Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16893

Full Text




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exta-feira & de H,aio de ASOO
i. MUliJBRO 09

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PBOPBJBBABB 1 HAH6SL f XGBSZ&M. PABIA & W1LMBS
REDACTORES ANTONIO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis niezns adiantados.
Por um anno adiantado
Nattt;rj avalso do mesmo da
81000
15*000
30&000
$200
WITRUVIO PINTO lWDIII!A E A
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS D
FRANCA E INGLATER
Os Sr*?. Mayence Favre & C.\ residentes e
La Grange Batelire
jLJ DOE VASCOIVCELLOS e MANOEL ARAO
PpICAg0E% NA
-*
ris-18 ru de

PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantos, t m 16*500
Por om anno |diantado. ... 33*000
Por .trimestre vencido..... 9*000
Numro avalso de dias anteriores. 200

-
Telegrarr.mas
um: rmcrua i: z3ZAn:o
Rio de Janeiro, 30 de Abril, as C
horas e .'> minutos da tarde (recebido
na estaco s 7 horas da noite e entre-
gue us 7 horas e 26 minutos).
Na 3.* sess5o preparatoria da Cma-
ra estiveram presentes 47 deputados.
No senado tomou assento o se-
nador pelo Paran, padre Alberto Gon-
galves.
No Estado do Rio tem-se dado
desordens, occasionadas por incidentes
municipaes.
A Cmara Municipal, que deve reu-
nir-se afim de annullar as ultimas elei-
fOes municipaes alli procedidas, far
obligatoriamente a sua reunio em
casa particular, Jpois o edificio em que
estava funccionando a Cmara, acha-se
violentamente occupado pela annul-
lada.
Reunidos os antigos vereadores,
acham-se impossibilitados de dar cum-
primento ao Accordo do Tribunal Su-
perior, que mandou-os voltar ao exer-
cicio ; por isso vo requerer ao po-
der judiciario a execuco daquelle Ac-
cordo e a deciso da junta de pode-
res eieitoraes do Estado, que declarou
nulla a eleico.
A esquadra argentina vira em
viagem de instrucco a este porto do
Rio de Janeiro.
Est organisado o ministerio fran-
cez, cujo presidente do concelho de
ministros ser o Sr. Mehne.
HAMO DE PRMICO
RECIFE 1 DE MAM DE 1896
Traii^o-maoocw econmicas
II
A leudeneia das emigriiges em massa
para 09 paizes despovoadcs do globo caja vez
njais dosctivolve-sp. como urca consequencia
do cousideravel augmento Europa, coja act vidade vai sentindo alalia
de um campo suficientemente vasto para O
empre,o de que precisa ; altn do que, 03 w-
sulta ies que a emigrago j realisada tem pro-
ducid) levando coms'go as industrias euro-
pea?, t ausportando para outros paizes seu<
meios de acco ; se por um lado tm criado
novos mercados para os seus producto?, vao
pelo outro perdendi estas vantagens, quando
as suas industrias florescendo n'estes paires,
nao precisan* ellas mais importar os produ-
cios que anteiiormente importavam, como pas-
saic por sua viz a expuital-o.-, e n'est'i caso
vee 11 11 algOflM forma abalar as indusfias do
occi' ii-. d'esta famosa e poderosa Europa,
de q ; os os paisas t:n sido tributarios,
qoe v da c a graodeu ao mundo
vira ro criar competidores lerriveis, que
por Ce 1 rt utiar-lhe-liao esta graais opulen-
cia 1 -.i-iualuade.
A raca monglica esl portanto destinada a
repr. S' Mar um grande papel na situagao eco-
nomi a 'lo globo-
As despena da prodocco qoe enlram cerno
principal elemento da formag&o do prego das
merca tonas em geral, entre os china e ootros
povos asiticos sao as mais reduzdas possi-
yeis.
A India prorae'.le ser a grande rival da In-
glaterra, ir lentamente abatendo o grande po-
der d.' multiplicar os seus capilaes, oflerecen-
do-l e urna concorrencla in-lusinal de extraor-
dinarios ei'elos, fazendo-lhe urna guerra pa-
cifica, com a qual adquirir coRrideraveis ri-
queza?, energas que vem-llie assegurar fui
fa*-ura independencia.
Ioevitavdmeote, quaDdo decahir a prodc-
elo eu'opa, em virtudo de urna concurrencia
preju ici->l, grandes capitaes do velho conti-
nente emigrarte, e as classes proletarias se-
guir&o a sua mareba, e novos centros de pro-
docco abrir-se'bo no mondo.
Ento o novo continente, a America Central
e a d 1 Sol, sero provavelmente os paizes des-
tinados receber este3 contingentes de torga
a de vi la que virao transformar seus immen-
sos dverios era explendidas cidades.
O desiquelibrioda vida econmica universal,
qoe ora manifestarse cora o grande desenvol*
Tmenlo da civilisag&o. ter desapparecido, e
cencidas as difficn'tdades oppostas pelos cli-
ma?, a caracteres de ragas differentes, ludo
tendera para um completo nivelameoto-
E nada mais exacto que a desenvolugao das
lais naturaes, qoe a vontade do tiomem nao
pode oppor un, bice impedindo o progre*
dlmfnto do seo ftrse fatal.
Nem as nacOes |iodem accumular riquezas
que exrelam os limites da nctivida le qoe 00*
dem ter. coarctando a, evitando procurar novos
horisontes qtie iifallivelmente ho ele ser abor-
tos pelo impulso da sua forga pr. gresslva.
D'atii resultou esta oece3sidade dos prioci
pies paizes da Europa precisarem conquistar
paizes incultos a fastados do commercio ecom-
monicagOts com o mundo, afim de criar em no-
vos mercados para o con-orno dos seus pro-
dacte* como para importaren) os que n'elles
'n
existissern.
Era esta grande troca da producios, que [ti
o commercio da.s nagss, a fonte d'oDde or gi-
naoi-se es seus capitaes todas as cundigOes
da su 1 vida econmica.
Mas y\ conitce que a onda que vai, 6 a
mesma que volta como inundando-a sem vir
{* undal-a, ou avigorar as suas torgas.
E' que os capilaes j teto se multip icado
em urna coasidcravel escala, 6 que as grandes
van agens do commercio internacional, alarga-
das aioda pela colonisagao, j formam certa
superabundancia determinatMo novos campos
de argao.
E etitj a colonisagao ter forgadameme que
abrir novos caminlios, oc capitaes que lomar
novas dlrecges, a emigragao duplicar as suas
cilras, e a proJucgo augmentando por toda a
parte, e ao raestao tempo eievaodD-se o sa a-
no, baixando os Juros no capital, e o prego de
todas as mercaderas em geral, o bem geral da
humanidade ter se-ba realUado, codo um re-
sultado das lem naluraes da sciencia econ-
mica, otTereesnJj a solu.o to ioutilm;nt<
procurada, e irretlectidamenie ollVrecida pelo
s^cialiSAO, que parece completamente negativo
us suas diversiS comniiiagas para resolver o
graule problema da regular dislribuigao da
riqueza.
A g-aude mus-a das populages asiticas que
viviam no seu iiveterado eoto pecimento co-
megatn a dar si.;oal de vi la, e medida que a
Europa penetrando-, leva ao seu seio 0 ger
men fecundaute oa sua civilisago, ellas come-
gam a da cobrir o poder das suas forcas laten*
tes e por sua vez reflclir sobre o mundo os
e 11 eitos daassimilago d'este ojvo elemento.
E nesta marcha progressiva se crusarao as
grandes e novas correles que se de-prende-
rewlas diversas garles. #W uuindo, e o meca-
ui-mo econmico da vi la universal terminara
o iso'.amento anterior, e lodos os povos liga lo<
pelus lagos eslrdtos da soli lariedade, sero os
factores da feliciiade commum, creando o eos-
mopotierao que resultar do equilibrio das suas
forgas productivas.
Esta rypothese um resultado infallivel do
desenvolvimenio assombroso da riqueza mate
nal que a orgaawago social dos povos moder-
nos tem produzdo.
As grandes industrias, as sociedades ou as-
sociagOes para a; g-andes empretu, o grande
deseuvolvimenti do crdito, os inventos con-
stantes da arto mecnica, o apsrfeigoamento
dos instrumentas de trabalbo, a sua grande
diffuso, mesmo entre povos at hoja immobi-
lisados, a culti.ra industrial que n'elles vai se
desenvolvendo pela invaso dos immigranies
europus, a actividade que alies desenvolvem,
os processos qus vulgarlsam, a fun lagao de (a-
bn:as por lodi part,cujo numero ba de au-
gmentar extraordinariamente, medida que os
centos de pro.lucgo foram plurallsando-se, e
a concurrencia tir proJuzinlo os seus effeto3
econmicos no grande centro do mundo, que
pela energia de sua acgo nde multiplicar con-
sideravelmente o? seus recursos, e criar estes
capitaes extraordinarios que hojj precisam ex-
pandir-se para nao reduzirem-se inercia.
Em anfgos lempos no grande curso da his-
toria houve deslocago dos grandes centros da
civilsago, hoja elles lendem a localisar-se
segundo as grandes divisOes geograpbicas,
ou os diversos continentes; c oriente llumlnado
pelo grande fecho da luz occidental tende a
transformar-se, os deserl03 da America lero de
receber o poder fecundante e res aurador das
suas forgas latentes que ba de convertel-os em
grandes Estado.
O equilibrio Je forgas modificando as condi-
g6es actuaes, dr_ ao organismo social dos
povos, mais e aslicidade e cooesSo, defiondo
melhor a aspirago universal do bem estar e
prospen iade do genero humano.
O capitalismo vira a curar o seu proprio
mal,,e estabelecer mais urna proporgo de har-
mona e coheo enlre os tres factores conbe-
cidos da produ:go.
Governo alo Estado de Per-
nambuco
EXPEOIENTE D.V 1. DIBBCTOBIA DA SECRETA-
BIA DA JSTICA, NECiOCIOS INTERIORES B
INSTRUCCXO PUBLICA
Dia 2g de Abril de SgO
Acto :
SECRETARIA DA INDUSTRIA
Expediente do *Sr. ffr. Govsrnador do
Estado de Pfr.naiiibuco 'do dia 20 de
Abnl de r8%6.
M3SSAGEM
o t;oag'-eR80 Lgislaiivo.
icareia du quadro demonstran
dd>
11. 13 ila le :i 121, 1- S 'le JoObo
O Gouernador do Estado resolronomear o
bacharel Mano I Arthur de S Pereira, para roiln,0 passfdbTci.mo ainda
exercero cargo de Promotor Publico ..o munl- gUppielnenlares .ie 2 de Jan
cipio de Mores, dKVendo assumir o exerCicio
dentro do prazo de 40 rfias.Fizeram-se a
uecesssarias cummunicages.
PARTE OFFICIAL
Actos do Poder Ejecutivo
DECRETO R. 2.J61 de 20 de abril de
1896
Manda execula* em tocas as alfiOdegas e me.
sas de redas habilitada* da Repblica a
nova tarifa e su-s dispusiges prellmlna.
res.
O presidente da Repblica dos Eitados-Uai.
doe do Brasil, em exe ugs ao disposto no srt.
i- n. 3, da le. o. 359, de 30 e D^zembro ae
1895, decreta :
Art. 1- Sera exentada em todas as alfande-
eas e mesas a ca a tarifa e suas disposigOes preliminares, que
acompanham ijsie decrete.
.Art. 2- Ficam revogadas as dispojigOef ero
contrario.
Capital Federal, 20 de Abril de 1896,8- da
Re, n Mica.
fradite J. de Moraes Barros
Francisco de Paula Rodrigues Ai\ m
Oflicios :
Sr. Dr. Director Geral da S-iCre'aria da Fi-
zenda Manoai pagar a Pereira Carneiro & C.
agente do Lloyd lirazileiro, ronform-f as con-
tas ucumeiitos juntos, a importancia de
221S250, proveniente de passagens concedidas
pur Cuota do Estadi.', currando a despeza da
reeuiuie forma : 698750 pela verba do di. 2
1. n. 43, da le do orgamento vigente e.....
151S500 pela do n. 71, Ju mesmo art. e ci-
taoos.
ao mesmo.De ronformidale com o Re-
gulamento co vigir modai abonar, pelo m-
ximo, ao roajor do 3o batalnu de infantera
estadoal, Mauocl Baioosa dos Santos, a ajo.la
de cuno a que tem direito, por ter da seguir
em commisso do governo, para o municipi
ao Barniros, correiMo a uespeza pela verba
do art. 2." l.* o. 41, da le do orgamento vi-
gente.
Ao mesmo. De cooformidade com orRe-
gulamento em vigor, raandai abonar, pelo ma
ximo, no capito do 3.* batalbo de infantera
estadoal, Oresles Alves na Silva, a ajula de
cusi a que tem direilo, por ter de seguir ein
diuinis&o iio (joverno, para o municipio de
Palma'e?, coneudo a despeza pela verba do
ari. 2. i 1 o- 41, da le do orgamento vi-
gente.
Sr. Tenente- 'oronel-Comman lante inte-
rino do 1.' baialhao do lufanieria estadoal.
Tendo nesta dala manda lo pagar aos ag-tnlw
do Lloyd Brazileiro a importaucia de 241750,
de passagens concedidas por cinta do Esiado,
do porto da Parbjba ao desla capital, a praga
desertor* do ballho de v.>s.-o commando,
Virginio Osuno da Silva e a escolta que u
acompanhou, recommendo-vos que, de confor-
midaae com a circular expedida em 22 de
Agosto tnlo, seja descontada dus vencuuen
ios da referida praga, aquella impoitantia.
EXPEDIENTE DO DR. DIRECTOR
OfBcios:
Sr. Tenente-Coroncl-Commandanle Interino
do 3. Iiata'ha de Inlanteru stadoal. U Exm .
Sr. Cnsul leir lioverntdor do Estado masda
communicar-vos que a Secretaria da Faseo ia
acba-se habituada a abonar, pelo mximo, a
aju-ia de custo a que lem diraito o major do
baUlhao de vusso commando, Manoel Barbosa
dos Santos, por ter de seguir em oommissao
do gove.-U", para o municipio de Barreiros.
Ao mesmo.O Exm. Sr. (Jonsellieiro o-
vernador do Estado manda commumear vos
que a Secretaria da b'azenda acba-se habilitada
a aoonar, pelo mximo, a ajuda de custo a que
tem direilo o capilo do batalho de vosso
couim-indo, Orales Alves da Silva, por 1er de
seguir en commissao do governo para o muni
cipio da Palmares.
2.* DIRECTORA
Expediente do Governo
Portara :
O Sr. Dr. Director Engenheiro Chefe di Es-
trada de Ferro (.entral do Pernambu^o dgne-
se de mandar dar passagem em carro de l.
clasae, pjr conta do Estado, da estagao desia
opital a de Francisco Ulycerio, proles.-ora
Amelia de Mello Pires Galvo e a cinco pessoas
ue sua lamilla.
Ollicios :
Ao Sr. Landelino Rocha. Tenho presenta
o vosso orlicio de 7 do corrente mez era que
pondes mlnna d sposigao, para serem dis
tribuidos c.m os alumnos pobres que flequen*
tam as aulas publicas do interior do Estalo,
os rxemplares .os livros de instruegao pri-
ma ia por vos confeccionados. .
Alteulendo ao vosso pedido agra sobrera do peohorado, a valiosa oifena que
acabaes de fazer, a quai pateniea o lateral'
se que lomaes pela diffuso da nstrucgaj
aquellos qua nao dispem de recursos para a
acquisigao de lao otis com: endios.
Retrtbao'VMM cumprimentos que me di-
rigs no citado oflicio.
Ao Director Geral da Secretaria da Fa-
zenda.-HltendeniO ao que rtquereu'me S"-
v-rioo Marques de Sonza, de quera trata o
Inspector Geral da Instruegao Publica em of-
ficio n. 61 -'e 13 de Margo rindo, recomtn :r
do-vo* que manleis pagarMhe os ordenados a
que tiver direilo na qualidae ie professor
em dispoibilid ide. a coalar de 20 de Noveuv
bro do auno pasado 1 uta em que foi soppri-
mida a cadeira que regia na villa de Bom Con-
selhn, conforma consta do Prefeito do alludido
municipio de 7 do corrale mez.
Ao Direct-r Ge al da 3* Directora da
Secretaria da la lastria.Attendendo ao que
solicitou-me Inspector Geral da Instruegao
Publica em oflicio o. 21 de 27 do correle, re-
commendo-vos que mandis coocar os vi-
dros qoe forera necessarios as jaaellas do
edificio em que funciona aquell: Repartgi.
Ao Sr. Hercutauo de Ol.veira Guima*
raes, presi lente do Concelho Municipa de
Uelmonle.Sutisfaiendo o pedido constante
de vosso oflicio datado de 13 do corrente met,
remeti*vos nesta da so da Constituigao Poltica ceste Estado e va-
rios outros de Leis, Decretos e Regulamenlos,
Relatnos e Meu^agens dirigidos ao Con-
gresso Leg slalivo.
expediente do Dr. Directcr
Oficios i
Ao Dr. Inspec'or da Instruegao Publica.
S. Exc. o Sr. Conselhoiro governador do
Estado manda cemmunicar-vos em resposta
ao vosso oicio a. 21 de 27 do correnta que
nesta data nutorisou o Director Geral da 3*
Directora da Secretarla da Industria a man-
dar colocaros vidros que forera oecessarios
nai jan.llas do .edificio em que funeciona a
Reparticao a vosso cargo.
Ao mesmo.De ordem do Exm. Sr.
Conselbelro governador do Estado communi*
co-vos pira os fina tonveoientea, que no re.
quenmento em que a professora Anna Emilia
de Miranda Hennques pede prorogagao do
praso cara assumir o exercicio da cadeira de
Camella de Ipojjxa. foi exarado o segiunte
despacho.Sim, por sessenla dias.
Srs. Merabr
Coulorine veri
vo a esia annexai aeiiaip-ie ja esgoladas n5o
sraente a vecJ)aV.oB^i>aJi> no ari. 2.' 2.a'
d a'rfno
as dos crditos
supplemenlares oe Z da Janeiro,. 9 le Margo
a 1 de Abril leste anua, ab-trios ao cita i"
artigo, pelo qiirfl correm as despegas relati-
var coo8iraafto de edilicins pan es-olas
primarias, servjgo esse a cargo da Secretarla
dos Negocios da Industria.
Para occorrer as mencionadas despeza?,
at o termino do exercicio correute, loma-se
precise, como veris ainda do mencionado
quadr.i. a abertura da um novo crdito sup*
plementar calculado em 7sr-S. Era vis-
ta do exposto rogo-vos di/neis de Providen-
ciar como julgardes mais convenieute.
Acto :
O Governador do-E-sta^o resilve conceder
ao Ur. Eutebid de Almeida, Marlins Cosa a
dispensa que padio do car;o de director da
2." Directora (Inspectori-i de Hygi ne) da
Scieiara dos Negocios da Industria, visto
ter nJo noraeado oirecior da E*co a de En-
genhana.Communicou se ao Dr. Director da
Secretaria da i-'azeuda.
Offlrios :
Dr. Prefeito municipio da capital.Trans-
mntindo a uelusa pengao, por copia, do ba*
ctiarel Miguel de Figueirda Faria, rogo-vos
dignis de prestar, com a possivel breviia :e,
as uiformages que julgardes convenientes so-
bre o a- ao Si r liivedor da Santa uasa.Satis
f.izenio ao pedido de*sa i-Tovedoria, constan-
te do ofli 1) sob n. 427. de 2j de Margo all*
um. passo as voss s raaos a inclusa copia da
imiovago do contracto celebrado com a Cjiu*
pan iia de Beberibe.
Ao Dr. Director Geral da Secretaria da
razenda. Auto-riso vo< a manoar pagar a
i'auaua Vidal dos Sanios, coiiiraciaule da
enn-truego dxdticio pard a es:ola de Ca-
oliotinno, a quan ia de 2:90'2S)!->, correapoo-
dentfl a itjrceiru p estagao seu contracto,
conforme se vanlica do certuicado jUnU', de
vendo correr-.esse pagamento por conta do
art. 2. 2* n. 13 da lei orgameuiana vi-
gente .
Ao mesmo.Auionso-vos a mandar pa-
gar a uartau,o Vidal dos Santos, coBtractaole
da coi^tiucco do edificio para a escola de
1 atitioune.oJa quaniia rte 2:9028948, corres-
poii leuie aiuar a preStagao do s^u contracto,
couforme seitftrittci Jo ceruHaado junto, a -
vendo con 1 r esse pagarat uto t)or conta do
ari. 2.- 2' n. 13 d* le 'oVcaaientaria v-
renle.
Sr. M. Ferau-I.Accusando o recebimenlo
d vossa c^ria de 11 do corrente, em a qual
offerecetl ao Governo os servigos que se tor*
nem ah precisos aos inleress^s des'.e Estado,
medanle as condiges nella especificadas, ca-
be *me agradecer*vos a delicadeza do oflere-
Ciiento e assegur.ir-vos que, quando naces-
sanos, nao d=ixare de pr>.veilar vosso va-
lioso concurso.
Expediente do Dr. Director Geral da 1 .*
Directora
Oflicio-::
Ao Dr. director geral da Secretaria da Fa-
zen Ja.O Exm. Sr. Dr. Gowrnator do Es-
tado, manda coramunicar-vos, para os devidos
tns, que por decreto de honcm datado, re*
sdveu dispensar o engenheiro Antonio Ur-
bano Pessa Montenegro, do cargo de fiscal
da execugo do contracto ce ebrado em 25 da
Seterabro 00 anuo prximo passado com .
coronel Joao Rodrigues de Moma, para a fun-
dagao de urna estagao carbonfera no Arch pe*
lago de Fernando de Noronhn, e bem assiiu
determinar que seja recolnida a essa repar-
ti^ao a quaritia devida pelo referido contracto
para pagamento dos vencimentos do mismo
fiscal.
Ao mesmo.O Exm. Sr. Dr. Governa-
dor do Estado manda communicar-vos, para
os devidos lins, que por decreto de hontem
datado, resolveu dispensar o engenheiro Edgar
Gorliluo, do cargo de fiscal da execugao do
contracto celebrado em 29 le Nov^rabro de
189o, c un o coronel An^n Mana t-inheiro e
Dr. Pedro da CUOha Beltiao para explorago
do pliosphato de cal, em Fernando de Noro-
nha e bem assim determinar que seja reco-
Ihl ia a essa reparligo a quantia devida pelo
referido contracto para pagamento dos venc-
memos do inesrao fiscal -
Ao Dr. director geral da 3.
De ordem do Sr. Dr. Governador do Es
tad > rogo-vos dignis de providenciar no sen*
li lo de ser ei.viada, com urgencia, uioa rea*
gae deraons'raiiva de todas as contas existen-
es na thesourana dessa Directora, afim de
ser-presentada ao mesmo Sr. Dr. Governa-
dor.
Ao mesmo.De ordem do Sr. Dr. Go-
vernador do Estado declaro vos, para es de-
vidos fins, que com U'geucia, devem ser pro-
_ *- ..n non*.-, lio ilii.i tr-l'l i> VAi;.'l (1 '1 *
Ltndolpho Co'iolano Be/.erra Cabral, profes*
sor, pedtrrlo passagera para si e sua lamilla.
Defer lo.
Antonio Basilia B9udoux,professora, pelndo
pagamento do ordenado, gratiticago o mais
vencimaal s a que* lem dueito, relativo uo
mz de Dezembro de 1892. Deferido, com
officiode boje ao Ur. direea-tr geral da Se*
arriara'de Fazenda*
Antonio J -se Felippe de Alcntara, senten*
ciado, ptdiodo (ferdao do resto da pena. -Ao
l*r. juiz de dlteit) lo municipio de Munbeca.
para informar e mandar junta*' os locume .
menciona""' no art. i do* ecreto u. 2!
de 23 de Margo de 1860.
Bacbarel Joaquim Fiaucis^o de Arruda.juiz
e direito do municipio de Aguas Bellas, pe-
dinlo 3 mezes de licenga com os respectivos
v=n imen o.Como requer.
Manoel Diogo do Naseimeoto, sentenciado,
pedilo perdo. -Ao Dr. juiz de direilo do
ujunicipio de L'moeiro, para informar e man-
dar juutar os documemos de que trata o art.
2 "do Decreto n. 2368, da 26 de Margo de
1860.
uonatilla Julia Guiraaraes de Alouquerque,
professora publica pedimio para ser mantid.
na sua cadeira do municipio de Garanhuns.
Em vista das informaves, nao lem lugar o
que requer.
Joseptia Maria da Conceigo, sentenciada,
pedindo perdi do resto da p^na.Ao Dr.juiz
de direito do municipio de Panellas, para n
formar e mandar juntaros documentos men-
cionados no art. t." do Decruti n. 25b'<3, de
23 le Margo de 1860.
Jos Marcelino ios Santos e Graciano Anto-
nio dos Sanios, sentenciados, pedindo certi-
lao.Ao Dr. juiz de di reno do municipio de
Amaragy para attender.
Joaquim Alves da Silva, sentenciado, pedin-
do Cerli'lo. Ao Dr. juiz da diru.io do mu-
nicipio de Ipojuca pira attender.
Ruta dos Sanios Leal, professora. pedindo
para ser collocada em urna dascadeiras de
3.* entrela.Km vista das informagOes.nao
tem lugar o que requer.
Manoel Fraucisco da Silva, sentenciado pa-
dinao cerlidao. Ao Dr. juiz de direito do
i.umcipio de Ltmoeiro para attender.
Isabel Olyrapa Ferraz Maciel, alutnna mes*
tra da Escola Normal, pedindo pira Iha ser
(i-aignala urna cader;- mais prxima. Em
vista da iuformago nao lem lugar o que re
quur.
Adelaide Ro-alina Bittencourt Barbosa, pro*
fe-sora, pe'indo para I lie ser designada n'esta
cid -d- ou seus suburbios urna cadeira para
n'ella ter exercicio. Em visia da informago
nao lera lugar o que requer.
Atina Francisca Soares Hachee*-, Jprofessora,
pedindo para Ibe ser removida para a cadena
que regia era Goyanna ou outro qualquer.
Etn vista das iuiorraages nao tem lugar o qu*)
requer.
Emilia Alves Bezerra, professora, pedindo
gratlficagao de bous servigo3. Aguarde o pa-
recer do Cooseloo Superior da Instruegao Pu*
blica.
MarJida Ccnreigao Rodrigues de Mello, pro-
fe sora meala para a cade'im da Villa
de Floresta pedin o Ihe seja abonada a quan-
tia de 400SOOO, para as despezas do 1. esta-
belecimeulo, que por lei lem oireilo. aguar-
de a concessao do crdito pelo Congrosso Le-
gislativo.
Julia Ayres de Almeida Freitas, professora
publica oomeada para regar a crfBeira de Be
zerros, pedindo novo prazo ate que seja rea-
lisado pelo tnesourj o pagamento de ajuda de
custo que tem direito Reraetliio ao ios*
peeiur geral da Instrccgao publica para atten-
der.
Jesuino Claro dos Santos e Silva, pedindo
para continuar no exercicio do cargo de juiz
do 2." distncto do municipio de Palmares
(Calende), do qual foi esbulhado contra os
principios de justiga e dspo-igOes das lea vi
geotes, e Ine sejo igualmente pagos os ven*
cunalos a que se julga com direito.Informe
o Sr. Dr. juiz direito do municipio de Palma-
res.
OPORTEIRO,
C. Moraes.
%
iffi
Coriolano Bezerra Cabral/profe"
Lindo'
8 r publA pedindo prorogagao de i
Sun, por rthis 15 dias.
Carlos Jos Dias da Silva, professor publico
pedindo para encaminhar aoPXCo.Sr. Con*
selheiro governador do Estado-uma sua peli*
gao. -Eicamnbe'se.
G( porteiro,
Manoel Joaquim de Ave llar,-
cessadas as contas de. que trata o vosso olli
ci sob o. 201, de 23 do corrente.
Ao menino.De or-iem do Sr. Dr. Go*
vernador do Estalo rogo-vos, dignis de in-
formar sobre a inclusa petigo em original, da
Companbia Recife D'ainag-, a qual opporlu*
mente devolvereis, bem como os cernis pa*
p-jis que acompanbam a mesma pett.ao.
DESPACHOS DO DA 28
1896
Empreza Telephooica Bourgar, pedindo
panaraento das ass gnaluras dos apparelhos
telepbocicos, dos mez-s de Janeiro a Margo,
a servigo do Instituto Benjamn Consianl, e d.
Secretaria da Instruegao Publica- Deferido,
com oflicio da boje ao director geral da Secre-
taria da Faxecda.
A mesma pedindo pagamento das assignalu-
ras dos apparelh 8 telepbonicos dos mezes da
Janei-o a Margo, servigo do 2* e 3." corpo
de polica, do corpo de cavallaria e da polica
martima dests porto.Deferido nos termos do
oflicio desta data ao Dr. director geral da Se-
cretarla da Fazepda.
Epaminuodas da Costa Travassos, pedmdo
para ser prvido nos officios de 1." tabalila >
do publico judicial e notas, e escriva) de or*
phaos e aHnexos do municipio de Muribeca,
vagos pelo fallecimento do respectivo serven-
tuario. Attendido por acto d'esta data.
Manoel do Reg Pessoa de Maci**, peoindo
para ser prvido na serventa vitalicia dos
officiOB de escrivao de orpblos e aonexos do
municipio de Muribeca, quo sa acha vago.
Prejudicado.
DIRECTORA GERAL DO THESOURO DO
ESTADO DE PERNAMBUCO
Despaclws do dia 2y de Abril de
1896
Augusto Jos de Onveira.-Ioforme o S*.
Dr. A ministrador da Hecebedoria.
Alexandrino C. Gomes, Manoel Cor eia dos
Santos, Jos Joaquim de Lima, Gongalves Dias
& Irmo, Silva Araujo & ,., Joao Ribeiro
Guiraaraes, Antonio Joaquim dos Sanios Ma
noal Rdrigues da e.. Laite, Pedro Jos de
Oliveira Mello, Antonio Joaquim de Souza
Britto e Joaquim Velloso F. de Mendooga.
Haja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
joS' Alves da Silva, Carlos da Fonseca
Carvalho e Manoel de Souza G- SiraOes.Ao
Contencioso.
Cleomenes Lopes de Siqueira, Philomena
Directora. Gongalves de Vasconcellos, Joao Climaco de
Miranda e Manoel Enedino do Reg.Informe
o Sr. Dr. Subdirecto da Contabilidade.
28
Jos Sancho B. Cavalcaote, Corapanhia de
Phosphoros e Maria aos Cabral.\o portel*
10 para entreg.r.
Antonio Tiburcio Cavalcaote, Antonio Jor-
ge T. Pachece>, J iao Francisco da Silva, Adol-
pbo S dao Campo* e Silva Fredenco A-da
Costa, Manoel Marque* de Amo im, Carlos Ra*
bell>, Loureoco Ferreira do Nas.imento, Go-
mes F-rreira & C l.udgero Francisco de A.
Cruz, Leoooldo Jos Felippa.A R=cebedoria
para cumpnro de-pacho-
Mana Cordeiro dos Santos, Manoel Benigno
da Si va, Associagao Commercia1, Joaquim
AlcemadesT. de Holianda Informe o Sr.
Dr. Subdirector da Cont bilidade.
Arauj 1 & C e Antonio Hanrque Rodri-
gues.A' sec So do Contencioso.
Antouo Marlins t."avalca::te, Manoel Cor.
rea de Alouquerque Aulonio Cezar de Mel-
lo Falco.Huja vista o Sr. Dr. procurador
sial.
Servindo da protorolisla,
Amaro A. Baudoux.
DE ABKIL DE
Despac/ios
_ Questura Policial
* .
-Secg5o2'-N. 90Secretaria da Questura-
Pohciai do Estado de Pernumbuco, 30 de Abril
de 1896.
Ao cidado De. Jnrfqnira Torrea de Araujo,
M. D. Governador. do Estado.
Parlicino-vos qui foram hontem recolhidos
Casa de Detengao os segumtes individu s:
A' ordem do 3K delegado do 2- dislricto
da capital Pedro Cruz e Manoel Alves da Pai-
xo, para avenguages paliciae?,
A' ordem do subdelegado da freguezia do
Recife, Jos Bazo, para averlguagOes poli-
ciae**.
A' ordem do 'subdelegado f'a freguezia de
Santo Antonio, Alfonso Victal, por embria-
guez.
Commonicou-me o juiz do 2 dstricto do
municipio de Quipan. que n*. dia 24 do cor-
rente mez, no lugar denominado Caja, domes*
mo di tnclo o individu de nome Joo The-
motbeo, ornado de f ico, ferio gravemente a
Jacintbo Jcao.
Contra o offnsor que evadio-se, procede a
mesma auton iade as necessarias diligencias
afim de captural-n.
Saude e fraternidade.
O questor,
Antonio Pedro da Silva Marques
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despac/ios do dia 29 de brtt de
1896
Antonio Mirla da SiIvj. Deferido 3e ac-jor."
do com a in'orm-cso
Santos e C. Po to e Freir, J>;"o Ignacio
de Medei'os Reei.Informe a 1 surgi,
Bella-mmo Jos de Lima =De'erido.
Francisco de Asna Carina e Flora Maria da
Coneeigao.Iaforme a i secgS-.
Pelo porteiro,
Joaquim 1. Goncalves Lima.
INSPECTORA GERAL DA INSTR&cgO
PUBLICA
do dia 2) de Abril dt
189b
Honorio da Costa Mouleiro, professer pu-
blico pedindo prorogagaa de praso.-Sim, por
inais 15 das
Joanna Estellita Pereira de Lyra e Esther
Crespo Manso, professoras publica pedindo
prorogagao de praso.Sita, por mais 15
daS" -28
Maria Januaria da ConceigSo Gumaraes.
professo a publica. -Cumpra.sa a registre-se.
*-'-- y -*
Mioervna Faitosa Braodao, professora publr
\c* pedindo p orogago de praso.Sim, por
I mais 15 das.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICI-
PAL DO RECIFE, EM 28 DE ABRIL DB
1896.
Antonio Siroes de Almeida. Pague*se.
Claudino Ferreira Gomes a J0S0 Crrela
Oliva.Deferido.
Joaquim deOveira Maia e Antonio Teixel*
ra do \maral.Como parece a contadoria.
Marta Cae tana da Silva Leitao.Mantenho
o despach > anterior.
M.ria Ferreira Bailar. Provando o que al*
lega, ser attendida.
Delpbim Tavares.Satisfeitas as exigencias
da Contadoria ser attendido.
Jos Ferreira da Silva.Dou provimento ao
presente recurso, maniendo o despacho de 2
de Setembro de 1893.
Jos Machado da Costa.Pn,ve o que alie*
ga ex ibtndoo documento que isemptou o pro*
dio em qnes a do pagimenlo d 1 imposto.
Mana Eufrasia de Azevedo. Era visa do
documento exhibido, dou proviraenioao recur*
so para que seja raantido o despacho de 12 de
Agosto de 1893.
- 29 -
Maria Leopoldina Roma de Olivelra e Iria
Hargmda de Jesu^. '.'ertifique-se.
Corapanhia Ferro Carril, Al r.eida Bastos &
C, Grilo i CSim.
Marcolino Barroso 1a Silva, Manoel Carpia*
leiro Peres, Compa hia Peruambucana.De-
ferido.
Augusto Honorato de Miranda e Dr. Aoto*
nio Bruno da S va Maia.--Como requer.
Juli > Consta tin 1 da Ressurrrigo Samoaio.
Deferido em termos.
Manoel Macario da Si va. Deferido em
vista dos documentos.
Senhorinha Francis.a da Silva.Prove o
quj allega.
Miguel Archanjo Barbosa.Transfira*se.
Ol veira & Pinto.-Deferido, como parece ao
;angador.
Joo Meia Noite.-Satisfaga o disposto as
posturas art. 41 titulo 3 evolte qierendo.
Joo Antonio Correia Lobo e Pedro Fran*
cisco dos Santos.Como parece as Obras Pu-
blicas.
Manoel Emilio das Cbagas. Como parece a
ontadoria.
Maria da Co3ta Mont-iro.-D se a certi-
do pedida.
Auna Joaquina Ramos.Em vista do docu-
mento aue exhibe, como requer.
Antonio Joaquim Cascfto a Antonio Moreira
Reis.-Concluida a recaustruego, vo te que-
rendo
Dogo B'ptista Fernn 1es. Sim observa-
das as d sposigOes da lei 4.
Hospital Portuguez.Prove ter sobre o pre-
dio em questo direito de propriedade.
Jesuino C. Maia e Silva.Nao lem lugar.
Se retara da Prefeltura Municipal do Reci*
fe, 29 de Abril de 1896.
Servindo de Porteiro,
"Ernesto de Amcida Freir.
ESTADOS D\
i-L'
SUL
Rio Grande do Sal
Parlio de Pe oas para Porti.Alere. one va*
conferenciar com o Dr. Cast Ihos, o D*. GerTal
era Alves Pereira, intendente deste mmlcipio,
aoe acba de passar o careo ao D*. H-n Iqoa
Coaves, em vir-o.de de. difficul 'ades ceadas a
ua airoinistragao pelos propnos correligiona*
rio, qoe ebegaram a exantoral.o.
Gervasio, entre outros actos, probiblra a
qoei". a de fogoetes as roas da cidide ; e aps
por occa-lao da ebegada da noticia de u o go.
ve-no fidera approvara os estatuto-* do Lyceo,
a mocdada daete, autorisada pelo Dr. Py cres-
po, directo*, e pelos membros do da a dtrec.
torio do partido castilhista, mandan aoeimar
manas gyrandolas. /*
Em rtefVida o intendente coronel Le nidal
orocurou o Dr. Py Crespo, recebpndo destta
multa revica, ; qual, segando consta, p-opos
pagar aniecipadamente pela queima de loge-
les na pa8*eiaia de 17 a noite-
Dix-?e tambem que na vaspera o directorio
tracurara Gervasio, pediudoa revocao do ae.
te, o qoe nf obteve.
B te canflicto era esperado, atteodendo as
disseucOes que lavram no partido, sendo mili
forte o grupa dingidj pelo Dr. firaiinioo de
Almeida, que mova gaerra a admintslraco da
Gervasio.










ILEGIVEL I



IHar.o tfe Pernambnco Sexta-feira I de Malo de 189B

Esperase a patarra di D*. Castiltioi aoara
apoto a om ou ootro
0 tacidente aasuoie Importancia no caso da
sabida Je Garvaslo, que amatara tola a farol
lia, senda en irmao, general Loli Alve, in.
floeocia ero Piratioy.
Uer.nio piren te do general Silva Tavare.
O crnfli t atina) bcoo resolvido co meacao do Dr. Antn Leivjs, para intrnente,
ettoi Alode Geraldo da SiUa pa*a vice-in-
teode
O Dr. Castilbos insisti com o ex.totenrtente
Dr. Gervasio Peretra, pa* a sna cooticuagao
no lo**", ao que nao accedan, ja tendo reras-
gado Pelotas.
CouaaqueoDr. Gervasio se quelxi amir.
smente do sab.iotendente Lenidas de Uarva.
Ibo, q : no o aaxillvia co cooflcto provocado
pela i;u>'*iao la auaiaia de fogneie-.
oude Monlevito a cidade de Pelo,
tas, era, cumpaooia de soa f ro F-H seo Antones Maciel, que lio sido
mallo visitado.
Instado petos propietarios rio novo jornal da
dissideoju caatilbista, \ Opraiao Pobllcu,
aotorisou a venda do mt-ial do N'Cionai,
oreio felerallsia. suspenso em vlrtade dos suc.
ce'so- 'evolucionarlos.
Corre qoe o Nacional vai aoparecer com
material aovo, sendo feta en Montevideo ac-
quisicao da rnachloa. e devendo ser convidado
para redactor ApolinaMo Porto Alegre.
ludo o apparecimeato do Nacional, or.
gao federalista, depende de accoroo entre os
Sra. Sarao de Santa Tecla, i-raao do general
Silva T.ivares, Fraeciaco Goerreiro, baraj do
Arroto Grande, Jo? Barlammqae e outroa, qae
m i-;npo faoJaram oniro Jornal-
E a ultl aa h ira cojflrm ivj.se a noticia do
reapo^-eamaoto da mencionada lolna, qoe c-e-
ra, secunda affirmam oa adeptos do federali*.
mo, p.'pnelade exclusiva do cooselheiro Ma-
O material fot ;djoirido com effeito em Man.
tevldi. .
= O D". Al-iano Rlber**; chefe federalista,
redactor da Reforma, de Porto Alegre, ene.
gado uquella cidade a 19, teve tonga coofereu-
cia-com o Or. Francisco Maciel.
Oco.oiel Ja "a Aoa*ta:io, ex chefe revo.
laciooano, viada no .lia 10 Ja estancia denomi.
nada de Sanata, de propriedade dos flltio do
Dr. Cbaves Camaello, fot em camiofio atacado,
seouo.lbe dada ana descarga de neis tiros, do*
qnaesdooao attintsiram, sendo om fenmenlo
do nr-go e-querdo e ouuo no pelto, es e grave.
O cavado qoe monta va morrea.
O co-oael Anasta--lo dlngio.se ferldo para n
vllw p-oxina da S. L-'O-eogo, rt-ondea Si
prctaadeodo traosjortar.se para Pelota?, nao
pande re-hsal.o adra de veceber soccorro me
dlMM.
E-ie e o segando allantado, cem mezes de
lote-vallo.
Joca Anastaclo dirigi telezrammas, sobre o
attvGtadj de qae foi victima, ao Geseral Gao.
toara e ao'Coronel Plores, qoe aqai se acbava
qoando elle (9i victima do primelru atteatado e
prouittera empenb3r esforgos a bam di garan-
ta e mecidas de trartado le paz.
O ctit-fe Je policiaordenoa as precisas pro.
videncias, determinando ao delegado d Pe.
Iotas qae. sem detenga, fosse syndioar do
faci.
Corre que o Coronel fa atacado pelos me--
moa qoe 1* o ti bam agk-redido, isto u^s
eeu3 sobrinaos, em conaequencia de qces'e-
de carcter privido.
As mmridades tera- de apurar a verdale
completa.
Circulan* em Pilotas lis'as colbendo ass .
gnataras para urna meiaagem ao coigresso
pedia'o que se tornero eUjciivas as condices
do tratado de p.t de S3 'le Agosto.
Estas listas, acaropaiiadas da resa.'Ctiva
meosaeera, serao enviada ao senador Ruy
Barboss, qoe as ap e3eotara ao -eeado.
S; mesma oidade val o S'. Ab-ilino Mon.
cor-o, ex-redacter e preprietario do B-azil,
da ci a teri- :a esocta empresa ama folaa coro o
tnuio de Gazela Mercantil, que fari oppeai.
{ao ao overno oo Dr. Julio de Cavilos.
Mai'.os accionistas do Rio G-aode pro
te3tarm pela imprensa contra o proceiimenio
do director da mesma foltia, tqoe, apoderanio-
se el a, t:an-fo"Ooa a em oraao da diasideo.
ca republicana, em de ni's ae ontlco governis a.
Cjm o titulo han ama mentira tamos
na"Reoubltca d 8 do correte :
O i1,'respndeme jo Patz commnn coo
d'?qai ser apocrypbo o pernee- do O. Ruy Ba-.
Do-a fobre o caso Alciaes L'mi e qae na
po'i ".a-' DUQcamos.
F,i r:ato-almen'e em palacio qne o dito co".
respoodente (uosso coebecido.-.) apaabuu a
reportagem.
Se p-e'i'o 16-, ser exnibido aqut ou na ci.
dade do Rio Grande o original do reter: lo
parecer.
O Sr. ccrre^ponlente do Paiz acao'elle-se
con', a as indignidades da dicta-ara. que em
desespero de causa nao escoibe mtijs para
b03tilisar-oos .
A ;mp'ensi poltica discate si a amnista
ap Gvetta aos asacamos do cjronel Cbicata vi.
ctimado em Passo Fando, a 18 de Jaobo de
1892.
A opposicSo falla ctj reclamacas dirigidas
ao Gove-oo do R tado pelo Gen'-rjl Caituaria ;
e a til respeito a foina official nao disee cousa
al. una.
Con-ia mesmo qae o General CantaaMa dtri.
sio aira anta enersca ao Dr. Castllbos, recla-
manl i contra a pr3o dos aU'Ores do aesassi.
na:o caqoelle coronel, pjr estarem ellea oclui-
dos na amnista.
8. ib o litlo Prevaricador ? l se na
Reounlica de 9 :
Foi po- crime de p'evaricacSo a denuncia
dada pelo Procurador Geral do Estado contra e
nteg o Dr. Alcides Lima.
Ao hrmos essa noticia da folba do Goveroo,
duvidamos que assim fosse ; purm oltdos a
nos do espanto, verificamos que infelizmente
por e-sa po'ta falsa foi que enveredoa a j .sug-
supenor, que parece por toda? as raiOes aoos
tada em auxiliar o goverso dictatorial, na
persegutcSo do julz da comarca do Rio G ande.
C iroeaigua), mais leve culpa siqaer, cum.
metteu esse magistrado.
Na oso regalar e legt imo de urna faculdade
constitucional e exar.di, em termos clarlssi.
mos, na reforma jaJiclaria Castilbos, dicidio
o Sr. Alcides Lima.
Se oa om crimiDoso, o duplamente o dt ca.
dor, porqae, em primero logar, fea ama le
inconstitucional e, em segando, armn com i
que nm laco magistratura no-erandense,
ccnferindo-lbe urna funego que, exercida,
pelas aat. jnsticas fupenores convertida em
dilicto e ameaga as iosutaig&es I
Esse, sim, o Sr. Castilbos devla ser respon.
saDilisado por essa e por tantas outras indignas
affrontas a propria C nstaigj do Estado, que
a menina de aeus olbos.
Amanba diremos largamente da prevarica,
gao de Aicides Lima.
Ab I jurisprudencia official como andas es.
Iragnd I...
E' concebida nos seguales termos a de.
nan'ia apreseoiaJi pelo Procarador do Estado
ao So ertor Tribunal coaira o Dr. Alcides
L'qm :
Illro. e Exm. Sr. Presidente io 8operior Tri
booal. .
U ando as ttribaig5?s queme sao confendis
pelos artigos 6" da Coastitaigo do Estado e 9
da le n. 10 de 16 de Dezembro de 1895. venbo
denunciar o jniz da comarca de Rio Grande,
Acides da Mondonga Lima pelos tactos qae
paseo a expor:
Teodo sido convocada a seaiao do ja-y, oa
cldade 1o Rio Grande, prl eiro all do novo
rgimen judela io do Estado, quando reun.
ram-ae os jurados do da designado para for.
mar-se e tribonal, no qual ara aquelle juiz
p esideote, e antes de compos.o o conseibo
com grande aorprea dedusio elle raioes de
tbin'la contra as dlsposigoes legaes, que de.
vi-m regular os trabalos. e declarou que nao
exeni ava a lei citada o. 10 de 10 de Desembro
de 1895, por ser Inconstitucional na parte qoe
refere-se ao modo das recneagoes e ao voto dos
junes de facto.
K ass iu violando a litteral diiposigao dos
atuos 65 e 66 da citada lei, admittio arbitra,
mente recasagoes je decisao secreta em dnas
cansas, ffectaa ao coobecimento do tribunal,
perturbando o faneconameato da lei e inuti'i-
aaudo a eitto do jury, pela plena nnllidade
com que ficoa ioqoioido todo o tratalno.
Alm dos gr ves iacoaveoieotes ao pabl'co
seriigo a dos p'ejulsos cansados >os reos qae
resoonde aro a jal :amet><4, esse proceder Ule-
gal cooatHotivo de alia prevarlcagro, un af
teatado qu-t exige Doaigao sesara e prnmpa,
sorj pea* de iroelaiitaT-se uo Estado o reinado
da anarchi .
A obed en:ia a lei o primelro d'ver in ci-
dadao e principaloieote do cldatao juiz, inces-
tilo d-- an'.oridrj para execuui-a e fazei-a
exeeatBr. ?
Coqa-niors iiodjyes polticos e coowini-
cunaes eejaro or covernaiv.i, aCa om tero i>aa ouita d .i ga
aeitniti'-'i, urna fancgSo esiieclal a deaeuii.e* j
aaar e fo-a Jojs.ia orolta toda aoa actividafce
legal digo, Rlwnk.
Se o peer legislativo agio nes te-mo? pea* !
tabelecl|o* oela lonstitaigo, respeitaadi oa
pro essos desvjiat.o da roais completa Mbll*
cidajai p.-omu'.gce alinil a lei da oreaii'^gio
jodictarlR, nao cabeao pode* judiciano e me^
aos a un oiz Mpi^alar e 'solado soppor eoiba-
ragos a sna exeucao. *
u proceilmeota do denaniiado e, prtanlo,
cnroloosc.
Iadagttido do pensampo:!:> qne p'esld'o sua
Irreeolar^inda^ta, v-e fue s6 movido oo-
ptixao part Jara, loteresses o |od!o pollticoj
osoa o denuo^iadD affroatar o regim n cansti
tocioual do Estaco e aiorar-se em supremo o
oriioai poder mileradcr. pa- ta*dia'uente ot'
ferener sea vMo exe^ugaoda le.
Qaaodo em fo-'n de projeoto correa a lei
03 [ramUes a p-, Icidade, teodo o denunciado
como qui'quer oitr cidadao em sea lar e qo
seo gabinete utu partioii dp poder lgala
t vo, pudendo apreaea'ar em9ndi8, ;.".
silencio e agora na cadeira de .prea
do jury, com aDuso fligraute <1e eat''
veio dar o ea grito de sellgo. oDeecen lo
lnleresses des p< tostadores da ordero.
A gravUad'i do facto, a natarta do d I Bt,
domoost'arn a resiMitagao do deao iciado e a
circorosln:ia de escoiner elle os auiorios de
jostigi para p-ag da eu rebellio coofi a I-:
e todo o regtm:u lezsi, accotaam i
dade de en-rgic. punido ao confest-ado crime
tao caraate'isado.
Nestes trrajs, porgue tenba o dmunclado
commettido o "riaie previsto no at. 207 oara-
g'apno e do Cot. Penal. parag*apOJ 5* coro
as c.rcm-unciai aggrxvants do an. 59, pan*
grabos i e li do mesmo endieo, oSereeea*
se esta denuncia, acoropiolsada dos docamea-
tos de na. 1. 2 e 3, atim de ter lugar o proce-
so d resoonsabi'idade do re rendo ai*., com
laqairiglo dos ciiados Eva i to Teixeira dj
Aroara', Dr. Geruano Ha83 oclur. D^. lesa
pintn Goimaraes Joai Amonio da Canti Nef
to. Dr. Mirgal Pereira de Escoi coroael Marcos Aleacaslro de And-ale, lodos
residentes neita cidade. cojos .epoimntos al-
te tarao a verdad -io allsgado, para o aoe re
jaer-se as InformagOes em tempo babil, de
um e oo'.r is, aob ai penas da le.
Assim D. e A. paie-se o andamento da coi
pa em proce88o de reap-rosanilidanf"
E. B. Mare.
Porto-AI'gre, 1 de Abril d 189J.
O prn-nralnr geral o Estado, Aulonio An-
tunes Reas.
N> mez oroximo sera installado na cila*
de do Livrameolo, por iniciativa e (ragas aos
esforgos do iotendente Dr. M.yss Vianna, o
ollegio munni ial.
Tem capacidade para admitlir 200 alronos
Obenoa e Pelotas de paasaeem pi'a Por.
ta.Aleg-e, o nnjor Mmervioo Tnom Rodri-
gues comroaodants da gua-n gao de D Pe*
irito. acmsaio de ter castigado com hilos a
um empreado do commercio.
facti le que accasado o major Mine-vi*
no narrado pilo pi io meomo flreiciado do
roodo seguate aa a-io ro Rio Grande,
son o ti alo de arbitrariedades:
Sob e a arbiir.-iedale pratcada em D.
Peirito pelo mujor Minerviao, aa peasoa d
um aaeoorealxmro da casa commerciai, oubii-
con o pal da victima a sezonte oxplicago :
Atim de qaa oao se jaique errooeameate do
fa;lo aqu occo-riio n noite de 24 dj correo-
t entre o Sr. Ilajor Mioarvioo Tnom Rad'i
guea e :;.eu filio Jos Luiz de Olivera, menor,
empregado d. rasa com nerclal dos Srs. Sea-
Dra afc C, tenho a declarar, em minucia, o
qe se deo. arurando a stricia verdade.
Nessa noit-, aj 9 i,i aeras mal* ou me dirit-ia.se roen lilao a minbi casa, depois de
erradas as portas, e ensost-on em frente da
casa de sea pstrao ata grupi de meninos qne
se uiverlum aiisostaado os transentes com om
capote militar enriado em om pao e ao avista
lo dirij-i ao'se rara ?lie, reEpondendo, neesa
occasio. mea dio, que jaluoa ser o autor aa
'irincadei-a o tea amigo Joao Antonio, baten*
do no maneqa.cn e au*ando-o aocdao; vendo
arn qae oao eia quera penaava e sim o Ot'io
aoSr. Mjir Mioe-vino, commaodaote desia
i-aa-olgao e di II- bataino de Infaotarla qae,
arrebatado, amei;on*o com a colera de seo pai
e qae (arla durlne ama dezia de bolos.
Mea (i to iiemcnsado pela ameaga, tanto
mala para resiar que o Sr. M.jor tem manda-
do dar bolos em oatras pesaoas, voltoa para
cata de seu p-.tro e detou*se.
As 10 borasi maia oa meaos foi rorprendldo
pelo Sr. Major M nervino e doos soldados qae
entraran por orna porta escasa que por casa*-
lidtde cara berti. e levado para casa de re-
sidencia do Sr Major onde mandn castiga-lo
i nolos pelos doos soldados.
A justa ndigcagio qaa este facto de3oertou
na po^ulagao autoridades ciyis e offi:alldade
da gaarolgao, que unnime cot.demna o acto
violenio da primeira aatoridade militar da pra*
ga, aSo poden sem davida, repercutir ao Ion-
ge e para qoe em oatra parte nao se julue que
o menioo scO'reu om castigo qaa mereeesse
por seus man actos, para qae em nutras loca-
lidades possa ebegar intacta a noti-ia da vio-
lencia de qaa foi vctima por parte daqoelle
que o Goveruo nes enva para garanta de nos*
soa di-enos (i que tao mal empreeo faz dos
soldados que a patria Ibe connou para a guar*
da de snas initituigoes, a ponto de convertel.os
em inH'omenio de eaa colera, da oppresso
para o cidadi o pacifico e ate de offansa para
as saDias leis que nos regem, tica oestas ti*
nbas cnnsigoada a expressao da verdade coma
am protesto centra a violencia e contra a de-
tarpagao aUuem procura fater da verdade que
euore ella ei.iste.
D. Padrito, 27 de Margo de ;1896Antonio
Laii de Olivtnra.
Jos Alfonso Wamose, telegrapbiata da
estagao telegrapniea de 8. Borja, aps desio-
leihgeacia com o respectivo ebefe, Joaqaim
Maruns Cae, aggredia a este, ferindo-o com
um tiro de revolver. Basa reaartigSo esteve fe-
cbada por eapags de dona dias.
O crimiootio foi suspenso pelo director geral
dos telegraplioB.
Por Ici-iaiva do cnsul italiano em Porto
Alegre, urna commisaao de subditoB dessa na-
gao tem diet Ibnido circulares por diversas lo-
calidades do Estado oo intuito de arrecadar en-
tre os seuB compatriotas donativos destinados
as familias das victimas da guerra aa frica.
Sobre ; retirada do general Cauta irla d j
commando do districto, escreveu a Repblica
o seguinte a-tlgo :
Pomos os primelros a ocenpar-nos com a
hypotnese d re irada do illustre general Can
taaria da delicada mssao que o troaxe a e-te
Estado. B (oigamos mmensamente de ver qaa
os nossos cooceitos suggendos por mais essa
possivel decipcao para o eoragao rio-eraaden-
se, atnda angustiado e apprebeasivo, nao Hca-
ram (solado <.
A quasi tctalittade da impreosa do Rio Grao-
de do Sal bb tem eloqaeatemente maaifeatado
sobre o assompte, pedindo aos altos poderes
pblicos a permanencia do seu posto glorioso
do austero cnterloso commaodante ao 6.
districto militar, como ceodicio necassaria a
terminagio da meritoria obra iniciada pelo be-
nemrito general GalvSo.
Nem pod deixar de ser assim. O Sr. ge-
neral Canu irla ao pisar a soa trra natal qae
viera eicoui-ar alada (umega ile da infeliz lula
entre lrmaos, ao turnar coabecida a soa orien
tagaa vasada na insplragao patritica do cuele
da nagSo difse qoe, dentro das rbitas coasn-
tacionaes, vioba tranalbar pela effactiva pacifi-
cagao do Estado.
Qaando amitos eatros motivos 080 exlstls-
sem, deteroilaantes da justa veneragSo nacio-
nal de qne i| alvo o illustre delegado militar do
prndente da Repblica, essa circunstancia,
nica, bastarla para recommendal o a gratidae
oeste povo (|ae ancota por am estado de cotsa
em qae impire a lal e exclusivamente a le.
Iniciado o trabalbo delicado de que viera In-
cumbido, o Sr. general revolou-sa borneen u-
Ibado para a eleva >a roissio. Tal cojrecgao
tem maoud i em aoa coalaata, tai tem silo o
crit'rio da anater* impa-ciaiMaie as saas
acre iagOes e proceder, A o sea amor a le e
jotig, toque .juero toe ir, 9>a a qr.em ferir,
-qu- o povo rio- i I .se. en ge-.l, h ) i*
v no synoainisa/Jifl-.a'-.l uroa^S'ait'a d.' o-
dem, no f irtn "fsil(i|a -ruisolnacao da p
a? pissival, qiiapLerl i qu, -Igmas ve
' io piSJla encon e oo seu aseen
e iet!a\ rifinVeatismo de al-
>- .
Estes, o irrn, MBftitun a aro grapo rouilo re-
l'-d i II J >s a; e aMI
a a a I o* r< lamo* la
ii i nao paolici os ^efe esta* a maito divo.* i -
Sao os represent 'n4. dj soualisro po-
iili :o a arvoraa como n-in letra de comate u
nome oo ctual fiito do E< i!, que com
os oiaoaSvernlhJ3 as ^ie**f-- p*'a aa d tfi
dad'-s de 8Ua '.era. Sao oa legionariot na
mu*te que desojara in chuma .do do 6 di-t'i-
<:io'U maaeqaim que p ova-te .sobre a la-
la*-ncia exclusiva da va- Infernal do S*. Cas-
ttuof.
A es"-s q'5asl serio fiof* a curre- io da
rindaet. no Sr. genera i o i-'rha agradado,
que oa seui non e- r< elev.sioe litados an mee
apreseatem a cim as p-op ircfias de om
da '-r-ma. laso, porn. uo luflae no erl
coriCe, lo do novo nn-2rand"n-e.
A popolirl rade es la v-zujis a;epnn n'e qa
aa-wola o n 'me do gem-ai aotaHria s ae deve
af"r r iir essas espontaneas roanife-iac6s e
i sprego ou j ; |oal totiMdaie aa
imprenaa trotiaia e commeuta o caso Je sai pos-
aivei. retirada.
Realmente e>t alarm rio o espinti publico
Ote alma oao co s--sgnio 'e tado linertar-e
ca larrivsJs i op-eaoei na gderra lacraeoU,
c m o aeo pa id > de deaiasfto.
E' ex ^t i ojos o a- u essrepolO dc5rre anda
do eunip-iaiH-itp da le qae ueda-lOe estar too
as or-os ira i eiians do acioal ajada ite-cene-
;to qn-> i lo> os nierarcni.t
m lliar. Esta ui3i o xIj. pir m, appsreote-
mate irremovive en n:r.i i 'logao eco prece-
de otes da que o goe'io rrazlero j4 Ungm
ira i, coco medida de alta -eievaocii, te grai-
dea beselos para es intereses suienores da
nagS'i.
Kmbora ama excengao, ella legitT,-! no
mooieato aetul n-la ue'-es-idaie lr**sUltel
de coae^ rva* no commauie deale dis'ricto aro
atleta miitar da eaaaptteacta e eaftiora murat
lo fc'ener;.| Caotuana, c ;ikz d", ppla 1 snra de
seacoodact*, peloaeartc de todas ass as bem
pensadas m*-d daj, levar avante, lermloar a
obra pjtr'o i;a, escopo predomioanle das a?p;,
rato a oaciora-'S.
O Ra G-ande do Sil, garantimos, deseja a
oermanenciH do aclaal commandaua do 6.*
distrito no ponto que Ibe confioa o glorioso
crteie da DaCio. Tero-se manf-eaioe cont-
nunr a minife3tar-ae e m a ua uflue icia de-
is vi para qae o goverao central tieud ftus
jast03 reclamos.
O i> ;rt-do que eata foltia reprsenla, pir oa
vez, Ja 'tir:gn se.nease sentido >o poier supe-
rior, or.ten o deste a mais animadora das re>-
pusiaf, o que nos da espe.-aoca ae qae nao sof-
fre'4 urna snlagSo .le couiinaida ie o delicado
i aoalno da paciScago qas mmortalisara com
ceneta o nome daqoella qoe a cendal- .
Cae>*a-am i i'urto-Alegre, sendo nootem
sepultados no cemiierio, oa retos martaes do
1.* tenente da armada Luz Ti nutbeo Pereua
da Kola, murto ao comoate da Campo Otoo.
Picaram na cidade do R:o Pardo'cs .espoi m
mortaea do !. tenente Fernando Pinto Rtbeiro,
faUecHo na mesmo combate.
Teva ext-aorlionrio acompanbam'-nto o
enterro de Da.re de Sonza, laeci o no Rio
Grande. Segando sui vootade o corpo (o eo
volio na bandeira da monar:Qia, tda pcl.tici
qual foi s-roiie titl.
Eotre immenUade dacorda3 havia orna com
este, .lisiico : Ao ioccmparavel mooarcniata
O direito-io uo partido.
e rubia ; de Lady Wolff, mulher do Mi-
nistro da Inglaterra em Madrid, dous
e-plandidos brihantas antigoa a da gran-
de valor.
Regina parti para a Rmsia onde eat
eacripturada.

ARTES E ARTISTAS
NOVO THEATRO EM LONDliS
O theatro A grande Opera de Londres
cuja coij.8trucao ja, deve estar termina-
da, devido a certas circunstancias f--i
tranfo-mado em theatro dramtico a
da comedia paseando a ser o titulo da
Pa// Mal Theatre.
Seu director o Sr. Tras pretende re-
presentar a Feodora de Sardn aa aber-
tura do masino theatro.
*
O maestro octogenario Kontski, que
considerado o decano dos pianistas da
actualidade emprehendeu urna viagsm
ertistica volta do mando.
O Sr. de Kintskt devi* partir para as
Indias e dahi para a Siberia, de onda
passar para a Russia. E' contempe-
raneo de Baathoven, de Field, de Men-
delsohn, de Chopin, e outros granies
msicos.
*
*
Ea principios do crrante mez o apre-
ciado actor lyrico Giovani Scolari reali-
8ou em Petropolis um grande concert
em san benafisio, que foi honrado com a
a88istenca do Sr. Presidente do Estado
do Rio -le Janeiro.
Os profassores Alfredo Napoleo, Vin-
canzo Carnicchiaro e e Paulo Carneiro
auxiliaram o benetic ado na execuc&o de
um prograroma escolhido, que mereceu
oapplausodo numeroso aud torio.
A BO&EMIA
Esaa notovel opera do maestro Pucci-
ni foi ltimamente representada pela
primeira vea em Turim, obtendo os
maiores ap plausos.
Puccini foi alvo das mais calaross mi-
nifestacoea, sendo chamado 5 vezas ao
palco.
A execuco,foi excellente, tendo como
director o insigne maestro Toscanini.
* +
A, Universidade de Oxford rejeitou o
projecto da urna reforma concedendo t-
tulos universitarios s mulhares. As
muitaa sanhoras pianistas, cantoras e
professoras de piano e de canto, espa-
lhadas por todo o Reino-Unido, deram
oca vaco com a rasoluc&o.
Os oraae8 feministas da Inglaterra
vomitam actualmente cobras a lagartos
contra os fgarSes da Universidade de
Oxford, que continuam a ser de opini&o
que:
Mulier faceal in universtate.
* *
COMPAERA. MODENA
O actor Lot'i, om dos emp: ezarios da
Companhia Modena, tendo ido a Italia
contraotar 10 arsistas para reforcar a
mesma companhia acha-se de volt* para
a Capital Federal.
No extenso repe fguram as segnintes pecas : Niobe, Fri-
ne, Cecilia, Manon Lescaut, Giovanna
d'Aroo, Spagnoletto, Arduino d'Ivrea,
Mercadpr de Veneza, O Filno das Sel-
ras, Julio Cezar, Cleopatra, etc. etc.
A grande cantora portugueza Regina
Passini aa noute de sua recente despadi-
dida de publico hespauhol no Theatro
Real de Madrid, recsbeu os segnintes
brindes :
De Sua Magas tada a Rain ha de Hes-
panha oat rico bracelete com brihantas
TRA'Z-ZA'S-NO'-CE'GO
C msta nos v-ue esaa revista pernarn-
bucana vai ser rao i tada pelo conhecido
actor-comeo Lyra.
A msica que acha-sa quasi prompta
fui coijfiada aoa Srs. Juventino Shizi,
Arthur Lirn, Oiivbira Lima e Pinto
afeadas
r.AMARAO
Essa revista de ac<>.itecim>;nto, per-
a^mbucanos est sendo montada p**le
seu auctor o Sr. Moreira da VascDncel-
1 is que o emprezirio da Companhia de
Operetas.
Crmos que at o da .0 de Malo ella
ser lacada ecen,
ClHMACiO
Primelro da do Haio
Beatam me dicent om-
nes genorationas.
(Cantiquo de la Sainto
Viergo).
No grande livro de marmore,
onde a humanidado registra os Jei-
tos gloriosos dos seus dias favonios,
e os factos ttricos das snas pha-
ses convulsivas e vexatorias, est
estampada a grande e insigue s;n-
tenca, com le tiras douradas, da cas-
ta virgem de Nazaroth : Todas as
geracocs me chamara1) betnaveiitnrada !
Sim, 19 seculos escoara>n-se pre-
guicosamento no relogio do tempo,
e ella permanece firme, inabalavel,
sempre do p e vibrante, tomando
feicao esttica e operando gigante-
mente as forcas dynamicas no sys-
tema vital.
Alem da expressibilidade psycho-
logica com que foi atirada aos ares
do velho mundo, nota-se a sobrena-
turalidade do sentimentalismo, visto
como so achava c/ieia do Espirito Pa'
raclito, e predestinada para ser mais
tardo o luzeiro dos enviados, a forca
dos Martyros e o Sacrario da Augus-
ta Tnndado.
Como consequencia immediata da
queda do hornem no Edn, e por
um excesso do amor do Deus das
misericordias, appareoestes ah Ma-
ra, qual astro rutilante a fulgurar
no co toldado da vida humana, e
cujo sol da innocencia se tinha
eclypsado, annunciando aconcilia-
cao mathematica do Creador com a
creatura, do Sr. Infinito com o ente
finito.
Fostes a estrella matutina, preco-
nisando a aurora da regeneraco,
como o prenuncio do dia do perdo
para a humanidade culpada e cri-
minosa !
Ella estava reduzida a urna equa-
co do condioao mesquinha, preza s
leis do septicismo e da salvageria ; e
no meio d'esta agona hortina, lho
foi garantida pela verdado eterna a
mais completa rehabitaco por in-
termedio de urna Virgem.
Os planos da obra incommensu-
ravel estavam assentados, os meios
firmados, o fim predito ; faltava o
principio, que constitua o el dou-
rado dos descendentes do crime.
Quat-ro mil annos ellos aguardaram
este principio ; at que dos bron-
zes da eternidade echoou a hora so-
lemne e grave de sua consumma-
co.
O anjo apparece e sada a mimo-
sa Flor de Jerch, annunciando a
COncepcO do Cordeiro de Deus, OU a
qualMade da Mae do Incriado e fica
mudo e quedo esperando a resposta
da sua ernbaixada. Do sim da cas-
ta Virgem ao mensagoiro celeste,
dependia o destino da humanidade ;
e se esto nao fosse dado, com corte-
za o anjo estara junto d'ella anda
hoje, affirma umescriptor sagrado.
Assim, porm, nao aconteceu. Mal
o embaixador termnou sua misso,
desprendem-se dos labios da Virgem,
terna, qual o suspirar d'aurora,
doce como afolicidade, aquellas pa-
lavras, verdadeiro hyrano do trium-
pho da humanidade : Fiat mihi se-
cundm verbum tuum .
Nao foi um facto puramente mate-
rial e quo desencadoiou-se no seio
da sociedade paga, pela forca acci-
dental da logomachia; mas um a-
contecimento eminentemente sobre-
natural, para cuja realisaco foi ur-
gente a fuzo do mundo physico
com o methaphysico, da trra com o
co. Com effeito -Maraopera o
prodigio dos prodigios : gera o In-
gnito, cria o Incriado, entremostra
o Invisivel, representa o Ineffavel,
concretiza o Incomprehensivel, tem-
porisa o Eterno, com substancia o
Immortal limita o Immenso, pene-
tra o Insondavel e localisa o Infi-
nito.
Ella constitue a victoria da cren-
ca, porque a maravilha do amor.
Rene em si o talismn da f, o
iris da esperanca e o matiz da cari-
dade.
E desde ento com urna f o reja pro-
digiosa e com urna carreira vertigi-
nosa, va pelas cinco partes do
mundo, de tribu a tribu, de regio a
regio, de archipelago a archipela-
go, de continente a continente, um
coro de eternas oraees, circuitando
gloriosamente o planeta n'um zodia-
co de crencas rutilantes, de peren-
nes e amorosissiraas harmonas.
Maio, eis o tempo da prece e da
alegra 11
Setembro, o grande mez da medi-
taco e da penitencial!
Outubro, a magna epocha da es-
peranca e do triumpho!!
N'esta trplice manifestacSo da
vossa vida, oh 1 Grande Virgem, as
christandades derramam-se em vos-
sos bracos, supplicando forcas para
combater os seus inimigos, auxilio
para vencel-os. J
Se nao fosse um facto real, o effei-
to das supplicas de milhes de vos-
sos filhos espalhados pelos quatro
ventos, nao se manifestara em to-
dos os annos e por todos oa seculos,
a succassibilidade do mez que hoje
desabrocha, em que ao som festivo
do campanario, urna infinidade de
seres inteigentes corre presurosa
aos templus, desde a opulenta bazi-
lica at a mais humilde e simples ca-
pellinha, para vos render o culto fi-
lial, sincero o tradicional.
Todas as vistas se voltam para
vossa Imagem, elevada s alturas
do throno, cercada pelas luzes tre-
mulantes, pelas espiraos do incens,
em que se confundem a corrente das
ideas, e se espiritualisa a commu-
nho dos sentimentos.
Emquanto isto se passa, o mundo
phylosophico moderno, estribado na
deificagao da razo, e alimentado
pela supenoridade da materia sobre
o espirito, interroga ao seu proprio
Eu, elevado ao cubo da confuso,
que espectculo este que se desen-
rola no theatro da igreja, que scena
esta quo se desata no scenario do!
templo, na aria do santuario?
A isto responde a historia de to-'
dos os povos e de todos os tempos:
E' o cumpriaiento da sentenca :
Beatam me dicent omnes generatioiiMj
Era taes condices, qualquer objec-'
cao s podo ser vasada nos moldes
da heresia.
Entretanto, muitas victimas do
erro synthetisado no polytheismo, '
sao blasphemas, por quanto se de!
um lado proclama Virgem por ex-
collencia, creatura feliz na cogna-
co do David, por outro, sem ele-,
mentes bsicas, a nao ser os dados
de cognaco acanhados e atrophian-:
tes, insultam a dignidade de Vir-
gem, apellidando deprimognito
o Filho unignito de Deus !
Mas como Christo, aos judous, i
suspenso na arvore divina da Cruz,
aljofarada do sangue salvador, Ma-;
riu saber perdoai- poque clles nao sa
bem o que fazem, nem pensam no que di-
sera.
Sim, oh doce M de Jess ; per-
doai a todos estes espiritos asphixia-
dos pelos miasmas do orro, e a nos
outros dai-nos alent, paz e alegra!
para vos confessar aqu e em toda j
parte, hoje, amanh e sempre como
a estrella vespertina que surgindo |
na tarde da nossa vida, prenuncia'
urna aurora boreal na manso celes-
tal.
Dai-nos coragem e forca para ado-
rar o vosso Filho sob a expressiva
formula : Bemaventurado o venire que
te trouxe, de que nos falla a Tradic-
co.
Recife-Maiode1835.
Eslcvdo Lellis.
REVISTA DIARIA
sjr-jfe por explicaco Km sua erii-
gao da hontern, sob o titulo de Solidas lanecu
A Provincia, a seguintB nota r
Honve um jornal qns recebeu muitos
conloa de ris pela publicarlo de editaes,
que nunca (orara impressos. Dra confronto
d >a autographos com as cootaa pode deseo*
brir o segreda .
E' urna formal insinuacao, mas temos con*
viegao de que ella nao po Je referr*ae ao
Diario de Pemambuco, cuja emprexa era epo*
cha algoraa, oa nos circumscrevemos da
admioistragao do Exm. Sr. Dr. Barbosa Lima
mas prolongamos a nossa asssrgao todas que
a precederam ao actual e antigo rgimen, ja-
mis recebeu um vintem ou cootos de ris se-
nao por trabalho efectivamente execntado,
por sen justo vaior.relativamente impres8<3es
ou por poblicagOes feitas medianteja exibihgao
das provas, que devem existir as repartigOes
onde effecluarO'Beos pagamentos.
Alem disao, qualquer conla apreeentada pela
empreza do Diario pagamento acompanba-
da, quanto rapressOes, dos racibos de en*
trega do trabalho qoe a constitue ; a na parte
que diz respeito s publicngOes, Ibe invaria*
velmente annexado o autographo, e na ausen-
cia deste, consignada a quantidade de linbas
publicada', o prego por utiidade, e os nmeros
do Diario em quettveroellasjpublicidade, para
a competente conferencia e exames previos.
A luz assim eat feita, o a ella nao resrstem
insinuagSes.
Queremos mesmo crer que al malevolencia,
qne se encobra no [trecbo d'.A Provincia, nao
alcaoga a empreza do Diario de Pernambuco>
ou nao Ike subscriptada. Mas, ao contrario
disto, si a forma do referida trecho, tem-lhe
referencia e deste modo procurava crearMbe
poaigao menos bonesta, pede ^aquella "empresa
ao alludido jornal, que requeira certides de
tedas as repartigOes, cem as quaes tem ella
tido tratos de mpressOes e publcaces, si
alguma vez foi*Ibe fazer sem prova de execu*
gSo do servigo alguma quantia a titulo de tra*
balbo, que no cumprira.
Isto quanto a empreza do Diarlo]de Pernam*
buco, que como um a proposito,' affirma nunca
baver reeebido Importancia alguma seoao por
trabalbo executado em virtude de ordem e
com as formalidades cima referidas.
De mullos annos tem a empreza doOi'ario de
Pemambuco, contractos com o goveruo ; e os
actuaes foramMhe dados sem seu pedido, em
quadras melindrosas e anda com a circum*
stancia de que percebeu os salarios at Dezem
bro de 1S94 pela tabella do cambio do tempo
de 20 a 14 dinbeiros.
D'ah obvie veriflear-se a vantagem'que
poda ter auferido a empreza do Diario de
Pemambuco, que nunca leve um eeitil de in*
demnisago, nao obstante tel-a feito, pelos
trabalbos excesslvos e repetidos, atembndo-
se para quanlo fossem executadas as refor-
mas.
Esi estas tireram logar, com effeito, em
1895, a trouxeram trabalbo augmentado in*
calculavelmante, contiouou a empreza a sup*
portaros prejuios"que teve em tres annos ; e
d'abi pode apreciarle os grandes proventos
que tira dos contractos.
Dr. Barbosa Lima-No paquete ingles
Magdalena, seglo nontem para a Capital
Federal, acompanbado de 9. Exma. familia, o
illustre Sr. Dr. Barbosa Lima, ex-goveroador
d'eate Estado.
Da casa do Dr. Antonio Augusto Ferrefra
Lima, donde partiu para o local do embarque,
foi S. Exc. acompanbado por grande numero
de amigos e admiradores que assim deram
mais urna prova do alto aprego em que teem o
illustre pernambucano que durante quatro an-
uos governou o seu Estado natal, por cujo en*
grandecimento tanto se empenbon durante
essa espago de tempo.
Entre a pessoas que acompanbaram ao lo-
cal do embarque, o Dr. Barbosa Lima, eative*
rsm o jxm. Sr. Governadordo Estado, Dra.
Rosa e Silva e Mignel P9rnambuco, coronel
Medeiros, deputados federaese estaduaes re-
presentantes da imprensa, officiaes do exercito
e da policio, chefes de repartigOes publicas,
adv gados e muitas outras pessoas da lite
da sociedade pernambucaoa.
Do Arsenal de Marinba, foi anda o Dr. Bar*
bosa Lima acompanbado at a bordo do Ma-
gdalena* por moitas pessoas que nao cessa-
vam de tributar'lhe as mais subidas proras
de coosideragao e estima.
Eaeas demonstragOea de aprego de que foi
alvo o illustre pernambucano ao deixar a sua
terrra natal, do bem urna ideia approxima*
da das aympatbias que aoube S. Exc desper-
tar nos corag's pernambucanos, pelo muito
que fez durante o tempo em qu3, governando
esta trra, dedicou-lbe todas aa Boas forgas
moraes e todo o vigor do seu privieglado
talrnto.
Desojando de ccragao que bonangosos ven*
tos o coodozam ao almejado'!e-tino, acampa*
nharaos 8a Exc. com os votos que aqni faze-
mos qoe novos honsontea ae abram aa uaa as-
pirag"3 polil ca e aos aeus sentmentos da
patriotismo.
Senado d<> Pemambuco I IV'oou-
ae i'Oiiteui a 28* seasao, sob a presidencia do
Exm. Sr. Dr. F-ancisco Teixeira de Sa
Etiveram preaentea os Srs. Albn Meira,
R'gaeira Coala, Albino Silva, Teixeira de S,
Eduardo de Olivsira, Caldaa Barren, entonte
Pemambuco, Serra Martina e Conslancio Pon-
ina).
Foi lia, sendo app*ovarla sem d-bate, a
acta da r unio de 29 e vottu-se, senh ap*
prvida a da sessao de 28.
OSr. I. Secretario proce leu a leitu-a do
seguinte expediente :
Urna p-tigo de l'ielden Brothers, empre-
sarios da iluminagao pubci do Rer-ife, re-
rljin ii io contra a approvagao do contracto
pro iaono lavrado com 03 concurrentes Al-
b**rto Frend & C *' 4.* CoTraisao.
O Sr. Albino Mera, uaando d* pa' vra, pe*
dio que se incloisae na ordem do da da pro*
xima sessao o projecto n. 17. relativo a indi-
cagao que apresentara em 20, e concluio jus-
tificando a seguinte mdicagao :
Indicamoa que as dirija ao Sr. Governa*
dor do Estado a seguinte menagura.
O Senado, diante da aititude aggreaaiva e
anarchica do P'efeto do municipio do Recite,
offerece a V Et. o seu ap<,i) e solidariedade
lera tudo que fr preciao para raanter o prest*
Igio do governo e a aotondade do Poder Le*
tislativo do Estado.
Sala das sease3 do Sealo, 30 de Abril de
139t. Albino Meira. Serra Mariina.
O Sr. Presidente declarou qu ia ser enva-
aa a 4.* ('ommiasao a radicago.
" Pela ordem o Sr. Ermirio Coutinho pedio
que fosse reraetti la a outr-a Gomraiaso, resol-
vendo a Mes que iria 2.'
0 Sr. Alb no Maira apresentou um projecto,
por elle rtsaignido, com razea jusliicativas
eacriptas, providencinndo sobre nnroveita-
ment dejuizes de direito em disponibili*
dado.
Ficou sob-e a mesa a3m de ser opporluna-
menta apoiado-
Passou*8e a ordem do dia.
V'otaram-se oa spguintes projecto3 do Se-
nado, deste anno. enja dncussao lieara encer-
rada na reunan do da antecerlt-nte :
N. 18, em l. discuseao, (20:0003 para a
construega i d uror. cadeia em Cannotinho) ;
N. 11 em 2.* discosaao, (dificagao em ter-
renos baldos ou alagadigos) ;
a. 13 e 16 em 3.* discoaso, indo 5.'
Commissao afim de redigil-os; o 1. sobre
competencias do Procurador Geral e o 2.
dando licenga de um enno a Carks I arneiro
Momeiro da Silva Santos ;
Parecer n. 71, em 2 discussao, adoptando
a reso ugSo iniciaoa na Cmara doa D-puta-
dos pelo projecto n. 160 de 1895 (vencimentos
do demographista).
Suhmettendc-se a 2.* diacnssSo o projecto
n. 11 do Senado, deste anno, ( eformas
Constituigao do Estado) foi submetlido 2.a
Commissao a requerimento verbal do S*. An-
tonio Pemambuco.
Finalmente approvou-se em 1." discussae
sem debate o projecto do Senado n. 19 deste
anno (auxilio a quem montar codoarias).
Esgotou-se a ordem do dia :
A de hoje e : 2.* discussao dos projecto*
do Senado ns. 17, 18,19 e 20 deste anno.
Exonera-paoPor decreto de 29 do pas*
sado do Kxm. Sr. Dr. Governador do Es-
tado, foi exonerado a pedido, do cargo de dire-
ctor da 2.* Directora (Inspectora de Hygiene)
dessa repartigao, o Dr. Euzebie de imeida
Martin8 Costa, visto ter sido nomeado director
da Escola de Eogenharia.
>omeaco Por acto de 29 do corrente,
o Exm. Sr. Cooselheiro Governador do Es-
tado, oomeoo o bacharel Manoel Arthur de
S Perelra, para exercer o cargo d promotor
publico do municipio de Flores, devendo as-
sumir o exercicio dentro do praso de 40
dias
Acto de jnsiica Cnmmnnlcao-uos a
seeuiote noticia :
Koi de jnstiga o acto qae acaoa de praj
ticar e illuatrado e probidoso Dr. Governador,
nomeaodo ao CMadao Epamtnoodas da Costa
Travasso. 1," Tabeluao e Escrivao de orpbos
do Municipio de Moribeca que sendo um mogo
inteUigente, honesto e pratico a?8eropennara
p-rfeitamente o lugar sen o agseii mais nrua
garanta para os habitantes d'aquelie muni;
Ciplo
Fabricas de bebidas Teve lugar a
annunciada reumao dos Srs representantes
das fabricas de bebidas deste Estado, no intui-
to de reclamar, representando ao governo fe.
deral abm deque este suspenda a execugao do
decreto o. 2,253 de 6 de Abril liado, o que oes.
te Diario foi publicado, em a nossa ediegao
de 19 do alludido mez.
A classe, representada por ama digna com-
missao, dirigise com esse intuito Asaocla-
cao commercial desta capital, am de c:!a ser*
vir de intermediaria.
A.-sim effectivamente snecedeo, entfndendo.
se immediatamante pelo lelea-apho, esta digna
corporsgo, cora a Associagao Commercial do
Rio de lanetro, que representa a classe dos fa.
bricantes de bebidas da Capital Federaf; n.
cao o aaaentado que esta aguardarla a fePr"*
aeoiacSo dos 'aoricantea deste Estado, aBm M
ser submettlda a Exm. Sr. Ministro da Pasen,
da, conjunctarneute cem urna outra represen^,
cao emanad* d'aque'.lea.
A classe delegou seus pederes a ama cem-
m:ssaodentre os aeus memores, compoala dos
oublicacao dos termos da repreaemagao aa
cl.sae oedlndo Intervengao da Associagao
Serefal Beneflcente de Pern.mbDOO.
Sem pretendermos urna analyae bb qoestSo
qoe demandara de mais espago e de mais re.
flesto qae orna simples noticia=4irem03 toda,
va que os termos em qaa esta rediglda a mes.
ma represeDtagao poeta em perfeila evidencia
a loexeqaibilidade do regalamento qae ver-

1
i
JU------------
4 lt-lffl


dadetrameola lrapratlcavel, son
toi i'e tina.
Si, como argumenta a representacio, em
todos oa paites do mondo clTilliado orna das
preoceupagss priocloaea dos sena poieres pa.
blicos, fomentar o apparecimenio do espirita
indastrial por meio de medidas adeqaadaa e
da praUccao as lodoiirlas locifieoiea o 'e.
gulamento 1,253 a negagao mais cjmpleti
desse principio que de orna esmagadora rec-
lidao
Dar aso. como sacre te ao alladldo regola-
menta, jo? a industria estraogelra toma o la-
gar qae compete a industria oauioaal, de cer.
lo coocorrer para depaoperar as (oales vitaes
do pali, matando a iniciativa das clames ubo.
nosas.
ao mesmo lempo este tacto Tira preiulicar
Asslgn atura le contracto
COOTidailaS ai pessuas qae apruseoiaram
postas Dar o fnecimento da moTeis e IITros
as escolas poalic" dj Hitado a sa reunlrem
na Secraia-ia di Iistraccfto Pabilca a 1 bora
da Urde le marina. 2 1- "arrate.
Calas de Caboiagem A Directora
Gartl Jas Randas Puoiii;s ue 23 iia Hirco
des anno daclaroa a Alfandeg do Esta lo do
Espirito Santo qa* o S-. miaist-o resoltes po*
desplano de 13, dio ler forga de gaia o i te~
gramma par. upando tere u sien des oa badas
as mercadorias oa/cradas do: Cabotagem,
oem eKooeri.m os partos ds qaalqaer raspn""
sibi(Warte.
a aura do amor.-daajo se con o
amor ? N< uurapcuiUc esera das icocas
mal a renda desie Estado,qoe se Ter assim pn. [de meziooa lutalllvel e axeda; a medidla mo
vada da coniribwgao langada sobre essa iodos
tria, orna Te que esta leoba ds desapparecer
forcala pelas circomsiancias especiae em que
se ve-u collocada com a execugao do regula-
ment.
Nos sabemos qae as fabricas de bebidas con
stitneoa uai dos ramos naais imprtame* de
uasaa lo ustria, e deoaixo de determ nalo Pjo.
to de isla, ma tw dos productos dessa indos,
tria deverum seaapra ssr p'efaridos ao* qae
ospo-umos do estrangeiro, atiento om motivo
ioduado oa rapreacntagao a qae temas aiiadi-
do, e qae ai rlgo-osa exaclidaa : e qoe as
bebidas de procedencia eslraogeira, express<-
mente preparadla para a exportagSo, nao oas-
sam pelo exame das repar'-icoes njiiienicas, ao
passo qoe os productos das nossas fabricas
preraram.se aob a ma'8 severa liscalisajao de
amonita-.es incumbidas desee servicoe sao
sonmei.idas c exames chucos.
Tocando lieira e perfuoctoriameole nesses
ponios da questao, sem entretanto, tar o intai.
lo de aaaljae, como j dissem.8, queremos
apenas expressar a nossa eoJa-ieda le de opi.
nioes com a repraieataga > das fabricas de be.
Moas, em cuja leltara, se eocootrar o exame
rim >oso da qoestao, em seos multipoa as.
pactos.
Oumaiio', pois, a attengao dos leitores, pa-
ra essa puoiieagao ; ao mesao texpa qae faze.
mos yutos para qae o overno, compenetra-.
do.*e, como de esperar, da joeteta da rep e
reotagao, de promptas providencias sobre o as.
somtito.
Rendinaeutos pblicosNo mez de
Abril ultimo foraio estas as arrocadagous rea*
usadas nests Estado:
Allandeija Federal
1396 1.475 52SS575
1895 1.496 2688076
1891 1.634.8948656
1893 1 481-872.626
1892 906.96*8391
Estado de Pernambuco
1893 465.662.720
1895 401.8608794
18!)4 450.9048427
1893 290.036S804
1888 289.6618740
ptimo papel -Pela Livrana Boulitreau,
loi-nos offereciua urna amostra de novo e ex-
celente papel que a mesma casa acaba de re-
cebar.
Sao incontes'aveis as suas boas qualidades
pe o qoe reccmineodamol-o ao publico.
Obrigados pela offerta.
Revista IlustradaRecebemos o n.
715 Ja Revista Illusirada peridica que se
publica na Capital Federal.
Alm da uu bem redimido texto trax bo.s
gravuras d'entre as quaes destacamos a das
pnneipaes figuras da grandiosa racista -Rio-
Ni, do Dr. Moreira Sampaio, autor da mes-
ma revista, e a do ex-iiowernador d'este Es-
tado Sr. Dr. Alexandre Jos barbosa Lima.
Obrigados pela visita.
La Ilustracin Espaola-A Lvra
ria Leopoldo Silveira, ra Duque de Caxias
n. 34, o'ereceu-nos o n. 12, ann 40 da La
lilu;tracion Espaola y Americana, bem ela-
borada revista llustrada de bellas-arles, lltte-
ratura etc. que se publica em Madrid.
Agradecidos.
uipliionRecebemos o n. 7, anno 2. da
Ampbion, revista quizeoal de msica, ibea-
tros e bellaf-artes de publicagao em Lisboa.
Oroam a primeira pagina do presente numero
08 retratos tos eximios artistas Rey Colago, Vi-
ctor Hsila, Alfredo Gasul e J. Lunba e Silva.!
Obligados. |
Estrada de Ferro de Caxang-
Contiuuatu anda os inconvenientes desna es-
trada reclmalos pelos passageiros de 2."
Ciaste. .?
Apezar de, sobrevisto, termos pedido provi-
dencias un um i.oa 008=09 ltimos nunueros, o
Sr. Gerente da mesma Estrada ainda nao di-
gnou-se dal-as.
Chamamos a attencao dol Sr. fiscal do go-
Terno oa referida Estrada para os abusos de
que fallamos ha das. .
k, Luzei.ro da Verdade Hoje, s 7 ho-
ras da coute, baver ssao ordinaria desta
aocipdade, ora em reorgio'sigao.
llluiuina;o da ra Baro da
Victoria Tem continudo illumioaias to-
das as coutes, a ra do Barao da Victoria,
cun os bicos e globos de luz encantlescente,
o que tem agradado gemlmeute.
Lom eil'eito, deslumbrante urna ra como
aquella, ende ha um transito extraordinario,
bem illuminada com luz cla-a a bella.
A uompanbia do Gaz tem procurado mos-
trar qu^, sem sacrificio e grvame dos cofres
pblicos, pde-se ter urna boa illumioagao, a
contento de todos.
"uio do S* distrlcto municipal
._0 l)'. Baooel CslJa Barreno Netiojuit des
a di t'icto, dar ai suas audieo las a -uarlas"
as quintos te.ras ao rceio oa. a roa da Aoro*
ra n. 65, oDde para despachos poaera o res-
pectivo iniz ser o'ocorado todos os das.
Fublieaces :- Recebemos :
Os fascculos "- 5, do yrande romanre Ro-
maB, de Emilio Zjla ; e do trabiloo iisiorico
Aventur-'S de miaba vida, por Henri Roce-
fon, que nos teem M ctora de Panz, dos Srs. Guillard, Aillaod
& C.
O o. 7. 2" serie, 29 anno da Tribuna
Medica, revista f-aocexa de medicina de que
prircipal redactor, J. V. Laborde,
Eis u suima'io :
"" Boleum aa Qninzeoa.O professor Sapjey.
Revirii flo Eitraogeiru.Alieojanba : Dr
ve'SbS t.piDiOes sobru a ictericia catarral.
As 'eas do S'. Revers conbalidos pel03 S-s.
Staoeliana e Leydea O t-atam>-nto r.y-oi-
teaco.A centradura local no teunco.A
puncho lombar de Quioihe.A atbreperi.
otie.Austria : faralysia total de tr.ge-
=Hath IOsa especial : Vas urinanae.I
tatite blecconbagia subsoda, pelo Sr. G> >
pn.Revista de Pnysioloiia : Accao ao iy
tema nervoso sobre a cir:ulasao DO'muoar ,
eriado norital e patbologico, pelo Sr. Cb. A
Frargis PiOb.Revista de Dermatologa;
Dermatile sopDorativa 'multilorme, pelo
Sr^. Hallr.peau e A. Prieor Sociedades Sciei.-
tifless A Academia de Meticina.Sociedudes
da cirorgia.
Conselno Superior da Instruccao
Publica Saoiiurrvi-ada iodos es memores
dV.-se Cu: seibo, a se eocirem boje pelas i
Coras oo di em sessio ordina-ia. na sala de
hanra do Instituto Benjamn Coos'an!-, onde
coptarna fnclonaro me^" Cootflbe.
Anseciaco dos Empregados no
Comincrcio E-n assjciac^o em sole-
i i neto oo a a 13 de Miio ioauKurar em asaa
6 Je o sa'o de joos qoe acaboo de creur ja-
recreio dos feos assnoiados.
E' com a bygiene Ejc-evem^oos :
Ss. R'datorii.-. do Diario de Pernambuco.
Peiiimos a V. S. o obsequio ae faze pelo eeu
Couceitua to Diario, orna recclamacao ao Sr.
Pre6ideqie da bygleoe publica oo a qoem com
pe ir, para mau la* conre'tar urna bomba qae
existe na pnrcda da Pa-sauem da Msgdileoa
entre o sitio da VioTa do timdo Maaoel Joa.
quim Ramos e Silva edo Dr. Laurindo, a qoa)
tendos'do n'rombaJa pela granda cela e
Jolno de 189 ainda oao fui concertaba, e a.
agaia das grandes mares entrando pela refe;
rida fomoa alem de Inondarem parte da est'ada
o terrenos dos sitios Tisinbos, vaxantes deliao
goaa estaROBdas, deilando exhalacOes Inso^
portavris, o qoe tem dado logar a apparecl*
memos de feore oaqoelle arrabal ie, ^E'
portanto de urgptte nec sstdaaa mandarse
concertar a referid bomba, atim de nao se ie-
eatifolver, em maior escala febres de nao
carcter em prejoizo dos bibitaotes de toda a
capital '
deroa que aisla nao ebegoil a tal cara, sal-
vo a bomcepatm.
A medinoa aattga, pe-m, tvn essa pro?l*
dencia, pole, oa a-nos o Gaolais qoe om
dos seua .reportera euconirou urna brochu"a
publicada em 17*2 com este litlo sugestivo .
O aaior pode ser jurado pelas plantas ?
O autor aeisa broenara foi o famoso Dr.
Sauvage que pe,o oome d 'ia ser ^refrac ario
ao adsaiDD'O, professor na PaculU^e de Med
coa de Montpellier de 173. a 176!. Na seo
folbeto o Dr. Sauvage da a etiologa do mal
de amar e a so* pitoola^ia em seguida, co n
o aiagao8iico e o pronostico, eomo dira am
medico de oojp, qae pode sentir-lue os effsitos
sem procurar a causa e multo meaos reme*
dto a nao ser em baabos pa ir j?.
Com toda sua s.'leunn e toda a aeriedade
qae aevia ler un o-. lJsjor d< facuidale de
Montpellier oe 173 a 1762, aconselhi ella cia.i
tratajiemo o seguate sos ij-j:i;e o r-g
mau soono e rafrigeraate, raizas de oeaapba-
e sexentes de aguas cortas. Rezoaimeoda
qaa se evite a ocioaiJala, a campnula dt mo
<* Ooo tas, e os livertioientos estimolaatesa
ssim pronme termioantemeote o uso do cao-
clate e das especiaras. Em campeosagi >
a. oQ-elna ejercicios ptijsicos ao lar livra.
tomo meios pbimaceoiicos manda tom i
pa-gativis para (da elle} : destruir as o-c 1-
iacb>-i das fibras, e as saogriaa. os baobos e
aa bebidas aciduladas para dosteader ate:
t.aa ds nrir^.
Hoara a memoria dos poetas na
Inglaterra. *4ejUom pan poecus em lao
eie.ddo rao a veoerarac ao g-nu como a In-
glaterra oeodom paz sabe Honrar como elli
oo s acote a memoria dos eeo3 grandes poe-
tas, mas alada o luga- em que viveratn e todo
o que. de peno oa ae longe, po salo existencia dos meamos. Um grupo de
admiradores comproa Da mezes a casa dd Ca *
lyla em Cnelsea e ani reuma todas as reli-
quias do poderoso esenvaj do Cuito dos bo-
rne e da Ravoloj Fraoceza*.
Uitimameote ta adqai-ido, no dia anniversa-
rio oa morte do paeu Keats. o pequeo Co *
tase dn Kimpst-ai oude viven o p.eta, oude
e-creveu us aeus versos ma s clica ios, onde
sorTreu aleosamente por amor da Faauy Bra-
con.
E' urna verdadei'a casa de p^eta : Scbelley
nabitoa uella ; Colendge. Hant. Cow^e- e Bay
ron all foram freqaeutemoate. Perto delta
esta a arvore sob a qaai K 'ts es :reveu a sua
de ao Rouxioo1, orna ue suas pagioas mals
fehzes e mais insn ri > ui.
Curlosldade. -Um jornal belga noticia
qoe urevemeote sari >o-t .liado na administra-
cii central dos crrelos de Bruxellas. que pas-
'i. por ser u'na djs m-lbores da Earopaf u :.
novo sjsiema para o r-co imentu automtico
das caixas de canas e de imprcssos.
Por este systema todas as corresponlencias
-e,-ao levadas a c*rimbac,ao a medida qae
fj.-eic cahindo as caixas.
Diz a mesma folna que essa mvencSa cul
ta ortica e ulto sim-iies, eonsistiudo em um
dpparelno cu|o tlaxtu'.o priuou.l urna es'
lacia me alies aeio lim.
Larapios Ante hontem s 5 heras da
larae, approximadamente, os gatunos Pedro
Casaca e um outro foram residencia do ve-
Iho africano Jacob, Da ra Imperial, e propu-
zeram a troca de 4008000 em uiiud.s que os
larapios posauiam por sedulas maiores.
Sanio acceita a proposta, os gatunos deram
a Jacob um embrulho e receberam igual
quantia em menor numero de sedulas.
Aps a retirada dos espenos o infeliz velbo
amadamente vio que o ombruibo apenas con-
uoua papis velhos, pelo qu: queixoa-se ao
Sr. subdelegado do ~" dis.ncto da freguezia
de S. Jos, qne apezar de ter empregado to-
dos os esfercos nao conseguio capturar b8
malvados larapios.
Desertor Pelo subdelegado do 3 dis-
trlcto a Varzea foi hontem aprisionado o
individuo de nome Alfredo Soares desertor
do 28 batalhao de infantaria, que n'aqnelle
districto aodava fardajo e turbulentamente
usando da larapinagem.
Foi posto a nsposicao doSr. corcoel cem*
mandaute das forgas feieraes n'esle Estado.
ZolaDe um magistral artigo de grande
esciipior, poblicado receutemeuie no Figaro>.
de Paria :
Qu.dJo um moco esrripto% om debutan-
te, em vez de v,sitar,o que me succede a
miudo, e eu leceoo os mcito bemo pnmeiro
con elbo qoe ibe doa dizer-lbe :
= Trbalos multo, regularmente se pcsBiVdi
f\ .ata manba o meemo numero de oras.
Nao seja impaciente, e-pere uez ancos o soc-
ceeso e a veaaa. B sobreiudo oa nos Imite,
esqoeca oa mais velDos.
Depois, a minba segunda recommeDdagSo.
a 8 gmnte ;
Tem um Dom estomago Iliterario? qnero
com lato diier um estomago s,.ii:u, c.pai de
digerir aipeditam-.-nte toaas asparvolces, todas
auominacOes que se bao de escrever acerca das
soas obras e da 8oa propria peca '!... Nao,
vejo pelo seo rabor, pelo seo estreaiecimeuto,
qae moita novo, maitu delicado anda e qae
a sua repogoaucia natural loe Tai causar sen*
saboras graves... Pois bem 1 todas as u.a*
nns, aj ergaer-ne da cama, tm jejum, englua-
me um aapu vivo Vende se oa prega, a sua
lOsioheira ib'o comprara. A despeza siogu*
lam.eate: tres solos cala um, se co7>p-ar a
i ozia ; e dentro de poucos anuos, arrarjjart
qi>i. forma um estomago literario capaz de
eoeodr os peiores arijos de critica coutem-
po'anea, sem uo)o e e.-pecie neoboma.
O moga eacriptor ol a para m:m loajateto
eu.quauiu ea m acompanbo al a porta, insis-
tiouo oe eflicacia do metoodo preventivo que
.a i ocm resultado ennio em mi c.
Ao 1 oao digo que nos pnmeiros te-j pos
,-eja mono agraiiavtl. Mas a gentj babua-se.
sou eu qne IL'o digo, aDitua-se, mancebo I
i Um bom sapo vito, qnando o estomago o cor.-
serva, exercita, affeigoa a tona! as ignominias
. tedas as abjeiGes, a todas ai pegonas. Fica
j vaccioao para o da ioleiro contra todac as
i.UQdiciaa imagioave. Um nomem que
too ai as maoba3 engole o sen sapo, 6 um bo-
lsn forte, qae se nao deixa -e'iurbar, mais
s-jd como lor... Va, t, meu joven tmigo,
e k-la-me e'se sapo qaotiiano e mais tarde
me agradecer. *
Hj 80 noos, accrescenta Zola, que elle en*
gole o tal sapo, aires de ir para a mesa de
tracaino. Basa para isla aorir os sete oc
ouo j rnaes qoe o esperam todas as ma-
unas, lasuito grossei-o. leoda iDjurioea, acervo
de lotices ou de mentiras, sab qaalquer destas
formas, raro qae elle oao encontr u seo sapo,
agachado em algoma columna. Se n&o em
om joro'.l em outro. E Zal eogole-u comple-
tamente.
a ...uipio catava-lhe om pooco, mas de-
t r orna vocaeJo e?po:lal, porqae se acos-
ujjou d-pressa. Agora, coma dade, eog -
le-oa sem o miol o eato-go. As coosas ene-
uaram ao ponto de qoe. ae nao tivesse pela
aanba o eeu s-po, iar-lbe-la falla.
E' tite almoco singular qoe o excita, o looi*
lica, o erllmol' par o trabalno e para a c ea-
cao. a qaiaie em qaioza das, o editor de
Zjoa mauda-iMe ume colleccao dos artlgos es-
cnptos da-ante urna quinzena sobre seas II-
vros, sobre elle proprio. EotSo ja oao o sipi-
ntio matinal, acocorado em qoaiqoer juelto
de peridicos 6 urna ninbada, um charco in-
teiro, hediondo, pallolante I E Zal nunca se
sent mais vigoroso, mais alegre do qae nesaes
dias de io xeiniterio Publico Ooituario do da
18 de Abril de 1896.
Ln Pereira de Almida Netlo,
aambuco, ii metes, Afolados.
Aona Mana de Alboqo rqae Maraobao. brao
ca, Pernambuco 6 anuos, Hoa Vista.
Amart- Msriuao, fimo de Maooel Francisco
Marino, pardo, Peraambuco, 3 anuas, G-aci.
Um feto femiQino, fl ho da Isao^l B. da Coa-
ceicao. par.o Pe namau :o, tiraci.
Sitioi'cio Francisco di Silva, pardo, Per-
na ^buco ii mezes, S. Jas.
Jos >a$iv.i Feraan-Jr-a pardo, Parabyba,
37 annos, solteiro, j.roaleiro, Boa-Vista.
Jos F aa:is;o Goimdres, pardo. Parnam*
buco, 22 aaoos -o.ieiro, baleeiro, Boa Vista.
Jas Felip.ie das S co, 20 an o*, casado, Baa V ata.
Jj qm o F ao isju ta S Iva pardo, Peruam
bu-o, SU aoaos, Cisato. tloi Vista,
Tnerezi Mara ds larras, oarda, Paraambace,
20 aaoos caxada, Boa Vista.
Por-io, preio, Peraainooco, i aaao, Bjj
Vi-ti.
Casamento civilO escrivo dos casa-
meutos qm funeciona nos dislrictos do Recife,
Santo Antonio, S. Jos e Afogalos. afBxou na
reparticao do registro dos casamenios roa
de Imperador n. 75, l.- andar.editaes de procla
mas de casameutoa dos seguintes contrabeu-
tes:
1* Publtcaco
Fernando de Albuque que Cazar, emprega-
do publico, com Guiltiermina da Silva Miran-
da, sollo rus, nataraea (leste Estado e resi-
dentes oa fregueiia de S. Jos.
Canos de Albuquerque Pereira de Ollvelra,
contador no foro do Recife, com Miquelina do
Reg Valenca, solleiros, naiuraea desta Esla-j
tado e resillantes na freguezia de Afogados.
das alcoolicas situadas n'esta capi-
tal, pedindo-vos a vossa valiosa in-
terferencia junto ao governo federal
no sentido de ser pelo menos sus-
pensa a execucao do regulamento
que baixou com o decreto n. 2,253
de 6 de Abril de 1896, o qual, de cor-
to, nao corresponde aos intuitos pa-
triticos dos dignos representantes
da nagao, desde qutftvimporta em
urna sen tenga d mdne lavrada con-
tra a iniciativa nacional n'esse ramo
da industria, ponto de mira que de
nenhum modo podiam visar brazi-
leiros incumbidos de legislar para o
seu paiz.
De facto, senhores, esse regula-
mento, cujas disposicoos constituem
urna cadeia de suffocantes vexaces
impostas aos fabricantes de bebidas
n'esta Estado e em toda a Uniao, i
fr observado e mantido, arrastar
a extinego das fabricas que, a custa
de heroicos sacrificios, luctam pela
victoria na concurrencia dos produ.
ctos similares estrangeiros e acarre-
tar immensos prejuizos propria
agricultura, entre nos j to asseda-
da de dificuldades.
Para proval-o demasa nao
Damiao Joaquim Ribeiro residente na fre-! m-8t*3F grando esforgo.
guezia da S. Jos, com Eduviges Gomes d
Mello, residente oa freguezia de Santo Anlo
nio, aulteiros e oaiuraes leste Estado.
Manoel Jos Daatas, viuvo, com Rita Silvina
de Araujo, solteiro, naioraea deste Estado e
residentes na Maooel Gomas da Silva, negociante, solteiro,
resideote na freguezia de Santo Antonio, com
Marit dos Aojos Cavalcaote de Albuquerque,
viuva, residente na munic pi de S. Loureuco,
naturaes deste Estado-
2' fublcago
Amaro dos Guimar&es Peixoto D>rnallas,
sargento do 2- corpo de polica, com Mane
Rita Agr, solteiro', oaturaas deste Estado e
residenteaa freguezia de i. Antonio.
Joio Baptisla de Almeida, artista, com Jo*
sepbina de Holiaoda Carneiro, solteiros, naiu
raes deste Estado e residentes ua freguezia
de Afogados.
coinmisia&o de melltoramento de
''orto do Recife--Recife, 29 de Abril
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. cenli. Barmetro Tenso do Humx-
irado a 0) vapor dad'
6 m. 2'4,'t 758,-02 20,13 85
9 . 2o,3 758,-88 21,63 85
12 27,*3 738,-79 22,00 80
3 t. 27,3 757,-58 21,01 77
6 * 26/9 757,-14 21,01 77
Thermomitros desabrigados ao meio da :
56'-,2. Euoegracido : 41 2 Prateado.
Temperatura mxima 29*,00.
Temperatura mnima 21/.00.
Evaporaco em 24 noras ao sol 45 som
bra 2-9.
Ohuva 0-4.
Direcco do vento *
SW de meia noite al 0 h. 10 ra. amanii' ;
W at 7 h. 44 m. SW ci 9 h. 19 m.
SW at 1 h. 20 m. da larde, SE at meu
uoite.
Muita calma pela manha.
Velocidade media do vento 3.-31 por se:
gando-
.Nebulosida-Je media 1,80.
BOLETIM DO PORTO
Dla3
Horas Aujra
Pra-mar ou
Baixa-mar
P M. 29 de Abril 6 h. 00 m. dam. 2-55
B. M. 12 b. 10 n t. 0,-40
Compannia de Bombearos 0 *ei
viqo oesta couipaubid para Do;e e o setuint; :
E-t>JO-m lor o Sr. alferes almoxa:ife Ha-
Doai Joaqoim ue Atbuqueriiae.
O a a couipaobia u i- rgiita cuefe de sor-
vico Anionu di Souza Ba eia.
\ix- o o guaiiel o caoo cbjfi* de bamo.
Tbnm Ai ves lfcrreira.
Un.fonue D !
Telegramuias retidosAcba -se re
ido- na estaco do Telegrapno Nacional os se-
guintes lelegraiamas :
De Macei, pa.a Jos Mauricia Moreira da
Costa.
Do Ris, para Mana Aogns.a.
Linhas, funecionaado regularmente para Sul.
Norte e Centro.
Casa de etesacao Movimento dos
prezos da Casa de Dviaacao ao Recie, Estad
ae Pernambuco, 39 de Abril ae 1896.
Existiam 357, entraram 7, sabirarn 0, exis-
lem 366.
A aaoer: nack-uaes 333, mullieres 7, estran
aeiroa 25. mullieres 0, loiei 366.
Arracoados 347.
liona 321, doeutes 25, loncos 1, loucas 2,
total 347.
Moviuaento da enfermarla N&o buuve :
1NDICCGES TE1S
Dr. 'a aereara,ra ua luiperatriz u
t>, d consultas medico-cirurgicas todo
dias das 8 meio dia, meaos no-
ioaiiogos e dias santificados.
Ocenilstas
Dr. Pereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n.* 63 1/ andar. Rezide em
Caminuo Novo.
Telephone n.' 588.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de
linica do professor Wecker, de volt a
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
esidencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de 1 s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Barretto Sampaio, oceulista, da
consultas de 1 s 4 horas da tarde no
i. andar da ra Baro da Victoria
n. 51.
Residencia, ra do Hospicio n. 46
Telephone n. 365.
Ortigaras
(juimardes Braga C. Depsitos
Je Drogas e productos chimicos, espe**
ciahdades Piarmaceuticas, medcame
tos homeopatieos e Untas, leos, pin
ceis etc., etc. Ra do Mrquez de 01 l
da 1, 60.
A. P. Braga GuimardcS Agencia de
todas as especialidades pharmaceuti-
cos, tintas, drogas, productos chimi-
cas e outros medicamentos homeo-
pticos, ra Larga do Rosario n. 31.
PUBLICA\m i PED00
Ex.mli. Srs. presidente e mais
membros da Directora da
Associacao Comiuercial Be*
nefloentede l'ernambaco
A' benfica e protectora sombra
d'esta prestigiosa instituirlo, sem-
, pre prompta e solicita em pugnar
Ignex Fraocuca de ADrea, branca, Brasil, Wj pelos interesses legitimos da classe
"GoherSV^cuco do Amor Divino, pardo. 1 representa, veem abrigar-se os
PernamDuco, 23 annos, solteiro, Boa-Viita. propnetanos das fabricas de bebi-
Etn todos os paizes do mundo ci-
vilisado urna das preoecupaces
precipuas dos seus poderes pblicos
t'omentar o appareoimento do espiri-
to industrial por meio de medidas
adequadas e de protec^ao s indus-
trias incipientes e, depois que a ini-
ciativa se levanta e as industrias se
firmam, incrementar-lhes e vigoro-
risar-lhes o desenvolvitnento e a
prosperidade por todos os modos
aconselhados pelasciencia econmi-
ca e suggeridos pelo estudo con-
scienciosj da vida nacional.
E' do progrosso da industria den-
tro de cada nar;o quo depende c en-
grandecimento d'ella e para esse re-
sultado fazem convergir patritica-
mente os impulsos de sua energa
aquellos a quem se acha confiada a
sua direcQao.
Pois bem ; o decreto n. 2,253 de 6
de Abril do anno corrente, d indo
regulamenlo para a cobranza de im-
posto sobre o consumo das bebidas
alcoolicaa fabricadas no paiz, desat-
tendeu a esse ensinamento da scien-
cia e urna gargalheira langada ao
pesclo da industria nacional, que
se ergua auspiciosa e promettelora,
apezar dos enormes o posados impos-
tos estadoaes e municipaes com que
tem sido de mais em mais sobrecar-
regada.
< precisar de demonstrago, que esse
decreto vem vitalisara industria es-
trangeira, emquanto extermina a
nacional?
Que outra consequencia pode elle
determinar em sua applicafo a nao
ser desfechar um golpe decisivo,
certeiro e fatal no corago d'aquelle
ramo da industria brazileira?
Nao o dictou interesse pela sade
publica, porque, emquanto as fabri-
cas aqui existentes e os artigos quo
ellas empregam na prep iraco das
bebidas, esto expostos ao exame
das juntas de hygiene, que pod^ ser
o mais rigoroso, os productos simi-
lares estrangeiros, falsificados, adul-
terados e muitas vezes com substan-
cias toxicas, nocivas vida, sao
vendidos desassombradamente nos
mercados, em todos os ngulos das
capitaes e das cidades interiores
Nao foi a salubridade publica que
inspirou esse regulamento ndustri-
cida, permitfa-sc-nus assim qualtfi-
cal-o, porque sabis, sabem todos e
nao podiam ignor.il-o os altos pode-
res da Repblica que os propneta-
rios d'estas fabricas sao obr gados a
apresentar s repartieres de hygiene
as formulas segundo as quae.-s sao
fabricados os seus productos e so
depois de approvadas estas, isto ,
sj depis de declarado oficialmente
que estas formulas nao encerram in-
gredientes damnosos sade que
sao offereciJos venda os referidos
artigos.
Si urna providencia hygienica
esse regulamento, si a vida dos ci-
dados que procura o governo acaute-
lar contra a adulteraco das bebidas,
nao se comprehende que. emquanto
faz desapparecerera as fabricas uacio-
naes, onde as materias primas empre-
gadas sao innocuas, tolere a venda
dos artigos estrangeiros, manipulados
sem escrpulo e sem exame das nos-
sas autoridades sanitarias.
O que dizemos nao urna falsidade
argida contra os vinhos e demis be-
bidas que o Brazil importa do estran-
geiro. Est provado por estatisticas
organisadas na Europa que os vinhos
que exportam os seus varios paizes
excedem de 4/5 os que sao prepara-
dos com o sueco de uvas.
Emquanto es vinhos, licores o de-
mais bebidas preparadas nos estabe-
lecimentos nacionaes, o sao debaixo
de severa fiscalisaco de autoridades
sanitarias e depois de exames clnicos ;
emquanto para a fabricafo d'essas
bebidas sao aproveitados fructos de
nossa riquissima flora, o alcool dacan-
na de assucar, o propr o assucar e ma-
terias primas de primeira qualidade
importadas, como o lpulo, a cevada,
etc., para o preparo,da cerveja ; os
vinhos, licores e outras bebidas de
procedencia estrangeira, que sao ex-
pressamente preparados para exporta-
cao, escapam ao exame das reparti-
eses de hygiene dos seus respectivos
paizes, porque n'ellas apenas sao sub-
mettidas analyse as mercadorias en-
tregues ao consumo interno.
Este facto s por si fallara bem
alto em favor dos productos nacio-
naes, si nos nao tivessemos para auto-
risar a sua preferencia o que dizem
hygienistas e sabios de alem-mar con-
tra a adulteraco d'esses artigos de
exportacao, que os industriaes estran-
geiros realizam com substancias toxi-
cas e altamente perigosas sade.
Nao foi tambem o generoso pensa-
mento de impedir a expanso funesta I ment ?
do alcoolismo e o habito das bebidas E' possivel que
alcoolicas o qte motivou o regulamen-
to, desde que com elle o que se pode
e deve conseguir, em ultima analyse,
apenas que desapptarecam os produ-
ctos nacionaes, que seja asphyxiada
essa concurrencia contra a qual os in-
dustriaes estrangeiros se tem batido
indefessamente.
Mas logo que isto aconteca, em vir-
tude de le de compensaco, augmen-
tar o consumo das mercadorias es
trangeiras e o incremento das respe-
ctivas industrias em detrimento da
riqueza do paiz.
E' patritica semelhante attitude
quando as demais nac5es porfa se
empenham em auxiliar as suas in-
dustrias, decretando premio para
despertare estimular o seu progres-
so e elevando as tarifas aduaneiras
para indirectamente favorecerem
os productores nacionaes e affasta-
rem dos proprios mercados artigos
similares estrangeiros ?
Analysemos alguns dispositivos
d'esse irfonstruoso Regulamento para
evidenciarmos a iniquidade e o in-
toleravel espirito de exterminio que
presidiu a sua elaboraco.
O art. 2. impe a taxa de mil
reis por garrafa das bebidas fer-
mentadas, que possam ser assimilas
ao vinho de uva, aos vinhos espu-
mosos e aos Champagnes.
Urna caixa de vinho commum de
nossa industria, com 12 garrafas,
vendida actualmente ao preco de 10
a 12 mil reis.
Desde que, porm, so tenha de pa-
gar a taxa estabelecida n'esse arti-
go, ficar elevado o valor de cada
caixa a 24 mil res, emquanto a es-
trangeira cusa 16 mil reis.
O resultado d'esse imposto a pre-
ferencia pelo artigo estrangeiro e
assim o fechamento das fabricas
que penosamente custeamos.
O art. 3. capitulo 2. prescreve
que to calculo para o lancamento as-
sentar no que a fabrica tiver pro-
duzido no anno anterior o.
Nao possivel imaginar mais in-
justa imposico, visto que as tran-
sacc}o-'S variara de um modo nota-
vel de anno a anno, variacots ge ra-
das por factores diversos, mas n-
contestaveis e nao podendo servir
do base para a tributaco urna vez
quo o imposto deve repousar sobre a
renda para sor justo.
Para nao irmos longe basta dizer-
mos que as vendas effectuadas no
corrente anno sao inferiores em um
terco s realisadas em igual periodo
de 1895.
J sendo intoleraveis as taxas de-
cretadas possivel aggravar ainda
a contribuiQao tributaria de urna fa-
brica fazendo-a pagar em um excer-
cicio, durante o qual baixou consi-
deravelmeute o consumo, imposto
igual ao que foi cobrado em um
anno de grandes transacgdes t!
Nao s isto, entretanto. Alm
das taxas vexatorias e onerosissi-
mas, o Regulamento conten dispo-
sicoos que sao absurdas e humilhan-
tea para o proprietario de fabrica,
como a do "Art 1." consagrando a
obrgaeao de ftzer a escripturacao
da casa om livros especiaes, que de-
verao ser sellados, rubricados o au-
tenticados na reparticao liscial da
circum.seip^ao em que ella funecio-
nar quando o Cdigo Comniercial
no art. 13 apenas confere essa at-
tribuiQo aos membros do Tribunal
do Commercio, ou, onde nao hou-
ver Tribunal, a Relaco do Distri-
cto e a primeira autoridade judicia-
ria em cada comarca; impondo o
dever de enviar mensalmente mes-
ma Reparticao um boletim desca-
minando a quantidade de bebida fa-
bricada, a sahida para o consumo e
a consumida na mesma fabrica e,
peior que tudo, preceitua que essa
escripturacao poder ser examina-
da por empregados incumbidos da
fiscalisaco das fabricas sua von-
tade, a todo o momento, sempre que
elles o exigirera, estendendo-se e
seu exame mesmo escripturaQo
geral do estabelecimento, o que con-
traria as salutares disposices dos
arts. 18, 19 e 20 do citado Cdigo,
que s admittem a exhibiQo dos li-
vros quando ordenado por autori-
dade judiciaria. "em casos especiaes
e expressamente determinados.
Com esse Regulamento soffrer
tambem a agricultura da canna,
por que quasi todo alcool distillado
nos engenhos o Usinas consumi-
do pelas fabricas de bebidas, assim
como grande quantidade de assu-
car, e desdo que ellas tenham de pa-
ralysar os seus trabalhos sero os
propr.otarios do engenhos forcados a
abandonar o fabrico do alcool, por
nao encontrarem compradores.
Todos esses argumentos exhibidos
contra o malfadado Regulamento,
todo esse accumulo deconsideragoes
demonstrativas de que ella deve de-
sapparecer por attentar contra a
existencia da industria nacional de
bebidas, que agora comecava a res-
pirar menos oppressivamente, com
mais desafogo, sao todava, de ne-
nhum valor em face da arguico de
inconstitucionalidade que contra
elle se levanta com urna clareza do
crystal e com urna evidencia que se
impO' aos menos avisados.
A Constituico Brazileira, em seu
art. 0. tracando a competencia ex-
clusiva dos Estados quanto a tribu-
toslo, diz, no seu n 4 que & elles
podem decretar impostos sobre in-
dustrias e prolssoes.
Pois bem, nao obstante essa ca-
thegorica disposicao, que nao admit
te sophismas pe'a maneira expressa
e explicta porque se acha redigida,
o Poder Federal baixa um Regula-
mento, creando um imposto de in-
dustria e profissao, attrbuindo-s_'
urna competencia que a Lei bsica
positivamente lhe negou, outhor-
gando-a nicamente aos Estados.
E' possivel subsistir esse Regula-
uma lei contraria ao que preceita]a
Constituigo ?
Nao o acreditamos ; mas para que
esta nossa representado seja efficaz
e consiga o alvo que collima, in-
dispensavel que esta preclara corpo-
poracao so apresse em perfilhal-a e
dispensar-lhe o seu patrocinio, le-
vando* ao conhecimento do Illus-
tre Ministro da Fazenda e solicite
ue b Exc. a suspenso do Regula-
mento referido, demonstrando que
elle e urna calamidade.
Os proprietarios de fabricas de be-
bidas abaixo assignados, confiantes
ousam esperar este servico da As-
sociaco Commercial Beneflcente, a
cujos reclamos esto convencidos de
que ha de attender o Governo da Re-
publica.
Pernambuco, 28 de Abril de 1896.
J.S. Amaral WC.
S. Pinho f C.
Vicente Costa & C.
C. A. van der Linden K Filhos.
Barbosa C.
lavares Lapa j* C.
Madeira $C.
Coelho Pinto 5f C,
A ntonio Francisco da Costa.
Pinto y C.
Moura f Costa.
Vieira d'Andrade $ C.
A. A. de Lemos $ C.
Martins Viegas y Filhos.
Joao Rodrtffttes.
Ao publico
O Sr. Dr. Goncalves Maii, fallando nos seaa
Casos Diarios de hoje, sobre usinas, d no*
licia de urna carta, da qual eu destaco o se*
guinie trecno :
0 decreto da concessao fei redigido em
Palacio pelo Dr. P. B.
Isso, poriD, nao importa.
Frequeitador assiduo de Palacio, so lempo
em que o ineu Ilustre amigo Dr. Barbosa
L'ma foi Governador deste Estado, pode
rauito8 parecer, que tratase da minba humil-
de pe-soa.
E, sendo assim, importa e mnito importa 4
mim vir declarar alto e muto alto, para qua
lodos me oug&m, que eu nunca andei mattido
em negocios de usinas, senSo para interessar:
me pela nao concessao de urna, favor que pudo
conseguir do Exm. Sr. Dr. Barbosa Lima.
Provoco os meos gratuitos desaffeclo?, qua
apontem um s acto de advocacia administra-
tiva, em que eu andasse, ltimamente, envol*
vilo.
Tenho vivido, s e nicamente, dos meus
insignificantes vencimenlos de juiz de direito ;
e o mi-u modu3 viveiMi um atteslado vivo
de minfa pobreza.
Se, com effeito, traa-se de um amigo affe*
ctu so e correligionario, o Sr. Dr. Goocal*
ves Mua far me-bia um obsequio em pedir
quelle Sr. urna prova qualquer de sua alie*
gagio.
Deiculpe o Sr. Dr. Goncalves Maia terlae
sabido ao encontr.
Sou muito contra usinas...
OliuJa, 30 de Abril de 1896.
Paes Bar ret o.
Ao publico
5
S bontero por inlormaco denm amigo, qoa
tem cocbecimento de minnas trsnsaccOeB com
0 D-. Jos Dorntooes Mais, Uva ooilcu doedl.
tl publicado uo Diario de PeroamDoco de 24
10 correte mez. de oroetn do Dr. jolz de or.
libios de-te ieu i.'.piu e no qoal a rsz cuDllco
1 laclo de riaveraiio o trencion^do Dr. Jo
D imtngues Mdia decla-ado interdicto em coas.
qoencia ae acca'.se scff-er.-no de ssas facolda.
ii-s ii enines, c.a.o o affirmaram 08 proBesio.
caes qoe procederam a exame de sanidade em
?oa pe.coa.
Secn lo consta do allariido edital, os signa,
'..ros uo fallado exame de saaidade affirma.
r ra coe o qne o referido D-. Maia padece de
al enagao mental continua, nSo receatee inca,
ravel.
Foi isto nara mlm, assim como para qoem
Tnbece o Dr Mu orna sorpresa; pois do Dr.
Maia se pooer dizer qae neo Dom ebefe de
familia e qne tes aleons cetro, defeitos, mas
ola 'que seja um I01A0 e mmto menos que pa*
lega de loucura cbntinna, oo recente e inca,
ravel.
A r.aao de semelban e enscenarao s pie
ser ima : que o Dr. Jcs Duniogoes Maia
Te p oevedo a s:m como a nutras pessoas da
avuitada somma e iiatarslment-' po* esse novo
n oces-o se pretende liqaidir as dividas por el.
le cjQtrab tas.
Eu, porm, eqi- nao estou disposto ame
ieix' expoliar por qum quer qne seja com ou
era a dolosa annaenciu dos meas aevedores,
p.io qoe desde ja oroiesto contra o nconfessa.
vrl eupedienie a qoe se iretende recorrer e de.
cluo qae em jatto vou ri.-sje j fazer valer os
meas direitus, ccnSamio em qua cbmre jaizes
qae na> me negara.> ja-liga.
Linuti.me a esias ; oucas p.ilffras porqae
nu jnizo coiopeieDte qoe liquidare este feii
negoiio.
Hecfe,29 de Abril de 1896.
Ber.iaroino F^rreira de Axevelo.
a Unio ampare
Agradecimiento
Bom o tilho que aahe e volta a oasa
de seu p i.
Teudo eu em Julho do anno passado
ci ncordado pagar o mtu debito, que
Dunca pude saber em quanto importa-*
vam as mensa idades atrazadss da socie-
dade das artes mechanicas, porque alm
de pedir ao procurador a nota, nunca
me foi fornecina, razo esta p-.rque con-
cordei com o entilo directo- n'este tempo
o Sr. ctpito Jos Antonio Vieira da
Cunba pagar de urna so vez a quautia de
trinta mil ris (30r5) por quitaco, visto
coro nio continuara mais a aer soc o da
referida sociedade e della me consida-
rava exonerado, cuja resolucao fiz pu-
blicar no Diario de Pernambuco de 30
de Novembro de 1895.
Agora porm, no da 19 do andante re-
cebo urna carta em forma de officio no
qual devolva a quautia de 30*5 que ea
os ha va entregue ao Sr. capitao Vieira
da Cunha em Julho do anuo paseado,
sobre o pretexto, da que n&o corres-
pond a o meu debito, e visto como en
nao queria acceitar o indulto conce-
dido aoa socios em geral me devolviera
a referida quant a, declarando mais qae
t nha n'aquella data sido iluminado do
numero de socios da mesma sociedade.
Finalmente cheg .u o dia e nao me
sorprehendeu a noticia da illiminacSo


1
ILEGfVEl


Diario de Pernwnbnco Sexta-feira 1


porque a muito que sollicitava e oSo me
a concedan.
Em quDto a quantia nSo correspon-
der o mea debito, at hoje como j diese
ainda ignoro em quante monta o v/erda-
deiro> debito, e tudo mais b pele ser
considerado nm deapeito ou vinganca
que a sociedade teou algum por ella
quer tomar.
Pois um negocio que foi resilvido
com o Sr. capitao Vieira da Cunba
ex-director em Julbo do anno passado, e
b agora em Abril, depois de dez mezas
que se da soluco elle !
Aprecie o publ ico como vao os daati
nos d'aquella sociedade.
Declaro aos SrB. Sociosque apezar de
tarde, muito agradeco a bondade de e-
melhante illiminacao, a muito por mim
exigida.
Os documentos que tenbo em meu
poder d'esta sociedade de lugares que
me fzeram occupar em occasiao oppor-
tuna os frei entregar.
Rec fe, 30 de Abril de 1896.
Rufino Manocl da Cruz Cotissciro.
Coqueluche
Cura-ie csm o Alcatrao e Jatahy, do
pharmaceutico Honorio do Prado.
Cldadtao Honorio do Prado
Fa93 sinceros votos so Alt>seimo para
que vos d muitos anaos de vida e saude,
porque bos o beuifeitor dos enfemos.
Eu, Alfredo PintJ de Santiago.musico
do 8.* batalhlo de intentara d guar-
da naciona', aoffri mais de um n?ez da
fortissima constipasen, ac mpanbada de
toase, que me acabrunhava da e noite,
bem como urna rouquidao, que nao se
ouvia a rainha voz !
Acho-me completamente bom com o
voseo naravilhoso xaropj de alcatrao e
jatahy, e o de?er de gratido me leva a
vea drigir estas toscas linhas, esperando
ser descalpado, te vosoffendo.
Augusto Bernhard
Neesen, subdito allemo, residente
nesla cidade e socio da firma commer-
cial V. .Neesen, vem scientificar ao
publico e especialmente ao commer-
cio, que de boje em diante jmssa a
chamar-se Augusto Vctor Neesen,
sendo a sua firma commercial V. Nee-
sen.
Recfe, 29 de Abril de 1896.
A ut/uslo V. Neeson.
Elixir n. norato
... tenho empregado com f I z resul-
tado lU todas aa affec^Ses sypbi'iticas, o
Elixir M. Morato, exaellente preparado
do Sr. D. C los, o que *ffirm<> com
juramento bo fr preciso, r. Eduardo
P Guimardos (Kio de Jhdoo).
Agentes em i*ernambuco a Uompa-
a dd D Jr.igas
noiBEBon
lol_-:i Commercial de Pernam
Itueu
COTA^OES OFFICIAES DA JUSTA DOS
CORRECTORES
Praca do Rccifc, 30 de Abril de i8g0
r.aab'n Pobre Londres a 90 djv. a 9 1|S d|V,
cor lCOO ao banco.
Dia 29
Cambio rob-e L ndrea a 90 djv, 9 1|2, d|T,
por iUO ao banco.
O presidente,
Aalooio Leonar.io Rodrigues.
O se:rearlo,
Joao Leopnldo 10 Kego Villar.
cambio
Os banc 8 abrlram era taxa de 9 7|I6, fo-
b-e LoiHirr a 90 d,v, -llctaando se doraos o
da alea:i) tr.iiac-i 1 9 l|t, fecoando me-
nos firme a 9 7|l, cun tendencia ;uvidcaa.
Eu2 papel paiacolar nSo cooslou negocio.
Cotaccs de gneros
Para o agricultor
Aasucar
aloas. por 15 kilos. 200 a 7*100
Cryjialisado. "lem dem 5*400 a 6*000
liraoco. por 15 kilos 4*600 a 5*200
SomenoF, por 15 k'log. 4*300 a 4*500
Mascavadc, PO' 15 kilos 3*300 a 3*50(1
Bruio, por 15 kilo. 3*000 a 3*400
Relames....... 700 a 2*9jO
Aigodo
Ftl vendido a 14*81)0, o 5 kilos.
Alcool
Por pipa de 480 litros 185* nominal.
..gurdente
Por pipa de 480 litros 100* nomimal.
Coaros
Seceos salgados na ba>p de 12 kilos 1*040 ...
res DOTinal e refago 680 o kilo.
Verdes 680 ris, nominal.
Carnauba
Cota-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
Hel
Prr 100SOOO nominal.
lniiort<;iiu
Portoa do enl, vapor nuroegaense Baan,
ntralo no dia 27 do passno e coosigaado a
Flix Baodeira.
Ba albao 728 barricas e 297 meias ditts a
Menes Lima & C.
Barr 300 a diverioe.
Colla 3 Dricas a A. de carvalho & C.
Cigarros t caixa a A. Pinio & C.
Cbaru'">8 3 'rixs a>s me-mo.
Pipas 265 1 Pereira P.nio ft C.
Tecidos o Toiame a AlTooso MU & C, 1 a
Si. Rodrigues & ,., 2 a R de Carvalbo a C. 2
a A. S.nlos & C., 3 a Goncalves Caoba* C,
101 a A de Brut & C, 36 a A. Almeida. 18 a
N. Maia & C. 12? Machado & Pereira, 37 a L.
Mata & 0. 76 a LUdrigoes Lima & C, 4 a Sil -
veira & C, 4 a Guerra & Fernandes, 38 a A
Mala &C..5 a V. Matheua & C, 25 a Joaqun
Goncalves & C. 26 a Guerra Fernanda & C, 2
Mmoel Joaqaim Ribeiro. 64 a Ollnto Jardim
& C, 25 A Sant03 &.C{, 22 A de Br.ito & C,
Portos do sel, vapor oanooal ITaUNA, en-
trado io dia 27 do pesaida e consignado a
Guedes Ferrei.'a.
Carga de Porto Alegre:
Axei'.e 15 raizas i ordem.
Leetliic 5 sa roe ordem;
=Jar i a de Pelotas :
SeboJSO bar-iflai a M, S. Maia.
Toneu 4 a Affooie Taiorda & C.
Xarqae 700 fardos a M. S. Mm, 138 a Nova
Maia & C, 463 a Amo-im I raaos & C
Carga do Rio de Janeiro e Babia,
Joaquina Bita de Alltuffuer-
qae BrandAe
7. DIA
Gilim Coelho de Serpa Brandao, Ge-
limCoelho de Serpa Brandao Jnior, sua
mulher e filboa, Or. Antonio Ferreira
Coelbo, sua mulher e flhos, ausentes,
Joaquim Goncalves dos Santn Pereira,
sua mulher e filbos, JoSo Hermenegildo
da Silva, aua mulher e flhos, Dr. An-
tonio Augusto de Araujo Jorge, sua mu-
lhar e flhos, ausentes, Dr- Joa de
Castro e Silva, sua mulher e filhos,
agradecer intimamente as pesaB que
se pres'.aram acompanhar sepultura os
restos mortaes de sua jamis esqitecida e
presadissiroa esposa, sogra, me e av
D. Joaquina Rita d'Albuquerque
BrandoJ e ainda as convdame oeui
assim s demait parentes e amigos
asBistirem s missas que mandam cele-
brar na Matriz da Ba-Vista, pelas 8
horas da manhl de 2 do Maio prximo
stimo dia de eeu passameoto, anteci-
pando 'todos sinceros ;agradecimen(os.
Elixir M. Morato
... Depoia de maitaa experiencias a
acurado estado sobra o aua grande re-
medio o Elixir M. Morato, cuja tenbo
minutrado nca hospitaea e em minha
clnica psrticnlar, resolv, de aocordo
com os meas l'ustres collegas, o Dr.
Meceiroa, Dr. Lfevre, e Dr. S Mon-
de, spplioaLo pela soguinte forma, Beo-
do otaos de sypbilis inveterada, rr.eumma-
tiamo chronico e Boabas...
Tenbo tido o melhor aaoeesso com o
Elixir Morato, a alguna dos meas colle-
gas chamam-lhe com rezao de sa'va vi-
das. O sen remedio um prodigioso
ooioo oomo anti sypilitioo e anti-rheu-
marico.
Dr. J Pitia de Buayrtr
Rio de Janeiro.
Ageotesem Pernambuc
obia de Drogas.
8 Silo Paulo
Coobe ao Estado de Sao Paulo, nss
migestosas mattus que cireamdam Bota-
cat, acbar-ae a n.aior deaooberta deate
seoulo.
O trabalho. o estudo e a experiencia
deram em resultado a deaooberta de um
vegetal maravboso cem que fss-ae um
preparado que cura rpidamente toda a
syphilis, todos oa humores, cura com
ama facilidade espantosa o rheumatismo,
por chronico que aoja, e cara a morpha!
para o que cSo havia remedio 1
Teve o Estado de SSo Panlo a dita de
iorcecer, na saa ubrrima vegettcao, a
verdadeira felioidsde ds humanidade.
Ci.ama-se a desoobertalixir de M.
Morato, propagado por D. Carlos, e veo-
de-se em Pernambuce ra
Companhia de DrogasRa Marques
de Clindi 24.
itheuuiatisuio
'Declaro que cure me completamente,
do rheumatismo quo s< ffria ha 8 annos a
ponto de ounsi ioutiliasr-me, temsodo
Elixir de M. Morato, que garant > ser
um prodigi ibo nti-rbeumatico e anti-sy-
philitico. Publique a bem dos que sui-
frem.
S. Paulo. 12 de Agosto de 1880.
Affo so J. Bormaon.
Agentes em Pernambuco.A Compa-
nhia de Drogas.
Papclarim
objectos de escriptorio, papis e rar-
tes lie ptiaoi-i<>a para parlicipago
de casamenu e nasciuieuto, encl-
lente escolba na
Leraria Contempornea
2 -Ra 1* de Margo N.-2
RAxlSO M. COSTA. & C.
II
{}
y
Fcridus antigs
Curei i,ca tsrida de mais je 12 enocs
que era um verdadeiro tormento, uaaodu
por algum lempo do Elixir de M Mora-
to, preparado por U. Carlos. Dea* que
recompense t5o ttli echado. Use ciao
convier.
Sio Paulo, 1. de Agos:o de 1889.
Wenceslao Vicente V eir.
Agontes em Pernambuco A Cmpe-
nhia de Drogas.
Aniaex 2 fardos a div9-sos.
Arrct de cas a 20 aaejos a Ferreira Rodri-
go- 4. C,
Cbapos 1 caixi a o-dem.
C.t 5t0 saceos a Jjaqom Fi'rreira de Cr-
vaino & C. 110 a F'goei-eao Cjtd & jC, 187 a
JcSo Fernandes de Alunita.
Calcados 2 caisas a diveisos.
Fio 150 naceos a C Fenand'-s 4 C.
Fuoo 15^ volme.- a Bank* A C,
Lurilbo 16 ejK.'adados a Paulluo de Ov.i'
ra 'I
Missar 50 esixai a Pereln Ca'neiro A C.
Mecadnrias 5 Vlom>'S a A de M-MIo 4 C-,
3 a A M cbado A C, 1 a Joaquim Ferreira dr
Carvaino ft C
M;lbo 500 fceos a J. G. da Costa, 300
Fer-er HodrigO'8 & C.
Oleo 2 lolomes a Foseca l.-maos ft C.
f'.pas til i ordem.
Pbi'sphoros 61 laias ft oriem.
Pellea 13 raos a Rossb..-< Urotbers &. C.
Peonas 1 caixa aos mismos.
T-cidrs 2 vnlumes a N. Maia ft C, 3 a Ro*
Jn^ue: L ma k C.
Portos do sol, vapor nacion'l AL*.G3AS. n-
tralo ni da 28 do passade e cousigoado a Pe-
tetra Ciraaira C.
Caf 26 sarco- a Calda1 & C.
Calcados t caixa J. D. Gnjmaraes.
Cbapos 7 caixas a diversos.
Drogas I caixa a Companbta de D'Oftas.
Fomo 62 voIuqjps ordem. 3 a .udro Costa
4 C 4 a Almeida Macbado ft C, 10 a ba ..-
&G., 17 a Bo-el & C.
Ferra^-ns 20 veame* a C. HilllJay. 4 C.
Lauta 1 i-a na ordem.
Musitas 8 camas a I. Dolcnell.
Hadlcameotos i canas a A. Neves.
vercadonas 11 volumes & ordem.
Materials 28 volme* a ordein.
Oleo 46 cmxas ft ordem.
Tecidos 35 fardo* a Rodrigues Lisa 4 C.
SO a A. de Brillo & C, 4 ft ordem.
TnH8 10 a Am iriao Ir-aftos & C.
='Carha da Banja :
ADOt-as 2 alomei ft orlem.
B<"-n;cs 3 misa a divrrso.
Fio 70 saceos i ordem.
Famo 1 caixa ordem.
KxporApo
Recife, 30 se Abril ae 1896
Para o ex'enor
= No vapor allemo Catania, para os E-
tanos-Uoidos, carregararo :
P. Caroeiro & C, 2,200 aacers com 160.300
kilos de a-suca1- mascavado.
Julio 4 C. 692 saceos com 49,824 kilos de
de as-ncar raascavado.
.No vapor fraacez Chile, para Lisboa,
ca rjeoo :
U Duarte, 1 caixa com 24 kilos de doce e 2
barricas com 120 kilos de assocar retinado.
Para o interior
= No vapor nacional Itana, para Paa
nao. carenaran):
A. Irmftos & C. 910 sacco3 com 5..600 kilos
de assocar braoco e 400 d.tos com 24,000 t it. s
de assocar mascavado.
Para Porto Alegre, carregaram :
L jo & Moreira, 100 saceos cooi 7,500 kilos
de asiucar branre.
A. Iraiaos & C, 530 saceos coro 39,750 kilos
de asso-'ar braoco
A. Fernandes & C, 100 sa:ccs com 7,500
kilos de assocar tranco.
Para Pelotas, carregaram :
A. Fe-oandea 4 U, 150 barricas com 16.300
kilos de asacar branso.
No vaaor nacional Santelmo, para o Rio
Grande do Sol. carregaram :
BorsHiEan &. C, 300 barricas com 31,3,81
kilos de assocar braoco.
Jo.- M. Los, 119 eaceds com 8,925 kilos de
assucar nracco.
Para Porto Alegre, carregaram :
Nova Maia 4 C, 23 barricas-com 2,414 kilos
1d associr braoco.
Para Samoa, carregaram :
P. Pinto & U, 50 pipas com 22,230 litros de
Icoot.
Silva Gaimar!,i 4 C, 31 pipas com 16,455
lit os de alcool.
Para o Rio de Janeiro, carregaram :
Jos M. Los, 1,000 sjccos com 6O.UO0 kilos
de assocar braoco.
P. Pinto C, 100 pipas com 49,000 litros de
aguarden .
SJva iuimaraes & C, 100 pipas com 48,869
litros de agurdente.
1}
{}:
Papel pintado
para forrar salas, quartos e corre-
dores ; francezs. mglezes e nacio-
naes, a pregos sein competencia nu
Livrarli Contempornea
Ra 1." de Marco N. 2
RAMIRO M. COSTA & C.

!
{}
I
y
i:iivii- II Morato
Certifico em t de meu grao quo tenhc
empregsdu em niolswtnM syphilitiuas e
rbeumaticss o Elixir M- Mor-ito, propa-
gado por D. Cari---, colheodo seaipre os
..lelhores result-dos.Dr. JoSo Alberto
de Mzdsisos eCnnhv (Sao Paulo).
Agentes en Proambu'ZO A Compa
nbi-- de Dr< (fas.
Dr. I'edro \ollt^cu
ConsuUah de 10 ls 12 r,m Nova n.
14. CamarJoB ra Bom Jess Q* *
l' aniar>
Vaccina animal
Dr. Bastos de Oliveira avisa que
continua particularmente cultivar a
vaccina animal, acceilar.do. chamados
para vaccinacao com lympha animal.
Residencia, ra do Hospicio n. -i6
Tetephone n. 3(5.
ConsultorioLargo do Carpo Santo
n. 15. "'
Telephonc n. i">.
^alvactlo
i*alsei-me dos horriveis numorea sy-
philiticos que ros perieeuiram tsno,
tempo cora o uso dr> Elidir M. Mortto
p'opacrado por D. Caries.
Mogy-mirim.
Artbur Travassoa.
Agentes em Ptrnombuco Compa-
nhia de Drojaa.
No vapo' oacional Espraog, para o
Rio de Janeiro, carretn :
Pedro Lemos, 1 barril con 88 litros de aguar
deoie.
No vapor austraco 8rc93, para Sicto?,
carremram :
Silva Res & Rolr)gnej, 175 saceos coro 10,500
kilos de assucar braocu e 250 ditos com l5,dU
altos de assocar niH-cva Kt.
Jnf F. Marquen. 1.001 saceos com 60,000 kilos
de a**e<*ar braoco.
wo vapor Oiicionzl Una, para Arac.'iti,
ca'renar:im :
Ma 'Ura & C, 10 garrafoes com 150 litros de
geBebra
= .\o vapor naciaal S. Salvador, para Ma-
naes, carregaram :
G. Va8Concella. 5 barricas com 70 kilos de
carvo anunal.
Companhia de D osa*. 30 caixaa com 180
litros ae tiobo medicinal e 1 uits com meJica-
aien'08.
Para o Parft, carregoo :
Comoanoia de D-oKas. 44 caixas' com 258
kilo de viubo u.eJiciuil e 2 dms com uiejr
catBfn'O'
Para o Maranti-, ca'regon :
Compaobia de Drona-,4calxan cou 120l:troH
de ol medicinal e 5 ditas com medicamentos.
Na barca ooruegueue Dorot&v, para o
Parft, carregaram : _. ___...
P. Aives A C, 400 barricas com 24.603 kilos
le assucar brauco.
A. Taboras & tJ., 300 barricas com 2I.30J
k .oa de assucar braoco.
jPooseca Irmftos ft C, 2,000 caixas com 2,600
kilos de sabao. .......
Jo6 F. Marqoes, 00 barricas com 34,750
kilo? de assocar brauco.
No Oia.ie Alelisj., para o Natal, carre-
M. A. de Ameida, 11 barricas com 660 kilos
de asaocar refloao e 5 dita com 300 ditos de
assucar tranco.
V. Co a & C, 10 zarntGas 14') litros d?
geneh'a e 5 harr's co-n 223 litros d viuagre.
A. C.'oz & C., 1 caixa com clcalos.
Ni bareaca Crrelo Parabjoauo-, para a
Parahjba, carregaran :
T. Lapa & C, 25 cauas com 100 litros de
yenebra e 10 arris com 350 ditos de vinaare.
Castro Lemos C, 6 inzias de vaasooraa de
timb, 1 paoelro com 30 kilos de tapioca e 1
fardo ue tamancos.
Na oarcdca El'S.betbe, p:ra icio
carregaram:
A. C uz & C, i caixa coro c Icados.
Oas Fefuaoues & C, 1 caixa com 100 kilos
de doce.
Na ta-caca Pb?ix, p ra S. Loiz, cirre-
gara j :
A. Fernandez de assocar reliuaJo e 8 barricas com 640 kilos
Je assucar braoco.
Na r)arcti Jannark, pa.a S. Luir, car-
regaram : mma
Fonseca Irmaos fc C, 85 caixas com 1.95a
kilos de abao.
A. Sanws & C, 600 litros da sal.
Joao A. Foneeca, 30 caixas com 720 kilos de
sica?.
Cj>* ro Milu & C, 1 barril com 40 litros de
yioagre.
#= Na Darcaja Merca io, para Macei, car-
regaram :
L. Ferreira & C, 37 caixas con 925 kilos de
saDfto.
Para Alagoas, carrejoa :
Aatoaio Xarler, 15,000 litros de.sal.
Readlmeatos vablicos
ALFANDEGA
Mez de Abril de 1896
Renda geral :
Do dia 1 ft 29 1.405425/614
fi
Novidades I lloraras
Recebe por todos os paquetes a
Limara Contempornea
2-Ra 1" de Marr,o N. -2
RAMIRO M. COSTA & C.
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro, trata com especia-
lidade de molestias de senhoras e crian-
cas.
Consultorio e residencia ra da Im-
peratriz n. 18, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da manh.
Chamados (por escripto) a qualquer
hora.
Telephone u. 226.
{}
{}
I
ft:
Instrumentos
para banda de miisica e orcheslra.
Violinos, violes, flautai<, caixas
de msica e realejos, grande sor-
tmenlo vem de despachar.
RAMIRO COSTA ft C.
2-liua 1 (Je Margo N.-2
IAvtarla Contempnranet
{
w
&
:^5
FABHICA CAXIAS
Os abaixo assignados
prevmem a queo convier
que estao munidos de man
Jado do Excm. Sr. Dr. juiz
lo commercio para fazerem
npprehender onde forera
achados cigarros de outra
fabrica com a mai ca coutra-
feita ou imitada dos seus ci-
garros, tanto na moitalha
como no rotulo ^ e que
estao dispestos a proceder
contra quem expozer dito
iganos venda, com todo
o rigor, ae conformidavie
com as penas decretadas
por le.
Rec fe, 31 de Agosto de
1895.
Azevedo o* C
Dr. Constancio Pontual
Avisa aos seu* aunaos a eiieatoa, que con-
tinua a dar consultas todos oj das olis,
de 1 as 3 horas da larde, ra 15 de No-
vemer (antiga lo Imperador) o. 79,1." andar
CiiuinadoB |ior nscripio.
Telephone n. 27.
CONSTIPACfiES #3" Peitoral Cathariaense
DE KAULIVEIKA
UIIOUARII UUG4
Mr. Francisco LcopoSiIinf
Especialidedes : Pebres, molestias de
t ian^as, sypliiliticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 huras da tarde
ra do Mrquez de OncU n. 38, 1.
andar.
Residencia P^teo da Santa Cruzn.
72. Telephone u. 14.
Chamados por MCrtpto.
-----------------------------------1
lir. A IIy$rinode Miranda
Medico pela Fuculdade de Pariz, an-
go extern'- dos Hospitaes, laureado com
un a inedalha de bronze da Assisteucia
Publica.
Consultorio & ra 15 de Novembro
n. 32 l.* andar, onde residir a partir
de 20 de Janeiro,
Consultas de 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
senhoras e dos or^ro g-enitouriuarioa,
Chamados por escripto.
Dr. Carncro Lco
Medico, parte i ru o operador.
lesdencia ft ruado Livrau'into n.3l,
Consultorio ft ra Duque de Caxias,
a. 7i, 1." andar.
Consultas de 11 s 2 horas da tarde.
Especisliiiade.: F'.bres. panos e mo-
lestias de ciauCH-
Telephone n. 325.
Clnica lXctlica
DO
Dr. Alberto de MexdonCA
l.Consultorio : Ra da Imperatriz D. 8,
audnr.
(.Vinsnltag : de 1 as 3 da tard-*.
Gabinete Medico-Crur-
gico
O Dr. Aleebiadea Velloso, mudou Feu
Consultorio para a Ra Estreita do Ro-
sario n. 17, 1.. andar, onde podara ser
procurado de 1 s 3 d a t-rde, para os
misteres de ana profisso.
Contina a residir na Rua do Capital
Lima n. 1, Santo Amaro.
Pocos de Jaldas
Volei de Poyoa de CaMaa, cale fui 5
annos Baccessivos para tr*tr da urna
enorme empigem que ha mais tempo me
coosummia a paciencia, a bolea a a
vida.
Tomando o Elixir da M. Morato, pro-
pagado per D. Ca'l s. sarn completa-
mente e depresss, observando os direc*
torios.
Realmente enorme o sacoesa? bese*
tico que se obtom com o uso desti pro*
digio novo o Elixir de M. Morato.
Peco a publ.ca<;aj, quo se torna urna
virtuda
8- Paulo. 9 ce Agosto do 1589Ar-
t/iur da Cuuha e Silva.
AgLt-a t.m Poraoibucc.A Jampa-
ohl d eDr;g-8.
Bronchite sthmatica
DR. COELHO LE1TE, Clnica da
justa nomeada na cidade do Rec fe,
attesta ine o
Xaropi de. Lobe ti Infla
no
PHARMACTICO
ILDKFONSII JIK AZEYKI0
E' exuellenta no tritamemo da BRON-
CHITE ASTHMATICO
Deposito:
Rua Bar3o da Victoiria 37, {. andar
Pharmacia Conceic^o
Pharu.-acia Alfredo Ferreira e em todas
as bous pharmic:as.
Pernambuco
KiEUED.tlA l)'i KSIAUO
lienda de I 9
Mem oe 3
9:280/n80
5:i-:i.".ii
- dem ae 30
70:104*961
Renda do Estado:
Do da 1 i 19 342:877*541
dem ae 10 22.339*555
1.475:528*573
355:217*096
Totil 1.840:745*671
3.a seccSo da Allanuega de Pernaiabueo, 30
de Abril de 1883.
O enere da secgSo
L. P. odeceira.
O tbeioareiro
Luis Manoel R. Valeoja.
100:443*614
Kff'.irK 'DRAINAB
Rend de I > 29 44?5t*r.
Ideo U 30 3:478*6.1
48.4-9/810
Haviiueiito do porto
Navios eDirados no da 23
5oenn-arr -fs-.ila8 das, vaixr fran"-
Chl i. -i^ 2770 tfl>>ladsa, com-nnodanie Va-
qopr, tquii'aaeoj 161), carga varios gneros ;
s H. Borle & C.
Rio ue JaoeTj e escala6 .Has, vane ose oral
BsoeranC', de414 toneladas, Moimsnia" e
Manuel co Ca^mo Sampaio, eqoDsKera 39,
^Carea vario* gneros ; a M S. Maia.
M 3.0 or elidas, caoilo Fraocisco Mass?, equi
( aeetn 9, .:ara xa-rjie; a B. S. L^vy.
Rio Gano- oo Sal14 gnu Tes Anigoa. do 187 tonelada, esp -
lao Manoel 1. Artejo, eciaipigeru 8, cara
xarqoe ; a No" hv & f2-
Rio d--J^ner ti dle, i;ar argentino ti-
sjh to C de t2 .onela>i-s, cari lo Joao II.
Nones Pina, equir>!m 8. carga varios g-
Leros ; a Amonto I-aio< & C.
NtvtM samaos no mesnn dia
Rordeaux eesi'a'av"apo" fraicez Cnili. com
manante Vaquier; carga vanos Reseros.
Maoos e es alaVapor nicioial S. Salva-
dur co'nmaodaute J ao Mara Pessa; car-
ga varios gneros.
S. Vicen-e e escala Vapor ingle Math,
colmndome Tn. Colliog carga varios g-
neros.
riereado Manirio* d> *
O movioieoio oesta ma.-caao co da 29 de
Aorll foi o teguint* -
Entr?m :
41 hoisoesaado 7,123 kilo*
135 kilos de pene 30 rs. 13*00
8 compart. cora mariscos a 150 rs. I*2>0
5 ditos com caraarjes a 13'J rs. *750
3-i columnas a S'.iO rs. 3i#4U)
2 cargas com galiinnas a 750 rs. l.'-.O i
9 cassoaes com galiinnas a 70 rs. 4*050
2 cargas com mino verJe a 450 rs. *90J
i carga com amendoim a 450 *^5-
2 cargas com batatas a 45" rs. *900
1 cargas con bananas a 450 rs. *i30
3 carsa com macacheiras a 450 rs. 1*350
1 c&rggB coro cebolinbo a 450 ra. 5450
3 cargas coa genuias a 450 ra. \1^
15 cargas com verdoras a 439 rs. 6*750
2 carga cem canna a 450 rs. *9>:0
2 cargas com laraajas a 450 rs. 1*330
1 cargas com inuame a 430 *4n0
2 cargas com loncas a 450 rs. *u00
3 carga3 cora melancia a 450 rs. 1*350
2 cargas com mel&o a 450 rs. *900
1 cargas com diversas a 430 rs. *450
9 cargas com farinlia a 3)0 rs. 27*000
20 cargas com milbo gecco a 300 re. 6*010
10 cargas com feSo a 300 rs. 3.000
10 Suioos a 1* r8. (0*0OO
69 lugares a 3U0 rs. 2o*7dO
12 como, com soineiros a 1*500 181000
8 comp. com sciai-o:- a 1 8 comp. com fressnraa a 9 iu -s. 7*3 K)
74 comp. com faxendas a 2* rs. 148*000
20 comp. com comidas a 1*050 rs. 21*0 0
49 com', com verduras a 450 r llaJSO
112 comp. com farinca a 600 rg. 67*20H
49 comp. com tabes a 3*000 147*010
Rsrdlmaatcs dos das 1 a 28
576*050
15.431*550
16.007*650
Precos do da :
Carne verde de 200 a 1*200 rs. o kilo.
Suioos de 1* a 1*200 dem,
araeiro de 1*200 a 1*500 dem.
Faricna de 600 a 1*000 rs. cola.
Milbo de 900 a 1*000 rs. a cata,
Feiao ue 1*200 a 3*200 a caa.
Navios esperados
De Gardlff
Barca oorueguense Widoqi.
Barca noraegeeose Sala.
Barca noraeg .se Dacia.
Barca nora-guenst Auriga.
DO Ho'lo
Escuna po-ioe^ea Dona Marr.
Di Rio de Janeiro
Barca partuguen V- d Terra Nova
Lugar Niales Hfi.ira.
Logar itglti Koiu'-tcr.
Drt Pr-lttai
Patacho allemf.i Kinar.
Pa-ar.no sofi-n Hio>a.
('aluno noilto Triar.
Esceaa a 11- ma lobam.
Lu^-ar Laciooal ai*'0.
Vapore i\ entrar
UEZ DE MAIO
Bapiri'0 Saaic do Mane, a 2.
-Irsti da Ei''"(';', 'i 2.
Saleroso* d* N W'Yjrk, a 3.
Eoi-e I!"i J > eu'-i", a 3.
Ligori' i)o -u'. a 3.
T |u>-a da B'."0J 3.
L"in:ji'z. ue He** Y -k, a 4.
Uiiadaa iio i-ui, u 6.
t)rai>ta do non 11.
L-anhe Pinci de N w-T'k,
13.
DR. NNES COIMBRA. Cfutca
Medico Cirurgica. Consultorio, a rua
Mrquez de Olinda a. 64, 1* andar,
onde d consultas das l s 2 horas
da tar.ie. Especialidades : Febres,
partos, molestias de senhoras e
enancas. Chamados a qualquei- hora
i:a sua residencia, na rua da Sole-
dado n. 81, esquina da ruado Ata-
dlo ou no consultorio.
Telephone n. ;'87.
Pliarmaciu. BZna-Viwta
TRA^A MAC1EI. l'IMIEIRO t. 18
JOS' .YAZ, VIEIRA & COMP.
Acaba de in'iigurar.se -ste estabeleci-
mento dirigido peio conhecido pharmaceu-
ico Jos Lutz da Silva.
Ahre-se a qualquer h'>ra da noite.
Hibleii de Biiinno-e, 14.
"?iioi^r. de Liverpo I, a lo.
Uj':inr,;i 10 'ii a 16.
It san. do el. a 7.
>nsM 'iH Esrop^, 18
Herl>0- do sol. a 20.
S. S Ivdo' do no' e. a 24.
AlagOo? dj soi, 26.
Vaxi;es a sahir
MEZ D? HAI3
Bio n eee. E'tMrto Ssn'o 2 a 5.
Bdeno'-Ay's e e-;-. B>pxih a 2. 12 borai.
Piymootn a es-. L'gona -i 3 m II btras.
S .oos f e.-'-. Time-, a 4 as 4 ho'as.
Sacuae ear. 6**ein Pnnce a 6. as 2 b.
Sai : 3 f etc. 8 il* Rio* a 6. i horas.
M naos ts-. OllOa a 7. s 5 h ras.
Rio e nr. Brasil* a l a-- 3 "0'a-\
* doh e'f. Ifareoho ; 17. aa -:! hovaa.
Vj|i>araiz, e -c iris^t. n IS ^ 12 no-as.
sirs e ese. C*rit>o Prmco ^ 19 a* 3 hjra?.
Rio e e*c. 5. Silottfor 24, a- 5 hora?.
Minis -!". A'sena* a !i *> niirn^.
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C, 3" -r.
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QUAI.IDAD
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1
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Diario de Pernambneo Sexta-feira I de Ifaio de SSM
5

>
i
E cheguei a Hcar quasi assira !!
Soffriahorrivel.nante dos pulmBes
mas grabas au xarope da aicatrao e
jatahy, preparad) pelo pharmaceu-
tico Honorio do Prado, o mais po-
deroso remedio contra tosses, bron-
ebites, asthma e rouquido
consegu
f
c-ir assim
l
Cempletamente curado e bonita
Fabricado na pharrnacia e droga-
ra HONORIO DO PRADO, 115 ra
do Lavradio.
DepositoDrogara Pacheco & C.
Andradas 59.
Vidro 1S500.
PernamhucoPharmacia Ameri-
canaRa Duque de Caxias.
O Rmliveira
E' o poiloral mai* effi*aa, mais barato e dt-
gosto m era >itnli^-inio : ita Drogada Bra.
fa <> rm todas a* obariMCi.
IIv. loiio l'aulo
I
6

I
Especialista em partos, moles- 3
f tias de, senhoras e de creancaa f|
jjl otn longa prattca nos hospitaes
f' dePariz e de Vienna d'Austria,
d consultas das 2 as 4 horas no ',
Largo do Corpo Santo o. 19, Jjj
I .* andar e reside na ra de 53
Henrique Das n. 2. j|
Teleph cesns. 199 no eonsul- (L
torio e 467 na residencia. jjj
Dr. Brrelo Sampalo Oculista.
Consultorio ra Baro da Victoria n.
51, 1.* andar. Ex-chefe de clnica do Dr
de Wecker, de volts, de sua vtagera a
Europa, d consultas de 1 s 4 horas di
tarde, excepto nos domingos e dis san-
ctificados. Telephone n. 285 Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34 entrada
pela ra da Saudade u. 26 Tele ohone
. 287-_________________,-
Minha esperanza
R. Nicolle-roe de Craaol. ti Maisoo fjola
>a e ii 186i
Paria, 4 de Novetnrro ae 1835.-I.le Sr.
Ao'cno Francisco la Gru.?ernamt>ueo-
Amigi Sr. Teo i presente o sea estima-
do fivor de 7 de OnluD-o p-otimo paseado,
unto ) qjii tive o p*az*r de encoot'ar cm
pelln de papel para cigarros, que milito es*
timei receoer e agradeco.
Lj.-o t-ale de entrgalo ao fabricante e
iotel nara que aeja enviado com esmero e m-
xima presteza, t*0rop-omeUido o fa-
Dricaote a aprotnplar od pipel para es fins
des'.e U.PZ. Espero que pi;?a fazer !be a re-
mesaa neio vapor dj Havre a aibir em 14 de
De?inbro p'OMno latero.
Si bem desej.se serril-a c mais celo an-
da, o5j seria pOMel, norque o seo p.ipel
nao pe faz b im lo'ecedeocia, e slm de p'apo-
sito, ne:e!tano o feo fabrica de mallo cui-
dado.
Seno nutro motivo, ?nbscrevo me con lola a
limaj Vtic, amigo rncitoaiti-nto vene-
.. rarPe o Sre K. Ni olieSo. Igniazi
tDTAES
1 ccasssL rsaisaco chaves i
MEDICO IIOMCEOPATHA
* Consultorio ra Bardo da Victo- 'jj
S ria n. 3J, l\ andar ib
D coosulas das 11 horas da manh I
! 1 da tarde jj
INFLUENZA.
A bronchite que sobrevem a influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanha-
das de reaeco febril, bronc/w-pncumo-
tiia, catharro pulmonar com febre agra-
vada, tuberculose em segundo perodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molestias da ^"ganta, insom-
nios ? tosses suffocantes celem immedia-
ame i te ao uso do
Xa ope de Lobelia n-
data
Ether bromado
DE
^ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico,
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martns Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia Inflata, no trata-
ment da Influenza podem ser attes-
tados por centenas de pessoas da maior
excepeo, residentes n'esta cidade.
Pernaiubco
-:
Sr. Amaro Wanderley
MEDICO
Consultorio Ra do Bom Jess,
ti 41. andar Consultas de 12
as 3 horas da tarde.
Residencia Ra Direita de Afo-
gados n. 45 Consultas de 8 s 9
horas da manh.
Recebe chamados por escrpto. \
ED1TAL
Alfandega
Foro* de terrenos de marluha
Ds orden, do illosire Sr. coronel Dr. inspe-
ctor d'eeta Alfandega. ee faz publico qae Oca
marcado o prato de oito das, contados 'la dala
do presente edu.I, para os abaixo declarados
tfevedores dos unposios de foros de terreos de
mariona, do exerclcio de 1895, a virero pagar
seos dbitos amigavelmante, cerios de qoe se
nao o fizereu sero remeiiidas as respc(ivas
cerii'Get ao Dr. procurador seccional da Rep-
blica, pira p-( mover a cooraoga execatUa.
Abdlas Bihlano da Cooba Salles.
Alelaide Gil de Mullos Lemoa.
Aceloi Cbnsti ni.
AI r.erio L ip"s Uacbado e Carlos L^oes Macbado.
A'fxande Hodrigoe doi Aojua (aerieiros de).
Aiexsod e Xavier da Silva.
Alk'm Paiernoi.
Alvaro Baroaiiio U K*dO' (nerdt-l'cs de).
Amaro Jos de Fana* (nerdeiros de).
4me-ica Franciara de faola.Moraes (albos ir).
Angelo Apoiooio de Amonai.
Ang-lca Tavg-es de Alme'da.
Angelina Mn i de Vasi-oncellcs.
Auna Angelicii do- Sanios.
Aiaa Antonia le Cisiro Medeiros.
Ano C. bartot de Bolonba.
Ama da Cu3ta Aires.
Ann Tneo Anua Toereza le Jesos.
Antonia Peixulo >e Albaquerqne.
Altooi, Alban)--.
Anlrn'.o Alves Barbosa (herdelroj de).
Antmio Aaoee Vin-a de Souza (oeraelros df).
Ai:talo Benedicto Salgado.
Aoiooio CarlM do Br.zil.
Anlouio C rufo Machado Rios (nerdeiros de)
\Dtonin da Costa R-no Montnro (ne'deirosde).
ADt.mio Rioeiro de Mello (tierdi-iri.8 d)-
A-itonio da Cuona Figueiredo (nerdeiros de).
AalObU Duar;e Macbado e Manoel Arcbanjo da
Si.va Autune .
AotoMo Feroanaes Rib^iro.
Aoioiiio Pcr.'ij de Carvalbo.
Autocj Gomei de M Antonio tangalve8 Peeira Lima (berdelros df).
Anionio Henri(|ae Rodrisoes.
Amonio igoano ** Albnque-iiue Xater.
Ao'omo Ignacio da Rura (beroeirod de).
Ant nio IgnaciJ Ferreira e Silva.
Antonio J'.s > MagalbO^s Bastos.
Antonio lose de Nouza e Silva.
Antonio Mari O'Cooaelled Jeroos (berdelros
de).
A nuuio Muoii Tavares.
-trtono Pofrtra da Cono*.
Antonio Peretra de Olivira Maia.
Antomo Ricardo Aniones Yiliaca (aerdeiros de).
Antonio Roberto (nerdeiros oe).
Aa'oni Rodriue* Pinnelro.
Anlooio o Silva Ferreira (nerdeiros de^.
Antonio da Silva uemao (oerdeiros de).
Ai.lonio Snares RapVo.
Arcelioa Xvi-r Carneiro Rodrigues Campello
(iH'deirod di?).
A-mu- de SI lio, tilno de Macoel Pedro de
M lio.
Auuii-t.1 Perreira Piolo.
Angosti p'redtncj oos Sani03 Porto (Qerdei-
ros dr).
Auwusto Octaviaoo de Sorsi (coronel).
Augusto Xavier Carnet o d* t.ooba.
Ralnino de Horaea Pinbeiro (berdelros de).
Barao de Jaboatao.
Barao de Limoelro.
Harao de Nazare b.
Barao de S^rloba-m.
nannolomfO Franeuco de Souza (Qerdeiros d').
Hei'zul) Per ambuco.
8e-n B i a-dioo 4a C sta Mato.
Rerna-do Alv-8 Pl0D|rr.
B-rnan.'o J""ioioe Gome-.
Boaventora 0:taviano das Cnatras.
Caetano Xavier Pereira de Britto (Dr.).
CaodMo More ra da C09ta.
Camilo Tn miaz Pereira Datra (berdelros de).
Cardo o & Irmf.o.
Carlos Alves Barbosa.
Carlos praocinco Sjares Brillo.
'Ja-l ita Leopoldina dos R-ls Lisboa e sus Ir-
mas.
Clemeotioo de Melania Wanderlej (bacbarel)
Compona d edincajOes.
Compaobia Nacional de Carnizas e Roapas
braocM.
Compaabia de Servidos Martimos de Parnam-
hoco.
Cotjjpanhla de Vid'O de Pernambneo.
Coocelho Motiirlpal do Recite.
David Forera Bailar.
David Willtan Uownam (nerdeiro de).
Demetrio Actcio ue Araojo Bitjs.
Dioaisio Gontelves Maia.
Djmiogos e dutros menores, fleos do Dr. Si-
eismondo Antomo Gjeiives.
Elrr.ond Coi.
Enardo Coll er Spieht.
E nardo Alejandre Borle.
Eloardo Frederico Raoks.
Elias BP'isti da Silva (oerdetros de).
E isa e Enasiin, Blbas da Jasa Soares do
A.naral.
El sa, Ernestina. Cberobina e Josephina, Blbas
de J.s Sort do Amaral.
Eelvina e Jt.liea, tilbas de Affonso Henriioe
Rod-igoes
Eugenio Cardo o Ayres.
Pe x Pereira de Souza.
Fernandos Aibei-o-t & C.
Fiel leo B-otaers de Maocberter.
Plonaoo Barrosa da Fonseca, por sen pal An-
tonio B. Fons ca.
Pr.iQCi8Co Aoionio da Cbagi (he-deiros de).
Francisco Antonio Pereira oe Bruto (berdel-
ros de).
Francisco Angusio Pacheco.
Francisco Roteltao de Aodrade.
Francisco C'cllio Fernandes Goimares.
Francisco Jjaqim Rioeiro.
Francisco J- s Martins da Coala (oerdeiros de).
Praoclaco Jn do- Paiso' Golmaraes.
Frannsco M.ni 8 Riou'o (b^rdoiros de)
Fan tisco dtt Polio lavares de Mello.
Francisco da Silva Reg.
Gabriel He ique de Araojo (Dr.).
Uuilberm bMgueira da S Iva.
jromme Neesen & C.
Gosuv) Jo^: do Reijo (be-dairos de).
H'oriqae Pereira de Luceaa (Dr.).
lljo rjue ?ogelux.
II-Tcoiano A!v-8 oa Silva (herdeiros de).
Hvt-ioo Oa Costa Bello e sea :rmo JoSo.
Irmandade de. Xjbs Seabora do Rosarlo do
Coto Santo.
Isabel Loe r. da Silva.
Jaciotho Pacheco Soares.
Jeronyxo Jos Fe-re ra.
Jesaiuo Eostaqaio Gomes.
Jerui-jnK Maniniano FilgoMra de Mello (ber-
delros de D-.).
Joaooa Bapt fta de Aievelo Yianna (lilboa de).
Joaona Dsdida Rodrigos ce Uoora, por ^^a
pal Joao Rodrigues oe Monra.
JoSo AdIcoio da Silva.
Joao Bapliea de O iveira Fe-rer.
Joj i'v Icante de Alboqaerque (Dr.).
Joao Cbrisiuoy.
Jaaj da Conba MagaloSes (herdeiros de).
Joao Domligos oa Silva Pinto Almeida Gui-
rsarlea.
Joao Eugen o e Leonilla.
Joao Francliieo da Costa.
Jco Jof Su Carvalot Mcraes (berdelros de).
Joao Jo de Cartalbo Mo-acs e ootro?.
JoSo de Me i. iros Raioso (berdelros de).
Joao Pinto (!e Lemos Jnior.
Joao Silveira de Scnza (Dr.).
Joaquitn Bernardo da Figoelredo (berdeiros
de).
Joaqoim Cr uto de Figueiredo (berdei os d )
oaqotm Pnoiico Collares.
Joaqoim Gi.ncaltf s de Oliveira.
Joaquina Jone Goocalves GnimarSes.
Joaqoim J.t Vieira (lerdeiroa de).
Joaquim Lopes de Aluieida (nerdeiros de).
Joaquim Red-igues Daarte (oerdeiros de).
Jciquim di Silva Carvalbo.
Joaqoim d? Suva Reg (Oerdeiros de).
Joaqo/m T?riuliano de Mederes.
Joaquina Alexandrini das Naves.
Jjaquma G.iilbrmioa dos Sanios Te.xeirr.
joaqoma L na de Alboquerqae Viscoacellos.
Jyfo Alfreda Tpij.
AD)i:iONAMSNT)
Aonio Florencio d Co-ia Alcoforado.
Anna Pres Marques Pe.ss .
Alfredo Marquen da Ca-ta Soares.
A'exandrino Ferreira de Alcntara Miranda
(Coronel).
Ces'no Barooaa do vd||e (Dr.).
Eugenia Mana da Conceigao.
Hormelioda Joaqun- da ConcexSo e Silva.
B>raeaegildo da- Virgen* Lima.
Hermenegil lo das irgens Lima.
Hermenegildo das Virgens Lima.
Irmandade de Nossa Senbora da Conce C&o do
pilar.
3.a Seoc;5o da Alf'andega de Pernam
buco, 30 de Abril de 1896.
U chefe,
Manoel Ldita Pereira Bastos.
UlTAL
Aforamento de terreno
de Marinha em Moto-
colomb
Da ordem do Illm. Sr. Coronel Dr.
inspector, facp publiso qae, tendo Luie
Jote Uareiro requerido por aforamento
perpetuo, noa tsrmoa do Doc. n. 4105
de 22 de Fevereira de 1863, am terre-
no do Marinha devoluto que te limita
Com o de n. 4, da eatrada da Motoso-
lomb, freguezia de Afogados, na poaae
de Archiaa Lyndolpho da Silva Mafra,
que declarou renunciar em tavor do pri-
mairo o direito de preferancia eomo con-
finante, tica marcado, na forma do da-
poato no meamo Decreto, o prazo d> 30
dina para dentro dalle quera ao julgar
prejuoicado oom o allodido aforamento
ou 8 ello quzer preferir na oonformida
de do citado Decreto, presentar aeu re-
querimento Ioapeoloria deata Alfande-
ga, juntando prora do sea dirtito.
Findo este prazo nenhuma reolamaoSo
maia aera scseita e ae> effectuar oom o
moncionad Lua Jos Carneirs o afora-
mento por este pretendido.
Teroeira aeccSo da Alfandega de Per-
nambneo, 15 de Abril de i 896. .
O chefe.
Maooel Leite Pereira Baatoi.
Jovioo Bindelra.
Jos Autoaio RomSo.
Jos Amanes Goimaras*.
Jos Canoa Manso da Cisa Rea (berdelros
de).
Jos da Caoba (herdeiros de).
Jos da Cuona Taixeira (berJeiros de).
Jos Dias da Poote.
Jos tos aquiu Ferreira Jacobina (l)-.).
Joe Fllciano da Nazarein.
Jos Fernandes au* Saotns Bastos.
Jos Fernande da Silva Manta,
los Gomes Perrera Mala.
JoPe Goocalves Piolo.
Joc Goocalves Torres.
Jo Ignacio Avila.
Jor l acio do Val.
Jos6 Jacorn Tosso.
Jos Joaqoim de Castro Monra (berdelroa de).
Jos Jcaqoim Ferreira de Souza.
io-e Joaqoim de Preius.
Jo- J .iquitn Moreira.
Jos Joaqoim Pereira de Mendonca.
Jos Juaquim de Souza Motia.
Joe Lolz de Frenas.
Jos de Miranda Crrelo Lima. I
Jos Moreira di S^lva.
Jone Muoiz Tivares.
Joe Pedro Gayo de Miranda.
Jas dos Santos Nuoes de liveira (berdelros
de)
Jos dos Saolo* Olveira.
Jo da Silva Meodonc.a Vianoa (berdelros Ce)
Jos da Silva Moraes.
Jas da Silva Jieves.
Jos Soares do Amaral.
Jos Vidal de Negreiroe.
Jui-uno Epamioondas de As Joiqu m da Gusta L'-ite e Joao da Costa Leite
$Jos Ma inho S Jos Barbosa do Valle.
Joao Tbom de Jess
J^'f llorn.ues Pinto Ferreira.
Jos Maia Sooritibo.
Joaquim Brauco de A8*umpcAo.
Jo^quimdraaco de AseumncAo.
Laora, menor, Qba de Francisco Fernandes
Uarte.
L? mi ias Ti o Laoreiro.
Leopoldina Amalia Alves Rolrigues.
I.huji. | una Dantas Tetxeira.
Leopoico Ferreira Martina R.beiro (berdeiro
ae)
Lu le vico Gomes da Silva.
Luis Aolonu -ira.
Luiz A ionio V eir (tierdeiro de)
Luiz Augu-lo Cjelno Cit-a.
Loiz Felippe de Souza Leao (bacbarel)
Luiz de Franca Cruz Fer-eira.
Luiza Francisca de Souza.
Luiz Scipio da Albuiuerque M iramao.
Macbado & Lopes. | ^
Maooel Antonio ca J^sos.
Maooel Antonio dos Satitos'Fontes.
Maooel Carpioieiro Peres.
Maooel ClemeoliQj Carne ro de Mello.
M*m-I Estanislao da Costa.
Maooel da Poote Gomes.
Mauoi-i Praocico de Barros Reg (oacbarel).
Mauoe Cunes Viesas (bacbarel).
Maooel Heoriqne Nogoeira.
Mauoel Joaquim da Costa Carvalho.
Maooel Joaqoim Pedro di Costa (Oerdeiros di)
Maooel Jos Damas.
Manuel Jut> Ma. nado.
Ma mel Joaquim oe Miranda.
MOoel Paoio de Aibuqu^que.
Maooel Porli io de SoozaLima.
Manoel da Silva San oa
Mina Amalia de Azevedo Vianna,
Mana A .iviia de Aiooquerque.
Mria Carioso da Silva.
Mana do Carmo da Silva Motta.
Mana Catnanoa Leooor de Seixa.i Ferro.
M-.rii Ftroaudina ii.< Dores.
Ma'ia Francisca da Conceigao Reg.
Mana Francisca cevpciaca da Costa.
Mana Libania Mnnteiro.
Mar.a Luiza do Reg Barros Gomes.
Mana Hooeria da Coaceic&o.
Mana Silox de Moura Mattos.
Maria Ursola de Ouveira.
Mana Joaamoa do Carmo e Silva.
Mara e Niemia, tuteladas por Francisco Go.
mes de Mallo.-.
Martiniano da Rocba Basto3 (berdeiroa da des.
embarcador).
Maooel Perpelioo da Loa Barbosa.
Maooel de 84 Brrelo Samoaio (Dr.).
Manoel Perp Uno da Loz Barbosa.
Marcelino AO^Dnrto Lapes.
Maooel Meo es Camioba.
M noel Qi'otiao doB Santos.
Nicolao RodriKoes da Cuoba Lima (Bacbarel).
Pafimooio tfe r;.baos-
Paulo e Mara, rp eefntadosjpor sea pai Fran.
cisoo Crrela M. Cardoso.
Paulo Jos Pereir* SimOa (nerdeiros de).
Prd'0 Aoionio Teixeira Goimares (berdelros
de).
Pedru Jos Christian: (herdeiros de).
Pedro Lopes de Meoroaca.
PbHoaena Biirges do nascimento.
Patrimonio e capella e Nassa Seobora do Lo.
reto.
Po ne#M de Cirvalho Soares Brandan (Co-ooel).
Rita Maria da Coocexo.
Roa Tbereza da Cnona.
Rurinj Jos Fernandes de Figueiredo (nerde .
ros de).
Santa Casa de Misericordia.
Sebasu&o Marques uo Na-cimeuto.
Sevenna Mana da Silva.
Tbeodor.i Bentnier das Santos.
The-eza, tutelada de Tnereza Maria de Jess.
I' Liie na Joaqoma da Costa.
Ursulina Epb genla de Souza e Silva.
Vicente Ferrer de Salles Menezes.
Vctor Neeseo.
Victoriano de Almeida Rabello.
Visconde de Saa^uoa.
EDIT/.L
O Doutor Antonio de Olinda Almeida Cavalcanti, Juiz Seccional
do Estado de Pernambuco etc.
Faz saber que tendo designado o dia 20 de Maio prximo vindouro
s 10 horas da manh para abrir a sesso do Jury Federal, que trabalha-
r em dias consecutivos, e havendo procedido ao sorteio dos 48 jurados
que tem de servir na mesma sesso, nos termos do art. 15 da lei n. 221 de
20 de Novembro de 1894, sahiram sorteados os cidados
tes :
Recife
Domingos Francisco Ramalbo.
Antonio Guedes Gondim.
Domii gos Bruno.
Carlos Bandeira de Mello.
5. Antonio
Joaquim de Souza Montenegro.
Carlos Jos Medeiros Jnior.
Jos Francisco Mandes GuimarSes.
Gustavo Krau e.
Cesar Lopes Mdices.
Jos Francisco de Albuquerque Moraes.
Jos Francisco Maraede de Almeida.
Maooel Garrido.
Jos Silvestre dos Santo Pereira.
Manoel Joaquim de Miranda e Souza.
Gaudioso Gomes de Aguiar Montenegro.
Affonso Henrique Coelho de Almeida.
Joao Baptista da Costa Pereira.
Antonio Eduardo Pereira Jnior.
Antonio Mara Cortes.
Joao Ferreira Loureiro.
Antonio Alves Perei a.
Jos de Souza /guiar.
ln- Guimaraes.
Jos Uoncalveg Loureiro.
Jos Eaaigdio Cisueiro de Albuquerque.
S. Jos
Henrique B rges da Silva.
Joaa Ferreira das Chagas.
Joaquim Baptista da Silveira-
Joao Francisco Coelbo de Moraes.
Joaquim Henrique de S Barreto.
Boa Vista
Fr ncisco Flix Gongalves.
Luiz Jos da Costa e Silva.
Thomaz Ganet Jnior.
Jos Antonio de Sonza Jnior.
Jos Xavier de Barros Campello.
Augusto Rufino de Almeida.
JoSo Francisco de Moura.
Pedro Celestino de Brillo Silveira.
Antonio Augusto Moreira.
Affogados
Erraelindo Elyseu da Silva Caneca.
Manoel dos Passos Marques de Oliveira.
Graca
Frederico Ramo9.
Antonio Aquilino Campos.
\arzea
Manoel L-mdelino Ferreira Figueiredo.
Jovino Rodrigues Campello.
Alvaro Ucha Carneiro Leao.
Joao Antonio Monteiro.
Ignacio do Nascimento GongalveB Leo.
rado, ^ ede de frente 4 metroa e 50
cent., e de fundo 11 metroa e 55 cent.,
ava'.iada em 2:5004000. Pertenoa a
Candida Maria daa Virgena.
A oaaa n. 26 ra Joio Fernandea
Vieira, com porta e janella de frente. 2
portas no oito, jardim ao lado, grande
quintal murado oom diversas arvore de
tracto, 2 ulu, 2 qaartoa e coainba ex-
terna, mede de trente 4 metroa e 45 cent,
e de fundo 14 metroa e 40 cent., tendo
lotSo em aaiao com janella no oitSo, pe
qoaniu de 7:200$, teito o ..batimento le-
gal, por ser a 2. praca. Pertenco a her-
deira Antonia filha de LuizM. P. doa
Santos.
E para conatar pasa cu se edital na
lrma da lei.
Dado e paseado neeta cidade do Ke>
Jife, aoa 29 de Abril de 1896.
Ea A'fredo Diamantino de Torre
Bandeira, escrivSo o eacrevi.
Marcos Tolio dos Reia Lima.
E que nesta sesso sero julgados os reos Jos Lucas, Antonio Jos
Muniz, afiancados, e Francisco Gamillo de Oiiveira, preso pronunciados no
art. 265 combinado com o art. 13 do Cdigo Penal e em cujo processo sao
testeniunlias, Hermita do Barros Pimentel, Dr. Joao Paulino Marques, Er-
nesto Xavier dos Santos, Ludgero Nojrueira Lima, Henrique Manoel Ma-
lheirosde Mello e Joaquim Jos de Meira Lima ; assira como sero jt-
gados revelia, caso nao comparecara os ros auzentes Erasmo Vieira
de Maccdo e Carlos Jesuino Rodrigues, pronunciados como incursos no
art. 330 do mesmo cdigo, sendo testemunhas no processo do primeiro Ben-
vindo Teixeira Lins de Barros Loreto, Godofredo de Abreu e Lima, Vi-
ctoriano Borges Pereira, Rayinundo Honorio da Silva Jnior e Manoel
Martins Pires e no do segundo Joaquim Spencer Lopes Netto,Flix Francis-
co das Chagas, Joao dos Santos Jorge, Godofredo de Abreu e Lima o Jos
Balbino de Lima, todos os quaes, jurados, ros e testemunhas, ficam por
este notificados para comparecerem s sessoes diarias do soliredito Tribu-
nal at os julgamentos dos respectivos processos sob as penas da lei.
Recife, 27 de Abril de 1896.
Eu, Joo Baptista da Silva Manguinho, escrivo do primeiro cartorio
do juizo Seccional o escrevi.
A nonio de Olinda A Imeida Cavalcanti
EDITAL N. 14
Alfadega de Per-
nambuco
Pela Inspectora da Alfandega se faz
pablioo que no dia 28 de prximo mea
ce Maio, s 11 horas d manh, Berlu
vendidas porta desta Repartilo, em
baiU publica iscntas de direitoa, as nur-
cadoriaa abnizn detcnptaa, qoe nSo to-
ram despachadaa uor aeua danoa ou con-
tignatarioa no pras.> da lai, (tas quaes
alia* aa maroado o praao de 30 dias
para as retirarem aob pena de, realiaada
a venda, nio ae attander a reclam^au
algatna.
As marczderias se.'3o expoataa ao exa-
me doa intereaaados e o arrematante ser
obrigado. sob peoa de malta, a entrar
c >m o prego da arrematado deatro do
pcazo de 48 horas.
A P A n. 13,506. Urna caisa con-
tando 109 l'ilos lquidos de obras de 12
do ponto de malba nSo classifiiados, via-
da pelo vapor allemSo Mendosa pro-
eiiente de Qaaova e consignada or-
dem.
B A. Urna caixa precedente de Ham-
burgo no vapor Mendosa, entrado em
Ju'.ho da 1895, cootendo dea dazias de
camisas de algod&o lisas e mais trrs da-
zias do dito Uvrado no valor de 205000
cada dazia; maia 24 duzias de pnohos
de algoduo cara camisas por duzia da par
25,50 X).
AM&I sobre B. Urna dita vinda
pelo Mendosa procedente de Himbor-
go, sob d. 20$, contando dous kilos liqui-
dop de florea artifijiaea em ramo* ; mais
48 chapeos enteitados, feitos de palba
de arroz, no valor de cada um de.. .
3JC00; mais 132 chapis da palha de
urroa simples.
A M C sobre R. Urna dita n. 5763
vinda pelo vapor Mendosa procedeate
de Hamburgo, conaignada ordem e con-
tecdo 216 chapeos de paiha de arroa sim-
ple..
S P C em dona triaugidoa em sentido
contrario. Dez caixaa de ns. lia 20t
vindaa palo vapor Mendesa procedente
de Hamburgo, consignadas ordem e
contando garrafas de vidro brauco sem
rolha e acm bocea, pasando liquido real
1200 ki!"?.
R O C aobre R. Urna dita Si a9,
vinda pelo Mendoia nrocedeute de
Hamburgo, co s guada Oidem n coo-
tendo amostras s^m valerae mais 3 kilos
de lapis par escrever.
N F C. Urna dita o.
vapor Mendosa,
159 vinda peto
consignada a Naoes
Fonseca & C, contando 10 kilos brutos no
i'cvlt rio de lapia para essrever.
Diamante 819 no centro. Urna dita n.
220 vinda pelo vapor Mendosa, con-
signada a S. i.'icho & C oontendo 36
kilos brutos nos envoltorio* de capsulas
de estanho para bocea de garrafas.
h. R aobre Gomes de Mattos IrmZoa.
Urna dita sem numero virda pelo ve.por
italiano Roaario procedente de Qenova
que diz se ter vnho, potm viciado pelo
ar est transformado em vinagre, mas
claaiiticado do mesmo artigo como vinbo
olio spsc.fijado,, peaanio liquido legd
30 kilos.
Alfandega de Pernambuco em 27 de
Abril de 1896.
O inspector,
Alex-ndre de Sjoii Pereira do Carmo.
kdital n. 16
Prazo do 35 das
Be ordem do Dr. Inspector Geral da
IcstruccSo Panuca, taz-sa saber pro-
fesara D. Urao a Nympha da Silva que
tendo sido coosiderada sem effeitc a por-
tara que a nomeoa para a cadeira de 3a
entrancie de Camocim de Becerros, foi
por portara de 24 do correte determi-
nado que a mesma profetsora tves*e
exercicie na de CraADgy, tambem de 3*
entiancii, e que lbe tic marcado o prazo
de 35 dias para entrar em exercicio da
nova cadeira.
Secretaria da InstraccSo Publica do
Estado de Pernambaou, 27 de Abril de
1896.
O Secretaria,
Pergentino Saraiva de Araajo GaIv2o,
O Dr. Marcos Tulio doa Res Lima, jais
de direito da Fazanda Municipal do
Recife.
Faz saber pelo precente que no dia 11
de Maio do correte anno ae hSo de arre-
matar por venda a quem mais der em
praca pab'ica deste joizo, o bens se-
guintes, panhoradoa por execa^So di Fa
zonda Mu icipal :
Freguezia de Santo Antonio
O sobrado de 2 andares n. 4 roa
do Dr. Feosa, com 3 portas de frente
no pavimento terreo, que oocsta de l
sala e 1 quarto ; o 1* andar tem 2 por-
tas de trente com varanda de ferro cor-
rida, 1 peqaeua janella no oitSo, 1 sais,
2 soltaa, 1 quarto e 2 corredores; o 2-
andar tem 2 janeliaa de frente, 1 no oi-
tSo, 2 salas, 2 qoartos ; o aotSo 1 janel-
la co oitSo e 1 so sallo, meia de frente
4 metros e de fondo 10 metros e 55 cent,
pela quantia de 5:4008000, feito o aba-
timeoto legal por ajr a 2.* prac.a- Per-
tence a Froctnoao Martina GomeB.
Freguezia da S. Jos
A casa n. 202 A na ra Imperial, com
pona e janella de frente, 2 salsa, 2 quar-
1.08, camba externa e quintal murado,
mede de trente 4 metros e 95 cent, e de
fundo 14 metros e 45 cent., pela quantia
de 3:6CO000, feitp o abatimanto legal,
por ser a 2a prs^a- Pertence a Amaro
Jce dos Praaere,
Fregueaia da Bos Vista
A casa de taipa n. 8 na travesea de
Joao de Barros, com porta e 2 jacellas
de frente, 2 talas, 3 quartoa, coainha in-
terna e pequeo quintal em aborto, em
estado de ruiaa, mede de frente 5 me-
tros e 85 cent., e de fondo 8 metros e
15 cent., avaliada em 2005000. Per-
tenco a Epiphanio da Silva GiimarSes.
A casa n. 62 ra da Soledade, com
porta e janella de frente, 2 aulas, 2
quart03, cosinha externa e quintal mu
rado, mede de" frente 5 metros e 70
ceat., e de fun o 43 metros e 30 cent.,
avahada em 2:500$0O0. Pertenco a
Candida Severina da UonceiySo.
A oasa n. 6 A no largo de Santo Ama-
ro, com 2 portaa de frente, urna dita no
oitSo, 1 qaarto, oosiaha lora e quintal
cercado da a neo, mede de frente 4 ma-
gros e 45 cent., e de fando 8 metroa e
20 cent., avaliada en 8005000. P r
tence a Dami&o Lopea Pereira Guia-
rles.
A c sa n, 6 na ra daa Nymphas, com
porta e j nell de frente, 2 saiaa, 2
quartca. cosinha esterna e quintal mn [veira.
Arsenal de (uerra
O coDselbo de compras deRta Arafnal rece-
be proposias no da 6 de Maio prximo futu-
ro, ae it horas da mautia para a ctmpra dos
artipoH abano.
Fazendas
Algodao eofe3tado, meiros, |,S00.
AqiaRem, inem. 1,585.
Brlm Draoro trancado, ideo:, 8.2SO.
Brlm pardo de liono t-aocano, ideo, 10,800.
Baeta izol ferrete, dem, 125.
Coila para colchas. dem, 8i8.
Cooertorea de la encarnada, i,600.-
Lona pela, metro*. 3,60.
Madapoln, dem, 41.
Flaoella atol ferreie, id^ra, 230.
Panooalvadio para caooiee, dem, 350.
Dito (rarance, idem, 1.320.
Dito ciozpoto, idea), 960.
Taroga greta de retros, dem, 5.000.
A'tlKoa para fardametjto
Ar-f!r?haS COtD Pd de WbUl Par* bolOM
JU.O.
BotO-8 ae me al branco p;ra capoles.800.
Dlios pretos ae madeira. 50.
iirs pequeos de dita, 10.
Ditos craodes de metal para calcas, 208.
Ditos pequeos de ditos para ditas, 28.
Dit'js grandes dourados. com carabinas. 67.
Ditos pequeos douraacs, com ditas, 46.
Clchete grande, pares, 100.
LS cimenta para gorro?, luoa, 68.
Artigos mversts
Botinas lizas, pre, 6,156.
Boneta de panno azu Irrate, 13*
C looao cheio de cao m, 1.
Ditox rhtios de la, 2.
Colheres ae ferro para sopa, 8.
Eocheries cbeoG de pama, 50.
Koeao itiglez apropnado para fooccionar coa
lean 1.
Kepes ae D'ono izul ultramar cem cila ga*
ranee, 360.
Ditos con capa ciozeota para sargento-aja*
daole, 2.
Luas ae camurja, psres, 2.
Ditas fio de E^ossia, dem, 2.
L-iini>;.nnas para ka'cseoe, 2.
Navaiha, 1.
Platina* de metal braoco, Dares, %.
Reposteiro cote armas d Repuolica, 1.
Travesaeiros chelos de paina, 11.
Pilo ch-:o de la, 1.
Ditos cheioa de capim, 6.
UDnervacea
Os proponeaies depois le devidamente habi-
litados devero apre^eolar as suaa propost?8,
em duplcala, com referencia a cada especie de
iir'iko, iodica(ao da casa commercial e deca*
ragao de eojeitar-se as multa de 5 */. no caso
de reco8ar asisoar o contracto e as de 10 / e
20 */ ce que tratam os artigos 87 e 83 do re-
glame io em vigor.
As auios ras das fazendas deverao ter pelo
meaos um metro, d5o sendo aceitas as qae
fjrem apreseotadas em pega^, CartOes ou rea-
mos io-ufhcieaie8, todo de accordo com os pa-
dres exi-teoies nesie Araeoal.
Nao serao aceitas aa propostas que nao vie*
rem acornt^anhadas das respectivas amostraf.
que nio trooxerem no suDscrip o a eapec e do
artigo propoto, o Dame o e ma cas daa amos-
tras apreseotalaa, as que pedirem praaos sope*
rlores a 90 dias e ar que uo conuverem a indi*
cago da Urma do potonente.
Se vetara ao Ari-eoai de Gaerra de Peroam*
buco,23 de Aonl de ls96.
Jo^ Francis'o Ribeiro Machado,
8'Cre'ar'O,
Edita!
Alfandega
Iruposto de consumo de be-
bidas
De accordo com o art. 29 do Decreto
n. 2253 de 6 do corrente communico
aoa Srs fabricantes de bebidas desta ca-
! tal, que at 22 de Maio vindouro de-
verao manifestar a esta repartido a pro-
ducgSo de tuaa fabricas durante o anno
de 1895, por tazas, de conformidade
com o art. 2-, abaiso transcripto, de-
clarando mais o numero e a capacidade
;as caldeira-, machinismoa, tooeis e ou-
tro& apparelhos on instrumentos que em-
pregarem no fabrico: mcorrendo na mol*
ta oe 1:0006000 a 3:0000000 os infra-
ctores do art. 2-.
As tazaa do imposto aero : 60 reis
por litro ou 40 reia por garrafa de car*
-reja nacional; 300reis por litro de li-
cores, (clfcsse 9.' i!. 126 da tnfaj ; 50
reia por kilo de abayntho encalypaghio,
kirak, alcool, bund, cognao, innm, we-
hiaky, agurdente, excepto o alcool e a
agurdente fabricados nos eogenhoa can-
traes eo utro3 eslabelecimentos rgrico*
las o genebra (claase 9-* n. 127 da ta*
rifa), 10J0 por garrafa das mais habi-
das fermentadas, que possam aer assi*
madts aoa vinhoa espumosos, etc ; 50
reis por kilo ae aguas minerses artifi-
ciaos, gaiosas ou nSo.
Alfandega de Pernambuco, 30 de Abril
de 1896.
O inspector,
Alejandre de Sonsa Pereira do Carmo.
0 Dr. Prim tivo de Miranda Sana* Go-
mes, juiz de direito do Commercio do
Municipio de Igaarasa, E&tado de
Pernambuco, em v'rtnde ^a lei, etc.
F^co s..ber sos que o presente edital
virem oa d'elle noticia tiverem que, fin-
dos 03 vinte diaa da lei, ser levado
praga no dia l* do Maio prxima vin-
doaio, efim de ser arrematado por quem
maia der a maior lance offerecer o im-
movel seguate :
O sitio denominado cMoc em terre-
no proprio, no lugar villa Velbn da liba
de Itamaric, cem casa de viveoda, com
duzeatoa coqneiroa de fructo e com um
pequeo ferno para qoeimar cal, sem
maia bemteitorias, o qual divido ao nas-
cente com o Rio da ponte, ao norta com
torras do engenho Amparo, ao poenta
com tetras do patrimonio de Santo Aa-
t no e do patrimonio de Santa Loria e
aa sul com t-rras da Intendencia deate
Municipio, avahado pela qaaotia de um
cont e quinhentoa mil ris, penhorado a
JoSo Constantino G-oncalvea da Silva
para pagamento da esecugSo que Ihe
move Antonio Soarea Fernandes de Ol.
I



'


Diarlo de
o Sexta-fcftra 1 de Malo de IS>fl

w
Pelo que, toda a peno qu dito sitio
qoer arrmate]-, o poderi iair no di
d praca cima mateado.
E pira qoe cheque ao conhecimento
de 'odoa mandei puau o presenta, qoe
aer affiaarfo no lagar publ.co do ecstn-
xbo o outro de gul theor para aor pu-
blicado pela imprenaa.
Dado e pareado neita cidade do lgua-
rasa. Municipio do mesnu come, aoa
10 de Abril de 1896-
En, ii cilio J<>a Pereira Vianoa, es-
crivlo do commercio, o escrevi.
Primitiva de Miranda Soasa Gomes
DECLARARES
Sociedade dos Artistas M-
chameos e Liberae?
2 convocaco denssemb'a eral ordinafia
De ordem do Illm. Sr. director pr-Bidente,
gao convi lados todos os Srs. socios i o goso de
seas direitns, atim ce comparecern; aexti-
fena, i' de Halo, a bora do i oslme, na Bfde
social, a sesao de assembia geral ordinaria,
correspondente ao correte mes.
Secreta-ia da Sociedade do* Artistas Mecba-
nicos e L'beraes de Pernambm o. mantenedora
do Lycea de Artes e Omclo?, 29 de Abril de
896.
O J# secretario,
Jos Thimes perei-a Janior.
/>
THEATRO
SANTA IZABEL
Companha Moreira de Vasconcello* e Silva
\ na ni h; i! SUCCSSO A man ha !
Subir a scena pela ultima vez a grande
revista
O A MAPA'
TOMA PARTE TODA A COMPANHIA
Vide programmas.
Dom-ngo grande espectculo.
Companhia
DE
Fiafo eTecidos de Pcrnanibuco
S5o convidado os Srs. accionistas a entra-
ren) com dez Dor cento sob-e o valor oomioai
de soas accoes a o d:a 16 de Malo proxim ,
no e.-cnpiorii' da Compaabia, roa do Bom
Jesos o. 42 1* anear.
Recife, 16 de *bnl 1896.
O director secretario,
Jo -.'- Joo de Amuriin.
Ciflipanhia
Recitse de Panificado
Aasetnbla gcal
Sao convididos os eerbores accio'istas a
reurirem-se fin assembia ordinaria no da 4
de Maio v ndooro, ao meio da. no e.-criptorio
tiesta Ctmpanhia, afina ie tomarem cooheci-
ment do relatono, pa-ecer 0 cal e conts do
aono proxvrro passado e proceder nos demais
termos dos Estatutos.
Recife, 18 ce Abril de 1896.
P. J. Pinto,
Director-gerente.
Seguros centra Fogu
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL *,000,000 O, 9
'undoa accumulados 8,274'9/3J19\0d
AGENTE
POLHMANN & C.
DeLondres e Aberdeen
Posic&o finaaceira
Capital subscripto f,
Fundos accumulados
eceita animal:
De premios contra f ogo
De premios nobre vidas >
De juros
Agente em Pernambuco,
Boxwul William fe P
3.780.000
3.000.00
626.0000
208.006
155.000
Mossor
Sepoe para
TE GUARDE,
dMadre de D
.> porto cima o byate DE"
R-cebe carca A tratar na ra
Veneravel
CONFRARIA DE SANTA RITA DE CASSIA
De ordena o actual conreine administrativo
desea Veceral Contraria, convido a lodos os
C03S08 cba'is'imos ira a comparecerem em
o nesso ccasis'orio ro ooclatio 3 oe Malo pr-
ximo futuro, reas 10 bcras d manba, para em
reoniao do coilegio reoresen'ativo proceder-se
a eleico do novo conrelbo que tem de admi-
nistrar a me;ma Ve-nerav-l Confrarie no anno
Compromissal de 1896 a 1897.
Consistorio, 30 e Ah-il de 1896.
M. S. Costa Janior.
Secretarle.
Companhia
DE
Teci Jos Paulista
A=*en r.li'-d .( al eztrao-dinaria
ESoconv.'a:o-os Srs. a< a loois as a reuni-
reii-te no eJi^c'-> ia Assoeii Qo Commerciai
BeLefi (6118,4 de M le viudea o, aim de elege- unva
directora, r*-8l-r st>r>re ini-tesaes geraes t
reformar alna i> Es tutos.
Recife 18 i e -n il de 1896.
Carlos da Mor-,- rto'iaaesFerreira
D r-c'.o lhe-ou;eiro.
Santa asa de Miseri-
cordia do Hecife
Per esta eecr"^ >a se neclara. que no dia 3
do prox'mo v d uro mei e Maio, por ser o
primel.o don. Dg 1pssf u; z a mti" dia, se
reunir om asembM (ro'ai. ua ca'adaases-
eCes da i li i s t> a juna administratia, a
Irmaodade a Basia Cas-i n. Mifericordia, tm
de proceder se a -leigao da nota junta para 0
novo birnnio de 1896 a 1898, podeodo na ses-
ma aseembla aooptar-se qoaeequer medidas
attioenies ac bem da Irma: dade, de conformi*
dade coro a isoosicao do M. 26 do compro*
mieso vigente.
Secretaria a Sania Osa de Misericordia do
DReife, 88 de Ab-i! de 1898.
O escrivao.
Jos Honorio B. de Menetes.
tompanbia
Usina Cansanqo de
vSininbu'
Jorc de cbr'gatoes
0" dia 1 de Ma>o em diane pagam-se os
jo-os iaj obriKa^See p-ef>"eo. iaes n sta Cim-
par hi no escriptocio no director tbesooreiro,
roa DoqU'' de Caxi .s n. c. 52.
Recif-.-, ii de Ainl de 1896.
Jcsb Mana ne Andrade,
Direcior toesoureiro.
Pede- se aos Senho
res consummidores
me queiram fazer
jualquer communica-
go ou reclamac,o, se-
r esta feita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55,onde tambem se re-
ceberqualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
tonoe e Joaquim An-
Freirde Castro Nunes,
Todos os recibos
Boyal H8ti StBdffl PacKBi ompany
O paquete Cljde
Com man dan te F. Messervy
E' e 8 p erado
dos pono fio sol
no dia i O do
correte, aegoin-
do depols da de-
mora indispeosave para
Lisboa, Vigo, Cherbourg e
Southampton
O paquete
Danube
COMMANDANTE G. M. HICKS
E'esperado da
Bu-opa no dta
13 do correte,
seeniodoviagem
depoia da demora necesraria para
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo e
Bueaos-Ayres
O paquete Elbe
Com mandante H. E. Rudge
E' esperado dos porlos du
sui em S4 do correte, e se-
guir depois da demora indis-
peneavel para
S. Tcente, Lisboa, vigo, cher-
boarg rvouthiaipion
Este paquete !oi ccmpletameote reformado
para substituir o Magdalena, que, por es a
viagem vae directo uo Rio da Prata a Lisboa,
ReduocSo noa pragos daa passagena
Ida Ida t volta
A Llsnoa 1' classe 20 t 30
A'Southampton. 1' ciasse 28 A 52
Camaroteu resarvaaos para os passagoiro'
Peroamboco.
Para carga, passagena, encommeDdas a il-
rjbeiro a trate, trala-se com os
AGENTES
A iiiorim Irmo & C.
M. 3Ro do Rom JessN. 3
O paquete
Para em direitura
Seeoe n'egies pon:os das o magoiOco r avio
DOROTHY, podendo engajar aioda um reslo de
carga.
Pinto Alvos A C.
LARGO DO ARSENAL DE MAR1.NHA N. 8
COAimS HEliNlS
Companhia Fraaceza
AlaTegBeo
Li>rba regalar entre
a rapar
o Havre, Liaboa,
Pernambuco, Macei, hia, Kio de
Jace'ro e Santo*.
O VAPOR
Entre-Ros
Commandante C o n a n
E' "perado da Europa at o
na 3 de Maio, e seguir de-
dos aa npcesearia decora para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Rog-se acs Srs. importadores de carea palos
apores desta liona, queiram aareseotar den
ro oe 6 dias, a contar do da descarga das al-
/arengas quaiqner reclamacao concercente a ve
tomes que por ven'.ura teobam seeoldo para os
porios do sal. a Jo de se poderem dar a tempo
as Drovldencas oeoessarias.
Expirado o reteriao praso a companoia cao te
.esD.'nsaollisa por extravos.
Recebe carea: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Ba do Commercio9
Hamburg Suedamerikanis-
ebe Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschat.
O vapor Tijuca
E' esperado da Europa al o
i||i 3 de Maio e seguir de-
pols d a demora necesaria
Rio de Janeiro e Santos
para o

; v^ o rj O
-stC.1 |_A. VyUU

rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
MtZZZlCZZ
ompanhia d< Reberibe
Nao se tendo reunido hoje accio-
nistas em numero sulicienle para
constituir a Assembia Geral extraor-
dinaria e deliberar sobre a reforma
dos Estatutos, aso convocados pela
terceira vez para a rcuniao que dever
ter lugar Ter^a-feira 5 de Maio vin-
douro, i hora da tarde no escripto-
rio desta Companhia ra 15 de No-
vembro n, 71 nesta cidade.
Previne-se aos Srs. Accionistas que
na forma da lei unecionar a Assem-
blga com nualquer numero de accio-
nistas que comparecerem.
Recife, n de Abril de 189G-
Ceciliano Mamede.
Direclor-Gerente
Manoel Joao de Amorn.
Direcior Secretario
FM i 1-
PORTOS DO SL
Macei, Penedo e Aracaj
' I paqaetu
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
S*gue no dia 30 dn
rorrete, s 4 huras (la
larde.
Recebe carga, encom riendas, paesagensed-
nbeiro frete, at a 11 horas da manta do
da da partida.
Cbama-se a attencSo dos Srs. carreeadores
para a clausula 10. dos coobecimenios qoe a
seguate :
No caso de baver alguma reclamacao cod-
Ira a Corupannia, r.or avana a peros, eve ser
feita poresenpto ao ageote respectivo no poriu
da descarga, aentro de t.-es dias depois de tirja-
llaada.
N8o preceden o es a formalidadp, a Compa-
nbia flea issnta de t'
ESJRPxOtio
Ao Caes da Companhia Pera&mbuoaca
O- 2
Norddentscher Lloyd
O vaoor Salier
i
LINHA MENSAL
Paquete Bresil
Commandante Minier
E' espejado.,
da Enropa at o
dia S de Maio
|segon do depois
da demora ne-
cesaria para
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo
e Buenos-Ayres
Previnc-se anda aos Sre jecebedores de mer
r-auonas que 6 se attender a reclamaces por
fal:a8, que forem reconhecida na occasiao da
lescarga dos volumes ; e que dentro de 48 no
-as a contar do dia da descarga das alvarengao,
devero faxer qualquer reclamacao concereo-
.e a volumes que porventura tenham seguid
para os portos do sul, afim de serem dadas a
lampo as providencias neceas a ras.
Roga-se aos Srs. passageiros de se aprsBeau-
es navespera da ebegao. *o vapor para to-
ma :em as suas passagens.
Para carga, passagens, encommendas e i-
obeiro a frete, trata-se coru
OSAGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
1.' andar
Rob. M. Sloman's Une
O vapor allemSo
Salerno
E' eoneredo de New-York at
odia 3 Ce Maio, segoiodo
depois da demora lad'speofa-
veipara os ponos do
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, eDcommendas e o!-
oheiro a frete trata-se com os
Consignatarios
Henry Forster & 0.
Ra do Commercio n. 8
l." andar
Roa do Commercio n. h\
Este vapor Iluminado luz el-
ctrica e offerece ptimas accommoda-
9Ses aos Srs. passageiros.
Entrar no porto
N. 8. Nao se attender mals a nenhorna
reclamado por faltas qoe nao forem commu
ni,alas por escripto ageocia al3 dias aepois
da entrada dos gneros ua Alfandega.
No caso em que os volumes sejtm desrarre-
gados com termo de avarja, oecessana a pre-
se:, ca da agencia no acto da ibertora, para
poaer verificar o prejuito e faltes se as bou-
ve. r
Para passagens, cara, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borstelmann &C.
18Ba do Commercio18
1* andar
Aiuh oiiniB
Leilo
De movis, espelho oval, quadros,
jarros, vidros e outros muitos obje-
ctos
Ter^a-feir, 5 do corrente
A*S 11 HORAS
Na casa rut da 1 >iendeo ruadoTamma, feguezia da Ba-Vl ta
O ageote cima ccmpeientemente autoriaado,
levar a leilo ora mooiln prela toda eotalba-
da a mdslbSo, corn 12 cadeiras oe goarrjiao. 2
ditas de bracos, 2 n tas de balaoco, 2 coosdos
com peraselsof. quadro, espelbo, etagt-res,
jarros tinos, 1 candieiro belga, relogio de pare-
de, ei-tame para msica, cama para criar.rja,
dlia de casal, 1 goarda-vestidos, 1 goarca loo
ca, 1 wea elatica de 4 taboas, 6 aparadores,
1 sof de junco, eadeiras de junco, marque*.
kot de amarello, 1 coDimona de jacararda, 1
qortinneira, cabide*. 2 mesinbas de fantatla,
1 alcatifa para sl?, 1 toilette com pedra e es-
uelho, 1 velocipede para menino, copos, louga
para )aotar e outros muitos ojcvels que eaia-
ro a vista no da do leitao, assim como de 1
graode botica nomeopatmea com 200 frascos
com roloas de vidro em um grde fileiro de
vidro.
AVISOS DIVERSOS
Veuue-se um sitiu oe coqoeirvs uas Cur-
curanas, juq'o a Pouieaioba. com mis oe mil
ps de coqteiros e terraj para plantar outros
lantos e oolto boaa ierras para pladacSoa ,
talar no Reci. rna rio L,'"ar"'nin n 21.
= U -U i0 .i-nsiiii.u c BU hUlllla, .-culi-
Jo para a Eoropa oo vapor (noces Cb li.
despeden se de todos o seus amigos, pedioo
esculpas de nao o faxer pessoalajenie, offere-
ceado osse.B diminotos prestimos em qual-
quer parte que co acbem.
Recife, 28 de Abril de 1896.
Luis Abraotea de Flgueiredo.
Precisa-se oh ama engommafleira para
roupa de seubora. a tratar na Serrana Peinam-
bncaoa, caes o j CapiDaribe n. 30.
Lavadeira e engommadeira
Precisa-se de eme ana para lavar e eneom-
mar para casa de duas pessoas, a tratar na ra
da Santa Cruz n. 70
Cosinheiro ou cosinheira
Precisa se de om bom ceslubeiro ou de urna
boa cosiobeira. na ra oo Bemfica n. 18. na
P-fgaoPin rta Maprlalerv.
t
Pacific Steam Davigaion Cob-
paoy
STRAITS OF MAQELHAN UNE
O paquete Liguria
Et pefa-se d n
sol at o ia 3
de Maio. e ae-
aura depois da
demora oo cas-
torr e para Liveroool. com escala por S. Viceiuv
Liftj, Corona, La Paluce e Piy outa.
Para carga, passagens encommendas e di.
Qbei;u a frete trata-se ero os
AGENTES
Wilson Sons & C. Limited.
10Ra do Commercio10
1. andar
CASEMiRO JO:E' DA SILVA
Aurelio des Sanios Coimbra, Marta Coimbra.
Amaeu Coimbra, Alberico Coiocbra e Salvador
Policio dos Santos e soa molber, Maooel Au
enito Rodricoes Teixfira e su3 mu'ber, ausen-
tes, teodo recebido a infausta odela de ter
fallecido ero Lis i o i sen caceado, Uo e padri-
nho Casemiro Ji .- na Silva, convidan) a seus
pareuies e amigos e os oo Bnado. para assiet -
rem s missas que oor su altea maodam cele-
brar na greja da Ordem 3* de S Frauc.cco as
8 Doras da maob do da 1* de Maio, sexta-
tei-a. pelo que auicipam seus agradecimeoos.
f
LEILOES
unce Lineol >tt-amers
Janes lnott Xew-Castle-ou-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-1nidos e o Brazii e Rio da
Prata
Indemn8adora
De con'ormidade com o art. 15* dos Estatuios
desta Companbia, a diretco vende 20 acedes
de ns. 171 175, 366 37t>. &51 a 4S5 e 798 i
800. vagas pelo falleeimeolo do resptciivo accio-
nista.
Os preterdentes devero enviar suas prc-
posias em Carias fechadas, por intermedio dos
corredores g-raes da praga, at ao meio dia de
t de Miio i roxico futuro.
Recife, 28 Ab-ll ce 1896.
Os directores,
JoaquiJ' Aivcs da Pooseca.
Alvaro Pit-to Alves.
Hermenegildo da jltva Loyo
para
E' esperado dos portos do sol
at o da 8 do Maio, e setutrs
>e> is da demora necesearla
Lisboa, Antuerpia e Bremen
Este vapor ilion i ar e offerece optimaa gccommdacSm aoi
Srs. paaaageircB.
Para
com o
passagens, ca.ga, frete, etc., trata-re
AGENTE
V. Neesen
C0 do Ramea n. 4
E' espiado de New-
York t, 13 ae Maio e i e-
. Kui- depois da demora
fne'eisaria para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
O VAPOh LNGLEZ
Carih Frince
Este vapor de 1 .a -clasbe e offerece
ptimas accomraodaces aos Srs. passa-
geiros.
Para carga e passaeeos tratase com os
AGENTES
Johnston Pater e Comp.
Roa do Commoroi
GEANDK K VARIA
Leilo
De boas movtls, crvsiaes, qaadres oleo,
bjectjs de oietal e um colre prova de fogo
Sexta-feira, 1 de Maio
geme Pinto
O Dario* de amaiha dar os pormeno
res.______________________________________
Agente Brilto
5. Leilo
De 1 boa casa e grande sitio
0 &enie cima a manuao^ do illuslre cida-
do Dr. jen de direiio de orpbos e a requer-
ment do taventarianle do espolio do tinado
Paulo de Albuquerqo' Gaoaa, veoder em lei-
lo a caea e sitio n. 22 ra do Baro de lia*
marac freenesia da Gaca, oo Esplaneiro, ten-
do a esa '2 salas, 1 aleta e 4 quinos internos,
cosinba e 2 quarios estreos, com a frente mu-
rada cem gratil e lortac de lew tendo p; te
e um dos lados utraoo, com grande sillo ar-
bonsado e boa cacimba com excedente agua
potavel.
Sexta-feira, i. de Maio
A'S 12 HORAS
na travessa da matriz de Santo Au-
tonio n. 16
Ao meio da
CASEMIRO JOS' DA SILVA
Caemiro Fernandes & C, eodo recebido de
Portogal a noticia de baver sin fallecido o < u
amigo e es-socio. C.se-jcl-o Jos da Silva, jan-
i) si rexar missas pelo repooso eterno do tina-
do, no aia 1* de Malo 7* na de seu psasameato.
na greja da Ordem 3* de S Francisco, s 8'
no-as d.. rr anfa, e convidara aos seus raigos
e aos oo floado para axsietirem esse acto
agradpcemo o seo compj-e im ,.t..
Cosinheiro e criado
Preclsa-se em OMuda, cbalet n. 10. no ponto
de parada enir,- o Carmo e Varadnnro.
Prarisa-se de doas, sendo ama para coaiobar
e ontra psr^ < neoromor, a tratar na iravessa da
Ventora o. 7, Capunga. ________^^
Ama de leite
Pr^cisa-se de urna,
a tratar na ra Larga
do Hosario n. 14, ven-
da.
Vende-se
Duas vareas tou-inas paridas de novo, por
pre;o corxtaod i. a (raiar na Es- rada de 13-lem,
elrome da czlua Reitro, a qualquer bora.
C avallo
Vende-se uro cavailo rosso pedrea, bom an-
dador : ver e tratar roa do Benjfica o. 6,
Magdalena, marcearla do Looreiro.
Liquidacao de vinhos
A DISHE RO)
Vinbo de geoipp'j e caj a 33J00O o barril
de 5*. A eiles antes q-au se acaOem, ra da
Madre de Deas n. 10.
Demarcacoes de trras
Pelo eagenbeiro C. C. Carlioi, escripterio na
ridade da Escad na roa to Rio n. l.
Capunga
Est por alogar a casa pequea
Aurora n. 0, com poneos camuiodos:
na rna Direita sobrado n. 45.
roa de
uaia se
Ao
commercio
Os abano assignados tendo ne-ta data com-
prado ao Sr. narciso de Azevedo Maia a soa
laverna sita roa Veipa n. 82, livre e desem-
barscada de todo e qualjuer cous : eqaemse
i olear credo' quena aprc-sen'ar no prazo de 3
cas a contar desta data.
Rscife, 29 de Aonl de 1896.
M"ol Ba-et|ar & C.
Ao comerei ci
Ea abaixo assiirnado tendo nesta da'a ven-
diuo dos Srs. Manoel Buceliar & C. a mioDa la-
verna tita a ra VMna n 82, uve e desemba-
razada e todo v qual ;ier onus, e ru m se
|uigr c edor queira se apreseotar do prazo de
3 das, a contar desta dat.
Recife, 29 de Abril de 1896.
Nirciro oe Azevedo Mala.
Agora sim
J ;e pode viajar ao cuiro mundo o Arara
est liquidando o resio de ceus atades, para ir
p-.sseur na Europa.
Ama de leite
Preclea-ee de
mez-s. Paga-ae
a. 9, sobrado.
orna corn leite de cerca de 4
bem- Tratar a ra Imperial
Caixeiro
Prectsa-?e de um caizero com praiica de
loja de f.zenda, a tratar uo Buar de Afugadoa.
Vinho
De Caj e GeBipapo em barri e caixas, ven-
de-se o qoe ta de-iu-lno-, por roen:8 20 "/.
ios oreos to mena Jo. Ru- a Maure de Deas
d. 10.
I"
. Joaquina Rila de Albuquerque
Brandao
Gem Coelbo de Serna Brandic, seos Mlhos,
eeDros, ora, netos e sobrlcbos, aeradecem a
todos os paremes e amigos que se dignaa.u
acimpaDbar a ultima moroa, es restos moriaes
de sua presada e jamis esooecida esposa, mii,
soera, av e ta Joaquina Rna de Aiboque'que
Branoo, e 3s missas que, pelo repongo eieroo da mesma
finada manoam celebrar 8 bora* ua maor
do dia 2 de Maio prximo futuro, )a matriz da
Boa Vista, coofe^sando-se nesde j agradecidos
aos que comparecerem este acto de religio e
caridade.
Em Olinda
Venderse urna collec^ao
comple a do jornal O Mu-
nicipio >f e outra da Sra
Nova tambem coiapleta:
quem quizer comprar di-
rija-se a Olinda, Ladeira da
Ribera n. 28, das 9horas
da manha a 2 da tai de.
f
JOAQUIflA ADELINA MONTEIRO
Tricsimo dia
Joaquim de Saot'Aona Monteiro, suas Blbas,
netos e Manoel H. de Carvalbo Cont, convldam
a seus prenles e anseos para assistirem
missa que maodam rezar na .atriz da Baa-Vis-
ta ^ 8 boros da maub do ta 2 de Maio, pelo
desi anco et-roo de eu< nunca eequeclda Alba,
irma, tia e eobrinba, Joaquina Anelioa Mon-
teiro, pelo que desde ja se confessam agrade-
cidos.
i
Agente Pestaa
Leilo
Antonio Ckristovio
Joaquim Chri.-fovao, soa senhora e 6lbos,
teej'io recebido de Portugal a dolo-osa noticia
do Mlecimento de se< presadissimo pal, ogro
e ai, convidara ss pessoas Ce ua mlsade
para assistir s missas qoe pelo sea eieroo re
pouso mandam celebr.r na se^onda-feira pr-
xima, 4 de Maio. s 8 bor>8 "a rranbS, na gre-
ja do Espirito Snto, trigsimo da oo ;eu fal-
leeimeolo.
Desoe j anieciram seos agradecimientos.
Bebi as Na -iunaes
Sao convdalos os pr- p-itarios das fabricas
desta capital e das deaus do Estado, para com-
oarecerem oo prximo doaiogo 3 >io correte
mez, ss Ii horas aa manb na rna do Amorim
o. 66 2* andar, arlm de tratar-se de negocio
orenle tendente a ciarse
Espera-s o compareetmento de todos os ia-
leresaados.
Recife, 1* de Maio de 1898.
A commisc.
Typ. graphia
^.Ver de te orna pequea e nova a tratar na
jua aas Laraneeiras 0.14.
Lusitano
E' o excellente cognac P,-rtuguez que acaa-
de receber e recomiendo ao publico e espe-
cia'mente aos meus fregoezes, pe a sua 00a
qoalidade e paladar agradaDilissimo, eito de
aeaardenle de vnbo de vinte annos.
NICO IMPORTADOR
Joo Fernandes de Almeida
o ce
si-
De 4620 acQSes da Companhia da Fa-
brica de Vidros de Pernambuco^do
valor nominal de iooSooo cada urna
e j realisado 60S000.
Sexta-feira, i. de Mai-
A'1 12 hora
No 1* andfcr A ra do Vigario Tenorio
n. 26
0 agente Pestaa vender por mandado e as-
slsiencia do Exra. t'r. D. Jala de dirello do
commercio a re .uenraentu da Compaabia da
Fabrica de Vidros de PemarxbQco, 4620 accoes
do valor nominal de lOOJOOO e de valor real],
sado de 60:100 enca urna, ie teocer.tes aos ac-
cionistas do Banco Emisso* de Pernambuco
Jco Loit dos Santos e D. Plaoidia Piolo de Le-
mu, vio.a de arlos Pinto de Lemos, os quaes
deixuram de eotrar com a senma entrada oe
10 *|. apesar da inliBjdon judicialmente no
prasu leeal qoe j se acba findo, as qoaes se
rao vendidas pelo maior prego que der do da
le bora cima meocloaados.
t
Devocno de 8. Joo Baplista do
2-dK.lrtcti) de S. Jos
90 dia
De ordem do Sr. presidente, tenbo a honra
de convidar a todos os briosos irmSos e irrxs,
cemparecerem no dia 5 do corrente, (terga-
fera), na Igreja dos Martvnos, pelas 7 boras
da maobS, para aselstireui a missas que oor
alma de oossa irm bemfelio a .colinda Mau-
ra, maoda celebrar.
Tambem couvldo a todos 03 paren tes e ro-
gos da faieclda para assistirem o mesmo acto
desde j me confefso summ mente gato.
Rdf 29 de Abril de 1896.
O 2* secretario,
Anrtrft A. (le Saol'AoDS.
V^ende-se
Doss caas de taipa na roa do Tqua-y. na
Torre.com dona quartos, duas salas cosinba
cada urna, com cacimba, as qoaes reodem
3A00O mensaee, a tratar no largo da Grasa n.
13, Capunga.

3
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1 a.
S
"S
'i
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B K
"si
&
:
Vende-se
Urna casa no Arraial, travessa do'Costa,
com sitio, agua e iardim. a tratar roa Ia de
Marco n. JW.





litarlo de Pcrnambaco Scxta-feira 1 de Maio de 1998
B.
i
r
Egenho venda m Ala-
goas
Vende-se o efcennu Dois I-mans, ,",0'|<'tl
obelar de JO, cora 0011 asseniamemoa 01 .irnos
terrenra Lra asea e fom /rcPPrC 8 D ra
mas de 4,0.0 [itea. o destilb-ces para
Wardenlee alccol ac T' r""
al porear para 401) paea ruis - vivntfa e mal- tf< P" eo-P'fgadc?. boa. ra-
valle*. carr car' cs.
O referido eD^t'h,'iem molla agua e com-
bostjvl e flca -bd ccn soca moito auropri-aa
at para collocar-S' unir, o na, pendo ene Oca
a m*'gem oa eetraai oa fer.-o e ja tem desvio
oa prrteira do en-'echo.
Para coelbores i"roac6es o pr=te;dentes
diriam-se ao Sr. Jo** Coctcdio Lourr-iro. Me-
dale'na, roa do Bemfica D. ... oa em Mace:0.
ra Prsca da Ma'-riz n- 71.______________
Aluga-se
O 2* anda' do perno D. 146 *ito roa Coro
nel SofBOa, coco acromn od-cOes para gran-
de familia e tecc KU tricau.iia : & iralar a roa
de S. G ocalo o. 29.
DoenftM do Estmago, fnltm am Forfam,
Anemia., Febres, etc.

O WESMO
?ai
o5S2 .
de Hj^Bfl de
rritnilAll1flfA l-*""........OhlOk-oslo, Pobreza do Sangue, Debilidad*,
itlBEllSDr ^^is^^^^^i^ os Ossos, O ME8MO
aIPHOSPHmDO
Bicos inca (decentes
Patent HELIO5
nico representante
A. O. Cuimbra
19 Ra Barao da Victoria 13
4 ANDAR-_______________
Bichas de Haniburgu
Vende-se em grandes e pequenss
porcSes, appiica-se ventosas seccas : a
ratar n a ra das Larane-eiras n. 16.
Madeiras a. coastruccao e
n ateiiaes para edifcacao
A Companbia Exploradora de Productos Cal-
creos, vende em aen -.-aiaierji no caes do asal-
lo n. 73:
Madeiras psra r.onstroeco.
Cal branca ce ^caribe.
Cal preta.
Cal virRtm para sssucar caen 8
Tiioilosde ladrillH e corr
Tijcllos refracta-ios
p'n op nn>tvi* ii T* eoleirnp etf*
t5alii%iuca^
de Pajsrifiaribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
explcracLra de cal bran
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nac
tem suecursaes neni
agencias nestacidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se enc^ntram en
seu arir.azem do
Caes do Apollo o. 73
Fabricio de Albuquerque
CardozD
Pela quarta vi? pede fe ao dito senhur de
englobo Ca; Graoue, comarca do P.li For-
mo o, de vir com urgencia sailsfaier o sec
debito a ra Marque* ae ciliada o. 23, armazeeo
de fazendas.
SAL
Vende-se ra
Pedro Alfonso n
66, por menos
prego que em ou-
tra qualquer par-
te.____________
Regulaaor aa Marinha
Neste bem montado eatabeleeimeoto
de retojoaria eocontra-ae o maior sor ti-
ment de relogioa de toda a claaee o qne
ha de maia indo e aparado gosto ; instru-
mentos de eogenbaria, machinas photo
graphicaa, objectos para dentistas, ouri-
vea e relojoeiros, caizaa de msica, pho-
nographos, cbjeetca elctricos etc. etc.
Ainca mais : am bem montado atelier
para concertoa de relogioa de algibeira,
parede, torrea, chronometoa, joiaa gal-
vanismo e qoalquer instrumento tendente
a arte mecbanica.
Ra Larga do Rosario ns. 0 e 11, oa
Pateo do Paraiao.
A. J. C. Araojo & O.
Vinhos finos de Grenipapo
e de Caj
KM QUINTOS E DECIMOS
Vende pr^soe resumidos,Joaa Fernn-
des de Almeaa, travessa da Madre de Deas,
21. Recife._______________________________
Vende-se
Urna taverna slU roa Vidal de Negreiros
n. SI, a tratar na masma.______________^_
Importante refina^ao
Vende se urna a tratar na roa Paulino Cma-
ra n. 44.
As Pilulas purificao o Sangue, conigem todas as desordenas do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constituoes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as enfermidades peculiares
ao sexo feminino em todas as edades. Tara os meninos a-.sim cfcmo tanibem para os pessoas de idade avaacada
a sua elcacia e incontestr.vel.
Essu medicinas sao preparadas smente no E>labeIecimeOio do Proftssor Hgi-LOWAY,
73, NEW 0XF0SD STREET (antes 533. Oxford Street), L0NDEES,
E vndanse em todas as pharmacias do universo.
fijF Oe compradores sao convidados respeitosamente a examinar os rtulos de cada cauca e Pote se nao teem a airacQao, *"
5j3. Oxford Street, sao falsincaoocs.
A AGUA DE COLONIA
ISLEZA DE ATKiNSON
15 verd.a.eiraxnente a, mellior que neja fahrica.a
F mais odorfera, duravel e muito mais refrescante que aa de qualidade allemfi.
Senr-se BPicamente da ge ATKINSON | AauUlar-se dos tautoes emitagoes
A. verdadeira tem como garantia o letreiro azul e amarcllo, forma de escudo, e a
Marca de Fabrica White Rose.
A LORO coa QUININA oeATKSON para os CABELLOS
o preparado o mais agradavel que seja fabricado para os cabellos.
Fortifica e estimula o crecimento e melhora o aspecto da cabelladura.
Xa oa de todo* oa I^rfojaaima a a dos rabnouua. J. E. ATKJNSON. 24. OM BoDd Streat. LONDRES
rNEURASTHENIA, HYPOCONDRIA, DOENfAS NERVOSAS, IrVlPOTENCIA
Raehismo, Tuberculosa ossea, Arthrite, Rheumatlsmos
TUBERCTULOSA PXJIjl^OlTA.R., eto.
O GLYCEROPHOSPHATOdeCAL dalloz
I ldicamtDto por icillcicii ptra ti Hprunenciontilu indietefi n doif e 11! erlbfntli DtM 1 ttdi refeie.
Pais : vi. DALLOZ. 13. boultoari de la Cha otil. _,,__
Era PERNAMBUCO : COMPANHIA de DROGAS e PRODUCTOS CHA
INJECTIOILCADE
Cura certa em 3 das seo ostro medicamento
PAKIS 7, Boulevartl Denain, 7 PARIH
0dosiIo*> em todas as Drincinae? Fhai.-nia'-i>a < Wisstt!M^
VINHOdeBUGEAUD
^NI-NUTRITIvgi
lCOM OUINAi
IMl
CACOj
O melhor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
(Ilustrados facultativos de Pars, nos casos de ANEMIA,
CKLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza,DOEN$AS
do ESTOMAGO, CONVALESCENQAS.
P. LEBEAULT t O, 5, Ru Bourg-l'Abb, PARS
SE ACHA AS PRINCIPAES PHARMACIAS
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deanlcctado pa/o AlcatrAo,
fnico t oi/um:co, o ana muito
tutmtnU m propriedtde* do |
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DE BACALAO FERRUGINOSO
A i un/ct prepartcio qu* permits
tdmiri'itrar o Ferro tem ero-
dunr Priado de Ventre, n$m
Incommodo.
MPOSITO ;tl ea tita
131, mi do riok'-Ionlourtre, 21
B RANC0. L0IR0
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DA FRANCA DA SUROPA
molestias 00 peito,
'affecqOeses:;ofuloss|
chlobosis,
anemia, 0ebilidade,
tsica pulmonar,
br0nch1tes. rachitism0
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LICENCIADOS PELA INSPBCTORIA DE HYG1ENE DO IMPERIO DO BRAZIL
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EXCELLENTES PRODUCTOS
OS
Armara
0/ZA-0IL
ESS-0R/ZA
ORIZA-POWDEf
Apresentara-se aos consumidores sob
urn aspecto novo. Esta niodificacao se
fez para permittir aos amadores e apre-
ciadores da
PERFUMARA ORIZA
de reconhecer os productos SEMUIIOS.
Outroi tnnuncioi n'este diario dio o ftc
limle dtt nov cixinhai e truca.
L. LEGRAND
11, place de la Madeleine
PARS
Mw pedida nito-n-h i jljjjig IHiUrtit^
Ferro enj chapas Best
Best
Vende-se ra Duque
de Camas n. 91, com gran-
de abatimento do precodo
mercado ______________
Compahia Exploradora
de Productos Calca
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A 90000 a barrica
Para o fabrico do aasoflar Tesida-ae Da
Companhia Exploradora de Producto
Calcareoa no (asido Apolle tu 73.,
Pobrexe Ao Senque t
PHOSPHATO DE FEBEO
f
------~i
Molestias das Creancas
UBOSE DE RABAOI0DAD0
de GRIMAULT e C
kvrttiUM f\i luu t Hj|Um 4* liMa-Jaiiln.
Mais activo que o xarope anti-
scorbutico, excita o appetite,
resolve o engorgitamento das
glndulas, combate a palli-
dez, torna firmes as carnes,
cura os raaos humores e as
crostas de leite das crear gas,
c as diversas erupcoes da pelle.
Esta combinado vegetal, essencial-
ir.ente depurativa, melhor ^ole-
rada que os ioduretos de potaasio
e de ferro.
Km PARS, 8, roa ViytSai
DE
LERAS
i
Doutor em Scienciu.
Approwdo pela Junta da Bj,
do Rio-de-Janeiro.
anemia, as corea paludas, aa
dores d'estomago, a mecstruaclo
difficil, as flores brancaa, curio-**
rapidamenie com o ferro aoluvel t
com os phoephatoe, que ae achar reunido
no Photphato de ferro de lArat, muito
recommendado tambera as creancaa palli-
daa, delicada*, aem appetita, aa meni-
nas qne a* d*e*nvo.'v*m difllaant*
lefwitf m\dum tnnm
Xarope e Pasta
KSEIVAKPINHEIRO martimo
ds laaVaAS&B, Pharmacnuco em Bordea;
J|*asgBa1 ette tmt* t EiU t Mi U Umke.
Popular ha 30 anuos, o unico
preparado com a rerdadeira
Salva de Pinholro, extrahida
pelo vapor d'agua, logo depois
de cortada a arvora. Cura oa
deOuxoa rebelde, a tono,
as grippe, oatarrhoa, b ron-
chite, moleatla* da gar-
ganta ronqulcVe*.
Km fjkjum. m. t*w ~
ENXAQUECAS
Cura instantnea
pelas PILULAS
.S do Doutor CRONIER
rtu. ROBigUET, I d. iud. IiMiau, 23.' i> li "". paei*
' m PERNtaBUC C de Drooas e Profluctos ChrniicM.
oencasooEstomag;
ELIXIR GREZ
Dentes
Termina a iorriveldor de dentes uaan
do oezcellente preparado de Manoe
Gardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigid
pelos jornaes de maior cireulacao, att-is-
tam a efBcacia.
Deposito
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va U., ra do Marque de Olinds
a. 23,
Pharmacia Martins, ra Duque d;
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, 6 ra Estreita i
vosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, k ra d i
rao da Victoria n. 14.
} Pharmacia Virgilio Lopes, ra Lar
;- do Rosario n. 13.
Professora
"p-ecisa-se de orna habilitada para eosioar
P'imeiraa leltras, trabados de attolha e mosica
a ires aemnas en am eogenbo perto da la-
errea de S. P.aocisCo, a traiar na roa da Da-
ftnao o. ti.
Compadre
Compadre voc di(?a-me onde compra gene-
ro para sos despensa?
Eo Ibe digo :
Hi moito' snnos qne compro em ora arma-
7em, e oJo me consta qne ninguem seja mais
bem servido em outra parte; compro all, por
qoe encentro o que preciso, don a nota e man
nam-me ludo a mea goste, ja v nesta condi-
(So estou sstifeito.
Em precos nao ba qoem venda mais barato
p todos os gneros sao de primeira qualidade ;
a toa manteiga, o bom cha, o bom qoeijo de
diversas qualidades, o bom vlnbo de mesa da
Nerra oa Eet'f-lla, o bom viobo do Porto da
mais baixa a mais alta quelidate, os boos lico-
res, o bom champagne, finalmente todo qnanto
e pode desejar para orna boa despensa.
E teem tambenn oca completo sorlimento de
obras de vime, como sejam cestas para com-
ora?, bslaios para papel, ronpeiros, tercos e
lindas cadeiras.
Obricado compadre pelo qne me diz, porqae
a vida est multo cara ; von mandar comprar o
qoe precisar oeese armazem.
Pois mande comprar que ba de icar satls-
feilo.
Ulbe o antlgo armazem de
Pocas .tiendes C.
RA ESTRs.1TA 00 ROSARIO (JUNTO A'
IGREJA)
Sel onde compadre
Caixeiro
Preciaa-se de om de 14 a 18 anuos, que d
Sador de soa conducta, a roa Angosta n. 818.
Cosinheiro e criado
Precisa-se na roa da Palma n. 40.

Mancha
Fnrtaram do dia 27 deate andante, no enge-
Dbu ndame, no municipio de Amaragy, om
cavalio rodado pedrez, com orna mancha no
pescoco, no lado direito, andador de baixo ai
meio, lodo Bufar em passo, qasdris am ponro
salientes, lem urna pequea baixa na^ costelias
etqnerdas: qoem tlver noticia delle enviara
para a estacjto de Frexelras. qoe ser gratifi-
cado.
MQZA.C02
Vende-se na roa do Commercio n. 34
Fornece-se catalejos.
Remedios que curam
SEM DIBTA
NEM MODIFICAQO DE COSTUMES
especficos de
Eugenio Marques de Hollanda
Saisa. earoba nianacCura to.
das as molesiias da pelle, rheumatlsmos agu-
dos ou ebronicos, todas as affecces de orlgem
syphilitlca, escrfulas, ulceras, bobas darthros
e empingen8.
Plalas de velamina-Combntem as
prls6es do veDtre as eocbaquecas e sao clspu
rali vas e reguladoras
Elixir de imberlblna Restabelece
os dyspepticc8, facilita as digestes e prumove
a defecarlo.
Vlnbo de nnnanaz ferruginoso
quinadoPara os cbloro-anemicos, debela a
poemia intertropical, recoustitoe os uydropi.
eos, beribericos e coovalescentes.
Xarope de flor de araelra e ma-
tambaMuito recommendato na broocbite,
na bemoptise e as toases agudas ou ebroni.
cas, na influenza e asthma.
Xarope de muluog e flores de
laraageiras Contra insomnias, nevrose
cardiaca, hysterismes, clicas hepticas, tos
res nervosas, astbma, coqueluche e convulses
das changas.
Viiilio de cacao, peptona e laeto
phosphato de cal quinadoContra o
racliitisjio das chancas, Jesenvolvendo*as,
reanimando e orgaoiemo faz recuperar as
orcas perdidas por molestias prolongadas e
anemia.
Estes e outros preparados do Ilustre clnico
cootinuam a ser fabricados sement no seu
afaavido Laboratorio ra Visconde do Rio
Branco, n. 12, Capital Federal.
Cuidado com as imitacoes
"Vendem-se as Pharmacias e Drogaras
deste Estado e no deposito geral ao Largo da
Companhia Pernambucana n. 6,1- andar, es
criptorio da Jos Unsumbo.
LUZ
DIAMANTE
LONGMAN & MARTNEZ
NEW-YOBK
Livre de Exploso, Fumaca e Jle
Cheiro A' vendo em todos os arma-
zens de secDS c molhados
Piano
Vende-se om novo roa BarSo da Victoria
n. 16.____________________________________
Sortimento completo da
madeiras de Pioho, na
Senaria Nacicnal ce di-
maco da Silva, do Caes da
Regenere cao n. 24,
NEVEIRAi
DOS
fBMBijM CAMPOS
Produ- em 10 Minutos
50C gr. a 8 kil. de Gelo,
ou Sor-vetes, Bebidas Ge-
ladas, etc., por um Sal
noffensivo.
J. SCHALLER
332, ru St-Honore, PAIS
PRO*PECTO PKANCO
l'IDIllll DO
Contina a manter em seos depsitos completo sorlimento de utensilios para usinas
eedendo sempre por pregos mdicos.
MACHINAS A VAPOR de differeotes systemas a tamanbos da Robinson e outros faorl-
r-.ntes desde 2 a 12 cavallos.
CALDEIRAS a VAPOR multitubulares de Fletcher para fuoccionar com o logo das fora.
CALnIRASA VAPOR Cornish e typo locomotiva para fuoccionar com lenba e bagaco-
RODAS para agua.
,-OMBAS de motun-^ontinuo.
MOENDAS e meas moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas
ARADOS de differentes systemas.
CR1VACOES para fornalhas.
MACHNS para descarogar algodSo de H a 50 serras com alimentadores e empasuao
vontade dos agricultores. ,_ .
Fazendo parle da direccSo de sua fabrica o Sr. eugsnheiro Augusto Clarb, vantajosa-
merte conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de montagem de grande numero
o* usinas funecionando deste Estado, incombem-se de mandar vir e erigir garanlindo a pro.
doceo e qualidade do assu ar.
APpARELHOS e meios apparelbos de vacuo.
DESriLLACJOES completas paraalcool e agurdentela vapor e a logo nu, para grande
e pequeas fabricas. _______
S2. RA BARAO IOTRIMPHO, 2
pela
DE
Campos & G
N. 35ROA DUQUE DB CAXiAS-N. 35
Em frente do Diario
Os propietarios deste bem montado estaba-
lecimento previnem ao reapeitaval publico qus
nara bem servir aos seas fregaezes teem no re-
ferido estabelecimento am esplendido e varia-
do sorlimento de casemiras pretaa e de corea
o que ba de melbor em la, Lmbs de paro linho
de todos os padroes, a por pit-as rasoaTala.
Possoem bous artistas, pek qoe ae jolgam
Habilitados a saiisfazer com tod< gosto, esmerr
e perfeico ao fregus mias exigente.
Ma mesma alfaiatarla alngam-3e casacas,
etc.
Liquidagao
A UJa Paria n'Aauerica tela-
do ale liquidar diversa- f-
xendaa de modaa chama at
1 teucdo de seos tregese* para
grandes abatintentea lo pre
eoa.
Ra do B. d Vletert
PernambHCO
MEDALHAS de PRATA, de PRATA DOORADA e de OUItO i
Academia de Medicina Part, 12de Junho 1892, Academia das Sciencias Paria, lre de Abril 1891.
crvSCMtlNE llPRlMct
ajt"* VERDADSZHO ESPECIFICO m **
contra a PRISO de VENTRE
O tratamento pela caacarlne nao lmpoe a modincacao dos hbitos de cada
nrn e pode ser seguido por todos em todas as occasles.Cura radicalmente.
A PRISO VENTRE CHRONICA. 1 AS DOENCAS DO FIGADO.
A PRISO DE VENTRE das Mulberes A ATONA DO INTESTINO.
que esli gratidas ou dio de mamar. i A8 HEMORRHOIDAS, a mas digeslSes.
Ua ou duas PlLULai A Nom 00 ao jantar (reja-sa o Crospeeo)
CNVIA-SC QRATUITAMKNTE A AMOSTRA
Dirigir-as oa temer : Casa K. LEPBISCE, Pnarmaden i Bourgta (Fraoce).
DEPOSITO PERNAMBUCO : C' de Drogu 4 Productos Chlmleo.
MOSQUITEIROS
56 e 58 ra Duque de axias
lelephonen- 210
3P A.3R. A. X,X QTTXia .AJB.
inoo n______:_________._____J^..CTJQ fit R n\\ \
americanos bran-
cos e de cores,
de todos os ta-
manhos.
COMPLETO
variado sorti-
mento de tape-
tes
Justa c6co. c
califa
^
al

de For
ANEMIA -CHLOROSB
O PERRO
Qtis
BRAYAIS
Experimentado pelos prmeiros mdicos do amado,
pasta immediatamente na Erooomia tem ocasionar
i incommodos. Rcstae ao sangue > na cor. recont- i
I litnindo-o e dando-lhe o vigor necetsario.
)esconf\r-M das Imitaftes e FolsifaafM.
IssIm Mr tUcad Paria. 40 4 42,Rue St-l\aa(re
8 KM TODAS AM PBABJdAOUi
ia 18
TIJOLOS
Na Fabrica de Teci-
dosem r.aniararihe, ou
d rUa (lOt^OIIlll ^4 o nr,rlnBiiA..rl1 o/ t )Htadlsslmos para exe uciodeqoalqoer trabalno
1. aiinar Veitflf Se U"!:oDrrneni* suaa>te,especialmentecravacOe-
. .. ; par> bnlbant**, -x-nin^ penclnei, monoco
io os ilesuii-'Nor nuali-iios.eic.
I l# 1 i ooora ae. prstela-?. qoalqoer metol, oncer
fJ2.de hPonro Til ,,0O-/,,Bltl" lem-orei-eroaooi outra qoalqoe'
Struecan. /' Roa das Larangeiras o. 1
Ourives Oc-
culista
Ti-EOD* RO JOS' RAMO DB MELLO
Etshele. i,,o rorr^ omr-.ina de oorives i ras di
Larngei-.. n. I, iVisa aos seas fregueses >t
iobi'o, ice uiantm offlciaec bab
para forro de
salla.
MALLAS
para viagem, de
todos os tama-
nhos e qualida-
des.
oMANEQUINS
Casemiras pretas e de cores de 8| a 4)5
covado.
Sarja pretafina, pura 15 a 58500 dem.
Morir finissimo com 24 jardas de 15$ a
105 a peca.
Dito francez de 120 a 8$ idem.
Dito para noiva a 38500, 4$ e 4S500
idem.
Cretones francezes a 600 rs. o covac'o.
Algodaosinho T muito largo de 128 a 8(5
a peca.
Merino preto, pura la de 24500 a 18400
o covado.
Crepons de cores, pura la, de 28500 a
18500 o covado.
Cambraiaa brancas, rendadas a 00
700 rs. o covado.
Merino F do b-ile, branco e de co., no-
v dad" a 500 rs. o covado.
Foulardine,lindos desenhoa de 800 a 500.
Surhats de seda, todas as corea a 18500
e 28 o evado.
Cachemira infestada de listas e quadros
de 2)5500 a 800.
Meias cruas, inglezas para hornera de
128 a 68 a dusia.
Cam sas para homem de 808 a 485.
Atoalhado branco adamascado para mesa
de 48 a 28500.
Guardanapos branco adamascado de 18 a
33000.
Comple o ortimento de sedas brancas, capelln, co
chas e fronha* tu io para casamento.
Damasco, pellocia e reps propnos para rest osteiros
e cortinas.
U asrrande quaatidade de retalhos de
(hitas,crttemes, cambraiaae setinetaque se-
vende por iarat<> precio.
L0J\ \SESTRETXAS
56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e d&
TELEPHONE N. 210 J
americanos para
todos os corpoa.
COMPLETO
sortiaaeato de
tapetes de alca-
tifas e velludo
PARA
SOF' E PORTAS
CAPACHOS
de coco de todos
os tainanhos
com inscricSes e lis o
f_ IHGtVH ]

(

^aaa^^a^a^a^a^HS^f




-^_______mm_
____

HHHHHi


Diario de Pernambnco Sexta-fcira i llaio de de -&1M

SABAO RUSSO
MASA7ILE0SA SSSSCI* P..P.BAPAPC3
Approvada pea Sm.a Junta de Higiened Capita
Vr Federal
Ionaaiero certificados de mdicos dsticctoa a de peetOas de toJo crite
fio testuz a prConuamo
dabo rus*o para turar queimaduras
NevralgiasEspinbas-
ContusSesDores rheumalicas.
DarthrosDores de cabeca.
EmpigensFerimentos.
Caspas^anos=Sardas=Chagas Rugas.
Erupces cutneas e mordeduras di inHctos venenosos etc. ota.
A nica e melh r AGUA DS TOILLE P, reunmdo em si todas as pro-
priedndes das mais afamadas
Venuem as principaes pharmacias
e casas de perfumaras em Pernambuco.
Deposito pharmacia dos Pobres.
fos de Azevedo llaia efe Silva
Ra Larga lo Rosario _n- 28 ________
Xqudaco^de Fazendas
LOJA DO POVO
A* ra 1 de llardo n. 19
anas siticetas tarta acres com um metro de largara a 5)0 ra. o covadc.
Lirjdas brhantinasoom listrinhas a 600 rs. o covado.
Crotones franceses para cobertaQcom um metro de largara a 600 e covto.
Casinetas para roupa de homem e creabas a 500 reis o covado.
Cachera: res para vestidos a 3'0 ocovado.
Flanellas de cores para camisas e vestidos a 500 reis o covado.
Casecos de Jersey para aenhoraa a 44GC0 r. barato.
Vestuarios de dito para menino a 15COO um.
Sarja pre'a e taul com 2 largaras par* roupa de homem a 4$0D0 o covado
Eipartlhcs para aenboraa 8S000 e lOflGOO um.
Cortes de cacLemira bordadas a seda para vestidos a 30000 om.
Colchas ds damasco brancaa e de corea a 5&, 8$, 150 e 255000 ama.
Sedas brancas e de cores a 205CO o covado.
Panninopara noivaa a 4(5800 a peca.
Madapoiao moiiai americano com 24 jardea a 1250" 0 a pe^a.
Atoaihado branoo borddo para mesa a 2500 e 3f000 o metro.
Dito de cor a 255C0 e 30000^0 ctvad-.
Cachemiras com 2 larguras para vestido a 10500 o covado.
Bramante de linho com 4 larguras a 3$5t0 o metro.
Capellas com ven para noivaa a 120000, 58 e 200000.
Cortinados decsmbria para cima a lOSOOOo par
Ditos de erocret tfem dem 128000 o par,
Calchas idem idem para ctmi a 108 e 158 urna.
Cortes de cambraia brues bordadoa a 0S um
Meias ci.3 e de cores para homem e Srai>. a 120000 a duiia.
Camisas de meia de 15 para senhoras a 60000 urna.
Cortes de casimira americana para cil<;a 48 um.
Ditcs dita taso cera a 10 J uir.
Paiulhcs c.m e sem gravata para senioras a 1>2 x) um.
CamiBss de fhnella para homem a 28, 48 e 0 urna.
MarUhsn pretis e de eres a 2S500 urna.
Sobretulos, guardapo'*, ceroulai, lenc.0?, T.oalhas
e muitos outros rtigos que estao em liquidacao.
Carneiro daGunha&L Scbrinho
Ra 1 de Marco 19
EMULSO DE SCOTT
DE OLEO DE FICADO DE BACALHAO
Com Hypophosphitos de Cal e Soda.
Approvada pela Junta Central de Hyiene Publica e autorisada pelo governo do Brazil.
Os mais afamados mdicos do mundo receitam constantemente esta"
preparacao. Leia-se o seguinte testemunho:
O abaixo assignado, Doutor cm Medicina
pela Faculdade Medica da Babia, Estados
Unidos do Brazil, Delegado de Hygicne d'esta
Cidade, etc. Attesto sob f de meu grao, que
tenho tirado os melhores resultados na miaa
clnica civil, com o emprego do vosso preparado
denominado "Emulso de Scott" nos escro-
phulosos, tuberculosos, rachiticos e em todas
asenfermidadcsquedcixam em sua terminacao
um depauperamento das torgas. Alem do bom
resultado em scu emprego, alem d'isso,
fcilmente supportado pelas crianzas as mais
rebeldes medicaejio. l'odcrao fazer, d'cstc o
:"! uso que lhes convier.
j De V. V. S. S.tf
R. ANTONIO MUNIZ FERREIRA,
Mocca.
O Dr. Muaiz Ferreim so paulo, BrariL
A Emulso Scott urna prepara<;o d'Oleo de Figado de Bacalhao, de
urna apparencia agradavel e fcil a tomar. Nao tem o gosto repugnante
do oleo puro e simples, e ao contrario d'este de fcil digesto e assimi-
lagao. Os hypophosphitos, cujas qualidades tnicas inflcm tanto sobre os
ervos, ossos e cerebro, e que entram n'esta preparacao, augmentam as
virtudef Ja reconhecidas, do oleo de figado de Bacalhao.
Xos^asos de Thisica, Escrfulas, Anemia, Chlorose, Rachi-
tismo, Affecijoes da Garganta e PulmSes, a medicina nao encon-
trou ainda nada que iguale Emulso Scott.
Vcnde-se em todas as pharmacias.Scott & Bowne, Chimicos, New York.
J llUlMi UV1L
0 mais importante do norte do Brazii
ILLUMINADO A LUZ ELCTRICA
Oiep'ido capricnusamenta do orirneiroe ncnen iia k< t iw fin rm oe o os
palaiiare-' b*|j eieea(rl>'OK a a ne3<*8i'i"ie tiyn'i-nlra.
Nada rfe'x-nido Actvyir esie esi:ioele>':ixenio o preferido ptl* mus -lti -oci'dade
p rnarr.bncasa. que Dfo lh T?gi\H>* "'"los.
D apeo io de om pesso! nab it^rto, qnpr na artp ce a t nnr, qo r do morto rt> b^O
servir, esta rtiB i"iabe!ecim*nio "h altara de tero ooico que pide i>a40fl>dradaBaais uva.
lisiar tom ot njeltinre.-i noi^H d^ Econ.
Anar "o se'V'co raliua'to cr.ntiado a cozinbPiros nariooses e es'rsnt'ei'O', encootra1
a es seonores *\>swe rraB'ili^* Hospeiaru oiiio-esea e bvuieflfca, c-jcq DaoDr, etc.
Prtjos raso4p>. ?"" tn^firld'**
PERNAMBUCO
CAPPAR1NA
HWSIeO CUSATIV S P3-V_KTwV0 DASE7SIFEIA
DE
ROUQUAYROL
M*
H
Approviulo pela Junta de Ilygiene
A CAPPAE1NA, p'odoito a* llora uraiil .ira e um reoaedio oe elleiiu prodieiOBO nao 86 pa.
ra a cora a E'va pea como pira prevpt ir o ppo rpsptareclmpnto.
A CAPPAHINA. alm deataa propripdartes preiiosac, i"m vaniagrns sobre os deman rrrae-
108 irope^aos a' boj* pta o meama flm. a de evitar a formacaa de tomo-pa moi'.ofrequtn.
es ra E'Vlpel?, remo lambrm oe cbstar a oefforoacao da< diversas parlen do corpo, tees co.
mo : os bracos aa peroa?, o escrotos, molestia cobecioa sobre o neme 09 tlepbantisses
Erysipela branca.
A CAPPAKIN* de 'goal eVaris para rnrar Lvnpbati'e.
N. B.Cada frai"-o; acompanbdo por iotrorgOes e atleetadns qna sao ootraa lanas
ae da verJadeira eC3cacla oetie novo medicam,',to.
t'EPOITU
Botica Franceza
Ra do Bom-JesuB n. 22 (antga da Cruz)
PERNAMBUCO
EMULSAO VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PH%RMaCETICO
:::::;.:: :::.:::::::: :.:"::::;a : mm::k sa s_s:a
APPROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulsao faz expellir completamente em poucas ht ras 03 verme' n-
testinaes, conh"cidos vulgarmente com o nome de lombrig-a. Tem vanta^sm
sobre os demais medicamentos empregados para o mesrao fita, a de nao ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, pudendo er usada pelas
creanf sem repugnancia. Era sua composico nao entrara substancias mina-
raes que de maud^m de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Criancas colheres das de cha. Deve s-r
tomada pela inanb bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou .3L
com agua adorada.
' Pre?o 1/2 vidro 15000
1 c 28000
Duzia de 1/2 c 10000
t 1 203000
1 Pili*
FUMANTES
A PRIHE1RA CASA EM PEBAAMBUCO AESTE GEAEBO
lina llari|ucz ele Oliiida n. 1
( AVTIGA DA CADE1A)
Charutos de Havana do piimeiro fabricante, caixas st 1]4
dem dos primeirca fbbricantes da Baha.
Fomoa estrangeiroa enlatados e em pacotes.
dem nacionaea eniatEdos e pacotes.
Cigarros de Havana,
dem inglezes.
dem nacionaes com famos etcolhidcs a capncbo.
Gr.nde e vanado sortimento de cachimhes de espuma com ombsr eom estojo,
dem de madeira em ambar'com estje.
Ponteiras fio.sa.mas de mbar de primeira qualirlade, grandes e peouenas.
Grande sortimento de earteiras de todoB rB tamanh-s, de boljas para tumos e
cigarro,, papel de ^f-^ ^.de.^ ^ ^^
s?
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o-
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PEEIDAS
HAMAMELIS
DE BRISTOL
(AVELEIRA MGICA

ITGUKNTO I2XTKACTO
ESPECIFICO PARA O
RHEUMATISMO
E HEMORRHOIDAS
INCHAgOES
ifc INOFFENSIVO &\
> < < [0 < O GRANDE PURIFICADOR SALSAPARRILHA DE BR1STOL CURA TODAS AS IMPUREZAS DO SANGUE E HUMORES H % i> H < ti
ps E F F 1 C A Z S&. |
^
PBIT0RAL CATHARINBNSB
XAROPE DE ANGICO, TULU' E GOACO
GOHPOSlClO DE It A I' I i I V E I R A
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do stad
premiado com a medalba de 1.a classe em diversas exposi^Ses.
Recommendado na clnica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tosses, bronchites, astbma^tisica, coqueluche, rouqu*-
dSo e todas as molestias das vas respiratorias.
Mais de b0 mil pessoas residentes em diverso Estados do Brazil, attestam
a eficacia deste grande preparado.
RALINO HORN & OLIVEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Cathanna.
A' venda em todas as pharmacias e drog-irias
DEPOSITA R;lO NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Guimares Braga & C.
Ra do Mrquez de Olinda n. SO
F0LHEXIM
A MENDIGA DE PARIZ
POR
SEGUNDA PARTE
ROSA E MARA
XII
(Continuafao)
Po^ diversas vezes, aproveitando crises
de delirio, Deprty fizera perguntas no
infeliz para lbe arrancar todo o segredo,
mas nao tinha respost.
Entietanto iprty suppunba ter a
certeza de que Serva Duplat esconder
notas d> banco e ttulos de divida em
Champigny, dentro de urna garrafa,
n'um canto do jardim da casa n. 9 d*
ra Bretigoy, pertencente a urna tal
Palmyraou, pelo menos, babitada por
Ua.
Era tado, para o bandido.
Da v, l'a Franca, procurara meio de
recomecar vid* nova.
Eia ah a razo por que, quando Du-
plat dizia ao enfermeiro : N5o sei
Como hei de provar todo o meu reconhe-
cimento Deprty responda mental-
mente : Has de provsl-o, qoer queiras,
sj aer n5o I...
O amigo capitao dos federalistas pas-
gou cinco mezes no hospital.
No fi u desee tempo, completamente
curado, mas com o braco momentnea-
mente ankylosado, foi convalescr na
pennsula de Ducos, em casa de um ce-
lono egriciltor, que pedir adminis-
tracao um homem capaz de fazer a sua
escripta commercial.
Deixou Nouraa depois de tor agrade-
cido a todos os que trataram delle e
abra9ou Deprty, que acabava de cum-
prir a sua pena e qui tal vez nao o tor-
naste a ver.
Este pareca muito reconhecido s de-
morstraedes de amizade prodigalisadse
pelo toreado e na deixou de pasear as
maos delle algumas moedas brancas, di-
zendo bai.inho :
Ah esto os quatorze mil francos
qne, gratas a ti, eu vou buscar no n. 9
da ra Bretigoy.
A inten:> de Deprty era, urna vez
desembarazado em Frarca, deixar o mais
depressa possivel a cidade que lhe fosse
indicada para residencia, correr a Priz,
cojos praasres o attrahiam.
Contava transformar-se inteiramente,
de mido a cao ser re-ouhecido pela pro-
piia polic.a, caso ella o quizesse perse-
guir.
NSo f cil a ninguem tranaformar-se
radicalmente.
Deprty procurava um meio para isso,
quando o acaso veio em seu auxilio.
A faga'a Le Var acabava de fuadear
no portf de Nouma, deaembarcando
para mais de cein pessoaS, entre colonos
livres e fircados.
A trav!ssia fra excepcionalmente pe-
nosa e d'entre os passageiros livres mu -
tos tinham sido accommettidos de moles-
tias que os obrigavaro a baixar ao hos-
pital.
Entie eises vinha um rapaz da vinte e
seis annos, mais ou menos, que quasi ar-
lebentara a cabeya n'um dos tombos da
fragata, por occasiao de manobra em
mao tempo.
Foi conduzido sala de Santa Cecilia,
onde oceupou o leito que fra de Servis
Duplat.
GaatSo Deprty, com o auxilio de ou-
tro enfermeiro, teve a miss.vj de o des-
pir. de o deitar e de miuistrar-lhe os
primeir's cuidados exigidos pela situa-
qio, que o medico de bordo julgava des-
esperados.
Tinha sido enviada, com os doentes,
urna rela^o ncminativa, mas sem outras
indicayes seno as constantas do regis-
tro de bordo, isto nomes, sobrenotiea
e lugar de embarque
Ao governador da i ha qu elles de-
viam apresentar seus passapor'es ou pa-
pis justificativos de sua identidade.
Tomando a roupa do ferido para en-
tregar irma Lucia, que se encarregav
de os clas8ific*r e registrar, Deprty nao
se esquoceu de revistar os bolsos, tfim
de guardar os objectos de valor que ahi
se achas-.em e que deviam ser acompa-
nbados s urna declaraco.
Os objeatos de valor eram um relogio
de algib^ira com a respectiva cadeia e
um porta-prata centendo quinhentos
franoos, mais urna earteira contendo pa
peis.
No momento em que Deprty retirava
essa c.rteira do bolso do vestao ensan-
goentado, cabio um papel os ps do
antigo advogado, que, lego primeira
vista, reconheceu nelle um documento
administrativo.
Apanhou-o e leu-o.
Era urna licenya para conduir armas.
REPBLICA FRANCEZA
Em nome da le.
Nos, pref ito do departaaaen o de
Iiidre-et-Loire, convidamos as autorida-
des civis e militare? a deixar circular
livremente, com um fuzil de caca, as
trras em que elle tiver licenca e direito
de ca$er, o Sr. Visconde Georges di
Grancey, nascido em Amboise, confor-
mndose o meamo com as leis e orde-
nanyas policiaes relativas 4 cara a
conduccao de armas.
O portador devpi apresentar a pre-
sente 1 cenya a todas as requises de
maires e adjuntos da gendarmera, da#
gua das campestres e d* todo o qualquer
agente de autoridade.
Feito em Tours, a 28 de Agosto de
1885.
Fsaa licenca estava perempta h doas
mezes.
Emquanto Deprty lia-?, brilhavam-
Ibe os olbos.
A columna collocidi esquerda, 4
raargem da licenca, ontinlia os sgnaes
do Visconde de Grancey.
Idade26 annoi.
Esta'uraUm metro e sessenta e cin-
es centmetros.
CabellosCastanhoa.
TestaLirga.
Sob ancelhasCastanhaa.
OlhosPardos.
NarizDireito.
BoceaMedia.
QueixoRedondo.
Rosto Alongado.
CorMurena.
A casa dos sgnaes particulares trazia
Nada.
Estes signaos, com pouca diflerenya,
podiam passsr como sendo os de Gastad
Deprty.
O f jrcado tomou o papel e tornou a
guardal-o na earteira, que metteu no
bolso do casaco, com a inten$fto perfei-
tamente clara de se apropriar della e de
DEPOSITO GERAL
Praqa MacielPinheiro".
PlI ARMACIA FERREIFA
PERNAMBUCO
31 RuaBaroda Victori a31
Depois da Botica Eranceza
Fabrica de ol duras
Estampas de todas as quididades. Qucdros. Sanefas para cortinados, ca
dieiros, chamins, pavios, molduras pura retratos.
Enoarrega-ae de retratos a craion para o que ba contratado um perito rtiata,a
bastante cenbecido.
Prepara-S9 qualquer encommenda com a maior brevidade.
Sinceridade e nn < a baratissimos.
GRTSDE
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimerito de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commoddade n'um dos pontos mais hygieni-
cos da cidade do Recife.
Accommodacies magnificas, todas com janellas para a ra.
v Esplendida salarle refeiges, a mai r e mais arejada nesta capital
A cosinha acha-se a cargo de dois peritos cosinbeiros, sendo um irancei
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a cene
de que com os elementos que cima offere-se acha-se habilitado a satisfazer aoa
mais difficeis dos appetites e bota-o aoa despor do publico offerecendo-se para pre-
parar banquetes, jantares etc., dentro ou fra do mesmo estr.beleciment.
PRECOS RASGA VEIS
S IQIQIS
rUNOICAO GISBAL
ALLANPTERSONI.
44--RUA 00 BARAO DO TRl'JMPHO-44
Machinas a vapor.
Moendas.
Rodas d'agaa.
Taixas tundidas e batidas.
Tixas batidas sam crava^ao.
em occasiao
ao I
examinsr o seu contedo
mais oppjrtuna.
Logo qo i acabou o servica, apresen-
tou-so a occasiao.
A earteira continh : Urna certido
de nascimento de Georges de Grancey;
dous attestados de bito, um de Georges
Pau!, Visconde de Grancey, outro de
Maria Helena de Grancey, de Bmne-
ville ; notas e algumas cartas insignifi-
cantes.
Deprty guardn tudo em lugar se-
guro.
No dia seguinte, conforme as previto's
do cirurgio da fragat* Le Var, Geor-
gis de Graucey morria, sem ter tido um
instante de lucidez, e vinte e quatro ho-
ras depois seu corpo era inhumado no
oemiterio de Nouma.
S se podia attestar a sua morra em
vista das indicares fornecidas pela re-, Pre des 8alariS-
laco nominativa dos desembarcados da
Var, a qual s meacionava o nome e
sobrenome de cada mn delles.
Poderei ir para Tuurs ? perguntou
Deprty.
Sem duTda.
Queira, entSo, pasjar-ma um pas-
saporte p ah... Vu para junto dell es.
Venha amanh para se lhe entre-
gar o passaport*. Ne^t-s tres das o se-
nbor embarcar no n*vio La Loirc com
destino 4 Frang... V.
Deprty retirou-se.
Todo forcid) receba, no momento de
sua liberiade, urna parte do dinheiro
que ganbou em -sua estada na Nova Ce-
ledonia, trabalhaodo por con tu do go-
verno ou servindo como criado dos co-
lonos livres o# libertos, obrigados a de-
Dositar in'egrVmente, e mez por m<>z, na
caixa da administragio penitenciaria o
Era o bastante para a administraco,
a quem foram entregues o relogio e o
porta-prata encontrado no bolso do Vis-
cunde.
Correu um mez.
Gast'1 Dsprty sc.bav o seu tempo.
Foi chamado 4 directo-ia da peniten-
ciaria.
Est livre agora, disseram-Ihe.
Quer ficsr na c donia ?
Nao, senhor, respondeu o rapaz,
desejo ser repatriada...
NesPe caso ser4, durante vinte
annos, submettido 4 vigilancia da alta
polica.
J4 ea sabia...
Ser-lae-ha indicado um lugar de
residencia em Franca, mas lhe permit-
ido escolber esse lugar entre os que po-
dara ser habitados pela gente livre.
Metade da somma pertence, de direito,
administragio. A outra parte reser-
vada ao condemnado trabalhador e
inscripta em sua conta.
A reserva de Deprty elevava-se 4
sjmma de G79 francos.
Recebeu-a juntamente com um passa-
porte, iodicando-lhe para residencia a
sede do departamento d'Iodre-et-Liire
passaporte que elle devia entregar
prefeitura desde sua ebegada a Tjutb.
GastSo Deprty nSo faza mais parta
da administrado da penitenciaria. Dei-
xou o meio dos transportes, vestio-ae
convenientemente em um d:s bizarea da
Nouma, e no dia seguinte o Loirt o
condjiia Franca.
-k
(Continua).
i
Typographia do Diario.
I