Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16959


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Full Text
'
ANNO L. NUMERO 64
781
TTO? 9b
f

nr

1
r%flA A CAPITAL E LUG IRES 0\DE N.I SE PAG A POJTCK
Por tres mezes adiantado*................ 6#00O
Por sew ditos idea................... t&OOO-
por urn anno Ideas.......-...........24*000
.Cada numero arulso................. $3^
A FEIRA *9 DE MARCO DE 1874
5
"
PMIA DL\ I BK FOUi DA PBOl LUCIA.
for tres mezes adiantados.
For seis ditos idem .
for nove ditos idem
lor ura anno idem.

.
. .
.....
#750
aopiao
S79000
DIARIO DE PERMMBUCO.
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FAWA ft FILHOS.
i8n.GerardoAiitOBioAlTwd fUhos.no Pri; Gonc*lvea d Pinto, no Maranhao; Joaquim Josd de OMveiradPUho, no Ceari; Antonio de Leruo. Brajja, no Aracatj ; Jolo AUria Julio Chares, no Assd; Antonio Marque, da SUra.noflatal, Jose J
Pereira dMlmeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da franca, na Parahyba ; Antonio Jose Gomes, na Villa da fenha; Be'armino dos Santo. Bulcao, em Santo Antao ; Domingos Jose da Costa Braga, td Haiareth;
Antonio ferreira de Aguiar.era Gojanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar da. AlafAaa; Alves d C, na Bank; e Leite, Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.
uslino
PARTE OtTIGIAl.
Clover no da provincia.
3." seceaoMraisterio dos negocios do imperio.
Riode Janeiro, em 25 de fevereiro de 187i.
lilm. e Exra. Sr. Seodo prejudicial que veaham
para esta cdrte, afun de sercm adraillid ss no res
pectivo lnstituto, meninos surdos-mudos que nao
estejam oas condicoes do art. 21 do regulamento
por que se rege o mesmo lostituto, chamo a atien-
Sia de V. Exc. para a referida disposals; convin-
o, para conhecimento das pessoas a quetn po9sa
iuteressar, que seja publicada nas folhas dessa
provimta.
Na mesma oceasiao V. Exc. i'ara publicar t am
bem o art. it do Jilo regularaento, assim como os
esclareciment os constmtes do Irapresso junto.
Deus guarde a V. Exc J. A. Correi de Olivei-
ra Sr. presidente da provracia de Pernambuco.
Campra-se. Palaeio da presiJencia de Peraam-
buco, 16 de mare0 de 187i. Lucena.
Artigis a que se refer* este acis).
Art. 21. Para ser aimittido no lnstituto e indis-
peosavel : provaridado major de nove annos e
men >s de quatorze, e ser julgads no exame, a que
sa sojeitara, que nao soffre rooiestia coutagiosa
Bern incuravel; qua hi vacciaado e que a surdo-
mudez nao destrnis as faculdades intellectuaes. K--
lo exame sera feito no Instiuto pelo direcior e pe-
lo medico
Art. 42. 0 surdo mudo qua vier das provincias
sera reenviads a custa de quern o tiver remettido
para o Iastituto, si verificar-se que soffre molestia
contagiosa e incurarel, ou que a surdo mudez
destruio nelle as faculdades intellectuaes.
EscUtrecimenlos que devem acompanlt \t os sur-
dos mudos que vierem para o lnstituto.
Como se chama ?
Quando naseeu ?
De quern e filhu ?
Ha parenteseo entrc seus pais ?
Que profissao tern elles ?
De que natureza e oterreno em que habitavam
quando oa-eeu o menino ; e alto, baixo, secco,
pantaQoso, campo ou floresia ".'
Naseeu surdo ?
Falloa, ate que idade ?
Perdeu a aa lie"io e falla depois de algum acci
dente?
Perdeu a sudie.io e a falla depois de alguma
molestia, de que natureza ?
Na fa m ilia ha mais surdos-mudos ?
Alem destas respostas, deve vir attestado de me-
dieo amrmando que o surdo-raudo nao soffre de
moieitia alguma, nem tern defeito physico ou in-
tellectual.
l>SPACHOi DA PaESIDENCIA, DO DIA 17 DE MARCO DE
187i.
Aoionio Lucindo dos Prazeres. Entreguese
nao tiavendo incoaveoieate.
A'.Vjuso Peixoti da Silveira.Concedo sessenla
dias.
Carlos I.uiz de Magalbaes. Dinja-se ao Sr. ge-
neral commandants da* arriMe quo a eootratar um pharmaceulico civil para o hospi-
tal miliur. -.-- ,
Greg>rij Tito da Costa. lnforme o Sr. general
commanlante das armas.
Joaquira Josd de Oliveira De-se.
Joaquim Jose da Costa e Silva.Passe portana
dsiigaandj o 0 baulbao a que fica aggregado o
-uoplicanie, visto ter passado os seis mezes de que
trata o art 45 do decrelo 1,130 de 12 de margo de
!&)3 e ter feito sua apresentacio ao respectivo
i-jiiiraandante superior de Oliada.
Padre Lourengo de Albuquer.|ue Loyolla.De-
terido cjm offlcio desta data a thesouraria de fv
zenda.
Raymmdo Agostinbo.-lnforme o Sr. inspec-
tor do arsenal de mariuba.
Rifiao Manoel da Cruz Coutseiro. Deferido
com offi ao desta data a thesouraria provincial.
Teixeira Xtvier A C. -Aceite se.
Tnereza Marii do Jesus. De-se.
podesjem ser administrados pjr am governo ver-
dadeiramente republicanu, no qua! ate" o presidente
viesse a ser um objeclo de luxo.
t Desgracadameute isto e impossivel e teremos
que n is confonnar com s raonarcnia consiitueio-
ual, qne e a democracia exercida por um homem,
em nome do povo, por meio de um facto entre este
e aquelle.
< Porque ere a RepubUca que a existen.'ia de
uma monarchia na America seja anomalia ?
Se a sua formae io foi a conjequencia hist .ri-
ca de uma invasao napoleouica. a sua existencia
hoje prova o bom senso do povo brasileiro, que
prefere o adiantamento (ranquillo a mar:ha fjre.a-
da de seas vizinhos e de outras republieas mais
longiquas, que djsmoronam em um so dia todo o
fuiuro de um seculo.
A Repubhca mesmi confessa a enfer.nidad s
do syslema de governo de cujo nome ella usa, e
para que os leitores isto apreciem copiaraos o se-
guinte :
(Segue-se um ireeho do artigo A* Republica.)
Nao se node ser mais franco nem mais cxpli-
cito.
A repubhca suicida-se sempre por falta de
patriotisms, isto e, por falta de virtu Jo ou de b ia
fe nos meiiius que a proclamam e certamente
tern razao o autor do artigo em dizer qne os bra-
sileiros devem ter diante dos olhos as dissensdes,
guerras civis e assassinalos que se repetem nas
republicas snl-amencanas, ate o ponto de desespe-
rar ao amigo mais verdadeiro dos povos e fazer-
Ihe perguntarse nao conviria melhor um tyran-
qo a esses paizes, onde o livre suffragio & exercido
com o punhal em uma mao e o rewjlver na ou
tra, e onde a conse juencia dos governos eleito-
raes tern lao pouca transmissao real de poder
como na monarchia hereditaria, com a anica dif-
ferenca em pro desta, que semelbante transmissao
se far sem agiUcao e em favor de um homem
educado para o gaverno, eraquanto que nas repu-
blicas se faz muitas vezes em favor do primeiro
audaz apparecido que effereca mais vantagens ao
seu partido ou que possa gastar mais dinheiro nas
eleicdes, poaco importando que saiba ou nao go-
vern;, r.
t E isto mesmo disse a RepubUca :
(Segue seoutro trecho do artigo.)
EXTERIOR.
Correspoudeucia do Diario
Pcrnambuco.
HI K.NOS-AYRES, 3 DE MARCO DE 1874.
I
dc
Comejaremos erta missiva, e quasi que podemos
dizer que e o fim principal d'ella, fazendo a trans-
cripcio de um arligo editorial do Universal, pe-
riodico de annuncios, que encelou a sua publica-
gao no principio do corrente anno.
0 artigo versa exclusivamente sobre o Brasil, e
' escripto em resposta a alguns que teem sido
publicados na RepubUca desta cidade.
Felizmente no meio da lepra do odio inveterado
e da inveja inexplicavel que reina nos filbos deste
paiz contra o Urasil, encjutra-se ainda um ou ou-
tro espirito sJo, que arrostando a grita geral, nos
sane fazer justica, moeda rarissima aqui para
DOS.
Na imprensa de Buenos-Ayres, de 22 diarios
que existem, apenas a Pampa e os jornaes eslran-
geiros ousam encarar os negocios do Brasil com
alguma impareialidade e rectidao ; os outroscon-
tiauamente nos mordem mais ou menos, meatindo
com desfajamento e injuriando-nos com acri-
moula.
Agora felizmente, vemos com jubilo erguer-*e
uma voz generosa para nos fazer justi;a, delen-
deado nao so a boa fe da nossa politica interna-
cioual uo Rio da Prata, como tambem a sabia c
excellente forma de governo que nos rege -a mo
narchia conslitucional
Em nome do povo brasileiro, cujos senlimentos
tie amor as instituicoes do seu paiz e de amisade
aos pevoi vizinhos sao bastantemente conhecidos,
obrigadj e muito obrigado a illastrada redaccio do
Vnhersal.
Eis o artigo :
. A proposit'j do Brasil.Com esta epigraphe
traz a RepubUca de hontem um artigo com o qua!
nao e3tamos dc accordo em muitas de suas
partes.
Comprehendemo3 que, devotados a monar-
vbia, somos muito fraeos em um paiz repablicano,
rodeados de republicanos e provavlmeate so lidos
por elles.
Nao imports 1
Temos nossas convicgoes e a ellas obeiece-
iuw3, occupando-nos do referido artige no sentido
em Que vausos faze-lo.
A Repub'ica cr6 que as tendencias das socie-
dades :;>I'l'rna- c para a ilemoCraeia e que por-
taato o priuoifui da monareMa ti de desappare-
cer brevemente.
< E' verdade que a sociedade cm geral tends
para a democracia.
a Mas como T
< E' com um governo republicans T
Nao I Muito ao centrario.
Desde o seculo passado se pretende ostsbele-
cv aa Earopa a republica, e ate hoje nada se tern
caoseguldo senio converter a muttissimos repubU-
cano3 de boa fe em realistas acerrimos, pelos ex-
ceuas que em nome da repubica se commetteram,
como o diario a quern refutamos o confessa.
c Pois bem, se a monaichia vein a ser o princi-
pio da unidade que e necessana para a vida das
nacSes, porque haviam os brasileiros de ser tao
nescios para trocar o seu bom sy-lema de go/eruo
por am de divisao, que e a morte ?
t Os brasileiros nao veem longe a trapsformagao
de seu governo no sentido democratico.
< Elles ja visam essa transformacao presente-
mente, mas sempre com a forma de governo que
hoje tern, e que por morte do sabio, respeitavel e
querido moaarcha que actualmente o preside, pas-
sara as maos de outras pessoas qne seguirao os
fiassos qne o progressist! Sr. D. Pedro II tern tri-
hado na terra brasilei.-a.
< E' claro que, quando o estado 6 monarcbieo,
itto 6, quando a vontade do povo 6 ser governado
sop ul forma, se subordina tudo a ella. norque e o
principio da 5iS da n,<. : no n0^onleBi .uuU
se subordina a necessidade de ahmentar-se, por-
que e o principio de sua vida physica :o mesmo
succede a este respeito unto nas republicas como
nas monarchias. ...
< Se e verdade que nas monarchias se micia
tal ou qual guorra com o exterior, que aflnal, por
mais que se diga, teem quasi sempre motivos re-
centes ou antigos que so guardaram para a ocea-
siao, qu ntas guerras civis e fratricidas se miciam
nas republicas com o lim de sustenlar uma candi-
datura para presidente ?
Seria cousa curiosa levantar uma estatistica
e cent .r quauto sangue de irmaos se verle em
cada periodo presidential para suslentar o man-
datario existento c preparar o futuro.
t Seria tambem Cousa curiosa fazer a somina
das liberdades que se g)zam em certas republicas,
e compara-las com as que se desfruclain no im-
perio brasileiro.
Veriamos entio que os paizes republicanos se
nao sao guerreiros externos o sao internos, e que
por uma gnerra com eslranhos que as naccies
monarchists se veem obrigadas a emprehender,
em quanto na) exisu am alto tribunal para deci-
dir as questoes internacionaes, as republicas teem
cera revoluijoes, mil saques e outros tantos assas-
sinalos politicos, para os quaes nao havera nunca
nein altos nem baixos tribunaes.
. Nao e nossa intencao pregar a monarchia.
A raellur predica monarchica e a historia das
republicas
t Comprehendemos, por outro lado, que a pala-
vra republica e mui agradavel prra o ouvido do
homem, como e a paltvra emancipacao ao do jo-
ven imberbe, que embora the faltem tino e foreas,
sobram-lhe aspiiacoes para sacudir o jugo pa-
terno.
Comprehendemos que a America republican^
nao pensa era uma mudanca de governo, por mais
que a maioria dos platinos, cbileaos, peruanose
bolivianos sejam in pectore menos democratas do
que se pederia crer ; pois sendo a republica, fal
lamos da verdadeira republica democratica e nao
da tbeatral, uma forma governamental para ho-
mens todos raoralmenle iguaes, vemos na pratica
que bem ao contrario nao existe igualdale era
nenhuma das republicas do univcrso, e assim nao
se pode dar mais um passo que nao encerre a
conflssao explicita de um erro de mais de meio se-
eule e de uma debilidade moral sem remedio, inhe-
reule aa homem, do qual, querer exigir mais do
que elie pode dar de si, e uma Utopia.
c Haveria tambem tanta difnculdade para en-
coatrar nas republicas sul-americanas, onde os
homens se estragam tanto, am rei do paiz que ins-
pirasse snfflcieute respeito, como tambem haveria
para que um monarcha estrangeiro governasse
com exilo a nacao' que o chamasse ao throno, por
mais amor que elle tivesse a sua patria adop
tiva.
Se porei/i, e uma necessidade absoluta e vital
para a existencia do Brasil esteodor os seus limi-
tes ate o Rio da Prata, (era infaHivelmente de en-
saia-lo, quer seja governed i por u;n imjeralor
quer por um presidente, e eotao taoto cuidado de
ve inspirar o viziaho senli repubhca como seodo
imparip- -
< 0 Brasil tratara de J >raiaar no Rio da Prata e
nas demais republicas Sal Americaaas por meio de
uma preponderant rairal, aquella que pole dar
a intelligencia de seus estadistas, como a Prussia
domina hoje na poKlica europea, e como a Franca
domiqou hontem.
< Neste sentido tuvera sempre luia entre o Rio
da Praia e o Brasil, e desejamos que se hoje triura-
pha Roma, v.n loha seja Alba que leve a nalma di-
plomatica, sem que os dous estados toqaem em
seus limites, sem ama sd incorporacao.
a Porque razao sempre fallar de guerra com
um paiz vizinho, e nio fazer que elle seja um al-
liado sincero, dando-lhe o exemplo da franqueza e
da fraternidade ?
Por que razao ao primeiro symptoms de uma
tormenta falUr de atirar o gabiaete de S. Chris-
tovao pela janella, romper o sceptro e a coroi e
substitui los pela banla e polo buta) republi-
caao.
Paz e fralernidade I
< Este 6 o desej) de um mmarchista; e tanto
para os republicanos c imo para os que professam
a mesma religiio politica que n6i, anhelamis este
raana celeste. t
E-ta felizmente extiacta uesta cidade a terri-
vel epidemia do cholera raorbus, pois desde o dia
27 de fevereiro o.li tern havido miis casos aovos.
0 nuraero total das victimas ainda nio foi pu-
blicado nos jornaes, mas calculanws em 70D ponco
mais ou menos.
Buenos-Ayres voltou ao seu movimento anterior,
lenio-se ja aberto os theatros e outros diverli
mentos publicos, e havendo a municipalidade sus
pendido todas as disposicoes preservativas que
existiam.
Os jornaes d'aqui teem discutido nltimamen-
te uma queslao sascitada entre a empreza do gu
e a municipalidade.
0 facto e pouco mais ou menos o segutnte :
A municipalidade desta cidide deve a empreza
do gaz a qaantia de 320:000 patacdjs, cujo paga-
mento tem sido exigido ha muito tempo, sem re-
sultado, porque a municipaliiade responde que
nio tem dinheiro para pagar; e no entretanto e
sabido que ella pos*ue em predios o quintuplo do
que deve 1
A empreza do gaz annuncia suspender nestes
dia- a illuminacao publica se nao for eflectuado o
pagamento da divida
Tem-se trocalo entre ambas as partes uma cor-
respondencia desagradavel, a ponto de ante-hon-
tem ter a municipalidade devolvida intacta uma
carta da empreza do gaz.
Veremos era que ficara este negocio
Com data de 25 do mez passado foi expedido
pelo goverao aacioaal um d cretto, convocando o
povo, em cumprimento do art. 81 da constituicao,
paraproceder no lia 12 de abril proximo a ejei-
escolhero presidente o~vTce~plfe,s"iallnW1&-,fev^m
Mica. *nn"-
Os partidos politicos ja ha muito tempo que se
preparam com furor para taes elei;5es, que de
certo hao de ser horrivelmente sangrentas.
As probabilidades da victoria recahsm por ora
no Sr. Avellaneda, candidato do Sr. Sarmieotc, e
portanlo presumivel conlinuador da sua errone;i e
funesta politica.
No Bin deste mez tambem se devem realisar em
Buenos-Ayres as eleicoes para deputados pro via-
viuciaes, que promettera ser bastantemente dis-
putadas
Hontem deviam reunir se em todas as pro-
vincias desta republica as juntas encarregadas de
proceder aapuraeao geral da eleiglo do dia primei-
ro de fevereiro.
Nesta cidade a junta, que conforrae a lei, e com
posla do presidente do senaio provincial, do pre-
sidente do tribunal de jutica e de um juiz de di-
reito. Irabalhou hontem ate a noite, mas so hoje e
que deve terminar a apuracao e acto conliHuo
proclamar os respectivos deputados nacionaes.
Consta-nos que o triumpho sera concedido repu-
blicanamente (synonimo de escandalosamente) aos
alsin'Stas, por se terem apurado todas as aclas fal-
sa? preparadas por este partido, e a Republica de
aoje ja annuncia que a maioria sera de 800 vo-
tos.
Em frente a casaem que a junta se acha reu-
nida esta posiado um batalhao de linha para o
que der e vier.
Hontem. jaao anoi'.ecer houve alii um conllicto
entre mitristas e alsimistas, de qual resultou raui-
tos ferimentos ; e hoje se esperam grandes di3lur-
biosquando a junta acabar o seu trabalho.
No domingo, embarcou no vapor Taraguy,
com destino a Assumpgao, o Sr. general Vedia,
governador dos litigiosos territorios do Chaco.
Dizem que no dia anterior ao de sua partida,
teve elle uma larga conferencia com o presidente
da Republica e os raiuistros da guerra e das rela-
tes exteriores. .
Na semana passada, encalhou perlo da 11 ha
de Martin Garcia, o transporte de guerra brasileiro
Wernecl; que ia para o Paraguay, sendo salvo
pelos esforcos do vapor argentino Rosetli, que por
alii passava n'aquella oceasiao, e da canhoeira
Ivahy, que veio de Montevideo, em seu soccorro.
Em villa Mercedes, desappareceu de todo o
cholera-morbu9, que felizmente nao fez alii grandes
estragos. ,
Em Chivilcoy, Patagmes, Rio V e outros luga-
res do interior, se deram alguns jasos do ternvel
flagello, mas, sem caracler epidemico.
Q lanto as noticias commerciaes, nada temos
a acrescentar ao que dissemos na nossa ultima
missiva.
11
Do Estado Oriental, nada nos consta digao de
mencio.
Ill
Do Paraguay, as ultimas datai sao de 22 de fe-
vereiro.
Temos mais alguns pormenores, acerca do
accordo celebrado entre o presidente da RepuWica
e os chefes da revolucao, e do que se passou antes
d'elle ser eflectuado.
Quando ja se tratava em Assompcao, das bases
da coaciliacao, o general Cabriza, miaistro da
guerra, em eampanha, atacou com o seu exercito
os revolucionarios no lugar denominado Campo
Grande, e depois de um renhido combats de duas
horas, decidio-sea victoria por estes, havendo al
guns mortos e feridos, de ambos os lados, sendo
incluido no numero dos nltimos o proprio general
Cabri'a, e ficando em poder do vencedo: o reslo
guerra da revolujao, e inlemnisacajdos prejuizos
era coasequencia da mesma.
IV
Das Republica, do Paciiico, temos noticias tsle-
grapaicai afci 2B do mez passado.
Wo Caile, o mlaidro plenipoteociario d Ri-
puMWa'Argenttm, nwrwnfen no fla 2T, a extensa
aou-qtw Hie foi dirigida altimamante pe4-j nvais
tro das ralac&is exteriores.
Em Valparaizo, a fabrica de p.ipel deu prin-
clpro aos seus trabilhos. Oi diarios d'aquella-
cidade e de Santiago, ja se impriraem em papel
do paiz.
Com a epigraphe Uhicj origin- tt, pablicou o
Terra Carril, de Santiago o seguinte :
Bxiste na cadeia de Santiago, uma esp^cie de
louco, qaese diz -delegado de Deu* aa terra,e
3ue todos os dias esta prophetfeandi um cumulo
e desgracas sobre o Chile, e o mundj iuteiro, o
que saoe por iatermedio de Lucifer, com quern
ere1 entreter iatimis relacoes.
Este typo origin tl, qie se chama a si mesmo
Aaj t do Apocalypse, dirigio hontem, um* extensa
carta ao ioteadeute da previncia, dizendo-lhe que
por disposicao do AUissimo, se vai iu:eaiiar o
mundo iateiro.
Accrescenta, que, t-ra em seu poder 13 cartas,
escnptas e Armadas pelo princip) dts trevas, 6
dellas, escripta. com sangue human.i e diabolico,
(palavras suas) e as outras com carvao. Na ulti-
ma, e onde se annuncia o incendio que vai dis-
trair todo o uni verso.
< Porem, antes do fogo, vira ami grande secca,
pestes terriveis, degollacoss e outras roil calami-
dales Para evitar estes miles, o Anj > di Apo-
calypse, julga que seria conve liente por ao co-
nhecimento no todos os povo* as terriveis commu-
alcacdes que tem recebido de SaUnaz, para que
elevem prece, aQm de applacar a ira de Deus. Os
]u'. se pozerem debaixo da proteccao do deiegado
de Dens, nio soffrerao nada; porem.. para isto
alcancirera, e necessario reonnciar a todas as
ri juezas da terra.
Da republica do Perii uada aos consta de
importaa<:ia.
Na Bolivia, a revolucao foi suffocidi pelas
tropas do governo, sendo feito prisioneiro o coro-
nel Santa Cruz -
0 presidente da Republica, Sr. Ballivian,
resigaou o poder, ficando ^ubstituindo-o. interina-
menie o Sr. Fiias, president', d) cengresso.
Cinco ciulilho? da revolujio, disputam entre si
o Ingar de primeiro raajristrado da me io.
Em tola a rspublica ha grande ens.; m me-
taria.
OURlOUEPEttNlMBUOO
D. Augusto de Iturbide foi morto porque era
Slho do paiz ; Maximiliano d'Austria porque era
estrangeiro 1 .
t Como a Republica, desejariames o impossivel,
que se olvidem as dissensdes.
a Porem o desejamos sem espera-lo.
t So era torno da monarchia constitucional, a
sombra da democracia exercida por meio de um
pacto entre o povo e o qae governa, isto e, debai-
xo da unidade governamental se faz o sacrificio de
esquecer os rancores pessoaes, porqoe elles nao se
avivam alii nas mesraas scenas exereidas cada seis
annos, cada anno, cada mez, cada dia, nas eleicdes
Sresidenciaes, nas de governadores, aas de deputa-
os nacionaes e provinciaes, nas de camaristas, e
Dens sabe era qaantas eleicfles pnblicas e partica-
larus niais.exerciJas com loJa a liberdade do pu'ihal
ou dapiatoti, no meio de revolu'.o.'se assassimtos da tropa do governo; cm j prisione-.ra, e todo o
repetidos que causa horror e repugnaoxia, e que
con Juzem o philosopho a perguntar a si mesmo
senao -Valeria mais uma tyrannia, do que seguir
Kir um caminho de sangue para alcancar uma li-
erdade que cada dia se ausenta mais, para ceder
o lugar a licenca que tado invade.
Emqnanto as conquistas que a Republica acre-
dita qne aspira o Brasil, nio vemos porque as te
meria menos se esse estado fosse republicano.
Se nao e ama necessidade absoluta para 04
Brasil a expansao a que se refere a Repubhca,
como nio 0 creraoi, nao ha de que se alar mar,
sen armamento.
Depois desta completa derrota, 0 Sr. Juvellanos,
nao trepidou mais ura instante em aceitar todas
as bases propostas pelos cbefes da revolueao e
assignou se 0 respectivo accordo.
As bases estabelecidas sao as segaintes
I* Respeite aos altos poderes constilucionaes ;
2* Esquecimento absoluto do passado, por am-
bas as partes;
3* Organisacao de um miaisterio conciludor,
( cujo pessoal ja noticiamos na missira anterior );
V Desarmameato feral da todas as troaas
RECIFE, 19 DE MARQO DE 187 i.
Sia>iieias do sal do isuperio.
Hontem as 2 horas da tarde fundeou no lama-
1 ao M'o)nor francec E'-ymanthe, trazendo datas :
doRi"diPrata 6, d) Rio Grande doSul i, de Mi-
nasiGeraes 8. de Santa Cathirina G, do Parana .'I,
de S. Paulo-*- ^.u'Vo i/j corvtSaw.'* *- -=--
trjS^oru3i?s e cartas recebidas eolhemos 0 que
segue:
PACIFICO E PARAOl'AV
Recorrara os leitores a missiva do nosso cor-
respondente em Baenos-Ayres.
RIO DA PRATA.
Ao que diz 0 no nos-Ayres, na missiva que vai publicada no lugar
competente. eneontramos no Jornal do Commercio,
da cOrte 0 seguinte :
Contra tola a espectativa, tnumphou em
Buenos-Ayres, na apuracao das cleicSes, feita no
dia 2 do corrente, 0 partido alsinista.
t Como di-semos ultimamente, os mitristas, re-
unindo as votacoes dos diversos circulos eleitoraes
da provincia, votacoes que eram conhecilas por
telegrammas e cartas particulares, e haviam sido
publicadas nas folhas consideradas orgaos das
duis parcialidades, contavam a seu favor lo,2!8
votos e contra 12,oJ4. Propalara se, entretanto,
que em muitos circulos se tinhara commettido
fraudes que annullavam as votacSes; mats tarde
se disse que as votacoes publicadas nao eram ex-
actas e que as verdadeiras so seriam conhecidas
no dia da apuracao. .
c Com effeito, no dia 2, designado pela juota
apuradora para 0 trabalho da verilicacio das ac-
las, grande foi a admiraeio. A junta reumra-se
no edificio da legislatura provimial, deatro e era
torno do qual via-se tropa de linha em grande nu-
mero, porque se receiavam series conflictos. Havia
tambem forca publica. na easa do goverao, na mu-
nicipalidade e em varias pragas.
t A' medida que iam sendo abertas as actas,
ia-se manifesando maioria a favor dos candidatos
alsinistas nos circulos ate entao considerados favo-
raveis aos mitristas. Depois de vinte horas de
trabalho a junta proclaraou 0 resultado que dava
victoria aos alsinistas por uma maioria de 823
votos. ...
t Immediatamente romperam vivas a Alsina, e
nas ruas proximas do lugar onde so fizera a apu-
raeao levantou-se grande tumulto, de que sahiram
feridas mais ou menos gravemente oito pessoas.
Finalmente a forca publica, intervindo, dispersou
os grupos. .. .
t Parecia geral a opraiao de que as actas da
eampanha tinham sido falsifkadas. Dos protestos
e reclama<;oes que ja comegavara a apparecer tera
de conhecer 0 co,ngresso argentino.
a Fora publicado um decreto convocando 0 po-
vo para no dia 12 de abril eleger os eleltores do
oresidente e vice presidente da republica.
Repetiam alguraas folhas 0 boato, ja uma vez
espalhado, de que 0 Dr. Tejedor viria era missao
especial a esta cOrte. _
t Referindose a missao do Dr. Domingues, diz
ama folha de Buenos Ayres que um dos fins desta
missao e realisar a organisacao de um congresso
sul-americano, tendo por objecto exclusive a adop-
eio de um systema uniforme do ensiao e a propa-
cacao de livros scieatificos escriptos no idioma
hespanhol: mas accrescenta ingenuamente a mes-
ma folha -t como a reuniao do congresso seria
dimcil, senao impossivel, 0 Sr. Domingues vai
< especralmente encarregado de propor a sua or-
t gaoisaeao entre os governos do Peril e Republi-1
< ca Argentina. .
t Corria em Buenos-Ayres 0 boatc qae rebeuu-
ra nova revolucao em Entre-Rios, accrescentando-
se que ja seguira para alii 0 hatalhao de linha :
este movimento, segundo se dizia, era dirgido por
D. Poloaio Velasquez.
a Tendo os alsinistas convocado para o dia 8 ao
correute uma reuniao, afira de celebrarem a victo-
ria que aleansaram nas eleicSes, reoeiava-s* que
reanissem tambem os mitristas e que ettfre as
duas prrcial laden travasse serios conflictos.
t 0 governo argeotino awaiftcara o rigor da
Suarenteaa para as proccdeneias do fyrasil, de-
arando que os quiaze dias maroados devem-se
contar desde aquelle em que os navios sahlrem
dos portos do imperio.
Continuava a crise commercial: um tele-
Sarama do dia 5 a tarde, dirtgido ao Telegrapho
aritimo, nolicia a falleneia de mais uma casa de
eommercio italiana, cujo passivo eleva-se a IS rat-
Ibdet de pesos.
< Em Maudoza houva um tremor de terra que

N6S mesmo declaramos ingenuamente que fo-1 tendo cuidado em nio dar, lugar A5^.^?!:^i!^^Tl^?.arm*meuto M eapW'
*" ipublicaoos a 0 somos ainda em ther-
ijarfamos fr 03 homens tio perfe
felizmente parece ala ter cansado desastres
i'
cao e este na Villa Occidental.
a Em Montevideo a camara dos representantes
approvara- a convengao postal com. 0 Chile.
Para occorrer ao deficit do orc,ameato, e po-
der executivo solicitara das caraaras autorisa^io
para alienar alguns proprios nacionaes e 5.000 ae-
coes da estrada de ferro central.
BIO GRANDE IIOHL
& conselheiro Ottoni e a commissao que 0
acompanha haviam chegi lo a S. Gabriel, donde
partiram tres dias depois para 0 Alegrete. A
camara municipal de S. Gabriel mandara alguns
de seus membros camprimenlal-os e apresentar-
lhes uma grande manifesta^ao em nome dos ha-
bitants dajuelle muaicipio.
Inaugurara se a 21 a seccao telegrapliica de
Pavsandii, da linha Platioo-Brasiloira.
Referindo-sc ao telegraphs de S. Gabriel ao Ro-
sario, diz uma carta de S. Gabriel:
Esta funceionaado a linhi, mas se nto tives-
sem cotrido tao morosos os trabalhos, ja pode-
riamos estar ligad is ao Alegrete. Alem disso ha
algumi coma relativamente a conducgao do ma-
terial, que eooveria averiguar. Alem da demora
que occasionara as baldeacoes desnecessarias,
pagan-se fretes exagerados, havendo propost is
mais baratas.
Come^aram a 27 as sessoes preparatorias da
asse ablea provincial, as quaes compareceram 10
membros.
Foram annullados os trabalhos da junta reviora
da quaiiBcacao de votantes da parochia de Nossa
Seahora dos Anjos da Aldeia, raarcaado-se a pri-
raeira dominga (5) de abril para nova revisao.
Houvera a bordo do navio Empreza. n> dia 23,
um couflicto entre 0 command.nte ealguns trips-
lantes, que e assim narrado pelas folhas de Porto
Alegre :
a Coptaram-nos qie dasobedecend> um mari
nheiro a voz d command ante, por tal forma 0 fez
que vio-se elle obrigado a vir a terra buscar a
pslieia ; voltando com duas pracas, encoatrou
mais dous marinheiros rebellados e armados, e
finalmente mais ura quarto, 0 que de uovo obri-
gou 0 a vir a terra e lew reforco para effectua-
a prisao dos mesmos. Travou-se entao novo con-
flicts com as pracas da f rca policial.Jque tinham
id) effectuar a prisao, resultanlo alguns feri-
mentos.
0 n.ivto Empreza segnio hontem viagem, le-
vando tripolacao daqui, visto estarem na cadeia
tres dos marinheiros revoltosos.
Comee.ara-se a construir em Pelotas um gran-
de amphitheatro para corridas de touro*.
Fallecera na cadeia da capital 0 reo Justino
Antonio Sim59S, condeinnado pels juiz de direito
da comarca da Cruz Alta, em 26' de fevereiro de
1872, a oito annos de gales e molta.
Le-se no Diario de Pelotas a seguinte aarragao
de ura ciime horroroso perpetrado uo 3 districto
de Piratiny :
c Na madrugada do dia 22, foram barbaramente
assassinados e a suas proprias camas, D. Maaoela
Pedroso, jovea, viuva de Dsmiagos Francisco Pe-
droso, e ama sua Glha, menor de oito annos !
t Pelos inqueritos policiaes feitos a uma preta,
escrava da mesma que dormia ao mesrao quarto,
preta queui uuu lunwin. .- --,2-------'
das portas que abrira e pela iusigoificante quautia
de 101! Este facto veio encher de horror os ha-
bitantes desta villa, nao s6 pela maneira por qne
se deu, como por ser praticado contra uma
ndefeza mulner, na oceasiao em que dormia e
contra uma innocente crianca.
Na tarde de 21 voltou de um passeio para sua
ca*a D. Manoela e seu irmao Jose Pereira Duarte,
que alii pernoitaram era urn quarto destinado para
hospedes, quando a 1 hsra mais ou menos da
madrugada, acordaram com os gritos da traidora
escrava que Hies diziam ter dous homens se intrs-
duzido no quarto da seohora, e que tentavam
coutra ella ; no mesmo momeoto Duarte correu a
soccorrel a, porem janinguem alii se actiava alem
dos dous cadaveres estendidos no chao e banhados
em sangue, tendo 0 da mai 0 eraneo quebrado e
um grande talho na face, e 0 da filha um furo de
punhal que atravessou 0 cranes de um ao outro
lado.
0 deiegado de policia e os irmios da assassi;
nada andam em busca dos assassinos, tendo ja
conseguido prender dous pretos, que se diz terem.
sido os que praticaram tacs assassinalos, sendo ate
a ultima hora mysterio 0 motivo que os levaram
a isso. A inf.liz deixou quatro filhos na orphan-
dade. >
Notieia 0 Diario de Pelotas que as herdet
ras do commeodador Antonio Jose de 0 iveira
Castro concederam liberdade, sem onus algum, a
18 dos seu3 escravos.
SANTA CATHARI.NA.
Realisira-se no dia 28 ama reaniio de cerca de
6C csmmercianles e outros cavalheiros daquella
praca, com 0 fim de formar-se uma associa^ao
commercial e tratar-se da construccao de um edi
ficio para prac,a de commercio.
Serviram de presidente 0 Sr. Augusto Bth-
gen, iniciador da idea, e de secretario 0 nenoci-
ante Severo Francisco Pereira. Foram eleitos
membros da commissao para organisacao dos
estatut03 os Srs. Raraalho, Mancio da Costa. Gas
tavo Kirbache Watson.
0 chefe de policia da proviacia. gramas as ata-
radas e coavooieotes averiguacoes a que proce-
dera, conseguira descobrir que Fraueisco de Aa-
drade Leite, morador em Biguassii. muaicipio de
S. Miguel, tinha, debaixo de injusto captiveiro
uma Camilla inteira, composta de 13 pessoas,
sendo algumas dellas pardas e outras braucas.
Noticiaudo este facto, diz 0 Despertador :
t Depois de bem averiguado este facto pelas in
quiriroes a que procedeu e documeatos obtidos.
reme'tteu tudo ao presidente da provincia. afira
de ser pela autoridade competente mantida a It
berdade des mesmos, visto que, pelo lapso do
tempo decsrrido, os autores deste grave crime
estio salvagaardados pelos favores da pres-
cripcio criminal.*
Ld-se no Conservator de 2& :
Dizem aos que 0 celeherrimo padre Julio re-
gressou ultimameote da tacursao qua fitera pelo
Ararangua e Mampituba, traz^ado boa w*f.'a'
tendo celebrado alguas matrimonios pjrohibidos
pelos canones, sera aa fofmalidades estabehocidas,
todas ellas dispensadas pelo santo reverendo.. me-
diante a esportula convencionada.B
FaUecera 0 V tsoente reformado do corpo
fazenda da armada, Manoel Jorge VeMoso.
pabana".
IhsUllara-sa bo dia 15 do passado a assam-
blea provincial, ficando const.tuida a mesa do
seguinte modo : presidente, Dr. Manoel Kaphra-
sio Correa ; vice-presidente,. Dr. Tartaltaao Tei-
xeira deFreitas; V seereuns, Dr. lose Arihar
de Marinelly ; dim, Dr. Eaiebtu StWelra da
Motta. .
Fora nomeado diretor mteriou da oolonia de
Assuuguy 0 Dr. Rayrouado da Peanafort Alves
do Sacramento Wack.
Chegara a oaptUl 0 Dr. Thomaz Jose Ptato
Cerqueira, eacarregado 6> iaspeccionar as colo
nias do estado uaqaella provincia.
Falleoeram alii: 0 escripturario da thesou-
raria de fazenda Philinto Ely so de Paula e 0 es-
oravo, condemhado a gales nerpetaas, de nome
Jeronymo ; e em Morretos a professora publica
D. Maria josephma Man|io Vianoa.
MINAS-QCHABS. -
Refere 0 Pharol de Juiz de F6ra, de 8- 5
; 1 A respelpi do 'a^sassinato. de que demos noti-
eia no dia 26 de passado. temos mais as segaiote>
informacoes:
0 assassino e com effeito Luiz Pe -eira Lag*.
ra lior de 50 annos : confessa 0 crime sem a manor
cererasaia, dizeado qua ja havia tempo tinha ini
minde com Quirino, por'motivos qae nio pode
contar. No dia aeima dirigio se a casa deUe
achaado 0 deitado, coovidoa 0 para am ajaste ia
con'as e 0 matou a cacetadas.
< Perguntando se-Ihe porque c ratinuara a dar
tanto em am homem que ja estava morto; res
pondeu que era porqae Q tirino gozava da fama
de mandingueiro e queria ver se er isso verdade '
Foi assassinad 1 no rancho da Canhoeira,
aa estrala do Rio Novo e distaate desta cidade
quatro leguas. am ia lividus de aome Paulo An-
tonio Pereira, natural da Januaria a morador no
Jequitiba.
Foi origem desse assassinato uraj nxa occask*-
nada por questoes de j.ogo. Suppoe-se aat-ms des-
se crime S; lastiaao Antonio Pereira e Jsao Paul*
valleiros que trabalhavam em casa de Ladeira, a
quem se apreseatarara aa madrugada do dia I do
correate com a roapa (iota de sangue. bem que
tivessem procurado disfarcar as manchas. ewre
gands-as &om ramos verdes, e exigialo dinheiro a
que nao tinham Jireits, dizendo que tendo feito araa
-arteprecisavam seguir viagem. Ladeira, in
timiJads, dea lhes os 3)<000 que Ihe pediam e la
se foram elles I
< 0 assassiaado levou cinco facalas, das quaes
uma so era sufBcieate para mata-lo : ama cortou
a carotida debaixo da mandibula direita. duas
atravessaram os palmoes e duas nas eostas abaixo
do hombro esquerds. O deiegado prosegue nas
averignaedes.
8 PALLO.
A assemMea provincial elegera no dia '6 a sat
mesa, qbe ficoa eomoosta dos Srs. Lopes '"hive*.
presidente ; .KezenJe, vice presidente; Elias Cha-
ves, 1- secretario; e Sertorio, 2* secretario.
Fora aprjsenlado na mesma assemblea 0 seguin-
te projects:
A assemblea legislativa provincial resolve :
Art. I. 0 governo nio asari da aatorisacao
da lei n. 31 de 5 de abril de 1872, sem qae a c-.ra-
panhia Sorocabana ligne a cidade estaca 0 respectiva por meio de araa estrada nor-
mal de rodattera. a partir da igreja matriz pela
travessa do Goyama.
% if Se a companhia Sorocabana nio fizer a
obra inlicada, dentro do praao que sera assignado
pelo governo, este a mandara fazer. descontando 0
preco nos pagamentos da garaotia do jaro do ca-
pital primitive.
< S 2 Na autorisacao da sobredita lei n. "4 de
1872, 0 goverao podera substituir 0 raroal para a
villa da Catia por estral. s normaes de rodagem
para a referida villa e pira a de Parnahyba.
Art. 2.* Sio revogadas as iisposi^S.-s era coa-
trario.
< Paco da assemblea legislativa provincial, 5 de
mareo de 1874. Yalhtdao. Pied id'. Pulo
Egydto.
Este projects foi approvado e dispeasado de im
pressas para entrar na ordem dos trabalhos.
.. .?.!''' 1 iID.Dr,'?'".'-''-) da faculdade de direito tioham
modo.
1 anno. cadeira, direito natural, Dr. Leon-
eie de Carvalho; das 10 horas as 11; 2' dita, di-
reito romano, Dr. Sa e Benevides, das 0 as 10
2* anno.I' dita. direito pablico. Dr. Date* Ro-
driguez das 8 as 9; 2' dita, direito ecclesiaslico.
conselheiro Marlins Francisco, das 9 as 10.
3 anno.1* dita. direito civil. Dr. Justiao de
Andrade. das 11 as 12 ; 2' dita, direito criminal,
conselheiro Jose Bonifacio, das t2 a I.
4anno.-la dila, direito civil. Dr. Flcao Filho
das 8 as 9 ; 2' dila, direito commercial. Dr. Anto-
nio Carlos, das 9 as 10.
5' anno. I' dita, pratica, conselh irs Ramalho.
das 11 as 12; 2' dita. economia politica. conselhei-
ro Carrao. das 10 a* 11; 3' dita, direito adminis-
trative, conselheiro Furtado, das 12 a 1.
No dia celebrou-se a assemblea geral da com-
panhia Sorocabana, comparecendo 49 accinnistas
representando 8,608 accoes. Foram approvadas as
contas e relatorio apresentados pela directona.
Deliberou a asseaiblea que as ace5es cahidas em
commisso fossem distribuidas pelos accionistas. Fot
autorisada a directoria a tratar do pnlongamento
para Tiete, Tatuhy e Bctucalii, contrahiado em-
prestimos na forma dos estatatos. As votacoes
sobre todos estes assumptos foram unanimes. Foi
timbem consignads na acta um voto de louvor a
directoria.
0 tpanema, de Sorocaba, notieia que se conclni-
ra no dia 2G a abertura do tunnel de Inhoaiva.
achando-se presente grande numero de pessoas
daquella cidade.
Era esperado na capital a 7 do corrente 0 Kva.
bispo D. Lino, de volta de sua excarsao ao norle
da provincia.
Segundo 0 Indepemlente de Mogyaminm. 0 uni-
co candidato que se apresentava para a cadeira de
deputado geral vaga pelo faliecimento do barao de
S. Joio do Rio Claro era 0 Dr. Jose Alves dos
Santos. A eleicao deve realisar-se no dia 20 do
corrente. --
Fallecera no dia 6. apos longos sollnmentos, o
conselheiro Manoel Dias de Toledo, lente jubilado
da faculdade de direito e director da casa de cor-
reccao de S. Paulo. .
Daudo esta trisle notieia diz 0 Cormo Pohus-
tano:

de
Paulista distincto e illmtrado. e caracler inm
e cheio de honestidade, era um typo de v,rtn"*
civicas, justaments rodeado de estiroa e cooewa-
racao na provincia. Exercen. alem do magisMno
academico, muitos cargss publicos, quer de etoca*
popular, quer de nomeacao do governo. Como pai
de familia, foi igualmente vivo exemplar dos mats
elevados senlimentos. C-nUva 0 finade pafa.raan>
de 70annos. seodo nm dos poucos rertantniiflw
paalistasda geracio cootemporauea doe granoM
acto' politicos qae BzeramdesU provincia o rnea-
tro de noubilissimas paginas da historia palria.
Conforrae somos infortnados, entr* as awposi-
coes tesumentarias deixadas pelo fla\ado fern a
terminante Indicacio de fazer-se o seu euterro sem
osteaiaeao e sem pompa. .
Tinham fallecido Umbem : na eanilal. Antswo
BenelieloPalharesde Camargo, empregado apo-
sentado que mere-.ia geral estima ; em Cauaniaa*.
eapiialista Diogo Benedict dos Santos Prado;
\rcos, 0 Dr. Cypriano Jose Soaras; Jacarafcy.
o opulento capitalists Jose 4a Coata Gomes Leita*.
e no Rio Claro. Jorge Cmtra. conhecido como o
amigo dos pobres.
Uma folha do Rio Clare coata 0 seguinte so* o
titulo Fazenda Angelica :
Nas casas de raorada do administrator
fazenda, aoaba de ser aleivoaaaaente cai I""
um destes crimes qne nao tem attei **'*> J
trazem era si a prova do caractar abjecto J
os pratica e qae por isso I?e*n0/ J^J^L
dos com tods 0 rigor da lei O""*^*"??
Joao Hibdorff, alii foi altrahido no daJ5 docor-
rent-. as 2 horas da tarde, e ',,^"***2J?"
a chicoto por dous cnados do adaaiaW
erapregados da referida fazenda. A
bliea aponta um mandante ; e neoessatw,
to, qae as autoridales cumpram I
eslabelecam, qaa firmem 0 noapario da W.
do de ama vea para sempre com aaV
surdo de tar rondo de ladroes, de ap*"""***,
cipangas e d* regnlos. >>


UEBftfEl
1^---------3-------
I
L


V
im ui anmi ... m 1^41 /,*#$ Pemmbnco -Q^ feira^de Marco de 1874. ^ oHun/. w/f
tte um con'wpuuJiJBLtA a'aftmNauai* oJJNwi-t
la Ift.ti-iMik ili'al 'i'i.l4<).. Cltrta m t. 'I'i
Uin infrtjci|li celeb
bairro da LtMa^rranda, dislricto desta" ciJsde.
Urn indftlbssy presumindo que ana eriaaca
nascida de iWMMlher solteira ra filha de|le,
procnrou pqr-6fliulher e, eqcontrandoa. pedio
I be a crianpi. "Xmulher oppw-se a en'lregar-lh'a;
entao travou-se a tuta entre o indivtdao e a raulher
que dispatavam o doimais%forca kcgla; o homem
forcejava para arijBar adandVdas mans d,
mula-*. esta scgurava-a eap, nao lhe ser to mad a,
conseguindo alinal aqu'\i depois de muitas 4l.aspiieiajy.por terra, Bison-a
loda, dizendo : nio. me quires dar. nem tu apro
veitaras. E de-te flaado estes tarbaros tiraram a
existeneia da pobrearjanca.
Constando o fae*i as auMtfdada* polieiaes, para
Do tpm n IS' UalaHiibr-*i hiftmwia, o W
Tciies....... i iewanim ilaifosta.
Da 18* pan o3 dito, < teacnto rri*4io.Flo*tt>if no
On UftnRtus .'icii'liram, persegui
Zaferino

aquelle lngar.foi ^sjbdefefado Tie policia,'fez a, de S. 1. o Imperador da Austria.
cio dos Santos,
Do 10 parao 21 dito, e*;neute Joaquim Ma-
hoel Martins Moreira."
JHir despacho de 7 do corrente foram nomeados :
' Onlem imperial do cma chidnanes Carlos Luiae lieioer, aqaelle protect*
e este presidente da exposicao universal de Viea-
na d"Austria.
9r4ein da Rosu.-rDignitarib.- Stephau, diree-
tor.geral dos correios do imperio allemTio.
Commendadwrs.Hermann Haupl, enearregado
do negocio&interiao do dito imperio, nesta corte ;
bariode Hofmann e Dr. Adolpho Plason, subditos
exhumagao a-tWopiftT do Innocente cadaver, e
procedendo a corpo deTMIicto, por este se verifl-
con que a criaeca estava toda cootusa e com os
membros deslocados, etc.
0 vapor Bahia carregou em Santo* com destino
a Hamburgo 11,653 saccosde cafe, pesando 7l4,J79
kitogrammas.
Havia chegado a capital, no dia 7, o Sr. bispo
diocesano, que se recolhdra ao seu palacie, sito
em frentea igreja do Brat
Em Santos, Wra esmagarto pela locomotiva da
estrada de ferro, a 1 hora da tarde de 7, cm prelo
do Sr.'Henriqtio lirunck, que fa!!eceu penco de-
psis no hospital da Santa Casa, onde havia sida
- recolhido.
Tioliam fallecido, em Ilapitimnga, ioio. Baptis-
ts do Castro Va3concellos e Francisco Ignacio da
Cos la.
BIO DE JAXUIRO.
Por decretos de 7 do currenle:
Foi declarado sem eScito o decreto de 27 de se-
t;mbro do anno passado, que.no^eou o bacharel
Fernando Candido de Ar*ear, ,pwa o Ingar de juiz
dedireito da comarca-tio Rio Socantios, na pro-
vincia de Goyaz.
Foram nomeadcs:
0 bacharel Antonio Pereira da Silva Brambilla,
juiz de direito da coraarca da ilmperniriz, na pro-
rineiado Saranhao.
0 bacharel Martinho de Freitas Vieira de Xello,
juiz municipal do termo de Campos, na provincia
dii Rio de Janeiro.
Foi concedida ao baoharel Benedicbi 4Iarquesda
Silva Acauan, a demissio que pedio do lugar de
jOiz municipal e de orphaes do termo do Passo-
Kundo, na provincia de S. Pedro do Rio Grande
do Sol.
Fez se mercelda serventia vitalicia dos offlcios
de escrivao de appellacues da relarao de Porto
Alegre a PeJro Jose da Suledade e ao tenente ho-
norario do exercito Thome Feroandos de f^astro
Madeira, nomead s pelo presideote da provincia
do Rio Grande do Sul, para servirem provisoria-
mente, na forma da lei.
Por dtcreto de 7 e tituUs do 2 e Odu eorren
le foram nomeados:
2 e-Cripturario da caixa de amortisajao, o 3a
Jose Vieira de Azi.'iedo.Contmho.
3 escrjpturario do (be-ouro uactonal, o ,1 da
thos.iur.iria de S. Paulo, Joao Paulo d* Costa.
3' dito da caixa de amonisatao, Ftap le Mariz Sarmeato, ficando senj efjeito o-titoloque
o noui'-ara 3' escripturario da ali3nlsga,r^e Rio
Grande do Sul. '
f escripturario da alfandegade Serpa,. (irovin-
m do Ainazonas, o .'Ida Uiasoararia do Para,
L^op ddiuo Magno Ferreira.
2* dito interino da mesma alfandega, o official
de descarga da do Para, Irineu AiKoniu I'imenta
UoclNo.
Praticanl'S da tliesourria de S. 4edro do Rio
Grande do Sol, Candido Pereira da Cunha e Fran-
c.if.o Ciiiiitn Emerenciano.
0 dccn'to. pelo qual de c iGforraidade com a
immediata e imperial re-mlujao de 20 de julho de
1S7I), tomada sonre s msulta do conselho supremo
fiiUitar, passou a S|gregaao a amia a que perlen-
e o major do.t n-gimento de artiharia a cavall.
.totoaio Can lido Salaztr, e do 28 de feveiviro
proximo pussado, c uao de .7 do corrente, eoiao
por engano se piiblfcou.
l'or decreto de Si) do passado foi concedido
a James Macfaden Gaston pnvilegia por dez apQos
para o melhoraraento que rerflisou nas machiitas
de imprensar algo'dao.
Con:edeu-se ao bacharel Antonio de Paula
Ramos, prorogacao dos prazos fixados nas clausu-
las que baixaram oom o decreto n. 3.187 de 20 de
Jezuiiibro de 1872, concedendo ao mesnio bacha-
rel autorisacso para lavrar -ninas de carvio de pe-
dra e ootros niineraes em suas fazendas denomi-
nadas J.udim e .Mineiro, sitas em S. Jose do Bar-
reiro, ua provincia de S. Paulo.
Por decreto de <5 do correnie foi concedida a
exoncracao que pedio o Dr. Antonio Braulio Fer-
i;e 0ciaes.uatner e Lett, subditos de S: M. o
imperador da Allemanha ; professor Jiidaik', di-
rector do iastituto flareslal em Dresde ; Ladisiao.
de Wagner, professor da escola polytecbajca de,
I'esth ; ssbditos de Sua Magestadeo impewdur da
Austria, e Carlos de Smeth, subdido de S. M. o rei
dos Belgas ; Alexandre Wood, gerento da "Western
and Brasilian Telegraph Company.
Cacalheiros. Francisco Ktakoweky, Siebers,
Schoftzs, Lindow, Brenez, subditos de S. M o im-<
perador da Allemanha ; Heinrich Stut, J. R. Stel-
ger, Efluario Idautner, Joao t^ir. Schreyer e Dr.
Aognsto Silberstein, subditos de S. M. o impera
In d'Austria ; Louis Rover, cidadao franco* ;.
Felix Dutiayon, subdito de Sua Magestade o rei
das belgas.
Foram nomeados:
Secretario da inteadeneia de gnerra o 1 offl-
ttaW11* da mesra' intendenda Francisco
de l'aolaCavalcante de Albuquerque
fcscnvao da 2.' seccao do almoxarifado da mes-
raa utepdeneia. o fel da !. secoio daquelle al-
moxanfado, Joao Franrisco de Slagalhaes.
nr~lZZ7l- H.""* ^ *aMe d0 e-rcito, o
Ur e.n nie.Jicnia Constanto Carlos de Souza L'zel.
Fo prom mdcr a a|or do corpo d'estado-maior
J','f:; maior graduaJo do mesmo corpo,
R.v.nundo Maximo do Sepalveda EwerarJ. por
m"iecimniu. v '
Foram transferidos :
Para o commando da 20' baulhao de inrantaria
wl K** * m,rtgi T^JL&P* IVreir*= e parao com-
nando deste batalhao o coronel daquelle, Joao
t.ervasio de Souza Perne
S2 ci>rp,.u d?. .^"do-raaior de !. rJasse o
2K& ^"'J1*?.445 artllheria a PC Bibiano
bergio de Macedo da Fontoura Casullat.
Para a 8 con.panbia do 18' batalhao de infante-
ria o capitao do ti. da mesma anna, Joaouim Al-
vei de Freitas. e para a eompanhia do I. dito
Para a :>,. _,-,. npanltia do 7. batalkiio de infan-
tom o;iaodo I*.. da uiesma anvw. Joao liar-
lelo Pwaaco da Costa.
<;oncedea-se transference :
i. a,- !*ar de e3?l**** do escriptorio da
U3E& afse^al d3 aerra da c,')rte> *o escri-
af.ml 2?oeCSS0 a ,n,,xartfa<'' da ratendencia
'au^ra Pedro de Alcantara do Couto Soares.
.- nJW4ai 2?S1!2?8 e ''"iperiaes resolu-
V,fLa2de^hod0'870' =uitas do conselfio supremo nriitar naaram a
aggregadoSa.sr.rn1asa%ue perteaeem T?do
Ja'C ^ art,1"^ia/ "raH9 Antonio Can-
diao saiaur,.e o capitao do 3* rearaento de
vallana Jigeira Jose Fernandes iS
ea-
ri.
rma
De conformidade com o S 1 do ait. JJ* da k>i
3.8 de 18 de agestode isis,c^J-aerefo
aowpuao do corpo de esudo-mafor de fSiS
Lun; Antonio de Miranda Freitas, vi*0 *offrer o"!
aoieVv"^ qae lrna incap" de ^ntinuar
iih^,edeU'se,ao ,ca-piWo d0 l' regimeaio de ar-
IdtoM a cavallo Joao Falicio dos Santos a deum-
ao quepedio do aerv.'co do exerciio.
15EZ2Z c"QC6d, *J?JTl% honoruio do exercito Antonio. Daiw-
5251*8*11**' eni a"ensao aos relevantes ser-
jvy^que prestoa na campanka do Paraouav
JA.r-portaria de 3 do corrente ;
Coaeedeu-se licen^a aos eapitaes reforiaadoa do
exercito Victor GongaJves Torres e Pedro Felix .Medeiros Mallet, pararesidireai,.este ni proviu-
ciado feo Grande do Sul e aqueiie oesu corle.
Por poruriaa de 6 do aorreote ;
Koraiwawneadw para-a.eseolamililar:
Repetidoreslinterinos do curso superior, o r-
!ir a^pr.V,ee5,ad0**** artilaeria Brasilio
5e*?2i,n.B*JeiT* eoeapitao de artilaeria Bi-
fi^^Jf*-** M?Wd0 da ^"toura Costallat,
sendo o dispensado doJujar4e oMdjtwaoie do
curso preparatory eo> da conaiissi?. em que
e aeha naprovinoa do Bio-Graade do Sul.
CoadjiavMie de desenho do mesmo ourso o ca-
pitao do estado-maior de artilheria Jose Pere'lra da
orasMendodapeasado do lugar de adjuoet> i
oommissao de melhoramentos do material do exer-
6wl*uetordeg*cU,aada armada tofoateria o
najjor gadoadodo 9*da mesma arma Bento Luiz
da GatM.
F*r*m Uimdfiioa:
Prperlaria4e ^de fevereifo :
r J4 eompanhia de in-anteria de S. PwJa'para o
^*oda.<89a(aaai!n)a,fl alfer*sABtw Aa-
diMLTl*,J01?'ilrf*n,dria Para a eompanhia
Sfo^SSaiSKSiS1 pNWOC*a' a,ferw Aai9-
!3L _
'Fez se merce.
'Do f6ro de lidalgo r-avalheiro da casa imperial,
ao crtnselheiro Jeronytno Martiniano Ftgneira' de
Hello.
Foram concedida3 as seguintes pensoes, que fl-
eam dependentes de approva^ao da assembWa
geral :
De 600 re" is ao cadete 2:* sargento retormado de
voluntarjos da patria Hygtno do Senna Barros, e
de 46 reis, tambeia diarios, ao soliiado do extmc-
to 47." corpo de votentarios da patria, addido a
eompanhia de infanteria da provincia da Parahyba
do Norte, Clcmentino de Albuquerque Mello, am-
4os invalldos em coaflequencia de rerimentos reee-
hidos em combate.
Por titulos de 10 do corrente foram no-
meados ;
0 3.' escripturario da recebedoria, Antonio de
Ar uijo Lima Macedo para igual emprego na al-
fandega do Rio de Janeiro e Francisco Luiz de
Lima Cardoso para o Ingar de 2.* escripiorario da
alfandega de S. Francisco, na provincia de Santa
Catharina.
Por portaria de 10 do corrente f i nomeado
o Dr. Jermrymo Pereira de Miranda Pinto, enge
nheiro de is classe ao servigo da estrada de ferro
de D.Pedro 11.
Por portaria de 11 foi nomeado o engenheiro
Alberto Aujrasto Isaacson, para dirigir os traba-
Ihos da construccao da'estrada entre o Pecanha e
Philadelphia, na provincia de MinasGeraes.
Por titulos de 11 foram nomeados agrimen
sores: Jose Alves de Souza Viannn, Antonio
Francisco Dut'ra Rodtigues, Jose Antonio Vieira
de Castro Junior, Lourenco Tavares, Manoel Tlri-
motheo da Co3ta, Joaquim Rodrigues Antunes Ju-
nior e Arthur Guatemosim de Azevedo Molta e
Magilhacs.
Lemos no J or rial do Commercio da
cdrte :
a Apezar da cupiosa chuva que cahio
rlurante quasi todo-o ilia de dom ngo, foi
inaugurada as 6 hors ds tarde a mnmoria
erigida bo morro do S. Joao, no Andaraby
Grande, estando presentos os Srs. ministros
da agricultura, cousellieiro Freire Allemao,
commendadorcs Antonio Joe dos Santos,
vercador, e Joao Baptista Vianna Drum-
mond.
A menrioria representa o Anjo da Vic-
toria ; e feita de granito, mode Cerca do
32 palinos e forma quatro pianos a saber :
escadaria, base de forma oitavada, tenilo
de um lado a corda imperial, do outr o
retrato e.n relero de S. M. o Imperador e
nos restantes folbas de carvalho tainbom
em relevo circundando um anjo.
a. Ma 2a base v6m-se diversos disticos
nllusivos ao dito morro e ao largo e na 3*
relevos e figuras.
a A 4a e o podeslal ondo e acba colloca-
do o anjo.
Apezar doJDan tumno t'/ri wmiUi- <
Tocaram durante o acto as musicas das
sociedailes llecreio dos Artistas e Progress >
do Andarahy.
Findaa inaugurafao, varios moradorcs
e proprietarios do lugar ofTereceram ao Sr.
Souza Cruz o seu retrato, olTerecendo-Jlies
tambem este em seguida um copo d'agua,
que foi partilbado por grande numero de
pessoas e durante o qual fizeram-se diver-
sos brindes.
Fez uma viagem de experinncia,
indo ate a barra, o vapor Santa Maria,
cujas machinas e caldeiras acabam do ser
reparadas nas officinas de machinas dos
Srs. Luiz Lopes (hooper &C.
0 resultado da experiencia foi satisfac-
torio,. apresentando o vapor uma marcba
de 12 inilhas por hora.
0 resultado dos exames extraordinarios
da 1* cadeira do 1 anno da Escola Central
fui o seguinte : Approvado simplesmente
com o grao 5, Fabiano Comes Macbado.
Hoove tres reprovados e um que, tendo
tirado ponto, nao compareceu no exame.
Concluio-se na presenga de S. M. o
Imperador, as provas de concurso presta-
das pelo 2 teaeote de artdberia Jose U8-
bello de 'Vasconcellos, eandidato a uma das
va5as de adjunto do corso preparat jrio da
Cscola Militar.
Mas uma sanguinolenta proeza contaiu
estes assassinos que infestam a nossa ci
dade.
A's 8 horas da noite de aitte-bontem
a CowfaTOeiam no lugar o T>r.^.
lagado.je-soWelegalo do districto, o cwn-
mandante da 4.* estando : aquella autorida-
ijb AQ tojwu cgpAdeimentQ do _acmtaeiA&A
'9i procede a averiguagdes.
k V indispensavel que se po
estes actos de canibali'smo qae ii
de ver^ohba. Nos domingos e
ficados percorre as ruos da cidade
da de afsassinos, uqs'de instinctos'ferozes,
ouiros inconscientes do mal que praticam ;
mas arrastados pelo esempla; pergfitram-se
do'us ou tres assassinatos ; a imprensa da
ma, e no domingo. seguinte, no proximo
4lia santo, repete-se a mesma scenario sau-
nue.
Tsto <5 triste, e mats que triste, e ridi
culo. Se a feroa de,fue dispde a policia e
insuificiente, urge augmenta-la : se. nao foi
deeretada, ainda nrge *ugmenta-ia ; nao
bavcra de certo quern censure o goveeno
quo exceder uma verba do orcamonto par;
ItUff^p r.Cl />a,itul jln 1X^ ------JJ. .1 _
hvrar esta capital -de tfio gratMe-^fla-
gello.
Vamos ver brevemente sstisfeita uma
gr/rnde necessidade que scntia esja capi-
tal.
Os Srs. professo*es Antonio lEstevaoda
Costa e Cuuba, Augusto -CandiSp' ItaTier
Cony, Antonio Can lido Rodr.igue&AT^roei'
4 Joao da Malta Araujo e Luiau^adra
Dra?o resolveram crear oma escola ftoNnsi;
sendo director o Sr 'corrselh'erro "Mappel
'Fran isco Correa. No dia'2*dcorreate
come^arao os trabalhos.
Para ser levado a efteito o .projecto en-
contrarara os fund adores a eflieacia e indis-
pensavel coadjuvasao dj illnstrado Sr. rai-
nislro do impeow, que assiin prestoj mais
um importante servico a nobre caasa da
instruccao popular, a quo tern dedicado so-
licita altenQao.
. S. Ex. concedeu a escola normal o au.
xilio de1':090? e detenninou que as afllas
trabalhasseinno pavimento superiordo coti-
j servatorio de musica. ,
I As matorids e os profesanres sao os
seguiates :
Arithmeticaelementflr e metrologia 't
anno). Professor Antonio Jose" Marques,
Desenho (1 o 2 anno) Serve intetina-
mente o professor de mathematicas. Geo-
graphia geral e corograpbia do Brasil [2
anno). Professor Luiz de Oliveira JJueno.
Grammatica elementar (1 anno). Profes-
sor Antonio Candido Rodrigues Carneiro.
Grammitica analytica (2 anno). 'Profes-
sor Antonio Estevao da Costa e Cunha. His-
toria applicada a* pedagogia e historia do
Brasil (3anno.) Professor bacharel Theo-
philo das .Neves Leao. Historia sagrada, c
antigoenovo testamento (t anno). Pro
fessor Joao da Matta Arauji. Matheroali-
cas (2* e 3'annos). Professores bacharel
Luiz Pedro Drago.' Musica (1 e 2anno).
Professor Antonio Severino da Costa. Pe-
dagogia (1 e 2 anno). Professor Antonio
Candid) Xavier Cony. Philosophia (3'an-
nq,'.. Professor Manoel Pacheco da Silva
Junior. NtKjoes de historia natural e de
pbysici (3.anno). Professor Antonio Joa-
quim Teixeira do Azevedo. Nocfies de hy-
giene e 'physiologia (3d anno). Profpssor
Dr. Antenor Augusto Rlbeiro GuimarSes.
Medictna doniestica (3 aono). ProfiMsor
Dr. Joaquim Jose de Menezes Vieira. Di
reito publico e constitucional (3B*a1|no)..
Professor Dr. Luiz Alves Leite de Qiiviiid
BoUo. ArnanhA ^..1^40,^,^4 Jujakjj
lo cor,servatorio de musica. Estao aber-
tas as matriculas na casa do secretario
da escola o Sr. Antonio Esteves da Costa e
uuiha. d rua Formosa n. 83. A matricnla
o a irequencia sao gratuttas.
Pnncipiaram a 6 do corrente, na es-
cola demarinha, etenninaram hontem 9 os
exames dos alumnos que, por motivo de
tnolestia, nao o fizeram em novembro do
anno passado, e deram o seguinte res ul
tado :
Cadeira do 1 anno.Jsse Coelho Go-
mes Joao Maximiliano Algenna Syndney
Shufler e Lindolpho Malveiro da Motta,
approvados simplesmente com o gra"o 2
Julio Alves deBrito, Jo8o Carneiro de Al-
meida, Lycurgo de Carvalbo Reis Gastao
Barreto da Costa, Arthur Velloso Ribeiro,
Arthur Pereira de Vasconcellos e Adolpho
Joaquim Penna, apprjvados simplesmente
I cast e tinha relacdi^s da amiza le,
muitos annos, nconfe*i ^jrife'ti-
moio do brinquHrlo'lBsse hnsc^r
angarda, rindo o gpaoejaitdo (ir.ess-
.* de- >n4ipa sobrea perna de Maeici, quo bem,
%*gTde intimidar-se, brinesva tgudmen-
te, dizendo as suas costumad s pilherias,
pois era-um velho g*>ato, coaa quaai ga-
ralmente todos gracejuvam para vel-o des-
envolvor-se.
w DesgraQ^damenle Camerino ignorava
que a arma estivesse carrogad^, e nao po-
dia, portaaito, receiar nenboma desgraca,
mesmo pOPfue a arnai estava sem espoleta.
Eis,-jrem, quede iraproviso a arma
dispara-se, empregando todo o churabo na
perna do infeliz velho
Iiapressionado a espavorido cam tfto
inesporado successo, Camerino cewe a
ir chamar o Dr. Joao Francisco Regis, que
abi immediatamento correu para prestar os
aoccorros da scienjcia, coraparecendo logo a
policia, procodendo-se ao corpo de delicto,
e mats investigates policiaes.
a 0 proprio Maciel declarou am seu in-
terrogatorio que o tiro fdra casual, filho de
nma brincadeira.
-A jierna do infebz foi amputada, e na
jnesma n lite falleceu elle no hospital da
Miscrieordi!.
N'essa mesma noite Camerino foi reco-
Iber-se 4 cadeia, onde se acha.
Sete testemunhas qoe tem deposto no
Inquerlto policial, todas ellas juistifioatu ao
morigerado e paeifico seminarista, em quern
todos roonhecem uma victima do acaso,
pois Tot sempre distincto por su^s qualida-
des e pelo seu procedimento.
Consti-nos que S. Exc. oSr. commen-
dador presidente da provincia, para satis-
zer a requisic8e.daassemblea provinciaI,.no-
meou U'toa coaimissao.composta do tres me-
dicos e tres engenheiros, sob a prestdencia do
8r. conselbeiro Antonio Januario de'Faria,
drrector da Faculdade de Medicina, para dar
parecer sobro um novo systema de latrinas,
cpnstante de um folhete, quo pela msma
assemblei lhe foi *nviado, e que para ease
fim estd sendo traduzido.
Os engenheiros s3o os Srs :
Tenente-coronel Francisco Pereira do
Aguiar, director da repartirao das obras
pdblieas.
Major J. J. Sepuluida de Vasconcellos,
engenhejeo das obVas militaros e da pro-
vinoii.
Dr. Manoel Joaquim de Souza Britto,
engenheiro da.provincia.
Os medicos s3o os Srs:
Dr. Jise de GoesSiqueira,.inspector da
sau le publica.
Dr. Virgilio Clirnaco D-tmazio, lente
dechimica no Lyceo, e oppositor da facul-
dade de modicina.
Dr. Jose P. da Silva Lim\ chimico
distincto.
SERGIPE.
Dalas ate 10 do corrente.
No dia 2, houve no tbettro de S. Salva-
i'SE
dor, em occasiao derepresentacio, um pe- o meu requerimento
qucno fncendio, que foi logo extincto.
jr
t U
a sbe se tenho.
f*Mi- OJ
0 Sr. J.,oe Meli-j
v. )
{Sjidade dessas docu,.-
-, -S(3 nil hjnva con-
rain. como quer o nobre deputtda que lhe forne-
cam bases'dii que nao exi -t !
O S. R.vnse Sii.va : -Bntlo nao exitemes.-as
bases?.....
0 Sr. J ok Mbllo Reoo : Nao sei se existem':
o que sei e que nao hoave contrito, e que se bases
foram olTerecidos.neuhum valor teem, embora es-
tejam em poder do presidente da. provincia.
Nao atino, pois, com o proveito qae pode re
sultar da vinda dessas bases ao omheeinieuto de.-ta
assemblea,
0 que nos Importa saber cebera basaspara um contrato que, como ja dlsse,
nio foi realistdo ? Podemos nos resolver cousa
alguma sobre' essas bases, podemoa tomar pro
videncias contra um acle ijue nio foi prati-
aado ?
Assim, entendo que nao 6 cabivel o requerimen-
to do nobre dapuiadn, qna o reputo como uma
oovidade qne nao deve ser admitlida.
03n. Hatis t. Siltv:Tenho razao especial
para desejar .saber se houve ou nao contrato.
0 Sr. J de Mei.lo Rego : Entendo que a as-
semblea nao tem o direito de exigir informacoes
sobre tudo quanto corre pela administraeao; nao
tern corapetencia para indagar se tal ou qual
requerimento foi submettido a dospacho, se foi at-
tendido ou indeferido ; se houveram bases para
este ou aquelle contrato; e sc f./ram ou nao acei-
tas. A pratanoao desta assamblea levada a tal
extremo, importana umi syndicancia demasiada
sobre os actos da aaministra^ao ; seria exigir de
mais....
0 Sb. R\ti8!E Silva : Nao sao taes indaga-
coes da cmnpetencia da assemblea ? E' a pri-
meira vez que ouco dizel o.
0 Sn. J. de Mello Rego : Nao & a assembler
compelente para indagar e esmerilhar cireumstan-
eias que nao foram traduii.tas em actos; exigir
bases de contratos que nao se effectuaram, e
eomo que pretender ate entrar nas intencoes da
administraeao...
0 Sb. Ratis p. Silva da um aoarte.
0 Sr. J. de \li i.i.. IlKi, i: Mas se nao ha ne-
nham contrato feito coma eompanhia Recife Drai-
nage, como quer o nobre deputado exigir bases
que uenhum valor oflloial teem, e ulvea nao
ex islam mais ?
Se particularmente eonstou ao nobre deputado
a existencia dessas bases, procure tambem parti-
cularmente obtel-as, e esausafazer um pedido que
nao e caoveaiunte, nem antorisado pelos prece-
dentes desta casa.
Sao estas as razoes por que nao posso votar
pelo requerimento.
O Sr. Kai e Silva ; Sr. presidente,
6 para mim cousa eslranha, muito estranha mes-
mo, nuvir deeiarar-sc aqui na assemblea um vet*
negativo a um requerimento qae um deputado
faz, pedindo por copia as bases dc um coalracto..
i) Sr. Ki-t.m'1'e de Fk.ueiroa : Que nao sxislio.
0 Sr. Raius e Silla : Nao sei se naoexistio ;
rnaa exittem as bases. Os nobres deputedos nao
podem saber o lim para que desejo vel-as: nem
en masmo agora posso declaral-o. Depois que me
vierom as mans os documentos que peco, depois de
ostudal'Os, entao poderei dizer qnaLo fira para que
qnero esses.esclarecimenlos. Entendo quo estou
no:meu direito, como deputado provincial, quando
pefo que me sejam dados por eoaia taes e taes
documentos existentes na secretaria do governo
(afioiados).
(Troeani'se apartes.)
A admmistra'.ao tem pralicado muilos actos,
alguns dos quacs eu nesta casa e em occasiao
opportuna hei de apreciar.
0 Sr. Felipps ok bannOA : lantum melior I
0 Sb. Ratis e Silva : Entretanto preciso
agora ver as bases do contrato ou accordo feito
com a eompanhia Drainage.
0 Sr. Gomes Parehte : Mas nao ha contrato;
o nobre deputado esta sopuismando.
0 Sa. Ratis e Silva : ... e a isso se reduz
como grao 1
(ft), uma numerosa laalta ostava reuniJa
na rua dos Ourives, esquina da de S. Jose,
ponto de predilecgao dos capoeiras ; esu'-
vara alii, entre outros 'Manoel Joaquim da
Costa, Antonio Juaquim 3de Azevedo e os
escravos Florentino, de Manoel Joaquim
Aivesda Rocha, Zeferino, de Luiz Jose da
Silva, Maximiano, de Antonio Correa de
Sa" Lobo ; de repente bvatilou-se tumolto,
acaram-se as facas, e aquelle peda^o da
rua converteu-se eraoampo debatalba.
a Poucos minutos depois um desgragado
corria, gritando e com .as mao< apertandu
9 peito, deonde cofria o -fatigue ; enlrara
pela xua da Ajuda o loga^abiootorto. Cm
o creoulo Oscar.de idade, escrivo 'daibioar Adelaide Malhilde
TayJor, ^ue -/dra ferido no oofagao. Oscar
*a conJwcido cttoo oapoaira-e ja* ua kqz
fBca ferido na fregaezialda'GIoria. Ante-hoo-
lem vinba alle nesta freguezia. como chdte
de um bauilo, e aoobegar d rua dos Ouri-
ves aaeootrau-69 com o lUta.
Houve 2 reprovados.
^ Desenho. Julio Alves de Brito, Josd
Loelho Gomes, Arthur Pereira de Va-con-
cellos e Adolpho Joaquim Penna, approva-
ilos simplesmente com ograo 2 ; Joao Car-
neiro de Almeida, Lycurgo de Carvalbo
Ueis, Gastao Barreto da Costa, Arthur Vel-
loso Rebello, Frederico Marques de Sa
Hereulano Alfredo de Sampaio, Lindolpho
Malveiro da Motta e Francisco Cordeiro Pi-
zarro Gabizo, idem com o grao t.
Apparelho. Lindolpho Maiveiro da
Motta, approvado pleaamente com o grao
3 ; Julio Alvesdo Brito, simplesmente grao
2 ; Joao Carneiro de Almeida, Gastao Bar
ret0 c'a Costa, Arthur VeJloso Rnbello, Ar-
Lbur Pereira de VasconceUos e Adolpho Joa-
quim renaa, idem grao i.
Houve 1 reprovado.
Es^jrito Santo. Havia cbegado d Vic-
toria procedeatede Geoova, o brigue barca
teptfi, tendo a seu bordo 466 colonos do
Tyrol para crdoma Nova Treato.de pro-
priedade do Sr. Pedro-Tabaehj, na villa de
Santa-Cruz.
Oteoeate-caroael Jose Ciaudio de Frei-
tas fraBqoeira grande parte dos terrenos
de sua lavoura a passagem da estrada da
Cacboein de Santa Laqpoldina 4 cidade da
Victoria, offeveceudo tambem. as madeiras
que fossem preeisas pna as ponies ue se
'jam de fazer. B
BAHIA.
i "".iw*^*'BkWa Prov*flcial P"e9egui*m
*?us trabiibofi.
Falleceu,
, fla' reira deSanf Anna, o
fiym. Honorato Affonso da Costa Giroe ti-
gaho des8*fpeguezi.
'Sdoio dalla taiabeai ferido graremente J,emos no Jofiuil
com um golpe de natalba, Beoriqua, c- So di. "28 do pass do nelss daa* na>s
JL \Q ^da eallle*D, "touato; Santo Aawro, um ^asojbem lament, vel e
reeebeu os-prrtneiros aocoorros na pharm,^ dos mais fiwwtos resultados.
recoteido -a^Santa Casa 4a Miserjcordw. t. lvez oclogenario que esmolava o nio da
JwTmSafS0 ^JVi0' *8Cf*va WIW^ ^rkaade:pnW,,indo padir a ,{
JoaquiM 'Alves da ftooha, qua waobava a
alguma distancia dos gi-)pos rjue lutavam,
f i, aotrelaato, ferido pji uma faca -atala^
ASSEMBLEA PROVINCIAL
SESSAO 0RD1NARIA ESI II DE MARCO.
P3ESIDE.\CtA DO SB. FBBBEtBA BE AGUUn.
Ao m*io dia, fetta a ehamada, adiam se presea-
os Srs. : natis e Sftva, Goes Cavalcante, Dario, Ar-
conoio, Souza l.ei'.e. Lacerda, Manoel do Rego,
fiondim. Soares, Oliveira Aqdrade, Domingos Pinto,
Oonealves F1r^i?,arAgofar.,,pTnfo PesV.a, J" Mel-
lo Rego, Ernesto Vieira, Tiburcio, Tolentino do
Larvalho, Pelippe de Figueiroa, Oaspar de Drum-
mond, Cunha Cavaleante, Antonio Paulino Nasci-
mento Portella, Camboim e Arruda.
Abre-se a sessio.
E' lida e approvada a acta da sesslo anlece-
dente.
O S-. |. secretario da conta do seguinte :
EXPEOIETTE.
Offlcios:
Do secretario do governo da provincia, remelten-
do o balancete da carnara municipal de S. Bento
o orcaraento para o exercicie de 187* a 1875 8
artigos de posturas addicionaes e o offleio da mes
ma camara, expondo as necessidadas do Tiunicipio.
'A commissao de orcamenlo municipal.
Do mesmo, remettendo por eopia o contrato dos
carros funebres, celebrado pela Santa Casa de Mi-
soncordia com Agra A CA.'quem fez a requi-
sifao.
Do mesmo, remettendo 40 relalorios irapres-
sos, do inspector da tbesouraria provincial.Dis-
tribua-se.
PeticSes:
De Jose Pereira da Costa Miranda, escrivao do
crime ejurydo termo do Exii, pedindo o paga
mento de enstas do- proeesso3 deeahidos. -A" com-
missao de camaras municipaes.
De Joao Baptista da Rocha Baixa Lkis, pedindo
para ser gratuitamente admittido no gymnasio nm
sen filho de nome Joao.A' commissao de pe-
ticoes.
^Da mesa regedora da irmandade de Nossa Se-
nhora do Rosario da Bda-Visia, pedindo preferen-
ce para a extraccJo de loterias.A' commissio de
orcamento provincial.
De Costa Maia & C, estabeleiidos com fabrica
de chapels a raa de Marco, pedindo para ser
isento de pagar impostos proviaciaes e muniei-
paes, bem como a iseneao do servie,o militar para
os indlviduos qae trabalham na referida fabrica.
A' commissao de commercio e obras pnblicas.
E' lido, posto em discussSo e e sem debate ap-
provado :
A commissao de ordenados para dar parecer
na petiao de Guilhermina Basilissa de Oliveira e
SHva, professfira que foi de Qaeimadas, precisa
que pelos canaes competentes sejam pedida* iofor-
aiaQfles a directoria da instroceAo publica, sobre o
tempo que esteve a snpplicante (ora do exereieio
do seu cargo, ate ser jubilada.Sala das com-
missSes, II de marco de 1874 Demmgos Pinto.
-Tiburcio de Magulkaee.T. de Arruda
E' julgado objecto de deHbtraeao e vai a impri-
oriro segulme projecto:
A assemblea legislativa provincial de Pernam-
buco resolve:
Art. I. Ficam removMas as seguintes cadei-
ras de mstruceao prlmaria para o sexo mascu-
000.
ii unico. A segunJa da freguezia de Fazenda
Grande para o povoado de Nossa Senhora da Pe-
Bha da mesma freguezia, o Cachoeira do Roberto
para a povoaraode Caboclo, da fregaezia de Pe-
troliaa. ^
Art. J.Pieaa> levogadas as disposirOes em
contrano. Paeo da assemblea provincial, II de
maroo. Star. Hatu i Silva (pela ordera): -Sr.
prewaaate. pedi palavra coraeule para ler um
nequariaieuto,-quevo8 njitar-a coasideracaoda
asaemblea M)..
E' lido, apiada.e aatra em iwcussao o eeauiale
requerimento :
Bequeiro que aaloa aaaaes cowpetentes se ae-
ga eopia das baiei oftereeidas pelo gerente da eom-
panhia Recife Drainage e capitao Bullok para o
aceordo, que devia ser celebrado entre o governo
da prorioeia e a referida aMBpaahia, e que deu
'M* *o effloio do Rum 6r. presideote, de 13 de
Jezefljbro d Silva. o'
O Mr. a. rt. Mello cafO'.^0ialaS p-
ojer*M*Ur o meu veto ao: requerimeBto anee
Oo avpaaa*'. l;aaiHMtQda artSkvU a na. a 4t. raco/!quen
i Ezequiel Jose Goncalvasde Macedo ftbesmo fado : foi recolbido i
tenente..
Por portaria* de \ d-> corrente
4 ponta de uaanpao 4bm '1*ftsa'eu o
ttrarjo^esquerdo e tftettflptoio no peito do
rbesmo lado! foi recOlbido A casa ta-sm
[sonhor.
Ti*eiiadeFfrts, Toatwlwrte do J* *na '
do cursoafeaaffcutDaanio Wralaam^mmt}
PripipiJtrfo este a fe
ciel, orejbal ovlra m*nirro.
Se, entretanto, a assemblea quizer approvar o
meu requerimento, que o approve, senao, pacien-
cia Eu por outro modo apreciarei esse acto da
administraeao.
o Sr. Portella : Sr. presidente, no in-
tuitodeiuiesefacilite a assemblea provincial todos
quantos esclarecimentos ella julgue precisos....
0 Sb. i iliviiha Andbadg : Em termos.
0 Sb. Pobtrlla : ... para habililal-a a to-
mar as provideneias que entenda necessarias
com relaji) a quakiucr acto da admimstraeao,
estou sempre disposto a dar o naeu voto.
Daoiiaado do desejo de dar voto de approvacao
aa requerimento do nobre deputado, vejo-me de
feito, embaracado pela asseveraeao, que foi feita,
-- .v. jr naviao .._^. .i0,n u ruaiinente
nao ha coatrato feito pela adrainistra^io, se nio
lia um acto snjeito a *precia(?io da assemblea
provmcwl, se nao se fizeram mais do que bases
que siTviram de ponto para accordo, a que se
nao chegou, n6s nao tenws nada que fawr.
0 Sn. Gonqalves Pebbkisa : EsU e qne e a
veruada
O Sn. Pobtei.la : Mas ( e e sobre este ponto
que chamo a atteaeao da assemblea) tenho idea
de que chegou a administra.;ao a acordo com a
eompanhia Recife Drainage.
0 Sb. J. dr-Mello Rbgi : E foi ate publicado
no expediente do governo.
O Sn. Ratis e Silva : E' verdade.
0 Sr. Pobtella : Em virtuJe deste accordo
lavrou-se o respectivo contrato na thesonraria pro
vincial. E' isto o quo ouvi dizer.
0 nobre deputado que occupa uma cadeira
desta assemblea, que entao era director das obras
publicas e que, como entao, ainda hoje e o fiscal
da eompanhia Recife Drainage, nos podera orien-
tar dizendo se houve ou nio, um contrato.
0 Sb. Gomes Pakente : 0 nobre depatado
deve saber disso perfeitamenle.
0 Sb. Pobtella : Porque ?
0 Sn. Gomes Pabexte : Logo direi porque.
0 Sr. Portella : Como dira ? Quando digo
que nao sei, que nao posso asseverar a assemblea
se houve nm contrato da administraeao com a
eompanhia, quando digo apecas que onvi di-
zer, mas que nao estou habilitado a afllrmar a
existeneia de um acto da administraeao, o nobre
deputado diz que sei disto perfeitamenle. Porque 1
Peca-lhe muito encareeidamente que o diga ; que
de os motivos que tem para fazer uma assevera-
cio contraria aquella que eu me julgo habilitado
a fazer na assemblea provincial.
0 Sn. Gomes Pare.nte : Assevera o que ?
0 Sr. Pobtella : Que nao tenho ccrteza da
existeneia do conlrato, o nobre ilepuladodii aue
a leaho. '
0 Sb. Gomes Parfxte : Xao, que sabe que
nao existio contrato.
O Sr. Pottela : Ora, Srs., quando digo qne
nio seise existio centra*}, quando ouieu espiruo
labora em dnvida, quando invoco o testemunbo
de uma pessoa autorisada e eompetente para direr
se houve ou dao contrato, o nobre deputado diz :
sabe<}ue nao existia ? I
0 Sr. Gomes Parkste : E tenho razoes para
diser que o nobre deputado sabe que houve.
0 Sr. Portella : Isto e querer ir muito alein
daquillo a que tenho direito da parte de cada
um dos nobres deputados, de todos os membras
desu casa ( apoiados). 0 que cuvi dizer por uma
pessoa babilitada foi que houve contrato ; qne a
accordo se chegou. Se v assim, se houve nm aeto
da administraeao em virtude de auiorisarao da
assemblea provincial, porque me recordo que ha
ma lei que autorisa a administraeao a fazel-o....
0 Sb. Mauoei. do Rbco : E' verdade.
liu Sn. Deputado : Mas nao ha um actopra-
B'cado em virtude dessa lei.
0 Sr. Portella : .Nao sei; tudo isso se cx-
plicara. Estou expondo .apenas os notivos qae
kboram em meu espirito para, tendo desejo de
votar pelo reqaerimeato, recusarlne o meu polo
desde que esses *sclaFeciraentos pedidos foreui
exceatricos das aitribuisoes da assemblea pr-ivin-
oial, nao digam respeito a uniacto adrainistraUvo
sujeito a apreciacao da assemblea.
Eis os motives porque tenho duuvida em votar
pelo requerimento do nobre deputado, ou em -re-
ousar-lhe o raeu voto Se ba um acto adminietra-
tivo relativo ao objecto a que respeitam os eicla
reotmeatos pedidos polo nobre deputado, voto i pelo
seu requerimento se, porem, nao ha, se a assem-
blea nao tem de apreciar um acto da administra-
eao, entao vot# contra o rejuerimento. No l.
caso son forcado a votar a favor, porque se .pode
i'K), prtBo }a dlssrf, ll^e*** vHTi dVrWa: ou h-
conlr.no, nestaeiat ajnta^MlMtajikrimenlo ; ou
mlo houve e, eaiii a recwa do raqut-riii)-V Mt
pode deixar de ser dad*.
Nesta dnvida, barece-me qne a autoridade, qae
invoquei, pode dizer-nos em poucas palavras se
existio ou nao, um acto sobre qua a assemblea
pode enunciar o seu juito.
Sio a* con-id>rac5es que tinha a fazar.
O Mr. Kii tin Silva : Sr. preudente, ia-
sisto ainda no requerimaato qne acabei de apre-
?entar, vi^to como, no expediente do governo da
provincia, publicado era Shi dos dias do mez de fe-
vereiro, Ii que tinha havido um accordo entre a
presidencia e a eompanhia Recife Drainage....
0 Sr. Manoel do Reo Epediente atra-
zado.
0 Sr. Ratis e Silva :---------com rela;iw a
esse contrato que sc diz nao honvera.
Eu, na dellciencia de esclarecimentos a trie
respeito, tratanlo se de am act-) da adminitr;io,
acto, cujo exame e apreciajao e da competetitia
da assemblea provincial....
0 Sn. Makofi. do Reoo:0nobre depui.li
redija, pois, diversamcnle o seu requerimento, i-e-
dindo que o governo informe sobre o que houve.
0 Sr. J. de Mello Rego : Mas o nitre de-
putado pedio as bases do coatrato.
0 Sb Ratis e Silva : Suppuz que houvtsse
contrato; por isso, pedi as suas bases. Mas dt*o>
que o nobre deputa Jo diz que nao ha contrat i, |aa
nem mesmo houve accordo..,
0 Sr. Gonqalves Fkrbhra : E>sa peja que
o nobre deputado vio, e a tender que Hao houve r.ccordo nem contra! i.
0 Sb. Ratis e Silva : Mas ha um acto qa-i-
quer da administraeao.
O Sb. Goncai.ves Ferbbeiba : P"i simp>-
raente relativo ao pagamanto que estava aaapeat"
0 Sb. Ratis e Silva : Bsse ado da admin-
tra;ie, ou lhe chamem occordo, eu tenha o nome
que tiaar, e um acto, a respeito do qual a assem-
blea provincial tem toda a competencia, e en -de-
sejo te-lo por copia para poder apreeia-lo.
Ja disse que pedi as bases, persuadido de faw
havia contrato ; mas, uma vex que o nobre drru-
lado me assevera que nao ha....
O Sn. Marobl do Rego : Pode retirar o aa-
querimento e apresentar um novo.
O Sa. Ratis e Silva : .... reiiro o nseu r- -
querimento, e apresenlarei um outro
Consultada a assemblea, consente na retirada la
requerimento.
E' lidc, apoiado e entra em disenasa) arts
outro:
Requeiro que pelos canaes competentes '
peca copia do accordo ou ontro acto qualquer, que
tenha havido entre a presidencia e a coop I
Recife Drainage. Rnlit e Silva.
O Mr. into Pcimo* : Sr president, n
rece-ine que o novo requerimento do nobre depu-
tado pecca igualrnente como o primeiro psla
base.
0 Sb. Ratis e Silva : E aid de peccar :odo-
que eu apresentar nesta casa.
0 Sb Pinto Pessoa : Se effectivamente a ajne
deterninou o nol.re deputado a retirar o requeri-
mento, fni a dectaracao muito explicits de up de-
putado de quo nao houve accordo com a coirpa-
nhia Drainage....
0 Sb. Ratis e Silva : Mas houve o que qt>r
que fosse, accordo, ou nio.
0 Sb. Pinto Pess ia : Se nio houve e*j* a:
cordo, nao ba conseguintemenle razao n-nh j:/.,.
justiGcativa do 2 rcqut-rimcnt-i, que nao e eoi'
um novo modo disfarvado___
0 Sb. Ratis e Silva : Nao apoiado ; nio >4Ka
drsfarcado ; esta muito positivo, moitu explieito.
0 Sr. Pinto Pessoa : ___porque e faz
pedido. Nao digo diffarcado no mao seiuido.
Ora, se, pois, nao houve o .-cordo, se, ao diat-r
mesmo dos nobrex deputados, nio nouve seaio
uma simples intelligenria particalar___
0 Sb. Ratis e Silva : Accordo, ou oitra
cousa que melhor nome tenha.
0 Sb. I'into 1'f. soa : do presidente c;n
o gerente da eompanhia Drainage, claro fiea qu-
a assemblea nio tem o direito de entrar na invs>-
tigac.ao ramuciosa de aetos, que sio pura e excln-
sivamente particulares. (Nio spoiadM)..
0 Sn. Ratis e Silva : I'm acto entre o MMr
dente e a eompanhia Drainage e particular ''
0 Sa. Pinto Pessoa : .... um ar-to que t."
tem o cunho da publicidade...
OSr. Mavoei. do Rrco : Pois nao se di*-'
que foi publicado no expedieate T
O Sb. Pinto Pbssoa : ___um acto a respeito
do qual nao sortiran direitos ou deveres qae
iirend,essem a adraraistra^ao.,.
O Sb. Uaxcalves f'KRREiiH -Alii e que *
enganado o nobre depatado. Ha. effectivamente.
um olBcio do presidente Ja provincia, dirigiJ.
thesouraria provincial, resolvendo sobre a ajacs
tao do pagamento, que estava suspenso.
0 Sb. Pinto Pessoa : Bern. Estou fallan -
respeito do ponta que faz o objecto do Mfaari-
mento; mas o nobre deputado pede eselarecinm;-
tos....
0 Sb Rath e Silva : Cnpia.
0 Sr. Pinto Paouu: ___sobrea exist nn
de um supposto contrato. (Nao apoiados).
0 Sr. Vieira de Mello : Entao o nobre d*-
putado nao prestou a devida attenr^io ao r
ri mento.
0 Sr. Pixto Pessoa :0 nobre deputaao aMa
concorde comigo, sim ou nao, em que houve -
cordo entre o presidente e os direct.res da eom-
panhia Recife Drainage ?
0 Sb. Ratis e Silva : -0 jornal official e quern
diz que houve alguma cousa.
0 Sb. Pre Pessoa :-Accordo. nao.
O Sb. Ratis e Silva : Nao digo ace.
digo^alguma cousa.
0 Sb. Pinto Pvssoa : ConsegTrntemenie iiga
que o requerimento do nobre deputado paean
ainda pela base, ponaue pede mformacoes sobr-
um assmpto que aao teve existeneia, que ni
ollerece base alguma para a discussio. Acle.
pois, qae o requerimento nao tern ratio de ser.
0 Sr. Ratis e Silva :Teria eu feito am gran-
de mal pedindo essa copia r Oh I o men reque-
rimento e tao innocente I....
0 Sr. Pinto Pessoa : Nio duvido qae o re.
querimento do nobre deputado seja tao innocente.
como aio es seus sentimentos. Concordo que
o nobre deputado tem o plenissimo direi o de
pedir tudo quanto lhe apronver.
0 Sb. Ratis e Silva :-E como me quer Mfai
agora esse direito ?
0 Sb. Pinto Pessoa : Nio qnero nega- o.
Nao digo que o nobre deputado nio tem o direito ds
pedir todos esclarecimentos que deseja ; o que
digo e que nos nio temos o dever de consentir na-
qoillo .joe o nobre deputado pede e que aio tem
razao de ser.
Um Sb. Depct do : E' o que preeisa prov,;r.
0 Sb. Pnrro Pessoa :-Parece-me qne esta pro-
vado, desde qae se pede effectivamente informa-
coes sobre um facto que nao tem existeneia
0 Sb. Ratis e Sn.v.\ :Nio peco informacoes.
O Sr. Manoel do Rego :- Pede se copia de nm
offlcio qne vai publicado no expediente.
0 Sb. Ratis e Silva : Copia do qne houve.
lenha la que noms liver, entre o presidente e a
eompanhia Drainage.
OSn. Pinto Pess>a : Entin. se assim e, ire
permittira o nobre deputado que eu redija ontro
requerimento, pois o que foi efferecido pelo no-
bre depntado a ronsideracio da casa. nao i ma*
nem menos do que a repeticao do que mesmo i*
ritirou. (Apoiaios enao apoiados).
0 Sb. Ratis e Silva : Ha muita diflerenca
entre o le o 2* requerimento.
0 Sb. Pinto Pessoa : Mando. pois, a av?a o
men requerimento.
Le-se, 6 apoiada e entra conjunctamente *m
aiscussao a seguinte emenda :
'Em vez de accordo, diga-se inlbrnucOes
sobre o que foi resolvido cm relacao a eompanaia
Recife Drainage, e deterrainaram o acto qua *
expendido a thesouraria provincial. /. aVJaV'fn
Rejo.fi
.rf ?r* i 2C *<*" H^ao: -Pedi a pala
m, sr. presWente. para dar os motives qne ma
levaram a apresentar a emenda ao requetimfli*
que esta em discussio.
anre^.eoavemaabertudo w&KSJZl V^Z^S^
ja>ar5/oi|eeflr^Ma^^iW*Is
^TZ*" nnTrfmtriur^T^ """i'i,1 mnm-imrTi+ na.ipoaem, seerapanho o natra.dtoatadoiaM
1 "' u 5R' '"T,# E s,rv *- o men noi're colte' oin contrato ..ue b5. exisli;-.
*sse,aeto
tfiaiin.8parte).
0 Sb. Portella : Nao soa q autor do. renue
rfmeato. Tsuba\dtsejo* de dar-lhe o meu voMnOa
nyaataasa figura-da, au.deij-ecusa-lo aaavDotieia
oontrania.
Pift>tci,reomo-,ett.diiia, ae a
Tenho ineus embaracos para votaf (aio noau
requtrimento que o nobre deputado pelo 3 dis-
tricto apresenlou em subsliluicao ao que ivrir>a.
aHMor.
0 nobre depatado deseja agora
aeca copia de, mialoi4* aaaasaa
s(a publicado no jcraaUofllaiaL.
0 Sa. Ratis m Silva : aaiiuai apatta.
s6, h aa JUaiAJiKo ;-6e aoaradkvuado
t praa>wd>Ma_>uyta( afoawi padVIa, aw jaraai^a
^^hsJusTsi4.va-.-,^.n,...^i. j--------.
hnhliraaa iTnila----------- -y > -____..
"rr" SSS2S*ifl*,*^gM0"P a asaaaaUea pre,.
KttM^elSatkTAt I jM^Slfm :Y2?*i? *e,0J|la*io ;m aao publicaaar.ncnta aaaaaioiaa aaa
**M|lW .'MtPfliM'* **^"n). aoenjpanho o nobre depatado;aawi;: '. **. *wnu,mm>*nmk
laiivaa* T.,Or,Sa.^aaMEi*e1ftMo ;-,
copvepcer o nohre depntado que nio froi7


%*


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A
p I. -



V
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^MutrAmaam.- vada, Ihe traia em jM3UltadtfWwmrarf3 miis
gas MIO XujWo,44Sfan|W W*>*F
deseja.-
obrigado, en
vistas, e esclareeendo-o como
queria ante* w viasse *"
0 Sr. J. bb Msllo Rbgo :A raiuha emenda o
satiofara mwto-nwlhof. Ihe dara- iatormacoes, e
(juaato a cojk' i, q aobre depulado a tera no jur-
nal da cas*
0 Sr. R*tis e Silva : -A questao toda esta na
palavra copia.
0 an. J. bk JIelL') Rcqo : N'ada quer if to dizer,
infomagw oa copia, tuJo vale o niesmo neste
caaK
.Mas, 6 bora que se saroa que com estes raeas
reparos nio tentio por flm impedir a diseussao so-
bre os ados da administrac/io, ao coatrariodese-
jo iniormacoes maU amplas para qae se saiba que
nao ha motives para reservas.
Km m:u conceito a administracSo actual nio
teraletosqiie nJj possaai ser tra/idos a puolici-
dvie e discinidos. (apaiaaV).
Estoa, portaato, disposta a votar por todas a?
iaformacSes que forera necessarlas ao esclareci-
m?nto *est.i asseuWMea e estado dos actos da
administrate, comtanto que sejjam padhlas por
mod* regular.
OSr. Ratis e Silv.v :Eataj ha alguma irre-
gul&rtdade t"
O St. J. dh Uell-j Rbgo : -Havia no primeiro
requerimento.
0 Sr. Rati* SitvA : Mas agora f
0 Sa. J. dk Hello Rscd : Agora nao ; o re-
querimento que se discute, o que tem a meu ver,
e-apedido escusaJo, porque a copia de que tra-
ta, ja ta publiead.i.
O Sd. Masoel do Rfioo : Batao a assembles
iuo davia ter vota*> polo que pedio copra do eon-
tMM telto com Agra & C, ins ja foi pobttcaJo.
OS*. J. DB Mill-) RgGo: -Ji respondo ao apar-
i^ do nobre deputado.
0 aobro deputado pelo 3 districlo queria ape-
a.i copia de um acto, que esta publicado ; en
propouhoque so Ihe cooceda mi*ito mais, qae se
exija inf,rmacao sobre tad > qaanto occorrea na
qaest&o da companhia Recife Drainage. Deve,
por eonseguinte, me Bear agradeeido.
Qaanto ao aparte do nobre deputado pelo 1 dis-
trict, devo dizir-lhe que por ter sido ha muito
tempo feita a publicaeio do contrato Agra, nao
foi facii a commissao de legi^lacao eacontrar o
jornal que publicou, e assim enteadeu audar
mais depressa pedindo a copia.
Ja ve que as circumstancias erara outras, que
nio eram como as de que se trata, perquanto o
acto da presidencia sobre o pagament> da compa-
nhia foi publico ha poucos dias.
K o que tinha a diter.
O %r. Tiburcio dc Mig;Uiies :Sr.
presidente. tdndo o Etfn. St. Dr. Portella, nobre
raembro Je"sta ca, appellado para o raeu teste-
munho, ali.n de vir a tribuna dizer alguma cousa
relaiiramento ao que se havia passalo entre a
compaahia Recife Drainage e a presidencia, sobre
e?se fa'.lado contrato ou accordo, cumpre-me mos-
trar e esclarecer qUe nada houve que mereca
mme de oalrato ou accordo.
0 que, porem, occorrea foi apenas o separate :
Ten do eu, ccmo engenheiro fiscal da companhia
e o i as sector da thesouraria suscitado duvidas so-
bre a interpretaQio de algnns artigos do contra-
to vigeaM da mesma companhia, roram formula-
das ess.is duvidas era consultas e dirigidas a pre-
sidencia.
0 Sr. J. de Mello Regj : -Em relajao ao pa-
jtaaiento.
0 Sa. TiBuauo os Macalhaks :NSo so era re-
laQSo ao pagamento, corao priacipiilraenle fobre a
mterpretacao de certas condi;6es desse contrato, em
v!sia das quaes a companhia toraou-se jnui exi-
gente, divergindo assim de minha opiciao e da do
^r. inspector da thesouraria provincial.
Passado certo tempo, a presidencia depois de ter
peusado sobre as diversas cousultas ()ue forara
submettidas a sua decisao, deu uma solucao defi-
nitiva, mandando pagar a companhia, nao em di-
nheiro, mas em apulices de 7 por cento.
Assim, pois, ficou tud) concluido entre a fiica-
lisacao, a thesouraiia e a companhia...
0 Sr. Ratis k Suva :Eis ahi ura acto.
0 Sr. Tidurcio de Magai.iiars : -... e esse acto
foi publicadj no jornal official.
0 Sr. katis a Silva : -Mas eu ja disse que nio
e^tou salisfeito com o que publicou o jornal.
0 Sr. Mavoel do Redo : -iao orador) A com
piuhia fez alguma conressSo a respeito d) que
exigia quauto aos cauos ?
OSr. Gomes Pabente :-Isto uao esta era dis-
eussao.
0 Sa. Tiburci) uz Magaliiaes :- Se alguma
.;ousa houve a esse respeito, foi entre a presidea-
cia, a thesouraria e a companhia ; a fiscal isacao,
p^rem, nio leve disso coahecimento official.
Sao estes os esclarecimeatos que de momento
potM dar a esta assemWea.
Niu havendo raiis quern paija a palavra, en-
cerra-se a diseussao, e, procedendo-se a vota^io, e
approvado o requerimento com a emenda.
O Hr. Prcsidenie: Estando a synopse
para a ordem do dia, eu peco de novo as nobres
commisjoes que adiantem os trabalhos que teem
em suas pastas e vio dando pareceres ou apresen
tando proje:tos. .. .
Dirijo-me especialmente a nobre commissao de
ronstituielo e poieres, pedindo Ihe que d<5 parecer
sobre oj actos nao sanccionados, que existem em
soa pasta. Do retardAmenio do uma decisao so-
bre esses actos, podem resultar serios inconvenien-
tes, attendendo a que muitas vezes pode qualquer
Sr. deputado querer apresentar idea identica a
contida nesses actos e viir-se impossibilitado de o
fazer, por acharem se ainda dependentes de deci-
g&o desta a-semb!ea.
ORDEM DO DIA.
Entra em 2 diseussao o projecto n. 31 de 1873,
crdaado uma cadeira de inslruccao priraaria para
o iexo feminino no lugar Riacho Doce, da ccmarca
do Biejo.
O sr. Manool do Rcgo declara qae esse
projecto foi por elle apresentado como emenda ao
de n. 68 de 1868, que esta affecto a commissao de
innrucgao publica.
Em virtude dessa declarajSo, o Sr. presidente
declara o projecto prejudicado.
Entra finalmente em I." diseussao o projecto n.
53 de 1871, maudando que os officios de escrivio
do termo do Bonito sejam exercidos por distri-
buicao.
O Sr. Rails e Milva: Sr. presidente, eu
estou convencido de que este projecto nao tem ra-
no de existencia e estou mesmo resolvido a negar-
Iha o meu voto ; mas, como vejoque ello foi re-
mettido a commissao de constiluicao e poderes para
dar o seu parecer, acbo justo que seja lido esse
piiecer alim de quo. nao eu que tenho o meu jui
zo formado, mas os nobres depatados que nao co-
uhecem bem a materia de qae se trata, possam dar
o seu voto com conscienr.ia.
0 Sr. GoesCavalcante : Esse projecto nao
tem mais razao de ser.
0 Sr. Presides te :, Nao ha parecer da com
missao.
0 Sr. Ratis e Silva : Uma vez que nao ha es-
se parecer, declare que voto contra o projecto,
porque nio Ihe reconheco utilidade alguma.
Iad-i proceder-se a votacio, verificase nio ha-
ver numero.
O-Sr. presidente designa a ordera do dia segnin-
t^ i? ievanta sessao.
A ordem do dia {Mra be j
cedente. ^
Intrica qae nao
(procura latrlflttr-nos, mas
A pronPjuyda declar
recebidooJwl Bents-a
mesma da aote-
A Provincia
ra.
>os de ter
.0 a bem
pitfo da guarda
nentes de comra
Joao Baptista Ca
lycaifo Vieira
mm
ocha Vid/a/te-
e Ferre(ra Para,
reformadoPi
efinalmente^j
REYISTA DIARIA.
\MH-nili;a provincial. -Hontem a as-
semblea funcoionou com 32 seahores deputados,
sob a presidencia do Sr. Dr. Aguiar.
Approvada a acta da sessao anterior, o Sr. i
secrptario leu o segainte expedieate :
I'm requerimento de Salvador Barbalho Ujhda
Gavalcaote, porteiro da thesoararia provincial, pe-
dindo aagmeato de venclmentos. A' commissao
de ordenados.
Dous projectas, um autorisaado o presidente da
provincia a despender a auantia de 15:1)0)5000
com a construc(l) de um predio que sirva de ca
deia e casa' de camara em Bom Xardim, e outro
removendo as cadeiras de inslruccao priraaria de
ambos os sexo3, da'povoacao de Majhidinha para
a de Surabim, os qrjaes foram julgados objectos
de deliberacio e maadados imprimir.
0 Sr. Portella, obtealo a palavra pela ordem,
faadamentou e juslificou um requerimento, que
foi approvado, solicitando diversas mformacoes
cofflMMtio ao eorao ce?ebrado pela pre side a-
cia dftipiMMIa ''d* Parahyba, com Jfrredtrab ife
Souza*WvaM.
Trwwd'w da ordem do dia, e continnando a
i- diWWU,- iadli, do projecto n. 12B de IMS,'
que utlMJ WWrtefter *-*pprovai;5o da swrflhlela
a> prt|lOiW-feitls- S-pteWfesela pelo tfrrfcrof
intruccao publica,, pa forma da lei a, 39 ; reco
nhecendo-se nio bdV rj^rnero Je et^ores d^ptf1-'
talc? para vWfcr^W lemrta^t jwsao.
do xenir-fpublico, do Dr. Costa, docarfo de dele-
gado do !. distrieto da capital, dlsse aquelle or-
gao da imprensa que qiiizeaus desraentir a at3
guem. Nao ha tal.
, A noticia foi-nos remeltida ofiicialmenle oo sen-
tido de que quern no la deu foi antempregado da
secretana do governo; e este quaBdo uos disse
ter sido dada a demissao a ben* do servico publi
co, estava de certo bem informado, por isso que e
corrente o nea pode ser cbptestalo que nao sen-
do dada a demissio a pedido. i-o sempre pela con-
veniencia do pubBco servijo.
Embora a portaria, tie que obteve copia o Dr.
Costa, nao reze as paiavrae a bem do servico pu-
blico, nem por isso deixou a denusaao de tec sido
dada a bem do ser ic > public >. rmuime sen do co-
nhecidas, como siio. as causas que a motivaram.
Pode o Sr. Dr. Costa ceutestar que nao pedio a
saa demissao ?
Pode S. S. contestar qae foi demiiti lo em coase-
qaeacia do conflict) atkicitade, a Ml do corrente,
em um trem da via fdrKa de Olkwla, e par ter a
convenient do service pabtMb eaigido a sua de-
missao?
Como, pofs-. dfeer-se qae-'nio foi dVmfttrSo a bem
d*sefvi>rd poWico?
Quaato a declaracao da ter vlado a aora official-
nreote, aenlium rflaf tfahl vem, nem a nosj nem a
quern nos deu a informacao, desde que prorado
Mea qae a demi9so foi dada af coaw a notteia-
mos.
Ja ve a Provincia qtta 3 sua intriga nao pode
ntedrar.
Morte nomiir.-De bordo da b .rca brasi-
teffa Amizade, do comman*a d^ cipttSo ionrtuim
GoWieririff Maria Cfiasrirrtt Jaflior, em viagwrf do-
Era' de Tarwiro para e\t* prWracia, achaiKlo-e
ells na Fatitnd S. 19* 36. 01". e longitarfe O- o%
Greenwiche 35*, 21' 22", as 2 boras e 30 miBufo*
da tarde de 7 do mez corrente, cdhio ao mar um
de sens BWriaheiro?, e. desappaftfeeado, nrTructi-
feros foram todos oe meios empregaidos para o sal-
vareaj.
Chamava-se elle Manoel Jose dos Santos, era sol-
teiio, natural da ilha do Sal, e domieihado na de
S. Thiago do Cabo Verde ; conlava 29 annos de
idade.
Presume se qae tenha cahido ao mar na occa-
siio de satisfazer precisoes corporaes, pois foram
encontradas sobre o casiello. a faea de qae usava
e uma correia com que prendia i calca.
tiraudc maie.-A mare de nonlem, us 6
bora 3 da tardc, denlro do porto, foi extraordi-
naria. As agaas sabiram tanto que, na rua da
Aurora, quasi rasaram a aresta do cues. Como
essa so teremos outra em setembro. Sao as
mares de sizygias.
Coadjutor..-Por provisao do Rvm. gover-
nador do bispadc. de 12 do corrente, foi no-
meado o padre Severiao Jos^ de Villa Nova,
coadjutor da freguezia de Cabo.
RToilii!o a prlsao. Diz o Jornal da
B'lhia que em data de 13 do corrente dizem da
corte, por telegramma, que nesse dia foi reeo-
Ihido a prisao na fortaleia da Santa Cruz, o Exm.
e Rvm. Sr. D. frei Vital, bispo de Peroamonco.
Adminlsiracao do corrcio.Hontem
foi inangurado nes'sa reparticao mais ura melho-
ramento, cuja falta era ha muito seotida, e que
de dia a dia crescia alleato o graade movimeaio
postal que vai teado esta provincia de importan-
cia, sob todos os pantos de vista, rapidaraente
crescente.
Tal melboramento consiste na abertura de
uma nova sala destinada a distribaicao da cor-
respondencia, qner aos assignautes, quer as pes-
aoas que nio tem alii morada declarada.
Nesta sala acham-se collocados grandes arma-
rios de madeira, com subdivisfies em pequenos
compartimentos, cada ura dos quaes e reservado
a um assignante, cuja distinccio e no mesmo as
signalado pelo numero de ordera correspondente
aquelle na inscripcio do respectivo cartio de
assigaatura ; o qual deve ser apresentado nessa
reparti(io, sempre que houvcr corresponden-
cia a ser reclamada.
Esse molhoramento esta em uso, ha muito
tempo, na directoria geral dos correios, na ccirie,
com vantagem para aquelles que teem constante
correspondencia postal a receber; visto como
acha-se a vista do assigaante o compartimentn.
que Ihe pertence. o que Ihe facilita, sem perda
alguma de tempo saber ao chegar alii, se tem
ou nio o qus reclamar. A esta accresse a c>r-
cumstancia valiosa, da diminuicao do pessoal
amprogado na onirega das cartas, que a medida
tomada acarretara.
Consta-nos. que ainda outros melhoramentos
pretende teutar nessa reparticao o seu distincto
administrador o Sr. Alfonso do Rego Barms, afim
de levar ao meluor pi1 esse ramo do servijo pu-
blico.
Desdc ja fazemos voto; para que nao arrefeca
nuaca em fuaccionario tao bem intencionado o
zel> de <|ue ja temos a ccntar resultados tao
satisfactory.
Vapor Bahia.-Por telegramma do Para
sabe-se que hontem i !8; a tarde devia d'alli sa-
hir para o nosso porto. pelas escalas do estylo, o
vapor brasileiro Bahia.
Falleeimrnio.-Hontem falleceu, victima
de febre amarella, o" capitao da barca norue-
gjense Capella, S-A. Torresen, navio este en-
trado em nosso porto, procedente do de Liver-
pool, no dia 3 do corrente, e que se acha atra-
cado ao trapiche da alfandega.
Para a Europa.-Com 22 recebidos em
nosso porto levou o Erymanth 111 passageiros.
Prorexso Visguelro. 0 desembargador
Jose Caniido de Pontes Visgueiro representou con-
tra o despacho do supremo tribunal de jostiea,
ordenando que a custa delle viessem do Maranhao
as tesmunhas de defeza alii resideutes. Allegou
que mesmo quandodispjzesede recursos pecunia-
rios o prazo de 30dias que Ihe fora marcado era
pequeno, visto como mais tempo leva um paquete
brasileiro em sua ida e volta, aos portos do norte.
Pedio que taes testemunhas fossem inqueridas
uo Maranhio, dando-se para isso o prazo de60
dias.
0 conselheiro relator deu este despacho na pe-
ticao.
Venha nos aulos.Rio de Janeiro, 11 de marco
de 187*.Sim5e$ da Silva.
Subindo o processo novameate ao conselheiro
relat.r, foi dado este f egundo despacho :
A vista do que allega o supplicante na sua
peticao, ccncede-se-lhe mais o prazo de 30 dias
para apresentar a sua prova testemunhal ou do-
cumental. Ri< de Janeiro, 11 de marepde 187i.
Simoes da Silva.
O bispo de Pernnmhaco.-Passou em
julgado a senteaca proferida contra o bispo de
pernambuco, em consequeacia do qae foi no dia
11 do corrente dado o seguiute despacho
Tendo passado em julgado a sentenca de fl.,
proceda-se a sua execucSo, para o qae se expe
camasordens nocesjarias.Rio de Janeiro, 1 de
marco de 4874. Leao.' i
Comraunicou-se ao governo o despacho acima,
e deterrainouse ao Dr. Caetano Jose de Aadrade
Pinto, jaiz da 1" vara civel e criraiaal de um do-
districtos da corte, que fa^a executar a sentenca
do sapremo tribunal de ju-tica.
Ciiiioliio supremo miiiiar.Achan-
do-se presentes, no dia 7 do corrente os conselhei-
ros de guerra, duque de Caxias, Bittencourt, Da
Laraare, Barao da Gavea, Nunes de Aguiar, Soa
res de Andrea, Barao de Angra, coaselheiro-vogal
beaurepaire Roaaa, e desembargadores Camara,
Lisboa e Azevedo, foi aberta a sessao e julgaram-
se os seguintes processos: ExercUo -capitao Lu-
ciano Jos6 da Rosa; tenente Verissimo Jos6 Bar-
boza, soldados Belisario Frapcisqo de Brito;
Francisco Antonie de Auarase Lima, Custodio
Goncalves da Costa, Bruno Antonio Ribeiro, Fran
Cisco Jos6 da Silva, Felisberto JoserDutra, Theoto-
nio Peres Xavier, Aotonio Goncalves dos Santos,
Luiz Quiatino de Hou a, Antonio Fehppe Santia-
So,- Jeronymo Alves Nogaeira, Joaqnim Viegas
ost de Caldas, Vicente Fcrrelra de Paula, Joao
Aniunes e Franci*C0' Rbdrigaes de Araujo San
cheaArmida : Inpariaes miriuheiros; Antonio
Luiz Perroira, Dasiderlo Autonio dc.Santa Clara,
Jo5o ABtdnlo de Oliveira, Antoaio Frenciseo Pr-
reira, Fausto Bibiaao das Dores, Antonio France-
lino da Silva, e soldado do-corpo militar de poli-
cia da cdrle, Francisco Jb*6 Antuaes.
Achando-se presences, no aia 9, os conse-
lhen"os de guerra Duque de Caxias, Bitteacourt,
ViseonSedeTamandari*, Oe Latrtare, Vlseondede
tanta There;a Barao da Gavea, Nonas de Aguiar,
aares de Awe\ BarSo de Arigra; e'eonselneiro-
vogal Beanrepa're Rohaa, foi aherta & sessao. 0
seeretario de guerra leu p experjirrte". roratti dls-
catidas e aprovadas as consultas flpe tratam de
cfiodeeoragJe do aabito da Avizj a5:apttlei Jo*
r ^Iip Vieira de Ajuiar, Paato Aatepip Ferreira
Bsbo tf AWOPid da Roclia Bes^rr* Gavalcfote j
Brasil
de
o
siderado no alraanak mititar, e nas escalas de
promocao, o tenente coronel Gabriel Alves Fer>
nandes, (]ue pefo conselho sapremo mlliiar de jus-
tica foi condeninado a seie mezes de prisio, fican-
do privado dn todo e qualquer eommaado mi-
lit.
Achando-se presentes, no dia 11, os conse-
Ihen-os de guerra Duque de Caxias, Bitiencoort,
Vlseonde de Taoiandare, De Lamare, Vlseonde de
Santa There/a, Barao de Gavea, Soares Andrea,
Bario de Angra, canselheiro-vogal Beanrepaire
Rohan e desembargadores Camara e Lisboa ; foi
aberta a sessao e julgados os processos dos solda-
dos do exercilo Jose Silverio da Silva, Ascendino
Francisco dos Santos, Hermenegildo Gomes do
Nascimento, Joio Prime, Antonie da Coneeicio,
Jose Antonio do Espirito Santo, Raymundo Beato,
Rayraunde Joaqnim dos Santos, Manoel Francisco
fie Sa e Leopoldino Baptista de Magalhaes.
Supremo Tribunal de *ue*tra. -
Na sessao de II do corrente foi juigada a
Revi8tacrvel.-N. 8440. Maranhao R. Alberto
Ferreira da Silva Santos, RR. Jose-Joaqoim Lo-
pes da Silva & C. e outros. Nap conheceuse da
revista por caber o valor da causa na alcada do
tribunal inferior.
I'ropniiuaora da biMruerao Pu-
blica. -llavera- reuniao do coosetbo superior
desta sociedadey na quinta-feira proxima vindoura,
do lugar e hora" ia cosTame.
rreses. -Aeham-se reeolhidos a cadeia da
cidatfede Goyamia, VTriato Eazebio da BSa-Mdr-
te e o eseravo izidoro, auiofe complice dos (eri-
meutos graves de-J|ne loi vicfaua. o-c,omnaerciaa-
te daquella eidad* JoseGasparDaiBiBfaetde Sou-
za, cujo faee,ha't MlHnto nimtnrirn e PhiloMopKi-
.So domingo ultimo, (iSj reunk)t9c esia so-
eiactta"* em sessao prepaTatoria NSo havendfr
expediente, foi levantada a mesma, marCando-se'
odia ii do corrente, para abertura doi trabalhos
sociaes.
Com a policla. Alguns moradores de
Pura de Portas, chama* a atteOfio da policia da
respectiva freguezia, para os aoabteada gallinha
do vizinho, que e sempre gortta; pais eslao expos-
tos a eonstantes varejos nocturam, errr sens quin-
tals. '.' I .
I.UMO Brailcira. Havera heje a noite
sessio magna nesta sociedade, para iafciajio e so-
lemnisacao do respectivo padrotiro.
vnrilver*arios. Compdela hbje 8 annos
de idade S. A. o Sr. princtoe D. Pedro Augusto,
filho da fiaada princeza D. Leopoldina, duqueza de
Saxe.
Hoje c o dia anniversario da 2a batalha tra-
tada entre Brasileiros e Hollandezes, nos montes
Guararapes. no anno de 1619.
Expmsicao de imagem. Nao podendo
ter lugar. na presente quaresma, a procissao do
Seahor Bora Jesus dos Passos, que se veaera na
igreja do Corpo Santo, por estar a respectiva ir-
mandade interdicta, resolveu a mesa administrati-
va tlessa corporacao, exp6r a veneracao_ dos fieis
nas tardes e noites de hoje e de amanha, na sua
igreja, a imagem do sen padroeiro.
Wanto vniiio. Lemo3 no Municipio, da
cidade da Victorta:
No doraingo, 8 do corrente mez, apparecera
mortoera terras do engenho Smt'Anna, desta co-
marca, o escravo Antonio, pertencente a Maria
Francisca do Nascimento. 0 Uelegado do termo
capitao Luiz Felipp?, logo que soube do facto,
maudou conduzir o cadaver para esta cidade, afim
de se proceder o competente cirpo de delicto ; os
peritos nomeados, dtclararain que a morte tinha
sido produzida por uma apoplexia fulminanle, e
das indagacpes feitas posteriormente pelo mesmo
delegado, se veriucou que Antonio, tiuha sido
abandonado pela sua senhora, por causa de sen
esudo valetudiaario. Infeliz escravo, na moci-
dade o ria saiide, tinha senhor que se lucupletava
do suor de seu rosto, agora na velhice c na
doenga, nem isto tinha.
t No dia 9.do corrente mez, apparecera en-
for^ado nas mattas do engenho Sena, desta co-
marca, o pardo Lino de tal. Das exigeacias pro-
cedidas pela policia, se evidencia que Lino, foi o
autor da morte de seu proprio filho, na freguezia
da Gloria do Goita; que sua morte, seguado de-
claram os peritos que procederam o corpo de
delicto, toi produzida por asphyxia por estran-
gulacao. Altos sao os os decretos da Providencia.
Lino, hontem; roubava a vida de sea innoceate
filho, hoje, com as suas proprias maos lira a
sua. >
Gaxetn Juridlc-a.-Cheaou boniom Poia
a respectiva agencia, a rua Primeiro de Marco fl.
9, o n. 61 deste jornal, conteado :
Jurisdicciio civil : Execucfto depois da revis-
ta. Accao hypolhecaria. Permuta de beas de
orphaos. Arrendamento e pena convenclonal._ Ap-
pellacao na execucao da sentenca. Excep^ao de
mcompetencia. Viuva inventarwnte e testamen-
teira.
Jurisdiccdo commercial: Prova nos coatratos
maiores de 400/.
Novas relacoes ( conclusao I.
Junsprudencia franceza.
Xiiiiii'ioHa degrendencia. Lemos no
Jornal do Commercio da c6rte :
Falleceu ha poucos dias, na villa de S. Joao
do Principe, D. Jacintha Jesuina de Sa Oiereui na
avan;ada idade de 93 anno>. tendo deixado 120
descendentes, a saber : 5 filhos, 43 netos, 66 bis-
netos e 6 tauranetos, sendo de notar que ella so-
breviveu a 37 descendentes, a saber: filho?, netos,
bisnetos e tataranetos, os quaes se vives9e.ii_com-
pletariam com os existentes uma prole de 157 pes-
soas. A finada ate o ultimo momento conservou
o pleno gozo de suas faculdades. >
A'ao toi agraciado. -0 reo Jose Antonio
de CSouza, eondemnado em 16 de dozembro de
1870 a pen a de gales, perpetuas, em virtude de
decisao do jury do termo das Barras, na provin-
cia do Piauhy, por crimes de homicidio e de ten-
tativa de homicidio, commettidos a 23 de julho de
1870.
Loteria do Rio de Janeiro Resumo
da lista da 7" loteria ( 499.') era beneficio das
obras da matriz do Sacramento da cone, extrahida
a 9 do corrente :
N. 4399...................... 20:000/006
N. 1192...................... 10:000/000
N. 4165'..................... 4:000;000
N. 3437...................... 2:000/000
Ns. 353 e 3465 -1:000/ a cada ura.
Ns. 413, 1272, 1827 e 4845-800/. a cada um.
Ns. 314, 647, 2732, 2966, 3088, 3417, 4543,
4756, 5331 e 5729200/ a cada um.
Ns. 420, 504, 680, 1265, 1647, 1846, 2118, 2267,
3029, 3233, 3343, 3667, 4243, 4389, 4396, 4502,
4718, 5535, 5647 e 5767-100/ a cada um.
Ns. 45, 97, 132, 230, 232, 280, 320, 552, 572,
611, 796, 907, 910, 1087, 1176, 1230, 1234, 1375,
1407, 1414, 1514, 1608, d623, 1683, 1769, 1934,
2021, 2145, 2193, 2260, 2271, 2860, 2910, 3033,
3193, 3262, 3302, 3311, 3393, 3703, 3821, 3868,
2958, 4118, 4371, 4426, 4501, 4776, 4822, 4814,
4959, 5026, 5073, 5362, 5377, 5512, 5592, 5674,
5785 o 5921 -40/ a cada ura.
Loteria da Bahia. Resumo dos pre-
raios da 5" loteria em" beneCcio do collegio dos
extrahida no dia 11 do
-*- -'. 'r
fi ".'i' '*T'f"'*~r
'----------'-------'
Mti )*' e'oa Iftftie
> +etk,8tmo!F*im, *iiPrW ***,
J AMl^i^M<*fc,,Ms| peldigno
AiAa'MNm^faMoraRiD; ABIorrio F.
daVoms,'JtnS Alvto da 9W%, InniU de carMade
Ifcria' mrice Viala, loio Elefceioyeo, Mlntoef /.
de MellMlaodoro Borts, DamiDfes Jos* da Sifva,
Candido S. F. Bast03.
!*)* 6**ld para Fernando de Noronha ao vapor
Mtmdamm:
FraKisA) Magalbaes Costa, Manoel Gomes da
Gmz.
Cemiierio pu blico. -Obit uario do dia 17
de marfo:
Manoel Darfea, pardo, Pernambnco, 8 annos..
Recife; tetano.
VirfoUna Maria da CoBeeicik), parda, Peraam-
buco, 20aoaos, soltetra, S. Jose; variolas con-
tluentes.
Amalia, parda, Pornarabuco, 5 mezes, Graca ;
denticao.
Arcelina, parda, Pernambnco, 4 mezes, Boa-
Vista: convulsoes.
Matheus Richards, braneo, Ioglaterra, 28 an-
pos, solteire, Bea-VisU ; febre amarella.
Maria, parda, Peraambuco, 48 annos S. Jose ;
espasmo.
i *f*i i+
^
X
POLITICA
i"i "in awMPWi n. in ii iM
sabemos. porqW revira volts'Ja to
WkPpiese' salbtt, qitt representa um pa-
.... na opiniae da Proimcia !
Porqae f Porque o Diario declara qne a de-
missio do Sr. Dr. Costa, segundo tivera noticia,
fora a bem do sercico, e o Sr. Dr. Costa, que af-
(lraia que nao pedira demissio, foi demitle por
proposta do ehefe.
A Provincia ve" nesse negocio mgsterio de der-
treter ~xs/mJ\ M-irto-> mmtum-**
Que muito pouco miolo exute nas cabecas gra-
ves dos redactores da Provmcia, sabiamoe nos,
mas que elles assim o confessem e de adrairar !
Carangaejo nao tem cabeca, diz o vnigo, e na
do camarao ba os miolos dos redactores da Pro-
vmcia... e se nao... elles nao derreteriam os pou-
cos qae tem para explicar, o que esta explicado.
Sempre que u mittido e a bem do service, seja por esse oa por
aquelle motive, expresso, ou ocenlto.
Ora, se como confessa o Sr. Dr. Cesta, nao
pedio demissao e foi demittido, claro esta que foi
a bem do servigo.
Se para isso houve motive, respondam os tubi-
tantes desta cidade, e diga-o a Provincia de hon-
tem, pois qne a de hoje_.. ja ve as consas por
outre prisma !
Que querera Aquella gente e capoeira, e nao
admira que fiquem cegos e desemcabeQados f....
Se os miolos Ihe estao ficaudp derreUdos !.....
Pubreaente ?...
orphaos de S. Joaquim, e extrahid
corrente':
Nnti
oji ..#........
65......................
720..................,./7)
N. 449...................... 200/000
Ns. 331, 3019 e 2418-IAO*/cada wn.
Ns. 7fl, 573, 1053, 517, fill e 3317-40/ a
5:000/000
800/000
500/000
1-VKTIDO CO^EUViOOn
RECIFE, 18 DE MARQO DE 1B74.
E' realraeote notavel o acerto com que o illustre
administrador da provincia tem gerid->os negocios
publhsos tao acertadamenfc conliados 3 seus cuida
dos.
Duas grandes questoes, oue seriam bastantes
para absorver as energias. de a at admi nistrador
aesvt[ado, as finances e a qoesUo qne se denomi-
neu niigiosa, nao tem loaavia emnaracado ao il-
lustre_Sr. Dr. Lucena no deseni.eaho de sua gran-
de raissiio.
Todos os ramos da publica administrate tem
recebldo vigoroso impuLso, e uma nova era de
(irospajridaile e eagraudectmento vai se abrindo
para ei'ta provincia.
Gracas ao lino administrativo de S. Exc, a sua
grande forca de voatade, ja nao nos apavora o
mais Urrivel inimigp que ha alguns annos a esta
parte nos persegue, augmentando sempre a sua
forca.
Um deficit consideravel resultante de coatratos
oncrosos e do augmento. de despezas improdueti
vas, foi um dos legados que recebea o honrado
administrador da provincia, fructo da ominosa po
fitica progressista.
Este desequUibrio entre a receila e a despeia
que tendia a augmentar, ja pela diminuicao dos
direitos, ja pela baixa consideravel nos precos de
nossos principaes generos de exportacao, notavel-
menle o assucar, e ja finaimente com a nova des-
peza da companhia Recife Drainage e outras, vi-
mos com summo prazer seuio extincto, ao menos
consideravelmente dimiauido. -
Golpe mortal soflreu, no ultimo exercicio, o de-
ficit, essa calamidade social, inimiga de todo o pre-
gresso.
A causa unica deste estrondoso facto deve-se a
severa e ng6rosa fiscalisacao e economia no di3-
pendio dos dinbeiro* publicos, sem prejuizo algum
para o servico.
Vigilante e attento pela boa fiscalisacao das ren-
das, S. Exc expeJio, de conformidade com as leis,
fanes regulamentos dos quaes resultar.^m imme
diatamenie a cobranca de alguns impostos at6 en-
tao considorades incobraveis.
Os regalamentos para a arrecadacio do imposto
sobre casas comraerciaes era que heuvossera cai-
xeiros estraugeiros, e o dos mascates deram ura
resultado satisfactorio e sorprehendente.
A reforma radical na reparticao das obras pu-
blicas, ali'-m de proveitosa a todos os respeitos, di-
minuio consideravelmente as despezas feitas com
0 antigo pas-oal. I
A diminuigao e cilculada emoS-.O^O/OOO an-
nuaes I
A re.'erma promovida e ja em execucao, quant
a conservacao das estradaj de rodagera, regulari-
sou e melhoro'i o servico, e econoraisou co.ca de
3O:Ol0^O00 para os cofres.
Pelo que diz respeito ao dispendio dos dinheiroj
publicos, todos o sabem, nao sahe do thesouro um
real sem a mais minuciosa indagac,ao da prova de
quem quer que se julgue com d;reito a isso.
Estei factos eloquentissimos, que es.tio ao alcan
ce de todos, tem conqui?tado para o illustre admi
trader o respeito e sympathia dos homens de bem.
. Neste terreno e que desejavamos ver empenha-
do os nosso3 intransigenles adversaries, que, des-
p<)i:adoj, nan cnnjini rt* inj,,.,.,- a tsi\ iliodrt**-*
cidadio, que nao tem outro interesse senio engran-
decer sua provincia natal.
Apezar, porem, da diminuigio do deficit con-
vem toroar raedidas era ordem a que elle desap-
pareca de uma vez de nossos orcamentos.
A patriotica assemblea provincial, que se acha
funcci'. nando, ha de secandar 0 illustre adminis-
trador no seu louvav.l intuito.
Dessa illustre corporacao depende a salvacao da
provincia; e ella eertamente obtera essa gloria.
A qnestio religiosa, que veio pertnrbar a paz e
a tranquillidade dos brasileiros, tem servido para
especulagao politica dos escriptoresda Provincia.
Sempre contradictonos somente para se colloca-
rern em hestilidade ao governo, e sabido as resis-
tencias que a todo opropesito tem opposto este or-
gao da imprensa opposicionista, animando rnuitas
vezes a rebeldia e o crime.
Entretanto a parte reservada a S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia nessa grande luta provacada
tao imprudentemente pelos bispos de Olinda e Pa-
ra, tem sido executada com prudencia, sabedona e
a maior circumspeccao.
Pode se com certeza afflrmar que a ordem pu-
blica nao tem sido de modo algum alterada nestes
nltimos tempo?, pela attitude que assumio a pri-
meira autoridade da provincia, que sabe ser ener-
gica bastante qoando o exigem as cirenrastancias.
0 episodio mais importanle succedido nesta pro-
vincia, com relacao a essa queslio, foi sem duvida
a prisao do bispo.
Facto virgem em nossa historia, foi ello Ifeviana-
raeate annunciado como a occasiao propicia para
uma luta sanguenolenta, e a audacia chegou a
ponto de escrever se para o Rio de Janeiro com
municando-se que o illustre presidente da provin-
cia era incapaz de, pacificamente, effectuar tio im-
portante diligencia.
Entretanto no dia seguinte ao da chegada do
paquete americano, portador do raandado de pri-
sao expedido pelo supremo tribunal de justica, a
populajio foi sorprehendida com a noticia de
achar-se recolhido ao arsenal de marinha o Sr. D.
Vital. .
Senao se tratasse de um funccionario pubheo de
alia cathegoria, o facto da prisao teria passado
desapercebido, tao acertadas foram as meJidas
preventivas tomadas pelo honrado Sr. Dr. Lucena.
Assim as duas magnas questSes, que poderiam
trazer a ruiaa da provincia senao a dirigisse pilo-
to ame3trado, vio tendo satisfactoria solucao, e em
breve restabelecidas completamente as liaancas,
poder-se-ha emprehender novos melhoramentos.
Mas o illustre admralstrador nao curou somente
das financas e da religiae.
Eminentemente trabalhador, grandes reformas
tem teito em van'as reparlleoes pnblieas, tem pro-
mo vido melboramento9 de grande alcance sem des-
pendio des cofres, 6 a par de tndo isso a jnstifa, o
reconhecimento do direito de quem qper que seja,
a tolerancia politica emflm tem s maior escala
Era outro artigo nos occuparemos detalhada-
mekite desses assumptos.
PUBUCACOES A PEDIOO.
l^eliz e ismoceute ignorancln.
Segundo a opiniao do fiaado Sr. Astley Cooper,
neubuma pessua devera saber, por qua quer sen-
sacao pbysica que seja que possue um estomago.
Comtudo aquelles que diariamente sao admocsta-
dos da existencia desse orgao, por meio de dores
e todos os mais concumittantes da dyspepsia cu-
jos ebtomagos digerem imperfeitamente, seguido de
certas seniacoes indescriptireis, e cujo systema in-
tcire so lire o ve-se llageliado por esse membro re-
belde ; a esses diremos que experimentem e usera
ao menos uma vez as pilulas assucaradas de Bris-
tol. Tao certo como elles assim o facam, suas
mart>risadi3 existencias encontrario em breve as
melhoras desejadas. Elles entio por sua vez, es-
quecer-se b5o cpie teem estoraagos, salvo quaudo o
appetite, creado por esse genial cathartico estema
cal, Ihes leuibre que o regenerado c robnstecido
orga requer um certo snpprimenlo de ..limento.
Nio se sentira mais oppressao ou vexame depois
da coraida, dores do lado direito, pesadelos, ou
constipacao do venire. As curas produzidas por
este pure e incomparavel alterative vegetal, sue
compietas e permauentes. Ellas acham-se metti-
das dentro de vidrinhos, e por isso a sua conserva-
cao e duravel em todos os climas. Em todas as
molestias aggravadas ou proveuientes de impureza
do sangue, a salsaparrilba de Bristol, ueve de ser
tomada conjunctamente com as pilulas.
JUNTA DOS COKRETORES
Praca ilo Recife, 18 de marco
de 1894.
AS 3 HORAS DA TARDE.
COTACOES OFF1C1ABS.
Algodao de sorte 7/900 por 15 kilo3, hontem.
Algodao-de Mossoro la sorte 8*000 por 15 kiles.
Ditode dito 8/100 por 15 kilos posto a bordo a
frete de 3|4 e 5 0|0, hontem.
Algodao-de Maceio sorte 8/400 p)r 13 kilos
posto a bordo a frete de 7(8 e 5 0[Q,
hontem.
Algodao-de Maceio mediano 7/90O por 13 kilos,
posto a bordo a frete de 7{8 e 5 0{0,
hontem.
Assucar mascavado n. 14 2/240 por 13 kilos,
lion em.
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 26 l[,4 e do
banco 26 d. por 1/000, hontem.
Cambio sobre Paris a 90 d[v. 367 rs. o franco,
do banco, honjem.
Cambio sobre Lisboa e Porto a 90 d[T. 103 0(0
de premio, hontem.
a. de Vasconcetlos
Presidente.
A. P. de Lemos
Seeretario.
ALFANDEGA.
ReQdimento do dia 2 a 17. .
ldm do dia 18......
578:920*541
39:111/326
OlO. lOl, '
caixas a Bartliolomeu &C, a Ferwirs
Maia & C, 4 MMooi Aiwa Bfboia, i ?
Francisco Manoel da SiWa, 1 P. MMR*
& C. MercaJorias diversas IS carjuw aoa
consignafarioj, 2 a J. Ferreira M*rqetv
iose L. Goncalves Ferreira AC, I Sooa
e Si d C. MMreft e piano k ctixas a
Manoel Martins. K
Objectos de ferro 1 caixa a Faria Inaio
& C. Oleo de sesarno 3 barria a A. Caors.
Papel 4 caixa* a Vaz & Loal, i t P
Maorer & C, dito e envelopes 3 cnxas
Vaz Junior & C, dilo de pallia 89 fardos
Souza Bastos & I'.., dito para imprecate 17
caixas a 1'arente Vianna &. C, 13 a Vou
Sohsten Junior ik'... 1 a Bastos, Oliveira d *',., 1 a
Domingos Manoel Mart-ns, 1 a Souza Si
&C, la Vaz & Leal, ditos e couros 5 cai-
xas a Pareote Vianna 4 C Pesos I barrica a Cunha d Manta. Pianos %
caixas a H. Vogeley. Porcelsna i? baati-
M a B. D. Compos & C, 11 aos cotuajjoaa-
tari s. 5 a Ferreira Monteiro d C, 1 caixa
a Bartliolomeu d ('.., 1 Manoel A. Bar-
boza. Pregos -2U barris a I'ar.nle Vianna
d C. ft-a Jose Ferreiri Marques. 3 a Sha%
Hawkes d C, 3 caixes a Faria Irniaos.
Kolhas 4 fardos a Bartbolom 4C
Saccos de papel 1 caixa a Bartholome
d C. Sardinhas 5 caixas a J. Ferreira Mar-
ques.
Tecidos di versos 11 volumes a keller d
C, 6 aos consign atari os, 3 a Monhanf
Mettler d C, 1 a Lehman Frerus. Tinta 3
volumes a Domingos Teixeira Bastos. Tiu-
tas 3 caixas a Bartliolomeu C.
Velas stearinas 100 caixas a Mantel Dirtr-
te Rorlrigues, 3 aos consigna'arios. Vidros
II caixas a A. Caors, 4 a P. Maurer d C ,
1 a Ferreira Monteiro d C, 1 a Manool A.
Barboza, 1 a Vaz Junior d C la Joan C
C. Siqaeira. Vinho 1 barril ao mesmo.
1ESPACHOS DK EXPORTACAO NO DIA 17 OB
MARQO DE 1874.
Para os portos do exterior.
Na galera portugupza India, para Liverpoot.
carregon : A. Loyo 594 saccas com 44,014 kilo*
de algolao ; J. Pater d C. 2,000 saccos com
130,000 ditos de as;>ucar mascavado.
No lugar inglez Bellrees, para Liverpool, car-
regnn : A. Lovo 594 saccas com 44,014 kilos d>
algedio : J Pater & G 2.000 saccos com 150,000
ditos de assucar mascavado : para o Canal, A.
Loyo 1,000 ditos com 75.0CO ditos de dito.
No navio fraacez S. [jmis, para o Canal,
carregou : Keller & C. 114 saccas com 8,111
kilos de algodao.
No patacho nacional Bern Jctus, para o Rio
da Prata, crregou : A. Lovo 493 volumes coat
51,761 kilos deassuor braaeo.
No brigue nacional Olinda, para o Rio da
Prata, carregon : II. B. de Oliveira Junior 800
barricas com 91,019 kilos di assucar braneo.^
No lugar inglez Oclatio, para New York.
carregeu : II. Forster 4 C. 2,000 saccos com
1:0,0U0 kilos de assucar mascavado.
Para os portos d" interior.
Para o Rio Grande do Sul, no brigue nacio-
nal Superior, carregou : A. M. de Albuauerqu<
2,000 cocos (fructa).
Para o Para, no brigue porlnguez II lampi
go, carregou : A. L. Rodrignes Ferreira 10 piiia*
com 4,800 litres de aguardente ; Carv-lho i No-
gueira 256 barricas com 18,159 i|2 kilos de assu-
car braneo.
Para o Para, no brigue portuguez ilicMae-
lense, carregou : A. F. de Almeida 500 bariica,
com 37,803 kilos de assucar braneo.
Para o Maranhao, no hiate nacional Men
Arthur, carregou : J. C. do Rego Ponies 10 atpaa
com 4,800 litros de aguardente J. R. Ferreira
100 barricas com 8,090 kilM de a-sucar bnnco .
Carvalho 4 Nogueira 60 Mas Mm 6,696 ditos J
dito.
Pan Maceio, na bareaca Jurehlmn, carre-
gou: Carpinteiro, Filho & S .brinho !8 banicas
com 1,120 kilos de assucar bran:'%
rteudiny
Udl flo
CAPATAZ1A da
nip de dia 2 a IT
dia \o .
443,
aasuTO varsara sobrdnoaras miliiaros ao-catitao catthino.
cada um.
Ns. 27. 477, 2304, 20W; JWO, 2369, 902.
1640 e 2374-20/a cada am.
Ns. 258, 3204, 298*, 1752, 11*3, 2809, 2828.
493, 3165, 2015, 572, 2484, 3441, 2781, 2395,
225, 2801, 2563, 2974 e 29710/ a cada um.
Loteria. A que se deft* a verifla e: a 92.* a
beneficio da igreja da Amparo de Goyanna, que
corre no dia 20
Casa de detenf ho.MbVitoento da casa
de detencao do dia 17 de marco de 1874 :
Bxistiam presos 326, entraram 4, sahiram 7,
eXislem 323. f ryr g~t
A saber :
Nacionaes 248, mulhereS 8> estrangeiros 28,
escravos 35, escrava#=4.Mal'323.
Alimentados a custa dos cofres publicos 239. ,
Movimento daenfermaria no dia I" de marco de
1874.
Teve baixa :
Valdevino rtaxiiae des Santos, febre.
Tiveram alta : -ali>|
Severino FrancisljfJjH**'^.; ^ jj *
Antbnio Soares dos cantos;
fasnavciroa. Chefjidosdoi portos Ml
no vapor frsnees Er%ma%tke :
: J^Re4rigues Pedira, N-A, V: daiCiinoa^ %.
daCosta Affeaso, R F. dks Santiago. A- Laeb e seui r
hon:.rari) Io5" FfitiO^cO Bafbrjzade CuTveira, ca-
Sahldos para a Europa no mesmo vapor
logo* fatuoai.
A Provincia nao poo> perder 0 veso, e nem
derxar de seguir o. programraa de oppoeicio sys-
tematical .
Os garimptirot que a redigem tam os olhas
fitos tovtcataco que- Ihe serve de bfcndeira, e a
tasaca nao pode perdearao actual administrador
da provincia ter proVado'sua |revarfc'a(;J6 e deCi-
dida protecodo ao crime !
. Provincia tudb serve: pra ella a baixeza e
noHreza. a indignidade virViae, se a baixeza e in-
dignidade ltfe* poder" servlf ae arma para'fertr 0
adVersario qne adespxeaal
Contra esse alversatiojoga tudo, tudo Ihe serve
de arma e de projecto 1
' A AvvAMtf-ede oma cohereneia de prfticipiw
quo se tornara proverbial aos protheus vindou-
fi' capaz de dizer qua o Satanal da vespera e
um an/o do dia seimialf, oomtanto qar Satanaz
Ihe possa servir a st-as> caUttlaa l:
Q pustuloso sera am enta pure m momento
em-que com ella aoTa?ar-seou servir-lhe de ins-
Irutiento I .,, .. .
que a WoeikijJa.qae'uflla Impayidez a toda
?aTasLbeqap|BkilM>Mbl* atfataW-agem
JMa> arrieiro, e as cabecadas dos moleques I...
Hontem o Diario era azorragado sem piedade,
Descarregam hoj 19 de marco de 1874.
Barca dinamarquezaFaveur(atracada) merca-
dorias para alfandega.
Patacho hollande %Acadie (atracado) mercaJo-
nas para alfandega.
Lugar francez Rio Grande mercadorias para
alfandega.
Escuoa ingleza Florence mercadorias para al-
fandega.
Barca ingleza -Dolphimmercadorias para alfan-
dega e materiaes para a empreza da com-
panhia locomotora ja despachados para o
caes da companhia pernambucana.
Brigue francez 31 ines de Soumachsu.2 mer-
nas para alfandega, carvao e coke ja des-
pachados para o cacs do Apollo, e mate-
riaes para a empreza da companhia lo-
comotora, ja despachados para o caes da
companhia pernambucana.
Barca noruega Copella machinismo, e ferro
ja despachados para o c?es do Apollo.
Barca ingleza Cnrrisbrook carvao ja despcha-
do pari o caes do Apollo.
Barca ingleza Rossini carvlo ja despachado
para o caes do Apollo.
Iiupoi'tiicuo.
Lugro francez Hio Grande, entrado do
Havre, em 17 do corrente e consignado a
E. A. Burle d C, manifestou :
Agua de flores de larangeira 1 caixa a
Manoel A. Barbosa. Agua mineral 1 caixa
a A. Niemer, 1 a Bartholomeu d C. Al-
cool 1 caixa a H. de S. Pereira d C. Al-
finetes 1 barrica a Jose L. Goncalves Fer-
reira d C. Alvaiade de zinco 10 barris a
Ferreira Maia d C, 10 a P. Maurer d C.
Amostras 1 caixa a Harismendy d Labille,
1 a Souza Bastos d C. Arcpes e couros 1
caixa & ordem. Ardozias 4 caixas a D. P.
Wild d C. Armas 33 caixas a Parente
Vianna d C, 4 a Von Shosten d C, i a
Monbard Mettler d C.
Balances 3 caixas a Shaw Hawkes d C.
Batatas 500 gigos a Antonio F. Corga, 500
a Thcod. Christiansen, 300 a Manoel D.
Rodrigues, 300 aos consignatartos, 300 a
Lebre d Reis, 1O0 a Jeronymo F. Ferreira.
Bonecas 1 caixa a Sa Leitfio d Coimbra
Calcadi 1 caixa a M. F. Pojas d C, la
Parente Vianna d C. Camisa 2 caixas a
Monhard Mettler d C. Cartoes 1 caixa a
Domingos T. Bastos. Cartuchos 1 oaixa a
P. Maurer d C. ntneato 150 barricas aos
cohsiguatarios, 50 a Antonio Valentin da
Silva Barrocs. Cerveja 130 caixas a Theo-
doro flhnstiaosed. Chapeos 5 caixas a Joao
Christiansen d C, 2 a D. P. Wild d C.
iOobertores 3 fardosa Bowmann Hiers. Crys-
tals a caixas a Pereira Irmao, 3 a Duarte
Campos & ., 3 a J. A. Pereira d C. Di-
tos; e porcelanas 1 barrica a Sa Leitao d
Coimbra.
Esnelbos 7 .ca|xas a Vaz Junior d' C 4 a
Dt P. Wilt d C, 3 a Vaz d Leal.
' Ferragens 4 caixas a Otto Bohres. Fitas
2 caifcaS a Jose d'Almeida d C.
-Harmonica' 1 caixa. a Jose krause d C.
Instrumeutos de rnusica 3 caixas a Jose
da Silva Loyo.
Livros 1 caixa a De-lailhacar d C.
Manteiga 200 barxis e 300 meios ditos
a Antonio Francisco Corga, 50 barris e 50
memaaos coBsigoatarios, 40 b>rris eoO
meios a L Jose- da Costa Amorim d C, 15
barh's s 30 meios aMuhnston Pater C, 10
No dia 2 a li
VOLUMES SAHUHtt
R i dia H
.-?rimoira pcrta .
jegonda porta .
rerceira porta .
Juarta porta .
fi apiche Conceive
SERVigO MAR1TIMO
vi**rengas descarregadas co trapicle
alfandega do dia 2 a 17. -
No dia 18
Sa\ijs atracados no trap, da a.:taaitiga
Vlvarengas........
So trapiche Cunceicio.....
^endimento do dia 2 a 17.
dem do dia 18 -
CONSULADO PKOVINCIAi.
Rendimento do dia 2 a
Idem do dia 18 .
RECIFR
.iendiraento do dia 17.
dem do dia 18. .
17.
DRAINAGE.

A1.FANPKUA
li:4:liSt
13.369*2
30,785
63
'''
RECEBEDORIA DE RENDAS LMIRNA3GE-
RAES DE PERNAMBUC-
39:265*24'*
l:WktH*
40.55C;602
73:267*7 it
4.513*482
77:781*32.;
6.M*I'I'.'
284*84;.
~975*982
Banco do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Beltrao d Filho sacc
por todos os vapores sobre :
Anadia. Evora.
Aguida. Fate.
Aveiro. Faro.
Beja. Guarda.
Chaves. Leiria.
Elvas. Lisboa.
Amarante. Barcellos.
Guimaraes. Coimbra.
Covilha. Mirandella
Melgacp. Penaflel.
Portalegre.
Arcos de vai de vez.
Celorico de Basto.
Caminha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Pnvoa de Lanhosa.
Villa-Nova de Portiraao.
Maasao.
Ovar.
Porto.
Tavira.
Regoa.
Vizeo.
Figueira.
Lamego.
K-tarreja
Valenca
Villa Real.
Cabeceiras de Bastos.
Castello-Braneo.
Espozende.
Oliveira de Azeineis.
Povoa de Varsim.
Vianna do Castello.
Villa-Nova de Fa*alicaa,
barrlS a 12 raeios a thoane A. Foneeca
d 0., Sotcessor*. Marmora 1 caixa a Von
Sohsten d C. Medioamentos e drogas 9
Villa do Conde.
Nas ilhas.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira.
^ttyiMEWTO BB^OaTj,
tfavios entradosno did 18
Baenos-Ayres e portos iaieraaedwa 15 d*M
de ultimo porto t l4 dia, vapor franca* Em-
manlhe de 90S to.ieladas, capitao D. Urqaaai,
equipagem 105, carga differeoles mercadrtiaa.
a Haresmendy & Labille.
Rio de Janeiro 18 dias, barca braailatra 4m-
sade, de 331 tonelalas, capitao Joaquim G. M.
CasUnat, equipagera 14, emlaatre; a Bakar
OUveira A C.
liaeios sakidoi nowtm
Ilha da Fernando Vapor naawa
commandante Silva, carga vrio t,_
Lisboa Patacho portuguet Graciosa, capitao F
Fernaudes. carga asaacar e outros goaaroa.
I ILHW

-
..


'/
Oiario de Penian^qoo Quinta feira 19 de Y^b4ft4fl
.
I


t
IaJlaia PUcho ir.gfez Li*k, -cajHlio 0.
.Touraier, carga assucar.
Uwraool pela Parahyna Barca ingleza Para-
>rd, nifiUi W. Daaeson, em laetro d mDMr.
Miami Barca americaoa Jtfqy 8un, capi
tao James Coaoel, carga assucar.
Falmouth Brigue inglez Briltiher, capitio
nsfewk, ears;a ossos e cinza.
akrieaux portoa intermedioi Vapor francez
Eryminthe,commandante D. Jacques, carga
roesma que tronxe dos portos do-sul.
- Observacdo.
Fnndeou no lamarao am hi.-.te amcricano, mas
nio teve communicacio com a "terra.
C3ITAES.
Pela thesouraria provincial se faz publico
foram transferidas para o dia 26 do correnle
is segaintes arrematacfes :
Obra da coberta do gymnasio provincial, orcada
. em 578* 60Q.
Dita dos reparos da bomba n. 2 no setimo lan-
co da esirada do sal, orcada em i:J312*000.
Reparos da capella da cada de detencao orca
dos em 1:478*000.
Objectos do corpo de policia.
Uluminaeao da cidade de Goyana orcada em
980 rs. diarios por cada lampeao.
Secretana da thesouraria jirovincial de '' rnam-
baco, 9 de marco de 1871.
Q effleial-maior,
______________Migm 1 Affonso Ferreira.
-* Derdera do Mm. Sr inspector da thescu
raria de fazenda desta prosincia se faz publics
para conhecimenlo de quem interessar, que n,
dia 18 do correnle mez, pelas 3 horas da tarde,
peraute a junta de fazenda, ira 4 praca para ser
arrematada, por quem mais vantagens offerecer a
fmpreitada dos reparos necassarios a easa em que
nncciona a recebedorla.
Os proponentes deverao, em carta fecbada,
apresentar suas propostas, devidamente selladas,
aasignadas por elles e sens Aadores; podendo
desde ja examinar a respectiva planta e oreatnen
to que Ihes serio franqueados nesta secretafia.
Secretaria da thesouraria de Pernambuco, 2 de
marco de 187%.
0 2.* escripturario, servindo de secretario,
__________Carlos J. de Souza Correia.
0 major Antouio Bernaido Quinteiro, juiz de paz
da freguezia de Santo Antonio da cidade do
Recife de Pernambuco, em virtude da lei, etc.
etc.
Faeo saber que por parte de Saunders Brothers
ii C, me foi feita uma peticao pela qual me pe-
diam que os admittisse a justificar a ausencia e
incerteza da residencia do Antonio dos Santos Ne-
ves e justificando qnanto basiasse, Ihe mandasse
passar carta de eJHns para ser citado, alim de
vir a primeira audiencia deste juizo, que se fizer,
passados os 30 dias, para se conciliar com o sup-
plicante, relativamente ao pagamento da quantia
de 328/000, que com outros herdeiros de Joa-
Siim dos Santos Neves socio de Jose dos Santos
eves, devem aos justiQcantes de fazendas com-
pradas pelos ditos flnados para a loja da ma do
Crespo.
Eporque justificaramo deduzido.lhe mandei pas-
sar a presente carta de editos de 30 dias, pela
qoal cito, chamo e requeiro a Antonio dos Santos
Neves, afim de comparecer a primeira audiencia
deste juizo que se fizer, findo o dito termo, sendo
as audiencias as tercas e sextas-feiras de todas as
semanas, na casa das mesmas a rua do Impera-
dor.
E para constar mandei passar a prescnte que
sera affixada nos lugares do costume.
Juizo de paz da freguezia de Santo Antonio, 12
de marco de 1874.
Subscrevo e assigno. 0 escrivao, Coriolano de
Abreu.
Antonio Bernardo Quinteiro.
gjgjBSfgiil
SantaCasa da Misericord ia do
Recife.
A junta administratiza da Santa Casa da Mise
ricordia do Recife, precisando fazer os concertos
de quenecessila o predio que possue-o patrimo-
nio dos orphaos, a rua da Cruz, hoje do Bom Je-
sus n. 12, contrata com quem se proponha a rea-
lisar ditos concertos, mediante ceru renda e al
guns annos de prazo para desfructar ; devendo
os que disso se quizerem encarregar, apresentar
suas propostas em cartas fecliadas, devidamente
selladas, acompanhadas do respectivo orcamento
nesta secretaria ate o dia 19 de fever*.;
ovara
Secretaria da Santa Casa da Misericordia
Recife, 17 de Janeiro de 1871.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
SANTA
saas sessdes, pelas 3 -hews da tarde do dia 19 do que tem de ser arremattaao bo valor do rttte977,
WO
eofreate.
Secretaria da Sanla Casa de Misericordia do
Recife, 11 de marea-eV1874.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Armazensda compauhiaper
nambucana.
Ke^uro* contra foe*
A eompanhia pernambucana, dispondo de ex-
ceUentes e vatfoe trmaierw em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
pata deposito defeneros, garantlndo a maior eon-
servaoio das mercidorias depo>itndas, servijo
prorap*o,prcqg modicos, etc.
Tamhein recolhera, mediante previo accordo, ex-
clnsivsmenleos geros de uma -6 pes>..
Estes trmaMttt, alein de arejadiw e cummodos.
sao intetramente novos e asphaltados, isentos de
cupim, ratos, etc., etc.
As pessoas joe quizerem utilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panbia pernanrbucana, que acharao com quem
tratar._______^-__________________
Hospital militar
Precisa-se contratar para o trimestre de abril
a junho do eorrente anno, o fornecimento de
paes de 114 franwias, e de 122 para os doentes,
e bem assim para os empregadas.
Quem quieer fazer dito fornecimento, apre-
sente no dia 21 do eorrente pelas 10 boras do
dia na secretaria do mesmo hospital, suas pro-
pos'as em cartas feebadas.
Hospital militar, 18 de marco de 1874.
0 escrivao,
Avelino Pereira da Cunha.
Consulado de pi rlugal.
Segunda vez sao chamados os credores do fal-
lecido Francisco da Costa Bastes, a apresenta-
rem soas contas para serem verificaJas e pagas,
se estiverem justiticadas em forma legal : os cre-
dores devem solicitar no consulado um documen-
to da entrega das contas.
Recife, 14 de marco de 1874.
Irmandade do Senhor Bom
Jesus dosPassos, naraa-
triz do (^orpo Santo.
De ordem da mesa regedora desta irmandade,
fajo constar aos verdadeiros fieis, qne a sacro-
santa imagem do Senhor dos Passos estara ex-
posta a venera^Jo dos sinceros devotos, nas tar-
des de quinta e sexta-feira da presente semana,
visto nao poder sahir em procissao por achar-se
in terdicta a irmandade.
Na forma do costume sera distribnido vinho e
as rellquias, que bouvercm.
Secretaria da irm?ndade, aos 16 de marco de
1874.
Jose Joao de Amorim Junior.
Escrivao.
Um terreoa faroiro'oo
pttaM* de eovpftaMtMhe lAl da Uffwa,
% easas lie taipa ommao eslado, Undo cada uma
del las 44 palmos de coeapriaento e 24 de largu-
ra ; uma dellas torn duas salas e 1 quarto, por-
ta e janella na frente : a tutra em caiHo, com
porta e janella na {rente, avaliado tade em ....
Uma casa terreajaa cidaJe de Olinda, no lugar
Paco do Castelhano, hoje rua 27 de Janeiro, fre-
fuezia de S. Pvei |2 palmos de compiiinento e 29 I (2 de ilargura,
com uma porta eganella aa frente, porta e janel-
la no oitao, duas salas, sendo a de detra? assoa-
Ihada, sod a qual eKiste uma loja, 4 quarto?, co-
ziuha interna, quintal murado Com 60 palms de
exiensi.', cacinita, nm teireno ao iado do norte,
com porlao, avaliada>ein t:'k*H.
Recife, 16 de marco de 1874.
Macario de Luna Rreire,
Prornradnr.
Sociedadc Propagadoxa da
Instruc^ao Publica.
Teve lugar, como foi anoociada, a abertura da
aula primaria para o sexo masculino, no dia 2
do eorrente, a rua Si de Maio, outr'ora Praia
do Caldeireiro, onde tuacciona a mesma aula.
Os interessados podom dirigir-se a easa d'aula,
on a rua do Barthobmeu a 53.
Secretaria interina do eonselho parochial da
Propagaflora da Insiruccio Publica de S. Jose, 10
de marco de 1874.
Jos6 Bandeira de Mello.
Conselbeiro servindo de secretario.
TlffiATnl
Santo Antonio
i ;
RKKJL
Irmandade de W. S. da Con-
ceif^ao dos Militares.
Devendo terminar no pioximo mez de abril o
tempo porque foram arrendados, o primeiro andar
e loja do so! rado n. 49 e a loja n. 51, sitas a rua
do Uarao da Victoria, pertencentes ao patrimonio
da referida irmandade, a mesa regedora recsbe
no consistorio da igreja, no dia 21 do eorrente
as 7 horos da noitc, proposlas para o novo ar-
rendamento rjue devera ser de 3 annos.
Recife, 16 de mar>o de 1874.
0 secretario,
______ Leopoldo Uchoa.
Tin-
do
DO
CASA DA M1SKK1CORD1A
RECIFE.
Venda do predios
A lllma. junta admicistrativa cesta Santa Casa,
devidamente autorisada pela presidencia, na sala
de suas sessoes, pelas 3 horas da tarde do dia 26
do eorrente, vende ou permuta por apolices da
divida publiea os seguintes predios, pertencentes
ao legado de Joaquim da Silva Lopes, de que e
administradora : Forte do Ma'tos, metade do so-
brado de 3 anoares n. 17, por 5:500* ; becco do
Abreu, 3' parte do sobrado n. 1, por 2:666*666
HOLS? yuia' sobrado de dous andares n. 69, por
b:000/ ; rua de S. Jorge, casa terrea n. 92, por
1:400/, sobrado de um andar n. 30, por 2 000*
dito meia-agua por 500* ; rua dos Guararapes!
casa terrea n. 65, por 1:100* ; rua dos Acougui-
nhos, cosa terrea n. 26, por 000* ; Largo da Cam-
pisa. dita n. 3, por 400* ; rua da Soledade, dita
n. 72, por 700* ; becco do Teixeira, tiita n. 5
Pf250* ; largo das Cinco Pontas, terreno, por
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Raeife, 14 de fevereiro de 1874.
0 escrivSo
Pedro Rodrigues de Souza
Yssoi-iii;' cencia dos omprosados no rdm-
mcrclo e tndustria em Pernam-
buco.
Por ordem di Sr. presidente da assemblea ge-
ral convido pela segunda vez a todos os senhores
associados, a reunirem-se em assembled geral ex-
traordinaria, na secretaria desta associacio, a rua
do Imperador n. 35, 1 andar. no proximo domin-
go 22 do eorrente, pelas 3 1]2 horas da tarde,
alim de preencher as vagas da directoria e tratar
de outros assumptos de inu-resse da a Recife, 19 de marjo de 1874.
0 secretario
Leonardo Antonio da Silva.
CONSELHO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MARINHA.
0 eonselho contrata no dia 20 do eorrente mez,
a vista de propostas recebidas ate as 11 horas da
manha, e sob as conli.oes do estylo, o forneci-
mento no trimestre proximo vindooro de abril a
junho, ao arsenal de mariiha, de cimento, carvio
e cok, dito de ferreiro, e dos segaintes objectos
de fardamento :
Para aprendizes artifices.
lionets do uniforme, bonets do servico, blusas
de brim branco, blasas de algodao azul, blusas de
paono azul, calcas de brim branco, calcasde al-
Sodao azul, camisas de algodaoiinho, cobertores
e la, cobertores de algodao, cintos de couro bran-
co lnvernisados, calcas de panao azul, colchdes"de
linho cheios de palha, fronhas de algodaozinho,
lencos de seda preta para gravatas, lengoes de
algodaozinho, sapaioes, saecos de guardar roupa.
travesseiros de linho chaios de palha.
Para artifices avulsos.
Blusas do panno azul, blusas de algodao azul,
calcas de brim branco, calcas de panno azul, ca-
misas de algodaozinho, cintos de couro branco in-
vernisados.
Para imperiaes mrrinteiros, aprendizes ditos e
marinbagem.
Bonets de panno azul ferrete, calgas de panno
azul ferrete, camisas de brim branco, calcas de
flanella azul ferrete, camisas de flanella azul fer-
rete, camisas de panno azul ferrete, calcas de brim
branco, colchSes de linho cheios de palha, cober-
tores de la, fardas de panno azul ferrete, lencos de
seda preta para gravatas, sapatdes, saecos de lona
de marihhagem.
Sala das sessoes do eonselho de compras de
marinha de Pernambuco, 17 de marco de 187i.
0 secretario
___________Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Sabbado 21 e domingo 22
do eorrente.
Positivamente ultimas representv.ies do drama:
FORM POR FORCi
as 8 horas e no domingo as 6 1(2
No sabbado
em ponto.
4VIS0S MARITIMOS.
A Gl.\ do Gr.\ Arch.-, do
Univ.*.
iruu'i .1 omv.. oesioou e Kriteroidade, ao
vail.-, da rua Pedro Alfonso n. 43, 2 andar. de fa-
zer o acto solemne de sua regularisacao, no do-
mingo 29 do eorrente, as 10 horas 'da manha,
convida a todos os III.-, e Resp.-. Ilr.-. do Circulo
do Gr.-. Or.-. Cnid.-. do RratV. a comparecf rem a
esta festa, para que fique completo dito acto.
0 secretario
____^______________Luiz Mavignier.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrate da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife precisa contratar o fornecimen-
to dos generos abaixo declarados, que teem de
consumir os estabelecimentos pios a seu cargo
exceptuando o hospital Pedro II, no trimestre
oe abnla junho vmdouro. Recebe proposus na
sala de suas sessoes, pelas 3 horas da tarde do dia
19 do eorrente :
Aletria, kilogrammo.
Aguardente, litro.
Azeite doce, idem.
Arroz do Maranbao, idem
Bacalhao, kilogrammo.
Banha de porco, idem.
Batatas, idem.
Chi Hysson, idem.
Cafe em grao, idem.
Carne secca. idem.
Cebolas, cento.
Farinha de mandioca da terra, litro.
Feijao mulatinho, idem.
Farello. saeca.
Fumo do Rio, kilogrammo.
Gaz, lata.
Milbo, sacca.
Manteiga franceza, kilogrimmo.
Potassa, idem.
Rape, idem.
Sabio, idem.
Sal, idem. -
Tapioca, idem.
Toucinho, idem.
Velas de carnauba, kilogrammo.
Vinagre, litro.
Vinho tinto de Lisboa, idem.
Vinho branco, idem.
Velas stearinas, kilogrammo.
A junta administrate do Santa Casa de Miseris
cordia do Recife precisa contratar o fornecimento
de pao e bolacha que teem de consumir todos os
estabelecimentos pios a tea cargo, no trimestre de
abril a junho : recebe propostas na sala de suas
sessoes, pelas 3 boras da tarde no dia 19 do eor-
rente.
. A junta admini.'irativa da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife precisa contratar o fornecimen-
to doassocar rerlnado que teem de consumir todos
os estabelecimentos pios a seu cargo ne trimestre
oe abril a junho : recebe propostas na sala da
suas sessoes, pelas 3 horas da tarde do dia 19 do
eorrente.
A junu administrativa da Santa Casa de Mise-
rleordia do Recifeprecisa contratar o forneci-
mento de earn* verde que tem de consumir todos
ot estabelecmjentjs pios a seu eargo no trimestre
bril a junho: recebe propostas na sala 6V
Santa Casa da Misericordia do
Recife.
Em visla da ordem da lllma junta administra
tiva sio convidados os parentes das rnenores infra
mencionadas a virem retira-las do collegio das
orphan, por ja terem attingido a idade marcada
no respectivo regulamento, e acharem-se com suas
educacoes terminadas. Aquellas que nao forem
retiradas dentro do prazo de 30 dias, contados da
data do presente, serao entregues, de accerdo
com o 3* do art. 48 do mesmo regulamento, a
familias honestas para abi se empregarem no ser-
vice domestico.
Senhorinha dos Santos, filha de Jose Joaquim
dos Santos e Antonia Maria.
Leopoldina Maria da PaixSo, filha de Clara de
Jesus.
Maria Eliza Alves, filha de Joanna de tal.
Valeriana dos Santos, filha dc Joaquim dos San-
tos e Maria Margarida.
Alexandria Bezerra Cavalcante, filha de rose"
Bezerra Cavalcante e Rosa Bezerra de Menezes.
Idalina Lacerda, filha de Pedro Alexandre de
Lacerda e Anna Francisca Paes Barreto.
Josepha Lima, filha de Joaquim Lima de OH-
veira e Joanna Maria.
Candida, filha de Vital das Chagas Coelho e Car-
ota de Lacerda.
Rosa, filha de Antonia Joanna de Barros.
Dionizia, filha de Vital das Chagas Coelho e Car
lota de Lacerda.
Antonia, filha de Manoel Felix Barbosa e Mar-
colina Guimaraes.
Adelaide Francisca da Silva, filha de Francisca
de Assis.
Alexandria Maria, filha de Felippe Martinho do
0' e Maria Joaquina do Espirito Santo.
Rosa, filha de Antonia Joanna de Barros.
Secretaria da Santa Casa da Miseiieordia do
Recife, 13 de mar^o de 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
Luso-Brasileira
De crdem da presidencia convido aos senhores
socios para assistirem a sessao raagna, Inaugural
da imagem do nosso padroeiro o venerando pa-
triarch* S. Jose, e do retrato do iliustre fundador
desta assoaacao o Dr. Agostinho Maximo N guei-
ra Penido, no salao de honra, pelas 7 horas da
tarde do dia 19 do eorrente ; e arapiio o mesmo
convite aos senhores candidate* que t^mdepres-
tar juramento e inscrever-se no grande catalogo.
Secretaria do eonselho fiscal da scciedade be-
nefkente Lliso-Brasileira em Pernambuco, 10 de
marco de 1874.
0 1 secretario
Joao Martins de Andrade.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Rlma. junta administrativa da santa casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
aa sala de suas sessoes, no dia 19 de mareo pe-
las 3 horas da tarde, tem, de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
i tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE. -
Travessa de S. Jose.
Casaterrean.il.......201*000
Rua de Santa Rita.
Idem n. 34 fechada ...... 240*000
Idem n. 32 ........250*000
Becco da Carvalha.
Idem n. 5........200*000
Padre Floriano.
Idem n 49........207*000
Rua da Alegria.
Idem n. 31........371*000
Ponte Velha.
Idem n. 31.........156*000
Rua de Antonio Henriques.
Idem n. 26 ....... 99*000
rATiuaiofno dob onniAoo.
Pateo do Paraizo.
2. andar n. 29.......300*008
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209*000
Beceo das Boias.
Sobrado n. 18 421*000
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 (fechado).....1:000*090
Rua do Pilar.
Casa terrea n. 100......241*000
Rua do Amerim.
Idem n. 34........122*000
Rua da Guia.
Idem n. 29........201*000
Rua das Larangeiras.
Casa terrea n. 17.......361*000
Os pretendentes deverSo apresentar no acto da
irrematacao as suas fiancas, ou coraparecerem
icompanhados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia em
]ue for seguro o predio que contiver estabeleci-
mento commercial, assim como o servico da lim-
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 17 de marco o de 1874.
0 escrivao
____________Pedro Rodrigues de Souza.
Correio geral
lielagdo dos objectos r eg is trades existentes
na administracdo dos correios desta pro-
vincia, para as pessoas abaixo decla-
rados :
Antonio Jose Francisco, Antonio da Silva Fer-
reira Junior, Antonio LuizCaetano da Silva, Ame-
rico Vespucio Moreira de Almeida, Carlo Simoni,
Chrisolito Ferreira de Castro Chaves, Doraingos
Antuoes Villaca. Edouard, Francisco Xavier Ca-
valcante Lin?, Francisco Domingos Ribeiro Vian-
na, Goncalo Jose Affonso, Henrique Bernardes de
Oliveira, Herculano Marcos Inglez de Souza, Igna-
cio Nery da Silva Lopes, Joao Martins da Silva
Loutinho, Joajuim Xolasco Pereira da Cunha,
Joventino Lins Themudo, Leonie, Lourenco Jose
de Figueiredo, Maria Carmelina Barbosa de'Souza,
Manoel dos Santos Pimentel.
Administracao do correio de Pernambuco. 16 de
marfo de 1874.
Jose Candido de Barros
Encarregado do registro-
Pacific Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMER
SORATA
spera-ae da Europa ate e dia 24 do eorrente,e de-
poia da demora do costume, seguira para Babia
Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos-Ayres, Valpa-
raiso, Anea, Lilay e Callao, para onde receberi
passageiros, encommendai dinheiro a frete.
NJo sabira antes das tres boras do dia da che-
gada.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14RUA DO COMMERCIO14
Companhia Allian^a Mariti-
ma Portuense.
Empreza de navegacao entre
PortugaI e Brasll.
A barca portugueza Joven Adelaide, recebe car-
ga a frete para os portos de Lisboa e Porto, de-
vendo seguir com a maxima brevidade ao seu
destino : trata-se com os respectivos consignata-
jios Jose da Silva Loyo 4 Filho.
Real companhia de paqneles in
glezes a vapor.
0 vapor
BOYNE
Commandante F. il<-i. <-m
espera se da Europa ate o dia 27 do correnu*. o
qual depois ua demora do costume, seguira para
Buenos-Ayres, tocando nos portos da Bahta, Rio
de Janeiro a Montevideo.
0 vapor
NEVA
Commandant*- H Bax.
espera-se dos portos do sul, no dia 31 do eorrente,
o qual depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para fretes, passagens, etc., trata-se na agencia
rua do Commercio n. 40.
AVISO
Pelos vapores desta companhia da-se bilbctes
de terceira classe para o Havre e Cherbourg, por
via Southampton, pelo diminuio prero de treze .
A companhia encarrega-se de transportar os pas-
sageiros sent mais despezas, por vapores que par-
tern diariamente de Southampton (Inglaterra) pa-
ra aquelles portos.
Rio Grande do Sul
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora a barca portugueza Social, por ter a
maior parte de sen carregamento engajado, e para
o resto que lhe falta trata-se com os consignata-
rios Joaquim Jose Goncalves Beltrao 4 Filh o,
rua do Commercio n. 5.
Para.
Pretende seguir para o indicado porto, com pon-
ca demora, a barca portugueza Social, por ter
porgao da arga engajada ; e para o que lhe falta,
trata-se com os consignatarios Joaquim Jose Gon-
calves Beltrao & Filho, a ma do Commercio n. 5.
PACIFIC STEAM NAVIGATION
PANY
ROYAL MAIL STEAMER
COM
POTOSI
Commandante Shannon.
espera-se dos portos do sul ate o dia 29 do eor-
rente, e depois da demora do costume, seguira
para S. Vicente, Lisboa e Liverpool, para onde
recebera passageiros, encommendas e carga a
frete.
Nao sahira antes de meio dia.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C-
14RUA DO COMMERCIO14
COMPANHIA BABM4
LIMITADA
Mncoio, Penedo, .traenju
e Bahia.
E' esperado dos portos do sul ate o dia 21 do
eorrente o vapor S. Salvador, o qual sahira para
os portos acima no dia seguinte ao da sua ehe-
gada.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di
nheiro a trete.
AGENTE
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
________57Rua doBomJesns-57
Porto por Lisboa
A galera portugueza Firmeza, que se espera a I
todo o momento do Rio de Janeiro, seguira pou-
eos dias depois de sua chegada para os portos
acima, para onde recebe ainda alguma carga a
frete barato : trata-se com Silva Guiraaraes 4 C,
praca do Corpo Santo n. 6.
Rio-Grande do Sul.
E' esperado do Rio de Janeiro, em ponces dias,
o brigue nacional Amelia, o qual seguira para o
porto acima ; com pouca demora para o resto da
carga que lhe falta, trata-se com seu consigna
tario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, na rua do
Bom Jesus n. 57
LEILOES.
LEILAO
DE
iiiovcis elouca
objectos de ouro e fazenda
Sexta-feira 20 do eorrente
Sendo:
mobilias completas de jacaranda, junco e de ama-
rello, guarda roupa de ainarello, guarda louca,
camas francezas de jacaranda e de amarello,
marquezdes, marquezas, sofas, consolos, apara-
dores, mesas, lavatorios, esteiras para forro de
sala, chapelinas para senhora, chapeos para ho-
mem, louca de jantar e de almoco, lanternas e
muitos outros moveis que serao vendidos por
todo prejo para fee bar contas
pelo agente Martins
armazena da rna do Iiupe
rador n. I.H
AS 11 HORAS DA MANHA.
Dias, de am frande sortimento de ferragaat, miu-
dezas e moitos ootros artifos eittltue ea dito
seu armazem, pelo que espera a eoaeatreacia dot
sens amigos e fregnezes.
Principiara as 10 horas.
AVISOS HVFRSOS
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URB.VNOS
DO
Recife a Olinda.
____e BebcriLe.
*~ SDLIPAS
V
m^jj.
A companhia doc tri-
Ihos urbanos do Recifei
Olinda e Beberibe, compra sulipas de oiti-
cica corn 9 palmos de comprido, 9 polle-
gadas de largura e 4 de espessura ou groa-
sura.
0 gerente,
_______Laurentino Josi de Miranda.
Em 18 de outubro de 1873 fugio da fazea-
da Serra Branca, freguezia de Santa do Mattos,
provincia do Rio-Grande do Norte, o escravo de
nome Antonio, eabra, moco, baixo, etpadarido,
olbos grandes, oinar baixo, venta torcida, boa
dentadura, pescoco entroncado e pes curtos, tem
marcas de talhos na testa e signaes de relho nas
costas, 6 cantador, aboia bem e toca gaiu e pan-
deiro. Quando fugio conduzio um ravallo mela-
do quasi ruco, ten do as erinas e caninaas pre-
tas. Dl-se boa recompensa ao apprebensor de di-
to escravo, qne podera ser tatregne nesta praca
ao Sr. Manoel Marques I'into, traressa da Madra
de Deus n. 5, primeiro andar, ou ao Sr. Lucio
da Silva Antunes, rua da Uniao n. 69, on ao sea
senhor, na fazenda Serra Branca, em Sam'Anna
do Mattos, a Felippe Nery de Carvalho e Silva.
N. 55^400.
Pede-se ao Sr. Joaqnim Pires Ferreira, o favor
de apparecer na rua Primeiro de Marco n. 7 A,
primeiro andar, a negocio de seu particular in*
teresse.
*o
ADMINISTRA AO DOS CORREIOS DB PERNAM-
BUCO, 16 DE MAIO DE 1874.
Faeo publico que do dia 18 do eorrente em
diante sera expedida mala para a agencia do cor-
reio nltimamente creada na villa de Santo Amaro
de Jaboatao, cuja txpedicao sera feita diariamente
e a correspondencia recebida nesta reparticao ate
as 8 boras da manha.
0 administrador
Affonso do Rego Barros
Companhia Allianca Mari-
tima Portuense.
A galera portugueza Savdade, seguira em pou-
cos dias para o Porto, com escala por Lisboa.
Ja tem contratada grande parte da carga ; e
para o resto, trata-se com os consignatarios e
agentes da companhia,
Jose da Silva Loyo em seu escriptorio a rua da Companhia Peraam-
bucana._______
Para o Par
recebe carga e brigue portoguez Relampago, e
pretende seguir com toda a brevidade por ter
grande parte da mesma engajada : quem no mes-
mo quizer carregar, trate com seus consignata-
rios T, de Aquino Fonceca 4 C., successore?, a
rua do Vigario n 19.
LEILAO
No dia 20 do eorrente vao a leilao todos os
objectos dados em penhor que estiverem venci-
dos, salvo aquelles que ate aquella data pagarem
os premios vencidos.
______Travessa da rna das Crnzes n. 2.
LEILAO
DA
armacao, generos e mais pertencas do estabeleci-
mento de molhados da rua do Rangel n. 41.
SEXTA-FEIRA 20 DO CORRENTE
is 10 horas da manba
no mesmo estabelecimento.
0 agente Dias vendera no dia e bora acima
mencionados, o estabelecimento indicado, que se
acha livre e desembaracado, e que se torna re-
coramendavel pela localidade em que se acha.
Vende-se em um ou mais lotes, a vontade dos
Srs. compradores.
Leilao
THE4TR0
Quinta-feira 19 do eorrente, pelo juizo da
provedoria, escrivao Nones Ferreira, depois da
respectiva audiencia, serio arremattados os pre-
dios pertencentes ao epolio do ffnado Dr. Anto-
nio da Assumpcao Cabral, a saber :
Duas tercas panes do sobradinho de dous an-
dares j na freguezia de S. Frei Pedro Martyr, a
rua d o Campello n. 2, tendo 38 palmos de compri-
memo e 19 de largura, com nma sala e um quar-
to em cada andar, cozinna interna e andar terreo,
servindo de deposito de ferragens, sends o fundo
do sobrado entaipado e em mao estado, avaliado
era sua totrhdade em S.OOOf, sendo que as duas
tercas partes tem o valor de 3:333*332.
Uma casa terrea de podra e cal no lugar do
Barro, freguezia dos Afogados, com 3 janellas de
frente, portao de madeira ao Iado, duas galas 2
quarto*, cozinha, quarto junto e despeosa, eom
26 palmos de largura e 58 de comprimento, sita
em terreno foreiro, com 690 palmos de compri-
mento, e 59 de largnra avaliado tu< dos quaes se abate 559*0X3, pertencente aos Mhos'
de Alexandre Jos^ da Silva, flcaodo o restante
IHrHEZAJJMI rOMHI-
Quinta-feira 19 de marco.
eclt* em favor dos profesaoreo
da orrfecalra.
Terceira repreeenucio do bem aceito e applaudi-
do drama em 6 actos :
SUZANA.
A*8 8 Irl DA NOTTB.
Etta em ensaios o drama do Sr. Dr. Pinto :
Santa Clolilde.
COMPANHIA HRAMIIIRt
DB
NAVEGACAOAVAPOR
Portoa do norte.
0 vapor
Commandante Guilherme War-
ding ton.
E esperado dos portos do sul ate o dia 22 do
eerrente e seguira para os do norte depois da de-
mora do costume.
Para carga, encommendas, valores, passageiros
3 mais informacdes, dirijam-se no escriptorio da
agencia
7-RDA DO VIGARIO-7
Pereira Vianna & C.
Agentes.
DE
47 barricas com cimento, 18 harricas com
alcatrao, cerca de 5 eekas com phospho-
ros e outros artigos com avaria d'agua
salgada, nltimamente descarregados do
navio allemao Jacobina
SEXTA-FEIRA 20 DO CORRENTE
as 11 horas
0 agente Pinto levara a leilao, por ordem de di-
versos, e por conta e risco de quem pertencer, os
artigos acima mencionados, avariados d'agua sal-
gada, as 11 horas do dia acima dito, no armazem
o barao do Livramento, caes do Apollo.
Attencao.
Constando ao abaixo astignado, proprietario da
fabrica de cigarros ao becco Largo ns. I. I A e i,
que alguns fabneantes nescios ou ambiciosos, o
acompanham sempre em suas invenfoes, e, nao
satisfeitos em fabricarem sens cigarros com a
chapa irma da sua, mandaram imprimir em tinta
verde, como nltimamente mandou fazer, para ven-
derera aos seus fregnezes como seus, que na boa
fp, ou por ignorancia Ihes corapram, previne en-
tao aos seus freguezes, qne reparem para o sea
nome, que assigna era cada maco, alem do sen
nome que tem em lettras maisculas com tinta
amarella, por baixo da chapa verde e reparem
lambem para os dlsticos que tem ao Iado de" cada
maco, por baixo do nome ( Figueiredo i, pois
suppoe que o mesmo elles nao poderao dizer. que
seria uma infamia mentirem inda mais assim, pois
al6m de dizerem que sao inventores, ainda arro-
gam a si um direito quasi que de propriedade.
0 abaixo assignado nao d^sejava recorrer a
imprensa, porem, obrigado por seus collegas isto
faz.
Recife, 17 de mar;o de 1874.
______Jose Antonio Doraingnes de Figoeired?.
Criados
Quem precisar de um ou dous criados escra.os
e que entendem de cozinhar, dirija-se a rna do
Barao da Victoria n. 61._________________
EL
Tendo arontecido um desarranjo na ma-
china de gelo, os fobrir-jmtps vem por meio
deste pedir desculpa aos seus freguezes pela
falta que tem havido nestes dias ; csperam
porem, em qualquer desles dias fornecer a to-
dos as quantidades do costume ; aproveitam
tambem a occasiao para prerenir aos seas
freguezes que teem em riagem uma ma-
china nova, de maior forc,a e do systema
mais motlerno, quo fnbric&ri m maior es-
cala c com toda prcstvza ;;s quantidades que
forem eiigid*s.
Santo Amaro, 17 do aaavaja do 187*.
Pelos testamentoiros de C. Starr _____________William IF. Webster.
Precisa-se alugar um cria-'o qne saiba tra-
tar de sitio, entenda de andar com carroca e sn-
jeite-se a vender na rua, prefere-se escravo : a
tratar na estrada da Capunga, passando a barrei-
ra, casa n 2.
Aluga-se o 1 andar do sobralo a rua
Amorim n. 11 : trata-se na rua dos O-jos a.
de 4 horas da tarde em diante.
d)
14
PARA'
OE
dous sitios com casas de pedra e cal e 1 terreno
Sabbado 2 L do eorrente
0 agente Martins fara leilao, eom auterisacAo,
de 1 sitio na Torre, com casa de pedra e cal, mui-
to bem conservada, onde mora o Sr. Andre de
Abreu Porto.
Um dito n'Agua Fria, com casa nova de pedra e
cal, defronte do Sr. Flavio Catao.
Um terreno no lugar da Torre, defronte da Ponte
d'Uchda.
Os pretendentes podem entender-se com o mes-
mo agente, que dara as informacdes necessarias.
No armazem da rua do Imperador n. 48, as II
horas do dia.
Collegia de \. S. do Anipiint
A abaixo assignada, corapetentemente liceaciada
pelo Exm. Sr. commendador presidente da provin-
cia, e o lllrn. Sr. Dr. director geral da instrucjai
publica, tern aberto sob a invocaeao de N. S. do
Amparo, em a rua da Imperatriz n. 36, am colle-
gia para educacao do sexo feminioo. 0 college
acha-se competenteraente preparado para receber
alumnas internas, meio-pensk nistas e external, e
os ramos de ensino, que serio insiruccio prima-
ria, portuguez, francez, inglez, geegrapbia, histo-
ria, piano, desenho, danca, crochet^ obras de la,
bordados a matiz e ouro. serao leccionadas p?r
pessoas devidamente habilitadas, moralisadas e da
inteira confianca da abaixo assignada. Avisand.i
assim aos respectivos pais de familias desta pro-
vincia, a obaixo assignada espera merecer delles
a confianca de cducar suas filhas, garantindo aos
pais de suas alumna* de qufi sera solicita e zelosa
em cerca-las da vigil.mcia e carinhos qne nunca,
quando bem distribuidos, sao de mais para tio
innocentes creaturas. Recife, 16 de marco de
1874.
_______Carlota Augusta de Figueirelo Beifort.
Agente Dias.
Segue com brevidade para o referido porto a
escuna Giergiana, tendo ja parte de seu carrega
mento engajado; para o resto, trata-se com Tasso
Irmaos A C, a rua do Amorim n. 37.
Para Lisboa
0 patacho portuguez Qrattos*, vai sahir com
brevidade por tar a maior parte da carga promo-
la, para o ratio trata^e com os consignatarlw
Sdra Golmarlai & fi, praca do Corpo Santo ou
we. ^
Grande
LEILAO
Segunda-feira 23 do cor-
renle
Grande sortimento deferra-
gens, miudezas e muitos
outros artigos
tiado Bum Jesus n. 26.
J. A. Moreira Plat* tendo (?e acabar compjeujria.1
jEr^X lax f,ttbe,ecifflento, a rna do Boa Beberibe,
/jesus n, K, fari leilao, por lntervenc5o do agente'
CASA DA FORMA.
AOS 4:000^000.
BILHETES GAtUIVTIDOS.
I' rua Primeiro de Marco (outr'ora rua aa
Crespo) n. 23 t catas do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido nos seas fe-
Hzes bilhetes, um inteiro n. 3,4i5 com 7004, um
rateiro n. 1457 com 2001, um inteiro n. 3454 com
100/, e outras sortes de 40* e SO* da loteria que
seacaboa de extrahir (91-), convida aos possui-
dores a viram receber na con form idade do costn-
me tem desconto algnm.
Acham-se a Venda os lelizes bilhetes garantidoa
la 6* parte- das loterias a beneflcio da igreja
do Amparo de Goyanna (98-), que se txtrahira ia
sexta-feiia, 30 do eorrente.
PRECOS-
Bilhete inteiro 4*000
Meio bilhete SfOOO
at roRgio de l oojooo paaa cnu.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martini Fkua.
Pedido.
Deparando e abaixo assignado com am tun-
cio no Diario de Pernambuco, torn assignatara,
pedindo a captura de um escravo de nome Gsral-
do, e como nesse annuncio se vtia
mente calumuiado por alguem que aao I
de meotir descaradameote, pode ao brfsmp 1
da mesma publisacio que sssuim at noen w
eu poder-lne dar uma resposta cabal e satistacl
16 de fevereiro 4a 1674,
Frederiw Caam Joaiar.
.1

'"S'


DJiifio ije Feniambuco Qiuatafeira 19 Marqo de 1$IL
\

_____________BO BOWMAN
PDO BRDM N. 52
(Passando o chafariz) I
PfiDEtt A.OS w>ahorea de eng-nho t, ooUos agricolioree, 60ipw?a *tftismo a favor *WV *aap!to qoe ihi tern; sendo todo superior em qualidade a fortidio ; o que con a ins
%|a (Mteoti pode-te veriflcar. T
9SPSOAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DK SUA FUNDIQAO
flkftMAMA* a ~AJy%M JMnanM doe aais wetWrnoi systeruaa e em ta
VUpOret 6 rOdaS Cl'agaa m.oboa conveuientes para at diver...
a^amttaiciaa dos senhorea proprietarioa e para deaarocat algodao.
Moendas de oanna """"^ a8^oret qo% iqai
Eodai dentadas p*."*-
Taixas de ferro fundido, batido e de eobre.
Alambiques e fandos de alambiques.
Vanriiniamna Par* maodioca e algodto.l Podendo' todoa
^MUIlWISmUQ e para ferrar madeira, faer movidoa a roio
Itnmhqa iPr ?w. *'**>
iivuwM de patente, garanUda^.M. |ouanimaes.
Todas as machinas ***(iM m"5T!*m
Fai qualquer concerto dem>chkiMno- ^ *rMQBid0
Formafl #14) ffilTO Bn/)nmman<1aa locambe-te Je mandar vir qaalqcer machinismo i von-
auuuilllUOUUtta. ude ^ ,euIDt88f iembrendo-llwa a vantagem de ? xerem
njtt compraapor intermedio de peisoa entendida, e qae em qnalqaer necesiidtde pdde
hm prater amulio.
irados americanos *iMlralnent0, ,ric0,M-
RUA DO BRUM II 52
PASSANDO O CHAFARSZ
FUNDigAO DE FERRO
4' roai# Bar&o do Triumpho (rna doBruiu) ns. Ilia 104
CARDOSO & IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra compieto sortimento de ferragens e machinas para -en
cenhos, as metis modernas-e melhorobra que tern vindo ao mercado.
V apGreS de for$a de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
\jaiQ6iraS de sobresalente par* vapores.
M.Oenua8 mt6iraS e meias moendas, obracomoounca aqui veie.
TaiXaS [fuildidaS batidas, dos melhores fabricates.
IvOQaS Q aglia com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
tCOdaS dentadaS de todos os-tamanhos e qualidades.
RelogiOB e apitOB para vapores.
OOIQDaS de ferro, de repucho.
3JaflOS de diversas qualidades.
FormaS para aSSUCar grandes e pequenas.
OoilCGrtOS concertam com promptidao qualquer obra ou machina, para o qae teair
sua fabrica bem montada, com grande e bem pessoal.
EnCOmmendaS mandam vir por encommenda da Europa, qualquer macfaJnisroo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londrej
e com am dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Bram) ns. 100 al(M
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
ODILON DUARTE k IRMAO
CABELLEIREIROS
Premiados na exposigao de
0 Rna do hnperador 49
l!a rostc pshbulecimeiitofl molhor v tctwn..- to ,tonps -los mni sffmades nutorcs,
cono fto : lien., Plojxl, Plap, tc. Oilemt-sc thmr-.^t Ui q,i*li.l.le ile pianos sup-
t iorus, inandados expressampnte construir para este clima, o qual os amadores dos
bons pianos so. enoontrarao nesta casa.
Recebem-se pianos usados cm troca.
Cnncertam-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
coucertadores de pianos .nC,aj
que ha sewpre o mais compieto sortimento de materiaes para concertar pianos, como
so: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
marliin, etc., etc.
49 RUA IIP IMPERAIIOB 41
REDUCCAO DE PRECOS
FABRICAS DE CHAPEOS DE SOL
DE
MANUEL & MAESTRALI
Rna do Barao da Victoria n. 23
ESQUINA DA CAMBOA DO CAR MO
E
Rua Duque de Caxias n 64.
Os proprietarios destes estabelecimeiitos participam ao rspeitavel publico, e a seus
freguezes, que "teem sempre am compieto e variado sortimento de chapeos de sol de to-
das as qualidades e tamanhos; tendo resolvido faier reduccio nos precos dos mesmos,
eacham-se em condicoes d poderem vender mais baraito que em outra qualquer parte,
visto receberem todos oe se*s artigos em direitura, e ecbet-se um dos socios na Europa,
.percorrendo -as principaes fabricas.
Chamam a attenc^io dos senhores logistas para visharem seus estabetecimentos, e a
virta dos ppecos e boas qaalidades dos artigo, nio deixario de comprar-
Cobrem-se e conoer-Um-ae ohapeos de sol de todasas qualidades, com promptidao
precos modicos.
Na run do Baraoda Victorii d. 36 precisa-*
allar ao Sr. vigario Andre Cnrcino de Aranjo Pe-
eira, t negocio de sen intcresse.________

^"Cx
%
Attehcao.
Precisa sc a m urger.< ia de uma ama i.>
leite, ijue 5. j s dia, e quo tenha born a
abuti-lairtt1 l.'ito, pral t"in.ir
rriaiH'a .i<- .iMs, innU>-'#
E. A. DELOUCHE.
49-Rua do Uarquez de Ollnda-49
Aeaba de reeeber urn granda sortimento de re
logins americanos para parede e mesa, de corda
de 24 horas e de corda de 8 dias, com despertadoi
dos melhores gostos e quilidade.
Relogios de ouro patente inglez verdadeiros, des-
cobertu com ponteiro grande no meio, dos maii
modernos e do melhor fabricante de L< ndres.
Grande sortimento de
doarada, cobertos e descobertos. Ditos de prata
foliada (plaque), orisontal e patente, de todo
prefo.
Cadeias de plaqnd e de ouro.
Lunetos e oculos de todas as qualidades.
Verdadeiros vidros de chnstal da Rccha, para
vista camada.
Vende-se tudo por preco mais baratc que em
ootra qualquer parte. ___________
AVISO.
1872
RUA
DA
IMPERATRIZ
N. 82
!. AND4R.

RUA
DA
IMPERATRIZ
N. 82J
1." ANDAR.
Acabam de reformer 0 seu cstabelecimento, collocando-o nas melhores m
die?6es possireis de bem servir ao pablico desta illustre capital, eie Exmas. Sras. n'a-
quillo que for tendente & arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homenscoaoo para senhoras, tupete, chignon,
ooques modernissimos, trangas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulajres, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos d modas, e por isso pode vender 20 % menos que outro qualquer, garantindo
perfeiciO"QO trabalho, agrado, sinceridade e pre(jo razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fdra ; vende-se cabellos en
porQ&o e a fetalho e todos os utensilios pertencentes a arte de cabelleireiro.
J
1
I
Constructor c afioador de pianos
Rua do lmperador-
Nao 96 ^resiando o psqueno espaco do arruazem
n. 10 A, a rna da Madrre de Deo?, para um abaste-
cido deposito das dWersas marcas de (urao, que 0
abaixo a;ignado aimejava ter, aeha-se d'ora em
diante sJjerto outro estabelecimento sob a mesma
dtnoroiracao de
\rniazem do fao
A1 rua do Amorim n. 41
com tedas as praporcdes desejadas, e onde pode-
rao -es senhores freguezes dirigir-se, certos de
Sue, eomo ate" aqoi, acbarao sempre a par da mo-
icidade dos precos, a maior sinceridade possivel.
Enlre as dilTerestes marcas de fumo da Babia e
Rio de Janeiro, que tern sido annuocudas, acaba
de ctiegar uma encommenda especial, e que muito
deve convir aos senhores freguezes. Consciente o
abaixo assignado de que neste genero de negocio
nao esta sem competidores, fari mwto por evitar
qne -tambem os tenha com relacao ao pequeno lu-
cro que procurara obter da dita mercadoria.
Jos^ Bomingue? do Carmo e Silva.
FIJGIO.
Fugin no dia 1.*de raargo, da casa de seu se-
nhor, a mulata seguinies : baixa, ^orda, cabellos crespos, peitos
grandes e cara larga : quern a appre' ender tra
ga-a a rua dt Santa 1'iia n. o, entrada pela rua
Nova.
mm
CoB^tacdo aos abaixo assignado acbarse nes-
ta praci e Sr. Manoel Fernanaes de Carvalho, ren-
deiro doe engenhos Barra e Preguica, em Ma-
mangaape, provincia da Parahyba, veem rogar ao
mesmo o ebzequio 4e vir enteoder-se com os
abaixo assignados inunediatamente sobre negocio
tendente x*:- referidos engenhos. Rua do Amorim
37, escriptorio.
Tasse Irmlos & C.
O AfiVOQAIlO
Afftinsft de Albuquerque Hello
incumbe-&e Ae promover ccbrancas amigavel
ou judiciafeiente, assjm como de outros negecios
concernentes A aa proCssao, nos lugares proxi-
mcs a linha frrca, e nos outros termos proximos
a esta cidade; para cnjo auxilio tern o annun-
ciaate solicitadores habilitados e proboa, respon-
sabilisando-se no entanto pela boa gestao-e cont.i
do que the for eonfiado.
Mediante roodieo honorario acode aos ehmados
para diligencias ou consul ta? Cora da cidade do
termo e incumbe-se da defeza de appeilacdee ante
o tribunal da reiacio. Fode ser procurado de
meio dia as 3 horas da tarde em seu escriptorio
rua do Duque de Caxias n. 37.
1G$000 de gratificacao
Engenho Santos Mendes
Fugio nc.dia 20 de dezemlro, do engenho San
los Mendes., .comarca de Nazareth, fivguezia de
Tracunhaem.a escrava Maria, crioula, SO annos
de idade, poueo mais on meoos, baixa, grossa, cor
preta, rosto alaaebrado, pes eccos e espanados,
dedos curtos, cabellos braneos, eanellas finas, tern
dons signaes cabeJludos no qoeixo, e 6 bem ladi-
oa. A pessoa que entregar esta escrava ou ao seu
iono, que e o sentior do engenho acima, Lauren-
ibo Gomes da Cunha Pereira Belarao, ou no Re-
cife, largo do Corpo Santo n. 19, l* andar, sera
ecompensada com a qnzntia de 1001.
' Uma senhora de idade ofTerece-e para ama
de caea de pouca fauulia : quern pretender diri-
ja-.se a rua Direita n. US.
33
Ex-aiinador das antigas e afamadas casaa Pleyel Si Hen, e antigo director das cfflci-
na casa Alpbonse BlondeJ.
Tem a honra de declarar ao respeitavel publico desta cidade, que tern aberto sua easa de
concertos e afinac3es de pianos, qualquer que seja o estado do instrumento.
A mesma casa acaba de reeeber um grande sortimento de pianos dos melhores fabricantes
de Paris, eomo Erard Pleyel, Henri Herz e Alphotue Blondef) todos os pianos sahidos da casa
Dhibaut sao garantidos.
Compra-se e reeebe-se em troca os pianos usados.
Na rua do lmperador
n.28
precisa-se fallar aos seguintes senhores :
Domingos Martins de Barros Monteiro.
Emigdio Marques de Santiago (Dr.)
Joao Vax de Oliveira.
Jose Francisco Lopes Lima (Vazareth).
Manoel Pereira Branjiao.
Manoel dos Passos Miranda.
Theotonio de Barros e Silva.
Francisco de Paula Borges.
Francisco Antonio Pontua
Chapas e argolas ameri-
canas
O fabricante destas, tem a honra de participar
aoreapeittvrt publico que, tendo de retirar-se
pan a eorie brevamente, ad pode reeeber encora-
mendaa ate o dia 7 de marco; porunto rota aot
K Torre
Aluga-se para pssara festa um sitio com
excellente casa de habitagao e banho no rio
a frenta desta: quern a pretender, pdde
procurer i rua de Gervasio Pires n. 24.
t Ahiga-se o penultimo sitio na estrada do Ca-
jueiro, proximo ao hospital portuguez, eom casa
para grande familia, sgua e gaz, e bastantes arvo-
redos fraetiferos : para tratar na casa Junto ao
mesmo hospital.
Offerece-se uma ama para andar com crian-
cas : a tratar aa rna do Paysandii n. 0.
- Pede-se ao Sr. Joaqlrtai Pires Ferrefra, o fa-
rvo deappareeer na rua Primeiro de Mar$o n. 7
A, V andar, a negocio de sen particular inte-
esse.
Apreciem
Iff iiirlillri .<
qiififi; pi.
ji.ia :r:itr.
rouU uV alia
-. f-ifii.-it t
,, .'rtiyr rtejlrt
-..., 'i. ail lar
Jl
Um sitio na travessa da Cruz das Ataa, perlo
das esta(des da Tamarineira e Jaqaeira, ccoa ex-
cellente casa de vjveoda, nova, mnito romraoda
e asseiada : tendo t 'as, 6 quarlns, e for* co-
zinha, despensa, sala de ongomnur, quarto de eo-
zinbeiro ; assim como i-.oc'.eira, e-inbaria, dons
quartos |-ar criado*, luiiiins, ccroado de ferr\
banheiro, gallinbriro, etc. etc : a tratar no siiio
do coinmcii.ladi.r T:isso.Q^
Garanhuns.
Na rua do Barao da Victoria n. 36, preeisa-s*
allar aos Srs. Pedru do Rego Chaves Peixotc
load Paes da Silva, a negocio de particular inta-
<>sse___
Padaria.
PEMORES
Na teavessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, di-se
dinheiro sobre pe-
rihores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Engenho
Vende-se o engenho S. Pedro, situado na pro
Yiwta de Alagoas, comarca do Porto Carvo, i
menos de uma Tegoa distance do porto de mar do
Gauelia, tem -oxcellentes terras, matas, e safreja
regc^armeate 2,C00 paes : a tratar na ma-do Vi-
gario n. 31.
L0J1 DO PASSO
DG
Cordeifo Siuioes & C.
Acabam do reeeber pelo vapor Mcndoza :
Riquiswmos cortes de gorgurao de seda lisos
com fistras achansalotadas.
Ditos de linbo para vestidos, contendo cada cor-
te, o neces-'ario para seu enfeite, como seja :
franjas, trancas, totoe?, fivellas, etc.
Ru\uissknos chaoeos para senhora, ultima moda,
a rua Primeiro de Marco n. 7 A.
AUen Fugio ds engenho Firmeza, na freguezia da
Eecada, notfa tide fevereiro, o escravo Al-
bino, crfoulo, com 08 seguintes signaes; cor
prata, idade de 20 anno?, alto, corpo regular, bo-'
nita figura omos um ponco esbranquicados, tem
de am lado das costas um caroeinho a seme-
Ihanca de uma jabaticaba. Pede-se as autorida-
des policiaes e eapitaes de campo a apprehensao
do drto escravo, podendo entrega-lo ne dito en-
genho on na rna do Torres n. 12. escriptorio.
Aluga-se
uma grande osa para familia, oa Capunga, rua
da Ventura 22, tendo quartos fdra, banheiro,
cocheira, gallinheiro, etc., etc.: a tratar na mesma
casa
Pfecifa-^e de um socio am capital para a
padaria, b para o matlo, ou vtndete, f.zse qualquer re-
gocio : no pateo do Tergo n. 63._____________
O Sr. Ant uio da C<*ta Oliveira deixa da "v>-
ie em diante do :er caixeiro de rcripU de mi-
relogios de prata, prata, ^fia r;,^a
Recife, 18 de marci de I87i.
Bernardino de Sena Pr.ntaa'.
Fugido.
Fugio ha o meiespassados, do engenho Norur,;.!,
fr< gutzia da Eecada, o escravo panto, M.-.no -I S<-
verino e por ao'.onomasia Manoel Vcrtnelho, com
os signaes seguintes : alto, aofpt regular, eaai a
junta de um d s joelbos inciiada e manca de-ta
mesma perna, eom cicatrize-; ms costa=, tem bl-
ta de dentes, rendido de uma vcrilha, e feica3
desagradavel : foi escravo do Una do coronel Ma-
noel Pereira de Morr.es, pr< prietario qoc (oi do
engenho luharnan, fregaezia de lgiiara;sn, e ia por
uma vcz fugio o asteve domiciiiadi em noder de
um morader do mesno engenho Inhaman. MM
que presume-se ter para ahi ido ontra vet. IV>
ga-se as autorida-ies policiaes e >%pities de cam-
po a captura do mo-mo, podendo dirigir-se ao
mesmo engenho Noruega. residennia de seu jt-
nhor Jose Ignaciu de Mello, ou no Recife a rua
da Cruz N. i, 2. andar, onde generosamente se
recompensara a apprehensao do iiiesmu escravo.
Vende-se o grande e espafioao armazem de
molhad.s, com duas fren'.e proprii psra grand?
progresso ; a raiio do actual proprietarfo dt?pr
eomo se vende barato
96 o n. 20
RUA DO CRESPO
LOJA DAS 3 PORTAS
DE
Guilherme & Gk
CASSA-LA
Acaba de chegar esta fazeada com bonitos pa
droes, e que se vende pelo diminuto preco de 200
rs. o covado 11 I
METIS
Betim tranc.ado, padroes bonitos, a 320 rs. o
covado I 11
ORGANDY DE CORES
Cambraia organdy de cores, fazenda Una, boni-
tos padroes, pelo diminuto preco de 320 rs. o co-
vado! It A
LASESCOCT&AS
Novo sortimento desta fazenda, com bonitos
padroes, que se vende a 240 rs. o covado 111
CRETONE
Cretone clarose escuros, bonitos padrSes, e fa-
zenda fina, peto dinunuto preco de 400 rs. o co-
vado II!
LAS MODERNAS
Compieto sortimento de la de todas as qualida-
des, petos diminutos precos de 400 rs. o covado,
6 pechmcha! I I
Cortes ie oaseciira di cores, a 5^(00.
Colchas estampadas e com barra a 3#500 e
4^000.
Gobertas de obita adamascada a 3^500.
Lencoes de Diamante a i$000.
Dries de algodao a 1*400.
Toalbas alcochoadas, duzia, a 5*800
Lencos de cassa com barra a 1*000 a duzia.
Ditos de cassa abanhados a 2*0OU a duzia.
Ditos de esguiao abanhados, em caixinhas mo-
dernas. duzia, a 3*300.
Camfrna transparente fina a 3*000 a peca.
Chales de todas as qualidades e precos.
Bramante lie algodao e linho a 1*600 a vara.
Dito de linho puro com 9 e 10 palmos de lar-
gura a 2*500 e 2*800 a vara.
Algodao marea T, largo, a 5*000 a peca.
Dito domestico a 3*000 a peca.
Brhn com lietras, irlandez, proprio para cami-
sas, a 440 rs. o covado 11
Madapolces Iraneezes de todas as qualidades de
5* a 8*300 a-peca.
Cbapeos de-sol de seda com 12 asteas, pelo di-
minuto preco de 8*300.
Camisas inglezas, todas forradas, fazenda de
linho poro, a 46*000 a duzia ; e pechincha. so se
vendo.
Popelinas de linbo e seda pelo diminuto pre.;o
de 800 rs. o covado; e pechincha, e dao-se amos-
tras.
S6 o n. 20 da rua do Crespo
Loja das ires portas
DE
Guilherme & C.
JUNTO A LOJA DA ESQUINA
e ter de retirar-se para o sfrtio, aeoaMhado ph*
medicos, por incommodo de -audc. no pat'O di
Carrao, e-quina da rua de Hortas n. t._________
Antonio Paiva da Foneeea avisa a todoa os
seus devedores de 3. Lourenco dn Mattn qne nao
paguem a iiiuguem seus debit)-, vfeto quo S:.'
,Sc C. apossou-se ntegtlmente de t-.dos <;
bens : bem como do livro borrador i mde je ace I-
va a nota e onla (!e sens devedore-. Cheg
agora ao conhecimento do annuncante que
veira & C tem andadn rec bendo e -acando l-t-
tras contra seas devedores afim de reeeber ct.
brevidade ; por isso, o annoodaate prte-u cen-
tra o nrocedimento dos Srs. Silveira & .., e taa
ver que Die paguem, porqne sc acl.a em mizo
com acdfc eontra os raesmoa Sdveira \ t~,aMi
de Ihe re-titDiram os bons que 'lies tnmaram ,11"-
galmeute; poi tanto, o annunriant- e c
tente para rccber os debitos de :vus devrdai
e por is? i faz o prMM t*** a'^ganrn
norancia fatura. ____ __ .
ESCEIPT0R10
COMMERCIAL.
i a
ill),
Ui
da Plata,
lAsim.v
Laiz Felippc ln\k k
V
m
Sementes dehortalices
vindas pelo ultimo vapor, & rua da Cadeia do
Recife n. 63; tambem na mesma loja recebem en-
commendas para o sitio do Abrigo em Olinda, de
arvores fructiferas a onlras proprias para adorno
de ruas e jardiu, sortimento de pahneiras impe-
riaes e de outras qualidades; assim como pes de
flores para jardins e vasos, tudo por modico pre-
co e garante-se estai em bem enraizadas todas as
plantas eomo e de costume.
I Precisa-se de uma ama para comprar a eo-
zinnar o diario de uma casa de pouca familia:
r-ia^-drtosobje-ctos, ruado Marquez de HervaL ontr'ora da Con-
Kl*a Mm ontaRarfM. eOfW* '_________._______.___^_____________.
maadarero ae suas eqeomnMndaa corn anteceden-
eia ao hotel Estamtoet. nja do lmperador n. 3t,
a^9ftor? aomaiedla.
I PreeUa-se de om rapaz -para os serrieos
dls.rjej 4e ama padaria : na rna da Guia n. 54;
RUA MATFHAS DE ALBUQUERQUE N. 23
(antiga rua das Flores).
Tingi se, lava-se e limpa-se com a maior per-
feic3o fazandas em pecas on em obras de qual-
quer qnalidade qne sejam, taes eomo, 12, algodao,
seda; touquim, pennas, chapeos do feltro e de
manilha, on pallinha de todas as cores, etc.
Os Srs. negociantes, logistas e particulars
experimentem que todos acharao proveito e van-
tagens
Aviso : Depois do ultimo deste mez corrente,
fleam eonsiderados como abandonados todos os
objectox entreguet A esta casa no anno de 1873,
e serao vendidoi pelo preco do sen trabalho.
ATTENMO
Antonio Fernandes Ramos de Oliveira, na rua
de Pedro Alfonso n. 34, deseja fallar com o Sr.
Antonio Pereira da Rocha e D. Bernarda Joaquina
Pinto Bandeira on pessoa por ella, a negocio de
seu interesse.
Fugio desde o dia 2C de novembro do anno
passado, o escravo Manoel, com os signaes se-
guintes : cOr fnla, idade 17 annos, poueo mais on
menos, altura regular e e acanhado no fallar ;
desconria-se ter ido paraGoyanna, feito criadode
um moco, cujo nome ignora-se ; portanto, pede-
se as autoridades policiaes, oa a outra qualquer
pessoa, a apprehensao do mesmo e leva-lo a villa
do Bom Jardim ao Sr. Jose" Lourenco Gomes Ca-
bral, Gn na travessa da rua das Crazes n 16, que
sera recompeasado com a quantia acima.
ESCRAVO FUGIDO.
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca tie Goyanna, o
escravo de nome Jos6 Borges, mettre de assucar,
tendo os signaes seguintes : cabra, i.Iade 30 an-
nos, poueo mais ou menos, boa figura, um tanto
grosso espadaudo, sendo o signal mais visivel
uma gemma na junta do pe esquei do : roga-se a
todas as antoridades e eapitaes de campo queiram
apprehender dito escravo e leva-lo ao referido en-
genho, ou nesta praca a Oliveira Fiihos & C, lar-
go do Corpo Santo n. 19, que serao generosamen-
te re com pen sad os.
11
Precisa se alugar am moieque do it a 13 an
nos de idade, quo seja net : quem o trrer, dirija-
se A rua estreita do Rosario, sobrado n. 35. Na
mesma casa fornece-se eomidas para fo>a.
Barbeiro.
Precisa se de um bom official de barbeiro, da-
se meiagao no trabalho e juntamente a mesa : no
salao da rua do Duque de Caxias n. 36, primeiro
andar._______________' _____________
Nos abaix oaceigoados deciaramos ao res-
peitavel pablico e eom especlalidade ao cor-
po do eommercio qua dissolvemos amigavela-
mente a sociedade Jqne gyrava sob a Anna de
Moreira k Gonealves, na taverna da rua de Joao
do Rego n. 18, ficando todo activo e passivo a
cargo do socio Gencalves, retlrando-se o socio
Moreira pago e satisiefto de seu capital e lucres.
Recife, 4 de marco de 1074.
Antonio Jose Moreira Gomes.
^^^^^^ Jose Gonealves Lourengo._____
SAQUES
Carvalho & Nogueira, na rua do Apollo
. 20, accam sobre o Banco Commercial
de Vianna e suas agencias em todas as ci-
dades e villas de Portugal, i vista e a prazo
por todos os paquetes.
Muito barato
Aluga-se a loja do sobrado da rua Direita n.
120, serve para negocio e moradia, mediante um
modico repartimento. tem agua, gaz, e apparelho
de limpeza, o aluguef 6 favoravel : trata-se na rua
do lmperador n. 81, on a ma da Palma n. 25.
Aluga-se o 2* andar do sobrado da rna da
Guia n. f % limpo e bem trata lo, com bastantes
commodos : na rua da Senzala-nova n. 1.
Cosiokeiro.
No caes do Apollo n. 71, paga-se bem a
um bom coziobeiro : prefere so cbina.
Advoeado.
0 bacharel Joio Guirana, advega em
EPalmares, e pode tar procurado oa villa
Jo mesmo nome, outr'ora Una. alto da
Matrix, escriptorio da oooOeetoria.
Kmm wkiMWtMM^ ~mmwm
Aluga-se o armaiem da rna da Companhia
Parnamnacana n. 12 : a fallar na rua do Capiba-1 lei como para casa particular : dirija-se
rwe I Rapgel n. a,
layiavi
Precisa-se de uma senhora que esteja nas con-
dic5es seguintes : i. que saioa ensinar bem "o
portuguez, francez, musica, piano, costura, bor-
dado, etc.; 2.* que queira ir para am engenho
perto de uma das estacSes da estrada de feiro da
S. Francisco ; 3.* e ultimo que seja uma senhora
capaz em tudo, para aperfeicoar. porque ja estlo
c( m principio, As 5 meninas, paga-se um conto
de reis e gratifica-se : aqnella qne estiver nessas
condicoes, annuncie para ser proenrada.
Cozinheiro ou cozinheira.
Precisa-se de um e de mais uma criada para
\.Jo o servieo domestico de pouca familia : a tra-
ar a rna do Passeio n. 60, loja.
ALUGA-SE
ama casa na Capunga, rua das Perna mbucana,
eom coxeira e quartos fora : a tratar na rua do
Vigario Tenorio n. 31.
COZINHEIRO
Qnem precisar da ma cozinheiro, unto para ho-
4 rua do
Eseeotam por commissao quaesquer >rd<>ns das
provmeUs do reino, ilbaa e provinciao ultr.
rinas, bem como do Brasil e outros paises eswan-
^eiros.
Recebem a consigna^ao generos n.H-ionaes, co-
ioniaes, hespanhi'jes, francezes, ingiezes, allem?,*
* do Brasil, ou nicsrro de ontms panes, pan
rem vendidos no reino ou fura deUe
Execotam ordens para compr., o venJa de fun-
Jos publicos, nacionaes e estranjieiros. Tratarn
la cobranca dos respcclivos dividends.
Promoveiii no mesmo escriptorio, invenlari -,
liqmdaeSes, cansas eiveis e commerciaes, appH-
lacoes e recurso de ravMa.
Tem os melhores advogados na capital.
Para os negocios de natnreza especial, como
:ausas forenses, admmistraeAo de bens, etc.. qne-
rendose, pode proceder aavrdo previo conforme
a natureza do negocio.
Solicitam-se dispensas matrira, niacs e quaes-
quer outros breves apnstolicos concedidos em Roi
ma on pela Nunciatura em Lisboa, annnfl
le ordens, e quaesquer outras dependencia i
'.ribunaes da Santa Se.
Tratam da arrecadajao de herancas e a tracao de bens no continente do reino.
. Obtem doeumentos de qualquer diocese, distric-
'o adrainistrativo, conselho, ou freguezia dortic\
tlhas e provincias ultramarinas.
Farein adianlamentos sobre eonsignacoes de
inaesquer generos que tenham prompU sahida
nos mercados ingiezes ou allemaes. Tambem com-
pram aquelles que se ufferecerem em coodicGes
vantajosas.
Fazem transagoes per ccnsignacJo ou compra,
wbre miuerios, taes como de cobre, chnint-1,
phosphatos, ou outros quaesquer, se convierem a
condicoes de qualidade e precos.
Dio-sc boas refereneias em Lisboa e no Porto.
Esta ca-a tem correspondeneias senas em todo*
os pontos do reino, em Paris, Inglaterra e Ham-
bnrgo, na Africa portugueza, em Macao (China
reino de Siao, iihas dos Aci)res e Cabo-Verde,
i aceita as propostas qne do imperio do Brasil
ihe forem feitas por correspondencia effect va o
eventual.
Xa modicidade de suas commissoes, na exacti-
dao de suas contas e no credito longamente eata-
beleeido faz consisllr toda a garantia de bom a-1-
'himento.
Tem correspondentes em Sevilha e outras pra-
,as de Hespanha.
N. B.- As commissoes sao regnladas pela praxa
itae praca__________________________
Paris, 36, Rna Vlvlenne, D c
3HELH MEDICI!! STtCIIL
MI mniHiMD.it Mi UXDAM, AS
GrTA-iei':. ALTnACors do mmi
"^ W,O00 enrw Am
gem,putiul*M, ktrpm,
I sa mm, comixMt, mtft-
leiMtt MUM, n-
, e out. .ij-oes *o sang**. tXaropo veUl
I mercurio). r!! >
iiimjji tpxt) tOBjao-sc un doc
semana, sgnioao o traetaBtiw Depmrmttv r *
tmpregado aat taau wu.^t
I Bate Zartpe Cbnctt do
|ferrdCHait,cora
iaiaMUUBtMW
DEPURATIF
dn SANG
rras5.
PLUS DE
COPAHU
e ifiMliuaiie Oi jiuxt t Mtfm An
muhere*.- KsU iuieccao Maipa
com o Xarope de Cttracto it/err:
eD>n^iaaiPeaaaiqMMcanaBaHa.
POMADA AWTIHEIIPniC*^
CoBlr: us afecpoeientmHm i cimdsmi.
PILULAS VICITACS KfURATIVM
M av osmiMo, cUt IfMco vrta aoooavpakada
do aai folbeto.
AVISO AOS 8R8. MEDICOS.
I Cm
Sirop du
D'FORGET
22 Rna da (jruz
V
-




^si^H
6
^M&0bd$*MaaIbTfeb ^olqUMi^ fetra W&mfy^'to!tL.
/
'25m
CASA A FRTt\A
Rua 1. de Marco n. 23
Aos 20:000^000.
0 abaixo assignado tem sempre exposto a ven
da bilhetes da loteria do Bio, cuja extraccSo an
ounciara pelos jornaes.
Precos.
Inteiro 54*000
Meio 12*000
Quarto 6*000
Maooel Martins Fiuza.
Ainda continua futido o preto Ignacio, d-
ai'.ara regular, seeeo do corpo, cabeca e pes pe-
qaenos, falta de dentes na frente, deve ter cs nos
dos dedos das maos calejados, do servico de padae
ria, regula 40 annos de idade, fagio em 4 de Ja-
neiro proximo passado, eonsta que anda no Barro,
on entao seguio para o sertao : pede-se as aoto-
ridades ou pessoas Oue o des ubram, a sua cap-
tura, e leva-lo a rua do Lima n. 72, padaria, em
Santo Araaro das Salinas, que se gratificara eom
50*000. H
Afnga-se o quarto andar do predio n. 53 da
rua do Bom Jesus, anUgaraente rua da Cruz-: a
tratax na mesma rua n. 55.
Convida-se
aos senhores escriptores, litterato?, chefes de re-
partieoes e commerciantes a visitarem a
ENCADERNACAO BRASILEIRA
a rua Dnque de Caxias n. 21, onde verao que
b.-te o estaoelecioiento que dispoe dos melhores
meios e prucessos para bem servilos na arte de
eoeadernar, e o upico que
POSSUE A MELHOR
maebina para paular papei, riscar livros, mappas,
manifestos, follias de empregados, despachos. fac-
turas, contas cerrenles e de venda ; cujo trabalbe
sera regulado pela seguinte tabella de prejos :
Papei pequeno em caixinaas.
Para paular i caixa 1*0 0. w>j
Idem 4 ditas a 500 rs. cada uma.
Idem 10 diia.- a 400 rs.
Idem 20 ditas a 300 rs.
(dem 50 ditas a 230 rs.
idem 100 ditas a 200 rs.
Idem 20 ditas a 150 rs,
Mais de 200 ditas a 100 rs.
PapeJ em tamanho fiume. contas e despacbos.
Per paular 1 resma 1*500.
Idem 10 a I 200 cada uma.
Idem 20 a 1*.
Idem 50 a 8u0 rs.
Idem 100 a <"* rs.
Idem 200 ." 400 w.
Mais de % 0 a 32) rs.
Outros It. balhos conforms o auste.
A difference preco do papei liso para
pautado, no Bossd mercado, e muilo superior a 320
rs. em resma, sendo per isso vantojoso aos Srs
IMPOHTADORES DE PAPEL
mandarem vir o papei liso para aqni ser pautado,
podendo assim venderem mais barato, ganhando
mais diubeiro, para o que
GARA.NTE-SE
a bondade e liinpeza do trabalho, entregandose
cs volumes do resma com a mesma perfeicao e
igualdade que se tiver recebido. na
EN AOERNAgAO 13RASILEIRA
_______21-Rua Duque de Caxias21.
CASA DO OURO_
Aos 4:000$000
Billietes garantidos
Rua do Barao da Victoria? (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
{Lcham-se a venda os muito felkes bilhetes ga-
*antkk da 61 parte da loteria a beneflcio da
igreja do Amparo de Gpyanna, que se extrahira
t dia 20 do eurrente mez.
Inteiro i^0(X
Veio 2*000
De fiOv^.^OOO para ciruh.
inteiro 3*500
Meio 1*750
lie, !3 J marco de 1874.
Joao Joaquim da Costa Leite.
TBR
O capilao Jose ignacio Pereira da
li. cha. Jose [gaacu Pereira da Ro-
eha Junior, Manoel Ferreira da
Cruz, Ignaeia Pereira da Rocha, Ca-
rolina Pereira da Rocha, Joaquina
Pereira da Rocha e Rita Pereira da
Kocha Cruz agadecem cordialmen-
i a toJa* as pessoas que se dignaram acompanhar
l imiterio puMico o cadaver de sua prezada fi-
a, irmS ecu'hada Llara Pereira da Rocha; e
vo Ibes roga o caridoso obsequio de assisti-
r.-fii a missa, que no dia sabbado 21, selimo dia
da seu Mlecimento, arindam celebrar namtriz
do Togo da Pinella, pi-las 8 horas da manha.
< cii!'lfU'iro t-oHtinlm Moreira
(>ncrra.
Antonio Francisco Dnarte, pro-
fundamente compungido peia mor-
te de seu sempre lembrado amigo
" sogro o censelheiro Agostinho
Moreira Guerra, vem pelo presente
convidar a todos os seus parentes e
amigos, e do seu finado sogro, pa-
ra ou virem uma missa que manda resar no con-
vento da Gloria, pelo eterno descanco do mesmo,
pelas 8 horas da manha lo dia 21 do corrente,
trigesimo do seu passamento ; e desde ja protesta
sua eterna grattdao.
Escrava fugida
Cu'inua a estar fugida desde o dia 11 de Janeiro
a escrava de nome Bernarda, idade 39 annos, pou-
ea mais ou menos, tem os olhos um pouco abo-
toados o o andar moderado, traja vestido e chale
pretos, costuma mudar trajos, tera uma cicatriz na
perna esquerda, anda dizendo cue o senhor mor-
rau e doixou ella forra, esta la para o Cabo por
ter la um Glho de nome Felix : e por isso roga-se
as autoridades policiaes ou aos capitaes de campo
a apprehensao da dita escrava, levando-a ao Ca-
ininho Novo, a sua senhora, sitio n. 110, ou na
rua da Cacimba n. 1, que se recompensara gene-
rosamente.
Consullorio medico %
do a
Dr. Murillo. fU
RUA DA CRUZ N. 26, 2.* ANDAR. V
Recern-chegado da Eurepa, onde fre- Q
quentou os bospitaes de Paris e Londres,
pode ser proenrado a qnalqner hora do
dia ou da noite para objecto de sua pro-
fissao.
Constiltas das 6 horas da manhS as 8 ho-
ras, e do meio dia as dnas da tarde.
Gratis aos pobres.
ESPEaAyDADES.
Morestias de senhoras, da pe.lle e de-
criaaea.
A CohshHwio incdifo-cfnirgrco g
% A. B. da Silva Maia.
Rua do Viscond de Albuquerque a.
11, outr'ora rua da matrix da Boa-Vista
n. 11.
Chttmados : a quaiqnar hora.
Coaaufcas: Aos poire? gratis, das 2 as
horas da tarde.
Aflfeada.
!
Na ma do Bak da Vfcoria n 36, preciia-se
fallar ao Sr. 2. tenenle losi aria PestanBfa a
gacio de sen inlertate.
Precisa-se de Bins ama para cozinhar e que achara
compre : na travessa do Gorpo Santo n. 25.
Aluga-se
uma boa casa com sitio, tendoioastanles
l^dos, na Capunga, roa das PernambU'
10 mesmo com quei:i trata
Ama de leite.
Precisa-se uma ama que tenha bom e bastante
leite e que nao tenha fllho : a tratar na rna do
Duque de Caxias n. HI. _________
Precisa-se de duas amas para
uma casa de pouca familia, sendo
uma para cozinhar e outra para
engommar, preferindose escrava ; paga-se bem s-
agradar : a tratar na, travessa do Vigario Thenoe
no n. 1, escriptorio, das 9 as 4 da tarde. .
stantes ar%re-
AMAS
AtUGA=SE
0 2* andar do sobrado n. 52 da rua Marquez de
Olinda : a tratar'armazoa em do mesmo predio.
Aluga-se uma escrava que cozinha. compra
e faz 6s mais services de casa : na rua de S for*
ge n. 74. _____________
AftlA Naroaflo flospicid n. #6, precisa-se'
-ixiAK* ,je uma ag,a que ^jjjj go^nha,. paga.
se bem, agradando.
.4ma.de leiie.
Precisa-se de uma ama one tenha bom leite :
na raa Direlta n. 8, oa em Ponte de Uchd, sitio*
numero 9.
Arm Precisa-se de uma ama para cozinhar:
xxiua t tratar na roa fo g Jolo n. 61, sobra
do, com portao de ferro.
A Tnn Prec sa se de uma ama qnesaiba bem'
-n.xiia C0Zin|,ar e comprar na rua de Pedro'
Affonso ns. 1 e 15, anfiga rua da Praia.
Para tranquilidade das pessoas que teem pe-
nhores em poder do abaixo assignado, declara 0
me-mo, que os objectos roubados eram sens e
estavam fora do cofre de sua casa, onde estSo
guardados os objectos dados em penbor, em cuio
cofre os gaiatos nao ousaram tocar, Recife, S de
mar;o de 1874.
Julio Isaac.
Attencao
0 Dr. Amaro Joaquim Fonseca de Albuquerque
declara a seus devedores que se acham em mora,
que Ihes concede 0 improrogavel prazo de 30 dias,
contados desla data, para virem saldar os mes'mos
debitos, sob pena de, sem excepcao alguma, Undo
0 indicado prazo, ser promovidoo recebimento ju-
dicialmente. Recife. 6 demareo de 1874.
Sitio no Arrainl.
Aluga se um sitio no Arraial, proximo a esta-
cao da Casa Amarella (um minuto) com exellen-
les casa de moradia, tendo os wguintes oonmo-
dos : 5 quartos, 2 salas, cozinl a extema, terra-
co, casa de banho e diversas fructeiras. Aluga se
tambem uma outra casa-no mesmo lugar, com 3
quartos. 2 salas, cozinha extema, agua de beber
e um bom quintal por commodo preco : a tratar
na rua Primeiro de Marc,o n. 16, 1." andar.
Gratificacao.
Nao tendo ainda apparecido os dous p*jtinhos
da Australia e de cor cinzenta, que furtaram na
noite de 7 de fevereiro ultimo, do sitio do abaixo
assignado, no Caldeireiro, de novo se roga sua ap-
prehensao, graliticando-se com muita generosida-
de a quern os apresentar ao dito abaixo assig-
gnado no referido sitio. ou na rua do Brum n. 96.
Francisco Ribeiro Pinto Guimaraes.
Pirecisa se alugar uma preta de mei
dado : na rua do Ouro n. 71.
Yicente" fugio.
Na noite de 13 para 14 de marco do corrente
anno fugio 0 mulalo Vicente, escavo, de 20 anno3
de idade, bonita figura, barba. e estatura regular,
levando vestida e em um sacco roupa de algoda6
braneo, e alguma mais fina, pertencente a urn
caixeiro da casa d'onde fugio ; 6 natural da fre-
guezia de Sant'Anna d Mattos, diz ser livre, ca-
sado, e ter sido criado em companhia da madri-
nha, D. Anna Luiza da Luz, de quern alias foi
escravo : roga-se, portanto, aos senhores capitaes
de campo e autoridades policiaes a apprehensSo
do dito escravo, e entrega lo na cidade do Recife,
ma do Crespo n. 10, ao Sr. Joaquim Moreira Reis,
ru na cidade do Assu, ao Sr. Torquato Augnsto
de uliveira Brptista, que serao generoaamente
gratificados.
Escravo fngido.
Ausentnn-se no dia 20 de fevereiro proximo
passado, da casa de seu senhor, abaixo assignado,
0 escravo Estevao, com os signaes seguintes : c6r
preta, idade de 25 annos, alto, espadaiido e cor-
polento, tendo j pescoco curto e grosso, e a ca-
beca um tanto chata. Dito escravo e natural da
provincia da Parabyba do Norte, foi veudido em
1868 na villa do fnga, pelo Sr. Pedro Antonio da
Costa ao Sr. alferes Manoel da Assumpcao e San-
tiago, que no mesmo anno 0 trouxe para esta
praca do Recife, venJendo 0 entao ao abaixo as-
signado. Presume so que dito escravo tenha se-
guido pan sua provincia natal Roga-se, pois, as
autoridades policiaes e capitaes de campo a ap-
prehensao de dito escravo, gratificando 0 abaixo
assignado a quem 0 agarrar e apresenta-lo na rua
do Brum n. 96.
Recife, 11 de marco de 1874.
Francisco Ribeiro Pinto Guimaraes.
K
recisa-se
de dous criados para todo servico : a tratar no
hotel de Bordeaux.
Roubo.
Na noite de 4 para 5 do corrente ronbarara da
rua dos Pescadores n. 19, toda roupa ds uso com
as iniciaes do abaixo assignado, inclusive 1 cha-
peo de feltro, 1 par de botinas e 2* em dinheiro;
0 ladrao aproveitando a occasiao em que as pes-
soas da casa dormiam no quintal; entrou pela
frente na alcova e alii pescou tudo quanto encon-
trou nao so nas canastras por estarem abertas
como fora; desconfia se de um velho que ha tempos
suspendeu com 3*200 de um quarto da mesma
casa. Gratifica-se bem a pessoa que dsscobrir ou
der noticias certas.
Recife, 5 de marco de 1874.
Lauriauo Jose Pimenta.
1 Crux e Joaquim de
>> cbamados a rua- do
a uegec ko de ptrlieal*
Quem precisar de uma mulher de muito bens
costumes para tratar de criancas, dirijase a rua
das Aguas Verdes n. 92.____________
MOFINA
Estd enconra^ado I!
Agua mole em pedra dura
Tanto da ate que a fura.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mll
escrivao na cidade de Nazareth desta provi ncia,
favor de vlr a rua Duque de Caxias n. 36, a con-
eluir aqoefle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
Bus de dezemhro de 1871, e depois para Janeiro,
pagsou a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo 6 de novo cbamado para dito
am, pois S. S. se deve lembrar qua eete negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu fllho se
achava nesta cidada
- .......
Pdcii-se
Quem precisar de nm homem casado para
alguma arrumacao, dirija-se a rua da Trempe n.
37.
Attencao.
O abaixo assigmdo, mWtlbro da firma social de
Reis & Nascimento, com estabelecimento de calca-
do e cbapeus, a rua de Marcilio Dias n. 13, cons-
tando fke qae seu aocio Jezuino Antonio do Nas-
cimento, depois de ter-se ausentado deste, propala
que fdra expellido do mesmo ; apressa-se em pro-
tester pela impfeasa per tat oecurfencia nao ter
havido ; bem como scieSlilicar ao respeitawel pa-
blico e coipo comnierciaideSXa praga, quelsto nfc
e mais do que um innocenle traquejo USquefle
senhor, na idea de one sua anseffeia- se pd* a
salvo dos ompromissoB sociaes ao qhe e solid**
mente*rspohsa*e1., Ricife, 18 |e n1*rgoid 1874.
Oiogb Augasto dtt flerr. *
VTTlCiO
Na rua d* Itrrpef Slrlz tf. m, faaria frtWza,
precisa-se alugar dftAscrayo par! entregaf pao e
mais services domesticos.
CdMPRAl
#. t'
Antonio Jos6 Rodrigues
de Souza, em seu escriptorio
a rua do Crespo n. 6, compra
escravos das diversas cores,
sexoseidades.
Antonio Jose" Rodrigues de Souza, em seu
escriptorio a rua do Crespo n. o, compra escra-
vos das diversas cores, sexos e idades.
Trastes.
Compra se e vende-se traste%uovos
usados no armazem da rua o Im-
perador n. 48.
^-ar
M WA' M Alifi
LOJA DO PAVAO
., us*6iisap am
M
da lmperatriz n. 60
bazar mm
JtoffJtf Baro da Victoria tf. 22.
Carneiro Yiaina.
i
k' este graude estabelecimento tem che-
gado um bom sortirrwnto de machinas para, ,
costura, de todos os autores mais acredita-1do de W"re ?*->. Pel b"-to P>-
dos ultimamentena Europa, cujas machinas j 5 de *-roo cada um'
seo garantidns por am anno, e tendo um
GROSDENAPLES PRETO A 1200, 2*000 E
2>500.
0 Pavao venae grande sortimento de gros
denapies preto de pura scda, a 19100,
19800, 25000 e 29500 o_ covado, tendo
tambem do mais lai'gri e rriais encorpado que
costuma a vir ao mercado, e vende por pre-
co em conta.
GranadiMft preta a 500 rs.
covado.
0 PavSo vende granadina preta e lavrada
pelo barato prer;o de 500 rs. o covado.
GHALES PRETO DE GUIPURE A 49000.
0 Pavao vende cbales de tres pontas, sen-
PARA LIQUIDAR
CAMISA6
lltidapolao enfestado a 3-rOOO
a peea.
0 Pav3o vende peQas de raadapolao en-
festado, pelo barato precp de 35000 a peca.
i Ditas sem ser enfestado, com 20 jardas, a
Neste estabelecimento tambem ha pertencas 55000. Dital CQm at jardas mJnit0 boa
fazenda, a G?000, 69500 e 79000.
perfeito artiMa pafa tfnsinar as mesmas, em
qualquer paWe desta cidade, como bem as-
sim ooneerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despendio algum do comprador.
AVISO
Precisa-se comprar doua escravos, pedrelro e
carapina, paga so bem: a trawr na tliesouraria'
dae loterias, a rua Primeiro de Marco n. 6. I
I*a rua DOque de ("axlas n. 50, compra-se <
os seguintes livros di direitordmano : Ortholam,
La frange, comrendios Heihicio, Waldek e Direito
Natural-Zeile.
Vende-se a taverea sita a rua deD. Maria
Cesar, outr'ora Senzalla Nova n. 6, nropria para
principiante, por ter poucos fundos, a qual offerece
vantagem ao eomprador, por estar bam afregue-
zada para a terra: quem a pretender; dirija-se a
mesma.
para as mesmas machinas e se suppra qual-
Suer pe^a que sejanecessario. Kstas ma-
ainas trabalham com toda a perfetcao de
um e dous pOBpontos, franze e" borda tods
qualquer costura por fir? que 5-js; seus
pre$ossio da seguintequalidade : oira tra-
balhar a mSo de 309000, 40900!*' 159000! rnento
e 509000, para trabalhar com 0 )>> sao de! pretas
809000, 909000, 1009000, !!09000,'
1209000, 1309000, 155?O00, 2003000 e
2509000, emquanto aos autores nao ha al-
teracSo de prejos, e os conipradores potlerao
visitar este estabelecimento, quo muito de-
?erao gostar pela variedade de' objecto: que
ha sempra para vender, como sejaai: cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de ba'.anco, ditas para
erianca (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riquissiraas, para senhora, despensaveis
para criancas, detodas as qualidades, camas
de ferro para homem e criancas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para cha, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colberes de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto desde as 6 horas da ma-
nha ate as 9 horas da noute &
Rua do Barao da Victoria

FRA^GEZAS AzjOM,
39000 E 3*500.
0 Pavao vende um bonito sortimento de
camisas francezas com petto de a 29000 c 29500. Ditas com peito de liahe
de 39000 a 69000. Ditas bord*4s *db
Unas de 090to a 109000: assim como
grande sortimento de ceroulas de H*kt e de
algodao, por precos baratos, e tambem tarn
completo sortimento de pushes o collarinhes
tanto de linho como de algodao, por prefftj
em conta.
Espartillios a 3?ftOO, 1000 e
Calcas brancas de brim fino
a 5^000!!I
Venham ver para crer : na loja da Rosa Bran-
ca, a rna da lmperatriz n. 56.
E' para luto
bombazina trancada, Una, para vestidos deluto a
i 1200 0 covado, fazenda que val I $600 : isto e
so na Rtisa Branca, a rua da fmperatrte n. 06.
Calcas de casemira a
E na loja da Rosa Branca que se vende calcas
de casemira preta e de core?, obra bem feita e da
moda, a 73 ; e grande pecbincha : na rua da Im-
peratriz n. 56. _____________
AttenQao
n.
22.
Ahigaras.
Venham todoS apressados
E com os bolsos recheados,
Do Campos ao ;rmazem ;
Venham, nao falte niogum
Ver 0 grande sortimanto
(Um verdadeiro portento)
Que para a quarejma tem ;
Comprehendem ? ora bem !
ALPACAS PRETAS A 500, 610 E 800 RS.
0 Pavao tem um grande "sortimento de
alpacas pretas, que vende a 500, 640 e 800
rs. o covado, assim como grande sorti-
de cantoes, bombazinas, princezas
, merinos, e outras muitas fazendas
propnas para luto.
LAZ MAS DF. ORES A280,380 E 400RS
0 Pavao vende bonitas lazinhas de cores
para vestidos, a 280, 320 e 400 rs. 0 co-
vadj tendo ate a 19000, sendo das mais Lin-
das que tem vindo ao mercado, assim como
granadinas de seda com os mais delicados
0 covado.
Sedinhas a 19BOO.
0 Pavao vende sedas com listrinhas de
cores a 19600 0 covado. Ditas com pal-
minhas a 29000. Ditas com toque de mofo
a 19000 e 19400.
CAMBRAIA VICTORIA A 49000, 49500,
09000 E 79000.
0 Pavao vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparente com
8 1/2 varas cada peija, pelos baratos precos
de 49000, 49500, 59000, 69000 e 7c000
a peea. assim como, ditas de salpico bran-
eo, a 7-5>000, e pechincha.
padroes, a 640 rs.
0 Favlo vende um bonito sortinMato de
espartilhos modernos a 3&VQ, 45000 e
59000, assim como um bonito sortimento
desaias brancas, bordades, a 59090 e 69000.
e ditas de Visinha de cores a 99090 : 9 pe
chinch a.
CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA E
JAM[ELLAS, DE 79 ATE' 289000 0 PAR
0 Pavao vende um grande sortimento de
cortifiados bordados, proprio* para cama e
janeilas, pelo barato prer;o de 79000,89000,
10^000 ate" 259000, assim como : coin?
de dnmasco de li maito Una de lOfOOO
1^9000 cada unta.
BRAMAN'TES A 19800, 29000 E 29500.
0 Pavao vende bramantes para lenc^es,
tendo 10 palmos de largura, sendo ode
algodao a 19800 e 29900 a vara, c de linho
a 29400, 29800 e 39000 a vara: c pechin-
cha.
CASEMIRAS A 59000, 69000 E 79000.
0 Pavao vende c6rtes de casemiras para
calcas, sendo padroes modernos, pelo bara-
to preco de 5*000, 69000 e 79000 0 corte,
assim como : pannos pretos dos melbores
que tem vindo ao mercado, de 49000, 89 e
109000.
ROUPA FEITA.
0 Pavao vonde uma grand > porcao d
roupa feita, sendo : palitots, Crakes de ca-
semira preta e de cores, assim como : finis-
simos sobrecasacos de panno preto, e cal-
cas de casemira preta c de brim braneo, col-
letes de todas as qualidades, por pretos
muito commodos, por qneror aeabar com
toda a'rOopa qoe tem em casa.
ds
Acha-se constantemente aberto o estabelecimen'o do PAVAO, das 6 horas da manhS
9 de noite.
SABAO DO RIO DE JANEIRO a 200 rs. 0 kilo, no armazem da rua do Amorim n. 41,
de Jose" Domingues di Carmo e Silva.
GAZA 53>600 a lata, no armazem da rua do Amorim n. 41, do Jose Domiugues do
C-irino e Silva.
VINiiO MUSCATEL de uva branca, pura, de custo de 239000, no armazem da Ml-do
Amorim n. 41, de Jose Dominsues do Carmo e Silva.
GRANDE
E' eom as tripas pulando de'eontentamento que
me apresento ante a onia gastronomica das sa-
bias e illu^tres barrigas pernambucanas, felicitan-
do-as por ja se aeharem livre da pena de iaterdic-
to e poderem sem receio de algurna indigestaoex-
commungada, comerem os mais linos e saborosos
comestives, coadjuvados por uma cascota de vi-
nhos de todas as qualidades, deixando a quem
dezejar 0 direito de gritar: viva 0 triumpho das
barrigas II..
Mas, como ia dizendo, nao podia deixar de
Vende-se duas casas contiguas e que tem com- acontecer assim, considerando-so como foi sabia e
municacao de uma para outra, ns. 33 e 35 a rua IDem barrigalmente planejado 0 ataque das bar-
de S. Miguel dos Afogados, com sitio murado e' ri8a8 grandes, contra a sucia dos bandulhos ca-
portao para a rua do Bom Gosto : trata-se nas.ninu3' 1ue ostrificados a idea ficticia do infer-
0 abaixo asrtgnado pede que nmgaenafaca ne-
gocio eom um* letlra da quatitia de I".000/' por
elle weit-> e sacada em ?! do corrente rflez, sem
qua contenha 0 notiie do sacador, porquanlo foi
ella extraviada lo- pOder de utn Blfio do abaiio
assignado, enlre 0 engenho Magico e a villa de
AgOa Pretal
Engenho Cruz de Maria, II de marco de 1874.
_____ Praneisce aa Cunha Machado Pedrezo.
mesmas casas, das 9 as 10 boras da manha.
Pacheco & Azevedo tem para vender tapioca
de Araruta de qualidade especial: era seu arma-
zem na rua do Duque de Caxias n. 29.
Livraria Universal, rm do
Imperador n. 54.
Obras de direito para o estudo ua Faculdade do
Recife, que se encontram na lttrarta Universal,
a saber :
Autran, compendio de Direito PnbHco Universal.
Preleccoes de direito Publico sobre o mesmo
compendio, pelo Exm. conselheiro Silveira de
Souza.
Autran.Compendio de Direito Natural; (tra-
duccao do Zeiller).
Moura Magalhaes.Synopsis de -Direito Natural.
Vilella.Compendio de direito Ecclesiastico.
TIdem. (Joaquim), Instituieoes de Direito Ec-
clesiastico.
Autran.Tratado de Econoraia Politica
Mendcs da Cunha.Codigo Penal.
Idem, idem, idem do Processo.
Bros.Poder ( o) Moderador.
Idem.-O.-; tres codigos.
Eleic,ao directa. Por diversos escriptores.
Charma. Pnllosophja.
!d(,m.Elemento de Philosophia.
Pedngogia.VoT Daligault, obra muito ulil aos
Srs. alumnos da escbla normal, a 4^009 para
aealiar.
Nesta loja se enzontram outras muitas obras de
.direito e htteratura, que se venden por preco co-
modo.
Panno de algodao da Bahia.
Vetide de todas as qualidades Joao Rbdrigues de
Faria : na rua do Amorim n. 33.
Fumos
Wia Bah;a e do Bio. vende Joao Itodrigne* de Pa-
a rua da Amorim n. 33.
---------------------------------------------------------------------
1 no bicho inventado pelas grandes barrigas, pa-
ra horrorisarem as barrigas sem tripas, sustenta-
vam a mais absurda das monstruosidades : a
infallibilidade do principal bojo do amor as avessas
e de tripas dadas e a forca de tripadas qneriam
hypocritamente alimentarem a pelluda e famigera-
da exquestao do dia centopea negra cjue en-
rolada no capote chamascado da inqulsic tendia assar o mundo das barrigas, privando an-
tes a humanidade de ganhar dinheiro e de em
tempos como este de quaresraa :
De fazerem penrtencias
Enchendo bem as narrigas,
Pois na> ^ tempo de brigas,
E sim e, de abstinencias.
Mas, como ia con tan Jo, custon, porem a final,
depois da ra9orada que lhe passou no pescoco os
poderes poderosos, a cabeca foi parar no fun-
do do rio e o rabo, como ruim de esfollar, ficou
no secco exposto aos pontapes de qualquer gato
pingado, deixando e verdade, magra as collegas
barrigas, .que despeitada? vao tratar de se nutri-
rem, vindo ao armazem do Campos, a rua do Im-
perador n. 28, onde com certeza encontrurao alem
do que desejarem. o seguinte : ovas de diversos
peixes e de bacalhao ; peixes de vinte qualidades
em conservas, sardinbas em latas, camardes sec-
cos, bacalhao, pescadas, sardas, lagostas, salmao,
batatas, arroz, feijao, cebolas, azeite, vinagre ;
manteiga ingleza e franceza; doces, fructas e
cincoenta qualidades de vinhos finos do Porto e
outras tantas de outros lugares mais afamados de
Portugal, alem de um completo sortmerrto de ace-
pipes raros, deliciosos e que
Cahindo em qualquer barriga
Faz a noelhor drgestio,
E nao faz maJ a bsxiga,
Como comendo, verao.
Prfjgd'aj-1
gae M9WfM9"
waao a ahilxo1 i
twrdido. WliG;
Maria
da cautell* n. 3iQ0,
rco de 1874.
andeira de Mello.
Bmpreza dogaz
A emprezalo gWten>a bfearf Se aonnnciar ao
publico que reeebeu ukimarnerfte um aiplendido
sortimento de Iwtfes ds vtdro, ea.n6wos, aran-
delas a'globes, ceja? anSoFtras e?r5o no escriptorio
a rua do ImperSftr n: 3i, e serlp vendidos aoi
;eus freguezes pejo.preco_mais ratftafel possivfeL
m
Aluga-se um slti8 noCfiacon, perto da estacio
do caminhode ferro; M> mmvmwktinmmm
ras, banho, ate. eU.: a tratar 0aiAWrado Gar-
cia 4 Irmao, rua eta Cadeia o. 46.
Oamisas de cretone
as mais modernas que tem vindo ao mercado, sea-
dp lisas e com listras, e que se vende a 4OJ000 a
daiia e a 3* Hollanda
Brim par do liso, o que bade mais fino, com um
toque de avaria, e que se" vende a 480 rs. o cova
do, fazenda propria do fiaiz po; ser lidho puro,
icada para costumes de homeas & de meniao*:
rua do Cr^po n. 20, loja das.tres porias, de
"- na & C, junto a ln)a da esqnina._______
inde-se uma rah* e uma Jaqrtla delouro,
6 palmos de alturace 3 da largo^ mais I
as df lonro para porta e uma pafa ianel-1
tijn ntrnto enj etinta : na rua do Padre!
a. 69, franifai'.
m-se honiias. sedis da Ji
Arta
>, loja de Demetrio Bastos.
Grosdeuaple preto
Sendo lisos e de cordiio, e o mais largo que
vem ao mercado, e qne se vende pelos diminutos
precos de 2*109; 23800, 3U0O e 31500.
SO* NA ROA DO CRESPO N. 20, LOJA DAS
TRES PORTAS DE
Guillierine & C.
Junto a loja da csqulna
Aaoiia Diiiis cabellos
braocos.
TINTURARIA JAPONEZA,
S6 e unica approvada pelas academias de!
sciencias, reconbecida superior a toda que
tem apparecido ate" boje. Deposito princi-
pal i rua da Cadeia do Recife, boje Mar-
quez de Olinda, n. 51, 1, andar, e em
todas as boticas e casas de cabeUei-
reiro.
VENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, na rua do Com-
lercio, por preco modico: a tratar com Tasio
rmaos 4 C
Mas, como ia fallando, iamos entrar na vida de
onir'ora, isto e, na epoca das festas, e portanto
vamos ter' festas, festas a nuts festas, e como todos
camera das festas, visto que uma parte da para as
feslas e tres recebem para preparar as festas, e
Iagico que 0 bregefro dinheiro que anda tao vae-1
queiro.saia^lofi cotreados anantea ortbodoxos e '
se vi familiarisando eom as algibeirai vasias dos '
necessKado^ e eites por sua vet venham aa arma-
zerd do Campos irua do Imperador n. 28, prepa-
rarem-se para a quaresma, tempo de abstineccias k rila
en{ qual se awe aeraliceBca, comprareofco que o^MaffiM^iL
ha^e ma,, go|t?Qi saboroso, cheinbso e tk ^ue ZSJ^VftS? ***** "*
Lede e altendd
Excelleniissimas familias!....
Encontrareis sempre (para obsequiardes vcasas
visitas) um completo sortimento de bolinhos para
cha, bolos inglezes, pao-de-16, cha da melhor qua-
lidade, diversos doces, geleas e tado quanto for
preciso para fazer uraa boa reeepcio as pesssoas
a qnem
Mais estimais
Tudo isto se encontra
Na confeitaria do Campos
94, Imperador SI 4.
Alem disso
Encontrar-se-ha sempre alii
Sobre oi eses
Deliciosas
Oue a fallar a verdade
Nao sao para a bocca do vulgo
Como diz 9 Iexicbograpbo P. Bltrteau.)
Wifeaa Row* A C. veiidem ao seu armatem
(
amencano.
c aBa em (%poJ
D>zej, aos awtntas
Doa. gtneros *pecies
g# venhalnjae quanto antes
"MStf Tuhfti > aanan m.|ri-
w^w-wnranr Cfivtrls
Do Campos nap ter-kMli
E poder s6 fofiecer
^1 Delicias, gosto^pri-^r.
ti 'lH il 1 B|inm ui>
Cognac de 1' qualidade
Vinao de Bordeaux.
Carvaa de Pedra d todas as quaudadas.
M*n^
j------------------__^ .

Antes p s*e acabem.
Vende-se la de lindos padrcles" a 200 rs. 0 eova
do : n* rua do Crespo n.'2S A, loia da esqaina
dio-ae^^.________________,_________
A Nova Esperan^a, a rua Duone de Caxias n. 63.
j apressa-se em convidar a sens freguezes, com es-
pecialidade ao bello sexo a virem apreciar os se-
guintes artigos expostos a venda e todos por prei,
commodos, como tejam :
FINAS BOXECAS mansas e choronax.
BONITAS E ENGRACADAS vistas para steri s-
copios.
COMMODAS LATAS para gnardar cha.
ELEGANTES BOLSAS para senhoras e meninas.
BON1TOS VASOS com fina banha e cheirosos
extractos, trazendo cada frasco um noate, uma ini-
cial ou um distico.
j FINAS ME1AS Dfi SEDA, vindo entre elias cor
de carne.
Para quem goslar.
! A' Nova Esperanca a rua Duqne de Caxias a.
63, acaba dc receber tentos e caixas para 0 jogo da
Voltarelte.
Para queiu siHre das pernas.
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias n
63, acaba de receber as procuradas meias de bo:-
racha para quem soffre das pernas.
FLORES ARTIFICIAES
A Nova Esperanca, a rna Dnque do Caxias n.
63, acaba de receber nm liodo e compkto sorti-
mento de (lores artificiaes das melbores que tem
vindo ao mercado
A ellas antes que se acabem.
Costumes para erianca.
A Nova Esperanca, a rua Duque da Caxias o
63, aeaba de receber boaitos costumes para erianca
e esta se veudendo par precos razoavais.
km KERVOSOS
A Niva Esperanci, a rua Daque de Caxias 0.
63, reeebeu um* pequeao sortimento de anneis a
pulseiras electrical, proprias para quem soflu dos
nerves.________________W
Farinba de mandioca nova.
Recentemente chegada de Santa Catharina tem
para vender no trapiche Companhia, e para tratar
no seu escriptorio a rua do Commercio n. 3, Joa-
quim Jose Goncalves Beltrio & Filho. Adrertindc
aos compradores que deseiando aeabar, veodem
mais barato do que em qualquer outra parte, tan
to em grandes como em peqnenas porcoes.
Lirido chfariz.
v.;nie-as Dor preco barato um rico chafaru
de marmdre oroprio para jardira, 0 qua! sa acta
armado na offlcina do marmore do Sr. Lima,
rut do Imperador para qaem 0 quizer ver:
tratar na rua do Crespo, loja d j Passo |untj
arflo de Santo ___________________________
Engenho 4 venda.
Vende-se o engenho Parairo, site aa ffta de
liaaiaraca. e levatrtado ha pouco tempo emtorr
da sitio Soccorro Acba-so o iderlda J*tiQ
moente e corrente e 6 a vapor, aeflflbo rtspt
terrenn assas prodiictivo-dteanna, BMWBoca, i
Kb, -fsijao etc. Alem do terrenes de pUntacJo,
Mi uma boa solta para gado, muhai arfores I
tifera*, inclusive coquainw a eptiaw luprn para
lagradavel, e ^ etfma e pasaadio da ilh> de !ta-
maraca sao muito aprecamia> alem de outras
vaniafens que com a vtstt melhor conaaeara o
atMnpwdav, *ttotM*l ao nferM^
rnforajaad^ie raa do JMMba at H
da Boa-v***. }Moi eaita d'saai
jli
fA, rdaflfe por irOO* 'dprtflw paW*ap*ir*o#*olerO: Brtm narJo muib fmo. a'.ibd h.A_
t,a>fra1ar no patrd tin nibelr*? ho" pOrtSo do ica- oa rua Si (Jueimadi n. 43; aptdVeiRof que
i cbiucha, ua loja de Guerra & Feroaudes.
I moeiro.
pvado ; so
f qii'e 6 pg.
A
Wr Sol RvTa.
toja do Passo 4 tpa- P>iia>a4a
7 A, receSeu pelo ulUmo paqn^jpapj|U,itJ-.
mento de cnapeos para seohorS, UQBU mod* a
vende por preco commodo.



J


Diario de #e____-ue Quinia Jfeira 1 de JSm-^o de M4
'

i.

I
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Oordeiro Skndes <& C.
F esia mm^Us agas que boje pode -com jri-
tiaoflereeea aoe aeus Iwgneies urn variadiess-
sorliinento 4a-fa**da finaa |*,ra jraude **i-
i, e bfim,aJMH,p4rA,ijso ordipaxip de todas as
classes, e par precos vantajosos, das quaes faz ura
peqaeno resumo.
Mandam fazendas as casas dos pretendentes,
P> o We ta# peesoal aecessarjo, edao amostras
mediantejieap,or.
Cortes ^e seda 4e lindas c&res.
Gwsdenaptes de lodas as cares.
Gorgurfto bianco, liao, de ltelr*s, preto, etc.
SqttraiMa.cafl,jpre*o edecpwe. .
Grosdenaplas prOP-
-Veltdtfo preto.
Grahadme de seda, preta ade fores.
Popeliaas de lindos padrde*.
Fnoide peda, braneo a preto.
Ricas basawnas de soda.
Casacos de meriu6 de cores, la, etc.
Mamas braMleiras.
Coites oem eambraia bra_ca com lindos borda-
Rjcas oapellas c manias para noivas.
Biijuissimo sortimento de las com listras de
seda.
Gambroias de core*.
Dilas nwripuzas, brancas, lizas e bordadas.
Naozuques de lindos padroes.
Baptistas, padroes deiicados.
Percalira* d qjiadros, pretos e brancos, listras,
etc., etc.
Brina de Iraho de cur, prarioe oara veslidos,
eombarra ejistras. w
Rteos cortes de vestido de linho. i* ejtes da
mesma cor, ultima mod?
Ditos de cambraia de cores.
Fusiao de lindas cooes.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas para senhoras, de linho e ai-
godao.
Sortimento de lavas da verdadeira fabrica de
Jouviu, para lioraans o seniiuus.
Vestuaries para mcniui*.
Ditos para baptizado.
Chapeos para dito.
Toalhas e guard.inapos adaraascados de linho de
cor, Bar mesa.
Colehas de la.
Cortinados bordados.
Grinde sortimento de camisas de liuho, lizas e
bordadas, para homens.
Meias de cores para homens, meninos e meni-
as.
Qitas escocezas.
Completo sortimeptfl de chapeos de soljysra Jw-
mens e senher&s.
Merino de cores para vestioos.
Dito preto, irani.ado e dito'de verao.
'dhado de linho c aigodao para toal
atoalhado pardo.
Damasco de la.
Brins de linho, branco de cores e preto.
Setiea.de lindas .c<>res eprulifltras.
Ghales de merino de cores e pratos.
Ditos de easemira.
Ditos de seda preta e de cores.
Ditos do touqniin.
Camisas de chita para lumens.
Ditas de Camilla.
Ceroulas de linho e aigodao.
Pannos lie eroclret para sofa, cadejras e conso-
i Leacos bordados e de labyrintho.
Colchas de crochet.
Tarlataaa de toJs as c6r*s. \
Ricos cortes do vestidos do tarlat^ha bordados
para cortes.
Espartilhos lisos, bordados.
Foulard de seda.Iiddas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Ricas facbas do soda.e la para senhoras.
.Rico sortimento de leques de madreperolas e
oseo.
Damasco de seda.
Casemira preta e de cores.
Chitas, madapolao, panno fino preto e azul, col-
larinhos, pnnhos de linho e aigodao, gravatas, lu-
vas de fio de Escossia, 'apetes de todos os tarns-
nhos, bolsas da viagem, peilos bordados paraho-
mens, lengos do linho brancoe.de cores, toalhas,
guardananos. etc.. etc.______________________
Da quinta do Meneres
Excellente vinho verde de uva pura, em barris
ie quinto e decinios : vendtse na rua da Madre
d Deos n 38. ___________________
Tanques Vende-se dons, triangulaie.", proprios para na-
i09 : na rua da L'niao n. 67._______________^
GRANDE NOVIDADE
Loja das 3 portas
LAZLNUAS
Chegou esta fazead-, com padroes inteiramente
ooto?', c quo se vende pelo diminuto prejo de J00
rs. o co\ ado : isto por ter grande quantidade.
SO' NA RUA DO CRESM3 N. 20
Guilherme & C, junto a loja
da -esquina
LBHIAS
LI 0WVI^Bi h\U >
-ki09 ntuo ir>-pisop at
RETROZEDEALGO-
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D03 ,B: ^
st o ftdl-iab (tb
)b er*;rgU ilt&l nove) CD
ua da Imperatnz jx.
DE
"^rjlEKKES GUMABAES & IMAOS
Awba de eci)er um grand, sortimen'.o de fazeiidas pretas para qua-
tpstmt eb i
PARTE
I>4
G^DSDPSA^LE PRETO A WM\
Vende-se grbsdeoapl^ Jirfi^o para vestido
ae sc^Qi^, a ^^00,'. fy, 39, ty, e ? o
CGV
NadiiiiH
Cq as falsifioagoas que tem apparecido
DAS MACHINAS PARA COSTUBA
CO
eS
Por que?
ma-
Nenhuma
china Singer elegi-
tima se nao leyar
a esta marca fixa no
$ braco da macnina.
Para evitar Calsi-
fi canoes notem-se
'bem todos os deta-
Uies df> marjoa.
I
A dinheiro e a prazo!
A contento das Exmas. familias
\ W
Sao maisjbaratas.
Sao de do us pospontos.
Sao simples.
Sao rapidas.
S&o duradouras.
MACfflNAS IDE SINGER
Sao de dous pospontos.
Abainharn.
Fraqzenv
Pregam tran^as.
Marcnm pregas,
Bordam de linha de seda.
Alcolchoam.
Pregam cordoes.
UNICA AGENLIA
EM
PAJUNO. PfiETO A ^3Q0.
Vepdc-se panuo preto 4e iJuas Iargurns,
Par.a;cf,ka* e paliKjts, a jfflOt, S, 35Q0,
4, a CjfrOuO o cpvadp.
CORTES DE CASEMIRA PRETA A UjpftQO.
Y^oderse copies de (jasemira pre,t^ para
calcas, a 39, ,6#, 7j0> e 8$9.0Q o corte.
-MERJNO' PRETO A .^800.
Yen ie;semeiin6 preto firjo, a 2??800 e
3j?0(s0 p op.yado.
BOftBAZ i\A PRETA A l.J^Op.
V,en4e-$e bomba? na preta en^esjta.da, a
18S30^, 18Q0 e 290,00 o.eovado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Veode se a,ipaqa tpre.^a fijia, a oOO, 640,
800 rs. e lfOOO o covado.
l'A^ENDAS D,E CORES ,E CAMBRATA
BR^CA A 3?0^O.
Vendes^ P^W de cambjraia brf.ncatrans-
parcoje a 3*,#..55? e .05090, ditas de cara-
^raia-t^patja, Tktoria, a 3^ 3$8Q0, ty
e JS^dqs paracamaa I69q0,0.
, Yetiile se cortinados bonjados para cama,
a 169. 209. -2^9 f 309Qp.
t.AMBai IA D,E CORES A 300 RS.
Yende-se cambraia de cores linas, pjudas,
a 300, 320 e 300 rs. o covaoo
iCHITAS UUGAS A 2^0 RS-
VepfJese chitas largas para vesUdos. 9
3^0,4iM)e POO js. o covado-
RRAMANIE A 19000.
VeRde-&e braniante com 10 pslraos de
largo a 19600, 15T8CO c.89o';0 o metrp.
MADAPOLAO A 35000. .
Yeode-s.e p%as de,madapolao enfestado
a 39000. 'Dito inglez a 49500, 59 0
56500,.fi90j)Q, ;79000 e 89000 a pessa.
QQR^-VOQS PARA JAJiElLAS A 89000,
Vuide-se .o par de.cortipades bordados.
para -janeilas, < 89 e 10,90 0 o par.
AL^ODAO A 000.
.V^pde^e pec^s deajgoaao, a ^, 59 e
69UOQ.
CEROLRAS A 19O00.
rVinile^se cereplas dp Alfeodaq, a 19000,
ik\a$ Jpas de branifliite a 19500,e 29 pada
u#n,
CAMISAS vB^AMCAS A 29000.
Vende-st) ..capji^as brands fniias, a. 29,
39500, 3* e 4900Q.
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERADOR
BRI3S DE CORES A 400 RS.
Verrdo-se brins de corps para calc,as, a 400,
e 5O0 rs. o covadn.
CHA ES A 800 R?.
'Ventle sc chales de la a 600 rs., chalesde
merino.de cores, a 29, 39, 49 e 59000.
' COLCHAS DE CORES A^?000.
Ven^e se colchas de cores para cama, a
29, 39500 e 45000.
CHITAS ,DE CORES A 360 RS.
Vende-se chitas finas de cores, a 360 e 400
rs. o covfdo. '
AtPACAS DE CORES A 500 RS.
' Vende-se: alpacas finas de cores, a 500,
640 e 800 rs. o covado.
TAPETES A 45300
Vende-se tapejes para salas, de diverse.
tamanlips, a iJJoOp, 59, 69 e 8^000 cada
Ulfl.
COMO &EJAM :
I.ENCOS BlUNCOS A 2#0pO.
Vende-se Jengos brancos ficos, a 29000,
29500 e 39 a duzia, ditos de lioho, a 49,
_9e 690QO a duiia.
CROCHES PARA CADEIRAS A 19500.
Vende-se pannos de croche" para cadeirts,
a J9500 cadai um, colchas ae di o para
npivas.
MADAPOLAO FRANCEZ A 79000.
Vende-se pec,as de madapolao francez
rnuito fino, a 75, 89 e 109^00.
BRIM PARDO A 400 RS. 0 COVADO.
Vende so brim pardo para calcas, a 400
rs. o covado.
CORTES DE CASEMIRA DE 590,00.
Vtnde-se cortes de casemira de cores para
(;,!. as, a 59, 59o00 e 65000.
GROSDENAPLE PRETO.
Vende-se grosdenap'e preto com 4 l/_
palmos de largura, a 59 o covado.
- ESGD1AO FINO A 29000.
Vtnde se rsquiao fino de liuho, a 29,
25500, 33 e 49 0 metro.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chitas para coberta, a 280 e 400
rs. o covado.
BRIM BRA.NCO A U000.
Vepffe-se brim branco de linho, a 19,
1^280, 15(500 e 25 o metro.
BR ETA Nil A DE I.I MI 0 A 640 RS.
Yende-re bretanha de linho, a 640 rs. a
vara.
FLANELI.A DE CORES A 800 RS.
Vende-se flanella de cores, a 800 rs. o
covado.
COBERTORES DE ALGODAO A 19400.
Vende-se cobertores de pello a 19400.
Cobertas de chita a 19800 e 29 ditas en-
cerna .as, forradas, a 45, no Bazar Nacional,
rua da Imperalriz n. 72.
CORTES DE CASSA A 39000.
Vende-se cortes de cassa n.iudas a 39
cada um.
GRAVaTAS PARA SENHORA A 19000.
Vende se gravatas para senhoras, a 19,
ditas para homens a 500 rs.
ALGODAO ENFESTADO A 19C00.
Vende se aigodao enfestado para lenc6es,
a yoOO a vara.
GRANDE SORTIMENTO DE ROUPA FEITA
NACIONAL.
Viende-se palitdts de panno preto, a59, 79,
80 fi l.ftJOOO.
Vende-se palitdts de alpaca preta, a 39,
39500 e 45000.
Vende-se calcas pretas do panno, a 49,
60, 79 e 85000.
Vende-so colletes preto?, a 3#, 39500 e
49000.
Vende-se ceroulas, a 14, 19500, 29 e
33000.
Tepde-se camisas brancas, a 25, 29500,
39 c 49000.
Vende-se CGmisss de chitas, a 19400, 23
e 33000.
CHITAS PRETAS A 320 RS.
Vnde-se chitas pretas rinas, a 320 e 360
rs. o covado.
LAZINUA A 200 RS.
Vende-se Uzinhas para vtstidos, a 200,
820, 400 e 500 rs. o covado. No Bazar
Nacional. rua da Imperatnz n. 72, de Men-
des Guimaracs &Irmaos.
PREDILECfA
A' raa do Cstha^a A.
Os proprietarios da Predilecta, _o HKaao d
conservar o bom conceito que Uxjd a*rec
respeitavel publico, distinguindo o sea ettbe.ec;-
mento dos mais qne npgociam no mesmo fftero
veem scientificar aos seas tons freguetes qne prt-
veniram aos sens correspondents nas diver*as par-
cas d'Eoropa para lhes enviarem por todos o* pa-
qnetes os objectos de lnxo e bom gosto, qoe ft-
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegants*
daquelles paiaes, visto aproximar se o tempo de
fesla, em que o bello sexo destt linda Vmn*
mais ostenta a riqneza de suas loill^ttes ; e co-
mo ja recebessem pele paqneie fraiwei: diveno
artigos da ultima moda, veem patenlear algmu
d'entre elles que se tomam mais recommeod-vei1.
esperando do respeitavel publico a costtun-da
concurrencii
Aderecos de tartarnga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperoia e d
velludo, sendo diversos tamanbos c baratos prt-
os.
Aderegos completos de borracha pr prii para
loto, tambem se vendem meios aderecos muito to-
oilos.
Botoes de setim preto e de cores para onuto vestidos de secliora ; tambem km para colieu
pal i tot.
Bolsas para senhora?, existe um bello scrtiaca-
to de seda, de palha, de chagrim. etc., etc, per
harato preco.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de u.i
corao de cfira, de borracha e de _ias?a ; chama-
mos a attencao das Exmas. Sras. para este ai
pois as vezes tornam-se as ciianQas um paaeo :n>
pertiuentes por (alia de um obiecto que tc-
tretenham.
Camisas de linho ii<_>> e com peitos bordadc
parahomem, vendem-se por preco commodo.
Cerouhu de liuho e de algod..c, de diverse* pre-
cos.
Caixinhns com nmsica, o quo ha de m.'.is li_io,
com disticos nas ttmpas e propriai para pret_.
tes.
Coques os mais modernos e de diversos .'craa-
tos.
Chapeos para senhora. ReccLtrr.tn um soitinx_w
da ultima moda, tanto para senhora, c vt. ;ara
meninas.
Cauellas simples e com veo para noivas.
Calcas bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de ;.nd;i
desenhos.
a pr-
i.e-
45
Attencao.
GALLO
j
Cabriolet.
ro-
Por todOiPfCQO vende ie ura eabr'*}et de 4
dasinteirajiepte novas e de 4 ou 2 assentos : a
watar na Pasfagem da Magdalena, no hotel a
fntrada da -eslrada dos Remedies.
Vigor do Cabello
DO
Dr. Ayer.
Para a renovacao do ca-
bello, restituicSo de sua cor
evitalidade primrtiva e nat-
ural.
P Xux/i fio .CA8P"o eVtuna preparacjo ao
mesmo tempo agradavel, saudaveLe fficM para
conservar o cabello. Por meio do aeu u%o o
cfcbeUo tweo, grisaBio, -ofi, dentr de
pouco tempo rtMlre corque lie 4 natutal e
peimitiva, -e adqwire o kriio e a frescor* _e
cabeUo da juwntwtei* Ml-ral* e _ deneo ,* calvwi* B*ts ww, fosto.qpepSo
em todos #s caaos.-e r_taU**da. '
_Jft>.Jia ;Mda..we fi$de refonuar .p cabello
deaSk^dos Uicutps estarem destruidos, e as
fandes camadas e idas, ais se ainda restarem
gums podfrn ser salvadas e utilizadas pela
2i_eeo do Vigor. Lrfcre -de easas tmfeatauetas
eteriae queornam uKlHtti prepwuaeoea 1 #<*e
fenero tarn nocivas e destructitvasf oabetta, <*
igair ;imente lb* e beneficial Em ve_
RUA DO RANGEL N. 3
Armazens de seccos e molhados
TEM PARA DISTINaiVODOESTABELECIAJENTO UlLGALLO BRANCO, P1NTADQ,
PARA AL^iUMA PESSOA QUE iGKGRE A LEITLRA.
Rodrignesd Pires, regressados em Perrumbupo, cid*de do Rteifc, successores.dp
armazem do Gallo, i rua do Algibeves, em Lisboa, oavais afanwdo e conbecidp armazem
naquella cidade, capricham sem,pre em ter generosde primeira qualidade, dos.qu^es dio
aos seus numerosQS freguezes um conhecimento mais prolongado na relacfio abaixo des
cripta :
0 que e bom e caro
i'alavra bemdita que nunea faltou.
Chi perola fino, a 59000 a libra.
Bito miudinho super-fino, a 4^000 a li-
bra.
Dito popular, flno,, a 39000 a libra.
'Manteiga ingleza fior. em barril a 196G0.
Dila ditafina, em latas, a '19500.
Dita.dita, dita e dita, a 19400.
Aaeite de peixe baleia, a 640 rs a.garra-
fe.
Dito de cAco, fino, ^a 800 rs. a garrrfa.
Dito doce e earrapato.
Aguardente do caldo da carma, feita de
encommenda, a 500 rs. a garrafa.
Dita popular, a 820 fi 24ts. a^arnria.,
Ditabranqa, a 200 rs. a garrafa.
Camaroes seccos, a 500 rs. a libra.
Queijos frescos empellicados, preco com-
modo.
Cascasde c6co para lavar ;asa, a 160 ,e
120 rs.
iFarrnha fina de\Muribeca.
Vassouras de piassava para service inter*
no, a 2.46 rs.
Ditas grandes a'500 rs
Massas para sopa dc todas as qualida-
des
Vinho Unto ebranco, superiores, epgar-
rafados e em pipas. E outros artigos que'serf
enfedoato .axummerar, enr-___ s
lhados, p.or $er extenio.
Magnolia
Na loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias a.
43, eucontrara swnpre o raspeiUvel publico um
completo sarlimento de perfufljarias (iu*s, objectos
de phantasia, luvas de Jouvin, artigos de moda e
miudezas Anas, as ls. agrado 6 sincef idade.
Aimeis eleotricos
A MJaguotia, firuaDuque de Caxlas n. 45, aca-
ba de-recebor os verdadeiras aaueis e voltas elec-
irjcas, pwprjos. pwa os nenwws.
Meios adereqos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re"-
cebeu *m completo sortJnjentp de
Utios aderecos de tarlaruga.
Mekis aderecos de madreperyl.a.
Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda)
e de muitas outras qoalidades.
Botoes de ago
A Magnolia, a rua Duque it.Caxias p. 45, [em
para vender os roodernps boj^es de aco, jreprm
pafa vesiid .s.
goljnlws e punhos
4as,maia madaji>J-e ba no merpado ; >.*!- i
na M>iwlw, fi W RHfl.ue..de Cjxiaa n, 5.
Jjeaqos clwaezes
AUtftwha, ainaiDuque de Caxias u. 43, re*
odMumi*peouenaqu^pfidade.de leucoa desada
4aWf, wn Iwbssipjps .desenhos, fazepda fle*
ramente nova.
J^eques
Liids teq*8 d.njartry>ecplaii* ^rta?.,
marHau^- osso,.e de muitas .outran quauda'
recebeu a Magnolia, a rua Duque de Caxias
mero 45.
Yenderu
Wilson, Rowe & 0.
Era seu armazem a rua do Trapiche n. 14, o se-
guinle :
Aigodao azul americano.
Fio de vela.
Carvio die pedra dc todas as qualidades.
Tudo muito barato.______________________
i. 0. e. Doyle.
Tem para veid :
Cognac de Hennessy, superior e verdadelro
Vinho Xeres das melhores qualidades.
Bitters de Angostura.
Whisky.
Chi preto em lattas de 10 libras.
Todas as preparacoes chimicas do Dr. Ayer
armazem da rua do Commareio n 38.
tade p^chinchd a 200 rs o
Uaasa ia, -fadrfos now, e de mais.fosto que
vjndo^o merado, so.panu do Quewwdp
i3, loja de Guerra & Fernandes, pelo di_if_n
preco de 300 rs. o covado I
__ejwm Fogao de ferro eeonomicO;
Venfle se uni chegadoba pencos dias, tet>flo tor-;
nalhas para fcnha e e_rrao, forno pat* assar,
depwito para agoa^ueni* e l_gar pwa se i^ar-
dar quente as eomidas depois de feij|i;,ete* (o-
anjar tubello.-e *fm* p*iJflM,> MiW; !--Ji3TO e^Di-nmi'dftrim-ta tenha : m
e coii-i
a lata, do melbor oue vem a este mercado, ,da
a rca' de Henry forsler & C., com a qnanttdtie
eonjpleta.doli|uido: nos anHKMis do Joee^Bo-
mingues do Carmo e :SJ|va,>* ua.da *?dr4e
Dvu n. JlO^^jua.dD Aflwriw,*- M.
mmmk mmm
Riia Direila n. 53.
Nate estabetewnapto coc^r*a-.e 4b**efioiB
K*j&k* fett*mbelfewnda o, Mwpfjfdh i> y d>:
e otnww pno(ve!|r consequiute >revifi a
calvieifi.
"Par- uso'da toilette nia ba nada mais
Krtfto-dtmiendo 6166 aem tintura, nW
nwhchw nrtsrno o mai alyo'lenjo Me ca_Ai;
pmkx*%o *em, %e Hi' mh 'ftftre 'fasrttrieeie,
e um fevfane muito1gr_d*a)fel.
Ttott. Tetbrmae a cor d barba, e neceeeario
"Win tw^in-doqae acg_**elloaorciB pd*
appreesar o effeito, wHphmpda ltrba de ttrtke
con um kneo molhado no Vigor. /
#1
.11 ii i
reicao e con-i jjjjha, s4a e vi
Wa"de Apwto,, sehdo -forma's das mais. mddernas a'
Idas. Tambenise eoneerta'mebalifi
_. .___ .. ..... r .WM> Laiaiflhas 'japoaeafte r$a4m0*6t*m
-*EOHaIMIIC1'" SfeUados com 1
Dr. J. O. AYER Sb OA- Lowell, Masa-
Ktadoa TJnidon,
Chimleo* lycdlcu JjtmlyiUft
w. "VTENDBJ BE FOR
E'
Lazinbaa a japone
a 280 rs. o covado
naades: dao-se amostras.
eza, ^jadrdes.muito xoodMrnosj
- so na loja de Guerra & Fer-
es:
na-
a k>ia dHagppU>,,a rjva Duqne de Capias n,
45 acaba de receber o? segulnles artigos :
Manna' dejoadreperola, tarlaruga e marfim.
Ricos albuns com capa de madreperola, cna-
reu, raadeira, wliado, e*Wo,*tc
nini4*afiaW pqi^ni*jtt*s_w(u 1e % de madreperola.
s e mrireperols.
Ricasaicup_xa oortura.
Vestuarios para ^^sado.
iopc^s e (Upauobps de setun.
;odernos^apeos de splde- seda para senhoras.
Liadis-poftTWuquets.
ft^Kli_rre di .ve_D*, etc., ate.
-Vende-se as easas terr-eas seguintes :
Rua 34 de Maio (eutr'ora dos Ossos) us. 2 e 4.
Ri^a dojoaoa 2.
ttia do faare Floriano n. 35-
TYavessa da Bomba n. 5.
Becco do Padre Lohalo n. 8 A.
Becco do caes da Cadeia-uova ns. 3 e 3.
A tfafcir no baxgo do Carmo n. 1.
Armaq&o
Vende-se uma armapao de amarello, em bom
estado : a tratar na rua Pnmeiro de Marco n. 90,
Hfi____________.__,
I4ndas las esqocezas.
J)e varios padrSea, eiitfeiranjente modenus, >
360 rs. o covado : na rua Primeiro de Marco
antiga do Crespo n. 13, loja das colttmnas,de An-
tonia- Correia oe Vaseoncellos.
Escovas electricas para denies, tem
dade de evitar a carie dos duntes.
Franjas de seda pretas e de cores, exile run
grande sortimento de divercab largam e bO-M
preco.
Fitas de sarja, de gorgurao, de setim e de eta-
malote, de diversas larguras e bonitas cores.
Facuas de gorgurao inuii lindas.
Flores artificiaes. A Predileita prima m a n-
servar sempreum bello e grande sortimento a>v
tas flo es, nao so para enfeile dos c_b)'llos, t. .'to
tamhem para ornato do vestido de uuivas.
Galoes de aigodao, de li e de seda, brancos, pre-
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacos de cambraia e de seda dc diversas ere*
para senhora.
Ligas de seda de cores c brancas bordadas para
noiva.
Livros para onvir missa, aca capas de madre-
perola, mar6m, 6s-o e velludo, tudo que ha da
bom.
Pentes de tarlaruga e marfim para ali-ar o* <-
bellos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madr -
perola, marlun, 6sso e dourados per barato pfp.
Perfumarias. Neste artigo e>ta a Pre'lilc^abea
provida, nao so em cxtraclos, com. em oleci t
banhas dos melhores odores, dos mais -:fanad(
fabricantes, Loubin, Piver, Soriedade Kygienira.
Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indi-pensavefe para
a feata.
Saias bordadas para senhora, por corcafc'-O
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordado? -ira ti?-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bcrto scrte-
menlo de diversos tamanhos, tanto para so&c:-
mo para entrada de salas.
Vestimentas para, baptisado o que ha do melbor
gosto e os mais raodernc s.recebeu a V': dile.u
de or ar.to prejo, para ticar ao :.'.r.:e
qualquer bolsa.
Rua do Gabugi n. 1
Economic!!!
Na rua do Queimado n. 43,
defroite da pracinha da
Independeucia.
_prs\-iU>iu
Metins fino3 de quadros pretos a H!0 r- :-
vado.
Pe?as de cambraia, anjo da meia noile, a i*W
a peqa.
Granadine de Kstna, a ultima moda de Pah, a
300 rs. o covado.
Tecas de cambraie iransparente, fiaa. a UbM
a psQa.
Ditas L.rdadas com flores a 3* a peoa.
Brim pardo fino a 100 rs. o covado
Camisas de cretone, o mais modem j m f:-*-
cado, a 3*500.
Ditas de lioho, finas, i3jt M'*Q uma
Assim como outras fasendas par menos 'I :_
em qualquer outra parte, e dao M MMetn! ->
na rua do Queimado n. 43, l"ja de Guerra A i'r-
nandes.
Fazendas baratas
Granadines com palraas de s>da, padnV- 'i-
rame-te novos. a 500 rs. o covado, elnU *:
de diversas qualidades a 240 rs o covado, I- pardo para calca a 360 rs. o covado, r.,i.,j .- %
de linho a it a duzia, lencos de cassa. ne |c aw,
a 900 fs. a duzia, lazinhas de cores, padro^ ,. niia
lindos, e eutras moitas fazendas harata^ '""!*
amoslras: na rua Duque de Caxias n. ii. I '.a
esqpina do becco dp Peixe Friv>.
Baratissimo.
Vende-se las eseoceaas de mni lindt^ipiaiucs,
pelo diminuto preco de 280 rs. o covado, iiij que se vendeu por oOO rs.: na rua do Crosp I.
25 A, loja da esquina. D;o-se amostras.
Cerveja Notnega
de marca ML, vende-se a dinheiro maN oarato
qne em outra parte : no armaaemda rua do 0>rrt
mercio n. A.
aMRi-nrMW^
le-novo e de.etal,'*littt*_f*o*a p
estrangwpo.
Paris n'America, a ruaDu-
urimeiro andar, acaba de receber ura complete
sarlupejtfo de cajfados estraogeiros para homem e
sBntoraTvindo enlre dies um lindo sortimento de
elegantes chiquitos, sapatinhos e botinas para
ecd_ pof paaywT-mTefc.
-{,__. >_oe-9e ma taverna na rua das 0ar-
das, Mquiia. da ma i _. *ao, eon.bo* #
^Mffi#*^nle^compodos par? famij:a . prgte^de4a dirija se a mema.
:-------
Gimento
Vende ae na raa da Madre de Deos n. 32, pelo
menor preco nossiv^l o ve/dadeiro cimento Por-
tland, vindo.pelo ultimo Vapor inglez, de carga.
Vende-se a armagao da casa sita a rua Sar-
cllfoWas n.W, propria para qnem sequizeres-
tahelecer com ponco dinheiro, pois nao tem gene-
rcis: a tratar na n.esma.
ObJpftftCda sda e de velludo, f Tmas raodernas
para lOi m
Para luto
e para meninas
--
MadeiYa bara'ta.
Vende-se uma.porglo de.madeira de amarello,
cosudos, eosudinhpe, assoftlho ,ae,paUwidire de
forrt); assim oomd oiitra- ptn^W1 dr HWnr'Wrtk
asgoalho e forro : n iratar h ma de Pedro Aflonso
n. 35, ontr'ura rua da Praia.
ape,
aoeu ,
vaaij
ebe)
Vende-se os ie
Burr*.
riogulcn.
* e TmttUQm.
A tratar com sens propriettrios nesta WiW,
.-Chapjaoa para senboras a 10* e IS* & ^^Ko Joamim Piaio e -m-
.masaW. [k_,F-ho. .SataaPa -da*e,ae Maanage
- Veade-ae nmncb piannp jjeyo, muito forte
e aeekCfflenles vozee, a tratar na rua do Bar^o
de S. Borja n. 29 ; tr&.mesma easateempwa vaa-
der-ie aia-Ma aoaika de jatarajaia, com ponco
ma aflmrJaUpi8Hdo. .; ,__________
Laaziite ehwezas
% #66 rs. o covado
43, confrcnte
Stibrado.
Vende-se um bom sobrado em uma das melho-
res raas deeU i-Made : a traur na rua do Mar-
ques do Ilarval a. i9, laaeraa, oa na raa da la^
peratiz n. 10, taverna.
Apolices.
n.t
da
OS .OSCJ-O !BB
Mho p^queoo
-'- Ba^Ribr' qttalid-* 't)0; _WSenrA fcfinha
de trigo de Taso Irm*?!..* C, na pracado eaw
do Apolh.
imado n.
dencia.
jilem qae so 6 barato.
as a chinexa com padroes de Curia-ciraa,
propria para vestidos. pelo dipiauto preen de
160 r&9 o covado, so na loja Ae Guarra e rer-
UD469
Dao se amostras.____________________.
Asunicas verdadeiras
Blchas hamburguezas 071" ** esM,wfl* na rup Marques de lUiBdt n. 61
Vendm-se quatro apolices da divida >-
vincial; quern pretender comprar annuncie
sua morada, para ser procorado.
Venda de sitio.
Vende-se 0 tii^o da tyaoaabeira, no principto
da esfr^da do Arraial. com boa sa de pedra e
^,bW-eemmodost*ra grande famiba, porier
^qoartH ms:a_Us, a 1 fabioele, e nau oa
aata 4e*M do mesaio^tio, om uma boa sato
s qpartos, cocheiraJnnio, uma casa ae bf
s eTpocos de boa afua de beter, em -
muMH vr m jaaaj tfaaa#o da vta
a **>l*r. arboHsadoda fraetesras de tadi oali-
dade, naste nero 4 0 mats bem plaotado do Ar-
njai- os pretendentes podem ir vAIo para exa-
mina-lo e tralir no mesmo eo sen praprie-
urio a qualquer bora do da.______________^_
VENDE-SE ^
mn wrreno con mna eau b'talataa-.artraaa do
Eptaaero, par p^coKaa-u-aa-.: **m pretw
drr dln*a-se a lej* de chapdoa da prfcja 4a Ba-
depenoeitcia n .7 qua 3'.-nara m qnem trat-r.

r
_!



1



*
Dbiio.de Prnambuc6 Quintajeira 19 de.lfargo de 1874
f

JOBISPBPBEBfflA
Relatorlo
4 RESPEITO DO NEGOCIO DO MARECHAL BAZA1NE
SX-COMMANDANTE EM CflEFE DO EXERCITO
DO RHENO.
ADDIENCIA DE 1." DE DEZEMBRO.
(Continuacdo)
0 general Pourcet.Jolgo que ha razio
para mandar chamar o capitio Yung.
PresidentsC mvido o capitao Gudio a
nao se retirar ; vou mandar chamar o ca
tpiio Yung, s- ainda estiver no tribuual.
Chamai o coronel Raymond.
0 coronel Raymond.En cbefe do ar-
senal, e director do grande parque d'arti-
lberia. No decurso d) summario, pergun-
tou-se-me porque nio tinha foit > des'.ruir o
materi il do arsenal; nao deixamos senSo
utensilios p:>r conclu:r, de que o inimigo
se nao podia servir desde log >. Era neces-
sario tambem evitar uma commogSo popu
lar, e foi pura isso qae t abalhamos ate" ao
ultimo dia. No entretanto, pensei em fa-
zer destruir o material no ultimo momento.
Tomei asordens do general Coffinieres; o
general me disse que esperasse ordens.
A 28, dia em qie a capitulaga ) f i co-
nheeid julguei dever conservar o material,
porque se disse que seria r^stitui Jo & Fran-
fa, se Metz o eutregasse. No dia s guinte,
a autori lade prussiaua contava as pecas, o
que parecia confirmaro p>nsamento deque
0 material seria de novo entregue S Franga.
Uma vez que se conti, e para se onser-
var.
Presidente.Chamai o guarda de enge-
nheiros Sabron.
A testemunha tomoa parte na entrega d)
material depois da capitulacao ? Nao m;
oc;upei absolutamente sen&o de escrever,
disse ella, e nao tenho neuhuma informagao
que possa dar.
P.Qiaes eram as provisoes do arsj-
nel!
R.Tinhamos 100,000 kilogrammas de
azeite e 100,030 mstros cubicos de ma-
deira.
Presidente.Chamai a testemunha Sal-
les.
Testemunha. Coramissario de pilich
em H tz, fui encarregado p3lo marshal
Bazaine de lbe dar conta da tulo qumto
se p)desse produiir na praga de Metz. Es-
tava tambem encarregado pelo comman-
dante Samuel e pelo tenente Caaret de lhes
fornecer emissarios. Foi elle quern man-
dou ao primeiro a viuva Imbert. Fez
prender em Metz e mandou para o quartel
general emissarios pmssianosquese tinhim
introduztdo na cidade. 0 general Coffinie-
res enc-rregou-oj do recenseamento da po-
pulagao, c a municipalidade do recensea-
mento dos ccreaes que ha via na cidade.
*f Presidente.Chamai o capitao Yung.
0 capitao Yung reproduzio a parte do
seu precedente depoimento relati/o a carta
trazida na ma aha de 29 por urn parlamenta-
rio all-mao, para o marochal Bazaine, ao
mesmo te npo que um volume para o ge-
neral Jarras.
0 general Pourcet.A testemunha esti
bem certa de que a carta era para o raare-
chal?
0 capildo Yung.Naa julgo ter-me en-
g&nado.
Se a carta tivesse sido para o general
Jarras, nao a teria eu levado ao marechal ;
as minhas recordag6es sao muito eiac-
tas.
P.Estais bem certo de a haverdes tra-
zido?
R.0 marechal entregou-m'a, e eu tra-
PresidenteChamai o capita) Gudin.
Esta testemunha repetio o seu anterior
depoimento, declarando depois que, chega-
do do seu cap'.iveiro m Allemanha, tinha
sido encarrogado do* archivos da praga.
Mostrou as difficuldades omquetinhi con-
segoido sahir dalli com os archivos para
salvar o que tinha encontrado.
Em quanto durou este interrogatorio, dis-
se o marechal Bazaine, que tinha sido por
Sua indicagSo que se tinham mandado bus-
car os archivos.
Depois fallou o capitao de Mornay-Sou t.
Esta testemunha tambem fallou da ordem
dada para se queimarem as bandeiras, e da
maneira porque se tinha procedido. Depois
fallou da parti da do marechal Brognier, es-
coltado por uma companhia de granadeiros.
lieclarou que tinha aconselhado o marechal
a recolher S cidade de Dresda para soa re-
sidencia.
Em s?guida foi chamado o general de
Arros, e depois delle o general Picard; mas
nenhum delles accrescentou cousa alguraa
que podesse esclarecer o ponto de que se
tratava. Tudo estava ja dito. Disse porem
este ultimo, que para tranquilliser os ani-
mos das tropas, tinha dado ordem para que
os regimentos de que se compunha o seu
eorpo de etercito fossem os primeiros que
queiratssem as suas bandeiras.
A audienc'm concluio com o depoimento
do coronel Melchior. Este declarou que ti-
nha feito cumprir o ordem, porque tendo
restitaido no urseaal a recibo dellas, as
tinha recebido de novo, fazendo-as destruir
na sua propria presenga.
I FTTPP ATTTD k I sam pelo bem estar intellectual e moral das
All 11 Liu, 1 U JUL classes popu lares. A aristoeracia decidio
.....'ae a cuidar seriamente da inetruccio por
loggia- motivos inteiramente politicos. Araeagada
pela onda crescente da democracia, com-
jprehendeu a neccssidade de dar-lhe o seu
* quinhio, e coder em favor desta alguns dos
seus privileges. Mas, que importam oa
! motives, com tantoque obeneQcio seja real
: e se effictue o progreaso ?
Foi no flm do mez de junho de 1868 que
A instructs* pnbllca t>
terra.
POR C. HIPPEAU.
Prologo.
3<
CAPITLLO I.
X*
INSTRUCClO PRIMARIA.
I
(Continuafao)
Alguns melhoramentos insigniQcantes fo- a camara dos comrauns adoptou o bill de
ran a consequencia desse primeiro inqueri- reforma [reformabli] que consagrou alguns
to. que muito ha via abalado a opiniao pu- dos melhoramentos propostos por Mr.
blica. A resistencia do clero tornou ionpos- Forste e sous amigos.
sivel uma reforma mais se>ia que teria wri- Reproduzo aqui de bom grado algumas
do um dos sous mais caros privdegios. das rzoes em que esses eepiritos flrmes e
Em 1833, no mesmo momento em que a sensatos se apoiavam para obterem a exten-
Franga, de um inquerito que attestava o de s*0 do ensino popular. Ainda existe em
ploravel estado em que tambem se acha- Franga rauitas pe9soas a quern e" util recor-
vam nossas escolas, adoptava a lei liberal e dar verdades por demais reconhecidas geral-
reparadora, que 6 urn dos mais valiosos ti- meate.
tubs do ministro que a apresentou, dous Nossa propriedade industrial, diziam
homens emiaentes, lord Brougham o lord eUes, depende da rapidez com quepuder-
John Russell suscitaram ante o parlamento mos prover a educagao elementar. E' ab-
a questao da instrucgao publics. Files se solutamente inutil dar uma instrucgAo
osf rgaram em demonstrar que o estido technica aos nossos artesSos, se fbes fallece
tiuha interesse real e serio em que as mas- a instrucgao primaria, temos grauder nume-
sas populares fossem instruidas. Devia-se'ro de nossos oprarios que so inteiramente
portanto, segundo o seu peosar, n8o se destituidjs de instrucgSo, e, pela moV par-
substituir a* inici<-tiva particular, mas auxi ,te dos conhecimentos de civilidade
lia-Ia por meio das subvengdes e acorogoa-J ^ parhmento decidio por mna resoiu-
mento. Seria conveuiente q"ue ao lado dd ?a 1m 'ue ^aZ_ bonra, que a Inglaterra
casas fundadas e mantidas pelas associagoes'ser^ d'oraem diantegovernada pelo- elemen-
religiosas, se estabelecessem, quer nas cida-!to popular. Sou um desses que no seo'
des quer nos campos, por associagoes lei
gas.
Espiritos verdadeiramente liberaes aco-
Iheram com agrado o projecto d^ fazer go-
zar dos beneficios da instrucgSo as classes
que della haviam esta io por tanto tempo
desherdadjs. Mas elles estavam entao em
minoria, e os membrosda igreja, erguendo-
se com forga coutra pretengdes que elles
traiaram de revolucionarias, repelliram em
nome da liberda 1e, segundo o costume,
toda a ingerencia do estado no ensino pu-
blico, como attentatorias dos seus direitos.
Oi homens politicos tiverara por tanto de co-
der ainda ante uma opposigao Wo pronun-
ciada.
Foi s6 recentemente que em consequencia
do outro inquerito solonnemente feito por
ordem da rainha o parlamento entrouna via
de serias reformas. A opiniao publica se
havia pronunciado com bastante forga para
que o governo esperasse .triuraphar at^ certo
ponto da opposigao clerical.
0 inquerito havia descoberto os mais de-
ploravds factos, os mais escandalosos aba-
sos. Oi quinze milhoes possuidos por tre-
zentas escolas dotadas por seus fundadores,
eram desviados deslealmenle de seu destino.
So se admittia alii um pequeno numero de
alumnos privilegiados, d vontade dos admi-
nistradores ; muitas dellas &\6 n3o recebiam
alumnos, e os mestres eiclusivamente esco-
lhidos entre os membros da igreja anglica-
lu, viviam & larga das rendas da fundagio.
VLord Russell expoz & camara dos lords
umaserie de melh >ramentos cuja adopgio
mudaria todas as conligSes do ensino popu-
lar, e introduzio tambem importantes mo-
diticagdes no ensino superior. Propunha
elle que se reconhecesse o direito de todo o
filho da Inglaterra a" educagao. A differen
ga da roligiao nao devia mais servir de obs-
taculo& propagagao e difTusao d>sconheci-
mentos. Dar se hia suffici'mte educagJoaos
meninos empregados nas fabricas. 0 esta-
do interviria na educagao das classes meMias
por uma melhor administragao das dota-
goes de caridade ; emfim, reformas radicaes
faria n desapparecer os numerosos abusos
assignalados nas universidades de Oxford e
Cambridge.
Mrs. Bruce e Forster apreseutaram deci-
didos na camara dos communs a questao
do ensino obrigatorio. Dovia elle ser pu-
ramente secular nos Estados-Unidos, salvo
addicionar-lhe o ensino religi so destinado
e reservado aos ministros do culto.
Mr. Lowe para melhor fazer sentir qu2o
importante era essa questao do ensino popu-
lar, allegava com razao que o progresso
das instituig6es e a oxtensao do suffragio, ha-
vendo chamado as classses inferiores & exis-
tencia politica, deviam necessariamente tra-
zer comsigo a destruirao do? privilegios
aristocraticos. E tempo, accrescentava
elle, de providenciar que os nossos futuros
mestres saibam ler e escrever. 0 direc-
tor do Atheneu, Mr. Hepworth Dixon, re-
ferindo estas palavrasdo eloqueute orador,
perguntava a si mesmo se n8o fdra para
desejar que a diffusao das luzes precedesse a
extensao do suffragio, e accusava os que
ainda hontem eram senhores de haverem
imprudentes negligenciado a educagJo da-
quelles que deveriam ser senhores amanha.
F6ra por ahi sem duvida que cumpria co-
raegar, se se houvesse seguido a ordem lo-
gica ; mas a logica nem sempre preside aos
negocios deste mundo. Voltaire dizia :
Quanto mais instruidos forem os homens,
mais livres serao. Depois delle dizia-se :
<( Quanto mais livres forem *os homens,
mais instruidos serao, o que perdeu tudo
na opiniao do Rivarol. Digamos, para pdr
de accordo Rivarol e Voltaire, qui cumpre
fazer que marchem m mesma linha a ins-
trucgSo e a liberdade, e nada se perderi.
Em Inglaterra, como em muitos outros
paizes, nao 6 precisamente por sentimento
de justiga e humauidade, que se interes-
FOLHETIM.
::csbcia sos&ia
HAS DE SATANA2
POR
t. H a Hoel Fern an dezy Gonzalez
QLINTA PARTE
LEONOR
{Continuagao do n. 61. )
I
A FAM1L1A 80MCAMP.
Havia em Paris, no anno de 1531, no
cxtremo da rua do Fetits-Champs, formando
esquiua com a praga de Nossa Senhora das
Victorias, uma cas& grande e velba, que
pelas linlias geraes da sua construcgao, re-
montava aos ultimos annos do seculo XIV.
Essa casa desappareceu, como djsappi-
receram muitos outros velhos monumentos
do autigo Paris, incessantemente em re-
coristrucgao.
Era uma casa de magnihea apparencia,
com a sua grande porta semi-circular, mol-
durala, guarnecida de .pilastras, ianellas
ogivaes nas duas azas da sua fachada, o
ccrapetent cornija ricamen'.e cinzn! andar baixo havia janellas de grades, estrei-
tas ; as do andar superior eram guarneoidas
com vidros de cores.
Esta era a fachada que correspondia para
a rua dos Petits-Champs. A ootra fachada
dava para a praga de Nossa Senhora das
Victorias, era mais larga, mas nao tinha
porta.
Junto a" fachada que dava para a praga
de Nossa Senhora das Victorias prolongava-
se um muro que ia dar volta pela rua de
Repos, e dobrando um outro angulo seguia
uns trinta metros pela rua dos Vieux-Au-
gustins, terminando no pavilhao do ja-dim
cm uma outra casa contigua
Na parte do muro correspondente a rua
dos Vieux-A- gustins, havia um grande por-
tao todo chapeado de ferro.
Sobre o portlo havia um i janella semi-
circular, e por sobre ella um gancho de
ferro, o que significava ser aquillo um pa-
lheiro.
0 grande spago irregular comprehen-
dido dentro d'este muro, estava plantado
de grande alamos, entre os quaes verdeja-
vam algumas faias e choupqs.
Maisal^m d'rssas Sfrvnres. havia um es-
pago bastante extec.u e centro via-se um p?qo*no tanqin; de pe-
dra.
Proso is Ires ITtopm j'.- ptoUa cjf^eifl de
u-
tem a necessidade de esperar que- o povo
seja instruilo para se lbe confiarem os po-
deres politicos. Se hoovessemos esperade
quo elle fosse instruido, recpio muito quese
haveriam escoado muitos annos antes que
tivessem a fortun i de ve-lo instruido narea-
lidide. Agora pois qae toe'havemos dhdo
o poder politico, cumpre que nao espere-
mos para dar Ihe instrucgSo.
Deste modo, emquanto-em Franga, os ia-
convenientes de uma centralisajao levada
ao extremo fazem sentir por toda a p rte *
necessidade de conce ler ae administragdes*
locaes e a* inicrativa particular maior liber
dade de acgao, os inglezesytestemunhas dos
ma" os resultados de uma liberdade illimi-
tada deixad i aos particular->s e 4s corpora-
g6es ftratam de regularisad* por meio da
intervengSo do estado.
Nio foi sem trabalh que os inglezes-con
sentiram essa interven;ao para- as reformas
reclamadas de todos os lados na organisa-
gao das escola* publica f. Nao se tnatava,
entretanto, de intervir no ensino primario,
medio ou superior, exclusivaaente reserva-
do A iniciativa- da igreja ou dos partieula-
res.
Votando uma-quantia importante (den-mil
contos) para oecorrer a~s necessidades das
antigas escolas- ou para auiiliar a fundagio
de novas, o parlamento havia expressamen-
te reconhecide que o estado so faria uma
parte na dotagaodas escolas que consentirem
em recebt-la.
Podia-se esiar certo de an tern ao que esta
intervengSo s6 se effectuaria em bem tea
nhados limites, porque o governo ingiezj
sente tanta repugnancia em se envoiver aos
nagocios dos governados quanto estes em
soffrerem essa ingerencia. Bara todo o io-
glez o estado e s que e o principio. A idea do estado ensi-
nando molestaria todos os seus sentimen-
tos. Ella soscitaria sobretudo as suscepti-
bilidades religiosas. Que rehgiao ensinaria
elle? 0 anglicanismo, sem duvida, isto 6,
a religiao do maior numero, Mas entao
teria elle contra si as seitas dissidentes. De-
cidindo que as escolas fundadas pelo estado
serio seculares, satisfazem_-se as reclamagpe
de diversascommunhoes. A Inglaterra. sera*,
pois, assim conduzida pla. forga das- cou-
sas a separagio da igreja e do estado. Mas
ella nao chegara* la" sem trabalho, tio inex-
trincaveis s4o as difficuldades que a ins-
trucgao popular apresentay quando se com
plica com o ensino rehgioso, obsainando-
se o espirito sectario a confundi-los.
II
As mais importantes scciedades que se
occupam, em Inglaterfa,. de fundar e diri-
gir escolas primarias sao a sociedade nacio^
nal [nacional society) a sociedade ingleza e
estrangeira [Britishand foremg Society),
e a sociedade domestica e colonial [Home
and colonial Society.).
A primeira e, propriamente fallando, um
annexo da igreja anglicana. A cjmmissao
directors tem por presidente o arcebispo de
Canterbery, e por vice-presidente os bispos
de Londres, de Durham, de Carlisle, etc.
Todo o individuo que se propSe a dirigir
uma escola pertencente & sociedade se obri-
ga : 1.; a instruir os meninos naescriptu
ra santa, lithurgia e cathecismo da igreja
estabelecida ; 2, a aceitar, no que toca &
instrucgSo religiosa, a direcpSo do clero da
freguezia ; 3. a fazer que os meninos as-
sistant regularmente ao servigo divino. na
igreja da freguezia ; 4. a invocar nos casos
de apparerem difficuldades entre si e o cle-
ro da f eguezia, o arbitrament) e decisao
do bispo diocesano. Quanto ao ensino, pro-
priamente dito, e a materias que elle deve
abragar, e uma questao secundaria : a es-
cola, verdadeiramente, & um instrumento
da propaganda.
A sociedade Wesley ne faa, em proveito
da religiao methodista o que a sociedade
nacional desempenha em favor da religiao
anglicana.
. E' assim que a commissao catholica que
tem tornado grande extensSo, nio 6 outra
cousa, no que diz respeito a instrucgao pri-
maria, mais do que a igreja cathol ca em
acgio. Todas estas corporagdes t em por
maxima que se nio ensiaassem os seus
dogmas pirticulares, melhor seria que nada
absolutamente se ensinasse.
A aociedade fundadi em 1836, sob o pa-
tronato do principe Alberto, e que tomou o
nome de Home and colonial Society, ad-
mitte nas escolas alumnos pertenceutes a
todas as comumahOfts. Ex ge ella entretanto
dos mestres, me.tras e t)dos os e npregados
declara;So por escripto de que adberem ds
verdades do christianismo.
Tem ella muito particular cuidado na
educagSo das mulh -res, reconhbcendo a sua
apb lio para o ensiuo, e sua influencia na
educagio ; appiica-se a formar professoras
capazes e dudicidas. Sao s mulheres que
occupim mais lugtres nas escolas normaes
e salas de asylo. Na escola de Gray's Inn
road formam-se ais, criada* graves, nursery
governesses. Nas escolas dependents dessa
sociedade e em granle numero de outras,
o alum aos menores e ate'os adultosde am-
bo os seios, partilhain os mssmos estudos
e toma:n lug*r nos mesmos bancos-. Os
ingleaes- nao aham inconven.ente algum
nesta reuoiio m> mesra i estabelecimento ds
rapazea e meninae, de que a nossa virtude
se arripw a ponto ue fazermos todos os
nossos eaforgos em* supprimir as poucas es-
colas mix*as que enda subsistem.
A Bri ish and foreiog society, fundad-d por
membros pertencentss as religioes dissideu-
tesytomuu nestes ultimos tempos um desen-
volTimento bastante grande.
Ella admitte nas escolas que admin stra
alumnos-de differentes communhises. Ellae
sao p>>rtanto essencialinente mixtas, porque
e necessario que cada seit-a abando:te os s-us
se'ntimentos e icKas- particulares, aSm de se jescolas de Frauga.
jecgio se achavam, no fim do seculo, nossas
Sopulagdes ruraes e que odios profundos
eviam rebentar mais tarde comjfuror con-
tra as classes superiores, cuja imprevidencia
as havia conservado systematicamente na
ignorancia de que is primeiras assemblers
revolucionarias antes de qualquer outra cou-
sa procuraram tira-las.
A convencio decretou a gratuidada e
obrigagio e proclamou os principios que,
em todos os estados^ democraticos servem
de base & educagio popular.
0 tempo, o dinhdro, os homens e sobre
tudo a serenidade falharam, e nio permitti-
rara a applicagSo.
0 i.nperio e a restauragSo obedeceram a
tendencias inteiramente differentes.
Napoleio I creou a univarsidade para o
ensino secundario, mas abindonou is fami-
hasocuidado de estabdecer escolas para
ensino do povo.
Nio se acha nos orgamentos do imperio
quantia alguma consignada para esse ser
vigo.
A restauragao, inspirando-se muito natu-
ralmente nai tra ligoes e lembrangas do au-
tigo regimen, que ella seesforgava por fazer
reviver, confiou o ensino primario is iwme-
rosas eorporago ss religiosae que entao fize-
ram era Franga uma verdadeira invasao, e a
cujo laio vegetaram as escolas leigas dki-
gidas par mestres que, nada bavendo apren-
dido, eram pouco capazes de ensinar. 0*
estado havia-se en'.retinto decidido a mos-
trar o interesse qie tomava pelo ensino,
para o qual fez sc-ue orgamurrtos um subsidio de cento e
cincoenta mif francos I
O-eelebre inqjuerito effectuado* em 1333
pelos cuidados de M. Guizot, desvendou o
estado-lamentavel era qae entao se achavam
as escol-as.
Qatrocentos e noventa inspectores. ha-
viam sido encarregad'is de visitar todas as
a lame da, estavam tres enormes caes capa-
zes de mettorem medo ao mais valente.
Apezar de que estes tres ferozes quad im-
pedes revellavam que a casa era habitada,
j ninguera seria capaz de o afflrmar, contem-
plando o seu aspecto exterior.
A porta principal da casa., isto e\ a que
correspondia i rua dos Petits-Champs, esti-
vera constantemente lechada por espago de
. doze annos, quer dizer desde o auno de
1539, epoca em que o grande prebosto de
Paris, Mr. de Paielle, vendera aquella casa
I ao Sr. Pedro Boncamp, a quern nenhum
dos habitantes da rua dos Petits-Champs
| conhecera nem vira nunca. Era isto tudo
quanto sabiam os vizinhos, que duvidavam
se a casa estava ou nio habitada, porque
] nunoa se via n'ella pessoa alguma, nem ja
nella, nem postigo abertos
1 Cbamavam-lhe por fim a casa encaq-
tada.
Comtudo se dessem volta e penetrassem
no jardi*, pela porta que correspon lia 4
rua dos Vieux-Augustins, podoriam ter sor-
prendido uma formosa joveu e loura, de
vinte annos aproximadamente, sentada so-
bre um banco, ao pe de um alamo, lendo
tranquilUmente, e trajada como uma dama
nobae rrica.
, Alguiqas.vezespodiam ter visto tambem,
scntai::. ,-, h j-ven, e onsirilo-a I r,
poderem reunir is outras ao terreno-de uma
idea commum.
As ttscolas ou* institu goes parttsulares,
posto q^ie muito numerosas (porqui a pro-
lissao de mestre e inteiramote livre), tem
bastaat; trabalho em lutar, como sep6de
prever, contra tantas e tio poderosas asso-
eiagOas fundadas sobre os principios da es-
paragao da igreja e do estado, ellasse abs-
tem de maneira absoluta de todo o ensino
religioK) no-interior ;- nio se 10 mesmo a
Biblia.
Ora, entre as condigoes que o governo
presereve aoeinstituidores que querem ob-
ter delle um subsidio..se acha a de fazer
todos os dias uma leilora da Biblia.
As escolas- seculares? devem- portanto,
subsistir por si mesmas, e por e consequon-
cia nio esperar auxilio senio da parte das
assoeiagoes leigas. A sua sorte esti estric
tamente ligada aos progressos das ideas li-
beraes.
Quanto tempo nao foi.preciso para qae
se chegasse nio & separagio da igreja e do
estado (ainda se nao chegou IS na Inglater-
ra como na Fraaca) ;. mas so.uente a poder
estabelecer, ao-lado das escolas sujeitas
autondade exclusiva da--igreja, estabeleci-
mentos subvenoionados pelo estado, t dando
parte ainda bem modesta ao elenento
leigo I
Quando no comego deste seculo, o qua-
ker Lancaster,, propoz fundar par via de
subseripgdes voluntarias escolas- em que o
ensino religioso se limitaria A leitura da
Biblia, foi denunciado comoatheu* godless,
& vindicta publica.
Poi s6.nenta em.1839, ijue o governo co-
megou a intecessar se na instrucgSo popu-
lar, estabelecendo uma commissao de edi-.-
cagio.
O Dr. Hook,, que renovou entio as pro-
posigoes de Lancaster, foi- tratado como
Faccioso reduzido ao silencio..
Teve-se de-esperar ate 1862, para que- o
governo se decidisse a comegar. um inque-
rito official, cujo resultado foi trazer a luz
todos os aousos que haviam sido a conse-
quencia do monopolio abandonado i igreja
ate 1868, para que a intervengao do estado
fosse sanccionado por acto do parlanvn-
to.
A historia de nossa educaoSo nacional e
pouco m*is ou menoe a mesma que a da
Inglaterra, salvo as diffrfren^as que existem
entre as instituigoes poll icas dos dous- pai-
zes. Nossos progressos nao foram infeliz-
menle mais rapidos.
A antiga Franga tivera, como a, Inglater-
ra,. suas universidades e suas eseolas htte-
rarias; mas ate 1789, emquanto a nobre-
za e aha burguezia davam pelo seu saber e-
poiidez o torn & Europa, a demais popula-
gio era mantida em profunda iguosan-
cia.
A classe letrada era, propsiamente fallan-
do, uma aristoeracia que, consequente
com o seu principio, desenvolvia todo o
seu zelo pelos estudos superiores e tomava
pouco interesse pela educagao do povo.
Os pbilantropos podiam bem pensar em
dar-lhe trabalho ; ninguem cuidava em ins
trui-lo; elle estava em geral circumscripto
ao que devia tier em sua condigio
As escolas para meninos pobres eram de
vid&s a generosidade do clero ou vaidade
de algum grande fidalgo.
Sabe-se perfeitamente, segundo os teste-
munhos de Vauban Turgot, do inglez Ar-
thur Young, em que estado de miseria e ab
um velho cavalheiro de sessenta anuos, com
a cabega e a barba completamente brancas,
vestidode preto, ode exprestao um tantj
ant i path ica.
Outras vezes pndiam ter visto a joven
fallando e rindo alegremente cos uma mu-
lher de trinta e seis annos, morena, desen-
xovalhada, e muito formosa ainda.
Quando os tres estavam juntos com-
prohendia-se perfeitamente que constituiam
uma familia, isto c, pai, mai e filha.
Na casa havia poucos criados, e estes jd
velhos ; uma cozinbeira, um preto que cui-
dava dos cavallos e que era ao mesmo tem-
po cocheiro, uma aya que servia a mai e a
filha e quatro galopins que desempenha-
vam os outros servigos da casa.
A joven era formosissim*, Candida, pura,
affavel, meiga ; mas is vezes, quando a
teria alguma contrariedade brilhava-lhe nos
olhos garsos, e que eram uma mescla da
cor do mar e do ceo, uma tal expressio de
fereza, quo por um momento a javea Can-
dida e meigt, convertia-se n'um sertemivel;
co.m'.udo aque le fogo oxtinguia se instan
tmeamente e de novo nos seus o bos res-
plaadecia uma expressio tranquilla e se-
rena.
Apezar do silencio e da solidao que pare-
ciam reinar n'aquella habitagio, sahiam e
tfttrj'.'sin aav.'? o &. 1 s p-V> p">ila> qu:
Os seus relatorios-fbram reunidos~em um
livro bem tristemente instructive a uadra
da instiuc^So publica-em Franga, por M.
P. Lorain.
Em gran numero decommuoas os con-
selbeiros mouicipaes nao sabiam ler.
Um inspect >r apoatava no seu bairro.
quatro mestres que s6 ftllavtm patud, ou-
tros-s5 sabiam> assignar o nome.
S4 havia uma unica escoli para 13, 15 e
25 eommuoas* Muitos profes-sores nar sa-
biam ler nem escever : as suas escolas,
diz o inspector, nao eram mais do que uma
conijguardiania. Obrigado a viver oom
suas familias, do magro producto das re-
tribuigoes escolares (>eis, oho, doze vinteos
mensaes por cadi alumno acliavam-sepela
m6r parte em uiseravel estado,
Para muitos a< escola nio ra mais do
que um accessorb, eram trabalhadores-do
campo, serventes- do arado, tarnanqueiros,
sapateiros, que trabalhavam pelo officio du-
rairte a classe. Ootros eram taverneiros. A
escola, a -lateral e-a familia. occupavam o
mesmoquarto.
Em Saint Antonini departaBseoto do Gers,
o professor era criado de ma, sineiro e co-
veirb. E havia, quera o acreditaria ? cob-
currentos-para esses lugares de professor.
Os enfermos, sobre tudo, incapazes de exer-
cor out'O enrpregoy se faziaa mestres dees-
cola, na-esperanga- de ter am pedago de
pio. Mi Lorain oncontrou am que ji esta-
va caduco.
Alem disso, muito poucascommunas- ti-
nhim uma casa de escola ;.era uma excep-
fiio. A>. classe faata-se na sata da mairie,
n'uma taverna, n'um co.-p> de guarda,
n'uma sala de dansa, em um alpendre de
igreja, n'uma adega onde s6-seentrava aeo-
corado,.n'um socarao sem respiro, cheio-de
reptis e- infecto pela vizinhanga do-uma
cloaca I Tal era> hamenos de 40 annos
a condigSo dos nossos professores.
A contar desse anno de 1833 e c^ie da-
tam os-serios e aturados esforgos para.dar a
instrucgSo primaria,. ita. qual tudo estava
por erear, uma org4nisagao convenieue.
Estavamos entao juslamente no ponto em
que se achava a Inglaterna ; a antiga aristo-
eracia,, porem, fdra dorrotada pela revolu-
gao, e o clero nSo pudera, como entre nos-
sos vizinhos, impedir que o ensiao leigo ti
vesse grande quinha.
Besde entao as escolas do estado parti-
Ibaram com a. das oongregagoes religiosas
e as livres a direccSo da instcucgio popu-
lar. A luta que este estado de cousas fez
nascer na Inglaterra, como na. Franga e no
rest) da Europa, nao esti desgragadamente,
proxima a acabar. Ella divide a socieda-
de em dous campos opposto3, muitas ve-
zes hostis que, em consequencia da educa-
gio quo ahi se di, obeeecern a duas corren-
tes de ideas que quasi nada torn de com-
muns.
A necessidade de unidade leva uns a dese-
jarom que a educagSo popular se tome
obra exclusiva do clero; e outros a pedi-
rem que seja exclusivamente leiga.
Os governos, obrigados a sustentarem en-
tre estes dous partidos uma balanga pouco
mais ou ineoos igual, descontonlam a am-
bas.
Foi pela liberdade, liberdade completa,
foi pila intervengSo das familias e adminis-
trates locaes que os Estados-Unidos conse
guiram conciliar os dous principios.
E tambem p da liberdade que a Ingla-
terra e a Franga poderio, devemo-lo espe
dava para a rua dos Vieux-Augustius, po-
rem os amos sempre de carruagem ou de
cadeirinha, conforme a estagio.
As senboras nSo deixavam ver nunca o
rosto nem m rua nem na igreja, o que era
muito commom nas senhoras d'aquelle
tempo, de modo que ninguem as conhe-
cia.
Os vizinhos da rua dos Vieux-Augustins
viam-n'as sahir e entrar pelo pottao, e co-
nheciam-n'as pelo nome da familia do Lobo
Cerval, que assim haviam alcunhado o Sr.
Pedro Boncamp, em virtude do seu olbar
arrrevesado.
Ao contrario das duas senhoras que so
punham pe na rua para irem & missa e aos
outros officios divinos, o Sr. Boncamp
sahia muito, ia a toda a parte, recolhia
muito tarde, era muito conhecido, divertia-
se quant) podia, tinha amigos alegres, e
rosnava-se que visitava a miudo a sua
amante.
Todos os dias, is tres horas da tarde, o
Sr. Boncamp iu a uma casa de boa appa-
rencia, ain ia que pa) tio rica como a sua,
situada na rua Montmartre.
N'essa cass enconlrava geralmente sen*
tado junto de uma mesa sobre a qual se vh
um granie frasco de vinho e tres copos,
um velho baixiuho, rochonchudo, corado,
qi;:: \{: Ml d n iifcti'.o d.. sua ; :t: dava
rar, obtec tto deaqatal reaultado-
III
O bill apresentado em 17 de fevereiro de
1870 ppr M. Forsler i camara doe com-
muns, e confirmado pela lei do net de
abril do mesmo anno, foi coucebido de
maneira a satifazer igual sente aquella*
que desejam ver estabelecer-se o maior nu-
mero de escolas para que nenhum filho da
Inglaterra e do paiz de Gales fique privad)
de instrucgSo, e os que querem que a re-
ligiao sirva de base i educagio nacional,
evitando comtudo os inconvenientes do e-
pirito da seita.
Nessa exposigio M. Forster, mosirava qae
mais de 15 mil m-miuos nio haviam rece-
bido instrucgSo alguma, ou a tinbaaa mui-
ta incomplete, qne nas grandes cidades co-
mo Liverpool, Leeds, Birmingham e Man-
chester, um tergo dos meninos era condem
nado pela propria familia a vegetar na
ignorancia, que em Liverpool, por exemafo,
de 80,00 j meniuos, 20,000 nio frequea-
tam escola alguma, e outros de 5 i annos,
20,000 eram mandado* i uma escola en
que recebiam uma educagao que mais vale
ria bSo receber.
Em virtude dessa lei as paroebias sio
constituidas em districtos escolares (scool
districtos) ; um coose ho local electivj [se-
chool board) 6 estabelecido em c*da dis-
tricto.
Nas cidades os msmbros deste coaselho
sio nomeados polo conselho municipal, e
nas freguezias pela assembled dos chefes
dbllas ou fabriqueiros
A repartigio da instracgio publica pdde
reunir muitas freguezias para dellas formar
um so distri-'to escolar, pole tambem fazer
contribuir um districto para o budget de
outro.
Os fundos necessaries para a mauuten-
gSo das escolas-ficam i disposigio dos com-
missdes. No caso de insufficiencia, o par-
lamento concede uma subv jngio que deve
fazer subir a retribuigio i 10 shellings per
meninos.
A commissao e, como se ve, uma socie-
dade cujos m ;mbr^s formam uma corpora-
gSo, substituindo-se perpetuameote, tendo
um sello com num e gozando d) poder de
adquirir terras e dedicar o seu producto
is escolas.
As commissoes das escolas teem o poder
de determinar qual a instructs religiosa
que se deve dar nas escolas cuja admini -
tragao lhes esti conaada.
Esta clausula tendo por fim fazer respei-
tar os direitos da coaseiencia (the conscieh -
cia clause) nio satisfaz, repito-o, aos que
quereriara que se coaservasse seai alteragio
o antigo systerna das escolas pubMcas ( os
membrosda unido de Manchester), nem
aos que querem um acto do parlamento
prohibindo de modo absolute a-instrucgaa
religiosa a Liga de Birminghaaa.)
E' em geral admittido na Inglaterra qua
se requer que a instrocgSo prodoza o effei-
to desejado, nio baste estabelecer escolas, e
e de toda a necessidade tornar a- instrucgla
obrignloiie.
A nova legislagac < deixa is eommissose
de escolas a faculdade de impor ou nao J.
obrigagio..
Grande numero de bargos e freguezias a
tem ad iplodo.
A questao da reorgauizagao das escoia
apaixona na Inglaterra todos cs espiritos.
Em Londres, as- autoridades escolares,
constituidas-por meiede eleigao individual,
comprehendiim em muito pequeno numero
pessoas distinctas e influentes ; preterio-se
confiar o govern) das escolas a orpos
elactivos, a vista dos quaes o direito de ele-
gibilidade foi conferi-lo as mulheres.
Foi pois eleito um grande conselho de
educagfao para a metropole.
Pares, deputados, homeas coasideraveU
e senhoras de alia plana disputeram este
lugar com tanto ardor cemo se se tratasse
de uma cadeira no parlamento.
0 presidente desse conselho, a membro
da camara dos lords, autigo governador da
India. K boje um como parlamento esco-
lar ( educational perliament) cujas discus-
soes sobre as materias do ensiuo attrahem
notevelmeute a atlengao- publica.
Apezar desse louvavul zelo, as relcrmas
protectadas e a obrigagSo oncontram seri I
difficuldades
Os partidos religiosos langaram-sa calo-
rosos nas lutas eleitoraes rehtivas i esc j-
lha das commissoes de educagio.
A igreja orlhodoxa anglicaua que impoz
o seu cathecismo is escolas em que domi-
na a sua iniluencia. Os dissidentes protes-
tam : considoram como um apoio dado a
seus inimigos toda a subvengao, iodo o im-
posto pag i is escolas regidas pelos amigoa
da igreja anglicana. Recusam pagar as ta-
xes e se declaram promptos a antes aceitar
a prisSo e a perseguigao do que sujeitar-se
a ellas. Na Irlanda, o clero catholico quer
que as escolas sejam catholicas e pedem a
exclusSo dos meninos protestaates.
(Continuar-st-ha)
mos'ras de tor nascido e cootinuado a ser
gentil-horaem.
Com elle estava quasi sempre um joven
de vinte annos, moreno, de olhos e cabellos
negros, semblanto audaz e sobre todo de
olbar profundamente intolligente.
0 frasco de vinho permanecia intaeto em
quanto nSo chegava o Sr. Boncamp.
0 velho e o mancebo eram pai e filho 0
pai era viuvo e chamava-se Jacques de Ar-
nesteville ; o filho chamava-se Paulo. Sua
mai, Leontioa de la Rochenoire, morrera,
segundo dizia Jacques, um anno depois de
o ter dado A luz.
Somos inimigos do mystorio ; poderia-
mos ter occultado aos nossos leitores os
nomes verdadeiros dos nossos personageos ;
porem 6 de crer que tenham ji adevinhado
n'elles. Michelotto, Tonetta, sua mnlhar,
a filha natural de Lucrecia e de Ariosto a
quern cbamareaoos Leooor, e Paulo de Ar-
nesteville, que terao comprchendido tam-
bem ser o filho de Geoebra e de Ariosto.
Como eilosj haviam chegado i situacao
em qae os contramus, e o que vaawe f*-
plicar no cpituio seguinte.
( Corttinuar-te-ha.)
fir j :,i. v-;. :. -.; .
i r.|it m
.'.-
!_
L
-


" I


Full Text
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