desengano, se repetirem-se
    esses passos furtados, que lao funestcs nos tern
    sido e a liberdade da patria, o qne nao podera se-
    auir set
    a Quando a luta estreitar-se entre os homens
    do poder pessoal e os homens da republica, gran-
    des aconlecimentos veremos, grande sera a revo-
    Ipeio.
    < Entre os republicanos e absolutistas, maldilo
    o brasileiro, que julgar possivel a morte da arvore
    da liberdade...
    < Nestas auras americanas em que os hymnos
    da liberdade sao tangidos ate pelas brisas, balou-
    gando as ramadas das matas virgens, travando-se
    a luta entre o dia de hontem e o dia d'amanha,
    quem pode duvidar de qual seja o triumpbador?
    Liberaes provincianos que ainda nao perdettas
    toda a fe do poder pelo poder ; homens do meio
    tirmo qu so vivem para a historia, mas nae para
    governarem, porque assim o quer o poder pessoal,
    que os tem condemnado, quando elles Ihe sio tao
    devotados e fieis, que nao de guardar a sua fe
    ate a ultima hora I
    Cnancinhas dr. Provincia, perdeis o vosso ser-
    mao, que a nos outros nao illudem as vessas la-
    bjas.
    9'; *
    ICj
    ;
    mm.
    IMHTIUU COIKRV.lU03l
    DE MAR-
    ella irr*4r. Um riono de hotel do' provada a acta da aotecedeate.
    quarteirao do Palais-Royal mandou por aa tabo-'
    leta :
    Aqui falta se in&ez, hespanhol, Ualiamo e al-
    lemdo.
    Bntrou um inglez pelo hotel, e ew frjaeez
    mais on menos comphebensivel, jwrgunt >u pelo
    interprets :
    Men charo senhor, respondeu o criado ao
    qual elle e dirigira, nao ha, .
    (Jnem faHa entie Inglez, hespanhoF, italiano
    e a Jingua allema ?
    - Sio os viajantes, mylord.
    Veaem a Vrteste. Escrevem de
    Veneza :
    . L'm joven fidalgo, o Sr. Lausiini, qne, pelos
    tracos de loaca temeridade, como lutar em veloci-
    dade a cavallo c>vn o cfimboio de uma estrada de
    ferro, nadar daqui a Mestre, censervando em uma
    mao um ebapee de aol aberto, adqurrira uma e-
    peeia de (ama, apoSioM hter o trajecto de Venesa
    a Trieste, nseziho, em pe sobre duas laboas de >
    CAiWARA MUNtafrVL.
    1.* SEt&ftQ ORDINARIA EM 11
    CO DE 1874.
    PIiesIDE-NNQU DO SR. RB0O E Af-SUOURROTF.
    Ao meio dia, presentes os Srs. vereadores Ga-
    meiro, Loyo Junior, Neves, Theadsra Silva, e Ce-
    sario de Mello, abri*>-se a sesaio, e foi lida Bap-
    Leu se o seguinte
    EXPEDIENTS.
    Um offlcio do Exm. presidente da prwioeia, exi-
    giodo com nrgencia, uma copia do termo de eon-
    trato do mercado pnblico, celebrado pela-.camara
    municipal, com o arrematante Jo-e Augusto de
    Araujo.lateirada e que se remetta.
    Outre tambem do mesmo, exigindo a planta e
    orgamento da obra dos reparos da pontezinha do
    Luca.-Quese remetta tad somente copia doorcd-
    mento, visto nao tiaver planta.
    Ontro do mesmo, autorisando a esta camara a
    despender mais a quantia de 3:000*000, pela ver-
    ba decretada no| 4. do art. I da lei n."l/6 de
    18 de iunho do anno passado.Inteirada, a que se
    commnniqiM amjlrncurador e ao eontador.
    Uma peticao do barao da Soled ide, eom despa-
    cho do Exm. Sr. presidente da provincia, mandan-
    do a camara municipal inforjaar.
    W.
    Um ofBeio do 3 suppJeoi? do JtM snbstituto da
    RECIFE. 20 DE MARCO DE 187i.
    Sim, a nossa constituigao e fertil, abundante,
    quando nos falla de liberdade, mas onde suis ga-
    rantias reaes ?
    Antes de dizer algumas palavras sobre o artigo
    mestre da Provincia de 17 do corrente, seja-nos
    licito dar muitas gragas aos seus iUustrados re-
    dactores, que ja uma vez se dignaram de descer a
    polemicas com os seus adversaries da columna
    alutjuda doSr. Lucena, arrastados pelo dever de
    opposiciouistas, que tem a consoiencia de sua res-
    ponsabilidade para com a publica opiniao.
    Cada dia que corre, vem uma nova proposigao
    da lined dos liberaes provincianos por mais a
    limpo as suas verdadeiras intencoos e sentimentos
    a respeito da nossa constituicao politisa e forma
    de seu governo.
    A proposigao acima transcripta de que. a nos-
    sa constituigao e fertil, abundante, quando nos
    falla de liberdade, mas sen y-;runti por demais expressiva.
    Com effeito do que nos Valeria uma coastituigao
    liberal sem as respeutivis garaulias?
    Menos palavra, menos belleza de formas e
    mais garantias, amplai garantias, e a nossa aspi-
    rag.ao constante. o cbjsctivo da idea liberal.
    Ora bem Os mestres da Provincia querem
    pois reduzir as pabtvras e diminuir a belleza das
    6>rmas coustitucioaaes, para recolherem garautias
    aniplas garantias 1
    Se isto nao e uma embagalella, 6 uma formida-
    vel patacoada, pois ape as garantias nio vem da
    maior ou menor quantidade de palavras, ou da
    belkza das formas constitucionaes, porem do ob-
    jeeto, da cousa em fi njesma ou da propria liber-
    dade. que se deseja garantir.
    Nao podemos cdmprebender bem o vosso modo
    de argumentar. qilando diteis que : nada, com
    pletui&ente nuda^io que nos proraette a coiwti-
    tuieao, existe de lucto ; qne as suas formas sad
    apparatosas de Ifberdade 4 mas uo (undo a >euli-
    p.ule diisiaente ; due as pa/ani'as rotundas dos ar-
    dgos eon4ituciope consagram 0 nome de liber-
    dade. mas uma.Vez postos em pratica, 0 facto con-
    Xraila con a Unguagem ; que a constitiluicao e
    fertil, qnaado falla em liberdade, sem girantm
    reues; nao podemos comprebender bem o vosso
    modo de aqfuinentar, quando em seguimento ao
    que acima transcrevemos dizeis : que 0 partiJo li-
    beral nao e bostil a causa monarchjia no Brasil ;
    que nao e a,forma de governo em si, que vos aca-
    brualia, mas omodo porque tem sido ella enten-
    dida e posta em pratica.
    Ja vemos poU,que os proviuciiuws .querem re-
    formar a constituicao para substituir as suas for-
    mas apparatosas its liberdade por alguma cousa
    real, ou risear dos eeus artigos as palavras rotun-
    das, que consagrasa 0 nome de liberdade1, mas
    ama vez poeios em pratica, o facto contraata eom
    a linguagem.
    Se ha alguma cousa de serin e de grave aesse
    singular modo de discutir dos IUustrados redaeto-
    res provincianos, mis os conjuranjoj era nome da
    pnblica opiniao, qae os oarteou a descer a polemi-
    cas comnoseo, a que deciarem porque modo pre-
    tendem elles realnar a UaasformacSo ou substi-
    tuieao das formas apparatosas 3 das palavras ro-
    tundas dos ariigos da constituieie, ou se 6 antes
    tudo isso um mero expediente, nma evasiva para
    escap.rem a pressao esmagadora e cruel dos nos-
    sos escriptos na olumna aluaada io partido cea-
    seroador.
    Se nio pos causa irrisao, eausa-not prdfimda
    aaagoaesM deploravel aberraoao, ,por mew d
    quit degradam a mais nobredas faculdades in-
    bomem !
    Eoiretanto ejusto que, sahfndo do campo das
    meras coojeebwas e diragaeiies, deciarem os 'ni;:
    as contrarios*e leam V* mente provtear udra;
    *o engsabai- *e!ormacao total das formas apparatosas e das!
    palavras rattindas dos arttgw da constituicao, uma
    *ez que decMram que nada, co>pletamente nada]
    Eleiqao
    dos juizes, juizas, escrivaes cscrivas [por
    eleicao e devoc,ao dos mordonoos e mor-
    domas qae hao de festpjar a Virgem Se-
    ntiora da Assuinpi;ao das Fronteiras da
    imperial capella da Estaocia de Henri-
    que Dias no anno de 1875.
    Juizes perpetuos e protectores.
    Os nossns charissimrs irmios, Sua Mage-tade 0
    Imperador do Brasil e 0 Rvm. pregador da ca-
    pella imperial padre Lino do Monte Carraello
    Luna.
    Juizes por eieigao.
    0 Exm. Sr. commendador Henrique Pereira de
    Lucena.
    0 Illm. Sr Luiz Custodio Antonio Guiinari.
    Juizes por devogfio.
    Os Illms. Srs. :
    Barao de Bern Fica.
    Luiz Jose da Silva Guimaraes.
    Escrivaes por eleiedo.
    Os Illms. Srs. :
    Jose Permra da Cuaha Junior.
    Antonio (gnacis Martins.
    Escrivaes por neTOCad.
    Os Illms. Srs.:
    Jose Joaquim de Oiiveira Gongalves.
    Jose Antonio de Carvalho.
    Juiza perpetua e prol-clora
    A nossa chanssima irma, Sua Magestale a I rape-
    ratriz do Brasil.
    Juizas por eieigao.
    As Exmas. Sras. :
    D. Carolina Dutra Martins Pereira, esposa do Illm.
    Sr. Rodrigo Jacorae Martins Pereira.
    D. Maria da Gloria Costa dos Santos, esposa do
    Illm. Sr. Jose Antonio dos Santos.
    Juizas pot devocao.
    As nossas charissimas irmas :
    A Exma. Sra. D. Candida Josephina
    esposa do Illm. Sr Dr. Joaquim
    ceca.
    A Exma. Sra. D. Joaquina Candida Ferreira Pinto,
    esposa do Illm. Sr. Miguel Ferreira Pinto.
    Escrivis por eieigao.
    As Exmas Sras :
    D. Rosa Martins Ribeiro, esposa do Illm. sr.
    tonio Ribeiro.
    D. Rita da Cunha, esposa do Illm. Sr. Jose
    quim da Cunha.
    D. Armenia Cardoso Ayres.
    D. Irene Lucia de Carvalho Medeiros Rego,
    D3 uma sunpiM tataa reaaati anius veaes a
    bronchite, a phlyswa, a eajaciagio e linalmenif
    a morle. A tosse 6 0 sigoal precursor do per.ro
    que se aviziuha. Nao espereis ate qne ja seja
    tarde demais Nisguera sabe m a tease passageira
    de hoje, s ra amanba a tosse proLunciada-de um
    phtysico. Portanto todos devem sab;r, pois a (a-
    culdade medica assim 0 diz, queooleode figado
    de bacalhao, de Lanman & Kemp, subjuga a ta-
    fermidade, antes qoe chegne a cravar suas lerri-
    veis garras no centro da vida, e, rartabek-ce com-
    pleumente a saiide dos orgitos da re.-piragio.
    Use-se deste poderoso remednj, se e pos-ivel,
    tio lesto como haja algum moUvo de alarm* ,
    mesmo quando a enfermidaie palmonar, tenha
    ja deixado impressos nas Taces seas febris ves'i-
    eios, e convertido 0 corpo em uma sombra. ain-
    da assim mesmo, nio ha que desesperar. Suas
    propnelades rurativas e resUuradoras, pod^m
    subjugar a molestia ate mesmo quasi a undee.ma
    hora. Porem tenha-se em lembranca, que nio ha
    no mundo um remedio Lio geralraente adulterado,
    como o genero que ds ordinario se rende com o
    nome de oleo de figado de bacalhao. V-ja-se. aaa,
    se se alcanga 0 especifiw puro, fabricado pe'a
    casa de Lanman & Kemp, dos tigados mais frescos,
    e cuja conservagad em todos os climas se garante!
    zmmam.
    JUNTA DOS CORRETORES
    Praca do Recife, 19 de 1894.
    AS 3 HORAS DA TARDE.
    COTACOES OFFIOIAKS.
    Assucar mascavado purgado n. 14 Hiv> -1
    13 kilos, hontem.
    Dito -dito dito U90II por lo kilos, honkSQ.
    AssucarCanal l^ioO por 15 kilos, hontem.
    Cam bio sobre Londres a 90 d|v. 26 1*000, hontem.
    tf. de VasconcAuos
    Presidente.
    A. P. de Lentos
    Secretario.
    Id
    ALFANDECA.
    Readimento so di? i a 18. .
    mam do du 19 .
    6I8.!?11*M
    lO.Sti.JS^
    IMcMMMt
    de Oiiveira,
    Jose da Fon-
    An-
    Dascarregam hoj* |fl de marco de 187i.
    Barca dinamarquezaFareur(atracada) taetea-
    dorias para alfandega.
    Patacho hollaudeaAcadie (atracado) cimanio
    phosphoros para 0 trapicbe ^laiiiaiu
    para despachar.
    Escuna ingleza Florence mereadorias para al-
    fandega.
    Lugar francez Rio Grande mereadorias para
    alfandega.
    Brigue francez -Mines de Soumacks n. 2 mer-
    nas para alfandega, carvao e coke ja a*s-
    pachados para o caes do Ap llo, e mate-
    riaes para a empreza oa campanhia a-
    comotora, ja despachados para 0 caes da
    companhia pemambneaaa.
    Barca ingleza Dolpkim -materiaes para aempce
    za da companhia locomotora ja desparha-
    dos para 0 caes Si de Novembro.
    Barca hespanbolaD. Luiza mercaJorias p*r*
    alfandega, e materiaes para a eraprt-.*
    locomotora no trapicbe Conceigao, para
    despachar.
    Barca ingleza Carrisbrook carvao ja daapeba-
    do para terra.
    Barca ingleza Rossini carvio ja despaeaad-
    para terra.
    Barca noruega CopeUa machinisrac, a frraa
    ja despachados para o c?es do Apollo.
    Importacfto.
    Barca hespanhola D. I.uiz'a, vinda em 19 a
    corrente de Liverpool e consignada a Bk n
    Thompson 4 C, manifestou 0 seguinte :
    Azeite doce (0 barris a companhia Drains-
    Amostras 1 pacote a ordem. Arroz 350 saccos 4
    ordem, 100 a Thomaz de Aquino Fonceca AC,
    150 a Souza Bastos & C.
    Barras d; Flandres 2 barricas, a Manna C#-r.
    &C.
    Cerveja 150 barricas a Johnston Pater AC. 1 #
    a ordem. Cha 10 caixas a ordem. Caisarolas io
    a S. Power Johnston & C. Carvao de pedra i :o-
    neladas a Simpson 6i C. Chamines i volumes, s.
    companhia de trilhos urbanos. Cbumbe 20 bar
    ris e 30 barras a Hawkes A C
    Ferragem 32 volumes a S. Power Jo^ol>-u *
    C, 3 barricas a Vianna Castro AC 6 a Silva A
    Alves, 6 a Moreira Ilalliday A C, 31 e 5 caixas h
    Hawkes A C.
    Folhas de feito 23 feixes a Silva 4 Alves.
    Louga!50 gigjw a Johnston Pater A C, 22 a Ma
    galhaes A Irmao, 10 a ordem.
    Mereadorias diversas 3 volumes a Otto Mm
    A <:., 6 barricas, 5 barris e 2 caixas a Manoel ua
    Silva Faria A C. M icliimsma 1 caixa a comia
    nhia de trilnos urbanos.
    Oleo de linhaga 20 barricas a ordem. Obras d
    ferro, 940 trilhos degferro, 48 barricas prajoa
    engatar, 1,441 trilhos de madeira e 3,296 |pr-
    inentes a companhia das trilhos urbanos.
    Pregos 43 bzrricas a S. P. John-ton A C. P^c
    de ferro 20 feixes a Vianna Castro A C Pane. Hb
    fardos a Parents Vianna A C
    Sebo 2 barricas e 1 barril a companhia Dr-i
    nage.
    Valvulas 8 caixas a mesma.
    /.inco 1 barrica a Vianna Castro A C
    Joa
    es-
    posa do Illm. Sr. capitio Jose Ignacb de Me-
    deiros Rego.
    Juiza da irmandade.
    A Exm. Sra. D. Umbelina Francisca de Almeida,
    irmA do nosso charo irmao 0 Dr. Leonardo
    Francisco de Almeida.
    Escriva.
    A Exma. Sra. D. Rosa Maria da Pcaha Ramos,
    esposa do Illm. Sr. Luiz M. do Nascimento.
    Mordomos.
    Os Illms. Srs. :
    Jose Firrao Xavier.
    Miguel da Cunha Junior.
    Anselmo de Jesus Carvalho.
    Joao Francisco da Silva Mendonca.
    Bemetrio Acacio de Albuquerque e Mello.
    Joaquim Lins da Costa Wanderley.
    Joao Joaquim Alves.
    Luiz Epipbanio Maurieea.
    Prndencio de tal.
    Jos^ Pinheiro Catole.
    Augus.'o Xavier de Souza Fonceca.
    MorJuuias.
    As Exmas. Sras.:
    D. Apolonia Antonia dos Santos, esposa do Han.
    Sr. Auacieto Mauoel dos Santos.
    'SSPACHOS DE EXPORTACAO NO DIA ^ .*.
    MARCO DE 1874.
    Para os portos do exterior.
    Na galera portugueza India, para Liverpu.'.
    carregou : A. Loyo 22 saccas com 1,702 kilos d*
    algodao.
    Na barca ingleza \Uernuone, para 0 Caul,
    carregou : J. Pater A C 1,100 saccos com 8a\r/il
    kilos dc assucar mascavado.
    No lugar inglez Retirees, para 0 Canal, car-
    regou : J Paler A C 1,656 saccos com 12.fcjH
    kilos de de assucar mascavado.
    No patacho inglez Lady Maty, para 0 Canal,
    carregou : Bor.-telman A C 3,400 taccos c^m
    255,000 kilos de assucar mascavado.
    Na bare* franceza Minerva, para 0 Canal,
    carregou : Keller A C 28& saccas 00m 22,952
    kilos da algodao.
    No lugar inglez Octavu, para New-Yor*.
    carregou: L. J. Silva Guimaraes 1,500 saccos c i 12,o0:) kilos de assucar mascavado.
    No patacho national Bom Jesus, para 0 }\,<
    da Praia, carregou : A. Loyo 50 barricas eom
    6,072 kilos de assucar mascavado, e 203 ditas com
    24,483 dilos de dito branco.
    No brigue nacional Olinda, para 0 Rio da,.
    Praia, carregou : II. B. dc Oiiveira Junior 3W
    barricas com 33,087 kilos de assucar branco.
    Para oj portos do interior.
    Para 0 Para, no brigue prtuguea Rekmnpu-
    go, carregou : Carueiro A Nogueira 21 harries
    com 16,583 kilos de assucar branco J. M da
    Costa 6 pipas com 2,880 litros de alcooi, e 34 diu
    com 16,326 ditos de agnardente.
    Para 0 Para, no brigue porluguez Mick at
    lease, carregou : A Cordeiro 2 pipas com 960 ii-
    tros.de aguardente, e IAS barricas com 9,593 ktfo-
    de assucar branco.
    Para Porto Alegre, no brigue nacional Su-
    perior, carregou : Amorira Irmaos A C- 3W vo-
    iumes com 47,405 kilos de asuar branco, e U)
    barricas com 5,582 l|2 ditos de dito mascavado.
    Para Santos, na barca brasileira Claudti.
    carregou : A. Loyo 2,000 saccos com I2C,f>."0
    1 de Oiiveira, esposa do Illm' ^ D.Yoa^eSatnes^ ft -iona, ^
    dos Santos Sfc""' carreKu : Carneiro D. Anna, esposa do nosso irmSo Manoel Jov.no da 4.8#0 htroade aguardente, --- 1
    SanfAona X Mossoro, notuale naoionJtl daWiao *-
    D. Theresa Cardoso Barreto, esposa do nosso ir- 4giaMBU A. daSilsa Campo* 3 papas cam
    mao ex-defiaidor JoJo Cardoso Barreto.
    A irma ex juiza O. Deolinda Maria de Oiiveira, es:
    posa do nosso irmio ex-thesoureiro Manoel Jose
    Severiaoo. ,, ,
    it. Henriquata dos Passos Assumfgan, fiiha de nos
    so ianao Miguel Zeferino d Assumpgao.
    A inrl 0. Maria .Magdalena dos Santos esposa do
    nuseo vm*o wt-jule forquab> Josd dos Santos.
    D. Mar, esposa do Illm. Sr. Joaquim Amancio de
    Lima.
    p, iFrancisca, filha do Illm. Sr. Euzebio da As-
    Sumpcao Farias.
    LHpella imperial de Nossa Senboxa da Aasurnp-
    ,J.iO da fronleira da Estancia, t di? feverelro de
    2,4flO litros de aguardente.
    CAPATAZIA DA ALFA.Vnw.A
    deodimento do dia 2 a IS 13.369|i3te
    dea do dia 19 ... 107*4*
    ":
    No aa 2 a 4*
    VOLITJIW SAHJDCJ"
    fruneira portt
    iagunda porta .
    r>rWr*|orta .
    JuarU porta
    Traplcbd C>neaeao
    No dia 19
    *U*






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    ~r


    T^Q*Vernamminn ffiFtoxfa "feira $j
    ami $b
    itt4
    Na*i j| atracalld
    Alvarengas
    No trapiche Conceicic
    73
    KiOEBEDORIA* DE RENDAS INTERNASGE-
    RAES DE PERNAMBUC
    rtandiineoJo do dia J a 18. 40:559*602
    4un Jo din 19 :' 1:355*368
    41:914*970
    OQftSULARO PROVINCIAL
    R-tadtmeato do dia 2 a 18
    idem do dia 19
    a* atas ec lg * _
    RECIPE DRAINAGE.
    rlaafli.TDonto do dia 18. .
    d-iiu lodia 19......
    77:78U2i3
    3:698*833
    81:4864096
    975*982
    242/1810
    1:218*792
    SEGUROS
    MARITIHOS
    C01JTRA O FOGO.
    A companbia Indemnisadora, estabelecid*
    aesta praga, toma seguros maritimos sobrt
    navios e seus carregamentos e contra fogo
    ita edificios, mercadorias e mobilias: iu
    rua do Vigario n. 4, pavimeato terreo.
    \Hgusl<) F. d'OUveira k C.
    A casa commercial e bancaria deAugusto
    '$ d*01iveira & C, & rua do Eofiimercio ns
    4^, encarrega-se do execucao de ordens
    para cmbarque do prod.ictos e de todos o-
    mais negocios de commissao, quercommer
    ciaes, quer bancarios.
    Deconta lettras, c toma dinbeiros a pre-
    mio, compra cambiaes, e saca & vista e a
    prazo, & vontade do tomador, sobre as se-
    guintes pracas estrangeiras e nacionaes :
    Loiiili'i's. Sobre o union bank of
    LONDON, 0 LONDON AND HANSEATIC BANK,
    limited, o varias casas de i.' classe.
    Paris. Sobre os banqueiros fould
    & C, MARCUAUD ANDRE & C. e A. BLaCQUE,
    VIGNAL & C.
    llnuiburgo. Sobre os Srs. joao
    SCHU BACK & F1LII S.
    Lisbon. Sobre os Srs. fonsecas,
    SANTOS & VIANNA, 6 SEBASTI.lO JOSE DE
    ABREU.
    Porto. Sobre o banco uniAo do porto
    0 Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
    Para. Sobre o banco commercial
    DOkPARA, e os Srs. FRANCISCO caudencio da
    COSTA & FILUOS.
    Maranhtla. Sobre o Sr. jose fer-
    I'.EIRA DA SILVA JUNIOR.
    Ceara. Sobre os Srs. J. s. de vas-
    COSCKLLOS & SONS.
    Bahia. Sabre os Srs. marinuos & c
    Rio do Janeiro. Sobre o banco
    INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL e
    3ANQUE BRASILIENNE FRANQAISE.
    C0MPMfflI4 ALLIANQA
    seguros maritimos e terreb
    tres estabelecida na Bahi;
    em 15 de Janeiro em 1870
    CAPITAL 4,000:0005000.
    Toma seguro de mercadorias e dinheiro
    I maritimo em navio de vela o vaporei
    pin dentro e f6ra do imperio, assim com
    contra fogo sobre predtos, generos e f.i
    sobre
    ron.ias.
    A jente : Joaquira Jose Goncalves BoltraV-
    - '.1 io Commercio n. 5, l'andar.
    COjIPAInHIA
    Phenix Pemambucana.
    Toma riscos maritimos em mereadri.is
    fretes, dinheiro a risco e finalmente de qual-
    quer natureza, em vapores, navios vd ela or
    baroacas, a premios inuito modicos.
    RUA DO COMMERCIO N. 34.
    Seguro coiitra-fogo
    WE LIVERPOOL & LONDON & GLOl
    INSURANCE COMPANY
    Agentes
    SAUNDERS BROTHERS* C.
    11Corpo SantoII
    NORTHERN,
    Capital,
    ffundo
    .... 20,000:0000001
    de rescrva. 8,000:000?0' . Agentes,
    Mills Latham & C.
    RUA DA CRUZ N. 38.
    Banco do Minho.
    Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filho saccam
    por todos os vapores sobre :
    Anadia. Evora.
    Aguida. Fafe.
    Aveko. Faro.
    Beja. Guarda.
    Cbaves. Leiria.
    Elvas. Lisboa.
    Amarante. Barcellos.
    lijimaraei. Coimbra.
    CovilhS. Mirandella.
    Mljfaco. Penaflel.
    Portalegre.
    Arcos de val de vez.
    Celorico de Baito.
    Camiaha.
    Hangualde.
    Ponte do Lima.
    Povoa de Lanhosa.
    Villa-Nova de Portimao.
    Monsao.
    Ovar.
    Porto.
    Tavira.
    Regoa.
    Vizeo.
    Figueira.
    Lam ego.
    r^tarreja
    Valenca.
    Villa Real.
    Cabeceiras de Bastos.
    Castello-Branco.
    Espozeode.
    Oliveira de Azemeis.
    Povoa de Varcim.
    Vianna do Castello.
    Villa-Nova de Famalicao.
    O.111*. lr. inapeetor da Uwsoararia provin-
    cmf-MMMU fazer publico que em mtttprimujUo. #a
    wdam So Exm. Sr. presidente da provinda, de 7
    ie Janeiro corrente, peraote a jama delta Iheson-
    raria ae ha de arrematar no dia 23 de abril pro-
    ximo viadouro, a obra da poate denemlnada Pao
    Satigne sobre orio SerinhSem. orcada era 9:S70i,
    pagos em apoliees da divida provincial a juro de
    7 por cento ao par.
    As possoas que se propozeram a esta arremala-
    gSe eomparecam na sala das sessoiw da mesma
    tbesoararia bo dia indieado icima, pelo meio dia,
    eompetentemenle habililadas.
    E para constar se maodou pnbliear o presente
    delo Diario de Pertiambuco.
    Secretaria da thttcuraria provmcial, 80 de Ja-
    neiro de 1874.
    Viclorlano Jose M. Palbares,
    'OfQcial maior iuterins.
    Gansalas especiaes para a arremata^io da ponte
    denomioi'Li Pao Sangue sobre o rio Sflti-
    ,t;* 'A-poote danomilada Pao San^ua sera exe-
    coCada de confonnidade com o orcaioento e pitn-
    ta approvados.pele Esm.Sr. presidente da- pro-
    vincia.no vator de 9^r7*W.
    2.' O arrematanle dara principio a obra no pra-
    zo de am not e a coaclvu'ri no de it mezea.
    3.* O pagamento sera efTectuado em 3 presta
    <;Ms ifuaea a propercao 4a Ubella exocuiad*.
    4.' Para lain a raws que nao ae aehar espaeifl-
    cado sera regulado uclp ime dispoo o reguiauienip
    de 31 de juliw de 18660 engenheiro ehefe, Jo-
    se Tiburcio Pereira do MsgaJhaes.
    Victoriano Jos6 M. Palhares.
    9 film. Sr. iaspeeior da tbetouraria provin--
    cial manda fawr publics, que em eumprimeato it
    ordem do Bam. Sr. preaidabte da provmeia, de 18
    do fevereiro nWoio, se b da arretnatir peraote a
    junta dwsa rhesoarariai ne tfia 26 do eorreowj a
    qirem por raenos fler, a obra da factura de nhro
    bomba para o povoado tfo Mmrtes, no lopr da
    levada, orcada em 1:903*000 e debaixo dm con-
    dicoes abaixo eopiadas.
    As pessoaa que se propocepem a esta arremala-
    cao, eomparecam na sala dag wssues da mesma
    junta, coaipelentemeote habililadas no dia acima
    indieado ao meio dia.
    E para constar, se raandoa publiear o presente
    pelo Diario de Pernambuco.
    Secretaria da taosomrari.v provincial de Per-
    nambneo-, 9 de marco de J874.
    Clausulas especiaes para a arrematapao da ohra
    da bomba on arcada do alvenarla no povoado
    dos Monies.
    1.*A obra da bomba ou arco de alvenaria do"
    povoado do6 Monte*, sera feita de eonformidade
    com o respectivo orcamento, na importaccia de
    l:903*Oi)0.
    2-0 arrematante cometara a obra no prazo
    de Dm mez e coneluira no de trej BMtee, contados
    da data do dito contrato.
    3." 0 pagamento sera effectnado em daas
    presticSes iguaes na proporcio do servijo exe-
    cotado.
    4.Tulo mais que nao estiver especiflcado na?
    presenter clansula?. sera regnlado de eonformidade
    com o disposto no regulamento de 31 de julho de
    1874.
    Victor Foutnu', engenheiro chefe.
    ConformcMiguel Affonso Ferreira.________
    Pela thesounria provincial 9e faz publico
    que foram transferidas para o dia 26 do corrente
    as seguintes arrcmatac5es :
    Obra da cobcrta do gvmnasio provincial, orcada
    em 678*600.
    Dita dos reparos da bon.ba n. 2 no setimo Ian-
    go da estrada do snl, orcada em 1:012*000.
    Rcpa'os da eapella da eada de detencao ores-
    dos em 1:478*000.
    Objectos do corpo de pohcia.
    IHuminaQao da cidade de Goyana orcada em
    280 rs. diarios p.ir oada lampeao.
    Secretaria da thesouraria provincial de Peraam-
    buco, 9 de marjj de 1874
    0 official-maior,
    Miguel Affja;o Ferreira.
    .

    Santa f.'issn da Ifisericordia do
    Recife.
    A junta aJmini:iraiiza da Santa Casa da Mise
    ricordia do Recife, preeisando fazer os concerto;
    de quo newssttd o predio que possue o patrimo-
    oiu dos orphaos, a rua da Cruz, hoje do Bom Je-
    sus n. 12, eontrata com quem se proponha a rea-
    lisar ditos oncertos, medianle certa reuda e al
    guns annas de prazo para desfructar ; devendo
    i? qne disso se (iuizertm encarrcgar, apresentar
    suas pr.jpostai em cartas fecbadas. devidamente
    jelladas, acompanhadas do respectivo orcame lto
    aes;a secretaria ate o dia 19 do fevereiro via-
    Jouro.
    Secretaria da Santa Casa Ja Hisericordia do
    Rccif?, 17 de Janeiro de 1874.
    0 escrivao,
    _____ ________Pedro Rodrigues tie Souza.
    SANTA CASA DA MlSfitUCORDlA DO
    RECIFE.
    Tcncla de predios
    A Him.-, junta admiaistraliva ce-ta Santa Casa,
    devidamente aulorisada pela presidencia, na sala
    le suas sessoes, peias 3 horas da tarde do dia 26
    do corrente, vende ou permuta por apoliees da
    divida publica os seguintes predios, pertencentes
    ao legado de Joaqui.n da Suva Lope3, de que e
    admiiiistradora : Forte do Ma'tos, raetade do so-
    brado de 3 andaies n. 17, por 5:500* ; becco do
    Abreu, 3' parte do sobrado n. 1, por 2:666*666
    rua da Juia, sobrado de dous andares n. 69, por
    6:000* ; rua de S. JoTge, casa terrea n. 92, por
    1:400*. subradode um andaj;n. 30, por 2:000*,
    dito nieia-agua por 500* ; rua dos Guararapes,
    casa te;rea n. 65, por 1:00* ; rua dos Acougui-
    nnos, cosa terrea n. 26, por 600* ; Cargo da Cam-
    pina, dita n. 3, por 400* ; rua da SoJedade, dita
    n. 72. por 700* ; becco do Teixeira, Ytila n. 5,
    por 25(1* ; largo das Cinco Pontas, terrendx por
    1:000*000. Y
    Secretaria da Santa Casa da Misericordiav do
    Racife, 14 de fevereiro de 1874.
    0 escrivao
    Pedro Rodrigues de Souza
    ricordia do Recifi
    mento de carne v
    os estabelecimentoapios* sett
    de abril a junho : rscabe pYtpaiias r
    suas sessoes, pelas t bar* oa taMe do
    corrente
    Secretaria da Santa Casa de Hisericordia
    Recife, H de roarco de J7i. ^
    "" O escrivao,
    Pedro Rodrigues it Souza
    Armazens da Companhia per
    namb&cana*
    eguros cohIpb o fogo
    A companhia pernambaeana, dispondo de ex-
    cellentes e vastos armazens era sen predio ao for
    te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
    para deposito de generos, garantindo a maior con-
    servaQao das mercadorias depositadas, servigo
    prompto, precos modicos, etc.
    Tambem recolhert, mediante previo accordo, ex-
    clusivamente os generos de uma so pessoa.
    Estes arma7ens, alem de afejados a commodos,
    sao inteiramente novos e asphaltados. isentos de
    cuphn, ratos, etc., etc.
    As pessoas que quizerem ntillsar-se destes ar-
    mazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
    panhia pemambucana, que acharao com quem
    tratar. _____________
    Consulado provincial
    Por esta administracao se declara os nomes das
    ruas abaixo mencionadas, nas quaes os possaido-
    res de predios, estio obrigados a vlrem, no prazo
    de 3j dias uteis, contados do dia 11 do corrente
    mez, realisar os debitos a que estao sujeitos, para
    coin a companhia Recife Drainage, pela coMocacio
    dos apparelhos, diir^renca dos mesmos, annuiia-
    jes e eucanamentos, pertencentes ao semestre de
    Janeiro a junho de 1872.
    - Campo das Prineezas.
    Rua de Joao do Rego.
    Idem da Ilha do Carvalho.
    Idem de S. Francisco.
    Travessa da rua Bella.
    Rua da Roda.
    Largo do Paraizo
    Travessa do Marquez do Recife.
    Rua larga do Rosario.
    Becco da Matriz.
    Travessa da Matriz.
    Idem dos Expostos.
    Rua dos Patos.
    Travessa dos Quarteis.
    Rua do Calabouco Velho.
    Travessa do Calabouco.
    Becco do Calabouco.
    ltua da Santo Amaro.
    Idem do Marquez de Herval.
    Idem do Uuque de Caxias.
    Idem do Primeiro de Marco.
    Idem do Cabuga.
    Idem do Barao da Victoria.
    Idem do Imperador.
    Idem das Larangciras.
    Idem das Trincheiras.
    Idem de Paulino Camara.
    Idem do Caes Vinto e Dous de ."vovembro.
    Travessa das Florcs.
    Rua de ilaihia* de Albuquerque.
    Idem.da Paz.
    Mem estreiia do Rosario.
    Tratissa das Cruzes.
    Ruatlo Livramcnto.
    Idernrde Mareilio Dias.
    Tratessa de S. Pedro.
    Ruat'do Fogo.
    Travessa do Livramento.
    Item do Carmo.
    Item da Bomba.
    Larg de S. Pedro.
    Ideulido Carmo.
    Ruaido dronel Suassuna.
    TrafJssa do Queunado.
    Conlaladii ProviiiciaL 19 de in arco de 1874.
    t) adminlstrad'or,
    ' firtttmto Cnrniiro Sldch'ido Rlos.
    Hospital militar
    Preo^a-se uairffatar para o triiuestro de abril
    a junbo do esrrenio* anno, o. foruecimento de
    paes de 114 grammas, e de 125-p*ra os doentcs,
    e bem-assim-para os empregadas.
    Objeatos para escriptorio.
    Queffl quizes fazer dito 'fornecimento,' apre-
    no di 2l d.> corrente pela-* 10 h'>ra
    z~,
    sente no di* zi do dia na tearetaria do nwsrao hospital, suas pro- aOTl0 commercial, assim-como o servleo da Imv
    pos'as em autas fecbadas.
    Hospital,'miUfc.rr 18 de marco de 1874.
    0 escrivao,
    ____________Avelino Pereira da Cuolia.
    Cmsnl;.do k p rti.ai.
    Segundai' vez sao chamados os credores do fil
    lecido Francisco da Costa Bastos, a apresenta-
    rem suas eontas para serem. veriQcaJas e pagas.
    se estivercBi justificadas em forma legal : os cre-
    dores devem si licitar no consulado um documen-
    to da entrega das eontas.
    Recife, 14 de marco de 1874.
    ilha de Franciseaj
    arii/illii is frelippe Martinbo do
    _,aina eVi Esplrihj Santo.
    Rosa, filha de Anlotfia Joanna de Barros.
    Secretaria da Santa Casa da Mise/icordia do
    Redfe, 13. deraargo de 1874.
    '\ Q escrivlo
    . Pedro Boarhjnes de Sonta.
    CONSEEHO DE COMPRAS DO ARSENAL
    DE MAstJSHA.
    0 convene, eontrata no db 20 do corrente mez,
    a vista de propostas rec,ebidas alias 11 horas da
    maD*, e sob as conli.oes do estylo, o forneci-
    mento no tnmestre proximo vindouro de abril a
    junho, ao arsenal de mariima, de cimento, carvio
    e cole, dfto de ferreiro, e dos segarates objectos
    de fardanwdto : V
    Para aprendiacs artifices.
    Bonets no uni forme, boaets do servi<, blnsas
    de brim branco, Wasas de algodao azul, blnsas de
    panao aznf, calcas.de brim branco, calcas de al-
    Sjdao atul, eamisas de algodaoiinho, cobertores
    b is, cobertores de algodao, clatos de eooro bran-
    co Invernisados, calcas de panao aaul, colchoes de
    linho cbelos de palha, fronhas de algodaozinho,
    lencos de seda preta para gravatas, lenQoes de
    algodaozinho, sapatoes, sa:cos de guardar roupa.
    traveeseirw de Hnho cbeios depalha.
    Para arlinces avulsos.
    r f & >anno aiai> blu8a9 ** ateodao azul,
    cali-as de brim branco, calcas de panno azul, ea-
    misas de algodaozinho, cintos de couro branco in-
    vernisados.
    Para imperiaes mrrinteiros, aprendizes dltos e
    marinhagem.
    Bonets de paano azul ferrete, calcas de panno
    azul ferrete, eamisas de brim branco, calcas de
    flauella azul ferrete, eamisas de'flanella azul fer-
    rete, eamisas de ptrafto azul ferrete, caljas de brim
    brauco, colch5es de linho cheios de palha, cober-
    tores de la, fardas de panuo azul ferrete, lencos de
    seda preia para gravatas, sapatoes, sacco3de lona
    de marinhagem.
    Sala das sessoes do conselho de compras de
    marinha de Pernambuco, 17 de marco de 1874.
    0 secretario
    ___________Alexandre Rodrigues dos Anjos.
    SANTA CASA DA M1SERICORD1A DO
    RECIPE. .
    A Illma. junta adminislrativa da santa casa da
    Hisericordia do Recife, manda fazer publico que
    aa sala de suas >ess5&, no dia" 19 de marco pe-
    las 3 horas da tarde, tem,de*er arrematadas a
    quera mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
    i tr. s annos, as rendas doS predios em seguida
    declarados.
    ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
    Travessa de S. Jose.
    Casaterrean.il. !f 201*000
    ltua do Santa Rita.
    Idem n. 34 fechada a 240*000
    Idem n. 32 ........25O*O0O
    Becco da Carvalha.
    Idem n. 5........200*000
    Padre Floriano.
    Idem n 49........207*000
    Rua da Alegria.
    Idem n. 31....., \ 371#O0O
    Ponte Velha.
    Idem n. 31.........156^000-
    Rua dc Antonio Henrimes. It;
    Idem n. 26........996009'
    PATRIMOSIO DOS ORPIIAOS.
    Pateo do Piraizo.
    2." andar n. 29 ........ 300a0fj*
    Rua da Senzalla velb*.
    Casa terrea n. 16.......209*000
    Becco das Boias.
    Sobrado n. 18.......421*00ft
    Rua da Cm?.
    Sobrado n. li (fechado).....1:000*090
    Rua do Pilar.
    Casatlerrea n. 100 .241*000
    Rua do AitKtttrn.
    Idem n. 34 ........ 122*000
    Rua da Guia.
    Idem n. 29 201*COfl
    Rua disLarangeiras.
    "Casa terrea n. 17......381*000
    Os pretendentes dever'o apresaitar no Mo da
    irreautacao as suas Uaiicas, oa^omparec%re:i
    icomnaHliados dos laspcctivos iiaonres, 'devendo
    oagar alem da f'eridA, o premio da qnsntia em
    ^ue for seguro o predio que conliver eatabcleet-

    aeza o precos dos apparelhos.
    oecretana daaaflta.easa da mi-oxicordia du lie
    iife, 17 de mar^o o |874.
    0 6;.e. ..So sl
    Pedro Rodrigues de Souza,
    Santo Antonio
    Irmandade do Seuhor Bom
    Jesus dosPassos, nama
    triz do orpo Santo.
    De ordem da mesa regedora desta irmandade,
    fago constar aos verdadeiros field, que a sacru-
    santa iinagem do Senhor dos Passos estara ex^
    posta a veiitracao dos sinceros devotos, nas tar-
    des de quinia o sexta-feira da presente semana,
    visto nao poder sabir em procissao por acharse
    iiiterdicla a irmandade.
    Na forma do costume sera distribnido vinho e
    as reliquias, que houverom.
    Secretaria da irmandade, aos 16 de marco de
    1871.
    Jose Joao de Amorim Junior.
    Escrivao.
    Villa do Conde.
    Xas ilhas.
    Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira.
    MWtlMENTO DO PORTO.
    N*vio* entradosno dia 19
    Ilha detGaorgU ( Falklond ) 41 dias, hiate-
    americano Gold West, de 99 toneladas, capitae
    Joab L. William, equipagem 45, carga pelles do
    loa*, aemesmo capltao ; veio refrescar e segaio
    para NawLondon.
    Liverpool 46 dias, barca hespanhola Dona
    Lw, 77 toneladas, capitio C Jubet, equi-
    paM fta ThOIBMBdiC.
    ZtavM sakidu memo dia.
    lironstadt Barca franceza S Luiz, capitae Mi-
    chel ; carga algodao.
    Santa Casa de Misericordia'
    do Recife.
    A junta adminislrativa da Santa Casa de Mise-
    ricordia do Recife precisa contratar o fornecimen
    to dos generos abaixo declarados, que teem de
    consumir os estabelecimentos pios a seu cargo,
    exceptuando o hospital Pedro II, no trimeslre
    de abril a junho vindouro. Recebe propostas na
    sala de suas sessoes, pelas 3 horas da tarde do dia
    19 do corrente :
    Aletria, kilogramme
    Aguardente, litro.
    Azeite doce, idem.
    Arroz do Maranbao, idem
    Bacalhao. kilogrammo.
    Banlia de porco, idem.
    Batatas, idem.
    Cha Hysson, idem.
    Cafe em grao, idem.
    Carne secca. idem.
    Cebolas, cnto.
    Farinha de mandioca da terra, litro.
    Feijao mulatinho, idem.
    Farello, sacca.
    Fumo do Rio, kilogrammo.
    Gaz, lata.
    Milr.o, sacca.
    Manteiga franceza, kilogrimmo.
    Potass?, idem.
    Rape, idem.
    Sabao, idem.
    Sal, idem.
    Tapioca, idem.
    Toncinho, idem.
    Velas de carnauba, kilogrammo.
    Vinagre, litro.
    Vinho tinto de Lisboa, idem.
    Viaho branco, idem.
    Velas stearinas, kilogrammo.
    A junta adminislrativa do Santa Casa de Uiseris
    cordia do Recife precisa contratar o fornecimento
    de pao e bolacha que teem de consumir todos os
    estabelecimentos pios a seu cargo, no triraestre de
    abril a junho : recebe propostas na sala de suas
    gessoes, pelas 3 boras da tarde no dia 19 do cor-
    rente.
    A junta administrativa da Santa Casa de Mise.-
    ricordla do Recife precisa contratar o fornecimen-
    to dfeassnear reflnado qne teem de consumir todos
    os estabelecimentos pios a seu cargo no trimestre
    de abril a junho : recebe propostas na sala de
    nas sessoes, pelas 3 horas da tarde do dia 19 do
    corrente.
    A junta admiaistrativa da Santa Casa de Mise-
    Irmandade de JN". S. da (jon-
    ceicjio dos Militares.
    Devendo terminar no proximo mez de abril o
    tempo porque foram arrendados, o primeiro andar
    o loja do soi rado n. 49 e a loja n. 51, sitas a rua
    do Uarao da Victoria, pertencentes ao patrimonio
    da referida irmandade, a mesa regedora rocsbe
    no consistorio da igreja, no dia 21 do corrente
    las 7 horos da noite, propostas para.o novo ar-
    "rendamento que devera ser de 3 annc s.
    ; Recife, 16 de marco de 1874.
    L 0 secretario.
    ^ Leopoldo Uchoa.
    i%ifsoeia-ao par tiisrueza de Bcnefl-
    cJ'iicia (Ion m|,r. ados no 0111-
    naei'4-io e inilnsi,'ia em Pernam-
    bilco.
    Por\ordem d i Sr. presidente da assemblea ge-
    ral coovido pela segunda vez a todos os senhores
    associados, a reunirem-se em assemblea geral ex-
    traordiftan'a, na secretaria desta associacio, a rua
    do Impe\ador n. 35, 1 andar. no proximo domin-
    go 22 a% oorrente, pelas 3 1|2 horas da tarde,
    aiim de pVeencher as vagas da directoria o tratar
    de outros Msumptos de interesse da associacao.
    Recife, IB de raaroo de 1874.
    0 secretario
    f\ Leonardo Antonio da Sflva.
    Sabbado 21 e domingo 22
    do corrente.
    Positivamenle ultimas representacOes do drama:
    P
    No sabbado as 8 horas c no domingo as 6 1|2
    em ponto.
    PROGRESSO MARITIMO 00 PORTQ
    Gmpreza portnense de navega-
    eo a vapor entre Porlusal e
    o Bras 11.
    O vapor
    ALMEIDA GARRET
    Coimmmdunte Tomaslai
    Que fleve ester aqui proeedente de Portugal ate
    o dia 3 de abril proximo futuro, depois de indis-
    pensavel demora dentro do porto, seguira para a
    Bahla e Rio de Janeiro.
    Passagens e fretes de eargas, encornmendas e
    valores, tratam-se com
    8 AGE!*TE3
    i: W.R.*hello (I:C.
    48 Rua do Commercio 48
    N. B. As pessoas que quizerem ir para
    Portugal na volta do v|>or, que deverd ser
    pelo meiado do mesmo mez de abril, podem
    desde \& tomat as sons-passagens jjara preve
    ntrern que os lugares sejarri ortupados nos
    portos do sul.
    Rio de Janeiro
    E' esperada do Rio de Janeiro a todo o momen-
    ta a barca portugueza Pelis Uniao, a qual segui-
    ra para d referido porto acima com poucos dias
    de demora, por ter ja grande porclo de carga
    tratada, e para a quo Ihe falta : traia-se com os
    consignatarios Joaquim Jose Goncarvcs Beltrao
    & Filho, a rua do Commercio n. 5.
    Precisase de uma ama para casa de homem
    solteiro : na rua do Mar mez de Herval n. 32, re-
    InaQSo.
    la, a para o resto trata-se coa M
    Silva Guiraaries & C, praca ao Ca*po
    mero 6. ?* i
    Segue com brevidade para e refrride poAa a
    ft^cuna Gtorgiana, tendo ja parte de sen arrafi-
    mento engajado : para o re>to, mu-se com Taiaa
    Irmaos & C, a rua do Araoriio n. 37.
    Mrilic fleam Navigation Cmpan>
    ROYA4. MAIL STEAMER
    jspepa-9ed'aBtlropaaeo'dia 24 do corrente,e de-
    pois da demora do- costume, seguira para Bahia,
    Rio de Janeiro, Montevideo, Iiuenos-Ayres, Valpa-
    raiso, Ariea, Lilay e Callao, p*n onJe recebera
    pa?3ageiro*, encommenda? e dinheiro a frete.
    Nao sahira antes das tres horas do dia da che-
    gada.
    OS AGENT ES
    Wilson Rowe & C.
    ttRFA DO COMMEl'.CIO14
    PANY
    ROYAL MAIL STEAMER
    POTOSI
    Coniuiunilanle ^hanuoai.
    espera-sc dos portos do sul ate" o dia 29 db cor-
    rente" e depois da demora do costume, seguira
    ?ara S. Vicente, Lisboa e Liverpool., para onde
    recebera passageiros, encornmendas e carga a
    frete.
    Nao sahira antes de meio dia.
    OS AGOTES
    Wilson Rowe A C.
    14RUA DO COMMERCIO14
    Santa
    ?a da iVlisericordia
    Recife.
    do
    Em vista da
    tiva sao corrrida
    mencionadas a
    orphas. por ja ter
    no respective reg
    educates term in
    retiradas dentro
    _ da Illma junta adminislra
    os parentes das meneres infra
    retira-las do collegio das
    attingido a idade marcada
    |mento, e acharem-ss com suas
    Aquellas que nao forem
    urazo de 30 dias, contados da
    .4
    data do presente, .skrao entregues, de accordo
    com o 3* do art. 4* do mesmo regulamento, a
    familias honestas pra\abi se empreaarem no ser
    vi^o domestico.
    Senhorinha dos Sanios, filha de Jos6 Joaquim
    dos Santos e Antonia Mnria.
    Leopoldina Maria da ftaixio, filha de Clara de
    Jems.
    Maria Eliza Alves, filha Vie Joanna de tal.
    Valeriana dos Santos, flltoa de Joaquim dos San-
    tos e Maria Margarida. (
    Alexandrina Bezerra CavVlcante,' flfha de fosd
    Bezerra Cavnlcante e Rosa itezerra de Menezes.
    Idalina Laeerda, filha de A'edro Alexandre de
    Lacerda e Anna Francisca Pass Barreto.
    Josepha Lima, filha de Jovquim Lima de Oli-
    veira e Joanna Maria.
    Candida, filha de Vital das Cha-gas Coelho e Car
    ota de Lacerda. V
    Rosa, filha de Antonia Joanna He Barros.
    Dionizia, filha de Vital das Chagva Coelho Car
    lota de Lacerda.
    Antonia, filha de Manoel Felix Blarbosa e Mar
    GMPREZA -JJIU PENANTE'
    Sabbado 21 do corrente.
    Bcneflcio arlor Lyra.
    Segunda represenlacao do muito applaudido
    drama em S actos :
    D. Cesar de Kazan.
    Terrainara o espectaculo com uma scena comica
    pelo beneficiado.
    ,1'a 8 1|9 horas da noiite.
    mtham BABWSA
    .DE
    LDRABA
    13'.j-'I6. Pcncdo, Arncujii
    e Bahia.
    E' csperado dos portos do sul ate o dia 21 do
    corrente o vapor S. Salvador, o qual sahira para
    os portos acima no dia seguinte ao da sua
    gada.
    Recebe carga, encornmendas, passageiros
    nheiro a Irete.
    AGENTE
    Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
    ________37Rua do Bom Jesus57__________
    Porto por Lisboa
    A galera portugueza Firmeza, que se espera a
    todo o momento do Rio de Janeiro, seguira pou-
    cos dias depois de sua chegada para os portos
    acima, para onde recebe ainda alguma carga a
    frete barato : trata-se com Silva Guimaraes & C,
    praca do Corpo Santo n. 6.
    che-
    e di
    T
    A's A i|*3 horas da tarde.
    Segunda representacao do bem aceito e applaudi-
    do drama em 5 actos :
    ft Mascara Negra
    Terminara com a aria comica cantada pelo ar-
    lista Penante:
    fliscal iUliano.
    A's 5 1|* horas da tarde
    Prepara se com todo
    do Dr. Souza Pjoto :
    o luxo e pomposo drama
    AVISOS wAR3TtM0S.
    Rio Grande do Sul
    Para o referido porto pretende segnir com pou-
    ca demora a barca portugueza Social, por ter a
    maior parte de seu carregamento engajado, e para
    o resttf-qne lhe falta trata-se cdm os cohslgnata-
    rios Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filh o,
    rua do Commercio n. S.______________________
    Rio-Grande do Sul.
    E' esperado do Rio dt Janeiro, em ponces dias,
    o bifgue nacfonal Amelia, o qual seguiri para o
    porto acima; com poaca demora para o resto da
    COMPANHIA BRiSILilIRA
    DE
    VAVEGACAOA VAPOR
    Portos do norte.
    0 vapor
    CRIJZ^TOOBO S13L.
    Comniandante Guilherme War-
    dington.
    E' esperado dos portos do sul ate o dia 22 do
    corrente e seguira para os do norte depois da de-
    mora do costume.
    Para carga, encornmendas, valores, passageiros
    a mais informapdes, dirijam-se no escriptorio da
    agencia
    7-RUA DO VIGARIO-7
    Pereira Vianna & C.
    Agentes.______________^
    Companhia Allianca Mari-
    tima Portuense.
    A galera portugueza Saudade, seguira em pou-
    cos dias para o Porto, com escala por Lisboa.
    li tern contratada grande parte da carga ;
    para o resto, trata-se com os consignatarios e
    agentes da companhia,
    Jose da Silva Logo & Filha,
    em seu escriptorio a rua da Companhia Pemam-
    bucana.
    Para o Para
    Real ciffiipanhiH de paqocfrs iff
    glezes a vapor.
    0 vapor
    BOTNE

    P- Brkr*
    espera-se da Europa ate o di.i 27 do
    qual depnit ua demora do costanie,
    Buencs-Ayres, totaldo nos portos db
    de Jaaeiro a Montevideo.
    corrente, o
    Baiiii. R
    O vapor
    NEVA
    Cannandanle tm s*>
    espera-se das portos do sul. no dia 31 do corrente.
    o qual depois da demora do rnttame, segnrri para
    Southamptcnj tocando nos portos de S. Viceite
    Lisboa. m
    Para fretes, passagens, etc., trata-sc na agencia
    rua do Commercio n. 40.
    AVISO
    Pelos vapores .desta companhia da se bil'nte*
    de terceira clasee para o Havre e Cherbourg, por
    via SouthamptoA pelo diminnio preco de treze t.
    A companhia encarrega-se de transportaros pas-
    sageiros sem mais despezas. per vapores que par-
    tem diariamente dc Southamntoi: flnglatcrra) pa-
    ra aquelies portos.
    Fit

    LEHIO
    DE ^
    moveis e loiip
    objectos de uuro e fazenda-
    HOJE
    Sendo:
    mobilias completas d^ jararan la, junco e de ama-
    rello, guarda roupa de amarell', guarda lonca.
    camas frrncezas de jaearanda e de amarelio.
    marquezoes, marju zasr sofas, cmsolos, apara-
    dores, mesas lavatorios, r-steira* para forro de
    sala, chapelinas pira Ferthora, chap&ts para ho-
    rn 'm; louica de jantar e de almoco, lanternas e
    muitos ontros moreiJ quo *erao vendidos por
    t di prc;o para fee bar contaa
    pelo agentc
    !4'o armazciu da ma rador u. &'--.
    A'S 11 HOHAS DA .'.IAMIa
    Martini
    f;u|e-
    LEILAO
    Xo dia 20 do corrente va i a leila lod
    objectos dados em penhor qu rejn venci-
    dos, salvo aquelh-s que at i *-
    os prcmios vencidos.
    Travessa da rna Crozes n. t.
    arm.icao. generos e mais perl
    tgmento de nolbados
    do I'.-iabeJeci-
    da run do Ranp< I n. 41.
    .' -^
    Ss lit horas d manhi
    no assDo e.i. bi Ic i.. en-.
    O agento Dias fendera n n acima
    mencionados. o estal i. que -.
    acha livre e desembarac.id". irqii' -e iorna re
    commendavel pela localidide em qM N acha.
    Vende-se em um ou mais lotcs a vontade d M
    Srs. eompradores
    Leilao
    DE
    IT barricas com cimento, 18 iiarricas com
    alcatriio, cerca de ii c. isas com phosphu-
    ros e outros artij;.is com avana d'agua
    salgada, ultimamentc des ; rregados do
    navio allemao Jacobina
    as 11 horas
    O agente Pinto levara a leilao. por ordem de di-
    versos, e por couta e ri artigos acima mencionadjs, avariados d'agua sal-
    gada, as II horas do dia acima dito. no armazem
    do barao do Livramento, caes do Apollo.
    I
    DE
    dou3 sitios com casas de pedra c cal e 1 terren.<
    Sabbado 21 do corrente
    O agente Marlins fara leilio, com auten-..
    de 1 sitio na Torre, com casa dc pedra e cal, mm
    to bem conservada, onde mora o Sr. Andre oV
    Abreu Porto.
    Um dito n'Agua Fria, com eatt nova de pedra e
    cal, defronte do Sr. Flavio Catao.
    Um terreno no lugar da Torre, defronte da Pont.*
    d'Uchoa.
    Os pretendente- podem entender-se com o me-
    mo agente, que dara as informacoes necessarias.
    No armazem da rua do Imperador n. 48, as 11
    horas do dia.
    Agente Dias.
    leilao
    DE
    10 barris com peixe salgadr. de Portugal
    SEGLNDA-FEIRA 23 DO CORRENTE
    as 11 horas cm pant*.
    No armazem do Sr. Anoes, defronte da al-
    fandega.
    O preposto do agente Pestana fara leilao, por
    conta e nsco de quem pertencer, de 10 barris
    cem peixe salgado. de Portugal
    SLGUNDA-FE1RA 23 DO CORRENTE
    A's 11 horas em ponto
    no armszem do Sr. Annas.
    recebe carga e brigue portugaez Rtlampago, e
    pretende seguir com toda a brevidade por ter
    grande parte da mesma engajada : quem no mes-
    mo quizer carregar. Irate com Sfus consignata-
    rios
    rua do
    T, de Aquino Fonceca & C, successores,
    Io v igario n 19.
    Para Lisboa
    O patacbo portuguez Qraaosa, vai sahir com
    brevidade por tar a maior parte da carga promp-
    Grande
    LEILAO
    Segooda-feira 23 do cor-
    rente
    Grande sortimeato deiWaa-
    gens, miudezas e muitos
    outros artigos
    L
    D



    M>W*iWBa^p*MMaM"
    DSirio do Pernambuoo Sexta feira 20 de Mar



    Jesus 1.2$.

    i Diaa, Mnoa de acabar cerapleta-
    tM tttbelecimento, a rua do Bom
    ___ja fara leiiao, por iotervencao do agente
    DiM, de am grande sortiejento de ferragens, miu-
    Aexas motto* outros artigos existentes era dito
    seo armaaen, pato que eseera a concurrencia doe
    seas amigos tWtoexes.
    Principiai-4 4s 10 horas.
    Leilao
    DE
    Ocaixas cooi queijos prato, 20 ditai com ditos
    flamengos, seado 10 dKas inteir.v, 10 roeias e
    1 diu com 15 presuntos da Wesibephalia.l des-
    atbareaeas uftiroameute
    SEGUNDA-FEIRA J3 DO CORRENTE
    As 11 horas emponto
    Jto armazem do Sr. Annes, defronie da alfandega.
    O preposto do agente Pestana fara leilao, por
    contt riseo de quern periencer, de 80 caixas
    com queiios prato, SO dilas com ditos flamengos,
    MsDdo 10 dilas inteiras, 10 meias e 1 diu com IS
    presume* da Wesiaephalia
    NA
    **egnndn-feir* 99 d* eerrente
    is ii boras em ponlo.
    No-armazem doSr. Annes, defronte e aifc.ndega.
    Leilao
    DA
    taverna da rua do Rangel
    n. 4
    SEGUNDA-FEIRA 22 DO CORRENTE
    O agenle llarliaa fara leilao, da armacao, gene-
    ros utensilios da taverua acima, em am oa mais
    lotes. A tontade do* compradores.
    AS 11 HORAS DA MANHA
    IVISOS DVFRSOS
    COMPANHiA
    DOS
    TRILH0S URBAN0S
    DO
    Recife a Olinda.
    Beberibe.
    SDLIPAS
    beribe,
    pa linos
    Olinda e
    cica com 9
    gadas de largura e '*
    sura.
    O gerente,
    LaurentinoJosi de Miranda.
    A companbia dos tri-
    lhos urbanos do Recifea
    conipra sulipas de oiti-
    de comprido, 9polle-
    de espessura ou gros-
    Attencao.
    Constando ao abaixo assignado, proprietary da
    fabrica de cigarros ao becco Largo ns. 1, 1 A e 2,
    que alguns fabncantes nescics on ambiciosos, o
    acompanham sempre em sut.s invencoes, e, nao
    satisfeitos em fabricarem seus cigarros com a
    cbapa inn a da sua, mandaram imprimir em tinta
    verde, como ultimamente mandou fazer, para ven-
    derem aos seas freguezes como seus, que na boa
    fe, on por ignorancia ihes compram, previne en-
    tao aos seus freguezes, que reparem para o sen
    nome, que assigna em cada maco, alum do seu
    uome que lem em lettras maisculas com tinta
    amarella, por baixo da cbapa verde e reparem
    tambem para cs dlsticos que tem ao lado de" cada
    maco, por baixo do nome ( Pigueiredo ;, pois
    suppSe que o raesmo elles nao poderao dizer, que
    -eria uma infamia mentirem inda mais assim, pois
    alern de dizerem que sao inventores, ainda arro-
    gant a si um direito quasi que de propriedade.
    0 abaixo assignado nao desejava recorrer a
    iraprensa, porem, obrigado por seus collegas isto
    (as.
    Recife, 17 de marco de 1874.
    Jo?e Antonio Domingues de Figueiredo.
    ENGENHO.
    Arrenda se ou vende-se os engenhos Machadn
    ou Eslrella, junto a cidade do Rio Forrnoso, e o
    Montevideo, junto a villa de Ipojuca ; os preten-
    dentes acbarao com qnem tratar no escriptorio da
    companhia dos trilhos urbanos de Olinda, ou na
    rua Duque de Caxias n. 30.
    Gello.
    Tendo acontecido um desarranjo na machina
    de gello, os fabricantes vem por meio deste pedir
    deculpa aos seus freguezes pela falta que tem
    havido nestes dias ; esperam, porem, de amanha
    em diante fornecer a todos as quantidades do cos-
    tume. Aproveitam tambem a occasiao para pre-
    venir aos nosses freguezes que temos em viagem
    uma machina nova, de maior forca e do systema
    mais moderno, que fabricara em maior escala e
    com toda presteza as quantidades que forem exi
    gidas.Pelos testamenteiros de C. Starr & C.
    William M. Webster.
    0 abaixo assignado, lendo no Diario de tion-
    lem uma declaracao ou protesto de Diogo Augusto
    dos Reis, dizendo nao ter expellido o abaixo as-
    signado de sua casa em que era socio, vem agora
    perante o publico protestar por sua vez contra
    este acto. 0 abaixo assignado nao sendo tratado
    como devera e como era costume, sendo-lhe ne-
    gada a mais peqnena direccao nos negocios da
    casa, nera tendo ao menos o direito de passar um
    troco a freguez, nao tendo subsistencia a custa da
    sociedade, tendo familia, ouvindo indirectas, reti
    rou-se forcadameme pele que expSe, e por outras
    oircumstancias ainda mais positivas, qne a seu
    tempo serao provadas, e uma das provas do que
    expde e a seguinte carta, que abaixo se transcreve.
    Recife, 19 de marco de 1874.
    Jezuino Antonio do Nasciinento.
    Recife, 9 de oulubro de 1873.Mm. Sr. Anto-
    nio Pedro Gomes.- Amigo e senhor.Escada.
    Don-ibe parteque o Sr. Jezuino Antonio do Nas-
    cimento, nesta data deixou de ser meu socio, e
    espero a ccntinnacao dos sens attenciosos pedidos,
    que eu aqui estou sempre prompto para os des
    paehar.Sou com estlma de Vmc. attente, criado
    obrigado. Por Diogo Augusto do Reis, Joaquim
    Jose Tavares._________________^__________
    A pessoa que precisar de um homem estran-
    geiro, habil para qnalquer servico, dirija-se ao
    hospital Pedro II, que o porteiro lhe informara.
    Alaga-se uma casa em Santo Amaro das
    Salinas (estrada de Olinda) n. 17, propria para pe-
    quena familia, tendo 1 sala, 1 quarto, e cozinha e
    ultimamente caiada e pintada : a tratar junto a
    inesma.
    A 9:000
    Botinas para homem
    Acabam de chegar grandes facturae beta or
    tidas de bctinas ds bezerro, de cordavio, 4e pelli-
    ca, de duraaue com biqueira, de bezerro com bo
    toes, e com Hhoses a 9*000 (a escoiU-r) fiae ter
    vindo grande quanlidade por conta e ordew do>
    fabricantes : ao armazem do vapor francez, a rua
    do Baric, da Victoria (outr'ora Nova) a. 7.
    Calcado
    Biiowii nu
    frucei.
    41 Rua do Imperador
    fill,
    41
    Para h
    BOTINAS de bezerro, cordavio, pehica, urfire
    de duraque com biqueira, dos utelborM
    fabricantes.
    SAPATOES de bezerro, de cordavio e do case-
    mint.
    SaPATQS de lustre com salto.
    SAPATOES atamancados com sola do pao, pro-
    prios para bannos, utios e jardins.
    SAPATOS do Upete, chariot, castor e de tranca
    francezos o Portugueses.
    Para senhara.
    SOTINAS pretas, brancas e do cores difterentos,
    lisas, enfeitadas e bordadas.
    3APATINHOS de phantasia com salto, braneos,
    pretoe e de cores differentes, bordadoa.
    SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranes.
    Para saeainaa.
    BOTINAS prelas, brancas e de cores differentes,
    lisas, enfeitadas e bordadas.
    ABOTINADOS de diversas qnalidados.
    SAPATOS de tranca portugnezos.
    Para n>oino.
    BOTINaS de bezerro, lustre e de cordavio.
    ABOTINADOS e sapatSes de bezerro, de divers*
    qnalidades.
    SAPATOS de tranca franeezes e portuguezes.
    Botas de montaria.
    tvotas a NapoleSo e a Guilherme, perneiras
    meias perneiras para homen-, e meias perneira?
    para meninos.
    No armazem do vapor francez, a rua do Baric
    g" Victoria n. 7.
    Mobilia de vimes.
    Cadeiras de balanco, de braoo, de guernivoee,
    sofas, jardineiras, mezas, conversadeiras e costn-
    reiras, tudo isto muito bom par serem fortes
    levos, e os mais proprios moveis para sale las e ga
    binetes de recreioe.
    No armazem do vapor francez, a na do Baric
    da Victoria n. 7, outr ora Nova.
    PIANOS.
    Acabam de chegar muito bons pianos fortes t
    de elegantes modeios, dos mais notaveis e ben>
    conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
    Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff 4 C. : m
    vapor francez, a rua do Barao da Victoria, ou-
    tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
    Perfumarias.
    Finos exU*actos,'banbas, oleos, [opiata e pos den
    trifice, agua de fior de laranja, agua de toiiete,
    divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes.
    cosmeticos, mnitos artigos delicados em perfuma
    ria para presentes om frascos de extractor, cai-
    xinnas sortidas e -arrafas de differentes tama
    nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
    dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Con-
    drat.
    No armazem do vapor
    da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
    i armazem do vapor francez, a rua do Bara<
    Teryio afontecido um desarranjo ua raa-
    cbina de gelo, os fnbricsntes vem por meio
    deste pedir desculpa aos seus fregaezes pela
    falta que tem havido nestes dias ; e>peram
    j>orem, em qualquer destes dias fornecer a to-
    dos as quantidades do costume ; aproveitam
    tambem a occasiio para prevenir aos seus
    freguezes que teem em viagem uma ma-
    china nova, de maior forca e do systems
    mais moderno, que -fabricara" rm>maior es-
    cala'e com toda presteza as quantidades que
    forem exigidns.
    Santo Amaro, 17 da oaarjo de 1874.
    Pelos testamenteiros de C, Starr & C.
    William W. Webster.
    Pirecisa se alugar uma preta de meia
    <1jde ; pa rpado Ouro n. 7\,
    Quinquilharias.
    Artigos de differentes gostos e
    phantazias.
    Espelhos dourados para salas e gabinetes.
    Leques para senhoras e para meninas.
    Luvas de Jouvin, de fio de Escoci?. e de camurva
    Caixinbas de costura orcada can. inusica.
    Albuns e ijuadnnho! pa:a retratc*.
    Caixinhas com vidro de augmentar i ctratos.
    Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
    Correntes de plaque muito bonitas para relo
    gios.
    Bnnccs a imitacao e bot5es de punhos de pla
    qu6.
    Bolsinhas 6 colres de seda, de velludo e de con
    rinho de cores.
    Novos objectos de phantazia para cima de mes:-
    e toilette.
    Pincinez de cfires, de prata donrado, de ago
    de tartaruga.
    Oculos de afo flno e de todas as guarnif5es.
    Bengalas de Inxo, carna, com castoes de mar
    fm
    ilengallas diversas em grande sortimento par;,
    omens e meninos.
    Chicotinhos de baleia e de muitas qualidade;
    diversas.
    Esporas de tarracha para saltos de botas.
    Ponteiras de espuma para charntos e cigarros
    rentes de tartaruga para desembaracar e par
    barba. '
    Ditos de marfim muito finos, para limpar ca
    beca.
    Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den
    tes.
    Carteirinhas de medreperola para dinreiro.
    Gravatas brancas e de seda preta para homen.-
    e meninos.
    Campainhas de mola para ehimar criados.
    Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
    mino e outros muitos differentes joguinhos alle
    mSes e franeezes.
    Malas, bolcas e saccos de viagem de mar e ca
    minhos de ferro.
    Argolinhas de marfim para as criancas morde-
    rem, bom para os dentes.
    Bercos de vimes para embalar criancas.
    Cestinhas de vimes para braco de meninas
    Carrinhos de qnatro rodas, para passeios dt-
    criangas.
    Venezianas transparentes para portas e janeila.-
    Reverberos transparentes para candieiros dt
    gaz.
    Estereoscopos e c^smoramas com escolhida>
    vistas.
    Lanternas magicas om ricas vistas de cores en
    vidros.
    Vidros avulsos para '-osmorama.
    Globos de papel de cores para illuminacSes d<-
    festas.
    Baloes aereostaticos de papel de seda mm facil
    de snbir.
    Machinas de varios systemas para cafe.
    Espanadores de palha e de pennas.
    Tesourinhas e canivetes flnos.
    Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas
    Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
    Tiras de molduras douradas e pretas par.
    quad ros.
    Qnadros ja promptos com paysagens e pbanta
    ua.
    Estampas avuisas de santos, paysagens e pban
    tazias.
    Objectos de magicas para divertimentos em fa-
    milia.
    Kealejos pequenos de veio com lindas pe;as.
    Realejos barmonicos on accordions de todos o
    amanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
    rias dimceis de mencionar-se. No armazem d
    vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
    Nova n. 7.
    Medidas de 40 a 100 metros.pes e palmos par.
    medir terrenos.
    Brinquedos para meninos
    A maior variedade qne se node desejar de to-
    dos os brinquedos fabricados em differentes paries
    da Europa, para entretenimento das criancas, tudo
    a pregos mais resumidos que 6 possivel : no ar-
    mazem do vapor francez, rua do B&rao da Victo-
    ria, outr'ora rua Nova n. 7.
    Cestinhas para costura
    Grande sortimento da bonitos modeios chegados
    ao armazem do vapor francez, rua do Bario da
    Victoria, outr'ora rua Nova, n. 7.
    0 novo proprietario dete ai-rediudo c bem montado estabelccimento, com o Gm de
    uoAsurvar os cratiitus de nuico ueste geitero, t m refurmado e melhorado completamente
    o mssmn t-m ordem a podur satisfszor quelquor pedido p.ira as provincias do norte e in-
    terior deta, g -raiitindo perfficdo em todas es prep* rwcoi-s. aceio o modicidade nos precos,
    coinpativel com sU> guiwM-o ite drogas.
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    Esse excellente tonioo posaae ama efflcacia Terdadeiramente maravilhosa nos ulceras gangre-
    nosas e etcrofulosas, not cancros ulcerados, no anthrax, na otorrhea purulenta, na oiena, no
    cup, feridas pelas armas de fogo, enfermidaaei do ulero, etc., etc.
    Emprega-se, mezelado com mais oa menos agu, em chamacos, locoes, injeccfies, gargarismos. '
    Como dentifrlcio ordinario (uma cotherada das de chi n'um quarlo de copo il'agua) e mnilo espe-
    cialmente efficaz para parifiear o bafo, (aaar a* eenrlvai doente* e tomar firmrs at
    dentei etoarnadoe.
    0 sen uso e muito hygienico, sobretudo em tempos d'epidemia.
    Uma noticia circumstanciada vae com cada frasco. Exiga-se a firma do inventor.
    Fabrica em Bayonna (Franca), em casa do Sr. LE BEUF, i'harmaceutico de 1' classe.
    Depoeitoe: Paris, S8, rua Reaumur; ^Pernambuco, A. REGORD, onde se encontra tambem a
    Emuicao de AloatrBo vecetal de z.e Beur para faxer a agua de Alcatrao, a onica preparacao con-
    centrada e lilulada contendo em si o alcatrSo sem ser alterado nem modiflcado. >
    N. 551400.
    Pede-se ao Sr. Joaquim Pires Porreira, o favor
    de apparecer na rua Prlmeiro'de Marco, n. 7 A,
    primeiro andar, a negocio de seu nartjcnlar in-
    teresse.
    Chacon.
    Alnga-se nm sitie no Chacoo, perto da estacSo
    do caminho de ferro; boa casa, murada, frnctei-
    ras, banho, etc. etc.: a tratar com Alfredo Gar-
    cia % Irmao, rua da Cadeia n. 48.
    BENEDICTINE
    LICOR DOS MONGES BENED1CTIN0S DA ABBADIA DE FECAMP
    Este celebre licdr tao
    appreciado do publico
    ao ponto de se encon-
    trar hoje em todas as
    boas mezas, tanto no
    Restaurante como no
    j an tar domestico; nos
    grandes hoteis como nos
    saloes dos principes, por
    isso e elle tamben o ob-
    jecto de numerosas imi-
    tacfies, cuja maior parte
    de falsa provenencia.
    Como termo final de
    garantir aos consomma-
    dores cuidadozos um
    producto puro, exquisite
    e essencialmente hygie-
    nico, contra estas falsi-
    ficacoes detcstaveis de
    man gosto e nocivo, A
    saude, damos retro o
    modelo da^garaffa e mais
    acima o dos sellos e le-
    treiros qae envolvom o
    verdadeifo licdr beuedic-
    tino. I
    OBSERYACAO IMPORTANTE.
    Recommendamos particularmentt. ao pubtico etn geral, o exi-
    gir o letreiro acima, gui e sempre posto no (undo das garaffas
    desde o 1" de Outubro de 1872 que tem a assignatura de
    A. LEGRAND aine. director seral.
    N. B. Em tempo* de epidemic, o bcsjedictifjo am preservative
    oerto; nm crude nnmero de eelebrldedea medieee torn dado
    certiflcado bem formal.
    BpUa ral! A. LEGRAND adae, eoa fVr.|> (VrmmtU).
    Deposito geral em Pernambuco, A. REGORD.
    FUMO DO PAR/i
    0 verdadeiro fumo de Borba, em chicote, picado, desfi/ado e crespo, assiu
    como cigarros do mesmo fumo; na fabrica a vapor, antiga rua flos Quarteis n. 21.
    Na dita fabrica, os Srs. fumantes encontrarao os seguin/es e bem conhecido-
    fumos manufacturados na mesma casa,
    Flor do Brasil /
    Noto Caporal ,'
    Bes Bird'seye, ( OlbiO de Passaro. )
    Vende-se a retalbo, e em grande quantidade se fax grande abalioiento.
    I
    J
    J
    r
    Q
    Triumpho MEBHa I
    ALSAPARRILHA
    Do Dr. Ayer
    ) PURIFICADOff DO SANQUE
    melttimt m prmm d* wttU ou i
    i,i4mMnr9f*lm.
    M
    fara tutor
    purtua do
    MOLESTIAS CUTANEA3, CALLOS, MANCHAS,
    /RffUPCOES, ETC.
    Rbeumatlsmo e Ckrtta., DArea
    A0seeSa doa Ohm, Mb! dc* Ol-
    fcoe, DeMlMede ou fraquama g-aral,
    Drapepale, teeommodo do Figado,
    Uma fait* a atet d* aaude uma1
    dlepoBlclo fadl ao aoffrimento. mm foliar it
    foriot mirot lnuwwmeta; algumt pigumoi, outroi itrici,
    KooenealtadeteooaMaaenelM qae maU tarde oa mala
    eedo oooofteni.
    AS MOLESTIAS de qae padtoe o iixo /kmhimo, tam-
    bem, qaM) sempre tie Oevidat t meama eaaaa.
    O onioo OaUmeBto efleai a onlsa
    maselTa ncara'de nadqoliiraaMde*
    de rtitabeleoer o corpo, e medlante o
    emprefo ttal eomtasta de am Puri-
    fteator ilWronli como
    HL SALSAPARRILHA AYER.
    . eciencla medlca apretenta eite rema>
    'dlo ao povo como o melhor e o male
    eegnro qne ella conheee para o Am
    eatjtfft
    Altm 4a rail da SaUaparrUha ella t compoita dot prin-
    cipati lubttancia* medicinaet out a experit-ncia tm demot-
    trado urtm at *ul\r artt ten dttoabtrtopara tzUrpar do taiiguc t dot humortt,
    ettot vieiot e compfbtt gut too a gtrrmtn dc tanta moltttia.
    LOfO 1ae SalsapABBrLHA Ateb haja penetrado no
    (Titema, comeoa entio a obra do restbeloclmento.
    Kfio e n'um momento nem em um dla
    qne a molettla deMppareee.
    Poneo a ponco, defrao tobre degrao,
    o tanfae vai readqnlihido ina pureea, o
    mat vae eedendo e a taaae, o vigor a
    robutter, apparecem!
    Medicos de alta repntaelo eoneordam
    GO valor e ntllldade d'eate lnestlmel remedlo.
    Todat ol dlaa apparecem novae provas da nas vlrtudos.
    Todoe o* dias aogmenta o consomo.
    O povo todo, Intenigente e observador v( n'elle am meio
    ndedlgno de Uvrar-ee das soas principaes doeneas e de
    reetaarar sua saude e por conseguinte tomar mais alegro
    soa ezlstencia e mais duradonra a sua rida.
    ' um Xtptciflco contra grande parte d' citas dooneai
    chronical, Rheumafltmo, mole ilia t cutaneat, tic,
    que sao causadas pela Iitfeocao venerea, ou antiga ou her-
    Mfc1
    01
    A maior parte das molestias
    chronical, e mesmo das outias do
    qne eoffra o povo, se originem
    n'um cstado doentio e morbido
    do s&ngue.
    Logo que este alimento da vida
    nao eetiver puro e ou qne se
    achar carregado com a inf.00980 da sypbilis (talvez ji de
    annos paesadoe), a molestia ha de apparecer sob uma oa
    ontra forma c apre&entando differentes symtomas,
    rBEPASADO FOB
    Dr. J. C. AYER & C*., Lowell, Mass.,
    Estados XJnidos,
    Chimieoi ITacticos e J.nalulicoi.
    PRT1MENT0
    M K I) ICI IN A
    Preparado poi
    Lanman & Kemd
    para thiii^ca
    toda a qualidade
    .if; iloeocas, quer
    seja 11a garganta,
    peito 011 bofes.
    Kxpressamentt
    Ascolhidodosme-
    Ihoresfigadosdos
    quacs se extrahe
    0 oleo no bano>
    da Terra ifova
    purificadjo^himi-
    calmcpae, e suas
    vaju^veispropri-
    edades conserva-
    das com todo o
    cuidado.emtod""-
    0 frasco sega ran-
    teperfeitamen-
    tc puro.
    Este oleo tem
    sido submettido
    a umexame mui-
    to severo, pelo
    cbitnico de maif
    talcnto, do go-
    verno bespanho)
    om Cuba e foi
    pronunciado por
    tile a conter
    MAIOR 1'ORC.AO DIOMNA
    do que outro qualquer oleo, que elle terx
    txaminado
    IOD1NO E UM PODFR SALVADOR.
    Em todo 0 oleo de figa.io de bacalWo, e na-
    quelle no qual contein a maior porcao deste
    invaluavel propriedade, e o unico meio par*
    curar todas as di encas de
    GARGA1NTA, PEITO, BOFES, FIG A DO.
    Phtysica, bronchistes, astbma, catharrho.
    tosse, resfriamentos, etc.
    Ins poucos frascos da cxrnes ao muiu
    magro que seja, clarea a vista, e da vigor
    a todo D corpo. Nenhum outro artigo co-
    nbecido na medicina ou sciencia, di tantf
    nutimento ao systema e incoinmodando quasi
    nada 0 estomago.
    As pessoas cuja organisacao tem sido des-
    truida pelas affec^des das
    ESCROFULAS OH RUEUMATISMO
    e todns aquell.is, cuja digestao se acha com-
    pletamente desarranjada, devem tornar
    0 OLEO DE FIGA0D DE BACALHAO
    OE
    LANMAN & KEMP
    Precisa-se de un.a BeDbori que esteja nas con-
    di;oes seguintes : I.0 que saiba ensinar bem 0
    portugner, francez, mnsica, piano, costnra, bor-
    aado, etc. ; S que queim ir para um engenho
    perto de urn a da* estacocs da estrada de ferro de
    S. Francisco ; 3." e ultimo q^uo seja uma senhora
    capaz ero tudo, para aperfeicoar. porque ja estlo
    cc m principio, a o meninas, paga-se um conto
    de reis e gntiflca-se : aqnella que eetiver nessas
    condicoe, aonnncie para ser prccurada.
    AJag-*e 0 i" andsr do sohralo a rna do
    Amorirn nit: trata-se na rua dos Ossos n. 14
    fie 4 hora r'a *arde em diante.
    Em lem pos modernos ueubum descnafi~
    mento ope uromaior revolucio no modo do
    curar anteriorraente em voga do que o
    mwwi de mcuuTt
    TANTO NO TRATAMENTO
    M
    Tosse, CniDO,
    Asthma, Thisiea,
    Rouquidao, Resfriamentos.
    Broncbites,
    Tosse Convulse,
    Dores de Peito,
    ExpecturacAo de Sangue.
    Como em toda a grande serie de enleiaai-
    dades da Gar^ataica, do Pell* e dot
    Orgato* < rM*pIr*c*o, que tanto
    atormentam e fazem soffrer a humanidede.
    A maneira antiga de curar consistia geraV-
    mente na applicacAo de vesicatonos, sao-
    grias sarjar ou applicar exteriormenta un-
    guentos fortissimos compostos de substan-
    cias vesicantes, afim de produzir empolbae ;
    cujos differentesmodos de curar, nio faziam
    senao enfraquecer e diminuir as fon;as do
    pobre doente, contribuindo por esta forma
    d'uma maneira mais facil e certa para a aa>-
    fermidade a destruicAo inivitavel do soa
    victima I Quam differente e pois o effeito
    admiravel do
    FEZTQ&AL SE AHACASTOAl
    Em vez de irritar, mortificar e cauzar inao-
    ditos soflrimentos ao doente,
    Calma, modifica e suavisa a dor,
    Alliviaa irritacAo,
    Desenvolvo^ejentendimento,
    Fortifica o corpo
    e faz com que o systema
    desaloje d'uma maneira prompta e rapid*
    ate o ultimo vestigio da enfermidade. Os
    melhores votos em medicina da Europa, (oa
    entes dos collegios de medicina de Berlim)
    testificam serem exactas e verdadeiras estas
    relar;oes analogicas, e alem disso a eipe-
    riencia de milhares de pessoas da America
    Hespanhola, as quaes foram curadas com
    este maraxilhoso remedio, s3o mais que suffi-
    cienles para sustentarem a opiniAo do
    PEITORAL DE ANACAHUITA I
    Deve-se notar que este remedio se acba
    inteiramente isento de venenos, tanto mine
    raes, como vegetaes, emquanto que alguns
    destes ulUmos, e particularmente aquellet
    que sao dados sob a forma de opio, e aci-
    do hydrocianico, formam a base da maior
    parte dos Xaropes, com os quaes tao fa-
    cilmente se engana a crodulidade do pu-
    blico. A composigao de anacahuita peito-
    ral acha-se linda e curiosamente engarrafada
    em frascos da medida de cerca de meio
    quartilho cada um, e como a ddse que se
    toma e s6 d'uma colher pequena, ba*ta
    geralmeute & applicacio d'um ou dous fras-
    cos para a eflectua<;ao de qualquer cura.
    Acha-se a venda em todas as boticas.
    H. Frosters AC, agentes.
    Unicos agentes nesta provincia os Srs. J"
    O. D. Coyle, rua do Commercio n. 38.
    Triii sidii apreseulada ao publico
    Durante o cspaco
    . o
    ANNOS.
    Para aboaconservaqao
    DE
    YOSSO CABELLO
    PERFDIE
    Elle e um preventivo seguro e certo contra
    a calvice.
    Elle da e restaura forra e sanidade i pelle da
    cabeca.
    Kile de prnmpto faz ccssar a queda prema-
    tura dos cabelles.
    FUe da grande riqucza de lustre aos ca-
    bellos.
    Elle doma e faz preserver os cabellos, em
    qualquer forma ou posirao que se dese-
    je, n'um estado forrnoso, Kso e mack).
    Elle faz crescer os cabellos bastos e compn-
    e os.
    Elle conserva a pelle e o casco da'cabeca
    limpo e livre de toda a especie de caspa.
    Elle previne os cabellos de se tornarem bratv-
    cos.
    Elle conserva a cabeca n'um estado de treo-
    cura refrigerante e agradavel.
    Kilo nao e deniasiadamente oleoso, gorda-
    rento ou pegadii/i.
    Elle n3o deixa o meuor cbeiro desagraaa>
    vel
    Elle e o melhor artigo para os cabellos daa
    criancas.
    Elle e o melhor e o mais aprasivel artigo
    para a boa conservacao c arranjo dos ca-
    bellos das senhoras.
    Elle e o unico artigo proprio para o peotee-
    do dos cabellos e barbas dos senbores.
    NENHUM TOLCADOR DE SENHORA SB
    PODECONSIDERAR COMO COM-
    PLETOSEMO
    TONIGO ORIENTAL
    o qual preserva, limpa, fortifica e aformoaoa
    O CABELLO.
    Acha-se i venda nos estabeleciraonto* da
    Q. Forster & C, agentes. E em todas at
    principaes lojas de perfumarias e botioac
    Aluga-se o penultimo ?itk na Mtraaa ae Ca-
    jneiro. proximo ao hospiul portngvez, coat eaaa
    para grande familia, gua e gas, e bastaatesarfo-
    redos fructiferos : para tratar na can Jualo to
    meemo hospital.


    y.uio de Pernambuoo Sexta Wra 26 de Marco de 1IT4
    -
    i.
    PONDigiO DO BOWMAN
    RHA DO BRUM I." 52
    (Passando o chafariz)
    ttSOStt AOS aenhorea (\ e&genbo untroa tgricolsore*. emyrepetf **w At a.
    A*tNM o favor de mm vote t aoa MUbe!emrtu, par* ve.ecn o e'ws *A>rt:aieoK
    ifiHi que ahi tea; atato ludo aaperior em qualidade iorudio; o qtra com a ins
    **& paaaoal podt-M verifier.
    ESPECIAL ATTBNCAO AO NUMERO E LeGA* DE SUA FUNDICAO
    7ftnnvOc o M^lg. /llorrno do* ais modernoa ajsleuua e ena u
    TVpUfOl 99 rvQoa Q ngUft maoiioa convenieutea para at diverea*
    ctimauncua do* eentoorea proprietarioa para descarocar algodi**
    oeHdu de canna '* ^ UDMDh0,' "*wl,lorM
    existent,
    para animaea, agua a vapor.
    qua aqni
    BoAas dentadas
    reixas de ferro ftmdido, batido e de cobre.
    IJambiqaes e fandos de alambiques.
    ifonliiMiamna P*r* mtodioot algodlo.l Podendo" todoa
    acmnwmQB eparaerrarada.ra. faec mofidoa mio
    tuvuiuaw de pattote, gaTanltdaav...... Jo animaea.
    Todas as nflflhfaaa p^ >rtwMPr6ciMr-
    lia qualquer concerto da#Bttdri4k,no' w mQi rMomMo-
    Tomifl dfl ffHTO te M DMU>orM mai> b,r,Us euatentea no mer-
    ICBfinaiTTiOTiiloa Incoabe-ae da mandar vir qaalqaer machinismo i von-
    amwvHuuouuWt ^^ 4^ cHmtM, tombrando-lhet a vantagem de faxererx
    MM eonapraa por intermedio de petaoa entendlda, e qae em quakpwT neceaeidede p6d
    Am greater auxilio.
    Aradog americanos UutroOMlot >ricolM-
    RUA DO BRUM N. 52
    PASSANDO O CHAFAR1Z
    FUNDICAO DE FERRO
    A m do Barao do Trinmpho (raa doBnuuf ns. 100a KM
    CARB0S0 AIEMAO
    REGEBERAM de Ingltterra completo sortiraento de ferragens e machinas .para c
    -jenhos, asmais modernas-e melhor obra qaetem vindo ao mercado.
    VapOieS deforce de 4,,e 10 caYallos.
    Laid e lias de sobresalente para Taperea.
    jlOeilOaS lnteiraS -mesas moendas, obra comounca.qQi two.
    TaixaS |ftindidaS <, batidas, dos melhores fabricantes.
    KOdaSd agua com cubajede erro, forte6-e bem acabade*.
    RodaS-dentadaS de todos os tamanbos e qnalidades.
    fielogios e apitOS p^a -rapon*.
    BombaS de ferro, derepueho.
    ATaQOS de diversas qualidades.
    Formas para assucar .pandes a pqaeris.
    OonC6rtOS concertam cm promptidSo qualquer obra ou macbina, para o q8 teea
    sua fabrics bem montada, com grande e bom pessoal.
    SnCOIQiaendaS man<^am v"" Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
    para o que-ee correspoDdem com uma respeitavel casa de Locdrei
    ;0omnm dos melhores engenherros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
    iitas machinas, e se responsabiiisam pelo bom trabafho das mesmas.
    RuadoBarao do Triumpho (rua4o Brum)ns. 100 alj04
    FOSDigAO E CARD SO & IRMAO.
    ODILON DUARTE k IRMio""
    CABELLEIREIROS
    Premiados na exposi^ao de 1872
    RUA
    DA
    IMPERATRIZ
    H.# 82
    l. ANDAR.
    RUA
    DA
    IMPERATRIZ
    N.'_82J
    l. ANDAR.
    49 Riia do Inperador 49
    Ha rioste wabelecimentr. t> rr.\-lhnr sortimem" rto pi-lUo'. dos m*i* fcfemadoa auinrvs,
    [nttio sao : llt-ri, Plejol, 1'lai.s c\c. OUwecv-st: um.Wiu uma qoaliiiftlo riorw, maudados expressanKtite conatrttir para st* clima, o qual os amadores dos
    bons pianos s6 encontrarao U case.
    Recebem-se pianos usados em troce.
    ConcerUnHse e atinm-se pianos.
    Tarobem avisaseaos Srs.
    concettaoores de pianos
    qua ha sempre o nais completo sortknento de materials para cooceriar pianos, como
    s marfim, rtc., -ete.
    49 RUA UOOIPERAHOR 4#
    REDOCgAO DE PRECOS
    FABRIGAS DE GHAPEOS DE SOL
    DE
    MANUEL & MAESTRALI
    Rn do Bario da Victoria a. 23
    ESQUINA DA CAMBOA DO C A R M O
    E
    Rua Duque de Caxias n. 64*
    Os proprietarios destea estobeleoimentos partioipam ao rspeitavel publioe, -e e eus
    fregaezes, que teem sempre urn completo e variado sortimento de chapees de sol de to-
    das -as qualidades e tamanhos ; tende resolvido tazer reducoio ncs pre^os des mesmos,
    e acham-se em cendi^des de podereaa vender mats barato que ena outre qualquer parte,
    visto receberem ttados oe sens artigos em direltura, -e acbar-se uaa dos sociosna Buropa,
    percorrendo as -.principaes fabricas.
    Chamam a aen<;ao dos seimores logistas para visitarem -seas estabelecimeotos, e a*
    vista dos prejos e boas qualidades dos artigo, nia deixaruo de comprar.
    Cobrem-so -e concertam-se ota^ados de sol de todas as qualidades, com promptidSo
    e a preQOS modioos.
    aoda Victorii
    Na rua do Barao da Victorii n. 36 precisa-s.
    allar ao Sr. Tifaho Audra Carat: o de Araujo Pe-
    eira, t negocio de sen interesse.
    ^
    ^sv> 0%. "\
    O.

    Aprecieu
    AVISO,
    "'Mo se presuodo o pequeno espa^o 8o armarem
    D. i:0 A, a rna da Madre de Deos, para -am abaste-
    cido deposilo das diversas marcas de fumo, que o
    aU-ixo as.-ignado alrriejava ter, acba-se d'ora em
    diacte aberto ootro estabeleciiuento sob a mesma
    deasminacao de
    Armaxem do fuifio
    A' raa do Amorim n. 41
    com todas as proporcSes desejadas, e onde pode-
    rio os senhores fregaezes dirigir-ee, certos de
    3ae, como ate aqoi, acbarao sempre a>par da mo-
    icidade dos pre^es, a maior sinceridade possivel.
    Entre as diflereotes marcas de fumo da Bahia e
    Rio de Janeiro, qae tern sido annuncir.das, acaba
    de f.l:egar uma encommenda especial, e qae moito
    deve con vir aos senhores fregaezes. Consciente o
    aba.xo assigoado 4e que neste genero de negocio
    nao esla sem competidores, fara rauito por avitar
    qne tambem oi tenha com rela^ao ao pequeno lu-
    cro -que procurara dbter da dita mercadoria.
    Jose Doniingues do Carraoe Silva.
    ATTENCAO
    Comtando aos abaixo asslgnado achar-se nes-
    ta prafi o Sr. Manoei'^ernandes de Capvalho, ren-
    deiro dos engenbos fiarra e Pregnic;a, em Ma-
    manguape, provincia da Parahyba, veein rogar ao
    mesmo o obztquio de vir entender-se com os
    abaixo aedgnados immediatamente sobre negocio
    lendente aes referidos aogenhos. Raa do Amorim
    37, eseriptbrio.
    Tisso Irniaos & c.
    Acabam de reformar o seu estabeiccimento, collocando-o uas melhores con-
    dio^oes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e 4s Exmas. Sras. n'a-
    quillo que fdr tendente a* arte de cabelleireiro.
    Fazem-se cabelleiras tanto para homensconao para senhoras, tupete^ chignon,
    :oques modernissimos, tran^as, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
    mularec, tlores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
    O estabeiccimento acha-se provido do que ba de melhor nos mercados estran-
    geiros, reeebe direetamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
    rinos de modas, e por isso pode vender 20 e/0 menos que outro qualquer, gar&utindo
    perfei<;ao no trabalho, agrado, sinceridade e preoo razoavel.
    Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se .cabellos em
    porjao e a r-etalho e todos os utensilios pertencentes a arte de cabelleireiro.
    J,
    F
    O AUVOGlifO
    Alfonso de Allraqnerque .Velio
    incumbe-se de promover cobrancag amigavel
    ou judieialmcnte, assim como de outros negecios
    concernentas.a sua profissao, nos Ingares proxi-
    mes a iinha-ferrea, e nos outros termos proximo?
    a esta cidade; para cujo aaxilio tern o annun-
    ciante solieitadores habilitados e probos, respon
    sabilisando-ge 00 entanto pela boa gestao e conta
    do que lhe (orconGado.
    Mediaote modieo honorario acode aos chmados
    para diligence cu consaltas fiira da cidade edo
    termo e inenmfce-se da defeza de appella^oes ante
    o tribunal da relacao. Pode ser procurado de
    meio dia as 3 hora? da tarde em sea escriptorio
    rua do Duque de Caxias n. 37.
    Pede-se ao Sr. Uoaq aim Pires r>rreira, o fa-
    pto de apparecer oa rna Primeiro de Marco n. 7
    A,** andar, a aegscio da sea particular inte-
    esao.
    PENH0EES
    Na kavessa da raa
    dasOrazes n. 2, pri-
    meiro andar, da-se
    dinheiro sobre pe-
    nhores deouro,pra-
    ta e brilhantes, seja
    qua! for a quantia.
    Na mesma casa
    comprarse os mes-
    mos metaesepedras.
    Engenho
    .A'ende-se o engenho S. Pedro, sitnado na pro-
    vincia de Alagoas, comarca do Porto Calvo, a
    menos de uma Tegoa distante do porto de mar do
    Gamella, tern oxcellentes terras, maias, e safreja
    regalarroeate 2,(00 paes : a tratar na rua do Vi-
    gario n. 31.
    LftI I DO PASSO
    33
    Constructor e aOnador de pianos
    Rua do lmperador
    Pley
    33
    Ex-aflnador das antigas
    ca caaa Alpbonse Blonde).
    Tem a honra de declarar ao respeitavel publico desta cidade, que tern
    ncertos afinacoes de pianos, qualquer qae seja o estado do instrument.
    A mesma casa acaba de receber am grande sortimento de pianos dos melbores fabricantes
    de Paris, como Erard Pleyel, Henri Herz t Alphonu Blondel) todos os pianos sihidos da
    bhibant sao garantidos.
    Compra>je e recebe-se em troca os pianos osadoa.
    e afamadas casas Pleyel 4 Herz, e antigo director das offlei-
    aberto sua casa de
    casa
    Na raa do lmperador
    n.28
    precisa-se failar aos segointet senhores :
    DomiDgos Martins de Barros Monteiro.
    Emigdio Marques de Santiago (Dr.)
    Joio Vaz de Oliveira.
    Jose Francijco Lopes Lima (N'azareth).
    Maooel Pereira Brandao.
    Uanoel doe Passos Miranda.
    Theotonio de Barros e Silva.
    Prancisco de Paula Borges.
    Francisco Antonio Pontaa
    FLGI0.
    Fugio no dia L* de marco, da casa de seu se-
    nbor, a molata de Dome Lydia, com os signaes
    seguintes : baixa, gorda, oaballos crespos, peitos
    graaaaa cara larga : quem a appreuender tra-
    ga-a a rua dt Sanu BJttp. 5, entrada pela rua
    Mow.
    " Aloga-sa o armasem da rua da Companhia
    >n. IS : a failar na rua do Gapiba-
    Parnambucaoa
    ribeTtiv
    Sementes de hortalices
    vindas pelo ultimo vapor, a raa da Cadeia do
    Recife n. 53; tambem na mesma loja recebem en-
    commendas para o sitio do Abrigo em Olinda, de
    arvores fructiferas e outras proprias para adorno
    de ruas e jardins, sr riimento de palmeiras impe-
    riaes e* de ontras qnalidades ; assim como pes de
    (lores para Jardins e vases, todo por modico pre-
    co e garante-se estai em bem enraizadas todas as
    plantaa como e de costume.
    ----------------------------,___.--------------------------------------
    | Precisa-se de uma ama para comprar e co-
    zinhar o diario de uma casa de pouca familia:
    na raa do Marquez de Herval, outr'ora da Con-
    cordia n. 16. ___________
    Precisa-se de urn rapaz para os ser'ijos
    diarios de uma padaria : na rua da Gaia n. oi.
    SAQUES
    Carvalho & Nogueira, na rua do Apollo
    a. 30, accam sobre o Banco Commercial
    de Yianna e suas agendas em todas as ci-
    dades e villas de Portugal, & vista e a prazo
    por todos os paquetes.
    Collegia ale \. S. do Aiuparo
    A abaixo assignada, competentemente licenciada
    .pelo Exra. Sr. eommesdador presidente da provin-
    cia,.e o Illm. Sr. Dr. director gcral dainstrucjao
    pubiica, tem aberto sob a invocacao de N. S. do
    Amparo, em a rua da Imperatriz n. 36, urn col'e-
    gio para educacao do scio feminino. O collegio
    acha-se competentemente preparado para receber
    alumnas internas, meio-pensionistas e externas, e
    os ramos de ensino, que serao instruccao prima-
    ria, porluguez, francez, iogtez, geegraphia, histo-
    ria, piano, desenho, danca, crochet, obras de la,
    bordados a matiz e ouro. serao leccionadas por
    pessoas devidamente habilttadas, moralisadas e da
    mteira coafian^a da abaixo assignada. Avisando
    assim aos respectivos pais de tamilias desta pro-
    vincia, a obajxo assignada espera merecer deiles
    a conflanca ae educar suas lilhas, garantindo aos
    pais de suas alumna* de qae sera soiicita e zelosa
    em cerca las da vigilancia e eariabos que nnnca,
    quando bem ditribuidos, sao de mais para tio
    innocentes creaturas. Recife, 16 de marco de
    _________Carlota Augusta de Figueireio Belfort.
    casa da mm.
    AOS 4:000^000.
    BILHETES GABMTIDOS.
    t< rua Primeiro de Margo (outr'ora rua dt
    Crespo) n. 23 e casas do costume.
    0 abaixo assigoado tendo vendido nos seas fe
    Uzes bilhetes, um iateiro n. 3,115 com 700J, um
    inteiro n. 14{E7 com iOOt, am inteiro n. 3iol com
    100*. e outras sortes de 404 c 204 da loteria que
    se acabou de extrahir (SJ*), convida aos pessai-
    dores a virsm receber na eonformidade do costu-
    me sem desconto algom.
    Acham-se a venda os felize* bilhetes garantida*
    la 6* parte das loterias a beneficio da igreja
    do Amparo de Goyanna (92*), qua e extrabira na
    sexta-feira, 20 do conrente.
    PREQOS
    Bilhete inteiro 44000
    Meiobilaete 24000
    EM PORgAODE 100JJO00PARA C1MA-
    Bilhete inteiro 34500
    Meio bilhete 14750
    Manotl Martins Fiuta.
    DG
    Cordeiro Sinioes k C.
    Acabam do receber pelo vapor Mendoza :
    Riquissimos cortes de gorgurao de seda lisos e
    com listras achamalotadas.
    Ditos de linbo para vesiidos, contendo cada cor-
    te, o neces.-ario para sea enfeite, como seja :
    franjas, trancas, totSes, fivellas, etc
    Riquissimos chapeos para senbora, ultima moda,
    a rua Primeiro de Marco n. 7 A.
    Aluga-se
    uma grande casa para familia, na Capunga, rua
    da Ventura n. 22, tendo quartos fora, banheiro,
    cocheira, gaJIinheiro, etc., etc.: a tratar na mesma
    casa.
    501;
    Fugio desde o dia 25 de novembro do anno
    passado, o eseravo Manoel, com os signaes se
    guintes : cor full, idade 17 annos, pouco mais ou
    menos, altura regular e e acanhado no failar;
    desconfiase ter ido para Goyanna, feito criado de
    um moco, cujo nome ignora-se ; portanto, pede
    se as autoridades polieiaes, on a outra qualquer
    Sessoa, a apprehensao do mesmo c leva-lo a villa
    o Bom Jardim ao Sr. Jose Lourenco Gomes Ca-
    bral, ou na travessa da raa das Crazes n 16, que
    sera recompensado com a quantia aeima.
    Barbeiro.
    Precisa se de um bom official de barbeiro, da-
    se meiacao no trabalho e juntamente a mesa : no
    salio da rua do Duque de Caxias n. 36, primeiro
    andar.
    E. A. DELOUCHE.
    tl-Rua do Marques de Olinda- tl
    Acaba de receber um grand* sortimento de re
    logios americanos para parede e mesa, de corda
    de 24 horas e de corda de 8 dias, com desperladoi
    dos melhores gostos e qaalidade.
    Relogios de ouro patente ingfez verdadeiros, des-
    eoberto com ponieiro grande no meio, dos mais
    modernos e do melhor fabricante de L. ndres.
    Grande sortimento de relogios de prata, prata
    duurada, cobertos e descobertos. Ditos de prata
    foliada (plaque), orisontal e patente, de todo
    preco.
    Cadeias de plaque e de ouro.
    Lonetos oculos de todas as qualidades.
    Verdadeiros vidros de chnstal da Rccha, para
    vista cansada
    Vende-se tudo por precp mais baratc qae em
    ontra qaalqaer parte. _______^______________
    eomo se \ende barato
    S6 o n. 20
    RUA DO CRESPO
    LOJA DAS 3 PORTAS
    DE
    Guilherme & Gk
    CASSA-LA
    Acaba de ebegar esta fazenda com bonitos pa-
    droes, que se vende pelo diminuto preco de 200
    n. o" covado 111
    METIM
    Metim tran^ado, padrdes bonitos, a 320 rs. o
    covado 111
    ORGANDY DE CORES
    Camhraia organdy de cores, fazenda Una, boni-
    tos padroes, pelo diminuto preco de 320 rs. o co-
    vado-111
    LAS ESCOCEZAS
    Novo sortimento desta fazenda, com bonitos*
    padroes, que e vend* a 240 rs. o covado Ml
    CRETONE
    Cretone claros e escuros, bonitos padrSes, e fa-
    zenda fina, pelo diminuto preco de 400 rs. o co-
    vado Ml
    LAS MODERNAS
    Completo sortimento de la de todas as qualida-
    des, pelos diminutos precos de 400 rs. o covado,
    6 pechiccha 11 I
    Cortes de casemira di cores, a 54C00.
    Colchas estampadas e com barra a 34500 e
    44000.
    Cobertas de chila adamascada a 34500.
    Lencoes de bramante a 24000.
    Dites de algodao a 14400.
    Toalbas alcochoadas," duzia, a 54800
    Lencos de cassa com barra a 14000 a duzia.
    Ditos de cassa abanhados a 24000 a duzia.
    Ditos de esguiao abanbados, em caixinhas mo-
    dernaSjdnzia, a 34500.
    CamnHa transparent Una a 34000 a peca.
    Chales de todas as qualidades e precos.
    Bramante de algodao e linho a 14600 a vara.
    Dito de linho puro com 9 e 10 palmos de lar-
    gara a 245O0 e 24800 a vara.
    Algodao marca T, largo, a 54000 a peca.
    Dito domestico a 34000 a peca.
    Brim com listras, irlandez, proprio para cami-
    sas, a 440 rs. 0 covado .Ml
    Madapoloes traneezes de todas as qualtdades de
    54 a 84500 a peca.
    Cbapeos de sol de seda com 12 asteas, pelo di-
    minuto preco de 84500.
    Camisas inglezas, todas forradas, fazenda de
    linho puro, a 444000 a duzia ; e pechincha, so se
    vendo.
    Pojpelinas de linho e seda pelo diminuto preco
    de 800 rs. 0 covado; 6 pechincha, e dio-se amos
    tras.
    S6 o n. 20 da rua do Crespo
    Loja das (res porttas
    DE
    Guilherme & C.
    JUNTO A LOJA DA ESQUINA
    ESCRAVO FUGIDO.
    Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
    rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, 0
    eseravo de nome Jose Borges, mestre de assucar,
    tendo os signaes seguintes : cabra, i lade 30 an-
    nos, pouco mais ou menos, boa fignra, um tanto
    grosso e espadaudo, sendo 0 signal mais visivel
    uma gomraa na junta do pe esquerJo : roga-se a
    todas as autoridades e capitaes ae i-ampo queiram
    apprehender dito eseravo e leva-lo ao referido en
    j-enho, ou nesta praca a Oliveira Filhos & C, lar-
    go do Corpo Santo n. 19, qae serio generosamen-
    te recompensados.
    Trei isa-sc cf m tirgei.' ia
    leite, que si-j.i I dia, e que tenha bom
    alrjit-la Us I ite, p-ta t,.m.ir conta d> uma
    Cii?-..,.! !. .:i.i-. d."!.lo if p !.i,t !.. .ii.-i: 1 i ^b,
    eircun t: >t*H t\x~
    '}V't ;'i!-" 1
    ; 1 .
    11.-.-1 ir.iUr.
    ;. mi lar .lA*t
    Mil-Si
    Um sitio na travessa da Cnn das Alaaaf, perto
    das eslai;0-js da Tamarineira e Jaqaein, con fft-
    cellente caa de viveoda, nova, moito eoaawoa
    e asseiada : tendo 2 sa'as, 6 quartos, fora 00-
    zinha, despenst, sala de eogoinmar, quarto de 00-
    zinheiro ; assim como oefceira, c.-tiibaria, *
    quartos para criado 1, latrinas, cer^ado de ferro,
    banheiro, gallinh'iro, etc. etc.: a tratar no sitto
    do commen lador Tasso.____________________^
    Garanhuns.
    Na raa do Barao da Victoria n. 36, pnasa-sa
    allar aos Srs. Pedro do Rrgo Chaves Peixotc
    >ose Paes da SUva, a negocio de particuJar
    ease ________.
    -------------------------------------------------------
    Padaria.
    Precisa-se de um socio com capital para uasa
    padaria, bem afreguezadA t.mto para a terra como
    para 0 inatto, ou vrade .-e, f >z se qualquer ne-
    gocio : no pateo do Terco n. 63. ______________
    0 Sr. Ant nio da CorU Oliveira deixa de bo-
    je em diante de >er cuixeiro de escripta de tai-
    nba casa.
    Recife, 18 de mar^i de 187V.
    Bernardino de Sena Pontaa1.
    Fugido.
    Fugio ha 5 metes parados, do engenho Noru?ga,
    fregutzia da Escada, 0 eseravo panto, Maooel se-
    verino e por aotonomasta Uanoel Vermelbo, com
    :es : alto, c-tim. regular, -.m a
    os judbos in:i.a;la c manca desta
    mesma perna, com cicatrizes nas costas lent fal
    ta de denies, ren dido de uma vcrilha, e feieij
    desagradavel : foi eseravo du fiuado coronel Ma-
    noel Pereira de Moraes, prprietario qne foi do
    engenho luhamao, freguctia de lguara>su, e I
    uma vez fugio e e.-teve domiciliad 1 cm po<
    um morader do mesiio engenho luliaman, pek)
    que presume se ter para ahi ido outra vex. Ro-
    ga-se as antoridades polieiaes c e.ipities de cam-
    po a captura do mesmo, podeodo dirigir se ao
    mesmo engenho Noruega. residencia de sen se
    nhor Jose Iguacio de Mi'llo, ou uo Recife a raa
    da Cruz X 4, 2. andar, onde generosameetc se
    recompensara a apprehensao do mesmo eseravo
    Antonio Paiva da Fonceea avisa a todos oe
    sens devedores de S. Lourenco da Malta qae mo
    Saguem a ninguem seus debilo-, vMa que Silveira
    1 C. apossou se ill-galmente de i^dua o seas
    bens; bem como do livro borrador aonde se aeha
    va a nota e conta de seus devedores. Ch^paodo
    agora ao conhecimento do ^nnuneiante qae Sil-
    veira & C tern andad.i reccl)nd e -aeando let-
    tras contra sfus devedores alim d- receber con
    brevldade ; por isso, 0 annnneiante prutesta on-
    tra 0 procedimento dos Srs. Silveira (S C, e faz
    ver que nio p3guen, porque sc arha em iuro
    com aceao contra os mesmos Silv. ira A C, atim
    de lhe re-tituirem os bens qne 'he? tumaram ille
    galmente ; portanto, o annunaant e 0 compe-
    tente para receber os debitos de seus devedoret,
    e por isso faz 0 presente para nio allegarem p-
    norancia futura.
    os signaes seguintes : alto, Cort*
    junta de um du
    1, e ia por
    poder de
    Muito barato
    Aluga-se a loja do sobrado da rua Direita n.
    120, serve para negocio e moradia, mediante um
    modico repartiinenlo, tem agua, gaz, e apparelho
    de I'mpeza, 0 aloguel e favoravel : trata-se na rua
    do lmperador n. 81, on a rua da Palma n. 25.
    ,\6s abaix oassignados declaramos ao res*
    peitavel publico e com especialidade ao eor-
    po do commercio qae dissolvemos amigavela-
    mente a sociedade Jque gyrava sob a flrma de
    Moreira 4 Goncalves, na taverna da raa de Joio
    do Rego n. 18, fkando todo activo e passivo a
    cargo do socio Gencdves, retirando-se 0 socio
    Moreira pago e satisteito de sea capital e lucros.
    Recife, 4 de marco de 1874.
    Antonio Jose Moreira Gomes.
    ^^^^^ Jos6 GoncaIve9 Lourenco.
    Cozinheiro ou cozinheira.
    Precisa-se de um e de mais uma criada para
    todo 0 servifo domestico de pouca familia : a tra-
    ar na rna do Passeio n. 60, loja.
    ALUGA-SE
    ama casa na Capunga, rua das Pernambucanas,
    com coxeira e quartos fora : a tratar na rua do
    Vigario Tenorio n. 31.
    0MMADE BLANCHE
    do dooto wimaat mn
    Vara iwtitalr fto%milvmmtmt mot wbtilli
    A SUA COR PRIM1TIVA
    EDa rabttitat com TtaUgem u poatmadu mm o tonoB4or.
    NEOGENEouD? NORTH
    1 Bob xito intilllTti dMd* 0 loro tU u ant*
    SnpwioridKl* lncoomuroli emprtro InofAn-lTt.
    tarmuau oiihtai i, Btnttn, raaia
    PtptJtt Pmam*u CosiDheiro.
    No caes du Apollo n. 71, paga-se bem a
    um bom cozinheiro : prefers se cbina.
    Advogado.
    O bacharel ;Joio Gitirana, advoga em
    Palmares, e pode ser procurado na villa
    do mesmo nome, outr'ora Una, alto da ^
    Matriz, escriptorio da ccollectoria. 9
    Pedido.
    Deparando'a abaixo assignado com um annnn-
    cio no Diario de Pernambuco, sem assignatura,
    pedindo a captura de um eseravo de n me Giral-
    do, e como nesse annuncio se veja atroz-
    mente calumniado por alguem qae nio teve pejo
    de mentir desctradamente, pede ao infame autor
    da mesma pablicacio que assigne seu nome para
    eu poder-lhe dar ama resposta cabal e satisfacto-
    ria.
    Beberibe, 16 de fevereiro de 187fc
    Frederico Chaves Junior.
    ? Antonio Runno Perelrt (le Araujo MeHo,
    precisa de am homem casado para algama arru-
    macao : a rua da Trerope n. 3.
    Caixeiro.
    Precisa-se de um caixeiro com pratica de mo-
    lhados, para a cidade da Escada, de 12 a 18 an-
    nos : a tratar na rna da Praia n. 54. .________
    Carros para enterro
    a 4^000.
    JustinoFrancisco de Assis.com cocheira de car-
    ros de aluguel na raa do lmperador n. 23, de-
    clara qae d'ora em diante aluga os mesmos para
    acompaohar enterro dentro da cidade pelo preco
    acima indicado.
    ESCRIPTORIO
    COMMERCIAL.
    m. Rna da Praia. V
    1ASBCVV
    Liiiz hilij.[u' It lie A IrtHatt
    Exeeulam por commissao quaesquer ordens di^
    provincias do reino, ilhas t pruviucias ultram-
    rinas, bem como do Brasi! e- outros paizes estran
    geiros.
    Recebem a consignacao generos "nacionaes, co-
    loniaes, hespanhoes, francezes, ingleze, alleaues
    t do Brasil, ou mesmo de outros pnizes, para se-
    rem vendidos no reino ou fora dcile
    Executam ordens para compra e venda de fun-
    los publicos, nacionaes e estranpein.s. Tratam
    la cobrauca dos respectivos drvtdend .
    I'romoveiii no mesmo escriptupo. inventario*.
    iiquidacoes, caus.is civeis r rnmmi rrlaaa, aapd
    !ac5es e recurso de revista.
    Tem os melhores advegadns na capital.
    Para os negocios de natureza especial, cr.jso
    rausas forenses, administraeio rendose, pode proceder acccrdo araafa eaaaanM
    1 catureza do negocio.
    Solicitam-se dispensas matrimoniaes e quaes-
    quer outros breves apostolicos coneedidos em Roi
    ma ou pela Nunciatura em List*'*, annnllacao
    le ordens, e quaesquer outras dcp-.ndi'nrias do*
    tribunaes da Santa Se.
    Tratam da arreeadaeao de herancas e adminis-
    tracao de bens no continente do reino.
    Obtcm dornmentos de qualquer dioeese, distri:-
    10 administrativo, conselho, ou freguezia do reino,
    tlhas e provincias ultramarinas.
    Fa'em adiantamentos sobre consigna^oes
    piafsquer genems que tenham prompta aafeodB
    aos mercados inglezes ou allemaes. Tanibem oaa-
    pram aquelles que se offerccereni ,m eonJiiocs
    vantajosas.
    Fazem transagSes por consignacao ou eom| r:.,
    Hibre minerios, taes como de ccbre, chamb
    phosphates, ou outros quaesquer, se conviere::
    eondieoes Dao-se boas refereneias em Lisboa e no P. 1:
    Esta ca-a tem correspondencias senas em uks
    is pontos do reino, em Paris, Inglaterra e Ham-
    burgo, na Africa portugueza, em Macao (China
    reino de Siao, iihas dos Acpres e (iabo-VerdT.
    e aceita as propostas que do imperio do Brasil
    me (orem feitas por correspondenria eiTcctva
    eventual.
    Ma modicidade de suas coromissocs, naexacti-
    dao de suas d>ntas e no credito longamente esta-
    belecido faz consisiir toda a garantia de bom aco-
    Ihimento.
    Tem correspondentes em Sevilha e outras pra-
    ^s de Hespanba.
    \. B.-As commissdes sao reguladas pela praxe
    stae praca
    de dous criados para
    hotel de Bordeaux.
    Precisa-se
    todo service
    a tratar no
    Previne-se ao Sr. Julio Isaac qae nao entre-
    jue- oa objectos constante da cautella n 3,560,
    senao a abaixo assignada, visto a mesma terse
    perdo. Recife, 16 de marco de 1871.
    ^_______Maria Bandeira de Mello.
    COZINHEIRO
    Qnem precisar de um cozinheiro, tanto para ho-
    tel como para casa particular ; dirija-se i rua do
    Rangel n. 3.
    Paato, 36, Ru Vivienna),
    m:m:,h mgdicim srtciu
    das mmHiDADAf on men, as
    eniifis r jWJMflm do SAMC1
    13o,ot0curis itt
    OEPURATIF
    du SAIVG
    *tm,p*iluii,h*rp,
    wnm, coMAJOft, Arrv
    monia, alhrtt**, H-
    __ciosas do inwix, t-
    rus, eaUeruioes do ia*gu4. (Xarop tc|*U1
    rroii
    rio).
    Ietaet
    Mn par
    PLUS DE
    COPAHU
    sem mercurio). eri t e
    "" mii*b*b tonao-se ...
    iemn, segalndo 0 tracUmeito DtmmrmlHo:
    fmpregado ns mesmas molestias.
    I Bste Xarope O tract* to
    ferro it CHABLE, cara
    imatediaUmcaM aaal-
    \szjrttZ
    e inialuMiiie os iu font lr mi to*
    mBlhere*.- KsU inieccx.*benicaa liwui
    om 0 Xmrop* de CUrieto to/mm.
    mt rraiaaa, Pemadi pomada AirriHERPrncA
    Centra: iu afecfoe* /u ? cumixti.
    PtLULAS VECETAES OEPURATIVAS
    do av Cfeakle, cada true* vrat rfpihlae
    to am folhfto
    AVISO AOS SRS. MEDICOS.
    Cara
    ~ "ctoa-ae alogar urn criaio que saiba tra-
    tar de sitio, entenda de andar com carroca e so-
    jeite-se a vender na rua, prefere-se eseravo : a
    tratar na estrada da Capunga, passando a barrei-
    n, casa ii
    S^irop du
    DfFORGET
    ao* coibe rchdea dasta xarapa D
    Pr. cauauiaPAm.
    Deposito botca Franoen
    22 Rna da (Jruz 22



    <*
    J^&fyHW&m. -nJ&tkJf^ %ihd(N WWM. ...
    Rua 1. de Marco n. 23
    Aes 20:000^000.
    O abaixo assijma lo tem sampre exposto a ven
    da bilhetes da loteria do Rio, cuja extraccao an
    ounciara pelos joruaes.
    Precos.
    Inteiro 24*000
    Meio 124000
    _ Quarto 64000
    __________________Maaoel Marlins Fiuza.
    Ainda continua fugido o preto Ignacio, d-
    al'.ura regular, seceo do corpp, caueca e pea pe-
    qaenos, falta de dentes na frente, deve ter os nos
    dot dedos das maos calejados, do servico de padae
    ria, regnla 40 annos de idade, fagi) em 4 de Ja-
    neiro proximo passado, eonsta qne anda no Barro,
    on entao seguio para o serlao : pede-se as aato-
    ridades on pessoas-, que o desubram, a sua eap-
    tnra, e leva-lo a rua1do Lima n. 72, padaria, em
    Santo Amaro das Salinas, que se gratificara com
    9-34000._______________ *
    Aluga-se o quarto andar do predio n. 53 da
    rua do Bom Jesus, antigamente rua da Cruz : a
    tratar ja ruesma rua n. 85.
    Na rua do Bar|_ da
    fallar ao Sr. I'^fcente
    gacio de eeu interesse.
    l^piaHaT
    eria n 36, precisa-se
    Maria Pestana. a ne-
    Prer-Isa se de uma ama para coaijahar e que
    compre : na travessa do Corpo Santo n. 25.
    Ama de leite.
    Precisa-se uma ama qne tenha bom e bastante
    leite e qne nao tenha fllho : a tratar na rua do
    Duque de Caxias n. ill.
    CASA DO OURO
    4* _:000&000
    Bilhetes garantidos
    Aua do Bardo da Victoria (outr'ora Nova
    n. 63, e casa do costume.
    Aeham-se a venda os muito felnes bilhetes ga-
    '..ntidos da 6' parte da loteria a beneficio da
    igreia do Amparo de Goyanna, que se extrahira
    c: dia 20 do eorrente mez.
    Precos
    Inteiro 44000
    Meio 24000
    Oe lOO&OOO para cimu. *
    Inteiro 34500
    Meio 14750
    Recife, 13 de marco de 1874.
    Joan Joaqmm da Costa Leite.
    Conselbeiro Agoistinlio Moicirn
    Ciuerra.
    Antonio Francisco Duartc, pro-
    fan.lament.; compungido peia mor-
    te de seu sempre lembrado amigo
    cogro o censeliuiro Agostinho
    -^ira Guerra, vem pelo presonte
    nvidar a todos os sens parenles o
    amigos, e do seu finado sogro, pa-
    ra ouvirem uma missa que manda resar no con-
    vene da Gloria. p>!> clerno descanr;o do mesmn,
    pelas 8 horas da manha io dia 21 do eorrente,
    trigesimo do seu passamento ; e desde ja protesta
    suaeUrua gratidao.
    Kites......1IWII1 ,ii I ^29^MWB1
    Antonio .Uariint d Carvalbo
    Azcvciln.
    Faneiseo Joaquim Gouts da Silva, Isabel Mar-
    tins Gomes di Silva, Amancio Marlins de Carva-
    iho Azevedo, genro e BIhos, agraiocem cordial-
    mente a t us as pessoas que se dignaram acom-
    panhar o cadaver de seu prezalo sogro e pai, e
    de novo as conviJam para aasistiras mnsas que
    por sua alma se hai de eelelirar no convenlo da
    Glqria, no dia 2i do
    manha
    mm
    k IT A C\ Precisa-se de doas amas para
    \ ill 4 X uma casa de pouca familia, sendo
    til'AnLk/ ama para cozinhar e outra para,
    engommar, preferindo-se escrava ; piga-se bem s-
    agradar : a tratar na travessa do Vigario Tbenoa
    rio n. 1, escriptorio, das 9 as 4 da tarde.
    AmA, NaTua do "^f'cio a, <6, precisa-^
    AUM* de uma ama que saiba eoiinhar ; paga-.
    se bem, a
    agradando
    de leite.
    Precisa-se de uma ama que teoba bom leite :
    na rua Direita n. 8, on em f onte de Uchte, sitiq
    ouraera 9.. *' [
    Ama Frec'sa se de ama ama qae safba bem,
    x_ma corjni,ar e coroprar : na rua de Pedro)
    Affonso ns.13 e 15, antiga rua da Fraia._______
    Ama
    Na rua da Hospicio
    ama de* leite.
    de leite
    n. 49, precisa-se da uma.
    Para tranquflidade das pessoas que teem per
    nhores em poder do abaixo asslgnado, declara o
    me.-mo, qne os objectos roubadbs eram seps
    estavam ^ora do cofre de sna casa, onde estito
    guardadoe os objectos dados em penbor, em cuio
    cofre os gaiatos nao ousaram tocar. Recife, 2 ae
    marjo de 1874.
    Julio haac.
    Aiuga-sc
    uma boa casa com sitio. tendo bastantes arvore
    dot, na Capunga, rua d;ts Pernambucanas n. 58,j
    aehara no mesnio com quern tratar. _______
    ALUGA-SE
    o 2* andar do sobrado n. 52 da rua Marquez de
    Olinda : a tratarTarmazoa em do mesmo predio.
    Alnga-se uma escrava que cozinha, com
    e faz os mai> servicos de casa : na rua de S J
    ga n. 74.___________________________________
    Quern precisar de um homem casado para
    alguma arrnmagao, dirija-se a ma da Trerrpe n.
    37
    Na rua da Iinperatri? n. 50, padaria irance^,
    precisa-se alugaf um escravo para'entregar pao e
    mais services domesticos.
    CSMPBAS
    ^-*-

    eorrente, as seis boras da
    *"Swstn IlulhiS ay B>antas
    Antonio J. so Dantas, manda dizer missas se-
    gundafeira 23 do eorrente, pdx- 7 horaa da ma-
    nha m envento do Carm>, primeiro anniversario
    do fail : 1 de sua sempre lembrada esposa
    Angara llaliiday Dantas, cconvila a sous paren-
    ' amigos para assistircm as mesmas, desde ja
    ! e infessando agradecido por mais cste ado de
    caridade e religiio.
    Atten^ao
    O Dr. Amaro Joaquim Fonseca de Albuquerque
    declara a sens devedores que se acham em mora,
    que lhes concede 0 improrogavel prazo de 30 dias,
    contados desta data, para virem saldar os owsmos
    debitos, sob pena de, sern excepcao alguma, findo
    0 iulicaUo prazo, ser promovidoo recebrmento ju-
    dicialmente. Recife, 6 do marco de J874.
    Antonio Jose" Rbdrigueg
    de Soq^a, enrseu eseriplspeo
    ama do Creepo n. 6, compra
    escravos (}g; diyersaB eoses,
    sexosei(Jadeg.
    FAZENDAS BAMTAH^!
    NA
    m\W
    LOJA DO PAVAO
    NA
    ....: -- ll
    Rua da Imperatriz n. 60

    PARA LIQUIDAR
    Antonio Jose Rodngues de Seuza, em seu
    escriptorio a rua do Creepo n. 6, cqrnjira escra-
    vos das diversas cores, eexos e idades.
    la a e>tar fngida de3deo dia (1 de Janeiro
    mie Bemarda, ida ie 3 i annos, pou-
    nos, tern os olbos um pmco abo-
    ndar naoJeralo, iraja vestido e chale
    I ostuma mudartraj s, tem ama cicatrbs na
    ; i [oei I d la Iz d I i cue o senbor oior-
    xoa ella Ibrra, esta la para o Cabo por
    i ilh de qi me Felix : e por issu roga-se
    lici ou aos capitaes uc campo
    ' da dita escrava, le.ando a ao Ca-
    . saa senhora, sitio n. 110, ou na
    im :: ii. l, quest recompenaara gene-
    samaate.


    $
    DO
    B>r. saarlllo.
    RUA DA CRUZ N. 26, 2." ANDAR.
    Kecem-chegado da Eurepa, onde ire
    quentou os hospiiaes de Paris eLondres,
    pode ser piocurado aqualquer bora do
    dia ou da noite para objeeto de sua pro-
    las .1 is 6 ooras da manbi as 8 ho-
    ras, e do meio dia a? doas da tarde.
    Gratis aos pobres.
    ES 'ECIALIDADES.
    'tins de seohoras, da pelle e de
    erianca.
    I
    t
    Silk) m iiiraial.
    Aluga se um sitio no Arraial, proxima a esta-
    ijao da Casa Amarella (um minnto) confexelleu-
    tes casa de moradia, tendq os ,&eguinlas .commo-,
    do|: 5 .quartos, 2 salas, cizLift exft^pa, terra-
    ce, casa de uknlfc e diyersaf.Jifcteiras. Aloga se
    tambem uma outra casa. no mesmo lugar, com 3
    quartos. 2 salas, cozinha exterai, aguvde beber
    c um boin quintal por commodVpr^co '. a tratar
    na rua PrimeTro de Marco n. ?"l.0 andar. \
    Gratificacio. *'*'
    Nao tendo ainda apparecido .os diis*p)tjnqfts
    da Australia e de cor ciuzenta, que furtaram iia*
    noite de 7 de fevcreiib ultimo, do sitio da;
    assignaclo, no Caldeireiro, de aSva sc*roga/"
    prehensao, gratiQcaado-se cpip-njuita gen'
    de a que.ii os apr6sentar aa flrto abaixo assig-i
    gnado no refi-rido srtio, ou na rua'-do Drum n. 96.
    ________ Francisco Ribeirn Pinto Guimanaes.
    Vide'nte fngjo.
    Na noite de 13 para 14 if mar$o do aePttteJ
    anno fugio o mulalo VicaWe, escavo, de 20 annos
    de idade, bonila figur.i, .barba, e estaturairegular.
    levaudo vestida eem um sacc>) roupa ie algodao
    branco, e alguma mais fina. pertencentB a un?
    caixeiro da casa d'onde fugio ; e natural da fre-
    guezia Je Sa.iit'Anna do MathiS, diz ser livre, ca-
    sado, e ter sido criado em cotnpanbit da madrl-
    nlia. l>. Anna Lniza da Luz, de quern alias foi
    esciavo : rnga-se, portanto, aos senhores capitaes
    de campo e autoridades poli^iaes a apprehensSo
    do dito escravo, e entrega lo na cidade do Recife,
    rua do Crespo n. 10, ao Sr, Joaquim JMoreira Reis,
    iu na cidade do Assii, ao Sr. Torquato Augusto
    de Uiiveira Brptista, que serao genorosamente
    gratilicados.
    Escravo fugido.
    Ausenton-se no dia 20 de fevereiro proximo
    passado, da casa de seu sen! or, abaixo assignado,
    o escravo EstavSo, com os signaes segoin-tes : cor
    prcta, idade de 25 aunos, alto, espadatido e cor-
    polento, tendo j pescogo curto e grosso, e a ca-
    h<.a um tauto chata. Dito escravo 6 natural da
    provineii da Parahyba do Norte, foi veDdido era
    1803 ua villa do Inga, pelo Sr. Pedro ArXonio da
    Costa ao Sr. alferes Manuel da Assumpgao e San-
    tiago, que no mesmo anno o trouxe para esta
    praca do Recife, venJendo o entao ao abaixo as-
    siEnadj. Presume se que dito escravo tenha se-
    guido para sua provincia natal. Roga-se, pois, as
    autoridades policiaes e capitaes de campo a ap-
    prehensao de dito escravo, gratiflcando o abaUo
    assignado a quem o agarrar e apresenta-lo na rua
    do Bruin u 96.
    Recife, 11 de marco de 1874.
    Francisco Ribeiro Pinto Guimaraes.
    I rastes.
    Compra se e vende-se traste % novos
    e usados na armazem da rua o Im-
    perador n. 48.
    AVISO
    * Preeisarse compxar dous esaravos,
    carapina, paga se bem : a tratar na
    pedreiro e
    tbesouraria
    das lotenaa, a,rua Primeiro de Margo n. 6.
    Na rua Duque de t a^ias n. 50, compra-se
    os aegtintes livcos d; direito romano : Ortholam,
    La fraoge, coftpendios Heinicio, Waldek e Direito
    Nural-Zeile. -
    ----------------------------------<*F-------------------------______
    Vende-se a taverna sila a rua de D. Maria
    Cesar, outr'ora Senzalla Nova n. 6, propria para
    principiante, por t'r poucos fundos, a qualofferece
    vaniagem ao comprador, por estar bem afregoe-
    zada para a terra: quem a pretender, dirija-sea espelhos dourados para sain,
    GROSDENAPLES PRETO A 1#200, 2f000 E
    29500.
    O PavSo vende grandesortimentode gros-
    denaplos preto de pura s&la, a 19200,
    19800, 290U0 29500 o eorado, tendo
    tambem do mats largo e mais encorpado que
    costuma a vir ao mercado, e vende por pre-
    50 em conta.

    &OO
    rai. o
    Rua do Barto da Victoria n. 22.
    ! DE
    Carneiro Vianna.
    A' este grande estabeleeimento tem che-
    gado um bom sortimento de machinas para
    costura, de todos os autores mais acredita-'do de gu'P"ro verdadeiro, pelo barato pre-
    dos ultimamwitona Europa, cujas machinas ] 5 do 49000 cada um.
    sao garantidas por um anno, e tendo um
    perfeito artista para ensinar as mesmas, em
    qualquer parte desta cidade, como bem as-
    sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
    anno, sem despendio algum do couiprador.
    Neste estabeleeimento tambem ha portengas
    para as mesmas machinas e se supprc qual-
    quer pe^a que sejanecessariu. EsUss ma-
    chinas trabalham com toda a perfoiQ.io do
    um e dous pospontos, franze o' ?>arda toda
    lrcta a
    covado.
    O Pavao vende granadioa preta e lavrada
    pelo barato prcco de 500 rs. o covado.
    GUALES PRETO DE GUIPURE A 4^000.
    O Pavao vende chales de tres pontas, sen-
    a 3-000
    Madapolao en Test a tin
    a peca.
    O Pavao vende pe^as de madapolao en-
    festado, pelo barato preco de 39000 a pega.
    Ditas sem ser enfestado, com 20 jardas, a
    59000. Ditas com 24 jardas muito boa
    fazenda, a 69000, 69500 e 79000.
    ALPACAS PRETAS A 500, 640 E 800 RS.
    O Pavao tem um grande :sortimento de
    tra por firs que s,.ja, sous alpacas pfctaSi quo Tendea ^ UQ e 800
    ara tia- ^ o covado, assim eomo grande sorti-
    ' mento do cantoes, bombazinas,
    pregos sao da seguinte qualidau
    balhar a mao de 309000, 40900:
    e 509000, para trabalhar com o
    809000, 909000, 1009000,
    1209000, 1309000, 150^000, 2 -;."Q00 9
    2509000, emquanto aos autoros nao ha al-
    teraQSo de precis, e os comprador:-, podorio
    visitar este estabeleeimento, que muito de-
    verao gostar pela variedade de objectos que
    ha sempre para vender, como Bejatn : cadei-
    ras para viagem, malas para viagem, cadei-
    ras para salas, ditas de balango, ditas para
    erianca (altas), ditas pars escolas, costurei-
    ras riquissimas, para senhora, despensaveis
    para criangas, t\c todas as qualidade's, camas
    de forro para homwn e crian^as, capachos,
    grandes e pe-
    . quenos, apparelhos cTe metal para chd, fa-
    CalCaS brancas debrim fiaO queiroscom cabo de metal e demarlim,
    xnnn ii i jditosavulsos, colhores do metal flno, eondici-
    O^UUUIII [rospara sala, jarros, guarda-coinidas do
    na loja da Rosa Bran- arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
    .sao do^prdas^ murin5s> e outras
    W; proprias para luto.
    princezas
    muitas fazendas
    .Venham ver para crer
    B, a rua da Imperatriz n. 56.
    LAZ'NHAS DE ORES A280.320 E 400 RS
    O Pavao vende-bonitas lazinhas de cores
    para veslidos, a 280, 320 e 400 rs. o co-
    vad j tendo ate a 19000, sendo das mais lin-
    das que tem vindo ao mercado, assim como
    granadinas do seda com os mais delicados
    padrocs, o 640 rs. o covado.
    Sediukas a 1-rOOO.
    O Pavao vende sedas com listrinhas de
    cores a 15600 o covado. Ditas com pal-
    minha, a 29^00. Ditas com toque di mofo
    a 19000 c l400.
    CAMBRAIA VICTORIA A 49000, 49300,
    09000 E 79000.
    O Pavao vende um grande sortimento de
    cambraia Victoria e transparente com
    :__*
    para
    luto
    Bombazina traacada, fina, para vestidos de Into a
    l#M0 o covado, fazenda quo val U600 : isto e
    so na Rosa Branca, 'a rua da Imperatriz n. 56.
    Calgas de casemira a 7|
    E' na loja da Rosa.Branca
    de casemira.fi_ta e de cores,
    moda, a 7$ ; e grande pechincha
    peratriz n. 56.
    de 49000, 49500, 59000, 69000 e 7.-000
    a peca, assim como, ditas de salpico bran-
    co, a 75000, e pechincha.
    que se vende calcas
    obra bem feila e da
    na rua da Im-
    para forrar salas,lavatorios completos, ditos 8 1/2 varas cada per;a, pelos baratos precos
    simples, objectos para toilette, e outros mui-
    tos artigos que muito dovemagradar a todes
    quo visitarem este grande estabeleeimento
    I que se acha aberto desde as 6 boras da ma-
    nha ate as 9 horas da noutod
    Rua do Barao da Victoria n.
    22.
    CAMTSAS FRAJiCEZAS A 20jt, W500'
    39000 E 3500,
    O Parlo rende nra bonito sortimentb de
    camisas francczas com peito de ai^ndio,. a
    29000 e 29500. Ditas cam pfito de linfio
    de 39000 a 69000. Ditas bordadas wamtb
    finas de 69010 a 1O90O0: assim como
    grande sortimento de ceroulas de iiaho e de
    algodao, por precos baratos, e tambem tem
    completo sortimento de puabos e collanabos
    tanto de linho como de algodao, por precos
    em conta.
    Eapartilhaa a Se***. 4gSMO e
    5*000. +
    0 Pavao vende um bonito sortia__to de
    espartilhos moderoos a SaftOlt, kSOOO e
    5000, assim como um bonito sort memo
    desaias brancas, bordadas., a 59000 e OfOOO.
    e ditas de iasiuha de cores a 39000 : e pe-
    chincha.
    CORT1NADOS BORDADOS PARA aMA E
    JANELLAS, DE T9 ATE' 249000 0 PAR
    0 Pavao vende um grande sortimento de
    cortinados bordados, proprios para cama e
    janellas, pelo barato preco de 79000,89000,
    105000 ate -259000, assun como : colzas
    de danuscode 13 muito fna de IfJpOOO
    1^9000 cada uma.
    BRAMANTES A 19800, 29000 E 29500.
    0 Pavao vende bramantes para lencdes,
    tendo 10 palmos de largura, sendo 0 de
    algodao a 19800 e 29000 a vara, e de linho
    a 29400, 29800 e 39000 a vara: e pechin-
    cha.
    CASEMIRAS A 59000, G9000 E "9000
    0 Pavao vende cortes de casi^miras para
    calcas, sendo padroes rao to prego de 55000, 69000 e 73000 o corte,
    assim como : pannos pretos dos melhores
    que tem vindo ao mercado, de 49000, 89 e
    103000.
    ROUPA FEITA.
    0 Pavao vende uma grand porcao de
    roupa feita, sendo : palitots, frakes de ca-
    semira pcta c de cores, assim como : finis-
    simos sobrjeasacos de panno preto, e cal-
    r;as de casemira preta o de brim branco, col-
    letes de todas as qualidados, por preco*
    muito cOmmodos, per qnerer icab~r com
    toda a roupa que tem em casa.
    Atten^ao
    Vende- se duas casas ccntiguas e que tem com-
    municacao de uma para outra, n^. 33 e 35 a rua
    de S. Miguel dos Afogadps, com sitio murado e
    portao para a rua do Horn Gusto : trata-se nas
    mesmas casa?, dhs 9 as 10 horas da manha.
    Roubo.
    1
    i
    'gico
    DE
    A. B. da Silva Maia.
    Baa do Viseonde de Albuquerque n.
    11, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
    n. 11.
    Chamados : a qaaiquer hora.
    Consullas : Aos pohr_ gratis, das 2 as
    4 horas da tarde.
    I
    s
    -v;?0^_5X5 ;:_C*Ci?i_i> 3
    MADO.
    Os Srs Jovmo Fernandes da Cruz e Joaquim Cle
    mente de Lemos Duarte, sao chamados a rua do
    Coronel Suassuna n. 282, a negocio de parlicula
    interesse.
    Na noite de 4 para 5 do eorrente roubaram da
    rua dos P,-seadores n. 19, toda roupa d3 uso com
    as iniciaes do abaixo assignado, inclusive 1 cha-
    peo de feltro, 1 par de botinas e 23 em dinheiro;
    0 ladrao aproveitando a occasifto em que as pes-
    soas da casa dormiam no quintal; entrou pela
    frente na alcova e alii pescou tudo quanto encon-
    trcu dIo so nas canastras por estarem abortas
    como fora; de?confia se de um velho que ha tempos
    suspemleu com 3*200 de um quarto da mesma
    caa. Gratifica-se bem a pessoa que d?scourir ou
    der notlcias certas.
    Becife, 5 de marco de 1874.
    Lauriauo Jos6 Pimenta.
    OFINA
    mum
    I
    Precisa-se alugar um raoleque *de 12 a 13 au-
    nos d! idade, que seja fiel : quem 0 liver, dirjja-
    e a rua estreita do Rosario, sobrado n. 35. Na
    mesma casa fornece-se comidas para fora.
    Alleili'flO.
    0 abaiio assignado, membro da firma social ds
    Keis & Nascimento, com estabeleeimento de calca-
    do e chapeos, a rua de Marcilio Dias n. 13, cons-
    tando lhe qae seu socio Jezuino Antonio do Nas.
    cimento, depois de ter-se ansentado deste, propala
    que fora expellido do mesmo ; apressa-se era pro-
    teslar pqla imprensa por tal occurrencia. nao tes
    havido ; bem como scienWicar ao respeitavel po-
    blico e coipo commercial desta pra e mais do que um innocente traquejo daquelle
    senhor, na idea de que saa auseneia se poe a
    salvo dos compromissos sociaes ao que 6 solida-
    raente respon-ave). Recife, 18 de marco da 1874.
    Diogo Augusto do Reis.
    Esta encouracado !! !
    Agua mole em pedra dura
    Tanto da ate que a fura.
    Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Meii
    eserivao na cidade de Nazareth desta provincia,
    favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-
    cluir aquelle negocio que S. S. se couiprometteu a
    reahsar, pela terceira chamada deste jornal, em
    6ns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
    passoa a fevereiro e abril do 1872, e nada cumprio;
    a por este motivo 6 de novo chamado para dito
    9m, pois S. S. se deve lembrar que esta negocio
    de mais de eito annos, e quando 0 Sr. seu filho se
    achava nesia eidade.
    Pacheco & Azevedo tem para vender tapioca
    de Ararula de qualiJade especial : em seu arma-
    zem na rua do Duque de Caxias n. 29.
    Livraria Universal, m do
    Irnperador n. 54.
    Obras de direito para o estudo na Faculdade do
    Recife, one so encontram na livraria Univo.-sjl,
    a saber :
    Aulran, compendi'o de Direito Publico Universal.
    Preleccoes de direito Publico sobre o mesmo
    compendio, pelo Exm. conselheiro Silveira de
    Souza.
    _tifr.:n. -Compendio de Direito Natural (tra-
    daccio do Zeilfcr).
    Moura Hag ilhaex.Synopsis de Direito Natural.
    ^ Vilella. Compendio de direito Ecclesiastico.
    Z Idem. ( Joaquim), losiitui^oes de Direito Ec-
    clesiastico.
    Autran. Tratado de Economia Politica
    Mendes da Cunha.Codigo Penal.
    Idem, idem, idem do Pr. cesso.
    Bras.Poder ( o) Moderador.
    Idem.Os tres codigos.
    Eleifdo directa. Por diversos escriptores.
    Charma. Philosopbia.
    Idtm.Elemento de Philosopbia.
    Ped*gogia.Por Daligauli, obra muito mil aus
    Srs. alumnos da escola normal, a 4j00t> para
    acabar.
    Nesta loja se ensoniram outras muitas obras de
    direito e litteratura, que se vendem por preco co-
    modo.
    Alvigaras.
    Venham t''dV>s apres=ai!os
    E can os bolsos recr.eado,
    Do Campos ao i rmazem ;
    Venham, nao falte ningum
    Ver o grande sortimento
    (Um verdadeiro portents)
    Que para a qnaresma- tem ;
    Comprehendem ? oi'a lism 1
    E' com as tripas pulando de contentamento que
    me apresento ante a on la gastronoraica das sa-
    bias e illustres barrigas pernambucanas, felicitan-
    do-as por ja se aeoarem livre da pena de interdic-
    ts e podorem sem receio de alguma indigestaoex-
    commungada, ciraerem os mais linos e saborosos
    comestives, coadjuvados por uma cascata de vi-
    nhos de ln,1a* as qualidades, deixando a quem
    dezejar o direito de grilar: viva o triumpho das
    barrigas II..
    Mas, como ia dizendo, nao podia deixar de
    acontecer assim, considerando-se como foi sabia e
    j bem barn'galmcntc planejado o ataque das bar-
    , rigas grandes, contra a sucia dos bandullios ca-
    inos, que ostrificados a idea ficticia do infer-
    no bicho inventado pelas grandes barrigas, pa-
    ra horrorisarem as bamgas sem tripas, sustenta-
    yam a mais absurda das raonstruosidades : a
    infallibilidade do principal bojo do amor as avessas
    e de tripas dadas e a torca de tripadas queriam
    hypocritamente alimentarera a pelludae famigera-
    da ex-questao do dia contop^a negra que en-
    rolada no capote chamuscado da inquisi^ao, pre-
    tendia assar o mundo das barrigas, privando an-
    tes a humanidade de ganhar dinheiro e de em
    tempos como e De fazerem penitencias
    Enchendo bem as oarrigas,
    Pois nao 6 tempo de brigas,
    E sim e, de abstinencias.
    Acha-se constantemente aberto o estabelecimen'o do PAVAO, das G horas da rr.anh*
    9 de noite.
    SABAO DO RIO DE JANEIRO a 200 rs. o kilo, no armazom da rua do Araorim n. *!.
    do Josd Domingues d > Carmo e SilVa.
    no armazom da rua d > AmoiVTi n. il, de Jose"
    GAZ A 3960.0 a lata
    i'.'rmo e Silva.
    1X110 MUSCATEL de uva braoca, pura, de custo de 23JOO0, no armazem
    Amorim u. 41, de Josd Dominguea do Carmo e Silva.
    D: rai.igues do
    da rua ll
    GRANDE
    IM VER
    que
    -m
    Grosdenaple preto
    Sendo lisos e de cordao, o o mais largo
    ve:n ao mercado, e qne se vende pelos diminutn
    pre*- >s de SJStOQ, 23X00. 35'200 e 3*500.
    St' NA RUA DO CRESPO N. 20, LOJA D\S
    TRES PORTAS DE
    Guilhcrme & C.
    lussto Soja da csqulaa
    : i
    Mas, como ia conlando, custou, porem afinal,
    depois da rasorada que lhe passou no pescoeo os
    poderes poderosos, a calieca foi parar no fun-
    do do rio e o rabo, como ruim de esfollar, ficou
    i no secco exposto aos ponlapes de qualouer gato
    as mais modernas que tem vindo ao mercado, sen- pingado, deixando e vcrdade, magra as colleeas
    tras. e que se vende a 40*000 a | barrigas, que despeitfidas vao tratar de se nutri-
    Camisas de cretone
    Perdeu-se.
    0 abaixo assignado pede que ninguem fa^a ne-
    gocio com uma leUra da quaatia de 1:00|* por
    eHe aceit e sacada em 5 do coEranle mez, sem
    que contenha o nome do sacador, porquanto foi
    ella extraviada do poder de am Who do abaixo
    assignado, entre o engenho Hagico e a villa de
    Agua Preta.
    Engenho Cruz de Marta, 12 de marco do 1874.
    _____ Francisco aa Cnnhallachado Pedrozo.
    do lisas e
    duzia e a 3i5'J0 cada'ama ; e pechincha.
    Hollanda
    Brim pardo liso, o que ha de mais Ono, com um
    toque de avaria, e qae se vende a 480 rs. o cova
    do, fazenda propria de paiz por ser linho puro,
    applicada para costumes de homens e de meninos :
    so na rua do Crespo i. 20, loja das, tres portas, de
    Gniwerroe A C, juBto a loja da esquina.
    Varandas fundidas.
    Na fundicao de ferro de Cardozo i Irmao a
    run do Barao do Triumpbo, outr'ora rua do Brum
    n. 100 a 104, tem para vender varandas de fer-
    ro fandirta de diversos e booites gostos e precos
    coaimodos. Y
    RUA MAITOAS DE ALBUQUEBQUE J(, ft
    (anliga rua das Fiore?).
    Tmgi se, lava-se'e fimpa-se comaoMiar^Er
    feicao fazanda.s em necas ou em obra3 de
    quer qualida4,quc s
    sda, t^jflujm neoft
    rnanilha, ou.jajhnn_
    0i .s,*__ici^ Wim. e partisalares
    experim__w qat lodes ac*rE oroveito e vaar
    tagens <
    que aejatu, taes cama, la, atgoJao,
    u__-
    olai
    Empreza dogaz
    A.emprezado gaz tem a bonra de anmnciar ao
    publico que recebeu ultimamente um esplendido
    sortimento de lustres de vidro. ca_lieiro6, aran-
    delas e globos, cujas amo-tras esiao no escriptorio
    a rua do Irnperador n. 31, e serao vendidos aos
    sent freguezes pelo prepo mais razoavel posuivel.
    Fgla o escravo Juvenal
    ajando caicj. de brim listnwler ca^"a
    nscadoja caape it palaa. da, Italia.
    arda i^i_?*, tel* de
    E1
    nm
    chita de
    de cfir pard
    ,/(ji*aad7' S__fTS|idenle.na frenta ^*fflt gratlflcae^). **' wa m ca&oav; iWe de graca : na rua da Imperatriz
    Sedas a 1#50Q,
    Vende-se bonitas sedas do lindas cores pelo
    banaUssimo preco de 1*500 o covado ; veobam a
    ellap antes r~-
    Capias, n. 8!
    Veade-se a taverna da rua
    %> en. Afogados : a tratar
    rem, vindo ao armazom do Campos, a rua do Irn-
    perador n. 28, onle lom certeza encontrarao alem
    do que desejarem. p seguinte : -ovas. de diversos
    peixes e de bacalhai/; peixes do vinte qualidades
    em conservas, sardkihas em latas, caraaroes sec-
    cos, bacalhao, pesijidas, sardas, lagostas, salmao,
    batatas, arroz, fei/ao, eebolas, azeite, vinagre ;
    manteiga lagleza (e franceza; doces, fructas e
    cincoenta qualidajdes de vinhos Gnos do Porto e
    A Nbva i:.-peranca, aru-i Duque de Caxias n. C3.
    : apressasc em convidar a sens hagfaa. com i --
    perialidade ao bello sexo a virem' apreciar os se-
    j.'iiintes artigos. ; i venda e todos por pre<- >
    commodos, como .-ejam :
    FINAS BOXECAS mansM e choronas.
    BONITAS E ENGBACADAS visUs para ster. --
    i copios.
    COMMODAS LATAS para guard:,r eha.
    ELEGANTES DOLSAS paraaeaboras e menina.
    BONITOS VASOS com Ona banha e ebainaM
    extraetos, trazendo cada frasco um no_e, ama ini-
    cial oa nm distico.
    I FINAS 45EIAS Dfi SEDA, vindi rctre ell I i
    de carne.
    I Para pa goslar.
    ! A' Nova Esperanca .i rua Daqne de Caxias n.
    , 63, acaba de rcceber tentos e caixas para o jogo de
    Voltarette.
    TINTURARIA JAPONEZA. Para quem siffrc das pemas.
    S6e unicaapproyada pelas academiasdel A Nova Esperanca, a rua Duqae de Caxia< n
    sciehcias, reconhecida superior a toda que "3, acaba de receber as proeuradas meias de bor-
    tem apparecido at4 hoie. Deposito princi- ra^L* P^TS lnem soffre da? Pnias.
    pal a rua da Cadeia do Recife, hojeMar-j FLO RES ARTIFICIAES
    A
    ao ha mais cabellos
    brancos.
    quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
    todas as boticas e casas de cabellei-
    re_"o.
    VENDE-SE
    uma casa na villa de Barreiro3, na rua do Com-
    lercio, por preco modico: a tratar com Taaso
    rraaos & C
    Lede e attendei
    Excellentissimas familiasl....
    Encontrareis sempre (para obsequiardes vosgas
    c visitas) um completosortimento de bolinhos para
    outras tanus de ontros lugares mais afamados de i Sfc b8 ,n*,e"8. pao-de-16, cha da melhor qua-
    Portugal, al6m de um completo sortimento de ace-
    pipes raros, deHciosos e que
    Cahindo em qaaiquer barriga
    Faz a melhor digestao,
    E nao faz mal a bexiga,
    Como comendo, verao.
    Has, eomo ia fallando, iamos eatrar na vida de
    outr'ora, isto 6, na e>oca das festas, e portanto
    vamoa ler festas, festas e mais festaa, e como todos
    que se acabaro, na rua do Duaue de eolBem das tei^% 'isto que ama parte da-para as
    18, luja de Demehrio Bastos I ^j35 -e tres receDBni P"a preparar as fesUs, 6
    ilogico qne o bregeiro dinheiro qne anda tao vas-
    de S. Miguel n.
    na mesma.
    Aviso : Jiepott *J, nlflmo.detfa.mji.cflswjita,
    hcam coaaidensos como abandqnaflos todos os
    objeeto* entregoet i.esU casa no aiwo de 1873
    e serao veadidos pe^ prcjo do seu. trabaiha. '
    proprit'plra3L?ab"2ci?efl^ ?$#$$rw^l, \feitOSi bflffflfcuJoSi-. a I$5 0 0
    Uniab n 55. Na mesma casa,, ifftpka^e. ajuga*, A^iteaaiBraMa.vende pates d. lao
    uma,preta one saiba vender do'ee'.e
    seja net e diligente.
    queiro, saia dos cofres dos amantes orthodoxos e
    se va familiarisando com as algibeira* vasias dos
    (irmnflp ^^^t^tYlPnf (\ Ho lSo xn i nacessitados, e estes por sua vez venham ae arma-:
    \Xil_ue bUrilineUW) Oe laS Da- sem do Campos i rua do Irnperador n. 28, prepa-1
    T'R 240 ^20 4-OrtA^nfira i raram-se para a qnaresma, tempo de abstinencias!
    ixu,oV) _vv c tfvyj la. je ne qual se come gem licenca, comprarem o que
    Na loja da Hosa Branca vende-sa lindo sorti- ha de mail gQ-rt-t,, s_-tos% ehww-eH__i m
    mento de las para vesUio, nor nregos baratissi- caDB era auft
    mos, como 6 costame de?ta lQJa_ manda-se levar
    nas casas : na rua da Imperatriz n. 86.
    Veos pasa chapeos a 1^
    A Bosa Branca vende veos de seda para cba-
    d60S| de senhora, sendo Dretgs, brancos,.e deou*
    !
    Djzer aos aniaj)Us .
    Dys generos especijas
    Q|e,e,q Vipham jajpqfafMcs
    Sapef:-a. causa metric
    lidade, diversos doces, gele'as e tudo quanto" for
    preciso para fazer uma boa recep^So as pesssoas
    a quem
    Mais estimais
    Tudo isto se encontra
    Na confeitaria do Campos
    9_, Irnperador 94.
    . Ale"m disso
    Encontrar-se-ba sempre alii
    Sobremesas
    Deliciosas
    Que a fdlar a verdade
    Nao sio para a bocca do vulgo
    ( Camo dig o loxinbjographo P. BUitaau.}
    Wll-en Rowe cV C. vendem do sea armazem
    a rua de Commei cio n. 14 :
    Q.verdadeiro panno. de algodao azuj amencano,
    Efcellente rio de vela.
    Cagaac de qualidade
    Vtoho de Bordeaux.
    Carvao de Pedra de todas as qualidades.
    A Nova Esperanca, a rna Duqae de Caxias n
    63, acaba de receber um lindo e completo sorti-
    mento de flores artificiaes das melhores que tem
    vindo ao mercado
    A ellas antes que se acabem.
    Costumes para erianca.
    A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias
    63, acaba de receber boutos costumes para criaoca
    e eta se vendendo per precos razoavete.
    A N-iva Esperftnts, a rua Daqne de Caxias n.
    63, recebeu urn peaueno sortimento de anneis e
    pnkeiraselectricas, proprias para qacm soffre dos
    nervos.
    Farinha de mandioca nova.
    Becentementc cbegada de Santa Catharina Um
    para vender no trapiehe Companhia, e para tratar
    no seu escriptorio a rua do Commerdo n. 5, Joa-
    quim Joee Guncalves Beltrio & Filho. Advertindo
    aos coaapradores que desejando acabar, veadeai
    mais barato do qae era qualquer outra parte, tan-
    to era grandes como em peqnenas porcdee.
    qoe bwdadiH, a.tdMO; e grande pechincha
    4a,.i_peratriz n. 56
    -. Vei
    esgu^e, idadapor
    a Junta ffiUar n*^ateo
    Fat'eelro. "*"^
    toflKd.escwo. da IS annoade
    " no *Hi.r/ OS porji- da m_^
    'Antes qne seaealieA).
    _^Vende-se 13 de lindos padroes a 500 T3. o cova-
    do : na rua do Crespo n, 45 A, loja da esquina ;
    dW-ie amostras.
    Pouoo mofo.
    Brim pardo rnuito fino a 400- rs. o covado : so
    naj-ua do Queimadon. 43 ; aproveitam qne e pe.
    chincha, na loja de Guerra & Fernandes.
    Lindo chfariz.
    Venie-s; nor preco barato am rico chafanz
    de marmdre oroprio para jardim, o qual ae
    armado na oflema de marmore do Sr.
    rna do Irnperador para quem o quizer ver:
    tratar na rua do Crespo, loja d Passo iunto
    arco de Santo Antonio.
    Engenho a venda.
    Vende-se o engenho Paraiza, silo aa ilba de
    Itamaraca. e levantado ha pouco tempo en lerras
    da gitio Soccorro Acba-se o referido eagwha
    moente e eorrente e 6 a vapor, sendo o reapeetiv*
    terreno assas prodnctivo de canoa, mandioca, mi-
    Ibo, feijao etc. Alem dos Urrenos de pti__cie
    In uma boa solta para gado, muita* arvores Iriac.
    liferas, inclusive coqueiros e optimos Ihainaa paa*
    raades viveiros. A sitnac|n.da oaai de viveoda
    agradavel, e clima ep_iaadio d_ilh> de Ita-
    maraca sao muito apreehvefe, alea de outras
    vantagens qua com viatt melher coaheaarl
    comprador, drngiodo-se ao refertdtt
    informando-ss mi rna do Atalfco n. *."
    da Boa vista, junto i cam (Tagna,
    Cfi:ij)^os para sonhora.
    A: loja dn Passo a rna PTrO*rot_ ftn b
    7 A, reeewHi ielo ultimo panuete, nwrtw _
    mento de chapeos para senhora, ulllwi Wmm a
    vende por prejo commodo.

    U-l
    \m


    :.i
    tis^lJii,*i*baiK)t4^ilktMNIa^0^4^*#d*l*a
    *
    -*?
    ftoiiprindWP
    KflBBimasimas
    MJMg) a. 7 A
    _______m flkfcC.
    E'* tuna dis eases ewe boje ped com pri-
    ma* effeMceraos -seas fregunes am mriamssi-
    mo sortimento de faxendafs, tinw 1 pauauada t^i-
    lette. e ben assioiBara dso q^naRio fctodaaai
    clas&s, e por precos vantajosos, das quafc faziam
    peaweno resafflo. "** p
    W*m faaecdas ** easae oos pretendeoteu,
    para o que tern pessoal necessario, e dao amqftiaa
    medume pwjjor.
    Cortes de seda de Iindas cores.
    Grosdenaples de todas as cOrea
    Gorgurio bnco, liao, de liatras, prato, etc.
    Setim Macao, preto ,e de cftes,
    Grosdenanles prttcj.
    Velludo preto.
    Granadine de seda, preta ea.de odres.
    Pepehnas de liados padroes.
    Filu de sqda, braneo.e nrata.
    Ricas basqumas' de sida.
    Casacos de merino de tores, la, etc.
    M ant as brasileiras.
    Cortes com carubraia branca com lindos berda-
    resma
    listras
    Ricas capellas e manias para, .nojvas.
    Riquissimo sortimento ae las com Its
    seda.'
    Gambraias de cares.
    Dilas maripozas, brancas, lizas e bordadas.
    Napznques de linjdos padroes.
    Baptista's, padroes defieados.
    Percai.-ra* d quadras, pretos e brancos, listras,
    etc, (He
    Brins de lraho de cur, prowi.xc oara vestidos,
    com barra, e listras..
    Rlcos cprtes ae vestido de ltnho, c eites da
    mesraa cdr, ultima mod?
    Ditos de eambraia de com.
    Fustao de Iindas cures.
    Saias bordadas para senhoras.
    Camisas bordadas para senhoras, de linho e al-
    godao.
    Sortimento de luvas da verdadeira fabriia 'de
    Jouvin, para homens e senlyjras.
    Vestuarios para menipus,
    Ditos para baptizadq.
    Chapeos para dito.
    Toalbas e guardanapos adamascados de linho de
    cor, caja. mesa.
    Colcfias de 14.
    Cortinados bordados.
    Grande sortimento' de camisas de linho, lizas e
    bordadas, para horn ens.
    Meias de ccVes para homens, meninos e meni-
    Ditas espoceza!.
    Goippk'to soriimest.i de chapeos de sol para ho-
    mens e senhcr&s.
    Merino de cores para vestidos.
    Uito preto, iran>adu e dito de vorao.
    ixlbado de linho e a^godifc para tpal
    A.toathado pardo.
    Oamasco de 11.
    Drias de linho, braneo de cows e preto.
    Seiim de Iindas cures com listras.
    Ghales de merino de cores e. pretos.
    Ditos de casemi'ra.
    Ditos de seda prela e dp cdres.
    Ditos de touqulm.
    Camisas dechiia para hontens.
    Ditas de flanella.
    Ceroulas de linho e algodao.
    Pannos de crochet para sofa, cadeiras e conso-
    ; Leucos bordados e de labyrintho.
    Colchas de creohet.
    Tarlatana de toJas as cores.
    Ricos cortes de vesjidqs do tarlatana bordados
    para cortes.
    Esparttlhos lisos, bordados.
    Foulard de seda, liddas cores.
    Meias de seda para senhoras e menjnas.
    Ricas fachas de seda e la para senhoras.
    Rico sortimento de leques' de madreperolas e
    osso.
    Damasco de seda.
    Casemira preta e de cores.
    Cbitas, ifiadapolao, panno tino preto 6 azul, col-
    laririnos, punhosde linho e algodao, gravatas, lu-
    vas de fio de Escossi.i, 'apetes de todos os taraa*
    nhos, bolsas de viapem, peitos.bordados para ho-
    mens, len;)s de linho braneo e de cures, toalbas,
    guardananus. etc., etc.
    Da quinta do Meneres
    Excellente vinho verde de ova pura, em barris
    de quinto e deeimos : vende-se na ruada-Madre
    de Deos n 38.______________________
    Tanques de ferro." J
    Vende-se dun?,' triangulares, proprios para na-
    ii : 'na rua da Pnlao' n. 67.
    iilMIl PREMLECIA
    .
    Ra da Impej-a^iXa,. 7?

    MENDES GUIMAME8 k L\iV0S
    Awba de fceber um grande sorUmaa'^ de. fazeodas- pretas paw qua-
    QOMO SEJAM
    conts
    Com as falsificaQoes que tem apparecido
    DAS MAOHHAS PARA COSTDBA
    ma-
    co
    m
    Nenhuma
    china Singer elegi- 0{
    tima se nao levar#-
    Porque?
    a esta marca fixa no
    jg bracoda machina.
    Para evitar falsi- 2*
    fiea vv
    bem todos os deta-
    iner d& rnarca.
    to
    eg
    n
    li
    ce\a/lo,.
    PANmfRExaA,mp.ft.
    \flnJ6rsje p^iiuo, 1p^o.idp,,a^as larguras,
    para.^as,eppljt(6ts,4JH0V...U, &$9%
    4. a. 6^040, o, co,vaOp.
    CORTES DE CASEMIRA PRETA A 5#0pp.
    YervJfeSo cprles dpc^mjra, preta^'/para
    cal^as, a 85, 6jj, 7I> e 89000 o corte.
    MER1NQ' PRET0 A SJ80.U.
    ycn,!e-sp,me^n^,prptp finp. a tytyO e
    39000 o eovacjp.
    BOMBAZ NA PRETA A l^oQpr
    V-ei^cte-^ bopfbaz'na preto enf^s^da, a
    19500, 19800 e SMfrO p^.yado.
    ALP,AC-\lR&TAAf50AR,S,,
    Vemle se alpaca preta Itia, a 500, 49,
    SOO rs. e 190 00 a,c:avad,
    iAZENDAS, DE CQR^S E CAMBRAIA
    BRXNCA A 390C0.
    \ende'Sa,pfifea$,dp, oftmb^&ia b/*pcatrans-
    corcnte aa^^^vW'/e^OOP, djtas de cam-
    fcraia tapada, Victoria, a 39, 39800, 4$
    6 oi04>0.
    CuaTiHAD,OS PAflA CAMA a *9.opp.
    Venacse cortinados bordados para camo,
    a W9. ^209, 259 e '&mwL
    GMtBiltIA DE COR^S A ^00 RS..
    VH|dnse ctola,ia, d|e,cares fin^s, m^d*.,
    a 30#, 32(0 e 30 rs.' o cov^o'
    CUITAS tARQAS A .aw) RS.
    Vende-se chitas lsrgas para vesj^os, a
    a*0, 320 e 300 rs, o covodo
    BRAM-A-NTE A m^- ,
    . Vendu-se brwoapte qpai 10 palrops ,de
    O
    QttJpSD^iA^LE, P*Ei;0.,A, WBW', I Lr^OS BRANCOS A 3900O.
    .Ve^rse grode^f pie. gi$p para veUdo, j Vende-se Ibdcos braocos finos, a 29000,
    :de senhoraslfa tflBSQO,. 2)9, 39^' 49* vj^j Q. 2^500 e 39 a; diizia, ditos de linbo, a 49,
    ify'i 690OO a duzia.
    tROCHES PARA CADEIRAS A 195Q0.
    Vende-se papoos.de Groche"para cadeires,
    a 19J500 cada'cm, colcbas de di o para
    DoWajL
    -' MADAPOLAO FRANCEZ A 79000.
    Vende-se pe^as de madapolSo francez
    tnuito" fiiib, a 79, 89 e 109000.
    BRIil PARDO A 400 RS. 0 COVADO.
    Vende-se brim pardo para caljas, a 400
    rs. o covado.
    CORTES DE CASEMIRA DE 5,5000.
    \'(jnde-se cortes de casemira de cores para
    talmas, a 59, 59500 e 09000.
    GROSDENAPLE PRETO.
    Vende-se grosdenap]e preto com 4 1/3
    palmos de Wgura, a 59 o covado.
    ESG11AO FINOA29000.
    Vende-se esquiao lino de linbo, a 29,
    SvSQO, 3^1 e 49 o metro.
    CHITAS PAHACOBERTA A 280 RS.
    Vupde-se chiUs para -coberta, a 280 e 400
    ts. oepvado.
    BRIM tHASCO A isOOO.
    \eisde-sc brim braneo de linho, a 19,
    19.280, 196Q0 e 29 o metro.
    BRKTAKKA DE USHO A 640 RS.
    Yende-se brotanha de linho, a CiO rs. a
    vara.
    FLANELLA DE CORES A 800 RS.
    ^jn.de-se flaneUa de cores, a 800 rs. o
    co-yadp.
    COBERTORES DE ALGODAO A 19400.
    Vende-se cebertores de pello a 19400.
    CpberUs de chita a 19800 e 29, ditas en-
    &'.rnao*s, forradas, a 49, no Bazar Nacional,
    200
    rs..
    GRANDENOVIOADE
    A' rim I/)ja das 3 portas
    LAZLNJIAS
    Ciiegcu esta fazr-u'U, com padroes inteiramente
    novos, e gue se'venae pelo dirprauto rreco de WO
    rs. o covado : isto por ter ffrande quantidade.
    SO' XA PXA DO CRESW) N. 80
    Guilherme & C.; junto aloja
    da esquiaa______
    Vende-se o grande e estaijoso armazem de
    moibados, com duac frentes. proprio para grande
    rogresso ; a ra4o do actual proprie.tario difpor
    e tar dereifrar-se,para o sert^o, acouselhad" pelQS
    medicos, por inebnimodo ae saade, no pateo do
    (]arnri, eginiina da ma de Hortas B. 2. ______
    Vigor do Cabello
    - DO
    Dr. Ayer.
    Para a renovacSo do ca-
    bello, rertituWQ 4e wa cor
    e vitalidade primitiva* nat-
    ural.
    A dinheiro e a prazo!
    A contento das Exmas. familias
    machinas.de singer
    S5o maisjbaratas.
    Sao de doos pospontos.
    Sao simples.
    Spo" ra'pidas.
    S3o duradouras.
    MACHIMS IDE SINGER
    Sao dp dous pospontos.
    Abainbam.
    Fraozem.
    Pregam traricas.
    Marcara ipregas,
    Bordam de linha de seda.
    Alcolchoam.
    Pregam cordees.
    UNICA AGENCIA
    EM
    A CASA AMERICANA
    45 RUA DO JMPERADOR
    jirargo a 496&0, 198(0 e 29pi.O o metro
    ,MjLDAP0.LAO A S9000.
    8 Vende-se-^fcas die^madapolao epfes^ado
    -a ia00. Dito ipgle* .a',495p0, I* 0
    5,5500,6W.0Q, ?9^0 e 89OOP a.pessa.
    CORTIfifADs PARA -J^ELLAS A .89.000,
    Vtnde-*e o.par de^portioados bordadps.
    para.jaaellas. a^.e t09p: p p par.
    ALGQBAO A9P0,
    Vende-se.ppgas ,deJgpdao, a -kfi, 89.
    |60Q0.
    .^RWWSAltfrPp.
    Veod^se. ,v^pvJas jde.ajg^ao, a 19000^
    ditas -fejas,de .fcramapj ra (4j9pP^ uma.
    ^M^S.rRRA^fiASA 29000.
    '\"a6^se ^catoif^ ,^.r,api:as Bnast|a29,
    wymnitkimlBk
    BUI JiS DE GORES A 400 RS.
    Veriije se brins de cores para caS^as, a 400,
    e 5*90 ,rs. 6 covado.
    CHA ES A 8GO RS.
    V merifio de cores^ a 2^5, 39, 49 e 59000.
    COLCHAS DE CORES A 99000.
    Vnd,e se colcbas do cores para cama, a
    29,37506 e'4900O. ""
    ' dil^AS ^E-CORES A 380 RS.
    .Vpnpo-^e cliitas iipas de cores, a 360 e 400
    rs. o covado.
    ALPACAS DE CORES A 500 RS.
    Ve:idc-se alpacas linas de cores, a 500,
    64^e800rs:ocd*ado.
    ' TAPSI?ES A 49500.
    Veadese.tapetes para salas, de tamaahips,' a 5^5001, '5*, 69 e 89000 cada
    urn.' ..
    r,ua da Inperatriz n. 72.
    GG'RTES OE CASSA A 39000.
    Vende-se cortes de cassa rtiudas a 39
    cada um.
    ORAVaTASPARA SENHOBA A l?!i00.
    Vende se,.gravatas para senhoras, a 19,
    ditas para homeos a 500 rs.
    igo,bao enfestado a 19c 00.
    lde-se algodao enfi-stado pern lenses,
    50
    G
    Atten^cao.
    RUA DO RAN6EL )S. 3 '
    Armazens TEM PARA DISTIKCTJVO DO ESTABELECIMENTO AJM GALLO BRANCO, PUMAflO.
    PARA ALGliMA PESSOA QOE IGNORE A LEIXURA.
    Rodrigues & Pires, regressados em Pernambuco, cidado do .Recife, successores ,#p
    armazem do Gallo, & rua do Algibeves, em Lisbea, omaiaaEaraadoecoqbecido.armazefli
    naquella cidade, capricham serripre em ter generosde primeira qualidade, dos qpaps do
    aos seus namerosos fregaezes um conbecimento .saais prolongado na relafiao ,abixo4e^-
    cripta :
    0 que e" bom e" caro
    Palavra bemdita que nuca falton.
    Car&ardes secct, a .500 rs. a libra.
    Queijos frescos eaipellicados, pre'50 com-
    modo.
    Cascas de edeo para lavar .:asa, a t.60 e
    120 rsl
    Farinba fina de-Muribeca.
    -Vasspur^s de piassava ,para spryi^p inter-
    no, a 240 rs.
    O Vigor do Cabello 4 nma preparacSo ao
    mesmo tempo agradavel, saudavel e officaz para
    conservar *6 cafcerlo. Por nreio do sen usb o
    cabello rnco, grisalho, e enfiraqnecido,.dentro do
    pouco tempo revolve a cor que ihe 6 natural a
    priaoitiTa, b ad^aire brilho e a frescura do
    cabello da juventude; o c*bello ralo so torn*
    dso e a calvicie muitas veaea, posto que nao
    em todos os casos e neutralizada.
    JS^o ba nada que jjode jej^nnar o cabello
    deppis djos fotUculos estarem deetruidos, e as
    glandes cansaoas e idasj mais se ainda restarem
    algums podem ser salvadas e utilizadas pela
    applicacfo do Vigor. Libre de essas eobstancias
    deleterias que tornam muitas preparacoea de este
    genero tarn nocivas e destenotivaa ao cabello, o
    Vigor somente lhe e beneficial. Em vez de
    sujax o eWk> e 0 .faaer pegajoeo, o fipaaejva
    liuijpp.eibrte, cnjbellizajwlo 0, '
    Gba pcrola lino, a 59OO0 a libra.
    Dito miudinbo super-fino, a 49000 a li-
    bra.
    Dito papular, flno,, a 3500O a libra.
    Manteiga ingleza fior. eai barril a 19600.
    Dita dita fina, em latas, a 19500.
    Dita, dita, dka e dita, a MS40.0.
    Azeite de peixe baleia, a 640 rs a garra-
    1'a.
    Dito do edeo, fioo, (a 800 rs. a garrafa.
    Dito doce e carrapalo.
    Aguardente do caldo da canna, feita de
    encommenda, a 500 rs. a garrafa.
    Dita popular, a 320 e 240 rs. a garrafa.
    Dito branca, a 200 rs. a garraia.
    Ditas grapjles.a50pr.
    JIassas para sftpa de todas as
    dee
    quajjda-
    V in ho tin to e braneo, superiores, epgar-
    rafadoseem pipes. E outros artigosqueseci
    enfadooho annumerar, em secco e rao-
    lhados, porser extenso.
    e 0 toroar-ae ruob, 0 por consequwfce prevuae a
    Grande pechineha a 200 rs o
    Cassa la, padroes novos. e de mais gosto que
    vindo ao mereado, f6 na rna do Queimado
    U, loja de Guerxa 02 Eeroandee, pelo diminu
    prego de 200 rs. 0 covado I
    i.beguem freguezes que se acaba
    Fogao ae ferio e^ipwonricp
    Vende-se um chegado ha peucos dias,.te#do /or-
    naibaspafa leoha ejcaryao, (orpo pah, assar,
    , deposlto para agua quenle e lugar para se gu'ar-
    dar quentc as comidas depois de feiias; est'e9"fo-
    ges tornam-se recommendaveis pprque s^o de
    1 ferro'baiidc, eiabrkados ;em ft^feim ac^''
    io! ^wwAfflimfafr hm aw"0
    G
    az a
    .a lata, do melhor que vem a este roerfiado, da
    completa doiiauiao: nos'armazens ae Jose 110=
    Imfflguei1 dotttrrfiO e Silfra.l rda da Madrt'tfe
    Deu n. W, e ma do Amorim p. '41, ?-
    M Direila n. %
    ^este ^^elecyfieP10 cencextam-se fihai
    Lazinhas ja^oni5as
    Para two da toilette, nlo hi oada maU a desa- a ^ 8 0 covado._Na^rua do Qneimado n. 43,
    jar; nlo contendo oleo nem tinfara, mo twm .tofroule da pracmha to,fadependencia. '
    manctiu mesmo o mais alvo lenco de cfcsJbma; B- pEUWNCHA lull '
    perdura no cabello. lbe dA um Justw UixtKiofia,- Jjiaaiag japonew, paflr^es ,0|to mo
    e ui. perfume .mto agfada*a?r a 260 rS. o covado ib M loja de Guerra
    Es rafonnar -a -cor da barba, & necasaarid nandes : dao-se i.'BWtrag _____
    mais tempo de que com 0 cabello, porem se pode *~ l\mat\ie\
    appiessax o, effejtp, er^endo a ba#l da noite !
    iMuwasm
    Or. **f3.*XS**X)An Lowell, Mas*,
    ***** TTntoio.,
    pa.ha, miAmnsxm-JS
    Vende-se na rna da Madre de Deos n. 32, ,
    1 naenor prefo nossival -o verdadeiro cimento Por-
    , Hand, vindo pelo nlumo vapor uiglez, de carga.
    i ml Vende-se a armacao da casa sita a rna Mar-
    "'vJJjM p. 83, propria para a.uem se quiier es-
    ' tabelerer *** ^^ '^'l'"?i^ P0'3 H'0 tem 8ene-
    rua : a tratar na mesial
    (Ddasai
    a.iwWf-
    sendo for mas UBS maM modiStes 'ho|e
    das: Ti'mbera se eoncerlao>iCpapeoarf
    qnalidades, para homens, garaniindo-se
    Tid"mesm6' elfabBlecimenlo tem nm lindo sor-
    timento de chapeoB A paihB, dos m*i raodertW*,
    erifeitadoscoriiTnrJtefoiloiepelosBreco! de I6i.
    X, Chapeos de seda. e de vellndo, f >rmas modernas
    para 10* e l2j.
    Para luto.Cbapios para senhoras a 10* e 12*
    e para meninas a 8*.
    !,Panno de algodao da BahS.
    Vo,-' de tolas as qualidades Jo5o Rodrigues de
    FaS!^ia::*l^h'
    Da Bah a e do Rio vende'J0S0 Rou*T1'll ^e Fa"
    a, a raa do Amorim n. 33.
    30 a vara.
    NDE S0&TIMF.NTO DE ROLPA FEITA
    KACIONAL.
    Vende-se pallets dep.anno preto, a5#, 75J,
    ..Vende-se pahtots de alpaca preta, a 3-r,
    3500 e 4?000.
    Vende-se calces pretas de panno, a 4$,
    6,9,. 7$ e 8000.
    Veride-se colletes pretos, a 3rj, 3-^500 e
    $m
    Vende-se ceroulas, a l^i, 18500, 2* e
    3)3000.
    Vende-se camisas brancas, a 2$, 2^500,
    3$ e 4^000.
    Vende-se cemisas de chitas, a 13T40O, 2$
    e 3i5O0O.
    CHITAS PRETAS A 320 RS.
    Vende-se chitas pretas finas, a 320 e 360
    rs. 0 covado.
    LAZINHA A 200 RS.
    Vende-se lazinhas para v 320, 400 e 500 rs. 0 covado. No Bazar
    Nacional. rua da Imperatnz n. 72, de Men-
    des Guimar3es & Irmaos.
    A' run de <3fcT* l
    Oa proprietarios da Rredilectt, no
    lonservar 0 bom cooceito que twm nterts
    respeitavel publico, disUnfuiiulo o sea esiMt
    mento dos mais qne negociam no mesmo genet
    veem scientifiear aos sens bons frrgueies qne p
    venimn aossdas'Vlorrespond'nM's nas diversaapai
    {at d'Europa para Ibes enviarem por tndos o pa-
    qnetes os objectos de luxo e bom gosto, qoe w
    jam mais bem aceitos pelas sociedades elif setes
    daqnelles paiies, visto aproximr.r se 0 temro
    feeu, em qae 0 hello sexo destt linda veett
    mais ostenta a riqneia de snas toilleltes ; e co-
    mo Ja recebessem pele paqucte fraocer. diver^o
    artigos da ultima modi, veem patentear alguSS
    d'entre elles que se tornam mais reroromeDdaveis,
    esperando do respeitavel pnblico a costumada
    concurreuciav
    Aderecos de tartaruga os mais lindos qne iMm
    vindo ao mercado.
    Albuns com ricas capas de madreperola e 4e
    velludo, sendo diversos umanbos c baratos pre-
    os
    Aderecos completes de borrarha pr pri. pan
    4blo, tynhg'n se vendem meios j'lerecos nraMo bo-
    nitos.
    Boloes de ^etim preto e oe cores para ornv.i at
    vestidos de secbora ; ttmbem tern para MM
    palitot.
    Bolsas para senhoras, exi>te nm bello .n!m#n-
    to de seda, de palha, de chagriro. etc, etr, por
    barato preco'.
    Bonecas de todos os tamanhos, tanto C',
    como de ce>a, de borracha e de mass* ; chama-
    mos a attenjao das Exmas. Sras. para ete anigo,
    pois as vezes tornam-se as crian<;x um pooro md-
    pertinentes por falta de nm obiecto qae a ta-
    tretenham.
    Camisas de linho lisas e com peitoa bnrdaao?
    para nomem, vendem-se por preco eomnvtdo.
    Ceroulae de linho e de algodao, de diversos {re-
    cos. ...
    Caixinhas com musiea, 0 qne ba de mais linoo,
    com aisticos nas tampas e proprios para preda-
    tes.
    Coques 03 mais modernos e de diversos fonca-
    tos.
    Chapeos para senhora. Recelur;im am torhw;.~
    da ultima moda, tanto para senhora, como jara
    meninas.
    Capellas simples e com veo para m-ivas.
    Calcas bordadas para meniua-.
    Entremelos estampados e bordados, de .-1 *
    desenhos.
    Ejcovas electricas para denies, tem a pNfW -
    dade de evitar a carie dos denies.
    Franjas de seda pretas e de c"res, exi:;e oa
    grande sortimento de divercas larguras e barto
    preco.
    Fitas de sarja, de gorgurao, dc setim e oV; c1 %
    malote, de diversas larguras e b^uitas core?.
    Fachas de gorgurao muiU) Iindas.
    Fibres' artificiaes. A Predileeta prton wm n-
    servar sempre um bello e grande sortimentc ^e--
    tas flo es, nao so para enfeite dns c^b^llos,
    tambem para ornatu do vetiido de uoivas.
    Galoes de algodao, de li e de seda, braneo*. .r-
    tos e de diversas cores.
    Gravatas de seda para honiem e senhora*.
    Lacos de eambrasa e de seda de diversas c.rcs
    para senhora.
    Ligas de seda de cores e brancas bordada- fara
    noiva.
    livros para onvir missa, torn capa de madre-
    Eerola, marfim, 6s 0 e velludo, tudo qne ha da
    nm.
    Pentes de tartaruga e marfiui para alisar 0- .-a-
    bellos ; teem tambem para tirar ra.-pas.
    Port bouquet. I'm bello sortimento do na
    Magnolia
    Na;loja da,Magnolia,a rua Duque de.Caxias a.
    miiidezas finas, assiro como modicidade nos pre-
    i;os, agrado e sinceridade.
    Anneis electrieos
    A Magnolia,' a rua Duque de Caxias n. 45, aca-
    ba dVffelselMT oS'Wrda^elfos' anneis e voltas elec-
    tricas, pvopHos para os nervosos.
    Meips adeFeeos
    A Magnolia, a rna D'uque de Caxias n. 43, re-
    cebeb um eompleto sortimento db; A
    Meios aderecos de tartaruga.
    Mejps aderecos de madreperola.
    Meios a acre cos de'seda bordados, (ultima moda)
    a de muitas Obtras quafidades.
    Bp,tQe^deHa^p
    A Magnolia,^ rua Duque do Caxias.n. 48,. tem
    paj;a vender os ipodMnos .boWes de ajo, proprios;
    para vesiid's. ''
    Golinhas e punhos
    iafi friaiswoderiBas^ue^Ija no me,rcado ; a .ellas:
    Len^os cninezes
    A Magnolia, a.rua Ouque de Caxias n. 45,
    (^eu;umafi?fluen;i qqapfjdade de lencps del
    chinews, com Tinaissimos ae^enhos, fazendau
    ramente nova. '' "; '
    Leques
    Lindos leques de madreperola, de taiiaruga
    marrtm,Aeif>m,er/|e mu^s putras quali^afles;,
    recebcu^.^agpolia, a r^a^qijg^^axiaS nu-
    merp So.
    Attencjao.
    A loja da,M*lMia>a fflf PWfflft, dP Caxias n.
    ^^^AmWiSi^mm^
    Ricos albnns com capa de madreperola, cha-
    gren, madeira, velludo, couro, etc.
    Lindas caixas corrrrfini^sirnas perfuma,ria3.
    Pu'seiras de madreperola.
    Rica9rCaixas para'tjestura.
    Vestuarios mra .haptjaadp.
    Toucas e sapatmhos de setim.
    Modernos chapeos de sol de seda para senhoras.
    lfrn8tt|orfrWugHiS'.f, l niT "
    Gravatinhas de irafludo, etc, etc.
    TtJTtt
    re-
    "I
    de
    te novo e de metal, tambem bonita pintura e de
    diversostamanhos: no Bazar V3V0W,n.!?.
    iMtik'm ^fmm-
    Vende-se os se
    *
    **?>
    e Patrlcto.
    .A tratar com seu9 proprietarios"n'4stf cBaflei
    e paritnformac8es com Joaquhn Pinto de Mei-
    reffai Wto, ria meama cidade de Mamamgnape
    Farelio p,9ryo p
    Milho pequeno
    Da melhor qnalidade no arroaifm de farinba
    de trjgri do Apolft."
    Vendem
    Wilson, Rowe & 0.
    Era seu armazem a ma do Trapiche n. 14, o ;e
    gtiinte :
    Algodao azul americano.
    Fio cle vela.
    Caryao de pedra de todas as qualidade?.
    Tudo muito barato.
    J. 0. C. Doyle.
    Tem para ve i d :
    Cognac de Hennessy, superior e verdadeiro
    Vinho Xeres das melhores qualidades.
    B/Wers de Angostura.
    Whisky.
    Cha preto em lattas de 10 libras.
    Todas as preparacoes chimicas do Dr. Ayer
    armazem da rna do Commercio a 38.
    Vende-se as casas terreas seguintes :
    Ruaj24 do Maio (autr'ora dos Ossos) ns. 2 e 1.
    Rua doJRogpn. 1
    Ru,a dp Padre Floriano n, 35.
    Travessa: da Rombi n. 5.
    Ilecco 'do Padre Lob:.to n. 8 A.
    Becco do caes da Cadeia-nova ns. 3 e 5.
    A,tf,ata,r no Largo do Carmo n. 1._________
    Vend
    estado :
    loja.
    Armaq&o
    "ma armacao de amarello, em bom
    a tratar na rna Prrmeiro de Marco n. JO.
    -Lindas las escocezas.
    varies padroes, e inteiramente modernas, a
    v .rs. p covado : na rua Priroeiro de Marco
    itlga do Crespo n. 13, Iota'das cblumnas,de An-
    io Correia'de Va^concellos.'
    tonio
    esciangeiro.
    Paris n'America, a rna Du-
    que de Caxias n. 59
    elegantes cbiquito?, sapatinhos e bounas para
    criancas, qqetlido vende ppr.precos raoaya,is.
    fc.: renoe se uma lavarna na rua das Carro
    ?aa, osquina da rua de ^. Joao, copi ,bpa casa de
    e bastante- cominodos par? Camilla quern
    nret k^la^Hia se J'mesml '
    ,m rico pianno novp, muito forte
    e de eirSerleritei Vozes'. a tratar na ma do Barao
    de S. Borja n. 29 ; na mesma casa teem para ven-
    dr-M.nmaJjda,nwbiliajde jacarand^, com ppbco
    nao e eniaBjB[fftito:estaidp.__________________
    Lazinhas ehisezas
    a i64) rs. o covado
    \ rna do Qneimado n. 43, confrcnte da
    nba'da Indeperidencia.
    " ApPbveitem que so e barato.
    Lazinhas a chinezacom padroes de furta-cdres,
    nropria para vestidos, pelo dimiauto preco de
    ToO ran o covado, so na loja de Gnerra e Fer-
    nandas
    se amostras._______
    Asunicas verdadeiras
    Blchas hamburggeras mv vem a este mercado
    ua rua /Jkrqu\de ul:ad n.5!
    qn
    perola, martim, osso e donrados p..r barato pre', .
    Perfumarias. Keste artipo e>la a Prednc -ta t-1
    provida, nao so em extractos, con., em oleo* e
    banhas dos melhores cdores, dns miis .:fanu4"
    fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygier;-a.
    Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indispensavm pin
    a fesla.
    Saias bordadas para senhora, por cotEX&d?
    preco.
    Sapatinhos de la e de setim bordados .para lap.
    tisados.
    Tapetes. Recebeu a Predileeta nm bocito sorti-
    mento de diversos tamanhos, unto para aoft co-
    mo para entrada de saias.
    Vestimentas para, baptisado o qne ha de rot w r
    gosto e os mais modornc srocebeu a Pr-dUecU
    de or ar. to preco, para bear ao alcar. :e
    qualquer bolsa.
    Rua do Cabugan. 1
    Economia!!!
    Na rua do Queimado n. 43,
    defronte da pracinha da
    Independeucia.
    Aprwveitcma
    Matins finos de quadros pro. a ??0 rs. c <-
    vado.
    Pecas de cambraia. anjo da meia noite, a ifM
    a pega.
    Granadine de listras, a ultima meda de Pan*, a
    oQO rs. o covado.
    Pecas dc eambraie transparent?, lina, a li-VJi
    a p=ca.
    Ditas bordadas com flores a 34 a peri.
    Brim pardo tino a 480 rs. o covado
    Camisas de cretone, o mais modc-rno co ; <-
    cado, a 3*500.
    Ditas de linho, finas, a 3< e 3J">C0 uma
    Assim como oulr.s fazendas p>-r meno d .ae
    em qnalqoer ouira narte, e dao M aiiH-.iia- <
    pa rna do Qneimado n. 13, loja de Guerra A F nandes.
    Fazendas baratas
    Granadines com palmas de seda, pa.lior- ,. :
    ramente novos, a 500 rs. o covado, chiu- de i .-res
    de diversas qualidades a MO rs. o covad >. tr\n
    pardo para calca a 360 rs. o covado, c.Ui.-.:, .-*
    de linho a 4a a duzia, lencos de cassa, nequ-.-s,
    a 900 rs. a. duzia, lazinhas de cores, patlro to
    lindos, e outras muitas fazendas barata*
    amostras .na rua Duque de < axias n ii. a 4*
    esqnina do becco do Peixe Frito.
    Baratissimo.
    Vende-se las escocezas de mui hadis"p:id:~t,
    pelo diminuto preco de 880 rs. o covado, r*tida
    que se vendeu por uOO rs.: na rua do Crespo a.
    25 A, loja da esquina. Dio-se amostras.
    Cerveja Xoruga
    de marca kL, vende se a dinheiro mais bar :
    que em outra parte : no armazem da rna do Qj
    mereio n.r4.
    Sobrado.
    Vende-se nm bom sobrado em uma das rae'.ho-
    res rnas desta cidade : a tratar na raa do Mar-
    quez do Herval n. 39, taverna, ou na rua da .m-
    peratiz n. 10, tavernt.
    Apolices.
    Vetidem-se quatroapolires da ilivula pro-
    vincial ; quern pretender comprar annuncie
    soa morada, para ser pr. >curado.
    Venda de sitio.
    Vende-.se o sitio da Mangabeira, ao priaciyie
    da estrada do Arraial, com boa caia de pedra
    cal, cm cemmodos para araade Umila, por Mr
    9, quartos Ires saias, e I gabinete, e uma ontra
    ca;a dentro do mesmo sitio, com nma boa sala e
    dpfTsqSaftosfcochara jitA^, nma casa da ta-
    nhos3pocosde*oaa|a da beber, eon soaa
    aempalentts dwrntes; e*te .sitio se tonta recoan-
    mendavel p e esta bem arborisado de Trncteiras de todi qnali-
    dade, neste g*nero e o mais bem plantado do Ar-
    raial : os pretendentes podem ir va-lo para xa-
    nuoa-lo e tratar no memo con sen pmapi
    tario a qnalqaer bora do dia.________________
    VENDE-SE
    nm twreno com nma cau de uipa aa .*** d*
    Kspinheiro, por preco cqmmodo : qoesa pretea-
    der diri'a-'sei loja de chipdoe da r?a depei'leucla a ,7 <\u*. r.'.-hara com \wm iraur.
    JtL



    8'

    mammw**j*i***mWkW0m

    >
    1>Wk> de Pernambuco Sexta feirt 20 de Mar^o de 1874
    YABIEDADE
    Se
    melio,
    raistu
    economia e uma grande virtude, a
    humanidade possue na pessoa do Sr. Domin-
    gos Palmcira o homem mais virtuoso, que
    imaginar-se pode.
    Agarrado, como elle f... Mais agarra-
    do a seus interesses, que as raizes dos fa-
    mosos cedros is terras do monte Libano.
    Pensara que u5o era amavel?... Oh
    se o era I Sompre que se tratasse de pago-
    dear em casa alheia, & custa alheia, podiam
    eontar com seu ?aIhofeiro, gastrenomico e
    filante coocurso.
    Sr. Domingos, n3o offereco
    porque Ulvez lhe faca mal tanta
    jrada,
    -.r-2U?I.^no.L:- Seh caldeiro de
    feuio ooteiuo, a^Z\ 1 iSuuo hesle ifleii es-
    tomago 1... 0 diabo a quatro nio brinca
    dentro delle, quo bem sabe os geitinbos de
    reduzi-lo A expressao mais simples I...
    Era sua casa, porem, passava comodes-
    presivel trabalhador de enxada. Todos os
    dias a sopeira de feijao, atravessa de earn i
    secca, o balaio 1e grossa farinha formavara
    O >nntar de sua amarella fam l'a.
    l)izem J.s Te'bas que ba males q le trazem
    bem, e tal*acombJ.HU (Pdo menos --o filbo
    mais velbo de Domingr>s, o travesso Ar-
    thur.
    Tocava este ao oitavo anno de sua amar-
    gurada infancii ; r:s vizinhos chamavam-no
    armazem de tapas ; ia inteiramente creado
    d lei da natureza, trazia no rosto desagrada-
    vel pallidez, que eloquentemento denoncia-
    va chronica eufermidade, quando urn feliz
    aeontecimento veto abrir-lbe uma vida me-
    Ihor
    Estando uma tardc no portaode sua cha-
    cara, o Sr. Domingos Palmeira avistou ao
    ionge urn homem que viuba passeiando va-
    garosamente. Pouco depois percebeu que
    0 mesmo a e'le se dirigia.
    Pode fazer-me o favor de mandar-mo
    trazar um pouco d'agua ?...
    Agua simpres ?... perguntou o Sr.
    Doavngos, temenio que o bo^pede nSo lhe
    pedisse com assucar ou com algum espi-
    rito.
    Agua simples.
    Para que n3o bebe com assucar ?
    Obrigado, quero agua simples...
    Para |ue nao to ma um caliz de vinbo,
    de licdrou... de laranginha?
    Obrigado, quero agua simples...
    Fne,a-se a sui vontade. Sente-se um
    pouco, emquanto chamo o Tiburcio... Oh
    Tiburcio, traz agua, agua bem fresca, da
    que estd em minha monnga predilecta ; ve
    que seja muitofresca !...
    Esta declamacao allectada nao deixou de
    irapressionar o Sr. Gustavo :
    .' que sera duvida conhece-nie, pen-
    sava est".
    Domingos. porem, ndo o conhecia ; re-
    parou para os enorm 's botoes de brilhante,
    que o hospede trazia no dedoo no peito da
    camisa, assim pensanio intimamente :
    Este sugeito, ha de ser rico : percebia
    que s6 queria agua simples e offereci-lhe
    como bei de offerecer-Ihe, tudo que com
    certeza nSo se resolva a aci?itar.
    Apenas o Sr. Gust.vo acabou de virar o
    copo, ouvio esta pergunta :
    Soube-lhe T estava a seu gosto 'I
    E' magnifica !
    Se quer mais, manda-se vir.
    Estou satisfeito...
    Ou melhor... coma uns docinbos
    mimosos, que a minha dona com suaspro-
    prias maos hoje fez e depois... torne a bo-
    Ler outro copo.
    Nao fa hard occasiao. A comida ainda
    nao me sabe ; depois que perdi meu pe-
    queno, perdi o appetite...
    Perdeu o seu pequeno... pobre an-
    ginho !.. Deus o tenha em sua sauta
    gloria. Console se, meu amigo ; as vezes
    e em bem que tal nos acontece. Se o se-
    nhor. ..
    Gustavo um seu criado...
    Se o Sr. Gustavo tivesse o bataihao
    de travessos que eu tenho, nao se havia de
    incommodar tanto I
    Era um casal : morreu-me o mais
    velbo... ficou-me somente a morgadinha.
    Nao lhe dou nove mezes para que a
    vaga se preencha.
    Falla assim porque nao sabe de meus
    desgostos. Ha tres annos que falleceu mi-
    nha mulher, um verdadeiro anjo, que
    neste mundo encontrei.
    Pobre senhora !... veio buscar o
    adorado filhinho 1... Resigne-se, pois
    ainda deixou-lhe a menina.
    Nao ha consolacao possivel. E dizem
    ainda que sou feliz, s6 porque tenho escrip-
    to algumas obras applaudidas, s6 porque
    disponbo de alguus vintens, so porque exer-
    50 certa influencia na elevada sociedade 1
    Falta-me 0 que lhe sobra e vice-versa.
    Tenho muitos filhos e custo a vesti-los...
    V. Exc. tem com que sustentar tres ou qua-
    tro tamilias e a sua lhe vai desapparecendo.
    Uue idade tiuha 0 seu anginho ?
    tos.
    ... -------------1
    Seta annos f f Doos annos depots ji 0 maoino aatava
    " ">bi Biimo de Deu morreu em outro, estava corado e bem nutrido, lia e
    rladecritica... iuagino settf padeciraen- escrevia com desembaraco, mostrava ax-
    m'--, traordinaria viveza, quando 0 padrinho pre-
    Nio, nao pdde imaginar ( ckou fazer uma *>ag*m < Eoropa.
    A dor profunda qoe escravisara a aloaa Compadre, aproveite a occasiao, dei-
    de Gustavo, a sincera saudade pelo seu pri- xe Ievar Arthur comigo.
    mogenito, a tristeza da urde que anoitecia, > -* saudades, compadre T
    tudo se combiuava para que um homem ^s saudades T... quem as vai soffrer
    ta j penetrante como etle 11S0 atinasse com soa euf quando voltar.
    0 comico papel que representava 0 egoista CoKio assim ?
    e apertado Domingos. ''- Pr-teudo deixa-lo em um collegio in-
    Sente-se V. Exc. e converse em outro ati que tenha 14 annos, para depois
    assumpo; procuredistrahir-se... Diga-me passa-Io para m collegio allemSo ; ahi, na
    ja" fji alguma vez, ao Corcovaio ? Allemanha, 0 pequeno ha de eonclair os
    Nao, nao me procure distrahi*, por preparatorios e estudar medicina.
    queoa e 1 Se realmente tolera-me esta ex- Ai compadre, se fosse seu filbo, voc6
    d1o?So de sentimanto, nSo me contrarie. havia de educa-Io a^oi mesmo.
    Bern set 0 que fxjo, quando, a titulo de pis-, -oif muito jostoe me esforgo em qae-
    seto, venho por eites lugares mais socega- rer para os ontros o mesmo que para mim.
    dos lembrar-me do meu desgosto I E' ca- Sabe voce qotm eu deixo tambem 09 In-
    paz de fazer-me um favor ? [ gtaterra ?
    Estando em minhas mios, 0 que nio | Qual^uer pessoa que nao seja sua qure-
    farei, eicellentissimo ? J rida Virginia...
    Nao me disse que tinha muitos filhos? Engana-se. Nlo levo- 0 meu cariaho
    Chame-os, maude-os brincar aqui na cha- de pai, a ponto deprejudicar meus filhos.
    ca.a. !Quem se babttua i generasidade, difficilmen-
    Oh
    0 que me diz ? f. Vai deiiar a Vir-
    S
    veubam ci pira onde tslou. Sabe V. Exc.
    0 que fazem elles agora mesmo ?
    Hlo deestar correndo...
    Nao, senhor. Estao presos, porque
    estragaram-me um canteiro t
    Gustavo devorou a indignagao, mas no
    intimo da alma discorria assim :
    Prender a infelizes anginhos que ama-
    uha talvez sejam presos da morte?... 0
    taomem ba de ser sempre a mesma agigan-
    soda criaiK.-a, para nfio dizer um perver-
    b uspecial 1
    Uma gritaria infantil ouvio-se por aquel-
    les ares, espalbaodo a mais celeste e ingenua
    aiegria.
    Venham ca", exclamou 0 Sr. Domin-
    gos. Venham fallar com este senhor, que
    os raandou soltar.
    Todos os pecurrucho* se aproximaram,
    todos, menos Arthur, que nesse dia]comple-
    tava 8 annos.
    0 que e" do outro que falta ?,. .
    Quem? perguntou Sophia... quem;
    0 armazem de tapas ?
    Um puchS) de orelhas, acompanhado da
    franzimento de rosto, foi agua na fervura.
    Sophia, conhecendo 0 pai, tinna 5 annos,
    mas calou se, nem de leve chorou.
    Que btuto, pensava comsigo 0 Sr.
    Gustavo. E' a homens como este que Deus
    concede filhos, filhos que n3o morrem 1
    Passem ji todos para dentro Tibur-
    cio traze ca" 0 Arthur. Excellentissimo,
    vou mostrar-lhe um pequeno que 6 os meus
    peccados ; tanto tem de doente, quanto^de
    diabrete... Aqui esta" elle.
    Gustavo sentio uma aiegria inexplicavel
    ao cravar os olhos sob-e 0 menino. Era 0
    fiel retrato de seu querido Julio. Um ra-
    pido pensamento apoderou-se delle e para
    realisa lo precisava esconder a desusada
    sorpreza, 0 seu reservado projecto.
    omo esta* pallida esta crian^a I disse
    Gustavo com certa physionomia de indiffe-
    renQa.
    Sao lhe disse que era muito adoen-
    tado?
    Pois se quizer, aproveile a occa-
    siao.
    De que ?
    De restabelece-lo.
    - Como ?
    Deixando-o ir comigo.
    NSo e possivel.
    Qual u motivo ? -
    V. Exc. bem sabe que afinal de con-
    tas sou pai e me perdoara" que...
    Dou-lhe toda a razae. Fagamos
    tro aju'ste. 0 menino ja" chrismou-se ?
    Ainda niio.
    Quer aceitar-me para padrinho ?
    V. Exc. diga-me ao certo quem e e
    depois poder-lhe-hei responder.
    Gustavo contou-lhe em breves, mas defi-
    nitivas palavras, tola a sua vida. Ao ter-
    minar accrescentou :
    Dou-lhe uma semana para indagar da
    verdade do que lhe digo.
    V. Exc. desculpar-me-ha se de leve
    0 offendi e, se permitte, ja 0 vou chamando
    compadre.
    Esta" dito e araanha, compadre, het
    de apparecer mais codo para conversarmos.
    Gustavo assentou Arthur em seu collo,
    deu-lhe muitos beijos, deixou que lagri-
    mas de contentamento rolassem pelas faces,
    tirou do bolso um reloginho e uma corren-
    te, que eram do innocente finado :
    Toma para voce, meu filbo. Nfio se
    esqueca de seu padrinho, que lhe hade que-
    rer muito bem. Compadre, desculpe a im-
    pertinencia de um homem amargura-
    do ; nao toque mais neste pequeno. Adeus.
    Assim como ha casa nentos que se arran-
    jam emquanto 0 diabo esfrega um olho,
    assim tambem Gustavo procedeu de modo
    que insensivelmentc se foi apoderando do
    travesso filho do economico Domingos.
    ginia em um collegio inglez ?
    Ate* poder passa-ls para um oatro em
    Paris.
    Faga o que entender. 0 compadre 6
    meu protector, o protector de Arthur, nio
    quero depois...
    Ter assumpto de arrependimento. f az
    muito hem, venba de 14 esse abraco.
    LUCnSCIA SOUIA
    MEMORIAS DE SATAN&Z .
    POR
    n. Manoel Feroandei y Gonialea
    QLINTA PARTE
    LEONOR
    [Continuar,ao do n. 63. )
    II
    F.M QCB SE EXPLICA COMO MICUELOTTO CHE-
    GOU A PARIS E SE ESEABEL.ECEU AHI COM A
    SI'A FAMILIA.
    Uma noite do mez do dezembrode 1512,
    tiitrou no pateo da hospedaria do rei Artus
    de Btetanha, proximo do grande Chatelel,
    uma ospecie de caverna singular.
    Compuoha-se esta de quatro pessoasde
    aspeeto distincto, montadas em differentes
    generos de cavalgaduras.
    Duas d'ellas, quo eram mulheres, em
    bucadas em grandes mantas com 0 compe-
    tente capuz, montavam uns robustos caval-
    los de Auvernia ; um homem de trinta an-
    nos pouco mais ou menos, embucado tam-
    bem Duma grande capa, montava um ca-
    vallo coja raga so nio podia determinar, e
    iinalmente, um quarto personagem era um
    alentado homem de armas, armado de
    tonto em bram-o, sobre um colossal caval-
    lo normando.
    Estes quatro personagens eram Tonetta
    e Marietta, 0 marido d'esta e 0 tremendo
    Michelotto.
    ou-
    um
    Arthur possuia um coragao de ouro>?
    aconteceu-lhe, poreni, o mesmo que ao he-
    roe dos saheadores.
    Faltavam-llw apeoas dous exames para
    doutorar-se peia omversidade de> Vienna,
    quando uma vez, em eompanhis de eolle-
    gas, insensivel e irreflectidamenta- bebeu
    uma forte misturada, que de proposito- estes
    lhe offereceram.
    E'preciso, diziam elles, 6 precise-aco*-
    tumar este cerebro tao fraco, este mariota tao
    timido, que nunca nos acornpanha nem-que
    facamos um brinde a* arte-grega.
    Custou muito caro 0 fanesto gracejo.
    T80 depressa os collegaa viram que Ar-
    thur estava um pouco toldado, comecaram'
    de debica-lo brutal e eocemigadamente.
    0 pobre mono nao se havia totalmeote
    esquecido de seus brios e, em um assomo
    frenetico, levantoo de uma faca, iavestie*
    para 0 que mais eruelmente- 0 atormentava,
    ferio-o em varias partes do eorpo.
    A Providcncia Divina 0 protegeu nesse
    temporal da razao. Os fenmentos foram
    leves, mas ainda assim irrharam contra o
    desesp:rado joven 0 pai do collega, que exi-
    gio sua immediate prisio.
    Arthur, que babitualmente correspondia-
    se com 0 seu protector, que se esforcava
    por fazer-se digno da generosidade com que
    este sempre 0 agasalbou ; que sabia que a
    pai estava muito rico e que os irmaos nio
    careciam delle, achou-se a seus proprios
    olhos um reo sem possivel defeza. Apenas
    restituido i liber-lade, desappareceu da Al-
    lemanha, nunca mais escreveu a nin-
    guem.
    Soube quo V. Exc. efaama-se Virginia,
    rivardade?
    ~r.
    Filha do Sr. Gustavo ?
    Sin !... porque empallideceT
    Par nada. Quando retirar-se dar-
    Ihe-hei um li vro escripto por minha mlo. E'
    a historia de minha vida. Depois que dou-
    me a felicidade de saudar-ine, de dizer-me,
    goodnight, escreri mais algumas paginas.
    Leia esse livro muito em segrodo e tenha
    pena de mim, quando bouver de responder
    ao pedido que lhe faco.
    No dia seguinte Virginia mandaya charaar
    0 supposto Whit, 0 seu adorado Arthur;
    nao poderia haver resposta mais expressiva
    que o atirar-se nos^brd^os de quem a pedia
    1 casament).
    Meu pai date por estes dias cbegar
    do Ri) Grande. Que prazer para elle, que
    feliciddde para mim, que sem ter-me casa-
    do, considerava-me... vtova I
    [Diario do Rio de Janeiro.)
    mTERATURA.

    do manto a filha
    ; Marietta 0 filho
    Voltando ao Rio de Janeiro com o nome
    supposto de Jorge Whit, aproveitou-se de
    saber 0 inglez a funio, de falla-lo Uo bem
    quanto 0 francez e 0 allcmao, estudou es-
    cnpturacao mercantil, empregou-se em uma
    casa ingleza,
    0 ordenado nao era grande, mas cbega-
    va -lhe para pagar uma pequena casa em um
    dos arrabaldes desta capital.
    A musica e* um alimento precioso para as
    almas que soffrem, pensava elle; foi assim
    que entrou p ra socio da Pihlarmonica Flu-
    minense.
    Frequentando as reunioes musicaes desta
    escolhida sociedade, notou a presenca de
    uma senhora, que sempre tao tnste, qjanto
    formosa, procureva distrahir algum pesar
    profundo.
    Fosse que os tristes sentem se movidos de
    sympathia reciproca, fosse que Jorge Whit
    nSo tirasse os olhos de sobre esse anjo en-
    cantador, 0 facto e* que tempos depois ara-
    bos amavam-se sem que ambos houvessem
    proferido palavra.
    Uma noite entra*a no salao a vaporosa
    deidade ; Whit animou-se a estender-lhe 0
    bra 90.
    Good night, disse-lhe ella com expres-
    siva ternura, cerrando-lhe fortemente a
    mao.
    P.rque saudou-o em inglez? E' que afi-
    nal 0 amava e ja" se tinha dado ao tra-
    balho de procurar saber quem era aquelle
    homem iristonho, sympathico, attencio-
    M.
    Dizem que 0 polo tem noites estiradissi-
    mas. A alma de Whit era um verdadeiro
    polo, que felizmente comecava de clarear.
    Nao me lembro em que concerto foi, mas
    houve um em que Whit sentou-se junto,
    bem junto de seus amores.
    ;f\ iii^rueG-ao publics en Inajla*
    terra.
    TOR C. HIPPEAff.
    Prologo.
    CAPITULO I.
    INSTRBCQ-AO PRIMARIA-.
    Ill
    (Coatinuacao)
    Achaittos itrteresaantes pormenores- sobre
    questau' que suscna na InglaterFa a nova
    erganisa^do das eseolas publicas, em um
    discurso receotemente pronunciado- por M.
    Lowe, chaoceller do- thesouro, na- escola
    operaria de Halifax. epois de haversido
    similes professor ensieando na universiaade
    db Osford, M; Lowe, conbeoendo porexpe-
    riencia os numerosos abusos que alii seper-
    pcetavani, a despesto dtes-esforcos das mais
    honrailas pesaoas, concerreu com a sua in
    ttB igencia para a fundaeab da Universidhde
    de Lorulres que-, como o fa rei ver quando
    falfer das escotia superiores-na Inglaterra,
    introduzio por seus- programiaas e exames
    ncaareis melhoramentos i>o-eiino pub'.ieo,
    o sa&o cbancelier assignal* sen a tteujoes
    os inconvenientes que resultam de um rso-
    nopolk) exercido-at^ 0 present? pelas igrejas
    anglieanas e dissidenles sobre a educac^o
    popular. 0 governo, a sea- ver, comnaet-
    teu grande falta,. a-nimando duranto vinte e
    cinco aonos as esaolas sectaries. Membro
    ida coramissao de edueacao, nunca cessou
    de ataea-ia, em natae da liberdade de coos'
    ciencia^
    No perlaraento se-encontron fraco concur-
    so. De aceordo corn-lord Grauville, quizera-,
    ao menos. fazer quaso-se pagas-se com di-
    nheirodoostado nas-escola, sec-tarias, a iae-
    truQao secular e nao a religiosa. Este systerna
    ten Jia d secularisajoo do eniiuw. Elle por-
    tanto propunha-se a introduzir M legisleao
    um artigo que orgaeisarii uma inspee^ao
    sem caraoter algum:religioso>. mas nao p6-
    de fazer que aceitassem as suas proposi-
    cdes.
    Mas, reivindicando sempre os direitos-do
    estado e pioclamando 0 seu-deverde velar
    o^ue os meninos sejam instruidos, pelo mes-
    mo titulo que e de seu dever estalx,'-ecer
    uma policia 0 defender a ordem social ;
    reclamaado sempre uma iustruc^ao nacio-
    nal e leiga-dada pelo estado e sem mtstura
    e easino-seotario, sem inspeocao clerical, M.
    Lowe nao-tardou de pedir a. suppressio de
    escolas actualmente existeates, nem mesmo
    de tirar-lhes 0 concurso do estado. Ellas
    recebam dous milhdes de- meninos ^ e-pre-
    ciso deixar-lh'os,. para nao prejudicar a
    instruccao popular. Fiea, porem, ao me-
    nos igual numero de meninos que n3o v3o
    & escola;. esses sdo que o. estabelecimsntos do
    estado devem procurar conquistap, em vz
    de arredar os outros das escolas que fso-
    quentem. 0 eampo 6 assaz vasto, diz eHe;
    e havera" lugar para todos.
    M. Lowe e seus amigos julgam inteira-
    tnento iusign-ficantes os resuJtados conss-
    guidos pelo ensiuo popular, limitado a fa-
    zer os meniaos aprenderem a ler, escrever
    e eontar, sem fazer-lhes conhecer os raeios.
    de se servirem utilmente desses tres instru-
    ments essenciaes do saber. A leiturak
    com effotto, nao devia ser 0 fim da instruc-
    cao do povo, mas sim 0. meio de 0 condu-
    zir a instrair-se por si mesmo. Longe de
    marcar limites a essa instruccao, do receiar
    que della resulte a chimera da desloea^ao e
    seus perigos imaginarios, cumprira abrir de
    par em par as portas do saber aos ignoran-
    tes de hoje Quando se bouver desenvol-
    vido nelles 0 gosto pela instruccao, faltara
    ainda fornecer-lhes bons livros, verdadeira-
    mente instructivos. E' 0 que fazem em
    Franca as sociedadss fundadas com 0 fim
    de crear bibliothecas populates.
    M. Lowe cita entre os livros que seria
    necessario p6r nas m3os de todas as pes-
    soas a quem se houvesse iospirado nas es-
    colas primarias 0 amor da leitura e 0 dese-
    jo de instruir-se quatro bbras, que elle
    pde acima de tudo pela sui utilldade pra-
    tica e clarza : 1*, 0 Educador de Castell 1
    0 homem quo leu 0 co.npreheodau esta obra
    sabe mais, diz elle, do que muitos ttoUar
    ou alvogados; 2*, os commentaries de
    Blackstone sobre a constituicAo ingleza ; 3*,
    a Riquexa dot N*fde, por Adam Smith'
    obra muito util para ensinar a conhecer 0
    tempo presente ; 4* ; a physica de Arnolt.
    Tonetta levava debaixo
    de Lucrecia e de Arioste
    de Genebra e de Ariosto.
    Michelotto apeiou-se, entregou 0 cavallo
    a um dos mocos da hospedaria e ajudou a
    apeiar sua mulher em quanto Giuseppe fa-
    zia 0 mesmo a Marietta
    Michelotto pedio com voz imperativa
    dous boos quartos, e, quando se vio ins-
    tallado no seu, chamou 0 estalajadeiro, que
    se apresentou com modo servical, mas que
    recuou vendo diante Jde si uma estatua de
    ferro.
    Michelotto nao levanta'a a viseira.
    Sentada n'uma cadeira estava uma mu-
    lher, com uma crian$a nos bracos, e com
    0 rosto coberto por uma mascara.
    De que se espanta ? disse Michelotto
    com voz breve esecca.
    Eu nfio me esparto, respondeu 0 es-
    talajadeiro. Paris e uma grande cidade, e
    veem-se n'ella todos os dias cousas mui
    rar^s. .
    Mas que ve aqui de raro ? insistio
    Michelotto com inflexSoaraeacadora.
    Nao se zangue, meu senhor, nSo ha
    nada mais natural ; vejo-o corapletamente
    armado como se entrasse n'um castello,
    vejo esta senhora que conserva a mascara
    no rosto, vejo...
    E que lhe iraporta isso se lhe pagam
    bem e em boa moeda ? Ahi tem a amos-
    tra..
    E deu ao estalajadeiro quatro escndos de
    ouro.
    Muito bam, di:se este guar.laodo o
    dinheiro ; por o?t>^ lado nao ha difficulda-
    de alguma ; porem, 0 eavalheiro ignora
    certamente qti 0 grSn le [' '>to da ri-lade
    de Paris, 6* muito rispido no que diz respeito
    ao nosso modo de vida. N'uma hospedaria
    nao pode haver pessoas desconhecidas, quer
    dizer, encobertas, segundo rezam as orde-
    naocas.
    Nem mesmo quando tenham feito vo-
    to ou soffram penitencia imposta pelo Santo
    Padre?
    Isso n8o e comigo.
    Bastard um fiador T
    Julgo que sim, se 0 preboste se con-
    tentar com elle.
    E n8o sera sufficiente como fiador 0
    Sr. Jacques de Arnesteville, gentil-homem
    bretao ?
    Se elle e verdadeiramente gentil-ho-
    mem, serd mais que sufficiente.
    Va chamar immediatamente 0 Sr. de
    Arnesteville.
    Quem sera capaz de dar com elle em
    Paris?
    Na capital deve havir alguns usura-
    jrios.
    Oh 1 muitos.
    Pois traga-roe um usurario que esse
    ha de conhecer necessariamente 0 Sr. de
    'Arnesteville
    I 0 estalajadeiro desceu ao quarto e cha-
    mou um mo$o.
    I Vai immediatamente i casa do Sr.
    Elias Japh t e diz-lhe que venha aqui para
    um bom negocio.
    Pouco depois voltou 0 moijo, trazendo
    como que a reboque, um homem alto,
    gordo e veluo, traj ndo uma sotaina parda,
    e um gorro amarello na cabeca.
    Para que negocio sou eu preciso viii-
    nho Pierrot ? perguntou 0 judw. dirigiado-
    se ao est^bj .d.eiro.
    Elle esta convencido de que quanto mais o
    povo conhecer 0 mundo pbysico e 0 mundo
    social, com seu mecanismo e movimentos,
    mais poderos8 sera a nacSo, e segnra em
    sua base.
    Por infelicidade ba bem poucas pessoas
    na Inglaterra, como em Franca, que collo-
    quem nesta altura o ideal da instructive po-
    pular. A sua realis<;ao so se aeha nos
    paizes profundamente penetrados, como os
    Estsdos-L'nidos, da r-Ma dumocratsca.
    IV
    Em quanto o ensino popular, t'l qaal 0
    e..f?ndera os homens emraentes que delle
    seoccupam com Ulo louvavel dedicacdo, nao
    produz os resuttad^s, treta-se primei-
    ro de constituir as escolas que 0 goverao
    se propoe estabelecer e subveneieuar a par
    das qoe pertencem ao ensino Irwe, A igreja-
    estabelecida e as igrejas dissidentes.
    0 parlamento concede subsidios- annuaes
    a todas as escolas elementares qoe consen-
    tem em submett jr-se ao programma-oflicial
    qy presereve como materias de instruccao
    3 tres causes indispensavets; ler, escrever
    e eontar.
    U; fundos votados sSo administrados-pel
    comraissio do- conselho privado fundada era
    18VO, que exige de toda a escola que pede
    para panicipar das subven^oes do estado,
    receba visitadoa iospectores regfos. Quairo
    shellings annuaes sio concedidos por eabaaa,
    e per cada alumno que houver frequentado
    durante 0 aono escolar. isto i; duraote
    quatroeentas hor s pelo menos todas as
    classes-da inaahi e A tarde.
    Os inspectores desempenham com exicti-
    dao as suas visitas;. saa attriboic/ao limita-
    8e a instruccao escolar, porque o inspector
    nao deve intervir na dtrec^ao nem na disci-
    plina de escola.
    Sua missfto eoolhcros factos e dar defies
    conhecimentos ao public pir meia-de rela-
    torios officiaes, Digamos de passagem que
    I viencimento de-oito a nove contov de rieis
    consignados aos inspectores inglezes-faz so-
    bresahir a mesquinhez de qua e coacedido
    os nossos in pec to res dea-ademia e-sobre-
    tulo aos primarios, cujo- papel e a'ils tao
    importante.
    0 professor que quer a subvenc&o- deve
    portanto fazer todos os seus esforcos para
    .ipreseiitar ao inspector aaaior numero de
    alumaos sabendo ler^ escrever a con-
    tar.
    0 mestre das instruccpas subvencioaadas
    deve pois estar munido de um certi&iado
    concedido ap6- uma aprendizagem- muito
    1 ngo,.comet.a.ndo da idade de 13 annos.
    Nessa idade am menino que o director de
    uma aula julga mais inteiligente do cjue os
    seus colleges, pode ser. apresentado ppr elle
    a ura inspector como reunindo as qualida-
    das requisitadas para vina ser apren&z mes-
    tre. (Pupiie teacher*.)
    Cbmp-ehendeu-se que-o meio mais segu-
    ro de ter boos mestres era fund finv escolas. em que elles recebessem uma
    instruccAo especial ; {normale schools trai-
    ning school.) E' iseo que 0 estado e as
    associates para a instruccao primaria,
    p.-ocuram com afinoo fazer.
    0 estado paga -escolas normaes cem
    libras esterlmas para cada professor que el-
    las preparam, aposdous annos defrequeneia
    d escola,. com tanto que elle sejaapprovado
    nos exames exigidos pela commissao, e nos
    feitos nas propnas escolas normaes. 0 pro-
    gramma, da adraissao de aiumnos-mestres
    comprehende a instruccao religjosa (certos
    l.ugaras da Hibl gia), a leitura, recitacao, call-igraphia, arilh-
    metica, pedagogja, grammatica e estylo,
    geographia, historia, os dous. primeiros li-
    vros de Euclides com problemas de exerci-
    cicio, a hygiene e economia soc al, 0 canto-
    e o desenho.
    Os pupils teachers podero, mediante
    uma retribuicao, levar mais longe a ins-
    truccao dada pela escola normal. No de-
    mais gozam elles de uma liberdade quasi
    plena ; segundo esta maxima de Locke :
    Qianto mais cedo tratardes 0 menino
    como homem, mais depressa comecasd elle
    a se-lo.
    A' escola normal do Saint-Marc [Saint
    March's training college) esta anuexada uma
    fazenda rura lmodelo ; os irabalhos agrico-
    las sao repartidos entre osalumnos por urni
    escala ; 0 mais antigo os alumhos por uma
    sob a diroccAo do industrial .^master,
    A's escnlas normaes estao annexadai esco-
    las de meninos. Um dos mais uteis exerci-
    cios dos aiumnos-mestres e a li^ao dada em
    presence de seus companheiros e ao direc-
    tor, a um classe de meninos.
    Acahada a licao, sahem estes e eutao os
    aiumnos-mestres dirigem aquelle que diz a
    Nao lhe posso dizer cousa alguma,
    mas vai ja sabe lo, Sr. Elias.
    E levando-o comsigo, apresentou-o a Mi-
    chelotto. j
    Ojudeu recuou tambem vendo aquella
    especie de phantasma de ferro.
    __Conhece 0 Sr. Jacques de Arnestevil-
    le ? perguntou Michelott ao judeu.
    Ah 1 senhor, traz-lhe alguma heranca,
    algum thesouro;? Nao deixaria isso do lhe
    fazer conta, porque 0 nobre fidalgo vai a
    pique.
    Eu sabia ja que 0 senhor, sendo ju-
    deu e prestamista, devia necessariamente
    conhecer 0 Sr. Jacques de Arnesteville;
    mas, por satanaz, que estd voce ,'escutando
    0 que dizemos eu e este honrado rabino ?
    accrescentou Michelotto, voltando-sa com
    um movimento energico para 0 estalaja-
    deiro.
    Queira perdoar, meu fidalgo, disse
    aquelle, mas eu estava aqui para ver se me
    queria occupar em alguma cousa.
    0 que eu quero 6 que se retire imme-
    diatamente.
    Mestre Pierrot deu-se pressa em sahir fa-
    zendo uma profunda cortezia.
    Feche essa porta, senhor judeu, disse
    Michelotto, e venha ca, para junto da luz,
    p-trqun I hi qu*ro mostrar uma cousa que
    de certo 0 maravilhari.
    Ojudeu iipressou-ie em fechar a porta,
    eraqujnto Michel-'tto se apruximava deuma
    mesa na qual havia uraa lampada de ferro
    com dous grandes lumes,
    0 judeu aproxiraou-se r seu turn0> e
    Michelotto tirando ^ *Q e Vl)lumoso
    cinto de con;tN desr0SPn.0 cnm 0 punhal,
    fazendo apparecer muitos objectos envol-
    tos em seda.
    Michelotto foi collocando aquellos objeo-
    tos sobre a mesa e disse a messer Elias:
    Ha aqui uns vai ires que preciso tro-
    car pelo seu equivalente era bom ouro cu-
    nhauo. E' bastante rico para ficar com
    estas joias ?
    Se 0 nao fdr, tenho amigos que pode-
    raopaga-las, -inda que valham um thesou-
    ro, respondeu o judeu.
    1st) e 0 p tnmonio de uma princeza,
    prosegjio Michelotto coraecando a desem-
    brulhar as joias.
    Rubis, diamantes, esmeraldas e perolas
    foram apparecendo aos olhos assombrados
    dojudeu.
    Santo Deus de Abrahao exclamou
    aq.elle. Quem 6 0 senhor para possuir
    umas taes maravilhas ?
    Vondo-lhe tudo isso, respondeu Mi-
    chelotto.
    0 judeu poz-se a examinar minuoiosa-
    mente cada uma d'aquellas maravilhas.
    Havia collares, braceletes, pingentes, bro-
    ches, tudo admiravel, montado tudo com
    um gesto exquisito.
    A rainha D. Leonor da ia por estas
    joias uma somma consideravel. 0 rei
    Francisco adora sua mulher, e a venda seria
    segura. Que artifice montou estas pedras.,
    eavalheiro ?
    Pelos v'eto inferno^ ', exclamou Miche-
    lotto. fY- jnfonnar-se indirectamenle s-
    .-..is joias sao roubadas 7
    Michelotto pronunciou estas palavras com
    uma inflexao tal, que 0 judeu apressou-se
    em dizer :
    Perdio, cavalheirp,
    licio suas obaarragoas sobra alt. Trava-a
    uma discussia asta licio de critica pada
    gogia [criticism lesson), am dos mais ire-
    quentes axercicios das eaootoi ormaas dos
    Estados-Unidos, produz os aaais salutares
    resultados.
    Por este excellente methodo de recruU-
    mento, a sociedade fica certa de que o io-
    veos professores obedecem a uraa verdadei -
    ra vocagao, e elles estao muito de antemao
    preparados par j as funccoes am cujo exer-
    cicio serao seguidos com intaraasa pela cor-
    poraclo que os formou. Escoaado d di-
    zer que 0 que se exige do professor nio
    e tanto 0 saber como o talaattf de commu-
    nical-o.
    No primeiro piano dos estudos a qua se
    deve applicar 0 futoro professor e a scien -
    cia que lhe ensiaard a tirar 0 melbor pro-
    veito dos seus aluranos, a pedagogic. A
    exemplo dos Estados-Unidos esUbaleceraai-
    se reunioes em que os professores se entre-
    tem, por meio de confereocias frequentes,
    com ui metho lo empregados, com as ma-
    terias de ensino, innova?6> possiveis de lav
    troduzir Bellas
    Os programmas das boas eaeolas prima-
    rias most.-am grande desejo da formar mes-
    tres dotadus de espirrfo de observacao, com
    conhecimentos positivos V acostumados a
    proporcionar suas lufiesi idade eeSspostcdes
    naturaes de seus discipufos.
    Elles teem de occupar-se em inatruil-os,
    sem- duvida, e de despertar a sua kiteRi-
    gencia, porem ainda mais- da morahaal-oa a
    dar a* ssu caracter ten pen forte.
    Os-inglezes compreheodem a educacaa>
    como as americano* que sa lhas adianta-
    ram poio; rneios empregados em dar attra
    tivos a instruccao. adiando o ensino tbeo-
    rico ate o ponto em-que 0 espirite dos-me-
    ninos sora capaz de emprehenlel-o e apro-
    veital-o.
    Fieis as-sabias maxvmas de Locke, entan-
    dem que a-necessario- fallai aos sentidos e-
    desenvolver as faculdadas de percep^io an-
    tes de se dwigirem ao anteadimeoto, saguir
    emSm quanto for possivel as indteac.6es da
    patureza.
    Foi nas escolas luudadas pela asaociacac
    domestica e colonial ( home and" colonial
    society) qua Mile. Elisabeth Mayo fez a
    prhneira applies^ dessaa Hides de consas
    desse ensino peh aspecto,. de que fallai mi-
    nueioa mente quando tratei das escolas doc
    Hstados-Unidos.
    E' sabido qae estas lic,6es de cousaaoccu-
    pam a particular attencio da Mrae. Papes
    Carnantier, essa habil e dedkada professo-
    rageral das sales de asylo, qae, cornmuni -
    cada da direcc&ado pessoji, ja tem connu-
    nicalo 0 espiri'.o desse methalo a grande
    nuauaro de discipulos.
    A.questao da gratuidada occupa muito
    menos os espiritos na Inglaterra do q m em
    Franca, pjr uma razao muito simples : 4
    que alti nao se eocontra operario nem ho-
    mem do campo,.por mais neeessitado qua
    seja, que nao sinta a maior repugn an cia-em
    pedir ao estado ou as sociedades o que die
    censidera como-uma esmoka.
    Todas as escolas recebira portanto dos
    slum nos uma pequana retrtbaiyao, qua e
    alias por toda a-parte bastanta leve.
    Sx*ha eicepc-io nas que sa abrem para
    ce-meninos abaudonados em quasi todos os
    outros paizes, mas que os inglezes, por um
    son time nto de human idade que os uoora.
    nao querera privar do benedicio da eduea-
    cao.
    Sao esses na-verdade que della tea taaioi
    necessidade.
    Quero fallar das esco'as dos esfarrapa-
    dos, ragged sc/ioaJs, dos filhos de ladrdas,
    reos de policia, vagabundos, ciganos, ou
    pelo meus gente sem classe, fora da socie-
    dade, e quasi fora da lei.
    Todos sabemquo na Inglaterra mais de
    400:000 meuinas estao a cargo da carida
    de particular ou da beneftceucia publica.
    Esses desgracados pertencem dquella parte
    da populacao de l.ondres, cuja alyec^ao e
    degradai;ao moral tem siiic-tantas vezes assi-
    gnalalas, populacao que vivenos antros in-
    fectos dos biirros de Saint-Gilles, Wbita-
    Chapel, Brthnal-Green, Spith-Fields, e que
    todos os-a nos fornecemaos tribunaes mais
    de 70:000 accusados. E' uma priaao por *(?
    habitantes. As esUtisticas judiciarias dao
    a conhecer que todos esses criminosos sio
    inteiramente analphabetos ; naa conhecamos
    argumento mais poderoso em favor da ins-
    truccao obrigatoria.
    Algumas vezes cbegam elles embriagados
    aescola.
    Em um desses. estabelecimentos os tret.
    quartos dos alumnos foram reconhecidos
    como ladroes em outro, de ciocoenta me-
    ninoi na occasiao da admissao, dezeseis
    eram ladroes, vinte e sete mendigos. No
    primeiro dia em que 0 alumnos entraram
    n'uma d'essas escolas, esses patifes, de do-
    ze a vinte annos de idade, procuraram bri-
    gar com 0 mestre ; baterara-se e correu sau-
    gue. Alguns dias depois apagaram as la-
    zes e f irtaram tudo que havia na escola ;
    velas, livros, nonets, etc. (Continuar-se-ha)
    nao fo> ^sa
    minha intenciio ; porem, o nome do excel-
    lente artista que montou estas joias mereee
    ser conhecido para eterna honra sua.
    C^mpra-as ou nao ? perguntou Mi-
    chelotto.
    Certamente que sim, se chegarraos a
    uma combinacdo.
    Quaiito da por elias ?
    C -usa nenhuma, porque nio sou rico
    para tanto ; mas encontrarei facilmente
    quem de por elias cem mil libras tornezas.
    Pode-se ir embora, disse Michelotto ;
    estas joias nai foram roubadas, para que aa
    atire assim pel* janella fora.
    Mas, eavalheiro, 0 olTerecimento pode
    ser augmentado.
    Retire-se, e faoilmente encontrarei ou-
    tro judeu que tenha mais alguma conscien-
    cia.
    Cento e vinte mil libras, disse com
    anciedade messer Elias.
    Retire-se, repotio Michelotto crescen-
    do em colera.
    Cento e cincoenta mil, accrescentou
    messer Elias que nao po lia desviar das joias
    os olhos cobicosos,
    Se nao se r;ira, ponbo-o fora, disjo
    Michelotto.
    E esijsodou a mao calcada com 0 guante
    para 0 judeu.
    Ao ver aquellas cinco garras da */?,
    messer Elias recuou assustado e excla-
    mou :
    Duzent-is mil libras tornezas; nio
    sao mais cincoenta mil libras que me fario
    perder essas formosissimisjoias.
    ( Continuar-se-ha. j
    |fYP. DO D'A.RIO. -RT'A OH0'TK HE
    r
    THf
    #.
    4
    ,


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