Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16958


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Full Text
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ANNO L. MJMEKO 63
PAIIA A CAPITAL E LUGABES 0\DE X.lO HE PAGA POBTE
Por tres mezes adiauUdos................ 69000
for aeia ditos idem...................129000
Por urn anno idem......,...........849000
Hjtit numero avulso................. 9320
/
OlARTA FEIRA 48 61 JlJBCO DE 1871
PARA DE1TRO E FORA DA PMlLiCU<
Por tres mezes ad iantados.............*
Por seis ditos idem............ .'
Por nove ditos idem...............
Por am anno idem................
mnu
189500
209450
879000
DIAMO DE PERM
PR0PR1EDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILHOS.
* Srs. Gerardo Antonio Ahead Fiihos, no Para; Gonyalvea d Pinto, no Maranhao; Joaquim Jose de Oliveira d Filho, no Cear*Aptonio de Leiuua Braga, no Aracatj ; Joao M*ria iaiio Chafes, no Assd; Aniomo Marqaes da SiWa, no fiatai} Jose Jiouno
Pereira d Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxeiicio Monteiro da Franca, aa Parabvba ; Antonio Jose Gomes, n*Ua da Penha; Be'armino dos Santos Bulcao, em Santo Antao ; Dommgos Jose da Costa ilraaa, em Sazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no PilardaAiagOa; Aires d C, na Bahia ; e Leite, Cerquumo d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL

Governo da Provincia.
FALLA com que o Exm. Sr. commendador Heurique Pe-
reira de Lucena abrio a sessao da assemblea legislati-
va provincial de Pernambuco no dia 1. de marco
de 1874.
(Coutitmagao do n. 62.)
Grande tem sido o uieu empenho uu iutuitu de dar ludu u desenvolvimento a esse agente
possante do progresso; e os resullados obtidos me animam a awegurar-vos que a lei provincial
u. 1115 rauilo tein coucorrilo para esse melkoiaraeuto, du qual ein parte depcnde a nossa
prosperidade.
Contio basiante no vosso patriotismu e esclarecido juizo para esperar a vossa cooperacao
!ia execucio do peusainento consagrado naquella lei.
Foi seui duvida deviio a iuiluencia da mesma lei, que alguns contractantes da estrada de
fsrro comecaram a dar execute a stus contractor
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE AO S. FRANCISCO.
Tendo concedido, por portaria de 27 de outubro, tres mezes ile licenca gem vencimentos ao
engenheiro Manoel Buarque de Macedo, para tratar de sua saiide fora da provincia, foi nomeado
-(i JS o ajudante do engenbeiro Felippe de Figueiroa Fana para o substituir durante o mu im-
pedimento ; sendo tambeni nomeado para substituir a este u engenbeiro Chrvssolilo Ferreira de
Castro Chaves.
Por decreto de 31 de dezembro ultiiuo foi nomeado o engenheiro Manoel Buarque de Ma-
cedo para o lugar decbefe da directoria de obras publicas na secretaria da agricultura, ficaudo
exonorado, em virtude dessa nomeacao, do cargo de eugenheiro fiscal. -
Todo o expedients da r;particao fiscal esta em dia.
Em tiin de julbo do anno pas-ado seguio com licenca para a Europa o superiutendente
dessa estrada de ferro G. 0. Mann, deixaodo na superiutendencia o Sr. H. Spencer, que exerceu
a;3e cargo ale o dia 28 de outubro, data em que reassuraio ell as suas fuuc^oes.
Obras.E' regular o e>tado da via permaneule n* I* seccao, tendo-se feito a devida con-
servacao duraate o anno.
As obras darte achaiu-se em estad liscngeiro, a excepgio das ponies, cuja mi construc-
Qio estasempre a inspirar cuidadon e a cbauiar altencao. De loJas a que osta em peiores condi-
S5es e a do rio a Pirapama, cujas enchentes estragam-lbe as obras de alvenaria e abalatn as de
&rro. A de A/bgados, depois do abatimento que experimentou em 1872, peiorou; c, &ao obstanie
o reparo que se Ibe fez, deixa ainda a duvidar-se da sua segaranca.
Todas as pontes de.-11 secgao foram raapadas e pintadas.
Estates e dependencias. -A eslacao das Cinco Pontas contiutia a offerecer as mesmas diffl-
atdades que sempre embaranaram a boa tnarcha de servico do trafego, atlendendo-se a pouca ae-
commodacio do* edificios, a falta de eapaco para oulras con?truo<;oes e ao pequi no campo que e
reservado a manobra dos waggons, etc.
As deinais esta^oes desta secc^io estao em bora estado e foram asseia las e pintadas.
A via permaneute da 2* seccao acha-se em bom estado, fazendo-se regularmente a sua
cooservacao.
Aa obra d'arte foram bom feitas e offerocem a precisa seguranca 0 tunnel, as ponies
etc., foram devidamenle eonservadas. sendo estas r.ijpadas e pintadas.
As eitacoes e dependencias desta seccao eslao em estado regular.
A demais sec^oes eslao uas mesmas cendi^oes das precedentes.
Trafego.Durante o anno que findou o trafego desla estrada foi sensivelvemente inferior
a> de 1872, nao so em relacao a passageiros, mas ainda quanto a mcrcadorias, etc.
Esse decresciniento foi devido, tanto ao ser a safra do aasocar ioferior ade 1872 a 1873, e
a ter comecado tarde a colheita de 1873 a 1874, como as coramodidades que offerecem a popula-
.!*o as oulras vias de communicacao, pela modicidade do trausporte, elc.
Tarifas.Penso com o engenheiro fiscal intenno desti estrada de ferro, quando em seu
velatorio diz que julga iucouvenieule qnaiquer allcra(ao que se faca nas respectivas tarifas, ten-
UMte a angmeutar a taxa iransportes; porquanlo essa mediJa iraria nap so diminuicao da
reoda, por isseque o agrieuitor projuraria outro mcio mais commedo de traier os seus produc-
es ao mercado, u que nao e diiBcil, como tatnbem aggravaria a agricultura.
0 uiovimenio dos trens fez-se regularmente durante o anno, excepcio feita de pequeaas de-
uioras, resultaotes de crcscidi numero de passageiros e grande quantidade de carga nas estacoes.
A escripturacao e cuntabilidade do trafego fe/.-se com regularidade, e os livros achara-se
uevidamente rut-ricados pelos agentes do governo.
Durante o auno tind- rendimento desla estrada foi de 882:6121130, inferior ao de 1872
em 51:733*510.
Altribuo essa difleren^a as causas de que anteriormente fallei.
Transitaram nes>e periudo 212,039 pa>sageiros das differentes classes ; numero lambem in-
ferior ao do anno auterioi ; alem de 2,817 wihtarcs e presos, e 102 einpregados civis.
0 transporte de inercadorias foi de 34,623.432 kilogrammos, alem de 13,379 toneladas de
madeiras, 47,701 volume.; de bagageus com o peso de 873,074 kilogrammos, e 3,019 ani-
maes.
A despe/a foi de 478:8793661, inferior a de 1872 em 29.081*633. ,'
Deve-se, porem, levar em eonla a verba de 31:126^629, que foi despeudida com a acqui-
iflcao de novo trem rodante DeJuzida esta renda, a despeza do anno cme hist rio foi inferior ao
Uaquelle em 3:044*994. 4
A linha lelegrapliio. fuucciona com regularidade e esta conservada.
A exigeucia do engenheiro fiscal de entao, Dr. Manoel Buarque de Macedo, e de que vos
iattei no meu relalorio d anuo findo, deu em tesultado cullocar-se apparelhos telegraphicos nas
estaeoes dos Prazercs, Agua Prela e Olinda; vindo a estrada a dear com dez estac.3es tele-
graphicas.
A receita dos telegraplus foi de 4:922*520, menor em 69*140 ade 1872, elevando-se a
dospeza a 11:360*009, superior a do anno anterior em 3:434*039.
Devemos, porem, aiiender que houve excesso de despeza com a ereaeao das tres eslacoes,
*u que resultasse immediato uroveUo para a renda da companhia.
Contimia a ser de 11 o numero das locoinotivas, que, segundo pensa o engenheiro fiscal
i'lterino, por trabalharem Iia cerca de 15 annos, nao poderao aturar ainda por longo tempo.
A companhia esta autorisada a fazer acquisicio de mais 4 locomoUvas, duas das quaes de-
verao estar aqui em um dos mezes seguintis, e as outras no anno vindouro.
0 numero dos carros e waggons, qne era de 215 em 1872, foi augmentado em dezembro ul-
com 18 desses vehicnlos, sendo :
Carros de 3.1 classse .
Dituf de freios ....
Waggons de animaes .
Ikitos de mercadorias .
de 233, assim divididos :
Carros de l. classe .
2.' .
3." .
> freio e bagagem
Waggons de animaes .
' freio e carga
timo
De modo que o total
carga
. 4
. 4
. 4
, 6
6
4
14
4
9
12
184
Um carro de 2.- ciasse foi transformado em 1.*.
Deram-se durante o anno seis accidentes, dous dos quaes foram falaes. Os oulros produ-
-.-jiii alguma demcra na marcha dos trens.
Em vista do aviso dj ministerio dos negocios da agricultura, commercio a obras publicas,
do 22 de novembro do anno passado, sujeitou a companhia os seus livros ao pagamento de sello;
o que antes nJo quizera fazer, por julgar-se isenta desse onus.
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE A CAXANG.V -
Tendo solicitado e obtido sua exoneracao do cargo de engenheiro fiscal dessa estrada o Dr.
Manoel Buarque de Macedo, por haver acceitado a nomeacao de director de uma das sec?oes da
socretaria de estado dos negocios da agricultura, na corte, nomeei o engenheiro Paulo Jos6 de
Oliveira para substitui-lo oOeciivamente.
Via permanente. Segundo ae v<} do relatorio apresentado pelo engenheiro fiscal, e regu-
lar o estado de conservac2-. da via permanenle do Recife a Apipucos, visto attender a companhia
aos reclamos e melhoramenios mais ou menos urgentes. 0 servico de laslreacao dessa estrada,
comprehendido nessa seccao, lem tido tambeni andamento regular.
A companliia contimia na obrigacao de conslruir nma nova ponte em substituicao a actual
. ibre o Capibaribe, tendo-se terrainado em 22 de dezembro proximo passado o praso rnarcado para
.i-i snbstiluicao. ,
Segundo juizo do engenheiro fiscal, a companhia nao podera tao ccdo satislazer esse com-
nisso, atlenlo o desagraoavel eslalo de suas liuan^as.
Os pontiihdes acbam-se bemjeonservados.
Estafirs e dependencias. Esistem as metmas estacSes, tendo a central, a rua de S. Fran-
otsco, soffrido ultimamente alguns reparos, o que nao a isentou de suas mas condicoes
aygiouicas.
Via permanente de Apipucos a Caxanga. E' mais vantajoso o estado actual dessa parte
a* Estrada em quasi toda a generatidade de seu servico.
Rmmal dos Afflictos. Contiuuam a ser provisorias as obras dessa parte da estrada.
Via permanente. Tambeni e o (oesmo o estado dessa via tentando-se apenas fazer
aijuns roelnoramentos. Na parte que Jiz-respeito a laslreacao e regular a estrada.
EstafBts. Seniv-.-| conliaua a ser a faila de ustacoes, ou niesmo abrigos para os passa-
gjiros dessa linha.
A ccmpantia aao>':a-atisfeito-essas necessidades, allegando a exiguidade da renda que
dxa a linha do rama:.
T>rm ndante. empreita pnssin* t*> focomntivas, duas das quaM novas,alfumas repa-
rdas, ootras por stiem '
Tem 28 carrosei:; cerviy, |.'icui upasis .uuirus mi icseiva.*. Aiguns delles eiistom
alguma consa estragaJ: '
Os que andam no irafego offerecem a nccesskrft solidez, mcrmeate depois de subslituidas
a rote aalif as por outras massicas.
Receita t despezn. Durante o anno proximo findo a receita dsssa estrada toi de......
!d6:051*000, e a despoxa de 222:000*000, o que da um saldo de 34:051*000; mas que I iosuffl-
ciaotissiroo, pelas despezas a fazer-se.
No enrfetanio, eomparado esse resultado com o do anno passado, result?, reconbecer-se
que a receita augmentou durante o anno de 1873, devido isso, sem duvida, o novo syslema de
bdhetes adoptado pela eorupanhia.
ESTRADA DE FERRO DE OL1NOA.
Segundo se deprebende do relatorio apresentado pelo engenbeiro ^;a'i dewa esf
da foi 0 lncremento das obras executadas nessa via ferrea dUT*"'"
obstante as difflculdades fmanceiras da emprc-za.
' nor aJhMrerioTrntNa0 "^ '-isfactorio o eslado da via Mraiam-nifc visto como eslao
per War iorsos n*~r*mmi refcniaJcs pelo engeuhe.ro fiscal,
anao P^rtBo'SSdo^ao
No entretanto ha maior seguranca no trawito, quer na linha principal, quer no raraal.
Obras S'arte. Regular e oeslado geral dessas obras, tendo-se feito concertos na ponte
dos Arro.nbados, em varioj pontilhSes, bombas, etc ,' \
Estacdes. No m-mo p6 de atraso raanteflf>* esse ser^co da estrada, sendo para lasti-
mar que ao menos as obras da nova eslacao priui?fp Poracto de 24 ile setembro raarquei o praso de 18 mezes para a construer-ao da eslacio
central, cuja planu j.i toi approvada; ficando assentado que as offlcinas seriam removidas da rua
da Aurora para ouir-i ediflcio, que seria construido em local precisamente desrgnaJo p>.-la presi-
doncia, de acordo oiiu a companhia.
Movimenio dos trens. Em coosequencia dos reparoi feitos na estrada, e por vontura de
maior cuidado e vigilancia, tem sido regular o movimenio dos trens, sendo para alegrar-nos que,
lio fecunda em continuados accidentes, a via ferrea de Olinda nio soffren neohum desastre qjs
ultimos mezes do anno passado.
Receita e despeza. Houve um augmento, na receita do anno proximo passado sobre a do
anno de 1872, de 9:919*855, soffrendo a despeza, que tambeni foi roaior, o excesso do 9:753*172
sobre o refendo anno de 1872.
A receita foi assim dividida por mezes :
Janeiro 3 24:374*000
Fevereiro "18 787*130
Marno .... 17:763*840
Abril.....14:236*140
Maio ..... 12:625*860
Junho .... 12:727*720
Julho.....11:698*833
Agosto .... 12:029*420
Setembro 12:233*32<)
Outubro .... 13:315*810
Novembro 18:972*240
Dezembro 24:216*'20
-194:980*475
\ despeza assim :
.Janeiro . . 10:4"5*021
Fevereiro . . 12:082*683
Marco . . it:646233
Abril . . 12:228*580
Maio . . 9:831*334
Junho . . 8:5io*l62
n Julho . . 11:179*443
Agoslo . . 13:133*620
Setembro . . 12:463*146
Outubro . . 14:415*292
Novembro . . 11:750*013
Dezembro . . 13:824*065
141:541*392
O/ficinas. 0 eugenheiro fiscal depijra que a.estrada no ter.ua um esUbelecimeoto do
olncinas, regularmente montado, servindo para isso 6 em psssimas condicoes a estacao da rua da
Aurora.
Ha apeoa3 um projt etu acerca de offlcinas. "
Trem rodante, a estrada possue o seguinte Irem rodanle .
Locoinotivas.....6
Carros de 1.* classe ... 21
Dilos de 2.' ... 14
Waggons de carga ... 8
Trolleys......2
Cuntinua a ser deticiontc o numero dessas peca*. Irazeudo por isso 08 mtsinos omi>arac a empreza.
0 estado geral do irem rodaule uao e bom. *
Tclegraphos. A compauliia uao deu ainda esccucao ao artigo 49 do regulamento de ii
de outubro de 1872, construindo a linha telegraphica; londo arenas podid-i coraprar parte do
material necessario.'
ESTRADA DEFERROJPPLIMOEIRO.
Em virtude da lei n. 1,115 inodiflquei o contrtftto desla estrada, sob base^ wautajoeas liara
a provincia, como podereis vefilicar devappeufto sob a, -*
Em II do Julho do anno findo t'eveTugar o asseulauianto do primeiro trilho desla estrada,
cujos trabalhos estao paralysados.
Por portaria de 10 de setembro approve! as plantar, apresenladas pelo barao da Soledade,
cessionario da mesma estrada, para construcclo da ponte Je ferro, que deve ligar o povoado de
Santo Araaro ao bairro do Recife
Foi nomeado, por aclo lambem do 10 de setembro, o bacbarcl Pul Jose de Oliveira enge-
nheiro fiscal da mesma estrada
ESTRADA DE FERRO DE riMBAU'BA.
Diversos proprielarios, residentes na freguezia de Timbailba, represeotaraai a esta presi-
deneia contra o ponto de partida desta linha.
Esla consignado na lei provincial n. 1,118 me a estrada ligara a cidads do Goianna a Tun-
baiiba ; aquelles proprielarios pediram, porem, que esso ponto fosse a cidade de Nazareth.
Nenhuma decisao proferi quauto ao objecto dassa represenlaclo, a^uardandi-mo para >ub-
metter o assumpto a vossa csclarecida apreciagao.
Consideiei, toda via, por portaria de 26 de nowmbro ultimo, sem etfeito as piopostas dos
bachareis Miguel de Figueiroa Fans c Gervasio Rodriguos Campello, recobidas para a eonstruecao
da referida Cilrada.
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE A C iltCARL".
Autorisado pela leijproviocial n. 1,113, innovei o conlracto eelebrado com o bacbarcl Bento
Jose da Costa para a faotura de uma estrada, que lirue esta cidade a d i Victoria.
Pelo novo conlracto, que vereis appenso, esta,o coutractaote obrigado a eslaoeleeer uma
linha de ferro desla capital a cidade de Caruarii.
Depende, porem, este meu acto de vossa approvacao.
CARRIS DE FERRO DA flOA-VIAGEM.
Por depender de vossa approvacao, nao teve ainda execucao o contracts eelebrado com
Justioo Jose de Souza Campos para a collocacao de trilhos de transporte da eslacao da Boa
Viagem, da liuba fe rea do S. Francisco, ate a povoacao daquello nome.
ESTRADA DE FERRO DO BEBEDOL'RO.
0 conlracto eelebrado era 22 de novembro do anno de 187J, para a cotistruccao desla eslra-
da, foi modificado nas clausulas 1' e 14*.
Alguns raoradores da villa de Palmarc3 pediram a transferencia da estacao da projectada
estrada de ferro do Bebedouro, da qaal sao cessiouarios William James Lindsey e Joao Pereira do
Araujo Cardoso.
Depois do ouvir a respeito o superinlendente da estrada de ferro do Recife a S. Francisco
o o chefe da reparlicao das obras publicas, alterei, por portaria de 26 de ajrosto do anno ultimo,
aquella clausula.
Em 17 de outubro do refeiiJo anno fiz novas concessoes aos concessionaries desta estrada,
as quaes ficaram depeudenles de vossa approvacao.
No appenso n. as encontrareis.
PROLONGAMENTO DA ESTRADA DE FERRO DO RECIFE A S. FRANCISCO.
Os trabalhos de exploracao para o prolongamenlo desta estrada ate a villa da Boa Visla,
ponto terminavel, indicado ultimamente pelo governo, achara-se concluidos desde o dia 24 de
Janeiro deste anno, como me foi comraunicado pelo engenheiro chefe da commissao exploradora.
Dr. Joao Martins da Silva Coutinho, em 7 do mez ultimo.
EMPREZA LOCOMOTORA.
Segundo consta a esla presidencia, breve chegara da Europa o material necestaria a
realisacao dos trtbalhos dessa erapreza, da qual resulta grande utilidade a provincia.
Por acto de 26 de julho do anno proximo passado appro vei a label la dos precos de trans-
porte das mercadorias conduzidas pelos carros da Locomotora.
Por acto de 27 de dezembro ultimo nomeei para o lugar de fiscal da empreza o engenheiro
Chryssolito Ferreira de Castro Chaves, marcando-lhe a gratiricacao mensal deJ150*000.
Por a;to de 26 de Janeiro findo, e a requerimentp dos centraclantes, concedi licenca- para
esse contracto ser transferido ao Banco Industrial e Mercantil do Rio de Janeiro, aqui represeu-
tado pela flrraa social Teixeira, Chaves & C.
Por portaria de 29 no mesrao mez (icon o contracto transferido a Teixeira, Chaves 4 C,
firma social de que fazem parte o mencionado Bauco, Antonio Angusto Teixeira e Tilo Chaves
Barcellos.
Esta companhia, com quanto esteja desprovida de vapores em condicoes desejaveis de as'aeio,
accomniDJacoes e boa marcha, comtudo vai desempenhando mats ou menos satisfactoriatii'nte as
obrigacdes a que compromelteu-se. *
Pelo contracto eelebrado em 9 de abril de 1872 obrigou-se elia a substituir 0s a ",ua^-
vapores por oulros mais aperfeicoadjs, a proporcao qua aqualles se forem inutilisand'j e JonsU'inc
que o Jagiiarxbe, que ba cerca de um anno seguio para a Europa, afirn de $er an'; concertado,
estara de volta nestes tres mezes, iuteiramente transformado.
0 movimenio de passageiros do porto do Recife ao de Goianna foi o
Passageiros a re. 26
Ditos a proa ... 5
oeguinle
Total
mA
0 movimenio de passageiros, do.Recife a, Taraaud;e Rio Forfflo30 M 0 que segue
JraasaCOlrOS U it. |37
Ditos a pr6a < *i:.
Nao houve carga en ambaa
Total
162
s liahas, e enlre os passageiros noia se mais de um >;..<$ por
Cwiila da privincia.
Em uiiulia oi.iniau ,. >,...
que ella produz-u ?f^eU ''W'riaiir afr.b.vi e^la- linha", visto ser qtusi nullo o beneficio
companhia a ** re<,nziUl^ a suuvrintjlo ou ci.nscivanJo-a, soli a ctmdicao de obrigar-se a
proviqei- ",evar a ,res por me-' numero de suas viagens aos p.-rlos do sua escala ft'ira da
desMia^mo^- 0> ***>da companhia o seu readimento foi de 290:710*713, e a sua
despm de 3M.^,|7i6> ^^^ C0B3eguroleaiente um dt6r>, ^ ^;;^JW0
> __ (Continuar-seka.) ^^^
i^Jtciios da PBKsmBNCiA, no Dt\ 16 ou marco de Manoel Joaquim Machado.Iufonne o Sr. rege
Ri'particao d.k policiu.
2." seccaoS-'cretana de policia de Pernambuco,
17 de marco de 1874.
N. 392. -Ilhn. e Exm. Sr.-Participo a V. Exc.
que hontem foi rdC-dhido k detenca a miuha or
dem, Geraldo, escravo de Man<)el CalJas Barretto,
a requerimenlo deste.
Pjr olScto de lionten. commuoicou-mo o subde-
legailo do t" district') le S. Jose que, pelas qualro
horas da tarde dj dia anterior, Antonio Rufiuo
ferio a Valerio de tal, sendo preso em flagrante ;
que procederi a compelente visloria e proseguira
nos termos do iniiuento.
Em data de 14 do corrente, communicou me o
delegado de SerlnhSem, que, pelas seis e meia ho-
ras da tarde d) dia 12, na povoacao de Santo
Araaro, daqueile larmo, Maria Fraucisca da Coo-
ceigao.juas lilhas Maria c Bellarmina, travando-se
de razoesconi Candida detal esaa filha Josephina,
inulher e Glha de Januario Jose deSant'Anna, e cbe-
gando Januario, sem ser esperado, ao lugar do con
flicto, com seu filho Pauliuo Jose le. Sant'Anna, Beta
que estara arinado com um clavinot.-, ferio m >rtal-
mente a Maria Fraucisca e levemente a Bellarmina,
logrando evadir-se; que sobre semelhante facto pro
cedeu ao competente inquerito e remetleu-o ao Dr.
juiz municipal do lermo.
Deus guardo a V. Exc-Mm.e Exm. Sr. com-
nendador Henrique Pereira de Lucena. digno pre-
sidente da provincia O chefe de policia, 1rfo-
nio Francisco Cirreia de Araujo.
INTERIOR,
I'anilnliit.
11 df. MAiico df. 1873.
Einbarcam para essa capital no Parana, on lo
vai aguardar a pissagem do americano com des-
tino a corU*, o noaso sympathico e distincto ami-
go e correliginnario Exm. Sr. conselheiro Diogo
Velho Cavalcante dc Albui|uerque, sua virtuosa
e digna consorte, e seu apreeiavel cunhado Dr
Constantino Machado CudBw.
' Aproximando-se a abertura do parlamcuto,
* appellidado pelo dever, vai S. Exc. prestar ao
paiz com a illustrario, que ja Possue sua peque-
na, mas franca ceadjavaji).
De visita a stu provincia natal, onde veto bus-
car saiiie para sua Buna, consorte, quo sd acha
va padecendo da series iucommjd.is, foi o rosso
inestimavel amtgo, durante o tempo, que hon-
rou nos com sua esxada aqui, objecto das mais
cordiaes denionsiracoes de sincero apreco, dedi-
cagiio e estiina
S. Exc. o Sr. Dr. Silvino, amigo estremecido
de S. Exc offereceu-Hie em paUcio, na noite de
8 do corrente, uma modosta partida, que foi bm
concortida e animada.
Muito feliz viagem desejaraos-lhes, e que vent
galeinos os It.vein c do seu destino.
A adminislracao de S. Exc. o Sr. Dr. Silvino
Elvidio Carueiro da Cunha, em sna provincia na-
tal, vai sendo eoroada dos tnelhores pjssivcis
resultados.
Ja nao femes a immobilidaJe dos passados
tempos.
Tado iioje indica o complcto movimenio moral
e material da provincia.
Domain de recursos, e de espirito pesquisador,
S. Exc. vai fazendo mu.to ein bem de sua pro
vincia.
Politico sincero. e de familia impoitanle na
provincia, alem de uma clara iut.'lligencia, nin
guem de certo, estava em tao boas condicoes do
melhor governa-la.
Conhecedor a palmo do terreaj em que pisava,
e dos homens de prestigios, de que devia acer-
car-se para sens auxiliares, tem >> fe quo S. Exc.
sabcra de mai^ comprehender o eslado morbido
da provincia, e cura la radical.nente delle.
Muita cousa ja ha feito.
Os empregidos provinciaes, que estavam
alrazados no recbitnento dos sens vencimentos,
ha qualro longos mezes, estao hoje em dia, e nao
obslante a oad i procellosa que amea^a assober-
bar u eslado de linancas da proviniia, devotado
como 6 3. Exc. pelo bom dos p.jbres funcciona-
rios publicos, acreditamos que onvid-ira esforges
afira de que nao venham elles a solfr r de novo
a continuacao dc tao dura privacao.
Ordenado de empregado- publico e alimento, e
sem este uao pole um corpo exaogue trabalhar.
Assumindo S. Exc. a administraeao da pro
vincia em 17 de outubro ultimo, estenieu logo
todas as suas vistas para as suas mais palpi-
tantes necessidades, c nao se fizeram esperar as
sabias providencias, que a respeito tomou, orde-
nando sem penla de tempo a compra na cort e
de parallelipipedos precisos para o proseguimento
do calcainento da rua Duque de Caxias, a prin-
cipal de nossa capital, cujo importaute servico
se achava de ha muito paralysado. em conse-
quencia dc terem os que. pela primeira occasiao
vieram de Pernambuco. chegado somente para
calcar-se ate um pouco alem da thesouraria de
fazenda.
A obra do palacio da presidencia, qua se
acha em andamento, afflrma a pessoa com quern
fora ella contratada, quo ate fins de julho esta.:a
prompt*.
Ameacando ruina o tecto daqueile ejjgficio, o
Sr. Teixeira de Sa, quando president^ ^eil-A pro.
vincia, tiaha em vistas concerta-lo. 'tanju qUe trans
ferio provisoriamente para um S(Jbrado do fiaado
le 12:000*, consignada na lei do or.'araeoto i
te, S. Exc. inspiraado-se em Uo religioso qsao
patriotic^ pensamento, deliberou a nomeacao de
nma coiura ssao que tizesse acquisicao- de doaaH-
vos destinados a semelbaate nobre Cm.
Dj feito ; levaatada a commissao de qne se tra-
ta, e recaliindo ella em pessoai de todo criterio e
conceilo, que foram unanimes em identificar-se ao
it'eiion.." j pensar de S. Exc, procuruu desempe-
nhar a sua missao. -.
Maito lem eila feito, e c de esperar OjCe aioda
o faja.
As classes dos einpregados publicos da seereta-
ria da presiJengia, thesouro p.-vvincial, thesoura-
ria de fazenda, eonsulado, forca de linha, da guar-
da nacional deslacada, de policia. capitania da
port i, etc., etc., tomadas do indescriptivel prazer,
e assoeiando se ao edilicaul.' exemplo, que Ihes
deu S. Exc entregando a commissao mensalinon-
te, emquanto nao se c-.ncluir a obra, trinta mil
rei<, dos seus vencimentos ; oflereceram tamteat-
S. Exc, o seu ubolii corapativel com-seus haver.;$
e com esses donativos, esponlaneamenle offer-
Udos a nossa inclita padroeira Njssa Senhora das
Neves, conta S. Exc. com a quantia mensal em
dinheiro superior a 2:000*u00 para as despezas,
que so forem occorreudo nesse servico.
Sao .ytos de grande valia, e qao entrega quem
>s i.i ,ii-a a pnblica recommendacio-.
Alem da boa esperanca, que se aninha em. nos
sos eoracoes de vermos em breve, devido a ioieia
liva particular de um illustre presideule parahy
bano, restituida a sua aniiga mam U a Sanlissinu
Virgem das Nerea, learn atais a .lupii vuuagem
de vrrmos re^peita-J m as veuerandas ossadas d
nossa nobr> asceodeucia. que p >r alii habitant
confusamente.
Nao fai a malriz somen'.e, que Ciusunilo <>s des-
vellos e txia vontaJe de S. Exc.
A instruccao publica, assumpto dc arande
trans.-endencia e que lem prendido a seria altencao
dcsnossM inais distinctos chefes p.litic.s, por
cuja ditrusao na provincia se empenha S. Exc,
ha de hoje por diante ser melhor dislribuida pela
classe desvallida d n >ssa sociedade, que ands
soaniosa pnr uma pequena gotta de*s<: neetar pre-
cioso.
Nao e Su a earn do rieo, quo carece de lux.
Sobre este ponto S. Exc vai satisfazeodo as be-
notieas s-istas do gtverno imperial
Km objecto de lanta mignitude, c ja tao diluci
dido por grandes illustra-oej do paiz, nao ba
remedio seaito fnrtar por alum tempo a precio-
sa alienca) do leitor, e basta memirar aqui a
divida ingente que contrahio a proviacia de Ma
ranhao com S Exc. a respeito.
Alii fez S Exc. a instruc.ao, por raei de dona-
tivos, o quo ha de util e proveiloso.
No n rte do imperio. o Maranhao a provincia
-'esse rarao do publico servico acha se me-
\-ida de edificios apropriados a escolaa do
jao elles eternos monumentes, qne erigkti |a >i
la provincia em homenagem aos servico*, que Ine
prestou tao distincto adminis'.rad.ir.
Levado por sentimento nao menos n>bre. e esti
mulado pelas gloriosas recordacoes, que d'alli Iron
xe, S. Exc. parece com juslo direito querer dotar
a provincia, berco de seu nascimento, com edificios
iguaes.
Ten lo uma feliz inspira;ao levanton S. Exc. um
brado a distinctos cavalheiros.exorando a sua coad-
jnvae.i para poder levar ao cabo empreza tao
custosa e de grande alcance, no que sendo bem
corresponiido nomeou uma commissai composts
de dignos parahybanos, qua pela sua importance
social e pecuniaria prometle o mais csperaa^>so
resultado.
Corre, como certo, quo no dia 23 do corrente.
tent lugar n assenlamento da primeira pedra da
primairo ediiicio, que vai ter a provincia a ensta
particular.
Dcus abcnjoc os esforcos dos que estio nissj en-
volvidos, e Ities proporcionn os meios de chegar
com pressa ao lenao, quo ilesejam.
Sabamos, que nao so S. Exc, mas lambem lo-
dos quaolos to atiram com dedicacao a Uo oobres
commettimentos teem de expenmentar suas aara-
ras ; entretanto nada hoje ?; emprehende sem sa-
crificio e afanosa lida
Acha-se nesta capital o Sr. Dr. Antonio de
Souza Martins, juiz de direito desta comarca, cujo
exercicio ja assumira, passando o nosso amigo Dr.
Moreira Luna, que interinamente o occupava a
reassumlr o de juiz municipal deste lenno.
De communicacoes do alto sertao, recente-
mente chegadas, sonbe se que a horda de crimi-
nosos qua infesta aqnellas paragons, accommetlera
a cadeia da cidade de Poimal, qne segurava gran-
de numero de presos, sendo a maior parle de gran-
de imporuncia.
S. Exc. logo que teve participacao official de se-
melhante altentado fez seguir imraedialamente pa-
ra alii a companhia de linha no intuito de resta-
belecer a ordem publica e capturar aquelles mp-
leralos.
0 commandante da for^a foi munido das jnve-
ntenles instruccoes para as operace$ que a res-
peito tem de emprehender.
Esperamos ser de grande vantagem essa medi-
da, que encontrou em todos bora acolbimento.
0 Dispertador orgao liberal ainda esta
ferias. .
(Carta particular.)
1874.
Bernardo Jose de Sant'Anna. IndeferiJu.
Jos6 Francisco de Panla Cavaleante de Albu-
querque. -De-se.
Joii.. Lopes Ferreira. -Seja relevado.
. Mana Bornarda de Jesus. luforme o Sr. prove-
dor da Santa Jasa do MiscricorJia.
' dor Interino it gyranasio provincial si esta pre-
enchido o numero dos alumnos gratuitos, quer
inlernoe, quer extemos.
Padre Vieenle de Felipp=s.Pagae-se.
Frei Venanclo Maria de Ferrara.Deferido, com
offlclo desta data a thesouraria de fazenda.
Barao de Marau a residency da presiaeneia.
Esse seu desejo, pore> fji amortei.ido em con-
sequencia de inform- ^ do engenheiro opinando
pelo total arraza.r^nt^ dee) fundad(} segaudo ,
auticia que ^orrja em seu proximo desaba-
raento.
* Ev.c. o Sr. Dr Silvino, por6ra, solicito como
~m' ^e inostrado, logo que aqui aporton, foi pes-
'..alineiite examiiiir aquelle importaute ediiicio, e
deliberou nao a derruba-lo, mas, a coocerta-to, o
que fez or Jen ind j ao engenheiro da provincia a
confec.ao de um oroameulo, do qua! fez re-
messa ao governo imperial, de quem solicitou a
respectiva autorisacao, que lh'a foi concedida sem
demon.
Alem de ser dispendiosa por demais a obra, a
seguir-se a opiniao do completo arrazamento, era
ate uraa iuconveniencia, pois que e o palacio da
presidencia ao lado .do sul do convent) dos Jejni-
tas, um dos edificios que tigura na n;":;Tincia, como
mOSUtnentJhislorw;-) ^ n|j anhguidade.
Por Seiiici ante acto de S. Exc. uao posse dei-
xar de louva lo,
-- A d pa^o da caraara municipal elegante e
bonito ediiicio toca lambem a sua conclusao, para
a qual muito poJerosamente coacorreu os bene
ficos infiuxos de S. Exc.
A da nossa matrix, que ha quatro annos,
senao mais, estava estacionaria e podo se mesm >
dlzer condemnada a n3o reconstrntr-se, obra mag-
fltfica para a qual todos os bons parotiyuaoos de
vem coftifitiifr Jf?v*S C UT"""^1 **U"iotiaino
de a. Exc. o Sr. Dr Silvino Ct?!ii Cuoha, loi
no meio do mais fanalico enlhusiasmo popular
inaugurado o proseguhueato de sua reconsiruc.-ao,
as 5 i-oras da tarde do dia 10 do mez proximo
findo, como se bavia combieado.
Desejando ardentemente S. Exe. eutregarse de
corpo e alma a Uo importaute melhoramento, e
vendo em grande pa> te restringidas as suas me'ho-
res csperancas ; por iso que linha d-. lut.r dc
frente com ;> crise .le liii-n j-.1. pmvm-n, que
PEESAMBUCO.
_.
MITUH I
REVISTA DIARIA.
Assembles pravinclaJ. -Hontem fuac*
cionou com 28 senhores deputados, sob a presi-
dencia do Sr. Dr. Nacimento Pcrtella.
Approvada a acta da sessao antecedtnte, o Sr.
1.* secretario leu o seguinte expedients :
Um offlcio do secretario do governo, remettenda
por copia os docuraenlos concerneotes ao pedido
que faz a Santa Casa de Misericordia do pagamen-
to da quantia de 1916*666, cahida em exercicio*
tindos.A' commissao de orramento provincial.
I ma peticao de Henrique Augusto Milet, ex r-
remaunle de obras publicas, pedma* uraa wueiu-
niacao pelos prejuizos que Ihe causara a thesou-
raria, obrigando-o a acetur, como dinheiro, apoli-
ees que nesse tempo sofTriam um abate ae 40 a 30
0(0. -A' comissao ds orcamento provincial.
Em seguida foi approvado um parecer da cou-
missao de posturas e negocios de camaras, appro-
vando, com um prejecto que mandou se impnrair.
as posturas addicionaes da cainara municipal da
cidade da Vietoria, e bem assim a redaotaa *i
projecto n. 118 de 1870 que deter *iaa W cspa-
eial applicacao para as obras da rwuectiva tgreja,
o prodacto das lolerias concedidas ao convenio ao
Carmo de Goyanna.
Passando a onlem dodia, couUna-u a L* dia-
cussao do projecto n. 69 de 1808, que aufori a a
c-m.-truccfw de uma ponte sobre o rio Ipojuca,
*--^ J <* o Sr. Ratjs e Sdva, fic-.u a discus
sio aJiida^a requerlmento do Sr. \ ieira de lUtfa.
F. seado submettido 4 1." diseus de 1868. que esUbelece na casa de oVtoncio
penitenciaria t crea o lugar de carador det arr-
sos pobres, uinbem ficou adiada a dis -^
haver o Sr. Mello Rego roqueri-1
vi&seommis8esde'' -rf, *a3.
l"Tiiaclo oar? ""**> c,vil *r""t de
.rente com a ewe ,te .,.,-,. nrnvu-n, que) ^^^^l^al^n f^^.^U
it. d..T,,u;uva o nso de au,, ,ar-s, m ?bv*feo! 216 fc flBf ^St& s'jFlLiZimVk
\
\


l
a:
i L' i ..Hi =tt?r
approval da atwnjilra, ra awagfo IW.'-
presidente da provincia pelo director Jn .iffefH^.'..'?.."":

pio pabliea, na forma Ja lei n^MH^i^J^^^f
nao havef^?J*aro para voLir, q S- ,~*T"T"7,
Contini
.of 6 t.*-dtscussao dos pro-
jectos qMj. .^te anB0.
.JIfnndfliv -* ao M"*rlirai. Na
57m>r' --,a dmiisirativa desta eorporapao,
ae awia__,lSi aSt{ noras da tardo, pave scr coutrata-
"*> 0 rornecimenta do generos dfVsliva, carue ver-
,de, assucar, pan ebolaeoa.para os Jifersos estabe-
leciarenlos a sea cargo,' no irimestre de abril a
juuho proximo. E' um fbrnecimento avulu In,
cojo importe 6 pago no Am de cada met a di-
nheire.
ArrcraiiiaioPH ro\n< -iaea. No ilia
86 do correnie ( qainta feira proximal vo a pra-
ca, peranie a juatt.# thesoura'ria provincial : re-
pans da eoberta do gymnasio, avaliados era
578*600 ; reparos da bomba n 3 do 7* lanco da
estrada do sul, orcados era i:(!lij000 ; reparos
a cajiella da casa da dete'acao, avaliados em
4:47850 XI; divert? objeotos dados em consumo
pelo corpp de pplicia; a illuminacao public* ila
cxdade de Goyanua, a razao de 80 reis diarios
cada lainpeio ; e a construcpao de uma bomba
para o povoadu ds Montes. no lugar Levada. or-
catlaem 1:903^000.
FcstivifladcM reiisriosas. Amanhii ce-
Jcbra-se a festividado reiigiosa do patriareha S.
Jose, na igreja de S. Pedro, e na matriz da (re-
gnezia d'Agua I'reta. Na priineira ora o Rvd. Te-
mrstocles Goncalves de Andrade, e na sejiuuda, o
Stvd. Frei August,) da Imraaculada Conoeicao
Alves.
Kferife Itniinan'.-X' ir detiberacan do Sr.
)r. inspector da thesouraria pnMasl.il acaba de
-scr raarcado uu novo prazs de 30 dias, improro-
vW, a contar de II do cerrfmte mek, para os de-
vedores ie cont.s de appafelhos, cncanamenns e
a'lrauidades, pelos^TVieoUa'cbmpanhia Recife Orri
wge, pertencente?- a priineira remsa existente Be
coosuladd provio-ial, e ora devMiinente Kuul ladai
na forma do arocrdo tie 13 de apzembro do anno
pas*ado, pagare.m sous deb'tos; inclhsfve. a quantia
lie JzflnffcOO; ditlerenpa que devia ser paga a com-
pantiia.
Correaur.Pe o Tribunal do Omniercin foi
nnmeado corretor geral denumero d; mssa praca
o Sr. Krancisco Jose de Oliveira llo.liigue-.
AdmiHiHtrnrko do riirn-io. -Coip.era
h.ije'a' fnnccionar a auencia postal da povnat;an de
SaoOO Amaro de Jaboat.io. A aduiini i'i rreio oxpi-dira pira alii liiariamRiiU', a> 8 keras
da manba, n Jtngtim praliibidoN. Ped.vn nOB para eha-
mar a aitmira i do digno coronel sobileiegaio da
fregiiezla" da Rot-Vista para uma casa de tabula-
gem ipie .i-,i!'a i!e Ser esfabelecida na rua da Vu
Cjnde'de Potdtas, com os mfesmos estatuto- e .pes-
-nal da ijne fci Kiiiminwiiti: sipprfinida na rua d
Rosario, (Jepoi* d.rti ti:ia qne d.-mos na s -mana
pa-sada, e em visu das acr-rnJas pTWtidenctas da-
das nor aqoella fitaivionano.
F do correnie. Antonio Rufino (effij a \'al^rio de til,
no 2 dWrtcta d-^ S Jose. F->i preso em Dagraata
Cunftirtu f fcrlmeiKos. Na povd^ejo
ue Sant'Anna, dotermo de Serinh.acm. Maria Fran
ci-ca da Oiaceiea>. as 6 boras di larle te t2 do
corient.', aeoiflpanliada d-> >uas filias Maria e R-rl
larimna, iravou-se de razoe.< com Candida de t I e
a lillia desia, Josepli.na. Attercsvain a vooute
aquellas, ijuandn incMieradanieiiic aopareeeram-
ttiea lanuari'l lo-v de Sant'Anna e s-u lillii Paoli-
hu Jose de mei Anni ; U-pielW mariili de Candida
o ivlo seu lil:o timiii'tn. e irntSd de Josepbina.
PuaRm>, ipie estvra nrniadd b>xd u:n elavimde,
:eve |or insnli.-.i'.a's a mat < i ma, e o d&feclioa,
ferinlo mortalmenie a Maria Kr.mcisca da Cenrei-
5.10, e lev. incut* a .ilh.i ilestit, Uell-irmina. Km
sejojda cvaliose. o iiijuerko pdicial ijue se
>cedin .i rin-jeiti. usva yi ieoiivnieiite diKtinv'
>ovo Muuii;>. -! 1 Sotilh Aauriet ehegon
^ res;>eciiva a^enc^a, rua Priineiro de Sar<,-n n. 9,
rraria franceia, on. it do Jornal Noio Jtftuufo,
I'j- se pabliea em N. \v Y.ik. ti en lu : nsre'Tii-
nw dos Sr. romelhtfiro F. I. M. lloniem de Mello,
a Ur. Lira J. 0. Castro e gravuras represenian-
.] > as tleicffdS em Inf laterr.i, 11m jardhn de L011-
eneo, 0 inagnilico em Flor.-n;a. o gnia in idade
medii, um ente.ro no Cairo, a cheglda do ireiii, e
1 raonumento a mem tria do biapi Joao Roth na
cathedral d Breslla: 0 texto e varfad > e di;n 1
de a;ire;". m
Cuniindi a assignar-se, a razio de 10t'
.iii:u <>^'>oi) p-ir eio ino^c, naajj^neia des
vmci a.
B'roelaiusts. Koram lid is na igreja do Ro-
sario, i| ie serve de matriz da freguezia de Santo
Antonio, no donnngo 15 de marco, os seguin-
t?s:
!.* denunciaoao.
Pedro Faustino Soares, c"m Cordolina Maria
Mareelina.
Manoel Bernardo de Jesus, coin Julia Philomcna
cc Lima.
Leone! Antonio de Sonta, com Anna Senhorinha
de Castro.
Manoel loaquira lldefonso B-'zerra, com Maria
Gerolina de M mra
Emiiio Hypolito Baadeira de Mello, com Cosma
Tereira Je Lyra.
Jeronymo jn-c Telles Junior, com l.onra Duarle
de Azevwlo.
Henrique Luiz 1'eneira l^eal, com 1'raneisca
Amelia It ulrigues.
Silvin 11', idrigaei Cardoso de Barros, com lila-
t,n Maria da Stlva.
2.n ileni:n-i:u;.ao.
Basbarel Candido Alves Mactiado, com (Juiluer-
(uina Bduarda Maciel da Silva.
SU vest re Ca'etan 1 do Monte Bil.eiro. emu RoHna
Maria da Yi-itica >.
Emiliano I'.ynaoi d.i C >f'.a. e-nn Benedict* Ma
ria do Rego liawalcante.
ioau Rodrigues M.iTin-, eon Maria Ferroira da
Costa.
Joio.Bodrigues de Suiza Junior, com Carlota
Augusta ie Miranda Lotao.
Bernardo Antonio da M itta, com Maria Risa da
', !ii,ei',io Moraes.
Carvalbo, com Joa^tiina
Eufi-
Jovinii leixeira de
ioaaga da Conceicao.
Antonio Jos* de Carvalbo, com Francisea
ua de Araujo.
JjsedeSoazaRaposo, com Fdicidade Maria da
* 3.' denunciacao.
Henrique Bernvde^ de Oliveira Junior, com
-uiia da Silva Tigre.
Manoel Lourenco da Silva. com Jacintha Gun-
k Ho de Moracs.
Manoel Felismino de Asorade, cam Dionuia
AmaJia Ferreira.
Bernardino de Senna Maniz, com Amelia
Deoiinda Guedes Alcoforado.
.tfaximiano Felisberto de Araujo, eotn Thereza
do Santos Torres.
Jose Lino de Couto, com Olindioa FeliGisairna
Qirne de Souza.
Bacharei Venancio Augusio Magallias
u)in Joanna Baptista de Kigueiredo.
Lnterta. A mre se aeha a venda e a 9* a
neneficio da igreja da Amparo de Goyanna, oue
corre no dia 20 '
Cf*ta d> delqcio.Movimen.io da casa
de dcten;aD do dia 10 de marco de 187-1 :
Existiam prases 330, ectrou 1, sahjram -j, exis-
tem ozb.
A sSber :
Nacionaes a5J, nmit.eres 7. estrangeiros 28.
ejeravos 3, cscravas t.Total 336.
Aucrenladoa a custa dos cofres pnbJico; 5a9
jMOvimcoto dr.enfermaria m dia 16 de mart* de
t.uua. parda.Penia.n'uuco, a aonos, 0.ia-\jsta ;
.H450M1A JlUSi LlESiL,
riuitt \ti, in hi; 1.v< to
SESSaO.DE. 17 DE MARCO DE i874.
PRESIDENC1A DO EXM. SR. CONSELIIEIRO CAE-
TANO SANTIAGO.
Sewetnrio Dr. Virgiho Coelko.
As lO.horas da man ha, presontes os Srs. des-
embargadores Silva Guimaraes, Luarenco Santia-
go, Almeida Albuquerque, Aecioli, Domingiaes
Silva, Soutd Leao e os joizes de direito Goncalves
Lima e Barros de Lacerdn, fallaado com causa os
Srs. deambargadores Reis e Silva e Freitas Hen-
iffnes, procuraJor da corOa, abrio-se a sessab.
IfeLG.flRO.TO.
Haiieas corpus.
Pacieote Antonio Ribeiro da Cruz. Relator 0
Sr. desembargador Souza Leao.Conced.en-se or
dent para a sessao de 31 do correnie, ouvido o
Dr. jn de direito da coir.arca de Banaueiras.
Recursos crimes.
DePalmcIra d >s Indios. -Rucorrents 0 juizo, re-
corrido Manoel Franciscii Alves. Juizes os Srs.
desembargadore* Aacioli, Souza Leao, Lourenco
Santiago e Almeida Albuquerque. -Iraprocedeat-j.
Aggravo de petifao.
Aggravante Jose Hilario Paea Barreto. Juizes
ns Srs. de-embargadores Acciiii, Souza Lea> e
noiningucs Silva.-Nao se toniou conhecawento
per ter sido apreseniala a iniuuta do aggravo fOra
do prazo legal
Appella^o.-s crimes.
Ds Maceio.Appeilaiite 0 jui:o, appellado Luiz
Henrique do Orago Carvaiba. Improcedeate.
I)j Sobral. Appellante u juizo, appellado Jos6
Antonio Cavalcanli. improeedeute.
Do Buique.Appellante 0 juizo, appellado Jose
Vicente Pirambu.A nova jury.
DeTacaratu. Appellante 0 juizo, appellado
Manauuo triucisco de StfSJo. linprcselente.
Appellai'oes civeis.
Do Recife.Appellante Manoel Zeferino de S;d
les, appellado Bartholomeu & (1 Uesprizarain os
eiubargos.
Da Imperatriz. Appellante 0 ju'zj, appellada 1).
Monica Francisca do Espinto Sauto.-r'Coulirma'la
a senteo;a.
Appellacao commercial.
Appellante Joao Mar jues Fernandes, appellado
Azevedo & Maia. Coniiruia la a sentenc.*.
PASS AG ENS
D1 Sr. desembargador Loureuco Santiago ao
Sr. desembargador Reis e Silva :
Appel a(io civel.
Delpojuca.Appellaute Joaquim da Silva Ccs-
|af appellado Luiz Gomes de Moura.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
AppetUcaa civel.
D'Area.Appellante Antonio Francisco de Sal-
le-* Peaso 1, appellada Thereza Maria de Jesus.
DoSr. desmbargalor Almeida Aloujuerque ao
Sr. desembargador Aecioli:
Appeilacao civel.
Da Forlaleza. AJjneJUante Jose Autonio da S1'-
vaesui muih.r, appelladj llayaiando da Custa
Bravo.
l)< Garanliuns.Appellante Fraocisco Ferreira
do .Nasciniento, appellado tfanod Jose Mendes
Bastos.
Da Atalaya. -Appellaute Jose da Rocha Lins Tu-
edi, appellado Mauoel Jose Fontes Junior.
Ao Sr. desembargador Doiningues Sjlva :
Apyellacao civel.
Dj Recife. Appellante Tasso Irmio, appellado
Joao Vascb Cr.bral.
Do Sr. deseiiibargador Domiogues Sil/a ao Sr.
desembargador Souza Leao ;
AppeUacSes crimes.
Do Ceara merjni. Apyc.'lante-o juizo, appellado
Francisco de Soiiz.i Lius,
De Malta Gran Ie. -Appellante Antonio Firmino
das Sant 's, apiellda ijasticii.
Appellacoes civeis.
Do Recife.Appellante Jose Joaquim Pereira,
api.clladu Ant >mo de ^ouza Rego.
Do Aracaty. Appellante Aquilino Bezerra de
Menezis, app'ellado Jose Cavalcanti de Albnquer-
qu-.
Do Sr. desembargador S iiiza Leao ao Sr. des-
embargador Freitas Henriques :
Appellacao civel
Appellan'e Francisco Simdes da Silva Mafra,
ipellada D. Maria Magdalona Telles dc Vascon-
ellos.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes :
Appellafao crime.
Appellaute Galdiuo Bernardo da Silva, appellada
a justice
Do Sr. desembargador Aecioli ao Sr. desembar
gador Uomingutfs S'lva :
Do jury do Bom Conelho-Appellant 3 Goncalo
Alves Porto, appellada ajusti'/a.
Dj Boiiiti).-Appellante Manoel Chaves Camello
de Luna, appellada a justica.
Diligencia crime.
Ao Sr. desembargador promotor da justica :
Apiellante o juizo, appellado Luiz Ferreira da
Silva ; appellanie 0 juizo, apuollado Agosiinho
Lepes Bezerra ; appellante o juizo, appellado Ma-
noel Nery Teixeira Borba ; appellante 0 juizo, ap-
pellado Francisco Jose da Fonseea ; appellante 0
promotor, appellado Antonio dos Santos Lima ; ap
pellantes Joaquim Alves dc Biito e outros. appel-
lada a justica ; appellante 0 juizo, appellado Jo.-e
Vii-t irino.
Diligencia civel.
Ao Fxm. Sr. desembargador procurador da co-
r6a :
Appellante Soixas Azevi;do & C, appellada a
fazenda nacional.
Assigir.use dia para julgamento dos feitos se-
gnjutes :
AppeUacuea crimes.
1) 1 Ipii. -Appellante Jose Pereira de Souza, ap-
p I! id.i a jiiste.i.
Da Rortaleza. Appellante n juizo, appellado
Francisco Gomes da Silva
JJi t'uique. Appellante 0 juizo, appellado Joao
Vicente Pirambii.
uizo, :,;i:i"llado Jos6
appclla-
jiaric Je r<3fnambuco
^9v-*
Ai> St ilotenlhargador Souza t.^ao
Du Goyanua./ Appellant
juiz", app
hor3 c 1 quart*
teira.18 de Marco do 1874.,,., .k<*jiiiJ! i a/i#
i
Neiva,
''SCO
1*
Ti.vrara liaixa .
T.;omaz Cavalcante de Albuquerque, febrc
Antonii Joaquim Jos.1, -hj Santos, febre.
Tiveiam aha
Joao_Feliciano Pecroira.
E-sjevao Joae de Sant'Anna.
Cemlterio publSco.-Obiiuario do dia 16
de marco :
Clara Pereira d Roeha, hranca, Permmbuco
31 .liinos, solteira, Poco ; variolas,
Dijnizia Maria das Virgens, parda, Pernamhuco
700os viuva, Boa-Vista ; luberculos pulmo-
narea
Joao, pardo, Peroambico, 8 dias, Boa-Vista ;
espasmo,
Vu! .ca, eserava, pivta, Pernambuco, 18 an-
Bo, selteira, Bo.i-Visfii ; variolas.
-'ouceicao.^a^ Pernamba.
yelhice.
**'aambuoo.
**"*
ijlt-iu
Joanna Luziau*
co, 93 abhos, solteira, Bdi
Archtaja Maria do Caru.o, preu,
D> Sobral. -Appellanie o
Antonio Cavalcante.
Da Malta-grande.-Appellaaie o juizo,
da Maria Pastora do Nascimento.
De Paulo Affonso. -Appellante o juizo, appella-
da Tila, conhecida por Clara.
De Inhamuns. Appellate o juizo, appellado
Jcao Felix Correa.
De Villa Bella -Appellante o promotor, appel-
lado Jzidoro, escravo.
De Maceio.- Appellante o juizo, appellado Luiz
if. do Orago Carvalho.
Appeiia:i">e? civeis.
Da Atalaya. Appellante Aotowtio Jose Telles,
a;>pe!!a^o o eapitao Manoel Joaquim Maia.
Appellajao commercial.
Appellee'0 o Dr. Jezuino A. dos .Santos Mello,
appellada a ^im--!r3eao da massa .de Fernando
Stepple da Silva*; -appellantea Oliveira & C, ap-
pellada a adminisi."^'*0 da CoraP3')la 4V seguros
Indemnisadjras
Recarso en. i .
Ao Sr. deseiibargador Silva (,^4f-,ar*('s :
DePaiineira dos loritos.-Hec rre ""^ J1|Z0. r<*'
corrido Felix Leonardo liozerra M1)nt-i.>**r"-
Ao Sr. desembargador Lourenco Sai'ia^*0.',.
Dj Limoeiro. Ri ;orrente -tenente Franc"
Pereira Lagos, recorrido o juiz ,
Ao Sr. desembargador Befe e Silva :
Do Recife.-Recorronte ojuiz.-, re*rridQ Joao
iNareiso de Barros.
AoSr. desembargador Almeida Albuquerque
De Barreiros. Recorrent" o juizo, recorrido \a-
tonio Luiz de Almeida
Ao Sr. d.isembargalcr Ac?ioli :
Da lndependencia. Recorrenie o juizo recor-
rido Luciano D mineo; do Enirito Santo.'
Sr. desembargador D immgu.es Silva :
Do Recifer- iR^rr,V Caryalho; reeorn-io JuVMcio Gcronciv C- A'^ida"
Ao S desembargador S?u:t Lea :
Do Recife. ReColTente n juizo, IC-";::iJi l05o
Ferreira c outn;.
Apnelia^oes crimes.
Ao Sr. desembarg:.d >r Silva GUimar|es:
De Ingazeir..App-Haote.o promotor, appella
do Glemente Jose da >ila ip
AoSr. de-embargador' LourcnpoSanti.-.iro :
JIa T, ^"""Pr-Awellanle o promotor, a
pellido Joio Praneisr l Xavier. .
"tf*se nbifgai.ir Reis e Silva :
f'p'r'Z- Appellante o Jnizu. appellado
Teixeira de Araujo.
desorabargaaW Almeida Albuquerque :
Dc Pedras de Figo. Appellante o juizo, appel-
lados Maaoel Rudngues T&vares e outros.
Ao Sr. desembargador Aecioli :
Pa BaiquajAppellante o juuo, appellado Vic-
tor i AoSr dese bargad ir ,Doainguee Silva:
T-
Da Goyanua./ Appellauta \>
Jo*a '.'edro de/Oliveira.
>Eiieeerott* a sossae, a \
lM\H\ WUiNICIPAL.
SKiSAOiJSXTRAORDINABIA EM iDEMiR-
CO DE 1874. ^ *
"PRESIDF..NNCIA DO Sll. REfiO E ALBCQCKBUUE.
Ao"nirio diit presentes os 8rs. vereadores Ga-
uieiro, Noves, Tiieodoro Silva, Cunha GuiinArales,
Gesario de Mello, e Loyo Junior, abrio-se a 'cs-
s;ao, e foi lida e approvada a acta d>. abtecedante.
Leu-Si5 0?egointe'
KXrKWKNTE.
Umofflcio ilo Exm. presideatc da provineia,
comrmplicando a estft-^amara ejoe havendo name-
ro l..-gal para a abertur* da assemblea provincia),
d5ai*e$nia camara as prwidencias nenessariaa no
seotido de celebrar-se a mitsa votiva do Ibpirtto
Saato Inteirada. s^j
Outro do mesmo, antorisandoa camara muni-
cipal, seguudo o aviso do ministers di agncultura
commercio e obras pnblicas, a pefjTitttlr qtitfueus
liscaes usem de pesos e uiedidas afertdos com pre-
cisao perante a mesma camara, p*a cflgi elles
aferirem os pesos cornmerciaes. Intlirada.
Outro do proveJorinterino da Santa Casa de Mi-
sericordia commnnicando a camara jjnnnicipal a
r&olucao da juota administrativa, de atorar os ter-
renos da propriedade que possue o pajrimonio dos
orphaos uo lugar denominado Tamafiaeira, fre-
giuzia de Ni approvacio da mesma camara..\o fiigeuheiro.
Outro do mesmo, participandoy*esta camara
a dptneacie do mordomo Miguel t\reiianjo Mm-
dell i para fi-calisar a empreza nebre, de con-
fonnidade com o que dispoe o afcntrato por ella
eelebrado coin Ay i Si G. -Inteiaida. /-
Uutro d^. juiz Substitute 4e'rphaos. DV. Jose
Nicolao Toleatinj $z Carvapfo, communicando ha-
ver deixado o exercipio df* cargo, por ter de to-
lijar' asseyto na _as>ejn^l6a provincial. Intei-
rada.
Ontro do 1 supplente da vara de orphaos, Dr.
Joao'Auguslo Jo Rego Barros, eommucando haver
entfadu ein pxefcjejo do mesmo cargo em o dia 3
do correntei-Inteirada.
Outro do subdelegado do 2' distr'iclo da fregue-
zia do S- Jose, commumcando hiavcr enlrado era
dxercieio do dito cargp, Inteirada.
Outre do secretariu d:?sta camara, participando
uao poder comparecer a repartje^o por ter de
presidir a Junta revisora de qualilicacao da fre
guezia de No-sa Senhorada Graca.-Inteirada.
Uutro do procurator, commuuicando que lendo
cbamado a juizo Jose Goncalves Ferreira Cosu,
por infrac^ao de posturas," o advjgado que se
apreseaton em audiencia por parte dj d^to'Iosta,
foi o Dr. Viaona, advogado dos pre os pobres, o
goal e pago pelos cofres desta muaicipaiidade.
Inteirada.
Outro do coatador, comaiunicaijdo acaar-?e es
gotada a verba decretaia no g i. do art I. ia lei
pro.inciil numero I,lift de 18 de junho de 1873.
Inteirada e que se peca autorisacao ao.Exm.
presidente da provincia para se despender mais a
quanlia de cinco contos de reis pcla mesma verba.
Outro do nie-mo, infonnando a peti^oes de
Paulo Tolentino Ne^ramonte e de MartinhoDo
mingos. -Ao advogado.
OuliH do fiscal da freguezia de S. Frei Pedro
Goncalves, remet endo a relacao das multas impos-
Lis por aqnella Hscalisacao, de 23 de fevereiro ul-
timo a 4 do eorrente, na importance de 3i*000.
-ao procurador.
Oulpi do liscal da freguezia de S. Jose, infor-
mando a peticaa de Jeronymo Jose Rodrigues
Chaves. Defeno-se.
Outrn do mesmo, remettendo a relacio das mul-
tas impostas a diversos, na quanlia de iOiOOO.
Ao procurador.
Outro do liscal da freguezia da Bo-Vi$U, com
mumcando que o cano geral de wgoto a rua do
Riachuello acha se co:n um grande rombo, pede
piMvidencias. -Inteirata, e que se o'.fi-ie ao Exm.
presidente da provincia.
Ontro do liscal da f eguozia dos Afcgados, com-
mnnicando que se acha em exerpicio le merabro
presidente do coiiselho d" qua!iBj?cai da guarda
naeional da mesma parochia. Inteirada
Outro do mesmo, commnnicando haver mul'a-
do a Seralim Leiie Pereira, naquantia de liiPOQ
por iufracpao do art. 150 das p'Sluaas de S6 de
junho de 1873, hem conn a Francisco de Ouvei-
ra Sobrinhu e a Mathias Jose da Silva, na impoi
ancia de S0|090 cada um, por infracpao das ar;s.
75 e 9.1 da? mesmas posturas.Ao procurador.
Outro do amanuense Joao Ribeiro Pessoar de
Lacerda, communicando achar so cm exercicio de
membro voeal do conseliio de qualificacav da
guarda nacional da parochia do Nossa Senho/a da
Pa. dos Afogados.Inteirada.
Outro do admiuistrador do cemiterio da fregue-
zia de S. Lon'renco da Malta, remettendo o mappa
dos cnterramentos bavidos no mesmo cemiV' io
no anno proximo iindo. -Ao archivo.
Foi lido o approvado o seguinte parecor :
ii Mercado pubheo.-A convnissao incumkida
do inspeccionar as obras do mercado deS.'Jese,
a quem foi presente a poiicao do arrernatante J>se
Angusto de Araujo, em quo pede a esta caiaira
ir providencias para serem desalojados os eubtdt-
Ion Jo velko edificio paralellos aoaQougu;iqlm
denu) serem retardadas 'is obras por}'jus(i0frle
e onlros abttaculos, tern de informar a asta
camara que ate o presente nenhum oiistaeulo tern
apparecido por parte delta, que lem cumpnpo
com a maior exactidao as condicoes aquese
obrigou, c sim por parte delle mesmo arrematanle,
que lem fallado a todos. como exuberantemeate
por mais de uma vez tem sido de:nonstrado eon a
maior evidencia, que a demora que tem hav.dn
em mudar os arrendatarios da9 cisinhas dopance,
d devida exclusivamcnte ao peticion riQ, que
construindo o telbeiro com accommodacoes pjra
o ar jugue c farinha. deixou em esqnecimfnto o
mercalo da facinha.
Quo a camara cmeorreu para a eonttruccao
desse telheiro com a quantia de 3:000*090. quqn-
do uenhuuia obrigai;ao tinha de fazeressa despe
z:i, porquanto o arrernatante pelo contrato era
obrigado a dar em novemhro do anno passade a
metade do novo mercado prompta. adm de para
elle se passar o velho, e nao ser prejudu'ada a ca-
mara.
Que nao resta duvida quo o pet: sionario nio
gastou nem podia gastar trcs contos de eeh nesse
telheiro ou barragao, que esta a visia'le toduscomo
prova viva da lealdade com que tem sido feitos os
calculus e informacoes do engenheiro d?sla cama-
ra : dos quaes se deprehende que, alem de todas
as exagera;5es de preco, elle nao es:rupulisou de
mencionar um sonhadii reparo de ealcanjeoto por
meio de cjmento hydraulic), quando triogqen vfi
senao cal e essa mesma m3l preparada :
Que a camara tem presente o dislate uo en-
genheiro, orcando cantarias, teiuas, balsSffi e ou
fas cousas mais para um telheiro quedeve du-
rar um anno soraente, para se descolpar da falsa
informacio que deii a esta camara em o de aeo3-
to do anno passado, nae se esquecendo do dito re-
psro de cal.;amento que foi araliado em 203000
por metro quadrado, e que obrigou a esta sama-
ra a dar ao peticionario os 3:0 [iiivacao ;
. *A: visia do que. e a commissao de pareeei
I qne se indetira a peticao do arrernatante, vialo ser
/lie quem tem obrigac.lo de crmstrnir e telheiro
f&zit* commojiis necessarios para a insUllaffia
provit"0*'3 do mercado actual,'para ri qne fa reca
lea a n.'ui S^ueeom gratilicaQbo de 3:il00i00'i, o
io esii "nteiramente do accordo co.n o ultimo
f' -to di mforma ao do engeniieiro, de 6 de
pon"' n'Li' ""' a^im ;
agoslo. a mar q,. rt|]| dizer a Vv Ss ^
Lumpro-.TtP, pu, ,\Um riaf, obra3 (lo D0VO
ce me que o emprt. mu,to |UCra com a cons
t mercado pubheo, qne s -teo que podera exe
truceao do dito trtho-ro,, obafa^os e difflcul
a cutar todo o ednicio sem e.. -.*, deve concor-
a dades, quo elle mesma recochv .$ a- mesmo
t rer com, grande parfe das desno^ ipve-e en
telhiiro, e com elle a Illm.* carnal^ w .
tender.
Pago da camara municipal do Recife em J*
de fevere.ro de 1874.-Dr. Pedro de Athayd, U
*o Afoscozo. -Jose I'edro das Neves.
Outi'? ,la commissau de edilica.ao, acercado
requerimenlo 2? Franeiaco Martins Rapozo.
*ciste na extrcma da rua do csroiielL'.mcnhilgevcrDO imperial
mu eamboa quo nae liie parecu.^Marfcra*}* dfifc4P *lf.s|^t|MJ&#nr*cKlij4 Aaa.'jkini.J ffY^^- Wf*f*":'A |r r',ln
Ufeid- qne mostrater se Teil, M$ltoW&rfe? WalW"Ta wio da c.1:1^1.., SSheJrJ.) **M*'wb evwa.!.. 5;I,, .b.-adoa da
Ka eonserva la Merta, e cuj.V^aml.U ptasw-sa 'd^filie si u.h tnbsouVeiro. 0I'"'". ? ao;nblcs i.rovjndae* t-
jAicamento para 0 servipo da olaria di moneio
nil' Jose Caottiro da.i.lunha, e Ci>a tru p:irte
occupando oterreuo d-siiiujjo pata 0 prolonga-
Tnento da dita rua do GoronerTJaraenha.
A commissao reconheccu igualmente qne par-
te da olaria c duas casjnhas, e uma desUa em
aberto e em concerto, esiad occupando 0 terre.no
da rua projeclada da eamboa das Barreiras; porem
que tanto a olaria como a casiaha nao sao obras
modernas.
. A' vista destes exames, a commissao e de pa-
recer : quo se recommeado ao fiscal da fre-
guezia toda a vigilancia para quo Jose Carneiro
na.. execute reparos nenhuns na parte da olaria
e nas clsinbas queestao siiuadaa na rua projecla-
da ; 2'-qne se exija do mencionado Joss Carnei-
ro da CuUba, que aprescnto os seus titules^ para
se saber das dimensoes e confrontapSes do seu ter-
reno, e esta camara poder tomar as prrividencias
necessarias para a abertura das ruas do Coronel
Lameuba e da Caraboa das Barreiras.
Recife, 18 de fevereiro de 1874.-0 engenheiro,
loao Luiz Victor Lieutier.
Conformamo-nos. Loyo Junior,Joao da Cunha
Soares Guimaraes.Approvada.
0 Sr. vereador Lobo Moscoso apresentju 0 se-
guinte requerimenlo :
Reqneiro que se declare na acta que, nao
.tendo eu assistido a sessao de 23 de (eyereiro do
torrentc anno,' 'por motivo justo, nao concord.)'
com a decii-ao desta camara, que dispenscu a mul-
ta de 10.030*000 a lose Angusto de Araujo, em
que havia elle Incorrido por ter faltado a uma das
principaes condicSes do coatrato que fez com esta
camara para a construcpao do mercado novo, por
me parecer que esta deciiao 6 csiitraria a lei e
exorbitante das atlnbuigoes das camaras munici-
paes, e pOr is-o rocorro para 0 Exm. presideate da
provincia, na forma da lei.
PaeU da tamira municioal do Recife, i de
marco de 1874.Dr. Loobo Moscoso.Approvado,
votaudo contra 0 Sr. vereador Neves, por enten-
der que a camara podia relevar ao arrernatante
da mnlta.
Foram igualmente apresentados os seguintes re-
querimenlos:
I*'Nao se tendo guarlado a cordeacao do lu-
raulo que se esla fazendo no cemiterlo public.) na
rua onde se acha 0 lumnlo do Exm. visconde de
Camaragibe ; requeiro que 0 Sr. engenheiro diri-
ja so ji ao ben iterio para examinar a referida
obra e dar'o seu parecer, afirn de qua esta camara
possa providenciar, como fjr de loi.
Paco da camara municipal do Recife, 4 de
marco de 1874.Jose Pedro das Neves.Appro-
vado".
2" Requeiro que esta illustre camara offl:io ao
Illm. Sr. juiz e mais mesarios da innandade do
Santissimo Sacrarneuto da freguezia de Santo An-
tonio, in sentido de sabjr-se se 0 sacristao da
referida irmandade esla autorisado a receber
quantia alguma a prt-texto de ar.nagio para a
missa votiva do Espirito Santo para abertura da
assemblea provincial
t P..gj da camara municipal do Ivecife, 4 do
marpo de 1874. -Jjse Pedro das Neves. PrejuJi-
cado.
Forara apresentadas as segainles propostas:
14-Proponho para supplente do fiscal da fro-
guezia de Afogados ao Sr. Antonio Joaquim Lopes
de Carvalho.
Paco da camara municipal do Recife, 4 de
marpo de 187-4.Jose Pedro das Neves.Appro-
vado.
2* Proponho para capellao do cemiterio publico
ao padre Vicente Maria Ferrer de Albuquerque.
Paco da camara municipal do Recife, 4 de
marco lie 1874. -Jose Cesario de Mello.Appro-
vado.
Foi exonerado do cargo de liscal suoplente da
freguezia de S. Jose Francis jo de Paula Marinho
Falcao.
0 Sr. presidente desigaoa 0 dia ll do corrente
para drci)meco as sessoes orJin3rias do corrente
anno.
Despaciiaram-se as peticdes : de Alfredo de Al-
buqderque Marlins Pereira, Angusto Ribeiro dos
Santos, Autonio Goncalves de B.rros, Claudinn
Ferreira de Carvalho, Joe Ferreira Costinha, Jo.-e
Maria de Sant'Anna, Jose August) de Araujo, Jose
Lucio Lins e outros, Jose Tneotonio Uomingos &
C, Luiz da Fonceca Oliveira, Marcelmo Primo do
Rosario, Mancel Jose de Souza Couto, Martinho
Domingos, Manoel Ferreira da Cosla e outros, e
Paulo Tolentino de Xegromonte.
E, tendo dado tres boras da tarde, 0 Sr. presi-
dente levantou a sessao,
Eu, Augu>to Genuino de Figuciredo^ official-
maior, servindo de secretario, a escrevj."
Hmoel Joaquim do Reg> AWuquergw, pre-
sident". Jose Harm Freire Gameiro. fose
da Silo 1 Logo Junior.-Theodoro Hachado Freire
Pereira di Silva.-Jose Pedro dis Neves.'-Jose
Cesario de Mello.
3 5 anaosl solteira, S. Jo-e ; abeesso' do figado. He Jieaerrojk -Appellante p. juiao. appellado Fe-
Isabel, parda, Pernambuco, 8 meze9, B6a Vis-1 kx Ju^imaoo Carvalho do Miranda.
A' eommissao de tutS^ff^i Junto com o en-
Senheiro tordcador, para avenguar a queixa
sJ'l. uore.lui*rlmenl-i junto, por 1' rancisco Mar-
tins Rapozo, que pode provideuias para que Jo*6
Carueir.* da Cortfta, n.WODtinue ediiicar uma
caso sol* a 'rua pn^S 1 "Wim *-* *
boa d..s Barreiras, da freguezia da Boa-Vista, as
sim cmno pan 0 mesmo dito Carneiro nao coi
servar linia larga e fu,da levada \m cantbugj, I iti
. |-^. T&mar contas, viyiarsobre a oh'srrvaii..
em parte do terfeno da rua do Coronal Lamciiha, dos coutratoa, auiorisar a directoria a .elebrai: ou-
quo Com as eoiitlnnaS>xcavag5es que faz, arruiua
as ea>as do queix so, e obriga os moraJores a 1 .s
pirar. m os miasmas de uma lama putrida' prem1
dieando assim a sadde dos habitantes e tradliF)
pubi
a Dingio se ao lugar e pneedeu aos exames e
averiguajdes necessariaa, e observou que com ef-
4c(o do poder execulivo.
D.v.iKTO N. .'),533 DE 20 UK FEViCRElho DE 1874.
Approva os e'slatu'os da compinhta de illumhinriia
a gaz da cidaie de G -yantn, em Pernambuco,
t concede Ike auloris"cao pira fnnccionar.
Attendendo ao que in-i requereu a companhia de
illuminacao a gaz da cidade de Goyanna, em Per-
nambuco, e de conformidade com o parecer da
seccio dos negocios do imperio do consefho de es-
tado. Hei por bem approvar os seus estatulos e
fcOnceder-Ihe autorisagao para funccionar.
Jose Fernandes da Costa Pereira Junior, do meu
cnnselho, rcini.-iro e secretario de estado dos ne-
gocios da agncultura, commercio e obras pnblicas,
ajsim o tenha entendido e faca executar. Palacio
do Rio de Janeiro, em 20 do fevereiro de 1874,
33. da 'ndependencia e do imperio
Com a rnbrica do S. M. o Imperaior. Jose Fer-
nandes da Costa Pereira Junior.
IXaliil.iv i>io;io a gai da cidade de Goyun
na.'
Art. I." A companhia de illuminacao a gaz da
cidade de Goyanna, que assim denom nar-se-ha,
tera sna sede na mesma cidale de Goyanna, da
provincia de Pernombuco. Seu lim e o servigo in-
dicado em sna denominacao.
Art 2." 0 capital da companhia sera de.....
130:0005000, divididos em -l,00i) accdes dn 30*000
cada uma.
Art. 3." E' accionista da companhia qualquer
pessoa on associagao que possuir uma ou mais de
snas a'ccSes'. as quaes poderao Ser transfcridas na
forma de lei.
Art. i. 0 valor das acpees subseriptus sera rea-
lised a razao de 10 ii|0, tendo lugar a priineira
entrada 30 dias depots de insiallada a companhia,
e as defnais nas epoeas que foram determinadas
pela directoria, havendo sempre entre as cbaraa-
das nm intervallo pelo mcnoi de ."0 dia. Os ac-
cionistas sao responsaveis pelo valor das acpoes
qm subscreverem.
Art 3.' Todo accionista tem o direito de votar
na assemblea geral, con'fando-se um voto por cada
10 aceoes, at6 10 votos que sera o maxima.
Art. 6.* A assemblea geral da companhia se
compoe dos seus accionistas p r si ou'por seus
proenradores na forma da lei e coasiderar-se na
legalmente constituid3 para deliberar ach3ndo-se
presentes accionistas que ligurem metade do capi-
tal realisado.
Paragrapho unico. Nao se reunindo numero de
accionistas em qualquer sessao da assemblea ge-
ral regularmente convocada, far se-ha nova cdn-
voeacu; e suas decisdes com os accionistas entai
presentes obrigar.id a toda companhia.
Art. 7.* A assemblea geral deveri ordinaria
mente reunir-ge t^dos os annos no mez de Janeiro,
e extraordinariamente podera rennir-se sempre
que a directoria julgar cunvenioute convoca la, ou
accionistas que representem uma quarta parte do
capital da companhia.
Art. 8. A primeira reuniao da assemblea geral
afim de inslallar se a companhia tera lugar den
tro do 30 dias, depois de fmbficados nesfa provia-
<">* os presentes estatutos approvados pelo governo
-ial.
imob "^cacao dos accionistas para qualquer
Aeon* mblea geral sera feita por annun-
reuniao de as5. ';ltS- ,f ***** '*? 3"yan-
cms publicados no, n* 'laeapital pelo raenos
na, se os liouverem e .. vmarcado para a so
10 dias antes daquelle que -.
bre^ureup. M, ^ ^ ;
t.,L- fcle?"r 1 president -*. 3 directorat eu
ftm?c|Poar?|M' vm suas tesso^, 4^ aervit todos
inembros de commiajjo fiscal, deveuu
piiloiimpo de iflU< apjis.
Ml. M. A' directoria rmpWe
1." Fazci- execular os coatratosda c.impan'.ia,
resolver todps os sous negocioi. jefftctuar recebi-
mentos e pagamentos, uomear c demiitir os em-
piegados, dar execucao a todas as obras da e;n
preza.
2. Assignar as acroes da companhia, marc.ir
diviiemlose represenlar flnalmoqle a companhia
perante j goverao provincial e geral e tritmnaes
do pais ou fora delle.
3 Apresentar um relatorio annual a assem-
blea geral dos accionistas no mez de Janeiro, o
qual relatorio devera ser aompanhado do resp-c-
tivo balanco.
S 4." Contrahir sob condicoes que repntar van-
tajosas, qualquer empresiimo ate o valor das ac-
eoes por emittir ou entradas a realisar.
_ Art. J2. A direcioria reunir-se ha sempre que
for necessario tratar dos interesses da companhia,
lavrando-se ac(3s das respectivas sessoes. Na fal-
ta de qualquer um dos direclores servira o imme-
diato em votos.
Art. 13. A' commissao fiscal compete:
Paragrapho unico Examinar escrupulosamente
a escripiaragao dos livros da compauhia e docu
mentos que Ihe serao franqueados com todos os
esclarecimeutjs necessarios, dando seu parecer a
tempo de poder ser apresentado, e junto ao rela-
torio na epoca raarcada no 3. do art It.
"" Art.'if. Dos lucros liquidos de oda anno so de-
duzira 10 0(0 para fundo de reserve, e do restante
se fara dividendo pelos accionistas nos mezes de
fevereiro e agosto.
N.1o se fara porem dividend) emquanto o capi-
tal desfalcado em virtuie de perdas nio for into-
gralmente restabelecido. 0 fundo de reserva e
especialmente destinad) a fazer face as perdas do
capital on para substitui-lo.
Art. 13. No acto da djssoliipao da companhia,
o (undo de. re>erva que houvtr sera accnmulado
ao capital e dividi lo proporcionalmente pelos ac-
cionistas exislentes.
Ait. 16 A companhia podera ser dissolvida an-
tes do prazo da sua duracao nos case s marcados
no codigo commercial do imperio.
Art. 17. Quanio o fundo de reserva chegar ao
valor de um tereo do capital realisado da compa
iihia, cessara a dedoqcao para este fim estabelecida
no art. 14, e essa imporUnia pjdera ser logo'quc
comece a deduecao, empregada em apolices da di
vida publica, ou em snas proprias acpSes.
Art. 18 A companhia durara o tempo lixado no
contrato eelebrado cm 11 de fevereiro do correnie
anno, com o governo da pmvin ria, e approvado
pela lei provincial n 1,086 de 2> de abril deste
mesmo anno.
Art. 10. 0 emjirtzario JustioO ''>'' de Souza
Campos cedera a companhia, logo que esta for ins-
taljada, os direitos e pnvilcgi.s quo Obteve pur seu
contrato referrdo no artgo an'.ecedente; e por
esa eetsaO recebera a quantia qne for delinili
vamente ajusiada entre elle e a directoria, servin-
do de base para eessao ou venda do privilegio, o
prec'o de iguaes transferencias de contratos reali-
sado? nesta provincia.
Art. 2.). Os sabscriptores de aecSes abaixo as-
signadoa aceitam os presentes estatutos, e nutori-
sam ao emprezario Justmo Jos6 de Santa Campos
a requerer a sua approvapao, aceitandd as altera-
gSi.'s que furem fc-itas pelo governo imperial.
Cidade de G>vann'a na provincia ie Pernambu-
co. 18 de junho" de 1873.
(Seguem-se as assignatnras dos acciodistas )
POLITICA
RKCIFK, t8 OF. MARCO DE 1874.
0.< redactore da Provincia, lieis a promessa de
aaalysar a adminislrac.i' do Sr. Pere;ra at Luce
na, peK) relatorio li Io na assemblea provincial, co
mecam hoie, 14 de mar; >, esse offegante trabalho.
Dizeraos offocante, por pn; es-es redactores, na
rigorosa analyse, que prepa-'am .." > dexarSo pe-
dra sobre pedra ; 6 empreza de alto eothurno, qne
so po.le ser sohracada p>!o mais ilwstr.ido e cons-
picuo daquelles rrfdactorej, e a enja mestria foi
de preferencia cohfiada.
Procuraremos acpmpanhar como nos for possi-
vel esse liriportantissimo trabalho.
Comfcando pelo deficit, resultante entre a recei-
ta e a despeza, diz n ariiculista do relatorio que e
probosiio seu'cliamar a atfeocaq publica para o
triste estado fin'anceiro da provincia e para uma
medida inulil. bdiosa e ate purfida que alii se pro-
poe, afim de fa?er face ad deficit; como' porem o
o nobre ariiculista nio se occupa hoje dessa me-
did i perfida e' inulil, rc*ervamo nos para outra
v.i, quanio isso Ihe aprunver.
S. Exc. e logo ceosurado por tor solicitalo da
assemblea medidas francase elticazes, par\ o equi-
libria da receita com a despeza, o que para elles
prorincinnos reduz-se a uma VI esperanca I
De modo qne a assemblea nao pole shggenr ou
realisar me lida a'fgiima proveitosa e clficaz; e as
que lembra e indica o presidente em seu relatorio,
umas sao de resultado ridir.ulo, ou.ras alem de
inuleis, odiosas.
Nao serao os meios propostos pela presidencia
quo nao de salvar-nos
Ora, e nem os depntados podem sujrgerir meios
de salvagap puhlier, e os que o Sr. Lncena sug-
gere sao ridicutos. e 'inuleis, que -u nos trazem
tit esperaw.a, que vantagem ou utihdade a;ham
os provinci'inos em stigm'atisar a priori todas as
medidas lembradas e por lerabrar do presidente e
da assemblea, se elles. que sSo os pilotos experi-
mentaflos, nao inuTcam outros elfiiazes para ;al-
varmqs a barca quasi naufragi desta nossa im-
portanCssima provincia ?
E logo respjndem-nos, como na qneslsb do bis
po ; dai-nos o poder, quo tudo salvaremoe pela
hberdade e so para a liberdade ; mas rcplicambs
no<": o poder nao e consa que posa:nos dar a
ninguem de m|o beijada e DOS o recebemos depois
de Bern peh'osa coaquista. Conquistai o paw vos
oulros, por vossa vez.
A verdaile de tudo islo porem 6 que esses nos
sos collegas, em vez de eonqnistarem o poder, mais
se distanciam delle sendo tal o seu patriotism^
que preferem ver eahir a provin:ia em iim abys
moa desviaremn'a delle median'.e a aaclissima
condipao de nos revelarem o remedio que so elles
descobriram e o trazem reservado no mais pro-
fundo mysterio !
Assim e o sen pilriotismo e assim conlmuari a
erl
Como qucr quo seja a venlade attestada pelos
prooiaciaii'-s ej\ac : f os nossos vastos recursos
nio ni^s seryirao para desviarnos do abysmo de
uma divida passiva de cinco mil contos, grande
parte da qual veace juros
Depois desse cruel vaiicinio dos mxhos da Pro-
cincia, quo so so empreiram em piar tristes agon-
ros, alii vein assignalada a causa de nossa infulici-
dade em ter sido a administrarao da provincia -
cntregue exclusivamente a um'partido que dispu
nha absolutamenje de tudo.
Alnda mais!
Se os partidos entre nos nao fossem a ma peca
inti-irica, forjada na eoflc e imp'oSva a' provincia*,
e s; a's assembeas'provineiaes reprsieptassefn re.al-
mente a provincia...
Ora, ja veraos pelo. acima transerinto que nao
temos por diante de nos geute, com quem nos ar-
recoiemos de combater, se nos 4 liiito av'jUar pela
singular e extravagante douiriaa, qne a hi li:a ex-
pendida, dos nossos inconsiderado? adversarios.
Como entendeis, mestres da Provinc.u, que pos-
sa ser entregue a admioislracau lie u.na provincia
a mais de iim partilo exclusivamoute o que entre
elles'so partilhe por igual a mesma'adrhimstracSe
llorribile d{ctu I
Agora fleamos sabendo tain'oem que os. partidos
sao forjados na corte e impostos as provin;ias.
So uma tal ffivehcao fnsSl>. verirtica, certaraente
que. um anaYheoia cruel ehvqlyerla iouo:. os parti-
dos conservado/ e liberal .
Muil.i razao tem .s lid.i p.ira atflrmar qne esse1
liberaes ajicaniiiieirqs da Vrovjncia estao sempre
disp'ostosa' pahifnarein coinnosco a respousaDiliaa-
He de todos os maos feicm do pas h5o queaVm, '/Vor m ido alg'ura, & tlcaren> isoladi.s
na autoria do quautos males publicos torn infli-
gido ao paiz a sua abastarrtada e oraiaisa politica.
Terrivel otistinapaq de attri.' uirem a Deusaquil-
|o que so perience a Cesat 1
Na politics, como no cquitnercioj cPmo n dnr'pfova
,._mente con-
aurm;
e
.-a subi
public*
m ii,i:V>, as mms a i oxiirossa. a mais wxacta pHsivrl d> sanYajw
dos cidal m-.
Esse forjadur de parlidos i a vossa febre, a
vosso duendc ou o vosso lirismo, como 6 o fallad >
poder pessoal e o poder absolute qua esiais a
irazer iulispensavehnente a bail* das nessas dis
cussues.
t Os povos livres nos dizera que pirlidos
dominam i>xciusivaineuie, sem couleitt^ao
pariidos ad versos, podem ser tudo, raenos ec.n-
micos.
Tivesseraos tido governos e ass-mbleas pro
vinciaes livremente eleitas, fosse a opposicao sem-
pre ouvida, e nos teriamos tido governos >. assem
Ideas ecouomicas, que nao podessem trocar o ne-
cessario pelo superfluo.
Nada ha, com effcilo, mais claro e mais termi-
nanle da que essa explicita e alias generosa con-
fissao dos libciaeui pi ovincianos quauto a forja de
seu partido na corte, d.- seus governos nas provin-
cias e de suas ascmbleas que nao as represeotam
rcalmente I
0 que conliuuaremas a supplicar a e>scs nosst-s
confrades de redacciio c que nao pi 1 oiguem
martyrio da palria e se diguem de commoaicar
nos pelo bem da humanidadf, o nov> elixir, re*
ilesiiuam a cura dos nossos males publicos.
Aguardamos oulro trecho do Mat >no dap-,
sidencia, quo eslais examinando.
Deus vos favored e vos illumine.
1
U8LSCAC0FS FE0I96
Mto.cummum, a conflsiay, senit.) prod
" coiitra terceirb, prova perfcjtam
j aurma- '-'inuuente
tempo, uma peca Intel-
tros, modiffcar coodijoes e tornar finalmenta t"da
e qualquer medida a bem dos interesses da com
panhia. .
3._ Resolver a venda de toda ou parto da em-
preza se assim julgar couveoiente.
4. Alterar ou reforraar os presentes estatutos
on parte dalles com dependencia da approvacao do
^?oral tem sido de todo u
nad na eor|8 "'P sta f R?Wf;'
-*M. aeLit*. .-o.o.direito la spyh
.Qn^utoa... ~*mio, quaijaV-,,,,.
cacao do mesmo -
-- ouvirdes
I Hia rmpoHia ao Juiz municipal dc
< a 1111)110, Jose de Cart alhu eaai
llabituados a nccupar a nossa atn-uia'i c on eva-
sas serias e que sos nos podem tr.-.zer alem tie A3
proveito real, eerta sauVfacao intima.
Inclinados por natureza e educacao a desr.it
sar todas as futilidades, quer ellas tragam conla
consequeiues u Uispercitao de ns.-i- esfiirces.
nuer ellas nao merepam a minima errnparac nosso labor, por serem mere recreio de natures
levianas e ociosas.
Nuuci e nem de leve afafoa-nos u eseMta a
idea de occuparmo nos um in>lante reaief com
a pessoa do Sr. Dr. Cesar e nem tao pottoo ci-m o
seus actos, a que sempre votamos pr.dundo d^-
preso, por serem cousas estas muito puens.
Tal passavamos os nossos dias, silen -iosain :.
trabalhando a nossa intHligencia com o estudo ov
altos misteres ein que esla o homem emaakbada
seriamenie no seio da sociedade.
Quando win nos pertcrliar desu dote pat
amontoado de in munJ:c.'a- stdire nos laopa-ias v-
leritamente, por um homem, ejM p r bum* tas
graya ve>le a toga de juiz e que nao sabe sostec-
la-la na altura devida.
Nao sorpreaden nos a linfoarem rm anies a g>
ria e n eslylo chocarreiro daqudie naiisrabuno.
artrfaclo, precipitado monstrooso da nicniira da
calumnia, repereuasio a mais viva de uma &.*
paixSo pequena e lia.xa, qne so pode i-neoulr-r
o.u.ilificacao basiante adapuda na ternrinui-"f -
dos aleonces e das saturnaes.
Nfio DOS snrprcndeu, disseraos no, porimejja ti-
nhamos uma amostra do Sr. Or (>sar. nos boo
cos, mas ioglorios dias, que aqni se demoron n--
ta villa de Cahrobo.
0 que sorprendeii-nos sobre medo e eiK-heii-iK-
de estupefactacao, fni csl? spnhor, seni a meo^r
reflex.ao, dommado de nma cega e estranlu p.
xao, dar-nos a palernidade de alheias produced*!
inconsideradamente se fazer echo pela impren^a c-
calumnias e intrigas .ia baixa plebe, tecidas a esrr.
sem criterio e se'm uma tintnra seqner de ve>
similhanca.
Se amesminhanto a ponto de olvidar em p.n-
cos minntos as bellas licoes de prudenria e sat*
doria, qne bebera nos dilatados ann<4 dc stii
rocinio aeailemieo em comrouohao do ijue ha it
mais sublime e nobre nos annaes da hnmanils -.
Na & nvivencia da in .cidade, qne c luz e exp; r-
ze flares e da velhiee, que e sabedoria e prod..)
fructos.
Qne importa 0 honem quiz a todo transe .-
Ihar a nossa estatnra pelo s Knginou-se, Sr. Dr. Cesar, nos nao veetfw
pelle do lobo da Fabula que 0 cobre.
Como ete senhor sahira daqui com suas bwls
iniencfies a nosso rcspeit", de prompto empres-
ta-nos sentunentos que Ihe sao proprios, attr
buindo-nos a autoria do um anonymo, quanc1.
alias sobra-n)s coragem para dizer Ihe a ve^Lw',
sem rebugo.
Na verdade muita gana tinha o Sr. Dr. Gesar
em deprimir-nos, porqne na sua precipitapao ca-
da poupoa para pAfem carapanha oa seus sin.--
tros intent os e. sombri >? designios.
E' certaraente digno de lastima o Sr. Dr. G--.su
P.ira imprimir n seu tmbroglin. nem ao men-
soube apresenta-lo sob uma forma decente e &*.
corosa.
Tao p.dire c nd de modestia c -legaueia e Ue
knpndjeo.
E' que quando n espirito do homem tem tad-
do iro aliimo degr.io da abjeccio. a animalidad"
impera em todo o seu organism e a be.*u trar--
pareeo nas sua? raeaores lepta.
Feitas estas considerapdes, cnlremw com in ;i-
ti repugnancia, emhora, no tremelal era que n'i-
collocou o Sr. Dr. Ce*ar. E, inuilo apezar no-
so, leamascaremos o impostor.
Somos a isto corapellidos pela violencia da kg-
gre-sao com que fomos atacadus era nossot brios.
laimeiemos. Nunca fotn.is desaffecios gratui-
los do Sr. Cesar, e nem praticamos acto al^nra.
ijuer publico, quer particular, que mdutissa >
senhor e nem a qualquer pessoa a crerem que nl
eramos.
Senao que nos c ntrarie com facto?. A .;. i,-
irario com cerleza poderacs afflnnar qut Sr. Dr.
Cesar ii que foi nosso de-affecto gratu.to, com*
provo era mais de urn facto publico qne pra lie i.
despresando os particular's.
Ei Ins : Ten to r.s dado uma denuncia cootri
certo individuo per crime de ferimentos loves, se i-
d o reo preso era flagrante, baseamo la toda
bre o inquerito policial a que se procedeu.
Quaado chegamos a parte da d-nuueia em qj"
linfiamos de referir os nomes das icstemuun.-.<.
dissemos que apresentavamos as mesmas do .::-
querito, porjue outras nao haviam.
Diga-nos o illustrad) publico se nma dennr.,\a
com esta forma esla ou nao cjinpeteLtemenle i; -
truida.
Pois uem, o Sr. Dr. Cesar entendeu em seus ;a-
prichos que ella nao esta ra con venienieraente pre*
para la, e remelte-nos, mandando one cumpri-s- -
mos com o disposto no 5 5' do art. 79 do codico
do proce;so. Nos que eotendem is ter cumprioo
pxactaracnte o nosso dever, mas canhecead.i
intencao do Sr. Dr. Cesar, olterecemos um addi:i-
menio a denuncia, puco mais ou rneno* nes.-<
termos : A promotoria publica tendo conscien: .
de ter eumprido lielmenle a lei, mas nio qneren
do disto fazer cabedal, afim de nao eulorpecer a
marcha do processo e nera projudicar a )U*U; -
publica, vein offerecer a presente peticao de ad-
oitament) a denuncia, e:-., etc.
Tanto foi bastanle para que o Dr. Cesursci
mais reflexao eso par.i desabafar a sua naixa-i
redigisse nm despacho iii-ultinte, gr.isseiro, an' -
juridico, cobriudo nos d'- baldoes.
Passado.5 alguns dias fi/em is ao mesmo sanSa-
dp juiz u.na i.eticao nedicdo por cerUdio a cop.'a
do dito despacho para (ir''cedo. mes contra elle
Novos destemperos do Dr. t^jsar.
Mandanda nos saler sa a peticao eclava deapa-
cha Ja, tiven\os uma reapwsta do dito senhor. qa
so muita h\ Jrophobia poderia a.sauha lj laoto.
ManJa-uos dizer que nao nos tizes-emos de ec-
ru que tinha dez dias pa a respond r. A Lidos
esdes ados de violencia do Dr. Cigar so oppoza-
mos uma re'sistencia pacilka, acotrselha.iU.pu
prp lencia.
CabiMido-nos, porem, a grande sajt^facao
ve los geralmeute reprovados c desprcsados p-;la
opiniio dos horaens de bem.
Vend.) o Dr. Gesar frustrados os seu plan -
por esse lado, a vita Je nossa longauimidade, ata-
ca-nos por ontro lado. mic-Jando prouder ao nos-
so criaJo. E, "oiiado I vai offerocer iimwcrutaao
delegado sem saber quo o digno delegado nao Ine
conhecia a competcucia para recrolar.
EBtao, Sr. C-sar, somo nos seus dcsallecio gf.a
tuito ou ii senhor que e nosso f
Nao na duvida, o homem i.iapu a_sj fjwes^n-
lar 0 uan.'.l do Cavalhelio da 1 >'< Figttf% o\t-
rce de Qf>names 1
Quando responder-nos, Sr. Dr. Cjffar, nio tale
de elu-ilar bem estes pootos e daditirf.nos jBf.
que pretendia vir a nossa cast dar-'pos uma surra
ri bmTite como propalou nesta viua']T
Piqna scieuja que sempre despr^sanjos as
oravatas, Sr. d..Ot..r I
C mtinuand i no seu e ton teamen
- *5i. d utur com o epilbelo de all
C"-- '"nos actbs do Dr. j*
igual, re.elacao. u- da dlf
A rama coasa quauto a* Jjjwmolea* provin- ral e ref .re .,_
ciaes, que assfVerais nao rapresenlarem real- j couiarea e do actual ur. JM_,
mente a provincia, I cury em referenda ta.
i


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A


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ji



tt&o de&^ M^-J&i^ *h-
''


ssmbpww**
i_.jrt a rawokqter ani-
itfa'do por*na) estarmos
offensiva
Masnio
oiia severid
Qttaal RjualTlicacao do Dr. jail de direito do
OurJcury, sa.oSr. Dr. Cesar nao eaivesse *.om a
memoria eseurecida pela paixao, haveria de lera-
brar-se que por occasiSo de um j an tar dado era
casa deste magistrado na villa do Salgueiro, para
flzera um* saodo por deraais lisongeira, tecendo-
nos efoglos, quica muito aelma de nosso mereci-
raento pessoal, fazendo deste modo uraa retrata-
^ao do que levianamentc havia prorerido sobre
nossa pesoa.
Posteriormente quando aqui csteve no jury 4e
CaDrobo, onde o tivemos a nossa frente em'tres
causa* que defendeu, ao voltar para o Salgueiro,
taes encomios nos prodigalisou, que de todo se
apagou o seu juizo anterior.
Mas nenhuraa, nern outra cousa, Sr. Dr. Cesar,
alterou a cunsciencia, que temOs do que somos.
Nao ficatnos enfattiados com um, assim como nio
ficamos amuados com oulro.
Quando mestno o que fica dito, nao seja snffi-
ciente, Sr. Dr. Cesar, aprenda que neio rauodo
nos eatamos sujeilos a muitas injustices e violen-
eias de nossos semelbantes.
Por exemplo, nos fomos vicumas aqui de9tas in-
jusucas da parte daquelles senhorei e de outras
injusticas e violcncias da parte do Sr. Dr. Cesar.
0 Sr. doutor tambem ja foi victima. E o que
e de notar de um tnHrumetUo avtltante quando
foi dosfeiteado publicamente na villa do Pilaroom
o rkicote na cara em ratio dos seus desvarios.
Alem diat.) alguem dalli escrevera para aqui,
aconselhando que se tivesse rauita prceaucao
com o doator, que gostava de jogar as cabecadas,
sto e, era um pouce pancada ; palavras ten-
uajes.
Entao, Sr. Dr. Cesar, quem e o tido e havido
por alienado ? Somos nos de quem o Sr. Cesar
nio apresenta um facto signiflcalivo, ou Sr. Cesar,
que antes de vir para Cabrobo ja gozava destes
foros ? Respouda-nos senhor.
Ah Cesar, Cesar, quce te foment ui cepit..
Conlinuenios na nossa improba tarefa. Leve-
mos a nossa cruz ao Calvario.
Finalmente enxotemos o Sr. Cesar do capitolio,
onde sorrateiro e intruso se insinuara e o rele-
guemos para a Rorha Tarpeia, que e seu lugar de
honra.
Diz o Sr. Cesar que nose que sonios patoteiro,
por termcs cobrado taxa pela matricula dos ioge-
nuos e fazermos mappa por dinheiro.
A primeira proposicao e tao falsa e calumniosa,
que basla nos dizer ao Sr. Cesar que ca o espera-
nios para sobre isto ajustarmos as nossas coatas
perante o tribunal competente.
Quanto a ultima, porem, e uma aceusa$ao tao
nescia, que nio merece resposta. Mas vamos
da-la para que nada fique era pe" do que avancnu
este sen h or.
Nao sci era que possa ser desairoso para alguem
receber paga por um trabalho seu e que a lei nao
lha prohibe quo o faca. So este senhor Cesar tern
arie para descobrir met de pdo.
Falla ain la o Sr. Cesar do producto das matricu-
las, dizendo que taes cousas ikemos, que quan-
do o capital Washington Union :>nta do crapre
go, nao quizera receber o dinheiro das matriculas
por se aehar desfalcado. 0 Sr. capitio seria muilo
incapaz de dizer semelhanle cousa, Sr. Cesar, por-
que tal nao houve. E' eta uma das muitas falsi-
dades, de que se fez echo o Sr Cesar, a qual so
poderiamos resoonder se tivessemos a mao calca
da com uma manoplade ferro.
Chama nos o Sr. Cesar de patoteiros pelo que
lica dito.
Agora veja o publico e qualifique o quo vamos
apontar do Sr. Ce-ar.
0 Sr. Cesar aqui esteve tres ui ^ze; iucompletos.
E duraate este pouco tempo gannou um cooto de
reis, como e publico e elle proprio coufessara.
Todo este dinheiro ganiiou elle em tomadas de
conta de alguns tutores c n'uma medicao de terra
na freguezia Ca Leopoldraa, unicos tra'balhos que
aqui teve como juiz. /s'
Perguniamos : pois so essas puucas loraadas de
conta lhe poderiam render tanto a serem as custa3
dovidamente cobradas I .Nao o cremos. T?nto
mais quanto pur mais de uma vez fura chamado a
trdem pelo digno Dr. juiz de direito, como cons-
tara dos autos. E uma dellas por tcr o Sr. Cusar
chamado a prestacSes Je contas lutores legitimos
^ue estavam den;ro do gozo da lei, por nao ter-se
ei;pirado o prazo d'ella.
Portanto, d'onde proveio-lhe tao gordos pro-
ventos ?
Dictnl Paduant.
Patoteiro, Sr. Cesar, 6 alem de ludo aquelle que
inJo ofticiaes de j a-lira as suas ordens cob.o
criados de pe de escada promptos para qualquer
mandado ?eu, para escovar-lae as b'ltas, para
irem a feira e a venda, nunca receberam das maos
Jo Sr. Cesar urn r'a! que fosse. Apenas tendo
um deiles recebido como recompense do seus ser-
vijos a seu amo uma demissr.n acintosa, pnrque
diiia o Sr. Ce-ar (attenda o publico) este olfliial
lhe furtara uns charutos da algibelra de seu pa-
letot e livera o atrevimento de b;ber um puc i
da branjninha do sua garrafinba. isto mesmo
foi publicado pelo Sr. Cesar. Nao phantasiamos.
Kstes c outros factos sao do dominio do publi-
co desta comarca.
Agora diga nos Sr. Cesar :
Quando, em que diaa e em quaes autos consta
que o siiihor nos chamara nunca ao curaprimento
de nossos devores de erapregado publi:o, a nao ser
aquelle grosseiro despach >, de que acima tallamos,
auto juridico, insultaote e grosseiro, padrao de
jlerna ve gonha do Sr. Cesar 't
Nao noi consta lal cousa. E* um dote peculiar
da Sr Cesar adulterar os factos.
Attenda o publico para o que vamos relatar e
veja se nao foi o >r Cesar quem mereceu uma
ticao nossa, d'wude proveio a eotranhado o.lio que
las i senhor n >s devota.
I'assou o Sr. Cesar, a reqnerimeato do tenente
Agra, uma provisSti de tatella de um im-nor quo
vivja em companhia do certa mulher, que adopta-
ra-e como lilho.
Acontecendo que era certo dia pajsasse o in-'iii-
no pela porta da referitla mulher, esta sahe-lno ao
encuntro e carrega-o para sasa, recosande-se ella
C(im mais dous individnos a enireaarem o menin^
quando foi reciamado pelo dito tenente.
Eslovai a casa d-i delegado do distneto (o facto
dc-u-se em Le>poldina) queixar-se ; o delegado
fazendo am inquerito poliri.il. n-raelte-o ao Sr.
Cesar. 0 Sr. C sir, sem mais exame, maada-n is
dar denuncia dos referidos inlividuos pelo crime
i. res stencia. Nos, porem, entendendo o art 116
lo codigo criminal dilTireatomente do Sr. Cesar,
e achando que o facto nao estava eompreheadido
em neuhuma de suas especies, Qzemos o que do-
viamos e demos a liciio de jue o S:\ Cesar red-
sava, fundamnntado era boas razoes. Cora o que
o dito senhor flcoa salisfeito.
Conteste-nos, se 6 capaz, Sr. Cesar. Provoca-
mo-lh'o para isso.
Charaa-ncs o Sr. Cesar d- immoral e iocontinen-
)e por terraos uma mulher em nos3a companhia
para zelar de nos, corao homera doente
De certo, Sr, Ce-ar, e isl! melhor do quo ser
casado e sahir de Cabrobo com uma chronica
nmito vergonhosa, levando cotnsigo bonitas pare-
Inas de anim ezmhos, como o Sr. mesino por sua
bocca eonfessara.
0 que repellunos como nma dest'is infa-
n:-ias, das quaes o Sr. Cesar 6 tem o segredo, 6
iue dita mulher sirva de pedra de escandalo. D)
que uao sera eapaz o Sr. Cesar, quando elle sahi-
ra d'aqui detratauio a honra de uraafamilia, que
(inha justos titales a que o senhor guardasse o
maior acatamenlo por ser sua constante bemCei
tt ra I
Coitado do Sr Cesar I 0 seu solfrimeuto men-
tal foi tal, que reduzio-o a representar um mise-
ravei papel de ditlamador ate de uraa familia sua
hemfeitora I
Vamos chegar an ultimo periodo drquellemon-
tip de immundieias, sahidas da cabe^a dy Sr.
Cesar E e quando falla do recurso crime do reo
Francisco de Araujo.
Com todo o dislate e mnior disfacatez diz o Sr.
Osar que nos opinamos pela despionuncia do reo
quando nos foi dada a paiavra para batei a ex-
cepsao de pererapcao. da arijae apreseatada pelo
advogado do rio.
Quid ind T Onde esiaaprm*
Sera bastante a nvtoristda paiavra deste jutz
nwdOo -psra acrediur-sc t Cremos que uao.
Principalmenle em raatcria desta ordem. Pobre
Sr. Cesar I
Pergunta-nos o Sr. Cesar por que nao apoella-
mos da en4nea de absolvicio. Iguora acaso^r
Nio; mas
Nao appettamos,
dente do |ary,Ta1 parte activa tooiou pela^bsol-
vicaooorfto.que.empenbara-sd com um nosso p;i-
rricio e uaino e Rvd. padre Zacharias para que
nao ateeuasseraos.
Cedemos a forj.\ da amisade.
R a imnioralidado do ;)rocediniPntn do Sr. Cesar,
ita que o pimiib^precje
e d'elle tire a moralidadef-
Resta-nos fallar do. djnneij dp Nossa Senhora
d4 Assumpcao, que^WMaftsM-Siz qae nio coa-
vmha nomear-no^ (Uposjtario d'elle, porque lhe
canvinha mais fia-se com elle-
^Se naoconvinfca.nomcara.ndvseBhoi', porque
nio nomeou a ottttoTil I tjlJ '
Seria possivel que aqui nao houvesse nenhum
bomem capaz de ser depositano, nera o !. spp-
plente de juiz municipal f' _
Mas, Sr. Cear, se o senhor nao esta no exorci-
eio de saas fuoccSes, e demon nelras, dizemos, no
eaoroieio d'ellas nm supplente, porque este snp-
plente que estava apto para snhstitui do no todo
das fnncfoes, nao o estava para substHui-lo nesta.
parte?
Responda-nos. Sr. Cesar
Ainda uma observacao, Sr. Cesar.
Diz o senhor muito cheio da sua fatuidade, que
o unico inimigo gratuito que aqui deixou, fomos
mis ; ao passo que nos tinhamos a todos como
inimigos.
E como explica-se que o senhor nao tendo ne-
nbnm inimigo, em pouco tempo qne aqui osteve,
apenas 2 mezes achasse quem lh* pozesse a ealv ao sol ; e nos no espaco de 9 mezes, tendo lantos
inimigos, nunca encoatramos am que nos fizesse
outro tanto ?
E' porque o senhor e um homem exceptional-
mtnte raro efeliz. So'o Sr. Cesar encontra omj-
gos que lhe lacam presentis destes.
Em conelusao, Sr. Cesar, e cemo consequeneia
do tude que temos dito, acbamos inelb>rqueo
senhor antes de voltar para aqui (o que muito
duvidamos), va passar alguns mezes de reoraio na
cidade da (JUiada, em uma certa casa muilo- pro-
pria, deatinada aos que atorraentaui a humanida-
de com as suau cabras cega* ; e depois de oarado
ontao volte.
Agora ja nos pode chamar a responsabilidade.
At6 logo, qae ainda temos matolutagem para
outra Jornada.
Jose Leattdro Dantns Serra.
Post escriptum.Depois de preparada ajpre-
sente resposti, chegon-nos o correio de baixo e
algumas pessoas receberam cartas do Sir Dr. Ce-
sar, pedindo-meg que fizessem am protesto a pu-
blicacao, que S. S. gratuitaraente nos attribuio.
Pobre Sr. Cesar T
Mai sabe S. S. que o unico amigo que aqui ti-
nha o seu patricio e escrivao Bertino Lopes de
Araujo, e que so elle poderia aoudir ao seu cha-
mado, lornou-se o seu inimigo figadal, a vista das
muitas imputaooes, falsas, que o Sr. Cesar lhe fa*,
e que so depois de sua sahida d'aqui e qua estas e
outras muitas cousas vieraiu a se fazer a luz.
Vejamos, Sr. Or. Cesar, era que irao dar as
suas quixoUdas.
Cabrobo, 20 de levereiro de J87i.
"> > --------------**m m ii |n i
0 curador fiscal de amr-imssa fallida fallida *
rmMtlia mam* sem prejoiao dot dlreitos do fal
lido. E' como tem procedido o digno Dr. Jose Luis
Paixolo de VasAoacellos. ,wi i
T Aguardjims a aontiuuaj^ic. da,. pabHos*> de
suubeipos que j4 figuravam como veadidos atgvns credere* par* detidameole iosa qua ca

----
=^
Wfiftfeb' W para comprar a rnassa, di/.emlo este pos
suir um capita*dA laj;.fOO|ODr
Desdo logo home unk dis^sse que 0
npsso devedor tmfaft^mssKdo ctrpitaes para
o.poHbrde sea'guarda-iiTfos, assim como
ao mtsmo alguns dos escravos que po9Suia
Em taes circumstances deliberamos nflo
aceitar proposta neohuma em plgamento
de nosso credito.
K'system a nosso nao fazer eoocessdes &
devedores que julgamos estarera de mi W.
Esti nossa delibcragao, nio a manife9ta-
m i.s & pessoa alguma, del la ninguem po-
dia saber. Mas e que Pedro Lop<"-s e seu
iunhado tinham consciencia do que ba
viam praticado ; por isso faltou-lbes o ani-
mo para apresentarem-se aos seus credores.
Isso. nio 6 nov, custa aps cruninosos o
encarar as suas victima;.
Recife, 16 tie mircode 874.
dongalveS Irmatt & C.
0 communicado do Sr. coronel Decio de Aquino
Fonseca, inserto no Diarie de Pernambuco desta
data, obriga-me a pedir lugar par* algumas Ii
nbas.
Nao cabeudo-me a menor parte em uma ncticia
dida pela Pi-obincta em sua Chronic* sob a epi-
feiaphe-mais urn escandalo a registrar-se,-nao
foi sem pasmo, que li aquelle communicado, e
que parece a niim referir-se, tantu mais quauto,
inuitos e muitos precedentes autonsavam a repu-
tar meu amigo aquelle coronel.
Se, pois, as allusoes qua se veem em tal oom-
municado a mini se referem, se bem que a con-
sciencia me dicte a falta detraquejo, que a outros
tera a natureza prodigalisado, paracertos inventos.
e a minha conduct* proteste contra a aeeitacao do
cerlos factos, todavia peeo a publicacao de quaes-
quor que mo desaooncm, acompanhados da res-
pectiva prova; e conceda o Sr. coronel, que nio
seja privilcgio seu, o que de si diz em seu com-
municado.
Se quizer fazer-me justica, consulte a sua con-
sciencia.
Quanto ao faelo, que deu causa ao communi-
cado do Sr. coronel, fiz o que me cumprio ; le-
vei-o ao conhecimento do Exm. Sr. presidente da
provincia em officio, em que solicitei a minha de-
missao, o que tudo fiz publicar pelo Jornal do
Recife.
Appello para muit .3 habitantes da freguezia, de
ambos os credos politicos, que darao testemunho da
veriade a meu favor.
Nao estando acostumado a vir a imprensa, creio.
dar com estas linhas a ultima paiavra, dispensan-
do me de occupar-me dc uma publicacao anony-
ma da Provincia, e dc um communicado do Jornul
di Recife, por nao merecerem as honras de uma
resposta, pelas falsidades, qae em si conlem, filhas
de um desabafo
Recife, 17 de marco dc 1874.
Elysio Alberto SUceira.
Humanguape
No Jornul do Recife n. 59 de 13 do cor-
rente encontra se uma publicacao solicila-
da assignada par urn Sr. X., na qual pro-
cura se apregoar a lioncstidado do nosso de-
volor, o falli.lo I'eiro Lop-fS de.Mendonca,
rssim coaio a boa justi,"a do juiz municipal
do Mimanguape Manoel Juvenal Rodrigues
da Siha.
Nada temos que ver com isso ; o Sr. X
pode pensar do modo que lhe aprouver
acerca da honostilade daquelle fallido, as-
sim como da boa jusli^a do referido juiz ;
o me&aio direito temos n6s e o publico de
avaliar do procedimento de ijm e outro.
Kntretanto mais de uma vez o Sr. X. en-
volve i nossu none, e n a citada publica-
jao, parecftndo haver-nos tornado para es-
pinha de gari/antu, o que allies pouco nos
i in porta.
0 Sr. X. 6 o proprio Pedro Lopes de
Mendonca, ou seu guarda-livros e cunhado
aJan)i;l Se*e Filoo, e se uao e um dos
d'His, entio uao passa de algum assalaria
do que faz o quo aquellas duas santas crea-
turas Hi -ordcnain.
Neslas circumstancias, pezar o vergonha
leriamos n6s, se o Sr. X. nos e'.ogiasse, por
que se assim fosse, poderia o publico pen-
sar que eramos seus igupes e estavatnos de
accor o com elles. Bom e que nos extre-
memos.
Como credores do fallido Pedro Lopes
de Men loiira c de accord ) com a maioria
dos credores reaes do mesmo, havemos de
pngnar pelo nosso direito etn juizo e f6ra
delle.
Quando failjiuos de creadores reaes quo-
remos rcfenr-rnos aos que s acham descrip-
tos no balaofiO de 24 de Janeiro Undo, apru-
sentado e assignado pelo proprio fallido,
balane.o que juntauios ii justilicaeao que ti-
vemos de produzir para a expediQo da pro
catoria a quo allude o Sr. X.
Consentird S. S. que a par daquelles que
coiliavam suas fazendas a Pedro Lopes de
M'-ndonca, nio consideremos esses 6 ou 8
credores que s6mente vieram apparecer no
balanQo organisado depois da aber ura da
faiiencia, de modo que nio combinando os
dous Mangos entre si, pelo menus um dos
dons deixa de exprimir a verdade.
Nio temos o proposito de responder is
falsida es de que esti rechea la a publica-
gfto do Sr. X. ; ha porem, entre ellas duas
que nao poderop* deixar sam respi>sta, s6
uiente em att- n;ao ao publico.
t.a !' falso que o n >sso dv^dor Pedro
Lopes de ."ilendoncj. sen cunhado e guarda-
livros Manoel Seve Filho, nu alguem por
elle, nos nz"sse alguma proposta para o
pagamTito do quo nos deve.
2 L' tambem fidso qu? Akum nosso
caixeiro, ou empregadn/sarvisse. de teste-
munha na jnstifleario dada perante o juizo
do comnorcio desta cid#de ^>*fa: a delnn-
' cao pessoal diaue'lla osso -UiToder;
SS VSS'S&VS'SSfS- S moemos, 6 ,, I !,, q,,e ^Jlrfle fallido
em pruieiptO'de feverena esteinno- nclia-
va-se n^ls prs^a. on lo pela 9'eganda vez
*inha pedtt a seus ere lores nova abatimon-
to.e praz'S, nj^ndo- a tire.umstancia de
quo desta m, nao en o failido que fazta
llaniungiia]ii>.
(AO eoBI'O DO COMMERCIO E AO PUBLICO.).
3) Diario de fcmamhiico, sob ns. 43 e 5i, dp
23 de fevereiro ultimo e 4 de marco corrente, fo-
ram pabllcados does artigos sobre a rallemia. do
negochmle matriculado e residente naqaefla cida-
de, o Sr. Pedro Lopes de Mendouca.
A oar de muitas inexactidSas, do qae tendo
sciencia e consciencia o autor dos mesmos artigos,
sacode se alii, a raaes cheias, infurias e calummas
ao mesmo Sr. Pedro Lopes, ao sea cunhado Ma-
noel Seve Filho, e aos digno* Dr* Mauaei Juvenal
Rodrigues da SHva, jniz commercial daquelle ter-
mo e dose Luiz Peixolo de Vascoucellos, curador
Gscal da massa fallida.
Nao viemos agora discutir o que Megan alguns
credoree, em dito artigo ; queremos soraente oppor
contradiotas a tantas inexactidoes, e pedir ao coc-
po do. oominereio e ao puitlico que suspandam o
sea juizo sobre os factos inexacUBJi-iite adduzidoa
era ditos artigos.
0 Sr. Pedro Lopes de Uendonca ha muitos an-
nos que negocia nesta pra^a e sempre com o me-
lhor credito e cumprimento deseus deveres, sem
dar o menor prejuizo a.seus credores, aos quaes
costumava pagar as suas 'etras antes de seus ven-
cimentos. (Iircamstancias extraordinarias, e que
pela sua geaeralidade, muito adiectaram esta pra-
<;a, actuar.1ra na cidade de Slamanguape, e obri-
ga'rara o Sr. Pedro Lopes aceitar em marco do
anno proximo findo um accordo com os seus cre-
dores : e estes, depois de ouvi-lo, o concederaiu
como bem quizeram e a apteciacao daquellas cir-
cumstancias.
0 Sr. Pedro Lopes nao propoz nenhum abati-
monto ; expoz as circumstancias que modifica-
vam o estado lisongeiro, ate cutao, de sua casa,
e aceitou o accordo que concederam-lhe.
De quanto foi este accordo opportunamente sera
declarado ; entretanto eiuexacto o que aUegam
alguns credores, quo o Sr. Pedro Lopes nao sou-
besse explioar o desfalque de sua'casa commercial,
e menos ainda que, ultimaraente se visse erabara-
cado sobre. a differenca dos balancos.
Tudo explicou consoieutemente, e conscientas
liciirara alguns credores, que foram os mais bem
aquinhoados na supposto desfalque ou diifereuca
do 39:0OO/K)00 nos balances.
Nio ha falta de 39:000*0:0: esta quantia pas-
sou para os seus credores, c mais outras ainda,
depois da aceitaeaj daquelle accordo de jparco do
anno proximo findo
Em sua longaehonrada vida commercial apenas
agora a 27 de Janeiro, o Sr. Pedro'L pes nao pdde
pagar em dinheiro uma pequeua lettra aos Srs.
Uoncalves, Ii miios & C.; e como estes quizessem
acautelar outros iuteresses sem a melhor boa fe,
requereram a detencao do Sr. Pedro Lopes, ape-
nas elle retirou-se, muito doente, desta cidade no
vapor Cururipe, de z9 do Janeiro findo. Tinha
vindo a o-ta cidade, mesmo doente tratar de seus
negocios,no hotel entendeu-se com alguns de
seus credores, a quem deu aviso de sua chegada,
nao podendo eutender-so com todos pela pouca
demora, de horas, do vapor Gururipe, e aggravan-
do-se os seus ineouimodos foi obrigado s regressar
no mesmo vapor.
Nao ausentou-so, portanto, desta cidade, aonde
veto muilo volun'.ariamente tratar de seus nego-
cios commerciaas.
0 corp i do commcrcio sabe mnito bem a gran-
deia da crise por que esta passando esta- e as pro-
vincias visinhas ; e 3e muitas outras casas de
melhor importancia, nao torn fallido, devem mais
a gennrusidade de seus credores quo ao sea pro-
prio estado.
s Srs. Gouoalves, IrmSos A C, ee.anereado uj-
juridicamente a detencao do Sr eedrio Lopes, ob-
tiveram illegalmento earta precatoria para ser elle
delento na cdade de Mamaniiuape, termo de saa
residencia, e de sua casa commercial. Semelhan-
le earta precatoria n o podia, nera deviasercum-
prida pclasautoridades dalli pela incompetencia
do juiz deprecanle. 0 foro do domicilio nao
podo ser renunciado em a in a lettra, que tem ape-
nas fercade escriptura publica para ser deman
dada por accao de dez dias ; e ainda menos para
deter em custodia o seu^acceitantearequisicao de
outro juiz quo o do seu domicilio.
Entretanto nio foi este o raotivo de nio cam
prir-se lio estrauiia carta precatoria. Tendo o
Sr. Pedro Lopes requerido a abertura e deciara-
cao do sua I'alJeocia, nao podia ser detento antes
de ser preauaciado, corao e expresso no art. 8J*
do codigo do eoramercio.
E sua detencao nao so foi negada pelo dign >
Dr. Manoel Juvenal, como pelo di.rao jiiz de di
reito da comarca, o Dr. Viclorino do Re^o Tuscano
Barreto, quo negou provimento a carta testemu
nhatel, que^he dirigiram os Srs. Gjncalves Ir-
maos & C.
Na impossibilidade de levar ao termo o seu
despacho, creou-se a eonuneacia do digno Dr.
Manoel Juvenal com o fallido. E' uma calumnia
que somenta |>6de offender, ou antes revelar o
earacter de seu autor e nao aquelle digno magis-
trado.
Da parte dos Srs. Goncalves Irmaos A C. o do
seu socio que foi a cidade de Ma.nanguape, nao
houvo o iaviolavel segredo que apregoa-se sobre
if carta precatoria.
Antes do r. Santos, o socio, chetrar cm Miman-
guape, ja alii sabia-se, que alguma cousa reque-
reram aquell 's iu'gociantes conira o Sr. Pedro
Lopes ; em seguida uraa cam desta cidade avisa-
va que a detencao ostava sendo re |uerida ; che-
gando alii o Sr. Santos a 11 da fevereiro, a 12 elle
mesmo disse ao Sr. Pedro Lopes que ia requerer
a sua fallencia, o que tambem dissera no hotel
onde hospodou-se, na cidade da Parahyba.
A c raversa entre o >r. Santos e o Sr. Pedro Lo-
pes, por convite deste, teve lugar a 12 de feverei-
ro, quando naquella cidade pela inahha chegara
o Exra. Sr. Dr. Elias Frederico de Almeida, e Al-
buquerque.
Certo o Sr. Peoro Lopes do que a sua detengao
na sua fallencia estava em elaboragao, rcsolveu
requerer a abertura de saa fallencia ; e iramc-
diatamenle ouulnu entregar o digno Dr. juiz do
commercio a respectiva peticao.
Foi ao depois que o Exm. Sr. Dr. Elias, embora
no mesmo dia 12, levasse o cumpra-se a carta pre-
catoria para a detencao.
Dssd* que ja estava em poder do juiz aquella
peticao, poderia mais ser enmprida a carta pre-
catoria. ainda que competiudo fosse o juiz depre-
cante ?
Esta questSo domino a q djgpo Pr. Jivenal, que
ja havia despachado aquella peticao ; e eis o moti-
vo unico dejna i dar incontirranti o despacho a carta
precatoria, fazeodo-o porem pouco dt'poir, era-
quanto fez o aevijo estudo e convenceu-se da nje-
lli r opraia i.
Aio la a improbidade I E' precise que os liti-
gant>'s acosturaem se a respeitar as opinioes dos
juizes, principaimente da/|e|les aue, corao o Dr
Juvenal, tem sempre pruaadido com prudencia,
Ii .!.ulez o consuienisia.
Su,i iieeisao f i iurid cao d dign > Dr. Tpscauo Uarretp ;, e luem preve-
iiio i sr. Pedro Lopes de que tentavase contra
elle foi o mesmo Sr. Santos,focif dos Srs. GonQal-
K Uronos adguapa, alem detie apressar-se em cumprir o
sea I'ver.
Mais de uasa injoria 6 tambem sacudida contra
o ir. oapitao Seve Huho, cujo procaiUmento 4era
ha'iilU ido a m -recer a eslima dos que o conhe-
ce ii. Nan utfereeeu-se, neni foi offoreeido para
comprar a casa do Pedro Lopes ;'e a ua for-
ton i. 'lualquer que alia seja, e aempca mooos ad-
iin>avid i|iiea tie atnuntcrsdoret.
0 ian" Dr. Jose Luiz Peixoto da VaaoonceHos
e im caiaefr nobre, e quo tem. lolweato cum-
Jri-lo us sous .devores eomocurador daujassa f*l-
Ida ; e fii nirneado na auseopj^ do cwdoros
hahilitados para dose-rapenhar tao ospinhosa mis
recem da razao juridica as suas ass9rcoes, alem
de muitas serem iniusjas e calnramosai.
Marr;o de I87i.
Um amigo.
Anucaliuilu pcitui-al tie* kemp.
Esli ella fazendo pasmar a todos os uossos me-
dicos pela gramle rapidez com que eura a tosse
em todos os seus periodos. A academia rnediea
de Berlim taye muita razao em considerar o sueco
desta balsamica arvore, como um espceirtco atMo-
luto para as irrltacoes da garganla ou vasos bron-
cbios. Nenhum caso de rouquidao, asthma, ca-
tarrho, dor da gargapfa, ou, bjonchi|eSj p^da resis-
tir as suas propriedades eontra-irritantes. Resti-
toe e restabelece a voz, quando por atleccoes da
traehea ou larynge se cbega a perder on debilitar;
faz parar aexpactoracao sanguinaa e impede a
agglomerarao de mucusidades ups-U^bis da respi-
racao, aue coaduzein aos pulmoes. Intciramente
mui'dufcrenta a esses poitoraes eomposlos princi-
palmenie de fructas acres e adstringentes, etc., fi-
nalmente na sua delicadj. c elaborada composigao
qloentra nenhum acido prusaico, nem tao pouco
jugrediente algum de espeeie ou. oartcter vene-
uoso.
--J-------------U.fJJ!
' '"
r*
JUNTA i>OH C04iliiyfUfcri
Prai'H do KeclFe, 17 9r> marco
de 194.
AS 3 HORAS DA TARDE.
OOTACOES Ofl-lClAKS.
.Wgodao de 1'sortc 7*800 por 15 kilos, hontem.
Algodao de Mamanguape sem inspec^ao 7*000
por la kilos, hontsm.
Oambio sobre Londres a 90 d|. 26 111, e do
banco 26 d. por 1 jOOO, hontem.
Dito -sobre dito a 90 d|V 26 a 26 I18 d. por 15000.
Gambio sobre Paris a 90 djv 3tti rs. 0 franco,
honjera.
Carabio sobre 0 Porto a 90 d|v 103 0|0. de
preraio.
Oescouto de letras 11 e 12. OjO ao annp.
M. de Yasconcellos
Pnwidente.
A. P. dc temos
Secretario.
ALFANDEGA.
Readimento do di? 2 a 16. .
ldn> i dia 17 .
526:788i200
52.132*343
578:920/o'il
"pV M.......'' ......i|i
N(wm snKMo$ m mesmo dia
BhJIW-.Brigne'he9panhnl Amabte Theeeza, ca
prtio Abre), carga algodio.
ryd>. PrataPclaca haepanliola Nieacia, capita)
P. S.Juan, carga asacar.
CanalBrignejinglez Coronella, capita 7 John Lash,
carga assacar.
I'orto-Barca portugacza Joten Adelaide, capitao
Joao 0. da Costa Gomes, carga assucar.
EDITAES.
Pela thesouraria provincial se faz publico
qae foram traneferidas para 0 dia 26 do corrente
as seguintes arrematagoes :
Obra da coberta do gyinnasio provmcial, orcada
era S78*WK)
Dita dos reparos- da bon.ba a. 2 no setimo Ian-
50 da estrada do sur. orjadd en 1:012*000.
Repaios da capelhv da cada de deleeo orca-
dos em 1:478*000.
Objectos do corpo de pohoia.
HlumiBaeao da cidade de Goyana orcada em
280 rs. diaries por cada lampeao.
Seoretana da thesoararia provincial, dc Pernaui-
Imco-, 9 de marco de 187$
- O official-makir,
Miguel Aflbnso Feireira.
Iterdem do Illm. Sr. inspector da thesou o-
raria de fctzenda desta provincia se faz pubhcoo
para cnnliecimen'.i) de quem interessar, que n,
dia 18 do corrente mez, pelas 2 boras da tarde,
perante a junta de fazenda, ira- a praca para ser
arremataday por quern mais vantagens otterecer a
frapreitada dos reparos necessaries a casa em que
uacoiona a recebedoria.
Os proposentes deverao, em carla fecttada,
apresentar suas propostas, devidamente selladas,
as?igoadas per elles e seus fladores; podendo
desde ja exammar a respectiva planta e orcamen
to que lhes serao fraaqaeados nesta secretaria.
Secretaria da thesouraria de Pernambuco, 2 de
marco de 1874.
0 2." escriptnrario. servindo de secretai io,
Carlos J. de Sauza Con-ein.
Descarregara hoje- IS de marco do 1871.
Rarca dinamarqueza-Fareur(atracada) merca-
dorias para alfandega.
Patacno hollaude:-Acud/'e (atracado) mercado-
rias para alfandega.
Bscuna ingleza Florence mercadorias para al-
fandega.
Barca ingleza Dolphin -mercadorias para alfan-
dega e materiaes para a ampreza da com-
panhia locoraolora ja despachados para o
caes da companhia peruambucana.
Brigue fransez-Mines de Soumuchs u.2 mer-
rias para alfandega, carviio e coke ja des-
pachados para 0 caes do Apallo, e mate-
riaes para a empreza da companhia Io-
comotora, ja despachados para 0 caes da
companion pernainbucana.
Barca noruega Ctpella machinisrao, e ferro
ja despachados para 0 c?es do Apollo.
Barca ingleza Cirrisbrook -carvao ja despchaaa-
do par& terra.
Barca iagleza Rossini carviio ja despaciiado
para terra.
Iiii|tortaciio.
Pataoho nacional Africa/to, enlrado do Rio-
Grande do Sul em 17 do corrente e conslgnado
a Silva & Cascao, manifestou:
Couros seccos 50.
Xarque 164,400 kilo* a ordem.
'8SPACH0S DE EXPORT KCAOJiO DIA 16 DB
MARCO DE 1874.
J*0)-a os bortos do exterior.
Na barca ingleza Varaanv, para 0 Canal,
carregou : J. Pater & C. 2,300 saccos com 187,300
kilos de aasucar mascavado.
' No lugar ing1ezBe/fr. para o Canal, car-
regou : J Paler 4 C. 81}9 saccos com 51,675 kilos,
de assucar mascavado, para Liverpool 230 ditos
com 17,230 ditos da dit>; A. Loyo 1,003 ditos com
73,000 ditos do dito
Na barca americana May Queen, para Bal-
timore, carreg m : M Austin & C. 3,000 saccos
com 223,n00 kilos de assucar mascavado.
Na barca ingleza Ilcrmione, para Liverpool,
carregou : Keller & C. 100 saccas com 7,1! 8 kilos
da algod.io.
No pataeho national Bom Jeius, para 0 Rio
da Praia, crregou : A. Loyo 396 barricas com
43,836 kites de assucar brancp.
Par.1 os portal io interior
t- Para Rio Grande do Sul, no palacho natio-
nal Graf*, carregou : J. V. de Araujo 3,fli!0 co
Cos (fructa).
Para Santos no hiate portuguez Diligente,
carregou : P. Cirneiro & C. 3,000 cocos oructa),
e 600 saccos com 36,000 kilos de assucar branco.
- Para 0 Para, no brigue portuguez Relampa-
go, carregou : J. 6. R. Pontes 10 pipas com 4.8J0
litres de aguardente.
Para Maceio, na barcaga Joventini, carre-
gou : J. J. 1-essoa 1 bari il com 96 iitros do alcool.
Para 0 Natal, na bareaca fi. Flor, carregou :
A. Cordtiro 4 saccos com :i00 kilos de assacar
branco : para Tabatinga, B. F. Guimaraes 2 barri-
cas com 130 ditos dedito refinado.
0 Dr. Luiz Ferreira Maciel I'iuheir 1, j.uiz
substituto do juizo especial do commer-
cio, nesta ci lade do Recife de P rnam-
buco, por S. M. I., que Deus guarde,
etc., etc.
Faco saber aos que 0 presenteelital vi-
rem e delle noticia tiverem, que no dia 23
de abril do corrente anno, se lia de arrema-
tar por veuda & quem mais der cm prar^a
publica deste juizo, depois da respective au
diencis, 0 seyuinte :
Uma casa terrea na rua do Motoeolomho
n. 60, na freguezia dos Afogados, com duas
salas e dous quartos e cosinha fora.precisan-
do de concertos, principalmente noladrtlho,
avaliada por 700JOOO, a qual foi penhora-
da por execucao de Haturino Barroso de
Mello, contra Joaquim Antonio da Silva.
E nao liavi'inlo mais lan^ador que cobra
0 preQo da avaliac.ao, a ar-ematacSo sera
feita pelo pre^o da aJjudicayao, na forma
da lei.
E para qu cheguo ao conhecimento de
todos. mandei passar 0 present', que sera
publicado pela imprensa c aflixado nos lu-
gares do costume.
Cidade do Recife, 13 do
1874.
Eu, Manoel Maria Rodrigues
mento, escrivao, o subscrevi.
Recife, 16 ile marco de 1874
mirco de
do Nasci-
I cidade, a rua do Livramenlo n. 38
-' Additamento an contrato.
De Bellarmino do Rego Barros, Fraoc
reira Baltbar, Jose da Silva Loyo e Jose J
Antunes, confratadores das obras e do serri
capatazias da alfandega d sta provincia eotn
verno imperial, por cujo additamento flcB
dido que os contraladores poderio e derertfl
brar a tilulo de armazenagem as seguintes quod
Do dia immediate ao da descarga ate Mil BHM*
na raza) de 1 0/0 ao met.
De seis mezes ate um anno na ttaio de 1 t/*
0/0 ao mez.
De doze ate dezoito mezes na razao de t OK*
30 mez.
De dezoito ate vintc e quatra mezes aa racae *
3 0/0 ao mez.
Em todo tempo excedente o> vinte e qaalm
mezes na razao de 4 0/0 ao mez.
Qae a condicao quinta do contrato anterior rs*
modificada, ftcando os contraladores com 0 Crreilr
de cobrarem as tax as seguintes :
100 rs. dlarios p>r tonelada inetrira de ar^n-jr-
cao sendo navio, e 130 rs. sendo alvarenga, laneha,
bareaca ou ranoa que atracarem is ponies da ad1
fandega on de trapiches e armazens ouji-;ados pda-
empreza.
809 rs. por toaelada nvtrica do arquraein, jp-
cluindo o frete dcalvarenga ou lancba pHa carg*
ou descarga de navio fundeado dentro db porto
qne nao atracar as dilas posies, e desrabarcar
toda sua carga, sendo neste -a*o a alvareaga oa
laneha e sua conduct; fornecMas pela empreza ;
o caso contrario pagara a dita- laxa por ti.rn.dada
de mercnloria effectivamente descarrigad...
40 r-.. pelo embarque e dei>eailMi quo dc cada
volume, nao excedendo de "iO kifcy unmca. exc--
dendo deste peso mais 2d rs por dezeua ou frje-
eao lie dezena, excedeute de .'*) kil ^rainmot.
sendo poreoi bagagem 3 0 re. p-r vuiutnu ate 5
kilogrammos, e 1* por vslunie itse exceda de
kilogrammos ; 1/4 0/0 do valor d,is mercadofiaa
raeneiooadas nos bilhetes de deuoulo, c 200 re
pela al>ertura de cada um dos volume*.
Os contraladores ncam dispensadus da obriga-
i;:io de pagar ordetudos aos empregados das capa-
tazias addidas a alfandega, os quaes passario a re-
ceber seus venciruentos pelo cofre da mesma re-
partica 1. A despeza proveniente da cratificacao
do eagenheiro fiscal das obras a cargo da empreza
sera levada a conta de capital.
Kica livre aos contraladores reduzir o nuuero
e venciinentos dos empregados da empreza de
modo que a diminuicao dahi proveniente nio seja
menor de 23 0/0, competindo, porem, ao inspec-
tor da alfandega fixar o numero dos irabalhadores.
Distratos.
De Manoel Albino de Amorim e Aureiio dos
Santos Coimbra, cuja sociedade gyroo nesta praca
sob a firma de Albino de Amorim cv C., licando o
a.-iivo e passivo do oslabclecimento sito a rua
Deque de Caxias n. 94 a cargo do ex-socie Coim-
bra.
I -e Marques Santos k C, de cuja firma faziam
parte Adolpho Marques ins Santos e Antonio Ha-
chado dos Santos, ficando o activo e passivo da
loja sita ao caes 22 de Noveinbro n. M a cargo do
socio Antonio Machado d.?s Santos.
De Borges & Costa, de cuja firma i.'ziam parts
Manoel Kobeito da 3osta e Ant mi > do Rego Bor-
ges, ficando o activo o passivo da taverna situada
nesta cidade a rua d -larqu-.z dc Herval a. 1 a
cargo do ex-socio Costa.
De Bastes Oliveira A; C, de cuia firma erani
socios Jose Teixeira Leite Basics llelmiro Gomes
de Oliveira e um eommanditario, ficando 0 activo
e passivo do eslabelecimeoto situado a rua do Bom
Jesus n. 31 sob a responsabilidade do ex socio Jos*
Teixeira Leite BastOS.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuc ', 13 de marco de 1874.
0 oili 1 il-inai. r.
Julio Guimaraes.
Luiz Ferreira Maciel Piniieiro.
laCEBBDOiUA DE RENDaS 1NT1RNAS GE
RAES DE PERNAMBU '
leoditiient: do dia
! Q I Hi 17
a 16
37 S. 63 c 292
1:30 U952
39.20311244
OiiNSCLADi.' PROVINCIAL.
Reuditnemo
I<1 ?; liWI
d.i m
I"
2 a 10.
69.0!>8i037
4:109,5703
73:267*742
RECIFE DRAINAGE.
.-tendiraoQto do dia 16. .
derii do dia 17......
647i8*?9
43*230
691*139
Banco do Mi oho.
Joaquira Jose Gongalves Beltrao & Filho saccam
por todos os vapores sobre :
Anadia.
Agnida.
Aveiro.
Beja
Chaves
Elvas
Amaraiite.
Gniinaiae>.
Covilna
Melgacp.
Poiialegre.
Arcos de val de vez.
Calorico de Basto.
Caroinhi.
Mangualdo.
Bonte do Lima.
?ovoa de Lannosa.
Evora. Munsao.
Fafe. Ovar.
Faro. Porto.
Guarda. Tavira.
Leiria. Regoa.
Lisboan Vizeo.
Barwllos. Figueira.
Coimbra. Lamego.
Mirandella. Estarreja
Penafiel. Valenca.
Villa Real.
Cabeceiras de Bastos.
Castello-Branco.
Espoz"nle.
Oliveira de Azenjeis.
Povoa de Varzim.
Vianua do Castello.
Villa- Sovade Portimao. Villa-Nova de Fajjalicao.
Villa do Con'de.
cVas llhas.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira.
^flutkto^fiwrf
Navios endradosno dia 17
Rio.Grando do Sul-33 dia., palacho brasileiro
Africano, de 273 loneladas capitSo Tito Job,
q*ipeia It, carga W*,OuO kilos de coine ;
a Sflya Cascao A C
Havre^5 dias, lugre francez Rio Grande, At |204
_M, oaoUio YUaHa, equipagem il, earga
difTorentes mercadorias; a E. A- Bade & C.
L
0 Dr. Sebastiao do Rego Barros de Lacerda, juiz
de direito especial do cuinmercio desta cidade
do Recife de Pernambuco, por S. M. Imperial
que Deus guarde, etc.
Faco saber pelo preseute quo no dia 26 de mar
CO depois da audiencia respe. tiva vai a praca os
bens seguintes : Uma arraacao de louro pintada
e envidracada, com balcao e candieiro para gaz
por 120*000. Um Gteiro pequeno por 5*000.
Uma pequeaa balanca com pesos por 2*000. Uma
inarqueza de amarello quebrada por 5*000. Uma
cadeira de din por 2*000. Um lavatorio de ferro
por 1*000. 34 pares de sapatos de marroquim
para senhora a 400 reis (29*600). 7 ditos de
couro do lustre para ditas, a 640 reis (4*480).
Oito dias de couro branco para dilas a 800 reis,
(6*400). 4 ditos de couro preto para ditas a 310
reis. Dezoito ditos do diversas qualidades em
mao estado para ditas a 2'i0 reis (:l*6'H>). Um par
de botins de dura me para ditas por l*0-i0. 4
ditos de couro prelo para homem a 309 reis
(1*200). Cinco ditos de marroquim para dito a
600 reis (1*201). Ci.ieo ditos de Iranca para dito
a 1*300. Um dito d>. tapete pan dito por 801)
reis. Um dito de botina gaspeada para dito por
4*000. Onze ditos de dito de couro preto para
dito a 3*003 (335000). -Seis dilus de dito em mao
estado para dito a 300 reis (3*003). Um dito
dito para menino por 1*30:\ Um dito de sapatao
de lustre para dito por 1*300. Cinco duos de dito
de couro para homem a 2,000 (10*080). Oito
pares de sapatos aara meninos a 0 reis ,23400).
Um par de chinellas por 80d 1 ei-. Vinte dous apa-
lasados dc marroquim para sapatos a 300 reis
(4*100) Trial* e tres pares de tornus osadas a
800 reis (26a'iOO). Oitenta e cinco no-ell's de
lio a 30 reis (2*4 0). Doze couros de cabra a
200 reis (2*400). Uma porcao de sovellas e cra-
vadores por 2*000. Seis libras dc taxa a 240
reis (1*440). Uma escada pur 5000. cojos b-ns
foram penhorados a Guilherme ("elestino do Car-
mo, por oxoeucao que lhe move M n ard Metller
A C., e ac:am se sob a guarda do depositario
geral Manoel Gjncalves Ferreira Silva, e na falla
de hcitantes que eubram 0 preco da avaliacTo sera
a arrcmata'.-ao feita pelo preco dc adjudicate
com o ahatiinento da lei.
E para que cliegue ao conhecimento de todos,
mandei fezer 0 presenle edital qae sera alRxad 1
nos lug-ires do costume 0 publicado peloa jor-
naes. Dado e passado nesta cidade do Recife
de Pernambuco, aos i2 de marco de 1874. Eu,
Francisco Xavier de Souza Ramos, escrivao, e
subscrevi.
Sebasli'io do Rego Barros de Lncerd'i

Hospital militar
Tenlo concorrido uma so pessoa ao fornecimen-
lj de sanguesugas de Hamburgo para serein ap
plicadas aos doentes deste hospital, e bem assira
para objectos do expediente, concerto e lavagem
da roupa, entendeu 0 coaselho des'e h< spital
adiar para 0 dia 18 do corrente 0 contrato d stcs
objectos, para 0 qne convida a tudas as pessoas
que qui'.erem fazer ditos fornecimentos. se aprc-
senlem no mdieado dia,petes !0 horas da raanha,
com suas proposta-? em carta3 fechadas.
Hospital militar, 14 de marco de i874.
0 escrivao
Avelinw Pereira da Cunha.
Tribunal do L'ommercio de
pernambuco.
Esta secretaria faz publico que no corrente mez
de marco foram archivados os seguintes contra-
tos :
De Manoel Joaquim Lobato 4 C. de cuja firma
fazem parte o nie-imo Lobato e um comraandila-
rio, com 0 capital de 20:000*. seado 0 fundo era
commandita de 10:000^, para 0 fabrico de bebi-
das espirituosas, no estabelechpento sito a rua do
Visconde de Gojauna u. 147, desta cidadq.
le Jose de Almeida Rabello, Victoriuo de Almei-
da Rabello e Bernardino de Souza Duarte, sob a
firma de Rabello Irmao Sl C, coui 0 capital do
7:841*423, para 0 commercio do taverna nesta
cidade, siU a rua de Jin do Rego n. 32.
De Victorino de Almeida Rabello e Manuel Bap-
tista de Figuenedo, ob a Aetna de Rabello & Fi-
gueiredo, com 0 capital de 5:459*609, para 0 com-
mercio de taverna situada nesta eidade a rua de
Joao do Rego n. 4.
-De v'ictnrim de Almeida I'abello, Manoel Bap
tista de Figuoin-do q Juo FranrJseo Lopes, sob a
firma de Ba- ello, FigueireJo A Rn com 0 capital
de 4:986*4ri8, para o coramwcio de taverna, si-
tuada nesta cidade, a > ua do Socego n. 70
De Almeida, Carvalho & C. de cuVafirtua fazem
parte Elias de Almeida Lima, Candklo de Carva
Hjo Neves 0 ura cominanditario, com 0 capital de
56)000*000, sendo 0 fundo emcowmandita de
*S:Q00*, para 0 commercio de molhados no esta
belecimep.to denominado Baliw sitaado nesti
('onsulado provincial.
I'or esta aduinistracao se faz sciente aos deve-
dores da companhia Recife Drainage, a portaria
abaixo iran-cripta, do Illm Sr. inspect?! da the-
souraria provincial, preumindo-se nao so qne 0
prazo fatal principia a ser contado do dia 11 da
andante mez, como tambem, que somente agora
se abrio a cabrancados encinamentos e differenja
dos precos de apparelhos.
0 inspector da thesouraria provincial remetten-
do ao Sr. administrador do consulado provincial
as folhas juntas de coulas de apparelhos, encaca-
mentos e annuidades, pelo s. rvico da Recife Drai-
uage Company, pertencentei a primeira remessa
ja existente nessa reparucao, e ora devidamente
liquidates na forma d> accordo de 13 de desem-
bro proximo paasado, recoinraenda a S. S. aex-
pedijao de suas ordens, para que se abra incoiti-
tineute 0 piazo da respectiva cobranrja por 30
dias uiais improrogaveis.
Na publicacao que houver de fazer nesse sen-
tido, mand:r;i S. S. declarer quo todos os que ja
cITectuarain pngamentos na razao de 50* por
apnareMio, cum obriga.ao de satisfazerem a dilTe-
ren.a de SB* directaoicnte a compatible, e que 0
nio fizeram. devem agora realiu la i;e-sa repar-
tii;ao, naqui-lle prazo. uma vez que pelo referido
accordo passoo a ser feila lainbetn essa c ibran^a
pela fazenda
Thesouraria pruvincial de Pi rnambuco, 10 de
marco de 1874. Antonio Witruvio Pint) Bandeire
e Accioli de Vasconcell' s.
sesa do consulado provincial. 10 de marco de
1874.
No impedim'iitw de administrador,
Kluardo Augusto d"Hiveira______
si>uut;t (Jumii li Uisieracordia !
Rociic.
A junta administratiza da S inta Ca>a da Mi-a
ricordia do Retifo, precisaado fazer os cohhIm
de que neeessita 0 pr.- lie mm p um 0 hMm-
lio dos orpblos, a rua da Cru'. lM|e d>. Boa J-'-
n. 12, cntrata cm qoeui se pr iponha a 1
li>ar ditos ciracertos, mrataate certa renda e al-
guns annos de prazo para iesfructar ; I n
H quo diss.i e quizer m eararregar, apretsntar
-uas propostas era eartas foehadas, di-vidaim::
selladas, acoomanbndas do rMpeetivo orcame .to
n's'.i secretaria ale. 0 dia 19 de ieveieiro \ic-
l"uro.
SecreUria da Santa Casa da Miser.
Recife, 17 de Janeiro de 1874.
0 eacrM >.
Pedro Bodridues de Sou-i.
DO
SANTA CASA DA MISKIUOIUDIA
RECIFE.
Venda de predios
A lllinn. junta adrai .i-trativa c-ta Santa Casa,
devidamente aujorisada ;:ela pre-idenc.a. n 1
de suas sessS -. \ ^ is 3 horas da tarde d I
do corrente, venie ou permuta por ap dices da
divida publica o< seguiutes prediu. pertencentes
a-:> legado de Joaqui n da Silv.i Lopes, do quo o
alministradora : Forte do Ma't'S, metade do 1 >-
brado de 3 andares n. 17, por 5:300* ; beet
Abreu, 3" Darte do sobrado n. 1. por 1:66646X6
rua da 'iuia, sobrado de dous andares n. 69, ir
6:000* ; rua de S. J rue, casa terrea n. 92,
l:400.s, sobrado de um andar n. 30, por 2:000*,
dito meia-apua por 500*; rua dos Guararapes,
casa te rea u. 63. por 1: 00* ; rua d \c
n'los, cosa terrea u 26, por 600* ; Larg, da Caiu-
pina, ditan 3, por4iH)*; rua da S Ldale, diu
n. 72. por 700* ; b.-cco do Teixerri, ila n 3,
por 23"* ; largo das Cinco Pastas, tern-u 1, por
I.QOOJOOO
Secretaria da Santa Casa da Miwricordl.i do
Racife, 14 de feverei'o de 1874.
O escrivao
Pedro Rodrigues de Sou:*
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta adrainisiraUva da Santa Casa de |
ricordia do Recife precisa contralar 01__
to dos generos abaixo doclarados, que teem da
con-mmir os estabeli'timentos pics a seu cargo,
exceotuando 0 hospital l'eiiro II, no irraestre
dc abril a junh vialouro RoMbe prop >-las n.
sala de suas sessoes, pel as 3 horas datardo do dia
t9 do corrente :
Ali'lria, kdogramino.
Aguardente. litro.
.'.. oite doC'\ idem.
Arrpi do M.iranbao, idem
Bacalhao. kilogrammo.
Banna de poreo, idem.
Bataus, idem.
Cha Hvsson, idem.
Cafe e"m jtrad, idem.
C one secca. idem.
'Celioias, c-nlo.
F.'.nnlia mandioca da terra, utro.
I-Viji0 mulaiinli 1, idem.
Farello, sacca
Fomo do Rio, kilogrammo.
Gaz, lala.
Milbo, sacca.
Manteiga francexa, kilofrajnm).



r~
Diario de Pernambupp Quarto feira 1? de Margo d 1814,
f
Pottssa, idem.
Rap*, idem.
Sabao, idem.
Sal, idem.
Tapioca, idem.
Toucinho, idem.
Vela* de carnauba, kilogram mo.
fijoto de Lisboa, idem.
Viaho branco, idem.
Vela* stearioas, kilogrammo.^
A root* administrativa do Santa Casa de Miseris.
cordu do Recife precisa contratar o forneciinento
de pio e bolacha que teem de consumic todos os
stabelecmentos pios a mi cango, no trimestre de
abril a junho : recebe preposlas na sala de suas
sessoes, solas 3 boras 4a tarde no dia 19 do cor-
rente.
A junta administrativa da Sanu Casa de Mise-
ricordia'lo Recife precisa contratar o fornecimen-
to de assucar re&nado qo teem de consnmir todos
os ttstafceleciuientos pies a sea cargo no trimestre
de abril a junho : recebe propostas na sala de
suas sessoes, pelas 8 Iwras da tarde do dia 19 do
cm-rente.
A junta administrativa da Sanu Casa de Mise-
rieordia do Recife precisa contratar o forneci-
roento de came verde que tern de consnmir todos
os estabeleciineatos pios a sea cargo no trimestre
de abril a junho: recebe propostas na sala de
suas sessoes, pelas 3 horas da tarde do dia 19 do
corrente
Secretaria da Santa Casa de Hisericordia de
Recife, 11 de-marco de 1874.
0 escrivao,
^__________Pedro Rodrigues de Souza.
Armaaens da companhia per
nambucana.
eguroi contra o fog*
A companhia pernambucana, dispondo de ex-
cellefites e vastos armazens em sea predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao comraercio em geral
para deposito de generos, garantindo a major con-
servaeio das mercidorias depositadas, service
prompto, precos modicos, etc.
Tambem rccolhera, mediante previo accordo, ex-
clustvamente os generos de uma s6 pessoa.
Estes arraarens, alem de arejados e commodos,
io inteiramente novos e asphaltados, isentos de
copim, ratos, etc., eic.
As pessoas que qnizerem utilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana, que acharao com quero
tratar._____________________________
Veclaracdo n. 1.
Pela contadoria da camara municipal desta ci-
dade, sao ebamados a virem pagar a bocea do
cofre, do \" de marco vindouro, lodas aquellas pes-
soas que se acham sujeitas ao pagameiito dos iin-
po.-.los creados pela lei provincial u. 1126 de 18 de
junbo de 1873, relativamente ao ex'ercicio corren-
te de 1873 a 1871, cujos sao os seguintes : fores
elaudemios de terreuos municipaes ; 24500 sobre
estabeleciraenlos que vender espiritos; 34 por
cada licerr.-a que lirarem as bw.eleiras para ven
derem deDtro do municipio, e de 30$ pelos mas-
eates ; 64 pur cada carroca ou vehisulo empre-
gado nos services da cidade, villas e povoacdes ;
100 rs. por palmo de lerreuo deniro da cidade do
Recife e seus soburbios, que nao esteja edifi;ado
ou culiivado, embora se conserve muradu ; 204
por cada casa de sobrado na cidade do Recife, que
conservar varan la ou sacada de madeira ; 104
per cada casa de sobrado, cujo exterior se conser-
var estragado, e iifiOOO por cada casa terrea em
izuaes eircumstancias ; 105 por cada casa de so-
brado nas ruas que ja foram calcadas, que nao
tiverem os passeios a ella correspondentes, feitos
no mesmo nivelamento e alinhamento dos que ja
liverem sido executados de couformidade com as
postnras municipaes, e 5 por cada casa terrea
nas mesmas condicSes ; 14 por cada casa de so
brado, cujos quintaes deitem para ontras ruas e
nao estejam murados ate o respaldo do pavimeuto
terreo em forma exterior de edidcio, e S4OOO por
cada casa terrea em identicas circamstancias ;
60 rs. per palmo de terreoo uo3 povoados da Mag-
daleoa, Capunga, Chacon, Casa Forte, Poco da Pa-
nella, Caldeireiro, Monteiro e Apipucos, que noa
estiver inurado ou cercado; 40 rs. por palmo de
terreno em toda a extencao da cidade do Recife a
Apipucos, que nao estiver m lira do, exceptuando-
se os terrenos que tiverem oereas nativas em bom
estado de conservaeSo; 205 por caia baixa de
capim deniro da cidade do I ecife ; 105 por cada
machina a vapor, montada na cid3de do Recife
para qualquer mister; e fioalmerite o imposto de
4$ por cada casa de negocio nas cidad^s, villas,
sobarbios e povoacoes, devendo, porem, os contri-
bointes, quando tiverem de pagar este imposto, a
apresentar na contadoria o conhecimento do im-
posto geral sobre induslria e profissao, afim de
provar ter assim satisfeito o refcrido imposto
geral.
Ikclaracuo n. 2.
A mesma contadoria da camara municipal desta
ridade scientific a todos os donos de diversos es-
tabeleciraentos de porta aberta, a virem pagar os
impostos atrasados que se acham a dever, do?
exercicios passados, bem como os demais in.pos-
tos acima especifieados.
Contadoria da camara municipal do Recife, 27
de fevereiro de 1874.
0 contador
Hypolilo C. de Vasconcell03 A. Maranhao
|t6 paluM W Itrgnre 9t*Se comprlmento, ilt*
em terreno Mreiro, com 690 palmos de compri-
mento,S9 de largara avaliado tn<*o em 3:0005,
dos qnaes re abate 5d9#OM, pirtenceute ac Um
de Alexandre Jose 4a Silta, licando o restante
quo tern de ser arrcmaltado no valor de 2:4405877,
Urn lerrenu fweiro no mesmo Ingar com 690
palmos de comertmento e 193 de largura, lendo
t casas de taio* em mao estado, tendo cada uma
deltas 44 palmos de comprimenlo ti de largu-
ra ; uma deMas tern duas salas e 1 quarto, e por- ,
ta e janella na frente : a eutra em caixao, com
porta e janella na frente, avaliado tudo em ....
1:0005.
Uma casa terrea na cidade de Olinda, no Ingar
Pace do Castelbaoo, Uoje rua 27 de Janeiro, fre-
gueiia de S. Frei JVdro &M&tnt, n. 1, com 58
1|2 palmos de coniprimento e 29 \(i de largura,
com uma poru e janella u* frente, porta e janel
la no oitao, duas salas, sendo a du detrat assoa-
lhada, sue a qua! exi>(e uma loja, 4 quartos, co-
linha intern a, qumial murado com (SO i>a!m s de
exieasao, cacimba, am teireno ao I ado do norte,
com portao, avaliada em 2:5005-
Recife, l de marco de 1874.
Macario de Luna Freire,
Procurador.
ShiiIh <;asa d (Miscricordia do
Recife.
Em vista da ordem da Illma junta administra
uva sio convidados os parentes das menores infra
raencionadas a virem relira-las do collegio das
orphas. por ja t^rem atlingido a idado marcada
no respectivo regulamento, eacharem-se com suas
educacoes terminada3. Aquellas que nao forem
retiradas deniro do prazo de 30 dias, conUdos da
data do presente, serao entregnes, do accordo
com o 3* do art. 48 do mesmo regulamento, a
familias honestas para ahi se empreg&rem no ser-
vice domestico.
aenhorinha dos Santos, filha de Jose Joaquim
dos Santos e Antonia Maria.
Leopoldina Maria da PaixSe, tlllia do Qara de
Jesus.
Maria Eliza Alves, iilha de Joanna Je tal
Valeriana dos Santos, filha de Joaquim dos San
tos e Maria Margarida.
Alexandrina Rezerra Cavalcanle, filha de fose\
Rezerra Cavalcanle e Rosa Rezerra de Menezes.
Idalina Lacerda, filha de Pedro Alexandre de
1. icerda e Anna Francisca Paes Rarreto.
Josepba t.ima, filha de Joaquim Lima de OH-
veira e Joanna Maria.
Candida, alba de Vital das Chagas Coelho e Car-
ola de Lacerda.
Rosa, filha de Autonia Joanna de Rarrns.
Dionizia, filha de Vital das Chagas Coelho e Car
lota de Lacerda.
Autonia, filha de Manuel Felix Barboa e Mar-
colina Guimarae.'.
Adelaide Francisca da Silva, fHha de Francisca
de Aseis.
Alexandrina Maria, filha de Felippe Hartinho do
0' e Maria Joaquioa do E-pirito Santo.
Rosa, filha de Antonia Joanna de Rarros.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, t3 de man,'o de 1874.
0 escrivao
Pedro Radrigues de Souza.
Luso-Brasileira
De ordem da presideucia convido aos senhores
.socios para assistirem a sessao magna, inaugural
da imagern dc nosso padroeiro o venerando pa-
triarcha S. Jose, e do retrato do illustre fundador
desta associacaoo Dr. Agostinbo Maximo N gaei-
ra Penido, no salao de honra, pelas 7 boras da
tarde do dia 19 do corrente ; e arcplio o mesmo
convite aos senharea candidates que tern de pres-
tar juramento e inscrever-se no granae catalogo.
Secretaria do conselbo fiscal da scciedade be
nefieente Luso-Brasileira em Pernamtweo, 10 de
marco do W74.
O I" secretario
Joio Martins de Andrade.
Quiota feira 19 do corrote, pelo jutzo da
provedoria, escrivao Nunes Ferreira, depois da
respectiva audiencia, ser&o arremattados os pre-
dios pertencentes ao e-polio do tloado Dr. Anto-
nio da Auumpcao Cabral, a saber :
Duas tercas paries do gobradinho de dons an-
daresj na freguezia de S. Frei Pedro Martyr, a
rua d o Camuello n. t, tend- 38 palmos de eompri
mento e 19 de largura, com nma sala e am quar-
to em cada andar, cozinha interna e andar terreo,
servindo de deposito de ferragens, fendo o fundo
do sobrado eniaipado e em man estado, avaliado
em sna totrhdade em 5:0-05, send" que as duas
tercas paries tern o valor de 3:343*332.
Uma casa terrea de pedra ca| Do |Qgar do
Barro, freguezia dos Afgad.w, p.0uj 3 ianellas de
frente portao de madeira ao Udo, dnas salas, 2
Quartos, coinoa, qawlo juuio o dcspen-a. com
Sociedade Propagadora da
Instruc^ao Publica.
Teve lugar, como foi annnciada, a aberrant da
aula primaria para o sexo masculino, no dia 2
do corrente, a rua 24 de Maio, outr'ora Praia
do Caldeireiro, onde funcciona a mesma aula.
Os interessados podem dirigir-se a casa d'aula,
ou a rua do Bartholjmeu n 53.
Secretaria interina do conselho paro.-hial da
Propagadora da Insiruccao Publica de S. Jose, 10
de marco de 1874.
Jose Bandeira de Mello.
Conselheiro servindo de secretario.
CONSELHO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MARINHA.
0 conselho contrata no dia 20 do coriento mez,
a vista de propostas recebidas ate as 11 horas da
manna, e sob as conJi.oes do estylo, o forneci-
mento no trimestre proximo vindouro de abril a
junho, ao arsenal de mariftha, de cimento, carvao
e cok, dito de ferreiro, e dos seguintes cbjectos
de fardamento :
Para aprendizes artifices
lionets do uniforme, b.mets do servico, blusas
de brim branco, blusas de algo;ao azul, blusas de
pa duo azul, calcas de brim branco, calcas de al-
godao azul, camisas de algodaoiinho, cobertores
de la, cobertores de algodAo, cintos de couro bran-
co invemisados, cal.-as de panno azul, colchdes de
linho cheios de pallia, fronhas de algodaozinho,
lenyos de seda preta para gravatas, lencoes de
algodaozinho, sapatoes, sa:cos de guardar roupa.
travesseiros de linho cheios de pallia.
Para artifices avulsos.
Blusas do panno azul, blusas de algodao azul,
caleat de brim branco, calcas de panno azul, ca-
misas de algodaozinho, cinlos de couro branco in-
vemisados.
Para imperiaes mrrinr.eiros, aprendizes ditos e
marinhagem
Bonets de panno azul ferrete, calcas de panno
azul ferrete, camisas de brim branco, calces de
flanella azul ferrete, camisas de flanella azul fer-
rete, camisas de panno azul ferrete, calcas de brim
branco, colchfies de linho cheius de palha, cober-
tores de la, lardas de panno azul ferrete, lencos de
seda preta para gravatas, sapatoes, sacco? de lona
de marinhagem.
Sala das scssSes do conselho dc compras de
marinha de Pernambuco, 17 de marco de i87i.
0 secretario
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
SANTA CASA DA MISERICOKI IA IMJ
RECIFE.
A llima. junta administrativa da santa eaaa dt
hisericordia do Recife, manda fazer publica que
j sala de suas sessoes, no dia 19 de ma '; pe-
las 3 horas da tarde, tern, de ser arremaiadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de nm
a ires annos, as rendas dos predios em seguida
leclarados.
ESTABELEC1MENTO DE CARIDADE.
Travessa de S. Jose.
Casalerrean.il.......2iU50O0
Rua de Santa Rita.
Idem n. 34 fecliada ...... 2405'iOO
Idem n. 32........25(150 0
Recco da Carvalba.
n. 5........2005000
Padre Flotiaoo.
n 49........20" 5000
Rua da Alegria.
n. 31........3715000
Ponte Velha.
n. 31.........1.165000
Rua de Antonio Henri [lies.
n. 26........yf)$0OO
PATHIMONIO DOS ORPHAOS.
Pateo do Paraizo.
Idem
Idem
Idem
Idem
Idem
2. andar n. 29 ... .lt50fi0
Rua da Senzalla velha.
Casa lerrea n. 16. . 2095001'
B"ceo das Boias.
Sobrado n. 18 ....... 4211000
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 (fechado)..... 1:000509('
Rua do Pilar.
2415000
Rua do Arnerim.
1225000
Rua da Guia.
Idem n. 29........ 2015(00
Rua d is Larangeira-.
Casa terrea n. 17. .... 3615000
Os prelendentes deverao apresentar no acto da
irreniatacao as suas nanoas, ou comparecererr
icompanhados dos respectivos fiadores , devendt
pagar alem da renda," o premio da quantia en
iue for seguro o predio que contiver estabeleci
mento commercial, assim como o servi?o da lim
p^za e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re
Jife, 17 de margo o de 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
Correio geral
ltel'i#do don objeclos registrados existenU;
na administrapdo dos correios desta pro-
vincia, para as pessoas abaixo dccla-
radas :
Antonio Jose Francisco, Antonio da Silva Fer-
reira Junior, Antonio LuizCaetano da Silva, Ame-
rica Vespucin Moreira do Almeida. Carlo Simoni,
Cbrisoiilo Ferreira de Castro Cliaves, Domingos
Antunes Villaea. Edouard, Fraucisco Xaier Ca
valcante Lins, Francisco Domingos Ribeiro Vian-
na. Gon Ofiveira, Herculano Marcos loglez de Sotua, fgna-
cio 5ier> da Silva Lopes, Joao Marlins da Silva
Coutiuho, Joaquim Nolasco Pereira da Ciinha,
Joventino Lins Themudo, Leome, Lourenco lose
de Figueiredo, Maria Carmelina Barbosa de Souza,
Manoel dos Santos Pimentel.
Administracao do correio de Pernambuco. 16 de
marco de 1874.
Jose Candido de. Banns
Encarregado do registro
ADM1MSTRA %Q DOS CORREIOS DB PERXAM
BL'CO, 16 DE MAIO DE 1874.
Faco puMico que do dia 18 do corrente em
dianie sera expedida mala para a agencia d > cor
reio ultlmamente creada na villa de Sanlo Amaro
de Jaboatio, cuja txpediein sera feita diariamenle
e a correspondeneia recebida nesta reparti^ao ate
33 8 boras da manba.
0 administrador
Affonso do Rego Barros
ADWNiSTRAC 0 DOS CORREIOS DE PER-
NAIIBUCO, 18 HE MARCO DE 1874.
Malas pelo vapor MandakA da compauhia
pernambucana
A correspondencia ejoe tern de scr expedida
hoje (18) neJo vapor acima mencionado para Fer-
nando de Norouna, sera recebida pela maneira o-
guinte :
Ma^os de jornaes, impresios de qualquer na-
turcza, eartas a registrar e eartas ordinarias at*
as 11 Was da marina.
0 administrador
Affonso do Rego Barros.
TUE4TK0
Santo Aritonio
<^arta-feira 18 de mar^o.
Tercelra reprCTentar5o do mnlto bem reeebido
drama em 1 prologu e 5 actos :
nm POR FOBGA .
Traduccao do Dr. F. Praieres.
.%'s 9 horns em pnto.
T1EATM
PHENiX JPATICi
iMPREZ*LMA PENANTE
Quinta-feira 19 de manjo.
Recila em favor dos profeseores
da orcbestra.
Terceira representacao do bem aceilo e applaudi-
do drama em 6 actos :
SDZANA.
A'S 8 IrJ DA NOITE.
Esta em ensaios o drama do Sr. Dr. Pinto :
Santa Glolilde.
WISOS MARITrMOS
Pacific Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMER
SORATA
espera-se da Enropa ate o dia 24 do corrente. e de
pois da demora do costume, seguira para Babia,
Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos-Ayres, Valpa-
raiso, Arica, Lilay e Callao, pars onae rccebera
passageiros, encommendas e dinheiro a frete.
Nao sahira antes das ires horas do dia da che-
gada.
OS AGENTKS
Wilson Rnwe A C.
14RUA DO COMMERC1014
Companhia Allianqa Mariti-
ma Portuense.
Empreza de navreacao entre
Portugal e Brasil.
A barca portugueza Joven Adelaide, recebe car-
ga a frete para os portos de Litboa e Porto, de
vendo seguir com a maxima brevidade ao sen
destine : trata-se com os respectivos consignata-
jios Jose" da Silva Loyo & Filho.
(OHPWIIIl
HE8SAGERIES HARITIMES
Linha niensal
ERYMANTHE
E rente em diante, seguindo depois da demora Ijlo
costume para Bordeaux, tocando em Dakar (Go*
ree) e Lisboa.
Para condigoes, fretes e pa^sagen?. trata-se co^
OS AGENTES
Harismcndy A l.aliilli
9 Rua do Commercio 9
PACIFIC STEAM NAVIGATION
PANY
COM
ROYAL
MAIL
STEAMER
T
Cominandnnte Shannon.
espera-se dos portos do sul ate" o dia 29 do cor-
rente, e depois da demora do costume, seguira
para S. Vicente, Lisboa e Liverpool, para onde
raeeberi passageiros, encommendas e rarga a
frete
Nao sahira antes de, meio dia.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14RUA l>0 COMMERCIO14
mm\\\k B:\KIA.\4
^DE
LHRAB.I
Uaceio, Pcnedo, An.ctiju
e Bahia.
E" esperado dos portos do sul ale o dia 21 do
eorreuteo vapor S. Salvador, o qual sahira para
os portos acima no dia seguinie ao da sua cbo-
gada.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di
iheiro a Irote.
AGENTE
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
67Rua do Rom Jesus57
Porto por Lisboa
A galera portugueza Firmeza, que se espera a
todo o memento do Rio de Janeiro, seguira pou-
cos dias depois de sua chegada para os portos
acima, para onde recebe aisda alguma carga a
frete barato : trau-se com Silva Guimaraes & C,
praca do Corpo Santo n. 6.
Companhia Allianea Mari-
tima Portuense.
A galera portugueza Saudade, seguira em pou-
cos dias para o Porto, com eacala por Lisboa.
Ja tern contratada grende parte da carga ; e
para o resto, trata-se com os consignatarios <
agenies da companhia,
Josf da Silva Loyo FUke,
em sen escriplorio a rua da Companhia Pernam-
bucana.
T, de Aquio Foneeca ft C, sneeessorta, 4
rna d-Vigarfa n 19
PARA'
Segue com brevidade para o referido porto a
ecuna Georgiana, lendo ja parte de sen carrega
mento engajado : para o reflo, trata-se com Ta*so
Inb&m A C a raa de Amorim n. 37.
Para Lisboa
0 patacho portuguez Qraaosa, vai sahir com
brevidade por ter a maior parte da carga promp
ta, e para o resto trata-se com os consignatarlos
Silva Giiimartes & C, praca do Corpo Santo nu
mero L
>ara.
l'jetendc seguir para oindicado porto, com pou-
ca demora, a barca portugueza Social, por ter
porcta da iarga engajada ; e para o que Ihe falta,
trata-se com os consignatarios Joaquim Jose Gon-
calves Beltrao ft Filho, a rna do Commercio n. 8.
Rio-Grande do Sul.
E' esperado do Rio de Janeiro, em poncas dias,
o brigae nacional Amelia, o qnal seguira para o
porto acima ; com pouca demora para o resto da
earga que lbe falta, trata-se com sea consigna
tario Antonio Laiz de Oliveira Azevedo, na rua do
Bom Jesus n. 57
LEILOES.
LEI LAO
DE
nma casa terrea n. 212, com duas frentes, nma
para a rna de Vidal de Negreiros, e outra para
a rna Augnsta, tendo sala e 4 quartos, em chio
proprio, e esta livre e desembaracada de todo e
qualquer onus
Hoje
Aa meio dia
0 agente Pinbo Borges, bastante autorisado, le-
vara a leilao a casa acima sitada, em seu escrip-
lorio, 4 rna do Bom Jesus n h3, primeiro andar.
Os pretendentes podem desde ja examina-la, e
qualquer declaracao relativa, o mesmo agenle po-
de dar.
LEILiO
DA
armacao, generos e utensilios
da Penha n.
da taverna
6
da rua
Hoje
0 agenie Martins fara leilao, competentemente
autorisado, d'armacao, generos e utensilios da ta-
verna da rua da Penha n. 6, a qual se acba sorti-
da e afreguezada, e garante-se a casa ao compra-
dor do eslabelecimento.
Principiara as 11 horas.
leilao
DE
3 oiib.a- com papel maiz, para cigarros
AVARIADAS
Hoje
as II horas
0 agente Pinto fara leilao, por autorisacao do
gerente do consulado de Franca, em presenca de
seu chanceller, e por conta e risco de quem per-
tencer, de 3 caixas marca L R contra marca F,
ns. 1,254, 1,256 e 1,257, com o conleiido acima
mencionado, avariadas a bordo do vapor francez
Mendoza. 0 leilao sera effecluado no dia e hora
acima mencionados, no escriptorio do referido
agente, a rua do Bom Jesus n. 43.
Grande e importante
LEILAO
DE
moveis, louca, vidros, perfumarias, raiudezas, ma-
chinal para cafe, caixas de Flandres para con-
feitarias e nma macbina para cortar fumo
HOJE
A's 11 horas < a mhi ha
No armazem da rua do.A'igario Thenorio
n. 11.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
onla e risco de quem pertencer, de 1 mobilia
de jacaranda, com tampos de pedra, 2 pianos in-
gleze3, de mesa, 1 mobilia de junco, com tampos
de pedra, 1 dita de amarello, l secretaria de dito,
1 rica toilette de jacaranda, 1 rico santuario de
dito, 1 guarda-louca de amarello, 1 guarda-vesti-
do de dito. 1 guarda-comida de mogno, 1 dito de
amarello, 2 quartinheiras, 1 cabide, 1 carteira, 1
par de cadeiras de balanco, de vime, 1 par de
consolos de amarello, 1 apparelho para janlar, 1
dito paraalmoco, 12 pratinbos para bolinhos, uma
poicio de mu-'icas para piano, uma perrao de li-
vros de poesias, etc., 2 mesas redondas, 2 mesas
de pinho, 2 aparadores, 2 meias commodas de
amarello, I comraoda inteira de dito, 1 par de ca-
deiras de balanco Be jacaranda, 1 dito de ditas de
amarello, 2 bancos para piano, 2 toucadores de
jacaranda, 1 dito de faia com perlencas, 2 mesas
pcquenai, uma porcao de botdes para punhos, 2
mesinhas para tomar cafe, cadeiras, marquezas,
marquezoes, camas francezas de amarello e mog-
no, camas de ferro, o muitos outros artigos que
se acharao presenles no acto do leilao.
QUARTA-FEIRA 18 DO CORRENTE
A's 11 horas
.V RUA DO VIGARIO THENORIO N. II,
ARMAZEM.
Polo preposto do agenie Pes-
tana.
A.Si!i|tHOaASDAMAltaA.
No armazem da rua do Vlgarlo Thenorio n. II.
' agente Pes-
tana '
Grande
LEILAO
. DE
fazendas, miudezas, chapeos de sol. cbapeos para
i-enhoras, enfeiles e corte: de seda
A SABER:
Chapeos para senhoras, enfeiles para cabeca,
peqas de Ufa de velludo, tranjas, Iwtoes de setim,
bandas bordadas, palitos, cachomira para senhoras,
grampos para cabclln, franjas pretas, peras de re-
quifes pretos, franjas de la de cores, pugaa de gar-
Qa, pentes, deademas (tartarnga). pecas de lenco?,
foulard, manteletes, mantilhas brasileiras, veos
para senhoras, pecas de tilo de red* avellud.ido.
pogas de lazioha para vestidos, curies de seda de
cores, chape< s de sol para senhoras (cabo de mar-
fim), ditos de cabo de ataa, chales, vestaano para
senhoras, pecas de filo, carus para jogar, invisi-
veis, francos com t ntura para catilln, ricas saias
de popelina, e muiUs outras fazeudas e miude-
zas de gosto e phanlasia
j-.s 1 1 h. ras da miiiit.a
0 agente Pinho Borges, bastante autorisado, le-
vara a leila*e, as fazendas e miudezas acima decU
radas, por conta e risco de quem pertencer ; em
seu escriptorio, a rua do Bom Jesus n. 53, pri-
meiro andar.
Os Srs. logistas desde ja estao convidados para
virem examinar at refendas fazendas e mindezas
que se acham patentes no mesmo escriptorio.
LEILAO
DE
moveis e louca
objectos de ouro e fazenda
Sexla-feira 20 do correnfe
Nendo:
mobilias completas de jacaranda, junco e de ama-
rello, guarda roupa de amarello, guarda louca,
camas francezas de jacaranda e de amarello.
marquezoes, marquezas, sofas, consolos, apara-
dores, mesa*, lavatories, esteiras para forro de
sala, chapelinas para senhora, chapeos para ho-
mem, louca de jantar e de almoco, lanternas e
mnitos outros moveis que serao vendidos por
todo preco para fecbar eontas
pelo agente Martins
Mo armazem da rna do Inipc-
radur n. -S.6*
A'S 11 HORAS DA MANHl.
LEILAO
No dia 20 do corrente vao a leilao todo? os
objectos dados em penhor que estivere.n venci-
dos, salvo aquelles que ate aquella data pagarem
os premios vencidos.
Travessa da rua das Cruzc< n. 2.
<^>
DE
doni Sabbado 21 do corrente
0 agente Marlins fara leilao, com autorisacao,
de 1 sitio na Torre, com casa de pedra e cal, mui-
to bem conservada, onde moia o Sr. Andre de
Abreu Porto.
Um dito n'Agua Fria, com casa nova de pedra e
cal, defronte do Sr. Flavio Catao.
Um terreno no Ingar da Torre, defronte da Ponte
dUchoa.
Os pretenJente- pedem eatender-se com o mes-
mo agenle, qne dara as informacoes Decessariaa.
No armazem da rua do Imperador n. 48, as 11
horas do dia.
Agente Dias.
LEILAO
do syste-
carros de
c=s>
DA
armaeao, generos e mais pertfnjas do eslabele-
cimento de molbados, em a rua do liangel n.
41.
as 11 horas
no mesmo eslabelecimento.
0 agenle Dias vendera no dia e hora acima de-
signados, o eslabelecimento indicado, que se acha
livre e desembaracado, e que se torna recomuien-
davel pela boa localidade cm qne seacha
DE
loci'moioras e rarros
ma Thonison. ou
bo; racha
.\o dia 15 de altril.
Em virtude de ri"o se poder rli-r'Or de boas es-
tradas de rodagem nesta provincia, os possuidores
do material acima mencionado estao resokidos a
vende-lo todo em leilao ou separadamentc, confor-
mese convencionar.
0 emprego destas machinas em granie uumsro
de paizes da Europa, Asia, America do Norte.
onde ellas lem suhstituido oi antigos systemas de
transportar cargas pesadas, di.~p.usam os seus
possuidores de encarecerem a sua grande utilida-
de, como meio de transport" ceonomico e cmnmo
do para os engenhos, e toda sorte de propriedade
agri ola on industrial, que di-ponha de planicies,
cuja situatao dos ruapectivos deinmios ou arma-
zens liqiiem disianies do lugar deprodaecao 00 de
fabrico.
Estas machinas podem trabalhar como machi-
nas fixas, para o que tern competentes volantes, e
servir para serrarias, enfardamento de algodao e
fazer mover toda a sorte de apparelhos etc., etc.
0 materia 1 consta do seguinie :
2 lecomotoras de forca nominal de 8 cavallos
cada uma, com caldeiras vtrlicaes e fornalhas
quadradas e oval, podendo queimar carvao ou le
nha, com fumigadures e cinzeiros, di;pntos de
sorte q e se previne qualquer accidente de inccn-
dio. Estas machinas passnem lodas as pecas in-
dispensaveis de sobresalenles, e sao completas a
lodas os respeito52 estao novas e em perfeito esta-
do de conser aeao, vista como, apenas trabalha
ram o tempo neeeseario para sedemon^trar pra-
ticamente as suas vantagens.
6 carros solidainenlc conslrai&ig, suspenses em
excellentes molas, sr'ndo dous com portas lale-
raes, dons com ditas na parte poptcrii r e dous ra-
sos, proprios pi.ra transportc de caldeiraa, moen
das. etc.
0 leHao sera effecluado pelo ag'-nte Pinto, ;i rua
d'Aurera n. 91, estacao das ditas machinas, e pe
las II horas horas do dia 15 de ahril.
Da-se t"dos os esclarecimento? a rua do Bom
Jesus n. 8. primeiro andar.
mm
Leilao
Para o Aracaty em direitura sane o nov o
superior palhabole nacional Leenilia da Cruz, ca
pitaoe pratieo Manoel Caetano da Costa, tem part6
de sen carregaroeniongajado; e para o resto que
alia, trata-se ccm o consignatario Antonio Alberto
de Souza Agniar, a rna do Amorim n. 60.
Para o Para
recebe carga brigue portagaez Reiampago, e
pretende segoir com toda a brevidade por ter
grande pane da mesma engajada : quem no mes-
mo qujxer earregar, trate com s*u consigMta-
DE
uma rica mobilia de faqueiro, 1 cofre (prova de
fogo), porcao de papel part forro, 1 prensa para
copiar, diversas pecas de seda de listras, diver-
sas qualidades de bolSes, leques, broches e
brincos
HOJE
A's 11 Ij2 horas em ponto.
No armazem da rua do Vigario Thenorio
n. 11.
aocorrer do marteUo
0 proposto do ageute Pestana fara leilao, por
conta e risco de quoin pertencer, de 1 cofre (pro
va de fogo), i prensa grande para copiar, diver-
sas pecas de seda de listras, porcao de papel para
forro, diversos bodies para punaos, de martlm e
madreperoia, metal, goarnieao de madreperola
para camisas, pi.rcio de broehei, 1 ehapeo de pas-
ta, 1 par de espnras douradaa, kques de san>alo,
tapetes, collannlioj. cartetras vara cigarros, porta-
retratos, aomoadnraa para c.Mietes, toucadores,
espelhos de mao, diver dusias ds perfa>uarias
Ouarta-Wra 18 dmr$.
a^sos nv;:sos
Attengao.
Pr-cisa-so ccm urgencia de uma-ama de
leite, que seja s?dia, o que tunha bom e
abundante L'ite, para tomnr conta de uma
crianfa de dias, dando-se preferencia d mu-
Iher do matto : quem, pois, estiver nestas
circumstancias appare$a no 3." andar desta
typograpuia para tratar.
CASA DA FORHA.
AOS 4:000*000.
BILHETES GARANTTOOS.
<' ma Primeiro de. Marco foutr'orm mm f
Crapo) n. t3 e catat do costume.
0 abaixo assign^ tendo vendido nos sen* to-
izes billietus, nm iuteiro n. 3,4<5 cotn 700*, ua.
mteiro n. 1457 com 2004, um inteiro n. 346'4 com
1004, e outras sortes de 404 e 204 da loteria qua
se acabou d exlrahir (91), convida aos possni-
dores a virem rcceber na couformidade do costo-
me sem descontc algum.
Actuun-se a veiula u felizes bilbetes girantidirr
..; 6 parie das lotenas a beneficio da igrtja
do Amparo de Goyanna (92*), que se exlrabira na
sexta-feiia. 20 do corrente.
THEIRS
flilhele inu-iro 44000
Meio bilhete 24UUU
am PORgaoDE 100?000 para cima.
Rilhele inteiro 34500
Meio bilhete 14750
Manoel Martins Pint*.
Tendo aoontecido um desarranjo na na*-
cbina de golo, os fabricates vem por meio
deste pedir desrulpa aos seus freguezes pela
falta que tem havido ncstes dias ; esperam
porem de amatiba em dianie fomecer a todos
as quntida tambem a occasiao para prevenir aos sens
freguez-'s que leem em viagem uma ma-
cbina nova, df maior forga e do systerna
mais moilerno, que fabricari 1 m maior es-
cala e com toda presteza as quantidades q*)-?
forem exigids.
Santo Amaro, 17 da marc-ode 18T.
Pelos testamenteiros de C. Star* d
irj//i'arn W. Webster.
Preci^a-se de um socio com capital paia
padaria, b para 0 aaito, on tende-se, faz-se quabjier o> -
gocio : no pate > do Terco n. 63.
E.n |M de outubro de 1873 fugio da bM
da Ukt% Branca, freguezia de Santa do Ma"
provincia do Bio-Gr.;ndc do Norte, 0 escravo de
nome Antonio, rabra, mo*o, baixo, espadaiido,
olhos grandes, olh.r baixo, venta lorcida, boa
dentadura, peseocti rnlrom-ado e pes curtos, tem
marcas de. U-Ihos na UU e signaes de relho nas
BOetaB, c canlador, aboia l>em e loca gaita t pan
deiro Quando fugio ennduzio um cavallo mela-
do quasi ruco, lendo as crinas e raoinhas pit-
tas. Da se bua rec to escravo, qne podera sit entregue ne*ta praca
ao Sr. Manoil Marques I'ii.: 1. Iravessa da Mad:--
ue Di a-- u. o, priirt'iro milar, ou ao Sr. Lu
da Silva Antunes, rua da I'nia. n. 69, 011 ao MB
senhnr. na faz<-nda Serra itraoca, era ."-'ant'AEii
do Mattos, a PeKppe Khj de Carvalho a Mlra.
N. 55#400.
Pede-se ao Sr. Joaquim Pin-- Ferreira. a favor
de apparecer na rna Pri niim de Marco n. 7 A.
primeiro andar, a ncguei-j de seu particular io-
teresse.
Irmandade do Seuhor Bom
Jesus dosPassos, nama-
triz tio oij o Santo.
De ordem da mesa regedrra desta irmandadr.
laco constar aos veidadur < lieis, que a sacrr
santa imagern do Seahor dot Passes estara
posta a veneracao d-< sir..-'n devoios, nas tar-
des de quintan si-xia-Mrn da presenle -ruani
visto nao poder sahlr em prociwio |>or aehar-v
i: lerdicla a iiiiiaridadc.
Km forma di oosiome ten iMMjMAh vinb" r
as reliquias, q-ie hotiverom.
Secretaria da irnnndade, aw 1'> de RMff
1874.
Ji'se Joao de Amorim MBiar
Escrivln.
Irmandade de N. S. da Uon-
ceicao dos Militares.
Devendo terminar no ptoximo mez de abri
tempo por.nie foram arrendados, o primeir-; and-r
e h'ja a 1 so tad > 11. 49 c a loja :i. 81, silas a r ja
do Warai da Yirrori.i. ; 1 ao patrin*.
da ifcfirid.i iruisuddUc. i.ieta rcgedora rec:'
no consist rlo da Igiyj a, no dia 21 tacsm
as "Hioros da noile, propostas para 0 wn
reodantentn quo di-vera ser de .-; .-nines.
Heetfe, 16 de tnarj 1 de 1874.
O secritario,
LeopoUo I'choa
Attengao.
Cunataado as abaixo assigoaio, -jroprietar.
fabrica de cigarros ao be:co Large :is. I. I A e 2,
que algtms fabneantes nescios ou ambieiosos
acompanham sempre em suas inv-ncoes, e, nao
satisfeUos em tanricarem am* cigarros com
chapa inn< da sua, mamlaram iniprimir em tinta
verde, como nlthnaineate mandou fazer, para
derem aos mm fregn-ze-i canio seus, qne na boa
fe, on p'i ignorincia boa compram, previne en-
lao aos mis fregueces, que reparem para s*>n
nome. que assigns em cada maco, abim do
nome que lem em lettras maisculas com HMa
amarella, por baixo da chapa verde e reparem
tambem para os disiirosque tem ao lado de cada
maco, por baixo do nome 1 Figueiredo ). rw
snppde que 0 nwsino elle? nao poderao dizer. que
seria uma infainia mentirea inda mais assim, p-i-
alem de dizereiu que sao inventores, ainda arr
gam a si n:n dfreito quasi que de propriedade.
0 abaixo asstgnado nao d^sejava recorrcr
impreusa. porem. obrigado por seus coilegas !*'
due
Hecife, 1" dn nar.L da 1874.
lose Ant. nil Dotniogucs de 1'igueired,
Um sitio na travessa da Cruz das Almas, perto
das estacdes da Tamarineira e Jaqueira, com ex-
cellente casa de vivenda, nova, muilo commoda
e asseiada : lendo t salas, 6 quartos, e fora co-
zinha, despensa, sala de engommar, quarto de co-
zinheiro ; assim como coctteira, e-tiibaria, dons
quartos para criadoi, latrinas, cercado de ferro,
banbeiro, gallinheiro, etc etc. : a tratar no sitio
do commendador Tasso.
COZINHEIRO
Qnem preeisar de nm oosioheiro, Unto para ho-
tel como para casa particular ; dirila-se a rna do
Rangel n. 3._____________________
Preeisa-se de nm rapaz para os ser ios
diaries de nma padaria ; na r ia da Gala n. 84.
aelect^ e -le umbigo
(Enxertadas)
Sapotizeiros
e sapoteiro* de II palmos (em vasos) e de '
as tamanlio? e prefoa mais commodos que d.v-
tes ; assim eomn :,? seguinti-s outras planta- or
frucia e de omaln :
At*afl.
Acacia.
Aritirom a pp.
Caneila
Casuarioa.
drolina do pnaeipe.
Condsca.
Corajao da India.
Figueirs
Flamboyan*..
Frucia-pao.
Inga do Para.
Jamba
Jasmim laranja.
Laranja da CV.au
Dita do ceo.
E ontras pianias :
ura n. 20.
Laranja craro.
Dita de dore d- Para.
Dita hr.nca.
Dita lanpcrina.
Lima da Persia.
Dita de nmbigo.
Limao francez.
Dito doce, enxertad
Oiticoro.
Palmcira imperial.
Parreiris.
Pinheiras.
Homeiras.
Hozeiras.
Rozeda.
Ubau.
na Capunga a rna da V-
AVISO
Os abaiio assignados, estabelecldos a nu do
CiTone! Suassuna n. 258, declarant ao publicc t
com esficcitid-de ao eorpo do eoaaawrcM, mot
nada devem :*e-a praca tu fora della, eaei
se jnlgar credor. aprescnte sens titulos no praxo
av Ires dia, a coutar da data deste. Rocifa, t6
de marco oe 1874.
Joaquan Pereira de Azevedo Bag}4 Q
Griados
Qnem preewar de om on dons criados ttentos,
e que ton em de rozinbar, dirija-se a ra do
Baric- da wuna n. 6|t
N
\


Diario do Pernambueu Quarta feira 18 de Marco de 1874.
I
r
i
y"

FUNDICAO FO BOWMAN
RUA DO BRBM I. $2
(Passando o cbafariz)
PEOEM AOS lenhoren <1 engenho % omroa agrteohwaf, Jprecaci rt% de a.
anttusmo o favor ae uua visiu eu asufealeciatentu, para "omm. o no* M.riiuituK
dMpleti qoe iW tem; seado todo a^perwr em qoalidade e fortwlio; o qoe com a tot
^ccio pwfwel pode-e verificar. _a .t.
ESPECIAL ATTENCAO AO NCMERO E LUGAR D SUA FONDICAO
(TonAMa a wtrlott Ji0nQ dos swdernos systeraa? eem u
f ttpuroa H lOUttS Q RgUa manhos coovenientes para is diversas
iircumslaociaa doa seuhorea proprietsrion e para deacarofar algodao.
Mtondas de canna ,a"4flh08' a8;mel'ore8 qoe aqD'
Rodas dentadas pTm.e..^u.^Por.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiqnes e fundos de alambiqnes.
WriAViinianana para mandioci e ilgodlo.l Podendo'' todoi
^*<*v111I11BI11Uo eparaterrarmidetre. fser movidos a mlo
Unmhaa |Pr a80'' vaPor
OUillUilS d ptote, ginntidai......,. I on animaes.
Todas as machinas e pepM de qa6 M C08laBU preci8,r-
Pas qualquer concerto de nuchi*ismo',pre?0 mnire8Dmid0
Formas de ferro &**T*^*~T*V?!> D *"'
BfiAAmman<1aa Incambe-te de mandar vir qoalqaer machinismo a von
0ULumiIiUil-la. tade doa slientei, lembrando-lbes a vantagem de faterem
mu eomprai por iotermedio de pessoa enteodida, e qoe em qoalqaer necesiidade pode
Us preetar aoxHio.
Arados amerioanos 9 ******* ***
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
l
49 ta ^ lmperatlor 49
Na rua doBarao da Victurii o. :i6 precisa-s
aliar ao #r. vigario Andre Cohh> de Araujo Pe-
eira, t negocio de sen intcresse.
o
\ rna do Baric do Triumph i (rua do Bruin) ns. 100 a \U
CARDOSO & IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra complete) sortimento de ferragens e machinas .par* ec
genhos, as-mais modernas e melhorobra quetem vindo ao mercSdo.
VapOreS de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
UaldeiraS de sobresalente para vapores.
MOendaS lntGiraS emeias moendas, obra comonunca aqni veio.
laiXaS IUnulQaS e batidas, dos melhores fabrieantes.
KOdaS d aglia COm cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
RodaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
RelogiOS e apitOS para vapores.
DOIQDaS de ferro, de repucho.
AToiQOS de diversas qualidades.
FomiaS para aSSUCar grandes e p*quenas.
OoncertOS concertam com promptidao qualquer obra ou machina, parr, c qze teen
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS mardam vir por encommenda da Europa, qualquer mechinismo.
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assontar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a. 104
FUNDigAO DE CARDOSO & IRMAO.
ILGH DUAKTE k IRMAO
CABELLEIBEIROS ,
Premiados na exposiqao 'de 1872
Ha i. cnio sin ; H-rz, Howl, M, ic. D&w**3***' "'"" quwh.lmk- -le pianos sop*
riorcs mandados expressumente constroir para este elima, o qual os amadores dos
bons pianos sd encontrardo nesta case.
KDeebcta-se pianos usados em troca.
Cnnort*m-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
conceitadores de pianos
que ha sempre o mais complcto sortimento de materiaes para concertar pianos, como
sio: cepos, foltaa para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
marfim, etc., etc.
49 RUA IIP MPEB VMIOK 4
REDUCgAO DE PREgOS
FABRICAS DE GHAPEOS DE SOL
DE
MANUEL & MAESTRALI
Rua do Barao da Victoria o. 23
ESQUINA DA CAMBOA DO CAR MO
E
Rua Duque de Caxias n. 64.
Os proprietaries destes estabelecimentos participam ao rspeitavel publieo, e a seus
fregupzes, que teem sempre um completo e variado sortimento de chap^os de sol de to-
das as qualidades o tamanhos ; teaclo resolvido faier reduc?5o nos pregos dos mesmos,
o ai harn-se em condi^oes de poderein vender mais barato que em outra qaalquer parte,
visto receberem todos oe seas artigos em direitura, e achar-se um dos socios na Europa,
percorrendo as principaes fabricas.
Chamam a attengao dos senhores logistas para visitarem seus estabelecimentos, e a"
vita dos p'reoos e boas qualidades dos artigo, oao dekarSo de comprar.
Cobrem-se e concertam-se chap^os de sol de todas as quilidades, com promptidao
e a rre^os modicos.
- Pede-se'ao Sr. Joaq uira Pires Ferreira, o fa-
rvo de appareccr na rua Primeiro de Marco n. 7
A, '1 acda'r, a negocio de seu particular rte-
esse.

^ , o^> KTO V
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A 9:000
Botina-s para horaem
W:.raii< 'v i-lwfar prai.J>s factara< tm
I r i!'- I. i;:;- .i. t-frt'v, >' i-jfdavjii, dt f-iU-

EA DElOUCHt1
! .-. :.: -. j i- r.i. .U lM'*tin i-v t-j
:,i ',, t.'IKH (i <-c i'i yt l=f
lll'..' ): .:-.-! ..;.- r i-iil-l '" '' '"
...f '' ..:.'.../ hi i. \..,>..i iiain-7, a nu
du Uoi.i.. ,:.i \ i.;i.r:j .'"t;ii \.ra Nova) n. 7.
(lalcadi,
iraiiwi
Nao se f>restando o pequeno espajo do armatera
n. 10 A, a rna da Madredc Deos, para um abaste-
ciiio deposit) das diversas marcas de fumo, que o
atiaixo a? jignado almejava ter, achase d'ora em
diante alorio outro estabeieeiiHento sob a meaio*
dnonrina^ao de
kmazem do fumo
A1 rua do Amorim n. 41
com todas as proportfSes desejadas, e onde pode-
rSo os seahores fiegaeres dirigir-fe, certos de
que, como ate aqui, acharao sempre a par da mo-
dicidade dos pre^os, a maior sineeridade possivel.
Enire as difTerentes marcas de fumo da Bahia e
!lo de Janeiro, que tem ?ido annunciadas, acaba
devc convir aos senhores fceguezes. Consciente o
aba xo assignado de que neste genero de negocio
nao esta sem competidores, fara rauito por ovitar
qne tambem o.a tenha com rela^o ao pequeno lu-
cre que procurara obter da dita mercadoria.
Jole Doiringuef do Carmo e Silva.
RUA
n*
IMPERATRIZ
N. 82
|. ANDAR.

RUA
n.v
IMPF.RATiU/.
H. 82j
l. ANDAR.
sac*
Acabam de reformar o seu cstabelecimento, collocando-o nas melhoros con-
diecoes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e to Exmas. Sras. n'a-
quillo que for tendeute & arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
muiares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
O estabelecimento acha-se provido do que ha de melbor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e tlgu-
rinos de modas, e por isso pode-vender 20 8/o meuos que outro qualquer, garantindo
perfeicao no trabalho, agrado, sineeridade e preco razoavel.
Penteam senboras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos oro
,por{ao a retalbo e todos os utensilios pertencentesi arte de cabelleireiro.
i
Constructor t afmador de pianos
33Rua do lmperador33
Ex-aiinador 'las antigas e afamadas casas Pleyel & Her?, e aotigo director das offlci-
a casa Alpbonse Hlondel. .
Tem a lionra de declarar ao respeiuvel publico desta cidaae, que tem aberto saa casa de
eoncertos e afinacSes de pianos, qualquer que seja o estado do instrumento.
A mesma caa acabs de receber um grande sortimento de pianos dos melhores fabrieantes
de Pari9, como Erard Pleyei, Henri Herz e Alphouu Blondel) todoe us pianos sahidos da casa
Dhibaut 'sio garantidoi.
Compra-se e receJie-se em troca os pianos usados.
Naraa do lmperador
n.28
precisa-se fallar aos segnintes senhores :
Domingos Martins de Barros Monteiro.
Kmigdio Marques de Santiago (Or.)
Joao Vaz de Oliveira.
Jose" Frano'ico Lopes Lima (Vazareth).
Maooel Perein Braodao.
Manoel dos Passes Miranda.
Tfaeotonfo de Barros e Silva.
Francisco de Paola Borges.
Francisco Antonio Pootaa
Chapas e argolas ameri-
canas
O fabricate deslas, tern a honra de participar
ao respeitevel poblica qoe, tendo de retirar-se
para a oftrte brevemaate, so pode reeeber encom-
wodu ate o dia 7 da marco ; portanto roga aos
senhores qoe quizeresa munir-se de ditos obp>ctos,
Baodarem as snas eaeaoMMndas com ante^an
cla ao hole) R-tamtoet. a rna it lmperador n. 31,
das ^ tow ao tneio di|,
4' Torre
Aluga-se para pssara festa um ftitio com
excellente casa de habitacSo e banhano rio
i frenta desta z quera a pretender, pode
procurer i rua de C-ervasio Pires n. 24.
O abaixo assignado, aposentedo ex informa-
ta conscientia, no iugar de conductor secretario
dan obras publieas, onde servio desde 1844 ate*
esta data, offerece ao publico o seu prestimo no
exercicio de sua prufissao. Recife, 10 de mar&o de
1874.
_____________Felioiano Rodrigues da Silva.
Sementes de hortalices
vindas pelo ultimo vapor, a rua da Cadeia do
Recife a. 53; tambem na mesma loja rocebera en-
commendas para o sitio do Abrigo em Olinda, de
arvores fructiferas e otitras proprias para adorno
de mas e jardios, sortimeato de palmeiras impe-
riaes e de outras qnslidades ; assira como pes de
flores para jardin> e vasns, todo por motiioo' pre-
oo e garante-se itaiem bem enraizadas todas as
piantas como c de costofte.

FlJGIO.
Fugio no dia l. dc mareo, da casa de seu e-
nhor, a mulata de nome I.yeia, com os signaes
seguintes : baiia, gorda, ciballos rrespis, peitos
grandes c cars larga : quern a appre ender tra-
;a-a. A rua dt Santa Rita n. 3, enlrada pela ma
lova.
AllENCAO
ui prapi o^r. Manoel Fernandes de Carvalho, ren-
dsiro dos eegenhos Barra e Preguica, em Ma-
iEaaguape, ^ovincia da Parahyba, veem rogar ao
nesmo o obaquio de vir entender-se com os
abaixo assignados immediatamente sobre negocio
:cndente as referidos engenhos. Rua do Amorim
37, escriptorio.
Tasse Irmaos & C.
PENH0EES
Na travessa da rua
meiro a^dar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Engenho
{Veoda-se o engenho S. Pedro, situado na pro-
viccia de Alagoas, comarca do Porto Calvo, a
menos de uma lsgoa distante do porto de mar do
Gaii.ella, tem oxcellentes terras, matas, e safreja
regularmeete 2,(00 paes : a tratar na rua do Vi-
gario n 31.
AJf !!> de Albuquerque Hello
incumfie-sc de promover ccbrancas amigavel
ou judiciahnente, assim como de outros negecios
concenvntes a tna prollssao, nos lugares proxi-
mes a linha ferrea, e nos outros termos proximos
a esta cidade; para cujo auxilio tem o annun-
ciaule eolicitadores habilitados e probos, -respon
sabiiisando-sc no entanto pela boa gestao e conta
do que lhe for coufiado.
Mediante modico honorario acode aos cbmados
para diligeacias ou.consultas fora da cidade e do
termo e ineurabe-se da defeza de appella^oes ante
o tribunal da rela^ao. Pode ser procurado de
meio dia as 3 horas da tarde em seu escriptorio
rua do Dufjue de Caxias n. 37.
100$000 de gratificacao
Engenho Santos Mendes
Fugio no dia 20 de dezembro, do engenho San
[os Mendes, omarca de Nazareth, freguezia de
Tracunhaem, a escrava Maria, crioula, SO annos
de idade, pouco mais ou menos, baixa, grossa, cor
preta, rosto alquebrado, pes seccos e espanados,
dedos curtos, cabellos braneos, canellas finas, tem
dons signaes cabelludos no qneixo, e e bem ladi
oa. A pessoa que eatregar esta escrava ou ao seu
loco, que e o sentior do engenbo acima, Lauren-
tino Gomes da Cunba Pereira Beltrao, ou no Re-
cife,.largo do I'.orp > Saeto n. 19, 1* andar, sera
ecompensada com a quantia de 100 J.
Uma senhora de ida4e offereee-se para ama
dc casa de pouca familia : quern pretender diri
jasearuaDireitan.ll'i.
Aluga-se b penultimo attio on estrada do Ca-
jueiro, proximo ao hospital portuguez, com casa
para grande familia, sgua e gaz, u I asiantes arvo-
redos fructiferos : para tratar oa casa junto ao
meerao hospital.
Offerecc-se uma ama para andar com crian-
cas : aliatar na rua do Paysandd n. 9.
Tinturaria
RUA MATWAS DE ALBUQUERQUE X. 23
(antiga rua das Flores).
Tmgi se, lava-se e limpa-se com a maior per-
foicao fazandas em pecas ou em obras de qual-
quer qualidade que sejam, taes como, U, algodau,
seda, touquim, penoas, cbapeos dc feltro e de
maojlha, ou pailinha de todas as cores, etc,
Os Srs neguciantfs, logistas e particulares
experimentem que todoa acharao proveito e van-
tagens
Aviso : Depois do ultimo deste nez corrente,
ficam eonsiderados como abandonsdoa todos os
objectos enlregues a esta casa no anno de 1873,
e serao vendnlos pelo preco do sen trabalho.
ATTENCAO
Antonio Pfmand-s Ramos de Otiveira, na rua
de Pedro Affmso n. 34, deseia fallar com o Sr.
Antonk Pereira da Roc ha e D. Bernarda Joatmina
Pinto Baod> ira ou pessoa por ella, a negocio de
seu interest.
mmm
Precisa se alngar um moteque de IS a 13 an-
nos d- idade q'e !*eja net : q em o threr, oirUa-
ire a rua e.treffa d mesma easa forut,'ie ^HPH*" p*r fcra.
LOJA DO PASSO
BE
Oirdeiro Simoes & C.
Acabam dc receber pelo vapor Mcndoza :
Riquissimos cortes de gorgurao de seda lisos e
com listras achamaloladas.
;Ditos de linho para veslidos, contendo cada cor-
te, o necessario para seu enfeite, como seja :
franjas, trancas, t-oioe-, livellas, etc.
Riquissimos chapeos para senhora, ultima moda,
a rua Primeiro de Marco n. 7 A.
FUGIO
o escravo Juvenal
Foi trajando caica de brim de riscado, camisa
de chita de riscaJo e chapeo de pallia de Italia.
E' decor parda, de 12 annos de idade, tem falta
de um dentes na frente e e bastaote paroleiro :
roga se a appreheasao do mesmo, e conduzi-lo a
rua da f.ruz n. 3 ou conde da Boa-Vista n. 31,
para ser gratificado.
AUen$So.
Fugio do ogenho Firmeza, na freguezia da
Escada, no dia 11 de fevereiro, o escravo Al-
bino, crioulo, com os seguintes signaes; cor
preta, idade de 20 annos, alto, corpo regular, bo-
nita figura olhos um pouco esbranquicados, tem
de um lado das costas um carocinho a some-
lhanca de uma jabaticaba. Pede se as autorida-
des policiaes c capitaes de campo a apprehens^o
do 4ito escravo, podendo entrega-lo no dito en-
genbo ou na rua do Torres n. 12, escriptorio,
E. A. DELUUCHE.
49Rua do Marqucz de Olioda-49
Acaba de receber um grande sortimento de re
logios americanos para parede e mesa, de corda
de 24 horas e de corda de 8 dia?, com despertadoi
dos melhores gostos e qualidade.
Relogios de ouro patente inglez verdadeiro3,des-
eoberto com ponteiro grande no meio, dos mais
modernos e do melhor fabricante de Li ndres.
Grande sortimento de relogios de prata, prata
dourada, cobertos e descobertos, Ditos de prata
foliada (plaque ), orisontal e patente, de todc
preco.
Cadeias de plaqud e de ouro.
Lunetos e oculos de todas as qualidades.
Verdadeiros vidros de chnstal da Rccha, para
vista cansada.
Vende-se tudo por preco mais baratc que em
outra qualquer parte._____________________
Apreciein eomo se \cndc baralu
. So o n. 20
RUA DO CRESPO
LOJV DAS 3 PORTAS
DE
Guilherme & C&
CASSA-LA
Acaba de chegar esta fazenda com bonito= pa
droes, e que se vende pelo diminuto preco de 200
rs. o covado I I 1
METIM
Metim trancado, padroes bonitos, a 320 rs. o
covado I 11
ORGANDY DE CORES
Cambraia organdy de cores, fazenda fina, boni-
tos padroes, pelo diminuto preco de 320 rs. o co-
vado 11 I
LAS ESCOCEZAS
Novo sortimento desta fazenda, com bonitos
padr5es, que se vende a 2'tO rs. o covado!!!
CRETONE
Cretone clarose escuros, bonitos padroes, c fa-
zenda fina, pelo diminuto preco de iOO rs. o co-
vado 111
LAS MODERNAS
Completo sortimento de la de lodas as qualida
des, pelos diminutos precos de iCO rs. o covado,
e" pechincha 11 I
Cortes de casemiradi cores, a 5z/00.
Colchas estampadas e com barra a 3^500 e
4*000.
Cobortas de chita adaraaseala a 3*500.
Lencoes de bramante a 2^000.
Ditss de algodao a 1*400.
Toalhas alcochoadas, duzia, a 5*800
LenQos de cassa com barra a 1*000 a duzia.
Ditos de cassa abanhados a 2*000 a duzia.
Ditos de esguiao abauhados, em caixinhas mo-
dernas, duzia, a 3*500.
Cambna transparente fina a 3*000 a peca.
Chales de todas as qualidades e precos.
Bramante de algodao e linho a 1*600 a vara.
Dito de linho puro com 9 e 10 palmos de lar-
gura a 2*500 e 2*800 a vara.
Algodao raarca T, largo, a 5*000 a peca.
Dito domestico a 3*000 a pe$a.
Brim com listras, irlandez, proprio para cami-
sas, a 440 rs. o covado 11!
Madapoloes Irancezes de todas as qtialtdades de
o* a 8*500 a peca.
Chapeos de sol de seda com 12 asteas, pelo di-
minuto preco de 8*500.
Camisas inglezas, todas forradas, fazenda de
iinho puro, a 44*000 a duzia ; e pechincha, so se
vendo.
Popelinas de linho e seda pelo diminuto pre>;o
de 800 rs. o covado; e pechincha, e dio-se arnos-
tras.
S6 o n. 20 da rua do Crespo
I.oja dam tres portas
DE
Guilherme & C.
JUNTO A LOJA DA ESQCINA
ESCR4V0 FUlilDO.
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca d Goyanna, o
escravo de nome Jose" Borges, mest; c Je assucar,
tendo os signaes seguintes : cabra, iJ.;de 30 an-
nos, pouco mais ou menos, boa figura, um tanto
grosso e espadaudo, sendo o signal mais visivel
uma gomma na junta do pe esquenlo : roga se a
todas as autoridades e capitaes de caipo queiram
apprehender dito escravo e leva-lo ao referido en-
genho, ou nesta praca a Oliveira Filhos & C, lar-
go do Corpo Santo n. 19, que serao generosamen-
te recompensados.
Para tiometai*.
BOTINAS de bawTo, c rdavio, jwHica.
de duraqae xin biqueira, dos i
fabricaulvs.
SAPATOES de bt.erro, de c.'idavio e o
mira.
SaPATOS de lu 5APATUES atarnanc;:dos com sola de w pn)>
prios para baobos, nlios e jardiu-
SAPATOS de upi-tc, chariot, castor e de traoca
francezes e pi-rtngn.zes.
I'ara senhora.
BOTINAS pretas, lranca5 < de cores differ u;. v
lisas, enfeitadas e bnrdadas.
4APAT1NHOS de phantasia com salto, braneos.
pretos e de ctres diirerentijs, bordado*.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tiau<.a,
Para meninam.
BOTINAS jretas, braaeas e de cores diffrents.
lisas, enfeitada' e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portugu<*ze>.
Para incninos.
BOTINAS d<^ be.-errv lustre < d^ .-ordavio
ABOTINADOS e apaio>e de b.'zerro, de diversas
anali!.Jes.
SAPATOS d-; tranca Irancezes e portngu'-aes.
Botas de montaria.
Lotas a Napoleao e a Guilherme, perneira?
meias perneiras para hfttnen-. e mesas peraaflMi
para meninos.
No armazem & vaj r fran^<*, a rua do Ban
g- Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balan.'., d< i ra;o, de gaerui-
sofas, janlineiras. mezas. uversadeiraa i
reins,tudoisto muii I i por serea '>'' e
lev**, e os mais propri ni> is pan salHb- uv
binetes de reereios.
No armazem do vapor fran? /. a raa '
da Victoria n. 7, tulrora N va.
PIANOS.
Acabam de chegar muito i ns pianos furaaaa
de elegantes modelos dos mais notaven lirtu
conhecidos fabricant'.-s ; 'mo "jam : AI :on
BkkmeL Benrj Hers e lieyel Wolff 4 :. no
vapor francez, a rna do B^rao la Vicuna, oo-
tr'ora Nova e. 7, a precos moil > coramodoa.
Perfumarias.
Finos txtractos.'tan!.?.-, <>'>> '. pi-s dtn
trifiee, agua de flor '> laranjr :ua d t^ilett,
divina, Borida, fatvamk', posd ....-..!..::
eosaaeticos, nmitos arr!g ria para presentes : t;..- extracto* cai-
xinnas sortidas arrafas d >Mlt-renies tama-
nhos d'agnade Cologne, tudo i-rimeira q
dade dos bem conbecklos fabricALii Piver <
drav.
No armazem do vap^-r fi it '
da Victoria, ontrora Nova > 7.
Quinciuilharias.
.?rijgos dc AlRrresnd .,- i--* <
jmw<1m.
ispelbos dourados pan ;. h -'ts
Lequcs paia >euhora; -. U mus.
Luvas de Jouvio, di 'decant
Caixmhas de costura orcaJa.- nuiea
Alhuns i |'ia >al
Caixinnas com it a idn**
Diversas obras < i I rsj.:
Corrtutes de ,-..i. para
A luga-se
uma grande casa para familia, na Capunga, rna
da Ventura n. 22, tendo quartos fora, banheiro,
eocheira, gallinheiro, etc., etc.: a tratar na mesma
caea.
50$
Fugio desde o dia 25 de novembro do anno
passado, o escravo Manoel, com os signaes se
guintes : cor fula, idade 17 annos, pouco mais on
menes, altura regular e c acanhado no fallar ;
descontia-se ter ido para Goyanna, feito criado de
um moco, cujo nome ignora-se ; portanto, pede
se as autoridades policiaes, ou a outra qualquer
pessoa, a apprebensa > do mesmo c leva-lo a villa
do Bom Jardira ao Sr. Jose* Lonrenco Gomes Ca-
bral. ouHSa travessa da raa das Crazes n 16, que
sera reeompeosado com a qnantia acima.
Barbeiro.
Precisa se de um bom official de barbeiro, da-
te mei.icao no trabalho e jnntamente a mesa : no
salao da rua do Duque de Caxias n. 36, primeiro
andar.
X6 abaix oassignados declaramos ao res-
peitavel publico e com especialidsde ao cor-
po do commercio qoe dissolveinos amigavela-
mente a sociedade "que gyrava sob a firma de
Moreira & Goncalves, na taverna da rua dc Joao
do Rego b. 18, flcando tdo activo e passivo a
cargo do socio Gsnc lve->, retirando-se o socio
Moreira pago e satisltito de seu capita) e locros.
Recife, 4 de rnar;o de 1874
Antonio Jose Moreira Gomes.
Jos* Ooucalves Lonren^'._______
Cosiikiro.
No caes do Apollo n. 71, png--se bem a
um bom. oofiplieiro i prefer s SAQUES
Carvalho tk Nogudra, na rua do Apollo
p. 20, accam sobre o Banco Commercial
de Vianna e suas agendas em todas as ci-
dades e villas de Portugal, a" vista e a prazo
por todos os paquetes.
Muito barato
Aluga-se a loja do sohrado da rna Direita n.
120, serve para negocio e moradia, mediante um
modico repartimento, tem agua, gaz, e apparelho
de Imipeza, o aluguel o favoravel : trata se na rua
do lmperador n. 81, ou a rua da Palma n. 25.
Aula particular
0 abaixo assignado, professor particular de ins-
truccio elementar, nao tendo podido por motivos
de molestia, abrir sua aula no dia 12 de Janeiro,
eom > linha annnnciado, e como ja se ache resta-
belecido, avisa ao respeitavel publico e com espe-
cialidade aos senhores pais de familia, que no dia
9 do corrente estara aberta sua aula na rua da
Penha n. 25, andar, aonde continda no exer
cicio de seu magisterio. 0 mesmo professor pro-
mette mnito se esmerar pelo adiantamento de
sens alumnos.
Secundino Jose1 de Faria SimoVs.
Aluga-se o 2* andar do sobrado da rua da
Guia n. 63, limpo e bem trata io, com bastantes
commodos: na rua da Senzalanova u. 1.
Precisa-se de uma senhora que esteja nas con-
dicdex >eguintes : 1.* qne saiba ensinar bem o
portngnez, francez, musica, piano, co-tura, bor-
dado, etc. ; J que queira ir para um engenho
perto de uma das esta^oes da estrada de ferro de
S. Francisco ; 3. e ultimo que seja uma senhora
capaz em tud', para aperfeicoar porqne ja ertao
am principK as 5 meninas, paga-se um conto
de rei e gratiflca so : aquella que estiver nessas
condicoes annuncie para ser procurada.______
Cozinheiro ou cozinheira.
Precisa-se de um p de mais nma criada para
todo o senrico d>m^tCl> An pouca familia : a tra
ar na rua do Pa-i i n. 60, loja,
*-
r. xx
i ".
;:;
. L d< y.j
lioisinhas coi;-- dc --:.. o,- ida I oV
rinho de cores.
Novos objectos de phaniazia par< 'ino; I
e loiittte.
Pincinez de cores, oV ;-r;ti:i dourado, da >
Je tartaruga.
Oculos de aco Dno e de i oa- z- gaanic .-j.
Bengalas de Inxo, cau:.a. coo castOM de mi.*-
m
.iengalias diversas en grand* -.i.iiicnto pars
omens e meninos.
QUeotinhoa d.? baleia de las anal;
diversas.
Esporas de tarracha para -nit-.- !- kota>.
Ponteira de eepana para charutos e cigsrr -
Pentes de tartaruga para dewmharaeaf e
narba.
Ditos de marSm mini-' daos, pars Itaapaf --
beca.
Escova? para ronpa, eabeBos, unhas > pnr.i I
tes.
Carteirinhas de medreperola para din eim.
Gravatas brancas e de >eda preta para boroet
e mcuinos.
Campainhas de rnola para ctumar criadia,
Jogos da gloria, de dams, de bagatellas, de dt.-
mino e outros muitos differentei joguinhos a!!'*
aiies e francezes.
Malas, bol.as e saecos de viagem de mar e a
minhos de ferro.
Argoliuhas d marfim pan as crian^
rem, bom para os dentes.
Bercos de vimes para embaiar criancas.
Cestinhas de vimes para braco de meninas
Carrinhos Jo quatro rodas, para passeios d*
crianeas.
Venexianas traasparentes para portase janella*
Reverberos transparentes para candieiros d.
gaz.
Lstereoscopos e i^KOMffaatas d"-m escolhid;<-
vistas.
I-anlernas nagiatc ooi rieas vistas de core. r
vidros.
Vidros avoisos para -'omorama.
Globos de papel de cAres para illumica^ik-s
festas.
Baloes aereosUticos do pipe! dc seda mm hctl
de subir.
Machinas d- varios systemas j Espanadores de palha e de pennas.
Tesourinhas e eanivetes linos.
Tapotes com vidrilhos para manga- e l.mie'ur
Tinteiros de louca branca, modeio bonito e bon
Tiras de molduras douradas c pretas para
quadros.
Quadros ja pr<>mptos com paysagens e phaala-
ua.
Eslampas avulsas de sanies, paysagens e phaa-
tazias.
Objectos de magicas para divertimentos em fa
milia.
Realejos pequenos de veio com lindas pecas
Realejos harmonicos ou accordions de todoa *
araanhos, e outros muitos artigos de quinquilL^
has difficeis de mcncionar-se. No armazem As
vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Mcdidas de 40 a 100 metro,pes e palmos para
medir terrenos.
Bmiquedos para inmin-
A maior variedade qne se pode desejar -to-
dos os brinqocdos fabricados em differentei ..artes
da Europa, para entretenimento das criancas, tudo
a precos mais resumidos qne 6 possivel : no ar-
mazem do vapor francez, rna do Barao da Victo-
ria, outr'ora rna Nova a. 7.
Cesijnlias para cosiora
Grande sortimento de bonitos modelos ehagados
ao armazem do vapor francez, rna do Barao da
Victoria, outr'ora rna Nova, a. 7.
$ Advogado.
'M 0 bacbarel Joio Gitirana. advoga en
Palmares, e pode ser procurado na villa
do meroo nome, outr'ora Una, alto *
Matriz, cscrijUorio da eeaMaetorla.
**-*****!.
- Atapa te o armazem da rna da r mi*bia
Ps. namtmeana n. 12 : a fallar na ma iba-
ribe a. 1&
-




s
It
V
$>
Jtttib
=
Rua I.0 de Marco n. 23
Aos 20:000$000.
9 aftaixo assignado tern sempre expos to a ven
~ ifes da loteria do Rio, cuja extraccjio an
i pelos jomaes.
Precos.
Inteiro 244000
Meio 12*000
Quarto 64000
Manoel Martins Fiuza.
AnMda.
Na rua do BaraVila VteMfcn 36, preclsa-se
War ao Sr. teoente Jose Maria Pestaoa, a ne-
gaoo ee sen lnteresse.
=3=

Precisa-se de urna ama para cozinhar e qne
eompre : na travessa do Corpo Santo n. 28.
AMA
nuraero 28.
Precisa-te de nma ama qoe
saiba cozinhar e comprar pa-
ra pouca gente : a rua Nova
Ainda eratinto n.Jldo Prel0 Ignacio, d-
regular, saceo druer,?.0- cabeca epespe-
__s, faila de dentes na frrate, deye tef o nos
t aedos das maos calejados, do servUS0 e padae
ra, ragala 40 annos de idade, ftiglo on." de ia-
aaoKproximo passado, consta. queanda no Barro,
aaaatio- seguio para o serta : pede-ee as aato-
wWes ou pessoas que o descaaram, a sua cap-
mr e leva-ln a ma do Lima n. 72, padaria, em
Sxsto Amaro das Salinas, que se gratiftcara com
Alags-se o quarto andar do predio n. 33 da
na do Bom Jesus, antigamente rua da Cruz : a
sratar na mesma rua n. 55.
Convida-se
ass senhores escriptores, litteratos, chefe3 de re-
jartteoes e commerciantes a visitarem a
ENCADERNAC.Af) 8RASILEIRA
ama Duque de Caxias n. 11, onde verao que e
m$ o estaoelecimento qne dispoe dos melhores
ssctos e processos para hem servi-los na arte de
exadernar, e o unico quo
POSSUE A MELHOR
aacfatna para pautar pa pel, riscar livros, mappas,
znaifestos, folhas de empregados, despachos, fac-
laras, eontas correntes e de venda ; cujo trabalho
xa regulado peia seguiate tabella de precos :
Papel pequeno em caixinhas.
Para pautar i caixa iJ0<0.
idem 4 ditas a 500 rs. cada uma.
Mem 10 ditas a 400 rs.
6km 20 ditas a 300 rs.
Mem SO ditas a 250 rs.
Idem 100 ditas a 300 rs.
Idem 200 ditas a 130 rs.
Mais de 200 ditas a 100 rs.
fapel em tamanho fiume. eontas e despachos.
ft>r pautar 1 resma 14500.
Idem 10 a 14200 cada uma.
idem 20 a 14.
Kern 50 a 800 rs.
Idem 100 a rs.
sdem 200 a 400 rs.
Mais de 2i 0 1320 rs.
Outros trj'balhos conforme o a'uste.
A dillerenca ""i preco do papel liso para o
^antado, no nn- mercado, 6 muito superior a 320
. em resm... c-.do per is-o vantojoso aos Srs
IMPOUTADORES DE PAPEL
-jandarem vir o papel liso para aqui ser pautado,
jodendo assim vendorem mais barato, ganhando
aais dinheiro, par* ;i quo
GaRANTE-SE
j eondade e limpeza do trabalho, entregandose
w volumes de resma com a mesma perfeicao e
seaaldade que se tiver recebido na
EN ADERNAC-AO ERASILEIRA
21Rua Duque de Caxias21.
CASA DO ODl"
to* 4:0009000
Bilhetes garantidos
oo do Bardo da Victoria (outr'ora l\'ova
n. 63, e casa do costume.
Acham-se a venda os muito feli es bilhetes ga-
Aos da 6 parte da lolcria a beneflcio da
a do Amparo de Goyanna, que se extrahira
dfa 20 do corrente n.ez.
Inteiro 4400t'
24000
$- lO^OOO para rimh
lnt<-ir.' 34501)
Meio 14750
i. 13 de marco de 1874.
Jodi' Joaquim da Costa Leile.
Ama de leite.
Preciga-se ana ama que tenha bom e bastante
leite e que nao tenha filho : a tratar na rua do
Duque de Caxias n. 111.
Aluga-se
AMAS
Precisa-se de duas amas para
uma casa de pouca familia, sendo
uraa para coxiobar e outra para
engommar, preferindo se escrava; twga-se ben) s-
a^radar : a tratar na travessa do Vigarto Thwoe
no n. 1, escriptorlo, das 9 a* 4 da Urde.
Na rua do Hospicio n. 16, preciiiat-se
iV.Iil se bem, agradando.
*a.
Ana de kite.
Precisa-se de uma ama que tenha bom leite :
na rua Direita n. 8, on em Ponte de Uchoa, sitio
numero 9.
A m 'i Precisa-se de uma ama para cozinhar:
i\ma t tratar na rua de s Jo5o ^ Wj gobfj.
do, com portao de fenro. _______
BOUBO
Para tranquilidade das pessoas que teem pe-
nhores em poder do abaixo assignado, declara o
mesmo, que os objectos roubados eram seas e
estavam fora do cofre de sua e*sa, onde eaUo
guardados os objectos dados em penhor, eat cuio
cofre os gaiatos nao ousaram tocar. Recife, 2 de
marjo de 1874.
Julio haac.
AttenQao
0 Dr. Amaro Joaquim Fonseca de Albuquerque
declara a seus devedores que se acham em mora,
que Ihes concede o improrogavel prazo de 30 dias,
contados desia data, para virera saldar os mesmos
debitos, sob pena de, sem excepcao alguma, findo
o iniicado prazo, ser promovido o recebimento ju-
dicial [i, en to. Recife, 6 de marco de 1874.
iiiio na Arrai I.
Aluga se um sitio no Arraial, proximo a esta-
cao da Casa Amarella (um minnto) com exellen-
tes casa de moradia, tendo os seguintes commo-
dos : 5 quartos, 2 salas, cozinha extema, terra-
co, casa de banho e diversas fructeiras. Alnga se
tambein uma outra casa no mesmo Ingar, com 3
quartos. 2 salas, cozinba extema, agua de beber
e um horn quintal por cemmodo preeo : a tratar
na ru.. i-'rimeiro de Marco n. 16, l. andar.
Gratificaqao.
Nao tendo ainda apparecido os dous pstinhos
da Australia e de cor cinzenta, que furtaram na
noite de 7 de levereiro ultimo, do sitio do abaixo
assignarlo, no Caldeireiro, de novo se roga sua ap-
prehensao, gratiQcando-se com muita generosida-
de a quern os a present a r ao diln Bbaixo assig-
gnadu no referido sitirf, ou na rua do Brnm n. %.
______ Francisco Ribeiro Pinto Gnimaraes.
Pirecisa so alugar uma preta de meia
lladfi : ua rua il n Ouro D. 71.
i ma do Liwamrnlo n. 37. tem para alugar
iTeque do 12 annos de i lade.
-miin 1111111'
O capitao Jo.-e tgnacia Pereira da
Rocba, Jose Ignacio Pereira ria Ro
clia Junior, Manoel Ferreira da
Cruz, rgnacia Pereira da Rocha, Ca-
rol'iia Pereira da R ipba, Jnaquina
Pereira da RocUa e Riti P> reira da
Itocha Cruz ag adecem cordialmen-
K a tola-as pe as qne so dignaram aeompaubar
ao eemiterin publico o cilavpr de sua prezada fi-
irma e cunhada lara Pereira da Rocha ; e
v) lhes roga o raridoso obseqnio de assist!-
um a mifsa. que no tt:a sabbado 21, sctimo dia
deseu r.llicinento, aiandam celehrar na matriz
do i'oco da i'mplla. pelas 8 hora-i da manba.
^ l^'"" UMHiMP^KMmWHWfc,^
Escrava knk
Gutinua a estar fugida desdeo dia 11 de Janeiro
a escrava de n mo Bi-rnarda, idade 3> annos, pou
x> .n'.'.is ou menos, tem os ullios um p iuco abo-
jMdos <* o andar molerado, traja vestido e chale
^ret-is rosiuina niudar trsjos, tem uma cicatriz na
perua esqnerda, anda ditendo cue o senhor mor-
u e deixou ella forra, esta la para o Cabo por
ier ia uoi fillio de nome Felix : e pur isso roga-se
is autiriJailes policiaes ou aos cajiitac.-- de campo
aapprebeusao da dila escrava, le^ando a ao Ca-
ainho Sovo, a sua senhori, sitio n. 110, ou na
rua da Cacimba n. 1, quo sl i'ocompensara gene-
-osamente.
il:'nsallorifl medico
DO
Iftr. Murillo.
RUA DA CRUZ N. 26, 2. ANDAR.
Recem-chcgado da Eurepa, onde fre-
quentou os h;jspitaes de Paris e Londres,
*ij pode ser procurado a qualqiier hora do
C| dia ou da noite para objecto de sua pro-
rj fissao.
f*\ Consultas da* 6 horaa da manha as 8 ho-
'/. ras, e do meio dia as duas da tarde.
Gratis ao3 pobres.
g ESPECIALfDADES.
J Moiestias de senhoras, da ppille e de
y ,criano;i.
Vicente fugio.
Na noite do 13 para 14 de marco do corrente
anno fugio o mulal> Vicente, escavo, de 20 annos
de idade, bonila figura, bsrba, e estatura regular,
levando vestida e em um saccj roupa de algodao
branco, e alguma mais flna. pertpneente a um
caixeiro da casa d'onle fugiir; e natural da fre-
guezia de Sant'Anna do Mattos, diz ser livre, ca-
sado, e ter silo criado em companhia da madri-
nha, l>. Anna Luiza d i Luz, de quern alias foi
esciavo : roga-se, portanto, aos senhores capitaes
de campo e autoridailes poliviiaes a apprehensao
do dito escravo, e entrega lo na cidade do Recife,
rua do Cres'io n. 10, ao Sr. Joaquim Morelra Reis,
ou na cidade do Assii, ao Sr. Torqnato Augusto
de oliveira Rrptista, qne serao goiterosamente
gratificados.
dma boa casa com iti- Jendo bastanies arvore.
dos, na Capunga, rua *s Pernamfcucaflas d. 58".
acbara ao mesmo com quern tratar.
ALUGA=SE
o 2* andar do obrado n. 52 da rua Marqaez d<
Olinda : a iratar'armazou em do mesmo predio.
Aluga-fe uma escrava que cozinba, compra
e faz os mais servicos de casa : na rua de S Jor-
ge n. 74.
Quern precisar de um homem casado para
alguma arrumacao, dirija-se a rua da Trempe n.
3*
I ____"" I L.-1-JJU-
COMPOS.
Antonio Joae Rod^igues
de Souza. em seu escriptorio
aruadoCreepo n. 6-, contpra
escravos das diversas cores,
sexoseidades.
* *MWENDAI?
n
oa
%&
LOJA DO
Aft ATM
PATAO
NA
Antonio Jose Rodrigaes detSaata, em sea
escriptorio a rua do Cra?po n. 6, compra escra-
vos das diversas coresj sos a Sdad&si
&**&*- ,
I 1 rastes.
Compra se e vende-se traste no-vos
e osados no armazein da rua o Im-
perador n. 48.
AVISO
'Precisase comprar dous escravos, pedfeiro >e
oarapina, paga se bem : a-tratar na tbesouraria
das lotenas, a raa Prnneiro de -Marco a. t>.
Wa rua Duque de Caxias n. 52, compra-*e
os seguintes livresdi direito rontano : Ortholam,
La (range, comf epdios Heinicio, Waldek e Direito
Natural-Zeile.
VilUMS;
Vendese at tavtroa >ita a m.i de D. Maria
Cesar, outr'ora SenKilte Nova n. 6, propria para
principiante, por ter peueos fondos, a qua I otferece
vantagem ao comprador, por estar bem afregue-
zada para a terra: quest a pretender, Arija sea
mesma.
Cal^as brancas debrim fino
a SpOO'O!!!
Veuham ver para crer : na loja da Rosa Bran-
ca, a rua da hnperatriz n. 56.
E' para luto
R
ua
da lmperatriz
PARA
n.
60
GROSDENAPLES PRETO A 1#200, 2*000 E
-29500.
0 Pavao vende grande sortiuiento de gros-
deuaples preto de pura sdda, a 1#E00,
15800, 2a)Ul:0 e 25500 o covado, tendo.
tambem do mats largo e mais encorpado que
jCDStuma a vir ao mercado, e vende por pre-
[go em conta.
LIQUIDAR
CAMISAS
Ciranadiaa
500
vs. o
Boa do Banlo da Victoria n. II.
Cariwiro Viaima.
A' aste g^-aade stabalecimonto tem che-
gado um bom sortimentb de machinas para
oastnra, da todea os autores mais acredita- i ^ ^e ^'P1 verdadetro, pelo barato pre-
dos ultimamentena Europe, cujas machinas S de *P'* cada um-
sfe ganaatidae por um anno, e tendo um Md,ft ,Mf.1.|-j- inlMIO
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
preta a
covalo.
0 PavJo vendo granadina preta e lavrada
pelo barato pretjo de 500 rs. o covado.
GHALES PHETO DE GUIPURE A 45900.
0 Pavao vende chales de tres pontas, sen-
qnalquer parte desta cidade, como bem as-
sim coneerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despendio algain do comprador.
Ifeste estabeleciaiento tambem ha pertenc^s
para as mesmas machinas e se suppre qual-
quer peca que seja neeessario. Kstas ma-
Chinas trabaiham com toda a penfeicao de
um e dous pospontos, franze e" h-wda toda
qualquer costura por fins que seja, seus
precos sao da seguintequalidade: \>:m tra-jrs. o covado. assim como grande sorti-
balharamao de 305000, 40500c, i55000 mento de cantoes, borabazinas,
e 505000, para trabalhar com o pe siio de
805000, 905000, 1005000, 1105000,
1205000, 1305000, 1505000, 2005000 e
2505000, emquanto aos autores nao ha al-
teragSo de precos, e os compradores poderao
visitareste estabeleciraento, que muito de-
veraoigostar pela variedade de objectos que
ha sempre para vender, como sajam : cadoi-
ras para vtagem, malas para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de balauco, ditas para
crianca ^altas), ditas. para escolas, osturei-
ras riquissimas, para senhora, despensaveis
para,criancas, detodasasqualidades,.camas
de ferro para homem e criancas, capachos,
espelbos tiourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para chi, fa-
queiros com cabo de metal e de marfun,
ditosavlsos, colheres de metal fino, eondiei-
bombaziDa trancada, fin a, para vesUdos>de luto a' ros Para sala jarros, guarda-comidas de
) J200 o covado, fazenda que val 1A600 : isto e arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas^lavalorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que maito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto desde as 6 horas da ma-
nha ate as 9 horas da noutei
Rua do Barao da Victoria n.
22.
proximo
Escravo fugido.
Ausent- n se no dia 20 de fevereiro
passado, da casa de seu sen> or, abaixo assignado,
o escravo Bstevin, com os signaes seguintes : cor
preta, idade de 25 annos, alto, esr-adaudo e cor-
polento, tendo i pescoeo curto e grisso, e a ea-
be./a um tanto chata. Dito escravo e natural da
provincia da Farahyi.a do Norte, foi veodido enj
186S ua villa do Inga. pelo Sr. Pedro Antonio da
Co^ta ao Sr. aReres Manuel da Assumpcao e San
tiago, que no auaOM anno o trouxe "para esta
praca do Rt-cife, venlenlo o entao ao abaixo as-
sisnadi. Pre.-umc so que dito escravo tenha se-
gnido pan sua provlnefa natal Rc-ga-se, pois, as
autoridades polieiaes e cavities de campo a ap-
prehensio de ditu escravo, gratilbando o abaixo
assignado a ipiem o agarra: e apre.-enta-Io na rua
do lir.irn u 96.
Recife, 11 de marco de 187'k
Francisco Ribeiro ptatn Guimaraes.
{ recisa-se
de dous criados para todo servijo : a tratar no
hotel de Bordeaux.
1
I
Calcaadex&asemira a 7$
E' na loja da-Rosa Branca que se vende calcas
de casemira preta de cores, obra bem fella e da'
moda, a 75 ; c grande pechincha : na rua da lm-
peratriz n. 56.
V-EtiDE-SE
um terreno cem ama tasa* de-taipa oa"estrada do
Espinheiro, por preco commedo : quein preten-
der dinja-se a>teja de chapeos da praca da In-
dependencia n... qne aehara !om quem tratar.
Alviearas.
Venham todos apressados
E com os bolsos rccht-ados,
Do Campos ao rmazem ;
V'enham, nao falto BfQguin
Ver o grande sortimsuto
(Um verdadeiro porteiitu)
Que para a quaresma tern ;
Coinprehendeni ? ora-bem I
E' com as tiipas pulando de contentamento quo
me apresento ante a onJa gasin nomica das sa-
e esta bem%rboiisa"d7:do"fnictei'ra's dTtoda quai !^!as e illu'tre3 barrigas pernambucanas, felicitan-
dade, neste g. nero e o mais bem plantado do Ar-' as Pr ia se acharem livre da pena de iaterdic-
raial : os pietenJentes podem ir ve-lo para exa- it0 e Podereni sem receio de alguma indigestaoex-
'miua-lo e trahr no mesmo com seu proprie
tario a qualquer bora do dia.
- nhos de todas as qualidades, deixaudo a
dezejar o direito de gnlar: viva o triumphodas
Venda de sitio.
Vende-sc o- sitio da Maogabeira, no principio
da estrada do Arraial, com boa casa de pedra e
cal, c m eommodos para grande familia, por ter
9, quartos tres salas, e 1 gattinete, e uma outra
ca?a dentro do'mflsme sitio, com uma boa sala e
dous quartos, cocheira junto, uma casa de ba-
nhose 3porosdo boa-afua do iber, eom suas
sompetentes bombas ; este sitio se torna recom-
mendavel p> r ser junto da eslacao da viaferrea
111A.NGEZAS A 34000V S*w
35000 E 35500.
0 Pavao vende um bonito sortiaiento de
eamises franeezas com peito de algadio, a
2?ooo e 25500. Ditas com peito da linho
de 35000 a 65000. Ditas bordadas mojto
finas de G5000 a 105000: assim como
grande sortimento de ceroulas de liobo e de
algodao, por precis baratos, e tambem tem
complete sortimento de punhos e coUarinhos
tanto de linho como de algodao, por precos
em conta.
|-.,,ai tilliox a 3e.0. 45000 e
moo*.
0 Pavdo vende an bonito sorttTneirto de
espartilhos moderoos a 35500, 4(JO00 e
55000, assim como um bonito sortimento
desaias brancas, bordadas, a 55000 e 65000,
e ditas de iastnha de cores a 35000 : 6 pe-
chincha.
CORTINADQS B0RDAD03 PRA CAMA E
JANELLAS, E 75 ATE' 255000 0 PAR
0 Pavao vende am grande sortimento 4e
certinados bordados, proprios para cama e
jane lias, pelo barato preco de 75000,85000,
10)9000 ate 255000, assim como : colxas
de il-iaiasco de la muito lina de 105000
1^5000 cada atna.
BRAMAMES A 15800, 25000 E 25500.
0 Pavao vende bramantes para lencoes,
tendo 10 palmos de largura, sendo o de
algodao a 15800 e 25000 a vara, e de linho
a 25*00, 25800 e 35000 a ra: e pechin-
cha.
CASKMIRAS A 55000, 65000 E 75000.
0 Pavdo vende cortes de casemiras para
calcas, sendo padrdes modernos, pelo bara-
to preco de 55000, 5000 e 75000 o corte,
assim como : parities pvotos dos melhores
que tem vindo ao mercado, de 45000, 85 e
105000.
ROUPA FEITA.
0 Pavao vende uma grande pore So de
roupa feita, sendo : palitots, (rakes de ca-
semira preta e' de cores, assim como : finis-
simos sobrecasacos de panno preto, e cal-
cas de casemira preta e de brim branco, col-
letes de todas es qualidades, por precos
muito eommodos, por qnerer acebsr com
toda a roupa que tem em casa.
Acha se constantemente aberto o estabelocimen o do PAVAO, das 6 horas da manhi
is 9 de noite.
a pet;a.
0 Pav5o vendo pecas de madapolao en-
festado, pelo barato preco de 39000 a peca.
Ditas sem ser enfestado, com 20 jardas, a
55000. Ditas com 24- jardas muito boa
fazenda, a 65000, 65500 e 75000.
ALPACAS PR ETAS A 500, 640 E 800 RS.
0 Pavao tem um grande sortimento de
alpacas pretas, que veu.dea 500, 640 e 800
covado,
pretas, merinos, e outras
proprias para luto.
pnncezas
muitas fazendas
LAZ NUAS DE ORES'A 280,320 E 400 RS
0 Pavao vende bonitas lazinhas de cores
para vestidos, a 280, 320 e 400 rs. o co-
vad j tendo ate a 15000, sendo das mais lin-
das que tem vindo ao mercado, assim como
grenadines de seda com os mais delicados
padroos, a 640 rs. o covado.
Scdinlaas a 15BOO.
0 Pavao vende sedas com listrinhas de
cores a 15600 o covado. Ditas com pal-
minhas a 25U00. Ditas com toque de mofo
a 15000 e it400.
CAMBRAIA VICTORIA A 45000, 45500,
02000 E 75000.
0 Pavao vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparente com
8 1/2 varas cada peca, pelos baratos precos
de 45000, 45500, 55000, 65000 e 7.000
a peca, assim como, ditas de salpico bran-
co, a 75000, e pechincha.
SABAO DO RIO DE JANEIRO a 200 rs. 0
de Jose Domingue-s d > Cormo e Silva.
GAZ V 53JUOO a lata/tio armazem da rua do
C.irmo e Silva.
VI' 110 MUSCATEL r'e ura brnnca, pura, de cuslo do 235000, no armazem
.^morim ti. 41, de Jose Domingues do Cirmo e Silva.
kilo, no armazem da rua do Amorim n. 41,
Arnorim n. il, de Jose Domiugnesdo
da rua do
UlUIvDK
1
O
'comrriungada, comerem oa mais linos e saborusos
comestives, coadjuvados por uma cascata de vi-
quern
) a
barrigas
Mas, comb ia dizendo, nao podia deixar de
acontecer assim, con>iderando-so como foi sabia e
Jl, ***> co.nt.guas e quo em com- bem banigalmente planejalo 0 ataque das bar-
to*^rit?*\t?STrZ-i'F**3 3/Ua r!8*es, contria sucia dos bandulhos ca-
rt*0Mgra rt,. W?L-P^t,0-.Trad0 ninoS' "ue triflcados a idea HeUeia do -infer-
me^af!.?-, ^ q G"2 '' tra?-'8e Dai D0 bicll inveatado pelas grandes barriga, pa-
mesmas ua.aN da> 9 as 10 horas da manha. ra hotrorisarem as barrigas sem tripas, sustenta-
;eo & Azevedo tem para vender tapioca yam a mais ab.-urda das monslruosidades
que
lioubo.
Na noite de 4 para 8 do corrente roubaram da
rua dos Pescadores n. 19, toda ronpa d3 uso com
as iniciaes do abaixo assignado, inclusive 1 cha-
peo de feltro, 1 par de botinas e il em dinheiro;
0 bdrao aproveitan'do a occaslAo em que as pes-
soas da casa dormiam no quintal; entrou pela
frente na alcova e alii pescoo tndo quanto encon-
trou nao s6 nas canastras por esUrem aberUs
como fora; detconda se de um velho que ha tempos
suspenden com 3^200 de um quarto da mesma
casa. Gratifica-se bem a pe-soa que d^scotirir ou
der noticias certas.
Recife, 5 de marco do I874L
_______________Laarfano Jos* Pimnta.
- Quem precisar deuma irTulii'rlTe"muito bans
costumes para tratar de crian; ,s, dirija-30 a rua
das Aguas Verdes n. 92.
de Ararat* de qualidade especial : em seu arma
zem na rua do Duque de Caxias n. 29.
do
*i
iul(rfo Hieice*
cirurffico x
DE It
A. B. da Silva Maia. ffl
# P.ua do Visconde de Albuquerque n.
X. 11, oatrora raa da matriz da Boa-Vista
0- u- '*
y Chamadqs : a quaiqaer hora.
- (>nsultas: Aos p,bres gratis, das 2 as
i boras da tarde.
%
]
OJ\MA!MI
(Js Srs Joviii,, i crnandes da Cruz e Joaquim Cle
jente de I.hhmm Duarte,- sao chamados a rua do
nel Suassona n. 282, a negocio de particula
iateresse.
nmaw na r.apunja, Kua da Pernambucanas,
^tTU^Si0T^traur M rua
Esta encouraQado 1 !
Agua mole em peilrst itnra
Tanto da ate (|ne a fura.
Kiga-8e ao lllm. Sr. Itruacio Vieira de iisil
-scrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-
cluir aquelle negocio quo S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira dbaraada deste jornal, em
fins de dezembro de. 1871, e depois, para Janeiro,
passou afevereirn e abril de 1872;e nada eumprio;
a por este motivo 6 de novo cbamado para ditc
1m, pois S. S.-se dere Imibrar le mais de oit wbava nesta eHJad'e
Livraria Universal, ru
Imperador n. 54.
Obras de direito nara o estudo na Faculdade do
Recife, que se encontram na livraria Universl,
a saber :
AWfratt, cimpendio de Direito Publico Universal.
PreleccSes d<- (Ifreito Puhl'co sobre o mesmo
compendio, pelo F.xm. canselheiro Silveira de
Souza.
Aulr n.C'impendio de Direito Natural. (tra-
duec^ao do Z.iller).
Jfowra BttkHftMlet.SJottlsfs de Pireito Natural.
ViUlta.Compendio de direito EeclesTastlco.
Idem.(Joaquim), Instilaicdes 36 011*6110 Ec-
cleswistico.
Atitran. Traiado de/Economia Politica
Mendesd'.i Cuhfia. -(foUigo Pedal.
Idem, idem, idem do Pr.c^sso.
Braz Poder ( a) Moderador.
Idem. -(!- tres Codig.is.
Eleigtio directa. 'Por diversos escriptores.
Charma. I'liilosophia.
,Idtm.Elemento de'Pbilosopbm.
Ptd"gngia.-P-)T Daligadlt'obra muito util aoS
onos da escola noTmel, a 4*008 para
infallibilidado do principal bvjo do amor as avossas
e de tripas dadas e a forca de tripadas queriam
hypoeriiamente alimentarem a pelluda e famigera-
da exqueslao do d.a centopea negra que en-
rolada no capote chamuscado da inqui>icao, pre-
tendia assar o mundo 'dan barrigas, privando an-
tes a humanidade de ganhar dinheiro e de em
temp.>s ci mo e*le de quaresma :
De fazerem penitencias
Eucheudo bem as narrigas,
Poi* nao e tempo do brigas,
E sun e, do abstinencias.
Grosdeaaple preto
Sendo lisos e de cordao, e o mais largo
vein :u mercado, e qoe se vende pelos diminu'tos
precis de2.r.O). 2.5S00. 3ii00 e 35500.
So' NA IlUA DO CP.ESPO 0, LOJA DAS
TO8S POiiTAS DE
Guillierme & C.
Juiiltt n loja da esquiua
Ma ha mais ca'bellos
brancos.
T1HTURARIA JAPOHEZA. i
86 e uuicaapprovada pelas academiasdei
sciencias, reconbecida superior a toda que j ^ acaba de roceber as procuradas mews de bor
A Nova Esperaaca. a rua Duque de Caxias n. G3,
apressa-se cm convidar a seus fmgnezes. com es-
peeialidade so bello sexo a virem apreciar os se-
guintes artigos expostos a venda e todos por precos
eommodos, como sejam :
FINAS BONBCAS maasas s choronas.
BONITAS E ENGHAgADAS viaas para sterios-
copios.
COMMODAS LATAS para cuardar cha.
ELEGANTES BOLSAS para senhoras e meoiaas.
| BONITOS VASOS com flna banha o cheirosos
ixtractos, trazendo cada frasco um none, umi ini-
cial ou um distico.
FINaS ME1AS DE SEDA, vindo entre e!Ia> cor
de came.
| Para quem guslar.
1 ^ A' Nova Esperaapa a rua Duque de Caxias a.
63, acaba de reccber tcntose caixas para o jogo de
Voltaretle.
Vm\i\m\^ffredas pernas.
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias a.
tem epparecido ate lioje. -Deposito princi-
pal a rua da Cadera do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e cases de cabeilei-
reiro.
aepbar.
Ne3ta loja se encon:ram outras muitas obras de
Mas, como ia contanJo, custoa, porem afinal,
depois da rasorada que Hie passou no pescoco os
poderes poderosos, a cabeca foi parar no fun-
do do rio e o rabo, como ruim de esfollar, ficou
no secco exposto aos pontapes do qualquer gato
pingado, deixanflo e veidade, magra as collepas
barrigas, que despeitadas vao tratar do se nutii-
rem,'vindo ao armazem do Campos, a rua do Im-
perador n. 28, on le com certeza ehcoWrarao alum
do que desejarem. o beguinte : ovas de divtr.-us
peixes e de bacalliao ;" peixos de vinte qualidades
em conservas, sardiuhas em latas, camaroes sec-
cos, bacalhao, pescadas, sardas, lagostas, salmao,
batatas, arroz, feijao, cebolas, azeite, vinagre ;
manteiga ingleza_e franceza; d^jes, fructas e
cincbertfa qualidades de vinhos Bads do Porto e
VENDE-SE
uma casa na villa de Bar.-eiros, tt rua do Com-
tarcio, por preai modico: a tratar com Tase
rmaos 4 C
sf3^ Leilc e alteiidei
ExoefllentissiHias fam'liasl...
Encontrareis sempre (para ob.-equiardes vos%as
visits?) um completo sortimento de holinhos para
direito e litteratura,
inodo.
ijue se'veHdem por prego co-
Perilwi-se
Na rna do Barao da Jfictoria jl U^hUm.*,
^f T PMfc Vfo.Bego Caa^'^fflo'e
- daSilva,anegocfo de particulankite-
Paes
atese
0 abaixo assignlm pe^ie que rungtiem f; a ne-
mjelfl eom uma lettra r|H ltnantla tie l:00';i por
elle aeeir 'eittim*u em 5 *i corrente mez. Sem
que content n ii^ne. rt.i sa^arfbr, pbnjuanto tor
ella extraviada do p.ler de um fllho So abarxo
assipnnd- entre o er-g.-nhn MngW e a'Vffla'de
Agna I'nta.
Engenho Crnz de Miria, 12 de m*rce fle 1874
---------
Panno de algo Jao da'B^hia.
Vende de toiasas qualidades Joao Rodrigues de
Paria : na rua-do Amorim n. 33.
Fwnos
ba-Bafa'a e do-teo vcnide Joao Rodriguesfle Fa-
ria, a rua do Amorim n. 33.
Camisas de orefione
Hollanda
I outras tantas de outros lugares mais afamados de f, bolos inglews, paode-lo, cha da melhor qua
hdade, diversos ddce, geleas e tudo quanto for
preciso para fazcr uma boa recepcao as pesssoas
a quem
Mais es'timais
Tudo isto se encontra
Na <30iifeitaria do Campos
94L, Imperador 24.
A Km fJi*o
'Encontrar-se-ha sempre alii
Sebtvmeshs
Deliciosas
0e a fe'dar a verdade
Nao s9o psrn a toocca do vulgo '
('Come die o leaichographo 'P. Bhrteau.
'TPlI m Howe A
Portugal, alem de um complelo sortimento de ace-
pipes raros, delicioeos e qrie
Cahindo em qualquer barriga
Faz a: rrielhor digestao,
E nao faz mal a bexiga,
Coin'o Cdmdndo, verao.
Mas, como ia fallando, iamos entrar na vjda do
outr'ora, isto e, ria epoca das festas, e portanto
vamos ter festas, festas eni'als festas, e cbmo todos
comem das festas, visto qne uma parte da para as
1 festas 'e treS're'cebMm para preparar as Festas, 6
as mais modernas que tem vindo ao mer.cad^ sen- ioS(lco 1ue. bregeiro dinheiro que anda tao vas-.
do'lias e com listras, o que se vende a '406000 a '^ue'r?> Sa.'3 dos cofresdos amaotris -orthodoxos o
duzia e a 3,5'.;0 cada uma ; 6 pechincha. se va'/attlllaris'ando com as algib.ifas vasias dos
^ecessita'dos,elites p:irsnavez venham ae arma-
' zern do Campos a rua do Imperador n. 28, propa- j
Brim pardo Hw>, o quo l*'demais fino, com um lareni-se parae qaaresma, tempo d8b.>tiuer:cias
tnqte de avaria, a jsjue se vende a*480 rs. o cova
do fazeoda propria do 'pdiz >por ser linho puro,
applifadapurauostumesdoboniensbdenieniBos: c"a em ~ "so-
so na raa do Crspo u. 20, lo;a dss Ires porras, de
racha para quem soffre das pernas.
FLORES ARTIFICUES
A Nova Esperanca, a ma Duqne de Caxias a
6;i, acaba de reeeber um lindo c complete scrti-
n. Mi!.i de flares artiflciaos das mdhores que tem
vindo ao mercado
A ellas antes que se acabem.
Costuraes para crianca.
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias a.
G:), acaba de rerefeer bomtos costumes para crianca
e e.-ta te vendendo par arc^os raxoavHa.
.. L. venders no seu armaztii
m qual se flbrle'sem iio^c'^dobirimei"o"qu"e" n *M'i'?n",1''rc'io ,h' ,ft i-
ha de'mais gdbtasa saberaso^lieirosok tida & !a^aSlft?^^*0 ***** "* amencano.
p1 horme A C., junto a tirja da esquina.
Ven
com 10 e
se nma ports e uma janella delouro,
palmosde alrur'a.e 5 de largo, e'mais
Pranctecoaa '. *'] Pedrozo jdcas forras de lonro para^oria'e bjjft pala^arilT
Imprezp (L.^z ^^7^^^_^ ^a doPadreJ
A eniprezado faz Wiu annnboiar-se' Q^A^r.
pubjico qMe rerenen M'in. tnmic dm espleridido OCuaS
sornmeBtoile-Hislres d.'vidro. nmHelros, arSn-
delas egbbon, cujas wmmtnU enid coeseifrtotib
a rus do Imperador n. 31. e serao
seus freguezea pelo preco mais razoa
a
Dizer aos amantes
Dds gcrreros especiae's
Qub se quBretn sef fertzes
Venham ja e quanto antes
Saber a causa motriz
Do Campos nib ter Nvaos
E poder so folflebdr
Deiicias, gosto, e grazer.
; Exdeflente flo do vela.
'Cognac de I" qualidade
Vinbo de Bordeaux
CaYVao de Pedna de todas as qviatidades.-a-
Ven
Afl*esv[oc s^;^iiien.


aoaosde.
vrnmiSfiVvii- hrtrf"8 T ^^ de W cew*- venham.a idade por 1:3004, oaiipoaafaaopeiroou UoleciKO : BrHm pardo mriito lir
,:virpSd1 fcr&nSS ES? ^Ue de ^'jiigf no P-teo CTibSTTpurOto do na rua do Q,eimado_Q.
possiveL J xias a. .88, loja de Demetrio Bastos.
e-se 15 de lindos padroes a 200 rs. o aova
do : tta raa do Crespo n.lo A, loja da esquina ;
dao seamosfras.
Porico~ln6foT~
no a 400 rs. o covtio
_. 43; aproveitem qne e pe-
chincha, na loja d Guerra ^ Fernaades.
A Nivs Esperarn;*, a rua Duque de Caxias n.
63, rtcebeu um pcqtieuo soNimento de anneis e
pulseiras electricas, proprias para quem soffre dos
nerves.
Faiinha fle fnandioca nota.
Recentementc chagnda de Santa Catharine tem
para vender no trapiehe Companhia, e para tratar
no seu escriptorio a rna do Commercio n. 5, Joa-
quim Jos6 Goocalves Beltrto & Filho. Advertindo
aos compradores que cesejando acabar, vendera
mais barato do quo em qualquer outra parte, tan-
to em grandes como em perjuenas porcoes.
Lindo chfariz.
Ven I0-39 nor preco barato um rico chafarix
de marmere oroprio para jhrdim, o qatl sa-acha
armado na ornclaa de raarmore do Sr. Lima,
rua do Imperador para <|ne!u o qmzer ver:
tratar na rua do Crespo, loja a < Passo iunto
arco de Santo Antonio.
Engenho 4 venda.
Vende-se o engenho Paraizo, sito na flha da
Ilamaraca e levantado ha pouco tempo em terras
da s'tio Soccorro Acha-se o referido eagenho
in, cute c corrente e e a vapor, sendo o respectiva
termm assas prodnctivo ae canna, mandioca, mi-
Iho, f'ijaietc. Alem dos terrenos de p'aaUcio,
ha uma boa solta para gado, miii'ss at^ores True-
tiferas, rnclrrsrve coqneiros e ^ptimos higares -para
gran-le- -/ivewis. A -8lMs?5o l oaa-deeffaaia
eagradavel, e cliraa e passadio da ilh- de Ita-
maraea sao muito apreeiavela, alem de outras
Tantajrens. gue com a vista melhor conhecera o
eoiiipradiir, dirujirfBo se ao re.ferido e^gijlno, Oa
inf.mi.r-r^-c na rna do Ala I ho n. 9. ffefoftm
ih;ip^nspa Mtrimra.
A loja dv> Passo 4 sia ft-anaaie
so 1 *, rerebeu pelo ultimo paquasa,
mento de chapeos para senhora, ultima moda %
vende por prejo commode.

x

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T
--*1
CQsdeiro Siloes <# C.
E' 3ia uroa das uub qua. fccje podeaom pri-
fljferepgr jfcM^ijs g-Mijft^ u#j a#4isi-
mo vrfimguto 03 IITO8 fiflas {tara grande toir
lette. e*era assim parj uso ordtnario 8e loaas at
Mies, i'pbr rc^s vaatajoeos, das qaaes fa* ui
paqnaao reeomo.
Mandani fazendas as casas dos prttlendeotes,
rr| fl.ue tern pessoa) ?ec,essafio/ed5o.a-j;iras
Gortes de seda de lindas ooree.
Grgdeoaple de todas as cares.
Gomrlo brazen, Ijz/j, dfl hsfras, pre, *c.
Setim IHacao, preto ? de eojres.
6rosdenapies preto.
Velludo preto.
Gfjcudiae de seda, preta etde cures.
Popelinas de liudos padjoes.
Filo de seda, branco e preto!
fiieas basqoinas. de seda.
Casacoa de inerin6 de cores, la, etc.
. Manias brasileiras.
Gorjes, com camhraia branca com lindos borda-
Rieas capellas e manias para noivas.
Riquissimo sorlimento de las com listras de
seda.
Camtyrajas de cores.
Dilas maripozas, hrapcas, lizas e bordadas.
Naioraques'de lindos padrSes.
Baptisms, padroes deiieados.
Percal.T*' o quadroe, prtos e braneos, listras,
etc., file.
Brins de linho de cor, proorinB oara tesjidos,
com barra e listras.
Rjcos cortes de veslido de lirmo, r okes da
meama cor, ultima mod*
pijgs de canibrai.a de cores.
Fusl2o de lindas .cures. *
Saias bordadas para senhoras.
Camlias bordadas para senhoras, de Hnho e al-
*id*o.
Sortimeuto de Juvaa da yerdadeira fabrica de
Jouviq., para homuns e senhoras.
Vestuarios para mehinos.
Duos para baptwado.
Chapeos pi.ra iiii. p.
Toalhaf e guajd.-iuapos adainascadqs.de |inbe de
cor, para mesa.
Colchas de U.
Cortiuadus bordados.
Gcandje sqrtimonto de camisas de linho, lizas e
bprd,a4as, para Uoqjeris.
Meias Ue cures para hoinejjs, njenipqse njeoi-
Ditas escocezas.
Complete PurJime^t^ de chapeos de so] pars ho-
mens e senhorss.
Vqrpio de. cores para vesjtiaoj.
Pito pret 1, franpado e dito de veriip.
r'thadn de liulio e algodao para toal
ajoalfcado pa'doi
Damasco de i.i
Brins de linho, .brancp-. dp.cores,e preto.
Se'iim de lipuaj cjOres com. fiatras.
Chales de merino de cores e pretos.
DTtos de ease'mira.
Dito3 de seda pi eta e de cores.
Ditas dc tiiu jniiii.
Camisas de c^iita para honjens.
Ditas de flanella.
Cerenlas de linho e algodao.
Pannos de' .crndiet para sola, radeiras e conso-
i Liftjos jbordftdpjs e de lab>rjntho.
Colzas de crochet.
Tarlatana do toil? as cores.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana bordndos
para cortes.
5spartHhos lisqs, bord^tlos.
Foulard de seda, liddas core?.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Ricas fachas deseda e la para senhoras.
Rico sorlimento de leques de madrcpcrolas e
asp.
Damasco de seda.
Caseoiira oreta e de cOres.
Chitas, madaporao, panno fino preto e azul, col-
larinhos, punho9 de linho e algodao, pravitas, lu-
vas de fio de Ricussta, 'apeias de todos os tams-
chos, b,olsas de viagem, pe^of bordados para ho-
ment, len^js de linho' branco e de core?; toalh'as,
puardanaDos. etc_. etc.
Da quinta do. MieEeres
Excellente viniio verde de uva pura, em barris
de quinto e decimos : vende-se na rua da Madr
4* Deos ft 3^.
V
ios
^tin.ques de ferro.
I'ende-se dons, triangnlares, proprios pa'
rsT'Ba rua da i;tii5o n. 67.
to
na-
200
rs

GRANDENOVIOADE
A' rua do Crcs|t 11. %A
Loja das 8 pprtas
LAZI^IUS
Chegon esla fazendi, cbm padroes inteirameute
bovos, qoe se vende polo diminuio i-recn de iUO
rs. o CO>ado : iiln pur tcr a. and*- ijuaiiliiiade.
SCT' XA HL'A DO CHiSlO N. 20
I.oja Guiihe-riiio <&0.; junto a loja
d^ esxjujna
Cabriolet
Por todp preco vende.-se um calpr qlet de 4 ro-
das inteiranente novas ede 4. 09 2'assenlos : a
tratar na Passagem da Magdalena, no hotel a
enirada da estrada dos Remedies.
Jvh|toiwioo mtfti fefrjPrtWTflr* W1& i,
L1NHAS

vtemswito*
Vigor do Cabello
DO
fAWA
iPAilTE
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'yRott^d-* iaip^reVtri* n. 72
MB
Wm GOIMAMES k IMAOS
VuXftA de rcccbeT urn gWnde SOrtimen'.o fJo fazehda. prelas para qu'a-
ldd!:rcccbet
COMO *SCJAM

vJROSfifcK.VrLE DBTO-A 1WOO.
*utle-4e.gro*llL'nftple pwluipara vetido
de eenlioras, a .tfi90Q, 29, 39, 49, g i9 o
oev-ado.
BAK.NO iHlVETO >A<8600.
Vende-se panuo iprtto de dua6 targuras,
LEKCOS BRANCOS A J900O.
Vertde-selleor;06 braiicosfinos, a 29000,
29500 e 39 a duzia, ditos de ilirrho, a 49,
1>9.6-69000 a duzia.
CRGCHKS MRA CABEIRAS A 19500.
Vende-se pannos de croche para csdein s,
pica oal^ns e;palit6ts,-a 2950o, 39, 89500, n 1^500 cada am, colchas de di o para
CORtS
'Hachin
fora as falsifica.g5es que torn apparacido
DAS MACHIWAS PAEA COSTUBA
oo
eg
x
taf*
03
o
ma-
Nenbuma
china Singer e legi- /fjg\
tiia se nao levar
g esta marca fixa no 1
$ braeo da machina.
Paraevitarfalsi- 2=

ficacoes notem-.e |
bem todos os deta-
lhe? (}g mai-ca.
o
A dinlieiro e a prazo!
A contento das Exnaas. ,famil|as
MACHINAS W *^
S3o maisibaratas.
Siio de doos pospoutos.
Sao sinjples.
Sao rapidaf.
Sao duradouras.
MACHIBAS IDE SINGER
Sao de dous pospontos.
Abainham.
Franzem
Pregam trancas.
Marcam pregas
Bordam de linba de seda.
Alcolchoam.
Pregam cordoes.
UNICA AGENUA
EM
I
A CASA AMERICANA
15 RUA DO IMPEIIAIJOK 45
p.49, a 090 0 o covado.
T CORVES DE GASExHlRAfRETA A 59000.
I Yehdu-se cortes de casemira .preta para
Icalgas, a -59, 69, 79 6.890UO 0 corte.
MERWO' PRETO A 29800.
Venia-semoriu6 preto lino, a 29890 e
; 39000 0 covado.
BOMB.VZ iNA PREIA-A;19o00.
Vende-se bombai na prela enfestada, a
19500, 19800 o290t>0 o covado.
ALPACA PRETAAJiOORS.
Vende se alpaca preta flna,, a 500, &40,
800 rs. e 19000 0 covado.
FA2EJS0AS OE GO RES-E CAMBRAIA
BROiCA A 390.0.
'VQn4e-so,pcgas de,can)lir4ia br;nca,trans-
parente a 39, 49,59 e 68090, ditas de cam-
braia tapada,, Victoria, a 39, :J9800, 49
e 5500Q.
COR.TINADOS PARA CAMA A 109000.
Yoode-secortipados bordados para cama,
a iG9, 2|0P. 259 309.000.
.CAMBR IA DE CORES A 300'RS.
Yemle-oe caoibraia de cores.(iuas, rniudas.
A 30jJ, 320 c 3CQ rs. 0 -covaoo
CULTAS LARGAS A 200.RS.
Veiide:j .cUitas iargas para wstidos, a
40,3^0 e 360 rs. 0 covado-
BRAMA.NTE A 1960-0
Yends-se brainante .com 4.0 plmos de
largo a 19600, 1?800 e 295v 0 o metro.
5L4.UAPOLAO A 39000.
Ycnde-ie peca^ de madapolao entealado,
a -39000. ,LlitO inglet a 49500, 59 0
50500, QQup, 79000 e 8900'.) a pessa.
CQRTl>-(U)OS,PAUA JANEUAS A8J000,
VtDdfi-se 0 oar de cortinados bordados.
para jar^Has. a .89 e I09O 0 o par.
ALGODAO A 49O00.
Veqde.-se pojas de ajgod^o, a 4^, 59 e
4ipOQ6.
CEROLRAS A lO.0O.
V,ende-se ccrpojas de,filgod^?> a 19000,
Cditas Gobs.do bramaute a 4.^5^0 0 29 cada
'cma.
CAMISAS PRA.NCAS A 2904Q.
V^de-so cmisas brancas ftufls. a. 29,
BRINS DE CORK.S A 40* RS.
Yende-se briirsde eorespara calcas, a 400,
!e 560 rs. o or.wado.
A ES A 800 RS.
Vende se olwles de la a 660 is., chales de
merino de cores, a 99, 39, 49 e 59f'00.
COLCHAS DE GORES A 49060.
Vende -se colebas decores para cama, a
l%e, 3*500 e 49000.
C1HTAS DE GORES A 360 RS.
Veqde-se cliilas finas de -cores, 360 e 400
rs. o cotado.
, ALPACAS DE CORES A 5O0 RS.
Vende-se alf acas-finas de cores, a 500,
640 e800 rs. covado.
TAPETES A 49S00
Yenle se Upetes para saias, de divorsos
I taman.hos, a 49^60, 59, 69 c 89000 cada
jum.
j .--------,-------------------------
noivas.
MADAPOLAOERANCEZ A 79000.
Vende-se pecas de madaporao francez
tnutt. fino, a 79, 89 e 109100.
BKJM PA-RDO A 400 RS. 0 COVADO.
Vtnde se brim pardo para calcas, a 400
rs. 0 covado.
CORTES -DE CASEMIRA DE 59000.
Yende-se curies de casemira de cores para
calces, a-69, bCaOO e 69000.
GROSDENAPLE PRETO.
Yende-se grosdenap'e preto cOiO 4 1/2
p;ilinos de largura, a 59 o covadu.
ESGC1AO FINO A 29000.
Ynde se tsqaiao lino de liidio, a 29,
2v500, 3^e i9 0 metro.
CUllAS PA 1 ACOBFRTA A 280 RS.
Yede-se chitas para coberta, a 280 0 400
r.-. 0 covado.
lUiiH BRANCO A 1:000.
'\'wiple-sfi brim brancu de linho, a 19,
'<92S0i '9600 29-o metro.
BRETAJiHA DE LIKHO A 640 RS.
Yende-se liratanba.de linho, a 6i0 rs. a
varii.
FLANELLA DE CORES A 800 RS.
Vrtiide-se flauolla de cores, a 800 rs. 0
COAfliO.
COBERTOUES DE ALGODAO A 19400.
Vende-se cobertores de pell j a 19400.
Cobertas d.-. chita a 19800 e 29 ditas en-
cerua >&s, forradas, a 49, no Bazar Nacional,
jua da Impciatriz n. 72.
CORTES DE CASSA A 39000.
Vende-se cortes de cassa nr.iudas a 39
ca,Jfl um.
GRAY.- TAS PARA SENHOBA A 19**00
Vende se gravatas para senhoras, a 19,
ditas para homens a 5u0 rs.
ALGODAO ENFESTADO A 19C0O.
Yende-se..algodao enfestado psra lencdes,
a. |,|0OOO a vara.
GRANDE SORIIMFNTO DE ROUPA FEITA
NACIONAL.
Vende -se palit6*.s de panno preto, a59, "9,
B^e lOdOOO.
Vende-se pulitots. de alpaca preta, a 39,
39500 e 49000.
de panno, a 49,
Vende-se calgas pretas
6#, 79 e 85000.
Vende-se colletes pretos, a 3;5, 39500 e
49J0O.
Vepde-se ceroulas, a 1$, 19500, 29'e
3|00p.
>Tende-se camisas brancas, a 2#, 29500,
39 e 490OO.
Vende-se ccmisas de chitas, a 19*00, 24
e 3-5Q00.
CU1TAS PRETAS A 320 RS.
Vende-se cbitas pretas-finas, a 320 e 360
rs. 0 covado.
LAZtNHA A 200 RS.
Vende-se lizinhas para vtstidos, a 200,
320, 400 e 500 rs. 0 covado. No Bazar
Nacional. rua da Iraperatriz 11. 72, de Men-
des Gnimaracs otlrmaos.
\' rua do Calm^a nil
Os proprietaries da r 'ilecta, no toaiB*
conservar 0 hum C8nf*ih) t|ue teem rnereolli*
respeitavel puUico, di.Uui;uiDdo o se*
meoto dos mai.s que negociam no mesmo
vm scieotificar aos feus lions (regveua^
veniram aos sens correspondentes nas di'
;as d'Europa para Ibes enviarem por uAt
quetes os objecto; de luxo e bom go*o,
jam mais bem aceitos pelas sociedades
daquelles paii.es, visto aproximsr .e o iosM 4te
fcsla, em que o hello sexo desu linda veam
mais ostwita a riqaeia de sua* luillrttes ;
mo ja recebessem pele paquete franc*-:
arligos da ultima moda, veem paientear
J'entre elles que se tomam mais reeoc
esperando do respeitavel pnMico a
concurrencia.
Aderecos de urtaruga os mais lindos 1
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madrepcrota e **
velludo, sendo di versos tamanhos e baraiw fN-
09.
Aderocos completes de borraeha pr [
l&to, tambero se vendem meios aderecos 1
nitos.
Botoes de setim preto e de cores para trtftt <
vestidos de ser.hora; tambem lem para eotac
paliloL
Holsas para senhoras, cxiste nm belio tuOmm-
to de seda, do palha, de chagrin., etc., *&. par
barato preco.
Bum-eas de lodos os tamanhos, I j'.o A*! :,mt
couio d>- r-5ia, de borraeha e de MM ;
mi's a atteucao das Exma-. Sras. par
pois as vexes tornam-se as crianras nm poor
pertinentes por faha de um obiecto qae
trelenham.
Camisas de Imhc lisas e con pti'u.s
para hiimem, vendem-se por pii-r.. i .i.unoAa.
CeToulas de linho e de algodir, dc cos.
Caixinhas com musica, o qn ha do
com disticos nas umpas e pro;:,,.- parayro
tes.
Coques os mais modernos p rtc Jiversoi*
tos.
Cliapeos|wra senhora. pRflMbenMn na I
da ultima moda, tanto para suii/.r.i, cokm
menmas.
Capellas simples e com ren para r.oivae.
Calcas boFdadas para meninas.
Euiremeios estampados e bordados, de I
desenhos.
Escovas electricas para oVntes, tera a |
Jade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda preuueder>. -s, exuu
grand* sortimeuto de divercas larguras e fraraaB
preco.
Fitas de sarja, de gorgurao, de setim e 4e cte-
malole, de divcrsas larguras e bi.nitis eorea.
Fachas de gorgurao muit > linda?.
Flores artiflciaes. A Predilixti priina ea em-
servar sempre um hello e granle sn-i.ineaaaia-
ln flo es, nan s6 para enfeite dos tvl.-- II(% crtm
tambem para ornate do. vestido d noivat.
Galoes de algodao, de la e de seda, branet%jat-
tos e de diversas cores.
Gravatas de si da para homem teul.aaa.
Lacos da camhraia e dc seda dc dir.-rsa* cjn
para senliora.
Ligas de seda de cores e brancas borda4atMVa
uoiva.
Livros para onvir missa. c-.m rapas iamiiti-
erola, marSm, 6s o e velludo, tudo que fca im
m.
Pentes de tartaruga e marfim pa:a afcarf e-
bel'os ; leem taaihem para tirar carpr.?.
Port bouquet. I'm bello si rtirnerio de taaia-
perola, martim, flsso e donrad; r !;r.ra*a >pr6c
Perfumarias. Nesle arlico e=ta a .YrJfleettfcHr
provida, n*o so em extracts, com:, ea
banhas dos melhore.> odres. d-s r.iais
fabricantes, I.uuhin, P.vcr, Soci:-d..j> Hy^>smu.
Condray, Gosuel e Rimel ; sao imlispeMWeM fair:
a festa. _
Saias bordadas para senlioia, por canMftr
preco.
Sapalinhos de la e de setim Lordados^ara rat
tisados.
Tapetes. Receben a Pri-dil^ta rmboaKc < mento de diversos tainanhos, ianto paraKfaw
mo para entrada de saias.
Vestimentas para, haptisadn o que ha 4e >wflpW
gosto e os mais moderno.receben a Fi^*Vh
de or ar.te pro;o, par.'. Bear j.- -i'. i
qualquer boba.
Rua do Cabuz;in. 1
per
Lor
Atteneao.
LLO BRAI\C
RUA DO HAKGEL N. 3
Armazens de seccos e uiolhados
TEM PARA OISTINqTIYO DO ESTABKI.ECIMENTO UN GALLO BRANCO, PJNTADO,
PARA ALGUMA PESSOA OLE IGNORE A LELTURA.
Rodrigues & Pires, regressados em Pernamhuco, cidade do Recife, succe*sores do
armazem do Gallo, a rua do Algjlieves, em Lis^ioa, omais afanudo econheQido qroMzem
uaquella cidade, capricbaro seajpre em ter generosdeprimeira qualiJade, d^s. qnae$ dao
aos seus nnmerosos freguezes um conbecimento mais probnigado sa rebi.cao ahaixo des-
cripta :
0 que e" bom e ca.ro
Palavja bemdiia que nun^a falt-ju.
Cha perola fino, a 52006 a libra. Camardes seccos, a 500 1-s. a libra.
Dito miudinho super-fino, a 49000 a li-1 Oueijos frescos empellicados, preijo com-
bra. mode.
Dito popular, flno,, a 39O00 a libra. Cascasde c6co para lavar asa, a 160 e
Manteiga ingleza fior. em barril a 19600. i 130 rs.
Dr. Ayer.
Para a renovacSo do ca-
bello, restituicSo de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
0 Viob no G'ABEf+O e uma preparacSo ao
tne^o teipfp. aEradav^eL. s^uday.el e effica? paia
conservar q cabejk^ Por ipeip do seu iujo o
cabelk rucOj grisalno, e enfraquecido, den_tro da
pouco tempo revolve a cor que lfae *S natural e
prunitiva, e adquire o brilho e a frescura do
cabello da juventude? o cabello ralo se torna
dense e a cnlvicie nuutaa vezes, posto que nio
Hfft todqs ob .caaos e aeutrjUiziida.
Na/9, hi. nada que ppde, reformax o cabtllij
depoi^' d$i fr11^.1^0* 4W?n dyBs.taaiidos, e |
glandes cansadas e idas, mais se ainda.restarem
algums podem ser salradas e utilizadas pela
anpljcacao do Vigor. Libre de essas subsnonciag
'^peferias que torriara muitas preparaoSes-de estf
gecer*-taitt nocivas *> desimctivaa- ao eabeQo^.f
Vigor.-sfrurente Yhe e bene^aJ. Em ver de
wjax .^abebo e o zattr pegejoso, o conserva
limpo a forte, embellizando o, implindp**.qn6da
e o .tornar-se rucov e por con,sequint# wevine a
PW-ns*-o^tinTett^T^hinadamJafi"'ade8e-
jar; n5o contend'ddo'nem tm^pi<9''i6d
mmckuf mM Btoie pppdar* no cabello, Ike- d& um lustiChbftirio*,
o um perfume muito agradavel.
Para reformar a cor da barba, 6 neceeearie
aau tmpo de qoe com o cabello, porem se poda
appreesar o effeito, enrolvendo a barba de noit*
cent ma }enc> moftade' no Vigor.
Dr. J. C. AYER & A, LoweM, Sum,
H^t^kx XTttidom,
Chimioot i'tniHm 'tglti$t.
"VanSTJOJB pSB POR
Farinha fina de ^ruribeca.
Yassouras de piassava pars service interr
Dita ditafma, em latas, a 19300.
Dita, dita, e"ita e dRa, a 1^400.
Azeite de peixe baleia, a 6*0 rs a garra-.no, a 240 rs.
fa. { Dilas grandes a500 rs
Dito de c6co, fbao^ [a 800 rs. a garrafa. Masses para sopa de todas as qualidar
Dito doce e carrspato. j des
Aguardente do caldo da canna, feita.de] Vinho tihto e branco, superieres, engar-
encommenda, a 500 rs. a garrafa. rsfados e em pipas. E outrosarligos que sera
Dita popular, a 320 e 2 Q rs. agarr8fa.jenfad.onho annpmerar, em. .secco e mo
Dita branca, a 200 rs. a garrafa. J Ibados, por ser extenso.
iirandc pe covailp.
Cassa la, padroes npvos, e de mais gosto que
vindo ao mercado, so na rua do Queimadc
43, loja de Guerra & Fernandes, pelo dlmlnn
greco de 200 rs. o covadc I
the^nem freguezes one se acaba
Fogao de ferro economico
Vende se um chegado ha neucos dias, tendo tbtt
najhae para lenha e earac\ forno para asar,
d?posito para agna quente e luger para'sa gaar*
dar quorOcas comidas defioi* de feiias; eslea fo-
goes t.rnaai-ie rtccniD;endaveii porque sao d
ferro batidv, e fabricadus Cf.m perfeigao e coii
riham com mni drminura lenha :
n.
Gaz a 5 $669*
a lata, dpmelhor que"vem a. este mercado, d.
a r:a de Henry Forster & C, com aqnanHdada
complela.do liquiio: nos arraaxens do Jose Do-
mjagw**. do (Garmo e; Silva.A, rua^a. Madre d
Dc-us n. 10, e rua do Amprim, n. 4Ij
mmim wmm
Itxia DireiU a. it
NeateieSteiVdi?',ioienio coneartararse- cba^ 4*
1I^S?LeiiSi2 fa"'a> f9daevellttd8,p;;*n"ra e njtopas ;.
. nama do Apofl* spndo^rma3: das ma|!,inod8ni^ ate hole cheta.
------------------------------------------------^ das. TTimberrisd eoncerta'm'chapeos"ae" !'?<'" al
Iiizinhasjaponwas. ial^Xr^omens'earaDUnd-se jW
m o eovado.-Na rfit do fiueimado n. ki,\,. *r.^J^.^Kteciflaf?la^_um *> sori
Magnolia
'\ $e. loja.*}* Mago^ia,a rua i(^ue de Caxias n.
i 13, .cnconp"ara saaipre o respeitavel publico um
' cofljpleto sprtimepto de perfjiflianas fiuas, objectos
dephantasia.Tnvasde Jouvm, artigos de moda e
mindezas finas, assim como modicidaple nos pre-
pjOS, agrado e sinceridade.
Anoei-s electricos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias p. 43, aea-
*a de receberos verdadeiros. anneis e vollas elec-
iricas.jproprios para os MMMQ
Meios adere^of?
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
ceben nm complete sortimento de
Meios aderecos de tartaruga.
Meios aderecos de madreperola.
Meios aderecos de seda bordado-. (ultima moda)
e de muitas onlras qualidadee.
Botoes de a.co
A ."-Ucf.jlia, a rya Duijue dc Caxias o. 45, tern
para vender os modernos botoes de aco, proprios
para vestrdm.
(5/olitijha3 e punhos
.car mais njodernas^peba/iw nieccado; a elUs :
Da Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45.
LejixjQs chiflezeft.
i Ai Magnolia, a rua Ouque o> Caxias n. 4S, re-
cebep uma pgauena qnaRUdada de lencos de seda
chiqezes, com jTadissimos aejenljo?, fazendajntei-
tamente nova:
Leqwes
Lindos leques d* niadreperola, de tartaruga, de
martim, de osso, e de muitas outras qualidafles:
recenea.a Magnolia, a naDnque de Caxias nu-
mero 43.
Atteixqao.
A loja da Magnolia, a /u* Duque de Caxias n;
43, acafc.a.de receber o .segolntef artigos :
Maxrual d*j madreperokr, tiifclaruga e-marfim.
Rtjoe albuni com capa da rmdreperela, ch-
gren, madeira,velludo,conrp.ele..
. Lladac*ixas com finissimas perfumarias.
Ligas de seda, brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
PWaeisas de midr*ec4a.
rUcae caisaa para coftura.
Vestuarios para bapMsado.
T!inca9 e sapatinbQ3 de setjm.
Modern.o9 chapeos de soi de -seda para senheraa.
Liados port*wi(rue.
Gravaunha^de velludo, etc., eie.
----->--------^ -!
defronte da nracinba da \n^ penclencia.
E' PECfllN'CHA
timento de chapeos de palha, dos mais modernos,
1 eaftytados com muito gosto, e peios precis de 167,
Lazinbas a japoneza, padroes muito moderno*, iffu2ii*^Q- .*. ,,. ma. *^.
580 rs. o covido so na loja de Guerra & Fer- ^^s de sttfa e de veUndo, f irmas modemai
nandes: dao-se amoslras
(Jimeato
para to* e 12#.
Para Idto.Chapeos para senhoras a 105 e ill
; e para meninas a 8^.
Vende se ua ma da Madre de Deos n. 32, pelo
men. r pitju piivfl o verdadeiro cimento Por-
tland, viu'lo pelo oliimo vapor inglez, de carga.
- Vende -e a ; i marSo da rasa sita a rua Mar-
cilio Dias n. 95, propria para quern ae qnizer es-
ubelecer com pouco dioheiro, pois uao tem gene-
ros: a tratar na mesma.
.
Madeira barata.
Vende-se uma porgao da madeira de amarello,
costados, costadinhos, assoalho, de pollegada e de
forro; assim coino outra porcSo de lpuro para
assoalho e forro : a tratar a rta de Pedro Alfonso
n. 35, outr'ora rua da Praia,
Amaral Nahu/o A C, vendem bandejas decKa-
rSQ de it a 30 poHAg*dAB-e de fflct* (*ermen-
I tenovo de metal, tamhaov bMitai pMi-on adei ^S.'W^a n. 20 : M-raasma-casa teem para ven-
djvefsesiamftatius-'. w liaza* Viotoria d-2.

e-se os segumlBi':
A tratar com'seus proprretkHof rUkti cidade,'
e para informacBBs' 6 reflet Filho, na mwma cidade d^ Mamamgaape
Farello novo e
Milho pequeno
Da melhor qnalidade n6 armazem de farinha
de trigo da Taebo Iftnaes SC, na praja do caes
do Apollo.
C. Doyle.
Vendem
Wilson, Rowe & 0.
Em sen armazem a rua do Trapiche n. 14, o se-
guinle:
Algodao azul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidades.
Tudo muito barato.
~TT. _.
Tem para ve r i. :
Cognae de Hennessy, superior e verdadeiro
Vinho Xeres das melhores qualidades.
Bitters de Angostura.
Whisky.
Cha preto em lattas de 10 libras.
Todas as pr6paracoes chimicas do Dr. Ayar
uwaem da rua do Commercio a 38________
Vande-se as casas terreas seguinies :
Rua 14 de Maio (outr'ora dosOssos) ns. 2 e 4.
Rua do Fogo n. 2.
Rua do Padre Floriano n. 33.
Travessa da Bomba n. 5.
Becco do Padre Lobato n. 8 A.
8fci: do caes da Cadeia-nova ns. 3 e a.
A tratar no Largo do Carmo n. 1.
Tiiumpfco da
*&Ste
Arnmgdo
Vende-se uma armacio de amarello, em bom
estado : a tratar na rua Pnmeiro de Marco n. 20,
^^______________________________________
Lindas las escocezas.
. De varies padroes, e inteiramente modernas, a
360 rs o covado : na rua Primeiro de Marce
aabja doCrespo n. 13, loja das columnas, da An-
tonio Correia*ae Vasconcellos.
eslrangeiro;
Paris n1 America, a ruaDur
que de Caxias n. 5
primeiro andac, acaba de receber um completo
s.ortimepto de calcados esirangeiros para homem e
senhora, vindo entre elles um lindo sertfmento de
elegante ckiqaitos, sapalinhos e botinai paia
Ufi^joasi.qiWiiudo vende por precos ruoaveis.
-.' venoe se uma laverna na rua das Ca#ro
,6*,.Mquina44. rna ae S. Joao. com boa casa da
v;venda.e bastante-' commodos par-> famiha : quem
pretende-la dirija sea mesma.
Veoaeise um rico pianno novo, muito forte
e de'excefientesjvoies, a traur na rna do Barao
er-e vtm Mh mobttia de jacaranda, coo pouco
waa e>eai perfeiai estado........___________
bazintias ehiiiezas
r
a MO rs. o covado*
Na rua do Qu- imadq n. 43, conrr'ente da
pracinha l: Ind.pendencia.
Aptw*. iiiin qun sd e barato.
La IniB- a chineeacom padroes de farU'Cores,
propna ir.i ve.tnlos, plo dimiouto preco de
160 iei- covado, so na loja de Guerra e Per-
nan-es
Dao se amostras^_______________________.
,\ .micas verdadeiras
. Bkha.- nauumrituezaa uue vem a eetemereado
U ma lfarquez de olinda o. SI
Em tempos modernos nentium A&*x.v:>~
mento ope uromaior revolucao no mod*- d>
curar anteriormente em voga do que o
PEITORAL BE UACAHUiTA '
TANTO NO TRATAMENTO
BA
Tosse, Crupo,
Asthma, Thisica,
Rouquidao, Resfriauicn'.
firouchites,
Tosse Coovulsa.
Dores de Peito,
Expecturacao de Sai>gue.
Como em toda a graude terie de eateis-
dades da CSargatata, do Pelte<
OrgJEos da renpiracfio. que tarV
atormentam e fazem soffrer a lu-;tnat"
A maneira antiga de curar consistia
mente na applicacao de vesic;itO':os,
grias sarjar ou appKcar exterior::, sato
guontosfortissimos compostos de sul
cias vesicantes, afim'de prodtiriremr,
cujos duTerentes modos de curar, nao I
sendo enfraquecer e diminuir as for^M 4a
pobre doente, contriboindo poi i -sta forms
d'uma maneira mais facil e certa paraB-
fermidade a destruicAo inivitavel de sh
victim a I Qtiam differente i pois o 6*m
adm i ra,v*J da
PEIIOSAL DE AliCABUDAI
Bm -tez die- irritar, mmttmtmt e cauzar iam-
(Hlos iMMMM 9ft doente,
Calma, modilica o SMvisa ; H.-^r,
Allivia* irrita\a(i,
Deseorvelvo'c^otoudi.,. i.to,
Fortifies o corpo
e Sta. com que o sjsf
dosaloje d'uma maneira y<
ateooitimo vesUgi* da.ew
eibores-''rotos em laodicin-' '
ante doe coUegios ideme-<
testifiM* aecew e*cts. t>
relacoes analogicas, e- al*-
.iferr-M de milh*res d pes
r La, as quaes ion: v*
itilhose remodjo,-
... para sustentarem a
1m shit* apw&Dla*
Duranteoe*
49 A RH ^

-
^


8
Oiario de Pttnambuco -=* Quarto feK 18 de Mtirqo de lflU
IJTmATDBA
\ instruc^ao publica cm fcugla-
terra.
POR C. HIPPEAU.
Prologo.
Em uma obra publicada o anno pass do
expuz o systema g*ral que rege a instruegdo
publica-hos Estados-Hnidos Hoje off re^o
ao punh.-o um trabalho analogo, applica lo
a Inglaterrt. Como as insti uigo-s deste paiz
sdo am eral mats conhecidas do qu-i as dos
Estados-1 nidos, pude dispensar-me de dir
a mesma xt nsdo ds consideragoes de q e
6 elle obje-.to. 0 quadro que ponho diante
dos olh s dus leiiores me parece entretanto
Sue deve .-e acolhido com interesse por to-
as as pessoas que se occupam
d cscolha dos livros e raethodos, aos cuida- naes e departamentaes ? Assira. eraouanto
doe hygienic^, d^garantiasMigidasdospro- se fazia ver a que aamirewis resultado
tessores a professores. Elles descangam com tem chegado as oagoas era que accao do
uma seguranga incmel nas luxes e boa governo, no que concern* a organisacao da
vonta.ledos rom.stros, reitorese ompequeno educagdo publica deltas, so se oaeuna.n de
numerodefunccionar.osemcujasmaosdei. favorerer a miciativa particular, reconheco
xaram todos jf seus direitos. Toda a ener- que seria difficil obter hoj* dos francezes a
gia sena pc.uca ara combater essa culpo- actividade continua, a int^l'ignncia dos ne-
sa mchfferengade que os funccionar.os se gocios, adedicagaoao inleresse geral que
prevalece.n com frequenc.a para se engirem dovera ser a partilha dos. cidadaos chama
e.n senbor,s. Estamos persuad.dos de que dos a tomar parte nos negocios de seu paiz.
a educagdo nac.mal s6 se const.tuird de Mo 4, pois na esperanga de ver applicar d
-------, esperanga de ver aDDli
?!T!j.M,a qU,nd0 ella se tornar ne- f^nca os systeraas e raethodos de educa-
gdo era vigor nas outras modes, que eu
eraprehendi expo-los. Durante muito tem-
po ainda por certo, a Franca esperard da
iniciativa do governo os melhoramento
Por que a sua educagdo publica ndo Ihe permit
cio de todos.
Semprese ten occupado de defender os
direitos desse ente fieticio que chamam Es-
tado, e se tern desprazado deste ento por
demais real que se charaa Franca.
da .mpor- umtrauho abuso de palavras. deu-se no- lira effoctuar p,r si mesma.
tame questa, da educagao nacional. me de estado ao governo. que ndo e mais Nao serd entretanto inutil pdr-lhe anteos
o que uma reuniao de homcns imcumbidos olbos os exeraplos que lbe dao outros povos.
la a drain stragao do estado isto e, do pro-| *evcrd ella imitar servilmente o que elles
'^ft,,?0; Luiz XIV ou qualquer; tern feito, raas adoptar, ao menos, o que e
ar,Mmita.1ordo rei-gol,ea Franca qua applicavel ao seu caracter, costumes, insti-
ode dizer: o estado sou eu. tuicoese estudo social. Vord alem disso
de que quo em certos pont s poderi servirde mo le-
funccio- lo, Dever so-ba concluir. eu oesoero. des-
pno paiz
outro
tem
Aco-tiimemo-nos pois d psta idea
fs mmistros, o< representantis, os
A Fran;a comp.ehonde, com eff.-ito, que
entre as qu stdes & que na actuaiida le deve
p'estar a sua ntten^ao, a quo tem p r objec-
to a Mb ma da instruc^So publica em o 10.
osgrdos ti uma das mais import ntes. H'Or-
gauisa-so o exercito, nada melbor; appid-
lar-se para todos os nossos recursos fu.an-
cei>-os, arira de p'gar, o mais breve > ossi-
vel, a divida enorme que nos legiu o im-
perio. nada mais util ; h8 pore"iii, pelo m-*
oos, igunl urgencia em estuiar os meios de
dar uma bao solida & educai.ao neitnal,
cuji mi direccao foi em grande parto c.i:i a
Ji esp.in osa catastrophe em que fossobrou
nossa p^J'-ncia militar e se desmorcnou a ri-
que/a P'ibli ,?.- Mo so dev-j perrfer de vista graga. nao ha senao um unico paiz onde es-leducacao e n "harmoni'a
que f i a ignorancu presumpcao que nos Ms principios teem penetrado profunOaroente instituicdjs.
nos h pinto, e passado destes
eu oespero,
tornrain inh ibeis para SUSW.!'1" o chnque da
invasao tuirangei a, e nos piocipi:hJ'im nas
horriveis loucuras da guerra civil. tSfa
verd.ide parece agora geralmente rompre-
hcndida. Us miuistios. os deputados. as
associates, os particulars trabalbam em
recom.-iar a tarefa tao repeiiti.amente ititer-
rompida no mez de julho de 18.0 polo an-
nundo fatnl da declaragao de guerra d Pros
aia.
Naquella epoca va>to movioieoto so ina-
mfestou em todos os ponlos da Franga, como
am Paris, em favor da mstruaft&o popu-
rian-s d todas as ordens, que admiuistram ta revisU feita com consciencia, que todo o
o erta,io nao sa.oestalo. que elles nenhum systemade educacao publica de uma na
air-no tem, esioi d^veres sdmente. Collo- c3o deve modelar-se pelas suas instituicfies
a Jos a frente da nacao que Ihes communi- politicas para cuia manutencao elle concor-
c momenuneimente o seu poder. e da,re p5derosamente, e que se, por conse
|aal procedem, nao sao nera devem ser(quencia, a Franca quer ver estabelecer-se
ai3 no que seu? mandatanos, sous servi- definitivamente a f6rma republicana que
sde. Pordcs-Jadoptou, deve priraoiro que tulo pdr a
ao e.n harmonia com suas novas
CO
lar.
MuiUs leis. melhorando a eoodigao pre
cari. dos professores e proie.soro*, c crean-
dr> novas escolas para os mei.inos do ambos
ossesos, haviam sido apreseirtadas com
bom -cultado d sanrcao uas duas caraaras
porum dos ministros mais activos e intelli-
gente. que km tido a instruccao publica,
M. Duruy. Uma das primeiras sociedades
fundadas para doseovolver a educagao na-
cional, a sociedade para a instrucgdo elt-
nientar proseguia com ardor a sua obra ci-
vibsalora, a liga do ensmo recob:a das ci-
dades o dos campos adhcsoes cada vez mais
sympaihicas ; as escolas proftssionaes fan*
dadas para raparig uier, multipli.'.avamj a sociedade Franklin
tentava estabelocer bibliothecas junto ds es-
colas coramunaos; os cursos organisados
pela sociedade philantropica reuniam em
raultidaoos operatios ; cursos deei>ino se-
eundario para rparigas se estabelecsam na
Soborna, nas mairte* de moitos arrondis'
sements e n,am grande nuraero de depr a"
mentos ; cursos livrus eram tolerados tas
salas da rua fieason, junto ao onsino offi-
cial das faculdades e escola praticu de ou-
tros estudos, rccentemente creadas e jt flo-
rescentes. A questao da educa<;ao publics
e fig-irava na primeica linba entre os objec-
tostratadosuas conl'erenciasfeitas com brilho
em diversos lugares por alguns homens
eminpntes.
xtensos relatorios sobre os diversos es-
tsbslecimentos de fcstruccdo- publics, em
IiWaterra, Escossia.. Prussia, Austria, Sue-
cm". Suissa, Estados-Unidos eram publicados
por M. M. Marguerin, Motheri, Bandouin,
Demogeou, Montucci eo autor deste lino,
encarregados de irem estudar os systemas
de edu.racao praticados aos paizcs estran-
geiros e de assignalarem tudo quo a Franca
pad-^ria adoptar defies.
Cumpre que tantos esfetijos nao Gquem
pstoreis, e quo as ideas generosas, semea-
das entao nos espiritos, nio se envolvam
em injusto e fatal esquecimento. As revolu-
cdesqnf derribam n'um dia os raonumentos
de muitas idades, obrigam os povos a re-
comecar de contiuuo os mesmos trabalhos
e reatar penosaraenta os fios quebrados de
uma obra secular. Esperemos que assim
nao aivmteca com a questao de quo trata-
mos. Ella nao p6de deixar de ser attendida
proximamente por occasiao da lei apresen-
tada ha pouco d assomblea nacional. No
entan'o nao deixaremos de appellar pa-
ra a iniciativa particular ; porque devemos
contar sobretudo, para o deserapenho de
uma tarefa incompativel com os mesqu^
nhos recursos prestados pelo budget do es-
tado, com os conselhos municipaes e^ge-
raes, nija maior parte tem redamado neste
mfsmo anno a gratuidade o obriga?Io da
instruc^do popular.
A Franca e o unico paiz onde os cida-
Hm o pais de familias s3o estranhos a to-
da1? as questoes relativas d funda^ao e mnu-
tancSo dis escolas publicas, ao grdo de ins-
tirdlo que ahi devem receber seus filhos,
ds leis e des-
tas aos costumes. S6 nos Estados L'nidos
se pratica o novo direito publico os quaes
deslocando a soberania, proclamararn que
did r side na universalidade dos cida-
dao>.
.Nao 6 que o governo que elles crearara
seja baldo de poder; elie o tem talvez maior
do qua OS da maior parte das monarchies
europeas, tirando o presidente, o senado e
os deputadoS a sua forca da propria consti-
turcdo cuja manutengdo Ihes estd coiifiada,
Mas encarregados unicamente da defeza dos
rnteresses geraus, nada tem que ver na admi-
nrstracao dos negocios qae eoncerneiu aos
particulares. ds communas, coodados e es-
tados que compoe I'niao. E' isto 0 que
constitueaquelleselt^governaroent, deque os
Estados Unidos. gozam em toda a sua pleni-
tude, que a Inglaterra pratica de uma ma-
neira nmiito incomplete e**do quai a Franca
so conbece o nome.
Nao receamos confessal-o : se revolu-
5do de 1780 modificou na superficie nossas
instituigoes politicas, nao pddo ella apagar
Todas
entre n6s
os babitos havia longo tewpo contrahidos
pela Franca, babitos que ihe sao cotr.rnuns
com os povos-da raca latina, e resukado
ndo tanto da natureza defies eorao da fiata-
4idade de sua historia. Educados na rade
escola da adrninistra^ao romana, o seu ideal
tem sido sempre um estado social governa-
do por uma autoridade fortemeote consti-
tuida, esttndendo-se do centro as extremi-
dades, comprimindo o arrojo da' energi*
individual, lazendo eUar sob pretexto de
manter a ordom, untdade e tegularidade,
todas as aspiracoes libetaes. Todas as ve-
zes que uma n.-.olucao torna a Franca se-
nbora deseus destinos, pouco acostumada
dslutas fecundas para qiie nada a tem pre-
parado e cujas verdadeiras condiQdes igno.
ra, ella se da pressa a abdiear em favor de
priocipes e assembles* que se apresentam
para salval-a da anarchia, m poder de que
ella aunca soubc f*/er boo. Mas, niu e
em vao que os principios de liberdade a in-
dependeocia, expostos-ba noais de um secu
as que9toes que hoje se agitam
sobre a liberdade, gratuidade,
obrigacdo e secularisacao, da in9truccdo
publica, occorrem na inglaterra como em
Franca, ds raeditacdes dos estadistas e pais
de familias. As dilficuldades que encon-
tram a sua solucdo dependem das mesmas
causas. De ambos os lados do estreito a
sociedade religiosa na posse do ensino po-
pular durante os seculos que precederam o
04680, ndo pode ver quo a sociedade leiga
lhe dispute um priviiegio que elia entende
pertencer-lhe exclusivamonte, sem sentir
vrvo descontentamento e sem tenter por to-
dos os meios possrreis conserva-lo. A se-
parac;ao da igreja e do estsdo liga-se aper-
tadaTTiente d separagao do ensino refigioso
e do scientifico. Mas a emancipatao' da
educaijSo leiga e uma ferida feita aos di-
reitos da igreja, para as pessoas que quere-
riam ver todas as escolas sujeitas d 3ua
autoridade
A legisla^ao franceza tendo depoU da ce*
lebre lei de 1833, fundada em todas as-
communas, escolas administpadas e gover-
nadas em nome do estado, respeitou e dei-
xou subaistirem ao lado defias as escolas
raantidas pelas corporacOes religiosas. E'
na liberdade quo ella procurou a solugdo
do problema. Essa transaceao entre a so-
ciedade leiga e a religiosa nao- satisiez por
certo ds opinides extreraas, mas ao menos
permittio ella dar a* educacSo popoiar con-
si leraveis desenvolvimentos, agora que se
trata de estende-la e affiance-la a todos por
raeio da gratuidad e obrigacao/
Ea> Inglaterra> como se vera, o aceordo
serd lento a effeetanir-se. A igreja esabe-
lecida as associae,6es que a representam
teriam eonservado por muito tempo ainda
sem dovida o monopofio da eduaelo publi-
ca, se o estado a despeiio das mais ardtentes
oppesi^es ndo boavesse conseguido fazer
consa^ra* legalmente- uma intenrenc,8o qua
si sempre julgada contraria d raaxkuas e
costumes- do selfgovernement.
Foi era nome d liberdade que a> oppo-
si<;do combateu a intervenc^io do estado
Mas o nascimento e progrosso daf igrejas
dissidentes, tendo por consequencia forcar
a liberdade dos cultos a a tolerancia era
raateria de religido, a opposicio tornou S9
cada vez mais decisiva entre as tradiofOes
religiosas e as conquistas da sciencia. No
interesse de ordem e paz publica, o poder
a quem estd confiada a defeza da socieda-
de civil, teve portante de procurer consa-
grar pela autondada da lei os imprescripti-
veis direitos da consc encia, envolvidos em
uma guerra que nenhum poder hunjano
podia impedir. A separa?do do ensino re-
Iigioso a scientico s6 deve ser considerado
como medida de prudencia, cuja legilimida-
de ndo se p6do contsstar. Os ftovernos mo-
demos, interpon lose pan pdr IU as lutas
de que os inglezes e americanos chamam
eepmto sectorio, nSo sao p rcs da irreligido e atheismo, como preten-
dem os nometis quo sonham ainda com a
volta da um culto unieo i nposto a todos
por uma igreja dominante. 0, Estados-
Unidos, pr.*hibindo ajs directores das esco-
las publicas o ensino da religiao para re-
serva lo excluaivarueute aos ministros dos
differoiitos cultos, eoten leu
assim testemunham o
do estado de ignorancia a
em que os seus professores
xado eucbarcar-se
ttbruteciraento
aatinham dei-
Contitiuar^e.ha,
J0R1SPRUDEWCIA
.. *-, a
FOLHETIfifl.
:secu SOB&IA
lEMORliS OE SATMZ
POR
D ,' loelPornandcayGoiutalea
QUARTA PARTE
LUDOVICO AHIOSTO
XI
DE C'iMO DESAPPARECKU MICHELOTTO DO CAS-
TELLO DE CERTO, E DA ESTBEVISTA QUE
TJVKRAM LUCRECIA E ARIOSTO.
(Continua^ao do n. 60.)
0 frade apresiou-se em sahir com o leigo
e foi para o seu convento, coja communi-
dade foz repetidas vezes o signal da cruz.
como se visse uma alma do outro mundo,
e o novo guardido que bavia sido eleito era
tirtude 'lo desapparecimento do anterior,
ficou df sesperado, e pretendeu fazer crer i
coramunidade que o gardiaoeo leigo eram
duas almas penadas.
Giacopo sahio lentamenta do castello,
juranflo malar Michelotto, se o tornasse a
encontrar, o quo nao pode ter lugar, por
que, accomraettido deuma profunda me-
lancolia pfla perda da filha, raorreu pouco
tempo drpois.
'< lo que diz respeito a Ariosto, levou
comsigo Genebra, perdeu-se com ella du-
rante o dia, pelos campos, aproximando-so
mundo.
Produz se, pois, em -nosso infeliz pai/o
estranho phonomeuo de acbar-so elle sem-
pre em opposigao coio o governo que-elle
creou, ou que se lhe srapdem, e de nao po-
der conseguir iirmar posse de um gover-
no que o satisfa^a em suas ideas domcera-
ticas, por doinais dontiitado pelas suas tra-
diroes monarcbicas para fun lar uma ver-
dadeira republics, e em demasia aberto as
aspiracoes republicanas- parasupportar por
muito tempo o regimen monarchico. Exr
plica-se muito be n, retketindo sobre estas
duas tendencias tdo contraries, a se"ria dif-
ficuldado dc satisfazer ao ideal seduetor
proposto pela primeira oonstituinte, e de
continuo apresentado d nagao pelos seus
mais conspicuos peasaJores. Seria preeiso
primeiro que tudo que seus legisladores
conseguissem triumpbar de uma raultidao
de prejuizos e tradiccdes que tem tornado
ate hoje impossivel a rea isacao.
Recordemos as dilficuldades suscitadas
pela questao da descent/alisac^o adrainistra-
tiva, cuja solucao e da maior importancia
no que diz respeito aos melhoraraentos que
seria urgeote introduzir em nossa systerna
de educacao nacional. Nao vimos nos pe-
las discussdes que suscitou a ultima lei vo-
tada sobre este objecto pela assembled na>
cional, quanto o temor de tocar na poten-
cia do governo central fez amesquinhar a
parte attribuida is administra^oes comma-
lo por seus oradore&, historiadores, poetas nas questoes de instrue^do publica ; foi em
e publicistas, tem feRo seu cammlw no nome da religiao qjie o clero angikaoo a
condemnou. Quando era 1839' o parla-
mento cooseguio es^abelecer um consttho de
edueapdo, cuja autoridade todavia nada
tem de com mum eom aque'la que um mi-
nistino do instrucgao publica possuo, as
corpora^oes de ensino protestaram. contra
essa usurpagdo do estado sobce os seu> di-
reitos.
Em urn meetings presidido aelo areebispo
de Canterbecy, membro erainente do eisro
declarou depois que n5o reconhecia o poder
legisiativo da comxaissdo : zia elle, em sua existencia collective, nao
ha religido, o que- ttmleyens^ angficanos e
catholicos roraanos sdo iguaes a sous fi-
lhos.
sempre de Ferrara, e quando anoiteceu
completamente, entrou com ella na cklade.
Cbegou a sua casa, por esouras ruas, e
entrando em casa collocou Genebra sob a
protocc,8o de suas irmds.
Depois dirigio-se ao palacio ducal e pe-
dio para fallar d gra-duqueza. Quando
esta o vio, Tandou retirar a sua odrte e fi-
cou so com elle.
Vem do castello de Cento ? disse Lu-
crecia com a voz tremuia pela colera.
Como foi que soube que esttve no
castolio de Cento ? perguntou Ariosto.
Leia, disse Lucrecia eatregando-lhe
uma ca ta.
N'esse papel lia-se em caracteres grossei-
ros, como de horaetn pouco habituado d
escripta, o seguinte :
Era quanto viveu o papa Alexandre VI
foste escrava dos Borgias ; dobraste-te &
sua vontade, porem guardaste no peitoo
odio e a sede de vinganca que te fez sentir
por teu irmdo Cesar Borgia, a raorto da teu
marido Affonso de Napoles.
Qu'ndo raorreu aquelle santo padre ;
quando os azares da fortuna foram adversos
a Cesar ; quando tu.jd grft duqueza da
Ferrrara, le encontrasto mais forte do quo
elle, em vez de outorgar lb9 um geueroso
pordio, e cstender-lhe uma mdo protectora,
envoiveste o n'uma intriga miseravel, que o
levou a morrer d'-s.i.-! aJam ute n'u:i;.: Bin-
preza obs.ura e rnmquinba>, ^orao u.o sim-
ples SoWado, ti s oa'.-ij.os de Vienna.
k Eu i-L-wltii vcr eusaDRiientiJo do dosdhoso duqu(
E' por toda a parte e sempre a mesma
tactica I Ataca-se a seculanisacdo das esco-
las como uma tentativa anti-religiosa e a
obriga^ao como subversiva> dos direitos da
familia ; a obriga^ao jd estabekecida como
principio em urn capitular de Carlos Mag-
no e ceconhecida hoje, quasi geralmente,
como condir-ao expressa de toda tentativa
seria feita era favor da, eduoaclo popur
lar.
Unidos por apertada allian^a o estado e
a igreja anglicanas, postoque independen-
tes uma do outro, puderem marchar de ac-
eordo emquanto tiveram interesses com-
muns, isto e, emquanto a fe religiosa, nao
hivendo recebido ferida alguma' o altar e
o throno, deviain prestar-se mutuo. apoio.
com raz'io que
seu respeit j d reli
giao, coja po eneia e alids entre elles mais
forto d i que em qualquer outra na^ao. E'
nos mosmos seutimentos quo nossos vizi-
nhos ttfutiira com a socularisagdo do ensino
das escolas. dos'inbar.i^ar se dos vinculos da
igreja cstabelecida, menos preoccupadoa dos
iuteresfjs da scuncia e da culture intellec
tual das classes populares, do que da con-
servaya ) de seus privilegios ou de seu en-
sino dogaoalieo.
As co.isi Jera^oas que so seguem sobra a
instruccao primaria, secundaria e supe-
rior no lieiiio Unido offereeerara pois o es-
peetaculo pira n6s interessantissirao, da lu-
ta que alii sutfenta o estado representando
os direitos da sociedade leiga contra as po-
derosas corporacoes que defen lemt contra
elle os urteresses da igreja. E', em outros
termos, a ota quo exrste em 'ngl3erra,
co*no por toda a parte do mundo hoje, en-
tre o esptrrto antigo c o novo, entre
as fradiccoes da idade msdia e as con-
quistas da socioiade ma lernu.
CAPITULO I.
INSTRCeeAO PBUUBM.
I
Passando dos Esta-los-L'nidos da America
a InglaterM, deve-se esperar oncontrar en-
tre numerdsas analogtas que duas nacoes
da mesma nri iguar-naute vcrsadas nos
processos do selfgovernement, apresentam
as differem;as que distinguem um povo em
que reina enrtoda a sub plenitude a igu 1-
dade democratica, daquetlc que e regido
por uma aristocracia fortemente bierar-
obiea.
iilstas differenjas se maiiifestam no systo-
ma geral applieado pelos d*. us p izesd-or-
ganisa*;au da instruccao publica.
Ambos estdo som duv.do habituaios a
oxigir tudo, da eompleta abstencdo do es-
tado, da iniciativa individual e das associa-
tes- liv res ; inaSi nos Estados-L'nidos, a
edueacao foi reconbecida, desJe o princi-
pio, como um diretto parteneente a to ios, e
ua Inglaterra, como um priviiegio resarva-
do a alguiis.
O'espirito geral do ensino differe aj -J,
bam em um ponto essancial, o que a secu*
larisa^ao das oscular, que so tornou facil
nos Estados-Unidos, pela liberdade dos cul-
tos, deofttbatida na InglJtorra pela grande
poteneia de uma religiao dominante. Sao
serios obsUculos ja bat'dos em- brecha pelo
espirito raodemo, mas dos quaes so so con-
seguird. triumpbar com longos- e perseve-
rantes-esf rcos.
A Inglaterra, como a maior parte da
nagoesda Europa, tinha collegk>s florescen-
tes e universidales para o ensino classico,
alguns-seculos antes-de haver pensido em
fun lar escolas p-iblicas para- os meninas-l
das familias pobres. A solicitude do esta-
do a tmba sem duvida induaido a occu-
par-se da sorle dos indigentes, mas s6 cwi-
dara de suas necessidades materiaes, e os
impostos levantados-para occorrer a isso so
haviam tido em resultado ahrgar a chaga
cada vez mais hedionda da-pauperisrao.
Elle nao seria forcado a construir taatos
bospitaes e casas de refugio, se houvesse
cuidado de augmeutar as escolas.
A. igreja anglictna-havia-se quasi exclur
sivamente eucarregado da daceegio do an-
sino em todos os grdos.
As universidattes durante muito tempo
nao foram mais do quo sominarios eccle-
stasticos.
Quanto ao casino popular, quaado se
quiz, em 1803, eximinar por meio do um
'inquento. provocado pot alguns cidadaos
illustrados, como havia o clero deserapo-
nhadoa tarefa quo se h.tvia altribuido. des
cobrio-sa qua elle o tinha tratado com ne-
gligeocia qua todos soiprcndeu e indignou.
As escolas eram mal sustentadas t o ensino
era abi quasi nullo, e eram tao pouco i'ce-
quentadas quo contavam um alumno por
1,700 babitantes. Sobre es 2.20J.000
raeninos que dovertam frequeutar a escola,
900,000s s6;nento eram abi admittidos.
A moralidado das popula^oes se resen tia
volvi-o em um raanlo rico, e jurei. pela rai-
nha alma, uma vinganca ternvel.
Podia ter te despedacado, como as lan-
fas inimigas despedac.aram ten irmao ; po-
rem isso era uma vinganga mesquinbjfc que
me nao satisfazia. '"
Apresentei-me a ti em Ferrara e sube
enganar-te.
a Confiaste em mim oe^amente, porque
me julgavas um bandido vulgar, que se sa-
tisfazia com a posse do ouro, e seria para ti
o que for a para teu irmao.
a Eu esperava, estando a teu lado, que
me d&ses a occasiao de vingar Cesar de um
undo terrivel, e deste-m'a, como eu a nao
j esperava, nem podia esparar, por causa dos
, tens amores com essa louco inutil a quem
chamam Ariosto.
Esse homem tornou-te feliz, fazendo-te
sentir pela vez primeira o amor, e devia
] tambem alcanc,a-lo a minha vinganca, por
que, tudo quanto te feca gozar um so mo-
! mento de felicidade, e odioso para mim. .
Cnamei-o quando tive tua filha em meu
poder ; encerrei-o no castello de Cento, e
fiz-lbe crer que bavias morto Genebra, a
' quem elle naO. vio, apezar de que so o sepa-
ravam d'ella as parades de um aposento.
I Ariosto odeia-te e despres.-te, eissoe
jd parte da minha vinganga.
Emquant l a Genebra, o 111 ho que ella
deu d luz, bem como a tua filha, tevo-os
comigo, e inutilmente buscards enconlrar-
BOS.
Tivq oompatiio da pobre Genebra, o
Bio quiz enUegaM'a para qua udo a despe-
Itelatorio
A RESPEITO DO NEGOCIO DO MARECHAL BAZAINE
EX-COMMANDANTE EM CHEFB DO EXERCITO
DO RUENO.
AUQIEXCIA DE I.' DE DEZEMBRO.
(Conlinuacdo)
A 20 de outubro, tinha eu estudado cer-
tos pontos do passagem. Todavia, antes de
expor a vida de 5:000 valentes que eu com-
mandava, fui ver o marechal, e ella rece-
beu-me com a sua costumada benovolencia.
Dissa-rae.
La Passet, nada de acgao individual, nada
de imprudencia, deixai-me proceder, e es-
pero que renunciareis a essos projectos.
N'esto uioniento, chegou o marechal Can-
robert. Tinhi silo p>r muito tempo meu
chefe; saudei-o com respeito-; por conve-
nience, quiz retirar-me: N*o, ficai.
La Passet nao sois de mais, e disse-nos:
t Ndo tenho a menor noticia de Boyer, a
manor noticia da imperatriz ; jd ndo temos
viteres, e" necessario que sejamos d'este
estado, e escreveu um piano ; eu ficaria
no centro. Mas nao thmamos artilheria,
o as nossas baterias estavam desmonta-
das.
Depois d'isto, o generaf retirou-se no
inetj da mais profunda commogao. Cho-
ra va.
Em primeiro lugar foi onfido o coronal
M mige, para esclarecimentos. 0 coronel
explicou como os estandartes de cavallaria
tiithain estado depisitados no arsenal de
Metz desde o met de julho.
Era 27 do outubro, quando se tratou do
depoStto das b.indeiras para serem queima-
das, tonou o coronel Girels sobre si fazer
qtieimar as bandeiras de cavallaria.
0 estandarte do 3. do lanceiros, levado
no dia 27, foi queiraado come os outros.
Assignei o pro^sso verbal de destrui-
gdo.
0 general Pburcet.Deu o marechal Ba-
zaiue ordem1 para queimac as bandeiras de
iufanteria ?
K.Nuaca, e se so tivessem queimado as
bandeiras de iufanteria, eu nao teria assig-
Hilo o process verbal dadestruicao, por
isso que tinharaos ordem de inventariar
aquellas bandeiras pira as-entregar a uma
commissdo raixta*
PresideiUe.Chamai o capttao Yung.
Jestemunha.Estava do servico nos pos-
tos avancados do Moulius nos u timos dias
do sitio, e assist? As Idas e vindas do ge-
neral Jarras, na occasiao em*que se discu-
tiam as ultimas cowli?6es. Fui muitas ve-
zes chamado para traduzir a3- eartas vindas
do quartel-generatallemdo.
No dia da capitaiaejdo, recebr de um offi-
cial albemao dous efBcios : am dirigido ao
general Jarras, o outro para o marechal.
Dirigi-ma ao quartel-general, qjaado no ca-
miuho ancontrei o marechal. Eiitreguei-
Ihe a carta.que o marechal me pedio pare
trduzir.
A carta era dividida em cinco paragra-
ph os ; estava assignada pelo general Stiehle,
ei coraecava por estas palavras : a Estou sa-
tisfeito da maneira porque destes as instruc-
coes relatives a entrega dasarmasedo ma-
terial do eiertito irancez. Diaia depois
que o marechal se dwigiria para -tassel, o
genera.! bangarnie- pira Bruxellas, ndo
como prtsioneiros de guerra, e o principe
Murat estava autorisado a dirigir-se para ln
glaterra. E' tudo quanto tenho a dizer no
que toca a capitulacjto.
Todavia devo accrescentar qua durante o
meu captiveiro Da Allemanha, continuei no
meu servico de esclarocimenios, e demons-
trei qua o ostado maior alioroia, tinha, a
18-de oatubro, dado ordem para conduzir-
comboios-Je viveres, destinadosa abastecer
Metz e P^ris. Os comboios destinados a
laris, tinbara sido mandados- para Cher-
burgo.
Presidente.Gnamai o Sr;.Mason, estar
lajadeiro.
Esta testemuaba recebeu o marechal Ba-
zaineera sua caaF na uoite do combate de
Bonty ; eutive.eu longos detalbes pessoaos
que se ndo referem ao pi-ocosso.
Presidente.Chamai o coronel Villenoisy.
Testemunha.Ha urn. facto era que me
parece nao se insistir bastaute : quero fal-
lar do estado das provisoes na occasiao da
capitulars-. Posso assegurar que no mes-
mo momento em que os nossos soldados
expiravam de fome e eahiam nas ruas de
Metz e uas estradas, eKistiara ainda viveres
nos armazens da praoa,. nos fortes, e nas
casas particulares. bto provinha das dis-
posicoes tomadas no ultimo momento,
quando tinha parecido. comprehender-se que
a sorte da c;dade devia ser desligada da
do- exercito. Depois de se render a cidade,
vi vender, por bai.vjs precos pelcs prussia-
nos ra^oes de todas as especies que resta-
vam dos fornecimeutos da cidade e dos for-
tes.
dacasses. Pobre rapariga I
Eu, que mc julgava invulneravel ao
amor, amo ago; a intensamente, e sou mui-
to feliz com a minha Tonetta.
Emquanto aos com mil e&cudos que ine
deste, para que fossem a heranca da tua fi-
lha, sorvir-me-hao para ser rico, em sitio
onde ndo possas encantrar-me.
a Ndo obstante, podes procurer por mim
i tua vontade.
Envio-te esta carta de bordo de um
barco proximo a fazer se de veda; quandj
a receberes, ndo poderds encontrar jd o
barco. Adeus, ate ao dia em que me vejas
de novo diante de ti. N'esse dia, terd sido
vingado o grande Cesar Borgia. Miche-
lotto.
Ariosto agradeceu do fundo d'alma a Mi-
chelotto o ter enganado Lueecta, dizendo-
lhe que levara Genebra na sua companhia
Essa mentira davttlug r a que elle a li-
vesse na sua companhia som receiode inves-
tigagfios.
Que diz a isso ? perguntou Lucrecia
pegando na carta quo Ariosto Ihe entrega va
e queimando-a na luz de um caudeiabro.
Digo, ruspondou Ariosto, que esse
in.am > me torn u u.n grande desgrayado,
roubaudo-mo a iilha da deusa quo adoro
L'.dovico I cxclamoii L'jcrecil ompal-
lideton io de commo^do
Ariosto mentia : p.irj sunprir d subsis-
tencia de Genebra u de suas irmas, necea-
sitava da prote.Qao de Lucrecia ; era um
escravo 4a sua miscrta, ndo tinha mais rt-
queza. do que jsuagluria, c d inqtil irao
mercado com essa moeda.
Violentava-se, [pois, e procurava alcangar
de novo, no caso de o ter perdido, o favor
da grd-duqueza.
Sim, proseguio Ariosto, commetti uma
falta, doixando-rae seduzir pela juvenil for-
mosurade Genebra Malatesta, que mea'rai-
goou vildraente. Pore'm o erro passou, e
voltei os olhos sedentos para o sol resplan-
decente do meu amor e da minha esperan-
ga. Julguei ter perdido o seu amor, se-
nhora ; durante seis horriveis raezes, seis
mezes de agonias e de sombras, ndo pude
vela ; vi-me cabido desde a iramensa altura
do meu ceo, e soffri na terra os tormentos
do inferno.
Eu ndo queria que soubosse que eu
era mdi, Ariosto ; pretendia que isso fosse
um mysterio para todos, nenos para esse in-
fame Michelotto, em quem confiei por meu
mal. Porem, o meu coracdo adeviuhava,
sentia o seu soffrimenlo, e soffria mais ain-
da, porque eu amo-o como nao sou ama -
da, Ariosto I
Ah I senhora, que me enlouquece I
E n'aquelle momento o poeta ndo men-
tia, porque Lucrecia fascinava o.
Oh I proseguio Lucrecis, este mo-
mento vale por tu lo qiunio hoi soflri-l.\
p>r tudo quanto hoi receietdo ; e uma k-ii-
ci lade immensa amargm-a la pela per la da
nossa filha. Porem, saberji tncootra-la,
gasUrei thesouros ecastigarei osse infame
Michelotto, como j>mii< s; cisiig^'i um
traidor. Retire se, meu amigo, n aM
taja, sinto-me mal y pjtrafio estaf 56
Ho fid de outubro, toobe do geoeral
Coffinieres que se ndo toatva neohuma me-
dida, nio so para desfruir as fortifieacOes,
raas mesmo parj pdr as armas Mra xlo es-
tado de servir. Esta noticia surprebeodau-
rae muito, a nio pode deixar de manifsstar
a minha admiracdo. O general Coffiuieras
respondeu-me: Que qoereis, meu charo
camarala. Os prussianos qaerem que se
Ihes eutregue tudo, mas dao-nos alguma
cousa em troca: autorisam os officiaas a
conservar as suasespadas c suas bag geos.
c E pansais vosasairaT exclameieu. Nunca
se vio uma cousa assim I Mas era inutil
prot- star entao.
Alem disso, devo dizer que os prussianos
ndo respcitaram as condicdes da conveacio
no que diz respeito is bagagens dos officiaas;
ndo tiveram em nerrtruma conta a fraqueza
com qua se tinha cedido a todas as sua*
exigencias. Tive o sentimeMo de er tesle-
muuha d'jsti brutalidade. Arrenearam aos
n >ssos desgragados soldados ate' as mochtlas
que levavam nos horabros. Sei por pessoas
abs diitam-mte diguas de fe qua lcvaraon a
devastagdo e a pilhag^m ate aos bospitaes.
L.n dos meus araigos, um bravo official
ferido. esteve sujeito a um- tratanMOtO
adioao.
Presidente.Dignai-vos tratar unicanssov
te dos fact >s qu tem relagdo com a caaea.
Testemunha.Julguei, senhor, quo po-
dia mamfestar as impres^des que ae produ-
ziram do procedimento barbaro dcinimigc
v.ctorioso Nao tenti mais nada a accres-
centar.
Presid-.nle.Chamai o general *Ienry.
Testemunha. V3tsde outubro, n meio
dia, recebi ordem para presidir a comrmio
de olfioi tea encarregados da entpega dc ma
terial aos prussianos. Quiz decliuar etsa
triste missao. Dirini-mo junto do general
Soffinieres, que me disse : < Cada um Jos
commnidanles dos fortes e presidente nano
da sua commissdo; v6s serem o panto cen-
tral, o ajudarcis os vossos- soldados a eva*
cuar a praga, e regulareie as difliculdade?
quo pi.ssam oceorrer.
A- 30, fui encontrar o general prussiano,
munido dos meus poderes, e discut mos a
operagdo da entrega do material. Esta en-
trega fez-se sem gr poupir alguns so frimentos aos feridus e aos
enfermos, e a este respeito rei-feli/ da mis-
sao que me co.ifiaram.
A cklade tinha fei'.o construir barracas ;
obtive que esse material fosse cjnservado i
cidade. As familias dos fraitoo-atiradores
estavam em anciedade. porque nmguem ig
norava as leis terriveis decre'.aias palos
prussianos contra os-iranco-auradores. Es-
tavam ameac.ados dVser fuzilados-ou quan-
do menos a ser condozidos para o capti-
veiro. Obtive que fossem eonsiderados
como guardas nacior.aes sedentarios.
0 material de guerra entregue aes prus-
sianos foi remettido para a AHeraaoata a
pouco e pouco ; tive o sentimente de ver
dous c Hnbeios que se dirigiain sebre Tnion-
ville.
P.Desse mo Jo, dehastes em Sfctz para
formular o estado das armas e do mate-
rial, e para-fazer entrega ao unmum f Re-
eebestes maodado especial ?
R. 0 marechal entregou-me a cooven-
t.ao e o apen lice, e ordeoou me <\u* vigias-
se a sua eseeugao. Pude poupar sotfrimen-
tos aos fcridos, fazer distnbuir aos f sldado-
necessitados roupas qua nao tiaham sido
eorapreheiidlas no relacionamento.
P.Quanto temp j darou o vosee tnba
ifao?
R. Seis semanas. live o sei>:ineato de
ver dirigir uma pirte ias uossas rauojgoej
para Thionvilla, que feibombardeada algun-
dras depois.
Presidente. Chamai o sub-iut tidente de
Bouteiller,.
0 sub intoudeiite da Kouteiller foi eocar-
re^alo daentrega do material da praca ao
inimigo. 0>seu depoimento c em tudo cou-
ferme ao precedente.
Presitlefite.Chamai o capita Miiio.
P.Sabeis o que foi leito dos papeis dei-
iados pelo general Boyer?
RiIgnore.
P. os papeis- do m*recaai Baznine
K.-0-marechal i>z-nos levar todos esses
papeis para a Aliemanha.
P.Que foi feito das uLin:a eartas diri-
gidas para o quartel-general prussiano ?
R.Ndo tenho em meu poder, sendo-a
carta de 19. Ignore o que p6Je ter sido
feito das outras.
P.Que sabeis relativamente as. ar-
mas-?
&.Sei quese as armas nao foram dnspa-
dagadas foi em attengdo A discipliaa, pot
isso que no resto de um exereito e eode de
ordinario so manifesta a discipliaa do solda-
do. Quanto ds bandeiras affirmo que o
marechal deu peraote ccim ao general So-
leillo ordem para as fazer queimar : docli
ro tambem que a carta do general Stiehle
ao general Jarras uao continha estas pala-
vras : ut'elicito-me coravosco pela entrega.
etc. Fui eu que fui eucarregado de tra-
duzir essa carta, e ndo o Sr. Yuug, como
elle declarou.
(Continuar-se-aa)
Ariosto sahio.
E'-ncs forgoso confossar, por muito res-
peito que nos inspire a momoria do grande
cantor Orlando Furioso, que Ariosto era
egoista, e tinha por vicio a mulher. Seotia,
e certo, porque no am de contas era pai, a'
perda de sua filha ; pore'm perdera ja ou-
tros filhos, fructos de outros myslerios, e
consolara-se. Pela parte do amor alcan-
gava uma grande fortuna ; tinha esoondida
guardada por suas irmds, e por consequea'-
cia f6ra de contingencias, Genebra Mala-
testa, a quem Lucrecia ndo procararia em
Ferrara, porque julgava que a levara Mi-
chelotto.
A gra-duqueza amava-o, estava looca
por elle. Ariosto, pois, possuia o amor das
duas mais formosas mulheres da Italia, e
ndo podia ser mais feliz, apaaar da perda da
seu filho.
Lucrecia enviou por toda a parte i
rios haheis ; gastou um thesoaro, mas nio
logrou encontrar Michekdto.
Lembrava-Ihe, porein, a filha por isao
que adore va m extreme Ludovico
/

~~i-
(Ca*t*nuar-se-K*.)
'



1





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