Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16888


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Full Text


ANNO LII NMEBO 44
PAR A CAPITAL E Ll GARjR* O.VDE XAO SE PACA PORTE
Por tres mezes adiantados
Por seis ditos dem......
Por um anno ideai......
Cada numero avulso, do meamo da.
6000
120000
240000
dioo
QABTA-FEBA 24 BE FEYMRO DE 1886
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantadoB.
Por nove ditos dem......
Por um anuo dem......
Cada numero avulso, de dias anteriores.
13500
20*000
27O00
100
DIARIO DE PERNAMBUCO
Propttefrafce re Jtlanoel -figudra i>e -feria & -flljos
TELEGRAHHAS


i
I
ssavzco ?Aai:::iA" so siAnzo
RIO DE JANEIRO, 23 de Feverei-
ro, s 4 horas e 10 minutos da tarde.
(Recebido s 5 horas e 30 minutos, pela
linha terrestre).
Fot cviim-raiio do cargo de l. e-
cripturario da Thesouraria de Fa
senda de Pernambuco.Kpipnanlo de
Cuna Freir.
SUVigO DA A&3NCIA SATAS
(Especial para o Diario)
LISBOA, 22 de Fevereiro, tarde.
O novo minittterio expz no parla-
mento o Rea prugramma. que connia-
let cm nevera economa au depe-
ai e integra admlniaitr&co dan ren-
da* publican aum de equilibrar o or
-amento, e poltica liberal no Inte-
rior.
O ministerio declarou raai* que ea>-
tava remolvldo manter a integrida-
de do districto de Braga.
BUCHAREST, 22 de Fevereiro, tarde.
Ak negociacoes entre o delegado*
servio* e blgaros estao em melbor
via.
LISBOA, 23 de Fevereiro.
A inapossibilidade em que se acba
o ministerio portugus de atrancar
unta maioria na Cmara do* Depu-
ladoN. torna poMNlv-el a eventuall-
dade de urna dissoluco de** C-
mara.
PARS, 23 de Fevereiro.
Em urna carta dirigida ao parla-
mento, o Principe Jeionvmo Boua-
parte proteatou contra as donieN
da commissao da Cmara do De-
putadoN. tendente* a conferir ao
'governo poderes para proceder se
Cor necessarlo. a rxpulio dM pre-
lendente*.
Agencia Havas, filial em Pernambu&o,
23 de Fevereiro de 1886.
INSTRDGCiO POPULAR
Geographia geral
Extrahido
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
Conclusao
O CANIA
:>o..ni;
Archipeligo de Salomc, povoado poaViegros
papuas. Arc-hiclag) de Li Perouse. Novas H-
bridas, 2:0J0 habitantes ; cimpnstas de um
grande numero do ilhas, habitadas por tribus fe-
rozes <: crucis. Nova Calcdonia, perteoceote
Franv; capital, Ninni onde ba urna importante
colonia pe-niienciiaria.
Arehipela^u de Viti ou Fidji, povoado por scr-
vacri'ns anthropophagos.
liba de Norfolk, olonia penitenciaria mgleza
MICRONESIA
CooipOs-se de um grande numero de pequeas
ilhas : Arehipelago de Magalboes, Corolinaa, Ma-
nannas, dependentes de Hespanha. -Ilhaa Mart-
ball, Palacs, etc
POLYNESIA
E' um conjuncto ae archipelagos : Nova Zelan-
dia, capital, Auckland ; perteuce aos ingleses.
Ilhas Marquezas ou Mendona, pertencem Fran-
ca desde 1842 ; a mnior 6 Nuka Hiva.Ilhas de
Sandw. :h. libas do3 Amigos >u Tonga. Ilhaa da
Sociedade ou Taiti. liba da Pascba. Ilha Pa
motu. Ilha de Gambier. Ilhas dos Navegadores,
habitadas por selvagens anthropaphsgos, etc.
TRRAS ANTRCTICAS
Extensas regioes inhabitaveis, cobertaa de ge-
leiras enorme, entre 60 de latitnde sul e o polo
antrctico : trras Luiz Felippe, Graham, Adelia
Sabrina, Terminacao, Enderby. etc. e a grande
trra Victoria no estremo austral da Terra, onde
ha os grandes volcoes o Erebo e o Terror.
?ARK OFFICIAL
Ministerio do Imperio
Por decreto de 12 do correte foi nomea-
do cavi.lhciro da ordem de Christo o padre
Bernardino Jorge, parocbo collado da f:e-
guezia de Santo Antonio da Encruzilhada,
na provincia to Rio de Janeiro.
^ __ Por portara de 13 do corrente mez
foram nomeado para a Inspectora Geral
de Hygiene :
Oficial, o amanuense da extincta junta
Dr. Jos Antonio Pereira da Silva.
Amanuenses: o da extincta junta Igna-
cio Mauricio Alvares de Souza, os das
extinctas commissiW vaccinieo- sanitarios
Julio Procopio, Fa villa Nunes, Julio de Pi-
na Rangel e Joo Jos Pereira Guimf.rSes.
Chimicos: os da extincta junta Drs.
Candido Paiva Coelho, Felicissimo Fodri-
gues Fernandes e Antonio Martina de
Azevedo Pimentel e o Dr. Jos Brges Ri-
beiro da Costa.
Em 11 foi expedido o seguinte aviso
ao Sr. bispo de.Olinda :
Em solucao de seus officios de 6 de Abril
do 1883 e 19 de maio ultimo, relativos
nomeacao de fabriqueiros para zelarem os
patrimonios das igrejas e principalmente
das matrizes, declaro a V. Exc. Revdm. :
1. Que a administracao dos patrimo-
nios das igrejas matrizes e capellas filiaos,
exceptuadas as que estiverem a cargo de
irmandades ou confrarias, pertencem aos
fabriqueiros sob a insDeccao do prela-
do diocesano, ao qaal por costume ca-
be a sua nomeacao, nos termos dos avisos
n 115 de 27 de Abril de 1855 e n. 318
de 3 dn Junbo de 1857 :
2. Que a administrado dos patriuio
nios das igrejas e capellas que estiverem
a cargo do iruandades ou confrarias per-
tence a estas, conforme os compromissos,
devidamente approvados, pelos quaes se
regerem, e exclusivamente sujeita fis-
calisncjo do juiz provedor de capellas ;
3. Que nos casos de abusos por parte
das referidas corporales religiosas caba
ao juiz providenciar, segundo os transmi-
tes legaes, para a boa administracSo das
respectivas igrejas ou capellas ; assim ta -
bem lhe cabe, para precaver os interesses
daquellas em que nao haja taes corpora-
co.'S legtimamente constituidas neis fabri-
queiros nomeados pelo prelado diocesano,
nomear quem as administre ;
4.* Que se o prelado diocesano nomear
fabriqueiro para igreja ou capella era que
baja administrador nomeado pelo juiz, de-
ve cessar a accTio desse administrador;
mas convm que o prelado o comrauniqua
aojuiz, nilo s para seu conhecimento,
mais ainda para que possa elle expedir
quaesquer ordens que sejam indispensaveis,
quer quanto retirada do administrador,
quer quanto entrega de documentos ou
prestacoes do informacSes concernentes
fabrica ;
5. Que, finalmente, em todos os casos,
attribuicao do juiz tomar as contas s
administrares das igrejas e capellas, na
forma das disposic3es vigentes.
HlnUterlo da Justica
Por decretos ie 13 do corrente foram
exonerados, :
Do lugar de juiz municipal e de orphaos
do termo de So .corro, na provincia de S.
Paulo, a pedido, o bacharel Bartholomeu
Antunes de Oliveira Nery ;
Do termo de Cataguazes, na provincia
de Minas-Geraes, tambera a pedido, o ba-
charel Joaquim Moreira de Barras Olivei-
ra Lima.
Do lugar de escripturario, servindo de
secretario, da provincia do Amazonas, Ar-
senio Maximiano Costa.
Foram nomeados :
Desembargador da Relacao de S. Sal-
vador, o juiz do direito Antonio Luiz Af-
fonso de Carvalho ;
Juizcs municipaes e de orphaos :
Dos termos de Jaics e Picos, na pro-
vincia do Piauhy, o bacharel Jos Gomes
de S Barreto, ficando sem effeito a an-
terior nomeacSo para igual cargo, no de
S. R.ymuudo Nonato, na mesraa provin-
cia ;
Do termo de ChiqueChiqne, na provin-
cia da Babia, o bacharel Bartholomeu An-
tunes de Oliveira Nery;
Da termo de Cataguazes, na provincia
de Minas Geraes, o bacharel Jos Maria
Vaz Pinto Coelho Jnior ;
Escripturario servindo de secretario da
policia da provincia do Amazonas, Joo
Francisco Pestaa..
Evencio de Souza Rezende para exer-
er o offisio de 2o tabelliao do publico ju-
dicial e notas do termo de Saquarema, na
provincia do Rio de Janeiro, durante a ira-
possibilidaie do respectivo serventuario
vitalicio Vitalino Jos da Silva Pereira, a
quem dever pagar a terja parte dos ren-
dimontos segundo a lotac&o.
Foram removidos :
O juiz de direito Ampliilophio Botelho
Freir de Carvalho, da comarca de S.
JoSo da Barra, de 2a entran oa, na pro-
vincia do Rio de Janeiro, para a vara ci-
vel, de 3a entrancia da comarca da capi-
tal da provincia da Bahia ;
O juiz de direito Carlos Jos Pereira
Bastos, da comarca da ConceicSo da Ser-
ra, de Ia entrancia, na provincia de Espi-
rito Santo, para a de S. Jlo da Barra,
de 2a entrancia, na provincia do Rio de
Janeiro, ficando sem effeito a anterioi re
raocao para a da Encruzilhada, na provin-
cia de S. Pedro do Rio Grande do Sul.
Fez-se merr da serventa vitalicia dos
officios de 2 tabellilo do publico judicial
e notas, e escrivlo do civil e crimo do ter-
mo do Ico, na provincia do Cear, a Ber-
nardo Pinto Brandao, nomeado provisoria-
mente pelo respoctive presidente.
11 aislerio da Fazenda
Por titulo de 12 do jrrente foi nomeado
3. escripturio da Thesouraria de Fazenda
da provincia de Pernambuco o praticante
da ricebedoria da mestna provincia Joa-
quim dos Res Lisboa.
Por decretos de 13 do corrente mez
foram nomeados.
Dr. Florencio Francisco Goncalves para
o lugar de presidente do conselho fiscal da
Caixa Econmica e Monte da Socorro da
provincia do Fspirito Santo.
Bazilio Carvalho Damon para membro
da mesma caixa econmica.
Luiz Gonzaga Confucio de S para
membro da de Goyaz.
Ministerio da Agricultura
Por portaras de 13 do corrente :
Foi removido o engeoheiro Jos Goncal-
ves de Oliveira do 2. para o 3. districto
de engenhos contraes ;
Foi nomeado o engenheiro Antonio Joa-
quim da Costa Couto para o lng*r de fisoil
do 2. districto do engenhos centraos.
Foi dispensado o cidadao Joao de C ir
valho Almeida do lugar de ecnomo do es-
tabule c i,nenio rural de S. Pedro de Alcn-
tara, na provincia do Piauhy.
Em 12 foi expedido o seguinte avi-
so ao presidente.da provincia de S Paulo:
Illcrl. e Exm. Sr. Accuso raccbilo o
officio de V. Exc. de 16 do mez finio,
cora o qual rae remetteu copia das decUSas
que deu s consultas feitas palo juiz de or-
phaos do termo de Tanbat e pelo presi
dente da junta clasaificadora do mu nicipio
de Campias, sobre classificacao e liberta-
50 de escravos.
Tratando-so de escrava classificada para
ser libertada por conta do fundo de eman-
cipado e posteriormente dada por fgida,
declarou V. Exc. ao juiz de orphaos do
Taubat, para quo o fizesse constar ao so-
nhor da dita escrava, qua, se esta tur raaior
de 60 annos, embora se justifique a alle-
gado da fuga, ser considerada livre, na
contormidade do art. 3. 10 e 11 da lei
n. 3270 de 28 de Setembro ultimo e art.
10 6. do regulamento n. 9517 do 14 de
Novembro.
Ao presidente da junta classifi.adora do
municipio de Campias, que consultou a
essa presidencia sobre a eias.sificf.5il0 dos
conjunges de escravos sexagenarios, liber-
tos pela lei citada, posto que sujeitos a
servaos, responleu V. Exc. que taes con-
juges devem ser incluidos na classe deter-
minada pelas Iettras B e C das instrueges
dadas por essa presidencia era data do 4
de Setembro de 1882.
Declaro a V. Exc. que este misterio ap-
prova ambas as decisSes, accrescentando,
em rehigao segn la, que os conjugas de
sexagenarios, as circumstancias indica-
das, de vera preferir aos conjuges escravos
de differentcs senhores, mas sem prejuizo
dos de possoa livre incondicionalmente.
Deus guarde a V. Exc.A. da Silva
Prado.
Ministerio da Guerra
Por portaras d 12, 14 e 15 do cor-
rente :
Foi exonerado o capito honorario do
exercito Pedro Jos de Moura L^al do lu-
gar de encarregaio do deposito de artigos
bellicos da provincia do Piauhy;
Foram mandados servir na provin-
cia do Para o cirurgiao-raor de divisao Dr.
Bernardo Jos de Figueiredo e o 2. cirur-
giao Dr. Arthur Imbassahy e na do Rio-
Grande do Sul o 2. cirurgiao Dr. Joo
Climaco de Araujo.
Foi nomeado para inspectionar os
corpos estacionados na provincia do Paran
o brigadeiro Jos Luiz da Costa Jnior.
_
Ministerio da Marinha
Foi nomeado director das obras civis e
militares o engenheiro civil Dr. Aarao Leal
de Carvalho Res.
lilatta dos privilegio* concedidos
durante o anno de 1 hs.>. de que
trata o art. *. do regulamento n.
sh'o de 30 de Oesembro de 18S*
1 Decreto n. 199 de 10 de Janeiro de 1885,
Carlos Baato.Systema da apparelhos elc-
tricos a que denominouSystema de aecum-
muladores oiy-hydricos de C. Baato.
2 Decreto n. 200 de 10 de Janeiro de 1885,
Gustavo Bion.Ap.iarelho denominadoAp-
parelho Bion, -estinado a evitar, por meio
de vlvulas de seguranca automticas, acci-
dentes nos caaos de ruptura dos vidroa de ni
vel d'agua das c.ildeiras a vapor.
3 Decreto n. 201 de 10 de Janeiro de 1885, Fer-
dinaud Kugelinann.Processo deatinado a
obter do tracto da palmeiraMerity Botoes,
carvao para a illuminacao elctrica e materia
prima para a industria de torneiro.
4 Decreto n. 202 de 10 de Janeiro de 1885, Emi-
lio Aacagne Salvador.Appareio deatinado
formado de nmeros pela surte, com appli-
cacao extraccao de loteras, denominado
Independencia.
5 Decreto n. 203 de 10 de Janeiro de 1885, Ma-
ria Emilia Batea.Apertador aperfei$3ado de
porcaa de paratusos, destinados aos trilhos
dos ferroa-carria.
6 Decreto n. 204 de 17 de Janeiro de 1885,
Hctor de Bay e Charlea de Roassti.Forna-
lha para com bustiveis volateia.
7 Decreto n. 205 de 17 de Janeiro de 1885, Mi-
guel Alanier Bg oni.Processo c apparelho
gazogenco inexplosivo para o emprego, no
orificio dos formigueiros do aava, da distdla-
ao do sulfrete de carbono liquido, sem fo;ro,
ornalha ou lampada qualqucr.
8 Decreto n. 2C6 de 24 de Janeiro de 1885, Ma-
noel da Bocha Figueiredo. Fabrico de estei-
ras de um s panno denominadasEateiras
Brssileiras.
9 Decreto n. 207 de 14 de Fevereiro de 1885,
Guilherme Vu Vleck Lidgerwood. Machina
denominada Ventilador apartador duplo
Sara caf, destinado a abanar e l'inpar caf.
ie reto n. 208 de 14 de Fevereiro de 1885,
Dr. Daniel Pedro Ferro Cardoso.Preparado
industrial denominadoInsecticida e restau-
rador dos caieeiros, destinado a destruir for-
migas, impedir a repovoacao doa formigueiros
e a fertiliaar as plantas.
11 Decreto n. 209 de 14 de Fevereiro de 1885,
John J. jchilliuger.Systema de cala-
mento.
12 Decreto n. 210 de 14 de Fevereiro de 1885,
JoSo Jos do Reg FunesDescoberta que
allega ter feito de urna planta, da qual ex-
trae palbinha para movis.
13 Decreto n. 211 de de 21 de Fevereiro de 1885,
Carlos Basto.Seccador de caf, denominado
Seccador Industrial Americano.
14 Decreto n. 212 de 28 de Fevereiro de 1885,
Jos Antsni Carneiro de Soma.Machina
de retinar asaucar, denominada Refinador
de asaucar Carneiro de Souza.
15 Decreto n. 213 de 28 de Fevereiro de 1885,
Alexandre opoll de Gaudino. Processo dea-
tinado ao fabrico de gaz comprimido de illu-
minacSo, extrahido de materias mineraes ou
de sena residuos, de corpos gordurosos ani-
maes ou vegetaes e de seus reaiduos.
16 Decreto n. 214 de 13 de Marco de 1885, Jos
Cupertino do Anurml e Cesar Augusto de Ma-
cedo Ribeiro. -Processo destinado fabrica-
clo de asaucar ou defcelo do c^lda da canna.
17 Decreto p. 215 de 21 de Marco de ^885, Joic
Baptista Ribeiro.Machina destinada a ras-
par e cevar mandiocas, denominadaRispa-
deira Circular Mixta Ribeiro.
18 Decreto n. 216 'de 21 de Marco de 1885, Do-
mingos Al ves Pinto.Apparelho denominado
Progreaso da Lavouradestinada a venti-
lar cat em e;o e pilado.
19 Decreto n. 217 de 11 de Abril de 1885, Bar-
tholomeu Chana.Machina destinada a reti-
nar assucar. a que denominou Refinador
Chana.
23 Decreto n. 218 de 18 de Abril de 1835, Char-
les Pag e Louis Gjlliard.Systema de lu-
bricadores aperfeicoados.
21 Decreto a. 219 de 18 da Abril de 1885, Fran-
cisco Martins Torres.Processo destinado ao
m-tlhoramento do fabricj e uonservayi> dos
maaequias.
22 Decreto n. 220 de 18 da Abril de 1885, Vir-
gil Warreo Blanchard.Systema destinado a
produzir calor e vapor.
23 Decreto n. 221 de 18 de Abril de 1885, Anto-
nio Silveira de Souza. Systema de trauspa-
i-.-lites a que denominou Transparentes hy-
gienicjs.
24 Decret. n. 222 de 18 d-: Abril de 1885, Wal-
lace Alexandre Bartlet.Canho pneum-
tico.
25 Decreto n. 223 de 25 de abril d-: 1835, F.-e-
derick Siemens. Systema de lampadas.
26 Decreto 11. 224 d 2 de Maio de 1885, Charles
Julio Bali.Melhoramentos que introduzio
as bombas das machinas de draina^em.
27 Decreto n 225 de 2 d; Maio de 1885, Simcao
Millcr e Autoio Ferreira da Silva Rboiro.
Apparelho denominadoSalva-vidas e des-
astres, destinado a evitar desastres nos
bonds.
28 Decreto n. 226 de 2 de Maio de 18S5, Manoel
Cosme Pinto.Systema de obturadores.
29 Decreto n. 227 de 2 de Maio de 1885, Manoel
Antonio Rodrigues Silva.Processo destina-
do a tornar o kerozene inexpueivo, desinfec-
tado e colorido
30 Decretoji. 228 de2 di Maio de 1835, Augus-
to de Oliveira Cambraia.Processo destinado
ao fabrico de casemiras e cobertores de la es-
tampados.
31 Decreto n. 229 de 2 de Maio de 1885, Isaias
Jos Cavalcantc. Melhoramento applicado
ao apparelho de fabricar os biscoutos conheci-
dos pelo nome deBrichy,e ao qual deno-
minou Melhoramento Cavalcante.
32 Decreto n. 230 de 2 de Maio de 1835, Johan-
nes Breu r.Mtchina denominadaSepara-
dor de caf moka Breuer,destinada 4 sepa-
raeao do caf moka dos graos chatos.
33 Decreto n 231 de 2 de Maio de 1835, Eduar-
do Maguin.Apparelho destinado a pesar e
medir a carga contida nos vehculos de mola
cora applicacSo traeco animal a que deno-
minouMalagrammetro.
34 Decreto n. 232 de 16 de Majo de 1885, Ma-
noel Gonzlez.Eureka, destinada ao fabrico
de cigarros.
De 23 de Sttjmbro de 1884, Manoel Antonio
da SilvaMelhoramento introduiido noFor
no Silva,j privilegiado por decreto de 15
de Setembro de 1884. 'Refere-s-j patente
d. 92.!
35 Decreto n. 233 de 23 de Maio de 1835, Leonel
Louis Josae Antoine WackernicSystema de
filtravo mecnica de lquidos.
36 Decreto n. 234 de 23jie Maio de 1885, Louis
Sepulchre Modificaces as lampadas e lan-
ternaa de kerozene destinadas a ser expostas
accSo do vento.
37 Decreto n. 235 de 6 de Maio de 1885, Au-
gusto Maria Coral e Francisco Pinto Brandao
Processo denominado Restaurador das
plantas ou arbustos em geral destruidor das
molestias do caf, canna e videiras, e estrurae
poderoso para as trras muito exploradas.
38 Decreto n. 236 de 6 de Junho de 1835, Manoel
Francisco da Costa Nascim .>nto c Eduardo
MagniuAppxrelho destinade a marcar ou
registrar a quautiiale de passageiros, cm cada
bond, a que denominaran) Contador Trena.
39 Decreto n. 237 de 6 de Junho de 1885, Anto-
nio Julio Rodrigues de Azeredo Coutinho
Machina destinada a somatar em sentido ver-
tical.
40 Decreto n. 233 de 6 de Junho de 1885, Charles
TellierSystema destinado producco da
forca motora.
41 Decreto n. 239 de 6 de Junho de 1885, Vc-
tor Dias e William J. Donshea Systema
destinado a estabelecer, p meio de agua,
gaz, ar comprimido, fios telephonicos e forcas
elctricas.
42 Deere j) n. 210-de 13 de Junho de 1885, Res,
Renter & C.Materia prima, para a fabrica-
cao de lonca, porcellanas, crystaes. que alle-
gam ter deacoberto.
De 13 de Junho de 1885, Jos de Mello Fre-
tasMelhoramento introduzido na construe-
cao das estradas econmicas sem dormentes,
privilegio por caria patente de 9 de Agosto
do anno prximo passado. (Refere-se a pa-
tente n. 150)
43 Decreto n. 241 de 20 de Junho de 1885, /ules
MaliiSystema de filtro, denominadoA in-
filtro.
44 Decreto n. 242 de 20 de Janho de 1885, Leo-
pold Sellner Apparelho elctrico de signaes
nocturnos.
45 Decreto n. 243 de 4 de Jnlho de 1885, Emilio
Ascagne SalvadorProcesso destinado a fa-
bricar mosaicos com cipos de dirTercntes e-
peciea.
46 Decreto n. 244 do 4 de Julho de 1886, Joa-
quim Alves de Souza, Apparelho, denominado
Foliepara conduzr gaz porttil.
47 Decreto n. 345 de 4 de Julho de 1885, Emil
Kretzner Systema de telhas.
48 Decreto n. 2i6 de 11 do Julho de 1885, Eu-
gen L-tngi-nProcsso e apparelho de esgo-
tamento ou lixiviacao continua das materias
no estado de masas, polpa ou magna, por cir-
culic5es methodicas.
49 Decret ju. 247 de 11 de Julho de 1885, Kahle
& NoelluerMelhoranentoa que allegam ter
inventado na machina motora das machinas
de costura.
50 Decreto n. 248 de 18 de Julho de 1885, An
tonio Alvares Leite Penteado Applicaoao do
bigaco da canna de assucar ao fabrico do pa-
pel do escrever, do impressao. de embrulhos
e oulrjs fins indu.stria.es.
51 Decreto n. 249 de 25 de Julho de 1885, John
Charles LudovigMelhoramento introduzido
no methodo e apparelho de telegraphia, cujo
fim produzir correntes mais fortes pT in-
dcelo magntica.
52 Decreto n. 250 de 1 de Agosto de 1885, John
Henry NeaveProcesso e apparelho de lus-
trar o teltro e feltrar chapeos do la e pello
com a apparencia de velludo.
53 Decreto n. 251 de 1 de Agosto de 1885, Cyro
Daocleciano Ribeiro Pessoa Jnior e Jos Va-
randas de CarvalhoProcesso para fabricar
cimento hydraulico.
54 Decreto n. 252 de 1 de Agosto de 1885, F.
Si'hwvH-khart & C. App relhos den imina-
dosReguladores da pressao e consumo do
gax pira a illuminaoao e para cozinhar e
aqueccr.
55 Decreto n. 253 de 8 do Agosto de 1885, Sal
Severino da Silva, Patim a que denjmiaou
Patim Velozdestinado pitinacJo em ci-
mento ou madeira.
56 Decreto n. 254 de 8 de Agosto de 1885, Gui-
lherme Van Vleck Lidgerwood Machina para
descascar cif despolpad), qual denominou
Dcscascador de cat despolp ido.
57 DicretJ n. 255 de 29 de Agisto de 1885,
Georgc MidiletonAppirelho aperfeicoado,
destinado a descascar caf, a que denominou
Descascador de caf Londres.
58 Decreto n. 256 de 5 de Setembro de 1885,
Marcellia Castelnau e Charles MicheletAp-
parelho de seguranca e equdibrio.
59 Decrto n. 257 do 5 de SetemSr j de 1885,
Bacharel em direito Bisili > Castello Branco
Motores hydraulicos.
60 Decreto n. 258 de 12 de Setembro de 1885,
Jamm Chtries Morrsson e Roberto Sinith
Aperfeicoaraento nos combustores de oleo.
61 Decreto n. 253 de 12 de S > imbro de 1885,
Joseph BarbeSystema de vlvulas preser-
vadoras dw expolsoes de caldeira3 a .-a> >r.
62 Decreto n. 260 de 12 de Setembro do 1885,
Dr. Cesar Angust MarquesProwsso para
gi:autir a propriedade publica oa particular
contra os ataques dos milfeit doPolicia instantnea.
63 Decreto n. 261 de 19 de Sstembro da 1885,
Augusto de Oliveira CambraiaSystema de
dormentes de ferro tundi lo, aos quaes deno
mu ,11 Dormentes perpetuos destinados a
substituiros de ferro e mu ira, que actual-
mente estao em uso.
64 Decreto n. 262 de 19 de Setembro de 1885,
Ernesto Novk e Pedro Bran iInsecticida
denominadaBranova.
65 Decreto n. 263 de 19 di Setembro de 1885,
Dr. Ernesto Ferreira FrancaApplicacao da
luz ni illumioacao aquatica e aubaquatica, a
Sue denominouNeophoto-technia.
'ecreto n. 264 de 26 de Setembro de 1835,
Jos Maria Ferreira -Gaz a que denominou
\gaz ao alcance de todos.
67 Decreto a. 265 de 3 de Outubro de i885. Ba-
ro de Macahubas, Apparelho destinado a ta
cilitir o eusiuo de varias materias que consti-
t"em a educacao primaria, a que denominou
Apparelho Escolar Mltiplo.
63 Decreto n. 266 de 3 Outubro de de 1885, Sa-
muel Wilkes Machina denominadaDeseas
cidor de arroz Wilkssdestinada a descas-
car arroz.
69 Decreto n. 267 de 3 de Outubro de 1885, Col-
latino Marques de Souza.Processo desti
nado ao fauno 1 do pao, a qu'i denominou
Pao fortificante, biscoutos e bolachas.
70 Decreto n. 263 de 3 de Outubro de 1885, Eu-
gue Loze e Alphoso Hclaers.Filtros de
effeito mltiplo.
71 Jecr.to n. 269 de 3 de Outubro de 1885,
Charles Thomaz Masn Jnior.Machina de
colher algodo, que allega ter inventado.
72 Decreto n 270 di 10 de Outubro de 1885,
Jos Rodrigues Moreira.Ventilador de caf,
a que denominouVentilador aventrense,
destinado a ventilar e limpar caf e outres
graos.
73 Decreto n. 271 de 10 de Outubro de 1885, O
mesmoDescascador de cif, a que denomi-
nouDescascador aventrense,destinado a
descascar caf e outros graos.
74 Decreto n. 272 de 10 de Outubro de 1885, Ai-
gusto Julio Dupraz.Apparelhi destinado a
beneficiar caf, a que deu o nome deDescas-
cador Dupraz.
75 Decreto n. 273 de 10 de Outubro de 1835, O
raesrao. Appareih destinado a beneficiar
caf, a que denominou -BruuiJor Dupraz.
76 Decreto n. 274 de 17 de Outubro de 1885,
Guilherme WagnerMachini destinada ex-
traccao do mel virgein sem destruir o favo,
aem matar as larvaJ, tracas ou insecto que
possa conter, a que denominou Machina Ex-
tractara Centrifuga.
77 Decreto n. 275 de 24 de Outubro de 1885,
Eduard) Baptista Roquette Franco.Sys-
temo de matar formigas por meio de um appa-
relho, ao qual denominouAlambique formi-
cida.
73 Decretro n. 276 de 24 de Outubro de 1835,
Morris N. Kohu e Joo Augusto Pereira de
Amorim.Applicacao nova de carrinhos de
mo ou carros, destinados venda de gneros
alimenticios.
79 Decreto n. 277 de 24 de Outubro de 1885,
Jos Barroso Pereira e Antonio Fernandes
Lima.- M.-t -hia destinada a descascar caf,
arroz e outro qualquer congenere, a que deno-
minouDescascador Barroso e Lima.
80 Decreto n. 278 de 24 de Outubro de 1835,
Collatino Marques de Souza.Processo des-
tinado a perservar do cupim as mad-iiras.
81 Decreto n. 279 de 24 de Outubro de 1889, The
Vacuum Brakt Company, Limited, com sde
em Londres. Inglaterra, cesaionaria de James
Gresham. Melhoramentos introdnzidss na
construccao e manejo de frcios vacuos.
82 Decreto n. 280 de 24 de Outubro de 1885, Ro
bert Normaton e Horace Boardman Cox.
Machina destinada a descascar caf e graos
de qualquer especie.
83 Decreto n. 281 de 31 de Outubro de 1885,
Francisco de Camargo Pinto.Machina des-
tinada a quebrar e appirelhar pausinhos de
raatte.
84 Decreto n. 282 de 31 de Outubro de 1815,
Collatino Marques de Suuza.-Banheiros ma-
timos, a que denominouPontos Balnearias
85 Decreto 11. 283 de 7 de Novembro de 1835,
Samuel Bsvn.Machn' des'iuada a limpar e
escolber caf e outros graos.
86 Decreto n. 284 de 7 de Novembro de 1885,
Louis Renault e Perennah Palmers.Sys-
tema de rodas, a que denominaramRodas
Palmers.
87 Decreto n. 285 de 7 de Nonembro de 1885,
The Colonial Suqar Rrfining Company.
Apparelho de diffusao, dentina lo a tratar o
bagaco de canna com o fim de extrahir-lhe o
assucar que contiver.
88 Decreto n. 286 de 14 de Novembro de 1885
Joo Smetana. Machina de lavar roup 1, a
que denominouLi*"adeiri mecnica.
89 erreto n. 287 de 14 de Novembro de 1885,
Jos Antonio da Silva.Apparelho de moer
sal.
90 Decreto n. 288 de 21 de Novembro de 1885,
Thomaz English.Apparelho de perfuraco
debai 91 Decreto n. 289 de 21 de Novembro de 1885,
Tht Barney Dinnping Boat Company.Bate-
loes destinados ao servico da dragagera ou de
carregamento de cisco.
92 Decreto n. 290 de 21 de Novembro ce 1835,
Julius Pintscb. Systema para extra hir das
gorduras gaz de illuminacao, a que denomi-
nou -Systema Piuuch.
93 Decreto n. 291 de 5 de Dezembro de 1885,
Charles Ashburuham Floyd.Apeifeicoa-
mentog introduzidos nos vehculos de duas ro-
das ou tilburys.
94 Decreto n. 292 da 5 de Dezembro de 1835,
John George Stephens.Processo e machina
de limpar e separar as materias pulposas das
rubras dos f.ilhas e plantas.
95 Decreto n. 293 de 5 de Dezembro.de 188;>,
Thomaz Otiz Potter. -Systema do susp n-
sorioi.
96 Decreto n. 294 de 5 de Desembro de 1885,
Jobc de Salles LemcApparelho a que deno-
minouCarpideira Paulista.
97 Decreto n. 295 de 5 do Dezembro de 1885,
Areus & Innos.Macnina para beneficiar
caf, a que denominaran!Progreaso.
98 Decreto a. 296 de 5 de Dezembro de 1885 Os
meamos.Melhoramento a laptavus a quaes-
qier uentiladores de caf.
9 Decreto n. 297 de 5 de Dezembro de 1885,
Macedo Filhos.Apparelho destinado a
graduar com exacti lo os registros de penaas
101
d'agua, a que denorainaramTarracha gra-
duodora.
100 Decreto n. 298 de 12 de Dezembro de 1885
Dr. Jos Roberto da Cunha Salles e Gui-
lherme Joaquim da Costa.Preparado phar-
maceutico, a que denominaram Xarope de
Chumby Caena applieavel a differentes mo-
lestias.
Decreto n. 299 de 12 de Dezembro de 1885,
Dr. Joo Joaquim Pizarro. Processo para
tornar applicavel industria o producto na-
tural, a que denominou -G mima Ar.ixin-i.
102 Decreto n. 300 de 12 de Dezembro de 1885
Limpcreur & Bernard. Apparelho que de-
nomiuaram Lampadas belgas a kerosene de
Liinpersur Bernard.
103 Decreto n. 301 de 12 de Dezembro de 1885,
Guilherme Mac Hardy.Machina destinada
a escolher caf.
104 Decreto a. 302 de 12 de D?zembro de 1885,
O meamo.Melhoramentos introduzidos as
machinas de cescascar e bruir caf.
105 Decreto n. 303 de 19 de Dezembro de 1885
Affou80 Lopes Utinguass e Osear Pereira da
Rocha Parauhos.Apparelho a que denomi-
naramPreservador Utinguass.
108 Decreto n. 304 de 26 de Dezembro de 1885.
Alberto Kublmann.Wagonete tombador, por
um systema, a que denominaramWagonete
tombador Kublmann.
107 Decreto n. 30"> de 26 de Dezembro de 1885,
Carlos Fleming Hirgreaves.Processo e ma-
chinisino para a prodcelo do ar fri por
meios mecnicos.
Visto.Rio de Janeiro, 31 de Dezembro de
1885.Sabuco de Araujo.
.,
Cioverno Ja Provincia
EXPEDIENTE DO DA 13 DE PSVEBEIBO DE 1886
Acto ;
O presidente da provincia, de conformidade
com a_ proposta do Dr. ehefa de p licia em officio
n. 135 de 11 do corrente, resoive exonerar o te-
nente Henrique Cecilio Barreto de Almeida do car-
go de 1- suppleute do subdelegado do 1- distric-
to de S. Jos desta cidade, por ter mudado do re -
sdenciaCommunicou-se ao Dr. ebefe de poli-
cia.
Officios :
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Mande V. S. ajustar cintas aotenente Liydio Por-
to, que foi trausferido do 14- batalho de infan-
tera para a companhia da mesma arma da pro-
vincia de Alagoas, para onde segu no vapor
Sergipe da Cimpanhia B ihiana.
Ao inspector do Thesouro Provincial.De-
claro a Vrac. para os devidos fins e em resposta
ao seu officio de 30 de Janeiro prximo passado,
sob n. 438, que a especialisaco da hypotheca le-
gal dos responsaveis para com a fazenda provin-
cial deve ser exigida tambem em referencia aos
que contrabirem a obrigayo no dominio do re-
gulamento de 30 de Junli > de 1874.
Por esta occasio recommendo-lhe que se d o
mais prompto and uneiit a recularaayo das fi-
naucas, nos termos d'<. esolu() de 23 de Janeiro
ultimo e do que ora se exprime.
A agencia de paquetes.Declaro a Vmc. em
reapista ao seu officio de boje, que o vipor Per-
nambuco chegado h mtem a uoite dos portos do
norte, dever seguir para os do sul, s 6 horas da
tarde, e nao s 5.
Portara :
Ao agente da Companha Bahna/ faca
traosportai a provincia dos Alagoas, por /uta do
Ministerio da Guerra, no vapor Sergipe, o tenente
Lydio Porto, que foi transferido do 14- baUlho
de nfantaria para a companhia da mesma arma
d'aquella provincia e bem assim a sua mulher D.
Julia Flora de.Oliveira Porto, seus filhos Herrao-
genes com 11 annos de idade, Estn isla > com 4
annos, Julio com 8 mezes e urna irma viuva de
nome Francisca Urbelina de Oliveira Porto que,
vive na companha do referido official.Commu-
ncou-se ao commandaute das armas.
Ao encarregado do pelongamente da estra-
da de ferro do Recife ao S. Francisco na estaco
de Palmares.Declaro a Vmc cm additamento a
portara de hontera datada, que o official e pra-
va-, actualmente destacados em Canhotinho e que
devem :egressar para esta capital, teem direito a
conduzr as respectivas bagagens.
EXPEDIENXE DO SKCBETABIO
Ao commandante do corpo de policia. O
Exm. Sr. conselheiro presidente da nrovincia man-
da communicir a V. S. que nesta data profeno
o seguinte despacho cm seu officio de hontem, sob
n. i-'I.', a respeito de ajuda de costa ae altores
desse corpo Joaquim Servulo Vieira da Paz, que
vai destacar para Pao d'Alho : Remettido ao Sr.
inspector do Thesouro Provincial para mandar at-
tender.
Ao superintendeate da estrada de ferro do
Recifo ao Sao Francisco.De ordem de S. Exc
o Sr. conselheiro presidecte da provincia declara
a V. S. em alditamentoda portara de honteai
datada que o official e pravas di destacamento de
Canhotiaho e que devem regressar para esta ca-
pital teem direito a conduzr as espectivas ba-
gagens.
DESPACHOS DA PEESIDEXDIA DE 22 OE FE-
VEREIRO DE 1886
Abaixo Assignados, empregados da repartilo de
Saude do Porto desta provincia.Informe o Sr.
inspector da Thesouraria de Fazenda.
Abaixo assignados, eleitores do 3." districto da
freguezia do Cabo.Informe o Sr. juiz de direito
da comarca do Cabo.
Alexandriua Maria de Barros.Informe o Sr.
inspector do Thesouro Provincial.
Brazilina Augusta Lumach de MelloEocami
ubc-se
Guilhermiua Mana da Penha.Sm proa, pa-
gando a supplicaute as comodonas.
Tenente Ignacio Marcolino Bezerra do Amaral.
Iuforme o Sr. commandante superior da giarda
nacional das comarcas de Olinda e Iguarassu.
Isabel Maiia Ribeiro Paiilha. -Informe o Sr.
inspector da Thesouraria de Fazenda.
Joo Domingos di Silva Pinto de Aimeido Gui-
mares.Requeira ao Sr. director do Arsenal de
Guerra.
Bacharel Julio Augusto de Luna Freir. Enca-
iniuhe-se, deveudo ser pago o porte na reparticilo
dos Correioa. '
Dr. Joaquim Jos da Cmara.Remettido aoSr.
Brigadeiro cominaudan;e das armas para atteuder
ao supplicaute.
Maria Augusta da Silva.Nao tem lugar.
Thomaz Espiuea.--Sim, obrigaudo-se o suppli-
caute pela c ntribuicao e mais despozas inheren-
te .
Joo Rodrigues de Moura.Informe o Sr. ins-
pector da Thesauraria de Fazenda.
Emilia Madeira Goncalves Ferreira.Sim, sa-
tisteitoa os direitos fiscaes, e procedidas as dili-
gi ncias do estylo.
Manoel Rodrigues Teixeira.Como requer.
Secretaria da presidencia de Pernambu-
co, em 23 de Fevereiro de 1886.
O portoiro,
J. L. Viegas.
Repartido da Polica
Secjao 2.1 N. 182.Secretaria de Po-
licia de Pernambuco, 23 de Fevereiro de
1886. Illm. eEx.D. Sr. Participo a V.
Exc. que toram hontem recolhtdos a Casa
de DctencSo os seguintes individuos:
A minha ordem, Antonio Barbosa dos Santos,

N N .
t


Diario de Pcrnambiieo^uarta-feira 24 d PcTcreiro 1886
ntido pelo detegado do tero da *io d'Albo
D pronunciado crime de turto de cavallo na
mbtcs de Timbaba.
ji" ordesn do subdelegado do Recife, Manoel
jH-yj da Silva Santos, por disturbios.
__Ante-hontem, s 7 boas da manh, fci en
trado nos mangues existentes em frente ra
d Norte, no 2 districto da Boa-Vista, o cadver
J individuo de nome Jos Soares ds Reg Villela.
O subdelegado do districto compareceu no lugar
Bftndou vistoriar o c lavar pelo Dr. Jos Joa-
eaaa de Sonsa, qaa decana ser sido a norte oe-
cHwadi por .spfcrxia por subaras-so.
Pelo delegado do t ..do Boako fotremettaa
iio competente o inqaarito policial a que peo
' atden conten o menor Joaquim aWinho da CMs
jm naver disparado urna pstala em um ontro
or de nona Jos Joiajaim do Menezes.
__ Tambem pelo delegado do districto de Bebe-
mmro, foi remettidoao juiso competente o inqueri-
I policial a que proceden sobre o facto all occor
lido no da 12 do corrente, do qual resulten o te-
ento da praca de polica Custodio Gomes de
Visto.
Deas guarde aV. ExcIllm. e Exm.
Sr- eonselheiro Jos Fernandos da Costa
Itereira Jnior, muito digno presidente da
iprorincia. 0 chefe de poli- :ia, Antonio
Demingos Pinto
Thesoiiro provincial
BBSPACHOS D<) DA 22 DE FEVEKEIBO
Jlo Alves Bezerra, Francisco Gomes
asa Silva o Joao de Araujo. Escripturo-
ee & divida.
Pret do corpo de polica. Exarnine-se.
Jos de Azevedo Maia Silva. Certifi-
je-se.
Auna Laurinda de Siqueira Varejao,
Dr. JoSo Mara Seve, Joaquim Jos Al-
ves Antonio Milgurges Saraiva Galviio,
Bualnn do thesourei'o das Obras Publicas
Manoel Ferreira. Informe o Sr. conta-
ear.
Albino Cruz ara vista da disposisao do art. 2 das ins
troceoes citadas.
Dr Gervasio Rodrigues Campello, Luiz
Fefippe dos Santos Porto e viuva Cons
Altillo P. F. da Silva & C. -Volte ao Sr.
eeatador.
Dr. Joaquim Correia de Araujo, lia-
noel Pinto e de Castro, Jos Firmino Cor-
len de Araujo < Jos Antonio de Maga-
ates Bastos.Haja vista o Sr. Dr. pro
carador fiscal.
Jeronymo de Hollanda Cavalcante de
Albuquerque Filho.-Regstrese e facpm
ae as notas competentes.
Pret e folha do corpo de polica.Pa-
ga se.
JoSo Cavalcante de Albuquerque.Ao
Sr. pagador para attender de accordo cora
m ifbrmacao da contadoria.
Henriqueta Amelia de Menezes Lyra. -
A'riata da inforrnacSo da contadoria, nlo
la me deferir.
23
Jos Maria de Albuquerque Lacerda e
Jos Nicolao Ferreira Gomes.Certifique se.
Manoel Antonio dos Santos Fontes.
Haja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Irmandade do Senhor Boro Jess das
Pbrtas. Informe o Sr. contador.
Carneiro de Souza & C. -Reqaeira a
jeparticSo competente-
Jos Bandeira de Mello- Ao Oonsula-
a para attender.
Consulado provincial
BBSPACHOS DO DA 20 DB FEVEBEIRO
Ferreira Caacx & Filho. Iforrne a 2*
eeeio.
Jos Gomes do Moraes e Francisco Jos
Jaime Gal vao. Informe a 1* seccSo.
22 -
Joaquim Francisco Querido, Carvalho
Jaator d Leite, tenente-coronol Joaquim
Correia de Barros, Dr. Leonardo de Al
aaqoerqufl Cavalcante, Antonio d* Albu-
ajoarque Paes Barreto e Costa & C. In
ferroe a Ia sec(So.
Antonio Carlos.Certifique se.
Januario dos Santos Bernardes. A' 1*
aeecao para attendar.
Catharina Eug-nia de Carvalho Paes de
Andrade. Ortifiqae-se,
Gomes de Mattos Irruios. Indeferido,
a vista da informacXo.
Jojlo Mayer. Informe a l* secc2o.
Fefinto de Reo Barros Pesaos. Infor-
aoe al' aeccilo.
JoSo Mayer e Francisco de Carvalho.
- Informa al1 scelo.
Pereira Carneiro & C. Informe a 2*
arelo.
Jos da Silva Loyo Filho.Certifique-
lii.lrncco publica
bspacuos do da 19 de fevebeiro
de 1886
Naris Augusta da Silveira, professora publica.
Eocaminhe se.
Dn,da Silva Cmtioha. professora publica.
Dr> requerimento d supplicnte ao delegado lit-
Serao oara obter attestado de exercicio, v-se
oe en 31 de Janeiro aebava se a suppieaate na
iUe de sna escola, e da presente peticao verifica
se-qae est agora nest capital, era tempo lectivo
e sea lieenca ; infringindo assim o disposto no art.
rSl 5 1 do regulamento vigente. E accrescendo a
aso ao ter a supplicsnte provado a molestia que
alega, indefiro seu requerimento.
20
Jos Theidoro Ccrdeiro de Barres, professor
fclico. Eocaminhe-se.
Mara Joaquina Barbosa Magalhaes, profeeeor
aafctSea.Encaminheise.
Jofto Sesino dos Saltos Bes' rra, professor pu
aBoo. Encaminhe se.
Serriliano Correia Maia, professor publico.
Kacaminhe se.
Joaquim Manoel ds Oliveira e Silva, proteaaor
aablieo.Encaminhe-se.
Alberto da Silva Mirnda, professor publico.
Sacaminhe-se.
Jeeretaria da Instruccao Publica de Pernam-
aaee, 20 de Fevereiro de IS86.
O porteiro,
J Augusto de Mdlo.
Cmara Municipal
ACHOS DA SES8XO DE 10 DE PEVEREIBO
DE 1886
Joa Peres Caaiptllo de Almeida. Pagae-aa.
ADDITAMENTO A08 DE8PACHO8 DO DU
20 DO CORRENTE
Pdo Sr. vereador commissario de poli
mm:
Osaka & C, pedindo para que se d baiza no
armazena de deposito do kerosene sito travessa
ir, Mercado n. 12, o qual acha-ae fechado desde
Deaembro fiado.Como requer.
E'pidi Valeriano de Oliveira, pedindo lieenca
aaia abrir naia-lija de barbeiro no compaitimento
lo predio a. 56 raa do Visconde de Iobama. -
Mea.
Peiippa Hoaataa, pedindo que sejaia feitas as
vidas averbaces no seutido de pertencer-lbe
iatde Janeiro do correte anno, a offlcioa de ter-
Miro tita roa Nova de Santa Bita o. 53. -Como
jiSJHOi em vista da mformacao do fiscal.
Prancisc* de Carvalh Asevedo BrandSo, p-
jeado lieenca para mandar concertar ancaaa-
Mieato d'agoa do tea predio a. 6 raa do Hospi-
Jos Jess PisBentel. p>dindo licenea para abrir
ama initanda na raa do Cjueiro.Iaem.
Manoel do Nast-imento, para mandar abrir um
deposito de seceos na casa na ra do Principe,
e que o i sent do pagamento de impostes atrasados.
- Idpm.
Umbelina Fauatina Secuodina de Mattos, para
abrir um hotel na casa n. 29 a ra das Laraogei
ras, o qual se denominarH.itel Ri'staurant Ita
liano. O>mo requer, pagando o imposto a multa
do antecessor, que ubi io sera lieenca.
despachos dos das 19 e 20 de fetsreiro
de 1886
Pelo^Sr. vereador conumssario de poUcia:
Miguel de Lima & C, pedindo liceea para
abrir ama taverna na eaaa n. 23 ra da Marda.
Pagando o imposto como requer.
Pelo Rvd. Sr. padre 4Hel>o,
commissario de edificacZes:
Augusto Vit'ira da Coste, replicaado, sati
exigencia conti la no parocer do eugenheiro, de-
clarando que consiste na substituya de duas tor
?as a obra que pretende -nandar fazer na C9berta
da casa n. 2 Estrada do Arraial, cuja lieenca
solicita. Pagos os impostas, concede-se, limitm
de-aeao que pede.
Andr Rombake, pedindo lieenca para mandar
substituir duas tercis da c.;berta da casa n. il
ra do Mrquez do Herval, demolindo previamen-
te urna trapeira que tem a mesma easa.''agos
os impostes concede-ae de conformidad* cotr. as
posturas e parocer.
Antonio Vicente do Xascimento Peitosa, pedin
do lieenc* para mandar reedificar coin alvenaria
de tijollo dando-lhe a forma de chalet, a sua casa
de taipa sita ra de Sute Elias, no lugar Es-
pinheiro. Satisteito o que exige o eng^nheiro,
volte.
Antonio Gonculves d'Azevodo, para manda
alargar, de aceordo com as posturas e de confar
midade com asjanella:. da frente, duas janellas
do oitao de sua casa n. 2, sita roa do Bom Je-
ss..Jagos os impostor concede-se de contormi-
dade com as posturas e parecer.
O raesmo, para mandar retelhar, substituir cai-
bros e reparar o reboco de sna casa a. 11 ao Lar-
go d'Asaeitbla.Limitando-se ao que pede, con-
cede-se.
Antonio Joaquim Cavalcante de Albuquerque.
para mandar t >mar (roteiras cu seu predio n. 4 A
ra do Padre Jobrega Sim.
Auna Francisca Bittencciur. para mandar cor
rer o telhado de sua casa n 1 a ra da Ponte Ve-
Iba, afim de tomar goteiras.dem
Bernardino da Costa Campos, replicando satis -
faz a exigencia Ida anterior despacho declarando
que os quartos que pretende mandar fazer no in-
terior de suas casas ns. 139 e 139 A, sitas ra
do Conde da Boa-Vista, cuja lieenca solicita, de
vero ter quarenta pa'mos de fundo e dt-z de lar-
gura amhia.Pagos os impostes concede se.
Barao de Petrolina, pedindo lieenca psra man-
dar edificar urna casa terrea com sota corrida em
eu terreno ra do Hospicio.Com o parecer do
engenheire.
Francisco Alves Loureaco. para mandar ree-
dificar a sua mei'agua sita ao becco de l'aschoal
u. 5 ou Guararapes n. 49 A, visto ter duas fren-
tes dita mei'agua, levantando urna sota, abnnlo
urna janclla no oitao Ja sota e transformando em
partas quatro janellas, sendo urna na frente e trf s
110 oitao. Pagos os impastes concede-se de con-
formidade com as posturas e parecer do euge-
uheiro.
Guilhermina Jovina Pinheiro, t.ara mandar re
elhar suas casas de ns. 84, 86 e 88 ruados
Guararapes.dem.
Hercuiauo Jos Rodrigues Pinheira, para man-
dar tomar goteiras em sua casa n. 127 ra de
S. Jorge.dem.
Tenente-coronel Joaquim GodqhI'cs Guerra,
implicando, declara que dever ser teita de accor-
do com o art 1 da le n. 1,573, a sota que tem
de levantar em sua casa n. 78 ra do Visconde
Gjyanna, cuja lieenca solicita. Satisfaga o que
exige o engenheiro no seu parecer do do an-
dante.
Josephina Guilhennina d-- Freitas, peaiodo 1
cenca para inanaar correr os tel hados de suas ca-
sas sitas a estrada nova do Caxang ns. 33, 35 e
37.Sim, dando previa sciencia ao fiscal.
Jos Fraucisco de Paula Ramos, para mandar
retelhar as suar casas de ns. 26 e 28 ra da
Alegra.dem.
Jos Rodrigues de Soaza, para mandar tomar
goteiras ni easa a. 4 ra do Coronel Suassuna
Sim.
Padre Joaquim Pereira Freir, para mandar
transformar eio janella urna porta de oitao de sua
casa n. 57 ra do Motocolomb, tregaeaia de Ato
gados. =3Pagos os dimits, concede-se
Lino L Regallo Braga, para mandar encaar
as aguas do telhado da casa n. 39 a ra do Boin-
Jes.i.-. beu) cuno levantar cornija e tomar rebo-
cos na frente.dem.
Leal & Irin.to. para mandar cobrir e reconstruir
internarucnte a sua casa n. 37 4 ra de S. Miguel
freguezia de Afutrados, bem como fazer ealcada
tomar goteiras e pequeos rebocos u.i d.- n. 88
mesma ra.Pagos os impostes, concede-s-: de
cooformidade com as posturas u p.ir.cer.
Manoel de Souza Baptista, para mandar fazer
um salla interno em sua casa, sita a estrada nova
de Caxang, bem como um teiheiro em aberto jun
to a referida casa =Idem.
Paulo Jos de Oliveira, para uianlar correr os
telhados de suas casas da ns. 33, 35, 37, 39, 41 e
43 a travessa do Focinho, bem como a da de n. 15
a de Vidal de Negreiros.Sim.
Rodolpho Muuiz Moreira, pura mandar concer-
tar a cubera de sua casa n 24 ra das Laran-
guir.is.Declare quaca os cuucertj* que pret ndc
facer ua coberte de sua casa.
Francisco Caudido d Silva, para mandar abrir
um oculo no oitao de sua casa n. 55 ra velha
de Santa Rica.Nao tem lugar.
Secretaria da Cmara Municipal do Re
cife, 22 de Fevereiro de 1486.
O porteiro,
Leopoldino C. Ferreira da Silva.
DIARIO DE PERNAMBUC)
Heiraapectu poltico do anno
de 18*&
.AUSTRIA-HUNGRA
iContmuaiao)
Os hngaros no pode;n deixar de ter appre-
hensi.'.s quantoaos resultados da poltica seguida
pelo conde Taaffe. E' evidentissirao que a fortu-
na do slavismo e federalismo n'unia das partes da
monarchia ha de ter nao pequea influencia so-
bre a sorte dos ala vos que povoaui a outra. Ora,
estes esto em maioria nos dominios da coroa de
Santo EstevQo, porquanto os raugyares, posto
que sejain all a lina raga directora, nao sao em
numero superior a cinco ou seis milhoes, em
face dos dez constituidos pelos eselavonios, ru-
manos allemes. E'. no emtanlo, a preponde-
rancia dos magyares o alicerce da grande obra
realisada um 1867 pelo conde de Beusto autor
desse bem lembrado dualismo cuja condicao es-
sencial a umdade interna dos estados que o
constituem.
Se a Austria propriamente dita se deixasse le-
var na impetuosa corrente federalista; se os po-
vos que a maioria parlamentar do conde Taaffe
representa conseguisse quebrar os ltimos lacos
da centralisaco que outr'ora Ihe foi peso insup-
portavel. nao ba duvida que tal facto havia de
exaltar o sentimento nacional e augmentar de
energa as exigencias dos servio da Croacia, que
de certo nao esto contentes com a sua sorte de
subordinados da monarchia hngara.
Nao foram ainda esquecidas as desordens, em
certa occasiao gravissimas, a que em 1883 deu
lugar a questo referente aos escudos nacionaes
e 4 ingua que devia figurar nos dsticos ou le-
geoas que osdesignam.
Postenormentc serenaram um tanto ou quanto
os nimos na Croacia, mas uo inteiraraenje. As
scases da dista de Agram foram, depon disso,
muitas vezes perturbadas por scenas escandalo-
sas a que so punba termo a expulso dos amoti-
naoree do recinto da assemMea. 0 gnrpo mais
xtremado, conhecido pelo nome de seu chefen
Sr. Starceviescontinuou a protestar, auxiliado
pelo alto valimento e incomparavel prestigio do
1 de Diakovar, contra urna dependencia po-
tica em que vi a postergacao dos mais sagrados
direitoa da sua patria.
Em Setembro um novo facto aggravou a situa-
co, alimentando mais intimamente as paixoes
particulafistas. Velaos papis do estado, per-
toaceast Croacia, e fae deviain cotaservar-sc
nos archivos da respectrra capital, foram rregu-
traiisportaos aura as secretarias de
Esas incjaatt'.a ajue se pode caamar ar-
giu, agisat frraaaalaiaMte o apiritos, e
l'aaau pata i|i o pea sahiaaaarinado a
sajao.
Se tal acontecesse, seria a primeira vez que a
paleographia dera ensejo a derramamunto de san-
gue e construeco de barricadas para recon-
quista de um antigo diploma escripto em papel
vclino. ou de urna doago immcmorlal lavrada
em pergaminho.
la reunir-se na capital da metropole urna de-
pulago reinirola, ou assim denominada, com-
posta de delegados da Croacia e da Hungra, e
utairagadl de reformar fundamentalmente o
compromisso constitucional estabelecido satn
BaBaS 'lna- parta do reino de Sanio Estevfio.
Alinal comprehendera-se em Pest ner.essidade
de chegar-se a um accordo com os descontentes
mas vao lm loagC as pri'lenres dos proprios
moderados do partido nacional croacio, que equi-
valendo quasi unio pessoal pura c simples, nao
poderia o hbil Sr. Tisza ver nellas a garanta do
convenio desojado.
Por outro lado os magyares devera tanto mais
(Irscjar a solticao pacilica de taes difficuldadas.
quanto eiubarasos nao menos graves llies sorgem
de outros pontos da monarchia. Os saxonios
allemes. que at ha pouco se sujcilavarn Ufo pa-
cificamente ao governo dos scus condes, come-
rain emliriagar-se na tacado pangerinanismo,
e a protestar contra o ensino obrigatono dalin-
gua hngara as escolas, o que nao pode deixar
de incommodar o Sr. Tisza.
Tamben se agitamos rumanos. Era 1885 ap-
parecera,n proriamaces nceudianas e profusa-
mente distribuidas, com o lim ile patrocinar a
cansa da Granil limiviiiiu e excitar a poptilaca
para a revolta contra a [iretcnsa tyrannia dos ma.
gyares.
Kiuquanto a organisaco interna da Hungra I
por tal modo ameacada, a perspectiva do federa-
lismo triuinphanle do outro lado ds I.eilha deixa
muito a receiar sobre o destino futuro do proprio
imperio dualista.
Entreunto, o gabinete hangar", a que o esfor-
zado Sr. Cotonaa Tisza preside vai para onze
anuos, tera resistido admiruvelmente ao concur-
so deto graves circunstancias, sein todava es-
quecer-se ile leal i sar reformas jiteis aoprogresso
social do estado que dirige. A longa existencia
desse ministerio nao temcomparacao coma dos
que no Brazile oulras nacOes se succedem por
assim dizer trimensalm'iite. A propria lngla-
'erra, o paz classco do parlamentarismo, onde o
segundo Pitt governou seguidamente dezesete
annos o lord Liverpool nada menos de quinze. a
propria Inglaterra, diemos, nao pode nestes l-
timos annos soffrer o confronto da estabilidade
ministerial de que est dando exeinplo o reino
magyar. Bmquanto que na Gr-Bretanha parcoe
estar admittido que um gabinete nao pode ir
alm do periodo de urna legislatura, quand
chega l. as Ierras banhadas pelo ifanubio nas-
cem, vivem e morrem os parlamentos, sem que
taes successos abalem o pillo hbil que est
agarrado ao leme da nao. para fallarmos com a
rhetorica usual. A' primeira vista parece que o
caso da Allemanha ainda mais adnuravel que o
da Austria-Hungria no assumpto de que trata-
mos. E' preciso coiutudo ponderar que, alni
de que o Sr. de Bismarck nao se ha ate -tfoje dei-
xado prender no que elle chama as leas de ara-
nha parlamentares, d-se mais que as numero-
sas transformacoes realisadas pelo spero chan-
celler un scenario da poltica interna, teem alas-
trado o chao prussiano de ruinas dos ministerios
que o principe faz e desfaz sem dar a minima sa*
tisfaco a ninguem, exactamente como o patrfio
despede os caixeiros sem jiedir lieenca ao vis-
uho.
A cmara dos deputados de Budapest appro-
vou em Marco o projeclo de reforma da mesa dos
magualasa cmara altaou senado da Hungra.
Essa reforma constitua um dos principaes arli-
gos do proeramma do Sr. Koloman Tisza, a cuja
direceo poltica os phenoinenaes vicios deorga-
nisacao dessa singular assemlila creavam lti-
mamente serios embaracos. O programma co-
mecou por diminuir a influencia hereditaria da
mesa, sujeitando os magnatas a um censo Izado
em tres mil florins de imposto territorial, e auto-
risando a coroa a nomear cerlo numero delles
vitaliciamente. Isto emquanto por um lado
arredava das funecoes legislativas nunca menos
de 300 lidalgos que, pela sua pobreza, nao satis-
faz iam as condices censilarias, pelo outro aug-
raentava a influencia parlamentar da cmara aris-
tocrtica com a admisso dos senadores de livre
escolha da corda, ou antes do ministerio que ti-
vesse a conlianga desta. A referida proposta g-
le consignava ainda outras innovages impor-
tantes. Destiluia, por exeinplo, da qualidade de
magnatas os bispos in partibus e aquelles nobres
a q ne a constituico feudal da cmara alta da
Hungra e direitos successonos davam lugar
nessa assembla, postoque fossem cidadaos de
outros paizes. Esse extravagante privilegio es-
teodia-se a alguns representantes da lldalguia
austraca, subditos do estado cisleithano, e. por
tanto, estrangeiros no reino de Santo Estevo.
Cbegava mesmo a abranger dous inembros ta
tribu monar chica, o re de Portugal e o principe
de Galles, como successores do duque de Saxe-
Coburgo-Gotha, prente de ambos.
Restava saber se a cmara alta aceitara de
bom grado una reforma que, alera do mais, a
amputa va em quiuhentos de seus inembros sobre
o numero espantosamente exagerado dos oito-
centos que comprehendia. A resistencia devia
tec sido tenacissima, caso o governo nao quizesse
fazer alguiuas conceasoes a tantos senhores fen-
dos as suas exorbitantes prerogativas.
Mas o chefe do gabinete hngaro uomem
pratico por excellencia. Nao quiz inutilisar
completameute o seu trabalho maniendo a inte-
gridade de umarefcrina a que havia dado cara)
ampiitude, j no intuito de restringil-a, segando
as circumstancias oceurrentes : pedir relativa-
mente muito, para que lhe dessem por fim algu-
ma cotraa.
0 plano nao foi totalmente improductivo. Os
magnatas adoptaram a proposta governativa.
posto que modiicada. Tal adopeo resultou de
um accordo realisado entre o Sr. Tisza e o conde
Andrassy, que entrou no convenio em nome da
in aioria da mesa. As emendas desta assembla,
co mo era de prever, tiveram principalmente em
vista a manutenco de prerogativas to amigas
quanto anaehronicas. Antes de tudo os magna-
tai quUeram conservar intacto o frontal do rao-
uu ment gothico de sua corporaco, Regeita-
ram. portanto, o artigo primeiro do projecto, que
sabstituia o antigo nome dessa corporago pelo
t cmara alta, quaUBcativo moderno que muitas
ases se applica a asseaaatias pouco Mnctas
das cmaras baixas pela cathegona dos membros
que compOem urnas e outras,
Segundo a nova le, a mesados maimaias mm-
poe-se dos representantes masculinos das fami-
lias uobres da Hungra, e que j liiiliam lugar
nessa corporaco, bem como de individuos no
mesmo caso pertencentes fidalguia transylva-
nica, com tanto que possuam no territorio do
reino bens de raiz que paguein btteadl o im-
poslo annual t|ue o projecto e desses legisladores par droit de naistanc* e de
outros por dignidade de ollicio, ha os que o rei
ipii/.er nomear, dentro dos limites legaes. que nao
licaram tao ampios como ap paree iam na propos-
ta do governo. Em lim. non 0 rei de Portugal,
era o principe de Galles, nem ainda *os uobres
austracos, tero mais a possibilidade de tomar
assento na mesa dos magnatas, a menos que se
nao naturalisem hngaros, o que, sobretudo em
releco aos dous primeiros, nao sacrificio que
as BaTCCa sufticienteniente compensado.
(Continua.)
RKCIFE, 24 DE FEVEREIRO DE 1886
Noticias do rarifico* Rio da
i ral a e sul do imperio
O paquete americano Advence, entrad) hontem
do sul, trouxc as seguintos noticias e as qne uuos-
tam da rubrica Parte Official.
Pacifico
Datas telegraphicas at G da Fi-vcr.'iro :
Segund i telegracnma de Valpar^iz ; datado da
6, a cmara chilena approvou a lei d-. ideicous ; o
Dr. Pirola publicou um manifest cundemnarulo
a actual suuacao pdtiea do Per.
Rio da fat;
Datits at 9 de Fevereiro :
El Siglo, de Montevideo, publicou tete^rainra*
de Buenos Avres, noticiando que as provincias !-
Santiago del Estero e de Catamirca foram decla-
radas etn ejtado de sitio, o que o representante
oriental, Gayoeo, enviou ao ministro dos negoeos
estrangeiros, Dr. Ortiz, uina nota communicando
ii ivos depsitos de armas e reclamando mais urna
vez a iuternicao doe chefes da revolueo orien-
tii: .
No dia G foi encerrada a sessao extraordinaria
i) primeira periodo da 15' legislatura da assem-
lili g'ral da repblica Oriental, asado a mesma
issembla c invocada para sessoes ordinarias no
dia 15.
Em rr-unio privada dos membros do uorpa le-
gislativo para se assentar napaculha de candidato
a presidencia da Kepublica, foi designado o Dr
F A. Vidal, por 40 votoSj_teudo havido 20 votos
deisidentes, que. entretanto nao se manifestaram
pir nenlium outro candidato.
io Graatle do Mu
Datas at 9 do Fever nro :
Ns cidade de Rio-Grande imugurou-se com
grande solemnidaie o Asylo de mea {
Para dea batruccio do uabybi. vo S8T empre-
lidas as draga i Estrella do Sul, Iniciadora e
Gubaglia : vapor Rebanea; seis batelloes de ferro
c todo o material naval de lanchas e -scalvres dos
navios.
A draga Etlrella do Sul com os s*)is batt*Ue e
o rehocador Mareilio Pa, que ja se acba em
Porto Alegre, vao tazer a ileiobstruccao do baxio
dy Cristal.
A Iniciadora vai abrir um canal atravez do ba-
xio do Taboleiro, no Itapuan, em substituicao do
tortuoso e perigoso canal da Pedra.
Esta draga, que de reacuao, nao precisa de
batelloes, vis o couduiir a areia que extrahe.
A GabaaUa vae siinplesmente servir de deposi-
to de carvo e si bresalentc.
0 vapor Reboticas vae servir de aviso para a
direcoao e fisealisaciXo dos trabalbos, deveudo ser
substituido pelo rebocad.r Bitarque de Macedo
que seguir brevemente.
O Echo do Sul, refera o seguinte :
Por cartas recebidas de Bag ejde outros lu-
gares sabemos que as n timas chavas p'oduziram
grandes estragos nos campas que margeam alguns
arroios, tenio ficado tambem distruidos mu tos
pasaos sobre os mestnosuarroios.
Km Candiota ma o estado dos gados, como
em quasi toda a campanha de Bag h parte da do
Algrete, Sant'Anna e !>. Gabriel. Alguns estn-
jioiros uao podero faaer vendas de gados senio
para oa 6ut do vero. Muitos dos que dispunham
de numera regular de rases em potreire, tiveram
da daital-as a cunpo por haverem apodreoido os
pastos nesses potreiros.
Dizem-nos qne dous fortes estauci-ir >s de Bag
tiveram de rescindir contractos celebrados eun
tropairos para o tornedmento de tropas por have-
rem ficado com o seu gado de aparte completa n< n
te nutilisado para negocio.
!Sabe-se que em toda a eompaaha do Cerro
Largo, ua visiulia repblica igualmente lastimo
so o es ado das paataans a dor gados.
Um voraz incendio reluzio a cinzas um dos pon-
tos da estancia da respeitavel matrona Exma. Sra.
I). Ubaldina Ja?intha de Araujo, em Taquaremb,
1 districto do termo de D. Pedrito.
O incendio teve comeco na coziaha, o, comuui-
nicando-se a um dos compartimentos do posto rs-
teudea se rpidamente pela linha de casas que
all havia, devorando as toilas.
Por serem as cobertos da capim, propagou se
ciiu tacilidade o fogo, do qual nao escapou eousa
alguma do que c< poes.
O posteim, que se chama Candido de tal, esta va
doeute de cama, e, a custo arrastando-se pelo chao,
escapou de ser morto pelo voraz elemento.
A mulber e os filhos do posleiro tambem salva-
ram-se milagrosamente.
O Sr. Franc Robera, ingles, estabelecido na
cidade do Rio Grande com hotel e casa de seceos
e inolhados a varejo, foi na noite de sabbado fon-
do eom urna tacada no ventre.
O aggressor foi o irlands Miguel Keinsis, ina-
chinista de urna draga,
Entri este a o lerido nao preced.-ra a menor
duvida ou alteaco,
Acbavam-se os dous e diversas pessoas conver-
sando amistosamente, quando Miguel sem mais
nem menos ouxa da faca e fere Robcrts, de quem
alias, segundo nos informara, se dizia amigo.
O criminoso toi preso em flagrante e recolhido
cadeia.
Em D. Pedrito o menor Martiniano, de 13 para
14 annos de idade, deu no tambem menor Benja-
mn Cbagas, filho do Sr. Joaquim das Chagas,
duas tacadas, sendo urna as costas e outra na re-
gio toraxica.
Da misma villa fugiram da cadeia os presos
Theopbdo Dornellas e Bernardo Paul] de Souza,
arrumbando duas grades da janella que di para
a ra.
At a ultima data nao tintura sido capturados
os fugitivos.
Na cidade de Pelotas pereceo a togado o me-
nor Isaas d raujo Castro, filho do finado dei-
pacnaute da alfandega desta cidade Isaas Rodri-
gues de Araujo Castro.
O infeliz era caixeiro da loja de fazendas dos
Srs. Barbosa cobrar urnas coatas, foi, como costom&va, hachar-
se no arroio Santa Barbara, onde pereceo afoga-
do.
Falleceu na Uachoeira a Sr. Olavo Soares de
Almeida.
Parsut*
Datas at 6 de Fevereiro :
Nada reterem as folhas que roereca attenjo.
aaaia Catkarina
Datas at 12 de Fevereiro :
Carecen, de importancia as noticias desta pro-
vincia.
Mioma (leraes
Datas at 14 de Fevereiro :
Em Ouro Preto cjutinunido em greve os traba-
Ibadores do ramal de Ouro Preto, a que ha das
nos referimos, comparecers! no dia 3 parante o
Dr. chefe de polica, que qniz tentar um accordo
entre elles e os einpreiteirjs, pagan! > estes parte
dos meses vencidos, mas infelizmente nao se pode
effictaar o accordo por allegarem os empreiteiros
falta de dinheiro.
Da Canoa communicaram ao Crrelo do Norte
de Montes Claros, o stguiute :
Na sexta feira, 18 do passaJo, desabou urna
vi jlenta teaipcstaiie, acompanhada da forte venta-
na, ua lugar denominado Lages. Diversas fi .li-
llas que se recollam das preces e oracoes que se
f iziam era um cruzeiro visinho, soffraram toda a
unpptuosida le do vento e chova, e ficaram maltra-
tadas Maria de tal, casada com Francisco Ba-
ptista, a qual ficra nra pouco atrasada com urna
filha, toi apanhada por um grande jaracati que
cahio com a ventana, e tres horas (lepois suecum-
bio, ficando a filha bastante offendida.
Entretanto as chuv 13 por aqui tem faltado
at agora, e as plantacoes continuara a soffrer, re-
celndose que venhain a perder-se ".otalraente.
No Fructal, a 18 do pissado. f iram pr-sot em
flagrante delicto Balduino Jos Vieira e seu irmo
Misael, que era renhida Iota cora Celestino o Mi
noel do Carino, mora lores uo Garimpo, desteclia-
ram entre si diversos tiros, resultando um fen-
raento c:n Bilduiuo, que re^ebeu um ba?o de
chumo 1 em um dos braijo.".
Na occasiao e uo lugar de conflicto ia ps
um m -nino de H-i'or Machado da Silva, o quil
fi offenlido por nm dos tiros destechadas, in i 1
un balaeatpftsjar-a na cxa, pertida virilha.
Ce esto 1 cMiiiil do Carino lograra a eva-
dir se.
Percorre t municipio de Juiz de Fora um
bando de rabes e hngaros mase ates, que entrara
t irc.i as casas, e, segundo se diz, ataciram um
viajante na estrada d Rio do Peixe, roubando lhe
l:2QOf00O?
Foram capturados : no districto do Br-j >
das Alinas, a esforcosdo delegado de Montes Cla-
ros, os reos Benedicto Alves Moreira e Manos
.Martins Goncalves, vulgo l'icuaraoa, tendo este
fgido do poder da escolta.
Por occasiao de'effectuar-se a diligencia, acha-
v::in-se entriucheirados em urna casa os referidos
re is que oppuseram tonaz resistencia, tendo -3e
trocado eutre clles e a escolta alguns tiros resul-
tan lo em uns a outros ferimentos leves.
Palo subdelegado do 1 districto da cidade
da Bagagem, o reo Jos Pinto Carlos 1, e uidem
nado p lo JDry do Patrocinio a 4 aun ia de prislo
simples e multa corresp jo lente ktavoa parte do
tempo.
Pelo delgalo de Murlsh, e ao logti daao
minado S. Fernando, districto da Boa Familia, o
inspector de quartsiro Candido Jos Marques.
por ter acjinpa:ih 1 i 1 de dons paisanos, desfechad 1
dous tiros contra o ex subdelegado duquelle dis-
tricto, Luiz de Souza Gidinh-.
Esta dil'gen'ia teve lugar depuis de ter o dele-
gado pro-edido a corpa de doliese e Mares pr-'vi-
deocias
Pelo delegado do Macln.'.o, o x> Marcliuo
de til, criminoso no Cmpes'.re, termo de Caldas,
por ter assassinado a Autoui > da Costa Simo.
Em Jaguary, Antonio Leonardo da (Josta, pro-
nunciado no art. 193 do cdigo penal, p lo assas-
sinato perpetrado na pessoa do juiz de paz da fre-
guezia do B >m Retiro.
No termo da li n-Vi.-t*. Emygdio Jcs da Ro-
cha, Mateara de nota, sendo a pris.io effectuada
pelo del gado do termo, que tem capturado mu tos
outros .'rminosos.
Hn Paulo
Datas at 16 de Fevereiro :
Le se no Monitor lampista :
O lugar denominado Villa Nova, da treguezia
do Morro do Coco, d-iste municipio, foi houteinthei-
tro de urna horrivel tragedia.
Jos Motta, que contava 65 anuos de lade o
era f;izendeiro naquella localidad-', presa tai vez
de urna hatlueinac.io, cinc -o u um plauo tenebro-
so, ao qual infelizmente deu execuc/2o na mudru
gada de hontem.
Muiiind-se de un machad) dirigi se 1 >
quarto onde dorma sua esposa e, sem fazer o me-
nor ruinar, para no oespertal-a, vibrou na infe
lis dous trtrriveis golpes, um dos quaes quasi de-
cepou lhe ac beca.
A desventurada rajlbur nao teve toaepo de
soltar um gemido sequer, pois a morte a oolheu
instantanetmeute.
Motta dirigi se depois a nm quarto visinho,
onde tinba de-aute-raao paiiduru'i urna corda : e,
depois de vestir a su 1 rnelhor r upa, paz tan.be.in
termo a seus das; euforoando-se.
A mulh"r de Motta dorma em coiuoinhia de
urna tillia de 10 annos de Jado, e esta s-entin lo a
cama humedecida pelo singue que jorrara das
frulas filis em sua rai, uao sa'oeudo a que cusa
attribur pois u quarto achava-se s escuras, cha
mou por urna escrava que dorma um um quarto
prximo, foi entilo que um quadro horrivel apre
oencou-se a seus olbos: sua mai brbaramente
assassinada all jazia baohada no proprio sangue!
A pobre menina gritou por teu pai, inas em
vio, e sahindo em sua procura pelo interior da
casa teve ainda ne presenciar outro quadro nao
menos horrivel 1 vio seu pai morto pendurado a
ama oorda, suspensa do tecto i
* Imagine se a dor e assnnbro da inffliz me-
nina dimite desse Iugubre espectculo!
Dizem-nos que contrislava vl-a. e, ma 8 tres
irmsinhas, abracadas ao calaver ensau^uen'aJo
de sua infortunada ini.
Esta horrivel tragedia causou a raais viva im-
presso ora Villa-Nova.
Em Casa Branca, no dia 8 do corrente, foi
encontrado na entrada do Btrro Pret', o cadver
de Manoel Eugenio, com a casaca ferda a golpe
de machado.
Ignora-se o autor ou autores do crme.
L)is o Municipio, que est presa ha um muz
e alguns das, na cade*. da cidade, urna criauc 1
de dous annos de idade que alli vive era um es-
tado miservel.
Qual ser o crime daquelle singular prisioneiro?
Constara ao Diario Popular que o Dr. Costa
Carvalho, advogado muito conhecido em Campias
e na capital, suicidra-se naquella cidade.
Retere o Parahyba, de Guaratinsuet :
No dia l do corrente realisou.se a cere-
monia do levaiitamuuto da cumieira do theatro
Carlos Gomes, na presenca das pessoas mais gra-
da? desta cidade.
Durante a festa ns b indas de msica Unio
enrjiceiUe o Mafra, tocaram eacolhidas pecas dos
seus repertorios.
Coras
Lemos no Jornal do Commercio la corte :
Foi-UOS e:irmnuuie.ado o segninie telegrainina
relativamente eleicao do i* districto desta pro-
vincia :
S. Paulo, 13 de fevereiro.'Confirmara -se a*i
tristes noticias de S. Jos de Tocautins (Goyaz).
De carta da capital era 25 de Janeiro extrahio o
seguiute : Concluida votacao, quando comecava a
cotsgera das cdulas, s eleitores conservadores
Sorapio Goncalves da Almeida e Francisco Fer-
reira >f artiua as arrebataran! com os livros e cor-
rern) para fra. Os mesarios capto Antonio
Martins Pereira e Benicio Jos Taveira correram
a pos para tomal os.
Chegados, porm, porta, toram recebidos par
descarga da forca publica alli postada e comman*
dada pe 1 alfrez t'acheco. Antonio Martins cahio
morto e Taveira mortalmente ferido. Os antros
cleitoies, que ficaram na sala, fecharam imme-
diatamauta a porta da rus, eantra a qual, como
pela janella, as pracas tasiam fogo a esmo para o
interior da sala. Previa-se e receiava-se tudo
isto, mais foram haldadas os pedidos feitos pre-
sidencia.
Mo de Janeiro
Datas at 17 de fevereiro :
L-ee no Diario Offietal de 16 :
Nao tem o menor luudamento o boato de que
s Sr. presidente do '.onaelho pretende apresentar
ua prxima sesean legislativa um projecto para a
extiuccao do elemento sefli dentro do prasi de 5
aonos,
At boje nao ha raoivo para que S. Exc. to-
nba mudado da opiuio que enuncieu na sessio de
31 do setembro do auno paseado.
a'crea de Octaviano Hudson, cujo fallec-
manto nos foi noticiado em telegramma esereveu
o Jornai do Commercio :
Quem era elle, nao ba quem o ignore nesta
populosa capital, onde todos o conbeciam e esti*
mavaui pelos seu*i exccllentes dotes de coraco e
ineaeedivel probiada. Sem outros recursos alm
do producto do seu trabalho, emguem qea neces-
sitasse e a elle recorresse deixava de ser soccorri
do com o proprio, nao raras veses .udo quanto na
occaetto tmba, cem o autillo alheio, a ee cansara da recorrer a-que diffamoi-a etn bomc-
raigern aos seatimentos de caridad* da nosee po-
pulacho, nunca lhe faltn.
Para as criancas desprotegidas da fortuna
Octaviano Hudsou pedia, esmolav tudo : roupa,
calcado, pensoes para educac3o,_ premion, amen-
doas na Semana Santa, doces na festa do Natal, e
era para admirar a alegra d'alraa com que, sa-
tisfeito dos re.ultados dos seus incessantes es-
forfos, dzendo-se raro jnrtador daquelles dona-
tivos, apr;goava a foote d'onde emanavam.
Para o velho, para a viu"a, para quantos c'le
sabia que precisavam de |soccorros, estendia a
mo e pedia ; pedia como a cousa mais natural,
e a verlade que jamis pedio em vao.
Sua alma seusivel exultava sempre qua se
pratic iva urna aeco nobre, generosa ou grande ;
nSo era meurr sua indignacao contra tudo que
era ou lhe pareca injusto e mo.
Sem posico social elevada, sem fortuna,
Octaviano Hudson era entretanto merecidamente
apreciado e estimado por quuitas Ihes conbeciam
o bem rbrmado coraco e sua irreprehensive leal-
dade.
Sen nome ser sempre lembrado com sau-
dade e, nao ha duvidar, sua alma descanca em
p.iz.
Prova inequvoca e cloquete do quanto Hud-
son mereca, foi dada hontem, por todos os nossos
collegas da imprenaa que, recebando no thaitro
Recrcio Dramtico onde se achavam a triste no-
ticia, retir-irara-se immediatamante.
O seu enterro foi :ocante e concorridissimo
delle se oceupou a referida foiha em artigo edito-
rial, que publicaremos depois.
Tambem acerca do trespasso do Barao de
Laguna, esereveu a citada folha de 17 :
Falleceu hontem e sepulta-89 hjje, no cemi-
terio de S Francisco Xavier, este velho servidor
da patria e considerado veterano da inarinha na-
cional, ni qual servio activamente meio scalo,
contado d; 1 de setembro de 1826, data en que,
pelo almirante que commandava a esquad.-a do
Rio da Prata, foi aimittdo, quando apenas linha
15 annos de idade, na qualidade de praticaute de
piloto, at 14 de dezembro de 1876, em que obteve
reforma n posto de almirante
No siti > das Laraugeiras, portencente co-
marca da Laguna, na provincia de Santa Catha-
rina, na3cu Jesuino Lamego Costa a 13 de setem-
bro de 1811. Seus pas Nicolao Jos Lamego
Costa e D. Joaquina Antonia de Jess, trouxe-
ram-o para o Rio de Janeiro, quau lo tinha 7 an-
nos de idade, e aqu proporcionaram-lUu a as-
trucr;o cotnpativel onx os parcos meios de que
dispunham. Mostrando vocaca para a vida do
mar, com) tantos outros seus comprovincianos,
eoaseguio entrar para o servico da armada nu
categjria de praticante de piloto. Menos de'po-
tro ineses depois, o brigu 1 Rio da Prata, a que
pertenca, foi abordado -Jo porto de Maldonado
onde estava fondeado, por um lancha o e nove
1 13, guarnec las por 120 homens.
Embora numricamente inferior, a gaa/Bicao
do brigue repellio com grande bravura a aggres-
s'>, da qual triumphou completamente. Por esse
teito notavel, o corpo comaier:ial de Montevideo
gratificou a marinbagem com um mes de sol lo c
vveres para igual tempo ; o commaudinte e otfi-
ciaes foram promovidos, e nessa occasiao o prati-
cante de piloto Lunego foi nomeado 2" tenente de
e.o.ninisso Por decreto de 12 de Outubro de
1827 foi-lhe conferida a cffectividade desse posto,
sendo promovido a 1 teneute, por decreto de 7 de
Setembro de 1837, a capico-teneute, por decreto
de 16 de Maio de 1810, a capto de fragata, por
decreto de 14 de Marco de 1849, a capito de mar
e guerra, por decreto de 3 de Marco de 1852, a
chefe de diviso, por decreto de 2 de Dezembro de
1856, a ehete de esquadra, por decreto de 21 de
Janeiro lie 1867, -e a vice almirante, por decreto
de 7 de Fevereiro de 1874. Foi-lbe concedida a
reform no pos'o de almirante, por decreto d 14
de.Dezemb-o de 1876.
No arg) periodo de 50 anuos de vida activa,
L unego foi encarrujado de numerosas commis-
soes, que sempre desempenhou a contento do go-
verno ; em neohuma, pirm, se desvelou mais do
iiu* n* asp-'ccao do Arsenal de Marinha da cor-
te na memoravel poca da guerra do Paragay.
No carg> de eonselheiro de guerra, continuou
a servir mesmo depois de reformado, at ser ac-
ominettid) da euferini la le de que fjlleeju.
Apnvincii do smi nasci'iient: elegeu-o de-
putado Asseinhli Geral iiis legislaturas IO,
IIa e 14", e cout-uiplou-o na lista triplice apre-
sentada cori pira pee'iichimento da vaga de
senador, sendo 6 esollulo c n im -a lo por decreto
de 11 de Dezembro de 1872.
Pelos relevantes Berridos que prestou foi uo-
raeado segundo Bar.Io da Laguna e veeador de
S. M. a iinperatris.
Foi durante alguns annos provedor do asylo
de Santa Leopoldina e director de varas compa-
nhias commerei es.
Era ondeeorado com a in J ih i de ouro n.*2
da campanha do Rio da Prata, official da impe-
rial Ordem do Cruzeiro, dignitario da da Rosa,
gr-crez da de S. Bento de Aviz, coramendador
da de Nossa Senhora da Crraceicao de Villa-Vico-
sa, de Portugal, de Carlos III, de Hespanha, da
L-giao de Honra, da Frant; i, e da do Leac Neer-
lands, da II illui la, c gi craz de Santo Esta-
nislao, da Russia.
O Barao da Laguna era dotado le coracao
boudoso e deixa multas -gratas e gratas recorda-
coes dos numerosos mu os de philantropia e cari*
dade queprat.cou.
Babia
Datas at 20 de Fevereiro.
As noticias sao de ioteresse local.
Lemos na Gazeta da Bahia de 16 :
Por telegramma, recebido do llhos, datado
de ante hontem, sbese terem sido alli presos
Tniago e Candido, mandatarios dos assassi natos
pratcados no dia 9 de Novembro prximo findo,
as pessoas dos infelizes Joo Carlos Hohlenwe-
ger, Marsonilio da Freitas e Antonio de Souza,
j se achaudo tambara presos os mandantes Gentil
Jes de Castro e aeus irra nio.
A' actividade e energa do delegado de poli-
ca daquella cidade, tenente-corouel Joaquim
Ferreira de Paiva, auxiliado pelo subdelegado do
2 districto d'Almada, Joo Ferreira de Souza, se
deve a importante captura dos dous primeiros cri-
minosos ; pelo que sao dignos de louvor.
7
V
EXTERIOR
Portugal
,PROPOSTA3 DE FAZESDA
i Das Nooidadee, de Lisboa)
\. i. loniriliuiro (eral inobi-
I tarta
Abrange na sua incidencia o exercicio do com-
mercio e de todas as demais industrias, profissoes,
artes cu oficios ; as manifestaces da riqueza in-
dividual indicadas na lei; os juros, lucros ou di-
videndos pagos ou distribuidos por saciedades
anonymas e os lucras auterid-is por determinadas
eraprozas ; os venoimentos de todos os empraga-
dos pblicos do estado ou das corporacoes admi-
nistrativas ; e eatabeleciioen'os subsidiados ou
nao pelo estado o anida de outros; as prestac6es
ou pensoes pigas pelas sociedades anquyinas ; oe
reudimeutos dos capitacs empreados em obriga-
co-.'s e outros ttulos de divida publica fundada
(interna) ou amortisavel, e os de papis semelhan-
tes representativos de emprestirnos contrahidos
por corporacoes administrativas e estabeleeimen-
tos subsidiados ou nao pelo estado e por empresas
constituidas em sociedades anonymas ou parcerias
mercantis e bem assim os rendimentos de acedes
dessas sesmas sociedades; os lucros auferidos ou
atti buidos aos capitaes, por qualquer outra forma
mutuados a individuos ou a sociedades particu-
lares ; as rendas ou valores locativos das casas de
habitacio ou como taet considera las.
Cerno su v, nada escapa.
A cuntribuicao geral mobiliaria compoo-se de
taxas fixas ou variaveis p?r compeusaeao ; de
porceutageus fixas ; de urna porceotagem media
complemeut-ir. ,
A contribuicao geral mobiliaria e da contingen-
te, fizado anuualraente pelas cortes no orcamento
ou em le especial. As cortes fixarao tambera
annualmente as porcentagans fixas, que no anno
seguinte devam ser applieadas aos rendimentos a
lia aujeitas.
Para os effeitos da contribuicao geral mobiliaria
as povoaces do coutinente e i has sao clasai&ca-
das em seis ordene : a l' comprehende Lisboa,
senos a sona annexada ao municipio pela lei de
18'de julbo de 188 ; a i' o Parto, steuos as Ire-
guesias eucorporadas na 3* alaste, a nova zoua
aanexada a Lisboa e a treguezia do Beato ; a 3>
as demais cidades que forera capitaes de districto,
qualquer e}ue saja a sua populacho, as freguesiss
de Campanha, Lordello, Foz e Paranbos (Parte);
a povoaoao. ia do conselho de Villa Nova de
Gaia, e todas hs cabecas de comarca que tivarens
menos de 4,000 habitantes, e as caberas de con-
i
/
?^ 1
-di
L 1..6.V.1
>;


de Peroainbucotyuartaeira 24 e Fevereiro de 1HN6
3

elho que tiverem mais de 8,000 ; iMn cabecea
do eoncelho com menofc de 3,000 habitante*, e a*
outras povoacoe* que teabam mais do 1,000; a 6"
as povoaeOas restantes.
As industrias, profissSes, artes ou offieio*, em
cujas taias ioflue a ordem das povoacoe* ond
fbrein exe-cidoa, sSo distribuidos em oito classes.
A p 'ssoa, que no conceibo exercer a mesina ou
aa meam is industrias, profisaoea, ar es ou oficios,
em diff.'rentes locaes. entrar pra a contribuieao
com Untas taxas quanto torein os diversos eata-
beleciuoentos. Dj meemo modo, a pessoa que
exercer mais de urna profUsao, arte ou oficio, pa -
gara par cada uin deiles a respectiva taxa. Os
empregados pblicos ficam sujeitos a esta meama
regra pela industriis ou profisodu, que ezer-
cerem.
Silo sujeitos a porcentagem fxa os lucros, juros
e di vi leudos das sociedades anonymas ; os lucros
produjidos por os cctaculos pblicos, calculados
pelo producto de urna receita completa ou de urna
encheutu em cada mez de trabalbo sem de Juco
de deapezas ; o voncimentos que perceberem oa
administradores, gerentes e quaesquer outros em-
presa fe* de socied idea auouym is ou outras an-
logas ; oa veociinentos dos em pregados de cj n
prouoissos maritim >a e os dos einpregadoa das coin-
panhi s dos cainiuhos de ferro portuguezee ; os
emolumentoarecebidja pelos einpregados pblicos;
oa orden id ja, sidos e quaesquer pensos paga,
pelo governo, pelas corpjracoes aainiuistrativaa
on por quaesquer estab lecimeutos ; as prestacas
ou pensoea pagas pdaa sociedades anonymaa de
qualquer cap ce ; o juros recibidos pelos cr do
res do estado por obrigicoes e ttulos de divida
fundida interna ou amortisavel ;_ os juros rece
bidos pcloa cr-dores das corporac administra-
tivas e dos estabelecimentoa subsidiados ou nao
pelo catado ; os juroa ou dividendos recibidos p -
los credores e accionistas das socie lados auo-
nymas e parcenaa mercantis de qualquer especie.
Sao computadas, para este effeito, as quautias
levadas a funda de reserva ou conta de ca-
pital.
A coutribuicao geral mobiliarm cobra-se por
descont na acto do pagamento dos vencimentos,
prestacoea ou penaos, juros e dividendos. Oa
respectivos eslab lecimentos ficam obrigados para
com o estado, consideraudo-se subrogados dos di
reitos da azeida nacional para o reemoolso.
Ficain sujeitos a porcentagcm fixa todis oa lu-
cros ou intercsaea cerros atribuidos a capitaes de
importancia uao interior a 30*. Compreheu leu
se u ata (lisp)sicao as tomas em partilhis, desdo
3ue renca u juros. Todos os capitaes n*-stas con-
icVs ficam sujeitos a manifest; faltando o ma-
nifest, nao ser adraittido em juizo titulo algum,
alada que de data interior da lei.
<<"A' contnbui ao nobiliaria por porcentagem
complementar ficam sujeitos, no continente do
reD as rendas ou val >rea locativoa das casas de
habitaba i uo inferiores a 20 as trras de 1=
ordem, 15 uas de 2, 10 naa 3a e 4 e 5< as
de 5 e 6".
Sao c usideradaa casas de habitaeao aquellaa
em que eatijmi estaoelecidas sociedades recrean
vas. Sai cunside-adas eotno habtalas, embora
nao '.aja aellas residencia eflvetiva, e estejam com
eacriptos, a3 casas arrendadas com destino a hi-
bitacao e as casas mobil .
As taxas fixas d ia manifestacoes de riqueza
individual recaen sobre criados do sexo masculino,
sobre cavalloa, eguas ou muars sobre os vehcu-
los destinados ao ixausporte de p 'sso .s. Estaa
taxas s> devidaa em cada cmelo ou bairro, em
que o contribuiute tiver criados, cavalgaduraa ou
vehculos a ellaa sujeitos. No laucamente das taxas
nao afilie o maior ou menor uso, que o contri-
buinte faca das respectivas cavalgaduraa ou ve-
hculos.
Em cada cousclho ou bairro far-se-ha anuual-
meu'.e uai arrolime oto de tolas as pes3oaa que,
estivein sujcitas c ntribuicio geral mooiliaria,
Este arrolamento servir de matriz para a contri-
buieao. Paraoservicj da organisa$ao daa ina-
trizca da contribuieio geral m 'biliaria haver em
cada couselho informadorea louvalos eapeciaea.
nomeados pelo delegado do theaouro. Nos conse-
ltaos maia populosos, oa contnbuiutes podero for-
mar gremios.
A reparticao da porcentagem complementar ser
feita em cada freguefcia, ou grup) de freguezias,
por umacoinmissao parocbal, o > aposta do parocbo,
d'um contribuinte desigualo pelo escrivao de fa
zend i, e de ^eia vog 's, eleitos pelos e mtnbuintea
entre si. Esta eleicao regula-ae conforme as ou-
tras leiouoa parochiaes.
Competeaos gremios e s commisjoes parochiaes
dos coutribuintes a reparticao da porcentagem,
ccmplementar, que e applicavel s rendas e valo-
rea locativoa. Na falta deaaa reparticao, compete
ao eacrivo de fazenda a applicac&o da porcenta-
gem media complementar, que for animalmente fi
xada pelo governo. Eatas dispoaicoe importam
um aggravamento enorme na antiga contribuieao
de renda de casas.
Os estabelecimentos industnaes s5o garanta es-
pecial das collectas, qu-' sobre ellee recairem. Os
logiatas e chefes de eatabelecimentos industriaes e
de emprezas, corporacoes ou sociedades anonymas
de qualquer especie, responden! pelas collectas, a
que os seus respectivos empregados estiverem su-
jeitos.
A despeza com as matrizea ser levada em conta
na fixaco do contingente do anno seguinte. O
governo fica autorisado a fazer os re^ulamentos
necessarios para execucao da lei.
As tabellas annexas a esta proposta alteram a
class&cacao d varas industrias e profissoes.
As taxas por inanifesUcoes de riqueza sio as
eguintes :
Um criado, 2*500 as trras de l e 2 ordem ;
e 1|000 as restantes.
Dous criados, 6000 as tenas da 1 e 2' or-
dem j 4J500 as de 31 e 41000 as restantes.
Tres criados, 18JO0O naa trras de Ia e 2 ordem
13*500 as de 3a e 12*000 as reatantes.
Quatro criados, 40*000 as trra* de 1 e 2a or-
dem ; 30*003 as 3' e 26J000 as restantes.
Cada um a mais de quatro, '0*000 naa trras
de Ia e 2a erdem ; 78500 as de 3' e 6*500 as
restantes.
Um cavallo, egua, ou muar, 12*000 6*000 e 2*
conforme aquella classificacao de trras.
Dous ditos, 30SO00, 16S0O0 e 44000.
Trea ditoa, 60*000, 36*000 < 9J000.
Quatro dit,s, 100*000,60*000 e 18*000.
Cada um a mais de quatro, 25*00J 15*000 e
4*500.
Um vehculo de dus rodas, tirado, por um ca-
vallo, egua ou muar, 15*000 9*000 e 4*500.
Um dito, dito tirado por dous ditos, 30*' 00 18*
e 9*000.
Um dito de quatro. rodas tirado por um dito,
30*000 18*000 e 9*000.
Um dito, dito, tira io por dous ditos, 30*000 18*
9*000
Cada vehculo a mais, desmontado ou servido
pelos mesmos cavfllcs, eguas ou muars, 50 por
cento da respectiva taxa.
A' taxa de cada vehculo montado, ato teudo
cavalgadura ou cavalgaduraa correspondente
acrece a taxa que por estas faf deida, assim
orno a do respectivo criado ou criados.
N. ollera* no anuo d<> ISS*
Sociedades anonymas e outras anlogas, pe-
los jures, dividendos, etc.15 por cent.*.
Espectculos pblicos, sobre o producto de
uibu reoeita completa oa d'ins* endiente, em de-
dacgo de despezas, em cada mes de trabalho, se-
ja qual for o numero de das7 1/2 por canto.
A's contpaahias ambulantes exigir-ne-faa o pa-
gamento adiantado ou fianea idnea.
__ Directores o gerentes de qaalqaer denomi
nacao, pelos seas vencimentos e gratioacoes, cer-
ta* ou vaHavei12 por cento.
Empregados de compromiaso* niaritim > e
daa companhios de caminh de trro, pelo* seus
vencimentos -7 1/2 por cento.
__ Empregados pblicos, do Estado ou daa cor
prico -a administrativas, pelos seus ecoolamentos
15 por cento.
Embregados pblicos, ou a elles equiparado*,
pelos eus vene uvnto -2 por cento.
Pensionistas ou prestaciouados das socielades
anraymaa, pela importancia da pen* ou presta-
ci animal2 por cento.
Credorea do Estado por obrigacoe* e t:tul *
de aivida interna fundada por amortisavel, pela
importancia dos respectivo* que receberem joros
3 por cento.
Credores accionistas ou compartea de socie-
dades anonymas ou paroeriaa de qualquer especie,
pela importancia do* respectivo* juro* 3 por
cento.
Credorea de eerporaeee* administras!van, on
de quaesquer estabeleeim nto*, subsidiado* ou nao
pelo estado, pela importancia aoa juroa 3 or
Credores partioafcarea por capitaei mnr-
do*, peto* jaro*13 1/i por cento.
N. *oe>ra;a>aliimcm> dea aervle*t ale
Aaaemelat Mearlcie* e caaaaa-
pregados de livre nomoaclo do governo ; mas, em
L sboa e Porto, ai nomiaco s ivem recahir em
primeiros oficiaos das direcedes g^raea das con-
tribuicea directas, thes jurara e proprios nacio-
naea. Para oa demais disuiotos, as nom^acoes
devem recahir em primiiroa oa segundos officiaes
dai repartioons de fazenda dos diatrieca* de Lis-
boa, Porto e Puncha!, offi 'iaea da* repartieres de
fazenda dos oonselhos de primeira ordem, com
mais de cinco aun js de exercicio na claase.
Os escrives de fazenda dis conselhos de capi-
taes de districto s podero sea nomeados de entre
os primeiros oficiaos das repartics de fazenda
dos districto i de Lisboa. Porto e Puncha!, os ofi-
ciaos das repartyoes de fasenla do* outros dis-
trictoa, o escrives de fazeada do* conselhos de
primeira ordem, tendo nelles mais de um anno de
bom servico.
Oa lugares de escrives de fazenda doa demais
conselhos de primeira ou segunda ordem, sero
prvidos alteruadauvut- por autiguid ide e por
concurso Oa de terceira ordem, se o asmpre
prvidos por concurso e prova* praticas.
Oa concursos serlo abortos anaualmente, ou
quanlo o governo o determinar, parante as repar-
ticosa dos districtos de Lisboa, Porto e Pouta Del-
gada, sendo o reino e ilhaa divididoa em tres cir-
cumscripcoes correspondentes.
Nenhum eacrivo de faz-nda poder permane-
cer por maia de ciuc unnos no mesmo couselho
ou bairro.
Bi creados inspectores de ontribiticoes para
visitar recular e permanentemente as repartico.:s
d* fazeu.ii Uos couselii js. Haver um cada dis-
tricto, e li,uo cu' Bada um doa diatrietjs de Lis-
boa Porto. Os inspectores de contribuicoes te-
rio a gratificaco de 3* por da.
Os iusp -ctorea nomeadoa deixam vagos os seus
lugares nos respectivos quadros. Cessaudo as func-
c j de iusp ctorea, ficam addidos a caaes quadros
ciin oaaatigoa vencimentos.
Os lugares de thesoureiro pagador e de recebe-
dor de comarca sero p'vidos por ejocursos de
provas pratica*.
\. 4 Be-forma da paula adaanelra
A pauta de importaco comprehende 12 classes
com 410 artigos.
As doze classes sao :=Animaos e seu productos;
la e pollos ; aula; algoJo; linho e seus cong-
neres; madeira; substancias mineraes, vidro,
crystal e productos cermicos: metaea ; substan-
cias alimenticias; diversas substancias produc
tos; instrumontos, machinas, apparelhos e uten-
silios embregados n> sciencia, na industria e ua
agricultura; manufacturas diversas.
As materias primas sao Iivre3 de dircito de m-
portai;, cora excepeo do ferro.
A pauta de exportaco comprehande 18 nme-
ros.
V reexportacio e bildeucaj c livre de direitos.
A pauta dos direitos de consumo em Lisboa
c iopr. lleude quatro classes com 55 nmeros. Es
sas classes s) :Carnes, farinceos, liquido*, va-
rios genero*.
Estes direitos sao :onsideravclmente agir.iva-
dos. Nao pdenlo truuscrever todas as taxas,
ah vo algum 'S :
la lo bovino, peso das rezes vivas, por
cada kilo 25 ris
Gado ovino, castrado, ca la ral 240
Gado ovino, nao castrado, cada rez 350
Gtdo ca>riuo, idem 260
Carne limpa de gado bovino, cada kilo 70
Carue limpa di1 gad i ovino, cada kilo 30
Pircos vivos, cada kil j 45 *
Porcos morios, i lem 60
I' ts e peruas, cada um 50
Caca, cada kilo 40
CriHCn, viva, cala kilo 20
Criaco, morta, idem 30
\. r> -Beai iii- a(aa
Manda cobrar o imposto de real de agua tam-
bem naa ilhas adjaecutes, que at agora estavam
sonta deiles. E' exee;>tuada a cidade de Lisboa,
onde se obraro os direitos de consumo estabelo-
cdos ua pauta especial.
O pagamento da contribuieao industrial das ta
brcas de bebidas alcoolcas e fermentadas, em
Lisboa e Porto, fica sujeito ao rgimen commum,
ali il indo-se a excepeo do artigo 21 da tabella ge-
ral da contribuico industrial, approvada por de-
creto de 3 de junho de 18S0.
A tabella do imposto do real de agua, que tam-
bem aggravada, a seguinte :
' .'ames verde, secces, salgadas, ou por qual-
quer modo preparadas as capitaes de districto e
Villa Nova de Gaya, 25 ris e as ou'ras trras
12 ris por cada kilo.
Arroz descascado, 10 ris por cada kilo.
Vinho, as capitaes do districto e em Villa Nova
de Gaya, 15 ris, e as outras torras 10 ris por
cada litro.
Vinagre, 7 ris e 5 ris segundo a mesma dis-
liucco e medida.
Bebidas alcoolcas, 60 rise 50 ris.
Bebidas fermentadas, 10 ris e 5 ris.
Azeite de oliveira, 2ti ris e 10 ris.
O aggravamento do real de agua, para o vinho
as capitees de districto, de mais de cento por
cento : e para a carne de cento e cincoenta por
cento. as outras trras tambem augmenta.
2"J. Flxarwo naria para o exerciclo de issc.
Fixaadispeza extiaordinaria neste exerccio
em 4:285 contos : sendo 10 para o ministerio do
reino ; 200 para o ministerio da guerra ; 665 para
o da raarinha, e 3:410 para as obras pubusas.
Autoras o governo a levantar pelos meos que
julgar mais convenientes, esta quantia.
129
1
29
60
22
7
3
1
6-129
1
4
18
5
1-24
KtviSTA DIARIA
ienador do Imperio Seguio hontem
oara o rtio de Janeiro, no paquete nacional Esp i-
ro-Santo, o 8r. senador Laix Pelippe de Souza
Leo.
S. Ex i. foi acompanhado at o caes do embar-
que por unmer sos amigos polticos, sahiudo do
directorio do partid liberal, ra Duque de Ca-
xias.
Aaxillailora da AgriculturaHoje, 'realisou no bosque de Bolonha.
1 hora da tardo, reune-se em gesso ordinaria o'
Dotado di um excolloute carcter, era estimado
de todos qoantos o cooh'?iam. (j
A'sua Exma. familia apresentamos os nosso
psames.
Cruaador Medusa -Por portara* data-
das de ante-hontem firam, pelo Sr. inspector da
Alfandejg, ex merados a commandante do croza
dor Meiima Antonio Coelho Ribeiro Roma, e, a
seu pedid j, o immediato Francisco de Aasis Gon-
Qa/ves Penna e, na mesmi data, nomixdi pira o
luirar de co n nauianto o Sr. Pabio iao que de-
ver propor para immediato peesoade sua confian
ca.
Bxamea preparatorio*Eis o resulla-
do de* exames foitoa hontem na Paculdade de Di-
r to :
Gecgrphia
Plenamente 1
Approvados 89
Pindaram-se os exames desta sciancia sendo
este o resultado total.
Inscrnveram-se
Distincco
Plenamente
Approvados
Reprova los
Faltaram a prova oral
Levantaram-se da escripia
Sorprehendido copiando
Faltaram as chamada*
Arithmetica
Distincco
Plenamente
Approvados
Reprovados
Faltou a oral
Sero chamados hoje exame de arithmetica
Alberto Borgea Pereira
Agostinho Jos dos Santos.
Alexauire Felcio doa Santos
A lexaudre Thoroaz Pereira da Silva
Alfonso Munteiro Fessoa
Carlos Ramos Ferreira Coimbra.
Francisco Gomes Araujo Sobrinho
Gustavo Kraase
Joo Joaqum Correia de Oliveira
Joo L ipes Mo eir Lima do Naacimento
Juaqum Gregorio Pessoa Guerra
Joaquim Guedes Correia Gondn Fiiho
Joaquim Xunes Fe.reira Coimbra
Jos Correia de Amorim
Jos Gaspar Loyo
Jos Solou de Mello
Jos Pedro de Moura Gondim
Lmz Auguato Ferreira Lapes
Luiz de Franca Pereira
Lycurgo Pm-ntel de Alouquerquc
Manoel Antonio dos Santos Da* Filho
Mauocl Abilio Nunea Ferreira
Manoel de Freitas iunnares
Manoel Arihur Huniz
Proclama de caaamentoaNa ma-
triz de Afiogaios 21 de Fevereiro foram lidos
os eguintes i *
De Herminio da Silva com Joanna dos Reme-
dios do Naacimento.
De Mano-I do Nascimento da Vera-Cruz com
Elpidia Mara da Conceieo.
Na matriz da Boa-Vista foram lidos no mes-
mo dia os seguiutes :
De Autonio da Silva Ismael com Amelia de Oli-
veira Campos.
De Theophilo Augusto de Azevedo Souza com
M irianna Zulmira Pinto.
Na matriz de Santo Antonio foram lidos no
mesmo dia :
De Nominando Silva com Laura de Abreu Por-
to.
De Vic'oriano Arago Elbe com Amelia Bap-
tiata da Costa.
Francisco Vaneara Guimares com Helena
Franceliiia Retrato gratnO pcasoai do Banco de
Londres acaba ae augmentar se com um photo-
grapho, cuja misso consiste em tirar photogra-
pbas sem que se perceba, todas as pessas sus-
peitas que se apresenCam a cobrar na caixa do
Banco.
O Banco decido-se a tomar esta deliberaco em
viata do numero extraordinario de cavalleiros d'in-
dustria de toda especie que p^etendem expo -
i al-o.
E' impcssivel submetter a um interrogatorio toda
gente que se apresenta com um cheque na caixa.
O caixa paga no acto os chequee que se apresentam,
pormjse apresenta se mais tarde alguiua recla-
maco, o empre-^do nao pode dar os signaes pes-
soaes do individuo que cobrou o cheque, objecto da
reclamaco.
Para evitar isto, o photographo do Banco tirar
por ordem secreta d* caixa e sem que ninguem
mais que elle tenha noticia disao, aa pessoas des-
conh'icidas que vo cobrar caixa, aproveitando
para a operaco o momento em que o caixa est
faz ndoo pagamento.
A FarcitaCom este nome foi baptisado um
novo elomento de destruico que avantaja em seus
trrriveis effetos a dyu imite, levando-lho demaia a
vantagem de que muito mais econmica que esta
substancia explosiva.
Compoe-3c esp cialmente da celulosa e nitrogli-
cerina.
E' muito menos sonsivel ao choque que a dyna-
mite, c por conseguinte mais segura para traus
portal a : seu estado gelatinoso permitte adptala
a todas as necessidades e vaos em que deve produ-
zir seus effeiloa : impermeavel e sua foica expo
siva pode calcular-se que de un* 25 30 por 100
superior da dynamite.
Ainda que seu preco difiere pouco desta, si se
tiver em conta a vantagem que lhe leva em torca,
vem a ficar muito mais econmica.
O inventor, que um chimico sueco, pedio pri-
vilegio eatabelecendo urna fabrica de seu novo pro
ducto.
Os resoltados pratico* da farcita fazem crer que
nao paseara muito tempo sem que substitua a dy-
namite no servico dos torpedos.
Dona duelloaPor causa de nm artigo do
EvenemiU, em que se julgou offendido o conde
Albert Diou, este desafiou o redactor daquelle jor-
nal, Edmond Maquier, _para um duello, que se
Cello..hii ciaar-ao-h
F'
PeU agente SteppU, s lt horas, na ra de Pe-
dro Alfonso n. 3G, do estabeleci ment ah sito.
.Pelo agente Alfredo Guimares, s 11 horas,
ra do Bom Jess n. 45, de pmellas e chileiras
esmaltadas e estanhadas.
Amanh :
Peto omento Burlamaqui, s 11 h iras, na ra do
Imperador n. 22, de predios.
Peto agente MLartins, s 11 horas, na ra ea-
treita do Rosario n. 35, de movis, loucas, vidroa,
etc., etc.
Peto agente Pinto, s 11 horaa, rut do Mar
quez de Olinda u. 4, de obras de cabellos e mo-
vis.
Peto agente Modesto Baptista, s 11 horas, na
rua do Bom Jesui u 19, do mivcis, loucas, vinhos,
quinquilharias, etc, ete.
Hlnnaa fuuenreaSero celebradas :
Hoje :
Va 8 horas, no Paraiso, por alma de Manoel Jo-
s dos Santos ; s 7 1/2 horas, no E^pisito Santo,
por alma de D. Mara de Azevedo llamos.
Amanh :
As' 8 horas, no Paraizo, por alma de Manoel
Jos dos Santos.
Cana de UetenroMovimento dos pre-
sos no dia 22 de Fevereiro :
Exstiam presos 324, entraram 2, sahram 10,
existem 316.
A saber:
Nacionaes 288, mulberes 6, eatrangeiros 6, es
cravos sentenciados e processados 10, ditos de cor-
reucao 6.Total 316.
Arracoado&W, aeudo : boua 301, doeufes 8.
Total 309.
Teve alta:
Antonio Manoel dos Santos.
Lotera dagprovtnrlaSabbado 27de
Fevereiro, se extrabir lotera n. 30, em bene-
ficio da matriz da Graca.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
ConceicSo dos Militares, se acharo expoatas as
urnas e as esphems arrumadas em ordem num-
rica, aprecaco do publico,
Lotera BxtraordiaarCa do api
ranga-O 4o e ul'.imo sorteio das 4 e 5> seres
desta importante lotera, cujo maior premio de
150:000*000, ser extahida a 9 de Abril.
\cham-8e>-xuosto a venda os restos des bilbe-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
n. 23.
Katrtctoi
O delegado i do theaouro cootinuam a ser em
em
c inselho admiristrativo da Sociedade Auxiliado-
ra da Agricultura de Peruambuco, na respectiva
sede.
L L'ada de hontem, aproveitando o ensejo de urna ja-
nella mal fechada, penetr iram no predio n. 8 da
ra da Saudade, onde reside o Sr. eacrivo Caval
cante, e, trabalhando limpameote e sem desparta
rem as pessoas da casa, turtaram um relogio e ca-
deia de ouro, diversas joias de ouro e prata, 16*
. m meda papel e alguna objectos.
Tribunal do Jury do Recite ~ Foram
hont' m julgados os reos Manoel Antonio de Andra
de, Joo Jorge, Vicente Joe Ferreira dos Santos
e o lbf rto Tito, pronunciados no artigo 254 do c-
digo criminal.
Encarregou se da defeza o Dr. Luiz EmyJiv
R idrgoes Vianna.
Foram coudemnados a 4 annoa e 6 mezas de ga-
les e multa de 12 e meio por cento do valor rou-
ba lo os reos Andrade, Vicente e Tito, sendo o rea
Joo Jorge condemnado a 1 anno de gales e mul-
ta de 5 por cento do valor roubado.
A defeza appeUou para o superior Tribunal da
Relaco.
Fabrica de flaco e lecdoaEm as-
sembla geral, de vem reunir se boje 1 hora da
tarde, no sa io da Associuco Commercial Benefi-
c nti-, oa accionista* da fabrica de fiaco e tecido*
da Magdalena.
ademalnadora Os accionistas desta
companhia de aeguros, devem reunir ge amanh, i
1 hora da tarde, em aasembla ger .1 para exame
das contos do anno dado e eieico da nova com-
misao fiscal
Artlataa Mecbanicoa e Liiberaee
Amanh, s 6 horas da tarde, funeciona esta as-
sociacao para dar posse aoa seas novo* funeciona-
ros.
Tbeatro Manto tntoaiaO inteligen-
te artista Eugenio de Magalhe*, auxiliado por
alguna collega* asna, di um espectculo em seu
beneficio, no tnearro Santo Antonio, no dia 28 do
correite, domingo prximo, levando soeua o li-
do drama em 5 actos O Md-co ios criancat.
E' de esperar que o publico auxilie o lutclligen-
te artista, que tantas horas gratas |lhe tem offere-
cido.
evtata da Oaarrvataria Recebemos
da corte o n. 2, do corrente mez, da Revista do Oh-
niinafnrii". publiaaaio feita pala .Imperial Obser
vatorio Imaerial le Rio da Janeiro.
paUlsuulmeaif Na domingo ultimo falle-
cen ao engeuho Goararape*, victima de ama af-
taaaao enrdiaoa, o Dr. Jas Vacante Doarte Biaa-
Coutavr. o fallecido cerca da SO *
araaataaal da nsovitocia m Oear,
daidaae
ear,q8 i
i iiaaaritiii (ral le
gi lat va.
All, ao terceiro ataque, >ndo dar de encontr a
um landeau, que pertencia urna daa testemunhas,
comecou a correr, sempre perseguido pelo adver-
sario, e dando todos os sigues de... nao querer
mais combate.
Traiido de novo ao campo, a lucta recomecou,
ficando Maquier com um braco atravessado- pela
espada do conde. As tsatemunbas julgaram sa-
tisfeitas as honras dos combatentes.
Como, porm, na acta figurn este episodio, o
escaidaio foi tal, que Mequier pedio a coavocacao
de um trib al de honra, para julgar ofacto, e que
deve ter reunido na terca-feira ultima.
Tambem no domingo se realisou um outro duel-
lo entre o mesmo conde e outro redactor do Eve-
nement, o Sr. D< por este publicado no jornal de 29 do mez pasea-
do, recebendo Deschaonus, logo a primeira inves-
tida, nm grande ferimento no braco, que foi jul-
gado suficiente para terminar a lucta.
V-se que o conde Dioujurou que ha de furar
os bracos de todo* os redac'ores do nosso collega
parisiense. Bom divertimsnto.
Oa aoberanoa europeaa O Fgaro
nota que actualmente quasi todo* oa paizes esto
sendo governados por dynaftia* estrangeiras.
Na Inglaterra reina ama dyaastm allem, do de
Jorge I de Hanover, que era originario d'Oma-
bruek
A' meama origem allem pertence a familia rei-
nante na Russia, a eaaa de Holstein-Gottorp, que
subi ao throno com Pedro III marido da grande
Catharina que era igualmente allem.
A Dinamarca governada por principes que
pertencem casa allem d'Oldembourg.
Finalmente tambem da Allemanba que sao
originarios principes da Roumania, Cario* de
H ihenzollern e o principe da Bulgaria, Alexaadre
de Batteuberg.
A casa de Bourbon, que reina oa Hespanha, na
pssoa da princesa herdeira de seu pai, Affaoao
XII, francesa.
)a meama origem a casa que governa na<6ue-
cia, de -do Bernardotte.
Igualmnte urna familia francesa, a casa de
Lorena, dirige ae destino* da Austria, desde 1745,
data da elei$lo de Fnnciseo III da Lorena, espe-
sa de Maria fheresa.
Um principe dinamarqus reina na Grecia sob
o nome de Jorge L
Emquanto Italia, a* origen* de Humberto, o 1
eaade de Saboia, conaervam-se deeconheeidas, at-
tnwiindo lhe uns, por pai, Berold, da casa de Sa-
xe; ourros disendo-o filho de Rodolpho III, du-
qj*e de Borgonba. Em qualquer das hypotheaes
a eaaa de Saboia nao italiana da origem
Em resumo, oa aicos pases da Europa govar-
ve}nado* por prroeiaee srigiaario* do proprio paiz
aio Portugal, a Turqua, e o* di\erao* retaos al-
lemie* i frente do* quaes est a Prnjaia.
botera do alio Os bilhetes da 3' parte da
195, do novo plano, do premio de 100:0J0*0)0,
achim-se venda aa Casa da Fortuna ra Pri-
meiro de Marco.
ajoteria do Ceara de 800:OOOSooo -
A' 6a aene d'esta grande lotera, cujo m lior pre-
mio de 250:00J*OO0, se extrahir improterivel-
mente no da 2 de marco, as 2 horas da
tarde.
Os bilhutes acham-se venda na Casa da For-
tuna, ra Primeiro de Marco n. 23.
Herrado Municipal de *. Js<-
n ivimento destu Mercado no dia 23 do corren
te, foi o seguinte:
Entraram :
28 boia pesando 3.438 kilos-
308 kilos de peixe a 20 ris 6*160
15 taboleiro* a 200 res 3(u00
65 cargas de farinha a 200 ris 13*000
21 dita* de fructas diversas a 300
ris 6*30 >
10 Suinos a 200 ris 2*000
Preoos do da:
Carue verde a 640 e 480 lis o kilo.
Suinos a 700 > 600 ris idem.
Carnero a 640 el* ris idem.
Farinha de 560 a 32J ris a euia
Milho de 26) a3<0 ris dem.
Feijo de 700 a.t*250 ris idea:.
Foram oceupados:
21 columnas a 600 ris 11*4 X)
44 talhos de carne vrde a 1*000 moa.
20 ditos de ditos a 2* 40*000
45 compartimentos de tainha e co-
midas a 500 ris 22 500
65 ditos do leguraes a 400 ris 26*000
16 compartimentos de suino a 700
ris 11*200
13 ditos de fressuras a 600 ris 7*800
Deve ter sido arrecaiada neste dia a
quantia de 191*160
Maiadouro Publico. Foram abatidas
no Matadouro da Cabanga 82 rezes para o consu-
mo do dia 14 do corrente mes
Cemiterio publico 'Ib'.uario do dia 20
do corrente :
Mara, Pernambuco, 8 das, Boa-Vista: ttano.
Anna Baptista da Silva, Pernambuco, 72 annos,
viuva, Boa-Vista; erysipela.
Agoatinho Luiz B.zerra do Naseimento, Per-
nambuco, 35 annos, casado, Boa-Vista ; congesto
cerebral.
Raphaele Badele. Italia, 57 ainos, casad >. Ba-
Vista; tubrculos pulmonares.
Ignacio Pereira Cabral, Paraoyba, 68 aunos,
solteiro, Boa-Vista ; anasarca.
Clara Genoveva da Conceico, Rio Grande do
Norte, 32 annos, solteira, Boa Vista; tubercolos
pulmonares.
Antonio Mathias, Pernambuco, 35 annos, sol-
teiro, Boa-Vista; congesto cerebral,
Francisca das Chagas Conceico, Pernambuco,
25 annos, solteira, Sauto Antonio ; paralysia.
Maria, Pernambuco, 8 mezes, Boa-Vista; in-
fer te.
Jesepha Maria da Couceiclo, Pernambuco, S.
Jos, remettida pela subielegacia.
21
Francisca, Pernambuco, 5 mezes, Boa-Vista',
interite.
Jos Soares do R-go Villela, Pernambuco, 25
anuos, solteiro, Boa-Vista, remettido pela sabdele-
gacia.
Silvia, Pernamboco, 3 mezes, Afogados ; con-
vulsc*.
Francisco Hermillo de Oliveira, Pernambuco,
33 annos, solteiro, Boa Vista; tubrculos pulmo-
nares.
CHRONICA JDDICIARIA
Tribunal da Helafo
SESSO EXTRAORDINARIA EM 22 DE
FEVEREIRO DE 1886
PRESIDENCIA DO EXM. SR. COS8ELHEIRO
QDITINO DB MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
As lioi as do costume, presentes os Srs. desem-
bargado!' s em numero legal, foi aberta a sesso,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Deram -se os seguiutes
JLQAMENTOS
Recursos eleitoraes
De Salgueiro -Recorrente Antonio Gomes Cor-
reia da Cruz, recorrido Manoel Rodrigues da Sil-
va. Relator o Sr. conselheiro Freitas Henriques.
Deu-se provimento, unnimemente, para ser
desalistado o recorrido.
De Traip Recorrente Luiz Bras da Salva, re
corr io o juizo. Relator o Sr. couselkeira Freitas
Henriques. Deu-se provimento ao recurso contra
o* voto* dos Sr*. deaembargaderes Alvo Ribeiro
e Pire* Ferreira.
De MamanguapeRecorrente Pedro E nilie dos
Santos, recorrido o juizo. Relator o Sr. conse-
lheiro Freitas Henriques.Negou-se proviinento
ao recurso, unnimemente.
De Cimbre*Recorrente Ang'l Francisco Al-
ves, recorrido o juizo. Relator o Sr. conselheiro
Fieitas Henriques.Negou-se provimento ao re
curso, unnimemente.
Da Palmeira dos IndiosRecorrente Sebastin
Ramos de Oliveira, recorrido o juizo. Relator o
Sr. conselheiro Freitas Henriques.Nao setomou
conheciineuto do recurso por ter sido interpoeto
fra do prazo legal.
Do Brejo da Madre de DeasRecorrente Ge-
miniano do Reg Maciel, recorrido Jos Joaquim
de Mello. Relator o Sr. conselheiro Freitas Hen-
riques.Deu se provimento ao reenrao, unnime-
mente, para so desalistar o recorrido.
De Cmara Recen-ente Ja venci Taciano Ma-
ris, recorrido Sabino Alves Gondim. Relator o
Sr. conselheiro Freitas Henriqae*.Convertea-*e
o julgamento em diligencia, contra o voto de Sr.
desembargada Pires Goncai :es.
Do Reeife Recorrente Francisco de Borja
Goncalves Agr lecorrido o juiso. Relator o
Sr. conselheiro Freita Henriquea.-egoa-se pro-
vimento ao recurso, unnimemente.
De Campia GrandeRecorrente Joaquim de-
licio Cavalcante, reeorrido* Joto da Coate Agr,
Dionisio Pere a da Costa e Francisco Alfonso de
Albuquerque. Relator o Sr. conselheiro Araujo
Jorge.Coavertea-te o julgamento em diligencia.
De Cuopina GrandeRecorrente Tneophilo Jo-
s de Oliveira, recorr 1. ojaiso. Relator o Sr.
cmselhoiro Arauj ) Jorge. -C mverteu ae o julga
neoto em dilig-ucia.
De Cunpina Grande,Resorrente Joaquim Fe-
licio avalcante; recorrido Antjniode Barroa Sos-
za. Relator o Sr. c nis'lheiro Fr-itis Henriques.
Converteu-se o juigimenti em diHgeaaia.
Do Racite -- Raoocreate Albirto Tbomaz de
Aqinii), r-cerri lo o juiz >. Rditor o Sr. conso-
.heno Araujo Jorge.-N-gou-ae pro/ment, una
ui numen te.
Do 11 'cife\i '.corrente Jos (Jaator de Arauj i,
recorrido o j nzo. R ator o Sr. conselheiro Arau-
jo Jorge. Segou-ae provimento, unnimemente.
De Mamaagaape -Recorrente Jo> Coelho da
Silva, recorrido o jui o Relator o Sr. eonsnhei
ro Araujo Jorge. Negon se pr ivi.nento, unani -
memente.
De Palmeira dos ludios -Recorrente Jos Cor-
reia da Costa, recurrid > o juizo. R Hat ir o Sr.
conselheiro Araujo Jorge.Negou-se provimento,
u lanimemente.
De Tiirbaba Recorrente Justino Faustino
Cavalcante de Albuquerque, recorrido o juizo.
Relator o Sr. conselheiro Araujo Jorge. Negou-
se proviioeii* i. unnimemente.
Di; Itainlo=Reeorrente Antonio Rufino Mon
teiro, recorrido Joo da Cunta Sobnnbo. Relator
o Sr. conselheiro Araujo Jorge. Cinverteu se o
jnlgameutoem diligencia.
De Borb tremaRecorrente Dr. Auizio Augus-
to de iJarvalho Serrano, recorrido Fnncisc Joa
de Souza Lima. Relator o Sr. conselheiro Arau-
jo Jorge.Negou so prjvimeuto, unanimem
De CaruarRecorrente Juvencio Ta:iano Ma-
ris, recorrido Honorio Travaaso Sarinho. Rela-
tor o Sr. cjui;lh;iro Arauj j Jorge -Converteu-se
o julgamento em diligencia.
De BezerroaRecorrente Gjilher.nin > Tivares
de Melciroa, recorr lo Minoel Izidr i Falcao N -
ry dos Baat 8. Relator o Sr. cous -Iheiro Araujo
JorgeDeu-se provimento, unnimemente, para
se mandar des il'Star.
De Mamanguape- Recorrente J >aquiin Manoel
Roingu i de >Iello, recorrido o juizo. Relator o
Sa conselheiro Queiroz Barros. = Negou-se pro-
vim utj, uuauunemeute.
Do ReeifeRecorrente Adolpho Francisco de
Mello Tavarea, recorrido o juiz >. R datar o Sr.
couselheiro Quroz Barros. -Negou-se jrovimen-
to ao recurso, uuanim 'ineute.
Do Pao d'Alho Rocorrentea Severiano Joa
Freir e outros, recorrido Autono Maria dos can-
tos Cavalcante. Relator o Sr. couielbeiro Q i i
roz Barros. -Deu-se provino.;irto para se miniar
deaaliatar o recorrido.
DeTimbaba=R;Corrente Antonio Rufin i Mon-
teiro, reeorridj Jjs Miuncio de Sant'Aiiua Pes-
soa. Relator o Sr. conselheiro Queiroz Barros.
Deu-se provimento so recurso, para se mandar
desalistar.
De BorburemaRecorrente Dr. Auizio Augus-
to de Car\ n> Serrano, recorrido Jos Proeupio
doa San'oa. Relator o Sr. conselheiro Queiroz
Barroa.Negou se provimento, unnimemente.
Do BanaueiraaR rcorreate Jos Lopes Peasoa
da Costa, recorrida Jos Goncalves Ramos. Re-
lator o Sr. conselheiro Q leiroz Barros. Deu se
provimento, unnimemente.
De Timbaba Reorrente Tito Bellarmioo
Deodato de Lima, reeorrido o juiz j. R-l.it ir o
Sr. co.oselheiro Queiroz B irros. Negou se pro
vimento. unauimemente.
DeGiranhuns Recorrente Jos Correia d
Mell') Santiago, recorrido o juizo Relator o Sr.
couselheirb Queiroz Barros. -Negou se provimen-
to, unaniujemen'e.
De Cmaro -R-orreate Juveucio Taciano Ma
riz, recorrido Jlo C iriolauo de Oliveira. R ilator
o Sr. conselheiro Queiroz Bi.ros. Couverteu se
o julgiineuto em daligenei.
Di Palmeira dos ludiosRecorrente H-urique
Marques Moreira, recorrido o juizo. R -lator o
Sr. couselheiro Queiroz Barros.Negou se provi-
mento, unnimemente.
Do Brejo da Madre de DeusRecorrente Tito
Salvador Alves de Azevedo, recorrido o juizo.
R-'lator o Sr. conselheiro Queiroz Barro. Ne-
gou-se provimento, unnimemente.
De Salgueiro -Recorrente Romo Pereira Fil-
sueira Sampaio, recorrido Antonio Jos Bezerra.
Relator o Sr. couselh-iro Queiroz Birros. Con-
verteu-se o julgamento em diligencia.
De Campia Grande=Recorrente Joaquim Po-
licio Cavalcante, recorridos Ploripe Jos da >il-
va, Manoel Mariiho Gomes, Jos Joaquim de
Araujo e Felipp8 Nery Filho Pedrosa. Relator o
Sr. conselheiro Queiroz Barros. Converteu-se o
julgamento em diligencia.
De Campia GrandeRecorrente Joaquim Fe-
lcio Cavalcante, recorridos Jos Joaquim de
Araujo Pedrosa, Antonio Joaquim de Carvalho,
Miguel Francisco Cavalcante e Antonio de Barros
Souza. Relator o Sr. desembargador Pires Fer-
reira.Oonverteu se o julgamento em diligencia.
De Pao d'AlboRecorrentes Severiano Jos
Freres e outros, lecorrido Manoel Mana dos San-
toa Cavalcante. Relator o Sr. deaembargador
Pires Ferreira.Converteu-se o julgamento em
diligencia.
Do LimoeiroRecorrente Luiz Jos da Silva,
recorrida Candido Paulo de Oliveira Reg. Re
ator o sr. deaembargador Pires Ferreira. D :u-
ae provimento ao recurso, unnimemente.
De SalgueiroRecorrente Mirianno da Costa
Japiass, recorrido Jos Francisco Al vea de Car-
valho. Relator o Sr. desembargador Pires Fer-
reira Nao se tomn eonbecimento do recurso,
unnimemente.
De SalgueiroRecorrente Romo Pereira Fil-
gueira Sampaio, recorrido Auselmo de Barros e
Silva. Relator o Sr. desembargador Pires Ferrei-
ra. Converteu-se o julgamento em diligencia.
Dj CaboRecorrente Joo de Mello Ferreira,
recorrido o juizo. Relato* o Sr. d-sembargador
Pires Ferreira.Converteu-se o julgamento em
diligencia.
De Alaga GrandeRecorrente Juventino Te-
leaphoro d Assumpco, recorrido o juizo. Relator
o Sr. desembargador Pires Ferreira. Ngou se
provimento ao recurso, onanimemente.
De CimbresRecorrente Manoel Jos do Ama-
ral, recorrido o juizo. Relator o Sr. desembar-
gador Pires Ferreira. Nao se toman conheci-
mecto do reeurso, unnimemente.
De Campia Grande Recorrente Dr. Irino
Cociliano Pereira Jjffe'j, recorrido Henrique Ca-
valcante de Albuquerque. Relator o Sr. desem-
bargador Pire* Ferreira.Couverteu-se o julga-
mento em diligencia.
Encerrou-se a sesso as 3 horas da tarde.
Para o Emii. Sr. Ministro 4a Guer-
ra ver e providenciar
Seguio no vapor de 11 com destino a corte, a
chamado do governo, o Sr. capitao Joo Severia-
no Maciel da Coste, que apenas reeebeni a ordem
do Exm. S.-. presidente da provincia, passou lo-
go na revista das 9 oras da uoice o cemmando
a seu substituto o Sr. tenente Gei cio.
Um tai acodameoto no cumprimento d'aquella
ordem, dispertou bem fondadas saspeitas, que aps
o seu embarque foram realisadas.
Estando em estado de ruina o edificio em que
funccionava o quartel da companhia le guarni-
cj, de cujoa materiaes utihsou se S. S, que, ar-
vo-ando-se em herdeiro do estado, extraviou-os,
como bem lhe pareceu, teve necessidtde de con-
tractar para esse fim urna casa de particular, a
qual reclamava urgentes e imprescendiveis re-
paros.
Neste servico nada dispendeu S. S. com telhas,
tijollos, grades, portas etc., porque tudo mandara
transportar do antigo edificio, teudo gmente de
pagar a mo d'obra aos operarios.
Pois bem. A coate das despeaas apreseutadas
pelo Sr. capitio a thesouraria de fasenda, foi de
410* em que S. S. cobrou do mais para si, tel-
vea, como gratifieaco de ter administrado a obra
a ridicula quantia de 2554 .
O artificio fraudulento engenhoso. Vejamol o :
O mestre Ricardo Joa Lope*, ajustn com S S.
todo servico de pedreiro por 85*. 0 mestre Jero-
nymo Ridrignes da 8ilva ajusten o ervieo deear-
pma por 6t)|. Raymundo Antonio Po coete qan
tes o destelhamento do velh quartel por 3tf oe
, Ao primeiro, ao "*o do recebissento de *eo *a-
lario apre*entea o Sr. capitao aa recibo de 225
pisaado pelo aeu proprio punho, embora procuraa-
ae disfaronr a letra, caja lettnra foi feita por S.
S. ao honrado vetho, na quantia real do ajante
,86f), o qual de amito boa r o aisignou!
Ao segando, qae nio abe 1er, foi apresantadt
nm recibo, amigoado, a rogo, pelo aaspeaada da
campitbhia sob rau commaudo, Raymundo IfHgaai-
ras na quantia de 1003.
[)j terceiro (risnm ntales !) aoha-se apseaaa
ao ajuste de contaa de S S um recibo de 11*4,
assigado a rogo, com o uome de Joaquim Pere-
r, quindo notoriamente sabido que Riyiaamee
Autonio Pi sabe er e escraver tio bem coma 8.
S., e que at tem etorcido aqui o carge da tha-
amir- iro de irmandades religiosas !
D s te vez nao lhe valeu a astucia, e 8. S. fai
direitinho bater com o nariz em cima do art. 3S4
do Cod. Crim. !
A denuncia que contra 8. 8. j apreseataaas,
zemoa juntar as declaraces dos individuo* aqar
nos referimos, faltando nos ainda a de Raymaaaa
Antonio Pi, que se aeha resindo na croviaeic
do Pari.
E ainda nao tul'. Agora mesmo acaba a the-
souraria de f izenda de encontrar um deafalqasooz
l:8l4, occasionado por S. S., que pratextaade
falta de inferiores para em tempo organisareotos
prdts e relaco's do mistra da companhia, conse
gaio, em vista de avisos e alvars que cites, re-
ceber os vencimentis dos mezes de Nivembrae
e Dezembro prximo nudos, por meio de cautellaa,
tentando fazer o mesmo com os d i Janeiro, j m
diaa do corrente ,n >z, .u que se oppoz a repar ie*>
exigilo o resgatedas quantias j adiantaaaa.
Atm disto, consta existirem algumas praoas qae
aiu la eato por pagar.
Dinheiro nao rio que orra e nem S. S. o traa-
xe em to elevada sointna qne to desamoma-
mente o vase ger abscr>'ido pelas paradas du Lm-
quinet.
Algueni havia de soffrer... S. S. vendse, par
t ni ti, descoberto em todos os seus planos frau-
dulento*, s ene mtrou urna taboa de salvaesj=
e foi a ordem de p.ssar o cominan lo o (fue Su
com a maior pr-steza, afim de por se ao fresca,
suppondo ser seu substituto quem resp oudesse pe-
las fa. as.
E' pois urna tal creatura, que sem poder fere-
la de frente, atira-se com todo o furor da sua ny-
dropli ibia sobre o alferes Francisco de Paaia Ha-
reira, prende-o pela terceira vez, injuriando-o com
parles calumniosas e infamantes, ap ntanii j-lfce
def dtos que, nunca os encontrara, seno gata
depois das minhas puolicaco s.
Para levar a etf -i w tod t ordem de persegai-
co 'a, nomeia S. S. mn couselho de iuvestigiea
que, de sua parte, tem de julgar o alteres Morei-
ra, figurando eomo interrogante, j noinea lo esa
substituidlo ao tenente Gercino, o Sr. tenessse
Joaquim Pereira, oue ao tempo em que ae paiaa
ra o recibo falso de Raymundo Antonij Piaae
acliava hospedado em casa do Sr. capitao Joa Se-
veriano, e seu intimo amigo !
Com o fin de tirar os galoes do alteres Marea-
ra, como o Sr. capitao proprio declarara, ensiaavx.
tdstemunhas, obligando os infelizes soldados aja-
rarem falao contra o slferes Moreira, ora kaasi-
lhando-os com castigos, ora estimulandoos eos
proineasas, como as de prcm cao aos cadetes e in-
feriores e transferencias dos officiaes addtdaa,
inostraud i a tolos cartas do major secretan* 4a
general viaconde da Gavia de quem se iaciiicvn
aer protegido.
At o Exc. Sr. presidente da provincia qne te-
ve para S. S. a mais benvola complacencia, *,-
zeudo o seguir impune, na i escapou a sua aiaa,
que, no mom -uto do embargue, foi vomitadaesn-
tra S. Exc. de um modo inaoiito e affrontoso.
Boa viagein tratante.
Natal, 19 de Fevereiro de 1886.
Urbano io'iqnim de L. Barata.
tos respeitavei habitaates dis-
la capital e de toda pro va
el a
Para satisfazer aos muitos pedidos daa
doeates que estou tratan o e do outros oonos
va > entrar em cura, ueste capital, deter-
lainoi a voltar do Limoeiro trazen io bas-
tantes preparados de c ne lios, que coraai
com certeza as molestias de p-^lle, sypbilea
o mais rebelde e mesmo chronico, rh-u aa-
tismo, ataques estericos as senhoraa e
beriberi Esta ultima molestia que tanta
flag-lla esta capital, e que tem zombiie
do tratamento dos profissionaes, j foi ca-
rada por noim aqui no anno de 1875, s
depois eap S. Paulo e no Maranho, cam.
re ne lios de minha vegetaes; sendo tao poderoso o reara fia,
que nao perdi aiuda um s d >ente.
Hoje com a pratica e estu los que te
feito deste temivel mal, posso garantir
cura com certeza. Previno ao respetare!
publico que estas molestias que curo oaoa
remedios descobertos por mira e que ai
urna especiaiidade minha, s nao pode-
r) ser curadas estando no ultimo periaa**4
em outro qualquer a cura certa ; par
tanto a todas as pessoas que precisaren
dos ioem servieos, que estou na ra da
Imperador n. 75, 2 andar, por cima m
escriptorio do Dr. Fonseca.
Aoa dignos e inteligentes facultativos
lesta capital peo desculpa da minha aff
teza, prevenindo-lhes, toiavia, que s citra
molestias que sao julgadas incuraveis pac
Ss. Ss e por -mor a humanidade soffre-
dora; fazendo isto com remedios de taioita
descoberta nos sertSes de diversas prja
cias e at entre pavos indgenas.
Reeife, 2 de Fevereiro de 1886.
Domingos de Souza Bortn.
Para o Illra. sr Dr eagenheirs
em chele do proloa^ameato da
rla-lerrea do Reeife a amana
ver e pr<*videuciar.
Constando ao abaixo assignado que algaasaa
procura receber indemnisacao pelo desaproptia
mente dos terrenos comprehendidos na Ssrra daa
Ruaaaa at o rio lpojnca por onde passou a es-
trada de ferro em construccao, vem pelo prsense
protestar contra essa indebita pretencao. viste
que esses terrenos Ibes sao pertencentes, e a l
po far valer o seu direito.
Flor na Anselma de Moura.
(Jravat, 11 de fevereiro de 1886.
Despedida
O abaixo firmado mudando sua residencia e
ct-pital para a do Rio de Janeiro cumpre o grate
dever de despedirse de seus amigos e affeetan,
agradecendo a todos a prova de confianca generao-
sameote dispensado aos mesmos noexerciciodenna
profisso ; penhora por isso seus apoucados nre-
tim is merc "esses cavalbriros, rogando Inca
indulgencia pela ausencia de despedida, atteate a
eeleridade da mu 1 mea.
R-cif,, 23 de Fevereiro de 1886.
Joaoutm X. Cotia.
Cajarubeba
.tismj e toman
Illm. Sr. Pirmino Candido di Figueired.
Declaro a. V- S. que o aeu preparado Cajurubeka
tem sido para mim um prodigio lo estado na
qne me achava a mais de anno eneiosoftrends asa
forte rheumatismo, tolhido dos mi mbrosa pontean
nao poder me aj' poder subir cu descer qualquer escada, soffrenna
de inaomnia e muito fast'o, alem de dous tumores
dos quaes r.riginaram-se duas fiatolas com graask
derramament' de pus ; depois do esgotar toase
o reenraoa da medicina sem o menor altana,
solvi-mea temar o seu Cajurub"ba que mevaima-
tituindo a saude, a ponto de que com dous frase
q e teoho tomado, ja me p ao ajoelhar, asa a
deseo deseinbaracadamente qualquer cacad.. e nte-
sappareceram todas a* dores provenientes das fa-
tulas que prodigiosamente vio melhoraado a sa-
minuindo a suppuracao. Posan pos afirmar<*
sea Cajurubeba um prodigio e aoa graeas a na-
videncia por ter encontrado no sea Cajurubeba tn
grande milhora aos mena oftrtmaato*.
Peco a V. S. que ae digne dar publiddaaaa
esta minha carta abem daquelle* que ainda igaecnss
quanto prodigioso sea cajiuubeba.
Convente do Carmo doSecife, 30 de Desecabas
de 1885.-Sou eom eatiawD. Y. S. -Attaa-
cioao aerro respeiaaaW.
Padre J- Bofistio de Aacuedo BriOa.
i
UEGlVEL
f







I


Diario de Pernambuco(iuarta- feira 24 de Fevereiro de
1C6
Aeffresso e tentativa
Pede-se ao 8r. Dr. chefe de polica que nos
occorra com alguma providencia aobre urna cata
da roa de Hortas n. 22, que diaein ser uro* ofi-
cina de torneiro, porm todo o contrario, ver
dade que na dita caaa existe um banco de tornear
para constar ao publico, porm no interior acha-
la urna grande banca de jogo aonde aprentam-ae
os maiores turbulentos e vagabundos, os quaes
nm grapo de mais de seis entraram em um hotel
visinho pertencente ao Sr. Joaquim Soares de
Pinho e o aggrediram com palavras injuriosas e
facas de ponta em punho, isto tudo da-se quasi
diariamente com os amigos da honra e da paz.
Estas medidas esperam
Alguna visinhos.
I ma lagrima de amlsade no lu
malo do mea pranteado mes
tre Dr. Fortunato liciten
coart, ao i- aniversario de
sea passameato
Ooze mezes sao decorridos que extin-
guiram-se os dias de existencia que pos-
Buia aquello distincto mestre que agora se
acha as sombras trevas da fria lousa, ul-
tima morada de todos nos !
A sua existencia terminou-se (nec in
longum fuit) mas o seu nome conservar-
se-ha profundamente gravado no coracSo
dos seus fidelissimos amigos I Era sem du-
vida alguma, digno de todos os elogios,
(multis de causis) j relativamente a sa-
piencia de que era dotado, j em referen
cia a sus vida publica e particular que era
incontestavelmente invejavel !
A sua inconsolavel familia ainda lamen
ta cortamente a perda de seu dulcissimo
patrocinio; o paiz relembr-se amarga-
mente do desapparecimento t5o rpido de
um flho to benfico e de um corceo tSo
affavel, cuja reputagao era incontestavel-
mente immaculavel; os seus amigos sen-
tem-se todos ainda hoje trespassados de
incessantes dores e affliccSes, desprenden-
do a cada momenta um suspiro de sauda-
de I.. .
Adeus, querido mestre!
24 de Fevereiro de 1886.
Augusto J. M. Hollando.
Barreiros
Corre bocea cheia por esta villa, que tui eu o
correspondente da Provincia, autor de um artigo
em que se acensa o Sr. Dr. Caldat Barrete, pelo
seu procedimento irregular as ultimas eleicoes.
Como nao quero a paternidade de que nao pro-
duzi, p como desejo que o Sr. Dr. Caldas Barreta
se convenca de que eu teria a hombridade d as
signar qualquer accusaeo frita S. S., declar
que nao fui o autor di tal artigo, como ainda mais
procura fazel-o crer, com mal disfarcadas alluses
o seu defensor do Diario, de 20.
Recife, 23 de Fevereiro de 1886.
Ayres dAUnujuerque Bello.
----------eeee-----------
Eatimalal os cabello decadente
X. ;ior.
Se o VO880 cabello est ralo, lembrai-vos que eu
tre os claros das fibras germinam renovos de cu-
bellos debaixo da epidtrme, os quaes s necessitam
d'um estimulante effics.z para ajudal-os a penetrar
a superficie e brotarem em fibras vigorosas
Applicai com freqnencia o Tnico Oriental,
usando da escova com bastante forca, afim de ex-
citar os absorventos a que o recebam, e o resultado
ser certamente grato e benfico.
A experiencia uoiveisal dos flvitos do Tnico,
, que nao gmente reforcam e ampliam as fibras,
mas tambem as faz multiplicar. os climas cali-
dos, onde as uenhoras errneamente s fazera uo
de leos para os cabellos, acharo que este iu-
comparavelmente superior qualquer outro artigo
para dar as suas trancas brilho, elasticidado e for-
mosura. #
Agentes em Pernambuco, Henry Forster & C.
ra do Commercio n. 8.
O Dr. Thomaz Garcez Paranhos Monte-
negro, juiz de direito da comarca do
Recife, presidente d junta apuradora
do 3 districto eleitoral, no impedimento
do juiz dd direito da comarca de Olinda,
seu substituto e do juiz de direito mais
antigo da do Recife.
Fas saber aoi que o presente edital virem que
nao tendo sido possivel reunir-se no dia 18 do
corrente, a junta da apuraco geral de votos para
deputadua provinciaes ltimamente feitas em 2o
escrutinio pelo 3 districto, fica transferida a
mesma apuraco para o dia 26 do corrente, s 9
horas da manha, na casa da Cmara Municipal
da cidade de Olinda.
para que chegue ao conhecimento de todos,
mandei passar o presente, no impedimento dos
respectivos juizos e affixar em todas as parochias
de que s compe o 3 districto eleitoral.
Recite, 19 de fevereiro de 1886.
Eu, Joo Theodomiro da Costa Monteiro, escri-
vo da comarca de Olinda, o escrevi.
Thomaz Garcn Paranhot Montenegro.

EDITAES
Facilidad!- de Direil
De ordem do Exm. Sr. conselheiro diiector in-
terino, faco publico que no dia 1 de marco pr-
ximo comecar nesta secretaria a inser peo para
08 que pretenderen! cursar as aulas maior. s da
Faculdade, sendo que o pagamento -a taxa se
poder etTectuar desde j, e o prazo para os ma
triculandas do l'anno terminar no dia 31, e para
os demais a 15 do mesmo inez de marco.
A inscripcao se far mediante requerimento, di-
rigido ao Exm. Sr. eonselheiro director interino.
e instruido dos seguintts documentos.
Para o 1 anno, certido di' approvac^o dos dez
preparatorios exigidos como habilitacao, certido
de idade e vaccina, e conhecimento do pagamento
da taxa, e para os demais annos, certido de ap-
provacao no anno anterior e conhecimento da pa-
gamento da taxa.
Secretaria da Faculdade le Direito do Recife,
23 de fevereiro de 1886.
O secretario,
Jos H. Bezerra de Menezcs.
COMERCIO
Bolsr eommerc-lal de Pernain
buco
Becife, 23 de Fevereiro de 18*6
As tres horas da tarde
Cotacen oifir.iaet
Cambio sobre Londres, 90 d/v. 17 3/ d. por lf,
do Dance.
J. P. Pinto,
Presidente.
andido C. L. Alcof jrado.
Secretario.
i&NttlMENTOS PUBLICA
Mes ce Fevereiro de 1886
4LfADa*De 1 22
i&eiu.ile 23
R ^BBDOBtaDe 1 22
leem da 23
520:645>158
41:771i924
662:4174082
3:859i890
1:258X550
A Cmara Munici >al da cidade do Recife
faz constar a quem inteiessar possa, que em ses-
so de 24 do corrente, ser levado era hasta por
arrendamento anuual o sitio denominado Peixi-
nho, no municipio de Olinda, servindo do base a
quantia de 4894000, e mediante flanea idnea, e
de conformidade com a lei.
Paco da Cmara Municipal do Recife, 15 de
fevereiro de 1886.
Dr. Antonio de Siqueira C. da Cunha,
Presidente.
Francisco de Assis P. Rocha,
Secretario.
__ A Cmara Municipal desta cidade, tendo de
contratar a iinpresso de seus trabalhos e dos que
p?r torca da lei abrigada a mandar tazer, con-
vida aos proprietanos dosjornaes mais lides nesta
cidade, que quizerem contratar, a apresentarem
suas propostas em cartas fechadas, no dia 24 do
corrente, pelas 11 horas da manha, indicando as
meamas o menor preco.
Na secretaria da mesma Cmara encontrarlo os
proponentes o eaclarecimentos precisos.
Paco da cmara municipal do Recite, 14 de fe-
vereiro de 1886.
Dr. Antonio de 8iqueira Carneiro Ja Cunha
Presidente.
Francisco de Assis Pereira Rocha,
Secretario.
DECLAKACOES
Instituto Archeologico e Geogra-
phico Pernambucano
Quinta-feira 25 do corrente, hora do costume,
reunir se-ha este instituto em sesso especial,
afim de proceder-s a eleico dos novos funecio-
nanos do anno social de 1886 87.
Secretariado Instituto, 23 de fevereiro de 1886
Baplista Regueira,
1-secretario.
Correio geral
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor dvance, esta administraco expede
malas para os portos do Maranho, Para, Barba
dos, S. Thomaz e New-York, recebeudo impree-
ios e objfcctos registrar at 3 horas da tarde, e
tartas orainarias at 4 horas, ou 4 1/2 com porte
duplo.
O administrador,
Affonso doRego Barro.
Indemnisadora
A direceo da companbia de Seguros Indemni-
sadora, ten a honra de convidar aus senbores ac-
cionistas reunirem se no escriptorio da mesma
companhia, 1 hora do dia 25 do corrente, afim
de Ih -s serem apreentadas as contas das opera-
cues do auno de 885, o respectivo parecer da
commisso fiscal, e proceder-ec a ele i cito da mes-
%. Recife, 10 de fevereiro de 85.
Os directores,
Joaquim Alves da Fonseca.
Jos a Silva Loyo Jnior.
Antonio da Cunha Ferreira Bar
Fabrica de a$o e leeides de
algodo
Sao convidaaos os senhores accionistas reu-
nir-se em assembla geral ordinaria no dia 24 do
corrente, ao talo da Associaco Commercial Be-
ueficente 4 1 hora da tarde. Recife, 9 de feve-
reiro de IK
Manoel Joio de Amorim,
Presidente.
Jos Adolpho de Uliveira Lima,
Secretario.
Tendo de se entregar no dia 25 de marco vin-
douro algumas cartas de liberdade, convida-se aos
interessados comparecerem at o dia 8 do mes-
mo mez de marco, do meio dia at s 3 horas da
tarde, na ra do Vigario n. 4, 1 andar, onde en-
contrarlo com quem tratar. Recife, 21 de feve-
reiro de 86.
32:118*440
Curom* ">viciu.-De 1 a 22 103-229711
ider de 23
R,.cifb DanA D 1 22
T^em de 23
4:916*406
103:146/117
21:029*926
4:384;499
'5:406I625
DESPACHOS DE IMPORTAgAO
Vapor francez Ville dt Macelo, entrado do Ha-
vre e Lisboa em 21 do corrente e consignado a
Augusto F. de Oliveira i O, manifestou :
Carga do Havre
Amostras 11 volumes ti diversos.
Artigos para tomantes 1 caixa a Joaquim B. dos
Reis 4 C. Ditos para telephone 3 caixaa a Anto-
nio do Carmo Almeida.
Batatas 50 gigas ordem, 50 e 100 caixaa a
Suizer i Kaiffmann, 50 e 25 ditas a Rosa de
Queiroz.
Confeicoes 1 caixa a Loiz de Paula Lopes.
Chapeos 2 cairas a Adolpho Ferrau, 4 a An -
Uni Jos Maia 4t C.
Cognac 100 canas ordem.
Cartas de jogar 1 aia a Antonio D. C. Vian-
na. Ditas e gravatas 4 caixas a H. Nuesck & C.
Camisas 2 caixas a F ancisco de Asevedo & C.
Calcados 3 caixaa a Albino Cruz & C, 2 a Ro
drigues Lima & C, 2 a Ferreira & Irmao, 1 a
Eugenio & Vieira.
Coaros 1 caixa a H Nuesch & O, 2 a Prente
Vianna & C, 2 a Antonio D. Carneiro Vianna.
Ditos e outros artigos 2 caixas a Mendes & Oli-
veira.
Champauha58 caixas a G. Importe & C.
Cachimbos e papel 2 caixas a Nunes Fonseca
&C.
Drogas 2 volumes a Rouquayrol Freres, 1 a Odi
Ion Duarta & Irmo, 9 a Francisco Manoel da Sil-
va, 5 a Faria Sobrinho & C, 3 a G. Laporte & C.
"erragens 3 caixas a W. Halliday t IX, 2 or-
de Joias 1 caixa a Augusto Regs & C.
Galocbes e sapatos 2 caixas a Thomas de Car-
valho & C.
Livros 1 caixa a G. Laporte & C. Ditos e pa-
pis 1 caixa a J. W. de Medeiros.
Linha 5 caixas a H. Nuesch & C, 1 a Otto Bo-
hers Successor.
Manteira 20 barra e 30/2 ditos a Augusto La-
bille, 165 e 260 ordem, 40 e 50 a Paiva Valente,
15 e 30 a J. D. Simes k C, 50 caixas a Amorim
Irmios & C, 17 a J. Joaquim Alves & C, 10 a
J. D. 8imoe8 St C, 8 a Paiva Valente & C.
Mercadorias diversas 2 volumes a Eugenio G.
Caseto, 1 a A. G. Lima & C, 1 a W. Halliday &
C, 1 a Gaimares Irmtos & C, 4 a Albino Silva
k C, 1 a Vianna Castro & C. 8 ordem, 1 a Sui-
zer & Kouffmann, 1 a Maia Sobrinho 4 C, 3 a R.
de Druxina 4 C, 2 a Oliveira Bastos & C, 1 a
Francisco de Asevedo & C, la Ferreira Monteiro
4 C, 4 i Joto Bezerra dt C, 2 a Manoel Joaquim
Ribeiro & O, 1 a Ferreira Guimartos 4 C-, 2 a J.
Kranse 4 C, 2 a Francisco Petmcelle Si Irmto, 1
a F. Lini, 3 a alazar te C, 1 a J. L. dos Santos,
99 a Augusto Labille.
Objt-ctos para escriptorio 1 caira a J. Walfrido
de Medeiros. Ditos para piano 1 caixa a H. Vo-
gley. Ditos para chapees de sol 2 caixas a Leite
Bastos 4 C.
Porcelana 1 caixa a Deodato Torres 4 O, 1
barrica a Manoel Joaquim Pereira, 1 a Augusto
Reg 4t C.
Papel 1 caixa a J. B. dos Reis, 2 a Manoel J.
de Miranda, 10 a Almeida Machado c C, 7 a Go-
mes de Mattos Irmos. Dito e velas 12 caixas a
J. Joaquim Alves 4 C.
Perfumera e calcado 2 caixas a Prente ^ian-
Queijos 81 caixas ordem, 22 a Paiva Valente
4 C, 12 a /losa 4 Queiroz, 10 a Fernandea da
Costa & C, 10 a Sonsa Baato Amorim 4 C, 15 a
Saunders Brother 4 C, 21 a Ferreira de Carva-
lb*C.
Tecidos diversos 3 volumes a Luiz Antonio Se-
queira, 5 ordem, 2 a Machad de Pereira, 1 a
Antonio Correia de Vasconcellos, 2 a Luiz Lack, 1
a Francisca Gurgel do Amarol, 2 a D. P. Wild, 1
a Agostinhc Santos 4 C, 3 a Caetano Ramos 4
C, 2 a Narciso Maia 4 C, 4 a Goncalves 4 Ir-
mtos, 2 a Monhsrd Huber & C.
Velas 35 caixas a Francisco G. de Araujo, 4
laidos ordem, 2 a Domingos Ferreira da Silva
4T3.,3a A. F. da Si va.
Irmandade de Piossa Senhora da
Soledade
De ordem da mesa regadora desta veneravel
irmandade, communico a todos os nossos irmtos e
irmtos, e ao publico, que ter lugar no dia 21 de
marco, pelas 3 horas da tarde, a procissto das
iiacroaantas imagens do Senhor Attado, S. Pedro,
S. JoSo e N. S. da Soledade, segando a licenca
dada pelo Etm. Rvm. Dr. governador do bispado.
Consistorio da irmandade de Nossa Senhora da
Soledade, erecta na igreja de N. S. doLivramen-
to, 20 de Fevereiro de 1886.
O secretario,
Frederico M. de Mello Tavares.
Cinpanliia Phenix Pernambn-
cana
Os senhores accionistas sao convidados para a
assembla geral ordinaria, que dever ter lugar
no dia 10 de marco prximo, a 1 hora da tarde, no
eiicriptorio da companhia, na do Commercio a
88 A convocaco ten por fim :
Deliberar sobre o inventario e contas da admi-
nts tracto.
Proceder as eleicoes de que trata a pnmeira
parte do 2o do art. 30 dos estatutos.
Pernambuco, 22 de fevereiro de 86.
Pela companhia Phenix Pernambucana,
Os admin stradores,
Luiz Duprat.
Manoel ixoraes de Mattos.
Joo Jos Rodrigues Mendes.
Imperial sociedade
DOS
Artistas Mechanicos c
, Libcraes
Por ordem do nsso irmo director, convido a
todos os irmos eleitos nova directora a reuni-
rem-se em nossa sede na quinta-feira 25 do cor-
rente, pelas 6 horas do tarde, afim de serem n-
possados dos cargos para que foram eleitos.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mechanicos e Liberaes de Pernambuco, em 23 de
fevereiro de 1886.O 2secrete,rio,
Jote Castor de A. Sorna
Club Concordia
Au8serordentliche Hauptversammlung Montag,den
1 Marx 1886 abends 8 uhr. Tractanden :
1 Verlesung des Protokolls
2 Bercht der Rechungbrevisoren
3 Aufnahme neuer Mitglieder
1 Aufallige antrage der Mitglieder.
Das directorium.
TIIKATKO
DAS
VARIEDADES
KBSTA ARTSTICA DA ACTRIZ
Ja IPILf IIIS
Ouarla-feira. 5 de Mar^o
Com o benvolo concurso da distincta sociedade
dramtica
JVOVA THALIA
Encommendas ra Duque de Caxias.
Annuncios detalbados na vespera.
MARTIMOS
COMPAMHIE DE MEMAE
RES HARITIMES
IJNHA MENSAL
paquete Senegal
Commandante Moreau
E' esperado dos portos do
sul at o dic 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costump, para Bordeaux,
tocando em
Dakar. Lisboa e vlgo
Lembra-se aos Srs. passageiros de todas as
classes que ha lugares reservados para esta agen
cia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 /0 em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao menos e que pa-
garem 4 paseagens inteiras.
Por excepeto os criados de familias que toma-
rem bilhetes de proa, gosam tambem d'este abati-
mento.
Os vales postaes s se do at e dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: tracta-se com o agente
logaste Labille *
9 RA DO COMMERCIO 9
Carga de Lisboa
Azeiic 20 caixas ordem. 60 e 20 j a Domingos
Cruz 4 C.
Bagas 3 caixas a Pereira Pinto & C, 2 a Mar
tina Viegas 4 C. a A. A. Lebre Sobrinho.
Ceblas 25 caixas a Rosa 4 Queiroz, 25 a Ma-
noel Tavares da Costa Ribeiro, 20 a Araujo Cas-
tro 4 C.
Obra de verga 8 volumes a Pocas Mendes 4 C.
Palitos 1 caixa a J. M. G. da Silva.
Vinho 9 pipas e 5/5 a Souza Bastos, Amorim te
C, 9 e 5/5 a Orestes Travaasos 4 C, 60 e 85/5 a
Domingos Cruz 4e C, 1/5 ordem, 1/4 a J. daOu
nha Vasconcellos, 12 ancoretaa a Guimares 4
Valente.
Hiate nacional S. Barlholomeu, entrado de Ma
cao no dia 20 do corrente, e consignado a Bartho-
lomen Lourenco, manifestou :
A'godto 34 saccas a Gomes de Mattos Ir-
mos.
Sal 1,690 alqueires ao aonsignataro.
Hiate nacional Deus te Guie, entrado do Araca
ty no dia 21 do corrente, e consignado a Bartho-
lomea Lourengo, mnnifestou ;
AlgodSo 452 saccas i .'rente Vianna tt C.
Cera de carnauba 22) saceos a .Maia 4 Resen-
de, 77 a Joto Vctor Alves Matheus & C.
Velas de cera de carnauba 16 caixas a Sebas-
tin de Barros Barreto.
Lugre ingles Adamantine, entrado de Terra
Nova no dia 22 do corrente, e consignado a Saun-
ders Brothers 4 C, manifestou :
Bacalbto 2,250 barricas e 965 meias ditas aos
consignatarios.
Vapor americano Advunee, entrado dos portos
do sul no dia 23 do corrente e consignado a Hen-
ry Forstor 4 C, manifestou :
Amostras 11 volumes a diversoe.
Cigarros 10 caixas a Fernandes Irmto, 5 a
Souza Nogueira 4 C-, 2 e 3 barricas ordem.
Cevada 3 barricas ordem.
Chapeos 2 caixCes ordem.
Caf 105 saceos a Augusto Figusiredo & C, 222
a Souza Basto, Amorim 4 C.. 310 a Maia 4 Re-
zende, 77 a Siqueira Ferraz & C, 60 a Joaquim
D. Simoes 4 C, 60 a Pereira de t'arvalho 4 C,
177 a Paiva Valente 4 C, 110 a Soares do Ama
ral Irmaos, 240 a Manoel dos Santos Araujo, 30
a Gomes Calcados 2 caixoes a Mondes 4 Uliveira.
Encerado 1 fardo aos mes:ncs.
Fumo 580 volumes 4 ordem, 33 a A. F. da Cruz.
"Fio de algodto 50 saceos a Joo F. Leite.
Machinas de costura 3 caixaa a The Siager
Company.
Mercadonas diversas 8 volumes a J. Pater 4
Companhia.
Malas 11 a A. M. dos Santos.
Pipas vazias 800 a Pereira Carneiro Jj ,C.
Panno de algodto 10 fardos a Albino Amorim
4 C. 10 a Olintho Jardim 4 C, 10 a Severino &
COMPANHIA PKR.IAVBIC KA.
DE
EVaTega?5o Coste ira por Tapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaj, e Bahia
0 vapor Jacuhype
Commandante Costa
Segu no dia 26 de
Fevereiro, s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o
'dia 25.
Encommendas, passagens e dinheiro a frete at
s 3 horas da tarde do da da partida.
ESCRD7T0RI0
Ao Cae da Companhia Pemambucana
n. 12
Pacic Seai taigaon Company
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Galicia
Espera-se dos portos
do sul at o dia 1 de
marco, seguindo pa-
ra a Europa depois da
demora do costume.
Este paquete e os que dora
em diaute seguirem locaro em
Plymouth, o que facilitar che-
garem os passageiros com mais
brevidade a Londres.
Haver tambem abatimento no preco das pas-
sagens.
Para carga, passagens e encommendas e dinhei-
ro a frete tracta-se com os
AGENTES
Wllson Sons & C, Limited
14 RA DO COMMERCIO N. 14
BOYAL MAIL STEAM PACkET
COMPANY
Vapor La Plata
E esperado
do sul no da 1 dG
marco, seguin lo
depois da demora
necessaria para
Lisboa e Soulhampton
Para passagens, fretes, etc., tracta-se com os
CONSIGNATARIOS
Adamson II wic & C.
3R11.1 do Cominorrio -:
United States & BrasMail 8. S. C.
0 paquete Finalice
Espera-sc de Ncw-Port
News.at o dia 12 de Marco,
o qual seguir A depois da de-
mora necessaria para a
Baha e Rio de Sandro
Pira carga, passagens, i-niMin-R-mlas e diulicirr
frete, tracta-se com n>
AGENTES
Henry Forster i C.
N. 8. RUADOCOMAinKClO -- N.8
Companhia Brailleira de Nave-
gaf So a Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Bahia
Commandante 1' tenente Aureliano Izaac
E' esperado dos portos do sal
at o dia 26 de Fevereiro, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portos
do norte at Manaos.
Para earga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete fracta-se na agencia
N. 46 RA DO COMMERCIO N. 46
Lisboa e Porto
A barca portugueza Noemia, recebe carga a
frete ; trata-se com Amorim Irmos A C.
Porto e Lisboa
Segu com brevidade para os porto3 cima o
brigue por uguez Tito ; psra o resto da carga e
passageiros, trata-se com os consignatarios Jos
da Silva Loyo & Fjlbo._______________________
Para
Brigue D- Francisca
E' esperado uestes dias, engaja carga frete
mdico, para sahir com toda a brevidade : trata
na ra do Mrquez de Olinda n. 6.
rara Ilamburgo
Recebe carja a frete 8 barca braaileira Nova
Sgmpt-thia ; atra.ar com Batthar Ovfira C.
Boyal llail Sleam Packet
Company
Reducgo^ de passagens
Bilhetes especiaes se-
ro emittidos desde 14
de ma re at o fin de
julho offerecendo faci
lidades aos senhores
viajantes para visitar
a cxposifao colonial
em Londres, de 1886.
Ida e volta de Per-
nambuco a Soutliamp-
on, primeira classe,
com o prazo de 6 mc-
zcs libras stcrlinas 36,
15, 0._ ___________
LELOFS
! andar
(OHIMMIH PK.iMHH' A V
DE
XaTegaco costclra por Tapor
PORTOS DO SUL
Tamandar e Rio Formoso
0 vapor Mandahu
Segu no dia 26 do
corrente. pelas 6 hj-
as da maub.
Rece-be cartra at o
Idia 25, e passagens at
's 3 horas da tarde vespera da saluda.
ESCRD7TORIO
Caos da Companhia l*ers>cnibn-
cana n. i a
Porto e Lisboa
Segu cem lireviilad- a barca
portugueza Xuco Piloten ; ara o
portos aekta, para .> rrato da
carga que falta a trac'ar com
Haltar, Oliveira & C, ra do Vi-
gario n. 1, lu andar.
Leilo
De psnellas e clialeiras esmaltadas o esta-
nhadas^ avariaJas e .lescarr.'gadas de
bordo do vapir inglez Delamber
POR INTERVENCAO DO AGENTE
Alfredo Gniuiares
Em sua agencia ra do Bom Jess n. 45
Irmo, 10 a Narciso Maia 4.U.. 18 a Andr Lopes
de C, 45 Ferreira & Irmo, 10 a ordera.
Sola i rolos a Mendes & Oliveira.
Sebo 90 barricas a J. daC. .'arvalho.
Xarque 1030 fardos a Amori.n [rndtos & C, 50
a F. J. de Mello, 50 Fraucis lioJrigucs Pra^a
50 a Innocencio F. Nazareth, 50 a Gomes & Pe-
reira, 30 a Jos Piedade, 50 a Paiva Valente &
C, 50 a A. 8. F. de Oliveira, 401 a Pereira Carnei-
ro & C. 401 a Maia & Rezende, 178 a Baltar Oli-
veira C.
Vapor Austraco Tiber entrado de Triestre, no
dia 22 do corrente e consignado a Johnston Pater
ftC.
Manifestou
Ac 60 cunbetcs a H. Nuesch Je C.
Farinha de t.-igo 750 barricas a ordem, 1934 a
Machado Lopes C, 1650 a Henry Forster & C,
1560 a Lopes & Irmo, 114 a D mingues Alves
Matheus, 100 a H. Nuesch & C, 40 a Paiva Va-
lente & C.
Papel 10 caixas a Prente Vianna & C 10 a
Gamcs de Mattos Irmos, 10 a H. Nuesch 4 C, 10
Short & C, 5 a Domingos Ferreira da Silva & C,
5 a J. T. de Almeida,
Barca portugueza Noemia, entrada do Rio de
Janeiro em 22 do corrente e consignada a Amo-
rim Irmos & C, manifestou :
Aseite de peixe 5 barra ordem.
Barricas 144 volumes ordem.
Bsrris 180 ordem, 100 a Antonio Maria de
Silva.
Caf 360 saceos a Silva Guimares A C, 300 a
Maia & Resende, 260 ordem.
Dynamite 50 caixas ordem, 30 a Miranda &
Souza, 20 a Goncalves Pinto & C.
Farello i.00 saceos a Maia & Resende.
Farinha do trigo 200 barricas a Paiva Valente
&C.
Ferragens 11 volumes Miranda & Souza.
Kerosene inexplosivo 50 caixas a T. Just.
Pipas 1 ordem.
Velas 500 caixs a Maia & Resande.
Vinho 3 pipas 70/5 e 48/10 ordem, 2, 15/5 e
30/10 a Paiva Valente & C.
Patacho inglez Seretha, entrado de Terra Nova,
na mesma data e consignado a Johnstin Pater
& C, m mifestou :
Bacalbaa 2,228 barricas e 385/2 ditas aos con-
signatarios.
Barca inglesa Beltres, eutrada de Terra Nova
c. consignada a Saumders Brothers & C, mani-
festou :
Bacalhau 4,000 barricas e 3 519/2 ditas aos con-
signatarios.
Patacho ingles Plymouth, entrado de Tena No-
va, na mesma data e consignado a Saunders Bro-
thers C, manifestou :
Bacalhau 3,051 barricas e 224/2 ditas aos con-
signatarios.
(I
De urna armayao, fiteiro, balc3o, cadeiras
de junco, bancos, 1 me3a grande de lou
ro e 2 caixas de aroarellu
Quarta-feira, 4 do corrente
AS 11 HORAS
Ni ma de Pedro Aff.mso n. 36, outr'ora
ra ila Praia
O preposto Stepple, levar leilo os mo7eis e
mais objectes existentes no pavimento terreo, pir
coata <: ordem do Sr. Francisco Lopes de Albu-
querque.
Ltilao
de movis, quadros, cspelhos e jarros para
~) flores, a saber :
Um piano forte, lrnwbili* de Jacaranda, com 1
!mpiano forte, lrnwbili
ifl.
sof, 2 consolos com pedra, 1 jardineira, 2 cadei-
ras de bracos e 12 de guarnico, 2 ditas de balan-
ce, muitos e differentes jarros para flores, laucas
para cortinados, 1 almofada bordada e quadros
dourados.
Um sof de Jacaranda avulso e 12 cadeiras so-
lidas, 5 sanefas, 2 camas francesas, 1 commoda e
guarda-vestidos.
Urna mesa elstica, 1 guarda-louca, 1 aparador
com pedra, cadeiras, mesas avulsas, 1005a, vidros
e mais objectos de casa de familia.
Quinta-feira do corrate .
ME,NT. PINTO
Na ra do Mrquez do Olinda n, 4
Por occasiao do leilo de urna f'aitura de ca-
bellos naturaes, e urna caixa com um variado sor-
timento de jarros.
DE MOVIS
Espolio do coronel Jos Aoto de Souza
Magalhaes
Constando de mobilia de Jacaranda com tampo
de pedra e cadeiras de balanco, jarro?, lanternas,
quadros com retrato santuar o e seus pertenecs,
uarda-roupa de amarillo, marquezo, lavatorio
e araarello, guarda-louca, mesa elstica, apara-
dores de amarello, cadoiras, bidet com tampo de
pedra, 1 taboleiro para gamo, caixa com copos e
pedras para dito, louca de porcelana para almoco
ejantar, copos, clices, garrafas e talheres.
Um cofre prova de fogo, carteira, mesa para es-
criptorio, moro para carteira, machina de copiar
cartas, estante prra livros, 2 espadas, urna pasta
e um talim, 1 bonet, 2 charlateiras e outroa mui-
tos objectos.
Quinta-feira 2o do corrente
A'S 11 HORAS
No sobrado n. 35 da ra Estreita do Ro-
sario
O agente Martina far leilo dos movis o mais
objectos pertencentes ao espolio do coronel Jos
Anto de Souza Magalhaes, por alvar de auto-
rsaco do Exm. Sr. Dr juiz de direito de civel.
Leilo
Do um sobrado do dous andares n. 61,
ra do Visconde de Itaparica, outr'ora
ra do Apollo.
Quinta-feira, 95 do corrente
A's 11 horas em ponto
\o aiiiiii/iiii & roa do Imperador
n. 2
O preposto do agente Burlamaqui, por manda-
do e assistencia do Iilm. e Exm. Sr. Dr. juis de
direito privativo de orphos, levara a leilo o so-
brado com bastantes commodos, sito ra do Vis-
cende de Itaparica n. 61, para pagamonto de im-
postes que o mesmo deve.
Os Ss. pretendentes desde j poiero ir exami-
nar o dito sobrado.
I eilao
de trancas de cabellos, enchimentos, pasti-
nhas, cachos, coques, crespos e triza-
dos
Quinta feira 25 do corrente
\ s I1 horas
Agente Pinto
Na ra do Mrquez de Olinda n. 4
Por occasiao do leilo de movis
Lciliiii
EM CONTINUACAO
tilinta fe ir.;. '' do corrente
Em sua agencia ra do Bom Jess n. 19
De movis, espelhos, jarros, fisuras, lustres, cha-
peos, vinho de caj, cofres, correntes e relogios de
ouro; e outros objectos que estad a vista dos con-
correntes.
Leilo
De um sobrado de um andar e
mais tres casas terreas
Quinta-feira 2o do corrente, s 11 horas
em ponto r"
No armazem ra do Imperador n. 22
O preposto do agente Burlamaqui levar a lei-
lo as seguintes casas :
Um sobrado de um andar ra Nova de Santa
Rita n. 56.
Urna casa terrea mesma ra n. 58.
Urna dita idem, idvm n. 60.
Urna dita ra dos Patos n. 3.
Os Srs. pretendentes desde j podero ir exa-
minar : todas ellas csto em bom estado de con-
servaco e em terrenos proprios, e vende se livre
de todo e qualquer onus, e teem bastantes com-
modos e bous rendimentos.
^apor nocional Jacuhype, entrado dos
portos do sul em 21 do corrente e consig-
nado a Companhia Brasileira de navega-
(Lo costeira por vapor, manifestou :
CourW salgados seceos 601 a J. H.
Boxwell.
Uordas de piassava 500 ordem.
Fumo 1 tardo a Prente Vianna & C.
Mercadorias diversas 15 volumes a Go-
mes & Pereira, 3 a J. H. Boxwell.
Pipas vazias 60 a Baltar Irmaos <$ C.
Panno de algodao 10 fardos a Guima-
res lrii.no <& C.
Pelles 62 atados a J. H. Boxwell.
Hyate nacional Anrora de Macdo, en-
trado de Maco em20 do corrente e con-
siguado a Joo Paes de Oliveira, manifes-
tou:
Sal 180 alqHaire3 ao consignatario.
Hyate nacional Iris, entrado de Maco
em 20 do corrente e consignado a Joao
Paes de Oliveira,| manifestou :
Sal 200 alqueires ao consignatario.
DESPACHOS DE EXPORTACAO
Em 22 de fevereiro de 1886
Para o exterior
No lugar americano C L. Taylor, carregou :
Para Naw-York, H. Poister & C. 4.0U0 saceos
com 300,000 kilos de assucar mascavado.
No vapor americano Advance, carregou :
Para New-York, H. Stolzenbach 37 barricas
com 2,250 kilos de borracha e 18,000 pelles de
cabra.
Para O Inferior
= No vapor nacional Espirito Santo, carre-
gou :
Para Bahia, J. A. da Costa Moreira 110 barri-
cas com 10,880 kilos de assucar branco.
Para o Rio de Janeiro, Bartholomeu & C. Suc-
cessores 12 volumes vinho jurnbeba.
= No vapor allemo Desterro, carregou :
Para o Rio de Janeiro, Amorim Irmos & C.
205 saceos com milho ; J. H. Boxwell 477 saccas
com 41,039 kilos de algodo ; V. Neesen 10 far-
dos com 2,085 ditos de dito.
No vapor francez Ville de Maceid carre-
gou :
Para Santos, Baltar Irmos & C. 200 saceos
com 12,000 kilos de assucar branco e 1,000 ditos
com 6(1,0 0 ditos de dito mascavado ; J. J. Mo-
reira 150 ditos com 9,000 ditos de dito branco ;
Amorim irmos 4 C. 500 saceos com 30,000 kilos
de assucar branco o 1,000 ditos com 60,000 ditos
de dito mascavado.
Para o Rio de Janeiro, V. da Silveira 160 sac- ir
eos com 12,000 kilos de assucar branco e840iiYera
ditos com 50,100 ditos de dito mascavado ; F. da
Silva 200 meios de sola.
- No vapor americano Advance, carregou :
Para o Para, M. J. Alves 20 pipas < m 9,600
litros de agurdente; B Oliveira &C. 10 ditas
com 4,800 ditos de dito ; P. A de Azevedo 200
barricas com 12,000 kilos de assucar branco.
Para Maranho, B. Oliveira & C. 15 barricas
com 1,790 kilos de assucar branco ; S. Guimares
& C. 320 ditas com 38,165 ditos de dito e 30 ditas
com 3.757 ditos de dito mascavado.
No hiate nacional Deus le Salve, carregou :
Para Mossor, S. Nogueira & C. 200 saceos com
farinha de mandioca e 10 barris com 960 litros
demel ; F..Rocha & C. 50 saceos com farinha de
mandioca ; F. Paes Lima 300 ditos dem.'
No hiate nacional Joo Valle, carregou :
Para Maco, F. de Moraes 10 barris com 800
litros de agurdente.
No hiate nacional Aurora, carregou :
Para Maco, J. Paea de Oliveira 500 saceos
com farinha de mandioca.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados na dia 23
Gloncester ^Inglaterra)32 dias, barca suecca
Bore, de 332 toneladas, capitn A. Soderguist,
carga carvo de pedra, equipagem 11 ; a es-
trada de ferro do Recife ao S. Francisco.
Rio de Janeiro 20 dias, brigue nacional D.
Francisca, de 232 toneladas, capitao Albino
Vaz, equipagem 8, em lastro ; a Antonio de Oli-
veira Maia.
Terra Nova30 dias, lugar inglez Minnie, de 163
toneladas, capitn W. Malcahy, oquipagem 8,
carga bacalho; a Johnston Pater & C.
Rio de Janeiro e escalas6 das, vapor ameri-
cano Advance, de 1902 toneladas, commandai-
te J. R. Beers, equipagem 60, carga varios g-
neros ; a Henry Forster & ('.
Navios sahidos no mesmo dia
Rio de Janeiro e escalasVapor nacional Espi-
rito Saneo, commandante Joo Maria Pessoa,
carga varios gneros.
Santos e escalasVapor francez Ville de Macei,
commandante I'anchevre, carga varios gene-
ros.
Maco Hiate nacional Joo Valle, capito
Francisco II. Canuto, carga varios gneros.
Rio Grande do Sult atocho allemo Zeurick, ca-
pito Rog M. Jansen, carga assucar.
VAPORES ESPERADOS
Tagus da Europa hoje
Senegal do sul amanha
Bahia do aul a 26
Warrior de Liverpool Marco a 27
La Plata . do snl a 1
Mando, do snl a 8
Finance de New-Port-News a 12
Etbt da Europa a 12
Tomar do snl a 16
Neva do sul a 24
f
-



o
r iiEsttn


MMM^fl^^^^^^H
H^B*a>M<^

Diario de PernambucoQuarta-feira 24 de Fevereiro de 1886
Leilo
Do sitio do Arraial, raa Paulino e Silva,
(estagao da Mangabeira de Baixo)
Sabbado. t do correte
As 11 horas
A* ruado Imperador n. 1
O agente silveira, pjr inanlado e com assiaten-
cia do Exm. Sr. Dr. jais de orphos e ausentes, e
a requerimento de >. Honorata Marn do Sacra-
mento, inwntariante du Joaquim Martina Gomes,
levar a leo o referida sitio, o qul tm de fren-
te 87 metros e 20 centmetros e de futido 1155 me-
tros, ende estilo edifidas duas casa de taipa e
cacimba propria.
Os seuhores pretendentes desde ja podem exa-
minar.
AVISOS DIVERSOS _
Aluga-se o '2- andar da cata n. 1 do pateo
do Terco, o 3 da de n. 3 ra da Penha, o 1
da de n. 19 mesma ra, o 1 da de n. 18 ra
Direita. o 1 da de n. 66 ineaaia ua, o l- da
de n 35 travessa S. Jos, o I- da de n. 34
roa estreita do Rosario ; as torreas de ns. 41
rna do Itangsl, 26 ra Duqu de Caxiaa, 1 do
pateo do Terco, 27 ra de Lemas Valentinas,
& a ra do Ampio, e a c^sa de n 35 ra da
Viracao a tratar na ra do Hospicio n. 3.
__Aluga-se casas a 8lKX>, no becco dos Coe-
Ibos, junto de S. Genealo: a tratar na ra da Im-
peratriz n. 56. _______________
^~Au!a mixta particular de intrucco prima-
ria, Deodnja A nela Fcrvein da Siiv, ra Vi-
dal de Ncgreiros n. 21.
= Os hachareis Antonio Justino de Souta e
Pedro Affcnso d.' Mello mtidaram o seu escripto-
rio para a ru i Duque de Oaxm n. 54, 1 andar
onde continuain a exercer a sua profi asilo de ad-
vogados.
Aluga-se a casa enm sota, toda caiada e
Ciada do novo, Bita i ra da Fundicao n. 8, em
to Amaro ; a tratar na ra
^C^-58
SEGITiDA-FEIBA 1 DE MAB.O
As 5 horas da tarde
Ra da Imperatriz numero 1
Fabrica Martina
Cosliimt's de case mira
A SO* e 35*
Na nova loja da ra da Imperatriz n. 32, rece-
beu se um grande sortimento de finissimas case-
miras inglczas oe cores claras e escuras, que se
venden por preco muito em eonta, assim como das
mesmas se mandam fazer costuraos por medida,
srndo de paletot sacco a 305000, e de fraque a
3-i ; assim como de superior flanella ingiera de
cor asa) escara, a 305 e 355, e tamb;m das mes-
mas fazendas se manda fazer qualquer peca avul-
sa, grande pechincha ; na nova loja de Pereira
da Silva.
Att$nc3o
Oiinda u. S, lithopraphia.
do Mrquez ce
Pede-se oi previne-se que niio facam transae-
cao alguma/com a casa sita ra de S. Francisco
n. 1, na cidade de Oiinda, pertcncente aoa h3r-
deirai de Madama Rufina Rosalina Ereire, visto
existir orphSokV ? ?.......
Recife, 23 de)fevereiro de 1886.
O Sentinella.
Piano
Vende so um piano de mesa, em bom estado,
por preco commado ; a tratar n ra do Fogo n
18, 2- andar.
Caixeiro
Aluga-se o arnus*in da ra do Mrquez de
Oiinda n. 18 ; a tratar coin Prente Viauoa &.
Companhia
Joscph Krause & .'. ra Pr.meiro de Mar
CO 6, precisan de U'D bjm cosiuheiro ou boa
cosioheira.
Aluga-se a rata eiin sot*, toda caiada e
pintada de novo, sita 1 a d- Fundicao n. 8, em
Santo Amaro ; a tratar na ra do Mar^u.-z de
Oiinda n. 8, lithograhia.
Jos Pinto dr. Cunlia va i Furopa, e deixa
por seus procuradores, em 1 lagar ao r. Fran
cisco Baptis'a de Aranjn, na 'J n Sr. Manoel Fer
sandes Velloso, em 3o o ^r. Aatrao l iptistade
Aranjo e 4 Manoel Martius di- Oliveira Vas.
Quem precisar lie urna p afeita eu;nmms-
deira, dirija se ra Oupiu dr. Caxlas n. 54, se-
gando andar.
Vende-te urna (averna e os movis, est um
pouco dissortida : a tratar coin Jos BorgC*.
= Precisa-i! ce gente |>:ira\ender tabolein
sa raa, ou por vendagein ou por mez ; a t-a'ar na
ra Velha n. 16, entrada pelo beceo do Veras,
!jf:____________________________________
Desappareceu hontem, as 2 horas da larde,
una menino de nome Tibartino, cor acaoocoladoi
cabellos estirados, idade 7 annos, vestido com
calca parda e camisa de cretone de lutrinba azul,
a ealea curta, chinello de cnuro branc >, j usado,
indo para a ra Direita comprar urnas linhas,
levando o importe de 500 rs. e at esta data nao
appareceu, desconfiase que esteja perdido on em
aiguma casa ; pede-se ds subdelegado da fregue-
zia de S. Jos e de Santo Antonio, para se arpa
recer o dito menino fazerem o obsequio de man-
dal-o levar ra do Jardim n- 1, casa de Anto-
nia Ribeiro de Castro.
A viuva do Dr. Carvalho quanto pede para a
liberdade da sua escrava Custodia ? Responda
pelo Diario.
O amigo dos arranjoa fique certo que o ser-
vico da limpeza e arburisseo da cidade ser bre-
vemente discutido pela imprensa, pois os 4:0005
nao far barreira para recorrer-se S. Exc. o
presidente, contra abusos.
Precisa-se de um caixeiro com pratica de taver-
na o conducta afiancavel ; a tratar na ra de
Hortas n. 17.
Quem tero ?
oure e prata : comprase onro, prata e
oedras preciosas, por maior preco que em outra
maquer parte : no 1 andar u. 22 a ra larga do
osario, antiga dos Quarteis, das 10 horas as 2 da
carde, dias uteis.
Declarago
u abaixo assignnda constando-me que meu irr
mo. Joao Kepomuceno do Sacramento, tem de-
clarado h diversas pessoas que tem em seu pode-
urna letra de 1:0005 aceita por mira e como at o
presente nunca assignei titulo algnm nem lhe sou
devedora de quantia aiguma, para tirar as duvi-
das chamo o dito meu irmo para que se apresen-
te no praso de 8 dias para allegar sea justo di-
reito e dever de probidade.
Recife. 2 de Fevereiro de 1886.
Adelaide Mara Ribeiro de Souza.
Precisa-se anda <*e urna ama
ga do Rosario n. 38, 1 andar.
na ra lar-
O abaixo firmado, mudando sua residencia desta
capital para a do Rio de Janeiro, deixa exposta
venda sua pharmacia ra do Rangel n. 48, e
para o que faculta poderes espeeiaes ao Rr. Jos
Caetano Baptista dos Santos, estabelecido ra
da Crespo n. 7 (Gallo Vigilante), para vendel-a de
accordo com o pretendente, e bem assim receber
dividas que nao foram resgataaas. Recife, 23 de
fevereiro de-86.
Joaquim E. Cotia.
finco Pontas
Cbama-se attenclo da pessoa competente para
a irregularidade que ha no servico feto pela es-
tacao de Frexeiras. As cartas qae servem de guia
aos assucares vindos para est praca, s ehegam
dooa tres dias depois, isto com grande p ejuizo
das partes. Era b>m que se aoabasse por urna
ves com o deleixo de quem d motivo a estas re
dan acoes.
Um prejudicado.
Precisa-se de urna pro-
fessora
A senhora estrangeira que estiver proficiente-
mente habilitada e quizer ensinar a escrever e a
fsllar com perfeic&d as linguas francesa, allerna e
inglesa, assim com a dar lices de ceographia,
historia e piano, a urna menina de 11 annos de
idade, a qual tem j principios de todos esses es-
tados, sendo pessoa de boa educacio ecun attes-
tado da seu merecimento, pode dirigir ec casa
n. 199 rua do Visconde de Goyanna (Mangni-
nbo), ou indicar a sua morada para te eflectuar
um contrato qae a authorise a desempenhar o en-
cargo de professora.
Ama forra ou eserava
lomete para eozlnhar)
Precisa-se, para casa d'uma familia, nos Afilie-
tos : a tratar na ra Nova n. 13.
Especialidades!
Tudo se vende pelo menos possivel 11 1
Quem ums vez comprsr saber I
4-LARGO DE S. PRDRO 4
Neste estabeleeimento acha-sc pempre exposto
venda o especial licor de maracuj em ricas gar-
rafinhas proprias para toilet composto de manga
bas e mangas o que ha de melhoi neste genero.
No mesmo estabeleeimento ai-ha se sempre um
grande sortimento de passaros e gaiolas de todos
os fabricntes, at proprias para viagens, por ter
cada ama cinco compartimentos.
Tambero se encontra diariamente espeeiaes fra-
ctas maduras cono sejam sapotis, sapotas, man-
gabas, mangas e outras fructas, e se recebe qual-
quer encnmmenda para embarque.
REL0J0ARIA
ALLEMA
Prac do Conse-
Iheiro Salda-
n b o Marinho
n. 4.
Antiga da Ma-
tris de Santo
Antonio nume
ro 4.
Tendo co aberlo urna oficina de relo-
joaria com o titulo cima, recommendo-
me ao rcspeitavel publico para fazer
qualquer irabalho, al o mais difficil na
minha arto, como j nrovei como em-
pregado da relojoanaregulador da
marinhaonde trabalhei os ltimos
dous annos, prometi precos modic e
promptido.
Carlos Fuerst.
Entre amigos
As accoes que corriam com o titulo cima na
ultima lotera do corrente mez, ficam sem eflfeito
por forca maior ; recebendo os que pagaram as
respectivas importancias daquelles que as rece-
bera si.
Recite, 22 de Fevereiro de 1886._________
Acroes entre amigos
As que corriam com a ultima lotera do mes de
fevereiro, fica transferida correr com a ultima
do mez de abril do 1886.
Caixeiro
Piecisa se de um menino
do Paraizo n. 18.
a tratar no pateo
Para cosinhir e comprar, para casa de pouca
familia ; na ra Vidal de Negrairos n. 134.
Ama
Precisa se de urna ama pera cosinhar
o Mrquez do Herval n. 20.
Al
Precisa-se de urna cosinheira
numero 68.
na ru* do Brum
Ama
Precisase de nma ama para casa de familia :
na ra do Visconde de Goyanna n. 46.___
Ama
Pr<*c8a-se de urna ama para casa de rapaz sol-
teiro ; no pateo do Paraizo n. 18, taverna._____
Amas
Precisa se de duas amas, urna cosinheirt 00-
tra para andar com duas criancas e mais servico
de casa de familia; a tratar na ra do Imperador
s. 14, 2 andar.
Para cosinhar
Na ra de Joaquim Nabuco n. 3, entrada da
CSpunga, precisase de ama ama com urgencia,
na ra
Comprase um silhao cota pouco aso
do Marques de Oiinda n. 35, armasem.
Atcnfo
Precisa se de 4:0005000 a premio, dando-se
por garanta um predio nesta cidade qu>? se acha
iivre e desembaracado ; e tamb-in vende se o
mesmo predio ; quem pretender eflectuar este ne-
gocio, dirja-se ao lagar de sua residencia, em
carta fechada, para ser procurado. Os senhores
preten lentes dirijam assuas cartas typogxapiia
desta fjlha, qae ah serio procuradas, com o no
me do destinatarioM.
TINTURARA
OTTO SCH1VEIDER
SCCESS0R
i'.t Ra de Malhias de Albuquerque 25
(ANTIGA RIJA DAS FLORES)
Tinge e limpa com a maior perfeic&o toda a qualidade de estofo, e fazendas
em pegas ou em obras, chapeos de feltro ou de palha, tira o mofo das fazendas; todo o
trabalho t'eito por meio de machinismo aperfeijoado, at boje conbecido.
Tintura prota as terjas e sextas-feiras.
Tinta de cores e lavagem todos os dias._________________________________
FAZENDAS BARATAS
Na bem conheeida loja da rna Primeiro de
Marco n. 20
JUNTO DO LOIVRE
Grande sortimento do madapotea de 4^500, 50, 50500, 60, 60500, 70,
70500 e 80000
Algodoes brancos, superiores qualidades, de 40, 40500, 50, 50500, 60 e
60500.
Saperiores cretones de 320 a 500 o covado.
Batistes, lindro paarSes, a 200 e 320 rs. o covado.
Fust3es brancos de novos desenbos a 440 e 500 rs. o covado.
Cobcrtas de gaDga, forradas, de dous paunos a 30500.
Ditas de ganga cretone, bonitos padrSes, a 30000.
Lenjoes de bramante, de linho de 20 a 40000 a um.
Ditos de algodSo de 1,800 a 20500.
Toalbas felpudas, de tamaito regular a 50000 a duzia.
Ditas grandes para bandos a 20000 urna.
Lencos de algodo de 10800 a 20200 a duzia.
Ditos da algod.lo, com barra, a 20400 a duzia.
Brim pardo, claro, a 300, 400 e 700 rs. o covado.
Dito trnacado, lona, a 10, 10iOO e 10200 o metro.
Cortes de vestido de cretone de 200 por 80000.
Guardanapos de linhj de 30500 a 60 a duzia.
Grande varedade de anquinbas de 20 a 50000.
Meias cruas para hornera a 50, 60, e 70000 a duzia.
Chambres muito bem preparados, para horaem, de 50 a 100000.
Casemira diagonal, preta e azul escuro, a 20500 o covado.
AlgodSo trancado de duas larguras a 10300 a vara.
Bramante de algodito, de qnatro larguras, de 10500, 10800 e 2000 avara.
Dito de linho idera idem de 20, 20500 30 e 40000 a vara.
Loques de papel, de lindos desenhos, de 500, 800 o 10000.
Merino preto e azul a 10400 rs. o covado.
Setinetas lisas de todas as cores a 440 rs. o covado.
Velbutinas de todas as cores a 10000 o covado.
Moleaquin de cores, bonitos padr5es, a 600 rs. o covado.
Chales do algodao a 10200, 10OO, 10600 e 28000.
Guarda p de brim de linho pardo a 40, 50 e 6$000.
Oxford p-ra camisas, lindos padrees, a 280 300 e 340 rs, o covado.
Costumes para banhos de mar a 80 e 100000.
Cortinados bordados para cama e janellas a 80 100, 12, 14 e 160000 o par,
Grande sortimento de roupa feita para trabalhadores de campo.
Encarregatno-nos tara bem de mandar fazer qualquer roupa para homem e
meninos, para o que ternas ura hbil offidal e um grande sortimento de pannos, brins,
casemiras, etc.
Quem precisar de algum artigo bom e barato, dever visitar de preferencia
este antigo e acreditado estabeleeimento.
ESPLENDIDO SORTIMENTO
DE
RENDAS OU BICOS
0 que ha de mais gosto neste genero, reee-
ben
EXPOSrAONYEESAL
DE
EMILIO ROBERTO
17Ra do Baro da Victoria17
" :OM~-V 1TH2
JOSEPH KMUSE & C
Acabara de augmentar o sea j bem conbecido
importante estabeleeimento rna Io
de marco n. 6 com mais
nm salo no 1 andar Inxnosamenle pepar-
rado e prvido de nma exposi-
ffeietfens de prata do forte e etotrt-plate
dos mais afamados fabricaates do
mando inteiro.
Convida, pois, as Exilias, familias, sens nume-
rosos amigos e freguezes a visitaren)
o sen estabeleeimento, aflu de
apreciarem a grandeza e bom gosto com que
nao obstante a grande
despeza, o adornaran, em honra
desta provincia.
CHl-SE ABERTO DAS 1 A"S 8 DA NOITE
C2 0W lr I T B
"4

Rna Primeiro Ai Harto 120
TELEGRAMMA
DA 5.ft SERIE DA 1.a LOTERA DO CE ARA
EXTRAHIDA EM 23 E FEVEREffiO
>l MKUOK
PKKMIO*
26949
32647
20218
250:000$
40:000$
20:0001
MMKHOi
PBEMIOW
27312
37348
5:000$
5:000$
-4:
i:
3834
7073
32648-1:000$ 20211-515$
2648-1:1
2.11
30322
30597
ff
31563
Esto eremiaflos coi 1.000$
3400 16553
6240 17271
8321 19355
11282 19863
22612
34437
36055
36537
liois de crnica
Vende-se dous muito bons e gordos
na MapllenH, sitio do commendador
defrout dj chafariz.
a trata-
Barroca,
Taverna
Vaode-se a taverna sita ra da Palma n. 71,
coi muito boa localidade, a qual ntalha soffri-
velioente, e o motivo de Teoder-s* sen proprie-
tario ter grande necessidade de ce retirar para a
Europa : a tratar na mesma.
Boa lembraiifa
Aluga-se o armazem n. 4 da ra Mrquez de
Oiinda, mu proprio pelas suas boas aceommod.i-
cees pa'a qualquer estabeleeimento de irrois ou
retalho, a trente pela ra Marqnez de Oiinda,
mas tem no fundo um outro .rmazem com. sabida
para a ra da Senzalla : os pretendentes podem
dirigir se loja de fazendas da ra Duque de Ca-
nas n. que acuario com quem tratar.
-
-
Jos Vicente Dnarte Brando
Thereza Mari Brando, transida de dr pelo
infausto psssamento de seu prezado marido,
agradece, do intimo d alma, as pesseas que
asompanbaram os seus restos mortae* ; e pe ie aos
sens parentes e amigos o caridoso obsequio de ou-
f irem a musa qne ae deve rezar na matriz da Boa-
Vista, as 7 e meia horas da manhi do da 27 do
corrente mes, stimo dia de sen fallecimento, con-
fesandose d'snte mao eternanjente grsta^____
Os nmeros de 26901 a 27000 excepto o da sorte grande, estilo
premiados com 100$.
Os nmeros de 52601 a 52700 excepto o premio de .0:
estilo premiados com 30$.
Todos os nmeros que terminarem em-lle 7-esto premiados
com 20$000.
A lotera seguinle se extrahir no dia 2 de Mar$o.
Billietes venda na (^asa da Fortuna, ra Primeiro do Marjo n. 2$, cazas docos-
tume.
Grande e bem inmilaiia ofliciaa de alfaiate
DE
PEDROZ A & C.
N. 41Ra do Barao da VictoriaN 41
Neste bem onheci o estabeleeimento, se encontrar um lindo e variado sor-
timento de pannos, casemira*, brins, camisas, puuhos, collarinhos, meias, gravatas,
tado importado das nelliores fabriuas de Paria, Londres e Allemanha ; o para bem
ervirom aos seus amigos e reguzes, os propietarios doste grande estabeleciraento
tm na direccSo dos trabalhos da officina habis artistas, e que no curto espado de 24
hora:, preparara um terde roupa de qualuerfazenda.
Ra do Barao da Victoria n. 41
(PRESOS SEM COMPETENCIA)
FUNDICAO GERAL
ALLAN PATERSON & C
N. 44--Ru i do Brum--N. 44
JUNTO A E^ f A(3A0 DOS B0NDS
Tem para vender, por pre<_ mdicos, as seguintes ferragena:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivac5es de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batida.
Ditas de dito fundido, de lindoB modelos
Portas de fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de forca de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Moendas de 10 a 40 pollegadaa de panadura. .
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de concertos, e assentamento de machinismo e ezecutam qaaiqua-
ab alha com perfeico e presteza
RODA DA FORTUNA
200:000*000 ,
wm fifi mm
PRESOS EM P0RC0
Dczenas..... I0|000
Vigcssimos .... I^OOO
EM RETALHO
Dezenas..... H|000
Vigsimos .... III00
CORRE TODAS AS TERCAS-FEIRAS
38 RA 3L&8&A BBOSAO-.
^OOftAPHIA ^
ALBEKT0 HENSCHEL & C.
52--RLA DO BARAO D4 V1GT0RIA-S2
O aba'xo asaignado tem a honra de participar ao respeitavel publico d'est*
capital e do interior, que reassumio a gerencia d'este grande e bem conceituado esta-
befaci ment, onde j por longos annos tem oceupado o mesmo lugar
As xmas. familias e pessoas que desejarem hnralo com suas encommenda,
encontrarao ai os mais modernos e aperfeijoados trabalhos concernentea a arto
photograpbioa e modicidade nos pre$o.
C. Barza,
Qeiente.
IllGlVH
i


6





Diario de PerambucoQuarta-feira 24 de Fevereiro de 1886
Aloga-se barat
01*. e 2. andar travesa do Campello '. 1
O armasen) da ra do Bom Jess a 47.
A casa terrea n. 18 da roa do Nogueira.
A caa terrea n. 23 da travesea de S. Jos.
Aliga da roa do Calabatajo 4
Acasa da ra ao Viaconde de Goyaana u. 79.
1 casa da ra da Ponte Velha n, 22.
A eaa da Baixa Verde n. 1 B Capunga.
A tratar no Largo do Corpo Santo n. 19, 1' au
Alagase
grande sobrado n. 161 da ra Imperial, caiado e
piafado ; a tratar na rna de Rangel n. 58
"Sil %
r'aitota-ie de tma p*r ccziub, poem que
carina es casa ; a tratar a ra do Mrquez de
JMfcdan.JJ___________________________
Ama
Precisase de ana ama para cosinhar a cosa-
erar, e mais a I puta servico ; na ra do Hospicio
17.
Luz brilhante,sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PURA LAMPARINES
rrecisa-se de urna ama para cosinhar e engom-
ara, para duas pessoas ; na ra doa Pires n. 54,
taverua. ___^__^^_____
% M m d
Na praca do Conde d'Eu n. 7, segundo andar,
pricisa-oe de urna ana boa cosinbeira e de boa
conducta, para casa de pequea familia.
AMAS
Precisase de duas amas para engommar e co-
sinhar. para pouca familia ; n* ra larga do Ro-
sario n 10, 2 andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e cosi-
nhar ; na ra do Con nel Suassuna n. 161, segun-
do andar
Ama para cosinhar
Na praca do Conde d'Eu n. 4, 1 andar, se
precisa de urna mulher de meia idade, para cosi-
nhar, faz'T compras e algum servica de casa de
pequea iamia.
MARTINS. BASTOS
Pemamkuco
NUMtRO TELEPHONICO N' 35
Yenezianas
Compra se de duas qnatro veneziauas de ma-
deira, com oorrentea de metal, d:s modernas, com
pouco uso ; ne p. imeiro andar n. 22, ra larga
do Rosario.
Advogado
Ama
Precisase de urna, na ra do Bario da Victoria
n. 35.
Ama
Pr* cisa-sc de urna
boa wsiiiheira, a tra-
tar ra Duque de Ca-
xias n. 70, antiga d
Queimado._________
Cosinheiro
Precisa-se rli_u--. < rinbiho : M .tama ra
le Paysand n 1* I' *gi m .1 Magdalena), on
-ua do Commt'i cid u, 44.
Cosinheira
Precisa-se > nana e liifacm que engomme
lem e ensabm ajw alo doris fra, para casa
ie pouca familia ; r, r i C Usen rt'Eu n. 30,
--erceiro andar ________
Mme. niquelina
ms s caupcspara senoras, o aoe
un
ie Bita-Ios, pela ultima ida,
o fazei-ss mtiflos.
Roa Piissielr* de Marro n. IV
lano Botina Maravrlhosa
Os abaixo assignados, tendo adoptado e regis-
trado a n arca industrial como do deeenho cima
ve corformid.ide com as prescripcoes das leis em
sigor diclaram ao publico e particularmente aos
teus numerosos fregueses, qae dora em diante
odos os productos que chirem de saa botica le-
vari. a dita marca como garanta de sua origem
legitima procedencia.
i'ara advogado
Alnga se a fila do 1- ndai ra Duque de
Caxias n. 61, a tratar na lija.
Boa aequisico
Vende se a fabrica de vinaare e cerveja ra
da Sema!:, n. 12, por pre?o muito barato, por sen
dono ter de retirar-se, tem muitos utensilios para
fabricar qualquer ciarse de bebidas ; a tratar com
Eduardo Martina na mesma, ou no Entroncamento,
casa do Sr. Carpinteiro Souza.
O bacharei Pedro Qaudiano de Ratis e W
madou su residencia da estrada de Joao de Bar-
res para a roa ye Iba de 8anta Rita n. 89
Ahiga-se urna casa pe-
quea
Na ra de S. Francisco n. 1, freguezia de Sau-
tt Antonio.
No becco do Fundao n. 5.freguezia da Boa-Vis-
t*. : a tratar na ra de Santa Thereza n. 32, de
uianha at meto din.
IGARASS
N. 88:200
O Dr. Francisco Xa-
vier Paes Barreto,
pela 4.a vez rogad a
vir ou mandar a ra do
Mrquez de O linda n.
50, dar cumprimento
a o numero cima.
~~ Viva o carnaval
Compra se vestuarios noves e usados ; na rna
da Imperatriz n. 78. ________________
Xa cidade da Escada
campra-se ouro, prata, ptacoes nacin a os e es-
trangeiros, e onedas de oure ; na roa do Com
mercio n. 19, estabelecimenfc de Antonio Fran-
cisco de Aranjo Costa.
Escola par rular
De iuttrutro primaria para o sexo
mn colino
34 Rna da Mat-it dm Boa Vieta34
O abaixo assignado participa ao Ilustrado pu-
blico desta capital, qne atrio sua escola particular
de instrnc$ao primeria para o sexo masculino,
roa da Matris da Boa-Vista n. 34, onde esmera
damente se dedica ao ensino de seus alumnos.
O grao da escola consta : ler,eacrever e contar,
desenho linear, histora patria e nocoes de trancez.
Garante um r pido adiantamento em seus alum-
nos, pelo seo systema de ensino, o qual nma pa-
ciencia Ilimitada, os amor inviolavel e urna es-
merada dedieaso ao ensino, azendo com que os
8' us decipulos abracem e amem de corafao as let-
tras, aos livro, e ao estado, guiando os no cami-
nho da intelligencia, da honra e da dignidade,
afirr. de qae venbsm a ser o futuro sustentculo
da patria, da religue e da lei, e um verdadeiro
cidado brasileiro.
Espera, pois, merecer a confian es e a proteccSc
do distinct povo pernambucano, e em partcula:
tem f robusta em todos os paii e torea de me-
ninos qne sjaeicam aproveitar um rpido abanta-
mente de aeus filhos e tatetedoe.
Cosa qusnta ousada aeja esta tentativa, todava
espera qae acus iocmasaveia eaforeos, e os seus
purs deiejns, sejam eoreades com a feliz appro-
vacao de todos os filboe do imperio da Santa Cruz.
Mensalidade2#QB0 pagos adiantados, no acto
da matricula.
Horario das 9 horas da manha as da tarde.
Recebe meninos internos e meio-pensionistas
por mensalidades razoaveis e lecciona per casas
particulares a amaos os sexos.
Julio Sares de A/e vedo
taRA DA MATRIZ DA BOA VISTA34
Ao publico
A verdadeira e bem conbecida pomma de mata-
rana e ararota, preparada por Jeronyma Coussei-
ro, venie-se em pacotes de libras e meias, nos
seguintes lugares, por ora : boa-Vista, ra da
Aurora n... estabeleeiuento do Sr. Joaquim de
Vasconcellos ; rna da Imperatriz n. 2, dos Srs. Mu-
noel Moreira Rbeiro & C-, e na da BarSo da Vic-
toria, no dos Sra Panlo Jos Al ves & C.
Santa casa de misericordia do

Advocados
Manoel Netto e Berenuto Lob > ; ra Duqne de
Canas n. 75, entrada pelo pateo do Oollegio.
lllt'HClO
lia ra do Bario d Victoria n. 44, 2- andar,
faz-se plises a 20 rs. o metro^
BISN AGS"
Emilio Roberto aca-
ba de receher as afa-
madas bsnagas fran-
eezas, as quaes rende
em grosso e a retalho.
17-Roa doteit di Vicara -17
noel tfmm don Wanloa
A junta administrativa far celebrar no din
quiuta-feira, 25 do corrente, pelas 8 horas da ma
nbi, urna missa de rquiem pela alma do ex mor-
domo Manoel Jos dos Santos, trigsimo dia dn
sen fallecimento. A missa ser cantada na igrejx
de N. 8. do Paraso, pela* educandas da casa dos
expostos, e para aasietil-t, a junta convida a
Exma. familia e amigo daqaelle tao Ilustre quan-
to prestimoso collega.
Secretaria da saata casa de misericordia do
Kecife, 19 de Peveresro de6.-O eecrivao,
Btm Madrionet de Soma.
f
aria 4 ce vedo Ramo*
Jos Lopes ae Azeveds, Mara Clara de Aze
vedo e seus filbos, AnMoio Ljpes de Azevedo,
Mana Barrete de Azeveds, Joaqwaa Lopes de
Aaawnao (preseatee). Jafte de As.-vedo Ramos,
Francisca Clara de Azevedo e seus filbos, Justina
Lopes de Ase vedo taaseates), tendo raoebido de
Portugal a infausta noticia id passamento de sua
mui presada mii, ora, timbada, irmao, netos e
filhts d^ Mara de Ai-vedo Ramos, mandam ce-
lebrar alraamas misaas ao dia 84 do oorrente, s
7 1/2 basas da maruai. ns igreja do Qma Es-
pirito Santo, e pra ate i convidan a todas os
patentes e amigos, peto qae desde j eorfesaam
snas irratides,
Ao publico
Urna senhora habilitada se o&erece leccionsj
arimeiras lettras e trabalhos de agulha em colle-
^ios ou em casas particulares ; quem de seus
prestimos piecisar^ pode dirigirse roa do Co-
"onel Suassuna n. 72.
Leonor Porto
n. *>
H
tur rpida eras pe*
ARSENIATOdeOURO DVNAMISADO
do DOUtOr AIMDISOIV
At GhioroM, Anemia, tedas as Molestias do Bystema nervoso, man as
mal rabelilu, Molsatlaa ohronlcas dos PulmOes, etc., etc.
A maloraa illoatraoflai medicas tem attatlado o podar ooratlro teste medicamento a daoavam-B'o
o primevo a man enirgieo do rtoontlituin.
O FRASCO : O FRANCOS {EM nwkSTgiUk) yrt
Todo /nuco gm nao troumr a Marca de Fabrica regtrad e aiWflndsn^^^^^*"'00 Ftbriotn
Ldave ser rigorosamente recusado. ,Ay^-^ *'*'*
VABia, abanamola es&XW, rma BMbaekann, la. -Z' Producto
Depcsiti e.n P-:-iamh co .---~;-r rvi. da SILVA & C-1.
Ji W 1 JU-g aUa-IL.*.WJg-g'.."HHEI
m a
:
PJLX2IZ j*u
|i -.se Victoria.
( Pemambucc: ...
F.IIJSUva^lC, 3
Este medicamento de um irusto agradavel. adoptado com irrande xito ha
mais de ZO annos pelos melhores Mdicos de Parlz, cura os eftuxo, G/->, e, i osse,
Dvre i* Garganta. Catarro vulmonar. trruuset do txtto. das Vat urinaria e da Bextga.
S
VINHO LBER SGI1
FEBRFUGO FORTIFICANTE apr^ovado osla Academia de Medicina de Ptrli
il B I'
Sessenta annos de Ezpc-riencia
e de bom xito tem demonstrado a eflScacla incontestavel deste VlnHO, qur como anti-
prriodico para cortar as robres e evitar o seu reappareclmento, qur como fortificante as
Convalesceneras, Debllidade do Sangae, Falta de Keoitraaoao, Znappetencla, Stges-
toei atfflo -is. Entermidades nervosas, Debllidade causada pela edade ou por excessoa.
fif Vinho, que contm mtli principios activos do qae o preparado! timilaret, rende-te por prsoo um
povoo malt elevado.Nio te dera oojeetar contra o preco em rieta da reoonheclda elcacia do medicamento.
Piarmacla C3-. SEIG-XJ J-EST, 378, ra Salnt-Honor6. PARS
Depositarios em Penutm neo : FRAN"- M. da SILVA e C.
aVn ttOi^t ,-s textos os rl la Tlluiss n riilalilaliiiir
-k't "<$&* ^JSaWdS |
:> CL.V. BOU.*?* !!
"-.-..:.,.\'-. r v. -r a, ?Aao
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de E. LER0Y, Phannaceulico de 1" Classe, 2, ra Daonou, PARS
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Recommendamos este Xarope ans Mdicos e aos Doentes. de um sabor agradavcl, de asslmi-
larSo fcil e mil vezes superior a todos os xaropes de laclo-phophato Inventados pela especu-
laco. Todos sao cidos ao posso que o Pbosobato de Cal Gelatinoso nao o
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OLEO TRIGU URO-CLARO
de FIGADO de BACALHAO
do D? DE JONGH
OAVALHEIRO DA OROEM DE LEOPOLDO DA BLGICA,
w;."*LHEIHO DA LEGiO OE HONRA DE FRANCA,
OOMMENOADv." *>A OROEM DE CHRISTO DE PORTUGAL.
Reconhecido pelas primeiras autoridades medicas como
lnconlestavelnientc o mais puro, o de gosto mais agradavel,
e o mais efllcaz de todos
Contra a TSICA e as MOLESTIAS de PEIT0,
a DEBILIDADE GERAL, o EMMAGRECIMENTO das CRIArTCAS,
a RACHITIS e todas as AFFECCES ESCROTULOSAS.
3Sl/" Vende-se somentf em garrafas qus levSo na capsula o
sello e a assignatura do D' DE JONGH e a assignatnra de
NSAR, HARF0RD ft 0. Cautela co as Imafes.
Oto Consignatarios, AJIS&R, HARFORD i C, 21G. High Holbon, Londres.
Vende-se em todas as principan Pharmacias do Mundo.
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Fornicadores de Sua Majtttade a Rainha da Inglaterra,
do Exerclto e da Hrtate bntannlea
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EUidooqusnecsssario paraamanutengao do cotro
ssb todas as formas.
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Adoptada offfieialmente nos Hospitats e Pars
e so. Marinka Francesa.
O mais poderoso d'entre todos os agesrtcs
digestivos COOliecldOS, a Fattcrratina Ur-
fremne emprega-se sempre com resultado
provado contra i
raatlo I Oastrites
Kaa dlceatoes I Cstratelas
Flatnlenclas do estomago
Somnolencia aps as refeleOes
Vmitos determinados pela gravidez
Bnfermldados do Usado
Tomada depois das refelcftes desperta e excita
o appetlte dos convalescentes. combalo e delem
o eniagrecinienlo dos tsicos.
A /totaere* titea Mtofremtem em p e em
pttulas veude-se-em todas as pharmacias.
18S2.Bordc.iox: Mcua'Dj dt Bronit;
Biow.MvdjIsi de P'.,i.. Roche-
ton : ttnf.](j de St d-ihi
.rindemo e/o.-IS83.Am.^ti
Meaina i.e Prat, don: i ~ 1SS5,
Expoeico de 'l rabalbo: Adm ssio
Aliweutaco itica
ib irmcistM aasiita t saaiiUtasH.
A raUVHA aeLU e o mcllior auxiliar
da ama de leiU.' naalliuentactiu nascna:.
experimentada com o mellior xito as Crochs
Hospitaes e Asylos, soberana para as Crjancas'
pessoas ldosae. tracas c as que sotTi,
Oaatrasta. Oaanltrlaa. atalaatlas de Intes-
tinos, Vrlaao de Ventre rebeldes, e todas
as AOaccOcs que no permiUem ao estomas
supportar a allmenlao&o necesaarla para a pro-
ducto da torca e da sade.
UM Uam izaartiat: a TBaU
ftaranaeia MktLIt/, m Bordeauje [Frtaot.
htHrnambuco:Trwa''aX. daSUvaaVO*. .
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%
Si*'*
W ?>>
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o
^o*4tat*/f
CifeBUCHU
do DADL ,
CNT!
MOLESTIAS araaaucnrxa
v Catarro ehrftco ta btxiga,
i irritara do canal de uatra,
! Molestias tc ansate,
.continencia da urina,
Ania na orina, ata.
SWANN, r^arTTtacetftw-Chmtco,
. tyj&j^.A'iA Casncuoat, jlIAR13
j'
Compra-se c paga-
se mais do queemou-
traqualquer parte bem
eomo
Je
de qualquer qual idade
Na ra o Imperador
n. 32, loja dejlas,
Julio Fuerstemberg.
Verdadeiro tmenlo inslez
Marca Pyramide
Vendein Fouseca Irmos te C, ni- da Madre
de Deus n. 12.
Ama para engomado
Na roa do Bemfiea.
sitio em frente da es
trada que va i para os
Remedios, se preeisa
de urna mulher, forra
ou eserava, para fazer
eiigommados e algum
servif o de casa de la
milia. _____
Tiulo de lia.i(;u
O abaixo ass-.gnado, ex-empregado da compa-
nhia ferro-carril de Pernambuco, declara ter per-
dido o titulo n. 72-B, paseado om 15 de setembro
de 1885, e de deposito da quantia de 100, que
Ibe servia de fianca para exercer t emprego de
conductor. Pede, pois, a qualquer pessoa qne o
tenha acbado o obsequio de entregal-o ao abaixo
assignado, ma do Padre Muniz n. 7, visto que
s6 a elle tem direito o proprio dono ; e nao appa-
recendo no prazo de tres das, serei recmbolcado
pela companhia, mediante um recibo por mim as-
signado. Eeeife, 16 de Fevereiro de 86.
Alfredo Fcrreira Guemao.
CAMIMOS DE FERiiO
PORTATEIS
DE
Verearen k e Jager
OE BRUXELLAS
(Constructores do melhor material para
:aminhos de ferro industriaes. Fomecedo-
res dos Arsenaes e oamichos de ferro do
estado belga, do Goveruu colonial das Id
dias Neerlandesas, etc., etc., etc., etc.
Vas frreas portaieis -desmon
taveis fixas, trilhos de ferro e de ac, por
precos inferiores ae de qualquer outro sys-
tema, sendo mais duraveis e mus prati-
:ob.
Pequeas locomotiva* wago-
netes especiaes prra fabricas, explorajSes
agrcolas, aterras, minas e engenhos de
assucar.
Estabelecidas no ceutro de um paiz que
produz ferro e &<9 as mais econmicas
lcondicoes, as oficinas de Verharren & de
Jager, alm da sua situaco em urna loca-
idade onde a mao de obra barata, go-
sam da vantagem de ter urna organiaacSo
seria e especial para a construc^ao de ca-
minhos de ferro ao alcance de todos. Os
seus pre^s desafiam a qualquer concur-
rencia.
Para informagSes circumstanciadas diri-
jam-se a
I heo. Iusf
2 LAKOO DO CORPO SANTO 2.
Remettem se catlogos Ilustrados quem
pedir.
Mudoii d'1 residencia
O Dr Maduro, medico parteiro, mudou sua re-
sidencia para a ra da Imperatriz n. 88, esquina
da do Hospicio, 2o andar, onde ser encontrado a
qualquer hora da noitc.
CUIDADO COM
AS FALSIFICACOES.
f -,

PARA
O LENCO O TOUCADCt
E O BANHO.
Tv
Exlracto Composto
SAUA de Ayer
Esaoulas c todas as Molestias
provenientes delas e para
Dar Vigor ao Corpo
Purificar^ Sangue.
f-Ca-ad? pelo .JCAYB&CiA LosnMattlriUs
VENDAS
Tiras bordadas
A 18, Itt e oo rs
Para o carnaval
So na nova loja n. 32 iuh da mp> ratriz, se
vende um grande sortimento de bonitas tiras bor-
dadas, propnas para enfeites, sen lo largas e es-
treitas, pelos baratsimos precos de 100,120,160
e 200 rs tendo dous metros cada peca, grande
pecbincba. Assi n como um bom sortimento de
ganga amarilla, verles e ncarnaias. qne se
vendem barato : na loja de Pereira da Silva, i
ra Ja Imperatriz n. 32.
O IH da ra Duque de Caxias, desejando ven-
der muito, resolveu vender fazendas por menos
25 /(, de seu valor.
Ver para acreditar
Setias macaos, decores, 1S400, por 800 ris o
corada.
Mariposa fina de cor a 240 ris o covado.
Renda aberta da China % 240 ris o covado.
Cretones finos nacionaes a 240 ris o-covado.
Setinetas lisas e finas a 400 ris o covado.
Alpacas de cores a 360 ris o covado.
Linli.s escossezes proprios para vestidos a 240
ris o covado.
Lcque Juannita a 800 ris um.
Lencos brincos fiaos de 11200 a 2 a duzia.
Camisas de linho muito finas pelo preco dimi-
nuto de 30 a duzia.
Cobertas forradas a 2800 urna.
Colchas brancas e de cores a 15800.
Bramante de tres larguras a 900 ris.
Dito de quatro ditas a 1200.
Toalhas felpudas para rosto a 45O0 a duzia.
Madapolo pelle de ovo, finissimo, a 6500 a
pesa
Camisas para senhora a 2500 urna.
Lencos de seda a 500 i is um.
Redes hamburguezas de cores a 10 urna. ,
Ditas ditas braacas, com varan las, a 15f urna-
Cortes de casemira de cores finos de 4 j500 a
10*000.
Casemira fina de ores, intestada, a 2 o covado.
Flanella americana a 1000 ris o covado.
E mais urna intinidade de artigos baratissimos
qae nao deixar de comprar que os vir.
Borracha especial
para limas ; receben a mercearia d Goncalo los
da Grama, ra do Padre Floriano n. 41.
Achado
O medico a quem faltar om instrumento de ci-
rurgia, pode procural-o na ra Di que de Caxias
n. 18, 1 andar, que dando os signaos certos e pa-
gando as despezas, se Ibe entregar
Caixeiro
Precisa-se de um menino de 10 12 annos de
idade, com pratica ; na ra do Hospicio n. 34.
Borracha para limas
Recf-beram Rodrigues de Paria & C, e teem
jara vender em seu armasem rna de Mara e
3arros n. 11, esquina da ra do Aiaoriin.
Cosinheiro
Na roa do Vicario n. 17, se precisa de um co
inbeiro.
SAO AS SEGUINTES PARA, ACABAR
S9-Rua Duqne de Caxias-59
Toaile de nice, lindas cores, 10, 1*400 o co-
vado.
Damac de seda borcada alio dito.
Sedas bordadas, finas, a 1800 e 2t o dito.
Setim Ma-o de todas as cores, a 1* e 1*400 o
dito.
Dito dito preto, a 1*200, 1*500 e 2* o dito.
Cachemiras para vestidos, a 1* e 1*400 o dito
Gorgurin&s matizadas de todas as cores, a 409
e 500 rs. o dito.
Setinetas lsvradas e lisas de todas as cores, a
500 e 560 rs. o dito.
Faile com lindas cores, a 460 e 640 rs. o dito.
Mirins pretos a 1*, 1*300, 1*400 e 2* o dito.
La de quadrinhos, cores lindas a 700 rs. o dito.
Dita de todas as cores, a 400 e 56!) rs. o dito.
Popelinas de seda a 300 e 320rs. o dito.
Alpacas lisas, finas, a 360 e 460 rs. o dito.
Fusto de cores para menino, a 320 e 3<*0 rs.
dito.
Casemiras pretas a 2* e 2*200 o dito.
Ditas do coros a 1*500 e 2* o dito.
Ditos ditas tinas.inglezas. a 3*500 e 4* o dito.
Cortes de casemiras com toque de mofo, a 3*860
e 3*400.
Ditos de dita perfeitos, finas, a 6*500, 7*500 e
Damasco de 12 coro 8 palmos de largura, a 2*
o covado.
Dito de algodao a 600 rs. o dito.
Dito branco bordado a 1*500 o metro.
Atoalhado de linho fino, a 1* o dito.
Cortes de cazeneta a 1*400, 1*800 e *.
Fechs do pellucia, 6* e 7* um.
Ditos arrendados, a 2*500, 3*500 e 4*500.
Ditos de seda, lindas cores, a 3* e 3*5U0.
Chales de casemira, a 3*500. 5*500 e 7*.
Ditos de algodao, a 1*, e 1*800.
Colchas de cores a 1*500 e 2*.
Ditas portuguesas (muito grandes) a 12* e 14*
Ditas de crochet a 10*, 12 e 15*.
Capellas com veo (para noivas) a 10* e 16*.
Enxnvaes para batizado, a 10* e 14*.
Camisas para senhora, a 3*500 e 5*.
Saias idem idem, bordadas, a 4* eo s*N0.
Toalhss de laberntho ricas (para baptizado) a
60* e 80*.
Cr.-t'-nes para vestidos, lindos padres, a 980,
360 e 440 rs. o covado.
Chitas claras, finas, a 240 e 280 rs. o dito.
A' rna Duque de Caxlaa n. 5
Craeiro da Cu&C
3o andar
rs. o
Vende-se no armasen: Travassos, palha de i
naba; caes da Companhia Punambucana.
Olinda
Vende-se bara'o as tefruintes casas em Olinda:
Ampnro n. 67, Arjnee 37, Commercio 6 ; a tratar
no caes do Apollo o. 47.
Ainga-seoa
n. 78 ; a tratar na
scatairaa dsS.Jorfe
Ma Peamos dcMasos n. 17,
Venesianas
Vende-te tres venecianas ; a tratar na roa4a
Baoyei o* 11.

}
r-


Diario de Pernambuco(Juarta-feira 24 de Fevereiro de 1886
Expsito Central
Damiao Lima A C. iiititularatn o P9tabeleci-
mento ero liquidacSo da roa larga do Rosario n.
38, por EXPOSI^AO CENTRAL para assim se
tornar bem conbecido de todos, pelo que chama a
atteocao eipecial das Exmas. familias Dar 6
Ecos teguiotes :
tros de plica a 400
Bonecas inquebraveis 14500
Metros dearqninbcs 120 e 160
Pecas de cordados finos a 300 e 400
Garrafas com agua flarida a 700 e 14000
Frascos de oleo oriza por 1401 0
Fita para toa I ha, n. 80 34000
Carret. is de 200 jardas a gi
Inviseveis grandes a 38
Ditos menores a 300
Brinquedos para menino a 200, 800 e 500
Caixiuhaa para presente a 24500 e 34000
Meiosfiode sedaDar* *Hnbhor a 14 e *200
La para bordar de 84800 e 34000
Fita cbineza o maco 360
Dito.de algododito 240
Massinhos de grampos a 20
Macaquinhos acrobticos a 1W)
fiotoes, fitas, leques, perfumaras, bengalas, te-
souras e outroa muitos artigoa que so com a vista
na ExposicaoCaatr < larga do Rosario n. 38.
Confederado; o Norte
Em vista dos grandes proprcssos da idea de que
se gioriam as nacoes civilisadas, o oommercio
deve acompanhar esse progresso, visto que elle
o mais poderoso elemento do engrandecimento das
saces ; em /ista do que annunciam
MART1NS CAPITAO C.
1 Kua eatreita do Rosario 1
Grande sortimento de generes alimenticios, es-
colha dos quaes, os annunciantes teem sempre
maior cuidado, para bem servir os aeus numerosos
fregueses. Leuibramos, pois, o proverbio :
Qucm nao experimenta, nao sabe.
Venham ver, pois :
Que jos, flameugo e de Minas.
Fiambres ingleses.
Chocolate francez Menier.
Dito do Maranhao.
Frnctos seceos, como :
Passas, ameuduas, figos, etc.
Ditas nacionaes.
Doce de todas as qualidades.
Bolachinha inglesa.
Semeates novas de hortalizas.
Especialidade em
Vinhos finos do Porto, Madeira e Shery.
Ditos da Figueira e de pasto.
Cognac de diversos autores.
Vinbos tnicos, como :
Absintho.
Vermoutb, etc.
Licores de todas as qualidades.
Champagne.
Cerveja de diversas marcas.
Bem assim :
Araruta fina em pacotcs.
Cha verde e preto.
Dito perola.
Especialissirao matte do Paran, em p.
Ainda mais :
Ovas de peixe.
Sardinbas de Lisboa em Salmoura.
Vendem Martina Capitao & C, ra estreita de
Rosario n. 1.
AOS AGRICULTORES
Formicida capanema (verdadeiro) para extinc-
eio completa da formiga saura. Vendem Martina
Capitao & C, ra estreita do Rosario n. 1.
WHISKY
ROYAL BLEND marca ViADO
Este excellente Whisky Esceeses preterivt
ao cognac ou agurdente de canoa, para fortifica'
o corpo.
Vende-se a retalho no melhures armasen c
nolhados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO cujo n-
me e emblema sao registrados para todo o Bruz:
BROWNS & C, agente
Camisas nacionaes
A t*OOa 3*000 e S4500
32 = Luja & roa da Imperatriz = 32
Vende-ge neate novo estabelecimento um gran-
de sortimento de camisa branca, tanto de aber-
turas e punbo de linbo como de algodao, pelos
baratos precos de 24500, 34 e 44, sendo tasenda
muito melbor rio qun as que veem do estrangeiro e
mu i lo mais bem fritas, por serem cortadas por
um boa artista, especialmente camiseiro, tambem
se manda faser por encomm'.ndas, a nntade dos
fregueses : na nova loja da roa da Imperatriz n.
3 de Ferreira da Silva.
Ao32
Nova loja de fazendas
8* Roa da Imperatriz = 3
DE
FERREIRA DA SILVA
Neste novo estabelecimento encontrar o res-
peitavel publico um variado sortimento de fazen-
das de todas as qualidades, que se vendem por
preeos baratissimos, assim como um bom sorti-
mento de roupas para honiens, e tambem se man-
da tazer por encommendas, p r ter um bom mes-
tre altaiate e completo sortimento de pannos finos,
casemiras e brins, etc
cores, a 600 rs. i vado, pichincha : na loja panno, pelo barato preco de 900 rs.'e 14000 o
do Pereira da Silva. metro, e dito trancado pa- a toalhas a 14280, as
Merino* preto* a lS^OO #1#400 sim como superior bramante de quatro larguras
Vende-se merinos pretos de diuts Urgaraa para para lencoes, a 14500 o metro, barato ; na loja
vestidos o roupas para meninos a 14200 e 14600 do Pereira da Silva.
o covado, e suuenor setim preto para enfeites a D*i.n_____MA.:nn
14500. a-sim como chitas pretas, Unto lisas como K0UD MT 01601008
de lavoures brancos, de 240 a 320 rs. ; na nova A \q. tflB e O*
l.ja de fereira da Silva ra da Imperatrii nu- Na nova loja da ra da Imperatriz u. 82, se
m*ro Z'- ^^ vende um variado sortimento de vestuarios pro-
tiiiuauoi nho rrmaeAiu para lenroe prios para meninos, sendo de palitosinho e calci-
Fazendas finas e modas
t,-Bua do Caba(6=t B
I Bastos A c.
TELEPHONE 359)
Exmas. familias que receberam de
Avisam as
Pariz:
Lindissimoa cortes para vestidos com tecidos da
mais salpicante novidade
- como sejam: Etamine
; nha curta, feitos de bnm pardo, a 4JCG0, ditos com bordado a retros, seda crua bordada a capri
a foja da ra da Impcratns n. 82, vende-se de moleequim a 44500 e ditos de gorgoro prato, [ oho, Cachemire com enfeites bordados a fil
periores algodozinhos franceses com 8, 9 e 10 emitando cnsemira, a 64, sao muito baratos ; na Moda 1886
mos de largura, proprios para lencoes de um oja do Pereira d* Silva. Valentionne en ecorce d'arbre
__ Primoroia fseolha em vestidos lom 20 metros e
la ligeira, tecido ainda au conheeido aqui.
Cores e desenhos novissimas as seguintes ss-
zendas de seda, la e algodao. Etanjine, Surafc, 8s>-
tim, Failles, Linn. Toile d'alsace.^achemire.
Explendido sortimento
Em leques, luva, espartilhos, lacos, lavalirea,
meias, lencoes e muitos outros artigos que se v-
dem por precos sem competencia.
Tambas
Vndese em h t e a retalho, por menos i
Sue em outra qns! )uer parte ; na roa de Fernan-
es Vieira n. 21, taverna.
ai
a
VENDE-SE
Doce de caj secco,
de S. Jos
na na
j.
16.
Boa da Imperairli
Loja de Pereira da Silva
Neste estabelecimento vende-se as roupas abai-
xo mencionadas, que sao baratissimas.
Palitots pretos de gorgoro diagonaes e
acolchoados, sendo fazendas muito en-
corpadas, e forrados
Ditos de casemira preta, de cordao, muito
bem feitos e forrados
Ditos de dita, fasendamuito melhor
Ditos de flanella azul, sendo ingleza ver-
dadeira, e forrados
Calcas de gorgoro preto, colchoado,
sendo fazenda muito encornada
Ditos de casemia de cores, sendo muito
bem feitas
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
muito bem feitas
Ditas de brim de Angola, de mnleskim e
de brisa pardo a 24, 24500 e
Oeroulas de greguellas para homens,
sendo muito bem feitas a 14200 e
Colletinhoa de greguella muito bem feitos
Assim como um bom sortimento de lencos de
linho e de algodao, me'as cruas e collarinos, etc.
lato na loja aa ra da Imperatriz n. 32
K i sea dos largos
a tOO rs. o covado
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vendem se
riscadinhos praprios Dar roupas de meninos e
vestidos, pelo barato proco de 200 rs. o covado,
tendo quasi largura de chita francesa, e ass>m
como chitas brancas mindinhas, a 200 rs. o cova
do, e ditas escuras a 240 rs., pechincha : na
loja de Pereira da Silva.
Ful6<-. *>eti r*. o covado
Na loja da roa da Imperatriz n. 32, vende-se
um grande sortimento de fustetes brancos a 500
rs. o covado, lxiuhas lavradas de lurta-cores,
fi. senda bonita para vestidos a 500 rs. o covado,
e setioetas lisas muito largas, tendo de todas as
:000(0
TER1A

DO
v 4*>00
104000
124000
124000
54600
64500
84000
34000
14600
14000

EXTRACTO NO DA 2 DE MARCO
INTR NSFERIVEL
O portador que possuir dous vigsimos desta importante
loleria est habiitado a tirar 25:ooo#>ooo.
Os bilhetes acham-se a venda na Casa da Fortuna ra
Primeiro de Marco n. 23.
COME 2 DE MARCO BE 1880, SEM EALTA.
LISTA GERAfi.
N B. O premio prescrevera
um anno depois da cxtracgSo.
39
A
DOS PREMIOS DA XPA1 tTE DA lS LO] rERIA 5 CONC EDIDAS POR LEIt ROVINi 3IALN 124b , EM 1 iENEFI CIO D A CAS A DE ( JARID ADE DE BEZERROS, EXTRAHD3A EM 23 DE FEVEREffiO DE 1886
' NS. PREMS. NS. PREMS. >JS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. N8. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS-
1 4 245 U 451 ' 44 680 U 900 tot>4 1152 49 1381 44 1620 44 1826 44 2088 44 2347 44 2583 44 2312 44 3073 U 3292 44 3601 44 3786 44
12 46 56 85 1 44 54 86 21 43 9i .48 91 - 23 74 99 > 3 _ 87
- 15 53 * 58 87 4 55 89 23 45 y9 49 93 27 _ 76 , 3313 8 5 88 l4
34 59 44 59 i4 92 10 62 90 26 48 2100 53 94 32 __ 77 ___ 16 44 12 13 22 91 4*
39 60 60 44 94 16 73 94 28 60 5 -- 61 95 34 _ 83 _ 17 3803
W\ 41 - 62 64 97 25 87 95 31 63 6 63 2601 __ 51 85 _ 21 _ 6
42 63 - 72 99 38 88 1406 34 84 70 8 - 66 4 __ 52 96 _ 23 , 23 f5 26 4J 29 30 32 -35' 42 43 46 48 -49 13
50 64 3S 97 84 700 . 40 92 15 40 84 78 15 70 10 ... 53 3100 25 _ 14 _
58 67 U 98 44 12 1*3 41 93 > 18 St4 43 44 98 ~ 20 79 18 __ 54 11 37 __ 23 aa
9 - 78 503 14 44 45 96 29 44 47 99 - 21 - 80 22 __ 68 84 16 ... 39 24 _
60 79 4 18 3*4 50 _ 1211 . 33 55 1903 too4 27 86 24 __ 72 44 21 __ 48 __ 27
64 - 81 7 - 19 44 52 _ 31 37 63 6 44 34 87 28 76 23 __ 50 _ 30 84
66 85 10 - 21 69 __ 32 55 75 7 36 96 30 __ 76 24 58 __ 32 4#
81 91 11 22 - 62 ^_ 39 67 84 TG 9 47 2403 39 _ 82 31 66 ^ 35 _ '
83 92 12 f4 28 _ 66 ^ 43 70 44 82 10 - 52 5 40 __ 83 32 74 36
89 93 - 19 44 30 67 _ 47 82 85 2U 56 - " 12 53 -__ 85 84 34 75 _ 38 *
93 307 21 84 34 68 53 83 - 89 23 57 20 58 , 91 44 41 76 _ 46
105 10 - 26 44 50 80 _ 54 88 95 24 59 21 59 __ 95 3*4 45 _ 77 ^m 56 ~
7 13 33 52 86 _ 56 93 99 35 62 .- 27 72 2910 44 48 _ 79 __ 58 62
15 25 38 56 - 91 59 98 1702 40 63 28 84 16 51 83 __ 60 63
18 28 49 59 97 65 1501 84 3 44 -_ 66 31 87 18 ___ 60 86 _ 61 14 71
22 32 - 55 63 1012 66 7 44 4 55 74 39 - 94 19 __ 69 94 --- 71 44 75 80 -89 93 3700 3 -4 7 9 l4 11 44 13 81
29 33 - 60 67 13 _ 78 8 5 56 2205 41 - 2709 24 72 3405 __ 83
.30 35 - 66 _ 69 15 _ 83 t4 19 - 6 57 _ 9 42 12 29 _ 73 _ 11 _ 95
34 42 - 71 __ 78 84 16 m^m 90 44 22 15 63 _ 15 47 18 31 __ 78 _ 29 _ 3900
** 41 44 78 _ 83 44 20 _ 93 24 20 64 20 51 84 21 33 __ 83 _ 38 _ 1
51 51 - 86 __ 68 26 _ 94 25 21 71 _ 27 84 52 8*4 22 51 _ 84 43 _^ 12
54 S4 53 - 87 __ 93 35 _ 95 27 ... 25 84 85 _ 36 84 55 44 23 54 _ 85 48 _ 13 4
56 4* 66 91 811 40 ^^_ 96 29 29 84 87 38 44 56 26 *oo 62 ^_ 86 ^_ 53 __ 14
59 72 94 16 46 __ 98 30 84 33 44 98 44 58 28 44 64 __ 87 __ 55 wi 20 H
i 60 65 z 74 76 1 :ooa 95 98 4 17 19 48 56 99 1310 37 45 44 38 44 . 2002 8 84 44 46 48 ~ 63 67 --- 39 40 65 68 3206 7 56 69 22 23 -*
66 80 46 600 44 22 59 11 47 45 9 - 50 68 *4 44 _ 71 _ 10 60 24
68 81 1 34 77 13 50 51 19 61 i4 72 44 54 72 _ 18 6b 21 44 26 ;
85 82 4 37 79 24 51 54 21 68 44 74 _ 56 _ 77 19 80 22 31
93 90 9 39 87 31 56 58 *- 25 73 M*r 80 _ 57 __ 87 30 y7 _ 27 32
M} 95 94 100 11 - 41 93 33 84 60 62 29 - 77 86 _ 64 _ 92 33 _ 3516 ___ 29 3S _
98 406 44 18 46 97 35 44 68 _ 76 30 78 mmt 97 67 _ 99 _ 35 _ 18 32 41 _
205 7 19 50 4 98 38 70 _ 80. 42 86 ^r 2608 72 ^_ 3003 __ 36 26 34 43
6 10 24 56 U 1104 84 40 74 81 - 44 94 *4 20 - 73 _ 4 __ 44 34 38 - 49 .
10 11 - 42 60 *4 5 44 41 77 82. - 45 - 95 44 21 75 MJSJI 10 __ 51 35 41 - 60 -4
14 15 44 61 44 18 48 81 _ 87 - 51 * 2302 38 _ 82 12 60 43 43 - 60
16 itt 18 50 64 27 51 84 . 91 . 62 44 13 _. 39 ^^m 86 19 75 45 _ 46 84 67
24 u 24 58 75 30 *4 55 85 __ 1800 54 16 __ 43 87 20 __ 76 48 __ 50 44 77
1 27 38 66 81 33 44 60 96 1 58 29 _. 51 _. 90 _ 20 82 53 _ 61 79
28 40 68 84 34 62 98 -w- 8 . 63 - 30 w- 52 _ 91 oto 44 84 _ 68 ^_ 58 82
30 45 - 70 86 _ 37 70 99 10 65 31 __ 59 __ 92 te 49 87 59 ^_ ^A:4 87
34 47 72 87 mm 43 74 1604 I 12 T 32 _ 71 3800 58 88 _ 71 ._ 69 44 94 5
. 36 48 75 88 ^^ 46 4 75 8 44 17 80 35 77 84 10 SJ- 62 80 a* 83 ^b 77 - 94
1 40 50 _ 77 91 51 44 78 Id 19 87 :17 I4 78 44 11 65 84 90 86 82 400 =?
t


8
Diario de PcrnambucoCuarta-feira 24 de Fcvereir de 1886


LITTEBATURA
OS FILHOS
DO
s^.3Nrx3XDaa
POE
A
S. C47BSS
QUAR.TA PAHTS
gratas d'Etreta
( Continuado do n. 43 )
XI
AS OETAS
Esta primeira gruta, completamente va-
sia e deserta, dava para urna segunda an-
da mais vasta.
Estava cheia de armas de todos os g-
neros e qualidades, urnas pendurades as
paredes, outras agrupadas em redor do
urna especie de mastro collocado no cen-
tro. Quantidades. inuraeraveis de balotes,
uns intactos, oufros meio despejados, se
viam por todos os lados.
Sobre estes balotes, deitados no solo,
perto de sessenta horneas pareciara instal-
lados ali como n'um corpo de guarda.
Quasi todos raoco3, muito vigorosos, de
physionoraias pouco sympathicas e cober
tos de vestimentas em desordem ; mas to-
dos bem armados.
A audacia, a bravura, ms paixoes, a o
prime liara se naquellas figuras bronzea-
das, olhos encovados, barbas e cabello
comprido.
A' entrada de Flor de-Macieira houve
urna exclaraaclo geral.
_ Que ha do novo ? gritaram elles.
Nada respondeu o recemchegado.
Nao viste La Chesnaye ? perguntou
um dosassistentes.
Nao.
Acontecer-lbe-hia alguma cousa ,
__Nao o acredito : j o saberiamos !
__S se os amigos nao fossem mortos.
Um curto silencio seguio-se a esta rene-
sao formulada em voz baixa ; todos estes
homens se olharam.
Neste momonto ouvio-se o som de urna
campainha.
O mestre charaa-me, disse FlGr-de-
Macicirn.
f-xno sabe elle que desceste ? per-
guntou .ra dos bandidos.
__Esta compainha. respondeu Flor-de-
Macieira, servado para me chamar.
E FlSr-d-Macieira atravesssou a
gruta.
__Trovao I disse aquello que acabava
de fallar, se La Chesnaye nao voltar, nin-
guem me tirar da idea que o velho que
lhe quer mal!
Flr-de-Macieira chegara a urna tercei-
ra gruta mais pequea que a precedente,
mas anda mais cheia de mercadorias, de
toneis de plvora, de armas e vveres.
Era um verdadeiro arsenal em todos os
gneros.
Abria-se direita urna galena o rema-
tava com urna porta raassica. Esta porta
estava entreaberta e Flor-de-Macieira an-
trou n'uma sala de grande dimensao e
mobilhada com luxo inaudito.
As paredes estavam estofadas ; um ad-
miravel tapete cobria o solo; bahs de
bano esculpidos com arta estavam em ro-
da da casa cujo centro era occupado por
urna comprida mesa.
Bahs e meza estavam cheios de pecas
de prata lavrada. Dir-se hia que se en-
trava na casa de jantar de um rei; Henn-
que IV certamente nao tinha urna to
bella no seu palacio do Louvre
Compridos reposteiros da mesma cor da
tapessaria dissimulavam quatro largas aber-
turas communicando cada um com urna
grata difirante.
Na occasio em que Flr-de-Macieira
entrava na magnifica sala levantando um
destes reposteiros, os outros tres estavam
corridos e permittiam ao olhar o aventu-
rar-so as outras tres grutas.
A primeira, esquerda, offerecia o as-
pecto de um laboratorio como aquello que
descrevemes na segunda parte deste ro-
mance, quando conduzimos o leitor- sem-
pre prorapto a seguir-nos pela primeira
vez casa da ra das Estufas Velhas.
A segunda, guarnecida de estantes car-
regadas de livros, servia com toda a cer-
teza de blbliotheca.
Quanto terceira apresentava um luxo
nao menos brilhante e sumptuoso do qua a
gruta do centro.
Esta gruta, ou para melhor dizer egte
sallo, offerecia a perfeita reprodcelo do
sali do duque de Mercceur, que no anno I
precedente gabavam na eidade e na corte,
antes que o incendio, de que fallamos na
primeira parte deste romance, o tivesse in-
teiramente destruido.
E' evidente que se o nobre duque ae
transportasse a este compartimento das
grutas de Etretat, so julgaria em sua pro-
pria casa.
Tres personagens oceupavam esta adroi-
ravel casa: duas mulheres e um velho.
As duas mulheres estavam adormecidas e
repousavam, a primeira n'uma poltrona, a
outra n'um vasto fauteuil, e o velho esta-
va de pe e silencioso em frente desta ul-
tima.
O velho era mestre Eudes, o errivcl sa-
bio, o velho La Chesnaye, que lteruativa-
mento vimos na casa da ra das Velhas
Estufas em Paris. Urna das mulheres, a
que estava estendida na poltrona, era a
"Sienina Diana d'Aumont; a outra, meio
deitada no fauteuil, era Aldah, a filha ado-
ptiva de Van Helmont, o antigo compa-
nheiro da mestre Eudes.
Mestre Eudes estava
Diana e Aldah pareciam
soffrido.
o inesmo, mas
ter cruelmente
o impedira de por so a cami-
disse mestre
Estas duas jovens, quasi da mesma ida-
de, tilo elegantes, eram como duas ores
privadas de ar e cuidados.
FeicSes descoradas| mos magras, olhos
sem brilho, tudo indicava 03 sentimontos
do captiveiro e da dr moral que devia
torturar-lhes a alma.
Aldah anda pareca mais desfallecida do
que Diana.
No momento em que Flr-de-Macieira
avanyou respeitosamente para o velho,
mestre Eudes, paludo, pareca entreguo a
um violento e doloroso trabalho de espi-
rito.
Tardaste disse elle.
Cht'guei agora, mestre. .. balbuciou
Flor de Macieira. S ti ve tempo de atra-
vessar as galeras e as grutas. .
Mentes 1 Demoraste-te a fallar com
Cabeca-de-Lobo e anda estaras na grande
gruta se nao te chamasst.
Mestre... balbuciou anda Flor-de-
Macieira, c accrescentou interiormente :
Como saberla, elle isto ? oh I tara razio,
Belzebuth em carne e osso.
O velho pareceu comprehender a refle-
xlo secreta do seu interlocutor, pois sor-
rio-se desdenhosamente.
Bem, replicou elle, o capillo che-
gou?
. Nlo, mestre.
Que mcu filho nilo veio f exclamou
com espanto.
Nao, mostr.
Mas pelo menos tivesto noticia ?
Nenhuma, mestre.
Que O capitao nlo chegou nlo
viste ninguem, nao recebesto ordem nenhu-
ma e dexaste o teu posto I Flor-de-Maciei-
ra trahir-me-has?
Eu exclamou o infeliz rapaz.
Entao para que descaste ?
- Mestre, o capitao disse que viria o
mais tardar at s nove horas. Ora, j
urna hora da inanhl. Pensei que a tem -
pestade
nho...
Urna hora da manha !
Eudes abafando um suspiro.
Depois accrescentou om voz muito bai-
xa :
E esta mulher l... esta raulher que
eu nao posso fazer fallar! Oh o inferno
voltar-se-ha contra nos e o espirito elemen-
tar de Van Helmont ser mais poderoso
que o meu !
Flor-de-Macieira esperava.
Vae-te I disse mestre Eude3 volcan-
do se para elle. Diza Cabeca de-Lobo
que o chame !
Flor-de-Macieira inclinou-se silencioso e
sabio satisfeito.
Mestre Eudes percorreu acamara a pas
sos rpidos.
Morreria Humberto! exclamou elle
parando sbitamente. Impossivel!... Que
acontecera entao a Reynold o a Mercu-
rio ?... Mortos tambem !.. Mortos to-
dos tres! Os raeus filhos !...
O velho estremeceu.
Nao teriam operado? perguntou de-
pois de um momento do silencio. Tudo es-
tava admiravelmente combinado, entretan-
to. .. tudo 1... Oh Reynold um g*nio I
o meu espirito que opera na sua cabe-
ca I.. A sua audacia devia triumphar...
nosso poder voltou... e no entanto, nin-
guem I Humberto devia estar aqu s oto
horas !... Cinco horas de demora !...
Succedeu Ibes alguma desgraca e eu nada
posso... nada para raeus filhos, e com
elles anaiquillam-sa as minhas mais queri-
das esperances. .. oh I esse elixir de lon-
ga vida l Esse segredo! Van Helmont
tambem opossuel... Ambos o descu-
brimos I... A grande obra A pedra
philosophal! Oh l se eu tivesse esse 6e
gredo divino, que me importara o mais !
Eudes deixou cahir-se n'um fauteil, cora
a cabeca entre as maos, entregue s mais
turbulentas reflexoes. Nao pensava em
seus filhos. O pae, perraitta-se a expres-
slo, eliminara se para dar lugar ao sabio,
ao adepto, ao alchymista.
Isso impossivel !... Tudo pos-
sivel ao genio do hornera murmurou elle,
mesmo a lucta com as creac3es divinas 1. .
A morte urna palavra Nao pie ex-
istir !... E' um sorano do, corpo, um
adormecimento da alma e esse adormeci-
monto pode ser combatido.
Desviae a decomposiclo da materia
eo elemento immaterial tomar o seu ira
perio... Oh! Van Helmont 1 Van Hel-
mont Sabe mais do que eu, elle !...
nJo chegarei ao meu tira i. ..
Mestre Eudes levantou-se o caminhou
: a campainha pareca
urna outra ordem de
Eudes estremeceu
tel-o ohauado a
ideas.
Hora e meia! exclamou elle, e nada!
nada oh I meus filhos suecumbiram I En-
tao, desgraca I D'Aumont! Van Helmont!
vingar-rae-hei d'ellos cruelmente I Mas,
necessario que saiba I... ecessario que
esta mulher falle... preciso I...
Approximando-se d'Aldah, poz-so diantu
d'ella, pareceu um raoratnto concentrar
n'um esforco supremo todas as faculdades
intellectuaes e, estando os bracos, fez al-
guns passos magnticos. Aldah fez um
movirnento, mas voltou quasi immediata-
mente a sua immobilidade.
Falla exclamou o sabio.
Aldah, levantou-se ligeiraraence, agiton
os labios, mas ncn um nico som sahio da
sua bocea.
Falla I repeli mestre Eudes.
Nao... nao. .. nao quero. .. balbu-
ciou a o/en.
Quero-o I
Aldah pareceu debater se e levou a mito
ao rosto.
Que fazesm os raeus filhos ? pergun-
tou o velho La Chesnayo redobrando de
energa.
Nao sei, murmurou Aldah.
Quero que saibas !
Nao posso.. .
Ests vendo os meus filhos ?
N2o I
Nlo ests luci Ja ?
Aldah nao respondeu.
Responde I ordenou o velho.
S... balbuciou a joven. ,
Entao, obedece! Ests vendo-os ?
Anda ama vez... nao posso ver..*
Mas porque I
Nao sei!
Mestre Eudes bateu com o p no solo.
Ainia I exclamou ello. Quero que q
saibas quero ordeno-o !
AUah contorceu-se.
(( Ol! disse o velho sabio, necessario
que chogue esta noite descoberta da ver-
dade! Com um outro obedeceste, viste,
eras perfeitamente lucida, raiseravel! Obe-
dece3te-rae urna voz, urna uuica verda-
ie, mas porque na; me obedeces? Ha en-
tre ti e mira urna atinencia mais forte que
a minha ? Quero-o saber, sabel-o-hei 1
Sim continuou elle redobrando de raiva,
sbelo hei! matar-te-hei esta noite qu fal-
lars U
E mestre Eudes, cora as raaos estendi-
das, carregava anda mais de fluido a po-
bre creanca que se debata em vio.
Piedade I... Piedade I... balbuciou
ella ; nao posso...
Anda sempre gritou elle empur-
rando brutalmente oom o p o corpo da
pobre creanca, que anieacava despedazar-
se na violencia da crise. Nao saberei na-
da nada! Nao fallar I H* nove mezes
que me consumo n'esta hita, ha nove me-
zes que onheco a minha incapacidale !...
Visto que nao quer fallar, morra Ao me
nos ninguem ser mais ( poderoso do que
eu I Van Helmont, nao tornars a ver o
teu taesouro!
E mestro Eudes agarrando um punlial,
que trazia cintura elevou a lamina agu-
da e ameacadora sobre a infaliz creatura:
la forir quando urna grande bulha res-
soou as grutas precedentes : um respost^i
ro se levantou rpidamente e um hornera
se precipitou na casa em que se passava a
scena que acabamos de narrar.
Este hornera era CamaleSo. O bandido
tioha a phyionomia desconcertada, ta-
tos em desordem
bava da
adviohava se que ac
acoutecimento san-
assistir algara
guinario.
Mestre exclamou elle.
Que queres ? perguntou o velho vol-
tando-se para Camaleao.
Mestre, soccorro, ou estamos perdi-
dos, continuou Camaleao com voz arque-
jante.
Como ? onde est Rey-
com passo rpido, parou em frente de Da-1 Entao, falla falla 1 ululava me3tre
na, a qual, anda estendida, nao fizera rao- i Eudes entregue a urna espantosa sobrexc-
viraento algmu. Dorma perfeitamente, mas,tayao. Porque nao podes ver?
corpOj
em vez de offerecer essa elas-
Eu... nao sei.
Falla ordeno !
Piedade I
Falla!
O' meu pai
1. .. meu pai!
balbu-
para veres
o seu
ticidade e molleza que accompanham sem-
pre o repouso, pareca coutrahido.
Esta nunca ser lucida! disse o ve-
lho sabio. Nunca I nunca Obtive o som-
no, a catalepsia, e eis tudo. Operei sobie
a materia e nao sobre a alma. A scieacia
est incompleta 1
Agarrou urna das maos da joven o b-
vantou-a. O braco elevou-so e cahio iner-
te quando o velho largou a mao.
Immobilidade Insensibilidade l mur-
murou elle. Mo! Humberto poder fazer
d'esta mulher o que quizer. Logo lh'o di-
rei! E' preciso que a leve d'aqui. A sua
influencia pde-me prpjudicar ao p da
outra.
Mestre Eudes designou Aldah.
Oh 1 continuou elle, esta ao menos
lucida I Estou certo d'isso! j vi ouvi-a!
Urna vez obedeceu-me... falln... revel-
lou a existencia do thesouro de Van Hel-
mont, e depois... mais nada! Porque?
Nao farei todas as formulas do dominio ?
porque recusou depois fallar ?
Que poder combate o meu?... Van
Helmont talvez ?... nao nao I impossi- | momento deixara, rolou na trra e contor-
vel! nao poderia operar em distancia. o ceu-so as convulsSes de um espantoso a
no entanto... i taque nervoso.
Soou hora e meia na pndula. Mestro Mestre Eudes don ura grito de raiva.
rOLHETII
A FILHA DO gllHIBO
POR
l:::::::::::
i (Continuacao do n. 43)
III
NSo acredito urna palavra. Um ho-
mem que passa as noites jogando baccarat
nao passa os das admirando os monumen-
tos de Pariz. Decididamente esse rosta
quore me suspeito e eu volto minha
idea de o fazer vigiar.
Pens que nao vais at suppor que
saja eile o assassino ? perguntou Saint-
Briac.
Nao sei!
Lembra-to que nada o obrigava a d-
zer-me que elle l estava quando me pren-
deram.
Se elle t'o disse foi para que soubes-
aes que s delle depende espalhar a tua
infeliz Hstoria, e que tata um meio de vin-
gar-se de ti, se te lembrares de te metteres
nos negocios dolle, qua nao me parecem
muito claros. E a ameaga dirige-se direc-
tamente a mim, que sou teu amigo, e que
tambem sou jaiz de instruccJo. Agora
volto para casa. Quero saber como vai
minha mulher.
Espero que nao lhe fallars no Sr.
de Pancorbo.
Nao, por certo. Basta ter-lhe dado
urna enxaqueca, fallando-lhe as tuas des
gracas. E, com esta, boa noite.
Eu vou comtigo.
NSo 1 nao! fica aqui. Observa o
nesBO hidalgo, e se ella anda te fallar de
pois do jogo, trata de fazel-o fallar da gen-
te que frequentaem Pariz. At amanhS,
so puderes.
O capitao deixou partir o amigo e ficou
triste e muito perplexo. O Sr. de Pancor-
bo nada lhe dira que valesse a pena e nao
tinha empenho em pdr-se em campo con-
tra elle, Dorque sentia que o seu socego es-
tava raerte dosse estrangeiro perigoso.
Saint-Briac, para abster-se do declarar-ihe
a guerra, tinha raztes que nlo quera ex-
pora Hugo. Tinhapassadoa vontade dejo-
gar. depois da conversa com o Sr. de Pan-
corbo. S lhe restava ir, com a sua tris-
teza e o seu desassocego, passeiar nos Cam
pos Elysios, voltando para o seu domicilio
na avenida d'Antin.
Parti, pois, e nao ficou pouco admirado
de ver parlamentando na escada com ura
criado do club, o hornera mal vestido, que
sorprehendera meia hora antes conversan-
do com o raarquez nos Campos Elysios.
Esse individuo acabava de entregar urna
carta ao criado de libr e o capitao com-
prehendeu fcilmente que essa raensagem
devia ser dirigida ao Sr. de Pancorbo.
Que relacoes podiam existir entre esses
dous homens ? Saint-Briac fazia a si mes-
mo essa perguota sem poder resolvel a, e
passou sera que o mensagero suspeito o
notasse.
Quando sabio, lembrou se de esperar,
para ver se o nobre Hespanhol sahiria com
o seu estranho correspondente, e foi tomar
posicSo ao p de urna das estufas que cer-
cam a proca da Concordia, a cincoenta
passos da porta larga do club. Nao ti-
nham decorrido dez minutos quando vio de
longe Pancorbo e o seu acolyto, caminhan-
do lado a lado e diriginio-se fila de carros
da praca que all estaconavam entre a
avenida Gabriel e a grande avenida quu
vai ao Arco do Triumpho.
A noticia levada pelo hornera mal vesti-
do devia ser muito importante, porque o
marqaez por poaca cousa nao teria deixa-
do o jogo em quo estava ganhando muito.
E nao era natural que entrasse em um
carro da praca, quando o seu coup o es-
perava alli perto.
O capitao tomou logo a resoluyao de o
seguir, e como o vio parar perto de um
carro, o primeiro da fila, encaminhou se r-
pidamente para o ultimo carro, acordou o
cocheiro na almofada e disse lhe:
__Est vendo aquellos homens que con
versara all ? Siga o carro em que vao en-
trar. Dou-lhe vinte francos se os nao per-
der de vista.
- J sei, respondeu o cojheiro colhen-
do as guias.
O homem mal vestido acabava de abrir
a porta do carro na outra extremidade da
fila e o Sr. de Pancorbo, que conversava
cora elle, dava, provavalmente, a esse sa-
tellite as suas ultimas instruccoes. Saint-
bu iou Aliah inclinndose para traz
- Falla!
Mata-mc 1...
Falla!... Que necessitaa
raeus filhos ? '
Aldah nada responda. Evidentemente
luctava ; comprehendia, com essa intuicao
maravillosa e anda inexplicavel das pes-
soas oollocadas seb a influencia magntica,
comprehendia que nao devia entregar o
segredo da sciencia quelle que a uterro-
gava ; mas as suas forcas estavam exhus-
tas; esfalfava-se no combate que austinha.
A sua vontade suesumbia e anniquilava-se
{ sob a do poderoso velho; estava dominada.
Mestre Eudes, concentrando ainda por
mais tempo a sua forya de vontade, repe-
tiu a pergunta.
Desta vez Aldah estava vencida, fez
ainda um supremo esforco para luctar,
ma3 suecumbiu, e do assento que por um
Perdidos !
nold ?
Em Fcamp.
E Mercurio ?
Tambem.
E Humberto?
E' desse que so trata.
Que nao foi salvo ?
Foi, mestre.
Bem entilo, est perdido ?
Todos, se nSo operarraos aprosada-
mente! disse Camaleao baivando a voz.
Humberto foi preso esta noite I
Preso! ropetiu mestre Eudes.
- Sim !
Quando '
Esta neite, repito-o.
Por quem ?
- Ignoro; mas, sem duvida alguma,
pelo prebostado.
Mas como foi isso ?
Nao sei, mestre. Ha seis horas llura
berto montou no seu cavallo a pz-se em
caminho para as grutas; elle proprio me
disse quando parta :
Tres horas depois o seu cavallo volta-
va s...
O cavallo voltou s exclamou o ve-
lho.
Sim, mestre Nao sabendo que pensar,
fui ter com o conde de Bernac,
Nao pronuncies esse nome disse
mestre Eudes.
Nao podem ouvir-nos mestre, e nlo
ignora que sei ja tudo I respondeu Cama-
leao.
Sabes muito, at demais, pensou o
velho, e replicou : Depois ?
- Reynold poz-so a caminho ordenau-
do-me que dsse pirte do acontecido a
Mercurio ; mis este estava ausenta. A ba-
roneza anruioa-me que ella pjrtira algu-
mas horas antes sera Iha confiar o tira da
sua sabida Ent'u'parti tambera cora Ber-
nardo era seguida de Rsynold. Reunirao-
nos sobre os pjnliascos. All, apezu-da ei-
curidao da tempestado, nos entregamos s
mais minuciosas buscas. A u.n.i legua,
pouco mais do Fcamp perto de um bos-
que, encontramos ni torra hmida signaes
de urna luta recente.
Muitos cavallos estavam deitados no
solo, e reconheci o signal das patas do ca-
vallo daquelle que procuravamos. Ura ar-
busto visinho estava partido, e a trra,
mais pisada em roda do throno, notava
que tivera alli tilo lugar una parte da
scena.
Finalmente, urna peana, ignal s que
Humberto traz no chapeo, jazia na trra...
Havia signaes de sangue na torra ?
interrompeu mestre Eudes.
Nao, mestre; pelo menos nlo o ve-
rificamos; mas, era consequencia da chu-
va, impossivel affirraar o pro ou contra.
Depois ?
Seguimos minuciosamente os vesti-
gios de que lhe fallei. Os do cavallo de
Humberto estavam ao p do arbusto a
voltamos sobre ellas na direccSo do F-
camp. Eram perleitaroente visivais, e va-
se, pela rregularidade, que o cavallo es-
tava privado do seu cavallairo o inteira-
raenta livre nos seus passos. Os signaes
das pxtas dos cavallos dirgiara-se para
um pequeo bosque.
Sobre a orla desta bosque, urna nova
luta tivera lugar; porque, anda ah, o
solo cstava pisado e aa plantas quebradas.
Depois disto. nada mais !
Corao 1 exclamou o velho que escu-
tara esta narracao com muito cuidado,
como os vestigios nao continuavam ?
Nao mestre.
Nem no interior do bosque, na pla-
nicie, ou no penhasco ?
Em parte nenhuma.
E' singular.
Foi o.Qtaa, continuou Camaleao, qua
Reynold me ordenou viesse Jas grutas, pu-
zesse todos os homens de prevenclo, es-
quadrinhasse o paiz nos arredores da Etret,
eraquanto que elle, Reynold, ia immedia-
tamente bater os suburbios de Fcamp...
Camaleao calou-se ; tinha acabado a sua
narragao e esperava.
O velho pareca entregue mais forte
coramoclo.
Dapois, ella Humberto ? murmurou
mestre Eudes; elle, merc dos raeus iui-
migos I... Impossivel I... O nosso se-
gredo posto era perigo 1 ura dos meus fi-
lhos vencido! No poda ser I Mas, se as-
sim for, desgraadas das mulheres Vin-
gar-me-hei deltas!
Camaleao segua cora o olhar indaga-
dor o caminhar dos pensamentos que se
reflectiara na fronte do mestre Eudes, e
um p llido sorriso assumio lhe aos labios,
eraquanto o seu olhar se diriga furtiva-
mente s jovens.
Diana continuava a dormir, o Aldah, ca-
hindo em catalepsia, jazia inanimada so-
bre o tapete.
Na occasio em que sa po3sava no in-
terior da gruta a scena que acabamos da
tranportar fielmente, urna outra scena ti-
nha lugar ura pouco cima da nica aber-
tura das grutas subterrneas.
Briac vio logo o Sr. de Paucorbo entrar no lado e sahio pelo outro. Foi para engaar
carro, no qual o seu acolyto entrou depois, aquelles que o seguiam e que nada viram.
e esperou qua o carro por elle escolhido se
Duzesse a caminho.
Logo que esse parti, entrou no seu,
dizendo :
Varaos, cocheiro !
Nao sabia em que dara essa cagada,
mas presentia que lhe daria indicagSea uteis
sobre um personagem, cujps modos pare-
ciara-lhe cada vez mais suspeitos e que elle
j considerava como um inimigo.
O carro que levava o hidalgo tomou a
direita e comecou a subir a grande aveni-
da dos Campos Elysios. Nlo ia muito
depressa e o cocheiro de Saint-Briac nlo
leva diffiuldade em ceguil-o sem se deixar
distanciar.
De repente o carro a quo dava caca sa-
hio da grande avenida, entrou na ra Mar-
beuf e parou logo.
O capitao deseeu urna das vidracas da
frente do seu carro e disse ao cocheiro que
nlo tosse mais longe.
Saint-Briac nlo quera encontrar-se cora
o Sr de Pancorbo, mas quera ver o que
ia passar, ver sem ser visto; e o seu co-
cheiro teve a boa idea de parar uns vinte
oa8sos atrs do outro carro que ficara perto
de um lampelo de gaz.
A ra de Marbeuf desoa entao, rpida-
mente, para timas profundezas que depois
forain atterradas e que nilo eram habitadas.
A' noite, o lugar pareca temeroso ; esta-
va escuro, a cincoenta metros dos Campos
Elyseos, que resplandecala de luz ; all
poucos se aventuravam.
Qua podia ir procurar o nobre raarquez
no funao desse buraco ? Era o que a si
mesrao perguntava o capitao quando vio
sabir do carro o hornera mal vestido que ti-
nha ido procurar o Sr. de Paucorbo no
club.
Saint-Briac esperava ver tambera appa-
recer o problemtico fidalgo, mas com
grando espanto seu, o hornera fechou a
porta do carro, pagou ao cocheiro e deseeu
a ra a passo acoelerado. Que tira levou
o Hespanhol ? O capitao pensou que elle
tinha ficado no carro e que ia voltar para
o hotel Conti lental. Abandonou logo essa
idea, porque o cocheiro dea volta e ao pas
sar pelo sea caraarada travou com elle, de
almofada a almofada, um dialogo instructi-
vo
Tive agera um freguez exquisito, ex-
clamou elle. Tomou me na praca da Con-
cordia, mas no meu carro subiram dous e
ficou um s. -O primeiro entrou por um
Eu nlo tenho nada cora isso e o que cu
trouxe at aqui ura bom sujeito; deu-me
cem sidos.
E depois engaaste a polica, disse o
outro cocheiro, e isso vale mais cem sidos.
O capillo vio o carro que tinha seguido
passar perto do seu e pode verificar que
ostava vazio. A expadiclo tinha falhado,
porque elle nlo podia lembrar se de mer-
gulhar na escuridlo da ra Marbeuf. O
homem levava dianteira ; Saint-Briac nlo
o teria podido apanhar e teria se exposto a
cahir e:n alguma cilada. Dessa vagem,
levava ao menos a certeza do que o Sr. de
Pancorbo tinha urna vida tenebrosa e que
nSo quera quo ninguem se mettesse nos
seus negocios.
Saint-Briac coraeava a coraprohender
que tinha feito urna tolice e o que traba de
melhor a fazer era deixar de lado esse per-
sonagem perigoso. Daraais* sentia necea -
idade de descancar, depois das emocSes
dessa noite de abalos e resolveu voltar pa-
ra casa.
A avenida d'Antin nlo fica longe da ra
de Marbeuf e elle desejava andar.
Despedio o carro, depois de pagar ge-
nerosamente ao cooheiro, e comejou a des-
cer os Campos Elyseos, parando de vez
em quando para verificar que ninguem o
seguia.
Depois dos acontecimentos da vespera,
tioha-se tornado desconfiado e dasconfiava
de tudo.
Morava no fim da avenida d'Antin, no
andar terreo de urna bella casa nova que
tinha raobiliado a seu gosto. Quando che-
gou em jasa estava nessa disposiclo de
espirito era que o mais pequeo incidente
inquieta a gente e elle franzio os sobr'olhos
ao ver urna carta qua o criado tinha posto
em evidencia em cima da mesa.
Essa carta razia o carimbo do club e a
letra da direccao era-lhe desconhecida.
Abrio-a febrilmente, e logo, primeira
vista, notou que nlo estava assignada.
Continha apenas urnas trinta linhas, mas,
na sua brevidade dizia muita cousa :
i Senhor, escravea o correspondente
anonymo, pensei qua me tinha comprehen-
dido e que pidcriaraos entender-nos. Eu
possuo 6 seu segredo e estava resolvido a
calar-me, com a condijlo de nlo procurar
o senhor conhecer os meus. Quiz o se-
nhor esoiar-me; apauhei-o fazendoo ha
o senhor nlo deixar de continuar, creio
dever avisal-o de qua na. primeira tentati-
va desse genero, hei de fazel-o arrepander
se de ter-se mettido naquillo que nao da
sua conta.
Cr, talvez, que eu rae eontantareicom
repetir era toda a p.rta a historia da sua
prisao. Engana-se. Farti melhor. Co-
nhego a mulher que estava com o senhor
hontera, essa mulher cujo nome recusou
revelar ao seu amigo o juiz do] instrueelo.
Pois bem, eu lh'o revelarei, e quando elle
o souber, veremos o que far do senhor e
da sua curapiiee. Est avisado, proceda
como entender.
Nada mais continha.
A carta cahio das mos de Saint Briac,
que s pode murmurar:
Odetta merc
Ah I hei de matal-o,
mate.
IV
deste raiseravel !
preciso qua eu o
O relogo do Hotel-Dieu tinha dado dez
bocas.
Alberto Daubrac tinha concluido a sua
visita da manhl; tirou o seu avental
de interno e, em vez de ir alraocar na sala
do guarda com os seus caraaradas, propa-
rou-se para sabir. Na vespera aoite re-
cebera um bilheta deMeradec, pediado-lhe
que tosse sua casa com a brevidade pos-
sivel e, como achasse fechada a porta do
juiz de instrucQlo, quera saber em que
p ostava o negocio das torres da Notre-
Darae.
Parou sob o peristylo do hospital para
accender um charuto, ella tem proposito e
nlo fama cachimbo senlo no seu quarto,
tira algumas fumacas e antes de se por a
caminho, lanca urna vista d'olhos velha
cathedral, que, ha sculos, so erguo iin-
movel e sombra, no fundo do adro. A sua
attenglo foi distrahida por um ruido que
conhecia bem por tel-o ouvido muitas ve-
zes cabaceira dos moribundos. Alguem
solucava atrs delle. Voltou-se e vio urna
menina que sabia do hospital e qua cobria
o rosto com um lenco. Raconlieceua pe-
los cabellos louros e dissa lhe, com vivaei-
dade :
A senhora aqui ? Que lhe aconte-
ceu?
Meu pai meu pobre pai I murmu-
rou Rosa Verdire, debulhada em lagri-
mas.
Entao ? elle tambem cahio l d ci-
poco'na'praca'da Concordia, por esta vez ma ? perguntou Daubrac, que tinha o mo
oontentei-me com mystifioal-o. Mas como*habito de gracejar fra de tempo.
XII
O PESCADOK
Quando Flor-de Macieira deixara o seu
posto de observacao e que, alguna mina-
tos antes da chegada de Camaleao, se
aventuarra, sacudido pela tempestado furio-
sa, ao descer pela corda, lembrar-se-hlo,
julgara ver urna forma humana desenhar-se
cima da sua cabeca, e quando a partici-
para a Cabeca de Lobo que a tomara por
illuslo, este dissera tambera que lhe pare-
cia ser a sombra de urna barca.
Cabeca-de-Lobo tinha realmente visto
urna barca, ou tomara por algum padaco
de rochedo destruido pela tempestada ou
vaga monstruosa, eis o que ignoramos ain-
da ; mas o quo podemos afumar que o
seu companheiro nlo se engaara.
Era uraa forma humaaa deitada no pa-
nhasco de qse uni jmente a cabeja estava
cima do abysmo, e que Flor-de-Macieira
vira ao ciarlo de um relmpago.
Effectivamente, na occasio en que ella
indo a alcancar as grutas, deixava o pe-
nhasco para se conti'.r corda suspensa,
no momento em que, depois de ter langa-
do ura ultimo olhar sobro o caminho de
Fcamp,desapparecia descendo para o abys-
mo, urna moita de giestas plantada a pou-
ca distancia entreabrir-se vagarosamente
e descobrira, oceulta com ella, ura homem
ajoelhando sobre a trra.
Este homem, envergando um costume
completo de pescador, trazia grandes bo-
tas e tinha a cabeca coberta com ura lar-
largo barrete de 11, o qual descendo at
aos olhos, encobria urna parte do rosto.
Continu'a)
Teve um ataque esta noite, disse a
menina laucando lhe um olhar de expruba-
5I0.
Um ataque de paralysia ? Diabo l
isso grave. E vieram trazel-o ao hospi-
tal, nlo assira ? Em que 3ala est elle ?
Na sala de Santo Andr !
Bom o interno meu amigo. Hei
de recuinmendar seu pai a elle e se puder
ser salvo, haveraos de salval-o.
Disseram-me agora que elle estava
perdido, solugou Rosa.
A gente nunca deve perder a espe-
ranca, disse affectuosamente Daubrac, com-
movido por esse espectculo de sincero pe-
zar. Havemos de fazer o impossivel para
cural-o. Mas a senhora que s tinha sou
pai, que "ai azer ? Vai ficar s no apo-
sento da torre ?
DespeJirara-me de l esta manha.
Despedirn!-a?
Sim, infelizmente. Meu pai foi demit-
tido hontem, depois daquelle infeliz nego-
cio que o senhor sabe. Eu nao posso subs-
tituil-o e o lugar nlo pode ficar vago. O
novo guarda entrou em exercicio esta ma-
nhl. Preciso procurar um asylo e nao sei
onde encontral-o.
Posso offerecer-lha um. Oh nlo in-
terprete mal as minhas intenc3es ; slo ex-
celleutes e eu a conheco bastante para nlo
lhe propof morar commigo.
Eu sei, mas para onde ir ?
Tem confianca em mim? Conhace-
me pouco, mas creio que me julga incapaz
de euganal-a ?
Sim, disse a menina.
Pois bem, eu teoho uraa idea e ss lhe
agradar pens que posso salvar a situaclo.
Lembra-se do cavalheiro que subi com-
migo a escada da torre, nao o rapas qe
tinha na cabeca um barrete vermelho, o
outro, aquee que trazia um chapea de
abas largas.
Sim, urna hora depois que o seancr
s^hio, ello voltou s, fallou commigo.
Ah ah disse Daubrac entre den-
les. Nlo pensei que elle fizesso de novo
a ascenclo par vl-a, mas isto nlo me ad-
mira.
Elle nlo subi segunda vez para ver-
rae, foi at a galera e l encontrou um
menino que levou comsigo.
(Continuar-teha.)
I Typ- do Diario roa Duque de Caxias n 42.
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l
i
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Full Text
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