Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16884


This item is only available as the following downloads:


Full Text



ANUO Lili NUMERO 40
PARA A CAPITAL K LtJSJJU
Por trea mezes aiantadoe
Por seis dito idem.....
Por uai auno -dein........
Cada numero avuiso, do meaiao oia.
0?I>E XAO SE PACA PORTE
65000
12,5000
240000
.100
SEITA-FM 19 DE FE7EBEIR0 DE 1888
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados.........-..... ]3jJ500
Por nove ditos idem................. 200000
Por um anno dem.....,........'. 270000
Cada numero .-ivulso, de das anteriores........... #100
DIARIO DE PERNAMBCO
pr0prtal>e ir Jtlaiwel Sx^ntixon be Jkria & Mi)os
TELEGRAHHAS
?
mm "a:iTi::la?, do szab:q
RIO DE JANEIRO, 18 de Fevereiro, as
12 horas e 32 minutos da tarde. (Recebi-
do 1 hora e 45 minutos, pela linLa ter-
restre).
Foi diapensiado do cargo de citefe
de eccao da commitiao directora
da obran do prolongamiento da fer-
ro-via de Francisco e linba de Ca-
nia ni. o cngenbeiro (aciano Alber-
to de (.'astro Xancimenlo. tiendo iup
primilla 'ss<- lugar.
SSOTIS3
,
DA LFML SmS
(Especial para o Diario)
(*) LONDRES, 17 de Fevereiro.
O governo oppoe-ae a reallaaco
do me,:ti.\g wociallMta convocado para
domingo prximo.
VIENNA, 17 do Fevereiro, tarda.
O Principe da Bulgaria fez sua cu-
itada sol. iiiiii- i ni Philipopoll. na
mu& qualidade de governador da
Roumclia Oriental.
PARS, 18 de Fevereiro.
Cbegou Panam o Mr. Fernando
de liCnnepw.
LONDRES, 18 de Fevereiro.
As grande potencia da Europa
exigem que o governo grego (losar
me e licencie sitas tropa, e. no cao
de nao erem attendida immedla-
tamente. amcaram interferir.
Agencia Havas, lial en PernaubuGo,
18 de Fevereiro de 1886.
(*) No telegramma de Londres hontem
publicado deu se taita da palavra socialista,
depois de meeting, e no de Berln em vez
de leis de meio deve ler-se leis de Maio.
A Redacqao.
hao itantes. -1 habitante por kilmetro quadrado.
C apital, Caracas. 55:000 habitantes ; patria de
Bo livar.
GUYANAS
1.950:000 kilmetros quadrados 300:000 habi-
tantes.1 habitante par 6 kilmetros quadrados.
ouyaka ikglbza, 258:795 kilmetros quadrad i
155:000 habitantes Capital. Gnorge town, 25:000
habitantesGuyana Hollandeza, 154:870 kilme-
tros quadrados, 65:000 Habitantes, Capital, Para
marino, 20:000 habitantes,Guyana Franceza,
90:854 kilmetros quadrados, 25:000 habitautes.
Capital, Cayena 5:000 habitantes.
IC' nd i'na)
em qualquer dolas re- I signados pela referida autoridade e pelo dona da
pharmacia em podar do qual ficar um d'elles,
tm qualquer deatas hypotbeses, os vencimentos arado o outro remettido inspectora gera', na
serao contados em proporco dos dias que durar o corte se tratar-ae de pharmacia na provincia do
servico. Rio de Janeiro, a inspectora provincial u ai
Art. 39. Os delegados de hygieue destacados I inspector dt hygiene, se a pharmacia fr estbale
pira servico extraordinario em freguezia dfte- leda em outra provincia.
PARTE OFFiCIAL

INSTRCCi POPULAR
Geographia geral _
Extrahido
OA BIBLIOTUECA DO POVO E DAS ESCOLAS
(Contin\iaco)
a$io:rica
AMRICA CENTRAL
REPBLICA DO MXICO
2.000:000 lilmaulaill qua Jral-s.8.000:000 ha-
bitante*.4 habitantes por kilmetro quadrado. =
Limites : ao norte 03 Estados Unidos, a leste o
golfo do Mxico, ao sul a repblica de Guatemala,
aoesteOceano Pacifico. Eno 1818 separou-se |da
Hespsuba e t .ruou-se independente. Em 1862
entrou no Mxico una exped cao franceza, que
aboli o rgimen rejiublicano, fazendo subir ao
throno o archiduque de Austria, Maximiliano. Di-
pais da retirada das tropas francezas Maximiliano
foi aprisionado pelo ex presidente Jurez^ e em
seguida fuzilado, restabelecendo-se ento o gover-
no republicano. Capital, Mxico, 200:000 habi-
tantes ; notavel pela belleza das casaa o regulari-
dade das mas. Cidades principaes: Guadalaxara,
90:000 habitantes Puebla, 85:000 habitantes S.
Luiz de Potos, 60:000 habtenos Gnanaxnato,
50:000 habitantes, Queretaro, 30:000 habitantes.
Oaxaca, 25:000 habitantes. Vera Cruz, 16:000 ha-
bitantes ; principal porto do Mxico e sede do
eemmercio com a Europa. Cholula, Tampico,
Campeche.
452:900 kilmetros quadrados.2.500:000 ha-
bitantes.-6 habitantes por kilmetro quadrado.
Formou at 1821 urna capitana da America hes-
panhol a ; compe-se hoje de cinco repblicas in-
dependentes :
gal-tmala, 105:000 kilmetros quadrados
I.OOC.'OOO habitantes.Capital, Nova Guatemala,
60:000 habitantes.S. Salvador, 19:000 kilmetros
quadrados600:000 habitantesCapital, S. Sal-
vador, 40:000 habitantes.Honduras, 150.000 ki-
lmetros quadrado* 350:000 habitantes. Capital,
Comayagua, 18:000 habitantes. Honduras ingleza,
35:000 kilmetros quadrados, 25:000 habitantes -
Nicaragua, 121:000 kilmetros quadrados 400:000
habitantes Capital, Len, 10:.00j habitante?.Cos-
ta Rica, 55:000 kilmetros quadradoi, 135:000 ha-
bitantes. Capital, S. Jos de Costa Rica, 20:000
habitantes.
REPBLICA DA NOVA GRANADA
1 331:00.) kilmetros quadrados.2.701:000 ha-
bitantes2 habitantes por kilmetro quadrado.
Forma desde 1861, urna coiifederaco com o nome
de Estados Unidos da Colombia. Capital, Santa
Fe de Bogot, 50:000 habitantes.
REPBLICA DO EQUADOR
770:000 kilmetros quadrados. -1.000:000 ha-
bitantes.1 habitante por kilmetro quadrado.
Antiga colonia hespanhola ; hoje repblica. Ca-
pital, Quito, 80:000 habitantes.
Cidades principaes : Guayaquil, 25:000 habl-
antes, Cuenca 25:000 habitantes.
ESTADOS UNIDOS DE VENEZUELA
1.600:000 kilmetros quadrados. 1.500:000
REGUL kMENTO A QUE SE REFERE O DE-
CRETO N. 9554 DESTA DATA
TITULO II
Vo servico sanitario de trra
CAPITULO II
Das seases da inspectora geral de hygiene
Art. 31. as sessoes da inspectora geral de
hygiene terao assento o inspector geral, como pre-
sinente, c os membros da inspectora.
Art. 32. As sessoes da inspectora geral se rea-
Iisarao ordinariamente urna vez por semana, e, ex-
traordinariamente, sempre que o ser. 150 publico o
exigir.
Art. 33. Nestas sessoes resolver a inspectora
sobre todos os assumptos concernentes a sade pu-
blica que fjrem trazidos ao seu canhecimento, e
cuidar especialmente dos seguintes objectos :
I. Fiscalisar o servico da li>npeza publica pro-
pondo ao governo as providencias precisas para
cohibir es abusos, melhorar os procesaos ou insul-
tar novos systcmas.
II. Examinar as aguas distribuidas ao consumo
e suas alteraccs, eob a dependencia de varias
condicoes meteorolgicas, c indicar os meios de re-
medial-as.
III. Estudar as ouestes referentes ao estado
actual do slo da cidade do Rio de Janeiro, sob o
ponto de vista de sua constituico e relativamen-
te influencia que pode elle exercer na nosologa
local, iconse.bando ao governo e propondo c-
mara municipal o que se tornar preciso para a
suppreaso dos vicios existentes e a orgaoisaco
de novas e especiaea posturas.
IV. Estudar, no que interessar cygiene, todos
os projectos, planos o propostas de couslrucces
publicas, assgnalsndo as m idificaeoes impostas
pela hygiene a sujeitando consideraco da c-
mara municipal um picjecto de postura destinado
a firmar ai regras que se devero observar na
edificacao das casas de habitacao particular ou
collectiva.
_ V. Estudar s condicoes hygienic:is dos edifi-
cios e estabelecimentus pblicos exisientes, no in-
tuito de verificar si nelles ha defeitos e propr a
sua correeco.
VI. Examinar a hygiene daa industrias j esta-
belecidas, indicando os melhoramentos que con-
ven) adoptar.
VIL Conceder ou negar licenca para a venda
de preparados medicinaos e ccnpossoes alimen-
tares novas.
VIII. Conceder oa negar licenca para a instal
lacio de hospitaes particulares, casas de sade e
maternidade, mandar fechar os estabeleclmentos
deasa natureza que f jrem inconvenientes sade
publica ou obrigar os respectivos donos, sob pena
de multa e clausura dos ditos estabeleclmentos, a
effectuar, no prazo que fr marcado, as reformas
e uielhoramentos necessarios, caso se trate de de-
feitos sanaveis.
IX. Solicitar do governo as providencias que
entender convenientes em rclaco aos matadouros
e cemiterios, assim como as que se tornem neces-
sarias realisa;o dos planos de melhoramentos
sanitarios do municipio, e propr cmara muui -
cipal tudas as medidas que jilgar utes.
X. Organisar planos de soccorros pblicos em
pocas deperigo sanitario, pl-os em excucao, com
autorisacao do governo. e superictender nos res-
pectivos servicos.
XI. Exercer vigilancia activa sobre o servico a
cargo dos delegados de hygiene, tornar effectivos
os preceitos de polica sanitaria contidos neate re-
gulamento; communicando-sc, pra tal fim, com
todas as autoridades e requiaitando da polica o
auxilio de que carecer.
XII. Iudagar das descobertas e invencoes uteij
sade publica, medcaces e regmens usados no
estrangeiro ou no paiz, estudal-os de modo a con-
tribuir para que se tornem proveitosos ao maior
numero possivel de pessoas, propondo para esse
fim ao governo a desaprofraco de privilegioa ob
a indemnisacio conveniente para vulgarisaco dos
segredos respectivos.
XIII. Promover a utilsaco das aguas medici-
naos existentes no paiz e das que se descobrirem,
analysando as e determinando aeus cifeilos tbera-
peuticos.
Art. 34. Cada membro da inspectora geral apre-
sentar parecer por escripto sobre as questoes de
cajo estudo lr encarregado pelo inspector ; pare-
cer qae terminar por conclusoes explcitas, as
quaes 3ero submettidas discusso e votafao no-
minal.
Quando o resultado de qualquer votaco impor-
tar em resolucao que deva ser aubmettida apprc-
vacao do governo, o inspector geral enviar se-
cretaria de estado dos negocios do imperio copia
do parecer que tiver sido aceito.
CAPITULO 111
Dos delegados do hygiene no municipio da corte
Art. 35. Os delegados de hygiene do municipio
da corte serao distribuidos pelo inspector .'eral,
pelas diversas freguezias, conforme as necessida
des do servica.
Art. 36. No exercicio de suas funecoas os dele-
gados de hygiene terao aotoridide e competencia
para fazer cumprir os artigos relativos polica
sanitaria, expedindo as ntiinaces, applicando as
multas e tomando as demis providencias.
Estes actos serao immediatamente levados ao
conhecimento do inspector geral palos delegadas
de hygiene, e delles haver recurso para o mesmo
inspector geral, nos termos c pela forma prescrip-
ta neste regulamento.
Art, 37. Sempre que ao inspector geral constar,
por commuuicacao dos delegados de hygiene, ou
por outro meio, que em urna freguezia urbana ou
suburbana reina alguma molestia epidmica, e que
os delegados ou o delegado da freguesia nao po-
dem atteuder s necessidades do servico, poder
reforcar o nnmeio dos mesmos delegados, desta-
cando os de outra freguesia para aquella em que
epidemia se tiver manifestado.
Os delegados de hygiene das freguesias urba-
nas ou suburbanas, que forem destacados para
servico extraordinario em alguna das freguezias
suburbanas ou urbanas ; alm da ajuda de custo
destinada ao transporte, terao orna gratificaclo
addicicnal, que nao exceder a somma de seus
vencimentos ordinarios, contada em proporco ao
numero de dias em que estiverem destacados.
Art. 38. Quando, por urgencia de servico as
respectivas circumscripces nao convier destacar
os d legados de hygiene, o inspector geral pro-
por ao governo que seja contratado um medico
para auxiliar o delegado da freguezia contaminad;
e o medies contratado ter direito ; em freguezias
rente daquella em que exercerem suas funecas,
bem co;no o medico, que mediante contrato for
incumbido e auxiliar o delegado ou delegados de
hygiene ficain obrigados a cumprir todos os de-
vana mencionados uo art. 26, como se fossem de-
legados de hygiene effactivos da fraguezia era que
extraordinariamente serviris, cumprindo lhes,
logo que terminar a sua commisso, ap.-e^eatar
ao inspector geral um relatorio do trabalho feito,
assim como todos 03 esc'arecimentos que pu-
derem apro7eitar ao estudo da molestia epid-
mica.
Esse relatorio, se ussi n enteader o inspector
geral, ser lauado ao conhecimento do governo,
como titulo de recomraedafo ou prova de ser
vicos. '
Art. 40. Sempre que o inspector geral, pelo
exaine dos relotorios mensaes de que trata o nu-
mero XX do art. 26, ou por outro meio, verificar
que qualquer delegado de hygiene deixade cumprir
os seus deveres, o adinoestar, e no caao de sercra
repetidas as faltar, propor a sua demissao ao go-
verno.
CAPITULO IV
Do exercicio da medicim, da pharmacia, da obs-
tetricia e da arte dentaria
Art. 41. S permittido o exercicio da arte de
curar em qualquer de seos ramos e por qualquar
de suas formas :
_ I. As pessoas que se mostrarem habilitadas por
titulo conferido peas faculdades de medicina do
imperio.
II. A's que, sendo graluadss por escola ou uni-
veraidade estrangeira, o:fi:ialniaatureeonhecida,
se habilitarcn peranta as ditas facuades, na
forma dos respectivos estatutos.
IIL A 8 que, tends sido ou sendo professores de
universidade ou escola estrangeira, olficiahnente
reconhecida, requarerem ao governo licenca para
o exercicio da profisso ; a qual lhes poder ser
concedida se apreseotarem documentos comproba-
torios da qualidade de profeasor, ,e de terem exer-
cido a clnica dovidamentc certificados pelo agen-
te diplomtico do imperio, ou na falta deste, pelo
cnsul brasilciro.
IV. As que, sendo graduadas por escola ou uni-
versidade estrangeira, otcialmente reconhecida,
provarem que sao autores de obras importantes
de medicina, cirurgia ou pbarmacologia, e reque-
rerem a nesessaria licenca ao governo, que a po-
der conceder, ouvida a faculdada de medicina do
Rio de J ni no.
Paragrapho nico. As disposifes deste artigo
serao applicadas s pessoas que se propuzerem a
exercer a profisso pharmaceutica.
Art. 42. Os mdicos, cirurgioes, pharmaceutcoa
parteiras e dentistas devero matricular-se, apo-
sentando 03 respectivos ttulos oa lcencas na ins-
pectora geral de hygiene n corte e as inspecto-
ras provinciaes as provincias, a fita de seren re-
gistrados. O registro se far em livro especial e
consistirjna transen pelo do titulo ou licenca, com
as respectivas apostilhas. Feito o registro, o ins-
pector .de hygiene lanzar no verso do titulo ou
lieene. 1 oVistoin lieara a folha do livro em que
a transcrpfo tiver sido c&ectuala, datar e as-
assgnar. 1
Paragrapho nico. Serao considerados sein va-
lor para o exercicio da profisso os ttulos ou 1-
cencas que nao tiverem sido registrados, na forma
deste artigo ; e equiparados os seus possuidores,
paraoerfeito das penas impostas nesta regula-
ra rato, aos que exercerem a medicina em qualquer
dos seas ramos sera titulo legal.
Art. 43. Ncnhum titulo registrado em urna pro-
vincia ser vlido era outra aera que seja apreseu-
tado na respectiva inspectora ; bastando para va-
lidado oVistoa que se refere o artigo antece-
dente.
Art. 44. A inspectora geral de hygiene or.'ani-
sar e publicar urna relac > dos pronssionaes ma-
triculados, a qual ser annualineute revista e pu-
blicada com as alteracoes que sa tiverem dado por
morte, ausencia ou mudanca.
Os inspectores de hygiene das provincias orga-
nsaro, para serem publicadas, relacOes seraelhan-
tes, que enviaro por copia inspectora geral
na occasio em que remetterem os relotorios de
que trata o art. 21 n. VI.
Art. 45. Os facultativos escreverao as reaeitas
en portuguez ; e por extenso as formulas dos re-
medios, o norae das substancias componentes, ex-
ceoto as formulas olficinaes, sera abreviaturas,
s-naes e algarsraos, e segundo o systema decimal.
Indicarlo as doses e o modo porque se devem usar
os remedios especialmente se interna ou externa-
mente, o norae do dono da\casa e, nao havendo
inconveniente, da pessoa V que sao destinados ;
e bem assim a data em que V>as>arem a receita,
qu: ser assignada.
Art. 46. As parteiras, no exerciaio de sua profis-
so, limitar-se bao a prestar os cuidados iudispen-
saveis s paturientes a aos recem-nascidos nos pir-
to naturacs. Em caso de dyseotia devero sem d-
me ra reclamar a preaenca do medico, e at queeste
se aprsente, empregaro to .-.rnente o.- meios co-
nhecid03 para prevenir qualquer accidente que
possa comprometter a vida da parturiente e do feto.
Sao lhes prohibidos : o tratamento medico ou ci-
rurgico das molestias das mulheres e das crianzas,
os aununcios de consulta, e as receitas, salvo as de
medicamentos destinados a evitar ou combater acci-
dentes graves que compromettam a vida da partu-
riente, ou a do feto ou recem-nasci-io. Taes recei
tan devero conter a declaraco de urgentes.
Art 47. Aos dentistas, do exercicio da parte
crurgica que lhes pertence prohibido praticar
operacao que exiga conhecmentos especiaes; ap-
plicar qualquer preparaban pira produzir a anes-
thesia geral; prescrever remedios internos ; ven-
der medicamentos que nao sejam dentrificios.
Art. 45. O exercicio simultaneo da medicina e
da pharmacia expressamente prohibido, anda
que o medico poasua o titulo de phannaceutic \
O medico, porm, estabelecido em lugar onde
nao baja pharmacia, poder" forneaer os medica-
mentos necessarios ao tratamonte de seus doentes,
se estes residirem a trez kilmetros, pelo menos de
disianc'a a Jpharmacia mais prxima ou se fr
urgente a adrainistraco dos medicara-ratos :' sem
3-te lbc assista em qualquer hypothese, o direito
ter pharmacia abarla ao publico.
Art. 49. E' absolutamente prohibida a associa-
eo entre o medico ou cirurgio e pbarmaceutico
para a exploraco da industria da pharmacia (*.
Art. 50. Nenhuma pharmacia ser aberta ao
publico sem licenca da inspectora geral de hy-
gi rae na corte, e das inspectoras ou inspectores
de hygieno as provincias.
Art. 51. Para que u licenca di que trata o ar-
tigo antecedente seja concedida, indispentavel
que a pharmacia. que se pretende abrir, esteja
sutfiaietit 'mente provida de drogas, vasilhame,
utensilios o livros, na conformidade das tabellas
approvadas pelo governo.
Art. 52. Requerida a :iceac, cumpre auto-
ridade sanitaria mandar proceder a rigoroso exa -
me na phirmacia, afim de verificar se est ella as
condicoes exigidas pelo artigo antecedente; e no
csso uegativo, ser adiada a respectiva abertura
at que nove exame requerido pelo dono demonstre
que j foram corrigidas as faltas encontradas no
primeiro
Art. 53. Qnaado o dono da pharmacia nao ob-
tiver licenca da autoridade sanitaria 1 icaL e jul-
gar-se prejudicado injusta-nente poder recorrer
da decso da raesma autoridade para o inspector
ge*al.
Art. 54- Toda a pharmacia aberta ao publico
deve possuir os remedios olfieinaes deiignados na
respectiva tabala approvada pelo governo e ter
entrada o nome do pharmacautco.
Para a preparaco dos ditos remedios seguir-
se-ha a ph-irmaeopa franceza, at que esteja or-
ganizada urna pharmacopa brasileini. Depois de
publicada coa autorisacio do goveruo a pharma-
copa brasilera, os pharasaciuticos terao os reme-
dios preparados segundo as formulas desta phir-
macopa, o que nao inhibir de tel-os segundo as
foamulas de outras para satisfazerem s pres-
cripc.s dos facltativos, os quaes pod'iin recuitar
com) entenderera.
_ Art. 55. Os pharxaceutcos terao um lvro des-
tinado a registrar as receitas aviadas, e M transcre
vero textualmente nos rtulos que devem aeom-
piuhar os medicamentos foru aidis ; as vasillus
ou 03 envoltorios, que coutiverem os rauJic unen-
tos, serao lacrados e mrcalos com o noma lugar
da residencia do pharraiceutico ; nos rtulos in-
dicar sc-ha com toda a clareza o nome do mdico,
o modo de administradlo do3 remo los e o seu uso
interno ou externo, havendo rotulo especial para
os de uso externo.
Art. 56. Exceptuados os remedios da uso ordi-
nario e inoffansivo3 consignados na respectiva ta-
bella, approvada pelo governo, nenhum outro me-
dicamento ou preparado poder ser vendido p :1o
pharraaceutico ou forneeido a quem quer que 3eja,
sem receita de medico, competentemente habili-
tado na forma do art -'.
Art. 57. E' prohibido ao pharmaceutico, alterar
as formulas proscriptas ou substituir os medica-
mentos ; ficando-lhe salvo o direito de nao aviar
as receitas, quando eutender que o remedio pro-
scripto pode ser perigoso ao doen'e. Neste cas >
dever o pharmaceutico traiucrever no livro de
que trata o art. 56 a formula da receita nao avala,
com a deelaracio deNio aviada por ser peri-
gosa,f izendo, namesra receita, deelaracio igual
que ser datada e as3gnada.
Art. 58. Ao medico cuja receita nao fr aviada
pelo pharmaceut co, assiste o direito de eubinatel-a
a exame d* inspectora geral de hygiene, e do re-
sultado do exame se lavrar termo), cujo teor po-
der ser dado por certid.io a quem o rsquerer.
Art. 59. E' absolutamante prohibida a venda
de remedios secretos; sendo considerados tacs os
preparados olficinaes de formula nao consignada
uis pharmacopas e os nao approvado3 p:Ia inspec-
tora geral de hygiene.
Art. 60. Todo o pliarmaceutio qup quizar ven-
der preparados olficinaes, de invengAo alhea, sob
denominado especial, dever nos respectivos ro-
tulss indicar a pharmacopa em que a formula dos
preparados se ach*r inscripta, depois de obti da a
necessaria autorisacao da iuspacto'ria geral, que
determinar asmis dealaracas que devara e pos-
sam ser irapressas nos rtulos e prospectos ; sendo
considerados remedios secretos, e sujeitos os phar-
maceuticos qua os venderera 3 penas deste regu-
laraento, aqualles em que estas formalidades nao
tiverem sido cumpridas.
Art. 61. O inventor da qualquer remadio que
quizer expol-o venda dever para esse fira re-
querer licenca inspectora geral de hygiene,
apresentaudo ura relatorio no qual declare a cora-
posco do remedio e as molestias em que a sua
administracao ser proveitosa. Esse relatorio po-
der ser incluido em envolucro lacrado, o qual ser
aberto peio inspector geral de hygiene, que d'elle
dar couhecimento aos membros da inspectora ge-
ral, depois do que 3er novamente lacrado e depo-
sitado no archivo da repartco.
Juntamente com o relatorio, o inventor api-a-
sentar urna certa quantidade de remedio, que
dever ser remettida aos pharmaceuticos e aos chi-
raicos da inspectora geral, afi n de emiitirem seu
parecer sobre elle ; pdenlo a inspectora, se as-
sim entender conveniente, depois de conhecida a
coinposico chmica do medicamento, ordenar ex-
periencias therapenticas, que sern platicadas em
estab-lecmento publico hosptalar ou de ensino, a
requisico do inspector geral.
Obtida a liaenca, o inventor podar expr ven-
da, o remedio cora deelaracio. de ter sido appro-
vado pela Inspectora geral de hygiene; sendo-lhe,
entretanto, absolutamente prohibido annrnciar em
joruaes, ctrtazas ou prospectos, qualidades thera-
peuticas do medicamento, que nao foram us verifi-
cadas ou a Imittidas pela masma inspectora.
Art. 62. Slo considerad os remedio* nonos:
1', preparados pharmaceuticos em cuja coinposi-
co entrar aigumi substancia da enprego nao
conheaiJo na medicina;
2o, aquelles em que so tiver feito um* combina-
cao nova, embora os componentes sejam da aofaV
j couhecida.
Art. 63. Os introductores de mIhoramento em
formula j conhecida, nao poderj expr veuda
o remedio assim melh irado, sera licenca da Ins
pectoria Geral de hygiene, qual incumba verifi
car se o melhoramento allegado real; devendo
entender-se por melhoramento qualquer raodifica-
9o que torne a formula conhecida mais til, d.:
uso mais fcil o 1 de custo menor.
Art. 64 Nenhum pharmaceutico noder dirigir
mais de urna pharmacia, exercer outra profisso ou
emprego, que o afaste de seu estabelicimanto, era
fazer era sua pharmacia outro coraineroio, que nao
seja o de drogas e de medica neutos; e em seus
unpedira ratos temporarios poder dexar encarre-
gado da adrainistraco da pharmacia um pratico
de sua inteira coufianca e de cujo proceditaento
ser responsavel perunte as autoridades sanitarias.
Entender-sc-ha porimpedm'rato terapirario
aquelle que nao trouxer ausencia do pharmaceu-
tico por mais de 8 dias; cumprindo-lhe, te a au-
ser.cia se p.-olong ir, demr encarregado da phar-
macia ura pharraaceutieo legalmente liaoilit 111.
Art. 65. as localidades em que nao Uouver
pharmacia dirigida por profissioual habilitado, a
Inspectora Garal de hygiene poder conceder
licenca a praticos para abrirem pharmacia, da las
as seguintes cjudioas
Io, a de sur a abertura da pharmacia julgada
necessaria pela Cmara Municipal do termo;
2\ apreseitar o pratico docuraeutos que certlfi
quem as suas habilitares c probidad-a.
Art. 66. Requerida a licenca de que trata o ar-
tigo precedenre, a Inspectora Geral fu publicar,
custa do requerente, por 8 dias successivos, no
Diario Official, eno jornal oflicial da provincia,
onde o pratico pretender estabelecer-se o theor do
req ierimcnr<>; declarando que se 1 ese [raso ne-
nhum pharmaceutico formado communicar mesmi
Inspectora ou ao inspector da hygiene prov.'mial a
resolucao de estabelecer phirmacia na localidade,
ser concedida ao pratico a licenca requerida.
Se alguno pbarmaceutico communicar que pre-
tende estab leesr-se na referidalocalidade, o ins-
pector geral de hygiene ou inspector provincial o
intimara a comparecer na repartco e assignar
um termo no qual se comprometa a abrir a sua
pharmacia dentro do praso que for marcado.
Art. 67. Rsajisado o estabeleciment do phar-
maceutico, nos termos do artigo antecedente, o
anda mesrao que na localidad* venham a esta-
belecer-se pharmaceuticos formados; mas s ter
efleito na inasini localidade ou em outra que s ;
achar as coudicas mencinalas no art. 65 e para
onde poier ser transferida a pharmacia, com a
au orisacao da Inipectevia Garal.
Art. 63. S a pharmaceuticos formados se dar
licenca para abrir pharmacia disimtrica; a qual
nao poder installar-se sem exame especial da au-
toridade sanitaria, que verificar se ella est suffi
cen teniente prvida de medicam.'utos.
Art. 60. As pharmacas boraceoathicas terao por
objecto uuico e exalusivo aviaras receitas dos mi
dicos hemceathis; sendo-lhes absolutamente pro-
hida a venda ie quaes quer medicamentos alm
dos preparados pelo systeaja hahneraanuiano, e fi-
cirao sobra-ti las autoridade e vigilancia da
Inspectora Geral de hygiene, que venfiaar fre-
qaente.-neuto se o presente artigo observa !o
applcaalo, no caso contrario, as penas d'este re-
gulara rato.
Art. 71. Os estab'le. ;inanto3 pblicos, casas
de saude, hospicios, corporacoas religiosas, as30
ciacoes de soccorros o associaces industriis que
tivere.n pesaos! numeroso podero possuir pharma-
cia losii.ada a seu oso particular, cointauto que
sej i adinia:strad* por pliar.nacaiuo lcgalmau e
htblitado, ao qual compete a direceo etTeetiva
da raesma pa.i-inacia.
As pharraacas de taca eitablecmantos s po
iaro vender ao publico os remedio? formulados
em receitas de m-dico e isso msico nos casos em
qua aquellas tiverem a nota de urgente, escripia
e a3sigmdi pelo medico fra do eorpo da re-
ceita.
Ait. 52. Os abusos cominettid is no exercicio
das profissai de que trata este captulo serao pu
nidos p:l > modo seguinte :
l. A pessoa que exercer a profisso medica
01 pharra tceutica, sem titulo legal, registrado na
iosp'.ctora geral de hygiene, ser multada em
10J e no dobro as reincidencias ; o se Iludir o
publico, declarar que poss ie titulo legal, a multa
ser dobrada, alm das penas era que inorrar se-
gundo o cdigo criminal.
2." O madico que nao observar era suas re-
ceitas a forma especificada no art. 45 deste regu-
laraento, ser :nra!tado em25 e no Sobro as re-
incidencias.
3. Os dentistas e as parteiras que exercerem
a p.-jfissa > sem ttulo legal, devidamente registra-
do na inspectora geral de hygiene, inaonero
na* in-sm is inultas do 1." ; e aquelles que n-
fringirem o diapoeta nos arte. 46 e 47, pagaro
iguaes mullas, pdenlo, alm disto, a inspectora
ge. al, conforma a gravidade do caso, suspende! os
do exercicio da pr tisso por 1 a 3 mezes.
% 4. O pharmaceutico que sera licenca da ins-
pectora geral da hygiene, abrir pharmacia e exer-
cer a profisso. inc-srrer na multa de 200J e ser-
lhe-ha facluJa 11 pharmacia at que obtenha
aquella lie.-uc 1.
5. O pharar.iceiieo, que alterar as formulas
ou substituir os medicamentos praserip:os as re-
ceitas, ser multado era 1004 e no dibro as re-
incidencias ; po leu 1 o autoridade sanitaria no
case de nova reincidencia mandar fechar a phar
inaaia, alm das penas em que incorrer o phar.-na
c-utico, segundo a legisiacao criminal.
6. O pharmacautco que dar seu nome pha:-
macia da proprieda le uliieia e nao a dirigir pes
soalmente, incorrer na multa de 20JJ e sera
suspenso do exercicio da profisso por tres mezas.
I 7." as masmas penas do paragrapho au!e.*e
dente incorrer o pharraa.-eutico que, tendo-se
coinpromattido por termo assign id-o na inspecto-
ra geral de hyg-ne ou na inspectora provincial
a abrir pharmacia em localidade onda tal estade-
le"imento nao existir, o nao fuer no prazo marca-
do, salvo motivo de fotfa maior, allegado e pr va-
do pirante a meama inspectora.
8." O pharmaceutico que nao possuir em sua
pharmacia os livros indicados pela inspectora
geral de hygiene, ou aquelle que uao t ver conve-
nientemente regularisado a respectiva escrptura
cao, ser multado em 100 c no dobro as rainci
dencas.
9. O pharmaceutico que aviar receitaa de
medico nao licenciado, e de parteira ou de dentis-
ta, excepto as condicoes dos arts. 50 e 51 deste
regulamento ; e aquelle que vender, sem a neces
saria receita, medicamentos nao indicados na res
pectiva tabella, ser multado era 100$ e no do
bro as reincidencias.
10. O pharmaceutico, que em sua pharmacia
der consultas, fizer curativas ou applicar appare-
Ihos, a nao ser em casos de desastres, accidentes
de ra ou outros semslhantes, ser multado em
1005 e no dobro as reincidencias, alm da3 pe-
nas do cdigo criminal applicaveis ao exercicio
Ilegal da medicina.
11. O pharmaceutico que vender ou preparar
remedios see:eto3, ser multado era 10J e uo do-
bro nas reinci lencia?.
Estas penas serao applicadas iu pessoas ostra-
nhas profisso pharmaceutica ou de droguista
que crametterem a raesma nfraegio.
S 12. O pharmaceutico que vender remedios fal-
sificados ou vender preparaces de modo diferen-
te do prascripto no Cdigo Francos, ou na Ph ir
macopn Urasileira, quaado for publicada ; e an-
da os qu-', na composico dos preparados olfiei-
naes, substituirem urnas drogas por out as, serio
muitados era 100 e no dobro nas reincideucias
13. O pharmaceutico, que nio cstiver conti-
nuamente de pos se das chaves do armario das
substancias toxicas, ou o que as confiar a qual-
quer pessoa, salva a hypotheue do art. 64, ineor-
rer na multa de 100 e no dobro nas reinciden-
cias, dependo sor considerado nas coudices do
6., se a iufraCyio se verificar mais de duas
vezo i.
Tauto em um, cerno em outro caeo, a autoridade'inspector geral o far declarar pelo Diario 0i
14. O phannaceutic) que-se oppozer ao exi-
me da respectiva pharmacia, quando eate for exi-
gido pela autoridade sanitaria, incorrer na multa
de 200 e ser obrigado a fechar o estabelecim ra-
to, nao podendo reibril-o sem licenc.* da inspacto
ra garal, que mandar proceder na phannacia a
exame semelhants aquelle qua o art. 52 determina
para as pharmacias novas.
CAPITULO V
Das drogaras e lojas de instrumentos de
cirurgia
Art. 73. Nenhuma drogara se poder estabele-
car no imperio sem previa licenca da inspectora
geral de hygiene, na corte, e das inspectoras pro-
vinciaes on dos inspectores de hygiene nas pro-
vincias.
A iicenca ser requerida pelo dono da drogara,
que apresentar os documentos necessarios para
prova de sua idoneidade pessoal.
Ait. 74. As drogaras terao por fim o commer-
co de drogas, preparados offlainaes devidamente
autorisadis, utensilios de pharmacia e apparelhos
de ehimca ; sendo lhes absolutamente interdicto
todo e qualquer acto que seja privativo da profis-
to do pharmaceuti :o, taes como :
I. Aviar receitas medicas, quer de formulas
magistraes, quer de preparados olficinaes ;
II. Vender qualquer substancia toxica, mesmo
em pesos medicina.s, ao publics ;
ll. Vender a particulares, em qualquer dse,
substancias medicamentosas.
Art. 75i Os drog ras s podem vender sub-
stancias chiinicas a pharmaceuticos e a indus-
triaes ; exceptuadas as do uso ordinario e mof-
fensivo constantes da respeet'va tabella, as quaes
podero ser vendidas ao p iblico.
Art. 76. Davero os droguistas registrar em
livro especial, que ser rubricado pela autoridade
sanitaria, as substancias que venderem para fina
industriaes, mencionando o nome, residencia e n-
droguista poder anounciar
venda preparados olfieinaes, que nao tenham sido
approvados pela inspectora goral de hygiene;
nem lhes ser permttido ter pharmacia ou consul-
torio medico nas respectivas drogaras.
Art 78. Os preparados olfieinaes importadas do
estrangeiro nao podero ser vendidos sem licenca
da inspectora geral, e cumpre aos droguistas soli-
citar a ceaci precisa e fornecer mesma inspec-
tora a quantidade dos ditos preparados que fr
necessaria para a analyse.
Art. 79. A's lojas de instrumentos de cirurgia
absolutamente interdicto o commercio de drogas
rcmed03.
CAPITULO VI
Da polica sanitaria
Art. 80. A polica sanitaria do Impeso ter por
fim: a observancia do dispsto neste regulamento
ral itivamente prevenco e represso dos abusos
que possam comprometter a sande publica.
Art. 81. Em relacao as habitacoes par.icdares
ou collcctivas, observar se-ha o seguinte:
S 1. As casas de alugael que vagarem sero.
dena-o de tres dias, contados da descccupaco, exa-
minadas pela autoridade sanitaria local, que veri-
ficar sa o pradio est em condicoes de servir no-
vamente de resistencia, e, no caso de encontrar
defeitos que possam comprometter a saude dos
moradorea, proceder de conformidade com os
S", 9e 10 deste artigo.
2. Se, na habitacao desoecupada, se tve'da-
do :aso de molestia traasmissivel, a autoridade
sanitaria ordenar as desinfeccoes e outras bene-
fiaiaces que forera necessaria i, e sem que estas
tenham sido praticadas nao podei a casa ser posta
em aluguel ou oceupada, incorrendo o infractor na
multa de 20!), da qual nao haver recurse.
3.0 A autoridade sanitaria, verilieando que
se acha excedida a lot&go das casas de penao,
dos corticos, estalagins e outras de edificaces do
mesmo genero, multar >s respectivos proprieta-
tarios ou sublocadores em 30| e mais :i por pes-
soa a que exceder o numero fixado, e 03 intimar
por escripto para que se cinjara lotaeo, dentro
do prazi da 48 horas.
Findas as 48 horas, sem que a intiraacao tenha
sido cumprida, e levado o facto ao conhecimen-
to da inspectora geral, esta representar ao go-
verno, qua providenciar, por intermedio das au-
toridad s policiaes, para que sejam fechados 03
predios p:lo prazo que fixar.
I 4." Quando nao estiver feita a lotuco a que
se reten o paragrapho antecedente, a autoridade
sanitaria a far, intimando logo 63 p:voprietarios
ou sublocadores para que a tornem effectiva den-
tro de 48 horas.
Se, lido este prazo, a intimacao nio tiver sido
cumprida, proceder-se-ha de conformidade coma
segunda parte do citado paragrapho.
5. Quauio, ajuizo da inspectora goril de
hygiene, os predios de que trata o 3' nao pole-
rera, por suas ms condicoes hygienicii3, conti-
nuar a servir sem perigo para a saude publica, a
autoridade sanitaria, alm de inpr as mult-is que
no caso c:uberera, intimar loo os propretario3
ou sub >cadore3 que os fechem dentro de 43 horas,
e s podaro ser reaberto3 depois de feitos os me-
lhoi amentos julgaios necessarios.
Nao scado cumprida a utim tcl>, a inspectora
geral dar conhecimento do facto ao governo, o
qual providenciar para que os predios sejam fe-
chados.
6." As dispos(es do paragrapho anteceden-
te serio extensivas, no crue fr applicavel, s ca-
sas de pasto, s de pequea mercanca de gneros
alimenticios, tavernas, estbalos e cavallarifas.
7." A inspectora geral ue hygiene e as ins-
pectoras e inspectores provinciaes ten do eonh .--
chucuto ou aviso, devidamente comprovado, de
que em alguma casa particular nio se observara
a indspensave8 coudieo.-s hygienicas e reconhe-
cendo a necessidade de prov.denciar a bem da
saude publica, procedero visita do predio, com
sciencia previa do morador, e, no csso de opposi-
co por parte deste, recorrerio ao auxilio da auto-
rdale p licial mais graduada do lugar.
8." Nas visitas feitas em virtnde do disposto
no paragrapho antecedeute, a autoridade sanitaria
verificar se a casa carece das condicoes hygie-
nicas por incuria do inquilino ou do propretario,
ou por defeitos vicios de conitrucco.
o primeiro caso, intimar o inquilino para,
deutro de prazo raz lavel, fazer a lavagem do pre-
dio, re noci do lixo existente e o mais que fr na-
cassario, sob pana de multa de 20$ a 50, dobra-
da uas reinci encas ; nos outros dous casos, in-
tiunr o propretario, sob as mesmas penas, para
proceder ao asscio, repiros e melhoramentos con-
venientes, dentro do prazo que na occasio filar.
g 9. Oto dias depois de cumprida a intimado,
na Ia hypothese de que trata o paragrapho ante-
rior, dever a autoridade sanitaria fazer nova vi--
sita, para verificar se mantido o estado de as-
seio recommendado, e poder assim continuar a
proceder emquanto ojulgar necessario, impondo
multa de conformidade com o citado paragrapho,
cada vez que encontrar faltas.
10. Se, findo o prazo marcado nas outras hy-
poteses do 8', os melhoramentos e reparos indi-
cados nao tiverem sido executados, a autoridade
irapor a multa comminala e marear novo praz 1
que poder ssr menor, sob pena do dbro da pr-
meira multa. Findo o segundo prazo sem que a
iutiraar-io tenha sido cumprida, ser applicada a
multa, e proeeicr se-ha nos tarima da seguud
parte do 3."
S ,11. Nas vtitas que a autoridade sanitaria
houver de fazer aos hateis, casas de saude, mater-
nidades e t>..ftfrmarias particulares, ser-lhe-ha fa-
cultada a entrada, sempre qne assim o exigrem
os interesses da saude publica, a juizo da mesma
autoridade : precedendo requisifo administra-
cao do catabeleciinento, qu indo este pertencer ou
estiver a cargo de alguma associacio pa, le^li-
men e instituida.
12. Em taes estabelecimentis, bem como nos
collegios e ulficinas, marcar a autoridade sanita-
ria a respectiva locacao, ficando os donos dos es-
ta belecimentos sujeitos, no caso de nfraeco, 13
multas do 3. Alm disso, sero o. proprieta-
rios dos cstabelecimentos obrigados a lechal -os,
desde que, a juizo da referida autoridade, as ca-
sas em que funecionarem, apresentarem graves e
usan iveis defeitos hygiencos.
Das detorminacos da autoridade sanitaria, nes-
te caso, haver recurso, com efleito suspensivo.
Das dispo.vcoes deste paragrapho, na parte re-
lativa s pan 13, ficam exceptuadas as casas de
misericordia.
Art. 82. Nas visitas a que a autoridade aila-
ra proceder nas casas em que se fizer o commer-
cio de gneros alimenticios, observar-se-ha o se-
grate :
1." Quando a auterdade sanitaria encontrar
em qualquer dessas casas gneros alimenticios 3:u
estado de manifesta decomposico, os mandar
inutilisar immediatamente, requiaitando, se fr
necessario para esse off.-ito, a presenca do fiscal.
2. So a decomposico do genero nao fr ma-
nifesta, mas houver motivo para acreditarse qae
elle se acha alterado, a autaridade sanitaria in-
terdir a venda do mesmo genero, at ulterior de-
csao da inspectora geral ondas inspectoras e
inspectores provinciaes, e remetiera amostras dei-
le aos chimicos da inspectora geral na corte, ou
a um pharmaceutico designado pelo iuspeetor, nas
provincias, afim de tet convenientemente exa i-
nado. /
No certificado, que a referida autoridade dever
entregar ao dono da mere 1 loria, iudicar a espe-
cie, quantidade e marcas, se houver, do genero al-
terad*, lugar em que se acha e todos os outros


fx

I
t


9F
Diario de PernambucoSexta-feira 19 de Fevereiro 1886
gnaes qua
mo genero,


SV-

ria
re n p*j* reconh irrimla 4o__
apean
r q ta que mais tarde ae verifique.
lo tallio do dito certificado, serio ecriptoa os
dizeres do documento entregue ao dono da merca-
doria, exigindo a autoridade sanitaria, a assigns
tora deate.
3. A autoridade sanitaria marcar no certifi-
cado o praso que a intcrdicco do genero durara,
e mandara oommunicacao imm;iiata ao inspector
geral ou ao inspector provincial, atim de que orde-
nem a analyae ooin urgencia-. Sa,- dentnando pra-
xo marc -di, njohoinawlecioio hoiraWjficar o dnno
da mcrcadoria rsentn de qualquei- pesa e oom di*
reito pleno d aip<>r do genero interdicto, coras*
lhe aprouver.
S 4. Se, antee i: expirado o preso manado de
conformidade com o pnragraplio antecedente o
dono da maroadoria vendet-a, toda ou em parte,
ou simplesmcnio retraa d* r-p-etivo estabele-
cimento, seui previa lioenca da autosidade sanita-
ria local, iucorreri na multa de 100J, di qual nio
haver recurso, t ser i obrigado, sob pena de igual
multa a entregar a mercadoria, u a indicar o lu-
gar em que ella se achar, iui le st sequestrada
ou inutiliaada, conforme > Bii :ado.
I 5.o A mercadoria, que nas condices dos pa -
ragraphos anteced ir sequestrada, ser
aubmeltida a exame e re-tituida ao aeu dono, se
eativer em bom citado, sendo inutiliaada, no caso
contrario.
Art. 83. as taurinas de licores, vanos artifl
ciaes, aguas ottoaxaes, gorduras comestiveia, con -
servas alimentares e outros gfn^roa de igual natu-
reza, a autoridade sanitaria 'ir visitas frequen
t:s, destinadas a veiinc.ir :
1, se as ufa npregadas no imbrico de
taes gneros .-o de q Mudada
2, se na composic/i > do producto entra qualquer
materia nociva saude publica.
3o, se aas ditas fabricas se usam rtulos falsos.
Serio considerados falsos, quano as fabricas de
vinhos artificUes, os rotulo* que, indicando o pro-
ducto sob a deu.nniu.icio usual de qaalquer dos
vinhos natuaes, nio contiverem a deelaravio de
ar'ificial. .
as duas priineiras hypotheses, a referida auto-
ridade proceder do modo proscripto no artigo an-
tecedente itnpjndo i'is douos das fabricas as mul-
tas commioadas nos respectivos paragraphs e na
terceira hypothese, communicar immediatamente
o facto ao inspector geral, ou aos inspectores pro-
vinci-ca para os devidoa effeitos.
Paragrapho nico. As fabricas de que trata
este artigo subinett ei a) a exame da inspectora
geral ou aas inspectoras ou inspectores pmviu
ciaes as formulas dos scus productos, as quina,
depois de appravadas, ficaro sob sigillo uo archi-
vo da reparticio.
Art. 84. Em todas a fabricas a autoridade sa-
nitaria examinar se so ellas insalubres pel-is
suas condices mater:aes de iustallacao, prejudi-
ciaes siude dos morad >.es visinhoa, oj incom-
modas. Nos dous primeiros casos, ordenar i os
melboramentos BCBesaaries, ou. se este* uat> for m
pratieaveis, a remeci do esUueleciineuto para
predio ou localidide couveniente. Sendo a fabri-
ca simplesmente ucominoda, a mesma autorida le
s ordenar a remocao, se nao honver meios de
tornar o cstabilecimento -.ol. rav-1 ; devendo, no
caso contrario, indicsfl-oa.
Ei todos estes casos a aatori lude marcar pra-
so par* a execucao de suas deteriniuacoe*.
Findo o prazo marcado se as ordena da autori-
dade sanitaria nao tiverem :i io cumpridas, ser o
dono da fabrica multado em 2003 o marcado novo
prato, expirado o qual, incorrer o mesuro dono em
igual multa, e poder a autoridade mandar fechar
o eatabelecimento pelo teinpo que fr preciso para
o comprimento das ordeus, sem o qual nao poder
S!r reaberto.
Do acto da autoridade que ordenar a remocio
ou fechamento haver recurs > com uffeito suspea-
S1V
Art. 85. Quando em qualquer fabrica a autori
dade sanitaria verificar que os procesaos indua-
triaes empregados nio sao 03 miis convenientes
para a saude dos operarios, aconselhar os que
devano ser adoptados.
Art 8<>. as visitas que a autoridade sanitar
fizer aos estbalos, cavallaricas e outros estabule
cimentes em que se recolham animaes, dev r ella
preacrever as medidas hygienicas convenientes,
marcar a respectivas lotacao e tapar, nos casos
de infraccao, a multa de 30*, do dobro as reinci-
dencias, e de 101, por animal que exceder o nu -
mero marcado. ,
Paragrapho nico. Se taes estabelecunentos
apreaentaremd.feitoshygienicos insanaveia. a au-
toridade sanitaria proceder de conformidade c un
o disposto no art 81, 5.
Art. 87. as visitas s drogaras, n autoridade
sanitaria verificar cuidadosamente ae o disposro
aos arts. 76, 77 e 78 observado; e no caso de
infraccSo, qualquer que teja ella, inpora a mu.ta
de lOO i! Jo dobro uaa reincidencias.
Art. Si. Se encontrar as drogaras subiendas
alteradas ou falsific.das, proceder como determ -
na o art 82, em relaco substancia: alimenti-
cias, observando as mesinas regras e impondo as
nesmas inultas.
Art. 89 as Lijas de instrumentis de cirurgia,
a autoridad..- sanitaria indagar se o disposti ni
art. 79 cumplido, e no caso negativo impora a
multa de 1001 e do dobro as reincidencias.
Art. 90. Nenhum rst ib. 1-cimente, excepto as
pharmacias e bogaras, poder vender medicamen-
tos e drogas, sob qu.lquer pretexto qne aeja; in-
correndo os infractores na multa de 1001 e do do-
bro na* reincidencias.
Art. 91. As maternidades particu'ares so pde-
nlo funecionar debaixo da direccio de uid medico,
responsavel perante a inspectoria geral de hygie-
ne por tudo quanto as mesmas maternidades oc-
correr sob o ponto de vista aanitan -.
1," Deverao as maternidades ter um Uvro es-
pecial de registro, no qual serio inscriptas asmu-
lheres recebidas a fratainento, com especificagio
do none, naturalidade idade, protssio, estado e
numero de filbos, e se mencionzrao & data da en-
trada da malher. a marcha da prenhe, a poca do
aascimento do filho, e a da morte deate, caso fil-
lefa bem asaim a do aborto, ee eccorrer, com de
signacao da sua causa certa oa provavel, e os ae
cidentes que sobrevicrem a mulhjr deps do par-
to ou do aborto.
Esse Uvro ser conforme o mnlelo que a ins-
pectora geral de hygiene determinar o O
respectivas folhas rubricadas pelo iuspector gerai
ou pelos inspectores pruvinciaea e s ser exhibi-
do as autoridades sanitarias.
2." Logoque qualquer mulher recolhida a u.na
maternidade abor ar ou dar a lu um feto, vivo ou
m irto, o medico director da maternidade o parti-
cipar a autoridade sanitaria 1 .cal.
| 3.o A autoridade sanitaria levar a participa-
cio ao conhecimento do inspector geral ou dos
inspectores provinciaes, afim de que estes provi-
dencien] como fr conveoiente.
4.0 Hu caso de constar a au'oridide sanitar a
que em urna maternidade ae pralicam abortos cr-
minoaos, poder preceder aa pesquisas que enten-
der convenientes e do resultado dar couhecimeu
to ao inspector geral para que este a transmita a
autoridade policial. Verificado o aborto crimino-
so, ser cassada a licenca eoncedida maternida-
de, alm do procedimento criminal, que no cas
couber.
8 5." Quinto cm urna maternidade occorrer
qn-ilquer caso de molestia puerperal, o respectivo
director dever immediataiacnte participar o oecor-
rido a autoridade sanitaria que tomar as proci-
dencias necessariaa.
S 6." O inspector geral de bygiene e os inapec-
torej proviucaes exareerio por si ou pelos dele-
gados ae bygiene activa fiscalisacao as mater-
nidades.
As infraces do disposto nos %% 1 a 5' deate
artigo serie punidaa com a multa de 1W* e ao
dobro naa reincide ocian.
Art. 9. Quando reinar qualquer molestia epi-
dmica proceder-se ha do seguinte modo :
1. 8a a autoridade sanitaria verificar o ap-
parecimento de molestia pestilencial em algn
eatabelecimento ou casa de habitacao particular
communicar immediatamente o facto ao inspec-
tor geral ie bygiene ou aos inspe .'torea provinciaes
e applicar, sem demora, as madidaa que forcm
maia urgentes para obstar a propagaofte da m >-
lestia.
S 2.* Por ordem da inspectoria geral -ou dos
inspectores provinciaea e inspectores de bygiene,
senU praticadas aa baneficiacea de que o predio
carecer, a inutiliaacio das roupas c outros objec-
tos sniceptiveia que t-nham servido ao doente ou,
ao defunto, e a desoecupacio do mesmo predio
com probibicio de ser de novo habitado^ antee de
feta* as desinfeccoes e mais beneficiasooa deter-
minadas.
8 3. Se o doente achar-ie em eatabelecimento
ou habitacio onde honver agglomeracSo de pes-
aoaa ou sem o conveniente tratamento, a autori-
dade saaitaria mandar renovel-a para hospitii,
ou; lugar-apropiado fieando a' habitseio ou estaba-
into aujeito ao disposto noa dona paragra-
pboa antecedentes.
4 Ordenada a deainfeccao pela autoridade
iiaffitaria ninguem poder eximir-se de pratical-a,
Horrendo aa despesas com os desinfectantes por
onta do morador da casa ou do dono do estabele-
. ment, salvo se a deainfeccao ss realizar na
residencia particular de pessoa reconhecidamente
pobre, caso em que aa referidas despezaa serio
f jtas por conta do Estado.
Aa deaioieaeoes tsro repetidas o nuoneo de
wezes que a aut .ridade sanitaria julgar pntiao,
cjnforme a naturata-da molestia
Se tratar de compartimentos is dados do res
tu da habitaeao, poder o empregado eucarregado
de desinfee^o fechal-is a s entregar as respec-
tivas chaves depoia de achar-se o mesmo comps
ti meato purificado.
5. >e, para a desinfeeeao da caaa-ou cssav
bleeimento, ae tornar neeeeaaria a ntadanea dead
moradores para outro predio, ouaa voluntariamen-
te elles ae retirarem, a autoridade sanitaria local
dar parte irnmeditado oeeorrido a da circums-
cripcao em que taes pessoaa torem domiciliar-se ;
e esta dever visital-as aa vezes que julgr con-
veniente, indagando ae alguma deltas ae acha c m
taminada, durauie o praso corrispoadi.uiB incu-
bacao mxima da molestia pestilencial, contad ida
data da ultima communicaci* com o doente ou
defunto.
6 Se alguma das pessoas d .-u tr ita o pa-
ragraph i aoteeedaate for accummett.da de molas-
tia pes'.ilencial, p;oceder-se-ha coidj fica esUb 1 -
cidn ueste ar'go.
7." ( i mdo a inspectora garal ou as inspec-
torias provinciaes julgar !m conveniente, p .1
mandar affixar na porta exterior do predio suj i-
to a desinfeccoes, a declaraco impressa de que
i-de se acha infeccionado, e requisitario da auton-
d de p.licial providencias para que nao seja des-
truida a indicada declaraco, que aera conservada
emquanto a desinfeccio nio estiver completa.
8. As pessoas que se oppuzcrem aa delerm-
nacoea da autoridade sanitaria, incorrerao >m
inultas de 10'Jj a 20 >i. podendo a meaaia auto-
ridade solicitar o auxilio da policial, sempre que
se tornar preciso.
9 O medico que verifica, em doente de que
trate e quando nio reinar epidemia, algum
de molestia pestilencial, dever participir imine
jiatamente o tacto autoridade sanitaria.
A infraccio aera puuida com a multa de 20.
Art. 93. S inpre que i.s autoridades sanitarias,
as visitas e miis diligencias a que procederem
em virtude de suia attribuicoea, verifie irem a in-
fraccio de posturas raunicipae*, deverao dar co-
nheeimento d> Cete ao fiscal respeettvae ta.n-
oem quando c.mvier, cmara mu pet.
(Continua).
Cioverao Ja Proviacia
EXI'KDIKNTK y. .. \ J DE F^VEBEIBO DE 1886
Actos .
O presidente da provucia de conformidad
Com a proposta do Dr. chefe de polica constante
do oficio n. 111, de hontem datado, resolve por
conveniencia do servico publico, supprimir o ds-
tricto de Tabatinga cm 8. Loarenco da Matta pau-
sando o respectivo territorio pertencer M 1 '
districto.Commanicou-ae ao D.\ chefe de poli-
ca.
Oficioa :
Ao eons-lheiro presidente do Supremo Tri-
bunal de Justica. Tenho a honr. de participa- a
V. Exc que em 19 de Janeiro finio o ba;hai"l
Carlos AugUt.i Vaz de li/eira nssumiu o ejer-
cicio do cargo de juiz de dreito da comarca de
N'azareth, pira o qual fji removido da de Preai,
na pr. vucia de Sergip-, por decreto de 19 di )e-
zembro ultimo.
Ao Dr. jhefe de pohcia Tend o Dr. An-
tonio de Siqucira ni Jornal di Rixtfe, de luje al
legado violencias por part.) de autoridades poli-
envs do 18 districto com rrferencia eleicio para
depurados gera?s a que ae procedeu no da 15 de
Jaaairo prximo passaJo, particularisando ter lia
vido gente anuida no Ex para impedir a entrada
dos eleitores do credo liberal na casa da Cmara,
designada para o tra'oalho eleitoral, o qi levara
os mesarioa a ae reunirem na igreja uiatnz, re-
c -mmando a V, S. que exigindo c >:a m ix;:n t ur-
e 't.cia oa devido esclarecimentos das ditas autori-
dades, me informe a respeto circumstaiiciadain ar-
to. *
Ao director do presi lio de Fernand > de N i-
ronha.Receba V. S. nesse presidio conforme
solicita o Dr. ebefe de polica em oficio n. 102,
de h uitein datado o sentenciado escravo d-' nome
[ssbw-i. 'i'i' M acha doente de beriberi.Commu
nic >u-se aj Dr. chefe de polica.
Ao inspector da Thesouraria de Paseada.
Cominunico a V, 8 pira oj fin cjavenientes. qae
ojuiz mueicip.il d > termo de Tacarat bacharel
.Vareolino D .mellas Cmara Jnior participou
que, por cmtiuuar doente. dexiu de reasaumir o
ex-rcicio de aeu cargo upz a terminic'io do prazo
da licenca com que estar para tratar de sui
aaude.
Ao meeaw.Commuuico a V. S. para os fina
convenientes, que en 19 do Janeiro fiado o bacha-
rel Carlos Augusto Vaz de Olivaira assumio o
exercicio do cargo de juiz de dreito da comarca
de Nazareth para a qual foi removido da de Pro-1
pii na provincia de ergipe, por decreto de 19
de Dezembro ultimo.
Ao mesmo. -Cmrnuuco a V. S. para os fins
convenientes qne a 24 de Janeiro ultimo flleceu
0 Rvm. Antonio M irques C .stillia, conego de p-e
banda inteira da cathedral da Odiada segundo
trouxe ao meu couhecimento o respectivo govar
nador d. bspado en ofti-'io da 3 deate maz.
Ao engenlieiro director interino da reparti-
cio encarregada da conservacio dos portos.Pro-
videncie Vmc. para que dsposicio da Cmara
Municipal desta cidade, sejam depositadas ni ciea
da ra da Aurora defronte da estrada da farro da
Olinda, 200 metros eunicos de ureia, extrahida
pelas dragis da repartida a seu cargo.
Portaras :
J O Sr. sup ruitendente da estrada de ferro
do Recif -.o S Praaiseo sirva sa do mandar dar
transporte de 3 claase da estaeao das Cinco Pou-
i u f '. Una, para ser descontada opportunam--ii-
te das gr.tuitas, a que o givern i tem dreito ao
soldad do corpo de polica, Miguel Francisco da
Araujo.
O Sr. eaefe da csl-ic-io de Palmares, no pro-
1 .libamen.o da estrada da ferro do Recife ao S.
Prauciaco ra mde dar pasaagam de 3' elasse, p .r
onta da provincia, d'ahi at a es taca o de S. Ue
nedicto, ao solda.'o do corpo de polica Miguel 9.
de Arauj>.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do K cife ao Lim eiro mande dar passagem at
Nazareth, per conta da provincia, do 1 elasse,
um alferes do corpo de polica, o de 3" claase, 15
pr.ieas do mcamo corpo.
O Sr. gerente da Companha Pornambucana
mande dar trausporte ao presidio de Fernando de
Noronha, por conta do Miniaterio da Guerra, no
vapor H. Francisco, as pracas do 2 batalhio de in-
fantaria que para all deUacam, abaixo menciona-
das : soldados Man <. 1 Olympio de Sant'Anna, Jo-
s di ilva Tacarat, Jos unes Ribsiro, Tibur-
tino Jos da Silva, Manoel Rodrigues da Barros;
2 cdete Joio das Naves Lima Brayner ; sida
dos Joio Vieira de Mello, Autonio Jos d'Oliveiru,
Sevenno Manoet Mauricii, Saturnino Ferreira
iaa, Uapituiino Antonio Xavier, Ettanialo lio-
pea da Silva, Manoel Joaquim da Costa, ana mu-
lher e umifilha com 4 annos de idade; Firmlno
Jos da Silva eaua mulher Mara da Paz da Con-
ceicao ; Sabino Jos do Nascimaoto e sua mulher
Aerea Joaquina da Conceico; Joo Pereira do
Nascim-nto, aua mulher Viulina Mara das Do-
res e s us filbos Jos, de 14 annos de idade, Sil-
vana, da 12 e Feliamina de 7.Commonicou-ae ao
commandaata das armas.
O Sr. gerente da Companhia Ptrnambucaoa
conaidere aem efFeito.a portara de hontem datada,
mandando dar transporte ao presidio de Fernando
de Noronha, aa pracae do 2 batalhio de infanta
ria, na parte relativa as de nome Joio Jos Inao-
ceacio Puggi e Daimiro Correia da Mallo, que dei-
xam de para all aeguir, conforme particip >n-me o
brigadeiro commandanta das armas, em oficio n.
51, de boje datado.
__ 0 Sr. gerente da Compinha Pernambuoana
faga tranaportar ao preaidio de Fernando de No-
ronh por conta do Ministerio da Guerra, no var
por S. Fruneitco, o alferes do 2o batalhio de in-
fantina Gervasio dos Saotoa Coelho, quj va i com
mandar a escolta qne cooduz o presos.
O 3r. gerente da Companhia Pernambueaua
faca tranaportar para o oreaidio de Fernando de
Noronha, por conta da provincia, o sentenciado es-
ctavo de nome Ismael, que ee acha doente de be-
riberi.
O Sr. garante da Compauha Pernambneana
mande dar pasaagsm proa, at o presidio de
Faraando de Noronha, no vapor quo segu ama-
nh, por coata das gratuitas a que o goveruo tem
----------- -X-
dreito. a Ignez Francisca d* Ciuceicio, mulher
do cab do 2o batalhio de nfantaria Ui-sezino Cu
negundes de Araujo, que para all destaca.Com
municou-se ao director do presidio da Fernando de
Noronha.
0 Sr. gerente da Companhia Pernambueana
mande dar passagem r at a Baha, no vapor
que segu para o au1 a 26 do corrente, a D. Lso-
nor Augusta V/eira Texeira e a sua filha Augusta
FlorenciaTeixeira, por conta das gratuitas a que
no tea dreito.
XTEDlBEta DO SECRETAaiO
Oa\kio*M;
-----Ao inspector da Thaasuro Provincial. O
Exmi Stteanaal,ieire:pTe3djtc da provincia man-
da eosasanaiaae a V. S. paraos fins convenientes,
quananhl da. Janeiro fin J asaumio o exercicio do
c irgBardwijrojoJaBiteideaproaorador doa feitoa da fa
zerNaMprovinaial, nonmoaicipio de Tintbabi. o
baoaaaa Pedro daiCilaii ijR*lrjsa, pan.o qual toi
noraaad poaspsasaaaaatdcilOlaa Deaesaaro do anno
prximo passado, conforme declarou por oficio de
20 d'aquelle mes.
Ao Dr. jnis da dreito de NazarethS. Exc.
o Sr. conselheiro presidente da provincia m.nda
declarar a V*. 8., que fica aciente do assumpto de
aeu oficio de 30 do mez (indo, fazeedo a tal respei-
to aa-deridaa. comaraieaan'e nrrismte certi-
dio que acompanhou o referido oficio secretaria
d'Estado do Miniaterio dos Negoj< a da JuatQa.
EXPEDIEHTB DO DA 6 DE FEVKBEIBO DE 1886.
Ac'oa :
O presidente da provincia tendo em viata o
exposto pelo commaudante das armas o pelo nspe-
ctoi da Thesouraria da Fazenda em offi.'io do 1."
e 4 do corrente. aob na. 41 a 80, resolve de ac-
cordo com o dec. 2.884 do 1. de Pevereiro de
1862, abrir um crdito da importancia de 2:399|
sendo 1:7501000 verba deapezas de cerp08 e
quartea e 649O00 verba commissao milita-
rea exercicio corrente, do Miniaterio da Guerra
afim de ter lugar o pagamento no presente mez
de despezaa que correen por conta das menciona-
das verbas = Remetteu-ae copia a Theaouraria
de Fazenda, e commuacou-ac ao commandant.-
das armas.
O presidente ds provincia attendendo ao qne
requereu o subdito portuguez Jos Antuiio Gou
r^alves Pires, residente n'asta pr .vincia. resolv,
de accordo ':om o disposto no dac. n. 1950 d-* 12
de Julho d: 1871, e usando da attrbnicio confe-
rida pelo art. 14 da le n. 3140 da 30 de Ontu
bro de 18S2, naturalsar o referido sub lito por
tugues Jos Antonio flenfetotM Prea, afim de
que po3sa gosar de tolos os direitos, hon-
raa e prerngativas que p la Constituicao com;..'
tesse aos cidadios brazileiros naturaliaado8.
O pr- aidente da provincia de conformidade
com a propasta do Dr. chefe de polica constante
do oficio n. 118, de hoje datado, reaolve nomear
Prnnciaco Cypnano de Olve.ira para o cargo de
3 suppleulc de subdelegado do Volta no termo
de L opoldina.
O presidente da provincia, de conformida ie
com a proposta do Dr. cher'e de policia constante
Beto n. 119, de hoje datado, resolve nomear
Raymundo Abilie Ribero Granja e Antonio Fran
caco Granja para oa cargos de subdelegado e 1."
supplente do districto de Pau Ferrado no termo
de Le.p-'dina, visto nio terem aceitado as mi-
meacoes os teuentes Joio Francisco de Gouvea
Perras e Jos Francisco Salustiano Granja.
Ofli ios i
Ao commandante das "rmis.Convem qne
V. Exc. providencie para que, hoja as 4 horas da
tarde, m cemiterio publico desta cidade, sjjam
prestad is aa honras fnebres aomijir da guarda
nacional Joai Francisco do R-go Barros, por oc-
casii) de ner dado sen corp> a sepultura.
Ao Dr. chefe de r.olcia.Declaro a V. 8.
em solucio di seu oficio n. 37 de 12 d; Janeiro
findo que-pode autorisar o contracto de locacao da
casa pertencente ao coronel Gualter Mirtiniano
do Aiencar Araujo. para aervir d cadeia e quar-
tel na villa do Ex nos termos da iuformacio
conatanta da copia inclusa do oficio do inspector
do Th-aouro Provincial n. 452 de 25 d'aauel'e
mez.Commnncou ae ao Tbesooro Provincial.
Ao ommandante do corpo de polica.Para
aer couvientemente resolvida a questio do farda-
mento por V. S. reclamado em oficio de 11 de
Dezembro do aun., passado o de II da Janeir i
findo, aob ns. 25 e 1555, convm que envi a rata
presidencia declaraces minuciosas a tal respaito
a qu" possara oriental-a acerca doa reaponaaveis
pela irregult.r distribuico do mesmo tardamento
e sabe.- o p-ocedimento que em tal caso deve
ter.
Ao mesmo.Declaro a V. S. em solucio dos
aeua oficioa ns. 1325 e 1441 de 21 de Outubro e
l.'t de Novembro do anno passado, e n. 24 de 11
i'e Janeiro findo, qu-', a vista do que informou o
inspector do Thesouro Provincial nio pode por
ora, ter lugar o fornecimento dos 800 bo.-naes de
br'm por V. S. requisitados nos referidos oficios,
para o corpo sb sen ominando attendendo-se a
deficiencia dos recursos dos cofres provinciaes, e
a ter se em Maio do auno passado fornecido para
o mesmo corpo 850 bornnes.
Ao impector geral da Instruccio Publica.
Concedo a autorisacao solicitada por Vmc. para
justificar as faltas de exercicio eseolar da profes-
sora Joaquina Maphaldu Alves de Carvalho, a que
se refere o seu offi'io, a que respondo, n. 42 de 3
do corrente mez.
A' Companhia Pernambueana.A' viata do
que Vmc. expoe no oficio de liont'm, quanto im-
pnaaibilidade de embarear-ae toda a carga, que o
vapor Ipojiina tem de conduzr para'os portos do
norte, consmto em ser transferida oe hoje para o
da 8 do corrente a viagem do msstno vapor.
Portaras I
A' Cmara Miin.cipal do Correntes.Rea-
pondo ao offi.'io n. 40 de 2S da Janeiro findo, de-
clarando Cmara Municipal de Correntes que o
cidadio Joa Peregrino de Miranda nio pode ex-
caaar ae do exercicio do cargo de vareador, senio
nos casos previstos pelo le, de accordo com a de-
cisi) constante do aviso junto por copia de 26 de
setembro ultimo do Ministerio doa Negocios d>
Imperio.
Curflpre, portaato, que aquel) i verejdor volte ao
exercicio do cargo e se nao o fizer dever a Cma-
ra multal-o da accordo com os arts. 19 e 23 6.
das lea do 1.- de outubro de 1828 e 3,029 de 9 de
lanciro de 1881 incorrendo ella naa penas do art.
r.'S do Cdigo Criminal 4 viata dos avisos de 28
de Fevereiro de 1833, 23 de Junho de 1834, 13 de
Marco de 1837, 29 da Outubro de 1838, 16 de De-
zembro de 1861 c 11 de Marco de 1884, 3e a pesar
das multas continuar a faltar.
A' mearanApprovo a arrematado doa im-
postes constantes do termo annexo do officio n. 39
que a Cmara municipal de Correntes dirigio-me
em 28 de Jan-uro fiado.
O Sr. .'gerente da Companhia Pernambueana,
mande dar pasaagem'a proa at o Presidio de Fer-
nando de Nironha por conta das gratuitas a que
goveruo tem direitoa Felismina Mara da Concei-
V l >, mulher do aentenciado Manoel Jos do Nas-
cm.'nto e a um filho menor.
- MatatU midandU a Mara Quiutina da Sil-
va, mulher do aentenciado Antonio Joa de Sant'-
Anna. Communicou ae ao director do Preaidio.
O Sr. gerente da Companhia Pernambueana,
mande dar passagem a r do porto de Aracaj
para o desta captol, por conta daa gratuitas, a que
o goveruo tem dreito D. Mara do Prado Fon-
te* o 3 filhos menores.
EXPEDIENTE DO SBCRETARIO
Oficios :
Ao Dr. chefe de polica.De orlem de S.
Exc. o Sr. conselheiro presidente da provincia de-
claro a V. 8. que, vista do que informa o com-
mandante do Corpo de Polica em o officio por co-
pia incluso n. 72 da 28 de Janeiro findo, nio po-
dem ser satisfaitas aa equisicoes constantes dos
seas officos na. 73 e 75 de *25 d'aquelle mes. Nao
obstante, a aer impreacindivel, podero ser consti-
tuidos os destacamentos de que tratam os referi
dos officos com pracas de outros, que se redu-
sirio.
Ao Dr. jnis de dreito das execucoes crimi-
naos do Recite.Da ordem de S. Exc. o Sr. con-
selheiro presidente da provincia declaro a V. S. em
resposta ao seu officio n. 60, de hontem datado
que prc vid ncou-se sobre o transporta do detento
beriberico Ismael para o Presidio de Fernando de
No.ouha.
Ao juis de dreito da Iugaseira. De ordem
de S. Exc. o Sr. aonaelheiro presidente da provin-
cia manda communicar a V. S. que em s-u oficia
de 28 de Janeiro fiado profario o seguinte despa-
cho : Informe o Sr. Dr. chefe de policia dando
desde logo as providencias, em oidem a evitar que
deixe de haver jury por causa da falta apresen-
tada. '
= Ao Dr juiz substituto do 1.- districto crimi-
nal do R!ife. -De ordem de S Esc o Sr. conse-
lheiro presdante da provincia, commuuico a Y. 8.
que no sen oficio de hontum datado exarou-ae o
seguinte deapa:ho:Ao Sr. director do Presidio
de Fernando de Noronha para satisfaer a requi-
sicao.
Ao agente da Caixa Filial de Englifch Bank
of Rio de Janeiro, Limited, nesta eidkde. De
ordem de S. Exc. o Sr. conselheiro prosidento da
provincia aecuso o recebimento do officio de hon-
tem, em o qual V. 8. envi u copia authentica do
batanete das operaces effectuadas por essa Cai-
xa Filial durante o mez de Janeiro ultimo.
EXPSPIEHTE DO PA 8 OE FEVBRErRO DE 1886
Acto :
O presidente da provincia, attendende ao
que requereu o continao do Thesouro Provincial
Francisco Cordciro Marinho Falcio e tendo em
vista i forrnacio do mesmo Thesouro em officio
d 434 do 15 de Janeiro prximo findo, reaolve cou-
ceder-lhe 26 das de liceaesA oom vencimentos ua
formada le, para tratar da-- sua saude onde lhe
eestssr, devendo essa licenca decorrer de 4 de ja-
nean! findo.
-----O preaideate d* provincia, attendeado ao
quajBSjquereu Joaquisai. da. Roen i, snodito porto
(jaaarresidente nesta proriosa, reaolve de accor-
do com o diapoato no decreto n. 1950, de 12 de
julho de 1871, e usando da autorisacio conferida
pelo art. 14 e a lei n. 3140, da 30 de outubro de
1882, naturalsar o referido subdito pirtuguaz Joa
quiro da Rocha, afim de que posaa goaar do todoi
os direitos, houraa e prerogativas, quo pela eoaa-
tituioao competetn aos cidadios brazileiros natura-
lisados.
Oficios :
Ao presidente da provincia de Giyaz. -Pelo
officio a que respondo, de 7 de Janeiro udo, (ico
iioterado da haver V. Exc. niqueila data, prestado
juramento e uasumide o exercicio do cargo de pre
sidente dessa provincia. Aprsente a V. Exc.
oa protestoa da rainha dstiucta conaideracio e
elevado apreco.
Circulares :
Ao presidente de provincia.Rogo a V. Exc.
se digne deenviar-mc dous exemplares da melhor
c irta corographica dessa provincia, que tenha sido
publicado por conta da mesma.
Ao conselheiro presidente do Supremo Tri-
bunal do Justina. Tanho a honra de transraittir
a V. Exc. em resposta aaseu oficio de 7 de uo-
vembro ultimo, as relacas juntas orgamsadas pela
secretaria da presidencia e Thesouraria do Paren-
la pelas quaes V. Exc. ficar instruido do que
ooeorrerem no anno passado quanto ao exercicio
los magistrados com jurisdicao nesta provincia
em que aqu ge acham no gozo de licenca ou
aguardando deaignagio de comarcas.
A o commandante das armas.Daferindj o
reuuerimcnto do cabo de esqna ira do 14 bata-
lliao de infautar a Joio da Costa Pereira, aut, >-
rizo V. Exc. vista da sua informaeao n. 52, de
6 do corrente, a conceder lhe baixa do servico do
exercto, mediante substituto, urca vez que este
tenha os requisitos exigidos por lei.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Declaro a V. S. para os fina convenientes, que,
le conformidade com o aviso do Ministerio da
Guerra, de 25 de Janeiro lindo, autorisci o director
do Arsenal de Guerra a mandar fornecer ao 11
batalhio de infantaria o tardamente constante
das duas inclusas notas por copia da 29 do de-
zembro ultimo, organisadas na reparticio do quar-
el mestre gen-ral.
Ao meamo.Declaro a V. S-, para os dev-
dos fins, que exped ordem para que Emilio !io-
zendo da Silva continua no exercicio do lugar de
P .rteiro do Arsenal da Guerra, como tem eatado,
emquanto nio ae aprosentar debidamente titulado
o seu auccessor.
Ao iuspector do Theaouro Provincial.Para
os fins convenientes commuuico a Vmc. que o pa-
gamento do alluguel de um apparelhu telephonico
que mandei collocar hoja ua secretara da preai -
dais, dever correr por conta do crdito con8g-
nado palo art. 10 5o da lei u. 1,860.
Ao director do Arseua de Guerra.Constan-
do de partc:pacio da iutendencia da guerra, da
23 da Janeiro findo, torem sido embarcados no
rap ir l'ar, procedente do aul, dou3 volamos, aen-
do um destinado a essa Araeual contend oa dous
mil aaocos de tela amiantma mencionados no in-
cluso con he cimento, e outro canteado medican-n-
toa e mais artigo* destinados pharmacia da en-
fermara militar desta provincia; asaim o declaro
a Vine, para os fins convenientes.
Ao mesmo.De qouformdade ':oa; o aviso
do Ministerio da Guerra, de 25 de Janeiro findo,
iniude Vmc. fornecer ao 11" batalhio de infHita-
ra o lar lamento constante das duas inclusas no-
tas de 29 de Dezembro ultimo, organisadas na re-
particio de Quartel-Meatre General.Commuai-
cou-so au commandante daa anuas.
Circular.Aos juizs de dreito da provincia.
Transmiti a V. o incluso quadro em branco,
atim de aer indicado com a poasivel brevidade o
resultado da revisio do aliatamento eleitoral qu-!
V. procedeu no anno prximo findo, conforme
exige o Exm. Sr. ministro do imperio em aviso n.
210 de 12 de Janeiro fiudo.
EXPDEESTE DO SECRETARIO
A' agencia de paquetea.De ordem de S. Exc.
o Sr. csns-lhciro presidente da provincia aecuao o
recebimento do officio de hontem, no qual V. Exc.
communica que o vap .r Para, ebegado doa por-
tos do aul, aeguir oara os do norte hoje, s 5 bo
ras da tarde.
Ao agente da caixa filial do London Se Bra-
zilian Bank Limitad, nesta cidade.De ordem de
S. Exc. o Exm. conselheiro presidente da provin
ca aecuso o recebimento do offi.no de 3 do cor
rente, com o qual V. S. eovou copia authentica
do balancete das operaces enfatuadas por essa
caixa filial durante o mez de Janeiro ultimo.
DESPACHOS DA PRESDENDIA DE 17 DE KE-
VEBEIRO DE 1886
Chrstovao Rodrigues Ferreira.Informe com
urgencia o Sr. inspector da Thezouraria de Fa-
zenda.
Ismenia Augusta dos Santos.Indefrido victo
nio ter sidolavradoe aasignado o contracto BCgun-
do informa o Tueaouro Provincial e nio o permettir
estado das finaucasda provincia.
Malina Izidia da Costa Vieira.Sin aem venci-
mentos.
Conselheiro Joio Jos Pinto Jnior.Ne8ta data
drijo-me ao Miniaterio do Imperio a reapeito do
que requer o aupplicante.
Dr. Joaquim de Alauquerque Barroa Guimaries
-Sim.
Conselheiro Joio Silveira de Souza.dem.
Dr. Joaquim Correia de Araujo.dem.
Mara Leopoldina da Cunba Pedroaa.A viata
da nt'o-m icio nio tem lugar.
Secretaria da presidencia de Pernambu-
co, ero 18 de Fevereiro de 1886.
O porteiro,
J. L. Viegas.
Ilepariifo da Policia
Secgao 2.a N. 158.Secretaria de Po-
licia de Pernambuco, 18 de Fevereiro d
1886. Ulna, e Exm. Sr. -Participo a V.
Exc. que nos dous ltimos dias foram ro-
colhidos na Gasa de Detencao os seguintes
individuos :
O subdelegado de Afogados maudou
hontem recolher na Casa de Detengao,
uiinha disposicJo, o alienado Francia ;o
Ignacia da Jess, quo opportunamente ser
transferido para o Asylo da Tamarineiroi.
Hontem, s 5 horas da tarde, cahio de
urna das jaaellas da sota da casa n. 1
sita ra Duque de Caxias, urna crianca
de 16 mezes de idade, de nome Armando,
filho do professor de msica Caetano Ber-
nard.
Deu lugar ao accidente o descuido de
urna criada que acompanhava a crianca e
e que a deixou sosinha na anella.
O subdelegado da freguezia deu as pro
videncias que o caso exiga.
Ante-hontem, s 7 horas da noite e na
ra de S. Miguel, districto de Afogados, o
individuo de nome Joao Ferreira, ferio jk
Francisco Luiz dos Santos.
Contra o delinquente que evadio-se,
procedeu-se nos termos do inquerito poli-
cial,
Deus guarde a V. Exc. Illm. e Exm.
Sr. cooaeiheiro Jos Fernandos da Costa
Pereira Jnior, muito digno presidente da
provincia. O chefe de poli ia. Intento
Domingo* Pisto.
Tbesooro Provincial
DESPACHOS DO DIA 17 DE PEVEBEIBO
Joaquina Malalda Alvea de Carvalho, Balbno
Symphronio da Silva Mafra e Jos Augusto Por-
tocarreiroe Fipriano Baptiata de Olveira.Re-
gatre-se e facam-ae oa assemamentos.
Francisco Borges Leal.Informe o Sr. conta-
dor.
Antonio Soares Pinto.Volte ao Sr. adminis-
trador do Consulado para resolver, visto ter se
feito a reelamacao no praso ordinario, e ueste caso
compet!r-lhe a delibenco.
Antonio Joaquim Caacio.Informe o Sr. conta-
dor.
Francisca Carolina de Figurar io Cruz.Ao
Consulado para attender.
Bernet & CInforme o Sr contador.
Consalado Pro vinel al
DESPACHOS DO DIA 16 DE FEVEHEIEO
Jos Teugali, Alfredo Alves da Silva Freir.
Informe al. seccio.
.Manuel Vieira Alvea.A 1. aec^io para os
devidoa fina.
17 -
Anua Mara do Naacimento, Rouquoayrol Fr<
res, Mcndes & C, R. de rusiua & C, Alfredo
da Coata Moreira, Manoel Moreira Campos & C,
Fabrcio Gomes de Andrade Ltji, Joaquim Jos
Rodrigues, Temporil 3s Filhos, Capitulino Can-
dido Uchoa de Gusmao, Wanderley &z. Bastos,
IJaitar Ir.naos c C, Braz Januano F rnandps,
Francisco dos Pasaos Guitoaraes e Manoel Xa-
vier Carnero de Albuquerque.Sim.
Abrantea .. C- Dirija-ao ao Theaouro Pro-
vincial.
Ferreira Rodrigue8 k C.Informe a 2.' sec-
cio.
Bento de Freitas Guimaries, Domingos A ves
Matheus e Joaquim Jos Rodrigues da Costa.
Informe al' sjc$io.
Pohlman t C.A 1." seceji'* para proceder-se
de accordo com a lei.
18
Sebast'ao Jos Beznrra Cavalcante, do
procurador dos feitos o Luiz Duprat.Li
forme a 1" seceSo.
Elpidio Valeriano de 01veira.=A' 1*
syecao para 03 devidos fins,
Manoel Ignacio de Arruda. A' Ia sec-
gao para att-inder.
Martins Viegas & C. e Jos Alfredo de
Carvalho.Informe a 1* secgao.
Cunha Irmilos. Sim, de accordo com a
intormacSo.
Marques Lima & G. Certifiqese.
Ferreira Rodriguis & CInleferiJo,
om vista da informagao.
Poreira Carneiro & C. 3 Antonio Gui-
Ihermino dos Saaos.Infjrme a Ia seo
c3o.
Cmara municipal
DESPACHOS DIA 15 DE PEVEBEIBO DE
DE 1886
Pelo Sr. vereador cominissario de poli
cia. .
Aladim Pau3tiuo Montero, pedindo bxa da
matricula de talhad .r. visto ir exercer 8M BUa
profissio na cidade de Olinda. Como requer, se
estiver em din.
Manoel lt>iiigues Canhoto, pedindo licenca pa-
ra mandar concertar o encauaininto d'agua do
predio n 2 rua do Payssanda. Como requer.
Pelo Ro. Sr. padre Mel'o, vereador
comm;S8ario de edificaedes:
Antonio G i.spar da Cuuha, pedindo licenca pa-
ra mandar tomar goteiras no telhado de aua easa
n. 35 i raa do Mrquez do Hcrval. Sim, dando
previa aciencia ao hacal.
Antonio Martina do Rio, para maudar edificar
cinco m -aguaa ua estrada do Pomo ti. Satisfa-
ga o que exige o engenheiro.
Francehna Christiana Luduvica Bastos, para
mandar retelaar a casa n. 23 ra Das Cardse.
-Sinr/dando scieucia ao fisciL
Joaquim Ferreira de Car /alh-\ para mandar
correr o telhado do aua casa n. 36 ra Das
Cardoao, afim de tomar goteiras.
Secretaria da Cmara Municipal do Re
cife, 18 de Fevereiro de 1386.
O porteiro,
Leopoldina C. Ferreira &a Silva.
DIARIO DE PERHAIBuCfl
^Recrospectu poltico d. aano
de I H*
^ArSTmA-HUNGHIA ^fj '
| (ContinuarSo) \
ik imprensa tambem no fot tratada com cx-
cesos de aiiieiiidadi' na n-feriila propona de lei.
Os Bseriptos aoe contiverem dontnnas socialistas
sero apprchcndidos, e suspensas as guetae i-m
que Torem insertos.
O outro projecto consigna disposirors gereris-
simas quanlo ao fabrico, circuanlo, imporlarfio B
posse das materias explosivas. 0 umprego cri-
minoso destas 6 punido com dez a viute annos
de priso, que ser iierpetua. so do faci resul-
tar morte, posto que nao premedilada. A pie-
medilagao dar lugar pena ultima. O simples
fado de lbricar, 1 railsportar ou vender aes ma-
terias, embora sem intuitos criminosos, consi-
derado grave delicio.
Nao ser 0 rigor dessa legislaran que lia de
extinguir para sempre o socialismo revoluciona-
no. Xo se elimina um phenomeno natural, un
resultado das condices sociaes modernas pela
simples proinulgaco de u:n aclo legislativo, ati-
nal to profundamente anarehico e perturbador
como a ordem de ideas, seatitnentos e aeges que
jirctende dominar.
0 goveruo russo foi sempre de espantosa pro-
digalidade em medidas arbitrarias e violentas.
Mas o nihilismo adormeceu all apenas lia pouco
mais de um anno depois de liarer produzido ca-
tastrophes medonhas. Que proveito j tirou a
Inglaterra do seu bil anti-dynamitico 1 As leis
excepcionaes do imperio allenio nao obstaran o
attentado de Niederwald, nem o mais recente atv
sassinato de Francfort sobre o Meno. E tanto
assim que o providente chancelier germnico,
embora manteado a celebre lei de 1878. parece
confiar menos na prolicuidade della que no mo-
nopolio oflieial das doutrinas socialistas.
Do mesmo modo o tninislerio presidido pelo
conde de TaalTe. algtins mezes a|ios a apresenta-
{o dos mencionados projectos. publicoujna pai t
eisleithana da monarcliia austraca o regularaento
da le relativa ao descanso do domingo e i xa-
Qo das horas de trabalho. Foi esse o pnmeiro
passo do governo da Austria na senda das refor"
mas sociaes.
A lei estabeleceu como regra a prohibico do
tralialho industrial nos domingos. O regulamcn-
k), porem, abri excepsoes em relayao a certas
'ndustrias, aquellas cuja| suspenso, anda i|ue
de um s dia, possa'causar damno aos consumi-
dores c prejudicar o transporte geral. Entre as
industrias que continala a funecionar integral
ou parcialmente ao domingo compreliendeui-se
as de fabricar producios chmeos, as cerveja-
nas, as deslilaees de petrleo, as renarias de
asiucar. as padarias, os acougues, as toucmha-
jias, o commercio de vveres e alimentos de toda
a especie, as empresas de mnibus, carros de
praca e fnebres, os transportes de gneros ali-
menticios, etc., etc.
A segunda parte do indicado decreto regu la-
mentar trata do dia normal ou mximo das ho-
Le trabalho industrial, a que exclusivamente
se applica. Em regra, segundo a lei, os Uilf-
iterm ou operarios adjuntos nao podem 1ra-
balhar nas empresas industriaos mais de onze
lunas em vint-,e quatro. Todava o ministro do
commercio, de accordp com o do interior, depois
deouvircm diversas associages e syndicatos in-
sados, podem autorisar por mais tres annos
o trabalho de doze horas or dia nas industrias
que o esijam. Alm disso a antoridade minis-
terial pode regular as condices da stibstituico
de opranos nas industrias cujo trabalho conti-
nuo legalmente autorisado. No caso de oeceg-
sidade sbita, resultante de qualquer accidente
natural, as autoridades secundarias podem per
inttir a prolongaeo temporaria das horas de
trabalho durante um periodo nao excedente de
tres semanas. Aa horas supplementarcs devem
ser pagas pelos patres, alm do salario coni-
mum.
Batas minudencias talvez puecam de pone i a-
teresse para o geral dos nossos leitores. Jfo
Brasil, onde a industria est por emquauto nmii
estado rudimentann. uo comecaram anda en-
carnijadas, como nos grandes centros europ'-us.
as latas entre o eajiital e o trabalho. Niunlis-
tante, j temos tido legisladores 'por imitai;u
projiensos ao snciasuio do estado, prinnpal-
meiite nesta provincia. Para essesser um du-
rida agradavel ver como quem-l.eitlia (lo impe-
no Austro-Hngaro se vai inaugurando um r-
gimen econmico to conforme s aspiraeOes dos
sectarios moderados da reforma social. 0 parti-
do que est no poder naquolle imperio moatra-se
vivamente intereasad pela gorfe das classes la-
boriosa- e com desejoa de restringir muito a su-
premacia de eapitati
0 principe Aloya liecblensieio e outros pode-
ro i- lidalgus catlinlii-os panee estareai dispos-
(08 a npdr grande industria restriccoes de
mu pronunciado carcter socialista. O peior
que elles eom a mesma energa se recuaam a
tender aos trabainaderee rnraea oa beseficioaque
alinejain para oa operarios daa cidadea. 0 par-
iilo feudal e agraria est prompte a lzerao -
utaamo todas aa coneosaSes poaarvwsi mas com
esta condiro : as reformas nao devem tocar-lhe.
aem de lev, oa arca santa de sena privilegios
calares !
Resla saber se a aristrocacia austraca far pa- '
rar o rnoviosento que est prodaando, esaeta-
meale 00 ponto assignalado |m;Io amor asa BMH
pcoprioa inleressi -
Apezar daa medidas governativas da que i
liamos de fallar, em llrumi. capital da Horaria.
deram-seem Junho graves perlmbaces da ordem
publica. O conflicto resultoo do profundo dea-
cas, dessa cidade. ama das mais industriaos rija
Austria.
Como sabido, a industria do Urunn essen-
cialmeute textil. N'um grande numero de fabri-
gflj es operattos tratasrnaaB por turnias, do dia e
de uoile. substiluindo-se irregularmente por es-
pa;os ora de doze. ora de destosis horas. O tra-
balho oM-essivo. o o salario relativamente in
aigniflcaate Muito- operarios eatflo p'rmanen-
temente nas fabricas, onde dormem, atraz das
machinas, estendidos sobre fardos dealgado
para esse lim previaawate dkpaatoa.
As pobres creancas empreg-adas oessas oflici-
oaa associam-ae de ordinario, na qualidade de *t^
auxiliares, s turmas dos trabalhadores. de cujas
rudes fadigas part cipam o aipiem l'azem compa-
nhia-na habitaoo quasi tuintorruptae desniora-
[isadora da fabrica. K' certt qtfe a lei prot
a mposieo de tao speros labores a organis-
mos que apenas comecam a desenvolver-se. Has
a coniminaco nao tem attingido os patres, a
pretexto de gue nao sao elles, porm os proprios
operarios adultos que alliciam os seus tenros e
infelizea cooporadoro-. i) trabalho las mulhercs
nao fneao- mortiflcate oesaas ntbricas, cojos
donos se locuplelam impudentemente com os l'rus
dos doft pela miseria aos cuidados do lar domestico.
Pelo que temos dito comprehende-se quo des-
grasadas devem ser as condices de alimento o
habitaeao das classes laboriosas de Brunn. Fe* "
bzmente, alguns patres. nao por humauiado.
mas por amor aos proprios interesses, vo esta-
es de dormitorios amplainente
arejadOS o prvidos de ludo quanto exigido pela
hygiene e a limpesa. Compivnen I ram alinal
quo adoencae fraqueza a qu um tal regaen de
Vida expunha os operarios, era um grande mu
para o progresso de suasproprlas empresta
Essa comprehenso apparece, por eiiKiuaito. om
limitado uuniero de excepcSea. Para o geral dos
oaipreiteiros o antigo costme continua a ser an-
da o inelhor o mais provoitoso.
A imprensa ministerial austraca notou que em
taes condices nfio erado admirar que oaope
rios da Moravia esiivessem mare do primeiro
agitador que s"|embrasscdeaprovoitar-lhes o^
lie'ameutos. A mesma imprensa acon-
solhava ao partido i drico-feudal a que pro-e-
guisso do eaminbodo socialismo ebristo.
(Continua.)
\
i>

h
INTERIOR
Rio, A de Fevereiro de 1 ss
(Da Evoluqa)
A recente partida de trea navios da marinba de
guerra para r.unir-ae ao Imperial hlariiJuiro, es-
tacionado no porto de Montevideo, preocupa al-
guns espirtos timoratos, que coujecturam, sem
mitivua fundados, i eventualidad* de algum con
dieta.
A poltica, que o governo imperial deseuvulve
em suas relagoea com as repblicas do Prata, tem
sido de prudencia e aabedoria.
Eata poltica, que, cada ves mis, fortificaos
lagos de uniao e de amisude, exelue a probabi-
d.ide de qualquer pendencia, que nao lea objec-
tivo indicado.
Releva reconhecer que o governo imperialdes-
de a cuatosa experiencia Ua invaso do eatado
oriental depois da missao Saraiva e da diuturna
campanha do Paraguay, .omprehendeu que o
eysteina de intervencao levara o imperio a deaas-
trea e nao lhe dara nunca maior preponderancia,
do que aquell-i, que pode ser obtida e nuntrda
pela observauca e reapeito dos reciproco direi-
tos e inte reases uacionaes.
O Brasilquaodo teulia a fatuidade de coosi
derar-ae dem isiado forte, quando aspire mostrar
essa expansao que aa nacoes, reputadas poderosas,
nmam exereer no exterior, quando ae avalle a si
rico de mai para tentar emprez a temerarias
ha de apprender com os seas estadistas actoaes a
reflactir nas difficuldades internas e pensar que o
singue e oouro dos braaileiroa nao devem sel der-
ramados, ainao para defender a honra nauional.
A nossa actividade, de certo, pede oatro emprego
(
1
CBD


Diario de PcnumbncoSexta-feira 19 de Fevereiro de i886
mais proficuo, que o dao luotM terriveis, as
quaea resplandecem o poder e o herosmo militar.
A gloria dos m irechaes nao nos faz nem mais
fortes nem mais respeitados.
Vimos, apesar da pujanza das victorias da Ito-
roro e Avahy, de Campo Grande e Aquidaban. a
nossa diplomacia forcada a exceder-se em^patrio-
tismo e habilidade para conseguir onvencoes, que
nos fjram regateadas.
Vimos, tambem, os navios de nossa armada des-
respeitados em Alvtar e a nossa bandeira nao me-
recer, as aguas do Prata, a consideradlo, que lhe
devida.
Masdesde que a poltica brasileira deixou de
parecer intensa s aspiracoes legitimas dos nossos
visnhosas nosaas retacoes se tornaram benvo-
las e os nossos direitos e nteresses nao precisara
do apoio de urna dispendiosa esquadra.
O rgimen da paz armada, que foi setnpre fatal
as velhas e oppulentas nacoes da Europa, deixou
de devorar amelhor parte doorcamento do Impe-
rio.
A poltica da paz indubitavelmente a mais
azada a promover o progresso fecundo e a grande-
za de um povo.
Ella tetn horisontes to vastas, que mais d'uma
geracao de estadistaspensadores o patriotasnao
poderiam abranp'r.
X'um paiz, como o Brazl, onde tudo est por
fazer, desviar as forcas vivas da nacao para outro
m8tPr, q'ie nao seja o de incrementar a sua pros-
peridaile, um erro de funestissimas conseqnencias.
Felizmente nao pode, hoje, entrar em nenhum
espirito sensato o receio de ver o imperio atirar-se
as aventuras de urna pugn armada.
A' frente do governo responsavel do Estado est
um dos espiritos mais sagaxea e previdentes, o qual
possue as luminosas intuicoes, que devem orientar
a poltica externa.
O benemrito Barao de Cotegpe sabe o que deve
ao son paiz. Coin a paz elle poder reparar os ma
les, que sao super veis, mais que o esto assober-
bando.
Com a guerra s lhe pider avolumar os dficits
e cavar bem funda a ruina da actual e da fuctura
geracao.
A poltica pacifica sem duvida apoltica do
gabinete de 20 de Agosto.
Seus actos nao diz -m o contrario. A eua preocupa
cao em .nelhorar todas as condiccoes econmicas
implica o proposito de manter a ordem e.tranquil-
lidade no interior, a paz com dignidade no exterior.
Quaesquer, que possam er os desg-stos Jo Esta-
do Oriental com a Repblica Argentina, o Brazil
nao se julga por isso obrigadaa tomar urna at*itu
de ameacadora no Prata.
E' verdade que solemnes tratados "obrgam o
Impi'rio a manter e garantir-lhe a independencia.
stas, porm, nao corre risco e perigo.
A presenca da esquadrilha imperial ne porto da
capital d repblica do Uruguay nao determina-
da pela prerisio de graves acontecimentos.
A Fr iiu;:. eojea inte mal nao sao to momen-
toso9 no Prata, acaba de enviar aquella rpgiao 2
vapores eneouracados.
As nacoes nao pudem deixar de fazer acto de pre
seoca por toda parte, onde as chamam o dever, ou
a conveniencia.
Tranquillisem-9eos espiritos timoratos eo pair,
com seguri la le. e seguir na b noli -a taren de desenvolver a proope
ridaae nacional
HtviSTA DIARIA
Etcirao provincialTemos mais os se-
guintes resultaios da elcigao provincial em2.
escrutinio :
12 DISTRK TO
Cimhres
Capitao Maciel Pinheiro
Advogado Jo Alves
Alaijoiy de Aaixo
Capitao Thomaz Maciel
Advogado Joiio Alves
Flores
Advogado Joo Alves
Triumpho
Advogado Joao Alves 49
Capitao Thomaz Alves 1
Resumo da votaco conhjcida, faltando Pes-
queira, Ing izeira e S. Jos do Egypo, qae uo
podem mais influir no resultado :
Advocado Joao Alves Bezerra Cavalcante
(C) 224
Capitao Thomaz Ferreira Maciel Pinheiro
(L) 78
Ikopuiadow provlnriae* Sao membros
da ass 'inha provincial no bioonio de 188*! 87,
j os seguintes Srs.
1 I1IBTRICTO
'Dr. Gaspar Drummona Filho
Dr. Antonio Jos da Costa Ribeiro
Dr. Antonio Gon?alves Ferreira
2o DISTRICTO
Dr. Joo do Reg Barros
Dr Jos Mana de Albuquerque Mello
Dr. Jos Zefcrino Ferreira Velloso
3 DISTRICTO
Advogado Joao Francisco do Amaral
Dr. Joo de Si Cavalcante de Albuquerque
" Barao de Itapissuma
4o DISTRICTO
Padre Julio Mara do Reg Barros
Viseonde Tabatinga
Conego Manoel Goncal vec Soares de Amorm
5 DISTRICTO
Dr Herculano Bandeira de Mello
Capitao Rogoberto Barbosa da Silva
Dr. Augusto da Costa Gomes ,
6o DISTRICTO
Dr. Jos Domingues da Silva
Dr. Andr Das de Araujo
Dr. Pedro Gaudiano de Ratis e Silva
7 DISTRICTO
Dr. Jos Manoel de Barros Wanderley
Dr. Ignacio de Barros Barreto Jnior
Dr. Lourenco Augusto de S Albuquerque
8o DISTRICTO
Dr. Augusto Coelho de Maraes
Dr. Joo de Oliveir
Dr. Luiz de Andrada
9* DISTRICTO
Dr- Francisco Antonio Regueira Costa
Dr. Jos Eustaquio Ferreira Jaaobina
Di. Antonio Francisco Correia de Araujo
10 DISTRICTO
Alferes Manoel Rodrigues Porto
Capitao Juvencio Taciano Mariz
Dr. Francisco da Assis Rosa e Silva
H DISTRICTO
Constantino Lins de Albuquerque
Dr. Sophronio E. da Paz Portella
Coronel Antonio Victor Correia
12 DISTRICTO
Yigario Augusto Augusto F. da 8ilva
Dr. Prxedes Gomes de Souza de Pitanga
Advogado Joo Alves Bezerra Cavalcante
13' DISTRICTO
Dr. Francisco Gomes Prente
(G)
(L)
(C)
(C)
(L)
(C)
(C)
(C)
(L)
(C)
(L)
(C)
(O
22
(C)
(D
(O
(C)
(C)
(L>
(C!
Li
(C)
(C)
(L)
(O)
(Q
a*
(C)
(O
(C)
(CJ
(C)
(C)
(C,
Tribunal do Jury do Recite Ainda
Dontem nao se installou a sesso por s h.verem
jomparecido 21 Srs. juizes de facto.
Foram aiiidi sorteados os seguintes supplcntes :
Reeife
JaHino Emiliano de Jess.
Francisco Correia de Mesquita Cardoso.
Jaldino Jos da Silva.
Santo Antoaio
Jos Carlos Ferreira.
Antonio Jos Pereira de Mendonca.
Tenente Jos Carneiro Maciel de Silva.
Ernesto Soares de Azevedo.
Ismael de Oliveira Guimares.
Joseph Krause.
S. Jos
Jos Caetano de 8ouza Cousseiro.
Joo Francisco de Albuquerque.
Boa Vista
Dr. Raymundo Carneiro de Souza Bandeira.
Manoel Martins Pinza Jnior.
Dr. Ceciliaao Mamede Alves Ferreira.
Augusto Pereira Ramalho Ju or.
Dr. Luiz Victor Hornera de Carneiro.
\. Julio Cesar Cavalcante de Albuquerque.
Antonio Marques de Amorim.
Jos Ignacio Guedes Pereira.
Grica
Luiz Leopoldo dos Guiares Peixoto.
Pedro Pedrosa Velloao da Silveira.
Joaqaim Vicente de Mello Pinto.
Afogados
Antonio Joaquina Goncalves de Mello.
Poco
Jos JMqain Borge Uchi.
Oslilwniinrflaalni Nones de Guaira.
Fraoriaeo) Honorio Beserra de Meas,
Antonio da 8nv Nevos.
srarn Kirtw em4000tada a oanwj.^ Dr. j. javieto ao Dr.
gnintoi Srs.
Argimiro Pereira da Silveira.
Angelo Custodio da Silva Guimares.
Alfredo Gibson.
Bario de Caiar.
Gustavo da Silva Antunes.
Dr. Joo Bastos de Mello Gomes.
Joo Baptista Ferreira da Annunciaco.
Miguel Pereira Geraldes.
Dr. Manoel da Trindade Peretti.
Odorico Soares Raposo da Cmara.
Dr. Pedro da Cunha Souto-Maior.
Antonio Samico de Lyra e Mello.
Adolpho de Brito Tavares Cordeiro.
Dr. Alfredo de Barros de Oliveira Lima.
Caetano Gomes de Si.
Claudino Isidro dos Santos.
Francisco Jos Galvo.
Francisco Gibson.
Dr. Manoel Gomes de Argollo Ferro.
Mujor Emygdio Francisco de Souza Magalbes.
Maximiano Ribeiro de Araujo.
Thomaz Teixeira Bastos.
Dr. Tristo Henrique da Costa.
Geminiano I. Lumak Miguis.
Commendador Jos Francisco ,do Regoi
reata de Kossa Senbora do Monte
em OlindaDepois de amanh, 21 do corren-
te, celebra se a festa de Nossa Senhora do Monte,
em sua ern.ida de Olinda.
Amanh, tardinha, ter lugar o hasteamento
da bandeira, seguido de urna ladainha e versos
cantados, depois do que ser queimado um fogo
de artificio.
A festa constar de raissa solemne s 10 horas
do dia, com sermo pelo Rvd. padre Andrade, e
ladainha grande orchestra s 7 horas da noite.
O pateo da igreja estar decorado, e tarde
abi tocar urna banda de msica, havendo diver-
sos entreten!montos populares. A' noite haver
illumnaco, e, depois da ladainha, grande fogo de
artificio.
Cadver de recesnnancido Appare-
ceu hontem pela manh, cedo, na porta da egreja
de Nossa Senhora da Penha, o cadver de um
rec^mnascido, do qual toara conta a autoridade
policial do 1. districto de S. Jos para os fins da
lei.
DesastreAnte-hontcm, as 5 horas do tarde
a criada R.iymunda de Souza, tendo sahido
passeio com a enanca de nome Armando, filho do
Sr. ^a^tano de Bernardi, foi ter casa de urna
conhecida ra Duque de Caxias n. 1, e um
vez ahi, tendo se descuidado da dita enanca, deu
lugar que esta chegando janella do soto que
deita para a ra de S. Francisco, se precipitasse
na ra.
Da quela resultou grande ferimento para a
criana que foi levada sem falla pala criada para
a c isa de sen pai.
A criada foi presa, e com tanta maior razo
quanto so descobrio que ella havia furtaio da
casa de seus amos um corte de. vestido, que man-
dara talhar o coser pela moradora da casa onde se
deu o desastre.
(aluno afoito -Cerca de 10 1/2 horas da
noite, de ante-hontem, ao passar pelo aes de
Apollo o carro n. 38 da companhia Ferro-Carril,
da liuha de Afogados, um gatuno audaz assaltou-o
arrancando das mos do respectivo conduct r,
ch pa n. 13. a bols que elle levava, e na qual
havia cineoenta e tontos mil ris.
O conductor correu-lhe no encalco apitando ;
m-s. nao apparecsndo nenhuma praca de polica,
o gatuno embsrufustou pelo ddalo de viellas das
immedia.oes do caes e desappareceu.
O IncentivoDistribuio-ae hcntem o n. 1"
deste quinzenario scientifico, Iliterario e humors-
tico, que inceta o seu 4'' anno de existencia.
PedradaA's 8 horas da noite de ante-
hontem, um dos muitos vadios que costumam sa-
bir para os carros da companhia Ferro Carril
quaudo estes regressam para a estaco central,
ra do Barao do Triumpho, sendo expellido de
um dos carros da linha da Magdalena, jogou urna
pedra contra o vehculo, cuja pe ira apanhou a fa-
ce c a orelha e3querda do conductor chapa n. 3,
de nome Antonio Marques de Oliveira, em quera
fez um Tmento leve.
O malfeitor te ve tempo de sobejo para evadir-
se, pois all uo compareceu nenhuma praca de
polica, nao obstante os repetidos apitos do ofFen-
dido.
Promotor de Paulo tiTonsoNo va-
por costero seguio hontem para Alagoas o Dr.
Thomaz Soriano de Souza, que vai exercer na co-
marca de Paulo Adonso o cargo de promotor pu-
blico para que foi ltimamente nomeado.
Agradecendo-lh a visita e despedidas que nos
fez, desejamos-lhe prospera viagem.
Facadn- No dia 15 do corrente, cerca de 3
12 horas da tarde, no district > do Peres da paro
cha de Afogados, brigaram os vaqueiros Manoel
Flonano da Silva e Juaqnim de tal, couhecido por
J'jaquim Magro, e este deu n'aquellc urna tacada
no peito esquerdo.
O delinquente procurou evadir-se, mas perse-
guido pelo clamor publico, foi preso no lugar
Bongy.
O terido foi vistoriado pelo Sr. Dr. Jos Joa-
quira de Souza que declarou leve o ferimento
Festa de >'ossa Henhora da Boa-
VlagemNo domingo 21 do corrate, celebra-
se, na capella do povoado da Boa- Viagem, a festa
da respectiva padroeira, constando de : hastea
ment da bandeira s 7 horas da manh ; missa
solsmne s 10 horas do dia, com sermo pelo Rvd.
padre Antonio de Mello Albuquerque ; arreamen-
to da bandeira, depois da testo ; e la iainha s 7
horas da noite.
A' tarde, bem como no decurso da festa, tocar
no atrio da capella urna banda de msica, e sero
largados diversos aerstatos.
O largo estar embandeirado e a noite ser il-
luminado.
1 districto -Est designado o dia 28 do
corrente para ter lugar a apuraco dos votos da-
dos, em 2o escrutinio, no Io districto, para um de-
putado provincial.
9 districtoNao tendo a mesa eleitoral da
parochia de Sernbem remettido at o 10 a
authentica da eleico do 2 escrutinio para a
eleico dos membros da Asseaibla Provincial do
7o districto, o juizde direito requisitou-a do presi-
dente da respectiva mesa e adiou a reunio da
Tunta apuradora para o dia 25 do corrente.
Vapor Serjlpe Este vapor da Comoanhia
Bahiana, nao tendo podido concluir o reoebimen-
to da carga para elle contractoda tempo de se-
guir hontem, devido a falto de expediente na Al-
fandega e Consulado nos das 16 e 17, transterio a
sua sahida para hoje 19, s 4 horas da tarde.
Club Iliterario de PalmaresNo dia
31 de Janeiro ultimo procedeu-se a eleico dos
membros que tem de funecionar no corrente anno
scial, sendo este o resultado :
Director Izacio Matheus de Almeida ; vice-di-
n-ctor Sizenando Hilario Ramos; 1 secretorio
Man'l Fernandes Caluete; 2 dito Raymunda
Fialho; thesoureiro Leonel Augusto da Costa ;
orador Dr. Francisco Cornelio da Fonseca Lima.
Astembla geral
Presidente major Custodio Fioro da Silva Fra-
goso ; vice-presidente Dr. Francisco Pathier Ro-
drigues Lima ; 1* secretario Joo Baptista Alves
Ferreira; 2 dito Luis de Franca Pereira.^
Conselheiro: : Joo Antonio Alves, Joao Bar-
bosa ie Carvalho, Antonio de Meira Lins, Anto-
nio Carlos Soares de Avelar, Minervino Francis-
co Lobo e Ad lpho Firmo de Oliveira.
FerimentoNo dia 16 do corrente s 7 ho-
ras da noite, na ua de S. Miguel, 1. districto
de Alfogados, Joo Ferreira, numa luto que tra-
vos ,com Francisco L. dos Santos, ferio a este ;
depois do que evadio-se.
N. B. do O' de iloyanaa-Em 15 io cor-
rente escreveram-nos desta localidade noticiando
o seguinte :
Hontem aqu tocou o nosso candidato Exm
Sr. Dr. Joo Juvencio Ferreira de Aguiar, o qual
veio agradecer pessoalmente ao eleitorado desta
parte do 4 districto a euffragaco de seu nome
no pleito de 15 de Janeiro.
Os eleitores e muitos outros amigos o foram
esperar a 2 le ;uas de distancia, no lugar Janga-
deira. Ah com elle e seus dignos companbeiros
de viagem, em cujo numero contavam-se os Srs
Drs. Nilo de Miranda, Joao Gonoalvea, majar
Leodegario, advogado Francisco Maranho e mui
toa outros, reunem se e todos juntos entram aa
povoaco debaixo de onumeraveis gyrandolas de
foguetes e ao sem da msica. Chegando, foram
levantados muitos vivas e todos infileirados mar-
eaaram para a casa do oaprtao Luiz Gomes Cor-
ris'de Oliveira, onde passaram o da.
No almoco levaataram-se nuitos brindes dos
qoaes nos recordamos dos seguintes :
Do Exm. Dr. Joo Juvencio ao capitao Luiz
Gomes ; do Dr. Nilo de Miranda ao eleitorado do
O' do professor Benedicto M. V em nome do elei-
torado do O' ao Exm. Dr. J. Juvencio ; do adre-
gado Francisco'Maranho aa major Leodegario ;
do Dr. Joao Goncalvesac conselbeiro Agolar ;
lellaTSaiao ao Dr.
^MB de Miranda.
o Muitos outros ainda houve, nao sendo esque-
cdos nem os presentes 'nem ausentes.
0 brinde de honra foi levantado pelo capitao
Luiz Gomes ao eminente conselheiro J. Alfredo.
A' noite houve urna bella partida que termi-
noo a 1 hora da madrugada. Em tudo reinou a
mais perfeita ordem a par da mais perfeita alegra.
Hoje sahio o Exm. Dr. J. Juvencio, acorapa-
nhado de alguns amigos para Timbaba onde vai
tambem agradecer ao eleitorado daquella locali-
dade.
MiscelneaO tunnel da Mancha volta de
novo a tona. A companhia da Estrada.de Ferro
Continental Submarina reunio-seenvDezenibro em
sesso annual, em Londres, sob a presidencia do
sir E. W. Wa kiu, membro da cmara dos com-
muns.
0 presidente declarou que os trabalhos abando-
nados ha tres anuos, por ordem do Sr. Chamber-
lain, ento presidente do 6oard oftrade, esto in-
tactos e que sobre toda a exteneo submarina de
2,200 metros nao se produzio infiltraco nenhu-
ma.
Sir E. W. Walkin disse mais que a as30ciaco
dos engenheiros de pontes e calcadas da Inglater-
ra adoptara, na ultima assembla ge .-al, urna re-
soluco em favor da renovaco dos trabalhos do
tnnnel entre a Franca e a Inglaterra, obra que
julga pertetomente realizavel.
Emtira, o presidente declarou que o consolho da
administraco se propoe a solicitar do governo
autonsacao para recomecar e acabar a construo-
oo do tunnel e o asseatamento da estrada de fer-
ro, e espera que os representantes da nacao, que
tem o vivo desejo de ficar em paz com a Fran?a,
nao recusaro a antoras (o pedida. A proposta
do conselho da administraco recebeu a approva-
co unnime da assembla geral dos accionistas.
As mull tc j oosidiain o principe da Bulga-
ria
Depois da.historia dos sen; amores platnicos
con. a tillia do principe imperial da Alemanha, e
da formosa lagio de virgens que dzem se iormou
na Bulgaria para ir cm guerra contra a Servia, as
folhas allems referem outro episodio, em que en-
tra tambem no\ ellescamente o elemento femeni-
i.
O valor pessoal do principe Alexandre nao con-
tribrio poucopara electrisar o exercto blgaro
quando chegou a hora de combater ; mas, para
oste xito, foi secundario, em toda a campanha,
por urna rapariga gentilissiina, que figurou na
maior parte dos combates, vestindo com um gar
bo esplendido o uniforme de tenente de avalla-
ra.
Este elegante otfici il de tez nacarada, grandes
o'.hos azues e talhe encantador, urna berlineza,
urna actriz, de quem Alexandre de Battenberg se
enamorou em Berlim.
Chama-se Anna, mas os subditos do principe
da Bulgaria appellidam-na a Donzella de Or-
leans blgara ; mas sei-o-ha to completa cemo
Jo-iuna d'Arc?
O Truth, de Lmdres, d-nos noticia do nos-
so a-Independencia hoje Neptuno. Diz aquella
folba :
Um facto de ha rauito conhecido dos hooiens
praticos, istr que o Neptuno, navio torre, um
insuccesso dispendioso e intil, foi finalmente re-
conheeido no mundo otficial, por terem sido expe-
ndidas ordens para que o nav.o volte do Mediter-
rneo, para entrar na doca, em Portsmouth, e pro-
vavelmente ficar fazendo parte da esquadra de
nserva.
O capitao Jones informa que, entre outros de-
feitos importan'es o fogo das duas torres do Nep-
tuno, om pode joncentrar-se em algumas direc-
coes, e que o seu a oparelho de goveruar to de
ficiente que nao merece confianca quando execu-
t ,n lo evoluces com a esquadra.
Este navio foi comprado pelo governo de lord
Beaconsfield, durante a quusto com a Rus3a,|e
est provado que foi urna preciosa acquisijo para
a nacao, que desp-ndeu enormes sommas cm me-
Ihorainentos; c agora, no desempenho da sua pri-
mera commisso este navio julgado pratca-
mente ingovernavel.
DlnbelroO vapor Aracuaj ) 8:000*000
,* ordem de H. Francisco i'Assis.
Nos seis 8eculos e meio que tem de existencia,
a ordem da S. Francisco d'Assis deu a igreja 247
santos e beatos, 1,500 martyres, e 13 pipas, 60
cardeaes, 4,000 arcebispos e bispos e 6 000 cscrip-
tores pblicos, entre 03 quaes se cont rm alguns
eminentes; alm d'isso esta ordem tem actualmen-
te >'m pazes selvageis 2,500 mssonaros que.com
1,000 da ordem tranciscana-capuchinha, sommam
3,500
O dia de Rea na *uis*a. No da de
Rcit a soberana pertence n i Siusja ao sexo bello.
As mulheres oceupam o lugar dos homens e es-
tes despojam-ae completamente di sua autoridade.
As mulheres solteiras drigem as fastas, acom-
panham os rapazes s salas, couvidam nos para
flanear e obsequeam-nos c>m doces e ramos de
flores
A'j oito horas da noite os pais reclamara os fi-
lhos, que nem sempre obadeeem ordem ; as mu-
lheres, porm, conservam o direito de voltar a suas
casas quando o considerem opportuno com tanto
que estejam n'ellas ao dar meia Boite.
A esta hora termina o seu reinado.
Expedico A Pataconla.Sob os aus-
picios do Instituto Geographico Argentino, levar-
se-ha a cabo este anno urna expedico Patoge-
nia, que partir de Santa Cruz e txr um recouhe
cimento ao longo da costo argentina dos Andes
at ae estreito de Magalbes.
Os estudos e trabalhos da eommisso, s ordens
do sargento-mor da armada o Sr. Moyano, versa-
rao sobre topographia, hydrographia; sobre a po-
sico geographica dos accidentes mais notaveis do
solo, especialmente dos altos cume da cordilheira
dos Andes, sobre as entradas aproveitaveis e sobre
a direceo das correntes de agua que d'ellas par-
tem.
Comprehenderao tambem a geologa e mineralo-
ga, ootouica e meteorologa, zoolorjia e paleonto-
loga, tormaco de colleccoes de historie natnral e
escodo descriptivo do territorio percorrido, especi-
ficando as industrias que podero desenvolver-se.
O pessoal scientifico das commissoes ser com-
poeto de um chefe, um segundo chfe encarregado
da topographia, hydrographia, etc.; um gelogo,
um mineralogista, um otficial de marinha como
auxiliar dos trabalhos topographicos, e um encar-
regado de formar as col eccoas de historia natu-
ral.
Para levar a cabo a expedico, solicitarse ha
do presidente da Repblica a cooperaco das for-
cas militares das fronteiras do Laimay, a mobili-
dade da mesla fronteira e a prsenos de um c-
ter da armada no mar Pacifico, para qae opere
sob as ordens do chef Moyano.
Se, como se espero, attentos os antecedentes do
Instituto Geographico Argentino, se levar a cabo
este bnlbante programma, ter-se-ha dado om
grande passo para o conhecimento das regies dos
Andes da Patagonia, cujo estado desperto um in-
teresse que cresee de dia para dia. E' urna boa
garanta em f*vor do bom xito o chefe da expe-
dico. que aos seas conhecimentos no assampto
junto a circumstancia de ter levado a oobo tre
expedfes semelhantes.
Um re e nata actriz. Miss Genoveva
Ward, celebre actriz iagiosa deu ltimamente
orna serie de representacoes em Nova Zelandia.
Achava se all o rei Trawsaio, o qual se ena-
morou por tal 'modo da artista, qne nao s nao
deixou de assistir a nenhuma das representacoes,
mas at caegau a offerecer-lhe a suamo e a sua
coros.
Miss Ward reensou ambas as coasas, e o rei,
jul gando que o obstculo sua felicidade era o
numero de esposas a que estava ligado, disse % ac-
triz |ue j dera morte s quatro muiberes que
tinha.
E' intil accrescentor que semelhante facto con-
firmou mais a actriz na sua negativa.
Qoem lhe assegurava que wais tarde nao te-
ria a mesma surte qne as quatro esposas do feros
Trawsaio ?
LentesEffcctuar-se-hio :
Hoje :
Peo ajenie Pinto, s 11 horas, nos Aflictos,
em frente capella, de movis, toacas, vidros,
6tC GtC
Pelo agente Grumao, s 11 horas, i roa do Mar-
ques de Olinda n. 18, de napas feitas, bisnagas e
mais outros artgos.
Pelo agente Alfredo Guinare!, s 11 horas, no
armazem do Sr. Annes, de presuntos e toacinho.
Velo agente Modesto DaptUta, s 11 horas, na
ra do Bom Jess n. 19, de movis, loabas vi
dros etc.
Amanh :
Peto-agente Brito, a 10 horaa, aa roa de Eadi
Affonso o. 58 do atabatocimaato ahi sito.
Sabbado:
Pelo agente Qtumfo, as 11 hows, i -m.
Cardoao n. H dos ganaras ezisteates ni
issas fnebresSero celebradas :
Hoje.
A's 8 horas, no Corpo Santo, por alma de Saty-
ro Posthumo Tavares Cordeiro ; s 7 horas, na
matriz de Afogados, por alma do coronel Manoel
Joaquim do Reg Albuquerque ; s 11 horas, na
matriz d Boa-Vista, a capella do engenho S. Ber-
nardo em Pao d'Alho, e s 7 na matriz de Santo
Antonio, por alma de D. Ignez Maranho d'Albu-
querque Lima ; s 8 horas, na matrx da Ba-Vis-
to, por alma de D. Lucrecia Candida de Souza
gel.
Paageiros=Seguiram pira os porros do
sul no vapor S. Francisco sabido a 18 de Feve
reiro os seguintes .-
Joviniano Gomes da Silva Moura, Joaqaim Do-
nato Pinheiro, Jos Canuto dos Santos, Juvencio
Souza Lins, Flavo Augusto Theodoro da Silva,
Antonio Correia Dantas,
Casa delOetenc&o Movimento dos pre-
sos no dia 17 de Fevereiro :
Existiam prssos 331, entrou 1, sabiram 3,
existem 329.
A saber:
Nacionaes 299, mulheres 8, estrangeirog 6, es
cravos sentenciados e processados 10, ditos de cor-
receo 6.Totol 329.
Arracoados 315, sendo: bons 309, doentes 6.
Total 315.
Nohouve altsricao na enfermara.
Lotera da provinciaTerca feira 23 do
Fevereiro, se extra'.ir lotera n. 39, em bene-
ficio da Casa de Caridade de Bezerroa.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
Conceico dos Militaree, se acharo ezpostos as
ornas e as espheras arrumadas em ordem nume-
ica, apreciadlo do publico.
botera de Macelo de SOOxOOOftOOO
A 16' parte da 11 lot'ra, cujo premio grande
e de 200:000^000, pelo novo plano, ser extrahida
impreterivelmente no dia 23 de Fevereiro, s 11
horas.
Os bilhetes acham-se a venda na Feliz Casa
praca da Independencia ns 37 e 39.
Lotera Kxtraordinarta do Tpl-
ransaO 4 e ultimo sorteio das 4 e 5 series
desta importante lotera, cujo maior premio de
150:000*000, ser extohida a 9 de Abril.
lioterla do Rio Os bilhetes da 3* parte da
195, do novo plano, do premio de 100:000*000,
acham-se venda aa Casa Feliz, ra Primeiro
de Marco.
Mercado Municipal de H. fose.O
movimento deste Mercado no dia 18 do corrente,
foi o seguinte:
Entraram :
32 bois pesando 5.326 kilos.
442 kilos de poiie a 20 res 85840
55 taboleros a 200 res 11 00
15 cargas de farinba a 200 ris 1 (500
15 ditas de fructas diversas a 300
ris 3JO0O
15 Suinos a 200 ris 3*000
Foram ocenpados:
19 columnas a 600 ris 11*400
45 talhos de carne verde a 1*000 45500 20 ditos efe ditos a 2* 40*000
44 compartimentos de taiinha e co-
midas a 500 ris 22*000
64 ditos de legnmes a 400 ris 26*600
16 compartimentos de suino a 700
ris 11*200
15 ditos de fressuras a 600 ris 9*000
184*510
Deve ter sido arrecalada neste dia a
quantia de
Precos do dia:
Carne verde a 600 e 320 lis o kilo.
Suinos a 500 p 600 ris dem.
Carneiro a 800 o 1* ris idem
Farinha de 640 a 32') ris a cua
Milho de 240 a 400 res idem.
Feijo de 610 a 1*280 ris idem.
Matadouro Publico. Foram abatidas
no Matadouro da Cabanga 82 rezes para o consu-
mo do dia 14 do corrate mez
Cemlterlo publico Obtuario do dia 15
do corrent:
Josepha Lei te Torres, Pernambuco, 30 aunas,
casada, 8 Jos, remettida pela s ibdelegacia.
Fi aneisco de Amorim, Pernambuco, 26 annos,
soltoiro, Boa-Vista ; ntphrite.
Manoel Victorino da Costa, Pernambuco, 26 an-
nos, solte-iro, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Mara, Peruambueo, 18 mezes, Boa-Vista ; fe
bre perniciosa.
Joaquina Rosa Vianna, Pernambuco, 60 annos,
viuva, Boa-Vista ; cachexa senil.
Mara, Fernainhuco, 4 meses, Olinda ; bron-
chites.
16 -
Luiza Mara da Conceico, Macei, 30 sanos,
solteira, Boa-Visto ; tubrculos pulmonares.
Alexandrna Mara da Conceico, Pernambuco,
28 annos, casada, Boa-Visto ; tubrculos pulmo-
nares.
Bemvinda Mara da Conceico, Pernambuco,
20annos, solteira, S. Jos; tubrculos pulmonares.
Severno. Pernambuco, 10 mezes, S. Jos :
eclampsia.
Maria, Peroambico, 1 anno, S. Joa ; eclamp-
sia.
17
Jos, pardo, Pernainbucano, 6 mezes, S. Jos ;
convulsoes.
Rosa Amelia, aim-branca, Par&hyba, 21 annos,
casada, Recifr ; tsica.
Maria Julia do Nascimento, parda, Pernambu-
co, 3 mezes, Boa Visto ; molestia intestinal.
E'.vira Maria, parda, Pernambuco, 3 mezes,
Santo Antonio ; espasmo.
Maria Josnna da Conceico, parda, Pernam-
boco, Rio Grande do Norte, 40 cunos, "selteira,
Boa-Visto; tubrculos pulmonares.
Justino Jo3 da Silva, branco. Pernambuco, 40
annos, solteiro, Boa Vista Rastro hepatite.
Urna recemnascida, Pernambuco, Boa-Vista
remetti da pelo subdelegado.
IHD1CAC0ES OTIS
Mdicos
Consultorio naeiliro cirurgiro do Dr.
Pedro de ..ttabyde Lobo Moacoso a
ra da tloria n. 39.
O doutor Moscozo d consultas todos*3s
diaa litis, das 7 s 10 horas da manhS,
Este consultorio offerece a ommodid.-i
de de poder cada lente ser ouvido e exa
minado, sem ser presenciado por outr.
De meio dia as 3 horas da tarde ser o
Dr. Moscozo encontrado no trrelo pra
ca do Commercio, onde funcciona a ins
peccSo de sade do porto. Para qualquer
d'estes dous pontos pode: io ser dirigidos
os chamados por cartanas indicadas horas
Dr. Miguel Themvdo muiou s cnsul
torio medico e residencia para a ra Nova
n. 7, 1. andar, onde d consultas das 12
horas s 3 da tarde e recebe chamados a
bualquer hora. Especialidadespartos, fe-
bres, syphilis e molestias do pulmao e co-
racSo.
Dr. Barreto Sampaio d consultas de 1
s 4 horas da tarde, ra do Barao da
Victoria n. 45, 2. andar, residencia ra
io Riachuelo n. 17, canto da ra do Pires.
Advocado
Henrique Milet. Ra do Imperador ns
22, 1. andar. Encarrega-se de questoe.
Das comarcas prximas as linhas frreas.
Dr. Ferrer, ra du Imperador n. 79,
1. andar.
Dr. Oliveira Escorel, 2. promotor pu-
blico, tem seu escriptorio de adrogacia na
ra Primeiro de Marco n. 2.
Jos Bandeira de Mello advogado -
ra do Imperador n 37.
Corte Real, ra do Raogel n. 55, Io
andar, escriptorio e residencia.
Joo Francisco leixeira tem o seu es-
criptorio ra do Imperador n. 42, 1.*
ndar pede ser procurado em sua profs
sao, du 10 l hora da larde.
O bacharel Benjamim Bandeira, ra do
Imperador n. 73, 1. ao lar.
Jos Bernardo Gabmo Aleo/orado Ju-
ior contina no exercicio advogado, e pode ser piocurado no es
eriptorio de aea pai, 4 roa 1." de Margo
n. 4, 1. andar, das 10 horas da manha
s 3 da tard .
Mudanca de consultorio
O Dr. Airiao avisa aos seus clientes
que mudou o se consultorio para a ra do
Queimadc a. 46, 1. andar. Consultas
todos os das das 11 s 2 horas da tarde.
Drogara
Faria, Sobrinho & C, droguetas poi
attacado Ra Mrquez de'Olind n. 41.
Francisco Manoel da Suva d C, depo
stanos de todus as especialidadea pharma
ceutiras, tintas, drogas, productos chimics
e medicamentos homoeopaticos, ra do Mar
quez de Olinda n 23.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e oficina de car apia
de Francisco doa Santos Majedo, caes de
Capibaribe n. 23. N'este grande estabele
cimento, o primeiro da provincia n'oste ge
aero, comprase e vndese madeiras de
todas as qualidades, serra-se madeiras de
conta alhttia, assim como se prrparam obras
de carapira por machina e por precos sem
competencia.
OCULISTA
PUBLICARES A PEDIDO
Eleico geral
13- dlstrieto
Acabo de verificar qae a maioria da junta apu-
radora do 13 dittricto, dirigida p-do juiz de di-
reito dacomarea de Cabrob ezpedio o meu diplo-
maf de depurado ao meu Ilustre competidor o Sr.
Dr. Antonio de Sequeira.
Nao me sorprendeu este tacto, previsto c de Ion.
ga data annnnciado no districto e u'e-:ta capital,
e perfeitamentc acc >rde com os prec-'lentes d'a-
qnell' juiz, de notoria exageracao paitidaiia.
No intento de chegar a semelhante resultado a
nmiori i da junta, tao exageradamente partidaria
como o juiz que a dirigi, despresou o resultado da
eleico a que se procadeu no Ex, em hora e lu-
gar competentes, e funecipnando mesarios legal-
mente constituidos, para apurar o dn urna dupli-
cata, fra de todas as condiccoej de legalidade.
Sommando a vr-ta^ilo de todos ot collegios do
do districto, inclusive a eleico valida do Ex, o
resultado seria ter eu 534 e o meu Ilustre com-
petidor 486 votos.
Excluidas ambas as eleices teria eu 514, e o
Sr. Dr. A. de Siqueira 486.
Considerando-se que todo o eleitorado do Ex
tivesse votado na casa da Cmara, lugar para eaaa
fim lega'mentc designado, c^ber me-iam 534 e uo
meu competidor 526.
Quer isto dizer que em todas as hypitheses,
menos a de validar-s? a dupiieata do Ex, que
dzem feita na m.itriz, eliiniuando-se por conse-
guinte os votos do eleitorado conservador d'eaaa
parochia, a mim e nao ao meu illustre competidor
cabe a maioria da votacao, e por conseguinte o
diploma de deputad) pelo 13 districto.
Limito me a esta succinta expoacio co:no um
simple- protest) contra o Ilegal e arbitrario pro
cedimen.o da maioria da jaita apuradora d'a-
qnelle districto, tanto mais quaato nao f-.ico a->
meu Ilustre competidora njusrjea de suppor que
aceite o mprestavel diploma com que pretendeu
oolestal-o o excesso de zelo de imprudentes cor-
religionarios.
Perante o poder e im:>etonte mostrarei o meu
in contestare I direito.
Reeife, 18 da Fevereiro de 1886.
A Ifredo Correia d- Oliveira.
8: dislrico
Tendo-me sido expedido -peja junta apuradora
deste districto o diploma de deputado provincial,
julgo de meu imperioso dever vr a imprensa agra-
decer com toda a cordilidade v. etius > de espi-
rito-aos Sis. elciteras que me honraram com as
sens votos, e bem assim a aquelles amigos, que
expootanea e generosamente se eslorcaram pelo
feliz xito de minha candidatura. A digno di-
rectorio do partido conservador pela honrosa in-
clusao de meu humilde nome da chapa que orga-
nisou, protesto o meu eterno reconhecimento e a
mus completa adheso as suas justas delibera-
eaea.
Promessas nao fuco agora, como nao fiz ba das
passados, quando em circular ao eleitorado sol
citava votos e apoio para minha candidatura;
porque estas nas actnaes circumstaicas econo-
uiico-financeiras da provincia, quando nao sejam
simplesmente engaosas, dexam todava de ser
cumpridas a despeito dos esfor^os individuacs e
soladas de que as faa.
Urna cousa entretanto garanto a todos, e que
no desempenho do mandato, que me acaba de ser
contiendo presidir sempre ao meu espirito a ne-
cessaria seriedade, qualidade esta hoje infelizmen-
te tao peuco caracterstico dos nossos bomens p-
blicos.
Agua Preta, 15 de fevereiro de 18^6.
Augusto Coelho de Morae.
Programma da festa de !\'a
Henhora do Monte, em Olinda
Na tai de de sabbaao, 20 do corrente, levantar-
se ha a bandeira da Excelsa Senhora do Monte
com acompanhamento da msica do 2.0 batalhao
de infantera, seguindo-se a ladainha solemne pela
orchestra, sendo os versos cantados pelo eximio
maestro Porycarpo Soares Rosas.
Apoz a ladainha queimar-se-ha um lindo fogo
artificia! preparado capricho pelo artista pyro
thenico Prancelino Mello.
Ao romper da aurora de domingo (21) urna sal-
va real de vinte urna bomba e varias gyrandolas
de foguetes fenderao os aros annunciando aos fiis
e devotos da Virgem da Monte, que chegado o
dia de estejal-a.
Haver a 19 horas da manha, missa cantada,
pregando por essa occaaiao o insigne orador sa-
grado Rvdm. padre Audrade.
A' tarde terao lugar no pateo varias folganoas
para entreter o publico, sendo que entre ellas ha-
ver o famoso man do ce, que tanto hilaridade
cosiuma provocar.
A' noite ser cantada a ladainha solemne, quei-
mando-se, em seguida um sorprehendente fogo ar-
tificial com o qual terminar a festa.
O pequeo arraial achar-se ha vestido de folha-
gem e ornado de flmulas e bandeiras. Tocar
tarde e a noite a banda marcial ao 2. de infan-
tera.
-------------------*m&
Programma da festa da Imma-
culada virgem !ossa Senhora
da Boa-Viagem.
Domingo, ao romper da aura, urna salva de.21
tiros annunciar que chegado o grande dia da
festa da gloriosa virgem, sendo na mesma occaaiao
hasteado o sagrado estandarte.
As 10 huras entrar a festa sendo a missa can-
tada pelo filmo. Rvdm. Sr. vigario da fregnazia,
oceupando a tribuna sagrada o eloquente e dis-
tincto pregador ds capella imperial o Rvdm. Sr.
Padre Mello.
Sendo a orchestra confiada ao cuidado do ha o I
professor Joa* Marcelino, ser cantada urna agra-
davel partitura.
Ant-s e depois da festa tocar a maviosa e sem-
pre applaudida banda de msica do copo de poli-
ca, dirigida pelo insigne professor Candido Filho,
a qual executar as melhores e mais difficeis pecas
do seu inexgotavel repertorio
Pin la a testa o sagrado estandarte ser arriado.
As 4 horas, no adrio da igreja, tocar a referida
banda, sendo largados ao ar alguns Baloes capri-
chosamente acabados.
As 7 horas da noute haver ladainha ; illumu
nando-se todas as casas do pateo da igreja. ^
Fados e nao palavras
Ao* que se desejam tratar sem conprometter a
sonde com preparados mineralgicos.
Nesta tTpographia e aa ra Direita n. 1.
andar vende-se tinturas homeopath.cas para ino-
fensiva cura das seguintes molestias : asthmatico,
anda meamo bronohitico; erysipela, enxaquecas ;
intermitentes (.em o emprego do fatal quimno);
tosae convulsa, falta de menstruacao ; cmaras de
saneue s iiatoTrn metrite ; dores de deu tes o u
newalgiaa, xoeteorragia ; vermfugos denticio
eonvulsea das criancas ; tudo manipulado de her-
vaa do paia.
Asaia grao e gommatoaoa.
Dr. Barreto sampaio, medico ocnlis
ex-chefe de clinca do Dr. de Wecker, d cnsul,
tas de 1 s 4 horas da tarde, na ra do Bara-
da Victoria n. 45, segundo anar, excepto nos do-
mingos e dias sanctificados. Residenciara de
Riachuelo n. 17, canto da ra dos Pires.
Parios, mistias

Dr. Silva Brito, medico clnico do 'Maranho
tendo prhticadi ltimamente nos priaupaes hos-
ditaes de Paria o de Vieuna d'Anstria, onde dedi-
cou-se especialmente a partos, molestias de mu-
lheres e de criancas, offerece seus servieos ao res-
peitavel publico deata cidade, onie fixou sua resi-
dencia.
Pode eer procurado do meio dia s 3 horas da
tarde no seu consultorio ra larga do Rosario
n. 26, Io andar, c em outra qualquer hora do dia
ou da noite ra da Imperatrz n. 73, sua resi-
dencia.
I, % BORATO IO HOMRftPlTHlCO
DE
FREDERIC0 CHAVES JNIOR
MEDICO E PHABMACECTICO HOMCEOPATHICO
Ra do Bario da Victoria n. 39, 1. andar
Dr. CfimiBira Lei
n'iiio
T.-m o seu escriptorio a ra do Mrquez de
Olinda n. 53 das 12 a 2 horas da tarde, e desta
hora em diante em sua residencia ra da San-
ta Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhoras e criancas.
Barreiros
Medico
O Dr. Coata Barros, medico operador e partei-
ro, recentemente estabelecdo em Barr.iros, offe-
rece os servieos de sua profissao nao s aos habi-
tantes deste municipio, como aos de Rio Formoso,
(iamelleira Agua Preta, Palmares e Maragogy.
Advogado
bacharel Je-onymo Materno Pereira de Car-
valho, tendo deixado o cargo do juiz substituto dos
feitos da fazenda, advoga nesta capital e fora
della e tem seu escriptorio rua Duque de Caxias
u 55, onde p le ser procurado das 10 horas da
manha s 3 da tarde, e fra destas em sua resi-
dencia rua de Domingos Theotonio n. 39, a
qualquer hora.
lo
Dr Tristo Ilcnriqucs
Costa
Baa da l nio n. 1S
sultas das 11 a 2 horas.
Chamados a qualquer hora.
Telephone numero 54.
Connltorlo medico-eirnrg.ee
O Dr. Esteva" Cavalcante de Albuquerque con-
tinua a dar consultas medico-cirurgicas, na rua
do Bom Jess n. 20, Io andar, de meio da s 4
horas da tarde. Paras? demais eonsulta e visi-
tas em sua residencia provisoria, rua da Aurora
n. 53, l" andar.
Ns. telephonicos : do consultarle 95 e residencia
126.
Especialidades Partos, molestias de crean-
cas, d'utero e seus annexos.
^x^aK
Oculista
Dr. Ferreira da Silva, con-
sultas das 9 ao meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 rua
Larga do Rosario.
ED1TES
O Dr. Adelino Antonio de Luna Freir, of-
cial da imperial ordem da Rosa, com-
mendador da real ordem militar portu-
gueza de Nosso Senhor Jess Uhristo,
juiz de direito presidente da junta apu-
radora do 1 districto eleitoral desta pro-
vincia etc.
Faz saber aos que o presente edital virem que
acha-se marcado o dia 28 do corrente para ter lu-
gar n 11 horas do dia no paco da Cmara Mu-
nicipal, a apuraco dos votos da eleico a que ae
procedeu no da 8 deste mez, para um membro da
Assembla Provincial por este districto.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandou passar o presente que ser afiliado no
lugar do costume e publieado pela imprensa e
que fossem convidados para esse fim os presiden-
tes das mesas parochiaes.
Dado nesta cidade ifi Reeife, aos 18 de Feve-
reiro de 1886.
Eu Jos Joaquim Dias do Reg Jnior, escri-
vo do alistamento subscrevi.
Adelino A. de Luna Freir.
O Barao de Caiar, Io juiz de paz da freguezia de
S. Lourenco da Matta, presidente da mesa elei-
toral respectiva, em vista da lei, etc.
Faz saber a quem interessar possa qne na elei-
co em aegundo escrutinio a que se proceden boje
nesta parochia de f*. Lourenco da Matta, para um
deputado Atsembla Geral Legislativa, foram
votados os cidados seguintes :
Conselheiro Theodoro
Machado Freir Pe-
reira da Silva 38 votos e 1 em separado
Dr. Jos Marianno
Carneiro da Cunha 32 votos
E para constar, mandou o presidente se lavrar o
presente edital.
S. Lourenco da Matta, 16 de Feverairo de 1886.
En, Francisco'de Barros Reg, sec .-etario, subs-
crevi.
Bario de Caiar,
Juiz de paz, presidente.
O bario de Caiar. 1 juiz de paz dli parochia de
S. Lourenco da Matta, presidente ila mesa elei-
toral respectiva, em virtude da lei, etc.
Faa saber a que interessar possa que no se-
gundo escrutinio procedido nesta pirochia para
um deputado Assembla Legislativa Provincial,
pelo 2' distrito eleitoral desta provincia, foram vo-
tados i -.
Dr. Zeferino Ferreira Velloso
Dr. Maximiano Lopes Maehado 31
E para constar, se lavrou o presente edital.
Eu, Joo Severiano Carneiro da Cunha, subs-
crevi.
Barao de Caiar,
Juiz de paz, presidente.
Joo Severiano Carneiro da Cunha.
Secretario. ,
A Cmara Municipal da cidade do Reeife
fas constar a quem intei casar possa, que em ses-
so de 24 do corrente, ser levado em hasta por
arrendamento annual o sitio denominado Peixi-
nho, no municipio de Olinda, servindo de base a
quantia de 489*000, e mediante flanea idoaaa, e
de conformidade com a lei.
Paco da Cmara Manicipal do Reeife, 15 de
fevereiro de 1886.
Dr. Antonio da Skruetra C. da Cunta,
Szaaidaote.
Franciaoo de Aaaia P. Ucaa,
SecMtfle,

^

I
i








Diario de PernambacoSexta--ieira 19 de Fevereiro de 1?S6
Edital n. 9
O administrador do Consulado Provincial dan-
do comprimeoto portara n. 467 expndida pelo
JJlm. 8r. Dr. inspector do Thesouro em 23 do cr-
tente, faz publico, para conhecimento dos proprie-
tarios das casas sitas as localidades constantes
da relaclo inira, que no espaco de 30 das nteia
contados do 1 de Fevereiro prximo vindouro, se-
rao arreeadadaa por esU reparticito, mdependeoto
de multa, as importancias das annuidades e mais
servicos da Recife Drainage Company, correspon-
dentes ao 1 semestre do exercicio corrente de
Gonsulado Provincial de Pernambuco, 26 de Ja-
neiro de 1886.
Francisco Amynthas de Carvalno.
BclarAo a une refere o edital
aara
Freguea de S. Frei Pedro Goncalvet do Recife
Mrquez de Olind. Boro Jess, Alves Cabral,
Conceico. Bispo Sardinha, Torres, Thom de Sou-
za, D. Baria de Souaa, V gario Tenorio, Barreto
de Menezes, Mariz e Barros, Burgos, Amorim,
Moeda, Tuyaty, Companb i a Pernambucana, Ma-
dre de Deus, Domingos Jos Martina, Mascates,
Restauracao, D. Maa Ceear, Visconde de Itapa-
rica, Faro), Areal, S. Jorge, Vital de Oliveira,
Ganrarapes e Bario do Triumpho.
Pracas:
Charco, Assembla e Pedro I.
Travesas:
Vieario, Madre de DeuR, Campello, Domingo
Jos Martina, Corpo Santo, Autigo Porto, Bom
Jess, Areal, Fundicao, Occidente, Guararapea -
PrBca de Pedro I.
Beccos: m j
Abeu, Largo, Pindoba, Noronha, Tapado ,
Pascboal.
Largos:
Alfandega, Corpo Santo e Assembla.
Caes:
Companhia, Brum e Apol .o.
Santo Antonio
Ras:
Imperador, Primeiro de Marco, Duque de Ca-
las, Cabug, Barao di Victoria, Tracheiras, La-
rangeiras, larga do Rosario, estreita do Rosario,
S. Francisco, Joao do Reg, Una do Carvalbo, Ro-
da, Patos, Calabouco Velho, Santo Amaro, Ma-
thias de Albuqucrqn?, Par-, Paulino Cmara, Fo-
Livramento, Penha, Viscondo de Inhsuma,
Pedro Aflonso, Nova da Praia, Marcilio Das, Vi
racao, Lomas Valentinas, Coronel Suassuna, San-
ta Thcreza, Vinte e Quatro de Maio, Palma, Mr-
quez do Herval e Cadeiu Nova.
Praca:
Pedro IL
Campo:
Princesa.
Caes:
Vinte e Dous de Novembro.
Travessas:
Queimado, Cruzes, Mrquez do Recife, Bella,
Quaiteis, Calabouco, Expostos, Martins. Flores.
Carmo, Bomba, Livramenta, Arsenal, 1* da Praia
2 da mesma, Calderero, S. Pedro, Viracau, Lo
bato, Falcao, Pocinho e Concordia.
Largos :
Paraizo, Carmo, Penha, S. Podro e Praeeta.
Beccos : _
Bella. Calabouco, Matri::, 1.. 2. e 3. da Cam
boa. Falcao e 1. e 2." da Cudeia Nova.
& At
Marrillo Das, Lomas Valentinas, Coronel Suas-
suna, S. Joao, Palma, Mrquez do Herval, 24 d
Maio, Dias Cardoso, Psso da Patria, Padre No-
brega, Victoria, CadeiaNova, Vidal de Negr.-iros
Fre Henrique, Dique, Assumpcio, Domingos
Theotonio, Padre Floriano, Christovo Cclombo,
Jardim, Forte, Antonio Henrique, Nogueira, Santa
Cecilia, SanU Rita, Nova de Sana Rita, S. Jos,
Praia de Santa Rita, Pescadores, Ipyranga, Irnpe
rial, Praia do Forte e Luiz de Mendonca.
Travessas : _....
Martyrioi, Pocinhr, Ramos, Calderero, Uaz,
Matriz de S, Jos, Forte, Prata, Serigado, Copia
res, Nova de Santa Rita, S. Jos, Praia do Forte,
Peixoto e Lima.
Beccos: "
Paula, Calderero, Gaz, Assumpcao, l.1 de ban
ta Rita Nova e Matriz de S. J-s.
Largos :
Forte i Mercado.
16a Vista
Imperatriz. Conceico, Visconde de Pelotas,
Tambi, Visconde de Albuquerque, Anrora, Cap-
baribe, Ponte Velha, Conde da Boa Vista, Ra-
chuelo, Uniao, Saudade, Sete de Setembro, Hos-
picio, Camarao, Rosario, Gervasio Pires, Atalh",
Socego, Princ'.pe, Santa Cruz, S. Goncab, Cc
lho, Hospital Pedro II, General Sera, Coronel
Lamenha, Alegra, Leao Coroado, Barao de S.
Borja, Soledade, Visconde de Gnyanna c Attra
rito.
Travessas: _
Gervasio Pires. Colhos, Atalho, Barreiras^ Ve-
ras, Quiabo, Joao Francisco,
pina e Palacio do Bispo.
Pracas :
Conde d'Eu e Santa Cruz.
Largo:
Campia.
Bcco:
Colho.
prximo futuro, 1 hora da tarde, depois d au-
diencia, ir a praca por venda, a qnem mais der e
melhor lauco offereccr, urna parte do sitio no lu-
gar Salgadinho, no valor de 835,1954, com diver-
sos arvoredos de fructo entre estes alguus ps de
coqueiros, com casa de vivenda, tendo esta duas
janellas de frente, duas salas o um gabinete, qua-
tro quartos, cosinha externa ; rcedindo, dita casa,
30 palmos de largara e 58 de fundo, sotilo, ter-
rado, cocheira, e mais duas casinhas de taipa
junto ao portao, tudo em mo estado; avaliado
todo o sitio por 2:000/000.
E vai a praca a requerimento de Antonio Joa-
quim CucSo, na execuco que por eBte juizo move
contra I). Alexandrina Ma-ia do Sacramento Pe-
reir.
E para que ebegue ao conhecimento de tidas
msndti passar editaes que serio affixados nes lu-
gares di costumo e publicados pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade de Olinda, aos 15
de Fevereiro de 1886.
Eu bacharel Francisco Lins Caldas, escrivao
o subscrevi.
Hermogenes Scrates Tavares de Vasconcellos.
A Cmara Municipal desta cidade, t< ndo de
contratar a impressao de seus trabalhos e dos que
p'r fore,a da lei abrigada a mandar tazer, con-
vida aos proprietarios dos jornaes mais lidos nesta
cidade, que quizerem contratar, a apreseutarem
suas propo9taa em cartas fechadas, no dia 24 do
corrente, pelaa 11 horas da manh, indicando uae
mesmas o menor preco.
Na secretaria di mesma Cmara encontrarao os
proponentes o ejclarejimentg preciaos.
Paco ila cmara municipal do Recite, 14 de fe-
vereiro de 1886.
Dr. Antonio de Siqueira C.irncin da Cnha
Presiente.
Francisco de Assis Pereira Rocha,
Secretario.
Pila presente sao chamados os lenheres cons-
tautes Ja relami infra, afim de satisfazerem a
importaicia dos termos de sal que assignaram no
1 semestre de 1884 85, vito nao terem apre-
sentado, para a respectiva baixa, os documentos
de descarga que eram obrigados.
Francisco Moreira da Costa 264880
O mesai), como fiador de Delmiro Gouveia 144857
O mesmo 1U4500
Maia & Rezende 234625
Os meamos 74087
Pedro Jos de Siqueira 54250
O mesmo 54250
Seixas Irmaos 134440
2* seccSo do Consulado Provincial, 10 de feve-
reiro de 1886.=0 ctaefe,
Manoel Pereira da Ounha
Irmandade de Nossa Senhera da
Loz
Do ordem do irmo jais convido a todos os nos
sos carissimos irmaos a se reunirem em nosso con-
sistorio no domingo 21 do corrente, s 10 horas da
manh, afim de eleger novos fanecionarios para o
anno compromissal de 188* a 1887, visto que os
oleitos em assembla geral ultima se recusaram
aceitar.
Secretaria da irmandade de Nossa Seuhora da
Luz, 17 de Fevereiro de 1886.
O secretario,
A. F. Moreira.
Sociedade illian^a
Ses9lo de instruccao boje s 6 12 horas da
tardo. Secretaria, l'J do fevereiro de 86
Moltke.
Sociedade Allian?a
Convi lo a fod )3 os socio3 compartcerem do-
mingo 21 do corrent.', na sede social, afim de ter
lugar urna sc3saj do eleicao para alguna cargos
vagos na administradlo de 1836 87, que ter
lugar s 11 horas do di*. Secretaria, 19 de feve-
reiro do 1886O secretario,
Uoltka.
Mangueira, Cam-
ODr. Hermogenes Scrates Tavares de Vascen-
cellos, juiz de direito do civil da comarca de
Olinda, por Sua Magestade o Imperador a quem
Deus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital de 20 pre-
g5ea e 3 pracas virem. que no dia 24 de Marco,
GjQjtando in. que dizem ter eu no da 16
do enfrente mez rsoaoido chapa da mij do Sr.
Dr. Pltanga, venho, p >r tanto, pela imprenaa pro-
testar contra sein-lh-nite noticia, padindo ao men-
ino Sr. Dr. Pituiga se digne responder-m.; tam
bt^m pela imprensa ser isso verdade ou nao. Re-
cife, 19 de fevere ro d
Frauciaco Xavier da Silva Guimrans.
Indcmnisadora
A direccio da companhia de Seguros Inemni-
sadora, tein a honra de convidar aos senhores ac-
cionistas reunirem se no escriptorio da mesma
companhia, 1 hora do dia 25 do corrente, afim
de Ih -s serem apre^ntadas as contas das opera-
ces do anno de 1885, o respectivo parecer da
commisaao fiscal, e proceder-a^ a eleico da mes-
ma. Recife, 10 de fevereiro de 85.
Os direi-fores,
Joaquim Alves da Fonseca.
Jos a Silva Loyo Jnior.
Antonio da Cunha Ferreira Baltar.
COMPANHIA DE SEGUROS
CONTRA FOCO
Nortb Brtish & Mercantile
CAPITAL
trOOO.OOO de libras sterlinas
A O EN ES
Admson Howie & C.
RA DO 00 IMERCIO N.
Gompaiiliia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Esfabeldda em 185&
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
Ale 31 de dezembro de 1884
Martimos..... ,1.0:0008000
Terrestres,. 310:000^000
II lina do C'ommereio--
SARITMQS
DECLARARES
COMMERCIO
Club Concordia
Bennlo familiar
Scxta-feira 19 de fevereiro de 1886 as 8 1/2
horas da noite.
Tero aomente ingreaao ot socios activos e
os senhores propostos para serem sorios passivos
com as suas familias.
O Sr. Luiz Milone, com parte de sua com-
panhia, obsequiara o club com algumas pecas do
seu repertorio.
A directora.
:iota Casa de Misericordia do
Recife
a secretaria da Santa Cisa de Misericordia de
liecife arrendam-se por espaco de um tres an-
uos, as casas abaizo declaradas :
Kua da Moeda n. 45, 240*000
dem -dem n. 49 240*000
tiua do Bom Jess n. 13, 1 andar OiOOO
dem n. 29, loja 216*00)
(dem idem n. 29, 1- andar 240*' 'X
liua dos Burgos n. 27 216*000
lua da Madre de Deus n. 10-A 180*000
Caes da Alfandcc armazem n. 1 1:600*000
Ra do Mrquez de Olinda n. 53, 2
andar 507*000
Ra da Guia n. 25 200*005
itettp do Abreu n. j, loja 48J0OU
M do Visconde de Itaparica n. 24,
pavimento terreo, 1* e 2* andar, por 1:600*000
Ra das Calcadas n. 32 200*000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 6 de fevereiro de 1886.
O escrivSo,
Pedro Rodrigues de Souza
S. 1. J.
J
Sarao carnavalesco em 6 de marco de 86
Tendo esta presidencia deliberado realisar na
ncite de 6 de marco prximo futuro um aaro Cir-
navaleaco, venho scientificar aos senhores socios
ue principiar as 9 horas.
Os convites encontram-se em poder do Sr. pre-
sidente, e os ingresaos na do Sr. thesoureiro, sem
os quaes nao permittida a entrada.
Esta presidencia mui grata ficara a todos aquel-
es senhores socios e convidados que se apresen -
taren) fantasiados, e previne que ni sao admissi-
veis aggrerados-
Recife, 12 de fevereiro de 1886
O 1 secretario,
Joao Alfarra.
Bol*? commerelal de Pernam
buco
Recife, 18 de Fevereiro de 13S6
As treB horas da tare e
Cotacoe oifiriaes
Accoes da companhia de Sania Thereza do valor
de 50* ao preco de 4* cada urna.
Cambio sobre Santos, 30 d/v. com 5/8 0/0 d
descont.
Na hora da bolsa
Venderam-se :
75 acedes da companhia de Santa Thereza.
P. J. Pinto,
Presidente,
bandido C. L. Alcof^ado.
Secretario.
l.CKDIMENTOS PBLICOS
Mez ce Fevereiro de 18S6
390:024555
ALfASDEOAD-- i 17
iem de 18
Ks TzauuoRi*Do
U.mdel8
1 17
41:035,812
431.438*367
896*157
"^ 848750
O >ns;xad? Rovici*t~"''* 1 1/
dem de 18
l cira DBAisAoaDe 1 a 1 7
Ttem de 18
19:714*907
80-331*387
4:726526
~85:057*913
13:968988
1:095 911
H5:064f899
DESPACHOS DE IMPORTAgAO
Iliate nacional bom Jess, entrado de Maco
uo dia 18 do corrente e consignado a Manoel Joa-
quim Pesaoa, manifeatou :
ra in carnauba 10 saceos a Cunha Irmaos
te C-
:8:000 litros ao consignatario.
Iliate nacional Adelina dos Anjos, entrado de
M.ico no dia 18 do corrente e consignado a Ma-
Joauim Pessoa, manifestou :
Algxt&Q 28 saccasa Cuaba Irmaos & C.
de carnauba 63 saceos aos msaos, 110s,
de Mattos Irmaos.'
Couros salgados seceos 41 aos meamos, 35 a Cu-
nha Irmaos & C.
Sal 33:280 litros ao consignatario.
0ESPAGH0S DE EXPORTACAO
Em 17 de fevereiro de 1886
Para o exterior
N vapor inglez Delambre, carregou :
Para Livrpool, M. J. da Rocha 200) sancos
com 15,000 kilos de aasuca masca vado.
Na barca portugus* Novo ttiencto, cvre -
gou :
Para Lisboa, P. Pinto & C. 44 barris com 4,800
litros de ir el.
= No brigue portnguez Tito, carregon :
Para o Porto, J. S. Loyo 4 Filho 71 couros sal-
gados com 252 kilos.
Para o interior
No brigue nacional Marinho 8, carregou :
Para o Rio Grande do Sal, J. 8. Loyo & Filbo
800 suecos com 56,000 kilos de assuc&r branco.
No biate nacional Ida, carregou :
Para o Rio de Janeiro, Amorim Irmaos & C.
250 saceos com 15,000 kilos de assacar branco e
100 ditos com 6,000 ditos de dito maseavado.
No vapor nacional Sergipe, carregon :
Para Baha, Maia & Rezende 234 barricas com
5,400 kilos de sebo ; A. Lopes & C. 46 saccas com
3,461 ditos de algoc'lo.
Para Penedo, J. da C Moreira 12 barricas com
720 kilos de assacar branco ; H. Oliveira 4 ditas
com 220 ditos de dito.
No vapor nncioual Jaguaribe. carregou :
Para oCear, T. A. Mamnhao 37 pranchoes de
amarello.
No vapor nacional Cear, carregou :
Para o Par, A R. da Cesta 15 barricas cam
1,720 kilos de assacar branco e 16 ditss com 1,590
ditos de aito refinado e 70 volnmes com 5,250
ditos de dito nv.scavado: Maia & Rezende 300
barricas com 16,50.) ditos de dito branco ; M. J.
Alves 25 ditas com 2143 ditos de dito ; J. A. da
Costa Medeiros 50 ditas com 2.187 ditos de dito ;
J. M. Dias 200 ditas com 12,326 ditos de dito u
70 barris com 6,720 litros de agurdente ; Amorim
Irmaos & li 6'J saceos com 4,500 kilos de assacar
oran O.
Para Manilos, Aojorim Irmaos & C. 30 barris
com 2,88.) litros de gaardente e 50 barricas com
3,275 kilos de assucar branco ; F. A. de Azevedo
165 ditaa cm 14,400 ditos de dito.
No hiate nacional 8. Loureneo, carregou :
Para Aracaty, F. E. Paes Lima 300 saceos com
f< rinba de mandioca.
No biate nacional JocEo Valle, carregou :
Para Maco, F. E Barros 885 saceos com fa-
rinha de mandioca.
Na barcaga Divina Providencia, carregou :
Para Macabyba, A. da Silva Campos 1,200 sac-
eos com farinha de mandioca.
= Na barcaga Acacia, carregou :
Para P. de Atagoas, Maia & Rezende 25,000
litros de agurdente.
United SUIesA Brasil MI S.S.C.
O vapor Adyan.ce
E' esperado dos portos do
sal at o dia 22 do corrente,
depois da demora necessaria
seguir para
narinho. Para. Barbados, .
Tbomaz e Wew-York
para onde receber carga e passageiros.
O paquete Finalice
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 18
Por Intcrvenco do agente
Gustno
Fabrica de liarlo e lecidos de
algodo
Sao convidaaos os senhores accionistas rea-
nir-se em assembla geral ordinaria no dia 24 do
corrente, ao ealo da Associacao Commercial Be-
neficente 1 hora da tarde. Recife, 9 de feve-
irero de 1886.
Manoel Jlo de Amorm,
Presidente.
Jos Adolpbo de Oliveira Lima,
, Secretario.
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Companhia Phcnix Per-
nambucaoa
Ra do Commercio n. 38
foMPANHIA
Imperial
DE
m:;i ro* contra foco
EST: 1803
Edificios e mercadorias
Taxas baixas
Prompto pagamento de prejuit es
CAPITAL
Rs. 16,000:000*000
Agentes
BROvVNS & C.
r> N. Ra do Commercio N. 5
Gil ROS
CONTRA FOGO
The Liverpool & London k Glob
INSIRRAME COMPANY
H.
i.onaon and Brasllian Bank
Uuiiied
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
zas do mesmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N
Porto, ra dos Inglesa.
HnWS"i,""!B,S!SP,^,""!"P"HP
MOVDIENTODO PORTO
Navio entrado n-> dia 18
Macei7 dias, hiate nacional Bom Jess dos Na-
vegantes, de 90 toneladas, capilao Clementino J.
de Macedo, equipagem 5, carga sal; a Manoel
Joquim Pessoa.
Macio8 dias, hiate nacional Aurora de Maco,
de 52 tone'adaa, capitn Joaquim F. de Moura,
equipagem 5, carga sal; a Jo$o Paes de Oli-
veira.
Rio-Grande do Norte4 dias, hiate nacional Cor-
reto do Natal, de 40 toneladas, capito Jlo 6.
de Moura, equipagem 5, carga assucar ; a Fra-
ga Rocha Si. C.
Maco8 dias, hiate nacional Adelina dos Anjos,
de 85 toneladas, capitao Manoel Francisco Mon-
teiro, equipageu) 5, carga varios gneros ; a
Manoel Jos da Cunha Porto.
Navios sahidos no mesmo dia
SantosLugar nacional Juvenal, capitao Jos
Dias Netto ; carga varios grumo.
Maooa e escalasVapor nacional Cear, com-
mandante Guilhermt.- Pacheco; carga varios
generoa.
Bahia e escalasVapor nacional S. Francisco.
commandante Joaquim da .Suva Pereira ; carga
varios gneros.
MacoLugar sueco Helena, capitao H. O. Broza-
sen ; em lastro.
GuamBarca sueca Activ, capito J. Haaler ; em
lastro.
Aracaty Hiate nacional S. Lourenco, capito Vi
cente F. Costa ; carga varios gneros.
Bahia e /aellasVpor nacional Sergipe, com-
inandant.1 Pedro Vigmas; carga varioa geno-
ros.
New-York -Lirar nqlez Spar!;, capitao R. Skai-
dou: cara aas
Rio de JaneiroPatacho portugus Fannv, capi-
tal Flix Alves Pinto ; carga assucar.
VAPORES ESPERADOS
Ville de Victoria
Desterro
Ville de Macei
Advance
Espirito Santo
Tagne
Tibor
Senegal
Bahia
La Plata
Manos
Finance
EVbe
Tomar
Neva
hoje
amano.!
a 22
a 22
a 22
a 24
a 24
a 25
a 26
a 29
do sal a 8
de New-Port-News a 12
da Europa a 12
do aul a 16
do sol a 24
do sol
de Hamburgu
da Europa
do sal
do norte
da Europa
de Trieste
do snl
do snl
do sal
Margo
Dakar.
Lembra-se aos
COMPAXHII2 DH hi]*wa;k
Jtli: MAItlTIMESi
LINIIA MENSAL
paquete Senegal
Commandante Moreau
E' esperado dos portos do
sul at o dir. 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux,
tocando em
Lisboa e v!go
Srs. passageiros de todas as
classes que ha lugares reservados para esta agen-
cia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 /0 em favor das fa-
milias composta de 4 prsaoas ao menos e que pa-
garem 4 pas.'agens inteiras.
Por excepgo os criados de familias que toma-
ren) bilbetes de proa, gosam tambem d'este abati-
mento.
Os vales postaea s se do at e dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e din he i ro
a frete: tracta-se com o agente
4ugste Labille
9 RA DO COMMERCIO -9
Espera-se de New-Port-
News.at o dia 12 de Margo,
o qual seguir depois da de-
mora necessaria para a
Babia e Rio de Janeiro
Pira carga, passagens, encommendas o dinheiro
frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
N. 8. -- RUADOCO.NLmilKCiO N. 8
/ andar
COMPi\nit PER^AMBl'CAM
DB
%avegaco Coselra por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Mosxor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
O vapor Jaguaribe
"^~i^^. Segu no dia 20 de
;-^?"*,*-s^^v Fevereiro, s 5 hor
V gwft J^Mdft^Sy-H'' ,1"",l<-'- Recebe
:'.-'^^fl B('rgil "' o dia 19.
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
cae* da Companhia Peruana-
cana o. 18
isclis
DampschinTahrts-GeselIschafl
0 vapor Desterra
Eapera-se de HAMBURGO.
via LISBOA, at o dia 20 do
corrente, acguindn depoii d-;
di mora neccsoiia para
Rio de Janeiro e Sanios
Para carga, passagens, c eacommeadsM, tracta-
-e com os
CONSKNATaRIOS
Borstelmann & C.
RUADO VKWUJ N.
1' w'tnr
.;
CHARGEIRv WXm
Companhia Pranreza de Slavcga
eo a l'apnr
Linha quiuzcnal entre o Havre, Lis
ooa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro t
Steaisr i 3 Imi
E' im fcfwd >'H Europa af
o dia -J >'. Fevereiro, si-
guindo i'V'i >,:l BJUpen-
savel 'Miira pa-i a .':*>
bia. Uio e Santo.
SI
&
Espern-sc dos ocrtn* [do
sul at dia 19
ro, segu ido i'
dispensa1'-i d>-in ra pars '
na \re.
Recebe encemmendas e pa^geirm para ;.-
quaes tan excellentes eeonunoiaovask
Para carga, passagens, encommendas e rsvkare,
tratase na agencia
Roga-se aos Srs. importadores de carpa p*ioa
vaporea deata linha,queiram apri'sentar dentro de 6
diaa a contar do da descarga das alvareng
quer reclantago concernente a volumcs, q-ie poi
ventura tenpam seguido paraos partos do sul,a fin
de se podeKm dar a tempo as p: A-i.iencias aeea-
sariaa. (
Ezpirado\> referido prase a compaabia nSo se
responsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas e p naagfirai1 par:
ib quaes tem excellentes aecomodagoes.
Augusto F. de Oliveira K
AGEXTEft
42 -RIJA DO COMMERHIQ -42
ROVALHUL STEA1 WalT
COIPANY
0 paquete Tagtis
E' esperado dr. Euopa no dia
23 do corrente, seguindo
depois da demora necessa-
ria para
Baha, Rio de Janeiro. Monte-
video e Biicdos iyros
Este vapor traz simplesmenle
passageiros e malas e inimed a-
amnt'u seguir! depois do desem-
barque dosmesmos.
Vapor La Plata
esperado
do snl no da 29 d
corrente, seguinlo
depois da demora
necessaria para
Lisboa e Southampton
passagens, frete3, etc., tracta-se com os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
Una do Commercio3
i*ara
3
Porto e Lisboa
Segup com brevidade a barca
portuguesa Novo Silencio para os
portos cima, para o resto da
carga que falta a tractar com
Baltar, Oliveira & C, na do Vi-
gario n. 1, Io andar.
Leilo
Em eontinua^o
Sexta feira, 10 do corrente
A's il horas
Em sua agencia ra do Bom Jess n. 19
POR INTERVENQAO DO AGENTE
Modesto Bautista
Mobilias de Jacaranda, de medalhao a Luiz XV
e Luiz XVI, cadeiras avulsas de Jacaranda, e de
junco e outros movis.
Ao correr do martello
De urna armagao de louro e baldo de amarello
envernizado, candieiro, registro c eneanamento
da gaz. Sito ra da Praia n. 53.
Ao correr do martello
Pelo agente Britto
Sabbado. * A's 11 horas
Porto e Lisboa
Segu com brevidade para os portos cima o
brigue por uguez Tito \ para o resto da carga e
passageiros, trata-se ora os consignatarios Jos
da Silva Loyo 4 Filho
Para
Brigue D. Francisca
E' esperado uestes dias, engaja carga i frete
mdico, para sabir c >n t 'da a brevidade : tratt
na ra do Mrquez de Olinda u. 6.___________
Para Hainbnrgo
Kccebe cara a frete. a barca brauileira Nova
Sgmp< thia; a tra.ar com Balthar Oliveira C.
RoyaOlail Steam Packet
Company
Reducido de pasmgem
Bilhctcs espeeiaes of
fereccad; facilidades
aos senhores viajantes
para visitar a cxposi-
$io colonial era Lon-
dres, de 1886.
Ida c voita de Per-
nambuco a Southanip-
on, primara classe,
con. o prazo de 6 me-
zes libras sterlinas 36,
5, ih
U

Q O de faaendns
para terca-feira, 23 d.
a va riadas
com-nte.
fica transferido
Leilo
De bons movei--, louca, enstacs, qnadros e espe-
Ihos ovaes dmirados.
Mala de visita
Um piano forte de Pl-yer, 1 cadeira para o
mesmo, urna mobiliu de Jacaranda a Luiz XV com
1 sof, 1 jardineira, 2 cmsolos com pedras, 4 ca-
doraa de bracas, e l de guaruicao, 3 espelhos
ovaes d>ur*do3, 6 qnadros com finas gravuras
1 linda mesa para jo 1 porfa-Carts>, jarros p*ra flores e porta-jornaes
Kala de juntar
Urna mesa elstica, 1 guarda-louca envidraba-
do, 1 aparador de armario com pedra, dito tornea-
do, 10 cadeiras de guarnica>, 2 ditas de balance,
4 lindos quadns com rleographias, 1 relogio de
pande, ajpparelaoi para m etc; jaatar, copos,
c-iliecs, garrafas de fin-) cristal, compoteiras ban-
dejas .
\o corredor
Urna estante envidrscada para livros, urna mesa
jardineira, 1 caieira de viagem.
Cuartos
Urna cama franeaaa, 1 toilet de Jacaranda,
1 lavatorio, 1 mesa de costura, 2 commodaa, 1
guarda vestido, 1 mesa de cama, cabides, 1 cama
de ferro, mezas e cadeiras.
Objcctos' avnlsos
" Um'guarda comida de rame, 1 jarra, 1 balanca,
1 escada, regadores, trem (de cosinha, flandres, 1
carro de mao, trem de jardim e outros objectos.
Scxta-feira i) de Fevereiro
O agente Pinto levar leilSo oa movis e mais
objectos da casa em que resida o Sr. Conrado
Wachsmann. Nos Affiictos, em frente a igreja
dos Affiictos.
As 10 1/2 horas partir o trem extraordinario
que dar passagem gratia aos concorrentes ao
leilo.
O leilo principiar as 11 horas.
De cinco caixas com presuntos ingleses e urna cai-
xa contendo toncinfao, descarregadaa de bordo do
vapor inglez Delumbre.
Sexta feira 19 do corrente
A'S 11 HORAS
Por intervenc3o do agente
Alfredo Guimares
No armazem do Sr. Aunes
Leilo
EM CONTINUACAO
De roupas feitas, 300 duzias de bisnagas, 8 du-
zias de camisas de linho para bomem, movis, jar-
ros, eepelhos, quadros, miudesas, chapeos para
senhora, 50 caldeiroes estanhados, chaleiras e mui-
tos outros objectos, que sero vendidos sem li-
Sexta feira, 19 do corrente
A'S 11 HORAS
Leilt
De todos os gneros existentes na tarerna-
sita rna Dias Cardoso n. 94
Sabbado, SO do corrente
As 11 horas
O agente Gusmo autorisado por despacho do
Ex n. Sr. Dr. juiz de direito do commercio, far
leilo de todos os gneros existentes na taverna
cima mencionada, pertencente ao executado Jos
Jacindio dos Santos, cujo leilo tem lugar a re-
querimento do exequente Carlos Alves Barbosa.
Bom emprego de capital
Lelo
lerga-feira, 23 de fevereiro, s 11 horas
em ponto
No armazem da ra do Bom Jess n. 19
Pelo ti gente
Modesto Baptista
Constando de
Um sobrado de dous andares na travessa do
Carmo n. 18, freguezia de Santo Antonio.
Um sobrado de um anfar e sntao na ra de
Cbristovo Colombo n. 6, trecruezia de S. Jos.
Una rasa ttrrm na ra da Detenco n. 61,
fragneaia de Santo Antmio.
Dez mi:is-H(;uas n> beeco das Barreiras n. 4,
effiezia da B'ia-Vista.
Urna cmsa terrea na ra da Paz n. 32, fregue-
zia dos Afogadue.
Uina casa terre na !adeira do Varadouro, n. 9,
em Olinda.
Para qualquer informaco o agente cima a
dar.
Leilo
.v. na aa Kiurea u. Vi, precisa-se de urna
criada que compre c cosiohe.
Aluga-se a casa com sota, toda caiada e
pintada de novo, sita ra da Fundicao n. 8, em
Santo Amaro ; a tratar na ra do Mrquez de
Olinda n. 8, litbographia.
Aluga-se o armazem da ra do Mrquez de
Olinda n. 18 ; a tratar com Parrnte Vianna &
Companhia
Aluga-ae o 2- andar n. 31, e o armazem n.
39 ra do Imperador : a tratar com Luiz de
Moraes Gomes Per; eir.
= Aluga se o 1 andar ua ra dj Padre Flo-
riano n. 69, o pavimento terreo da travessa da
Bomba n. 4, e o pavimento terreo da travessa do
Livramento n. 10 : na ra do Apollo n. 34, pri-
men* i andar.
-----------------------*
= O abaixo assignado avisa ao juizo municipal
de Palmares e ao publico em geral, que tendo de
proceder-se a inventario dos bens deixados por
fallecimento do raajor Jos Gomes, para que nao
seja incluida na avaliacao, e que pessoa alguma
faca negocio cora o engenho Harmona outr'ora
Toca de Onca, sem que se descremine seus lemi-
tes e terrenos, visto como o abaixo assignado o
possuidor de urna propriedc.de denominada Coju-
ririnho, e da qual tem escriptura publica, c nao
vendeu a pessoa alguma, cuj propriedade se acha
encravada na referida propriedade o engenho Har-
mona, iazendo parte do cercado e partidos, e qne
o aoaixo assignaio ha de chamar a si, fazendo
valer o seu direito. Palmares, -1 de fevereiro de
1886.
Henrique Luiz de Franca.
__ Precisase de urna mulher de meia iiade
para companhia de urna familia pequea e fazer
servico domestico ; na ra do Conde D'Eu n. 4,
1 andar.
__ Vende-se a srmacao e utensilios da casa de
pasto ra da Moeda n 27, propria para princi-
dante : a tratar na ra do Amorim n. 45.
AOS AGRICULTORES
Fc-micida capanema (verdadeiro) para extinc-
co completa da formiga saura. Vendem Martins
Capitao Se C, ra estreita do Rosario n. 1.
Joo Antonio Barbosa declara ao respeita
vel publico e principalmente ao corpo commercial,
que nesta data tenj vendido ao Sr. Jos Maria da
Costa, livre e desembaracado, o seu estabeleci-
mento de molhados sito -rua do Padre Monis
numero 2-A.
I
" *
L
Dj fazenlas ingltzas avariad&s
C. listando de differentes volumes ou parte de vo-
lumes descarregados de bordo do vapor Delam-
bre, com avaria d'agua do mar.
Terca feira. 33 do corrente
A' 1 hora
Agente Pinto
No armazem da ra do Bom Jess n. 43
EM CONTINA9AO
vender o mesmo agente differentes fazendas da
Fabrica Nacional do Rio Grande do Sul, cons-
nd.. de camisa's, panos, cassinctas e cbailes, todas
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se o 2- andar da casa 11. 1 do pateo
de Terco, o 3' da de 11. 3 ra da Penha, o 1'
da de n. 19 mesma ra, o 1' da de n. 18 ra
Umita, o 1 da de n. 66 mesoia ua, o 1' da
de n 35 travessa de S. Jos, o 1' da de n. 34
ra estreita do Rosario ; as terreas de na. 41
a ra do Ringel, K> ra Duque de Caxias, 1 do
pateo do Terco, 27 ra de Lomas Valentinas,
2\ ra do Aragio, e a casa de n 35 roa da
Viracao; a tratar na ra do Hospicio n. 3.
Aluga-ee casas a 8uOS, no beeco dos Coe-
Ihos, junto de S. Gonealo: a tratar na ra da Im-
peratriz n. 56.
Aula mixta particular de iutruei;o prima
ria, Deodata Aaelia Fcrreir: da Siivo, ra Vi
dal de Negn iros n. '1.
= Os hachareis Antonio Justino de Souza e
Pedro Affcnso de Mello mudaran) o seu escripto-
rio para a ra Duque de Caxias n. 54, Io andar
onde continan) a exererr a sua pro6sso de ad-
vogadoa.

\
\JB




Diario de PernambucoSesta "feira 1 de Pevereiro de 1886

h
,os 4:0001000
H E
1:
BILHETES GARANTIDOS
16-Rua do Cabug-16
O abaixo assignado vendeu nos seus
venturosos bilhetes garantidos os premios
leguiates: 1 intiiro cora asorte do 1005
no o. 497 alera de outros mais de 32<$,
16* e 85 da loterian
Convida-se aos possuiJores a vir receber
am descont algum.
Acbam-se venda os venturosos bilbe
tes gar; ntidos da lotera n. 3:)a em beneficie
da casa de caridade de Hezerros que se
xtrahr na ter9a feira 23 no correte.
Pre$o*>
Inte-'ro 4:5000
Meio 2O0O
Quarto 1*000
Sendo qnantidade superior
al> u.-UOO
Inteiro 30500
Meio 15750
Quarto 07S5
Joaquim Pires da Silva.
cas.i miz
isMOOSOOO
Praga da independen
ca ns. 37e 39
Achara se a venda os felizes bilhetes
garantidos da 89*, parta di latera a benefici i
aa Casa de Caridade de Barreiros, que se
axtrahir ao dia 23 de r'ever-iro.
Preco?
Bilhete inteiro 400C
Meio 2,5001
Quarto lOOO
Mmn poreSo de t<9050t par*
cima
Bilhete Bteiro 3*500
Meio 1*730
Quarto 878
Autnr.io Aug:m> d-m >.'/vf P-0t*n
BISMGAS
Emilio Roberto aca-
ba de receber as afa-
madas bisnagas fran-
cezas, as quaes vende
em jgrrosso e a retalho.
EMIIJO UNIVERSAL
17-Rua ilii Baro da Victoria17
adanes
O hacharel Pedro Oaudiano Ralis e Sil-
m, madou sua residencia da Estrada de
Joao de Barros parta ra Velha de Santa
Biu _._29.___________________________
tmMTn
Aos 4:000S000
BI1ITE2 GAMI1S
Sua do Baro da Victoria n.O
e casas do costme
O abaixo assignado acaba de vende-
es seas felizes bilhetes quatro quartos de
b. 3859 com a sorte 4:000(5000 e di 'eraos
premios de 32*000, 160000 Q 8*000
O mesmo abaixo assignado oonvkla os
postdores viren receber na oonforrai
dale do costume, sem descont algn.
Acbam-se venda, os felizes billa te-
garantidos da 4.a parte das loteras a
oeaeficio da'Casa de Caridade de Bszer*
ros (39') que se extrahir tercas feira, 23
o corrente.
Precos
K
Inteiro 4*000
Meio 2*000
Quarto 1*000
porco de 100*00 para
cima
Inteiro 3)5500
Meio 1*750
Quarto 087 i)
Joo Joaquim da Cotia Z/tt.

finsAiAmiun
iOS 4:0001000
silhsies ikimm
tu Primeiro de Marro n. 23
O abaixo assignado tendo vendido nos
seos afortunados bilhetes garantidos 4
alm de ouras sortcs de 325, 165 o 8*, d>
lotera (38.*), que eo acabou de extrahir.
convida aos possuidores a virem recebe;
a conformidade do costme sem descont.
algum.
Acham-se venda os afortunadas b-
{hetes garantidos da 4.a parte das lc-terias
a beneficio da Casa de Cariade de Be
erros (39.a), que s<: extrahir terca i'
!o corrente.
PRECOS
Inteiro 4*000
Meio 2*000
Quarto 1*000
quantldadc mi'.or de loo*
Inteiro 3,5500
Meio 1*750
Quarto (5875
Manoel Mart'.ns Fvtza.
MinnifkpiHiriiE
As nicas intalliveis e que nao repugnam aa
crisneat. Chegou nova retuesta, e vende-se em
i de
Faria o8b honri& C.
*""
arpy,
farniito--(
i.z civyri v u
OABSLLO
mpMo i n
Main calvas, boiu cauta u*
Curt radtoaftswa
a Tl.^KA o a CASPA.
ule a
nsa o o embranque1ciraenti
CABELLO o ctodo ose::
sos o torn invariavelmentt
Jiacio, B'ilfcantc, Fornoso *
Abundante
Em uro h Amate f ojtentannnof
e tcm malar vi-ndn Que m-iihu>i
oatJ-> en-parod-j parao cabello eu.
tot.. mundo.
n
atfni
Agua Florida
de Barry.
DUPLA,
Preparada tes/undo a fon rali
- origiaal usada pelo inventor n<
auno de 1829.
Tem duas vezes mais Fragrancia
que qualquer outra.
Dura duas vezes mais tompo.
E'muito mais rica de perfume
mais suave.
E'muito mais Fina e Delicada.
Tem dpbradaforca Refrescative
Tnica no Banho.
Fortalece ao Deb le ao Caneado.
Cura as Dores do cabeca o os dea-
maios.
C'muitissimo Superior a todas a
outras .Aguas Floridas Actual-
mente a venda. _______________
Desooberta Importaatissima.
Puro Oleo de Fijado de Baoalhac
COM
IODURETO DE FERRO,
DE
Barclay & Companhin.'
C'rn radkahMBte c con.M>rur:incac peona cuot
Phtli klu-umati-mo, as dixnrai
dos Qoadrfs c cIob Ossop, r m-
Ia. do Bji;o c vTtntA '!"rniinc< ico o fatgtdoo wa prl-1
euttvo rl ootafttoc E* certa-
* Puro Oleo do
>^::::'!t> de BacoSlai CoJureto do
ferrode iJr.t la ?ow York, f
aattPJ
de Br t
de Vida
*y No. 1.
DEPURATIVO E PURGANTE.
liste novo o admiravcl purificador do
tangue acta cobre os intestinos
o jijado, os rins e a pelle.'
'ci ra inall i vel contra a Dohii idade
Kervosa, as Dores de Cabe.'io. u Dys-
pepsia as Sezoes, e contra as doen-
cas de orlgem Miasmtica ou occa-
eior.adas por desordena do flgado
ou pobreza e impureza do sangue.
OS especficos veterinarios
H0ME0PATHIC0S^=
==DE HUMPHREY.
Para a cura de todas as doen?as de
Cavallos, Gado, Caraeiros, Cies, Por*
ees* aves*
Tem sido usado com feliz resultado por
Fazendeiro-. Criadores de gado, Car*
08-ferrB, ete., ete.
Certifleado e osado pelo Govcmo dos
Estados unidos.
iT* Envia-se Folhetos e Car-toes gratis.
HUMPHREY'S MEDICINE C0.
109 Fulton St. New-York.
Especifico Homeopathico de
HumphreyNo.28.
Uiado ha yo annos. O nico remedio cfficaz para
Debilidade Nervosa, Fraqueza Vital
t jcoetraco, por excesvo trabalho ou outros causas.
$i por garrafa, ou cinco garrafas c i garrafao de pos.
$5.00, ouro americano.
,'A'VENDA POR TODOS OS DROGUISTAS. Tambe
f r. via-se pelo correo pelo preco do costume.
Diria-se a "Hamphrey'a Homeopathio
Medicine Co." 109 Fulton St- New-York.
OI*-L Ittlfttffir 8,LK-
QUILL* BUTTON-HOLE TWI6T.
(Retrox de Seda para Cascar.)

Julgando ser de grande uritidade o% negociantes da
America do Su!, terem fios de seda e rctroz prepara-
dos em material mais lev; do que sejam carreteis de
pao, estamos promptos a fonirccr para exportaco
os de seda, rctroz de seda e seda de bordar, de
todas as cualidades, pseparodas em lancedetras de
papel cu efe peanas como cima representado.
Tono) todos os tamaitos de fio preto e mais de
mes cores.
- D;nja-s= BraineTfi 4 Armslroag Co."
"arkt Street, 46c Bmadwav,
Pcaddphiav U. S. A. Kew-York, U. S. A.
I
TINTURARA
SUCCESSOR
'.) Ra de Hallfias de Albuquerque 25
(AMIKA RA DAS FLORES)
Tinge o lirapa com a roaior perfeico toda a qualidade de estofo, e fazendat
eoj pe9as ou em obras, chapeos de feltro ou de plha, tira o mofo das fazendas; todo r
trabalho teito por meio de machinismo aperfeicoado, at hoje conbecido.
TiDtura preta nns terjas e sextas-feiras.
Tinta de-cores e lavagem todos 08 das.
Grande e bem nionlada olicina de alaiale
ESPLE\DII)0 SORTIMEMO
DE
RENDAS OU BICOS
0 que ha de mais gosto neste genero, rcee-
beu
EXPOSFO'.UNIYEKSAL
DE
DE
PEDROZA&C.
N. 41Ra do Baro da YictoriaN 41
Ncste bem eonhecido estab?lecimento, se encontrar ura lido e variado sor
timento de pannos, casemiras, brins, camisas, punhos, collarinhos, meias, gravatas.
tudo importado das melhores fabricas de Paris, Londres o Allemanhii; o para beic
ervirem aos sous amig.is e freu;zos, os pr iprietarios destT grande estabeleciraento
tm na direccilo dos trabalhos da officina liabeis artistas, e que no curto espago de 24
horas, preparara um tordo roupa de qualu^rfazenda.
Ra do Baro da Victoria n. 41
(PRF.QOS SEM COMPETENCIA)
ti
O
i d
Os proprietnrios do milito eonhecido estabelecimento denominado
MUSEUDE JOIAS
sito a ra do Cabug n. 4, communicira ao resp^ita^el PUBLIt.O que receberara um
grande sortimenlo bera relogios de todas as qualidades. Avisam tambera que continuara a receber por
todos os vapores vindos Ja Europa, objactos novos e vendem por muito menos que em
outra qualquer parte.
MIGUIj avolfp & c.
P. 4 RA DO CABUG----N. 4
Compra-se ouro e pmta vellu.
BAMOS DEMAK
Superiores costil mes de excellentc fa
zenda e muito bem preparados para banhosdt-
mar.
Para senlioras. 101000
Para homens. $000
Para crianzas... 5^000
Recebemos ltimamente um grande sor
timento de diversos tecidos novos para vesti-
dos e inteiramente apropriados para a pre
sent cstayo.
LOUVRE
FANGISCO GUGEL DO AMARAL & fi.
Boa Primeiro ie Marco a. 20
ESQUINA DA RA DUQUE DE CAXIAS
\. leleplionico io8
EMILIO ROBERTO
17Ra do Baro da Victoria17
Z ~ W~W m rsT JK
JOSEPH KRAUSE ft c.
cabam de augmentar o seo j bem eonhecido
importante estabelecimento ra Io
de marfo n. 6 com mais
um sahlo no 1 andar luxuosamente pepar-
rado e prvido de urna exposi-
d* # Iras de prata d Porte a drtMftete
dos mais afamados fabricares de
mundo inteiro.
Convida, pois. as Exmas. familias, seus nume-
rosos amigos e freguezes a visitarem
o sen estabelecimento, aflm de
apreciarem a grandeza e bom gosto com que
nao obstante a grande
despeza, o adornaram, em honra
desta provincia.
CHA-SE ABERTO DAS 1 A 8 DA 1ITE
ft
m

m
X
J^SSX-a?^. ^^3X1*.
Ele remedio precioso tcm gozado da acceita-
55o publica, durante ciacoenta c setc anno, com-
ecando-sc sua manufactura c ven-la em 1827.
Sua oopularidade e venda nunca forto to exten-
sas como ao presente; e isto, por si mesmo,
offerece a melhor prova da sua eficacia maravil-
bosa.
Nao liesitamos a dizer que n.lo tem deixadc
em caso algum de extirpar os vermes, quer e;n
creancas quer em adultos, que se acharo afBic-
tos destes inimigos da vida humana.
N4o deixamos de receber constantem'cnt
attestaces de mdicos em favor da sua eficacia
admirave'. A causa do successo obtido por este
remedio, tem apparecido varias falsificaces, de
sortr que dee o comprador ter muito cridado,
examinando o nome inteiro, nc -levia 'cr
?eraufBaG de B.A. FAHNESTQCI.
Qoalmicr i"-.""^ t rateninuala repnlar vle pnrcnilcr toflo nue ne scha nci
l>n ,',-i.i... Aado em vanao. entresue tramo.
KmV-iK.imriito .1" l'.vro n cebom^fl "Utia do correio, prefvruickMW .. ,
nesta obra.
...nnro ilonnminnc.V. .Vos S'1^,0,?!^
rr.ir.ii Sin :ii.J..r.-lU<. .-.ni^ploto .laremo* gratis n azApIaZ > .lito iiiauual. Ai.[.;.r-11,.M lura Amadores de S10.00
para rini. .._ #
CitnloKO rm Portncurz n qnrm qm> o pedir-
. X. r-do Mit'i'i.< .whotojraplileo* E>tat>eleOuoi! baioatsUe 4U uiinosiicmc ramo.10 negocio
'i- toila **pecl>-
FUNDICAO SERAL
ALLAN PATERSN ft C
N. 44--En t do Brum-N. 44
JUNTO A E f A?A0 DOS B0NDS
Tem para vender, por pret_ mdicos, as seguintes ferragens :
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacoes de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, dem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos
Portas de fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de forca de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de con :ertos, e assentamento de macbinismo e execacam qaalqa-i-
ab alhi com perfeicllo e presteza
RODA DA FORTUNA
200:000*000
PREQ0S EM POEQO
Dezenas..... I0$000
Vigcssimos .... IlOOO
EM RETALHO
Dezenas..... II|000
Vigsimos .... I|I00
CORRE TODAS AS TER^AS-FEIRAS
38 -RJ1 LAA S >.
2C.A.ROFE
NA EXPOSlC; NlVCHSAC DE1 i878
VINH0 de CTLLON
de GLYCERINA e QUINA
0 ma< poderoio tnuico r.:eon8tituuit prescripU.
nmeaio^de Dores d'estomago. Tjrngor, Anemia
Diabetis, Con*umpvSo, Fabres,
ConTalesoensa, lUxultados do partos, etc.
, O mesmo vinho com foro, VINHO FERHUCInOSO DE
I C1TILL0N regenerador por cjcelleaeia do tango, pobre
| deseorado. Este vinho fai tolerar o ferro por todo
1 ertomifo e nio oecaiiona prisao de renlre,
ji $llnlVwctrt dt-Ptyl. EmHrntmbi
ViNO 0UINA00 QUE OBTEVEESTA
FERRUGINOSO
de Cascas de Laranjas e de Quassia amarg?
ao PR0T0-I6DURET0 de FERRO
Preparado por J,- P. LAROZE, Pharmaceutico
PABIS 2, Sao des llons St-Faul P.VJtIS I
APPBOVADO PELA JUNTA DE HYGIENK DO BRAZIL.


i
O Proto-Iodureto de Ferro,
bem preparado, bem conservado, prin-
cipalmente no estado liquido, e de
todas as preparaces ferruginosas, a
queproduzos melb.oresresultado5.Sob
a influencia do principios amargo e
tnicos, 'da casca de laranja e da
quassia amarga, o ferro assimilado
tacilmente e produz effeito prompto
egeral restituindo ao sangue. a forca;
&s carnes, a dureza; aos differentes
tecidos, a actividade e energa neces-
sarias s suas funcedes diversas.
Porisso. o Xarope Ferrnoinoso
do J. P. Laroze, e considerado peles
mdicos da Faculdade de Paris, como
o especifico mais acertado para as
Doencas de langor, Chloross. Ane-
mia, Ghlori-Anemia, Fluxos bran-
cos com dixest.oes demoradas, Mo-
lestias escorbiiticas e escrouosa,
Rachitismo, etc.
Ato mesmo deposito acna-se i vtnda os seguintss Productos di J.-P. LAROZE .
XAROPE UROZE *&*%> TNICO, ANTI-NERVOSO
Contra as Gastrites, Gastralgias, Dyspepsla, Dores a Calmbraa de Estomago.
XAROPE DEPURATIVOd^S?^-niM IODURETO OE POTASSIO
Contra as Aifeccoea escrofulosas, cancerosas, Tumores brancoa, Aoidez de Sanrrae,
Accidentes syphiliticos secundarlos e terciarlos.
XAROPE SEDATIVO
da cascas de laranja
amargas eom
BROMURETO DE POTASSIO
Contra Epilepsia. Hysterioo, Oansa de 8. Ouy. Insomnla das Criaaoas dorante a DotttloBo
i en
tb*s mm ** sssman tf aaL4.an.
***++++*+++/*
ALBERTO HENSCHEL & C.
52-RU4 DO B4R40 D\ VlfJ0RI\-52
O aba;xo assignado tem a honra do participar ao respeitavel publico est
capital o do interior, que reassumio a gerencia d'este grando e bem conceituado esta-
befacimento, onde j por longos annos tem occapado o mesmo lugar.
As Exmas. familias e pessoas que desejarem hnralo com suas encommenda,
encontrarSo ll os mais modernos e aperfeicoados trabalhos concernentes art
photographio e modicidade nos precos.
C Barza,
Gerente.
r^EJ
i_i


6
Diario de PeroambucoScxta-feira 19 de Fevereiro de 1886
Aloga-se barato
O 1." e 2.* andar travesa do Campello a. 1
O armazem da ra do Bom Jess a 47.
A casa terrea n. 13 da ra do Nogueira.
A casa terrea n. 23 du travesea de S. Jos.
0 1.' andar e da traiessa, do. Carme n. 10
4 loja da ra do Calabouco n. 4.
A casa da na do Vizconde de Goyanna u. 79.
Acasa da ra da Poete Velha n, 22.
A'eas da Baixa Verde n. 1 B Capunga
A tratar no Largo do "Dorpo Santo n. 19,1* an-
ear.
Aluga-se
grande sobrado n. 461 da ra Imperial, caiado e
pifiado ; a tratar na rus do Rangel n. 58.______
"Aluga-se
a easa da ra do Mar lez do Herval n. 47 ; a
tratar com Joaquim Diau de Almeida Costa, ra
re Pedro Afiouso u. 6, antiga da Praia.
Parecisa-se de urna para coznna, poem que
lurma em casa; a tratar ra do Marques de
Hinda n. 6
Ama
Precisa-se de ama ama para lavar e engommar ;
aa ra da Unio b. 47.
Vina
Precisa-se de urna ama para cosinhar e com-
prar, para casa de hemem solteiro ; a tratar na
na de Pedro Aflonso n. !2.
Ama
Precisa-te de urna ama para cosinbar, para duai
pessoas ; na ra cstreiti do Rosario n. 22, se
gun 'o andar.
Amas
Preciss-se de duas amas, sendo urna de leite e
oatra para cosinhar ; a r a da Santa Cruz n. 3
o 26.
Ama
Precisa-se de urna ama ; na ra do Mrquez d
Olinda n. 56, 2- andar.
Ama
Precisa-se de urna ams. para cosinbar e com-
prar, e mais a'gum servico ; na ra do Hospicio
numero 17, --"^3Bi
Tosinhciro
Precisa-se de um c.sinheiro ; a tratar na ra
le Paysand n. 19 (Passtigem da Magdalena), ou
-na do Commercio n. 44.
Cosinhcira
Precisa-se de urna cosinheira que engomme
9em e ensaboe, e que nao durma fra, para casa
ie pouca familia ; na praca do Conde d'Eu n. 30,
rereeiro andar.
Cosinheiro
Na ra do Vicario n. 17, se precisa de um co
nheiro.
Mmc. Miquelina
Rgg'b constantemeEtefla Europa
i mil) sirtiel do clili-
iass ttaneiiDi seioras, o pe
n fie mis Huiro, eacbrrega-se
f!
Raa Prlmeiro de Marin. 19
Juni Botina Maravflhosa
Apoliees geraes
Compram-se duas
de cont de ris; no 1.
andar Testa- typogra-
phia se indicar quem
compra.
tteriQo
' Aluga-sc a casa do Largo do Conselheiro Joo
Alfredo a. 2 na Magdalena, serve para moradia c
tambeni para neg-io por ser bastante afregue-
zada para hotel tratar na ra da Imperatris
n.56.
Vos (lenles dos ollios
Cura certa em 48 horas das inflamacoes recen-
tes dos olhos, pelo colyrio preparado por Jos
Pedro Rodrigues da Silva.
Emprega-se este poderoso colyrio sempre com
grandes vantagens, as segnintes molestias :
Ophtalmias agudas, purulentas e chronicas,
Joojunctivites, etc., etc.
Deposito geral na drogara de Faria Sobrinho
Se, C, ra de Mrquez de Oliida n. 41. Para in-
formacoe dirigir- se i livraria Industrial, ra
do Barao da Victoria n. 7, ou residencia do
tutor, ra da Saudade n. 4.
Os abaizo assignados, tendo adoptado e regis-
trado a marca industrial como do desenlio rcima
ve coeformidade com as prescripcoes das leis em
ttgor declaram ao publico e particularmente aos
teas numerosos freguezes, que d'ora em diante
odos os productos qce aahirem de sua botica le-
vario a dita marca como garanta de sua origem
e legitima procedencia.
Para advogado
Aluga so a sala do 1- andar roa Duque de
Caxias n. 61, a.tratar na loja.
Ao coiiinit-rcio e ao pu-
blico
O abaixu assignado, pelo presente declara ao
reapeitavel corpo commercial e ao publico, que
este date vendeu o sen estabelecimento de mo-
Hiados, ato roa da Imperatris n. 63, livre e de-
secnbars^ado de todo e qualqoer onus que posta
apparecer. Se alguem sejulgar com direito a
protestar, queira fazel-o no prazo de oito dias,
contar desta ata. Be^ie J^^B^cTereirade 86.
Laz brilhante, sem Fumo
OIsEOAROMATICO
Hygienico 0 Econmico
PARA LAMPARINAS
MARTINS* BASTOS
Pernambuco
NUMERO TELEPHONICO : N" Sil_____
ED. G. lOOTES C.
Artistas pintares
FM HBW-TOBK-AMBRIGA.
Por urna Pbotograpaia em cartao de visita
tiram um retrato de qualquer tamauho que se
desejar, desde 20*000 at 120*000 com linda mol-
dura e cordes de seda, trabalho no 70 nesta ci-
dade.
Quem dcsejur ver, dinja-se Livraria
Franeeia, aonde se acham alguns retratos em
exposico.
Para encommendas dirija-se ao ageute nesta ci-
dade, ra Duque de Caxias n 61.
Venczanas
Compra se de duas quatro venezianas de ma-
deira, com correntes de metal, das modernas, com
pouco uso ; no piimeiro andar n. 22, ra larga
do Rosario.
Advogado
O bacharel Pedro Qaudiano de Ratis e Silva
mudou sua residencia da estrada de Joo de Bar-
ros para a ra velha de Santa Rita n. 89.
Camisas de meia de seda
1 Crep de Sanie)
Vendem Salazar & C. ra do Bom Jess nu-
mero 58.
Pilulas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas pilulas, cuja preparacao puramente ve-
getal, tem sido por mais de 20 annos aproveitadas
com os melhort s resultados as seguintes moles-
tia? i affeccoes da pelle e do figado, sypbilis,
bouboes, escrfulas, chagas inveteradas, erysipe-
las e gonorrhas
MODO DE SAL AS
Como purgativas : tome- se de 3 t por dia,
bebendo-se aps de cada dze um pouco d'agua
adocada, cha ou caldo.
Como reguladoras : tome-se urna pilula ao
jantar
Estas pilulas de invencao dos pharmaceuticos
Almeida Andrade & Filhos teem o veridictum dos
senhores mdicos prra sua melhor garanta, tor-
nando-se mais recommendaveis, por serem um se-
guro purgativo e de pouca dieta, pelo que podem
ser usadas em viagem. Acham-se venda na
drogara de Faria Sobrinho & C, ra de Mrquez
de linda n. 41.
Aluga-se urna casa pe-
quea
Na ra de S. Fraucisco n. 1, freguezia de San-
to Antonio.
No becco do Fundao n. 5,freguezia da Boa-Vis-
ta : a tratar na ra de Santa Thereza n. 32, de
manb at meio din.
IGUARASStr
N. 88:200
O Dr. Francisco Xa-
vier Paes Barreto,
pela 4.a vez rogad i> a
vir omnandar a ra do
Mrquez (Je Olinda n.
50, dar eumprimento
ao numero cima.
Viva o ca rna vaI
Compra se vestuarios novos e usados ; na rna
da Imperatris n. 78.
Borracha especial
para limas ; receben a mereearia de Goncalo Jos
da Gama, ra do Padre Floriano n. 41.
Na citfadc da Escada
cjmpra-se ouro, prata, patacoes nacionaes e es-
trangeiros, e m jedas de oare ; na ra do Com
mercio n. 19, estabelecimento de Antonio Fran-
cisco de Araujo Costa.
Escola par colar
De inmrurrao primaria para o seio
ma< (alio
34- Ra da Mat'is 9 Boa-Vista34
O abaizo assignado pan cipa ao Ilustrado pu-
blico desta capital, que atrio sua osela particular
de instruccao primaria para o sexo masculino,
ra da Matriz da Boa-Vista n. 34, onde esmera
damente se dedica ao ensino de seus alumnos.
O grao da escola consta : ler,escrever e contar,
desenho linear, histora patria e nocoes de trancez.
Garante um npido adiantamento emseus alum-
nos, pelo sen systema de enBino, o qual urna pa-
ciencia i Ilimitada, um amor inviolavel e urna es-
merada dedicaeo ao ensino, lazendo com que os
siub decipulos abracem e amem de coraco as let-
tras, aos vros, e ao estudo. guiando oa no cami-
nho da indiligencia, da honra e da dignidade,
afim de que venham a ser o futuro sustentculo
da patria, da religiao da lei, e um verdadeiro
cidadSo brasileiro
Espi ra. pois, merecer a conane e a proteccao
do distincto povo pernambucano, e em particular
tem f robusta em todos os paij e -utores de me-
amos que queiram aproveitar um rpido adianta-
mento de.seus filhos e tutelados.
Com qnanto o usada seja esta tentativa, todavia
espera que es seus incansaveis esforeos, e os seus
puros deejs, sejam coroados com a feliz appro-
racao de todos os filhos do imperio da Santa Cruz.
Mensalidade2^000 pagos adiantados, no acto
da matricula.
Horario das 9 horas da cuanhS as 2 da tarde.
Recebe meninos internos e meio-pensiouistas
por mentalidades razoaveis e lecciona per casas
particulares a ambos os sexos.
Julio ares de Azevedo
84-RA DA MATRIZ DA BOA VISTA34
Ouem lev ?
*?* a : eoBapra se onro, prata e
pedras pcaoosaa, por maior preco qae- em .oatra
qa.quer parte : no 1 andar n. 22 a roa larg do
omno,atig* dot Qaarteis, das 10 horas a 2 da
larde, dias atis.
BRONCHITES, TOSSES, Catarros Pulmonares,
DEFLUXOS, Molestias do Peito, TSICA, Asmas
CUSA. RPIDA B CKIT1 PBLAS
Gottas Liyoniennes
TROUTTE-PERRET
Om CBBOSOTB ie FAIA, AICATBO fe XOBBOA e BALSAMO te TOLl
Este preparado, infallivel para curar radicalmente todas as Molestias das Via
respiratorias, recommendado pelas Notabilidades medicas como o nico efflcas
o unioo merf/ca.nento que a/e/n de nSo fatigar o estomago, o fortifica, monttitue desparta
o appttite : duas gpttat pela manh e tarde bastam para triumphar dos casos mais rebeldes.
LOEVE-SE EXIGIR O BELLO DE GARANTA DO OOVERNO rRAMCEB
Deposite principal: TROUETTE-PERRET, 165, ra Saint-Aitoiae, PABIS
Em i #"ri!fiifiic(.- Francisco m. da SILVA & O. e nas pr.ncipaes Pharmaclas.
^sX*^r>r>r>r^^^r^r^*a%^r>r^Mr\r>r>s1ls*^^



isa'
FERRO GIRARD
Apprnvado pela Academia da Medioina de Par.
pa*a Junta Central- de Jtyfliene publica de
O Professor rard eacarregado dt Reiatorio Academia (amonatro^
l*$teUmer*te aeceito pelos doentet, bem tolerado pela estomago,
restaura as foroas e cura a chloroanemia; que o que distingue pc-t~
eularmeHie este novo sai de ferro, que nao causa pris&o de ventre
a combate, e elevotiio^se a dse, btfr-se tejeoces numer sos.
O FERRO GIRARD cura anemia, a*rea paludas, taimaras de esto-
mago, empobrecimento do aangue, fortifica os tempe rame.itoa frases.
V erelta o appetite. gulariza as regras e comnate a estrilldade
^j\,^ Deposito cm Pars, 8, rna Vivienne t nis pnocpaei Dragaras a Pharmacias
A BELLEZA ETERNA U PELLE oblida pela use 4a
PERFUMARIA-ORiZA
de L. LEGRAND. Fornecedor da Corte da Russia.
------------------" Sil
^tST et jEuiESr-^ ORIZA-LACT
r fi *" a inr.in fuiisivA
ICREME-ORIZAflA
LOQAO EUULSIVA
Kranqui iaerereteaa pelle
Fixdesapparect Aturdas.
0RIZA-VEt_0UTE
Sabio poli ivcelU do
LVQ.tVEIl.
O maissBA*e panapslle.
ess-Triza
Perfumes de '.zoos os
ramalhttud toru notas.
Adoptado* pela ao4.i.
ORIZA-VELOUTE
P de FLORd'ARROZ
adharentt i pollo.
rfadanndo o aitiadado
ORIZA-OIft., Oleo para.
SJSOOITFXA.R DAS PALSIHCAgOB3
Deposito principal ; 307, ra Balnt-Honore. Pari*.
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto de Franca. Premio de Therapeutica
O emprego em medicina de Ferro Rabuteau baseado na Sciencia.
As Verdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
Chlorose, Anemia, Plidas Cores, Corrimentos, Debilidade, Esgotamento, Convalescencia,
Fraqueza das erianfas, Depauperamento e Alterafo do sangue em consequencia de
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4 a 6 grageas dor dia.
_Nem Constipafo nem Diarrhea, Assimilaso completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que no podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as enancas.
uii Urna explicado detalhada acompanha cada frasco.
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & Cia, de PARS, que se
encontr em easa dos Droguistas e Pharmaceuticos.
i de Sarj
I* u docteur
" I* d'appctlto, a Obrucoio', a ssoxnqueca, a\ ^acssasV
/* g-est&es, etc. Dosc ordinaria: I, I a 1 graos.
Cec.wal de Uygien, ."i; Corte.
jativos, depurativo?, ^sts a .' YJJR
.* S!f-
\ /! eligir Ji. (,<|^IJaiLl|!^a cors rotulo em OORBfl, \
Em PAIiTZ, Pharmacia 1EBOY
DpoKtoc rxn tos i* \ > princiecs^ Fhi maular
OPPRESSAO
UTlBfiISEFLne
ASTHMA
NEVRALGIAS
Pelo CIGBHOS UHl
Vsplra-se a fumaca que penetra no pollo acalma o symptoma nervoso, facilita
a expectorado e favorisa as funeces dos orgaOs respiratorios.
?eaa ras slntsas esa easa ae S. BeriC, It, ras 8<-Lasarc esa Paria
%%%%%%%%%%%%o*m%%%%%%%%%%\
EIPOSITrOM jf WtfWto
Hedaille iOrl^CroidsCheTalier
LES PLUS HAUTES RECOMPENSES
AGUA DIVINA!
E. GOUDRAY
DITA AGUA DE SAUDE
Preconisad para o toucador, como conserondo
constantemente as cores da mocidade,
e preservando da peste e do cholera morbos.
Artigos Recommendados
PERFUMARA DE LACTEINA
I Rtcomaeiilila pilas Crlebridades leias.
GOTAS CONCENTRADAS para o lenco.
OLEOCOME para a belleza dos cabellos.
ESTES ARTIGOS"CHAM-SE NA FABRICA
pars 13, roe d'Enghen, 13 pars f
epositos em todas as Perfumaras, Pharmacias
e Cabellereiros da America.
i
VinhodoDr.Foslier
le Quina ferruginoso e de Cascas de Laraujas amargas.
TNICO" RECONSTITTJINTF
Remedio soberano
CONTRA A
CHLOPtSE, ANEMIA, CARIE OOS OSSOS.
A" .*V DIARRHEA? CHRONICAS, RCHITISMo,
ESCRFULAS, DEBILIDADE,
CONVALESCENQAS DE FEbRE i 7YPK0IDFAS
E DE MOLESTIAS GRAVES, ETO.
Vcr.da cmgrosso: J. B. Rosredon
Pba^iactiiUco m BRIVEt (Carrizt), FUI(i.
Depositas em Pernambuco :
FRAN" JsaZ. da SirfVA Se C"
u li ti fhra>Hv do Pr. il'
\\\\\\\\V\\V\\V\\V\\\\\\\\^^^
!
r AS
Enermidades Secretas I
BLENORRHAGIAS
GONORRHAS
FLORES BRANCAS
CORRIMENTOS
recentes ou antlgos sfto curados era
poneos dias em secreto, sem rgi-
men nem tisanas, sem cansar nem
moesar os rganos digestivos, pelas!
e injeceo de
iCAVA
D0TOR FMMMIER
AgS, AS, Pisto* d la. fad.I.te

CREME de VOGEOT
Especialidade de Cassis
C JUSTIN DEVILLEBICHOT
DOS (COle-'r) Franca.
:
1 Mrdalhao nas ErxaloOeo do :
tSa 1155. 1110, 1M7 ;EiioslfM DtlTint))
DIJOI 1155 (Hicalai it Hiora), 183
L0ID1ES, MACOH 1158 BORDEADX 1859, 1165
B0D18 1851 BESAIC01, THOYB 18S3
Deposilarioiea Pernambuco :Franr*MHaSU.VA*C"
PRODUCTOS EN0L0GIC0S
de Ulysse ROY, em Poitiers (Franca)
EmllePOUST, Sutr- & Genro
C Parruiaii onantioo doa Vlnhoa ou aobra J ._
daMadoc................. otlOOJrwcai ao*'
F.^uclo aEasonclaleCoana o* lOOjCnaou. 600 tu
I Perfumea|:n,t.J -V EAaanciaiioRhumondeTafJa. oslOO irasco 60OJE,
Dei>ositarios cm ftrimintiieo;
Este colK'gio acha se aborto raa Velha n. 40,
e recebo alumnos internos, aemi-internos e exter-
nos.O director,
Ovidi oves Manaya.
Leonor Porto
D. 45
Rna do Imperador
Primeiro andar
Contina a ezecutar oa mais difflceis
figurinos recebidos de Londres, Paria,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeico de costura, em bre-
vidade, modicidade em presos e fino
gosto.
(

Compra-se e paga-
se mais do que em ou-
traqualquer parte bem
como
de qualquer qualidade.
Na ra 4o Imperador
n. 32, loja de joias.
Julio Fuerstemberg.
%'erdadeiro eimenio inslez
Marca Pyramide
Vendem Fonseca Irmaos & C, rus da Madre
de Deus n. 12.
Advogados
Manoel Xctto e Bevenuto Lob ; ra Duqne de
Taxias n. 75, entrada pelo pateo do Collegio.
0 j. flVulCdllos-,/
d consultas e atiende a cnamados a qualquer
hora io dia cu da noite, em sua residencia, na
oid&de do Cabo.
Purgante nas Familias,
tnfu* |lo Or JCYtRsCI*L..l,Mi,.iidl.
Borracha para limas
Seceberam Rodrigues du Faria & C, e teem
jara Tender em seu armazem ra de Mariz e
3arros n. 11, esquina da ra do Amorira.
Huiln il residencia
O Dr Maduro, medico parteiro, mudou aua re-
sidencia para a ra da Imperatriz n. 88, esquina
ia do Hospicio, 2o andar, onde ser encontrado a
qualquer hoia da noite.
Roda da Fortuna
Foi vendido por esta casa o bilhete n. 27,415
com o premio de 20:0003, da lotera de Alagoas,
assim cooio todas as apr .ximacoes.
Malte de Paran em pacotes
Chegou nova remessa para o armaze-n de Jos
Fernandes Lima & C ra do Barao da Victo-
ria n. 3.
MMansKuiHamikwm
D. Lucrecia Candida de Souza
Usel
Francisco Juatiniano de Castro Rebello, sua
mulher e cunhadas, Dr. Matheus Vaz de Oliveira
e sua mulher, e Dr. Virgilio Tavaras de Oliveira
convidam a seus parentes e amigos para assisti-
r.'in as mismas que mandam celebrar na matriz da
Boa-Vista, as 8 horas da inanha do dia 19 do cor-
rente, por alma du sua muito presada cunhada,
irmii e tia, O. Lucrecia Candida de Souza Uzel,
anticipando deade j h ana gratinao.
VENDAS
Vende-se
urna arma^o e suas pertencas, propria para prin-
cipiante ; a tratar na ra do Rangel n. 11.
Vende-se
urna canoa de carreira de um s pao, p)r barato
preco; a tratar na ra Imperial n. 322.

a. Si
D. gnea; Maraahio de Ailiu
qnerque l.ima
Pelo repouso eterno d'alma da fallecida D. Ig-
nez Maranhilo de Albuquerqne Lima, mandam os
pas de seu genro celebrar urna missa na matriz
de Santo Antonio, s 7 horas do dia 19 do cor-
rente, stimo do ssu infausto passamento.________
Adiado
O medico a quem faltar um instrumento de ci-
rurgia, pode procural-o na ra Duque de Caxias
n. 18, 1" andar, que dando os sigoaes certoa e pa-
gando as despezas, se lhe entregar
Ao publico
Urna senhora habilitada se ofirece leccionar
primeiras lettras e trabalbos de agulha em colle-
os ou em casas particulares ; quem de seus
prestimos precisar, pode dirigir se ra do Co-
ronel Suassuna n. 12.
Tavcrna
Vende se a melhor taverna da estrada nova de
A^ua Fria, com poucos funds, propria para
principiante, e tem commedos para familia ; a
tratar na mesma n. 7.
Curso musical
Non a dlreceo do profeiiaor Manuel
Antonio ti l.cal
Na rna do Imperador n. 51, 2 andar, abrir-se-
ha este curso no da 0, comprehendendo as aults
de rudimentos e solfejos, i istrumentos de corda e
sopro, sendo das 4 s 6 horas da tarde, nas se-
gundas, quintas- feiras e sabbados ; e das 9 s 11
da noite, nas segundas, quartas e sextas-feiras,
especialmente para o commercio.
Alencao
Na ra do Barao di Victoria n. 44, 2- andar,
faz-se plises a 200 rs. o metroj
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 12 14 annas de
idado, com pratica de taverna e que d fiador
sua condueta ; na ra aas Trincheiras n. 23.
Ao publico
Deixa de correr as accoea entre amigos de urna
espingarda, syestema Lajancheu-se, nao s porque
foram paseadas poucas aceces, como tambem nao
se ter reeebido os valores.
Perdeu-se
da ra da Imperatriz da Concordia urna meda-
lla do habito da Rosa ; quem achar pode ir en-
tregar na ra de S. Joo n. 52, que ser recom-
pensado.
Boa acquisifao
Vende se a fabrica de vinagre e cerveja rea
da Senzala n. 12, por preco muito barato, por sen
dono ter de retirar-se, tem amitos uteniilio para
fabricar qualquer cuae de bebidas ; a tratar oom
Eduardo Martina na meama, a no Entroneamento,
cara^r. Cptateixo Xtw.
Em vista dos grandes pro^ressos da idea de que
se gloriam as nacoes civiliaadas, o commercio
deve acompanhar esse projresso, visto que elle
o mais poderoso elemento do engrandecimento daa
nagoes ; em /isti do que annunciam
MART1NS CAPITO & C.
1 Ra estreita do Rosario 1
Grande sortimento de gneros alimenticio, es-
colha dos quaes, os annunciantes teem sempre
maior cuidado, para bem servir os seus numerosos
fregueres. Leoibramos, pois, o proverbio :
Quem nao experimenta, nao sabe.
Venham v.t, pois :
Qui'ijos, fiamengo e de Minas.
Fiambres inglezes.
Chocolate fraocez Menier.
Dito do Maranhilo.
Fructos seceos, como :
Passas, amendoas, figos, etc.
Ditas naci >nae-.
Doee de todas as qualidades.
Bolachinha inglesa.
Sementes novas de hortalizas.
Especialidade em
Viuhos finos do Porto, Madeira e Shery.
Ditos da Figueira e de pasto.
Cognac de diversos autores.
Vinhos tnicos, como :
Absintho.
Vermouth, etc.
Licores de todas as qualidades.
Champagne.
Cervej de diversas marcasr-
Bem assim :
Araruta fina em pacotes.
Cha verde e preto.
Dito perola.
Especialissimo matte do Paran, em p.
Anda maia :
Ovas de peixe.
Sardinhas de Lisboa em Saimoura,
Vendem Martina Capitao & C, ra estreita do
Rosario n. 1.
NOYDIDES
Xa aLoja das U ira s Aznes
lina do Duque de Caxias n. 61
Zefiros de quadrinhos e lisos, de todas as cores,
fazenda de novidade com 80 centmetros de largu-
ra e cores securas, a 240 e 280 rs.
Renda da China, fazenda branca aberta, a 240
ris.
LSa chinelas de quadrinhos de seda, 320 rs.
Fuato branco inglez, padrees novos, a 5C0 ra.
Setineta do Japao, campo amarello com matiz e
bolinhas, de lindas cores, a 360; muto larga.
Meias de urna s cor e bordadas, a 500 rs.
Espartilhos eeura(a a 4, e muito finos com cor-
dao de seda a 5S-
Lequea Joanita representando alguns actos
desta linda opera, a \&.
Crochets para sof e cadeiras, guarnicao com-
pleta, a 7/500.
Cortinados bordados para cama e janella, a 6g.
Capellas eom veos de blond de seda, a 9, e
com collar, pulseiras e brincos de flor de larania,
a 15*.
Camisas finas para meninos de todos os taa-
nnos, a 2*500.
Meias para meninos e meninas, de todo preco.
Brim pardo liso fino, a 320 rs. o covado, e lona
verdadeiro a 500 is.
Nanzuc de cores finas a 240 rs.
, Damasco de 12 infestado para reposteiros e col-
chas, al*.
Bramante de linho 4 larguras, muito superior,
a 2*.
Dito de algodo a 320 e 400 rs., e trancado a
600 rs.
Chitas finas e crotones francezes com lindos
desenos e cores firmes, a 240, 280 e 320 rs.
Tapetes grandes e pequeos a 1J800, 2*500, 4*
e7*.
Anquinhas modernas a 2$.
Toalbas alcochoadks a 2*500 e 280C a dazia
Veludilhos de todas as cores a 1$.
Sombrinbas para campo a 2$.
Cretones finos para coberta, cores seguras, a
320 rs.
Atoalhado bordado infestado, a 1(1300 o me i .
MiriLs pretos a 1$ e 1*200.
Gorguriio de seda preto, qualidade superar,
a 2*.
Veos de seda pretos a 5J.
Madapolao americano a 6fl, de 8$.
Algoiiuzmho superior marca T, a 5*800.
E mu tas fazendas de NOVIDADE. S com a
vista se pede acreditar na barateza dos precos
annunciados. Queiram mandar buscar as amos-
tras
\a Loja das EJstras Azncs
Raa do Duque de Caxias u. 61
Cosluraes de easemira
A SO$ e 35*
Na nova loja da ra da Imperatriz n. 32, rece-
beu-ae um grande sortimento de finissimas casa-
miras inglesas oe cores claras e escaras, que M
vendem por preco mui'oem eoata, aesim como daa
mesmas se mandam fazer oostum^s por amida,
sendo do paetot aaeco a 30*000, e dt fraque
3r *; assim como de superior flanekla inglesada
cor azul escura, a 30* e 35*, e tambem ais moa
mas fazendas se manda fazer qualquer peca aval*
sa, grande pechincha ; na nova foja de Penara
da Suva.
ff
,1
s
i
L wn

i


Diario de PcrnambocoSexta-teira 19 de Fevereiro de 1&86
p\



\
H
Fazendas Onas e modas
A.^Hiaa do Cainr- B
I Bastos Jfc C
(TELEPHONE 369)
Avisam aa Exim, familias que recebcram de
Parix:
Lindissimoa cortes para vestidos com teeidos da
mais palpitante novidade como sejam: Etamine
com bordado a retroz, seda crua bordada a capri-
cho, Cachemira com enfeites bordados a fil.
Moda 1886
Valentionne en ecorce d'arbre.
Primorosa escolha em vestidos wm 20 metros de
l ligeira, tecido ainda nao conhecido aqui.
Cores e desenbos novissimas as seguintes fa-
zendas de seda, l e algodao. Etamine, Surab, Se-
tim, Failles, Linn. Toile d'alaace, Cachemires.
Explendido sortimento
Em leques, luvas, espartilhos, lacos, lavalires,
meias, lences e muitos outros artigos qne se ven-
dem por precos scm competencia.
A loja das estrellas
Ra Duque de Cama n. 58
Liquida ai egulsUea faienda com
so j ife abate
Qorgoro de seda preto, do preco de 4*000, a
1*600 e 2$ o metru.
Bramante de linho com 10 palmos de largura,
de 3*500 2* o metro.
' Dito de algodo ideo idem, de 1J500, 1J o
metro.
Atoalhado, duas larguras, lindissimoa descnhos,
de 2*400, 1J300 o metro.
Dito trancado, alvo, de duas largaras, de 1:700
1:200 o metro.
Dito dito crti, dem idem, de 1:200 800 rs. o
metro.
Madapolo Beavista verdadeiro, 6:500 a peca.
Gaardanapo grandes para jantar, de 8:000
4:000 aduzia.
Ditos ditos para almoco, de 4:000 2:500 a
duzia.
Toalhas felpadas, de 5:000 4* a duzia.
Ditat alcochoadas, de 4* i 2:580 a duzia.
Meias inglezas para horoem, de 7:000 4*.
Ditas para senhora, de 10:000 6*.
Lynon de urna s cor para vestido, de 800 rs.
400 e 320 rs. o covado.
Cortes de cambraia bordados, de 12:000 8:100.
Casacos Jersey bordados a 12*.
Gorgorinas de seda, de 1:800 600 r. o co-
vado.
Merinos de todas as cores, de 1.400 800 rs. o
covado.
Ditos pretos, de 2:000 a 1:200 o covado.
Rendas da Indio a 240 rs. a covado.
Setim cor de rosa e escarate a 800 rs. o covado.
Orleais de todas as cores, de 600 rs. a 320 rs.
covado.
Lequea Joanita, 1 2 acto al* um.
Lacos modernos a 1:500 um.
Chapeos de sol pkia senhora a 1* um.
Lencos de esguiao de linho a 1:800 a duzia.
Ditos de cambraia de linho, de 8:000 4* a
duzia.
Meias de fio de Eacossia, de 20:000 8:000 a
duzia.
Anquinhas a 2*000.
Flanclla para costantes a 1*100 o covado.
Cortes de casemira, de 5:000 3*.
Panno ii glez para cestumes, de 5:000 2*.
Brim pardo lona, de 700 e 500 re. 320 e 240
rs. o eovado.
" Dito de cores variadas a 200 rs. o covado.
Aberturas pura camisas, de 20:000 a 6000 a
duzia.
Meias de fio da Escom-i para homem, de 7:000
4* a duzia.
Cottarinhos de linho com peqneno toque de mofo
a 2* a duzia.
Punhos idem idem, a 800 rs. o par.
E muitos outros artigos que su vendem com o
mcsmo abatimento. Telephone n. 210.
VENDE-SE
Doce de caj secco,
na ra de S.- Jos ri.
16.
WHISKY
BOYAL BLEND marca- V2ADO
Este excediente Whisky Escsssez preferivt
ao cognac ou agurdente de caima, para fortifica'
o corpo.
Vende-se a retalho nos melheres armaztn o
nolhadoa.
Pede BOYAL BLEND marca VIADO cujo nt-
me e emblema sao registrados para todo o Brazi.
BROWNS & C, agentes
Tiras bordadas
A 10O. 1*0, ISO e too rs
Para o carnaval
S na nova loja n. 32 la da Emperatriz, se
vende um grande sortimento de bonitas tiras bor-
dadas, proprias para enfeites, sen io largas e es-
treitas, pelos baratissimos precos de 100,120,160
e 200 rs., tendo dous metros cada peca, grande
pechincha. Assim como um bom sortimento de
ganga amarella, verdes e encarnadas, qne se
vendem barato : aa loja de Pereira da Silva,
ra da Imperatriz n. 32.
Agua de Vldago
Em quartos e meias garrafas ; vendem Fari
obrinho & C, ra do Mrquez de Olfnda n.
1, depositarios.
Exposi$o Central
DamiSo Lima & C. intitularam o estabeleci-
ment em liquidacie da ra larga do Rosario n.
38, por EXPOSIQAO CENTRAL ?para assim se
tornar bem conhecido de todos, pelo que chama a
attenco especial das Exmas. familias nara os
precos seguintes :
Metros de plics a 400
Bonecas inquebraveis 1*500
Metros de arquinbes 120 e 160
Pecas de bordados finos a 300 e 400
Garrafas com agua florida a 700 e lOOO
Frascos de oleo oriza por /0C0
Fita para toalha, n. 80 1 000
Cairelis de 20C jardas a 8 I
Inviseveis grandes a 383
Ditos menores a 300
Brinquedos para meninos a 200, 300 e 500
Caizinhas para presente a 2*500 e 3*O00
Meios fiode sedapara senhlnra a 1* e 14200
L para bordar de 2*800 e 3*000
Fita chineza o maco 360
Ditojde algodaodito 240
Massinhos du grampos a 20
Macaquinhos acrobticos a 160
Botoes, fitas, leques, perfumaras, bengalas, te-
souras e outros muitos artigos que s com a vista
na ExposicaoCeat" "" larga do Rosario n. 38.
SAO AS SEGUINTES PARA, ACABAR
S9-Roa Doqne de Caxias-59"
Toae de nice, lindas cores, 1#, 1*400 o co-
vado, xy
Damac de seda borcada a 1* o dito.
Sedas bordadas, finas, a 1*800 e 2( o dito.
Setim Maso de tedas as cores, a 1* e 1*400 o
dito.
Dito dito preto, a 1*200, 1*500 e 2* o dito. ,
Cachemiras para vestidos-, a 1* e 1*400 o dito i
Gcrgurinas matizadas de todas as cores, a 400 i
eJ500 rs. o dito.
Setinetas lavradaa e lisas de todas as cores, a
MX) e 560 rs. o dito.
Faile com lindas cores, a 460 e 640 rs. o dito.
Mirins pretos a 1*, 1*200, 1*400 e 2* o dito.
L2 de quadrinhos, cores lindas, a 700 rs. o dito.
Dita de todas as cores, a. 400 e 560 rs. o dito.
Popelinas de seda a 300 e 320 rs. o dito.
Alpaca lisas, finas, a 360 e 460 rs. o dito.
Fustao de cores para menino, a 320 e 3C0 rs. o
dito.
Casemirss pretas a 2* e 2*200 o dito.
Ditas de cores a 1*500 e 2* o dito.
Ditas ditas finas,ingleza, a 3*500 e 4* o dito.
Cortes de casemira com toque de mofo, a 2*800
e 3*400.
Ditos de dita perfeitoa, finas a 6*500, 7*500 e
10*,
Damasco de 13 com 8 palmos de largara, a 2*
o covado.
Dito de algodao a 600 r. o dito.
Dito branco bordado a 1*500 o metro.
Atoalhado de linho fino, a 1* o dito.
Cortes de cazeneta a 1*400, 1*800 e *.
Fechs de pellucia, 6* e 7* um.
Ditos arrendados, a 2*500, 3*500 o 4*500.
Ditos de seda, lindas cores, a 3* e 3*500.
Chales de casemira, a 3*500. 5*500 e 7*.
Ditos de algodo.a 1*, e 1*800.
Colchas de cores a 1*500 e 2*. '
Ditas portuguesas (muito grandes) a 12* e 14*
Ditas da crochet a 10*, 12 e 15*.
Capellas com veo (para noivas) a 10* e 16*.
Enxovaes para batizado, a 10* e 14*.
Camisas para senhora, a 3*500 e 5*.
Saias idem idem, bordadas, a 4* eq 1500. a
Toalhas de laberntho rieas (para baptizado)
60* e 80*.
Cretones Bara vestidos, lindos padroes, a 280,
360 e 440 rs." o covado.
Chitas claras, finas, a 240 e 280 rs. o dito.
v roa Duque de Casias n. a
Curo ila Gmta&C.
DAS
CORRE NO DA 25 DE FGVEREIRO
lainhas
Vendem se em barris e em quartolas,
baratas do que em ou'ra qualquer parte ;
de Pedro Affonso ns. 5 e 11.
e mais
na ra
Linguas seccas do Rio
Grande doSul
Vende se na ra de Pedro Affonso n. 6 (sntiga
da Praia) a 320 rs. '.'.'.
1
O portador que possuir um vigsimo desta importan-
te lotera est habilitado a tirar 10:006$>000
Os bilhetes acham-se a' venda na Casa Feliz, praea da
Independencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 23 de Feveriro de 1886, sem falta.
a

\

/

,

i ieri rcsn
IB
A

^B N B.- -O premio prescrevejr
. 1 um auno depo6 da extraegao. ^ ^^B
DOS PREMIOS DA/WT D PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 1836, EM BENEFICIO DA SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECD7E, EXTRAHIDA EM 18 DE FEVERIRO DE 1886. '
NS. PREMS. NS. PREMS. >I8. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. ] NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS
1 44 4 -5 16 -29. J 32 44 41 42 222 45 463 44 730 4 968 44 1209 4? 1451 44 1663 44 1897 84' 2162 l4 2324 44 2565 44 2334 44 3069 44 3321 4 3534 44 3805 44
2* 33 65 66 32 33 68 69 17 19 62 68 70 78 z 98 1910 44 69 74 44 42 48 a> 82 -89 - 35 36 I 74 84 23 27 36 38 l4
36 74 -__ 37 iW 73 __ 21 69 79 22 84 78 54 2603 39 1004 91 33 48 \^- 8 10 17 18 44
39 _ 77 a 54 44 75 26 71 80 24 44J 79 56 84 5 47 44 93 35 49
44 81 v> 60 -. 76 28 79 82 25 . 82 59 44 15 - 56 95 9 41 51
48 91 44 70 90- 33 __ 93 . 83 29 83 63 17 - 59 98 44 43 56
55 96 84 84 96 35 94 84 ^"i 30 84 ^* 65 27 60 3100 49 65 21 aM
43 -46 54 59 -65 -73 56 97 1004 85 98 39 1502 88 49 85 " 66 32 - 72 4 50 66 22 29
62 99 44 92 1011 3*4 40 6 98 57 87 70 35 83 6 56 69
65 66 508 12 800 1 12 43 U 49. 53 16 20 mm+i 1704 6 ^ 60 63 88 93 15 73 76 z 36 -41 84 86 J 7 10 57 58 73 -77 34 35 -
67 78 18 44 3 12 44 43 T 55 56 21 24 ^__ 7 12 -~ 64 70 96 98 44 80 84 __ 43 48 87 88 4 12 -24 84 63 66 _ 85 3604 - 36 38 39 55
77 !> 81 _ 45 15 _ 50 _ 60 . 28 23 74 99 90 54 - 89 31 44 72 18
80 U 87 _^ 64 __ 19 51 _ 61 29 26 76 2200 2405 62 - 94 3*4 32 75 25 - ^^
84 -86- 96 300 1 15 . 67 68 74 21 30 31 c 57 --- 63 87 90 84 44 34 41 45 29 31 81 8 86 1W 4 44 24 26 28 8 24 27 63 -73 -80 95 99 2902 44 37 41 -44 81 94 95 26 36 -41 ^ ao 59 4:ooo4 64 44 SDS
' 97 - 17 76 _ 35 _ 59 91 47 48 90 29 28 88 15 34 3400 42 72
100 19 93 _ 43 _ 61 95 55 55 2006 32 32 93 - 23 *4 49 44 1 47 74
7 22 602 3t5 44 S4 67 s 98 57 60 21 35 49 2703 - 24 8 51 2 53 82 MM
10 23 4 84 50 44 70 44 1301 58 62 22 38 42 45 46 51 - 4 - 44 u 54 9 62 - 88
20 -28 -34 ~ 26 27 37 9 11 19 44 52 55 73 ^r 72 77 80 l4 44 11 16 18 \ 62 67 70 i 63 70 78 26 27 28 84 60 62 63 ,^_ 7 10 13 55 57 58 56 -59 64 - 17 22 28 69 70 71 39 94 98 3900
40 42 42 60 21 24 81 82 - 81 84 84 Ai, 22 25 7 72 77 87 90 z 32 50 - 51 S 44 75 80 81 s84 18 -24 - 59 60 65 75 14 32 38 77 -81 _ *
46 - 66 27 84 '89 84 30 . 82 92 54 - 52 T 29 78 4 79 44 39 3703 3 ^^
60 71 34 85 1105 44 39 89 94 60 57 "" 34 - 80 44 80 - 41 6 -j 6 '
67 77 36 87 . 8 42 __ 95 99 62 58 b 36 84 89 84 43 *4 8 - 10 ""*"
70 83 37 90 10 ._ 43 96 1809 65 60 8k 46 - 88 93 44 46 U 11 16 ""
74 -75 -77 -80 -88 1*3 94 98 402 42 50 54 93 94 98 18 19 21 51 60 62 1604 5 6 12 14 28 *4 44 c 66 67 70 84 61 63 66 92 95 97 V. 51 56 -57 94 95 3002 3209 14 -22 57 70 71 14 -19 23 20 22 23 32 14
1 4 ^^ 56 907 23 ___ 67 8 30 74 71 _ 98 * 64 - 4 - 23 72 28
7 _ 62 13 12 mm 50 __ 69 10 36 76 74 ._ 99 70 14 -- 39 80 29 39 44
93 4 9 65 *4 13 __ 55 75 12 __ 37 81 81 __ 2500 73 15 53 - ,81 39 j 47
94 11 66 u 15 __ 56 79 13 47 '* 87 86 ... 4 74 22 59 82 40 49 84
95 - 1 lo 68 27 100,5 57 99 16 48 88 87 7 - 77 29 67 85 42 50 44
ii7 1U 22 71 29 44 58 1401 23 50 . 92 89 _ 16 80 v\-85 84 31 76 91 55 o2 -
99 - 26 72 31 8004 62 __ .3 24 __ 52 93 95 30 % J 32 78 : - 94 64 58 **
oo 27 , 79 - 34 44 68 5 25 62 2100 97 31 87 44 \36 79 3503 69 62 ^^
2 82 33 70 9 33 70 19. 98 36 89 - Cl 83 8 74 - 68 m^
4 34 87 3* 40 _ 71 11 39 74. - 24 164 2305 37 91 - V 92 12 79 69 """
5 44 99 4(5 41 __ 81 22 41 .__ 81 T 33 44 9 51 2801 94 13 82 77 r 84
13 - 46 706 42 50 53 57 88 28 44 __ 82 t:ooo4 36 10 52 7 - b\ 95 18 89 79
17 - 47 13 90 84 31 48 85 44 48, 14 53 10 - 58 > 3304 20 92 - 87 4J _
18 48 15 *# 1200 44 34 53 __ 91 50 St4 15 55 30 - . 65 5 S4 24 94 89 *"
21 - 60 19 44 1 39 57 92 1 I 59 I0TI 44 IAI 18 n 1 1 63 84 32 67 S4\ 19 44 - 27 95 - 95




y***
8
Diario de PcrnanibucoSexta- feira 19 de Fevereiro de 1886
LITTERATE
OS FILHOS
-T
-^


DO
BANDIDO
POR
a.
CMII-H
QUAHT PASTB
is gruas TEtretat
)
OS PRIStOTEIfcOS DE LA CHE-NAYE
.Meu querido Barnae, disse o preboa
te de Paria avadando, penaliaa-me ter
duvida do ira instante, pego lho desenlpa;
mas deve Ber iadulgonta para ura infeliz
pae que nao teui viia desde que lhe rou-
barara a filba.
__Encontraremos a menina Diana, ju-
ro Ihe exclamou o conde apertando entre
as suas oaos' que lhe offereeiara o senhor
d'Aumont. ,'
- Quanto a mim, dase d Herbau' ca-
minhando, sou feliz p>r ter contribuido
para a tua liberdade.
Obrigado, marquez; serei eterna
mente grato, e tambera ao 3r. Bario de
Grandair.
Marcos inettoou-aa sem responder. An-
da nao tinha dito urna palavra durante- a
eonversagilo antecedente.
__ Entretanto, disse La Quiche, sorrin-
do, ha dous factos que nao coraprehendo.
__Oh! oh! disse o conde, es ;,esse ca-
so mais diffiVil de contentar que o lugar-
tenente criminal e todo o prebostado. O
que que nao comprehendes ?
- Entendo a causa do tea eaptiveiro e
a da sequestragito, mas nao os motivos que
ievaram La Chesnaye a .poderar-se da ba-
ronesa e da menina Diana ?
O primeiro, querido cavalleiro, ex-
pca-ae fcilmente olhando a nossa foimo-
sa amiga.
Como ?
Nao a mais provocadora bellesa de
toda a corte ?...
BasU, conde 1
Receias. .
La Guicho atalhando a conversa, vol-
rou-so para a baroneza e disse-llie :
La Chesnaye estar namoraio de ti'
nympha? i *
Ai de mira! disse Catharina suspi-
rando.
Namorado coaio tu e eu po-lenamos
,r, acrescentou o conde de Bernae.
Ohl assisti s paixocs sent mentaes do
bandido, e eu juro-te que essa Lucrecia
de honesta memoria, de quera o Sr. Van
Helmont me contou a trgica historia, nao
era mais do que um insolente ao p da
baroneza. E' digno de entrar no conven-
to de Fcarap 1 Que vrtudo !
Mas, observou Vai. Helmont, como
semelhante hornera, tendo era seu poder e
sua disposico o objecto do seu amor,
a sua
i Raptei a menina d'Aumont, pelo nico
motivo' de querer conservar entre minhas
roaos um penhor e precaver assim, eu e
meus cumplices, o rigor da justica.
E, eontinuou o conde, instado para
que diss-'sse aonda esta va a meraina Dia-
na, La Chesnaye recusou positivamente
fallar. A's araeacas de tortura, respondeu
tranquillamente que no instante.eni jue se
approximassem d'elle para tal fm, seria a
entonga de morte para a joven.
Accrescentou que a menina Diana es
:ava entre as maos dos seus mais neis com-
pauheiros, que a vigiaran, que mal algum
lhe haviam feito ou fanam, que seria res-
tituida a sea pai na inearaa data e.u que
elle, La Chesnaye, fosse enforcado, mas
executado sem acompanhatnento do tortu
ra, que a.dotencao da infeliz creanga era
garanta contra as dores da turtura e que
tal detengio b cessaria depois da raorte
pura e siroples do condomnado.
Ern. yonsidsracio ao Sr. d'Aumont, os
juisieS deraul-96 por satiafeitos, e foz-se
como La Chesnaye desejava.
Deu a sua palavra relativamente a
miada filha? perguntou o preboste ; acre
lita, senhor conde?
Acredito, meu digno amigo.
rJ eu nao o acredito, disse precipita-
damente Van Helmont. Operando d'easa
maneira, nao te ve outro desi'jo senao ainda
engaar a justiga e evitar o justo castigo
di seus crime escapando tortura. Os
juizes, iefluenciados por
iisposicao o
\ aio empregou a violencia para saciar
/ criminosa paixo'? ;
( Eu ticlia um preservativo, disse Ga-
\th*rina, contra toda a tentativa de violen-
cia. Um pequeo punhal envenenado, ti-
rado por mim da cintura do bandido, pro-
tega-rae contra todo o ataque^
Bravo baroneza, exclamou d'Her-
baut; urna verdadeira herona !
No que diz respeito menina Diana,
acesescentou Bernae, La Chesnaye Ibes
vai responder.
O conde abri o manuseripto que fecha-
ra, e, pondo o dedo n'uma pagina, leu em
vez alta:
um sontimento
comprehonsivel cederam, verdade, s
vontades do bandido; mas esta raanha rau-
daram de resolngSo, e a tortura ser appli
cada.
Anplicada a tortura, exclamou o con-
de de Bernae sem poder domar um movi-
mento.
.. Sim 1 respondeu friarueate Van Hel-
raent; isso parece inquietal o, senhoa con-
de ? o i
Nilo ; mas admira-me, senhor. Pen-
sava que o ulgaraente estava difinitva-
mente dado, disse o conde retomando todo
o seu sangue fri.
la sel-o, quando o contedo foi mo-
dificado.
Est certo d'isso ? perguntou o pre-
boste agitadissimo.
Estou.
Mas rainha fillia I minha filha ex-
clamou o pobre pai. Se La Chesnaye da-
se a verdade, vai aorrer 1...
Nada tema, senhor preboste, prose-
guio Van Helmont olhando para o conde de
Bernae; nada receie, tudo fo calculado.
Se La Chesnaye disse a verdade, se a me-
nina Diana ainda existe e est as maos dos
bandidos, as dores arrancario a confiasio
da verdade ao condemnado, e indicar o
lugar aonde est detida a joven. Se, ao
contrario, a menina morreu, assim como ha
rauito tempo julga, nilo haver tormentos
suficientes para viugal-a. Finalmente, se
elle recusar revelar o segredo que lhe ex-
gem, as torturas augmentarlo consecutiva
mente at ao, momento era que fallar.
Mas, exclamou ainda o preboste, mi-
nha filha! minha pobre filha 1 Ser sacri-
ficada se elle fallou verdsde !
Nao Ninguera mais conhece essa
resoluco tomada ha apenas urna hora do
que tres juizes, o preboate de P.ouen e eu.
La Chesnaye ignorava-o ; por consequen
ca os seus cumplices de nada sabora. No
momento em que o cortejo se encarainhar
pan a praga um cotfdo do policas fecha-
r todas as sahidas e vigiar o lado da
casa ; de maneira que ninguera peder pas-
sar at occasiao em que fr arrancada a
confisso a a boceo do bandido. Conhecido
o lugar, urna forja armada sa mandar
preparar, e sua filha, senhor preboste ser-
Ilie ha enl-j-jue antes que fra da cidade
si-ja conhecida a serte de La Chesnaye.
Bem imaginado, disse o conde fazen-
do um esforco para sorrir-se em quanto
Catharina encobria o rosto com o seu lengo
para oceultar a palldez.-
Ricardo levanton-se apresBadamente.
Se o meu senhor permitte, disso elle.
seu fiel servidor ir reunir-se escolta pre-
parada para salvar a minina Diana.
Impo|8vel! disse'Van Helmont agar
rando o braco ao sargento do preboatado
de Pars. Agora que rovellei o segredo da
justica, ninguem pode deixar esta casa,
nem comraunear cora os de fora. ..
Fioa I disse o preboste dirigindo-ae a
Ricardo.
O Sr. d'Aumont, tornra-se pallido ; o in-
feliz pai soffria todas as angnstis da du-
vida o da esperanca. Desfallecido, deixou
se cabir n'um fuuteu e apertou a eabeca
eatre as maos. D'ah a alguna instantes
a Borle de sua filha a decidir-se, e nada
fiodia, nada mais do que esperar o fim que
he dovia traz6r a vida ou a m trte.
Bem imaginado, replicou o Sr. de
Bernae ; mas quera diabo deu essa enge
nhosa ideia aos juizes e ao prebostado.
Um hornera que nS p;rteu:e rea
gistr.'tura.
E esse hornera ...
Eu respondeu Van Helmont.
- O senhor? perguntou de Bernae.
Os dous homens trocaram um rpido
olhar.
N'eata Mcaailo os gritos que tinhara an-
nunciado aos griantea a chegada do cor-
tejo aoarara na praca. Todos sa levanta-
rain e se approximaram das janellas.
- Aond'J e quando deve t-jr lugar essa
tortura da que falla ? perguntou o conde
fazendo par ir Van Holraont que passava
junto delle i
- No mesmo instante o n'esta roda ;
respondeu o velho sabio designando cora a
mo o instrumento do supplicio. Desta ja
nella, Sr. conde, poder ver castigar co-
mo merece aquello que ousou servir-se
um momento do nobr? nomo dos Ber-
nae i
Humberto est perdido murraurou
Catharina apoiando-se ao braco do conde.
Sim, se os giriantes nao vierera res-
pondeu Bernae em voz muito baixa; mas
virio: Mercurio est com elles!
E, voltando se, trocou um rpido ciliar
com Ricardo.
Giraud e Van Helmont Acarara um mo-
mento sos no salo.
~ Est sempre prompto ? perguntou o
sabio.
Sempre raspn leu o ex-polici i da
prebostado de Rouen.
VI
O CORTEJO
terrorapidoj;| depois vra-sejo executor das
altas justigas, o senhor de Rouen, segundo
a oxprsso consagrada, e que cousa ain-
da mais singular, se applicava aos bispos
e ao carrasco.
O executor caminhava a alguns passos
adianto dos seus ajudantoa.
Trajava de encarnado; o casaco era or-
nado de um bordado que representava p">r
dianto um patbulo e detraz urna f
Ao seu aspecto o povo manifestara urna
iensaco de espanto, e cada um se eleva-
ra sobre o seu viainho para melhir o vr.
O principio do cortejo afeanoara o pe
lourinho e o tempo que 03 pjliias Ievaram
pura se collo.-ar. os penitentes parase es-
tabeleserem ao p do instrumento do sup
plicio, fizera cora que houvesse urna [jara-
gera.
O c: olliar era redor d'elle, e, por vezes, se
fixava nos seus dous ajudantes, trazando
urauma compr.ia corda costas, e o ou-
tro grandes tenazes ou torquezas do f^rr 1.
Os hospedea dj pomada do Cat'auento
estavam agrupados na janella ; raas cada
um dellea apraaentava no rosto a iraprcasao
(Jitlerento produzida sobre a sua organisa-
c&o moral pjlo espectculo a que elles to-
dos assistiam.
La Guiche, il'llerbaut o os daos offioiaes
do prebostado apoiavara-se varanda, dar-
dejando seus olhares sobre a praca, no
pareciara senilo mediocreraento oseupadoa
da exeeugilo que ia fazer-se.
Van Helmont o Marcos estaram ao lado
um do outro, e volcados de maneira a nilo
perder do vista nenhum dos seua compa-
nheiros.
O sabio, eo 11 o olhar sointillante, f.per-
tava cora forga a raao Grandi.ir.
Ah I disse lhe em voz baixa, o supplicio
vai arrancar aquello miseravel a confissSo
da verdade, e tinalraoote saberjino3 tudo !
Acredita, raeu amigo ? respondeu
Marco* meneando a cabega.
Eatou certo diaso.
E eu i'uvi lo.
Porque?
- Porque o conde parece
q1 illo. Tera algum plano que
que vira destruir as nosaas esperances, ju-
ral-o-hia.
catar irn
ijooraraos e
nar ; infallvel/ Era lugar de fugir, le-
vou a sua astucia a fazer-se arrebatar
forja do palacio de D. Pedro de Toledo,
lerabra-se ? Foi apanhado ura hornera re-
conhecdo por capitao h% Chesnaye. Di-
versas tcstemunhas o reconhecein.
1 Eisas testemuuhaa s3o falsas, sai o ;
es;t; pr.ttenlo Li Chasnaye deserapa-
nha um papel porigoso, estou certo ; mas,
alera da minha conviecao, que pro va te-
nho disso ? Cj n que, sobre que, atacar
este h o mora, osae eoala de Barna-j ? A
barreira clev.tda pelo julgauento do par-
lamento por asnm diaor npossivel de
tranapor, preciso reuair todas aa nossas
forcas para tentar derrubal a.
* Oh case R '.ynold um verdadeiro
demonio! Atacanio a quadrlha de La
Chesnay.j, libirtamos o falso onde e sua
coiipanheira. Estavan prisin iros do ban-
dido, nao padece duvida para qualquer ou-
tro. Haje aatraa-se da somelhanya que ex-
isto entro ella o Li Caeanaye; os outros
d^o-lhes crdito.
Pasaa por victima, elle o chefe da
terrivel a.sso iacao ; mas, anda urna vez,
que prova dar para sustentar a nossa ac-
cusncao 1
Tora razio disse Marcos suspiran-
do. /
Coraprelunde, replicou Van Helmont,
e seu impetuoso ardor deixa conter-se pela
minha experiencia das cousas e dos ho-
mens e 1 -la minha fra?a razilo. O segredo
que dia icspeto a este liomem nao co
nhecido at aqu senilo por nos dous. Gi-
raud apenas o autov sjiu catar certo de
cousa alguma.
Para revelar justica o que temos a
declarar lhe, necessario provaa dalas
pelos proprios bandidos. Bem easaa pro-
vas vamoa telas, e as dores do supplicio
vo arrancar ao prisoneiro a declarago
da verdade.
Estou, como tu, impaciente 1 Queres
retomar o teu nomo, eu quero arrancar
a rainha filha das maos dessea infames.
Oh Aldah ? Aldah !... Vivera ainda ?
Estar raorta ?
Vive vive 1 Acredite, livral-a-hemos .
exclamou Marcos apertando as mitos do
sabio. Tem razio, meu pai, sebarei ospe-
| rar I
Neste momento o cortejo coutinuou a ca-
FOLHETIM
A multidao que se agrupava na praca
lo Mercado acabava de entreabrir se, e,
pela passagera ivre-no raeio della, prinoi-
piava a desfilar o cortejo.
Aos gritos suceeiera um silencio pertur-
bado smente de tempos a tempoa por sur-
dos murmurios.
A populaga vida via finalm'ute chegar
o iust -ute do espectculo eaperado cora
tanta impaciencia, e esquo.ua suas faligaa,
seua contraterapos e dissabores.
Era exactamente pela ra ao canto da
qnal encontramos o pequeo grupo dos gi-
riantes, que caminhava o lgubre cor-
tejo.
Uns homens vestidos de panno preto ca-
rainhav&ra na frente trazendo na ralo urnas
varaa com que aredavara % multidao, pa-
rando uns Uefronte dos outros.
Em seguida um piquete de policas do
preboatado precedendo o lugar-tenente cri-
minal e o lugar-tenente da opa curta, am-
bos montados om bons cavallos e trazendo
o seu melhor vestuario.
Depois dos dous magistrados um segun-
do piquete de policas, seguido por duas
corapridas fileiras de penitentes brancos
psalmodiando o fnebre De profundis.
Urna imagem de Christo coberto se ele-
va va trazida por um frade, o qual cami-
nhava no espago deixado vre entro as
duas fileiras de penitentes.
A rauItidSo ajoelhou piedosamente, jun-
a sua voz dos religiosos.
Depois dos penitentes o cortjo era in-
Que plano ? o libertamento do priaio- ininhar; o carro em que viuha amarrado
neiro ? o condemnado deu entrada na praga
Talvez. Iramediatamente os gritos interrompidos
' E' possivel I Pense, senhor, que a, returabarara cora forya; foi, como o ribom-
quadrilha des3e miseravel est toda des- | bar do trovao, ouvido a urna legua da dis-
trada pouco raais ou menos tancia.
Mas os do pateo do3 Milagrea que Giraud e Ricardo precpitarara-se para
nos amcacara do voltar-so contra nos. a frente, dardejando seus olhares sobre o
Agora mesmo nos devem trahir, ds sentencia io que vagarosamente caminhava
se Van Helmont. Sei-o; assim tudo est no centro da turba-multa; mascada olhar
combinado. Os triantes devera estar exprima um sentimento contrario.
nossa esquerda, ncsti casa, e o sabio de-
aignava a casa aonde electivaraente est -
vara o grande coesre e os seus subditos
prestes a saltar era socuorro de La Ches-
naya ; raas, contiuuou ello, as medidas
mais enrgicas esto tomadas,1 e as torgas
de que dispSe neste momento o prebostado
sao consideraveis.
Nao importa !. Esae hornera est
tranquillo, repito-o Talvez fizesseraos rae-
itior declarando a verdade !
A verdade Quera a conhece? seu
Quando aifirraasse^que La Chesnaye um
velho, quem me acreditara? Quando ac-
crescentasse que este hornera, esse preten-
dido conde de Bernae, seu filho, que pro-
va podera eu dar ? Nenhuma 1 Que prova
tenho para mim proprio ? As revellacBes
de Aldah durante o seu sorano e as mi-
nhas observares, verdade; mas essas
observagSes de quem provm e a quem
pertencem sen5o a mim ?
Quando eu affirmasse e elles negas-
sem, a qnsm deveriam
A FILHA 00 SIMllO
POR
r. w so;s&obs7
( CoutinuaeOo do u. 39 )
* II
Esse incidente modifico1.! completamente
a situac2o. Como nao se tratava mais de
salvar um innocente, Meradec recobrou a
sua liberdade de acco e nada o obrigava
a dizer justica o qne ella nao lhe per-
gnntava.
Voltava, poi, a pouco e pouco, sua
primeira idea, que- era de trabalhar s/ au
xiiiado por Sacha, e de decobrir o assaasi-
no, sem que a polica entrasse nisso. -
Por outro lado, M^riadec nSo podi es
quecer que o juiz o esperava e que, se nao
comparecesse, expunba-se a. cousas des-
agradaveis. urna das quaes seria attrahir
sua cae a polica, se o magistrado se lcm-
brasse de mandar um gente bus-:r a te-
temunha recalcitrante. Mas elle estava ci-
tado para as tres horas, c o relogio do Pa-
lacio estava dando duas. Tinha-se adian-
tado, e podia levar Sacha para casa.
A questXo era saber se S :cha aceitarla
essa inudanca de programma, e Meradec
tinha as suas suas duvidas a respeito, po-
rm j conbecia o carcter do joven Mos-
covita, que era o menino mais teimoso que
se podia imaginar.
Quando acordou, depois de dormir quin-
ze horas seguidas, comejou por chamar
por nomes russos, noraes, sem duvida, dos
iados que o serviam em cusa da mai; e
quando vio chegar a criada ie Meradec,
' encolerisou-Be e injuriou-a em muto bom
fraucez.
Depois ;'o almoco pedio para sabir, afim
do mudar roupa.
Meradec propoz le vai-o Bella Jardi-
neira, depois da visita do juiz de instruc-
cao ; e no momento em que deliberava, no
boulevard do Palacio, o menino teve o cui-
dado de lembrar lhe a promessa.
Entao ? perguntou elle, chegaremos
brevemente a e3sa loja em que se vendo
roupa ?
*Daqui a ura momento, respondeu Me-
radec, que acabava de resolver lvalo l
antes de voltar para casa.
A Bella Jardineira fica a dous passos do
Palacio e elle tinha urna boa hora dispon-
vel.
Demais, o rosto de Sacha illurainou-s
depois da resposta do seu protector e ello
parecru mais disposto a conversar.
Meradec tratou de aproveitar essa boa
dspo8lo para colher delle os esclareci-
metos que anda nao tinha^ podido conse-
gur.
Como voe falla bem fiancez disse-
lhe, seguindo com elie para o caes do Re-
logio. Deve ter tido um bom professor.
Eu 1 exclamou Sacha. Nunca pude
supportar os profeasores. Mandaram bus-
car um em Pariz, mas eu oatorraentei tan
to que ello nao quiz ficar. Foi papai quem
me ensinou francez. Mara&i tambera sabe
francez ; entre si nunca fallavara russo.
Sim, sei que na sua t-irra esse o
costume da gente bem educada. Em que
cidade inorava na Russia ?
Moravamos no campo, mas eu tai
duas vezes a Moscow.
Em qua governo era a sua residen-
cia ''
No governo do Tarabow.
Foi essa a primeira inforraayao precisa
que Sacha dava, e a indicado podia ser
til. Meradec tentou obter ouras.
Como so chamava o sea castello ?
perguntou.
Nao sei o que um castello. O lugar
onde moravamos chama-ae Verine. A ios-
sa casa fica a dous verstes da^villayque
pertence a raamili. /
__ Com isto, pensou Meradec/'bastar
escrever para a Russia para sab/r o nome
da pobre mulher, cujo corpo rfst na Mor-
gue. /
E tornou : /
Voc disse-me que sua rai chama-se
a condesa Xenia ?
Sra, responden o /menino com alti-
vez, e ella t&o nobredomo o impera lor.
Como seu pai. /
Mais do que mupai. Ella descende
de Rurik, elle, fiaol
Entao, rfcebiam multas visitas <
Verine. Toda a nobreza da visinhanca
devia ir sua casa.
Nao, nao receamos visitas; papai
nao quera.
Meradec comecava a entrever a situa-
9o desse casal singular ; urna grande fi-
dalga russa, casada com ura homem do
condijao inferior sua e posta era quaren
acreditar ? Oh!
n'uma
O de Giraud, era a colera, o desejo da
vinganca que claramente se lia sobre a
sua pliysiouomia expressiva :
Joanna I murraurou elle, e fez um
raovmento para Catharina, mas Van Hel-
mont, que o observava, agarrou o pelo bra-
50 e collocou o no sea lugar :
Lembra-te do juramento murraurou
elle. Paciencia.
Giraud baixou a eabeca.
Vendo La Chesnaye, o rosto de Ricardo
cinpurpureara se, e, cora a bocea entrea-
b.Tta como para deixar escapar ura grito,
pareca prestes a pular por cima da va-
randa.
O conde de Bernae fez lhe ura sgnal
imperceptivel para outro que nit ofosse o
sargento do prebostado.
O gentilhomem e a sua tentadora...
companheira, pareciara tilo tranquillos,
como se estivessem a assistr a ura espe-
ctculo ordinario.
nicamente a curosdade se raanifesta-
0 ex-
08 testemuahos de anciedade a mais horri-
vel...
t Diana I... rainha filha .. mtiriau-
rava elle, oh I este homem sabe aonde
ella est, ella I... oh I se quizesse Cal-
lar... toda a rainha fortuna... tuda a
minha fortuna. tudo o que possuo, tudo
lhe dava para saber aonda 03t minha fi*
Un...
Repentinamente, na occasiao era <|ae
passava o carro defronte da varan ia, aa
janellas de urna caaa situada no lado di-
reto da praca abriram-se cora precpitacSa
e um novo numero de espectadores appa-
recou a esaas aberturas.
O conde e Catharina, aos quaea esta ca-
sa pareca provocar grande atUncao, de-
rara um simples suspiro de satisfacXo e
trocaram ura rpido olhar que passou ain-
da cora mais rapidez sobre o condem-
nado !
Este ultimo, com a cabea elevada, 9
corpo revestido com o trajo tradicional at-
tribuido a La Chesnaye, pareca passar
revista aos espaciadores agrupados na va-
randa da poasada.
Grande palldez renava no seu rosto,
pallidez que a barba e os cabellos preto
faziain augmentar
Catharina tinha um Ienc.o na mSo es-
querda. Na occasiao era que os oaos do
condemnado encontraram os della, paasou
esta o lenjo para a mo direita e lirapou
o rosto.
Um sorriso errou nos labios de La Ches-
naye.
0 carro approximou-se do p'dourinho.
1 Conde, disse o preboste de Pars, que
se approxiraara de Bernae, jurou-ma que
nao vira minha filha durante o seu capti-
veiro, que ignorava aonde Diana fra cou-
duzida ?
Jurei, respondeu o senhor de Ber-
nae.
-- Bem Jure novamente I
Eu o juro, querido amigo No mes-
rao instante em que fui arrebatado do pa-
lacio do embaixador com a menina Diana,
depois de ter lutado em vao, fui derriba-
do, vencido e amordazado e atado, a;hei-
me separado de sua filha, rainha futura
noiva I Desde esse momento nunca mais
a vi, e nao pude obter de La Chesnaye
ou de seus homens nenhuma noticia a seu
respeito. Pedidos, araeajas, prcraessas,
proraessas fabulosas, a nada cederam.
A nica cousa que pude saber que ella
ainda viva, e a minha nica esperance
que nos seja depressa restituida.
O senhor d'Aumont dea um suspira
igual ao estertor de um moribundo.
Bem bem murmurou elle corao um
homem que nao tem consciencia do suas
palavras. Entilo, necessario que s?ja
assim... o supplicio... a dor o tara fal-
lar... oh! quera ser eu o proprio carras-
co para melhor e mais depressa ouvr as
Reynoldsube collocar-se n'uma posico |va P.r a,Sama damacao ou geat
inatacavel nara nos. O parlamento de Pa- j Prea8170'
vare. f" f j0jQ*a Quanto ao Sr. d Aumont, ao infeliz pai
ns, nue reconheceu nelle o descendente I "^ ., *
, 4U0 iouuu da pobre Diana, a vida pareeia prestes a
dos Barnac, nao aniquilar a sua senten-' r r v
ca aenSo depois de testomunhos'evidentes. a an ona :
A just9 em Franca nao se pode enga- Pallido, apenas se sustinha, dava todos
Oh! o senhor 1 exclamou o artista taneamente os mortos antes de irera para o
mal comprehenddo. Vera depor ? Poisicei
bem pode poupar-se ao incommodo de
subir tres andares. O nosso juiz foi cha- voee no tem vontade
menino,
tena pelos seus vizinhos do campo, por cau dade de locorao5lo l
mado casa do primeiro presidente, e a
audiencia ficou adiada para amanha.
Tanto melhor! disse Meradec, satis-
fetssimo por ter recuperado a sua liber-
sa desse casamento desigual, isso estava
de accordo com o deafeeho trgico desaa
uno inconveniente.
E passavam alli todo o anuo ? per-
guntou elle.
Marali, sim. Mas papai viajava raui-
to. Ha via seis mezes que <;lle tinha sabido
de l quando nos vieraos de Verine para
Pariz.
Como entilo nao vieram todos jun-
tos?
Nao. Elle esperou-nos na estagao.
E levou-os para um hotel ?
Nao sei o que ura hotel ? Dormi-
mos em urna casa grande, on le catavamos
so nos. Fomos para l de curro, no carro
de papai.
Esta nova inforraago rauito eontrarjou
Meradec.
Agora era intil visitaros hotois na i pro-
ximidades das estacSes do node e de l'Es-
te. Essa casa podia ser en qualquer bair-
ro de Pariz. Comprehen iia-se quo o infa-
me marido tiuha anticipadamente tomado
precaujoea para que fosse rapossivel des-
cobrir vestigios' da passagem da mulher,
que quera matar, e da anana que quera
abandonar.
Ch'garemos breve a essa loja? per-
guntou Sacha.
7- Est vend-a daqui, respondeu Me-
radec.
Tinhara chegado Ponte Nova ; dous
minutos depois entraram na Bella Jardi-
neira.
Nao custou pouco a vestir o menino a
seu gosto. Atual contentoaso cois urna
andaina rauito elegaqt.
Essa inetaraorphose levou tempo, e quan-
do sahirara da loja, Meradec vio pelo seu
relogio que faltava ura quarto para as tres.
Nao quera fazer o juiz do rastrueco es-
perar, e toraou o caminho do Palacio da
Justica, sera saber o que faria do Sacha,
emquanto o juiz o iuterrogava, a elle. Es
tava quasi reaolvido a confiar o menino ao
porteiro da porta do gabneto, quando, che-
gando ao lugar onde tinha encontrado o
Sr. de Saint-Briac, achou-se cara a cara
cem o homem do* barreta vermelho.
Vamoa at Morgue ?
E corao Meria lee lhe tizassa sig.ial ne
gativo, mostrando Sacha:
r Quo tera isso ? tornou Fabreguette.
Traga o pequano. Ha io di-ertil-o. E'
seu o pequerrurao ? Pois bem, nilo ponsei
que fosse casado.
E nilo o sou, replicou Meradec abor-
recido, e este menino nilo meu.
__AhH""bom / Tambera eu dizia c cora
os raaus botSes que elle nao so parece na-
da com o senhor.
Entilo, vamos Morgue ? A mulher est
expoata desde esta manh3, e deve haver
j muita gente. Eu tenho vontaie de tor
nar a vela, porque hontera raal tvo tera-
jpi de a enxorgar. E depois estou com
curiosidade de saberse alguera a.recooh'-.
ce. Fago teoo de passar o da o largo,
em frente ao estabele .ment.
A propo3ta desso bohemio indiflferente
nao sorria a Meradec.
Repugnavalhe raos:rar a Sacha o cada-
ver da mili.
Entretanto dizia de si para si que essa
prova seria decisiva.
Venha, insisti Fabreguette. Aposto
que o sen amigo, o interno fo ao Mercado
dos resfriad*. Elle uraa das tcstemu-
nhas neste procesao, nos somoa testeraunhas
neste processo, us somos testomunhaa,
para nos a visita Morgue obrigatoria.
Que a Morgue ? perguntou grave-
mente Sacha, que ouvia com attencSo a ta-
gareliee do artista.
_ Como ? tu n Jo sabes ? Chegas da
provincia?
Que lho importa ? replicou o menino.
Por que me falla assim. Nio qcero que
rae atuero.
__ Perd>, meu senhor, dis3e Fabre-
guette. Eu ignorava que me diriga a ura
descendente de raca nobre.
Sacha aceitou sera pestaaejar mais essas
dsculpa8 irnicas e disse :
- O, senhor nilo respondeu pergunta
que tiz lhe a honra de dirigir.
E' verdade, meu principo. A Mor-
gue-ura hotel onde se hospedara raoraen-
vl-os ?
que
ac-
I lUM I
E supponho, meu caro
3 de ir
crescentou Meradec.
Tenho sim. Nunca vi senao um. Foi
um dos nossoa camponezes, que tinha bebi-
do agurdente de mais e que cahio emba-
xo das rodas do seu kibitka. Nao tive me-
do nenhum. Aqu tambera nao hei de ter
medo. Varaos easa Morgue.
Kibitka Vossa Alteza da Rus-
sia ? Bem me pareca.
Esses gracejos rapacientavara Meradec,
tanto quanto o sangue-fro altivo de Sacha
o sorprehendia e perguntava a si mesmo,
se nao devia por fim s gracolas de Fabre-
guette, cadencio ao desejo, claramente ma-
nifestado pelo menino, qui parecia-lhe ca-
paz de supportar as ciuoeSes mais violen-
lentas. Atinal teria, mais esdo ou mais
tarde, de dizer ao menino corao sua mili
tinha raorrido, e talvez fosse melhor fa-
zcl-o do ohore.
Se realmente a mi delle, pensou o
barita, estou certo de que ter a coragera
precisa para nilo fizer uraa scena de
desespero em presenga do publico da Mor-
gue ; e dopois da visita eu lho direi a ver-
dade; quando elle a souber ha le ajudar-
me a descobrir o assaasino.
Entof perguntou Sacha, baten lo o
p ; quo espera para levar-rae oxpo3glc
dos morios i* E' lo.igo d'aqui ?
Pelo contrario, muito perto.
Ento, tereraos tempj do passeiar de-
pois. Agora que eatou convenientemente
vestido, estou prompto para andar pela ci-
dade quant) quizar.
Meradec que 33 havia resignado, dir-
gio-so para a Morgue pelo eataioro mais
curto, tendo o menino sua direita e Fa-
breguette sua esquerda.
Atravess^rara o adro e quando entraram
na ra do Cloicro Notre-Dame, Sacha pa-
rou, dizendo :
E' esta a porta por onde entramos
hontera na torre. E est i a ra por on-
de viemoa, accrescentou, mostrando a ru*
de Arcle. Apearao-nos no caes e papai
mandou erabora o carro.
Ol! oh !
voz, eoraeco a coraprehen ier.
Meradec teria preferido 1J0 fazel-o seu
confidente, porque descoafiava da sua ds
crelo ; mas notou ura pouco tarde que se-
ria idiffleil oceultar a verdade a esse sujeito
sagus. E para evitar que ella co:ueyasse
uraa\ stuie de perguatas-que nao quera res-
\\
disse Fabreguette em raeia
suas rev'lagSes.
Os giriantes raarcharo drase apres-
sadamente Catharina ao ouvido de Ber-
noc.
Sim, respondeu este, nunca acredi-
tei o prebostado tilo forte !
O numero de policas inquieta te*
Sim, se Camaleao nao poder salar-
se bem...
E se elle no podesso operar 1
Humberto seria torturado I
O carro acabava de parar. Na plata-
forma do instrumento de supplicio estava
o carrasco e seus ajudantes.
VII
O PELOUBINHO
O supplicio da roda de que La Ches-
naye estava ameagado, era um dos mais
dolorosos meios empregados- pelo carrasco
para fazer passar um homem desta par-i
outra vida.
No reinado de Francisco I fora traaida
esta tortura da Allemanba.
(Continuar se ka.)
de
Sacha, iiase-
Quando es-
ponder em presenga
lhe ao ouvido :
Nem mais urna palavra.
tivermos sos eu lhe contarei o que succa-
deu-me.
Basta disse o pintor da ra dala-
chette.
O menino tinha-se calado e nao pareca
quj a lembranga evocada pela vista da en-
trada das torres o tivesse impressioaado.
Evidentemente, ainda nilo desconfiava qua
a mal tinha sido precipitada do alto dessa
torre, que elle tinha subido cora ella. E
Meradec inquira de s mesmo, como o po-
bre pequeo supportaria a terrivel sorpresa
que o esperava na Morgue.
Afinal chegaram. A' porta havia moita
gente aggloraerada. Sabia-se neste bairro
populoso, qife o corpo da mulher que cabi-
ra do alto da torre estava exposto e todos
querara vl o. Estavam era fila e a poli-
ca a vigiava.
Entremos na fila, disse Fabreguette
a Meradec que hestava.
Meradec seguio o companhoro. Nio ti-
nha chegado at alli para recuar no ultimo
momento e Saeha nao teria consentido qufl
o levassera sera resistencia. Avangavwm
cora alguma rapidez, porque os policiaca
nilo consentiam que os curiosos parassem
em frente ao corpo, de modo que Meradec,
impellido pela onda para dentro da salada
exposicilo, vio logo, no fim da primeira or-
dem de mesas de marmore preto, o corpo
da desconheoida.
Por urna revogaco inttlligente de rega-
lamento, tinham-a deixado vestida c at
eora as jotas, mas a cabega esraagada pela
terrivel queda, nao passava de uraa agglo-
maraclo de carne ensangusntada. 1
A fila de que elle fazia parte caminhava.
encostada parede da direita e os qae j
tinhara paasado pelo corpo sahiam encosta-
dos parede opposta, de modo qua aa daaa
extremidades da fila ficavam em frente ama
ua outra.
De repente Sacha puxou bruscamente
mo, deu um grito, e teria corrido atra-
vessado a sala, so Meradec nSo o uzeas*
parar, seguraado-Uie o brago.
O menino tentou safar-se e comeos a
nt rpallar em russo alguera que Meradec
nao distingui logo na chusma, que desfi-
lava do outro lado da sala para chegar
porta da sahida.
(Continuar-se-ha.)
Tvp- do Diario ra Duque de Casias n **.

'

r
):
t-
I
v_i, ;


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EBZYF9KXW_U17RZV INGEST_TIME 2014-05-28T01:42:45Z PACKAGE AA00011611_16884
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES