Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16955


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Full Text
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ANNO L. MJHEItO 60
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r AM A A CAPITAL E LUGABES OADK tf AO SJB FAG A POTTE.
for tree mezes adiautados........rj......' 69000
rf*or soil ditos idem. *.............129000
*or ua auno idem..................349000
Cada nuanero avulso .'...........*...-, 9320

\MII- If'

'6mrmtl SWIM 14 DE MARCO DE tW4
, yl-------------i--------------------------:----------------------------
FAB A DOTVMa) E IMA A MftVLUCatfc ^^
Por Ires mezes- adiantados...............
Por nis ditos idnna ...?...........
" Por nove ditos idem ...?.....?
Por urn anuu idea. ,..?.. *****
m
PROPRIEDADE DE MAN0EL RCUEIA0A DE FARM FILHOS.
s Sri. (ierardo Antonio Alves & Fiibos, do Para; Gonceivea d Pinto, no Maraahio; Joaquim Jose de Oiiveira d Filbo, no Ceat/f Antonio de Leinus Braga, 00 Aracatj ; Joao Maria Jaiio Chavos, no Assii; Antonio Marqaea da Silva, no Batal j Jose Justin
Pereira d' Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxeuciu Menteiro da Franca, ua Paraliyba ; Antonio Jose tiomesaa Villa da Penh*; Be'armiiio dot Santos Bulcao, eat Santo Autao ; Domingos Jose da Costa Braga, emBaurath;
Antonio Forreira de Aguiar, em Govern*; Joio Antonio Machaeo, no Pilar afaiagOas; Alves d C, na Bank; e Leite, Cerqiuaho d C. no Rio de Janeiro.

PARTE OmCIAL.
Ciwvrrnu da proviueia.
K1PEDIENTE DO DIA 30 DS DKZKMUIIO DE 187-3.
/.* tecfao.
Oiflcios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das armas.
Transmitto a V. Exe., para ter a devula execu-
ao.copia do aviso circular di> ministerio da guerra,
de 11 do corrente, dctertuiuando qua a coatar do
1* da janteiro proximo vindimro em diante seob
serve nas relacoes de mostra dos corpo* a data em
qua as respeclivas pracas tiverem baixa para os
nospit'ps ou cnfermarias militares, bent wrau
aquella em qua se I tied der alia, nao se tiraudo
vencimentos durante o tempo da trataraout j das
laesmas pracas, a percebendo as offlciaes somente
moio soldo a qne tarn direilo, como se pratica-
va anteriormente a circular u 390 de 26 Jj ag
to da 1662, que Sea revogada.
Ao mesmo. Sirvase V. Exc. da maudar
por em liberdada o racruta Vicente Alves. Ferrei-
ra, vijl' ser iocapaz para o serweo do exereito,
por soffrer de hernia inguinal direita completi,
scguudo consta do termo de inpeccao anuexo ao
.sea offlcio de 29 do corrente, sob n. I2JI.
Ao mesmo. Informe V*. Ex;., ouviuJo o
commandante d > presidio de Fernando de .Voro-
nha, sobre a mataria do offljio jam j, dihgilo ao
Exm. mini-tro da guerra pelo coronal Antonio Go-
mes Leal, incumbido de iuspecionar aquelle pro
sidio.
Ao mesmo. Maude. V. Exc. por em liber-
dada, visto ler provalo isencao legal, o recrut
Agostinho Jose da Silva.
Ao mesmo.Transmittia V. Exc, para
qua tenha a dsvida execucao na parta qua lhe to-
ca, a inclusa copia do aviso circular da 22 do c-JT-
raata deelarando o modo por qne ceder ralativameute ao valor arbitrado para a eta-
pa dos corposdo exercitj.
Ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de providon-
i'.ur para qua dous madicos e urn phannac^utico
do Corp > de s >ude sa dirijam a casa le drog.is de
Hanoel da Silva Faria 4 C, a rua do Vigano T
noria, allm de axaminarem os madicamanloj qua
vao sar ramatlidos apliarmacia do presidio de Far-
nando de Noronha, euvianda-me V. Exc. o com-
petanta termo de exame para ter o convonijute
destino.
Ao capitao do porto TenJo o Exm miui>-
tr da marinba resolvido em aviso da 16 do cor-
rente que a fazenda nacional seja indomuisada da
quaniia de 16G46J0, daspendida com os racrutas
Antonio Ferreira Barbosa e Jose Felippe do Cuoio
romettidos d-!ta provmcii para a cdr'.e como ap-
tus para o servir >, e julgados iacapazes pela jun-
ta central, recommoudo-Ibe a cxpeJicao da .-ua-
ordens no entido de ser e?a indemoisacao effec-
tuada pelos medicos que nzeram parte da junta
qne inspeccionou os ditos recruta-.
Ao direc:or do arsenal de guerra. A' vis-
i das razdas ponderadas pelo commandante do 9*
bal&lhao de infantana no offlcio incl'iso por coyia
maa.de \". S. satisfazer com urgencia o pedido
junto de borna-*s para viveres, marmilas. marmi-
toe* e sacc.s para marmitoas do dilo, objectos e9-
tes de que tern nccessidade o mesraa balalbao.
Ao mesmo. Manda V. S. satisfazer eottl
urgencia o inclnso peilido de am calxlo de made!
ra que faz o commandants do deposito para acon-
dicionar artigis da fardamento, que tem de ser
remettido para as pracas existentcs m are-idio de
Fernando.
Ao con.maiLlante do presidio da Ferninlo
la Noronha Raceba Vmc. opportunamente
ues.se presidio, como determina o aviso d minis-
terio da guerra da 16 do corrente, os reos Apol-
linario e Mariano, condemnados a p :m da gales
jierpetuas.
Ao engenhairo das obras miliiare-. Deyol-
vo as propostas qua vieram annexas ao seu 'rtlicio
de ti do corrente, sob n. 50, para a remix;ao da
capella do ncspit-il militar, e antoriso Vmc a con-
tractar esse servico com Aagusto 3ase Teixeira,
pela quantia de 278*080, visto ser a oil'erta desle
inais vantajosa a fazenda que a d > sea eompelidor
Seronymo Xavier de Suuza.
2.* SfCQUO.
Acto:
0 presidento da provincia, alt u.lendoao que
requer?u o major Francisco Cavalcante de Albu-
querque, por seu proevrador, resolvj conceder a
plente do juiz municipal do termo do Duique. .
tudo communico a V. S. para sea conhecimento e
Offlcio :
Ao commandante do corpo de policia.
Maade Vmc. apresentar amanha, na casa da da-
lanjio. a 1 hora da tarda, duas pracas do corpo
-ib sea commando, para escoltarem ate a provin-
cia da Parahvba o desertor do corpo de policia
'I alii, Ooofre Pereira Ramos.
8.' secQ&o.
Acids :
0 presidante da provincia resolve exonerar
Joao Francisco do Amaral, a sea pedido, do lagar
de collector provincial do municipio de Igua-
rassu
0 presidante da provincia resolve uomear pa-
ra collector provincial do muoicipio de Iguarassii,
o actual escrivi) da collectoria, Ignaciu Uarcoli-
no Bezerra do Amaral, e para este ultimo lugar
Jose Francisco de Arruda Fraga.
0 president da provincia, attendendo ao que
requereu Joaquiiu Jose de Olinda Tavares, 3 es-
cripturarij Ja thesouraria de fazenda, resolve con-
ceder lhe tres mezes de licenca com ordenado na
forma da lei.
0 presidenta da provincia, attendendo ao qne
roqnerea o fiel Jo consuladc provincial, Antonio
.Vagusto Ferreira Lima, resolve concadar-lhe dous
aezas de licen.;a com os vencimentos que lhe com-
petirem, para tratar de sua saude oade lhe con-
vier.
Oificios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda. -
Iraasmitto a V. S-, por copia, o incluso aviso do
ministerio do imperio, para seu conhecimento e
uevida execucao.
Ao mesmo.Communico a V. S., para os da-
vidos tins, que a 2i do corrente assumio o bacha-
rel Joaquim Pires Goocalves da Silva o cargo de
juiz de direilo da comarca de Pao d'Alho.
Ao masin-i. Autoriso essa thesouraria a en-
tregar ae desembargalor Uanoel Jose da Silva
Neiva.reiiwvido da ralac>o desta provincia para a
du Ceara, a quantia de 3.000*000 de ajuda de
caste, que lhe foi marcada pak) govrouo geraL
Ao me-ni' ,-Transmitto a V &., para os fins
coavonieale?, uina ordem do tbeseuro nacional, sob
n. t76.
Ao mesmo. Traosmitto a -., pir* as de-
vidos fin^, a in :!usa portaria d-,- Le>adk Pereira
de Carvaloo, agente nomeai/ par* o corr*to villa de Ouricury.
Ao mesmo. -Em aviso sircetar da t / do car-
rente determina o Exm. mkmtro da guerra quo,
aeaatar do i* da Janeiro proximo folaro em
dilate, se devera observar dm relacdes de mottra
iaa eorpos do exereito a date aa true as res^ee-
tivas pracas tiveram baiia para os bospiUes on
eatarmartas militaras, bem como a >uella em one
se Ihes der aha. nio se tirando voc4meotos du-
rmate o tempo do tratamento das referidas pracas,
aercebendo os offlciaes somsnte meio soldo a
que tem direito, eomo se prat eava anteriormente
inteira exeeucao.
Ao mes.iio. Transmitto a V. S. copia do
aattt do ministerio da marinha, de 16 do corrente,
aflm da qua na forma nelle determinada provi-
dencie no sentiJu dt. ser a fazenda nacional in-
demnisada da quantia de 1664600, despendida
com os recrutas Antonio Ferreira Barbosa e Jose
Felippe Conto, remettidos deita proviueia para a
cone como aptos para o servico, e julgados a'li
incapazes pala junta central ; carlo V. S. de que
nesla data dou sciencia da dcliberacao daquelle
ministerio ao capitao do porte, afim de fazer cons-
tar aos medicos que inspeccionaram os ditos recru-
tas que sao obrigados a seraelhante iodemoisaeac'
rcpartidamente.
Ao mesmo.. Em aviso de 22 do eorrente, sob
n. lO.u'l!. commuDicou-me o Exm. ministro do
imperio, que pela verba soecorros publicos do
axerciciode 1873 -187, ficava autorisado o ere-
dilo de iOJiKX) para pagar-se por urn so vez ao
Dr. Pedro de Athayde L-ibo Moscoso, inspector da
saiide public* nasta provincia, uma gratidcacao
de ignal importancia, como remuneracao de tra
balhos exiraordinarios prestados oaquelle cargo
0 que communico a V. S. para sea conhecimento
e devidos effeitos.
Ao mesmo.Transmitto a V. S., para seu co-
nhecimento e devida execuclo, ejpia do aviso cir-
cular do ministerio da guerra, de 22 do corrente,
deel .rand i o modo por que se devera proceder re-
lativamenta ao valor arbitrado para a etapa dos
corposdo exereito, em quaoto nio for recebida
nesta provincia a ordem do governo imperial ti
xando o dilo valor.
Ao mesmo. Tendo nestadata.de acordo com
a sua informacao de hoje, sob n. 317 serie F. au-
torisado tractor com Augu*P) Jose Ferreira, peli quantia
de 2781086, a remocao da capella do ho>pita! mi-
litar ; assim o communico a V. S. para os fins
eonvetiientes.
Ao mesmo. -Declaro a V. S., para sen co-
nhecimento e 6ns convenienles, qua, seguoda cons-
ta do aviso do ministerio dos negocios da agricul-
ture, commercio e obras publicas, de 22 do cor-
rente, loi approvada a daspeza de -'Jjaooo, auto-
risaJa por esta presidoncia para os estudos relati-
ves ao caes da ma da Aurora, devendo a raesma
despeza ser levada a con>a do credito consignado
oara os servicos da verba obras publicas do
corrente exercicio.
Ao mesmo.Transmitto a V. S.. para seu
conhecimento e fins convenienles, copia do aviso
do ministerio dos negocios da agricultara, com-
mercio e obras publicas, de 13 do corrente, deela-
rando que os engenheiros em servic) do mesmo
ministerio so teem direito as gratificacoes e trans-
portes diarios, de que trata o g 2* do artigo 2 do
ragulamento de 10 da maio de 1862, quando se
acharem em exercicio ou em marcha para o ser-
vico que Ihes for daterminado.
Ao mesmo. Autoriso essa thesouraria a pa-
gar a Padro Paulo dos Santos, procurador do
conego Antonio Jose Firmino de Novaes e do
padre Domingos Leopoldino da '.osta Espinola,
ambos vigariosfouados, esteda freg-oezia de Santa
Agueda de Pesqueira, o aquelle da *de Nossa Se-
nhora da Assumpcao de Cabrobo, as raspeetivas
congruas, correspondeotes aos mezes de setembro
ate o presente, visto terem elles cumprido sens de-
veres nas matrizes.
Ao mesmo.Communico a v. S., para os de-
vidos fins, qua a 8 do corrente assumio o exerci-
cio do cargo de juiz municipal e de orphans do
termo de Garaubuus.o 1" supplente respective, Joao
Correia Brasil
Ao inspector da thesouraria provincial.
Informa Vine, com urgencia, a esta presidencia
quanto tain a provincia despendido ate o dia de
hoje com o cdilicio do gymnasio provincial.
Ao mesmo Autoriso Vmc. a pagar a Do-
mingos Ferreira das Neves Guimaraes a quantia
de o3t62i0, constante da conta junta, em que im-
portou o fornecimant) a secretaria desta presi-
dencia, relalivo aos mezes de setembro, outubro
e noverabro proximos passados.
Ao mesmo.-Naconformidade do que solieitou
o comroandaUe do corpo de policia, maade Vmc.
abonar por adiantamento os vencimentos e soldos
dos seguintes destacamentos: ao do Caique 3
mezes a 1 official e 36 pracas ; ao de Moxoto 3
mezes a 1 official e 23 pracas; ao do Bom Goose
Iho 3 mezes a 1 official e a 13 pracas ; ao de S.
Bento 3 mezes a 1 official e a 7 pracas; ao de
Goianna 2 mezes a 2 offlciaes e a 24 pra-
cas ; ao de Bom Jardim I mezes a 1 official e a
21 pracas; ao de Cruaogy 2 mezes a 1 official e a
5 pracas; ao de Timbaiiba 2 mezes a 12 pracas
ao de Itambe 2 mezes a urn official e a 6 pracas
ao de Nazareth 2 mezes a 1 official e a 5 pracas
ao de Caruaru 2 mezes a 12 pracas; ao de Beser-
ros 2 mezes a 1 official e a 8 pracas; ao de Grava-
ta 2 mezes a I official e a 8 pracas ; ao de Seri-
nhaem 2 mezes a 1 official e a 6 pracas j ao de
Ponta de Pedra 2 mazes a 1 official e a 6 pracas;
ao de Pao d'Alho 2 mezes a um official e a 8 pra-
cas ; ao de Limoeiro 2 mezes a 1 official e a 12
pracas ; tudo a coatar do !- de Janeiro viudouro
em diante.
Ao mesmo. -Mande Vmc. pagar a quern se
mo-trar competentemente habilitado a quantia de
304000, importancia do aluguel da casa que serve
de quartel an destacamento da villa de Agua Freta,
correspondent ao trimestre de julho a setembro
deste anno.
4.' secfio.
Acto :
0 presidenta da provincia, lendo em cdnsi-
deraeao qne Bernardina de Olivetra Cavalcante
Machado foi noraeada professora publics da villa
de Salgueiro em 2 de abril do corrente anno ; qne
em edital de 8 de maio foi-lhe marcado pela di-
rectoria da inslruccao publica o praso de 3 mezes
para eulrar no re-peclivo exercicio; que, nao
tendo alia seguido para sua cideira prorogou-se-lhe
este praso por mais 3 mezes em despacho de 9 de
agosto; que, expirada esta prorogacio, nao foi
essa professora exercer suas fuac(dei, para o que
mareou-se-lhe ainda em despacho de 17 de no-
vembru o praso improrogavel de 40 dias; que,
tendo este ultimo praso terminado em 19 do cor-
rente, nao entrou em exercicio, limttando-se a dar
parte de doente ; sendo que, atteuta a distancia.nio
node achar-ae na villa de Salgueiro a 7 da Janei-
ro proximo, dia em que expiram as ferias eseola-
res; e tendo em vista a portaria de 6 de Janeiro, de
1870 oade esta providenciado sobreo case venente;
resolve declarar de nenbum elloito a nomeacao da
referida Itornardma de Oiiveira Cavalcante Ma-
cbado para professora publica daquella villa, e or-
dena que nesta sentido se Tacam as devidas enm-
maoicacoes.
Offlcio* :
Ao eciu-clhciro Dr. Jtisc Preira Rago, ins-
pacior geral da saude no Biude lineiro. -Accuso
recebldo o offlcio de \ Exc da 16 do CuTreota, a
que acompanharam It tufcos capillares com lym-
pha vaccinia, para terem applicacao nesta pro-
vincia.
Ae Dr. inspector da saude publica. Em
aviso de 22 do corrente communicou-me o Exm.
aaalstrD do imperio que ficava aatorisaao o cre-
dito de 4:000*000 para pagar so per uaa 6 vez
a V. S., na qualidade de inspector da saude pa
Mica da provincia, una graiiticacio de igual im
portaneia, como remaaera^io de tnbalhos exiraor-
dinarios prestados n'a-ju lie cargo; o que cm.
munico a V. S. para pu conhecimento.
nenhum effaito a nnmeagio de Baruardina de Of
veira Cavalcante Machado para professora pi) aedida e da lei.
bliea da villa de Salgueiro ; o que communico i
Vmc. para os devidos effait is.
Circular :
A's camaras muni-ipaes da provincia.-
Cumpre que a camara m micipal de........ ra
metta ate o dia 2i de j-.ueiro proximo uma iofor
Passe portaria, cooiedondo a licen.a na forma
. Jtaria Theresa. Concedo oilo dias.
Manoel Carnairo Micbaii I'leire. Sim.
Ma-celino Rodriguas Pereira. Informe o Sr.
inspector da thesouraria da fazon la.
Pedro Paolo das Santos. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
)eelor da thesouraria de fazenda.
Teixeira Chaves 4 C Curapram os suppli-
caates o estipulado em seu c mtracto.
inacao acerca lo estad sanitario dasse municipiljj. ,Pedro Paulo .dos Santos. Informa o Sr. ias
no corrente auno, faieudo meocaa circamstanCM- '
da das epilemias que ahi tenham grassado, afim
de que tenha execucao o aviso do ministerio de
imperio, dc 16 deste mez.
5.' uojtio.
Offlcio :
Ao engenheiro chefe da reparlicao das obras
publicas.Para satisfazer o aviso do ministerio
dos negocios da agricultura, commercio e obras
publicas. 4e 22 do corrente, reinetta Vmc. a secre-
taria desta presidencia uma copia da melhor carta
desta provincia, ficando aatorisado a fatar a res-
pectiva despeza por conta do mesmo ministerio.
Portarias :
0 Sr. gerente da companhia pernambucaua
mande dar passagem de 1.* dasse para Maceiii,
por conta do ministerio la marinha, ao capitao de
fragata PrancUco Jose de Oiiveira.
0 Sr. gerente da companhia pernambucaua
mande dar passagem, po- conta do ministerio di
justica, a prda do vapor dessa companhia, que
primeiro seguir para o presidio de Fernando
de Noronha, a Maria Rosa, Maria Jos4 do Nas-
cimento, e aos menores. Placid), Severinn a
Jose, raai, mulher' e rllhus da Claudmo Jose Ale
xandre, o qual vai alii curapnr sentenca
KXPEOIENTK DO SECREr.VRIO.
/*. sectfio.
Officios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das armas.
S. Exc. o Sr. presidento da pr jvincia man la
declarar a V. Exc, em resposta ao seu offlcio de
27 do eorrente, sob n. 1,223, que o director do ar-
senal de gaerra esta autorisado a fornecer ao com-
mandante do deposito o caixao de madeira qne
pede para acondicionar o fardamento destinadu
as pracas oxistantes no presidio de Fernando.
Ao mesmo.Da ordem do Exm. Sr. presiden-
te da provincia, communico a V. Exc, em resposta
ao seu offlcio de 26 do corrente, sob n. 1,221, que
o director do arsenal de gaerra foi nesta data aa-
torisado a mandir satisfazer o pe lid >. feito pelo
commandante do 9* batalhao de infantaria, de mar
roitas, marmitoes e bornaes para o mesmo ba-
tal hao
Ao mesmo.Para maior facilidade e melhor
regularidade do servico desta reparticao, rogo a
V. Exc, de ordem do Exm. Sr. presidenta da pro-
vincia, se sirva de providenciar para qua do 1' de
Janeiro proxim) viudouro om diante os officios
diriffidos a presidencia pela secretaria a cargo da
V. Exc. sejam ditados no alto dos mesmas, scffim
do a pratica 3eguida pelas demais reparlicS desta
provincia.
Ao com.nandanie da divisao naval do 2 dis-
tricto.S. Exc. o Sr. presidente da provincia man-
da communicara V. Ex;, em resp>>sti ao seu offl-
cio desta data, sob n, 280, que fieam expedidas as
necessaria3 ordeas para ser transportado a provin-
cia das Alagoas o copiUo do fragata Francisco Jo3e
do Oiiveira.
2.' secflo.
Offleios :
Ao Dr. chefa de policia.0 Exm. Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a V. S. que
ticam exDsdidas as onvenientos ordens no sentido
de que trata o seu offlcio, n. 13,232, de hoje da-
tods.
Ao commandante superior do Recife. -0
Exm. Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. S., para os devidos fins, que nesta data se re-
mette para a thesouraria de fazenda a patente de
reforma do major Joao Paulino Marques.
Ao Dr. juizde direilo deCiinbres.0 Exm.
Sr. presidente da provincia manda accusar o rece-
bimenlo do offlcio do V. S, do 16 do corrente, em
Ceaanaando superior.
qUAKTKL DC COMMANDO SUPERIOR DA GUAKDA
NACIOSAL DO MUNICIPIO DO RECIFE, 9 DE
MARCO DEi87i.
Ordem du dia n. 146.
Manda ) Ilia. Sr. coronal c i ninmJ ut: supe-
rior fazer pubUio, para conhacimaoto dos corp)s
da seu comnuulj qua o Exm Sr. commeaiador
presidento da piovincia resolveu :
Por portaria dj 20 la fevarairo proxim; passx-
do roformar no njsto de capita> o Sr. tenau'.e
aggragido a) 3. batalliao d. servico da raserva,
Jose Fern indas Mmteiro, por se ach:tr compre-
hendido na di*p >siiio do art. 68 la lei da 19 da
setembro da 1850, J' parta: e pjr outra da raes-
ma data, transferor para o servig> da reserva, a
cujo batallilo ficara aggregido, o Sr. alferos "do 8*
de iufiutana, Vfan)>l Jos6 Dautas Junior.
Por p .rum de i\ nornear para alfaris da 2'
compmbia do 8' baUfaao de in'anteria o guarda
Feliuto do Raga Barros Possoa.
Pala de 23 dear agjregado ao 6 batalh'to la
infantaria o Sr. teneota quartel-inestro d 5* ba-
talhao da provincia do Kb Grande do Norte Luiz
Fornaudes Torres Mirinhu : e pela da 3 do cor-
renta mez dtjsignar o 1* batalhao de reserva para
sar a elle aggraga Io o Sr.tenente cirurgiao do 1*
do Rio Grande de Norte, Miguel Ferreira de
Mello.
Mania mais dar cooheciraento aos mesmos cor-
pus o Dim. Sr. coroncl cimmaadanla superior que
no dia 28 do aroxuno pauado met passou a com
mandar o 8* batalhao de infanteria o respeetivo
Sr. major Jasuino da C)sU Alb'u|Uer-|ae Mailo,
por haver da lo parta da JojuIc o Sr. teneale co-
roncl cj;u n inlantr.
Fioalra'enta que nesti data exhibio o Sr ca-
pitao da reserva AotootO Gmgalms de Iqraes a
pataole imperial de sua reforina so posto da ma-
yc : e entrou o Sr. tenanla-coronel Joaquim lose
Silveira, com naadaate do 1" bitilkio da infanteria
a gozar o ami) de licenca qua lha dea o governo
imperial, para Iritar de sua sad I'.
Acba-e de servico durante este mez o Sr. major
ajulaut- dordans, Jose Gomes Leal.
Rodolpho loCio B-iraln d Almeida,
Coronal chefe intertoo do cstalo maior.
EXTERIOR.
de
que participa ter encerrado a 't* sessao ordiaaria
do jury do termo de Cimbres.
Ao Dr. Joaquim Pires Goncalves da Silva. -
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda accu-
sar o recebiraento do offlcio de V. S., de 24 do cor-
rente, em que participa ter uessa data assumido o
exercicio do cargo de juiz de direito da comarca
de Pao d'Alho, para o qual foi renovido por de-
crcto do 29 de novombro ultimo.
Ao bacharel Francisco Gomes Pinto de Cam-
pos.Por esta secretaria se communica ao Sr. ba-
charel Francisco Gomes Pinto de Campos qae
nest i data se envia para a thesouraria de fazenda
o decreto do 13 do corrente, que o nomea juiz mu-
nicipal do termo de Pao d'Alho pelo resto do tem-
po que falta para compl6tar o re- pectivo qua
triennio.
Ao commandante do corpo de policia.De
ordem de S. Exc o Sr. presidente da provincia,
communico a V. S. que por offlcio desta data an-
torisou-se a thesouraria provincial a fazer os ad'un-
tamentos dos destacamentos, de que trata o seu offl-
cio datado de 27 do corrente, sob n. 721.
Ao 1* supplente em exercicio da vara mu-
nicipal de Garanbuns, JoJo Correa Brasil. -0 Exm.
Sr. presidente da provincia manda accusar o re-
cebimento do offlcio de V. S., de 8 do corrente, era
que participa ter assumido o exercicio do cargo de
juiz municipal do termo de Garauhuns, no impedi-
ment do effectivo.
3.'ifceSo.
Offlcio :
Ao inspector da thesouraria provincial. -S.
Exc o Sr. presidente da proeioeia manda coramu-
nicar a V. S. que nesta data exonerou Joao Fran-
cisco do Amaral, a sea pedido; do lugar de collec-
tor provincial do municipio de Iguarassii, nomeou
para substituir o actual escnvao da collectoria
Ignacio Marcolino Bezerra do Amaral, e para este
ultimo lugar Juse Francisco de Arruda Fraga.
. S0Cf5o.
Offlcio :
Ao administrador do correio. S. Exc. o Sr.
presidente di provincia manda declarer a V. S.,
para sea conhacimeato e fins conveaientes, qae
nesta data remetteu-se a thesuuraria de fazenda a
portaria de Leoeadio Psreira da Carvalho, agent*
nomeado para o eorroio Aa villa de Ouricury.
DKSPACHOS DA PaESIBENCIA, DO MA 12 D MARCO DK
1874.
Antonio Francisco Paw de Mello Barretto, Dr.
Joio Cavaleaato de Albaquerrjua e Thomu de
Carvalho Soaras Branda> Sobrinho. De-se.
Commeadador Antonid Gomes Netto. Informa
o Sr. in-pecloi da thesouraria provincial.
Anna Bezerra Cavalcante da Silva Costa.
Passe portaria, prorogando a licenca por mais
dous mezes, sem vencim#alo*.
Antonio dos Santos Gl>ria Indefarido.
IJraz laaftd*M Rii, liifurinn s Sr. Of. rego-
dor interino do gymnasio e ha dga, <- no uaso
afflrmativo. se ba ontroa cms preferen:ii.
Carlos Camillo Carliai. Pagoe-sa.
Pietdaa Brvtoers. D.-ferido cam offlcio desta
data a thrsonraria provinciai.
Joaooa Bvangeilrta das Merces Lima. Ao
Sr Or. director geral iateriao, para informar.
tlto* Blooot. Informe o Sr. inspector da the-
souraria provincial.
Jasliaa Jose de Souza Campos. Sim, pagos
previemente on direito* devidos.
Joio Paehfn de Vedeiraa. fndeferido
Joao Luis R-ti Oaf-ride com oBeto desta
aTe^circuI^ Ao^director geral da iartruccio oblica -Em d.ta ao ln.a,^t,r Ja UutaMrari.Droviidal, '
S detgosto e l81JM ftS Vw'fSo 01 que 'portaria desta data, junto por copia. declarei da Haeharel Maaoal L^q* da (fttaha SfaeleL -
Correspoutleucla Ptsr nu nilviiooa
HCS.VIS-AYBES, 27 DE FEVKURlrtO 1)8 1874.
I
Qnein liver sempre lido as missivas qa-s es-
crevemos desta cidade para o Dnrio de Per-
mmbucd, d-.'vara pensar, a vista da linguagem
bellicosa nellas empregadas, (|ua cm these, somos
partidarios ferinos da guerra, applaudimos a
ruina e o auiquil unanlo das na<;o ,'s, o amaraos o
extarminio do genero humano.
Em homenagem, porem, as sas ideas i|ue sem-
pre professarnos e ja algumas vczes susientamos
na impransa, ideas nascidas com o christianismo
e irradialas no universo por meio da civilisacau
dos povos, cumpre dizormos, quo de convtepao,
somos partidarios acernmos da paz, applaudimos
enthuiiasticamente a prosperidada e a grandeza
das nacoet, e amimos ccm ardor o descnvolvi-
ment) progrcssia-o do genaro humano.
E lanto a-sim e, quo o nosso maior descjo e ver
o mais brevemente possivel realisado aquelle pro-
jacto gigantesco de Napoleao III. hoje abra^ado e
defendido por algans estadistas europeos : A
erear;So de um congrcsso internacial para deci-
dir todas as quesloes que se suscitarem entre as
nacoes, sendo o terrifico recurso da guerra so
era'pregado quando uma das partes licitadoras
nao se queira sujeitar a decisSo pronunciada
Mas, emqaanto as lois e os costumes univer-
saes nao b%nirem para sempre o alvitre da
guerra para dacidir as contendas inlarnacionaes,
como de3de o principio do mundo tem aconte-
cido, cumpre nos resignarmos como elle, procu
rando porem so usa-lo om ultimo extremo. )
Neste ultimo extrem), infelizraente, julgamos
que, se acham collocadas de ha muito tempo as
quesloes pendentes cntre o Brasil e a Republica
Argentina, pela serio de faclos que temos apon-
tado em nossas missivas anteriores, e portanto, e
imposstvel usarmos de outra linznagem senao a
bellicosa, quando escrevemos daqui para a nossa
querida patria.
A paz ontra o imperio e esta republica nao
pode perdurar muito tempo, todos os esforgos
empregados pelo nosso governo serao improfi-
cuos, e so servirao para !ortlecer mais e3te
paiz, dando tempo a que elle se arme extraordi-
oariameute, e realise a almejada alliania com o
Peril e a Bolivia.
Agora mesmo, seguudo nos consta, vieram
instruccoes do governo imperial para o uiinistro
brasileiro aqoi, instruccoes baseadas provavel
mente no esperado parecer do consjlho da es-
tado, afira de novamente serem envidados os es-
forijos necessarios para se alcancar uma solucao
amigavel na questao pendente sobre os assumptos
do Paraguay, e assim evitar-se a guerra.
Com relacao a isto, corre o boato, e ja alguns
lornaes annunciaram, que o Sr. Bario de Ara-
guaya tem conferenciado varias vezes com o Sr.
Tajedor, e que ja se trocaram notes, axpondo o
governo imperial que, se danda nia oaso previst
no accordo de 19 da noverabro. de- 1872, isto e.
nio se tendo realisado o ajuste amigavelmente
entre o Paraguay e a Repabiia Argentina, jul-
ga necessirio uma reaniao dos alliados para
exawnar a questao e coneordar entre si os
meios de garantir a paz, snperando as ditfleul-
dades existentes, e como meio conciliatorio desda
ja propdejim novo arbilramenlo, que eoosiste,
em Gear fora de duvida o raconheci-utau dos
territories ao sui do Piloomayo o ao norte da
villa Occidental, sendo somente deoidido pela
arbitragem o dominio dessa villa. Por ora uada
transpirou acerca da resposta do governo argeu-
tino, que talvez tenha aeeiiado a proposU como
meio protelatorio, o que muito na verdade lhe
ronvrtm actualmente.
E' n-asua firim e decidida opioia>), que, ainda
mesmu lorminadas hejo amigavalmeole todas as
quesloes pendentes entre o Brasil o esta Repu-
blica, amanhi surgirao outras mais embaracosas,
e a luia armada entre as duas naodes nio se
fara muito esperar, porque o odio inveterado que
neste paiz existe geralmente contra o imperio, a
as ideas por demais ambiciosas do governo ar-
ritino, hao de necessariameote taxer trasbor-
a taca da inconcebivel prudencia e modera
cio do Brasil, qualiticada aqui continuameute nos
joraae* cemo eobardia e pasillanimidade, e entao
aesse tempo a guerra nio sari da
lutar somente com a Republica Argentina, mas
(ambera com a do Peru', a da Bolivia, e talvez
mesina a do Uruguay e a do Paraguay, unidas
em aliianca a esta para derrubar o giganto im-
perio da America, ficaodi soraeute a nosso favor
o Chile, se ainda o seu governo liver as ideas
actuaes.
O lenipo s encarregara de dizer se temos on
nio razio de assim pensar.
O National, orgio du partido alsinista,
continda a pnblicar artigos mentirosos e fanfar-
ronalicos, atacando fortemante o Brasil e insul-
tando com torpeza aos seus horoicos filhos.
0 Sr. Luiz Doinioguez, nomaado ultima-
menle minislro plenipouTnciario no Peru, dave
pariir para aquelle paiz no principio do mez
proximo vindouro, tevanda um filho como secre-
tarii e oulr i nm addido, sigual de que nesta
Republica predomina o filhotismo em maior es-
cala do qne entre nos.
Para substituir o Sr. Doraiaguez, na pasta da
fazenda, foi nomeado inlerinamenle o Sr. Santiago
Corlinaz, presidante do thesouro nacional.
0 caraavaj nesta cidade esteva o mais msi
pi lo possivel, pois j qua predaminou foi o bar-
baro briuijuedo do enlmlo com todo o sen cor-
tejo de selvageria.
Durante os tres dias do carnaval nao se podia
passar uma rua sem qua se fosse molhado, jo
gando-se agua com seringas, bacias e baldas,
e tainbem vimos Jogar se farinha do reino, ovos,
batatas e tomates.
E' escusado d zer que houve muitos disturbios
a ferimentos, tornando-se complelamente impro-
licui a vigilancia da policia.
Em di versos theatres se deram bailes masca
rados, tendo sido os da Opera os mais concor-
ridus.
Fallece'i em um dos dias da semana pas-
sada o Sr. Jacobo Lieste, consul da Hollanda
nesla cidade.
Ainda que no morluario publicado se dig a que
elle falleeeu do cholera, assegura-se que a causa
Jc sua rnorte foi a ruptura de uma aneurisma.
Um facto singular qne lam occupado a
attencao publica, passon-sc aqui no dia 15 do
corrente.
A capitania do porto tendo recobido ordem do
juiz do commercio, procedeu embargo na quantia
do 10.000 que uma casa commercial desta pra-
ca mandara embarcar no paquelfi Douro com des-
tine a Europa, e enviou para o ditojuizo os caixoes
quo conlinham o dinheiro.
kj'ampn, noticiando este caso, faz as seguintes
ronsidura^oes que achamos mui judiciosas :
< A decisao do juiz e de muita traaseendencia
o se o embargo nao proce Je de causa raai jastiG -
cada, pole resolve.- se este assumplo em damnos e
prejuizos da consideracao, pois uma quantia posta
a bordo, ja se pode dizer que nao pertence a re-
meltente, mas ?im aquelle que raceba os conhe-
cimcat-is.
* Se o commandante do vapor nao tomou suas
garantias, ao chegar ao porto do seu destino, sera
flbrigado infallivelmenteaeotregar a referida quan-
tia. se o conhecimento foi passado a ordem.
< Alii nao lhe ha de valer muito para cvitar a
entrega o prelexto de que o dinheiro lenha .-ido
aqui embargado.
c 0 juiz ao expedir n mandado de embargo, e
provavel que tenha procedido com antecedentes
legaes de muito forca, pois de outro modo ale a
elle puderiain estender-se os damnos e prejuizos
que peca o embargado pelo facto do deserabarque
do dinheiro e as suas consaquoncias, que ale tal-
vez prejudicasse o suu credito.
No principio deste anno, dous jornaes diarios
de Buauos-Ayres deix^ram de existir El Pueblo e
El Constitutional, mas em compensacao outros
dous appareceram El Plata e El Telegraplto dela
Pampa, sendo este ultimo da niesma empreza da
Pampa.
Coraecou tauibem a sar publicado um jornal de
annuncios Et Universal, que sahe a luz ires a-ezes
por semana e se distribue gratis.
Por aqui uitimamenta nao ha garanlia de vi-
da e uem da propriedade, porque a policia esta
muito i tarefada com as eleicoes, e os auimos das
filhos do paiz muito exacerbados se acham com as
lutas polilicas.
Todos os dias os jornaes uoticiam assassinatos,
ferimentos, roubos.o outros crimes, qne em sua
maior parta ficam impunes.
No dia 19, ao auoitecer, um saogreuto mccesso
tave lugar na praca do Retire junto a rua de Santa
Fe, o qual passamos a narrar como lemos nos dia-
rios.
0 Sr. Emilio Gimenez, negociante desta praca,
caminhava pelo Retire com o intuito de toraar o
bond ua rua de Santa Fe, quando antes de. chegar
a esto ponto, vio um grupo de cinco lumens para-
dos na esquina da praca o ouvio um defies gritar
qua ia malar o primeiro laitrista que passasse, >
e ao divisar o Sr. Gimenez, exclamou ha de ser
este, e acto eoniinuo diaparou-lhe cinco tiros d
rewolver, que desgracadamente causaram ao Iran-
quillo cidadao tres feridas, todas de gravidade.
0 dalioquente foi praso e confessoa o crime, tal
como acima referimos.
Com a'epfgrapneUm morto condeinnato,
lemos o segiiinto no Mucional :
a Em meiados do anno passado falleeeu aa pri-
sao publica um inJividuo chamado Luciano. Perez,
encarcerado por crime de roubo.
Como era natural,o prooesso qua a sUe se re-
faria, se raaudou arcbivar, poodo-se a competenie
nota da morte do individuo.
f Ha poucos dias, o escrivi) dessa causa, depa-
rando com o processo, e sem nxar-s na nola re*
ferida, o etevou ao triboal supeeior para o pro-
nunciamenlo da respecliva sentenca
a 0 tribunal por sua vez seu aotar a daclara-
cao do fallecimento, posta na nllima foliia, con-
demaou a tres annus de presidio ao individuo Lu-
ciano Perez.
t A mui sarios oommentarios se presta o pr ce-
der do tribunal, que profere uma sentenca sobre
um preso qua ja nao existe.
0 menus que se pode diaer, e que formulou a
seutenca, sem tar devidaroonle o processo.
Ja se acha tirmado pelo minislro do interior
desta republica e o emprezario J. Clark o contrato
da eslrnda de ferro ioter-occeanica on trasandina.
De um tollwio, qua temos 4 vista, compos o de
todos os dados e oaiculos feitos paJo emprezario
para demoaslrar a possibilidade a importancia da
obra, extratiim > o seguinte periodo :
A estrada de ferro inter-occeanica a uma li-
nha projeciada para unir, atravz da Cordilheira
dos Andes, Bueuos-Ayres, com Santiago dp Chile
e Valparaizo, dando vida e movimeuto ao immen-
so territorio que se estende entre ambos os paizes,
e pondo em commumcacio os mares Allantico e
Pacifioo, pelo sui do continente americano, para as
relaroes da Earopa com a Australia, e os demais
pontos aecessivais ao trafico que esta grande li-
ana, (a primeir-i das tres profeotadas), vai e?la-
belecer.
a Aparte a importancia que este facto entranha
no interior de pair, 4 inoontestavel qae a lioba lu-
vautara da prosirac4o e cello -ara em trajeeto con
mercial uma parta da campaoha de Buenos-Ayres
e quasi lodo u territorio dai tras importantes pro-
vincias de Cuyo.
< A 6xtausao desta grauda linha desda Bua-
nos-Ayra* a V-lparaizo 6 d^ 1,8'ifl kilometres, (T;
sendo da seccao argantiaa I.S19, Inclusive a sec-
cao it S. Joao, toda ella percorreudo um t-rrito.
rvo qua, ate an pe da Cordilheira 6 pl^io e mui
jectei 6 que somente se tera de constnur qnatro
pomes de alguma irapottaccia.
Os estudos da linha ja cooiecarara, e o Sr. dark
deva partir dentro de alguns dias para it tmeom-
trar na Cordilheira aos engenheiros e traUlhado-
res, qne veem fazendo os estudos no territorio cbi-
leno.
Pasaemos a parte co.nmerciai.
Na Bolsa estiveram animadas nesies ultinoi dias
as transacfdes uiareanlw.
Effaetairam-se importantes vendas de sedotaa
hypotheeariai e outros titotos publicos.
Os desconlos de boas leUras se faacm com ai
guraa facilidade de 9 a 42 por cento.
0 banco da provincia resolveu baixar a taxa do
descoato para 8 por cento, a comecar do 1.* de
marco vindouro.
Poucas transaccues de cambio sobre o astran-
geiro se reaUsaram uUiiDameote, regu ando as
colaciies : sobre a kiglalerra 48 1/8 a 49, e sobre
Franja e Aavers de o -21 a 523 por ftr.
(Juana ao assucar de Pernambuco Houve aai-
raacio no mercado, tendo entrado pelo Vilte *> -
kin 1,5*0- barncas e pelo Hong-Kong 2,210
0 carregamento vindo pelo San Jute se reufnoa
em saa maior parta a bordo, a razio de 16 Lt
reales fls a arroba do de If sorte, e de 12 reales
o mascavadii.
0 que veto pelo VUle de Bvkia se vendeu a A3
e 64 ps. o branco de I.* sorte, 60 de 1' e 49 o
masca vado.
Nio se sabe ainda se se eff*cluoa a veuda do
carregamento vindo pelo Hmg-Kong.
Ha muita procure de assucar da nova =afra.
II
Do Estado Oriental temos dat*s ate ant'hvo-
te m.
Foraro abertas as camaras legislativas, tan**
o presidente da republica a meosagem d>cos-
tume.
A junta de sanidade resolveu que ) porto in
Montevideo fosse aberto para as proredanciaa ar-
gentinas, mediant.: uma quarentena de 20 dia*.
mas o governo ainda nio expedio o respective
decreto.
Chegou a bordo da corveta Nitherohy o st.
vice-akaairante bario da Laguna, commandante
chefe da esquadra brasileira ne Rid da Praia.
Acompanha a S. Exc. um numeroso estado-
maior
Dizem os jornaes que o carnaval estcve es-
pleudido na capital da republica, haveodo granda
quantidade de mascarados e muitos bailes parti-
culares e publieos.
Em um destes ultimos, no tbeatr Mm, lot
gravem -ate ferido com dous tiros o CoCheeido ca-
pitao Mairarioos.
O motive da questao navida entre osie capitao *
o individuo que o ferio, foi desses qne f.m fro-
queocia se suscitain nos bailes publics
Do Paraguay as ultimas dates sao de 20 do cor -
rente.
Esta complelamente terminada a revol*;*).
tendo havido um accordo entre os chefes delta e
o presidenie da republica para ser mudad o pe*
soal do seu ministerio, o que effoctivanirntd acon-
teceu, licando o novo gabinelc organisado do se-
guinte modo -Jovellanis, presidama Ctballero.
mraistre do interior ; Gil, fawdi ; Serrano.
guerra ; Solera?, justica e culto ; Barroiro, rela-
cdes exteriores.
0 goa-erno enviou um decreto as catuara*.
erdenandoo encenaraento das aaakaa, par seka
ver terminado as causas que nvnivaram a ua
convocacio.
Entre os aclos legislative figure unaa lei qua u
congresso a'olou, delerrainando a eraissio de |aaprt
moeda no valor da duzentus mil pesos fortes.
Comocon a ser publicado em AsstimpgA"
um novo periodice iolituiado El Derecko.
Os diarios La Nation Paraguay* c Impartial
deixaram de apparecer.
Das repnblicas do I'acilico temos noUcias teie-
grajihicas ate 21 d>i corrente.
No Chile, o presidente da republica achava-
se em Valparaiz >, onde permanecera alguns dias
para visitar delldamente as obras pablicas daquel-
la cidade.
0 minislr) das rela^oes exteriores passon w>
dia 12 uma extonsa nota ao minislro pienipaten-
ciario da Republica Argentina, cm resposta a quo
the tinba sido dirigida em 20 de setembro.
Em Santiago e em Valparaizo tiveram lugar
esplendidas leslas por causa da inaugaracio da
estrada de ferro de S. Felippe aos Andes, enjos
trabalbes se concluiram.
Do Perd nada nos consta que mereoa ser men-
cionado.
Na Boiivia, o presidente da republica ia oae-
ihorando da grave enfermidade qne o accom-
mettera. ,
Nas minas de Caracoles esiallou o esperado
movimento revolucionario, sendo dirigido pelo eo-
ronel Santa Cruz, que proclamou o Sr. Jorge Obli-
ta presidente da reoublica.
As autoridades do departamento foram ure-
saj pelos insurganles.
Das republicas da America Untral nada
consta de importante.
DIARIUJJEPERNIMBUUO
mazes como .
seria heja~ a aim de muitos annas puma' foi a "io 1 pouco ondulado.
Paraguay, porque com cor?8** W fcwaaa de ^ L'ma cou'a ha quo ada}irar neste largo U"
RECIFE, 14 M. MARCO DE 1874.
\otleia<< sjgt ul dsiatjaeria.
Hontem depoU de meio dia fundeon no tamano
o vapor inglez Cctopaxi, trazando daias : do Rto
da Praia ate t, de S. Paulo ale 4, e do Rio de Ja-
neiro ate 7 do corrente.
Sobre a rubrica Exterior dame* a intere.-.-inte
missiva de npaso corrospondante em Buenos-Ay-
res, que recQoamendamos aos Wacres.
aarcBLiCAS do pacinco.
A Bolivaa wla em vesperas de uma revolncjk).
Sogundo os ultimos telegranmas eatava a expirat
o presidente Bolivian, e o general Prias asMWnra
o goveiao intarioameato. Unco caudsihos, po-
rem, dssputavam-lhe o posto ; eraa o aoroael Qne-
vedos qae ja so puzera em campo Rendon, go*
ftaera uma proclamacio revotneioruiria; Baza, qne
a (rente das tropas que cororaantsava te dedara-
ra coatra o ministerio ; Aguirra, qne ja fd/a pro-
clamado em Cochabamba, e Corral esperaie a
todo o momenta de Lima. As tropas legaes arka-
vam-se corn oidem de jorchar, r so ewravasa
qualquer movimento por parte dos partidarios a>
Que vena ou CorraL
aw da raajA M
Km Buenos Ayree o estado sanilano. era. no -
zer da imprensa, satisfactorio, tan*, desapp*
do coropletamenle o cholera. Na dayariiinJiai
do Rio Quarta, poraaa, liaham-se dada >n casaa,
doquaes s quatro fataas, ____
Suspendcra sen* paguwntos a ca^a ,
cialde Ameipil 4Filh.os.cojn paaaw wtaa.i.
miihoes de pesos; os credores estavam dispotaa
a chegar a algum accordo.
Puuco depois interrompera-n limbcm suas Iran
sacc^e* a reuniram os raapactivos eregoraa oaa-
goeiante Barnardo Uelphino a o* drogaiatoa Tar-
res 4 Barton. Q il>rara, no itoaarw a casa caa
meri-ial de Pablo Gomes ; faliava-sai ainda aa oo-
ira fall'mcias.
No na 2 do corrente devia e->mcr s
cio las olcicdes ; receiava ae qu? p* ana i
sia. --e desit u grataiaa aVordea*. .
0 goyerao cUaoura propocUs para a totyvw*


Jh.
i,


<**m
,


ltmj ui > iiuu ui Lt ...unnfp1*"0 de Peroa^baco Sbbado U de Marco de 1874. ^ 0<3|rj/ j u/^
Saddenm iwu miiwn em Mania Hsietu, e uui
arsenal em fcarate. 0 latareto easjpajqrant,
s. ^arsenal
quadrados. tf arsenal se~
o piano e db a'dircXci J de
da 380,000.
cohstruido
Luis Sob:
Projecta'SBMI'BBBiheni -a coastruccao de um por-
to em frent^yiH|idefra, no|. ....
Contrauavam sujeitos a ngorosa quarentena os
navios procedentes do Rio de Janeiro, ainda mes-
tno porudores de
do miaistro brasi
achavam apoio
vain ao mesmo t
0 transporte
feilos os preoisi
gaAy- .
D11 a Prensa
6ueiio<-Ayre
fim Mjdi
da 12 dias
da se tiuharn
yress
itesadr
10V}
iaiR dai
MtWiln aiM H'MuiimiHu Him 4 aWa fltssW*ni,|a.iiiuWJlllff|iWgrandcxa entre lodes os n >v^
^"q"yWT'Stl#MlfM!!>ttdil'>ffym" tr- I>CV0m A|>lnwer otesjaruaes e* fa-
Tar, e^ wTrvie%Mbtnn^ffi%'1^em"We us- mez da marco ahidonro.
lava arfepcMidftde-lcr-Aada a Lan?r^JSW*tfft& ^^.t^ML publico dc Manaos v
aepor 12 aauos-nes-dircitos de admioislsacasT m- mttnit t^m^^in 14 de fevereiro, a d'
companhia.......c: i Jogrniaaov #sr< ,0 facto do reU-aJo parece demonslrar jg ^mnPqjhBctfodje V\ presidencia da
nao era leal a amisaoe, e as deciaracoes de Tor aemittio a been do servico publico, Emillo Pe
berto de qae seu auto Ihe ditia que "
nio estava
0
or irwceVHic
do dotTTTallecirrfentos:
BIO GBANDB 1)0 SUL.
Dalas Ste 26 de fevereiro.
Bra esperado n capital 0 Sr. conde de Porto
f if-'i ''-V r.l!3re--iava (l' eampanha um tanto a Langlois': recebesle
restaDelecido aTs graves incommodes qae soFfrera innn.
Hivia ch"gado
ao Rio Grande no dia 23 0 trans-
ports de guerra Bonifacio, qaedalli levou a ala es-
querda do corpo de engeaheiros, eowposta da Ull
praxis eOoTfljiaes, sob 0 commando do major
Vasqnes.
Tambem chegara all! a barca franceza" Jeanne,
jWladora do grande rhafariz que tern de ser er-
guida na praca Municipal.
*$ Onze.de tnnha. dc Jagnsran, diz qne os com
nets argentmos Pa I mere e Bergara, residentes em
Santa ss&sei, esuvaaa asicisndo homaas all) para
alimontar a revoluyan bA repulH'ins.
Na eni'i-nnaria tniMar da capital lam-M torn.in-
do frequentas 03 easns -fcUaes de variola con-
aeoie.
Srtgundo notieia e Echo Gabiioien.it \\ tinha
ch"gado a S Gabriel a b;Ceria de canhoen KfBpp
para o I rogimaMit de arttlhnria acalk<.
Os macate) rraneu Je,rw Oaste e Miguel Aic-
maue, que de Bagt1. >egniran para Jafuarao^ forain
atacados por alguns saHflidoreB em ml*a roubadiM e f dutro com duns imnnclada*.
Felizmeote, nmbora aponas am a rapa qae
*eslian, b esu toua ensangoentada, eiMontrkram
aljriient quo iw soitroaraa, soodo IIMlos para Ja
g:iarao, de onde d;veriam ir, no Gitnrany, para a
capital, atim de sw tratawm.
KsU nnticia flira traoumitida em earta daqaal-
lei fraocMi* para petsoa residente em K>i-
Alegre.
As folnas da capHal referem 0 s.>gaiiHe :
Na ndite de lt do c^M-reate dense am d.as-
tr; uos trilh. nrtiaos. lira bond foi varado por
am pedaco do tnluo que eUTa solto, 0 qual pene
trando pela raixa ou rorta, Atraveason wagon em
toda a ma exten-ao, feriado gravemente um eom-
msreiaate allemao.
So din 3-tfo eorrente Mi iaafRJtud par JO dias
d* rej.piTtivo esereleie, 0 eacrira* Jodo Snares dn
-fcilva -Vetto. por ter falsilicado a acta da ultima
wssao do jury da villa de Santo Antonio, pern qu>;
vai ser priiiieMald.
Bo tlu 25 do Janeiro, no 3 districto do iurm
da qacboeira, fdra assaMinado um menino de 12
annos, de Home Kugenio.
0 subdeleeado procedera ao inquerito polieial,
na> tendo feito auto de corpo de delicio, porqne,
tttfauJo a tcraoae laftamiaj qnando cwera ao lu-
gar do crime ji 0 respectivo insprtetcr de quartei-
ra 1 tinha maodado sepliltar 0 cadaver, tekimia-
nlim lo e fazeQ4o rfleoBhefer^uo a cniwa da tnor-
t fc'ira um tiro na eabefa.
Hivinirt iiflptlBU I's Albano da Silva Lamos. que e inimigo <&> Oal
Iha/ar RiatiAo4 a <|uem Eugenlo servta como
if.i,; ph stisperta (> Daeada em que Albano pro-
1-.'. uwa vingar-$e oni VsfNMMr on pesena dn fi-
i:i:li 1. em repreaalia do crime commettido por este
1 lilii n daqu-ille no tcr.no da Cacapavi 0 de-
lepiio cintiii'iava em averigase/L-s a respeit.i.
" 1 lia tl U Ibvm de jaaeire. m villa d fasso
Kin i 1. p ir (K-ivwian d>>careereiro passar WraWla a
cii-ia. invostirara contra elle e m s.)ldadoR da
g tard 1 ic o ;,- iMnu-iarjui, os recrutas para 0
eKci.jilo, .tlti Mid.H. ile nomes Kavntand) Gat) e
Aut 1:110 Maria do Sooza e 0 preto Ignacio, pr.iHun-
ci 1 lo i>or orim- demorto, eoasecuindo evadir-se o
re levemciite na lata 0 outro Teerata e o preto Igna-
CH.
Ii?.i>.) cjirtas de B-ige, de lo do passado :
c Ma ostrada qiw segue do passo do Viol. para
o de S. Lw/., i\ tiarbaramente assassinado 0 infe-
liz alcijad0 Jeroiiyino Silveira, enje eada\-er estava
borrivc! neate mutilado : mats de dez ferimentos
na eatxa do corpo, diversos golpes na cabeca e 0
rod ) c M li-tamnnte dsfigurado em consequencia
de m-jiiissim lertmeMos.
i O -'I'l'l-gido de policia do !* districto, Sr.
Galdino Felix da Souza, dingio-se ao Ingar do cri
me, e depois de algumas syndicancias, prendeu e
reeothea a prisiio, eotno autor do assassinato, 0
pardo Marcos, escraro do Sr. capftao Joao Anacle-
to Gonlarto.
A pri-5) do assassino foi ellectuada
da do Sr. Goularte, quo mado
ridade.
PaUeoara, a 21. na c ipital, D. Anna Clara de
Azimb'.ija Abrea, irmi do Sr. bario de Jacaby.
R. PMI.O.
F.illecern 11 em SitHW Mitioei daSilva e Olivei-
ra e a ignapan.-e Domingas Mana, na avaneada
idado de 102 annos.
' im-tava pe liavia sido contratada eom 0 en-
geulieiro Dr. Galvao a eonstruecao da ponte daal-
landi-ga, pe a qaantia de 130:000jl.
RIO DK lANRinO.
Por portanas de i do OMWMIM foram no
meados:
0 bai;harel J.we Pr.>s;)er aVkatraH da Silva Ca
roata para 0 Ingar do prat'eaute da secretaria de
estado da jortica.
Joaquim Wweira de Ueadoaca para 0 Ingar de
amanpeme da relate- *j Recife.
^er tHwtos de 3 do correate foram nomeadot:
Meatres de !" ciasae : os metres de 1' tHinse
(luilherme Antonio, Francisco Liod dos Santos, 8e-
caadino lifteiro de Azevedo, Maaoel Joaqnlm, lose
Kulino Pereira de Cauro e Agostinho Ferrefra da
Silva.
da Silva
rend
tui-lo
oaqui
do cargo d administrador- da mesa
a fle

c. passoa-se para a chacara do.Sr. coro-
no poviia.lo 1.......liipiflaWaWliiali JatMiaiMei
desde 2 doc-MTei\ii.'D(Uajnalguiu.i me
I.-mgloi?
;.te em
i,uf" ,
Wma sldo feri'
elle Cervetto, ao
munhas que nao
vetto ttra quern,
0 golpe
0 golpe pa
ak testa-,
ropA Cer
lOtiaMP dis:
destinado para
r- A^igrndega rend)w no max de
A esfor50s"da rJoneia foram eni
Segundo as informacdes que temos, do inque-
rito pode deduzir-se que os autores do facto *ao
aquellea de quo ja traumos. Taj ser insuarado
summario, e nelle tafvez novos escfarecimentos se
(lussam colher.
t Ao Dr. delegado foi dlrigido 0 aviso se-
guinte : 4<_
Da conformidade com 0 inclnso avlsd por
copia do minislexio dos negocios da jnstipa, loam
.'i V. Exc. enj nome do governo imperial, pela I
arv
icto
iSS:
n ticia, do pedido sse, passa por carlo, teWfsWfc:ebida ge
te com verdadeiro |-'-t.'iBi> a juslifa fur-
dlze-Io. S. Exc. tern feito uma administraQ.io
que Ihe ha grangeado as adhesoes e sympalhias
da tinha a prom*5ia a eaperw da
do Sr. Dr. Teiub de-Si, q
de quaifo tneaBB ln:oBpleto:
modo satisatctocia os aegoei
iaa
Renerao
cla pri
nesta p
gomin
Franklin dVA^kv
io de Janeiro,
por 4k knn
uma wricaJavnl
, borr
Fundou se nesta cidade uma sociedade dra-
tii-a, coin oBm da dar I'spastaculos euteuueaa
termlhadbm polos resaactivos astettitos. -Si nittj
dea*tar d*rim sem -iuvida, uma sociedade uul a provioaa, ondi
a falta de distracao, inuitas vczes encaminha a
Teve I>igala|K^^v^tondJaana/V Mofi|ta^B|acaoAjKnuiicooa pafigosas e reprovadas.
da assemblea fam'UaTwpflHivaTnesa.'irmiihWr fl^Im novb^n1pen1lio^ae geographia geral e
tern (2> aiardi Constttuida a mesa, foi pelo sat)tapesil do BrasU sabt &, ^g puLlicado pelo Dr.
prfcide'hte declaraih anerla a sessao ; sen lo tarn- Arcelino de Qneiroz Lima, chefe de seccao da se-
oem eMa presidida pvr hi*h 00 $0 irmaos. cntariadogovarna. Sna. obra e tanlo aais me
t submtttido a discnssao 0 8* do cap 2" dos ritoria, quanto concisa e resauiida.
novui actatatoa, fluediz:- Uueiao shw adnih A 2 do corrtmaw metallou-sa a I.* loacio do
tidos nesta irmandade pessoas que pertenfara as tribunal do jury desta cidade, presidida pelo des
associates secrcu. ttmbargadur Filguciratt. Foram apreeenladoe 4
na fazen-
coadjavoa 3 aato-
MestresdeVclasee; os gnariiSes Maftoei Maria
rnmeiro, Reinaldo Gomes da Silva, Joao Joee, An-
toDio da Rocha Llabares, iose Ribeiro da Stlva,
/'ferine Jos* FeiTeira, lo5 da Silva Pinheiro, An-
tmk> Redrigaes dos Santoa e Jen* Igttueft Se-
gundo.
Lem'w no Jmt rfe Commtrcie :
Pew Dr. delegado de pdRrta fw reraeMido
an juiz de reito do S> districto erimiaai o inque-
rito polieial contra Joao Cervetto 9lockiiaun, t:an-
nato de Julio Langlois N'osser.
a Posteriormente a prisae de Cervette, Qeoa are-
riguado pela policia qtte este, estando ansente
langlois em S. Panio, em setembro do anno findo,
lei-se retratar, ena am grupo, com a niujhsr e a
til ha de Langlois, pareceudu iiaver malicia em tal
procedimento, pois este retrato trazia elle sempre
occalto no seu gaarda-Toupa, confessaiido jranca
telo mostrado aLangloU e, logo depdls do as-
sassinato, tratou de retira-lo de saa casa. Ao pas-
so que diz elle isto, a viuva declara qae sea flna-
do marido consentio, vw o retrato, nao achou to-
ito que esfiresse ella apoiando-se no ftra'co de
Cervetto, e por i*so tez recolhe*' Os fetratos, entre-
gando Cervetto 0 qne tinna, alnfla em vida de sea
marido.
nato p'frpetrado rewntementn em NithferoTiy aa
pessia de >nlio Langlois Mosser. (Assignalo) 0
chefe de policia, lu&ern> fforicaltes da Srfva.
A alfandega da eorte reddeu de f a 6 do
currente 839:5461261.
Els as noticias commerciaes da nW-rra data :
a Foi ainda hoje pottco activo 0 morrtnenio do
mercado de cambio, seaa que, comtttdd, se niani-
fesrasse altera-;ao algniaa.
t Effactiiaram-se peqnenas tranacc6es snbre
Londrcs, a 26 d. papd bancario 26 m e 26 Sjte
d. partictrlar ; e sobre Kranca a 36B, 364 e 3(56 rs.
por franca.
t As apolices geraes de 6 0|0 trveram pequeno
movimento a l^iSjOOO, pre^o a que os possui-
dorcs mostriram-se flnnes.
Ho mercado de accoes avnltaram as opera-
coes realisadas sobre 0 banco do Brasil a S38i000:
239JI'!00 e 240^000, sendo a maior Prte das ven-
das effectnadas ao ultimo pruco. Bin timlos de
outros estabelecimentos e emprezas pouco se fez
aos sennintos prepos : banco national, ao par ;
companhia de navegacao brasileira, a 12-5^000;
compamia de earns de ferro, de S Lniz do Ma-
ranhao, a lloiOOO, e compaubia commercio e
lavoura, a 53000, a dintiairo
As vendas de cafe, foram menos qne rcgnla-
res e as de assucar peqiienas, para coosumo.
t Pretararn-se: um navio para Paysan-lu, via
Paranagua, dormentes, por lihras 3,100; um para
0 canal a ordem, via d^ Vacah6, carga geral, por
libras 380; um para Valparaizo, via Paranagua,
mate, a 47 s. 6 d, e um naff) sem dassificacao
para fJrsh m, n ordem, via Santos, algodao, a 45 s.
e 50|o de capi.
BAH IA
A as>einlilea provincial presegaJa era seas
trab-.ilhos.
No dia 7 vollara 0 presidente da provmcia,
da sua viagem a estrada de ferro de Alagoinbas.
No dia 7 do corrcnte, houve am serio con-
flicto na assemblea provincial, 0 qual ; assim
narrado pelo Jornal:
Quasi no fim da sessao de hontem, dea-se na
assemblea provincial, um incidente que podia ser
eViia-flo.
Foi 0 caso qn, quando ainda ftiltava dlsca-
tir-se algamas postnras dt camtira mitnicipal da
capital, marcou o rclosio da ca*a duas horas da
tarde, e as bancadas licaram evidentemente sem ol
nnmero de deputados necessarios para a vo-
tacSo.
AgWn 0 Sr. presidente a campainha, c man
dou procoler a ehamada. Antes, portm, de co
mc.ar a ser fcita csta, 0 Sr. A. Euzobio, obtendo
a palavra pfla ordem, dbservou a mesa quo es-
tando e:gotado 0 tempo mircado pelo nfimento e
pelos estylos da casa para a sessio, nio podia
esta continuarsem ser prorogafla. Replicon-lhe 0
Sr. presidente, dizendo que, tendose aberto a
ses3io as l\ horas e 20 minatos, 0 tempo s6 ter
minaria as 2 horas e 20 minntos da tarde. A
isto responden 0 9r. A. EiuM)io, qne 0 regiraento
mandava abrir as sessoes as 10 horas da manha,
e levanlar ate as 2|.nn maximam ; qae 0 ter-se
aberto a sessao depois de It horas, nao autorisavn
aprolougal-a a(6 depois tlu 2, risio serem uma e
outra cousa contrarias ao regimento; qae, de
mais, nao havendo numero, como era patente,
deviase lerantar a sessao.
t Mandou, de novo, o Sr. presidente fasar a
ehamada, e, de novo, pedio 0 Sr. A. Euzebio, pa
lavra pela ordem, 0 que Hie foi negado. sob 0 fao-
damento de n.io poder am deputado fallar duas
vezes pela orden. Replicou 0 Sr. A Euzebio, e
disse que 0 presidente nao lh podia uegar a pa
lav^a por nao saber qual era a questio de ordem.
Eotao 0 Sr. presidente, com excessiva energia e
elevacao da voz, ordenou ao Sr A. Eazobio, qne
se sentasse. c necou-lhe palavra. Com a mesma
energia, osr. A. Euzebio, fez Ihe ver que Ihe nao
podia negar palavra, qae isso era uma arbitrarie-
dade, e que, se nao the fosse concedida palavra,
tambem nao se faria a ehamada. Eatao subio de
pouto a cxalucli dos animos, e entre 0 presi-
dente e a opposicao travoa-se reahida qaeslao de
palavras, sobre 0 modo de ser executado 0 regi-
mento, e appareccram muito asperas contesta.iies
e repficas.A final, sendo coucedida a palavra
aqnelle deputado, elle notou qae sea fim era so-
menle f.izer que nao passasse semclhante prece-
dente; ao qae contestou mo o presidente, dizendo
qne e tambem em resposta qde 0 nao con'eguiria.
Nessa occasiao pedio palavra pela ordem 0
Sr. Zama, porem, marcan lo ja 0 relngio 20 minn-
tos flepois de 2 noras, 0 Sr. presidente levautou a
sessao.
Na assemblea geral dos accionistas do banco
da B itiia, foram eleitos: directer, 0 Sr. Francisco
Gomes HagarSo, oiii S14 votos; e membro do
conselho fiscal, 0 Sr. Arnaldo Lopes
Lima.
Aajfandega renden do t a 9 do correuta
172:7<&ym.
cathdicos qne pertencem as sociedades seCritas, sidencia, para VOltar a Perna,rabuco, ou onde Ihe
fere as disposicoes dn \ 1* art. 1 ilo decrato 11-convier, atim de tratar de sua'saiile, o qiial segue
1,9)1 de 28 de tnarco da !8S, porque pelo art. o'^esln vapor.
da constituicao politica do imperio, pelo govenro t Para comporem a nova mesa adoiinistraliva
Imperial, sSo p-rmittidas as assocfa^qps secre'tas, Ja Santa Casa de Misericordia, que tem de saTvir
que como a mnamarin, nao s3o contrarias nem a, no futur,i anno codtpromissal, foram nomeados os
religlSo nem as fels soclaes do imperio, e por tanfASrs.
o cnpitulo 2 em que^tio, importa uma violacaode
dbreltos que tem todo 0 rtirfetip nas associates
religiosas ; e memo porque esse Mtpiulo na oarte
que respeita uma tao Vldlenta usurp?cjio de direi-
tos, importa um MMef pela- ittiNns^Uma for- .
real refistencia ao*actj^ a decfeva* dOgoTaruo im! periol, qua como c puMco notiino ieem^^reco- mino Bezerra deMeoezes, Dr. Antonio GoncjUes
nhe-.ido na maconirta 0 direitodeasfociacao li-ida Justa Arauio, Jose Joaquim Carneiro, Jose Fei-
Vice prftVedbr.-Visconde de CauWpe.
t Procurador geral. Dr. Jose Piaugylino Men-
desde Magalhaet.
Mordomos. -Maooel Francisco da Silva Alba-
no. Jose Fernandes de Aratijo Vianna, Dr. Joa-
cita a beneficente ; demonstroU thatr, que a exclu
sao qae se procara fazer com a Sdopcao do cap.
2 dos referidiB estatatos, 6 contra'ia as lels e de
cisoes dos poderes ilu estado e fen de frente a ja
risdicfao que teem sobre os estalitos on regula-
mentos de qualquer corporfjie cHglosa; e final-
meme porque e um desacato ao roverno, nma of-
fensa aos direitos d) cidadao, uua prova.de deso-
bedlejcia e resistencia as autoriiades eonstrtuidas,
e que portanto pedia a snbstitiicao domenciona-
do cap. 2* do g 0.
0 irmao conego Moarao, toultatea fortemen-
li e*te assumplo.
t 0 irmao Dr. Araerieo, ottendo a palavra, dis-
corrcu maravHhosaineitte. opnando pelo qne havia
dho 0 lrinSo Portugal; masinfelizmente foi ihter-
roinpldo pclos apartes da Stita que obrigavam ao
presideute levaptar a scssl), qae eram 8 boras da
noile.
Deu-so hontem 38) am grande aeontecl-
mento nesta cidade, ifcscibrindo se nma machina
exptosiva, qae ha oho oezes havia sido remetti-
da para ca, com diretcio ao prestidigit^dor e
ventriloquo 0 afamado Rossi, ha poueo cnegado
entre nos
A machina infernal tinha sem duvida por
A existeucia de taes cetratos toi revelada por
Nt-rberto, criado de CerveUo, 0 qual, como para
provar que nao inaolia, seferio mais, que a um
dos pretos ja presos, havia idle, a mandado de
s.:a amo, convulado Domiagos Carneiro para cam-i
matter apaelle crime, o que promeueu Dwuin-
gos Carneiro, recebeuio 3OO3OU0 sem que reali-
zasse a piomejsa.
VenficoB-se ser vcrdadeira essa rawlacao,
pelo depoimento de Damingos Carueiro, aoe us-^
crevcu a casa de S. Uoajingos, que NorJierto
|he fura mostrar, disse qde o piano dado a elle
para 0 assassinato fora .0 .rae.mo dado a Can-
dido, que Nurberto Ihe dwse ser seu.amo quem
mandava, e ser 0 inotivo Hear com a walher da
victima.
< Ainla mais revelou Norberto qae, antes do
assassinato por raeio do ferimeolo, teatou se 0 en
yenenamentb, 0 quo no dia 8 de Janeiro teve
-l,ng!nis grande- incoinraodo (womitos e saore*),
em c nse.jueneia tie uoja, orchata gclada quo uu
ascriptorio Ihe offereceii Cervetto, tendo eui la)
orchata, ministrado este w?)* grande aorcao de
*22a4i0 .eni Q^ gUa-^arJa sido coalpraao por
efK Nor!icit,, ndieart]) ala a pharmajia, onde
ohleve.a dr-nga, djzea8p sei- para uma fazenda.
VcnH.'..iii maia 0 Dr. 1 delegado que du-
rante 0 niez de janelrb do correnti anno, reti
roa Cervetto do banco nacinnal cerea de ai'ten-
ta com is de r.-i*. que alJi tinha em sua co.nta
particuMr
i>os lap-iimeoios conSla q'de a amlsaUe entre f
\oii-ius do noi-U Amanhecea houtem era aasso por to 0 vapor bra-
sileiro Parana, trazendo datas : do Amazoaas ate
19 de fevereiro, do Para ste 4, do Manohio ate 6,
do Ceara ate S, do Rio Grande ate 10 aal Para-
h>4>a ate 12 do corrente. Eis e qae colhemos de
jornaes e cartas:
BKIVBLICA 0 PFJUJ.
Em Vquitos haviam ohagado noticias da capital
da republica. lafoaamaiMe para aa arktissiaMB-
con-licSes linaneeiraB do departameato, viersra so
noticias, cuntiaoando a aguardar-se oe suppriraca
tos do thesaura nacional para pagar aos eroprega-
das paMuus a os foroeciraeaton. Oecmmerew,
que se recente destas faltas, arrasta-sa eofesad*
por entre aa maioces dtfficuidades para eatisfazer
seas compronuss4.
0 governo da repuWica puWicoa em tde Ja-
neiro am deoreta obrigaaie o bancos no Peril a
comprar titulos da divida do govenao, a uaa pre^o
lixado pela meamo goverao. Este decrcto dictato-
rial eacontr 1 oppost-^o unaaime da parle de tados
os estabelaciaaenHa fiaanceiros, receiandose que
a presidencia do goverao en manter os termos ar-
bitrarioe do sea decreto, venlu a pertorbar a or-
dem.
0 poder exacativo da republica conceded a
um Sr. tips ScoU pjivdegw para a immar-io de
um eabo talegrapalco- sulwjarino, outre CaMao e
um. Amunca do Sul eiagida par uma das maiorea fi-
nlias lelegraphias do mmdo,desde Callao, no Pa-
cific,), ate c Pau, no Atlantiea.
Houve era Luoa grandeg festaspara oalenrar
a notinia quo ahi cbogou on terom os Estados-Gni-
dnp daclaradp guerra a Hespanha, por eauea da
que^aodo Viiginiiit. A notieia e falsa, como sa-
be-o 0 Toitor, mas sfervlo para provar que o Peru
nao e caqnacm auida do b imhardeio da Calla.).
1 .-'" segaido parapiavary a commissia
trmxu de_ de*rjao de lialias enlre* ioiperi* a
a repxibiica
aaiA^ONAs,
R"3pp'recera naqueria capital a ealdpnia aai
rioJa e regi-trava ja a impjensa 'varip* aasas fa-
taes. Abalara o espirito .publico esta nov* in va*
do mal, e na.) bastanara para sa*na-lo asprevi-1
dencias tonjadas pelo governo para atvnaar ua ef
feitos da paste. A pcasfdeB :ia oreara uma eufar
maila para os variolosos.
Tern ja Teffe a sua imprensa e Serpa tam
fim dar cabo do grand filho de fielsebuta, ma-
taado tambem coir elle muita gente, porque
pole a sua accao natar a muitos em grande dis-
tancia, e proyiden'ialmcnte foi reconliecida pelo
endiabrado Rossi, quo lha descobno os segrrda.
0 ventriloqm, assastalo com aqueile pre-
sente, correu a policia, daudo-1'e conhecimento
do facto.
0 Sr. Dr. chefe de policia nomeou para cxami-
nar aquelta maravilha uma commi'Sio composta
los Srs, pharmaceuticos Francisco de Paula Bar-
rel') Junior, Bernardo Paes c Elpidio Rodrigues
da Costa, os quaes reconheceram 0 infernal in-
vent) como umi machina explosiva, capaz de
operar as maiores desgrafas com a rapidez do
ram i
Estava ella deposiuda na pharmacia do Sr.
Barret), ; 1 i entregou ao seu dssUoatario,
saado a sua lemessa ncompanbada de anprtMsa
recommendaijdo para ear entregae em mio pro-
pria.
t Valeu a Rossi tnr ?ido aqnelle prcsente en-
viado para ca com muila antecipaQao, porque a.
demora de oito mezes, que aqui teve, occasionou
o:n parlu a dMrfca|M "a iiussa, que tena de
detc-rmioar a cxplosao ao conlacto de quem a lo-
casse, ievando pelos ares talvez alguns quartei
roiS dos mais proximo* a casa, em que se desse
0 desastre I
Rossi, 0 artisla cndiabraJo, escapou por mi-
lagra 1 Apozar do cuidado com que lha fizeram
aquella reiaessa do Rio de Janeiro para Mac 46,
e de>U cidade para 0 Para por intermedio do
Sr. Francisco Gaudeocio da Costa, vice-consul da
Italia nesta provineia, o artista ilaliano foi salvo
providaacialmcnte, e a machina infernal, que teria
de dar-ilie fim a existeucia, acha se eutregae a
autoridade oolicial, qae vai mandar deposita-la
no laboratorio pyroteebnico, onde tem .de ser
minuoiosamente examiaada, para serem tomadas
depois as provideucias quo ocasoexige.*
t VeriScou-se a analyse chimica da e)icommen-
da que o prastiiiigitador Sr. Rossi, receheu d)
sul. Reunida a commissao, de que fallamoj em
0 uosso ultimo numero, foi encarregada do es
tudo do apparelho 0 nosso amigo Sr. Bernardo
Paes, que veltaudo a casa, tratou no labo~ato-
rio dos Srs. Paes & Araujo, de cuja firma faz
parte, da fazer a competente analyse, arros-
tando 0 perigo gravissimo de uma explosao.
a GompOe-se 0 apparelho de um cylindro de
eerca do conten to um vidro com acido sulfurico qne, no
acto da abertura do apparelho, se derramaria
sobre uma niistura de polvora, chlorato de po-
tassa e serradura, produtindo uma explosao qae,
nao so custaria a vila ao Sr. Rossi, como tam-
bem a todas as pessoas que com elle estivessem
a Rartilhou os riscos da analyse, com 0 dis-
tine to pbarmaceutico, 0 seu ajudante Sr. Carlos
da silva; Frededw Ribeiro.
Orgaaisa-se ueste moraento 0 necessaxio re-
lalorio a com a proxima publicacao das pecas of-
liciaes poderao os Bassos leitores ler mais ampla
notieia deste eitraobo successo
MARANHAO.
Foi uomaado promotor publico da comarca
de Guimaraes 0 -bacharel Jose Pires da Fonceca
G inverno ia mais ou menos regular no in-
terior da proviacia, tendo cessado as cbuvas de
to Jo aa capital.
Do ata 15 a 38 de fevereiro eepuitaram se,
na capital, 46 cadaveres. Entre esses estae : D.
Lma Vital; a fraoeez flea* Duval; Maaoel
Francisco Dias, meetfe de Cuadidor da foadicao
da companhia de vapores; Francisco Gome* Tj-
nooo, aniigo pharmaceiiticj a lavrador ena S.
Boatu ; e no corrente aaareo ta foram sepultadoa,
D. Anna Maria da SaKa GlrTBica, -twiner d) ca-
pitao Joae Farnaaaes aaOiwi-a-e Firaaino Jose
da Sdva Braga. Tamaem feliecau no catspo da
Peraaiahas o negodaaieOoaiiogos Deliao Mendes
> For taraai dowado de saa uaatrieaaadoe fie
dno, escravo de D> HapmaiaaaUda fla Veiga CosU,
dc Caxias, e Auaonaa, eacrava de Seaere Jose dos jnelindrosa comowsaio.
j6 de Melto e Anlonio Moreira de Suuza.
n Suppleotes.Manoel Pereira Valenta, Bernar-
do Pinto Coelho, Alvafo Leal de Miranda, Fran-
cisco Irinej de Araujo, Aut,-nio Fernandes do Fa
rias e Bernardo Joaquim do Caritto.
< Prcstnu jurament) e cnuuu boutem no exer-
cicio do cargo dejuiz de direito da 2.' vsra da
capital 0 Dr. Esmcrino Gomes Parento.
Foi novamente suupenso pejo capilao do porto
0 sccraUiio da capitauia, Hermiao Olimpio da no-
cha.
t Em S. Bernardo dea-se um facto lamentawel ;
. Dous individuos traba'.liavam na limpa de uoi
rocudo sofregamenta para coaclwr 0 servigo n'a-
quclle dia, quando um I vie aguaceiro principiou
a caiiir. Os dous infelizes, iiupjssiuili'ad.is de
continuarem 00 service, priocipiara.-u a blastdie-
inar contra Deus e os elementns, e desafiando a
colera divina : peuco tempo, ^orem, se occuparam
em suas vis ameacas, porque desprendendo se
uma faUca electrica, veto carboaisa-los ifomplela-
meute I
a via ferrca de Bilurue, na semana fin Ja,
rendeu 331596), knpoiuncia de passagens a
transportes de mercadorias; no mez de fevereiro
de 1:426*320.
nacio Fortuna Hassan, Ua Silva, gereut: da casa
commercial de Dioga Jose da Stlva.
t 0 vap'>r inglez Lisbotwjise manifestou, 0 se-
guiute deste porto para os de Liverpool e Para :
3,011 saccas de algodio, 1,082 de cafe, 1,0)0 de
assucar, 2,8o0 cou/os, 62 farJos de btirrasha e
374,5k'. 8 kilos de ossos e crinas de animal.
Um nosso amigo da Maria Pereira, fallando
sobre emancipa^iio, acrescenta 0 seguiute :
Neste termo, de Janeiro de 1873 para ca tem
sido alforriados ccrca de SO eicravos ; so polo fac-
to da nao larem sido matriculados, ficaram iivres
4">, sen Jo destes 35 do capilao Leonardo Marlins
Veras, que duera ndo os haver matriculado de
proposib).
A alfandega rendeu no mat de fevereiro
123:380il34.
Escrevera-nos do Aracaty :
a Na 1* do andante accenileu-.se pela prkneira
vez em nosna narra 0 pharol, quo veio beneficiar
0 nosso porto, ipie de ha muito se resantia dessa
palpitanta necessidada.
No dia 26 da fevereiro bouve nesta cidade^
uma grande reuuiio dp enmiaarciantaii para o ihu
de fundar-se uma associate commercial, que pro-
mova 0 melhoramento de&ta tao importante e res-
peitivel classe c defenda* os seus iuteresses fora da
iocalida Jo.
RIO GBVNDE.
Em 11 do corrente escrcve nosso
dente da capital :
Feram capturados em Mossoru peb respecti^
delegado de policia, tenenta Hercules Pindahyra
de Carvalho, os crimiaosos Franciaco Carneiro da
Cruz e Maooel Maurici), aquello por lonutiva de
homicidio, sejundo denuncia o Dr. promotor pu-
blico da comarca, e este Bor haver descarregado
uma cacetada era Daniel j/eitasa, no dia 22 de fe-
vereiro, dan Jo-so 0 caso da flagrante delicto.
Sobre este facto aquel a zelosa autoridade pro-
cedeu a corpo de delicto e ao competente inqueri
to polieial, que segundo eousia ja livara 0 destiuo
da lei.
Pelo mesmo delegado foram presos Getulio
Alves de Paiva e Porfirjo Augeriu da Silveira, com*
plicados no assassinato de Silvioo Aureliano de
Figueiredo, facto lauientavel, que se dera aaquella
cidade no dia 7 do mez paasaao.
< Em relacao a tao triste acontecimento escre-
vom d.iquelle termo para 0 joraal Conservador, 0
seguinu :
Ante-bootam (' 7 ) pelas A b -ras da tarde, tra-
vaadose an cooflicto entre os indwiduos fiotulio
Alves da Paiva e Porfirio Augario da Sit.veica> em
uma das ruas desta cidade, entraram estes preci-
pitadameaie pela casa do pai do primeiro, e agar-
rado3 forara-se ter ate ao quintal da mesma casa,
onde compareceu silviao Aureliano de Figueired >,
tio do Getulio, que tomon parle oa lut 1.
< Logo Jepois ouviraua-se dous tiros de re wai-
ver, vozes a gritos. Aeudiraai divorias peseoae ao
lugar do ciBllicto ; nas, era tarde, nad 1 absolula-
mente pjdaram Cwer.
Tudo estava periiiUo 1 Si!vino moril>und com
uma faeaJa, da qual nuccuuibio aaetaaattsdepois;
Purlirio tambem ferido e grayamente ; (ietulio com
am ie ve farimento 04 mao.
Toda esea lameutavel scena pessou-se em me-
nos do 40 miaulos.
< 0 tenente Hercules, sabendo do acontecuaaa-
to, dirigio-se logo para a Jugar do conflicto, e 0
Sea primeiro cuidado foi capturar os que proen-
ravam evadir-se Getulia a RoDftrm, fazeodo-os
roeolber a uadeia pubkea, depois de I has tomar as
annas liomicidas, em quanta que 0 juiz mamci jaa1
suppleuta, capttio Antonio Filgueira Saaundea, que
tambem alii oomaareees, tratou por sua vez de
prooedar aos oorpos de delicios para ter tugar a
forma e*e da calaa.
0 teuente iferculea e iMta antoridaJq Intelh-
fente, zelosa e activa, e sabre Judo aabe harmoni-
ar a prudencia com a energia, e por isso rauito se
t ra distiBguido nodaaempeoaa aesua ditBcil e
correspon-
qne tratoa 0 as
ytn aloquenvc coaimnnicandi. 0 sa- wcaml.^<^i* ,I,on*lfeJ .
nobjoaoo" Ksse
^randas al_maa e das hntel-
em base a 'da VerJade e da
a Era u me>*
lier I sens discipulos, u-na voj eonvenpida.arras-
Riudd Dd"os c.ipirilos pela persoasao e peia enlhn-
siasmo......
. 1 KspUndido triumnho da knelKgencia qae al-
meja 0 bem por amor do bem e 0 util por amor
da humanidade
' a Nadi e aaais^
labutar inc
ligencias ||legi|
civilisa^i
Proa
um povo^
grandeza)
gluriosos 1
t B-neii
inabalavel'
frenle da esl
Depois
FUita, /
loT
in
rial.-Em d-la
CJrlc :
firnae. Cafr
vendas ui 'g.aflaantaa dasdee nt 7, con In.\
Cheaadai 7,0J* *Moos; Ojnj-H *-"il, I'ar.t a Kurppa Com 23 recebidos ea>
nosso potto TWoun Cotbftlxi 514 passageiro.
Hospital Portupruez. Movimento d->
arias.ua, aemana4da I a 7 de marco de
enfawn
174.
a i.'ducai.-ao iBtellectuai e moral di
rir-me as portas da felicidade e da
ostrar-lhc 0 vaato horisonle de seus
11 js.
ella qae do vontade- firnae e
da liareha e se colloca em
\m. Sr. Dr. Bandeira de Hello
fifdaMHMda Silva, director geral
" lics> e llialmente 0 Dr. Joaquim
nbs. professor de ge graphia e his-
toria, qne descorreudo largamante mbt 0000 aaa
"picioso acontecimenlo, que mafca uma nova era
uos fastos litterarios da provineia, intercssou viva-
mente 0 auditorio com o seu discurso lucido e
erndilo,
a Doze alumnos matriculados Da eicola normal
assistican assa medesta .testa.
< No dia seguinle mais qnatro juvens apresen-
iaraja se pedindoadmissao a matricula e prova-
velmeute oijttos ainda seguirao 0 exemplo dos pri-
meirus, vtste-trmr as inscrlpcfle3 se conservatn
aberlas por lodo t me de mai\o.
E-ti portanto Jetinitivameate instaliada aes-
eola normal; insliluicio promelledara e que devo
exercar nus tuturos destmos da provineia a mais
saluLir iiillueocia.
> E-la piamada a semeotc la arvore de qae so
devem collier preciesos iructos.
" A parte mais ardua da traballio esta feita.
* Nao nos cumpre senao faaer votoa pelo seu
c;scimento e para que Ihe nao falteni desveladosr
cu!tores.
PAliMUrsM.
Lemo no Jor$mi :
< Por cummuBteacdos ouiciaas racanles consta
qua fora proso na termo do I'iiar, da ordem do
respectivo delegado de policia, u criminoso Anto-
nio Jjaquim, proauociado no mesmo termo am 0
art 192 do couioo criminal.
a Foram lambem presos bo tenno de Area 0
orimiooto de homicidio, Manoel Lusiasa, o seu-
ler.ciado a dous aunos e ciivco mezes da prisao,
Manoei Carlos, e 0 criminoso Francisco Evangelis-
ts, pro mine 1 a do m art. 20 ii do codigo criminal,
0 ariiaeiro pettancaiitc an termo da Bananairas, 06
dous ultimas ao mac mo de Areas
PEfiM
Santos, da villa dos Picas, foram consideradosj
no gozo de sua liberdade, am vista da lei
- No dia 14 de Janeiro, aa aisla da Coroaat,
suicidou-se por ealraagalicao, o ^resa #edro, qaa
se acbava rocolhido a respectina cadwa, por ha-
ver aesassiaado a mnrber de Bants Antonio Man-
das, a feito neste diversos feriaientoa
Renderam as repartii;6es puahnas nt mas da
fevereiro :
Alfanlega c65:1273
Tbesouro provaseiai 43U)70*84 :
-v 0 cambio soace Londres- regalava 25 3ii d
por 1*000.
Fraaca 37* jbot franco.
Portugal it)8 O|0.
1 "! m e cervetto nao-efS s-oao apparetfe, ra-1 bem. VSo denTro em poucb prearcm co-n -, jornal
to A BUY. .ii-OI
Ja se achava na capital, de voka da villa das
Barras, 0 Dr. chafe de policia interino, que tinha
idt> syndicar aoare 0 espancamento do Dr. juisde
direita respectivo, tendo desproaaaoiado 40 i)r.
Siajplicw Coelho de Rezende, a^iuern foi attribui-
do 0 crime pelo olTindido. Lias
Poi exonerida, Aatomo ^wrae- 4* daensar,
de promotor (aaidico da eouwqa da J.iooz, auo-
meado par} subslHuk' a bav-hatel ftnatoo de
Sanaa Martin ^. i, Jj .cc.jcc*
.-ntbrnsj'a*!*)' s.-m \Jb,
Jfosso .-.rraspaa-1*** a>*ljdlti, fftwrfe, i tj.
:awle: a.
Pa-u per fturt-i quo Faw-: #a ^cr^iMMk aWatf^*-a*ba>Ufa1d# da Sa pedira. com ipstaaelsra %lie|8lQjk--i '" Sj**--.. 0 Sr. J>fc^siBdaiw de Mello
vad6 pelos eonwu'iad", in>muwdo sjne-laflfiWK presidiodo aqualla salemnidade,
0 Mouoraaue, como fotoa opposicionisla, faz
0 sad offid'o, e mm calculadameule dulurpou ease
laet), quanendo ipor fcroa tornar responsaveis pur
iim'ji i tecimento, assim se
elle as -autoridades pabciaBs, taWez por nao terem Hoaquim Jase Gonjatves atestrao A
alias aaictnhado que aaquaUadia se devia dar esse
lopme para em-temps praseui lo.
t A escola normal daWstaccao primaria, crea-
da no aaheneu rio-graddaaMe pnia aar a 671 da 5
da agasta to aooo pasdo install00 se com 12j
alumuos no dia, n^aWontBaim, aaaiversaeia 4a
iostaJlaoao do mesmo atheneu
Foi um acto solenMJe> que assistiram muites.
pessoaa gradjsa. 4-i .
< 0 Coa*fraader notieiaadu ease
Nodta-aXdoicorranss mez, anniversaro da
installacao do Albeneo Rto-Granden-e, installomse
a escola normal de iastrgegio primaria, creada
pela lei n.,671de 5 daagosla-doannarpaaaaia..-.:
S. Exc.oSr. Dr. Uaudeira de-MdliaaYHao,
qae sanocimoB..e aofca pptnoHaa idah-awaaiWea
provincial da t873, qjnt>Ja1adariJSVn daM sdaiit
de janeis* 0 regstUnantaHe sJrgnBiaxlo sa<<*o-
la, foi-rttada^Dr pjs ,adfjWadov ids> Bspsffaa
cum m*tuifiao, flpe^am MAtfl a edBMaViafolos
mestresdas futnras geracoes. .j-at-i"~-
. jqUinacBso coa^ujIVW de .p-ssoas gwias oatn-
pareceu naquelle dja^jiai saides do iMuanaVvea
1e se aoJfcMiiMft reoni los professoras e JguaUos
frido.
'discursa natavef 'pela luitfiuosa
Filha,
pmnanciou um
sufftc.encia com
BEVISTA DIARIA.
AnsenjlilV-a provincial A assemblea
provincial hontem fuoccionoa com 30 Srs. depu-
tados, sobre a presidencia do Sr. Dr. Aguiar.
.tvaprovada a acta da sessao antecedoute, > Sr.
! seefatafio feu o seguiute e:pediente :
Uma peticao de Francises TheodoTa de S. Jose,
regente do recoJbimenlo de Nossa Senhara da Con-
ceicao de Olinda, pedindo 0 rcsUliel'-cunenti) da
qjota de 1:500*. vista ter side reduzida a 800* ao
exercicio corrente. -A' commissao de oreamento
provincial.
Outra dc Justino Franciso de Assis, pedindo
um privilegio por 20 annos |iara estabelocer ne.-ta
cidade carros de praga.A' commissao da peti-
toes.
Outra de D. Francisca Serafico de Assis Carva-
lho, profassora publica da instrucgao primaria da
e-adejra de Nossa Sanbora da 0' da Maranguape,
pediu-lo um anno da licenca eom t J js seus venci-
mentos.A' commissao da peti^oes.
0 Sr. Manoel do Rego, pelaardem, pedio a pu-
blica. ao e dislabuic'io de regularaeutus cxpeiidas
pela iresideucia, e 9 Sr. presidente respondeu que
lomaria em cvnsideraeTio.
TratauJo-sa da ordem do dia, continuou a I'
liscussao adiada do project) n. 69 de 1863, alle-
raudo os esututos da ordem 3' do Car mo, com a
emend* do Sr. Manoel do Rego, e depois de orar
0 Sr. Caspar do Drummond e Figueiroa, foi elle
rejeitado.
Apos esje, sa) tambem rejeitados : em 2' dis-
cussao 0 dan. 14 da 1871.qae autarisava a cons-
traccao do 1* lauco da estrada entre a villa do
Cabo e a ponte do engenbo Pirapama, orando 0
Sr. Tiburcio : cm 1 sem debate 0 de n. 96 da
I860, que autorisava a colloeacAo da lo lampaoes
ua villa 0 li onto, a bem assim 0 de n. 89 de
1870, que concedia uma graliikacao de 200* ao
barne.iro da cas dc detancao ; e 0 de n. S3 de
1872, qua man la admittir no Gymoasio dous me
nores, observaado 0 Sr. Manoel do Rego, que ja
existe disposicao idenlica era uma lei da provi-i-
cia.
Ficou adiado era 2' discussa), a requerimento
do Sr. Portella, 0 projecto n. 17 do 1872, que auto-
risa os concertos da cadeia e paco da camara mu-
nicipal do Serinh iem, e emeudas a elle oiferecidas
dopois de orarem diversos senhores.
Em seguida foi approvado em 3* discussao, 0 de
n. 39 de 1873, que alteraos limites das freguezias
da S Jose d'Agua PreU e Gamalleira.
Finaliiicnte posto em discussao 0 de n. 80 de
1870, que approva posturas addicionaes da villa
do Ipojuca, deixou-se de votar, por falta de nu-
mero.
A ordem do dia para hoje a a seguinle : conti-
nua/ao da anterior ; 1* discussao das prajactos
ns. 99 da 1868,43 de 1872 e 42 de 1873 ; 2" ao de
n. 69 de 1871 e uaica do de n. 118 de 1870.
Professor interiaua. Par postaria da
presidencia da provineia, de 11 do coifente, foi
nomeado Caspar Antonio dos Rets, alumoo roastre
da escola normal, para reger inlerinaraente a ca-
deira da instruccao primaria de Santa Gruz.
tiuas-ila nuwi vineia, de 12 do correm. maudou-se dar guia de
passagem para a muuicipio de Jaboalao, ao te-
nente-coronei Jaaa Paalo Carneiro deSouzaMan
deira, do municipio do Cabo.
AntMvcrsaM*iosi. Gumpfela hoje lit annos
S. M- a Imper.uiiz do Brasil. Por este motivo es
tarao embandeiradas 09 navios de ^narra e as
estacoas publieas, e QOBera a t hora da tarde a
saWa do ostylo.
-r- Taiuliein compl-ita hoje ol annos de idaie S.
St 0 rei da HaUa.
Na dia 17 do corrente e 0 segundo anni.ver-
sario da sagracao do Exm e Rvm. Sr. 0. Viial,
bispo desta diocese. Por ease motivo ha na cathe-
dral, depois de Moa, missa sesaawe, a que deve
assistir 0 elaro secular e regular, 0 qual aa arise*
dssse dia, dara a colleota Deus omnium fidelittm
paster et realm; fumuhtm luum VitaJem quem
fastorem Ecclesiat Olindensis, etc., etc., como se
cha iadicado no kaleadario acclesiatico.
Nesse mesmo dia, pela? o horas da tarde, ha
Te Drum na igreja de S. Pedro desta cidade : sen
do orador .0 ftvsn. Dr. FraucfaBo do Rego Maia.
ReusiiAoJ>oii.Amanha as 3 1/1 horas
da tarde, deve haver sessEo da assembles geral dos
memorus da Associaeao Partngiaeza da Beneti-
cettcia aos Eaapseaados no Copiaisrcio e Indus-
tria, aim de se praee-Jer a eleicao para preea-
cbimeato das vagas da directoria.
Kteatjaaalsi fats vapor, da companhia parHara-
bacaaa. salrio do porto da Fortaf'za para oda
Granja jcalas, no dia 6 do osvreote.
OiatliUlro. -0 vapor Pa mad Iron se para :
Bank of atio de 'Janeiro
Augusta W. de Glirairs A C.
&'.:26 Filho M19SIM60
Keller & C. lOJWtUOUQ.
Joao (jmrino de Aguilar h Kauso & c. s-me urn
Gomes de 'Maltos a> C.
jl'adro M. Maury
Silw Sl Casoio
Taaso Jraaios
Joae Coeieird do Rego Poo lee
fcMMleso aooa-f Jose da Conceicao 0. Figueired>
(Joao Licio & Filho.
Joaquim Gerardo da Baszoi
Jaanario Jose da Costa
Ur. a. H. de SoU2a Baadeira
Jose I Rodrigues de Suuza
A. Uyuaroat jiiq ,
0 vapor .MmtdaAu trout* para
Mrih al Gkaasis da Coin
JoaaWiistosna tiosdn
Jeio frankBiaasziix Soa/a
-'t-'oraaBBKhaqilna ilijasroiilpa^^ObegduthaBh
ton) .-tarde' dwDBismsiaia 0 vapor aluaisliVua
*bmboa factoinqtuvei atji se dad: d
fil i^tkalaaNn seganda-feh-a atdacdu -roisaj
ease vapor da cenpanhia pernaiBhaoana, "01 w-
gam uxtraopihnaria, ao presidio de -Fernaii** da
Notou 3, aanade condaafr os sentao-i
fiirca dehdti| que io,piMryim BBguir 11
?:*3*aVDrjV sae sirsam de principal meto
tUHttVt
*:844*3b7
isaiuWSO
1:200*000
800*'KW
600*00 I
^&a d:dati*000
SWRflaW
OB!
Ficaram exiettodo 9, tnttWam duraDle a se-
mana >8 ; -ahirain enndos 9, lalle ceram 2, fi-
cam uxi.'iinda 41.
Kntra de secnaaa o St. mordomo Lourcnca R>
bideir d.i 1 uoha Casra do aVtessfno- Raassumi > hcnieiu
o exercicio da cargo da admaaislrador 0 Sr. Dr.
RniiiHi Augusta de Aaaaida.
C srlliearo IH^i. Velho-Acha^
entre nos S. Etc. com S. T5xm.' sentu.rs, vindo
da provineia da Parahyba a bordo do Parana.
em viagem deregresso ao Rio de Janeiro.
S. Exc. sognira no South America que locara
era n sso porlo ale 0 dia 16 do corrente.
Cmiipi imcntTnrlo s 3. Etc. e a S. Exm.0 sb1m-
ra, desejamoslhe prospera viagem e todas as fe-
licidades de que sso merecedore*.
I ustituto liistorico e pliilos4>phi-o
rleunifse-ha amanhi, as horas e Ingar d
costume essa associacau.
De rfnpvn ser*?Achase reo lhiia a -u-a
de delencao, vinda da provineia do Maranbai'.
uma preu de cincoeota a tantos snn-s do ids*,
que diz chauar-se Luiaa, e *r esarava d* Frsn
cisca de tal, parda. viuva e rauradora no di de Santo Amaro aas Salinas, d'ondr fnglra para
aquella !>rovincia hs qnstto 3tinof)>>Be m i cu
menus, pur nao querer cantiuuar a servir a diu
senhora. _
E ir pur cHa qnefn sp jntgsr reui Falta de srguranca. Os mcradorr*
do lugar deuominado Areias -do distnrto aV
Giinia, estao expastos em sua vida e em sua sn
priedade aos grupos de vagabundos e drsordn
ros que 4 nolle desenvolvem por taes para|en.-
seus feitos criminosos.
Dando assim echo aos reclamos que d'slli mm
foram dirigides, flajnos que a policia provideaciara
a respeito
Phutograplila Imperial.-Sob 1*1 sV-
noniiriacao, abnrse ha amanha a conrurreocia
publica, na rua do Baran da Victoria n. 14, um
importante esubclecimento photogiaplneo. depm
priedade da ratio socialLopes a C.
0 Sr. Lopes Cardoso, membro expr.- 0 de .1
firma, c cujos creditos de artists distiucto esu."
snfflcicntemente afBrraados por notaveis trabalh<
seus, jircmiad.is na ultima exposic*o bavids n^
Rio de Janeiro, e pelo diploma de phoi>grap!.;a
impena com que foi galardoado qnal ;ntr arts-
belecimento sea\ como ao qoe tem na proviacia ris
Babia, deu ao que anre entre nos, as ineflier
condieoca asaliiJfacao cumpl-ta de seas tins ef'-
ciaes.
Dispondo de rigorosa intelligencia e l...-n aecru
tuada vocacio artislica, offerece-nos 0 Sr Lojss
Cardoso um estabelecimento photographica, thaV
so enwntram babilmente prafcados todas os ro-
Iboramer.tos da grande arte que (lie prufessa.
Garaiitindo bom trabalho, coma enlindem*-.
que pode garaotir, e por pre-.os modieos, conn'
fat aunuueiar, e de presumir que venlu a str
aqueile 0 mais imporlaute astab>'leciuinte de*^
genero na provineia, porque e e mellior en >ua-
condicues tochnicas.
Kstrati as de ferro. Lemos no /oraw
do Commercio, da rorte :
Consta-nos qae estao a-sentadas as pri-icip .c-
fdisposicoes do regulamenta que 0 guveriio tern a>
expedir para a bia execupao dos Jecretos do J*
de junbo de 18o2 e 24 da setembro do ami., pa'-
sado, votados pelo corpo legislative no inluito de
dar 0 neeess;no desenvolvimento a viaja* fern a
do imperio.
A competencia para a conces.-ao dc vias-l''rre^
e assim diserimiuada:
SerSo concedidas'pela administracao geral a*
estradas de ferro : 1* que lig.irem duas ou rnai<
provmcias, a cOrte com as provincias, e 0 imper*-
com os estados limitrophes; 2* que f >rem espr
cialmente destinadas ao servico da admmi-tra^-
geral, tunJa quando eircuuiscriptas nos limites do
territorio provincial ; 3* que foram pro!ongamca-
tos das estradas actualmente perleiieeutes ao as-
tado oupor elle decretadas.
t Serio cancedidas pelss admiuislra.oes pr>-
vincues as estradas do ferro: I* que nao excedt-
rem os limites das respectivas provincial, salvo a
hypothec de haver com a mesma direccio, den
tro de uma zona de 30 kilomeiros de cada lad><,
outra estraJa perlcnoente a admiiiislracao do a-
tado ou ja estabeleeida ou inieiada p -lo governo
geral; V que foram ramaes cenvergentes a estra-
das da competencia do governo geral, uma ass
quo se circumscrevara no terntoru ds prov.n
cia.
t A cauccssio de estradas de ferro, no inter."...
das provincias, qne liverem por fim ligar os gran
des centros do populaQao aas portcs maritimas c
podcram ser cousideradas coma grinles artarw>
do movimento commercial da provineia, compe*tra
cumulativameate ao governo geral a as admioi-
trafoes provinciaes, resolvenda-se a oeeanetaa a
ne-tc caso pela iniciativa e pela preslacae m
dos.
II Mediante autorisacao da governo pode raj as
administradores provinciaes contra tar 0 prolonga-
mento das estradas que actuaimenta perteoceu:
ao e*|ado ou forera por ella decretala* no intirioc
das arovincias.
D governo geral podera fazer a ceaasanaa
directamente ou mediante concurrcicia, estabalf-
cendo, alem das candicoes geraes, outras qae at
circumslaniias aconsalhem, e que no caso U
concurrencia, serio previamente publicadas.
t Sendo iguaes as condicues- de idoneidade, tiii -
po de privilesiio, extensao de zonas privilegiao.>
e responsabilidade do Uiesouro, tarao preforen:ia
1*, a companhia ou incorporador que aprc-
senlarlogo estudos dillnilivas da linba ; 2*, acaan-
panhia ou incorporador que provar partencer-lhc
a prioridade da iaea e ter promovido a roals-
cao della ; 3*, as companhias emprezarias da es-
tradas de ferro ja construidas oa de construe-^,
adianlada, a respeito de linlias qoe foraw oaluwa
proloagamento das qua tenhao consiroido ou sa-
tejam coa.-t'uiaJo ; 4', a empresa de asvegacao
fluvial que nuturalraente re ligar a projctsda2
irada ; .", a empreza qua provar ter ja cooslriiisa'.
custeado e admiaistrado satisfsctoriamente alguma
estrada de ferro.
a Versa ra .espaci&lmeole 'aeoncurreocia |toirr
o prazo de privitegio e extoosa.) da zma psivMs>-
giada, e, quando se tratar de farores pmnntanns
sobre 0 quantum da garanlia de jnros ou da suh-
ven^o.
Os favores e auxilios que 0 govwno polera
conceder as emprezas de estradas de ferro slo :
1 Pririlegio a(c 90 annos, nao podendo dnran*.--
este prazo ser eoncedldas outras estradas de titm
dentro da zona maxima de 30 kilomeiros de cad*
lado e na mesma iMreccao ; eessio jrr.i tnita de ter -
renos devolates e naeionaes para leito da estrart
estaco'is, armatens, etc.; direilo de desapropriacB"
Da forma do decreto de 10 de jalho de 1855: as-i
dos matcriacs que existem nas terrenos acima n-
dicados, in lispensaveis para a eonstruecao ; isaa-
cao de direitos de itoportacao para 0 material 4a
estrada e objectos pars a constroe^a >, assim eoaas
durante nm eertoprazo para 0 carvao de pedrs .
[ireferencia para a lavra de minis na sona prrri-
egiada, e para a acqaisicao de terrenos dcvoloon
a margem da estrada.
a Afem desies favores podera tambem 0 govera>>
conceder os mesmos empregas, garantias de Jtw
ou nma sabveneao,
A garantii de juras nio ira alem do raaxrato
de 7 %0 a so seri concedida quando far demasss-
trsdo que as emprezas poder* > ter pelo menos a
p<0 defend 1 iiquida; gozarao desta favor taola m
estradas da eempsteneia da adminislracfto farad
como as dacretadss paks asseaibleas proviaetin*-
de
as
coinmuui
da *'x
iuicaas"
map
coacader -
riar viagem.
outre 0- aaatros pradueloros e
das pauianeas.
Se uma assembles provincial
rantia de jurosa nma estrada que
candiaaasda utilidade gerat, a aweraa awillsys
ilia a afflancar a garanlia, mas nunca nor nuMaat
30 anoas ; se a assamUlea nao coneader
de joraB, on a conceder inferior a 7 OpS,
goverao dar -a garanlia da 7 t|d on a qos Sf>sa>
ciso para aUingir a nsie maxiiuo.
AiSMfiaveacaaytqoa oaMara > er cjoendMSs-aHi
tottsi
seoafNga: r klki-aasr.n, a naaals^tqi
iaB| ToasiraidoK asatVsBalssBOasB a
iiiiiiplidnil mil ml "r ajissstitin a d rvqasst
oBstua adttMila ^jrla itti valor d- 1 4
roossliupar-asqou i"a*.a.aoeUTlj
pnrvlaoias.
Wovem ser snlsoattidrts aMTopsder
_ paca let-am v^or-as r.i-qraU's aHtHiua.ae.sri
Hahtfro* ou se ooRcadiu >uiivttacoua icasva
i)ta-ifq'iai)Jo as u*trafU> iavt ft-da co^ipoteneia ala' (
BSyMlllBtpv tpan**asv 'x-i vaHB^Bsaas^aBsn bbsibi
Siiajladaaas; onssas euaasrBidh ossjb-
tgsassa lorcsdamaratta c lastntasia,


J vorno
jjaral
ou
par eiio decieiadas, Miorarl^




-_
-t^c^ffeffeiilfiucff -^Safebado lTofm 3
Ut'MhiMtor
IMCUI
WWHii na node* ***
1WIM .
blaas MOVtMtaH
J la tal faca,
aunvnnei> A-^aev igredo ; a
ata o awemo tonu aVejoes das en-'
prexaa das estrada* eV^r* ate na auahno fl|e-
teKniuano, a*o snarhnariri rtHlm'*- euquama a
renaa IWwida mio aliiogls a jnrode 7 /*
- Eslee aMxiliM pecnniaae* sao poderaowr fei-
;*e sironlttaaamente a mais de uma eslrada a
cans provincia.
Bm corapensacae dos favoree, auxilios qae
receberem at emprezas 4Jtradas de fteiro serao
^ojeitas a diversas obrigaepes, e eotre OBtras as
seguintes:
Terio domicilio legal e representante no im-
pede ; findo o prazo da aonceselo, reverterio para
a nstado, sem indemnisacao, as obras da estrada e
n material rodanle; o thesouro indemnisar-seha
doejuros despendhlos por uma tabella de porcen-
tagero, logo que os dividendos excedam a 8*/. : o
astado podera desapropriar a estrada depots do
prazo de 15 annos; se era dons eonsecutivos os
dividendos excederem a 12 %.o governo exigira
reduccio nas tnrifas; as emprezas dario trmspof
tefratuito aos diaheiros do estado, malas do wr-
reio e transporte com abatimento a autoridades,
^(Ojifejadus diversas, iminijiran.'". etc., a etabe-
lecer linhas telegttphicas para o service da estra-
da, pcado-as tamLem i disposicao do pnblico ; a
nao possuir escravos, nem eroprega los na cons-
iruccSo on casleio da estrada.
Espancamentu e morse.No sitio de
nominado Ambresio, *fi pme le Exu, o cnoulo
Sabino de tal, one alii passavanor aaaoaco, assas-
sinou a caeetadas em 22 do mez ultimo, a ocloge-
naria Maria Francisca de 3a, e espaneou mortal-
raente a uia tilhu desta. Preso em flagrante, acha-
*e a dispesicio do re-peclivo Or. juiz municipal,
par quern esta sendo processad x
Tpntiitiva de suleltllo A s 8 c meia
horn* da tapde de ti do corrente, o subdito por-
iiifiua Joaquim Baptista da Sdva, estabeiecido con
arraazsm do carne secca a rua da Praia, tentoa
'onlra sua propria viia, desfechando um tiro de
rewolver no ouvido direito.
Os ficaltatros que coropareceram ao lugar e
I lie prestaram os primeiros soccorios, extrabimio-
ine a bala do craneo, julgaram ser grave o feri-
menxo.
Declarou o Sr. Silva ter sido levado aquelle pas-
so por diffleildades em que sc achava nos seus
iiegoctoj.
Cadaver.Em 12 do corrente foi tirado do
rio TapibariLe, em S. Loureago da 3Iattat o de
Manoel da Escholastica, alii morador. Pa vislona
i que se proceden, veriOcou-se ter succamhido
aquelle infeliz a asphirxia por submersao.
Vevta de Pantaleao. -A fo-ta do S.
I'anlaleio, que se venera no poroado dMonteiro,
e que lem de ser effetuada com o producto do be-
uaficio dado pela socwdade particular Gremiodra-
matico, tera logar no dia 5 de abril proxiiio, con-
form* o prograinma qae opportnnamente sera an-
uuncicdo.
Parahyba.Da capital desta proviacia !-J
iiiilrophe, escrevem-uos em II do corrente :
.i Nio e possieel quo ainda desta feita para ahi
>iaa o Dr. Manoel Caldas Barielo, digno cliefe de
pAicia desta provincia e membro da assembMa
provi'teial do Pernambuco.
i S. S. tem agora moito que fazer a \ni, pois as
Moticias-vinda) do interior sio de tal ordem qae
xigem o adiamento de aoa viagem, ao passo qae
-.msttiHiaiaa loJo.<, oomo V. vera.
* & eertSo acaba de ser assassinado o capita*
loremio Joso 4a Costa Vulptsalba, professor pa-
blieo da cidide de Pombal e membro de nraa nu-
mcrosa familia.
E* de suppor que outras mortes ?o trHo de
e ella 6 b:istante podero?a.
Os assassinos do capitao Vulpisalba foram
djus Gllios do corouel JoSo Daatee da Oliveira,
>- >mmaadante superior da gaarJa-tiacional d'aili.
a Este crime prende-se natnralmente ao do a9-
-alto da cadeia, dc quo Ihes, dei noticia, o onde foi
uolada a manoira porqui procedoa a juarda na-
tional nessa occasiao.
Tudo faz crer que a soltura dos presos do
I'ombal era para o lira de garantir os assassinos do'
infeliz Vulpisalba !!
RSse pobre moco acabava de obter da relajSo
provisao de advogado ; exercia 'nfluencia bonefi-
a no lugar de sua residencia e era o unico mem-
bro do partido eonservadjr quo podia fazer som
bra ao iudieado coronel Join Dantas.
i A causa immediata do assassinato foi uma
r.tiretpondtnciu que o infeliz moco publicou ha
piuco tempo no seu conceituado Dimio, contra
41'.icHe coronel.
De accordo com o Dr. chefe da polieia, o
B Sr. f)r. Lucena requieMando-Ihe uma f i j cincoeata prajas, que devera acompanlnr o
c Catdas Barren ate a cida.le do Pombal, onde
>-te digno funccionario publico vai procedar as
neewsarias indaga^oes, restabelecer a ordem
araeaC/&da e prender e fazer processar os crimino-
Goyanna Em 10 do corrente escrevo nos-
s> correspo"ndcnte desta ciJido :
i Chegou a vez em quo com precisao lhe posso
(ulortuar de tu lo o quo ha relativamenle ao pro-
i.v--?o dos maltatores do negociaute Gaspar.
.< 0 capjtSo Si jueira Cavalcante, de'egado de
poiicia, nierece uma rccompensa do governo pela
;np."rtaQte dlpgifocia a que procedea nesta nego-
oio, pois qu", ineancavel c seqnioso do descebri
iiioato dos autores de tao horrivel atlectado, con-
*4gaio afinal os seus d.'sejo?, descobriado os, e
fazendo ver, que uma autoridade zolosa no cum-
priffleato do seas devexes o pertinaz na persegui-
io de criminoso-s u.to c nunca por estes illudida,
despeits) de ludo o que, por ventura, do diillcil
^.- [be snteponha.
t De lndag55es e;n indagacSes, pois que acer-
i do uma.s vinte pesoas o capiiao Siqueira fez
autos ds perguntas, descobrio alinal os rerdadei
ro* autores dat vinte e luas (aoadas, de que foi
victim* em seu ppoprio laito de donnir, o uego
c inte Gaspar, na noito de 11 de Janeiro do cor
rente anno.
n Por uaia faca e um caniveta do radla encou
irados no Mtao da eatt de Goaaw. e que foram
itregues ao capitao Slqueira, faca o caniveta que
oi raalfeitores baviaia alii deixado na preeipita^ao
d.i fuga, quando viram quo aos gritos de Gaspar
podiam ser sorpreudidos, veio a descobrir-se como
tadigitado em tal crime o pardo Isidoro, escravo
do llvra. Manoel Marques Birbosa, como ja lhe fiz
veYem uma das passalas missivas.
a Esta foi a ponta do novelo, que coatinuou a
ii.sanrolar-e ate hoja para o d i Perguntado Isidoro se aquella faca e canivete
I ._ pertctieiam, negou e negou Ormemenle ; mas,
t >aJo sido chamada a preta Irias Igoacia Francis
i de Jesus, visinha do Gaspar, em cuja casa sera-
pra cstava Isidoro, por certos roieios que lhe to-
rs m postos pela autoridade, rodeios proprios para
e ;es desuobrimeotos, |decl.irou Iiias, qua a faca
prtoncia a Isidoro, coin a qual elie Isidoro por
ii.vcrsas vezes em sua ca-a havia comido carne,
' ;ina-, etc. Chamado de oovo Isidoro em preseo-
; i de lrias, nao pdde negar, e entao confessou que
a faca lhe perlencia, mas que antes de festa a ha-
via perdido.
Convem notar que, na oceasi o do crime, Isto
i', quando os malfeitores evadiram se, furtaram
uma faca de ponta nova, qae perlencia a Gaspar
I. 'go depois do facto seotiram essa falta.
a Assira flcaram as cousas, tendo o delegado
lirocedtdo as diligencias aecessarias com relacao
ao ioquerito, que remetteu ao juiz municipal, e
Li'laurando-se, por consegaint", o processo con-
tra Isidoro.
'as, a provideneia que serapro faz que o criroi-
b ,jo nao flque impune desta vex Smd em outras,
ajtontau o verdadeiro caminho para cliegar-se ao
lira desejado, e ew qua Francisco Jos4 da Silva Pe
i 'ira, que eoahecia perfeilameata a faca qae na
noila do crime f6ra furtada a Gaspar, rendo-a era
pjderde Manoel Gomes de Araujo, eorreu a parti-
cipa-lo ao delegado de polieia, o qoal indo iname-
diatamente a Manoel Gomes, obteve que e9 dis
i -se have*-ls cbnprado a Hntino escraTo. Cba-
uiado Pi a lino declarou have-la couiprado a Jose
Salvador de Sant'Anna, o oual tambam.por sua
v?z declarou havel-a eoj^irado a Manoel Bemador,
I'scravo do Sr. Prancisco Alvaa. Ainda ehamido
Manuel Hemador ditse tel-a: havrdo do Aniouio
severino da Cruz, o qual sendo oUaaMda negou
instanteipeote dizenda ate qua nuoca possuira faca
alguma.
u Em vista desta n&aUv% qua uat> aaa^apraaa- La*
. wir fosse vefcdadaira, pcia #ttcadvamacl^aarti '
7\ das daclacai&s cohtteuUi que ate ahi ha'tam C-Qai
.Jo feilas, resolveuo capiiij S:-jueira oonservar '
preso eiicommuawavel a AntooisSawraft, por
< -paco de alguns dias, o qual aiioal deUhroa-e ft
I'-mfessar, como offootiyamonto eoafessoa, aaa
a.raella faealhe hcvja- sJSq -dada para a vender,
rande so-
jwr sen ajo Tfcriato-
"I.--lhe aan masmo
.Bda-Jlorte, pedin-
,^ae era tal neSoc'w
g i ardae* drafc Bforttria^^redo,
Par^eW, cfcegadas'as ftofeas a esteponto, one.
e-ta*aJtoexfooeg!io''sJeseabeYto ; porquantp IbiJ
a unica das peswas por cajas maos haviapusailo
Preso WiatoTfdxebio, ainda insistio em di
vflraas vexes qua foi iaasrrogado pte aWigado>us
Mr a^oaaivaan dado a faca a Aorardo a>ar*a
WanaK xViaineaaa boja, rwolwa awto h
tixair, tarmio terniaar asiim ana dilifeneta ao
lioial ifae, am nea eatender, elara qoaato poan
vel a autoridade que a proceden, a qua se pode
apresentar como uma das mais Tmportantes dili-
gencias que be* ra/as**es Appfcfcem.
o Em sua conftiao ^tclalouv Mfnato Euzebio
que tendo bavido/no ma lW de jafeiro um leilao
de prendas era fronie da ij;re|a dos Martyrios,
ahi fOra conridado por Izidoro para fazerem am
rcabo no da segufntej ao qua ella Vlrlsto an-
nuio, ajustaodo-se ambos para roubarwn o ne-
gociaute Gaspar para o qae se deviant aoaar em
casa de lrias Igoacia Francisca |a Jesus no
aiesmo dia ssfaini?, 'afoite;- qttfMectivamen-
te alii so acharam no dtt e horn ajasitdos, tendo
Izidoro, na occasiao precisa, collocado ama esca-
da pela parte de detraz da casa de Gaspar; onde
Bcnetraram por am baraco feita por Izidoro ao te
Ihado; qae ab descerem para a salgta da easa
aentiram rumor, ao que disse Izidoro a etle Tula
U) quo alii iuvia geate e aue era convenieutc ma-
tarem a quern quer que base qaa la asti'esse,
visto como era assim necessario, porque elles es-
tarantpereidos; qua immediatamento Izidaro deu
Um talno con uma faca<]ue levava, na empannada
que dividia a aala da casa de Gaspar em dnas sa>
letas, e, pela afeertura, pasaoa ate junto de Gas-
Bar, em ciaja occasiao, este accendendo am phos-
phoro, foi accommettido for Izidoro qae, apagnn-
do-lheo inesmo phosphoro, deu-Ihe diversas faca-
das ate que cahio Gaspar, de modo que elles o
suppozerara morio. I) ahi entao resoiveram fd-
gir, pois que, tondo descido Gaspar por um alca-
pao que dava para a loja, e tendo critado por soc-
corro, era de supjor ijae elles podessem ser sor-
arehendidos. Que, na occasiao da fuga, entao,
tendo elles tarabem aeeendido doos phosphoros,
para melhnr conheeerem o caminho por onde de-
viara sabir, acaou elle Viriato uma faca ,que per-
teucia a Gaspar e que levou eomsigo, seadb esta a
faca de que se trata, que por elle Viria'.nfora da-
da a sen sohriuho Antonio Severiao para ven-
der.
E' de notar awacidaoe d confteao de Vi-
riato, da qnal nao pode restar a manor duvida de
terem sido elle e Izidoro es autores das facadas
de Gaspar, por ser ella. ieto 6 a historia, contada
Sjr Viriato, a mesma historia que ss pdde extra-
ir do resumo do proce*sso eom icdas as crrcums-
tancias as mais pennenas e espeeiaes, e qua ate
hoje haviam sido coihidas peio delegado naa snas
repetidas diligencias.
t Eis aqui descobextoe, sem' mais duvida, os
roubadores e assassinos do negocianta Gaspar,
para os quaes a existancia de Gaspar foi, de cer-
to, um grande martyrio.
c Esperemos quo as auicnidndes judiciarias
cumpram, como devem, aeus dteveres para que
tenhamos a satibfaQao de dizer que apuni^aode
tao ma!valos criminosos 6 devida -aos csforcos a a
per>everan.;a do ineancavel delegado de poiicia,
capitao Francisco de Stqueira Cavalcante.
< E sirva Kta facto de exemplo e estimulo a
outras autoridades, alim de que luellnr uossamos
contar com a desejada paz e tranquillidade.
< A narrative desta grande dascobrfaaent > e
por si so materia bastante para a presenle misai-
va, que atodos deve interessar, _e por isso en a
ternimo aqui, mesrao porqne nao se den facto
algum mars notarel qne mereija ser consrg-
nado.
a Ate a seguinte. a
Xaufragio.Tendo sahido de Wilmington,
no Delaware (Estados Unido?) em 3 do Janeiro
para o porlo de Manaos o vapor bra-ileiro Barfio
de Teffe, para ser empregado no transporte de ga-
dos para u coosumo do Amazonas, perdeu-aa to-
talmeate, indo a pique, no Ji. 11 desse mez, na
altura do golpho do Mexico.
Amazon Mteam Navigation tun
pany, limited.Foram ultiiuamente deiiado>
ao mar, de um dos mais acrediladas eslaleiros de
Liverpool, dous magoificos vapores raanJados
construir pela Amazon Steam Navigation Com-
pany, Limitedpara a navegacao do Amazonas e
seus affluentes. A? duas embarcacSes, informam-
nos, sao constroc^oas de primor, quer quanto as
condiQoes nauticas, quer quanto ao luxo e confor-
tavel. Denorainam-se ilarajo a Javwy. 0 Marnjo
arquoa mil e taatas taneladas inglezas de registro.
E' no Para esparado no decurso do mez de margo
corrente.
A Amazon Steam Navigation Comoany, Limi-
ted 6 a mais gigantesca empreza de navegacau
lluvial que tem o imperio. Tom actnalmenta io
vapores de 300 a 1,000 toneladas, empregados em
a navegacio do grande delta do Amazonas e cons-
tanos quo vai dar ao servigo que se commetteu
tao gran !e deseavolviraento que corresponda a
loiportancia dos recursos postos era acgiio pela
grande empreia para famentar o anroveitanienio
das riquezas desta regiao.
Para a instruetiiio imhlica. 0 Dr.
Abilio Cesar Borgas, v.-.utajosameute ejaha/ifl* no
paiz pelo muito com que tem contribuido para o
desenvolviuicalo da iu por intermedio do sea agente na cidado de Belem
as escoias noclurnas da proviiicia do Para:
400 excmplares do Primeiro Hero de leitura.
100 ditos do Segundb d>to.
100 ditos do Terceiro dilo.
200 grammaticas francezas.
500 ditas portnguezas.
A's escoias nocturnas da provincia do Ama-
zonas :
100 exemplaresdo Primeiro livrode leitura.
100 ditos do Segundo dito.
100 ditos do Terceiro dito.
100 grammaticas franL'ezas.
200 ditas portugucz.is. *
1I.ar:ivilh;s znologicas.Escrovem dc
Coary (Alu Amazonas) que no -itio em que o rio
tem descolwrlo o leito naquelle ponto. se encon-
traram cadavres de aniciiaes com seis eabecas.
sem olhos ncm boct'a, e o que e mais admiravel
ainda, uma tartaruga que made 10 metros do com
prido sobre G do largo.
Loteria. A que se acha a venda 6 a 92." a
beneficio da igrfja da Amparo de Goyanna, que
corre no dia 20
Casa ue deteucao.Movimento da casa
de deten;ao do dia 12 de raarco de 1874 :
Existiam presos 316, existem 316.
A saber :
Nacionaes 2.0, malheras 8, estrangeirus 28,
ejeravos 3'.t, C3cia* 1.Total 316.
Alimcntados a ensta dos cofres pubiiecs 251.
Movimeuli.- danfermaria no dia f2 de msreo de
I87i.
Teve baixa
Galdino Bernardo da Silva, ophtalmia.
Tive-w-alta :
Manoel graves Camello Lima.
Joao, escravo da eondesaa da Boa-Vista.
Passaguiros. -Chogados dos portos do nor-
te no vapor national Parana :
Antonio Muniz, Francisco M. dos Sant is, Hono-
rato de Miranda, Antonio Amazonas de Almeida,
Demelrio B. da it Moraas, Joaquiui da Silva Mas-
qutta, JosC" M. de Almeida, Alfonso Pinto, Luiz Li-
aaite, J. I>idure, Raul Cassobois, George Ro mer, Bertiao Jose de Miranda, Tneoloro A. Pache-
co e 2 criaJus, A. Francisco Njguolra e 3 criados.
Frederi^o A. Borges, desembargador Mano-I Jo?e
da Silva Netva, James Anderson, padre Benit Pier-
re, 1 praja do exercito, f iieodoro Rodrigues, An-
tonio V. do Moraes, Symphronio C. P. B^ rreto, Dr.
Jose da Mlva e 1 crfado, Alexandre Jose" Duate
Lma, Joi A. do Castello, Jo5o P'nto, Theophilo
Lunanethi, Ott W. Svcnbory, J. M. Graf, Vicente A.
de Magalnaes e I escravo, Jose D. Porto e 1 cria-
do, Dr. Manoel Vicente de Magalaaes, Or. Jerony-
mo Cabral RoJriguea. Sympaionio A. Bodrigues,
Joaauim Jose da A. alava, Jose G. de S Qjintella
Junior, Antonio F. da Mile. Henri Care, Miguel
Ruail, coaselheiro liga Velho da AJUiquerqu',
sua senhora e 1 criado, Ciastantino M. Coelho,
Dr. kVotouio P. Chaves, Jose S, Luiza, escrava e 2
praaas da {aaticia,(uo a uooraoanha.
Seguem para c 3ul no mesmo vapor :
Jot* Frauciico dos banjos, Manoel Antonio de
Araijo, Manoel Joao li. Rasardeco, Dowingos da
Silva Ulysses A. A. Salles, Joaquim de s. P. Mon
ra, Domingos JAJfSmt'** SMlaa>'fc ndr^anta
Anna, A. N. da Moiio e sua aeaaora, SagUuiuailo
G. A, .vraripe, 2. calola 1,m de Deu* it. Carta-
iftn, lt0 sargauto Joao OeroarJo,Carolnu (libarta*.
agler, ua *aalwf.. c I fiUio#IloA F.,
at'G, Franco, Pa Iro de Santa Anna, Fraaeweo J
)MJ Jaao ^s* CaioiJO*'2.* cadeU-Ja*4
mkeaeaemhaf^ador Matheus E.-de Arau-
Aiot- Joao JA. dMMW^aVoaMrhq, i
e.xofcito e IJ7 os:rauia>4qoail(i>ar.
- dns^tortoa dq- Wm$W*-ml<* <>
Ao
>aehpen, Qtiinao

-' *' *"-!-"
mrm mi ui v
~iTJT' "------
AWonio JL Pereira da Silva, Antonio F-<4lJrk4
leiros, Anton*?-Gflimirars Serra, Joanna MaF'a th>;nnons rrrHos
lo Rosatw, Anna. Hatia do Espirito Santo, C. A. I Estamos na epoca eV#*i*c ZZ
era que
el, 5 sol
m 1.1 Jiawflarunoentas^os
os
Cemiterio pubMou.Oaituario do dia 12
de marco :
Germane Fvnnmdes, brattco, Hespadha, 15
annos, solteiro, Boa-Vrsja, hospital Pedro H; va-
riotas.
Cosme da Roeta, pardo, Pernambuco, 38 annoe,
easado, 6rara : hypeTtropnia db cora^io.
Manoel, pardo, pernamancQ, 6 meies, S. Jos4;
colite.
Anna do Rego Mello Barreto, Pernambuco,
annos, solteira, S. Jose ; fabre alaxica.
Alfredo, branco, Pernambuco, 5 annos, S. Jose;
variolas.
Maria, parda, Peraambaco, 6 mexes, Boa-Vis-
ta ; vermes.
Flora, prnnca, Pernambaco, 8 naezs34.S. Jbse-^,
salCtada casa, dentlcjio.
Tliomax, ftraneo, Pernamtraco, 5 Ofts, Boa-Vis- ,,
ta ; imperfeicao congeoila.
Gertrudes Tftria d5k Cpucek-io, parda, Per-
nambuco, 11 annos, casada, Gra^a; congestio
oernhank ._... .
Beraardino, escravo. prelp, Pernambuco, 34
annos, solteiro, ea-VjBt; hiberculos pulmo-
Oares.
_ alferes A. *rtr MlP *annsifc t^mnma te fcontern
ados, K senten/iiados, e 3 gaea sera o raminante ? Tal e a perganta,
at abrkadd n diriaHr quem qaer qae tem a
licidade de deparar com o phenomeao.
B nao sera possivel deseobrir na obscuridade
da eaixa de autographos da Provincia a paterm-
dade do prodrgioso artigo e> fttddo, aa ijaa
m principio daste ja flzeraos lionrosa mencao *
Que tristeza se apodara da aoa, ao perpassar-
B08 pelo esairitj somenla a sombra ue um nao !
aoaa*.
mca.
Maria Francisca da Conceicio, parda, Pernam-
buco, 72 annas, aiqva, Boa.Viaj; Ifepatite.
P.4BTIUf tO-V^KBVAWliK
RECIFE, 13 DE MARCO DE 187i.
i Quando o lastoriadopnuparcial e severo am dia
eserever a tystoria iest^paaviaciajeueenirari sob
as vistas nta periodb fuaesto e lutulanto, em qua
os direit os popular** forara copsiiloadoa, era
que ao capricijo da \m xep.-asaataflta da g\'erno
imperial foram satrincados os mais iegilimos re-
cjaraos, o direito, a justica, a seguranQa indivi-
dual e social. >
Quem tor o que acim* Qca traasoripid, facil a
naluralmente se recordari do omin>J3o periodo da
administracao ligueira ou progressista, a que essas
palavras tao.adeyuadamente se apr.opriam.
Se nao esfeveraiaoi ja baaUntemeate acoatuma
dos as divagdeoes e aerias d#clamacoas dos nos-
sos implacaveis adversarios, muito teriaraos que
admirar o artigo editorial, que a Provincia de
Muta, mihi eausas memora.
Husa, ama revelacio : dizo-aoslsa foi ou nao
ra ex-collaborador do extincto Corrnt Pernam-
buco, que por oio tar podido roar am osso na aa-
cratana da assemblea provincial passousa para
cozinha dos liberaes, quem tracou o succuiento
artigo da fundo, a qua temos alludido 1
t- Oh quam safte I Tad.) alii cheira a in-
tencoas e aUualas d'aquelle calebre lioroe grego,
iue lado fax para vvllar a sua aaiaJa Ithaca.
As eavilla^des alii formigam, eorao forraigavam
uosdiscursos do celitbra- grego astuto.
L'komme ett touj,mrs It me me. 0 illuslre arli-
S'su da PrrviiKta, <|ua ulvoz. cyina ajgaain
U terra, to u foc,a recommeuiar pelos fmndw
ociUos e imminta* titium, ao dizer de utn piiua-
no, ha poui-.o mis ou tneues am anno, mauigou
Maria, escrava, preta, Alfica, W annos, solteir^, meja duj,a d paJavfa* ooas, que acUou tao sabo
Boa-Vilu ; teunoa ^ rpia*, aue vpJ(oujaorA.#rujiina-ia com uuiaim-
hontem astampou em auas eolnmnas.
Batidos e desnortandas go tarVeao da polilica
especulativa, era cuja aprceiacSo 1e*mos mostrado
as inoongrqencias e desconxavos do* seus conira-
dicturios escripius, nlo Ihes resta outro racurso
qua nao seta o de recolheram se, emboscaios, a
Ghronita de sua Provincia, ou do assaearenva 'da assemblea provinciil, em
mios cheias quantos ifflpropurios Ihes suggere a
enferma imagiuicao aewes clioleriaat cunlra a
adininistratiolmneDca a eminentamente justicei-
ra do honrado pernambucano. Dr. Henrique Pe-
reira do. Lucena, cuja gleria ja nao podera empan-
nar otdeseciJos liberaes de hoje, qae ainda hen
tem renegaram a generosa bandeira a sombra da
qual haviam militado.
Incapazes de ft nnular uma accusacto, ama sb
accusacao seria engrave coptra S-^sc-, ficam re -
duzidos t"dos os seus escrlptas da Piiiincia a la-
garescommuns, iodigestuaa insuisoe.
t 0 actual .presidrnte dasta provincia tem se
revelado sob todaa as facas. A wwnsatez e a le-
viandade, o desrespeito completo ao direito e o
nenhum escrupulo na protec^ao dos escandalos ti
nanceirosornam a synthaso de saa ominosa ad
miuistragao. >
Eis ahi um eomuiexo de banalidades, un> ver-
dadeiro nar'rz de cera, facH" e comrnoao recarso
para na espiritos desteaas, inconatantes e dest'rea-
tes dos severos piincipios da justica e da ver-
dade. m
Se nao desltaa^s um ab fauto qfje apmbrear
possa o caractar d intrepilo adrainistrador, que
cada dia, por a.-sim dizer, vos couiprime e es-
maga com actos de reiterada ju-iioa. que .nereci-
memo e criterio podem tnspirar as voras pala-
vras acerbas, repassadas de inveja, de odio e de
vinganca t
A par dos epithetos iadecantes e insnituosos, de
tevtano, indiscreto, insensato e de quantos Ihes
aprat emprpgar contra a nidrre victima da honra
e do dever publico, pretendem esses laz irotMti-
ticos atirar a pedra, como se exptirgados eslive-
ram elles das maculas, que Ihes impriinem nas
Ironies o stigma e a oondenwaeao do proprio pai -
lido, cujoa i-hefes, pi:sto qua inublmeute, ousaraao
coustitair-se, necln proviacia, curlindo alias mil
decepgbas e subnietteado-sa as mais acerbas hu-
mil aai^bes.
c 0 que lem feito da duraiouro S. Exc .'
Ravelou um piano- de adiBiaistiaga) ? Mirou
um flm, um melhoramento serio, elBoaa, na or-
dem moral, economica ou material, dentre 03
mnitos que exige a provincia ?
(>m effeito S. Exc. e aeeusadu, por uma parte
de actos, que aralioea e por eutra de actos quo
nao praticou, mas qne Juvia ter praticado.
Primeiram-nte, so ialerrogassemos a esses dys-
colos qaaes foram, ao hitulento periodo progres-
sista, os actos memoraveis de seu adminisir..do-
res que os deixaram recommenJados a gralidao
narional, um silL'Bcio tnmalar seria a respo-ta a
mais ele-quenta o cathegorica.
Com elteito,se tendes e deserabarago e a corage.n
de denominar de funestte lutulento o a?signalado
periodo da administracao, porventuia a mais fas-
lejada e gloriosa, quo teaha ennobrccido e elevado
a cadeira presideaciai desta provincia, que uorae
quereis entao que empreguem >s para deiinir e
caracterisar a epoeha sinistra do vosso fatal e des
vairado j.redominio, quo para serapra lancou so-
bre a historia da provincia e do imperio uma no-
doa hilelevel, de espanto e da horror !
E nao foram os vossos aetos, n->incravais, que
do uma vez vos pcreVrani e vos liaeram decaliir
da opiniao e conceito do paiz ?
Vbs conheceis btm quaes os melhoramenios se-
rios, efJQcazes, quer na ordem moral, quer ec ano-
mica ou material, que o incansavel zelo de S.
Exc nao cessa de promover no patnotico intuito
de elevar e engrandeceresta holla proviacia.
Os vossos administrador s ligueiros, o que (ize-
ram elles de grande e duraiouro I
0 interesse de p ircialidade, o patronato. o li-
Ihotisma e o intafefse individual foram em todo
tempo as norinas do vojso procedimento. Os ma-
de quo full* a esariptur*.
Ila cousas qua so pare cam coaj quam as faz :
provao primeiro artigo le fundo da Provincia
da uoutem.
Marruclt.
ovkmzms h mm,
'* -------'-------------------'---------*.-"
A Prevlmeia.
Desde muito que a gwite da Provincia
tamou-ran a saa crthta e -acom'nelte-mi) de
motlo duscommutial !
Como as suas ag^rassues sao aempre em
termos vagos, e pot nUasoes fugitives, erl-
tendi de meihrjr fftizo deixar rjae a gosto
sevasso o seu olio cantra mini.
Hojo, poieia, qiM, nra saa Chronica,
ma calumnia e injaria em termos mais fri-
sartto-', sinto-me obrigado a deixar o sijeo-
cio ; o pro vocal-a em torraos precisos, a
(fie ponha em linguagem franca e clara
assuas arguicoes.
* se o autor da aouna-^cntsas comicas
-*-& um caracter Ud e honesto, convida-o
a qua escreven io o seu nomo, declare quaes
scio os proveitos que tendo tirado da posi-
K5) de membro da comissio de orcamenlo
qua consiste
ft ininha falta ic es;rupuloi, quaes sao os
Cintratos que tenlio obtido por >neios irre-
gulares, em que emprezas sou interessado,
que provas teabo dado de 6er apreciador
do toiido, t da rentioso.
O'.wro, e teffho o direito de conheeor o
adversario quo nastrevas mo Urk contan-
taerueUade; queroo desejo que forniu-
lem contra mim aecusa$6es francas, que me
'teem espaco a defera.
E tao sincero e este raeu desejo, quo ao
cavalheiro quo apparecer de viseira ergui-
da, doudbe seguran^a do nao ievar o ajus-
te de contas para os tribuoaes
Constantemente aggredtdo, o calumniado
por meus iaimigos p-.ss)aos, devo esperar
ill-lies uma ve\ ao menos, occasilo de exhi-
bir a rrrinba deftwa.
Dizer-so ale qno mauJei vir de Europa
cadeiras para o tbeatro de Sanla Izabel?....
E havera bomora de seoao e criterio que
creia em uma historia tal
E qual surd o homem de bem que se
atrcvera a dizer que fu osfon.os peranle o
presi leute da pros-incia para comprar ca-
duiras para /queile theatro *
E' muita maldade '
Recife, 13 de margo de 1074.
./. P. H. de Mello Kego
(fie porlento sebia ao deciarar a fnllcnci \
quefirara credoras, como procurador" bas-
taota no lugar, para nonwar o Dr. promulor
pnUiesI
Mas o Sr juiz municipal de Mamaogua-
pe, ba de conhecer que os credores de Pe-
ilrj Lopes de Mendon^a.'nao sao como os de
Gorilo, 'commerwaiitB de Mam'tnguape, a
quem outr'ora foi aberta a failencia, os
qu3es itiiJifTerentes e impassiveis viram S.
8. como curador fiscal dessa massa deixar o
fallido fazer o qua bem lhe aprouve I
0 qae nao sabemos e se S. S. tem conbe-
cimento do modo porque em Mamanguape
se iixplica essa condesceudencia... !
A lei nio admitte nomear o promoter
publico curador do uma mass* fallida, senao
quaiuio os credores tem feito abandono
dalla, on nao ha ao lugar creder idoueo.
lo abrir a failencia o Dr. juiz municipal de
Mamangaapo, sabia que eiistiam credores ira-
portantes, devidameute represeutados por
Srocuraior re ideute naquella cidaie, e logo
qpois constou exisUretn outros procurato-
rs de credores desta pr.ioa. Conseguinte-
inoute o motivo que se iavoca nao passa de
um pretexto para encobrir o piano de por a
liscalisaQSo da failencia fora do alcance dos
credores do Recife.
0 Sr. Dr. juiz municipal de ilamauguape
Unto menos po ie justificar o seu acto,
quanto e certo que a ter a facutdade de
nomear um estranho & massa e podendo fa-
ze-lo, a circuustancia de ser procurador de
credores do Recife, era motivo que o Sr.
Dr. devia ter em consideracSo.
Nem serapre deve um juiz fazer o que
node fazer; nom seinpre basta cstar na es-
pbera de suas attrrbuigoes para ser o seu
acto acertado. Deve um juiz fazer o que
dentro de sua campotoucia e o rnelhor e o
mais justo.
Mas, o ex-curador fiscal da l'&llencia de
Gordo, e- incapaz de comprehender isso ;
elle parece pertencer ao numero dessos en-
tes degeneridos para quem a judicatura nao
e um s*c*rdocio, mas uma empreza mercan-
til.
RepetiJas reclamac^os so tem feito para
que a massa teja eotregne a um fiscal, que
possa s r fitcal; e bastana isto, pan quetanto
o St. juiz, como o Sr Dr. promoter, en're-
gassem por proprio decoro a fucalisagao da
massa aos credores, mas todas essas recla-
m irOe; t -m sido baldados, a nada se moveo
Sr. Dr.joiz municipal, que consta fazer
pressao sobro o Sr. Dr. promotor, afim de
quo pega nao dem'iaao, sem duvida no intui-
to de repartir com outrom a responsabili-
dade de tantos escandalos.
Continuaremos.
Alyuns credores.
i. aa
dn, col
-praea
fMf'x.
^li'Sflares. $.&. de-'ScnSantos #.4 criado,
de liBabaltiV-6. A- MmHl-f.<|4|iada P- V.
Viaana e 1 criado. '
Vinlos da Firflando no vapor Mandahil:
les que hoje taaionos affl.gem, foram um triste a
.penoso legal <, que doixastee aos nossos hombros.
0 integro magistrado que cta a frenle da ad-
ministracao (nao vos in ;omm)d'ii>) 'ia do deixar
tra<;os luminosos do seu aerysolada patriotismo.
Se teodes receio do que na cadeira, era que se
sentaesse desinteresa-lo ."itadao, possa abrir-so
um vacuo, que vbs outros nao poderieU substituir
ou preencher, afugentai tao vaos temores, pois que
a opiniao publica, (repetiremos) I em decrctado
inex"ravel castigo contra o vosso cminoso priido-
iniaio.
Se quizessemos fazer hoje uma syuthese dos
actos administrativos, teriamos de riscar algumas
expresses quo contintiam ainda esperanc is, de
acantuar os desvioii. as fjttas. a jnceosatez, a le
viaalade e os crimes commeitidos ptlo Sr. Lu-
cena. >
Desenganai-vos, lioeralSes provtneianos, que
vos esperanvs cneios e e da coragera. que
inspiram a j;i*tiea e a razao.
Mostrai, se ^..i- caTntfe^, urn su lelo do venera-
vel kdministrador, que lhe accuse a oonsciencia
[S^SMHttfei <^aWBr%3t
c Com a analyse miSministracao 90 Sr. Luce-
na, pelo relat .liq Ida iia' aipaAlJel/nfivfnIial,
recmhecera MqMcd] qtp o fr. LnC"lp nntariro-
vincia tora as HiajMldf oavBoftfl ltia>X*-'#in-
do a legenda.^
0 rflat trio lido por S. Exc. na assembioa pro.-
Transferencia.
A commissao encarregada da festa de S. Gon-
Salo do Amarantho, da povoado de Santo Amaro
as Salinas, reaolveu, era vista da festa de S. Pan-
taleao do povaada do Monteiro, transferi-la para
o dia ii do corroate, o qae sera em tempo
annunciado o seu programma.
Joao Jose de Amorim, tendo resolvido a ultima
hora fazer uma viagem ao sul, pede desculpa de
nao se daspedir pessoalmente de todas as suas re-
lacoes de amisade.
Declara ao mesrao tempo nao devor nada a pes-
soa alguma, seja por contas, titulos ou papel de
responsabilidade finnado por seu punho; e se al-
guem se julgar S3U credor, pode apresentar se no
escriptorio dos Sis. Amorim lrmaos & C. ate o dia
17 do corrente.
Pernambuco, 11 de marco de 187i.
Joao Jose de Amorim.
vicul a a"exprassao niajs' exaai a ilai das iu*
iulfdMlma. Atii est^asbb-.
genero< Vistas adm
cadi* todos as asaumpto.
qun reclaraSm ilwr pat
legi^latura provi
aos nossos males
^.iqjliortantsv
ros da actual
!W.f9fmii0i
Hamnn^itnpe.
Ill
COMO 0 SU. Dli. JtIZ MUNICIPAL, ilASOEL
JlVE.WL RODIilCL'ES DA SlLVA, ADMIMSTRA
JUSTIQA.
Continuamos'na exposicao dos inciJentes
occorriios no procosso de failencia do nosso
devedor Pedro L6pi>sdeMendonr:a, de quem
o Sr. Dr. Juvenal, descendo da nobre posi-
gao em quo indevidamente o collocavam,
tem-se constituido protector ou socio na em-
preza de defr u lar-nos.
Na scntecga da abertura de EatteueU no-
meou o juiz p o promote- publico, Dr Jose* Luiz Peiioto
lo Vasconcellas, que nao e credor nem pro-
curador da massa, cujos inieresses lhe s3o
por isso noeamo indillbr-entes. Os credores
reclarnaram contra esta nomeaQ.do, fazendo
ver ao juiz que a lei manda do preforencta
nomear para td cargo, algum dos ere lores ;
mas tiveram um utenso despacho no qual
o juiz se esforcotl por mostrar que tiuha o
direito do nomear quem quize^se, allcganio
que nao tendo o fallido juntado o balaaco a
suapetii;ae, nao podia elie saber quaes eram
os credores! Esqueceu, porem, quo na
occasiao em quo fizia aquella nomea^do,
tinha a vista a precatorii expedida a requo-
rimento dos Srs. Conceives IrmSo & C, e
que por conseguinte de=tes, pelo menos,
j i t nha noticia. Accresce que se o fallido
nao tinha junta io o balango & sua pelicao,
o quo denuncii a pressa com que ella fora
presentada, devia S. S. maodar por despa-
cho que viesse com elle, porque assim o
manda a lei, mesmo para saber quaes eram
os cred >res e poder fazer a nomea$3b
do curador ft seal, de accordo com a raesma
lei. list* omissSo denuncia tambem muita
pressa da parte de S. S. em abrir a failen-
cia ; e esta pressa e todos os precedentes
reujnidos tornam patente o piano que se poz
em; pratica.
A declaracio da iallep.cia foi o moio que
o proprio Dr. Juvenal, suggerio ao nosso
d vpdor para escapar se da detengao requisi-
tada pelo sr. Dr. juiz do commorcio, desta
ci la le; tatito assim que, ao apresentar-lhe
o Sr. Dr. i' lias a precutoria para a detenjao,
no coH#iuir/qae tiveram o Sr. Df. Juvenal
i Lailou wan doclarasao de iaHoneia, so
nif'-stada horas d-'pois, quando teve de
pro^oi4rOtespa(?HO nfeelarail'jo os motivos
porque re usava-se cmrpprir a precato-
na J
rise piano, enaae*iWio, entre o devedor
fl;a ujl uleriaaoaxqsjuWtJBstt'hi ais qu e jiateataj.
p^Mln^nRcarom creaor que lospira^se ga-
rtmtHwn vos. ^Aitakmbvmlth tn
res-id ) em /Mco/isa^arCaij^ciax avejjguan-
do tjtla a verdade wrn^Itrutmsnr e/ftrzW
A jmparcialrtade;'* "THhirt^xi dp {SJractej ue. pjwii- affuaJaJaJaJxodeV0Srjfrt7
S. E*cr que n
ou nienos qnoe
que fosse
jao |da|>
e disjribuicao dA ld)|idM e4 ft
ou de adversaria*quKlem mereci
.-ui) gratidap e a anas banfaua
Nao ansea o4bara -n;evHctanaa ane nos
arrttceiauoas- da ana^Mi aueaia)ir uaafrdhiettem,
pois que saberemos dar-lhes cathegorica respoW.
inpisto
mpanhos
amjgos
'patria a
J^lt^inil|tn%*i d8araausaao|, que
ahi Hi^lHyog*do promotor, sabia por
expefatuiar propria xfn quanto pode snrvir
hffn dcrmdor qneesteja nos interesses do*fld
lido | e por isso entandeu dflier preier^c os
credores Goacalves Irraios-W-C,, (Ja^arte
de quem Ihes foi apresentada a precatorta, e
Pliilosopkia para asyayaa grun-
des o peqiienas tanibeau.
A temperatura da superflcie da cabeca tem
muito que ver com a abundancia e formosnra da
eabelladura que a cobre. Se a transpiracao do
craneo sn chega uma vez a interromper, a sahida
para as materias despedidas do systema se serra
parcialmeute,e as consejuencias ineviiaveis reca
bem sobre o cabello Tornase secco, arido, perde
sua cbr o cahe. Para impedir tao grande mal,
.l>: se torn a cuticula e as raizes das libras com o
Tonico Oriental.
Tem a virtude de produzir uma circnlacao livre
nos vaios secretorios superficiaes, e habilila aos
bulbos a secretar substancias sas para a forma-
cao das libras do cabello. 0 Tonico Oriental con-
siste inteiramente de iagredientes vegetaes, e im-
parte um riso brilho, vigor especial ao cabello,
pois nao la nem existe oulra preparacao quo Ilia
possa fazar frenlee sem igual.
JUNTA DOS CO RRETO RES
Praca do Recife, 13 do iiiurco
de 1S94.
A3 3 HOKAS DA TARDE.
COTAQOES OmCIAES.
Algodao de 1'sorte 7/1800 por 15 kilos, hontem.
Algodao mediano7fi 100 por 13 kilns, livre de
despeza, hontem.
AssucarCanal 1*300 por 15 kilos, sem despeza,
hoje.
Algodao-de Maceid t* sorte 8W0 por 15 kilos
posto a bordo a fretc de 7(8 c 5 0(9,
hontem.
Algodao de Maceib mediano 7$80O por 15 kilos,
poslo a bordo a frete de 7(8 e 5 OjO,
hontem.
Algodao do Rio Grande do Norte em pluma
7*800 por 15 kilas posto a bordo a frete
de 3|i e 5 0t0, hontem.
'.arubiosobre Londres a 90 d|v. 26 e 46 I [8, e
do banco 2*S 7|8 d. por 1*000, hontem.
Cambio sobre o Porto a 90 d|v 103 0(0. de
premio, hontem.
'Cambio sobre o R o de Janeiro a 15 dp-, ao
par, hontem.
5. de Vasconceilos
Prosidonte.
A. P. de Lemos
Secretario.
Brigue IDglez Leizie & Ada, entrado de Tronat
mesrni data e eonsiguado a Saunders Brothers
& C, manifeston:
Carvio de pedra 416 toneladas aos consgnaUnos.
Barca franceza Grancille, entradn da Cardiff na
mesma data e emi-ignada a Harismendi & La-
bille, manifeston:
Carvao de pedra 508 toneladas aos coosigaa-
tarios.
Vapor nacioual Parana, eatrado do* ftrUm Ao
norte na raesma data e con>ignado a Pereira
Vianaa dc C, manifeslou :
Barricas vasias 280 a Joao Jose R. Men Jes.
Camarao 8 barricas a Aaioaio Peixotj Gaoaaa,
i a Joao Jose R. Ueodes.
Puma 9 caixas a Jose IV da Carmo e Sflra.
alareadorMs diversas a eaiaas a Janfnna S.
Mesquita.
.Baroa dinamirquoza Faoem; aairada do II un-
bargo em 12 do corrente e consign ida a J .se J >a
qalmGonealves BeltrSo A PHho, manifeston :
Alcatrao 90 barricas e to mesas detaa a Maaaet
Jose da Aguiar A C imoatras A catxa a Luiz Jo-
se da Costa Amorim A ('., 1 a Joaquim Ju*e Lai
tao AC, I a Joao F. dos Santos lrmaos, I a J
Thates de Sello & C, I a Magalhaes Irmio, l paeote
a Cunlw & Mania, 1 a L loae da tiaaaa AnMHaa
& C 1 a AJooforado Vleira AC, U Papaola &
C, 1 a Mendes Azevedo 4 C, 1 a Silva Naves A.
C, l a J. Uarqnas dos Santos Azevedj, I a Manoel
Jose Tlaoeo de Souw, 1 a Joaquim Jise da Aae-
vedo. Alvaiade de chumbo 40 barm a Cunhe A
Minu, 8 a Manoel da Silva Farm C. A'.nl ol
iramar 1 eaixa a Manoel Altai Barbosa, I a Ma-
noel da Silva Faria & C. Assucar 1 eaKa a X*
aoel Alves Barbosa.
Bolaehinhas 1 caixa a lose Maria Palmeira.
Cerveja SO caixaa a Kehar A C, 8 a inrd Maria
Palmeira, 53 a Antonio Marceliao Uuutairn, 75 a
Jose Tlialles de Mello Uartas 1 caixa a Manoel
Jose Tinoeo de Souza Chaves, I pacole a Francis -
oo Ramos. Chapeos? caivasa Taftorda A Samoa.
Cunenlo 190 barricas a Luiz Josb da Coau Aaao-
rira di C. Camisas 1 caixa a Amaral A M >fa.
Drogas 2 eaixas a Manoel Alves Barbosa.
Espoajas 1 caixa a Manoel da Silva Faria & C.
Bssencia I caixa a Ferreira Maia A. C.
Flora.- 1 caixa a Francisco Kamos. Frascoa
vazios, 32 gtgos a P. Ferreira & C Pitas I caixa
a Silva Neves 4 C
Genebra i,000 frasqueiras e I OB eaixas a Fer-
nandes da Costa & ', *> eaixas a Joae Joaquiaa
Alves A C, 20 frasqueiras e 20 eaixas a Haadan-
ca Cnrrea & C, 100 eaixas a Magalhaes 4 Irroan.
Garrafas vazias, 2 eaixas a Manoel Alves Bar
bosa.
Impressos 1 caixa a Silva Ne.es 4 C.
Louca 3 eaixas a Costa A Soares, 8 eaixas a
Joaquim Antonio Pereira A C.
Meias, 1 caixa a Alcoforado Vieira 4 C, 2 a
Silva Neves 4 G Mtinho I caixa contends) um a
P. Ferreira 4 C. M ibilia 8 eaixas a Dnarte lr
maos. Maehinas de costura 2 eaixas a Jaaajaim
Jose de Azevedo.
Oculos I caixa a Francisco Ramos. Objeclos de
barro 4 eaixas a Manoel Jose Marlins das Neves.
Objeclos diversos 42 volumes a Parente Viana A
C, 2,970 aos consignatari' -, 2,945 a Antonio Fer-
reira A Carvalho.
Phosphoros 44 eaixas a ordem, 10 a Joaqniin
Jose Lei tao 4 C., 10 a Soares de Amaral A C 10
a Lebre 4 Reis, 10 a Fernandes da Costa A C,!
a Jose Maria Palmeira, 10 a J.ise F. in MaUo A C,
16 a Magalhies 4 Irmio, 6 a Joaquim Joso de
Azevedo 4 C.
t'apel 50 firdos a Cunha 4 Mania, 11 a L. Joae
Costa Amorim A C, 8 a Manoel da Silva Faria A
C, I0D a Antonio Marcel no Monteiro, 2 a Joaquim
Jose de Azevedo.
Vinho 50 eaixas a Jose F. M--llo A C. Velas slea-
rinas 250 eaixas a Luis Jose da Costa Amorim &
C, 100 a Joaquim lean Leilao A C. 25 a Joao Fer-
reira D. lrmaos, 100 a Jose Tliales da Mello, 100 a
Magalhies A Irmio. Vidro 24 eaixas a Cunha A
Manta, 9 a Manoel Jose Martins das Neves, 81 a
Tito Livio Soares, 15 a Castro n Soares. 20 a lo*
quim Antonio Pereira n C.
sjjaaarjBB rig EXPORT A CAO NO DIA 12 DB
MARCO DE 1874.
Para os portos do exterior.
Na galera portugueza India, para Liverpool,
carregou : M. M. Monteiro HI saccas com lo,63M
kilos de algolao.
No vapor francez Erimanthe, para Bordeaux,
carregou: M. D. Rodrigues 1 barrica com 2i
laranjas.
Na barca franceza PWIf de Bahia, para a
Havre, carrezou : A. Gibson 1 barrica com 9H
kiios de assucar branco.
So navio francez 8. Louis, para o Canal,
carrezou: Keller A C. 183 saccas com 13,424
kilos da algodao.
No brigue francez Acenir, para o Canal, car-
res.iii: R Schmmettau A C. COn saccos com jHt
kilos de assucar sosnanoe.
No vapor portuguez Mio Dim's, para a
Porto, carregou : F. R. Pinto Qarimarana 240 sac-
cos com 18,000 kilo; do aeeacar branco ; I. P. a\-
Carvalho 3 barrjeas com ISO dttoa da dito e I dilas
com 180 ditos de farinha de mandioca.
Na polaca porlugneza (iraciosi. para Lisbon
carregou: M. L. P. Barreto 400 saeooa com :;0,00t
kilus de assucar auscavado ; A. M. Uaehadw J'i-
nior 68 saccas com 816 ditos de algolAo c *|,.
couros salgados com lo,788 kilos.
Na barca portugucza J. Adelnit, para o
Porto, Monteiro Greyorio 4 <-. b."> sac-as com
4,7:t7 kilos de algndio ; J. K. M.nd.-s C.iimarae
3 barricas coin 189 ditos de as-ucar l> aa > ; Ro-
cha, Lima A Gubnaraes Ml' saccas com 8,887 1)2
ditos da algodao : para Li-b ia, J F. M. 8naaa>
raes 2 bacrieaa com 3IS dataa do a -ucar bran
No brigue hespanh 'I Kh para o Rio da
Praia, cairegou : P. Carm-iro A C 20 karris 2,7'JO
ALPANDEGA.
Readimamo do An 2 a 12. .
dem do dlj 13 .
409:484*088
24.058J063
3:542il31
Descarregam hoja li de marco de 1874.
Escnaa lngleza Jacobine (a'racada) mercidorias
para altandega.
Barca dinamarquezaFaoeur(atracada) garra-
foes vasios para alfandega.
Patacho hollande-..-Icadie -(atracado)mercaJorias
pa/a alfandega.
Escana ingleza Florence mercadorias para al-
fandega. a t,
hBaroa ingleza-Dolphim -mercadorias para alfan-
4e8-
Brigue francez -Mines de Soumachs m- 2. mer-
rias para alfandega, carvao e coke, ja des-
naehados para o ca*s db ApMto, e njale-
riaes para a empreza da, compaania lo-
comotflra ja despachados para o caos da
companhia pernarabucana.
Bare* noruaga-Ciprfw-mercadorias para atfan-
dega, machinisrao, aalitre e cimeuto ja.
) di-spacUados para o.c?es do Apollo. *
para o.c?es do Apollo..
Vapor Bacidiraf-Parand -genaros naciooaes caxa
otrapic^eda^nieinula.
r' -
Iina>a>rtaoAo.
Patacho portamwz Adtitm, entrado da ilha de
Maioiem 12 do correnlee eonsignado.a J. J. Gon-
#^_*lW^Ifti8on: If
>s aos consignaUrios.
tario.
ingleza Bella, entrada de' Liverpool em
- ute ; e bonsigrrada a Euunrnaffsntoo,
pedra 601 toneladas an eensigna.
litros de inel ; A. Lafo "io- pipas C'n 9,608 i
de aguaidente.
No brigue ingle. Holfitlu, para o r.io da
Praia, carregou: A. LofaMubarsicnaeoa ** 1,* "
kilos de assucar bianco.
No patacho inglez l.ittie Annie, para o Bin
da Prata, carreg-u : at rnca Barreto I'A) bar.
con tl,90l kilos de aaaanar kcanan
Para os patsai 4u Uunrttr.
Para Santos, no hialo portuguez /' I
carregou : P. Cirneiro A C. 1,101 u
72,000 kilos de assucar Manna e 2J0 aaW con
12.000 ditos dediio mascavnaV.
"Para o Ceara, no vaiioi aacioaal Ptrwrn
carregou : Cosia 4 C. 50 aaeros e >m 3,73
de assucar branco : para o Natal. M. L. Paes Bar-
reto 1 barrica earn 79 diti da date.
Para Macao e Hnaeore, na kareaca .'.'
carregou : L. It- Ribeiro 5 pwu torn 8,800 '
de agnardenle, 2 ciscos com 576 ditas de aava, a I
barris com 480 ditos d-> inel.
PacaaYilla da IVnl.i. in aarvama
Cidaie, carregou : M. J- r.odrigaes A Prim > 2
barricas com 135 kilos de a-sucar ralnala.
Para a Paraliyoa, 1.1 bamcA 1'inbehn-i.
regou : Bartholomeo A C i garrafoas com i>
litros de alcool.
Para Alagias, ua barcaca GL>.ia dot .t.i/./-.
carrogou : Soaza Juntjatira 4 C. 1 ca'xa com 2:
kilos de doce ; J. T. de Mello 4C. 1 barrica em
80 dito- de assucar refiaado.
CAPATAXlA DA ALFANDKGA
ietidimento a- dia 2 a 12.
ir.ta do dia 13
9.l?5*k'.i.".
483;:...-
:80?
>. -*
N'o dia2a It.
vOl.CMLZS SAHIDA
No dia 18
25 I*'
'riroeira porta .
iegunda port* .
'<-rc6u*a poria .
Juarta piru .
aapicha C.Qumca>
al^H'viVU MArttilMO
vl-.awaajiB uesoaonananaa no irapiole
alfandeaa do dia ta AS.
No dia 13
| >a>ijs airacados no u-ap. Aivareugaa ....
.
188
mm
m
i
i
im\i nijJp
asCBBEDORlA DB SWi>\S rT\NAS GE-
R.VES DK PERNAMBU^v
Unento df df* a ^,j 28 SttgBft*
Tao dia ?. ^ 2:177
------------------''-
. >* v.o;6>t8t

Bendimaav
CONSIT ADO PIWmNClA. -
do d<*
2 a 12.
57:330/>2
litrrll
L.
J~-







Diario de Penuumbuoo Sabbado 14 de Mar^o de 1874.

idea do dia 13
recipe
fteadimenio do dia 12.
dera do dia 13.
tS:320*5
33:650*833
DUAUTAQE.
:174*2
208*792
381*014
*JPHV1ENT0 DO fiCBTO
i\auios entrado* no Portos do norto10 (lias, vqporbraileireo
Parand, de 900 toneladas, uommandarw
Quadros, equipagem 65, caega varies ges
neros ; a l'ereira Vienna.& C.
llba de Fernando2 dias, vajwr nacional
Mandahu,, de 222 toneladas, comman-
dante Julio Gomes da Silva, equipagem
16, carga milho ; a* companhia pornarn-
bucana.
Calbao e portos entermedios.37 dias, sen-
do do ultimo portu 1 l,'& dias, vapor
inglez Colopaxi, de2583 toneladas, com-
mandaote W. H. Bax, equipagem 112,
carga varios generos ; a Wilsou Rowe
&C.
Cardiff35 dias, barca fraaceea Grariville,
de 400 toneladas, capitao L. Cbanoine,
equipagem 13, carga carvao 4 a Haris
mendy & Labille.
Liverpool37 dias, barca iagieza Delia, de
458 toneladas, capitao Brad/orde, equi
pagem 14, carga carvao de pedra ;a
Eduard Fenton
Bahia18 dias, barca ingleza George Wol-
ker, de 240 toneladas, capitao John Reed,
equipagem 11, em Iastro; a Johnston Pa-
ter <$ C
Bahia 15 dias, barca dinamarqueza Anne
Logan, de 264 taneladas, capitao Jiyruf,
equipagem 9 em Iastro ; a Jonston Pater
& C. Seguio para a Parahvba.
Troon38 dias, brigue inglez Lizzie A Ada,
de 247 toneladas, capitao F. J. Benson,
equipagem 8, carga carvao ; a Saunders
Brothers A C.
Navies saliiJo.' no mesmo dia.
Hi) da PraiaPatacho hespanhol Prin,
capitao Curell ; carga assucar.
Rio de JaneiroPatacho brasileiro A robe,
capitao M. F. Torcado ; carga assucar e
outros generos.
StockholmBrigue sueca Esmeralda, ca-
pitao Ternstron ; carga assucar.
Kio Grande do NorteBrigue inglez Mary,
capitao T. Burmnn ; em Iastro.
Liverpool por Lisboa Vapor inglez Colo-
paxa, commandante Bax ; carga a mes-
ma quo trouxe dos portos do sul.
andante m,-como taobem, que somente agora
se abrio a cafcranca dos eacanamentos e diOorenfa
dos precos de apparelhos. ,
0 inspector da thesouraria provincial remetteh-
do ao Sr. edministrador do consulado provincial
as folhas juntas de coulas de apparelhos, encaoa-
meulos e-aannidades, pelo service da Reotfe Drai-
nage Company, pertenceute* a primcira remessa
ja existence ncssa repartt^ao, e ora devidamente
Mquidaoos na forma do accordo de IS de dezem-
fero proxttao passado, roeomaieoda a S. S. a ex-
pedicao de suns ordens, para que se atira iueonti-
tinente 0 prazo da re-pectiva eobraeca por 30
dias nters improrogaveis.
Na poMicacao qae hoover de faxer cease sen
ttdo, maadara S. S. Ueefcirar que todos os que ja
effeirtuaraai pagamanios naiazao de 0O4 por
apparellio, com obrigacao de satisfazerem a diffe-
rent rio 205 directameirte A Cnmpanhin, e que 0
ain Bzenm, devem agora realita-la nes-sa reoar-
Uoio,*aquelle prazo. >uww vex qae neio referido
accordo passou a sur .feita Uinueiu ess* c ibranca
pela fazenda.
T?besouraria prevtncial de Pernambneo, 10 de
marco de 1874. -Antonio Witrovio Pinto Bandeira
e Acoioli de Vaseonoellos.
Mesa do consulado provincial, 10 de marco de
1871.
No impedimento do administradpr,
Eduardo Augusto d'Oliveira.
Santa Casa da Misericordia da
Recife.
A junta administratiza da Santa Casa da Misa
rieordia do Reeife, precisando facer 0% concerto-
de tree necessita 0 predio que po>sue 0 patrimo-
oio dos orphaos, a rua da Cruz, hoje do Bom Je-
sus a. 13, coatrata cam quern se proponha a rea-
lisar dilos concertos, mediante certa renda e al
gans aonoi de prazo para desfruetar ; devendo
as que disso se qnizerem enearregar, apresentar
iuas propostas em cartas fechadas, devidamente
selladas, acompauhadas do respectivo orcame'ito
aeeta secretaria ale 0 dia 19 de fevereiro vin-
douro.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Reeife, 17 de janeire de 1874.
0 eserivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIPE.
Venda de predlos
A Illraa. junta admioistrativa d<"ta Santa Casa,
devidamente autorisada pela presideacia, na sala
de suas sessoes, pe:as 3 boras da tarde do dia 26
do corrente, vende ou permuta por apolices da
divida publiea os segnintes predios, pertencentes
ao legado de Joaquiii da Silva Lopes, de que e
administradora : Forte do MaHos, metade do so-
brado de 3 andares n. 17, por 5:o00^ ; becco do
Abreu, 3" parte do sobrado n. I. por 2:666^666
rua da iuia, snbrado de dous andares n. 69, por
6:000* ; rua de S. Jorge, casa terrea a. 92, por
1:400*. sobrado de am aadarn. 30, por 2:000*,
dilo meia-agna por 500* ; rua dos Guararapes,
casa terrea n. 60, por 1:100* ; rua dos Acougui
nhos, cosa terrea n. 26, por 600* ; Largo da Cam-
pina, dita n. 3, por 400* ; rua da Soledade, dita
a. 73, por 700* ; becco do Teixeira, oita 0. 5,
por 250* ; largo das Ciaco Pontas, terreno, por
1:000*000.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Racife, 14 de fevereiro de 1874.
0 escrivSo
________Pedro Rodrigues de Souza
EDITAES.
desembargador Francisco de Assis Oliveira Ma-
ciel, official da imperial ordem da Rosa, cava-
Ibetro da de Christo e juiz de orphaos e ausentes
da cidade do ftecife 0 seu termo, etc.
Face saber aos que este edital vireai e delle
tiverem conhecimento, que a requerimeuto de
D. Maria Rita de-Queroga, inventanante dos bens
que bearam por failed memo de sua avo D. Rosa
Maria de Espirito Santo, trago a pregao para ser
vendida em uma so praca a parte do sobrado n.
78 a rua da Imperatriz, da freguezia da Boa-Vista,
pertencente ao espolio do inventariado abaixo
mencionado :
Parte do predio.
Utn sobrado de urn andar e sotao can trapeira,
a rua da Imperatriz, freguezia da Boa-Vista, n.
78, com varanda de ferro na frente, duas jaaellas
no oitao do nascente, ojitras tantas no fundo, trinta
e quatro palmos de vao, e oitenta e quatro de
extensao, duas salas, cinco quartos, uin dos quaes
< externo e em seguida a cozinha : uma sala e
tres quartos no sotao, quintal murado, onde ha
U-es quartos e porlio para a rua do Camario,
dezoito contos de reis ; .valor que e causa para
Sue o da parte que ahi possue 0 casal inventaria-
0 e que 'corresponde a dez contos novecentos
oitenta e um mil cento oitenta e sete reis, seja de
onze contos quinhentos e se.-senta e cinco mil du-
zentos e trinta e quairo reis. E para constar,
mandei passar 0 presente que sera atfixado nos
lagan* do costume e pubiicaJo pela iniprensa.
Dado c passado sob uieu signal e sello ou valha
sem sello ex-causa, nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos I) de marco de 1874. Eu, Floriano
Correia de Britto, escrivio, o fiz escrever c subs-
crevo.
Franciosc de Assis Oliveira Maeiel.
G lllm. Sr. inspector da thetouraria proviu-
ciai maoda t'azer publics, que em cumprimenlo da
ordem do Exm. Sr. preeidente da provincia, de 18
de fevereiro ultimo, se ha de arrematar perante a
junta dessa thesouraria, no dia 26 do corrente, a
quern por menos llzer, a obra da factura do uma
borabf. para 0 povoado dos Moates, no lugar da
levada, or^ada em 1:903*000 e debaixo das cou-
diroes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta -aitemata-
cao, comparefam na sala das sessoes da. r.iesma
junta, competentemente habilitadas no dia acima
lndicado-ao meio dia.
E para son*tar, se mandou poMicar 0 presente
pelo Uiaric de Pernambuco.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, S de marco de 1874.
Qaoaalas e. p-ciaes'para a arrematacao da obra
da bomba ou arcada de alvenaria no povoado
dos Monte-:.
!*A obra da bomba ou areo de alvenaria povoado dos >Mente?, serf feita do conformidade
com 0 respectivo orcamento, na importancia de
J: 903*000.
2.'0 arromaiaate comecara a obra no prazo
de um mee caoofcifra no do trei uiezes, eontados
da data do ditu conirato.
3. 0 pa^ameirto sera effectuado em duas
prestacoes iguaes na proporcSo do servico exe-
cutado.
*4.*Tudo mais que nao estiver especificado nas
iiresentes clausaJas, sera regnlado de conforraidjdo
com 0 disposto m regalamento de 31 de |oHw do
Victor Fournu, engonheiro chefe.
Conforme.Miguel Alfeiiso Ferreira.
Jo aquim Albino de Gusrnio
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrative da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife precisa contratar 0 fornecimen -
to dos generos abaixo declarados, que teem de
consumir os estabelecimentos pios a seu cargo,
exceptuando 0 hospital Pedro II, no trimestre
de abril a junho vmdouro. Resebe propostas na
sala de suas sessoes, pelas 3 horas da tarde do dia
19 do corrente :
Aletria, kilogrammo.
Aguardente, litro.
Azeite doce, idem.
Arroz do Maranhao, idem
Bacalhao, kilogrammo.
Banha de porco, idem.
Batatas, idem.
Cha Hysson, idem.
Cafe em grao, idem.
Came secca. idem.
Cebolas, cpnto.
Farinha do mandioca da terra, litro.
Feijao mulatinho, idem.
Farello, sac&i.
Fumo do Rio, kilogrammo.
Gaz, laia.
Milm, saeea.
Manteiga franceza, kilogramra 1.
Potassa, idem.
Rape, idem.
Sabao, idem.
Sal, idem.
Tapioca, idem.
Toucinho, idem.
Velas de carnaiiba, kilogrammo.
Vinagre, litro.
Vinho tinto de Lisboa, idem
Viaho branco, idem.
Velas stearinas, kilogrammo.
A junta administrativa do Santa Casa de Miseris
cordia do Recife precisa contratar 0 fornecimento
de pao e bolacha que teem de consumir todos os
estabelecimentos pios a seu cargo, no trimestre do
abril a junho : recebe propo^as na sala de suas
sessoes, pelas 3 horas da tarde no dia 19 do cor
rente.
A junta administrativa da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife precisa contratar 0 fornecimen-
to de assucar relinado que teem de consumir todos
os estabelecimentos pios a seu cargo no trimestre
de abril a junho : recebe propostas na sala do
suas sessoes, pelas 3 horas da t3rde do dia 19 do
corrente.
A junta administrativa da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife precisa contratar 0 forneci
mento dc came verde que tern de consumir todos
os estabelecimentos pios a sou cargo no trimestre
de abri! a junho: recebe propostas na sala dc
suas sessoes. pelas 3 horas da tarde do dia 10 do
corrente
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 11 de marco de 1874.
0 etcrivao,
Pedro Rodrigues de Souza
te do Mattos, offerece-os ao conwCTeio-em geral
para deposito de generos, garantla4e a iaior con-
servacio das mercidorias depwiudas, service
prompto, preoos modicos, etc.
Tanbem recoIhera, mediante pnn4Mcordo, ex-
clusivamente os generos de uma *4 paesda.
Estes armazens, aiem de arejados e*w>mwodo8.
sao inteiianunte 4>ovos e asphaltades, iseotos de
cupiin, ratos, etc., etc.
As petwoas qua qnizerem utilisar-se destes ar
mazessi, pederao dirigir-se ao escripUpo da com-
paniiia pernambucana, que acharao com quern
tratar.___________________
Ueclurac&o n. 1.
Pela ton la do: ia da camara municipal desta ci-
dade, sao chamados a virem i'.g*r a bocca do
eofre, do H de marco vindonro, todas aqnella* pea-
teas que sejivham sujeitas ao pagamento dos im-
posti's crea los pl lei provincial n. H126 de 18 de
junho de $7M, relat te dr 1878 a ifl"4, cujos mi n spgr.intes : f6rc
elandemios de lfrr>|ns mnn eslab'l''fimento< qiievenler espiriias; 3* por
eada licen.-a -qui- tirarem as bocetuiras 1 ara ven
derem detrtro do municipio, e de 30J pefos mas-
cates ; 6* por eada earroca tu vefcicnlo empre-
{ado nos *er*ies da cidade, villas e povoajiJes ;
00 rs. per palmo de terreno dentro da cidade do
Recife e seus soburbios, que nao estcja edifi?ado
on collivado, embora se coaserve murado ; 30*
por eada caea de sobrado aa cidade de Recife, que
con-ervar varan ia ou sacada de madeira ; 10*
por eada casa de 9obrado, cujo eiterior se conser-
var estragado, e S*oOO por eada casa terrea em
ignae* circumrtanciaa ; 10* por eada casa de so-
brado nas rua? qae ja foram calyadas, que nao
tiverem os passeios a ella oerrespontlentes, feitos
no mesmo nivelamento e alrahamerrto dos qae ja
tiverem si Jo executados de conformidade com as
posturas muBicipaes, e 5* por eada casa terrea
nas mesmas condicoes ; I-* por eada casa de so-
brado, cujos quintaes deitem para outras mas e
nao estejam oiurados ate 0 respaJdo do pavimeDto
terreo em forma exterior de edidcio, e 5*000 por
eada casa terrea em identicas cinnmstancias;
60 rs. por palmo de terreno aos povoados da Mag-
dalena, Capunga, Chacon, Casa Forte, I'oco da Pa-
nella, Caldeireiro, Monteiro e Apipueos, que noa
estiver murado ou cercado; 40 rs. por palmo de
terreno em toda a exlencao da cidade do Recife a
Apipueos, que nao estiver murado, exceptuando-
se os terrenos que tiverem cercas nativas em bom
estado de conservacao; 20* por caia baixa de
capfcu dentro da cidade do reeife ; 10* per eada
macoina a vapor, nvmtada na cidade do Recife
para quilauer mister ; e fioalmente 0 iraposto de
M por eada casa de negocio nas cidadjs, villas,
soburbios e povoacoes, devendo, porem, os contri-
buiotes, quando tiverem de pagar este imposto, a
apreseutar na contadoria 0 conhecimento do im-
posto geral sobre industria e proflssao, afim de
provar ter assim satisfeito 0 referido imposto
geral.
Declaragdo n. 2.
A mesma contadoria da camara mnnicipal desta
cidade scienlilica a todos os donos de diversos es-
tabelecimentos de porta aberta, a virem pagar os
impostos atrasados que se acham a dever, dos
exercicios passados, bem como os demais impos-
tos acima especificados.
Contadoria da camara municipal do Recife, 27
de fevereiro de 1874.
0 eontador
Hypolito C. de Vasconcellos A. Maranhao
Am'Hialacao
Perante o Exm. Sr. desembargador jniz privati-
ve de orphaos, tera lugar seguada-feira, 16 do
corrente, ao meio dia, no 1* andar da casa a. 40,
na rua da Imperatriz, a arrenniacao por venda das
obra9 de ouro, joias, obras de prata, moveis, louca
e vidros, cousistindo era uma pnlseira de ouro
com bnlhantes, brincos com brUhantes, pnlseira,
correntao, cadeia para relogio, trancelim com di-
versas pecas de ouro e de coral, bracelete e alQ-
nete de mosaico, aoaeis de esmeralda e brilhante,
brincos de camaph^o, botoes ds esmeralda para
abertnra, moedas de ouro engrasadas para pu-
nhos, pince-nez. anneis, rosetas com diamanles,
consistindo a9 obras de prata em salvas, casti^aes,
cafeteira e assucareiro, bandeija e tesoura para
espavier velas, copos, palmatoria, escrivaninha,
inaraca, eoliinres para sopa, para cha, e para
tirar arroz, conchas para tirar s&pa, e para assu-
oar. disticos para garrafas, campainhas, consistin-
do oa moveis em um rico santuario (a respeito do
qual se fara proposta), roltrona de amareilo, ca-
QriraS dejacarania e de amareilo, lavatorio de
amareilo com pedra, marqueza, cama de jacaran-
da para casal, commoda, vasos de crystal para
queijo, copos para agna, calices para vinho e
champagne, garrafas de crystal, am apparelho de
vidro verde dourado para toilet, e outro de louca,
mangas para lanternas, diversos pares de jarros,
cujos beus sao pertencentes ao espolio do finado
.eopoldo Ferreira Martins Ribeiro, e vao a praca
por despacho do meson Exm. Sr. desembargador
juiz'de orphais, pr.-venindo-se que so a vista do
auto de arremata^ao serao entregues os bens ar-
rematados.
Juizo de orphaos
No dia 16 do corrente vao a praca, por ordem
ao Exm. Sr. desembargador juiz de orpnaos, de-
pots da audiencia e na respective sala, no so0
resto dos move*s pertencentes ao espolio do finado
commendador Man cl Luiz viraes, bem como todo
ouro, prata e objertos de vidro que fazem parte
do mesmo espolio.
danarias ate 3 horas, e estas ate 3 lr>, pagan-
do porte duplo.
0 admmntrador
Affonso do Rego Barros.
Administra^ao dos correios
de Pernambneo, 14 (te
raareo de 1874.
Malas pele vapor Parand da eompauhia
brasileira.
A correspuiiaencia que tern de ser cxpedida
hoje (141 pulo vapor acima menckaiado, para os
portos do sul, sera recebida pela maneira se-
guinte :
Macos de jornaes, impressos de ^ualquer natu-
reza e cartas .a registrar, ate 3 -horas da tarde,
eartas ordiaarias at6 3 horas, e estas ate 3 li2,
pagamlo porte duplo.
As cartas e Jornaes que se dirigirem ao Rio da
Prata, pagarao previamente, aqiiellas a taxa de
300 rs por 1." grammas ou fraecao de 15 gram-
mas, c estes a de 40 r jwr 40 grauiuus ou jrac-
cio de 40 grammas, na progressio estabelecida
uas tabellasC e Daaaexas as instracfSes do !
de dezembro de 1866.
0 administrator
Affonso do Rego Barros
Santo Antonio
KMPBKXJi
Finda a audiencia do Exm. Sr. desembar-
gador juiz de orphaos, do dia IG do corrente, sera
vendido em praca publiea, o pequeno silio e ter-
ras propias, na Ibura, avaliado por 400*, per-
tencente aos herdeiros dos finados Viclorioo Aa-
tonia da Silva c sua mulher Henriqueta Maria da
Cunceijao.
., capitJo presidente do'
conselho dequali/i;acaoda parochia de Nosaa
Seahora da Graca da Capunga, etc.
Faco saber a todos os interessados, que no da-
mingo 22 do corrente mez, reuair-se-ha no cen-
sistorio da igreja matriz da mesma parochia o
referido oaselho para se receber todo o qaal-
quer reqaerimeato do reclatnaclo, a dm do fazor-
sc as devidas alteracoes nas respe Recife, IJde marco de 1874.
ioaquim Albino de Gusmao,
_______________Capitao presidente.
Derdem do lllm. Sr. inspector dalhesouo
raria de fazenda desta provincia se faz jwblicoo
Sara conhecimealo de quern interessar, qae n,
ia 18 do corrente mez, pelas 3 horas da tirde,
perante a junta de fazenda, ira a praca para ser
arrematada, por quera mais vaatagens offerecer a
fmpreiUda dos reparoe necjssarios a casa em que
nncciona a recebedoria.
Os proponentes deverao, em carta fechada,
apresentar suas propostaa, devidamente selladas,
assignadas per elles e seus fladores; podendo
desde ja examinar a respeciiva pianta e orcamen
to qua Ibes serao franqueados oesta secretaria.
Secretaria da thesouraria de Pernambuoo. 3 de
marco de 1874.
0 2. escripiurario, servtodo de secretaiio,
Carlos J. de Souza Correia.
DECUMCOB,
Consulado provincial.
Por esU adaiinistrae>> se faz seiente aos deve
dores da companhu Reeife Drainage, a portaria
abaixo transem-ta, d > I'liu Sr. iotpert- r da the-
souraria provincial, prcveuiitdo.se nao s6 que o
j>razo fatal priucipja. a ter conmJo do .ji* i| 4.,
SANTA CAS.4 DA M1SFRICOKL1A DO
RECIFE.
A rilma Junta administrativa da sanla caea da
Uisericordia do Recife, inanda fazer pablico que
aa sala de tuas sess5es, no dia 12 de marco pe-
ias 3 horas da tarde, torn de ser arremaudag a
ijuera mais vastagens oiferecer, pelo tempo de tt
a tres annos, as rendas dos predios em segnid
declarados.
KSTABLLECIKE.VTO DE CARIDADE.
Travessa de S. lose.
Casa *. 1|.......I 301*000
Ru* de Santa Rita.
Mm a- Si fechada ...... 264*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Pateo do Paraizo.
2. dit dito...... 300*000
Aua da Senzalla veins
Casa ter/ea n. 16.......309*000
Becco das Boias.
Sobrado n. i8.......421*000
Rna da Crur
Sobrado 14 (*chado).....1:000*090
Ruo do Pilar.
Casa teiree n. 100......341*000
Idem n. 103 fech;.>da......841*W>
Rna Ja* Larangeiras.
Casa terrea n. 17......361*000
Os pretendentes de verao apresentar no acto da
UTematacio as suas flaaeas, on comparecerem
icompaanados dos resocVtrvos fladores, devendo
pagar alem da renda, 0 premio da quantia en
nie for seguro o predio qy eontiver estabeleci-
memo commercial, assim ctMno 0 serrico da Um
peza preoos dos appartlhos:.
Secretaria 4a sanu casa da misericordia dc Re
ife, 2 de mar_o 0 de 1874.
O eacri'io
Pedra Hedritues de -Souia,
Armazens da compan.^iia per
narnbucana.
Nli9j~ir4M oaatra foe*
A cnmpMthi pMrnambucana, dispotmo dd%<>
t > e v^iJihi arina^Rs em seo preflk) ao W;.
Luso-Brasileira
De ordem da nresidencia convido aos senhores
socios para assistircin a sessao magna, inaugural
da imagem do nosso padroeiro 0 venerando pa
triarcha S. Jose, e do retrato do illustre fundador
desta associa\:ao u_Dr. Agostinho Maximo N iguei-
ra Penido, no salao de bonra, pelas 7 horas da
tarde do dia 19 do corrente ; e amplio 0 mesmo
convite aos senhores candidates que tem depres-
tar juramento e inscrever-se no grande catalog >.
Seeretaria do conselho fiscal da scciedade be-
Befleente Luso-Brasileira em Pernambuco, 10 de
marco de 1874.
0 1 secretario
Joao Martins de Andrade.
Sabbado 14 do corrente.
Primeira representacao do drama em 1 prologo
e 5 actos :
Fit I POR F0RC.I
Traduceao do Dr. F. Prazeres.
\"m H horas em ponto.
Domingo.
\'s 9 fl|S horas da tarde
Segunda representacao do drama.
Forca por lorca.
THE4TRI
M M
mm -m PENANTE
Sabbado 14 de corrente
Ultima representacao do muito applaudido dra-
ma ira 6 actos :
SUZANA.
A'S 8 1|3 DA NOITE.
DOMINGO
A's & 1|S horas da tarde.
Representar-se-ha o drama em 5 actos original
portoguez :
0 Mascara Negra
A empreza nao tem poupado despezas para que
o drama tenha effeilo esplendido.
Principiara as S 1|3 horas.
AVISOSi MARITIMOS
Companhia Alliancja Mariti-
ma Portuense.
Empreza de navegracao entre
Portugal e Brasil.
A barca portngueza love* Adelaide, recebe car
ga a frcte para os portos de Lisboa e Porto, de
vendo seguir com a maxima brevidade ao seu
destino : trata-se com os respeclivos consignata-
jios Jose da Silva Loyo Sl Filho.
Rio lie Janeiro
Para o referido potto pretende seguir com pon-
ca demora o patacho brasileiro irabe, por ter a
maior parte de seu carregamento eatajado ; e
para o resto que Ihe (atta e escravos a ftrete, tra-
ta-se com os eonsigoaurios Joaqnim lose Goncal
ves Reltrao A Filho, a rua do Coronwrdo n. 5.
PARA'
Segue com brevidade para o r-feri.ij pono a
escuna Georiiama, teado ja parte de seu carrefa
mento engajado : para o resto, trata-se com Ta-so
Irmaos A C, a rua do A.-norim n. 37.
Para Lisboa
0 patacho porlugiiez Gnicws.i. v.ii sahir com
brevidade per ter a uiaiur parte ua caig* prouip
ta, e para o resto trata-se com os consigns tarios
Silva GuimarJes & <".., pra-.a Jo Corpo Santo nu
mero 6.
Porto por Lisboa
A galerx portugneza Flnava que se espera a
todo o momenio do Rio de Janeiro, seguira pou-
cos dias depois de sua chegada para os portos
acima, para onde recebe ainda alguma carga a
frete barato : trata-se com Silva Guimaraes & C,
praca do Corpo Santo n. 6.
Companhia amerieana e brasileira
de paqnetes a vapor.
Ate o dia 16 do corrente e esperado dos portos
do norte o vapor americano South America, com-
dante Tinklepaugh, o qual depois da demora do
costume, seguira para os portos do sul.
Para fretes e passagens, trata-se com os agentes
Henry Forster A C, rua do Commercio n. 8
Para o Aracaty em direitura sahe o novo
superior palhahote nacional Isonilia da Cruz, ca
pitao e pratico Manoel Caetano da Costa, tem part'
de seu carregamento t ngajado; e para o resto que
alta, trata-se com o consignstario Antonio Albert0
de Souza Aguiar, a rua do Amorim n. 60.
Para.
Pretende seguir para o indicado porto, com pou-
ca demora, a barca portugneza Social, por ter
porcao da jarga engajads j e para o que lhe falta,
trata-se com os consignatarios Joaquim Jose Gon-
calves Beltrao A Filho, a rua do Commercion. 5.
Rio-Grande do Sul.
E' esperado do Rio de Janeiro, em poncos dias,
o brigue nacional Amelia, o qual seguira para o
porto acima ; com pouca demora para o resto da
carga que lhe falta, trata-se com seu consigna
tario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, na ma do
Bom Jesus n. 57.
Para o Para
recebe carga brigue portoguez Relampago, e
pretende seguir com toda a brevidade por ter
grande parte da mesma engajada : quern no mes
mo quizer carregar, trate com s us consignata-
rios T, de Aquino Fonceca A C, successors, a
rua do Vigario n 19.
LEILOES.
COMPANHIA PERNAMBUCAM
DE
Waveajncio costeira a vapor.
FERNANDO DE NOBONHA.
0 vapor Mandahu, comman-
dante Julio, seguira par*
o porto acima no dia 16 dc
corrente, ao meio dia : escrip-
torio no Forte do Mattos n. 13.
Agente Dias
LEIIAO
DE
moveis. louca, vidros, pianos, ouro, prata. bri-
Ihantes. rhapeo* do Chile, feltro c u> merino
Hoje
No primeiro anda; do sobrado da rua do Marquez
de Olinda n. 6i.
As 11 horas em ponto
0 agenw Dia:, compctfntemente autorisado,
vendera em leilao deste dia, mobilias de jacaran-
da, ditas de amareilo, pianos, secretarias, guarda-
mupas, guarda lon;a, mesas elasticas, camas para
casal, marquezas. ber;os, cadeiras avul-as, san-
tnarios, cadeiras de balanco, ditas de bragos, e
muitos outros objectos de gosto.
Estas machinas podem Inbaaar cmo natfci
nas fixas, para o que tern corapeteates valsaiM,
servir para serrarias, enfardataeoto > ilgoisa
fazer mover toda a sorte de apparrikea, ate^ac.
0 materia 1 eoosla do seguinl*:
3 Ucomotoras de forca nomiaal o* 8 eavalle*
eada nma. com ealdeirafl vt rticaes e fornalka*
quadradas e oval, podendo queimar carvao ou b~
nha, com fumigadores <- ciazeiro*. disnm-tos 4t
arta (| f se previne o -I Htrt accident* de inoes-
di'j. E>tas machuiH- pj-soe-a UmI.u as pecas in
dispensaveis dc mimmmmWlm, e i&t complctas *
todas os respeilu!-, riij oovas e in ,>rfeii. estt-
do de conser acao, visto -..ino, apenas trabalta-
ram o temp., necessario pira se demoostrar pra-
ticameuu a> suas vaniagr-ns.
6 carros solidampnle con-truidos. saspense* rra
excellentes niolas, M-nd-i diuw coir. p.,ru* ,*iv-
raes, duus com ditas na parte it-suri-r e dons ra-
s., pmprios p;ra transpoiie 4* raldeiras, m*j-
das. etc.
0 leilao sera i-nVeluado pekt; jiente Pitt a raa
d'Aursra n. 91, e.-Uciin d* ditas nuchinas e pe-
tes II horas horas do dia 15 de abril.
Da-se l>ds os esclarecimentus a rua do B< n
Jesus n. 8. priineiro andar.
Attencao.
Pn-cisa-se c< m urger.cia de uma ama de
leitc, que s^jn sadia, e quo tenha bom e
abundante lcite, para tomar conta de uma
criaura de dins, dando-se prcferencia i mu-
lher do matto : quoin, pois, estiver nestas
circumstancias appare^a no 3.* andar desta
typographia para tratar.
8bc\ Car.*. Lit.*. Pup.*., do vale da rua
de Marcilio Dias n. IIS.
Obrigado por forca maior, convida-se a todos
os Mr.', que se acham no goso de seus dirciii
Mac.'., a nma reuniao de as*emblea g>ral qne
tera lugar domingo 13 do corrente as 10 hor.-
da manha, e assim constituida |>ooer d*liberar <-
resolver definitivamente da covenicn-ia cu ni"
da existencia da sociedade, certos de que, as to-
zes e i fflciaes que a tem maotido procoram esi<-
meio como salvaguarda de um desapparecimenlo
temarao uma qualqner resolncao com o numr-1
de lir que comparecer.
Secretaria da Loj.\ Cor/. Liv.-. Pop.-.,
marco de 187't
0 lir \ secret-.
_____________________A. J. Bandeira._______
a mesa regedora da irm-ndade do senh .
Rom Jesus dos Martyrios da igreja nova da fregut-
zia de S. Jose, ten lo de apn-*entar em solemne
pricissao a isiagaai de ^eu padroeiro, como e de
costume, disde o auno de I79S, em vista d eon-
iirm.-ca i de seu coinpiomisso. na quarta sexta-
feira da presente quaresma, atim de prencher um
dos lias da pemtoncia do benhor, por isto a mesa
regedora annuueia ao respeitavel pubiico as ruas
que eila tem de passar : rua dus Martyrios, Au-
gusta, Imperial, largo das Cinco Pontas, largo do
Terco, rua Direita. largo do Livramento, rna drr
Queiraado, largo do Colleg.o, rua da Cadeia, de .-
Francisco, das Crozes, praya da Independeneia.
rua do I'.abuta Nova, Camboa do Carrno, larf" ii
Carmo, rua de Hortas a recolher.
1 'oLsirtorio da irmandade do Scnl.or Bom lmm
dos Martyrios da igreja nova, 10 de marco de iK
rtmttrpt Ramos de Jesus
Eatritia.
Tiiiliiraria
RUA
Agente Dias.
gzj
9>,ilita Casa (J;i Misericordia do
Recife.
Km vista da ordem da Illma juota administra-
tiva sao couvidados os parentes das menores infra
mencionadas a virem retira-las do collegio das
orphas. por ja lerera atlingido a idade marcada
no respectivo regularaento, e acharem-se com suas
educacoe^ t srminadas. Aquellas que nao forera
retiradas dentro do prazo de 30 dias, contados da
data do presente, serao entregues, de accordo
com o % 3* do art. 48 do mesmo regulamento, a
familias honestas para ahi se empregarem no ser-
vice domestico.
aenhorisha dos Santos, hlha dc Jos^ Joaquim
do* SaBtos e Antonia Maria.
Leopolilina Maria da Paixio, filha de Clara de
Jesus.
Maria Eliza Alvcs, filha de Joanna Je tal.
Val?riana dos Santos, tilba de Joaquim dos San-
tos a Maria Margarida.
Alesandrina Bezerra Cavalcante, filha de Jose
Bczerra Cavalcante e Rosa Bezerra de Menezes.
Idaliaa Lacerda, filha de Pedro Alexandre de
Lacerda e Anna Franeisca Paes Barreto.
Josepba Lima, nlha de Joaquim Lima 4c Oli-
veira e Joauna Maria.
Minervina, filha de Jose de Azevedo e Antonia
Querubina do Azevedo.
Candida, filha de Vita! das Chagas Cwlho e Car-
ota de Lacerda.
Rosa, lilha de Antonia Joanna de Barros.
Dionizia, filha de Vital das Chagas Coelao e Car
Iota de Lacerda.
Antonia, filha de Manoel Felix Barbosa e Mar-
colina Guimarae;.
Adelaide Franeisca da Silva, filha de Fraaeisea
e Assis.
Alexaodrina Maria, filba de Felippe Martinbo do
0' e Maria Joaquina do Espirito Santo
Seeretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 13 de marco de 1874.
O etcrivao
Pedro Rodrigues de Sous*.
Pa* Steam Navigation Contain
ROYAL MAIL STEAMER
SORATA
is.pura-se da Eurona ate o dia 24do corrente.ede
pots da demora do costume, seguira para Babia,
Rio do Janeiro, Montevideo, Buenos-Ayres, Valpa-
raiso, Arica, Lilay e Callao, par* onde recebera
passageiros, encommenda* p dinheiro % frete.
Nao sahira antes das re3 horas do dia da die
gad-i
OS AGENTES
Wilson Rowe AC.
14RUA DO COMMERCIO14
DAS
dividas pertencentes a raassa fallida de Antonio
Jose dos Reis, iia importancia de50:2'>9i880
Hoje
s 11 h rats da niauha
No escriptorio da agenda, rua do Marquez do
Olinda n. 37, primeiro andar.
Por intervenc.ao do agente Dias, qne por inanda-
do do lllm. Sr. Dr. juiz especial do commercio
levara a leilao, no dia e hora acima menciona-
dos.
0 mandado com os norues e quantias de eada
am dos_ Srs. devedores, sendo que a maior parte
delles sao nor titulos ja vencldos, achase em po-
der do referido agente, onde podo desde ja ser
examinado pelos Srs pretendentes.
MATHIAS l)E ALBUQl'ERQCk S. 2
(aiitiga i ua das Flore-).
Tingi se, lava-se e limpa-se coin a miior |-t-f
feicao fa quer qnalidade que sejam, taes como, I*, algodao.
seda, touquiin, pennas, caapdaa a< f- Itro e de
manilha, ou pallinha de todas as cores, etc.
Os Srs negociantes, logistas e particular- *
experimentem que todos acharau pr-v-ito e *MB-
tagens
Aviso : Depois do ultimo destc ni"i figan I <
ficam considerados como abandonados lata -
objectos entre?nes a sta casa no anno de 1*75
e serao veodidospelo precu do sea irabai'
EsiTinn fugido.
Ausentcn-se no dia 20 di tjaarUro p:
passado, da casa dc seu senhor, abaixo aaaifi
o escravo Estevao, com os signaes segiiintes : i :
preta,idade de 2"> annos, alto, espadaiid ; '-
polento, tendo j pescoco curto gruss, e i .
beca um tanto cbala. Dito escravo t nati.-_
provin;-ia daParalnba do Norl<\ fri vecdio-
18t8 na villa do Inva. |h-|i Sr. Pain An toe.. Oa
Costa ao Sr. aif re* M n- 1 Oj As>ump;ao San
tiago, que no mesmo auno o trouxe para m
praca do Recife, vendendo-o entao ao aba:" t
sienado. Presumese que dito escravo tenha -
gnido pan sna provincia natal. Iloga-se, p^is, a-
antoridades polieiaes e capilies de campc a a
prehensao de dito escravo, gratilicando o Bab
assigaado a quern o agarrar e apre-en!.--I-i ra roa
do Bran n 9o.
Recife, 11 de marco de 1874.
Francisco Ribeiro Pinto flaJWitii
Companhia Allian^a Mari-
tima Portuense.
A galera portugueza Saudade, seguira em pou-
cos dias para o Porto, com eticaia por Lisboa.
Ja tem conlratada gr?.nde parte da carga ; e
para o resto, trata-se com c consienatario? f
agentes da companhia,
Jose' da Sitta Isuo & filho,
efa seu escriptono a rua da Companhia Pernara-
borana.
LEILAO
DE
nmacasa te.rrea n. 212, com duas ircutcs, uma
para a rua dc Vidal de Negreiros, e ontra para
a rua Augusta, tendo sala c 4 quartos, e- 'iSo
proprio, e esta li-re e desombaracada di: ,....10 e
qualquor onus
Quarta-feira 18 do corrente
Ao meio dia
0 agente PiobO Borgos, bastante autorisado, le-
vara a leilao a casa acima sitada, em seu escrip-
torio, a rua do Bom Jesus a. 53, primeiro andar.
Os pretendentes podem desdo ;5 examina-la, o
qualqner derlaracao reldtiva, a mesmo agenta po-
de dar.
LEILAO
Administrayio dos correios
de PerTwanlmco, 14 de
marco de 1874
Malas pelos vapores Cururipe e Pirftmm da
companhia peruambucana
A corresnandencla que tem de ser expadtda
hoje (14) pelos vapores acima nerK'ionad os portos do sul ate o Aracajd. a para # ate a Graeja, sera recebida pela mnt-ira aa*
gnJete :
Blfafos da jornaes, impressos de qualquer naltj
peza. e eartae a reflstrar; ate" 2 horas, cartas or-
HESSAGEMES MARITIME8
IJnha anensal
ERYMANTHE
Bspera-se dos pottos do sul ate do dia 10 do cor-
rente em diante, seguindo depois da demora do
costume para Bordeaux, tocartdo em Dakar (Go
peele LisDda.
Para eondiodes, fretes e passaens. trata-se co*>
OS AOEOTTK^
arismaeaalr A ltaMllr
% Rua do Commercio 8
No dia 20 u ~> "orrente vao a leilao todos os
objectos dados em penhor que estiveren vonci-
dos, salvo aquelles que ate aquelia data pagarem
os premios vencidos.
Travessa da rua das Cruzus n. S.
LEILAO
R*eebc alanma carga a frete modico a bares
^mif u.-w JosepUnn tl a satiir treoemenle : tra
se c ^n E- R. Habelto A C, ft ma do Conjavr-
rio n. 48.
HE
iocotnoloras e carros do syste-
rna Thomson, ou carros He
borracba
YorllatA alettbril.
Em virtude de nao se poder dispor de boas es-
tradas de rodagem aesta provincia, os possuidores
An mnlaai*! tmi > _4*C ___l..t i .
do material acima meneicnado estao resolvidot a
Vende-lo todo em leilao on separadamente, confor-
mese convencionar.
O emprego dottas maehinas em granle nnmero
de paizes da Europa, Asia, America do Sorte,
onde ellas lem suhlitoido oa antigos systemas ae
traoiportar caigas peMdas, dispeosam os seus
poasuidores ae eaeareeerMti a sua grande utilida-
de, eoDW meio de Uaasaortv econoinico e commo-
do para o* engaaaea, e toda sorte de proprieJade
agri ola oa industrial, que di-pmma de planicies,
(uja situacSo do* rfspeffiwis d-f ."* zeos fiquem distaptes in htgar d<- prodaecS" r>a de
i fabriea
casa da mm\.
AOS 4:000)8000.
BILIIETES GARAOTIDOS.
I' nte Primeiro de Marfo (outre-: a*
Crrsiioj n. 23 e cams do coitnm-.
O abaixo assignado tendo vendido not .-.- -
i!/t;s bilhetes. um inteiro n. 3,4IS com 7691
iuteiron. 1457 com 200*, um inteiro n. 1454 eura
lOOi, eoutrae sortes de 40* e 20* da I : r:a 'u.
se acabou de extrahir (91'), convida aos r
dores a virem receber na conformidade aoeaaN
me sem desconto algnm.
Acham-se a venda os felizes bilhetes p*MMM *
la 6' parte das loterias a bencPci 4a 'g'cja
do Ainparo de Goyanna (92'), que se 'xlr-ini-v :
scxta-lwia 20 do" corrente.
PREOOS
Bilheie inteiro 4*00"
Meiobilhete IJaaV
tl* PORIJAO DE 100&000 PARA f.UU
Bimete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
___ ___Xhnrml Martins tfuta
. Urn voto de gratidao
Acliando-se fora da direcgao da reparlica j aa
obras pubiicas o lllm. Sr. Dr Jose Tibur.io Per-
ra de Magalhaes, a om o Exn>. prcsid.'iil^ ...
provincia, aproveiUndo sua reeonhe'ida aptiii.
acaba de enearregar de funccoes nao m^n>
portanles. como recompensa dos bons tarti****
que preslou a esta provincia, d de meo rig
dever v,r agrjdecer do alto da impreusa,
ora laeo, a benevuleocio com que S. S. semprf r
dignou tralar-me, e a maneira delirada c pr--
vas dc .nfiaiica que me dispensou dnrante rt-'
o tempo que sob suas ordens e suprema lica!'-.
cao. servi o lugar de guarda da illumin.v-4*
blica.
Sirvam, pois, essas toscas linhas de signai a
quivoco de minba gratidao a essc distincto c*
valhoiro, a quern offereco os meus insignif'Cart-
?ervicos em qualquer logar em que me ache f-vt
qualquer posicao a que a snrv me condoia,
Recife, IS de marco de 18/J,
Manoel Jeromymo da CimI* ILKS-Si
Um sitio aa travasu da Cruz das Almas, perk,
das estacoes da Tamariaeira e Jaqaeira, com ex
cellente casa de vivenda, nova, moito commoda
e asseiaaa : tendo i aaias, quartos, e font -o
zinha. daspeosa, sala de eaffooMaar, quarto de rr-
tJnbeiro; asim como o uiieira, e->umsria, dou-
quartos para criadoi, Utriaas, cercado de ferr
banbeiroi fatlinbeiro, etc. etc : a tratar no eitic
do comrocn iad.r Tasso.____________________
Prwisa-fe alu^ar uma easa boa, con ba-
taatcs comniidos o.r* grande awniha a qae ki.
nos segumtes lag-res : Soledade, Capunga, Man
raioho, iis'rad* ile Joao de Barros, an nor outre*
fngares p*rto deste* : qc.-m tiver anaoncie nar&
ser proenrado ou iM.iJa e i rua Csxiv n lit.
| HIGlHL


^^^wavi^Maa
>!ano 4o Feraambuw 8dt>*baclo 14 PUNDIpO DO BOWMAN
RUA SO BRIM N. 52
4
I
\/ *-
(rassitndo o cflafariz)
PEDR.V AOS MDboret de oop^ubo e outre* agnail ores, empr.* .ie u.
afemismo o favor de um vi&iu t'sea ost^Kciioentu, para, jtaaa a m' ortnmuu
tompleto qae abi tern; sendo tado superior em qaalidade e lortidao; o qne com i in*
aaccio pasaoal pode-ee veri8ar.
SPECIAL ATTENCAO AO NUKERO E L06AR DE SUA FUNDICAO
VanorAA ft rnrlaa H'no-no doa mais modernos aysttrhts e m ta
vapuroa V rUUl&S a RgUa machos coovenietrtes para a direnat
rcOTtanciaa dot lenborea proprietariot e para deacaro^ar algodlo.
MoGTldaS d8 Caiina de.tod08 tam,nb'08' "Imeloorcs qna aqoi
Sodas dentadas ""***.*"
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiqnes 9 fandos de alambiques.
Mll.^)liniQmna Pr mandioca e algodlo,| Podendo' todos
UMHUIU91uU9 para aerrar madeira. |ger inovido* a mio
Bombas
/por agna, vapor,
da pateote, girantidai........ | on aDimaes.
Todas as machinas i^*t p|w-
de machiaisms, a preco mni reatimido.
Fas qualquer concerto
Formas de ferro
Sncommendas.
tem is melheree e mart fearatas existentet do mer-
cado.
Incambe-ie de Bandar vir qualqner machinismo i von-
tade doe clientei, lembrando-lhei a vantagem de fazerem
anai compraa por intewnedio de peisoa entendida, e qoe em qoalqner oeceaaidade pode
Um preeUr anxilio.
Arados americancs 9 iMlrn,neDtM ******
RUA DO BRUM N. 52
P ASSANDO O CHAF ARIZ
FUNDICAO DE FERRO
k rna do Barao do Triempho (rna do Brain) ns. 100 a iU
CARDOSO IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra complete sortimeBto de ferragens e machinas ;para en
genhos, asmais modernas e melhorobra que tem -rindo ao meresdo.
VaporeS de for$a de 4, 6, 8e Jeoavallos.
UalueiraS de sobresalente pare vapores.
M.OenaaS lllteiraS emeias atoendas, obra comosiunca aqni veio.
TaiXaS fuildidaS e batidas, dos melhores tobricantes.
KOdaS d aglia com cnbaje de erro, fortes e bem acabadaa.
RodaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
ReloglOS e apitOS para pre.
BombaS de ferro, de repucho.
AraaOS de divereas qnalidades.
FormaS para aSSUCar grandes e pqnenas.
Concertos concertam c<>m promptidio qualquer obra oa machine, pa?a o que teem
sna fahrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOnnnendaS manaam v'r Pr encommenda da Europa, qualqner maoiiinismo,
para o que se correspondem com uma respehavel casa de Londre*
a com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar ussentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 &.104
FUNDigAO DE CARDOSO & IRMAO.
ODILON DUAETE &
CABELLEIREIROS
Premiados na exposicao de 1872
RUA
iu
IMPERATRIZ
N. 82
,' ANDAR.
RCA
n.v
IMPERATRIZ
3. 82J
i. ANDAR.
Acabam de reformar o sen estabelecimento, collocando-o cas melhores con-
dic^Oes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e is Exmas. Sras. n'a-
qnillo que tor tendente & arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras taDto para homenscomo para seDhoras, tupete, chigoon,
coques modernissimos, trangas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabcllo.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamento por todos os vapores da Europa, as suas encommendas o figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /o menos que outro qualquer, garantindo
perfeicdo no trabalho, agrado, sinceridade e pre^o razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vendo-se cahellos em
por5ao e a retalho e todos os utensilios pertencentes d arte de cabelleireiro.
CHAPE0S DA ULTIMA M0DA
Cbegaram lindos e bem enfeitados chap^os do mais apurado gosto, para senhora : &
loja das columnas, de Antonio Correia de Vasconcellos, A rua Primeiro de Mar-
50 n. 13.
33
Mruclor e afiaador de pianos
Rua do Imperador-
33
Ex-atfnador das anligM e afamadaa eaaas Pleyel d( Herz, e antigo director das offici-
oa casa .vtphonse Blondel.
Tem a bonra do ieclarar ao raspeitaval publJco desta cidade, qne tem aberto sna easa de
coocertoe e afinasdes de pianos, qnalqgM* que seja 0 estado do instruraenio.
A mesraa casa acaba de receber usi grande sortimenlo de piano* dos melbores fabricantoi
de Paris, eorao Erari Heyd, Henri Ben Alphonse Blonde!) toaos ot piano? sihidos da easa
Dhibant eao garaotidos.
Compra-so e MCato-to em troca os pianos nsados.
Na raa do Impenidor
n.28
prcisa-e failar aos segniotes seoborea :
Domingos Marlins de Barros M-Meiro.
Bmigdfo Harifues da Santiago (Or.)
Joio Vaz de Otiveira.
lose Francisco Lop** Uma {%tamb]L
Maaoel Perein Braodio.
Manoel dos P Theotoaio de fevroe SiWa,
PrancBco do 1^4 Bones.
Praneiscit 'nt >n\.< ft>Mii
{' Torre
Aluga-se para pssara festa am sitio com
eiceilente casa de babiucio e banho no rio
i frenta desta x queoi a pretender, pode
^procurar i rua de Gerra^io Piras n. 94.

f)f
4!) Rna do Inperador 491
ao da Victori i
qimlidndti rte jii;mr>s Suns
o qua! os amadores Co*
t
tin i nrt|iwf*i dr pianos dos man nfamadns Btttori^;
.....o 5W*: Hct/, Meycl, Rap, cic. Uilonn--* taud-rm m\
rinre*, mandados expressamente construir para este clime,
bons pianos $6 oncontrarSo nesta casa.
Rocebem-sc pianos usados em troca.
Cnncertnm-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
que ha sempre o mais complcto sortimenlo de materiaes para concertar pianos, pomo
sSo: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
marfim, etc., etc. ; i
49 RUA IIP IMPERA11QR 49
REDUCgAO DE PREqOS
FABRICAS DE CHAPEOS DE SOL
DE
MANUEL & MAESTRALI
Rua do Barao da Victoria d. 23
ESQUINA DA CAMBOA DO GARMO
E
Rua Duque de Caxias n. 64.
Os proprietaries destes estabetecimentos participam ao rspertevel publioo, e a seus
freguezes, que teem sempre um cornpleto e variado sortimento de chapdos de sol de to-
das as qualidades e tamanhos ; tendo resolvido fazer reducgSo nos pre^os dos mesmos,
e achara-se em condi^des de poderein vender mais barato que em outra qualquer parte,
visto reoeberem todos oe seus artigos em direitura, e achar-se um dos socios na Europa,
percorrendo as principaes fabrtcas.
Ghamam a tten;ao dos senhores logistas para visitarem seus estabelecimentos, e a
vijta dos pre^os e boas qualidades dos arto'go, n8o deixarSo de comprar.
Gobrem-se e concertam-se chap^os de sol de todas as quahdades, com promptid ao
e a precos modioos.
Na rna do Barao da Victori 1 b. 3G precisa-s>
allar ao Sr. vigario Andre Cnr.'Mio dR Araujo Pe
eira, t negocio de seu infresse.

-u

km
Vhi i se prestando u pequeoo cspaco do ormazem
d. 40 A, a rna da Madre de Deos, para nra abaste-
ct absixo assignado almejava ter, acha-se -d'ora cm
dwute aberto outro estabeleoiiiiento sob a mesraa
V.a -miua^a < d
Xtmim do fiifflo
A' rua do Amorim n. 41
-eem todas as-proporcSes desejadas, e onde pode-
Fio os seofcones fregnezes dirigir-se, certos d^
qae, como a dicidade dos precos, a major sinceridade possivei.
Enire as diflerentes marcas de fnmo da Bahia e
Wo de Janeiro, qne tem si4o annunciadas, acaba
de chegar uma encommenda especial, e qne muito
deve convir aos senhores frrgnezes. Consciente o
abai.xo assigoado de que neste gesero de negoeio
nio esta sem competidoree, fara muilo por evitar
qne tambem tenha com relacao ao pequeoo la-
Jose Doniingue^ do Carmo e Silva.
Altencao.
FIGI0.
Fugio no dia !. de maroo, da casa de seu se
Bhor, a mulau-. de nome Lydia, com os signaes
seguintes : baixa, gorda, cabellos crespos, peitos
grandes a cara. larga : quern a appre- ender tra-
pa-a a rua dt -Santa Rita n. 3, entrada pela rna
Nova.
Chapas e argolas ameri-
canas
O Habricante -destas, tem a hoir.-a de pai ticipar
ao respeilavel pnclico que, tendo de retirar-se
para a corle brevemente, so pode receber encom-
mesdas ate o dia '7 de mar jo portanto roga aos
seahores que quizerem munir-se de ditos objectos,
maadapem as suas. encommendas com anteceden
cia ao hotel Esiamraet, a rua dolmperador n. 32,
das 9 liur.i-, ao meto dia.
nm
Conskiodo -ios abaixo assfgnado achar-se nes-
ta pracio *-. .Manoel Fernandes de Garvalho, ren-
deiro dos engenhos Barra e Preguica, em Ma-
manguapc, pitafiuia da Parahyba, veemrogar ao
raesmo o ubzeqain de vir entender-se com os
abaixo assignados immedialamente sobre negocio
tendente aea referidos eng.>hos. Rna do Amoriro
37, escriptorio.
Tasso Irmaos 4 C.
Sementes de hortalices
vindas pelo ultimo vapor, a rua da Cadeia do
Recife n. 53; tambem na raesma loja recebem en-
commendas para o sitio do Ahrigu em Olinda, de
arvoresfructiferas e oolras proprias para adorno
de ruas e jardins, sortimento de palmeiras impe-
riaes e de outras qnalidades ; assina como pes de
flores para jardins e vases, tudo por modico pre
co e garanie-*e estai'em bem enraizadas todas as
plantas como c de costume.
Pngio do engenho Firmeca, na freguezia da
Escada, no dia II de fevereiro, o escravo Albino,
crioulo, com os seguintes signaes: cor preta, idade
de 20 annos, alto, corpo regular, bontta fignra,
olhos nm pouco esbranquicados, tem de nm lado
das costas um carocinho a semeihanrr de uma
jaboticaba : pede-se as atftoridades poticiaes e ca-
pitaes de campo a apprehensao do dito escravo,
podendo entreea-lo no dito engenho, ou na rua
do Torres n. 12, escriptorio ; certos de que se
dara boa recompepsa.______________________
Pede-se ao Sr. Joaquim Pires Ferreira, o fa-
vor de appareeer na rna 'Primeiro de Marco n. 7
A, Is andar, a negocio de sen particular inte-
esse.
Precisa-se alugar um escravo para o service
em casa de familia: na raa Primeiro de Marco
n. 23.
PENHORES
Na travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
Ajfrnso de Alhvquerpe rlello
ineumbe-se de promover ccbrancas amigavel
ou judicialmente, assim como de ontros rttgecios
coneernentes a sua protissao, nos lugares proxi-
mes a linha ferrea, e nos outros termos proximos
a esta cidade; para eujo anxilio tem o anaun-
ciante soJicitadores habihtados e probos, rcspco
sabilisando-se no entanto peia boa gestao e cents
do qne Hie for confiado.
Mediante modico honorario acode aos chmados
para diligeneias ou consnllas fora da cidade e do
termo e inenmbe-se da defeza de appellacdes ante
o tribunal da relacao. Fode sf proenrado de
meio dia is 1 boras da tarde em *eu escriptorio
rua do Du.iue de Caxias a. 37.
Attencao
Previne-se ao Sr. Manoel da Silva fleis que o
abaixo assignado e credor da taverna da rua da
Fundicao n. 4, e que protesta contra a corapra
annnnciada ne Diario de boje, e que vai tratar
de promover judicialmente ten direito, e qne em
qnanto nio for pago, nao coisiderara legal dita
venda. Recifi;, li de raarco da 1874.
Mauoel Rodrigues Pereira.
Na rna larga do Rosario n. 2t, loja de cal-
cado, precisa-se de nma ama qoe uiba comprar e
cozinhar.
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
O abaixo assignado faz sciente ao respeita
vel publico e com especialidade ao corpo do com- {
mercio, que julga nada dever nesta praca ou
fora delta, e quern se julgar credor apresente
seus documentos no prazo de tres dias, que sera
pago, e depois desta data retira-se para Europa,
e aeixa nor seus proeuradores aos Srs. Jose Jacin-
tlio dc Medeiros e Francisco do Couto GnimarSes.
__________- Feiisberto de Medeiros Barbosa.
Recreio dramatico.
De ordem do Sr. presidente da asscmblea geral
sao convidados todos os Srs. socios para .-e reun
rem em as-emblea geral no domingo 15 do co
rente, as 10 horas da manha, no lugar do costu
me, alim de ter lugar a eleicao da directoria e d
commissao do contas, segnndo e.ita di.-posto no
1 do art. A., 2* do art. S. dos rcspectivos esta
taloa.
Encrnzimada, 0 do marco de 1874.
O 2 secretario
Fabio Cama
E. A. DELliUCHE.
49Rua do Marqarz de Olinda 1H
Acaba de receber nm grand* sortimento re
logios americanos para parede e mesa, (< 'orda
de 24 horas e de corda de 8 dias, corn d .-tador
dos melhores gostos e qualidadc.
Relogios de ouro patenle inglezverd;'': iros, des
coberto com ponteiro grande no mci dos mais
modernos e do melbor fabricante d': Lindres.
Grande sortimento de relogio Co prata, prata
dourada, cobertos e descoberu s. Ditos de prata
foliada (plaque ), orisontal e patente, de todo
preco.
Cadeias de plaque e de ouro.
Lnnetos e ocnlos de todas as qualidades.
Verdadeiros vidros de christal da Rocha, para
vista cansada.
Vende-se tudo por preco mais baratc que em
outra qoalqner parte.____________
Aprecieiii eomo se \ende haratu
S6 o n. 20
RUA DO CRESF0
LOJA DAS 3 PORTAS
DE
Guilherme & Ck
CA9SA-LA
Acaba de chegar esta fazenda com bonitos pa-
drSes, e que se vende pelo diminnto preco de 2 rs. o covado 11
METIM
Metim tranc-ado, padrSes bonitos, a 320 rs. o
covado 111
ORGANDY DE CORES
Cambraia organdy de cores, fazenda fina, boni-
tos padroes, pelo diroinuto preco de 320 rs. o co-
vado 111
LAS ESCOCEZAS
Novo sortimento desta fazenda, com bonitos
padr5es, que se vende a 240 rs. o covado!! I
CRETONE
Cretone-claros e escuros, bonitos padrSes, e fa-
zenda fina, pelo diminnto preco de 100 rs. o co-
vado Ml
LAS MODERNAS
CompJeto sortimento de la de todas as qualida-
des, pelos diminutos precos de 100 rs. o covado,
e pechiocha 11 I
Cortes de casemira d$ cores, a S|(00.
Colchas estampadas e com barra a 34500 e
44000.
Cobertas de chita adamascada a 34500.
F-enfies de bramante a 24000.
liit--.; de algodao a 14400.
Toalhas alcochoadas, dnzia, a 048OO
Lencps de cassa com barra a 14000 a dnzia.
Ditos de cassa abanhados a 24OUO aduzia.
Ditos de esguiio abanhados, em eaixinhas mo-
dernas, dnzia, a 34500.
Cambria transparente fina a 34000 a peca.
Cbales de todas as qnalidades e precos.
Bramante de algodao e linho a 14*10 a vara.
Dko de linho puro com 9 e 10 palmos de lar-
gura a 24500 e 248OO a vara.
Algodao marca T, largo, a 54000 a peca.
Dito domestico a 34000 a peca.
Brim com listras, irlandez, proprio para cami-
sas, a 440 rs. 0 covado III
Madapoloes Irancezes de todas as qnaltdades de
54 a 84500 a peca.
Chapeos de sol de seda com 12 aste3s, pelo di-
minuto preco de 84500.
Camisas inelezas, todas forradas, fazenda de
linho puro, a 444OOO a duzia ; e pechincha, so se
vendo.
PopeMnas de linho e seda pelo diminnto preco
de 800 rs. 0 covado; e pechincha, e dio-se amos-
tras.
S6 o n. 20 da rua do Crespo
I.oja das tres portas
DE
Guilherme & C.
JUNTO A LOJA DA ESQUINA
HOVA.S PUBLICAQGES MUSICAES.
A. .1. il AzevcdofKun %' n ffl
Aca'jam de pu'ilicar se, achftm
venda as seguintes musicas :
i'l\NO SO'.
Dasse ESPAN1101.A, porAsch'.r 2J
Arabf.ii.a, mazcrka, por r,. \,r.
theimt-r
Valsado Kacsto, per Croyies
SONHO !)E UMA V1ROE.M, DOF llfrer-
tazzi
Anna i.a Prie, cavatina
AoClair oe la Lt'XE, por osMMfW
ESTREI.LA DO gW|rbM|>| ^ ,, p),
Sauda^ao ao Bahia (
Cricket, por Seixas, ollerecida nos
chrickets club pernambucariO e
babiano
PIANO E CANTO.
Desespero, muito liudo romance
por I. Smoltz
Non m'amava, romance por Goettil
Tambem recebeu da Europa erande srr
menide musica para piano, piano e
antoudos, methodos, etc. ttc.
IZ v
i?..oo
lfi-rt.
12 MO
If 000
Mi
190M
0
.111
Os Srs Jovioo Fernande* da Cruz e Jcaquim Cle
mente de Lemos Dnarte, rto diamadai a ru^ d>
Coronel Suas^una n. 2*i, aegoeie o> particnUr
interesse.
jin mil
select a e r'e omhigo
iKuxeri.idj ,
bapotizciro
e sapoieiros de II pa!m>is km
;>*: e de lod*^
os tamanhos e precos man .' n a d = que dan-
tes ; as?im como ae scguiutes ou.r plantas
da
fructa e de ornato :
Aba<'ati.
Acacia.
Ariticum a pe.
Canella.
Casnarina.
Cdrolina do principe.
Condeca.
Corarao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Fructa-pao.
Inga do Para.
Jambo.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
Dita do ceo.
E outras plantas:
ura n. 20.
Laranja
Dita de d y.
eravo.
lo Para
DiU briu:-
Dita Ungenua.
Lima da Persia.
Dita de uiuLigo.
Limao fracTZ.
Dito loce, enxt-rtado
Oiticott;.
Paimcira \m\ '.-
Parreir*?.
I'inhciras
Romeira*.
Rozeira^.
Roji-da
Qfaaia
na CafOOga
:. da Vc
Quom precisar de unu patioa
casa de houiens solteir.is, dirija m
rua de S. lose n. 18, que leaara
tar.
ara ama "to
Taveaaa d
rn tra-
N.A
Esta encouracad*
1} f
ESCRAVO FffilDO.
Desapparecen
e, do 1
Pcde-se ao Sr. consul portugnez que haja de
designar 0 dia em que tenbam de ser pagos os
credores do espolio do fallecido portuguez Fran-
ciecoda Costa Basto, uma vez qoe ja decorreram
mais de seis Inezes. _________
Engenho
Vende-se o enganho S. Pedro, situado na pro-
viccia de Alagoas, eomarca do Porto Calvo, a
menos de uma legoa distante do porto dc mar do
Gamella, tern oxcellentes terras, matas, e safreja
regularroeBte 3,(00 pies : a tralar na rua do Vi-
gario n. 31.
ao amanhecer rfr dia do cor
rente, do engenho Serigi, coraarc de G >anna, 0
escravo de nome Jose Borges, n. ire j assucar,
tendo os signaes seguintes : cab' Id a 30 an-
nos, ponco mais on menos, boa gnr um tanto
grosso e cspadaudo, sendo 0 ? sal iau visivel
uma gomma na jnnta do p6 e>-1 erd : roga se a
todas as autoridades e capitals uca po queiram
apprehenderdito escravo e leva-I. ..o referido en-
genho, on nesta praca a Oliveira Filhos & C, Jar-
go do Corpo Santo n. 19, qae serJo generc-samen-
te recompensados.
Asrua mule <-;! y<:|;;>. diaf
Tanto !a te ac ften:
Roga-se ao lllm. ?r Ignacio VMra aa If Mi
crivao oa cidade de Nazar-th desta y. riacaa
favor de vir a rua Duque de Caalai t JO, a cot.
clnir aqnelle aagorin ant s ^ se r ti^n
realisar,. pela terceira chamada dV'> nuL
fins de dezembro de 1871, e depris ;an Janeir.
passon a fevereiro e abril do 1875, e .da awpr:^
e por este motivo i de aoTO chamado para !
um, pois S. S. se deve lernfcrar <\a( m
ie mais de oito auuos, e qmndo n s -^u fake at
ichava nesta e idade
Emprezadogaz
A empreza do gaz tem 3 h-nra d aniinnci...
puMico qne recebeu uliiinamente jm eipla
sortimento de lustres de vidro, canJieiros. arji.
delas e globos, eojaa amotras e.tao no escripitir...
a rua do Imperador n. 31, e serao venJid 1
sens fregue?es pelo nrec-> mais razoavel |
ALUGA-SE
uma casa na Capunga, rua Jas fenuatocaaa
com coxeira e quartos fora : a tratir na raa II
\ igano Tenorio p. 31
Garanhuns.
Offerece-se
pnv ,.nTM.Nin: no t*>r?.;, d T.mbia a M.
nm moco brafiteiro, com bMlanie pratica de ta-
verna. para raixeiro, dando flador a ittia conincta :
qum prret**r, pMe dirigir-se a raa larga do Ro-
sario n. >4 (antiga dos Qaartels) fabrioa jle'ci-
farroa.
100^000 de gratificacao
Engenho Santos Mendes
Fugio no dia 20 de dezembro, do engenho San
ios Mendes, eomarca de iNazareth, fregnexia de
paennhaera, a escrava Maria, crionla, 50 annos
de idade, pouco mais ou menos, baixa, grossa, cdr
preta, rosto alquebrado, pes secern e etpanados
dedos curtos, cabellos braaeos, canellaa finas, tem'
dona signaes cabellndos no queixo, e e bem ladi-
na. A peseoa qne entregar esta escrava on ao sen
lono, qae e 0 senbor do engenho acima, Lauren
tlno Gomes da Cunha Pereira Beltrao, on ao Re-
cife, largo do Corpo Santo n. 19, t* andar, sera
erompwnsada rom \ qnzntia de 1001
tendu 'te effertoar se a compra do sobrado
n 21, da rua d s Qu*lro Cantos, hoje do commer
do, aa cidade de Olinda: quern se julgir eom
qualquer rtirito sobre o mesmo queira daciarar
pnr f>te Di-rt, >k, i*k. de i dias. w* pena ie do
pio .-baiuar iS dep.ils Igneraoeia.
LOJA DO PASSO
OE
(iordeiro Siiuoes & C.
Acabam do receber pelo vapor Mendoza :
Riquisiimos cortes de gorgurao de seda lisos e
com jistras achamalotadas.
Ditos de linho para vestidos, contendo eada cor-
te, 0 neces.-ario para sen enfeite. como seja :
franjas, trancaa, botde*, fiveuas, etc.
Riquissimos chapeos para aenhora, ultima moda.
a raa Primeiro de Marco n. 7 A.
SAQUES
Carvalho dt Nogueira, na rua do Apollo
tr. JO, accam sobre 0 Banco Commercial
de Vianna e suas ageucias em todas as ci-
dades e villas de Portugal, a" vista e a praz<
por todos os paquetes.
Offereoe-sc uma senhora para co3er por
machina, em qaalquer casa de familia : qucm
pretender dirija-se a rua do Imperador n. 44, 3.<-
andar.
Na
allar
ose Paes
sse
rua do Barao da Victoria n. 91 pn .
aos Srs. Pedro do Rego Oaves Pcix V
da Silva, a negocio de partknlsr :r.f*-
Konbo.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro quo
molhados : na rua do Range! n
tenha pratica de
37.
FUGIO
0 escravo Juvenal
Fdi trajando calca de brim de ri de chita de riscado e chaf^o de pallia de Italia.
E' de cor parda, de 12 annos de idade, tem falta
de nm dentes na frente e e bastante paroleiro :
roga so 3 apprehensao do mesmo econduziloa
rna da Cruz a. 3 on wmde da Boa-Vlsti a. 51,
para ser gratificado.
AKCB^tt-:.
Purfo do engenho Fameta. oa f^gnerfa da
Escada, no dia 11 d" tovareiro, o escravo Al-
bino, crioulo, com oe aafointet siwves; c6r
preta idade de. 20 anaos, ail.., eofpo irgular, bo-
n:ta flgura olhos um uowxi esbranquicado*, l-m
de um lado du eo.-Us ura careiaa i*m
Ihaaca de uma jabaucabn. Ped^ m as ant-riila
des pohcia^-. e cpiig>i d. amini a appreheusa..
fljto *% rave, podend. -i.-gM-br p.i .hu. u-
- oa >ta rua do T-,, ., u, ecripu.iio,
PEftDEIKSE
um saqoe de Joaquim Jose Goncalvea Beltrao so-
bre 0 banco do Minho, a favor de Manoel Lopes Fi-
gueira, da quantia de 53$, m eda forte : pede se,
portanto,a pessoa que achar,leva-lo a rna de Santo
Amaro n. 40, ou rua Velha n. Si, que sera re-
compensada._________
Muito barato
Aluga-se a loja do sobrado da rua Direita n.
ISO. serve para negocio e moradia, mediante um
modico repartimento, tem agua, gaz, e apparelho
de bmpeza, 0 aloguel 0 favoravel : trata-se na rua
do Imperador n. 81, on a rua da Palma n. 2S.
J. Qhacon, guarda-li-
vros da casa commercial de
Basos Silva, roga a todas
as pessoas que se julgarem
seu credor o favor de annun-
eiarpor estejornal
Amrrie Snne Correa reura se para a Kn-
rH>a, a Uaur d MuvsadaV, e rteixa per was pro-
cHrad- r *-> primeiro Innr o eapiUo
iguaci V. dro ,11> Neiae, e em segundo tleawDte
JoBod.) d;nca.
.Na noil... de i para I do eomata t atarai
rua dos Pescadores n. 19, toda n.upa d; uso t
as iniciaes do abaixo a$sipnado, iaehlive t 1 .
peo de feltro. 1 par de botiaM e 2i en diabeir
0 lad.ao aproveitando a oecaeUo em bh ae |>e-
soas da casa dormiam no quintal ; entron aria
frente na alcova e alii pescou tndo quanto en.-aa
trou nao so nas canastras por esiarem aarrtae-
como fora; de*confia e de nm wlho qu* h.-. ten r -
suspendeu com 3*S00 de um quarto da nvsmu
casa. Gratifira se bem a pessoa que d*s-vhrir nr>
der noticias eertaa.
Recife, 5 de marco de IS74-.
________ Lauriaoo Jose Pjrr nu.
FUGIO
a 2 do corrente me, do engenho Spucaia, beribe, 0 escravo Geraldn, c6r bem preta, alto ar-
ma do commum, reforcada do corpo, olhos peqo
nos e regalados, tem nm tropeco no principi. da
palavra que parece gago sem 0 ser, natural *
C ara, idade, ponco mais on menos, 24 annos,
vouvestido calca ecamisa .lc algodij branco
tambem nm paletot preto ; consu que die eUva
em casa do Sr. Frederico Chaves, mirador rau:
proximo daqoelle engenho, dizendo a quem 0 ea
contrava que o mesmo Sr. Chaves 0 tinha com
prado, e com esu noticia reconen-e a aafaTi
que pres ou ires soldados, e na oeeaMio em oae s.
aproximavam da casa daquelle senh r, en-onlrv
SX^L'SP em "* n* 8U* P0"*. **
undo que 1am em sua captura, p6de ev*dir &
now, e depois desse dia (6 do comnte) ainda na
se (eve mais MWl: pede se as antoriilad*s com
petentes e capitaes de campo a sna captora.
II
Precisa se alugar nm moteque de IS a 13 aa>
nos de idade, que seja nel : qntm 0 tfvar, dirii*
e i rua estrriu do Rosario, sobrado a. 36. V
mesma casa foraeee-se romidas para Mra.
Pfrdrn-se
Quem achoo arii papelt perteannaau ao paare
Vice".t* de Felmpis. tenha a boadade da leva-lee a
ma Imperad-t, loja de chapeos, aa Maia, qae
repowpenss.fo.
No ce> d Ap-iUu 11. f|, paga-sc m
um bom cvzinbHrw: pr fre-*e (hi: a.
t
/.



I
6
,
^ibtt^fmw&w SaJ&ado l&MMm> Mfe
Vendee i
traodo amwi
que bota par* a
casa de ta-
I Mgo, com
iaifr -a? (fuiutal
Imha fnteft, eoraMnateiras no
vas, prefFi'vlo-?8 a trora pnr tuna tedh cidade,
c preco e ri.^itn cowed*: quern peeteanVr di
rija-se a mesma casa, que acbarii com qaem tra-
tar.
*- Furtaram nm cavallo de c6r rudado, m 9
greirao, clinas para a direita, pescc-eo pedrez a
com dons ferros em segaida urn do outro. e no
quarto esquerdo tem I, signal qoe trouxe de Pa-
jeti, cnjo cavallo foi fnrtad no dia *a do cOrren-
te met, em um, raocho da eslrada nova do Caxan-
ga I pessea qne do mesmo der noticla a Ber
narde- Jose da Roeha, morador em- Paled, on na
rua Primeiro de Marco n. ii, loja, sera generosa-
mente gratifieada.
Recife, 17 de fevereiro de 1B74.
CASA DA MM
Rua 1. de Marco n. 23
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem 3empre exposto a v
da bi.'lietes da lnteria do Rio, cnja extraccao i
unciara pelos jornaes.
Preco3.
Inleiro J4fO0O
Meio 11*000
Quarto 64000
Manoel Marlins Fiuza.
Aind'i contimia fucido o preto Ignacio, d-
altura regular, seceo do corpo, eabeca e ps pe-
quenos, falia de dentes na frente, deve ter ra bos
dos dedos das maos calejados, do service do padae
na, fegnla 40 aim. s de idade, fugi > em 4 de Ja-
neiro proximo passado, coosla queanda no Barro,
ou enlao segiuo para o scrtao : pede-se as auto-
ridades on pessoas que o desrufcram, a saa cap-
tura, e leva-lo a rua do Lima U-.171, padaria, em
Santo Amaro das Salinas, qne se gratificara com
5OW06.

Dr. Antonio Carlo* Perei-
ra de Burgos Ponce de
Leon.
O bacharel Adolpho Pereira de
Burgos Ponce de Leon, sens irmaos
ntonio Carlos Pereira de Burgos
Punce de Leon e D Thereza Ade-
laide Pereira de Burgos, seus cn-
nhados Carlos Pereira de Burgos e
I) Maria Adelaide Tavares de Bur-
;>', sua a v.i n. Praucisca da f.unha Bandeira de
Mello e seu- ti s, do intffflo d'alma agradecem a
todos aqu< II s que, amigos e cheios de bondade,
se d/goarara acompanhar ate a sepultura os restos
mortars de son prezadissimo pai, sogro, Olho, ir-
Qiao u eunhado. o Dr. Antonio Carlos Pereira de
Burgos Pom-,- de Leon, e com i rotunda dor pclo
seu passamento, os convidam para assistir as mis-
mas que no di-i 16 do corrctite. as 8 horas da ma-
nh.i, retimo da de sea fallccimento, serao cele-
bradas no convent*] de S Francisco.___________
Joaquim Claudio Monteiro, Zeno-
bia Sophia Monteiro. Ildifonso
Claudio Monteiro, agradecem a to-
das as pessoas da cidade da Escada,
quo acompanbaram ate a raa-
triz e d'ahi ao cemitcrio, os restos
nortaes de seu prezado irmao Jose
Aoffensu \J. -.."'ro, e envidam aos amigos do fal-
lecido o ca: j.so obzoquio do assistirem a missa
d> set'uno dia. a 14 do en rente as 6 horas da
';..:.: a, na igieja do convento da Gloria Nao
pedfra d. ixar de testemnuhar ao Sr. tenente co-
rou; I Ant >nio Goncalves Ferreira os services, os
''oK-quio-, e a grande vontade de sempre se pres-
i..r eomo um vtrdadeiro amigo durai-te a sua en-
nidade aiii, ate v seu ultimo momento.
Aiiaada.
Na rua do Barao da VJstoria n 36, p
fallar ao Sr. twente hsi Maria Pestana,a ne-
gacio de sea interesse.

' *"
Preci-s-de
duas amas para
casa de pouca fa-
milia, sendo uma
para cozinhar e outra para engommar, pre-
ferindo-se escraras, paga-se bem, ae agradar:
a tratar no largo do Paraizo o. 28, 1 e V
andar.
Precisa-se atofar um* ana ecrate- para
comprar e cozinhar para uma pequena familia
estrange!ra : narua (Jo Marqaez k Oiindan 49,
bja.
Precis* ae de njaa ama rtiYa^liiiDhaV e que
compre : n tyetnf do, C4rpa Sm*o n. ll___
do-itoaaiia tk loja eal-
nma ama qoe aitm cozinhar e
Na rue _.
?ado,.precis*-ae
comprar
A ran Preeiaa-tfe 4b am*- i|Ba para otiinhar
^i-iiia easa de bomem ssftaJiif: a tntfar do
pateo da Penfta n. 8
IrVeetoa-ae de *ma
nuraero 98.
que
saiba corinbar e comprar pa-
ra ponea fnte : IPrua Nova
AMI
Precisa-se de
cozinnar : no

de um*
"JlfeJ,
^s
para
"twgo
AU K ca*deMpMoH*^^^
1'A rit ra cozmhar e etgoromar,
Piado-se moca : a I rater na rua de ffed>ro
so n. 25, antiga rua da Praia.
Ama de leke.
Precisa-se mna ama leite e qoe nao tenha Bfto : a Tfafar na fda A
Dnque de Casias n. ill
-----------------------------------------1 j. i. ............
uma grande casa de fomtka, na l*pnig*i nt di
Ventura n. It, tendo quartos for*,. b*tthetn9.co-
cheira, gallinheiro, etc., etc : a tra*ar*-aaesma
casa.
Joaqnim Joee 6ones wiira m para
a tratar de sua saude, e durante saa
deixa por sens procuradores: em 1.* lugar sea,so
cio Bents Jose da Silva, garente de Ma, %*
Manoel Ferreira Mattozinhos e 3. os Srs. Carva-
lbo & Souza.
Becife, II de mtrgo dyj87i4. ________
Na rua de Santa Tbef'eza n. flO se dira quem
vende 6!) palinos de torreno, em.fielera.
Aliiga-se
uma saia aa ro* Doqtie de Caxias n. tl, propria
para advogado ou caftorio : a tratar na loja.
E0UB0
Para tranquilidade das pessoas qne teem pe-
nhores em poder do abaixo assignado, declara o
memo, que os otojeetos ronbaios eram seus e
estavam fora do cofre de sua can, onde estSo
guard ados os objectos dados em peohor, en cuto
cofre os gaiat.s nSo onsaram tocar. Recife, ae
marjo de !874.
Julio Isaac.
Escrava fiigida
Cutituia *etar fugida desdeo dia II de Janeiro
i nais oa menos. Mm* dfcoi'um puco'So
ados e andar moderado, traja re'sfidb ,e !efcle
pwtos, eoslutna modar trajos, tem uma cieatrix na
perna esquerda, anda dixendo cue o senhor mor-
reu e deixcu ella forra, esta la para o Cabo por
ter la um filho de Dome Felix : e por isso roga-se
as autoridades policiaes ou aos capitaes de campo
a apprehensao da dita escrava, le.-ando-a ao Ca-
minho Ifovo, i ma senhora, sirio b. IK), on na:
ro* da Caciraba n. I, que se recompensara geno-
rosamente. __________________
Alnga se nma casa na rua da Praia do Cal-
deireiro n. 21 : a tratar na rua do Livrameuto n
t3, loja do Sol-______________
Aos 4:0009000
MhetJfr gtraiiti4s
Aua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
Acham-se a ydbf I? a^# Wb:
'antidos da 6<^|
igreia do Amparo
no dia fQroo wr-
it) .
Meio
2*000
Recife, 13 IMMMtyftat
Jo>MmquiiH da Costa UO*
Sao convidadqf.Srsen*
Erimeira sessae, parVllma
eneflcente dos cigarrairoe, no doming* 13 do
eorrente, as 9 hoTas^daSrtnlm, na fua ^arga do
Rosario n. 1, andar.
7ivmmu^mm -\


U
ob
a*
!fsp me Toiiwj-b tbo; or
Rua da tmperatnz n. 60
a*>D
GROSDENAPLES PRETO A tfW, 29500.
0 Pav3o vende grande sortimento de gros-
denaples preto de pwa eMa. a 132dO,
19800, 29000 e StfSf0 o covado, tendo
tarabem do mats largo e mais encorpado qa
PARA LIOUIDAR
AMfSAS
v *'
CafoVfea.
^SSIffVfSStd |^*^&n^ntaW macl
"AA
dm tMblecfue ae Wannos de iife'de.
, tem para alugar
"111 DIM
08MWM$.

Antonio Jq&& Jlodrigues
de Souza, em sen escriptorio
drua do Crespo n. 6, compra
escravoB daa diversas core%
sexoseidades.
O-'. ^'hnstiilo Cioncnlvcs da
Nilva.
0 Dr. Ludgero Gm^alves da Sil
va, resjderite no Rio de Janeiro
e represontado nesia capital por
seu bastante procurador e sobri-
nho Joto J'e de Carvalho Moraes,
nmvida seus parentes e amigos, e
bem assira aos de sou fiaado irmao
S bastii" G ncalves da Silva, para que se
jnem *slstir no din tfi do eorrente as 8 boras
r anba. no convento de S. Francjsco ao me-
rit. ini-sas, quo se rezara e serao celebradas
I' r a ma do mesmo s<-u finado irmao ante os
-us fstos mortaes, vjndoa da Kuropa nb vapor
"*en-rza; e pelo prescnte tambem rauito agra-
Jw a todos aqnelles que comparecerem a este
-cto de n-ligiflo e caridade._______________
ar'"irtir'iiV' rr'^fif*-mi'i itTMiiftiwrrwf
3 l;'.r jilsian Beatrix Rmuost
So Antunio Lopes Hodrigues e seus
(ilhos, H^anoel Joaoolm Ramos e
S::va. sua mulher, Blhos e genros
agradecem as pessoas quo Ibes B-
zeram o caridoso obsequlo de assis-
lir as exequias de sua mulher, mai,
lilha. i ma e cunliada, t ccdem e
;; agrad rota utn outro o dc assistirem as
lissas |; pl t-rao repouso da alma da falle-
eida mandain reiir no-content* do Carm >, as 7
-as dt I'l.iuht I) dia 16 do cenente, setimo
.-en p.is-:i:iuMit.>-
Uiiii p ssoa C'lmpi'tantcmente habililada pro-
1 Oe so a f.izer eseriptaraeSo por partid: Oas com t do e u-ljdo e istnero que 6 possivel :
quem do seu prestimose qnizer ntilisar, difija-se a
I d Guia d. 42.
Attencao
0 Dr. Amaro Joaqoim Fonseca de Albuquerque
declara a seus devedores que se acham em mora,
que Ihes concede o improrogavel prazo de 30 dias,
contados desta data, para vlrem saldar os mesmos
debitos, sob pena de, sem excep^ao algama, flndo
o iniicado prazo, ser proraovido o recebimento ju-
dicialmente. Recife, 6 de marjo de 1874.
Mobilia de aluguel
Alugam se mobiliis completas, ou qualquer
traste senarado, cadeiras em qualquer quantidade
para festas e bailes, por preeo Commodo : aa ma
do Barao da Victoria, armazens de mo! ilias, do
Pinto, ns. 57 e 58____________________
ALUGA-SB
o sitio Chacon, na Casa Forte, com -4mc(ms easas
para familias, ditas para criados, coin oocueira,
cacimba com boa agua e com L tnba, ton diver-
sas plantas de capim, proprias para qualquer esta-
cao do anno, e duas excelientas -plantas de caona,
perto do banho e da estaclo do mesmo name : a
tratar no mesmo sitio.
VMkl
Salsa Parrilba
WeneVse mnito nova em rotos pequenos, che
gada aUi.majn.eute : na rua do Bom Jesus n. 7.
tem che-
macbinas para
costara, de todos as uU>res toais acredita-
Jdtfs ultiinameHte na Europe, cujas machines
sio garantidaa. por vm enno, e tendo am
perYeitti rfeta par**sinar as mesmas, em
^paakpMa fart* jajH eid*de, eomo bem as-
na eooeert-l*s pelo tempo tambeja d'um
anno sem despeodio algmn do comprador.
Weste osUtbeleoiaieute Umbeia ba pertengas
ftra8 aesnea maebiaas e se suppre qual-
quer pec* que aeja nfloessario. Kstns ma-
ehana* U-abaiham coat toda a perfeir.ao de
am e dous posfioaaos, franca e borda toda
qualquer costara por fir*, qae sijt, seus
preQos sio da seguinte qualidade : nara tra-
balhar a mSo de 309000, 409000, 459000
e 509000, para trabalhar com 0 !>e sao de
809000, 9098W, tOCfOOO, i 109000,
1209000, 130000, lS08<), 2009000 e
2509000, emquanto aos autores nao ha al-
teraQao de pffejos, e os compra^Drfis poderao
viakar esto estabelocimento, que rauito de~
rerto goetarjiela variedade de objectos que
ha semen para Tender, eomo sejam: cadei-
ras para vtagera, malat para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de balango, ditas para
crian<;a( (aRas^, ditas paxa escolas, casturei-
ras riquiaairaas, para sea-bora, despensavuis
para crian^as, detodas as qualidades, camas
de ferro para bomemecrianQas, oapachos,
espelbo* dourados para sala, grandes e pe-
quenos, appareihos de metal
,, _, n-------, -rr--------------._,~. para oba, fa-
Jreeninlia ffrande em earn- t 1 ditos arulsos, coUieres de metal fino, condiei-
Draia para sala, jarros, guarda-conidas de
Cambrafas^transpareMes. avariad*,a 500 e 8001 arame, tempas para cobrir pratos, esteiras
T da rna do para form salas, lavatories completos, ditos
reis e t>000 a peca: sd 0 n.
Creapo, loja das tres por|a% de GniMierrae 4 c,
juan a loja da e--qiaim.
Asunieas verdadeiras
llchas bamtjuxguezaa qne vem a este mercaao
0* ru? Uarqaez de ulinda n. 51
Pneiaa ^e de uma ana para i-.sa de duas
. |!.ira cozinhar e engommar : naruaOi
r-ita n. ?8, primeiro andar._____________^^
A mesa : gedura da irmandade de N. S. da
eirSo d.is Mlti'arei declara quo a ninguem
.-.i.i |i.>u d-j v der os tk)los dos seus sobrados
5'-. -it,s a rua do Bari.) da Victoria, e
. ta contra se-mlr.antc venda, por peitence-
: dil is solos ao patrinionio da jnesma irman-
Roeita, 11 Je inar^-o de 1874.
0 sreretario
Leopoldo UrhOa.
I:000800.
. i a so de !:i Oil a juros sob h\[.otheca cm
(.no.os : quew ajaicr dar, deixe carta uesta ty-
p. grapftia Ouhi as in.ciaes J. M. A.
. Htidiide 1: No s.i Senhora da Conceitjao
fl.is Militan;.
Devend 1 lermin^r no futuro :nez de abril 0 tem
n. r one ( nm -rrendadas a- lojas dos sobra-
!- :, ') c SI. siiasa roa do E&rao da Victo-
t >. -m -id.tde. perten>.en(es ao patrimmio da
1 ; .-" ii>- ;"< S. da '"nnceieao dos Militares,
tv a me* r'fedpra da mesma irmandade, no
r 4'v i\n c. rr-nie, as 7 hora> da noite, no nonsis-
ri 1a mema igreja, propostas para 0 novo ar-
'>m'-nt>. qne devera ser de trcs annos.
R<"ifo, 10 de marjade 1874.
0 sarretario
________________Leopnld) Ul-Ii.'.u
Aluga -e 0 qottlo andar do predio *. SI da
'. D in J-'sus, aotig.amente rua da Gruz :" a
.; ua mesma rua n. So.
Alujia-se 0 1' andar e sotao do sobrado srto
a rua da Imperatriz n. S3 : a tratar no 8 andar
do mesmo, ou na rua do Barao da Victoria n. 57.
Alnga-se
uma boa casa com sitio. tendo tasiantes arvore-
dos, na Capuuga, rua das Pernambucanas n. 58,
achara no mesmo com qoetn tratar.
Arrenda-se oengenhoS. Jose, em Serinhaem,
com bons terrenos para safrejar 2,000 paes, muitos
d"agua : a tratar no Recife, coti Gabriel Antonio
de Castro Qnintaes, ou no engeuho Amaragi (de
bestas) n frpgaeaia da Escada, Com *^r. Jose
Eugenio da Silva Ramos. .
Preclsa se 4e duas amas estraugeiras, sendo
uma para tratar de uma inenina deseis mezes c a
outra para engommar: a tratar no largo do Corpo
Santo n. 6, ou no sitio.no vtangninho n. 101.
UXTiKSE
io aobn
atat an
IsSfa m Arrai 1.
o 2 andar do afobrado n 32 da rua Marquez de
Jiinda : a (ratal armazoa em do mesmo predio.
Batedor.
Prejisada* de batedorae! oa reiinacao da rua
P Maria C*--ar n. .10, intr.'ora Sennala Nova.
pjiiiiugs *w* daStt* Npgueira retlra se
n.n..',.*, e dmante suauseneia deixa eocar-
J." d -oa ^m-giKios, o .'.u fooio Emtgdio-
" Ferreira
Aluga se um titio no Arraial, proximo a esta-
eao da Casa Amarella (am minnto) com txeilen-
tes casa de moraaia, tendo os segu-ates oommo-
dos : 5 quartos. 2 salas, cozin -a exierna, terra-
co, casa dc banho e diversas fructeiras. Aiuga se
tambem uma outra casa no mesmo Ingar, com 3
quartos. 2 salas, eutinha externa, agua de beber
e um bom quintal por Cummudo preco : a tralar
na rua Primeiro do*lrc/i n. 16, l,Ondar.
Em cinsequencia das obras que'tem de ser
feilas na sala era que funcci.ina a recebedoria de
rendas ioternas g<-raes, pasa a funccionar ella,
do dia 13 do currents em di.nte, na sala do pa-
vimento terreo do lado da rua do Imperador do
edificio em que trabalha a asgeajblea provincial.
Recebedoria de I'eruamhuro. 12 de mirco de
187*. ..
0 ydniirostradrT.
Manoel Carneiro d- Sno*a Lacerda.
CALCADO
o.slran^eii'o.
Paris n'America, a ruaD-j
que de Caxias n. 59
primeiro andar, acaba de receber um completo
sortimento de calcado9 ffllraflgeiros para homem e
senhora, vindo entre elles um liada sortimento de
elegantes chiqnitos, sapatiohos e botinas para
criancas, que tudo vende por precos razoaveis.
Anies (jiie si1 m\m.
Vende-se la de lindos padroes a 200 rs. o cova-
do : na rua do Crespo n. 23 A, loja da esquina :
diose amoslras^_____.
Poueo mofo.
Brim pardo muito Cno a 400 rs. o covado : so
na rua do Quetmado n. 43 ; aproveitem que e pe-
chincha, na loja de Guerra i$ Fernandas.
LaaziHhas oliine/as
a 760 rs. o covado
43, confwute
ua
Na rua do Qm-imado u.
praeinha da lnd>-pendencia.
Aproveitem que so e baratn.
Lazinhas a chinezacom padroes de furta-cores.
propria para vestidos, pelo dirr.iauto preco de
160 reiso covado, so na loja de Guerra e Fer
nandes.
Dao se amostras.
Vende-se
uma armacao envidracada. propria para qualquer
negocio, na rua de Marcdio Dias n. II. por baiwto
preco : a tratar no Caminho Novo n. 62.
0 abaixo assjgnadu, retirandose para Eu
ropa e nSo podendo |,e.-ealiueute despedir-se de
todos seus amigos pela presteza de sua viagem, o
faz oelo presene,.e Ihes oWerece sea dimlnuto
prestimo na eulade do Porto, aonde yai residir
tenporariarueute. jt a^.airid
_________________Jort da.ff _irau|o.
Da quinta do Meneies
ExcellentewitWo tefda de uva pulra, etn barris
de quinto e decimos : vende-9e na raa da Madre
de Deos n 38. ____________________^
Tanques de ferro.
Vende-se dous, triangulares, preprlos para na-
vios : na rua da Uniao n. 67.
A
U\
Attencao.
' Goiif lied
0- ali.-i;iixo assl|*d*8*wftiTI AiCnte ao res
i ubii*t i'ortt especiaM.ide ao corpo- do
oci'C** la^^iAsuHreram aioiuawlwente ai-
w >pm tui^mi,M iav/?a siia ne '" "> ii.'i:),-*-ii^ a-iaaegu 1 sflolo BBrro*
> aetiva e pas.-iro do dlt^osubg^cimento e
capital e
. aetivo imviro no altiL0si3n|tfC
Ifl "i.rc-.de I87i.j
Maaaat-ftdBB-irrot.
Mi*-a*-at** Mtard.
"* *"J^>rK'o"Kr:,.T ,c Maria Go-.
j'ii flt J.ia-i Apt'inio Gomes Braga.
id i. .< Uraaa. fl.de. p. Anna Emilia
0 engenheiro Antoam Feticiano R.'rtrlgues Sette,
a pedido d ptrrprr#tarfos d sitio da estrada de
Beberibe de Baixo, (ado d-> en"l. se nctiara 3os do-
mingos, a pnncipiar d.: am^nha, no meanle sitio,
durante as noras tiua dccorjfcirem. tWMTda ma-
uha ate ao meio dw, aaWde se prewar a minis-
trar esclarecimeutos tr.itar cam as fadtaniMtes P^r todo pr^
a qornpra dos terrene) a vefidu no rffaratotitie
Gratifioaeao*
Nlo teado ainda app.rrvcirjj ui _.
da AusUalia-e dn cur cinzr^^i(nfartam_na_|
Ooitq de 7 de fveriM ultiine, #' siflo dr>V>aixo
^^^M^^'^mA^
Vende-se a
n. 48, tem pou
principiantq, a
rua-* Patecio do Distort
e propria para qualquer
eoiimrelos*paa rarnilia
os pretende|tes dirija-se a rua do Rosario da Boa-
Vista n. 38.
VENBE-SE
a tavema sita no Urgo da Riooira n. 12 4 tratar
na mesma, o June vende porqOe tem d& retirar-
se, a tratar de sua saude.
Vende-se barris de paiae coogro era sated-
ra, send* barris do uateoho dos de manteiga, e<
pcixe de especial ^oalidaae e asoito namt, per
preco razoavel para aeaakar r ao -ai*Mzem de Pa-
checo & Aievedo, rua cto Duque de Caxias n. 49.
(TabiWi&J
sunples, olyectos para toilette, e outro* mui-
tos arligos que muito devom agradar a todos
que viaharem e3t grande estabelecimento
qae se acha aberto desde as 6 horas da ma-
nha ate as 9 horas da noute*
Rua do Barao da Victoria n.
__________22^__________
Alvigaras.
Venham todos aprcssados
E com os bo I sos rectieados,
Do Campos ao ;rmaxem ;
Venham, nao falte ningurn
Ver o grande sortimanto
(Um verdadeiro porlento)
Que para a quaresraa tem ;
Compreliendem ? ora bem !
E' com as t ipas pulando de contentamento que
me apresento ante a onda gastronoraica das sa-
bias o illustrcs barrigas pernambucanas, felicitan-
do-as por ja se acharem livre da pena de iaterdic-
to e poderom sem receio de algurna indigestao ex-
comnmngada, comerem os mais finos e saborosos
i eomestives, ep.adjuvados por uma etscata de vi-
nhes de todas as qualidades, deixando a quem
dezejar o direito de gritar: viva o triumpho das
barrigas !..
Mas, eomo ia dizendo, nao podia deixar de
acoatrcer assim, consideraudo-se eomo foi sabia e
bem barrigalmente planejado o ataque das bar-
rigas grandes, contra a sucia dos bandulhos ca-
ninos, que ostrificados a idea ficticia do infer-
no bicho inveutado pelas grandes barrigas, pa-
ra horrorisarem as barrigas sem tripas, sustenta-
yara a mais ab^urda das monstruosidades : a
infallibilidade do principal bojo do amor as avessas
e de tripas dadas e a forga de tripadaa queriam
bypocritameute aliraentarem a peliudae famigera-
da exquestSo do dia centopSa negra qae en-
rolada no capote chamuscado da inquisicao, pre-
tendia assar o mundo das barrigas, prirasuo an-
tes a humanidade do ganhar dinheiro e de em
tempos ex-mo e^te de quaresma :
De fazerem penitencias
Encliendo bem as narrigas,
Poi- nao e tempo de briga,
E sim e, da abstiaedeias.
Mas, eomo ia contanio, custon, porom aflnal,
depois da rasorada que lhe passou no pescoco os
podens poderosos, a cabef.a foi parar no fun-
do do rio o o rabo, eomo ruim ds esfollar, ficou
no sec co exposto aos pontapes de qualquer gato
pingado, deixando e verdade, magra an coliegas
barrigas, que despoitadas vao tratar do se nutri-
rem, vindo ao armazem do Campos, a rua do Im-
Serador n. 28, onde com certeza oncoatrarao alem
o qae desejarem. o seguinte : ovas de diversos
costuma a vir ae meroado, e vend por pre- fines efe 60MO a 109000: assim conK)
grande sortimento de ceroulaa da Hobo a a*
algoUe-, por preeoa baratos, a tambem tem
completo sortiaaento da puabaa e aDttariahoe
50 em conta.
Cranadlma
m 5M ra.
covado.
O Pavao vende granadina preta e lavrada
pelo barato breed de 500 rs. 0 covado.
CHALKS PHETO DE UHIPUHE A 4#0*e.
0 Pa>5o vende chales de tres pontas, sen-
do de guipure verdadeiro, pelo barato pre-
QA de 49060 eada um.
Hadapolao enfestado a 3^000
* a peca.
0 PavSo vende pee-as de madapolao en-
festado, pelo barato pretjode 35000 a pec*.
Ditas sem ser erffealado, com 20 jardas, a
59000. Ditas cam 34 jardas inuito boa
fazenda, a 69000, 6300 e 79000.
ALYACAS fRETAS A 500. 6*0 E MO RS.
0 Pavao tem um grande sortimento de
atpaaas pretas, fue aandca 5")0, 6M a SfO
r. 0 covado, assira cook grande lorti-
mento de cantSes, bombazinas, princezas
pretas, merin6s, e outras muitas fazendas
proprias paraktto.
LAZiNHAS DE ORES A880,310 E 400RS
0 Pavao vende bopitas lazinhas de core*
para vestidos, a 280, 360 e 4*0 rs. ete-
vado tendo ate a 19000, sendo das mais lin-
das que tem vindo ao rnercado, assim eomo
granadinas de seda com os mais delicados
padroes, a 640 rs. 0 covado.
Sedinkas a IrOOO.
0 Pavao vende sedas com listrinhas de
cores a 19600 0 covado. Ditas com pal-
minhas a 29000. Ditas com toque do mofo
a 19000 e 19400.
CAMBRAIA VICTORIA A 490OO, 49500,
081000 E 79000.
0 Pavao vende um graade sortimento dc
cambraia Victoria e transparente com
8 1/2 varas cada pe$a, pelos baratos precos
de 49000, 49500, 59000, 69000 e 7c000
wuncem a woto, *or
39000 E 39500.
0"Tata*o vende am bomio sortimento de
camisas franeezac com paita elfadio, a
29000 e 29500. Ditas com petto de linho
da SVSWa fVWO. Dhaa bordadaa aiuilo
tanto de tinho eomo de algodao, por prec/js
em aanta.
Csparttthoai a S934M, #90 e
1
O Pavao vend* am beaito sattiaaato da
-eapattllbas modernos a 89900, ijOOO e
500d, assim eomo um aoarto sortimento
desaias brancas, bordadas, a 59004 aOfOtf.
e ditas de itsinha de cdres a S9000 : d pa
chinch*.
COaTISADOS BORDADOS PARA CAM A E
ikyiELLAS, DE 79 ATE 899000 OPAR
0 Pado rando am grand* seHimanto dj
aortiaa'los bofdados, profriea para cama c
ianAllac r^f>li-v k..iA -..^ J. Till Aft ttMWWI
^8MM89 8PU1U uaPaWf pTC^O o T^wvVi UVVVV,
I050ire at.;: 259000, ajnp c*ano:eolxas
li90 cada mna.
BRAMANTES A 19800, 89000 E 29500.
0 Pavio vende bracaaates para lenc^es,
tendo 10 palmos de largura, sendo o de
algodao a 19009 89000 a vara, e de linbo
a 29*00, 29800 e 89900 a ?ara: e pechin-
cba.
CASEM1RAS A 89000, 09000 E 79009
0 Pavao vende cortes de casemiras para
calgas, sendo pairdes raodernos, pelo bara-
to prec> da 69OOO. 9000 a 79000 o corte.
assim eomo : pannos pretea dos n*dbera>
que tem vitwlo so mcrcado, de 49000, 89 (
logooo.
am feita.
0 I'avao vende uma graade pori,ao de
roupa feita, sendo : palitots, l'rates de ca-
semif* preta e de cores, assim eomo : finis-
simos sobrecasacos de panno preto, a cal-
r;as de casemira preta e de brim branca, col
letes de todas as qualidades, por precos
a peca. assim eomo, ditas de salpico bran- rauito comraodos, por qnerer a cater aom
co, a 7i5000, e pechincha. |tode a roupa qne tem em casa.
Acha-se constantementc aberto o esUbelecimen o do PAVAO, das 6 boras da manb."
is 9 de noite.
SABAO DO RIO DE JANEIRO a 200 rs. 0 kilo, no armazem da rua do Araorim .1. Af.
de Tr><5 Domineues do Carmo e Silva.
GAZ \ 0&OUO a lali, no anuazem da rua do Auiorim 11. 41, de JeaJ Doini.ij,' i-^do
irmo e Silva.
VP-.10 MUSCATEL de uva branca. pun, do eust > lc 239000. no armazem da IfM I
'. norim n. 41, do .? > r>nminpies do Cirmo < Silvi.
MM)K
lo
(Irosdenuple prett
!'.^:,.^ it-', r. r.lii t n ;ii3r<
VB'.
pr.-
c ili Cvr 1 :.. :.. \ i, e qno so < 1 le polos di
de 2'"'" ^ ?4800. 33^00 e 33300.
NA 111" 1 i> "RESPO S. 20, LOJA DAS
in i-ort.'S nr;
[ li iorme &.O.
JbiH.i loja dii est|ulaa
!Sat> na mais caMfs
brancos.
rillTUHARIA JAPflMEZA. i
So e unicaapprovada pelas academtas d.>
sciei.ias, reconhecida superior a toda qae
tem npparecido ate^ hoje. Depostto princi-
pal i rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-'
quez de Olinda, n. 51, f andar, e em:
toda^ as boticas e eaaas de cabeU
HBJrc
VE:MI\"IVE'
A .Vnva F. peranra, a ru.i Uuquc de Caxias a
apressa-se em cunvidar a seus frefuezes. cc
perinlidadc an hello "\n a tlrem a;-r---;^- ... -
guiaiea arttfaaexnostes a veada n^'"< p" pi
mmnMHtef, crirtin .-firim
K.\,\S UUMBUAS mansa* cliomna*
dirhiau'tiis 1 bOi\lI<*S & E.N'uitAl..AbA> v.aU> para tl
copios.
COMMOOAS LATAS para guard : hi.
KLEliAM'i-JS HOLSAS para si nta r 1- rr>fo: .
DOXiTOS VAaOi raui tin-, lute! .
(ia* n
)ap *>
j
VENDE-SE
uma fiiasjix villa gifcarreAw, 04 rua u#
tercio, pjr proce molico : a t.-atar *o ^
'rmlos & C
Barato que admira.
.i
Sa loja das seis porta3, era frente do Livrameu-
to, continda haver nm completo sortiment de
fazendas b3ratas, corao sejam :
peixes e de bacalhao ; peixes de viute qualidades
em conservas, .~ardinuas em latas, camarGes sec-
cos, bacalhao, pescadas, sardas, lago.-t.is, salmib, i Cltitas matizadas a 2i0 ri. 0 eovado.
batatas, arroz, feijao, cebolas, azeite, vinagre ; Ditas de ol inhos a 2M) rs. 0 covad >.
manteiga ingleza e franceza ; doces, fructas e Ditas de coberta rapdernaa, a 280 r.<. 0 c
cintoenta qualidades de vinhos fi*:s do Porto e Las de cores a 320 rs. 0 eovado.
outras tantas dc oftrostlnaxesniaiAajimados do Tudo mais em p'oparclo, e 56 com a vi3ti c
Portugal, alemNleem *ornp#to foftlraeflto de ace- freguez podera avaliar.
pipis raros, deliciosos e que
covado.
Cahlnlo em (nialqner b.trriga
Pai a mdhor dige.'tSo,
KBaofatmalabexiffit,
Como comenrJo, rk&o.
-a

Ifl. inteira.^^i/LT f^sU '%
tiatir aa Pa,,aaem da feaJalAna, n* hotel a
en tra da da esiraJa dos Homed**. .if ..-1
-----^r^r
Mas, como ia faHaaflo, fames eatrar na'villa de
ooir'ora. i-to e, na daeea das festas, 0 portaato
vamoa ter festas, festas. e mais testae, e com todos
coined tUs fostas, visto que unt* parte da para as
festas e tres recebem para preparar as festas, e
logi^o-ejoe 9 bregeifp.qiniiejro qae arida jao v,
Para to
Rapybiiaanos e manerc;
Grande reimiao!
estractos, trazeado cada frasc
cal on nm ditico
l WXnS MtAS Dt.6EUA, \n dia -r
le lira qiicni gosiar.
A' Sova Espiraaf..- a rua Di: ,1
'<'. r.caba ae rtcefc'r t-nte- c th is
Voltarette.
tm qui'iii s Ire das pemas.
A Nova Bapaput** a rua Da#M ue (:.uu n
6.1. acaba de receber as procuradas meia- le bor-
racha para tjuem solTre das pernas.
FLORES ARTIFICL1ES
A Xova Eperanca, a rua Dnque de C ;iaa a
ft', acaba do receber uui iiodu e cnmple: 1 sorti-
mento de Hires amficia < da* m ie teat
virrdo ao merrado
A ellas aute que >e acaicm.
Costumes para crianca.
A NovKsae*ancn, a ma Dtiaue d<- >4\ia
.'3, j.ai.a J a'.jeber uooitos eustamespara rianea
t--ta sf veci.-ad.i ;i prejjs rxeaxais.
Am K3BEOSOS
A N iva Bsperao^i, a ru* Ihtque e Caxias a.
63, recebeu um pequeno sortimento de annets e
pulseiras eleciricas, proprias para quem soffre dos
nervos._________________________________
t'aiinlia de raatidioca nova.
RecenteraenlB cbagada da Saata Cath^ina t-'m
para Widerne trspi.dteCaaiaaahia, e pata tratar
no *eu F.icrtptorin a rax rte CommeRiam 5, Joa-
qu^i Jise" fionralves fteltro & Pilho. ArTvertiado
aos compradorea- que rasejatido acabar, vendem
mais barato do qe tm qualqnar autra partc, tan-
f& wn -grandes rnmr. pm peqnenas porcfies.
II
I
Liudo chfam.
qnelro, sa dus
wr
401 Ipiaalos WribbfKBrtn
^e'
1 bv ri < Uraea, o.de 1
... r ;:-.. la pi-l d rfn ist0 a negocioI ros,
pa rua do ; nl. ii. Boa Vista 19favor
quep os apresent_ar ao dil
gna-lb -a* reUrido utio, *iuki r.i
. Franyisop Rjb^ira "
^^reersi^^ugWu
^ Wecisase de dou
ttoHs.e tambem de um
gUef a.-y Biretta dos
\l%ifi-om it- At...
.PSMavat* deinhwd.
^y
n i-i^iii Unpewtru d.'2C
v**-&
^Upareaar *aru*.<
'p tratar de negocios de seu interesse.
Farello novo e
l'u Wtite peaueno
melhor qualidade no armazem do tarinha
igo.de Tasso. Irrnani rfi C, **waea de eaes
pono. -^nr^ m
ni- I
, -SWttJ^au*^^'^''
,rlw9rfi9l*a*te ". ."w 0? -f -.bi.'
>'18rr'#M*-i..i .^T'*- "w*1-) "w d*j/"i *' 1
f* u'~ oti<>l ae \* familiarisandp com af ajgibeirfl? yasfes dos
necessitado-*,e e reBiida^mpaa^rm aV-ftoperatot h: 28, prepa
raeephRe'paaiio^ueresma', tempo' de abstinetcia.
ao (RUle*inMi n'cetrjjf, comprarem 0 que
ba-^e'maia-fostoso, eaberolKj, chdro*p e ntdo que
Democratas e aristocratas.
Fedwados e confederados,
Commiuialistas e comrauuistas.
Catholicos veluos on n.ivc-.
T d d e V m Ir
Reunidos ou n5o reunidos

Fazer emquanto antes
Siifls ejacnmmauJas
Dos saborosos filhos
go uo xassq irmani rp \.,, m nrafg
?ngenb,oa, eflj^aWi

-**;:
'^d^*B*Jra*eT A traor com' setjs jroprietarwa nesia eidadaj Jdade
iUnbNki*.f. mi WformajOes cn foaquim Onto de M*> a ttatar no pateo d
: tfrVs Priho, oa mestaa cidaae de Mamamguape. meeiro.
em (m->o.
d-*j ,uuu eailMas ^niri > .'orn
tte*>as^tnM "*\
*rli#Jai%St*lw!es innH;
Do Campus*jftlt9f r1Vae
" f faaaeaar t e- i- bi-^iI
fos*Pjd pmeiv oil.* u{l -
ims *ea*t n> wenp -.alini 0
Vaadaab BaaoMPMravcr>td 18 anacade
par t-.MflHpltath pef9oeiMtooq boleefTo : Cegiic dad* qualidade
0 pbrtao ta'-ftA- VMM de Bordeaux.
Ta^^jH^orii^ados!
Fabricados- a taprkho
-Voa *sto!fos
M&i SA^.*opwnta
confeitfttia 0 Campo
Rowe,4 C. vendem no sea aramem
imetcio ft. i% ^
panao de alfmlrao azQl ameT.cado
iVm
'> IA
Carvio de Pedra de todas as quaiidadea.
Ic-ss act preco- hataln am rico chafaria
de marraore nroprio para jardim, 0 qual se acha
armiao m officiua de manaore d* dr. Uaia,
rua do I.nperador para 4*aR 0 oaiRT vat:
tratar aa nu do Crass*, laja d Paau jaatt
aroo do Snnto Antaain.
Eugenlid 4 veada.
Vende-se o engenho Paraize, *Me a* Wot de
ftaWRma. levaatado ha pntteo twouowKHTM
da *?) frieeoffe Aeb*-s o reforide eaceah*
moente e eorrente e 6 a vapor, sendo s respeetir*
terreno assp|udwpjhwd Iho, feijao etc. Alem do* terreoos de plaoueao,
ba tana boa soUa para gadavgiuja* arvores froe-
liferas, inclusive coqaeinis e optimos lunre* par*
grandes vive ro*;* sBnacto da eitt de rtreoda
5*fradavel, e mm. pwdto llh' de ha-
aaraca sao mnitd apre vaaiagen" que c-iin a vi^ta uwfhor eonoecera. o
comprador, dingWR'^e'ao'
infonnando-so rna do Al
da Ba visU, ionto i oaita d _.
'i
mem
lliapfti8 pam

rua Prrmeire da Harcp a.
o de ctt>p#m paTa >enhora, Ultitaa mod* a
vende per pre^o commodo.
.


I"
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+~mt> -* m

~*m*rlb atTffcak,*^^ Wa&U.
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UNHAS
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a
Am
coRts
,iatmi
lirrssortos
tU*
mm
l'ARTE
>%
MatWiia


-rr-
W>
Rua da ftftgM
Acolj* de ,r**je*jef ip g**e snauaanh a dc fawnda* pBetaS
oil
ii't-.idc-i W'l' Ai> it I
r-#no .olnrj
rosma
paw qN
snttwahft dc fatwtadaa
UROSM.fiATt.E TRETO A 1&S00. | UtfQOS RRSNCOS A mOiX '
Venile-se grfiSdenapte pretu para,'v^tfdo | Tende-*}, Ienc,s branch foot* a 2JDO0Q,
tie seuhoras, a HM60, 23, 3, W, e TSf'o 2JP500 e'Sft a duzia, ditos tie Tmho, a 49,
wad*.
tisia ft, padYoes rtovos, e de thals goeto age
i viudo ao morcado, so na rua do Qneltnadc
>k$fc>jafe flnem ^Teraabdet, pela dimrcu
i, -F^o da 200 r*. covada I
f Jffgto1* -ftf* u .M *acab* __
jfegao (ie fem> economico
Vende se urn chegatod ha" prticos dias, tehdo for-
para lenha :car*ao, forno para 'assar
Com a* lalsificflgaes DAS MACHINAS PARA COSTUBA

s
Nenhtuna ma-
chinaSinger elagi-
tima nSo ievar
g esta. marca fixa no
braqo da machina.

Para>evltarfalai-
I
fiea9oee notem-se *
bem todososdeta-
marca.
A didbeiro e a prazo!
A ooaJento das Exmas. famiiias
MACHINAS DE
Sao maisjhnratas.
Sao de docs pospontos.
Sao simples.
Sao rapidas.
Say duradouras.
MACHINAS IDE SINGER
Sao de dons pospotrtos.
Abainham.
Franzem
Pregam trancas.
Marcam pregas,
Bordam de liirha de seda.
Alcolchoam.
Pregam cord5es.
UNIGA AGE NO I A
A CASA AMERICANA
45 RUA DO 1MPERAD0R 45
covado:
VhUm 'JPRWO A S50t>,
Yende-se paJiiio preto dp duas largoras,
para calcas e palftdts, a 2&50i>, 89, 89300,
49, a^l/rO o covaflo. P
CORTFS :t)B CAfeBWlKAPMWA! 890QO.
Vende^o coxtes de caseraira prcta p^ira
i-nlcas, a 35, CJ, 79 'e'890tro o corte.
MBRWO' PRETO A 29890.
Ten \e-semefin6 preto fino, a 25?390 e
39000 o covado-.
BOMBAZ NA PRETA A 19S00.
Vende-se boatbai na preta eilfestada, a
19500, f?800 e 290tit) o covado.
ALPACA PRETA A 300 RS.
Vepdc se alpaca preta fina, a 80O,,49,
80t) rs. e 1J00O o covado.
FAENDAS M CORE6' E CAMBRA1A
BR>NA A S9IK0.
Venie se pe^as de cambraia bivmca trans-
parente a 39; 49. 39 e 6ff090, ditas de cam-
'braia tapada, Victoria, a 39, '39800., 4*
e 55000.
CURTINADOS PA!RA CAMA A t69Q00.
Vende se cort'fnados bortados para cama,
ia 1G9, 209. 25 e 309QtW).
QDttiB DB CORES A 300 RS.
Vende-se cambraia de cores flnas, mmdas.
4 300, 320 e 360 rs. 0 cov.tHo
CHITAS UttGAS A 900 AS.
Vende-se cbitas largas para vestidos, a
240, 320 e 3C0 rs. o covado.
BRAMANTE A f9600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largo a 49.600, 198C0 e 295'0 o metro.
MADAPOLAO A 39000.
Vende-se
a 39000. Oilo inglez a 49500, 59 0
5(5500, 09000, 790O0 e 89000 a pessa.
C0RT1NAD0S PARA JANELLAS A 89000,
tnde-se o par de cortinadps bordados.
para janeilas. a 89 e 10$0 6 o par.
ALGODAO A 49000.
Vende-se pe^as de algodao, a 4#, 59 e
6JOO0.
CEROiURAS A 19000.
Vende-se ceroulas de algedao, a 1900^
ditas finas.de bramante a 19500 c 29 cada
uma.
f AMISAS BBASCAS4 29000.
Vende-se camisas brancas finas, a 29,
29500, 39*49000.
BRISS DE CORES A 400 RS.
Vende-se brins de cores pare catras, a 400,
e 500 rs. o covado.
CI1A ES A 800*18.
Vende se chales de la a ^80 rs., cbatesde
merine de cores, a 29, 99, 49 e 59^00.
COF.CHAS DE CORES A 2900.
Vende-se colcbas de cores pata c:ma, a
29, 39500 e 48000.
CHITAS DE CORES A 360 RS.
Vende-sc cbitas finas de cores, I 360e 400
rs. o corado.
ALPACAS DE CORES A 500 RS.
Vende-se alpacasfinas de cores, a 500,
640 e800 rs. o covado.
TAPETES A 49300
Yen le se tapeUss para salas, de diversos
tamanhos, a 49800,
urn.
59 e 0.9000 a duzia,
CttCBOTES VARAQDEmSAl9500,
Tende-se pannos de crocW para cadeirs,
a fgSQO cada uii, coloba^ de d'0 RW*
ndivas,. '
at)atw:awerance1a ^9oo.
Vc^dfi se p^cas de madaDOlao fracez
iquit > Boo, ar79,89io000.
^KISrPARDO A 40^0^0 COVADO. .
Vende se brim pardo para calcas, a 40Q
rs. o Covado. ,
CORTES'DE CASEMIRA DE &900O. ,
Yen3ase cortcs de cagemicade cores paraj
calcas, a 59,'59500 e 69O0O.
GROSDESAPLE PRETO.
Vende-se grosdtenaple preto com 4 1,21
palmos delargura, a'59 o covado.
ESGirAX) PINO A 29000.
Vende se esqulao fino de liiiho, a 29>,
29500, 3jJ e 49 o metro,
CBITAS PARA COBERTA A 280,RS
Tende-se cbitas para coberta, a.280e4BO
ts. p covado.
BRT>I BRANCO A U000.
Vfepde-se :brim.branco de Iinbo, a 19,
C92S0, 19600 e29o metro.
BRETANHA DE LINHO A 640 RS.
Veuderse bretanb* de linbo, a 040 rs.. a
vara.
FLAWELT.A DE CORES A .800 RS.
Vende-se fianella de cores, a 80O rs.o
covado.
COBERTORES DE AU10UA0 A J9400.
Tende-so cobertpres de pello .a 19400.
Cobertas de chita a 1J800 e 29. ditas ep-
crna >as forradas, .* 49, do Bazar Nacional,
;as de madapolao enfestado ipa da Imperatrjz n. 72.
CORTES DE CASSA A 39000.
Yende-se eorles de passa. nviudas a 39.
eada urn.
G RAt., T AS PABTA SENHOAA A 19000 -
'Ve*fle se gravMas jaca seohoras, a ^9,.
ditas para homens a ?00 rs.
ALGODAO ENFESTADO A J.9C80.
Vende-se algodao epfesUdo.para lengdes,
a 1^000 a vara.
GRANDE SORTLMENTO PEROLTATtlTA
Vende sepalMis de panop*to,.aSft, 79.,
fb* tomo.
Venda-se psiitiits deaipaM preta, a 3?,
tomMmUmk
t
A)
~
a
Vende ic n^iaw de IkUha ftt\fde, **
boa, p*) barat-i pr#co de 300 r.-" o c-ndo : n
do Cfespo n 45 A, roja da esqnioa. Dao-e a*t-
traa,
1W
rs..
dapatito para af ua *wMe e lugar para e puar-
dar qnente as cumidas depois de feilas; esles fo-
gdes tornam-se recommendaveis porque sao de
imtnii -iBrka*pt-wm perWc*o eeori-
nham com inui diuiiuula lenba : na rua da Apollo
n. 20 Alf.M?flT__________________
AGLA4 ALCALIXO-GAEOSAS DAS PtDRAS
BIcarbonwtMils-aodicas
AmiyMB-do Dr. Jose Julio Rodrigues, lenle
(in %gml poPytrehnica de Lisboa
padecimentos das viSs tffgcstivas, nrinarias, do;
ei*w*gl, **',. irtc. : vende-se ra pharmacia e'
droparta a ruatarga do Rosario n. 34.________| De varioa pa4coea, trrfeiraoHnu- mmknia^. *
Vende-se ntri rieo puano novo, muito forte 360 rs o covado : na rua Priraoiro d.t Haain
e dp excellentcs vozes, a tratar na rua dj Darao antiga do Crespo n. 15, lnja da^ i tfmnoas, dt sm-
de S. liorja n. 29 ; na mesjna casa teem para ven- bfflio Onrrei* de Vowl'!.
der-se mm bun inuhilia de jacaranda, com pouco
asu'en> perteito estado.
GRANDE NeVIflAHB
A' r\\vt do (i-fMpu *. *
Loja das 3 portas
LAZINIIAS
Cheg'>u esta fatcnda, com nadrdes iateirarr^iiHe
novos, e qne s* vende polo dimimito i>rer A*. MO
rs. o covaflo : ito por ter f anJe quaoiisaia.
SO' NA RUA DO CR5S10 N. 20
I.ojn dc
Guilhcrme &C, junto aluja
da esqiiina
Lindas las cscocezas.
Cimcnto
Cabriolet
Vi-nderfe dous i:abri nrajiiDtad'i.e I'crrad i de novo, tendo holea fora,
varffcs e tjnra ; tsmbem sc vende dons cavallos
emu ariwwi': |iara vfir tudo na coeheira da rua
d; K da d. fill, c rar.i tratar .sa rua do Maxquez
di: ujiiwa .H..6, '--'in liodriguea Irmaoe & Uuima-
t&A a 5^600
a lau, don-fHipr ^uo vem a este raercado, da
it Tm de Ilenry Forsjer 4 C, com a quantidade
eompleta do linuifo: nos armazcns de Jose Do-
miBpie.< do Gainxi a Silva, a rua da Madrc de
Deuo. in, c rua. do Amiirim n. 41.
1LU<1 Mil Cllil II.
Xeste. e-tabei'.'cimeuio conceriam-fc dtiapeus de
palha, seda c vAllndo,.para senhuras e m'emnas. :
sendo formas da? niafs moderhas ate hoje chega
das. Tambem se eoncertam ctiap6os de todas a,
qualidades, paia liomens, garantindorse a perfei-
c5o ops coneejctoj.
No mestno estabelecimento lem um lindo sor-
timento dp ctiap6os de palha, dos mais mcdernos,
eofeitados eom muilo gosto, e peles precos de I til,
iBaete*.
Cbapeus da seda e de velludo, f rmas moderpas
, para 10* e 121.
Para luteCbap^os parasenhoras a 10 c 12*
i e para menioas a %t.______________________
Yendem
Wilson, Rowe & C.
Em sen armazem a rua do Trapiche n. 14, o se-
guinte :
AtgodSo azul anipricano.
Rio do vela.
Carvao de pedra de todas as qualidade?.
Tudo muito barato.
Vende se na rua da Madro dp Dros n. -'!i. [*'
mc-nur preco possifH *> wbmmhM* ekMM I -r-
tland. vindu pelo ultimo va|ior iiifUoz, fla ttf^k.
Os wfctim
Yiijhos de Bourgoguc
das Careys
Cha.'ibertiii
Pommard
Virks
VVrloaj
!'i:."lttlt
ftrtbdti*
Dito Bordeaux cm quartuiiij.-.
Vende-se |ar toaj (Mfa
PARA LIOUHiACAO mk Vl\-
MA
Buit Lu^h do BcMrin 34.
Hnrirj).
Vende-se cakas pretas de patino, a 41?,
iJ, 79 e 89000.
VeF*de-se colleles preto?, a 3$, 39S00 e
49: CO.
Vende-se ceroulas, a 1$, 19500, 29 e( Neste estabelecimento vende-se
I 35800. sacco tern 14jtMas a-*a300.
Ilaliza
Vende-se camisas btaticas, a 25, 29500,:
39 e 49000.
Vende-se ccmisas de cbitas, a 19'tOO, 2t5
e 35O0O.
- CHITAS PRfiTAS A 320 Rd.
Ven4e-se chRas pretas finas, a 320 e 360
rs. o covado.
LA11NHA A 200 RS.
Vcnde-se Uzinhas para \< sttdos, a 200
320, 400 e 500 rs. 6 Covado. NO Bazar
59, 09 e 89000 cade! National, rua da Imperalriz n. 72, de Men-
des Guimaraes A'lrrhaos.
Bazar Victoria.
Amaial Nabueo A C, vendem elesaates 6garas
de bronae e de porcelana, iarros e porta-cartoes
de porcelana, espeltios, aloafhado braneo e de co-
tes, de linho e de algodao, guardanapos de lintao,
grandes e pequeno;, e ontros muitos artigos ne
eessaries e proprios para decoro de uma casa: no
Batar Vieteria, a rua do Barao da Victoria n. 2.
Calio
\ eade-se uma casa na villa do Cabo, a rna Du:
qae de Caxias n. 64, com os seguintes commodos -
4 salas, 5 qnartos, 1 gabinete, cozinha fdra, e qoju-
>al bem plantado de arvores de fructo: a tr; '
eom o proprietario na mesma casa.
Veade-se as casas terreas seguintes :
Rua 24 de Maio (eutr'ora dos Ossos) ns. 2 e 4.
Rna do Fogo n. 2.
Bua do Padra Floriaao n, 33.
Travessa da Bomba n. 5.
;ecco do Padre Lobato n. 8 A.
ceo do caes da Cadeia-nova ns. 3 e 5.
A tratar no Largo do Carmo-n. 1.
Terreno era Beberibe.
Na rna do Imperador n. 57, loja, ae dini*|uem
j vende por pre^o conmodo, um terreno em Bebe-
I ribe, no lugar Aguazfcha, com mil palmos de
' frente e 800 de rande ; tambem se retataa, se o
; aumero de -aretendentes for sufficiente para todo
o terreno.
Armando
Vende-se uaia ^rmaclo de amarello, em bom
estado : a tratar na rua Pnmeiro de MaFf-o n. 0.
d ATTEHCAO. o,
\ endem-se duas casas terreas sitas a rua da .
Concordians. 151 e 153 : a tratar na rua do
Apollo a. fit.__________________________ !
venoe se uma taveraa narua das Carro!
cas, asqaioa da rua de S. Joao, com boa easa de
vivenda e bastantes cominodos ov familia
preteode-la dirija-se a mesnia.
quern
Vende-se a taverpa da rua de S. iliguel n.
68, em Afogados, e o moiivo se dlrti ao com-
prador : a n^tar _a aesaia.
as.
Amaral Nabu;o & C, vendem bandejas de cba-
rao de 12 a 30 pojlegadas e de gosto inteiramen-
te novo e de metal, tambem bonita pintnra e de
diversostamanhos : no Bazar Victoria d t.
J. 0. C. Doyle.
Tern para vex :
Cognac 4e Hennessy, superior e verdadetri.
Vinho Xeres das melhores qualidades.
Bitters de Angostura.
Whisky.
Cba preto em lartas de 10 libras.
Todas as preparacSes chimicaa do Dr. Aver
anaaxem fla rua do Commercio o 38.
Salsaparrilha de Ayer
PARA PCKIFICjU- O BAMUCB-
0 lenorae de qn* gota cat- >
celleote remedio t dovido a aiirha-
res de enras qae tern operado, i
itaa daa quaea sao Terdadeinuai
mararilboaaa. Innumeroa aio o
casos em qne o systhema, rireog-
do aatiirado da podrU-0 ae ccfar-
midadea escruraloMis, torn lid*
promptamente restitnido 4 --
As aneccaes e deaordene,ag|jav_
das pela contamiiia^-io eacrauloaa,
aW prodnrlreBi df,re> mortificantaa,
tern sido tam radical e tarn f,'irmTe euiai par elle, em
todos os pantos do Imperio, que o pnblico mat precisa de er
informado das suas vtrtudes e do modo de- uanto.
O Teaeno eacrofuloso e _bi dc- mais dealruidorea iiu-ugot
da raca humana. Ora, senhorla-se occnlta e tralonetrimer'e
do nosso organismo e deixa-o fmco e inerme contra mula-hai
fataes. Oia, patcnteia a rafeccao da qae coirompen o corpo
e entio, em momento opportuno, lavra rapidamente sob alfri-
ma de sons hediondas forraaa, ji na catia ja no* orgar :
Titaes. Neste ultimo oaao deposit-, muitaa *uea, tuberaat-x
nos pulmoe. no flgado, no coracio, etc., qnando nio s ___-
ifesta em i"_fcoe, tnmotea, ale.
milho novo em A inimy-otain pcrigoso e tam perfido annca e drve <__
I gaarida, e p.^v<-:.i -o 4 sempre melhor do qn comb-Met-*.
Asslm, antes -11:\: n-cerem as proprios tj/mjAkemat _. s,
o usa da SALSA '1H.RI1.HA- DB AXJCUR podera eTitar
resultados funesros.
As pessoas qne soflrm 4* Kryglpelmi, Fofo -a 5. An-
tonio, Dartrot. Kmpigwu, BheumulUmo, Turnret,
Tlcerat, e sensibilldade dotorosa sot onvidoa, olhoa, mx ;
dor nos osaos; DyapaMt- cm InAlgemtot* ; _Ty-r_i rrtm,
aU1e$Ha do Coroe_o e -o Flgado, Epylrptim, **-
ralgia e de rarias orrtras afleccSes do sr*tlieraa matcalar
nen-o.-o, acharao segnro aUivio uMndo desta SALSAFAM-
K1I.UA DS AVER.
A StfpkUi* on afalt-W-a Feaaare-a aao enradas cob
sn uso, poeto qna seja necessario nuu* d-itado c^pafo tempo para subjugar tam impertinentes enfenniiades.
A Leueorrh*a, ou Ttfm Mrmmoms, as nic_c>_T>-
n_ e em serai at molestias du nu-bere^ sao tambem allivu-
das e -Iteriormente curadas por sen effeito pnrt_c_*_r t
>igor_tiTO. c
O RheumtmHtmm e mulacoes de materias extrantias ao sanpic, cedero-lh* _*
mente, de meamo modo o Mmt ate Fta--*, Ciijgiijjgi
In/lammmemo do Ti*ad+, Iterieim, qoando sao <_*'"1_l
de m^ns residues no sangne.
A Salsap-rrilha e um eac*llo_to rtoi__)r dm
fore- vigor do avad-anu-
Assim, todoa o qne acmVerem T-tntr-ar, fM-cw, -
rnotoa, Inoomnta c que sao incommodadoa com Af/r*-
heniotm Temora Xervoo on gnalquer outra alMel-
prorenieate de JhmiUdude, _eh_i_a do aaa poder __**
o _i__ seguro expedient* de prompta cunt.
pair _j_pM
J. C. Ayer & Caw Lowell, Masfc, E. V.
Chimioo* FrmHtett AmmtyttcM.
VENDE SB POR
'91
a
DOS lUEMiOfi DA I. PA'RTB DAS LOTEBJAS COSCEDIDAS POR LEI PH&VHNGIAt 402, A BBNEf^CK) f)A HATMZ DA VARZEA, EXTRAHIDA EM 13 DE MARCO DE 1*74
rr'vzx :
NS. PREMS. NS. PHEMS. NS. PREMS. NS. PREM8. NS. PREMS, NS. PRE^S. NS. PREMS.iNS, PREMS. NS, PREMS. NS. PREJIS
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I ;Wadp & Prn*mbuo ** Babbada H fo i&JW O GENERA!. BIXIO. -0 name do fam.so
eaudilho da liberdade, a morte do qual hn
Has annunciamos e daquetles que Indus 116s
os sinceros liberaes nio podemos prouu u
ciar sem respeito. Nos fngtos da indepen-
dent dos pjvos ha de perpetuimente Hear
gravado em letms de ouiw. Urn bomein
Sue tola a sua vida Intou pela i a libnrtaoao da patria, pelos progresses
monies dos sous concidadios, para que to
dos fruissem os gosos da liberdade polrtica
e da liberJade de consciencia, um homera
que ehegou, pelos merit-is aos mais altos
c.irgos da republics, raorre pobre de fortu-
na. se beraquerico de preilicados que exor-
navam Wo egregio caracter.
Longe da patria que tanto am ira, e da
su* famiiia que cstremeci>, ahrla n'essa
bora fatal do paisaniento, M revela o seu
grande cor.tcio e a sua beroicidade.
Urns correspondent escripta por um
migo de Nino Bixio, a bordo do M-iddalo-
ni. narra minuciosamente tudo que se pas-
sou durante a fatal enfermi ade que arre-
bitou aquolla precima existoncia.
Magoado extremamente, pjlos estragos
quu o cholera-noorbus fazia na trip dacao do
seu uavio, davasigmes de um granle mal-
estar. Perguntan lo-lhe o medico do navio
0 que sentia, file ruspon leu :
Nio eei ; mas porcebo quo a vida die-
ga ao seu termo.
0medico reiarguio-lhecoo algumis na-
lavras de an.macio, is quaes Bixio contes
eera
prestar o seu trabalbo tio exceltentemente Foi
Se?ptnd,H 1?* ""** ^^k* arico,a: ra*Wgorosa"e intrepfdaT
nhece odo, os raeus negocios, e sabe como que tr.z comsigo dos campos as virtodes
Eduardo Bruno, mati prirao e procurador nativas, Uto e, corara a a sobriexUde a
gr.lem Geoova. deve ser bem inform.do fore, .TOR(TSedEci.**'
06 X"J?- tuosidade! ^
Deixo a txU a equipagem am adeus | Foi dahi quo sabiram tantos heroes t&
e um mez de sold.da da grafflcaclo, afem gaodo, com o M bemdito *ngue, ilto
das duas que Ibe sio devidas par dous me- Celebes desertos do Paraguay, e elevando
ao compete receber do governo ao ceo a gloria daf armas
mocidade dos nossos centros hvradores, que constituent a alma e a bv1seftos militares, a aorta da praca teria sido
que
bollaudez.
ras!
brasilei-
da abe-
Bixio
I .,liP. dr "t0ii ,rfan !f,UZZ0 e ao ""P4*0 S*0 el"S os que tern o segredo
Lazzaro C.zella md agradecimentos. To lha : n6s somos os ooasumiW
l Facamos pur elles o que taato -merecem
^m a bem de sua tranquilltdade e seguraaca.
JuRiSPRl DEIffilA I Ass^m como os b^mens da scieocia tern
# wuyunma por miss4o Mtlliar M aperfeicoamentos que
" tornam o trabalbo mais produ^tivo e mais
egiaranp* pro a-ricul- facil, os bomens de eslado tem por obriga-
Qao buscar os meios de augmeatar a protec-
* Aagriculturadefeaer 580 que Ibe 6 derida.
d^rP?eadifeimagoei T d;prezem v.joa,antes'naode9-
Temo. u"^doao ,cuidem da prospendade dos agricultures,
1* A sua priroeira oeces- essencialmente dos que nio tern graodes la
sidadeea* faze'r qu" pMlso eot5 Ivem ^e am tfibalbo que rega a terra com d
j prdprio suor, desses bomens que formam tal-
j jfez dous tercos da populagio do Bra-
A primeira noces>idade da ag icultura, 6'
tou
Ah
ah se a natureza houvasse de me con-
coder amila dous aanos de vila, estaria
mais sausfiuto, porquo deixma seguro o
futuro ao. q.w m 3 sa ) charos.
Minifestado umvioleutissi.no ataque de
cbolora. qu-sempro hi crescen lo, tnaoioU
sahir todos da camara em queestava e fi-
a ordem, e a aeguran^a
Ninguem lira a petto cultivar um3olo que
treme pelo perigo ; ninguem quar a -rotear
ou lavrar a t rra bravia e seraea-la, se nao
Porque e" que nos campos se precisa de
ama protect) e de uma seguranc* ineom
paravelmente maiores que na* eiJades?
Sera diffijil conhecer as causasiesta diffe-
do nossa imperio
0 que e" preciso fazer, e dar, a cada uai
d^ases lugaresdo interior, r preeeulantes da
autoridade activotemteressados, que nio
sejam jurisconsultos, nem bomens politicos
que nada entend.m de delgdes, que nio
imponham chapas\ mas bomens de bem
simplesmeute, que distribuam sem formali-
dades va*, o beneflcio de uma policia tola
paternal; bomens energicos c capazes de
toda sorte de fadigas ; capazes de, em um
momeuto dado, reunir peki seu prestigio lo-
cal, uma forja respeitarel ; bomena es-
tipendiados largameate, se Mr poseifcl,
e que, exclusivamente, se dediquem dia e
noite a graude causa da segurauca dos agri-
cultures I
E' preciso descer aos faeios! Pom
ben, demos um, que vem provar o quanta
po ie um so homem do povo em favor de
todos.
0 Jornal do Commertio, de 16 de feve-
reiro lo corrente auno, na sua parte edi-
torial, daudo noticia das provincias uV sor-
te. diz o segitinte. em reta^ao d do Rio
Gran.le do Notfc :
0 vjleiite ^ose deBanda' prosegue, em
o mir;>r empenijo e actividal-jr nas dtii-
g^ocias contra oseriminosos da comarca t!5a
Maioridafdt-.
c^nsiderada como ligada a do alercito. 0
general ^arras respondeu-me qua nio podia
recuar. j
A testomunba ia con'.a da entrevista
com o general Stieble, a dos incidentes qua
occorreram exactamente no mesmo sentido
por que o tinba feito o general Jamas.
P. Ao partir para essa misslo, sabieis
que tinham sido queimadas muitas bandei-
ras?
R. Ignorava-o.
R. Disse, creio eu, que.houferam ban-
deiras queimadas.
P. Eentioo general Stieble respondeu:
< Entao o resto 4-oos entregae ? v
R. Sim, senhor presideute.
Presidente.Cbamai o ommandante Sa-
muel.
A testermtnha. No dra 2 de outubro,
estava eu no gabinete do marecbal Bazaino,
quando o intusdente Lebrun eotrou preci-
pitadamente, e exclamou : Uma boa
notiei-a 1 A<;abo de encontrar qnatro dias
ile viveres. M nao tenho present i na
memoria as palavras com qie o marecbal
respoirdeu a essa com.-nunic.15ao.
0 commaadantc Samuel renovon a nar-
ragSo j* feita pelas duas precedentes teste-
R.0 marecbal dizia sempre nas bum
ordens ao exercito.
Presid$nte. Cbamai 0 marecbal La
BoeufT. ..
0 depoimento do marecbal Le Bcauff
nio diffare do do general Ganrobert aenio
na expressio. Este ultimo fallou com em-
phase, com paixio, esteve por um momeoto
dominado pela sua emocio, e sentio qua ae
Ibe embargara a voz. 0 outro referioos
mesmos factos c>m tranquilidaJe, e com
uma frieza, que produzio uma peuosa im-
P.- De que termos se servio 0 general p,.essao iaio(0i possi^i divisar o'elleoma-
nor signal de emocao.
estiver seguro de gozar em paz do fructo do rer$a
o Acaba de ca?tarar 0 criroiooso Anto- ."raunhas ? acorapanbou com 0 eoronet Fay,
nto- Marques de Aquino-; e tal 6 a nomeada |no dia 27, o generaF Jarras a Frescati. A
de que goz", com assombro dos malfeitores, aeonveuQio; disse elie, devem ter sido asslg-
seu trabailto ; ninguem convem em cousa-
grar sua vida ao ru>le trabalbo dos campos,
se constantemento tiver que receiar do mal
teitof, tiraudo a vida, mutilando edevastan-
do as colhe.tas, furtondo es animaes 0 in-
cen liando os edificio9 I
-Nao e da inissao da lei e da autoridade
prover a esses males tao reaes ?
Sem duvida ; bem I he bista, A desampa-
cou s6 com oseu amigo Lombardi, quo era ra,la a8"cultur. os soffrimentos que sobre
o commissario dy seq nivio. e"a pesaa, na falta de reeursos, que, im
Terminada flcarla, quo pile pdde ler e
firmar, ex*!;^!)u :
Pobre da minha famiffa J
depois pe !io a Lombardi que conser-
lbt*Q a carta em segredo, aid que a alma do
anf ts ?" 'a es'^ publicada n'um jorual ge-
-uovez, cuja redaccao dec-la ra ter-1 lie sido
prestad* pela t'amiha do illuslre finado.
0 texto d'osse document 1 diz 0 que tamos
trasladar ;
Na Baliia de Achin, a bordo do Mad-
daloni, 14 de dezembro de 1873. A's
duas boras e meia da tarde.
A' minha famiiia, aos uieus amigos, aos
mcus officiaasde bordo do Maddaloni.
c Chare Adelaide. Senti-me morror 0
morro com 0 pensamento em ti, abenc aa-
do-1e e aos meus filhos. Deixei 0 exercito
que amava, e posso dizerqu6 deixei tam-
bem a Italia, que igualmente amava tauto :
porem figurou-se-me que coraopai e mari-
do pertencia ante* a ti e a meus filhos.
Fiz tudo quanlo pude na intenc&o uni-
ca de dar collocacao as minhas filhinhas
Giuseppina e Bicarda, e aos meus dous ra-
pazes Ga.ibaldi c Carnillo.
Esporava viver o tempo neefssario para
Ihes dar uma boa educacSo ; mas a vida
foge me e n a minha patria que servi com amor, 0 o
meu rei Victor Manoel, que hei servido e
amado como um bom rei, naojdeixanio de
olhar pela minha famiiia.
Lombardi e Buzzoni, um como commis-
sario, outro como capitao do Maddaloni te
farao entrega do pouco que resta das mi-
nhas fadigas como capitSo e como armador
do Maddaloni, e 0 farSo do primeiro porto
onde tocaro Maddaloni depois que partir
d'aqui.
Espero que 0 Maddaloni ficara" 4 fa-
miiia, e que tu com auxilio de Bruno, Buz-
zoni e Lombardi poderas lograr parcos
meios que te permitum educar os rapazes e
as pequenas.
Nao posso dizer-te mais acerca de ne-
gocios.
Abraco te com eifusao, assim como a
Giuseppina e Ricarda, Garibaldi e Carnillo.
Faz-me lembrado ainda uma vez a Nina
tua irma, a Matbitde e a todos os parentes.
Adeus.
A os meus mamvjos :
Recommendo a minha famiiia, que
deixo necessitada.
Aos meus oflicioes de bordo do Madda-
loni :
Deixo, morrendo, 0 commando do
Maddaloni ao c3pitao Francisoo Buzzoni.
C"nto qoe elle o commandara' bem, e que
cada um de vos 0 coadjuvard como coad-
juva a mim mesmo ; e espero que 0 com-
missario Lombardi quereri continuar a
mediataroente, no fundo e- nio na apparen-
cia, Ihe devem vir dos poderes do es-
tado I
0 que e facto i noon testa vet, e que as po-
pulajoes agricolas estSo bem longe de go-
zar dosses batieficios, no m)smo grio, das
populacoes urbanas!
0 que faz o staculo a* sua seguranca, o
que ura. ao agricaltor a quietacio iodt's-
pensavel a sea trdbalho, 0 que ejnstitne a
verdadeira cbaga, m.ii temivel. para elle
que a falta de dinlxeiro, que os temporsesv a
china de pedra e as ootras iiitemperies das
estates, e o crime dos vagahaodus: e" a
menidicidade osfaimada ; e a piihagem ; e o
roubo ; e 0 incendio ; e a divagacao de uma
multidao incomprehensivel de malfeitores
que, enxotados ou repellidos das- cidades
pea vigilancia da policia, invadem os ter-
ritorios ruraes como um asylo e oma presa,
e ahi commettem ousada e impunemente
toda sorte de depredacoes e de violenr
cias l
Ese e 0 mal com que geme a agri-
cultura, e quasi que sem romedio ate*
hoje !
Entretaut >, uio 0 devemos esquecer nun-
ca, e sobre 0 valente ardor desta popula-
oao rural, que repousa a produccao agrico-
la : e de seus bragos infatiga*eis que de-
pendc ilimontacao do pair \ E seriamos
muito ingratos, se nao proclamassemos, com
a mais calorosa sympathia, a elevada esti-
ma que se liga a uma tal condicao e a uma
tal obra do todos os dias I
Se 0 Brasil, cumpre recordar, e e foi tao
cedo um dos mais poderosos estados do
mundo, a razao estd, em grande parte, em
que os agricultores, por seu numero e suas
qualidadts rnoraes, ;omaram ahi um lugar
muito consideravel, tendo feito, na proprk-
dadc, conquistas semelbantes as que flzerara
sempre pela causa da liberdade, tornando-
se, por cons guinte, uma das mais fortes
columnas do edificio social l
E toda na$ao que, como 0 Brasil, possuc
uma p>pulagSo agricola, que tem por base
0 trabalbo bVre, deve julgar-se prep'rada
ao mesmo tempo a levantar uma legiao de
valentes defensores e, por conseguinte, a
representar um brilbaute papel na sua po-
litica.
Que os anuos mais gloriosos de Roma fo-
rara os quo pediram & charrua os seus sol-
dados e generaes I Ease el aralro respu-
bliccetuentur.
E isto quadra tanto rnais ao Brasil, paiz
agricola por exxellencia, quanto quo se tem
mostrado tambom um dos mais raarciaes do
mundo!
Anda ha bem pouco tempo, quandoas
nossas gloriosas phalanges foram constituir
um nome tao grande nas terras inhospilas
do Paraguay, quem ligurou ahi como mas-
sa principal 1
FOLHETIH.
LHCSECU BOB&IA
MEM3R1AS OE SATANAZ
POR
!> HauoeiFornaudezy Gonzalez
QUARTA PARTE
LUDOVICO ARIOSTO
fContinuagao do n. 57.)
X
r.fc COMO 0 CON TEN rAMENTO DE ARIOSTO SE
IIEVESTIO OK UMA COR SOMBRIA.
Onde varaos encerrar este ? pergun-
lou 0 capitao R >dolpho que viera ao encon-
tro Jos dous cavalleiros.
Esperc um pouco, amigo, replicou
M !. lotto apeiando-se ao mesmo tempo
que Ariost). Maude levar estea cavallos
para a cav llariga. Desculpe, meu amigo,
se u fa^o esperar, mas tenho de preencber
c rl.:j formalidades. Capitio Rodolpho,
maa I.. tocar a chamada, porque quero ver
reuni ia aqui toda a gente do castello.
v.ii ser cumprida a sua ordem, repli-
cou 0 capiWo.
Ec;!'ando- com lastima para Ariosto,
disse para comsigo :
p..br% homem I provavelmeute nio
sabc 0 que ai succeder, porque estd mui
tranquillo
Pouco depois ouvio-se uma trjinbeta to-
cando a chamada.
Qu^ lhe pnrecem estes muros? per
guntoa Michelotlo a Ariosto. Sao altos,
Lr3 0 cspessos. A torre grande, sobre
tu I >. e sobnrba e imp mente. N'essa torre
tem !o i>.ncrceradas algumas gr3-du-
] e alii 6 quo estd a sua Gonebra.
Nao ; 0 simples bom sense as fedica.
A vida rude, laboriosa e sobria do lavfa-
dor pobre tem uma incontestavel inffuencia
moralisadora. 0 b men*, assim, como que
se aproxiffla da naturez*; tofna-se religio-
ro em presonca dessas espleudldas e ntkne
merosas cteaydes, quj nascem1 e se disen-
volvem a seus olbos.
Ao contrar o, as cidades, pela agglomera'-
cao mesmo da sua popuiajao, pela accuran-
lagao de suas riqpiezas moveisr pela reuuiao
de tudo que po-le tentar as piixoes mas,
excitaros iustioctos de ambigao, a devassi
dfio 0 a desordem- offerecem mfinitamente
mais almento e oecasioes d violagio das leia
sociaes.
Deste nodo, 0 babitante das cidades esf&V
ate* certo pouto, pretegid) na sua pessoa *-
bens, pe'a populacio- e pjla vigilancia inv
mediata da autoridade.
Mas nao e assim no campo: a vida,
propriedade,- as colbeitas, tudo estregue a.
unica gur.ia-da bos % publica, ou aban-
donado sem defeza as violensias- e i cobiy*
dos malfeitores.
Em qualquer lugare sempre ba inquie-
tacjio, ba perigo para o pobre agricultor I
Se-vai para oservicp, 0 malfeitoc introduz-
sena casa deserta, e adespoja. Se dorme
alv o somno pesado do-trabalhador, 0 mal-
feitor invade-lhe as cultnras e commette mil'
depredagoest Se volta 4 tarde ou d noite
do mercado da cidade ou da povoacao mais
proxima, 0 malfeitor e espreita, ataca, rou-
bas e muitas vezes, n& volta d um camL-
nbo, o assassina E a honra da famiiia,.
quando 0 la-vrador pobre tem quedistri-
boiro servigo, necessario nos- campos, &.
mulher e ds fUhas?'
E, ante a- imprev-idencia ou a com-pla-
cencia propria do rustico, quantas vezes- osJ
malfeitores explorar& as occasioos favooaveis
de serem aceitos t
Fiogem entermidades, pretextam desgra-
nas imaginarios, ajpresentam attestados t'al-
sos, com a fim de excitae a conunis.9oa-
gao.
Outroj apresentam-se como mascates
(que assim sao cbamados os buiarinbeiros
entre n6>\, tocadores de realejo e de harpa,
cantores, coaductores de macacos qua dan-
cam, creados desarraniados, ate. Outros
fingem-se medicos, padres, negociantes, eu-
genheiios I Todos, emfim, cobrem, com
uma apparente industria, a sua condicdo de
vagabundos e os seus desiguios crirainosos,
cartos de serem aceitos!
Tal e", quasi sempre, a triste situacio dos
homens pouco remediados da nossa la-
voura I
III
0 que e preciso entao fazer 1
Pouco para dar muito.
Nio e possivel faier 0 que fez Napoleao
I, em 1806, como nos diz Thiers, que
pa -a esse fim, creou a sua gendarmerie de
cavallaria, encarregada especialmente de
garantir a seguranca dos campos, fazendo
marchas, gyros, peregrinacJies e patrulhas
frequentes pelas grandes estradas, caminhos
atravessados e de districtos; nao 1 0 Brasil
e de um terntorio muito extenso.
0 qire e preciso fazer, e 0 que unicamen-
te se deve exigir do governo, 6* a nomeagao
das autoridades de policia local nas condi-
coos essenciaes das exigenciaa dos nossos
qwe estos, se* cotTe, deixaram a co-
marca da Maioridade e fbram procorar as de
Bombal eTeiseira, tendc-se dado ate" o caso
de se baver entregado" a* prisao Jose Celesti-
no de Souza. por nio poder mais subtra-
hir-se a acQ.?o a vigilancia- daquello agente
ila autoridade publica.
E tali a nomeada de qttegosa, com as-
sombro-dbs malfkitcfes. ..,.
Como- 6 simples e e iilicurrto isto I
E* d crer- que Stee de B'm la tenba peeto
i baniro fazer 00 sr eleifor!
Prociwe 0-governo, em cada liigar, um
Jose de Banda que o ha de aehar ; que te-
nha olbos-para vorrouviios para ouvir e
bracks p E ta!ve que, por: esta so simples ma-
dida, bons resultadbs sojam> em grandle
lie, obtidos, e que cada um dos minfe-
tros da justica potsa dizer entao ao bp iz e insorirnos seus. relatorios, oma men-
fio assim:
Dei a' agrieultura ama segaran^a perfei-
t); 0 11 Brasil v&ra, neste progresses
que 0 seu governo vai buscar 0 merito onie
etle existe.
Carlos Pfinmcio.
Rio de Janeiro, 2i de fovereiro 1874.
(Gaseta JuriAka:)
Alii I exclamou Ariosto.
Sim, n'aquella torre ; nio se cance,
pore"ra, em olhar para ella, porque nio verd
Geuebra. Deixe-me agora tratar de urn
negocio importante, visto que jd estao reuni-
dos os cem homens de armas do castello.
Old, capitao Rodolpho, forme essa gente e
diga-lhe quem eu sou, por meio d'este pa-
pel.
Michelotto tirou do gibio uma grande
carteira e d'ella um papel lacrado que en-
tregou a Rodolpho 0 qual leu 0 seguinte :
Nos Lucrecia, gri-duqueza de Ferrara,
regeute na auseucia do grio-duque, e 'em
seu nome, nomeio governador do castello
ducal de Cento, 0 capitio Rugiero de Mon-
furte, sendo nossa vontade que lhe guar-
dem obediencia como a nossa propria pes-
soa.
Ouviram 1 perguntou Michelotto.
Ouvimos, responderam em core os
soldados.
Tomaran nota de que me devem
obedecer como ao proprio grio-duque t
Sim.
Como veem, sou 0 seu governador e
portanto ordeno em nome da gri-duqueza
que se assegurem da pessoa do capitio Ro-
dolpho. Amigo, de-me a sua ospada.
Mas que fiz eu I exclamou Rodolpho
entregando a espada a Michelotto.
Nada absolutamento... capricnos dos
grandes ; dio cargos e do mesmo raodo os
tiram ; eu nio faco mais do que cumprir
uma ordem. Anda cd tu. Tiepolo, accres-
centou dingindo-se a um dos bomens de
armas
0 soldado avaocou e Michelotto disse-lbe
algumas palavras ao ouvido *
Acornpanhe-rao, capitSo Rodolpho,
disse Tiepolo dopois ds ter fallado com Mi-
chelotto.
0 capitao f'bedcC'.-u aioda quo de muito
md vontade.
Tieotfte levou 0 sou prisi nciro, a.ompa-
nhado de quatro soldados, pela escada da
torre grande.
Ainda nao acabou ? perguntou Arios-
to que estava impaciente.
Ainda nio, mas nio tardard muito ;
dentro em pouco apparecerao alii em cima
0 capitio Rodolpho e os homens que 0
acompanharam. 0 espectaculo serd triste,
mas que quer ? e" necessario cumprir as or-
dens da gri-du meza. Disseram-lhe que
esse homem a havia atraic,oado, e enviou-
me aqui para o castigar.
MM esse homem m morrer ? per-
guntou Ariosto.
Creio que sim, a menos de que nio
encontre um meio de se livrar da morte.
Ah 1 nio posso conseatir em seme-
lhante cousa I exclamou Ariosto.
_~7 Cautella I lembre-se de que i meu
prisioneiro, e siga 0 conselho que lhe dou
de permanecer callado.
N'aquelle momonto appareceram na pla-
taforma da torre, 0 capitio Rodolpho e os
homens que 0 acompanharam.
Ao mesmo tempo ouvio-se a voz angus-
tiada de uma mulher que gritava s
Que vSo fazer a meu marido ? Nio
0 matem I
Era a esposa do capitio Rodolpho.
Eucerrem essa mulher, gritou de baixo
Michelotto.
Pouco depois, apezar da sua resistencia,
0 capitio Rodolpho foi enforcado em uma
das ameias da torre.
Ariosto soltou um grito da terror.
Ah 1 disse Michelotto, vendo que 0
capitio Rodolpho nio perneava, aquello
tratante foi feliz. Deus me de uma morte
assim quando cheg gos, sccroscentou dirigindo-so aos soldados,
aquelle e 0 cadaver da um traidor, e voces
facam a diligencia por nio terom a mes-
ma sorte. Retirem-se, porque nio tem nada
ji que fazer aqui.
Os soldados ^retiraram-se cabisb&ixos,
Rehttorio
a'RESPEITd-tK) NEG06K) DO MASBCBJAL RAZ1WE
EX-C0MMA0ANTE EM CHErE BOEXERdWG-
D0 RUEW.
AC01B.NC1A DE 29 DC No\J,ShKO
(Coniinuagdo)
K.Ninguem.
0-general Pourett.Nao se fez estipula-
cao particular relativamente aos feri.los ?
R. Fallei disso, mas o general Stiehle
reclinour-se dizendo que era uma questao
de humanidado. 0 mesmo acontecea quan-
do eu quiz fazer estipulan que os vivems se-
riam distribuidos-aos. soldados logo que el-
les se constituissem prisioneiros. 'Ceria. se-
guramente silo preferivel que bouvesso al
guma cousa escripta, mas o general Stieltle
oppoz-se. Nao era possivel prolongar as
negDciacoes ; porque a 27 estava- eu n'uma
anciedade indescriptivel, e nio sabia se o
exercito podia, viver mais vinto e quatro bo-
ras.
Presidenie. Tittheis comiudo, a 26, ou-
vido o intendeute Lebrun aununciar ao ma-
recbal que se tinba encontrado tres dias de-
viveres. Explico portanto muito difticiL-
seente essa vossa anciedade.
Mr. Lackaud. Se o> inimi^o nao fez- o
mu daver a respeito do& prisiooeiros e dos
feridos, nio nos poderiam tomar responsa-
veis.
A audieucu foi suspensa durauU viuie
minutos, depois deste depoimento. 0 ge-
neral Jarras foi convidado a nao se rotirai*.
Presidenie. Autoriso todas as testemu-
nhas que nio perteocem a nona serie a re-
tirarem-se definitivameote. Cbamai o co-
ronet Fay.
0 coronel Fay. Fui desiguado pelo ge-
neral Jarras para o aoompanbar a Frescati,
no dia 27 de outubro. No caraiuho, obser-
vei-lhe que se nio julgava que elle teria
objeccio a fazer ao projecto de capitula^io
relativo ao exercito, nao acontecia o mesmo
pelo que respeita d praca de Metz. Nio ex-
pliquei, que, em contrario aos regul men-
dominados pelo terror.
Ariosto estva horrorisado, e quasi que
n'aquelle momonto se nio lembrava de Go-
nebra.
Quero sahir d'aqui, disse elle a Mi-
chelotto, quero livrar-me da presence de
um malvado como o senhor.
I'ois annuncio-lhe que nao sahiia
d'aqui durante muito tempo.
Por ordem de quem ?
Por ordem minha, que sou seu amigo
e porque assim lhe convem.
Eu nio estou debaixo da sua autori-
dade ; pertencp d casa da gri-duqueza.
Aqui ninguem manda senio eu, disse
Michelotto. Acompanhe-me, seja feliz, e
esqueca o resto. Esse bomem era um falla-
dor, e os falladores devem morrer. Venha
ver a sua Genebra.
Ariosto teve de resigoar-se.
Seguio Michelotto e esto levou-o pelas
escadas que conduziam i grande camara.
Espere aqui, disse Michelotto ; e ne-
cessario preveni-la, porque provavelmente
estard almocando. Verdade e que a encar-
regada do almocu era a mulher do justica-
do, a qual foi eucerrada para nio fazer mo
tim, mas em seu lugar resta a velba criada
Rosalia. Vou annuueiar d senhora Genebra
que almocari hoje com um amigo aoti^o,
eu farei companhi i a ambos. Nio conti-
nue com esse aspecto carrancudo, Sr.
Ariosto ; o que acaba de ver foi triste, mas
nio passou de um acto de justica. Aquelle
homem era um miseravel, e no fim de con-
tas nio fui eu que matoi, foi agri duqueza.
Eu ja volto.
E abriudu uma porta desappareceu por
ella.
Tonctta sahio-lhe ao encoutro, e venlo-o
fez-so vermelha como u : a roml.
L's-me de volta cbarissima esposa
I disse Michelotto ; ji te posso dar esse nome
porque teu pai concedeu-me a tua mio
Como 1 pois vio meu pai, St. Rugie^
nada nessedia, se o general Jarrai tivesse
sid.) portador de poderes regularesi
P. So'jbestes o que se passou no dia
seguinte, dcerea d^s baudeiras ?
R. Sim. 0 general Jarras disse ao-
general Stiehle que umj parte da$ bandei
ras-tinha sido queimada, segundo o uso'
adrmttilo no uosso paiz, por occasiao das
mudengas de governo. O'general Sriehle
respoodeu que nao acreditava, e que. em
todo o caso, as que resta vamdbe seriam en-
tregues.
P.-Tivestes que traduzir despachos do
general Stieble para o general Jarras, a
27-ou a 29 de outubro.
R Lembro-me de ter traduzido um a
29, que comegiva- as.im : a Felicito-me
jcomvoseo....
P.Naobavieis traduzilo outro que nao-
contiuha telicitaccios?
R.Nio sei se o traduzi, mas vi-o. F'
isto que posso dizer,
Presidinte. Chamai o marecbal Ganro-
bert.
0 marechal Canrobert. Quando regres-
saram os generaes de Cissey e Change rnier,
o marecbal convocou-nos. Reunimo-nos a
26, e compreben lern-iS que nio tinhamos-
que esperar attenoyes do inimigo. Per-
guntava a mim mesmo porque e que a im-
peratriz nio linha vindo desembaracar-nos
de todas aquellas embrulhadas da capitu-
lagao, escrevendo ao inimigo; o exercito
francez, vencido pelafome, eja"-nio tendo
cavallari i nem artiliieria, quebra as suas ar-
mas. Nenhum de n6s pensou assim, e
manlou o general iarras para assignar a
convencio.
A tl, tivemos ordem de mandar as ban-
deiras para o arsenal afira de serem quei-
madas. Obedecemos. e deviamos pens-ir
que as-bandeiras ja nao existiam. Quanto
ao material, nao tinhamos ordans que
dar. N'um exercito4 ha um chefe ejsolda-
dos : que esses soldados sejam marechaes
de Franca ou tambores, nem por isso dii
xam deser obrigados a obedecer. C.aufes-
so, porem, que ninguom teve a idea dedes-
truir o material. Correu o boato de que
seria restituido depois da paz, e foi por
isso que hoove o cuidado de o inventa-
riar.
A29, foram os soldados conduzidos para
a testa de columna. de cada um dos corpo-
do exercito, e o que pro ia que os officiaes
tinham merecido a sua estiina, <-,- que se so
paravam d'clxs, abracando-os.
P.Nio vos lembraisque na reuniao-de
2>i se fallou de bandotras !
R.Soube depois que o marechal disse-
ra ao general Uesvaux.: Xou dar ordem
para as queimar. Pelo que me toe a, as-
seguroque nao ouvi.
P.A que boras, no dia 27, rece-
bestes ordem directa do marechal para
fazer conduzir as baudeiras para o arse-
nal?
R.Foi de tarde. A ordem nio dizia :
Fazei-as conduzir ja. L>i/.ia : Fazei-as
conduzir amanha pela manhi
P.Entio, no dia 28, indo para o conse-
lho, estaveis persuadido de que as baudei-
ras estavam queimadas .'
R.Nio podiamos deixar dc o estar.
P.Tinbeis motive para pensar que
o material seria restituido depois da
paz ?
ro dc Monforte ? perguntou Tonetta.
Certamente que sim, e por signal que
o encontrei conversando com uma certa
pessoa tio cnbecida e amiga antiga da se-
nhora Genebra, que at a convidei para al-
mocar comella, oontando com o seu con-
sentimento.
E que pessoa e essa? perguntou Ge-
nebra que estava sentada junto da janella
que dettava para o rio.
Uma pessoa que lhe poderd recitar
versos do Orlando Furioso.
Genebra empallideceu.
Quero crer que e* corajosa. mas no
estado em que se acha, 6* necessario andar
com prudeucia.
Deixe-se de mais preambulos, atalbou
Genebra ; essa tal pessoa e a gri-duqueza ?
Nio, respondeu Michelotto. Certa-
mente que a gra-duqueza poderia recitar-
Ibe versos do Orlando, mas nunca como o
proprio Ariosto.
Ah I estd ahi Ludovico ? exclamou
Genebra pondo-se em pe" com os olbos scin-
tillantes', e pallida como um cadaver
Sim, e6td, replicou Michelotto, ejd
lh'o vou buscar.
Genebra sentou-se e levou a mio ao co-
ratio como que para con tar-I he as pulsa-
Sdes.
Tonetta ficara profundameole pensativa.
Peuco depois appareceu Michelotto com
Ariosto.
Verera is agora se quer ser meu ami-
go, Sr. Ludovico, achan lo-se ao lade d'essi
perola qualhe onservei, disse Michelotto.
Ariosto pennanerei'. immovel, mud>, es
tatico.
Genebra tlhava p*ra elle, a n'aquelle
olhar transparecia toda a sua alma.
Muito felizos saoaqunlles quese amain,
murmurou Michelotto fitan'to n'llas un
olhar sombrio ; se eu podess- amar d'a-
quelle modo.,. Yem od, Tonettat ft (bus
P.A 27, quanlo recebestea a ordem
relativa ds bandeiras, que bora era ?
R.Ainda era dia, e ainda mesmo n'essa
tarde se podiam levar aigumas bandeiras
para o arsenal.
p.yuando se fez a leitura do protocol
lo trazido p^.lo general Cissey, nao se fez
nenhuma observacio ao artigo relativo fc
bandeiras ?
R. A nossa attenvao nao se flxou n'eaav
pooto.
P.Tinbeis recubido antoriormento uma
ordem do general Soluble, que havieia re*
cusado executar?
B;.Sim, Sr. presideute ; jtilguei direr
exrjir a assiguatura do comioenlante em
chefe.
Presi'lent*.Chamai o genera! Lad ni
rault.
A testeinwnha reproduzio as eap'icafdes
dadas pelos deraais chefes de corpos sobre a
Capitulacio;
P. Bivieis recebido dias ordens diffe-
rentes relativamente d destruicio da* ban-
deiras T
R. Sim. A primeira a 26, pelas duas
horas da tarde. Era do general Soleille. a
nio foi executada. A segunda a 27, assig-
nada pelo marechal Bazaine, que foi execu-
tada a 28, pela in.mha.
P.Quando soubeste aae a desl.-uicao
das bandeiras nio tmba tido lugar.
R.Declaro que as julgava bem queima-
das. Nio se tratou- mais disso.
President*.~Chamai o- general Proa-
sard.
A testimunha niodeu sobre a questSo
tao deli rada das b.-uileiras r.. nhum navo
esdarecimento, disseapenas que o 2 corpo
nio tinha mandadu para o arsenal senio as
bandeiras de dus divisoes ; as das ou
tras duas, comman-ladas pelos generaes lia-
passete Lavancoupet, foram queimada*
no- mesmos lug ire* em que estavam.
0 general Frossard xccresceotou Um-
bem, em eoatram do quo dtsauram as pre-
cedentes testemunhas, q ie na conferencia
de 28 so annuiiciouque as bandeiras nao
tinham sido queimadas, e que esta noticia
provocdra da sua parte uma exclamacao de
sentimento.
Tambem foi ouvido sobre a mes ua ques-
tao o general Desvaux, a quem o marechal
falldra da questao das baudeiras por ocea-
siio dasessio de 26 de outubro.
P. -Nio foi darante a sessao ?
R.Nio, foi depois. Aproximei-Dte J<>
marecbal e disse-lbe i E a* biu leiras ?
Elle respondeu-me: HAo de ser quei-
madas. A ordem deu-se ao general So-
lelle
P.Essa ordem nao vos pareceu de ua
tureza a ser executada iauaediatamente !
It Nio. Esperei qae me fosse couth
mada pelo gmeral Soleille. Foi exee jta Ja
immediatamente pelo general Picsrd, p.-i.
que respeita a divisio de grauadeir .s, e no
dia seguinto pela de suradores.
Preside-Mt. Maudai cbamai o general
Cblfinieres.
0 general Coffinieres. A coafereocia de
2i teve lugar pela manhi. Durante o dia
recebi uma carta do marecbal Bazaine.
Nessa carta dizia-me o marecbal que tinha
proposto ao conselho fazer cessar o antago-
nism quo exisUa, sobre a questio das
subsistencias, entre o exercito e a praca de
Metz.
A 23, disse-rae tambero, quo as diligeu-
ciasque linha ten tad) junto do princip*
Frederico Carlos para obter coudicoes me-
nas severas do que as que tinham sido pri
meiraraenta impostas, aao h&viam produzi
do effeito.
P. Foi pois a contar de 51 que coast
derastes que a S3rte da prara seria assimi
Ibada d do exercito ?
R. Sim, senhor presideute.
P. Nio tivestes ocoasiio de pensar,
antes daquella data, que essa situacio esta -
va virtualmente admittida ?
(Continttar-i-ha.)
entes queseamam, que softreram tanto c
que ha tanto tempo s* nao veem, e ate ca*
ritativo deixa los sos.
Pois aquelle e o Sr. Ludovico Ariosto*
perguntou Tonetta com ingenua admira-
5io.
Sim, replicou Michelotto ; que achas
de estranho n'isso ?
Julguei que o Sr. Ludovico Ariosto
era mais formoso.
1 porque havia de elle ser mais for-
moso ?
Porque faz versos muito bonitos.
Tambem eu faco cousas boas e boni-
tas, e como ves, sou medianamente feio.
0 Sr Rugiero nio e feio, disse To-
netta sorriodo.
Sim, sim, nio te pare<,o feio porque
me queres um poucochinbo ; pela mesma
razio Ludovico Ariosto parece formosissimo
i senhora Genebra qua o adora.
E, diga-me, Sr. Rugiero, proseguio
Tonetta baixando a voz, o que e o St.
Ariosto d menina Genebra, amante ou ee-
poso T
Se elle nio fosse seu marido, nio es-
taria ella proxima a dar d luz um ft'ho.
E quem separou os dous esposos *
perguntou Tonetta com tndignario inge-
nua.
A pessoa que pode tudo em Ferrara.
a gri-duqueza. Fallaremos n'isso quando
estivermos longe de Ferrara e da Italia,
porque vamos viajar muito. Agora, po-
rem, tratemos do que nos importa ioMM-
diatamente. Peoso ciwar-me hoje mesmo.
Hoje mesmo Tio crdo T
i
(Gonlin uar~te-ha)
v t ). -I;.\'V'jn"j',.c\V;"'.
1


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BaBiaaBiaMaiiai"i^^^
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