Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16956


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Full Text
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ANNO L. NUMERO 61
PAR 4 A CAPITAL E LUG ABES OYDG NlO 8E PAGA POBTE.
Por tres mazes adianiadoa................ 69000
Por seia ditos ideaa..................139000
For um anno idem.................. 249000
Cada numero avulso. .................. ftto
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PR0PRIEDADE 0E MAN0EL FIGUEIROA DE FARIA FILH0S.
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9* 8n. Geraido Antonio Aivesd Fiihos, no Pard; Goucnlves & Pinto, no Maranhio; Joaquim Jose de Oliveira 4 Filho, no
Pereira d'Aimeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Jose"
Antonio I'en-eira de Aguiar, em Goyanua; Joao Antonio Machaeo, no
LZ1 DOMINGO 18 DE MARCO DE 1871
PARA DE.Vl'RO E I OK A DA PROVLliCIA.
Por tres mazes adiantados................
Por seis ditos idem................ i3*50
Por now ditos idem.............. 209*80
Por am anno idem. ............... t7909t
EMAMBICO.

4; Antonio de Leiuu* Braga, "no Aracatv ; Joio M*ria Julio Chaves, no Asoa; Antonio Marqoea da Silva, no Batal; Jose J
na Villa da Penba; Be'armino doa Santos Bulcio, em Santo Aatao ; Domingos Jost* da Costa Braja, em 3axareth;
as Aiagoas; Aives 4 C., na Bahia; e Leite, Cerquinbo d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFHCIAL
----- '

Governo d* FALL A com que o Exm. Sr. commendador Henrique Pe-
reira de Lucena abrio a sessao da assembled legislati-
va provincial de Pemambuco no dia 1. de marco
de 1874.
t.ontiiiuiu ao do D. 59.)
Autorisado pela'lei provincial a. Mi, do anno passado, a reformar radicalniente osla re-
oaiticao, o fiz de nra modo aproveitavel sob todos os pontos de vista. ,
0 pessoal esta dividiJo era duas partes, uraa techoica, e outra puraraeote administrate.
Exoneiado, a sea pedido, de chefe desta reparticao o engenheiro Jose Tibureio Pereira do
Magalhies por portaria de 23 do mez ultimo, designs! por outra da meson data para esse cargo
u uabil e pratico engonheiro Victor Fournie, cidadao francez, chegado uHimamente da Europa,
aio so para esse mister, mas ainda pira encarregar so do grande e iraportante ineltwramento do
porto desta capital e de outras obras do ministerio da agriculture, cemmercio e obras publicas.
Outra reforma tarabem promovi, e ja se acha em execucao, quinto a conservacao das es-
tradas de rodagem da provincia ; e devo Jizer-vos que o sea resultado e satisfactorio e vantajoso,
qaer ao melhoramento do servico pablico, quer aos cofres da provincia, visto como tem esta leito
uma economia annual, com esse ranio de ser vie >, de cerca de 30:000*000.
Pelo minucioso relatorio do ex-chefe dessa reparticao, que em temp) vos sera enviado, po-
dereis illustrar-vos a respeilo do seu movimento durante o anno proximo pastado.
Lembra esse funccionario que ja e tempo desta provincia possuir uma carta chorographica.
Chamo a vossa attencio para este assampto, ainda que panse que estudos de tal nalareza recla-
mam grandes despezas, que nao comporta o eslado financeiro da provincia.
Communieando-me, em julho do anno proximo undo, o ex-cbefe desaa reparticao que um
desfalque da quantia de 9:169* fora encontrado no sea cofre, por parte do respectivo thesouroiro,
Raymundo da Silva Maia, por portaria de 7 do mesmo mez o demilti, e por outra de igual data
aomeei para substituil-o Antonio Pinheiro de Meudonca, que em 6 de seteinbro entrou em exer-
cicio. ,
0 pessoal dado a cssa reparticao, em consequencia de reforma, e o constants do segmute
quadro:
LMPHEGoS.
Engenheiro chefe .
Dito ajudante. .
Dito de districto. .
Conductor.....
Thesoureiro pagador .
Ajndante pagador .
Primeiro escripturario.
Segundo dito .
ferceiro dito .
DeMnhisU.....
Porteiro......
Continuo.....
VH.NCIMENT03
Ordenado
*
2:000*001)
2:000*060
1:200*000
1:20<>*0; K)
600*000
800*0<)0
700*000
0io*o ;o
700*000
600*00()
600*000
Gralifica&io
4:000*000
1.200*000
1:00(*000
600*000
600*0<0
400^000
500*000
500*000
400*000
500*000
400*000
400*000
Total
4:000*000
3:200*000
3:000*000
1:800*000
1:800*000
1:000*000
1:300*000
1:200*000
1:000*000
l:200*00i
1:000*0001
1:000*000
Com essa reforma fez a provincia uma economia de 8.600*, que do niai? e despeudia
com o antigo possoa!.
OBRAS POR ADMINISTRAgAO.
Cal$anieiUc du cidade.Este calcamento nao e o de que o barao do Livramonto 6 contrac-
Uale ; mas sim o do pedras irregulares, executado por administracao.
Osreparos que se fizeram com elle eram indispensavcis, para que os vehiculos podessem
trantitar pelas ruas em que o calcamento de pedras faceadas ou parallelipipidis ainda naa
chegou.
fg Casa de detem-ao.Apenas foram feitos os reparos insigniScantes no eucanamcnto a agua
c nas torneiras. I!a, lodavia, neccstidade de outros reparos naquelle importante edificio, cujo er-
camenio ja esta organisado, na importancia de 1:478*000.
Jardim do Campo das Princtzas.k conservacao desse melhoramento publico e feita por
umnumero de servants, inalteravel, sob a direcfao de um jardineiro, que isualmeate exerce as
tuoccoes de porteiro, mediante a gratificaeao de 10*000.
Havenao necessidade de um chafariz, e sendo insutticientes os baicos alii existentes, auto-
risei para isso a despeza de 1:000*, mandando collocar aquelle, e augmentar o numcro desles com -
mais quarenta.
Jardim de -,altcio.Q servico deste jardim e feito pelo mesmo pessoal do jardim do Lam-
po das Princezas o jardineiro e tambem o mesmo.
Durante o anno proximo passado piantaram se novos nrvoredos.
Ponte do Doa- Vista. -SolTreu alguns leparos. Sea estado de ruina inspirava serios
receies.
Cabe-me oiz^r-vos que se acha contractada em Londres a construccao de uma ponlc, em
yubstitaicao a esta, pela quaatia de 41,000.0.0, com os Srs. Watson & Smith.
Preximamente os contractantes darao comeco as obras ; e para isso, segundo o aviso n. 40,
do ministerio dos negocios da agriculture, commercio e obras publicas, de 23 de Janeiro deste anno,
officiei a reparticao das obras publicas designasse junto a velha ponte um espaco de terreno, suffi-
cients para construirem-se armazens do deposito do materiaes.
O engenbeiro, sob cuja inspeccao tera de correr essa obra, ainda nao foi designado pelo
respectivo ministerio.
Ponte de Afogados.Deftdo aa grande".transito, esta ponte tem soffrido repetidos e constan-
v.; reparos.
Ja organisou-se um projecto de ponte de ferro para substitail-a, no valor de 138:120*640,
e faz-se preciso que autonseis essa despeza, consignando quota no or^amento, visto como nao
pode mais ser procrastinada semelhante obra.
lgreja deXossa Senhora da Graqa.As obras indispensaveis fizeram-se nesta igreja. Hoje,
com o concerto feito, todos os actos do culto divino podem nella ser celebrados decentemento.
Estacada do Passeio Publico.Esta obra tornou-se necessaria desde que se dea comeco ao
aterro do passeio publico, ha muito reclamado. Esse atcrro, que ja vai bastantemente adian-
iad, esta sendo feito pelo pessoal do arsenal de marinha, sem dispendio algum dos cofres provin-
ces.
Desobsti ucgao dos canos de esgoto da cidade. Todos os annos a provincia despende com essa
canalisacao nao pequena^ qnantias.
Fora mais vantajoso que tal servico corresse a cargo da camara municipal, visto corape-
tir-lbe o asseio e limpeza das ruas da cidade, e meimo porque e eonveniente punir com mafias
cs que occasionam as obstruccoes.
Estradas. A conservacao das estradas esta dividida em quatro districtos, que correspon-
dam ao 2.*, 3., 4.* e 5.* pelo regulameoto que expedi em data de 28 de junho proximo fiado, rea-
' saado am economia no pessoal de cer:a de 30:000*000.
A extensao total de cada districto dlvide-se era secedes, e cada sec;ao comprehende de um
a tres kilometros de extensao, conforrae a natureza do terreno.
0 servico de cada uma das seecoes e executado por am Irabalhador, qua se denomina
conservador de estrada.
Um certo numero de secedes forma um termo, que 6 confiado a vigilancia de am cabo con-
-.-I'vador, o qual, alum de ter uma seec.ao a seu cargo, inspecciona o trabalho do conservadores'
do termo.
Ao engenbeiro de districto, ou ao conductor em seu lugar, cabe examinar e vigiar os tra-
bathos dos conservadores, ao menos uma vez por quinzena.
/. districto. Estradas, de Caxangd, Apipucos, Olinda, Torre ,e Renudios. Pequenos
reparos foram feitos nestas estradas, com os quaes despendeu a provincia a somma de
13267*690.
2* districto. Reparos da ponte do Engenho Novo, do Cabo.Estes reparos foram exe-
culados pela quantia de 1:250*000.
Reparos da ponte da Ratalha. Esta ponte soffreu alguns concertos, cuja importancia e
de 230*000.
Ponte da Escada. Ja se acham concluidos os reparos de que necestitava essa ponte.
As obras se fizeram por pequenas empreitadas. Despendeu a provincia com ellas a quantia
de 2:503*600.
Reparos das ponies de Jaboalao e Guararapes. Ainda nao estao concluidos os concertos
destaa doaa pontes, que tambem sao feitos por empreitada.
j, Reparos da ponte de Porto de Pedras. Os reparos desta ponte, feitos por empreitada com
Josi Roberto Powell, estao concluidos desde 13 de agosto ultimo.
3.* districto. Reparos da cadeia de Pdo d'Alho. Fizeram-se alguns reparos nesta cadeia,
<0 quaes custaram 2:953*730.
Reparos da ponte de S. Joao. Os reparos desta ponte foram executados pela quantia de
8:198#280. Consistiram elles na subslituicao de todo o madeiramento que forma olastro da mesma
ponte, bem como na pintura de toda a obra de ferro.
4* di*trioto. Apenassuhstitniram e n* esteios das pontes de Panlisla, Timbo, Des-
terro, Tabatinya, Caga-fogo, Araripe do Meio, Bujary e Tracuuliaem.
5. 4titrict0. Estradas da Victoria e Escada. Em coiisequoueia 4> invPrao du anno
passado, que paralvseu o servico da conservacao, eslas estradas muito se arruinaram.
Como vereis" do relatorio do engenhetro chefe, os reparos Ae- que ellas precisavam
sendo exeentados por empreitadas, visto assim o exigir a rapidez com que esse servico
66 F CfillO
Devo, antretanto, diier-vos que declara o engenheiro chafe que, si provideacias nio forera
iomadas antes da entrada do inverno, os vehicutoa talvez nio possam transiur da estrada de Afo-
gados para Jaboatao. ,. ..
Para evitar esse esudo, a que possam chagar estas estradas, o engenheiro do dutrieto ja
eeli a organlsar o respectivo orcamaato. r' ,
Reparos da ponte do Mois. Em 21 de marco do anno proximo passado^mandei que se
fizeseem oe concertos necessarios a esta ponte, os quaes importaram em 388*000.
Reparos das bombas de Inhuman e Pdo Amarello. Tendo desakado estas duas bombas,
com as enchentes dos respeclivos riaehos, foram substituidu por duas pontesinhas, que, alem de
offerecer mais garantia de duracao, dao maior vao ao escoarnento das aguas em occasiao de
caeias.
estao
deve
OBRAS 'ARREMATADAS.
Pac-o da assembtea provincial. Appear dos esforcos e activjdade do conlractanle, ainda
nao se acha concluido esie edificio. ~%
0 oantnetairte TNjuereu obtovfyrdtot* A' vista do estado da obra, quero ere* qne ella ficara concluida dentro do praso da pro-
roga(io.
Reconslruccao do theatro Santa Izabtl. 0 coutractante tem proenrado dasempenhar
este trabalho com perfeieio e zelo. EntreUnto foi necessario conceder-ihe uma prorogacao de
praso, visto nao tef podido concluir a obra dentro do estipulado.
Ontras modilicacdes foram feitas, aleta das de que relatorio do engenheiro chefe.
Escola modelu. Estando concluida eSU obra, foi reeebida deftnitiVameate no dia 6 do
mez proximo passado.
Por nao achar-se inclui Ja no contracto dessa obra a canalisar;to d'agua e gaz, autorisei em
15 de setembro ultimo a eontractar se esse swvieo com queni melhores vantagens offerecesse ; o
que foi exeeatado pela reparticao das obras publicas com Justino Juse de Souza Campes.
Calcamento da cidade. Este servico, centracudo com o barao do Livramento, esta para-
lysado por se ter findado o praso do contracto e da prorogacao.
A reparticao das obras publicas aliribue os defeitos que se notam no calcamento as com-
panhias Rtcife Drainage, Illuminaca'o a Gm e Beberibe, que levantando constantemente o calca-
mento para fazer obras de canalisacao, nunea 0 repoem no estado primitivo, apezar de reclama-
coes da mesma reparticao.
As obras executadas consistem em 27311,35 brae is quadradas de calcamento de pelras
faceadas; em 4578,05 de passeio de lages; em 2818 bracas correntet de canos de esgesto; om 9>
ak.ipoes de servig > e em 160 bracas de esgotae, tudo na importancia de i,51<:069*490.
As ruas caicadas vem meocionadas no relatorio da reparticao das obras publicas.
0 quadro abaixo transcripto demonstra resumidamente a despeza feita com este servic, e
indica as quantias que annnalmeiitA se despenderam com as obras.

4 "So
EXKRCICIOS. CALCAJU.Vl-0. I'ASiFJOS. 1BSGOTO. ) If 35 import aatinsi
b. q. b. q. 11
1863 a 1864 2196.76 153.00 333 b. correntes 6 22 116.828*700
1864 t I860 3109.20 697.00 652 a a 17 30 3 13 206:574*5 0
i860 1866 3373.27 725.63 573 t 212:912*(KN)
1866 a 1867 3897 47 313.4o 716 a a 4 230:266*61..
1867 1868 3131.12 522.88 173 a 160:415*9451
1868 c 1869 2472.28 1025 36 79 f 55 76 165:159*630
1869 t 1870 258'i.l8 599.13 98 i 3 136:231*410
1870 t 1871 2421.57 309.8i 8- e a 5 3 109:534*995
187* 1872 1410.50 106.76 128 1872 a 1873 2435.00 125.Od. 4578.03 48 2 95 6 160 104:143*905 1.510:089*490
273t1.35 2810 * C

Ponte do Pirapama.Ka\ 30 de janho dd anno proximo passado recebeu-se deOnitivamente
esta ponte, e dessa data em diante nenhum trabalho mais loi feito.
Reparos da ponte dos Carvalhos. -Esta obra esta realisada, e ja foi iecebida tambem deG-
nitivamente.
Tendo 0 coutractante se obrigado, por difposiao do oreamenly, a substituir as pecas ar-
ruinadas por outras, dentro do anno de responsabilldade, assim ofez ; e me sendo communica-
do pela reparticao dai obras publicas seraelhiate occurreucia, approve! 0 augmento de despeza
resnltante dessa.subslituicao.
1.' luncade l:ni a C'.ipociras. Em 8 do agoM > do anno (indo receboram-se donniliva-
mente as obras deste lan.;o, arrematadas por Joio de Urvalho Soares Dtandao. Sendo 0 terre-
no deste lanco igual ao do 2.*, quanto a difllculdad* de consci-var-se,0 engenheiro chefe da re-
particao das obras publicas mandoa orgam'iar os orcaajentos doj respectivos empedramentos,
visto ser esse 0 umeo meio possivel do censerva las em bom estado.
4.* lanco da ramificacao da estrada de Shiribera. As obras desie lanco foram recebidas
provisoriamcotc em t> de Dovembro ultimo.
Nao eonvindo que 0 arrematante fizesselogoo mac-adam-sobre as bombas c pontes,
e nem tambem plantasse a fita de relva dos qiesmos, deduziu-se por isso da importancia da
obra a quantia de 572*797.
Tendo, porem, 0 arrematante .substituidc prauchos do pinho por outros de amarello, re-
cebeu 132/1500, bem como 57*500 pelas pedras soltas que empregou no mac-adam -dos arcos
n. 1 e 2 e ponte, como me foi commanicado p;lo engenheiro ;hefcda reparticao das obras pu-
blicas em 16 de dezembio proximo passado.
Reparos e areiamento da estrada de Minibeca.O coutractante desta obra, Joso Thoaiaz
Pires Maebado Portella, eatregou a provisoriaaente em 1 do julhodo auno findo.
Reparos da cadeia de Agui Preta. -Estes reparos, arreraatados por Joaquim Virissimo do
Rego Barros, foram concluidos e recebidos dellnitivamente em 20 de junho do anno Undo.
Ponte do Cariio. Esta obra esta concluida ; mas, segundo informacao do engenheiro do
districto, contem ella alguns defeitos, posto que de pouca importancia.
A reparticao das obras publicas ja offlciou ao arrematante no intuilo de reparar esses de-
feitos.
Entretanto informa 0 chefe dessa reparticao que tacs defeitos ainda nao foram reparados.
6.' lanco da ramificacao da estrada do Cabo.Este lanco ainda nao esta concluido, apezar
de ter obtido 0 contractante duas proroRacues.
Contractada pela quantia do 33:105*000, tem 0 contractante ja roccbido tres prestacoes no
valor de 22:316*280, e mais ainda a quantia de 540*000, em que importoa um pequeno accres-
cimo de obra.
5. lanco da ramificacao da de Muribeca.~E' coutractante deste lanco Antonio Victor de
Sa Barreto, 0 qual, nao tendo concluido as respectivas obras no prazo estipulado, requereu e
obteve prorogacao de praso.
8s lanco de Una a Capoeiras.-O contraciante deste lanco e 0 mesmo do 5. da ramifica-
cao da de Muribeca. Tem havido alguma morosidade da sua parte ; e por isso informa 0 enge-
nheiro cUele da reparticao das obras pablicas que os trabalhos nao se concluirao dentro
do praso.
Ponte de ferro de Una.-0 coutractante desta obra falleceu. Nao tendo elle executado a
obra dentro do praso marcado, ordenei a thesouraria que rescindisse 0 respectivo contracto, im-
pondo, nao so a competente multa, mas ainda exigindo que 0 fiador cntrasse com a prestaeao ja
reeebida, no valor de 10:454*400, visto 0 contractante nao ter feito trabalho algum, a excepgao
de algumas pedras que deixou ao pe da obra.
Reparos da ponte do Anjo.Os reparos desta ponte foram concluidos e recebidos definitiva-
mente em 9 de junho do anno proximo passado.
Riacho Cavouco.As obras deste riacho cousislem no melhoramento do mesmo. Foram
ellas contractadas com Manoel Peres Campelto Jacome da Gama. Esgotado 0 praso para conclu-
sio dessas obras, 0 contractante requereu e obteve prorogacao.
Ponte do Tahyba.Es\D. ponte, cuja construecio foi arrematada por Andre de Abreu Por-
to, 6 uma obra mixta, sendo a sua supersraclora de ferro pelo systematreillis; 0 seu pavi-
mento ou lastro de madeira repousa em quatro pilares de alvenaria.
0 arrematante deu comeco as obras, fazendo 0 lanco de aterro que precede a ponte, e ao
mesmo tempo reamodo pedras para a construecio dos pilares e muros de encosto.
Sappoudo-se no orjamento que 0 leito do rio era do mesmo nivel nos pontos emque se devia
fundar os pilares e muros de encosto, a vista do nivelamento que existe na reparticao das obras
publicas, calcnlou-se mal 0 volume de obra de alvenaria dos alicerces ; mas, reconhecendo-se
na execucao que 0 lagedo que forma 0 leito do rio tem muitas anfractuosidades, foi necessario,
nao so mudar a forma da base, dando-se-lhe a rectangular em vez de elliptica, como tambem
encher as grandes cavidades do lagedo de argamassa de cimento ; resnltando d'ahi um crescimen-
to de 6:000*000.
Como obra addieional a desta ponte, contractcu-se com 0 mesmo empreiteiro urn arco de
alvenaria, a rim de facilitar 0 transito entre a villa de Pao d'Alho e a povoacao do Roarinho.
Casa da barreira de S.Joao. -Esta obra foi reeebida definilivameote.
Estrada entre Cha da Mangabeira e 0 engenho Bujary. Apezar de terem os contrac-
tantes desta estrada obtido progoracao de praso por mais cinco annos, todavia ainda nao esta
concluida.
Ulumaraente requereram rescisao do contracto ; mandei ouvir a reparticao das obras pu- .
blicas a respeito, afim de resolver como for acertado e eonveniente.
Estrada de Goianna a Pedras de Jogo. Os trabalhos desta estrada tm sido feitos com
actividade. Em 11 de agosto do anno findo foi eniregue provisoriamente 0 t* lanco.
A continuarem os contractantes com a mesma actividade qne ate hoje tem mostrado,
esta estrada ficara concluida dentro do praso do contracto, 0 qual expira em 28 de junho do
correnle anno.
Reparos da ponte do Desterro. Estes reparos estao sendo executados regularmsnte.
Reparos da ponte de Goianna. 0 contractante destes reparos tem-se mostrado muito
moroso.
O praso do contracto esta a findar-se, e apenas as obras estao comecadas.
Reparos do cadeia e quartet de Goianna. 0 coutractante da obra destes reparos ja fez
entrega da mesma, provisoriamente, em 16 de Janeiro do anno proximo pauado.
RebaixameiUo da ladeira do Timbd. Este trabalho acha-se concluido desde 24 de outu-
bro do aooo passado.
Estrada da Victoria t Gravatd. Tendo falleeido 0 contractante desta estrada, Sebasiiio
Antonio de Mdho Rego, foi 0 contracto traaafarido a Jose Eieaterio do Azevedo.
Inform! 0 eagenheiro da reparticio das obras pcblicas qne vagarosamente tem sido feitas
as obaijeeta estrada.
Afude da Victoria. Esta obra aeha-se paralysada. Segondo informa 0 engenheiro
chefe da reparticao das obi as publicas, 0 contractante neahum servico fez.
Cadeia de Ftons. Acha-se inspecciooando esta obra o engenheiro Joaquim Gomes de
Oliveira e Silva desde 10 de marco do anno proximo passado.
0 engenheiro chefe da reparticao das obras publicas diz, sob informacao do engenheiro
Silva, que eita obra esta panda, 0 tal vex 0 rontraeunte nio a oonclua no praso estipulado.
Acude de Carunru. A obras supplementary de^te a?ude, contractadas com 0 coronel
Joao Viwira de Hello, acfaam-se conclnidas.
Do exame feito pela reparti-.-i j respectiva, rosultou um pequeno augmento de obra, na impor-
tancia de 566*960, que ja foi pag'a ao contraciante.
Acude de S. Bento. Esta obra, contractada com Antonio Bento de Oliveira, acha-se
ecadoMa.
Reparos da cadeia de Cabrobd. Os reparos estao concluidos desde 4 da Janeiro do anno
passado.
Cadeia da cilia do Triwmho. Tambsui acham-se concluidos os reparos desU cadeia.
Acude. de Pesqueira. Em tl de mai9 do anno passado 0 contractante entragou esta
obra provitfonamoxle.
Pats'dico sobre 0 sangradowo do riacho Taauara, no Alttnho. Esta obra, contractada
com Jose Rod'jgnes Jacobina, foi reeebida definitivanneate era 13 de mato do anno passado.
OBRAS A EMPREHENDER.
I 0 eslado finaticeira da provjneia uig permitte emprehender-se 0br*3i, qne acarreletn
f ILEHVEL j
novas despezas. Entretanto convem concluir-se as que estao comecadas e etuprehender ootrae
que forem absolntaraente indispensaveis.
Neste easo estao : a continuacao do 2*, 3* e 4* lancos da sstrada de Itapissuma a fininab,
a subslituicao de algumas ponies e a eonsltaccao das de Affogados, de Pirapama e de Pan Sanaa*
Em cumpriraento do disposto no art Iti $ I* do regulamento de 31 de julho de 1866.
engenheiro chefe da reparticao das obras publicas apresenta em sen relatorio o projecto dos fnaio*
necessarios a execucao dos trabalhos de sua reparticao, e os distribae da seguinte forma :
Empregados 60:000*000
Expedientt- 3:00(l*ii00
Construccao do 2*. 3* e 4* lancos da estrada de Itapissuma 204100*000
Pontes.......100:600*000
Carta da provincia.....20:000*000
Obras cm execuciio.
Theatro S. Izabel.....120:000*000
Paco da assemblea 47:000*000
Estrada de Pedras de Fogo .... 70 u 10*000
Oita de Gravata ..... 30:0(0*000
Diu do Norte ...... 25:000*000
Ponte do Tabyba.....60:000*090
Dita de Una .... 50:000*000
Cadeia de Flores ..... 25:000*000
Obras diversas ..... 58:000*000
Roparos e conservacao de estradas, pontes, caes e
edinckis publicos ... 170 000*' 00
858:000*000
Continua 0 engenheiro chefe a lembrar em seu relatorio a exiguidade do< vcmimeatos din
empregados daqueUa reparticao, comparados com os de outras.
BiiiiiiiiiAa nriruTjA33-
Os defeitos organicos de que 3i resente esta bella instituicao nao passam desapercebido*
aquelles que se occupam dos negocios publicos, e e para dosejar que em breve uma reforaa
venha remedia-ios, para que possamos aaferir das municipalidades as vantagens que em outros
paizes (ante as recomnendam
0 numero de eamaras da provincia ficou elevado a 42 pela insiallacao, em 22 de jaiha
13 de novembro c 13 de dezembro passados, das de Boa-Vista, de Santo Amaro de Jaboatao
Gumelleira.
Como se achava proxima a vossa rcuniao, determine! a estas duas ultimas eamaras que
se regessem pelas posturas d*a ineilas, de cujos munieipios d'antes faziam parte, ale quo esta
illnstre assemblea desse approvacao efiectiva as respectivas posturas.
Os relatorfos peculia'res das diversas eamaras da provincia vos nabilitarao a conheeer
das suas necessidades mais urgentcs.
SiaOi IPllBMta\
Occupa a inspectoria da saiide publica 0 Dr. Pedro de Athaydo Lobo Moscoso, cujo zel(r
no cumprimento dos seus deveres e geraunenle reconbecido.
Durante 0 anno passado nao foi satisfactory 0 estado sanltario da provincia, teodo-s*
desenvolvido em varios pontos do centro, e principalmente nesta capital, a peste da variola, a
qual, nao obstante as medidas que a sciencia prescreve em taes casos, fez e ainda conUnua a
fazer victimas, a^ora, felizmente, em menor escalla.
Nesta cidade grassou com a variola a febrc auurelia, alacando esta de prcferencia aos
estrangeiros.
A febre anurella diminuio consideravelmente no meiado do anno, de modo que ea Ja-
lho a reparticao competente mandcu dar aos navios cartas de saiide lunpas; mas nunca dei-
xou de apreseniar ella um ou outro caso, ate que em dezembro recradesceu, fazendo 103 vic-
tiuias, das quaes 15 foram enterradas no cemiterio publico, e 88 no inglez. Por essa occasda
deixaram de ser concedidas aquellas cartas.
Considera 0 digno inspector da saiide que, embora 0 appareeimento da febre amarelia
depeada de uma causa especial, ainda nao determinada com certeza, nio se pode fazer exdwiu
de causas concomitantes, que tornam aquelia moleslia mais ou menos freqoente e damnoma; no-
tando que 0 estado do porto e sempre 0 mesmo, que persistent os element _>s de iusalubridtdr e
que a opidemia dirainue ou recrudesce em epoca* incessaDtes
RecouheCida, como esta, a emcacia da vaccina contra a variola, lenho espalbado, qaaa*
e possivel, esse 'importante preservativo pelo centro da provincia, e remelti carteiras boaiaapa-
tir.as. rr.-n a* d, vida- in^truecSes, para todos os ponKs accommeinaos ao mal, nomcanoo ponoH
idoneas para applicar os medicamentos e enviando soccorros pecuniarios para os Ingares mm
infeccionados.
A circumstancia dc estar a pooulacao do campo familiarisada com 0 oso da hooMooa-
tliia fez com que de qu-si todos os pontos se pedissem medicamentos desse systema, os quaes
sendo de commodo transporte, sao de mais facil applicacao, ao passo que a despexa e meaor.
comparativamente a que se faria com a acquisicio e remessa de ambulancias allopathicas.
Foram inhumados no cemiterio publico durante 0 anno passado 3,533 cadaveres, sendo
de pessoas :
Livres ..".... 3,241
Escravos..... 292
Daquellas: pertenciam ao sexo masceulino 1,83*
Ao femiuino.............1,403
Destas pertenciam: ao sexo masculino .... 138
Ao feminino............. 131
Eram: nacionaes........... 2,86k
Estrangeiros............ M
Eoterramcntos havidos no cemiterio inglez 92
Total3,025
Vacctna.Exerce 0 lugar de commissario vaccinador 0 Dr. Ernesto Feticiauo da Silva
Tavarea. .
A reparticao funcciona provisoriamente em um dos corredorcs da igreja da Coaceicao
dos Militares.
Foram vaccinadas ali no correr do anno passado 818 pessoas.
Conhece se que a populacao nao e solicita em procurar esse proficuo meio de evitar
ou ao menos minorar, os effeitos da variola, porem mesmo assim attribuo 0 nio ser maior o
numero dos vaccinados na respectiva reparticao a nomeacao que fiz de vacciaadores parciae*
para as freguezias da capital, com 0 fim de tornar a vaccina mais accesslvel a pobreza.
Dentre os vaccinadores parciaes nomeados, apenas 0 de Agua-Fria, cidadao Miguel Go-
mes Filho, apresentou 0 resultado de sua commissao, remettendo uma mappa, d'onde ae ve
que do dia 10 de outubro a 30 de novembro ultimos vaceinara naquella lecalidade 171 pessoas.
Loveio-o por esse imporUnte servico, prestado com 0 maior desinteresse, e coosicoo
aqui 0 sea nome, para que fiquo registrado pelo apreco de que se tornou credor.
Conlinuar-se-ha.
BXPEDIENTB DO DIA 31 DE DEZEMBRO DE 1873.
/." seccao-
Acto
. solver logo que abi cliegar o de poJicia, eavi
entretanto, opportunarneotc os prets para
pagos.
0 presidents da provincia, attendendo ao que
requereu o major houorario do exercito, ajudante
de ordens do commando das armas, Jose Bonifacio
dos Santos Mergulhao, e tendo em vista a infor-
macao do brigadeiro commandante das armas, da-
tada de hontem, sob n. 1,227, resolve conceder-lhe
20 dia9 de Ucenca, com vencimentis na forma da
lei, para tra tar de sua ssude fora desta capital.
Offlcios:
Ao Exm. brigadeiro commandante das armas.
Expeca V. Exc. as convenieptes ordens, para que
sejam apresentadas diariamente ao subdelegado da
Boa-Vista seis prajas moutadas da companhia de
cavallaria, e quatro ao de Santo Antonio, para fa-
zerera as rondas da moia noite para o dia.
Ao mesmo.Era resposta ao seu offlcio de
18 do corrente, sob n. 1,202, que se refere a peti-
cao de Joao Francisco de Barros, ex soldado do 9
batalhao de lofantaria, cumpre-me declarer a V.
Exc. que, segundo informou a thesouraria de fa-
zenda era seu offlcio do 30 datado, basta que o ra-
feridoiBarros dirija se aquelia reparticao, para quo
receba a quantia reclamada.
Ao inspector do arsenal de marinha Pode
V. S. mandar fazer nesse arsenal a bora precisa
no chafariz de ferro, que tem de ser colloeado no
jardim do Campo das Princezas, conforme solicitou
o engenheiro chefe da reparticao das obras publi-
cas em offlcio de 18 do corrente, sob n. 4*5, e in-
formou V. 8. no de 29, sob n. 789.
S* seccao.
Actos : .' .'_____
0 presidents da provineia, a vista do offlcie
do Dr. chefe de policia, n 2,095 de 29 docorreole,
resolve exonerar, a seu pedido, e alferes Felix An-
tonio de Alcantara do cargo de delegado de policia
do termo de Panellas.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. cbefe de policia em offlcio
n. 1,096, de 29 do corrente, resolve numear o ma-
jor Jose Cordeiro dos Santos para o cargn de dele-
gado do termo de Panellas,
0 presidente da provincia, a vista do offlcio
do Dr. chefe de policia, n. 2,094 de 29 do mez pro-
ximo passado, resolve exonerar, a sea pedido, do
cargo de 1* supplente do sub Jelegado do I* distric-
to do termo de S. Bento o cidadao Felippe Manse
Santiago.
Offlcios: *
Ao Dr. chefe^de policia.Sirva-se V. S. de
informar-me o qua eonsta na reparticio a seu
cargo acerca da conducta do recrota Jose Francis-
co uos Santos.
Ao comraandinte superior da guarda naeio-
nal de Gsranhuns. Approvando a reqabicao let-
Actos:
0 presidente da provincia, attendendo ao at
testado medico que juntou o bacbarel Cy
Fenelon Guedes Alcoforado ao seu reqner
resolve conceder-lhe tres metes de lieeoca, earn
todos os vencimentos, na forma da lei.
0 presidente da provincia resolve no*near o
bacbarel Jeronymo Salgado de Castro Accioli para
substituir interinamente o ajudante do procorndor
fiscal da thesouraria provincial durante o Saoano
em qne o proeurader fiscal estiver no gosoda li
cenca de tres mexes, concedida nesta data.
0 presidente di provincia, em additaaonto
pelos moiivos constantes da portaria de 5 de no-
vembro proximo passado, de abertura do emails
de 8:000*000 4 verba a soccorros publicos do
ministerio do imperio, resolve abrir maia a d>
3:600*000, iicaido incluido neste eredito o anga-
raento da gratificacio meosal de 30*000 ao anssn-
vente da inspeccio de saude publica loee Ednard
de Souaa Landim.
Offlcios:
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Transmitto a V. S. para oe fins convenient*
oito ordens do thesouro nacional, sob ns 242 a
5 e 277.
Ao mesmo.Transmitto a essa thesonrarb
por copia, a portaria da abertura do credrto 4*
3.600*000 para dar-se cumprimento a ordin
desta presidencia, exarada em offlcio a>lS.s
3ual se report a o dessa thesouraria datado de 3i
o expirante mez sob n. 325 Serie F.fieando aasnn
respondido dito offlcio.
Ao mesmo.Communico a V. S que foiap
provado o deataeamento de guarda nacionalj
sitado pelo deietadn do Bom Conselbo, I
de I official e 15 pracas. t
Ao mesma. Tomando em conwJeragi i a
sua informacao datada de 29 do wiree*eja
308, autoriso V. S. a maodar elfcctaar, >*-
ponsabilidade desta pnwidenco, o pagamenSo 6n
importancia de M*>^**SZ**
zas feitas pelo hospittl mili^d^Mtnareriawl
mexes de desembro de 1872 a janho do I
anne. _
Ao inspector da thesouraria provu
Mande Vmc. d,.r ao geranu; da CoopanWa I
Dranage, por eonta do que ae Ike estivnr a i
a quantia de 3*0:000*0^0. em apoMcet ao par de
7 {., nos termos do accordo celebrado em dotadn
15 da expirante mez.
Ao mesmo.Transmitto a Vmc. a I
carta precaloria, para qoe essa the*onrart|
Citno lor eonveniente.
visu do inclose ear

i ta polo delegado do termo de Bom Conselho, quaa. I Ao mesmo. -A' .
to ao de*tacaim>.ito de que trata o seu offlcio de do director das obras fa^a.s'm??*e,Vi?-fi
116 dy correct-, teaho a aizer-lhe qoe 9 fac^ dJs-^ tow & Btont, coqtractaot^ & as oHv da *M*



-?-
*-%'
.*
r* OIK*.* Ht ,,Mr-*H*iOjMW^
\
1
Je CanxagS a lni|lWUilt!R de-1:500.
tacJo d responsahilidade, a 'lUyM^lfTHHf*!
virtuda deque dispoe n artigo yi ao r^maTreulff
de31deflrlho de (868.......
A' MCfitOi ....
Actos : .... .
O Mavdaate da, provincia, a requerimento
de Jose Ignaelb flos Santos Jjuaresma, tammfor-
magao da directoria da inslrucgad publica, resolve
- nomeal-o para rejav*^lerin*jOipfrtn a cadgiaa d
Peep FnPdo.
0 presid
qae requereu
Manoel M;.ria
infotraagao d
resolve nomea
deira do scxo
O presid
requereu f
pho Silvii^pen
interimmente a
Barra de Jang da.
0 presidente da provincia, em vista da pro-
oosla do director gwal da instru-pao publica, re-
solve nomearoaWeres rionorario ABtorio Cor-
deiro CavalGallH^pnra llgbt iiHeflnanlenle a ca-
deira de instruccao primaria do exo masulino da
villa do Brejo.
Acto: *'"SeC^ *U
0 presidente da prcvfuia resolve arorogar
_por quinze dias 0 pfjfsxnRfrTatto' pa'fci 0 rccolfci-
mento dos bilheles cmittidos pela companhia Ferro
<2arril de Peraainbuco.
Nil c.t"i ita lei st'i aJmimlJ, twrm
?eis annos que asparoenias cxereeriiVw'setP'm'ei-
to pasa nova jioinea^ao. "
. Qualquer nova e-leic.o deve s,or spjeita a tooUl..
cacao do conselho executivo. A rectificacad. nio.
pode ser riegada senao'em caso de Irregulinaaoe*
constanadas e de violacao da lei. 0 conselho exe-
cutivo procurari sobretudo syndicar-se 0 eleito
as eonJigde* que nos terroosregaes 94or
011 era imtfos tenuos, que foi admit-
ocanti) de Berne, 0 gnasuppoe cos-
heosivei- e exaino previo e puMko
uieoas, com apiirovaciio.
a aaminiuca lie que 0 eleito (am os
BgicQs nee asafios ao iespmpo-
oJHL> eta di^Hg&d
docl"r#eat!io-
do gem exaine tiguia
le
(.no
Ions
[ele
lee;
dag sMfc funccdes
1 especial imporiaiiei
? do Jara, ale
lo "gerento da eempanhia Ferro fr.rril de
Peruamhuco. Ct>ra:iMeaco a Vine, in>n seu eo-
nhecimenfo e fins eenvenientes, que por acto des-
U data resolvi profogar pur qwpze dias, epraso
.raarcado para 0 reoothimeulo dos nilneias-efniili
dos por ess a coraaankia. j -
. Ki^LfUUWB O* fStftF.'fARtt.
t.' sec$ao.
Offlcio :
Ao Exm. biigadeiro commandante das annas,
S. Exc. 0 Sr. jjrasidenle da provmcia raauda
comnuiiicarifaj,Sf;Juefa para os fins convenientes,
qae por pertaria desta data.concedes vinte dias
de licenga, na forma da lei, ao major Jose Bonifa-
cio dos Saartos Hergulbao.
< ft' sec<;3o.
Offlcios :
Ao Dn<4tafe.de policia.0 Extn. Sr. presi
dente da nc licam expededas as convenientes ordens, no senti-
do de que. trata 0 sou olllcio de 2'J do correate,
sob n. 2097. 3
Ao nm/Ho. -Transmitto a V. S, de ordem
do ftjm. Sr. presidente da provincia, o litulo junto
de confurniLdatle cuiu 0 feu offlcio de 29 do cor-
rente soli E.t3U93>
4.' stcsio.
Offlcio :
Ao director geral da inslracj-ao pnUiea^-^De
ordem da Exm. Sr. presidente da prnvincia e^m-
manico a V. S. qae 0 mesmo Exra. Sr., teado cm
vista ns informacSes df?sa dirctoria, resolMeu
nomear para reyerem interin.imente o atleres ho-
norario .-'jitonio'Cordwro i;avalcaute a cadeira oa
viHa do lirejo, Manoel Maria Cesar de A'buquerque
a da pnTrvicrio de Una, Adolpho Si'vino Randal a da
Barra do Jangnda e Jos6 Igoacio dos^^uit'W 'jua-
resma ?. do'Poeo Fnndo. ..
',.' secciio.
Offieias :
Ao engetmeird ehefe da repartirlo das obras
pabKeas.0 Exm. Sr. presidente jia provincia
iiii!id.i comrnunicar a \ S., >iu s*li>cao aa
offlcio de 18 do cerrente, nM n."4't5, que nests
data iiotorisoa 0 inspect >r da arsenal de wariirhit
a 4fre.tuar na otlieina MimpMM te a otira de que
cams* n cliafarlz (h; ferro quo tern de ser colloca-
Ao en^enbeiro li.-cal da conp.mhia Ferro
Carril de Pernamhitcu. -Os wlm de S. Ksc. 0
Sr. presidente o'a prvioeia, commuaijo a \'. S.
p :ra os tins eevveweMtW) i|u por acto (torts data
iaiu prorogadu p>r''4aisze dias 0 ;raso mkRHib
para 0 rotMbtafenla dusi HMsMes ewitiidos por ssa
3inpanbia nos re'pBrtiwis oatTns.
iKTACHOS DA I'RrSIDF.NCU. D) DIA 13 DE UAECi) DH
187 i.
AcnaMi?ia Pereira Dutra.Passe portaria, eon-
vdendo dons rmnes de licenca cim ordenado, na
forma da lei.
Oaego Antonio Eastaquio Alves da Silva.
Passe portaria. na forma la lei.
Capitao Antonio Aprigio Ferreira Costa. -* Pas-
se portaria na forma da rei.
Bei'anniuo Pinto de Paiva.Tndeferido.
Fefippe Jos6 da exaltacao Maniva. Expeca-se
asueces=arias ordens.
Jose" Tibnrcio Pereira de Magalhies. Defeiido
com offlcio desta data, dirigido a thesoararia pro-
vincial.
Lniz Cav.dcante de Albiiquerqu;. Entrcgae-se,
mediante recibo.
Manoel Tliomaz de Albaqaerqoe Maranhao.
Paguese.
Manoel I'nituso da Silva.Ao Sr. inspecior da
(hesooraria provincial para deferir, nio havendo
inconvenii-nie.
Pedro II. Manrf. Informs com urgeocia o Sr.
Mbniaisirador do Masulsdo provincial.
Tefxeira Chives & C. PoJem os sapplicantes
fazer osc d > t 'rreno de que se trata, ate que o
tflesonro meional resotva sobre o aforamento que
sotici!a:n.
Vieeotd Antonio de Alcantara. NSo tern lugar
o qaerequer o sappii;ante, om consequeneia do
es'ado deficiente dos cofres provinciae.
UgJ Uil"J te gtrSH'.lQao de>t.i pr.,vinc
mande utU bUalhao do linha, para ecu
a !'i'<:M.t|nria,noi' cm pralica os sous-
de. r^y;3t^Wr?a ordem publica, oade
"it
habilitai.des. U exame ^lo estado fex-se ante
commissoes ecclesia^licas do uadA conlissao. Os
ecdesiasticos est^an|feirus qae apniseatarem cst-
tos documentos- }B*sfeatwos, poderaa- witrosafin
ser admittidos no ctero do cantao de Berne sem
exanio previo.
As parochias concorrem tambem para a nomea-
cao dosvigarios, visto que estes sao nomeados
ptlas respeciivas juntas.
Oiitra amplia^io do direito das parOcWas consis-
ts do rrftf, taottidado em virUide da qual uma pa-
rochia podfl, dentro do semestre que corre depois
da promulgaoao de decisoe* ou maudaiuunlos das
autoridades superiores ecclesiastical, declara." que
inlo aceita essas disposicoes. 0 rrto tjne tri mat j
impugnade, e que ainda e alvo de acaloradas cen-
suras, dew ser enlendtdo *oino nao podendo
oxercer^ea senao contra as ,itnovai;oes que se
tentar intfodnzir na oeoslipiicio interna das
igrejaa. _
l\.r eniras palavras, *s parochias deverao res-
peitar sveste assamplofl que exi^le actualmente ;
mas tc por exemplo, o syno fo preiendosse impor
atteraoSes liturgicas, ^ogmalicas de oatra especie,
as parochias licam habilitadas a declarar que as
nao *ciilam o que preferem o que vigora. Qual-
quer parochia catholica, soaiWrtude do veto, taria
direito de pronaaciar-se coalra o dogma da infal-
iibilidade.
A parochia, que assim rejeittr uma deci-ao da
aatoridade ecclesiastic?, snperior, uao sahe por issj
da igreja national.
Deve notar-saque disposicao analoga existe em
Gtaris dede 1811,-benj qne se protestasse conJra
ei!a. Pode exeroar salutar tufluxo, coastraogen
do as aut -ri lades ecclesiasticas a investigar cons-
tantemente as aspiracoes 0 necessidades religiosas
nas populacoes, e indicar-lhes os erros que podem
coinmetter oa preoipitacao em votar e.-ta ou aquolla
innovagao retigiosa, inspirada apenas pelo desejo
de mudanca.
Tendo assim emancipado as parochias, a lei se-
da eleiciio di-
< t*K *W*a*,
Jildioajiiriildistj sera sdlocar scan
SfV*eMBe,irtrMe difflcilo digno presidon
vihcia, quellcara, corao se cosluma dizer, a
em secco.
En>cou|g|||a*cia
tao a comfanWa A
Exm; iiraflsdante da provi
de Je>iacaaiento mats oO
subalteoa"da guatda-ni-io!
- FotflBsigBado por S^Exc. 0 Sr.
da province 0 dia ft do^jwrwito pgr.
dos atyrases de scieieias jjreparat.'rias
curses'sttperiores, sendo narneados 03
mensTaikw Lindolpho Jose Cotrea das N'ev
loaqaias Moreira f.ima para presideales
dos referidos exames.
A ioscrip;ao dos examinaodos, teado pri
douadf2, termioou-sea t0 4*correnle
conformidadocom o odital, qne para tai
publicado, de ordem do Exm. delegado especiaj.
de cadi w.n desses fonircimepto*.
elcvada 0 a v.mlag^m de ser elle
din'
m
ia inspector geral da instrac^ao publica primaria" Toi transferida a sahida deste vapor
e secundatfa do munl cia.
prov
Foram raadas por S. Exc. 0 Sr. presidente dfe ri Daiihelro. Oe vapores Parana, Cururipee
provincia, depois de ter ouvido 0 director da ins- Pirapama levaram hontem para :
troc^iapublics, e aobproposu dertp, mais seitas,-, ^caracu
colas
DTa-
Ceara
quatro diurnas e daas nocturnas.
quelUs,, dua^ sa^para 0 se para e feminno. Natal
f>Sr. Dr. AatnniB && Sauza Martins, julz de dlr. 3Uceio
reite desta comarca, tendo ctiegado em iuo 4m al;
timos vapores ja assumio o exercicio do sen'em1'
pre^'o.
1'eneUo
Aracajd
i.jBabia
A lista dos sobscriptores de acc5e3 da estra
da de ferro Conde d'Eu ate esla data, eom
prebende 187 aouies, representadus por 2,369 a-
(;oes no valor dc.473:8G03000.
Ainda tilta receberain-se as listas pareiacs da
algumas locali Jades do centre.
A sociedatie particular draupiiea Sa:ita Cruz
den am espectaealo ai aaUe( de .7 do currents, em
favor das obras da matriz desta capital, tendo con-
seguido umaacheato real. >,,.
0 drama levado a scena nessa noite.4 escrava
Anibju obieve uuii um bellalrinuipbo, aiuda, me&-
ino uas iiii-M.dos iinprocisaitos ai tisUs, tudo* mtv
cos tHletitosose do educa^io. >:lcfu
Coilioua a prestimo-a sociedade a por em pea-,
tica actos de lio elevado alcance, e qua untij a*a-
nobreue, ceru de que,sera, setnure bm succadida.
e victoi-iada. ,< ,
O'tUeatre esteve dsceotemsote decorado,.. hem
como 0 csehario, sobresahindo a vista de mar'on 0
comhate das u\uas.,esa.uadra:i> ferido com a QttisirAilQsiaJose de Almeida Pernambuco,
perfelta illusao, gragas ao bpm gosto e merito do
Sr. Brochadp,4jpe!tor dos *niaios da mosma: so-,
ciedade. ,
0 celehre crimiuoi-o se acha recolhido a cadeia desta capital, teuton
gua.o seu system*, iazendo sahir
reeta popular as autoridades superkires da igreja.
; _ttara a iraja protestaote, a eonstiiuicao prove evadir'Miia^tra.4er^t sto costreost,
jajti^ynodo cantonal, iucuiiu>i-lo de tegular os seus 40 mesmo tempo dar fnga a ouaros
assuinptos internos. Osyuodo eacJualtneuto coin- ros.
posto de delegados escoJnidoi pelos sjnodos de Aproreitando-sees-ecrimiinso da opportunida-
districto, emanados das juntas da parochia. Pela At de ser aberta a pri.-aoende elle se achava pa-
seu cargo, ni trimostre da abril a junlio
0 vindouro.
lor total
bastanta
'iioiisalmen'o a dinhulW)r^ipjciii ftniirfnr a'
rre.icta n oucorajar sqtBlfc(i- t|ue so deJi-
semelhantes ramos de n#a>)ciu.
Colleglo das orplias. No lugar com-
petente vai publicado om edital da junta admi-
otivada Santa Casade Misericordjia'do Reci
ea^Bndo os patenles de diversas educandas
c illegte das nrpnas, qu coiiipletaram a stia
ncacao e a iJade niarcadaao regnlaniLiilopara
rein alii conserva'das, a proraoverem os meios
suas retiradas, deutro do pra/.o de trinta dias ;
do 0 qual essa cori-oraijao, de accoTUo cB e
3 do #t 48 do respectivo rogulameBUJ, concode-
ra. aqftellas que nao iorem retimdas, 0 se empre
garem no servico de casas da funilias honesias,
como disp6e 0 ^ -j' dasse artigo.
Vapor Pirapama t Aflra de conduzir
ucua forca do linlia para a provmeia da Parahjba,
foi transferida para hoje a tarde a -ahida Uesje
vapor drueompanhia pernambneana.
Vapor Handahu.-Por ordem superior
, das a Sras. thcsoiireira da casa da provUlaucia D. t
jE^ttja4M A.iUtfb6 de Wrnacdo de Noronha,
rente.
para
para 0 pre-
0 dia 18 do

692*400
1:049*00
.98*000
o:li!l*73:i
83:33240^0
i:350^000
1:594400
1303000
JJfcjide Janeiro 13.02U990
- *riMjrauori it a iustniciiiu publi-
oaJPcodoata dos bilbetes passados para 0 es-
pectaculo havido era 4 do corrente no theatro
l'Jtpiux.J))amutiCO, abenelicio do conselho supe-
rwrdpssa associacao.
1 Produ*to do bilietes vendidos a ports do thea-
tro
Antonio Ignacio do Itego iledeiros,
urn cauiarota
Dr. Manoel do Nascimento MachadoOor-
lella, um dito
Domingos Ferreira das Neves Guima-
ries, um dito
Or. Joio Jose Pinto Junior, um dito
Jese Antonie de Souza Bastos, um dito
Luiz Alfradode Uoraes, uma cadeira
Joae Candido do Morses, uma dita
Dr. Antonio Maria de Farta Neves, uma
dita
ou^OOO
205000
20/000
'311*000
20i000
20^000
oiOlX)
S3000
,nova lei a sjaodocwjUinal jera cumposto de dele-
gados e.'eitos directameute na razao de um ikjcga- raentos com qne t'ub.illiam os presos, lanca-se sa-
do por -cada ires mil almas de p |iuU..'iu, escolhi
dos livremeoto entre ecclesiaijicos e seculares.
0 nova s.yiiado sera, pois, uma entidad> popular
em que lodas as opinioes po'dera ser r.epresen-
tadas.
Para igreja catholica 0 seu chefe e 0 bispo ;
m^s a constitnicao prevd uma commissio ecde-
*eufsSas proposkjSo c apresentacao nos assumptos da igre-
ja catholica, que dizem respeito as attributes das
autoridades secnlares.
A lei precurou, respeitando a constituicSo, in-
trodazir tnt0 quanto possivel 0 prieipio da repre-
sewtagio synodal na igreja catholica, estatuindo
pne a commissao ecelesiastiea seraleila por theor
aqalogo ao adoptado para osynodo prote'stante.
Os synodos de districto sao governados; mas a
flxacSo das attribuicoes fica reservada ao synodo
cantonal. 'E-te elege dentre os seas raembros uma
eommissao que sera a sua antoridade administra
ttva eexeeutiva.
Quaesqner deci-5esdo synodo devem ser submet-
lidas i sanccao do governo ; mas e?te nJo podera
nega-laseas deeisSes nio forem contrarfas a ordem
pnhtica-sasleis.
Os antores da lei tambem se erforcarao por se-
parar quanto possivel, 0 dorn'mio religioso do do-
minio civil, precisando com individua^io 0 que
pertence a um'e ontto.
Por isso a lei, depois de haver proclamath por
theor complete a liberde de conscieneia e de cul
tos, estatue a secularisagno dos cemiterios 0 0
direito do cada um em ter sepultora conveniente
no cemrterio commum, a obrigagao do casamento
civil e a conservajao dos regis?ras do estado ci-
vil nas maos de fanccionarios civis.
Applica outrosim 0 princ;pio da igualdade de
tolas as religioes do estado, assegnrando a sua
prote :<;ao nio so as parochias das duas grandes
confisS5e* ate aqui reconhecidas, como a quaes
quer communnhoes religiosas qualquer que seja
a sua denominacao 0 instituto, qne preencham as
condigdes prescriptas para screm reconhecidas
como parochias pelo grande conselho.
Quanto as communhoes religiosas que nao qui
zerem sujeitar-se as disposicoes da lei, 0 estado
podera reconhece-las como corporagoes particu-
lars, sob certas condic5es.
a, como e de costume, fee reoolharem os instru-
EXTERIOR.
NuisNa.
A NOVA l,KI EOJLESIASTIDA.
O povo ile Berne sanccibnnn nor grande maio-
ria a nova lei sobre organisagao dos cultos. appro-
vada pel.: grande cons*lho. 0 interesse que em
!iversos panes se da a cste assnmpto, sobretudo
i jaudo por inspiracow, da curia romana, algnns
bispos do Brasil procurara mvolnntariamente, cha
mar a attencao do governo e do paiz pan as refer
mas desta especie, tornam opportunosos pormeno
re&do Joraalde Genebra acerca da medida.
A orgaaisagao dos cultos no cantao de Berne di-
manava de uma raultidao do !eis, deeretos, orde-
i.ingas e regalamcntos, ostentando elementos hete-
rogeneusj fi -empre considerada provisoria, e ha
l.j annos trabaPia-se era reforraa la. Os princi-
pios da nova orgaaisacio foram repetidas vezes
discatidos nas assembleas populares, nas commis-
soes eonsaltivas, aos syoodos ecclesiasticos, antes
' 1 debate no-ssio do eoBselho Kea*i /o, que nio
Por Rm a lei assegnra aos pasDres de todas as
narochias sujeit.is as disposigoes da lei um ang
Ibre 0 carcereiro, armadj do uma faca, ordenau
do-IUe one Ifce eutregasse as chaves das prisoes.
purqae nao tese obedecido, f6ra 0 pabre carce
roiro sg*rta*> pelas costas por outros eriminoses,
podendo' Vicent 10, depois de ligeira luta, apode-
rar Ua-a aqnelle carcereiro, do qae Pie resultou ora
jjave um fentneuto.
O .carcoreiro logo qua pode despreoder-se dis
criinuloaasj'eoire, e, felizmente, poden lo ganliat 0 I
porlno qae confronla com 0 portao exterior 0 trao-
cou.
Entao acudio a guarda, e, tocando 0 tambor a
Febaie, jmmndtaiainenln -tiecam em soccarasMbaaa
sas pracas do corpo de policia e da guarja uaijQj,
nal destacada, ofliciaes e paisanos.
Os criititno;os qua ja e achavam fura da* jiri-
soes foram as mesmas recolhidas, e algun's inettl-
dos em ferros.
Compareceu e assistio a tado isto 0 Sr. Dr. che-
fe de policia e ootraS autoridades.
Acabamos de receber neste momento canal
da cidadc do Pombal, em que se nos diz qua fora
harbarameute a-sassioa4> em pleao dia no nreio
das ruas da cidade, no dia 2 do corrente, o iafaTtz
capitao Juvencia Jose da Costa Vulpisalba, por
dous filhos de um figurao do lugar, acompanha-
dos por dous escravos.
Anornscenta a carta, que dera causa a tao la;
meutavel acontecimento uma correspon lencia es-
cripta pelo assassinado, nao ha muito, e publica-
da no seu Oiarto, contra aquelle figurao, que pr.*
raettera vingar-se.
Foi cruet e barbara a vinganga I
0 infeliz capitao Javencio era caado e tinha 6-
lhos, e occapava na cidade de Pombal 0 lugar de
professor pu >lieo do ensino primaria
A repressSo dos crimes 6 e deve ser um do?
primeiros deveres do governo, sera distincgdo de
pessoas e cathegorias; assira, pois, C3nvem ca.-ti-
gar e-se crirainoso audaz, bastante conhecido por
nos, expnrgandonos e a sociedade inteira de tao
monslruoso abutre.
Ficava tambem araea^ado de soffrer a mesraa
pena 0 capitao delegado de policia Joio Peixoto de
Vasconccllos, de qnem ja fallamos.
Tudo isto acontece, ainda 0 repetimos, pela falit
e forga que ha nesta provincia.
p^OOO
i ae Almeida Pernambuco,
uma^dita 8*000
Manoel baslos do Abreu Lima, uma
difa J 3*000
Dr. Innoceujio Seraphico ue Aasis Car-
vallni, uma dita S*000
ajnaSf) tlctavwBo de-Sffnzavnmai'dita -5*000
companhei-j Albino Meira da Vascopcellos, uma
dita 3*000
Manoet Garrido, JIMM dita "J ;s c o;i
Dr> Guilherme H. M. Grath, uma dita I0*0(.>0
Josquim Felippe da Costa, uma dita o*uf!0
Jotff-Pereira da Canfcay nnn dita .3*000
EdnprM Dubeai, iwna dita -/5*000
Joio de Castro ftabello Junior, uma
dita 3*000
Joaqnim Francisco do Espirito Santo,
mtia dita 3,5000
Dr.J sti Ozorto de Cerqaeira, uma dita SiOOO
Pedro Oxorio do Cerqueira, uma dita J5*000
fet mais do que resumir no prajectosubmeltido em
1872 ao grjndecoaselho os vots de ha muito emit-
tidos pelos proprfos cidadios.
O grando cooserao, depois ne uma discussao
dupia, approvou o projecto, sem introdazir-lhe mo-
didcacoes importantes. V'6-se pois, qne correspon-
dia plenamente a* suas ideas, eqne corresponde
a media das opinioes dos habitaates de Berne em
materia de orgaaisacao ecciesiastiea.
Os autore? da lei tiveiam uru dnplo fim. Por
nm lado, quizeram restaurar 0 ediicio -da igreja
naeional evangelic* reformada, eiilicio qae a si-
taa.-ao provLoria por demasiado teaspo oantida e
as divorgencias confssioBaes abalaram aeasivel-
iwsite, ameacndo aesmoronamecto, se Jbe nao
aceudissem de prompto.
Poi-outro lado, pretendera coilocar no Areito
opredominio da curia, ipie ate .tqui hapesado so-
iireella, dando-lhe-a indolc naeional.
Fizeram da todo o ncnto abstracgiio da idea da
aepara^ao da igreja e do.estodo. 0 grande oonse-
fho assi'ii o declara fermatormte no sonanpeilo ao
jjovp; rejeitoa a i4ea tao pre; jniaadaajgures, por-
jue pydia aearretar incoovniea;as, e porqae nio
correspon-lia as actaaes asptfacoes J >s habkintes
de Berne Quiz conservar a* igrejas naciouaes ;
mas eatendcudo que,para subsistir careciam le
rplurCBa coraplnJa, delieou-se a eoasignar u-iuor-
gaoisaeao ;:ipia. introduzindo a nsaior sotnua pos-
iiv*il da liberu'ado, em auc qualquer convicjio
:hr^sti Uvasse caWmento. w
Partiado desta ordem <\ ... sar as parochial bases fundamentaes das igrejas
naeicoaes essencialmenle independentes do podor
i*^tad0' 8 D)eiino taii mais longe, da's auto-
Mdsaes ecclasiasUeas supariores. Por consegJiia-
te a nova lai coofere as parochias .ditforsos direitos
>. prerpgativas, qua uao derfruelaKara e ibre-
rnto Ji elegerem r>s seus paslorcs owpetri-
ck*. A^leicao 6 e valida por seis annos ; mas o
parocho A sempre reelegivel; e a sua reeleieao no
fim los seis annos 6 paramente faculutiva. Por
oat; a, a parochia nao e obrigada a p5r 0 lugar em
concurso. Pode u-ar ou nao dafaculdade, segun-
Butretanto oao se proscrero desde ja a elelcaof
mento de 9S (, da sua congrua actu 1.
Estas bases, maduramente estudadas, e de ac
cordo com os votos e aspiracoes dos homens mo-
derados e pacatos da crenca evangelica e da cren
a catholica, hao de frnctilicar dentro e f6ra do
paiz. Hlo de admittir se que evitam as lutas e os
escandalos entre 0 clero superior e inferior, en-
tre 0 estado civil c 0 ecclesiastico, entre os pasto-
res e suas orelhas. a lei nao pode considerar se
0 supra summum da perfei.io. predieado chime-
rico nas cousas humanas. Xinguera de boa fe di-
ra, todavia, que e inferior a organisatao passada.
INTERIOR.
IWretpoudencin do Oisarca tie
IVrnamluieo.
PARAHYOA, 12 OE MAEQO DE 1874.
Acabamos de receber noticias pouco satisfacto-
rias do alto sertao, as quaes vieram corroborar,
mfeliz nente, as nossas previsoes.
Lerabrar-se-hao os leitores de que era nma das
nossis missivas dissemos que nio era agradavel o
esudo dos no6sos sertues, moralmeote failando, e
Juealei a mais-seguida naquellas paragons era a
o bacamarte e do pttnlml.
Talvoz que quando assim nos expressimos, up-
pozessem todos que nos ouviram, que phantasia-
vamos, ou eramos exagerados I ao contrario ; di-
ziamos a verdade, e era o nosso fi rt chamar a
attencao do governo sobre tao grave assumpto,
para que, prevenindo futuros acDatecimentos, nao
tivessemos de lamentar mais tarde algmna desgra-
ca maior.
. Cm banJa consideravei de facinorosos, em um
dos uliimos dias do raez passado, invadindo a ci-
dade de Pombal, alta noite assaltou a cadeia pu-
blica, dando fuga a 43 criminosos I
Os soldados ojie estavara de guarla nessa oeca-
siao, ahandooaram o sea posto, sem opporem a
minima resisteacia, sendo crenga geral de quees-
tavam peitados pelos assalUnles. E isto, pelo me-
nos, o que pareee.
Pertou-se, entvetanto, com bastante valor o res
pectivo delegado do lugar, capitao de policia
Joao Peixoto de Vascone-'llo?, que, com dous sol-
dados do mesmo earpo e tres paisanos, procurop
frulrAr tao arrojado pas-o, parem de oal.e.
Este facto -torn eau.salo a,|tii sdria iinuress^q,
tan to mais por nao haw na proviacia for-;a bas
tante em qtie se apoie a autoridade.
S. Exc. o Sr. presides*) da proviacia, logo que
reeebeu coinmunkagi> desse tao immuraJ a canto-
cimeab>, fez seguir p'ara a^uelia cidade toda a for-
;j, de liulu existante nesta capital, recummendan-
do as autoridades judiciariaie po'iciaes, aos coiu-
laaudante, saperiores da gaaxda naeional e aos
commandaates das dettacaraeatos- do policia-, que
auziliassem aetiva e fliiazmeate a rtferida forga
nas diligeaeias de qnw vai enearregada. e raquisi
taiWo ordem dos pvasidentasodae provincias Jimi-
tmpUes para qne a mesma forga possa eutrar nos
respectivos territorios, em persegsieio do* orimi-
noso. v-
Uma provineia como esta, com umceatrode
tiiais da cem leguas, tem necessidade de um forca
bastante eon-iferavel que a guarnega. A exisle.n-
te, compou de uma companhia honuopalhica de
rafauteria ligeira um destacaraento rednzidoe in
liacipliuado, de guardas naeionaes e am pequeno
corpo d>- policia, nao 6 sufficients para acudir
de prompto a qualquer emergencia.
ftestabelega, portanto, o governo imperial o an-
REVISTA DIARIA.
Asseinblca provincial.-Hontem func-.
cionou com 29 senhores deputados, sob a presi-
dencia do Sr. Dr. Aguiar.
Approvada a acta da sessio antecedente, o Sr.
1" secrelario declarou nao haverexpediente.
0 Sr. Pinto Junior, pela ordem, justificou e
mandou a mesa nm requerimento, que foi appro-
vado, solicitando it.foi'ma-.Oes da Srnla Casa de
Misericordia sobre o cumpriraent) Jo contrato do
servico mortuario.
Passando a ordem do dia, continuou a discus-
sio do projecto n. 80 de 1870, approvandoposui-
ras addiccionae?. da camara municipal de Tpojuca,
o qual foi rejeitado, depois de orar o sr. Kiguei-
roa.
Apos cste entrou em la discussao o de n. 43 de
1860, que marca o prazo improrogavel de 6 Ine-
zes para a liquidacao da decuna em atrazo, sendo
rettrado da discussio depois de orar o Sr. Goes
Cavalcante, pedindo a leitura do parecer da eom-
missao a que toi o mesmo projecto aubraeltido e
veriikar-se que a eommissao ainda naj o apre-
sentou.
Finalmente entrando era I' discussao o de n.
69 de 1.868, que autorisa a coustrucgao de uma.
ponte sobre o rio Ipojuca, venficou-se nao haver
nuraero para voiar, pelo que o Sr. presidente le-
vantou a sessao,.dando para ordem do dia de hoje
as materias ja designadas.
Telegramma da corte. Em data de
hontem, (ti) dizem que pelo poder moderador fei
commuuda em prisao simples, uara ser cumpridi
na fortaleia da Santa Cruz, no Rio de Janeiro a
pena de 4 annos de.prisao com irabaluo, iiapbfU
ao Exra. e Itvm. Sr. bep9 diocesano de Pernam-
buco
Declarar ao necesHaria. Em bem da
verdade leraos a declarar que a noticia que de-
mos sobre a demissao do Sr. bacharel Iqsa Au
gusto Ferreira da Costa, de delegado do 1 dis-
tricto policial do termo do Becife, a bem do ser-
vico publico, nos foi remettida olC-iulmente e
nesse caracter pubhcamol-a.
Ferimoiitu. Xa freguezia da Boa-Vista,
Manoel Rufino Antonio Praxedes, ferio levemente
com uma iacada a Felix Jose Simpiicie, sendo
preso em flagrante.
liifiuerito poUeial. Pela subdelegaeia
de Belem, fei remettido ao Dr. juiz sub^ituio do
'f districto criminal, o que efTectnou coptra o
maehioista Custodio Marlins de Almeida, pelo e#-
magameuto de Felix Jose Del^ado.
WaivuH. Por ser houtetn, o dia da anniver-
sary natalicio do S. M. a Jmperatriz do Brasil,
a fortaleza do Brntu, deu as >alvas do estylo as 6
boras da manha, 1 e 0 da tarde.
Conselho Kuprenio Miliiar. Este
tribunal, por uuaaimidada de votos, nasua hes.~ao
de 4 do corrente, absolvcu ao foguista do vapor
Marcilio Dta$, Francisco de Paula Cirne Lima, no
processo que Ihe (oi instauradj, na provincia do
Amazonas.
Trttiisfereneia Voiieiiaentos dc laedicos do
it Pelo ralnwtdrio da guewa fei-esp
presidenciss de provincias a seguinte circu
Miobterio dos negocios da guerra. Uioala Ja-
4asipa\. Sd~4 fevereiro > 1874-Wm. e-12trn. Sr.
sUhegand* ao coal^imenlo deste inibisterio que
em algumas provincias is tem apusado da di:po-
sigao contida no aviso circular de 11 ,je dezembro
de 1863, abonando por tempo inUetermiaado aas
medicos civis coo trata dos, quando doentes, soldo e
etapa, sem ao menus procoder inspecgao de saiitle
e a consequente licenga da antoridade respectiva,
e convindo que Gque bem llnuado o prineipio de
que taes raedicus so devepi parceuer vencimentos
pro labore, declaro a V. Ex-^, para sou cooneci-
mento a devils lias, quo a disposieio do cita.lo
aviso circular e somenteapplicavel aos medicos ci-
vis doentes ate 30 dias; no caso de excederem es-
te prazo, setab rescendidos seua contr.atos. Deus
guarde a V. Exc. Joao Josi dt Qlineim Jun-
qiwira.
Iulattieiito eiu crimes couiiunus
Pelo ministerio da justiga foi expadiio up.pre-
sidente do Maranhao o seguiote aviso :
a Rio do Janeiro, 2 de marco da 1874 Illra. e
Exra. Sr. -AS. M. o Imperadpr foram presentes
com o olli.-io de.-sa presidencia de t4 de outubro
de 1872, sob n, 81, a consult! do juiz de direito da
comarca de Caxias a mais papeis juutos, acerca da
seguinte questao : se nas c im.ircas geraes perten-
ce on nao aojuiz municipal julgar em crimes com-
muns a desistencia requerida pelo autor. E o
mesmo augusto senhor manda declarar a V. Ex:.,
que nas comarcas geraes o julgaraento da desis-
tencia durante a formacao da culpa compete ao
juiz municipal, cuvido o promotor publico ; nio so
porque neste caso a desistencia e ura incidente do
processo, como porque a attribuigao de julga-la,
antes da lei da referma judkiaria, era exercida
pelas autoriJades forraadoras da culpa (aviso de
27 de abril de 183!) e tkou subsistindo para os
juues municipaes em vista do art. 4" da dita lei e
dos arts, o e 17, 2 do decrclo n. 4,824 de 22 de
noverabro de 1871. Encerrado, porem, o summa
rio da culpa, devera Qbservar.se no julgamento da
desistencia o que para j I an ;a mento dispoe o art.
338 do rsgulamento n. 120 de 3t de Janeiro de
1842. Deus guarde a V. Exc. Manoel Antonio
Dtiarte de Azevedx
K.-(|ii ministerio da justiga, em 3 do corrente, foi man-
dado informar pela presideacia da provincia, tendo
em vist* o art. 4* do decxeto n. 4,633 de 27 de Ja-
neiro de 1871, o requerimento em que pedem per-
muta dos offlcios que exercem llyppolito da Silva,
escrivao do termo de Pao d'Alho, e Ernesto Ma-
chaio Freire Pereira da Silva, escrivao do cam-
mercio da capital da provincia de Pernambuco.
Expediente da jumtira. Em 27 de fe-
vereiro, o ministerio da justiga : concedeu ao juiz
municipal e de orphaos dos termos reunidos de
Mossoro, Campo Grande e Apody, no Rio Grande
do Norle, backarel Alcibiaues Dracon do Albu-
querque Lima, tres mezes de licenca com o respec-
tivo ordenado; e arbitrou era 30n*00!) a ajuda de
custo do juiz municipal e de orphaos do termo de
Tamboril bacharel Placido dc Piulio Pessoa.
Em 3 do corrente declarou a presideacia de
Pernambuco em resposla ao offlcio de 30 de Janei-
ro ultimo, que pode conservar destacada a guarda
naeional, nao exeedendo ao prazo marcado na lei
de lO de setembro do anno passado ; e quanto a
quantia precisa para occorrer ao exces.-o da des-
fieza com a forca indispeosavel ao servico de po-
icia, deve demonstrar a deri:iencia das r'endas da
provincia para esse novo encargo, conforme foi ra-
commendado na circular de 31 de dez'-mbro ulti-
mo.
Kvpomic-ao de Pliilailelpfcaa.-Lemos
no Jornal K.O presidents da provincia, tendo em vista o
aviso circular do ministerio da agricultura, com-
raercio e onras publicas, do 1 de dezembro ulti-
mo, pelo qual se declarou paver o governo impe-
rial, raolvide conoorrer oflkialmente a exposigae
universal, que sera in&ugurada em Philadelphia
por eccasiao do etntesimo anniversario da inde-
peudencia da republica dos E-tades lioidos da Ame-
rica do norte : aoraeia uma eommissao do 23 mem
ll'MHIi* 4oJ|#ftK#|J
normal. I)..Anna H^n^Ui, Picdait'e D. Christina Blar.dy Moita, sendo,0efopre-
gado dii setfiX'taHa do governo, major Antonio Jo>e
da'Silva, cellaborador na oscriplUrac^Vo destaecm-
missao.cncarregada.de dlrigir a exposigao quebre
vemente devera ter lugar nesta capital, devendo
ella nomear.agentes que nos diversos rnunicipios
facam a leme.-sa, dus objactos, eempregar paia
este fim os nii-ku condueentos aobtir-se.o deside-
ratum, a que o governo imperial liga grande im
poitaucia, manirostando: pela imprensa as vanta-
gens |ue o paiz tera de adferir da exhibicao quer
de suas rjjnezas oatnraea, quer dos prodoelos na-
turaes, quer dos.productos da industria nacionaL
e que se deve envidar asforcos para quo nesta por-
fia do trabaiho intelligente mereca a provincia da
Bahia justo aprecp no mnndo civilitado, e ten ham
seas prodactos lugar distineto entre os qne se re-
commendem por mais importantes a aprimora-
dos.
Esta eommissao fanccionari em um dos saloes
do palaclo do governo.
Urdeno, poftauto, qne nesle sentido se expecam
as devidas communicagdes.
Palacio da presidencia da provincia da Bahia.
aos 6 de margo de 1874. (Assignado). Antonio
Candido da Cruz Machado.
Comarca de Ouricury. Em data de
20 do passado eserevera nos de Salgueiro :
Assuraio no dia 10 do corrente o execicio do
carge de jnia de direito desta comarca o Dr. An-
tonio Lopes da Silva Barros ultimamen'.e no-
mea s honrosos precedetites do Dr. Silva Barros.
como pronrtor publico da comarca do Cabrobo
nesta provincia, e como juiz municipal e de direito
interino da comarca do Jardira no Ceara, sao um
vivo penhor de garanlia, que nos asscgura a
espeiar desse integerrirno rnagistrado uma judi-*
catura candigna com o seu honroso passado.
/ Bacharel illuslrado intelligente, e circumspec-
lo^severo como iuiz e ao mesmo tempo affavel
em seus tratos e relagoes particulares, o Dr. Sip/a
Barros tem todos os dotes, qne o recommendara
a consideragflo publica e estiina particular.
a A cortaTca doOuricury, pois, estabempro-
vida dejniz de direito, o felicitamos aos seus ha-
bitanfes por tao feliz acquisi ao.
Pmii'Mio de letraH 0 escrivao dos pro-
testo--, Jose Marianne, esta de semana, cartorio na
rua Bella, loja do sobrado n. 37.
Lotcria. A que sa acha a venda e a 92.' a
beneflcioda igreja da Amparo de Goyanna, qne
corre no dia 20.
Casa de deteneao.Mo\ imento da casa
de detencfio do dia 13 de marco de 1674 :
Existtapi presos 3H5. eutraratn 23, sahiram 4,
fallecen f, existem 344.
A saber :
Naeionaes 238, muiheres 7, e-trangeiro^ 28.
e.'cravos 39, escravas 2.Total 334.
Aliraentados a ensta dos cofres pnblicos 231.
Movimento daenfermaria no dia 13 de merco de
1874.
Teve haixa :
Valerio Gomes dc Souza, gastrita.
fgnaeio Damasio de Oliveira, lumbago.
Honnria Purcina do Xascimento, bronchi*.
Falleceu:
Bento Jose da Silva, ruberculos pulmonares.
IPassagfciroa.Sahidos para o norte no
vapor brastleiro Pirapama :
Joao Paulino de Sa, Dr.-Placido de P. Pessoa,
Antonio Aurelio de Alcantara, Jose Rodrigues de
Albuquerque; Antonio Leopoldo II. da Camara e
1 criado, Dr. Joao de A. Maranhao, 2 filhos e 1
craado, Caroline iiamos, Joso T. de- Araujo, Dr.
Ljiz C. Lins Wanderley e 1 criado, Estevao S.
;!a Costa, Bernardo Norath e 1 criado, Joaquim
Girgel do Amaral. Joao Jose de Vasconcellos,
Mmervino 11 do Oliveira, sua mai, flliios e 1 es-
cipvo, Jose Gomes R. Araujo Quintella, Joaquim
A,- Fernandes, Augusto G. e Silva, Joaquim ht>
Barros S. Lima, Joio B. de Albuquerque Junior,
Jo|o- d.s Santos, Francisco franco, Eduardo
Castello, Antonio Francisco, Joaqnim Marques.
Joio G. da. Costa, Eduardo AP-ar.'-, 1 r. mini Bra-
| Jose-Fduardo, Mendes P. Sosres de Mello
SafttiagQt'Antonio Rodrigues, Virginia de Barros,
D. Feltsbcrta de Paiva, D. Joaquina Emilia de
Madeiras, 1 raeuor e 1-criado, Manoil F. Moreira,
Antonio Vw de Morassi Bertueio A. E. de Oliveira,
Joaquim Cabral de Mello, Adolpho Menezas Bar
roa e J. Bento.
V- Sahido para o sul no vapor brasileiro Cu
Wipe :
llanoel Mereirada Carvalho.
Sahidos para a Europa no vapor iaglez Co
topaxi :
Antonio P. de Miranda, Francisco de S. Oli-
veira, Antonio P. S. Soares, Antonio J. de Me-
deiros, Antonio G. de Souza, Munoel Braganto,
Dyouisio Gunnaraes, Jose L. de Oliveira, sua se-
nhora e 4 filhos, Jose A. de Coufo, Ma.noel J. Bo-
telho, Joaquim Gomes,, Mancel J. dos Santos,
Anna Maria da Jesus, Manoel A. Pereira, capitao
M. Poope, Manoel P. de Magalhaes Junior, Cicero
P. Jorge, .Joaquim F. Vieira.
Cewiterio puhlico.Obituario do dia 13
de marco :
Viceute Alotb, branco, Iulia, 28 annos, casado,
Boa-Vista ; retire amarella.
Antonia Maria da Conceigao, parda, Pernambu-
co, 80 annos, viuva, Boa-Vista, hospital Pedro II^
fraqueza s enil.
Romao, pardo, Pernambuco, 5metes, Santo An-
tonio ; hepatite.
bros, sendo seu presldeala o conselheiro .Um-Aoc Ueia.e Silva o Lourengo Santiago. -Negon-se pro
Santo A'naro das Salraas, foi transferida para do-
miogo proximo (22)
fhaaata Casa de Misericordia. Na
3uinia feira (19) contrata a junta adminisuauVa
esta eorporacao o fornecimento de generos ali
raenticios, de cirne verde, de assucar, e de pad e
bolacha, necessarios aos diversos estabelecmeni-
tonio Perira Franco, secrelario oj^cEoveroo Dr.
Joio Jose do Motira .Magalftaes. e*V>yaes por pane
do commeraio o presidente dJ jonu cumineiiial
Elysio Pereira Marinho, o menlbro da aiesma jun-
ta Gongalo Alves Gutmaraes, e* preside ale.d*
junta de correjeres Antonio Leonardo Pereira;
per parte das emprezas e fabricas, os eomnenda-
dons Antonio Pedroso de Albuquerque, Antonio
de Lacorda e Jose Lopes Pereira de Carvalho; pr
parte da lavoara o visconde de Sergimirim, com-
wendador Thomas Pedreira Geremoabo e o enge-
aheiro Dioni.-io Gongalves Martins; p> .r purte das
scieacias, o c-mnuendador lento Mki dratiao d*
(aeuldade de meoieina, Dr. Antonio Januarlo de
Farias, o advugsdo deputaslo geral Dr. Pedro Ku-
napio d Silva-fleiro eo-eagenheiro da provincia
Dr. Manoel Joaquira de Souza Brito ; aotparie das
arias e lodnstria, o_proprietaiio da iypognphta dp
Jornal da Bahia, Dr. Francisco Jose da. HoHim, ^
galo de Amaraiitho.que se- veuera^ na capella du, meaibro da saoaicipaddade, Dt. Fredorico Lisli-a
e o professor de matiKunatioas Francico B^rt'o-n
de .raujo; por parte do machines e artts mocha-
nicas, o director dan ofileinas da maehinas d > ar
seaal de marinha engenheno Emilia Au. <
Mello Alvim, o me'.t.ib da officiaa le modella I ros
cbhomca JumruujL
TRIBUNAL DA RRLAC.iO
SESSaO DE 14 DE MARCO DE 1874.
PIU:SIDF.NCIA DO EXM. SR. CONSP.LIFEIRO OM -
TANO SANTIAGO.
Se-.retario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manhi, presentes os Srs. des-
embargadores Silva Guimaraes, Lourenco Santia-
go, Reis e Silva, Almeida Albuquerque, Souza
Lead e Freitas Henriques, procurador da conia,
faliando com causa o Sr. desembargador Accioli,
o por eslar ua presidencia do jury de Olinda o
Exm. Sr. desembargador Domingaes tSilva, abrio-
se a sessao.
JULGA11E..TOS.
Recursos crimes.
Recorrcnte ojuizode direito do Bom Conselho,
recorrido Joaquim Jose de Araujo. Juizes os Srs.
desembargadores Silva Guimaraes,, Souza Leao,
Almeida Albuquerque o Reis e Si/va.Imprope-
dente.
Recorrentao juizo do direito doCabo, recorrido
Canute Ramos. Juizes os Srs./desembargadores
Silva Guimaraes, Reis e Silya, Almeida Albu-
querque e Souza Leao. Improcede-iP.
Recorrente o juizo de direito do Bom Conselho,
recorrido Antonio Bezerra da Silva Araripe. Juizes
os Srs. desembargadores Lourengo Santiago,
Reis e Silva, Souza Leao e Almeida Albuquerque.
Improcedente.
Recorrente o juizo de direito de Palmeira dos
Indios, recorrido Joaquim dos Reis. Juizes os Srs.
desembargadores Reis e Silva, Souzi Lead, Almei-
da Al juquarque e Lourenge Santiago.Improce-
iente.
. Recorrente o juizo de direito da Palmeira dos
Indios, recorrido Francisco Leite do Menezes. Jui-
zes os Srs. desembargadores Almeida Alhaquer-
que, Silva Guimaraes, Reis e Silva e Souza Leio..
Improcedenlte.
Recorrente o juizo de direito da Ai a, recorrido
Manoel Ignacio de Goes. Jui.es os Srs. desembar-
gadoies Souza Leao, Silva Guimaraes, Reis e Sil-
va, Almeida Albuquerpue Improiedente.
Aggravo de pelicao.
Aggravaate Francisco de Souza Mooteiro. Juizes
os Srs. desembargadores Almeida Albuquerque.
iosf Faoci.-co Tavares e o pr lessor do mesmo
arsenal lose Francisco Lopes; por parte de pren-1 Bartholomea & C.Confirmada a sentenga.
'.
vimento.
Embargos remeitidos.
Da Escada. Embargante heroeiros de Juveacio
Aires Ribeiro.erabargadaFeiiciana Man* Olym
pia. Uecoberam os embargos.
Appeliaeoes civeis.
Do Recife. Appallante Hyppolito Robert e ou-
tros, appeliada D. Henri preta Eiisa Banks de Mi-
rand* e searoaridaRtforaaada a senteng?.
De S. Miguel.Appellante Jose (Juedes Noguai-
ra, appellado Epaminondas di Rocha Vieira.
Xollo pur falta do oonbecimento de deciraa.
Do Recife, -Appellante Manoel Gomes Pereira
Guerra, appeliada Carolina, por sea enrador. .
Confirmada a sentenga
Delpnjnca. Appellant) Rocaa Leal 4 C, ap-
pellado Manuel 4* Silva Oliveira Refornuda a
sentenga.
De ixuarassu. aopeHante o juiae, appellado
Pedro, escravodo Dr. Serpa Brandao. -Despreza
ram o embargos.
AppeUacao eosnaaaraial.
Appellante Jose Paolo Bolelno A C, appellado
Setiastiao Olegario Lamenha Lins. Ganfirmada a
senti-nca.
Appellante Manoel Zeferino de Salles, appellado
... alaiwa* aoapas.
Picii,!,' An'offln rlolTrTfoe? da Crnz. Relator
o sr. MHMH!fgadn^Sott- rirfe. Ficon adiaria
por mu haer noj* no traniaal juizes desemp--
lidos.
PaSSaGKKS.
Do Sr. desembargador Silva Guimaraes ao >r
desembargador Reis e Silva :
AppelUcapiel.
TJa fazenlaje vaoei6. Appellante a fazenda,
appellado (oseda Silva Ramos.
De S. Miguel.-Appellantwilanoel Con*1* de
Mello e outros, appeliada a baroneza de Giqnii.
Appeliaeoes criajes
D'Agua Prat*. AppellaMt o juizo, appellado
fiengab de Oliveira.
Da Floresta. Appellante Joio Jose da Silva, ap-
peliada a justiga.
Do Sr. desembargador Lourengo Santiago ao
Sr. desembargador Iteis e Silva :
Appellacad crime.
De Itambei.Appellante Genuino Bezerra Caval-
canli, appeliada ajustica.
Appel acao civel.
Do Recife.Appellante Antonio rfwrfrpre fto-
drigues, appellado Luiz da Silva Ferreira.
Ao Sr. desembargador Almeida Aloaquerqae :
Do Sobral.Appellante Joaquim Ferreira da
Ponte, appellado Manoel AfTon-o de Aqnin querque.
Ao Sr. d-jsembargador SotU3 Leio :
|- Do IpiiAppellantes Adeodato Fcneira de Sou-
za e outros, appellados Antonio Itaymundo Pere*
e outros.
Do Sr. desembargalor Reis e Silva ao Sr. de--
<*mbargador Almeida Albuquerque :
Appeliaeoes etnaaa.
De Maria Pereira. appellante o juizo, appeli .-
do Joao Felix Corn'-a.
DaFortaleza. Appallante o juizo, appcll.d
Francisco Gomes da StrVl.
De Malta Grande.-Appellante o jnizo, appeliada
Maria Pastora do Nasdmento
De Pao de Assucar.Appellante a jo*t?a, ip-
pellada T ta, onheeiJa por Clan.
Apperta^Oes rivrts.
Appellante Manoel de Carvalho Monra, aapci;.'.-
dos Jo>e ile Freitas Barbosa, ocurad t grai e ou
tros; appt-bantc Maroohno Barbosa de Miranda
appellado Manoel Pedro de Oliveira ; appellac'.r
Antonio Raptista Nogueira, appelUdo Manuel Joa-
quim do Rego Albuquerque.
Do Sr. desembargador Almeida aIIiu (Ui.-rquc .>
Sr. desembargador Accioli :
Appellagao civel.
Da Imperatriz.- Appellante Lonrengii Velho Cor-
dciro de Mello, appellado herdeiros de BernarJinc
Freire de Mendonga.
Appellagftes crimes.
De Tacaratii. Appellante o juizo, appellado r
me Jo.:e Pereira. .
Pe Barreiros. -Appellante o: juizo, .irjpellad
Herculano Bezerra da Cuuha.
Ao Sr. desembargador Lourengo Santiago :
Appeliaeoes civeis.
Da Atalaia.-Appellante Jose da Rocha Um To-
ledo.
De Pao dos Ferros. Appellante Luiz do Rtg
Leite, appellado Doming Afionso Batalha.
Ao Sr. desembargador Domingues Silva :
Appellai.-ao civel.
Do Recife.Appellante Tasso Irmios, appel:-,."
Joio Vasco Cabral.
Do Sr. deserabarga lor S^uza Leio ao Sr. i
desembargador Silva Guimaries :
Appeliaeoes crimes.
Appellantes Antonio Jose Ja Costa e ontro,
pellado o juizo ; appeilante Jose Felippo Santii\.
NegrSo, appeliada a jnstira.
Ao Sr. desembargador Freitas Henrique*:
AppellagOes civeis.
Appellante Vicente Ferreira Padilha Calnm.
appellado Sezinando Sergio dos Santos ; appellar >
Ravmunda "Carlos neatc-ceronel Manoel Herculano da Cunha.
Do Sr. desembargador Freitas Henrique* ao "
desembarcrador Lonieueu Santiago :
D'Agua Prr ta. App.-llante Josf Affoaso Ferr
ra, appellado Felix Jose da Hora,
Diligcncia crime.
Ao Sr. desembargador pmm-uor da justiga :
De Paulo Affonso. -Appellante o jnim, appe la-
do Manoel Lniz, escravo
Da Imperatriz. Appeilante Bernardo Sim .
Alves, appeliada a justiga.
Do Pombal. Appellante Jose Itorrraaldo da ?::
va, appeliada a justiga ; appellante Jose Soare da
Silva, appeliada a josti;a.
Diligeocia civel.
Ao Br mraUoT wer*\ :
Do Acaracu. Appellante Antonio Gomes -'i
Albuquerque, appellado Manoel Ferreira de Paola.
Ao Exm. Sr. desemhargad ir procurador da fo-
rte :
Do Ceara.Appeilante Carlos Ernesto de M*-
quita Falcao.lappellada a lazenda nacionaL
De Pa tos. Appellants Antonio Pereira Mini :-
ro e outros, appellados Manoel Lucio Satyro r!n
Souza e outros.
Assignou se dia para julgamento dos sogniitf
feitos : ^,
Appeliariio civel.
Da Escada.Appellante Jose Dias da Silva Ju-
nior, appellado Joao Kelix dos Santos.
Do Recife. Appellante o manor Manoel Fell -
ciano, por seu enrador, appellado Miguel J >
Barboza Guimaraes.
Appellagao commercial.
Appellante Augnsto Tassombich & G, appellados
os adminislradores da MM lallida de Marque* ft
Innaos.
De Olinda.-Appeilante o juizo. apoellado 0 ca-
pitao Francisco das Chagas Salgueiro a a pariA
Fortanala.
DISTRTBUICOES.
Appeliaeoes crimes.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes:
Do Recife Appellante o promotor. aaatiU>J
Joao Pedro deOliviira.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Da logazeira. Appellante o juiio, appeiia b
Luiz Ferreira da Silva.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva :
Da Areia.Appellante Joio Galdino das Neves,
appellado o juizo.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
De llambe. Appellante o promotor, appeiia,^)
Francisco Ignacio de Mello.
Ao Sr. deseinbargadji' Accioli:
-Do Bom-Conselho. Appellante Fraaeisco Pe-
reira de Lyra, appellado o juizo.
Ao Sr. desembargador Souza Leao :
Do Recife. Apptllante Jose Suaros da Silva.
appeliada a justiga.
Appeliaeoes civeis.
Ao Sr. desembargador Freitas lieariqnaa:
Do Porto Calvo. Appellante Maaaei Feliciar
da Silva, appeliada Feliciana, par sen enrador.
Ao Sr. desembargador Silva Gnimarasa:
De Goyanainha. Appellante D. Loureafa Ale-
xandria* Barbalho, appellado o jaixo.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago:
Da fazenda. Appellante Seixas Azevedo A
appeliada a fazenda provincial.
Ao Sr. desembargador lieu e Silva :
De S. Bento. Appellant:: Francisco Ignacio do
Paiva Junior, appeliada D Maria Quiteri* do
Paiva.
A i Sr. desembargador Almeida Albaaancqoe :
Do Recife. Appellante Antonio da Silva Aze-
vedo, appellado o pardo Herculano.
Ao Sr. desemhargad r AcetoM :
Do Recife. Appellante o pardo Galdino, ar.p-J-
lado Antonio Fernandes Pereira Vianna.
Ao Sr desembargador Souza Lead :
Do Recife. Appellante o juizo, aapaUada Do-
mingas, escrava.
Encerrou-se a sessao a 1 bora da tarde.
f*mmmm~
PARTE POLITIGA

PARTIaaO CaWflifialVAJMMR
JIECIFB, 14 DE MARCO DE W7V.
I CASO INAUMTO.
i Caminhamos a passos largos para ura abyano
Ircmendo I >
0 facto qne acaba de patsar-ae a 10 > eatren-
te cm am dos trens d* via ferrea de Olinda, sus-
citoada pane dos amaveis redactoras da ftnnn-
cia um singular declamatorto contra a adaaiais-
trarao, qua afinal da contas 6 .naapaasavel por
todos os coraraettimentoi ainda oa auia aaMaaaos
a sua ingereacia immediata.
, teuMmeatn se procurara a fraaaacaa e leaJaa-
de noa asetiptos da Pneineia, porque todv* vasn
ioqainadas de oaio, oa peso nmam. de paroia-
IMadjM
Se o presidente, dapois do cats a>milila, tives-
se eoaoorvado o delegado, chovariam ooatra elk
as mais acerbas iucrepacoes ; mas w fei de-
meltido, mudam logo de clave ; a d* era im/)-ci'dirl e antes foi nma 4am
V-,


T*S$> flfe fttifiktkcb riffltagt \9ti&iS$i$ clpita-
ou se
lizer
nera e
M.
preso por ter cao, preso por
*
somaiia e
Sio, porqaS
sobre os .aco
E* o cmo de
nia-lar cm,__^
Sio tVkt/tmm/K&m ease* frovincianot em saa*
desparatedas aaapaiacoea.
Am desmaadoslla adiinistra<;iio alliibuem elles
facto da laude de 10 do corrente eo. que mais
e, etse hob) a pfeflexo ou i eco dos diversos es-
paldeirawMos/aiw a policia tern praticado mais
de uma vet aeaHl papta! e principal mentu *> de
16 de maio ;. poriaalo apraaie o publico as illa-
f5es que d'ahi colhera os lmparpiaes radactores da
Prootncia :
< Os soldados de policia nada mat* fteeram do
3ae o Sr. Lucena naquella tarde de triste recor-
acao ; imitaodo-o exeippl^presidencial, que man-
dou acutilar os que exereiara urn direito perfeito ;
etemerecia ser demettiiio o delegado, o Sr. Lu-
cena tambem deveria se-lo >
Nao ha, pois, duvidar de que o delegadi nio
devia tambem ser demettido, porque o Sr. Lucena
nio o f ii, e os s llados seguir&m o seu exem-
pt I .
Agora o publico que aprecie semelbaates dis
parates de escriptores, que se querem constituir
os apwtolos da verdade e exemplos vivos de ju3-
ticae de uuralidada!
Tada a questio se redua a demissao do preai-
dente, espinha de garganta, que incommoJa e tor-
tara os corailoes e i'auiinfejs da. Provincia.
Para qae demon o gsverno imperial a de-
misslo desse regulo, com um foco de scelerados a
sua disposicao e com um pessoal subalteroo ca-
paz de ftsnr e trucidar asaagne Wo empregados
de uma companhia particular no exercicio de suas
attribuio5es ?
Nao ha, pois, davidar, retirem o Sr. Lucena e
tudtf e podera arrapjar e compor ; e condicao
essencial.
< Venha qualquer outro presidente, diziam elles
para um amigo da corte, e bos acabaremos a
questao religiosa e faoilmente nos accoramodare-
mos; pode moslrar esta nossa carta, pois, sere-
mos rieis a palavra ; mas, por Deus, reraovam da-
qui ja e ja este bomem, que nus esta minando o
ja muito mingoado casco do nosso partido liberal,
dividido, retalhado e d..qui a pouco impitente,
impossivel se nao aniqnilado. >
His aqui a agonia, o desespero !
c Se nao ha caprieho em conservar o Sr Luce-
na, ha proposito em apurar o soffrimento e pa-
riencia deste povo.
Quem ler essa tirada, ba de persuadir-se de quo
este povo acompauln ou espera alguma cousa
desses liberaes pebas da Provincia, os quaes a to-
do transe querem incnlcar se directores do par-
tido, em cujo esiandarte, na opiniao do Sr. Correa
de Brito, inscreve-se, nio principios ; mas sim os
inunes de quern quer que os crea e assume-iltes a
chefia, de sorte que em nome e com a proteccao
das ideas liberaes substitucm-se nwas por velhas
olygarchws.
0 facto da tarde de 10 forneceu ainda eosejo
aos procincianos para verem na demissao do de-
legado a necessictadc da demissao do commandan-
te de policia.
E' admiravel a logica desses senhores 1
c Se a demissao do delegado era imprescindivel,
como S. Exc. entendeu, e se o eorpo de policia
nio pode nem deve continuar sob o regimen do
seu actual comraandante, que tern alii como sol
dados os seus mais decididos capaagas, porque
tambem o nio derailtio ?
Que relacio tera, com elfcito o facto do que se
trata, com a demissao do comiuandante do corpo
de policia ?
Porque nao poJe nem deve o corpo de policia
continuar sob o regimen do seu actual comman-
dants 1
E' que aquelle nosso amigo e um official bfioso,
distinclo e valenie, que nao polo, por isso mesmo
agradar e convir aos pianos dos uossos implaca-
veis adversarios.
PUBUCAggK A PEDiDC.
Actual admiui.%tracJlo la pro-
viucia.
0 que e de Cvzar, a Cezar : |o que 6 de
Oeus, a Deus
A politica rnesquinha, leva muitas vezes
os homens por caminhos diversos daquelles
que deviam caminbar.
Mas, para os individuos que a politica ta-
canba os nSo contaminou, caminham pelo
verdadeiro caminho ate cuegarem ao ter-
mo desejado.
Uma opposic,5o systematica, tern procu-
rado nebular o horisoot-; d'administra^ao
actual da provincia, nao encontraudo um
s6 acto digno de approvacjio I
Mio systemi d'opposirao !
Uma opposigao fr^ncf, le 1, corrigindo os
erros, lembrando o bom, comprehende-se, e
mesmo necessario nos bons governos, porque
ninguem tern o dom da inerrancii.
Entret n.o que uim opposigao pessoal,
condemnando todos os aetos ainda os mais
louv^veis, nao e de civlheiros, nem pode
ser d'um partido que alraeja os melhor^-
mentos do p iz.
A opposigao que se faz a actual adminis-
traQSo d protincia, e indigna d'um partido
serio, d'um p-rtido que desej tido o bemd^
provincia, aceit -o sem perguntar se foi Pe-
dro ou i aulo que o fez.
Quando assim nio se procede, 6 logico
que > opposif.ao ea conscquencia do deses
pero da subir o poder no intuiio s6mente de
osbranjar os dinhuiros da n gao com os ami-
gos e alilhados, sem principios politicos,
sem ide s de commettimento algum em be-
neficio do p:^iz !
Se o ctual presidente attende qualquer
reclanrcao justn, tern em paga umatremen-
da descompostur.. ; se nao attende por ab-
surds e consequenteme.ite inattendivel, unn
descompostura !
E ha ainda quem creia, que a opposi-
<;ao que se faz aosctud presidente e no
generoso intuito de encaminbar os negocios
publicos da provincia par. s.tisfazer as ne-
cessidodes ?
Nao: porque a mnieira pela qualsefaz,
revela odio pessoal c nao opposigao po-
litica
Para que demonstremos evideutemente
que assim off.srecercmos ao publico per-
mmbu ano os factos ; por que dianto delles
nao pode haver duvid s.
0 bom desejo do actu.l presidoote em
dot r a provincia dc melhoramentos, reve-
la-se em muitos acljjs e estudos rehtivos a
projectos que devem ser executados com
real apro*eitimonto.
A opposiga) que tem couhecimonto de
taes actos e n5o anima o presidente a pol-os
em pralica, e nao lembra outros, prova que
a sua bussola 6 o odio pessoal !
Havemos provar que, o presidente nutre
deacjos de fazer importantes melborimenios
& provincia, bem como os levara* a effeito
se po* ventura nao retirar-se ja". Venha o
bem, snja d'onde for.
Fora do fimdo conde de Boa-Vista, nero
um presidente iuicioa tantos me'.horamaB-
tos como o actual.
ProceJimento taa generoso, desejo tSo
ardeate de ergur Pernambuijo a reprosen-
tar importante papel, nfi' acharam na op-
posigao o meoor acolbimeut) I Todos os
actos sao dignoi de anathema 1
Fora. d uma ou outra obriaha," as ou-
tras jtoinistragoes nao apr--sentaram ini-
oiativaltferan liosasforam ferteis de esteri-
lidados.
0 (jgefizeram a presidentes no vosso
tempoJ^Brs. da opposicao ? Mostrai um i
iniciatrH tf roreiUtvel a que se levasse a ef-
feito 1
Se a oppoetcio nao 6 arra&lada pelo odio ;
selem conscien^ia do qae 6. just cciniysari qtrc ali a pr,espnte torn proce^lfdb
dqma"-f^. amqsquinhandV-w a,ponto de cou-
fup^Kr d bom cow o mio.
QujMUlQ. 4 oppasicfcV'TfllflmbSfl AAllUEtl
d'jim partido poll^fjafejj^^ente consti-
tuiJo ^om aspirflCOas' generosas, aceita o
bom e combate o m4ft: ?sta dfiva ser o pro-
cedimenlo dos parlid boneatos q*e altne-
jam as taroformaQOes sociaes.
CombaU a^ opposicio os-priucipios; pro-
fligue os erros do ctaUpf*i4|nte, mas
nio rebaixe os principios libaraes a estado
de condemnar o bano, potque 6 feito por
adversario politico : on entao confessa que
nSo |tem principios politicosqne a oppo-
sicao i tlda ppssoal.
Um pernambucano.
< UliMlIll*.
Ptto #lej de /3 rfe mmrgo de
1842 os recursos de aggravo eram
int,erpo$tos das juues muiucipaes
para a relafdo do distrlcto, qaan-
do esta estava denlro de Is leguas
do lugar em que se aggmvava,
sendo dilos aggravos inierpoatos
para osjuiies de direito das ras-i
peeUvas eomaroas, quando a, d*-
taiicia era superior ds ditas 15
leguaA; mas hojt, pela lei n.
v,033do SO de seUmbro de 1671,
e set* respeotivo Reg., taes recur-
sos solo interpostos para osjuizes
de direito, e, danao a niesiaa lei
attribuic direito, pergunta-se : para quem
se deve interpor os aggravos das,
decisoe* proferidas pelos juizes de
direito nas questoes civeis ou com-
merciaes de valor sitperior a
5008000 ?
KesponJo que, por forga da lei n. 2,033
de 20 de setomnro de 1871, ar;. 2i % 2. e
do Heg. n. 4,824 de22 de novembro, do
mesmo anno, art. 6 i 3., ficou inteira-
mente revogado o decreto de 15 de raargo
de 1842, na parte em que estabelecia com-
petencia a"s relagdes para conhecerem dos
aggravos interpostos dos despachos proferi-
dos pelos juizes muuicipaes dos tennos que
nao distassem mais de lii leguas das respec-
tivas relagoes ; por quanto, dando a referi-
da lei n. a,033 attribuic,6es civeis aos jui-
zes de direito, conferio-lhes competencia para
o conhecimento dos aggravos interpostos
dos juizes iuferiores.
Portanto, nao p6ie restar a menor duvi-
da de que, nao s6mente nas causas que cou-
berem, na alrjda dos juizes muncipau,,
como nas que nio couberem, os aggravos dos
despachos por estcs proferidos ser3o inter-
postos para osjuizes de direito das respecti-
vas comaros, quer a relacao diste 15 ou mais
leguas das mesmas comarcas, o que ja" era
observado no regimen da legisla^3o anterior,
qunndo os despachos eram proferiJos por
juizes determos, que distavam mais de 15 le-
guas das seles das relacoes, seudo interpostos
para osjuizes de direito da comarca vizmha,
quando se achavam impedidos 06 das respec-
tivas comarcas, (art, 8." do Reg. de 15 do
marco de 1842.)
Era esta a n.iuha opiniao, em vista da
lei citada, com relagao somente as causas
do foro civil. Com os do fdro commercial,
porem, entendia que devia-se observer in-
teiramente as disposiQdes dos regulamentos
comraerciaes que, nao tinham sido al'oradas
pela lei n. 2,033, porque, processando-so
estas causas por uma lei toda pr^pria, e in-
dependente da civil, sern que ella fosse re-
vogada por uma lei especial, nao podiam fi-
car taes causas subordinadas a" uma juris-
dicgao pur.imente civil, desde quo tinhamos,
como ainda temos, jafzes de commercio com
attribuigoes to las especiaes e firmadas em um
codigo e regulamentos commerciaes que nao
foram revogados. Assim, entendia que os
despachos proferidos pelos juizes muu cipaes,
quando estivesssm revestidos das altribui-
coes puramente commerciaes, eram aggrava-
veis, nSo para os juizes de direito, como
no foro civ 1, mas sim para os presidentes
dos tribunaes de commercio, por forga da
disposigao do art. 73 do Reg. n. 1,597 do
1. de maio de 1855, salvo se os juiz'sque
proferiam os despachos eram de termos que
distavam mais de 20 leguas das sedes dos
tribunaes de commercio, casos em que os
aggravos eram interpostos para os juizes de
direito, n >s termos do art. 74 do precitado
Reg. n. 1.597, sendo ainda interpostos para
os presidentes dos mesmos tribunaes, quan
do os despachos versavaoi sobre iucompe-
tencia d- juizo, qualquer que fosse a distan-
cia, nos termos do art. 75 do mesmo Reg.
lista minha opiniao encontrava o apoio res-
peitavel do conselheiro Paula Baptists, na
sua ob-a de pratica, Cap. 3. 234, nota
3 da 3.* edicSo, e foi sustentada pelo Erm.
Sr. conselheiro Ansel mo Francisco Peretti,
que julgju se competente p ra tomnr conhe-
cimento do nggravo por mim interposto
em setembro do anno proximo passado, d'um
despacbo proferido pelo Dr. juiz municipal
deste termo de Goyanna, na causa de assigna-
gao de doz dias de Belmiro Jose* Gongalves
contra o curador fiscal da massa falli la de
Balthazar Marcos d'Oliveira.
Mas, hoje, quebaixou o decreto n. 5,456
de 5 de novembro do 1873, acha-se com-
pletamente moditicada esta minha opiniao ;
porquanto, revogando o referido decreto a
lurisdiecio c ntenciosa que tinham os tri-
bunaes de commercio do imperio, art. 7.,
e, para mim, f6ra de toda -luvi la que os
aggravos nas causas do fdro commercial de-
vem ser interpostos pira a relac3o ilo dis-
tricto dos despacbo; proferidos p?.los juizes
de dir"ito das comarccs especiaes, quanl i
o val >r de ditas causas for superior a 5000,
e polos das comarcas geraes no proc^sso
das causas que Ihes pertence julgar, quando
versarem sobre incompH encia de juizo, ou
quando f >rem de natureza tal que ponham
trmo ad feito em 1.* instancia (taes sao, os
de que trata 'o art. 4. e sens do decreto
n. 5,167 de 12 de novembro de 1873) art.
3 l. n. 2 do rafari o decreto n. 5,467.
Em conclusao, pois, direi que, dos aggra-
vos interpostos dos juizes mumcipaps, tanto
nas causas c veis como nas commercials, to-
mam oonheci uinto os juizes de direito ias
respectivas comarca6. qualquer que seja a
distancik em qun alias cstivere n das rela-
c,oes, e dos int rposios dus-juize-.d direito,
nas causas tambem co'inn-Tciaos ou civ is,
tomamxnohe ;imento a re4 que seja a n tureza dos d"spaclvis que mo-
tiftrem taes re-ursus, observa 1 s as prus-
cripefies do citado decrti n. 5,467 de 12
denovemiro de 1873, art 4.' dn. 1 a 8.
Opioando assimr sujeito, co.ntulj, esta
miaba opiniao a cetisura.
Croyanna, 25 de fevereiro de 1874.
tvdio Marianno d'Albuquerque*
rtlt
la villa
:xm.' fa-
ir. Antonio
alttaansaN
'jSrs, redacti
Mlia o nosso distlBcw amigo'" b" Sr.
L*BflMariUtvitoraa). juiz de direito
naipeado'paraaijoella.oaiBarea.
Os ^.aaatgo* .fwhtaaw te oaTeratcraai nm
iff ina> *eat>arakdBaoa yaicida, eomo lesiamnnho
daanwade e apreco as excelleute* qualidades qae
ornam a pessoa dasse distinclo a Ukastrado mgi-
trado.
Durante o jantft t}zeram-se div*s|s brindes ao
partido conservador ao ipfiistpio^tlo Branco; e
especiaes ao deflenfbaranrjrastai de Aleacar
Araripe, ao Exm. Conseroelro ministro da jastica,
ao Exm. coaaelneiro minMro do Imperio, ao Exm.
vucaoda de Camaragibe, aximk) chafe do prdo
coDsawador da provincia, ao Exm. monsenhOT
Pinto de Campos e ao Exm. presidente da pro-
vincia, etc.
Nio obstante o mao tempo invernoso teve o
nos-o amigo um acompanhamento digno de sua
alia pessoa.
Por oceaaiJo do jantar que Ihe foi servido, leu
elle am breve discurso, no qnal, agradecendo ai
honras do jantar, fez as suas despedidas-, abraean-
do aes amigos, a'enjo discurso,- a pedm-e hwjarf^
cias dos amigos, Ihes o eatregou. ft conseotip na
sua publicaoau.
Pubilcando estas linlias, Srs. redactores, com o
discurso junto, ma\H Ibea agradeceri sen assig-
nante e constaBte leUor
Romao Perttrn Filguetra Sampaio.
Villa do Salsaeiro, 1A do fevereiro de 187i.
< Senhores.fDa aobre e UraaquiUa proBssao de
adyogado, que, entre vos, ha tret annos vivia, de-
pois do meu tirocinio na magistratura temporaria,
lui tirado pelo go"rerno impjenial para, aecupar nm
Ingar aa wagisiratBra vitaiteia.
Agradecendo ao benemento governo do aim
paiz r|o distincta honra, eu me sinto sobremaneira
abaiido sob o peso da immensa responsabilidade
que contrahi, aceitando tao elevado quao impor-
tante e melindroso cargo, para o desempenho do
qaal faz-se precise, nao se o perfeito conhecimen-
to do direito e boa pratica de julgar. como perse-
veranca no trabalho e firmeza de animo, capaz de
rasistir as violencias da paixao, do odio, do des-
peito, c quaesquer outros meios violadores da
santiJade da jastifa.
Sou inimigo dos programmas, qae quasi seajpre
raentem, mas creio, ao menos poder dizer entre
vos, que me conlMceisde perto, que p meu corn-
portamento na magistratura tamporaria anlma-me
a esperaoi-a, de que a Ins que guiou-me no pas-
sad), illuuiinana o meu future
Senhores, hontem fui livre, e vivia para os ami-
go?, dentro em pouco sorei o escravo do dever ;
sim, desse dever qne oonstUue a roligiio do dl-
relto e a santidade da justi^a.
As manif.'.stacoes de rogosijos com , nisastes q dia em que aqui chegou a noticia 4*
minha oomeacio do cargo de juiz de direito da
comarca do Ouricury, o jantar que me offuraces-
tes hontem, e dp qua I mo estou .servindo, e outros
obsequios e provasde apreco e estima com que
ma tendes sem pre hour > do, sio finezas, ou antes
cadeias qua me prendein. a uuia infinita gratidao.
Em minha vida pubUcao particular, senhores,
teaho felizmente pratieado actos dfgnos dos bons
servidores do esjado (desculpai-pie a- immodoslia),
mas nao tenlio concedido a alguero a publicidade
de acfo algum, que viesse lisongear a minha vai-
dado e tirar o meu ob.seuro nome do olvido a que
o bavia imposto.
Os services que prestei ao meu paiz dnrante a
guerracom o Paragnay, osque prestei quanda dele-
gado de policia e juiz municipal do Jaroim (Cearj)
em captaras e persegmcoes de muitos eriminosos
celebres, d'entre elles o scelerado Jose Barbosa
(autor de 11 mortes-) e sen seqniio, os services
gratnilos do recenseamento desla paroGhia, a
alforria de uma minha eserava por occasiao da
publicagao da lei do elemento servil, etc., etc.,
foram actos que ficaram obscurecidos nesles invios
sertoes, e que nao passaram do estreito circulo
desla nossa inculta terra.
Hoje, porem, senhores, nao pod^pdo resi-tir aos
vossos desejos, aceitei o vosso honroso convite,
testemunho de vossa bondade, e assas vos agra-
deco esta prova de amisade e apreco a minha
humilde pessoa.
Senhores, por que vos mereco iarJto 1 Acaso
quorerois reiribuir-iue com estas finezas o fraco
auxilio que, com minhas poucas luzes, vos tenho
prestado como obscuro advogado deste foro?
Era meu dever servir aos amigos com quem
tenho vivido em communhao politica, ara ainda
do meu dever auxiliar aos n gen tea do poder pu-
blico na repressao dos crimes, na njanutencao da
ordem pnblica e apphcagao da Io aos factos oc
eurrentes ; destes Services, senhores, eu asas me
aehava ja recompensado pela satisfafio de os
ter prestado.
Devo partir amanha para minha comarca, venho
dar-vos um abracp ; e ficai certos, senbores, da
sinceridade do minha estima e gratidao.
Villa do Sslgneiro, 8 de fevereiro de 1874.
A nlnnu) Lopes da SUoa Barros.
P. S. Havia feito estas linhas para o|Salgueiro;
querem os meus amigos as publicar ; pois bem,
nao posso negar-me aos seus desejos, e nem
tenho tempo para corrigil as. Peco, pois, ao pu-
blico desculpa da immodestia e mao alinhavado
de minhas palaVras. Silva Barros.
7/ A UMtMwcift fle rgcrew, eon*la. do-
i 2lJS?h**tW ?*wfe>.,e toda^aspftsie! di. hn
*l,i(,Ufi deve saber uraa senhora da Hwlhor so>
Art 9. 0 Coliegio adinitte alumnas internas,
meio pensionistas e externas.
A*1-. 40- A lingua que se falla no iuierior do
Lollajno e a fraace; e djiranle as aulas de inglez.
e ltatlano s6 se fallam estas linguas.
*V A* *IuB,n*s I"8 eatuiam fraacet, jn-
glez e itahano aprendera a fallar, e*crver e tra-
duzir estea idiomaa arammaticalmeBte.
Arj-12. A mensahdade para as internas e de
40*000, para as meio pensionistaa 20*000, e para
as externas 5*000, pagos adiantados por trimes-
tres que, uma vez comecados, conajderam-sa vaa-
cidos.
'An. 13. A .inslruccio das alumnas externas,
remunerada segundo o arligo antecedente, e a
dos arts 3 e 3; as internas e meio-pensionistas
teem direito a dos arts. 3, 4, 5, 477 e 8; p,odedo,
todavia, qualquer alumna axtgrn* ^requeutar as
aulas superiores mediante a indemnjsac>o, qua
as convencionar.
Art 14. As despezas com lirros, panel, etc' sio.
da competencia dos pais on correspondentes das
alurrmas, e bem assim a inateria prima deborda-
dos, e estes execuudos sio propriedade das mes-
mas.
Art, iii. As aulas no Coliegio da Santissima
Tiumdade trabaloaov duaj vezes. apdja-de manha
das 9 as 12, e dd tarde das 2 Iff as 5rljf
r, Art> IB. 0 eoxoMl das iiweruai e ao gosto de
seus pais; assim eomo a roupa lavada, eugomina-
)a e pertences por elles serao fornecidos.
Art. 17. As poquenas iadisposi^Aes e molestias
das internas sao tratadas no Coliegio ; na* graves,
porem, a dirjetora faz avisar aos pais ou corres-
pondentes para ptovidenciarero. s.bre o tratamen-
to, qae pode ser em suas oasas, oa ao Coliegio.
Art 18. Os feriados sao os das aulas publicas ,
salvo as quintas feiras que, bo Coliegio, fleam des-
tinadas a instmceio de recreio.
Art 19. Todas as materias leccicnadasno Col-
iegio da San nssi.MA Tbindaog sao professadas pela
djrecmra e suas irmias, on outras senhoras com a
aptidao precisa, e que a directora julgar nccessa-
riag.
Recife, 30 de dezembro da 187s.
Philomeni Minervina de A. Q'Connell Jersey.
apApprovoDirectoria geral dainstrucgao publica
Peraa^mbuco, 8 de Janeiro de 1874.
Jodo Batbatho Vchoa Cnvalcante.
TVT
COLLEGIO
DA


20-Bim dos Coellios-20
A abaixo assignada, licenciada pelo Exm Sr.
presidente da provincia, e pelo Illm. Sr. Dr. direc-
tor geial da iostruccao publica, tem estabelecido
na rua dos Coelhos, n, 20, a_ poucos passos da
igreja de S. Gon^alo, um coliegio para meninas,
sob a invocacao da Sanhssima Tiiinoade.
Auxiliada por suas irmias D. D. Landelina Jer-
sey e Olindina Jersey, umbas as quaes, em com-
mum com a abaixo assignada, receberam igua!
edur.ac.Jo, durante quasi sete annos, em um dos
melhores collegios francezes da cidade do Porto,
esta porcerto habilitada para transminir a suas
alumnas todos os conhecimentos adquiridos nesse
longo espaco de tempo.
Chamando a altencao dos iilustrados pais de fami
ha, nacionaes e estrangeiros para os estatutos
abaixo, a annunciante espera meracer deciuida
preferencia, pois o seu estabelecjinento se distin
gne, nao so porque nada pagam em separado pelo
estudo das artes de recreio, como tambem pelo da
linguas estrangetras que, em geral, somente se
ensina a traduzir, ao passo que no Coliegio da San-
tissima Trind\de se aprendera a fallar e escrever
correctamente ; o que se torna sem duvida de
uma vantagem e utiiidade incontestaveis.
Invocando, cheia de confianca, a proteccao de
seus compatriotas, e de todos 03 estrangeiros iilus-
trados, a annunciante e suas irmaas, no cumpri-
mento dos seus deveres, esperam e promettem en-
vidar todos os esforcos, aflra de provar que, entre
n6s, existem pernambucauas sufflcientemente ha
bilitadas para instruir e preparar nossas innocen
amaveis patricias, nao so a desempenharem
no futuro 0 nobre e respeitavel raiaisterio de
mais de familia, como a se toraarem aqui, ou em
qualquer paiz, onde se acharera, 0 brilhante or-
naraento da mais culta 0 distincta sociedade.
As aulas abrem se a 2G de Janeiro.
Philomena Uinervina de A. 0' Connell Jersey.
ESTATUTOS
DO
Coliegio da Santissima Trinbade, sob a
direcjao de Philomena Minervina d'Al-
buquerque 0' Connell Jersey, coadjuvada
por suas irmSas D. Landelina d'Albuquer-
que 0' Connell Jersey e D. Oliu Una d'Al-
buquerquo 0' Connejl Jersey.
Art. l. O Coliegio dirigido por Philomena Mi-
nervma d'Alb i|uerqne 0 Connell Jersey denomi-
aa se Coixbgio ba Santissima Trinoaoe.
Art. 2." Asaluranas recebam nelle in-truccaof
prim ina, ^ecundaria, ^elifiosa, de civilidade, e de
re*'-ii> e prt-ndas.
Art. 3. A instrucoa* primari* -leitura, es-
> :p:a, c intabelidado (as quatro operacSes) nogSes
e-gram nation- portugueza, costura cha e cro-
chet.
Art 4 A inairueeao seeaadaria comprehende
- lingua uacional, francez, inglez, italiano, hislo-1
ria,'i{ix'J'rap,'ia e arithmettca.
Art :ti." A injlracqio religioea 6 tbida. fielo a-
th^eisjoo ; as alnmiu> aprendem doutrina nhrts*
1 a, a w des os ilevcres relsgiosos a camprirjjara core
l)*s, seun pajse pareaies, e em^Sral com a so-
ciodaie.
Art C" A instrucjao da ci\>lida4a, iaJnaaje lo-
Jos os actos da vida de uma sanhora, em relacao
jtyijttwk as possoas de sua-familate com a, socie-
dade.
Kalsaparrllha de Bristol
Os veneaes das eatranhas da terra e emprega-
dos como remedios, maiam aneaalmente milha-
res de pessoas. A propria polvora e as balas nao
sio nem na metade tao mortipheras. A salsapar-
ril(u de Bristol esta inteiramente isenta dessas
maldigoes do genero humano, chamadas t espe-
ciflcos mineraes. > Seus incessantes triumphos
atravez do espaco de triola e cinco annos, sobre
as escrofulas, cancros, erysipelas e das glandu-
las ; so se devem ao reinq vegetal. E' 0 unico
remedio preparado pelos homens, que desarraiga
do syst;ma 0 virus das enfermidades malignas,;e
ao mesmo tempo restaura e fortifica a constitui-
cao physioa. Aos debeis da (brca, aos anciaos vi-
da, para os que soffrem, 6 nm bal-amo suavisa-
dor e sanlo, para os abatidos de animo, um elixir
vivinoante, para as pesseas do hello sexo um au-
xiliar perpetuo em todos os sous incommodos es-
peciaes, e para todos e 0 remedio mais efflcaz e
inoffensivo outorgado pela scieocia, para 0 allivio
3 preservacao dos soffrimentos humanos.
:tn>3JII li^l ,BB
SO?
JUNTA DOS COllRETORES
Praca Recife, 14 Ie niarco
de 1S94.
AS 3 HORAS iM TARDE.
COTAQOSS OFFi:iARS.
Algodao de 1* sorte 8*000 por 15 kilos, hontem.
Algodao da Parahyba 1" sorte 8*100 por 15
kilos posto a berdo a frete de 5(8 e 5
0|0, hontem
rf. de Vasconceilos
Presidente.
A. P. de Lemos
aecretario.
ALFANDEGA.
Readimento Oo dis 2 a 13. .
Idsm do di] 14 .
433:5425151
30:5944125
461:1J6>27G
Dascarregam hoje 16 de marco de 1874.
Escuna ingle/.aJacobine(atracada) mercadorias
nara allandega.
Barca dinamarquezaFareur(atracada) merca-
dorias para alfandega.
Patacho hollandexAcadie (atracado) mercado-
rias para alfandega.
Escuna ingleza Florence mercadorias para al-
fandega e canos para daposito no trapi-
che alfandegado do llarao do Livramento.
Barca noruegaC ipellamercadorias para alfan-
dega e machinismo ja despachado para 0
c?es do Apollo.
Barca iagleza -DAphin -mercadorias para alfan-
dega e materiaes para a empreza da com-
panhia locomotora no trapiche, para
despachar.
Brigue francez Mines de Soutnachs u.2 mer-
nas para alfandega, carvao e coke ja des-
pacliados para 0 caes do Apallo, e mate-
riaes para a empreza da companhia.lo-
comotora, ja despachados para 0 caes da
companhia parnambucana.
Vapor americano South'anterica (es"perado)
farinha para 0 trapicbe Conceicio, para
depachar
Vapor nacional Curunpe generos nacionaes
para 0 trapiche da campanula pernam
bucana.
Barca ingleza Rossini carvJo ja despac1 ado
para 0 caes uu Apollo e canos para depo-
sito no trapiche alfandegado do Bario do
Livrroento.
Barca ingleza Carrisbrookcarvao ja despchaaa-
do pari. terra.
^LTERAgAO NA TAUTA DOS PREC0S_ DOS GENEROS
SCJKITOS A D1REIT0S DE F.XPORTAQAO, NA SEMANA
DE 16 A 21 DE MARgO DE 1874.
Algodaoem rama ou la 467 rs. o kilo.
Assucarmascavado 102 rs. o kilo.
Courosde boi vcrdes 3-27 rs. o kilo.
Carvao de pedra estrangeiro, tonellada metrics
20*000.
Carocode algodao 20 rs. o kilo.
Crina -animal em bruto 300 rs. o kilo.
Alfandega de Pernambuco, 14 de marco de
1874.
0 1 conferente -A. C. de Pinho Borges.
0 2* conferenteJulio da Costa Cirne.
Approve. -Alfandega, 14 dc marco de 1874.
o inspector da alfandega
F.ibio Alexandrino de Carvalho Reis.
ImpartaetEo.
Huh' nacional Jovcn Arthur, enlrado do Para,
em 14 do corrente e consignado a Antonio L. 0.
Azevedo, manifestou:
Barris vazios 100.
Pipas vazias 75 a ordern.
JgSPA'.'HOS DE EXPOHTACAO NO D1A 13 DE
MARgO DE 1874.
Para os portos do exterior.
Nj brigue inglez Coronella, para Liverpool,
carregou-: M. Lathan & C. 300 saccos com 22,500
Eilfis de assucar mascavado.
Na barca uigteza Hermifiiuti para Liverpool,
carregou : Viuva Basto3 1,594 saccos com 119,550
kilos de assucar mascavalo ; Keller & C. 334 sac-
cas com 24,459 ditos de algodao.
Na barca portagurca. J. Adelaide, para 0
Porto, carregou : M. J. Riheiro 1 barril com 53
litroa de aguardente e 1 dito com 150 ditos de
mel.
Na polaca portugueza Graciosa, para Lisboa,
carregou : Silva Guimaries & C. 322 accos com
14,150 kilos de assucar mascavado.
Na barca portugueza Dianna, para o Porto,
carregou : A. Loyo 200 saccos com 16,000 kilos
< assucar mascavado.
Para os portos do interior.
Para o Para, no brigne pjrtuguei Relampa-
o, oarregou : A. M. Souza Siachado 300 bamcas
com 22.65J kilos de assucar braneo; Amofinllr-
ptios & C. CO ditas tem 3,683 K1 aitos de dito.
Para o Ceari, no vapor nacional Ptramma,
c*rregou : CosU.4 C. 5 barncas com 3354ilos
de assucar reflnado ; pinto Alves & C. 10 ditas
com 079 ditos de dito ; It. A. Senna 30 ditas com
1,303 ditos de dito branco : para Granja, J. G. de
Bastos 20 ditas ctn 739 ditos de dito ; para Aca
*ao\, J|L a Lppes Viaaija^ bum om 480 litros
de-aguardenlav
ti Tti ftra v Aracaty,. no luate nacional Deot u
Guarde. carregou : J. B. de Carvalho 13 barricas
com 786 kilos de assacar reflnado.
Para Alagoas, na barcaca Mirabel, carregoa:
V. C. Lopes 1 caixa com 40 kilos de doee.
CAPATA21A DA ALFANDBGA
Reaaimeato ov. dia 2 a 43
idam do dii 14 .
VOLUMES SAH1UOS
Nodu2al3.....;
No dia 14
?nmeira porw.....
iegonda port*.....
Tsreeira porta.....
Ojuarta porta......
riapicba Coaeaicio .
9:6091754
4431694
10:053*418
26,583
79
53
113
766
27.583
SERVigO MARITIalO
tl>arengas descarregadas ao trapicle
alfandaca do dia 2 a 13. -
Na dia, 14
Iimjs alracados bo trap, da- ailaadgk
Alvarengas ........
1o trapicbe Conceicio.....
53
3
1
57
RKCEBEDOIUA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PKRNAMBUC-
^endiiaeulo do dia i a 13. 29:076 4220
'dem do dia 14?..... 6:265*022
35:441*212
CONSULADO PROVINCIA!.
hWdimento dr> dia 2 a 13. 59:650,1834
Idem do di?. 14 ..... 3:868*958
63:519*792
RECIFE
deudimento do dia 13.
'dam do dia 14. .
DRAINAGE.
581*014
20*000
601*014
Augusto F. d'Oliveira &C.
A casa commercial e bancaria de Augusto
j d'Oliveira <& C, a rua do Commercio ns
42, encarrega-se de execugao de ordens
para embarque de prodactos e de todos o-
mais negocios de commissao, quercommer*
ciaes, quer bancarios,.
Deoonta lettras, e toma dinbeiros a pre-
mio, eompra cambiaes, e saca & vista e a
prazo, o vontade do tomador, sobre as se-
guintes pragas estrangeiras e nacionaes :
Loiiilrea. Sobre o union bank of
LONDON, 0 LONDON AND HANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de 1.' classe.
Paris. Sobre os banqueiros fould
& C, MARCUARD ANDRE & C. 6 A. BLIlCQUE,
VIGNAL & C.
Hambnrgo. Sobre os Srs. joao
SCI1U BACK & F1LII S.
Lisboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, e SEBASTIiO JOSE DE
ABREU.
Porto. Sobre o banco umao do porto
0 Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
Para. Sobre o banco commercial
DO PARA, 6 OS Srs. FRANCISCO GAUDENC10 DA
COSTA & F1LHOS.
Mrtiiinlnl.1. Sobre o Sr. jose fer-
REIRA DA SILVA JUNIOR.
Ceara. Sobre os Srs. j. s. de vas-
CONCELLOS & SONS.
If (thin. Sobre os Srs. marinhos & c.
Rio de .1 ii:i iro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIOVAl c
BANQUE BRASILIENNE FRANCAISE.
SEGUROS
MARITHIOS
CONTRA "o FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecid*
aesta praca, toma seguros maritimos sobr
aavios e seus earregamentos e contra fog'.
)in edificio*, mercadorias e mobibas: n
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
COMPANHIA/ALLIANIJA
seguros maritimos e terreb-
tres estabelacida na Bahifc
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:000J)S000.
Toma soguro de mercadorias e dinbeiro
imx) maritimo em navio de vela e vapore-
para dentro e fdra do imperio, assim corm
wntra fogo sobre predios, generos e fa
-ondas.
Agente : Joaquim Jose Goncalves Beltrao
i\t do Commercio n. 5, 1* andar.
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos markimos em mercadorias
fretes, dinbeiro a risco e finalmente de qual-
quer natureza, em vapores, navios vd ela ot
barcacas, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
Seguro centra-logo
THE LIVERPOOL & LONDON INSURANCE COMPANY
Agentt-s
SAUNDERS BROTHERS & C.
ll^Corpo Santo11
Capital.
?undo
NORTHERN.
20,000;00000t
8,000:0009001
Ag^ntes,
Mills Latham d C.
RUA DA CRUZ N. 38.
de reserva.
MOVIMENTC PO >RTC
Navios entrados no dia 14.
Para45 dias, hiaie brasileiro Joven Arthur, de
96 taneladaa, eapitao Joaquim Mariano-de Sou.
za, equipagem 6, em lastro ; a Antonio L. de
0. Azevedo.
Macao -6 dias, hiata brasileiro Adelino dos An-
jot, de 95 toneladas, eapitao Francisco Balbino
de Barros, equipagem 6, carga sal, algodao e
outros generos ; a Jose Joaquim Gomes da
Silva.
Navios sahidos no mesmo dia.
Portos do sul -Vapor nacional Parana, omman-
dante Quadros, carga varios geaeros.
Aracaju' e portos intermedios Vapor nacional
Cururipe, commandanta Santos, carga'Varfos
generos.
ObservacSo.
Suspendeu do kraarao para a ParahyDa a bar-
es ingleza George Walker, eapitao I.
mosmo lastro qae trouxe da Baaia.
-------
EDITAES.
ODr
de
SebastiSo do Hego Barros de Laearda. Jtt
direito especial do commercio da eidaoa 4o
Recife de Pernambuco, por S. M. o ,ImperaJr,
que Deus guarde etc.
Faeo saber pelo presente que Macbado A Braa-
dao, snecessores de Silva Bociu k Machado, me
dirigiram a peticao do theor seguinle :
lllm. Sr. Or. juiz de direito do commercio.
Machado & Brandao, snecessores de Silva Rocfaa
4 Mscbado, devendo-lhe o capifao Joao Bapttsla
de Siqueira Lobo 747^760, ant reioectivos Ju-
rat, importancia de uma sua letra, e raoU a
quaalia de 651A360, de mercadorias qae padin por
carta ; e cumprindu evitar a prescripcao qae
esta emioenle, reqnerem a V. S. se digne admlt-
li-lo a faterem seu protesto nos termos d > art
453 3 do codigo do commercio, seodo inUmado
par editos ao devedor que se acna sveots ea
lugar ineerto e nio sabido, prestada : respeetisi
justilica^ii). Pede a V. S. assim defira. kf ft. V.
Em 13 de fevereiro de 1871. Jose Tote da Foa-
ceca. Estava nma estampilba de 200 reis ittoit-
lisada com a data e assignalnras iupra.
Distribuida como requerem. Hecife II de fe-
vereiro de 1874.Barros de Lacerda.
Em virtnde do meu despacno foi distribuida
a present.- peticao ao esciivao dete juizo Er-
nesto Machado Freire Pereira da Silva, e lead*
o supplicante prodazido suas tesfeinunhas qae
depozeraia eonveaioateaU: aetuM 4a aaMana
do supplicado, o respctivo escrivao fazetHlo-nw
os aulos eoncluaoe Belles di a seuteoc> do theor
seguinte :
Julgo procedente a justificacao da ausencia do
supplicado de fls., pelo que reduua a termo o
protesto requerido, se Ihe intimc pur edilaes com
30 dias de prazo, alBxados e publicados como r
de co.-tume. Custas ex-cauta. Recife, S4 de fe-
vereiro de 1874. Sabastiao do Rego Barros da
Lacerda.
E nada mais se contioha em dita saateaea. e>
[tor forca da mesma o respeclivo escrivao intenoo
avrou o termo de protesto do theor nsgnimn :
Aos 6 de marco de 1874, nesta cidade do Re-
cife, em meu carton >, perante mim e as teate-
munbas infra assignadas, compareceram os sup-
plicante? Macbado it Brandao, e disseram qae peto
presente requeria a termo o protesto requerido
na pelicao inicial destes aulos e que offered-
como parte deste, e de, como disse, aaiignaram de-
pois de lido com as testamuuhas iodicada*, do
que faco este ter wo. Eu, Francisco Xivier de
Souza itamos, escrivao interior o escravu Ma-
chado & Brandao, Manuel Martins da Cruz, Jose
Nicaeio da Silvi Junior. E nada mais se conti-
nha em dito termo, em virtude de miaba sea-
ten;a o respective escrivi > fez passar o preaeote
edital, pelo qual caamo, cito e hei por citado ao
referido justiiicado ausentc para que dentro de
prazo de 30 dfas appareca neste jnizo por si oa
seu procurador, pruvando e que for a bem de
sen direito e justica, sob peua de revelia. Por-
tanto, toda pessoa, pareute, amigo conhecido do
justiiicado, fara sciente de tudo o expendido.
E para que chegue ao conhecimeato de todos
mandei fazer o presente, qne sera affixado nos
ugares do costume c publicado pelos jernaes.
Dado e passado nesta cidade do Hecife de Per-
nambuco, aos 14 de fevereiro de 1874.
Eu, Francisco Xavier de Souza Ramos, escri-
vao interino, subscrevi
Sebasti'l) do Rego Birros de Lacerde
Pela theseuraria provincial se faz publico
que foram trausfendas para o dia 26 do corrente
as seguintes arrematacOcs :
Obra da coberla do gvmuasio provincial, orcada
em 578*600.
Dita dos reparos da bon.ba n. 2 no seiimo laa-
i;o da estrada do sul, orrad.i em 1:012*000.
Bepaosjda capella da cada de deten^io orea-
dos em 1:578*000.
Objectos do corpo de policia.
Uluminacao da cidade de Goyana orcada em
28ti rs. diaries por cada lampeao.
Secretana da Uiesouraria provincial de Pernam-
buco, 9 de mar^o de 1874
O ofbcial-maior,
Miguel AUon.-o Ferreira.
0 Illm. Sr. inspector da trtesouraria provin-
cial manda fazer publico que em enmprimento da
jrdem do Exm. Sr. presidente da provincia de 7
Je Janeiro corrente, perante a junta desta theson-
raria se ha de arrematar no dia 21 de abril pro-
ximo vinAnnfo, .. -!. oa pinne ui-nomiuaua rait
aangue sobre o rio Serinbiem. orcada em 9:o70*.
pagos em apolicos da divida proviucial a juro de
7 por cento ao par.
As pessoas que so propozerem a esta arremata-
gao compare'.am na saia dai sessoes da mesma
tbesouraria no dia indicado acima, pelo meio dia.
competeiitoinenle habilitadas.
E para eonstar se maudou publicar o presente
delo Diario de Pernambuco.
Sccretaria da Ihes araria provincial, 20 de Ja-
neiro de 1874.
Yictoriano Jose M. Palbares,
Olnciil maior interine.
Chusulas especiaes para a arr.raaucao da ponle
denominada Pao Sangue sobre o rio Scri-
nhaem.
I.* A p 'iite denominada I'ao Sangue sera exe-
cutada de conformidadc com o orcauumto e plan-
ta approvados pelo Exm. Sr. presiicutc da pro-
vincia, no valor de 9:570*.
2." 0 arrematanle dara prucipio a obra no pra-
zo de um mez e a concluira no dc 12 mezes.
3.* 0 pagamento sera effectuado em 3 presla-
c3>;5 iguaes a proporyao da taboll.i BMCtttadt.
4.' Para tud i o mais que n'ao se achar especifi-
cado sera regulado pelo que dispoe o regulamenU>
de 31 dejulho de I860 -0 cnaenheiro cbefe, Jo-
se Tiburcio Pereira de Magaihaes.
Vicloriano Jose M. Palhares.
0 desetnbargador Frlncisco de Assis Ohveira Ma-
ciel, official da imperial ordem da Rosa, Cava-
Iheiro da de Chrisio e juiz de orpluos e ausent.-s
da cidade do Recife e sou termo, etc.
Facj saber aos que este eiital virem e deMe
tiverem conhecimeDlo,- que a requerimeut* de
D. Maria Rita de Qoecega, ioventariante dos neos
que Qcaram por fallecimenlo de sua avo D. R)sa
Maria do Espirilo Santo, snap a p.-egao |>ara s. r
vendida em uma so praga a parte do lakrada n
78 a rua da Iraperatriz.da froguezia da Boa-Vi'i.,
pertencente ao espolio do invcuuriado abaixo
mencionado :
Parte do predio.
Um sobrado de um aniar e solao a \ trapeira,
a rua da Imperatriz, freguezia da Bea-Vista,
78, com varan la de ferro na (rente, duas jiarlaa
nooitao do nasceote, outras tanlas no fun Jo. irinta
e quatro palmos de vii, e oitenla e quatr i dc
extfnsao, duas salas, ciuco quartos, um dos quae.>
e externo e em seguida a rozinha ; uma '-.-tl. e
tres quartos no sotao, qnia'.al murado, oade ha
tres quartos e porlao para a rua do Camarao,
dezoito contos de reis ; valor que e cau-a para
que o da parte que a hi po-sue o eaaal inv.-ntaria-
do e que earreap aide a dez contos noveceotos
oitenta e nm mil cento oitenta e sete reis, seja de
ouze contos quinhenlos o se-senta e ciuco mil da-
zentos e trinta e quatro reis. E para coustar,
mandei passar o presente que sera affxado n >s
Ingares do costume e publica Jo pah iuipr.nsa.
l>ado e passado sob men signal c sello nu v.ilha
sem sello ex causa, nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 9 de marco de 1874. Eu, Floriaoo
Correia de Brilto, escrivao, u ftz escrever e subs-
crevo.
Francijsc de Assis Oliteira Model.
Derdem do III n. Sr inspector >la iheou o
raria de fazenda desta provincia se faz publicoo
para conhecimento de qu-m interessar, que n,
dia 18 do corrente mez, pelas 2 hora* da tarde,
perante a junta de fazenda, ira a praca para ser
arrematada, por quem mtis vant.igens ofT-recer a
fmpreitada dos reparos necassarios a casa em qua
oacsiooa a recebednria.
Os proponent.-s deverao, em carta fechada,
apresentar suas prapoatas, devidxtneute selladaa.
as-ignaJa5 pi r elles e sens I'niires; pod^nJ
dfsde a -xaminar a r spectiva plmtt e irfimeu-
to que Ihes si-ra-i frauq i-ilo- 'etana.
Sccretaria da tbesouraria do Pernambuco, 5 da
marjn d: 1874.
0 2." escripturario, servindo de secreta.w,
Carlos J. de S"UZ i Correia.
"Edital n. 13T
Pei* iuspeclona da alfandega de P.-raaiubueo aa
faz publio que tica transfenda para as Ii h
do lit 17 do corrente a arreautacto annaB-
par e JiUl it. 136, de um far I junt n I > '.UoO
eu; Jo <-st.pa u'aiia lus, pe>an to 367 kit >*. marcu
diamante DNLn. 33, avaliado* ptr 2tidd.
Alfaudega de Peruxmbuco 14 de maree da
Wi. 9
dA74.
0 inspector,
FiWo A. ieC. Reis.
X



m*m
Diario de Pernambuoo. Domingo 15 de Marco de 1874.
-

6 Him. Sr. inspector da jhetourarla provin-
cial maada fazer public*, que em eumprimento 4a
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, do 18
de fevereiro ultimo, se ha de arrematar peraDte a
junta desa thesouraria, do dia 26 do corrente, a
e.nem por menos tizor, a obra da factura de uma
bomba para o povoado dos Monti's, no lugar da
levada, orcada em 1:903*000 e debaixo das con-
dic5es abaixo copiada*.
As pessoas que se propozereni a esta arremata-
gio, eomparecam ha sali das sessocs da mesma
junta, competentemente habilitadas no dia acima
indicado ao mcio dia.
E para sonstar, se mandou publicar o presente
pelo Diario de P^rnamftoo).
SecreUria da thesouraria provincial do Per-
nambuco, 9 de marco de 187i.
Clansalas especlaes para a arrematacao da obra
da bomba ou arcada de alvenaria no povoado
das Montes,
1."A obra da bomba on arco de alvenaria do
povoado dos Monte*, sera feita de conformidade
com o respective orcamento, na importancia de
1:903/000.
&0 arrematante comecara a obra no prazo
de nm mez e concluira no de tres mezes, contados
da data do dito contrato.
3.* 0 pagamento sera effectuado em daas
prestacoes iguaes na proporcio do service exe-
cotado.
4.Tudo mais qae nao esliver especificado nas
presentes clausulas, sera regulado de conrormidade
com o disposto no regulamento de 31 de jalho de
1874.
Victor Fournti, engenheiro chefe.
Gonforme.-Miguel Alfonso Ferreira.
OECURACOES.
Hospital militar
Tendo concorrido uma so pe9soa ao fornecimen-
to de sanguesagas de Hamburgo para serem sp
plicadas aos doeBtes deste hospital, e bem assim
para objectos do expediente, concerto e lavagem
da roupa, eittendeu o conselho deste hospital
adiar para o dia 18 de corrente o contrato destes
objectos, para o que couvida a todas as pessoas
que quiierem fazer ditos fornecimentos, se apre-
senlem no indicado >lia, pelas 10 horas da mauha.
com suas propostas em carta3 fecbadas.
Hospital militar, 14 de marco de 1874.
0 escrivao
Avelino Pereira da Cunha.
No dia 17 do corrente, depois de meio dia,
tern de ser vendido pelo porteiro do juizo, a porta
do estabelecimento de taverna, a travessa do Prata
n. 1 A, a anna^io e generos nelle existeutes, a
requeritnento de Joaode Azevedo Pereira. pmprie-
tario do predio, e despacho do juiz dc direito da
! vara.
Consulado provincial.
Por esta adninistracao se faz sciente aos deve-
dores da companhia Recife Drainage, a portaria
abaixo transcripta, do Mm Sr. inspector da the-
sonraria provincial, prevenindo-se nao so qae o
prazo fatal priocipia a ser contado do dia 11 do
andante mez, como tatnbem, que somente agora
se abrio a cabranijados encanamentos e different
dos prejos do apparelhos.
0 inspector da thesouraria provincial remelten-
do ao Sr. administrador do consulado provincial
as folha3 juntas de contas de apparelhos, encana-
mentos e annuidades, pelo servico da Recife Drai-
nage Company, pertenceotei a primeira remessa
ja existente nessa reparticao, e ora devidamente
liquidados na forma do accordo de 13 de dezem-
bro proximo passado, recommenda a S. S. a ex-
pedicao de suas ordens, para que se abra inconti-
tinente o prazo da respectiva cobranca por 30
dias uteis improrogavcis.
Na publicaeao que houver de fazer nesse sen-
tido, mandara S. S. declarar que todos os que ja
effectuaram pagamentos na razao de 50J por
apparelho, com obrigacao de satisfazerem a diffe-
rent de 205 directamente a companhia, e que o
nao fizeram, devem agora realhala nessa repar-
ticao, naquelle prazo. uma vez que pelo referido
accordo passou a ser feita tatnbem es9a cobramja
pela fazenda.
Thesouraria previncial de Pernambueo, 10 de
marge de 1874.-Antonio Witruvio Pinto Bandcira
e Accioli de Vasconcellos.
Mesa do consulado pravincial, 10 de marco de
1874.
No impedimento do administrador,
Eduardo Augusto d'Oliveira.
Mianta t'asa au. huc. i^.- ji< An
Recife. j
A junta administratiza da Santa Casa da ifise
ricordia do Recife, precisando fazer os concertos
de que necessita o predio que possue o patrimo-
nio dos orphan.;, a rua da Cruz, hoje do Bom Je-
sus n. 12, conlrata com quern se proponha a rea-
lisar ditos concertos, mediante certa renda e al
guns annos de prazo para, desfructar ; devendo
os que disso se quizerem encarregar, apresentar
suas propostas em cartas feehadas, devidamente
selladas, acompanhadas do respective orcame.ito
nesta secretaria ate o dia 19 de fevereiro vin-
douro.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 17 de Janeiro de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
to de assucar refinado que teem de eonsumir todos
os estabefeciroentos pios a sea cargo no trimestre
de abril a junho : recebe propostas na salt da
suas sessoes, pelas 3 hora* da tarde do dia 19 do
corrente.
A junta administrate* da Santa Casa do Mise-
ricordia do Recife preeisa contralar o forneci
mento de carne verde que tera de cot.umir todos
os estabelecimentos pios a sen cargo no trimestre
de abril a junho: recbe propostas na sala de
suas sessdes, pelas 3 horas da tarde do lia 19 do
corrente
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, II de marco de i874.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza
SANTA CASA DA M1SEKICOKDIA DO
RECIFE.
Venda de predios
A Illma. junta admioistrativa cesta Santa Casa,
devidamente autorisada pela presidencia, na sala
de suas sessoes, pelas 3 horas da tarde do dia 26
do corrente, vende ou permuta por apolices da
divida publiea os seguintes predios, perlencentes
ao legado de Joaquim da Silva Lopes, de que e
administradora : Forte do Ma'tos, metade do so-
brado de 3 andares n. 17, por 5:500 j ; becco do
Abreu, 3' parte do sobrado n. 1, por 2:6665666
rua da (Juia, sobrado de dous andares n. 69, por
6:000/ ; rua de S. Jorge, casa terrea n. 92, por
1:400/, sobrado de urn andarn. 30, por 2:000/,
dito meia-agua por 500/; rua dos" Guararapes,
casa terrea n. 65, por l:i0O| ; rua dos Acongui
nhos, C09a terroa n. 26, por 600/ ; Largo da Cam-
pina, dita n. 3, por 400/ ; rua da Soledade, dita
n. 72, por 700/ ; becco do Teixeira, dita n. 5.
por 250/ ; largo das Cinco Pontes, terreno, por
1:000/000.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Raeifc, li d<- fevereiro de 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza
ftanta Casa de Misericordia
do Recife.
A junta adnrinistrativa da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife preeisa contratar o fornecimen-
to dos generos abaixo declarados, que teem de
eonsumir os estaJielecimentos pios a seu cargo,
excepluando o hospital Pedro II, no .trimestre
de abril a junho vivjdouro. Recebe propostas na
sala de suas sessSes, pelas 3 horas da tarde do dia
19 do corrente :
Aletria, kilogrammo.
Aguardente, litro.
Azeite doce, idem.
Arroz do Maranhao, idem
Bacalhao, kilogrammo.
Banha de porco, idem.
Batatas, idem.
Chi Hysson, idem. ,
Cafe em grao, idem.
Carne secca, idem.
Cebolas, cento.
Farinha de mandioca da terra, litro.
Feijao mulalinho, idem.
Farello, sacca.
Fnmo do Rio, kilogrammo.
Gaz, lata.
Milho, sacca.
Manteiga franceza, kilogrammo.
Potass*, idem.
Rape, idem..
Sablo, idem.
Sal, idem.
Tapioca, idem.
Toucinho, idem.
Felas de carnauba, kilogrammo.
Vinagre, litro. j
Vinho tinto de Lisboa, idem.
Vinbo branco, idem.
Yelas stearinas, kilogrammo.
A junta administrativa do Santa Casa de Miseris
cordia do Recife preeisa contratar o fornecimento
de pao e bolacha que teem de eonsumir todos os
estabelecimentos pios a sea cargo, no trimestre de
abril a junho : recebe propostas na sala de suas
aessSes, pelas 3 boras da tarde no dia 19 do cor-
rente.
A jnnta administrativa da Santa Casa de Mile-
xjeordia do Recife preeisa contratar o fornecimen-
sANTA CASA DA MIShKlCUKLlA UU
RECIFE.
A Illma. junta administrativa da santt casa di
Misericordia do Recife, manda fazer pubheo qu
aa sala de suas sessoes. no dia 12 de ma<-eo pe-
las 3 horas da tarde, tern de ser arrematadas a
quern mais vantagens offerecer, pelo tempo de ir
a tres annos, as rendas dos predios em seguid
(4 jut 1 n f\B
ESTABLLECWENTO DE CAR1DA0E.
Travessa de S. Jose.
Casa n. 11.......I 201/000
Rua de Santa Rita.
Idem n. 34 fechada .a ..... 264/000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Pateo do Paraizo.
2.* dito dito .......300/000
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209/000
Becco das Boias.
sobrado n. 18.......421/000
Rua da Cruz
Sobrado 14 (fechado).....1:000/090
Ruo do Pilar.
Casa terree n. 100......241/000
Idem n. 102 fechada......241/000
Rua das Larangeiras.
Casa terrea n. 17. .... 361/000
Os pretendentes deverao apresentar no acto da
irrematacao as suas flancas, ou comparecerem
icompanhados dos respectivos fladores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia enj
que for seguro o predio qua contiver estabeleci
mento commercial, assim como o senrico da lim
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re
jife, 2 de mar^o o de 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza,
Armazens da companhia per
nambucana.
Nearuros contra o Togo
A comp?.nhia pernambucana, dispondo de ex-
J cellentes e vastos armazens em seu predio ao for
te do Matlos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantindo a inaior con-
servacao das raenndorias depositadas, servifo
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante preyio accordo, ex-
clusivamente 6s generos do uma so pess6a.
Estes armazens, alem de arejados e commodos,
sao inteiramtnte novos e asphaltados, isentos de
enpim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem ntilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao esiriptono da com-
panhia pernambucana, que acharao com qcera
tratar._______________
Ikclaracao n. 1.
Pela contadoria da camara municipal desta ci-
dade, sao chamados a virem pagar a bocca do
cofre, do 1 de margo vindouro, todas aqnellas pes-
soas que se acham sujeitas ao pagamento dos im-
postos crealos pela lei provincial n. 1126 de 18 de
junbo de 1873, relativamente ao exercicio corren-
te de 1873 a 1874, cujos sao os seguintes : fores
e laudemios de terrenes municipaes ; 2/500 sobre
estabelecimentos que vender espiritos; 3/ por
cada licenoa que tirarem as boceteiras para ven-
derem dentro do municipio, e de 30/ pelos mas-
cates ; 6/ por cada carroca <,u vehbulo empre-
gado nos servicos da cidade, villas e povoacoes ;
100 rs. por palmo de terreno dentro da cidade do
Recife e seus soburbios, que nao esteja edificado
ou cultivado, embora se conserve murado ; 20/
por cada casa de sobrado na cidade do Recife, que
conservsr varania ou sacada de madeira ; 10/
por cada casa de sobrado, enjo exterior se conser-
var estragado, e 3/t 00 por cada casa terrea em
i?uaes circumstancias ; 10/ por cada casa de so-
brado nas ruas que ja foram calcadas, que nao
tiverem os passeios a ella correspondentes, feitos
no mpsmo nivelamento e alinhamento dos qne ja
t;..urum ido executados de conformidade com as
po.Muras municipaes, e oa por caoa casa tei rca
nas mesmas condicSes ; !''/ por cada casa de so-
brado, cujos quintaes deitem para ontras ruas e
nao estejam murados ate o respaldo do pavimento
terreo em forma exterior de edidcio, e 5/000 por
cada casa terrea em identicas circumstancias;
60 rs. por palmo de terreno no3 povoados da Mag-
daleoa, Capunga, Chacon, Casa Forte, P050 da Pa-
nella, Caideireiro, Monleiro e Apipucos, que noa
estiver murado ou cercado; 40 rs. por palmo de
terreno em t^da a extengao da cidade do Recife a
Apipucos, que nao estiver murado, exceptuando-
se os terrenos que tiverem cercas nativas em bom
estado de conservacao; 20/ Dor caia baixa de
capim dentro da cidade do > machina a vapor, montada na cidade do Recife
para qualquer mister ; c linalmento 0 imposto de
45 por cada caa de negocio nas.cidades, villas,
soburbios e povoacSes, devendo, porem, es contri-
butes, quando tiverem de pagar este imposto, a
apresentar na contadoria 0 conhecimento do im-
posto geral sobre industria e profissJo, afim de
provar ter assim satisfeito 0 referido imposto
geral.
Declarapdo n. 2,
A mesma contadoria da camara municipal desta
cidade scientiGca a todos ostlonos de diversos es-
tabelecimentos de porta aberta, a virem pagar os
impostos atrasados quo se acham a dever, dos
exercicios passados, bem como os demais in.pos-
tos acima especificados.
Contadoria da camara municipal do Recife, 27
de fevereiro de 1874.
0 contador
Hypolito C. de Vasconcellos A. Maranhao
Arrciiialaao
Perante o Exm. Sr. desembargador juiz privati-
vo de orphaos, tera lugar segundafeira, 16 do
corrente, ao meio dia, no andar da casa n. 40,
na rua da Imperatriz, a arrem.tacao por venda das
obras de ouro, joias, obras de prata, moveis, lonca
e vidros consistindo em uma pulseira de ouro
com t,nlhantes, brincos com brilhantes, pulseira,
correntao, cadeia pan relogio, trancelim com di-
versas pepas de ouro e de c< ral, bracel. te e alfi
neie de mosaico, annei? de esmoralda e brilhante,
brinco.s de camapheo, botoes d! esmeralda para
abertura, mcedas de ouro engrasadas para pu-
nhos, pince-nez. anneis, rosetas com diamames,
consistindo 3s obras de prata em salvas, rasticaes,
cafetcira e assucareiro, baoleija e 'esoura para
espavitar velas, copos, palmatoria, escrivaninha,
maraca, colheres para sopa, para cha, 0 para
tirar arroz, conchas para tirar sopa, c para assu-
car, disticos para garrafas, campainhas, consistin-
do os moveis em um rico santuario (a respeito do
final se fara proposta), t oltrona de amareilo, ca-
deiras de jacarania e de amareilo, lavatorio de
amareilo com pedra, raarqueza, cama de jacaran-
da para casal, commoda, vasos de crystal para
queijo, copos para agua, calices para vinho e
champagne, garrafas de crystal, um apparelho de
vidro verde Jourado para toilet, e outro de lonca,
mangas para lanternas, diversos pares de jarros,
cujof bes sao pertencentes ao espolio do finado
.Leopoldo Ferreira Martins Ribeiro, e vao a praca
por despacho do mesmo Exm. Sr. desembargador
juiz de orphaos, prevenindo-se que so a vi-ta do
auto de arrematajso serio entregues os bens ar-
rematados.
-Nuita L'asa da Misericordia do
Recife.
Em vista da ordem da Illma junta administra-
tiva sao convidados os parentes das menores infra
mencionadas a virem retira-las do collegio das
orphas. por ja terem attingido a idade marcada
!no respectif 0 regulamento, e acharem-se com snas
educajoes terminadas. squellas que nao forem
retiradas dentro do prazo de 30 dias, contados da
data do presente, serio entregues, de accerdo
com 0 $ 3* do art 48 do mesmo regulamento, a
familias hoaestai para abi se empregsrem no ser-
vico domestico.
Senhorinha dos Santos, filha de Jose Joaquim
dos Santos e Antonia Maria.
Leopoldina Maria da PaixSe, filha lo Cla^a de
Jesns.
Maria Eliza Alves, filha de Joanna le til
Valeriana dos Santos, filha $0 Joarjuim J>* 9**-
$93 e afaria Margarida.
Alexandrina Bezerra Cavalcanle, Blha de Jose
Bezerra Cavalcante e Rosa Beaerra de Menetet.
Idalina Lacerda, filha de Pedro Alexandre de
Laeerda e Anna Francisca Paes Barreto.
Josepha Lima, filha de Joaquim Lima de OU-
veira e Joanna Varia.
Minervina, filha de Jose de Azevedo e Antonia
Qufrubina de Azevedo.
Candida lilha de Vital das Chagas Coelho e Car-
ota de Lacerda.
Rosa, filha de Antonia Joanna de Barros.
Dionlzia, filha de Vital das Chagas Coelho e Car
lota de Lacerda.
Antonia, filha de Manoel Felix Barbosa e Mar-
colina Guimaraes.
Adelaide Francisca da Silva, filha de Francisca
de Assis.
Alexandrina Maria, filha de Felippe Martinbo do
0' e Maria Jo'aquina d>. E*pirieo Santo.
Rosa, filha de Antonia Joanna dp Barros.
Secretaria da Santa Casa da MiseriorJia do
Recife, 13 de marc/> de 1874.
u escrivao
Pedro Rodfigue; de Si>uza.
Juizo de orphaos
No dia 16 do corrente vio a praca, por ordem
do Exm. Sr. desembargador juiz de orphaos, de-
pois da audiencia e na respectiva sala, nao s6 0
resto dos moveis pertencentes ao espolio do finado
commendador Manoel Luiz Viraes, bem como todo
ouro, prata e objectos de vidro que fazem parte
do mesmo espolio.
Luso-Brasileira
De ordem da presidencia convido aos senhores
socios para assistirem a sessao magna, inaugural
da imagem do nosso padroeiro 0 venerando pa-
triarcha S. Jose, e do retrato do illustre fundador
desta associacao 0 Dr. Agostinbo Maximo Noguei-
ra Penido, no salao de honra, pelas 7 horas da
tarde do dia 19 do corrente ; e amplio 0 mesmo
convite aos senhores candidates que tern de pres-
tar juramento e inscrever-se no grande catalogo.
Secretaria do conselho fiscal da scciedade be-
neficenle L]u?o-Brasileira em Pernambueo, 10 de
marco de'1874.
0 1 secretario
Joan Martins de Andrade.
AVISOS- MMITMOfc
Companhia Allianga Mariti-
ma Portuense.
Empreza de navegaeao entre
Portugal e Brasll.
A barca portugueza Joven Adelaide, recebe car-
ga a frete para os portos de Lisboa e Porto, de-
vendo seguir com a maxima brevidade ao seu
destino : trata-se com os respectivos consignala-
jios Jose da Silva Loyo A Filho.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.
DE
KavegacSo costeira a vapor.
FERNANDO DE NORONHA.
0 vapor Mandahu, comman-
dante Julio, seguira para
0 porto acima no dia 16 dc
corrente, ao meio dia : escrip-
tono no Forte do Mattos n. 12.
Pacific Steam Navigation Compam
ROYAL MAIL STEAMER
SORATA
aspera-se da Europa ate 0 dia 24 do corrente, e de
Duis da demora do costume, seguira para Mania,
Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos-Ayres, Valpa-
raiso, Arica, Lilay e Callao, para onle recebera
passageiros, encommendas e ainbeiro a frete.
Nao sahira antes das tres horas do dia da die-
gada.
OS AGENTES
Wilson Rove A C.
14RUA DO COMMERCIO14
RA LISBOA
Recebe algnma carpa a frete modico a barca
portugueza Josephina II, a sahir brevemente : tra-
ta-se com E. R. Ilabdlo & C, a rua do Commer-
cio n. 48.
COMPAXHIA
UESSAGERIES MARFTIMES
I.iniia mensal
ERYMANTHE
Espera-se ;dos poitos do sul do dia 13 do cor-
rente em diante, seguindo depois da demora do
costume para Bordeaux, tocando em Dakar (Go-
ree) e Lisboa.
Para condicfies, fretes e passagens, trata-se co"1
OS AGENTES -.
Harismcndy A Labille.
9 Rua do Commercio 9
PACIFIC STEAM NAVIGATION COM
PANY
KOYAL MAIL STEAMER
Rio de Janeiro
Para 0 referido porto preteode seguir com pou-
ca demora 0 patacho brasileiro irabe, por ter a
maior parte de ten carregamento engajado ; e
para 0 resto que Ihe falta e etcravos a frete, Ira-
ta-se com os consignatarios Joaquim Jose Goncal
ves Beltrio & Filho, a rua do Commercio n. 5.
PARA'
Segue com brevidade para 0 referido porto a
escuna Georginna, teado ja parte de seu carrega
meato engajado ; para 0 resto, trata-se com Tasso
Irmaos A C, a rua do Araorim n. 37.
Para Lisboa
0 patacho portuguez Graaosa, vai sahir com
brevidade por ter a maior parte da carga proinu-
u, u para 0 resto trata-se com os consignatarios
Silva Guimaries & C, praca do Corpo Santo nu-
mero 6.
Companhia Allianca Mari-
tima Portuense.
A galera portugueza Savdade, seguira em pou-
cos dias para 0 Porto, com escala por Lisboa.
Ja tern contratada gnnde parte da carga ; e
para 0 resto, trata-se com os consignatarios e
agentes da companhia,
Jost da Silva Loyo em seu escriplono a rna da Companhia Pernam-
bucana. "
CompanWa americana e brasileira
de paquetes a vapor.
Ate 0 dia 16 do corrente e esperado dos portos
do norte 0 vapor americano South America, com-
dante Tinklepangh, 0 qual depois da demora do
costume, seguira para os portos do sul.
Para fretes e passagens, trata-se com os agentes
Henry Forster & C, rua do Commercio n. 8
Para 0 Aracaty em direitura sahe 0 novo
superior palhabote nacional Leonilia da Cruz, ca
pitao e pralico Manoel Caetano da Costa, tera parte
de sen carregamento tDgajado; e para 0 resto que
alta, trata-se com 0 consignatario Antonio Albert0
de Souza Aguiar, a rua do Amorim n. 60.
VRUA DO VIGARIO THENORIO N. ii,
ARMAZEM.
Pel* preposto da agentc Pc.
LEILAO
No dia 20 do corrente vao a leilao lodos os
objectos dados em penhor que estivere/n vend-
doi, salvo aqnelles que at* aquella data pagarnin
os premios vencidos. .
Travessa da rua das Crozes n. 2.____
Para.
Pretende Seguir para 0 indicado porto, com pou-
ca demora, a barca portugueza Social, por ter
porclo da ;arga engajada; e para 0 que lhe falta,
trata-se com os consignatarios Joaquim Jose Gon-
calves Beltrao 4 Filbo, a rua do Commercio n. 8.
Rio-Grande do Sul.
E' esperado do Rio de Janeiro, em poucos dias,
0 brigue nacional Amelia, 0 qual seguira para 0
porto acima ; com pouca demora para 0 resto da
carga que lbe falta, trata-se com seu consigna
tario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, na rua do
Bom Jesus n. 57.
Para o Para
recebe carga e brigue portuguez Relampago, e
pretende seguir com loda a brevidade por ter
grande parte da mesma engajada : quern no mes-
mo quizer carregar, (rate com s'us consignata-
rios T, de Aquino Fonceca & C, successores, a
rua do Vigario n 19.
LEILOES.
LEILAO
DE
uma casa terrea n. 212, com duas frentes, uma
para a rua de Vidal de Negreiros, e outra para
.', a rua Augnsta, tendo sala e 4 quartos, em chSo
proprio, e esta livre e deserabaragada de todo e
qualquer onus
Quarta-feira ]8 do corrente
Ao meio dia
0 agente Pinho Borges, bastante autorisado, le-
va ra a leilao a casa acima sitada, em seu escrip-
torio, a rua do Bom Jesus n. 53, primeiro andar.
Os pretendentes podera desde ja examina-la, 0
Sualquer declaracao relativa, 0 mesmo agente po-
e dar.
LEIL40
POTOSI
(oiuniiinilante Shannon.
espera-se dos porto9 do sul ate o dia 29 do cor-
rente, e depois da demora do costume, seguira
para S. Vicente, Lisboa e Liverpool, para onde
reeebera passageiros, encommendas e carpa a
frete.
Nao sahira antes de meio dia.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14RUA DO COMMERCIO14
DA
armacio, generos e utensilios da taverna da rua
da Penha n. 6
Quarta-feira 18 3.0 agente Martins fara leilao, 'competentemente
autorisado, d'armacao, generos e utensilios da ta-
verna da rua da Penha n. 6, a qual se acba sorti
da e afreguezada, e garante-se a casa ao compra
dor do estabelecimento.
Principiara as 11 horas.
leilao
DE
;) caixas com papel maiz, para cigarros
AVARIADAS
QUARTA-FEIRA 18 DO CORRENTE
as II horas
0 agente Pinto fara leilao, por autorisacSo do
gerente do consulado de Fran;a, em presen$a de
seu chanceller, e por conta e risco de quem per-
tencer, de 3 caixas marca L R contra marca F,
ns. 1,234, 1.256 e 1,257, com o conteudo acima
mencionado, avariadas a bordo do vapor francez
Mendoza. 0 leilao sera effectuado no dia e hora
acima mencionados, no escriptorio do referido
agente, a rua do Bom Jesus n. 43.
!A.\I!IA BVIIIWA
DK
LIMITADA
Maeid. Penedo, Araoaju
e Bahia.
E' esperado dos portos do sul ate o dia 2i do
corrente o vapor S. Salvador, o qual sahira para
os portos acima no dia seguinte ao da sua che-
gada.
Recebe carga, eneommendas, passageiros e di
aheiro a freto.
AGENTE
AntoDio Ldiz de Qliveira Azevedo,
57Rua do Bom JesusH7
Porto por Lisboa
A galera portugueza Fimuza, one se espera a I marquezdes, camas franceza'i de amareilo e mog
Grande e importante
LEILAO
DE
moveis, louca, vidros, perfumarias, miudezas, ma-
chinas para cafe, caixas de Flandres para con-
feitarias e uma macbina para cortar furao
Quarta-feira 18 do corrente
As 1 [ horas < a man ha
No armazem da rua do Vigario Thenorio
D. li.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
;onia e risco de quem pertencer, de 1 mobilia
de jacaranda, com tampos de pedra, 2 pianos in-
Slezes, de mesa, i mobilia de junco, con tampos
e pedra, 1 dita de amareilo, I secretaria de dito,
I rica toilette de jacaranda, 1 rico santuario de
dito, 1 gnarda-louca de amareilo, 1 guarda-vesti-
do de dite, I guarda-comida de megno, 1 dito de
amareilo, 2 quartinheiras, 1 cabide, 1 cartcira, 1
par de eadeiras de balancp, de vime. 1. par de
consolos de amareilo, 1 apparelho para jantar, 1
dito para almoc/>, 12 pratinhos para bolinhos, uma
poi cio de mnsicas para piano, uma percao de li-
vros de poesias, etc., 3 mesas redondas, 2 mesas
de pinho, 2 aparadores, 2 meias conunodas de
amareilo, 1 commoda ieteira de dito, 1 par de ea-
deiras de balaneo de jacaranda, 1 dito de ditas de
amareilo, 2 bancos para piano, 2 toucadores de
jacaranda, 1 dito de faia com pertencas, 2 mesas
peqnena), uma porcio de botoes para punhos, 2
meiinhas para tomar cafe, eadeiras, marquezas.
LEILAO
LIE
locomotoras e oarros do syste-
ma Thomson, ou carros ( borracha
\odial5 de abril.
Em virtude de nao se poder disp6r de boas es-
tradas de rodagem nesta provincia, os possuidores
do material acima mencionado esiao resolvidos a
vende-lo todo em leilao ou separadamente, confor-
mese convencionar.
0 emprego destas machinas em grande nnmero
de paizes da Europa, Asia, America do Norte,
onde ellas tem suhstituido os antigos systemas de
transportar cargas pesadas, dispensam os seus
possuidores de encarecerem a sua grande utilida-
de, como meio de transports econoraico e comrao-
do para os engenhos, e toda sorte de propriedade
agri ola ou industrial, que disponha de planicies,
enja situacao dos respectivos depositos ou arma-
zens fiquem distantes do lugar de produc.ao ou de
fabrico.
Estas machinas podem trabalhar como machi-
nas fixas, para o que tem competentes volantes, e
servir para serrarias, enfardamento de algodao e
fazer mover toda a sorte de apparelhos. etc., etc.
0 materia 1 consta do seguinte :
2 locomotoras de forca nominal de 8 cavallos
cada uma, com caldeiras verticaes e fornalhas
qoadradas e oval, podendo queimar carvao ou le
nha, com fumigadores e cinzeiros, dispostos de
sorte que se previne qnalquer accidente de incen-
dlo. Estas machinas possuem todas as pecas in-
di3pensaveis de sobresalentes, e sio completas a
todas os respeitos, esiao novas e em perfeito esta-
do de conser a^ao, visto como, apenas trabalha-
ram o tempo necessario para se demonstrar pra-
ticamenta as suas vantagens.
6 carros solidamente con=truidos, suspensos em
excellentes molas, sendo dous com porlas late-
raes, dous com ditas na parte posterior e dous ra-
sos, proprios pf.ra transporte de caldeiras, moen
das. etc.
0 leilao sera effectuado pelo agente Pinto, a rua
d'Aurora n. 91, estacao das ditas machinas, e pe
las II horas horas do dia 15 de abril.
Da-se todos os esclarecimentos a rua Bo Bom
Jesus n. 8, primeiro andar.
A 9:000
Botinas para honiem
Acaham de chegar grandes Uiamm baa aor-
tidas de botinas da bezerro, de cordayio, de pelh-
ca, da duraque com biqnoira, de beterro com bo-
tdes, e com ilho?<' a 3**K) (aescnlhr) por Hr
vindo grande qniniliMda por contaja ordem do*
fabricantes : ao arouzem do vapoa* francez, a ma
do Baiao da Victoria (outr'ora Son) m. 7.
Calcailo
francez.
AVISOS DVj-HSOS
Attencao.
Precisa-se ccm urgencia de uma ama de
leite, que seja ssdia, e que tenha bom e
abundante leite, para tomar conta de uma
crianc,a de dias, dando-se preferencia & mu-
Iher do matto : quem, pois, estiver ncstas
circumstancias appare^a no 'i. andar desta
typographia para tratar.
Tinturaria
RUA MATHIAS DE ALBUQUERQUE N. 25
(antiga rua das Flores).
Tingi se, lava-se e limpa-se com a maior per-
feicao fazandas em DOOM ou em obras de qual-
quer qualidade que sejam, taes como, Is, algodao.
seda, touquim, pennas, chape"os do. fi-ltro e de
manilha, ou pallinba de todas as cores, etc.
Os Srs negociantes, logistas e particulares
experimentem que todos acharao proveito e van-
tagens
Aviso : Depois do ultimo deste mez corrente,
fleam considerados como abandonados todos os
objectos entregues a esta casa no anno de 1873,
e serSo vendidos pelo preco do seu trabalho.
Escravo fugido.
Ausentcn-se no dia 20 de fevereiro proximo
passado, da casa de seu senbor, abaixo assignado,
o escravo Estevao, com os signaes seguintes : cor
preta, idade de 25 annos, alto, espadatido e cor-
polento, tendo j pescoco curto e grossn, e a ca-
beca um tanto chata. Dito escravo 6 natural da
provincia da Parahyba do Norte, fol vendido era
1868 na villa do Inga, pelo Sr. Pedro Antonio da
Costa ao Sr. alferes Manoel da Assumpgao e San-
tiago, que no mesmo anno o trouxe para esta
praca do Recife, vendendo-o entao ao abaixo as-
signado. Presume-se que dito escravo tenha se-
guido pan sua provincia natal. Boga-se, pois, as
autoridades policiaes e capit ies de campo a ap-
prehensJo de dito escravo, gratiflcando o abai.\o
assignado a quem o agarrar e apresenta-lo na rua
do Bram n. 96.
Recife, 11 de marco de 1874.
Francisco Ribeiro Pinto Guimaraes.
CASA DA FORHA.
AOS 4:000,^000.
BILHETES GARAiVTIDOS.
1' rua Primeiro de Marco (outr'ora rua d>
Crespo) n. 23 e rasas do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido nos seus fe
Jzes bilhetes, um inteiro n. 3,418 com 700J, nm
inteiron. 1457 com 2004, um inteiro n. 345'i com
100/, e outras sortes de iOl e 20* da loteria que
9e acabou de extrahir (91'), convida aos p"ssm-
doresavirsm recebcrna conformidade do costu-
me sem desconto algum.
Acham-se a venda os feiizes bilhetes garnntid^
la 61 parte das loterias a beneficio da Igreja
do Atiiparo de Goyanna (92*), que se extr^hira na
sexta fei'a, 20 do corrente.
- prEgos
Bilhete inteiro 5*000
Meiobilhete 2i.HJ
M PORCXODE 1005000 P.\R\ C1MA.
Bilhete inteiro 3*500
Meiobilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza
todo o momento do Rio de Janeiro, seguira pou-
cos dias depois de sua chegada para os portos
acima, para onde recebo ainda algnma carga a
frete barato : trata-se coni Silva Guimaraes 4 C,
praca do Corpo Santo n. 6,
no, camas de ferro, e raiiitos ontroi artigos que
se acharao presentes no acto do leilio.
QUARTA-FEIRA 18 DO CORRENTE
A's 11 boras
/
Um sitio na travessa da Cruz das Almas, perto
das cstac,des~da Taraarineira e Jaqaeira. com ex
cellente casa de vivenda, nova, muito commoda
e asseiada : tendo 2 salas, 6 quartos, e fora co-
zinna, despensa, sala de engommar, quarto de co-
zinheiro ; assim como cocheira, estribaria, dou9
quartos para criados, latriaasj cercado de ferro,
banheiro, gallinheiro, etc. etc. : a tratar no sitio
do commendador Tasso.
Precisa-se alugar uma easa boa, com bas-
tantes commodos para grande familia e que seja
nos seguintes lugares : Soledade, Capunga, Man-
guinho, estrada de lo\a de Barros, on por outros
lugares perto destes : qnem tiver annuncie para
ser procurado ou dirija se a rua do Duque de
Caxias n. 111.
% Consoltorio medico %
do g
Dr. Murillo. Q
RUA DA CRUZ N. 26, f ANDAR.
Reoern-chegado da Eurepa, onde fre-
quenton os bospitaes de Paris e Londres,
pode ser proenrado a qnalquer hora do
I aia on da noite para objecto de sua pro-
I fissao.
| Consultas das 6 horas da manhl as 8 ho-
| ras, e do meio dia as duas da tarde.
Gratis aos pobres.
ESPEaALDDADES.
Moicstias de seohoras, da pelle e de
erianca.
Para liomem.
BOTINAS de bezerro, tdrdavao, peHica, lustre
de duraque coin biqueira, dos melborf *
fabricantes.
SAPATOES de bezerro, de cordavio e de case-
mira.
SaPATOR de lustre com salto.
SAPATOES atamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, sitios e jardins.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranea
francezes e portuguezes.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phanUsia com salto, brancon,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranea.
I'ara meninaa.
BOTINAS pretas, brancas e de cores different**,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de di versas qualidades.
SAPATOS de tranea portuguezes.
Para meninoa.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavio.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diver**"
qualidades.
SAPATOS do tranea francezfs e portngnezes.
Botas de montaria.
Lotas a Napoleao e a Guilherme, pernei-
meias perneiras para homon', e meias perneir^*
para meninos.
No armazem do vapor francez, a rua do Barl.
g- Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balaneo, de brace, de gnernico**,
sofas, jardineins, mezas, conversadeiras e costo-
reiras, mdo istn anilo bom por serem fortes
levos, e rs mai proprios moveis para saletas e ga-
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, a ma do Barwi
da Victoria n. 7, onlr'ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar mnito bons pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers t Pleyel Wolff 4 C.: no
vapor francez, a rua do Bario da Victona, on-
lr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, 'opiata e pos den
truice, agua de tlor de laranja, agua de toilete.
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosneticos, muitos atfgos delicados em perfuma-
ria para presentes m frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas f arratai de differentes tame-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem coohecides fabricantes Pivere Coa-
dray.
No armazem do v-f. >r-fran.-ez, a rua do B;r-v
da Vjctori?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
irtififo* phantiizins.
9pelhos doorados pnra =f!.i-- s gabinetes.
Leques para senhoras e pan meninas.
Luvas de Jouvin, de Dc de Escocia ede camnrca-
Caixinhas de costurr- orcada t m. musica.
Albuns c ifjk-fnnl .' retratOR.
Caixinhas com vidr de :f-:vntar rotratcs.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido
Correntes de plaque muito bonitas para M'
gios.
Cri er-9 nr'tacfic -1 hotSw de punhos de pla
jue,
Bolsinhas e co're.s de seda, de vellndo e de *-
rinho de cores.
Novos objectos de phantaxia nira cima derrv-i
e toilette.
Pincinez de c'res, d prata docrado, de a^o
de tartaruga.
Oculos de a;o Bno e de '.>das as gnarnitoes.
Bengalas de iuxo, c:cna, com castoes de ma.r-
cm
Bengal las dhrers** ~ prtrde s rtimento ps:a
omens, e menit
Chicotinhos de : .- Je muitas qnalid."
diverm.
Esporas de tarracba para a!t'>s dc botas.
Ponteiras de eepoan para charutos e cigarrri''
Pentes de tartaruga para de?'>mbaracar e par
barba.
Ditos de marHTi T'.-.ito flnos, p:ira limpar -?a-
beca.
Escovas para ronpa, \ibollos. unhasepara dis-
tes.
Carteirinhas de medrepereu pan dinheiro.
Gravalas brancas e de seaa preta para homer;-
e meninos.
Campainhas de n'^la para eh mar criados.
Jogos da gloria, do dama, de bagatellas, de do-
mino e outros muitos iilferentes joguinhos aile-
mJes c francezos.
Malas, bob;as e ;a de vnaaaa de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas d.' martim para m crianjas aorde-
rem, bom para ns dentes.
Berfos de Times para embalar criancas.
Cestinhas de vima para braeo de meninas.
Carrinhos do qnatro rodas. para passeios de
crian^as.
Venezianas transparcnlef para portasejanellii-'
Reverberos tranparentes para candieiros de
gaz.
Estereoscopo8 t -'ooramas com escolhidas
vistas.
Lanternas nagicas .m ricas vistas de cores vidros.
Vidros amlgos ,'jira "OWIMrMM.
Globos de papal de rflpw para illuminajoe* d
testas.
Baldas aereosta is le oapel desedamni I
le subir.
Machinas dt- varing systemas para cafe.
Kspanadores Jo palba e do iennas.
Tosourinhas e c.iuivetee Unas,
Tapetes com vi'.riihos para mangas e laclemv.
Tinteiros do looca branca, inodelo bonito e bow.
Tiras de molduras douradas e pretas para
foadros.
Quadros ja pranptH Ml paysigens e pbanu-
na.
Estampas avulsas de santos, paysageus e pban-
tazias.
Objectos de rnpie.is para divertimentos em fa-
milia.
itealejos paquenos de *eia com liadas pecas.
Realejos aalinonicoi on accordions de todos os
amanhos, e outros muitos artigos de quinqnilba-
rias difflceis de n:am.*ionar-se. No armazem do
vapor francez, rua do Baiio da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Hedidas de 40 a 100 metros.ptis e paJmos para
medir terrenos.
Brjnquedus para mcniios
A maior variedade qne se p<' dos os brinqnedos fabricados cm differentes partes
da Europa, para enlretenimentodas criancas, tod
a precos mais resumidos que 6 posNvel: ao ar-
mazem do vapor frane, rua do BarSo da Vino-
ria, outr'ora rua Nova n. 7.
Ceslinltas para cosiura
Grande sorllmento do bonitos modeloschegad.-
ao armazem do vapor francez, rua do Bario da
Victoria, outr'ora rna Vova, n. 7.
Advogado.
H 0 barharoi 'Joio Gitirana. advega em
Palmares, e pode ser procurado na vUla
do met mo nomo, cut r'era Una, alto da
Matriz, escriptorio da ccoltertorn.
' W. W^'&. W 9 W^MH-^4kr^l
Precisa-se de dous trabalhadurea ouaMjatt
bons, e tambem de um escravo, ig.-.-a* beta aln-
guel ; na rua Duatta dos Afogado* a. V.
"mi


-^^^^^ggMMgAhjgtopk-^^



Diario de Pemambucu Domingo 15 de Marco de 1874,
^j

----------

FDNDICAO DO BOWMAN
RUA'DO BRDM N. 52
(Paasando o chafariz)
PEOEM \OS aenborea de engenho e otitroa agncnhorea, e mpresart jre <1 uj
tiiusmo o favor de ama viiila a sen eitabelecimecl.., para veretu o u-r-t amduisnu
otaptet > qoe a hi tem; seodo todo superior em qoalidade e (ortidio; o qae com a ins
oac$Io pessoal pode-se veriflcar.
ESPECIAL ATTEN(JAO AO NUMERO E LOGAR DE SUA FUNDICAO
l7onfMAo o A)ea A9<%t*n<% dos maia moderooa systemai e em ta
V apOrSa O iOUaS Q ngUa machos conveoientes para as diversas
iircamatancias doa aenhorea proprietary* e para descarocar algod3o.
Koendas de canna 2 a8:meiaor6' qoe *
Rodas dentadas .*"'"'*"
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiqnes.
flTarVhinicmne para mandioci e algodao,! Podeodo' todos
aMHJIlllllDlalUD e para aerrar madeira. I ser movidos a m5o
Rnmhaa lpor ?ga'' vapor'
WllUUitB de patente, garantidas........ |ou ammaes.
Todas as maehinas e pe?ag de qne M c08toma preciMr
Fan qualquer concerto de m,chiflisn10-'pre?0 mDi re8nmida
PnrmAfl rfft fawn tem is melhorei e mais baritas existentei no mer-
PnnnmmonrlQa Iocambe-se de ra andar vir qoalqoer macbinismo a von-
uUl/UlIlIIIOIluciB* tade dos clientei, lembrando-lbea a vantagem de fazerem
mat eomprai por intermedio de peaaoa entendida, e qae em qaalqaer Decesaidade pode
fcei prestar anxilio.
Arados americanos e ta,trament0 ^k0]i'-
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
5
4' rna do Rarao do Trinmpho (rna do Brnm) ns. 100 a KM
CARDOSO & IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e maehinas para en
genhos, as mais modernas e melhor obra que tem vindo ao mercado.
VaporeS de forca de 4, 6,8 e 10 cavallos.
OaldeiraS de sobresalente para vapores.
MOGDQaS mtGiraS e meias moendas, obra comoounca aqni veio.
laiXaS lUnaiaaS e batidas, dos melbores fabricantes.
itOClaS Cl aglia COm cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
KOQaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Rel0gi0S e apitOS para vapores.
KOniDaS de ferro, de repucho.
AJadOS de diversas qualidades.
r OmiaS para aSSUCar grandes e pequenas.
OoilCertOS C0DC9rtam com promptidao qualquer obra ou machina, para o que teea.
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS man(^arn vir Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londrw
com urn dos rrielhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar nssentai
ditas macbinas, e se responsabilisam pelo bom trabalbo das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
"" ODILON DUARTE k IRMAO
CABELLEIBEIROS m
Premiados na exposicao de 1872
RUA
DA
BPERATRIZ
N. 82
I." ANDAR.
RUA
DA
IMPERATRIZ
H." 83]
|. ANDAR.
Acabam de reformar o seu estabelecircento, collocando-o nas melbores con-
dic;oes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e as Exmas. Sras. n'a-
qoillo que for tendente a arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens eomo para senhoras, tupete, chignon,
ooques modemissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalbo imaginavel em cabello.
O estabelecimento acha-se provido do que ha de melbor nos mercados eslran-
geiros, recebe directamento por todos os vapores da Europa, assuas encommendas e Ggu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 % menos que outro qualquer, garautindo
perfeicao no trabalho, agrado, sinceridade e preco razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porijao e a retalho e todos os utensilios pertencentes a" arte de cabelleireiro.
CHAPE0S DA ULTIMA M0DA
Chegaram lindos e bem enfeitados chapeos do mais apurado gosto, para senhora : a*
loja das columnas, de Antonio Correia da Vasconcollos, i rua Primeiro de Mar-
go n. 13.
33
Constructor e alinador de pianos
Rua do lmperador
4!) Rua do lmperador 49
Hfl tii'slt- est.ibvD;'-irneiit" y "..tilim sorum<*iH cinin sik. : II. rz. Plejei, Ptap, ftu tMJereo.-** uuin .;i,nli.l.i. -I piaiius wm-
lioiw, maudados expressamente conslruir para este clima, o qual os amadores dos
bons pianos $6 encontrario nesta casa.
Recebem-se pianos usados em troca.
Oncertam-se e-afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
que ha sempre o mais completo sortimento de raateriaes para concertar pianos, como
s8o: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, cemursa, cordas,
marfim, etc., etc.
49 RUA OO D1PEBADOB 49
BEDUCCA0 DE PREC0S
FABRICAS DE CHAPEOS DE SOL
DE
MANUEL & MAESTRALI
Rua do Barao da Victoria n. 23
ESQUINA DA CAMROA DO CARMO
E
Rua Duque de Caxias n. 64.
Os proprietarios destes estabelecimentos participam ao rspeitavel publico, e a seus
freguezes, que teem sempre um completo e variado sortimento de chapeos de sol de to-
das as qualidades e tamanhos ; tendo resolvido fazer reduc^ao nos pregos dos mesmos,
e ar-uam-se era condicoes de poderern vender mais barato que em outra qualquer parte,
visto receberem todos oe seus artigos em direitura, e achar-se um dos socios na Europa,
pt'tcorrendo as principaes fabricas.
Chamam a attencSo dos senhores logistas para visitarem seus estabelecimentos, e a"
vita dos precos e boas qualidades dos artigo, nfio deixarito de coraprar.
Cobrem-se e concertam-se chapeos de sol de todas as qudlidades, com promptidao
e a pregos modicos.
Allencao.
Fugio do engenho Firmeza, na freguezia da
Escada, no dia II de fevereiro, o escravo Albino,
crioulo, com os seguintes signaes : cor preta, idade
de 20 annos, alto, corpo regular, bomta figura,
olhos um pouco esbranquicados, tem de am lado
das costas um carocinho' a semelhanca de uma
jaboticaba : pede-se as autoridades policiaes e ca-
pitaes de campo a apprehensao do dito escravo,
podendo entrega-lo no dito engenho, ou na rua
dp Torres n. 12, escriptorio ; cerios de qae se
dara boa recompensa.
N3o se prestando o peqneno espaco do armazem
n. 10 A, a rna da Madre de Deos, para um abaste-
cido deposiio das diversas marcas de fumo, qae o
atnixo a5ignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberio outro estabelecimento sob a mesma
denominagao de
Armazem do fumo
A' rua do Amorim n. 41
com todas as propor^Ses desejadas, e onde pode-
rSo os senhores fregnezes dirigirse, certos de
3ue, como at6 aqui, achario sempre a par da mo-
icidade dos precos, a maior sinceridade possivel.
Enire as differentes marcas de fumo da Bahia e
Rio de Janeiro, qne tem sido annnnciadas, acaba
de rhegar uma encommenda especial, e que maito
deve con vir aos senhores freguezes. Consciente o
aba xo assignado de que neste genero de negqcio
nao esta sem cempetidores, fara muito por evitar
qne tambem os tenha com rela?5o ao pequeno lu -
cro que procurara obter da dita mercadoria.
Jose Don.ingues do Carmo e Silva.
FlJGIO.
Fugio no dia !. de margo, da casa de seu se
nhor, a niulata de nome Lydia. com os signaes
seguintes rtaixa, gorda, cabellos crespes, peitos
grandes e cara larga : quenr a apprevender tra-
ga-a a rua dc Santa Rita n. 5, entrada pela rua
Nova.
Chapas e argolas ameri-
canas
O fabricanie destas, tem a honra depaiticipar
ao respeitavel publico que, tendo de retirar-se
para a curte breveraente, so pode receber encom-
mendas ate o dia 7 de mar?o ; portanto roga aos
senhores que quizerem munir-se de ditos objectos,
mandarem as suas encommendas com anteceden
cia ao hotel E*taminet, a rua do lmperador n. 32,
das 9 horas ao meio dia.
Constando aos abaixo assignado achar-se nes-
ta prajt o Sr. Manoel Fernandes de Carvalho, ren-
deiro dos engenhos Rarra e Preguica, em Ma-
manguape, provincia da Parahyba, veera rogar ao
mesmo o obztquio de vir entender-se com 6s
abaixo assignados immediatamente sobre negocio
tendente aos referidos engenhos. Rua do Amorim
37, escriptorio.
Tassa Irmaos 4 C.
Pede-se ao Sr. Joaquira Pires Ferreira, o fa-
vor de apparecer na rua Primeiro de Marco n. 7
A, 1" andar, a negocio de sen particular inte-
esse.___________________________________
Precisa-se alugar um escravo para o servico
em casa de familia: na rua Primeiro de Marco
n. 23.
Sementes de-hortalices
vindas pelo ultimo vapor, a rua da Cadeia do
Recife n. 53 ; tambem na mesma loja recebem en-
commendas para o sitio do Abrigo em Olinda, de
arvores fructiferas e outras proprias para adorno
de ruas e jardins, sortimento de palmeiras impe-
riaes e de outras qualidades; assim como pes de
flores para jardins e vasos, tudo por modico p.*e
to e garante-se estaiem bem enraizadas todas as
plantas como e de costume.
33
Exafinador das antigas e afamadas casas Pleyel & Herz, e antigo director das offlci-
oa casa Alpbonse Blonde!.
Tem a honra de declarar ao respeitavel publico desta cidade, que tem aberto sna easa de
concertos e afinacSes de pianos, qaalqaer que sej* o estado do instrument.
A mesma casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos melbores fabricantes
de Paris, como Erard Pleyel, Henri Herz e Alpkonse Blondel) todos os pianos sahidos da casa
Dhibaut satf arantidos.
Comfrfrse e reeebe-se em troca os pianos usadoi.
Na raa do lmperador
n.28
precisase fatlar aos seguintes senhores :
Doommos Martins de Barros Mooteiro.
Bmigdio Marques de Santiago (Dr.)
Joio Vaz de Oliveira.
Jos6 Francijco Lopes Lima (Vazareth). -
Manoel Pereira Brandio.
Manoel dos Passos Miranda.
Ttwolenio de Barros-e Silva.
. Francisco de Paula Borgea.
Francisco Antonio Pootm _______
Lava-aa e engomma-se com toda perfeicao
recp cemtnodo : no benoo d* Tambia n. t%.
A' Torre
Aloga-se para pssara festa um sitio com
eicellente casa de habitagSo e banho no rio
& fronts desta: quem a pretender, pode
procurer i rua de Gervasio Pires n. 24.
O abaixo asaignado, apoaentado ex informa-
ta consrientia, no lugar de conductor secretario
' das obras publicas, onde servio desde 1844 ate
{esta data, offerece ao publico o seu prastimo no
_ : exercicjo de soa profissSo. Recife, 10 de marco de
i Felioiano Rodrigues da Silva.
O ADVOGIEHI
AITonso de Albuquerque Hello
incumbe-se de promover ccbrant;as amigavel
ou jndicialmente, assim como de outros neg^cios
concernentes a sua profissao, nos lugares proxi-
mes a linha ferrea, e nos outros tcrmos proximos
a esta cidade; para cujo anxilio tem o annun-
ciante solicitadores habilitados e probos, respon-
sabilisando-se no entanto pela boa gestao e conta
do qae lhe for confiado.
Mediante modico honorario acoJe aos chmados
para diligencias ou consultas fora da cidade e do
termo e incumbe-se da defeza de appellagoes ante
o tribunal da relacao: Pode ser procurado de
meio dia as 3 horas da tarde>m seu escriptorio
rna do Duque de Caxias n. 37.
Attencao
Previne-se ao Sr. Manoel da Silva Reis que o
abaixo assignado e credor da taverna da rua da
Fundi^ao n. 4, e que protesta contra a compra,
annunciada na Diario de boje, e que vai trataT
de promover jndicialmente seu direito, e qiie em
quanta nSo for pago, nao considerara legal dita
vendii. Recife, II de marco de 1874.
Manoel Rodrigues Pereira.
PENHORES
Na travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
O abaixo assignado faz sciente ao respeita-
vel publico e com epecialidade ao corpo do com-
mercio, que julga nada dever nesta praca ou
fora della, e quem se julgar credor apresente
seus documentos no prazo de tres dias, que sera
pago, e depois desta data retira-se para Europa,
e deixa por seus procuradores aos Srs. Jose Jacin-
tbo de Medeiros e Francisco do Couto Guimaries.
Felisberto de Medeiros Barbosa.
Na rna do BaraodWlctori i n. 36 precisa-s,
allar ao Sr. vigario Andre Curciuo dc Araujo Pe-
eira, negocio de seu interesse.
v^*%*
V
0
^
^o1
%
w
Engenho
Vende-se o engenho S. Pedro, situado na pro-
viccia de Alagoas, comarca do Porto Calvo, a
menos de uma legoa distante do porto de mar do
Gamella, tem oxcellentes terras, matas, e safreja
regularmeete 2,(00 pies : a tratar na rua do Vi-
gario n. 31.
loja do nm
DE
Cordeiro Siiuoes & L
Acabam do receber pela vapor Mendoza :
Riquissimos cortes de gorgurao de seda lisos e
com lislras achamalotadas.
Ditos de linho para vestidos, contendo cada cor-
te, o necessario para seu enfeite, como seja :
franias, trancas, botSes, fivellas, etc.
Riquissimos chapeos para senhora, ultima moda,
a rua Primeiro de Marco n. 7 A.
FUGIO
o escravo Juvenal
Foi Irajando calca de brim de riscado, camisa
de chita de riscado e chapeo de palha de Italia.
E' de cor parda, de 12 annos de idade, tern falta
de um dentes na frente e 6 bastante paroleiro :
roga se a apprehensao do mesmo, e conduzi-lo a
rua da Cruz n. 3 ou conde da Boa-Vista n. SI,
para ser gratiflcado.
Na rua larga do Rosario n. 21, loja de cal-
cado, precisa-se de uma ama que saiba comprar e
cozinhar.
lOOWOO de gratificaijao
Engenho Santos Mendes
Fugio no dia 20 de dezembro, do engenho San
tos Mendes, comarca de Nazareth, freguezia de
Tracunhaem, a escrava Maria, crioula, 50 annos
de idade, pouco mais ou menos, baixa, grossa, c6r
Sreta, rosto alquebrado, pes seccos e espanados,
edos curtos, cabellos braneos, canellas finas, tem
dous signaes cabellndos no qneixo, e e bem ladi-
oa. A pessoa que entregar esta escrava ou ao sea
iono, que e o senhor do engenho aeima, Lauren-
tino Gomes da Cunha Pereira Beltiio, on no Re-
cife, largo do Corpo Santo n. 19, 1* andar, sera
ecompensada com a qnzntia de 1001.
Tendo de eff-rtnHr se a compra do wbrado
n. 21, da rua d-. Qu Cantos, hoje do commer
cio, na cidade de Qiiuda: quern se julgar com
qaalqaer direito sobre a mesti^ 'taeir de-1 r
por esu JHnrin, no pras/- > .3 dia-., !' '"
nio chamar to d<'p..* a ign. r.n-ia
I
Allencao.
Fugio do engenho Firmeza, na freguezia da
Escada, no dia 11 de fevereiro, o escravo Al-
bino, crioulo, com os seguintes signaes; cor
preta, idade de 20 annos, alto, corpo regular, bo-
nita figura olhos um pouco esbranquicados, tem
de um lado das costas um carocinho a seme-
Ihanca de uma jabaticaba. Pede-se as autorida-
des policiaes e capitaes de campo a apprehensao
do dito escravo, podendo entrega-io no dito en-
genho on na rua do Torres n. 12, escriptorio,
Americo Nunes Correa retira se para a En-
ropa, a tratar de sua sailde, e deixa por seus pro-
curadores os Srs.: em primeiro lugar o capitAo
Ignacio Pedro das Neves, e em segundo Llemente
Jose de Mendonca.
E. A. DELOUCHE.
49Rua do Marquez de Olinda-49
Acaba de receber um grande sortimento de re-
logios americanos para parede e mesa.'de corda
de 24 horas e de corda de 8 dias, com despertador
dos melhores gostos e qualidade.
Relogios de ouro patente inglez verdadpiros, des-
coberto com ponteiro grande no meio, dos mais
modernos e do melhor fabricante de L< ndres.
Grande sortimento de relogios de prata, prata
duarada, cobertos e descobertos. Ditos de prata
foliada (plaque ), orisontal e patente, de todo
pMcs.
Cadeias de plaque e de ouro.
Lunetos e eculos de tadas as qualidades.
Verdadeiros vidros de chnstal da Rccha, para
vista cansada.
Vende-se tudo por pre^o mais baratc que em
outra qaalqaer parte.______________________
Apreciem eomo se \endc barato
So on. 20
RUA DO CfiESPO
LOJA DAS I PORTAS
DE
Guilherme & Ci
CASSA-LA
Acaba de chegar esta fazenda com bonitos pa-
droes, e que se vende pelo diminuto preco de 200
rs. o covado I I I
METIM
Metim trancado, padr5es bonitos, a 320 rs. o
covado 1 11
ORGANDY DE CORES
Cambraia organdy de cores, fazenda fina, boni-
tos padroes, pelo diminuto preco de 320 rs. o co-
vado 11 I
LAS ESCOCEZAS
Novo sortimento desta fazenda, com bonitos
padroes, que se vende a 240 rs. o covado!!!
CRETONE
Cretone claros e escuros, bonitos padroes, e fa-
zenda fina, pelo diminuto preco de iOO rs. o co-
vado III
LAS MODERNAS
Completo sortimento de la de todas as qualida-
des, pelos diminutos precos de 4C0 rs. o covado,
e pechincha I I I
Cortes de casemira di cores, a $t>( 00.
Colchas estampadas e com barra a 3|o00 e
42000.
Cobertas de chita adamascada a 3^300.
Lencoes de bramanie a 23000.
Dites de algodao a IJSiOO.
Toalras alcochoadas, duzia, a o|800
Lencos de cassa com barra a 1000 a duzia.
Ditos de cassa abanhados a 2^000 a duzia.
Ditos de esguiao abanhados, era caixinhas mo-
dernas, duzia, a 3jo00.
Cambria transparente lina a 3^000 a peca.
Chales de todas as qualidades e precos.
Bramante de algodao e linho a U600 a vara.
Dito de linho puro com 9 e 10 palmos de lar-
gura a 2*500 e 2*800 a vara.
Algodao marca T, largo, a ojSOOO a peca.
Dito domestico a 3*000 a peca.
Brim com listras, irlandez, proprio para cami-
sas, a 440 rs. o covado HI *
Madapoloes Irancezes de todas as qualidades de
Sf a 8*5X10 a peca.
Chapeos de sol de seda com 12 asteas, pelo di-
minuto preco de 8*500.
Camisas inglezas, todas forradas, fazenda de
linho Duro, a 44*000 a duzia ; e pechincha, so se
vendo.
Ponelinas de linho e seda pelo diminuto preco
de 800 rs. o covado; e pechincha, e dio-se amos-
tras.
S6 o n. 20 da rua do Crespo
I.oja das tres nortas
DE
Guilherme & C.
JUNTO A LOJA DA ESOIINA
ESCIUVO FUfclM
Desappareceu ao amanhecer do di.i i do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca '1 G ijanna, o
escravo de nome Jose Borges, mesi: Je assucar,
tendo os signaes seguintes : cabra, i :..do 30 an-
nos, pouco mais ou menos, boa figura, um tanto
grosso e espadaudo, sendo o sign.ii mais visivel
uma gomma na junta do pe esquerJo : roga se a
todas as autoridades e capitaes de campo queiram
apprehender dito escravo e leva-lo ao referido en-
genho, ou nesta praca a Oliveira Filhos & C, lar-
go do Corpo Santo n. 19, que serio generosamen-
te recompensados.
SAQUES
Carvalho & P^ogueira, na rua do Apollo
tr. 20, accara sobre o Banco Commercial
de Vianna e suas agendas em todas as ci-
dades e villas do Portugal, 6, vista e a prazo
por todos os paquetes.
OlTerece-se uma senhora para coser por
machina, em qualquer casa de familia : quem
pretenler dirija-se a rua do lmperador n. i4, 3."
andar.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro quo tenha pratica de
raolhados : na rua do Rangel n. 37.
PERDEI1-SE
um saque de Joaquim Jose Goncalves BeltrSo so-
bre o banco do Minho, a favor de Manoel Lopes Fi-
gueira, da quantia de SoS, nreda forte : pede se,
portanto.a pessoa queachar,leva-lo a rua de Santo
Amaro n. 40, ou rua Velha n. 52, que sera re-
compensada.___________________________
Aluga-se
uma grande casa para familia, na Capunga, raa
da Ventura n. 21, tendo quarto* fdra, banheiro,
eocheira, gallinheiro, etc., etc.: a tratar na mesma
casa.
- Doming'* 1-^ da Silva Nogueira retira-se
para Europa, e durante soa auseocia deixa encar-
rngad # d<* -' j n''Ko-*i.is, o seu -'ocio Bmigdio
J& Gopcijves S^ria .< Wquira Luij Ferreira
LeaJ.
Muito barato
Aluga-se a loja do sobrado da rua Direita n.
120, serve para negocio e moradia, mediante um
modico repartimento, tem agna, gaz, e apparelho
de Propeza.o aluguel e favoravel : trata-se na rua
do lmperador n. 81, ou a rua da Palma n. 25.
Aula particular
0 abaixo assignado, professor particular do ins-
truccio clementar, nao tendo podido por molivos
de molestia, abrir sua aula no dia 12 de Janeiro,
com) tinha annunciado, e como ja seache resta-
belecido, avisa ao respeitavel pnblico e com espe-
cialidade aos senhores pals de familia, que no dia
9 do corrente estara aberta sua anla na rna da
Penha n. 25, I* andar, aonde contintia no exer
cick) de seu magisterio. 0 mesmo professor pro-
mette muilp se esmerar pelo adianumento de
sens alomnos.
____ Secundino Jose de Faria 3imd>s.
CR \MAI)<).
0* Sr. Jovino Fernandes da Cruz e J ><]" ''
moD'e 'c 1.1'inoi Dnartf, n rhantsflm a rua d>.>
C n>7,> i Riia-^run n ;?8*. a nefci.) dc p-irlirnlw

\wM\m
-7- Aluga-se 0 2* andar do sobrado da rna da
Guia n. 62, llmpo e bem tratalo, com bastaoles
commodoa: na rua da Senzala-nova u. 1.
seleeta e o umbigo
l^nxcrt.idas)
Sapotizeiros
e sapoteiros de 11 palmos (<-m vasos) ->4*#
es laiuanho* e precos mail c mmodo? -
tes ; a.-;im como as seguintes Mm | de
frucla e de urnatj :
Abacati. I.aranj 1 eravo.
Acacia. pita dl do^e do .
Arilicum a pe. Drta hrin
Canella. Dita laagrriaa.
Casuarina. Liai > da Frrsia
Carolinaita d* nmhigo
Condeca. LimSo francez.
Coracao da India. Dito doco, enxen - Figueira. Oiticoro.
Flamboyant. Palmetra imfierul.
Fruela-pio. Pamfrtt.
Inga do Para. Pinlieiras.
Jambo. Romnraa.
Jasmim lr.ranja. li-izeiras.
Laranja da China. Ilizeila.
Dita do ceo. I't.aia.
E outras plantas : na "apuii'a a rna ua \tn-
ura n. 20.
niui ii
Esta encoi)rn(;ado !! I
Igna n !* c;>i pedfa dura
lain. da ale |u- a fura.
Roga-sa ao film. Rr. Igi acio Vi'iira '
tsama na cidade de Nazareth ieaia pr *n-ia^
law de vir a rua Duque dc Caxias n. 3f <\r.-
:Iuir aquelle negocio que S. S sc rompriMiirUreie
reaiisar, pela terceira chamad j 1 i. eo
fins de dezembro de 1871, e <'' '!. pan '-'ire,
passoa a fevereiro e abril de II75, nada n. rio;
e por sate motr*o e de novo rhamadn f dito
dm, pois S. S. se deve lenbra1 ;uc este w
Je mais de eito annos, c quan io < Sr. ichava nests eidade
Empreza do gaz
A empreza do gaz tem a bonra to aaananaf ao
publico que reecboa Dkimamente tu \
sortuueoto dc lustres i-' vidro, r ndi itw, <'*n-
ddas e alobos, enjas atnmtrai esti 1 no aerripi *lo
a rua du Impera- r n. 31, e srt > vea4M 1 -
seus fregnezes peto pr< .< maU -z lavel [>o--ivi 1.
ALDGA-SE
oma casa na Capunga, ma das nu mbi -jni'.
com coxeira e quartos fira : a tj-at:r na 1
Vigario Tenorio n. 31. S
Gar a 11 hu us.
Xa rua do Barao J:: Victoria n i, ac r
allar aos Sra. Pedro doRegoChavef r
ose Paes da Silva. a negocio de partifuJa

Rod
M).
Na noite de 4 para -"i do com M
rna dos Pescadores n. 19, loda raoaa i a*
as iniciaes do abaixo\assignado, inrlnri 1
peo de feltro. 1 pai de boUnas 0 ii
0 ladrao apioveit.indo a oecastf 1 cm ,oe
soas da ca?a dr.rmiam no qoiatal; eaeroa
frente na alcova e alU pese< a tiJ qm 11
trou nao so nas canaslras por estarcn 1
como fira; de^-. 1 la < .1" un, aa
su-pendeu com 3*200. 1
casa. Grafjfiea- :.
der noticias ccrlas.
Recife, 5 de marco d If 7i.
Lam
la

n-
rtaa

a
.a
fXGIO
a 2 do corrente mor, do engenti -- *
bcribe, 0 escravo Geraldo, ': i ;-
ma do commum. ref r .*-
nos e regalados, tem dm tropeco n [-rind !a
palavra. qne parcce gago sen o r. oati -lj
C-ara,idade, pouco m;i- i-j :i n !
vou ve;iido ealea e camisa dealgodi > e
tambem ura paletotpreto ; r :- I v\
em casa do Sr. Freaerico Cbave<, m nd
proximo daqoaUe engenho, dllrrmrin s nrnrin -n-
contrava prado, c com esta noticia recrrcii-e a 1
que pros ou tres aoMados, e na ieeaiio 1 |
aproxiniavam da casa da ju^lle senhor. en- ritra-
ram dito negro em pe na >ru i>< rta, a |oe 1 r
tindo que. iam em sna captnra, pi>Je evadir de
novo, c depois desse dia (6 do corrti.'
se tore mais noticia : pode-M a* ant lad m-
petentes e capities de campo a -i,a .; 1
ilIIU.1V;
Precisa se alugar um mclequc delta 13 n
nos de idade. que seja liel : quem 0 liver, lir.ii
.e a rua esireita do Rosario* aabrado n 3S. '-
mesma casa Coreece-se c<-midas par.i fora.
Perdeu-sc
Quem achou uns papeis pertencentes ao ;
V cente de Felippis, tenha a bondade do lev., los 1
rua do lmperador, loja de diapeus, la Mil
sera recom|ienado.
Cdsintipiro.
No cacs do Apollo 0. 71, pa:.M-si- l-in 1
um bom cozinhoiro : prtfeic so cbina.
50$
Fugi-i desde o dit 23 de aovwahn d 1 ama*
paseado, 0 eaoraM Manoel. com os rigmam
guintes : cor fula, idade 17 annos, ;., ac n..u- < u
menos, ailura regular e e acanhad n 1 f
desconbase ter ido para Giyanna, feito criatoda
um mooo, cujo nome ignora-se ; porlanto. aeda-
se as autoridades policiaes, ou a outra qii''-;'er
pessoa, a apprehensao do mesmo e leva-lo a vdl.i
do Bom Jardim ao Sr. Jose Loarenro Gomes Ca
br.il, ou na travessa da rua das Crazes n IC. ,'
sera recompensado com a quantia acima.
Aluga-se uma casa com 7 quartos, 2 .-alas.
cozinha grande, cm jauellas em todos os quar'rs.
terrafo na frente. com varandas de ferro c. p<>r
tao do mesmo, sita na rua do Aleerim n 30 ojw
a pretender va a rna Augusta n. 250, qne aaur
com quem tratar. _______
Vicente fugio.
Na noite de 13 para 14 de marco do eartaaj
anno fugio 0 mulato Vicente, escavo, de 2 de idade, bomta figura, barba, e esutura reamlar
levando vestida e em um sacco roopa de aajadi
branco, e alguma mais fina, pertencentM nm
caixeiro da casa d'onde (agio ; e natural da fre-
guezia de SanfAnna do Mattos, diz er Ina ca
sado, e ter sido criado em cempaohia da rradn -
nha, D. Anna Luisa da Lux, de quem aha fo<
escravo : roga se, portanto, aos seoborei rap'tae?
de campo e autoridades policiaes a appreti -?isar
do dito escravo, e entrega-lo na cidade d !! nfe,
rua do Crespo n. 10, ao Sr. Joaquim Moreir- Reii.
ou na cidade do Assd, ao Sr. Torquato akrimIu
de oliveira BrptisU, qne serao genero*.-sivot>
gratiflcados.
AVISO
Os abaixo assignados. estabelecidos a rna do
Goronel Snassuna n. too, declaram ao r t'co*
com especialidade ao corpo do emtanri t*
nada devem nla praca on fora della, e ...n
se jnlgar en-dor. aprmeaee sens titnle 1 ?
de tres dia*, a coatar da data desta >
de marco de 1874.
Joaquim Pereira do Aaeveto R *





**--"-*
3&& & JtqntibAto& ^ J3umiugo ISL-jfoiMaiqtick UH'
'.X 271.
Vende se en troca-se uma grande casa de ta-
ooa, na raa Imperial, com quintal cercado, com
grande aterro, pertto de am lado e no quintal
que bota para a linha ferrea, com madeiras no-
vas, preferindo-se a troca por uma nesta cidade,
o prccp & muito conmodo : quern pretender di
rijase a mcsraa casa, que achara com qnem tra-
tar.
Furtaram urn cavallo de c6r rudado, m a
greirlo, elinas para a direita, pescoco pedrez a
com dous ferros em seguida um do outro, e no
quarto esquerdo tem I, signal que trouxe de Fa-
jeii, cujo cavallo foi furtado no dia 16 do corren-
te mez, em um rancho da estrada nova do Caxan-
ga : a pessoa que do mesrao der noticia a Ber-
nardo Jose" da Rocha, morador em Paieu, ou na
rua JPrimeiro de Marco n. 18, loja, sera generosa-
mente gratificada.
Recife, 17 de fevereiro de 1874.______________
(M M FORTIA
Rua 1. de Marco n. 23
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto a ven
da bilhetes da loteria do Rio, cuja extraccao an
nunciara pelos joroaes.
Precos.
Ioteiro 24*000
Meio 12*000
Quarto 6*000
_______ Manoel Martins Fiuza.
Ainda continua fogido o preto Ignacio, d-
altura regular, seceo do corpo, cabeca c p6s pe-
quenos, falta de dentes na frente, deve ter os nos
d dedos das maos calejados, do servico de padae
ria, regula 40 annos de idade, fogi) em 4 de Ja-
neiro proximo passado, consta qaeanda no Barm,
ou entao seguio para o sertao : pede-se as auto-
ridades ou pessoas que o descubram, a sua cap-
tura, e leva-lo a rua do Lima n. 72, padaria, em
Santo Amaro das Salinas, que se gratificara com
50*000.
Dr. Antonio Carlos Perei-
ra de Burgos Ponce de
Leon.
O bacharel Adolpho Pereira de
Burgos Ponce de Leon, seas irmaos
Antonio Carlos Pereira de Burgos
Ponce de Leon e D Thereza Ade-
laide F'ereira de Burgos, seus en-
nhados Carlos Pereira de Burgos e
D. Maria Adelaide Tavares de Bur-
gos, sua avo 1). Ftaucisca da Cunha Bandeira de
Mello e seu~ ti ;s, do intuno d'alma agradecem a
todos aqm-lles que, amigos e cheios de bondade,
se diguaram acompanhar ate a sepultura os restos
mortaes de seu prezadissimo pai, sogro, filho, ir
mao e cunhado, o Dr. Antonio Carlos Pereira de
Burgos Poucc de Leon, e com irofunda di".r pelo
seu passaraento, os eonvidam para assistir as mis-
mas que no dii 16 do corrente. as 8 boras da ma-
nha, set.mo dia de seu fallecimento, serao cele-
bradas no convento de S Francisco.
^+i&e'--mw* \ hiiiw
Dr. Sebastiao Caoiicalves da
Silva.
O Dr. Ludgcro Gnncalves da Sil
va, residente no Rio de Janeiro
e representada nesta capital por
seu baslante procurador e sobri-
nho Joio J^se de Carvalho Hones,
convida seus parentes e amigos. e
bem assim aos de seu fiiado irmao
Dr. SebastiJn G mealves da SHva, para que se
dignem assistir no dia 16 do corrente as 8 horas
da manha- no convento do S. Francisco ao me-
mento e missas, que se rezara e sprao celebradas
por alma d i meemo seu floado irmao ante os
seas restos morlaes, vindos Heat za: c polo presents tambem muito agra-
! dos aqu lies que eomparecerem a este
arti i li^ii" e earidade._______________
Clementina Rr>atriz Ramos
rtodrigues.
.;,-.. Antonio Lopes Kodrigues e seus
^ fillios, Manoel Joaquim Ramos e
Silva, sua mulher, Olnos e genros
agradi cem as pessoas que Ihes fi-
z> tarn o caridos i obsequio de assis-
ts as exeqniaa dn sua mullier, mai,
filha. i ma e eunhada, t Dedem e
: j i agra leeem um outro o de assistirem as
: p 11 et too repouso da alma da falle-
manJam rezar no convento do Carmo, .as 7
a da manha d> dia 16 do cerrente, setimo
i. --;> .
Armada.
Na rua do Barao 4a Victoaan 36, precisa-se
tallar ao Sr. 2.* tenente Je#: Maria Pestana, a ne-
gacio de seu interesse.
Precisa-se de
dues ainas para
casa de pouca fa-
rnilia, sendo uma
para cozinhar e outra para engommar, pre-
ferindo-se escravas, paga-se bem, se agradar:
a tratar no largo do Paraizo n. 28, 1 e 3
andar.
Precisa-se alugar uma ama eserava para
comprar e cozinhar para uma pequena famljia
estrangeira : na rua do Marquez le Olinda n 49,
bja. ______
Precisa se de uma ama para cozinhar e que
compre : na travesaa do Corpo Santo n. to. ..,
Na rua larga do Rosario n. 21, loja de eal-
?ado, preoisa-se de uma ama que saiba cozinhar e
comprar. ________________________________.
Precisa-se de uma ama aae
saiba cozinhar e comprar pa-
ra pouca gente : a rua Nova
AMA
numero 28.
Eserava fugida
Cutinua a estar fugida desde o dia 11 de Janeiro
a escraya de nome Bernarda, idade 30 annos, pou-
co mais ou menoa, tetn bs olhos ura p-jaco abo-
toados e o andar moderado, traja vestido e cbale
pretos, costuma mudar trajos, tens uma cicatriz na
perna esquerda, anda dizendo cue o senhor mor-
reu e deixou ella forra, esta la para o Cabo por
ter la am fiiho de nome Felix : e por isso roga-se
as autoridades polioiaes ou aos capitaes de eampo
a appreheasao da dita eserava, le.andoa ao Ca-
minno Novo, a sua senhora, silio n. 110, ou na
rat da Cacimba n. 1, que se recompensara gene-
rosamente.__________________
Aluga se uma casa na rua da Praia do CaT
deireiro n. 21 : a tratar na rua do Livramento n
i3J loja do Sol
Air i Precisa-se de uma ama, para
'VI \ casa ^e raPaz solteiro, sendo pa-
l'X XT. ra cozinhar e engommar, prefe-
rindo-se moca : a tratar na rua de Pedro Alfon-
so n. 25, antiga rua da Praia.
Ama de leite.
Precisa-se uma ama que tenha bom e baslante
leite e que nao tenha filho : a tratar na rua do
Duqoe de Caxias n. HI.
Na rua de Santa Thereza n. 60 se dira quern
vende 6'J palmos de lerreno, em Belem.
Aluga-se
e
nma sala na rua Duque de Caxias n. 61, propria
para advegado ou cartorio : a tratar na loja.
EOUBO
Para trauquilidade das pessoas que teem po-
nhores em poder do abaixo assignado, declara o
me.;mo, que os objectos roubados eram seus e
estavam fora do cofre de sua casa, onde estSo
guard ados os objectos dados em penhor, em cujo
cofre os gaiatos nao ousaram tocar, Recife, 2 de
marco de i874.
Julio l.-aac.
AttenQao
O Dr. Amaro Joaquim Fonseca de Albuquerque
declara a seus devedores que se acham em mora,
qoe Ihes concede o improrogavel prazo de 30 dias,
contados desta data, para virem saldar os mesmos
debitos, sob pena de, sem excepcao algoraa, findo
o in licado prazo, ser promovido o recebimento ju-
dicialraente. Recife, 6 de marco de 1874.
ALUGA-SE
o sitio Chacon, na Casa Forte, com diversas casas
para familias, dita? para, criados, com cocheira,
cacimba cm boa agua e com bjmba, tem diver-
sas plantas de capim, proprias para qualquer esta-
cao do anno, o dnas excelientes plantas de canna,
perto dii banlio e da estajao do me'smo nome : a
tratar no inesmo sitio.
Aluga-se
:
" '.-
, .
i'rreisa-ic u- nma ama para ca.-a do duas
! para inar e engommar: naruaDi
reila n. iti, primeiro audar.
a Xf
Preci-aso de l:000| a juros sob h\potheca em
pi iios : quern quizer dar, deixe carta nesta ty-
p>; r.\ c li s iniciaes J. M A.
..i -i" o quarto andar do predio n. Si da
rua d B m Jesus, antigamente rua da Cruz : a
tratar na mesma rua n. 55.
Batedor.
Preci-.'.]-' de lutedores: na reflnacao da rua
D. Uaria Cesar n. 30, ontr'ora Senzala Nova.
Os abaaixo assignados (azem seieate ao res
pcita\cl pnbiico e com especialidade ao corpo do
. i < i-~oiveram amfgatfei-nente a 80-
ciedade qoe tiobam na laverna sita no pateo do
(Jaroi > ii. 13, li'aiidj a cargo do socio Barros
lodo o activo ". passim do duo esiabeleciinento e
o socio Motta pago e sa;i:i '.to de seu capital e
ncros.
B :ife, 9 de marco de 1874.
Manoel G de Barros.
_____________Jose da Hpra Motta.
Ao Sr. Manoel da Silva Rois, que annun-in
por e.i Diario tor tasto e conlrat>do a coinpra da
taverna da rua da Funlicao, em Santo Amaro, n.
4, prev..ie-se que se acha dito estabelecimento
sujeito a debit m, e que per con- -or tramissa 1) -cm f|u i primeiro sojam satisfeitot
ditos debitos cu se otite.ilia consea iflo- credores
Um credcr.
Convida-se
>- res escriptores, litteratos, ehefe? de re-
partioDe: e c mmerciantes a visitarom a
ENCADERNACAO BIUSILEIRA
a rua l> tqie de Caxias' n. 21, onde ?etio que e
este o eiUJeleeimento que dispoe dos melhure>
- e | r .." os para bem servilos na arte de
uar, e o uni -o que
POSSUE A MEI.HOR-
ina para naatar papef, ri-car livros, mappas
manifestos, folha- d<> emprngados, despacbos, fac
p correntes e de venda ;-cujo trabahn.
sera cegnlado pela seguinte tabelia de precos :
f'apel peqneno'em caixinhas.
Para paniar 1 caixa 1*0 0.
idem 4 ditas a 500 rs. cada uma
Idem 10 dilas a 400 rs.
Idem 20 ditas a 300 rs.
idem 50 ditas a 230 rs.
Idem 100 ditas a ?0O rs.
Idem 20 i ditas a ISO r-.
Mais tie 200 ditas a 100 rs.
Papel em tarnanho flume, conlas e despacbos.
Por pautar i resma laoOO.
Idem 10 a l*20ii cada uma.
Idem 20 a ii.
'. :.i 30 a 800 rs.
100 a '' r-;.
Idim 200: 400 81
Mais de 2 0 a3|).rv
Out-s ir balno. c rrfnrme o atist-.
A d.flerenc^ i preco do papel fiso para .
pautado, ri nosao mercado, 6 moilo superior a 32'
rs. em resma. sendo pi r iSFO WtnKrjVuo aos Srs
IMPORTADORES DE-PAPEL
n mdarem vir o papel liso para aqui ?er p'.Qtado.
Z j-"'i?s?im vendercm mais bato. ganhando
mats dinheiro, para o .(ue
... ,. GARANTE-PK
a bondade e limpeza do trabalho, entremnlo-v
cs volumes de resma com a ni,^,a pe--feicia I
Jgu.-Marlequesetiver.recet.id, V e
EN ADERXAglp fjIl^Sl'LEIHA
^1 Rua uufljff di: Ca.\". _>,.
Ft >ga se-ao um Sr. AbunMUw do^ouza i;;.i -
ros, morador em Gra*ata d#iil)nrrj; tncrira faaer
r o> apparecer na rua r"o*Livraroeaio: n. 12
a tratar d nagocios de seu taiw*ttr
uma boa casa com sitio. tendo bastantes arvore-
dos, na Capunga, rua das Peruambucanas n. 58,
acliaia no mesmo com quern tratar.
Arrenda-se oengenhoS. Jose, em Serinhaero,
com bons terrenos para safrcjar 2,000 pies, muitos
d'agua : a tratar no Recife, com Gabriel Antonio
de Castro Qnintaes, ou no cngenho Amaragi (de
bestas) na fregne-ia da Escada, com o Dr. Jose
Eugenio da Silva Ramos.
Precisa se de duas amas estrangeiras, sendo
uma para tratar de uma menina deseis mezes c a
outra para engommar: a tratar no largo do Corpo
Santo n. 6, ou no sitio.no Vanguinho n. 104.
Silio n; Arrai.l.
Aluga se um sitio no Arraial, proximo a esta-
(ao da Casa Amarella (um minnlo) com c-xellen-
tes casi de morad>a, tendo os segmntes commo-
des : 5 quartos 2 salas, cozin^a externa, tcrra-
fo, casa de banlio o diversas fructeira?. Aluga se
tambem uma-outra casa no mesmo lugar, com 3
quartos. 2 salas, cozinha externa, agua de beber
e um bom quintal por cnmniido pre'o : a tratar
na rua Primeiro de Marco n. 16, 1 andar.
Em c> nsei|ii> ncia das obras que tem de ser
feilas na :-ala em que funcciona a recebedoria de
renia* internas geracs, passa a funccionar ella,
do da 13 do current-! em diante, na sala do pa-
vimrnlii terrro do lado da rua do Imperador do
ed ficin em qoe Irabalba a assemblea provincial.
Recebedoria de Pernambuco, 12 de mirco de
1874.
0 administrador.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
0 abaixo assignado, reiir^ndo se para Eu-
ropa e naoi podend>> pes^ialmente despedir-se de
todos: seus amigos pela prates* de sua viigem, o
faz pelo presente, e Ihes offerece seu diminuto
pre?timo na cidado do Porto, aonde vai residir
temporariamente.
Josd da Silva Araujo.
ao.
0 engenheiro Antoiio Feijciano Rodrigues Sette,
a pedido d-s pr.iprietarios do sitio da estrada de
Beberibe de Baixo, lado do sul, se actiara aos do-
mingog, a principiar do amanha, no mesmo sitio,
durante as boras que derorreietn das 7 da ma-
nha atfj a i meio dia, atim de so pretar a minis-
trar esclareciment>s e tratar eom os prelendentes
a coinpra dos terrem; ;i venda no refcrido sitio.
Gratifies qao.
Nao tendo ainda apparecido os dous pstinhos
da Australia n de cdr eipzeata, que furtaram na
noite do 7 de fevereiro ultimo, do silio do abaixo
assignado, no Caldeireiro,.do novo so roga sua ap-
prenensio, gratiflcando-se com mnita gcr.erosida-
de a qo- n os apresen.lar ao dito ; baixo assig-
gna I p n i reforido silia, ou na raa do Brum n. 96.
_________Francisco Ritnir Pinto Guimaraes.
Piroeisa sr aiagar uma prota de meia
lade : na rua ilo Otiro n. 7\.
Apm 4:OOOrOOO
Bilfetes garantidos
Aua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e ca d* costume.
Acham-se a vend* os muito feli'.es bittetes e%-
'antidos da 6' pane da Mena a beaerlcio' 4a
igreja do Amparo de Goyarma, que se extrahira
no dia 20 do orrente niez.
Inwro I 4*000
Meio 2*000
De 100S4MMI para cina*.
Intfiro- 3*500
Meio J*7#>-
1 Recife, 13 de rharco de 187f.-
Joao Jfagtum 4a Costa Leit$. '
Sao convidados ostNIJioraa quib SHKH 4f
rimeira sessao, para uma renniao da sociedade
eneficente dos cigwreirna, no doroingo IS do
corrente, as 9 horas da manha, na raa larga do
Rosario n. 1, andar.
FAZENMS BAMTAS
|
PAKI IIOTJEIi
A'Tna'ao'LivramwW a. 37, tem para alugar
um moleque de 19 aBnps de idade.
=
o 2 andar do sobrado n. 52 da rua Marquez de
Olinda : a tratar2armazbo enrdb mesmo predio.
COMPRAS.
MadapolAo enfestado a 3-~000
a peea.
0 Pavao vende pe^as de madapolao en-
, festado, pelo barato preco de 31000 a peca.
SHHiSSS^SS. dYmiLrild0r- Ditas sem ser enfestado, com 20 jardV? a
^.?5^^Si^'h" ^'^ ^00- D,tas com j-rdas muito boa
para a* mesmas miicfanas e se supj.ro qual- fazeoda mm moo { WQ0
quer pega qae seja:nece6sano. l.stas rrta- j vwvvv /*,uwv-
chittas trabalhaai com toda a perfeicao de [ALPACAS PRETAS A 500, 6i0 E 800 RS.
time dous pospontos, -franre e boMfe Mda 0 Pavao tem um grande sortimento de
qualquer costura por fir?, quo s*j, seus' alpacas pretas, que vende a 590, 640 e 800
precos s8o da seguinte quahdade :. i^ra tra-' rs. o covado, assim como grande sorti-
balhar a mSo de 30&000, 409000. 450000 mento de cantSes, bombazinas, princezas
e 509000, para trabalhar com o p sao de pretas, merin6s, e outras muitas fazendas
80&000, 90JS000, 1009000, 11 o#000,! proprias para luto.
1208000, 1309000, 1509O00, 2OJ9O00 e
Antonio Jose Rodrigues
de Souza, em seu escriptorio
a rua do Crespo n. 6, compra
escravos das diversas cores,
sexoseidades.
y*
Asunicas verdadeiras
Bicaas hamburguezas qne vem a este mercarto
na rut Marquez de olinda n. 51
Vende-se
uma armagio envidraeada, propria para qualquer
negocio, na rua de Marolio Bias n. H, fior barato
preco: a tratar no Caminho Novo n. 62.
Da quinta do Meneres
Excellente vinho verde de uva pura, em barris
< e quinto edecimos : vende-$e na rua da Hadre
de Deos n 38._______________________________
Tanques de ferro.
Vende se dons, triangalares, proprius para na-
vi is : na rua da L'uiao n. 67.
Cabriolet.
Por todo prer,o vende-se nm cabriolet de 4 ro-
das inteiramente novas e de 4 ou 2 assentos : a
tratar na Passagem da Magdalena, no hotel a
entrada da estrada dos Remedies.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os seguintes :
llarra,
B'r^gtiiea.
e Patricio.
A tratar com seus proprictarios nesta cidade,
RoadoBrAo da Victoria o. 21
HA
LOJA DO PAVAO
N.4
Rua da lmperatriz n. 60
PARA LIQUIDAR
PS
GROSDENAPLES PRETO A i>200, 2^000 E
2J500.
0 Pavao vende grande sortimento de gros-
denaples preto de pura s6da, a 19200,
19800, 20000 e 2J500 o covado, tendo
tambem do mais largo e mais encorpado que
costuma a vir ao mercado, e vende por pre-
50 em conta.
Cirauadina preta 500 rs. o
covado.
0 Pavao vende granadina preta e lavrada
pelo barato preco de 500 rs. 0 covado.
GBALE8 PRETO DE GUIPURE A 49000.
Caryeiro Viaruia.
A' etta grande estabelactmento tem che-
gado urbtMH tortittento de macbinas para ,Pa>a. vende cnales detres pontas, sen-
?ostuua, de tedos os autares mais acredita- \do de gu,Puro verdadeiro, pelo barato pre-
dos ultimamehtena Europa, cujas machina*^0 de 4*000 cada um-
tio garantidas por um aano, e tendo um
pertfito artljte'para ensrnar as mesmas, em
quaUroer patrtei desta cidade, como bem as-
m oueisrtf-ls pelo tempo tambem d'um
250JJ0OO, emquanto aos auto res nao ha al-
tera^So de precos, eos compradores |x>derao
visitor este estabelecimento, que muito de-
verao gostar pela variedade de objectos que
ha sempn para vender, como sojam : cadei-
ras para vingem, inalas para viagem, cadei-
ra6 para salas, ditas de balanco, ditas para
enanca (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riqoissimas, para senhora, despensaveis
para crianjas, detodasasqualidades, camas
ae ferro para homem e crianr^as, capachos,
espelhos deurados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para cha\ fa-
queiros com cabo de metal e de inarfim,
ditos avulses, colheres de metal fino, eondiei-
ros para sala, jarros, guarda-cornidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devernagradar a todos
que visitarena este grande estabelecimento
que se acha aberto de^dc as 6 horas da ma-
nha ate as 9 horas da noute a
Rua do Barao da Victoria n.
__________2^___________
Alvi^aras.
Venham todos apressados
E com os bolsos recr.eados,
Do Camiws ao rmazem ;
Venham, nao falte ningum
Ver o grande sortimento
(Um verdadeiro portento)
Que paia a qaaresma tem ;
Comprehendem ? ora bem !
E' com as tripas pulando de contentamento que
me apresento ante a onJa gastn'nomica das sa-
bias e illu?tre3 barrigas pernambucanas, felicitan-
do-as por ja se acharem livre da pena de ioterdic-
to e poderem sem receio de aJgurna indigestao ex-
commungada, eomerera os mais linos e saborosos
, 1 comostives, coadjuvados por uma cascata de vi-
Ju., vuonn:,cocs Com ?* p'Jit0 de Mei" nhos de todas as qualidades, deixando a quern
relies Filbo, na mesma cdade de Mamamgnape dezejar 0 d.reito de gritor: viva 0 triumphodas
LAZ!NHAS DE ORES A280,320 E 400 RS
0 Pavao vende bonitas lazinhas de cores
para vestidos, a 280, 320 e 400 rs. o co-
vud j tendo ate a 19000, sendo das mais lin-
das que tem vindo ao mercado, assim como
granadinas de seda com os mais delicados
padroes, a 640 rs. 0 covado.
Sedinhas a 1-rfiOO.
0 Pavao vende sedas com listrinhas de
cores a 1J8G00 0 covado. Ditas com pal-
minhas a 29^00. D,tas com toque da mofo
a 15J000 e 15400.
CAMBRAIA VICTORIA A 49000, 49500,
03J000 E 7900D.
0 Pavao vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparente com
8 1/2 varas cada pec.a, pclos baratos precos
de 4SJO0O, 43J500, 55000, 69000 e 7?000
a peca, assim como, ditas de salpico bran-
co, a 7^000, e pechincha.
CAMtSAS IRANCEZAS A 2*000, f9500
39000 E 39500.
0 Pavao vende um bonito sortimento de
camisas francezas com peito de algadio, a
25000 e 23500. Ditas com peito de linho
de 39000 a 69000. Ditas bordadas muito
Unas de 69060 a 109000: assim como
grande sortimento de ceroulas de liulio e de
algodao, por preros baratos, e tambem tem
completo sortimento de punhos e collarinhos
tanto de linho como de algodao, por precos
em conta.
Espartilbae a 3$309, tMHM) e
-1
0 Pavao vende um bonito sortiwento de
espartilhos modernos a 39500, 40000 e
59000, assim como um bonito sortimento
desaias brancas, bordadas, a 59000 e 69000,
e ditas de lasinha de cores a 39000 : i pe-
chincha.
CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA t
JANELLAS, UE 79 ATE 259000 0 PAR
0 Pavao veade una grande sortimento de
cortinados bordados, proprias para cama e
janellas, pelo barato preeode 79000,89000,
10^000 ate 259000, assim come : coixK
de d^roasco de la muito Ina de 109000
1-J5000 cada uma.
BRAMANTES A 19800, 29000 E 29500.
0 Pavao vende bramantes para lene6es,
tendo 10 palmos de largura, sendo o de
algodao a 19800 e 25000 a vara, e de linho
a 29400, 29800 e 39000 a vara: e pechin
cha.
CASE.MIRAS A 59000, 69000 E 79000.
0 Pavao vende c6rtes de casemiras para
calgas, sendo padroes modernos, pelo bara-
to preco de 55000, 69000 e 79000 o corte,
assim como : pannos pretos dos mdhores
que tem vindo ao mercado, de 49000, 89 e
109000.
ROUPAFEITA,
0 Pavao vende uma grande porrio d
roupa feita, sendo : palitots, frakes de ca-
semira preta e de cores, assim como : finis-
simos sobrecasacos de panno preto, e cal-
eaa de casemira preta e de brim branco, col-
letes de todas as qualidades, por precos
muito commodos, por querer ecabsr com
toda a roupa que tern em casa.
Acba se constantemente aberto 0 estabelecimen'o do PAVAO, das G horas da manha
is 9 de noite.
SABAO DO RIO DE JANEIRO a 200 rs. 0 kilo, no armazem da rua do Amorim n. 41,
de Jose Domingues d > Carmo e Silva.
GA7. V 59600 a late, 110 armazem da rua do Amorim n. 41, de Jose Domiugues do
C.irmo e Silva.
VI.NilO MUSCATEL de uva branca, pura, do custo de 239OO0, no armazem da rua I
AtnoriDl n. 41, de Jose Domingues do Carmo e Silva.
que
"1
0 Peo.-l'lUlO H CM GLHTI\02'J PC IEI1M
l<>iu 11111 1 a.-rao tlscrtipc tica iiiuito
IM>(ii-rn?n sobrc os indivitluo.- nffecta'los de
enferinitui/i's nos ossos c di- nma condiluicSo
diibil. For;i-sc indi^pi-nsavel paia as crioi,r'is
a quern ajmla p fortifica a crescci.ga.
E dc um (:osto muito agra'lavel e de uma di-
gestao facil I'reco do rasco : 3 francos.
Paris, ptiarmacia'LEHOY, IS, rua d'Anlin.
Dcposilo em Pernambu o, A. RECORD.
------- -
Paris, 36 Rua Vivienne, D
MifJiiM MrlDMlIX SPfiCIfIL
DA MPPRMIOAH't DBS SEXUAES, AS 4PBC?0E1
ALTRil Agpfg DO 81HODE.
~\ I '.OOUcurasdasiwpin-
lens.puilulas, herptl,
| sorna, comixoci, acri-
nonia, e atlerfots, vi-
'iosas do -tongue, vi-
ru t otie oA u en ui. !T..,ii,i). I>.-i.iirtl, fetedd
B\ll8 mi^ehaem tomao-se dous por
seinaoa, seguiiido tractainenw Depurativo: i
fronregartn n 'S mesmas molestias.
I Sste Xarope Ciiracto de
ferrodeCHADLE, eart
I mm^diatameDU qual-
|uer purgarao, reta-
apao, e aebilidads,
Of PUR At If
dn SAIVG
PLUS DE
COPAHL'
,#*J^**+ Verdadeiros
**/ GRAINS^* GRAOS DE SAHDE
'idodOillorFKATlCX..
if 0 melhor e o mais
Jfr util dos purganlcs con-
K^.___^** hecidos. Numero-
n fMl,llioa fil*lrm dionmrnlo. KilRir,
alem da a-.-icnalura em tinla VE&BSBLBA
de A. aoilVIERE, o lelreiro, aqui junto.
feito em 4 COKES.
Pan*, pharmacia i.eroy, 13, rua d'Antin.
deSanfy'
ixx doctenr
Fbanck.
'*****f
em!* Cores
Deposito em Pernambuco, A. REGORD.
grilar: viva o triumpl
barrigas II..
Mas, como ia dizendo, nao podia deixar de
aconteccr assim, considerando-se como foi sabia e
bem barrigalmeute planejaJo o alaque das bar-
rigas grandes, contra a sur.ia dos bandulhos ca-
! ninos, que ostrificados a idea ficlicia do infer-
no biciio inventado polas graiules barriga?, pa-
ra horrorisarem as barrigas sem iripas, sustenta-
yam a mais ab^urda das monstruosidades : a
.infallibilidado do principal bojo do amor as avessas
e de tripas dadas e a forga de tripadas queriam
hypocritamente alimentarem a pelludae famigera-
d;i ex qnestao do d>a centoptfa nrgra quo en-
rolaja no capote chamuscado da inquisicao, pre-
tendia assar o mundo das barrigas, privando an-
tes a bumanidade de ganhar dinheiro e do em
tempos como e Do fazerem penitencias
Encbendo bem as Darrigas,
l'oi-. nao e tempo da briga-.
E sun e, de abstinencias.
Venda de sitio.
sitio da Mangaboira, no priocipioJ
Vende-se
e iMUalln^u
uulliere*.
u+o< e /lores brancas Am
iegarr,e
Bulheres. Ksta iuieceuo beuigna tiaw
com n Xarope de CWacO, de/erro.
H.inorroid,Poiiii.daqneisru<^eiB3e!is.
POMAOA ANTIHcRPETICA
nas aj/eccnes eulaneal fcnmlxoet.
Contra
HnLrt^.VEGErAES DEPURATIVAS
AVISO AOS SRS. MEDICOS.
Sirop dw
^FORGET
da estrada do Arraial, com boa casa de pedra e
cal, com commodos para grande ramiba, nor ler
9, quartos tres salas, e 1 gabineV, e uma outra
casa dentro do mesmo lino, com uma boa sala e
dous quartos, cocheira junto, uma casa de ba-
nbos e 3 pocos de boa agua de beber, com suas
Has, como ia contanio, cuslou, porem afinal,
depois da rasorada que lho passou no pescoco os
podi-r, s poderosos, a cabeca foi parar no fun-
do do rio e
no secco exp
pingado, deixando e vordade, magr.t as' colUfias
barrigas, que despeitadas vao tralar de se nutri-
rem, vindo ao armar.em do Campos, a rua do Im-
perador n. 28, on Jo com certeza encomranio alem
do que. desejarem. o seguinte : ovas de diversos
peixes e de bacalbao ; peixes do vinte qualidades
em conservas, sardinbas em latas, camaroes sec-
cos, bacalhao, pescadas, sardas, lagostas, salmaj,
batatas, arroz, feijao, cebolas, azcite, vinagre ;
manteiga ingleza e franceza; docos, frtictas e
cincoenta qualidades'de vinhos fiais do Port) e
otitr.is tantas da outros logares mais afamndos de
Portugal, alem de um completo sortimento da ace-
pipes raros, deliciusos e quo
VENHAM VER
: A Nova Esperanca, a rua Doaw de Caxias n. 63,
apressa-se em convidar a seu fregnrzes, com es-
pecialidaile ao bello sexo a virem apreciar os se-
guintes artigos exaoatos a venda e todos por precoa
commodos, como sejani :
FIXAS BOXECAS mansas c clioronas.
: B0X1TAS E EXGRACADAS vistas para steriof
copios.
COMMODAS LATAS para guardar cha.
I ELEGANTES BOLSAS para senhurus e meniuas
BOXiTOS VASOS com fina banha e cheirosos
extraclos, irazendo cada frascu um none, nma ini-
cial ou nm distico.
i FIXAS MEIAS Dfi SEDA, vindo en-re ella; cor
do came.
| Para quern goslar.
A" Nova Esperanca a rna Duque de Caxias a.
C J, acaba de receber tentos e caixas i ara o iogo d<*
Voliarette.
Para pen si ffre das pcrnas.
A Nova Esperanca, a rua Dn^ue de Caxias n
sciencias, reconhecida superior a toda qne |63- acaba de receber as procuradas meias de bor-
tem apparecido ate" hoje. Deposito princi- ra^r%J^QWffaoOTurriT
GRaNDE
Grosdeuaple preto
ndo lisos e de cordao, e o mais largo
vem i mercado, e qne se veade pelos diminut
prec is de 2*100, 2^00. 3&10Q e 35500.
Stf NA RUA I) i CRESPO X. iO, LOJA D ',S
Tll^ PQRTaS DE
Griiilhorme & C.
-Junt a loja da csquiua
M\) m mais cabellos
brancos.
HNTURaRIA japoneza.
So e unica approvada pelas academias do j
pal & rua da C.adeia do Recife, hoje Mar-
quei de Olinda, n. 51, i. andar, e em
todas as notions e casas de cabellei-
rtiro.
VENDE-SE
o rabo, como ruim de wfollar, ficou ama cm na vi|la de Barreir,,
T^!p^lts t^lf1"^^ JTPWfo >*co: a'
"rmios & C
na rua do Com
tratar com T:=<;
A Nova Esperanca, a rua Duque de C*xias n
63, acaba de receber um lindo e con.jlri. sorti-
mento de Bores artificiaes das melbores que tem
vindo ao mercado
A ellas antes qne se acabem.
Costumes para crianQa.
A Nova Espersnea, a rua Duque dc i axias a.
63, acaba dc receber booties costaraes para criaoc.*
e esta se vendndo pnr preri nm\
--. Cahinlo em qualquer barriga
v,Faz a melhor digestao,
\ E nao. faz raal a bexiga,
f Como comendo, verao.
Mas, como ia fallando, iamos eatrar na vida de
oujP'ora, isio e, na epoca das feslas, e portanto
Grande renniao!
Par a todos
Republicanos e monarchistas.
Democratas e aristocratas.
Federadoc c confedorados,
Commtmalist8S e commuuistas.
Catholicos velhr.s ou novos.
Todos devem ir
Reunidos ou n8o reunidos
Faer emquanto antes
Suits encommrendas
Dos saborosos Mhos
Tao preconisados!
Fabricados a capricho
Dos pasteleiros
S6 e somentf
A X wa Esperanca, a raa Duque de Caxias n
63, recebeu um pequeno sortimento de anneis e
pulseiras eleclricas, proprias para qaem soffre dos
nervos.
Farinha de mandioca nova.
Recentemente cbegaJa de Santa Catharina tem
para vender r.. tiapielie Companhia, e para tratar
no sen escriptorio a rua do t ommerdo n. B, Joa-
quim Jose Ooncalves Beltr.lo & Fillio. Advertndi.
aos eompradores que cesejando acabar, venders
mais barato do que em qualquer outra parte, Un-
to em grandes como em pequenas porcfles.
Lindo chfariz.
V>n*c-ss por prejo banlto am rico chafarti
dp marmare nrcprio para jardim, o qual se acha
ararado na in de mnrmore do Sr. Lima,
rua do Imperador para quern o qnizer ver:
tratar na rua do Crespo, loja d, Passo junto
areo-de Santo Antonio.
I f.ura eaiarrhot, lonu
\ cofmekiclm, irrttacdu
nervcsai am dot bren-
ekios 4 tolas as aotnfat
' do peito basU ao doenU
nma collie rchdea deste xarope IV Korcet.
Dr. MtMl an Paris, ram vttteaaa, s.
bo* ca Franceza
Deposit j
22 Rua da Cruz 22
eomnetontoj hnmhiQ t :;; .* "" uuirun,oiu b, ua epoca uas lesias, e ponanto
EK^S^HlT^-i^^^S.-lXT ~~ '"uTm^M J Engenho 4 venda.
Sr?o a nualonw ho*rlTrlfcf oora seu ProPr'e se va familiar.sando com as algibe iras vasias dos Na COnfeitaria do Cam DOR Vende-< o engenho Par aim, sito na ima de
tano a qualquer hora do dia. Mceseiladose eites par sua vei venham ae arma- ~ wmctudiirt. uu V^ailipub Ilaniaiai.Si e levantado ha pouco tempo em terras
OfliP'iM hrnnonn em do Campos a rua do lmper.\dor n. 28, prepa-; ^*" Imperador 8 4. 'da s'ti.i S rcurro Acha-se o referido engenho
vyc*i y o uiauKjcio UC Ul km HIIO larem-se para a quaresma, tempo de abst.netcias Wll-on Rowe & h. vendem no sett armateii : n""'"le P ',,"*> e e a vapor, sendo o respectivo
o ^\S(\0(] t-f 1 i e no qual se come sem bcepya, comprarem o que a rua de Commercio n 1 *iu*en terrcim a?-as prodociivo fle crfnda, mandwea, mi-
mJ..-. uv ihaderaaisgoswso.saboroso, cheircsoetudo que 0 verBadeiro panno dealgr-dJo *ul airtenraao
Venham ver para crer : natoja da*os-Bran. caba em oto.so. Excellente fio de vela
ea, a1 rua da Imparatnz n. 56.
E' para luto
BonibaxinatraDe.ada,fm3, para vestidos delui.i
IJ200! o covado, fazerida qim vn|(i600 : ist'o
so na Ro-a Branca a rua Calcas de casemira a 7>5
E' na loja da RofttOjranca e;oe fa vCndfefc:
Diier aos amantos
Dos geaeros espeei,.es
Que >e querero ser lelizes
Venham ja e quanlo antes
Saber a causa motri/.
Doampo eao ter riraes
E poder s6 fornecer
Delicias, gosto e prazer.
1 Cognac de I' qualidade
| Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidades
Antes pe se acaliem.

Vende-se la delind'os padrSes a 200 rs. o cova-
do : na rua (Jo Crespo n. 23 A, loja da esquina ;
d9ose!anio?TTa>.
lho, f'ija etc. Alem dos terrenos de piaotacao.
ha uma boa solu para gado, meiaM arvores frnc-
tifei >, inclusive eoqusifoi e opsjinos lugarrt pua
grandes vive ros. A situacao da casa de viveada
6 agradavel, e clima e passadto da ilh de lU-
maraca sao muito apreciaveis, aiem de outras
vantagens quo cai a vista met nor conkecera
comprador, dingiudo se ao reCerido engeabo, oa
infnrmando-se na rua do Atalho n. 9. freguaii*
da Boavisia, junto a caixa d'agua. .- .
\\wh& mw stfktik
..- .Vende se'nm bonito esrtavqde 18 anoosrde! xOUCO mOlO.
ISi. ^x a *r u-'" 1 BeTn felU'e ,,a"fdarle'por 1:300a, optimo para earrtfro on b-'.ceiro : Brio* pardo muito fine a 400 rs. o covado : s6
n^aSiz n ; graD pech,ncha : na raa da lm- arriitar no pateo da Bibelra/'ab poTtto do ma- na rua do Queimado n. 43 ; aproveitem que 6 pe- I merito de cha'pe'os para senSora,
^ n. oo. meeiro. chincha, na loja de Guerra & Fernandes. I vende por prejo commodo.
A loja do Passo 4 raa Prknesro de
7 a, recebeu pelo olBaaflrpannete, at ricai


i


rt

-*
I
1.
\
J.
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^i^o^v^^e^^uW^^^onriit^^fyg^
fc<4.
#*SifBM

Cordeiro Simoes <& 0.

offerecer aos sens fregnezee ura nurtadiisi-
Mtattroada* cjsag qae b*je pode-com p
wtitHNIW
-Bill |t- "?1 Uia J-M t C-T
slbupe ~n!irza a.ei
q m.
RETR0ZEDEALG0-
BAG
mieu i .'
pflatftnoMsumo.
Maudam faaendas as easas 4>s pretendentes,
>para,o qua tem pesaoal necessario, e dao amtsiras
lediante p'ennor.
Cortes de seda de lindas cures.
Grosdenaple ? de todns aVeores.
Gergurao branco, lizo. de iistras,- preto, elo.
Setim Macao,.preta e de$6res.
Grosdenaples preto.
VeHudo preto. *
Granadine de seda, prela Nde cures.
Popelinas de lindos padrdes. i
Filo de seda^ranca e preto.
Ricas basquinas de seda.
Casacos de merino de cores, la, etc.
Mantas brasileiras.
Corns com cambraia branca com liDdos borda-
.DE
Ricas capellas. e roajitas..nara noivas.
sortimento'
ila
e las com listras de
ttiquissimo
-eda,
Cambratas de coras.
Ditas maripozas, branca*, lizas. e bordadas.
Nanzuqiies de lindos padroes.
Baptistas, pad rues deiicados.
Perealjrs- d qoadros, pretos e brancos, listras,
etc., etc.
Brins de liuho de cor, -proBi-uve oara vestidos,
com barra e listras.
Bicos cortes de vestido de linho, e
i mean* cur, ultima mod?
Ditos de cambraia de cores.
Fustao de iindas .cores.
n
DAS MCHINAS PARA COSTDBA
ekes da
Saias bordadas. para seuhora?.
Camisas bordada
> .. -
, fdao.
Sortimento
, Jouvia,pai
Ve
as para senhoras, de linho e al-
fabrica de
f.
do lavas da verdadeira.
omens, e senhoras.
estuariv,- t>ara meniaos.
Ditos para fcaptlzado.
Chapeos para dito.
Toaihas e guardanapos adaraa*cados de linbo de
ctjr. para mesa.
Colcbas de IS.
CortSnados bordados.
Grande sortrmento de camisas de linho, lizas e
rordadas, para homens.
Meias de cOrd3 para homens, meainos e meni-
as.
Ditas escocezas.
Completo sortimepto de chapeos de sol para ho-
mens e'senhoras.
Merino de cores para vestiaos.
JlUo preto, lran.;ado dito de verao.
^Mhado de liuho e algodao para toaihas.
Atoalhado pardo.
Damasco de la.
Brins de linho, branco de cures e preto.
Setim de Iindas cores com listras.
Chales do merino de cores e pretos.
Ditos de easemira.
Ditos de seda preta e de cures.
Ditos de touquim.
Camisas de chua para homens.
Ditas de flanella.
Cereulas de linho e algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras e conso-
i Lsaeos bordados e de labyrintho.
Colchas de crochet.
Tarlatana de toias as cores.
Ricos cortes de vestidjs de tarlatana bordados
para cortes.
Espartllhos li.-os, bordados.
Poulard de seda, liddas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Ricas fachas tie seda e la para seuhoras.
Rico sortimento de leques de mad.-eperolas e
osso.
Damasco de soda.
Caaemira preta e de cores.
Chitas, raadapolao, panno lino preto e azul, col-
larinhos, punhos de linho e algodao, gravatas, lu-
vas de no de Escossia, 'a petes de todos os tama-
chos, bolsas de viagem, peitos bordados para ho-
mens, lenps de linho branco e de cores,, toaihas,
gaardaaaues. etc., eic___________^_____
IDEAS
1 Am
'
CORES
mm
ittn
.!w"iiimo
On -
mm
fAKTK
if .'.'I* '--
'ear *t ,oqtr.9l
Mi! M .? i
1*0 tb --
*taa> MEME8 GUIMARAES uYo1 'grande sortimen'o de fazendas pretas para qua-
DA
.
Madnea
ib
Com as falsifica6es que torn apparecido
O
CO
Ul
Nenhuma ma-
china Singer elegi-
tima se nao \QV4i
esta marca fixa no
brago da machina.
rorque:
iicd oouil
Ae*ba' de rec-cbw
wma
COMO SEJAM
flROSDuNAPLK PAEXO A/ i80.
Vcyde-se grosdeaaple prefto. para vestido
de senhoras, a )$800r 20,< 3, 49* of o
covado.
l'AN.NU rilEmA2aOO.
, \'eitdc-ie paauo preto de duas larguras,
para clgas o palitota, a 2j?5O0, 35, 3*500,; a 15500
49. ai 09Q 0 o-covado. noivas.
CORTES DE CASEMIRA PRETA A 5$00O.
, Vaiide-sa oortee de Catemira preta para
calces, a 59, 09, 70 e 8CQ00 o corte.
MER^O'. PRETO A 29800.
Yea :e*e meriuo preto fino, a *U800 e
39000o covado* ^J,n'
BOMBAZ NA 1'RLI'A A 49500.
Yecde-se bombai na preta enfestada, a
19500, 1980Oe 2*0i/O 0 covado.
ALPACA PRETA A 500 RS.
Veude:se alpwa; prota uiia, a 500,640,
800 rs. e UOOO 0 covado,
FAZENDA& DE CORES E CAMBRAIA
RRA^CA A 390i0.
Veade-so pqca,s do caoibraia.br.'ocatrahs-! 29500, 3j e 490 metro,
pnvhte a39, 4,59.e 6^090, ditas de cam- CtfU'AS PAf.A CDlil-RTA A 280
braia lapada, Yiaoria, a 39. 39800, A9
Fara evitai falsi-
ficacoes notem-se
bem todos os deta-
lheF di marca.
o
E
o
LENCOS BRANCOS A 29000.
Veade-se* len$os brancos finos, a 29000,
29500 e 39 a duzia, ditos de linho, a 49,
69 e 69000 a duzia.
CROCHES PARA CADBIRAS A 19500.
Vende-se pannos de croche para cadeirts,
cada um, colchas de di o para
MADAPOLAO PRANCEZ A 79000.
Vende-se pecas de madapolao" francez
muit. lino, a 79, 89 o 109000.
BRIM PARDO A *00 R!. 0 COVADO.
Vende se brim pardo para calcag, a 400
rs. 0 cOvado.
CORTES DC CASEMIRA DE. 59000.
Vende-se cortes de casemira de cores para
I cairns, a 5C, 0C0OO c 09000.
GR0S1>ENAPLE PRETO.
Yende^o grosdenspie preto com 4 1/2
pnlmos de largura, a 53 0 covado.
ESOUIAO H NO A 29000.
Vtodo se csq'i-ioo fiuo de litbo, a 2-9,
.
:iro e a prazo!
contento das Exmas. familias
E' banto.
T Yendeso metins de lindos padroes, (ajenda
boa, pelo barato preco de 300 rs. 0 covado : a rua
do Crespo'n. 23 A, loja da esquina. DSo-se araos-
ras,
mo
rs..
1
V
DE
Sao maisjbaratas.
Sao de doos pospontos.
Sao simples.
Sao rapidas.
Sao duradouras.
MACHIKAS
Sao de dous pospontos.
Abainham.
Franzem
Pregam tran^as.
Marca m pregas.
Bordam de linha de seda.
Alcolehoam.
Pregam cordoes.
UNICA AGENCTA
EM
I
;-

40
A CASA AMERICANA
RUA BO IMPE1IAD0R 45
G 55000.
.COR11SAD05 l'AUACAMAA 1690C0.
Vende secottinados bf rdados para cama,
a 1G9, 209,259'- 309000.
.. CAMBit,vlA PE- CORES A 300 RS.
. Vende-se cambraia de cures Gn&s, miudas.
a. 300, 320 e 300 rs, p coxaj'O
CUITAS LAHGAS A 2uQ..RS.
Yeude-se chitas largas para. ,ypstid.us, a
240. 320 e 300 rs. 0 coYado- .
BRAMA^E'A 3?600.
Vende-se brarnante eooj.10 pslroos de
largo a *9600.19810 e.2$' 0, o'.'mptrp, .
, MADAPOLAO A aSOOO.
Vende-se pc^is d> madapolao eaie,s\ad,o
a 39000. Dito ingltz a 49500, 59 p
3(530P, C90P.Q, 79OOO e 89000 a pe'saa.
CORTl,NAt|0& PABA MS A ^9000,
Ymde-se 0 par de corttnados bordados.
para janellsa. a5e ^p90' 0 0 par.
ALGODAO. A, 4C000.
Y.n.iiQ-se pegs de algodao, /1 4|J., 59 e
6CO00.
CEROLRAS A 19000.
, .V*ndfrSB,.ceroulasd9a|godaj, a I9C00,
ditas finap de branjante a 19&0Q e 29 cada
am-
f AMISAS BRASC-IS A 29PP0.
.,^d9-^e /camisrs. brancas., faaas, a 29,
295C0, 39,e,,49000.
BlUNS DE CORES A iOO RS.
Vende-se brins de cores para calras, a 406,
e 500 rs. 0 covado.
CHA ES A 800 RS.
Vende se chales de la a SOO rs,, chales de
merind de cores, a 29, 39, 4j? e 59' 00.
COLCHAS DH-CORES A 29000.
Vtnde se colcbas de cores para camo, a
29,395^6 e.49000.
CHITAS DE' COBES V 360 RS.
Veode-se chitas fioas de cores, a 360 e 460
rs. 0 covado.'
ALPACAS DE CORES A 500 RS.
Vende-se alpacas finas ie cores, a 500,
640 e800 rs. o covado.
TAPEJES A 49500.
Vende se tapers para salafe, de diversos
lamanhos, a 49500, 59, 69 tf\ 9000 cada]
urn.
Vend.'.-snuliiUs p;ira coberta, c280 c 400
r.-. o covado.
1JU1M BRANCO A kOOO.
Yi'ii le-si: biiui bianco de imho, f. 19,
1T-2S0, TliOO 0 29 P ni.-tro.
RS.
BRETAN11A DE LI.M10 A GiO RS.
Vi/|nle-;c bretanba de Jinho, a GiO rs. a
' VeASELLA DE CORES A 800 RS.
Vende-se flam Ha de cores, a 800 rs. 0
covado.
COBEBTORES DE ALGODAO A 1-9V0O.
Vende-se cobertores de.pello a l^iOO.
Coberlas de chitd a I98OO e 29, ditas en-
cernayas, forradas, a 49, no Bazar National,
rua da Imperatriz n. 72.
CQR.TES DE CASSA A 39000.
Yende-se cortes de cassa niudas a 39
gfdfi um;
GR^V.TAS PARA SE.M10RA A 191:00.
.Vende se gravatas para seuhoras, a 19,
ditas uara hojnens a 500 rs.
ALGODAO ENFESTADO A 19C0O.
Yende-se algodao enfestado pra lenses,
a 1^000'a vara.
GRANDE SORTIMENTO HE ROIPA FEITA
NACIONAL.
Vende-se palit6ts de panno pretf), a 59, "9,
80 e 10,5000.
Vende-se palit6ts de alpaca preta, a 39,
39500 0 43O00.
de panno, a 49,
.1
A' inn do Crespo n. SO
Loja das 3 portas
LAZ1NUAS
O-hegon esta fazend*, com padrSes inteiramente
navos, e que se vende pelo diminuto preco de 400
rs. o covado : isio por ter grande quantidade.
SO' NA RUA DO OtSSPO N. 20
I.oja de
Guilberme & Cv junto a loja
da> esquina_______
Pechinha grande em cam-
braia
f ambraias transparentes, avariadas, a 500 e 800
reis e 1*000 a peca : so o n. 20 da rua do
ieipo, loja das tres portas, de Guilherme junto a loja da e-qiiina._______________________
Vigor do Cabello
DO
Dr. Ayer.
Para a renovacSo do ca-
bello, restituicao de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
&Vvor do Cabello 6 uma pteparacao ao
inesmo tempo agradavel, saudavefe efficaz pa
oonservar o cttbeHo. 'ror tneie do sen uso o
ea%elte tnco, gvfcafco, e-enfraqwecido, dentro de
pouco tempo revolve a cor que fhe 6 -natural e
primkiva, e ^dqnire o briUao e a frescura d,o
cabello da juwnfcadei eabello iaJo.se toma
denso a a oalvioje moitae vezes, posto que nao
era todos 08 caes e neutralizada.
Hao ha nada que pode reformar o eabejlo
depois dos folliculos eetarem destruidos, e las
clandes cansadas e idas, mais se amda restar^m
-'' J5m '-prWIem sef -alvad e1 trrarz^das pela
appbeacao do Vigor. Libre de essM'B'tfwtanclae
flereterias qae toma\:\ muitas preyaracoea de este
i ganri*' 'tam nocivas e destructivae ao cabello, o
Vigor semen Se Ibe e beneficial. Em ver |de
raiar o cabello e o ftizer pegajMo, o cor.serva
limpo ecforte, emielliaindoo, irnpediado a queda
B o toraar-ae ruco, e por consequinte previne a
ealvicie.
Para uso da tofletWUSo la nada roais a deee-
jar; n5o conte^ido oleo nem tmtnrai:na<) pode
-nwh*r/iBMto maie alvo ten$c de'eambraia;
perdnra ao cabello, Ibe da alii MtM lKurioeo(
e um perfume naito agradartl.
Para reformar a cor da barb*, 6 neoessario
mais tempo da que com o oabello, porem ee pode
appressar o effeito, envolvendo a barba de noite
com um lenco molhado no Vigor.
pitseAiACo rote
Dr. J. O. AYER & CA, Ixwell, Maes.,
tetadoB TJnidoa,
i VBTN.DE1 SE POR

)
\
Attencao.
GALLO MUSB
RUA DO RANGEL K 3
Armazens de seccos e molhados
TE.M PARA DISTINCTIVODO ESTABELECWENTO I'M GALLO BRANCO, PIHTA1H),
PARA ALGUMA PESSOA QUE IGNORE A LEITURA.
Rodrigues & Pires, regressados era Pernambuco, cidadp do Recife, suCcefsores do
armazem do Gallo, a rua do Algibeves, em Lisboa, omais afaraado econhecido aroiazem
naquella cidade, capticham serapre em ter generosde primeira qoalidade, dqs qaaes dao
aos seus numerosos freguezes unj conhecimento msis prolongado na re!a;8o abaixo des-
cripta :
0 que 6 bora e caro
Palavra bemdita que nunca faltou.
Cha" perola lino, a 59000 a libra.
Dito miudinho, super'flno, a 49000 a li-
bra.
Dito popular, flno,, a 39000 a libra.
Manteiga ingle2a fior. em barril a 19600.
Dita ditafinn, em latas, a 15500.
Dita.dita, dita e dita, a 19400.
Azeite de peixe baleia, a 640
fa.
Game roes seccos, a 500 rs. a libra.
Queijos frescos empellicados, preco com-
modo.
Cascasde c6co para lavaf ?asa, a 160 e
12 rs.
Farinha fina de Muribeca.
Vassouras de piassava para serViQO inter-
Vende-se caljas preta
6$, 79 e 89000.
Vende-se colletes pretos, a 35, 39500 e
4900O.
Vende-se ceroulas, a IS, 19500, 29 e
35000.
Vende-se camisas braccas, a 25, 2C50O,
39 e 490OO.
Vende-se ccrnisas de chius, a 19*00, 25
e 35000.
CHITAS PRETAS A 320 RS.
Vende-se chitas pretas linas, a 320 e 300
rs. 0 covado.
LAZ1NHA A 20O RS.
Vende-se lSzinhas para vestidos, a 200,
320, 400 e 300 rs. 0 covado. No Bazar
National, ruada lmperatriz n. 72, de Men-
des Guimarftes & Irm3os.
PREDILES1A
a' rua do Catartr* n. t A.
Os proprietaries da ItkJ 00 in In i to 1*
conservar 0 bom conceito <;i- u-in merecido do
respeiuvel publico, distinguiutlo 0 sen eatabeieri-
mento dos mais que m-gociair. no icerroo genero
veem scientiCcar aos seus boas freguezes que pre-
veniram aos seus correspondente.-. r.as diversas par-
cas d'Enropa para Ihes enviarem por tr-des o p-
4uetes os objectot de luxo e bom gosto, que *-
jam mais bem aceitos pelas sociedades elefM
Jaqueiles paiieS, visto aproximar se n tempo de
Testa, em que 0 bello sexo fiesta linoa Veiiexa
mais ostenta a riqueza de mas toillcttes ; e co-
mo ja recebessem pels paquele franc*'z divers*'
artigos da ultima moda, veem patcntear algnu
i'entre elles que se tornam mais rec"mmendav*>.
esperando do respeiuvel publico a cnslumadi
concurrencia.
Aderecoi de tartaruga os mais lindos qne tees:
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de m.-'drepeiula e de
velludo, sendo diversos tamanhos e baraMt pre-
0 s
Aderecos completos de borracha pr> irrinspara
Itto, tambem se vendem meios aJereeos muilo bo-
nilos.
Botoes de setim preto e de efires para ofhato '
vestidos de ser.hora ; tambem tern para
paJitoL
Bolsas para senhoras, exi.-te um bello sortimtn-
to de seda, de palha, do chagrim. etc., etc, por
barato pre^o.
Bonecas de todos os tamanhos, tar to de Ktara
como de cera, de borracha e de mas.-a ; chsma-
ntos a httpurao das Exmas. ?ra-. para e-t.' ^;rtigo,
pois as veies tornam-se as crian^as pid povn im-
pertinenles por falta de um obiecto qce as en-
tretenbam.
Camisas de linho lisas e com prlt s bordados
para hfimem, vendem tv. por prec romiaote.
Ceroulas de linho e dc algodic, de diversos pre-
50s.
Caixinhas com musica, 0 que ha inaii licJft,
com distieos uas tampaa e \,:\ \ 1 para presea-
tes.
Coques os mais modernos e lie u versos fonta-
tos.
Chapeos p?ra seobora. Bee ber.itn hid s^irtink'Ct;
da ultima moda, tauto para seabota, con 0 para
memDas.
QaMilaa simples e com v*5o para noivas.
Cafeftfl bordadas para meninas.
Koiremeios eslampados e l^rdados, de licd:a
desenbos.
Escovas electricas para dettes, teni a propile-
tlade de evitar a carie dos denies.
Franjas de seda pretas e de cr.re*. rxL-te nm
grande sortimento de divereas Ivgana e l*ii..
preco.
Fitas de sarja, de gorgurao, de satin e de Cba-
malote, de diversas larguras e b*>nitas c-jres.
Fachas de g*irgurao muito iindas.
Flores arliliciaes. A Predilecta prima em 1 --
servar sempre um bello e grainie sortimento e-
tas flo es, nao so para enfeite dos cbeflas, ccmo
tambem para ornalo de vestido de noivas.
Galoes de algodao, de la e de seda, brancos, pre
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e seotuQa,
Lacos dc c::nliraia c dc seda dc direrUI ct:a
para senhora.
Ligas de seda de cores e Iranca b(>rdadas para
cuiva.
Livros para onvir missa, com c:.;>a? de madre-
Eerola, marfiin, Os-o e velludo. iud > qne ha de
om.
Pentes de taitaruga e marum pan nltsar os ci-
Lel'os ; teem tambi-m para tir.r caspas.
Port bouquet. Dm bello sortimraio de madre-
perola, marliin, osso e dowados pi r I :irato pre;c.
Perfumarias. Neste artigo e-ta a ln fliiecta btn?
rovida, nao so em extractos. rmi-.i t:m oleos e
anhas dos melhorea odore.-, des i:..> .* afamad-
fabricantes, Lt.ubin, Piver, Sisriedade Hygienic*.
Coudray, Gosnel e Bimel ; ?ao indispeonms para
a festa.
Saias bordadas para senLora, por comoK*
preco.
Sapatinhos de 15 e de setim bordados .para tsp-
t is ados.
Tapetes. Beceben a Prnlilecta 11m bonito sorti-
mento do diversos lamanhos, laoto para *lic
mo para entrada de saias.
Veslimanias para, baptisado 0 que ha de melhor
gosto e os mais moderno t recebeu a Prodllecta
de or ar. to pre-jo, para licar ao aicaace
qoalquer bolsa.
Rua do Cabiuan. 1
E
rs a garra-' no, a 240 rs.
Ditas grandes a 500 rs.
Dito de cOco, fino, [a 800 rs. agarrafa. Massas para sOpa de todas as qualida-
Dito doce e carrapate. l des
Aguardente do caldo da canna, feiladej Vinho tinto e branco, superiores, eljgar-
encommenda, a'500 rs a garrafa. .rafadoseem pipas. E outros artigos quo sard
Dita popular, a 320 e 240 rs. s. garrafa. enfadpnho aonumerar, em secco o tctor
Dita branca, a 200 rs. a garrafa. I lhados, por ser exten^o.
Grande pechincha a 260 rs o
fovatlo.
Cassa la, padroes novos, e de mais gosto que
z a
a lata, do melhor qne vem a este mercado," ida
i a r?a de Henry TOsler tt^iMH a qftantidade
livindoao- mercach), so na rua do Queimado! completa do liquido: nosarraaB8 de iosefio-
43, loja deGnerra & Farnandes, pelo djmmu mingue do Ca,rmo t> Si|jr a. )-*,da jAftdre'de,!
preco de ^00 rs..o covado I rjeus d. 10, e rua do Amo/UB n. ai.
Cheguem freguezes que se afaba
Fogao de ferro economico
Vende se um chegadoiia peucos dias, teodo for-
nalhas para lenha e carvao. forno p.-.ra assar,
depc-sito para agua quente elugar para se.^uar-
dar auente as comidas depois de feitas; cstes fo-
gSesilcrnam-se Teeoramendavels porque ?ao de
fecw batido, o fabricados oo perfek'^o e cozi-
nbara eom.rcai dimiout* lenha; pa rua de Apollo -das,
CIIAPELERIA
Una SireKa n. 45.
Neste ejtabelecimer.to 'rJnfertam-se chapeos1 He'
pMlin, iw^ife^etlndei paVaJtWIttr*^ Vrrfcmas
sen.'o formas -das mas orodeinasilt*,fesjeiepega-
Grolinhas e punk)s
das mais modernas que ha no mercado ; a ellas :
na Magnolia, a rua Dijque de Caxiasp. 45.
Lea^os diinezes
A Maanolia, a.rua Ouqoe de Gaxiasn. 4o, re-
cebeu MUMMM-fiuautidade de lencos de seda
chiaexg*, cpm lind4si)mos de?,cnh3, fazenda intei-
ramente nova.
Lfcques
Liodosiieques de a*wiroia,.ds-tartruM, dp
marllBU deuosso,.e de muuas outras qualidafles ;
recebeu a Magnolia, a rua puque de Caxias nu-
mero 45.
Attencao.
A loja da Magnulia, ajrua Puque do Caxias n.
to, acaba de receber ft* seflutntes artigos :
Manual de madreperola, tartaruga e marflm.
Rieea albuns cott oapa de madreperela, cha-
grea, raadeiravtelliido,conre,ic.
Lindas cwxaa W eniiiimaaperfuaaiias.
LigBf de seda.brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
Pulseiras de madreperola.
Btcai caixas paa co?tura.
,VeWariu,par* .ba^jiado.
Toncas e 9apaUnbos de setim.
Mpderaw chapwde selig.gjdaiara_seBboras.
Lindos port-bouquets.
GravBliOhaS de velludo, etc etc.
Magnolia
Na loja da Magnolia, a rua'.Duqpe de. Caxias o,
43, enebntrani sempre o reSp'eiravel pnblico um
completo sortittento de pOTfumaria's'nnas, objectos
de pbaotasia, lawaa de Jouvin, artigos de moda e
rniudeza* iiuas, awim oomo modioidade nos pr*>-
fop, agrado.ftsipcerida.de.
Anneis electticos
AiMagnolia, aTua Duque de Caxias n. 4o,aca
ba de reeaber os ?4rddeiros qnncis e vvltas elec-
tricas>prpprios,paraos nejvosos,
Meios adereqos
A Magnolia, a rua Duqqade Caxias n. 4a, I re-
cebeu um wtapleto sortimapto de
,Meio,aderecojj de tariar.wa- ,
' Meios aderecos de madreperola.
' Meios adei'ecos de seda b*>rados.' e ie muitas outrag qaaliuades.
Botoes de ft^o
A Magnolia, a'Tna Doque d Caxias n. 45, lem
p>ra vedder'bs modernos '-ttftfies. de aco; proprios1
para veatides. f a*P
i-ii "'-'^r, m/g
Yendem
Wilson, Rowe & V.
Eui sen armazem a rua do Tr^piehe n. 14, o se-
guinte :
AlgodSo azul americano.
I'io de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidades.
Tudo muito barato.
Baliza
N,esle estabelecimento vende-se milho novo em
sacco com 14 euias a 4J300.
j. 0. C. Dojk
Tem para vexd :
Cognac de Hennessy, superior e verdadelro
Vinho Xeres das melbores qualidades.
Bitters de Angostura.
Whisky.
Cha preto em lattas de 10 libra?.
Todas as preparacoes chuDicas do Or. Ayer
armazem da rua do Commercio n. 38.__________
Vei)de-se as casas teireas segumtes :
Bua 24 de Maio (eutr'ora dos Ossos)' ns. 2 e 4.
Boa do Fogo n. 2.
Bua do Padre Floriano n, 33.
Travesaa da Bomba n. 5.
-Beceo do Padre Lobato n.8 A.
Beoco do caes da Cadeia-nova ns. 3 e 3.
A tratar no Largo do Carmo n. 1.
n. 20
das, Tambem Beconenajq cWm fa t#daki
qualidadee, par* Jn-jpen?, garanHmlf>se a perfti-,.
perfe
____,_ ; c59 aos concerto?.
" I 'Vo Wtetnb e?utele,!mento tem um Imdo sor-
I timento de chapeos de pallia, dos maSS mo a taverna sita no largo da Bioeira n. : a tratar! ifffZ* l ^ ^^ ^^ 'W'
na mesma, o doao vende poi g8, a tratar de sua sadde,^^ I,aJ*^ ed Para Into.-Ch';
VENDE-SE
Vende-se barris de peixe congro em salmoi-
ra, sendo barn's do tamanho dos de manteiga, 6
peixe de especial qualidade e muito novo. por
prei*o razoavel para acabar : no armazem de Pa-
checo & Azevedo, rua do Dnque de Caxias n. ?%.
e para meninas a 8s.
tiapcos para senhoras a 10,5 c 13/
(Jimento
Vende-se na rua da Madre de Deos n. 32, pelo
menor preeo possivel, o verdadeiro cimento Por-
tland, vindo pelo ultimo vapor inglw, de carga. o lerreno.
Terreno em Beberibe.
Na rua do Imperador n. 57, loja, se dira quern
vende por prego eummodo, um terreno em Bebe-
ribe. no lugar Aguazinha, com mil palmos de
frente e 800 de funilo ; tambem se retalha, se o
numero de pretendentes for sufflciente para toda
Armagdo
armacao de am?rel'o, era bor
Vende-se uma armacao de amsrello, era bom
eetado : a tratar na raa Pnmeiro de Mtr^o n. 9P,
taia._______________
Farelio novo e
Milho pequeno
Da melhor qualidade no armazem de farinha
de trigo de Tasso Irmaos & C, Ba praca do caes
do Apollo. __________'_
AffEKOlO.
Veadein-se dnas caas terras s*tas a rua da
Concordians. 151 e 153 : 4 tratar- na rua ilo
A^oljoMl.
Li
-1 1 t;1'^'1
Amart^'JUabUcd A C.;-*re.rtlMh Ateeaoies^guras
idBibrooia da.psraelana,' jairoa opart*'ausdea
^Vori^Ma^esMlbM, %a"do bcaaqo de co-
res, de.,lMp:.a dp, akoo>, ^a^dacappi Jpjuiho,
'oranies^equenoO oniros 'mffltos ar^ds ne-
cessarios^'oprl^ pai*'^**' *> fBm'.*"*; *>
Bazar'VWtt, # rtaoa)Jaiiwd ynria'D 3. ,
ft,, '
as.
indas las escocezas.
"b#trarios padrSes, e wteiramente modenias,1 a
rs 0 covado : na rua Primeiro de Marco
iptiga do Crespo n. J3, loja das columnas, de.Ap
^on}P Cprreia/le ya^concellos.________
Tem sido ajircsi'iiid-> m nfiiilirr
Durante o espa^o
DE
4 0 A M N 0 S.
DE
RMSTOL
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS
A SAFSAPARRILHA DF. BRISTOL puri
Qca a massa do sangue, expelle para fon
todas as materias e fezes vieiusa.* e impuras,
regula todas as secre;des, Ha" vitahia
energia a todos os orgaos e ila" ibrca e vi-
gor ao systema afira de poder molhor r>
tir a todos os ataques da enfermidade. K'
pois este um remedio constilw i nunca distroe afim do poder curar ; pore ;n
constantemente assiste a nuturrzn. Port,
em todas as doencas constilw nr.aes e em ; .-
das as molcslias locoes dependent d'um es-
iado vicioso e imperfeilo do systema en<
red, achar-se-n* que a Sai.SAi'ARhiLiiA di
Bristol 6 um remedio seguro c eflicassissi-
mo, possuindo iuestimaveis e incontcstaveis
vrtuues.
As cures rnilagrosas de
ISscrorulas,
I'lceraa,
liagas auli^H
ENFERMI6ADES SYPHIIIiiCAS
ERYSIPELAS,
RHELMATISMO,
NEVRALGIAS,
ESCORBL'TO,
ETC., ftC.," ETC.,
que tem grangeailo e dado 0 alto reuome
Salsaparrillia de Bristol
por to4asas partes do universo, silo tio o-
mente devida? <1
StfICA LGGIT1MA R ORIGINAL
arrflha de Bristol
NA PHABMAGA OMBAL
eslrangeiro.
Paris n'Amerlca, a ruaDu-
qnede'Gaxiasn. 59
primeiro andar, acaba de receber pin completo
AmaralNabwo &.,*aMem"banders.de rao de 12 a 30 pollrgidas c de gosto iBteu"Wei|.!
te bcvo e de metal, tatnbeBV,.h^j|flpiolara e de
j^Tjimcnlo (fealcAdos estrangeiros para hrnnea e
diversostamanhos: no Bazar
VeBde-se uma casa na villa doTJabo, a rna Du:
que de Caxias n 64, com os saguintes comnlodos -
4 saias 3 quartos, i gabineie. cozinha fora, e quin-
tal bem plauia-Jo de arvores da fructo: a tratar
com o pruprietario na mesma casa.
senbora, v;r"do entre elles ma lindo sortimento de
elegantes cbiqmlos, sapatiaba e bo linas para
crianca. \\i '. tudo vegde por precps rayaveb.
j^ v i *e uma taverna na rua das Carro-
(a, ^ |ii' Ja rua de S. Joao, com boa casa tie
vivenda e bastantes commodos naj"1 familia : quem
pretende-la dirija se a mesma.
Vende-se um rico pianno novo, mnito forte
e de exceUentes vozes, a tratar na rna do Barao
de S. Boria n. 29 ; na mesma casa teem para ven-
der-se uma boa mobilia de jacaranda, com pouco
UW e em perfeito estado.
-7U8mS-QO0S:^;K
LatiMias diinezas
a /60rs. owv:if')
^'a mw to jto*mgh "
pracinha da IndepervJIMcia.
Aprtvelfem qr 9*fW bar-
Lazinhas a chineaa com p..
propria pajia w*tid*=, -#e Im
il.
\4
i i
160" reis o covado, so na
nandes
Dao se amostras.
V
'e.aa
- %
Vende se a tav. rna da ni;
n. 48, tem pbuc< a fundns e i
priocipiante, a casa tem con
os pretendentes dirija se a ri-
V is tan. 38.
r
1


8
0iario.de Pernapbiwo Doming 15 tv

*
*&ji

IITTERATDRA.
Instrucfilo popular.
AS CONFERENCES DE PARIS.
0 HOMEM E O ANIMAL.
Nas conferencias que teem tido lugar no
Elysnu, em Paris, promovidas pela Liga de
Eduracao, o lord Lennier discutio ultima-
ineiitrt a these : 0 homem c o animal; tra-
balbo qu-i mereceu oselogios ae toda a im-
prnia ; nuuca nenhura dos prelectores, diz
0 Jornal do Havre, discutio urn assumpto
mais apropriado para o ensino popular, que
deve se.ro principal fim das conferencias da
Liga, que teem por fim propagar conheci
raentosi exact >s, praticos e de uma applicacAo
quotidians, conferencias que devem attra-
hir a atlenijao scm a fatigar ; comprehun-
deu ist perfeitamente o Sr. Lennier; s ira
pretender sustentar uma these qu Iqdar,
procurou elle moslrar as relagdrs que ligam
0 homom a todos os animaes da creagao, o
0 dever de justice, proleccAo que a supe
rioridadc nijral do homem deve exercer
sobce cllcs.
A conferencia cncmtrou a maior imh-
thi p"f pai ^ 8ttdjtorio, 0 que prova a
influencii que proluzio no espirito dos ou-
vintes
Eis o que 6 bom saber-se, porque acre- bre sto ponto que eu quero fixar agora a
drtamos com Pascal que, se 6 perigoso vossa au'enfto.
mostrar a > homem quanto 6 elle igual aos 0 celebrV Pntor inglez Hogarth, grande
animaes sera Ihe mostrar a sua grandaza, artisU e moral*.1?* o mesmo tempo, repre
am la mais perigo 6 e mostrar-lhe a ua sentou em uma seVJe de quadros, own uma
grandezasemasuabaixeza.il ver lade que chega 4 fazer horror, o que
Assim estabelecido u proximo parentesco elle mesmo chama .os grdos da cruel-
do b >mena com os animaes no que se refe- dade.
re as aflinidales pbysicas, o orador formu- Estas pinturas, de um realismo horrivel,
lou esta questao: fizeram uma impressdo ira.nensa sobre o
0 que 6" o animal ?
Nosso centro intellectual, civili^ado,
in>truido, habituado ds subtilezas philoso-
phicas, ndo pole, disse el!e, apreciar beai
o animal: jd nao o comprehende, muite
afastado se acha delle.
Se quzermos ter uma opiniao raciooal
sobre os animaes, devemos ir perguntar ds
criancas e aos selvagens que idea forraam
delles; iotei araeate estranhos ao nosso
modo de apreciar as cousas conforms pre-
ceitos de convencao, julgam pele que
veem.
Assim, as criancas veem os animaes nas-
cer, crescer e morrer; reparam que elles
an lain, correm, criara os Ulhos, amaraen-
tsm-os, def-ndera os, br;ncam ou brigam,
zangara, zangam-se ou socegam, estao tris-
tos ou alegres, exprimem sensac,6es, senti-
mentos. Dabi concluem na sua iuaocente
logics, que os animaes sio seres quasi tan-
to GOno elle.*.
encontt-aiDos
interessante e digna do fim que teve em
vista, isto e, jnstruir o espirito do povo e
dispor-lhe o cora<;Jo para a pratica do
bem.
Os poraienores sobre esta conferencia sao
dados pela tcesma folha : afim d>j bom de-
terminer o laco material que une o homem
OS aniiiians^o Sr. Lennier fo:mulou pri-
meiro estas duas perguntas :
a 0 quo e o homem ?
<* 0 que e o animal ?
Respondo d primeira questao cilando a
opiniao do Xavier de Maistre na sua enge-
, ahosa theoria da Alma dos animaes.
No concetto daquolle profundo observa-
Jor, quo alids nao ostenta pretencao dog-
matica ou scientifica, o homem e formado
de dous seres distinctos : um que governa e
outro que e governado.
0 ultimo, inconsciente eprivadodoqual-
quer iniiuativa, tem vida e sensibibilidade,
o eis tudo : e o animal. 0 ser que gover-
na pousa, reflocte, compara, aprecia: e a
alma.
Bom se percebe, diz Xavier de Mais-
tre, queo homem 6 co:npo3to de uma alma
e de um animal.
Sao .lous seres absolutaraeote distinctos,
mas lie tal sorte embutidos um n) outro ou
um sobre o outro, que cum pre d alma ter
certa superioridade sobre o auiraal para es-
tar apta a fazer a distincgio.
... Ve-se logo que o homem e duplo :
assim c, diz-se, porque elle se compoe de
uma alma e de um corpo; e accusa-se esse
corpo de nao sei quantas cousas, mas muito
infundadamente de certo, pois e tao incap-z
de sentir como de ponsar.
Ao animal e que deve cahir a accusacao,
a ess? ser sensivel, perfeitaraente distincto
da alma, verdadeiro in lividuo cev existen-
cia separada, gustos, inclinajoes e rontide,
e que so estdacimi dos outros animaes pela
razao de ser mats bem educado e dispdr de
orgaos mais perfeitos.
Fiz numerosas experiencias sobro a uniao
dessas duas creaturas heterogeneas. Por
exoTplo, conheci clarameute que a alma
p6de fazer-se obedecer pelo animal. Con-
forme a regra, um tem o poder executivo,
o outro o poder legislative ; mas os dous
poderes muitas vezes se contrariam. A
grande arte do homem de genio e bem edu-
car o seu animal, alim de quo possa se
guiar sozinho.
0 orador completou a sua defiuicao com
um swank) applicado com facilidade.
Se, disse elle, laraos um livro, a oossa
ttteofiio prendu-se ao principio ua leitura,
mas se alguraa preoccupacio vier distrahir
0 espirito ; os olhos acorapanharao macbi-
nalmente as paginas sem nada comprehen-
ded 0 animal leu, a alma divaga algu-
povo inglez, como fez em Francs essapa-
gina sublime das Contemplates, em que
Victor Hugo descreve a morte terrivel de um
cavallo velha, quecahio ao pesodacargae
succumbio i pancada, que lhe deu um ho-
mem embriagado.
Desgracadamente, estas scenas de barba
ria, que descreveu Wo bem o vigoroso pin-
eel de Hogard e a penna vingadora do gran-
de pceta fr^ncez, nao desappareceram in-
teiramente da nossa Europa, tao orgulhosa
da sua civilisacAo.
Neste ponto n6s damos a palavra ao ora
dor, cuja peroracAo temos a felicidaie de
poder citar por extenso.
Nao quero ser accusado, disse elle, de
uma exagerada soosibiiidade. Segui-me e
vejamos o que so p issa.
Aqui, em qualquor casa de trabalho,
quando se apanba um rato vivo, molham-
no em esseucia de terebentina e lancam-lhe
fogo. E todos, pequenos e grandes, ffi-
ciaes e aprenJizes, riera dos atrozes soffri-
mentos do miseravel animal. V
te, coniO^'lo al* enaloga & alma hu- Acobi, e" um co que perJeu o dono e
to aos nos$os respeitos, ou id meoos i nos-
sa piddade. 0 homem e" cu'pado todas as
vezes que por oapricho, pelo desejo doshu-
mano de se dar vivas emofoes, faz soffrer
um animal.
Nao deve comtudo exagerar-i? a sensibi-
lidade e cahir de um excessso em outro ex-
so. E' por isso que eu nio synlpathiso
A exp.sicao da those do Sr. LenDier, que H>mo "* mesmo acontececom os
contfamos em varias folhas, e com effeito selvagens, que s5o inclmados a considerar o
ani.Tial como uma in lividualidaie pensan-
mana.
Depois de tor citad-j cxemplos em apoio
de taes crencas e dos homens e dos povos
infanlis em relagao aos animaes, o Sr. Len-
nier cita a opiniao do? escriptores da an-
tiguidade quetrataram dj ma'.eria; descen-
do a mais moderns idade, mostra o 'illustre
phil jsopho Descartes, pretendendo que os
animaes sao machirras e Malkibranche
maltratandoa sangue frio uma cadela para
observar o mechamsino dos latidos e das
contorsdes que a dor provocava no pobre
animal e respondendo a alguem, que lhe
censuriva essa crueldade : Nao sabes que
isto nSo sente?
Para se t;r uma boa e douta: opinifto so-
bre os animaes, cumpre conhecef e consul-
tar o bello livro do Sr. Flourensa respeito
da vida e intelligencia dos animaes.
Alii aprender-se-ha que os animies sa
seres como n6s, soffrem e vivem, apezar
de n3o terem tao apuradas como o homem
as faculdades intellectnaes, que tomaram o
segnjdo o senhor, ou, como dizem outros,
o rei da civilisar.io.
A segunda parte deste excellente estudo
mostrou qual foi no passado o papel dos
animaes nos desvarios do espirito humano.
Este tratado da zootatria, que comecou no
Egypto dos Pharaos, que adoravam os cro-
codilhos, terminou em Dahome, que ergue
ainda hoje templos is serpentes.
Na Europa, na idade media, o papel que
representaram os animaes foi siagularissimo.
N3o os adoravam como deuses; mas con-yontando uma dessas scenas de cirnagem
res I ....
Dessa dualidade de vida, que a sciencia
alias id provou, resulta o facto evidentis-
simo que o homem, pelo menos do lado da
organisacao physica, e um animal nem
mais. nem menos.
Existem nelle os mesmos apparelhos, os
mesmos elementos que existem nos ani-
maes.
Ha mesmo outros pontosde contacto, por-
que, como nos, o animal tem vontade, lem-
bran$s, raciocinio, e tudo quanto se p6de
di-er e que o homem dove ser collocado
em frente da classilicacao zoologies, na or-
dem dos mamiferos, ganero homo, que
apen8S contem uma especie.
cediam-lhes sent difficuldade um caracter
diabolico.
Em 1262 foi em Paris eoodeanado um
porco a ser queknado vivo e em 1336 um
juiz em Falaise condemooo uma porca a ser
mutilada e enforcada, depois veslida de
homem.
0 porco e a porca tinham sido conveuci-
dos de sortilegio.
0 bom senso moderno ttrou do- todas es-
tas exageragoes um argume'nto a favor ou
contra os animaes-, que nio naereciam
nem este excesse* de honra,. nem esta in-
dignidade s, e o autor, depois de os ter
citado, apresentou algumas consWeragoes
cheias de verdade e de elevagao sobre os
auimaes, em suas rela?6es com o ho-
mem.
0 homem, diz elle, naop6dc viversem
os animaes, e os animaes podem pa6sar per-
feitamente sem o bomera.
Se os animaes desapparecerem d superfi-
cie da terra, que tristeza naoserd 1 que si-
lencio 1 que horror!
Se, porem, voltarem, ao enxostrarmos
os companheiros uteis de nossostrabalhos,
esses servos dedicados, esses cantores araa-
veis dos nossos bosques e dos nossos cam-
pos, o coracao crearA nova vida, a eoragera
reanimar-so-ha com a esperaoca 1 Lancadu
em uma praia deserts, o homem, tendo um
cao ao seu lado, pode.crer ainda na felici-
dade, porque ellejb' nos olhos [ do animal
fiel que lhe resta ao menos urn amigo.
0 animal e Ludisponsavel ao homem. In-
dependentemente das fbrc,as que elle nosj
presta, da-nos o sustento, p calor, a luz e
fornece-nos tudo o que o indispensavel A
vida, e augmenta-lhe as|docuras.
E n6s somos porventura reconhecidos a
todos estes beneficios? Somos mesmo
justos para com os animaes ? N8o ; e e so-
FOLHETIM.
MEMORIAS OE SATANAZ
POR
D. ?,ZaoelFernaudexyGonzaleas
QUARTA PARTE
LUDOVICO ARIOSTO
X
DB C'M" O CONTENTAMENTO DE ARIOSTO SE
REVESTIQ DE UMA COR SOMBRIA.
CContinua^ao do n. 58.)
Certamente ; eu sou homem do pou-
ca paciencia, e o que posso fazer hoje nao
gua'.lo nunca para vamanha. Dentro de
uma bora vird teu pai e concluiremos este
negocio, para oque basta qualquer dos
frad.'s qim ha em Cento. Sabes tu que es-
la camarim me parece muito propriopara
IfOSSa liabita^ao Y
Como 1 Aqui, onde a senhora se
veste e se penteia ?
A sennora pode vestir-se e penteiarse
em outros aposentos da torre que tu nio
conbeces porque os nio abri nunca. Jd
mais esta torre se vio t8o habitada. Con-
temns as pessoas. Os dous esposos, Isto e,
a senhora Genebra Malatesta e o Sr. Ludo-
vico Ariosto.
Pois que, o Sr. Ariosto nSo vai sahir
d'aqui t
Ha de sahir, mas quando vier ao
mund-> o filho que Ihe ha de dar a senhora
Genebra. Alem d'wso viverd tambem aqui
0 nosso filho.
.0 nosso filho ? oxclamou Tonetta
olband > assustida para Michelotto.
- .Id te csquecestedo que fallamof e?ta
ntnnlia?
3ue os rapazes perseguem com furor, depois
e lhe terem amarrado d cauda alguma
folha velha ou qualquer orpo retutnbante.
Em outra parte e um cavallo ou um
burro, com uma carga com que nflo pode,
e barbaramente chi ;otado I
a Em outro lugar, emfira, sao duzias de
caes langados ao fogo, sob 0 futil pretexto
de os subtrabir ao imposto municipal In
Em Paris mesmo, no centro de civilisa-
cdo, vio-se um dia um catraeiro descer o
Sena com um cdo, de que se queria ver
livre, e lauca-Io d agua sem besitacjSo e
sem reraorsos. 0 pobre animal fez esforcos
supremos para alcancar o barco e ser salvo.
O malvado, porem. querendo dar-Ibsr com
o remo, para o afastar, perdeu o equilibrio
e eafaio ao mar. Ndo sabia na !ar. Sabeis,
pofe, o que succedea T '. -
0 cao tao cruel men te tratado, esqueceu
tudo, pegou no dono pelo fato> e o ingrato
foi satvo- 1
0 cende Valmor, contando essa anocdo-
ta, pergonta com a alma commovida :
Quem tinha aqui coracao, o bruto ou o
homem ?
Ha em Franca escolasde ferocidade, cujo
fatal ensinose desfarca sob nomes pompo-
sos. Ha reunides immensas de errani^as,
de meninos, de mulhores, de homens-, que
se exaltam de alegria, de emocfio nervosa
ao verem representar esses dramas terriveis,
que se chamamcorridas de touros.
Nunca vi, disse o Sr. Luiz Ratsbonnel
na arena do Ni.-nes, nunca vi sememante
delirio em Paris, nem em parte alguma,
em nenbura tbeatro, em neobura bypodro-
mo. So a vista do sangue pode, creiam,
eausar tal embriagoez.
Earece-me quo basta isto parajulgar da
moralidade do espeetaculo. Ha no cora-
rao do homem a ferocidade d animal,
quo deve evitar-sedespertar.
Pensameuto verdadeiro quo Barbier ox-
primio com energia, dizendo :
0 sangue pede como o vinbo embriu-
gar a multidao.
Quantos divertimentos eu poderia ainfe
citar, em que a vida de um animal e- a
uaica causa de prazer dos espectadores 1
Todavia, 6 bora que se reconheca, nao e
sempce o prazer de matar e de ver sangue
que leva a esses aetos de ferocidade ; a
ignoraneka reclama neste ponto a ma [or
parte.
Sabe o leitor que succedau por aeca-
sido de nascer o neto de Luiz XIV. 0
pafteito, para dtannuir as does da sua
eUenta, apphcou-lbe a pelle ainda quente de
um carneiro, que acabavam de esfolaf vi-
vo. O carniceiro, que tinha feito a opem-
cao no quarto proximo, esquecera-se de fe-
ehar a porta, e o carneiro, eseorrendo em
sangue, entroo para o quarto da parturien-
to, balando. Oque causou, diz o histosia-
dor deste facto* um horror immenso a to-
das as senhoras presentes. > Na verdade,
havia motivo para isso.
Em certos lugares do campo, ainda hoje
ha o costume de applicar ds criancas ataca-
das de febre cerebral as duas metades de
um pombo, eortado estando vivo. Costu-
me barbaro, so igual na crueldade d sua
propria estupidez.
0 animal e dotado de sensibilidade, de
instincto e de intelligencia ; elle tem direi-
1
Ah 1 sim, e verdade, disse Tonetta in-
clinando a cabeca, a filha d'essa grande se-
nhora. Disse isso a meu pai ?
Ainda ndo ; ha muito tempo paralh'o
dizer quando elle estiver na nossa compa-
nhia. Sigamos, porem, contando os. habi-
tants que vai ter a torre. Os dous esposos
e a nossa filha, tres ; outros dous esposos,
isto e, a ama da nossa filha e seu marido,
cinco ; uma filha d'esses dous esposos, seis ;
teu pai, sete ; n6s dous nove e o frade que
nos casar, dez.
Pois esse re'igioso tambem vai ficar
aqui ?
Tambem.
Para que ?
Para n&o poder revellar a pessoa al-
guma o que veja.
Ah 1 tudo iste e um mysterio I excla-
mou Tonetta.
^. E um mysterio terrivel; mas jd demos
tempo sunlciente para que os dous esposos
perdessem o medo, tallassem um ao outro,
e se pozessem de accordo. Yamos ate* Id ;
tenho fome e necessito almocar.
Michelotto sahio segatdo de Tonetta.
Genebra e Ariosto estavam sentados ao
lado um do outro, oom as maos entrela^a-
das.
Quando appareceram de novo Tonetta e
Michelotto, Genebra retirou vivamente as
mloa que tinha entre as de Anosto, e co-
rou.
- N4o se envergonhe, minba me,Q:,Qa,
disse Michelotto, esti rapariga. sabe que sao
esposos, e os ftnhores devem saber, tambem
que Tonetta e eu vamos casar dentro de
duas horas. Desde jd os convidamos para
a boda.
Pois que, vamos sliir i.i'i,'j:ii ? ex-
clamou Genebra com -alvgriv.
NS'j, porque as nossas Uiini lyraf
lugar aqm dentro, mui secretamente, por
jqus assim nos convm. Sabiremos tpdjc*,
sim, mas quando for possivel, isto e, quan-
do a menina, tiver sahido da situacdo em
que se encontra.
E. l.udovico, o meu Ludovico T per-
guntou com anciedade Genebra.
Seu esposo ficara aqui, ua nossa eom-
panbia, quer elle queira quer nao, replicou
Michelotto, porque aqui maado eu, e tenha
a eerteza, Sr. Ludovico, de que aqui s6 se
faz o que eu mando. Alem disso, onde po-
derd estar melhor do que ao lado de sua
esposa que o adora, que tanto soffreu por
sua causa, e soffreria ainda se o nao visse ?
Ficard, pois, aqui, Sr. Ludovico ; mas
agora permitta-me que vd dar ordem ao
almoco porque tenho fome. Eu jd volto,
e entretanto tratem de ser felizes em com-
pensacao do tempo em que o ndo foram.
E Michelotto sahip.
Um quarto de bora depois voltou, como
de costume, com um enorme cesto no
braco.
Como de costume, tambem, entregou-o a
Tonetta, que pox tudo sobre a mesa de
marmore que havia no meio do aposento.
Oservicp era de prata e crystal, como
servico que era destinado aos grios duques.
Michelotto havia dido ordem de que
{quando chegasse o guards Giacopo, o a*i-
sassem com um toque de cornota.
0 almoco era magnifico, tanto pela bon-
dade das iguarias como pela sua abundan-
' isneia e qualidade superior dos vinhos.
Comtudo a refei^do correu triste, porque
nem Genebra, nem Ariosto, nem Tonetta,
tinham vontade de comer.
Em compemacao, Michelotto, devoravj
como um lobo.
Comprehendo essa falta de appetite,
dizia elle aos seus commensaes, mas eu fiz
esta maiiha u Q grande exercicio de corp i
ede alma, e quando me scntei a alno^ar,
julguei que ndo cbegava toda a comida para
miro s6. Acreditem piamente na grande
com aquella amavel marqueza," que, ao
saber da morte de um amigo, que se dizia
intimo, em uma oocasiao que estava a jo-
gar, limitou-se a responder : Sinto
muito I e continuou : a Jogo pdos ,
emquanto que no dia seguinte, ao saber da
morte de um cdozinho dejque gostava mui-
to, deu-lhe uma syncope I
Emfira sinto quasi desprezo para os que
se poem extasiados diante de um papagaio
ou de um cdo, ou quo fazem grandes des-
pezas com a conservacSo de animaes do-
mesticos e rocusam a mais pequena e3mola
aos dusgracados, qu* Ihe imploram a pie-
dade.
Aos animaes deve nos justiga ; defendon-
do-nos delles, ndo devemos obrar por vin-
gan^a, mas por necessidade.
E dovemos ter cuidad'i nao surjam no
lugar dos inimigos, muitas vezes imagina-
rios, que destruiraos, outros mais perigo-
s)s, mais prejudiciaes talvez I
Protejaraos, pois, os animaes domesticos
e a aves dos c rapos, unicas que nos po-
den defender da mvasdo dos insectos, que
destroem todas as esperancas dos lavrado-
res, aniquillan Jo os fru"ctos e arruinando o
pai/..
A qu. stdo importante, que hoje se offere-
ce d co;. -l leracao d9 leitor, parece jd de
tao gran le importanaa ao Instiiuto de
Franca que em 1802 destinou um premio
especial para recompensar o autor da mo-
moria que melhor satisfizesse o pro-
gramraa.
Em ISO'J lord Erskim ousa fallar dos
animaes no partameuto inglez. Sir Richard
Martin, em 1822, obtevo do parlaraento o
decretn importante, quo so conbece pelo seu
nome (Martin's aet.) Immediatamenle se
formaram sociedades na Inglat-rra, na Ame-
rica e na Baviera. Esta ultima tinha por
divisa : Protegor os animaes e ser util aos
homens. r
A 3 de abril do 1846- constit lio-se em
Paris uiaasociedade protectora com o fim
de melhovar por todos os meios ao seu al-
cance a sorte dos animaes-, em um pensa
mento d j jn6ti^a, dv moral, de eco'nomia
bern entendvla e de hygiene publica.
A 2 de juFbo de 1850, p--la corajosa ini-
eiativa do general Delmas de Grammont,
a assembled nacional aJop*ou a lei do theor
seguinte.
Artigo unieo. Serdo puuidos com mui-
tas de 5 a 15 francos e poderao sel-o eom
prisao de um a einco dias, quem fiz r pu-
blica eabusivamente mdos tratos a aiimaes
domesticos:
Fei assim que as ideas tratadas por Uto-
pias, por lou'-.uras, ha apenis meio seculo,
ganharam todos os espiritos, commoveram
todos os coracoes.
A lei protege hoje os animaes, que anti-
gamente abandonava aos abuses do poder,
aos capricbos deshumanos daquelle que
ousa dizer-so Rei do Universo, como que
se para usar desseutufo do rei, nao foi pre-
ciso antes de tudo merecel-o I
JORlSPRODERCli
Reiteiorio
A RESI'RITO DO NEGOOIO DO MAP.SCHAL BAZAKtE
RX-COMMANDANTE EM CHEFE DO EXERCIHO
DO RHENn.
AVD1ENCIA De 29 DC N'OVCMBRO
{.ContinuaQ&o)
R. Nada m*o tinha feito prever. No>
considerei a questao, como rasolvida de uma
maneira absoluta senao depois da carta de
24 de outubro, as qual se me dava ordem
para entregar ao exercito tudo quanto so me
pedisse.
P. Ndo fizestes nenhuma obseiva^ao-?
R. Nenhuma tinha a fazer.
P. Por co6equencia quando o general
Cissey^.na sessao de 24, referio o projecto
de protocollo, que vos lex-delle leitura, nao
vos causou isso surpreza ?
R. Uma vez que estava deoidido!'
Pi Nao tinheis, porem, pronunciado
esta phrase : o commandante superior
nao pode eniregar a praca antes-de 5 de
novembro ; sustenta-a a era virtude do seu
juaamento ?
R. Nao creio qua me tenha. expressado
assim.
P; Desde modov nao fizestes a reserva
dedefender a praca ate 5 do novembro.
.Ndo vedes em que elementos terieis podido
fixar essa data de S de novembro, que se
acha consignada uo processo verbal ?
verdad d'estas palavras: e-necessario co-
mer.. As penas e as alegrias supportam se
melhor com o estomago cheio, e digo isto
porque jamais senti nem pezar nem alegria.
Minto, senti um grande pezar quando uma
noite encontrei nadando em sangue, desfigu-
rado e inerte, sobre um montao de cadave-
res, nos malditos campos de Vienna, o meu
senhor Cesar Borgia ; e uma alegria iramen-
sa no dia em que sua inn a Lucrecia, jd
$rd-duqueza de Ferrara, me tomou ao seu
service Eu araava, como ndo amei nunca,
o duque Valentino. Que homem tao mag-
nifico I Que lobo tdo eloquente e tao per-
suasivo I Dava vontade a* gente de se dei-
xar enganar por elle, ainda que ao conbecer
o engatio encontrasse a morte. Ob I que
grande homem I Acreditem-me, ndo hou-
ve senao um Cesar Borgia, nem naverd nun-
ca outro como elle.
E Michelotto, a quem ninguem respon-
deu, esgotou um enorme copo de vinbo de
Syracuse.
N'aquelle momento ouvio-se osom de
uma trombeta.
Avisam-me do quo acaba de chegar
um amigo, proseguio Michelotto ; jd acabei
de almocar e vou mandar introduzir para
aqui essa tal amigo, que e o pai de Tonet-
ta t temos que fallar largamente um com o
outro. Sr. Ludovico Ariosto, estd em sua
casa, e pode dispor d'ella ate aquella porta;
d'alli por diante, ndo.
E para que 6 essa violencia ? pergur.-
tou Ariosto.
fkfoh Ww eiplioarom^s ; agora quei-
ra ifosjulpar porque me estd esperatvlo o
pai de 'foiie.t i.
E vliehetetto sahio.
No pateo de a-mss encomrou Giacopo
que disputava violentamente.
Estou ou porventura pruso ? dizia elle.
Para que Iev-.^arjm a ponle quando W ^n.
trci ?
R. Ndo posso explicar como isso suc-
cedeu.
P. Todavia, a vossa situacio de com-
mandante superior da praca e os regula-
mentos militares,sujeitavam-vos aexgeocias
a doveres, que parecia.n expliear aquella da-
ta de 5 de novembro, que me tocou parti-
cularmente.
R. Ndo tinha nenhum meio de defeza.
Era mais um governador eventual do que
um governador effectivo. Foi assim que
eu comprehenhi a situacAo.
P. 0 regu'amento define a autoridade
qoe um commandante em chefe pdde assu-
mir sobre o governador de uma praca de
BQqrra:. Destes mais attengdo a essa auto-
ridwle e havieis-vos cousiderado como com-
pletameute aniquilado ?
R. A vontade do general em chefe, e
a decisdo do conselho tinham me desligado
de toda a responsabilidade.
P. Devo fazer-vos observar que nao ha-
via conselhtf regulir, que devia exist ir um
conselho de defeza, para a organisacao do
qual tinheis deflado do proceder ; o que
devieis lamentarr pelas consequencias, 6
quo ereis rigorosameute obrigado a confor-
mar-vos com os regulsraent09 mili'.ares.
Nao pensastes, antes de entregar a praca,
em destruir o material As fortificacees
estavam em tal estado de conservacao qoe
teria side diffiuil enfraquece-las, mas ndo
acontecia o mesmo ao material de guerra.
Nao fizestes a este respeito nenhuma pro-
posta ao mareohal ?
R. Aq-ielles senhores do conselho ndo
pensaram nisso, e eu tdo pouco.
P. Parece-me que a este respeito os
vossos deveres erara mais amplos que os
dos. commandant 3s dos corpos de exercito,
e que ereis obrigado a submetter ao com-
mandante em chefe as questdes capitaes que
intercssassem d praca que vos estava oon-
tiada.
O marechal Dazaine. Tinha a 26, da-
do ordem ao general Soleille para fazer
conduzir as bandeiras para o aresnal, mas
na execucao dessa ordem bouve uma de-
mora que eu ndo podia prever.
O coronel Vtast de Saint -Often, A 27
de outubro, o general Soleille veio de casa
de mareehal onde ia todas as mauhds.
Diet'>u-me duas cartas, a primeira para os
chefes de corpo i para Hies determiner que
rounissem as bandeiras no arsenal ; a se-
gunda daudo ordem ao coronel Girels para
receber noasenal as bandeiras, e formar
um inventario que sena commuuicado ao
iuimigOv
A carta para o coronel Girels acabe-va de
partir quando o general Soleille correu jun-
to da ordenan^a que era portador della pa-
ra a rehaver. Soube depois que aquella car-
ta tinha sido expedida de novo no dia se-
guinte 28, pela raanha, mas iudependente
de mim.
A testemunba nao teve eonhecimento de
uma ordem dada para queimar as bandei-
ras. Esta ultima ordem tinha sido manda-
dada direotamente aos corpos do exercito
sem passar pelo estado-maior de artilheria.
0 general Soleille nunca teve della eonheci-
mento.
P. No-dia 27, ndo tivestes noticia do
boato publico, sobre o que se fez depois?
R NAo.
Presidente. Que foi feito das mi nut as ?
Testemunka. A minuia da ordem pa-
ra o coronel Girels perdeu-se.
Mr. Lachaud. 0 coronel Wast-de-
Saint-Ouenreconhece a letra de uma- neta
que se refere a outra ordem de factos ao
negocio dos 800,000 cartuchos.
0 commandante Ser&A 28 de outu-
bro, ds own horas da manha, soube que o
mareehal procurava o general Soleille para
lhe comraunicar uma carta do principe
Frederico Carlos, em que declarava ndo
admittir o pretendido uso iavocadopslo raa-
rachal, is'.o e, que as bandeiras eram quel-
madas depois de uma revolucao, e que se
as bandeiras nao fossem entregues,. a con-
venQao nao teria a sua execucao. O gene-
ral Soleille disse-me que o mareehal estava
muito contrariado de baverem as bandeiras
sido queimadas, que era necessario conser-
var as que ainda estavam no arsenal, ac-
crescentando que eu ndo devia fallar a este
respeito eom pessoa nenhuma.
0 tenente Berioit copiou a carta para o
coronel Girels, director do arsenal; convi-
dava-o a conservac as bandeiras,. emquanto
que as cartas para, os chefes de eorpos di-
ziam ou pareciaev dizer o contrario:
0 coronel Maighen..A 27., ds onze ho-
ras da manhd, nao tinha eu eonhecimento
senao da ordem para os corpos do exercito.
Soube depois que um grande numero de
otliciaes poderam ver as suas bandeiras
laneadas por terra, e preparadas n'urn cir-
cuit) em vo'ta da casa de Frascati.
0 guardade artilheria Pinguet. A 26,
T

A verdade era que Giacopo, recordando
o que fallara com Michelotto, estava domi-
nado pelo medo, por causa do cadaver do
capitdo Rodolpho que se balouc&va penden-
te ainda das ameias da torre.
Tenho ordem do deixar entrar toda a
gente, mas ndo deixar sahir ninguem, re-
plicava Tiepolo.
Eu sou da jurisdiccAo do castello, re-
darguia Giacopo.
Seja Id d'onde fdr, insistia Tiepolo,
ndo ha de sahir.
Muito bem, disse chegando Michelotto,
e assim que eu quero que obedecam ds
minhas ordens. Bern vindo, amigo Giaco-
po. Porque diabo ndo olha voce para o
alto da torre ?
Jd olbei. Que fez aquelle homem
para merecer a raoite ?
Ser fallador, e atraicoar com os seus
fallatorios a grd-duqueza. Porem o amigo
Giacopo, como ndo e fallador, ndo tem que
receiar a raosraa sorte. Venha d'ahi que
temos que oonversar. Old, Tiepolo, que
ninguem saia do castello, e se chegar al-
guem a vise-me com um toque do trom-
beta.
E Michelotto, dando o braco a Giacopo.
subio com elle pelas escadas da torre, di-
zendo ao mesmo tempo :
Agora, e meu, Sr. Giacopo.
Sou setr I exclamou aquelle paraudo
bruscamente, e olhando espantado para Mi-
chelotto.
Sim, e meu porque nao quero que
seja da morte I
Sim; porque motivo julga o senhor
quo man-lei enforcar osse pbi a diabo do
capillo Rodolpho, o quo amii ba-Oanle,
porque ora um bom. 0 valente soldado?
Per ter dito aq $onhur que n'eite castello
na,rU uma dama. Ora, o amigo Giscop^
Isabe muito mais, sabe qua essa damase
Ithama, Genebra Malateslas le das duas uma,
pela manhd, ngiridi ordem dada ao di
director Oirels. Disse-ae-lhe entdo que ti-
nha chegado outra ordem em qua se pres-
crevia que queimasse as bandeiras.
0 coronel Nugues. Encarregado 17
de dirigir aos chefes de coipos ama carta
para os detalhes de servico, fui informado
de ter a accrescentar um post $criptum,
concebido nestes termos:
Foi por um erro que se orailtio na or-
dem para levar as bandeiras para o arsenal,
dizer que essas bandeiras deviam ser alii
queimadas. Como ndo conhecia a or-
dem anterior, perguntei ao mareehal se
nao julgava bom fazer uma carta especial
relitivamente ds bandeiras. Elle consortia
nisso
As cartas foram expedidas ao cahir da noite.
Diziam que as bandeiras deviam ser levadas
para o arsenal e alii queimadas.. Pergun-
tei se era necessario prevenir o general
Soleille, e o mareehal disse-me: Eu
mesmo da rei a ordem mais tarde .
Tendo o general J arras vis to a ordem,
disse : jd ndo e possivel ; e cortraria d ca-
pitulacao que eu assignei.
O commandante ie France. A 28 de
outubro, pelo meio dia, reoabeu a testemu-
nba ordem de nsgar a pegina do re^isto
em que se encontrava o daspacbo para os
commendantes de corpos do exercito, dan-
do of ordem para se queimarem as b :n-
deiras.
0 general Chabaul Latour. As pafi-
fkss nao estavam uuoneradas ?
A testemmtha. As paginas udo esU^
vam marcadas. Declarou que foi sA a 29
ao meio dia que o exercito deixou de esistir
O capitdo Lemoyne foi a Moalins-le
Metz a 2S para tomar o servico dos pjria-
mentarios que tinha sido supprimido a 27.
Lcvou duas cartas, uma para o mareehal,
e outra para o general Jarras. Aqoellas
cartas eram em ailemao. ifos ctoco
ou seis no estado maior, que (lodiamostra-
duzir correctamente as cartas eseriptas em
ailemao.
0 general de Rochebouet. A 27. pela
manhd, o general Soeille convi Jou-me para
fazer transportar as bandeiras para o arse
nol. 0 mareehal Le Boeuf, ndo qusrenAo
conformar-se com aquella ordem, aceres-
centou que as bandeiras seriara reoomidas
e queimalas a 28, pela minba. Mis- os
corpos deviam ter recebido a ordem de- tar-
de, e as bandeiras chegaram d note.
P. Qoe vos disse o general SoleilluT
R. Disse-me : Encontrarei a ordem
no vosso quartel.
Mr. Lachaud. No suramario, disse u
generalque o general Soleille ihe annjneiara
a destruii;ao das bandeiras.
A testemunha,, Pos-o ter me enganado.
O general de Berkheim. A 27, o ge-
neral Soleille deu-nos instrwoes sobre a
maneira de entregar o material. Hecebi d
noite do general Soleille uma ordem pare
receber as bandeiras nas dive^sas divisOe-
para as levar para o arseoel-; eu estava
muito embaracado. Sabia qoe a guards
tinha queimado as suas, e ou era de opi-
niao que se fizesse o mesmo qae tinha feito
a guarda. 0 general Soleille voltou, e eu
ndo pude dar a ordem.
T )rnei sobre mim fazer destruir as me
tralhadoras do 6' corpo. iliase-o ao gene
ral Soleille, ua esperaoca de qoe elle dan-
uma ordem identiea para todos os corpos.
0 general Soleille censurou-me: udo era
porem, ir contra a discipline. Unto mais
que aquella dastraicdo se Unha feito a ce-
cultas.
Preaidente. ?iio tinhei* efeio eu, q*
vos desculpardes.
0 general Gagneur, commandante de ar-
tilheria do 0 corpo. A 26 disse-me o
general Soleiile, qae nio era necessa-
rio confundir a entrega do material, com o
abaodono d'esse mesmo material.
A 27, jd se nao tralava das bandeira.-
Foi no regresso- d'essa conferencia, i noi-
te, que eu encontrei a ordem do general
Soleille relative ds bandeiras, mas nao di-
ria que seriam queimadas. 0 general
Frossard disse-me que deviam ser queima-
das.
Soube quejo general Laveuacoupet, mau-
dando as bandeiras, fei pedir um oecibo
quo o coronel Girels recusou. Dissa tam-
bem ao official que acompanbasse aquelUs
bandeiras, que exigisse a destruicdo na so*
presence. Sobre a nova recusa do coronel
Girels, as bandeiras foramtornadas a trezer,
a o general deu ordem para que fossem
queimadas na sua preseuca.
0 coronel Bezard, do 17 de artilheria.
Nao julguei dever receber as bandeiras. 0
arsenal reclamou-m'o. Mandei dizer ao co
ronel de Girels, que me fazia aquella re
clamacao da part) do general Soleille.
que a bandptra estava de ha muito des-
truidft. (Continwr-it-ha.]
ou tenho de o por em sitio do qual ndo pos-
sa fallar com pessoa alguma, ou mata-lo,
como raatei o capitdo Rodolpho. Escclbi,
pois, entre estas duas cousas a que me pa
receu mais conveniente para o senhor. Di
gracas ao Padre Eterno por eu me ver obri-
gado a casar e por t&r escolhido sua olha
para minha esposa.
E porque razdo se ve obrigade a casar
com minha filha 1 perguntou severameote
Giacopo.
Continuo a andar e quando chegar-
mos a um pequeno aposento que ha na
escada, fallaremos entdo d vontade.
Giacopo loonunuou subindo, e pouco de-
pois entraram por uma pequena porta situa-
da d esquerda, para um aposento c&mple
mente desguarnecido, no qual havia um
banco de pedra junto da pai ode.
Sentemo-nos, disse Michelotto
Giacopo obedeceu e Michelotto prose
guio :
A noite passada nasceu uma menina.
Giacopo deu um pulo no banco de pedra,
exclamando :
Como assim I Enganar-me-fcia par
venture, esse infame capitdo Rodolpho?
Ter-lhe-ba vendido a minba filha ?
Inseosato, replicou Michelotto, tea
apenas cinco mezes one oonlie^0 Tonetta, e
para lhe diaer a verdade, se nao fors. o nas-
eimento d'essa crianca ndo teria peosado
em sua filha.
Mas porque razdo se lembrou deessar
com minba filha por causa d'essa crianca?
Essa crianca e filha do mysterio ;
dcu-a d luz uma gran lo dama que ndo pode
dfclirar so sua mijj mas quer qnea sua fi-
lha t-.mha pfr. tu nSo posso uegar cease
algunm a essa senhora, e Ah pedto-me qus
me casasso e legitim se sua filha.
De quem o s-nhur & pai. .
( Coittitiuar-st ka. )
rvw< :_> .v.;;.i.-rt-;v !. ^.: i j/k: vi v.

(
i


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