Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16890


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Full Text

amo lu iumine
PARA A CAPITAL E LIGARES OXDE MO SE PACA PORTE


s>
''
1


Por tres mezes adiantado
Por seis ditos idem......
Por uin anuo ideai......
Cada numero avulso, do mesmo dia.
60000
12,5000
240000
tflOO
SEITA-FEIRA 26 DE FEW1 DE 1886
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados.
Por nove ditos idem......
Por um anno dem......
Cada numero avulso, de dias anteriores.
13,5500
205000
270000
tflO
DIARIO DE PERNAMBUCO
tyopxvabt fce JHatwel Sgame* t>e Jar & JtUjos
TELEGRAMAS
5S3VI53 rA3I:7Lft?. SO BIASIO
RIO DE JANEIRO, 25 de Feverei-
ro, as 12 horas e 40 minutos da tarde.
(Recebido 1 hora e 23 minutos, pela
linLa terrestre).
. Foi "lei lo rm otcraliniu. pelo
s. diatricto de S. Paulo, depatado
Keral. o Yinconde do Plnnal i.
ssavzgg sa lm:l sayas
(Especial para o Diario)
LONDRES, 23 de Fevereiro.
As relaroen diplomtica entre a
Inglaterra e a China acham-u lo
destendidan qae < julgn pommIvcI
ii m rom^linenlo.
MADRID, 23 de Fever^fo.
O calamento da Infanta D. Eulalia
ter lugar 5 de Mareo prximo.
Agencia flavas, filial cm Pemambuco,
25 de Fevereiro de 18-6.
INSTRUCGiO POPULAR
economa poltica
, (Extruhido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
(Continuando)
CAPITULO I
>ix '. preliminar-*
Kiquk-a.A: *r\mos no estado de3ta
acieaoirt, convon *jm: ticfliiau'JS o iiue t;uildlllU6
o seu obj-eto, isto a riqueza Riquesa em eco-
noma poltica, nio o mesmo que vulgarmente
aeetende como tal nein a sua dlfinica> coiaa
muito fcil, Muita geute ha que tem nriquecido
pelo seu trabalhe e que com.uio, nao capaz de
explicar devidamente o que a riqueza. A idea
mais geral, ni gente falta de canhecimentos scien-
tificos, a de qne a riqueza consiste na posse de
moedas de ouro ou prata, c do que horrem rico
o que no seu eotVa guarda urna grande quantida-
ne de moed.s. Mas, bem pe) contrario, os ricos
geralmente conservara pouco dinheiro em seu po-
der. Em logar de moed* no seu cofre, teem urna
conta corrente com o seu banqueiro que o depo-
sitario do seu dinheiro todava tambem a conta
corrente nao define nem d idea rigorosa da rique-
za do indivdu >.
Attribue-se igualmente a quadade de rico a
iiu'm possue grande quantidade de trras ; e en-
tretanto tainb 'm nao caractersa isso a riqueza,
que dente da situacio d'aquellas terre-
no; na n ea provincia do Miuho, e pode nao sel-o
tuu-., antea se- milito pone rico, quem possuir
um-. no contiaento africano, onde
I .j i k)ra*J >s educados para
a lab jr .co da t rra. Os selvagens africanos do
rior est.Vo -3 le muiros, seculos, de
utna i ue terreno; e, comtudo,
vivem na 11 mais objecta.
Lo:: uoo e nsti.ue a riqueza.
e.para CJustituir
.. frtil, cortada de
we com maltas
i; qu,.' incurre no seu
leo, de ter
[ duro, i Codsa essas coisas
co- i. .-constituem por
si s a riq za. :; que citam is pos-
I lefias qualidadea e
. panana ou nao querem
transformar os beti ess riqueza. Pelo
n os bollandezes, vivem
era | no ores e tornam-ee ricos
pc.; lo traba!ha e pela previdencia.
Em resumo, a riquesa deviaa antes ao traba-
lho < exell --ni ; mas estes dius
elementos ifio neoeeaario p na que um povo ve-
nha surti rico. ai pnneipaes naces
da Europa, c Unidos da Americt,etc.
Preee-nM qnea afelbordefinais queda rique-
za podemoa presentar a 13 nossos leitores a se-
guinte, formulada pir um economista inglez.
Chama-se riqueza o que : Io transnrssive! ; 2o,
em quantidade limitada ; 3 til, l'ara que um
objeeto censtitua riquesa. tem pois que satisfaz.:r
aquelles tres requisitos, Facamos agora, para
completar a definicao. a analyse de cada um dos
referidos aitribu'tos da riquezp..
(Continua).
m. C1AL
I
Ministerio da filtica
Por portara de 17 do corrente loi do-
signado o 2o escrivao da orphlee do ter-
mo da capital d\ provincia do Maranhao,
Joaquioa Tiberio da Rocha Pereira, para
servir o offiaio de escrivao do ausentes do
mesmo termj.
Nioisei lo da Fazenda
Por titulo de 17 do corrente foi Hornea-
do 3 escriptujario da ull'undega de Per-
nambuco o ex-contador da thesouraria de
fazenda da provincia do Espirito Santo,
Odorico Jos Molido.
Hlnisterio da Agricuitara
Por portara de 31 deDezembro ultimo,
foi dispensado o jngeneiro Caetano Alber-
to Castro Nascimento do lugar, qun fica
supprimido, de ehefe de saclo do prolon-
gamento da estrada de ferro da Pemam-
buco, segundo proposta do director enge
nheiro chefe.
Forana expedidos os seguintes avi-
sos :
Ministerio dos Negocios da Agricultura,
Coramercio e Obras Publicas. Gabinete.
- Rio de Janeiro 17 de Fevereiro de
1886.
Illm. e Exm. Sr. Confirmando o meu
telegramma desta data, declaro a V, Exc,
em solucao da consulta, que tambem por
telegramma me dirigi :
1." Que o ministerio a meu cargo far
opportunamente distribuir os livros espe-
ciaes a que se refere o 4o, art. 11 do
regulamento n. 9,175 de 14 dd Novembro
ultimo, e nos quaes terao da ser lavrados
os autos de declaracSo judicial da liberda-
de dos escravos que houverem attingido a
idade de 60 annos.
2." Que, embora aquelles livros nao es-
tejam comprehendidos em nenhuma das
categoras especialisadas pelo regulamento
que baixou com o decreto n. 8,946 de
19 de Maio de 1883, consulta nesta da'a o
ministerio da fazenda por se tratar de ma-
terja da sua competencia, se os mesmos
livros se a:ham sujeitos a sello, sendo que
em tempo tora V. Exc. conhecimonto, se-
gundo deseja, da decisao do referido mi-
nisterio.
Deus guarde a V. Exc. A: da Silva
Prado.Sr. presidente da provincia do
Espirito Santo.
Ministerio dos Negocios do Agricultura,
Commercio e Obras Publicas.Gabinete
Rio de Janeiro, 17 de Fevereiro de 1886.
Illm. Exm. Sr. Nao se acham compre-
hendidos em nenhuma das especialisaco'es,
a que se retere o regulamento que baixou
com o decreto n. 8,946 de 19 de Maio de
1883, os livros nos quaes te:n de ser la-
vrados, na forma do 4. art. 11 da de-
creto n. 9,517 de 14 de Novembro ulti
rao, os autos da declarado judicial da li-
b^rdade dos escravos que houverem attin-
gido a idade de 60 annos.
Tratndose, entretanto, de materia da
competencia do ministerio a seu cargo,
a V. Exc. se digne de declarar me se 03
referidos livros, que tm de ser distribui-
dos aos escrives do juizo de orphaos para
o fim cima mencionado, so acham sujei-
tos a sello.
Deus guarde a V. Ex?.A. da Silva
Prado. =A S. Exc. o Sr. conselheiro
Francisco Belisario Soares da Souza.
Mlniaterlo da Guerra
Por decretos d 1 J do uorranl* :
Foram numeados :
Secretario do Arsenal de Guerra da pro-
vincia do Para o amanuense do mesmo
Arsenal Manoel Joaqui.n Romao de Al-
meida.
Professor de inglez do curso preparato-
rio da Escola Militar da provincia ;do Rio-
Grande do Sul o 2o tenente da artilharia
Pedro Severiano Pessoa da Andrade.
Concedeu-se :
Torca de corpos entre si aos capites
Jos Joaquim de Aguiar Correia o Anto-
nio Leite Brasil, esto da 5a companhia do
5* regiment de cavallaria e aquelle da 8a
companhia d 4o regiment da ruesma ar-
ma.
Reforma, de conformidade com a 1'
parte do Io do art 9o da lei n. 648 de
18 de agosto de lbj, ao tenente do 13
batalho de infantaria, Salvador Gomes
da Paixao, visto ter sido julgado incapaz
do servigo do exercito em inspeijao de
sade a que foi submetti lo.
Forara transferidos :
Para a t' companhia do Io regiment
da cavallaria o capitao do Io corpo da
mesraa arma Jos Frederico Pereira da
Cunha.
Para a 44 companhia do 9o batulhao de
infantaria o capitao do 16 batalhao Gela-
8o Sarvulo Alves do Araujo.
Para a 5' companhia do 5o batalhSo de
infanta ia o capitao do 16 batalhao Fran-
cisco Miguel do Souza.
Para a 2' compaehio do 10 batalhSo
de infantaria o capitao da companhia da
naestna arma da provincia do Rio Grande
do Norte Joao Severiano Maciel da Costa.
Para a 2a ciarse do exercito, de cenfor-
midade com a immediata e imperial reso
lugao da Io de Abril do 1871, os offijiaes
da arma de infantaria : capitao do 4o ba
talhao Joao Francisco Duarte de Oliveira,
Capto do 5o Alfredo da Costa Weyoe,
capitao do 9 Jos Marcolino de Andrade
Vasconcelos e tenente do 16 Leandro
Jos da Costa, ticando aggregados re-
ferida arma, visto torera sido julh.1 dos in-
capazes do servigo do inesruo exercito, em
inspeccao de sade a que forain submetti-
dos.
Por portara de 17 do crrante foi
dispensado o capitao reformado do exerci-
to Jos M'hhiadas Bezerra da Silva Costa
do lugar de director da colonia militar de
Jatahy, visto nao haver aceitado a nomea
co que obteve para esse lugar.
Foi nometdo o conego Joaquim Eoly
de Medeiros para exercer o emprego de
capellao da escola de aprendizas marinhei-
ros da provinaia de Santa Catharina.
Foi no meado o 1" tenente refirmado
Antonio Manoel Perdigao Fernandes para
exarcer o lugar de instructor da arma de
infantaria no corpo de imperiaes marinhei-
ros.
Convindo estabelecer invariavel regra
a respeito dos vencimentos militares que
competem aos offLiaes do exercito empre-
ados em servicos alheios do ministerio da
guerra, foram pelo seguate aviso incum-
bidas do exame da materia as seccas do
imperio, marinha guerra do conselho de
estado das quaes servir como relator o
Sr. Vissonde do Bom Retiro :
Illm. e Exm. Sr. Por avisos circula-
rea de 16 de junho e 2 de julho do anno
prximo passado, determinou-se que fossem
suspensos os vencimentos dos offi:ia<'s do
exercito que exercem cumulativamente era-
pregos e commisso-.s em repartigSes estra-
nhas ao ministorio da guerra. Esta me
dida tem dado lugar a diversas reclama-
goes, algumas das quae3 j f.rain resolvi-
das por este ministerio ; sendo porm, con-
veniente tixar definitivamente, e cora ur-
gencia, urna regra invariavel, que abranja
todas as hypotheses, e do modo a conci-
liar os interesses do3 ditos offiaes, com
os do servigo publioo, determina S. M. o
Imperador, qua as secg3es reunidas do im-
perio e de marinha e guerra do conselho
de estado, sendo V. Exc. o r-lator, con
sultem com seu parecer a samelhante res-
peito, e polo modo indicado, o que cora-
munico a V. Exc, para seu conhecimen-
te, reraettondo-lhe, em additamento ao
aviso de 15 de setembro ultimo os inclusos*1 J.T". .^*'
papis, referentes ao assurapto da que se
trata.
Deus guarde a V. Ex. J. J. de Olvei
va Junqueira. 1
Ministerio dx .Harlnha
Era 17 do corrente foram nomeados cem-
mandantes, do cruzador Trujano o capito
de fragata Jos Antonio de Alvarim Cos-
ta; do vapor Purus o capitao de fragata
Jos Pinto da Luz; sendo dispensado do
coramando do cruzador Trajano o capitao
de fragata Joaquim Njlasco da Fontoura
Pereira ja Cunha.
Governo Ja Provincia
EXPEDIENTE DO DIA 17 DE FEVEREIBO 1>K 188lj
Actos :
O presideate da provincia resolve nomear
para os lugares vago do corpo de polica :
5.a companhia
Capitao, Samuel de S Mont megro.
Tenente, Miguel Nunes de Froitas.
Cemmunicou-se ao commandante do corpo de
polici i.
O presidente da provincia ten li e.n vista o
officio do engeoheiro chefe da Reparticao das
Obris Publicas, de 12 do corrente, sob n. 24, do
qual coasta que no mez de Janeiro ultimo foram
encontrados na illuminacao publica da cidade de
Olinda, a cargo da Companhia Santa Thcreza, du
istlloa e doze lampeOej com luz amortecida, re-
solve impor dita companhia a multa de 74J760,
nos termos do art. 17 do contracto do 4 de Julho
de 1870.Remetteu se copia Cmara Munici-
pal de Olinda, ao Thesouro Provincial e i Henar-
tifio das Obras Publicas.
Officios :
Ao n i Arsenal de Marinha. De
conformidade c3m o aviso do Ministerio da Mari-
nha, de 4 do corrente, autoriso. V. Exc. a eliminar
do quadro do pessoal artstica, desse Arsenal o
operario de 3a classe da offiein de machinas Jos
Antonio de Medeiros Pinto, visto ter deixado de
comparecer ao servico desde o 1" df dezembro do
anno passado. Fica assim respondido o sea cili-
cio n. 16 de 19 de Janeiro fiado.
Ao commandante das Armas.Sirva-se V.
Exc. de nornear urna commssao para assistir no
Arsenal de Guerra a abertura de um volume, re-
mettido pela Intendencia da Guerra, contendo
dous mil saacos de tela amiautina.
Ao mesmo O ministro da guerra em tele-
gramma de 15 do corrente declara ter sido o ca-
dete Toscano de Brit'o transferido para a compa-
nhia de infantaria das Alagas ; o que communi-
co a V. Exc. para os fins convenientes.
= Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Nos termos da informacao da V. S. datada de 11
do corrente, sob n. 94, mande pagar a inclusa
conta na importancia de 11 400, proveniente de
transporte eUVctuado no mez de Novembro ulti
mo, correndo a deBpeza pelo Ministerio da Guer-
ra, urna vez que seja apresentado o documeuto
que for em.duplicata da referida conta, conform
declaro ao director engeuhciro chefe do prolunga-
mento da estrada de ferro do Recife ao S. Fran-
cisco e estrada de terr i do Itecife a Caruar.
Communicou-se ao engenheiro cm chefe do pro-
longamento da estrada de ferro do Recite a Ca-
rnar.
Ao director do Arsenal de Guerra. O mi-
nistro da guerra em aviso de 29 de Janeiro findo
declara que tendo a Intendencia da Guerra remet-
tido directamente ao 8* e 14 batalhao de infanta-
ria e s companhias da mesma arma das provin-
cias da Parahyba e das Alagas os bonets de for-
n-atura e os cobertores de la encarnada, cujo for-
necimento foi orieuado por aviso de 6 de aro,o
de 1884, olm da 50 cobertores de provimenio a
e3se Arsenal; assim o fago constar a Vmc. para
seu conhecimento e fins convenientes.
Ao m'smo.Autorso Vmc, conforme soli-
cita rm officio n. 190, de 15 do corrente, a lazer
entrega pharmacia da enfennaria militar do vo-
lme remettdo pela Intendencia da Guerra, con-
tendo medicamentos destinados referida phar-
micia.
Outrosim, declaro a Vmc. que providencie no
sentido de sr noraeada a commssao para o fim
indicado na primen a parte do citado nfEcio.
Ao mesmo.Comtando de participa^ao da
Intendencia dk Guerra, de 9 do corrente, sob n.
10G, terem sido embarcados no vapor I 'cara, che-
gado do sul, dous volumes contendo iiverso3 arti-
gos destinados a deposito de artigos bellicos da
provincia do Rio Grande do Norte ; assim o de-
claro h Vmc 'para o* fins envndente, ilevendo
opportunamente solicitar o transporte doa ditos
volotees para aquella nrovinc/a.
Ao gerente da C'%panha Pernumbu
Declaro a Vmc. que entre as passag ns jfrituitas
concedidas por esta Presidencia para os portos do
norte, na vagera de 20 do corrente, devora t r
preferencia a que se refere a Francisco de Salles
da Silva Braga.
Portaras :
Approvo a arrcmataeao dos iinpostos cons
tantes do termo annexo, por copia, ao offiio que a
Cmara Municipal de Barreros dirigio-me em 11
de Jaueiro findo.
Declaro cmara Municipal da Pedr que
ficam approvadas as arrematacoes dos impostos
constantes do termo sunexo ao seu oIBcio, a que
respondo, de 28 de Setembro do anno findo.
O Sr. gerente da Companhia Brasileira faca
transportar corte por conta do Ministerio da
Guerra, no vapor Espirito Santo, esperado do nor-
te, a D. Mara Psstorina Farias Costa e D. Elvira
S'vina Farias Costa, mulher e filha do coronel
Candido Jos da Costa, ltimamente transferido
para o I- regiment de rtilharia a cavallo.
O Sr. gerente da Companhia PcrnsmDncana
mande conceder paesagem a r at Penedo ao ha-
chare! Thomaz Soriano de Souza, por conta das
gratuitas a qne o governo tem direito.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO
Ao inspector da Thesourariade Fazenda
O Exm. Sr. conselheiro presidente da provincia
manda transmittir a V. S. aa inclusas ordensdo
Thesouro Nacional de na. 29 a 37, acompanhadas
de urna ordem do ministerio da Guerra de 29 de
Janeiro e de urna portara do Ministerio da Fa-
zand'i, prorogando a liecnca concedida ao 3" es-
criturario Lmz Ferreira Perdigao.
Ao inspector do Thesouro Provincial.De
ordem do Exm Sr. conselhairo presidente da pro-
vincia oommunico a V. S. que no requerim-rnto 4a
actriz Ismenia dos Santos, a que se refere o su
officio de 12 do corrente, sob n. 471, foi proferido
hoje o seguinte despacho : ludeferido, visto nao
tar sido lavrado e assignado o contrato, segundo
informa o Thesouro Provincial e nao o permittir o
estado das finanzas da provincia.
Ao Sr. Dr. Joo Saldanha da Gama, director
da Bibliotheca Nacional do Rio de Janeiro.De
ordena do Exm. Sr conselheiro presidente da pro
vincia remetto a V. S. aos informaco.-s da Cmara
Municipal de Vertentes, que deixaram de acompa-
nhar ao seu cffi ;io de 2 de Janeiro findo ; assim
respondo ao officio da V. S. do 29 do referido
mez.
A' agencia de paquetas.De ordem de S Exc.
o Sr. conselheiro presidente da provincia, aecuso
o recebinento do officio, em qu V. Exc. commu-
nica que o vapor Cear chegado h je dos portos
do sul, seguir para os do norte amaohi, s 5 ho-
ras da tarde.
EXPEDIENTE DO DIA 18 DE FEVEREIRO DE 1886
Actos :
da provincio de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de polica constante
do officio n. 147 de 15 do corrente inez, resolve
nomear Antonio Frankiin Lindoso para o cargo
de 2o supplente do subdelegado do 2' districto de
Uarrciros cm substituifao de Jos Terencio Cou-
tinho, que fica exonerado por ter mudado da re-
sidencia.
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de pi'icia constante
do officio n. 147 da 15 do corante mez, resolve
nomear Bellarmino da Richa Civalcante para o
cargo de 3o supplente do subdelegado do 2' dis-
tricto de Barreiros, ficando exonerado o actual.'
O prosidduto da provincia resolve nomear
Autonio Laonel de Alenear, para o lugar da 3
supplente 1" juiz munieipal do termo deEx, de-
vendo prestor o juramento do estylo no praso de
3 mezes.Communicou-se ao juiz de.direito.
O presidente da provincia r. sol ve exonerar
o Rvd. Manoel E.nygdio de. Oiiveira do cargo de
delegado ds districto Iliterario de Palmeira de
Garanhuns. Commuuicou-sa ao inspector geral
da lustrucfSo Publica.
'y O presidente da provincia, atienden lo ao
que requercu Manoel Figueira do Nascimento,
professor da cadeira de eusiao primario da Cha
de Al agria, e tendo em vista a informacao n. 51
de 11 do corrente do inspector geral da Iostruc-
cSo Public.-., resolve eonc ier ao patcionirio, a
contar de 25 de Janeiro fiado, dous mezes de li-
cenga para tractar de s-ia na le onde lha con-
vier.
O presidente.da provincia attendendo ao qu
requoreu Idalino lzidio da Costa Vieira. pr .f ;ssor
de ensino primario em Cedro de Caruar e tendo
em vista a infirma?ao n. 51, da 13 do corrente
mez, do inspector geral da Inuguccaa Publica,
resolve conceder lha 40 dias de licenga, sem ven-
cimentos u contar de 8.
O presidente da piovincia. de conformidade
com a jiriposta do administrador dos correios em
officio de 11 de Janeiro ultimo, sob n. 30, resolve,
nos termos da lei :i. 2794, du 20 de outubro de
, exonerac u pedido, Kicirdo .arques Ljiberal
do cargo de agente do comi di estaca> de Ari-
pib, e nomear Mara das Neves da Cunha Mello,
para exercer o dito cargo, na forma do aviso do
.Ministerio da Agricultnra, Commercio e Obras
Publicas, de 21 de dezembro do anno passado. -
Communicou-se ao administrador dos Correio3.
Officios:
Ao presidente da provincia de Sergipe.
Para satisfazer a requisic^o feita por V. Exc. em
telegramma de hontem remetto-lhe um exeiuplar da
lei do O.-camento vigente dessa provincia. Apro-
veto a occasiaa para apresentar-lha os meus pro
testos de estima e considera!;".).
Ao conselheiro presidente da Relao.ao. Sir-
va-se V. Exc. informar-me com a possivel brevi-
dade soore o resultado das appellacoes interpostas
para esse tribunal com relagao a arbitramento dos
valores de alguns escravos lib.'rtaios no termo da
Escada, por conta da 4a, 5" e 6' quotas do fundo
de emancipaco.
Ao commandante das arma?. Com 03 offi-
cios juntos por copia, do juiz de direito interino
da comarca de Aguas Bellas e do commandant
do respectivo destacamento do 11 e 9 do cor-
rente, respondo o officio de V. Exc. ds 28 de Ja-
neiro findo, sob n. 34, relativo ao cabo de esqua
dra do 2 batalhao de infantera, Jos Pereira da
Silva.
A o mesmo. Declaro a V. Exc. para os fins
convenientes e em resposta ao seu officio n. 74,
de hontem datado, que de accordo com a indica-
cao constante do citado officio, designo o major
Antonio Francisco da Costa para presidir a com-
mssao composta do ajudante interino do Arsenal
de Guerra e um empregado da Thesouraria de Fa-
zenda, a qual, nos tenaos do aviso do Ministerio
da Guerra,Me '23 de Janeiro do anno passado tem
de resolver sobre o consumo de diversas objectos
a cargo da enfermara militar, devendo a referida
commssao reunir-se na mencionada enfermara,
no di i M do corrente, as 11 horas da m inaa.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Sirva-sc V. S. de designar um empregado dessa
reparticao para fazer parte da commiss.io, qu n i
lorma das disposicoes em vigor tem de resolver
sobre o consumo de diversos objectos a cargo 1 i
eufermaria militar, jaleados inserviveis, devena
referida commssao reunir-se na mencionada
enfennaria ao da 24 do corrent: as ti horas da
mauha.
Ao me3tno. Communico a V. S. para os
de vi Jos fins, que o inspector do Arsenal de Mari-
nha, em officio de hontem, sob n. 71, partieipou
t.r, na mesma data, deixado o lugar de port-ir,
da secretaria da Iuspiccao, Antonio Lopes de
Carvallio, mirado uo exercicio das respectTM
func-coes o nomeado para substituil-o, Olympio de
Barrjs Alvcs Fonseca.
- Ai mesmo.Communico a V S. para os fins
convenientes que o juiz municipal do termo de
Kio Formoso bacharel l'rincisco Ignacio de Souza
Gouvcia uo 1" do corrente mez entrou no goso da
licenca de 30 dias, concedidas naquella d ita e
para tratar de sua saudc pelo preidate do Tri-
bunal da Rclagao.
Ao mesmo.Communico a V. S. para os fins
convenientes, que o promotor publico da comarca
de Timbaba, bacharel Pedro da Cunha Pedrosa
em 15 do correte mez interompeu o respectivo
exercicio por motivo de moles.ia.
Ao mesmo.Omtiunitoa V. S. para os fins
ciuvcnieutes que em 5 do corrente o juiz de
direito dacomaica de Caruar, bacharel Agosti
nho du Carvalbo Dias Lima reassumio o exercicio
de seu carg i renunciando o resto d i licenca em cu-
jo goso se achava, dsix indo na mesma data o ejer-
cicio o sobro dito cargo o respectivo juiz munici-
pal bacharel Malaquias de Lagos Ferreira Costa,
Em 11 o promotor publico da comarca de II i
nito, bacharel Luiz Barbalho Uchoa Cavalcan c
interrompeu o exercicio de seu cargo para entrar
no goso de 2 .mezes de licenga, com ordenado
para tratar-se concedida por portara de 9 do cor-
rente mez.
Ao mesmo.Para camprimento do telegram-
ma do Exmo. Sr. Ministro da Agricultura, Com-
mercio e Obraa|Publicas, expedido hontem, sirva-se
V. S. de remetter com toda urgencia secretaria
desta presidencia as informagojs, que djsiiA'em de
ser comprehendidas nos quadros organisaJos nessa
Thesouraria em Novembro ultimo quinto popu
lacio eacrava e ingenuos existentes em algum
municipio desta provincia at 30 de Junho ul-
timo.
Ao mesmo.Constando do aviso-circular do
Ministerio da Agricultura, Commercio e Obras Pu-
blicas, de 22 de Janeiro ulti no, recebido a 16 do
corrente, ter sido remettidos para esta provincia
37 exemplares do livro pan a nova matricula es-
pecial de escravos e igual numerp do de arrola-
menta dos libertos pela edade, slrva-se V. S- de
mandar recepcl-os na Alfandega ou onde estive-
rem, afim de tazer envial-os s reparticoes encar-
regadas de tal servigo, creado pela le n. 3270 do
28 de Setembro do anno passado, o reg'lamento
pelo dec. n. 9519, de 14 de Novembre seguinte.
Chamando a attencao do V. S para os meus offi-
cios antriore3, expedido) sobre esse assumpto,
declaro-lhe que, conf-rrao o dito aviso-circular,
se forem insuficientes os livros remettidos, pode-
rlo ser preparados4 os restantes neesa provincia
como autorisou a circular da 23 de Janeiro de
1872
Ao juiz de orphaos c ausentes do Recife.
Com acopia inclusa da nioruaaeio n. 5.5 presta-
da 23 de Outubro ultimo pela directora do
presidio do Fumando de Noronha a respeito da
casa do fallecido sentenciado Manoel Pereira de
Alencar ; resp indo ao officio de V. S. de 9 do
dito mez. A caderneta de que trata a predta
informacao foi por esta presidencia remettida a V.
S. em 6 de Julho do anno psssa 1 .
Ao direjtor do Arsenal de Guerra.Decla-
ro a Vmc. para o seu conhecimonto e fins conve-
nientes, que atesta dati, designo o ajudante des-
se Arsenal, para com o major Antonio Francisco
da Costa e nm embregado da Thesouraria da Fa
zenda fazer parte da commssao, que tem de re-
solver, ca forma das disposicoes em vigor, sobre o
de diversos objectos a cargo da enfermara militar
julgados inserviveis, dev nlo a referida comms-
sao reunir-se na mencionada enfermara, uo dia
24 do corrente, as 11 horas da mauha.
Portaras :
O Sr. superintendente da est ada de ferro do
Recife ao S. FranciscoSirva-se de ni indar dar
pas3*g'm de 3* classe, para s.:r descoutala oppor-
tunainmte dos piss;s gratuitos, a que o governo
tem direito, da estacoo das Cinco Pont s a da
Esc ida, ao furiel do Corpo de Polici i Jos N'a-
li ico da Araujo Nev.i. c at a de Cuy iabu:a ao
cabo do mes-no corpo Antonio Pereira Peixoto o
ma:8 trez pravas, que ah vio destacar, providen-
eiande riiil nente sobre o transporta das res-
pctivas b igagens.
O Sr. enircnheiro chefe da estrada de ferro
do Recife a Garuar.Sirva-se de mandar dar
transporte de 3' classe por- conta' da provincia,
da est icio central da cidade da Victoria, no dia
J do.corrento, aos soldados do 2o bataloii de n-
faotari i, Antonio Caetano de Souza Liira, Ma-
noel de Maraes Pimentel e Jos Thomaz do Ntsci-
ment-1, >n vio substituir ao respectivo destaca-
mento aoutros, que regressam par doentes e de-
verao ser do mesmo mido, transportados.
Outrosim dever ter passagem para all a mu-
llier do ultimo d'a.quelles, Agostinha Maria da Coa-
ccicao.
O Sr. agente da Companhia Bahiaua fica
t.ranspirtar i provincia de Alagois, por contado
Mnist ;rio da Gnerra, no vapor Sergipe, 0 1' ca-
dete Joao Baptista Toscano do Briti, que foi
transferido do 14 batalhao de infantari i para
compinhia da mesma arma daqualla provincia, e
bem assim a sua mulher D. Gen rosa Flora de
Oiiveira Unto e um tilho de uome Lyoio com um
anno de idade.
O Sr. agenta da Comp inhia B ihiauna mande
dar transporte provincia das Alagois, p ir conta
do ..liui-terio da Guerra, no vapor eraipe, o
ampensada Antonio Calheiros Peisa e os solda-
dos M'iidcI Hinorio da Luz, Valdevino Jos Fon-
seja e Liurindi Pereira dos Santas, qu; vio re-
unir-se i companhia de infantaria daquella proo
vincia, d"onde vieran escoltando presos.
0 Sr. agente da Conpanhia Brasileira faca
transportar provincia da Parahyba, por conta
do Ministerio di G'ierra, na vapor Vear, chegado
do sul, o c iba de Csquadra Targino Jos do M inte,
que foi tr insfendo dj 2 batalhao de infantaria
para companhia da maso-a arma diaqclla pro-
vm -i i, e bem assim a sua mulher Antonia Maria
da Conceicao e suas filha i Mananna, com 5 annos
de idade e Anna com um anno. Coinmunieou-se
ao commandante das armas. *
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
minie dar passagem proa, do parto d.i Recife
ao de S. Salvador, no vapor qua seguir para o sul
boje, a Audr Jo di3 Prazeres, p>r conta da
gratu'tis, a que o governo tem direito
EXDEDIENTE DO SECRETARIO
Offi nos :
Ao inspector do Arse al de Marinha.De
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia
aecuso ter reaebido o officio n. 71, da hontem d-
talo, em que V.Exc. pirtioipa haver Olympio de
l utos Alves Fonseca assumi lo o exercicio
fincces d-- porteiro di secretaria dessa nspesdto
em 8ubsttuei) de Aiitmio Lips de Ca^valho
qu; to exonerado.
Ao comm infante das Armas.De ordem de
S. Exc. o Sr. onselheiro presidente da provincia
acabo de providen :iar com) V. Exc. reqneston
no officio de,hoje sob n. 78.
Ao juiz de direito das execucoes criminaos
do Rteife.De ordem da S. Exc. o Sr. conselheiro
presideate da provincia em solu&io de sen officio
n. 45 de 30 de Janeiro findo traasmitto, a V. S. a
inc'u-a relaeoio, por eopii d is aeotenciaios ulti-
m:im uta vm los do presidio da Fernn lo dcjSoro-
nha. |
Ao masmo.D; ordem de S. Exc. o Sr. on-
selheiro presidente da provincia traismlta a V.
S. os nefatos autos de vistoria e de idcatilale de
po3soa proced las no presidio da Fernn 11 de N
ranos nos cadavereE dos sent melados Severo Ca-
rolino da Mattos, Fraicise i cscravo de Jvino
l m leira de M -nionca, J s Joaquim d: Silva e
Fi-ancisco Victirino de Oliveira.
Ao juiz da direito do 4" dstrct) crimina!.--
De orlem de S. Ese o S-\ conselheiro presideate
da provincia, declaro a V. S. que provioencioa se
conveuenteinante sobre o assumpto de ifl officio
d: 15 do correie.
Ao director io presidio da Fernand) de No-
ronha.Da ordem de S. Exc. o Sr. conselheiro
presidente da provincia, ommunico a V. S. que
!9. offiaio n. 60 de 11 do corrente mes proferio-
s o seguinte despacho -Ao Sr. Dr. chefe de poli-
ca para informar toman io entr-tinto a provilen-
cia qne couber em suas attribuices.
Ao proprietario do Diario de Pernambuco.
Tendo o Ministerio da Agri .-ultura, Coniin
e i ras Publicas d. t rmnado qua aej i publie i la
ua fo'ha official desta provincia a lista dos privile-
gios industri .es, concedidos palo dito ministerio
durante, o anno piscado, de ordem do Exm. Sr.
conselheiro presidente, remetto a V. S. para esse
fim mencionada liria.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DE 24 DE FE-
VEREIRO DE 1886
Companhia Great Western of Brazil
Riilwiy Limitad. -Informe o Sr. inspector
da Thesouraria de Fazenda.
Epiphanio Maurica de Oliveira. -Re-
mettido ao Sr. inspector do Thesouro Pro-
vincia!, para mandar effactuar o pagamen
to pedido, nos termos da sua inforroasao
do 16 do corrente n. 477.
Jos Forreira de Ara jo e sua mulher.
-Pelo Ministerio da Agricultura, Com
mercio e Obras Publicas foi declarado que
n3o convm ao Estado a offarta feita p dos
suppliaantes, de trras doadas a seus as-
para
lugar em
Vista
Padre Munz. Nao tam
da informacao da contadoria.
Jos Tuegola, peiindo quo sejam feitas
as devidas averbajo 'S no sentido de ter
comprado em hasta publica o ostabeleci-
mento de molhados a ra do Motocolomb
n. 67, frvguezia de Afogados, que pert.-n-
cor ao finado Domingos Mirtin Cromes.
Como requer
Joaquim More.ra do Samp;,io, padindo
licmya para fazer escavacSi, atim de cana-
lisar agua e gaz para os predios ns. 21 a
ra do Livrameato e 120 a da Gloria
dem.
M iria JI >Uo da Casta, pad'nlo que s -
jam feitos os devidos lanjatnentos no sen-
tido de ter cmpralo a Alfredo Augusto
de Vasconcellos, o carro de quatro rodas
sob o n. 157 matriculado na freguezia do
S. Antonio. dem.
Rais & Santos, dem no sentido de ter
1

cendentes no muniaipio de Aguas-Bellas.
Manoel Barnardino Vital.Como re-
quer.
Mirla Antonia da Co3ta. Indeferido.
Manoel Fraaaisco de No7ae3. Sim, pa-
gando o supplicanta as comadorias.
Rosa M iria dos Prazares. -Indeferido.
Secretaria da presidencia de Pernambu-
co, em 23 de Fevereiro de 1886.
O porteiro,
J. L. Viegas.
Repariico da Polica
8jccao2.a N. 194.Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 25 de Fevereiro de
1886.Illm. e Exm. Sr.-Participo a V-,
Ese. que hontem toi rocolhido n3 Casa
do Datencao, apenas o individuo de nome
de Jos Antonio da Silva, qua fora preso
de ordem do subdelegado do Recife. por
est ir praticando disturbios.
O capitao Joaquim de Grauveia Cor-
dairo assumio nesta data, na quadade de
2o supplente, o exercicio da subdelagacia
do V districto da Baa-Vista*.
- Pelo subdelegado do 1 districto de
Limoeiro, foi remettido ao juizo competen-
te o inquerito policial a qua proceded con-
tra Joaquim Jos de Saat'Anna, que se
aaha preso por haver assassinado a "Mala-
quias.Garemias Pereira.
Daus guarde aV. Exc.Illm. e Exm.
Sr. conselheiro. Jos Fernandes da Costa
Pereira Jnior, muito digno presidente da
provincia. O chefe de poliaia, Antonio
Domingos Pinto.
. Thesouro provInda!
DESPACHOS DO DIA 25 DE FEVEREIRO
Mmoel Pinto de Castro.Deferido, para nao
ser rosponsavel pelo debito anterior do estabele-
cimanto n 17 ra do Amorim, no qual prava nao
SQCCMBr.
Dr. Arthu da Silva Reg.Cumpra-se, regis-
tre-se c facam-se os assentamantos.
Cmtas da extracta o das 23a a 240 partes da
Santa Casa das 3.a e 4." partes da lo-
tera da Oi-dem 3.a de S. Francisco de Olinda e da
8.a parte da lotera da matriz do Poco.Exami-
nen-se.
Amelio dos Santo3 Caimbra.Informa a saeeio
do Contencioso.
Commssao admiuistrativa da Ordem 3.a de S-
Francisco de Olinda e Pedro Jorge da Silva Ea -
Deferido, tomando se por termo a flanea
offerec-ida.
I lio Frmiuo Corre i d"Araujo.Restitua-se.
Offleio do general comm mdante das armas e
Rita dos Santos L-al.Informe o Sr. contador.
Dr- Joaquim Corre i d'Araujo, Manoel Antonio
d.ic flautn Funtej e J s Antonio de Magalbies
Bastos.Deferido, ficando irresponsavel pilo de-
bito anterior o novo Mnquilino qua e3tabel9cer-se
na casa u. 29 ra da M icda e n. 71 ma do
Duque de Caxias, cuja desoccupacii se prova.
Jos Pereira B .stos.Deferido, fazendo-3C pela
Contadoria as competentes notas de transferencia
das apolices.
Dr. Laurino Fe:j da Mello, Sophia Guilhermi-
na de Mello e Dr. Manoel Polycarpo Moreira d'A-
zevedo.Ciriifique-se. -
Cuitas do Corpo de Policiede Francisco Vie-
ra dos Santes.Approvadas* f
Jos Candido da Moraes.Informa o Sr. D. ad~
ministrad ir do Consulado.
t'oasniailo Provincial
DESPACHOS DO DIA 24 DE FEVEREIRO
DE 1886
Antonio de Souza Botelho.Certifique-se.
- 25
Jos /ilolia de Castro Maris, Jos Soares Lapa.
Ferreira Cascio ce Filho, Marcolino de Souza
Travassos, Jos Montoiro de Castro Torres, Do-
mingos Alves M itheus, V. de Azevedo & C, Xa-
vier de Simas t Irmao, Affonso Ferreira Baltar,
Air uno Ignacio do R'go Medeiros Jnior, Henri-
que Xivier de Araujo Saraiva de Mello, Jos A.
l'juto Vianna, Daodato Torres & C, Alfonso Oli-
veira c C, Eustorgio Macedo & C, Caetano Cy-
riaco da Costa Moreira, Miguel da Azevedo An-
drade, Adolpho .v Ferrio, M inoel Jacntho d'Oli-
vera, Matheus Austiu & C, Oiy.npia Caroll, Suva
Guimaraes & C, Seb istiio de Barros Barreto,
Browna & C, Francisco Jos J.iyma Galvao e Jo-
s Cleraentino Henrique da Silva. Sim
Tiburcio de Oiiveira ; C., Usa 4 R'sende, Ba-
rso de Nazareh c Domingos Alves Matheus.
vJortifiqu8-se o que constar.
Autonio Beato de Campa?, Henrique Granea!ves
Dias, Sal .ador Peres & C, Guimaraes Fonsaca &
C. Colmen &(', Martins Capitao & C., Antonio
J. de Mello e Silva a Tavares Martias C.In-
d.ferido em vista das nformayo i.
Jos Nognaira de Souza.Deferido com relacao
ao 1 semestre.
Commendador Antonio Jos Rodrigae3 de Sou-
za.Informe a Ia scelo.
Joaquim Autonio Gomc3. A' Ia seccao para os
devidos fins.
Souza Nugueira & C.Informe a 2a seccao.
Cmara Municipal
DESPACHOS DA SESSAO DE 22 DE FEVEREIRO
DE 1886
Pelo Sr. vereador commissario de poli
ca :
Antonio Doininguas de Lima, pedindo
licenca para mandar canalisar agua e gaz
! fazer cornija na casa n. 7 A a ra do
Principe. Como requer.
Anac'eto Pereira de Magalh3es, padin-
lo licenja para transferir o seu negocio
da casa n. 5 oara a de n. 9 sita a ra do
ntGrtti



2
ri d*. PcruaiiibiifwSexta -fcira 26 A Fcvereiro 1886
t


mudado o seu deposito da casa n. 4
travesea Jo Corpo Santo par a de n
ao Caes do Apollo. dem.
Vicente Alves M liado, dem no
do de ter acabado desdo 31 de Dezembro
findo, como o arrnazem que servia de de-
posito a sua serrana a vapor, a ra Nova
de Santa Ritan. 37. -dem.
Ieaac Gonsalw Machado, pedindo eme
se mande dar baixa na cordiaara sita a
ra de Domingos Jos \fartins, visto nao
ser conheira e ira qaiatal da de n. 1 a
ra da Restauraeaa. Cuino requer em vis-
te da inforniacilo do fiscal.
Secretaria da caasata Municipal do R:
cife 24 de Fawreiro i
jorteiro,
Leopoldina C. Ferreirada Silva.

DIARIO DE PERHAMBDCn
Reirospeci;a poltico do auno
de I8*5
l ContnuaQ&o )
UUSSIA KliliKI.lA
A poltica Interna*) grande imperio do norte
pouquisiiuo tere de njtavel durante o mino de-
corrido. All nao lia sida parlamentar: a, alm
.la ;iet\ idade diploma! CC, pela ipial 8 mais nu-
merosa parte da populado adose mli-ressa. por-
que llie de.seonlRT- ntuiramente os intuitos e as
vantagrn- M tudo na monotona do mais
Earoi absolutismo, apenas quebrada de lempos a
lempos por medonha- Menas de SSDgtte e vin-
ganr-a d06 oppfimidOS. Ora, pelo que respeita
sua aeeo inlernackni l. a lsate, como a Tur-
qua una nacionalidad!' quaai seuj existencia
propnatero o lagar que Ibes compele noqna-
dro de poltica geni ooBi qpie ; en-
enoade to loaos anuos.
O governo de S. Peterburgo pnbceu em Ja-
neiro UIll ukase que prduzio Mv-sima 103
Acompanhava ssse decreto mn regalamen.
to concerueute propriedade agraria as nove
provincias ou governos comprebendidos na Li-
thuania. Rsate Branca a Pequea Rsala, as
dlspoBicOee que i-oiitinha haria 0 acordar do an-
tigo odio moscovita contra os sentiinentos nado-
unes d Ulll povo esrravis ido ao mais duro poder
sattaogelro. Expliquenio-nos.
Por occasiao da uttina e heroica revoila da
Monte, na i\ ana erno imperial tang-
nnu toda a especie de medidascompressorase
crois para castigar o insurgentes e redm-oa
mpossil.ilidade de iveomei-arem a luta pela in-
dependencia. Nao era mais. nein menos, que
un systema de riixnifirurm nknniil. Assim. pois.
durante o proconsulado do general Mourawief.
urna resolpcSo imperial prohibi aos polaco-
tanto catliolicos. como isrealas.'i ai-quisico de
qnaesqncr trras situadas as predilas |irovmcias.
Pouco depoisordenou-se ruis que as naotomas-
si'ni em bypotlieca. nem por simples arrenda-
mento, ao mesnio lempo que se empngavMl oa
mais altos esforcos e Masa ss mais lana-
eoneesaOea e favores para qne taes tenas a
adquiridas pelos russos que ajnacaaam irlia-
bital-as.
Apesar dos grandes sacrificios do t!;esouro im-
perial, esses procesaos de cotooteacio a todo o
banae nao foram coroailos do esperado xito.
Com excepces rarissimas. todos quantosanima-
dos pela propaganda e liberaMdade gorematrn
M loram tornar proprietarios rSBBBSa uaijuellas
regioes, ao rim de alguns anuos de trabadlo, esta-
vam completamente arruinados! E'queosad-
quircntes nao i-onheciama propriedade e i
dos terrenos adquiridos, nem na maior parte pos-
suiam capitaes soffietentes para tirar todo o pro-
veilo do cultivo.
Alguns saharam-serda ruma iaminflr locan-
do a polacos o solo cainprada, nao obstante Ibas
nao ser licito fazel-o em rirtude dacxpnsaapto-
hibico do poder competente. Batee os infrac-
tores apontava-se mais de u:n alto luiiccionano
russo, porque a lOfOa das elUiBiiaMSiaai era su.
perior co modo da eonananaeto. Os potecoe
[lentes agricultores. Bobretoda naPadaa
Kiet' leCffl elevado a agricultura a um ata
aperfeicoamento que os seus dominadores a
por emquanto. muito longe de attingir.
BiaatJi que a convincente voz da experiencia
eslava a dher ao actual czar nneosdec
agrasaos de lia ii aanespaasad is i da i sktouoi
rime perpetrado contra li la le 0 0 B
commum. Portento, pando nao fbeseai posia-
vamente revogados, era de srer ana os datasas m
cahirem profundo esqueemento, feebanoolhos
,,s constantes e repetidas liolae&ea. Posa ao con-
rario disso, o ukase de 1886 \eio exigir a ;
'osa observancia la antiga legislarlo anti
,.;i p,,,. bmb de penas severis-imas. 1;:
de joquestro e raesmi i das trras que
p ,iada- e n awendamento a aoalquer ia ii
viduo da populacSo opprimida pal
Seinelbante rigor tanto mai- B in-
hibido, ([uauto milito lempa lia que as aspira-
coes d-a Polonia nao do que tasar aos que he
mpozeram detestav. I jugo.
Em 18(ii os rendimentos dos propnetarios po-
lacos Aearam sujeitos sompostoe li) "/<> Como
ultimo decreto nao tocou n- -ico.
claro que o pesado tributo continuar a ser co-
brado, posto que o pretexto do sen e-tabeleci-
a necessulade de cou.-trucc'iO de
grates raneas ao tarritetio polaco, e t;1
cham ha nimio .'diuca
O irracional ukase foi inspirado pelo odio que
o general Drentel l Kief. vota ao
povo subjugado. A GaxeU i Vota* apadrinba
taes sentimeulos. e procura justifleal-os, a
-ando os polacos por diversos BWtWS, B princi-
palmente porque elles d&O |i;-ef,!iviicia aos pro-
ductos de lubrico nacional sobre 08Hel
das aaaaasaetaraa da Russte, os qaaes seobaai-
t nam em nao importar.
8 menor 'los eflitos da recente resoluefio cza-
rina ser necesariamente nina crise airicola e
commercial mais ou menos prolongada as pro-
vincias indicadas. I'oi- por este singular meio
que a dita Gseta e o governo de qne orgo
querem promover o consumo dos productos das
fabricas de Moscou!
S. M. o imperador Alexandre III borne por
bem tomar outra medidaanti-polaca ao niesmo
com amesmapro I aquella de
que cima nos occupams.
O arcebispo d WilnanionsenhorCirinevet/.ki.
tuirdulc inofl'ensivo. inteiramente estranho
poltica e que at se suppunha as boas gracas do
governo moscovita, pelo que os seus compatrio-
iiurgo.ondc unicaram lado
a urgencia que Iro. Opre-
lado Al o cOUVi B vio apenas o
exilio debai\o da forma i pode ter
na Kussia. e declarou qin iriaa sua
diocese. Em usseram-lbe que esteva
desde logo saspenso das suaa anaccoes eateee-
paes. eque iam mandar aconipanhal-o atteros-
lav. onde o arcebispo se conserva eirei:tivaaaaate
retido. Deu luirar a essa provi leu ca irspera-
da urna desintelli^encia dada, baste pouco. I
-enhor Grinevotiki e o govemador de W'i
um tal senhor Kochanol. se llie nao errames o
nomo.
N; Gnete 8 ministerioTricoupis foiem Feve-
rein derrotado na cmara dos deputadOS por
inaioria de acaso e COabcbO, como as que all se
formam frequ. Aproveitando a auaaa-
cia de alguns depula los governistas. unir
os grupos dos Srs. Delyannis, Papamicalopoulos
ropoulos. u deram queda no gabuK
O re George, nouitno de manter-se fiel aos
seus deveres constitucicaaaon, mandou logo cha-
mar o Sr. Delynnis. o chele da op|io-.;jo mai-
notavd. e encarregou-o de formar ministerio.
A m laao era diffl cumprlda por
avalheiro, umave US alliados da ves-
pera, alliados de um momento apenas, deviam
uecessariamente exigir recompensa do concurso
pinalado, e cada qual mais ronsideravel. Para
obviar a tfio serio inconveniente, o e>;a lista cha-
mado ao paco pedio a S. M. a iUssolcaO da c-
mara. O rea nao satisfez. comtudo. o pedido, al-
ienando que nao era o caso de recorrer a
andida extrema, se. eomndevte sppdr, os qne
no dia anterior tinhain vencido o Sr. Tricoupis
consotuiam maioria real na cmara. Bm taes
c indices. foi i:npo tuir i e i gabinete. Fot autra^rea chamado o
enefe do antgo, e tnas do n o que
O seu -ontrano debalde liavia solicitado. Como
dbcreto de dissoiafaonobolso,a i-seo
Br Tr coii|iis peranli1. a cmara. BJW nao pi'iz em
duvida dar-llie desde logo ;. ., oto de i- inlhnca.
Nao se contentan com buo o presidente do con-
selho. que desejava inaioria menos fallivel. Den-
se, portento, a di
A- i ova- etetefi o abril, e
alo poliam BCf masa contrarias do que foram ao
11 one as promoven. apenas 8J denuta-
dss ininisterialislas se lizeram alagar. Mas a c-
mara heBenica cemposte de i\\ raansbroa, e en-
tre estes lirn o Sr. Delyannis eontando co:n 162
votos, gracas adhesao que receba* do grupo
dirigido pelo Sr. Deli^eorgis.
O Pelojioneso. i-omosee-perava. Ibi quasi todo
favoravel opposieao. BB Alhena- 30 n'un dis-
tricto pode e governo al can car victoria. Asno-
va- provincias nao foram tio liis aoSr. Tricou-
pis quanto este esta lista acreli:a,a qu seriam.
So as ilhas inaiufestara-n aiuda urna VOS a sua
conliaiica no ministi'rio. que aenftn no pleiloum
ile seus mais importantes m'muros. O Sr. GOB-
to-tavlos. ministro da HlStioa e DOS negocias
ogeiros.
Em vista de tao fnfieln darrott, 0 Sr. Tri-
coupis pedio inmediatamente a demisso collec-
tiva do gabinete que presidia
Era da velha pratica parlamenta!- que um mi-
nisterio, apaxarde vencido as ci.'ii-es. nao p >-
da abandonar o no I.> :[
nao maiiifesaaaaaaa aoTeetetodaaasesB-
bla iiaciiinal. Tal uso diz-nos um liomem
cooajpsasate nastaa matar tea esaMnaatia nao go
urna deinonslraco de etiqueta constitiiciinal.
mas a allinnacao deque um governo parlamen-
tar nao devia -'ii lagar ostroante-os
simples resulta lo- I i um plebiscito, .as aguar-
dar para isso um voto -laro e positivo do parla-
mento, porqnanto as dteaossAas dtH prOM liam a
retirada do gabinete derrotado, serviam para de-
terminar a rasao de ser do novo ministerio e o
carcter da opiniaa i-ujo triunipho exprima no
gen advento, facilitando ao mesmo temponeces-
sarias eombinacOes de grupos ou de peaaaaa.
Mas o Sr Disraeli violoucm 1868 a antiga re-
gr*, demittindo-se do governo. e com todos os
seas collegas, logo que foram conhecidos os re-
bultados definitivos das aWe&ss geraes. Em
1871 Begnio o Sr. Gladstone o precedente estabe-
lecido pelo sen adversario, e que aiuda foiem
1880 ubservado pelo entilo j lord Iteaconsfield.
Como a Inglaterra se tem tornado a indiscuti-
ve! meatra do parlamentarismo universal, o Sr.
lipis acreditou poder antecipar-sc- aojuiga-
mento da nova cmara, demittindo-se antes da
i'utii-'-o d'ella. I'revenio por tal modo debates
em que certamente se lhe diriam cousas des-
agradaveis. e daizoa 0 Sr. Dehaonis na con un-
a de organisar roaisl :.0 em poder pre-
viamente entender-ee com aansamigos poli
e com a gente do grupo que ia au^ilial-o D -
verno. 0 chefe da opposieao e-lew prestisa de-
clinar da boma que lhe era emienda. Tel-o-ia
talvez frito, se nao tem. Ii-olucao. ou
o qoa seria aiuila [leior una co.noinacao
nada impossivel ntreos partidario- d i pabiete
demissionario e a fraceao parlamentar represen-
tada pelo Sr. Deligeorgis, combioacao oue Eacul-
v a a volia da situacrio eoahida, chamaadode
novo ao poder o Sr. Tricoupis.
Bases Enetos daram-se antes das ultimas etei-
inglezas. De modo que se a crise do mi-
ni.-teri i gtagO se tem real i sal 0 alguns ;n
mais larde, era a propria Gra-Brelauha ipie offe-
recerteao actual presides haHemeo
un i i ment contra o proceder parla-
mentar do sen aate
sabido, o marquez de SaUab
ila vicloi;. I dos !iiicraes. e ao contrario
doexemplo dado pelo tinado chele dos torio, tS
BOU a adiniuistr., | lo vio que nlo po-
da contar com ocon ui>o dos deputa,los irlan-
Fazemos esta observacao para mostrar que as
taes normas parlamentares nio teem em parte
alguna O mesmo valor das formulas matle
ticas. Gomo tudo que mai ou menos emprico
e arbitrario, sao as circumsU'Uias
dades >arti lariasque itefcnninaino procelini n-
tfl dos hoinens politi uilidade.
(Continua.)
KE 'IFK, 2G DE FEVEREIRO DE 1*36
noticias do raclflco, Rio da
Prata e sal do Imperio
O vapor francez Srji'gal, e-.itr.ido huntem do
sal, truaxe .a* soeuintes n. ticixs e as que constam
das rubricasParte Official e Interior.
rv cilio o
Dntas tefigraphioag a.8 iiu Fevcreiro :
Segundo telegraoama de Guayaquil, dtalo de 8,
foram assaludos o prrsidente do Bquador. Caama-
o seu ajudaute de ordena, Jai Ya-
ara Jaramillo e un dos re
: feridas
6 atiraudj-se ao rio e ehugou a Guayaquil
b m i'Seolt
Por causa da cb i. o go-
verno do Per manioa postar forcaa uo arsec
no caes de [Ue.
Os balqusiro, exasperados pda ianguifioineia.
lllMlliana do partido pirolisU, arrebataran! urna
jiaaeia nacinI da mn i inuiher, q
cjudoxia. A. exaltid i pirutista :iisparou o revol -
ver oaatraomatjt do att aial>, Mado
fligra*s di*> pela p:! tmjraM '.'
Mis e Amalia t trew y (arcia tora.u appalos
ji-lu pirco aso n> uneuto orn que vnn reeeber Pi-
r >ls.
io tt Rtaia
Datas i.- liaaa-is-Ayras attU e de M'jaaori leo
.li.' l^stob'evctawo:
U Dr. B'-njaMu I'ii'tosjmiiu cargo de mi-
nistro do inc or n i K'piiQlica Argentint.
S ^undo o diario portenbo La Nucan, na ultima
atetOM os candidatos dos pirtidos unidos obiive-
ram na Capital da iwpabiica 5,766 votos e es can-
didatos juaristas 5,549.
Toda a MDienaa da mesina c .pital occnpava '
p .r.ilo contra u ^uMial erre I
nudo, que foi preso, uui fea
:.' anuos de i iade, recem-chegado no paaj
Sr.neqal.
\ i linpubl'Ca Oriental a commissito permiucnte
da ass .i.b a gara) .-.pprovou as rn -didas de pre
c mea t usa las pelo poder rxecutivo por eaus
preparativas b ,-llie de ni cidade de Uuenos-Ayres, atin de coiivulsio
uar o paiz, e autorisou o para t uar ladas a-, in I
didas exigi ias pelas eircumstaucias, na eonf irrni -
dade do art. 81 da oustituicao
\ naSMia aaatatiaaio RiMotisxni aprjin'eilide
igual coronis brisada < ao ra
coronis graduad s a caroaeit >ffdivos.
Foram destituidos: o Dr. Ureijoriu Bodrigaaa,
lo t II: 1e auditor d>? guerra, Tno naz Gmeos no
de thes uruiro geral, o Dr. Alberico Isola do de
profesjsor da aula de ophtalmjlogia da taeuldade
de medicina, ^elimnalos do q* adro militar os co
iuu:s Eduardo Vasquez e Feliciano Vieira.
Aehava.n-se presos > Dr. Angelo Foro Costa '
tagalo B. Uatarvio, director de La Tribuna Po
pular. %
H. Paulo
Datas at !. da FeviT'iro:
0 Correiu Paulistano, de 16, oiz o aeaaaaa i
Os c ifi que figuraran! na expo.su; i i regin
late uuiuicipio foram envi.idos para Santos, ada
; m adi veolides.
A importante casa commercial dos Srs. Uarv a-
Iho .m Perreica roaliara as vendas aos segua' -
precos. quj na actualidad^ sao veriadeiriin"iiti.
exuuprioua i
Cafe m k am irello, fi por 10 kil >s ; dito di
to ve O; cat la -ado, chato, 5-J00-, di( i
ch 'o gr. ; i j'iii: dito hato uaarello, lj.>i;
Jico ch ir, 4KK).
Os rafes pro tnziram B qu oitia total Je.....
I:083d60. .
O Correiu VaidUta.no trauscreve ds 0
de 'irac'cab.i o argate :
o Escreve uos um amigo resideat no bahrro do
Ilio das 'o iras, noiiciauio qu no cj:-
reata, Justino mulher e fiilios, que an
davain eam I m 1. para a f-sta d > 'ivino E-pinto
Santo, ao passar pela Cjlouia de Sr. Bario d Ser
ra Negra, dmniaiiiadiialtinho foram apanbi-
dos por urna nuvini de vespas Caesuuungas, as
quaes maltr.itaram tanto a Justino como a sua mu
Une e a urna tillia, escapando apenas um fillio que
ia mais distant-. Os meemos foram soceorridos por
alguns colonos d.. fazeuda, que entretanto nao mi-
den! evitar o desastre.
I "m dos animaes em que montavam cabio mor-
t.o pelas picadas das vespss, distancia de 60 bia-
c i; m lio ou menos.
Consta que fieiram de cama em casa d un
colono, Justino e urna fiiha, bastaate off-'.odiJos, j
pelas vespas, j pala queda que levaram dos ani-
maea em disparada.
D. Gateta io Amparo :
No bairro de Pereras, ueste municipio, di^u-so
no di.t 12 do corr ate om caso de catalrpaia em
um menor de .'i aonos de idade, filho de Florencio
de tai, sendo > menor considerado morto por nio
ataque, por qitasi 21 h as, tendo j os pas feito
todos os preparativos para conduzil-o ao cemiterio.
Eis que a enanca volia vida senta-se a pede
agua, c.-in grande pasmo dos assistentes ; > ir.n,
tendo bebido a a coa em seguida tove novo accesso,
morreno finalmente.
S-j din 11 do corre foi capturado, Bre
U, o reo Mauoel Joaquim-L p;, pronunciado no
art. 1:13 do cdigo criminal.
Contaudo 102 anuo, ialieceu na Mocoea o
padre Joaquim Feliciano de Vmorim, que por snas
virtudes mu aili geralmnte estimado.
O Diariu de Sorocaba r.-tere o ssguint: :
O Sr. M noel JoaO d- Oliveira e sua seuhorn,
residentes no bairro do Corrente, desta villa, aca-
bad de ser victimas de um triste e lamentavel
fcvoweciinentc.- perderam dous filhos, repentina e
ines|ieradameote, de um modo coatrutador.
O U, to dtu-se assim :
Salvador, menino de 13 annos de idade, na
manba do dia 1 do andante, bnneava em um ba-
nbado prximo casa de seus paia, teutaniu re-
presar com toncas de capim as aguas do urna
pequea corrente.
Sizenando, seu irmao, de 11 mu >s, assomou ao
portao e p.,r aquelle foi chamado para. c.iadjuval-o
no infantil briquedo.
< Tao infeliz foi a misera crianca, que aeceu-
dendo a. fraternal chamado, na primeira innata
de capim em que deitou a mao, foi traicoeira-
mente "Hendido, por urna enorme urut no braco
esquerdo.
Voltou para casa em gritos foi-lhe adminis-
trado algum remidi; p.rm tudo em vo; ao en-
tardecer exhalou o ultimo suspiro, precedido da
mais atroz agona.
O icditoso Salvador ju'.gou-sc o nico respm
save! p ir to aftiia>4oaaaCae foi presado mais
pertinaz remor8o,auecumbindo, entre a mas^cTuel
affl ccao, no dia 3, tendo deitado pela bocea san-
gje puro.
A eniremosami dos dous infehzes innocentes
foi acMinm ttida de syneopes e acha se no maior
^batimento. *
'oyai
Datas at 22 de Janeiro :
N > dia 25 de Novembro, brbaramente foi assas-
siuudo na sua faeenda da Forqudha, no distncto
do Amaro Leive, o cidado Tito Correia de Mi-
nuda pelo fainigerado Joaqnim liodrigues Bar-
t:o-a, vulgo secretario, sendo cumplices Juo de
BaaC s, Francisco da Cunha, Pa rieio Co'.itiuho.
\I.i'.,el, pasm bem; Francisco, p'iulutn; e um
desertor, conhecido por Zca.
Fallcceu uo urraial do Descobcrto Mara Duro-
n.i, senlura muito caritativa c virtuosa.
Rio de Janeiro
Datas at 20 de Fovereiro:
Alm do que consta da carta do nosso corres-
pnideute da corte, publicada na rubrica Interior,
e3 c que achamos no Joma Idj Commercio:
Ddiberou o Ministerio da Agricultura fazer
cossar a pratiea adoptada na estrada de ferro
Paulo AtF.uso, de abater gado por conta da almi-
nistraco para forneeimento de carae aos traba
Ihndores, sendo aulorisada a competente directora
pra satisfazer a collectoria de Tacaratoim-
oosto devido pela matanca de gado desde a data
em que a referida t ixa foi reclamada.
A .vquisieao do Ministerio da Agricnlin
esolveu o da Fazenda augmentar de 1,000:000
o crdito destinado no exercicio actual e
trucedlo do prolougamento da feno-via do B
a Garanbus, com ramal para Caruar, anuullau
do-se igual quantia no crdito fixado para a cons-
truccSo do pr don amento da estrada de ferro de
Alagoinhas a Joazmro, na provincia da Baha.
O cruzador Almirante Barroio, que parte
hoje (18) em v agem de instrucco com a turma
de guardas-marinba do anno paseado, seguir o
feguinte itinerario:
Tocar, se for preciso, em Pernambuco, em
Bridgetown (as Barbadas) e em Port-Royal (na
iiea) devendo cliegar a Nova-Orleans nos Es-
"Unidos. em fins do prximo mez de Mareo.
Sahindo dalli tacar em Ilavana oa Iba de
Cuba, tomar o canal da Florida, e ir aos varios
portes da costa oriental dos Estados-Unidos, e a
Nova-York. E partindo de Nova-York ganhar
a bacia central do Atlntico-Norte e visitar algu-
mas dae Ibas all existentes.
Antes de 15 de Agosto atravessar o Equador
para o Sul, t cai na Babia de S. Salvador, se-
i para o Hi> da PraU, da onde far rumo
par SantaCatbarina, e, sahindo d'nlli, percorrer
a costa at o "canal da liba Grande, regressando a
este porto at 15 de Novembro deste anno.
E' eeta a offl.'ialidade do Almirante Barroso:
Corpo da armada Capitn de fragata com-
mandant-, Luiz Felippe do Saldanba da Gama;
capitao-tenente, immediato, Alcxandrinu Paria de
-tenentee: Joio de Mu-anda
Alves de Brito, Jos Nu-
nes Belfort (i; Tenantes: Syl-
vio Pellico B'icliior, Antao Con-di da Silva, Ma
i lorie, M. Dutra, Virittj D.iarte H II,
tino Ayres de M traes Ancora, Jos Thomae
,i Ai 'liu i Martin-,
dro Vello., \-.>-;a!in. tfag .reir
uo, Francisco Alves ti nbo, Re
doluuo L>pes da Criz, Judo da Silva Ittstuinba,
1 ireirc Franco e Ludgero B
da Cuuh : M I a.
Corpo de saude -Dr-. Prulancio Augusto Su
zano Brando e Affmso lien ildy.
Corpo de fazendalo= Panlo Sabuco Cima.
Eis as ii 'li ias e i.innerca 's I I ul ima i
Rio, 19 de Feoereiro de IBSO.O mercado de
e imao contina piuco act.iv. muitendo m bul-
eos nueJon es C o Englich B >ak a taxa de 17 i>/i i.
sobwiljoudres, a que oiiijudon.liaok sacava con-
tra caiaa matriz.
As tabellas no ominereial e no Commercio, e
as taxas nos bancos ttglezes, sai as seguiutes:
Londres 17 5/8 d., a'90 d/?.
Pariz Sal e 540 u. por ir., a 90 d/v.
H.unburgo 667 e fJtti rs. por m., a 90 d/v.
Italia olij e 615 es cor la, a 3 d/v.
i .ral 0 a 3 d/v.
Vnk 170 por dol., vista.
O movimento do dia foi pequeo sobre Londres
a 17 5/8 d, baucario, sobre buiqueiros e caixa
matriz, < a 17 11/16 : 17 3/4 i., pipel particular \\
o sobre Franca a 510 rs., bincario.
Na Bolsa o moviin-nt i fu r> guiar.
Babia
Datas at 23 de Feverciro :
As noticias desta provincia sao destitu :'aa de
interesse para os nossos leitores.
INTERIOR
Correspondcaeia do Biario de
Pernambuco
RIO DE JANEIRO cobtk, 20 de Peve-
reiro de 18SG
Summabio :Urna noticia da Gazeta de Noticias*
Interpel'acao do < Diario oj Bra-
zil'i ao governo. Declarafao do Diario
Official.Como pensa o r. presidente
do noneelh > respeito da questao servil.
Outra noticia do 'Paiz.Desmentido
dado pelo Diario do BraziU.A guer-
ra da imprensa ao Sr. Coelho Bastos.
Os escravos fugidts preos com auxilio
dd polica. Os leleyrammas acerca do
resultado do 2o escrutinio do 2' dUtric-
to de Pernambuco A eleifo do Sr.
Martim FrancUco Noticias de Goyaz.
A reorganUacdo-do servico sanitario.
Tendo a Gazeta d Noticias, lito por mais de
urna vez, ora em forma seria, ora en esiyl > humo
ristico, que macaca que o Sr. Cot gipe j havia
elaborado um projecto, que s ria acrocoata i i ia
Cantaras, fixtudo 0 piazo de cinco annos para a
extiaccin do Becado servil, foi a noticia eunmenta-
da DOC tpicos do Paiz c tonesn tal corpo, que o
Jiario do Brasil, na sua qualidule <1
i m interoacei da hwova, julgou oppirtuao iater-
p llar o governo em termos muito fornea, fazen-
do sentir O devct era que o m am _- >. tuo acha-
va-se de nao conservar-se silencioso diaute dos
boatos que corriam e eram BCCtrao para do novo
a^itar-se o espirito publico, com e;rave prejuizo
para a lavoura que con&esVa a ficar sobresalta
da ; que se o governo pensav realmente, em tor-
nar a levar a questao ao parlamento, por jttlgai
insuffieiente a solucao qu i ella tivera na sesada
pencarte, na; liavia razio para nao dizel o des ie
j e guardar um mysterio que aeVi podia sor de
lona duraflao ; que si, pelo contrario, nao ora es-
te o seu pensamento, dissesse -o com franqueza para
traiiquilndade da lavoura e do commercio que
teem interesses curamuns na qu -sto.
A essa provoccao acudi o Diario Official cora
a declaracao abaixo, que foi recabada com muito
desagrado pelo escrip'or dos citad >s tpicos, o qual
achaque, r. -almeute, nao poda empreiieuder a an
nunciaJa rcf cem absoluta influencia os Srs, Paulino e Auira-
de Plgueira.
Nao t'.-m o menor fundamento, disse o or.rao
do governo. o boato de que o Sr. presideute do
conselho pretende apreseutar na prxima sessao
legislativa um projecto para a extinecao do ele
ment servil dentro do prazo do cinco annos.
* At hrtJB nao lia iiiotiv., para cjm* ,S. Kc. le-
nha mudado da opinio que enunciou na sessao de
31 de Setembro do ann- passado '
O leitor de,-e recordar-se do que nessa sessao
de 21 de Setembro disse o Sr. Cotegipe, e do que,
em extracto, dei noticia em carta daquclla poca.
Nao ser, porm, occiosorepctil-o aqu. Eis oque
disse S. Exc. na referid* sessao :
Nao continuemos a agitar esta questao ; tudo
quando se qnizer accresceutar pcier. O que o
governo affiuca, alm desta declaraca), que i-
r rigorosamente gaanter a lei e dar c iJas a? ga-
rantas aos propnetarios.
O Sr. idartinho CamposE' a ultima palavra,
assim se disse em 1871, por parte do governo de
V. Exc.
. Sr. Bardo de Cotcgipe Eu fallo como gover-
no. i'ole vir um cat.aclysm.-i- Si a extinecao da
escravido nao fr ieita pelo mojo por que querem
alguns, ha de ser feita p"!'a forca. E' c que se
diz e o que veremos. O que atfitnc que o g>-
verno tem recursos e ha de empregal-os contra
aquelles que quizerem perturbar a ordem publica.
A ipi sto nao pode ser levada pelo m j.lo por
qne tem sido. Este paiz nao pode viver em con-
tinuo dcsassodftgo. A agricultura precisa de um
certa prazo para preparar o seu testamento.
Urna outra not cia dada pelo Paiz, e qu-; foi
formalmente desmentida no mesmo dia em boletim
di Diario do Brasi1,que declarou estar autoji-
sado a fazel-o foi a de ter o Sr. Coelho Bastos
pe lilo e obtido demisso do cargo de ehefe de po
licia da corte, o de ter o governo resol vid) agra-
cial-o com o titulo d" conselho.
O Paiz urna follia seria, e nao de suppr que
tal noticia fosse de sua nvencao. Provavelmente
apaiihoa o boato na rui, pdo muito que deseja a
demisseo do actual chefe do polica, fcilmente
deu-lhe cr dito, e o fez correr aob a sua responsa-
bilidade, dando com isso grande alegrao, por r> ni
cas horas, a is seu3 coliegas das Gazeas de N ti-
nas e da Tardt, com os quaes forma a trindade
que nao d fraguas ao Sr. Coelho Bastos. Pode
so dizer que nao ha diaem qu as columnas d-s-
sesj^rnaes nao venha urna aecusajo, oj p de m;
nos urna censura polica.
A Gaze'a da Tarde, sobre tudo, i.nplacavel.
Mas de n .lar que o Sr. Coelh) Basto.-,, que cos-
tuma explicar, em olficios ao Sr. ministro da jas-
tic i. que sao publicados no Diario Offictal, os seus
actos ou os dos seus subordinados, quando cens-
ralos pelo Paiz, pela Gazeta de. Noticias e mesmi
pelo Jornal do Comm-'rcio, nunca se oceupa com o
qu: sabe ua Guzeta da Tarde. Essa indiffereuca
aiuda ina.s aggrava a m vontade daquella fo
iba.
Toda essa guerra movida bo Sr. Coelbo Bastos,
eu j o disse em outra occasiao, provea da mu-
i unta que, depois que elle entrou em xereico, 83
opeou na secretaria de pobcia em relacao aos re-
porters, que entra vam por all como se fosse a pro-
pra casa. Mas o que por eajq:i into mais assump-
to tem dado para fazer yiaar os typos, em estira-
dos arlig-, tem sido o que di i a priaoes
e entrega aos respectivos senho.'c Je escravos f-
gidos, que vindo refugiar-se aqu na corte, acaavan
igazalho, que as autoridades nao se aoimavam a
perturoar, embora se soubesse que oa pretens is
prntect >res de taes eacraTOC nio pascana) de es-
peculadores velhacoa que tiraran ncoveho dos ser-
vicos debes, e infelizmente a cousa aluda nao ac
bou. A polica nao anda a procurar escravos fu
gidos para appreheudel-os, rapar-Ibes a Ctbeot o
mandal-as amarrados e depois de espancados, aos
leus senhores. Presta, porm, to lo o auxilio que
lhe requisitam, mauda-os recolher prislo, a en-
i id .-os aos scuhore?. Estes que os cooia-
zein sua cuata pela estrada de ferro p.r
suas f izenlas.
Nao > Sr. Coelh i Bastos quem manda wagons
cheios de negros e fechados, c qufl disso gabava-
g cas do Sr. otegipe, como dsae a Gazeta
da Tarde. Sao 03 senhores ou agentes seus que
os levan ; e por crescido que tenba sido asuaatro
dos eicravos aq'ii agarrado, n cheg-im eet'W
para encher wagons, mesmo porque o vo todos
do urna s vez. Mas como a materia presta-se
uo sentmeuto livre, tem-se teit; muito romance.
1 assemos a outro assumpto.
As noticias, de mais de umi origen, qu2 o
telegrapho nos tom transraittido acerca do resul
tado do 2 escrutinio do 2 districto dessa provin-
cia, nao nos habilitan a sabernos ainia quem,
em ultima analyse, o dsputalo eleito. Segundo
telegrammas recebdis e publicados pela Gazeta
de Noticias, pelo ; aiz, pela Gazeta da Tarde, e
pelo Sr. Joaquim Sabuco, est definitivam-nte
i o Sr. Joa Mtrianno. O Diario de Noticias,
depois de ter afiliado am boletim, dizendo que
acabavam de mostrar lhe um telegramma que
eleito o Sr. Theodbro Machado, publicou um
' notician I l i) Sr. Jos Marianno.
S gundo a Agencia Hacas sao contradictorias
as noticies.
Os tiabilhos eltoraes, accrescenta ella no
seu telegrama, corrern sem perturbaco di or-
dem publica; apunas em Monteiro deu-se um tu-
multo de importancia m nina. A Provincia d
lintCS resultados :
aneases 892
Theodoro Machado 855
Este resultado pode soffrer alteracao.
Os telegrammas do Diario do Brazil, dando a
votacao de cada um do* c.ndiditos, ob-ervan qne
as ekicoea do Momeiro e Varzea esto viciadas
e ha contra ellas mai tos protestos, e que deduzi-
dos os respecttvos votos, o resaltado ser :
Th-.-od ro Machado 7:18
Jos Mari;.'un 5S^
De tudo isto resulti que na verificaciio- de pi-
derea que se ha de apurar a verdade a caar
qnein o dep tado.
Os teiegrammas da Gazeta de Noticias e do Paiz
e que forarn sendo dados cin biletins. nilixados nos
respectivos eacriptorios a medida que cli gasam,
Iavam as votacoos parciacs que iam s nlo eonhe-
eidas, noticiando tambem algunas pirticulanda-
des, como fosse o grande empeuh i i le mostrar* :n
os conservadores em iuutilisar a eleicao do Mea
teiro, para an le litvao presidente mandado Cjrca
e onde, segundo coustava, j se haviirn dado feri-
m entes.
Mis de tolos os telegrammas os mai* miaa-
cinos o int'ressautes sao os seguiule qu f i-
mam a serie rece oda pelo Sr Sabuco, e pjr elle
confiada ao Paiz, que es po i en realafo, un-
sando os para as suas columnas no dia imoieduto.
Eil- j :
- liECIFE, 16 de fevereiro, s 9 horas e 10 mi-
nutos da rnanh.
Ilontem noite foram cercadas as casas de
el. torea lber.es. endo alguns preso*.
- Sildadea de polica e guarda eivici pal-
sana earesnun a easa do eietordo Poejda Pa-
uella, Francisco Hermogeues Correia de Abu-
querque, levando-^ cara 1 oliendo.
Cercaran tamben a casa do eleitor Joo
I'V incM Torre II i i -ira, e, nio o eheontran I >,
levara u ious filhos seus de tenra dad -.
Boje ae fregoeciu suburbanas foram >ecapa
das por forca municiada.
As autoridades pociaes cabal un en todas
as seccoea u distrietj.
O delegado Osorio iinpoe chapas assigualadas
por sua letra, sobre aineacas.
Toda a cidade, entretanto, est cnpenhada
uo pleito.
o A's 9 horas e 40 minutos da rnanh.
Fu peceo porta da 'greja, sem crine o elei-
tor Basilio Paria.
A cidade apracenta o especio de paiz con-
quistado.
A's l'J e 55 minutos.
Ciutinuam as violencias. Na se
GhtaeaJo o majar Antunes. cou3ervad)r, frente
de Cfepeogaa armados, aggredio o Dr. Phccicaie
Cam ira, r dactor da Provincia, prete ideado ex-
pulsal-o do reciato eleitoral. Boaceio por parte
dos liburaea.
A polica cons' rva-se prta Ja igr ja.
A* 1 hora e 20 minutos.
litsultad) eo'ibecido dos colle>rio8 da Matriz,
Santa Cruz, Rosario, Soledade, Belm, S. Gon-
zalo, Graca, S Louren^o e Assembla :
Conselheir; Theodoro ota
Dr. Jos Marianno 533
A' 1 hora e 40 minutos.
A puracao da parochia do Poc da Pa-
nella :
Dr. Jos Marianno FW
dieiro Theodoro 49
Faltam as nacHiiiiii i .los uallmgitia de Uun
teiro e Varzeao,
A' l hora c 50 minutos.
Acaba de partir urna forca de 40 pracas.com
um clarim tocando, a marche mirche, para a p-
rocln i de Monteiro.
A'a 2 horas, e 10 minutos.
Apuracao do eollegie da Varzea :
Dr. Jos Mariano ^0
Conselheiro Theodoro "(
O telephne para a freguezia do Monteiro foi
nind'.do uterce jiar pelo presidente da provincia.
Consta que liouv; conflicto DCSte collegij,
lendo-se i tlgans ti" luacd tonr .
de autiliear a urna, mas esta, pir ora continua
Ilesa.
A's 2 horas e 25 minutos.
Noticias exactas, clicgidas agorado Monteiro
dizen que forarn disparados cinco tiros com o fim
de provocar tumultos e quebrar a urna.
A torca de 40 praets naaaaaaaan junto igreja.
Beeaia-sa nova investida, que agora ser auxi-
liada pa tropa presente.
Consta que vai ser expedido novo cntingente
militar.
A's 2 h>ras e 45 minutos.
Na seceo do Monteiro foi esta a apuracao :
Dr. Jos Mariano 112
Conselheiro Theodoro 64
Vencedor Dr. Jos Mariano.
Delirio geral.
As oiutacoes de sceua que *h ficara notadas
devem ter siJo de um efiito magnifico !
As 9 horas e 10 minutos da rnanh toda a eida-
de est emp.nhada no pleito ; s 9 e 40 a ci dale
aprsenla o aspecto de paiz conquista io ; 2 e
4b' minutos da tarde delirio geral !
Apezar Ja delibe aco tomada pela Unido
conservadora de S. Paulo, de queos jormei dora a
n >lica e a que me refer na anterior, de absterem-
se os conservadores de tonar parte no 2' escruti-
nio do 7 e 8o districtos. o resultado da eleicao
uo primeiro desees districtos nostra que sena)
fossen os votos dos conservadores o Sr. Marti n
Francisco nao teria sido vencedor. Si esses
votas foram dados somente por considerado.-s
pessoaes e motivos de outra oriem que nao o pen-
saraehti de histiliiade ao outro candidato, ou
se foram o resultado de accordo, cono alrma o
orgao republicano d'aquella provincia e o repete
aqu o Paiz, qu pelos tpicos di Sr. Sena, quali-
ficou de intrusos os conservadores que auxibaram
o candidato liberal ia pugna deste co:n o republ
cano, o que nao conseutaneo, diz elle, con o
pundon >r partidario ; o que pir ora nao est
anda averiguad). O que occorrer no 8'districto
poder ssdsreser-nos msese
Para nin teuho que tilvez muito tivessera in-
fluido para aquelle auxilio uio s os bons des-jos
de algum mimbro preeminente do ministerio, como
tambem a coasideraco de que o Sr. Martim Fran-
cisco, pela sua idade, sua longa carreira politici,
sua posicSo, de conselheiro de estado, e ex ministro
deveria uaturalraeuite merecer mais atteucoes aos
seus propros adversarios naturaes -do que o seu
competidor, moco novo, de mrito verdade, mas
que por nenhum titulo poltico se reeonm-u la a
benevolencia dos conservadaiei. Nao foi odio ao
candidato republicano, que alias na i
sada triuuiphon cora o auxilio dos conserva 1 .re- :
foi benevolencia, coasideraco e estima pessoal,
que determinari:n a v > ,'o conservadora dsria
ao Sr. Martim Francisco, que, entretanto, nao foi
cerrada. Houvo conservadores que abstiveram-
so de votar, e outros que, t tuibem por sympatlii i
pessoal, votaram no Sr. Canpos Saes.
As tristes noticias que nos ehegan de Goy,n
sao, iufclizmen:e. a not i dssonante do molo pa-
cifico o calmo pir que correa o processo eleitoral
no impario.
Em S. Jos le Tocantina^ que fica ii guie de
sessenta leguas da e ipit d, deu-se ni oc asio da
leica-o un lamentavel co.ifli-to, de que resulton
ficarem mortos o alferes commandante do dsfa-
eameato e um d;s mesarioa e gravemente ferido
um outro.
Pororaainla nao tenis infor n-.coes exactas,
pelas quaes se po-isa saber atona caben res-
pousabilidade do sea o. Os libme!
attnbuem a provoiacao ao3 conservadores, e estes
a>s liberaes. Aquelles qu> ixam-se do pr. s dente
da provincia, que sendo informado do qianto
achavam-se lili 03 nimos aceitado*, nao fez reti-
no! ;:i I ante do destacamento. Os outros
]ue qua'.quer que fosse a providencia to-
mada, o resultado seria senpre aquelle, salvo o
abindono da eleicao por parte dos conservadores,
attenta a resdiieao dos liberaes de vencern a
todo o custo, porque daquelle collegio d-p odia o
triumph > do 8r. Buihoet, sendo precio que este
tves8e votuoao cerrada.
Nss ultimas datas que temos da capital, sabia
se alli c pie liavi i io, mas nao
se conheciam os pormenores ae nao por c-irta^s dos
iuteressadoa e envolv los na luta, a qu; nao se
pode prestar f.
Quanto a acemacao que fazen ao presd-nte,
cunpre notar qne o Sr. Cruz tomcu posse 9 de
Janeiro, e foi nesse mesmo dia, segundo dizem os
seus aecusadores, que o ex-cbtfe de polica, que
ain la alli 88 ochava, levou-lhe urna representacao
da cmara municipal d'aquella villa qaeixando-se
d olKeial o pedindo a sua retirada do destaca -
. O presidente respoudeu que, ulm de nao
ter ainda tomado couhecimenfo dos negocios da
provincia, para poder com consciencia e seguranca
desfazer attos do s u antecessor, aconteca que
quilquer providencia que tomasse nao pode.ia
u a S. J l Tocantine antes do dia 15,
m que devia ter lugar a eleicao.
!>-sgracadanete ainda nSo estamos sutcien-
temente educados na poltica, para que factos desta
ordem deixem do dar -se e onde menos era de es-
perar.
A reorgauisacao do servico sanitario aqui na
corte, de accordo com o novo regulamento que o
governo pr iraulgou ltimamente, nao deixa de ter
trazido algunos dissabores ao actual ministro do
imperio.
I'roceieado com urna rerta isencao de espirito
irtido o Sr. Baro do Mamor as novas
n me' ICO is, aproveitou quaii todos os mdicos que
faaiam parte das juntas vaciaico-aaatarias crea-
das pelo Sr. Maciel. me totalidade ersm
comp ist ia de mdicos libernas, Isto cautou gran-
des deegostosa tem si !o motive de muitas quei-
xas.
Um subdelegado de urna das freguezias desta
capital, in dico o que ora pretendente a um dos
do"s lugares, pedio immediatamente demissao do
tea li oapaahado de todos os suppleutea
o ictorei d quarteiro. Outros qucixam-se
am irgamente.
ihviSTA DIARU
A:li.>ai-iiti> da V-me.nlila Provls
cinl.Peloe fundament .-s con .tantas da portara
abaixo, S. Exc. o Sr. conselhei'ro presidente da
u vi eia adi i un 5 le Margo prximo vndou-
.-1 .-. abertura da As:cin'.. lativa Provin-
cial .
Palacio da Presidencia da provincia de Per-
nambuco liecife, 25 de Fevcreiro de 1886. O
presidente da proviueii:, considerando que, por ter
sido cuereada para os ltimos dias do corrente
mez e principio! do seguate a apuracas de votos
- cando escrutinio para membros da Assembla
i Provincial, em alguns diatrictoe elei-
i, oolo ondeado os e. i por ases diatnctos
apreseutar-se dcvidaiu -nte diplomados c co n os
poderes verificados a teapo de tomaren parte nos
trabalhos di meneen Assembla d-sde o da Io de
Miv> proStmo viudouro, en que ella se tinha de
installar, c att.'uaeudo conveniencia de concor-
rer aoa referidos trabadnos o maior numero possi-
vel dos eleitoc. ismen do art 24 2
do Acto Addicioual, adiar para o dia 5 d'aqu dle
mee a sobredita iiistaliac*.(Assir-aado)- Jos
Fernandes da Costa Pereira Jnior.
fr'a/.,'--iilu provincial. Por portara da
'residencia la j.rov.ucia, de 24 de Fevcreiro ci-
rente toi nomeado. aob proposta do Thesouro o pro-
baeharel Artbar da Silva Reg,
pura excrcer o cargo de ajud-mte do procurador
I >s feitos da fazeu i provincial, no districto da
:oria de Palmar
l'iiliuual do jury do Becifo. Presen-
to numero legal de juizea de faeto, funceionou
hoiitem este tribunal, endo sujeiado julgamen-
to o reo Evaristo Itodrgues de lmeida, pronun-
ciado n > art 269 do Cod. Crim.
Patrociaou a causa do reo, que foi absolvido, o
Sr. Lr. Jos Izidoro Martina Juuior.
13. itiMtric'o eleitoral. Temas co-
nh ic m mto da seguinte votacao, cm 2" escrutinio,
para ueput idos provincaes :
Cabrob
M .jor Solonio Soares Je Mello 5fi
CapitaO Francisco S. de Souza Ferraz 2
Baro de Caiar 1
Etioipo de Oinda -Ao bordo do paquete a-
cioual Buhia, esperado amaub do sul, deve chegar
o Exm. e Itvm. Sr. bispo de Olinda, D. Jos Pe-
reira da Silva Jarros, que lora sua pr vinca,
bm ueses, em prosa de allvo aos seus soffri-
meutos.
Ao que nosconjta, S. Exc. vem rcstabelecido e
vigoroso, o qu ; motivo para jubilo dos fiis cou-
fiados sua paternal juriadiccao.
Comprimentamos S. Exc. livma.
Cruzador Altnirante Barroso-Hou-
e.n pela rnanh fundeou no Lima o o cruzador
nacional \lmirantc Barrse, commandado pelo Sr.
. aa L. Felippe Saldanba da Gama,
o > d ni i do Rio de Janeiro u oude sahio no dia
17 leste mez.
Salvou so chefe do divisao e a trra sendo cor-
respondida eia fortalecn do Brum. ?
1) Almirante Barroso que um bonito navio de
2200 toueladas, deve hje entrar e fundear no an-
coradouro, demorando-se at dous das
Deatiua se a Nova Orleans, onde dever che-
gar antes do da 31 de Marco viudouro.
Na sua viagem poder tocar em Bndgitwon,
as B-trb idas, l'ort > Real e na Jamaica.
Depois de figurar na exposcao, partir de Nova
Orleans, tocando em Hivana, ua ilha de Cubi:
seguir pelo canal da Florida e tocar nos po.-tos
da costa de leste do3 Estados Unidos at chegar
n Nove York.
Partindo de Nova-York tocar nos Acores.
Antes do oa 15 de Agosto atravessar a linha
II sanado* cea direceo Bahia d'oude partir
para o Rip da Prata voltando a Santa Catbarina,
enriar depois nb canal da ilha Gran ie e ancora-
r ueste portD em Novembro.
A sua ofi'.-ialidade esta :
Co.-nm ldante espitan de fragata L. Felippe
:,aldanha da Gama, inmediato capito tente
Aicxandrino Paria de Alenear,
Primeiros tenantes: Joo de Miranda Rbeiro
Sobrinho, Julio Ai ves de Brito e Jos Nunes Bel-
fort Guuiar -s.
Segn loa teuentes : Syivio Pellico Belchior,
Maooel The-idrico Maeliado Dutra, Ludgcre Ben-
to da Cunha Matta, Man>el Aceoli Pereira Fran-
co, Francisco Alves Mattoa Pitombo, Pedro Vel-
loso R;belio, Viriato Duarte Hall, Virtuliuo Ma-
^alhes Moreira Sampaio, Jos Thjmaz Machado
Portella, Rololpho Lopes da Cruz, Praaciccn Jos
Marques da Rocha, Firmino Ayres de Moraes An-
cora c Joio da silva R tumba.
Offieal de fazenda de 2a cUssePaulo Nahn o
Cima,
Segundo!, cirurgioes Dr Arthur Reualdy e
Prudencio Susano Braodio.
Maehiniat:Francisc L ipes.
_'.i gnardaa-mnrinnw, entra os quaes -' A. o prin-
cipe D. Augusto Leopoldo.
"**n instructores de :
Historia naval e tctica -Io teuente Malvero
da asusta.
Direito internacional martimo1" tcntnte Beu-
jimin de Mello.
Hydrograpbia e navegaca-Carlos Barroca.
T n 11.'! praapns de guaruicJo.
CaeetadaHonem, s 2 1/2 horas da tar^e,
e uo beeco da Lingui ti, travaram luta os marnj >s
cea Thom z Hurly e John Haodersou, entre
os quaes, parece, ha va rxa velha. Resultau da
ficar o primeiro com a cnbeca quebrada
sen lo rea trido para o hospital P KgU ido ilesc mi; ir na OaSC de Detencao.
Paliei-tm-tito Houtem s t horas da ma
nlil i illc.eu o subiit) portagoes Jos Antonio
. i Lopes negeeinnaka itri anYc praca
e i- si lent ncita provincia a 25 annos.
O fin do quti- com; particular, quer como eom-
.istou sempre a eztmm de todos
gozando eredKo illimitade.
Deix .i i. e ne le fea alguns legados a
amigos e a institui-jo.'s pias.
0 siu fdl'cimento dexa profundo scutimento a
seus amigos.
O,..',po Eacravera-noe ua villa de Sao Bento
em data de 14 i i corrente :
* Fallecen heatem nesta vilia, onde resida,
Jcnquim Jos 'acheco do Amoral Reg, com 80
de idade, vietisan de aotigos pidecimentos.
O fina lo era natu-al da ilha de Sao Miguel, e
veio para 1810, on o 17 pres-
tou releva;. do imperio, iue
tirnoii-se sut por ter elle adherido esta uacio-
nilidade.
Era casa lo e deixou grande ceta.
Foi sempre con;aderado como nm verladeiro typO
do hom-un 1 l b m a po: 1330 sua inorte foi geral-
mentc o s pelos seus, como por quantos
o conheciaan.
1 o assajtrlata poliria: da Boa vinca
Assuini.i h inten o exercicio do cargo de sub-
ido do Io districto da parochio da Boa Vs-
ia, o 2 caspiento capitao Joaquim de Goav?a
Cor leiro.
Cimpnnin InilemuNadora Enas-
sembla g ral reuniran-se bonten 03 accionistas
- couipinhia de seguros contra incendios e
riscos mirititn>8, convocados paratomarem canhe-
{
l
>
J

"%




Diario
cimento das contas do anno rindo e elegerem a
nova commiasao fiscal.
.seo pare~er fiscal a ellas ru
foram approvados ; e
eleifo da nov -io fiacil, I
un 03 Sra. Bari
biii
A O divi-
den lo de lOO por acoo. relativo ao semestre
i -.uno paseado.
Esmiilas da Caia PaO Sr. Manocl
a seguiste sarta :
Sr. Hariode femomnoo.Ro-
go a V. S. o cbaeqm Heoitta Dia-
ria, para conheciinont > J intntnwmlm o be-
guin
Oeoaselno director da Sboiedade de S. Vieen-
te de Paulo etn fa laje. que encontrn
na distritmica > d.13 esmolaa da Caira Pia, resolveu
era aessiU es par pjr S. Eic. Rv.na. o
Sr. Bispo Dio ie de ve chegar a 27 deste)
althn i d libar!
Tomando-se por lia e o rendimento 3a Caixa
Pia no ao >c* > a
iu id-i por 8. Ere. K.
lolho ve. i s p >di t
a qinntia me:. .vjjaoo pa
i
e0ii:' l imillas
cwn a qu
(j n aselba plana li
btrdncie na distrib ; espir
Ji-neia, depois ': imitar ocnav
quo
I -. V
dios 1* recur-
so) de ni
pare soorri-
! Sfc5
Gom'
MuN a-laintioaY.'
Sr. I delegado do 1* baute pr&ticaa
mais harmonio is con
cil '
que
Bases mogos, qu
de aiguma al I
mu ita
e di
Isto n]
lhor
dos.
I>i-*ai*tre' I
de,
bro um dos C
abalroou e deitoo por
Antonio, eonh ci lo pe
I. mvio o pito
11 "111 '
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0 ferido foi -' Pedro II
Xiiva e'pr-: oamwtcaP
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ArciiitoK d aiix.-u \arloaal
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pre i 1 na Il
sil :r i, 1 i B
1. .11 '
serapre m tsaoravel
fo da minina El A b l
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adm rav listen
tex onvm advertir
ni; aj I i etn qne
iln ni j se
ach le phia qu
d ve illa -i.
Qu^n lo a ntilissima mi
.ir ao
corp legisl I re al om que S' i
o trab li > d i 7 '. :i dea
m Cito
mus
b n de in d ixur en-
sanchas, o palo m m de
lev t .- ';': i a lina
at qu ponto me
bilid
N -:i a i Batas
imp'
toi ii Btre nos a sublime vida
de cora qu se imm > na Do
Aim '" lustriaei a qui-in e ;
os ni
institutos un B outras institoioSea d-
que s" u; pais. Se cm gera!
/. i probas om lira il e part-
calarme il o i
nao le to
dos p litas ba-
e e incentivo 'T"t*iw Sju, etc.
Ladislao Netto.
(a/.i-ta Mdica da Balita O n. 7
Janeiio ;; pelo
irio :
I. \ neiro Dr. Luis Alvares
dos 8aa
II l"! loiinas da febre amarella. Pelo Dr. Do-
ro i ni;
III P. is e con-
tra i luiitrinas parasitarias. Pelo pro-
fess i
IV. Clnica m iici. V hyateria no bomem. Pe-
V. Revista da iinprensa mediea. 1. Prenbez
compr-i i m -mbrana hymen. 2. O mon-
to! como si i be
cal. 8. O strophantna hispidus. 4. A asclepisis tu
beroaa Wiel 1. 5. Da aeetopbenona oa bypnona.
6. ovhs investigacoes em Palermo sobre s mi-
crobio do eh lera. 7. Snta aobre a algina.
VI- Estatistiea medieaMjrtalidade dacidade
de S Li-iz do Maranl
VII. Variedade.U'ii engao carioso.
VIII- Noticiar!.i.- {. Cadi in de histolaejia da
faouliade de medicina de Paris. 2. Um eatadante
de medicina martj r da scicncia (Per) 3. A anas
th -sia e os dentistas. 4. Passamento de M. De-
chambre. 5. Projecto de le sobre o exercicio da
medicina em Pr;. ti Kovenenameoto pela mor-
pbina vendida sem fjrnmto. 7. Vaccinacio anti-
rabica.
Revista do ExerrKo Braallelro
Recebemos o n. desta revista, correspondente aos
mexes de Setembro Dezemoro do anno passado.
Ei* o (a tamnarie:
I. Eabsco topograpbco da colonia militar do
Itapura, peto major de engenboiros Jacques Ou
II. Con3deraQes geraes sobre a divisao da ea-
\allaria ind : inc?So com a artilhe
ra a eavao, pelo cipitao di *rtilheria Arthur
d Vio raes Pereira.
III Uniformidade Jo annam uto de fog porta-
til brasileir.i, >or F. J. S. de Si.
IV. Coloai res, pelo major de
iberia P. v. da Sin-Tiigo Dani
V. D'scurso proferido por occasio da inaugu-
da bibliotheca do Io batalbao de artiiberia
neute Jnnathas de Mello Barret>.
vi. I*aleatras mili'
VIL Kegula nentJ do tiro pan a artilberia de
Batana-aba.
VIII. S. Borja. Plano de deroza e informaces
aeua recursos, pelo m ij ir de engenheiroa
Carlos Eiiir iim raes.
Contra o pleen de um preso
X aa i'ail Mal Ga -
tette, de L iblicou o anuo passido episo-
dios da vida da grande capital qu-? levaram o
rn >, a aooie la.l i o i poG i.
O director d'aquelle peridico. Sr. Stead, qaiz
coraprovar por si momo o |ue se sabia de oitiva
ea do vici i. da miseria o 1 gvai co existen
rtaa el Baeisoeiaes. Par* que as refe-
faa e o pub'ioo nao se cli i-
a igooranei i, t jernausta nao and iu e un
- diz, pelas ramas, sena) que p i>
o'tiou em Nutra mus immandM la capital
.iid> e algara caso pura historiar c m ab
rtes-t, a propor ooosaa qae pertenoem a
jrd-m d'aqudlas qu i nao podem dix r se.
Kesu r. i: o alarma propag>u-3e, 1
nil e o
II chamado a depot ant
via visto
10
lia, onde tera le s'>lFr i
fio de uns t mt is ano is da arr
Pai en-
t.r ni- M ,->z i fain i de hiraem vetoooo
d i.
O pubi' : i ni su i oiiiucta, a minia
levad i iato gra>.
i) | iili um i
i to-
na ir '
:is i i) o fie
Y) ni
i ]i
itre m n is dars suaa !
)uiz -vitar eataa toca-
i o .rr.ig
i>i.
11 F.\- -re'ro da 8 ; i 6 i(
11 de II >l >vv- iy
ih d'a [ii di .s un i:
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Envinenalor de mrneres->I
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Buapsitas.
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O i n i to la a I i aat iva m tr il

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A Sr M > C ibe n. 5 na la disse; 09
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novo iiqnclucio de ^cwT.i'k
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r n o que h i le Cro-
tn a i lo Ce itr N' \v-V)ik.
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|h> s ra, para qu-
iln '. ir s ojee h pa
tres mil
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o aovi o mt
ir ou
p > ar e
loperfien pela
ioiiiii la I i
lirio
de doii3 anuos.
i- r (:r' ro3 s t. o mais eora-
'|e IV
Otuuel rjjoia tem 12
i em 75 i
frauc o de S. '< itha -I, saja ex-
' l US k i east u aril i m ta.
V la rapidez cora que t
nlt-im os n jv 11 rsa aai -
A empresa em duas partes, ma3. na
.
pr.dt-iro. debaKo I e respaasabidade
os priaeipa ,
Era I i O tr ijeeto ba vita e seis pocos, c cada
i li i le abrir a par'e do tnnnel qae
lli i n(i le e c instruir o en.ia1 por onde ho de
na aguas.
inpregados nos trabi'hos un3 8,000 hoinens
i iix i da superfie
X i toad i d s poeot os operarios trabalham -m
entes, uns para a sal e oi'r a
pwra o n.rte, ilo m- io .> lera encontrar se no e n
tro do HBB medeia entre os poc^s.
.Ap'Zar do uam r de tr.ibalhadores e dos p'r;-
goa que correm, nao ha S I lo a raorte
os delles.
A empr z tem um medico, pago p'loa traba-
nite umi sabseripeAo de 50
nensaes: com e.-t ,-jo oito as-
n-di i3 ree
olera da provincia do Rio de Ja-
neiroEis os nmeros niais pi nal
- raatrizes e ,.11'aias,
extrahida em 17 da corrate
rasmos de 100.000*000 a 1:0003000
G'tlO<
Hoje :
Pelo tujenie Alfredo Guimardes, s 11 horas, A
roa ii sus n. 45. u a variadas.
Amai
Pelf rira, s 11 horas, na ru do Io>
' um sitio.
'o agente Giumio, s 10 o 1/3 horas, 4 ra do
I iva iii.i ;i. 2U 217, da padaria B
.ria abi si'
Seginid i-feira :
Pelo agente. Giwm&o, as 11 horas, ra de Mar
quez de Olida n. 16
Minina fnnebre-.'i rao celebradas :
Amanha :
A's 8 1/2 horas, na matriz da Boo Vista, por al-
ma d> Dr. Jos Vicente Du irte 15: i
Se^'unda-feira :
A's 6 horas, n. Terco, par alma de Polie
Fernandos de Brito ; s 7 e 1,2 horas, ni matriz
11 Corno S-.nt. i, pir alma da D. Luiz Amelia de
?.iula Moreiri.
liOtt-ria da provinciaSabbado -
Peven'iro, se extra lira loteri n. JO, era bene-
fici da matriz da Gi
No consistorio da groja de Nossa Senhora da
se achara o expo tas as
urnas o as espber8 arromadas em ordera no
rica, apn i publico.
botera Rtiraurdlnaria ao fcjl-
raiBa-0 l" i das 4* e 5 a
enjo maior premio de
10, ser extahida a 9 de Abril.
\cham-ae oxposto a venda os restos ds bilhe-
tea na Casa da Fortuna 4 ra Primeiro do Marco
i. _':.
Lotera do Blo A 3" parte da lotera n.
195, d, novo plino, do premio de 100:0001000,
ser extrahida amanha 27 do eorrente.
Os bilhetes ach im-se 4 venda aa Casa da For-
tuna 4 ra Prlm 'iro de VI ireo.
Lotera do Cear de SOOtOOOSOOO
A' 6a sene d'esta gr ria, cuj raiior pre-
mio de 250:0uV)sJO00, se extrahi-4 rapreterivel-
mente no dia 2 de marco, as 2 horas da
tarde.
Os bilhetes acham-se 4 venda na Casa da For-
rana, 4 ra Primeiro de Marco u. M.
Lotera de Macelo de SOOiOOO #00
A 17' parte da 11 lotera, cujo premio grauie
3 de 200:0001000, pelo novo plano, ser4 extrahida
impret-irivente no dia 2 d i m WCO U 11 horas da
manhi.
Bilhetes vsoda n. Casa Feliz da praca da Ia-
lopeueia ns. 37 e 39.
Mercado Municipal de H. Jom. 0
noviraeuto dcst? Mercado no dia 25 do corren-
te, foi o 8C^ui:i
Entrarain :
28 bois pesando 4.11G kilos.
52") kilos de pcixe a 20 ris 101600
17 taboleiroa a 200 ris Bi 0
47 cargas de farinha a 200 ris 9J400
15 ditas de t'ructas diversas a 300
ris
II Sainos iii
F tr un oocujindos :
i\
11 44 40
2> ditos de Sil a 25

ra:

. 700
11 12 i'
12
attflcado Kua n. 41.
sitar
leas, tintas, drogas, productos chi
icos, ra do !
juez de Olinda n
errarla a Vapor
Serrara a vapor e ojjicina de car apia
le Francisco dos Santos
gran le
i u Mito, i priiBiro da provoQ i '
, compra-se e v
todas as qaalida
onta all ra, Sssitn oanta se proparam obras
le carapira por im.eliia o por preaoa
competencia.
Mu "uno.-
O bacharel 1' no Ratt e Sil
va, mu tou su da EJi
Joo de Butos para a ra V'l.'ia de S
Kita 29.
PUBLICCOES A PEDIDO
13* Hislicio
100:000*001
20:000*000
979 5:000*000

T.iT'.i 2:rjOO*30C 1.-000*300
166
1:000*000
1:000*000
4 MI ] :OUD0O
1:00
1:000*000
AFPBOX1MACOES
1:000*000
1:000* MU
7838 6:000* XX)
>'>*i)0ii
978 4:00
4:000*000
3:00i'*000
3:000*000
77- 3*00* 00
7680 3:000*000
PB.EMIO de 500*030
184 2026 7158 8946 11768
1057 3798 7006 10411 11814
1097 1331 8822 11511
PREMIOS de 200*000
432 1338 4403 5982 10425 10634 13546
5'14 2564 4459 092 10590 10934
1076 2648 (1227 3299 10594 11162
1236 3154 6859 889 10604 12313
ruamos de 1001000
31 2237 3982 9470 10433 13463
49 2304 5106 9541 10623 13662
139 2618 5207 9652 10824 13675
153 2623 6958 9749 11149 13768
284 2*94 7429 9761 11205 13973
1645 3027 7468 9965 11888
1652 3043 7730 10093 11973
1823 3121 8964 10167 11688
1828 3*64 9013 10210 13423
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II .ou ca i i i, Boa -V ita; Lyraphatite p
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Dr. Jos Vicente Duai branco.
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berta C*rneiro da unlii, braico, Para
hybi. i i' :ma
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nene; Juininu i I .
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Vi p M 11- >' 'Unos,
aoltein, S. Joe ; ty-
Un recerani-cido, Peruirabuca, Grac, rcmet-
ti 1 i pe) subdelegado.
INDICQES TEIS
Medicon
ConvTiltori: lueilico-cirurarioo do l>r
Pe,1ro de AKaliyde Lobo Moacoao
ra da tloriit n. S9.
I ios b
atis, das 7 s i da ma'
uta ser ouvido c ex i
: presenciado por em.tr.
aeio dia s 3 horas da tarde ser
Dr. Moscozo encontrado no torrean p-
nereio, onde fuuociona a
1 orto. Para uua!
nontos podero ser
os inamados por carta as indicadas ha
Dr. Miguel Theinudo u i s a onsul
t)r;o mlico e n sii> ro par
a. 7, 1. andar, i consultas das 12
horis s 3 da tur te e r c ie chaiuados a
bualquer hora. fVnnajsnirleflrin partos, fe
, syphilie e molestias do pul ai i e co-
raeSo.
r. thtrr ipaio d consultas de 1
o 4 horas da tarde, ra do B
yictoria n. 45, 2 andar, residencia ra
o Riaehaelo n. 17, canto da ruado Pire.s.
tdvotado
Joo Franasc, Jeixeira tao o seu
criptorio roa a n. 2, 1.
o sua profis-
s3o, das 10 l hora da tarda.
O bachirel Benjamim Bandeira, ra di
Imperador a. 7.'5, 1." an ar.
Jos Bernardo Oa/vao Alcoforado Ju
nicr contina no exercicio sua profisso
de adrogado, e ple ser piocurado no es
eriptorio de seu pai, ra 1. de Marco
n. 4, 1. andar, das 10 horas da ruanha
s 3 da tarde.
Henrique Mi/.et. Ra do Imperador n.
22, l.o andar. Encarrega-se de questSes
as comarcas prximas as linhas forreas.
Dr. Ferrer, ra du Imperador n. 79,
1. andar.
Dr. Oliveira Etcorel, 2." promotor pu-
blico, tem seu es'-riptorio de drogada na
ra Primeiro de Marco n. 2.
Jos Bandeira de Mello advogado -
ra do Imperador n 37.
Corte Real, ra do Rangel n. 65, Io
andar, escriptorio e residencia.
Drogara
Faria, Sobrinho Tenio presenciado, como o Sr. Dr. Antonio de
i-ira tez toda a eleica i d i 18" distrtcti
jera ser conheci lo s i dit-
fcaldades de um ousido, roso id r as injustas ac
cusacea que o Sr. Ur. A Seqoeira
meus amigos d'aquelle distrcto e faz r o li stori-
eo de que tem aido o me
tomou as redeas do govern o partido conserva-
dor. A primeira victima d > O: S t
uente-c ron \ Francisco Cav ilcante-
^Quera 6 uno i D, conheee v..i-
leiro e sabe o qaanto elle disposto s-mpre a paz
poblicaa,
un ex-d ptalo geni leutoa |ne
i habilite at a uraa sent p i
i mt i de o ibard i, qo in I ijaal i a it te
tli to, caberia aquell>, aue sem e ib.
to, que elle fosee am foragi lo, pira liv i- I
preeseoe que b m caberia i i :
Pens que ninguein ig .
o teoente-coronel, por su i lmp>ri
id momento em que sobe o partido lbei
i.'-olhilo doadeTaoaiatd ra tilas a
cas qu
nte o seu espiri" e elle p '
i _
no dominio da lei, a uitl < tima
iip.portaneia de que '.
Sil ha duvida que iato o qu i m
ao r. )r. A. de Sequ
o 11 agora aoi
Ir. L
\
i :'. |U l
ir. Dr. io auxilio contrario,
|
.).-. i |ii ira. 'i> a 11 ar
tea-1 0 juri i
,s ilo Sr. r. A. i S .j i ir i
toa erase i ir a de-
' o '- i o irti cuino r.un-

0 l'r. A.i! :.
v i
i
eur-ni
I
protegido coi
-
irtar n
i-
-
p'^c : ;

i hi-
i si a
Ka is |oe
earaet r!
Agora p
O | Harto, e
> \
distriet i. A bato
tenemos no Ur.
J qu ute para approvar ama,
annall .
Pode o Sr. Dr U-
fre lo
elle II ;l ..i .1 [ael B 1
disendo homem a procedendo
eo u m i i p-lo partido a que
perten^o um trahidor e quis por
. e ..i li lal
do l'J l tas Imli is
o sr. .Sequeira qais taaer do sen
proeedimeato u i .. Falta -
Dr. H acia ac i jalgar .

"ora o sen i raelhorc3 fuu I m
entendemos que a eleieaolegal a que foi feita na
le-
meiro
especies de eleitures no 2." distrieto : os urbanos
e oa suburb-i' inpae a poeira.
... Era primeiro Uj/ar ,-ra precis i que. a gen-
te limpa tivesse votado unnime no illustr-
Ih ore e que o -r. Dr Jos Marianno a reeebesse
votos da poeira... >
tez a disiinccao de eleitores urbanos e
suburbanos ; podia fazel-a, quera julgoa urna vez
j devia ser 'r rant" ura eleitorado
que repres'-ntasse a mnitaUdade do paiz... I
oto veio da corte pira o Recre, do R
naiMportou-se ao B n- larlim, e do 15 un Ja bal
llatta (Jr isso se ihe dessem entra la
Nenhiiui eo i ter feito aquella dis-
rim-ca a prop d 3.'distrieto;
bastava a cbcamstwcia de ter.'bti lo o 8r. couse-
lli-ii j mai ira de v toe nn.parochia de
8, L inrenco que a mais dista
N is paioebiasdo Poeo a Virraea, eom i em toda
a pule, ha eidadaos legtimamente alistados;
mis, como em parte neoanma, ha un na
cores Ilegitimas. Xas listas da chama-
da ha mu.tos inlivuis que nuuca
! Ha outros que
tem requerido nao for un mandados incluir por
sentenea de 25 de Oatubro d
incluidos em '-zemoro do mesino anno 8
laie ir i d 1*S-1, nos por meio de simples reclama-
cao, e outros mediante recursos interpostos t a
d praz > legal I Vo'.run eleitores mnoi
i ov s titulo*, expedidos illegalm -nte, po
s ustificacoes que prestaran), p
na ilepiiraeiitos nao f rain tora idos por ara eaer
vSol Ha leitores analphabelos alista
era diaute : Nitoldo e Roteada li par o a
mere .' Domo -e tado isto nao fosa bastante, vo-
! .
De tos ba docao i
Na i i. rio registr
. ii .
i que a !
; .i Saealisaca i toro u i imp isiv 1, .
ar-
11 da Provincia
V fr _c n: i 11 V irz i, ajae dividi a vot
p-'los i ti Balv i .;ao;
A la uj qaexs i zia, qu
i:|iel
ouro. O mal vai ainda milito lera, poJJ'Uauto
vem ainda muito m iar o r.osso meio cir-
eulante, o nosso Ola.
Se o mal do nosso meio eirculante, eat em pri-
iro lu^ar na d< i loase papel, e se pre-
e- itar essa depre-
ndo metaliea, nanea se
N -
i nao to pela
i b iac itr !.: -, forea I >a
N.ii i
icm op-
O que, poi' le lo
E'inine-S'
l),. !'
Ver
.). .1
dis-
irh
. I imbt. ura,
i; oes !
11 o Sr

I
i Sr. Dr. Pir-
:a.
Or. Dr. J is "' V

rsario, op-
. -i i Pojo la
i eandtd i -
is; m
. si se fiseeee a disti
i ;:
' (Ja a s resp i
.' i ha
I
i
i
tes -.!v
Abst'r-se no 9 'o;
0, alistar '-' para compensar, e
mais 900 de prevea*'' i.
-
elimi 5 ibveraarios
quati
K-cife, 4 .le Fevereir i de 1886.
Rio Grande di) \ irle
9 capilo loa Sevcri no Ua
ciel di CeMia eo sea Jet rector
iJrb.aio .lo.tqo 51 de L. II i
rtti.
ohea e por tres ves
i, atacado
i naud..n-
ia le infaatarta do R
.
I 4bqaaiidad [<, eontmenor -
juz a i eelbre genro o alteres a i i
ihia Frenis ote-
rerra.
i iii qae dos t abamos procurad i
-
eon-
tra o aseso am sr8r. Liyoli Barata, no uo-
zar de entrar uella, p'la maueira menos
ue-n
nao conhee mos, mas que tem a
r-W em arbitro da conducta
depn i ida livi-cmente
sabir 'a/orfaa
cora a mesma q lo pap I que niate, que
ha de conter a ie contrario, ha
.de deprecial-a tanto mais, quanto maior quanti-
dade ds ouro fercad < for necessario para o paga-
mento doa impostos alfandegaes.
Mil vezea repto a ideia, porque os relbacoa tem
iutereeae em propigar continuamente a contraria,
e oa aimpl-cea facilidade em aceiti.!-a: Ni ha
velbaciria ou estultice maior do qne austentar-se
que o noaso meio circulante insifficicute, na
presenja do facto la depreciaco con loaso
papel mo la, nao s em relaco ao preco Je todas
as c no ao do ouro, estand j as libras ster-
|ucarr( \ir> neo, porque lam bus-
car o ouro, poros e^le nao entra cono sanio?
Nao a rriei a da i
Quaiqovx emharaeo da etmaer kiaer
. Ievnta
logo clamores co itra a fa ren.
. ir um ministro om um duearso que
t, .ngasopar a quem ae
deixar engasoaar s pedir tanl utos
mais de papel modn, pan acudir oa apertos do
i -i i!
Poia o governo que v aos apertos do
t i ?
Q lo este tem falta de diubeiro e nao tem
. st
:. na cir-
eulaco que o d sena
i'roa.
E ar -ei tal servc, i dos im-
DMfit i ni i do que parece
ira vista: I | e se
nuito
i das
para
i d'a ii .i tantea

A v nt i poi giman do
do cam-
: -a r'o o g a ao
l'ar.t ate mal
la oj uricary, H,"| Jtj| u usilisai do capiao .Vlieiel la Coata, que
'e d uraa unid el d,i v
candidato qne d.
O D:
ilutado para ier jais
lio de Seqaei-
ra, se o
d un tal para o seu part
103 i traigo a
quera o el vou, cora o l: debat-
i ti- iveit 's par i* .
Dr 'eixoto de Alcncar.
As urnas do 9. distrieto
A opposic.ii liberal de ontras proviaeias dirigi
do do 2." distrie i
de Peruainbuco ; fi'licitaces era todas as
... Cora
eo's comprimidas por ama derroca qo i
acoaram mais ana respfara I Ab urnas elevaram-
.011 o Diario da Bahia...
Un articulista, com o pasad myow da Vcrgnianx,
quiz agn -iieilia-
ih o seguin
O 2." distriet i provincia cm-
p Nis qo itr i priuj.-i
ras, isto na qaasi totali i -i do distrieto o Sr.
e 3 em aepa-
mdo, e i. .,ea advera.irio 60 I v itos B .'! i D
do, tendo pjis o Sr. C'inselheiro The-.duro sobr<-o
aeu competidor a enorme ma oria de 137 vol
Eta-oma par obla aaioa, poroi, oaparoobia do
qne pertence aos arrabal les da capital e
pode aer muito populosa, o Sr. conselhei
ro Theoioro teve 113 votos e ID em separado, e o
sea adversario 280 votos e 4 em aepartdo !...
Em seguida oceup ra se o mearan articulista com
a existencia de vicios uumer sos e gravissimos no
suata amato do Poto, onde affinna que foram ia-
troduzidos, em beneficio do candidato liberal, cer-
ca de 201) phosphoros.
Com efteito, estando o eleitorado da Boa-Vista
dividido em 6 secones, na houve urna s, em que
deixasse de ter maioria o candidato c raservador.
Teve maioria na parochia da Qraca, bem como na
de S. Liureuco. Keuniudo a estas a da Varsea,
onde o candidato liberal teve epenas 3 votos de
niaiofia, veie a obter o candidato conservador mais
137 votos qae o sea antagonista.
Pergunta Verontaux se nao digno de reparo
qae uma s parochia dos arrabaldes aprsente ama
diff i enea de 167 votoa, capaz de aniquilar aquel-
la outra, que assis consideravel e foi obtida na
qaasi totalidade do distrieto.
A Provincia guardou silencio sobre a estatisti -
ca das urnas ; mas am artigo publicado na seccao
uve de sua ediccao de 21 do eorrente aventuron |
esta resposta:

i secretaria de ten lesna 11 m
bal I
.1 un seu
cunhado, em eaja oodg e n vales firmados pelo
n as pracas obngadas
a comprar galo por lebre e p ir precos fabu
: !
panno de amostra transcrevemoa aqni
. GVaaeit i Aj -
reir, ip zar la grande p
o Bio .'Orando d> Norte, -fe echa
Lmbrancas do lu 2
de janetro le 1886.
irt 1-, Qne ssia preso c aujeitj a conaelh de
i iv srtig -ca ; a Sr. alferea addido a esta oompa-
nhia Franrisoo de Paala Moreira, per ter nego-
omos'oll a companhia imprea-
tando-lhea dinheiro com grandes lucro (1) ; ter
ado dinhein dos mesrais soMados, em ic-
to de pagamento, para um sea ca
t-' ; ter p T S.
rixe. o Sr. qu irtel-mestre general toi
l- d'1 Junlio do auno passido ao eomma
impanhia, illudin lo por e-.-
U) governo da pnvii.
eaU' de Moss >r, pedindo para vir resp ni i
finalinent
. p ir
materia oontida nesse
ter queri 1> fnrtar do capitio eomman lante .
qoantia I enl i trinta e cinco mil seis c
quarenta e cin^o ris, pertencente ao anidado
do Gabriel Siaresdo dascimeato, por ae-
mbarque que houve de 100 ;ir cis, em
Vbril do auno passado.
O Sr. Loyola 8\rata, que tanto se tem esforca-
l ra abi'Cinh.ir a reputacao civil e militar do
i in i eapitio Mainel da Costa, e que eom fu-
ria inau lita tem defendido o briho dos boto.-s
,11 tardado alteres Moreira, porqu" nao teve a
frinqueza de diser que este< seugenro ?
Com mais vagar, havpmos'explie ir a razo por
que griphamos esae substantivo genro.
M F.
(11 Baratinho, 30 | ao mez.
A ruina nnceira e a miseria
do paiz
XXVI
OPROJECTODACOWMI8sXo PAR A CONVER-
SAO DO PAPKL-MOBDA EM ORO
IsV
Nao esta somante nos ineonvenientea qae nota-
mos no passado artigo, o grande mal, em contra-
rio dos beneficios qae se esperara da cobranca de
...*E' que na tbeoria theodoriana, badaas'parte ou do todo dos impoBtos da alfandega em
o une-1 re n i';-
n pais, para i
o pala ul tem pois,
alto
...ii?
Q f .i .' '.usa
n a p ', faze! o rico, que
ao!
(Jo:. .' 1 que
aportadas pira o esl Trio o
cooo-
|U > traosporta todo.
is leis pro ma-
I .
. na
I, que
.u da
de \i o da
i ca a, a aere-
K vida

'.Z.
H : en da coaverao do pa-
vor.
Pevereiro 18
HpZ2o.
511 vos porque o cabello cabe
m. 3o>
a enculher por
otro
is ea-
orativa e
i es-as fibras,
- irio
appli -!'i como
e.-CO-
.
(j ar a viuihdade
do osa ^ euticula
protnpl suave e
re os
-
sel -
rter & C.,

-------------------ij.eo*BC'------------------- '
O r aa do fine coam>
e, que i ; i kin ile
\. Ai I e a
com : salatar
d-i- lic.ic-.
Iu; fif tos benefi:os pro-
i'uzii'. ', qae
o ma3 cstomachico e
igra- .vel Errata
\o escripto que pub caraos hout-^in aob a.epi-
. i li-
pernamb cana
mental/di'te pernambucA mtra columna
i i r de a..- nitai dos 141 os vo-
147.
taud.
tos respectare" habitaates d -
li capital e de toda prarin-
cia
- tisfazer aos multes pedidos dos
doent -s q io estoa tratan c e de outros que
itrar em cora, nesta capital, ieter-
iiiin i a voltar do Li ooairo trazen io bas-
tmt a preparados de e o ios, qae curaai
i de p 11 .i, .syphiles
o niaia reb Id e rn^smo chrouieo, rli uma-
stericoa as senhara3 e
molestia qu* tanto
flagcUa sta pitad, que tem zumbado
uj tratis-nto i is i's, foi cu
rada pof naim aqoi no anno de 1875, Is
lepois om S. Paalo e oa IfaraoaSo, cotn
.os de ni puramente
so o re
[a um s 1 ,ante.
H ije com a pr ti a e nato os que tonho
f ;, i ate teraiv I ojal, poseo puma? sua
oara cntn cert z,' Previno ao reep
, que cur> coaj





r


o ir mim e quri sao
u na esp'ci ai li I iuinl.a, h D0 pode-
i ultimo p 'rilo,
e-n outro qqaiqoBr i eota eerta; por
tanto a t pessoas qoe precisaren
vieos, que estoa na ruado
orador n. 5, -' a lar, por cima do
es riptorio do Dr. Funsoca.
o iut-ll'gentes facultativos
pita! poce desculpa da rainha affira-
tesa, prevenuiio-lhe.s todava, que s curo
molestias qu sao julgadas incuraveis por
is., e por mor a humanidade soffre-
dora f iz'-n lo isto conj remedios de minha
descoberta nos seitie- de d versas provin-
cias e a catre povos in genas.
Recife, 22 de Feverairo de 1386.
Domingos de Souza Barios.
Jiecessaria resposla
Os ele torea conservadoras da parochia de N. S. .
do O' de Goyanna nao pode o deixar de vir im-
prensa dar ligeira resposta ao protesto (feito sem
luvida a horaa murtas da noite) publicado na
Provincia de 16 do eorrente sobre o 2o escrutinio
da eleicao aqui procedida para um deputado pro-
vincial. E o fazendo dizem nem todo que se es-
creve e se diz verdade.
Assim auccede com o tal protesto, elaborado
pele Bvm. vigario e asaignado pela mesa e alguns .
eleitores (at raeamo pelaa qne nao concorreram a
eleicao) alguna doa quea estao certoa, nao o leram,
poia se o fizessem, nao o assitruariam pelas inver-

afUHH







Diario de Pernambuco-"Sexta-feira 26 de Fevereiro de 13S6
t
dades que contem. Com efieito dizer que o recinto,
parte do qual oecupado pela mesa, foi invadido,
e esta ameacada petos eleitorea nao querer ser
acreditados.
Si isto fosse dito por outros que nao conheces-
eem o povoado do O' de Goyanna, tolerariam ;
mas dito pelo Rvm. vigario, autor do protesto, e
seos amigos que cerno elles sabem que desde a
primeira eleico que aqui se fea pelo systema dire-
cto acola permanec; im conservando, sim que disto
resultasse a menor duvida, o que nio podem
crer e tolerar. Confesse, pois V. Rvm. que errou
em abandonar a mesa e aconselhar mais tarde aos
demais membros que o fizessem tambem, no intui-
to de nao haver eleico, e est tudo acabado. Nao
concorda O nico facto que se den, foi este :
Estando presente o 4o juis de paz o cidado Cus-
todio de Uliveira Cavaloante, nao tendo compare-
cid por incommodo, o Io foi convidado para preen
che 3 esse lugar e presidir a mesa, escusando-se.
Chegando a vez de votar, fizeram observares
sobre o facto os eleitores Joo Fernandes Vieira e
Benedicto Marques Vieira, declarando este qua o
azia principalmente porque em urna eleico de cuja
mesa fes parte, mas que nio podia irao 2 escruti-
nio, communicando isto ao presidente de ento
este lbe mandara dizer que ja que nao poda vir
tazer parte da mesa, tambem nao poderia votar
em commum mas sim em separado. Dando-se, por
conseguinte idnticas circumstancias a observaco
versou sobre sobre esse ponto, concluindo porem,
duendo que a mesa procedesse como entedesse
conveniente votando o eleitor alludido cuja chapa
foi depositada na urna pelo escrivao de paz. Aqui
tinha terminado a questo, que nem este nome
mereca.
Mas diz que o Rvm. vigario possuido de exces-
siva colera levantou-se precipitadamente, vocifi-
rando, sem declarar o motivo (spezar de dizer no
protesta que foi por molestia ) e apoz elle um
outro mesario o capitao Manoel Cavalcaute de C.
Reg. Ficando a mesa assmincompleta por espaco
de mais de 1/2 de hora, nos os eleitores presentes
pedimos ao Sr. presidente que preenchesse aquel-
es lugares ao que, a muito custo, acnuio, e auxi-
liado por nos convidou aos eleitores, major Joo
Fernandas Vieira e Manoel Flix Pereira Jnior
que tomaram assento.
Isto foi o que se deq, e nao como diz o protesto
que os eleitores invasores nao consentiram que o
presidente preenchesse as vagas.
Mais tarde um pouco recebendo um bilhete do
vigario, levantou-se tambem o presideute dizendo
(porque o bilhete assim determina va) que estuva
cooagido e perguntando-se por quem respondeu por
ninguem. 0 Sr. vigario que pede que me retire.
Isto posto' e a convite dos ineaarios Joao Fernan-
des e Manoel Flix Pereira, foi o lugar preenchido
pelo eleitor Serafim Velho Camello Pessoa de Albu-
querque. Depois diste ainda se retiraram os
outros 2 mesarios tenente Silvino de Paula Rabel-
lo e Ricardo Jos da Rocha, endo substituidos a
convite do piesideute aquelle pelo capitao Francis-
co Tavares de Mello e este pelo professor B. M.
Vieira, causando estas retiradas sem molivo jus-
tificado estupefaeco perfeita aos eleitores, porque
com effeito nunca viram e aqui principalmente.
Eis o facto. .or conseguinte se ha culpados nao
foramos que quizeram salvar as cdulas que esta
vam na urna inviolada, e receber mais urnas 4 que
falta vam mas nquelles que sem justo motivo e so-
mente para que nao houvesse eleico, com j ti -
nham projectado e dito, se foram retirando cada
um por sua vez, dizendo no protesto, unidos pela f
poltica que o fizeram por teiem sido pertubados os
seus trabalhos e ameacados pelo protessor Bene-
dicto Marques Vieira, a frente dos seus astelos,
3ue sem duvida nenhuma sao os eleitores conserva-
ores em cujo numero se encontra caracteres dis-
tinctissimos por qualquer lado que s'-ja-n encara-
dos, e por conseguinte iicapazes de commetter
um acto menos justo e menos honesto. A mesa
sabe bem disto e principalmente o Sr. vigario.
Entretanto para se parecer limpae s foi necessario
tisnar a reputaco dos seus adversarios, que pro-
testan! contra a injuria que lhes foi assacada por
essa mesa cujos memoras a foram abandonando
sem a mais leve causa.
Ameacas e perturbacoes de trabalhos nunca
houve disto fiquem convencidos o publico sensato
e as autoridades constituidas, suspeodendo o sea
juizo sobre as oceurrencias da eleico do O' de
Goyanna, descriptas no protesto a que respondem
Aproveitam a occasiao para dizer em respjsta
ao artigo da Provincia que veio antes do protesto
que a lama com que pretenden sujar a reputaco
de um dos nossos chefes e b^raami o que tambem
aqui vaiassignado tenente coronel Valeutimano do
Reg Barros nao I he toca era ao menos no taca
das botas.
N. 8. do O' de Goyanna, 21 de Fevereiro de
1886.Valentiniano do Reg barros, Luiz Gomes
Correia de Oliveira, Serafim V. Camello P. de
Albuquerque, F. Tavares de Mello, Mancel de B.
Camello da Veiga, Jos da Silva Santos, Ladislao
Cabra! de Albuquerque, F. Lobo Albertim, Marino
M. dd Moraes, Joo L. Vieira de Mello, Antonio
Pessoa de Albuquerque, Feliciano P. de Souza,
Jeronymo Rodrigues de Souza, Antonio Je Souza
Monteiro, Manoel Flix Perreira, Joo Fernandes
Vieira, Jos Barbosa Cordeiro de Mendonca, Ma-
noel A. de Araujo Lima, Jos Pedro de Oliveira,
Henrique Pereira Guedes, Joaquira Marinho da
Silva, Antonio Gomes de Albuquerque, Vicente
Aires Ferrara, Jos P. de Lima, Jeronymo Fran-
cisco de Mello, Francisco M. Pereira Motta, Fran-
cisco Luis P. de Mello, Francisco Gomes Pereira
de Araujo, Manoel Figueira de Mendonca Chaves,
Joo Baptista de Jess e Benedicto M. Vieira.
Juiza por eleico.
A Exm.* D. Mara, esposa do IUm. Sr.
Arminio Barboza Cordeiro de Mendonca.
Juiz por devocaa.
O IUm. Sr. Francisco Martina de liveira
Juiza por devojao.
A Exm.a Sr*. D. Catharina, esposa do
IUm. Srr Joao Barbosa Cordeiro.
Escrivao por eleico.
O Iln. Sr. capitao Manoel de Brito Ca-
mello da Veiea.
Ecnvao por eleico
A Exm a Sr\ D. Maria Firmina de Al-
buquerque
Escrivao por devoco
O IUm. Joao Entilo Vieira de Mello.
Escrivao por devoco
A Exm. Sr.4 D. Theophila, esposa do
IUm. Sr. tenente Jos Othon Freir
Mordomes.
Os IIIms. Sjs.:
fos Bezerra Ferreira de Lyra.
Daniel Francico de Albuquerque.
Vicente Ferreiru do Valle.
Felippe Baptista do Jess.
Antonio Baptista Cardoso.-
Antonio Fr ancisco
Antonio Francisco de Mello.
Mordomo.
Os Urnas Srs; ;
D. Francisca Barbosa de Lyra.
D. Emilia Pessoa Bezerra de Menezes.
D. Mara Paulina.
D. Josephina de Albuquerque Layla
D. Maria, esposa do IUm. Sr. alferes Jos
alfeses Joo Barbosa Cordeiro de Mendon-
ca'
D. Perpadigna, esposa do IUm. Sr. tenen-
te Ladislao Dabral de VasconceUos.
Procuradores
Os Dlms. Srs.:
Joo Barbosa Cordeiro.
Minervino Felippe de Freitas Feitosa.
Manoel Ferreira da Silva.
Virginio Martyr Brando.
Rogerio Eerreira da Costa.
Arminio Barboza Cordeiro^de Mendonca.
Thesoureiro
Sr. Mansel Ildefonso Pena Forte.
Goyanninha 17 de Jaaeira de 1886.
Vigario, Lonrenct> de Albuquerque Loyola.
D08 FIES QUE TEJ DE FESTEJAR NO ANNO
DE 1887, O OLORIOSO MABTYE 8. SEBAS-
TaO QUE SE TEERA NA CAPELLA DE
NOSSA SENHOBA DAS DOBES, EM GOYAN-
NINHA.
Juizes por eleico
O IUm. Sr. major Rento Bezerra Ferreira
de Mattos.
C0HHERC10
Bolsa, cominercial de Pernam-
buco
Kecife, 25 de Fevereiro de 1886
As tres horas da tarde
Cotaces uifiae
Apolices provinciaes de 7 0/0 ao anno, do valor
de 1:000* ao par.
dem dem dem, de IcO* 200* ao par.
Cambio sobre S. Paulo, 60 d/v. com 1 1/4 0/0 de
\ descont.
Cambio sobre o Rio Grande do Sul, 90 d/v. com
1 3/4 0/0 de descont.
Cambio sobre Londres, 90 d/v. 17 5/8 d. por 1*
do oanoo.
Na hora da bolsa
Venderam-se :
10 apolices provinciaes de 7 0/0 ao anno, do va-
lor de 100*.
15 ditas dem dem, do valor de 20U|.
5 ditas dem dem, do valor de l.OuO*.
i. P. Pinto,
Presidente.
_ Candido C. L. Alcufjrado,
Secretario.
*END1MENT0S PBLICOS
Mea de Fevereiro de 1886
iuiDMt-Dc 1 24
(en d 25
592:022j558
30:798,339
E1TAES
O Dr. Joaquina da Costa Ribeiro, juiz de
direito do civel da comarca do Recife,
por S. M. o imperador, etc.
Faco saber que por parte de Johnston Pater &
C. me foi dirigida a petico do theor seguinte :
Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz do civel. Johnston
Pater &C. naexecuco quemovema Faaneiscodos
Santos Macedo, tendo Jos Gomes Mereira arrema-
tado em audiencia de21deNovembrodo anno pas-
sado os bens penhorados ao eiecutodo ecomj at a
presente data nao assignou o respectivo auto, re-
querema V. Exc. se digne ordenar que vo de
novo praca os r defei mente. E. R M.
Recife, 22 de Fevereiro de 1886. -O solicitador,
Alexandre Amerieo de Caldas Padilha.
Estava inutilisada urna estampilba de 200 rs.
Sim, em termos. Recite, 22 de Fevereiro de
1886.-Koeiro.
Nada mais se continha em dita petico e des-
pacho aqui fielmente transcripto, em virtude do
que faco saber aos que o presente edital virem ou
delle noticia tiverem que no da 27 do correte as
11 horas da manh na sala das audiencias, e de-
pois di respectiva audiencia iro em praca para
screm arrematados por quem mais der e maior
lance offereeer os bens abtixo mencionados, pe-
nhorados a Francisco dos Santos Macedo, na exe-
cuco que lae move Johnston Pater k C, os quaes
constan da avaliaco existente em poder e carto-
rio do escrivao que este subscreve :
Duas duzias de taboas de amarello tendo de
enmprimento 27 palmos e de largura 16 polegadas
com 2 polegada- de grossura avahados por 200*.
Tres duzias de taboas de amarello, tendo de
cumprimento 24 palmos e de largura 12 polegadas,
com poiegada e meia de grossura, avaliadas por
240*000.
Um cofre de ferro, grande, prova de fogo, com
4 1/2 palmos de largvra e 6 de altura avaliado
cm 250*000.
E assim serio ditos bens arrematados por quem
mais der e maior lance offereeer no dia e hora
cima indicadas.
B para que chegue a noticia ao conhecimento de
todos, mando ao porteiro do juizo affixe o presen
te no lugar do costume e que passe a respectiva
certido, sendo tambem publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife, aos 23
de Fevereiro de 1886.
Eu Antonio de Burgos Ponca de Len, escrivao,
subiere vi.
Joaquim da Costa Ribeiro.
8ecce 1 n. 843 Edital Por este re
partico se faz publico, de ordem do I lm. Sr. Dr.
chfe de polica que se acha depositado nesta se-
cretaria um babu contendo duas capellas, nma
facha bordada a ouro, urna palma e um cacho,
apprehendido pelo delegado de Nazareth. Quem
se julgar com direito a ditos objectos, apresente-se
reclamando-os.
Secretaria da polica de Pernambuco, 24 de
fevereiro de 86.O secretario,
Joaquim Francisco de Arruda.
{e -aituoarD 1 a 24
Idt m de 25
622:821*197
35:917*524
3:3904335
39:307*859
C'sclaim> sofacu-^ 1 4 24 113-197/862
idee 25 5:404*605
118:602*467
ftuxw* DAn*oDe 1 i. 24
I^aa de 25
28:667*258
1:776)710
30:443*968
DESPACHOS DE IMPOKTACAO
Vapor francs Senegal entrado de Buenos- Ayres
e escalas no dia 26 do corrente, e consignad* a
Auguste Labillo, manifestou :
Xarqne 1,750 fardos a Pereira Carneiro & C,
600 a Maia 4c Resende, 9L1 a Jos da Silva
Loyo & Filho, 500 aBalter Oliveira & C.
DESPACHOS DE EXPORTAGAO
Em 24 de fevereiro de 1886
Para o exterior
No vapor americano Advance, carregou :
Para New-York, H. Nuesch 4 C. 17,548 peMes
de cabra.
No patacho norueguense PlimsoU, carre-
gou :
Para Liverpool, P. Vianna 4 C. 30 saccas com
2,376 kilos de algodo.
No patacho americano Carry, carregou :
Para New-York, H. Forster C. 600 saceos
com 45,000 kilos de assucar mascavado.
No brigue ingles EUen Greavet, carregou :
Para Genova, J. S. Loyo & Filho 500 saceos
com 37,500 kilos de assucar mascavado.
Na barca portuguesa Novo encio, enrre-
gou :
Para Lisboa, F. A. de Azevedo 200 saceos com
15/ 00 kilos de assucar mascavado.
No \apor francez Senogal, carregou :
Para Pars, J. Krause tfc C 33 kilos de prata
velba e 12 ditos de ouro velho ; A. Reg & C. 10
kilos de prata velha e 5 ditos de ouro velho ; E.
Goetcbel 10 kilos de prata velha e 6 ditos de ou-
ro velho, e 1,200 passaros seceos.
Para o interior
= No brigne hollandez Reiger, carregon :
Para Santos, P. Carneiro 15,000 kilos de assucar branco e 100 ditos com
6 000 ditos de dito mascavado.
__ No patacho nacional J. Correia, carregou :
Pira o Rio Grande do Sul, Amorim Irmios
G 169,000 litros de sal.
* No vapor austraco Tibor, carregou :
Para Santos, 8. Guimares & C. 200 saceos com
12,000 kilos de assucar branco e 300 ditos cosa
18,000 ditos de dito mascavado.
No vapor americano Advance, carregou :
Para o Par, F. N. da Fonsoca 1 sacco com 80
kilos de assucar branco.
No biate nacional Devs te Guie, carregou :
Para Aracaty, J. J. Moreira 1 barrica cosa 80
kilos de assucar mascavado e 1 dte com 79 ditos
de dito branco.
Joizo dos Feitos da Fazenda
Escrivao Torres Bandelra
No dia 26 do corrente, depois da audiencia, iro
praca, por venda os predios abaixo declarados,
por execuco da Fazenda Provincial.
Recife
Casa terrea ra de S. Jorgn n. 38, com porta e
janalla de frente, 2 salas, 2 quartos, cosioha in-
terna, quintal e cacimba avaliada em 500*000,
pertencente a irmaadade de Santa Luzia dj Corpo
Santo.
S. Jote
Casa terrea ra Imperial n. 255, com 3 portas
de frente, 3 metros e ce itimotros de v;lo, 9 me-
tros c 75 centmetros ae fundo, 1 quarto, cosiuha
interna, quintal aforado, por 320*000, perteucente
a viuva de Malinas da Costa Oliveira.
Poco
Caaa terrea em 8ant'Anna n. 15, com porta a
janella de frente, 4 metros e 60 .centmetros de
largura, 12 metros e 60 centmetro de fundo, 2
quartes, sala de jauta', cosinha interna, quintal
em aberto, avaliada em 103*000, pertencente a
Jus Mendes da Silva.
Giqui
Casa terrea estrada do Giqui a Jaboato
341 E, cooi 3 metros u 30 eentimet.ros de vio, 7
metros e 20 centmetros de fundo, 2 portas de
frente, 2 salas, cosinha interna, quintal em aberto,
de taipa em solo foreiro avaliada em 80*000.
Casa n > mesmo lugar n. 341 F, com porta e ja-
nella de frente, 1 janella no oitiio, 2 salas, 1 quarto,
cosinha fr* e quintil em aberto, avaliada em
120*000, ambas perteacentes a Jos Joaquim de
Castro e Silva.
Aluguel
Kecife
Aluguel mensal do predio ra de Domingos
Jos Martins n. 36, sendo o andar terreo 12*OjO,
o 1 mdar 20*000 e o 2 15*0 0, pertencente aos
berderosde Joanna Maria da Triudade.
Boa-Vista
Casa terrea ra de Luiz do Reg n. 25, com 2
janellas de fr. nte, 3 ditas e 2 portas no oito, 3
salas, 4 quartos, cosinha e 2 quartoe externos, gaz
e agua encanados, tanque e banheiro, soto in-
terno, com 3 janellas em cada oito, quintal grande
com porto de ferro ao lado todo murado, e com
arvores de fructo, por 30*000 mensaes, perten-
cente Jos Vidal de Negreiros.
Casa no becco de S. Gncalo n. 6, com porta e
janella de frente, 1 sala, 1 quarto e cosinha in-
terna, por 6*000 mensaes, pertencente a Manoela
da Invenco de Santa Cruz.
Armacoes
Armacao e balco da pharmacia ra do Baro
da Victoria n. 51, sendo dita srmacio de ama-
rello, envernizada, envidracada e com gradeamento
de ferro na frente, avallados em 500*000, perten-
centes a Hermes de Souza Pereira.
Armacao de amarello, envidracada e balco da
mesma madeira, existentes no estabelecimento
uua larga do Rosario n. 14, avahados em 200*000,
pertencentes a Luiz Jos de Freitas.
Armacao e balco de louro pintados, 1 batanea
pequea, de concha, 1 terno de pesos de kilos, 3
temos de medidas, tudo avaliado em 80*000, exis-
tente ra larga do Rosario n- 31, pertencente a
Manoel da Paixo Ramos.
Bul 1.11
O administrador do Consulado Provincial faz
publico, para conhecment) dos interessados, que
no praso de 30 dias uteis, contados do 1- de Mar-
co prximo vindouro, sero arrecadados por esta
repartico os impostes constantes da relaco abai-
xo, relativo ao semestre do exercicio de 1885 a
1886.
Consulado Provincial, 21 de Fevereiro de 1886.
Relaco a que se refere o edital supra
20 % sobre j valor locativo dos predios onde
se exereerem, na cidade do Recife, quaesqner in-
dustrias ou profissoes.
10 i0 sobre as casas do commercio, industrias
ou profissoes, fra da cidade.
20* por pessoa que tenha escriptorio para em-
pregar capitaes em descont de letras.
I:00* por casa de garanta de bithetes de lo-
teras eu fraccoes destes.
1:000* por casa que vender bilhetes de outras
provincias.
2*500 por tonejada de alvarengas e canoas de
carga ou descarga.
20* por eacravo que exercer officio de magxre-
fe, eativadorou outro qualquer officio mechanico.
12 u|o sobre escriptorio de advogado e solicita-
dor, cartorios e consultorios mdicos.
200 ris por baralbo de carta de jogar.
Impostes de repartico
Casas de commissoes de consignacOes e de com-
missoes e consignafes.
Ditas de deposito de vender em grosso car vo
de pedra em trra ou sobre agua.
Lojas de vender joias smentc, ou joiss e relo-
gios.
Ditas de vender relogios smente.
Ditas d vender pianos, msicas e instrumentos
musicaes.
Fabrica de rap Meuron.
Ditas de 8-\bo inclusive a que acha se na fre-
guezia de Afogados.
Ditas de cerveja, vinagre, vnhos, genebra, li-
cores e limonadas gazojas.
Ditas de gaz.
Ditas agencias e depsitos de rap.
Emprezas anonymas ou agencia deatas.
Companhia do Beberibe
Bancos, agencias fihaes e representantes aos
mesmos e casas bancarias.
Companhias, agencias ou casas de seguros ou
qualquer pessoa que no carcter de agente de
companhias de seguro fizer contractos desta na-
tureza ou promovel-os.
Armazens alfandegados, de depsitos ou de re-
colher.
Casas de jogo de bilhar.
Francisco Amynthas de Car val ho Moura.
No hiate nacional Joao Valle, carregou :
Para Macao, F. E. Paea Lima 80 saceos cem
milho ; Fernandes & lrmo 20 ditos dem.
No cter QeriquUy, carregou :
Para Macabyba, P. Al ves & C 5 barricas com
500 kilos de assucar refinado e 36 voluntes com
1,803 ditos de dito mascavado.
No hiate nacional Rainha dos Anjoi, carre-
gou :
Para Villa de Touros, J. Machado 150 saceos
com tarinha de mandioca.
Na barcaca Qratidao, carregou :
Para Villa da Penha, P. Carneiro & C. 300
saceos com fsrinha de mandioca.
Na barcaca Farofa, carregou :
Para Parahiba, F. M. Duro 200 taceos com
farinha de mandioca.
= Na barcaca Paraguatn', carregou :
Para Macahyba, P. Carneiro os C. 500 saceos
com farinha de mandioca.
Para Guarapes, P. Carneiro & C. 7O0 saceos
com farinha de mandioca.
Na barcaca Grucinia, carregou :
Para Mamanguape, Maia & Rezende 200 accoss
com farinha de mandioca.
Edital n. 9
MOV1MENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 2 5
Buenos-Ayres e escalas13 dias, vapor francez
Senegal, de 2,373 toneladas, equipagem 129
commandante A. Moreau, carga varios geueros;
a Auguste Labille.
Buenos-Ayres33 dias, barca ingleza Bertta, de
398 toneladas, equipagem 11, capit W. Jones,
ira lastro; ordem.
Navios sahidos no mesmo dia
Bordeanx e escalasVapor francez Senegal, com-
mandante Moreau, carga varios gneros.
New-York e escalasVapor americano Advance,
commandante Beer, carga varios gneros.
VAPORES ESPERADOS
Baha do sul amanha
Warrior de Liverpool Marco smanha
Galicia do sul a 1
La Plata do sul a 1
Gironde da Europa a 6
Mandos do snl a 8
Finance de New-Port-News a 12
EU* da Europa a 13
Tomar do snl a 16
Hamburg de Hamburgo a 20
Neva do sul a 24
O administrador do Consulado Provincial dan-
do cumprimento portara n. 467 expt-dida pelo
Illm. Sr. Dr. inspector do Thesouro em 23 do cor-
rente, faz publico, para conbecimento dos proprie-
tarios das casas sitas as localidades constantes
da relaco intra, que no espaco de 30 dias uteis
contados do Io de Fevereiro prximo vindouro, se-
rio arrecadadas_ppr esta repartico, independente
de multa, as importancias das annuidades e mais
servicos da Recife Drainage Company, correspon-
dentes ao 1 semestre do exercicio corrento de
18851886.
Consulado Provincial de Pernambuco, 26 de Ja-
neiro de 1886.
Francisco Amynthas de Carvalho.
BelacAo a que refere o edital
ara
Freguetia de S. Frei Pedro Goncalves do Recife
MI
Mrquez de Olind, Bom Jess, Alves Cabral,
Conceico. Bispo Sardinha, Torres, Thom de Sou-
za, D. Maria de Souza, Vigario Tenorio, Barrete
fe Menezes, Mariz e Barros, Burgos, Amorim,
Moeda, Tuyuty, Companhia Pernambucana, Ma-
dre de Deus, Domingos Jos Martins, Mascates,
Restauraco, D. Maria Cesar, Visconde de Icapa-
rca, Farol, A real, S. Jorge, Vital de Oliveira,
Gaurarapes e Baro do Triumpho. *
Pracas :
Charco, Assembla e Pedro I.
Travessas:
Vigario, Madre de Deus, Campello, Domingo,
Jos Martius, Corpo Santo, Antigo Porto, Bom
Jess, Areal, Fundico, Occidente, Guararapts -
Prnca de Pedro I.
Becco*:
Ab^eu, Largo, Pindoba, N oronha, Tapado
Paschoal.
Largos:
Alfandega, Corpo Santo e Assembla.
Cacs:
Companhia, Brum e Apollo.
Santo Antonio
Ras :
Imperador, Primeiro de Marco, Duque de Ca-
rias, Cabug, Baro da Victoria, TrBcheiras, La-
rangeiras, larga do Rosario, estreita do Rosario,
8. Francisco, Joo do Reg, Ilha do Carvalho, Ro-
da, Patos, Calabouco Velho, Santo Amaro, Ma-
thias de Albuquerque, Paz, Paulino Cmara, Fo-
go, Livramento, Penha, Visconde de Inhama,
Pedro Affonso/Nova da Praia, Marcilio Dias, Vi-
raco, Lomas Valentinas, Coronel Suassuna, San-
ta Thereza, Vinte e Quatro de Maio, Palma, Mr-
quez do Herval e Cadeiu Nova.
Praca:
Pedro IL
Campo:
Princeza.
Caes:
Vinte e Dous de Novembro.
Travessas:
Queimado, Cruzes, Mrquez do Recife, Bella,
Quaiteis, Calabouco, Expostos, Martins, Flores,
Carmo, Bomba, Livramento, Arsenal, 1' da Praia
2 da mesma, Caldereiro, S. Pedro, Viraco, Lo
bato, Falcao^Pocinho e Concordia.
Largos :
Paraso, Carmo, Penha, S. Pedro e Praeta.
Bccos : --]
Bella. CalabouoO, Matriz, l.o. 2. e 3. da Cam
boa, Falco e 1. e 2." da Cadeia Neva.
S. Jos
Ras:
Marcilio Dias, Lomas Valentinas, Coronel Suas-
suna, S. Joo, Palma, Mrquez do Herval, 24 d
Maio, Dias Cardoso, Passo da Patria, Padre No-
brega, Victoria, Cadeia Nova, Vidal de Negreiros
Frei Henrique, Dique, Assumpco, Domingos
Theotonio, Padre Floriano, Christevao Colimbo.
Jardim, Forte, Antonio Henrique, Nocueira, Santa
Cecilia, Santa Rita, Nova d.; Sana Hita. S. Jos.
Praia de Santa Rita, Pescadores, Ipyranga, Iinpe
rial, Praia do Forte e Luiz de .Mendouc*.
Travessas :
Martyriot, Pcinho, Ramos, Calilereiro, Gaz,
Matriz de S, Jos, Forte, Prata, Berigade, Copia
res, Nova de Santa Rita, S. Jos, Praia do Forte,
Peixoto e Lima.
Bccos :
Paula, Caldereiro, Gaz. Afsumpco, 1.a de Sm
ta Rita Nova e Matriz de >. J -s.
Largos :
Forte i Mercado.
r*a-17ta
Ras :
Imperitriz. Conceico, V'SBMide f Pelotas,
Tambi, Visconde de Albuquerque. Amor-:, Cupi-
baribe, Ponte Velha, Cauta da l!i Vist*, Ria-
chuelo, Unio, Saudade, S. te picio, Carnario, Rosario, (Jervasio Prea, AtHho.
Socego, Principe, Santa Cnii, S. Oiii'.!-, OA
lho, Hospital Pedro II, G<-er.l 8e>, C-rone
Lamenha, Alegra, Leo *.' -roal II.rao 'e SI
Borja, Soledade, Visconde de G y nma a Attra-
cao.
Travessas :
Gervasio Pires. Colhos, Atalho, Harreir.iP,_ Ve-
ras, Quiabo, Joo Francisco. .\Ungi.ia. Cam-
pia e Palacio do Bispo.
Pracas :
Conde d'Eu e Santa Cruz.
Largo :
Campia,
ceo :
Colho.
DECLARARES
RelaySo dos contribuiates colleutaclis ua
formado 16 art. 2. da lei do oryin
to vigente, na freguezia de Atogados, no
orcamento de 1885 a 1886, pelo lanza-
dor Izidoro F. de Mattos Ferreira.
Direita n. 16, Joaquim Caetano Page-
les, taverna 14*400
Dita n. 32, Jos da Sjnaa Nunes Braga
,dem 1U*M
Dita n. 52, Antonio C. de Albuquerque
acude M#400
Dita n. 58, Bellarmine da C. Costa, bo-
tica 9*600
Dita n. 66, Moura & Martins, pada-
ra 30*000
Dita n. 66A, Lemos & Moura, refina-
co 24(00
Dte n. 92, Joaquim Aureliano Pessoa,
loja de fazenda 20*000
Dita n. 94, Augusto Montenegro, ta-
verna 12*000
Dita n. 96, Campos & Modesto, 1 ja de
fasendas 24*000
Dita n. 1, Camilo B. Menezes, depo-
sito 12*000
Dita n. 17, Augusto Cabral de Barros,
taverna 14*400
Dita n. 37, Jos Martins Ribeiro, pa-
daria 30*000
Dita n. 29, Viuva de Joo Alves Luzia
Carneiro, refinace 24*000
Lar o da Matriz, n. 23, Dias & lrmo,
taverna 24*000
MotocolomM n. 6, Augusto Francisco
Couto, idem 12*000
Dita n. 24, Teixera 4 C, idem 12|000
Dita n. 40, Antonio Ferreira de Aze-
vedo, idem 9*600
Dita n. 56, Meades Ribeiro & C, idem 12*000
Dita n. 67. Mknoel de Souza Ameida,
dem 2*000
Bom Gosto n. 4, Benjamim Torreo,
olaria 25*000
Paz n. 31, Joaquim Mauricio Wander-
ley, deposito 20*600
S. Miguel n. 10, Guimares & C, dem 6*000
Dita n. 18, Francisco Miguel Martias,
taverna 12*000
Dita n. 36, Francisco Jos de Paiva,
dem 12*000
Dita n. 40, Monteiro George de Oli-
veira, idem 14*400
Dita n. 74, Joaquim Eduardo Ferreira
idem 9*600
Dita n. 86. Joana Maria da Coaceico,
idem a ,. 7J200
Dita n. 186, Manoel Goncalves de Mel-
lo, idem 7*200
Dita n. 164, Goncalves Se. C idem 7S200
Dita n. 53, Joo Marcelino Ferreira,
idem 2,J,600
Dita n. U7, Maria Catharina F. da
Costa, idem 4*800
Traveasa de 8. Miguel n. 6, Manoel de
Barros Correia, dem 7*200
Quiabo n. 18, Thomaz Domingues Tor-
res, dem 9,1600
Dita n. 20, Manoel Joaquim de Souza
Torres, idem 7f 200
Pocos n. 4, Jos Moreira Pires Justo,
idem 7*200
Dita n. 22, Joo Paes Barretto. idem 7*200
Benfica n. 4, Jos Cardoso da Silva,
idem 20*000
Dita n. 6, Jos C. Loureiro, padaria 40JOO0
Dita n. 3, Silvino Juveocio, fumleiro 7J200
Dito n. 7, LoureiroJJi C, taverna 20000
Dita n. 37, Francisco do Livramento
Gomes da Costa, dem 10*000
Dita n. 29, Berra & Santos, idem 24J000
Dita n. 31, Os mesmos, loja de f en-
da 30*000
Dita n. 31, Carneiro & lrmo, taverna 20JOOO
Dita n. 37, Magalhes & Motta, pada-
ria 40*000
Dita n. 35, Manoel de C. Brando, ta-
verna 25*000
Traveasa dos Remedios n. 46, Jos T.
Muniz 14*400
Dita n. 54 Ignacio de Souza Leo filho
idem 7*200
Lirgo dos Remadioi) n. 10 Jos E. B.
M. Filho idem 6*000
Dita n. 58, Jos Aurelio de Oliveira
idem 20*000
Dita n. 44, Joo Baptista de Menezes,
idem 12JO00
Segundo becco dos Remedios n. 9, Fran-
cisco Octaviano de Souza, olaria 30*000
Travessa do Lucas u. 2, Madame Leo
ncr J. Craemen, hotel 24*000
Estrada Real da Torre n. 6, Laurcntino
R. da Silva, tavernA 6*008
Ponto n. 8, Antonio Francisco Duarte,
idem 15J000
Estrada Real da Torre n. 43, Eduardo
Demom, ac mges 12*000
Ra do Rio n. 18, Jos Luiz Goncalves
taverna 20*000
Dita n. 18A, /.icarias Rodrigues de Al-
meida, padaria 1 i |00(l
Conceico n. 2, Freitas & C, taverna 12*0> 0
Dita n. 1, Jos P. de Almeda, idem 12*000
Bom Gosto n. 2, Joo Lopes de Mene-
zes, idvm 12*000
Estrada Nova n. 2, Felit C. da Silva
Teixera, idem 2i*000
Dita n. 2A, Rebu Prospv, hotel 20*000
Estrada Nova n. 2 B. Antonio Maria
Carneiro Leo, acougue 12*000
Dita n. 14. Augusto Duarte Leal, ta-
verna 7*200
Dita n. 20. Enedino Goncalves Ferrei-
ra, dem 12*000
Dita n. 56 A. Joo Telles, idem 9*600
Dita n. 64 A. Manoel Fernandes da
Silva, dem 7*200
Dita n. 74. Joaquina M. do X. Mari-
nho, idem 12*000
Dita n. 112. Jos Manoel da Cruz,
idem 7*200
Dita n. 126. Francisco Primo do Cou-
to, idem 9*600
Dita n. 146. Jco Maciel da Rocha,
idem 7*200
Dita n. 140. Francisco Manoel de Oli-
veira, rancho 9*600
Dita n. 35. Viuva de Jos B. do Frei-
tas, taverna 12*000
Dita n. 57. Jos Custodio Loureiro,
idem 7*200
Dita ii. 61. Joo Francisco Alves, idem 9*600
Dita n. 61 A. O mesmo, rancho 20*000
Dita n. 79. Luiz Simoes da Franca,
taverna 85400
Dita n. 97. Joo Miranda & f idem 6*000
Dit: ns. 99 e IUl. Joaquim Ferreira
Lima, rancho 14*400
Cordeiro n. 4 A. Joo Gomes da Costa,
olaria 20*000
Taonary. Gnutevo Antunop. id-m 4C*000
Estrada do Giqnia i .J;ioato n. 70.
Manoel Jos ile Lima, fabrica Je ci-
gams 65010
Dita n. 82 II. Antonio G. de Soasa
Rangel, hiera 6*003
Dita n. 8G. lieninrdino Pereira Rama-
llio. taverna 9*600
Dita n. l-.'O. Antonio Gomes G.-angei-
ro, dem 7*200
Dita n. 158 A. Joo Jos do Carmo,
ij. m 6*0 0
Dita u. 178. J,pes de Oliveira,
id-m 0*000
Dita n. 132. Antonio L. de Oliveira
Figucired \ i um 7*300
Dita ii. o.">. Jo* Hedro de Faria, idem liUOO
Dita n. 45. J j.- Rodrigues dos Santos,
idem 6*000
D.ta u. 101. Jos Tavares do Mene-
zes, i lem 800
Dita ii. 115 E. Uanoel Jos de Amei-
da, idea 72
Dita n. 115 F. Luiz de Menezes, dem 7*200
Dita n. 119 A. Augusto Rodrigues de
Ol.veira, idem 7*2'0
Dita ii. 128. Marcellino Jos da Pai-
xo, idem 9*600
Dita n. 123 A. Elias de Almeida Lima,
padaria 12*000
Dita n 13.1. Antonio Joaqiim da Sil-
va, r.ni'lio 9*600
D-ta n. 139. Jos Francisco Borges,
taverna
Dita n. 141. Ferreira 4 Silv, d-p-
sito
Dita n. 143 'A. Antonio Gomes de Li-
Des, rancho 10*000
ta n. 147. Manotl Antonio de Espi-
rito Santo, dem 9*600
Dita u. 149. Francisco Xavier de Li-
ma, taverna 9*600
Dita u. 151. Jos Ignacio, rancho 6*C(X)
Dita u. 153. Anua Josepha da Silva,
taverna fiOOO
Dita n. 255. Francisco Pereira Rama-
Iho, idem 6*000
Dita n. 303 A. Manoel Jos Pereira,
dem 7*200
Dita. Amaro Bandeira Campello, dem 6*000
Dita. Francisco Luiz de Franca, idem 6*000
Dita n. 343. Thomaz de Aquiuo, ran-
cho 7*200
Setubal n. 3. Joo Francisco Callado,
taverna 12*000
Gamelleira. Manoel Eduardo & C,
idem 12*000
Setubal n. 2. Clarinda do Reg Leite,
idem 12*000
Gamelleia n. 36. M..rlia Maria da
Conceico, dem 7*200
Primeira aeceo do Consulado Provincial, 23 de
Fevereiro de 1886.
O chele,
J. X. C de Barras Campello.
Arsenal de Guerra
O conselho econmico das companhias de apren-
dizes artfices e operarios militares precisa con-
tratar os objectos abaixo declarados :
Panno azul entrefino 137,m30
Brim pardo trancado 250,00
Algedozinhj 739,00
Zuarte 350,00
Casemira encarnada enfestada 5,00
Galo de prata de um friso 22,40
Tranca de dita 9,60
Cordo de l encarnada 72,00
Hollanda de forro 118,00
A> iagem para entertella 21,00
Botos de metal branco grandes 144
Ditos de dito pequeos 48
Ditos de dito amarello grandes 216
Ditos de dito idem pequeuos 54
Ditos de osso branco para calcas e camisas 750
Ditos de dito para blusas 216
Ditos de dito pequeos para blusas 54
Cclchetes pretos (pares) 18
BotOes de osso preto para calcas 608
Cobertas de chita 50
Bonets de se.vico 50
Ditos para msicos ^
Gra vates 20
Sapates (pares) 100
Pratos rasos e fundos 43
Facas e garfos 43
Chicaras^e pires J8
Colberes prasoupa 12
Ditas para cha 12
Paoellas de feira para 5C prncas 1
Ditas de dito para 20 1
Os pretndeme* devero apresentar suas pro-
postas nesta secretaria at as 11 horas da manhg I
do dia 3 do vindouro, sendo taes propostas em
carta fechada, com declaraco de se sujeitarem
multa de 20 0/0, caso recusem assignar o eontrato,
deveode todos os artigas serem postes dentro do
estabelecimento a costa do arrematante.
Secretaria do Arsenal de Guerra de Pernambu-
ca, 26 deferereiro de 1886.-+0 secretario,
Jos Francisco R Machado.
Tendo de se entregar ne dia 25 de marco vin-
douro algnmas cartas de liberdade, couvida-se aos
interessados comparecerem at o dia 8 do mes-
mo mez de marco, do meio dia at s 3 horas da
tarde, na ra do Vigario n. 4, 1 andar, onde en-
contrarlo com quem tratar. Recife, 21 de feve-
reiro de 86.
Companhia Plienix Pernambu-
cana
Os senhores accionistas sao convidados para a
assembla geral ordinaria, que dever ter lagar
no dia 10 de margo prximo, a 1 hora da tarde, no
escriptorio da companhia, ra do Commercio a
38. A convocaco tem por fim :
Deliberar sobre o inventario e contas da admi-
nistra gao.
Proceder as eleices de que trata a primeira
parte do 2 do art. 30 dos estatutos.
Pernambuco, 22 de fevereiro de 86.
Pela companhia Pbenix Pernambucana,
Os admin stradores,
Luiz Duprat.
Manoel Gomes de Mattos.
Joo Jos Rodrigues Mendes.
Companhia Amphitrite
A direceo da companhia Amphitrite convida
os senhjrea accionistas para a reunio da assem-
b a geral, afim de apreciarem as respectivas
contas e elegerein os futuros membros da commis-
so fiscal. A rcuuio se etleetuar no salo da
Assoico Commercial Beneficente no dia 11 de
marco proxim >, s 11 horas d 1 manh.
Pela c mpanliia Amphitrite,
Os directores,
A. M. de Amorim.
M. J. da Silva Guimares.
Joaqqia Lopes Machado.
Club de legatas Per-
nanibucauo
2 Regata
De ordem do Exm. Sr. Dr. presidente, convido
os senhores socios a se reunirem em assem-
bla geral a 28 do corrente, s 11 horas do dia,
na sede deste club, afim de tratarem e delibera-
rem a respeito da regata, que dever ter lugar no
pruximo mez de maro, conforme foi deliberado
em tesso do conselho administrativo de 22 do
corrente.
Secretaria do Club de Regatas Pernambucano,
em 24 de fevereiro de 86.
Osear C. Monteiro,
Io secretario.
Santa Casa de Misericordia do
Recife
Na secretaria da Santa CXsa de Misericordia do
Recife arrendam-se por espaco de um tres an-
uos, as casas abaixo declaradas :
Ra da Moeda n. 45, 240*000
dem -dem n. 49 240*090
Ra do Bom Jess n. 13, 1 andar 3( 0*000
dem n. 29, loja 216*009
dem idem n. 29, 1- andar 240*100
Ra dos Burgos n. 27 216*000
Ra da Madre de Deus n. 10-A 180*000
Caes da Alfandcca armazem n. 1 1:600*600
Ra do Mrquez de Olinda n. 53, 2
andar 507*000
Ra da Guia n. 25 200*005
Rcvo da Abren n. ", oj 48|000
ttu* ilj Visconde de Itaparca n. 24,
pavimento terreo, 1" e 2o andar, por 1:600*000
Uua d;.s Calcadas a. 3i 200*000
Secretara da Santa Casa de Misericordia do
Recite. 6 de fevereiro de 1886.
O escrivao,
Pedro hodrioues de Soasa
Capitaiua do Porto
Os proprietaros da* canoas e lanchas que tiram
arcia do fundo do rio IJ Ii -rioc, fiquem seientes
que express.iinenfi' prohibido tiral-a perto da
ponte Buarque de Macedo, actualmente em eons-
trueco, e a continuar sero multados de confor-
midade com o regulainento da Capitana do Porto.
Igualmente previne-se que uo podero tirar
areia em qualquer parte do citado rio sem ter li-
cenca desta capitana e ser por esta marcado o
lugar onde devem tirar.
Capitana do Porto de Pernambuco, 24 de Fe-
vereiro de 1886. O chefe de diviso, capitao do'
porto, Jos Manoel Picaneo da Costa.
Inilcmnisiiilora
A companhia indemnsadora est pagando o di-
videndo de 114 por aeco, relativo ao semestre
tindo em 31 de Dezembro de 1886. Recife, 25 de
Fevereiro de 86.
THEVTK0
DAS
YAKEDADES
FKSTA ARTSTICA DA ACTRIZ
Qnarta-feira, o de Mareo
Com o benvolo concurso da distincta sociedade
dramtica
NOVA THALIA
Encommendas ra Duque de Casias.
Annuncios detalhados na vespera.
HARITMOS
COMIA\IIIi: DE HESSAGE-
RES maritihes
LINHA MENSAL
0 paquete Gironde
Commandante Minier
Espera-se da Eu-
ropa no dia 6 de
Marco, seguin-
do depois da de-
mora do costume
para Buenos-Ay-
res, tocando na
Baha, Rio de Janeiro e Monte-
tevido
Lembra-se aos senhores passageiros de todas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne-se aos senhores rece hedores de merca-
dorias que s se attender as reclamaces por fal-
tas nos volumes que forem reconhecidas na occa-
siao da descaiga.
Para carga, passagens, encommendas e dinhero
a frete: tracta-se com o agente
4ngoste
9 RA DO COMMERCIO 9
(OMPt\UIA PKBX**iWASA
DE
Xavesaco costelra por vapor
PORTOS DO SUL
Tamandar e Rio Formse
0 vapor Mandahu
Segu no dia 26 do
corrente, pelas 6 ho-
ras da manh.
Recebe carga ateo
a 25, e passagens at
s 3 horas da tarde da
vespera da sahida.
ESCRIPTORIO
caes daeoaipasthla
eaaa n. 19

\
>
s



'
Diario de' fernambneoSexta--fera 26 de Fevereiro de 1886
Companhia Brafllelra de Save-
acSo a Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Para
Commandante o Io tenente Carlos An-
tonio Gome*
E' esperado dos portos do
norte at o dia 5 de mar-
co, e depois da demora in-
' dispensavel, seguir para
i os portos do su'..
Recebe tamoem carga pa-
ra Santos, Pelotas e Rio Grande de Sul, frete m-
dico.
Para carga, pass.igens, encomniendaa valorea
tfacta-se na agencia
N. 46 RA DO COMMERCIO N. 46
PORTOS DO NORTE
O vapor Bahia
Commandante V
tenente Aureiiano Izaac
E' esperado dos portos do bul
at o dia 20 de Fevereiro, e
seguir depois da demora in-
dis pcnsavel, para os portos
do norte at Muios.
Par* rfTH, passagena, encommendas e dinheiro
a fret rracta-se na agencia
' C-OMCM.VHIA PtiB*f IHHK t.<
DE
tfavegaco Costclra por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Pcnedo, Aracaj, e Bahia
0 vapor Jacuhype
Commandanti! Costa
Segu no dia 26 de
Fevereiro, s 5 horas
-da tirde.
Recebe carga at o
lia 25.
Encommendas, passagens e dinheiro a frete at
s 3 horas di tarda do dia da part'da.
ESCRIPTORIO
At Cnc da Companhia Perrambucana
n. 12
Porto e Lisboa
Segu com brevidade a barca
portuguera ATotx Silencio para os
portos cima, para o resto da
carga que falta a tractar com
Baltar, Oliveira & C, ra do Vi-
gario n. 1, 1" andar..
rara Hambiirgo
Recebe carga a frete a barca brasileira Nova
St/mfthia ; a tra,ar com Balthar Oliveira C.
IEIL0ES
Leilo
do
Do fazendas avnriadas descorrogadas
bordo do vapor ingles Delambre
Sab'bado 21 do crvente
'S 11 HORAS
.Por lutervenco do agente
Alfredo (iuimarrs
Em sua agencia ra do Bom Jess n. 45
jLeilo
Das mercaduras, armacoes, balcoes, utensilios,
cofre inglez prova de fogo, assucar de diversas
qualidades, 3 carrecas, 1 carro. 4 cavallos, 2
bois de carroca c mais objectos pertencentes aos
estabelecimentos de taverna, padaria e refna-
i;.V>. silos ra do Viscoude do Guyanna ns.
213 i 217 (Manguinho).
Sabbado. I do corrente
A's 10 1^2 horas
O agente Gusmao. autorisado por mandado do
lllm. e Exm. Sr. Dr. juiz de direito do commcr-
cio, far leilo, com assistencia do mesmo juiz
d. s estabelecimentos cima mencionados, prrt n-
centrs a massa fallida do Manocl Cajpinteiro y
.-ouza, cujo leilao effectuada a requerimento do
Dr. curador scal da referida mfcsss.
Alu*a-ge o 2- andar da casa n. 1 do pateo
do Terco, y3 da de n. 3 ra da Penba, o 1
da de n. 19 Vmesma ra, o 1' da de n. 18 4 ra
Direita, o Io de n 35 travs^* de S. Jos, o 1- da de n. 34
a ra estreita do otario ; as terreas de ns. 41
4 ra do Rangel, 26\rua Duque de Caxias, 1 do
pateo do Terco, 27 & Na de Lomas Valentinas,
24 ra do Aragao, e asa de n 35 a ra da
Viraco a tratar na ra 8p Hospicio n. 34.
__ Aula mixta particular Se instrnccJo prima-
ria, Deodata Anelia Perreir da Siivu, ra Vi-
dal de Negreiros n. 21._________
Aluga-se a casa com sota, toda calada e
pintada de novo, sita ra da Fuudjcao n. 8, em
Santo Amaro ; a tratar na ra do Mrquez ce
Olinda n. 8, lithographia.______________________
Aluga-se o armazem da ra do Mrquez de
Olinda n. 18 ; a tratar com Prente Vianna &
Companhia
Aluga-se a casa com sota, toda caiada e
pintada de novo sita ra da Fundicao n. 8, em
Santo Amaro ; a tratar na ra do Mrquez de
Olinda n. 8, lithograhia.
= Precisa-so de gente para vender taboleir >
na ra, ou p*or vendagem ou por raez ; a tratar na
ra Velha n. 46, entrada pelo becco do Veras,
loja.
Desappareceu hontem, s 2 horas da larde
um menino de nome Tiburtino, cor aca'oocolado,
cabellos estirados, idade 7 annos, vestido com
cale* parda e camisa de crtone de lietrinba azul,
a calca curta, chinello de c- uro branco, j usado,
indo pura a ra Direita comprar urnas linhas,
levando o importe de 500 rj. e at esta data nao
appareccu, desconfiase que esteja perdido ou em
alguma casa ; pede-se ao subdelegado da fregue-
zia de 8. Jos e de Santo Antonio, para se ar pa-
recer o dito menino fazercm o obsequio de man-
da!-o levar ra do Jardim n. 1, casa de Anto-
nio Ribeiro de Castro.
A viuva do Dr. Carvalho quanto pede para a
KVrdade da sua escrava Custodia ? Responda
pelo Diario.
Precisa-se ainda He urna ama ; na ra lar-
ga do Rosario n. 38, 1 andar.
Fi'lins
Faz-se filhs, communs e de formas, e vende-se
dcee de csj secc e de caldo, ambos bem acondi-
cionados em latas, proprias para presentes : na
ra da Matriz da Boa-Vista n. 8.
Canarios d'Alleinanlia
DE
C. Brandmuller
/ende-se na ra do Imperador n. 22. O mesz
me compra oncas, gibas, tamandas bandeira c
coicodilos.
Vende-se
ubb armacao para casa de molbados ; quem pre-
ciar dirija-se ra da Praia n. 61.
Pacific Sltaiii "vigaon Companv
STRAITS OP MAGELLAN LINE
Paquete Galicia
Espera-M dos portas
do sul at o dia 1 de
marco, seguindo pa-
ra a Europa depois da
demora do eos tu me.
Leilo
Offerece se urna senhora viuva, honesta 6 de
bons costumes, <'apaz para nma companhia em
casa de pouea familia, aqu ou mesmo nos arra-
i baldes ; quem pretender dirija-se ra da Paz
numero 13-A
Este paquete e os que dora
em diantc segure tocaro em
Plyoiouth. o que facilitar che-
garem os passa^ciros com mais
brevidade a Londres.
Haver tambera abatimento no preco das pas-
sagens.
Para carga, passagens e encommendas e diuhei-
ro a frete tracta-se com os
AGENTES
. Wllson Sons A .. I.iinilf il
14 RA DO COMMERCIO N. 14
Dj sitio do Arraial, ra Paulino o Silva,
(estsgao da Mangabeira de Baixo)
Nabbado, 99 do corrente
As 11 horas
A' runflo Imperador n. <;
O agente Silveira, por mandado e com assisten-
cia do Exm. Sr. Dr. juiz de orphaos e ausentes, e
a requerimento de D. Honorata Mara do Sacra-
mento, inventariante de Joaquim Martina Gomes,
levar leilao o referido sitio, o qul tm de fren-
ts 7 metros e 20 centmetros e de fuudo 165 me-
tros, ende esto edificadas duas casa de taipa e
cacimba propra.
Os
= Aluga-se a casa do pateo de S. Pedro Novo,
em Olinda, n. 2, onde esteve o Dr. Pitanga, do Io
de marco at o 1* de setembro, tambera se aluga
um m&rto dentro do sitio, muito bom ; a tratar
no Caminho Novo n. 128. Tambein se vende por
preco muito em conta, eu permutase por apolices
da companhia de Olinda urna parte da casa na
ra da Imperatriz, que est sempre alugada ; a
tratar na raeima casa
Precisa-se de urna ama de leite sem filhos
na ra rio Mrquez doHerval n. 14.
2|= Na ra da Capunga (hojo Joaquim Nabuco)
n. 9. alugate quartos mobiliados, independentes,
tambem se forneco coi ida, querendo ; a casa
de familia estraugeira, f*-lla-se fraucez, inglez e
seuh n'es pretendentes desde j podem exa- i hespanhol ; a tratar na mesma, ou ra Nova nu-
micar. > mero 21.
Grande e ultimo leilo
commercio
mVAL MIL STEAM PAUH
COMPANY
Vapor La Plata
esperado
do snl no da 1 du
marco, seguin lo
'depois di demora
necessaria Jara
Lisboa e Sonthamplon
i'ara passagens, fretes, etc., tracta-se. com os
CONSIGNATARIOS
A damson Howie & C.
SRa do Commenio -3
Os bilheies de um cavallo e urna carrosa
correr eein a ultima de Janeiro prximo passado o
transferidos para a ultima lotera de fevereiro, fi -
VT i i j f\v j : Cl,nl 8ein vt,ll alum, deixando assim do correr
No armazem da rua da Marqu'-z de Ulmda ; em ra2il, da ^qanli extraccao dos mesmo bi-
n. 18, antiga da Cadeia, para entrega Ihctes, ficando o direito alguns possuidores de
da chave. bilbetes que j tenha pago, a haverem seu di-
Seguada feira. Io de Marco nhfLro---------
A's 11 horas Aa
CONSTANDO **"
De miblias de Jacaranda, pianos, guarda-ves- O abaixo assignados declarara que vendern)
tidos, 1 rica cmoda de mogno, aparadores, mezas su taverna rua de Motocolonb n. 24, hvre e
elsticas, meias comidas, cabides, quartinheira, i desoubaracada, ao Sr. Jos de Sonsa Almeida.
lavatorios, camas francezas, marquezoes, cama i Kecife, 26 de Fevereiro de 86.
para menino, marquezas, santuarios, so's, conso- leixeira Ot O._________
los, 24 cadeiras de junco prcto, espelhos grandes irtPAttc ania amilTA
e pequeos, gxanae quantidade de louca e porce-; Al/y;UCa ClllfC lilil
lana para ajmoco e janUr, roupas para cama, Ag de um git0 com caga de u no ,u
.oalhas, eotaar, travesseires, garrafas, copos, ga- faa^ em Bes-riba, e que devia correr c6m a
lheteiros, eampoteira, trena da cosinba, farors u|t|na ,otera do mej d(J abr|i fica|n de nenhllm
pasearos muito boni^cantad, res c.n ricas gaiolas, effeito, psdendo receberem a impjrUncia dos bi-
diversas caixas com bisnagas, u aiixoes cora a^a I ,hete8 receb(lo em ^1 de G Dutoy, rua de
de mouro do nascentc de Santa Comba, chapeas \farc|jCT Dias. relojoeiro.
de sol para hoirem e ecnbora, registro e encana-
men'o de gaz e muitos outros objectos que sarao
vendidos seinrlimites.
POR INTERVENgAO DO AGENTE
(usmilo
Ipojuca
Pede-se a quem aouber e quizer, que informe se
o |rocurador doa bens de C. Miguel tem prestado
coitas ou ha quantos annos nao o faz, e mais se
os bens do fallecido vigario (3 casas, 1 cocheira,
cayallos, trastes, etc etc., t te.) foram applicadas
ao pagamento doqae devia ofa lecido ao Santo.
Chama-se para o facto, alias escandaloso, a at-
teico dos senhores juiz'-s.
)S
Fabrica de linas
Agente Pcstnna
Precisa-s-; de urna menina de 11
para trab:ilh .r, mesmo sem pratiea
Cabug n. 7.
15 annos,
; na rua do
(ozinheiro
LniledSitesi Brasil MailS.S.C.
0 paquete Fnance
Precisa se de um bom cosinheiroou cosinheira
a tratar na rua da Aurora n. 109.
Espera-Be de New-Port-
News,at o dia 12 de Marco,
o qual seguir depois da de-
mora necesearia para a
Baha e Rio de Janeiro
P.-ira carga, passagens, encommendas e dinheiro
frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
N. 8. RUA IX) COMERCIO N. 8
! andar
Porto e Lisboa
Segu com brevidade para os portos cima o
brigue por ngues Tito ; para o reato da carga e
pataageiros, trata-se com os consignatarios Jos
da Silva Loyo 4 Fho-
Roval
Nail Sleam Packet
Companv
Reducgao de passagens
Bilhctes especiaes sc-
ro emittidos desde 14
de inarvo at o fin de
julho offerecendo faci
lidades aos senhores
viajantes para visitar
a exposi^o colonial
era Londres, de 1886.
Ida c volta de Per-
nambuco a Sonthamp-
on, primeira classe,
com o prazo de. 6 me-
ses libras sterlinas 36,
15,0.
Novo leilo de outro predio mui-
to mata impoilante. j por e
ixliu r<-m bem lorallaadoa, esa bom
calado de conaervactlo e j peloa
aeua melliorea rendimenloa
TERCA FEIRA 2 DEMARCO
Ao meio dia em ponto
No armazem da rua do Vigario n. 12
O agente Pestaa, competentemente autorisado,
levar a leilao, no dia e hora supra mencionados,
as excedentes casas terreas, livres e desembara-
zadas de qua'quer oous, abaixo declaradas :
Parovhia de S. rei Pedro Gon.alvet
Um s brado de dous andares, cra grande ar-
mazem, sito rua de Tuyuty n. 3, no Forte do
Mattos.
Parochia da foa-Vista
Casa terrea sita ao Corredor do Bspo n. 18.
com duas salas, dous quartos. cosinha,
cacimba.
Urna aita sita rua do Rosario n. 11, esquina,
com taverna.
Urna dita ao becco do Tumba n.5, co 2 sa-
las. 2 quartos, cosinha e grande quintal com ca-
cimba.
Urna dita 4 rua d* Ponte Velha n. 22, com 2
salas, 2 quartis, cosinha, com quintal e cacimba.
Parochia de H. Jos
Casa terrea sil rua do Marques do H-1 val n.
139, esquina, com 5 janellas e 1 porta, 2 grandes
salas, 4 quartos, cosinha, quintal e cacimba.
Cusa terrea sita A rua do Coronel Suassuna n.
141, oceupada par um tabrica de licores, com pro
porcoea para levantar um sobrado.
Urna dita aita a rua do Coronel Suassuna n.
143.
Urna dita sita rua de Lomas Vaieutinas n. 4,
com grandes accommudacoes, 2 sotilos, quinta e
cacimba.
Urna dita sita a rua de Antonio Henriques n.
12, com 2 salas, 2 quartos, cosinha grand, qnin
tal, cacimba a portao.
Urna dita aita 4 rua de S. Jos n. 52, com 2 sa-
las, sendo urna forrada, 2 quartos, cosiuha e gran-
de quintal con cacimba.
Urna dita sita rua de Dias Cardoso n. 1, com
2 salas, 2 quartos, cosiuha e quintal.
Urna dita sita A na do Nogueira n. 2, cem pe-
queas accommoda<;oes.
Estas casas chamara a attencao Jos Srs. esm-
pradores por estarera muito bem conservadas, e
para qnalquer iuformaclo a tractar com o mesmo
gente._______________________________
Costareira
Precisa se de urna coatureira que saiba cortar
por fieurinos ; a tratar na rua da Aurora nume-
ra 109.________________________________________
Alaga-se
barato a loja n. 117, 4 rua do Marcilie Dias.
Ama
Precisa-se de una ama que compre e cosinhe,
para casa de pequea familia; na raa do Barao
da Victoria n. 19, loja. 1s|
Este remedio precioso tem gozado da acceita.
5o publica durante cincoenla e sete annos, com*
ecando-se a sua manufactura e venda em 1827.
Sua popularidade e venda nunca forio to exten-
sas como ao presente; e isto, por si rnesmo,
offerece a melhor prova da sua efficacia maravil-
hosa.
N'o hesitamos a dizer que nilo tem deixado
em caso algum de extirpar os vermes, quer em
enancas quer em adukos. que se acharao afic-
tos dcstes inimigos da vida humana.
Nao deixamos de receber constantemente
attestacoes de mdicos em favor da sua efficacia
admiravel. A causa do successo obtido por este
remedio, tem apparecido varias falsificaces, de
sorte que deve o comprador ter muito cuidado,
examinando o nome inteiro, que devia ser
7enaii(ieB.iFAfflESTBCI
sp
i ,i i( rx;
Policarpo Fernandea de Brito
Thereza Maria Fernandei de Brito, Mara Je-
ronyma da Conccicao. Bernardina de S4 Araojo
Ferreira, Maria do Carmo Pernaudes de Brito,
Vicente Pernandea de Brto, esposa, sogra, _cu-
nhado e tilhos lo fallecido, convidara aos amigos
p, patentes do finado para assistirem urna missa
que mandam resar por sua alma segunda-ieira 1 de
marco, pelas 6 horas da raanha, na igreja de N. S.
do Terco, pelo que desde j se coofessam agra-
decidos.
Lulza Amelia de Parala Morelra
Jos Moreira de Souza, Maria Valerida de Pau-
la Barros, marido, rai, tos e tas, irmits e cunha-
do3, agradecem do intimo d'alroa, a todas as pes-
soas que fizeram o caridoso obsequio de acompa-
nharem ao cemiterio publico de S'into Amaro os
restos mortaes de Luiza Amelia de r^ula Morei-
ra, e de novo rogara a todas as pe- a ias de sua
amiaade pura asrbtirem s missas do stimo dia,
que terlo lugar na matriz do Corpo Santo, s 7_e
1/2 horas da raanha do dia 1 de Marco, anteci-
pando desde j os seus eternas agradeciraentos.
S. ll. Ja
Pede-se ao Sr. B da rua Du^ue de Caxias
quintal e i^^,, oa garante dofrade, que cuide mais nos seus
negocios commerciaes e de cumprir muito sua
promessa que seria, e nao se envolva com cousas
que nao lhe competem, porque incapaz de fre-
quentar qualquer sociedade nao s pelo seu com-
portameuto corao pelo sen juizo violento e mais...
Villa do Conde.
ios 4:000^000
1:0009000
Leilo
Lisboa e Porto
A barca portngueza Noemia, recebe carga a
frete ; trata-se com Amorim IrmSos A C. .
Para
Brifae D. Francisca
E' esperado uestes dias, engaja carga 4 frete
mdico, para aahir com toda a brevidade: 4 trata
na roa do Mrquez de Olinda n. 6.
do dividas na importancia de 78:366^889,
pertencentes massa de Joaquim .\lon-
teiro da Cruz
O agente Brito, a mandado do Exm. Sr Dr.
juiz de direito especial do commercio e a requeri-
mento do administrador da referida massa, levar
a leilao as divida cimas, constando a maior par-
te em lettras de diversos, como podero ser exa-
minadas em poder do -neamo agente.
Quinta/eir 4 de marco
ti 11 horas
Rua do Imperador n. 16
AVISOS DIVERSOS
Ama para cosinhar
Procisa-sc; na praja do Conde d'Eu n.
32. segundo andar.
Vina para cosinhar
P. ecisa-sc de urna que
desempt nlie bem o seu
emprego na prava do
Conde d'Eu em casa
do Leiloeiro Martins.
Eesleijos carnavalescos
Fvram nomeados para tratar de decoraclo e ar-
birisamento da rua larga do Rosario, os Srs.
Mello & Biset e Jos Joaquim de Carvalho, e pede
aos moradores da inesraa rua para que nesses dias
enfeitem as varandas de suas casas e janellas,
assim corao, tambera pedem aos irmoos que os
coadjuvem para o bom dcscmpenbo da etpinhosa
commisso :e que esli enenrregdos. ._____
Vende-se
Qum annuncia querer comprar nma armsci.O
propria para molbados, dirija-se prnca da la-
dependencia ns. 19 e 21.___________________
__Aluga-ae casas a 8OW, no becco dos Coe-
Ihos, junto de 8. Groncalo: a tratar na rua da Im-
peratriz n. 56^__________
= Os hachareis Antonio Justino de Sorna e
Pedro Afibnso de Mello mudaram o seu escrito-
rio para a roa Duqne de Caxias n. 54, 1
onde continnam a exercer a sua profissao
1 vogados.
dead
Attencao
Vende-se um bom cavallo muito novo e urna
enrroca em muito bom ea'ado, o cavallo tanto
bom para carroca como para sella : a tratar na
rua do Hospicio u. 57. ^___^
Transferencia
Por motivos justos fica transferida a extraccao
das accoes de cujo resultado tem do ser applicado
para a festa de Nossa Senhora Mi das Homens
de Agua Fria de Beberibe, o que opportunamente
se annunciar o dia. ,
O secretario,
Libanio da Silva Moreira
ESPLE*DII)0 SORTIMEMO
DE
RENDAS OU BICOS
0 que ha de mais gosto neste genero, rece-
beu
EXP0SF0 UNIVERSAL
DE
EMILIO ROBERTO
17Rua do Barao da Victoria17
To m^w i ir jet
JOSEPH KRAUSE de c.
Acaban] de augmentar o sen j bem conhecido
importante estabelecimenlo roa Io
de marfo n. 6 com mais
nm salo no i andar Inxnosamenle pepar-
rado eprovido de nma exposi-
it # m de prata o Porte e %Mt*r$teU
dos mais afamados fabricantes do
mundo inteiro.
Convida, pois, as Exmas. familias, seos nume-
rosos amigos e freguezes a visitaren.
o sea estabelecimenlo, alm de
apreciarem a grandeza e_bom gosto com que
nao obstante a grande
despeza, o adornaram, em honra
desta provincia.
GHA-SE ABITO JAS 1 A'S 8 DA ffiTE
COMViTB
i.
16-Rna do Cabug-16
O abaixo assignado vendeu nos seus
venturosos bilhetes garantidos os premios
segu ates: 1 inteiro com a sorte de 2005
no n. 272") alem de outros mais de 32)5,
Hi5 e 85 da loteran 39.
Convida-se aos possuidores a vir receber
sem descont algum.
Acham-8e venda os venturosos bilhe
tes garantidos da lotera n. 49a em beneficio
da matriz da Qraca que so extrahir no
sabbado 27 do corrente.
Preco
Integro 45000
Meio 20000
Quarto lr000
vendo quantldade superior
a lJ0:O0O
Inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0785
Joaquim Pires da Silva.
QASA DO l R0
Vos 4:000P00
FUNDICAO (BAL
ALLAN PATEKSON ft C
N. 44--Eu i do Brum--N. 44
JUNTO A ES fAfAO DOS BOJOS
Tem para vender, por pret, mdicos, as seguintes ferragens:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
CrivajSes de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelo
Portas de fornalba.
Bancos de ferro com serra circular.
(Jradeamento para jardim.
Vapores de forja de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de concertos, e assentamento de machinismo e execuiain qaalqu-
ab alho com perfeigao e presteza
RODA DA FORTUNA
200:000*000 ,
mm fiB mam
PRECOS EM PORCAO
Dezenas..... I0000
Yigcssimos .... 1^000
EM RETALHO
Dczenas..... HH000
Vigsimos .... I|I00
CORRE TODAS AS TERCAS-FEIRAS
36 8A LARCA BOBOSAlO-3.

^OWIA^^

Rua do BarSo da Victoria n.lo
e casas do cosame
Achara-se vend. os felizes bilhetes
garantidos da 6.a parte das loteras a
jeaeficio da matriz da Graga (40*) que se
x:rabir sabbado, 27 do corrente.
Preeos
Inteiro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
Eai porfi de 100*000 para
data
Inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0875
J080 JoaqxJt i2 C i i '. ii.
ALMEX0 HENSCHEL & C.
52-Rl'A 0 B.\R\0 D4 VICT0RI.V-S2
O aba>xo assignado tem a honra de participar ao respeitavel publico d'est
capital e do interior, que reassumio a gerencia d'este grande e bem coaceiuado esta-
belaciooento, onde j por longos annos tem oceupado o mesmo lugar
As Exmas. familias e pessoas que desejareiu honral-o com suas encommendaa,
encontrarSo alli os mais modernos e aperfeicoados trabalhos concernenies a am
photographica e modicidade nos pre$o*>
C Barza,
Geiente.




6
Diario de PeraambueoSexta-feira 26 de Pcverero de 1886
Alnga-se barato
01. e andar a traveeaa do Campello n. 1
) irmuem da roa do Bom Jesns i 47.
1 casa terrea n. 13 da ra do Nogueira.
A casa terrea n. 23 da travessa de S.. Jos,
vloja da rom do Calabooeo n. 4.
Vea* da roa ao Viaeonde de GoY&nna u. 79.
casa da ra da Ponte Velha n, 22.
v easa da Baiza Verde n. 1 B Capuuga,
I tratar no Largo do Corpo Santo n. J9,1* an-
ax.
Alug-a-sc
> grande sobrado n. 161 da mu Imperial, oaiado e
:in-*do ; a tratar na ra do R mgel n. 58
Aliiga-se
por 84000 urna casa com sala e 2 quartos, e cor-
redor servindo de quintal, no becco do Fundo n.
5, freguezia da Boa-Vista; a tratar na ra de
Santa Thercza n. 38.
.\luga-se
barato a caaa terrea, eaiada e pintada, ra de
S. Jorge n. 40, com 4 quartos, 2 salas, sota, co-
binha fra, copiar, amatad, cacimba ; a tratar
orm Siqueira Ferr.-.z & C, ra d j Amo im n. 66.
:m:!a-if d< i n l j:i; tM ti. J i n que
Mtrma em casa ; a tratar ra do Mrquez de
inda n. 6____________________________
mm

Na prac* do Conde d'Eu D. 7, segundo andar,
precisa-oe de urna aira boa eosinneira e de boa
conducta, para casa de pequen fan
Ama para eosinhar
Na praca oft Conde d'Eu n. 4, 1- andar, se
precisa de umaTiiu'.her de meia idi.de, para cosi-
uhar, faz'T compras e algn servios de casa de
pequea fami.ia.
Ama forra ou eserava
fomente pura cozlnhar)
Precisase, para casa d'oma familia, nos Aflii'-
tos : a tratur na roa Nova n. 13.
Ama
Para cainb casa de pouca
familia ; na ra Vidal >-e Negreo .s n. 134
Ama
Precisa se de urna ama pi:ra c sinbar ; na ra
do Mrquez do Htrva! n. -<>.
Ama
Pncisa-se de urna r sinbeira ; na ra do Brum
numere 68.
Ama
Precisase di urna am i para esa de familia
na ra lo Visconde de Goyanna n. 46.
Ama
Precisa-se de urna am:. para casa de rapaz sol-
tato ; no pateo do Paraizo n. 18, taverna.
Amas
Precisa se de duas amas, urna cosinheira ou-
tra para andar com duas eriancas e mais acrvico
de caca de familia; a tratar na rna do Imperador
n. 14. 2* andar.
Ama
Precisa se de urna sma para cosinbar pm casa
de pouca familia : a tratar na rus da Saudade
numero 16.
Ama
Precisa-se de urna ama que compre e cosinhe,
para casa de pequea familia : na ra do Bario
da Victoria u. 1">, 2 andar.
\m ara engommado
X ra do Bemfiea,
sitio em frente da es
ad qu v, i para os
Remedios, se precisa
de urna mulher, forra
ou eserava, para tazer
engommados e .'.gnu.
servido de casa de ft
mitin.
' Ama
Fr cisa-se de urna
boa osinheira, a tra-
tar na DuqiM de Ca
\ias n. 70, a litiga do
Queimado.
Para eosinhar
;iiim Nanceo n. :). entrada da
da ama ama com urgencia,
''osinheiro
l na ra
I' i lalena), ou
tu 44.
Luz brilhante, sem Fumo
OIOpMATICO
HygienicD e Econmico
PURA LAMPARINES
MAETHTS. BASTOS
Pemambuco
NUMERO TELEPHQNICO : N' 35
Yenezanas
Compra se de duas i. quatio v. ntziauas d>
deira, com eerrentes de metal, das tnodern. a, e m
pouco uso ; na piimeiro andar n. 22, ra larga
do Kos.:rio.
Advogado
O bacharel Pedro Gandan" di Bata Jt BiIti
unid u im residencia da entrada de JoaoAle. Bar-
res par:, a ra velha de Santa fita n. 8S
A lug-a-Se urna casa pe-
quea
na de S. Francisco n. 1, rregnelCl de Saj-
te Antonio.
No becco do Fundao n. 5,fregnesii
i : i tratar na ra de Santa TI' r aa n. 32, de
i anha a* meio dia.
Na r r. 44, andar,
fazse
Mine, niquelina
ecBue GnAstantementefla Enroja
im Fariaflo sortimento de efiaofi i-
IGARASS
N. "88:200
O Dr. Franciso Xa-
vier Paes B rreto,
pela 4.a vez rogad a
vir ou mandar a ra do
Mrquez de OHnd n.
50, dar emmprimnto
a o numero aeima.
Viva o carnaval
Comprase vestuarios novoa e usados ; na rna
da Imjieratrii n. 78.
Xa cidade da Eseada
esmpra-se otrro, prata, pataew nacienaea e es-
trangeiroa, e m edae de onre : na rna do Com
mercio n. 19, estabeleciment di Antonio Fran-
cisco de Araujo Costa.
Escola part colar
Do inutrue^&o primaria para o nexo
maroltno
34 Ra da Mat'iz du Bou Vista34
O abaixo assignado participa ao Ilustrad'.! pu-
blico desta capital, que atrio sin osa la particular
de instrucfao primsria para o n xo masculino,
roa da Matriz da Boa-Vista n 34, i hda 11 n
damen* se dedica ao ensino d. s alumnos.
0 grao da escola consta : li \er e contar,
h i linear, histora patria e trancez.
Uar.'inte nm npido adiantsmen'o in peus alum-
nos, pelo seu systema de enBn oqaal ama pa-
eJenea illimitada, um am.ir \b\ es-
iedicacio ao ensino, I n que os
s us detiauloB abracem e amen eoraco as !i t-
tras, aoa ivroa, e ao estado, guiando oa no cami-
nfa da inielligencia, da henra e da d
i qne venham a ser o fr :,. gusten'
ria, da religi') e da lei e um verd:
eidada< braaileiro.
1 p a. poi, merecer a confi. nea e
do di-':ncto povo pernambucai.
husta em todos os pai res de me
uno i)Te qneiram proeitar \>t ipido adianta-
a sraa filhoa e tntelado-.
: i |iianto ousada seja esta
'(ua es seua itM-anaavei* > -. e os seus
puros dmataa, sejaan coreados com a feria appro-
de todos osfilbo. do rcii ianta Cruz
Men:-alidadeS^OOO pagos adjuntados, no acto
da mutricota.
Horario-da 9 Viras da marli" -2 da farde.
Receba menino internos e meio pm muislaa
por mentalidades razoaveis e It cioi a
nai tieulares a amfiM os aexoa.
Julio Soaresde Azrvedo
34-RA DA MATRIZ DA H'A V I A34
Ao publico
A verdadeira e bem eonbecida omma de mata
e araruta, preparada por .' Coussei-
ro, venle-se em paeotea de Khr e meias, nos
segulntea lugares, por ora : b \ a. ra da
Auroran... estabelecimento c .1 im de
Vasconcellos ; rnadln.p^ratriz n d<>s Srp
noel Maioira R beiro & C-, e na da Bar So du Vic
n dosSrs. Paulo Jos Al es v ('.
Santa casa k mmWmM do
BeCr!""

Hnnoel J<>.- do* bunios
A i :nta administran vn far re ra< no dia
quinta feira, 25 do oor.ente, pelu.- s h r .- ds
una. urna musa de rquiem pela n i d i ea
domo Manoel Jos dos Santos, trigeaimj dia alo
iecimento. A missa ser eai tada na jrrij.
ilo N. S. do Panizo, pelas educan* U dos
exposfos, c para assif-il-a, a jn. t. convida a
Exma. famil a e amigos daquelle tao il ustre quan
to prestimoao collega.
Secretaria da santa caca de misericordia do
Recife. 13 de Ferereiro debti. escriv8o,
iktro Rodriawr rf iw*a.
? tuyijjlHi ssftfloras, o
la ile mis loerao, iiwm-n
Ib coicBta-los, pa altia moda,
issiiWE'fiKmtis.
Rna PrlBfiro de Marin, t
Junto Botina Maravilhoa
Boa acfjuisic
Vende se a fabrica de vinagre e cerveja ra
da Senzala n. 12, por preco muito barato, por sen
dono ter de retirar-se, tem muitos utensilios para
fabricar qualquer ca-se do bebida. ; a tratar com
Cduardo Martina na mesaa, on no Bntroncamento,
casa do Sr. Carpinteiro bonza.
Os abaixo asignados, tanda adoptado e regis-
trado a marca indastrial cmodo desenho i-cima
"e coeformidade com as preaeripces das leis em
sigor declaran) ao publico' e particularmente aos
'*ui numero* rregugjea, que d'ora em diante
dos os productos qae t.birem de saa botica le-
?rio a dita marca como garanta de ana origem
legitima procedencia.
t hu TrmK&A&Biwam
COLLARES aOTER
aeatPO-MaonaUoa.
MHs "i Jma ai**jaai us" urna*
oowvtri-aEB
i mu tuina i otiao m t uia^is
|*OsC0LLiRE8 R0TBB.anaadaa ha mais
1 de 25 anana*, sao oa nicos ana prciser *o
I> i.xlmentcaj creancasdas OOMVULS^Cn
rq>n.awrln mo mmmo Umpo a dentc*>.
Baft\fll vitar aa ratattlaooBaa e a* JmstaaSwi. exiy
caminAa MA> t. asaran 4a fatirint marjtm e o v*r'Uuit ?a

> *8 taA'is os Peran'- 3tas o C&a3lleireir'-s
Jke l>aae co' Bu rvngtxo
- Man.' aoBnoo.


- W'jriPW~***'-

vyM%^>r^r>v^^rV*^v^^>v^^!><
!
BRO?ICHTE -, tOSSE^, Catarros Pulmonares,
DEFLUX9S, Molestias do Peito, TSICA, Asmas
COBA 1!1>IDA E CERTA PILIS
Gottas L,ivoniennes
Com CREOSOTE oe PAIA, .XTRAO de KOMTBBA e BALSAMA te TOLl
Este preparado, Intallivel jiara cn^ir radicalmente todas as Molestia das Viaa
reaplpatoriaB. ,: recummendado ; aedicaa como o unco efflca
o nico medicamento que al:m de ro fatigar o estomago, o fortifica, rtconstitue e de?
o appotite : duas gottac psl manhs e tarde br.stsm para triutnphar dos caso* mais rebeldes.
2EVE-3E EXIGIR O SELLO DE GARANTA DO GOVERNO FRANCO:
Deposito principal: TROUETTS-PSRRET 16o. .di Saiat-Antoine, PABIS
(li^^^aJMM^MMM^WMWW^^^^^^>^*^i^A/Ma^aV>aV#aa*a^a^a>a^a^aa%<>V.f
Exigir o sello
Frtnou.
SOLO
COIflRE
Eligir o sallo
Franoaz.
AO CHLORHVORO-PHOSPHATO de cal
O mala poderoso do reconatltnntca adopt. do por todo es Mdicos da Cnropa na
Bragueta geral. Anemia, CKlnrosts, Tsica, Cachexia, Bs'-rofulut, KacAtttmo, Doencat
tos oss'is, Cresamnto tf/lcil das enancas. Pasho. /jvsiic,>so.
Par, COIRR fb" 79, ro d( Ctsrehe-Btdi. Depiisites cas p-ritciaas! rhtniiciai.
? o r a r /
ao
LAROZS
Xarope ie Catea de Laranja amarga
IODURTO de POTASSIO
APPROVADO PELA JUNTA DE HYOIENB DO BRAZIL
Todo o mundo conheee as proprifi.i-
des do Iodiireto de potassi Ofi
disUnctos : i Paculdadede
cia icipalmente os
Dres Ricord, Bi.angh, Troos
NLATON, l'IORRV, 1 'UCriO OS
melhnrs resultados no o das
afleccoes escrophulosas. iymphati-
cas. cancroaas, tuberculosas, nos da
carie dos osso:;, dos tumores brin-
cos, da pap :ra ou bocio, das mo-
lestias cbronicasdapBllc,da ag
do eangue, dos accidentas seci
rioa e terciarios da syphilis, etc.
Este agente poderoso administrad jem
goluco com agua, tem por inconveniente
o ir: itar a mucosa do estomago e deter-
minar accessos gaslralgicos.
Em vi-la il'isto, os mdicos cima men-
cionados eseolhero por excipiente ("este
faIll0^o remedio, o Xarope da casca
de laranja amarga de Laroze, o lual,
per ana SccSo lomea sobre os org-js do
. facilita a absorpeo
de iodurcto do poiassio, previne qual-
quev P'Tiniua'-e se continuo
o tratameoto sem temor Je nenhum
acciden te al completo resiabelecimento.
Nos mesmoa depsitos acho-se os seguintes productos de J.-P. Laroze:
XAROPE LAROZE Ar-^TONICO, ANTI-NERVOSO
Contra as Gastrite., Gastralgias, Dya^iepsia. Dorea e Caimbraes d estomago.
.BROtlIURETO DE POTASSIO
Contra Epilepsia. Hysterico. Dansa da S. Guy, In.omnla das Crianzas durante a denti95o.
XAROPE SEDATIVO ,^a^aao I
XAROPE FERRUGINOSO itPROTO-IODRETO..FERRO
Contra a Anemia, Coloro-Anemia. Odres paludas, Flores brancas. Raohitismo.
Sepositi b todas cu boas giogarias do ruil
Pars, J.-P. LAROZE e Cia, Pharmaceuticoa
, fff OES LI0HS SAINT-PAUL, 2
[aa>i>>m,sHMMi
a vmnm
j~>.
Cob a Kroa do IK HC de JPEP ."OKA
ravmride r;r Sarrec&* de Para, naul
Licediccmenioque niu.it- con'ribu (ra faci- 5
[ i ar a., ranosaa io estomego, o re ilarita a *
i di gento, uoKf o eic i, .'averecer > tratrtcac X
>*> 'o. nte. f
enera a experVatias tetan pela;*
c -dicoa \le Par e ntro 1
..rara- aeft-aiiadoTlJi
.PTONA DEPFiSEWfi; oa ib. *
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i tnar. clrta --.o a aura-v
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lira de tul; um eate-1
ou com \As diiet",
.ts9 i sc preparai;* ailUioo o<
tiA:. : S". funccr Jige*ti-
aa, o m':i idosE, Jitrja
'.sarricas < aseninc racu-ticoa devsm a*
->- da Ps piona, fnr ico.. ioat
.:- um vrd.',aeiro derer o r *
11 aamaaiil.i os m-ai: s rio&a;aa n'a n giaiata 1
'o csrc aedic-T>j.rs!icoda-f
de 1331 i S, terodo san 4
gTl i :a ce :,:gci-ir o dlimeatos, '
j ..lulos era menos ix- i
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.r -. POnndar'r-ide nceos jas-
9C*M a prompta r.ii.sfoktaa-
" cJ an .an-cntos aaaia refractarios.
. Ho;e, porni. i4 qne os estmagos dafci-
i. Jos carecen de en^-gia, 4 coBTeniecta
ia-.p :.-.;o de todas ar substaaciaa t,e 14-
citam a digestao, coces, inr atore ji., Vi
ana Peere-
. O preceito i crm Tais desprezat'a este : Gestar
mu Jo vara rrrirar rmti'o. E' ettm se-
greo aa saude, e dnmte ciuita tentp oa
:ierara este as impo ,r3r
o; alem d'iss-v a nrnha ai >
:> )Bjh m .itiico na RepaitteaVl ie BencS-
. d'ssu ciad*, em gue os scrofulosoa _
a ijmphaliMr ifcundam fora de tedie** rae*.
permUtena faz-r muit^j felir.es ifipliafoea j
de aeus excel'< itei productos.
.clia-se o deposita oe to vaHcso medi- 4
ca ment bit. Pharn'arias e DrogariK Inul
ciclwic E'^rtBto j-jidar em lecoiiheceKei;
ircibr a3_jmita^r>!. jxignjlogo*.,1.
nic
ridaar..V*Jf HO .OET
NA E/. POS I CAO UNIVERSA
VINH0 de CATILLON
de GLYCERINA e QUINA
O man poderoio tnico recontitunl proscripto
nos eaios Je Dores Dlabetis, Con.umpcao. Febres,
C ^nralescenca, Reznltados doa partos, etc.
(I mesrao Tinbo com ferro. VINHC FERRUGINOSO O
I MTILION regenerador por eicellencia do aangne pobre
i dneondo. Este rinho fu tjlerar o farr* por lodos
> istomago e nao occuona prisio de catre,
^fASlS, 23, ru Sint-V/ncentae-Paul. Mm Ftrnimtww
ITuc" M. d. BU. O", oh irtaH rkvmu
HCO VINO OUINA00 1UE OBTEVE ESTA
mmt.MttaWi'tM*.: >_%^^t3*aiijarlL
QK'AGAG I
Id'ExtTRims DopiiratiT^
cia tOOUKTB rie raTiiSSSO
no Dotifor DUCOUX de PO'l l
-------_------
riogener:.
aflappcroc^r o.i
' deliro as IVelmtlis* tj>xtngiuamt\,
tlTer
B&prexado, ewinomla,
s priacipaes circil' -.? d'osts precioso
deporatlTO q iS as Mulestian sj/i>MU-
ticun, a o 'omplji-iinto de todo tratanicntn
e Ceirrl~pntoji. -crve i>ara pipservu- o,
AnHt*-9Ct r.raUa'W.tj t rtviartem,
iue cur* se cu <:j-ae eotas
Uratreas com vanUgein nos HH<-nm>tti*-
nut.Koleaaadp Pellas l>< roW*amz
depsitos annajaS :
Es. AE.IS, 209, ra Jdenis.
Em Pftiamtmeo i


Estes
P5S
dio ao Rosto
a bella alvura vapo-
rosa que fez a reputaco
das te/era da Antiguldade.
I_. PANAF1EU O"
Paria, ra Roohaohouart, 79.
DtoiiUriMeBPernimouco :FraselleaSUVA*C.
Ao publico
Ums senhora habilitada se om.-rece leccionau
arimcirHs lettras i i de agulh
jios ou era casas particulares ; quem d
orestimos piecisar. pode dirigir-se ra do Co-
ronel Suassuna n ~i2.
LeoiMir Porto
Rna pritneiro andar
Contina a exeeu':.;- os miis difflceis
figuriuos recebid.ia Je Londres, Paria,
Lisboa e Rio de Jai'
Prii tura, em bre-
vidaci dude eai precoo e fino
gosto.
I)
H
il

Co;?ipra-sc e paga-
se mais do queemon-
traqn;- lqucr parte bem
eonio
de qualquer qualidade.
Sama -Imperador
n. .32, loia dejoias.
Julio Fyersl mborg.
Hotel chinez
. rna lias Lar'
ha todas s arro ita -
I ano ii.
O Vlgor co
Cabello

r'
FLE/.IVEL E LUSTROSO
S0PZ3 BUTilBR
SMC 1 n: MABCO
Rna da Imperatria numero 1
F;:.iln Uartinn
Mu loiiih reside cia
O Di-
baria
.
qcalqner b____________
Borracha especial
para
da Qa lo Padre bloriano n.
Aerado
O medico a quem faltar ntn ato flnei-
rurgiii. pode pr ciii-il-o n C lias
n. le, Io a 1' -
r_________
Caixeiro
Pre. -a de
idade, '-i i d. 84
Borracha pan
. e be m
r-i -. i i na de Maris e
Jarros n. 11, i squina 'la rna do Amorim.
Cosinheiro
Va ra fio Vi.irio n. 17, ae preeisa ;!e um co-
'ii huiro
.3 andar
Aluga-ae o an'i n ds S. Jorpe
n. 72 ; a tratar na ra Piimeiro d'- Mar^o i. I,
l"ja.
Especi-Hades!
Tu-io nos possivel 11 !
Qu.-.m unif. vez compr r saber !
4 LARGO DE S. P DRO 4
Keste =empre exposto a
M ma 0 ~ ?ar-
rafitibas propriaa para foilnt conposto de manga
bas e mingas o que ha de melboi n ste genere.
JJo D lia se si'inpre um
grande rtimento raiolas de t
os fabrie viagens. por ter
I cada urna cien compartimentos-
T::: ncoiitra diariamente espeeiaes fru
ctas mednras co1 > aafam aap man-
gabas, mangase outran fnc' .-. e ae r icetw qual-
quer ene .n me' |U''.
E IbMof I laria
i Je relojoaria,
fundad) l | ra na
larga do Ro-ario n. 9.
6 sen prop o, encarr"gdo do regolameai-
r > doa r il de marioha, di c inpa
uhia dos ti (Je-
beribe, da de i de
ferro rJ. Cama da coBapaohia ferro-carril de
Pernambu tal 1 n fieen-
te b da csrrada de ierro de Limoeiro. eereado de
intellig ites e bal rta e ta-
brica ara relogioa de algibeira,
de pi rna-
i ritim s (dando a marcha), eaixaa de msica, ap-
par ,li .- ehaataiaoa i
O mesmo acaba de nceber variado =orfimento
de n logioa amexicanoa a 20J
parn paree desp rtad'res de nikel.
Contina aeaareer a ana profissaoeomnetoe
nt. rease da qne a sapre den provas ao respei-
tavel pubjjco e acs seus collegas, e vende forne-
cimento da irnalidude.
a seu estabelecimento se acha col-
locado nm relogio, enjos mostradores tambem po-
derao ser vistos pelos passageiros da ferro-carril,
tendosempreaHORA MEDIA DESTA CIDAi>E,
determioadaa pelas snaa ooservacoes astron ni-
oaa. Rea Rosario n 0.
Antonio Jos da Co3ta Araujo.
Verda3e.ro eJmentfo iaglez
Marca Pi
Vender Fonaeoa Lrmaoa ., tu da Madre
de Di io
Ouem tero ?
ilur e praia : c mpra se ouro, prata a
aeuras preciosas, por maior prerjo que i m outr.i
la iiner parte : no 1 an-! -.r n. 21 ra larga do
insano, w Quarteis, das 10 h ras a 2 da
'. diaa ateta.
Coslumes de casemira
A ao o 3:5
Xa a n. 512, reee-
s case-
miras io .ras, que se
a
im fuer i
amato da paletot
3' i ; assim com i de ssrperiot fl mella ing!
. 6r an cara, a 30 i s mes-
sa, gi.n peebineba i.a nova loja de :
da Sii
Comora-se
Advocados
Mano Lnb ; ra Duque de
i n. T, entrada pilo pateo d Collegio.
J
1
.L
Emilio Rober o aca-
ba (I r ce er as afa-
madas bisnagas ran-
cezastj as quaes vende
em grosso e a retalho.
bxp siqa nmmi
(7-Rua do Baro da Victoria17
Para advocado
Aluga se a sala do 1- anda ra Duque de
Caxias n. SI, a tratar na leja.
tt$&$0
Perdeu-se no da 23 para 24 urna argola com
quatro chaves, duas grandes e duas pequeas :
qnem as achou, pode entregar na casa n. 5, pada-
ria 4 rna do Coronel Suassuna, qne ser recom-
pensado
Taverna
Vende se a taverna na estrada nova do Agua
Pria, com poneos fondos, propria para princi-
piante, e tem commodos para familia ; a tratar
na mea na.
urna srmaco par., casa de molhado? : quem tiver
era v i 'er, annur.eie por este Diario.
CttioilelssaifilirilPiB-
ialei'lta
P." 5 5io VaradnaritII i*
Este Hefpo tem pm fin eaidar da
edu ..." '.neninas e meninos; rece-
be internas, qu bSo I ca-
riuli velo, rr-i i p e
externos, bem cono meninos de tenra ida-
tm corpo docen-
e caligrapbia, doutrina ehraatn,
liiigua Diici ial,
rithmetica, geographin, hia iria oniveraal,
brston'a sagrad', francs, inglez, uto,
piano, tr.b:il! ia de tod^s as
qualkiadea li rdadoa a matiz, bor' ios
brancos com to la a perfeicSo] costura n3,
iprendendo as meninas e coser toda.a ma-
pa de urna senliora, a cortar c afazsr .ea-
tidas el i fe.
- tambera, coran intenrs e
meia pensionistas, 01051 s de 12 annos p.ra
im dSo R para OS I ,;ra,
como para aa diversas aula? do collegio.
X roen&fl casa ha para reniei rma
1 a mat';: em
m-
bein bonitos al mofad o s para guarnicSu de
san teitns o. bordados bo, moa
collecSo de tapetes bordados em a!*n rele-
vo de cores differentes, sapator. bordados a
matiz e outros trabalhos, que alli se acliam
eepostOS.
Compra-se
A Historia da Re-
volu^o de 1848, pelo
Dezembarg-ador F i-
gueira de Mello; no
escriptorio deste Dia-
rio, 2 andar predio n.
42 da ra Duque de
Caxias.
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h
i
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Diario de PernambucoSexta- feir 26 de Fevereiro de I86

Aluga-se o armazem n. 4 d
oda, mui proprio pelas su* ha*' ''Ceoaunoda-
quatquer < atabeJecim-oi'" J' r"^-0 OU
retalho, a frente pela ra Mrquez .lo 0:inda,
mas tem no fundo um o. ra com gaida
para a ra da Senzalla ; mleutes podem
dirigir se loja de -> '* Duque de Ca-
nas n. 4, que achanto y"n quem tratar,_______
O abaixo firmada. mudando sua residencia desta
capital para a do Rio de Janeiro, deixa exposta
venda sua phwmaeia ra do Rangel n. 48, e
para o que faculta poderes especiaes ao &r. Jos
Caetano Bsptista des Santos, estabelecido ra
do Crespo n. 7 (Gallo Vigilante), para vendel-a de
accordo oom o pretndante, e bem aesiin receber
dividas que nao foram resgataaas. Recife, 23 de
fevereiro de 86.
Joaquin E. Cotia-^^J
Prccisa-se de urna pro-
fessora
A senhora estrangeira que estiver proficiente-
mente habilitada e quizer ensiuar a escrever e a
fallar com perfeicao as linguas francesa, allein e
insleza, asim como a dar licoes de geographia,
historia e piano, a urna menina de 11 annos de
idade, a qual tem j principios Je todos esses es-
tudos. sendo pessoa de boa educacao e com attes-
tado de seu merec ment, pode dirig r-se casa
n. 199 rua do Visconde d. Goy.inna iMangui-
nho), ou indicar a ana morada para te eftee-uar
um contrato que a authorise a deseinpenhar o en-
cargo de professora.
Caixeiro
Piecisa se de um menino ; a tratar no pateo
do Paraso n. 18.
Attciifio
Precisa-se de 4:000*000 a premio, dando-se
por garanta um predio nesta cidade que se acha
livre e desembarazado ; e tambem venda se o
mesmo predio ; quera pretender efectuar este ne-
gocio, dirija-so ao lugar de sua residencia, ero
carta fechada, para ser procurado. Os senhores
preteu lentes dirijam assuas cartas typograp-ia
desta folha, que ahi serio procuradas, com o ir-
me do desiaatarioM.
Vende-se bara o as se ;iiintes casas cm Olinda :
Amp iro n. t7, Afjase 37, Coinmt rcio 6 ; a tratar
es do Apollo n. 47.
Tiras burdadas
A 1 '.O, 18, e OO rs
Para o carnaval
S na nova loja n. 38 tua da Imp< ratriz, se
vende um fraudo sortimento de bonitas tiras bor-
dadas, proprias para enfeites, sen i largas e es-
treitas, pelos baratissimos precos de 100,120, 160
e 200 rs., tendo dous metros cada peca, grande
pechincha. Assi n como um bom sortimento de
ganga aroarella, veries e ncarnadas. qne se
veudem barato : na loja de Pereira da Silva, a
ra da imperatriz n. 32.
Taverna
Vande-sc a taverna sita ra da Palma n. 71,
em muito boa localidade, a qual rttalha soffri-
velniente, e o motivo de ^eiider se seu proprie-
tario ter grande necessidade de se retirar para a
Europa ; a tratar na mesma.
Bois de carrosa
Silio
Aluga se razoavel
Com casa para familia (na Varzea) e tem 4
salas, i quartos e cosinba, multas fructeiras dan-
do fructo, junto excelente banho do Capibaribe, e
muito breve perto do trem ; a tratar na ra de
Santa Tber.za 38, e na Varzea com o Sr. Es
t-vuo Jos Simoes, confronte o dito sitio.
VENDAS
Vende-se um sitio ae coqueiros, com grande
estensao de terreno, boa casa de vivenda, bsm
localisado, no lugar da praia do N. S. do O' de
Maran~uape, da comarca de Olinda ; a tratar na
ra do Rangel n. 9, padaria.
Vcnde-ae urna taverna e os movis, est um
pouco dissortida ; a tratar com Jos Borges.
A RcvolucAo
O -* da roa Duque de Casias, desejando ven-
der muito, resolveu vender fazendas por menos
25 7o de seu valor.
Ver para acreditar
Setias macios, decores, 1 400, por 800 rie o
.ovado.
Mariposa fina de cor a 240 ris o covado.
Renda aberta da China a 240 ris o covado.
Cretones fiaos nacionaes a 240 ris o covado.
-'etinetas lisas e finas a 400 ris o covado.
lpaias de cores a 360 ris o covado.
Linbos escossezes proprios para vestidos a 240
ris o covado.
Loques Juannita a 800 ris um.
Leos brancos finos de 1*200 a 2* a duzia.
Camisas de linho muito finas pelo preco dimi-
nuto de 30$ a duzia.
Cobertas forradas a 2*800 urna.
Colchas brancas e de cores a 1*800.
Bramante de tres larguras a 900 ris.
Dito de quatro ditas a 1*200.
Toalhas felpudas para rosto a 4*500 a duzia.
Madapolio pelle de ovo, fiaissimo, a 6*500 a
Camisas para senhora a 2*500 urna.
Lencos de seda a 500 lis um.
Redes hamburguezas de cores a 10* urna."
Ditas ditas brancas, com varan-las, a 15* urna.
Cortes de caeemira de cores finos de 4*500 a
10*000.
Casemira fina de sores, intestada, a 2* o covado.
FlaneHa americana a 1*000 ris o covado.
E mais urna infinidade de artigos baratissimos
aue nao deixar de comprar que os vir.
HenriQQe Ha Un Morara
SAO AS SEGUINTES PARA, ACABAR
:>!*- Uua Duque de Caxias-59
Toaile de nice, lindas cores, 1J, 1*400 o co-
vado.
Damac de seda bordada a 1* o dito.
Sedas bordadas, finas, a 1*800 e 21 o dito.
Setim Maao de todas as cores, a 1* e 1*400 o
dito.
Dito dito preto, a 1*200, 1*500 e 2* o dito.
-Cachemiras para vestidos, a 1* e 1*400 o dito
Grorgurinas matizadas de todas as cores, a 400
e 500 rs. o dito.
Setinetas lavradas e lisas de todas as ccres, a
500 e 560 rs. o dito.
Faile com lindas cores, a 460 e 640 rs. o dito.
Mirins pretos a 1*, 1*200, 1*400 e 2* o dito
La de quadrinhos, cores lindas a 700 rs. o dito
Dita de todas as cares, a 400 e 560 rs. o dito.
Popelinas de seda a 300 e 320 rs. o dito.
Alpacas lisas, finas, a 360 e 460 rs. o dito.
Fustuo de cores pura menino, a 320 e 3<"0 rs. o
dito.
Casemiras pretas a 2* o 2*200 o 8to.
Ditas de cores a 1*500 e 2* o dito.
Ditas ditas finas.inglezig, a 3*500 e 4* o dito
Cortes de casemiras com toque de mofo, a 2*80"
3*400.
Ditos do dita perfeitos, finas, a 6*500, 7*500 e
10*.
Damasco de la com 8 palmos de largura, a 2*
c covado.
Dito de algodo a 600 rs. o dito.
Dito branco bordado a 1*5(10 o metro.
Atoalhado de linho fino, a 1* o dito.
Cortes de cazeneU 1*400, 1*800 e *.
Fechs de pelluci:i, 6* e 7* um.
Ditos arrendados, a 2*500, 3*500 e 4*500.
Ditos de. seda, lindas cores, a 3* e 3*5(10.
Chales de casemira, a 3*500. 5*500 e 7*.
Ditos de algodo, a 1*, e 1*800.
Colchas de cores a 1*50> e 2*.
Ditas porteguezat (milito grande?) a 12* e 14*
Ditas de crochet a H'*, 12 e 15*.
Capellascom veo (para Boiras) a 10* e 16*.
Enxovaes para balizado, a 10* B 14*.
Camisas para senlicr. a 3*500 e 5*.
Saias idem dem, b rdadas, a 4* eg Tt*T"00.
Toalhas de laber ith i ricas (para baptizado) a
60* e 80*.
Cretones para vestidos, lindos padrees, a
360 e 440 rs. o cova
Chita c! 10 o 280 rs. dito.
' A' rna Duque le Casia* n. SO
Caroi k Siii&G.___
A tU rs. o inihu
Vende-se no arraazem Travass-s, palna de car-
nauba; caes da Companhia Pernambucana.
Fazendas brancas
SO' AO MDMJESO
AO ra da Imperalr.z -=- 40
Loja do barateiros
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas estas fazendas
abaixo mencionadas, sem competencia de precos,
A SABER:
AlgodoPecas de algodaozinho com 20
jardas, pe'os baratos precos de 3*300,
4f, 4*51)0, 4*91 0, 5J, 5*500 e 6J506
MadapolSoPecas de madapolao'com 24
jardas a 4*500, 5*r 6* at 12*000
Camisas de mcia com listras, pelo barato
preco de 800
Ditas branc is e cruas, de 1* at l*80o
Creguella franceza, fazenda muito encor-
pada, propria para len^.es, toalhas e
ceroulas, vara 400 rs. e 500
Cero'iias da meeuia, muito bem fetas,
a 1*200 e 1*500
Colletiuhos f'a mesma 800
Bramante francs de algodo, muito en-
c iri.ada com 10 palmas de largura,
metro 1*280
Dito de linho inglez, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e 280L
Atoa:haJo adamascado para toalhas de
mesa, com 9 palmos de largura, metro 10800
Cretones e chitas, claras e escuras, pa-
drees delicados, d 240 rs. at 400
Baptista. o que ha de mais delicado no
mercado, rs. 200
Todas estas fazendas baratissimas, na conhecida
lija de Alheiro & C, eiquim. do becco
dos JTerreiros
Algodo enfestado a
ra Icnfoes
A 90o r. e I&O00 o metro
Vende-se na loja dos barataros da Boa-Vista
algodo para lencoes de um s panno, com 9 pal-
mos de largura a 900 rs., e dito com 10 palmos a
1SOO0 o metro, assim com dito trancado para
toalhas de mrsa, com 9 palmos ue largura a 1*200
o metro. Isto na b ja de Alheiro C, esquina
do becco dos Ferreiros
MERINOS PRETOS
A 1*209, 1*400,1*6X0, li800 e 2* o covado
Alheiro ti C, ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem muito bons merinos pretos pelo preco cima
dito. E' pechincha : na loja da esquina, do bec-
co dos Ferreiros.
Espartilhos
A 5f 000
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vende-se
muito bons espartilhos para senhora*, pelo preco
de 5*000, assim como um sortimento de roupas
de casimiras, bros, etc., isto na loja da esquina
do becco dos Ferreiroa.
CASEMIRAS INGLEZ AS
A 2*800 e 3* o covado
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
sas, de duas L.rguras, com os padroes mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato preco
de 2*800 e 3J o covado ; assim como se encarre-
n de mandar faaer costume* de casemira a
30", sendo de paletot sacco, e 35* de fraque,
grande pech neha : na loja dos barateiros da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Os barateiros da Boa-Vista vendem urna grande
porco de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preoo de 320
rs. o covado, grande pechincha ; na loja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Bordado* a lOO r. a peca
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
bordado, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 ra., ou em cartao oom 50 pe$as, eorti-
das, por 5f, aproveitem a pechincha ; na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
r ii si oes de setinefa a &OO rs, o
covado
Alheiro & C. ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de fustes brancos pelo
baratinho preco de 400 e 500 rs. o covado, assim
setinetas lisas, tendo de todas as cores a 500 rs. o
ovado ; na loja da esquina do becco dos Fer
reiros.
Em vista dos grandes propressos da idea de que
se gloriam as nacoes civilisadas, o comrocrcio
deve acompanhar esse pro^resso, visto que elle
o mais poderoso elemento do engrandecimento das
r.acoes ; em rista do que annunciam
MART1NS CAP1TAO & C.
1 Ra eatreita do Rosario 1
Grande sortimento de gneros alimenticios, es-
colha dos quaes, os asnunciantes teem sempre
maior cuidado, para bem servir os seus numerosos
fregueres. Lembramos, pjie, o proverbio :
Quem nao experimenta, nao sate.
Venham ver, pois :
Qu.ijos, flamengo e de Minas'.
Fiambres inglezes.
Chocolate francez Menier.
Dito do Maranho.
Fructos seceos, como :
Passas, amendoas, figos, etc.
Ditas nacionaes.
Doce de todas as qualidades.
Bobichinba ingl-'sa.
Sementes uovas de hortalizas..
Especialidade em
Vinbos finos do Porto, Madeira e Shery.
Ditos da Figueira e de pasto.
Cognac de div rsos autores.
Vinbos tnicos, como :
Absintho.
Vermouth, etc.
Licores de tod.is as qualidades.
(Champagne.
Orveja de diversas marcas.
Bem as'im :
Araruta fina em pacotes.
Cha verde e preto.
Dito penla.
Especial98mo mi.tte do Paran, em p.
Aind'i mk.'s :
Ovas de peix.
Sardinbas de Lisboa em Salmoura.
Vendem Martina Capit; & ("., rna estreita de
Rosario n. 1.
AOS AGRICULTORES
Formicida eapanema (verdadeiro) para extinc-
cao completa da formiga saura. Vendem Martins
Capito & O, ru* estreita do Rosario n 1.
WHISKY
BOYAL BLEND marca viADO
Este exceliente Whisky Escosses prefenv
ao cognac ou agurdente de canna, para fortifica
o eorpo.
d.--se a retalho nos melbores armazn t
nolhado.
, Pede ROYAL BLEND marca VIADO cujo d-
me e emblema sao r<'gistrados para todo o Bra
BROWNS 6 C, agentes
Vende-se daos muito boas e gordos ; a tratar
na Magdalena, sitio do commendador Barroca,
defrpnte do chufariz.
Expsito Central
DamiSo Lima & C. intitularam o estabeleci-
ment em liquidaeiio da na larga do Rosario n.
38. por EXPOSIQAO CENTRAL para assim se
tornar bem conhecido de todos, pelo que chama a
attencao especial das Exmas. familias Dar os
Brecas seguiutes :
tetros de plics a 400
Bonecas iuquebraveis 1*500
Metros de arquinhes 120 e 160
Pecas de bordados finos a 300 e 400
Garrafas com agua florida a 700 e l; 000
Frascos de oleo oriaa por 1*000
Fita parfacha, n. 80 3*000
Carreteis de 20C jardas a 8 '
Inviseveis grandes a 320
Ditos menores a 300
Briuquedos para meninos > '200, 300 e 500
C'aixinhas para presente a 2*500 e 8*000
Meios fio de seda para senbhora a 1* e l i'20
La para bordar de 2*800 e 3*000
Fita chineza o maco 360
Dito de algodsdito 240
Maesinhos de grampos a 20
Macaquinhos acrobticos a 160
Botoes, fitas, leques, perfumara s, bengalas, te
souras e outros muitos artigos que s com a vista
na ExposicaoCentr larga do Rosario n. 38.
VE^DE-SE ~
Doce de caj seeco,
aa ra de S. Jos n.
16.
Camisas nacionaes
A t*600. 3OO0e 3*500
82 = Loja ra da Imperatriz = 32
Vende-se neste novo estabeleeimento um gran-
de sortimento de camisas brancas, tanto de aber-
turas e punbos de linho como de algodo, pelos
barates precos de 2*500, 3* e 4*, sendo fazenda
muito melhor do que as que veem do estrangeiro e
muito mais bem fcitas, por serem cortada* por
um bem artista, especialmente camiseiro, tambem
se manda fazer por encomm'.ndss, a v;ntade dos
freguezes i na nova loja da ra da Imperatriz n.
3 de Ferreira da Silva.
Ao32
Nova loja de fazendas
v DE
FERREIRA DA SILVA
Neste novo estabeleeimento encontrar o res-
peitavel publico um variado sortimento de fazen-
das de tod..s as qualidades, que se vendem por
precos baratissimos, assim como um bom sorti-
mento de r.upas para honiens, e tambem se man-
da fazer por encommendas, p r ter um bom mes-
tre alfaiate e completo sortimento de pannos finos, ;
casemiras e brins, etc
3* -Ra da Imperairiz 39
Loja de Pereira da Silva
Neste estabeleeimento vende-se as roups abai
xo mencionadas, que sao baratissimas.
Palitots pretos de gorgorito diagonaes e
acolchoados, sendo fazendas muito en-
corpadas, e forrados *( 00
Ditos de casemira preta, decotdao, muito
bem feitos e forrados 10*000
Ditos de dita, fazenda muito melhor t2*X)00
Ditos de fianella azul, sendo iugleza ver-
i dadeira, e forrados 12*000
Calcas de gorgorito preto, acolchoado,
sendo fazenda muito encorpada 5*400
Ditos de casemia de cores, sendo muito
bem feitas 6*500
Ditas de fianella inglesa verdadeira, e
muito bem feitas 8*000
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 2*. 2*500 e 3*000
Ceroulas de gr.guellas para homens,
sendo muito bem feitas a 1 00 e 1 *600
ColletinhoB de greguella muito bem feitos 1*000
Assim como mu bom sortimento de lencos de
linno e de algodo, meias cruas c collarinhes, etc.
leto na loja ua ra da Imperatriz n. 32
lliseados largos
a ZOO r*. o covado
Na loja da ra da Imper..triz n. 32, vendem se
riscadinhos proprios para roupas de meninos e
vestidos, pelo barato preco de 200 rs. o covado,
tendo quasi largura de chita franceza, e ass m
como chitas braneas miudinhas, a 200 rs. o cova
do, e ditas escuras a 240 rs., pechincha : na
loja 3o Pereira da Silva.
Flisi', sjetinetasi e liEiuba a &OO
r. o covado
Na loja da ra da Imperatriz u. 32, vende-se
um grande sortimento de fustoes brancos a 500
rs. o covado, lazinhas lavradas de furta-cores,
f. zi nda bonita para vestidos a 500 rs. o covado,
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas as
i cores, a 500 r. i covado. pechincha : na loj..
| do Pereira da Silva.
Merinos pretos a I OO ft 1600
Vende-se merinos pretos de duas larguras para
vestidos c. roupas para meninos a 1*200 e 1*600
o covado, e suoerior setim preto para enfeites a
. 1*500, a?sim como chitas pretas, tanto lisas como
I de lavoures brancos, de 240 a' 320 rs. ; na nova
j luja de Pereira da Silva ra da Imperatriz nu-
mero 32.
tlgodozinho francs para lencoe"
a OOOrs.. I* e iftoo
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-se
superiores algodozinhos.fraucezes com 8, 9 e 10
palmos de largura, proprios para lencoes de osa
s panno pelo barata preco de 900 rs. e 1*000
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*280, as
sim como superior bramante de quatro larguras
para lencoes, a 1*500 o metro, barato ; na loja
' do Pereira da Silva.
Roupa par* meninos
A i*. iSsoo e OS
Na nova loja da ra da Imperatriz a, 32, se
vende um variado sortimento de vestaardos pro-
prios para meninos, sendo de palitusinho e ealci-
uha curta, feitos de brim pardo, a 4*000, ditos
de molesquim a 4^500 e ditos de gorgoro preto,
emitaudo casemira, a 6*, sao muito baratos ; aa
oja do Pereira di Silva.
Fazendas finas e modas
< A.Ba do CabuK
4 Bastos & C.
* B
(TELEPHONE 359)
Avicam as Exmas. familias que receberam 4e
Pariz:
Lindissiuos cortes para vestidos com tecidos da
mais i alpitaute novidade como sejam: Etamiue
com bordado a retroz, seda crua bordada a capri-
cho, Cachemire com enfeites bordados a fil
Mode 1886
Valentionne en ecorce d'arbre.
Pi imoroia escolha em vestidos com 20 metros da
ui ligeira, tecido ainda nao conhecido aqui.
Cores e desenhos novissimas as seguintes fa-
zendas de seda, la e algodo. Etamine, Surah, Se-
tim, Failles, Linn. Toile d'alsace, Cachemires.
Explendido sortimento
Em leques, luvas, espartilhos, lacos, lavahres,
meias, l< nces e muitos outros artigos que se ven-
dem por precos sem competencia.
TE
-
DO

EXTRACTO M DA 2 DE MARCO
INTRANSFERIVEL
O portador que possuir dous vigsimos desta importante
loleria esta habiitado a tirar 25:ooo$>ooo.
Os bilhetes acham-se a venda na Casa da Fortuna ra
Primeiro de Marco n. 23.
COME A 2 DE MAKCO DE 1880,8EI FALTA.

DAS
j
CORRE M DA 2 DE MARCO
i
O portador que possuir um vigsimo desta importan-
te lotera est habilitado a tirar 10:006$000
Os bilhetes acham-se a' venda na Casa Feliz, praca da
Independencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 2 de Marco de 1886, sem alta.
w



(
8
Diario de PcrnambncoSexta-feira 26 de Fevereiro de 1886

LITTERATUR'
OS FILHOS
DO
B^XSTDOXOO
FOK
3.
C4? SN 2
AS
QIIARTA PAHT2
grutas dEtretat
( Continuado do n. 45 )
I XIV
A MOUTA DAS GIE8TAS
E o paseador pondo a mao no punhal
levantou se como para se precipitar; de-
pois suspendondo-se disse:
Ver-me-ha antes que esteja sobre
ell'- Nao o surprehenderei Haver lu-
ta! Triumpharei, estou certo, mas ser
talvez neuessario inatal-o e entao nada sa-
berei, commeitia urna morte intil.. Gri-
tare... os seus companheiros devem es-
tar as grutas, vi rao ein sua ajuda e tai-
vez, por semelhante falta, trazer-rae urna
terrivel catastrophe, terrivel no moio des-
ta expedigao tilo tavoravelmente coraega-
da... Nao! nao Van Helmont tem
razio melhor ter prudencia !. A
noite adianta se e tenho ainda outra cousa
a fazer. Catharina, disse o que est as nos-
sas maos, Catharina estar ao romper da au-
rora em Etretat, no penhasco. .. Ol !
tambeui l estarei, o a baronezi Catharina
me dir tudo Oh I tenho soffrido, e fa-
rei sofFrer aos mais outro tanto !... Vin-
ganga vinganga !.. depois a morte so
fr necessaria pouco me importa !
Quem tivesse podido ver a exprsalo da
physionomia do pescador, quando pronun-
oiava estas ameagadoras e terriveis pala-
" vras, recuaria de terror.
Adviohava se que este desejo de vin-
ganga tilo expressivo nao era aeno urna
fraca parte dos sentimeutos do odio que
nutria no -fundo do coracao aquella de que
acabava de fallar.
pescador desviou vagarosamente o
ramo das giestas e olhou para Cabega-de-
Lobo.
O bandido continuava a estar na mes-
ma postura e vigilancia.
Entilo rocuando com precaueo, o pes-
cador desembarayjii se da mouta de gies-
tas, e continuando o seu movimento, cn-
controu-so fra dellas.
Cobega-de-Lobo esta va collocado em
frente delle, mwa teaipestade nao podia
permittr lhe o surprehonder a presenga do
pescador.
Este, reeuando sempre, sern voltar-se,
apoiando-se sobre :.s mSos e joelhos, an
dou assim grande distancia. Entao re-
cuando precipitadamente tomou o caminho
que segua n direcgiio de Etretat.
Costeando a borda do abysmo, langou
successivamente no mar, o sem parar de
andar, tres objeetos luminosos iguaes
aquello que deitara antes d proceder
descida do corpo de Bernardo.
Depois de extincto o terceiro darte,
fez urna pequea paragem e interrogou as
Tagas que-se desfaeiam sempra con a
mesma violencia.
quarto ciarlo igual aos tres prece-
dentes lurainou ao longe as aguas o des-
anparecou quasi ao mesmo tempo.
Bem murmurou o pescador ; cooi-
prehendeu-me 1 Agora, nos. Joanna.
E desappareceu, continuando a sua cor
rida um momento interrumpida.
Talvez Cafeeca-de-Lobo podesse notar
estfs successivos claros de que acabamos
de fal ar, mas nao podiam excitar a sua
attencao no meio do espantoso cabos ir
mado oela tempestado ; depois esses cla-
r8et fugitivos pareciam iguaes aos clar5es
phosphoracentea que se notam frequente-
ndente no mar, e que provm de phenome-
nos elctricos, dos quaes se re.sonhecem
hoje os effeitoa sem se saber perfeitamente
ainda a cansa, cuja presenta nada tinha
de extraordinario.
O bandido, nalmente nao manifestou
ter apercebido estes claretes.
Quanto ao pescador, precipitando o seu
andar apezar da violencia da tempestado
e do mo estado do perigoso caminho que
segua, chegou ao penhasco aberto pela
valla d>ndo para a pequea bahia que for-
ma o ancoradoro de Etretat, descendo per-
pendicularrnente ao fm dessa valla.
Urna escadaria descreyendo mil contor-
nos caprichosos e feita, nao pelo trabalho
regular, mas pela passagem dos viajantes,
con torna va o roehedo.
O pescador desceu.
Na occasiao em que chegava a metade
da escada, ouvio-se o galope de muitos
cavallos.
11 araanbecer.
XV
DIANA E ALDAH
Emquanto o pescador suspendi a sua
descida para prestar attencao ao ruido que
at elle chegava, emquanto mestre Eudes,
frente dos homens com os quaes tinha
deixado as grutas, alcancava rpidamente
o sitio aonde Catualeao lhe dissera tinha
tido lugar o attentado inexplicavel cora-
mettido contra um dos seus filaos, em-
quanto Cabega da-Lobo continuava a vi-
giar, urna scena de genero inuito differen-
te das que acabamos de narrar, nos cap-
tulos antecedentes, se passava no interior
da morada dos bandidos, no sitio aonde j
conduziraos o leitor, quando o velho La
Chesnaye se esforcava em interrogar Al-
da!. !
A casa tilo ricamente mobiliada est* va
s o capada pelas duas jovens. O repos-
tairo que a seperava do sallo central de
que fallamos, cahia sobre o tapate que co
O-SO'.O.
Fosse que o velho tivesse ordenado que
as aeordassera quando elle deixou a casa,
fosse que a ausencia do magnetisador tives-
se destruido a a celo do fluido magntico o
caso que, apenas mestre Endes se achou
no penhasco as suas duas victimas parece-
ram, sem comtudo ainda terem conheci -
mento, livres do peso que as opprimia
Aldah, que ha pouco tanto sofiVara,
mostrava estar, sbitamente, soeegada.
Cert iinente Camaleao tiuha-se retira lo
s prmeiras grutas com os homens deixa-
dos de guara p.lo velho La Chesnaye,
porque se nao ouvio ruido algura naj casas
prximas, c i silencio que reinava na pe-
quea casa em que estivas immoveis as
duas jovens, era perturbado s pela respi-
rayilo de Diana.
Porto do meia hora se passou assim de-
pois da partida da mestre Eudes, final -
mente Diana entreabri os olhos e Aldah
fez um movimento.
A filha do preboste de Part deitou o
seu olivar em torno do si, esse olhar evi-
dentemente ainda nao tinha o seu verda-
deiro brilho. Depois levantou-se e passou
a ma- pelo rosto.
Deu um profundo suspiro, feehou os
olhos, i bro-oa de novo como se quizesse
acostumar-.-e a pouco e pouco claridade
produzida p^la lampa la collocr.da perto
della.
O s"U olhar baixou-sc o encontrou o
corpo d'Aldah estniido quasi a seus ps.
Deu um grito do terror.
Aldafe use lia.
Aldah levantou-se, mas nao respondau.
Aldah repetio Diana approximan-
do se da sua cempanheira de captiveiro.
Aldah! respond u-me Soffres ? Qne
tens ?
Os labios da filha do Van Hduont agi
FOLHETIfi
i FILHA DO SINEIRO
taram-se, mas alo formuiaram um nico
oro.
Diana ajoelhou-se ao p della e agar-
rou-lhe as m3os.
Aldah estremeceu.
Aldah I querida e pobre amiga 1 tor-
na a ti, disse Diana com voz meiga.
E runindo as suas forcas, ajudou a le-
vantar a joven meio desmaiadi e susteve-a
nos seus bracos.
Aldah 1 repetio eila, nada temas 1
sou eu I Diana estamos ss 1...
Estas ultimas palavras pareceram pro-
duzir um elfeito elctrico sobro a infeliz
crianja, pois logo abri os olhos, percor-
reu a casa com um olhar rpido e deixou
escapar um suspiro de alliuio. /
Sos repetio ella.
Sim, disse Diana.
A onde esto elles?
Partiram.
Todos ?
Assim o creio.
Aldah olbou Diana o disse pouco depois
de ura curto silencio :
Oh! exclamou ella, nao tardam 1
E as foryas voltaram lhe sbitamente,
repellio Diana, levantou so e correu ao re
posteiro, que levantou com precaucao.
O salao central estava deserto.
Ninguem disse ella voltando para
junto da sua companheira.
Bem viste respondeu Diana, esta-
mos livres !
Livres exclamou Aldah, oh 1 tero
terminado os nossos males ?
Diana agitou a cabeca.
Nao me comprehondeste, disse ella,
estamos livres para trocar os nossos pen-
samentos pois estamos sos. Quanto lber
dade material, oh essa, nunca a recupe-
raremos.
Aldah deixara o reposteiro. Ambas es-
ta vam de p no centro da casa, seus orna-
res confundiam so com dolorosa expresso.
Dir-se hia que eram duas estatuas do
soffriment collocadas urna cm frente da
outra.
Por um movime.jto simuttanio ambas
abriram os bracos ao mesmo tempo, e am-
bas se abracaran).
Demoraran) se por algum tempo assim,
confundindo suas lagrimas e dor.
Finalmente Aldah, cuja natureza, era
sem duvida mais forte, foi a primeira a
furtar-se cruel coiumoco que anniquil-
lava a sua companheira.
Oh exclamou ella com energa, se-
melhante existen-ia n3o possivel Sof-
frer o que soffreinos nilo vivar, c o re-
pouso da morte mil rezos mais preferi-
vel do que esta existencia de incessantes
tormentos.
Que fazer '? disse Diana.
Tentarmos escapar vigilancia do3
nossos carcereiros, escapar aos nossos car-
rascos, fugir ?
Fugir I Como? Porque meio? No
sequor sabemos aonde estamos ? Apenas
nos podemos l^mbrar do tempo que tem
decorrido desde a nossa estada neste do-
micilio Como viemos / Quem nos troux i ?
Ignoramos tudo, Aldah, e nada podemos !
Aldah baixo tristemente a cabeca.
Que fiz, murmuron ella, para que
meu pai me abandonasse ?
Teu pai repetio Diana admirada.
No me disseste que nunca o tinha* co-
nhecido ?
Meu pai, Diana?.. Nao, verda-
de, nunca conheci aquella a quem a natu-
reza rae permittia o dar este titulo, ma3
um outro homem a quem tenho assim cKa-
mado, um homem que me educou desde a
infancia... ut> homem que ine prodigali-
sou todas as suas ternuras e affectos, fi-
nalmente um homem que tem direito ao
meu reeonhecmento e que o nico ente
a quem sobre a trra tenho amado Oh !
Deus testemunha de que nunca desme-
rec de beus favores o comtudo.. aban-
Se elle nao me tivesse abandonado,
nao estara as mao* daquelles que nos
cercam.
Mas se estes te raptaram forja,
como me fizeram ?
- Impossivcl sem a vontade de meu
pai.
r Porque I
Porque muito poderoso para que
possam violentar aquellos que elle ama e
protege!
Mas meu pai tambem poderoso,
Aldah! eacl.unou Diana. Mra pai um
fidalgo resp.utudo por toda a corte, o
preboste de P..:is. ..
O seu poder nao podo igu-jlar o da-
quelle que fallo !
Como?
A teu pai s os homens obedecem ;
ao meu toda a natureza lhe obedece !
No te comprehendo, ;11 iali !
Ah Diana, nao rao sabjrs compre-
hendor, por que eu propria me nilo sei ex-
plicar. Conheco este poder sem lhe adivi-
nhar a causa. Mas repito, se soffro, por-
necessariamente elle me abandonou !
Acabando estas palavras, Aldah deixou-
s cahr n'uma poltrona e apertou entre
maos a pallida fronte. Diana contemplou a
alguns instantes em silencio, uao ousando
perturbar essa dor.
Assim, replieou ella, ignoras, Aldah,
em que cirenmstancias se operou o teu
rapto ?
Aldah elevou a cabeca.
Ignoro-o absolutamente disse ella.
Que! nao terecordas de cousa algu-
p; i:
:. s mm<
Continuar "i o 1 o u. i ." )
IV
O interno ia saogar-se, mas a raeniaa
respondeu :
Eu trataroi do menino, emquanto os
senhores procuram o assassino.
Perfeitamente I exclamou o pintor.
Estamos agora completos. Urna senhora
encantadora o tres cavalheiros esforea ios
contra un patife covarde. S nos falta
entendernos com o bello cavalheiro que
prenderam em lagar dessa tratante. Oh !
alguem est subindo a escada, disse de re-
pente Fabrcguette. escutando. Se fosse
elle !
Ouvio se, con efFeito, um passo hesitan
te, e logo depois bateram tmi lamente duas
pancadas ifiscretas, que annunciavara urna
visita que nao tiohi certeza de ser rece-
bida.
Meriadcc levantou se vivamente, foi abrir
a porta e achou-se face a face com um ho-
mem, que reconheceu logo. Fabreguette
tinha adivinhado. Esse homem era o preso
que o juiz de instrucc.a> tinha posto em li-
berdade, na vespera, e que o baro tinha
encontrado no boulevard do Pala ;io da Jus-
tia. _j
Desculpe-me, senhor, disse alie, p-
lidamente, venho pelir-llie que rae conce-
da alguns instantes ; mas Vejo que nao es-
t s.
Entre, responupu I riadec. Aqu
s estao pes=oas que o senhor cenheco e
que estimarSo vl-o, porque fallavamos no
enhor.
Mas creio que nao me esperavam.
Eu igaorava o seu nomo e a sua morada,
que acaba de dar-me o meu amigo Sr. de
Mlveme, o magistrado que os mando-
chamar como testemun ias e que nao pode
dname... a mim !
Abandonar te Aldah Para que o ac-
eusas ? Talvez soffra ainda mais que nos
ambas.
ma 7
De nada I
E' singular I
Parece-me quo estou anda em casa
de meu pai: era do tarde, havia festa na
feira Sao Germano, lembro-me... M-ju
pai fallava-me d'um joven que esperava
com grande impaciencia... o Este joven
ser teu irmao dizia me elle. Escu-
tei a narrajao d'uma aventura raysteriosa
e singular. .. Parece-mo quo o sorano da
mim se apoderara antes de se concluir
cas?, historia. .
* Depos acorci n'esta cmara... csta-
vas ao p de mira, pallida, e inanimada...
sentame fatigada. Um velho estava em
frente de mim. a sua physionomia era
assustadora. .. oh! e3sa physionomia am-
bas as conhecemo3, minha pobre Diana 1
Tres homem mascarados nos rodeavam...
Finalmente o nosso captveiro e dores prin-
cipiaran), mas entra esta noite de que fallo
c que ainda est pr'sente no meu psn3a-
raento e n'este instante em quo nos adia-
mos reunidas pela vez primeira, quo se tem
passado ? que tempo ha decorrido?...
Ignoro o, a minha memoria est completa-
mente alh-ia a esao as3urapto.
E' singular 1 muito singular! repeti<
Diana reflectindo.
Aldah, com verdade, nilo se recordara
de cousa alguma. Se quizerem l-;mbrar-se
que ella fra conduzida por Van Helmont
da casa das Estufas-Velhas sub o imperio
do somno magntico, se reflectirem que foi
durante este somno que o rapto fra execu-
ado, e que o velho La Chesnaye, para
tornar a sua fuga e a dos seus filhos roais
fcil, contribuir ainda mais fazendo aug-
mentar a influencia magntica em vez do
a destruir, comprehenderao fcilmente que
Aldah ignorava todas as circumstancias
que tinliam presidido violencia de que
ella tora victima e que haviam acompa-
nhado as scenas terriveis descriptas no fira
da segunda parte d'esto livro, c compre-
henderao ainda mais essa ignorancia lem-
brando-se que um dos caracteres priaci-
paes do somnambulismo como sabera,
o esquecimnto total, para a pessoa, de
tuio que se passou durante o seu somno.
Nada sabendo, nao conhecendo mesmo a
sciencia para a qual concoma, Aldah jul-
gava Van Helmont culppdo do abandono,
mas nao poda explicar a si propria esse
abandono, nao conhecendo os seus effei-
tos.
XVI
[A CIGANA
Mas tu, Diana, disse Aldah tomando
a palavra o fazendo um exforco para se
eubtrahir aos ponsamentos que a oppri-
raiara, como caliiste ontr i as maos dos nos-
sos carrascos 1
A filha do preboste de Paria corou e
curvou a cabeca.
J t'a contei, b dbuciou ella.
Aldah agarrando-lhe s raaos :
E' verdade, verdade, disse ella,
j me confiaste isso e viaha agora renovar
te as dores. Perdoa-me.
Diana, abragando-a, depois um bijo nos
labios de sua companlteir*.
Ama-ta ainda ? disse Aldah olhando
filamente a joven.
Elle ? perguntou Diana, tremendo.
Sim !... elle !... o conde de Ber-
nac ?
Diana nao respondeu, mas oceultou o
rosto no peito da filha do sabio.
Responde Diana! disse Aldah. Ain-
da o amas ?
Tenho vergonha murmurou Diana.
Quando a pobre creanja a:abava de pro-
nunciar a sua eenfissao, um grande tumul-
to resoou as prximas grutas. Erara um
conjuncto de gritos, teir de armas, bulha
de diversos ohjectis violentamente parti-
dos.
Diana e Aldah olharam-so empallidecen-
do e approxiraaram-se urna da outra por
um moviraento natural causado pelo susto.
Qu ser ? dissa Aldah.
Elles, talvez, quo voltam I respondeu
Diana tremendo.
O tumulto cessou sbitamente, e um si-
lencio solemne lhe succedeu como por en-
canto. As duas joveas olharam-se ainda.
.'ildah (era a mais resoluta) levantou-se,
apesar dos esforcos que fez Diana para a
reter, e caminhou para o reposteiro que le-
vantou. O salto central estava ainda de-
serto.
tanjo, ou fra um attrativo muito podero-
so o seu olhar, era um ramo de coral ai-
mirav&l de grand za e forca, com um pe-
de maieira torneado.
Oj ramos paqueaos que sabam deile es-
ta vam carreg&ios cada um na sua oxtre-
midade, do urna quantidade do pequeas
medalhas de ouro prata que lhe davara o
aspecto do urna arvore pequea carregada
de fructos desoonhecid?3.
J por rauitas vezes A.ldah penetrara no
salao central, muitas vezeu dirigir um o-
lhar investigador para as outras casas cu-
jos reposteiro estavam ordinariamente le-
vantados, e nunca at ali notara este pre-
ciosf> arbusto.
A joven estava alli, immovel, olaar fixo,
labios entraabertos, palpitante, como fasci-
nados pela vista de algum objecto myste-
rioso qua lhe tivesse trazido sbitamente
grande perturbago em toda a sua organi-
sagao.
Quo tens, Aldah? perguntou Diana
notando o estado extraordinario em que se
achava a sua companheira e seguindo com
os olhos a direceo do seu olhar. Que
tens ?
Aldah pareceu nao ouvir esta pergunta.
Caminhou precipitadamente at ao labora-
torio, eutrou. parou em frente da mesa,
inclinou-se para contemplar mais de porto
o ramo de coral, tocou o, dando um grito,
e deixou-so cair de joelhos.
Diana, ma assustada, correu at ella e
esforgou-se para a levantar, mas Aldah
fez-lho signal com a mao para que ficasse
em distancia :
Deixa-rae, disse ella com voz abafa-
da, deixa-ma! Por piedade 1 deixa-me o-
rar!
Diana, estupefacta, recuou. Durante
muitos minutos, Aldah se demorou assim,
sjoelhada dianto da mesa, com afronte
entro as maos e pirecendo orar com fer-
vor.
Finalmente, levantou-se, uclinou re no-
A oven affastou o reposteiro, franqueou i vamente sobra a mesa, beijou o ramo de
aporta, penetrou no salao, e interrogou' oral, e, indicando-o a Diana :
com o olhar as duas outras casas abertal Diana, disse ella, nilo desesperos se-
nas cavidades subterrneas. I remos salvas 1
Urna o outra estavam igualmente doaer- Ce,no ? q diz;: exclamou a filha
tas. Caminhou at quarta abertura com- do preboste de Pars commovida.
municando com as grandes grutas. I>se, repetiu Aldah, qua nao deses-
Esti abertura, como julgamosj ter dito, parasses, que necessano ter confianca
era, assim como as outras tres, fechada com i em Deus, porque isto a prova de que nos
um reposteiro. Aldah levantou este com i arrancar depressa terrivel serte que sol
precaujao, mas um obstculo material se
oppoz ao seu olhar.
Lima grossa porta obstrua a entrada.
Esta porta que Aldah tentouempurrar esta-
va slidamente fechada p lo la lo da fra.
iremos.
Aldah Aldah ests louca, balbu-
cou Diana admirada, nao te> comprehen-
do !
Vem 1 disse Aldah ; e, levando Diana
A joven deixou cabir o reposteiro. Espe-j pela mao, introduziu-a na casa onde ti-
rou e escutou, mas nada do novo ferio o seu nham estado precedentemente,
ouvido. Estas ultimas grutas estavam de Diana obedeceu sem tentar oppor ame-
modo tal encravadas no penhasco, que nem Q^r resistencia, mas os seus groa* oros
ao menos a bulha do mar obegava at ellas. elovadoa para Aldah inerrogivam
Aldah atravessou o salao central o voltou co.n anciedaie manifesta.
para junto do Diana que a es Mrava na casa Nao comprchenlcs ? lisse Aldab as-
de que haviam feito morada ordinaria. sentando-se. Diana, vou explicar-te esta
ouvil-os. Sei quo fallo com um cavalheiro,
e nilo hesito em presentar-me. Fui offi-
eial de c '.vallara e eharao-me de Saint-
Briac. Devo aecrescentar que venho fal-
lar lhe do infeliz negocio em que os senho-
res eativeram metdos, por acaso.
E que foi causa de um engao deplo-
caveL Agora sabemos todos o que pensar,
eu, meu auigo Daubrac, interno do Hotel-
Dieu ; o Sr. Fabreguette, artista pintor ; a
Sra. Rosa Verdirp.
Meradec tinha racualo o indicava-os
com o gesto : 11 ii la que os apresentava.
O capitSo co npriraentou os o disse :
Felicito-me por eiicoutral-03 aqui c
posso explicar cm sua presen9a o motivo
da rain .a visita.
O baiXo puxou urna aioira, que Saint
Briac aceitou, o depois que todo3 sentaran)-
se, Diubrae tomou a palavra.
Senhor, disse-lho com desembarag),
Ha grande mrito cm adivinhar que o
senhor vem perguntar ao meu can Hara-
de; se lhe pode dar informagoes sobre o
tratante quo commetteu o crine. O senhor
chega bem. Meriad ;c o vio.
-- Eu tambem o vi, disse Fabreguette.
E nos reuniao-nos nesta casa para
nos entendermos. Juramos echar o assas-
sino e entrgalo ao juiz que reconheceu a
sua innocencia.
Eu prefera vingir-rae por outro mo-
do, disse Saint Briac.
Sim, comprehendo, desejaria evitar o
escndalo de mu processo erime, em que
senhor talvz tigurasse e quo poderia com-
prometer urna senhora, mas o senhor nao
pretende raetter-lhe urna bala na cab'-ga,
se lh'o mostrarem e lhe f.iria honra de mais
propondo lhe um duello. S-r, pois, ne-
cessario resignarse a deixar a justica se-
guir o seu curso.
Alera disso ainda nao chegmos l, por-
que ainda nao o apanhmos. Meriadec c
Fabreguette o virara, mas elle eseapou-lhes.
Meriadec vai-lhn contar essa historia.
Assim fez o baro, coraejando pela sua
segunda visita s torres do Notre-Darae.
Contou como tinha encontrado Sacha, o
que fez dello e o quo so paasou na Mor-
gu->.
Rosa e Fabreguette confirmaran) a nar
raco que Saint-Brac ouvio com ura
resse muito natural, mas sem manifestar a
satisfacao que devia ter sentido.
Quasi lamenta va ter do, porqu:, dose-
jando a todo o susto evitar um escndalo,
Que ha ? perguntou Diana com an-
ciedade.
Nada! respondeu Aldah.
Mas este motira que ouvimos e que
cessou repentinamente ?
Ignoro a causa delle ; estamos fecha-
das.
causa sbita da rainha esperanca no nosso
prximo livrarnento. Escuta-me, querida
companheira do meu cruel captveiro, es-
cuta-me, vou confiarte urna parta da mi-
nha existencia pissada, em seguida senti-
rs, como eu sinto, a esparanga e a cora-
-
m voltar tua alma, e agradecers a
Meu Deus I mau Deus nao veremos Deus como a:abo de agradec,-r.
nunca aaais a luz do sol ?
Aldah nao respondeu : pareca absorta
n'uma contumplajo singular.
As duas jovens estavam entao no Bauo
central. Em frente dellas abra se urna das
salas de que fallamos.
panhia que os tres mo3queteiros, como di-
zia Fabreguette, iam coraegar contra o as-
sassino.
Infelizmente, nao podemos prndelo,
disse Meriadec, para concluir a sua narra-
cao,,e apenas o enx-rguei. Creio, entre-
tanto, que podere reconhecel-o.
Que qualidde de homem ? pergun-
tou o capito.
E' alto, tem hombros largos, mas ar
elegante. Tem feicoes regulares, tez mui-
to morena, olhos e cabellos muito pretos e
uao traz higodc.
Esse awgnalamento conferia ca:n o de
D. Pancorbo, o Saiht-3riac, muito impres-
sionado pela coincidencia, p -rguntou que
dale poda ter esse individuo.
A sua, respondeu Fabreguette, e acho
que se parece ura pouco eom o senhor.
Da longo, a gente pjdia enganar-ao. L\i-
uiais, se o senhor quer julgar por si, vou
mostrar lhe um esbogo que fiz, um quarto
de hora depois do encontr. Nao est aca-
bado, porque apanhei o homem no ar, mas
basta para dar una i lea do p.rsonagem,
tal qual o vi.
O artista tirou do bolso ura albura port-
til, que trazia sempre comsigo, porque tra-
balhava mais na ra do que na sua man
sarda, abrio-O, procurou a pagina o raos
trou-a a Saint-Bria:, que exclamou :
E' elle !
Como elle? perguntou Fabreguet-
te ; entao O senhor 0 vio ?
Nao,, balauciou Saint-Briac; quero
dizer que esse retrato para:e-se com. ..
Con alguem que desconna ser o seu
assassino ?
E' pouco mais ou menos isso. Mas
na> bastara desconfianzas, e eu nao tenho
certeza.
Nao importa! exclamou Meriadec.
Queira dizer-nos em que baseia as suas
desconfianzas Ser sempre um ponto de
partida, e as informaeSaa que o senhor nos
der talvez nos ponhatn na pista desse mise-
ravel. Digo nos, porquj cont qua o se-
nhor ser dos nossos na expedigao que va-
mos eraprehender.
Saint liria:, collocado assim entre a es-
pada e a parede, foi obrigado a explicar-
se. Pensou que, afinal de eontas, tratava
com homens de bem e que seria melhor ex-
por-lhea francamente a situagao, 8em com
tudo confiar lhea o grande segrado, isto ,
o nome da Sra. de Mlveme.
Mus senhores, comejou elle, sabern
nao sabia como recusar o offerecimeuto de j qua na occasiao em que o crime foi perpo
Daubrae, qne propenha associal-o na con trado, eu esfciva na galera de Notre-Da-
rae com urna senhora cujo nome recose!
pronunciar, os senhores compreheodem o
motivo.
Perteitamente, c todos nos teamos
feito o mesmo, so nos tivessemo3 echado
no seu lugar, disse o interno.
Ora, bontem noite em um club a
que p'Ttenyo, dirigio-so a mira ura estran-
geiro que conheco muito pouco e que me
disse, sem prembulo, que me tinha v3to
na vespera atraveasar o adro entre dous
policiaos. Essa delaragiio pareceu-me sin-
gu!ar,comquanto fosse acompanhada de
protestos de discrigao. Pergontei .v mim
mesmo como esse achava l, to a propo-
sito para var-me passir o oeoorreu-rae
que elle talvez descesso da torra do sal.
Esse seu estrangeiro ura Russo ?
perguntou Fabreguette.
Nilo. E' um Hespanhol e tm ar dis-
so. Mas pireco-se muito com o esbogo que
o eenhor mostrou-me.
Entao a cousa vai muito bem, ex-
clamou Daubra:. Basta-nos por cm pre-
senga dessa personagem o menino que Ma-
rikdec rocolhou. Elle ha de reconhecer o
homem queja conheecu na Morgue. Ago-
ra bastar saber para ondo devemoa le-
valo, e ser o senhor que se ha d* encar-
regar disso, porque pertenee ao mesmo
club que esse bandido. Onda mora elle ?
No hotel Bontinontal; mas ...
Nao foi ahi que Sacha entrou quan-
do chegou a Pariz, diss.; M -riadec. .hile
fallou me em una casa grande, onde nao
havia uinguem.
Talvez esse homem techa outro do-
micilio Ma<, permitan que Ibes explique
por que nao desojo apparreer. Ao sabir do
club, vi o marquez de Pancorbo, o nomo
que usa, vio entrar era um carro da pra
ga com mu hornera mal vestido. Tomeium
outro carro e segu o dellos, que parou no
cinto da ra Marbeuf. O Hespanhol j
nilo estava. Vio que eu o espiava na pra-
ga da Concordia e nao fez mais do que
atraveasar o carro, em que o companhero
tinha fieado. ..
Pois bem, nterrompeu Fabreguette,
havemos de procralo na ra Marbeuf.
Queira deixar-rae concluir, tornou o
capitao. Qaando entrei em casa achoi urna
carta desse homem, carta que devo ter es-
cripto no club, depois de fingir entrar no
carro. Essa carta ura ultimtum. Deca
rou-uie positivamente que vio tambem a
inulherquo me acorapauliava, que a conho-
ce, e que, so eu continuar a cspial-o, ello a
denunciar ao marido.
J te tenho dito, continuou Aldah de-
pois da u:n curto instante de reflexo, que
nunca conheci raeus pais, que as minhas
priraeiras recordagoes remontara, a urna
poca para mim anda incerta, onde eu
me achava em companhia da urna chusma
de creangas perdidas a que chamam bo-
Esta sala coutendo numerosos instru-1 nenas
montos de formas estranhas, pareca um
laboratorio chimco. Era para esta sala; Nascena eu uo meio dellas ? sena rou-
que olhava Aldah, mas o que pareca at- bada por elles? E' um roysteno quenun-
trahir o seu olhar, nao erara nem os fras-'< ine fo1 dado penetrar, bempre com el-
cos chebsde lquidos, nem 03 recepientes i ^ viva da existencia dessas correras de
de todas as especies quo guarnecan as aventura3, mudando de estaiagem cada se-
paredes, era ura objecto de cor viva eolio- mana, percorren lo paizes que pareciam
cada sobre urna mesa que estava no centro muito bellos e poticos para a minha jo-
do laboratorio. ,ven imaginagao.
O objecto que assim attrahira a sua at- (Continua).
chegou
Eis ahi, palavra de honra, um tra- que o recebeu quando
tante venenoso exclamou o interno ; pre-: que subi a torre com elle,
cisamos justifcalo. ro resto.
Nots que ello nao coufossou o cri
de Notre-Damo.
Ha de confessal-o, se o rneniuo c re-
conhecer.
a Pariz e
N3 faremos
- Talvez ; mas ha de realisar a sua
ameaga, e urna mulher a quem amo ficar
perdida.
Por que ha da i II i viogar-se nella, se
o senhor nao apparecer ? Ello nao sabe
que o sonhor travou relagoes com Meria-
dec.
Eu tevarei Sacha, dissa o bario. "O
senhor pia contar que nao mencionare-
mos o seu nome, baja o que houver.
Saint-Briac abanou a cabega, mostrando
dnvida ; e disse com urna eraogao que nilo
procurou oceultar :
-- Meus senhores. fago os juizes da mi-
nha posigao, e appello tambem para a se-
nhora, j que t:ve a bandado de ouvir-me,
com quanto estou Certo quo lhe sea penoso
ouvir me fallar em urna mulher que esque-
ceu os seus deveres. Devo cu, para pu-
nir um assassino, entregal a vinganga
dessa miseravel ?
Nao, disse Rjsa era tom firme.
E' o espirito de classe quo lhe in-pi-
ra essa reaposta, replicn co i vivacidade o
interno. Como! pois eis ahi ura scelerado
quo matn a ntulhr, abandouon o fil
nos o sabemos, s de ui depende pro-
val o, e havemos do nos calar Isso seria
indiano. Ouso mesmo dizer que seria urna
covardia.
E como Saint-Briac empalliieccu, Dau-
brac toruou :
M is o senhor est convencido de que
ou t-nho razao. Alm disso. Mora lee aca-
b-\ de dizer, o eu o repito, o senhor nilo to-
mar nenhuaa parte na caga quo vamos
dar a esse intitulado Hespanhol. Elle sa-
be perfeitamente que nao foi oseahor quem
recolheu o menino que elle abandonou, por-
que foi preso immediatamentc lepois do
crime, o ser o menino quem fura tudo,
levado por ura de nos. O senhor nilo ha
do apparecer.
Saint-Briac, nao tendo mais argumentos,
abaixau acabegt, e, depois d>. ura silen-
cio, s pode contestar a effica-ia da con-
frontagao.
Os senhores estao cortos, perguntou
elle, tmidamente, bem -certas i* que SU-
cha os ha.de ajudar a fazer condemn.r o
pai ? r>
__Bastar que elle reconhega o hornera
Sabe elle quo a mai foi assassinada
Nao, respondeu Meriadec ; nao tive
animo de lh'o dizer. c elle nao vio o cada-
ver ex posto na Morgue.
Tanto melhor! exclamou Daubrac.
Nao recusar reconhecer o ass?ssino quan-
m lh'o mostramos.
, momento abrise urna porta no
fundo da pega em que estava reunido o
conselno, e Sacha cnir^Q bruscamente.
va muito paludo, e a expressao do
S)u nato revelava que tinha ouviio tudo.
Foi direito a Meriadec e disao-lhe :
Entao verdade ? elle a matou ?
Eu quiz occultar-lhe isso, mas, como
j sabe... murmurou o barao muito com-
movido.
Sei que o seahor o aecusa ; agora
pr r que foi elle.
Meriadec nao respondeu. Nlo ae aentia
com animo de explicar a esse pobre meni-
no por que o assassino nao poda ser senao
o homem que. tinham aorprehendido na
Morgue, na vespera.
O interno, muito menos timorato do que
o amigo, encarregou-so de informar Sa-
cha.
Meu menino, disse elle, sua mai foi
precipitada do alto da torre, para onde ti-
idia subido s cora seu pai, qne desappa-
receu logo depois da catastrophe que o tor-
nou orphao. Fugio sem se lerabrar de vo-
c, qne elle tinha deixado em baixo. N.^o
pensa como n3 quo s "He pode commet-
ter esse crime aborainavel ? Voc nSo recu-
sar ojudar-n :s a vingar sua ruad.
Como vingal-a ? perguntou o menino
com um sanguo fri quo epantou a todos
os assistentes.
Entregando o seu assassino justiga
franceza; elle ser conde nnado morte e
o bao tic degollar.
Que preciso fazer para isso ?
__ Acompanhar aquelle de nos que vai
procural o, e quando estiver na sua frente
charaal-o pelo nome de Paulo, e perguntar-
lho que fez da condessa Xenia, respondeu
Meriadec. Veremos o que elle responde.
__ Elle fugir, como j fugo bontem
quando eu o vi na sala era que se expoem
os mortos.
(Conttnuar-se-Aa.)
Typ- d) Diario na Duque de Carias n 42.
1
I:
,
i
r%
M


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