Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16885


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Full Text

AMO Lili NUMERO 41
PARA A CAPITAL E LCtiABiK ONDE NAO E PAA PORTE
Por tres mexos adiantadoE
Por seis ditos dem......
Por uui auno deni......
Cada numero avulso, do mesmo ca.
6^000
120000
240000
5100
SBBADfl 20 M FE7EREIR0 DE 1886
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados.........
Por nove ditos dem................
Por um anuo dem................
Cada numero avulso, de das aateriores..........
13*500
20.J000
27*000
0100
DIARIO DE PERNAMBCO
Proprtfi>aoe it Jflanofl guctra oe tria ii -ftlhos
TELEGRAMMAS


-

6
SSS7!:3 PAHTIC7LA 80 SIABIQ
RIO DE JANEIRO, 19 do Fevereiro, s
12 horas e 40 minutos da tarde. (Recebi-
do 1 hora e 45 minutos, pela linha ter-
restre).
I'elegramma* aqui recebldo* dt-
>em oslar eleliON, em 1. eacruil-
iiio, deputado cerne por II a t ( o
Croo i
I. dlMtricla. EuaetUo Juh>- Aiiiu-
nea (C):
9." diwiricio. Barao de Diamanli-
o (C).
mw
U LVMk S4VAS
(Especial para o Diario)
LISBOA, 19 de Fevereiro, de manha.
O minisiirio den *ua demlMio col-
lectiva.
Jiil^n <- que o pronresmii e-
rao rlinmailuN ao poder.
LONDRES,
nha.
19 do Fevereiro, de ma
O foverno. ao formular urna de-
claraeao onlcial no Parlamento, an-
nuneiou que proseguir na poltica
externa seguida pelo ministerio Sa-
lisuur. c que brevemente aprenen-
tar um noto projecto referente
Irlanda.
LISBOA, 19 de Fevereiro.
Formou-Me um novo gabinete nob
a presidencia do Sr. Jos Luciano.
que se Incumbi da pauta do Inte-
rior, flcando o *>r. Mariano rom a
da Fnzend*.
scsunilo loformariiL") comida*)
'tima fonte autorizada, a causa
principal da crine ministerial foi a
quesio de Brag m Ciuimare*.
complicada com a ituaco tlnan-
celra.
Agencia iiavas, filial em Peroaiauco,
19 de Fevereiro do 1S86.
INSTRCCIO POPULAR
Geographia geral
Extrahido
DA BIBLIOTUECA DO POVO E DAS .ESCOLAS
(Co7dmua(ao)
AMERICA
BRAZIL
iX):000 kilmetros quadrados.11.000:000
babitaute1 habitante par kilmetro quadrado
__0 Brazil tem por limites : ao norte a Colombia,
Venezuela, a* Guyana e o oo-ano Atlaotico ; a
late o ocano Atlntico ; ao sal 0 Uruguay ; a
oeste o Paraguay, Bolivia, Pere Equador. O
Brasil f..i descoberto em '500 pelo portuguez Pedro
Alvares C.vbral Comectu rpidamente a pros-
perar a uova colonia ; era 1698 descobriram-se as
minas de ouro e em 1730 a de diamante. A
emancipaba) das colonias hespauhola, no primei-
ro quartel deste seculo, desperiou nos brazileiros
a idea de imital-as, e, em 1822, o Brasil declarou-
se independente. O solo rico em ouro, diaman-
tes, topasio?, ferro, prata. platina, cobre, cobalto,
rinco e carvio de pedra. Rica madeiras, variadas
plantas medicinaes. O solo, muito frtil, prodm
principalmente : a canna de asaucar, caf, algo-
do mandioca, inhame, arroz, batata, etc. A crea-
cao dos boia e eavallo faz-se em larga escala na
provincia ao sal. O commercio muito prospero
e activo : a industria progride rpidamente; a
iastruecio publica est muito adiantada. O go-
verno monarchico hereditario constitucional, com
um senado e urna assembla popular. A religio
a eatholica. A divisao r. administrativa do im-
perio em 20 provincias, cada, uini das quae
governada por um presidente e tem ua aasem-
bla provincial. A escravatura foi abolida em
1871.
Capital, Rio de Janeiro. 420:000 habitante., si-
tuada no fundo de urna vasta -e segura baha ;
um dos mais bellos partos do mundo e a cidade
maia importante da America do sul.
Cidades principaes : Babia ou S. Salvador. -
160:000 habitante, segunda cidade do imperio,
magnifico porto : muito coinmercio. Pernambuco
ou Recite. 120:000 habitantes ; terceira cidade
do imperio ; porto muito commerciante, Para ou
Betem, 35:000 habitantes ommercio importante
de exportacao, Maranhio 32:000 habitaiitegna i hi
domesmonome; bem fortificada. Olinda, 8:000 ha
hitantes, ao pe de Pernambuco. Desterro, 6:000 h i
hitantes na ilha de Santa Catharina ; muito frtil.
Parahyba, banhada pelo rio do mesmo nome ; com
mercio de algodao asaucar, gomma e balsamo. Ci-
dade da Prtale, na fox do Cear ; commercio de
algodao e couroa. Porto Alegre, fundada em 1743.
Rio Grande, porto abrigado ; commercio de cou-
ro, carne secca, vela e linho. Santo ; exporta -
ci de assucar, agurdente, cauro, toucinho. Ouro
Prato (antiga Villa Rica) ; commercio com o Rio
de Janeiro ; no arredores cultiva-so o cbi com
bora resultado. Petropoli (ao p do Rio de Janei-
ro) fundada em 1844 ; para onde a corte e a pe-
soai aba otadas vio pasoar o verao. Aracaj, fun
dada em 1855. Ha anda maia de 500:000 ind-
gena aelvagen no imperio; o povos mais nota-
veis d'entre elle sio; os tupis, obre o rio Uru-
guay ; o guanas, no Matto Grosso ; os botocudos,
em Minas Gerae : e os mundracua, no Par.
(Ctma'na)
1.' Os ajuiautes encarregado de cada urna
liellas revezarlo o aervic) entre si, e o incumbi-
dos de urna visita alternara com os da outra.
2. A visita externa comecar a a nascer o sol,
aera suspensa s 10 hora, recomecar s 11 e ter-
minar ao por do sol; e a interna ser fcita s 10
horas da manbi, em pocas norraaes, e s 9 da
manh e s 3 da tarde, quando reinar qualquor
epidemia no porto.
3." A visita extema ser feita aos navios mer-
cante j e aos de guerra ; licando exceptuadas as
lanchas do pesca, os cruzadores c as embareaeoea
que navegarem regularmente entre portos da mes-
ina provincia. A visita interna ser feita gmen-
te aos navios mercante.
1* secgdo
Da visita interna
A't. 103. A bandeira da nacionalidade do na-
vio cada no mistro du proa de urna embarcaca
fondeada no p)rt> sigual de haver doente a
bordo.
Art. 104. Os ajudantes da visita interna percor-
reiio todoa os dias os ancorad, roa, e visitara-i os
navios fuudeados, preerindo os que tiverem sig-
nal de doente a bordo.
Nestas visitas examinario a aguada, os alimen-
tos e quanlo tenba retaceo com a hygiene do na-
vio e das pessoaa que nelle exiatirem. Do tudo
que exigir providencias darlo eonheciroento ira-
me i afmente ao inspector geral para que este de-
termine o que for conveniente.
Art. 105. Se o doente encontrado estivo: ac-
comiiettido de molestia coramum, o ajuJante man
dar removl-o para o hospital de trra em que
devera ser tratados os m ntimos affjcUdos de taea
molestia, ontregando-lhe umi guia datada a as-
signada, na qual se mencionar o ame, idaie,
naturalidada e estalo do doente, assira orno o
nome e a nacionalidade do navio.
Paragrapho nico. Sa o doen'.e ireferir tratar-
se a bordo, ser-lhs-ha concedida a respectiva li-
cengj, casi as condicoas hygieuicas do navio o
permittam ; na hypothese contraria o ajudante
far inmediatamente remover o doente no vapor
da visita.
Art. 106. Se o doente que houver a bordo esti-
ver affeetado de molestia contagiosa, a sua rerao-
co para hospital apropriado ser obrigatoria;
cumprindo ao ajudante da visita interna entregar
lhe guia anloga de que trata o artiga antece-
dente.
Art. 107. No caso de achar-se accommettdo de
molestia pestilencial o doente eucuntrado, ser el-
le inmediatamente removido para o hospital ma -
rimo e transferido o navio em que a molestia se
tiver manifestado para o ancoradouro de vigia de
que trata o art. 155. O ajudante da visita intor-
ca marcar o prazo necessarlo pira esaa transfe-
rencia e mandar proceder rigorosas deainfec-
coes na embarcacao, que ficar detida no referido
ancoradouro durante os dias que forem preciaos
para couaiderar-se extincto o germen da molestia,
tin.loj os quae ser-lhe-ba perraittido voltar ao an-
coradouro em que se achava.
O doente que, segundo diape este artigo, fr
removido para o hospital martimo, ir acompa-
nhado da competente iru'a. nos t.'roioa do art.
105.
Art 108. Quando o periodo de molestia do en-
fermo exigir prescripclo rain-:diat -i, o ajudante da
visita interaa a far e mand ir um enferraeiro
em companhia do doente.
Art. 103. Tanto o ajudante que tiver examina-
do o doente de molestia pestilencial, como o vapor
que o conduzir ao hospital martimo, nao davero
voltar trra, nem o mesmo ajudante entrar em
ontra embarcacao, seno depois de desinfectados.
Art 110. Quando remar qualquer epidemia no
porto, o ajudante da visita interna entrar no i ni
vios chegados na vespera e verificar ee foram
cumpridas as inatruccoes dadas pilo ajudante da
visita externa ao respectivo capito, no acto da
entrada; no caso negativo, determinar que taes
inatruccoes sejam escrupulosamente observadas,
sob pena de multa, dentro de prazo rasoavel, que
marear.
Art. 111. Em pocas de epidemia, em que o nu-
mero de doentes fr muito considefavel, dever,
aob a ndicacao do inspector, pernoitar no vapor o
ajudante de servico, prompto para acudir a qual-
quer chamado de bordo de alguma embarcacao
Sue pedir soccorro, ou para receber os doentes que
orem enviados das embarcacoes. Estes doentes
serio medicados no vapor, e na primeira viagem
transferido para o haepital, se nao fr ooaavel a
sua remoco immediata.
Art 112. Terminada a visita interna, o respec-
tivo ajudante informar-se-ha do occorrido na vi-
sita externa, afim de se proceder na conformida-
de do arta. 123 e 124.
Art. 113. Oa encargos do ajudante Ja visita in-
terna, neate caso, pdenlo ser temporariamente
commettides ao da visita externa, quando o ins-
pector geral assiin entender conveniente ao ser-
vico.
Poder tambem o inspector chamar simultanea
mente a servico os quatro ajudantes, se circura-
stancias extraordinaria exigirem a suspento
temporaria do que se acha disposto no art 102
!
Art. 114. Os navios que se acharem tundeados
no ancoradouro de vigia devero ser visitados dia-
riamente pelo ajudante da visita interna, afim
de examinar se as medidas hygieuicas ordena-
das foram cumpridas o qual o estado sanitario de
bordo.
Art. 115. Se em algum navio ancorado se mani-
festar um caso de molestia, seja ella qual for, o
i:ommandante do navio, se j tiver sido feita a vi
nita sanitaria interna, dever inmediatamente
:bamar medico a bordo, para verificar a qualidade
la molestia.
Art 116. No caso de suapeitar-se que a molea-
:ia de natureza epidmica, devera o comman-
ilante enviar, sera demora, o doente para o hospi-
tal martimo em um escaler do navio, remetiendo
essa occasio a declaiacao, escripia pelo medico
'jne exaoiiooQ o doente, de que a molestia data de
nenos de 24 hora.
Art 117. Se a molestia nao for de nature*.
pestilencial, ser perraittido ao doente tratar-se
i bordo, em alguma casa de saie ou nos hospi-
taes publico, nao podendn, entretanto, ser recebi
do em nenhum deste estabelecimentos sem que o
acompanhe u deelaracao a que se refere o artigo
antecedente, a qual ncate caso substituir a guia
dos ajudantes.
Art 118. Para fiscalisar-se o cumprimento das
'lisposicoes do artigo antecedente, o ajudante da
visi'A interna ter o direito de examinar o doente
reco'.hido a qualquer estabalecimento e verificar
se a mo'esa e ou nao pestilencial.
Io Na p-imeira hypothes irapor ao pro-
prietaro da casa de sade ou administracao do
hospital publico a multa de 200, devendo no caso
le desaccordo de diagnostico, promover urna con-
ferencia gratuita eorn dous medico eacolhidos pelo
pelo mesmo proprietario ou pola referida adminia-
".raco.
| 2.p Nenhuma da medidas deite artigo ser
ixecutada, se o proprietario da casa de saude ou
is administradores do hospital communicarem
nspectoria de saude do porto que receberam de
bordo de algum navio, cujo nome indiorac. um
doente affeetado do molestia pestilencial, ou se
o reme'.terem directamen'.o para o hospital mari-
tmo.
Art. 119. Verificado ter havido mf da parte
do commandante do navio na observancia do art.
117, ou provado que o medico chamado para
dos^navio ancorados! Estas visitas serio feitasj examinar o doente oceultou-o autoridade sauita-
?ARTE OFFICIAL
REQUL kMENTO A QUE SE REFERE O DE-
CRETO N. 9554 DESTA DATA
TTULO III j
Do tervifo sanitario dos portos
CAPITULO I
Da3 attribuicoes dos empregados da inspectora
geral de saude dos partos
Art. 94. Ao inspector geral de saude dos portos
compete :
I. Cumprir e fazer cumprir este regulamento
na parte relativa saude dos portos.
II. Corresponder-se como governo, dando parte
ao Ministerio do Imperio dos factoa importantes
que oceorrerem no Berreo sanitario do mar, quer
na cirte, quer na provincias, e solicitando as
medidas que se tornarem necessariaa.
III. Coi responder-se com as demais autorida-
des sobre'udo que fr concerueute ao mesmo ser-
vido e requistar directamente, seinpre que hou -
ver urgencia, os auxilios que lbe puderem prettar,
communicaudo o immediatamente ao Ministerio do
Imperio.
IV. Fiscalisar o procedmento dos empreados
da inspectora geral de saude dos portos, auver-
tl-os quando faltarom ao seus deveres, suapen
del-os at quinze dias, communicando-o inmedia-
tamente ao ministro do imperio, e, em casos gra-
ves, propr a demisso dos de nomeacao do go-
verno.
V. Rubricar as confas das despezas, a folh-t
dos vencimentos dos empreados da repartidlo e
os pedidos para fornecimeotos.
VI. Assijjnar as cartas de saude.
VII. Exorcer a polica sanitaria do litoral, dos
ancoradouro e dos navios surtos no porto, deter-
minando o que ir preciso para conservar, melho-
rar ou restabelecer as uas condicoes hygieuicas.
VIII. Conceder ou negar licenca em occasioes
de epidemia ou iramineucia deltas, para a atraca
cao de navios docas e trapiches, de accordo com
a inspectora da alfandega e recurso pira o go-
verno, no caso de divergencia.
IX Marcar os ancoradouroa sanitarios, de ac-
cordo com o c; pito do porto.
X. Dirigir o servico das quarentenas.
XI. Superintender nos aervifo do hospital ma.
ritimo e do lazareto.
XII. Expedir, eempre que fr preciso, instruc
coea aos luapectores de saule dos poilos provin
ciaes, de nulo a miuier a: a regularidade e un
formidade no respectivo servico e na pratica das
medidas sanitarias.
XIII. Apresentar no principio de cada auno ao
Ministerio do Ixperio um relatorio dos trabalhos
da reparticao a seu cargo.
XIV. Prestar as informacoea que lhe forem exi-
gidaa pela secretaria le estado.
Art 95. Aoa inspectores de saude doa psrtoi
proviociaes oompete :
I. Corresponder-ae com o preaideute da provin
ca e cem o inapector geral doa porto, communi-
caudo as oceurrencias importautea qua se derem
ne servico de sna reparticao, requiaitando as me-
didas necessariaa e prestando aa informacoes que
lhe forem exigidas.
II. Observar aa inatruecSea que receberem do
inapector geral.
III. Obaervar o di-poato nos nmeros, I, V, VI,
Vn, VIIL IX, X o XI do artigo precedente, em
relacao aos portos que inspeccionaren).
IV. Cumprir nos respactivos portea, aa obrigi-
ces imposta pilo presente ragulumtiuto ao aju-
dantes do inspector geral.
V. Apresentar annualmente ao preaideute da
provincia cao inspector geral, um relatorio do ser-
vico sanitario que Ibes incumbe.
Art. 96. Oa inspectores de saude dos porto pro
vinci .es communicar sehao extraordinariamente
com o inspector geral aempre que houver urgen-
cia ; e sio considerados caso de urgencia :
1* A chegada, a qualquer dos referidos portos,
de urna embarcacao proveniente de parto infeccio
nado, quer por molestia pestilencial, quer por af-
feccjto contagiosa ;
2 A de navio a cujo bordo se tenham dado ca-
ses de qualquer d> indicadas molestias ;
3* A do embarcacoes em m coadicea hy-
gienicas;
4 O apparecimen'.o, em qualquer dos dito i por-
tos, de urna molestia pestilencial ou contagiosa.
Em todos estes caso, o no de igual gravldade,
os inspectores provinciaes telegraphario ao inspec-
tor geral commnnicando o fact e aasignalaudo oa
meios empregados para remover 6u attenuar o
mal.
Art. 97. Ne relatorio de que trata o numero V
do art. 95 e que dever ?r apreaentado ao inspec-
tor geral at o dia 31 de Janeiro de cada anno, os
inspectores de saude dos portos provinciaes con -
sigilarlo :
1 O numero de navios entra los, sahdos e que
ficam fuodeades, o calculo da populacio fluctuante
e a respectiva nosographia ;
2* A ndcacio das principaes condicoe meteo-
rolgicas de cada porto, com de'.erminafio das
medias hebdomadarias e menaaes ;
3 A indicacao das molestias mais frequentea
no porto e na cidade.
Art 98. Aoa ajudantes do inspector geral de
saude dos portos cumpre :
L Visitar diariamente as embarcacoes que en-
traren).
II. Visitar, com a maior prompiidao as embar-
cacea aortas no porto que fizerem aignal de doen-
te a bordo, e remover oa enfermo pa' a o hoapital
martimo ou para outro hospital.
III. Presidir deiinfeccio dos embarcares en-
tradas, bem como das que estiverem ancoradas no
porto, quando fr piecsa.
IV. A8ignar os conhecimentoa das multas.
V. Cemmuuicar inmediatamente ao inspector
geral as oceurrencias notaven que se derem no
aarvico das visitas.
v I. Substituir o inspector em seus irapedimen -
tos.
Art. 99. Ao secretario compete faxer todo o ex
pediente e a escripturacao, e ter a seu cargo o
o archivo da inspectora geral.
Art 101. 0 outro eropregadoa da inspectora
geral cumprirao a ordena que reieberem de eus
superiores, relativas ao servico de saude dos por-
to.
Art. 101. Alm da attribuicoes de que tratara
os art. 94 a 98, compete s autoridade san ta-
rn do* porto* :
I. Examinar a condicoes hygieuicas dos na-
vio fondeado, aconaelhando a medidas conve-
nientes sade dos tripolantea.
II. Examinar, no navio, o genero aliraenti-
cioa, mandando inutilisar os que se acharem es
tragados e remover o que poderem, ficando a bor-
do, alterar se fcilmente.
III. Prohibir, sempre que ior conveniente e
m 'diante autoriaacao do Ministerio do Imperio ou
do presidento da provincia, a venda de gneros
comeativeia e bebidas pelo quitandeiros marti-
mos ; communicaudo a proh bico capitana do
porto, para tornal-a effcctiva.
IV. Exercer activa vigilancia sobre o aaseio do
litoral, doca de mercados martimos, inspeccio-
nando o cumprimento da postura e' propondo s
cmaras municipaes as que iorem precisas.
V. Representar autoridades competente con-
tra as construeces que poderem prejudiear aa
condicoes bygienicas do littoral.
^ /8 CAPITULO 11
Das visita sanitaria ao navio
Art 102. Haver doa visita sanitarias: a ex
terna, oa do navios que entraren), e a itern|a, ou
ados. Esta visitas serio fetaa,
pelo ajudante do xwpector geral, no porto do
Ro de Janeiro, o pelo ixupectore de ssude no
demais portos.
ra, aob um diagnostico falso, ser imposta tanto
ao commandante como ao medico a multa do arti-
go antecedente deste regulamento.
Seccao 2.'
Da visita externa
Art 120. Logo que um navio ancorar, ou mes-
mo sob a vela, para elle se dirigir o ajudante da
visita externa que estiver do servicoi; e da
embarcaciri^m que se achar exigir as informa-
cues seguintes :
O nome do navio e sua lotac^lo ? D'onde vem ?
Quantos dias traa de viagem ? Traz carta de
saude ? Qual o ctalo de saude a bordo no dia
da partida, e qu*l o actual ? Houve m jlestia a
bordo durante a viagem, c de 3U0 natureza ?
Morreu alguem durante a viagem, e de que mo-
lestia ? Tem algum doeutea bordo, e de que m)-
lestia ? Cbegou com as mearais pessoaa com que
parti ? O navio vem com destino eate port) ?
Fez escala a este porto, e em que data ? Com
municou com alguma embarcacao oupirto? Que
carga traz ? Roeebeu algum objeeto duraute a
viagem ? Como se chara 1 o informante o qual a
sua qualidade ?
Poder exigir anda qua'aqner outras inforua-
das listas doa tripolantes e passageiros, o outios
documentos que julgue neceaaarioa para conheci-
ment de verdadero estado sanitario de bord).
Art. 121. Sa as ioforinaces obtiJas :'jrera sa-
tiafatorias, o ajudante entrar no navio ; procur 1
r verificar a exactJio das roapostaa que lhe tive-
re.n sido dadas ; examinar oa comoartimeatea
de bordo ; aconselhar as precaugoes indiapmsa
vcia, e laucar na carta de aaude, He tor lirapa,
oviato preciao pira que a embarcacsSo Uan
hvre pratica.
T raiinade a vaita, o ajudaute entregar o cor
tifiesdo desta ao commandante,- preveuindo-o de
que sem a apreaentaclo deaae documento nao se
lQe dar carta de aale para sahida, o faxendo-o
aaaignar o talio doa certificados.
Art 122. Se as informacoes nao forem aatiafa-
ctorias, se houver auapeita de raoleatia pestilen-
cial a b.rdo, se o navio ni) trouxer carta de sau-
de ou ae a trouxer su/a doa portoa do imperio em
que tiver tocad do porto do eatrangeira maia
prximo cu do de .sua procedencia, o ajudante na >
subir a l ordo e orden ir que o navio suba para
o ancoradouro e ico a banldira amirella ; o que
communicar inmediatamente ao ajudante da vi-
sita nterlia, dando tambem sem demora parte do
occorrido ao inspector do suilo do p>rto.
Art 1*3. O ajudante da visita uterna, reee-
bendo a communicaclo de que trata o artigo ante-
cedente, dirigir-ae-ha ao navio e proceder a ri
goroso exame de bordo, na s^guiute ordem :
1." Exigir o livro do viagem e vorificar ae
houve algum caso do moleatia a bordo, de que ni-
tureza e qual a sua terminacho ;
2." Reclamar o rol da equipagem c a lista dos
passageiros e far a respectiva chamada, afim de
certificar ae da presenca, a bordo, de todia as
p*aaoas ud:cadaa no rol e na lista ;
3. Examinar o livro da botici de b)rdo, so o
:iver :
4. Examinar toloa os compartimentos da em-
barcacao verificando o seu estado de limpeza ou
aaseio ;
5. Far aos tripolantes ou passageiros oa inter-
rogatorios que julgar convenientes, do modo a
apurar a vardade.
Se de todas as investigase;a resultar a certeza
de que o navio nao teve durante a viagem caso
algum de molestia pestilencial nem che^ou com
doentes, o ajudante lanoar ovistona carta de
sau le e dar livre pratica embarcacao, iudi-
cando as beneficiaeoes que devem ser realisaiaa,
ae dellas o navio necesaitar, e que aero sujeitaa
verificaco de que trata o art. 114.
Se o navio nao tiver trazido carta de sade, o
ajudante irapor a multa do art 127 de^te regula-
mento.
Art. 124. Se do exame da embireacao resultar
o conhecmento de que ella ae acia infeccionada,
o ajudante intimar a quarentena e aeguir ae-ha o
disposto no capitulo 4.
Art. 126, Oa actos definidos noa paragraphoa
aeguintea serio punidoa com aa penas nellea esta-
blecidas :
1. Faltar verdade o commaniante do navio
as informacoea que, por eecasio da entrada des-
te, preatar relativamente s oceurrencias sani-
tarias do borda durante a viagem: multa de 200/.
8 2." Sonegar doentes de qualquer moleatia a
bordo, quer durante a visita externa, quer estando
o navio ancorado: multa de 1001; se a moleatia
tor pestilencial, a multa ser do dobro.
3. Nao cumprir as medida de deainfeccao
do navio ordenadas pela autoridade sanitaria, den
tro do praao que ella marcar: multa de 1004 e do
dobro na reincideneias.
4.* Permitir que entren) ou saiam de bordo
de navio, que estiver interdicto, pessoas nao per-
tencentea ao aervico sanitario : multa de 200/000,
repetida cada vez que ae der o facto.
5." Mudar de ancoradouro, aem previa licenca
da autoridade sanitaria, o navio que estiver inter-
dicto : multa de 200/000.
6* Eflfectu r, sem previa licenca da autori-
dade sanitaria, qualquer trabalho de descarga ou
carregamdftto, estando o navio detido: multa de
200, repetida cada dia em que se fizer igual tra-
balho.
CAPITULO III
D* carta de saJe
Art 126. S5o obrigados a aproseutar carta de
aale, por occasio da entrada em porto brasileiro :
1. Oa nav03 precedentes de qualquer porto es-
trangsiro.
2. Oa que vierem de porto3 braxileiroa onde
houver inspectora de sade.
Paragrapho nico, Ficam dispensados da exhi-
bicio de carta de oa le 09 navios que viajarera
regularmente entre portoa da meama provinea, oa
vaaos de guerra eatrangeroa estacionados em por-
tos brazileiros que fizerem excursoes a localidades
do Imperio; as lanchas de pesca, bem como as era-
barcacTiea que entrarem por arribada forcada.
Art. 127. Todo navio viudo do estrangeiro que
entrar em porto brazileiro dever exhibir os se-
guiut-'.i d'eumentos sanitarios:
I. Carta de aale do porto de procedencia vi-
sada pelo conaul brazileiro no mesra) porto, ou, na
falta deste, por cnsul da naci que estoja em re-
lacio de amisade com o Brazil.
II. Cartaa de 8ade passadaa pelo cnsul bra
zileiro de cada um dos portos era que tocar por
eacala.
III. Cartas de alecoa portoa brazileiro era
que tiver mirado.
A inobservancia do disposto deste artigo aujei'a
o commaniante do navio multa de 200/000.
Art 128. O documento sanitario de que trata o
numero I do artista antecedeute ser visado pelas
autoridades sanitarias do porto naconae em
que o navio eutrar, ficando elle pertencendo ao
commandante da embarcacao, que o entregar no
porto de destuo.
Art. 129. As carta de sade sio classificadas
emlimpaa e sujos; coaprehendendo-se na pri-
meira claase a que consignan) ausencia comp'eta
de molestia pestilencial no porto de procedencia
ou de escala; e, sendo consideradas sajas aquellas
em que sio annotadoa caaoa de on'cstia pestilen-
cial.
Art 130. Nenhuma carta de saie ser valida,
ao tiver sido paaaada mais de 48 horas antea da
da partida do navio.
Art. 131. Toda embarcac3alque sabir de porto
brazileiro eom destino a outros portos do Imperio
ou a porte est-anjeiro, e tiver de pedir carta de
saie, di veri apresentar o certificado de que trata
o art. 121 dette regulamento, sem o que ser-lhe-ha
negada a meama carta.
Art. 1S2. Se em qualquer porto nacional reinar
molestia epidmica transmiaaivel, a cartas de
sade s serio validas quando passada dentro das
24 horas anteriores da aahida da embarcaci).
Se a sabida nlo se effectuar no dia em que a carta
d sa lie tiver sido expedida, ser preciso reva-
lidal a, para o que bastar3 vistoda ajudante
da visita externa, no porto do Rio de Janeiro, ou
do inspector de saude noa demais portos do im-
perio.
Art. 133. Nenhuma carta de aaule ooler ser
revalidada maia de urna vez; cumprindo ao com
miniante da embarcado pedir nova carta de
saude, se a primeira tiver, aido passada 48 horas
antes da da sahdi do navio.
Art 131. Fica adoptada o mdelo junto para aa
cartaa de aaule de tolo o Imperio.
0APITULO IV
Das quarentenas
Art. 135. As quarentenas applicaves aoa na-
vioa serio de duas especies:mrentenas deob-
servac&o e quarentenas de rigor.
As primeira serio impostas s embarcacoes
procedentes de portos suapeitoa ou infeccionados e
que duraute a viagem nao tiverem mautestacio
alguma do mdestii pestilencial a bordu nom trou
xerem cargas suaceptiveia ; as segn las serio ap-
plicadaa aos navios que :
I. Tiverem tido durante a viagem easos de mo-
lestia pestilencial.
II. Chegaiera cara doentes de tal molestia.
III. Trouxerem cargas auseeptiveis de guardar
e trana-nittir contagios.
\a quarentenaa de observaco nao impQ-'m c
desembarque da pasaageiroa e cargas noa lazare-
toa, salvo o caso de viagem de duraceo menor quo
opjriodo'da iucubac.il da molestia pestilencial
que se procura evitar ; as quarentenas de rigor
obrgam ao referido desembarque e detencio dos
navios durante o tempo preciso para a sua com-
pleta deainfeccao, salvo o caso de lhea convir se-
guir viagem aem tocar em porto algum do impe-
rio.
Neata hypothese, asearlas de saude que tive-
rem sido visadas noa lazaretoa naeionaea levario
aapoatilii denao desinfectados.
Art 136. Aa quarentenaj de observaco con-
sis'em em ficirem as embarcacoes detida, duran
te o tempo preciso para a desinfeccio do navio,
dos pissageiros e das cargas.
Art. 137. O inspector de saude do porto formu-
lar uatruccoea para o procesao das desinfeccoes
especificando as differentes substincias que serio
empregada* eoscisos em que :aia uma dellas
de ve ser usada.
Art. 138. A quarentena de observaco poder
ser purgarda a borda dos navios detidos. Quan
do, porra, por trazer o navio grande numero de
passageiros, tornar se impossivel a pratica de des
infect-a regulares, far-se-h* a baldeaco do
pasaageiroa e daa cargas, na totalidade ou em par-
te, para outro navio ou para o lazareto.
Abilieacio para outro navio, quan lo oa pro-
prietirioa, consignatario ou capiti) do navio de-
ti io assim resolvere, ou quando no lazareto nio
houver lugares diapmivea, nio crear onus espe-
cial para a aiministracio sanitaria, devenio to-
das as despezas correr por conti da smbircar;ao
qnarentenada.
A referida baldeacio se far para o lazareto so-
meute quando neste eatabelecimeuto houver luga-
rea d8ponveis, en .-ecces completamente sepa-
radas aquellas em que Cativerem passageiros <-
cargas de navios submettidoa a quarentena de ri-
Art. 139. Se, por falta do navio onie sejam re-
colhidoa oa pasaageiroa e cargas daembarcifla
detida em quarentena de obaervacio, ou por falta
do aeccio solada no lazareto, occorrer a comrau
nicacio doa quarentenadoa de observaco com os
de rigor, fiearo os primeiioa equiparados aoa lti-
mos, sob o pouto de vista das adidas sanitarias ;
e, neste casa, o proprietario, consignatario iu ca-
pito do navio em quarentena de observajao fica-
r mmediatamete obrgado s despezas dos pas-
sageiros e cargas no lazareto, ou respansavel por
ellas.
Art. 140. Ao navio que ni) qnizer submetter-
se quarenteaa de obaervacio, ou que nio c^n-
aentir as purificaco -s e medidas rcgulamout irea,
inclusive aa do art 138 deate regulamento, ser
negada a entrada noa porto8 do imperio.
Na meama prohibicao incorrerao aquellos que,
miniatrando por occasio da chegada, informacoes
falsas s autoridades sanitariaa, nao ae aujeitarem
s quarentena de rigor a que forem submettidos.
Art 141. Se o navio, paaaivel de quarentena de
observaco, tiver e&ectuado a sua viagem do por-
to auspeito ou infeccionado em um numero de das
menor que o marcado para a incubacio mxima
da molestia pestilencial, ficar gqueatrada duran-
te 03 dias que faltarem para complemento do tem-
po de incubacio mxima, expirado o qu>l dar so-
ha principio as beneficia coea de que tratam oa ar-
tigo! antecedeutea.
Art 142. Se, emquanto*) navio eativer em qua-
rentena de obaervacio. manifeatar-ae algum caso
de moleatia pestilencial, ser elle aubmettido a
quirentena ile rigor.
Art. 143. As quarentenaa de rigor aero"de pra-
zo ix>; trario com) consequencia o deaembar-
que dos paasag'-iroi e daa eargas nos lazareto,
sua purifieacao e subsequeute livre pratica.
Art. 144. O praso fixopara a quarentena de ri
gor ser aqueile que indicarem a diversas hyp>-
theaea do art. 13o. I quarentena eomecar para
oa pasaageiroa, da occaso da sua entrada no la -
zareto; e para oa tripo!au':ea,_da ujcaaii) era que
terminaren) as desinfeccoes.
Art. 145. Rea'isadas as hypothcaea dos na. 1 <
11 da art. 135, a quarentena applipar-se-ha, com
rigor, ais passageiros e s shas bagagens. ficando
o navio apoz o aesembarque delles. sujeito a des-
infeccoes dos alojaraentos e porea, se nao trouxer
carga susceptiveis ; sendo, porra, obrgado a
desembarcar no lazareto as cargas susceptiveis
que tronxer, ae forem ellas destinadas-a qualquer
localidade do imperio.
Pragrapho nico. Oa navios estrangeiros com
destino a porto eatraageiro, que ae presentaren)
em parto nacional com documentos de molestia
pestilencial, serio convidado seguir viagem, de
poia de receberem os saecorros de que precisaren).
Art. 146 N'o cato &" ni) traz ir o navio cargas
suaceptiecia com destino ao Imperio e desembar-
que n is passageiros e bagjageus liberta a embar-
cacao da junadiccio sanitaria; podendo ella se-
guir para qualquer porto nacional ou estrangeiro,
depois de consignada as reapecti 'as cartas de
sade a ap tilla de que trata a ultima parte do
art. 135.
Art 147. Se trasendo a embarcacao cargas sus -
ceptiveia com destino a porto estrangeiro e cargaa
nio susc -ptveS com destino a porto brasileiro, vie-
rem estas de mistura com aquellas ; e ie, neste ul-
timo caso, nio quizer a embarcacao submetter-se
s purificacoes regulameutares, ser obrigada a
desembarcar no lazareto aa cargaa dcatinadas ao
Imperio, afim de aerem deainfectada e entregues
ulteriormente a aeu8 dooos, por conta dos quaes
correra aa despezas de desinfeccio
Art 148. Se o navio, em qualquer das hypothe-
aes dos artigo antecedente, tiver de receber pa-
ageiro e mercadorias U trra, poder faxe'-o
independente de purificacio aani'ana, desde que :
1 Nenhuma embarcacao procedente de.le com-
munique cem trra;
2. As embarcacoes que d* terri, forera levar
passageiro e mercadorias para o navio, faquera su-
jeitas s medida d deeinfecci) quarenteuaria,
em as quaes nio poierio voltar terr;
Art. 149. Quando o navio que estiver em coodi
cues de quarentena da rigor, trouxer passageiros e
cargas com destino a portos differentes, desembar-
car no lazareto do porto a que ehegar os passa
geiroa e cargaa destinadas a esse porto smente,
podendo seguir viagem logo depois.
Art 150. Sio consideradas molestias postilen-
ciaes a peste oriental, o cholera-morbus e a/e6re
amaretta.
Sio considerados portos suspeitos aquelles que
tiverem cmmuaicaces facis e frequeotes com
localidades onde grasae qualquer molestia pesti-
lencial.
Sio considerados portos infeccionado aquelles
em que ae tiver manifestado qualquer das indica-
das molestias.
Art. 151. A dedaraco deinfeccionadoap-
p'.icada a um porto onde tenham apparecido casos
de molestia pestilencial, trar a interdiccio sani-
taria dos navios delle procedentes e sahdos du-
rante o perodo, inmediatamente anterior maui-
festacloUo primeiro caso, de 20 das em relacao i
peste, 10 em relacio fabre amarella e 8 em rela-
cio ao cholera.
Oa navios sahdos durante estes periodos, serio
objeeto da rigorosa visita sanitaria, e submettidos
a quarentena de obaervacio ou de rigor, conforme
13 oceurrencias de bordo na viagem.
Art. 152. Para qae um poito s-ja declarado
limpo, raiater que tenham decorrido tantos dias,
aera caso nenhum verificado de moleiti 1 pestilen-
cial, quantos aio oa exigidos para o periodo imme-
diatamente anterior manifestacio do priaeiro
caso, no3 termos do artigo antecedente.
Art. 153. O prazo fixo para aa quarentenis de
rigr ser o mesmo indicado para o periodo ante-
rior ao apparecimento da molestia no porto infec-
cionado; isto de 20 dias, de 10 dias e de 8 dias.
conforme a molestia pestilencial for peste, febre
amarella ou cholera.
Art. 154. Haver, no local dos lazaretos, d"us
aneoradouros separados c denominados ancoradou-
ro de observaco e ancoradouro de quarentena. O
primeiro sen destinad.aoa navios que entrarem
ou que forem sujeito Quarentena de obaervacio;
pira o segundo serio mndado3 oa que tiverem de
purgar quarentena de rigor.
Art. 1">5. Alm doa ancoradouroa de obaervacio
e de quarent 'na, os inspectores de sade dos por-
toa, de accordo coma capitana do porto, marcario
o lugar de um terecina ancoradouro, denominado
de vtgia, e deatnado ao3 navioa jue, achindo-se
fundeados no porto, apreseniarem caaos da moles-
tias a bordo.
Oa navios remavido3 para esae ancoradouro s
poderao voltar para aqueile etn que anteriormente
se achavam, depoia de desinfectados e quando a
aatjrdade sanitaria julgar que nenhum perigo de
ceotaminacio haver para as outras embarcares."
Art. 156. Oa doentes de molestia pestilencial,
que appirecerem, quer a bordo dos navios detidos,
quer na lazareto, serlo sem domara transferidos
para o hospital de quarenteua, que ser iuatallado
a b -i-11 de ura 1 embarcacao apropriada, e ahi tra-
tados; os que nao tiverem molestia pestilencial,
mis forem aceommettidos de qualquer affeccio
commum, nao contagiosa, serio tratadoa na enfer-
mara annexi ao lazareto; e os que tiverem moles-
tia contagiosa, maa nao pestilencial, serio trata-
dos em uma enfermara fluctuante.
Art. 157. Oa actos de que tratam os paragra-
phoa seguintes serio punidos com as penas n'ellea
eatabelecdaa.
I I. Eitrar qualquer embarcacao sem icenc
especial da autoridade sanitaria no quadro da qua-
rentena, quer tenba communicacio com oa navioa
detidos, quer nio : multa de 200/.
K 2." Lancarem-se ao mw, aem previa licenca
da autoridade sanitaria, de navio em quarentena,
roupaa e outroa objectos q le tenham servido a
doente de molestia pestilencial; multa de 200/.
S 3.* Ao navio que estiver cm quarentena de-
clarada, quer de observacio, quer du rigor, e in-
correr nos casos mencionados noa \% 1 a 5, do
art. 125 serio applica-iaa aa multas aellea deter-
minadas, ficando outrosim sujeito s provideacias
que a autoridade sanitaria julgar convenientes d
bem da sade publica.
(Continua.)
-------------s-5@e&se!-------------
toverao Ja ProYlmea
EXPEDIENTE DO DIA 9 DE FEVERBIBO DB 1886
Actos :
O presidente da provincia, de canformi iade
com a prop ista do Dr. chefe de polica constante
do ofHcio n. 125, de hontem datado, resalvo exo-
nerar, a pedido o alferes Antonio Valerio dos San-
tos Neves. do cargo de subdelegado da Poco da
Panella e naraear para aubstituil-o o lente do
2 batalbao de infautara Francisco Teixeira de
Carvalbo. -CommutEcou ae ao commandante das
O presidente da prorincia, de conformidade
cora a proposta do Dr. chefa de polica constante
do btncio n. 124, de hontem datado, resolve
uomear Bento da Costa Araujo para o cargo de
1 supplente do delegado do termo de Leopoldina,
lie.ii I j exonerado o actual Rayraundo Ferreira de
Gouvea Granja.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requeren o promotor da comarca de Bonito ba-
charel Luiz Barbalho Uchoa Cavalcante resolve
ccnceder-lhe dous meses de licenca, com ordena-
do para tratar de sua saude, devendo entrar no
goso da sobredita licenca no praso de vinte das.
O presidente la provincia, .attendendo ao
'que requeren Mara" Antonia da Costa, profeesora
da cadeira de ensino primario de Tacarat, tendo
em vista a inforinacao n. 11 de 16 de Janeiro fin-
de, do inspector geral da Instrucc-o Publica e o
parecer da junta medica provincia', resolve con-
ceder a peticionaria a contar de 15 do referido
mez, dous raoies de licenca com ordenado para
tratar de sua saude onde lhe convier.
O presidente da provincia, tend" em conai-
deracio o aviso n. 29, de 22 de Janeiro ultimo, cm
que o Exm. ir. ministro dos negocios da agricul-
tura, commercio e obras publicas reeommenda que
desta provincia *ejam remettidos para New-Or-
ieans noa Eat idos-Unidos, amostras d s assucar,
algodio e outros productos, que possam figurar na
seccao destinada aoa produ.-toa brazileiros, que a
Centro da Lavoura e do Commercio pretende or-
gansar ni exposicao daa Trez Americas, resolve
uornear uma cbmmissi) composta do agricultor
Dr. Francisco do Reg Barros de Lacerd e dos
commerciantes Manoel Joio de Araorim, Jos da
Silva Loyo Jnior, Bario de Petrolina e Anton'o
Gomes de Miranda Leal, para encarregar se de
colligir e remefer taes productos "- Communicou se
ao Dr. Francisco do Reg Barros de Lacerda.
Ao inapector do Arsenal de Mannha.Dc-
cla-o a V. Exc. para os flus convenientes que
segundo constsvdc telegramma do Ministro da Ma-
rintn, de hontem datado, foi exonerado Antonio
Lopes de Carvalbo do lugar de porteiro da secre-
taria desae Arsenal e nomeado para substitui!-o
Olyrapio de Barros Alves Fonseca.Cammuncou-
se a Toesouraria do Fazeada.
Ao commandante daa Armas. O Ministro
da Guerra en telegramma de hontem datado, de-
termina que o tenente Lydio Porto, transferido na
mesraa data para a companhia de infantaria da
provincia daa Alagoaa, deve seguir para a!l na
primeira opportunidade. O que communico a V.
Exc. para aeu conheciment) e devidos fina.
Ao commandante do corpo de polica.Fx
pe^a V. S. a ordena nt-ceasariae para que o des-
tacamento de Po-d'Alho seja commandado p lo
alferea Joa-mim Servulo Ve ra da Paz.
= Ao inspector da Theauraria de Vasends.
Communico a V. S. para 08 fin conven-nta que
o promotor da comarca do Barreiros bacharcl
Antonio Clementino Freir om 4 do correte mez
reassumio o exercio de seu cargo.
Ao mesmo.Tendo em vista o exposto por
V. 8. em officio de 11 dcDesembro do anuo pro
xmo passado sob n 696, autoriso-o a mandar pa-
gar por administracao os reparo* urgentes deque
precia a ponte da alfandega, despendendo se a
importancia de 5:726/738 consignada pala or.
/
I
i=-





Diario de PcrnawbucoSabbado 20 de Fevereiro 1886

I
Ao mesmo.
posta i ""
ti m do Thesowtr Wagieaaa e*i.
Jnlho d'aqnelleanuo e sendo os ditos reparoafi-
ealiaados pela engenheiro Franeiaao da Reg Bw
tos.Devolvo-lhe os papis relativos a essaobta.
Ao director do Arsenal de Guerra.Em re-|
posta ao ofiek da Vmc. de 7 do corrente, eob n.
feo, declar.Uw qoe onto providenciar para que
seia reduzido o pessoal excessivo das oficinas fa-
aendo-se neeteparticular e em referencia aos ou-
tros aervicos a maior economa.
,mo. Declaro a Vm-. em rea-
o**.Jt>6, d 1. do caaraatai
a acqui.sa aasaaria* ptimanaaua a aaa-
-actara
Z?* de infantara-d* pzaawcmfa S5"!*
ene trau o ctadroffiss^dever sewiMa d*c
orde com o art. 61 -1 Ragulainentaav.5,118, de
1S de Outubro da 1872.
Ao 1." ;>rosaotr publico da cooaazca do Re-
eifeTransmuta a ViBecparaaos dads effcrto,
as copias inclusair"ue &m- 8r. conselheiro Mi
austro dos Negocios da, Justioa envin me com a
aviso de 5 de Dezembro ultimo afm de servirem de
base ao processo que o mesmo Exm. 8r. mandou
nataurar contra o ex-ajudante do director do Pre-
sidio de Fernando de Noronh i, majar Qnilhermino
iraes Barreto.
A junta olaaaifiaadora da. esciavos do muni-
cipio do Triumpho.Constando das iufarmacoes
prestadas por cesa junta e peto juizo de o:phos
competente que o escravo classificado nessa tnuni-
eipio pela lib.-rtacao por conta da 6. quota do
lando de emaocpacio em 10 de Dezembro de 1894
e Mtaatea da copia da classificaco que acompa-
nhou o officio ae Vmc. de 23 de Janeiro nltimo,
o tem lhos livres, nem ha oufro em raelhores
eeodieoes, approvo a dita classificaco, e determi
o qne findo o praso do art. 34 do Regolamenta
da. 13 de Novembro do 1872, o eg-nte fiscal, mem
5jrod8sa junta, proceda de accordo com o art. 37
do dito RegalnnientoemaU ordena em vigor, afim
feque tenha cutnpriaenWo disputo n art. 42.
Ontro sim declaro-lbe que opportunamente de-
YCfSr.sar claestcado de preferencia a quaesquer
familia, para ser libertado o escravo menor de 21
sanas, filho dos cenjuges Francisco e Barbara, que
lint de ser agora libertades pela dita 6. quota.
Bemetteu-se copia da junta municip il.
Portaras:
__ A' Cmara Municipal de Bom Jardim.=De-
vorve a Cmara Municipal de B im Jardim o ba-
laaeo eorca oeoto, que vkm-hui annexos aa seu of-
ficio de 4 do corrente, afim de serem organisados
de accordo cen os modelos que se retere o art.
SWa lei n. 1,221 de 21 de Junho de 1875.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
anda dar passagem a r, at Natal, no vapor que
seguir para o norte a 20 do crtente, a Manoel Se
ve Filho, por conta das gratuitas, a que o governo
Un direito.
__ O Sr. gerente da Companhia Pernambocana
ssande dar passagem ar, at Peaedo, no primeiro
vapor, que seguir para os partos do sal, ao inajor
Masreel Francisco Escobar e ao bachuvl Manoel
Francisco Escobar Jnior, por conta das gratui-
tas a que o governo tem direito.
EXDEDIE&TE DO 8ECBBTABIO
Ofi".ios :
Ao commandante das armas.S. Eic. o Sr.
oaaelteire presidente da provincia manda deca
rara V. Exc. ter autorisado directora do Arse-
aal de Guerra a mandar satisfazer o pedido que
aaompanhru o seu officio n. 67, de honteni da-
tado
= Ao Dr. chife de polica. S. Exc. o Sr. con-
alieiro presidente da provincia commnnica a V.
S, em soiucao de sen officio n. 123 de hontem da-
tado que expedio-se ordem para qoe v comman-
dar o destacamento de Pau d'Alho o alferea do
Corpo da Polica Joaquim Srvala Veira da
Paa.
__ A' Thesoararia de Fazeoda-0 Exm. Sr.
eoaselheiro presidente da provincin, manda remet
jer a V. S., para os devidos fins a inclusa ordem
do Ministerio da Guerra de 28 de Janeiro prximo
paseado.
XXPEDIENTB DO DA 10 DE rEVERBISO DI 1886
Actos :
__O presidente da provincia attendendo ao que
reqaeretl o bacharel Antonio Cundido Correia de
Arsujo, promotor publico da comarca da Villa-
Bella, resolve conceder-lbe tres meses delicenca,
cos vencimentoe na forma da lei, para tratar de
ana saude onde lbe convier, devendo entrar no
goso da referida lieenca dentro do prazo de qua-
TCDta das.
__O presidente da provincia attendende ao que
reqnereu Emilia Olympia Telles -Bezerra, profes
ora de ensno primario em Agaa-Fra de O.inda,
teado em vista a inforroacfto n. 48 do inspeetor ge-
ral-da In'trucc< Publica e o parecer da Junta
Medica Provincial, resolve conceder a peticciona-
ria a contar de 16 de Janeiro findo, tres mezes de
lieenca com ordenado para tratar de sua ssude on-
de lbe convier.
__O presidente da provincia httendendo ao que
rrqnereu Adelaide Basalina Bittencourt Barbosa,
prafessora de euaino primario em Maricota, teudo
ea vista a informaco n. 27 do inspector geral da
fwtruccao Publica e o parecer da Junta Medica
Provincial, resolve conceder a peticionaria a con-
tar do l6 d carrete raez, tres meses de licencu
coas ordenad* para tratar de sua sauda onde lhe
eonvier
OtB^ios :
__Ao juiz de direito e de orphaos da comarca
esta capital. Doclmo i V. S. que, vista de
sea laformacao <'m officio de 5 do corrent", orde-
ei aesta data que pela-Thesourana de Fasenda
seja psga a D. Joaquina Emilia da Silva ViHaea,
a anantia de 100* resoltante da differenca en
tre as 70 4 valor porque foram libertidos por* n-
ta da 6 quot do fun'io le emancipneao os S''ua
eseravs Philomena c Andr, e a de 6O0, que se
v8 na relacao, que acompanhou o ofik-ia dosse jai -
so do anuo passado. Cotnmunieau-se a Thtsou-
raria de Fazeuda.
-- Ao director do Arsenal de Guurr1.. Autori
sa Vmc, vista da sua ioturmaeo n. 182, de 6
do corrente, a mandar furuecer ao 14. batalbao
de infantaria seis cornetas, por cunta do pedido
feito pelo mesmo batalbao. Communicou-s ao
commandante das armas.
Aa engenheiro fiscal da estrada de f.Tro.da
Beeife io S. Francisca. -Convui que Vine infor-
sif com urgencia qual a quantidade de assucar ex-
portado na presente sifra, ata o fin de Janeiro
prasimo finio, peas fabricas da Central Sugar
Faetones o de carvilo Je pedra, pelas mesmas f-
briess. importa dos.
Ao engenheiro director interior da repart-
alo encarregado da conservadlo dos pertos. Iu-
teirado do que Vine, infbrmou no officio, n. 43, de
4 do corren'.e, reitere suas urJens para qiii reduza
peasoal dessa reparticlo ao que fr strictamento
prjeiso, e recammendo-lhe que proceda a minu
osa investigacao a repeito dos abusos a que se
refere no mesmo officio, dndome proaapta noticia
do resultado.
Ao engenheiro fiscal da Companhia Recife
Drainage. De accordo com a informacao presta-
da por Vmc. em officio de 6 do correte, autoriso
a contar do prximo futura semetre em diante a
soppressao de um dos apparelhos dessa companhia
eollocadus na casa terrea n. 141 da ra do Cor-
se! Suassuna, pertencente a Jos Assumpcao Oli-
-reira, visto constituir a dita casa actualmente ha
bitacaa de urna e junella, segunda a referida in-
formacao, devendo, porm, effeutuar se a reproduc-
a do mesmo apparelho e logo que eesse o motiva
da soppressao ora autoii.al i.-orainunioa-se ao
Thesouro Provincial.
Portaria:
A' Cmara Manicipal do Recife. Chamando
a attencao da Cambra Municipal da cidade do Re
eife para o que tem sido publicado pela imprensa
da mesma cidade relativamente ao aterro da ra
do Hospicio, recommendo-Ihe que providencie eom
nrgencia para que, verificada a exactido do que
em taes poblicacoes se contm, cesse o pernicioso
meio empregado para o dito aterro.
A esta recommendacae acerescento qpa o enge
abeiro enoarn gado do melhoramento do porto re
sebea ja aa ordens necessariaa para que s.-j i for
?ecida mesma Cmara a areia d que ella na-
eaaitar para aquclle servico.
O r. agente da Companhia Brasileira, faca
traasportar a corte por conta do Ministerio da
Msrinha, no vapor Pernambaco, esperado do nor-
te, o 2* tenente Antonio de Barros, conforme o-
Keita o chefe de divisao, commandante da divisao
da Crusadores, em officio n. 29, de hontem data-
da.Commuoieoa-se ao chefe de divisao comman
danta da divisao da Cruzadores.
O Sr. gante da Companhia Pernambucaoa
ataade dar passagem a r do parte de Maoos ao
asta cidade, na primeira opportuoidade a Tbo-
maa de Aquino Silva Loureiro, sua malber e seis
filbos, por conta da gratuitas, a que- o goverao
tem direito.
nram do sscbtaio
OUo:
- Ao commandante das armas. bV. Ero. o Sr.
r presidente da
v icra m
itado.
serem em
ul de Guerra, os pedidos que
i officios na. 60 e 61 de
18 DE FE-
DESPACHOS DA W*. DE
REIBO DE 1886
Antonio Jos Dourado da Silva. Informe a
Cmara Municipal do Limoeiro, aguardando a de-
cisao d) presente recura para ulterior prooedi
'o.
AlcxdrioaiiMtiriadatBirroaai Ialorme o 8r.
genaatee ciada I Serena a* Londan and Brasil Bank IA
nforsse- o Sr. inspector do Toasouro Pravinw
Gustavo Adoaaho (lardoso Piato Nal lali I
dafcrirr
Honorio Beaarra do Rege Bains, laisaai i
Cmara Municipal de Pesqueira.
Honorio dos santos Baptista. Informe Sr.
inepec'or da Thesouraria de Fasenda.
Hi aria Rib -iro Informe o Sr. inspector garal
da instrucclo publie'.
Jos da Costa Barros.Aguarde requiaicao do
Bacharel Jaao Landelino Dornellas Cmara J-
nior.Sim.
Joo Florentino dos Santos Informe o Sr. com-
mandante do corpo de polica.
Luis" de Paula Lapes.Deferido par officia di-
rigido ao Dr. juiz de direito da comarca de OlinJa
em 15 do corrente mez.
Jos Marinko do Nasaiinento. Iaforme o Sr.
Dr. chefe de porcia.
Lua Gomrs da 8ilv i.Informa o Sr. Dr. chefe
Han
Cabra i
curador o-
Ignez Barbftlh
as notas da port
Fraaesce de MoaM
Abruu Ribe
Confrarla
de OlindaHaja viste-
i Antonio Jos de
para attendat.
ra de S. Francisco
procurador fiscal.
I de

DI
lonMilado Prsvlaelai
H>a8MI DO DU 19 DE FEVEHDKO
I D.JMt Jaat ,
- i-asasf
!
EdrdaaAlaaaudraf Burlay.Augaato.CAa 8uo
cesani.-naat IsabstiCnamo Lina a- Mallo
LueadaaMriaasi'i Uibabrer ttelte.Intasas a 1*
secetta.
Aiawaalfcrratea THMKstv-OertiAiu w.
Jasa. d.Jdauabaito*-lnf,
n _
m imm Mu, aaaniata da
decisao do Thesouro.
Manael do,Nascmento.Informe a 1 seccao.
Pereira & Rodrigues ==A 1* seccao para os de-
vidos fins.
Francisea Carolina de Figueiredo Cruz.-A 1
seccao para attender.
Bernardina Gomes d. CrvaM^Inf )>bm 1
se icito
de polica f
Sophia Guiliermina de Mello.Sim, mediante
recibo
Salviano A. Pitia Limoeiro.Inf.rme o Sr. Dr.
juiz de direito das exeeuoes criminaes da comar-
ca do Recife.
Secr taria da presidencia de Pernambu-
co, era 19 le Fe-vereiro d> 1886.
O porteiro,
J. L. Viegaa.
ltcj>.irtico da Pollci.t
Sucyao 2.* N. 161.Secretaria de Po-
lica de Pernarabuco, 19 de Fevereiro de
1886. -Illra. e Esa. Sr. Participo a V.
Exc. que nos dous ltimos dias fora.n re-
colhidos na Gasa do D-Jtenuao os seguintes
individuos :
A' minha ordem, Samuel Joaquim Vian
na, vind-> do-termo de, Caruar como crimi
jso e des rtor da companhia de infantaria
do Rio Grande do l>orte.
A' ordem do subdelegado do Rcife,
Fausta Mana da Seledade, por disturbias.
A' ordem do de Santo Antonio, Maria
Fraacisca dos Santos, por offenass mo-
ral publica, e Maria Joaquina, por eubrii-
guez.
A' ordem do da Torre, Manoel JoSo,
por disturbios.
No dia 12 do corrente a l hora da
tarde e por oecasiao da tara do lugar de-
nominado Santa Thercza, pjrten^ento ao
distrioto de Bebedouro, os individuas do
noines Miguel Francisco Barbosa, Manoel
Francisco Barbosa, Manoel Francisco Mo
ror coutros aggradlrara inesperadamente
o soldado Custodio Gomes de Britto, a
quem teria:u assassinado desde log> se nao
foss> a preseoea do subdelegado respeti-
vo, que auxiliado por alguns piisanos, con
seguio impedir qae ellos levassem avante
o perverso intenti que os gui^vaia.
O soldado roceb-.-.u alguns ferimeutos
produzidos por ccete e faca, sendo um
dellcs mortal.
Contra os delinqueatos, que so evadi-
rn), procedeu-se nos termos da tai.
No dia 9 do corrente, estando o me-
nor Joaquim Marinho da Cruz, morador
no lugar P050 Redondo do termo do Boni-
to, a brinear com urna* pistola, aconteceu
esta disparar e enpregir se toda a carga
na bocea de um outro minar de norae Jo-
s Joaquim de Menezes.
Sendo esto ultimo examinado, foram en-
contrados tres dentes quebrados, e doze
ferimantos de chumba e:n torno do queixo.
O offensor foi preso e a tal raapeito pro-
ceda e na forma da lei.
Foi capturado no dia 5 do corrente,
pelo delegado do termo do Bonito, o indi-
viduo de nome Jos Jeronynao,.das Santos,
qu-3 est sendo proceasado na comarca de
Palmares, por criino de furto de cavallos.
Em p.iier do meamo individuo foi ap-
prehen iido um cavailo- que huvi 1 urtado
no engenho Bolla Rasa da rotarida comar-
ca de Palmares.
Pelo delegado do termo de Limoeiro
fui remullido ao juiao competente o inquo-
rito policial, a que proecd'-u contra Joa-
quim Barbosa do Kspirito-Santo, Jos Bar-
bosa do Espirito-SflWto e Francisco Tho
innz do Couto, presos em flagrante por
criroe de ferimento leves.
En dita le 15 do convnt-, fez o
d.lega 10 do termo do Bonita a visita da
cadeia, na qual foram encontrados dezeseis
presos, sendo 1 sentenciado e 15 pronun-
ciados in iliversos crime.i.
- N> da 24 do me^ fiado assumirara
o exi-rcicio do cargo do subdelegado do*
districtos do S. Gnenlo e de S. Podro, do
armo de Oumury os cidadaos Vijtor Jo
Modesto e Daniel Jos Delmondes.
Deus guarde aV. ExcIH:n. e Exm.
Sr. conselhciro Jos Fernandos da Costa
Pereira Jnior, rauito digno presidenta da
provincia. O chefe de poli ;ia, Antonio
Domingos Pinto.
Cmara Municipal
DESPACHOS DOS DAS 16 E 18 DE FEVEREIRO
DE 1886
Pelo Sr. verectdor commisaario de poli
ca.
Anglica Francisca Bastos, pedindo que sejam
feitas as devidas averbacoes no sentido de ter aca-
bado com o seu.estabelecimento de molhados, sito
a casa n. 17 a ra da Santa Cruz desde o dia 1 de
novembro findo. Averbe-se.
Austricliano Procopio da Colonia, pedindo lieen-
ca para abrir um depasito de seccas na casa n. 2
ao largo da Casa Forte, freguesia do Poco da Pa-
nella.Como requer.
Bernardo Francisco Praca, para transformar om
taverna, o estabelecimento de quitanda sito a casa
n. 5 a ra do Padre Muniz dem.
Cezario Manoel Francisco des Prazerc:, para
abrir um 1 quitanda no predio n. 22 a travessa da
ra de S. Josdem.
Francisco Antonio dos Pasaos, p.ira,abrir um es
tab'.lceimeiita de cabellereira na casa n 12 a ra
Mrquez de Oliuda.dem.
Francisco Alve3 de Mello Tieo, replicando pede
que sejam feitas as devidas averbacoes no sentido
do ter requerida na sua anterior peticao, urna vez
que satiifaa a exigencia do anterior despacho, de-
clarando ser carraca de 2 rodas sob oa. 201c nao
carro como por equivoco declaronliem.
Jos (James de Ainarim, pediudo que sejam fei
tos os devidos laneamcntTS no sentido de ter com-
prado a Fornindes & Primo, a taverna sita a casa
u. 86 a ra Vidal de Negreiros. dem.
Jos EoiyJio Ferreira Lima, replicando, satisfaz
a exigeucia do anterior despacho, declarando que
1 trinsfereaia que solicita de seu ;stabelecmen-
to de taverr-a da casa 11 104 sito a ra Imperial
pira a de igual numero a na do Visconde d- Al-
buqu'-rquo o nai de damicilio.Como requereu
pode i'.iz.-r a transferencia-
Manoel Correia de Anuja pedindo que sejam
feitos 03 devidas lancameatos no sentido de ter ac
bndo~ com o seu estabelccimeot > de taverna sito a
povoacao da froquezia de S. Laurenco da Matta.
Como re^rer.
Marinho Falcilo 4 C. pedindo lieenca para abrir
urna fabrica de cigarros na casa n. 36 a rta de
J<-a do Rgo.dem. *
Manael Maris.de Oliveira, pe lindo que sejam fei-
tas as devi fas averbacoes no sentido de ter com-
I prado a Anr nia Martina Fernandes da Gra^a,
.ila-r-ha denaminali Feliz Ventura.De accordo
com a informacao da contadoria.
Paschol Alex indrinade Mello, pedindoque seja
lhi permittido pagare impoto de talhador, profis-
sao que exerc, relativo as exercicio corrente iude-
pendeute de pajar o imposto do exercicio passade
durante o qual ni. exerceu dita pr fissao. Prove
que se achon fora do muuicipio durante o exercj
uassada, para ser att-ndido pela cmara.
Venancio dos Santas Rasa, pedindo que sejam
feitas as devidas averbacoes na sentido de tar com-
prado Francisco Dias Marques, o carro de 4 rodas
sob o n. 109 e matriculado na fregnecia do Recife.
Como requer.
Pelo Rvd. Sr. padre Mello, vereador
comm ssario de edificagbes :
.Machado & Pereira p .-Jinda lieenca para mandar
tomar pequeuos reblos na fr.-nte da casa n. 57 a
ra do I aperador armando ai: iaiin do 1* para o
2 andar de dito predio. muj dando previa scien
cia ao fiscal.
Ricardo Stares de Freitas. para mandar encaar
as aguas e bolir na cooerta de sua casa n. 48 a
de Marcilio Dias. Pagos os impostos e de confor-
midade com as posturas o parecer do engenheiro,
concede se.
Secretaria da Cmara Municipal do Re
cife, 19 de Fevereiro de 1386.
O porteiro,
Leojjoldino C. Ferreira da Silva.
ttEViSTA DIARIA
Thesouro l'rovlnrial
DESPACHOS DO DIA 18 DE FEVEREIRO
Manoel Moreira Borges Uch 1. InJeferid > por
nao lhe aproveitar o imposto no art. 1 da lei
n. 1,544, urna vez que oela informacao da collec-
toria se evidencia achar-se o snpplicante compre-
hendido na dispoaicao do art. 2' da raesm 1 le.
Joaquim Manoel Ferr'ira de Souza.Certifi-
que-se.
Felismina Vianna Lima. Deferido quanto aos
exercicios anteriores do correte, nos termos da
le n. 1,544.
Amorim Irmos tS C, Joaquim Bento Fernn-
de?, Joa dos Santas Silva e Jos Vieira da Sil-
va.Ao Consulado para attender.
Pret da Guarda Cvica.Examine-se.
Padre Joio da Costa Nuoes.Informe o Sr. con-
tador.
Pedro Jorge da Silva Ramos. Haja vista o Sr.
)n. procurador fiscal.
Domigues Pinto de Freitas.Deferido, dan-
do se baixa na flanea visto ter cessado a respon-
sabilidade.
Manoel do Nascimento, Antonio Joaquina Cs-
elo, Eduardo Alexaodre Burle e Augusto Moreira
da SilvaInforme o Sr. Dr. administrador do-
Consulado.
- 19 -
Beraardfno Jos-da Silva Mata. -Satsfca a
exige :cia da Contadoria. **
Antonio Vi-'ra. Ao Contcncieso para atteniar.
Pro da Gaara Cvica.Pagae se.
Joe Meyer. Venba o suppiicante por interme-
dio do Consolad" as termos do art. 33 das ins
trnecea de 27 de Jnlho de 1883.
Bemardoo da Silva Ramea, vicario Francisco
Verisanno Bandeira, officio de engenhiro chefe das
Obras Publicas, Pirmino Theotonio da- Cmara
Santiago a Fraaklia Mhierviao Martin. -Informe
O Sr. contador.
Henriqae^Ceaaria o> M*Ho. -Begistre se a fa-
cam-se
Depotados priilnclac -Sao membros
da ass^inbli provincial nobiennio de 1886 87,
os seguintes Srs.
Io Disraicro
Dr. Gaspar de rummond Filho
r. Antonio Jos da Costa Ribeiro
Dr. Antonio Gon?alvcs Ferreira
2o DISTBICTO
Dr. J0S0 do Reg Barros
Dr Joa Mura de Albuquerque Mello
Dr. Jos Zeferino Ferreira,Velloso
3" DISTRICTO
Advogado Joo F'ancisco do Amaral
Dr. Jcaa de S Cavalcante de Albuquerque
Barao de Itapiasuma
4o DMTBiai-o
Psdre Julio Mura do Reg Barros
Viseonde de Tabatinga
Concgo Manoel Goncalves Soarcs de Amorim
5 DISTUICTO
Dr H'-reulano Bandeira de Mello
Capitio Rogoberto Barbos da Silva
Dr. Augusto da Costa Gomes
6 DISTBICTO
Dr. Jos Domingues da Silva
Dr. Andr Dias de Araujo
Dr. Pedro Gaudiano de Ratis e Silva
7* DISTBICTO
Dr. Jas Manoel de Barro Wanderley
Dr. Ignacio de Barro Barreto Jnior
Dr. Lourenco Augusta de Se Albuquerque
8* DISTRICTO
Dr. Augusto Coelho de Maraes
Dr. Joo de Oliveir
Dr. Luiz de Andrada
9 DISTBICR)
Dr. Francisco Antonio Rogueira Costa
Dr. Jos Eustaquio Ferreira Jacobina
Di^Aatonio Francisco Correia de Araujo
10 DISTRIOTO
Alferes Manoel Rodrigue Porto
Capito Juvencio Taciane Mariz
Dr. Francicoda Assis Rosa.e Silva
11" DISTRICTO
Coronel Constantino Lins de Albuquerque
Dr. Sophronio E. da Paa PortelU
Coronel Antonio Vctor Correia
12 DISTRICTO
Vigari j Augusto Franklin Moreira da Silva
Dr. Prxedes Gomos de Souza Pitanga
Advogado Joio Al ves Bezerra Cavalcante
13' DISTRICTO
Dr. Francisco Gomes. Prente
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(C)
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(C)
(O
(C)
(O
(C)
(C)
(C)
Tribunal do JurjS tendo comparecido
22 juizes de facto, anda hontem nao se installou
a 1.* seccao deste tribunalTio corrente anuo.
Foram multado'em 201008 os que deixaram de
comparecer, sorteando-se mais os seguintes sup-
plentes :
Parockia de S. fre Pedro Chn:alvet
Henriqne Jorge Paes Barreto.
Joqu'm Dionyso de Car val ho.
Augusto Henrique Mafra Jnior.
Basilio Manoel de Jeaaj.
Parochia tM^Banto Antonio
Francisoo Joaquim Antones.
Parochia de S. Joti
Epipkanio da Rocha VVnderley.
Dr. Francisco do Reg Baptista.
Silvino laudiano du Albuquerque Sobreira.,
Filomeno Hcrmino dos Guimaraei Peixoto.
Parocniq. da Boa- Vta
Dr. Adorpho Arrea STWoes Barbosa.
Modesto do Reg Bapt
'mho Borg.
PoTocaia da Graea
Antonia Jos Dantas.
Lauriano .fos de Barres.
Francisco Epiphanio de Souza. ,.
Parochia de Afogaio
BelleJrniMio da Cuuha Cortes.
Dr. Coame de 81 Pereira.
Joaejasm Pedro da Costa M*aaara'.
Manael Augusto de Mesquka.
"(Cesar de Andrade.
Parochia d> Poco
Cosario de Mallo,
da Gama Lobo.
m multados aak,2U#l60 1
Pereira da Uva.
Augusto Custodio da Silva Guimares.
Alfredo Gibson.
Dr. Augusto de Souza Leo.
Geminiaiio Infaute D. Miguis.
Dr. Joo Baptista Regueira Costa.
Joo Biptista Ferreira Annunciaco.
Mtfoai Pereira Graldo.
Dr. Maaoel da Trindade Perett.
Odorico Soares Raposo do Cmara.
Dr. Pedro da Cunha Sonto Maior.
Actonto Saaico de Lyra e Mello
Adolph do Brito. Tavares Cardoso.
Dr. Alfredo de Qarros Oliveira Lima.
Caetano Gomes da Si.
Claudiuo Isidro dos San:os.
Francisco Jos Galvo.
Dr. Manoel Gomes d'Argollo Ferro.
Emygdio Francisco de Souza Magalhcs.
Maximino Ribeiro da Luz,
Thomaz Teixeira Bastos.
Dr. Tristo Henriqne da Costa.
Antonio Joaquim Gon;alves de Mello.
Antonio da Silva N'vts.
Dr. C- cilano Mamede Alves Ferreira.
Luiz L ipoldo dos Guimares Peixoto.
Capitai Jos Caetano de G. Coueseiro.
Jos Joaqvim Borges Ucboa.
Manoel Martina Fiusa Jnior.
Dr. Raymundj Carneiro de Souza.
Jos Carneiro Maciel da S'lva Bandeira.
Paquete Eplr!to Manto -Este paque-
te nacional, tendo sahido do Cear hontem tar-
d-, deve tocar amanh no Natal, 22 na Parahy-
ba o 23 em Pernambuco
Koubo h mitw armada e morir -
Da comarca .do Cabo nos coiomuuicici que meia
naile de 11 do corrente, um gruoo de malfeitores,
invada a casa 1 de Manoel Branca, no engenbo
Tapugy d'essa comarca, e a rao armada rauboa
200*000 em inoeda de pr 11, diversos objeetos e
mais todo o cura em joias que possuia a esposa
l'aquelle honrado agricultor, qu; se acbava au-
sente, no Kucifc, iractando de negocios seus.
Os perversos salteadores fizeram diversos feri
meatos na infeliz senliora, e assassinaram um so
bi-inho d'ella, cujo nome nao nos disseram, e qua
ihe fazia companhia na occasio do assalto.
O que mais singular qoe diz o nosso infor-
mant que, at o dia 15, <:m que elle escrev.;u nos
as autoridades poliei-es do lugar nenhuma provi
deucia dera-n respeito de taes crines.
As;r tarde de 12 do corrate, por occasio da feira do
luf^r Santa Tuerza, d> districto palicial de Be-
bedouro, a praca de palica Custodio Gomes de
Britto foi aggredida por diversos individuos ar-
mados de taca e ccete, ff jrurand a entre elles Mi-
guel Francisco Barbosa, Mbnoel Franeisco Bar-
bosa e Manoel Francisco Moror.
A aggreaso foi rule, e deli* sahia a alludida
praca com di'araos feriinentoe por ccete e faca,
sendo um delles mortal; e 03 aggressoree nao
acabara de matar all mesmo a dita praca, por
que o sublclegado, auxiliado par alguns paisanas,
can seguio obstar que os malvados levassem ao
caba o seu intenta.
Ferlmeato cnmial -A' 9 do corrente, no
lugar Poco li lando, do terma de Bonito, estando
o menor Joaquim Marinho da Cruz brinear com
urna pistola, suceden disparar a arma, indo a
Dspectivacarga empregar-se na bocea e queixo
de outre menor, de nome Jos Joaquim de Mene*
zea, parlindo-lhes tres- dentes e fazeodo doze feri-
mentoa em torno-do queixo.
O offoosor involuntaria foi preso.
LaraploPelo delegado do termo do Bonita
foi capturado 5 do corrente Jos Jeronymo dos
Sane >s, que estar sendo processado na comarca de
Palmares por crime de furto de cavallos, senda em
poder do mesma laraplo apprehcndido um desse
animaes que elle bavia turtado do engenho Bella
R-'sa, da mesma comarca de Palmares.
Bxaatea preparatorio*Eis o resulla-
do des examea feitos hontem na Facoldade de Di-
reito :
Philoeophia
Plenamente
Apnrovadoa
L'ivautou-se da banca
Faltou a prova oral
R be tonca
Plenamente
Approvados
Geograpbia
Plenamente
Approvados
Serprehendido copiando
Faltou a oral
- SerSa chamados hoje pela
exime deJthctorica :
Ernesta Emiliano da Silveira Lvssa
Flaviauo Martina Vianna.
Genezio FigueirSa Fari 1.
Henrique Botelho de Oliveira.
Henrique Ernesto Sivenson.
Joo Ferreira da Costa Lima.
Joaquim Gregorio Pessoa Guerra.
Joaquim Guedes Correia Goudim Filho.
Joa Maxiiniana daCosta e Silva.
Joaquim Ferreira Pinto.
Joaquim Ignacia Ribeiro.
Jos Antonio Pinto.
Jos Bonifa o Pessoa de Mello.
Jos Candido Lins de Barres.
Jos Forliudo do Niscimento Lima.
Jos tlygino de Miranda.
Joi Isnacio Xavier de Andrade.
Jos Nicolao Regueira Costa.
Jos di Paiva Vianna.
J s da Silva Loyo Netto.
Luiz Augusto Ferreira Lopes.
Luis de Franca Albuquerque e Silva
Lniz de Paula Lopes Jnior.
Luiz O .iIon de Oliveira.
Manoel de Almeida Bello.
Sero chamados exauv: de Greographia :
Andr Dias Pinherro.
Antonio Marques da Costa Ribeiro.
, Carlos Nona Ferreira Coimbra.
Fi aaniiro Augusto Carneiro Leo.
Franoisoa Gom Prente Filho.
Francisco de Paula Gonoalvea Caacio.
Francisco de Paula Veira.
Joo Baptista da Silva Vas.
Joaquim.Goncalves Casco.
Joaquim Vctor Jurem.i.
Jos Caries Marinho.
Jos Francisco Bitteucourtt Jnior.
Jos de Goee Cavalcante.
Jos de Miranda. Costa.
Supplentas
Jos Tnoinaz de Oliveira.
Manoel Autonio dos Santa 1 Dias.
Manuel de Freitas Guimares.
OJon do Ousmo Carvalho.
Pedro Alexandr'no Machado Jnior.
Pedro dos Santos Dias.
Thomaz Jooquim de Barros Gibson.
Vicente de Paula Cesario de Mello.
Vital Brando Cavalcante.
Virgilio Graciliano da Cunha Cavalcante.
Virgilio Gancalves Torrea.,
Jos Cavalcante de Queiroz Monteiro
Sebastia Prisco de Siqoaira Cavalcante.
Dinbelro 0 pa tuete Cear levou para :
Cear 44:0004000
O vapor Sergipe levou para :
Macei 10:000/000
alHaeleA balbucie, ou gagueira, tam-
bem confundida por algumas pessoa com o tar-
tannideammto, entretanto que sao distinctas.
A gagoeira um vicio da falla mais grave do
que o tartamudeamento ; um defeito frequente ;
em Franca haveri cerca de 70,000 balbaciantes, e
na Garmania 1 sobre 600 habitantes.
A gagueira, por causas que na se conhecem,
des vezes mais na mulhere da qua ao ho-
mans.
1 O vicio da faifa contriste na pronuncia da* pmla-
vras em voz baira, ponco distrnctamente, inter-
rompendo, tanbem a veaes. repe tiado as tran-
quillamente e sem precipitaeao.
A balbucie com diffarenca do
3
7
1
1-12
9
15-24
3
7
1
112
segunda vez, a
A balbucie com differenca do tartamndeamento,
acompanba somonte o fallar, e jamis o canto a a
deca maco.
O balbuoiar se inanifesta sempre as enancas,
quaado fazem os primaros ensaios para fallar, o
que se deve attribuir someute ao iaperfeito des-
envolvi-nento dos orgaos vocaes, falta d'uso da
falla, e imperfeioo das ideas.
tal gagueira desapparece logo com o ores-
eer d criauca, e somente eineaso especiaes con-
tina, c pode vir a'"ser estavel. A causa disto ple
ser congeaita ou accidental.
A balbuca sa caractema pelo facto de que, fal
lando, iutromette-e orna repentina imposaibili-
dade de exprimir ou som mte urna vogal, ou urna
syllaba ; o cada balbucante tem determinadas
syllabas que nao pode pronunciar, e justamente
quando trata de fazel-o, ntromettem-se-lhesympto-
mas que o eacadeam ainia mais, e tornam mais
claro o defeito.
A balbuca easeaaial, ou inlependente de doen-
cas, se manifesta nos homens de pouca intelligen-
cia, e que teemas idis lentas e incoherentes, por
isso resulta-n titubeares e imperfei^oes da pala-
vra%
Encontram-se pois, accidentalmente e somente
em intervallos naquelles individuos, na q'iaes a
s0cpceaa,a.aUiiis,ft o em buraco prodaze n urna
repentina e temporaria confus.
A gagueira se manifesta s vez js, qu luis na
in.*nte do individuo se accumulam muitas ideas,
que elle quer exprimir sbitamente.
Com frenuencia o mal ple s-r a consequencia
de a ff cedes cerebraes, em outros caaos um dos
symptomas de doencas da bocea ou das vas res-
piratorias.
Temporaria se manifesta durante o periodo fri
das tebres, dos accessos de convuls5-!s, etc. Nao
raras vezes os balbuciantcs, por causa do defeito
le que sio accommettidos tiram urna influencia
sobre o temperamento, e tornam-se misntropos,
impacientes e desconfiados.
Para jurar a balbucie, em tsmpos passidos,
mesmo por celebres mdicos, se propazeram e se
praticaraui operares na bngua, ou as suas adja-
ceucia, convencidos sempre de que a causa do
mal ah residisse.
A cura radical da balbucie permanente de
competencia exclusiva do me lico. E' s elle, que
deve procurar a causa da gagueira e dirigir a sua
cura, segando a necessidade, ou curando a daenca
principal, o-i reeonsttuindo o organismo e refor-
eando-o. A eura expantanea, porm rara, da bal -
bulcie, nao se menciona sena) n'aquelles casos
em que esta ultima dependente de urna doenca
do organism), doenca que curada s pela natu-
reza e somente ao seu desapparecimenta conse-
querrte ao da balbucie.
O qu'.-rer corar esta molestia por si, attendendo-
se fa normas apprendidas nos livros ou de outras
pessoas profanas medicina, falha quasi sempre,
e geralmento de botn avisa recorrer ao medico,
que inspira o adaptado methodo do cura, e somente
conforme o seu conselho se pod?ro enviar os me
nios a um das estabeleem'ntas aprapriidos para
a cura da balbucie. das quaes nem sempre secou-
segue o desejado effeito.
Em geral a eura da balbucie, dada o caso que
seja c-ss -ncial, isti qu na dependa do outras
molestias, se executa mediante a educaco da p-.-
lavra e do ouvd, o qual de costume nos balba-
ciantes, perde a faeuldade de julgar rectamente,
dos sous das pilavras pronunciadas. A educaco
da falla se reduz a urna gyronastica mcthodici, e
de costme, quando seja vantajosa, deve ser di-
recta e viciada por urna pessoa da arte.
Torna-se para nos interessante, fazer conheoer
como por meio de cautelas espec aes, possivel
prevenir este mal, e. especialmente n'aquelles ca
sos, em que producto nao de defeitos moraes ou
orgnico) c sim d falta de eJucaco e viciadas
curas. A educaco da voz por certo, para pou-
cas mes um objecto de attengio, verdadeiramente j
esta negligencia, que de ordinario a consequen-
cia da ignorancia e do indiferentismo, pois a
causa que a cri inca contrahe um defeiro, que mai
tarde lhe tornar cara a vid, e constituir um re-
morso pa'a a me que o ama.
Toda a mi deve prestar attencao falla do
proprio filLo, logo que este faz os primeiro3 tenta-
vos para fallar e longe de comprazer com o seu
balbuoiar o imital-o dever encretanto tallar com
elle arcentu idamente c clara, afim de poder assim
habituar o ouvido do menino e imprcssional-o, para
que reprodoza depois justamente as mesmas pa-
la vras.
Urna boa mi ter a paciencia d'exercitar o seu
filho, que conta 2ou 3 annos de idade a pronun-
ciar c repetir mais vezes as mesmas patarras, at
que saiara correctas da sua bocea e especialmente-
njo se satista,am os desejos delle, seno quando
ezprime comjvoz clara quanto quer ter. Toda ve
que um meniuo fallar com muita rapidez e por
consequencia babuciasse um pouco ser oopartu
no cbamal-o a contas exigilo que falle lent-t-
ment accentuando mais as palavras.
A este respeito convir pois ter att-.-ncSo na es-
colha das pessoas de servcida familia, hSiii de
queo menimo que tudo imita vuluaUnaucaic,
ouvindo um balbucante nao tenha depis de con-
trahir um defeito ainla que pareca pravado, que
a balbucie se propaga, etpalha tamb -ra por imita-
co.
Os genitores de nm balbuciante alm do provi-
denciar a cura do defeito, devero igualmente pro-
curar qu elle nao se ache c;m eompaobeirosque o
cbasqueo, e por cujo motivo convem que consul-
tan o seu medica ai.br:' a utidade de fazer fre-
quentar pelo menino a escola ao era vez dafaS :1
o cstudar um casa. Na educaco domestica da
um balbucante se dever ser cauteloso no infligir
panicoes e exercer multa severidade, sendo que o
mal em tai caso se tarnaria aggravado.
Em geral se devera altamente ceisurar todas
aquellas pessoas que teem a impudencia de cssso-
ar de um gago, e de coneorrer para tornar o seu
t-i iip.-ram-nto ainla mais irritavcl. .
Os instructores escolsticos devem tomar um
suidado especial dos alumnos atacados de tal de
feito e procirar com paciencia de sua parte dimi-
nuir o ina!.'
Exijain dos.alunan 13 bilbuciautcs que fallera de
vagar mas em voz alta respirando profuudamen:e
durante o fallar e accentuando distinctamente as
syllabas ; tornera as attentos pronuncia tanto
das syllabas como das simples lettras, na emisso
das quaes sao impedidas. Excitem, pois aos outros
discpulos a mostrar compaixo pelo balbucante,
ode outro lado este oeja tido longe d'aquelles me-
ninos, que por espirito imitativo, ou petulancia,
tendera apropriar-se de certis inaviinciitoa dos
outros.
LeilfteaErk.-.tuir-se-ba :
Hoje :
Pelo agente Brito, s 10 horas, ua ra de Pedro
Affnso n. 53-do estabeleeiraento ahi sito.
Sabbado:
Pelo agente Oiumo, aa 11 horas, ra Dias
Cardoso n. 94 dos gneros existentes na mesma
casa.
Pelo agente Modesto Baptitta, a 11 horas, na.
ra do Bom Je^us n. 19, de movis, loucas, quiu-
quilbarias, vinfcos, et>>., etc.
Segunda-feira :
Pelo agente Alfredo Guimares, s 11 horas,
ra do Bom Jesu u. 45. de fazendas avariadas e
chapeos.
Terca-fairav:
Peo agente Pinto, 1 hora da tarde, na ra da
Bdm Jess n. 43, de fazendas.
Peto agente Modesto Baptista, s fl horas, na
ra d 1 Bom Joras n. 19, de predios.
Pelo agente Stepple s 11 horas, na ra do
Imperador n. 22, de predios.
Pelo agente Alfredo GuimarSes,Jp> 11 horas,
ra do Bom Jess n. 45, de um predio.
impreterivelmente no dia 23 de Fevereiro, s 11
horas.
Os bilhetea acham-se a venda na Feliz Casa
prava da Independencia ns 37 e -39.
Lotera Extraordinaria ao Ypl-
ranza-O 4a e ultimo sorteio daa 4 e 5 series
dest importante lotera, cujo maor premio de
150:000*000, ser extahida a 9 de Abril.
Acham-se exposto a venda os restos des bilhe-
tea na Casa da Fortuna roa Primeiro de Marco
n. 23
dolera do Rio O3 bilhetes da 3* parte da
195, da novo plano, do premio de 100:000f000,
acham-se venda na Casa Feliz, ra Primeiro
de Marco.
Mnrcaili Municipal de S. Jos.-O
raovimento deste Mercado no dia 19 do corrente,
foi o seguate:
Entrara in.:
_') boi pesando 2.875 kilos.
1.672 kilos de pcixe a 20 ris 331440
50 taboleiros a 200 ris 10*000
16 carga de farinha a 200 ris 41800
16 ditas de fructas diversas a 300
ri 320J
10 Sumos a 200 ris 2 jOOO
Foram oceupados :
19 columna a 600 ris 11*400
44 talhos de carne verde a 1/000 44/000
20 ditos de ditos a 2* 40/000
42 compartimentos de taiiuha e co-
midas a 500 ris 21/000
65 ditos do kgumes a 400 ris 26/000
16 compartimentos de suino a 700
ris 11/200
14 ditos de tressuras a 600 ris 8/460
Deve ter sido arrecalada neste dia a
quantia de 215/440
Precos do dia:
Carne verde a 600 e 480 tis o kilo.
Suinos a 500 e 600 ris idem.
Carneiro a 800 e 1* ris dem.
Farinha de 640 a 320 ris a cuia
Mllho de 240 a 400 ris idem.
Feijo de 640 a 1*280 ris idea.
Maladoaro Publico. Foram abatidas
no Matadouro di Cabanga 82 rezes para o consu-
mo do dia 14 da corrente nez
Cemlterio publico Obtuaria do da 18
do corrente:
Mareolina Maria da Coneeico, Pernambuco, 54
annos, viuva, Recife ; tubrculos pulmonares.
Candida, Pernambuco, 2 annos, Olinda ; gactro-
intente.
Francisco Ignacio Alves de Carvalho, Pernam-
buco, 23 annos, solteiro, S. Jos : gronulia dif-
fusa.
Um recemnascido, S. Jos ; remettido pola sub-
delegada.
Maria Handida da Rosa, Pernambuco, 20 aunos
salteira, Boa Vista; beriberi.
Jos Maria Vasques, Hespanha, 60 annos, sol-
tera, Boa Vista ; febre.
Sebastio Gamas de Lima, Rio Grande do Nor-
te, 5 annos, selteiro, Boa -Vista ; tubrculos pul-
monares.
Felippe Manoel de Paria, Pernambuco, 40 an
nos, solteiro, Boa-Viota ; insuficiencia mitra!.
Francisco Alberto dos Pas30s Figu^redo, Per-
narabuo, 26 annos, solteiro, Santo Antonio; gae-
tro-interite.
Manoel Flix Antonio Pereira, Babia, 39 auno?,
solteiro, Recife; nephrit.
Joo Demetrio Alves de Lima, Pernambuco,
viuvo, Graca ; febre.
CHRONICA JDDICIAR1A
Tribunal da Ilelaeo
SESSO ORDINARIA EM 19 DE FEVE-
REIRO DE 1886
PRESIDENCIA DO EXM. SK. CONSELHEIRO
QUINTINO DE -MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
As !i >. aa do costume, presentes os Srs. desem-
bargado1 s em numero legal, foi aberta a sessao,
depois de lida c approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados os feitos deram-se os
seguintes
JLG-AMENIVOS
Haheas corpus
Pacientes .
Felisberto da Silva Luiz e Alexandre Manoel
do3 Santos. -Exigirara-se novos esclacecmentos.
Ant mi Joaquim Ramas, Firmino Antonio de
Oliveira, Idalina Cirdeiroda Silva, Manoel Frade
de Fariae, Maria Antonia d Concsieo. Man-
dou-se ouvir o juiz das execucoes crimui.iC3.
Emilio Joaquim da Silva.Mandou-se ouvir o
1).-. eliete.de polieia da Parahyba.
Recursos eleitoraes
De ltamb Rccerrente Francisco d-i Araujo
Lima, recorrido Antonio Tavares de Paula Mello.
Relator o Sr. conselheiro Freitas Henriques.
Converteu-se ojulgamento em diligencia.
De ltambRecorrente Francisco de Aranjo
Lima, recorrido Joaquim Vieira de Magalhcs.
Relator o Sr. conselheiro Araujo Jorge. Deu se
provi nenio, unauimeiaente.
-Sarao oafabnwlsa
dos Militares,
Mlaa fnnehriN
Segunda-feira :
Ao' 8 horas, na Coneeico dus Militares, por
alma do Bario da Laguna.
Casa de Ueteafa Movimento dos nrc-
io no dia 18 do Fevereiro :
Existiam pt-sos 329, entraram 5, sahiram 7,
existem 317.
A saber:
Naciouaes 296, mulheres 9, estrangeiroa 6, es
oravoa sentenciados e nroeess idos 10, ditos de cor
reocao 6.Tothl 327.
Arracoados 315, sendo : bous 309, doeutes 6.
Total 315-
Mviment da enfermara :
Teve baixa:
Antonio Manoel do Sontos.
Teve alta:
Ceario Jos de Santa Anna.
Lotera da provtociaTerca feira 23 da
Fevereiro, se eitraiWr/ lotw n. 39, em bene-
ficio da asa de Caridade de Bzerros.
No consistorio da igrela de Nossa Senhor* da
Coneeico dos Militarea;e acharo exposta as
paa a eapherH. arromadas em ordem nume
ca, apreciaco do publico.
Lotera de Mcele d t#OtOOO#aoo
-A 16- parte da 11* lotoria, cujo premio grande
*de 200*00*000, pelo novo plaao, ser extrahida
De ItaaibItejrn.'ute Fraacisca de Araujo
Lima, re.carrido Henrique Leobina de Pai -a. Re-
lator o Sr. conselheiro Queiroz Barros.Conver-
teu-se ojulgamento em diligencia.
Dd ltambReearrenta Francisco de Araujo
Lima, recorrido Manoel Joaquim d-. Albuquerque
Lima. Relator o Sr. desembargad-.il- Buarque Li-
ma.Converteu-se ojulgamento eiu diligencia.
Di Rec'te R-acorreute Joo Rodrigue Pinto,
recorrido o juiao. Relator o Sr. desembargador
Pires Ferreira.Negou -se provim-.-uto ao recurso,
uuauimeraente.
De ltamb Reconent; Francisco de Araujo
Lima, recorrido Manoel .Pereira. da Silva Wan-
derley. Relator o Sr. desembarga lor Toscano
Barreto.Cgpvertea-se ojulgamento em diligen-
cia.
De Pao d'Alho Recorrente Floriano Carneiro
da Motea Silveira, recorrido o juizo. Relatar o
Sr. d'serabargador Miteiro de Aulrade. NV
gou se provimento ao recurso, unanim mente.
De Taquaretiiiga^-lieconeuto Mainel Antonio
de Lima, recorrido o juizo. Relatar o S lsem-
bargador Monteiro de Andrade. Negou-s pr,.
vimento ao recurso, unnimemente, e deeretou-se
a responsabilidade do autor da falsidade.
De Pa d'AlhoRecorrent-) Manael Antouio de
Souza Menezes, recorrido o juizo. Relator o Sr.
deieinbargador Pires Goncal /es. ..'egou se provi-
mento ao re -ursa, unnimemente.
De Pao d'AlhoRecorrenta Joa Baptista de
.-aouza Monteiro, recorrido o juizo. Relator o S:.
desoabargador Alve Rioero. -Negou se iir,.;-
mento, u lauimemcnte.
PA8SAGEN8
Do Sr. conselheiro Freitas Henriqu-'s ao Sr.
eauselheiro Queiroz Barros :
Appellacoes criines
Da- Parahyba Appellante os Teotonio
Daartc de Souza, appcitada. a juscica.
Do LimoeiroAppellante Antouio Luiz Be-
zerra, appellada a justica.
Do Sr. consellleiro Queiroz Barros ao Sr. des-
ernbargador Buarque Lima :
Couflieao de jurisiieco
Entro os juizes de direito de orphos e o da
provedoria do Recife.
Do Sr. desembargador Monteiro do Andrade ao
Sr. desembargador Pires Goncalves :
Appellaeo enme
De Itabainn.a Appellante Fedrs Alais doa,
Santos, appellada a justica.
Appellafdes civeis
Do Recife -Appellantes Francisco da Rocha,
appellado Antonio Pinto Cesario.
De XUceiAppellante Francisco Vaz Perei-
ra, appellados Cicero Davina e Jacintha.
AoSr. desembargador'Alves Ribeiro :
Appellaeo civel
Do RecifeAppellante o Baro de Muribeca,
appellado Dr. Joa- Pedro Maduro da Fonseca.
D^ Sr. desembargador Pires Goncalves ao Sr.
desembargador Alves Ribeiro :
Appellaeo crime
Dr Palmares Appellante o juizo, appellatlo
Sergio de Siqueira Campos.
Appellacoest|Com nerciaes
De MaceiAppellante Antonio da Silva Re-
g, appellado Flix de Miraes Baudeira.
De aboato Appellrote Antonio Luiz de Mel-
lo Marques, appellaiTWwui-igo Car.valho 4c C.
niTJflKwaa
Com vista ao. Sr. conselheiro pramotor da jus-
tica :
Appellacoes Crimea
De Alaga do Monteiro Appellante. o j use,
appellado Thomaz Bezerra da Silva.
De 8. BentoAppellante Manoel Fraaeirea le
Souza, appellada, a justica.
a*
k

V
\ WT\



.
k.
Diario de PentanbnerSabb 20 te fevereiro de MS6
De AtalaiaAppellante juio, appel: i V
lipp M >reira da Sirva.
De Panellaa Appellante o juiso, appellada
Manoel Rufino de Carvalho.
DISTRXBL-iy5ES
Agtgravo de peticAo
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Do Becife Aggravaote Francisoo Ciaacal ves
Torrea, aggravado Ladialo Gomes do Reg.
Appellacfoa civeis
Ao Sr. couselheiro Freitas flenriques :
De Pao i'AlhoAppellante D. Joanna Fran-
ciaca de Mello Cavalcante, appollada D. Auna
Joaquina da Motta Silveira.
Ao Sr. conaelheiro Araujo Jorge :
Da AssemblaAppellante Jos Alves Paea do
Bomnia, appellado Leoncio Novaea de Castro.
Ao Sr. deaembargador Buarque Lima :
Do Recife=Appelli)ntes Wilson Sona & C. ap-
pellada a Pazenda Nacional.
^o Sr. deaeinbargador Toscano Baireto :
Do ReciteAppullaute Miguel Jos Barbosa
GuimarSes, appellada D. Mara da Silveira Casa
pos GuimaraeB.
Appellacao oommercial
Ao Sr. conaelheiro Queiroz Barros :
De AlagasAppellante J. \Vff, agente da
companhia Alagas Railwa) Limited, appellada a
companhia Uniao Mercantil.
Eneerrou-sea seasio as 2 horas da tarde.
INDICACOES DTEIS
edicoa
Conmaltorio mi-dini cirurg-ico do Dr.
Pedro de Attatiyile Lobo Noaeoio t\
i-uji da (loria n. 39*
O doutor Moscozo d cjasultas toios os
dias uteis, das 7 s 10 horas da nanhil,
Este consultorio oferoce a coaimodid a
de de poder cada lente ser ouvido e exa-
minado, sem ser presenciado por outr
De meio dia s 3 Loras da tarde ser o
Dr. Moscozo encontrado no torreao pra
ca do Commercio, onde funcciona ,. ir
peccao de sade do porto. Para qualquer
restes dous pontos poderu ser dirigidos
rs chamados por carta as indicadas a oras
Dr. Miguel Themudo malou s a c rosal-
torio mlico e residencia para a ra Nova
n. 7, 1.* aaiar, ond d consultas das 12
horas s 3 da tarde e recejo chamados a
bualquer hora. Especialidades partos, fe-
brea, syphilis e molestias do pulmao e co-
racao.
Dr. Barreta Sampaio d consultas de 1
s 4 horas da tarde, ra do Barao da
Victoria n. 45, 2. andar, residencia ra
o Riachuelo n. 17, canto da ra do Pires.
Advogado
Htnrique Milet. Ba do Imperador ns
22, 1. andar. Enoarregase de questSe.
as .Tvaarcas prximas as linhas frreas.
Dr.l Ferrer, ra do Icaparador n. 79,
VL" tvcli \r.
\Qr. (Hioeira Escore!, 'i. promotor pu-
blico, betu sea es-rriptorio de advogacia na
ra Prirneir.) de Marco n. 2.
Jos Bu-tdeira de Mello advogado -
ra do Imperador n 37.
Cu te Real, ra do Rangel n. 55, Io
andar, esL-riptorio e residencia.
Joao Fimcisco leixeira tem o sea es
^^P> de Si e Silva, eleitor e 1- sup-
P'- au.iicipal em xeteicio.
Qoratiao lioines da Menezes, eleitor.
Alfares Manoel Gome Leal, eleitor.
tava sellado e reconheeidas al firmal.
.*. vil ealaimiilador e impostor
que <|iicr fazer barrenadas com
chap* a-helo
A miseravel beata que, aob a capa do auony-
mo ou do supp>sto neme de Jos Carneiro Fontou-
ra, persomtgem que nio existe na nissa aoaiedade,
pinoteou hontem no Jornal do Recife, aggredindo-
me cobardemente, talvez por taita de capim, se
nao fr algum ci leproso ou alguna pstala so
cial, utn d esaea fistulentoa vulgares, gangrenados
desde a medulla dos ossos at a da alma, arran-
que a asquerosa mascara, se quizar ter a honra
de urna reaposta. Do contrario s merecer que
eu lhe escirro na cara ou a mande esfregar coin
oa tacos das minhas botas pelo moleque que as
engruxa, a ver-so o lustro d'ellas lhe commuuica
um pouco de lirio.
Recife, 20 de Fevereiro de 1886.
Joaquim Antonio Morara Jnior.
Ao Sr. Ministro da Justina
Chegando ao ineu conhecimento que pir despei-
no poltico ee pretende obter a minha remooo de
juiz municipal deate termo, apresso-me em decla-
rar ao sr. Ministro da Justica que fa'sa qual-
quer petico que porventura lhe for apresen-
tada.
Cidade de Bananeiras, 8 de Pevereiro de 1886.
Alexandre Americo de Caldas Brandao Jnior.
Barrenos
Pelo
saivaguar
g-'ns de imm
noasas grau.l
atienta chs i na.
que,
tandee .arvor
ya, do sophisma, do embuste e di perfidia, envida-
remos os nassos freos'esforcos com plea. eoavic-
0o de conseguir resultares prsperos, pjis que a
verdade das coas ts pir ai inesma se impon aos es-
piritas desapaxcnados, fazendo apparecer anda,
mais flagrante, se possi.el fr, o attentado
inaudito da Sr. Dr. Jos Mariano Carneiro da
Cunha, pretendendo profanar com intencSo sacri-
lega a verdade sublime da manifestarlo popular;
apreciaremos em s ;ua differentoa detalhes, tirando
em qnanto possivel as illace* nat'iraes, as d'ver-
aas peripecias e circumanciaa que se deram no
pleito eleitoral de 16 do correte ; f iremos de-
monstrar com sobajas pro vas, para que nem de
leve seja perturbaia peloa ardis ndesorosos de so-
phistas vulgares, a verdade do direito pleno e in-
cntestavel, que assiste ao eximio pernambucano,
o 8r. conaelheiro Theodoro Machado Preire Perei-
ra da Silva, cjmo o legimo representante do 2o
districto desta provincia no parlamento brasileiro ;
conseguiremos, emfim, nSo obstante a exiguidade
extrema dos n issos fracos esforijos, escudados com-
tudo na for<^ potente dos dlctumes da aa razao e
da justica recta e incorruptivel, denunciar ao su-
premo tribunal da opinio publica o Sr. Dr. Jos
Mariano Carneiro da Cunha, como reo de lesa so-
berana nacional.
Vergniaud.
(Connia).
Eleipo
Nao podanos deixar que passaaso ssin res
posta o offerecido correapoudeiUe da provin
cia, na sua correspondencia de 5 do cor
rente, pela maneira cavilosa com qtw, nos
ltimos arrancos de um moribundo atira se
contra o honrado e illusltrado mugistrado
Dr. Manoel Caldas Barrete, cujo nico de-
feito, ser adheso s ideas conservadores,
e nao, como affirma o offeracido correspon-
dente, chefe ostensivo do grande partido I mente alli aeleu.
n fK n -v *% i t aa jj .^A.a^I_l"ll M jm ^h _v~ ^ a .-.
Rectificafio
A relacao dos membros eleitos para o biennio de
1886 a 87 da Asaembla FrovincuiJ, publicada no
Diario de hoje aa ana Btvista, nio exacta, e,
assim lizendo, peco-lhea deseulpa.
m v:ata daa acial e editis recoubeee-ae o
engao em ijtie Vv.Bs. ,voluntariamente cahi-
ram, sem duifiia||iiriiifcrai%coM de momento.
Nafregnezia do Poco obtive 184 votos e nao
180, com/oi publicado ao Diario da'16, e o meu
llustiKpTr4UQrobteveS'ftiii5t4,*omo igual
conservador, desta localidaie,
Dizer-se que o Dr. Caldas Barrete, para
obter votos, jogou at com as proprias
sentencetsjudiciarias avancar um dislate.
Onde e quando oi que o Dr. Caldas Bar-
reto jogou com taes sentenjas ? Com quo
coragem e ousadia, diz isto, o overeado
correspondente ? Talvez supponha, que est
tallando para um publico ignorante, que
nio conhece o Dr. Callas Barrete, quor
como juiz, quer como pai de familia equer
como amigo. Se isto engaa se, pois o
publico conhece-o amito bem e faz justif..
aos seas actos. Seria muito melhor, que,
offerecido coi respondente antes de fallar em
sentencets judiciarias, estudasse primeiro o
que direito, para ficar sabendo como um
um juiz devo proferir,^enten9as ; e de^is,
com provas, e nao com palavras, acusar
um juiz recto no comprimente de seus del-
veres como o Ilustrado Dr. Caldas Bar-
reto, que quando se tracto da justifi, nao
sabe distinguir os correligionarios dos ad
versarlos, nem os airigos dos inimigos.
criptorio roa dj Imperador n. 42, 1.*
ndar pode ser procurad-) om sua profis
sao, das 10 l hora da larde.
O bachirel Benjanim Bandeira, ra do
Imperador n. 73, 1. ao !ar.
Jos Bernardo Oaloao Alcoforado J-
nior contina no erercicio sua profssao
de advogado, -e pode ser piocurado no es
eriptorio de seu pai, ra 1. de Marjo
n. 4, 1." andar, das 10 horas da manha
s 3 da tarde.
Vadanra de esnaolterlo
O Dr. Airiio avisa aos sou- -:li<*(Btes
que mudou os; tionsulteTro para ra do
Queimadc n. 46,1 1. andar. Consultos
todos os dias das jll s 2 horas da tarde
lH-osnrla
Faria, Sobpinho & C, drogastas poi
attacado Ra Mrquez de Olind n. 41.
Francisco Manoel da Suva & C, depo
sitarios de todas as espucialidades pharma
oeutoas, tintos, drogas, productos chimic j
e medicamentos hoindaopatieos, ra do M ir
quez de Olinda n 23.
Serrarla a Vapor
Serrara a oapor e officina de carapina
de Francisco dos Santos Maoedo, caes de
Capibarioe a. 28. N'este grande ostabele
cimento, o pri.-u ;iro da provincia n'este ge
ero, comprase e vndese madeiras de
todas as qualidades, serra-se madeiras de
conta alheia, assim como se preparam obras
de carapira por machina e por preces sem
competencia.
Mu Janea
xO bacharel Pedro Gaudiano Ratis e Sil-
va, mudou sua residencia da Estrada de
Joao de Brros para a ra Velha de Santoj
Rita 29.
Diz, o offerecido mrrwpQndeide, qua
apezar da intervencao do Dr. Catis Bar
reto, e dos espancamentos feitos pola terca de
linha, que aqu estove um mez antes da
eleica<> Vequisico feita pelo delegado des-
ta comarca, afin de garantir a ordem pu-
blica em S. Jos da Cora Grande, que
tinha sido alterada por conselho de urna
grande influencia liberal desta commarca,
(que mal disp5e de seu vote) o seu deputa-
do manqu pela sua influencia, prestigio e
aceitacjlo, de que dispute, teria contado
victoria, se nao fosse a alli inja prestes a
nialisar, entre um seu amigo c una filha
do baro de Aracagy.
Ora esto I Qual a influencia e presti-
gio, que tem o Dr. Aristarcho a nao ser a
do seu partido, elle que nunca aqu veio,
senao as vesperadas elec3es, afim de ver
se meudigava algum votinho mais ?
Ser possivel, que tenha mais prestigio
que o barao de Aracagy, agricultor aqui re
stdente e que tem grandenumero de paren-
tes e amigos dedicados e s mpre viver com
nosco, que as nossas preci&Ses a quem
recorremos e quem achamos, sempre
prompto a nosattender? Ser posssvel que
este tenha menos influencia e prestigio, do
que um Ilustre desconhecido, que s nos
conhece em occasides de lei^& ?
Passa ainda o offerecido correspondenU
dizer, que o seu deputado manqu teria
contado victoria, se nao fosse os votos li
beraes, que o Dr. Ceryllino deu ao Ilustre
B. de Aracagy. NSo neg, que o Dr. Ce
ryllino tivesse dado alguas votos ao Ilustre
b: rSo; o que nega e vou provar, qne
apezar disto o partido conservador teria
contado victoria como conten.
u S.'Loutmco tive 31 voti.w*o 69/ eu
dito competidor nao cinseguio um s, por ter re-
cahidoem sen digno i mao, o Revd. I>r.,Zaie*io
Ferreira Velloso, os 30 que Vv. Ss. lhe deram por
equivoco.
Os votos em separado da paroehia da Boa-Vii-
ta, segundo o edital publicado no mesmo Otario
de 18, e assigoado pela mesa da 2 secyao, rec-
hiram nos Srs. Drs Z'.ferino Ferreira (i), Jos
Marian > (1), e ha outro na 3' aoao dado ao Sr.
Dr. Antonio Pranciaco Correia. Ha 6 votos-, por-
tanto, em separado e nao 7 que Vv. Ss. do ao
candidato, meu adversario.
Alm de nao poderem ssr contados votos dados
a diversos cidados para aquelle can iidato, ao,
cerno os de S. Lourenco, todoi nullos, visto ter
corrido o 2o escrutinio em candidatos certos na
forma da lei.
Peita esta rectificado, espero que Vv. -"a. a pu-
bliijuem para o publico conhecer que o eleito aou
eu.
i. Lopes Machado.
Declaro a o Sr. Praacisco Manoel da Silva Qui-
maraes que nao lhe le chapas na elei;o que teve
lugar no dia 16 do corrente. >
19 de Pevereiro de 1886.
Dr. Pitanga.
UA. XK8.\ O ,'EM DE DIRIGIR A
VEN MAJJDADE DO SESHOR BOM
JBS08 B08 PA3SO DA QBAiJA EM OLINDA
WO A5TNO DE 3 DEVOTOS QUE
A TEM OH AUXILIA B.
Prsvedoi
Joio Beata Mouteiro daf Praaca.
Secretario
Manoel Jote de Castro Villela.
Thesoureiro
Marcolino da Ponaeca Manguinho.
Procurador geral
Prancisco l'edro A dvincula.
Procuradores
Autonio Marques da Silva Manguinho.
Jos Cardoao de Queiroz Ponaeca.
Definidores
Manoel Jos la Silva.
Alfredo de Albuquerque Martins Pereira.
Bento Jos Martins Pereira.
Antonio Pirainiano dos Santos.
Joao Bapiiata da Silva Manguinhi Jnior.
Protectores
Os Revms. conegos :
Manoel Joo Gomes.
Joaquim Ferreira dos Santos.
Antonio Pabricio de Araujo Pereira.
Antonio Manoel d'Assumpcao.
Joaquim Graciano de Araujo.
Dr. Adauto Aurelio de Miranda Henriquea.
Joa Marques de Castilha.
Clrigo Ju\enal do Corado de Jess David Ma-
deira.
Provedora por eleicao
A Exm.i. Sra. D. Marianna, tsp isa do Sr. eapi-
to Prederico Columbiano da Silva Gnimaraes.
EscrivS por eleicao
A Exma. Sra D Hermina, esposa do Sr. Felip-
pe Duarte Pereira.
Provedora por devix/ao
A Exma. Sra. D. Francisca Torrea da Ounha, es-
posa do Sr. capito Jovino Epiphanio da Cu-
nha.
Vice-provedora por> devecao
A Exma Sra. proiasaota D Amelia Carolina Ra-
mos Villela.
Escriva por devoco
A Exma. St. D. AokIU do Jtego Barros.
. Protectoras
Aa Ennas. Sne. :
~>. Maria Salustia a de Amorim, esposa do-Sr.
Epiphanio de-Fiaaga Mallo.
D. Maria Magdalena de Queiroz Parrate Vianna.
D Maria, esposa do Sr. Joaquim aymundo Pe-
reira Bello.
D. Palmira Olintha de Moura Mattos.
D. Matkildea Goncalvea.
D. -leaaiidrioa, e^nea do Sr. JoaGiacilvca de
Oliveira.
Esposa do Sr. Uenrique de Castro Guimares.
Mordomos
Todos os devotos do sacrosanto padroeiro da ve-
ner ivel irmandade.
Cidade de Olinda, 15 de Pevereiro de la;.
' U vigario da reguezia,
iPadre Jos Vaz Gutierres.
-----------------'-VOOCrga----------------
Edital n. 9
O adainistrador do Consulado Provincial dan-
do cumplimento portara n. 467 expedida pelo
Illm. Sr. Dr. inspector do Thesouro em 23 do cor-
rente, faz publico, para conhecimento dos proprie-
tarios das caaaa aitaa naa localidades conatantea
da relacao infra, que no espaao de 80 dias uteis
contados do 1 de Fevereiro prximo vindouro, se-
rao arrecadadaa por eata reparticao, iadependente
de multa, as importancias das annuidades e mais
servios da Recife Diaiaage Cotnpany, eorrwpon-
7oSr* ,22l0 semes*rB ejercicio corrente de
18851886.
Gonsulado Provincial de Pernambueo, 26 de Ja-
neiro de 1886.
Francisco Am/nthas de Carvalho.
BelacAo a que e refere o Millai
aupra
Freguetia de S. Frei Pedro Gonclves do Recife
Ras:
Mrquez de Olind, Bom Jasas, Alves Cabra),
Coneeico. Bispo Sardinha, Torres, Tbom de Sou-
za, D. Maria de Souza, Vigario Tenorio, Barreto
de Menezes, Mariz e Barros, Burgos, Amorim,
Moeda, Tuyuty, Companhia Pernambucana, Ma-
dre de De us, Domingos Jos Martina, Mascates,
Restaurado, D. Maria Cesar, Viaconde de Itapa-
rica, Farol, Areal, S. Jorge, Vital de Oliveira,
Gaurarapes e Baro do Triumpho.
Pracas :
Charco, Asaembla e Pedro I.
Traveseas:
Vicario, Madre de Deus, Caaapello, Domingo,
Jos Martins, Corpo Santo, Antigo Porto, Bom
Jess, Areal, FundicSo, Occidente, Groararapes -
PrBca de Pedro I.
Beccoo :
Ab eu, Largo, Pin Joba, Noronha, Tapado
Paschoal.
Largos:
Alfandega, Corpo Saato e Ass3aWa.
Caes:
Companhia, Brum e Apollo.
Santo Antonio
Ras :
MARTIMOS contra fogo
Companhia Phenli Pev-
aambiicana
Ra do Commercio n. 38
POMPANHIA
JPERIAL
NKl ROS CONTRA POCO
EST: 1803
EUificios e mercadorUu
Taxas baixas
Prompto pmgamtato de CAPITAL
Rs. 16,000*00/000
Agentes
BROWNB & C.
.N. Ra do Commercio N. b
8/ districto
Tendo-me sido expedido peja junta apuradora
deste districto o diploma de deputado provincial,
julgo de meu imperioso dever vir a imprensa agra-
decer com toda a cordialidade e efiuso de espi-
rito aos Sis. eleitaras quj ino honraram com os
seus votos, e bem assim a aquelles amigos, que
expontanea e generosamente se esforc*iam pelo
feliz xito de minha candidatura. A digno d-
rect>rio do partido conservador pida honrosa in-
clusao de meu humilde nome da chapa que orga-
nisou, protesto o meu eterno reconhecimento e a
mua completa adheso as auas justas delibera-
do es.
Promessas nao fuco agora, como nao iz ba dias
passados, quando cm circaiar ao eleitoradosoli-
citava votos e apoio para minha candidatira;
porque eata= as actuaos circumstaacias eeono-
mico-financeiras da provincia, quando nao sejam
bimplesmente enganosan, dexam todava de ser
c.umpridas a despeito dos esforcos iudividuaes e
soladas de que as faz.
Urna cousa entretanto garanto a todos, e que
no desempenho do mandato, que me acaba de ser
conferido presidir s 'mpre ao meu espirito a ne-
cessaria seriedade, qualidade esta hoje infelizmen-
te to pouco caracterstico dos noaaoa horneo3 p-
blicos.
Agua Preta, 15 de fevereiro de 186.
Augusto Coelho de Maraes.
OCULISTA
Br. Brrelo Sampalo, medico oculis
ex-ehefe-de clnica do Dr. de Wecker, d consula
tas de 1 a 4 horas da tarde, na ra do Bara-
ta Victoria n. 45, segundo andar, excepto nos do-
toiogoa e dias sanctifcados. Residenciana de
Riachuelo n. 17, canto da ra dos Pires.
Partos, miiestili! Mita e
i'
Todos sabera, que na eleicSo geral de
11881, tanto no 1., Mimo no 2. escrutinio,
sendo candidato do pa-tido liberal o Dr.
Fel8bino, agricultor, e lhd desta com
Aliento!
Os abaixo assignadoa, moradores neata villa de
Fioreata, scientcs daa aggressoes de que injusta
mente tem sido victima o professor publico desta
localidade Jos Xavier da Cunha Alvarenga e
quereudo retirar toda e qualquer duvida que, com
relafo ao procedimento do referido professor,
paesa por acaso pairar no animo das pessoas que
o nao conbecem, veem pela imprenaa declarar que
durante o tempo que esse funecionario aqui reside
tem, pelas qualidades nobrea que o oaraeterisam,
captado a estima da melhor sociedade desta villa
e revelado no cumprment dos deveres inheren-
tes a seu cargo urna assi ludade e aelo dignos de
louvor, pelo que os pas de familia ae acham in
tetramente aatisfeitos, vendo 9 bom aproveita-
mento d e seus filhos e a maneira paternal porque
sao tratados pelo seu profeaaor.
Fioreata, 1 de Fevereiro de 1886.
Dr. Antonio Freir (juiz de direito).
Tenante coronel Fausto Serafina (1- juiz de paz).
Capi'io Firmino Gomes de Menezes (presidenta da
eamarai.
Capito Rufino Gomes Barbosa Leal, eleitor.
Francifco G-mes da Silva-Leal, 2- juiz de paz.
Major Jos Alexandre Gestes de S e Silva, elei-
tor.
Antonio Luiz do Espirito Santo, eleitor.
Manoel Gomes de Soasa Ferraz.
Capito Benevide* da Souza Menezes, eleitor.
Tenente Pedro Gomea Leal 4- juiz de paz.
Valeriano Barbosa de S, (vereador da cmara).
Tenente Manoel Fre're de Menezes, eleitor.
Alfredo Barros, n?g> ciante.
Tito doa Pasaos de Almeida Rasas, tabelliao pu-
blico.
Aureliano Isidoro da Rusa, eleitor.
Jos Flix Rodrigue Rosas, eacrirso de pas.
Tenente Jos Arlindo Gomes Barbosa.
Manoel Olympio de Meneses.
Anizio Gomea Menezes
Boaventura Rodaigoee da Cruz.
Narciso Gozase de Soasa, eleitor.
Florencio Gomas de r> e ilva, sleitor.
Cafitio Joa Gkmi Sarbosa, eleksr.
Faaneiaco Barbosa do 8a, eleitor.
Lata Rndrignea de Mello, nagooiante.
AMs*a aemioiaoo Telles de UasBs Bmat,
Asad.
>pjtSo Pfcdro BarstnaLsal, te*.
Teaente Nriaisl David Goaaaa d 84y Mtsr
Teaoat* AteMar Tsass ia
Qoaeade 8a, eleitor.
marca, estando no poder o partido liberal,
sendo influencia reil, e dispondo de ele-
mentos que nao tem o Dr. Aristarcho,
a differenca entre elle e o B. de Aracagy
foi apenas ue 10 votos mais; agora no
1. 3saruiinio da elcico provincial o can-
didmto conservador foi mais votado, que os
2 liberaos reunidas, e o mesmo nao se deu
no 2. escrutinio, porque alguas amigos
nossos deram votago ao Dr. Joao de OH
veira.
Com reketo aos 2 em pregados pblicos,
que votaram no nosso candidato nao sei
onde foi o offerecido correspondente descu-
brir, que elles sao liberaes, e que seriam
demittidos se nao votassem no B. de Ara-
jagy; elles, que digio se alguns dos nossos
amigos os ameacaram e se elles sao libe-
raes.
No entretanto nao -sabe dizer que al-
guna liberaes dispidiram do seus engenbos
moradores, simples mente por terem prati-
cado o grande crime de votar com nosco e
outros de nao virem a casa da cmara,
fara darem seu voto ao deputado manqu.
ito o offerecido correspondente nao v,
nem sabe e nem chama presaSo.
Resigne se o offerecido correspondente e
seus correligionarios com tremenda derrota,
que soffreram ; e para outra vez nao pro-
mettam mais votacao aos seus candidatos,
do que aquella de que realmente podem
dispor.
Barreiros, 20 de Fevsreiro de 1886.
Um que coahece o eleitorado.
96
A eleifo do 2 distrirto
11
Em nosso eacripto antnior proclamamos o re-
sultado do pleito eleitoral em 2 escrutinio ao 2P
districto desta provincia e exaleamoe eom a forca
Irianrital da frir"'- *'-J-: :<"-t-^n
* soberana popalar, aolUsm coneaponder ao
appello solemne feito peas *<* -moderador, de ac-
uerdo com a Jei ia reforma eleitoral nara.am se-
; ando pronlfnifES 11,1 que teve lugar ao dia 16
^ 'So corrate mes.
iProgramma da festa de \o**a
Nenhora do Monte, em Olinda
Na tai de de sabbaao, 20 do corrente, levantar-
le ha a bandeira da Excelsa Senh-ra do Monte
com acompanhamento da msica do 2. batalhao
de infantera, seguindo-se a ladainha solemne pela
orchestra, sendo os versos cantados pelo eximio
maestro Polycarpo Soares Rosas.
Apoz a ladainha queimar-se-ha nm lindo fogo
artificia! preparado capricho pelo artista pyro
thenico Francelino Mello.
Ao romper da aurora de domingo (21) ama sal-
va real de vinte urna bomba e varias jarrndolas
de foguetes fenderao os ares annunciando aos fiis
e devotos da Virgem do Mate, que ckegado o
dia de festjala.
Haver a 16 horas da manha, missa cantada,
pregando por essa occaaiio o insigne arador sa-
grado Rvdm. padre Audrade.
A' tarde terao lugar no pateo arias folgancas
para entreter o publico, aendo que entre ellas ha-
vera o famoso man do c, que tanto hilaridade
costuma provocar.
A' noite aera cantada a ladainha solemne, quei-
niaudo-se, em seguida um sorprehendente fogo ar-
t ficial com o qual terminar a testa.
O peqiKno arralal achar-se ha vestido de folha-
gem e ornado de flmulas e bandeiras. Tocar
tarde e a noite a banda marcial ao 2. de infan-
tina.
i'rograiuiiia Oa feata da launa-
culada virgen Moasa Senhora
da Boa Viagem.
Domingo, ao romper da aura, urna atva de 21
tiros annunciar qne chegado o grande diada
feata da gloriosa virgem, sendo na mesma occasio
basteado o sagrado estandarte.
As 10 horas entrar a festa sendo a missa can-
tada pelo IIHno. Rvdm. Sr. vigario dafiregnezia,
oecopaudo a tribuna sagrada o eloqnente e dis
tincto pregador da capel Imperial o Rvdm. 8r.
Padre Mello.
Sendo a orchestra confiada ao cuidado do hbil
professor Joaa Marcelino, aera cantada ama agra-
davel partitura.
Antes e depoia da festa tocar a maviesa e sem
pre applaudida banda de msica do copo de poli-
ca, dirigida pelo insigne professor Candido Filho,
qual executat as melhores e mais difliceis pe$as
do seu inexgotavel repertori j.
Fin (a a feata o sagrado estandarte ser arriado.
As 4 horas, no adrio da igr^ja, tocar a referida
banda, sendo largadoa ao sr alguna Baloes capri-
chosamente acabados.
Aa 7 horas da noute haver ladainha ; illumi.
nando-se todas as tasas do pateo da igreja.
Fados e nao palavras
Dr. Silva Brito, medico clinieo do Maranho
tendo praticado ltimamente nos priopaes hos-
ditaes de Pars e de Vieuna d'Austria, onde dedi-
cou-se especialiuentc a paitos, molestias de mu-
lheres e de ciiaucas, offeroce seus servlcos ao res-
peitavel publico desta cidade, onie fixou sua resi-
dencia.
Pode ser procurado do meio dia s 3 horas da
tarde no seu consultorio ra larga do Rosario
n. 26,1 andar, e em outra qualquer hora do dia
ou da noito ra da Imperatriz n. 73, sua resi-
dencia.
------------------SraGKjfi
LABORATORIO lIOHdOHlIHK >
DE
FREDERICO CHAVES JNIOR
MEDICO S PHJUtACEirriCO ItOMOSOI'ATIIICO
Ra do Baro da Victoria n. 39, 1. andar
Dr.
Me pie o
Tem o seu escriptorio a ra do Mrquez de
Olinda n. 53 das 12 a 2 horas da tarde, e desta
hora em diante em sua residencia ra da San-
ta Cruz n. 10. Especialidades, molestias-de se-
nhoras e c rl meas.
Advogado
bsShsrel Jereoyaso Materno Pereira de Car-
valho, tendo deixado o cargo de juiz substituto dos
feitos da fazenda, advoga neata capital e fora
della e tem seu escriptorio ra Duque de Caxiaa
n. 55, onde pode ser procurado das 10 horas da
manha s 3 da tarde, e fora d dencia ra de Doortagoa Theotonio n. 39, a
qualquer hora.
Consttliiriolflieiipalliico
no
Dr iY4t Costa
da Jalao n. 15
suttas das 11 s 2 Doras.
Chamados a qualquer hora.
Telensone numero 54.
'-------------9866------------
Conoltorio medieo-eiFUcglea
O Dr. Estevio^avahjante ie'AHiiMWfW uuo-
tinua a dar consulta uiedico cirurgicas, na roa
do Bom Jess n. 20,1 andar, de meio dia s 4
horas da tarde. Paras^ demas eonsulta e visi-
tas em aua residencia provisoria, roa da Aurore
n. 53, 1<> andar.
Na. telephonicoa : do esnsoltorie 95 e residencia
126.
Especialidades Partos, molestias de crean-
cas, d'uterc e sena annexos.
o j. v.. 7
d consultas e attende
hora lo da oa da noite,
aidade do Cabo.
Imperador, Primeiro de Mar^j, Duque de Ca-
xiaa, Cabug, Baro da Victsrla, Triucheira, La-
rangeiras, larra do ^Rosarlo, estreita do'Rosario,
S. Piancisco, Joo do Reg, Una do Carvalho, Ro-
da, Patos, Calabouco Velho, Santo Amaro, Ma-
thias de Albuquerque, Paz, Paulino Cmara, Fo-
go, Livramento, Penha, Vscondo de Inhama,
Pedro Affjnso, Nova da Praia, Marcilio Dias, Vi -
raco, Lomas Valentinas, Coronel Suasauna, San-
ta Thereza, Vinte e Quatro de Maio, Palma, Mr-
quez lo Herval e Cade. Nova.
Praija :
Pedro II
Campo:
Princesa.
Caes:
Vinte e Deas de Novembro.
Traveseas:
Que-i mado, Cruzea, Mrquez do Recife, Bella,
Quaiteis, Calabouco, Expostos, Martina, Florea,
Carmo, Bomba, Livramra!orAraeal, l'da Praia
2a da saesnra, Caldereh-o, S. Pedro, Vhw9o, Lo
bato, Falco, Pocinho e Concordia.
Largoa :
Para izo, Carmo, Penha, S. Pedro e Practa.
Bt^oa :
Bella. Calabouco, Matriz, 1*. 2. e 3. da Cam
boa, Falco e 1. e#2. da Cadeia Nora.
S. Jos
Ras :
Marcilio Das, Lomas Valentinas, Corrnel Suas-
suna, S. Joo, Palma, Mrquez do Herval, 24 d
Maio, Dias-Cardoso, Passo da Patria, Padre No-
brega, Victoria, Cadeia Nova, Vidal de Negre iros
Frei Henrique, Dique, Assumpt^o, Domingos
Theotonio, Padre Ploriano, Cbristovao Cclomoo,
Jardim, Forte, Antonio Henrique, Nogueira, Santa
Cecilia, Santa Rita, Nova de Sana Rita, S. Jos,
Praia de Santa Rita, Pescadores, Ipyranga, Impe-
rial, Praia do Forte e Luiz de Mendonca.
Travesaas :
Martyrioi, Pcinho, Ramos, Caldereiro, Gaz,
Matriz de S, Jos, Porte, Prata, Serigado, Copia-
res, Nova de Santa Rita, S. Jos, Praia do Porte,
Peixoto e Lima.
Buceos :
Paula, Caldereiro, Gaz, Assompi^o, 1. de San
tu Rita Nova e Matriz de S. J s.
Largos :
Porte Mercado.
Vda-Vista
Ras :
Imperatriz. CoaceifSo, V'sewde de Pelotas,
Tambi, Visconde de Albuquerque, Aurora, Capi-
baribe, Pute Verba, Cosde da BAa-Vista, Ria-
chuel, Tloro, Sandarfe, Sete de Sefembro, Hos-
picio, Camarao, Rosario, Gervasio Pires, Atalho,
Socego, Principe, Santa Crus, S. Gonealo, Co
lho, Hospital Pedro II, General Sera, Coronel
Lamenha, Alegra, Leao Coroado, Bario de S.
Borja, Soledade, Viscsade de Goyanna e Attra
jo.
Travesaas :
Gervasio Pires, Ootboa, Atalbo, Barreiras, Ve-
ras, Quiabo, Joo Francisco, Mangueira, Cam-
Pina e Palacio do Bispo.
rai,'as :
Conde d'Eu e Santa Cruz.
Largo:
Campia.
Bcco :
Coelho.
A Cmara Municipal desta cidatie, Ui*lo Je
contratar a impresso de seus trabalhos e dos que
p'r forca da lei abrigada a mandar ticr, con-
vida aos proprietarioa dosjornaes mais lides nesta
cidade, que quizerem contratar, a apreseatarem
suas propostas em cartas fechadas, ao dia 24 do
corrente. pelas 11 horas da manha, indicando as
mesraas o menor pre;o.
Na secretaria da mesma Cmara encontrarlo os
proponentes 01 eaclarezimentos precisos.
Pa<^> da cmara municipal do Recite, 14 de^fe-
vereiro de 1886.
Dr Antonio de Siqaeira Carneiro da Cauh a
Presidente.
Prancisco de Assis Pereira Rocha,
Secretario.
iUflOS
U01NTRA FOGO
rhe Livtrpooi & London & GIo
i^sirmnce cmm
Wm k C.
t.omlon and ll r asi lian Bank
UinUod
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
xas do mesmo anco em Portugal, send
em Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N-
Porto, ra dos Inglezes.
~"f"
a coamados a qualquer
em sua isasaria, ma
!
Oculista
Dr. Ferreira da Silva, con-
sultas das 9 ao meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
DECLARACES
anta Casa de Misericordia dr.
Reelfe
Na secretaria da Santa Casa de Misericordia'tic
ftueife arrendam-se por espado de om trea sn-
oos, as casas abaixo declaradas :
Ras da Moeda n. 45, 240*000
dem -dem n. 49 940*000
Roa do Bom Jess n. 13, 1- andar 3O000
Mtm n. 29, loja 216*009
dem dem n. 29, 1 andar 240 (X
Roa dos Burgos n. 27 2*6*000
Raa do Madre de Deas n. 10-A 180*000
Caes da Altandeca armazem n. 1 1:600*000
Ra di Mrquez de OHnda n. 53, 2
andar 507*000
Roa da Guia n. 25 200*005
Boceo do Aiwen n. 2, loja, 48>000
Ra do Visconde de Iljaparrca n. 24,
pavimento terreo, 1 o 2 andar, por l600f000
iRua diw Caladas n. 32 'OOiSOOO
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Kecife. 6 de fevereiro de 1886.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Smisa
C OVI HA FOCiO
\orlli Briiisli k Mercantile
CAPITAL
*:OOO.ooo de libras sterllnae
A GEN JES
Vdmson Howie & C.
KUA DO COMMERCIO N.
(ompaiiliia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelcida em 155
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
Al 31 de dezeuibro de 184
Martimos..... l,l!0:000SO0ft
Terrestres,.- 310:000^001
44-Ra do Commercio
EMPREZADO GiZ
Pede-se aos Senho
res consummidopes que
queiramfazer qualquer
caiuunicaco ou recla-
maco, seja esta eita no
escriptorio desta empre-
za ra do Imperador n*
29, onde tambem se re-
ceber? qualquer conte
que queiram pagar.
Os nicos cobradores
externos sao os Senhores
Hermillo Francisco Bo-
Jrigues Freir e Manoel
Antonio da Silva Oli-
veira, e quando for pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
ios Carvalho.
Todos os recibos dessa
empreza devero ser pas-
sados em taloes carimba-
dos e firmados pelo abai-
xo assignado sem o que
nao terao valor algum.
George Windsor,
Aos que se desejam tratar sem compromelter a
laude com prepanados mineralgicos.
Neata typogaspais eaia roa Dimita n. 43, 1.
andar vende-ae tinturas homeopathicaa para ino-
fensiva cura das seauintes molestias : asthmatico,
ainda mesmo bronahiteo; eiyaipela, enxaquecae;
intermiteates (seo o emprego do fatal quinino);
toase convulsa, falta de menstruacao ; cmaras de
saagne : eatericos oa metnte ; dores de 'dantas on
nevralgiaa, metrorraga ; vermfugos, denticSo a
convulaoes daa criaocas ; todo maaiMlado de ber-
vas do pas.
Aaaim jomo rratam se escrofulosos sm quslquer
graos gwnmatosos.
EDITAES
A Cmara Muuici jal da cidade do Recife
faz constar a quem inte, asar poaaa, que em 868-
sao ds 24 do corrente, sera levado em basta por
arreadamente r^mnl o sitie denominado Peixi-
nho, no municipio de Olinda, servindo de base a
quantia de 489*000, e mediante flanea idnea, e
de conformidade oom s lei.
Pa$o da Cmara Municipal do Kecife, 15 de
fevereiro de 1886.
D*. Antes* HiMisaasa A sWCunha,
Presideate.
SWnsiseo de Assis P. Roeka,
Secretarte.
Fabrica de liarlo e lecidos de
silgodo
Sao convidaaoa os senhores acci.aistas reu-
nir-se em asstanbla geral ordinaria no dia 24 do
corrente, ao salao da Associacao Commercial Be-
ueficente 4 1 hora da tarde. Recife, 9 de feve-
i/ero de 1886.
Manoel Joao de Amorim,
Presidente.
Jos Adolpho de Oliveira Lima,
Secretario.
Indemnisadora
A direceo da companhia de Segnroa Indemni-
aadora, tem a honra de convidar aos senhores ac-
cionistas & reunir se no escriptorio da mesma
companhia, i hora do dia 25 do corrente, afim
de Ih a aerem spresehtadaa as contas das opera-
cees do anno de 1885, o reapectlvo parecer da
coinmiaaao fiscal, e proceder-su a eleicao da mes-
ma. Recife, 10 de fevereiro de 85,
Oa direfores,
Joaquim Alves da Ponseoa.
Jos Ja Silva Loyo Jnior.
Antonio da Cunha Ferreira Baltar.
Pagamento de costuras
De ordem do Illm. Sr. inspector, annuncie para
o dia 23 do corrente o pagamento das pecas de
fardamento, costuradas para o arsenal de guerra,
na segunda quinzeaa do mez de Janeiro proxims
findo.
Secretaria da Thesouraria de Pasen 1
nambueo, 19 de Fevereiro de 86.
Oliveira Amaral.
er-
C. D. F.
Club Dramtico
Esta sociedade realisar o sen espoctaculo de
eorrente mez sabbado 27. Oa so ios que at e
dia do espectculo nao tiverem recebidj seas bi-
lbetes, poderao procurar em mao do thesoureiro,
ra do Imperador n. 73, 2- andar.
E. Penna Forte,
____________________________2- secretario.
lote Po dos Honorarios do
Ejercito
De ordem da directoa desta associacao, sis
convidados todos os senhores socios compareoe-
rem a eesio tHiaria e extiaordinaria no da 33
(aegunda-feir), aa 5 horas da tarde, na sede de
sociedade. Becife, 20 de Pevereiro de 8,
O 1* seoretao,
Geroncio dos Santos Teixeinu
n
t


fe


Diario de PernambucoSabbado 20 de Fevereiro de 1T6
Theatro de Variedades
NA
RO^^'i^iaiii^
20 de FarairH 1886
Espectculo extraordinario en beneficio dos artistas
MIMA DRAID, G. COMOLETTI10. FIORAVANZO
Representar se-hapela 1.a vez a espirituosa comedia em 1 acto:
& KK0&ISTA
tomando parte os artistas R. DURAND,
A engracadissima comedia, era
intitulada :
O. FIORAVANZO o actor L. MILONE.
1 acto, do repertorio do actor MILONE,

4 INOIVA E A CAVALLA
Repcs8. Camoletti e L.
desempenhada pelas Sras. Durand, Fioravanzo
Milone.
e os
Srs.
a.
INTERMEDIO LYRICO
l.oUM BALLO IN MASCHERA Romanzo para
peta
MARTIMOS
barytono, cantado
Sr. C. COMOLETTI.
2.o BOCCACIO Do cmico entre Lellis e Petronila, cntalo pela Sra.
DURAHD e o Sr. COMOLETTI.
3.*O gracioso do cmico napolitano :
LVATE A CAMZELLA
cantada a carcter pelos Sras. Durand e Fioravanzo.
Acabar o espectculo com a nova e jocosa comedia, em 1 acto, com msica
arranjada a capricho do distincto maestro Ciro Ciarlino, intitulada:
UMA CEIA INFERNAL!!!
Barbaziano, camponez ..... L. Milone
Roberto, sargento '*' C. Camoletti
Brgida, mulher de Barbaziano R. Durand
Pancracio, mestre da escola. .... Q. Pepossi
Os b meficiadoB esperam merecer a proteccSo do hospitaleiro e distincto publico
Pernambucano.
_________ PRESOS PO COSTOWE
SociedadeMontc-Pio S.
Francisco de Assis
De ordem do Sr. presidente desta sociedade dou
conhecimento aos Srs. socios que em sessao de
assembla geral de 6 do corrate fei concedido
novo prazo a todos es socios que se acbam ein
atrazo de suas mensalidades, marcndose lhes o
de 30 dias para deliberaren) se aceitam ou nao,
devendo para isso entenderem se com o socio
procarador; assim como aos mesmos socios scirn-
tifico que as sesses do conselho administrativo
tero lugar semarjalmente, s 7 horas da noite das
quartas-feiras.
Secretaria das sepses do Monte-Po S. Fran-
cisco de Assis, 19 de Fevereiro de 1886.
O secretario,
Luit Francisco de Andrade Lima.
Sociedade Allian^a
Conviio a todos os sjcos compartcerem.do-
mingo 21 do correntr, na sede social, afim de ter
lagar urna sessao de eleieo para alguna cargos
vagos na administraco de 1886 87, que ter
lagar s 11 horas do dia. Secretaria, 10 de feve-
reiro de 1886.O secretario,
Moltke.
CHARGEIRS REINIS
Companhla Franceza de navega
fio a Vapor
Linba quinzenal entre o Havre, Lis
ooa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos
Steamur Villa ie Macei
E' esperado da Europa at
o dia 32 de Fevereiro, Be-
guindo depois da indispen-
savel demora para a Ba-
bia. Rio tle Janeiro
e Manto*.
Roga-su aos Srs. importadores de carga p 'los
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng | .ni:-
quer reclamacao conceriieute a volumes, que por
ventura tenharo seguido para os portos do iul,afirc
de sr poderem dar a tempo as providencias noces
arias.
Expirado o referido praso a companhia nio se
rcsponsabilisa por extravos.
Kcrebe carga, encommendas e passageiro; part.
s quaea tem elocuentes accomodacoes.
Augusto F. de Oiiveira (
4Ji RIJA DO OOMMEROIO
4-J
ROVALMAILSF'"
con;
0 paque
r- /-
m
Royal Mail Steam Packel
Gompany
Reducido de passagem
Bilhetes espeeiaes of
fercccr.) facilidades
aos senhores viajantes
para visitar a expsi-
to colonial em Lon-
dres, de 1886.
Ida c volta de Per-
nambuco a Soiitliamp-
on, primeira classe,
com o prazo de 6 nie-
ges libras sterlinas 36,
- i)
E'-....
28 a
depois ua Uemo:
ra para
LEILGS
.o faiendas avariadas
,a-feira, 23 do corren te.
fica transferido
C01MHII
DOS
Trilhos urbanos do Re-
cife Oiinda
Festa do Monte
Serao expedidos no domingo, 21 do correntt,
entre a ra da Aurora e Varadouro trena extraor-
dinarios e expresos, cem cruzamento na Encruzi-
lhada, s 4, 5, 6 e 7 horas da tarde, eendo que
rr esta razio deixarao o trens ordinarios de
1/2, 4 1/2, 5 1/2, 6 1/2 e 7 1/2 de chegar esta-
eio do Carmo. A partir de 8 1/2, salvo caso ex
traordinario, ficar restabelecido o percurso com -
mam e s 10 1/2 da noite um trem extraordinario
percorrer a linha, parando em todas as estacos.
Escriptorio do gerente, 20 de Fevereiro de 86.
A. Pereira Simoes.
t OMI' \Mlli: DES MBSSACE-
hii:s n \ni i itii s
IJNHA MENSAL
paquete Senegal
Commandante Moreau
E' esperado dos portos do
sul at o dit 25 do corren te,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux,
tocando em
Lisboa e vlg
Srs. passageiros de todas as
classes que ha lugares reservados para esta agen-
cia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz se abatimento de 15 % em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao menos c que pa
garem 4 passagens inteiras.
Por excepeo os criados de familias que toma-
ren bilhetes de proa, gosam tambem d'este abati-
inento.
Baha, Rio de lanelro, \
?ideo e Buenos Ayi
Este vapor (raz simple
passageiros e malas e im
amenU seguir depois do !
barque dos mesmos.
Vapor La Plata
esperado
do sol no da 1 do
marco, seguin io
depois da demora
necessaria para
Leilo
Em continuadlo
aoje, sabbado, o do correte
A's 11 horas
Em tua agencia ra do Bom Jess n. 19
te
Movis, vidros, espelhos, chapeos para senbora,
vinho de caj, correntes e relogios de ouro; e o u
tros objectos.
Ao correr do martfello
e 10 centmetros e de fundo at os fondos das
easaa da ra di Aurora
Terca-feira 83 do correte
A's 11 horas
Por intervensao do agente
Alfredo u maraes
Em sen armazem ra do Bom Jess numero 45
A requerimento de Manoel Pereira Simoes, o
inventariante dos bens deisados por seu fallecido
pai e por mandado e assistencia do Exm. Sr. Dr.
juiz de orphjs.
Bom emprego de capital
Lelao
lerca-feira,
23 de feueretro, s 11 horas
em ponto
No armazem da ra do Bom Jess n. 19
Pelo agente
Modesto Baptista
Constando de
Um sobrado da dous andares na travessa do
Carmo n. 18, freguezia de Santo Antonio.
Um sobrado de um anlar e sotilo na ra de
Christovo Colombo n. 6, freguezia de S. Jos
Urna casa terrea na ra da Detencao n. 61,
freguezia de Santo Antonio.
Dez meias-aguas no becco das Barreiras n. 4,
freguezia da Boa-Vista.
_ Urna casa terrea na ra da Paz n. 32, fregue-
zia dos Afogados.
Urna casa terrea na adeira do V>indouro, n. 9,
em Oiinda.
Para qualquer inforinacau o agente cima a
dar.
Leilo
De fazen.las togiesai .variadas
Constando de differentes volumes ou parte de vo-
lumes desear regad os de bordo do vapor Dclam-
brt, com avaria d'agua do mar.
Terca feira, 3 do correte
A' 1 hora
No
Agente Pinto
Dakar,
Lembra-se
aos
COMERCIO
Os vales postaes s se do at e dia 23 pages
de contado.
Para carga, passagens, encommendas edinheiro
afrete: tracta-secom o agente
iuguste Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
EailiiirE-SttBiaDiBitaiilscir
DamprschinTahrts-GeselIschaft
O vapor Desterro
Esperase de HAMBURGO,
via LISBOA, at o dia 20 do
corrente, seguindo depois da
demora necessaria para
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e encommendas, trac ta-
se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelinann & C.
RUADOVIGrARfUN. 1
i* andar
Lisboa e Southampton
Para passagens, fretes, etc.. tracta-se
passagens, fretes, etc., tracta-se com os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
3Roa do Commerelo8
United Si^s Brasil Mail S.S.C.
O vapor Advance
E' esperado dos portos do
sul at o dia 22 do corrente,
depois da demora necessaria
seguir para
Leilo
De urna armacao de lonro e bsJcio de amarello
envernizado, eandieire, registro e encanamento
de gaz. Sito ra da Praia n. 53.
Ao correr do nitirlcllo
Pelo agente Britto
Sabbado, 'o do correte
A's 11 horas
armazem da ra do Bom Jess n. 43
EM CONTIN CACAO
vender o mesmo agente differentes fazendas da
Fabrica Nacianal do Rio Grande do Sul, cons-
ndi, de camisas, panos, cassinetas e cbailes, todas
Ao publico
A verdadeira e bem conhecida pomma de mata-
rana c araruta, preparada por Jeronyma Coassei-
ro, vende-se em paco tes de libras e meias, nos
seguintes lagares, por ora : boa-Vista, ra da
Aurora n... estabelecimento do Sr. Joaquim de
Vasconcellos ; ru* da In.peratriz n. 2, dos Srs. Ma-
noel Moreira R beiro 4 C, e na da Baro da Vic-
toria, no dos Srs. Paulo Jos Alves & C.
Caixeiro
Precisa-se de um
idade, com prxtica ;
menino de 10 12 annos de
na_rua do Hospicio n. 34.
AVISOS DIVERSOS
Leilo
Bols* eomroerelal de "ernaoi-
boco
Hecife, 19 de Pevereiro de 18>>6
As tres horas da tarde
ColaoSet ufiniae
Cambio sobre Para, 15 d v. com 1/4 0/0 de des-
cont, hontera.
Dito sobie dito, avista, ao par.
Cambio sobre Londres, 90 d/v. 3/4 d. por 10 0,
do naneo.
P. J. Pinto,
Presidente.
Jandido C. L. Alcof jrado,
Secretario.
HENDIMEiNTOS PBLICOS
Mes de Fevereiro de lSf-6
LTMDEOAD* 1 18
dem de 19
Rr.a^miiADe 1 4 18
Xm de 19
Cjsbcujx? aovic;LDe 1 18
'dem de 19
431:438.667
42:573.022
Ran deawaohDe 1 i
Tdem de J9
Ifl
474:0115689
19:744*907
4:381*838
24:1264745
85:2414578
5:8534028
91-095J506
14:9141523
5:853 928
91:036/506
DESPACHOS DE EXPORTADO
Em 18 de fevereiro de 1886
Vara o exterior
Ne vapor inglez Delambre, carregou :
Par Liverpool, M. J. da Rocha 100 eaicos com
7,500 kilos de assuca masca vado.
No patacho ingles Carrie, carregou :
Para New-York, M. J. da Recha 420 saceos
com 31,500 kilos de assucar mascavado.
Sa barca norneguense Vega, carregou :
Para o Bltico, Borstelmann & C. 340 fardos
com 63.2% kilos de slgodo.
Na barca portuguesa Novo Silencio, carre
goa :
Para Lisboa, P. Pinto & C. 5 bsrris com 480
litros de rcel.
rara o fe tersar
No hngue nacional Marinho '. Car egoo :
Para o Bio Glande do Sal, J. 8. Loyo i Filho
^20 saceos com 61,500 kilos de assucar branco.
o patacho noraeruense Cere, carregou :
a o Rio Giande do Sol, Maia & Reaende
300 saceos com 22,500 kilos de aseucar masca-
vado e 700 ditos com 52,500 ditos de dito branco.
No patacho inglez Francia John, carre-
geo:
Para o Rio de Janeiro, Engenhe Central 100
saceos com 8,000 kilos de assucar mascavado.
No vapor nacional Sergipe, carregou :
Para Babia, Amorim Irmlos A C. 700 volumes
com 56,614 kilos de assucar branco.
No vapor nacional S. Francisco, carregou :
Para Penedo, P. Alves 4 C. 6 barricas com 600
kilos de assucar refinado.
Para Macei, P. Alves & C. 2 barricas com 120
kilos de assucar refinado.
No vapor nacional Cear, carregon :
Para o Para, Bartholomeu & C. 28 latas com
oleo de ricino ; P. M. da S-lva & C. 11 caixas
oleo de ricino e 27 ditas com dito medicinal.
No vapor nacional Jaauaribe, carregou :
Para o Natal, M. P. Marques & Filho a barri-
cas com 217 kilos de assucar branco.
Para Parnahyba, P. Alves & C. 45 barricas
com 1,755 kilos de assucar mascavado e 40 volu-
mes com 2,280 ditos de dito branco ; E. C. Bel -
tro & Irmo 65 barricas com 1,937 ditos de dito.
No hiate nacional Deus te Salve, carregon :
Para Mossor, P. Pinto & C. 10 barril com 960
litros de agurdente ; J. Camilo 500 saceos com
farinha de mandioca.
No hiate nacional Camelia, carregon :
Pars Mosaor, F. de Asevedo 580 saceos com
farinha de mandioca.
No hiate nacional Joao Valle, carregon :
Para Macao, J da Silva Salgueiral 9 barricas
com 990 kilos de assucar branco ; E C. BeltrSo
& Irmo 6 volumes com 403 dit je de dito.
Na barcaca Nanha, carregon :
Para Mamanguape, P. Alves & C. 18 barricas
com 1,283 kilos de assucar branco e 22 ditas com
1,330 ditos de dito muscavado.
No cter Rogerio, carrregon :
Para o Natal, P. Alvet & C. 8 barricas com
800 kilos de assucar refinado
N8 ba/caca ilueira, carregou :
Para o Cear, B. Oiiveira 4 C. 20 duzias de
vainouras de caznaba.
MOVIMENTO DO PORTO
Nao houve entrada.
Navio sahido no dia 19
MaceiVapor ngbz Delambre, commandante
James (irimer ; carga varios gneros.
narmho. Para, Barbados, S.
Thomaz e Xewlork
para onde receber carga e passageiros.
0 paquete Finalice
Espera-se de New-Port
News.at o dia 12 de Marco,
o qual seguir depois da de-
mora necessaria para a
Babia e Rio de lanelro
Para carga, passagens, encommendas e dinheirc.
trete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forsler k C.
N. 8. RUADOOOMMiriClO N 8
/ andar
De todos os gneros existentes na taverna
sita A rna Diis (]arJus<> n. 04
Mabbado, ao do correle
As 11 huras
O agento. Gusmao autorijH Exn. Sr. Dr. jjiz de direito do comotreio, fiara
leilo de todos os gneros existrafc* na tavenia
cima mencionada, perteir-enfo ;r> exccotde Jos
Jacindio dos Santos, cuj l-ilao t.in lugar u r-;-
qurrimentj do exequen i'r! > Alrrt Itxrbisn.
Aluga-se o 2 andar da casa n. 1 do pateo
do Terco, o 3- da de n. 3 ra da Penha, o 1
da de n. 19 mesrna ium, o 1- da de n. 18 ra
ireita, o 1 da de u. 66 a,ed,na ua, o 1- da
de n 35 4 travessa de S. Jos, o 1 da de n. SI
i ra eetreita do Rosario ; as terreas de ns. 41
i ra do Rmgl, 26 ra uqun de Caxiaa, 1 do
p-:teo do Tercio, 27 ra de Lomis Valentinas,
24 a ra do Ar.igo, e a cnsa de n 35 run da
Viracaq; a tratar na ra do Hospicio n. 3.
Aluga-se casas a 8Ot~no becco dos Coe-
!hos, junto de S. Gencalo : a tratar na ra da Im-
peratriz n. 56.
Merciaria
V"ende-ee urna btm localisada e fazendo bom
negocio ; a tratar na ra do Imperador n. 45.
Ao commmio e ao pu-
blico
Albino de t'ouza Azevcdo, subd.to portugaez,
dclara que desta '5at,i em diante assignar-se-ha
Albino Fernandas de Azvedo. Recife, 20 de
Fevereiro de 1886.
Noticia feral
Tendo por falta de comm idos de transferirmos
o Eugenho Ceutral do patea do TerQO n. 28, para
ra de Marcilio Dias n. 69. eommunicamos aos
nossos freguezes e amigos, nem s pira que fi-
queui scientes disso, como inesmo para podir-lhes
que continuem a honrar-nog com sua presenca, na
certeza que envidunos ns ltimos recurso do que
podamos dispr, afim ilu turnar esse ejtabcleci-
ineuto til, /creativo e econmico.
Entre outros j'igos de ncruio tejemos, um magni-
ficoSport-bowl,) jogo prcdili-cto da alta so-
ciedade americana, menos scicutitic- qu o bilhir,
perm, mais divertido c uuus C/lwio de vm'no-
cocs.
Teremos urna variedadd completa de licores, vi-
nhos, cervejas, refrescos, gelados, entre os quaes a
.-aborosa canarina.
Por precos muito mais- rasoaveis que em ontra
qualquer parte, teremos banhos de choque, de cha-
visco, mixtos e de assei.'.
Teremos invariavelmente das 6 da manhS, at
alta noite, o caf, mais especial q le possivel con-
segair-fe.
O Engenho Recreio Industrial fabrica aguar-
I dente de puro caldo de caima, licores, vinagre,
eannarina, e at cigarros muito especiaos que in-
I titulamosOuro das Minaspor sereno fabricados
somente com tumos de Baependy, Rio-Novo e Bar-
bacena.
Emfim o Engenho Central -Recreio Industrial,
-que abrir suas portas no dia 21 de corrente
mez, ficar desde entao a disposicao da benvola
e generosa populacao desta cidade em quem alta-
mente confiam.
_____________Diniz Correia & C.
BeiieisTuiiraiir
Sem dicta esem modifi-
ca?oes de costumes
L$lo
,!,
pejs > vapor inglez
DE
.\aTegacio Coslelra por Vapor
PORTOS DO NORTE <
Parahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara
caty, Cear, Acarahu e Camossim
O vapor Jag-uaribe
Segu no dia 20 de
Fevereiro, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 19.
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Com da Cempaohla
____ caoa o. s
Com pa obla Bratlleira de
gscSo a Vapor
PORTOS DO SUL
De fazendas avariadas ( |
doscarregados de L r 'o i
Delam* er.
Segunda-feira 22 do corrtnte, s 11
horra
Por ntervnci-:" do agento
Alfredo (fiimartos
Em sus agencia ru i !, R m r!";is n, 45
Leil;
a o
Vll-ini-xH p.r-icu;..r ie w : iio;ao priin.i
lia, I ledala An.lia Fcneii: iLi iiv.., r.i i \'i
dal de Xegr. iros n. l.
= Os bach.ireis Antonio Justino de Sottsa e
Pfdro AfF. uso d M'llo nwdarsra seu escripto-
rio pira a mi Duque d.i Ganis n. f>t, lo andar
onde eoiitiuuam a exercir a sua protissuo da ad-
vogados.
N ra das flora u. 19, precisa se de urna
criada que Compre e nwinhr
Aluga-se a casa cum sota, toda caiada e
jiiitada do novo, hit ua di Pundicao n. 8, em
.Sai.tu Amaro ; a iratar na ra do Mrquez ce
O.inda u. 8, lifhogi-apliia.
i armazem da ra do Mrquez de
a tratar com Prente Vianna &.

5s
Aluga-se
OlinMa ii 18 ;
Companhia
Alaga te o 2- nudar n. 31, e o armazem n.
39 ra do Imperad r : a tratar com Luz de
Mo.-a-s Gou.ei Ft-r.eira.
= A'Uga se o 1 an lai da ra dj P.,dr'' Fl. -
nano n. 69, o pavimemo terreo da traicisa da
Bomba n. 4 e o pavice-itj terr.'o da travisra do
L'vr.m -i.!o n. 10 : ua roa do Apo lo n. 34,
ir.e:r and> r.
pn
De um sobrado do dous andaras
ra do Visconde de ftapsrcft,
n. 61,
ontr'ora
ra do Apollo.
TERQA FEIRA 23 DO CORRENTE
A's 11 huras i in ponto
No armazem (x rus to Imperador
n. 2*
O prep"Bto do agente BurI inaqni, por manda
do e assistencia do Iiim. e Exm. Sr. Dr. jnis de
direico pii\:itivo de orphSos, l('...i" h lella n ,.
brauo Cuui bastantes cominod .-. (I.. ra do Vis
cende de Itaparica n. 61, par., ugojiduto de im-
postas que o mesmo deve.
Os Ss. pretendentes desde j pijttrio ir exami-
nar o dito sobrado.
Prrciss se de um i mulht-r de in< ia i iade
para compar.hi i de un familia poquena e fazer
-e.vic I n.diti.o ; m ras dj Conde D'Ea n 4,
Io andar.
Vcnde-sc urraaci) e ntrasiiios da cass de
pasto ra da M c la n -1, proprin para princi-
pante ; a tratir nt ru i d > Amorim n 4 Y
a ja
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Especitc s pr.varadas
maecuco Eugenio
de Hollanda
M f
ll
Nave-
VAPORES ESPERADOS
Ville de Victoria do sul boje
Desterro de Hamburgu boje
Ville dt Macei da Europa a 22
Advance do sul a 22
Espirito Santo do norte a 22
Tagut da Europa a 24
Tibor de Trieste a 24
Senegal bul a 25
Bahia do sul a 26
Marco .
Vapor Espirito-Santo
Commandante Joao Mana Pessoa
E' esperado dos portos do
norte at o dia 22 de Feve-
reiro, e depois da demora
& indispensavel, seguir para
os portos do sul.
Recebe tambem carga pa-
ra Santos, Pelota* e Rio Grande de Sul, frete s-
dico.
Para carga, passagens, encommeadae valores
tracta-se na agencia
PORTOS DO NORTE
0 vapor Bahia
Commandante 1-tenente Aureliano Izaac
E' esperado dos portos do sul
ate o dia 26 de Fevereiro, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portos
do norte at Manos.
Para carga, passagens, encommendas e dinhei
a fre'e tr zta-se na agencia
N. 46 RA DO COMMERCIO N. 46
Porto e Lisboa
Segu com brevidade a barca
portugueza ATot*> Silencio para os
portos cima, para o resto da
carga que falta a tractar com
Baltar, Oiiveira & C, ra do Vi-
gario n. 1, 1" andar.
Porto e Lisboa
La Plata
Manos
Finance
Elbe
Tomar
Neva
a 1
d" sul a 8
de New-Port News a 12
da Europa a 12
o buI a 16
do sul a 24
Segu com brevidade para os portos cima o
brigue per uguez Tilo ; para o resto da carga e
passageiros, trata-se com os consignatarios Jos
da Silva Loyo & Filho-
Para
Brlgne D. Francisca
E' esperado nestes dias, engaja carga frete
raodicq^para sabir com toda a brevidade: trata
na iwsrBo Marques de Oiinda n. 6.
Para Hamburge
Recebe carga a frete a barca brasileira iVotxi
Symputhia; a tra,ar cera Balthar Oiiveira & C.
Agente Pestaa
ciptal
Importante leilo de i sitios e de
boas casas V rreas
Terca-feira. 93 do corrente
As 11 horas em ponfo
Na agencia ra do Vigario Tenorio n. 12
O agente Pestaa competentemente autorizado,
vender no dia e hora cima mencionados os sitios
e casas abaixo declarados, que por seu bom estado
de censervacaj e melhor rendim -uto chiunam a
attenco dos senhores pretendeut'.- :
Um sitio na Baixa-Verde n. 5, em terreno pro-
prio, na freguezia d Graca, com 5 salas, 7 quar-
tos, cosinha, cacinrba com borabi. uar'o com ba-
nheiro, portio, jardim ao lado, arv es fructferas,
e passa o rio C*bipiribe pelo f ndo; este sitio
rende 400*.
Tres casas anuexas ao mesmo or o, de ns. I B,
1 C e 3, em terreno proprio, com 2 jalas, 2 quar
to?, cosinha e quinal murado, rendeudo cada urna
l92 i.unoaes.
Urna casa terrea sita roa da Palma n. 11, e
duas meias-aguas n. 9, separadas sob as leitras A
e D., rendando tndo 4084 annuaes.
Urna dita sita ra de Lomas Valentinas n. 7,
com 2 salas, 3 quartos, cosinha, cacimba, quintal
e porto, rendendo 240/.
Urna dita sita traversa do Caldereiro n. 6,
terreno proprio, com 2 salas, 3 quartos, cosinha,
quintal e cacimba, rendendo 2404.
Urna dita sita ua do Caalo.ico n. 6, com 2
salas ,2 quartos, cosila, quintal e portao, renden-
do 2404
Urna grande casa terrea sita roa da Ponte
Velha n. 133, terreno pruprio.com grandes accom
modac e ezcelleate quintal, re .dendo 3004.
Urna dita ra do Nogueira n. 9, dem, dem,
rendendo 2704.
Finalmente, um importante sitio em Beberibe,
estrada do Forno da Cal n. 7, terreno proprio,
grande casa com ezcellntcs acjimmodacoes, ar-
vores f uctiferae, parreiral, militas dependencias,
jardim, e estendendo-se o terreno ate a margem
do rio.
Para mais iuformaooes, podtm os se.ihores pre-
tendentes dirigir-se ao referido agente.
AOS AGROULTORES
Formicida capanema (verdadriro) para extinc-
cao completa d formiga saura. Vemiem Martius
Capitao & C, ra cstieita djltisarion 1.
JoSo Antonio ISarbosa declara ao respeita
vel publica e principalmente ao corpo coramercial,
que nesta data t^m vendido ai Sr. Jos Maria da
(Xsta, livre e djsembaracado. o sju estabeUci-
uiento de molha^os sito ru.i do Padre Muniz
numero 2 A.
Quem precisar de urna senhora honesta de
dade e capaz para determinar urna casa de pouca
fanilii e tamben para os arrabaldes da cilade,
dirija-se '. ruajla Pas n. 13 A.
Vende-se um terreno com ps de larangeiras
e lim iras, um p de coqueiro, um p de fructa
pilo, no Espinheiro, sito ra da Hora, perto da
eitacao: a tratar em Santo Amaro das Salinas,
ra.da Fundicio, ou na Alfandega, com Delmont
Pinheiro.
A Revoluto
A pprovodos pelas juntas do hygiene da Corte,
Repblicas do Prata e academia de industria de
Paria.
Elixir de imbiribina
Restabelece os dyspepticos, facilita as diges-
td>8 e promove as ejeccoes difficies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chloro-anemicos, debella a hjpoemia
intertropical, nconstitne os hydropicos e benbe-
ricos.
Xarope de fl >r de arueira e mutamba
Muito recomm. ndado na bronchite, na hemop-
tyse e as tosses agudas ou chronicas.
Oleo de testudus ferruginoso e cascas de
laranjas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga
nijmo, na tysica.
Pilulas ante peridicas, preparadas com a
pererina, quina e jaborandy
Cura radicalmente as febres intermitientes, re-
mitientes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples e tambem fer-
ruginos', preparados em vinho de caj
Efficazes as inflammacoes do figado e baco
agudas ou chronicas.
Vinho tnico de capilaria e quina
Applicado as convaiescincas das parturientes
urtico antefebril. >
Depisito : Francisco Manojl da Silva & C.
Santa casa de misericordia do
RecifA
-T
Leilo
De urna casa terrea, n. 37, sita rna do Padre
Nobrega, fregueiia de 8. Jos, edificada em
chaos proprios, com porta e janella de frente, 2
salas, i quarto, cosinha f-a e quintal morado,
mediado 6 metros e 40 centmetros de frente e 6
metros e 45 centmetros de fundo.
Um terreno na estrada.de Luis do Reg com fren-
te de cerca e divers is ps de coqueiros, baa
neiras e cajueiros, medindo de frenta II metros
O 48 da rna Duque de Carias, desojando ven-
der muito, resol ven vender fazendas por menos
25 '/ de seu valor.
Ver para acreditar
Setias macaos, de cores, 14400, por 800 res o
covado.
Mariposa fina de cor a 240 ris o cavado.
Renda a berta da China a 240 ris o covado.
Crotones finos nacionics a 240 ris o covado.
Setinetas lisas e finas a 400 ris o covado.
Alpa ;as de cores a 360 ris o covado.
Linhos escossezes proprios para vestidos a 240
ris o covado.
Loques Juannita a 800 ris um.
Lencos brancos finos de 14200 a 24 a dazia.
Camisas de linho muito finas pelo preco dimi-
nuto de 30 a duzia.
Cobertns forrada* a 24800 urna.
Colchas brancas e de cores a 14800-
Brinante de tres larguras a 900 ris.
Dito de quatro ditas a 14200.
Toalhas felpudas para rosto a 44500 a duzia.
Madapolao pelle de ovo, fiaissimo. a 64500 a
peca
Camisas para senbora a 24500 urna.
Lencos de seda a 500 i is um.
Redes hamburguezas de cores a 104 urna.
Ditas ditas brancas, com varanias, a 154 urna.
Cortes de casemira de cores finos de 44500 a
104000.
Casemira fina de ores, intestada, a 24 o covado.
Flanella americana a 14000 ris o cavado.
E mais ama infinidade de artigos baratissimos
Hsnoel A junta administrativa far celebrar no dia
quiuta-feira, 25 do corrente, pelas 8 horas da ma-
nha, urna nissa de rquiem pela alma do ex mor-
domo Manoel Jos dos Santos, trigsima dia do
seu fallecimento. A missa ser cantada na igreia
de N. S. do Parizo, pelas educaudas da casa dos
expostos, e para assistil-s, a jnnta convida a
Exma. famil'aeamigos daquelle toIlustre quan-
to prestmoso collega.
Secretaria da santa casa de misericordia do
Secife, 19 de Fevereiro de 86. -O escrivao,
_______________Pedro Rodrigues de Sonta.
t
Hirip da Silra Moreira
D. Luisa Mersnond
Morrea em Pars, no dia 17 do corrente, D.
Luiza Mermond, irm do engenheiro Gustavo
Mermond, o qual manda celebrar urna missa no
trigsimo dia de seu passamento, na igreja do
Monteiro, s 7 horas da manha.
f
Precisa-se do urna ama para lavar e engommar ;
na travessa dos Pires n. 5 (Geriquijy).
Ama
No oecao da Lingoeta n. 5, rreeiss-ie de urna
ama para casa de pequea familia.
loria da Lasaa
O ebefe de divso Jos Manoel Picaneo da Cos-
ta, inspector do arsenal de mannha, chefe de
diviso Luiz Maria Piquet, commandante da di-
vso de cruzadores, e o capito de mar e guerra
Felippe Firmino Rodrigues Chaves, commandante
do crusador Guanabara, convidam aos seas ami>
Ss para assistirem a missa que, por alma do fal-
lido almirante Baro da Laguna, mandam ce-
lebrar na igreja da Cooeeict? dos Militares, na
segunda-feira 22 do corrate, s 8 horas da m*-
ILEGIVEL
. i
.+

/
-.



Diario de PernambncoSabbado 20 de Feverciro de 1886
> ?.
Ao commercio
Nos abaixo assignados, declararnos que nesta
data compramos ao Sr. Manad oncalwg No-
Seira sea estabrlecim'iito de molbados silo i ra
Santo Amaro n 28, livro e desembarazada de
todo e qualquer/tebito ou onus que possi haver, e
se honver algum impedimento^ queiram apresen-
tar-se ro pruto de tres diae, Modo os quaes fioani
dita compra realisada. Ri.ci'e, 20 de fever;iro
de 1886.
Jjs de Carvaiho 6t C-
Veade-se
o deposite de charutos e cigarros ra da Santa
Cruz n. 1-A ; a tratar no mes i o
ROOIAYROL FUERES
PASTILHAS
De ANGELIM&MENTRUZ f*
S=

*5*

O Remedio mais efficat e
Seguro que se lem dexoberio ate
hoje pan etpellir as Lombrigas.

Este i i portante estabelecimento de relojoan'a,
fundado em 1860, est funecionando gr-ra ra
larga do Rosario n. 9.
t sen propretano, encarrvgado do reglamen-
to dos r elogies do arsenal de marinhn, dx crinpa
nhia dos trilhos urbanos do Reeife i Olinda e Be-
beribe, da do Reeife Caxang, da estrada de
ferro de Cama da companhia ferrocarril de
Pernambuco, da associaco commercil br-nficen
te e da estrada de ferro do Limoeiro, cercado de
intelligente e habis auxiliares, eonierta e lu-
brica qualqner peca para relogios de algibeira,
de parede, de torres de igreja, chronometros ma-
rtimos (dando a marcha), caixas de msica, ap
parelhos elctricos telephonicot.
Contina a exercer a sua prefisao com elo e
interease de que sempre den provas ao respei-
tavel publico e aos seus collegas, e vende forno-
cimento de qualqner qualidade.
Em frente de sen estabelecimento se acba col
locado om relogio, cujos mostradores fambem p-
denlo ser vistos pelos passageiros da fvrro-carril,
tendosempre aHORA MEDIA DESTA CIDADE.
determinadas pelas suas observaces aatroncrai-
aat. Ra larga do Rosario n. 9.
__________________Antonio Jos da Costa Araujo.
CALLOS
O MELHOR E MAIS INFALLIVEL E
TRACTOR DOS CALLOS E' A
Majnardina
. -porque os extrahe completamen te,sem cius:;r a
minina dor.
E' fac de applicar, nao impsde de M and ir
..-.lijado c tem o seu effeito compro vado >or altea-
r-dos insuspeitos e em numerosas npplicacoes quu
nunca falharam. Nao confundam, nem r n
ganem com outro preparado. S verdadeiro o
que se prepara e vende na Drogara e Imperial
rharmacia Diniz.
DE DINIZ & LORENZO
57-Pra^a do General OzorioS7
Deposito em Pernambuco, pharmacia de
Hermea de Souza Pereira & C,
Successores
Rna flo Mrquez de Olma n. 27
Jabaixo assignado, Dr. em medicina pela Fa-
culdade do Rio do Janeiro, cavalbeiro da ordem
' de ( hristj por Portugal, mlico adjunto do Hos-
pital da Veoeravel Ordem Terceira do Carmo, da
caixa de D. Pedro V, agraciado com a mcdalha
humanitaria por esta pa instituido, etc., etc.
Atiesta que o remedio denominado MA YNAR
DINA, preparado pelos Srs. Diniz & Lorenzo
na imperial drogara e phannacia Diniz, infal-
livel para a extracorto dos callos. Outrosno
attesto que tendoem si einpr.gado, colheo os rac-
lhores resultados .poeto de ptd-r ealcar as bo
tinas as mus justas
O que atiesta verdade e jara aob a f de seu
grao.
Ro, 10 de Dezinbro de 188T>.~ Dr. Francisco
de Paula Cotia Jnior.
Viagens ao ceolro
De Olinda parte todos os sabbados, s 4 horas
da tarde, par Itamb por Tguaraas e Goyanna,
urna diligencia ; passagens a tratar na ra 1 de
Marco n. 1, no Reeife. Viagens avulsas em qual-
qner da, e para qaalqner parte a tratar no mea-
mo lugar.
Tricofero
de Barry,
I'nrniirr-s<> ijuo
r u
CABELLO
afndn mraiiio nn caoi
mnls ralvno, facm romean.
cara rnillcnlincu^a
a TI X HA o a CASPA.
rositivamente tnpedo s
3 seda e o embrinqaecimcnu
o CABELLO c em t odca os ca
sos o torna invariavelmente
Kacio, B'ilhanfe, Formoso
Abundante
Ein unha:natsd?oltentiiannoi
6 Icid nialfr venda que nt-nhuir.
out~* nr.-pnrado para o cabello cw
to<. mundo.
Agua Florida
de Barry.
DUPLA.
\' Preparada segundo a formula
original usada pelo inventor nr
i anno de 1829.
Tsm duau vexes man Fragrancia
que jualquer outra.
Dura duas vezes mais tempo.
E'multo mala rica de ertume
mais suave.
E'multo mais Fina e Delicada.
Tem dobrada torca Refrescativa- e
Tnica no Banho.
Fortalece ao Deb'le ao Caneado.
Cura as Dores de cabera o os dea-
malos. J
E'muitissimo Superior a todas as
outras Aguas Floridas Actual-
mente a venda._______________*^
Deecoberta Importautissima.
Puro Oteo de Figado de Bacalhao
COM
IODURETO DE FERRO.'
de --.. ;
Barclay & ompanhiiw
nio ciifriuncciuo e fatigado o wn pri-,
'(.r c arrcomtulo *'a contornon. E' certa- i
;h ate ca i tT.-.n.ie aseul. -- Puro Oleo da
lo lCue:i!hr -.. Eodurelo d
lferrode Mrala New York. '\
Xapope r..e Vida
e Bf : dv No. 1.
DEPURATIVO E PURGANTE.
Este novo e admiravel purificador de"
sangue acta robre os intestinos'
o ligado, os rins e a pelle.T
E'ci.ra Infallivel contra a Debiiidade
r ervosa, as Dores de Ca berta, a Dys-
pepsla as Sezoes, e contra as doen-
cas do origem Miasmtica ou occa-
slonadas por desordena do flgado
ou pobrezas Impureza do sanguo.'
OS especficos veterinarios
H0ME0PATHIC0S^=
^=DE HUMPHREY.
Para a cura de todas as doencas de
CaraHos, Ciado, Carnelros, Caes, Per*
ees, Ares.
Tem sido usado com feliz resultado por
FazeadeiroB, Criadores de gado, Car-
roa-ferria, ete^, ete.
Certificada e asado pelo Governo dos
Estados Unidos.
iy Envia-sc Folhetos e Cartes gratis.
Dirija-se a
HMPHREY'S MEDICINE C0.
^_10g_Fulton St. Kew-York.
Especifico Homeopathico de
HumphreyNo.28.
Uaado ha 30 aasos. O nico remedio efficaz para
Debiiidade Nervosa, Fraqueza Vital
e ^oatraco, por exceaairo tnbalho ou outra causas.
$1 por zarraa, ou cinco garrafas e 1 gairaCodepos,
,*5-oo, oun> americano.
, A'venda por todos os DuoctTiSTAS. Tamban
enva.ae pelo correo pelo preco do coslume.
Dirija-se a HtunBhrer'a Hoineopathlo
-fedlelne Co. 109 Faltn St. New-York.
QUILL. BUTTON-HOLE TWI8T
(Kepca de Seda para Catear.)
Julgando ser de grande utilidade dos negociantes da
America do Sul, terem fios de seda e relroz prepara-
dos em material mais leve do que sejam cairelis de
pao. estamos promptos a fomecer para exportacao
nos de seda, retroz de seda e seda de bordar, de
todas as qualidade, preparadas em lancedem de
P^JP*4 ou de pennas como cima representado.
Temos todos os tamanhos de fio preto e mar de
quinhentos cores. 9
Dinja-sc "Brainerd k Annstroug Ce,"
6n Marlcet Street, 460 Bmadwar.
Pbiladdphia, U. S. A. New-York, U. S. A.
Kste remedio precioso tem gozado da acceita-
cAo publica durante cincoenta e sete anuos, coni-
ecande-se a sua manufactura e venda em 1827.
Sua populardade e venda nunca forao tio exten-
sas como ao presente; e isto, por si mesmo,
offerece a melhor prova da sua efficacia maravil-
hosa.
Nao hesitamos a diier que nao tem deixado
era caso algum de extirpar os vermes, quer em
creancas quer em adultos, que se acharao afflic-
tos destes inimigos da vida humana.
NSo deixamos de receber consrantements
attestaooes de mdicos em favor da sua efficacia
admiravel. A causa do successo obtido por este
remedio, tem apparecido varias falsificac;es, de
sorte que deve o comprador ter muito cuidado,
examinando o nome inteiro, que devia ser
Teii[0eB.A.FAfflEST9CK.
NA CAP0SICA0 NIVf-RSAL DE-ia/d
VINH0 de CATiLLON
de OLTCERINA e QUINA
0 mais poderoso tnico n-constituini*- p-e aoteaso< iw Doran d'estjmago, Langor. Anamla
Diabatia, Consumpco, rebrea,
ConvaJetoenca, Raaultados dos partos, etc. "
O mesmo rinbo eom trro. VINHO FtBRUGINOSO DE
[ CiTILlOH regenerador por eicellencia do langa* pobre |
I descorado. Este ioho Cu tolerar o farro por todos
I o Mtosufo e nio oecaiiona prisio de rentre,
" I, l, ru UlMt-Vlneml-de-Hui tmPern "
rraac-M. da SUva s O, a


I
TINTURARA
SCCESSOR
25 Ra de Dlalhias de Albuquerque 25
(WTII.A IIIA DAS FLORES)
TDge e limpa cora a roaior perfeicSo toda a qualidade de estofo, e fazendaf
em pegas ou em obras, chapeos de feltro ou de palha, tira o mofo das fazendas; todo c
tr.iballio feito por meio de machinisrao aperfeicoado, at lioje conheoido.
Tintura preta as tercas e sextas-feiras.
Tinta de cores o lavagem todos os dias.
Grande e boni montada ollieina de alfaiate
ESPLENDIDO SORTIMENTO
DE
DE
PEDROZ A & C.
N. 41Rua do Baro da VictoriaN 41
Neste bem conhecido estabelecimento, so encontrar un lido e variado sor
imento de pannos, casemirae, brins, camisas, punhos, collarinbos, meias, gravatas,
tudo impotado das mclhores fabricas de Pars, Londres e Allemanhn; o para berc
ervirara nos a-mi amigts e freguJzes, os proprietarios do3t"3 grande cstabeleciraento
tm na direccSo dos trabalhos da officina habis artistas, e que no curto espaco de 24
horns, preparara um tordo roupa de qualurrfazenda.
Rua do Barao da Victoria n. 41
________________(PREgOS SEM COMPETENCI\)
O* proprietarios do muito conhecido estabelecimento denominado
MUSEU DE JOIAS
sito a rua do Cabug n. 4, communiesra no respeila^el PUBLICO que receberara urr
grande sortimenlo de joiaa ias mais modernas e des mais apurados gostos, como tam
bum relogios do todas as quididades. Avisara tambera que continuam a receber poi
todos os vaporee vindos da Europa, objoctos novos e vendem por muito menos que cm
outra qualquer parte.
MIGUli WOLPF & C.
N. 4 RUA DO CABUG----N. 4
Compra-se ouro e prata velha.
FiMDlsnFms
Va bem condecida lo ja da rua Primeiro de
Marf n. 20
JUNTO DO LOIVRE
Grande sortimento do madapol3{s de 20, 40500, 50, 50500, 60, 60500, 70,
70500 e 80000 \
Algod3es brancos, superiores qualidades, de 40, 40500, 50, 50500, fjfi e
60500. '
Saperiores cretones de 320 a 500 o covado.
Batiste, lindro padrods, a 200 e 320 rs. o covado.
FuatSes brancos de novos desenhos a 440 e 500 r*.- o covalo.
Cobertu8 de ganga, forradas, de dous paunos a 30500.
Ditas de ganga cretone, bonitos padrScs, a 30000.
Lencos de bramante, de linho de 20 a 40000 a duzia.
Ditos de algodSo de 1,800 a 20500.
Tallias felpudas, de tamanho regular a 50000 a duzia.
Ditas grandes para bannos a 20000 urna.
Lencos de algodo da 10800 a 20200 a duzia.
Ditos de algodSo, com barra, a 20400 a duzia.
Brim pardo, claro, a 300, 4(X) e 700 rs. o covado.
Dito traagido, lona, a 10, 10iOO e 10200 o metro.
Cortes de vestido de cretone de 200 por 80000.
Guardanapos de linh de 30500 a 60 a duzia.
Graade var'cdade de nnquinhas de 20 a 50000.
Meias cruas para hornera a 50, 60, e 70000 a duzia.
Chambres muito bem preparados, para hornera, de 50 a 100000.
C'asemira diagonal, preta e azul escuro, a 20500 o covado.
-Algodao-tranjado de duas larguras a 10300 a vara.
Bramante de algod2o, de qnatro larguras, de 10500, 10800 e 2000 a vara.
Dito de linho idera idem de 2-?, 20500 30 e 40030 a vara.
Leqnes de papel, de lindos desenhos, de 500, 800 o 10000.
Merino preto e azul a 400 rs. o covado.
Setinetas lisas de todas as cores a 440 rs. o covado.
Belbutina8 de todas as cores a 10000 o covado.
Molesquino (iu v'oies, bonitos padioVs, a 600 rs. o covado.
Ch-.lcs do xlgodito a 10200, 10400, 10-500 o 25000.
Guarda p de brim d* rtolio p*rdo a 40, 50 o 6$000.
Oxford pura camisas, in ios padrSes, a 280 300 e 340 rs, o covado.
Costuraos para oimhos Cortinados brdalos para cama e {tallaa a 8-> 100, 12, 14 e 160000 o par,
Grande sortimento de ronpa feit-t sn trab-tlhadores de cimpo.
En^ arregamo-nos tambom de Diaodar f..zrr qualquer roupi para home.n o
meninos, para o quo ternas un hab] offial o um grande sortimento de pannos, brins,
casemiras, etc.
Qiie.ii precisar de algum artigo bo n e barato, dever visitar de preferencia
ese antigo e acreditado estabelecimento.
RENDAS OU BICOS
0 que ha de mais gosto neste genero, rece-
beu
exposcao;myersal
, DE
EMILIO ROBERTO
17Rua do Barao da Victoria17
IJOMWTTl
JOSEPH KRASE 8; c.
Acabam de augmentar o sen j bem conhecido
importante estabelecimento rna i
de marro n. 6 com mais
um salo no i andar lnxnosamente pepar-
rado e prvido de urna exposi-
fl# dos mais afamados fabrif^fites do
mundo inteiro.
Convida, pois, as Exmas. familias, seus nume-
rosos amigos e fregnezes a visitaren.
o sen estabelecimento, afini de
apreciarem a grandeza e bom gosto com que
nao obstante a grande
despeza, o adornaran., em honra
desta provincia.
CHA-SE ABERTO DAS 7 A'S 8 DA NOITB
Bn Primeiro de Marco 120
Ar%r^^^^^
XAROPE
FUNDICAO GERAL
ALLANPATERSON'a- C
N. 44--Ru 1 do Brum-N. 44
JUNTO A E^ f ACAO DOS BONOS
Tem para vender, por pre^ mdicos, as seguintes ferragena:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
CrivacBes de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito rundido, de lindos modelos
Portas de fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de forja de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de concertos, e assentamento de machiniamo e execacam qualqo
ab alln com perfeiclo e presteza
MDA1AFORTUNA
200:000^000
PREqOS EM PORQO
Dessenas..... 10^000
Vigessimos .... I$000
EM RETALHO
Dezenas..... III000
Vigsimos .... I^JOO
CORRE TODAS AS TER()AS-FEIRAS
3-RCA LARGA SOBG3ABIO-36.

FERRUGINOSO
de Cascas de Larartjas e de Quassia amarga
ao PROTO-IODUREW de FERRO
Preparado por J.-P. LAROZE. Phannaceutioo
PAKXB a, Soe dea Xdona Bt-Paal rJVkl
4.PPR0VADO PELA JUNTA DB HTOIENB DO BRAZO.
^GBPHIA Ali^
O Proto-Iodareto de Farro,
bem preparado, bem conservado, prin-
cipalmente no estado liquido, e de
todas as preparaces ferruginosas, a
queproduzos memores resuItados.Sob
a influencia do principios margo <
^ tnicos, da casca de larania e da
' quassia amarga, o ferro assimilado
, fcilmente e produz effeito prompto
'
i
i
'i

:
-"-'* w V U1UUU CII1.I M iiVUI(>W
egcral restituindo ao sangue, a forca;
a carnes, a dureza; aos differeoies
tecidos, a actividade e energa neeas-
sarias s suas funecoes diversas.
poris?- o Xa ropo Ferrnglaose
" P- Larote, e considerado peles
mdicos da Faculdade de Pars, como
o especifico mais acertado para as
Doen9aa de langor, Chloroae. Ane-
mia, Chlori-Anemia, Fluxos bran-
cos com dixestoes demoradas. Mo-
lestias escorbnticaa a eaorofalosaa
Rachitiamo, tto.
c
No murrio depotito acha-se i rtnda os stguintss Produoto$ th J.-P, LAROZE
XAROPE LAROZE uX2&> TNICO, ANTI-NERVOSO
Contra a> Qastrlte.. Oaatralvlas. Dyspepala. Doraa e Calmbr. da Estomago
XAROPE DEPURATIVO ^^^1* IODURETO DE POTASSIO
Costra as AffeoooM eaoroltiloaas, canoerosas, Taraorea brancas inu. a. -
Aooldent*. .yphUiHooa aaoundarlos a tirosaTloT *
XAROPE SEDATIVO^^aV^-BROIHURETO DE POTASSIO
Goetra EpUepala. yatartee, Densa 4a B. Ouy. Inaomnia dea Orlaaeas dnraata ^-rr
Maura sus fMm ab saaumu m
ALBERTO HENSCHEL & C.
5BlA 1)0 B.4R40 Di VICT0RI1-S2
ji
O fca'sco assignado tem a honra de participar ao respeitavel publico a est*
capital e do atarior, que reassumio a gerencia d'este grande e bem conceitoado esta-
beacinento, onde jpor longos anrfbs tem oceupado o mogmo lugar.
As JExrnas. familias e pessoas que desejarem hnralo com suas encommendas
encontrarlo all os mais modernos e aperfeicoados trabalhos concemente a art
photographioa e modicidade nos pre^os-
C. Barza,
Gerente.
Hfl 1


-----------------------------

___
6
trio de Pernambuco-Sabbado 20 de Fevereiro de 1886

AInga-se barato
> ainiaaem da ras do Boi 47.
cui terna n. ueira.
4 casa torrea d. 25 d. travs* de
^^Ldsr e dafll^^Hrme
^Trua do Oalabojeo r
^^d ra do Visoonde de Goyanns u. 79.
Hd> roa da Ponte Velo n. 39.
^^K da Baixa Verde n. 1 B Capnag
4 tratar no Largo do Corpo Santo n. 19,1* an-
*U. _____________________
Alug-a-se
grande sobrado n. 161 da ra Imperial, eaiado e
jin-ado : a tratar na rn do Ksngel n. &8<
Aloga-se
a f*sa da ra do Mar juez do Herval u 4i ; a
U-aUr ceno Joaquim Dia > de Almeida Costa, rna
V Pedro Alfonso n.6, autiga da Praia.
Pareciea-ee de orna par eozmha, pooi que
arma em casa; a tratar ra do Mrquez de
Hieda n. 6 ^_^____^^^__^__^_
A.ma
Precisase de urna ama para lavar e engommar ;
a ra da Uniio n. 47. _________
Ama
Precisa-se de urna ama para cosioh&r e com-
prar, e mais alguna scivico ; na ra do Hospicio
mei-o 17.
rosinheiro
Precisa-se de um c.sinheiro ; a tratar na ra
le Paysand n. 19 (Paesagem da Magdalena), ou
a do Commercio n. 44.
Cosinheira
Precisa-se de urna cosinheira que engomme
Mn e ensaboe, e que nlo durma fra, para casa
le pouca familia ; na praca do Conde d'Eu n 30,
erceiro andar.__________
Mine. Niquelina
ii vaMo sartifflentQ k cbapili-
u clamara senioras, o pe
assinofan-sayesios.
Roa Prlmefro de Marco n. 19
Tanto h Botina MaraWlhoso
Atteneo
Aluga-se a casa do Largo do Coneelhciro Joao
Alfredo n. 2 na Magdalena, serve para moradia c
tambem para nt'go -io por ser bastante atreguo
aada para hotel trt.far na ra da Imperatriz
o. 56.
Aos (lenles dos olhos
Cura certa em 48 horas das uflamneoes recen-
tes dos olhos, pelo colyrio preparado por Jos
Pedro Rodrigues da Silva.
Emprega-se tste poderoso colyrio eempre com
grandes vantagens. as seguintes molestias :
Ophtalmias agudas, purulentas e hmicas,
Mjnjunctivitt's, etc., etc.
Deposito geral na drogara de Faria Sobrinho
fe C, ra de Mrquez de Olinca n. 41. Para in-
formacoe, dirigirse livraria Industritl, ra
do Baro da Victoria n. 7, ou & residencia do
autor, ra da Saudade n. 4.
r^.
Os abaizo Resignados, tendo adoptado e regis-
trado a marca industrial cmodo desrabo i cima
ve coeformidade com as prescripcoes das leis em
sigor declaram ao publico e particularmente aoa
tena numerosos fregueses, que dora em dianto
odos os productos qce cahirem de aua botica le-
varao a dita marca como garanta de sna origen
e legitima p oeadeneia. t
Para advocado
Aluga se a sala do 1' andar ra Duque de
Caxias n. 61, a tratar na loja.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 12 14 aanas de
idado, com pratica de taverna e que d fiador i
sua condueta : na ra das Trinchciras n. 23.
Boa arquisifo
Vende se a fabrica de vinagre e cerveja ra
da Senzala n. 12, por preco muito barato, por sen
dono ter de retirar-se, tem muitos utensilios para
fabricar qualqui r ca-se de bi-bidas ; a tratar com
Eduardo Ma. mus na n sma. u no Entroncamento,
easa do Sr. .'.'i j.inleiio Siuza.
IBOlUlf
Aos 4:000S000
8!
S
Luz brilhante, sem Fumo
0LE0ABOHTIC0
HygienicG e Econmico
para un?mus
it^aTnirs. bastos
Pemambueo
NUMERO TELPHONICO : N' 3
ED. G. MONTESI i C.
Artistas pinto res
EM NBW-YORI--AMBRICA..
Por urna Pltotosrraplila em carto de visita
tiram um retrato de qualquer tamanho que se
desejar, desde 20*000 at 120*000 com linda mol-
dura e cordee de seda, trabalho no?o nesta ci-
dade.
Quem desejr ver, dirjase a I.ivrarla
l'ranrea, ande se acham alguna retratos em
exposiedo.
Para encommendas dirija-se ao agente aesta ci-
dade, ra Duque de Caxias n 61.
Venezianas
Compra se de duas quatro venezianas de ma-
deira, com correntes de metal, das modernas, com
Sonco uso ; no piimeiro andar n. 23, ra larga
o Rosario.
Advogado
Ra do Baro da Victoria n.
e cacas do costuane
O abaixo assignado acaba de vender
em seus felizes bilhetee quatro quartos de
n. 3859 com a surte 4:0000000 e di/ersoe
premios de 32,5000, 160000 e 80000.
O mesmo abaixo assignado convida os
Sossuidores virem reeeber na conformi-
ade do costume, sem descont algucn.
Acham-se venda os felizes bilhetet
garantidos da 4. parte das loteras
beneficio da Coca de Cardade de Bezer-
ros (39*) que se extrahir tercaa feira, 23
do corren te.
Preco*
Inteiro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
Em portan de 100*000 s>ar
olaaa
Inteiro 5*500
Meio 10750
Quarte 06t
Jodo Joaqun da '-Cotia Life.
O bachare Pedro Qaudiano de Rali-5 e Silva
mudou sua residencia da estrada de Juo de Bar-
ros para a ra vdha de Santa Rita n. 89.
Camisas de meia de seda
(Crep de Santr)
Vendem Salazar & C, ra do Bom Jess nu-
mero 58.
Pilulas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas plalas, cuja preparacao puramente vc-
g' tal, tem sido por mais de 20 annos aproveitadas
com os melhores resultados as seguintes moles-
tias : atteccoes da palle e do fgado, syphilis,
bonbes, escrfulas, chagas inveteradas, *rysipe-
las e gonorrhas
MODO DE USAL AS
Como purgativas : tome se de 3 6 por dia,
bebendo-so apa de cada dze um poueo d'agua
adocada, cha ou caldo.
Como reguladoras : tome-se nma plala ao
jantar.
Estas pilulas de invtn(o dos pharmaeeutieos
Almeida Audrade & FUhos teem o veridictum dos
senbores mdicos prra sua melbor garanta, tor .
nando-se mais recommendaveis, por serem um se-
guro purgativo e de pouca dieta, pelo que podem
ser usadas em iafam. Acham-se A venda na
drogara de Faria Sobrinho & C, ra do Mrquez
de Glinda n 41.
Aluga-Se urna casa pe-
que
na
Se rna de S. Francisco n. 1, freguezia de San
to* Antonio.
No becco do Fundi n. ,freguezia da Boa-Vis-
ta : a tratar na ra de Santa Thereza n. 32, de
manha at meio dia.
IGUARASSU'
N. 88:200
O IXr. Francjseo Xa-
vier Paes Barrete-,
pela AA vmz mafB$t* a
vir ottJnaodar a roadlo
Marque^ de Olinda n.
9#, dar q^m primen to
ao numero cima.
Vi>ni o Gama val
Compra se vestuarios noves e usados ; na ra
da Imperatriz n. 18.
Borracha especial
para limas ; receben a me.-cearia de Goncalo Jos
da Gama, a rna do Padre Floriano n. 41
Xa tjitdc da Escada
esmpra-se ouro, prata, pataeoes nacionaes e es-
trangeiros, e m tedas de onra ; na ra do Com
mercio n. 19, estabeJecimentc de Antomo Fran-
cisco de Araujo Costa.
Escola part colar
De inMtrurcsu> primario pr o aeao
mtseilino
M Hua da Mat'i: a Boa Vvla34
O abaixo assignado "par! cipa ao Ilustrado pu-
blico desta capital, que atrio sua escola particular
de instruccao primaria para o sexo masculino,
ra da Matriz da Boa-Vista n. 34, onde esmera
damente se dedica ao ensino de seua alumnos.
O grao da escola consta : ler.escrever e contar,
desenho linear, histora patria e nocoee de trances.
Garante um rtpido adiantamento emseusalnm-
nos. pelo seu pystema de ensino, o qual urna pa-
ciencia illimitada, um amor inviolavel e urna es-
merada dedicaco ao ensino, fazendo com que os
8' us decipulos abracem e amem de coracSo as Jet -
tras, aos livros, e ao estudo, guiando oa no cami
nho da intelligencia, da honra e da dignidade,
afim de que vsnham a ser o futuro sustentculo
da patria, da religo e da le, e um verdadeiro
cidado brasileiro.
Espera, pois, merecer a jonfianea e a protecc"
do distincto povo pernana tucano, e em particular
tem f robusta em todos os paia e Titores de me-
ninos que queiram aproveitar um rpido adianta-
mento de seusfilhos e tablados.
Com quanto ousada seja esja tentativa, todava
espera que es seua iocansavls esfercos, e os seus
purs de vacao de todos os filbos do imperio da Santa Cruz.
Mensalidade2*000 pagos adiantados, no acio
da matricula.
A** LAROZE ^Q
^ iarope de Casca de Laranja lnarga
o IODURETO de POTASSIO
4.PPR0VA.D0 PBLA JUNTA DB HYOIENB DO BRAZO,
Todo o mundo conhece as proprieda-
des do Iodureto de potassio. Os mais
distinctos mdicos da Faculdade de medi-
cina de Pars, e principalmente os SSrs
Dres Ricord, Blanchb, Trousseau.
Nlaton, Piorry, Roobr, obtinerSo os
melhores resultados no tratamento das
atfeccSes escrophulosas. lympbati-
cas. cancrosas, tuberculosas, nos da
carie dos ossos, dos tumores bran-
cos, da papeira ou bocio, das mo-
lestias ofironicas da pelle.da agrura
do sangue. dos accidentes uecunda-
rioa terciarios da syphilis, etc.
Este agente poderoso administrado em
solueo com agua, tem por inconveniente
o irritar a mucosa do estomago e deter-
minar accessos gastralgicos.
Em vista d'isto, os mdicos cima men-
cionados escolhero por excipiente d'este
famoso remedio, o Xarope de casca
de laranja amarga de Laroze, o qual,
por sua acefto tnica sobre os org&os do
apnarelho digestivo, facilita a absorpeo
de iodureto de potassio, previne qual-
quer irritaco e permitte qi;e se continu
o tratamento sem temor de nenhum
accidente al completo resiabelecimento.
No meemos depojitos ach&o-se os seguintes productos de J.-P. Laroze:
XAROPE LAROZEur^rrAaTNICO, ANTI-NERVOSO
Contra u Gaatrltaa, Gastralgias, Dyapapsia. Dore Cfltmbraaa d stomago.
XAROPE SEDATIVO^."^BROKIURETO DE POTASSIO
Contra Epilepsia, Hysterloo, Danaa da 8. Ouy, Inaomnla daa Crian? durante a dentieao.
XAROPE FERRUGINOSOaq.^^tPROTO'IODURETOd. FERRO
Coatra a anemia. Caloro-Anemia, COre paludas, Flores branoas. Raobitiamo.
>-<----------------
gtpoU m todat u tou Qngulu do raxil
Pars, J.-P. LAROZE e O*, Pharmaceutioo
, RU DS LIOHS SAINT-PAUL, Z

%
la
i do JAPAO
Qva 4gua pan o goucado
HiPO)i-i ADA roa
*, Boa 7M*!*; PAMSS
pa Agtta eatvrabMa das ceros de Siroa
, pe'? ua suavidad^ o saja proprie-
fi.as, excede os cosmtico* ciai
; i:^ lo tifa por teda s
uiio, ? aro ppifuJjio deiicieso,
-?<*: de&apparecer as
cocas da pe.
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
Lmroto da Fovldide d Medicina de Parii. Prmiio Montyon
As Cqpaulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Camphora empregao-se
as Molestias, as de Cerebro e contra as affeccoes seguintes:
Asthma, Insomnia, Palpitages do Corago, Epilepsia, Hallucinaco.
Tonteiras, Hemicrania, Aecgoes das vias urinarias et para calmar toda
especie de excitacao.
uti Urna explicado dttalhada acompanha cada Fnaoo.
Exigir as Verdadeiras Capsulas ao Bromureto de Camphora de CLIN & Cu>
de PARS, que < encontro em casa don Droguista et Pharmaeeutieos.
l^i fch&a r,Ji?!Egr?5g?-??SZ5!iage3g- .
GOTTAS KtUENEKAUUKAS
do Doutor SAMUEL THOMPSON
'Tratamento efllcaz contra todas as affec^Oes provenientes do enfra-
cnjeclraento dos orgaos e do systema nervoso, ou das alteracSes do
sangue Traques dos Rln, EsterlUdade, Palpitarse, Enfra-
| qneclmente (-eral, lonfas Conraleseenoas. Este tratamento de ha multo, reeooaecldo
e recommendado como o malor res aerador do orgranlsmo.
O FRASCO : S FRANCOS (EX* mAHCA| y*
rodo fruteo qu* nao trouxer a Marea de Fabrica registrada e a ***ig*aturai^r U*< FaMtinu
dTe ser rigorosamente recusado. _Z^-^ *****
rAJtIS, rharmacla axx.Zjr, tum Xoobeoboaart, sa / nMsoto
Deposito em Pernamiuco : FRAN" M. da SILVA & C*.
A

2Saw>0Si
NDALO MIOY
Pharmuveutjco de i* Cif.fte tm PtuiM.
?opi*T*ttv tim. Junta rMJlU-aJ Hy0*mt ote
E3as capvjas acabam cora os fluxos em 48 hora. ssppH
m.'ndo a Copahiba, Cubebas e InjecoQss.
Daposito em Pana, S, na Vivienne, e aaa principaes PharPiada*.

Pastilhas Peitoraes
DE 3UCC0 D'ALFACt E LOURO CEREJA
la GR1MAULT & C-, Pharmacaaticoa B Psstm
*.t!*tti0 B0Y* pharmacoptt ctteiaJ Frmty.
*pprorato pJa Junta central da Eygiant m BruSL
ij_f8o l'^rma d'uot confeito delieino, tomado cem prazer Unto pelas creaiican
pelo* adultos, estas pastilhas contftm os dois o^thsob mais calmantes fe
vos. em incueria medica. iii;.. ^am-ae aa o mmU*t axito owv:
| Malasias do Paito, j CAtarrc-Epiae^iM, I Bof oat a erpaati,
:?, Starra, ( onquiJio. | BroathiUs Csqnelacht.
'";;. 3. fina Viviono, o ^as prlasipasc Fhramada.
P
Este collegio acha se aberto i ra Velha n. 40,
e recebe alumnos internos, semi internos e exter-
nes.O director,
Ovidi oves Manara.
] Leonor Porto
A m\\** llMIaAloillisI) II l.| I
i-
O. 45
Rna do Imperador
Primeiro andar
Contina a executar os mais difficeib
fgurinos recebidos do Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicao de costura, em bre-
vidade, modicidade em precos e fino
gosto.
i
Compra-se e paga-
se mais do queemou-
traqualquer parte bem
como
de qualquer qualidade.
Na ra U Imperador
n. 32, loja de joias.
Julio Faerstemberg.
Verdadeiro cimento inglez
Marca Pyramide
Vendem Fonseca Irmaos & C, ra da Madre
de Deus n. 12.
Ao publico
Oeixa de correr as aeces (utre amigos de urna
esningarda, syestema Lajancheu-ee, nao s poriue
firam paseadas poucas ac;? se ter recebido os valores.
Borracha para limas
eceberam Rodriguen de Faria & C, e teem
jara vender em eeu armszem ra de Mariz e
Barros n. 11, esquina da ra do Amorim.
Mudou di residencia
O Dt Maduro, medico parteiro, mudou sua re-
sidencia para a ra da Imperatriz n. 88, esquina
la do Hospicio, 2o andar, onde ser cnccaitiad* a
qualquer boia da noite.
Roda da Fortuna
Foi vendido pjr eta casa o bilhete n. 27,415
com o premio de 20:000j, da lotera de Alagoas,
assim como todas as aproximares.
Perdeu-se
da ra da Imperatriz da Concordia urna me Ja-
iba do habito da Rosa ; quem achar pode ir en-
tregar na ra de S. Joao n. 62, que ser recom-
pensado.
Adiado
O medico a quem faltar um instrumento de ci-
rnrgia, pode procura!-o na ra D que de Caxias
n. 18, 1 andar, que dando os siguaes certos e pa-
gando as despena, se loe entregar
Ao publico
Urna senhora habilitada se offerece leccionar
jrimeiras lectras e trabalbos de agulha em ci He-
rios ou um casas particulares ; quem de seus
restiraos piecisar, pode dirigir se ra do Co-
-onel Suasauna n. 72.
Curso musical
Antonio M. Leal
Na ra do Imperador n. 51, 2* andar, abrir-se-
ha este curso no dia <0, eompreheodendo as sulis
de rudimentos c solfejos, i iStruraentoa de corda e
sopro, sendo das 4 s 6 horas da ta-de. as se-
gundas, quintas feiras e sabbados ; e das 9 s 11
da noite, as segundas, qoattas e sextas-eiras,
especialnteate para o eciamercio.
Halle de Paran eaifdwes
Chegou nova remessa para oroiaxe*u de Jos
Fernandes Lima & C ra do Baro da Victo-
ria n. 3.
Advogades
--.s: >-~- rsrtjy^ira-^g.;
.Vtaaoel Nrtto e Bevennto Lob i : rna Duque de
Tsxias n. 75, entrada pelo pateo do Oollegio.
llll'IH'ilO
Na ra do Bario di Victoria n. 44, 2- andar,
faz-se pKss a 900 rs. o metro'
BISNAGAS
Emilio Roberto aca-
ba de receber as afa-
madas bisnagas fran-
cezas, as quaes vende
em grosso e a retalho.
biposiqio mmni
47-Ra do Baro da Victoria-17
Afije
O
^^
O Vigor d
Cabello
06 Ayer
(Aycr's Ilair Vior)
VIIWJCWDEECOSNaWAtS
t
r BSA 0 6EU0,
TOSNANCO-0
MACIO. H.EXIVEL E LUSTROSO.
i to Pr J.C*YBOAJo.IIJto5nD
Costumes de casemira
A SOl e 3.-,*
Na nova loja da ra da Imperatrii n. 32, rece-
beu-se um grande sortimento de finissunas case-
miras inglezas ae cores claras e escuras, que se
venden : or preco muito em conta, assim como das
mesmas se mandam fazer costumes por medida,
s^ndo de paletot sacco a 3<'*000, e de fra*pie a
3 i : assim como de superior flanclla inglesa de
cor azul escura, a 30 e 35|, e tambsm das mes-
mas f2endae se manda fazer qualquer peca avul-
sa, grande pechincha ; na nova loja do Fereira
da Silva.
VOS 4:04 00
suestes $im\m
toa Primeiro de Sarro n. 2Z
0 abaixo assignado tendo vendido nos
seua afortunados bilhetes garantidos 4
quartos n. 2t<39 com a sorte de OOJJQOO,
alm de outraa sortes de 325, 164 e 8(5, da
lotera (38.a), que se acabou de eztrabir,
convida aos possuidores a virem receber
na coaformidade do costurae sem descont
a (gura.
Acham-se venda os afortunados bi-
lhetes garantidos da 4.a parte das loteras
beneficio da Casa de Cardade de Be-
zerros (39.a), que se extrahir terca-feira,
23 do corrente.
PRECOS
Inteiro 4000
Meio 24000
Quarto 10000
Sin quantidade maior de 100
Inteiro 34500
Meio 14750
Quarto 4875
Manoel Martitu Finza.
os 4:00011000
E
1:4
VI NHO de EXTRACTO de Ff GADO oe BACALHAO
Vende-ie
M Mita > irMiiet Pharmacia*
Drog-arlsvc.
Deposito geral .
PARiz
21, Faubourg Montmartn, 21
Hortrio das 9 boras da aiaabi s J da tarde.
Recebe meninos internos e meio-penaiouistas
por mentalidadee razoavejs e lecciona per cusas
particulares a ambos os sexos.
f iilio ares de Azevedo
84 RA DA MATRIZ DA BOA V18TA34
Quem tem ?
" P*>*la : compra se oaro, prata e
pedras pteaoM, por ma fmoo m m flotra
nhqoer parte ; no l andar n. 22 ra larra do
oaario antiga do Qnarteis, das 10 horas iaTda
tarde, das utew.
O VUJHO de Extracto de Figado de Bacalhao, preparado pelo Snr. CHE VRIER, Pharmaceutico de 1" classe,
em Parir, posBue ao mesmo tempr os priocipios activos do Oleo de Figado de Bacalhao e as propriedades therapeuticaa dos
preparados.tfcoolicos. E' precio para as J^ssoas cujo estomago nao pode supportar as susbstencias graxas. O seu effeita
como o do Oleo de Figado de Baoalhao, soberano contra as Escrfulas, Rachitismo, Anemia, Ghlorose
Bronchite e todas as Molestias do Peito
V-HO de EXTRACTO de FIGADO de BACALHAO CREOSOTADO
Deposito (jaral :
21, Faubourg/Kontmartrs, 21
A CREOSOTE de FAIA suspende .o.trebelh destruidor da Tsica pulmonar, porque diminue *xpectonso
deefl&Tta o gpwtite, faz ceisar a febre, supprwne os suonee. Qs seus effeitos combinados eom os de Olee de Figado da "n"""ltr<>.
fezej do Yf HO de Extracto de Figado doBaosdhau Creosotado, de CHE VRIER, o rasaedio por
fiWilleftcia coatsa Ti
Vende-e
Mas u|
I Broca.ras.
JKLHBTB8 GABANTIDOS
16-Rua do Cabug-16
O abaixo assignado venden nos sens
venturosos bilhetes garantidos os premios
seguintes: 1 inteiro com a sorte de 1000
no n. 497 alem de outros mais de 320,
16 e 8.5 da loterian38.
Convidase aos possuidores a vir receber
Bom descont algum.
Acham-se venda os venturosos bilhe-
tes garantidos da lotera n. 39* em beneficio
d casa de cardade de Bezerros que Se
extrahr na terca feira 23 do correte.
Preeoa
Inteiro 4#XK)
Meio 20000
Quarto 10000
Sendo quantidade superior
a 10 0:000
Inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0785
Joaquim Pire da Silva.
CASA IIII
Aos4:000$000
^raija da Independen-
cia ns. 37e 3;'
Acham-se a venda oa felizes oirefag
garantidos da 39, parte da lotera a beneiici >
da Casa de Cardade de Barreiros, que- se
extrahir no dia 23 de Fevereiro.
Preco*
Bilhete inteiro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
! poreio de looiooo para
elHa
Bilhete inteiro 30500
Meio 1,1750
Quarto 875
Antonio Augusto da ant~* Porto.
Cosinheiro
-Vs ruado Vijafion. 17, se psetss um co-
nheiro.
3* andar
S-sadar da casa roa deS.JoMM
.; a tratar na roa Priasiro de Matea a. W.
loja.
I IlEBIilL
i


ttMMin


i
; *.

Diario de Pernumbuco-- Sabbado 20 de Peyereira de ISSfi
VENDAS
Vende-se
tima armario e anas pertencas, prepria para prin-
cipiante ; a tratar na m do Baagel n. 11
Vende-se
urna canda de carreira de um s pao, p ;r barato
preco; a tratar na ra Imperial n. 332.
VENDE-SE
Doce de caj secco,
na ra de S. Jos n.
16.
Exposi$o Central
Damiab Lima C. intitularam o estabeleci-
ment em liquidacito da ra larga do Rosario n.
38, por EXPOSigAO CENTRAL 'para assira se
tornar bem conbecido de todos, pelo que chaina a
attencao especial das Exmas. familias nara os
400
1*500
160
400
11000
|0C0
1J000
8>
383
300
500
8 OOO
1*200
3J000
360
240
20
1(50
precos seguintes :
Metro da plics a
Bonecas inquebraveis
Metros de arquinhcs 120 e
Pecas de bordados finos a 300 e
Garrafas com agua florida a 700 e
Frascos de oleo oriza por
Fita para toalba, n. 80
Carreteis de 20C jardas a
Inviseveis grandes a
Ditos menores a
Brinquedoa para meninos a 200, 300 e
Caixinhas para presente a 2*500 e
Meios fio de sedapara senhhjra a 1* e
La para bordar de 2*800 e
Fita chineza o maco
Dito.de algodasdito
Massinhos de grampos a
Macaquinhos acrobticos a mu
flotees, fitas, leques, perfuma:ias, bengalas, te-
sonras e outro muitos artigas que s com a vista
naExposicaoCeo.tr A luja das estrellas
Rtia Duque de Caxias n. 58
Llqnlda a aegnlntea fkaendas rom
r.O r fe abato
Gorgoro de seda preto, do preco de 4*000, a
1*600 e 2f o metro.
Bramante de linbo com 10 palmos de largnra,
de 3*500 2* o metro.
Dito de algodao idem idem, de ifSOO, 1J o
metro. I
Atoalhado, duas larguras, lindissimos descnbos,
de 2*400, lf300 o metro.
Dito trancado, alvo, de duas larguras, de 1:700
& 1:20U o metro.
Dito dito cr, idem idem, de 1:200 a 800 rs. o
metro.
Madapolao Beavista verdadeiro, 6:500 a peca.
Guardanapo* grandes para jantar, de 8:000
4:000 aduzia.
Ditos ditos para almoco, de 4:000 2:500 a
duaia.
Toalhas felpudas, de 5:000 a 4* a duaia.
Ditas alcochoadas, de 4* 2:590 a duzia.
Meias inglezas para homem, de 7:000 4*.
Ditas para senhora, de 10:000 6*.
Lyuon de urna s cor para vestido, de 800 rs.
400 e 320 rs. o covado.
Cortes de cambraia bordados, de 12:000 8:E00.
Casacos Jersey bordados a 12*.
Gorgorinas de seda, de 1 800 a 600 re. o co-
vado.
Merinos de todas as cores, de 1:400 800 rs. o
covado.
Ditos pretos, de 2:000 1:200 o covado.
Rendas da Indis a 240 re. o covado.
Setim cor de rosa e escarate a 800 rs. o covado.
Orleai>8 de todas as cores, de 600 rs. a 320 rs
a covado.
Leques Joanita, 1 e 2 acto a 1* um.
Lacos modernos a 1:500 am..
Chpeos de sol pt>ia senhora a 1* am.
Lencos de esguiao de linho a 1:800 a duxia.
Ditos de cambraia de linho, de 8:000 &. 4* a
duzia.
Meiaa de fio de Eseossia, de 20:000 8:000 a
dnzia.
Anquinhas a 2*000.
Flanella para costumes a 1*100 o covado.
Cortes de casemira, de 5:900 3*.
Panno itglcz pata costumes, de 5:000 2*.
Brim pardo lona, de 700 e 500 rs. 320 e 240
rs. o covado.
Dito de cores variadas a 200 rs. o covado.
Aberturas para camisas, de 20:000 a 6/000 a
duzia.
Meias de fio da Escossit para homem, de 7:000
4* a duaia.
C Uarinhos de linbo com pequeo toque de mofo
a 2* a duzia.
Punbos idem idem, a 800 rs. o par.
E muitos outros artigos que se vendem com o
mesmo abatimento. Telephone n. 210.
Bon> (lias
Mcndonea Primo & C.
Tendeos) por precos sem
competencia
Lis escocesas, padrSea modernos a 400 res o
covado.
Ditas meacladas e lavradas a 500 reis o dito.
Velbutinas de todas as cores, lisas e lavradas a
1*200 o dit).
Fnstdes brancos com lindos descnbos a 400 e
500 res o dito.
Lencoes de bramante a 1*800.
Callarinhos modernos para horneas a 500 reis.
Selir.s de tedas as cores, por* precos baratissi-
mos
Merinos pretos e de cores para \ istido.
Mantilhas pretas.
Fichas do diversas qualidades.
Cortes de cassemira para senhora, bordados de
seda, atoalhado., espartilhos, tapetes avelludados,
panos de crochet, punhus para homem e senhora,
meias da todas as qualidades para homem e se
nhora e eutros muitos artigos de moda.
Ra Dupue de Caxias n. t*
SAO AS SEGUINTES PARA, ACABAR
59-Raa Duque de Caxias-5f
Toaile de nice, lindas coros, 18, 1*400 o co-
vado.
Damac de seda borrada a 1* o dito.
Sedas bordadas, finas, a 1*800 o 2* o dito.
Setim Maco de todas as cores, a 1* e 1*400 o
dito.
Dito dito preto, a 1*200, 1*500 e 2* o dito.
Cachemiras para vestidos, a 1* e 1*400 o dito
Gcrgurinas matizadas de todas as cores, a 400
e^500 rs. o dito.
'Setinetas lavradas e lisas de todas ss cores, a
500 e 560 rs. o dito.
Faile com lindas cores, a 460 e 640 rs. o dito.
Mirins pretos li, 1*200, 1*400 e 2* o dito.
LS de quadrinbos, cores lindas a 700 rs. o dito
Dita de todas as corea, a 400 e 560 rs. o dito.
Popelinas de seda a 300 e 320 rs. o dito.
Alpacas lisas, finas, a 360 e 460 rs. o dito.
Fustao de cores para menino, a 320 e 3*"0 rs. o
dito.
Casemirss pretas a 2* e 2*200 o dito.
Ditas de cores a 1*500 e 2* o dito.
Ditas ditas finas,inglesas, a 3*500 e 4* o dito.
Cortes de casemiras com toque de mofo, a 2*800
e 3*400. *
Ditos de dita perfeitos, finas, a 6*600, 7*500 e
10*.
Damasco de 13 com 8 palmos de largura, a 2*
o corado.
Dito de algodao a 600 rs. o dito.
Dito branco bordado a 1*500 o metro.
Atoalhado de linho fino, a 1 o dito.
Cortes de cazeneta a 1*400, 1*800 e *
Fechs de pellucia, 6* e 7* um.
Ditos arrendados, a 2*500, 3*500 c 44500.
Dito* de seda, lindas cores, a 3* e 3*500.
Chales de casemira, a 3*500. 5*500 e 7*.
Ditos de algodao, a 1*, e 1*800.
Colchas de corea a 1*500 e 2*.
Ditas portuguesas (muito grandes) a 12* e 14*
Ditas de crochet a 10*, 12 e 15*.
Cap-lias com veo (para noivas) a 10* e 16*.
Enzovaee para balizado, a 10* e 14*.
Camisas para senhora, a 3*500 e 5*.
Saias idem idea, bordadas, a 4* eq *00. a
Toalhas de laberntho ricas (para baptizado)
60* e 80*
Cretones ara vestidos, lindos padroes, a 288,
360 e 440 rs." o covado.
Chitas claras, finas, a 240 e 280 re. o dito.
A* roa Duque de Casia* n. SO
Garnsiro h Ma&C.
Agua de Vidago
raa da
Ebl quaitos e tois* garrafas
obrinbo C, a roa da Msoq
1, depositarios.
vendem Fari
i de Olinda a.
Fazendas brancas
SO1 AO NUMEXO
4o rna da Imperatriz = 4o
Loja do barateirot
Alheiro & C, a ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas estas fazendas
abaizo mencionadas, sem competencia de precos,
A saber:
AlgodaoPacas de algodaozinho com 20
jardas, pelos baratos precos de 3*800,
4J, 4*500, 4*5X0, 5J, 5*500 e 6J500
MadapolaoPecas de madapolao com 24
jardas a 4*500,' 5*, 6* at 12*000
Camisas de mcia com liseras, pelo barato
preco de 800
Ditas branc >s e cruas, de 1 at 1480o
Creguella franeeza, fazenda muito encor-
pada, ptopria para lencoes, toalhas e
cumulas, vara 400 rs. e 500
Ceroulaa da moema, muito bem feitas,
a 1*200 o 1*500
Colletiuhos f a mesma 800
Bramante francs de algodSo, muito en-
cornada com 10 palmos de largnra,
m-tro 14280
Dito de linho inglez, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e 2/J8CI
Atoaihaio adamascado para toalhas de
mesa, com 9 palmos de largura, metro 1(800
Cretones e chitas, claras e escuras, pa-
drees delicados, d 240 rs. at 400
Baptista, o que ha de mais delicado no
mercado, rs. 200
Todas estas fazendas baratissimas, na conhecida
leja de Alheiro & C esquina do becco
dos Ferreiros
Algodao enfestado pa-
ra enfoes i
A OOo ra. e 1 OOO o mel ro
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
algodao para lencoes de um s panno, com 9 pal-
mos de largura a 900 rs., e dito com 10 palmos a
1J00 o metro, assim com- dito trancado para
toalhas de misa, com 9paimos ae largura a 1*200
o metro. Isto na leja de Alheiro 4s C, esquina
do becco dos Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 1*200, 1*400,1*600, 1*800 e 2* o covado
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem muito bons merinos pretos pelo preco cima
dito. E' pechincha : na loja da esquina do bec-
co dos Ferreiros.
Espartilhos
A 5JO0O
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vende-se
muito bons espartilhos para senhora, pelo preco
de 5*000, assim como um sortimento de roupas
de casimiras, brins, etc, isto na loja da esquina
do beceo dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*300 e 3* o covado
Alheiro G, ra da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
sas, de duas larguras, com os padroes mais deli-
cados para costme, e vendem pelo barato preco
de 2*800 e 3f o covado ; assim como se encarre-
gam de mandar faaer costumes de casemira a
30, sendo de paletot sacco, e 35* de traque,
grande pech nena : na loja dos barateiros da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Os barateiros da Boa-Vista vendem urna grande
porcao de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de 320
rs. o covado, grande pechincha ; na loja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Bordados a lOOrs a pera
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
brdalo, done metros cada p*ca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em carta am 50 pecas, sorti-
das, por5J, aproveitem a pechincha ;.ca loja da
esquina do becco dos Ferreircs.
Fiistes de setineta a oo rs, o
covado
Alheiro 4 C. ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de fustes braneoa pelo
baratinho preco de 400 e 500 rs. o covado, assim
setinetas lisas, tendo de todas as coree a 500 rs. o
ovado ; na loja da esquina do becco dos Fer
reros.
Camisas nacionfles
A 500. SftOOO e 3*500
32 = Loja 4 ra da Imperatriz = 32
Vende-se neste to um gran-
de ortment de camisas brancas, tanto de aber-
turas e punbos de linbo como de algodao, pelos
baratos precos de 2*500, 3* e 4*. sendo tazenda
muito nii'ilior >lo qti" ns que veerr. do estrangeiro e
muito mais bem feitas, por serem cortada* por
um bem artista, especialmente camiseiro, tambem
se manda fazer por encommendas, a vuntade dos
fregueses : na nova loja da ra da Imperatriz n.
8.', de Ferreira da Silva.
Ao32
Sava loja de fazendas
I Rna da Imperatriz 3*
DE
FERREIRA DA SILVA
Neste novo estabelecimento encontrar o res-
peitavel publico um variado sortimento de fazen-
das de todas as qualidades, que se vendem por
precos baratissimos, assim como um bom sorti-
mento de roupas para homens, e tambem se man-
da tazer por encommendas, p r ter um bom mes-
tn aliaiate e completo sortimento de pannos faos,
casemiras e brins, etc
sendo fazenda muito encornada
Ditos de casemha de cores, sendo muito
bem feitas
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
muito bem feitas
Ditas degbrim de Angola, da muleskim o
de brim pardo a 2*, 2*500 e %-
Ceroolas de greguellas para homens,
sendo muito bem feitas a 1*200 e
Colletinho de gregoella mniso bem fcitos 1*000
Assim como um bom sortimento de lencos da
5*500 metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*280, aa
sim como superior bramante de qnatro larguras
para lencoes, a 1*500 o metro, barato ; na loja
I do Pereira da Silva.
8,0001 Roupa para meninos
3*000 A ,## #Boo e *
Na nova loja da ra da Imperatriz b. 32, se
vende um vanado sortimento de vestaarios pro-
prios para meninos, sendo de palitosinho e calci-
nha curta, feitos de brim pardo, a 4*000, ditos
6*500
1*600
como
linho e de algodao, meias cruas c collarinbes, etc. de molesquim a 4*500 e ditos de gorgoro preto,
Isto n* loj-oa ra da Imperatriz n. 32 emitando casemirs, a 6*, sao muito baratos ; n
K i sea dos largos
oja do Pereira da Silva.
Fazendas linas e modas
* A,--
a loo ra. covado
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vendem se
riscadiuhos pr-iprios para roupas de meninos e
vestidos, pelo barato prc^o de 200 rs. o covado,
tendo quasi largura de chita francesa, e assm
como chitas brancas miudinhas, a 200 rs. o cova
do, e ditas escaras a 240 rs., pechincha : na
loja do Pereira da Silva. Avisam as
Fuatoe. aetinetaa e lassabaa a SOO Paria:
ra. o covado Lindissimos cortes para vestidos com tecidos da
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-se ma'8 alpitante novidade como sejam: Etamine
um grande sortimento de fustes brancos a 500 com bordado a tetros, seda crua bordada :i capri-
rs. o covado, lzinbas lavradas de furto-cores, cho, Cachemire com eufuit^s b rdados a fil.
-Ba do Cubuga B
l Bastos & C.
(TELEPHONE 359)
Exmas. familias que reoeberam de
S*-
3*
Ra da Imperatriz
Loja de Pereira da Silva
Neste estabelecimento vende-se as rcupis abai
zo mencionadas, que sao baratissimas.
Palitots pretos de gorgoro diagonaes e
acolchoados, sendo fazendas muito en-
corpadas, e forrados
Ditos de casemira preto, de cordo, muito
bem feitos e forrados
Ditos de dita, fazenda muito meIhor
Ditos de flanella azul, sendo ingleza ver-
dadeira, e forrados
Calcas de gorgoro preto, acolchoado,
fkzenda bonita para vestidos a 500 rs. o covado,
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas as
cores, a 500 rs. i covado. pechincha : na loj .
do Pereir.i da Silva.
Merinoa aretes a lOO e OAOO
Vende-se merinos pretos de duas larguras para
vestidos n roupas para meninos a 1*200 e 1*600
o covado, e sunerior selim preto para enfeites a
1*500. arsim como chitas pretos, tanto lisas esmo
de lavoures brncos, de 240 a' 320 rs. ; na nova
Moda 1886
Valentionne en ecorce d'arbre.
Primorosa escolha em vestido wm 20 metros de
la Wgru-ii, tecido ainda nao conhecido aqui.
Cores e desenhos novissimas n.s seguintes fa-
zendas de seda, l e algodao. Etamine, Surah. Se-
tim, Failles, Linn. Toile d'alsace, Cachemires.
Esplendido sortimento
Em leques, luvas, espartilhos, lacos, lavalires,
meias, lincese muitos outros artigos que se ven-
7*G00(
10*000;
12*000
leja de t'ereira da Silva ra da Imperatriz nu- dem por precoa sem competencia.
mero 32. IY J
tiollf.o,,ni,o (rancea para leacea Iil |1<^||I S SCCCaS 0 RlO
a OOOra., I e l#SOO
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-se
periores algodozinhos francezes com 8, 9 e 10
12*000 Irnos de largura, proprios para lencoes de um
s panno, pelo barato preco de 900 rs e 1*000 o
Grande do Sal
Vend se na ra de Pedro Alfonso n. 6 sntiga
da Praia) a 320 rs. !!!
RiJADOUBDEGAXlASR.83
Mendon Os propietarios des te estabelecimento no in-
tuito de angariarerc o maior numero possivsl de
fregeezes, resolversm molificar seosirebnente o
preces das fazendas
Objectos para senhoras
Merinos pretas e de cores, setins e setinetas
lisas e lavradas, lacos inodernissimos, casacos pre-
tor, cortes de eacaemire bordados de seda, saias
bordadas, alpacas e las de cores, fosfoes brancos
e de cores, espartilhos, meias de cores, cruas e
alvss, belbutinas, cintos de coro, eollarinhos e pu-
nbos, fichs e outros muitos artigos.
objectos para homens
EOUPA POR MEDIDA
Camisas francezas, ceroulas, caminas de meia
collariuhos, punhos, plsetrons, gravatu, mantaz,
lencos, meias, casemiras pretas c de cores, brin,
especiaes e outros artigos.
Tapetes, panos c colchas de crochet cortinados
atoalhadns e bramantes etc.
WHISKY
K0YAL BLEND marca V1A.!X>
Este excellente Whisky Escessea preferive
ao cognac ou agurdente de canna, para fortifica.'
o corpo.
Vende-se a retalho us melhores aimazens d
ol hados.
Pede BOYAL DLEND marca VLADOcujonc-
m- e emblen... gietmou para todo o Brasil
_______HJVV.XS t C, agentes
lainhas
Vendem se em barris e em quartoiaa, e mais
baratas do que em ou'ra qualquer parte ; na ra
de Pedro AfFunso ns. 5 e 11.
250:000110
OTE

Em vista dos grandes progressos da idea de qne
se gloriara as nacSes civilisadas, o commercio
de ve acompanhar esse pro^resso, visto qne elle
o mais poderoso elemento do engrandecimento das
nacoes ; em /ista do que annunciam
MART1NS CAPITAO 4 C.
1 Rna estreita do Rosario 1
Grande sortimento de gneros alimenticios, es-
colha dos quaes, os annuociantes teem sempre
maior cuidado, para bem servir os ueus numerosos
fregueres. Leoibramos, pois, o proverbio :
Quem nao experimenta, nao sabe.
Venhitn ver, pois :
Queijos, flamengo. e de Minas.
Fiambres ingleses.
Chocolate francs Menier.
Dito do Maraohb. %
Fructos seceos, como :
Passas, amendoas, figos, etc.
Ditas nacionaes. t
Duoe da todas as qualidades.
Bolachinha inglesa.
Semeates novas de hortalicas.
Especislidade em
Vinhos finos do Porto, Madeira e Shfry.
Ditos da Figueira e de pasto.
Cognac de diversos autores.
Vinhos tnicos, como :
Absintho.
Vermouth, etc.
Licores de todas as qualidades.
Champagne.
Cerveja de diversas marcas.
Bem assim :
Araruta fina em pacotes.
Cha verde e preto.
Dito perola.
Especialissimo matte do Paran, em p.
Ainda mais :
Ovas de peize.
Surdinbas de Lisboa em Salmoura.
Vendem Martina Capito & <"., rna estreita de
Rosario n. 1.
Tiras bordadas
A 10O, ttO, io e too rs
Para o carnaval
S na nova loja n. 32 ma da Imperatriz, se
vende um grsnde sortimento de bonitas tiras bor-
dadas, proanas para enfeites, seis largas e es-
trellas, patos baratesiraoaoreoo de 100,120,160
e 200 ra, tendo dons metros cada peca, grande
pecbineha. Aajicn como um bom sortimento de
ganga amaratta, verdes e encarnadas, qne ae
venden- lails ': na loja de Pereira da Silva,
ra da Imperatria n. 32.
DO
CESABA
EXTRACTO M DA 23 DE FEVEREIRO
aNSFERIVEL
O portador que possuir dous vigsimos desta importante
loleria est habiitado a tirar 25:ooo$>ooo.
Os bilhetes acham-se a venda na Casa da Fortuna ra
Primeiro de Marco n. 23.
COME 2o DE EEVEKEffiO DE 1886, SEM EALTA.
A
DAS

CORRED DA 23 DE
IRO
O portador que possuir um vigsimo desta importan
te lotera est habilitado a tirar 10:006$000
Os inihetes acliam-se a* venda na Casa Feliz, praca da
Independencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 23 de Fevereiro de 1886, sem falta.



8
Diario de PcriiarabucoSabbado 20 de Fevereiro de 1886



-



L1TTEB1TMR
OS FJtLHOS
I'O
DBA.oNr:oxDoa
POR
s. ursm
CUARTA PAH73
As grutas d'Etretat
( Continuado do n. 40 )
VII
O PELOURINHO
Descreyendo o pelourinho de Fcamp,
fallamos da roda existente no centro do
monumento e do macbinismo que a punha
em moviincnto. Antes de collocar o cun-
den nado nesta roda, o prendiam, com
as pernas separadas e os bracos es-
tendidos sobre dous pedajos de uiadeira
fixos, dispostos oiu cruz de Santo Andr
e cortadas do inod) que cada membro ti
eva n'um espajo.
O condemnado urna vez preparado (esta
era a expresso) quebrava-lhe o carrasco
com urna barra de ferro os brssos, os an-
tebrasas, as coxas, as pernas a u peito.
Eot&o, tiravam o infeliz o ligavam-no
na roda que era o elemento principal do
supplicio; a cruz do S. Andr mo era por
asaim dizer oais do que o preparativo.
Faziam voltar as pernas e os bragos que-
brados para traz das costas, e voltavam o
rosto do padeconte para o co atim de que
elle expirasso neste estado.
Muitas vpz^s por um nleutum (palavra
.aiiua eropregada na pr-tiea judiciaria para
exprimir o quo era tilo por segndo par.,
o j uizo, retentum in mente judices, e que
nao exprima a sua scutenca), o condemna-
do via repentinamente, ou dimiiuir a du-
resa do supplicio por um estrangula ment
ordnalo ao primeiro, ao segundo ou ao
tereeiro turno, ou ptlo contrario augau-n-
tar a extensao por alguma addi.o de tor-
tura.
Depois do que tinha dito Van Ilelinont,
devia liaver no supplicio do La Chesnaye,
um retelum Uni por tim tornar mais hor-
riveis as dores j soffridas.
O carro parara em frente do pelourinho,
e o condemnado apeara-sc
Tudo estava prorapto : o carrasco, cora
urna das mos apciada sobre a roda, espe-
ra va. Os ajudantes esta vara ao p dclle.
O tenente criminal e o da opa curta ti-
nham tomado lugar pelo lado de traz da
plataforma. Os policas formavam circulo
um roda do pelourinho e os penitentes en
cerrados n'< sse circulo psalmodiavara os
versetes do cntico fnebre.
A multido improssionada ha va se calla
do. e um profundo silencio reinava nesta
praea, ha pouco to agitada.
La Lhesn'ye subiu ligon-arac uta o* de-
graus quo o separavam da plataforma
Dous confessore* o acompanhvam exor-
la ndo-o.
Um oficial de justica avaucou, trazendo
na mo um volumoso caderno, e fez signal
com a mo que a fallar. Entilo, no ineio
da atteucSo geral, o oficial de justica prin-
cipiou a lctura da senten9a do tribunal de
F.ainp, que conderonava pena do mor-
te na forca, o bandido e impo L Ch:s
naye, devidaroeute convencido dos criraes
a elle imputados.
Depois, passando ao famoso retentum, o
oficial do justiga accrescentou que, vista
a sua ioopiedado e obstinaco na vida cri-
minosa, o dito La Chesnaye seria rodado
na praca publica antes do ser eoforcado, e
que dous escrives nomeados e propostos
para este effeito, seriam encarregades de
formar auto das declaracoes do condemna-
do, afim de descobrir todos os do seu ban-
do qae anda nao estavam em poder da
justica.
Um duplo hurrah acolheu esta leitura.
A multido s esperava um acto do drama,
ia ter dous, preparara-se para assistir
raortu de um condemnado na forca e de
urna s vez iam ter dobrado prazer.
Os giriantes, tambera elles, ouviram esta
sentensa, e estupefactos olharara-so mu-
tuamente.
E' necessario dizer que nanhum dos tilhos
do pateo dos Milagrea tinha aupposto a for-
ca quu o prebostado julgara a proposito
empregar. Depressa, por acaso, ou pra
meditajSo, os oficiaos de justica, armado*
at aos deotes, tinbam-sc enllocado entro
o pelourinho e a casi da qual estavam
prestes a precipitar-sa os subditos do gran-
de coesre.
Cora todos os diabos Imurmnrou Tal
ebot o Corcunda ao ouvido do seu chet'e,
dir se la que estes malditas advinharam os
os uossos projectos. Vs como nos fazem
frente. Sao dez vezes mais numerosos que
nos.
Silencio dsse o grande coesre, se o
negocio te desagrada, uo desgostee os ou-
tros !
Trovo os cainaradas vaem tanto a
cousa como eu I
F.ssa boa serlo surprehendidos.
Acredita ? Chifres de Belzebuth !
esuro talvez em guarda I se fouios trahi-
dos\ .
Effeito do a:aso, meu tilho Esta
gente nao espera a nossa iatcrvenco.
Que o inferno te escute, gran le
coesre! Tornera sentido os primeiros que
saltaren).
Para traz, meu ere ncola !
C vou... Tripas e botes 1.. Te-
mos de fazer boa figura na ponta da ala-
barda d'um d'ellas! O signal est entilo
mudado?
O grande coesre racneou a cabeca. Elle
propro nao sabia que responder obser-
vaco de Tallebot.
A disposicao da polica e guardas nao
escapara ao Sr. de Bernac. Vendo fazer
tal raovimento, estremeceu, o voltou-se
para Van Helmont. Este olhava-o fila-
mente.
Ainda urna vez, o fogo das pupillas se
crusou no ar, tnas era um nem outro dis-
sq alguma palavra ou gesto indicando o
que so passava no seu espirito.
N'esta occasio, o carrasco e seus aju-
dantes preparavam a cruz de Santo Andr.
La Chesnaye collocado entre os seus dous
confessores, pareca escutar suas exhorta-
res.
O conde de Bernac encostou-sc varan-
da, de modo que encobrio Catharina, e,
raettendo a mo esquerda n'uraa das algi
boiras, trou un papel que meteu entre os
"los da sua graciosa companheira.
Esta agarrou o bilhete e occulr,ou o ira-
mediatamente no seu lenco.
O con le olhou a.
- V I disse com pretipitacao.
A baroneza inclinou-se para a frente:
Ai! o meu lenco! exclamou ella.
O lenco escapara-so da encantadora rajo
que o retinha e acabava do cahir na praca.
Van Helmont precipitou se at joven.
- Nao nada, querido! disse o Sr. de
Bernac suspendendo o sabio. A baroneza
teve modo venio Li Cnesnaye approxi-
mar-se da roda, e deixou cahir o seu len-
co; mas... eis um villao quo o apanha e
que nol o vera trazer.
Este pequ no incidente era tSo simples,
tilo ratural, que ninguem lhe prestou atten-
cilo. S, sem duvida, Van Helmont va
neste aconteciraento alguma outra cousa
al n do que pareca na realidade ; pois os
olhos animados, o rosto empurpureado, ful-
minou o conde com o seu olhar resplande-
cite.
- Oh I disse em voz baixa cerrando os
dentes. Des^racado de ti, bandido, aini-
quillar-te-hei !
FOLHETIM
tt FILHA. 00 SIMIRO
POR
:. bu s: ::ss3s:
Ah I diese o conde cora voz irnica.
Pode ser qua esteja equivocado em conse-
quencia da fatal semelhanja, e que tallando
ao conde de Bernac, cuide fallar ao infame
La Chesnaye Perdo-lhe d'esta vez o seu
erro, Sr. Van Helmont, mas previno-o,
deve reflectir em talconfusao... Pois, ac-
crescentou Reyuold baixando a voz, deve
ser mais prudente e nao mostrar-Be tao in-
ri mimado contra csse La Chesnaye. Es-
quece talvez que elle possuo un teirivcl
raeio de acyo contra o senhor; um serao
lliaute bandido capaz de tudo ; ora, a po-
bre Aldah est em poder d'elle. A vida
d'clla responde por si, Van Helmont. Cur
ve a cabeja, obriga-o a isso o seu proprio
in'.eresso I Aldah padecerla duas torturas
por cada urna que sofTresse La Chesnaye !
Aldah o Diana esto as maos d'esse ho-
rnera ou dos seus; ora, se elle realmente
padecesse a tortura, vingar-se-am n'aquel
las que ser ve m de garanta !
E, continuando em voz alta :
Mil vezes obrigado, senhor, conti-
nuou o joven ; a baroneza agradece-lhe os
seus cuidados. Mas olhe para o condem-
nado !... fez um gesto heroico I Sa elle
nao tivesse a audacia de parecer-se com
go, interessar-ma-hia. Gosto da bravura !
E a baroneza?
O tacto que La Chesnaye mostra
urna coragem espantosa I respmdeu Ca-
thariaa.
Minha filha I... rainha filha !... bal-
bu iou o preboste. Sa este supplicio ser
a sua sentenca de morte I
Seriam causadores d'isso os juizes e
o senhor Van Helmont, responden Bernae;
mas esperamos que o co ser por nos I
A voz do conde do Bernai foi abafada
pelo soui das trombetas. La Chesnaye
acabava de ser agarrado pelo carrasco. O
supplicio principiava, o condemnado ia ser
deitado sobre a cruz de Santo Andr.
La Ouiche, d'Herbaut, Marcos, Graud,
Ri.ardo, dominados pelo terrvcl espouta-
culo quo ia ter lugar, nao tiravam os olhos
do pelourinho.. O preboste, oais palillo
e com as feicBas anda mais desfiguradas,
segurara-fe grade; Van Helmont, com a
fronte prendida e a mao direita met'.i la en-
tre as vestimentas rasgava cora as unhas
as carnes do peito... o sabio comprehen-
dia a sua situacao ; Bernac e Cathanna
fallavam com desdem affectad). .. A mul-
tidao esperava muda e atienta... Os gi-
riantes he3tavam.. A polica vigiava.
A um signal do carrasco, os seus dous
ajudantes agarraran) o condemnado e la-
?antaram-no.
La Chesnaye I La Chesoaya !... vo-
ciferou ao raesmo terapo urna voz partindo
do outro lado do praca, e um segundo ban-
do de homens caminhou para os policas.
Entao 'oi a cousa mais terrivel, nada
pode d.r urna d d'esta cena. Penna e
pincel sao pobres para tragar seuelbante
quadro.
A praca pareca um campo do carnifici
na, um hospitil da doudos furiosos, um
inferno, um cahos phantastco, infinito,
im menso.
Hji'ens, raulhores, mansa, velhos, se
auotovolavam, berravam, cahau, luvan-
tavam-se, recuavam at s extremidades
da praca.
Os pollcias, atacados por iodos os lados
d va o golpe por golpe, cahiam, gritavam,
mata vam e esforjavara-so para abrir pas
sagem.
Os penitentes, cheios de susto, tinham
cessado seus cnticos, e, embaracados nos
comprdos hbitos, torn.ram se as primei-
ras victimas do terror geral.
Carrascos, ajudantes, tonento criminal,
tenento da opa curta tinham se pre
cipitado na massa, una fugiodo do tigre
ou do letlo, outros obedeoenlo ao sent
ment da conservado.
Era urna confusilo cujo aspecto fascina-
va os espectadores collocados nai janellas.
Tu lo isto se passou no espaco do alguna
segundos.
Repentinamente o conde da
dando um grito, levantou o braco
do, e, agarrando Catharina pela
levou a joven c lanjou-se com ella
terior da pousada.
A esta grito, a este gesto, nao aparee
bido, nao ouvido por todos, o conde nnaio
respondeu por outro grito, e, largando ao
ao mesmo terapo os dous ferozes aniraaes
qua sustinha.
Sus disse elle designado a varanda
da pousada.
O leJo do tigre pulara n, atravessanlo
a multido, tocando urna s vez no solo, e
de um segundo pu!o alcanjarara a varan-
da designada.
La Quiche, d'Harbaut, Giraud, Riaar-
do, e o Sr. d'Aumont ivcuaram : j nao
tinham tompa da fugr... S Marcos
avancou.
Ricardo, na qualidade do sargento, ti-
nha na milo a sua halabarda; Marcos agar-
rou a arma, arrancou a cora ura violento
puxao e pondo em pratca a sua antiga
raaneira de combatar no deserto, estenleu
o ferro ameagador era frente do tigre.
Esta raovimnto fot feito cora urna rapi-
Bernac,
esquer-
cintura,
no in-
N'e3te momento, ura rug lo da terior dez qu.' o animal feroz, langado no espaeo,
seguilo d'outro rugido ainda mais assusta- cahio sobro a alabarda cujo cabo voou em
dor, se elevou do lado esquerdo da praca.
A multido arrojou-so espantada, era um
tumulto impossivel dedescrevor, e as ondas
do povo vi rara de encontr s paredes dos
edificios... Um vacuo ficou no meio d'es-
tas vagas humanas, como urna illio11 sur-
gindu no raeio d'uraa tempestada. Neste
vacuo um tigre gigante o um leo fnrioso
tinham entre as suas garras tres cadve-
res enBanguentados.
D'ondo tinham viudo estes ferozes ani
maes ? Que sbila tinham transporto ?
Nin'uem o poda dizer; mas a multido
espantada, ceda ao terror e corra para
fugir ao perico. Era urna terrivel confu-
so. Nao S) caminhava pelo sol'i, tre-
pava-se por um mootao de corpos, uns j
se n vida, outros por terem cahido, trope-
cando n'algura cadver. Os gritos de dor
de assorabro, de raiva eleyavam-se em cla-
mores insensatos.
(i As mim, El'Kebirl a mim, Baccho l
berrou La Chesnaye immediatamente, os-
c pando-se das mos do carrasco estupe-
facto.
O leSo e o tigre deram um duplo rugi-
do, mais horrivel ainda que o primeiro,
deixando apoz elles um caminho ensanguen-
tado e saraeado de cadveres.
bocados, mas na ponta da qual o tigre
espetou, resultado do pulo furioso.
se
ervos contrahilos e esteodeu-se na va-
randa-
Ao barao! disse o sabio designando
cora o gesto o lugar em qua acabava de
desaparecer Marcos, e dirigindo-sa aos seus
comp.mhjiros ain la cheio3 de raedo: nada
tra a temer.
Estas palavras fizerara depressa La Gui-
che, d'Herbant, o O Auraonto o Giraud,
da especio do prostagao moral em qua es-
tav .di. I:nra3diatanento to las as espadas
sa desorabanharain e tolos correram...
Ricardo soguio-os.
Quanto a B.r.iae e a Catharina, tinham
desappareci lo. .
XIII
O PBOJECTO DE GIRAUD
Duas horas depois dos acontacimentos
qua acabamos de narrar, a praca do mar-
cado da Fearap offeracia ura espectculo
tristissirao.
Era toda sang tidas, farrapos..., depois, na centro desta
assustador labyrintho, alguns homens pro-
curando entre os cadveres urna esposa,
urna filha, ura marido, ou ura pai. A dor
estava pinta la nos rostos destas figuras.
Asjanellas ha pouco cheias da cabecas
curiosas, cstivara desertas. O pelourinho
tambera.
N'uma das cara iras do primeiro andar
do albergue do Catavento, tres homens es
tavara assentado3, conversando a raeiavoz.
Van llel.nont, Mareos e Giraud, co,n os
fatos emdeorlcra, salpicado3 da saogua,
tal fra a parte aetiva qua elles haviara
tomado no combate.
O plano era bora, comtulo, diza o
sabio personagam, falhou. Tu lo por elles,
tudo empregaram Oh I esse La Chesnaye
o seu filho silo 03 genios do mal!
Oh I dissa Giraud depo3 da un ins-
tante do silencio. Silo dous ?
Sira, respondeu Van Helmont. Ac
bo de confiar te este segrelo de qua de
ves recanhoaer a iraportaneia, mas com
perigo de tua vida salvaste a vida a Mar-
cos, ha apenas urna hora, porcauto tenho-
te por digno de partilhar a nossa empra
sa.-
0:i I servin lo 03, sirvo-raa tambara;
respondeu Giraud com feroz en;rgia. Dei-
xem ma por em execuyo o projecto que
acabo de condar lhas.
Mas, exclamou Marco8 precipitada
menfe, aonde est aquelle qua tr^z um
norae roubado, esse falso conde de B r-
nai?
No salo, cora a rapariga quo Giraud
diz ser sua antiga naraorada. Esta hornera,
viste, mostrou firmeza. Dopois da ter-se
oceultado nos primeiros rao.nautas du tu
multo debaixo do pretaxto plausivel de por
(Continuaron do n. lo )
II
Largue-me, gritou Sacha E' elle.
E mea pai 1
Ninguem respondeu ; mas Meriadec pen-
sou que esse appello diriga se a ura cava-
Iheiro alto, do qual e via as costas e ia
deixar-80 arrastar palo meniuo, quando ura
policial o impedio, dizendo :
Que tem esse pequeo ?
Est vendo que medo, respondeu
Fabreguette, quo coraprehendeu immedia
monte a situa^o.
- Entao, leve-o caqui, replicn brus-
camente o policial. E' precisa nao ter jui-
zo para trazer mancas Morgue. E o
senhor vai fazer-rae o favor da sabir com
pila, o senhor e o seu amigo que o est se-
gurando pelo brago.
Meriadec tambem comprehondeu. Nio
se faz de rogado para sahir da fila soa
largar Sacha, oue debata sa como um
louco.
FabregueUe fez como elles e o policial
os pz carua. Quando l chegarara, Sa
cha olhou para todos os lados e vio a vinte
paesos de distancia o cavallifiro que pro
carava.
Esse corra a toda a pressa para os car-
ros parados no caes.
O barilo, o pintor e o menino correram
atraz delle, mas, antes quo o podeasem al-
canear, virara o entrar era um coup, cujo
^ocheiro foi ao seu enaontro. A porta fe-
hou-se, o cavallo parti como um raio pela
ponte que liga a cidade ilha de S. Luiz.
Sacha, paludo de colera, mostrou o pu-
nir o ao carro que se afastava e gritou para
o dono que nao o poda ouvir:
Paulo Constantinowich eu te amal-
dic
Elle soberbo nesse papel, murrau-
rou Fabreguctt9. Em Pariz uto se fabr-
cara meninos como este.
Meriadec,.attonito, nSo sabia quo fazer.
Volteraos para a sua casa, disse-lhe
Sacha brmeamente.
Muito bem, meu joven senhor, disse
o pintor. Eu tambera os a orapanho at
a casa do nosso amigo barilo de Meriadec.
O menino nao respondeu e comecou a
camiuhar para a frente, sera perguntar se
era essa a direeso da ra Cassette. Os
teu3 olhos brlhavara e a sua p'iysionomia
tinha, sbitamente, rauda lo de expresso.
Tinha envelhecido de doze annos era cinco
minutos e hava adquirido o ar viril de ura
rapaz de vinte annos. O acaso tinha-o
posto na boa direeso, porque canunhava
para a margeno esquerda. Meriadec e Fa-
breguette o seguirara de perto.
E' a mai delle quo est n i Morgue,
disse o pintor, baixando a voz ; c o ho-
rnera quo acaba de fugir o assassino ?
nao assira ?
Adivnhou, murraurou Meriadec.
Pois b.'U), uao ^suscitaremos a mu-
iher, mas podemos tenta/v vingal a. Quer
que nos colligueraos para procurar fazer
prender o horaem ?
Sira, cora a condiso que o raen ami-
go Daubrac tambera entre nisso.
Os tres mosqueteiros entao ?
Realmente elles eram quatro. Ha de
faltar-nos l'Artagnan, a menos que.. .
O senhor corh ce algum ?
Ha o cavalheiro que foi preso por en-
gao o que o juiz acaba de soltar. Se elle
quizer ligar si a nos, tudo ir bem.
E' o quo mais. desejo. Varaos con-
versar >.m sua casa, aoncluio Fabreguette.
J tctiho um plano. Eu lh'o exporei.
III
O Sr. Meria lee, rnorava em ura palace-
te que lhe pertenca, palacete collocado en-
tre o pateo e jardm. O pateo dava para
urna magestosa porta cocheira n*arrabalde
Saint-Hanor e o jardm estendia.se at
avenida Gabriel.
Sua esposa, Oletti de Bansorade, era
encantado!a, e desda que estavam casados,
desapparecera para dar lugar ao rabe,
physioiiomia chula do audacia, coragem,
bocea aberta para dar livre passagera a
ura grito rouco, Marcas tirou a sua espa-
da, transpoz a varanda e cabio na pr pa,
correndo atraz dos giriautes e dos outros
assaltante3.
O leo parara sobre a borda da varanda,
corpo assenta sobra as pernas, cauda agi-
tada, bocea aborta, olhar ensanguentado.
Todos os qua all oetavara erara valen-
tes, ou,o:u io, tarabim tolos, excepto un
s, fijaran fascinados pelo terrivel adver-
sario. El Kabir pareca escolher a sua vic-
tima : percorreu com o seu olhar assusta-
dor a varanda. Finalmente, feta a sua es-
colha, ia precipitar-so, quando Van Hel-
mont se collooou resolutamente frente a
frente com o animal selvagem.
O sabio estava sablirae : mais bello tal-
vez que mestre Eudes quando o vimos em
pre&epsa do tigre real no laboratorio de
Humberto, na casa da ra das Estufas Ve-
lhas. ____
Van Helmont litando o seu olhar nos
Sus! avante os & pequea chamma! olhos do leo, estenieu a mo direita com
gritou o grande coesre saltando pela ja- 'um gesto de dorainaso extraordinaria. El-
nella. Kebir pareceu hesitar : Van Helmont deu
Os griant"s, electrisados, so^uiram-no. \ um passo para elle, o animal desenteaou os
Marcos !au;ou-se de lado : o joven baro a baroneza em seguransa, voltou para jun-
de Saint Briac, o mais antigo camarada
de Hugo, que foi o seu padrinho de casa-
mento.
Na note do interrogatorio porque pas-
sou Jacquos, pelas se te horas, Odetta que
nao tinha visto o marido desde manhS, es-
perava-o na sua pequea sala, sentada ou
antes recostada em urna grande poltrona
acolehoada e pareca mergulha la em pro-
funda raeditasSo. A sua alva mao brin
cava d8trabdamento cora u n leque japo
ncz e os seus olhos acompaohavam o mov-
monto dos ponteros no mostrador do relo-
gio ffa vieux-Saxe. Estava muito paluda e
pelas olberas via-so que tinha chorado.
Os minutos corram e Hugo, geralmente
muito pontual, nSo apparecia. Iupaaien-
tando-se tocou a campainha e parguntou ao
criado qno appareceu :
O Sr. de Malvme j entrou ?
Ha meia hora, rainha seihora, res-
pondeu o criado, est acabando de ves-
tir-se.
Bara. Diga-lhe qua o estou espe-
rando.
Logo que ficou s, a Sra. de Mlveme
levantou-se, olhou para o espelho, enxugou! outra vez. Tudo quanto quero dizer-te
tre-Darae ? balbuciou a Sra. de Malver-
ne.
Ento, nao leste os jornaes da ma-
nh?
Sim, e li a narraso de um suicidio,
urna pobre mnlher que atirou-se do alto
da...
E' isso! lambro ma agora, que fal-
larara da queda, raas nao do crirae.
Como essa desgrasada foi...
Atirada ra por um acelerado, que,
ro^eio, ser diffijil apanhar. A' mesa hei
da regalar-te eom a narraso por mudo
dessa lgubre aventura. Mas, admira-me
que Jacquea ainda nao tenha chegado.
j Jacques I exelaraou a joven senhora.
Encontrou-o ?
Encontrei-o, convidei-o para esta tar-
de e ello aceitn. Ello devia nos isso.
E porque nao veio elle jan tar hon
tem ?
Pretiro que ella raesmo te explique.
Ha de ser muito mais divertido.
Divertido I nao comprehendo.
- Nao perdes nad por esperar um pou-
co, porque cont que elle nao nos vai faltar
bavia dous annos e meio, uenhuma nuvera costume ?
tinha escurecido, era mesmo passageira-
mente o co conjugal desses^sposoa. Ella
g08tava de sociedade o recebi*a muitas visi-
tas, tinha sabido attrahir para oa seas sar
UJes homens ama veis'. A'as o nico amigo
que tinha intimidade na casa era Jacques
os olhos hmidos e tomou a attitude de um
soldado que se prepara para ser inspec
cionaBo palo san perior. Procurou sor-
rr e dar ao rosto una expresso alegre.
Nao o conseguio inteiramente e nao po le
reprimir ura movmento nervoso quando o
marido entrou.
Elle estava radiante e toi a ella da bra-
Sos e8tondido8 para passal os pela autora
e impriinir-lhe um bom beijo na testa, quo
ella offereceulhe.
Porque vein to tarde, meu amigo,
p*rgunlau-lbe ella.
Ah I tenho umita cousa a contar-te,
respondeu o juiz de instrucsao esfregando
as mitas. Mas, primeramente, p irque nao
ma atuas 1 jNio queros (que nos atuemos,
Juando ha alguera p-esente, nem mesmo
acques. Submatto-mo a essa exigencia,
raas quando estarao3 s outra cousa, mi-
nha Odetta querida. Dous amantes quo
se amara como' no primeiro da-, devera
atuar-.se.
Pois bera 1 tomou Odetta, que honve
te demorou mais urna bora lo qdfe d
que
lo qr!e de
Sa ponas que um negocio como esse
das torres de Notre-Dame se deslinda f-
cilmente Occupou-me toda a tarde, e s
seis horas anda estava no gabinete do pro
curador geral.
Que negocio esse das torres da No-
agora 6 qua o nosso amigo Jacques, o bem
comportado, o virtuoso, o impeocavel Jai-
ques, tera urna amazia.
Urna amazia repetio a Sra. Malver-
n, muito coraraovida.
Sim, meu Deus Isso te espanta ?
Canfesso qua um poaco.
Entretanto muito natural. Elle es-
t na idade em que se ama e assaz bem
apassoado para fazer conquistas.
Sera duvila, mas nunca pensei que
elle tivesse um naraoro, elle vera c tan-
tas vezes.
Ha terapo para tudo, disse o juiz de
nstrucso, rindo. Sant-Briac acha meio
de ver a sua bella, oem negligantar os
igos e at dar com ella longos passeras
timentaes.
E foi ura desses passeios que falo es-
queaer o nosso convite/
Pouco mais ou menos, raas a culpa
nao foi delle e quando ouvires da t-ua boc-
ea a narraso da sua aventura, com cer-
teza o has de desculnj.
Espero que elle nao se lembrar de
ma contar.
Mas, sim. C indispensavel- E es-
pero que tu nao te oppors a que elle se
confesse. Elle acabar! por pensar quo
tens ciuraes delle.
1 letta empallideoeu e respondeu com
vivacidade :
ti do ti o pareeeu combatar os amigas de
La Chesnaye. Oh ainda o digo, esto R-y
noli u n demonio da raais fina especie !
Nada lha escapa 1
Sa eu o proeurasse ? se o raatasae ?
disse Marcos.
Seria enterrado sob o norae de conde
de Bernac, e a sua identidado seria mais
diffieil de provar.
Mis, exclamou Giraud, quera o
que foi preso e o qua acaba de ser liber-
tado sob o nome de Li Chesnaye 1
Ignoro-o, respondeu Van Helmont.
A esse respeito nao tenho raais que con
jecturas 1 Oh I se Al lab estive3se ao p
de mim Pobre creansa! Que sorta lha
estar reservada ? S Deus o sabe I
Mas, disse Giraud, a semelhansa en-
tro estes dous homens realmente mar
vilhosa. Nao urna comedia- qua repre
sentara, um facto.
Certamente I
E quem pode ser esse hornera vindo
tanto a proposito para estorvar-nos ?
Ignoro. La Chetnaye tetn dous fi-
mos ? Sero dous geraeos ? E' um mila-
gro do acaso, feito para engansr a justsa ?
Nosoi... Para mira, comparando diver-
sas cir.-umstancias do passado, supponho
que estes dous homens sao ir.nos ; mas
isto urna supposico, como accusal-os ?
As provas sao em pro delles. Oh I esse
julgamento to diffieil de abolir, fez a for-
Sa de Reynald. E n'outro caso que pro-
vas tinhamos? Precisase de provas! Aon-
de procural-as!
E' necessorio ento renunciar nos-
sa empreza? exdauaou Marcos.
Nao nao nunca respondeu Van-
Helinont, mas necessitamos armar-nos de
astucia.
Entilo; dissa Giraud, executemos o
racu projeeto!
Creio, coro effeito, accrescentou o
baro de Grandair, quo que nos tomos
de melhor e de mais simples a fazer.
Mas, observou Van Helmont, a urna
morte quasi certa que t? queres enoami-
nhar.
Qua importa? disse Giraud.
Nao tem havido um encontr de suc-
cessos, accrescentou Marcos.
Militares delles!
- Acertaremos I
Marcos, meu filho, disse o velho-sa-
bio com voz commovida, eaoas que nunca
hei querido por obstculo tua vontade no
qua diz respeito a este negocio : tenho-te
gula lo cara os raeus consolhos, eis tudo,
raais ainda urna vez, reflexiona I Um pas-
so adianto no caminho quo queres trillur
e a morte pendente sobro a tua cabes-a.
Sira, mas a vinganja est no fim
desse caminho I disse Giraud.
Assira necessario! accrescentou
Marcos.
E levantando-se deu urna volta na casa.
Depois, voltanlo-se para Van Helmont,
agarroulhe as mos :
-r Meu pai, accrescentou com voz mei-
ga e acariciadora corao a de uraa creansa
que solicita um importante favor, lembre-se
que Diano e Aldah esto a merc daquel-
las miseraveis ; recorde-se qua elles todos
esto livres e mais poderosos que nunca,
grasas ao seu genio de intriga o da ace-
a qui acaba da ter lugar ; racorde-sn que
o 3eu poder e a sua influencia sao consi-
deraveis, que cousa alguma lhes abslu-
t iraente impossivel neste paiz, onde acre-
ditara qna La Chesnaye protegido por
Lucifer.
Tudo os protege ; oh I tem relo eiles
sao fortes. A intervanso destes dous
aniraaes feroz ;s foi to engenhosa quo
forraidavel.
A quadrilha da La Chesnaye que jul-
gavatnos estava meia destruida fez-a: cera
vezes raaior ha poucos instantes; pens
finalmente qua raais certos do que nunca
da irapuidalo, cousa alguraa os desviar
do caminho do crirae, so uraa mo forte
nao se oppozcr sua aulacia 1 Meu pai,
assira preciso I deixe-no3 pnrt'r I
Hajo ?. disse Van Helmont.
Agora mesmo.
O sabio personagem voltou-se para Gi-
raud :
Conheces esta costa *
era urna s praia, penhasco, bos-
que, planicie, ou vallado de Roucn at ao
Havre e deste a Dieppe, me sao desconhe-
cidos ; respondeu Giraud.
Salvaro Aldah ?
Sal val o hemos ou morreremos.
Juras-me, Giraud, nao abandonar
Marcos, seguid-o para toda a parte para
onde elle for, partilhare3 todos os perigos
que o amaasarara, finalmente, seras fiel e
leal tompanheiro i
Juro, respondeu o ex-policia do pre-
bostado de Roucn, da voltar com o senhor
baro de Grandair, vivo e de perfeita
sadde. Sa elle inorrer serei morto antes
delle.
Muito bem disse Vaa Helmont es-
tendendo a mo ao infeliz namorado da
forraosa Joanna.
Giraud pegou na mo que se lhe offe-
recia e inelinsndo-se beijou-a respeitosa-
mente :
Ests boje com uns gracejos de mui-
to mo gosto, meu caro Hugo. Por onde
andaste e que prazer encontras era amofi-
nar-nie ?
Nao te zangues, taco mal em estar
te atormentan lo, e o que acabei de dizer
foi uma felice, ctl'o confesso. Desculpa-
rae, passei ura dia to desagradavel que fi-
quei de rao hnraor, uns agora est tudo
acabado e eu...
O Sr. de Saint Briac annunciou um
criado.
No mesmo momento entrou o capito de
chapeo na rao.
Afina! dissa o Sr. de Mlveme. Eu
coraesava a indagar de raitn raesmo se es-
ta vas zanga io coranosco, o previno que vais
se rralhado. O letta rancorosa como o
diabo, e ha do custar-to a entrar de novj
as suas boas grasas.
Saint-Briac apertou a mo do amigo e
cumpriraeotou a Sra. da Mlveme mais ce-
remoniosamente que de costme. Pareca
robaracado, entretanto a timidez nao era
dos seus defeitos. Nao era mais o mesmo
hornera. As suas feijSes estavam to alte-
radas, quo elle pareca ter envelhecido des-
de a vespera.
O jantar est na raasa l tornou o cria-
do, abrindo a porta da sala da jantar.
O capito obedeccu, raas nao sem tro-
car cora a Sra. d: Mlveme um olhar in-
quieto; o marido seguaos.
Ja :quas tinha dito a verdade de raanh
quanlo avisoa Hago que nesse diaseria
um triste conviva, porque apenas molhou
os labios no Chteau Iquera que lhe deita
ram no copo depo3 da sopa ; e chegaram
quasi ao meio do jantar sem qua a conver
sa sahisse do circulo das banalidades qua
sao como o prefacio das conversas inters
santes. Nao foi o desejo de encelar ura
assurapto mais pessoal que faltou a Malver-
ne, mas soffria o supplicio coramina a to-
da a gente rica qao nao pode prescindir de
#riados. A presensa do criado o acanha-
va. Tevo de contentar-se, provisoriamen-
te, com fazer sobra os graves aoonteci
mentos do dia allus5;s que a mulher cora-
prehondia mal, e qce o capito corupre-
hendia perfeitaraente- bera.
Foste tua casa dapois qe me dei-
xaste no Palacio f perguntou Hugo ao ami-
go.
Fui, respondeu timidamen^e Saint-
Brise, que p**ia perguntas embarazosas e
I so san i para vir c.
> Com effeito^ devias sentiraecessidade
l de descansar, depois de taaMQho abalo.
(Continuar se ha.)
Pois bem eu fiquei retido no Palacio Me
depois das seis horas. Pensas talvez que
inqueri testemunhaa. Pois nao! Passei
todo esse tempo discutilo com o primeiro
presidente e o procurador geral. N3o fa-
zes idea quanto me custou a convencel-os.
As cousas chegaram a ponto de offerecer
eu a instrucsao a um dos meus collegaa.
Eu previa isso, balbuciou o capito,
e muito sinto que te tivesses eomprometti-
do por...
- Nao te aflijas. Elles acabaram por
convencer se e deram-me capta branca.
Nao se fallar mais do engao estupido do
eoraraissario de polica.
Mandaram charaal-o e passaram-lhe uma
reprehenso. O guarda das torres vai ser
demittido araanh, e com razo, porque a
sua negligencia foi a causa primaria do
erro.
Saint-Briac calou se; mas pela sua atti-
tude e a sua physionomia via-se que estava
sobra brazas.
A Sra. de Mlveme nao pareca muito
mais tranquilla. O seu rosto tnha-se nu-
blado, e ella disse com alguma impacien
ca :
A sua conversa, meus senhores,
sera duvida muito interessanta para os se-
nhores, raas eu acho-a pouco divertida, por-
que nao sei de que fallam e realmente lhes
tearia obrigada se quizessem mudar de as-
surapto.
Tens razo, minha querida, chamndo-
nos ordem, dissa o marido. Fallaremos
nisso depois do jantai, fumando, visto co
rao toleras o charuto na tua salinha. Falla-
mos era cousas mais alegres.
t coraesou a tratar das rnaravilhaa da
Opera nova, cuja construeso estava sen-
do concluida o cuja magnfica escada os
curiosos iam admirar.
Passou depois s pesas novas, aos boa-
tos de bastidores, aos escndalos mais re-
centes da alta tociedado. Porra, por mais
que procuraaee animar a conrersa, o jan-
tar acabou ainda mais triste do que come-
90U, e sobremesa a Sra. de Mlveme le-
vantou-se com urna precipitacHo significa-
tiva.
Servido o caf no camarim, e depoa que-
0 criado sahio, ella disse, litando o mari-
do, quo era o nico que estava de sangue
fno :
Explique rae agora o sentido da con-
versa raysteriosa que tiverara mesa.
(Contumar-$6-ha.)
"typ- do Diario ru* Dqqae de Uaxiaa o.4*.

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