Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16887

Full Text
ANNO Lili NUMERO 43
PAHA A CAPITAL E LUGARSS ONDE MAO 8E PACA PORTE
Por tres mezo, adiantados
Por seis ditos idena.....
Por um anno dem.....
Cada numero avuiso, do mesmo dia
6*000
12*000
24*000
0100
TEBQA-FEIRA 23 DE FEVEEEffiO DE 1886
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis meae* adiantados............... i^/vS
Por nove ditos idem.................
Por um anno dem................. 27*000
Cada numero avuiso, do das anteriores........... *10
DIARIO DE PERNAMBUGO
ProprirtraiK Ir* Jtaiwcl Jtjtxera t>t Jkria -fUIjo*
TELEGRAHMAS
sssvrj mmmi a: siauiq
(*) RIO DE JANEIRO, 22 de Feve-
reiro, s 12 horas e 25 minutos da tarde.
(Recebido ds 2 horas e 20 minutos, pela
linha terrestre).
'oi aposentado coa boarat de
deRembargador. o Jala de dlreilo
lo&o Plorenliao Mi'lr* de Vaicoa-
eellOM.
Forana deNignadas as seguate*
comarcas para n'ellas lerem ejer-
cicio >
De Carolina, no Maranbao. o juiz
de direlto bacbarel Francisco Anto-
nio de Freltas Barros i
De Piraeuruca. no Piaiiuy. bacba-
rel Jo*- Antonio Saraiva Mobrinbo t
De Cajaselras, na Paraiiyba. la-
noel loatiiiim d'Alboqoerque Ijlns.
Paran remolido os segnintes
Jaizes de direlto s
Bacbarel Fernando AtTonao de Mel-
lo, da comarca de Lavras em Minas
tieraes. para a vara le provedorla
da capital do Maranta&o :
Bacbarel Carlos Antonio Rodri-
gues dos Mantos, da comarca de
Sant'Anna do Pnranalijbn. em Mat -
to Urosso. para a de Cintra, no Paira;
Bacbarel Feliciano Henriqnes llar
liman, da comarca de Cajaselras. na
Paran y ba. para a de Inga, na mes-
ina provincia.
Foi lambeta removido do termo
de Cacboeira para o de Muan. am-
bn no Para, o Juiz municipal s de
orpbos bacbarel Xapoleao Mili-crio
da Silva.
Foram reconduzidos no cargo de
Juiz municipal e de orpiulo* :
Do termo de Catle do Rocha, na
Parabrisa, bacbarel Joaquina Mon-
teiro lliniz ;
Do termo de Pao dos Ferros, no
Bio Grande do \orie, o bacbarel
Joaqun Fer'elra Cbaves Fllbo.
Permiltio-se que permutassena
os respectivos ofUcios aos tabellles
Carlos Elyslo Pessda d'Albnquer-
qne do termo da Gloria do Bolla, e
Luir. Fellppc Cavalcante d'Albu-
querqne. do termo de *> Bento.
Fol exonerado do cargo de en-
genbeiro residente do prolonga-
mento da ferro-vta do Recife ao M.
Francisco, o engcnbelro Tbeopbllo
Benedicto de Vasconcellos.
1
< mw s- -.bika SA7AS
(Especial para o Diario)
BUCHAREST, 21 de Fevcreiro.
Tomaram mo caminbo as nego-
ciaedes entaboiadas entre os dele-
gados servios e os delegados blga-
ro*, tendo por objecto a paz.
ROMA, 21 de Fevereiro.
\u correr de urna discussono selo
da Cmara dos Deputados. o minis-
tro dos negocios estiangeir-^s deca-
ron que o governo eatA resolvldo
proteger seus nacionaes residentes
no estragelro. e espera urna solu-
co diplomtica para os Incidentes
occorrldos ultmamete na Colombia
e no Prata. pols do caso contrario
ver se bia obrigado A exlgll-a pelas
armas.
LONDRES, 21 de Fevereiro, a tarde.
Novas desordens se deram boje
aqu por occasio do heetisg socia-
lista.
MADRID, 21 de Fevereiro, tarie. 2
A infanta D. Eulalia. Irma de D.
Alfonso. acb-se seriamente encom-
modada de ama angina.
(') N. B.No telegramma publicado
ante-hontem, dea se um equivoco : o Sr.
Odorico Molulo foi nomeado 3o escriptura-
rio da Thesouraria de Fazenda, e nao da
Alfandega, de Pernambaco, como sabio.
(* *) O telegramma que foi publicado no
domingo acerca de urna insurreicao quere-
bentou no campo, nao de Madrid mas
sim de Montevideo
A Redaccao.
O Mlaistro
denaisso.
da Faaenda deu a sua
PARS, 22 de Fevereiro.
Partirn* para Madrid o Duque de
Cbartres e a Condessa de Pars.
Agencia Havas, filial cm Pernambuco,
22 de Fevereiro de 1886.
INSTRCCIO POPULAR
Geographia geral
Extrahido
OA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
Conclusao
Ol'IM\lt
Superficie 10.110:000 kilmetros quadrados.
Populado 36.000:000 habitantes.3 habitantes
por kilmetro quadrado A Oceania divide-se em
cinco partes principaes : Malaisa a oeste, Melanesia
a sudoeste, Micronesia ao norte, Polynesia a leste,
Trras Antrcticas ao sul
MALASIA
Comprehende quatro archipelagos principaes :
libas da Sonda, 24.000:000 babitautes.Java,
1:000 kilmetros de comprimento, 12.000:000 ha-
bitantes ; capital, Batavia, 200:000 habitantes.
Sumatra, 1:700 kilmetros do comprimento,
4,500:000 habitantes ; capital Padang, 25:000 ha-
bitantes. Horneo 690:000 kilmetros quadrados
4.000:600 habitantes ; capitel, Borneo, 40:000 ha-
hitantes, Timor, tribntaria delljllandae Portugal.
Madura.
Celvbes, 2.000:000 habitantes. Celebes a maior
e a nica importante. Cidade principal, Macassar
17:000 habitantes.
Molucaa, 600:000 habitantes. As maiores sao :
Gilolo e Ceram. Cidades principaes : Amboina e
Tmate.
Fiiippiua, 4 000:00 > habitantes. As principaes
sao : Lucon, 2 000:000 habitantes capital, Mani-
lha, 140:0J0 habitantes ; e Mindano, 1.000:000
habitantes.Os archipelagos da Sonda, Celebres
e Mo.lucas sao p suidos em grande parte pelos
bollandezea ; as Filippinaa pertencem em parte
Hespanha.
MELANESIA
Comprebende um grande continente (a Austra-
lia) e diversos archipelagos.
Australia ou Nova Hollanda, 7.750:000 kilme-
tros quadrados. 1.200:000 habitantes.1 habi-
tante por 7 kilmetros quadrados. -Pertence aoa
inglezea. Cidades principaes : Sydney, Melbourne,
Brisbane, Adelaida, Easington, Pertb.
Tasmania ou trra de Diemen, capitel, Hobart-
town. Pertence aos ingleses.
Nova Gui ou Papuasia, povoada por ne.ros
antropophagos.
Nova Bretenha, 4.000:000 habitantes, composte
da Nova Bretanha, a Nova Irlanda e mnites ilhas
pequeas.
(Continua).
DESPACHOS DA PBE3IDENDIA DE 20 DE FE
VEREIBO DE i886
Alejandre de llueca. DS se certidao do ofHcio
do director do presidio de Fernando do Norouha
n 50 de 10 do corrente mez. m
Alberto da Silva Miranda.Remettido a junta
medica provincial a quem o supplicante se apre-
sentar para ser inspeccionado.
Anna Laurinda Varejo. Informe o Sr. inspec-
tor do Thesouro Provincial.
Engenheiro Antonio Vicente do Nascimeuto
Feitosa.Informe o Sr. inspector da Thesouraria
de Fazcn la.
Adolpho Jos de Araujo. Remettido a junta
medica provincial a quem o ruppliei.ute se apre-
sentar para ser inspeccionado.
Bacharel Benjamn Rodrigues de Freites Cara-
cilo.Concedo.
Fielden Brothers.Deferido com o officio desta
data a Thesouraria de Fazenda.
Francisco Manoel da Silva & C. A Thesou-
raria de Fazenda acha-se autorisada a effectuar
o pagamento requerido.
Firmiuo Lopes de Oliveira. Informe o Sr. Dr,
juiz do direito das execucoes criminaes da comar-
ca do Recife.
Guilhermina Francisca de Araujo Lina.Infor-
me o Sr. inspector do Thesouro Provincial.
Jos Luis Fernandes.Sim.
Jos Faustino Porto.Em viste do officio diri-
gido ao inspector geral da Iuatrucco Publica em
13 do corrente autorisando a prorogar o praso pa-
ra a nscripco nada ha que deferir.
Jos Muniz Teixeira Guimares.Concedo qua-
tro metes com ordenado. "
Mara Simes.Informe o Sr. commandante da
escola de aprendizes marinheiros
Secretaria da presidencia de Pernambu-
co, em 22 de
Fevereiro de 1886.
O porteiro,
J. L. Viegas.
?ARTE 0FFIC1AL
Lioverno Ja Provincia
EXPEDIENTE DO DIA 12 DK FEVEBBIBO DE 1886
Officios :
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda
Communico a V. S., para os fins convenientes, que
o bacharel Tito Celso Correia Cesar, em 20 de Ja-
neiro fiudo assumio o ezercicio do cargo de pro-
motor publico da comarca de Orcury, para o qual
foi nomeado por esta Presidencia 16 de Dezem-
bro ultimo.
Ao mesmo.Communico a V. S., para os fins
convenientes, qne o bacharel Honorio Hermeto
Correia de Brito, em 8 do corrente mez assumio o
ezercicio do ca-go de juiz municipal do termo de
Goyanna, no qual foi reconduzido por decreto de
18 de Janeiro fiudo.
Ao mesmo.Communico a V. S. que o enge
nheiro Alfredo Lisboa, de volte do Rio de Janei-
ro, onde foi a servico publico, reassumio 9 do
corrente o ezercicio dos cargos de director da re-
partico incumbida da conssrvaco dos portos e
de encarregado das obrac publicas geraes.
Ao corrento o engenheiro Arthur de Lima Campos as-
sumio o ezercicio dos cargos de ajudante da re-
partidlo incumbida da conservaco dos portes e
de encarregado das obras publicas geraea.
Porteras :
Respondendo ao officio de 30 de Novembro
do anno passado, reconmendo Cmara Munici-
pal de Tacarat que nao consinta na edifi cacao de
predios fra do ahuhamento tacado pela plante e
contra as disposicoes das respectivas porteras,
faca effectiva a cobranca das tazas decretadas
pelo orcamento vigente quanto s licencas para
edificaces e reediticacoes e intente pelos meios
judiciaes as accoes competentes nao s contra os
infractores de posturas, mas tambem contra os de-
vedores, remissos, de quaesquer i npostos.
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco sirva-se de fazer transpor-
tar da eataco de Una das Cdco Pontes, por
conta dos passes gratuitos a que o governo tem
direito, de Ia clase, ao oficial commandante da
forca de linha destacada em Canhotinho, e de 3*
classe a vinte pracas, de que se compoe a sobre-
dita forca
O Sr. encarregado do prolongamento da es-
trada de trro do Recife ao ti Francisco, na eata-
co de Palmares mande dar transporte, per conta
da Provincia, da eatacao de Canhotinho de Pal-
mares, de Ia classe, ao oficial de linha comman-
dante da torca all destacada, e de 3* elasse a 10
pracas, de que se compoe a sobreaite torca.
O Sr. encarregado do prolongamento da es-
trada de ferro do Recife ao S. Frkncisco, na esta-
cao de Palmares mande transportar por conta da
provincia, da colonia Isabel i. estacao de Canho-
tinho, as pracas do corpo de policia, pertencentes
ao destacamento all existente.
O Sr. gerente da Companhia Pernambncana
mande dar passagem i proa, at Natal no primei-
ro vapor que seguir para os portos do norte, a Ma-
noel Francisco das Chagas, por conta das gratui-
tas a que o governo tem direito.
O Sr. gerente da Companhia Pemambucana
mande dar passagem r, at a Babia, no primei-
ro vapor que argir para os portos do sul, a Ma-
noel Theotonio da Silva Gomes, por conta das
gratuitas a que o governo tem direito.
Mutatis mutandU at Penedo, proa, a Joao
Guilhermino Ribeiro.
EZPEDIBKTE DO SICBSTAMO
__A' Companhia Pemambucana.De ordem
de S. Exc. o Sr. conselheiro presidente da provin-
cia acenso o rec* bimento do officio do 9 do cor-
rente, no qual V. S. communica que a viagem do
vapor S. Francitco aos p rtos do sol at Bahia,
ter logar uo dia 18, s 5 horas da tarde, por ter
feito a viagem deste mes ao presidio de Femando
de Noronha.
Reparticao ta Policia
Secco 2.a N. 176.Secretaria de Po-
licia de Pernambuco, 22 de Fevereiro de
1886.Illm. eExm. Sr.-Participo a V.
Exc. que nos dous ltimos dias toram reco-
lbidos a Casa do Detngaos os seguintes
individuos:
A' minha ordem, Antonio Jos de Magalhles,
viudo da provincia de Sergipe, onde fra capturado
como scutenciado na comarca de Ouricury.
A' ordem do subdelegado do Recife, Anselmo
Barros da Silva, como cumplice em crime de feri-
Hnentos graves.
A' ordem do de Santo Antonio, Jos Felicio Pe-
reira Serpa, como incurso no art. 192 combinado
com o 34 do cdigo criminal; Francisco Cesario
do Paraizo, Galdina Maria do Livramento, Jos
Vicente e Prudencio Manoel Eustaquio dos San-
tos, por disturbios.
A' ordem do do 1" districto de S. Jos, Thereza
Maria de Jess, por disturbios.
A' ordem do do Peres, Joaquim Hermino da
Luz, por crime de ferimentos.
Ante-hontem, pouco depois de meio dia, e na
freguezia do R-;cife, travando se de razao Jos
Maria do Nascimento com Felippe de tal, conhe-
cido por FelippJo, arabos carregadores de assucar,
deu ex resultado ser o primeiro ferido gravemente
pelo segundo.
O delinquente conseguio evadir-se, sendo entre-
t mto pre^o como cumplice o individuo de nomo
Anselmo Barros da Silva, qne fra quem fornecra
a taca de que aquelle se servir.
A tal respeito procede se nos ultenores termos
da lei.
Communicou-me o delegado do termo da Pe-
dra, que no dia 8 do corrente efiectuara a priso
dos menores Andr e Jos, ambos de 15 annos de
idade, por haverem no dia 6 assassinado, a cace-
tadas, a um outro menor de nome Lourenco, de 10
annos de idade.
Os referidos menores commetteram tal crime
com o fim de roabarem a quantia de 640 reis e um
queijo que a victima eonduzia.
Fez-se inquerito e remetteu-se ao juiso compe-
tente.
No dia 1 do correnta foi capturado no termo
do Brejo, por se achar pronunciado em crime de
morte na comarca de Garanhuos, o individuo He
nome Francisco Jos Gnimarites.
Tambem no dia 13 e uo referido termo do
Brejo, foi preso em flagrante, por haver ferido gra-
vemente, com um tiro de pistola, a Jos Chrysto-
vao da Cunha.
Contra o delinquentc abri se inquerito.
Pelo delegado do termo da Gloria de Goit
foi remettido ao juiso competente o inquerito poli-
cial a que procedeu, de ordem minha, contra Ma-
noel Maria da Silva, pelo crime de defloramento
praticado em urna menor de nome Josepha, so-
brinba de Felismina Francisca do Nascimento.
Deus guarde aV. ExcIllm. e Exm.
ir. conselheiro Jos Fernandes da Costa
l'ereira Jnior, muito digno presidente da
provincia. O chefe de pcliiia, Antonio
Domingo Pinto.
Instruccao publica
DESPACHOS DO DIA 11 DE FEVEREIRO
DE 1886
Bacharel Pedrj Celso Ucha Cavalcante.Ins-
creva-se.
Manoel Candido Fernandes Pires, professor pu-
blico.Encaminhe se.
12
Emilia Olympia Telles Bezerra, professora pu-
blictt.Cumura se e registre-se.
Dr. Joo Clodoaldo Monteiro Lopes. Inscre-
va-se.
Lourenco Goncalves Aleixo, professor publico.
-Sim.
Ignez Babalho Ucha Cavalcante, professora
publica.Cumpra-se e registre se.
Idalino Izidio da Costa Viaira, professor publi-
co. Eocatiinhe-ae.
18 -
Adelaide Rosalina Bittencourt Barbosa, profes-
sora publica.Comprase e regstrese.
Luiz Felippe de Carvalho, professor publico.
Siu?, mediante recibo.
Secretaria da Iustrucco Publica de Pernam-
buco, 20 de Fevereiro de 1S86.
O porteiro,
J. Augusto de Mello.
DIARIO DE PERNAMBUCO
KE IVotldas do Norte do Imperio
O paquete nacional Espirito-Santo, entrado hon-
tem do norte, trouze as seguintes noticias :
Amazona*
Datas at 11 de Fevereiro :
A eleico dos funecionarios da Companhia
de Navegaca* de Manos deu o seguinte resul-
tado :
Aasembla geral-presidente, commendador Cle-
uientino J. P. Guimaroes, 1' secretario, Dr. Joo
Carlos Antony, % dito, Henrique Ferroira Penna
de Ase vedo.
Directora.=Ladislo Cardoso. F. G. Aldea e
J. Fre tai P Irosa.
Foi trun,ferido para o cidado Faciano Man-
r llio Torres, o contracto asaignado por Antony,
lo.eton & C, para as obras do abastecimento d'a-
cua capital
O cnsul do Per, D. Gabriel Pinedo, pedio
providencias ao Dr chele de polica, no sentido I
de serem protegidos pelas autoridades braz'.leiras [
os indios peruanos que ezistem no rio Slimoes.
Os gatunos penetraram no Seminario e de
lroubaram 1:400$, pertencento ao Rvm. padre
Gonzaga.
A cmara municipal nome ju seu engenheiro
o Sr. Custodio de Oliveira Lima, que interinamen-
te j4 eiercia aquel e lugar.
A alfandega de Manos arrecadou, durante
o mes de Janeiro prximo finio, 123:350^562 e
cm igual mez do anno passado 59:636j396, ha
veado urna dirL'renca para mais neste anno, de
63:661J166.
4 A recebedoria provincial arrecadou em Ja-
neiro findo 187:729*981.
ParA
Datas at 15 de Fevereiro :
A presideuca da provincia dirigi a seguinte
circular aos juizes de orpbos :
. Palacio da presidencia da provincia, 10 de
Fevereiro de 1886. Em additamento ao meu of-
ficio ds 9 do correte, com o quil reraetti a Vmc.
um exeinplardo aviso circular do ministerio da
agricultura, commercio o obras publicas, de 23 de
Dezembro ultimo, doclaro-lhe que n'aquella date
recommendei ao inspector da thesouraria de fa-
zenda a expedico de ordena afim de que oa agen-
tas fscaes, revondo cuid .do3amente a matricula
actual, organisem e remettam a esse juizo a rela-
co dos eseravos que houverem attingido a idade
de 60 e 65 annos e d'aquelles que forem comple-
tando a idade de 60 annos at o encerramiento da
nova matricula, ordenada pela lei o. 3,270 de 28
de Setembro e decreto u. 9,517 de 14 de Novem-
bro findo?.
De posse d: tal relaco Vmc. mandar inti
mar os ex-senbores pelo modo estebelecido no
3- do art. 11 do supracitado decreto, para que fi-
quum inteirados Uo novo estado dos antigos esera-
vos, sendo que a falte de intimaco nenhum dam-
no poder acarretar para os libertos, que o sao
ficam sendo, para todos es effeitos legaes, cao su-
bordinados a furmalidade do ne.ihum genero.
Fica igualmente providenciado para que re-
metida a primeira elacao de todos os libertos em
razo da idade, os encarroados da matricula ac -
tual facam trimeusalmente remessa a esse juizo
da relaco de eseravos que houverem attingido nc
decurso do trimestre, a idade de 60 annos, deven-
do Vmc. proc3der a respeito deste relaco do mes-
mo modo que a respeito da primeira. Esta pratica
subsistir at que, encerrada a nova matricula, se
faca applieavel a ormalidade estabelecida pelo
4- do citado artigo 11.
o O que teulia poi muito recjmnaendado .
A mesma presidenci i expeli mais o seguin-
te officio ;
t 2 SeccSo.-13 de Fevereiro de 1883.-Ro-
commendo a Vmc. que chegando ao seu coaheci-
mento que alguem conserva em seu poder como
escravo aquelle que j completou a idadede 6J
annos, denuncie centra o ex-senbor pelo crime de
reduzir a escravido passo* livre, ditinido uo art.
179 do cdigo criminal, requereudo ao mesmo tem-
pe ao juiz de orphaos para que este proceda com
be incumbe a lei, afim de que cesse o estado de
illsgitima oppresso do ex-escravo.Deus guarde
a Vmc. T. de AlerCear Araripe. Sr. promotor
publico da comarca de Soure .
O 8r. Baro de Guajar alforriou 7 esera-
vos seas, e o capito Jos Antonio da Costa dei-
xou livrts por testamento 0 outros que lhc per-
tenciam.
Noticias de AbaetiS dizem que continuaram
a grassar all as febres O Abaelense escreve : l
Hi mais de trez annos que este municipio se
debate no meio dos horrores de urna peste, que o
vai disimanio, chegando yiariamente a villa dois,
trez e quatro cadveres. /
O goveino provincial rfcde e deve soccorrer es-
te populaeo ; nao enviando mdicos, que de nada
nos serviran), mas mandando a cmara munici-
pal urna ambulancia. I
J aqui csteve um medico por muitos das e
nenhum servico prestou a t>pulacao enferma por-
que elle morava na villa o districto grande
sendo difficeis e incoramodqS os transportes.
Paradjba
Dates at 21 de Fevereiro :
Lemos no Diario da farahybi de 17 :_
i Cartas recebidis do centro da provincia, di-
zem que as chuvas tem sido geraes em todo o ser-
to, notaodo-se grande rcgularidade na estacao,
o que nao se dava desde a terrivel secca de 1877.
Nos brejos e catingas tamb&m tem chovido
bastante, e esperare uui i colheita extraordina-
ria.
< 0j plantadores de canas esto completamen-
te des mimados nao por falta de cluvas. pir.n por
causa da molestia, que est atacando os pirtidos
de cias; algnns seuhores de e baixa em seus engeahos na collectoria de rea, e
espera-se, que outros o facam, porque o tal fisgo 1-
lo progn de horrorosamente.
O nosso governo, que gasta tolo o dinheiro
da naco em eleicoes e em cousas superfinas, an-
da nao tevea feliz lembraue-t de mandar urna com
misso ao norte do imperio afi, de estudar a or-
gem da molestia da cana, conseutndo deste molo,
que se aniquille urna das tontea de njssa rique-
za. *
aran
Datas at 18 di Fevereiro
As noticias desta provincia JWStam da carta
do nosso correspondente, publicada^^a rubrica
Interior. ^^.
Havia receios de que, logo que se retirarse
novas secnas luctuosas.
Esteva funecionando em sessoes preparatj-
tias a assembla provincial.
Piauhy
Datas at 6 de Fevereiro :
Ainda nao era eonhecido o resultado final da
eleico no 3' districto, para um deputado geral.
A Epoeha de 30 de Janeiro diz que nos col-
legios de Amarante, Joromenha, Regeneraco,
Manga, S. Joo do Piauhy e S- Raymundo Nona-
to, era este o resultado:
Dr. Jayme Ro3a 267
Cons -Iheiro Doria 178
Dr. Nogueira 1
Um telegramma de Therezina de 8 do cr-
rente, para Maranbao, diz, porm, que, eai outros
collegios, menos os de Paranague Corrente, ni-
cos ainda nao conhecidos, o Dr. Jayme Rosa oj
teve urna maior.a de 20 votos.
De Oeiras esereveran poca em 27 de Ja-
neiro :
A maior novidade da trra a fome.
O povo est morrendo; os vveres, quando
apparecem em pequeas porcoes, sao vendidos por
precos exorbitantes, iarinha, arroz, milho a 200
e a 240 ris i litro. O feijo a 250 e a 300 ris, e
assim tudo mais; dias ha vendo em que nada se
encentra por preco algum.
O invern nao srgmou ; nao deu ainda urna
chova geral, e as poueas que tem apparecido sao
em mangas o com tempestades medonhaa. Pare-
ce primeiras aguas.
A miseria vai escalando a populacao desvali-
da, j precisada de s*ccorros pblicos.
Os cearenses, uossos compradores de gados,
ainda nao appareccram mais. Onde iremos pa-
rar?
E' realmente aflictivo o estado da populaeo
Oeirense. Pedimos a S. Exc. que lance suas vis-
tes para to deploravel estado de cousas, e procu-
re minorar as affliccea do povo, que se extorce
as garras da miseria, neste ponto da provin-
cia. *
CearA
Datas at 19 de Fevereiro :
Assumirn o cargo de inspector da Alfandega o
Dr. Jos Btason de Miranda Osorio.
Suicidara se no Assar Einygdio Odoieo de
Moraes.
Fallecer o eommerciante portuguez da ca-
pitel Miguel Jos Martina Jnior.
Lemos na Conetituic&o de 14:
As esperances de bom invern no corrente
anno vo se consolidando cada vez mais no espi -
rito da nossa popula cao.
Houtem pila manh cahio neata cidade e lu-
gares adjacentes grande e copiosa chuva. A ath-
mosphara por todo o resto de dia conservou-se nu-
blada, parecendo ser geral a chuva, qm nos visi-
teo, depois de um vera i mais on menos prolonga-
do e de excesaiva intensidade de calor.
Hj invern, e a nossa provincia ficar
tranquilla na confianca de melhor futuro. *
Rio Grande do Norte
Datas at 20 de Fevereiro:
No 2 escrutinio para deputados provinciaes
pelo Ia dis'ricto toram eleitos 2 conservadores e 1
liberal.
noticias da Europa
' O vapor francs Vile de Afacei, chega le, no
sabbado, tardinha, da Europ, troxe dates que
de Liaba aleancam 7 do corrente, adiantando
quatro dias s trazidas pelo piquete inglez Acn
cagua.
Alu das doticias de Portugal, constantos da
carta do nosso correspondente ante-hontem publi-
cada, eis as deinais de que foi portador o referido
vapor:
llcsiiaiihu
Eaoreve o nosso alludido correspondente em 7
do corrente:
O general Fajardo fallecen cm Cartagena, em
consequencia dos feriraentoa causados pelos revol-
tosos. Com tanta bravura procurou, elle s, de-
bellar a revolta, o que conseguio custe da pro-
pria vida.
O tenente general D. Luiz Fajardo y Is-
quierdo pertencia ao exercito desde 1841, poca
em qn3 entrou para a arma de infantera na qual-
dade de cadete. O primeiro regiment em que
servio foi no de Isabel II, ento de guarnico em
Madrid.
Nos fina da primeira guerra civil mostrou o
seu valor as accoes da Santa Pau, Moli, Coll de
San Tirse, Albana, Single de Santa Magdalena e
Amer. Na aeco de Castell de Aaet cahio prisio-
neiro, mas conseguio evadir-se.
Em 1855 toi promovido, a tcnente por anti-
guidade. Foi a guerra de frica, onde obteve o
posto de capito. Em 1866 formou parte da co-
lumna que perseguio aa onze companhias revolu-
cionadaa do regiment de Baileu. Em 1868 as-
cendeu major.
Em 1869 fez parte da columna que no Maea-
trargo operava contra as carlistas.
Tambem por essa poca perseguio algumas
partida? republicanas, e tomou parte nos ataques
dos dias 14, 15 e 16 de Outubro, contra os dem-
cratas de Valencia. Por esses servicos realeza
obteve o posto de teneute-coronel.
> Por feitos contra os carlistas obteve ainda
u'eaac anno o posto de coronel. Tomou darte nos
combates do Monte Ablanto, contra os carlistas,
em 1873, e obteve o posto de brigadeiro. Em 1878
foi nomeado marechal de campo. Com-nindou a
ten-eira di- iso, foi governador militar de Gerona,
de Murcia, de Malaga, e finalmente de Cartagena.
Contava 56 annos e era natural de Barcelona.
Parece qne se trate de realisar mais cedo as
eleicoea pois julga-se que em fins de M*rco a
rainha dar mais urna princezaou principe Hes-
panha. Por essa poca haver necessidade de ter
um parlamento constituido.
O ministerio nao quer expr se a convocar as
cortes coustituintes e vr-se merc de urna
maioria conservadora e clerical em circunstancias
to difficeis.
" A coaliso republicana ganha terreno. Se
chegam a um accordo, 53 deputados republicanos
se apresentaro, tendo a probabilidade de serem
eleitos una trinta. Serlo 19 poaibilistas on parti-
darios de Castellar, 22 zorrilistaa, 8 federalistas e
4 indepedentes.
Os trabalhos de aproximaco das diferentes
fracces do partido republicano comceam a preoc
cupar os monarchicos sinceros da Hespanha.
Tinham sido at agora esteris os esforcoa
empregados n'esae sentido pelos chefes do partido,
accordes nicamente em substituir a monarchia
de Grajahu o Dr. chefe de polica, se dessem airK ,a repablica emquanto aos meios, s tendencias
e aVt^racter da nova forma de cousas. Os Srs
Castela>V Salmnron, RuizZorrilla e Py Margal! re-
presentevamv e representam ainda, varios matizes,
que pareciaintfTeconci iaveis.
Nao o sero hoje. tal vez.
Urna colligaco eleTSKaL os prximos banque-
tea prefixados para 11 deste^ffl^' e a convoLatoria
da assembla para Marco podemTer outros^ tantos
pontos de contacte de que saiam as re^uscs que
os monarchicos receiam.
D'aqui partem alguna amigos do eptente
para encarecer a necessidade de vigorisar os par\
tidos da mojarchia. Emquanto houver um grupo"1.
importante de esquer listas divorciados dos liberaos
e outro grupo numrelo de romeriatas separados
dos conservadores do Sr. Cnovas, comprehende-se
que maior ser o contigente que os republicanos
tragam s cortes, o at poderia dar-se que, reuni-
das todas as opposicoes com os ministeriaes des-
contentes, pozessem em perigo de vida o gabinete.
E isto mais que paseivel, reflecte o Dia.
No futuro parlamento, longe de haver maioria com
pacta, a direita se compor de tantos grupos de
seis ou oito deputados quantoa sao oa personagens
qne ha na fu sao.
Segundo o diario citado, cada dia mais firme
a crenca de que os recentes successos relaciona-
dos com assumptos de ordem publica nao obede-
cerla sen&o a jogatinas |jde bolsa. Contam-se
pormenores do ouvido a ouvido e nao faltara mur-
muradores que do signaes para conhecer, ao me
nos pelas costas como a dama doDomin Azul -
a algum especulador afortunado. Diziam estes
meamos que seo conde deXiquena se consagraste
a perseguir eases jugadores, accrescenteria muite
aos servicoa que Ihe deve a ordem publica.
- Talvez nao seja tanro assim mas registre se.
Franca
Reuniram-se aa differentes secces da cmara
dos deputados franceza, para eleger a commiss >
que deve dar parecer sobre e projecto de annistia
apresentedo pelo Sr. Rochefurt. Das discussoes
que nellas se ventilou sobre o asaumpto deve co -
cluir-se que o projecto ser rejeitado pela maioria
da cmara, nao obstante haver sido votada a sua
urgencia, quandt fui apresentedo.
Do3 enze membros eleitos para a commissSo seis
sao absolutamente contrarios amnista ; um
em principio partidario da amnista para os delic-
tos polticos, mas entende que em aasumptos des-
tes se deve proceder de accordo com o goverao ;
dona sao partidarios de amnista cora excluso dos
rabes que toram deportados por motivos de re-
voltas na Argelia, e dos condemnados por delictos
cleitoraea. Outro que Sr. Freppel, biapo de
Aagers, quer a amnista na mais larga extenso,
do modo que comnrehenda os delictos eleitoraes e
os ecclesiastcos a quem foram suspensos^ ven-
ciment ; nao sendo assim, rejeite-a. S un, o
Sr. Lagueru, vota integralmente o projecto do Sr.
Rochetort. ,
Algunsdoa jornaes da extrema esquerda ag^ri
dem os dous ministros do seu grupo, oa Srs. Lo-
craoy e Garniel, por terem concordado com oa seus
collegas na oppoaico amnista
Nao se pereabe como applaudiram a formaco
do mioiste io, com o carcter de conciliador, se
gramma intranaigentejsacrifican lo os do] todos os
outros grupos republicanos. O facto demonstra
que com a extrema esquerda nunca se poder con-
tar para a constituidlo de orna maioria do go-
verno.
A cmara dos deputados approvou o reque -
rimento relativo vnda dos diamantes da cora
para com o seu producto se crear urna caixa de
penaoes aoa operarios invlidos, e coovidou os mi-
oist'o da fazenda e das bellas artes a apressarem a
solucao deste negocio.
Quando se disenta o requerimento levantou-se
na amara um acalorado incidente, porque o Sr.
Lanjuinais, da direita, disae prever que u'om fu-
turo prximo a Franca ficar livre da Repblica.
O orador foi logo chamado ordem, mas a esquer-
da exigi alm disso a excluso temporaria. O
presidente resisti, e manteve a liberdade da tri-
buna. Seguio se grande tumulto mas depois ficou
enccriado o incidente. A proposte de amnista
seria discutida no dia 6. No fim da sesalo alguna
deputados radica-a apresentaram urna proposte
para serem expulsos oa prncipes das familias que
renaram em Franca.
Aasegura-se que extrema esquerda considera
inopportuna a proposte da cxpuho dos prncipes,
e que por aso provavelque seja retirada.
A maior parte dos jornaes conservadores censu-
rara a propoata da expulsao dos principes. Oa ra-
dicaes dizem que urna tramoia d js opportuniatea
contra o gabinete.
O Times diz que a propoata desastrada e que
dara lugar a um debate perigoso.
Os jornaes conservadores parecem nao Ihe ligar
a mnima importancia.
Falleceu o senidor mar^uez ie Saint-Vallier,
que foi por muito tempo embaixador de Berln.
Do Tonkin reeeberam se noticias dando parte
do general Warnet se haver encarregado do com-
nsndo das trapas francesas.
A commiaso mixta franco- chineza, encarrega-
da da rectificaco da fronteira entre o Celeste
Imperio e o Tonkin, est em Long-Son, prose-
gumdo os seus trabalhos sem ditBculdades serias.
Italia
O governo italiano declarou aceitera arbitra -
gem da Hespanha na questao com a Colombia,
com a condiclo de ser exclnido o incidente do
precedimento do commandante Flaviozioja em
Buenaventura.
O ministro das financaao Sr. Magliani apresen-
tou s cmaras o sen reiatorio fazendario, annun-
ciand que orcamento de 1884 -85 se salda por
um accrescmo de perto de 37 milhes sobre os
clculos e hypotheses financeras que se tinham
fe to. Nao foi preciso, portento, recorrer aos
meios extraordinarios que o parlamento havia au-
toriaado para cobrir aa deapezaa extraordinarias.
Diminuio 36 milhes a divida fluctuante.
Oorcameito de 18851886 aprsente-se>em ex
cepconaes circunstancias:ha, primeiro que tudo,
urna diminuico de 21 milhes na receite aduaneira
que foi cobrada por antecipaco no exeicicio ante-
rior,a em seguudo lugar ha numerosas nggrava-
V'J :s transitorias, a'm das que reaultem da appli-
cacao dos contractos relativos aos caminhos de
ferro.
Antev-se d'estss diveraaa verbas iim dficit de
40 milhes que ser preenchido pelos meios que as
cmaras j v i tarara.
Devia ter come^ado no dia 1.a de I'evereiro em
Roma o julgamento do processo instaurado contra
oa fundadores de urna aaaociaclo intitulada : A! -
llanca republicana universal, que tinta por obiec-
tivo urdir urna revolncao social e proclamar a re-
pblica. A commiaso central tinha sede em Roma,
e em marfo do anno passado cmecou os seus tra-
balhos, espalhand) entre a proletariedade toda a
Italia proclamacoes altamente subversivas.
Um dos priucip ua trabalhoa dos conspiradores
era recrutar adeptos entre os sargentos e furrieis
dos diversos corpos do exercito, com o fim de, em
dado momento, se apoderarem das casenas, arma-
mentos, munic 's e vveres.
A commisso central estava de accordo com os
centros revolucionarios de quasi toda a Europa, e
principalmente com os de Londres, Pars, Gene-
bra, Marselha, alm "dos d\ I alia. O movimenlo
devia rebentar em Roma, e os conspiradores apo-
derar -se-biam primeiro das prises e quarteis.
A polica apanhou o fio da conspiraco e fez
grande numero de capturas.
Esperaremos pelo desenlace do projecto.
Inglaterra
A votaco que fez cahir o ministerio Salisbury
em Inglaterra deu se no mcamo dia cm que o leader
do partido conservador, o Sr. Hicka Beach minis-
tre da fazenda tinha que apresenter Cmara um
projecto de diasoluco da liga agraria.
Os parnelistes respondsram ao annuucio, unin-
do-ae com os liberaos na votaco contra o go-
verno.
A votaco recahio, n'um additamento, proposto
pel# Sr. Jessc,Colling3, resposta ao discurso do
throno, ad litemento em que s lamente a ausen-
cia do annuucio de qualquer providencia tendente
a facilitar a concesao de pequeos tratos de ter-
reno em coadcea vaatajoaaa e com eatsbilidade de
uaofructo. -O Sr. Gladstone, nao s se pronunciou
em'favor do additamento, mas tambem tomou u
cesponsabilidade da queda do miniaterio n'essu
queop- Emquanto isto se paaaava, os Srs. Mr-
quez de HartLigte Goschenjos dois chefes do
liberalismo moderado^lavan e votvam a favor
do goveruo. ***'v-v^.
Manifeatou-se, poia, no partido lberaTiJffi-f'l-'
apartndose o Sr. Gladstone os elementos mais
I


/.

mais^N,
moderados. D'ahi dever resultar que o novo ga-
binete dever ser formado com os elementos mais
radicaos i> partido, e que'provavelmente ter que
introduzir no seu p'ogramma algumas das refor-
mas sociaes que fazera parte das doutrinas do Sr.
Jesse Colliugs, autor do additam.nt), e que um
dos iniciadores do movmento a~raro entre .as
populaces da Inglaterra.
A agencia Beuter sabe que a Rainha Victoria
assignon j as aeguintea nomeaces : o Sr. Glala
tone, primeiro lord da Thesouraria ; air Farrer
Herschell, lord grand-chanceller; o conde Spen-
cer, preaidente do conaeiho da rainha ; o Sr. Chil-
ders, secretario do interior ; o conde de Rousebery,
secretario de Estado dos negocios estrangeros ; o
conde Granville, das coloni s ; o conde do Kaa -
b-rley, da India; o Sr. Baunermann, da guerra ;
sir William Vernon Harourt, chanchsller da fa-
zenda ; o marquez de Rijon, primeiro lord do al-
mirantedo ; o Sr. Canb-frlain, preaidente do. mi-
nisteiio do governo; o Sr. Trevelyan, secretario
para a Escosaia; o Sr. Mandella, presidente do
commercio; o Sr. John Morley, secretario pira a
Irlanda: e o Sr. Charles Rossell, procuiador re-
gio.
E' de suppr que o novo gabinete Whig seja
semelhante ao que exista quando os conservado-
res subiram ao poder.
A Cmara dos Communs dete-minou a 4 de Fe-
vereiro que se proceda a investigacues para cubrir
as vagas resultante: das nomeacojs dos nevos mi-
nistros quVeram j deputados, e adiou-se para o
dia 6
Aifinna-se que o novo gabinete mantera o vice-
reiuado da Irlanda.
O Sr. Gladstone dirigi una mensa gem aos seua
eleitorea, de Mdloth: i dis, que o gover-
no d<-poa de maduro exame experimentar um
novo systemt para onjurac a cnae actual e sa-
tisfazer as necessidades sociaes e polticas da Ir-
landa.
Ailemanba
Diz o Norddeutsche que o principe da Bismarck
tem recebido umitas teliciteces a propisito da
sua attitode acerca da germanisacao das provin-
cias rientaes da Prussia, nao s de dentro do ira
perio, como da Austria. O governo pruasiano va
*-A.
V

s.
4
queram que elle aceitease todos oa artigos da oro- comprar agora as propriedades da easa de Lu-
l
1
I



Diario 'St
n-
as-
de
til
do
-jpitusk, que teim urna rea supeii r a oitenta e
4pm mil hectrea, paru. dividir por colonos ale-
nse. E' para se notar que o diatricto onde e~**
atoada esta proptiedade od reee uin claro ex--
f, do mal do que se queixa o principe de B
vrk. No fim do scelo passado, toda a popa-
]s,eio era protestante e alletna, agora quasi ex
misivaroeute catholica o polaca.
O imperador deu ordeno para ce realisar outro
aeile de subscripcao, m. Opera Real nanoite de 4
O supremo tribunal e Leipzig, constituido en
fribuiiat de alta traico, comecoa, no d:a V do
aorreate, o julgaueeeto -lo ex-capitao dinamarqus
abroan e do seu co-ro Bottgor, que se dis es
eeiptor publico. Saraui accasitdo de ha res for
awiioao Roverno tranoot, desde 1861, mai
ees mil inforinaooee so'ore negooies militares
taes, incluindo plano do fortificacoea, mapp
t aviterial de torpedoi, municSes, mobilisacio,
ntarutamento, eta; prsjudicando assim, e era
rvode parte, os iuteresuea da Allemanha.
Ojul .-amento deve estar terminado no dia 15
ate Kevereiro.
As sesses sao secretas.
__ Vai -\gjri -ealisar-se o projectado augmento
dbecorpoa especiaes do exercito allemSo. O regi-
aaasto dos caroinhos de Ferro, que era composto de
aosos batalboes, sr4 transformado n'ama brigada
daaoatro batalhioeo.
X'uaa ds ultimas r -uniea da commissao
oto, na Atlemann, o comm'ssari) do
w reconheceu que t>da a metade sul da colo-
w de Angra Pequeua, ui costa occidental da
Jofeica, absolutamente improductiva o deve, por
aaeeeguinte, ser abandonada.
A nica parte cuja posse apresenta alp,umas van-
a^DJ pira a Allemanha a que confina com a
mL^-i inglesa de Walfah-Bag.
Em toda Alleinanht reina grande agitacao
santra o projecto do monopolio dj alcoel, que o
Se de Bismarck. tenciona estabelccer em to lo o
issMrif Moitr -se, todava, disposto a votal-o o
jMtido catholico eomtanto que o grande chancel-
lar transija na questao religiosa.
fio land tag da Prussia na sessao de 28 1 J.i
saaeo, levantou-se rija disc.issao acerca da axpttj-
osle dos polacos do territorio prussiano. A provi-
eaeas adoptadas foram enrgicamente austen-
*da3 pelo principe de Biimarek, d-clarando que
^^-i far concessoes aos polacos, os quies seav
vriaoveram hostilidades P.ussia, e jaquei nun,
cs.se cooseruio ciptival os pela brandura, f ir
aosodiminuir Ihes a iufluncia,.augmentando o
k-nento allemi l
Aecrescentou o Sr. de Blsrnarck qur\, antes de
teto, qms livrar a patria de um perigo. 1>
30R, a m disso, qu assperador e os governos confederados a prozede-
md eom toda a energa, aproar do systema obs-
tevtooista que o governo allemao tem adoptado
atttftwiraente.
Dinamarra
Vai-se prolongando mais do que goralmen'e s
Maerava,a crise poltica e parlamentar da Dina
zmecn. N5o tem cecorrido ivos incidentes ; ma
arravidade da clise nao tem diminuido.
kaconsequ-ncia de se ter recsalo a i
jocolar a approvar o orcinv^i'o o sob'ram a
oojb outro decr to autorizando o governo a prover
asutespezas corrente do Estado. E n circiunstan-
taia anlogas, t-z -se o m--smo em 1885. Como en
& a maioria do fdktetiny votou um pratMtO
MMtnt o decreto real, que segundo ella, c mstitu:
a, TiolaciTo flagrante da c mstituicao dinamar-
t^n:*. A mais preciosa prerogativa dos parla
jBCTH-os, com efleito, at m-smo no3 paiz:s mo-
ihir i a approva.To ou r jactlo dos ore -^
tei. Diga se a verdade, as garantas constitucio-
MM-j.est:Io de facto suspensas ni Divaaiarca. A
ali,T na realiJade, anormal n'aquelle paz
Jteau s faltt que o ministerio Ejtrupp suppsim i
ooa- *n.i vez a ca uara, com a qual se nao
mler. para en'rir complfUmente na perigo
n seada dos golpes de E
AaNfria Uungria
C vivamente cwmwda pala iapnan
jeiaocitlos polticos da Austria a interpel.
^K rigio uliim .mente o conio Aairaasy ao mi
tajfcv dis neg.eios estrangeiros a proposito da
ira < do Oriente. .
IXe^sa intercellacao patent-ou se que existiain
jrtfondas divergencias entre a poltica do actu il
tewotru e a do sea antecessor ; e. na realidade,;
5toi programma que se af ista muito do proal
faroto seguido pela diplomacia austro-hngara
- Oriente.
O conde Andrassy, cora urna clareza de vistas
rc-notavel, pronanciou se pela constituico de
kieim da Bulgaria independente, e nao duvi-
i censurar com tanta energa quanto Ih'o con-
tiram as conveniencias diplomticas, as hesi-
jjtiB da poltica europea
Para elle, o recooheciinento da nniao pessoal di
oxacd8tas e dos blgaros seb o sceptro do pnnc-
j? Alxandre, nao passaria de urna m:ii me li I
J-. apenas para ir prepiranii W1W -''I
Sisado e novas revoluco-s. E' pir sao da parecer
ipce.'e deve adotar a unio real e difi-itiva das
te provincias, a fim de evitar novas com;iici-
fti .
-viram de fundamento no Conde Andrassy
tliiiiilltiinn histrica, tanto mais interessan-
JBv e dimanara de um dos autores J i tral i
no, 8 essas consid-cuy IB*i n-n'o a v;r que
Oiwltir su ao atata quo da absoluta impossibili-
Wi,-. De tolas as solueoes a que oflFeiece un
jeasior de esubilidade, U MU opinrto, a uniao
Vw.
Sr. Kil/manTisza ministro presid nt t v
jaa resposta o cui J i 1 i le oS i SMpreg ur a mes
m: aUrasa de vistas c de I ngnagem. Eneastel
icat-je atraz daonegoeiaeS b peod afea aeteatooii
te>fMrase ai> prooanemr era s;ntil> algtua de
a avjclo preciso e e'ari.
Oriente
A potencias coueorderam eff'Civan nt <-n -
ttvaOi nota eoUetiva, redigtda em
liiui enerte e ten lents s evitar ama aggr 5BV*aque'.!e paiz c intr ; a T > 'qnia.
..se documento ful for nula lo nos se;, nt*
te:'.
Em vista da ausencia de qaalqaer mitiv i le-
aMBe-de goerrt da parte da Grreoia co
JWtjJiia, e : a vi ta dos damnos qae u:n ii
ga~ a in'Jlinuiiei |
xai *o commereio des outras uaeoe-. u obnca,
5>o mv il da G.e :ia e letra a T ir [uia p> leri ser
juuMttida.
i \ iniciativa da Inglaterra, foi
tregtie ao gaverno .1 Ath bbs petos repreej,
tert-'J >las seis grinie* potencias uo^iiwr-'i
*yr: isso se r jjtBlfSm a con ettio de mi
matf'ia. O coiilv.vt.nfcu'to la nota prodasio grande
if^d-51J >'">"'"* "'"l
,^jBp ciue considera attentat.ria da inJepei-
JesKfn naeilnal.
Alo.'latrra nao se coute.i'.ou c im te prom)vi
i aquella interveacao aoUeetira dis p t ucias.
EaCndeu que devi i aceentuar ainda mais a eigM-
iea> do fact> na vspero, isto em 23, diigio
ave:'. -*o umd Bota especial e muito ener-
jj,,, ir a iorca cootra qualquer
isjstiriva belicosa ila Grecia pelo mir.
Ogabinrt;:- Aiaas r-sp >n iealhf, deelsV
sni, que qaalqaer estneeao beUeok-a, a respei
t do emprego das suas forcai maritimas, cousm
tesa um aitsatado contra a adapaneia de u cao.
A populacio do Pireu reumo-se n'um metting,
ere que f votad i urna resolucao felicitando o Sr.
JOL-lyanns, presidente do conselho de ministros,
yeta sua attitude para eom a LigiateTa, incitan 11
eapreseverar ndla e assegurando a dedicaca > de
tetio- pida causa n icional.
Outros mt*.'ing estavam anuuncialos em d.ffo
isatus provincias.
Parecia estar annunea lo urna d-'monsT .< w ni-
ni eollectiva perante a Gre.-ia, demonstracio em
eje* tnmariam parte a esquadra inglesa um navio
ilnao e alpuns italianos As outras potensiss,
srgoudo se alfirma nao mostravam dispostas h
aeseciar-se a ella. A Oazeta d Surte cm artgo offieoso declara qu as potencias
V-rem apoiar a nota enviada p >r lord Salisbury
Csjceia, porque n-m i Allemaoba, u-mnenhuma
tk outras Batt&os do con< na to
losar que a paz fosse perturbada por um pequeo
astado, que apenas existe por raerc dos t/audos
jM eru a cionaes.
Ainda nil> saiconhecdos os temos di resposta
fcgoverno grego 4 nota eollectiva queacima trans-
arerem is ; mas ultima hira consta va que ella
asa formulada no m am s ntido da resposta qu -
jwdii.i nota especial iagtesa o i lia -
Eatr tanto falla so n'uma allianca entre a Gre
aya 8-rvia eo Montenegro, contra a Turqua,
sasoo&o ha a certeza de que tal bato tenha fun-
acarato.
A legacao grega em Londres receban ordens do
scstcov'roo para desmentir formalmente urna in
amanea i publicada pelo Tim'S. le qu ai p rten
sote ti'ih un tomado uma attitude enrgica
3ea Grecia, pra evitar que esta, como se pre
sandia, ptssaase cartas de corso que convorterfam
todo o arel: le piratans
aesn, se que, se rebentar a gu
aG-ecia servir se-ha de f oreas dlscipi
regularmente constituidas, sem recorrer aero a
guarniras nem a corsarios.
A Turqua dirigi uma circular s potencias
para pro estar contra as disposico s bellicosas e
ameucadoras da Greei. E-.se doeuraenti dopois
de djsjrever a situacao, declara que a !'orta se
vera ubrigada, a seu pezar, a r spouder attitude
da G recia, e que roen ir prov icaca da parte
, nao poder* esqaivar-se ao eurapriin
dos deveres que a sua dignidad- lhe impe e tor-
nara o governo helnico resp msavel por todas as
consecuencias que do conflicto houverem de re-
sultar.
Affiina que o tornar tambem res;nnsave[
pedos prejuizos que p*ra a Turquia estao ja resul-
do da concentracao, que se vio obligada a faser.
de tropus na fron'.eira grega, prejuiso que lhe dar
direito a exigir ama compensadlo.
onsta que esto definitivamente entaboladas, e
seguera "u/so recular, as nego-;iacOes para a paz
entre a Servia e a Bulgaria.
Dizera noticias de S. Petersburgo que o esar
desaporovao conveniotureo-blgaro, dirigiudo a
uniiioreal das Buigariaa em ves da uniao pessoal.
INTERIOR
Corre^pondeael t d Diaria de
l'ernambaieo
MARANHAO-s. liz, 18 d ParaMro
de 1886
Por motivos estraah>s a rainhi voatade, deixe
de enviar Iho a missiva de 7 do corrente mez,
qaando por aqui passou o pa (uete Pernambitco.
Ant-s de tu lo, devo entrir aa aaraeiaal dos
triumph is dos seis depuiad os geraes e c raserva-
dores que acabara de ser el'itos.
\ i o resta a menor duvida que correram pa
cilas as ele coes nesta provincia e os dous pirti-
dos foram as uruas com os elementos de que dis-
punham.
Ha i aOCtVe m-nor violencia, e o r sultidi das
eleico pirece exprimir a opinil) da pravin li
actualidade.
1 distrlcto
Pe i lado coas 'rvador ro apr >se i? id > o Sr. Dr.
I n .11 Sir i Maia, pal tieo aatigo e eo n influen-
cia real no Io districto eleitoral, entretanto >en
o concurso lo Dr. Gora-s de Cistro esta candida-
tura coirii perigo o talvez nautragaai'.
Pelo lado iiberal foi indi alio n un l do tenente
coronel Praneiseo Xivinr de lirvalhi. que obteve
votaca diminuta. Alin d acli ir-ae fraeo-e par-
tido liberal, c; apr 'h 'u lar ira o parti Unos que a
luta eri de todo m^irofi ;ua, e por isso ao 11 oaae-
sa quo ocaaesMO ooroa '1 Cirvallio foi *b.iodonato
e erpoz-se tremen! i li u
Ruuou a miis complet i liberdade n> pleito,
a i pode diz^r-sff, sem receio de OOCtt ,'st .',i i.
que nao houve luta.
2" dstricto
O parti lo liberal indiaon eom sea "ai li lato o
conselheiro Antonio de V l i. l O. ri. que
[ fe sainiati s 1: sotado, e goaa.de caattstt eyes-
pithias n i 2 distri
Os oossrvi Ion s apr u itaran o a en! d i D.-.
Luis Antonio Domina es di S.lv, oco intelli-
gente, e qsM t no Tury-Ass familia preponde-
djrante, da qual dbefg o Sr. B .rao de Tro
rnahy.
Deu-seahiuma bitilha eleitoral campil; as
torcas partidirias foram poetas pro'a.e saino
eleito o Dr. Luiz Dimlngies con urna mai iria do
8 votos.
Renou Sooaats pleito a miis eompleta b-r la 1
i;i-il) alguns ms com o
presidente da privineoa, porqu- d'aiio> liboraes
todas as garintiai solictalas par.; o termo le San.
: i Id-lena.
O conselheiro Baadeira de Me lo, resistalo aos
lentejas} mistrou cora roli^nler o pmsnn'uto do
lieir.li Sr. BsraVl de C>'e!o'. i i; reotn-
mndou aa s .-s delegado! estricta aeatrali-
li le.
O partido liberal dispe do steasaatoe p>l
n i 2 districto. c. fornu accresceutad >s psr U"ia
pequeoa dissideneia cins-Tvi I a. eapituniada
pelo padre Barrett.o. vifrario d i AIentara
3o distrito
Vencen por nraa maioria de mais de 200 votos o
prestigioso chefe conservador, Dr. Augusto Olym-
pio G imis de Castro
S. Exc, que elegeu gi na opposicXo, apexar
das eolligaco:3 de baraes e cons-rvalores do
Dr VIaia. constituido governo, nao ene ntrou
ilos.
Dj mais, o sen -omp-ti ior era muito frac o, sem
elein-ntos propios ni district"1, imposto apenas
ne| i vontade le seu nii. o Sr Uara o de Grajah.
nao poli a Iutar cora um parlara-ntar ds, for$a do
Sr. Gomes de Castro.
4" dttricto
Foi completamen'e denotado o Dr. Manoel Bit-
nardiho da Costa Rodrigues/que gran le f ire
de mirtilo c caixou-se no 4' d'3"ricto, sahuido
o Dr. Jado n ailJBajs Vieira da Silva. N -te
di.-tricto tem binfante forca o elemento offidal,
certas influencias politices esto sempre com o go-
verno, d'a'ii vera que o candidato do partido do-
minante sera sempre eleito,
-mais, o Dr. C iota R idrigues um parven
m poltica, -em raizes ni districto, contan lo ape-
nas e "n sen eerioMada de um luiz de direito
das Birreirinhas, san cunhad i estava infallivel-
menle perdido E' provavel que acora abandone
o nffi'MO e v cuidar de HN profissao de medico
sangrador, como ?e.-al'neate eaabeeido aoteta
pr 'vincia.
disiriclo
Foi oorfiada a luta nesso districto. graca3 ao
-anlil.it. liberal, eaoolaide a ultkoa hora, o/[Jt.
, aeg i 'i iate a lavra tor
.loistili. i Oaxiaa, dispondo de fainU'r impor-
t iite e i diabmro, prdeu n el'icVr-por 3 votos,
-la elevada somna de 50 cientos que gastou
eom os tra sfu^as. ^ '
O Di. D.as Carn< ir^ve nao trabalhar-se sria-
n.T i rTBSiwsfna rel-ger-s' por esse dis-
tricto, toado ci-'no rival o Dr. Custodio Sant os.
F.n p ir.-jrfum onbit: l'il e lo se'o d os dous
P r : \f. ul. se 1 vao! > i vi n i q leixi uva os I i i
canjdatos so offou lenua ou do -s? ira n um pipis
RMbi.os.
trido
Foi candidato di oppslelo o D-. los Vianna
Vnz, que lu' m ene.- mas teve de ceder
err atado, g -.v; u na dissideneia era la
pe i Dr. lia: Martina dos Asia, moco que tem
familia e relieves no distrieto. Foieieitoo Dr.
Man .el Jos Rib'iro \di Cunta, sem influencia
pessoal no districto, porm, sustentado pelo Dr.
iones de "astro, h >je reconhoci lo chefe do par-
tid eoaoam 1 ir des" i peaeiosia.
O Inorad i Sr. conselhoiro Bar.d'ira de Mello,
II ni 1 >le pocifiea e d it .do d i s-*timent c i, nao cametteu actos reaccionarios, raaoteve so
nos limites da legalilade, resistiudo s exigencias
dos pirtidaios exalta dea
Passa.l i o periodo agodo das eMoSoo, esta pra-
viucia gosa da paz, e pilera tornir incremento,
ili,-i;ila por um hom-ra criterios, como i Sr.
c mselheiro Dr. Joio Cap.strano Bandeira de
Mello.
En relaeai s eleacivs de -" districto. dev.o
tambera inf.rraa.--he que a junta apuridora da
oasareae Giin.ua-'. rir-sidili elo Dr. juiz de
direito Jos Jausen F rrera J un ir. delilo 'ro-
se proeede.se aegonu astn otinio no dia 88 do
Ciorrente, Conf.rui' coiis'a las l noticias c
protestos pu'ol calos nos jornaes desti capi-
tal :
8* 'atrielo eleitoral
No dia 8 do corren"," r.-unio-se na comarca de
Guimarles, a junta apurad ti da eleicao para de-
putado gerala q e proe .leu oor aqu lie dis rie-
lo n i da 15 le Janeiro ultim .
Das auth'-ntica3 remettidas pilas mesas piro-
chines, verifieou-se que comp .receram eieieo
i eleit ires, cajos vitos contados co.ii/ presura ota
o art. 159 ". combinado com o art. 177 du rega-
lamento n 8,213 de 13 le Agosto de 1881, e, pois,
eom exclusao dos votos em separado, deram este
resultado:
Dr. Domingues da Silva 265
Conselh'iro A'meida Oliveir* 259
Dr. Belf.rt Vieiri 1
Em branco "^
Os votas em separado dadoa ao
Conselheiro A Oliveira 4
Dr. I) iming.'.es da Silva %
eutrndo no calculo la maioria absoluta, conforme
determina o art 178 lo regulamjnto citado, ele-
raram o qu ocient" eleitoral a 266.
Nao tendo, porUntn, nenh -m dos candidatos
obtido a votarlo precisa para se fazer eleger, de-
l'berou a junta presidida pelo juiz do direito Sr.
Dr. Jos Jaasen F rreira' Jnior, .je procedis^
entre os Srs. conselheiro Antonio de Al nei ia Oli-
veira e o bacharel Luiz Antonio Dimintrn-s o'a
Silva a 2 escrutinio que so rraliaar no diu 28 do
correute.
Ao corpo eleitoral do 2' districto
A junta apurad ora da eleicao do 2 districto,
presidid., pdo juiz de dr. ito Sr. Dr Jos Janeen
F. rreira Juiiih i maudir-m a 2o eaeruti
lio com o meu cuten-lor Sr. eonseiheiro Antonio
de Almeida Oliveir.
Em que pese a junta liberal de Guimares, re-
corro de sua deuiaa-i aioaixonada e abusiva pira o
voto esclarecido e livre d i Oam ira dos Srs. Depu-
tados, e p*co a rodo > partid conservador d. 2o
districto que abstuha se c imple'aineute do pi- r.
para q i foi convocado, porque est m eleito d >pu
ta 11 vioti-"d ts uth nti as das e eicoes prooedi-
das neaar distrieto.
ApiNMiM a ppartooi duda para agradecer a to-
dos os Srs. eleitoios amigse e irreligioaawos a
si>iieitutoo:ivqae,aoeeo'iliia'Bi me na luta pi
litica que terminan no dia 15 lomes pronmo pas
sado, p 'la mais brilhante victori -. quo as actuars
circiiins'.aiieias podia alcanzar o partido consei
vador.
Maraahao. 13 de Fevereiro de 1886.Luis
Antonio Dumi gnex da Si'oa. ^
Ao partido conservador w
A juuta apuradora da eleicao do 2o di'tiiet>,
reunida em Guimares no dia 8 do corrent-, ne-
gm diplama ao deouUdo eleito, Dr. Lmz Antonio
Domingiirs da Silva.
Apezar da victoria alcancada pelo partido con-
serv i lor no pleito de 16 de Janeiro, facto p.rBrma-
1 i ser., c mt staco de niuguem por todos o dia-
rios que se publicara nesta capital, alguns dos
I i. i inanif-stamente favoraveis ao partido libe-
ral, corra ha muito que o Sr. Dr. Djming.iO' W
Silva nao teri i dipl ana O que era simples previ-
sil', linje r'ilid-ide ; decretou a referida jante
um 2" escrutinio, que dsve roalisar-se no dia 28
do correte.
Nao pode o partida conservador subj-tar se
ao arbitrio da junta apuradora. A maioria dos
'itores, que concorreram s un n. rotoe ni Sr.
Dr. Lna Antonio D .nn^ues da Silva; est elle,
p lis, eleito pir quem podia elegelo, e lora deplora-
vel inepcia, seuao formal desrespto vonta 1 -
popular, aeoino auh ir o vencilo nos man.jos com
que procura eueiorir a derrota.
O gremi i couervid ir acouseihi poii aos seus
eornliiri oo irios do 2 districto eleit-.ral da pro-
vincia completa abst"n';a i. Delseo cjm nesse 8"
scrutinio obtenht unannni la le qa-'m no Io nlo
pii I: obt r mii tria, se para ev-tar o ridiculo de :i iiiiiinila le ni i resotTereni amig is cario] >sos dis
:rahir vitos ein na nero restrictissi.no pira uao ar-
riscar o trinmplio.
Miiniho .. 2 do F-vreiro do 1886.Augus-
to O Groan de Castra, Jlo da Mitu de M iraea
:{_!. Riymuilo Abilio Perreira Franco Mime'
Joee i i'iro da Cenba, Arce lia ;i Mm.el Tav.
i i Silva, J is Cad is Peretra de Castro. AItt -
I i-is u de Mittai l'ereira, JoT > C in li lo d i
Mora s li UM i m >r, Mu oel da Sil vi R> li i_- i >a,
li.ioi Lipemoerg, Augu :o M de
s.
lj-se no faiz de 1". o seguate:
D: sua exearsdo p;lo 6 districto desta pro-
vincia, do qu al a.a o de obter o honros i ra
t> de i i- -i resea tanta m cunan teatpoearia,
i i h inteo i i 9 h e- :s .i i n uta -i a tas i amig ,
Sr Dr. ^1 -i 'I Jos Ribeiro da Cuaba.
Gfrande auane deseos laaigm e oorretigioaa
rios foram etsa aera r.c^iool-o ra upa, con a
i I a 11 de msica dos educa ios artifiees, trasen-
do-o at a sua residen :i i.
Desdo o deserab irquo e durante o trajecto sol-
taram-se girndolas de fbge
II i le :n uili-i foi cun.orimMitad i por nurn'ro-
303 amigos, rar un-lhe a ca-1.
A'-senUt'.a Provincial -Aiham-se era SSSSoas
preparatorias a aViseoj li Provincial.
Por ora uao sj pile fizer juiz i segar
s -i-- loteatOf, en oo.-a teulia o partido eonserva I >r
maioria, parees desoahir se no honsonte itinap'-
que.ia diosidenaia eapjtaniada oel > Sr. Ricardo
Ltveo de Carvalh irralo dos Srs. Drs. Jo- Al-
ves Pereira de Carvadbo e Beoriqae Alvea d i Car-
valh, residentes no Rio de Jan ir -.
Commerci't.O (esta infeliz provincia c^itni
de ra il i p i ir'
Actbo de stber quo a importante casa dos Srs.
Jos Perreir. di Silva Jnior fe G,, tea unito, por
f lita de differentes p igatnentos de diuheiros que
recebiam a juros de 6 u/0 o anno e de cumpri-
m oito de 8CU3 saojues para o estrangeiro, o que
deu lugar a corridas de credores qu i Ins coaa i
vara a. suas ecoimmias. Lamento sera lh int
desastre, porque era i nica casa bancaria que
tiuhimos e fazia importantes trausaecos para as
pracis do Eur.pi e Estados-Unidos.
O Sr Cuide de Iticoloiqy, unic socio capita-
l ta que representa essa rirma, tem ultim imei:.-
soffrid i I Jmeos golpes e p digno de melh ir a.ir
te, p dos seas honrosos e louvaveis precedentes, cora i
oeooaate e braesa particular, sempre earidoao.
sen assumpto pois aqui ooaclaoesta ligeira mis-
siva. .
i'Ai.uiuu, 20 do F.iv.)reir 'la 18S6
Contiui in litera la a ordem publica na provin
cia, e grandes es|i-'rancas/animara pr'sente n-'iite
es plantal ir.'s. Cauva's albindantes teem cahido
na capital, o as noncias do interior dio nos o co-
nheeimen'o de qao igualmente tem chovido nos
br jos e n i i ; -to. Se o Invern c mtinuar do mo
do pir que coineoou, f: mrovnvnl que terera >s este
ann o safra abuu lante.^^sp irticulares pod 'rao sol-
ver sooi cojipromisos, c a renda pubiiea aug-
mentar.
Inf jo/.n-'nte era alguns pontos da provincia tem
se raiarfestalo t in.lestii da canoa de assucar
N'io retando, porm, estudado se a causa da mi-
I :-tia provin da traqaeaa d is t-rrenos ou da pro-
pria qualidade da cauna, inultos ascricultares pre-
occuo un se com os males que d'ahi passam a.1 vi..
D con euiente, quo o gavera > volte a atteofai
essa assump-a, e venha em auxilio dos p' ia
tal .res.
Foi incumbida ao D.' Ernesto Freir', di^u i
prefessor de historia do Lyceu Parihybiua, a ta-
ref.i de reunir e eoordaaar ee lal-is para organi-
ir se a esCatistica da provincia, dividiudo-os por
municipios. E' maia um srvico importante qu
pe -ti provincia o Sr. Dr. Souza Bandeira. B I -
tx logo nos pi-im'irosdias da sua administra!;I
pi circularos a todas as aut i. i ladea locaes,
que." gera '8, quer provinciaes, pe lido inforancoes
sobre os p.ii'.os e.pitaes da eetatietiea dos rauni
C'pios. Exist-ra ag ira aeen n i a I n m S'cretarii
la l'resi 1 ucia n imerosas respostas, algumas das
qnaes sao merecedoras de eligi, e umitas fornu-
cem informacocs apreciaveis.
O Dr. Ernesto Freir pessoa competente, e
um espiri'o inv atizador. Suj sitando asaos docu
ni utos exame apr.il'uuii id >, aeaeogtUli sam du-
vi ia S. S. f irinul ir um trabalho, que se nao tiver
mrito d i exactidao, servir s-m duvida de p ode-
rose auxilio para quaesquer aperteirjoaraentJos.
T.-in sido expedidas rigorosas providencias
para a exacta observancia da recente tei de 28 de
S t mbro, que extiurjue gradualmento o elem |ato
a -rvil Cireiilai'-'s toram enviadas a as juizes de di-
re'o, de orpha os e ais promotores pblicos para
activarem o traba'hodos coll ictores geraes na or
ganisa^in das listas dos ex-eseravos in liores de 60
ann os. S -gando as declaracoes de diversos collec-
turee, muitos ex-escravos, que cmstam da- ra'a-
eSee, ja sao fallecidos ou foram alforri idos.deixan
do-so de fazer as competentes averbaees ou por
lo ais srahores o por negligencia dos eol-
ios. Este facto ven confirmar a suspeita m i
nifestida pe! o Jornal do Oomnercio de que a o i
pilacao sea ara d [naerlu menor do que a ge-
ralinete eil:uladi, provavelmeate era porto de
, i i
Forim n mellos proraitires pubeos de Pi-
timb o bichar.-l Jos r-rcalano do Luna, do Ala-
ii i Gran le o ba li irel A i*lpho de S Leitio, o de
Feixeira o baeoare Frauciseo Teirnra Martina
Ribeiro. Da comarca de Alaga Grand- foi ulti-
mua-nte n merado o bicharel Luiz de Si Li .ni,
que en correspooienc'o. publicada n'ease Diario
atacoa a Presidencia sen nenh-imi reala plasi-
val.
O Exm. Sr. Dr. Bandeira gaardoa paracotn o
d-niit.i lo toda* as a'teucSea que possivel ter
cora un tojcciouirii publico. O bichare! Si
Luna toi aecuaada de intervir na ettle/Iu e sol -
citar votos ostensiv*aente em tavjr de um doa
C .11 li
L mge de d ir crdito A aecnsaelo, o presidente
oScion ao ex-promotor scientificando-o de acc-i-
sac e dando lagar a que se d deadesse. Apre-
s.-atada a d-feaa. e c nnquanto esta nao podeaae
aer com nieta porjue sabid i que o ex-prom itor
nao poude conseguir atiesta 1 oa de certas pts
a quem so dirigi, o preside.vte satisfez-se com a
defeza, e animou o promotor a camprir oe seus de
veres como fuucciou in i. Neste mterim, peleo
ex promotor uma licenea all -g.ndo disjkptia, e
eomo o requerimeato nio fosse logo despachado,
o r. querente por diversas veses deixou o exercicio
c im ii i i ir i n i icjjs i-
'oo-s doqje elle assim fasia para ocoapar-se e a
os eleitoraea.
Havendo jasto motivo para sappor qu o pe-
di lo de 'ieenfl i na i era justificado pelo motivo de
m desla, prefiri S. Eie, nj-o defeiil o, emqi
n ex-promotor uioo juatiti bor. Foi, pois,
com sorpresa de S. Exc. que chegou a presidencia
a coinnuuicac i de que o ex promotor obtivera li
cuca do presidente da Relar-.il., illu ind o a bia
fi do digno magistrado, e qu importava uma
itenco e uma leviaad i le. Aecresce que o
p-lidode licenea perantn K-!aca. toi ja.tifijido
cien um attestado medie i do candidato la pposi-
eouaa alias que s cheg.u ao conheciuaent-
.lo Eam. Sr. Dr. Buil-ira muitos diaa depois da
daineo*.
O bitoaarel SA Lima foi demittido exelusiva-
ra-nte porque reveloa pouco criterio ao modo,
porqee os portn, dinirindo-so Kelacio para
abter ai-cenes, que nao conseguir da presi-
dencia.
Isto mesmo ( -promotor confessou em corres-
pon iencia publicada no Monitor.
ContiuUio pagamento de ara anno dos juros
das apolices provine: es, e das series us. 1 e 2
dos co ihecira -utos emittidos para assegurar os
veiieiinentos, que deixaram de ser pagos aos em-
prmalos provinciana durante o tirapo da se tea.
Apozr dis r-p "lis aununeios feitos p -la ira -
prensa, muitos possuidores da melles ttulos nao
se lera apresentido.
O praso para pagara rata fin-la no ultimo dia 11
c arrate me', attenta a neeeseidade da liquidar
outras despezas di passado exercicio de 1885.
Cora i a provincia loera m issegurar o sau eredito
pagando aos seus ciedoras, conv n que a no'.icia
seja divulgada nessa provincia onde possivel
que existan muitos possli lora de taea ttulos.
O Exm. presidente da provincia aldiou para
toarlo prximo a sua viagen Cimoina Gran le,
que esta a marcada para l do corrate. D i
lugar ao adia-n -uto a cliegs ia do seu ejgr ?, o Sr.
c imm u la lor F-rnaodes Pinhelro, qae s: I mora
ues; i c ipital at o fi n do crrente ra :z.
VSTA DlARIi
Ciaverna tlit Hmpito '.) a .-l-iroru ,i-.
21 d i e irreaCe, quo. de 12 a 18, toram passalas
Pr o vi slo de vigario por mais um anno, ps-ra a
fregoeai i de Gurmliem, na Parahyba, a favor d
. los Cibral do Vascon ro.
11 n. de coadjutor pira a fregnexia de S. Jos
d ista e ipital, a favor do Revd. H.-rculano Jos de
ririo, por ra lis um anno.
11 ni, den, par a fresruezia d-: Ni iljora
ii Ciuceiclo di 15.-j o d*Arela na Parabybi, afi-
v ir do 11 :v!. S -:i istio 15 ist is d : Alie ,1 i 1' !S aia.
na i nn ana >.
11 a, d; uso de ordene, a favor do ievl. Jos
Francisco de Sonsa Barbosa, resideacu en Bon
(ardin, n-sta provincia.
1 len. [de n, a favor do Revi. AaSxafldre Fer-
i S ibre. reeideate na fregoeai i d M11 thy 11.
n i Ri o G.-aul i do N te.
llai. iln e de confessor, a favor do Revd.
Vi :t .nno Jos i-Siuzi Meados, residente na
ia la Ose ida.
lien, idem, dem, a favor do Ervd. Antonio Ja-
s Borgea, roosdente na tregiezia do rej d'A-
reia u i P.iraliy'i i.
Ideas, idem, dem, a favor do Revi, .anoel d
Siut"Anoa o Luiz, re-ideute na freguezia de Pal-
mares, nes'a pr.vincii.
Ostro Preo D; ci i il 1 Duro Preto, ca-
pital de Minas (i-i-aej. reoebenoe aei turas li
uoito de leniago ult-co oe doasseguiates tele-
rr im n is, q-ie iaterassam a Ilustrado ele torad i
do 1 districto :
< Oi-o Preto 21 de fevereiro s 9 horas
mi i ll -> da in inha.
D ario de srnambnco.
Recebando boje o diploma d'
pelo 1 distrieto le -ni ol i invine.t, m-iiit'-i*to
gradee to o au profando reeoalisciaseato ao dig-
.. i el 'iterada lesee districto.
Minoi'- do -Vvci'./ia'o .1/ HeUa
Otro Preo 21 :
rain i;os da muoli.
Ditri- di Per lainuoo.
Oa amigos do Dr. Man > -i do Mateinteato Mi-
cfa i i i futella. eatregaudo-llio hoje o diploma Ue
depatado geral e offert mdo-lli i mn mimo, aadam
ao eleitomdo da 1" districto de Pecnarabuco. Vei-
ga, R. Athiyde Albergara
Triiiiiia.il il Jury :loo BeccfeEn fim
foi li eit-.-in iiis'i-.llada a Ia seaso ordinaria d'este
tribun il no aua-i c irrente, acba-ilo-se proseares
4."> juiz s do facto.
Pre.ida a mesma sessao o Sr Dr. M.no-lda
Silva Riga, jais iediroito do4* distcicl atimiaaJ,
oecap ni l i ci leiri de orgo da justica o 1 pro
nitor publico Ole. J iSo Joaquim de F.-.-itis II -n-
ii |a ;, e ia ici on mdo cora i escrivii., o privatis <
do jury, cap tao Florencio Rodrigu.-a de Miranda
Franco.
Apreseutados ao jury 19 procesaos preparados
p-.n julgtneato, foi jul^alo o reo Ja: Antoa >
da Silva, pronuncia lo .10 art. 2)1 do Ood. Crim.,
por hiver ftido a Rtym-iido Silvetre do Nasei-
raeuto.
l'.itiaociiiou a ctusa o Sr. Dr. Loiz Emyglio
Ito Iribes Viamii, sendo o reo absolvido.
t mii versarlosAmanta, 24 de Fevereiro
faz m 4l8 nn ms que falleeeu en. Moguncia. na
Allemn.lia, GiUteintierg, o inventor da impiensa.
Sa qtiiuti-t ri, 25, f^zem 246 annos que foi
cralo o 1J biapa lo do Brasil, sudrag'tnu Uo al-
cebiapado d.- Lisboa.
" iliilriclo Foi desi reate para ter lugir a reuma o da junta apuradora
do l a'ricto eleitoral, atim d I t izcr a iparacao
dos votos em 2- escrutinio pira um depatado pro
provincial.
Ferlmenio leve Aute-houtera, s 8 1/2
horas da ii nt -, n i ra do Santa Cecilia, d i L' dis
cri;to policitl dap.rociii J. S. Jos, traVaran
luta Nltuic'. coiihicili por Pilote) a 1* -X" elia-
ratlo Itombuao, sahiudo esto levemente f'iiJo por
aju-IL- com duas f i:adas, un i>> brago eajii r lo
: nutra na COXa do n-ara i lado.
O criminoso evadio-ae.
Ca.lavrrAnte-hontem, pila manliil, f > en-
contrado na cambia chmala d .a Estaleiros, ein
Saate Aesarb dis Salims, o cadver de um inli-
i. le cor branca, que foi recoaheeiio ser de
.) ie S rea do R tgo Viilc a.
O sabbdegalo respectiva :mra conheuneuto
do fact i o miud'iu proceder ao competente ex un -.
mas ignoramos qual o resaltado dease exa.ns, fem-
bora alguem nos tenha dito que ti i all til vez u i:
crime.
lua* aMisaMainoMO Sr. delegado do ter-
mo da ) eir acaba de commuuicar que uo dia 8
do corrate elf c aiara a priao doa minores An-
dr e Jos, ambos de 15 aunes de idaJc, oa quaes
dous dias antes, haviam asaaasiaado a cacetadas
a um outro menor de nomo L areno i, de 10 anuos
de ida le
Os dous criminosos coram :t terara o crime eomo
fi o de roubarein 64J rej e um queijo qus o pe-
qu no L lureuco coaduzia.
Ce lo principaram os dous a trilhar o taminho
11 -! isa -
Ferinaento graveNo dia 13 do corrente
e no termo do Brejo, foi preso um individuo era
flagrante delieti p ir ter ferido gravemente com
um tiro de pistola a J. 3 .hrLtov.io da Cunta.
Criminoso de marte -No dia 1 do cor-
vado uo termo do Brejo, o iiidivi-
dao le nomo Francisco Jos Guimares, per m
acliu- proau Miado ein crime de marte na com are s>
de G.irar.li
S' districto Foi diada para o dia 26 do
corrente a reuuio da junta apuradora do 3- dis-
trict. leit.ua', que deve apurar os voto3 era 2-
escrutinio para le|outados provinei.ies.
Exame* preparatoriosEis o resulta-
do da examea f- itoa houtera na Faeuldade de Di-
re 'o :
Rhetorica
Plenameuto 6
Approvados 8
Reprovados 7
" Levantou se da eseriota 1
Faltou a oral 1 :2
Gcographa
Plenameote 4
Approvados 3
Reprovaios 5
L -vantou-ae da escripia 1
Faltn a prova oral 114
El ele* de irmanda.de Proceden an-
ta hontera a irmandade de .v.osaa S -nhara da Luz,
erecta na igr.j i -do Carmo, a eleicao da sua aova
uv-aa regedora para o anno comprotnissal de 1886-
1887, em c insequencia de haverem recabado oa
caegoeos irmoa ltimamente eleitos e dea o se-
gumte r-'sultado :
JuizAntonio Francisco Moroira.
Juizn=D. Antonia Francisca Alves de Mello.
^cretarioJos Ramos de Oliveira Jnior.
EscriviD. Josepha Elisa dos Santos Cwvalho.
cura lor geralEpamiuondas Marianno de
Souza Giuvcia.
Thesoureiro -Loiz Alves Lessa Pimeni
1- Procurador Camillo Pereira Meudes.
2- DitoVlanoel Fdippe Pntente!.
DeSuidoresMaaoe! dos Sant is Araiijo Mello,
Augusto Jos Baptiata, JoSo Maraes. Jlo Frau-
eeeo Duris, Joo Pereira da Silva, Manoel Joa-
quim Tavares, Emilio Alves Coitinlio, Joao Ja-
cintho Gne lea de Lteerda, Manoel Frincisco
Cardoso, Manoel Tarares Ferreira, Joaquira Ra-
mis da Coate, Jas Tavar a Carreiro e Joo F.
da Silva Mend'mca.
eriripeTi vemos hontem fulhus doaa pro-
vincia ato 14 do curreute.
P6ra nomeaio promot .r publico de Itabaiana, o
bacharel Manoel Jos Passos de Oliveira Tellea.
Estava finicci man lo em seasoes preparato-
rias a Assembla Provincial, cuja abertura devia
lev lnear a 15.
Leraos na Gazeta do Araeaja :
Na villa da Cap da, era data de 8 do corren-
te, por occaeio de ore conrl ir dado na casa de
incrctd.. da ir-ama villa, toi asaassinado O sar-
gento coinmandaute do destacamento policial e fe-
ridas gravemente tres pravas
A presideuci i logo que teve conh -i m nt .
de tio desagradavel couflicto por intermedio do
Dr. chefe de polica, fez seguir para all um i for-
ca, sob o cumulando de am offiji i!, c receai a D
Boa s aut iri I ules judiciaras que proeedeasen,
de ve tordo com a lei, contra os autores do seme-
lhaute facto delictuoso.
Diploma di^ metlieo-Ni secretaria da
ireai.leii": .1 una de d at ir, confer
do pela F.ieuldide de Medicina da Baha, ai Sr-
Anconi i Mu-a: 1 Pessoa de Antojo o qu il lli- ser
eatregue depois de aasign ido Ei--. o
Sr. presid-nte da provincia ou pessoa que desig-
uar.
IjibertaroO Sr. capito Jos Francisco
Pereira da Siiv.-., eomniandante da 2a estao > i i
guarda civic i, libortouno sabbali ul'i n'. a sua
esertva de nome Bemviada, sem onus algum.
E' um acto qu-* registramos com satisfacao.
Lera adiada-Uma pessoa que ach
ra uma leitra, de p;quena garanta, trMZe a ao
nosso eacript iri i. p ir l sor entregue quem re-
clamtl a: o que f iremos dando-se-uoi os comp*-
ten'es aignaes.
Dlnhi-iro -O paquete Espirito-San'.o trou-
xe do norte par :
M..ia & R zende i;.-> 17*050
Prente Viauua & C. 5:5 SiO<0
Machado d^-o es 3:000'KK>
Loadon and Braziliam Bark 2:2084770
Miguel Joi Alves 1:000OO)
Francisco Goncaives Torres 1.00
Carlos Lourcnc-o Gu'-a i -'- 812
Elui'iiiario d'aimaE' o titulo que o Br.
Jii Brasilii.no C do Aliiuquerque den uin fi
lh'to que pabl con cun alguna versos s.-us, e de
srenettea um "xomplar. Agradecidos.
Hospital PortugusO movimeato da
enferaiiiia- deite li i.soi na BBte a semana finda
foi o seguinte :
Eiistiam era trataraento...... 19
Entrramos,-................ -
K-iluram cralos......
Ficam em traMineuto .
21
18
21
So ar, Dr. Joo S. T. Viegas Dr. Alfredo Marir
Man el A. Carneiro Leife, Jos I. de Souzn, C.
Pictro, Candido da Rocha Carvalho, Arthur A.
Lopes, Arthur Bello, cadete Pedro N. C. Muniz,
cidere Raymundo 8. de Araujo, Vicente F. de
Albuquerque, Alfredo Diaa, Francisco Monteiro,
Antonio F. P. Barros, 48 pracas do exercito, 5
mulheres e 3 filhos, Antonio Jorge A. Cavaleante,
Bu t holomeu Carneiro, Antonia Maria da Con-
ceico. .
Causa de Deienrao-Movimento dos pre-
10 dia 21 de Fevereiro : '
Exiatiam pr~aoa 324, tntraram 5, sahiram 5,
exist- m 3.'4.
A saber:
Naciouaes 295, mulheres 7, estrangeiroa 6, es-
cravos sentenciados e processados 10, ditos de cor-
icecao 6Tof*I 324.
Arraisoados 311, sendo: bons303, doentes 8.
Total 311
Nao houve aiteracao na enfermara.
(aoteria da provinciaTerca-feira 23 de
Fevereiro, se extra.n'r lotera n. 39, era bene-
ficio da Jasa de Caridade de Bezerroa.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
Conceicao dor Militares, ae acharo expostas as
urnas e as esphen.s arromadas em ordem nurae
rica, apreciaco do publico.
rotera de Macelo de OOiOOOSOOO
A 16* parte da 11a lot-iria, cujo premio grande
2 X):(XK)00, pelo novo plano, ser extrahida
m ireterivente hoje 23 do corrente s 11 horas da
inanha.
BHeetes venida na Casa Feliz da praca da In-
lepeneia us. 37 e 39.
Foteria Rxiraordinara do Vpi-
i-augaO 4* e altano sorteio das 4 e 5 series
:.; lotera, cujo maor premio de
. 1*000, ser extabida a 9 de Abril.
eha a-eeexpotte a venda os restos des bilhe-
la Uasa da Fortuna ra Primero de Marco
28.
E^oteria do KioOs ioillietes da 3' parte da
L96, i. i, de premio de 100:0:0000,
ach'.m-se i venda ia Casa Feliz, ra Frimero
de Mareo.
botera do Ceara de 8OO1OOO800
A' 5a s re desta gran le lotela, cujo maior pre-
mio de .250:0J.lS0Ji), ae extrahir irapreterivel-
mi-nte h >je 23 de Fevereiro, as 2 horas da
tur I".
Os bilhutes aeham-se venda na Casa da For-
tuna, ru 1 l'rimeiro de Marco n. 23.
Marcado Sltiisiciaal de *. Joa.O
: -id 1 n s dias 21 e 22 do
corrate, foi o seguinte :
ntraram :
64'bois pesando 8.928 kilos.
1.127 kilos depeixe (540
31 '-. i 2!X) ris 6 Z 0
. ii 1 200 ris 17^000
15 ci: 300
ri^ 4*400
S8 2i0 ris 6*100
For un oceupados :
4) columnas a 603 ris 5(4*000
89 tsJbee a 1*000 89*000
ditos de dina a 25 80*000
npartiinent i- de taiinha e eo-
,n,: :9i00O
i 25 ditos du legames a 400 ris __ 50^000
32 compartimentos de auino a 700
ris -22*400
28 ditos de tressuras a 600 rci o 16*800
Asstiraio o exercicio de raordorno na semana que
hontem teve coineco o Sr. 'Jos Augusto a1 .
da Carvalho.
O cadver de Vandevli.ltE
tados-Uaitoe ht eenpaabiws de baadidoa qe
dedicara exclusiva n nte 11 ronbar ca la r
tractos.
'11 ind 1 morra 11 une -
Uine ilu ou o .1.. 1
nj-t ii-ii-a roabini u oadavar, la 1 aviso & 1
-lo aawto '11 uin son n itti lo, e n
eorp.i nao taediantc un quaatidade
nada a 1 captol dnsii pelo le u( i segando a
orden qu 1 ocetnejva s 1 v. 11
Con o i 11 d ovil ir u n deasn repugnantes ae-
questroa. -a familia il o opalaais banqueiro Vaober-
b>lt toinou medidas extniorditianas.
Upeilllllil eojitain os p rio lien a-n'ricanos, o
tmulo do celebro capitalista est vigiado da e
u iir: por guardas que se rendem de quiltro em
quatro horas.
A tarapi Jo caixo qus cneerra os reatos de
Vaoderbil tem um appa.-olho nlegraphiee desti-
nado a dar o sig.ial do alarma na o :la em que
vea o gurda, era riiuti p"i-m mo aelkt l.s c;-
rainosos.
O m 'tal do porvr "egundo a opinio
de um n 1 a norte en 0:1 a 1 > dentro de alguno
anii.s o ulu niui 1 1 1 -'.ni i con vanta^era o
ferro e o ac em tordos es usos a que se aaplicam
ses lous in-taea. ir 1 duzm lo uma verdadeira re-
. em as art 1111 latliaes.
0 sabio em aasetae diz queouossi planeta coa-
te: vez :i mais aluminio do que ferro, pois
cada deposito de arga 11 1 1 asma de aluminio.
E-t" in-t il traa vezes m'ia resistente do que
0 ac> iaaseiu-r. uo se oxida, muito dctil, ama
terceira parte mais ligeira que o ferro e sui fa-
bricaco muito mais barata.
Concnrxo de bebenCom o titulo de
(ran le concurso a la infauei -
lelo, ir dentro de p uos dia^ un concurso do be-
ba en Pars.
A i lade fix ida para 111aar p teta n'e'l:, Je um
a cinco nanos.
Obj '" -oncarso reconpii ar o zdo na
assi.-f 11 ia d i ra nios e esruloe'.ec :: ^xoerioen-
til.n d iei leobaerroaSee oteraaaioaaaa
3 eyatenaa nasa facorav -a infanoiaj es-
tuJaras i all lincas e oe resaltados das alliunqaBj
oda beraaea, dt consaagninidale, e do eriza
da iri; in e da alimantacio, do
inetu.lo de cdacieo e fi.ialmena i cuap r.ir a
11 .rt tuda le com rdlaoao a cate= syatemaa e atoa
reeoltados absolutos sobre o angra-u-iou dimi-
nuieao da p ip il 1
0 primero preni 1 acia d : 1,000 francos. lla-
ve, i rtmb-in um segn lo pr-mi de 5'JJ fi-aucos,
pr-inioa de 100 f.-an 1 is c rae !alha3 do uin e de
prati.
Comn viven 04 runaoa-C .ra esta epi
Braphe dis 1 El Correo de Aadrid, de 1S de Ja-
ultimo :
A temperatura qin s- sent estes dias na
Rusia horrivel. S no Oeste e Mediterrneo
temperada. E: Moscni 30 aba-xo de zero, 38
era arkaagel 4I*ea V ateta. Em S. Petereba
. lito varii. As vezes desee a 20" abaixo de
zero. U.ti i; iinen'e ca'ii n. nevad 1 espantos 1.
Ist > j nao fri ; lato ... virar entre ca
.m.
T ido-os riatthoo de Midrid que sahiram
noite ra terao uma i Jet approximada de como
vivem os russoa.
E aa 31 ntinellas da Punta del Diamante a te-
rio completa.
Leude*Effictuar-se-ho :
Hoje :
l'e o agente Pinto, 1 hora da tarde, na ra do
Bom Jess n. 43. de faze-i las.
feto agente Modesto Baptista, i 11 horas, na
raa d 1 Bom Jess n. 19, de predios.
Pelo agente Stepple s 11 horas, na raa do
Imperador u. 22, de predios
Pelo agente Alfredo Gaimara.es, s 11 horas,
ra do Bom Jess n. 45, de un predio.
Peo agente Hnrlam-tqui, s 11 horas, na ra do
Imp'rat n- n. 22, de pi
Pelo agente Pestaa, s 11 horas, na ra do Vi-
gario Tenorio n. 12, de predios e sitios.
Pe/o agente Gusmdo, s 11 horas, s roa do
Mrquez .le Oiinda n. 88, de movis, fazendas,
miu le is, ferragens, etc.
- Amanb :
Pe/e aaene Stepple, ;'n 11 horas, 111 r ia de Pe-
dr 1 Atfonso n. 36, do estabeleeiinento ahi sito.
Qiiiita-feira :
Velo agente Burlamaqui, s lt horas, na ra do
1 -i p- rador n. 22, de predios.
Peio agente Martina, s 11 horas, na ra es-
treita do Rosario n. 35, de movis, louc^s, vidros,
etc., etc.
Pe/o agente Pinto, s 11 hora*, ru do .llar
quez de Olinda n. 4, de obras de cabelloa e mo-
vis.
Hlaaaa fanebrt a Serao celebradas :
Quarta-feira :
A'a 8 horas, 110 Paraiso, por alma de Manoel Jo-
s doa Santo?.
PaaaasrelroaChegudos doa portos do nor-
te ao vapor nacional Espirito Santo :
8 gando tenente Joaquira Ribeiro da Costa, of-
ficial de fazenda Migael F. de Mello e 2 filhos,
tenente Alfredo Ferreira Nanei, Jos A. Wh
Cordeiro, Rog, rio C. de Miranda, Daraio Pinto
Martins, Domingos Curcio, Joaquim Goncalves
370*360
ter sido arrecaiada neste dia a
quanti:1. de
is do dia:
. 640 e 320 tia o k.
Saii '. i 1 ris idem.
Carneiro a 800 el* ria idem.
. ia de 640 a 320 ria a cuia
Mitbo de 240 a 400 ris dem.
lija 1 de 640 a l*2 ; idem.
Hatadouru Publica. Foram abatidas
ii Ma'a.iouro di Cabanga 82 sestee para o consu-
dia 14 do correato mez
INDICARES HIEIS
MedicoM
Conaaltorio niedico-cirursico do Or
Pedro de Altahyde l.i.lx Masozo
ra da Gloria 11. 39.
O doutor MiC'>z<) d cnisultis tocos os
nteie, das 7 s 10 horas da manil,
consoitora effereca -. coinmodda
le poder < 1 onvido e exa-
oinado, sem ser preaeociado por outro1
Oe meio dia s > horas da tarda aera o
L)r. Mos.-.ozo encontrado no torreao ap:a
.-.. do otaucrcio, onda funcciona a ns
ao de sade do pono. Para qualquer
['estes dous pc^ntos poder So ser dirgidos
s ci.aauuios por carta as indicadas horas.
Dr. Miguel Themudo nudou si a ionsul-
t:.ri-o medico e resi-lenc. para a ra Nova
a. 7, i. andar* ondo u consultas das 12
liona s i 'la, tard.i e reee'ia chamados a
qualquer Inora. Especialidades partos, fe-
Sres, syphilis e molestias do puhiiao e co-
rayao.
Dr. Brrelo Sampaio d consultas do 1
s 4 horas da tar le, ra do B*rSo da
Victoria n. 45, 2 andar, residencia ra
Jo Riachuelo n. 17, canto da ru.i do Pires.
t-.'vosado
Joao Francisco leixeira t-in o seu es-
criptorio rui do 1 n. 42, l.8
ndar po I'. s:r procurado em sua profis-
sao, das 10 l uioia da arde.
O bachirel Benjmiim Bandeira, ruado
Imperador n. 73, 1. *D !ar.
Jos Bernardo Gahao Ah orada Ju-
nicr contina no exeEoicio sa 1 pr tiss.ao
de advog.nio, o p le ser piocoi
eriptorio de seu pai, ra 1." de SI .reo
n. 4, 1. andar, das 10 horas da nsanhS
s d tara.-.
Drogara
Faria, -obrinho & C, drogusUs poi
-ttacado Rna Mrquez de Olini a. 41.
Francisco Manuel da Suva <&., depo
-tarios de todis as especialidades pharma
ceutii-AS, tintas, drogas, productos chimice
c medicamentos hommopaticos, ra do Mar-
juea de Olinda p 23.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e ojficina de carapina
da Francisco io3 Santos Ma;edo. caes de
a. 2$. NT es'.i; gmmda catabele
ito, o primaro da provincia n'este ge
ero, compra-sn o vende-se madeiras de
todas is qu I serra-se madeiraa^de
DOBta alheia, assim como se preparara obras
e carapira por machina e por prejos sem
competencia.
Madanca
O bacharel Pedro Gaudiano Ratis e Sil-
va, mu Ion sui residencia da Estrada de
Joo do Barros para a ra Velba de Santa
Rita 29. ,
PUBL1CAC0ES A P13UBC
1 ruina flnanceira e a miseria
do paiz
O PBOJECTO DA COMMISsAO PARA A CONVKS-
8AO DO PAPEL-MOEOA EM OR
11."
Labora a cimmiaBao em grande erro coa qaas:
es financeiros de nossa trra, qnando pensa
que, se foeat de ouro em vea de papel, o nosso
reg neo ecounmico, oa bauooa nao poderiam faaer
aa broacas alteraocs que fazem no cambio, qoando
o goverao concurre ao mercado compraado gran-
des saques.
Ni i h i duvida que no commereio de tado pde-
se faser monopolio, c >m tudo fazer-se mancommu-
navao, qoando sao poucos os que exereira certo
rimi da industria, <*, aaaim impor Dreco; como
I
I
^>
I
!\
i]
WTHAM 1
l itarn i



Diario 3

fK
.

muito se
disto pode dar-te netsst baaeo* su vendas dos
Iadependentemente disto porm, natura!
de urna lei econmica, p cireurattan-
cias proprias para o caso, as grande alterares
de cambio quando conaorro ao maralo um fregus
necesitado de tio importantes quantias co.no o
nosso governo, anda que seja de ouro o nosso r-
gimen.
Tudo est em pensar-te na explicacao do caso,
en estudar o phenomeno.
Supoonha-se pois que estamos ou chegmus ao
regim 11 >!'> ouro. mesm> na hyp .these de produzir
o esperado eff.-ito desta baucaria que cojverte o
pe pe em ouro pelo cto do trocar o seu papel pelo
papel do governo.
Sej i p iis do ouro o nosso rgimen, ou o ouro
metali-n .1 o ouro papel baucario.
Ca la uin que vai comprar saqu's ais bancos,
com o fim destes darem diuheiro n'outra praca i>or
ordem do timador do saque, ou para pagar fra
aos de-uos de nurcadoraa vendidas aqui, ou para
pagar juros de capir.-ies emprestados a> tomaJor
do saque, ou finalmente para ser entregue o di-
nheiro a oa pfaprios que tomara os saques, seja por
si, Bfj 1 por 8' us procurad res.
Oa bneos que aqui vendem os saques reeebem
do comprador u pre<;o dell s, supp mha-se em libras
sterliita?, e saca para uu'ro banco n'outra praca,
na Europa aupp >uhase. ord" ando aquelle a este
baueo, qu 1 p igu.- aquella quantia, j della dedu-
cida bou lacro qae o cambio.
Ora, para um banco ao Braril dar orden a N-
tro ni Europa que pague ao portador tal qututia,
pr,-.-is. que elle tenha fun los n iquelle banco.
Con o c que uu banco aqui, oa os bancos aqui
tem fundos nos bancos da Europa? E' assim:
Os jomraerciantes gruss, compram aos atar
mediarlos partidas de aasuoar, algodo, couro,
caf, cae o, borracha, grasa o xifre etc., a rera.-t-
tem era diversas partid is a s-*U8 coraraissarins na
Europa para seren vendidas por couta do re-
metiente, oa casa europea da qual o mesmo
remeciente ag. nte.
V*eudidas estas incrcadoriat, o nosso coomls
aario leva a um banco na Europa o seu pr-ducto
comprar. Jo-ihe um saque para um banco no Brazil,
oa praga do coraraitteute, ou 11'aquella em qu.' elle
quer ruecber o pr iuoto da venia, e este banco
pag u-, assim tora correspon lente
fun k> no da Europa.
E' do m ai > modo que os bancos da Europa tem
fund s BM 11 M a B .neos, pela compra de saques
que fazo n os cinaiissari >s de 11 IBtM pracas in
o proJuoto das fazeu.ias que receberam da Eu-
ropa.
A-sim trocamos os product qui man-
dt-.m'.s p-los que da Eur'pa recibidnos, e le,
aos bae .s os productos das ven las destas merca
dori is, para elle, maudarem aes bancos europeqs
que as pagam, como os uossos commissarios na
Europa levara os productos de nos.- ta m rcad arias
aos ba.ie 13 le l, para estes mandarem aos de c
que os paguera.
1) -re modo os de l como os de ci, BM fundos
uns nos ..uros para eataa pagnawaloi, e, ajanado
falha a esrjs fundos, e os esperam receber,
tam os paques par das.
Hat da-
Q.ie a Boaaa exportaeio a uto maior d' que a
nossa iaiportasia, porque mais de um tarea, d.
pre,'o ou producto do que nos exportamos, fid na
Europa, e o mais vera em fazen las com cujo pr .-
duco fz-aa p-'o nodo dito pagsaeaBa da outra
parte d* exportadlo, cujo producto nao fica la. E
porq e fica esta parte do producto de uossa expor-
ta?...?
Fie* .. >rque todo auno a maior parte ou qu i.-i
todi--* os 1 rtraag ir que fazem fortuna aqui.
qna.il) a jalgatn bastante, liquidara |oa bob-
sue.n, i; -ompraai -aques aos bancos eca edes se
trai.sp irtam para a iropa e la va 1 receb-d -os.
E anda porque rauitos braz.le.ros va 1 viajar por
la, e couiprain outros saqu-s, que vo receber 111
Europa e para Me msumil-os. E finalmente porq w
) nooso gjveruo duas ou mais vasaa por mmi com
pra grandes saques que remette a uossos credores
na Europa para pagamento dos juros.
E aia la porque os estrangeiros que se Transoir-
tam rec.-b-m l os alugueis das casas que deixam
aqui e 03 juro das ap dices que aqui compraram.
Assim, com a compra destes saques dos viajau-
tea, dos que s"! trausportam e .m os seus fundos e
l receben rendas e do nosso g >v.tiio, ficam o
nossos b .neos habilitados a pagar aos n03303 ex-
portadores a tarea parte do que elles exportaram
Como os outros dona terco da .-xportu/.io veem
em faleudas, os commissarios que as receben,
comprando saques aos tatucos para mauJal-as pa
car na Europa, habilitara estes bancos r>ara pa
gar os outros dous tercos, de nojsa exporayao.
Ora,o producto deste saques qne os nossos ban-
cos vendem ao nosso gowrno, ais viajantes, aos
transportadores de fundos e rendas e aos .-orarais -
sarios dos importadores, habilitara estes bancos
para pagar os saques dos bancos da Europa cu-
ta os quaes os nossos fizeram os ditos saques ; 0*
aquelles bancos (da Europa) por sua parte e re-
ciprocamente tambetn esto habiliudoa a pagar os
saques dos nossos bancos, porque venierao ao
mesmo tempo saques aos comanissario que recebe-
ram a- nossis fazendas.
Mas este movimento de compra de saques aqui
contra a Europa e de compra ae saques l r mlia
nos, d -se mais ou raen >s leutameute, mais nos
seis mezes de nossas safras, e, da p>r da, e nao
em u ja so da semana ou me; ; e por isto os ban -
eos daiui e de I i estao sempre habilitados a pa-
gar os saques uns dos outros, porqne receb-^m em
tempo os precisos avisos; isto esta regularidade
e reciprocidade d-se quinte aos saques ios par-
ticulares, mas nao com os saques tomados pelo
nosso governo, os quies sao muit gran les, sao
enormes, e assin as epichas em que elle vera ao
mercado concorrer compra dos saques, oa bancos
da Europa nao tee.n fundos s itficieutes ao paga-
mento destes enormes saques juntamente com os
dos partcula es que os vo tomar ao mesmo tira-
po. Assim a procura de saques superior a offer-
ta delles.
E' regra, porm, que a falta do genero o enca-
rece ; e p .rtanto a procura de saques superior aj
vegotaea; aondo tao poduroso o remedio,
que aao perd anda um s djeate.
Hoje cora a pratioa e esta ios qae toaho
f^to deste temivel raai, poseo garantir su
cura com certeza. Previno ao raspjit
publico que estas molestias que cur> coin
remedios descabertos pjr mim e que sSo
urna especialidade tninha, s nao po.le-
rna ser curadas estando no ultimo periodo'
em outro qualquer a cura certa ; ^por
tanto a todas as pessois que precisare n
dos meui servieos, que estoi na ra do
Imperador n. 76, 2o andar, por cima Jo
escriptorio do Dr. Fonseca.
Aoa dignos e inteligentes facultativos
iesta capital p c/idoseulpida rainha uffou-
tesa, provenindo-lhes, toiavia, que s curo
molestias que sao julgadas incurareis por
Ss. Ss., c por -.mor a humanidade soflF.'e-
dora; fazendo isto com remedios de rainha
descoberta nos sertoes de diversas provin-
cias o at entre p->vos in ligenas.
Becife, 2 Jo Fevereiro de lim.
Domingos de Souza Barios.
lo d es p res 1 ve I embusteiro que
teiuia eut querer f izer b.trre-
1 il;is com o chapeo dos ou
(ros.
Ao umbucado leproso que teve medo de
obrir se, para que nao Ihe vissem as
ulceraB do hediondo rosto, e que contina
a espumar dcii'grido pus, a esse m>2nd'go
mor! que tem o arrojo de vir descompor,
de vir purgarse pela imprensa, amortul.'ia
Jo nos trapos da indigencia, empestanlo
com o mo ch iro de suas feridas o am-
biente social, se nao atheu, se er em
Deus, o que duvido, recomm -u lo, prati
;andoassiin urna obra de caridad", qua Uia
e medite as seguintes palavras do trm Sa-
lomao, inspiradas pelo proprio Deus:
A boc ;a do impo e insensato fere-o a
elle mes.no, e os seus labios sao a ruina da
sua alma
Responde ao louco segundo sua lou
ura, p.ra que ell-s no tque entendendo
que saoio. (Cap. XXVI, v. 4 e 5.)
t O mo an la sempre buscando distur-
bios, mas o aujo cruel ser enviado con-
tra elle.
t E' melhor encontrar urna ursa, qual
foram roubados os seos filhinhos, do que a
um insensato que fia na sua lcucura. (Prov.
c. 16 v. 11 12.)
O .nprudente que repet a sua loucu-
ra orno o cao que torna outra vz ao
que tnha vomitado. (dem, cap. 26, v.
11.)
Rmfe, 23 de Fevereiro do 1886.
Joaquim Antonio Moreira Jnior.
A presidencia da provincia e o
orgo da opposi(o'
A Provincia prosegue ni improba faina
de faaar ore* fra de Pernambuco que S.
Exc. o Sr. conselh-iro Costa Pereira se
tem ostenta lo partidario sem escrpulos
as eleijoes geral o provincial, empr -gan-
do, em sua i-.liyilo de 19 do mez que cor
re, o masi.no esf.r^o para provar que
tudo ex.-ede a intervencao offi .ial no plei-
to do dia 16, no 2. districto.
Busi-ando ehegar seus fina, o orgao
do partido de que chefe honorario o Sr.
senalor Lilis Felippe enehe mais de duas
tongas colu-nnis.
Mas, quaes sao os fictos que precisa, os
nomes que declina, as provas que ad luz,
para incutir no espirito publico a crenga
de que falla convencido, de qaa pugna
pela verdade nos comicija elcitoraes, de
que o seu proposito nao nica e exclusi-
vamente aggredir o Ilustre e conspicuo
BMBadao que administra a provincia, e o
distineto pernambacano que, depois de ha-
ver cora nobre esforco e re-imnecido ta-
lento defendido no parlamento o projecto
que estancou a fonte da ossravSo no p.iiz,
teve a f .rtun de referendar o decr-to que
fez d'elle k-i do Estado ?
Quaes sao as provas qus apresenta a
Provincia ao publico, alm de sua p.lavra
honrada, para convenc t de que o seu fira
nao elevar e:hreas r^giSes o mais co
nhecido dos pernambucanos vivos, aboca-
nhando os mais euilificados adversrios,
para ehegar ao dupl 1 resultado de fazel o
passar fra d'aqui por hometn de agigan-
tada estatura poltica, victorioso duas ve-
zes as urnas, mo grado as ameacas, a
corrupcao e a forca, e de formar opiniao
contra as provas rrecusaveis, que bao de
naturalmente exibir-se, de que a apregoa-
da victoria nao passa de appareneii enga-
sua offerta os encarece Eucarec.-r os saques quer fi,ha da ( B0 j-
dizer baixar o cambio, ist> e, baixar para os to I
madires ; e cora razo, porgue, nao havendo nos
bancos da Europa fuudis brasileiros suffi tientes
ao pagamentos de to avutados saque., preciso
que os bancos facam sacrificio, oa adiantando, da
seus capitaes, que iriam eutr.r em outro movi-
m lato, ou os havendo por suas opera$des de ere -
dito.
E' claro, pois, evidente, que, tanto sob o reg
men econmico do papel, co no sob o do ouro,
quando o governo "em ao mercado concorr nd 1
com os seus grandes pedidos, necessariamente
constitue. a demanda superior a offerta, mais ou
menos, segundo a forca de nossa exportadlo as
differeutes ep ichaa do anuo, e segundo a forca de
nossa producca em cada anno.
Portauto vi. a esperanca de couservar o cam-
bio regular entre nos, emquanto ti^ermos d>-pa-
gar os enormes juros de nossa di vi Ja externa todo
o auno.
^ae importa, pois, que levemos oaro em lugar
de papel aos bancos pira comprar saques on cara
biaes, quando o pedido on a demanda dos saques
superior offerta ?
Os bancos necessariamen.e hSo de levar m-iior
interesse, p.r effeito natural de principio econmi-
co, sem que baja de sua parte algum jogo ou pres
sao. Quem fas a pressao o governo com os seus
pe idos descommun.es.
Assim clan que a idea d commissao de co-
brar-se em ouro pela arotagao da vespera, os im-
postos da alfand'-ga, s vem produzir atropello,
sem a minimaparcella do resultado por ella espe-
rado.
Fevereiro- 1886.
Affozso de Atbuquergue Mello.
Aos respeltavel habitantes des-
ta capital e de toda provia-
ela
Para satiafaxer aoa amitos pedidos dos
doeatea que estou tratan c e de outros que
vao entrar, em cura, nesta capital, deter-
minei a voltar do Limoeiro trazen lo bas-
tantes preparados de emolios, que curara
com certeza as molestias de pjlle, syphiles
o mais rebelde e mesmo ebronico, rbeuma-
tiimo, ataques esterices as senhoras e
beriber. Esta ultima molestia que tanto
flagella esta capital, e que tem aotnbado
do trataraento dos profissionaes, j afoi cu-
rada por mim aqui no anno de 2875, e
dapoia em S. Paulo e no Maranb&o, om
remedios de miaba descoberta, puramente
os homens da Victoria e S. Jos ?
Houve, diz a Provincia, desbragada n-
ter v^ncao offi.-iai. Como, porera, est a
secretaria da provincia cheia de e'eitores
liberaes, que votaram no candidato do Sr.
Luie Felippe, no 1." e 2. escrutinios do
2. districto? Cuino conserva se no The-
s.'uro Provincial, no consulado, as obras
publicas, no professoraio uo vitalicio, em
todas as repartieres provinciaes, emprega-
dos, conhecida e provadamente adyersarios
da situayao ?
Tudo ompregou S. Exc. o Sr. Costa
Pereira pt-.ra que fosse eleito o presidente
da Babia ; a forya publica foi posta i ser-
v 50 dos cabalistas para tal fim, diz ainda
o orgao da opposicao. Si assim fosse, como
t-ria admittido a ut'ridasle que, sobretudo
para certas secpSes de 2." districto, sedes-
tacassera forcas de desordeiros conlieeidos
de S Jo*, para o que fosse preciso T Os
phosphoros, que sao tambe os bravi do
irrande homem, pela victoria do qual, do
Rio, felicita o Sr. Joaquim Nabuco a gran-
de provincia, com su arreganho de faquis-
Ua, nao trouxeram sobr saltados os nimos
do e'eitoraio conservador?
Haver realmente ulguem de bom senso
qoe adraitta a hypothese di duas opiniSes
sobre o resultado lo pleito ele toral do dia
16 deste mez, odmittindo ao mesmo tem-
po que S. Exc. o 8r. conselheiro Costa Pe-
reira houvease interposto sua autoridade
entre os interesaos honestos da opposicao e
o -Initorado, do modo prejudicar taes in-
teresses, 'squecendo seus honrosos preoe 1
Jen tes, o que deve si e i elevada posi-
cSo que o cupa?
Comprehende-te que o orgo de um par-
tido poltico exagere viotoiaa, mesmo ap
parentes, oa que acastelle se em motivos
capcioses para explicar as derrotas com
que o condtuona a opiniao publica : Isso,
porem, tem limites, determine, iot pela ho-
nestidade dos horneas quo o dirignm, li-
mites flue nao Dodem er ultrapassados,
obapMM de ^iesjaoraliaafao, e-algunas'
vesea do ridiculo. A Provincia, inimiga
dos limites, nao peusa assim; o eil-a ah
provar de mais, b.staalo a hyp'i'bil- Je
sua phrase, a eireumstaneia de escrever
para 1-itores, testemunhas preseacias dos
aconte iinent08 que narra, para saber-se
qual o obje-tivo que visa.
Em taes aoodojSes, a melhor retpist
dar aos prepostos do Sr. senador Luiz Fe-
lippe uo orgo de seu partido, est na lin-
guagera que nelle empregara, na infideli
dade cum que narram as oeeurrencias, no
o lio que os domina, quanlo apenas corae-
ca o castigo a que os conderanou o sao
desaso, a sua falta de patriotismo, a sua
incoherencia, o seu esquecimento para as
promesas feitaa em opposicao, a sua sub-
servencia interasses inconfeasaveis, da
qual resultou o triste estado da provincia,
cuja vitalidade extinhue-se, pela diminu
cao de sua produccao, p-la depreeiacio de
seus pr-j.lu tos, pela falta dq trabalho,
pelas in ertezas do dia seguinte, aessa si-
tuacio poltica, qua fiadou a 20 de agosto
ultimo, mas ajos males se imporo por
muito tempo ainda esta provin ia, que
be 11 .-xterna sua indiguago, condomnamin
os que nesta segunda epocha cora.-cam Je
novo a aggredir um poder pessoal, com
que sonhara sempre quanio em opposicao,
e ao qual, sa existisse, sa curvariam reve-
rentes no poder,
O artigo Kleicao do 2o districto, da
Prvincia Je 19 do corr nta mez, se mos-
tra geito cavilloso quando apregoa a pro
tendida victoria, aloancada contra a sup
posta intervengo official, victoria na qua"
ninguem er, nem por isso deixa de erguer
o veo que encobria as .ipprelien;o;s que dj-
niuaiu o espirito turbulento do autor do mas
sacro eleitoral de l de Dezembro de 84,
e do recouhecer a necessidade de apparen-
tar, era parte ao m-mjs, verlade, em re-
laco aa que narra infielmente. E' assim
i|ii o jrgao opposicionista admitte a pos-
ibilidade de nao ter assento na cmara
dos J puta los o liberal que inutil'sou a ty
pographa da ra di Aurora, 1 .ncando ao
rio os seustypos; assim que, depois d
buscar injuriar, obrindo de epithetos, que
nos abitemos de repetir, o Sr, conselh-iro
presidente da provincia, o orgilo lioeral,
esquecendo o fino trati de ho nem de
soeiedade, para s attender aos instin
etos do hornera dai massas incons ien-
tes, que sao conduziias abramos at o
.i irradeiro dos saorifioios, assim qua a
Provincia dejara que nao quiz o Sr
eonselneiro Costa Pereira assnrair a res
responsabili iade do mandar destruir a elei
yo as secases em que nao tnha maioria
o candidato conservador.
De todo o acorvo de iajurias cora qua
brinda a Provincia o distineto cavalheiro
que preside Pernambuco, seriam estas pa-
lavras as un ;as vcrladeiras, se na ndole
do partido conservador e as vistas dos
amigos d conaelh.-iro Theodoro estivessem
a JesorJem e o sangue nos o ni -ios elei-
toraes. Mas, o paz, desengalo das prin
eipescas pro uessas dos liberaes era opposi-
cao, faz devida justica ao partido politizo
que extingui o trafico de carne humana,
.uc libertou o ventre da mulher eserava,
que acaba de marcar prazo fatal escra
vido, isso sem ser abolicionista, sem pro
raessas. sem tentar contra o trabalho or-
ganisaJo, sem rqubar a proprieJade es-
urava. Nao ; as sangrentas tragedias da
Victoria e S. Jos nao pertencem ao par-
tido da orden, sao propriedad-i dos repu-
blicanos da oecola O poder o poder.
O grande tribuno (rei do norte j o cha
maram), espalha a t dos os ventos a noti-
cia da victoria, que diz ter alcancado.
Multipiicam-sa telegrammas de felicit ijes
e, l da corte onde f-st e sempre vivou,
o Sr. Joaquim Nabuco diz que mais urna
vez trasborda o coracao pernambucano.
Tambera, nos primeiros das de De-
zembro de 84 ehov Arara telegrammas con-
gratulatorios, e mais tarde, depois de rui-
dosa recepcSo na corte e de contemplar
ante si curvado o representante de um ui-
Iho e meio de homens escravisados, era
homenagem ao redemptor 4e sua r-ca, o
Sr. Joaquim Nabuoo vio fecharem-se lhe as
portas do parlamento por mos liberaes.
Era que a fraude e o direito da forca nao
podiam prevalecer contra a lei e a forca
do direito.
Toda a provincia o sabe : em todas as
eleijSes havidas, foi -correcto, digno de seus
honrosos precedentes, do que asi deve e
posico que oceupa, o pro;edim-nto de
S. Exc o Sr, conselheiro Costa Pereira.
Esto firmados em Pernambuco os seus
crditos de poltico honestissimo, de admi-
nistrador prudente, Ilustrado e activo.
Homem feito, tem sabido collocar-sej
nesta provincia na altura em que collocou-
se em outra qua presidio, na posiyo digna
em que sempre soube manter se, nos plei-
tos polticos, na administraco, nos conse-
lhos da corda.
Estao. concluidas as eleicaes, sem que
o e .ngue pernambucauo corrosse m.iis
urna vez, em satisfacao desmesrala
ambicio poltica de pretensas notabilida-
des, qua por quaesqaer raeios buscara^
urnas, caleiras permanentes na cmara
Para o III m. ir DrenseaUefro
em chefe do proloai, i neat 11
via frrea do lleclfe a Garuar
ver e pr<*vi Constando ao abaix > asignado que algucm
procura receber iudemnisacao pelo disapropria-
ineuto dos terrenos c jinpreh n li ios na ;rra das
Uussas at o rio Ipoj.ica pir oude ptssju a es-
trada de ferro em coastruoolo, vem a -I) ores -ate
protestar contra essa indibiti pie'encio, visto
que estes terrenos lh-s sji porteuc -utei, e a tem-
po far valer o seu direito.
FLorindo Anselmo de Mbura.
Gravat, U de fevereiro le 1886.
JB
Despedida
O abaixo firmado mudando sua residencia d'esta
c.pital para a do Rio de Janeiro cumpre o grato
dever de despedirse de s.-ns amigos e affectos,
agradecendo a todos a prova de i-mfiaiica gen'ero-
aaoienta dispensado aos meara >s noexerciciode sua
profida ; penliora por isso >eus ap.ucados pre-
tunos merc 'esses cavalh--iros, rogando-Ibes
indulgencia pela ausencia de despedid i, atiento a
celeridad') da mudanoa.
Rjc#, 23 de Pcvereiro do 1886.
Joaquim ti. Cotias.
Cajarubeba
itisi) e
EDITAES
Illm. Sr. Pinnino Candido de Figueireio.
Declaro a V. S. qua o seu preparado Cajurubeba
(em 8do para mim nm prodigio. No estado cm
qne me acbava a man de anno em-iosoffrendo um
forte rheumatismo, tolhido dos membros a ponto de
nao poder rae ajoelhar e de com muita difficuldade
poder subir cu descer qualquer escada, soffrendo
de iusomuia e muito fastio, alera de dous tumores
dos quaes originar im-se duas fstulas com grande
lrr imamento de pus ; depois de esgotar todos
os recursos da mediciaa sea o menor alivio,
so! vi-me a t mar o seu Cajurub-ba que me vai ret-
tituinlo a sau.fe, a ponto de que com dous frasios
qie teuho tomado, ja me posso ajielhar, subo '
leseo desembarazadamente qualquer escada e de-
sa^pareceran todos as lores prov-nient is dis fis-
tqlaa que prodigiosamente vao melhorando e di
minuindn a snppurayao. ?oss pois afirmar que o
seu Cajurubeba um prodigio e dou grabas a pro-
vi i-ocia por ter encontrado no seu Cajurubeba to
grande milhora aos meus soflrimantos.
Peco a V*. 6. qne se digne dar publicidfde a
Bata uunlia carta abara daquelles que aiuda ignorara
qiiauto prodigioso o seu cajmubeba.
Convento do Carino do Recife, 30 de Dezembro
de 1885. S>u com estima.D. V. S. -Aitt-n-
ci-oso servo respeitadar.
Padre Jos tiofacio de Azevedo Brito.
-----------------^BQOSiS-
Febrfuga, tnica, dioestiva, aperitiva taes
silo as qua'idades da ''.ounackina, de A. Ardura,
agradavel licor devido a excell.-nte a3Soeim;a>
(precouisada pelos nossos mais eminente: m-dico')
do fine chamj.agne com a auina.O delicaio 3abor
e aroma de ura e as preciosas virtud '8 da outra
dao este licor urna Huperioridade incontestavel,
causa d > seu rpido e brilhante successo em todos
us paizes quemes.
Pura, a oynakina o melhor dos licores bygie-
nicos. Mistrala com agua, tornarse um 1 bebida
refrigerante e ami-febril no mais alto gr^.
Fados e nao palavras
Ao q ie se de*ejam tratar sem comprometter a
saude com preparados mineralgicos.
Nesta typographia e na ra Direita n. 43, 1.
andar vende-se tinturas homeopatbicas para ino
tensiva cura das segrales molestias : asthmatico,
ainda mesmo bi-onehitico; eiysipela, enxaquecas ;
uite.initeutes (sem o empreo do fatal quininc);
tos>e convulsa, falta de menatruacao ; cmaras de
sangue : estericos ou uietrite ; dores de dentes ou
nevr ligias, metrorragia ; vermfugos, denticao e
conv\.laes das enancas ; tudo manipulado de her-
vas do paiz.
Assim como tratara se escrofulosos em qualquer
grao e gommatosos.
OCULISTA
l*r* Brrelo Mampato, medico ocuhs
ex-che{e e clnica do Dr. de Wecker, d consuma
tas de 1 aa 4 horas da tarde, na ra do Bara-
da Victoria n. 45, segundo andar, excepto nos do-
mingog e das sanctificados. Residenciara de
R'aehneio n. 17. canto da ra dos Pires.
Partos, 1 jiosiias de mulberes i
Ir
Dr. Silva Brito, medico clnico do Maranhao
tendo pratieado ltimamente nos prinpaes hos-
ditaes de Pars e de Vienna d'Austria, onde dedi-
cou-se especialmente a partos, molestias de mu-
lheres e de criaucas, offereee seus servicos ao res-
peitavel publico desta cidade, onie fxou sua resi-
dencia.
Pode ser procurado do meio dia 3 horas da
tarde no seu consultorio ra larga do Rosario
n. 26,1 andar, e em oucra qualqu-r hora de dia
ou da noite ra da Imperatriz n. 73, sua reti-
dencia.
---------------sesees?---------------
LA BORATOS! O HOHflEOP TU ICO
BBJ
FR^DERICO CHAVES JNIOR
MEDICO E FBABXJlCEDTICO UOJIdOPATHICO
Ra do Barao da Victoria n. 39, 1. andar
O Dr. Thomaz Garcez Prannos Alonte
negro, juiz de direito da comarca do
Re if presidente da junta apura Ira
do 3o districto eleitoral, no impodimento
do juiz d sea substituto o do juiz de direito mais
aotigj da do Ricife.
Faz saber an que o presente edital virem que
nao tendo sid possivel reunir-se uo dia 18 do
c urente, a junta da apuraco geral de votas para
deputados provinciaes ltimamente feitas em 2o
escrutinio polo 3o districto, fica transfer la a
mesma apuraco para o dia 26 do corrente, s 9
h-.ras da manhi na casa da Cmara Municipal
da cidade de Olinda.
E para que ch-gue ao con'eeimento de todos.
mandei passar o presente, no impedimento dot
respectivos juiz-18 e affix ir em tolas as parochias
de que 91 comue o 3o distriet nlettvfral.
Recif", 19 d-i fevereiro de 183G.
Eu, Joo Theodomiro ia Costa Monteiro, escri-
vSo da comrea de Olind 1, o escrevi.
Thomaz Garctz aranhos Montenegro.
Antonio Marques Correa, juiz de paz da
paricha de S. Salvador da S do Olin-
da, em virtnde da lei, ete.
De conformidade com o art. 103 do decreto n.
8,213 de 13 de Agosto de 1881, c invoco os juizes
de paz do 2 e 3 annos, teneutes Jos Carlos do
Reg Valenca e Man >e| Jos de Castro Vile'la, e
os immedialos em Totea ao do 4o anno, tenente-co-
ron-1 H-reulano Cavalcnnte de Albuqnerque e te-
iicnte Lucio Jos Monteiro, 4 comparecerem m>
Pa(o da Cmara Mu ijial as 9 horas da manha
.lo di. 5 de .Vfarci. prximo futuro, afira de faze-
rcra pa te da meza, perante a qual se tem de
proceder no dia 6 a eleicao de um vereador da
mesma Can ira, em viitu.le da vaga existent" po
fili- cimento do capito Mantel Ignacio di Silva
Braga; devendo o que nao poder comparecer,
participar por escripto o seu impedimento at As
2 horas da tarde do referido .ia 5, como preceita
o art. 100 do citado decretp.
Parochia de S. Salvador da S de Olinda, 19 de
F. v-reiro de 1886.
En, Antiuio Marques da Silva Manguioho, es-
crivo de paz, o escrevi.
Antonio Marques 'orreia.
1. S. ccaaN. 815. Edital.De orden do Illm.
Sr. Dr. chefe de pocia da provincia faco publicar
o edital abaixo, do chete de polica da pn.-viucia
da Parahyba. Secretaria d-- p .licia .le Pernam-
buco 22 de Fevereiro de 1886. O BSaeetario
Joaquim Francisco de Arruda.
Edital u. l=e ordem do Illm. Sr. Dr. chefe
de p .licia da provincia se faz constar a quem in
teressar possa, que tendo sido a|-prehendmos em
poder do liberto Emilio Joaquim da Silva diversas
pecas e objeetns de ouro, entre el.'es alguns de
valores, bem como moldas de ouro, os quaes ob-
jectos e moedas se su.peita, que fossem roub.das
ou furtadas, em vista da condicao do posuuidor e
das privas do inquerito policial, ficara deposita-
d.is n 1 c .fre desta reparicio paraserem entregues
a seus legitimes dimos, se redamaren e prova
rem no praso de 90 dias, da data da publicacao d..
presente edital.
Secretaria de polica da Parahyba, 13 de Fe-
vt-reiro de 1886. O secretario- Mauoel Carlos de
Almeida e Albuqu-rque-
,-o, Vine pa, Santa Crue, S. Gon^al, CiiA,
Iho, Hospital Pedro II, General Sera, C".bb-
Lamenba, Alegra, Lean Coroado, linrao de &
Borja, Solcdade, Viscondo de Goyanna e AKa-
Cao.
Travessas :
Gervasio Pires. Colhos, Atalho, Barreiras, ^.
ras, Qaiabo, Joo Francisco, M.ngofira, Cka-
pina e Palacio do Bispo.
Pracas :
Conde d'Eu e Santa Cruz.
Largo :
Campia,
rieco :
Colho.
A Cmara Municipal desta ci-iade, tanda contratar a impresso de seus trabalhos e dos -oe
p r for^a da lei ebrigada a mandar raz'.r, e-
vida aos pr.pri. -taos dosjornaes mais lidos aeste
cidade, que quizerera contratar, a aprcseuOraat
suas p, opostas em cartas fechadas, 00 dia 24 4a
corrente, pelas li horas da manha, indicando zm
me8Pa8 o menor preco.
Na secretaria da mesma Cmara encontraraeaB
proponent-8 o esclare intentos precisos.
Paco da cmara municipal do Recite, 14 deXt-
vereiro de 1886.
Dr. Autonio de Siqucira Carneiro da Gatisk
Presidente.
Francisco de Assis Pereira Rocha,
S"<-retari
lodciTinisadora
A direccao da compacbia de Seguros Ino fu
.-adora, tem a honni de convilar aos senhoretae-
cionistas reuntrem se no escriptorio da aestsm
c iinpauhia, 1 hora do dia 25 do co .-rerte, viar
de Ib ;s serein apreentadas as contas da^ oaetBr-
voes do anno de 1885, o respectivo parecer 4a
commissao fiscal, e proc der-.-e a eli ijao dastsa-
ma. BecirV, 10 de fevereiro de 85.
O dir forep,
Joaquim Alves da Fonseca.
Jos a Silva L yo Jnior.
Antonio da Cunha Ferreira Bar~
A Cmara Munici >al da cidade do Recife
faz constar a quem inte essar possa, que em ses
sao de 24 do correte, ser levado em hasta por
ai rendainento anuual o sitio denominado Peixi-
nho, no municipio de Olinda, servindo de base a
quantia de 4895"K>.i, e mediante fianca idnea, e
de conf.irmida.le com a lei.
Paco da Cmara Municipal do Recife, 15 de
fevereiro de 18H6.
Dr. Antonio de Siqneira C. da Cunha,
Presidente.
Francisco de Assis P. Rocha,
Secretario.
Edital n. 9
outraa, tomarem nella assento por esca-
lada, auxiliados todos por anonymos,
arvorados para taes sorprezas em homens
de administrar-So.
O reinado- do terror, a epocha dos Ro-
sendos e Nicolaus, cerno patriotas Ilustres
endeosados pela imprensa, da corte, pas-
sou, felizmente. E' cedo ainJa para fazer-
se a histeria do partido do Sr. seeador
Luiz Felippe nos ltimos temp >s de seu
douiao: Ella, porem, ser um dia escrip-
ta ; e nenhama duvida temos em crer
que mais de um rosto se velar arrepen-
tido por haver concorrido para que tSo
baixo descesse o nosso nome aos ltimos
annos deste seeulo, para qne as energas
masculas do Pernambuco das tradic^des |
cedessem o passo s torpezas e
uento.s que, desmuralisan lo a administra
cao publica, mais distanciavam aia la as
masara inconscientes da estrada trilhadi.
pelos poros civilisadoa.
Um da vdha guarda.
Dr. espira Me
MKIUIO
Tem o seu escriptorio a ra do Mrquez de
Olinda n. 53 das 12 s 2 horas da tarde, e desta
hora era dwute em sua residencia ra da San-
ta Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhoras e enancas.
---------------e
Advogado
bacbarel Jeronyrao Materno Pereira de Car-
valho, tendo deixado o cargo de juiz substituto dot
feitos da fazenda, advoga nesta capital e fora
della e tem seu escriptorio ra Duque* de Caxias
n. 55, onde pode ter procurado das 10 horas da
manhJ a 3 da tarde, e fra deatas em toa resi-
a>aeia rtra de Domingos Theotonio n. 39, a
qualquer hora.
1
DO
Dr Tcistao llcnriqucs
Costa
ana da l'nlo n. 15
sultas das 11 s 2 horas.
Chamados a qualquer hora.
Telephone numero 54.
Ao Illm. Sr. Dr. chefe de polica
0 ettado aterrador de Pedra Atolle requer de
S. S. a maia seria attencAo.
Dasoar ioudeucia* do* tactos all oecorridos,
rma aa repeticao do que est no dominio d'a-
quelle pejaeao torci, oade a sobenaaia da nica,
ambara nao auxiliada pela polica, aneontra a maia
pacifica prudencia.
Do sel j da 8. S. etperamos a mait enrgica pro-
dencia, preventivo dooriae, as aaaata Atagu-
Fero*.
23 de Fevereira V 13B5.
Conullorio medico-eirnrglco
O Dr. Estevao Cavalcante de Albuquerqne con-
tinua a dar coninltas uiedicoeirurgcas, na rus
do Bom Jess n. 20,1 andar, de meio dia 4s 4
horas da tarde. Parase demais consulta evisi-
'as em sua residencia provisoria, ra da Aurora
n. 53, 1 andar.
Ns. telephonicot : do contnltorie 95 e residencia
136.
Especialidades Partos, molestias de crean-
Cas, d'utero e seut annexos.
x=

Oculista
Dr. Ferrerra da Bil^a, ow-
sultas das 9 ajo meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 roa
Ijtwga do Rosario.

O administrador do Consulado Provincial dan-
do eumpriraeato portara a. 467 expi dida pelo
Illm. Sr. Dr. inspector do Thesouro em 23 do cr-
rente, taz publico, para conhecimeoto ,dos proprie
tartos das casas titas as localidades constantes
da relaco intra, que no espaco de 30 dias utei-
contados do 1 de Fevereiro prximo vindouro, se-
rao arreci.dadas por esta reparti^io, independente
de multa, as importancias das annuidades e mais
servieoa da Recife Drainage Company, correspon-
dentes ao Io semeatre do exercicio corrente de
18851886.
Consulado Provincial de Pernambuco, 26 de Ja-
neiro de 1886.
Francisco Amynthas de Carva'ho.
Relarao a que se refere o edital
topra
Freguezia de S. Frei Pedro Gon^alves do Recife
Ruas :
Mrquez de Olind, Bom Jesnt, Alves Cabral,
Conceicao Bispo Sardinha, Torres, Thom de Sou-
za, D. Mara de Souza, Vlgario Tenorio, Barreto
e Menezes, Mariz e Barros, Bnriros, Araorira,
Moeda, Tuyury, Companbia Pernambucana, Ma-
dre de Deus. Domingos Jos Martins, Mscales,
Restaurayao, D. Mara Cesar, Visconde de Itapa-
rica, Farol, Areal, S. Jorge, Vital de Oliveira,
Gaurarapes e Bardo do Trinmpho.
Pracas:
Charco, Assembla e Pedro I.
Traveseas :
Visjario, Madre de Dens, Campello, Domingo,
Jos Martins, Corpo Santo, Antgo Porto, Bom
Jess, Areal, Fundcao, Occidente, Guararapta -
Prs^a de Pedro I.
Beccob :
Ab-eu, Largo, Pindoba, Noronha, Tapado
Pascboal.
Largos:
Aifandega, Corpo Santo e Assembla,
Caes:
Companbia, Brum e Apollo.
.Santo Antonio
Ras:
Imperador, Primeiro de Marco, Duque de Ca-
xias, Cabug, Barao da Victoria, Trncheiraa, La
rangerras, largado Rosario, eatreita do Hatario,
S. Fiancitco, Joo do Reg, liba do Carvalho, Ro-
da, Patos, Calabouco Velho, Santo Amaro, Ma
thias de Albuqnerque, Paz, Paulino Caraara.Fo-
go, Livramento, Penha, Viscondo de Ioharaa,
Pedro Atbate, Nova da Praia, Marcilio Das, Vi-
racao, Lomas Valentinas, Coronel Suassuna, San-
ta Thereza, Vinte e Quatro de Maio, Palma, Mr-
quez :o Herval e Cadeit. Nova.
Praca:
Pedro II.
Campo:
Princesa.
Caes:
Vinte e Dous de Novembro.
Travessas:
Quemado, Crnzes, Mrquez do Recife, Bella,
Quaiteis, Calabouco, Expoatos, Martina, I1'lores,
Carmo, Bomba, Livramento, Arsenal, l-da Praia
2 da mesma, Caldereiro, S. Pedro, Vnacao, Lo
bato, Falcao, Pocinbo e Concordia.
Largos:
Para izo, Carmo, Penha, S. Pedro e Practa.
Becos :
Bella. Calabouco, Matriz, 1. 2. e 3.0 da Cam
boa, Falcao e 1. e 2. da Cadeia Neva.
8. Jos
Roas :
Marcilio Das, Lomas Valentinas, Coronel Suas-
suna, S. Joao, Palma, Mrquez do Herval, 24 d
Maio, Dias Cardoso, Passo da Patria, Padre No-
brega, Victoria, Cadeia Nova, Vidal de Negre iros
Frei Henriqoe, Dique, AatumpcVi, Domingos
TheotnDio, Padre Floriano, Christevao Cclombo,
Jardim, Forte, Antonio Henrique, Nogueira, Santa
Cecilia, Santa Rita, Nova de Sana Rita, S. Jos,
Praia de Santa Rita, Pescadores, Ipyranga, Impe
rial, Praia do Forte e Lu de Mendonca.
Tra vestat :
Martyrioa, Pcinho, Ramos, Caldereiro, Gas,
Matriz de 8, Jos, Fort>, Prata, Serigado, Copia-
res, Nova de Santa Rita, S. Jos, Praia do Forte,
Peizoto e Lima.
Bocees :
Paula, GakUreiro, GUz, Aaaumpco, 1." de San
ta Rifa Nora e Matriz de S. Jos.
Largos :
Forte j Mareada
f 6a Vista
Roas :
Imperatriz tltaaeieao, Visconde de Pelotas,
Taatbta, Viaeonde de Alboqaercrue, Aurora, Cap-
baribe, PVatts Velba, Conde da Boa Vista, Ria-
chuelo, niSo, Stadade, te de esambro, Hos-
picio, Carnario, Rosario, Qarvasio Paras, AUlho,
Fabrica de fia^o e imam k
tifa-A
Sao convidaaos a senhores accionistas a ion
nir-8e em assemt.la ceral or inaria no dia 24 o
corrente, no falao da AssociacSo Commercial Btv
urfieente 1 hora da tarde. Recife, 9 de awt-
reiro de 1886.
Manoel Joao de Amorim,
Presidenfe.
Jos Adolpho de Oliveira Lima,
Secretario.
C. D. F.
Club Dramtico Familiar
Est" sncieda le realisarii o seu espictaculo r
corrente mez s-.bbado 27. Os so ios que at
dia do espectculo nao tiverem rec bid > seus s
Ihetes, p.derao pr-curar em mo do the80umit%
ra do Imperador n. 73, 2- andar.
R. Penna Forte,
2- secretario.
Irsena d guerra
1
De ord-m do Illm. Sr. maj .r director, iatr*-
bue-se costuras* nos dias i. 23 e 24 do mes cap-
reir, s eostureiras de ns. 2C1 30').
Previne-se que soff.t-r a multa de 5 0/0 tola*
qualquer coetureira que exceder do prazo di S.
dias co.n suas costuras, salvo se apresentar ttt-
cumentDS que justifiquein essa fa ta.
Previne-se mais que s se entregar eo*nt?
s proprias costureiras, ou salvo pesaos de dK
O nfinnga.
Seccio de costuras do arsenal de guerra de Psr--
narabucj, 6 de fevereiro de 1886.
Flix Antonio do Alcntara,
Alferes adjunto.
lrmandade de Nossa Senhora h
Solcdade
De orem da mesa regedora desta VPT.uitWt7:
irmandade, commnnico n todos os nossos irmias-t:
irmaes, e ao publico, que ter lugar no dia 9 Bal
raarcj, pelas 3 horas da tarde, 1 procissaa .ja,
sacrosantas imagens do Senhor Alalo, S. Pocse,
S. Joto e N. S. da Soledade, segundo a lieeaes;
dada pelo Etm. Rvm_. Dr. governi.dor do bspat.
Consistorio da irmandade de Nossa -enhutt-Sa
Holedade, erecta na igreja de N. B. doLivctaua
to, 20 de Fevereiro de 1886.
O secretario,
Frederico M. de Mello Tavares.
Companlna Plieoix Pernami-
cana
Os senhores accionistas sao com dados
assembla geral ordinaria, que d sver ter !
no dia 10 de marco preximo, a 1 hora da tarde,
escriptorio da companhia, a ra do Commer* c
38 A oonvocayao tem po- fim :
Deliberar aobre o inventario e contas z *Fmm
nistrsco.
Proceder as eleices de que tr ita a pnaflK
parte do 2 do art. 30 dos estatutos.
Pernambuco, 22 de fevereiro de 86.
Pela companhia Pbenix Pernambucaaa,
Os admin stradores,
Luiz Duprat.
Manoel 'Jomes de Mattea.
Joao Jos Rodrigues Mendos.
Correio geral
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor na.-.onal Espirito Santo, es'* ctst-
nistracao expede malas para os portos do sal,
recebendo imprfEos e objtcf r registrar tSE
hora da tarde, e ra 'as ordinarias at 3 hoca%an
3 1/2 com porte dnplo.
O administrador,
Affonso doRego Barroc ___
Club Concordia
Aasserordentliche Hauptversammlung Moiita^aan
1 Marx 1886 abends 8 uhr. Tractandea-:
1 Verlesung de- Protoknlla
2 Bericht der Recbungbrevisoren
3 Aufnahme neuer Mitglieder
4 Aufallige autrage der Mitglieder.
Da dimstorinm.
Thesouro Provincial
De ordem do Illm Sr. Dr. inspector, tar/s jat-
blico que no dia ''3 do corrate mez paga-sea
classe de aposentados e jubilados, relativa
ao mez de noven ro prximo passado, c,
24 ficam saspnsis todos os oagamentos.
Pagadoria do Thesouro Provincial de P
buco, 22 de fevereiro de 86.
O aj .dante do eserivSo dt-raeaHtt,
Silvinn A. Rodrigues.
Lirt m de mnn
Tendo de se entregar nn dia 25 de maree ata-
douro algumas cartas d- lib-rdade, canvida-teB
interessados eoipar"cerem a- o dia 8 de tB-
mo mez de marfo, do meio dia at s 3 horas Urde, na ra .io V;gario n. 4, l' andar, oaae-sat-
contrario com quem tratar. Recife, 21 de
reirO de 86.________________
/


BJ
B
l
\


Imperial sociedade
DOS
Artistas Mchameos
Liberaes
I
Por ordem do notso irm5o director, comv
todos os irmSos eleitos nova 0r^torl* l^>"
rem-seem nossa sede na quinta-feira O **
reate, pelas 6 horas do tarde, a&m fcae*
postados d.* cargos para qae foram.el",to\i
S*retaria da Jmpenal Soc.edade dos Si
Mechanicos e Liberaes de Pernambuco, eaaSMD
fevereiro de 1*^**^^
f IBM 1
/




1:


I,




Diario de PernambucoTerfa-feira 23 de Fevercir
a-feira
1886 1
"

SEGUROS
martimos contra fogo
Coanpanhla Phenix Per-
nambucana
Ra do Commercio n.
38
fnMPAKHIA
Jmperial
DE
SEGUROS contra FOCO
E8T: 1803
Edificio mercadoriai
Taxas baixat
Prompto pagamento de prejuisoa
CAPITAL
Rs. 16,000:000*000
Agenta
BROWNS & C.
5 N. Ra do Commercio N. 5
COMPiHHIA DE SEBOSOS-
(0\TRi FOCO
Sorlb Brilish & Mercantile
CAPITAL
t:000.00o de libras sterllnas
A GEN ES
Admson Howie & C.
RA DO COMMERCIO N.
SEGUROS
CONTRA FOGO
The Liverpool & London & Glob
RSl'RRWCE C0MPA1NY
i a
Gompanhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelclda en 18&&
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de 1884
Martimos..... 1,110:0008000
Terrestres,. 3I6:000$000
44Ra do ommereio
l.ondou and Braailian Bank
United
Ra do Commercb n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
zas do mosmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, roa dos Capellistas n 75 N-
Porto, ra dos Inglezes.
anta Casa de Hiserlcordla de
Recite
Na secretaria da Santa Osa de Misericordia dr
Recife arrendam-se por espaco de um tres sn
nos, as casas abaixo declaradas :
Ra da Moeda n. 45,
dem -dem n. 49
Roa do Bom Jess n. 13, 1 andar
dem n. 29, loja
dem idem n. 29, 1 andar
Roa dos Sargos n. 27
Roa da Madre de Dcus n. I0-A
Caes da Alfandeca armazem n. 1
Ra do Mrquez de Olinda n. 53, 2
andar
Roa da Guia n. 25
Becco do Abren n. 2, ioja
Ra do Visconde de Itaparica n. 24,
pavimento terreo, 1* e 2* andar, por
Ra das Calcadas n. 32
Secretaria da Santa Casa de Misericordia
Recite, 6 de fevereiro de 1886.
O eserivb,
Pedro Rodrigue* de Sonta
240*000
240*000
3. 0*000
216*001
240*101
216*000
180*000
1:600*900
507*000
200*005
48J0O0
1:600*000
200*000
do
MARTIMOS
Iniled SUtes i Brasil M1S.S.C.
0 paquete Finance
Espera-se de New-Port
News.at o dia 12 de Marco,
o qual seguir depois da de-
mora necessaria para a
Babia e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e dinheirc
frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster 4 C.
N. 8. RUADOCOMERClO N. 8
1' andar
COMMERCIO
Bol*" commerclal de
buco
Pernal
Recife, 22 de Fevereiro de 1886
As tres boras da tarde
f'otaeoe* otfiriaes
Apolices provinciaes de 7 0/0 de 1:000* ao par.
Accoes da companhia de Santa Tberesa do valor
de 50* a 42* com o ultimo dividendo.
Cambio sobre Para, 30 d v. com 5.8 0/0 de des-
cont, sabbado,
Dito sobre dfto; 60 d/v com 11/4 0/0 de des-
cont, sabbado.
Cambio sobre Londres, 90 d/v. 17 3/4 d. por 1*,
do nance.
Na hora d bolsa
Veaderam-se :
8 apolices provinciaes de 7 0/0.
3 ditas idem dem.
100 accoes da companhia de Santa Thereza.
I. P. Pinto,
Presidente.
Augusto P. de Lemos,
Pelo secretario.
JUMENTOS PBLICOS
Mea de Fevereiro de 18K6
e
RaoasatoaiADe 1 i 20
icjnj de 22
28:731*473
2:18*417
J : s-1-i.-i,' aoviici*t~^
:- de 22 -r
ya dejum"-De 1 !
:n de 22
1 420
30:859*890
95:540*973
7:688*738
103-229*711
17:790*129
3:239*797
21:029*926
ROYALIAIL STEAI PACKET
COIPANY
0 paquete Tagus
E' esperado daEuopa so dia
23 do corrente, seguindo
depois da demora necessa-
ria para
Baha, Rio de Janeiro. Monte-
video e Buenos Aj res
Este vapor traz simplesmentc
passageiros e malas e immed a-
amenii seguir depois do desem-
barque dosmesmos.
Vapor La Plata
esperado
do sul no da 1 do
marco, seguin lo
depois di demora
necessaria para
Lisboa e Soulhampton
Para passagens, fretes, etc., tracta-se com os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
SRa do Commercio3
lOHPt\III PKRM.tHRrtit\
DE
XaYegaco Costeira por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaj, e Babia
0 vapor Jacuhype
Commandante Costa
Segne no dia 26 de
Fevereiro, as 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o
>dia 25.
Encommendas, passagens e dinheiro a frete at
as 3 horas da tarde do da da partida.
ESCRLPTORIO
Ao Cae da Companhia Pemambucana
n. 12 _______
Pacific Steam Navigation Companv
STRAITS OF MAGELLAN LLNE
Paquete Galicia
Espera-se dos portos
do sul at o dia 1 de
marco, seguindo pa-
ra a Europa depois da
.demora do costme.
Este paquete e os que dora
em diante seguirem tocaro em
Plymouth, o que facilitar che-
garem os passageiros com mais
brevidade a Londres.
Havcr tambem abatimento no preco das pas-
sagens.
Para carga, passagens e encommendas e dinhei-
ro a frete tracta-se com os
AGENTES
Wllvon Aon ?* c .. United
14 RA DO COMMERCIO -N. 14
COMPAXHTE DE ME**ACE
RES n lilil HE9
LINHA MENSAL
paquete Senegal
Commandante Moreau
E' esperado dos portos do
sal at o dit 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaui,
tocando em
Dakar, Lisboa e Vlgo
Lembra-se aos Srs. passageiros de todas as
classes que ha lugares reservados para esta agen-
cia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 /0 em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao menos e que pa-
garem 4 passagens inteiras.
Por excepeo os criados de familias que toma-
ren) bilhetes de proa, gosam tambem d'este abati-
mento.
Companhia Bratlleira de Nave-
gscao a Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Baha
Commandante 1-tenente Aureliano Izaac
E' esperado dos portos do sul
at odia 26 de Fevereiro, e
seguir depois da demora n-
dispenaavel, para os portee
i do norte at Manos.
Para rarga, passagens, encommendas e dinheiro
treta tracta-se na agencia
N. 46 RA DO COMMERCIO N. 46
(UHI'tMIIt I'KBWHBIIAM
DE
tfavegaco costeira por vapor
PORTOS DO SUL
Tamandar e Rio Formse
O vapor Mandahu
Segu no dia 26 do
corrente, pelas 0 ha-
rs da manh.
Recebe carga at o
dia 25, e passagens at
as 3 horas da tarde da
veso-ira da sabida.
ESCRLPTORIO
ck da Companhia Pertanhn-
cana n. 1*
Porto e Lisboa
Segu com brevidade para os portos cima o
brigtfe por uguez Tito ; para o resto da carga e
passageiros, trita-se com os consignatarios JoB
da Silva Loyo & Filho.
Para
Brigne D. Francisca
E' esperado nestes das, engaja carga frete
mdico, para sahir com toda a brevidade: trata
na ra do Mrquez de Olinda n. 6.
Para Hamburgo
Recebe carga a frete a barca brasileira Nova
Symputhia ; a tra,ar com Balthar Oliveira Se C.
Leillo
De urna armacao, fiteiro, baloilo, cadeiras
de junco, bancos, 1 mesa grande de lou-
ro e 2 caixas de araarello
luara-felra. 94 do corrente
A'S 11. HORAS
Na ra de Pedro Aff.mso n. 36, outr'ora
ra da Praia
O preposto Stepple, levar leilao os moris e
mais objectos existentes no pavimento terreo, por
conta e ordem do Sr. Francisco Lopes de Albu-
querque.
Rojal Mail Steam Paeket
Company
Reducgo de passagens
Bilhetes especiaes of
ferecendo facilidades
aos senhores viajantes
para visitar a expsi-
to colonial ero Lon-
dres, de 1886.
Ida e volta de Per-
nambuco a Soutliamp-
on, primeira elasse,
com o prazo de 6 me-
zes libras sterlinas 36,
15, 0.
DE MOVIS
Espolio do coronel Jos Antao de Souza
Magalhaes
Constando de mobilia de Jacaranda com tampo
de pedra e cadeiras de balance, jarror, lanternas,
quadros com retrato-, santuar o e seus pertences,
guarda-roupa de amarello, marquezao, lavatorio
do amarello, guarda-louca, mesa elstica, apara-
dores de amarillo, cadeiras, bidet com tampo de
pedra, 1 taboleiro para gamo, caixa com copos e
pedras para dito, louca de porcelana para almoco
ejantar, copos, clices, garrafas etalheres.
Um cofre prova de fngo, carteira, mesa para es-
criptorio, mxo para carteira, machina de copiar
cartas, estante prra livros, 2 espadas, urna pasta
e um talim, 1 bonet, 2 charlateiras e outro mui-
tos objectos.
Oiiarla-IWra 2.'i do corrente
A'S 11 HORAS
No sobrado n. 35 da ra Estreita do Ro-
sario
O agente Murtins far leilao dos movis o mais
objectos petencuntes ao espolio do coronel Jos
Antao de Souza MagalhJes, por alvar de auto-
risacao do Exto. Sr. Dr. juia de direito de civel.
Leilao
n. 61,
outr'ora
De un sobrado do dous andares
ra do Visconde de Itaparica,
ra do Apollo.
<|uiuta felra, 95 do corrente
A's 11 boras em ponto
No armasem 6 ra do Imperador
n.
O preposto do agente Burlamaqui, por manda
do e assiatencia do Iilm. e Exm. Sr. Or. juiz de
direito privativo de orpbos, levar a leilao o so-
brado com bastantes commodos, sito ra do Vis-
cende de Itaparica n. 61, para pagamonto de im-
postes que o mesmo deve.
Os Ss. pretendentes desde j poier&o ir exami-
nar o dito sobrado.
Urna casa terrea sita ra da Palma n. 11, e
duas meias-aguas o. 9, separadas sob as lettras A
e D., rendendo tudo 408$ annuaes.
Urna dita sita ra de Lomas Valentinas n. 7,
com 2 salas, 3 qnartos, cosinba, cacimba, quintal
e porto, rendendo 240$.
Urna dita sita traversa do Caldereiro n. 6
terreno proprio, com 2 salas, 3 quartos, cosinh
quintal e cacimba, rendendo 240$.
Urna dita sita ra do Calabouco n. 6, com 2
salas ,2 quartos, cosinha, quintal e porto, renden-
do 240$.
Urna grande casa terrea sita ra da Ponte
Velha n. 133, terreno proprio, com grandes accom-
modacoes e excelleate quintal, rendendo 300$.
Urna dita ra do Nogueira n. 9, dem, idem,
rendendo 270$.
Finalmente, um importante sitio em Beberibe,
estrada do Foroo da Cal n. 7, terreno proprio,
grande casa com excedentes accjmmodacoes, ar-
yores f-uctiferas, parreiral, militas dependencias,
jardim, e estendendo-se o terreno ate a margem
do rio.
Para mais intormacoes, podem os senhores pre-
tendentes dirigiese ao referido agente.
Leilao
De uina casa terrea, n. 39, sita ra do Padre
Nobrega, freguezia' de S. Jos, edificada em
chaos proprios, com porta e janclla de frente, 2
salas, 1 quarto, cozinha f-a e quintal murado,
medindo 6 metros c 40 centmetros de frente e 6
metros e 45 centmetros de fundo.
Um terreno na estrada de Lniz do Reg com fren-
te de cerca e diversis pus de coqueiros, bana-
neiras e cajueiros, medindo de frente 12 metros
c 10 centmetros e de fundo ut os fundos das
casas da ra di Aurora
Terca -fe ira 33 do corrente
A's 11 horas
Por interven^ao do agente
Alfredo (ni niara es
Em seu armazem ra do Bom Jrcus numero 45
A requerimento de Manoel Pcreira Siuioes, o
inventariante dos bens deixados por seu fallecido
pai e por mandado e assiatencia do Exm. Sr. Dr.
juiz de orphos.
Leilao
Leilao
LEILOES
Leilao
Os vales postaes so se dao at e dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
afrete: tracta-secemo agente
4ngnsle Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
Porto e Lisboa
Segu com brevidade a barca
portugueza Novo Silencio para os
portos cima, para o resto da
carga que falta a tractar com
Baltar, Oliveira & C, roa do Vi-
gario n. 1, 1 andar.
ALTEUACAO DA PAUTA
Para a semana de 22 27 de Fevereiro de
1886
Aruardente cachaca, 120 rs. o litro.
Alcool, 230 rs. o litro.
Altvdo em rama, 453 rs. o kilo.
Assucar branco, 237 rs. o kilo.
Asuear mascavado, 126 rs. o kilo.
Alfanaega de Pernambuco, 22 de fevereiro de
1896.
[Os conferentes,
A. de A. Marques.
Adolpho Gentil.
DESPACHOS DE IMPORTAQAO
Vapor allemo Detlerro, entrado d' Hamburgo
e Lisboa em 22 do corrente e consignado a Borstel-
man & C.; manifestou :
Carga de Hamburgo
Amostras 12 volumes a diversos.
Azul ultramar 5 caixas ordem.
Agulhas 1 caixa a A. Duarte Carneiro Vianna.
Ac 1 volume ordem.
Balancas 5 volumes a A. Duarte Carneiro
Vianna.
Cimnto 200 barricas a Baltar Oliveira St C.
Chapeos 2 cixoes a Adolpho Ferro, 1 a Alfonso
Oliveira & C, 1 a Augusto rVrnandes & C, ditos
e outros .rtigos 3 cxixirs a Raphael Das & C.
Crveja 150 caixas ordem, 2 a Ouimaraes
Pe: man, 30 a Francisco G. de Aranjo.
Camisas caixa a F. de Azevedo & C.
Couros 1 caixa ordem.
Drogas 13 volnmes a Francisco M, da Silva &
C.
Estanho 9 caixas ordem.
Estopa 5 frdos ordem.
Farinha de trigo 2 barricas a G. Spie!er.
Ferragens 22 volumes ordem, 2 a Netto Cam-
pos & C, 5 a Res & Santos, 10 a Nunes Fonseea
4 C, 12 a Prente Vianna & C, 4 a Otto Bohres
Succtsor, 3 a Gomes de Mattos & Iranios, 14 a
Leite Bastas & C, 2 a Manodl Joaqun Ribeiro
& C, 4 a Sulzer A Kauffmam, 2 a Oliveira Bas-
tos fc C, 1 a Ferreira & Irmlo, 2 a H. Nuesch
&C.
Lona 2 fardos a Otto Bokres Saccessor.
Louca 5 caixas ordem, 2 gigas a Guimaraes db
Perman, 1 caixa a Manoel Joaqoim Pereira, 2 a
Joaquim Ferreira de Camino 4 C.
Meia 1 caixa a ordem.
De 5 caixes com agua de mouro do nascente de
San'a Comba. Estas aguas sao preciosas pelo
carbonatos e cLIoretos alcalinos e lithina que
contem; valiosissimo as doencas do estomago,
intestino, figado, bsco, rins bexiga.
de movis, quadros, espelhos e jarros para
flores, a saber :
Um piano forte, 1 mobilia de Jacaranda, com 1
sof, 2 consolos com pedra, 1 jardn-ira, 2 cadei-
ras de bracos e 12 de guarnico, 2 ditas de balan-
co, mu tos e di&erentes jarros pai a floro, laucas
para cortinados, 1 almofada bordada e quadros
dourados.
Um sof de Jacaranda avnlso o 12 cadeiras so-
lidas, 5 sanefas. 2 camas francezas, 1 coinuiuda e
guarda-vestidos.
Urna mesa elstica, 1 guarda-louc.i, 1 aparador
com pedra, cadeiras, mesas avulsas, l-mca, vidros
e mais objectos (le osa de familia.
(iiiula feira i do eorreute
iVGEK'I PINTO
Na ra do Mrquez du Olinda n, 4
Por occasio do leilao .fe urna f';i?t:n-a de ca-
bellos naturaes, e urna caixa com um variado sor
timento de jarros.
I eifcio
Terca feira, 93 do corrente
A'8 11 horas
Por,occasio do leilao de movis e bisnagas.
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 18
POR INTERVENCAO DO AGENTE
Gusmo
Leilao
De iazendas avariados e chapeos do chile
Terca letra, 93 do corrente
A's il horas
POR INTERVENgAO DO AGENTE
Alfredo Gniraaraes
Em sua agencia ra do Bom Jess n. 45
de trancas de cabellos, cnchimentos, pasti
nhas, cachos, coques, crespos e trisa-
dos
Quinta-feira 25 lo corrente
A's II horas
Agente Pinto
Na ra do Mrquez re Onla n. 4
Por occasio do leilao de movis
Agente Pcstna
Manteiga 3 barra e 1 caixa a H. Nuesch i C.
Movis 1 caixilo a Guimaraes & Perman.
Machinas de costura 2 caixas a Gomes de Mat-
tos & Irmo, 4 a W. Halliday & C.
Mercadoriat- diversas i volume a J. A. M. Gui-
maraes, 1 a F. Huber, 3F,E Caris, 3 a A. D.
C. Vianna, 1 a Eugenio G. Casco, 10 a Gomes
de Mattos de Irmos, 29 a ordem, 1 a Maia & Sil-
va, 3 a Prente Vianua 4 C, 1 a Ferreira & Ir-
mo, 5 a Otto Bokres Successor, 1 a Oliveira Bas-
tos Sb C, 1 a Wilson Son & C, la H. Nuesch
cC.
Phosphoros 10 caixe? a Souza Basto Auprira
& C, 1 a Otto Bobers Successor.
Papel 2 caixas a F. il. Carlos, 1 a Otto Bohres
Successor, 9 e 22 fardos ordem.
Parafina 20 caixas a C. Fernandes & C, 4 a II.
Stolzeabaek & C, 8 orde-m.
Tecidos diversos 12 volumes ordem, 11 a Ma-
chado & Pereira, 1 a Narciso Maia & C, 2 a Fer-
reira & Irmo, 1 a O. D. de Vasconeellos, 3 a
Solzer & Koechlin, 1 a J. A. Fernandes, 1 a D.
Wild & O, 4 a Bernet & C.
Vidros 1 caixa a Manoel J. Pereira, 11 ordem,
1 a Joaquim F. de Carvalho.
Carga de Lisboa
Aaeite 10/5 e 50 caixas a Sunza Basto Amorim
& C. 35 a Orestes Travassos & C, 35 a Domin-
gos Al ves Matheus, 30 a Joo F. de Almeida, 20
a Domingos F. da Silva & C, 30 a F. R. Pinto
Guimaraes.
Alfazema 10 saceos aos mesmoa.
Bagas 1 barrica a G. Lsport & C, 1 a Ron-
quayrol Freres & C.
Corainho 15 saceos a F. R. Pinto Guimaraes.
Ceblas 50 .xas a Silva Guimaraes & C.
Cevada 5 barricas a J. F. de Almeida.
* Ervad^ce 16 saceos a F. R. Pinto Gnimares.
Conservas 8 caixas a Domingos Ferreira da
Silva i C.
Drogas 1 caixa a G. Laport A C, 4 a Faria
Sobrinho 4 C, 2 a Rouquayrol Freres, 6 a Bar-
thomeu & C.
Fechaduraa 5 caixas a A. D. Carneiro Viauna.
Fejo 20 saceos a Domingos Ferreira da Silva
& O, 10 a Silva Guimaraes & C.
Lages 184 a L. J. da Silva Guimaraes.
Liaba 4 caixas a Nunes Fonseea & C.
M iudesas 1 caixa a J. R. de Sonsa.
Plantas 1 caixa a Antonio Joaquim Raines e
Silva.
Sardinhaa 50 caixas a Cunha Irmo C, 34 e
Importante leilao k 2 sitios e de
boas casas U rreas
TERQA-FEIRA 23 DO CORRENTE
.As 11 horas em ponfo
Na agencia ruado Vigaii) lenorion. 12
O agente Pestaa competentemente autorisado,
vender no dia e hora cima mencionados os sitios
e casas abis o declarado?, que por seu bom estado
de censervaco e meihor rendimento chamam a
attenco dos senhores pretendentes :
Um sitio na Baixa-Verde n. 5, em terreno pro-
prio, na freguezia d Graca, c>m 5 salas, 7 quar-
tos, cosinba, cacirvba com bembt, nheiro, porto, jardim ao lado, xrveres fructferas,
e passa o rio Cabiparibe pelo fundo; este sitio
rende 400*.
Tres casas annexas ao mesmo sitio, de ns. 1 B,
1 C e 3, em terreno proprio, com 2 salas, 2 quar
tos, cosinha e quintal murado, rendendo cada urna
l92 annuaes.
De caixas com bisnagas, 72 duzius de aldrabas de
ferro, mobilias, camas, guarda-vestido, 2 ricas
bandejas com guarnico de metal, 1 commoda
de inogno, 1 espelho grande de moldura oval,
miudezas, fazendas, chapeos de sol, chapeos de
palha para scnbora, 1 mobilia d-i amarello, 1
balco grande du pinh >, e outros objectos.
Terca feira, 2'i do corrente
A'S 11 HORAS
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 18
Por intervenco do agente
G us. nao
Leilao
Toucinho 10 barris e 10 meios aos mesmos.
Vinho 10 pipas a Silva Guimaraes & C, ')' a
Fernandes da Costa & C, 20, 35'> e 30/10 a An-
tonio Mara da Silva, 8 e 10 ."> a Souza Basto
Amorim & C, 10/5 a Antonio Caradenund, 1/5 a
Joo R- de Souza, 1/5 a G. Liport & C, 5/5 a
Rodrigues Lima & C.
Vapor nacional Btpirito Santo entrado dos por-
tos do norte no dia 22 do corrente e consignado a
Bernardino Pontnal, manifestou :
Borracha 2 eaixas a Rodrigues de Faria & C, 1
a Paiv* Valente & C.
Barris vazios 40 a Amorim Irmos & C.
Mercadorias diversas 25 volumes a Luiz Gon-
(,'ilvcs da Silva & Pinto, 1 a F. ds Azevedo & C.
DESPACHOS DEEXP0RTACA0
Em 20 de fevereiro de 1886
Para o exterior
De fazendas inglezas avariadas
Constando de diferentes volumes ou parte de vo-
lumes descarregados de bordo do vupor Delam-
bre, com avaria d'agua do mar.
Terca feira. 93 do corrente
.1' 1 hora
Agente Pinto
No armazera d.a rna do Bom Jess n. 43
EM CONTINUACAO
vender o mesmo agente difterentes fazendas da
r*abrtCM Nacional nd>. de CMMtaa, panos, cass'netas e ehailes, todas
Bom emprego> de capital
Le Lio
Icrcn-fdra, 23 em ponto
No arruazem da ra do Bom Jess n. 19
Pelo agente
Modesto laptista
Constando de
Um sobrado de dous andares na travessa do
Carino n. 18, freguezia de Santo Antonio.
Um soi-rada de um anlar e snto na ra de
Christovo Colombo n. 6, freguezia de S. Jof
Urna casa terrea na ra da Deteuco n. 61,
fagacsa de Santo Antonio.
Dez ii,"i -aguas n>> becco das Barrenas n. 4,
freeuezia da Bia-Vista.
Urna cu terrea na na da Paz n. 32, fregue-
zia dos Afogados.
Urna casa terrea na ladeira do Vuradouro, n. 9,
em Olinda.
Para qualquer informadlo o agente cima a
ara.
Leilao
De um sobrado de um andar e
mais tres casas terreas
Quinta-feira 25 do corrente, sil horas
em ponto
No armazem rua do Imperador n. 22
O preposto di agente Burlamaqui levar a lei-
lao as seguintes casas :
Um sobrado de um andar ra Nova de Santa
Rit i n. 56.
Urna casa terrea mesma ra n. 58.
Urna dita idem, idem n. 60.
Urna dita ra dos Patos u. 3.
Os Srs. pretendentes desde j podero ir exa-
minar : todas ellas esto em bom estado de con-
servaeo e em terrenos proprios, e vende-se livre
de todo e qualquer onus, e teem bastantes com-
modos e bons rendimentos.
Leilao
Do sitio do Arraial, ra Paulino e Silva,
(estaQo da Mangabeira de Baizo)
Sabbado, 39 do corrente
As 11 horas
A' ruado Imperador n. US
O agente Silveira, por maridado e com assiaten-
cia do Exm. Sr. Dr. juiz de orphos e ausentes, c
a requerimento de D. Honorata Maria do Sacra-
mento, inventariante de Joaquim Martins Gomes,
levar leilao o referido sitio, o qual tem de fren-
te 87 metros e 20 centimetro3 e de fuudo 165 me-
tros, onde esto edificadas duas casa de taipa e
cacimba propria.
Os senhores pretendentes desde j podem exa-
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se o 2- andar da casa n. 1 do pateo
do Terco, o 3- da de n. 3 ra da Penha, o 1-
da de n. 19 mesma ra, o 1- da de n. 18 ra
Direita, o Io da de n. 66 mesma ra, o 1* da
de n 35 travessa de S. Jos, o 1 da de n. 34
ra estreita do Rosario ; as terreas de ns. 41
i ra do Rangal, 26 ra Duqu'- de Caxias, 1 do
pateo do Terco, 27 ra de Lomas Valentinas,
24 ra do Arago, e a casa de n. 35 ra da
Viraco a tratar na ra do Hospicio n. 3.
Aluga-se casas a 8U0P, no becco dos Coe-
Ihos, junto de S. Gcncalo : a tratar na ra da Im-
peratriz n. 56.
Aula mixta particular de iu^ruccao prima
ra, Deudata Anelia Ferrein da Siiv^, ra Vi
dal de Negreiros n. 21.
= Os hachareis Antonio Justino de Souza e
Pedro Alfonso de Mello mudaran] o seu escripto-
rio para a ra Duque de Caxias n. 54, 1 andar
onde continuam a exercer a sua prosso de ad-
vocados.
Aluga-se a casa com sota, toda caiada e
pintada de novo, sita ra da Fundico n. 8, em
San'o Amaro ; a tratar na ra do Mrquez de
Olinda n. 8, lithographia.
Aluga-se o armazem da ra do Mrquez de
Olinda n. 18 ; a tratar com Prente Vianna &
Companhia
Aluga-se o 2- andar n. 31, e o armazem n.
39 ra do Imperador : a tratar com Luiz de
Moraes Gomes Fer.eira.
Precisa-se de urna mulher de raeia iiade
para companhi i de urna familia pequea e fazer
servico domestico ; na ra do Conde D'Eu n. 4,
Io andar.
Joseph Krause & O, rua Primeiro de Mar-
co n. 6, precisam de um bom cosinbeiro ou boa
cosinheira.
_ Aluga-se a casa com sota, toda caiada e
pintada de novo, sita roa ds Fundico n. 8, em
Santo Amaro ; a tratar na ra do JIar.,uez de
Olinda n. 8, lithograhia.
Jos Pinto da Cunha vai Europa, e dei 5
por seus procuradores, em 1* lugar ao Sr. Fran-
cisco Baptisra de Araujo, em 2o n Sr. Manoel Fer-
nandes Velloso, em 3o o Sr. Antrnio Biptista de
el Manoel Martins de Oliveira Vaz.
Quem precisar de una perfeita enomma-
deira, dir ja se ra Duque de Caxias n. 54, se-
gundo andar.
Vende-ce urna 'averna e os movis, est um
pomo dissortida ; a tratar com Jos Borges.
= Precisa-se ce gente para vender taboleiri
na ru, ou por vendagom ou por mez ; a t-alar na
ra Veiha n. 46, entrada pelo becco do Veras,
loja.
mmm
Na praca do Conde d'Eu n. 7, segundo andar,
urecisa-ae de urna aua boa cosinbeira e de boa
conducta, para casa de pequea familia.
A ifh. o niSo "
Vende-se no armazem Travassos, palha de car-
nauba; caes da Companhia Pernambucana.
Venesianas
Vende-se tres venesianas ; a tratar na ra do
Rangel n. 11.
Olinda
Vende-se bara'o as seguiutes casas em Olinda :
Amparo n. 67, Aljube 37, Commercio 6 ; a tratar
no caes do Apollo n. 47.
siihao
C rapra-se um siihao coto pouco uso
do Mrquez de Olinda n. 35, armazem.
na ra
Para cosinhar
Na ra de Joaquim Kabuco n. 3, entrada da
Capunga, precisa-se de urna ama com urgencia,
Silva Guimaraes
raes.
& C, 3 a F. R. Pinto Quima-
Novo Sencio, carre-
A. Bahia 58 saccas cem 3,804
Na barca portugueza
gou :
Para o Porto,
kilos de algoao
Para Lisboa, S. G. Brito 2,909 couros salgados
com 3,908 kilos.
Parra o Interior
No brigue nacional Marinho 8. curregou :
Para o Rio Grande do Sul, J. S. Loyo & Filho
50 saceos com 4.000 kilos de assucar branco.
No patacho hollandez Afiema, carregou :
Para Porto-Alegre, P. Carneiro t C. 425 sac-
eos com 31,875 kilos de assucar mascavado e 325
ditos com 24,375 dit3S de dito branco.
= No vapor allemo Desterro, carregou :
Para Santos, F.'A. de Azevedo 500 saceos com
30,000 kilos de assucar mascavado e .5^0 ditos
com 30,000 ditos de dito branco.
Para o Rio de Janeiro, A. de Lemos Araujo
2,069 saceos com 131,000 kilos de carocos de al-
godo.
= No brigne hollandez Reiziger, carregon :
Ptra Santos, P. Carneiro & C. 3 000 saceos com
180,000 kilos de assucar mascavado.
No vapor francs Vie de Maceid, carre-
gou :
Para o Rio de Janeiro, H, Burle & C. 400 sac-
cas com 26,313 kilos de algodo.
No vapor nacional Espirito Santo, carre-
gou :
Para o Rio de Jaueiro, M. N. A. de Almeida
10,000 coco?, fructa ; F. de Macedo 500 ssecos
com 30,000 kilos de assucar branco e 300 ditos
com 18,000 ditos de dito mascavado.
No vapor americano Advance, carregou :
Para Maranho, M. F. Marques St Filho 440
volumes com 37,886 kilos de assucar branco.
Para o Para, M. F, Marques & Filho 220 bar-
ricas com 13,330 kilos de assucar branco ; F. de
Macedo 300 ditas om 12,150 ditos de dito ; T. de
Azevedo Sonza 400 ditas c-m 28,260 ditos de dito ;
Amorim Irmos & ('. 55 pipas com 26,400 litros
de agurdente e 48 barns com 5,760 ditos de dito.
No hiato nacional Devs te Salve, carregou :
Para Mossor, S. Nogueira & C. 2 barricas com
140 kilos de assucar branco e 10 saceos eom 750
ditos de dito mascavado.
No biate nacional Camelia, carregou :
Para Mossor, M. J Rodrigues 100 saceos com
farinha de mandioca.
Pars Macahvba, E. C. Beltrao de Irmo 6 bar-
ricas com 305 kil >s da assucar mascavado.
No hiato nacional S. Maria, carregou :
Para Macahyba. A. da Silva Campes Jnior
900 saceos com farinha de mandioca.
No biate nacional Rainha dos Anjos, carre-
gou :
Para Maco, P. Carneiro 6b C. 500 saceos com
farinha de mandioca.
No hiate nacional D, Constanca, carregou :
Para Macei, J. F. Gomes 30,000 litros de sal.
No cter Geriquity, carregou :
Para Guarapes, N. da Fonseea 8 barricas com
860 kilos do assucar branco.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados na dia 21
Baha e escalas7 dias, vapor nacional Jacuhy-
pe, de 380 toneladas, equipagem 30, comman-
dante Francisco A. da Coste, carga varios g-
neros ; a Companhia Pernambucana.
Trra-Nova-37 dias, barca inglesa Beltrees,
de 373 tonelada*, equipagem 13, capito A. Se-
vice, carga bacalho; a Saunders Brothers
4C.
Arcary14 dias, histe nacional Deus te Guie,
de 90 toneladas, equipagem 5, capito Jos Pi-
iangy, carga cera e algodo ; a Bartnolomeu
Lourenco.
Navio sahido no mesmo dia
Rio-Grande do SulEscuna allem Emma, ca-
pito A. Bnge; carga -carvao de pedra.
O abaixo firmado, mudando sua residencia desta
capital para a do Rio de Janeiro, deixa exposta
venda sua pbarmacia ra do Rangel n. 48, e
para o que faculta poderes especiaes ao **r. Jos
Caetano Baptista dss Sar.ro?. estabelecido ra
do Crespo n. 7 (Gallo Vigilante), para vendel-a de
accordo com o pretendente, e bera assim receber
dividas que nao foram resgataaas. Recife, 23 de
fevereiro de 86.
Joaquim E. Cotia.
pi.^ii.M
Navios entrados no dia 22
Manos e escalas11 e meio dias, vapor nacionel
Espirito Santo, de 1,999 toneladas, equipagem
60, comman lante Joo Maria Pesaos, carga va-
rios gneros ; ao Baro de Petrolina.
Terra-Nova30 di&s, patacho inglez Seretha.
de 143 toneladas, equipagem 8, capito W. Har-
vey, carga bacalho: a Johnston Pater & C.
Terra-Nova44 dias, patacho inglez Plymouth,
-de 198 toneladas, equipagem 8, capito J. Vine,
carga bacalho; a Saunders Brothers & C,
Terra-Nova40 dias, lugar inglez Rosina, de
185 toneladas, equipagem 8, capito J. Stafford,
carga bacalho ; a Johnston Pater & C.
Rio de Janeiro20 dias, barca portuguesa Noe-
mia, de 345 toneladas, equipagem 11, capito
Julio Pinto de Campos, carga varios gneros ; a
Amorim Irmos & ('.
Terra-Nova38 dias, ligar inglez Adamantine,
de 222 toneladas, capito Joseph Clark, equipa-
gem 10, carga bacalho : a Saunders Brothers
Trieste por escalas30 dias, vapor austraco Ti-
bor, de 893 toneladas, commandante A. Ban-
dich, equipagem... carga varios gneros.
Navios sahidos no mesmo dia
BahiaBarca ingleza Beltrees, capito A. Ser-
vice ; carga bacalho.
BahiaLugar inglez Rosina, capito J. Staf-
ford ; carga bacalho.
Santos e escalasVapor allemo Desterro, com-
mandante T. Saunderck ; carga varios gne-
ros.
VAPORES ESPERADOS
Desterro
Ville de Maoei
Advance
Tagus
Tibor
Senegal.
Baha
Warrior
La Plata
Manos
Finance
EXbe
Tornar
Neva
i

I
de Hamburgo hoje
da Europa hoje
do sul hoje
da Europa amanha
de Trieste amanh
do sul x a 25
do sul a 26
de Liverpool a 27
Marco
do sul a 1
do sul a 8
de New-Port-News a 12
da Europa a 12
do sul a 16 *T
do tul a 24
LIBO



\

)
Diario de PernambncoTer?a--fra 23 de Fevereiro de 1886
Entre amigos
As aecoes que corriam com o titulo cima na
ultima lotera do eorrente mez, ficsm sem effeito
por forcs maior ; recebendo os que pagaram as
respectivas importancias daqulles qne as rece-
beram.
Recife, 22 de Fevereiro de 1886.
US ESPECFICOS VETERINARIOS
H0ME0PATHIC0S^=
^=DE HUMPHREY.
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tranos. Gado, Carneiros, Caes, Por-
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. (Seda de Bordar.) ^
QUILL BUTTON-HOLE TWIST.
(KetrQzdc Seda para Cascar.)
Julgando ser de grande utilidade dos negociantes da
Amrica do Sul, terem fios de seda e retroz prepara-
dos em material mais leve do que sejam carreteis de
pao, estamos prompros a fomxer para exportaco
fios de seda, retro.- de seda e seda de bordar, de
todas as qua!u!.i es, pieparadas em lancedetras de
papel ou a: pennas como cima representado.
Temos todos os tamanhos de fio preto e mais de
quinher.: is cores. e>
Dixija-sc Brainerd k Amutreng Co,"
6ax Markct Street, 460 Bmadwav,
Pbiladclahia, U. S. A. New-York, 5! S. A,
Ts?icofere
de Barry,
jrnrnr r-*ie qao
luz crcwcr u
CABELLO
uiiula mcsiiio 1 :i
mrtlft rnlva*. bem cmu y.ie
COra rndic-uliiiri*: 1
a TIF.HA e a CASPA.
Positivamente tapis a
Sueda o o erabrano acamen to
o CABELLO o em i cdoj os ca-
sos o torna favariavekacats
Kacio, B'ilnante, Foraoso e
Abundante
Ein uohnildeoltrn!nniio
e ten nmi.>r venda i. r ubiuc
outr" ori'pnrailu paruu cabelloeu
tou. .nuncio.
Agua Florida
de Barry.
DUPLA
I Preparada segundo a ormui
. original usada pelo inventor no
I anno de 1829.
Tem duss veces mais Fragrancia
que iiualqucr outra.
Oura duas vezes mais tempo.
E'muite mais rica de perfume
mais suave.
E'muito mais Fina e Delicada.
Tem dpbrada forca Refrescativa e
Tnica no Banho.
Fortalece ao Debite ao Caneado.
Cura as Dores de cabeca e os des-
malos. i
Cmuitissimo Superior a todas as*
outras .Aguas Floridas Actual-
,guas
mente a venda.
i
I Descoberta Importantissima.
Puro Oleo de Fijado de Bacalhao
COM
IODURETO DE FERRO,
DK
Barclay Se Companhiu.
Cira radicalmente c comwpjruriincaos peores c
de Phthiwca. Eacrofolas, Rhrumatiwno, aa J-
da Espiaba Dorsal, uu QuadrU c dosOuos, asm-
nammacdfrs do Picado, do Buyo e do tero, etc., le.
6 rottituc ao corpo cnfranTirrino 5 fatigado o km pr'-
.iiti vo visor e arredundado ?os contornos. E* certa-!
erando deecot^rU Puro Oleo de
F i ral o de fCucallif ? ecy- flodnreio de
Ferro^e f tarda v & "a New York, i
Zasropf de Vida
de Re&ier Na 1.
DEPURATIVO E PURGANTE.
Este novo e admiravel purificadordo
sangra acta cobre 03 intestinos''
o gado, os rins o a pelle.t
E'ci.ralnfallivel contra a Debilidade
Nervosa, as Dores de Cabes, u Dys-
pepsia as Sezoes, e contra as doen-
cas de origem Miasmtica ou occa-
sionadas por desordens do flgado-"
Ou pobreza e impureza do sanguo. j
1882, Eordeaux: Mtdilm da Sronn;
Blois: KtdilDi de Priti; Boche-
fort : Mefto de Kedtlhi dt Prtit,
grtnda moatlo -IS83,Amstardam:
Hmdkih de Prati onfa. 1885,
Expoffdo de 1 raballio: Adnuttka
Alimeutagao Rica
em priicislu uolidas e posiliauioi.
A raszarHA Mnr o melbor auxiliar
a ama de leite na allmc dunas.
:iontadaro:ii O mellio'r exit
Hospit.i
litls. Gakstr .i df Entes-
Unos, Pris&o de Veatre -rtrlil i <
as AITc
suppo,
ducoao da ro
oaa i mabc begistsada i yueh
F*mrtnaciaMll.i.V,evi HorOeatuc (Frasea)
S Pernimbuco : Fran" B. da Silva i C",
SEGUNDA-FEIBA 1 DE MASCO
As 5 horas da tarde
Ra da Imperatriz numero 1
Fabrica Martina
!
TINTURARA
OTTO SCHIVEIDER
SCCCESNOR
25 Ra de Malhias -de Albuquerque 25
(NTICA RIA DAS FLORES)
Tinge e limpa com a raaior perfeiyao toda a qualidade de estofo, e fazenda
em pejas ou em obras, chapeos de feltro ou de palha, tira o mofo das fazendas; todo c
trabalho reito por meio de machinismo aperfeioado, at hoje conhecido.
Tintura preta as terjas e sextas-feiras.
Tinta de cores e lavagem todos os das.
Grande e hem montada nllicina de aiaiale
ESPLE\DIDO SORTIMEMO
DE
DE
Ama -
Precisa-se de ama
boa cosinheira, a tra-
tar a ra Duque deCa-
xias n. 70, anga d,
(|ueimado.
Atmpm
^ Pede-se oa previne-se que nao facam transae-
cuo alguma com a casa sita ra de S. Francisco
n. 1, na cidade de Olinda, pertenecnte aos har-
deirej de Madama Rufina Rosalina Freir, visto
rxstii orphSos ? ? ?.......
Recife, 23 de fevereiro de 1886.
O Seutinella.
PEDROZ A & C.
N. 41Ra do Baro da VictoriaN 41
Nesle bem conhecido estabelecimento, se encontrar um lindo e variado sor
timento de pannos, casemiras, brins, camisas, punhos, collarinhos, meias, grvalas,
tudo importado das melhores fabricas do Paris, Loadres e Allemanha ; o para bem
erviroru aos seus amigos e freguzcs, os proprietarios deste grande estabeleciraento
tem na direegao dos trabalhos da officina habis artistas, e que no curto espaco de 24
horas, preparara ura terde roupa do qualuerfazenda.
Ra do Baro da Victoria n. 41
________________________(PREgOS SEM COMPETENCIA)
RENDAS OU BICOS
0 que ha de mais gosto ueste genero, reee-
beu
EXPOSIf O UNIVERSAL
DE
EMILIO ROBERTO
17Ra do Baro da Victoria17
AMAS
Precisa-se de duas amas para engomraar e co-
sinhar. para pouca familia ; ni ra larga do Ro-
sario n 10, 2 andar.

o
proprietarios do milito
o
conhecido
estabelecimento
MUSEU DE MAS
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e cosi
nhar ; na ra do Con or Suaseuna n. 161, segun-
do andar.
Ama para cosinbar
Xa praca do Conde d'Eu n. 4, 1 andar, se
precisa de urna mulber de meia idade, para cosi-
nbar, fazer compras e algn servica de casa de
pequea famia.
sito a ra do Cabug n. 4, communicara ab respeita^el PUBLICO que receberam um
grande sortimento de joias das mais modernas e dos mais apurados gostos, como tanv
bem relogios do todas as qualidades. Avisam tarabein que continuara a receber por
todos os vapores vindos da Europa, objectos novos e vendem por muito menos que em
outra qualquer parte.
MIGL WOLFF & C.
M
N. 4RA DO
Corapra-se ouro e prata velha.
CABUG----N. 4
Aviso
Declaro em tampo ao Sr. thesourciro das lote-
ras de Alagoae, eaoSr. Borni.rdno Lopes Alhei-
ros, que perd o vi/resimo den.33175 da 16 parte
da 11 lotena de 200 centos. que se ba de extra
bir hoje 23. Recife, 22 de fevereiro de 86.
^^^^ -loao Francisco da Costa Ribeiro.
Piano
Vonde so uro piano de mesa, em bom estado,
por preco commsdo ; a tratar na ra do Fogo n
18, 2- andar.
Ama
Precisa se de urna, na ra do BarJo da Victoria
n. 35.
Declarado
Eu abaixo assignnda constando-me que meu irr
mo, JoSo Nepomaceno do Sacramento, tem de-
clarado diversas pessoas que tem em seu pode-
uma letra de 1:0004 aceita por mime como at o
presente nunca asaignei titulo algnm nem lhe sou
devedora de quantia alguma, para tirar as duvi-
das chamo o dito meu irmilo para que se apresen,
te no praso de 8 dias para allegar sen justo di-
reito e deVer de prvbidade.
Recife, *2 de Fevereiro de 1886.
Adelaide Mara Ribeiro de Souia.
Especialidades!
Tudo so vende pelo menos possivel 11!
Quera urna vez comprar saber I
4 LARGO DE S. PEDRO 4
Ueste estabelecimento acha-sc sempre exposto
venda o especial cor de maracuj em ricas gar-
rafnhas propria* para toilet composto de nanga
bas e mangas o que ha de melhot neste genero.
No meeino estabelecimento acba se sempre nm
grande sortimento de pasearos e gaiolas de todos
os fabriciintes, at proprias para viagens, por ter
cada nina cinco compartimentos.
Tambem se encontra diariamente especiaos fru-
ctas maduras cotio sejsm sapotis, apotas, man-
gabas, mangas e outras fructas, e se recebe qual-
quer encommenda para embarque.
R. DE MU SIW i G.
Bia ie Bm-Jssns 1.18
(ANTIGA DA CRUZ)
Casa de commissoes
Grande e variado sortimento de amos-
rae e catlogos de prodceles da AUema
raa, Franca, Inglatera, Austria, Hespanha,
talia e Estado-Unidos.
N. B.Informacoes sobre machinismos
tinclas, ditas para engenhos centraes-
jombas, etc. para incendios outras m,
hias e utensilios
BARATAS
Na bem condecida lo ja da ra Primeiro de
3Iar?o n. 20
JUNTO DO LOLVRE
Grande sortimento de madapoloes de 4-J500, 5^, 5#500, 6, b'^500, 1&,
/>500 e 8;>000
(Enn Algod5es brancos, superiores qualidades, de 4:), 4^500, 5$, 55500, 6^1 e
ojjioOO.
Saperiores cretones de 320 a 500 o covado.
Batistes, lindro padrSes, a 200 e 320 rs. o covado.
Fust3e8 brancos de novos de3enhos a 440 e 500 ra. o covado.
Cobertas de ganga, forradas, de dous pannos a 3^500.
Ditas de ganga cretone, bonitos padr3es, a 3^000.
Lencoes de bramante, de linho de 2 a 4$000 a ura.
Ditos de algodao de 1,800 a 2,5500.
Toalhas felpudas, de tamanho regular a 50000 a duzia.
Ditas grandes para banhos a 2^000 urna.
Lerdos de algodSo d 1800 a 20200 a duzia.
Ditos de algodao, com barra, a 2^400 a duzia.
Brim pardo, claro, a 300, 400 e 700 rs. o covado.
Dito trnacado, lona, a lj, l-JiOO e 10200 o metro.
Cortes de vestido de cretone de 200 por 80000.
Guardanapos de linho de 30500 a 60 a duzia.
Graade variedade de anquinhas de 20 a 50000.
Meias cruas para hornera a 50, 60, e 70000 a duzia.
Chambres muito bem preparados, para hornera, de 50 a 100000.
Casemira diagonal, preta e azul escuro, a 20500 o covado.
.Algodao-trancado de duas larguras a 10300 a vara.
Bramante de algod3o, de qnatro larguras, de 10500, 10800 e 2000
Dito de linho idem dem de 20, 20500 30 e 40000 a vara.
Leques de papel, de lindos desenhos, de 500, 800 o 10000.
Merino preto e azul a 10400 rs. o covado.
' Setinetas lisas de todas as cores a 440 rs. o covado.
Velbutinas de todas as cores a 10000 o covado.
Molesquin do cores, bonitos padroes, a 600 rs. o covado.
Chales do algodao a 10200, 10400, 10600 e 21000.
Guarda p de brim de linho pardo a 40, 50 o 6J000.
Oxford p.ra camisas, lindos padrSes, a 280 300 e 340 rs, o covado.
Costumes para banhos de mar a 80 e 100000.
Cortinados bordados para caraa e janeilas a 80 100, 12, 14 e 166000 o
Grande sortimento de roupa feita para trabajadores de campo.
Encarregamo-nos tambera de mandar f.izer qualquer roupa para hornera e
meninos, para o que temos um hbil offi-ial o ura grande sortimento de pannos, brins,
casemiras, etc.
Quem precisar de algum artigo bom e barato, dever visitar de preferencia
eete antigo e acreditado estabelecimento.
no
jp1
JOSEPHKMSE a: T
Acaban, de augmentar o sea j; bem conhecido
importante estabelecimento ; rna Io
- de marf o n. 6 com mais
am saio no 1 andar inxnosamente pepar-
rado e prvido de urna exposi-
$&ktitom te prata fe Forte e teeiroflat*
dos mais afamados fabrieaites do
mundo inteiro.
Convida, pois, as Exilias, familias, seus nume-
rosos amigos e freguezes a visitaren*
o sen estabelecimento, aim de
apreciarem a grandeza e bom gosto com qne
nao obstante a grande
despeza, o adornaram, em bonra
desta provincia.
GHA-SE ABEBTO DAS 1 A'S 8 DA MTE
DOWWMV




' ab alho
a vara.
par,
CALLOS
O MELHOR E MAIS INFALLIVEL EX
TRACTOR DOS CALLOS E A
NAYXAUIHW
porque os extrahe completamente, sera causar a
mnima dor. E' fcil de appticar, nio impede de
se andar calcado e tem o seu effeito comprevado
por attestados insuspeitos e em numerosas appli-
cacoes que nunca falharam. S verdadeiro o que
se prepara e vende na Drogara e Imperial Phar
macia Diniz.
I** LAUOZE r<
Xarope ie Casca de Laranja amarga
ao IODURETO de POTASSIO
APPBOVADO PELA JUNTA DS HYQIENB DO BRAZTL
FUNDICAO (ERAL
ALLAN PATERSON ft C
N. 44--u i do Brum-N. 44
JUNTO A ES fAfAO DOS BONOS
Tem para vender, por pre, mdicos, as seguintes ferragena :
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivajoes de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas do dito fundido, de lindos modelos
Portas de ornaba.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de forca de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de concertos, e assentamento de machinismo e execaiam qualqui
com perfeicao e presteza
nODA DA fORTNA
200:000*000
PRESOS EM POEqO
Dezenas..... I0|000
Vigessimos .... ^ I$000
EM EETALH0
Dezenas..... II|000
Vigsimos .... I|I00
CORRE TODAS AS TER^AS-PEIRAS
38 8A XJUBSJL BOBG3ABIO~3.

,



-,
S7Rna do General OzorioS7
Deposito em Pernamhuco pharmacia de Hermes
e Sonsa Perrira A. C, Snccessores
M do Marpz de Oliida o. 27
Eu abaixo assignado, estabelecido ra do Hos-
picio n. I08, atteatoque, soffrendo ba muito tempo
d callo* em ambos os ps, o que me impossibilita-
va por veies de cuidar nos meas affazeres com-'
merciaes. gracas ao preparado des 8rs. DINIZ &
LORENZO proprietarios da IMPERIAL PH>tK-
MACIA DINIZ, denominadoMAYNARDINA
esnsegui verme alliviado deste mal que atrox-
mente me incommodava com a applicacao do refe-
rido preparado.
Rio, 7 de Janeiro de 1885.Thomaz Jo-
s Fernandes de Macedo.
Todo o mundo rahece as proprieda-
des do Iodureto de potassio. Os mais
distinctos mdicos da Faculdade de medi-
cina de Paris, e principalmente os Siirs
Dres Ricord, Blanchb, Trousseau.
Nblaton, Piorrv, Rogbr, obtinenio os
melhores resultados no tratamento das
affeccoea cscrophulosas, iymphati-
cas, cancrosas, tuberculosas, nos da
caria dos ossos, dos tumores bran-
cos, da papeira ou bocio, das mo-
lestias ohronicas da pelle, da agrura
do sangue, dos accidentes secunda-
rios terciarios da syphilis, etc.
Este agente poderoso administrado em
soluco com agua, tem por inconveniente
o irritar a mucosa do estomago e deter-
minar accessos gastralgicos.
. Em vista d'isto, os mdicos cima men-
cionados escolherao por excipiente (Veste
famoso remedio, o Xarope de csea
de laranja amarga de Laroze, o jual,
per sua acefto tnica sobre os orgos do
apparelho digestivo, facilita a absorpefto
ae iodureto de potassio, previne qual-
quer irritaco e permitte qi;e se conunue
o tratamento sem temor de nenhum
accidente at completo resiabelecimento.
^OGBPHIA AIIpj^
Nos mesmos depejitos aohao-sa os seguintes productos de J -P Laroee
XAROPE LAROZE^iTTAaTNICO, ANTI-NERVOSO
Cotr u Gastritis, Gastralgias, Dyspepsia. Dora* CaimbraM d tomago.
XAROPE SEDATIVO u^^U^BROMURETO DE POTASSIO
GsatnEpuapaia. Hysterloo. Danaa d. S. Qny. Iaaomnla das Crlanoa* dorante a deMitao.
XAROPE FERRUGINOSOe^^tPROTO-IODURETO^FERRO
Cs-tra a Aaemia. CUtoro-An-ola. CAre. pailida^ rton *ranoa, olttwi.
---------------------------------_
gipiU m Uiu i toa agutu do nt
Pars, J.-P. LAROZE e c* Pharmaoeutiocw
, RUI 0CS LI0H8 SAINT-PAL, 2
ALBEfiTO HENSCHEL & C.
52-RUA DO B4R40 D4 VICT0RI.\52
O abaixo assignado tem a honra de participar ao respeitavel publico d'esU
capital e do interior, que reassumio a gerencia d'este grande e bem conceituado'esta-
belacimento, onde j por longos annos tem oceupado o mesmo lugar
As Exmas. famas e pessoas que desejarem hnralo com suas encommenda,
encontrarSo alh os mais modernos o aperfeijoados trabalhos concernentea arto
photographica e moaicidaae nos precoa..
C. Barza,
Gerente.
I






y
fi

Diario mr.
Aluga-sc barato
O 1. e 3. andar a travessa do Campello n. 1
) armaaem da raa do Bom Jess 47.
A casa terrea n 13 da ra do Nogueira.
A casa terrea n. 23 ;a travessa de S. Joa.
Aloja da ra do Galabonco a. 4.
casa da ra ao Viseonde de Goyanna u. 79
. casa da ra da P.mle Velba n, 22.
V easa da Baiza Verde n. 1 B Capunga.
A tratar no Largo do Corpo Santo n. 19,1* an-
Aluga-se
>Jgrande sobrado n. 161 da ra Imperial, calado e
Din ado ; a tratar na ra do Ruugel n. 58.
Ama
No oecco da Lingoeta n. 5, reciaa-se de urna
para casa de peqaea familia.
ima pfcii< ci i.i.l a. ptmque
arma em casa ; a tratar ra do Mrquez le
flinda n. 6.
Ama
Precisa-se de urna ama para c sinhi^r e com-
prar, e mais algum servico ; na ra do Hospicio
auniero 17.
Ama
Precisa-se de urna ama para conhar e engom-
ar, para duas pesseas ; na ra dos Pires n. 54,
taverna.
^osmheiro
?rec,isa-se de um c tinheiro ; a tratar na rna
ie Paysand n. 19 (Paseagim da Magdaleua), ou
na do Commercio u. 44.
Cosinhcira
P.'ccisa-se de urna eosinheiru que engomme
jera e ensaboe, e que nao durina tora, para easa
ie ponca familia ; na p raca du Conde d'Eu n. 30,
erceiro andar.
Mme. Niquelina
flecBlie constantemente^H Europa
i mi sortiMi i!e cMd-
i
n ile mala loierao, rrei-se
le Goncerta-los, pela alia mofla,
no fan-s? Mitos.
ftua Primeiro de Marco n. 19
Judo Botina Haravilhosa
Luz brilhante, sem Fumo
oleoatico
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINES
MARTUTS* BASTOS
Pematnhueo
NUMERO TELPHONICO : N* 38____
Yeneziamis
Compra se de duas quatro venezianas de ma
deira, com correntes de metal, das moderniis, com
pouco nao ; uo p. imeiro andar n. 22, ra larga
do Rosario.
Advogado
\ttengo
i.
Aluga-se a casa Alfredun. 2 na Magdalena, serve, para inoradla c
tambem para u. go o p ada para hotel tratar na ra da Imperatn*
56.
Os abaixo assignados, tendo adoptado e regis-
trado a marca industrial cmodo desenho i cima
ve corformidade com as pri stripcoes das leis em
sigor di-claram ao publico particuUrmente aos
teas numerosos fregueses, que dora em diante
odos es productos qse ahirem de sua botica le-
rarao a dita marca como garanta de sua origem
legitima precedencia.
Para adyogado
Alaga so a sala do indar ra Duque de
Casias n. 61, a tratar na leja.
Boa acquisiCuO
Tende se a fabrica de vinagre e cerveja ra
da tenala n. 12, por preco mu:to barato, por sen
dotoo ter de retirar -se, tem muitos utensilios para
imbricar qualquer ca se de bebidas ; a tratar com
Eduardo Martms na mesma, nu no Entroncamento,
asa do sr. Carpinleiio b nza.
Advocados
Manoel Netto e Beveouto Lob i ; ra Duque de
Casias n. 75, entrada pelo pateo do Oollegio.
UtencaO
Na ra do Barao di Victoria n.' 44, 2- andar,
fax-se plues a 20 rs. o metro'
O bacharel Pedro Qaudiauo do Katis e Silv
mudou sua residencia da estrada de Joao de Bar-
ros para a ra velba de Ssnta Rita n. 89
Aluga-Se urna casa pe-
quena
Na ra de S. Francisco n. 1, freguexia de San-
to Antonio.
No becco do Fundao n. 5,fregueza da Boa-Vis-
ta : a tratar na rna de Santa Thercza n. 32, de
manha a' meio dia.
IGUARASSU'
N. 88:200
O Dr. Francisco Xa-
vier Paes Barreto,
pela 4.a vez rogad a
vir oumandar a ruado
Mrquez de Olinda n.
50, dar cumprimento
a o numero cima.
Viva o carnaval
Compra se vestuarios novsa e usados ; na ra
da Imperatriz n. 78.
Na cidade da Escada
- mpra-se oaro, prata, patacoes nacionaes e es-
trangeiros, e m tenas de onre ; na ra do Com
mercio n. 19, estabelecimentc de Antonio Fran-
cisco de Araujo Costa.
Escola par colar
De iaairuccA* prlnaaria par* o eso
mao< ulinn
34 Rna da Uat-iz do Boa VUta34
O abaiso aseignado par epa ao Ilustrado pu-
blico desta capital, que ai. rio sua escola particular
de i rutrueco prim ra para o sexo masculino,
ra da Matris oa Boa-Vista n. 34, onde esmera
damente se dedica ao ensino de stus alumnos.
O grao da escola consta : ler,escr< ver e contar,
desenbo linear, histora patria e nocoet de irancez.
Garante um r>pido adiantamento em seusalnm-
nos. pelo seu cystema de ensin), o qual urna pa-
ciencia Ilimitada, um amor inviolavel e urna es
turada dedicaco ao ensino, fazendo com que os
sius decipnlos abracem e amem decoracao as let-
tras, aos livroe. e ao estndo, guiando oa no cami-
nho da intelligencia, da kinra e da dignidade,
afim de que v da patria, da religiao e da lei, e um verdadeiro
cidadao brasileiro.
Espera, pois, merecer a confian 9a e & proteccar
do di;tinct povo pemambucano, e em partcula.
>em f robusta em tolos os paij e 'utures de me-
ninos que queiram a prove tar um rpido adianta-
mento de seus filboe f tutelados.
Com qnanto oasadaJeja esta teutativa, todava
espera que es seus ineansaveis esforcos, e os seus
puros de-ejos, sejam coreados com a feliz appro-
vacao de todos os filbos do imperio da Santa Cruz.
Mcnsalidade2JOO0 pagos adiantados, no acto
da matricula.
Horario- das 9 horas da manha s 2 da tarde.
Recebe meninos internos e meio-pensiouisUs
por mensalidade* razoaveis e lecciona por casas
particulares a ambos os sesos.
aullo Soares de Azcvedo
34-RA DA MATRIZ DA BOA VISTA34
BISNAGAS
Emilio Roberto aca-
ba de receber as afa-
madas bisnagas fran-
cezas, as quaes vende
em grosso e a retalho.
ep siij mmmi
I7-Bua do Bar^o da Victoria -i7
Mudou d ^residencia
O Dr Maduro, nvdico parteiro, mudou sna re-
sidm. th p-n a ra d Imperatriz n. 88, esquina
da d'> Hospicio. 2o andar, onde ser encontrado a
eoalqut r hola da noite.
Santa easa de misericordia do
Reci*
Manoel Joie dos Saaton
A junta administrativa far cel. brar no dia
quinta feira, 36 do oorrente, pelas 8 horas da ma
nh, urna onssa de >fuitm pela alma do es mor-
domo Manoel Jos dos Santos, trigsimo dia do
sen fallecimento. A missa ser cantada na igreja
de N. S. do Parcizo, pelas educandas da casa dos
expostos, c para assistil-s, a junta convida a
Exma. familia e amigos daquelle to Ilustre quan-
to prestimoso collega.
Secretaria da santa casa de misericordia do
Recife, 19 de Fevrem) de 86. O escrivao,
Pedro Rodrriifg de Sonta.
t
s
Borracha especial
ra limas ; r'-ceb n a roereearia de Goncalo Jos
Oama, ra do faore Moriano n. 41.
Adiado
O medico a qu.-m tnltar um instrumento de c-
rorgia, piie prucoral-o na ra D> que de Casias
a. lt, \* andar. qa dndoos signaes certos e pa-
gando as deBpezas, es lhe entregar
Ao publico
Urna senhura habilitada se offereae leccionar
frimeiras lettras e trabalhos de agulka em colle-
gfoa oa em casas particulares; qaem de seos
prestimos piecisar. pede dsripr-ae rnadoCo-
roaet Seaatuna Ti.
Borracha para limas
Sotrberam Rodrigoed de Paria a C, e teem
para vender Wair'sM 'drasem f ra de Maris e
Sarror a. 11, esquina da roa do Amorim.
D. Luiia Hermoml
Morreo em Pars, no dia 17 do corrente, D.
Luiza Mermond. i-ma do engenbeiro Gustavo
Mermond, o_ qual manda celebrar urna missa no
trigsimo dia de seo passamento, na igreja do
Montfio, s 7 horas da manha
f
Taria t* 4ievedo Ramos
Jos Lopes d AAvedo, Mara Clara de Axe-
vedo e seus filb's, Antonio Lipes de Acevedo,
Mana Barreto de Azevedo, Joaqaim Lopes de
Aievedo (presentes). Jol de Anvedo Ramos,
Francisca Clara de Azevedo e seus filbos, Justina
Lopes de Azevedo (ausentes), tendo recebido de
Portugal a infausta noticia do passamento de sua
mui presada mi, ora, turbada, irmSo, netos e
filb s d_- Mara de Azevedo Ramos, mandam ce-
lebrar algnmas missag no dia 24 do corrente, s
11/2 haraa da taanna. na igreja do Divinr Es-
pirito Santo, e para eute- fim eonvidam a todo* os
parentes e amigos, pelo que desde' j confesaam
suas gratidSea,
CAPSULAS
M ATH E Y- O A YLUS
Preparadas pelo DOUTOR CLIN Premio Montyon
As Capsulas Mathey-Caylus com Envolucro delgado de Gluten nfto fatigao nunca
o estomago e sao recommendadas pelos Professores das Faculdades de Medecina e
os Mdicos dos Hospitaes de Pars, Londres e New -York, para a cura rpida dos :
Corrimentos antigos ou recentes, a Gonorrhea, a Blennorrhagia, a Cystite
du Collo, o Catarrho e as Molestia da Bexig.is e dos orgos genito urinario.
im Um ip//'oapo detalhada acompinlu cada Fruco.
Exigir as Verdaderas Capsulas Mathey-Caylus de CLIN & Cle, de PARS,
que te acho em cata dos Droguistas e Pharmaceuticot.
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purlflcb o Sangue, corrigem todas as desordetns da Estomago e
dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constituooes delicadas e sao d'um valor Incrvel para todas as enfermidades
peculiares ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos assim como tambem para as
ptssoas de idade avancada sua cficacia e incontestavel.
Euas medianas sao preparadas (rnente no Estabelecimcnto do Profcssor Holloway,
78, NEW OXFORD STHEET (antas 633, Oxford Street), LOHDBES,
E vendemsc em todas as pharmacias do universo.
tt Os compradores sao convidados respetosamente a examinar oe rtulos de cada caixa e Pote se nao teem a
"nrecoao, 533, Oxford Street, sio fabincasoes.
QIeodeFigadodeBacall.au
do
lodo-Ferruginoso de Quina e Casca de Laranja amarga
Este medicamento fcil de tomar, nao provoca nr.useas,
e de'cheiro agradavel. Pela sua composi^ao, possue toaas as
qualidades que lhe p.rnittem combater :
a ANEMIA, a CHLOROSE, as AFFECCES do PEITO
a BRONCHITE, os CATARRHOS*, a TYSICA
a DIATHESE ESTRUMOSA, ESCROPHULOSA, etc.
Em vista do seu emprego fcil, da sua ac^ao multplice e
segura, da economa para os doentes, os mdicos receitam-n'o
de preferencia qualquer outro medicamento similar.
DEPOSITO OESAL :
PARS, 209, ra Saint-Denis, 209, PARS
mOM EM TODAS AS rmNCIPAES PHAHMACIAS DO L'NlVKR-0
DESCONFIAR DAS FALSIFICACOES E IMITACOES
I
m FOIEm
KM rtitU
OlliNOIlllUL
DUDfDU'iH'1
VERDA0EIRAS PILULAS o DK 8LAU
Poaevs prep*rudoi ferruginoso* podom aarawatar-s* conVJca das Jf**tia>:
i Coantas aroiudot eaa documentos to tatbemco* cono os sea'ntas ;
eso neprefrada im o meUior xito, ha ma!s e tu annos, pala malor parte jos 1
pftra c. ar Sarml, Gblorose (lrt i sI'!Ja), e facilitar a [omac&i ios rapariga*. ^^ \
c UjBT juc a insercio destas Piiu.as uc uovo cedtx /remw uo dispense de todo tmgto,
aos UEilUrenjof wna nica .'.Itaofto. i do st' x*Ovms<*
accRSannoci"eaxer*oaaioacltri,mzeiie.reeonnte')ial'f TBa?aieBa tncontet*To4> t>re entro* fcrrurJioaoo, o a* eov^ldero como
o aaaaos> tl nf rotte. o- dou b^bi
(i.MtdHfe t 2nB3i eoia-sa qne o seo nome wleja sravaoo sobre cada Plala como rrargem j
OUMPflK DESCONFIAR DAS aWTA?E8
k ttli, r.a Piycnas. i.'-Pe: .inn puco : r-i" ". d '.' -f. .eaasoiisaiisssr
as ooV3saero como
taargem A
PeaMB.^ Va
.^la
i
Injecgao de Grimault &
esa MilTICC
iaynrada pol Junta Central ale ayg.'ene pai:tioa do Sr-.:s'-.
ata kajeccfco na qual uHsou-se as propnsdao.es notaveis c'as oioai
mS saatteo do Pera coutra t bienorrhagia, goza, desde mu' os a:.r.
da 110a refHitaclo oatTersai, Cm em saco tempo oe ocr^ oifi rebelde. J
Deposito em Paria Pharm. GRIMaLT & Cr\ S, Ra Vivierme
e naf principios Phannaciai e Drogaras de Potngal e do Brazn.
KBBtxn i si imtiimmmtmmmmr^mmmtmtmtimmtaamtmkWimirTiv^iic-^ r
OPPRESSAO
riTiiuirFJioxo
EM
NEVRALGiaS
PcLs CICAtOS ES.-IC
Vsplra-se a ramaca que penetra uo jxaio acalma o symptoma nervoso, lacita
a expectoraca e fvorisa as fuaecea dos orgas resiilrdtor.o'}.
;ena ea> atacad* em eaaa ae EHPIC, tan, ra uLaure, eos Paria
" Setytttortotem Pennisne; tHJ,aV~ a. tai i'LVA 4b CS _
MARCA DE FABRICA
VfNHO
DO
, mi W WCAIMB\m\ CAIMESIW lACTOIHOSfHATE M CHAUK
j ETttrTKAUOBIMATiTBEETAtiHaRCiCromHCESaMRES
BrM"sraasa cxportatiow tssrs
NOTA. Pan vitar >j contrifaceflej, so se den
tcceiltr as garrifat qui ttverem incrustsia no ridro
ai patarras : Vlntao do D' Cubanos, Paria, e
oir oj roto'os, tiras de papel que enroltem
lrgalo e a marca de fabrica,
t assignatura do D' Ca-
banas o sello de garanta
do gorerno francer. V
_____^___________9. tu. A

Dr Gabanes
KINA-CABANES
O vinho do S' Gabanea, submettldo
approvaro da Academia de Medicina de
Pars, fol reconliecldo como um tnico
enrgico (por encerrar os principios consU-
tutivos do Sanoue e da Carne), que d ao
saogue arca, vigor c energa.
Os Snr* D" Troossean, Gurard e Vea-
pean, professores da Paculdadadc Medicina
de Paris, o receltam todos os dias com o
meihor xito s muUieres enfraquecidas por
excessos de toda especie, trabalho, prazeres,
metisruarao, edade crtica e arnamentacao
prolongada. E" extremamente efllcaz contra
o Fastio, tas digettes, Dyspeptias, Uantritis,
Tonturase Vertiiens.
D resultados maravilnosos nos casos do Anemia, Calorse, Pauperismo do sangue. Btteri-
Udadedis /. ultieres, Flores brancas. Ferias seminaes. Impotencia prematura, Emmagrccimento
gerat. Tsica pulmonar, Pebres tercas, Zntermlttentes, Palustre, Endmica e
pidemlcas.
O Vinlio do Cabanea, pela energa de sua aeco cordial, desenvolve as Torcas, activa a
circulara ao tangue e e multo rccommendavel para as convalesceneas.
Faz cessar os vmitos to frequentes duranlc a gravidez, augmenU. a secrecao do lolie nos
nutrizes c da extraordinario vigor as criancinhas de mama; gra<;as a influencia dos seus prin-
dplc* tnicos, e soberano nos casos de Diabcies, A/Tccco da mcdulla, tvsteria, Epilepsia,
Sacnitismo e em geral, em todos os casos em que e preciso recorrer um tonteo poderoso, que
04 vigor e restaure as farras dos doentes.
Como aperitivo subslitue com giande vantagem os liquidos perniciosos como abslntno,
vermouth, etc. V?um piv-enavo apreciado pelos viajantes e marinheiros, como anti-epide-
mlco e antidoto da felire amarclla. Vomito c outras Molestias tropiaes.
Deposite geral: TaOUETTMRRET, 163-165, rna St-Antine, PARS
Depositoem Pematnbuco.-TUi3f M. da srxva AC,iui itiicIi?hriiraaaav
/ELXIR &VIf
Digestivos
TROU ETTE-PERR :
uV x'Al"'ANA (Pepiina v^etal)
4S> oa exis potieoso digestivos cenhecido at agora, pan .cooimmw tp
^ECOCFSDO ST0HAG0: GASTRITEJ, GASTR.AL?!^.
JA$,*V0Nl rOS, PESO NQ ESTOMAGO, A 0lb68'Ut. 4TC., E|(|.
ifetlskai ubo'dspois da comida sasta paba cuaAa 03 casos iais mauai
venda na* nrinoipae Pharmacias Drogaras.
Tendo m grouo mPon,:TMtiMrT-PtWnMT, r*. 3a.U-Antoi%i, .*
>*>*rMlrT*rr**f* afftmratojoro^omj^o O. |
Dir.osi(arios no Pernam.'"uco : tfj^tVn"
H. da SILVA O".
Ao commercio
Nos abaixo assignados, deelarmnoit que nesta
data eompraniDi ao Sr. Mano 1 oncalves No-
gueira seu eatb^lecim"nto de molhados silo ra
do Santo Auir n. '28, livre e desembracada de
todo e qualquer debito cu onus que possu baver, e
se houver algum impedimento, qu- iram apresen-
tar-se no pmzo de tres dia?, finio b quaes ficar
dita compra realisada. Recite, 20 de fvereiro
de 1886.
Jos de Carvnlho & C-
Leonor Porto
Ra io Imperador n 45
Primeiro andar
Contina a tseeatac os mais diceis
figurinos rrcebidos de Londres, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em patfricao de costura, em bre-
vidade, modicidade em presos e fino
gosto.
i!
I
Compra-se e paga-
se mais do queemou-
raqsii Iquer parte beni
como
de qualquer qualidade.
IMa ra io Imperador
n. 32, loja dejoias.
Julio Fuerstemberg.
Verdadeiro cimento as;lez
Marca Pyramide
Vendem Fonseca rmaos c C., ra da Madre
de Deus n. 12.
Noticia geral

Tendo p: r falta de cemm^ dos de transferirmos
o Engenho Central do pate- dj Terco n. 28. para
rua.de Murcilio Dias n. 69. c-mmunicamos aos
nossos fregU'zes e amigos, nem s para que fi-
quem sci>-ntes disso, cumo mesin para pedir-Ibes
que continen! e honrar-nos com sua presenca, na
certeza que en vid mos os ltimos recursos de que
podamos di^pr, afim de tomar esse estabeleci-
meuto til, recreativo e econmico.
Eutre outr'8 jugos de n creio teremos, um magni-
ficoSport-bowl,o jogo predilecto da alta 80-
ciedade americana, menos scieutifici- que o bilhar,
ps-rm, mais divertido e mas cheio de commo-
coes.
Teremos urna variedade completa de licores, vi-
nhos, cervejas, refrescos, gelados, entre os quaes a
.-aborosa eanarina.
For presos muito Oais rasoaveis que em ootra
quilquer parte, teremos baubos de choque, de chu-
visco, mixtos e de asseio.
Teremos invariavelmente das 6 da manha, at
alta noite, o caf, mais especial qie possivel con-
seguir se.
O Engenho Recreio Industrial fabrica agur-
dente de puro caldo de canna, licores, vinagre,
cannanna, e at cigarros muito especiaes que in-
titulamosOuro das Minaspor serem fabricados
somente com tumos de Baependy, Rio Noto e Bar-
bacena.
Emfim o Engenho Central Recreio Indubtrial,
que abrir suas portas no dia 21 do corrente
mez, ficar d-sde ento a disposicao da benvola
e generosa populacao desta cidade e"m quem alta-
mente cuufiam.
Diniz Correia & C.
Ama j,ara engommado
Na ra do Henifica,
sitio em frente da es
tradaque v> para os
Remedios, se precisa
de urna mulher, forra
ou escrava, para fazer
engommados e algum
servif o de casa de la
milia.______________
Titulo de auc -
O abaixo assignado, ex-empregado da compa-
nhia ferro-carril de Pernainbueo, declara ter per-
dido o titulo n. V2-B, passado em 15 de setrmbro
de 1885, e de deposito da quantia de 100/, que
lhe servia de nunca para exercer < emprego da
conductor. Pede, pois, a qualquer pessoa que o
t uha acbado o < bsequio de entregal-o ao abaixo
assignado, ra do Padre Muuiz n. 7, visto que
t a ell tem direito o proprio dono ; e naoappa-
recendo ni> prazq de tres dias, serei reembolsado
pela eompunhia, mediante um recibo por oiim as-
signado. Recife, 16 de Fevereira de 86.
Alfredo Ferreira liu-mao.
(AMIMKISDE FERttO
P0RTATEIS
DE
Verdearen k U Jager
DE IC IS I \ i: I. I. A s
(^onstructore do meihor material par,
oaminhoa de ferro industriaes. Fornecedo-
res dos Araenaes e camichos de ferro do
astado beJga, do Governo colonial das In-
liaa Neerlandesas, etc., etc., etc., etc.
Vas frreas portateis -desmon-
ta veis lixas, trilhos de ferro e de &$o, por
precoa inferiores ae de qualquer outro aya-
tema, sendo mais duraveis e m*ia prati-
08.
Pequeas locomotivas wago-
Qetes especiaes prra fabricas, exploracSes
igricolas, aterros, minas e engenhos de
i8sucar.
Estabelecidas no centro do um paiz que
produz ferro e aje naa mais econmicas
IcondicSes, as oficinas do Verharren & de
Jagt-r, alera da sua situacao em urna loca-
idade onde a mo de obra barata, go-
san da vantagom de ter urna organisacSo
seria e especial para a construceSo de ca-
minhos de ferro ao alcance de todos. O
seus precos desafaui a qualquer concur-
rencia.
Para inormajoes circumstanciadas diri-
jam-se a
Tkeo. tfust
2 LABOO VO OOBPO BsWTO 2.
Reraettem se catlogos Ilustrados quem
pedir.

HESS
DEAYES
cntua SEZOES
UxtWOJsOM
cuw wa ucsir E com amzA
i.;
pebres IntermittenfesJ
iReraitleiitcs e Biliosas;
is Calafrios.
C T03A3 A",
lias Paludosas.
RM&O EXailUITE MA
p..Wr.fe fila D..jfjrtniaAju.u.xuHi
Coslmiies de casemira
A SO e 35*
Na nova loja da ra da Imperatriz n. 32, rece-
beu se um grande s,rtimento de finissunas case-
miras inglezas oe cores claras e escuras, que se
venden or preco muito em conta, assim como das
mesmas se mandam fazer costumes por medida,
a ndo de paletot sacco a 3 OOO, e de fraque a
3 o ; assim como ,le superior ti mella ingleza de
cor azul escura, a 30a e 35j, e tamb m das mes-
mas f.izendas se manda fazer qualquer pe^a avul-
sa, grande peehineha ; na nova loja de Pereira
da .Sil.-a.
I
I
ilfRlltii
4S 4:00U4* 00
ilLHSISS 3-AEATID05
toa Trioieiro de Marro u. 1%
O abaixo assignado tendo vendido nos
seus afortunados bilhetes garantidos 4
quartos n. 2-39 com a sorte de IOjJOOO,
aim de outras sortea de 32(5, 16# e 8|J, da
oteria (38.*), que se acabou de sxtrabir,
c na coformidade do costurae aem descont
algara.
Aeham-se venda os afortunauos bi-
lhetes garantidos da 4.a parte das loteras
beneficio da Casa de Caridade de Be-
zerroa (39.a), que ae extrahir terja feira,
23 do corrente.
ct
Inteiro 4,5000
Meio 2^000
Quarto 1,5000
Xm qnaatidade maior de lo.o
Inteiro 34500
Meio 10750
Quarto (5875
Manoel Martina Finza.
m 4:0001000
E
16-B.ua do Cabug-16
O abaixo assignado vendeu nos seus
venturosos bilhetes garantidos os premios
seguiute8: 1 inteiro com a sorte de 100d
no n. 497 alem de outros mais de 3-,
160 e 85 da k>terian38.
Convida-se aos poasuidores a vir receber
sam descont algum.
Acham-se venda os venturosos bilhe-
tes gar; ntidos da lotera n. 39a em beneficie
da casa de caridade de Bezerros que se
extrahr na tera feira 23 do corrente.
Precos
Integro 40000
Meio 2)5000
Quarto 10000
Sendo quantidade superior
a lt>0:000
Inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0785
Joaquim Pires da Silva.
CASA mu
os4:000S0O
1LBETE Aflli1ino
:Jra cia ns. 37e 39
Acham-se a venda os feiizes bilhetes
garantidos da 39a, parte da lotera a benfica
da Casa de Caridade de Barreiros, que se
extrahir no dia 23 de Fvereiro.
Precos
BUhete inteiro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
f-ajporco de 1000000 para
elaaa
BUhete inteiro 30500
Meio 10760
Quarto 875
Antonio Augusto doo Sani Porto.
Cosinheiro
Ka ra do Vibrio n. 17, se precisa de um c
mheiro.
3 andar
Ataga-te o 8- andar da eaaa raa de S^Jorge
a. 72 ; a tratar na ra Primeiro de Mareo n. %
loja.

)

%.
HUMO
>
LJBO



"''"



INario de PernambocoTcra--fejra 23 de Fevereiro de I8S6
r
Ao publico
A verdadeim e bem conhecida roma de mata
rana e arai-uta, preparada por Jeronyma Couaaei-
ro, ven ie-se fin pacotas de libra* e roas, nos
seguin'es lugares, por oa. : boa Vista, ra da
Aurora n. stabelceitnento do Sr. J >aquim de
Vasconcell-s ; ruad* Imperatris n. 2. dos Srs. M
noel Mon-ira K beiro &'.,< na ila Barao da Vic-
toria, na dos Srs Paulo Jos Alves & C.
Caixciro
Precisa-so de um menino de 10 12 annos de
idade, com pratica ; na ra do Hospicio n. 34.
Ao (Mwinrmo cao pu-
blico
Albino de Couza Axevedo, subdito portugus,
diclara que deata lata em diante assignar ge-ha
Albino Fernaudes de Axevedo. Recife, 20 de
Fevereir.j de 1886.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro com pratica de taver-
na e conduela afiancavel ; a tratar na ra de
HYrtas n 17.
Prevenci
Tendo sido tirado do 6teiro da tavern i do Sr.
Justino Gomes de Alraeida tres quartos de bi be-
te da lotera n. 39 de n. 3155, que se extrahir no
dia 23 do corrente mez, garantido pelo Sr. Joo
Joaquim da Cuita Leite, pede-se ao mesmo e ao
Sr. theaourcir.) das loteras, que nao pague mal-
querpriinio que caiba por sorte no dito bilhete,
at que o legitimo dono prove o sen direito.
Justa o Gomes de Almeida.
Expostyao Central
DamiJo Lima A C. intitularam o estabeleci-
memo em liquidacao da ra larga do Rosario n.
38. por EXt'OSigO CENTRAL para assim se
tornar bem conhecido de todos, pelo que chama a
atl'ocao especioslas Exmas. familias Dar es
precos Biguiute
Metros de plic* 40'1
B mtcaa inqn-br.. l^hO
Metros de rqiiinlus 120 e 160
Pecas de bordados fins a 300 e 400
Garrafas com agua fl .rida a 700 e l'OOO
Frascos do leo oriza por lO 0
Fito pra teaika, n. 80 3000
Carreti is de 20C jardas a 8 '
Inviseveis grandes a 38
Ditos menores a 300
Brinquedus pai a meninos a 200. 300 e 500
Caixii.has para presente a 24500 e 3*000
Meios tiode sedan-ira senhhjra alie 1 i 200
La para bordar de 93800 e 3*000
Fita chineta o maco 360
Dito de algodxiito 240
Mussiuhos de grampos a 20
Macaquinhos acrobticos a 160
Botos, fitas, leques, perfumaras, bengalas, te
souras e outros muitos artigos que s com a vista
na Ex posicio leutr larga do Rosario n. 38.
Camisas nacionaes
A SfeOO. 3&000t S*500
32 = Lja ra da Imperatriz = 32
Vende-se neste novo estabelecimento um gran-
de sortimento de camisas brancas, tanto de aber
turas e punbos de linho como de algodao, pelos
baratas precos de 2*500, 3* e 4*. sendo tazenda
milito mdjhor ilo qii" as que veein do estrangeiro e
milita mais bem fcitas, por serem cortadas por
um b m artista, especialmente eamiseiro, tambem
e manda fazer p>r eucomnv.iidas, a utade dos
freguezes : na nova loja da ra da Imperatriz n.
3 de Ferreira da Silva.
Ao32
Nova loja de fazendas
- Ra da
&
3
OllMIl I i" 111
r
Ouro praia : compra se ouro, prata e
pedras preciosas, por maior preco que em outra
jua.qutr parte : no 1 andar n. "22 ra larga do
Rosario, autiga dos Quarteis, das 10 horas a 2 da
tarde, dias uteie-
VENDAS
Vende se um terreno com ps de larangeiras
e limeir i?, um p de coqueiro, um p de tructa-
pao, no Espinbeiro, sito i ra da Hora, perro da
estacao: a tntu en Basto Amaro das Salinas,
ra da Fundicao, ou ua Alfandega, com Delmont
Pinheire.
Tiras bordadas
fl O, l*, fltt e too
Para o carnaval
rs
S na nova loja n. 32 i ua da Imporatriz, se
vende um grande sortimento de bonitas tiras bor-
dadas, propna para enfeites, sen le largas e es-
treitas, pelos baratissimos proco de 100,120, 160
e 200 rs., tendo dous metros cada peca, grande
pecbinclia. Assi n como um bom Bortimento de
ganga :,in ,r. lia, verles e encrnalas, qne se
vendom barato : loja, da Pereira da Silva,
ra da I i tris p. 32.
lerciaria
Vende-se urna bem locaiisada e fazendo boro
negocio ; a tratar na ra do Imperador n. 4").
A RevolucAo
O t*t da ra Duque de Caxias, desejundo ven-
der muito. Mili vender fazendas por menos
25 /o de se" va'or-
Ver para acreditar
Setins macaos, de cores, 1*400, por 800 ris o
covado.
MariDosa fina de cor a 240 ris o covado.
Renda aberta da China a 240 ris o covado.
x Crotones finos naciontt'8 a 240 ris o covado.
Setinetas lisas e finas a 400 ris o covada.
Alja :as de cores a 360 ris o covado.
Linhos escossezes proprios para vestidos a 240
ris o covado.
Leques Juannita a 800 ris um.
Lene is br incos fios do 1*200 a 2* a duzia.
Camisas de linho muito finas pelo preco dimi-
nuto de 30> a duzia.
Cobertas forradas a 2*800 urna.
Coleh s brancas e de cores a 1*800.
Bramante de tres larguras a 900 ria.
ito de quatro ditas a 1*200.
oaihas felpudas para rosto a 4*500 a duzia.
Madapolao pello de ovo, finissimo, a 6*500 a
peca
Camisas para s?nhora a 2*500 urna.
Lmcos de seda a 500 is um.
Redes liinburguezas do cores a 10* urna.
Ditas ditas brincas, com varan las, a 15* urna.
Cortes de cacemira de cores finos de 4*500 a
10*000
Casemira fina de Eowa, infestada, a 2* o covado.
Flan il americana i 1*000 ris o ovado.
E mais urna intndade de artigos baratissimos
3U0 nao deixar de comprar que os vir.
Hnrip da Silva Morera
Fazendas brancas
80' AO NUME20
4o na da Iinperatrlz = 4
Loja do barateirot
Alheiro & C, 4 ra da Imperatriz n. 40, ven-
den) um bonito sirtimento de todas estas fazendas
abaixo mencionadas, sem competeucia de precos,
A SABER:
AlgodaoPecas de algodozinho com 20
jardas, pe'os baratos precos de 3*800,
4.., 4*5-iO, 4*9(0, 5$, 5*500 e 6J500
MadapolaoPicas de madapolo com 24
jardas a 4*500, 5*. 6* at 12*000
Camisas de meia cem listras, pelo barato
proco de 800
Ditas branc >s e cruas, de 1* at l*80f)
Creguella franceza, fazenda emito encor-
- pada, propria para lencoes, toalhas e
c-roulas, vara 400 rs. e 500
Ceroulas da mesma, muito bem fetas,
a 1*200 e 1*500
Colletinhos 'a mesma 800
Bramante fraocez de algodao, muito en-
oorpads com 10 palmos de largura,
metro 1*280
Dito de linho inglcz, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e 2,08a
Atoaihaio adamascado para toalhas de
u eea, com 9 palmos de largura, metro 1JJ800
Cretones t chitas, claras e escuna, pa-
dres delicados, d 240 rs. at 400
Baptista, o que ba de mais delicalo no
mercado, rs. 200
Todas estas fazendas baratissmas, na ennhecida
lua de Alheiro & C, eequin t do becco
j______;__
Imperatriz
DE
FERREIRA D\ SILVA
Neste novo estabelecimento encontrar o r?s-
peitavol publico um variado sortimento de fazen-
das de tod.is as qualidi'des, que se vendom p r
precos baratissimos, assim como um bom Bati-
mento do roupas para homens, e tamoem se man-
da tazer por encommendas, p r ter um bom mes-
tre alfaiate e completo sortimento de pannos finos, f-zonda bonita
caaemiras e brins, etc
aendu tox-nda muito enejrpaaa
Uitoa de casemia de cores, sendo mnto
bom feitaa
Ditas de fl.nella inglesa verdadeira, e
muito bem feitas
Ditas de brim de Angola, de muleekim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e
f'eroulas. de greguellas par hotnens,
sendo muito bem fintas a 1*201) e 11600
Colli tinho de greguella muito bem feitos 1*000
Assim como um bom aorti ment dn lencos de
5*500 metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*280, as
sim como superior bramante do quatro larguras
6*500 para lencoes, a 1*500 o metro, barato ; na loja
; do Pereira da Silva.
8*000
3*000
Roupa para meninos
A 4*. i*oo e A
Na nova loja da ra da Imperatriz n. 32, se
vende um variado sortimento de vestiarios pro-
prios para meninos, sendo de palitosinho e calc-
nha curta, Coitos de brim par., a 45CG0, ditos
Ptc- de moleequim a 4*500 o ditos d gorgorao preto,
' emitando casemira, a 6*, sao muito baratos : na
30Roa da Imperatris 3<
Loja de Pr.reira da Silva
Nostfe estabelecimento vende-se as roupss abai-
xo mencionadas, que sao baratissmas.
Palitots pretos do gorgorao diagonaes e
acolchoadoB, sendo fazendas muito on-
corpadas, e forrados *100
Ditos de casemira pretn, de cordSo, muito
bom feitos e forrados 10*000
Ditos de dita, fazenda muito me'hor 12*000
Ditos de flanella azul, sondo ingleza ver-
dadeira, e forrados 12000
Calcas de gorgorito preto, acolchoado,
lato na loja aa ra da Imperatriz n. 32
K i sea dos largos
a OOO rs. u nu ailo
_ Na loja da ra da Impe;.triz n. 32, vendem se
riscadinhos pnprios para roupas de meninos e
vestidos, pelo barato proco de 200 rs. o covado,
tendo quasi largura de chito franceza, e asa m
como chi'as brancas miudinhas, a 200 rs. o cova
dn, e ditas escaras a 240 rs., pcchmcha : na
loja io Pereira da Silva.
Klisios, metlnetaa e liixinhaN a SOO
rs. o covado
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-se
um grande sortimento de fustoes brancos a 500
rs. o covado, laziuhas lavradas de furta-cores,
para vestidos a 500 r. o covado,
e setiuetas lisas muito largas, tefldo de todas as
cores, a 500 rs. i covado. pechincha : na loj ^
do Pereira da Silva.
Merinos prelON a lSOO e I *
Vende-se merinos pretos de duas 1-rguras para
j vestidos a roupas para meninos a 1*200 e 1*600
o covado, e suoerior setim preto para enfeites a
' 1*500. afsim como chitas pretas, tanto lisas como
i do lavoures brancos, de 240 a' 3i'0 rs. ; na nova
i lpja do Pereira da Silva ra da Imperatriz nu-
mero 32.
Alfcodozinho frailee/ para lenres
a OOOrN., 1# e lOO
Na loja da ra da Impcratrir n. 32, vende-se
perores algodaozinhos francezos com 8, 9 e 10
Irnos da largura, proprios para louces do um
8 panno, pelo'barato pre.o do 900 rs e 1*000 o
oja do Pereira dt Silva.
Fazendas Gnas e modas
t A, Ba do (ubu&A { B
dT Bastos fc c
(TELEPHONE 359)
Avisam as Exmas. familias que receberam de
Parix:
Lindissimos cortes para vestidos com fcidos da
mais i alpitantc novidade como sejam: Etamine
com bordado a retroz, seda crua bordada a capri-
cho, Cachcmire com enfeit'8 bordados a fil
Mod* 1886
Valentionno en ecorce d'arbre.
Primorosa escolha em vestidos wm 20 metros de
la ligoira, tecido ainda nao conhecido aqui.
Cores e desenhos novissimas nis seguintes fa-
zendas de seda, la e algodao. Etamine, Surah. Se-
tim, Failles, Linn. Toile d'alsace, Cachemires.
Explendido sortimento
Em loques, luvas, espartilhos, lacos, lavalires,
meias, 1 -ncos e muitos outros artigos que se ven-
dem por precos sem competencia.
Linguas seccas do Ri
Grande do Sul
RfliYDQBDBCAXl4SN.83
Mendon^a & C.a
Os propietarios deste estabelecimento no in-
tuito de angariarem o maior numero possivcl de
fregnezes, resolver.rm molificar scnsivelmente os
preces das fazendas.
Objectog para senhoras
Merinos pretos e de cores, setins e setiuetas
lisas e lavradas, lacos lodernissimos, casacos pre-
to.-, cortes de cachemire bordados de seda, saia*
bordadas, alpacas e las de cores, fustoes brancas
e de cores, espartilhos, meias de cores, cruas e
alv.8, belbutinas, cintas de coro, collarinhos e pu-
nhos, fichs e outros muitos artigos.
Objeetos para horneas
ROUPA POR MEDIDA
Camisas francezas, ceroulas, camisas d meia
collarinhos, punhos, plastrons, gravatas, mantas,
lencos, meias, casemiras pretas c de cores, bri,
especiaos e outros artigos.
Tapetes, panos c colchas de crochet, cortinada
atoalhados e bramantes etc.
- M -
WfflSKY
ROY AL BLEND marca Y1ADO
Esto excelliinte WhiBky Escoases preieriv^
ao cognac ou gurdente de canna, para fortifica
o corpo.
Vende-se a retalho nos melhores armazens I
nolhados.
Pede ROYAL BLEND ma/ca V1ADO cujo a-
me e emblema sao registrados para todo o Brac
BROWNS e C, agentes
Tambas
Vendo 83 na ra de Pedro AtTonso n. 6
da Praia) a 320 rs. !!!
Vende se em barra e a retalho, por menos da
autiga | que em outra qual juer parte ; na ra de Ferna-
des Vieira n. 24. taverna.
dos Forreiros
Algodao enfestado
ra
a-
SAO AS SEGUINTES PARA, ACABAR
59-Rua Duque de Caxias--39
Toala de nice, lindas cores, IS, 1*400 o co-
vado.
Damac de seda borcada n 1* o dito.
Sedas bordadas, finas, a l*8o0 e 21 o dito.
Setim Hato de todas as corea, a 1* e 1*409 o
dito.
Dita dito preto, a 1*200, 1*500 e 2* o dito.
Cachemiras para vestidos, a 1* e 1*400 o dito
G rgurinas matizadas de todas as cores, a 400
e 500 rs. o dito.
Setinetaa lavradas e lisas de todas as ceros, a
."00 e 560 rs. o dito.
Faile com lindas cores, a 460 e 640 rs. o dito.
Mirin- pretos a 1*, 1*200, 1*400 e 2* o dito.
La do quadrinhos, cores lindas a 700 re. o dito
Dita de todas as ccres, a 400 e 56'.( rs. o dito.
Popelinas de seda a 300 e 320 rs. o dito.
Alpc s liaas, finas, a 360 e 460 rs. o dito.
Fus'a > de cores para menino, a 320 e 3*'0 rs. o
dita.
Casemiras pretas a 2* e 2*200 o dito.
Ditos de cores a 1*500 e 2 o dito.
Dit. s ditas finas,inglezs, a 3*500 e 4* o dito.
Cortes de casemiras com toque de mofo, a 2*800
e 3*400.
Ditos do dita perfeitoa, finas, a 6*500, 7#500 e
10*.
Damasco de la eooi 8 palmos de largura, a 2*
O covado.
Dito de algodao a 600 ra. o dito.
Dito branco bordado a 1*500 o metro.
Atoalhndo de linho fino, a 1* o dito.
Cortes da caseneta a 1*K>0, 1*800 e *.
Fecbs de pelluo:a, 6* o 7* um.
Ditos arrendados, a 200, 3*500 a 4*500.
Ditos de seda, lindas cores, a 3 e 3*:O0.
Chales de casemira, a 3*500 5*500 e 7*.
Ditos de algodao, a 1*, e 1*800.
Colchas do cores a 1*500 e 2*.
Ditas poitcguezas (muito grande) a 12* e 14*
Ditas de crochet a 10*, 12 e 15*
Capelina com veo (para noivas) a 10* e 16*.
Enxovaes para batizado, a 10* > 14*.
Camisas para senhora, a 3*500 e 5*.
Saia-" dem dem, bardadas, a 4* PQ n*500.
Toalhas de labernth) neis (para baptizado) a
60*e80*
Cret nea nara vestidos, lindos padroes, a 280.
360 e 440 rs." o covado.
Chita? claras, finas, a 240 e 280 rs. o dito.
A' ra Duque de Casia* S
Carneiro da CuiMC.
icnfoes
A 90o is. e ISOOO o metro
Vende-se na loja dos baratoiros da Boa-Vista
algodao p ira l'-ncoes de um a panno, com 9 pal-
mos de largura a 900 rs., e dito com 10 palmos a
18000 o metro, assim com- dito trancado para
toalhas do mesa, com 9 palmos o metro. Isto na leja de Alheiro c C, esquina
do becco dos Ferreiros>
MERINOS PRETOS
A 1*209, 1*400, 1 *600. 1:800 e 2* o covado
Alheiro (V C, ru da Imperatriz n. 40, ven-
bV in muito bons merinos pretos pelo preco cima
dito. E' pechincha : na loja da esq.ina do bec-
oo d s 'erreiros.
Espartilhos
A 5J00U
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vende-se
muito bous espartilhos para senhora, pelo preco
de 5*000, assim cerno um sortimento de roupas
de casimiras, brins, etc., isto na loja da esquina
do becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e Si o covado
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
sas, de duas larguras, com o- padroes mais deli-
cados para costante, e vendem pelo barato preco
de 2*800 e 33 o covado ; assim como se encarre-
gam de mandar fazer costumes de casemira a
30-", sendo de paletot sacco, e 35* de traque,
grande pech ncha : na loja dos barateiros da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Os barateiros da Boa-Visto vendem urna grande
porcao de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato pr-50 de 320
rs. o covado, grande pechincha ; na loja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Bordados a lOOr. a peca
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
borda'o, dous metros cada ptea, pelo barato pre-
co do 100 rs., ou em carto com 50 pocas, sorii-
das, por 55, aproveitem a pechincha ; na loia da
esquina do boceo dos Fi-rrcrcs.
Fustoes de setineta a 500 rs, o
eovado
Alheiro & C. ra da Imp. ratriz n. 40, ven-
dem um bonito sortinent de fustoes braneos pelo
baratinho preco de 400 e 500 rs. o covado, assim
setinetas lisa, tendo de todas as cores a 500 rs. o
ovado ; na loja da esquina do boceo dos Fer-
reiros.
Em vista dos grandes propresaos da idea de que
so gloriam as nacoes civilisadas, o commcrcio
deve acimpanhar esse proresso, visto que elle
o mais p'xferc'so elemento do engrandecimento das
nacoes ; cm -iota dn que annun,eiam
MART1NS CAPITAO & C.
1 Ra esteito do Rosario 1
Grande s>rtimento de gneros alimenticios, es-
coiha dos quai'S, oa anr.unciantes teem sempre
maior cuidado, para bem servir os beus numerosos
fregueses. Leuibramoe, p ii, o proverbio :
Q'iem nao experimenta, nao sabe.
Vrnh m vor, p.is :
Qu. ijos, fiamengo e de Minas.
Fiambres inglezes.
Ch -oolate fraucez Menier.
Dito do Maranho.
Fructos seceos, como :
Passas, ameodoas, figos, etc.
Ditas nacionaes. -
Doce de todas as qualidades.
Bolachinha inglesa.
Semeates novas de hortalizas.
Espec-ialidade em
Vinhos finos do Porto, Madeira e Shery.
Ditos da Figueira e de pasto.
Cognac de diversos autores.
Vinhos tnicos, como :
Absintho.
Yt-rmouth, etc.
Licores de tudas as qualidades.
Champagne.
Uervej. de diversas marcas.
Bem :i.. iin : (
Ara ruta Soa em pacoteg.
Cha verde e preto.
Dito perola.
ialisaimo matte do Paran, em po.
Aiul m. s :
Ovas de peixe.
Sardinhas do Lisboa em Saimonra.
Vendem Martina Capitj & '., ra estreita de
Rosario 11. 1.
AOS AGRICULTORES
Formici la capanema (verdadrir) pira extinc-
c1o ouipleta da f.Tiniga saura. Vendem Manas
Cap .tan & C, ra eatreita do Rosario n 1.
Vende-se
o deposito de charutos e cigarros
Cruz 11. 1-A ; a tratar no me o
ra da'Santa
VEMIE-SE
Doce de caj seeco,
na ra de S. Jos u.
16.
TE
DO
EXTRACTO NO DIA 11 DE FEVEREIRO
INT NSFERIVEL
O portador que possuir dous vigsimos desta importante
loleria est habtado a tirar 25:ooo$>ooo.
Os bilhetes acham-se a venda na Casa da Fortuna ra
Primeiro de Marco n. 23.
C0KKE23 OE FEWJREffiO DE 1886, SEM FALTA.'
A
DAS

CORRE NO DIA l DE FEVEREIRO
li i 11 iii m II' 1 1 L/ M. M. -lilil illllt

O portador que possuir um vigsimo desta importan
te lotera est habilitado a tirar 10:006^)000
Os bilhetes achain-se a venda na Casa Feliz,
Independencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 231 de Fevereiro de 1886, sem falta.
praca
da

mm





8
Diario de PernambucoTcru-feira 23 de Fcvereiro de 1886
os
p




LJTTERATul
OS FILHOS
DO
DSA.3srxrxa
POB
E. CAPE3TT
QUARTA PAHT2
As grutas d Elretal
( Continuado do n. 41 )
IX
OS TRES IRMAOS
Reynold atravessou o gabinete; Hum-
berto caminhava com elle, Mercurio fieou
s na casa aonde tivera lugar o precedente
dialogo.
Um reposteiro, dissemos, separava este
casa da ante-camara em que entrara Van
Helmont. Quando Reynold o Humberto
deixarara o salao, o reposteiro naturalmen-
te cahio. .
Apenas chegados ao gabinete em que
julgavam estar sos trocara um rpido
olhar o um sigular sorriso. Este olhar e
este sorriso illumiuavam a physionomia do
falso conde de Bernac, mas a mascara do
seu companheiro, qua permittia ao raio vi-
sual penetrar pela abertura dos olhos e ao
sorriso dseahar-se na bocea por cima da
qual terminava o veludo, nilo podia deixar
ver a expressao do sua physionomia.
Os dous homens estavam neste momen-
to ao p da porte que tinha franqueado
Van Helmont slgum terapo antet, e perto
da mesa debaixo da qual esteva o sabio
escondido. Reynold eneotou-se ao panno
que a cobria.
Porque nao fallaste rafia claramente
de Camaleao? perguntou Humberto em
voz baixa, mas tao distinctamente que Van
Helpont ouvio.
_ Dissa o que a n^e^ario, respon
deu Reynold no mesmo tora.
Mis nao explicaste a Mercurio o
qua Burprehendemos Camaleao e Catha-
rina estavam .
Silencio interrompeu Reynold.
Entretanto aquella traicao.- .
) nerier Mercurio !
Bem i
Nilo alcancamos o nosso fira ? Para
qua interroraper o carainhar do acaso so
elle nos serv ao passo que Mercurio. ..
nos incoraraoia !
Humberto olhou fixamente Reynold, es-
te sustentou o olhar de seu irinao
. E's um eminente homem! disse
Humberto, mas. ...
Mas que ?
__ Admiras-me. .. e espantas-nce.
Reynold sorna orgulhosaraente. Os dous
homens trocaram um rpido olhar, depois
franquearam o liminar do gabinete e des-
appavecrara no inteiior da pousada.
Van Helmont nao se moveu.
Tres pensou elle, tres! S5o
irmaos sem duvida oh 1 parece-me
adivinho 1 Terei sido o joguete de
Chesnayeede seus filhos?.. E
possivel, mas hoje Deus pCz-me no cami-
nho da verdade I"
Depois de alguus instantes de nova re-
fl :xao : e
, ff A me3ina estatura, o mesmo orgao, o
mesmo modo de andar, iguaes gestos !
Esta seraelhancji chegar s feicfos ?
Tal facto nao absolutamente raro e exis-
tem muitos exemploj. Mas se isto assim
, nao tenho nada a aprender e tudo
explica... Estes alibis incriveis. .
tres homens nao forman mais que
e mesmo ser... este difficuldade da os
prender I...
E Aldah continuou Van Helmont
depois de um momento de silencio. Ella
existir ainda I... oh 1 pobre creanca!...
Mas.. se passaram para esta casa-
como que nao me viram ?... A escu,
ridao sem duvida me oceultou s suas vis-
tas... ou este salao em que estavam tera
outra sabidas desconhecidas por mim...
Tres gemeos !... Deve ser isto !...
Como proval-o ?. .. E' necessario poder
prender todos tves... todos juntos!...
Prndelos separadamente nao servira de
nada I...
Mercurio olhou para Gatharina: esta
supportou o seu olhar.
- Necessito ver Camaleao inmediata
monte.' exclamou Mercurio, e se o que me
diiseste fr verdade...
Nao concluiu. Franqueou o limiar da por-
ta que Catharina penetrara.
Ah I murmurou a joven com aasusta-
dora expressao de physionomia. Ah! Mer-
curio, nao me amas, adoras outra. Queros
abandonarme e fugir com Diana roubando-
a a teus irmaos. Oh! meditaste seres s
poderoso, mas eu sou tao forte como tu 1
Sabers quanto pode Joanna para vingar
urna oflensa.
Abandonar-ma! repetia ello com des-
denhosa expressSo de physionomia. Que
importa? Acaso tenho precisa) delle 1
Oh: se Camaleao disse a verdade, se
Camaleao se sahir bem I para nos os the-
souros de Van Helmont, para nos a fortu-
na dos d'Aumont, finalmente, para nos to-
das as riquez s escondidas as grutas! a
nos a liberade, a alegra, a vida sompre
bella e sempre risonha !
Daz minutos depois, Van Helmont esta
va s, Catharina acabava de deixar o sa-
lao.
O sabio, pallido, angustiado, corpo va-
cillante, pareca ferido por um raio...
Infamias sobre infamias! exclamou
elle. Labyrinto de crimes e ignominias !
Oh 1 eneontrarai a chave deste ddalo de
horrores Porm ellas... ella3 !... Dia-
na I. Ald.li !... Perdidas, disse esta
mulher, perdidas Ah !... o perigo est
em toda a parta e vem igualmente de te-
lados I E' necessario salval-a !
salvar todas 1
dos
sim
os
ETBETAT
tres
que
La
im-
estes
um s
N'este santo tempo em que tudo velo
cidado, em que qualquer creatura humana
pode alraocar n'uraa trra, ir lanchar a ou-
tra, jantar n'outra, oear n'uma quarta e
ir pemoitar ainda a outra podendo at,
dentro em poueos annos, percorrer o glo-
bo todo em um mez (I...) poucos dos nos-
sos leitoras, seco duvida deixarao de co-
nhecer Etretat, essa pittoresca povoaco de
pescadoras escondida no fim do urna ca
lheta da Norraandia, corta la em pleno pe-
nhasco, como un passaro no seuninho sus-
penso na fonda do um rochedo.
Ainda ha pouos annos, antes que um
pequeo numero de homens de letras ti-
vesse deseobarto este paiz perdido, Etre-
tat s offarecia ao viajante descendo o res-
co valle que comrauaica com a calheta,
um eonjuncto confuso de miseraveis chin-
panas semi occulteB cem a folhagem das
maeieiras.
A apparcucia que tiuha Etretat ha quin
zo annos nao differeneava nada da que
off reaia ha duzentos nnos; s o costu-
me e a linguagam dos habitantes se havia
ligeiramenta modificado. nicamente a
coste mudara de aspecto em consequencia
das destruicies successivas dos penhas-
cos.
Nos reinados de Henrique IV e Napo-
leao III, os penhascos elevavam-se orgu-
lhosamente como ainda hoje se elevam,
direita e esquerda da povoac3o; em. .
1605, ainda a pequea capella dedicada a
Nossa Senhora do Bom Soccoro, nao este-
va edificada direita.
Hoje, quando se trepa o penhasco pas
sando por detraz da casa de banbos, quan
do se faz urna piedosa estacao na capella
e qae se segu o atalho deixando os cu-
mec das mantanhaa e voltando as costas a
Etretat, nota-se, a distancia de alguna pas-
aos, um plano inclinado, espacie de pa-
nalto, indo dar at ao mar, pelo lado es-
querdo.
> a extremidade desse planalto, no lugar
em que o pesnhasco se submerge a pique
no cceano, ainda se encontra una especie
de pequea alfandega composte de um mi-
sera vel casebro e umamguarita de pedra.
A' direita dessa guarita principiava urna
escada, so podemos designar com esta nome
a es aecio de cavidade feita no penhasco
dando para outro posto igualmente guar-
dado.
Ali, frgil escada cavada no lado do pe-
nhasco e enroscndose como urna serpen-
t', conduz o viajante ao mar. E' necessa-
rio ter os ps firmej e o cerebro pouco a-
feita s vertigens, para descer por este ca-
minho do diabo, que direita, nao ofFerece
outro ponto do apoio alm do penhasco nu
e pedregoso o esquerJ assusta o via-
jante pela viste de urna altura mais que
respeitavel, contendo no fundo urna grande
quantidade da pedras sobre as quaes se
faria infallivelmente em peiagos qualquer
corpo.
No fundo da escada via-sa urna pequea
calheta que a mar baixa deixava secca,
mas que o alto mar bata com as suas va-
gas furiosas; direita urna gruta quo era
cortada em duas pela descahida do penhas-
co, avancando antigamento mais, descahida
que dcixan lo a co descoberto esta meta-
de da gruta, formava ao mesmo tempo a
calheta em questao.
Ao lado deste vestigio do exoavaclo
subterrnea, abria-se urna galera feita no
mesmo penhasco, galeria rauito baixa, es-
cura, qua pouco attrahia o olhar, cuja se-
gunda abertura dava para outra pequea
calheta d'ondo se ve Etretat.
Tal em nossos dias o aspecio e a con-
formayao u'osta parte das costas da Nor-
mandia.
Agora, se o leitor quer fnzer urna idea
clara do que era a costa de Etretat, na poca
a que o conduzimos a este lugir, imagine
as duas calhetas do que acabamos da fal-
lar, caminhando para o penhasco a alguns
centos da passos no mar. N) era possivel
descer para ello senao com ajuda de cor-
das ou de escada3.
Tanto na baixamar como n% preamar,
as vagas quabravam-se no rochedo. Tras
picos elevando-se do centro das ondas e
teado S3in duvida feito parta^n'outro tein-
FOLHETIM
A FILHn BO oIlMIIlO
POR
;.:: ss:sh337
( Continua^o do n. i2 )
II
Saint-Briac fez esperar a sua resposta, e
licou com os ollio-s tit03 em um cavalheiro
que tinha-se apeado de um coup muito ele-
gante e falla com um hornera mal ves-
tido.
Ento ? toraou Mlveme, sacudindo
o brao do amigo.
Estou olhando para o personagem
que te citei ha pouco como sendo o re do
baccarat, o marquez de Pancrobo: quan-
do se falla no mo. .. sabes o proverbio.
Com effeito, parece-me que o estou
conhejendo. Est conversando com um in-
dividuo que dep5a um pouco a favor desse
nobra marquez. Agora nao me admira que
o consideres suspeito. Que ple elle ter
que dizer a um hornera que usa chapeo
raolle ? Ah I J est acabada a conferen-
cia ? Eil-o que entra de novo no seu car-
ro.
Podes ficar certo de que elle vai para
c club, e l chegars antes de nos.
Vamos encontral o l. Esse perso-
nagem est me enredando, mandarei tirar
informales a seu respeito. Nao se juiz
de nstruccao para nada, meu caro.
Nao digo que facas mal. Voltemos e
descamon at praca da Concordia. O
club fica a dous passos, e eu estimarei en-
trar l, quando nao seja senao para verifi-
car que nao se falla na minha depteravel
aventura.
Como poderiam saber ? Pensas que
magistrados nSo podem guardar um segre-
do?
0 magistrados sao homens, e quan-
do sao casadoa.. Tu nao contaste as mi-
shas desgracas Sra. de Mlveme ?
po do penhasco, tras picos, se elevavam
om frento da massa de pederneira. Es-
tes picos, batidos constantemente pelas va-
gas neste ponto da costa, impediam a toda
a qualidade de embareacao o costear o
peqbaco sem se expor a um perigo quasi
certo.
Assim os barcos da pesca tiaham muito
cuidado em fugir dosse3 cachopos prfidos,
pois era impossivel qualquer soccorro: o
penhasco era muito alto e Etretat muito
lone ; pois quando mesmo tentassem as-
proximar-se, a resaca era muito violenta e
rauits enargica para o permittir. A em-
barcado voltar-se-hia, quebrarse-hia, sem
a menor sorte de salva^o.
Em 1603, este parte das costas j nao
era frequentada, e pescadores e marinhei-
ros ignoravam competamento a existencia
das grutas cavadas na montanha.
A noite que se seguiu ao dia ora qua
conduzimos os nossos condescendentes e
estiinaveis leitorea a Feamp, para assisti-
rem aos aJontecimento3 que descrevemos,
o cu esteva escuro, carregado do amea5as
e o vento soprando com aasustador impe-
tuosidide. Approximava-se & equinoxio
do invern e as tempestades sao frequentes
n esta poca do anno.
O mar desfazia-ae com asaltadora fu-
ria sobra os penhascos, lavando a muralha
e lanfando flores de espuma at sobre os pi-
cos ainda firmes.
Trevas espessas reinavam no elemento
liquido e na trra. era um nico fogo
brilhava na costa, nenhura fogo havia ao
largo. Por felicidade inaudita, todos os
barcos de pasca tinham entrado no porto
antes, que a tempestado chegaase, e ne-
nhura sinistro se revela no mar.
O vento, soprando cora violencia Ytftia
o cuma dos penhascos, abysraava'se na
encoste e fazia pul. r as vagas qua se ar-
rojavam urnas aps outras cora espantosa
raiva.
Sobre a parte do nehedo destruido de-
pois pelo desmoronamento e que avaociva
para o Ocano, raama que era frente dos
tres cachopo3 da que fallamos, ura hornera
se agarra va com as raaos a ura pedazo da
roche lo que abrajava para nao ser leva-
do pelo vento, parecendo interrogar o ho-
risonte na direegao de Feamp, com
profunda attancSo.
Lutando s contri a colera do co, esse
homem pareca alheio ao perigo qua o
ameacava de todas as partes, o naia indi-
cava o menor sentiraento de temor nem
intencao de deixar este perigo posto.
Seu olhar fixo esforcava-se em vaopara
atravessar as trevas. D^ reponte um re-
lmpago allumiou a trra. Ainda que este
ciarlo s durasso alguns segundo3, foi suf-
ficinte para deixar ver o terrano todo.
O viga endreitou o corpo para melhor
ver... O co tornou-sa negro e ura for-
raiiavel trovao succedeu quelle clario.
Ninguem murmurou o homem. De-
cididamente nao vir.lo esta noite. De mais
era necessario tar o diabo no corp para
qualquer se raetter a caminho cora sarao
limito tempo.
Vamos I... o que tenho meluor & fa
z'r, entrar. .. Trata-sa agora da descer
sera riseo. >
Aquello que acabava de formular a raeia
voz estas pruiente* raflexSis, daixou o
lugar qua oceupava, e ciraejiu h dea ser
da bruco3 a extre.n". 11 i s do panhasco.
Oh 'gado borda do precipicio, esten-
deu a raao como quera procurava algura
objacto. Effictivament), eaeontran urna
corda grossa atada a uraa grande argola
de forro prc3a no rochedo. O resto della
penda longe do pico do penhasco, a ex
tromidade inferior devia mergulhar-se as
vagas.
O hornera agarrou a corda cora ambis
as raaos, puxou a prudentemente para se
assegurar que estava soliia o qua nenhura
obstculo poderia occasionar qualquer ac-
cidente. Depois agitou a extre nidada flue
tuanto qua obedeca ao impulso sera oppor
a menor resistencia.
Carto da que o seu raaio de desaida nao
lheofferecia nenhuraa ra probabilidaie, o
homem av.incou, seraprede bru90s. Depres-
sa 03 ps passaram o va:uo, depois as per-
as, e, sustonlo-sa cora uraa destreza que
eseor-
vencido finalmenti qua era illusao, conti-
nuou a descer.
Chegade altura do quarto da segunda
metade do penhasco, alcaagou urna tenia,
aberta de lado, e por consequencia nao se
podia aperceber a abertura do alto mar.
Agarrando-se com urna das raaos a essa
fenda, obrigou a corda a approximar-se, e,
salteudo para cima d'una pequea plata-
forma faztndo a bisa da abertura era ques-
tao, encontrou-33 sobro urna espacie de
quena gruta gruta da largura da quatrs
ps e da altura de seis pouao mais o me-
nos.
Pareca quo o descenhecdo tinha che
gado ao fira da sua perigosa viagera, por-
que largou a corda sem se preoacupar, e
deu um Buspiro de satisfcelo, batendo com
os p3 ni chao, na evidente intenjao de
activar a circulacao um momento parada.
Ola !... gritou uraa voz ruda, e ou
vio se ura tiro.
Oh responieu o desconhecido. Ca-
beca-de-Lobo I nao atiros 1
Ah I i tu, Flor-de-Micieira? diaae
a voz.
Em pessoa.
Entilo avanca.
Flor-de-Macioira deu alguns
guindo o ngulo
pasaos, sa-
que descrevii a abertura
interior, achou-se n'uma galeria escura,
francaraonta esclarecida por urna lampada
preta muralba.
E no mar ?
Tanbem nada.
E' singular, disso Cabeja-de-Lobo
paracendo reflectr, depois accrescentou:
enganar-me-hia.
Enganares-te I... como perguntou
Flor-ae-Macieira.
Sim, pareceu me ver urna barca.
No mar ?
Sim.
Com esse terapo daranado ?
Sira.
Ao largo, antao ?
NSo, ao p do roahedo.
Ha muit) tempo ?
Alguna segundos antes jua desaes-
ses.
Mas... disse Flor-de-Macieira re-
flactndo tambam, ests certo d'isso?
Nao, pareceu-mo ver; mas por esta
noite do diabo na la r-e podo distinguir com
certeza. Talvez rao enganasse. Dapois,
tu nada viste, e depois, como suppv que
uraa barca chegasse at aqui sera ser esmi-
galhada dez vezas por este mar furioso,
quando com o terapo bonancoso canoa al-
guma so approximava tanto. Decidida-
menta engauei me. Vai tratar dos teus
afazeres.
Flor-de-Macieira nao se mechen.
E' singular 1 disso ello a seu turno.
Que? perguntou Cabaca-de-Libo.
E' que na occaslo era que eu descia
Ura hornera estava de dc a ntrate des- *, >___
o. vx jio o. <.uua u. m'.ffuei ver uraa barca ai pe do penhasco,
sa galena ; era elle quo responder; ao : Ja I,arl,(,i
singular norac de Cabeya-da-Libj. Este
hornera, armado at aos dentes, pareca es-
tar de tentinella.
Corpo do diabo! exclamou ello es-
tandendo a mao para Flor-de-Macieira, sa
bes qua oscapasta de levar urna baila na
cabeca! Como, diabo, entras na gala-
ra sera dar a palavra da ordera.
Quo queres? Esta tempestada ator- __
doou-ma : acroiitei dez vezes, ao des ser,
que seria levado palo veuto ou qua a cor- Lob ^^ fos3(j ^^
da sa rosse quebrar de encontr ao penias-
eo. Aaliei-rae feliz por sontir-me chegado
a bom porto | esqueai a palavra da pissa.
A3 palavras do cap tao sao explcitas:
quando nao se ouca o passa, ura tiro, e fal-
tara ao meu de ver nilo atirado.
Fizeste bem, Cabeca-de-Lobo, pois
seria um amigo de manos.
e pareceu-me ver uraa sombra no alto de
que nilo pude distinguir a lrma.
Uraa sombra? sera duvida era o ca-
piteo?
Estar aqui dentro em pouco, se fr
elle.
Camaleao, Ricardo, Bernardo, ou al-
gura dos nossos ?
Dar o signal sa quizer descer.
Entilo ?...
Eotao, que, como tu, Cabeja-de
Cabega-de-Labo balbuciou duas ou tres
que o seu interlocutor nilo p
indicava grande pratica, deixou so
regar.
A corda era cheia de grandes nos quo
faciltavam o moviraeato.
Entretanto, a situado do paraonagara
era re al monte espantosa. Suspenso a mais
da duzentos p3 no ar, nilo tendo par pon-
to da apoio inais do que a corda, balou-
cada pelo vento, obrigado a evitar a cada
instante um choque mortal contra os pene-
dos, cegando so aos relmpagos, atordoado
pelo murmurio do trovao por ciraa da sua
cabeca e do mar a seus ps, este horaem
continuava o seu caminho aero som pare
cer rauito inquieto peios parigjs assusta-
dores e eminentes que o ceraavam.
Era pouco terapo chegou a o centro do
penhasco. No mesrao instante julgou ouvir
urna bulha alm da causada pela tempes-
tade, resor por cima delle... Um novo e
rpido relmpago illuminou o rochedo; pa-
receu lhe ver uraa forma humana desenliar-
se no peuhasco. .. Parou, olhou, escutou
... mas nada ouvio do que o vento so-
prando e o mugir das ondas ; e a escuri-
do tornando-se ainda mais impenetravel
impedia o de distinguir causa alguma.
Esperou durante alguns sogundos, nao
subindo, mas tambam nao deseando. Con-
palavras
ouvir.
E o chefe ? perguntou elle.
.Nao o vi. >
E Camaleao ?
Tambem nao.
Ninguem 1
Qua! nenhuraas noticias ?
Nenhumas.
Corpo do Diabo o que quera3 dizer?
Nao teria a bom xito ?
So o nilo tivessem, sa elle fossa en-
tercado, alguem certainente no3 viria pre-
venir, e, repito, que nao vi ninguem.
Mas elle disse que vira...
Nao contava cora a tempestado.
A tempestado! exelamou Cabecvda-
Lobo. Isto nao raais que miseria para
La Chssnaye ? Sa nao volcou, qua al-
gura grave aeontecimento o reteva. Quara
sabe se osgiraatea avangaram ? Qua dir
o me8tre ?
O mestre?... repetio Flor-de-M i-
ciera tremendo. Elle espera ?
Sim, e previno te, mesmo, para pre-
caucSo da pella e dos ossos, a res san da-
mora para junto d'ella. Nao terno, o
tal velhote !
. Eu vou I respondeu Flor-de-Macieira,
o deixando o seu companheiro, entranhou-
ge na galeria.
Mas ainda nao tinha dado tres passos
para a fronte quando Cabega-de-Lobo o
chamou.
E' provavel, dissa o companheiro de
Flor ca Macieira. Esperando vou conti-
nuar a vigiar. M>,3 vai ao encontr do
mestre.
Flor-de-Macieira fez ura signal affirmati-
: vo e afastou-so rpidamente.
A galeria era qua elle entrara, estreitan-
Idose, pareca p.natrar directamente no in-
j tenor do penhasco.
Este galeria era prodigiosamente incli-
nada.
Flor-de-Macieira percorreu a rpidamen-
te e alcancou urna abertura oceupando a
extremidade. Este abertura era tao estrei-
ta que qualquer homem gordo teria da pas-
sar de lado.
Flor do Macieira impertigou se para a
passar.
XI
AS GRUTAS
Quando Flor de Macieira franquaou esta
passagera dififieil, achou-se n'uma grande
gruta collocada de cima para baixo da ga-
lera a communiaando cora ella por urna
escada de doza degros. Urna cpula na-
tural d'uma elevacjlo prodigiosa formava o
teato.
O solo cora certeza era construido por
cima do mar, porque se enviam as vagas
bater com furor n'uraa das paredes da
gruta.
Uraa espacia de orvalho humedecia a
areia qua Flor-de-Macieira pisava, e urna
ligeira bulha reinava na gruta que tres
toehas esclareciam collocada3 em tres fon-
das do rochedo. Este orvalho, esta bulha,
provinham da espuma das vagas que pe-v
netrava no interior por tre3 orden3 do pa-
quenos buracos qae a gruta tinha.
Tres galeras de madeira sobrapunham-
se na altura dessas tras ordens de bura-
cos. Era realmente um hbil meio de de-
do ro
Eu estou n'uma posicao excepcional.
Tu vives na nossa intimidade, e eu estou
absolutamente eerto da discrigao de Odet-
ta. Mas podes ficar certo de que no club
nao se sabe nada.
Sabem, pelo menos, que ests en-
carregado da nstruc$ao. O teu nome es-
t irapresso na Frunce, jornal da tarde, que
acabo de lar e que falla do crme das tor-
res de Notre-Dame.
Pois bem, so alguem lembrar se de
interrogar-me, eu respanderai de modo que
Iho ha de tirar a vontade de continuar.
Vamos passar urna hora na sala do jogo,
porque nao posso voltar tarde para casa.
Minha mulher est incommodada, o eu nao
quero deitai-rae sem ir saber como elle
e*8t. *
Asoim conversando, caraiuhiram depres--
sa e chegaram logo ao club, que oceupa
um dos cantos da praca da Concordia. O
homem mal vestido que tinham visto, des-
appareceu na escuridao, e nao lhes occorreu
a idea de seguil-o, comquanto as suas rela-
jSes com o cavalheiro hespanhol pareces
sera suspeitas.
Snbiram, depois de so terem desembaraja-
do dos seua sobretu los, e primeira figu-
ra qua lhes apparecen quando entraram no
salao foi a da Sr. Pancorbo. Estava j
muito rodeado e elle perora va na meio de
um ajuntemento de ouvintes >compla8cen-
tes. Fallava francez milito puro e sem o
mais leve soteque estrangeiro.
Marquez, disse um dos circurastan-
tes, as historias que est nos contando sao
muito interessantes, mas perdemos ura tera-
po precioso. O altar est preparado e es-
tilo sua espera na sala verde.
Vao, meus senhores, eu j l vou,
respondeu, cortezmente, o hidalgo, desam-
baragando-se do circulo que o rodeava.
Os jogadores entraram era massa para a
sala consagrad ao baccarat, e Mlveme
deixou-se arrastar pela onda.
Saint Briac, que tinha ficado um pouco
atlas, ia tomar o mesmo caminho. quando,
com grande sarpreza sua, vio o*marquez
dirigir se a elle com ura sorriso nos labios.
Esperou, e o Sr. de Pancorbo disse-lhe :
- O senhor nao fae idea quanto estimo
tornar a vel-o aqui.
Essa entrada em materia le vou ao cu-
mulo o espanto de Saint-Briac, que res-
pondeu framente :
Entao, por que ? Venho ao club to-
dos os das, como o senhor tambem vem.
O senhor hontem nao veio, e nio es-
porei que viesse hoje, tornou o marquez.
sempre sarrindo.
Eu igoorava quo lhe inspirava tanto
interesse, e nao posso tomar a serio o pra-
zer que revela por verme. Conhecemo-
nos muito pouco, e o senhor preoecupa-se
com a minha ausencia, como se cu fosse
seu amigo Deve ter um fim em fallar-rae
como faz, e eu desejaria saber at onde
quer ir.
__ O senhor ragana-so completamente
quanto s minhas intencoas, e muito na
tural que eu me alegre por eneontral-o
aqui, depois do que lhe succedeu hontem.
Que quer dizer ? perguntou com vi-
vacidade o capitulo.
__ Pensei que me tivesse coraprehendi-
do, porque suppunha que me houvesse vis
to hontem na occasiao era que atravessou
o adro de Notre-Dame com grande acom
panhamento. Eu tinha ido ver a igreja, e
sahia quando, com profunda estupefaegao,
eu o vi. O senhor era escoltado por dous
policiaes, que' o levaram ao Hotel Dieu.
Coraprehenio que o senhor nao me tivesse
visto. Eu esteva confundido na chusma, e
o senhor nao se lerabrava de mira nessa
occasiao.
Saint-Briac nilo pode deixar de empalli-
decer otivindo essa declarago muito ines
perada. A emoc^o, porra, cedeu logo o
lugar colera, colera tanto mais violenta,
quanto elle via-se obrigado a conter-se.
Jorque a scena passava-se em ura lugar on-
j havia tudo a raceiar da um escndalo.
Senhor, disse elle em voz alterada,
com effeito, hontem fui preso, por engao.
Tomaram-raa por um acelerado que assas-
s n iu uraa mulher atirando-a do alto de
u na das torres. Para que me soltassem
bastou xjar-ma a conhecer, mas havia de
des igradar-rae soberanamente que se espa-
lliass) ess ventura ridicula, e se ella vier
a ser conhecida, ao senhor quo responsa-
bilisarei por 3sd\ Fique sabando 1
Eu podia of&nder me com o tom que
o senhor marquez ettpsega para commigo,
respondeu blandamente o marquez. Mas
oomprehendo a sua irjtacao e rae contan-
tarei com observar quXse cu quizasse es-
palhar a noticia da prisaS momentnea, nilo
teria esperado que o senlwr f jsse posta em
berdade. Hontei passeiV* noite aqui e
nilo disse palabra do que v\ durante o dia.
Sa lhe quiz fallar a respeito\ foi por pare
cer-rae leal nao deixal-o ign
so reelou-rae um segredo d
sarei. Creio que proced co
e me doloroso ouvir da su
I dissa elle, nao viste nada era fesa, porque abrigada por deSraz
t ravas? i chedo, poda-so estabelecer urna aicabusa-
^Fbr de Macieira parou o voltou pelo da contra qualquer qua tentasse escalar o
mesmo caminho. >*> Pel 'ado d\au' 0U "
- Nada, respoudeu. S vi os relam-, aventurarse sobre as ilhargas^ escarpadas
pagos e s ouvi o rebombar do trovao. descendo pelo curae.
(Continua).
fas, quando devia esperar um agradeci-
mento. Accresoento que isso emnada mo-
difica as minhas i .tencSes e que o senhor
podo contar com a micha discrco. Agora
nada mais tenho a dizer-lhe ; e Acaremos
nisto se quizer.
As palavras do Sr. de Pancorbo eram
tao claras, o seu tora tao firme, o seu ar
t2o franco, que o capitao perguntou a si
mesmo se nSo seria melhor ter por amigo
essa testeraunha inesperada da sua deplo
ravel desventura.
Senhor, disse-lhe elle em tora rauito
menos aggressivo, a sua lioguagem tal
que faz-me lamentar ter sido precipitado.
Nao tenho que corar pelo que ms succe-
deu, mas nem por isso estimara menos que
o senhor guardasse para si aqullo que s
o"senhor vio, porque eu recusei dizer o
meu nome aos agentes subalternos que me
levaram priso. Felizmente o juiz de
nstruccao parante o qual comparec meu
amigo, ha vinte annos.
Esse amigo o Sr. de Mlveme,
que entrou no club com o senhor, disse o
marquez.^
O sonhor o conhece ? exclamou o
capitao.
__Vi-o algumas vezas aqui, comquanto
ella venha raramente; mas ainda nao lhe
fui apresontado, rauito a meu pezar. Nao
me admira qua elle o tivesse soltado bofe.
Esse dialogo foi interrouipJo por Hugo
de Mlveme, que entrou na sala chaman-
do :
Jacques, vem Ha dez minutos qua
te psparo. O jogo vai comecar, e se que-
rem jogar, deve andar deprassa.
O sr. do Pancorbo,- que dava as costes
a Hugo, voltou-se e coaiprimentou. Saint-
Briac, apanhado entre dous fagos, nao ima-
ginou nada melhor do qua explicar imme
diatamente a stuacao ao amigo. Convi-
nha-lhe tambem que o juiz de instrucSo a
conhecesso. Seria mais uraa garanta de
que o Haspanhol curapriria a promassa de
calar-3e.
__Meu caro Hugo, disse o capitao, aqu
est o Sr. marquez de Pancorbo, que esta-
va hontem era frente a Notre-Dame quando
os dous policiaes lovaram-ma p ira o Hotel
Dieu. Teve a bondaie de nao dizer a nin-
guem o que vio, mas creio qua estimars
conversar com elle, porque ella saba que
a t{ devo a minha soltura. ,
Som duvida, respondeu o magistr-
que'nao abu- do, sem hesitar.
o cavalheiro,' Elle faz bem da te avisar qi sabia
bocea araea-1 desse negocio.
_ Oh exelamou o marquez, sei muito: chegou ltimamente. O senhor d licenca
ca cou3a. Ouvi dizer na chusma que o \ senhor era acensado de ter atirado do alto i qe PTsf co[fr '
da torre era baixo uraa mulher, qua nao vi. Nao so dou haanca mas peco-lhe que
Isso pareceu-me tao absurdo, que nao du-|> fa5a, responden o Sr de Mlveme. Era-
vdei de qua elle se j ustificassa. quanto este negocio nao for tirado a l.m-
... I__..i.~<: ^,i^-- o i no meu gab'nete
quanto -
O senhor poderia telo ajudado. po, estar! todos os das
_ Dizando qSe o conheca. Lambrei- no Palacio de Just,5a, do meio da s qua-
par que o aoa
me disso, mas occorreu-me que tal vez o
acanhasse era vez de lhe ser til. Era ca-
sos destes eu tenho por principio nada fa-
zer sem reflaatir. Iraaginei, nao sai bem
por que, quo havia nisso uraa mullica, e
que o Sr. da Saint-Briac preferira qua eu
nilo rao iatroraettassa. Nao preciso accres-
centar qua pretenda iutervir raais tarde,
se a prisao tivesse consequencias; agora,
porra, felicitme por ter-ma abstido, por-
que o senhor j nao est em causa. O se-
nhor nao tardar a descobrir o a ator desse
crme abomnavej, e, quando o tiver pren-
dido, nao se fallar mais do engao des-
ao-radavel, do qua podia ter t Jo tao funes-
tas consequeucias.
Nao ao fallar mais, ainda quando
nao so consiga por a mao no verJadeiro
culpado.
Quando acontece justica enganir-se,
ella nao estima que o publico o saiba ; e
eu, que a represento neste oacasiao, lhe fi-
caria obrigado se o senhor guardasse silen
ci quanto ao erro de qu3 o Sr. do Saint-
Briac foi victima.
__ Sarei mudo como un tmulo, respon-
deu o Sr. de Pancorbo. Mas posso per
guntar sa colherara algura indicio qua poasa
por a polica na pista do assassino ?
Por emquanto, nenhum. Suppoa se
que fugio pelo tecto de Notre-Dame. Do-
ram-lhe terapo para isso. O agentes an-
darara muito mal.
Disserara-rae, qua na Morgue, para
onde levaram a mulher ha da ser reconha-
cida.
Eu o espero, mas nao queraria ju-
ral o. Nao encontraram nella nenhura in-
dicio e as joias qua tinha em si nao forana
fabricadas era Franja. Sa, como tudo pa-
rece indicar, essa infeliz urna estrangeira,
recente menta chegada a Par z, muito pro-
vavel que ninguem v reclamar o corpo.
Vou espantal-o, dizando quo fui vl-o
hoje onde est exposto. Pareceu-me, com
effeito, por certas minudencias do seu ves-
tido, quo essa mulher nao Franceza e eu,
que frequento muito a colonia estrangeira,
estou certo de que nunca a eucontrei. Mas
vou indagar na sociadade em que vivle
saberei se urna estrangeira de distiuccao
tro horas.
NIo caquacerei a indicacjlo que teve
a hondada de darme, e se pela manha con-
ae"ur alguma inforraacao, tomarei a liber-
daie de ir sua casa.
Ra Sait-Honor numero 59.
Sei, mostraram-me o sau palaaete c
espero ser brevemente seu visinho, porque
estou tratando de comprar urna casa ra
Elysa. Por eraquanto ainda estou no ho-
tel. Moro no Continental. Se tiver algu-
ma communiea5o a fazer-me, para ahi
que dova dirigil a.
Muito bem, disse o juiz de inarac-
cao. Mas os jogadores devem estar amal-
dioando-rae e eu nao quero abusar da sua
bondade. Aquellos senhores estao impa-
cientando-so.
E' que eu devo-Ibes urna desforra,
disse o marqujz rindo. Ha um mez que
ando da urna felicidade insolente, mas a for-
tuna ha de cansar de proteger-me. No dia
era que ella voltar-rae as coftas eu terei
grande satisfacao, meus senhores, se os vir
entre os vencedores. Tenho o presenti-
mento do qua ser esta noite, e se quize-
rem experimentar...
N3 iremos procural-o dentro em pou-
cos minutos na sala verde, interrompeu
Hugo de Mlveme.
O Sr. de Pancorbo coinprehendcu, cora-
primontou, sera accresceatar palavra, e foi
ter cora os pontos da baccarat que pela
porte entreaberta faziara-lhe signal para
quo deixasse o seu interlocutor e fosse ban-
* Na verdade, sou muito infeliz, dissa
tristemente o capitas, quando ficou s com
o amigo. NSo bastava ser preso, era pre-
ciso que esse.Hespanhal cstivesse l justa-
mente na occasiao ^ara ver-me passar en-
tre dous policiaes.
__Eu tinha vontade de saber o que elle
estava fazendo no adro da igreja, murmu-
rou o Sr. de Mlveme.
Elle diz que ia visitar Notre-Dame.
(Continuar-se-ha.)
Typ- do Diaria ra Duque de Carias a 42.
*>

?

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1
MITIUMl