Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16878

Full Text
ANNO Lili -- ni'BIO 34
PARA A CAPITAL E UGARFt OffDE MO SE PAGA PORTE "
Por tres mezos adiantadoE ... ........ 60000
Por si .....
B.....
> avulso, do raesmo 12^000
240000
100
Wlk-M 12 I FEYHREIBO DE 18S6
PARA DENTRO E FORA DA PROVESCIA
Por seis meses adiantudou......... ..... 13|J500
Por nove ditos dem................. 20(J000
Por un mino dem.....,........... 274000
Cada numero avulso, ds dios aatcriores........... iJIU*
DIARIO DE PERNMBUGO
Pxopxiet&he te JHaniiel .itguriroa fce Jara & Mijos
TELEGRAMAS
J0J
sss?x;a da hici.. satas
^Especial para o Diario)
MONTEVIDEO, 11 de Feverairo.
TUomaz Ciomennoro foi exonerado
de 4nam ru:w-oe*.
Foi proclamado o e*tndu- de Millo
en loila Repblica.
O (averno ocrapa-e activamente
<>m tomar eiiergieaf medida*! no in-
tuito de impedir a insurrelco.
Agencia ilavas, 0 Pei-nambu.r,
11 de Fevereiro ce IS86.
7sSTRC0 POPULAR
Geographia geral
Extraliido
DA HBLIQ.THGCA DO POVO E DAS) ESCOLAS
iCcntiiiMiao)
AFRK'A
POSSES-.OES EUROPEAS
nE3P-\.KHOLAS.-Arclip-i.igo das Cuuarias (anti-
gas ilhas Afortnalas) ; muito f rteis ) 200:000
habitantes.As principaes slo : Touerifte, capi-
tal, Santa Cruz, a Grand-; Canaria, e a Iba de
Perro. Anno jm e Fernando P, no golfo de
Gui.
mimus.Acolonia do C.ib>, fndala pelos hol-
landezes em 1060 e tomad, pelos inglczes era 1806 :
200:000 kilmetros quadrados ; 500:000 habitante
capital, eidade do Cabo, 25.-000 habita itea perto
da qual ha a villa de Coastauca afamada pelo:.
bons vinnos.Parte da Cafraria martima, desco-
b-rta por Vasco da Gama, e usurpard aos hol-
landezcs ealSM; a colonia principal a de Natal
300:000 habitantes, capital Porto Xata'.Rep-
blica de T.-answaal, ou territorio los boers, des-
cendentes dos antgo3 colouos hollandeseado Cal,'
que em 1806 nao quercudo sujeitar-s" a l doaaiai i
dos inglezes, emgraram para o int-tior e funda-
ran! urna cdonia, qua vcio a aer a Tr i W ni, an-
nexado Dla inglaterra em 1S76. e a cajas cidadea
principaes aio pretoria o Poteheatroin. O boera
lutara ueste momento para reconquistar a sua u-
depentencia.Na Gain superior : Costa de Serr*
Lea, Gree Towu ; Costa "do odro, capital Ja pe
Coast. Na Senegambia Vastas possessoes, coja
capital, Bathurst. A Inste de Madagascar, illia
Mauxicia (antiga ilha de Fran? .) 315:000 habitan-
tes ; capital, Porto Luiz, 70:000 habitantes-A
norte e leste de Madagasear : archipelagos das
Seychelles (cuas prineipae3 sao Mah e Praslin),
edas Almirantes, ilhotas pouco importantes. No
ocano Atlntico : ilha da Ascenco ; Sania Hele-
na, descoberta em 1502 pelos portuguezes), capital,
James Town ; de Tristo da Cunha.No mar das
ludias, Iba de Socotor
(Continua)
MKTS F1GIAL
OVEREO DA PROVINCIA
Errata
Reproduz-se este ofBcicio do expediente de 27
de Janeiro ante-hjntein publicado, por ter sahido
coin alguna errot :
Ao insp-ctor geral da lnstrucco Publica.
Constando a Bata preuide-cia que entre os protea-
sores do casino primario aiguns existem incapazes
de axercer ""-: -torio, p>r mU forma oceupan-
dO tagne iat -> lew caber a titulados dneos,
recomm -n ij V:iu. i-:', in3tituindo severo exame
te nfima*1 can urg-.ma a tal respeito, indican-
do aquelleJ d enro os : -!er 1 os protes ore3 qu-,
por su* HWifnrrn ni incid Id pal nao serein
anda v:alicijj, de^im .--cr dospaa*doa e os que
embora vitalicios por f rea di que deteruii
lirt. 4*> da l'-i ii. lJd I le lbSj, M Cdn o temp>
de exercicio dos arta. 105 c 106 e do re^ulmn n o
de 6 d>- Fevcieiro de 1885, eatejam nas mes as
condicoes.
utrosim me indicara os nomes dos professores
que sem titulo da Essola Normal foraiu nomeados
em virtud da aut irisacilo expressa no art. 532 da
lei n. 810 de 1881 e aos qaaos o art. 222 do re
gulamento de 6 de Fevereiro de 1885 declarcu vi-
talicios indepeudente do tempo de exercicio e pro-
vas exigidas p-;lo art. l< 5 e seguintes, de accordo
com as dspi3it,0(.'3 antcriormeute vigentes sebre
esta materia.
Commisso de inspeccao do cor
po de polleia de Pernambueo,
31 de Janeiro de I **se
Illm. e Exm Sr.A commisso nomeada por
acto da Presidencia da provincia, de 9 de Seteni-
bro do anno prximo fiudo, para inspeccionar o
corpo ue pjlicia nos termos do art. 29 do regula-
ment de 8 de Novembro d-- 1873, tem a honra de
apreseutar a V. Exc. o resultado de sena trabalhos,
como passa a relatar :
Em 11 do citado mez de Setembro a commisso,
precedendi as commuuica^Oes de vidas, abri a al-
ludida inspeccao, que teve comeen de 1881, anuo
seguinte ao dainspeccio passada polo Exm. Sr. ge-
neral, euto coronel Jos Lopea de Oliveira, i Ju-
uho de 1885.
Por acto da mesma Presidencia, de 12 de No-
vembro foi exenerado, & pedido, de raembro da
commisso o Sr. coronel Joaquim Cavalcante d
Albuquerque Bello, e substituido p lo Sr. coronel
Candido Jos da Costa, que tambein. pedido, foi
exonerado por acto de 3 de Dezembrc, e Horneado
o corjnel Jos Thomaz Goncalves.
A mesma Presidencia, em attenclo s pondera-
ces feitas pelo Sr. coronel Costa, quando mem-
oro da commisso, de que a inspeccao de cinco un
nos nao poda couclur-se nos dous mezes marca-
dos no supractado rc^ulamento para as inepee-
{oes aimuaes, resolveu prorogar p r mais dous
mezes os trabalhos deta, o que Consta da porta
ra anda de 3 de Deaembro.
VISITA AO QUAGIKL
Em 14 de Set.-rabro a c anmisso apresentou-se
no quartel, onde foi recebida com as (orinali
do estylo, e percorrndo o uotou falta de as3i i > e
de orddm em todas as suae dependencias.
quartel mal dividido; as pracas nao tem
a'ojamentos, comquanto nao falte espaco para Bai-
le censtruir-se aecommodacoes para ellas.
Nao existem apparelhos pelo systema Drainage,
nem tem agua encanada.
As reservas das companhias aio acanhadas, e
precisara da collocacao de cabides para o armamen -
to, corrame e equipameuto.
As prisoes aio hmidas e escuras, e todo o quar-
tel necessita urgentemente de m.'lhoramentos, re-
paros, caiacao e pintura interna e externamente.
A' commisso foi presente o mappa appenso sob
'o n. 1, que demonstra o pessual do cofpo, quando
aborta a inspeejo.
EXAME SOS LIVEOS
Secretaria
Existem tres .livres mestrea. O 1 concluido, o
2" eeeripturado at Junho de 1885 e o 3o com 03
assentamentos de officiaes.
Livro de correspondencia eom a Presidencia da
provincia. Escripturado at Setemb'o de 1885.
Livro de correspondencia com o ebefe de polica.
Escripturado at Setembro de 1885.
Livro de correspondencias com diversas autori-
dades. Escripturado at Setembro de 1885.
Livro de ti rn.es de juramentos de officiaes. E'
um velho caderno, no qual esto lancados os ju-
ramentos de officiaes antigos do corpo e de dez
ltimamente nomeados.
Livro de ordena do da do corpo. Escripturado
at Sofembro d. 1885.
Todos estes livros, ma3 ou menos, esto mal es-
cripturados.
Caa da ordem
Livro do registro das ordena do commandante
dadas em detalhe. Escripturado at Setembro de
1885.
Livro de registro de mappas diarios. dem,
dem de escalas de officiaes. dem, idem, idem de
inferiores. Nao existem livros, a escripturacao
est cm cadernos, sem raethodo e asseio.
Quartel mestre'
Livro de registro de rets gc-raes. Escriptura-
do at Junho de 1885.
dem, idem de folhae para pag neuto aos offi-
ciaes. Escripturado at Fevereiro de 1885.
dem, idem do armamento, munieo e utencilios.
Escripturado at Maio de 1885.
dem, idem do fardamr-nto rebebido e do destri-
buido s coriipantiias. Escripturado at agosto
de 1885.
A escripturacao destes livros est faita com as-
seio e rcgularidade.
COMPANHIAS
As seto companhias do corpo tm nicamente
dous livros cada nma, o de carga e descarga do ar-
mamento, equiptmento e utencilios, e o de distn -
buico de faldamento.
Aignns destes livros esto viciados, principal-
mente os de fardamento.
Armamento
O corpo est armado com espingardas e carabi-
nas mui. Parte deste armamento est em boas
condiyoea ; convem adoptar- se o uso de carabinas
para todas as pracas, nao s<5 para uniormidade do
co'po, como tamben para regularidade na instruc-
cao pratica.
/'JquipameiUo
Existem em carga, e distribaidas s compa-
nhias algunas pecas de quipamentc, mas as pra-
Vas nao f .zein uso deltas.
Utenciliof
O corpo posaue alguna utencilios em bom esta-
do, p rom necessita de muitos outros consignados
na tabella em vigor.
Munieo
Em arrecadac > existe alguma muniyo corres-
pondente ao armamento em uso.
A banda de msica cumpoe-se de nm mestre,
um contra-mestre, c 26 msicos de_clnsse.
E' mautida com a contribui^o OTim dia do sol-
do dos officiaes o das pracas, na conformidade do
disposto no art. 4 do regulamento de 8 de No-
vembro de 1874.
Os msicos tem seus fundamentos e instrumen-
tos em suas casas, o qu; nao deixa de ser incon-
veniente porquanto, se tt.es objecos estiverem
guardados em arrecadaco, outro ser o zelo para
sua cons'.rvacao.
CAIXA DA MCSICA
Ha um s livro denominado caxa -onde lau-
cada a receita e a despeza com o concert do in-
strumental, compra de fardamento, instrumentos e
mais objectos; i as diversas quantias recebidas
por contratos para tocatas particulares.
A. escripturacao est a cargo do official quartel-
mestre.
Do exame procedido no alludido livro, durante
os quatro e meio annos de inspeccao, verificou se
a existencia do saldo de reis 220J185no mez
de JuDho de 1885.
Maior seria este salda se melhor fosse a fiscali-
saco ne3te importante ramo da administraco do
corpo. Fez-se excessiva despeza com o concert
e compra de instrumentos, e mais objectos objectos
para a msica; nao contribuirn!, como tinham
por dever, o sem causa justificada, as pracas con-
stantes do appenso sob o n. 2, na importancia de
-510 e das tocatas particulares s entrou para
a caixa como receita a quantia de 7404100, impoi -
tancia de 10/o deduzidos da simraa de 7:404*000
em qtiaiit i-nportarum aquellas tocatas durante
os quatro annos e meio inspeccionados.
A. exemplo do que se pratica nos corpos do exer-
cito, as quantias provenientes de tocatas particu-
lares devora ser distribuidas aos msicos na razo
de um terco, e dous tercos entrar como receita
para a caixa de oiusica.
A inmeuco de um official para inspector da
msica, de bastante conveniencia, incumbindo
se lhe da compra e concert de instrumentos, e
do mais que tr concernente iresma msica.
O alludido livroCaixa- de formato pequeo
e improprio para o fim que se destina.
A escripturacao feta pelo systema commer-
cial, o que nao admissivel nos corpos militares.
A receita e a despeza devem ser escripturadat
mensalmente, por onde se conheca de prompto o
saldo existente.
Convm ha ver am outro livro para serem lae i
dos os termos da caixa de msica. Eises termos
sero assignadoa pelo commaniante do corpo, ma-
jor fiscal eos commandant?s de companhias, sendo
um destes o thesoureiro, eleito semestralmente, e
todos estes officiaes formaro o respectivo conse-
Iho. As chaves do cofre, que sero tres, ficaro
em poder do commandante, do major e do official
th-soureiro, e todos os membro do Concelho sero
rt-gponsaves pelas faltas e irregularidades que se
derem na caixa de msica.
Nenhuma despeza com a msica se far sem que
seja ouvido o conselho em sua maioria, da qual
faro parte sempre o commandante e o major fiscal ;
este visar todos os documentos de receita e des-
peza, c o commandante pora opague-senas
contas, depois de visadas.
A escripturacao do conselho ficari a cargo do
'sec.etario do cofpo a qu m o conselho poder
arbitrar a gratificaco de .0/000 mensaes, cuja
quantia ser despendida da caixa de msica.
Iltir.OCLARIDADKS E FALTAS EKCOHTBADAS KA
CAIXA DA MSICA
1881
Janeiro O tenente quartel-mestre, Antonio
Joo de Souza e Silva, nao contribuio para a cai-
xa e msica eom a quantia de 3*000.
JaneiroO capitao Jos Geraldo de Lima, uo
contribuio com 4*000.
A relaco de descont da 4.' companha nao est
asaignada.
A ).' coaipanria. na relaco de descont de suas
pricas, eutregou de menos a quantia de 1/000.
FevereiroA 5. companhia entregou de menas
a quantia de 20 ris.
MarcoA 4.a companhia entragou de menos a
quantia de 1/460.
A 5.a companhia entregou de menos a quantia
de 6*000.
JunboA 2.a companhia entregou de menos a
quantia de 100.
Julha0 capello Frei Jorge do Sant'Anna
Locio, nao contribuio com a quantia de 44000.
Dezembro A 5.a companhia entregou do menos
a quantia de 6/000.
1882
FevereiroO tenente-crurgio, Joaquim Joa
Al ves de Vlbuquerque nao contribuio om a
quantia de 48000.
A 5.' companhia eutregeu de menos a quantia
de 8JS.0.
Marco A 5.' companha entregou de menos a
quantia de 1/240.
A 6.' companhia entregou de menos a quantia
de 1/000.
Juuho-A 2." com;anhia entregou de menos a
quantia de 1/000.
SetembroA 6.* companhia entregou de menos
a quantia de /100.
Oexnrabro A 2.a companhia entregou de menos
a quantia de /200.
1883
AbrilA 4 companhia entregou de menos a
quantia de 040.
A 5.' companhia entregou de menos a quantia
de 1/000.
A 6.a companhia entregou de menos a quantia
de ljOOO.
1885
Janeiro A 6.a companhia entregou de menos a
quantia de 930.
O t-nente quartel mestre, Antonio Jos de Souza
e Silva, sem motivo justificado, deixou de contri- j
buir para a caixa de msica de Setembro a Dezem- j
bro de 1883, na impbrtancia de 120000.
Nesse mesma anno aiterou-se, para menos, a |
cootribuico das pracas, sem que precedesse or-
dem superior, en sentido contrjrio do que presere-
ve o artigo 5.a do regul i ment de 8 de Novenb.-o
de 1873.
Notou-se a falta das rtlacoes de mostra da 1.a e
4.* companhias dos mezes de Agosto Dezembro
de 1883 ; e maie as do anno de 1884 sendo, de to-
dos os mezes da 4.' companhia, e de Abril De-
zembro das demais companhias.
Causou especie c.mmisso a despeza feita no
decurso de 13 mezes, com a compra de tres jogos
de pratos para a msica, isto de Julho de 1883
Junho de 1884..
Na despezado mez de Junho de 1881 apparecem
dous documentos sob os ns. 12 c 13, o 1 da com-
pra de urna caifa de panno fino por 18/000 e de
d'ias blusas de briin pardo por 12g000 ; e o 2 de
um bonet fino com galo de capito por 10(000
para o mestre da msica.
E' para notar-se csti despeza porque, a msica
estava fardada nesse anno, tanto assim que veio a
receber fardamento em 1883, e nao cjusta que fi-
zeste uso de blusas de brim parda.
FABUAMENTO
O appenso sobn. 3 demonstra por compa-
nhias e annr>s as pecas de fardamento que foram
pedidas e recebidas pelas companhias, mas, nao
destribuidas s suas pravas, e nem ficaram exis-
tindo em arrecadaco das mesmss.
Pelos presos da tabella em vigor monta essa
relacao quantia de 43:726/751, como se v do
appenso, sob o n. 4.
0 app?nso sob o n. 5, demonstra tambem por
companhias e annos as pecas de fardamento que
nos livros das companhias figur.m destribuidas s
pracas, mas, que nao foram pedidas nem recebi-
das da arrecadaco geral.
Somma esta relacao na quantia de 6:291/704,
que parece commisso ser urna outra especie de
prejuizo causado s pravas porquanto, nenhuma
praca e-.t comprehasdida em ambas as relaeocs nos
meamos mezes e annos e com as mesmas pecas de
fardamento, qne se possajulgar simples irregulari-
dade de escripturacao, por consequencia, a com-
misso prnsa, que a somma das duas demonstn -
coes ns. 5 e 6 na quantia de 50:018J455 foi em
quanto mportou o desvio desses fardamentos.
Este estado de cousas porque passou o corpo de
polica, deixou uo espirito dos membros da com-
misso a pre8umpco do que taes fardamentos fo-
ram desviados do fim para qne eram destinados
por incuria ou negligencia de quem tinha por de-
ver zelar pelo bom estar das pracas, -e pelos cr-
ditos do corpo.
AOA E LUZ PABAO 0.UABT8L E DESTACAMENTOS
E' esta urna despeza que se faz com o corpo de
polica, que parece commisso extraordinaria
aunualmente, e sujeta a duvidas sobre a sua le-;
galidade porquanto, de 1881 a 1884 gastou se a
enorme quantia de 30:981/910, regulando de sete
a oito cootos por anno.
?evera convem ser a fiscalisaco neste ramo de
servico, nao s por parte do corpo, cono da Re-
particao por onde corre'o pagamento.
PRECOS 1>AS PECAS DE FARDAMENTO
Foram exagerodos os preces de cada um farda-
meato da msica, recebido e destribudo e 1883.
Em quasi 90/000 veio a ficar o fardamento com-
pleto de um msico.
Q.CALIDADE DO FARDAMENTO
O fardamento das pracas em tudo inferior ao
que receben as prufas do exercito, nao sabendo a
commisso e isso depende de omisso de clausula
nos respectivos contractos, ou se por parto dos cou-
tractantes en mal servrem.
DISCIPLINA
Muito nflua para que o corpo nao posi.ua esse
sustentculo dos crditos de todas as corporales
militares, o fraccionamento constante de suas pra-
Cas em destacamentos fora da capital, onde viciam-
se e sao distrahidas em servicos extraos aos da
profisao militar ; por consequencia o corpo de
polica nestas condicoes poueo tem de militar, e
muito de civil.
ISSTBUCclo PBATICA
Nenhuma tem o corpo, nem poder obter sem-
pre que nao pernanecer no quartel pessoal para
tornar escolas, pelo menos de pelloto.
REOUEAMBNTO EM VIOOB
O acta! regulamento de 8 de Novembro de
1373 tem em s omissoes que do lugar a irregu-
laridades na marcha do servijo.
Amplial-o, dando-se-lhe as principaes nococs
dos deveres de cada official no desempenho do ser-
vcj interno Jo corpo, una medida de bastante
alcance.
O citado regulamento nao cogitou do procedi-
ment.i que o corpo deve ter com relacao s pracas
qne desertan, porem, que sendo capturadas vol-
tam ao corpo para responderera a -csnselho crimi-
nal, sem que se lhes abane vencimento algum.
Nao pare :c raaoavei, nem mesmo admissivel nas
praticas militares, que a praca desertora, presa e
sujeta s penas da lei, fique sem nenhum venci-
m uto para a sua subsistencia durante o tempo de
priso.
E' conveniente, pos, que se lhe abone a diaria,
pelo menos, de 300 reis, para a sua alimentaco,
quer quando para sentenciar, quer sentenciada.
Sobre os vencimeato-' das pracas destacadas,
que est em praxe pren adiantados pjr agiotas,
que lentamente deinham taes vencimeutos e final
veem a negociar com os proprios vencimentos dan
pracas, como capital, carece estahelecer-se urna
meuida que tire as nestnas pracas do jugo da
agiotagen.
As colloctorias provinciaes ben poden pagar,
ou mesmo adiantar os vencimentos das pracas des-
tacadaa ; c nao sendo assim, o corpo dever re-
metter ditos vencimentos por datas, o menBal-
mente, com tanto que sejam regularisadas as re
messas.
Para este m, preciso que os commandantes
d<- companhias, logo que terminarcm o pagamento
s pracas presentes, entrem para o quartel "mestre
em relacao explicativa, com todoa os vencimentos
de suas pracas destacadas, e o quartel mestre, por
sua vez, mediante as cautcllas necesarias, fazer as
remessas com ofncios da secretaria, assignados
pelo chefe do corpo.
. Noros livros dedestribuico da fardamentos das
companhias devem ser fornecidos, e escripturados
de Janeiro do corrate anno em di ante. Esta me-
dida trar urna outra fiscalisaco e regularidade
na escripturacao, que nao tiveram os livros em que
a commiseo encerrou a inspeccao.
CONSIDERAChS
O corpa nao deve psssar um s anno sem ins-
p cyao ; ella ser de snmma conveniencia nao e
para regularisar-se a ordem do servico interno,
como pgrque a administraco militar do corpo se
lisongear sabendo, que no cumprimento do? de-
veres de cada official, observou se a disciplina,
ordem, moralidade e subordinacao to nscessarias
nos coraos de forca armada.
A commisso se persuade do que, no servico de
que foi incu.nbida correspondeu expectativa da
autoridade nomeante ; e se nao foi mais prompta
na conc.'uso da inspeccao de "inco annos deve,
nao s ao muito trabulho, que pouco a pouco des-
ea volveu-se na inspeccao, como tmbeme que um
de seus membros, principalmente, teve de acudir
aos devores militares no batalbo a que pertence,
cujos aervicos for->m descmpeaUalo3 simultnea-
mente eom oa da inspeccao.
lo.-u3 guarde a V. Exc. Illm. Exm. Sr. con-
selheiro Jos Fenundes da Costa Pereira Jun ior.
Digno presidente da provincia. Coronel, Jos
Thomm Goncalves. Major, Jos Joaquim Coe-
ho. Capito Eslev&o J. Ferrat.
5 O
9 5
T3
I
I
Coronel com-
mandante
Major fiscal
Tinente-aju
dante
Dito secreta-
rio
Dito quartel
mestre
Capito ci-
rurgio
M | Tenente dito
| Dito "apello
d
Sargento ajo
dante
Dito quartel-
mestre
I Corneta-inr
Capitea
^ g, | Tenentes
- 5 >- I Alteres
Primeiros
8 ar g entof
i Segundos
^^ sargentos
Fuirieis
I
6
1
Cabos
Soldados
- ^z eptq c; -i
Cornetas
Teneutes
Alfei es
| S-gundos
| 8 a r g e n t os
Furrieis
GO QO 00
oo cp cuia i
Total
09 CJ
Oavalloa
Cerpo de polica
RELAgAO NOMIDAL DAg PRAgAS QUE NAO
DESCONTARA! PARA A CAIXA DA MSICA
NOS ANNOS DE 1881 A 1885.
Janeiro dj 1781
Ns.
341. Ia companhia. Juo Rib-iro da
Paz 1/240
398. dem. Joa > Pereira Tavares 1/240
245 6a companhia. Manoel da Matta
Labral 1240
253. dem. Domingos Ferreira Ma-
chado 1/240
44. 7a companha. Manoel Antonio da
Silva 3 240
169. dem. Jos Lourcnco da Silva 1/240
dem. Antonio Brito de Queiroz
(2 sargento) 1/460
Fevereiro
340. Ia companhia. Honorio Francisco
Lopes 1/120
421. dem. Bop.ventura Cyrillo da
Cruz 1*120
422. Idun. Joo Correia de Mello Bra-
sil 1/120
423. Iden. Justino Cypriano de An-
drade 1*130
426. 5a companhia. Jos Pereira da
Silva 1/120
J95. dem. Jos Domingues Jorge Ca-
valcante i'i'^o
156. 6a campanha. Floriano Soares
Botelho 1/120
Marco
400. 2a companhia. Manoel Urbano
de Mora-i 2/210
399. Dativo Urbano da Silva 1/240
25'J. 6' cempanhia. Severino Goncal-
ves da Rocha 1 '24
Abril
132. Ia compauhia. Rufino Francisco
de Paula 1/200
413 dem. Joa Pereira de Magalhes 1/200
431. dem. Jddos Passos Baptista 1/OO
407. 3 coojpanhia. Jos Alexaudre da
Silva 1/200
145. 4a companhia. Jcaquim Ferreira
da Silva 1/20D
251. 6a companhia. Joaquim Miguel
do Amaral 1/200
174. 7 compauLia. Izdro Rodrigues
da Silva 1/200
lisie
434. Ia compnhia. Izidro Aires F-
Feitosa 1/240
251. 6a compinhia. Joaquim Miguel
do Amaral 1/240
177. 7a companha. Francisco Bezerra
Carlos Lima 1/240
Junbo
444. Ia companhia. Luia Vallccca de
Souza 1/200
251. 6a companhia. Jo.quim Miguel
do Amaral 1/200
Julho
440. Ia companhia. Antonio Marnbo
Falco 1/240
441, dem. Antonio Rodrigues de Ma
cedo
251. 6a companhia. Miguel Joaquim do
Amaral
94. 7a companhia. Herculano Anto-
nio de Moraes e Silva
138. dem, yicente Ferreira de Paula
Agosto
156. Ia companhia. Manoel Baptista
da Silva
38. dem. Jcaquim dos Pasaos de
Sant'Anna
366. dem. Jos Manoel de Oliveira
947. dem. Jos Vianna da Silva
438. dem. Joaquim Egydio Pita Vi-
res
436. 3a companhia. Cbristovo do Reg
Barros
273. 6a compmlia. Amaro Times de
Carvalho
37. dem. Manoel Joaquim Pires
124. dem. Roiertu Goncalves do Nas-
cimento
189. dem. Francisco Rodrigues da
Silva
Setembro
330. Ia comhanhia. Lucas Evangelista
da Costa
334. dem. Alexandrino Galdino Cor-
reia Lima
336. dem. Jos Manoel de Oliveira
442. dem. Antonio Rodrigues de M-
calo
445. dem. Luiz Pereira da Silva
391. 3' companhia. Joaquim Alt .lan-
dre dos S.ntes
393. dem. Pedro Rodrigues Branco
435. dem. Leopoldino Francisco de
Souza
226. 6o companhia. Manoel Jos de
Lima
251. Iiem. Joaquim Miguel do Ama-
ral
Outubro
221. Ia companhia. Joo Mara Pettra
Bittencourt
276. dem. Olympio Joo Veira da
Silva
339. dem. Marcolno Carneiro da
Silva
397. dem. Gabriel Jos da Silva
447. dem. Antonio Luiz de Car'.alho
Medeiros
448. Clinio Fernn es da Silva Manta
439. 3' companhia. Joo Rodrigues da
Silva
441. dem. Juvenal Bispo da Silva
251. 6a companhis. Joaquim Miguel do
Amaral
Novembro
213. Ia companhia. Antonio Rufino de
Souza Araujo
252. dem. Casaemiro Camillo da Silva
410. dem. Domingos Leopoldino dos
Santos
448. dem. Clmio Fernandes da Silva
Manta
449. 'dem. Mignel Antonio da Silva
450. dem. Antonio Francisco de Cas-
tro
451. dem. Francisco Antonio Texeira
Mucury
430. 3a companhia. Manoel Pereira da
Silva
411. 4' companhia. Jos Antonio de
Moraes
251. 6* oompauhia, JMpB Miguel
do Amaral
198. 7a compaphia. Manoel Jos Bap-
tista
Dezembro
293. Ia companhia. Joo Barbosa da
Silva
344. dem. Belmiro Machado Das
403. dem. Jos Pequeo Pereira de
Queiroa
438. dem. Joaquim Egydio Pitta Vi-
res
455. dem. M-noel Pereira Gouvea
456. dem. Joo Pereira dos Santos
457. dem. ?evciiano Nunes da Silva
458. dem. Flix Gomes da Rochi Pita
237. 2.a companhia. Antonio Pedro
Barbosa
445. 3a companhia. Francisco Jos de
Souza
416. 4' companhia. Antonio Pereira
Villar
251. 6a companha. Joaquim Miguel do
Amaral
129. 7a companhia Manoel Juatiniano
de Siqueira
Janeiro de 1882
338. Ia companhia. Joaquim Pasaos de
Sant'Anna
351. dem. Manoel Jos dos Santos
244. 3a companhis. Jo- Rodrigues da
Silva
251. 6a esmpanhin. Joaquim Miguel do
Amaral
Fevereiro
49. Ia ompanhia. Januario Affonso
da Cruz
199. dem. Antonio Gomes de Farias
260. dem. Joo Porto de Moura
292. dem. Vicente Conrado da Silva
326. lderc. Jos Felippe Gomrs Jnior
455. dem. Maneel Pereira Gou vea
393. 3a compauhia. Pedro Rodrigues
Branco
402. dem Bellarmino -los dos Santos
405. dem. Manoel Gomes de Araujo
Mello
435. dem. Leopoldino Francisco de
Souza
419. 4a compauhia. Antonio Joaquim
de ,-ant'Anna
451. 6a companhia. Joaquim Miguel do
Amaral
Marco
293. Ia companhia. Joo Barbosa da
Silva
302. dem. Jote Franco os Anjos
459. dem. Joaquim Ramos da Silva
461. dem. Candido Martiniano de
Sonza
463. dem. Francisco Bernardo Mon-
teiro
465. dem. Raymundo Joo Nepomn-
ceno
466. dem. Severino Thom da Silva
467. Idera. Francisco Marianno de
Araujo
398. 3a companhia. Jos Vicente Filho
224. 4* companhia. Jos Pereira de
Araujo
443. 5a companhia. Antonio Al ves Fei-
toza
251. 6 companhia. Joaquim Miguel
do Amaral
27. 7a compauhia. Jos Joaquim de
lmeida
80. dem. Felippe Santiago de Souza
Abril
49. Ia companha. J naario Affonso
da (ra
276. dem. Olympio Joo Veira da
292. dem. Vicente Coniado da Suva
28. dem. Jos Pedro Vitelino
466. dem. Severino Thom da Silva
128. 3a companhia. Deocleciano Joa
de Souaa
249. 6a companhia. Caetano Jos da
Silva
251. dem. Joaquim Miguel do Ama-
1/240
3/240
1/240
1/240
1/240
1/240
1/240
1/240
1/240
1/240
1/240
1/210
1/240
1/240
1/200
1/200
1/200
1/200
1200
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1/240
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1/240
1/240
1/240
1/240
1/210
1/240
1/240
1/240
1/240
1/240
1/240
1/240
1/200
1/200
1/200
1/200
1/200
1.200
1/200
1/300
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1/200
1/240
1/240
1/240
1/240
1/240
1/240
1/240
1/240
itua
1/200
1/200
1/200
1/200
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1/200
1/200
i/200
1/200
1/200
1/200
1/249
1/240
1/240
i/240
1/240
1/240
i/240
1/240
1/240
i/240
1/240
1/240
1/240
1/240
i/240
1/240
1/240
1/120
1/120
1/420
1/120
i/120
1/120
1/120
1/120
1/120
1/120
1/120
1/120
ral
470.
Maio
Severino Gomes
471.
251.
281.
289.
449.
456.
468.
da
Gouveia Macam-
Ia dem.
Silva
idem. Antonio
bira
473. dem. Daniel Antonio das Neves
427. 4a idem. Joo Barbosa da Silva
6a dem. Joaquim Miguel do
Amaral
dem. Antonio Pinheiro de S
Peixoto
dem. Jos Macario Pereira
Junho
Ia dem. Miguel Antonio da
Silva
dem. Joo Pereira dos Santos
dem. Philadelpho Angelo Pe-
reira
373. 3a idem. Antonio Rodrigues Lei-
to
399. dem. Joaquim Alexandrino Ba-
bello Caneca
412. dem. Manoel Francisco da Costa
251. 6a idem. Joaquim Miguel do Ama-
ral
256. dem. Alexandrino Baptista de
Araujo
7a idem. Joi Ferreira da Silva
Jnior
dem. Manoel Felippe da Rocha
Iden. Manoel Pereira de Al-
meida
Julho
431. 2a idem. Francisco de Paula Cor-
reia de Araujo
432. dem. Laurindo Jos de Franca
433. Iden. Jos Germano de Barros
424. 3a idem. Francelino Jos de Frei-
tas
451. 0a idem. Jcaquim Miguel do Ama-
ral
292. dem. Manoel Francisco de
Moura
293. dem. Joo Baptista da Silva
310. Iden. Honorio Francisco de Lima
23. 7a idem. Manoel Cypriano Jos da
Silva
52. Iden. Henrique Alves de Souza
109. dem. Joo Francisco de Oli-
veira
Agosto
5a idem. Jos Gregorio da Silvo
6a dem. Joaquim Miguel do
18.
32.
73.
434.
251.
189.
Amarfel
7a idem.
Silva
Anastacio Lopes da
Setembro
Ia idem. Alexandrino Galdino
Correia Lima
2a idem. Miguel Archanjo de
Araujo
dem. Sccunlino Jos de Farias
Simoes
dem. Paulino Gomes Torres
Cavalcante
dem. Antonio Flix de Carva-
lho
dem Francisco Xavier de Al-
buquerque
dem. Antonio Pinheiro Dantas
385. dem. Jos Virginio Ferreira Nu-
nes
400. dem. Maneel Urbano de Moraes
Cavalcante
dem. Jacintho de -Barros Cor-
reia
dem. Francisco Pedro da Silva
3a idem. Honorio Pereira da
Silva
144. dem. Jos Rodrigues da Silva
262. dem. Manoel Joo do Nasci-
mento
Honorato Pereira da
334.
169.
458
236.
241.
333.
370.
409.
455.
185.
200.
Joo Leito de Mi-
4" idem.
Silva
460. 5' dem,
randa
389. dem. Pedro Rodrigues da Silva
251. 6a dem. Joaquim Miguel do Ama-
ral
311. dem. Jos Joaquim de Sant'An-
na
313. dem. Francisco Medeiros de Al-
buq'ierque __
Outubro
204. 1> idem. Agostinao Jos de Santa
Auna
334. idem. Alexandrino Galdino Cor-
reia Lima
497. Ia idem. Roque Joa Antonio
367. idem. Hercnlan; Jos Leoncio
168. 2a idem. Manoel Pereira Fede-
JOSO
330. dem. Francisco Borges Vianna
249. dem. Manoel Barbosa da Silva
386. dem. Jos Morinho dos Santos
460. dem. Manoel Leopoldino de Me-
nezes
185. 3" idem. Honorio Pereira da Sil-
va
473. dem. Claudino Coriolano de Ar-
juda
374. dem. Antonio Jos da Silva
Jnior
375. dem. Augusto Allemo da Cos-
ta
371. 5a dem. Antonio Rodrigues da
Silva
453. dem. Manoel Jos de Sant'Anna
Jnior
23. 6a idem. Henrique Jos Cordeiro
de Mello
165. dem. Felippe Alves de Couto
196. dem. Luiz Rodrigues Veira
226. Idun. Manoel Jos de Lima
2C0. dem. Joo Cardoso da Silva
275. 7a idem. Izidro Rodrigues da
Silva
205. dem. Victalino Jos de Barros
Novembro
498. Ia idem. Manoel do Naacimcnto
Accioly
168. 5a idem. Manoel Perena Fede-
goso
209. dem. Olympio de S Caval-
cante
330. dem. Francisco Borges Vianna
386. dem. Jos Marinho dos Santos
459. dem. Manoel Correia da Silva^
461. 5" dem. Faustino Freir da Sil-
va
463. dem. Joo Baptista da Silva
299. 6a idem. Manoel Paulo de Le-
mos
Dezembro
286. 2a idem. Antonio Vieira Lima
Sobrinho
447. 5a idem. Sebastio Alves da Sil-
va
683
Janeiro
142. 2a idem. Maneel Baptista dos
Santos
286. dem. Antonio Vieira Lima So-
brinho
294. dem. Manoel Francesco doa San-
tos
462. Idem.JJolo Lina Cavalcante Gal-
vo
464. dem. Joaquim Eduardo de Go-
doy
480. 3" idem. Joao Baptista de Car-
valho
180. 7a idem. Manoel ds Natividade
Rea
1*398
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Diario te Peraainjjaco---Sexta--feira 12 de Fevereiro 1886
H
y
508
167.
236.
255.
350.
444
465.
473.
334.
329.
1 jdem. Alfredo Jos d'Asaomp-
a dem- Vi cont Goncalves de
Lima _
dem. Paulino (Jomes Torres
Cavalcante
dem. Florentino Beierra da
Si'' a-i
312. dem. Joaqaim Ferreira da S-
dem. Mtnoel Jos (Ui 1Wb
dem. >ltaQ",
dem. Victsrins Bosnio d Car-
valho _., .._,..
3- idem- Jo*> B'beiro Ginma-
res
441 dem. lfanoel Gomes de Mello
461. dem, avenal Bispo da Silta
477 demAmaro Pereira Dutra
483! Idem.Hidal riamos dos Santos
461. Vicente Pereira da Croa
487. I iem. Joaquim Juliano de Souza
Quedes
4 idem. Pedro Manoel de Car-
valho .
6 idem. Manoel Francisco Fer-
reira Lustosa
Junho
251. 2 idem. Nicolao Gomes da Sil-
va
308. dem. Raymando Ferreira Por-
366. dem. Clementino Joo B*p-
tista .
473. dem. Joao Kibeiro fauuna-
475. dem. Celso Nicolao Tolen-
tino
396. 3 idem. Virgilio Saryro de Me-
deiros
404. dem. Antonio .Francisco San-
tiago
5. 5 idem. Manoel Joaquim Beierra
306. 6" idem. Jos Ignacio de Brite
Julho
480. 2 i iem. Antonio Gomes deFa-
rias
251. dem. Nicolao Gomes da Silva
308. dem. Raymundo Ferreira Por-
tugal
366. dem. Clementino Joao Baptista
425. Idom. Manoel de Almeida Lima
472. dem. Francisco Bezerra Ma-
duro
473. dem. Joao B,ib iro Guimaraes
475. dem. Celso Nicolao Tolentino
477. dem. Manoel Ricardo Amancio
494. 3 idem. Pi Antonio Lourenco
495. dem. J0&0 Francisco de Oli-
veira
5" idem. Antonio Lonrenco dos
Santos
dem. Constantino Jos de Lima
dem. Damio Viegas dos Saa-
tos .
dem. Joao Baptista do Nasci-
mento
dem. Joao Evangelista da Sil-
va
6* idem. Antonio de Siqueira
Barros Leite
dem. Manoel Alves de^ Ol-
veira
t idem. Capitulino Marques da
Costa Grava
dem. Dionisio Bezerra de Lima
dem. Manoel Leopoldo Gomes
7 dem. Raymundo da Silva Bra-
g* .
Agosto
3 dem. Joaquim Alexandre Ra-
bel lo Caneca
dem. Bellarmino Jos dos San-
tos
dem. Antonio Victal Moreira
dem. Joo Theotonio Pereira
da Costa
5 idem. Pedro Flor Avante
t idem. Saturnino Cesar dos
Aujos
6 idem. Carolino Soares da Fon-
seca
dem. Primo Feliciano da Silva
dem. Francisco Medeiro de Al-
buquerqne
Dionisio Bezerra de Lima
dem. Joo Teixeira de Mello
Setembro
3. Bartholomeu Domingues Vian-
333.
334.
33ti.
341.
481.
174.
178.
331.
333.
335.
255.
399.
402.
4t2.
4%.
436.
5.
170.
192.
313.
333.
337.
430.
na
402.
'XtUl
.337.
339.
I 341.
218.
v236.
237.
421.
379.
504.
347.
348.
353.
116.
132.

493.
-^ .137. 450. 465.
177.
479.
508.
346. 1*1.
5.
224.
360. 881. 362.
274.
128.
445. 369.
455.
49.
512.
513. 514. 366.
275.
111.
138.
55.
86.
104
125.
117.
130.
3 dem. Bellarmino Jos dos
Santos
6 idem. Antonio Taveira dos San-
tos
dem. Joao Teixeira de Mello
dem. Jos Severino Pereira de
Souza
dem. Antonio Ayres de Brito
Outubro
2 idem. Francisco Xavier de Li-
ma
dem. Paulino Torres Havalcan
te
dem. Antonio Pedro Barbosa
dem. Joo Alves Cavalcante
dem. Jos Galdino Cardeal
liem. Antonio Vieira Lim So-
orinno
t dem. Pedro da Cunha Bar-
ros
dem. Jo.quim Jos de Sant' Au-
na Junior
Mera. Jacintho Leite Villas-Boas
1 1. ai. Jos Patricio Nobre
7 idem. Silvano Pereira de Al-
n.e.-ia
dem. Antonio Chaves da Sil-
va
Novembro
idem. Joaquim EdmrljJ.'Gj-
fev
dem- Antonio Ferr.ira de Mel-
lo
dem. Joaqun Cunuto de Santa
Anna
Francisco Antonio de Me-
d- iros
Witruvio Rillllls de Car-
valho
3 dez. Vital Ramos dos San-
tos
dem Amar} Maria de Sant'An-
ua
dem. Francisco Vi ;ira do Ni.sci-
inento
i 1 m. Candido Giilino da Cruz
dem. Sebasti > Moraes de Ol
veira
6 idem. Saturnino Cesar do* An-
'os
dem. Manoel Severino -la Costa
dem. Antunio Rodrigues dos San-
tos
dem. Ignacio Nery Ferreira
IJe:n. Jos de Barros Lobo
dem. Joo Baptista de Araujo
dem. Antoiiio Gomes do Nasci-
ment
dem. Jos An travo Turres
Dezembro
3 idem. Manoel Juo dos San-
tos
dem. Antonio Jos da Silva
3 idem. Luiz de Barros e Sil-
va
3 ideen. Sydronio Carnei;o de
5 .uto Cavalcante
dem. Manoel Joaquim da Cos-
ta
dem. Thomaz Antonio de Paula
Madureira
I Jem. Jos Ferreira da Silva
dem. Manoel Gome9 Pereira
6 dem. Antonio de Souza Maia
dem. Jos Francisco da Costa
Lins
7 idem. Jos Nabuco de Aranjo
Veras
Janeiro de 1884
1 idem. Manoel Tiburtino de B.
Leite
1 iem. Manoel Antonio de Li-
ma
2 idem Francisco Xavier de Al-
buquerque
dem. Joo Pinheiro da Silva
dem. Luis de Franca Keis
dem. Miguel Muniz de Soasa
Bnrges
3 idem. Alexandrino Baptista de
Araujo
dem. Lanrentino de Paula Ma-
11240
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1*200
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1*240
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1*240
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930
930
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80
930
131. 6 idem. Joto Francisco da Pai-
zao
137. dem- Epaminondas da Silva Ps-
reira
136. 6 idem. Domingo* Miguel dos
Pasaos
137. dem. Jos Joaquim Soares de
Albuquerque
120. 7 idem. Vicente Joaquim de Arau
jo
126. dem. Joaquim Manoel da Silva
127. dem. A uraliano do Mascimen-
to Xavier
128. dem. Eugenio Alves de Aqui-
no
129. dem. Julio Vicente de Olivei-
ra
130. dem. Jos Antonio Taires
131. dem. Jos Nabuco de Araujo
Veras
132. dem. Jos Martina Toledo
Fevsreiro
71. 2 idem. Jos Joaquim Curv el-
lo
100. Joo Francisco Flix de Amo-
rim
137. 3 idem. Generino Alves ttodri-
Kes
tm. Jos Tenorio de Souaa
Carvalho
131. 5 idem. Joo Francisco da Pai-
xo
47. 6 idem. Antonio Jos do Siquei-
ra Barros Leite
88. dem. Lui Francisco da Silva
91. dem. Manoel Paes Barrete
104. dem. Laurindo Jos Rodrigues
131. dem. Ant ni de Sousa Maia
132. I iem. Jos Francisco da Costa
Lins
Marco
140. 1 idem. Belmiro Alfredo de Sou-
za
1885
Janeiro
160 1 dem. Manoel Raymundo Mar-
ones da ."Uva
162. dem. Justino Cypriano de An-
drade
170. 2 idem. Roque Goncalves da Sil-
va
99. 3 idem. Antcnio Vital Moreira
126. dem. Eduardo Antonio da Sil
va
162 dem. Jos Ignacio Pereira de
Queiroz
89. 4 idem. Jos Bezerra de Araujo
159. dem. Euzebio Vieira de Mello
160. dem. Joo Olympio Hemeterio
de Farias
174. 5 idem. Pedro Joaquim de Mou-
ra
178. 5 idem. Laurindo Innocencio Cor-
reia
27. 6 idem. Bellarmino Pereira de
Lima
117. dem. Jos Ignacio dos Santos
155. 6 dem Manoel Tiburtino de
Barros Leite
170. 7" dem. Manoel Felippe do Nas-
cimento
Fevereiro
165. l dem. Modesto Vieira Celio
166. dem. Antonio das Santos Pi-
mentel
174. 2 dem Delfino Florencio da
Silva
175. dem. Joo Cassulo de Mello
177. dem Julio Pereira Mattoso
94. 3 dem. Sydronio Carneiro de
-'outo !.a vafeante
157. dem Joo Capnstano de Araujo
163. dem. Jos Correia Tavares
53. 4 idem. Francisco X ivier Bispo
159. dem Euzebio Vieira de Mello
160. dem. Joo Olympio Hemeterio
df Farias
161. dem. Manoel Felippe dos S intos
162. Id.m. Severino Ferreira da Silva
165. dem. Francisco de Campos So-
bral
167. dem. Persulino Ferreira dos
San toe
182. 5 idem. Jos Clemente dos
Santos
183. dem Jos Lourenco da Silva
184. dem. Joo Duarte de S
161. 6" idem. Franc seo Antonio de
Lucena
163. dem Antonio da Costa Lisboa
17.'. 7" idem. Joao Rodrigues da Silva
174. dem. Antonio Felippe de Souza
Marco
16. 1* idem Antonio Lopes Ribeiro
40. L'ein. Jos Francisco dos Anjos
96. dem. Philadelpho Pereira Dutra
154. dem. Belmiro Ferreira Lima
Brasil
166. dem. Antonio dos Santos Pi-
mt nt'd
162. 2 idem Joo Ferreira da Silva
Jnior
164. dem. Antonio Lourenco de Mello
173. Id m. Antonio de Miranda Souza
178. Id- m. An ionio Bezi rra dos Santos
165. 3' idem. Jos Antonio de Farias
53. i' idem. Francisco Xavier Bispo
159. dem. Euzebio Vieira de Mello
'60. dem. .Joo Olympio Hemeterio
di- Farias
161. dem. Manoel Felippe da Silva
166 Mein. Francisco de Campos Sobral
166. dem. Persulino Ferreira dos
S:;ut03
119. Mem. Antonio Pedro de Oliveira
lftl 5> dem. Joao Duarte de S
185. dem. Francisco Villa Nova
186. dem. Pedro Alexandrino da
Silva
187. dem. Ludgero Salvador de Si-
queira.
Iti. t' idem Antonio Alves dos San-
I a
l. dem. Rozeado Arco Verde 8i-
cuposa
168. I ni. Florentino Luciano de Oli-
veira
Itio. 7-' ideas, Francisco A"' mi Ba-
zilio
175. Mein. Gregorio Alexandrino de
Barros
177. ldtfio. Antonio Ignacio dos Santos
Abril
174. 1" idem. Joo Pereira da Silva
Jnior
16. 2* idem. Manuel Gomes de Mello
161. dem. Jos Marinho da Silva
162. Idea. Joo Ferreira da Silva J-
nior
167. dem. Cactano Ferreira da Silva
173. 1 Iem. Antonio de Miranda Souza
174. Iden. Delfino Florencio daSilva
I 7t. Mem. Joo Cassulo de. Mello
177. dem. Julio Pereira Mattoso
178. Id- m. Autoiiio Bez.rra dos -antos
62. 2a idem. Flix Luciano da En-
carnado
156. dem. Manoel Joattaiaao de Si-
qu-irj
162 Mein Jo= Ignacio Pereira Quei-
roz
166. dem. Joo a Santos
1(17 I .-ni. Peiro Duque da Silva
38. 4 idem. Jote Ferreira dos San-
to*
187. 8* idem Ludgero Salvador de Si-
queira
189. M m. Secundino Jos de Farias
Queiroz
190. dem. Antonio Gomes de Farias.
173 t' idem. Joo Galdino
174. I Jem. Joaquim Jos dos Santos
178. 7 idem. Antonio Pereira Peixoto
179. dem.: Bal bino Gomes de Oliveira
Somma
Commisso de mapeceo do corpo de polica de
Peruainbueo, 31 de Janeiro de 1886.
Jote Thomaz Gonfalvti, coronel.
Jos Joaquim Cotlho, major.
Eitev&o Jote Ferroz, capitio.
870
870
870
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870
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870
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930
930
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930
930
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93o
930
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840
840
840
840
840
840
840
840
840
840
84n
840
840
840
840
840
840
SlL>
840
843
810
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980
88 I
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930
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930
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930
930
930
930
930
'.130
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900
900
900
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900
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.i 10
900
900
9J0
900
900
900
900
900
900
900
900
900
900
900
900
492*610
Francisco Quedes de. Barros.A' vista
da inspeccSo nio tem lugar.
Grata Candida du Alcntara Couto. -
Certifique se. o que constar.
Gaspar do Nasci ment Rigueira Costa.
Concedo eeia raezes.
Coronel Jos Thomaz Gonyalvesi For-
neca se.
O meamo.dem.
Joaquina Emilia da Silva Villaja. De-
ferido cero officio de twje ao Sr. inspector
da Theaonrara de Fazenda.
Joa -e, Assumpc&o Oliveipa. Sirri, a
coMar do futu'o semestre, com a clausulu
de -er feposto o apparelh, quando a casa
constituir habra^ik) de ais de-uma fa-
milia.
Juvenal da Cunha Antunes. Como re-
quer.
Manoel Venancio da Costa Braga.In-
forme o Sr. inspector da Thesouraria de
Fazena.
Ottoni Caetano Pimentel Augelim
Sim.
Secretaria da presidencia de Pernani-
buco, em 11 de Fevereiro de 1886.
O porteiro,
J. L. Vigas.
e
DE8PACHOS DA PBESIDENCIA DO DU 10 DE
KEVERE1BO DE 1886.
A.-istides Honorio Bezerra de Menezes.
Ro.mettido ao Sr inspecter do Thesouro
Provincial para mandar attender ao aup-
plici.nte.
Emilia Olympia Telles Bezerra. Si,
rom ordenado, a contar de 16 de Janeiro
fiado.
Kepartlvao da Polica
Seccao 2.a N. 130.Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, il de Fvcreiro de
1836. -IUm. eEsm. Sr. Participo a V.
Exc. que honcm foram recolhidos a Gasa
de, DetencSo os seguintes individuos:
A' ordem do subdelegado do Becife, Joao Felis
mino de Andrade, Fortunato do Espirito-Santo e
Lniza Francisca de Souza, por disturbios.
A' ordem do do Io districto da Boa-Vista, Theo-
philo, escravo de Irineu Coelbo dos Silva, por dis-
turbios.
A' ordem do do 1 districto da Graca, Joaquim
Jos Baptista, por disturbios, minb i disposico.
Pelo subdelegado da fregnezia de Santo An-
tonio, foi remettido ao Dr. juiz de direito do 2
districto erimiual o inquerito policial a que proce
deu cmt-a Francisco de Paula Santo, preso em
fUgrante por baver tentado contra a existencia de
Mara Seuhorinha da Paz.
- Communicou-me o delegado do termo do Bre-
jo, que cin data de 5 do corrente, proceder a vi-
sita da cadeia respectiva, na qual f >ram encon-
trad is 35 presos, sendo 25 sentenciados, 6 pro
uunciados e 4 indiciados em diversos crimes.
No dia Io do correute e no luir ir d uoinin id i
C.ifund, pertencente ao t^rm i de Han lias, M ir
colino Ferreira Barros fer n gravemente, com um
tiro, a Francisco Muuteiro Gomos da Silva.
Contra o delincuente, que evadi.-se abri se o
respectivo nqu.-nto, queja foi remettido ao juiz >
c impetente. .
Na n >ite de 2 do corrente foi anomfaaia a
e.-tnbaria do "igeubo Collegio, do t-Trmo de Pao
d'Aiho e roubidn tfSS civilloa pirtenentes a
Francisco X ivier Carneiro daCcnha Albuquerque,
rendeiro do referido engeubo.
O subdelegado do districto abri inquerito, que
t^ve o conveniente destn i, verificando se terem
odo autores do crime os individuos de nomos F-
lix Jbae das Neves e Jos Mara de Oliveira, co-
uli ei'lo p>r Jos Pena, morador no eng:n'no Ve-
Iho, ds freguezia da Luz.
Pela subdelegado do termo do Bonito foi re-
mettido ao juizo c impotente o inquerito policial a
que proceden contri Joaquim de Araujo, Jus:in >
de Araujo, Jos Ignacio u Sabino de tal, pelo cri
me de furto de cavsllos.
Em data de 6 do corrente, assumio o cidado
Igoacio Fernandos da Silva, na qualidade de 2o
suppleote, o e*ere.ieio da subdelegada d districto
Tambi-m no dia 7 assumio o carzo da dele-
gacia do termo de Rio F'nnosi o respectivo 1'
suppleh'e r. Manoel Xivier Paes Bar.-eto.
Anda em data de 9, assumio o Dr. Joaquim
Jos Oiimbra, na qualidade de 2o suppleut*, o
exercicio da delegada do termj de Ipojuca.
Deus guarde a V. Exo. Il'm. e Exm.
Sr. conaelheiro Jos Feraandes da Costa
Pereira Jnior, rauito digno presidente da
prjvincia. O chefe de poli ;ia, Antonio
Domingos Pinto.
------------------'- Tra&f-------------------
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DA 10 DE KEVKKEIBO
DE 1886
Silva Curado & C. Informe o Sr. Dr.
ad ninistrador do Consulado.
Antonio Jos Ferreira Monteirj.Certi-
fique se.
Joo Franusco de Barros Araujo, Fiel
den Brothers, Jos Pereira de M igallmes,
Joi.quim Candido Maiihode Smza, John
II. Boxwll, Jos Florentino di Fonseca
Lelo e ofljio do Dr. chefe do pjlici.i. In
forme o Sr. contador.
Com nendador Luiz J >s da Silva Gui-
marles.Informe o Sr. Dr. administrador
do Cjnsulado, providenciando desde losjo
no sentido da prompta reinessa da infor o i
co a que so allude.
Joupha ]\I ir: i la Sil 7a Dutra. Rigiu-
tre-se e facam se as notas competentes.
Marcillino Ansberto Lipis.Entrege-
se pela porta.
- 11 -
Joaquim Jos d'Avola. Iufjrme o con-
ten .ioso.
Luiz Felippe dos Santos Porto. S tis-
fa^a a exigeueia,
Eleuterio Vieira Carneiro Lima. Indu-
ferido a vista concador.
B-rnel & C.Nega-se provimento, a
vista das infor nac5es.
Gerente da Companhia do Beberibe. -
Deferido, entregando-se as apoliecs nos
termos da iufonnacilo do Sr. Dr. contador.
A iriano da Rocha Pereira.Ao conten-
cioso para dar guia.
Doiuingos Pinto de Freitas, Pedro Jor-
ge da Silva Ramos, Antsmo Soares Pinto
e Joo Vctor Alves Matheus. Uaja vista
o Sr. Dr. procurador fis-al.
Pret do corpo de polica.Examinc-se.
Contas do ttiesoureiro das Obras Publi-
cas e do ajudinte do Dr. procurador dos
fi-itos em JiboatSo. -Approvadas.
Jjs Livratnento. Deferido, eutregan-
do-se a apolice.
Gregorio Tliaumaturgo de S Leitao e
Antonio dos Santos Vieira. Eotreguese
p la porta.
Q rente da Corapanhia do Beberibe.
Deferido, entregndose as apollos nos
termos da intormacio do Sr. Dr. conta-
dor.
Pret do corpo de polieia. Pagese-
Antonio Luiz da Silva BrandJo. De
ferido, tomando se por tormo a flanea offe-
reeida.
Jos Fernandes Runos de Oliveira e
Victorino Domingos Alves Maia.Deferi-
do, tcanio irresponsavel pelo debito an-
terior o novo inquilino que estabelecer-se
no pavimento terreo do predio n. 36 A.
ra de Pedro Alfonso e na casa n. 275
ra Imperial cuja desoecupacao so prova.
Dr. Hermogenes S. Tavares di Vascon-
cellos e Joao Rodrigues de Moara.=Infbr-
me o Sr. contador.
Braga, Martiniano Jos Ribeiro Pessoa,
Almeida & Filho, Antonio Martino do Rio,
Antonio da Silva Ramos, Faria & C, Jos
Antonio dos Santos Oooeiro, Antonio Fran-
cisco JPrac da Silva, Vctor Neesen. Ma-
noel Joaquim Pereira dos Res, Jos An-
tonio Tavares, Manoel Maria Gomes da
Silva & C, Francisco Antonio de Albu-
querque Mello, Fu-mino Gomes Leal & C
Joaquim Dias de Almeida Costa, Joao
Baptista Pinbeiro, Magalhies & C. e An-
tonio Joi Gonjalves dos Res. Sim.
Manoel Vicente dos Santos Taveira. -
Era vista das informales nada ha que de-
iforir.
J >s Ribeiro l C. ~>Indeferido.
oAntjnio do Oarmo Ferreira, Roa Joa-
quina da Silva, Julio Rodrigues & Irmao
Carvalho Souza 4 C, Ignacio Baptista
Fundador, Moreira & Braga, e do procu-
rador dos feitos. Informe a 1.a seeSlo
Thom Rodrigues da Cuolaa. A 1.a
scccSo para attende.r.
Cunha Irmao c Gomes de Mattos Ir-
maos. Irf"rme a 2.a seccSo.
Manoel Joaquim da Rocha. Sim de
accordo com a inforraacao.
Jos Soares Loyo.-A 1.a secjao para
os devidos fins.
Johnston Pater cS C. Informe a Ia
seecao.
Faria Sobrinho & 0. Gumpra-se.
Viuva Hermino Ferreira da Silva. Di-
ija-so ao Thesouro Provincial.
EXTERIOR
Consulado Provincial
despachos do dia 10 de fevereibo
de 1886
Jo Francisco do Reg Mello, Moreira A
Os uollandezns no Brasil
(Vers2o do Le Bresil)
Os doeumuitos relativos ao Brasil exis-
tentes nos Archivos Reaes de Haya j ha
vaos sido submettidos ao cuidadoso e in-
t dligante exame de dous homens de gran-
de competencia, o Sr. general Netscher e
o no0 compatriota Dr. Caetano da Silva,
enUo cnsul do Brasil na II dlaada.
O Sr. Nitscher extrabio doises docu-
mentos os materias da sin anaageapkia
O HMawhas no Brasil, exclusivamente
biseada em documentos d: origvn hotlan-
dexa. O Sr. (Jaetanada Silva limitoa se a
inaadar copiar alguna desses documentos,
i Iho pjraieram mata importantes, e re-
iiett-'i^essas copias ao Instituto Histirie.o
do Rio de Janeiro. O Sr. Viscan le d>-
Porto Seguro poade utilisal-os na redacgSo
do sen livro As latas dos Hollandezes no
Brasil.
N'cssas condicSes parecia que urna ter
eiri pesquiza nos Archivos Heaes nao de-
va ter da granl utilidade. Se, p>r-n,
o Instituto Archeologico de Pernatcbuco
pensou (fe modo diverso, nSo foi senao por
qu: o Sr Ra oiz Galvao. n'um relatorio que
dirigi ao governo dep is da miss'i de que
fora i:i-uiibido na Kuropa, assignalou a
existencia e.n H iya de documentos refe-
rentes histiria d> Brasil, doeumentis de
que ato tratafam n-m o Sr. Netsch-r, nem
o Sr. Viseando, de Poete Seguro.
Foi no intuito de estudar esses docu-
mentos que o Instituto Areheologico me
hourou com a missao il. que agora estou
incumbido.
Devo lizer desde logo que os resultados
queja obtiv vao muito alm do que esp y-
rava. Nos Archivos Reaes ackei o arem-
vo inteiramonte deseonhecido da l'ompa-
nhia das Indi is Oc :id ntaes. Os Sr* Ne
taofaer o Joaquim C.ietan apen is vira n j
pecas relativas aos arehivos dos Estados
Geraes das provin iai Unidas Neer-lanle-
zns. Supinha-se perdido o archivo da
Companhia das Inlias Oecil'ataes. Toda-
va urna part deste arehivo existi em
Mi ld-dburg.), da oade foi romattido para
Amsterdam e fin tmente para Hiya em
1856, ist algum tempo d:pois das pes-
quizas dos Srs. Netseli-r eCaetanidi
Silva, que se referem aos annos de....
1850 -54.
Djraiis, fii sonente entilo que essas pe-
gas, pass in lo do ministeri > das colonias
pira o do interior, torniram-se accessivois
ao publico.
Por um accaso feliz a parti desses ar-
chivos assim consrvalo justam 'nt* a
que en erra os dieumntis cuvi al >s do
Brasil issomblt dos dezemve. Os do-
cumentos que alii se en :n;ra n represen-
tain por si sos d tz ou vinte vz.-s o que
i' iatea existia nis areiiivos de H iy.i sobre
a historia di invasao hilmd'zi no Brasil.
E' quasi nutil fazer notar qual seja o alto
valor histrico desses docu nentos pela mor
parte de origem ofii.i!.
N tata coliets^ao ln dua3 categoras prin
eipaes que f iram obje^t) ie tul lias p-*s-
quizis at agora. A primeira tem o titulo
de Brieven em Papterea uit Brasie. .
1630 1651. "Esst jolle yuo cont m: A
i iri: quasi oompleta d-is o.irtas lirigidas
pelo alto consdiio do Brasil aos directores
da Companbia.
Alguraas de'ssas cartas sao verdadeiros
relitorios choios de detalhes sobra todos os
pontos relativos adminis'.racSo o ao go-
verno. As cartas do (jouselho da jnica e
de conselho de finanejs, os dos gneros o
dos alimentos, os diarios dos capitaes e
commandantes de flotilhas : os act s dos
yno los da igreja reformada ; as cartas e
relatnos dos ministros dessa igreja, es
itinerarios e diarios de oxpedicSes feitos
ao interior do Brasil, espeeialment as que
tinham por tin a descuberta do uiua.--; e
finalmente urna raultidSo de doeumeutos
de toda a especie, remettidos como p'9>s
justificativas.
Kutre estas ultimas, ehamarei a attengSo
do philologo para urna colleceao de cartas
em tupi, remettidos por Camiro Pedro
Paty e outros ehefes adanos alliados
com hollandezes.
A segunda colleceao, sob o titulo de tu
len van deu Haogen en Serceten Rood. in
Brazilie, 136 1634, o complemento
da precedente.
O vocabulo Notulen nSo significava s
o que, em linguagem moderna, designa-
mos por expediente dos negocios correntes
do governo; comprehende tambem todos
os actos e resolugoes do governo, com sua
expediges de motivos e urna especie de
diario dos acontecimentos mais notaveis.
Todos os detalhes relativos ao governo pi
Utico, civil ou militar, tudo o que concer-
ne as r l'icSea entre os portuguezes e hol-
landezes, entre os protestantes, os catdi-
cos e os ju leus, todos os dados sobre a
situadlo e.-onomica da colonia, tudo se
acha all mencionado. Nes'a colleceao
faltam apenas alguas cadernos.
Ah se encontra as representacSes das
Cmaras dos almotaceis ao alto Conselho,
as resolugSes temadas esse proposito to-
do quanto diz rfespeito aos Aldeiamentos
de Indios, s fabricas de assucar confisca-
das e vendidas pela companhia, aos impos-
tos e sua arreeadacSo, aos editaes publi-
cados pelo governo, historia financeira
da colonia neerltndezas, genealoga de
alguraas familias, topographia do paiz,
etc., etc. Em lim, ahi se eneontra urna
grande multido de documentos authenti-
cos e corapletis, e tal como diffijil que
possa existir igual sobre outros periodos
da historia colonial do Brasil.
Nao dero omittir que nessa colleccto
tambem se encontram as actas da Assem-
bla Legislativa, composta pelos represen-
tantes das communas e das eamaras dos
almotaceis das capitanas conquistadas, as-
sembla que funecionou nos mezes de
Agosto e Setembro de 1641, sob a preei-
doneia do Conde de J. Mauricio.
Avance, po8, a dizer qne sera um estu-
do minucioso desses documentos ser ira-
pos8vel obter os esdareciraentos necessa-
rios para escrever urna historia verladeira
mente authentica da invaslo holandeza no
Brasil.
Visitei tambem o archivo particular do
re Het luis Archief e ahi encontrei
urna parte dos papis, inteiramente desco-
nhecidos, que pertencerarn ao conde JoJo
Mauricio de Nassou e por elle trasidos do
Brasil.
Esses papis coraprehendem duas collec-
5808 : A primeira contem grande numero
de documentos de todo especie, alguns dos
quaes em portuguez. Menciouarui asearas
em latim e portuguez de Gaspar Dias Fer
reir. Este hornera, bastante intelligente,
fez fortuna no Brasil; chegou urna al'a
' posiyo na colonia, e exerceu grande in-
1 fluencia no espirito do conde de Nassau,
queo acorapanhou na sua volta para a
Holanda, onde se naturalisou holandez, o
que nao evitou qm alguns annos depois
fosse co:demnado como traidor. Entre
suas contas ha urna em que. elle refero a
visita quo fez ao celebre B rleus, pedi
do do onde, :>rin de dar-lhe informagoes
obro o Brasil. Era outra carta, elle d
noticias do Brasil, falla da re volta de Per-
nambuco e emit'e un juizo sobre Fernan-
des Vieira.
Do mes-no Ferreira encontrei dous rela-
tnos acerca da situacao de Pernambuco,
nos quaes demonstra elle quo a companhia
nilo polla raanter sua eonsquista no Bra-
sil, e que deraais esta nilo apresentava in-
teresse real. Silvo no ponto de vista da
linguagem, esses relatnos nilo si o inferio-
res ao celebre papel forte de Antonio Vieira,
A segunda eolle-cao refere-se aos qua-
reuta qua Iros trasidos do Brasil pelo con-
de ie Nassm e pir este offerecidos Luiz
XIX. Ignorava-se at agora qual fora o
destino Brasil por F. Post e cinco outros ari-
que o conde levara comsigo. Os documen
t03 de que filio dizera expressaraente que
o conde 03 deu de presente Luiz XIV,
qu', os BOdeou no Louvre. Estavao elles
ai a la ali ? Nio posso dizel o.
D:vo aindajassi^aalar a bera interessao
te coll "cgao das plantas e desenhos ridati-
vos ao Brasil que possue o Archivo R;d
ie Hiya. Essas plantas foram levantadas
pelos engenhelros da companhia. Bodei
tirar copia de todM as que podera ter al-
gum interesse para nos. Tambera pude com-
prar ;. 1 Ihrreiro Fre lerico M-iller, de Ams-
terdam, u aa co'lecgao de 47 plantas ma-
nuscritas, tilos os quaes prov.ivelraM( 1
perteneora n companhia ou a algum de
seus tribunaes.
Duarte Pereira
litViSTA DIARIi
Eleiro provineiall'-inis mus os se-
gumtes resalta 1 >j ila eleico provincial era '.
escrutinio :
4 DISTBICTO
Timbaulja
Vigario AiEoriin 1
Dr. Luiz Goncotlves 23
Cncaaay
Vigario Amorm 22
L)r. Luiz Gon^alves l'U
Resumo da vntafio do districto, faltando o col-
legio de Ei. Vicente, que nao pode,mais alterar :
Vigario M.iu .el U mcalves de Amorira (C) 249
Dr. Luiz QaayiJT da Silva (L) 1S2
Est, portanto, el :ito o Revra. vigario Manoel
Qoncalves de Amrim.
lU DISTBICTO
Caruaru'
Raposa
A'.tirho
78
70
19
18
51
34
Dr. Rosa e Silva
Dr. AJeiino Juni.T
Dr. Bis^ e Silva
Dr. A le 11 no Juuior
Dr. ltosa e Silva
Dr. rt.d;lino Jnior
Carap li*
Dr. Rosa e Silva 45
Dr. Aielino Jim: r 39
Resumo da vetacao conbecida, faltando 15r -j ) e
Jaearar ond a maioria conservadora :
Dr. Francisco de Assis Rosa e Silva (O) 327
Dr. Adelino Vutaiiio de Luna Freir J-
nior (L) 1 '.Ib'
E>u, portanto, ahila o Sr. Dr. Fra-iciseo de
Assis Rosa c Silva.
11 DISTBICTO
bom Conselho
Coronel Antonio Vctor 51
Dr. Sophrouio Fortella -10
Dr. Maximiano Duarte 10
Correntes
Dr. Sophrouio Portella 3
Dr. Amaro Fonseca )
Cor .11.-1 Antonio Vctor 7
Resumo da votaeo conhecida;
Coronel Antonio Victor LIS
Dr. tjjphroiuo Forteila 97
Dr. Amaro Fonseca .1 ;
Dr. .MaiHQiauj l' -rtclla 10
KeNOluco de can*nlia Pela i",
deuea da Froviucia foi ex leJia 1 o seguinte olfi-
cio :
Ia Seccao. l'alaoio da Prestd neta de Per-
nambuco, em i) i'evereiro de 188U. Resp i-
do ao otfieio, em que Vmc. rae consulta se Ihe ca-
be o exercicio do cargo de 4o juiz de paz da pa-
rochiade-aato Antonio, por ter passado ;. oecu-
par o 3lagar na respectiva lista o eidi.lao Riy
mundo Pereira de Siqueira, em virtude de mu
daniji di ."Io votado Aleiies B.rata, declaraudo
ihe que, de contormidade com a doutrinados avi-
sos ae 12 de Janeiro de 1856, resoluco de
sulta de 19 de Julho do mesmo auno e avisos de
2ii de Junho de 1363 e 14 de Juuh> de 1864, o
juiz de paz que nao substitue temporariamente o
mais votado e sim passa a servir em lugar deste
por escusa ou fallci inento, perde o direito do
exercer o cargo no auno, m que Ihe competera,
segundo a ordem da votaeo.
Si, porm, no caso occarrente o cidado Ray-
mundo Pereira de Siqueira nfco foi simples subs-
tituto, par imped memo temporario do m ais vota-
do Alcides liirata e sim passou oceupar o lugar
que este deixra vago na respectiVH lUta por mu-
danca de dotnioilio, tunee. bobo 3o juiz de
paz effectivo, a Vmc, chamado para o 4o lagar, e
uao ao referido Peroira de Siqueira, cabe o exer
cicio no corrate auno, ulumo do qnatriennio.
Dea guarde a V. c. Jo*! Fernandes da
Costa Pereira Jnior. 8r. Antonio Bernardo
Quinteiro, juiz de paz da parochia do Santissimo
Si ramento de Santo Antonio do Becife .
Trenn para o Casanga-Aiio. dos trens
da tabella haver no domingo um extraordinario
s 4 e 3 da tarde do Recife, tobando tmente nai
cstacoes da ra do Sol, Formosa e Otficicinas, on-
de se cobraro as passagens, seguindo d'ahi ex-
presso para o Caxang, d'onde regressar s 9 e
12. sendo tambem espresso at as Officinas.
Tiro -No dia 1 do corrente e no lugar Cafan-
do, do termo de Panellas, Marcono Ferreira Bar-
ros ferio gravemente com um tiro a Francisco
Monteiro (Jomes da Silva.
O delinquente evadio-se.
Ladrees de eawalloM Xo dia 2 do cor-
rente e da estribara do engenho Collegio do ter-
mo de Pao d'Aiho, foram roubados tres cavallos
pertencentes ao rendeiro do referido engenho, Sr.
Francisco Xavier Carneiro da Cunha Albuquer-
que.
A respectiva antoridade policial detcobrio que
foram autores do ronbo, Flix Jos das Neves e
Jos Maria de Oliveira, conhecido por Jos Pa, e
moradores no Engenho Velho, da freguezia da
Luz.
;." Oifttriffo eletoral.A junta apara-
dora do 6" districto eleitoral reuni se no aia Io
do correte, e feita a apuracao dos votos para um
deputado geral, na eleicao de 15 de Janeiro, ex-
dio diploma ao Sr. Dr. Henrique Mar jues de Hol-
landa Cavalcante.
Em trasmito. O paquete Tamar levou an-
te hontem pon a sul 204 passageiros, sendo 4 to-
mados em Pernambnco.
Dinneiro. O oaquete Tamar levou para :
Alagoas 25:000*000
Bahia lOOrOOOOOO
Diccionario i ni vernal de Educa-
cao e Enwlno. Desta excellente obra acaba
de chegar do Porto para a Livraria Franceza
ra Primeiro de, Marco n. 9, a caderneta n. 19.
J ha 160 paginas irapressas.
Ameaca rahir.N'a na do major Agosli-
nh 1 Besem, amiga do Senhor Bom Jess das
Crnalas, ha um sobrado de um andar e ot, o de
n. 41 cujos oitoes estao desaprnmados e ruchado?.
Convm que, qnantojantes, tratem de o botar abai-
x p, evitaudo S'j assim algutna desgraca, de um dia
para outro.
Wuciedadc .auxiliadora da Agricul-
tura.Verilicou-se antes de hontem, na sede so-
cial, ra pstreita do Rosario n. 29, a reunido dos
membros d'aquelia sociedade, convocados expres-
sameute para a renovacao dos seus funecionarios
e eclivos. Como, porm, uo houvessc numero pa-
ra constitnir-se a assembli geral, ficou adiada
para o owz vindouro a nova convocacolo de que
trata o art. 51 du estatuto^, e de urna hora em
diante funecionou o conselho administrativo, sob a
presidencia do Sr. Jovino Bandeira de Mello, por
se adiar ausente o presidente effectivo Ba'o de
Soiinlia in.
Depjis de liJa e approvada a acta da sessao
precedente (4 de Noverabro), o Sr. secretario geral
deu conta do expediente, e o conselho tomou CO-
nheeim nto de varias iuformacoes acerca do estado
Snaaeeifu da Socio lade, cohrarca da divida activs
e intp issiloilidade em na* tem K visto a superia-
deueia de eomprir a deliberado relativa a publi-
ca; i 1 em ti het 1 dos trabalhos e discussoes do 2.'
Coogresso do Recife, e das que a precederam e se-
giram-no, por causa da reluctancia do Club da
Lavoura da Eseada, principal promotor do Con-
gresso, em eatisfazer a p irte que lho tocou as
despezas do mesmo e pela qual se bavia responsa-
bilisado pelo orgo de seu digno presidente o fal-
lecido major Joo Manoel l'outual.
Em seguida, p issando s materias na ordem do
dia, continuou o conselho com a discusso encela-
ja na 30391*10 precedente, das propostas presnta-
los |)^) Dr. Ignacio de Barros e pelo engenheiro
Milct, e encerrada esta,toram ambas as propostas
approvadas com alguraas modiSe r;">es acetas pe-
loa seus respectivo autores, votando contra esta
o Dr. Ignacio de Barros e contra aquella o Sr. en-
genheiro Pereira Simes, e ficando empatado um
additivo do Dr. Paulo de Iracirim Salgado.
Levantou se a se3so s 4 horas da tarde, fican-
do marcado o dia quarta-teira 22, para a sessao
ordin ira do corrate mz.
I.ierlaro. O Exm. Sr. conselheiro Joao
Antonio de Araujo Freitas Uenriques, solemaisou
o dia 25 de Janeiro ultime, annivarsario natalicio
de sua Ex'iia. esposa, concedendo carta de liber-
dade, sem onus de especie alguma, ao seu escravo
fausto, de 40 anuos de idade, pr> miando assim os
bons servicos que o mesmo lhes prestan.
E" este um acto que registramos com satisfa{o.
Sociedade tilia.ica -N'osta sociedade ha
1 de iiiatrucijo, boje, s 6 1/2 horas da tarde,
em sua sede, ra do Imperador.
Fenta de S. Francisco de Paula em
'man; No domingo, 14 do correute, cele-
bra-se na capella Jo Caxang a festa do respectivo
padroeiro S. Francisco de Paula, constando de
tnisia Solumae s 10 horas do dia, com serino pelo
Rvd. padre Antonio de Meilo Albuquerque, e la-
dainha a noite.
Depois aa missa e tarde, tocar a banda de
musieade 14 batalho de infantera, e serio lar-
gados diversos balloes.
No da 15, noite, ser queimado um grande
fo0 de artificio.
Obran Publica*Aman ha, ao raei/di, u
li p irtico das Obras Publicas Frovinciaes recebe
ictas) ein e.-.rt 13 fechadas, para a execucio das
seguintcs obr:is: recenitrucco das bombas Qu2-
maaas e Cateode, arabas na estrada da Vctori 1. a
priui ira oreada em 1:595j, e a segunda em...
9lt*W: e reparos da ponte sobre o rio Una, em
Palmares, oreados em 2:0193000.
Artista* Medinnlraz e LiberaeN.
A's 10 horas da manila de 14 do corrente, devem
reunir se, em assembla g>-ral, os mem oros da Im-
perial Sociedade dos Artistas Mechanieos e Libe-
raes' nfim de tomarera conhecimento das contas do
auno findo e dos relatorios do director e bibliothe-
cario do Lyc) de Artes e Offieios.
T-'rs'e voi lo :i pedem ira.recla-
mar providencias de quera o lotra a pra-
.0.1-iva de algnmas lavadeiras, qee se ser-
vem da agua de urna cacimba que all lia, conhe-
cida pela cacimba do ftovo, tazendo-a iscassear
can as SMS lavageus, e, o que mais emporca-
Ihaudu a Jo rajdi tornal-a impropria para a ali-
in nts
Diz o uosso nforinaa: e p ireca rasoavcl, que.
haven I o all ;)iximo o rio Capibaribe, que bsnha
o povoalo, se laca transferir de ao p di Cicimba
a lavan.leria que a infecciona
Prestar a (Jamara lluuicipal, quem compete
prowdeic-iar no caso, o p vico reclama-
do pela geute pobre da Torre? H*c opus hic la-
bor est.
O liauquete da Sociedade Interna
cional de E*tudo* brazlleiro* Verte
inos do Le Soir de 20 de Jan iro ultimo :
A' hora en que se estamos concluiudo a nos-
sa folha da boje, nos saldes do Lion-d'Or banque-
teiara-se os brazilciros. E' ura jantar de despe-
fferceuio ao muito sympathico secretario da
:) do Brasil, Sr. Dr. Pedro de Araujo,
que parte iimihB p>ra a Allemauha, urna nova
utnrmacao da vita id ide da obra a que elle consa-
grou os ltimos mez-s da Ma estada era Pariz.
. l'..r.i sin lirmos a Sociedade Internacional de
estados brazileiros, nao temos outros motivos seno
a nossa i--piosae grata sympathii pelo irape-
azi!, e a sua persistencia em glorfioar-
isfl -i '3 nossai r:vr:;;, de ser membro do
uto da Frsaoa. A sociedade que na quinta-
fera ultima e 110 asno da S ,-ciodade de G-;ogra-
hu -sso de iiiauguraeo tem pir
. um raeio pratea a essa l'ebrede
ixp-.uao que njs atormenta, no meio da pleth
di v... li 1 Europa.
. Como dizia, no seu elegante discurso, um dos
fundidores della, o Sr. D.-. Santa Auna N
principal redactor da Rtoue du Monde Latn, se
urgente orear pira a nossa industria novo* 01er-
consumidures no (Jingo e ni Extrems-
1 o.i 1 abandoQ=r os mercados que
suimos e e -1 idi'siraa parte de
sa'a exportacSeB. Annuai.nento o Brazil importa,
termo me li, 70 milho a de productos exclusiva-
mente fraa iiuaut 1 qun o nosso grao
mercado da Eur -sia, attinge apenas a 32
milho -9, e todas as nossas colonias a rauito cns-
^*m a assegorar nossa industria nacional
ura mercado de liO milhoes.
O Brazil um pdiz essencialmente agrcola,
e qne aiada por muito tempo deixar de ser in-
dustrial. As suas vastas e fi^cundas soliloe po-
dera 1 anda tomecer materia rpida fortuna de
numerosos- miueiros, que jamis esquecero, ape.
sar das saudades que tenbam, os contortos da me
1. To vasto paiz, apezar de sua adiantu-
dissima eivilisacao, comtudo e necessariame
tributario da Europa. Ateo presnteos nos
industriaes nem-se restringido ao Rio de Janei-
neiro ; trata-sa da tudo envidar pura que nio nos
distancien) do Brazil^
. O Sr. Dr. Santa Anna Nery, cuja longs per-
*
M
L


ii. ?.m***v
Diario de Pernambiwo---Sexta-fmra 12,de Fevereiro de 1886
_
r*F
I


manencia em Pariz o tornou to bom francez pelu
coraco como pela linguagem, eacarrogon-ae desse
assumpto, eoc ratrando, aoe priin-roa pastos que
dea, DuiaTma e ardentiaaimas sympathiaa. O
Sr. de Lesseps applaudio a idea da creacio da
Sociedade de Estudia Brazileiros, aceeitaado o
cargo de seu presidente honorario. As socieda-
des de Geographia e Topograpbia, o syndicato da
imprensa colonial, a cmara syudieal dos neg-
'eiautes e commiBarios de Pariz ; acolheram calo-
rosamente a associaco, off'reeendo lhe com a
maior franqueza graciosa hospitalidade e benfico
apoio-
< A Sociedade de Esludo Braleirot conta j
entre os seus fuadadores, alm do ministro pleni-
potenciario do lirazil e dos principaes mera broa
da colonia braziteira, o almirante Monchez, di-
rector do Observatorio; Mr. Emmamuel Liis,
maire de Cherburgo e o aatigo director do Obser-
vatorio do Rio de Janeiro ; o eminente economis-
ta Leroy-Beameu, o general Osmond, o academi
co deputado Mziers e principe Rolando Bona-
porte. Mr. Emilio Levasseur, membro do Insti-
tuto, aeceitou o cargo de presidente effectivo, le-
vando-lhe assim toda a auctoridade de sua scien-
cia e nome.
a E' um verdadeiro museo que a nova socieda-
de vae reun* no predio, que acaba de alug^r na
avenida da Opera. A maior parte das materias
primas, que representarlo as riquezas naturaes
do Brazil na Exposico de Anven, foram-lhe offe-
recidas relos expositores.
< A esta notavcl collecco de mineraloga e de
materias textis ajuntar-se ha brevemente urna bi-
bliotheca eontendo todas as ubras que dis r
respeito ao Brasil. Em fim, e sobretudo, nos sa
loes do sociedade serao professados cursos da lin-
gua portugueza, e os moco que s guem a carreira
commercial poderao iniciarse n'uma lingua, cujo
estudo actu tmente, mms dispendioso do que o
da lingna cbineza.
o Aos toasts que serao levantados hoje noite,
no banquete, juntamos o nosao ao futuro da Socie-
dade dos Estudos Brazileiros. Possam niais ap t
tar-se os la^os qae nos uncm aquella nacao, ver-
dadeirament" n.ssa ir mi. Com lato gauharemos,
tendo urna colonia que produzir bastante sem nos
custar urna goU de sangue.
Ferro-a ia do Recire a Caiani.-
Sob esta epigraphe eacrevem-noa o seguinte :
No dia 9 d i correte, pretendendo a familia
do Sr. Francisco Primo do Couto, tomar o trein
dessa ferro-va na esteco do Cordero, que sobia
para Caxang, tendo sabiio do Recite as 9,18 ho-
ras da naolii, fora victima de grande susto ; por-
quanto tei'do feto embircar duascr neis, seguida
O trera sem a menor attenpio aos deraais pissagei-
ros que tentavam embarcar, alguns j com o p
no estrib da plataforma.
E assim se repro luzem os factos de desatten
cao para cora o publie>, sendo que s por esforc is
do chefe da esttcao d'alli, que poje a f.iinilia
embarcar um p >uco mais adiante a
Feota de >!..: Seiittora do l.ivra
nenio, en Halmare-Araanh. ao meio
dia, subiro ao ar varias girndolas de fogui tes
uam salva de 21 tiros t mando a banda de msica
Dous de Dezembro. que graciosamente coinpirece
ao3 actos desta Coala ; s lj horas da tarde ser
bastalo o es'andarte da S.uitissima Virgen), em
prooissao, da igreja para o oastro, c m lazido po
menina*, htvendo vesperaa solemnes com grande
orchestra.
So domingo, s 5 horas da m inh.I. soltar se-
ho outras girndola* da fbgoetsM aps a urna
salva de 21 tiros ao som da banda marcial, an
nunciando o dia de Nossa -^rabora do Livramento.
A's 7 h>ras ser reaada um a aiiasa cas 10 1/2
entrar a solemne, a g'.nde orchestra, dirigida
pelo Sr. Benedicto "uaieeSonreir da Albuquer-
que, que ejecutar a missa i-norain ida -Lima.
Ao Evangelho subir sag adi tribuna um dos
melhores paires aa eapital. Finia a missa, su-
biro ao ar urna salva da 21 tiros e urnas giranlo-
laj de toijuetes, tocando a baud* marcial.
A's 4 horas la tarde sahir a Sa-itissima Vir-
gen em procisso que percorrer as rua3 de Pal
mares, e ai recolher entrar o Te. Deum que ser
o denominado -Sant'Anna, orando nesta occasio
o Rvci. orador da missa.
OfHei.-i- em todo o seto o livj. parocho desta
fr guez i.
Findo o Te-Deum ser arreiado do mastro o es-
tandarte e entregue a Exma. juiza ; couu-cand >
em seg-iida os actos externos, que coustaro da
baloes, fogos e msica.
Desta festividade, sao encarregados varios artis-
tas de Palmares, que de longos anms tomaram
como devoco aunualente festejarem com o con-
curso do fiel povo dqu ra do Livramento.
Til BitME'onome deumjarnalinglez.de
Londres, do formato de folio em 3 columnas lar-
gsa.
Desse jornal tiraram em Londr s algumas co-
pias phot >trraphicas. quo iorara pissadas para
pedraa lithographicas e impres as.
Essas espas, quedo para cada pagina (o jornal
tem 10) cerca de 2 pollegadas de altura por 1 1/2
de largura, sao realmeute curiosas, como verifica
mos n'uma que nos foi ofivrecHa. As letras sao
tao raiudas que impossiv 4 destmguil-as a oaos
desalma ios ; mas, usaudo-se de urna lente forte,
nao so se distingue as letras, como se l perfcita-
mente o jornal.
l.'omo ejpccimem de photo-lytographia, o que
de mclh>r temos visto
FallerimenloFalleceu bontem, de pade-
cimentos pulmonares, o guarda-livros lialdino Po
dos Santos.
E.a o finado um hornera anda moco, muito tra-
balhador e ba tante inteligente.
Dcixa viuva e filhos em gr.iude prbreza.
Seja-lhe a trra leve.
Farinha de irii{< aiariadaO agente
de leiloes Pinto vende hoje, ao meio dia, 215 bar-
ricas com farinha de trigo avariada, segundo o
respectivo annuucio publicado na seccao compe-
tente.
Proclaman de -anamenio. Foram
lidos na matriz da tiraca nos da 31 de Janeiro e
2 de Fevereiro corrente, os seguintes :
Joaquim Francisco Ferreira com Mara da Pe-
nha Sant'Anna.
Cesario Gronca!ves dos Santos com Felismina
Miria da Luz.
Joao de Tristao Serpa com Bellarmina Maria
L'mos.
Manoel Joaquim Nery Santiago com Joanna
Maria do Espirito->janto.
Chapeo- e chapelinaa. -A ChapeUria
Victoria, Praca da ludep -ndencia, acaba de re-
ceber um variado sortimento de chapeos e chape-
linas para senhoras, todos d.o mais apurado gosto e
o que ba de mais moderno.
Vao para ell'-a as nossas leitoras.
Bom ConwelhoEm 3 do corrate escre-
vem -uos o nosso correspondente a seguinte carta :
Infelizmente desvanecaram-se as esperanzas
que em tod i o alto serta i tinha gosado o appare
cimento das trovoadas em Novembro passado. As
plantas que, como as chovas, foram geraes, esto
iateiracnente perdidas.
Um sol asphyxianto tem dominado de entilo
para e, notndo-se ap.n.is relmpagos ao long,
e nm forte aguaceiro a 27 do passado, cujo effeilo
foi fraquiasimo, a'tenta a grande recequido do
solo. Podemos, poriant), contar com a alta de
precos dos gneros alimenticios, devido enorme
concurrencia de compradores, e a pequea quanti-
dad TiColbida o anuo passado.
No da 8 do corrente, o delegado de polica
deste termo, pro"edeu inqnerito contra M .noel
Francisco, Manoel Oabocoio e o escravo Vicente,
autores de um roubo de sete ovelhas, de proprie-
dade de Josephmo Airen, morador na Barra do
Brejo, crime praticado em 18 do Dezerabro passa-
do, em cuja occasio, sendo presos os criminosos
em fligrante, pelo inspector de quartcro d'aquel
le lugar, este oa soltou, a instancias de ama pei-
oa de sua amisade.
Cbegando dito inqu-rito s mos do promotor
publico, requeren este tosae elle archivado, por nao
estar provada a miserabilidade do pr prietaria das
ovelhas, no que promptamente foi attendido pelo
respectivo juiz municipal.
Ora, para este e uutros catos anlogos, temos
a recente decreto de 7 de Julho de 1883, cuja dou-
trma aconselha procedimento diverso ao adoptado
pelas autoridades judiciarias. No emtauto...
No ota 12, foi preso Jo Hyp,>"lito, por
achar-sc iuiciado em ernne de turto, e ciya prisio
m'aqueile dia foi todo providencial para o proprio
preso, poia o livrou de assxssinar ou ser aaaaaai-
aado pelo aeu antagoaisia, mando de urna mulbcr
a que elle tinha aeduzdo e raptado, por cajo mo-
tivo estav-ai Jispoatos a bater-se um duell >.
No dia 15, como em todas aa dentis partes
do imperio, te ve aqui lugar a aieioio para depata
dos geraes, to pacifica mente como se poda dese-
jar, tendo comparecido 122 elattofaa, 2 dos qaaes
TOtaram no candidato conservador Dr. Bento Ra-
Bos, e os aVmai.aa Dav. Jada aVnjaito, candidata
liberal.
Ainda no mesmo dia, aqui chegaa o Sr. Jero-
nymo L Accacio de Oliveira, vendedor de livros
da religiao evanglica, seado recebido ao som de
assabioa. vaias e pedradas pela capoeiragens, va-
lendo-lhe o ter-se refugiado na casa do major
Lourenco de Carvalho, conseguiudo este conter a
christianissima plebe, pelo que nao bouve mister a
interveocae da polica.
0 Sr. Jeronymo ignora por certa o que j aqui
soffreu a ex praca do exercito Lourenco Gomes
da Pcnha. um fiel catholico, mas que tinha o nec-
eado de usar um poncA, s proprio l das regioes
do sul !
No dia 17, ao ser aqui conhecido o resultado
da eleico ge ral em todos os collegios do circulo,
resultado que elegeu o Dr. Bento Ramos por.gran
de maioria de votos, os conservadores transporta-
dos de jubilo por este motivo, sahiram noite em
pas8eiata, com msica, fogos, etc., dirigram-se
casa de residencia do mesmo doutor, e ahi, em to-
cantes e eloquentes palavras, significarnm-1 he o
seu regosijo e enthusiasmo pela sua reeleicao, cor-
respondendo S. Exc. com vehemeutes phrases de
reconhecimento e gratidSo.
Um monstruoso ataq ae ao pudor.
Dizem-nos que l para os lados dos Encanta-
dos, deste termo, existe urna fera humana,' que
acaba de ofl.-nder tres innocentes sobriohas, achau
do-se todas ellas em estado interessante. *
Um tal monstro bem capaz de povoar o
mundo, se antes nao o mandareax povoar... a ca-
deia.
Ainda outro ataque ao pudor.
No da 19, Antonio Galdino da Silva, raptnu
a menor Rita, fillia de Jos de Barros. O delega-
do de polica procede as diligencias legacs con
tra o raptor.
No dia 25, reumo-se a nossa edilidaie em sua
Ia sessao ordinaria dest nnno.
So esta co'poraco quizer compenetrar-se das
palpitantes ne easidades do municipio, muito ter
que fazer em todos os ramos de suas attribuicoes,
especi Imente no que diz respeito viacao publi-
ca, mxime nos caminbos que cortam a parte nor-
te da comarca, onde o viandante obrigado a fa
zer continua cortezia as paos e garranchos que
cobrem o leito da estrada.
Este servica, sendo de exclusiva competencia
das cmaras, nao pode ser ol vid ido sem grave
prejuizo dos iuteresses pblicos e particulares, fa-
zendo diminuir a concurrencia das fciras, onde
sao pagos,p mtualinente os impostos municipaes.
Est concluido o processo instaurado contra
os autores do assassioato do infeliz Joao Louren-
co, no dia 4 de Dezembro passado.
Os leitores devem l-labrar-se que, ao noti-
ciadnos este facto, dissem >s que corrun duas ver-
so -'8, urna derivada do uqu irito, e ootra do que
diziam pessoas estranhas ao conflicto. Provamos,
pois, a nossa imparcialidad'.
Tirado o inquerito pelo delegad?, este indi-
eou as teatvmuiihas que deviam depr no pro-
cesso.
O promotor, porra, ou porque se inclinasse
para a 2." verso, ou por outro qualquer motivo,
rejeitou-as, indicando outras, e em cujoa depoi
raent >s fundamentou a sua pronuncia, recahindo
em sete dos que fizeram pane da patrulha.
Sem levarmos a mal o procedimento do digno
promotor, com cujo carcter e maneiras sympa-
thsamos, t .davia, com rela^o a es focto, per-
mita qu-; lhe f-tcam >s esta interrogaba? Se S.
S. prouunciou a sete porque fizeram parte da pa-
trulha, qual a razio de sabir inclume um tal Sr.
Amaro, que tambera fe parte da escolta, U indi-
gitado como o principal protogonista d'aquelle
drama de sangue ?
Cremos que S. S. nao peder convencer nos
da justica desta exclusa'.
l'.'. que, dizem-nos, l para os lalos da Serra
Gr.iude, coi re um Jordo, onde os Amaros e mui
tos qqe nao sao Amaros lavara todas as suas man-
chas.
Si non vero.
Operace* ctrurcicaa Foram pratica
das no hospKal. Pedro 11 no dia 11 do corrente
as seguintes :
Pelo Dr. Moscoso:
Duas pnsthotomias a bistur reclamada por phi-
inosis e cancros.
Pelo Dr. Malaquias :
Poathotomia pelo processo de Ricord por phy-
mosis.
Pelo Dr. Pontual:
Excisao pelo thermo cauterio, de um tumor
erecti aa cabec.
Pelo Dr. Berardo :
Tarsorrhaphia e excisao ovalar da palpebre por
trichy88.
Ablacto de ataphyloma geral pelo processo de
Verneule.
Santa Caaa de Miaericordia*Pes-
soal dos enfermos e educandos existentes nos di-
versa* estabelecimentos a cargo da Santa Casa
de Misericordia do Recife, no mez de Janeiro
findo :
o histrico, tendo diante dos
s pags. 2tl e seguintes do 1"
Hospital Pedro D 490
Dito dos Lazaros 30
Dito de Santa gueda 6
Hospicio de Alienados 189
Asylo de Mendicidade 18t
Collegio das Orphas 201
Casa dos Expostos :
Em crea^ao 133) 207) 340
Em educacSo
Total
1.442
3 Lotera da provinciaSabbado, 13 de
Fevereiro, se extraiiir a lotera n. 37, em bene-
ficio da matriz de Vicencia;
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
Conceicao dos Militares, se acharo expostas as
urnas e as espheras arrumadas em ordem ame
rica, apreciacab do publico.
Lotera do Ceara de 8O0i0O09O00
A' 4* aerie d'esta grande lotera, cajo maior pre-
mio de 250:000^000, ae extrahir imprcterivel-
mente terca-teira, 16 de Fevereiro, ao meio dia.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna, ra Primero de Marco n. 23.
Lotera de Macelo de SOOiOOOOOO
A 15* parte da 11 lotera, cajo "premio grande
de 200:000*000, pelo novo plano, ser extrahida
impreterivelmente no dia 16 de Fevereiro, s 11
horas.
Os bilhetes acham-se a venda na Casa Feliz
praca da Independencia ns 37 e 39.
Lotera BxtraordlnarCa do Tpl-
rangaO 4 e ultimo sorteio das 4 e 5 series
desta importante lotera, cujo maior premio i de
150:0004000, ser extahida a 9 de Abril.
Lotera de XicilieroyA 1* parte da
lotera 3t3 da premio de 100:000*000, corre quar
ta-feira, 17 do correte.
Os bilhetes ach m-se venda na Casa da For-
tuna rua Primero do Marco n. 23.
Lotera do loOs bilhetes da 3' parte da
195, do novo plano, do premio de 100:0004000,
achim-se venda na Casa Felis, ra Primeiro
de Marco.
INDICACOES BIEIS
I
cor-
tlazoa de BatxoEscreve o no
resp radi-nte em 1 do corrente : \
Estamos ainda debaixo da terrivel ameaca
de urna calamitosa sejea, pois j estaraos no 1
de Kevereiro e nao ha um s carc de milho, fe
jo ou algodo plantado falta de chucas que
ipolhcm Dem os terrenos rosados para tal fim, nao
servindo nos as frequentes carregaces athmos-
pbericas, seno de syraptomas desagradaveis a
nos, habitante desta desfavorecida parte do sertao,
que, alm di mais, segundo vemos e pensamos,
castigada pela colera divina. E ni pJu deixr
de ser assim, peH absoluta falta do necessario
respeito aos actos religiosos, como pac vexes te-
mos, em v.o, dito em nossas missivaa, sera que ne-
nhuma providencia nos tenha vindo dos poderes
da igreja.
As musas conventuaes sao misturadas comas
fciras, onde conservam-se os mercadores de cha-
peo cabeca, os Civallos detidos e juntos ao cru-
zeiro fasendo se alarido proprio de urna... feira,
isao quando celebra-se o santo sacrificio da missa.
A Cmara Municipal devia ser a primera em
remover tamanho escndalo, t.ansferindo as fei-
n- para os sabbados, e para outro lugar que nao
a frente da matriz e em volta ao cruzeiro. Mas,
... (e aqui que est o busilis), ella, a Cmara,
etc., etc.....................................'
< Os gneros alimenticios esto por precos fa-
bulosos ; o milbo a 14600, a farinha a 24000 a
cuia, e o feijo com os deraais de primera neces-
sidade acnmpinham essa escala assombrosa ; sen-
do de admirar que as rapaduras, as rapaduras !
esse apreciavel doce do sertanejo, vemdem-ne a
200 ris cada ama, epir demaispequeas I
Nao bavendo dinbeiro na maior parte dos
consumidores, avi.liem os leitores qual o estado
calamitoso a que se acha reduzido um grande nu-
mero de ebriataoa !
Aproveitaudo o ensejo, transmitamos lhe ama
dolorosa noticia, que nos foi referida por pessoas
crterioaas ; ella a -eguiute : em diversos sitios
deste termo existem familias numerosas em estado
de completa nudez privadas de emigrarem para as
mattaa ou de procuraren) meios de subsistencia em
lugares mais habitados, porque nao p dem appa-
recer quein quer que seja, e asaim tm de suc-
cumbir foran .' Haver recurso para to Ltsti-
mavel eetado, ae a candade publica nao pode por
si, acudir a tantas necessidades ? '
. Vv. Ss. Srs. Redactores, caridosos e Ilustra,
dos como 8*' c'amem por providencias aos pode-
ygg provinciaea e graea, em prol dessa infeliz
gente, 1ue' sem duvida, (se nao resolver M a far-
tar, como j vai succedendo) perder a existencia
diante de ti atterrador pbantasma a scea !...
No dia 7 vamos ter o 2 escrutinio em qoe se
tem de eleger o 3 deputado provincial que no 1.
Hpixon d" attingir ao qnociente eleitoral. Nio ha
duvida de que "correado elle entre os Srs. Joo
Alees e Manoel Pinheiro, tenha ganho de cansa o
primeiro. Entretente, aa urnas que o dirn).
A tran^uillidade publica prosejrae inalte-
rivel, as autoridades constituidas vio bemTa-iMa
falta... todo, Uto ,charas, dinbeiro, e tuti quan
ti...
At mais ver.
Lellfte* Effectuar-ae-ho :
Hoie :
Peto agente Hurlamaqui, s 11 horas, na ra do
Imperad r n. 22. de prdo.
Pelo agente4 Pinto, a 11 horas, na roa do Bom
.legos n 43. d movis, loucas, vidroa, etc., e ob-
jectoa de cabellos.
Pelo agente QiumJIo, s 11 hora, na roa do
Marque de Olinda 18. de bisnagas
Pel-o agente Modesto Baptista, s 11 horas, a roa
do Bom Jeaus n. 19, de movis, loucaa, vdros, vi
nhos, etc.
Amanhi :
Pelo agente GtumSo, a 11 horas, na ra de
Diaa Cardoao (Caldeireiro) n. 94. da taberna ahi
sita.
Seeunda-feira :
Peto agente OutntAo, s 11 horas, na ra da Im-
perador n. 34, de movis e mais artigos.
liaiaai fanebreaSerao celebradas :
Hoje :
Das 6 s9 horas, aa Cathedral de Olinda, das
6 7 horaa, na Penha e s 7 1/2 na capnlla de
Apipueos, por a'ma do major J1.0 Franciaeo do
Reg Vlaia ; s 1 horas, na matriz de Santo An-
tonio, por alma de D. Francisca Amelia Pimentol.
Amanhi:
A's 8 horas, no Carmo, dot alma de D. Roea C.
Cavalcante Lina ; s 8 horaa, na matriz de Santo
Ant mo. pr alma de D. Rosa Angnsta da Silvei-
ra Maia : s 6 1/2 horaa, aa oledade. por alma
de Archanjo Criapiatano da Goaveia Cavalca ite ;
lia T boraa, na Madre de Daos, por alma de D.
Maria Francisca da CoaaetoBe- Martina ; is 8 ho-
raa, na Soledade, por alma de Archanjo Chris-
piotano de Gotrveia CavaJcaata; a 7 horaa aa
matriz de 8. Jaaa> por alma de Antonia da Silva
Reg.
Segnnda-feira :
As 7 horas, naata de & Joa. por a_laa.de
D: Aqailina de Jeras Pa Mendoaca 0 ""
edlcoM
Conaaltorio naedlco cirara;lco do lar.
Pedro de Attahrde Lobo Moacozso a
roa da loria n. 39.
O doutor Moscozo d consultas todos os
iias uteis, das 7 s 10 horas da manh,
Kste cousuitorie offerene a corumodidi
ie de poder cada c*oente ser ouvido o exa-
minado, Bem ser presenciado por outr 1
De meio dia s 3 horas da tarde ser a
Dr. Moscozo encontrado no torreo pra
'a do Commercio, onde funcciona a tas-
peccao de sade do porto. Para qualquer
l'estes dous pontos poderao ser dirigidos
os chamados por carta as indicadas horas.
Dr. MigiiA Themudo mulo 1 s a '.onsul-
torio e resi ieaeia para a ra da Ioaper^triz
n. 14, 1. aa lar, onio d consultas das 12 an e pela exclusa de dm jiz de ras PREsiDE-rra
Vamos refaaer
olhoa o que ae v
volame doa Aunaea do Parlamento de 1881. Eil-o :
A apurado finar, diz a* commiasio de in-
querito, foi feta de conformidade com um* decla-
racio firmada por 8 msanos, qu3 a apresentaram
antes de coraeparem os trabalhos, a qial, por estar
aaaigoada pelu maora, nao toi sujeita a discos-
sao. O contexto da deliberar;lo este: Nio se
contaran ao Dr. Aafra os tres votos em separado
de Santo Amaro ; nio se apdbab a blbiqo db Ab a-
bangu, por nao terem todns os eleitores que vota-
ram titulas passados por juiz competente ; apurar
se a eleicdo de S. Pedro feita perante o juiz de paz
Eduardo Vieira, despresando-se e nem se fallando
na feita perante o juiz de paz MUha* Sens. Deli
berou mais a junta que nao tomassb assbkto nella
o juiz de paz Joo Vieiba Maciel Chula, que pre-
sidio a elriqZo de AbabaitouX. Nestas condicSes,
ficando o candidato Oliveira com dous votos mais
sobre o candidato Mafra, fo-lbi expedido diploma,
assignando-se vencido o juiz de direito, quanto A
BAO APDBAQAO DE AbabANU U.V E BXCLSO DA JUNTA
do joiz de paz Maciel Chula.
Unnimemente resolveu a commissao que ro
ATTSNTATOBIO DA LE ESTE PROCEDIMBNTO DA JUNTA 6
annullou-o para, por si, fazer nova apuraclo. Fi
cou consequentemente nullo tamb llegalmente conferido ao candidato Oliveira. Sem
entrar no exarae de questoe i posteriormente agita-
das pelos competidores, fie ou assim -a apuracio,
soraraando os tres votos de Santo Amiro, os 11 de
S. Pedro ->b Alcatara b os db Abaranoc : Ma
fra 497, Oliveira 478. Deveria ser essa o resulta-
do se a junta se limitasse a soramar votos.
Depois disto,entrou a commissao de inquerito em
varias considera?os sobre as eleces dos collegios
de Campos Novas e S. Joaquim da Costa da Serra,
e, sem mais se referir aos votos em separado de
Santo Amaro, chegou s concluso 's, das quaes to-
mamos estas, que aproveitam questo :
1.a Que se contera ao Dr. Mitra os tres vo-
tos tomados era separado na paroohia de Santo
Amaro, sob pretexto de nao terem os respectivos
eleitores, munidos de titulo, renda legal.
2 aQue se approve e se apure a eleifao de
AraranguA, dbsprrsada pela junta apubadoba, sob
pretexto de nao estarem ahi tolos os eleitores com
os sens ttulos passados por juiz competente.
3.*Que se approve a eleitao de S. Pedro de
Alcntara, presidida pelo juiz de paz Matbias
S -ns, requerendo-se informacSes ao presidente da
provincia sobre a presidida polo juiz de paz Eduar-
do Josa Vieira.
4Que se responsabilisem os oito juizes de
paz que, na junta apuradora, desptesabam ille-
oalhente os votos em separado de Santo Amaro o
a ei.sico de Ababaeoo, excluindo do sec seio un
.I'JIZ DB PAZ PRE8IDBNTE DE MESA .
Cumpre desde logo assignalar que a responsa-
bilidado que se maadou sujeitar os oito juizes
de paz, que constituan) a maiora da junta, nao
foi exclusivamente pelo facto de nao terem elles
sommado os tres votos em separado de Santo Ama-
ro ; foi por isso, sem duviia, mas o foi principal-
mente pola NAO APURACO DA ELCI90 DE ABABAN-
E', pois, falsa, aaaaiieshaaaente falsa a conclusa
que chegou o autor do arti$o que, 10 do cor-
reate, foi publicado ueste Diario sob a epigraphe
que tomamos.
De accordo com os arts. combinados 177 e 158
do regulamento eleitoral, as justas apubadobas
BAO PODEM COHTAB AOS CANDIDATOS VOTOS TOMADOS EM
SEPARADO PABA O FIM DE LHES BXPEDIBEM DIPLOMA.
Legem habemus.
Mabco Tuno.
Manifest
JOS MARAS NO AO ELEITOBADO DO 2.
DISTBICTO,
(Continuacoj
V
horas s 3 da tarde e rece'ie chamados a
bualquer hora. Especialidadespartos, fe
brea, syphilis e molestias do pulmao e co-
ra ya o.
Dr. Barreto Sampaio d consultas de 1
s 4 horas da tarde, ra do Brao da
Victoria n. 45, 2 andar, residencia ra
lo Riachuelo n. 17, canto da ra do Pires.
Advocado
Henrique Milet. Ra do Imperador n.
22, l. andar. Eocarrega-se de questdVis
as comarcas prximas as linhas frreas.
Dr. Ferrer, ra do Imperador n. 79,
1. andar.
Dr. Olioeira Escord, 2." promotor pu-
blico, tem seu eseriptorio de advogacia na
ra Primeiro de Margo n. 2.
Jos Bandeira de Mello -advogado -
ra do Imperador n 37.
Corte Real, ra do Rangel n. 55, Io
andar, esrriptorio e residencia.
JoSo Francisco leixeira tem o seu es-
criptorio ra do Imperador n. 42, 1."
ndar pode ser procurado em sua profis
sao, das 10 l hora da tarde.
O bacharel Benjamim Bandeira, ra do
Imperador n. 73, 1. andar.
Jos Bernardo Gafado AlcoJ"orado Ja
nior contina no exeroicio de sua profisso
de advogado, c pode ser procurado no es-
eriptorio de seu pi, ra 1. de Margo
n. 4, 1." andar, das 10 horas da manhl
s 3 da tarde.
Hndanra de caaaalUrla
O Dr. Alrio avisa aos seus lientes
que mudou o se J consultorio para a ra do
Q.ueimado n. 46, 1. andar. Consultas
iodos os dias das 11 s 2 horas da tarde
lli-oa-arla
Faria, Sobrinho & Q., drogustas poi
-tttacado Ra Mrquez de Olind n. 41.
Francisco Manoel da Suva & C, depo
otarios de todas as especialidades pharni.
oeutioAS, tintas, drogas, productos chimice
e medicamentos homceopaticos, rus do Mar
juez de Olinda n 23.
Mercarla a Vapor
Serrara a vapor e offitina de carapina
de Francisco doa Santos Macedo, caes de
Capibarioe n. 28. N'este grande estabele
cimento, o primeiro da provincia n'este ge
ero, compra-se e vndese madeiras de
todas as quadades, serra-se madeiras de
-onta alba, assim como sepreparam obras
de carapira por machina e por precos sem
competencia.
DE MESA ELBITOBAL.
E releva ponderar que foi por causa destes ul-
vimos dous factos, s e to smente, que, na acta
da apuraclo da junta, assignou-sb ves ido o juiz
de direito ; o que d maior forpa ao pensamento
expresso da 4a conclusa i do parecer da commissao
de inquerito, mostrando que foram enes dous lti-
mos foctos que principalmente motivaran) o pedi-
do de responsabilidad^ da maioria da junta apara-
dora.
Nos confessamos, entretente, que tembem foi
por isso que se cogtou da dita responsablidade;
e o repetimos convictos, Dorque co c1'" oresiden-
tes, que sanecionaram a tomada em separado dos
tbes votos de santo AMASO, procedimento irregu-
lar da mes* desse collegio, incorreram, como essa
mesa paroehial, em crime punivel pelo art. 29
10- dalei n. 3,029.
Com effdito, no referido collegio de Santo Ama-
ro, OS TBES VOTOS TOMADOS EM SEPARADO O foram
eleitores, mandados alistar pela relaco do diatric*
to, eleitores cujos nomes estavam na lista pela qual
se fez a chamada, e que, chamados pelos seus no-
mes, exhibirn) os competentes ttulos.
A mesa de Santo Amaro, sob pretexto de que
esses cidados nao tinham capacidade eleitoral,
tomou-lbes em separado os votos, contra a lettra
expressa dos arta. 15 Jj 18 da lei e 141 do regula-
meato eleitoral, que prescrevem que nao seja re-
cusado O VOTO DO BLEITOR QUE APBBSBNTAB O SED TI-
TULO, e firma os casos em que os votos do eleitor
devem ser tomados em separado.
Nao eacando em nenhum deases casos os tres
eleitores qoestionados, a mesa eleitoral violou a
lei tomando em aeparado os seus votos, e a junta
sanecionon ama illeealidade, embora apadrinhada
at certo ponto pelo 2* do art 159 do regula-
mento n. 8,213.
Orlaisaal Traduc.;
Sendo assim, concre-
tise muito embora a elci
ciio do Sr. conselheiro
Theodoro a victoria do
partido conservador, elle
confia bastante nos elei
tores forjados durante a
situaco liberal e espe-
cialmente nos do Poco
e do Monteiro para di-
zer que pelos meios le
gaes nao ba de o Sr
conselheiro conseguir a
sua eleicao.
Se o procedimento dos
procuradores do Sr.
conanlheiro Theodoro
nao lhe d o direito de
duvidar da lealdade com
que elles se tem empe
nhado na luta elle se
aunar a convidlos
paia um pleito em que
caber.am depois honras
iguaes ao vencedor e ao
Vencido.
Esquecendo o manejo
piuco leal empregado
por elle habitual mente
no pleito eleitoral, con
vida o principal procu-
rad >r do Sr. coasulheiro
Theodoro a ajiistar as
ondicoes do duello que
se ti-m de travar.
Sertltum atacar o
outro de emboscada, nem
se soccorrer a subterfa -
gios para encubrir a
derrota, desde que em-
fim a luta nao tenha sa-
ludo do terreno legal.
Vencedor ou vencido
se subraetter resigna-
do man f-sr ;ca j das
urnas, de.sde que esta
nao seja o resultado da
fraude, da violencia ou
do t-rror; desd que
tenba s'do expressada
livrvmi'nte, sem mutila-
5o no seu todo, sem ex
clusao do victos do Po e do Monteiro.
Empreguein os ami-
gos e procuradores ao
Sr. conselheiro Theodj
ro em favo- deste todo3
os elementos officiaes de
que pod'ssem dispor de-
centemente que nem por
isso rae considerar no
direito de faltar s con
dicoes estipuladas.
Esto dadas as provat
de lealdade, eis as ga
rantias que elle d aos
adversarios e ao seu
competidor.
Parece-lhe prfferivel
a luta no terrino em
que a colloca e para a
qual convida os seus
adversarios, e conta qu*
apezar de tudo, elles
nao se recusara) acei-
tal-a, porque reputam
superior a ludo a tran
quilidade publica, a ob-
servancia da lei, a ga-
ranta dos direitos indi-
viduaos, e alm de tu
do, tem a forca moral do
governo em seu favor.
Elles terao por ai to-
das essas vantagens, e
elle pela sua parte s
ter e s poder coatar
com a lealdade de uos
poueos amigos quo lhe
ficariam naadversidade,
e que certamente nao
serian) suficientes para
fazel-o elegr deputado,
e com a nuvem negraios
seus bous amigos e
leaes correligionarios do
P050 e que se conser
vam a postes.
PUBLICACES 4 PEDIDO
Os votos tomados em separado
devem ser contados ao candi-
datii para se lhe expedir di-
ploma ?
E' inexacto, como affirraou o autor de am artigo
publicado neste Diario, de 10 do corrente, que a
Cmara doa Srs. Oeantados, approvando as con-
cluades do parecer da 3* commissao de inquerito
sobre a ele>ca 1 de um deputaio geral. em 1881,
pelo 2o districto da Santa Catharioa, tenha fir-
mado a intelligeaeia que deve ser dada lei e ao
regulamento, quando tratam da apuracao da elei-
co para deputados, e ha votos tomados em aepa-
rado. >
O autor deasa afirmativa faltn consciente-
mente verdade na exposicao doa factoa refetentoa.
eleicio do 2 distncto de Santa Catharioa, e le-
van o seo, evaiamate o pona de,maular trechee
dos dJMaieaaaa-qna-catan, coai oaasaifaea intuito
aVahega r ardadla a^aaataov
Por ventara aea idntico esse caso aos que ce
d ram na seceo da matriz da B*a- Vista e na pa-
ro :hia da Varzea? Absolutamente nao.
Na Vanea foi tomado em separado o voto de
nm eleitor, cujo nome nao esteva na lista da cha
mada e cujo titulo tinha no verso a declar.acao de
haver elle mudado de comarca ; caso em que nao
devia ter aido recebido o seu voto, e, urna vez que
O foi, devia BEL-0 EM SEPARADO.
Na matriz da Boa-Vista, o voto tomado em se-
parado foi de am cidadao que nao apresentod o
sbd titulo ; caso em que nao podia votar, e urna
Vez que o quizeram forliore os seus amigos, de-
via ser tomado em separado esse voto.
Em ambas as hypotbeses esses votas sao nullos;
nao aconteca assim porui aos tres votos do colle-
gio de Santo Amaro, da provincia de Santa Catha-
ro.a.
All, houve excesso de jurisdiccao da mesa de
Santo Amaro, houve abuso, houve violencia, houve
crime, punivel pela lei; aqu, em Pernambuco,
houve exacta e fiel obaervancia da lei, quer pelas
mesas eleitoraea da Boa-Vista e Varzea, quer
pela junta aparadora do 2 distrioto.
Explicados assim os factoa, fica claro, clariasimo,
evidentiasimo, que o que a 3 coinmiaaao do inque-
rito parlamentar da 1881 propi na 4 conclusu
do alhidido parecer, approvado pela cmara, e tr
ma a doutrina na espacie, foi que as juntas apura
doras e aa anana parochiaes alo podem tomar vo
tob aa separado senao aos CAaae pioubaoos no abt.
16 Mista, 3,029 a 141 ao mmox.kmnrro*. 8,213.
aiTAlrao-taaa competenct paba jcloabbm da ca.
PAcaDADurroRAL aoa roavanoaaa aa Tmn-oa lb-
amaoB.
Seja como for, neste
momento a eleico do
Sr. conselheiro Theodo
ro concretise muito em-
bora a victoria do par-
tido conservador confio
bastante nos bros do
eleitorado do 2o distnc-
to e no espirito cvico
dos pernambueanos pa
ra dizer que pelos meios,
dentro de um pleito le-
gal, nao ha de conse-
guir a sua eleico.
Se o procedimento dos
procuradores do Sr.con-
selheiro Theodoro nao
me desse o direito de
duvidar da lealdade com
que ellas ae tem erape-
nhado neata luta, eu me
animara a couvi lal-os
para nm pleito em que
depois honras iguaes
caberiam ao vencedor
e no vencido.
Esquecendo o rnane-
)) pone o leal p-lo qaal
fui atirado em segundo
escrutinio, convido o
principal procurador do
Sr. conselheiro Theodo-
ro a ajuatar aa coudi-
C3S do duello que te-
mos de travar.
Nenhum atacar o
outro de emboscada,
nem se soccorrer a sub
terfugios para encobrir
a derrota, desde que em-
lirn a luta nao tenba Ba
hilo do terreno legal.
Vencedor ou vencido
se subraetter resignado
manifestado das ur
as, desde que esta nao
seja o resultado da
fraude, da violencia ou
do terror; desde que
tenha sido expressada
livremente. sem mutila-
cao m seu todo, sem
exeluso dos votos de
todas as secones.
E npregucm os ami-
g is e procuradores do
Sr. c: nsclheir > Tneolo
ro em favor deste to 1 os
os elementos officiaes,
de que poderem decen-
temente dispor que nem
por isso me consderare
uo direito de faltar s
condigoes estipuladas.
Que outras provas de
lealdade, que maiores
garantia podem desejar
os meus adversarios e
o meu competidor ?
Parece-me preferivel
a luta no terreno em
que a colloco e para a
qual convido os meus
adversarios, e cont que
apezar de tudo, elles
nao se recasaro acei-
tal-a, mesmo porque to-
das as vantagens ficam
para elles, que tem ao
oeu alcance os elemen-
tos officiaes, inclusive
os empregos pblicos e
a for^a moral do gover-
no em seu favor.
Elles terao por si to-
das as vantagens e pela
minba parte s terei e
s poderei coatar com a
lealdade e com a dedi-
oaeo de uns poueos
amigos que me frearam
na noite escura da ai-
versidade, como um con-
forto para as prova?oes
que nataralineote esta-
vam-me reservadas nes-
ta ci ise eu que os bons
amigos e 03 leaes cor-
religionarios tinham de
ser postos em prova.
Se ainda desta ves
me engaar, nao vendo
o meu appello corres-
pondido pelo meu com-
petidor, a quem atiro
este repto de honra,
nem por isa me arre-
p nderei da attitude que
acabo de aasumir e doa
compromissos que aca-
bo de contrahir em fa-
ce do eleitorado do 2o
distrcto, chau.ado-a M-
tervr como juiz do
pleito.
0 autor.
(Contina)
deliberico de urna coranmoio cuio preatigio
deve ser zelado.
Se a junta apuradora naa tem culpa do que fi-
zeram as mesas eleitoraea, se os proprioa membros
da junta, em sua totalid'de, podem, sem incohe-
rencia, dizer ao candidato : faz muito bem em nao
concorrer ; onde que eat 0 dearespeito?
Urna ootra consideraclo. Aa mesas leitoraes
podem abusar ; e oa candidatos ?... Com os di-
plomas dos mortos e ausentes apparecem "phoepho-
ros ; a mesa obrigada a receber os votos/ embo-
ra em separado, para nao ter o poder tremenda de
impedir que votein os eleitores legtimos ; o es-
cndalo (e urna bypothese) chega ao ponto ie vo-
tar por nm desembargador que est na Europa,
um servente de pedreiro... E a junta ha de som*
mar esses votos a favor de um candidato, para lhe
couferir diploma !
Fica demonstrado que a maioria da junta apu-
radora cumprio o aeu de ver__ O autor do mani-
fest e os aeua amigos ho de reconhecel-o algum
dia, assim como hoje reconhecem que a junta apa-
radora do 9 distrcto nao cumprio o sea dever em
1881.
Restaos perguntar, antes de passara outro
assumpto, de que modo se deveria proceder, se o
2 du art. 159 fosse uestes termos :
Na apuracao os votos que, segando as authen-
ticas, tiverem sido tomados em separado pelas me-
sas eleitoraea, serao aomaado*. embora
mencionados especificadamente na acta da apura-
cao geral. *
E de que modo se deve proceder, sendo a dis-
posiQo em sentido contrario ? Quer seja em sen-
tido afirmativo ; quer seja no sentido negativo,
ha de ter sempre o mesmo sentido, ha de importar
a mosma couea ?
Kespeitai a evidencia Bespeitai o bom senso !
Desejamos terminar buje, como promettemos ;
pelo que deixamos de parte multas proposicoes do
manifest, dignas de reparo. O que nao pode-
mos e.-queeer a censara dirigida ao Sr. Con-
selheiro Theodoro por ter consentido, que o mi-
nistro da t'azenda e pres dente do Conseibo, Vis-
cende do Rio Branco, mandasse urna commissao
examinar a alfandega desta piovincia (e mais duas
alfandegas).
O Sr. Con8elheir. Theodoro j nao era ministro
da agricultura, quando, em virtude dos trabalhos
da commissao, foram dimittidos varios emprega-
dos pelo ministro da fazenda, presidente do Con-
a lh 1. Nao responsavel por essas dimissoes,
nem pelas informacoes que aa provocaram.
Qu ii precisamente o objecto da censura ? Ter
o ministro da fazenda sera opposicao do ministro
da agricultura, mandado proceder a inveatigacoss
em trez alfandegas, inclusive a de Pernambuco,
oude conatava que h-.via graves defraudares.
Pois bem,. infelizm-nte foram encontrados muitoa
despachos falsificados, e dos quaes se via que mui-
ros volumes sahiam da alfandega sem conferencia
alguma e sem pagamente de am real. Os proprios
diinittido3, e em g-ral os individuos que f ram
subra 'ttidos a processo (alguna dos quaes se de-
fendern) de um modo esplendido) proclamaran)
que as emendas eram patentes e escandalosas;
isto mesmo servia de argumento a certos rea-
petos.
A commissao commetteu muitos erros, muitas
iiijusticas ; considerou veidadeiros os bilhetes de
pedido falsificados ; considerou falsificados os bi
Ihetes de pedido v rdadeiros; suppoz que era te-
cido de ponto de meta todo o calcado (hosiery)
qu- tiuha vindo em muitos volumes para as diver-
sas lujas de calcado nesta cidade.. Poder-se ha
dizer entretanto que nao havia necossidade de
urna commissao ? O Sr. Conselheiro Theodoro,
character integerrlmo,
fosse nom" ?
devia oppor-se a que ella
Temos concluido o que pretendamos "expender
a proposito do manifest do Sr. Dr. Jos Marian-
no. ?
meo
Se ainda desta vez
nao me irar o plano ur-
dido por elle para sen-
tar se na cadeira de de-
putado munido de um
ttulo inteiramente vi-
panto de forca publica,
que houve falta de leal -
dade po' parte do aen.
adversario, que faltn
ao compromisso de honra.
O traductor.
Ante os factos desfaz se a
tira.
A estrada longa per^orrida pelo C ijuru-
beba, acha-se ladeada de luzeiro3 eja favor
de seu immenso mrito aa cura do moles-
tias para que re^ommendado como mila-
groso especifico,
Esses luzeins nao sao sermSes encommea-
dados nem scientificas dissertacoes, so as
provas, que os factos fornecem, firmados
pela asaeveracSo expoatanea e sincex.a dos
que tom experimentados os benficos eFci-'
tos da accao poderosa do Cajurubeba.
Nida mais natura! do que a expansao e
publie setisfav&o dos que silo arraacados
aos sofFrimentos de molestias reputadas ia-
curaveis, dos desengaados da sciencia.
Pois boro, silo as confissocs dos curados,
que constitu:m as armas com que-o Caju-
rubeba tem batido os seus gratuitos e in-
vejosos inimigos.
H jo publicamos um valioso documento
em favor do Cujurubeba.
E' valioso pela natur za da cura e pela
posicSo do cavalheiro que o affirma :
O
Dr. afos
manifest do Sr.
-Harlanno
v
E' este, em substancia, o ultimo argumento :
' Ou'.rosira, a legislaco e eitoral vigente pro-
cura por todos os modos coarctar o arbitrio das
in'-sas eleitoraea e privar os candidatos de serem
prejudicados por seus caprichos ou cegoeira par-
tid, ra.
A interpretapao dada pala maioria da junta, a
prevalecer, armar as mesas eleitoraea de um po^
ler tremendo e far depender de sua paixoea e
odios os segundos escrutinios, o que ser urna ca-
laraidade que convm evitar...
Os nossos contradictoras reconhecem, que na
eleico de eenaior a cmara municipal nao som-
ata on votos, que pelas mesas leitoraes tiverem
sido tomados em separado. Conaeguintemente as
m-saa leitoraes, mediante o recebnni-uto em se-
parado, tem o poder tremendo de reduzir um dos
e.n lmatos a ser colloca lo em 4o lugar, quando ti-
nha de oceupar o 2 ou 3.
Sopponba-ae que o Imperador eacolhe um indi-
viduo, q le o Seuado tem de excluir n* reforma da
liata : tica sem efleito o acto imperial, e aonulta-
se a eleico, mandaudo se proceder a nova eleico
em toda a provincia !
-upponha-se agora que a pessoa, qae o Impera-
dor deaejaria esei.lh.er (e na maioria dos casos
couhec da cora antecedencia), deixa de aer apre-
senlada, em virtdd do poder tremendo que tem aa
mesas leitoraes na eleico de senador (nesta par-
te iiinguem cont ata a lettra e o espirito do art.
159 2): a scolhajt' m de recabir em outro can-
didMto. Reorganisada a liata, de mudo qae fiqueio
ambos contemplados, o Imperador sentir repug-
nincia em nao mauter a sua eseolha, e por oi'tro
lado sentir repugnancia em nao eacolher quem
era mais do sea agrado.
Tudo isto maia inconveniente do qae na 2
escrutinio feito na santa paa, isto um escrutinio,
em qae o candidato eenscio do aeu bom direito nio
preciaa de coocorrrr. O inconveniente do 2* ea-
crutiaio vem declarado naa ultimas palavras do
preaideate da junta:
m ... rtete (o.caodidatoelaito) na coatingeo>-
cia oa delajeiter-ee aos asares de um novo-plei-
to, on abater ae do 2* escrutinio, com desrespeite
111 m. Sr. Antonio Pereira da Cunha,
Pernamba o.Maranhao, 15 de Dezem-
bro de 1885.
Atormentado por uns dartros no p es-
querdo, isto ha mais de dous annos, este-
va j sem esperanjas de debellar tilo in-
commodo hospede, apezar de ter Janeado
raSo de quanto medicamento me aconse-
lharam.
JLendo em boa hora os valiosos atista-
los que V. S. constantemente publica das
. curas obtidas plo elixir Cajurubeba, que
prsalo por parte de I sa tem encarregadu de propagar, deparei
governo. qae houve.ap-j^n, a|gUns referentes molestia de jue
eu soffria, radicalmente extincta com o uso
io mesmo elixir.
Rjcorri desde logo a tSo precioso
preparado.
Tomei o primeiro e o segundo vidro sem
que a molestia, ao que me paresia, oedes-
se de intensidade,
No tereciro, perm, notei pequeas me-
lhoras, que foram em progressivo desou-
volvimento, e hoje posso affoita.nenie dizer
que mejulgo completamente curado com
seis vidros de Cajurubeba, porque sZo de-
orridos quatro mezes qus nao sinto u
mais leve incommodo proveniente de tal
molestia, sendo qpe a pelle no lugar affe-
etado acha-se restituida ao estado natural.
Para conheciment da huinanidade sof-
fredora, e cumprindo o dever que a grati-
l> me imp5-, offireco esta d;oliracSi
fim da qu^ inclua no boletim que annual,
mente publica
S >u e m estin e distiacta cousiderafao.
De V. S. criado muito attencioso e obri-
gado.
Augusto Cesar Aranha Vieira, chefe de
se.ajo da secretaria do goveroo do Mar.
nho.
(A firma estava reconhecid?).

Ao lllm. Sr. Dr. Barreto Sampaio
Sincero airadecimi-nlu
Paltam-me termo para manitestar ao Sr. Dr.
Barreto Sam)iaio, quanto lhe sou grato por ter-me
operado de catara.a o olho esquerdo, de modo qe
leio e escrevo perfeitameate, sem o menor emba-
race
A idea d'este agradecimento me foi saggerida
ao p na..r no esta lo em que estari. ae nao tivesse
sido operado dito olho, pelo qaal nada via e mal me
diriga pelo direito; por este, inf Iizmente, nada
ma8 vejo hoje; porra, o lluatrado oculista me
afianca que dar vate eztrahindo a catarata delle,
como j tez com a do esqnerdo.
Pando este anecite narracao, julgome dk-
penaado a accrescenUr paiavraa, que venhaan tra-
daar o grao de estima.* canaideracia em que te-
nho ao diati cto medico, cuja mente eilluatiaoa
s) ger iliaite recanhaniaii-
Racife, 8 de Fevereire de 1886. .
Joaqmm Frandsoo "AOuquerque Santiago.


i
I


^tt
Diario de PcrnambucoSexta-feira 12 de Fevireiro de 1CS6


^

Jaboatao
Com esta epigraphe, a Provincia de 6
afo corrente mez, publicou um artigo de
finio, onde ae occupa com a diligencia
feita, no dia 2- pelo delegado de polica
datta comarca para prender o criminoso
Feix Gomes, pronunciado em crime ina-
Smocavel; e, como este fa;to, por si s,
a*ia tem de censuravel e antes tao so-
aaente traduz o cumplimento do dever, o
opposicionista, para nao perder a oc
de fazer poltica, revest o de
cir-
diri
oamstancias que nSo se deram, para
pt ai mais injustas accusacSes, quer ao
d8tincto amigo, o tenente-coronel
rmo de Souza LeSo, quer ao digno
efegado, que ousa por em cerco a casa
Matitada por Flix Gomes, esquecendo se
a* qne est olla situada em trras do en-
grano Gurja! 1
Ei&em que consisti o supposto attenta-
Felix Gomes e um seu filho, em plena
aadiencia doillustradodesembargador H n
Me Pereira de Lucena, entilo juiz de di-
isctc da comarca, tentaram assassinar o te
Bato-coronel Jeronymo, disparando contra
fie tres tiros de revolver, presos em fl
grante, conseguiram evadirse do poder do
HBspector de quarteirSo, a quem foram en
treges, e, embora estejam pronunciados,
Isa alguns annos, nao- foram encontrados
ela polica liberal, por ser a casa em que
Fix habita, situada em trras do engenho
flama.
Sendo publico e notorio que o mesmo
Fe5x nunca nunca dabi auseutou se, tendo
ido encontrado mais de urna vez om coin-
yanhia do Barao de Gurja, o actual dele-
gado de polica procurou effectuar a sua
prisao para que por mais tempo nao conti-
Mse elle a gozar da immuuidade, que
jeus correligionarios le asseguraram.
Nesse intuito poz en cerco a casa hab
Hmda por Flix, segundo affirma a Provin-
cia, e sendo, ento, desrespeitado por um
i do criminoso, que lhe d'rigio palavras
iajariosas, mandou reeolhcl o prisio, qu-1
a mesma para todos.
O que quera a Provincia que a autori
dbde fizesse ante os insultos que lhe fora m
tangidos?
Em outros tcmpos, o castigo seria dado
aaa mais liberdade.
Kao exacto que grupos de gento ar-
Pergunta-se aos Illins. Srs. lancadores
da clasae n. 8 imposto sobre fabrica da cer-
veja, genebra, vinhos & publicado n'este
Diario em 6 do corrente se foi de proposi-
to ou por inocencia quo deixaram de laucar
na contribuido os seguiut 1. Guilherrae Chance,_Capung'a, ra das
Crioulas, fabrica gozosa.
2. Macedo Lopes & C. ra Direita, ge-
nebra.
3.' Ray.uundo Lasme, Torre, vinho e
vinagre.
4. Julio Fernandes Cascan, sob a firma
Maria Jos Pereira Rosada, ra Imperial,
vinho e vinagre.
5. Antonio Maria da Silva, Companhia
Pernambucana, vinho outro sim, qnal o a
rasao que o Sr. Alfredo Foquean fabrican-
te de agua gazosa fez se o lancamento di
visaoRs. 2 134:829, era quanto o Sr. Jo2
May^r tambera fabricante de gazosas foi
classificado divisso n. 4 com 269:658.
Porque toram Marns Viegs & C. na
ra da Florentina, fabrcant a de g
qualificados na divisao n. 4 269:658,
em quanto os Srs. Joaquini Du.rte Sim3es
A C. sendo fabricantes do vinho, vina
gre, genebra entraram na dvsi) n. 3
179:772 tendo estos urna sahida muto
raaior que aquellas ?
Finalmente dos jo saber o que quTCn
de mira, tendo ja entregue minha alma a
'Je us
Recife, 10 de Fevereiro 86.
Bairiio
Convite
anda, alheia ou
nao
poli
tenha n
Ercorrido a casa de vivenda, senzallas e
iitacSes de outros moradores do eng-
ato Gurja.
Tambera nao exacto que o tenente-
coronel Jeronymo acompanhou a referida
Agencia, nem tao poueo gue fosse ella
rdenada por ellie como provocac2o ao Ba
alo de Gurja, qu julga se offeudido, sem
aWida, porque Flix seu amigo o o ti
la era at seu louvado na demarcacao, por
accasiSc da qual deu se o tacto criminoso,
efe qne resultou a pronuncia.
Se a Provincia quer saber a quera cabe
epitheto de Caira, informe-se impareial-
annte dos factos, das questSes, examinos
Jagamentos proferidos, j em primeira, j
ar seganda instancia, e ver que como tal
alo pode ser qualificado o tenente coronel
jeronymo de Souza Leao, que apezar de
tado quinto softreu mostrou-se sempre ge
seroso, procedeu de modo qn* muito o
IbbVS.
Jaboatao. 9 de Fevereiro de 1880
Veritas.
H nra ao mrito
Deixou ant"-hontera o lugar de sub-
delegado do 1" distrieto de S. Jos, o Sr.
aaptao Henrique Cecilio Barreto de Al
acida, por ter mudado sua residencia. S.
8. durante o tempo que exerceu dito lugar
sempre urna garanta do povo o segu-
cauea individual, que os seus jurisdiciio-
jadoe hoje sentem urna grande falta de
aras excellentes servicos.
Seceba S. S. os meus protestos de gra-
tadio, pois foi sempre S. S. urna guarda
aeancada da le, que nun :a dobrou-sc a
caacenhos, fazendo sempre justica a quem
a. aterecia.
Muitas pessoas, com a sua retirada, fi-
oa pesarosas, pois p*rdem nisso o auxilio
aproteccao, prestando-lh- sincera home
aagem pela maneira brilhante por qu?
npre portou se no seu cargo.
O reprter.
Convida-se a mocidado acadmica afim
i reunir-se, na segunda-feira 15 do cr-
rante, as Variedades, para assistinnos a
conferencia do Ilustrado Dr. Seabra ; sera
falta.
Um acadmico.
Proirammn da feta de s. Francia
co de Paula, na igreja do Ca-
sanga
A.9 romper da aar )ra do da 14 do corrente, se-
r -.anunciad" por urna salva, qu? nesse dia se
rff' tuar a solemn* festa di padroeiro; as dei
horas ter cometo a missa cantada; sendo pre
- i ir o Kvai. padre Mello, e ebefe da orch"stia, o
Sr. Joao Poliearp iSoares Risa; tocando igual-
mente nos intervallos a msica marcial do 14 ba-
talhao de infantera, soltando-se diversos baloes
depois da fest;i.
A tar ti> continu ra a tocar sobre coretos ao lado
da igreja a mencionada msica marcial, a noute
findo o acto religi >ao, cantar os versos a Exma
Sra. D. FrancUca Carolina Carueiro Lins, acom
i luios piano.
Na di'gun la fi'iri 15 s:r quim^do um fogo de
artificio, todo a capricho feito pelo ar'i-ita Tito,
qu>' principiar as 9 horas da noute p com isso ter
icinar.
liecife, 9 do fevereiro de 1886.
Ant jaio di! Piuha Borge.
------------"gqoos-------------
O vinho de extra :to de figado de baca-
llio, de Chevrier* comp^sto de tal molo
(roe urna colher de vinho corresponde exac-
tamente a urna comer de oleo de figado de
bacal bao.
As doses do vinho nao devem exceder
s do oleo ; ellas variam segundo a ida-
11 e a constituijao do individuo, entre
una (?) e quatro (?) colhercs por dia.
E' de gran lo importancia nao exc der
esta dose, un medicamento nao :)rencheu
M seus fim logo depois de ter pissado a
bocea; chegando no estomago deve ser di-
frerida para tornarse til; ora as doses
excessivas nlo se digerem, ellas acarretara
P'do contrario perturbajo.-s gstricas de
natureza diversa, como o professor Dver-
gi i tao utilmente assigualou. Es porque
chamamos a attenyilo dos deentes sobre
um ponto muit) digno de considerado :
Nao ha exagerajlo falsa no rotulo do vi-
nho de extracto de figado de bacalho, de
Chevrier, nae podo haver exigeraco im-
prudente na sua a iministraglio. i
(Revue Medcale.)
Partos, iijfistiuS Je maleres e
Ao Exra presidente da pro-
vincia
"Os moradores do povoado da Torre e Magdale-
na, pedem a V. Exc. que se digne despachar o
abaixo astignado que lhe toi dirigido em Dczem
bro do anno praximo findo.
ItBOHATOBlO HOMWOPITUIO
DE
FREDERICO CHAVES JIMOR
MEDICO E PHARXACEDTICO HOMCCOPATHICi'
Ra do Barao da Victoria n. 39, l.o andar
EE'TES
O
Dr. Adclino Antonio de Luna Freir,
official |da Imperial Ordera da Rosa,
commendador da Ri;il Ordem Militar
1* rtugueza de Nosso Senhor Jess Chris-
to, juiz de dreito de orpbSos e ausentes
da comarca do Recife eaeu terna
Peiuainbu'o, por S- M. o imperador o
Sr. D. Podro II. etc.
labor qii'-tendo se arr. cadado pir estejui-
0 o espolio da finada D Anua Zurick Rain a
qu d nlo consta ter deix il i testamento, nem her-
i
nesta capital,' iSo chamados os seos legi-
i s- hab'litarem heranoa pe-
a juiz ', 0 na toema das disposicoe
vigor.
II. para constar man ti qn?
pobKeado pela inipreaaa o tioxado no lugar
Dado e nesta cidade do Recife,
I Pevareiro do 1886. Eu, Francisco de Siqoetra
CavaJeante, escrivo, ubacrevi.
Adelino A. de Luna Frtire.
i
Dr. Silva Brito, medico clnico do Maranbao
tendo praticado ltimamente nos principaes hos-
i.t.aes de Paris e de Vieuna d'Austria, onde dedi-
cou-se especialmente a partos, molestias de mu-
I liores e de criaucas, ofFerece seus servicos ao res-
peitavel publico desta cidade, onie fixou sua resi-
dencia.
Pede ser procurado do meio dia < 3 horas da
tnrde no seu consultorio ra larga do Rosario
n. 26,1 andar, e em outra qualqu- r hora do dia
i n da noite ra da Imperatriz n. 73, sua resi-
dencia.
commerclal de Pe mam
bnco
Kecife, 11 de fevereiro de 18H6
As tres horas da tarde
Cotailet offaei
aas.:v sobre Londres, 90 d/v. 17 3/4 d or
1*0 0, do oanct. F
aaetaoore dito, avista, 17 1/2 d. por 1*000, do
banco,
sobre Paris, avista, 513
banco.
rs. o franco, do
sobre Lisboa, avista, 198 0/0 de premie
do banco.
P. J. Pinto,
Presidente
Candido C. L. Alcf.nido.
Secretario.
RENDJMENTOS PBIJ
de
Mes de fevereiro
jaD 1 10
Keind- li
tsisuaauU; 1 10
ic-.is de 11
CfcMoass-o raov.-acisx, -De 1 10
Mem de 11
167:0%
21:612 524
188.709089
10:418*186
1:826 ..HW
12:240;0!6
59:(Ki
4:049224
Ulan DSA.-.-AOF
J**m de II
1 4 10
63:144*876
6:910 S908
1:437; 013
8:347.921
DESDACHOS DE IMPORTAgAO
Vapor inglez Actor, entrado de Liverpool e
&M8oa no dia 10 do corrente e consignado a
Jbaaston Pater c C, mnnitestou :
Carga de Liverpool
Aatostras 7 volumes a divers >s.
Ac 30 feixes a Antonio Ridigues de Sonsa
rame 60 rolos a W. Halliday ic C.
Agna mineral 30 caitas aos consignatarios 23
ordem.
Arroz 200 saceos ordem, 25 a Arauio Castro
AC.
Arcos de ferro 128 feixes a Reis & Santos, 50
a W. Halliday & C, 96 a A. L>. Carneiro
Vianna.
Alpiste 16 saceos a Aranjo Castro & C, 10 a
liosa Queiroz, 10 a Souza Basto Amorim & C.
Barras de ferro 184 e 101 feixes a Miranda 5c
Souza, 285 c 115 a Reis k Santos.
Baldes de ferro 12 volumes a A. D, Carneiro
Vianns.
Biscoutos 12 caixoes a Francisco Gue Jes de
Araujo, 4 ordem.
BarrIha 50 tambores a Fernandes da Costa
&.C.
Cha 10 grades a Domingos Cruz & C, 4 a
Joao Moreira 4 C, 2 a J. F. da Costa.
Canos de chumbo 2 barricas 4 ordem.
Cofre de ferro 1 caixa a W. Halliday & C, ditos
de ferro 22 feixes ordem, 3 a Miranda &
Souza.
Conservas 30 caixas a Rosa & Queiroz, 10
ordem.
Chumbo de municao 61 barricas ordem.
Cidra 40 caixas a Fernandes & Irmo.
('aleado 1 caixo ordem, 4 a Albino Cruz
& C.
Orvfja 130 barricas ordem, ."X) a Domingos
.-i.v-a Mathcus.
Cabo 00 rolos a C. C. da Co3ta Moreira & C.
Cevad 10 barricas orde-r,.
Carnizas 1 Caixa a Carlos Lia
Caudieiros 4 caixas a J. de Araajo Vciga
A C.
Cobre 52 volumes ordem.
Cartas para jogo 1 caixa orden.
Drogas 1 c.iixa ordem.
Estopa 10 fard. s ordem.
Elastiiv 1 caixa ordem.
Estanbo 22 volumes ordem.
Enxofre 2:J > aixas a W. Halliday & C.
Esto;.a para calafetar 1 fardo a J. A. da Silvs
Santos.
Fogan ros 10 I a Re-'s A Santos, 70 a W. liai-
liday & C, 64 ordem.
Fio 1 fardo a Decio Rodrigues da Silva.
rragens 2 volumes ao mesmo, 11 a A. D.
arneiro Vianna, 15 a Samuel P. Johnston & C,
46 ordem, 46 a W. ildlilny fe C, 1 W. Holms,
-de Araujo Veiga & C, 21 a Vianna Castro
23 a Miranda t Souza, 1 a Eugenio &
Vieira, 30 a Rea & Santos, 15 a Olive ira Basto
a Bruwns t C, 1 a J. xl. Boxvell.
Folhas de Flandres 50 eunhetes a Almeida Ma
chado & C, 2o a Vianna Castro & C, 100 or-
dem, 60 a Samuel P. Johnston & C, 60 a Paren-
te Vianna A C.
O Dr. T.iom:.z Grarcea i M ..;
negro, commendador da Imperial Ordem
da Boaa, juiz de dreito especial do Cora-
mercio da comarca do Recife, por S.
M. Imperial, etc.:
Fajo saber aos que o presente edital virem ou
delle noticia tlverem que se acha aberta a fallen-
ca do negociante Manoel Carpintero ife Souz:i
p.-la sentenca do theor seguint :
Sontenca.Em face das petices de folhas duas
e folhas seis, documentos du trez e balanco de fo-
lhas sete a folhas nove declaro aberta a fallencia
do negociante Mnnoel Carpinteiro & Souza, esta
bclecido ra do Visconde de Goyanna, a datar
de 10 de Janeiro ultimo.
Nomeio curador fiscal o Dr. Antonio de Souza
Pinto. Proc 'da-se a arrecadaco da massa e dos
livros, faca se publica a fallencia por editaes e
convoque-se os credores para se reunirem no dia
dezoito do corrente, depois daaudi ncia para ele-
gerein o depositario cffcctivo.
No acto da arrecadaco, dcsignarei quem pro-
visoriamente receba a massa.
Recite, 10 de Fevereiro de 1886.Thomaz Gar-
cez P ranhos Montenegro.
Nada mais se continua em dita minha sentenca
pelo thcr da qjal convoco os cred- res da referi-
da massa para compareceris na sala das audien-
cias, s duze horas do dia dcz> afim de elegerem depositario eftectivo.
Dado e pissado nesta cidade do Recife, aos dez
de Fevereiro de.18.Sy.
Sub3crevo e assigno. O escrivo interino. -Ma-
noel Lopes de Carvalho Chaves.
Recife, 10 de Fevereiro de 1886.
Thomaz Gareez Prannos Montenegro.
O Dr Thomaz Grarcea Paranhos Montene-
gro commendador di Imperial Ordem da
Rosa, juiz ie direto especial do comraer
ci d'csta cidade do Rcife e seu termo
capital da provincia de Peruarabuco, por
Sua Magestade Imperador a quem Dcus
guard-, ete
Fajo saber aos que o presente edital vir;m ou
delle noticia tiverem que perene este uizi de di
roto especiul do commercio correm uns autos
de esecucao d? sentenca entre partes exequentes
Antonio da Silva Faria executado Joo Vieira
FragH, e tendo se feito penh -.ra na quantia de. .
250*000 existente em deposito pnblico foi aecu-
sada em audiencia do da i de Fevereiro de 1886,
pelo solicitador Frederico Chaves como se v do
requerimento em audiencia do theor seguint i
Requer ment.Aos 4 du Fevereiro de 1886,
em audiencia do Dr. juiz de direito especial do
commercio pelo solicitador Frederico Chaves foi
aecusada a penhora feita cin 250*000 contra Joao
Vieira Fraga com protesto de rectificar a mesrea
penhora no juizo deprecado assignados os 6 das
da lei e dez aos credores incertos sob pena de
lancoinento. O que toi deferido pelo juiz proce-
dido o pregao do estylo. Do que fiz este. Ea
Silustio Lauenha Litis de Souza, escrivo iu
teri no.
E mais se nao continba em dito e mencionado
requerimento do audiencia, aqni muito bem e fiel-
mente .'opiado dos proprios autos.
Em virtude deste requerimento o respectivo es
crivo fez passar o presente edital pelo qual e seu
theor chamo a todos os credores do executado
pa.a que comparecam dentro de dez das conta-
dos da publicacao do presente, allegando e pro-
vando tndo quanto for a bem de seu direito e
justica sob pena de revelia.
E para qne chegue *o couhecimento de todos,
mandei passar o presente edital que ser publica-
do pela imprensa e affixado nos lugares do cos-
tume.
Dado e pass^do nesta cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambnco, 10 de Fevereiro de
1886 Subtcrevo e assigno.
Eu Salustio Lamenha L;us de Souza escrivo
interino.
Thomaz Gareez Paranhos. Montenegro.
Ed tal n. 74
(3 pracs)
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, se faz pu-
blico que por nao terem sido retiradas em tempo e
ameacarein, corrupcio, sero postas eaj praca no
trapiche Cohceicao, s 11 horas do dia 13 do cor
rente mez, por conta de Domingos da Silva Tor-
res, 441 barricas, entre ellas algumas quebradas,
e um caixo conteni farinha de trigo, dos salva-
dos do vapor americano Finance, mercadoria essa
examinada em 26 do mez prjimo passado o no-
vainente em 8 do corrente pelo Dr. inspector da
a:i le publica, e julgada nao prejudicial sa e
pub ica.
Em continunco sero vendidas em 1 praca 133
barricas com farinha de trigo, por conta do mes-
ino senhor, visto j ter sido iutijiado pelo edital
n. 72 de 9 do corrente mez, para retiral-as no pre-
so de 24 horas e nj tei o feito ate o presente.
3socc) la Alfaudega de]Pernambuco, 11 de
fevereiro du 1886. O chee,
_______Cicero B. do Mello.
Obras Publicas
De ordem do Illm. Sr. i-ngenh iro chvfc, faco
publico que, de oonformidsde com a aatoriaeio
diExm. Sr. conselbeiro presidente du provincia
' i Secretaria, no
18 'lo corrente :.o m-io di>-, propostas para
ku obras de recoostraeco das bombas de
Qiiei-nad .o i da Calende, ambas na estrada Victo-
ri a primeira oreada em 1:595400:1 c a segunda
em 916*600.
Os oreament s e mais coudicScs dos contractos
ach to estara par.-, cercm examinadas
pelos Sr=- ntos.
Secretsi i.rtico das Obras Pablicas, 5
de I'Vvi-rein da 1S56.
O secretario,
Joao Joaqiiim de 8qneira Vanj
i)r&- Publicas
De rdeai do Illm. Sr. eugenheiro ebefe, face
publico que, de conformidad j com aatorieaca do
Exin. Sr. conselhciro presidente da provincia, no
dia 13. ao meio dia, recebe, se n'esta secretaria
propostas para a execucao de reparos urgentes na
ponte sobre o rio Una, em Palmares, oreados em
2:019.000.
O ornamento e mais cmdifoes do ontracto
acham se dispos^o dos Srs. pretendentee para
aeren, examinados.
Secretaria da Repartico das Obras Publicas, 5
de Fevereiro de 1886.
O seretario.Joao Joa:ii m de Siqarira Varrjao
Pela presente sao chamados os fnhores cons-
tautes da relaco infia, afim de, satisfazerem a
importancia dos termos de sal que assiguaram no
1 semestre de 1881 85, visto nao terem'a pre-
sentado, para a respectiva baixa, os documeutos
de descarga que eram obrigados.
Francisco Moreira da Cosa
O mesji", como fiador de Delmiro ouveia 14857
O meamo i ,; u
Maia & Rezende 23*626
Os meamos 74087
Pedro Jos de ciqu' ira 54250
0 ni smo 54250
Seixas Irinaos 134440
2 seccSo do Consulado Provincial, 10 de feve-
reiro de 1886.=0 clief -,
Mauo^l Pereira da Cunhn.
O
DECLABASOES
Asbociafao Comniercil ipil
de Pcrnaiisbico
Ne tendo comparecido D'imera ;"i!!i.-i n dos
Srs. associadus pnra a reuna > da sswmbij
ral (extraordinaria), con vacada par* o dia
c'rr1 nte, de ordem do Sr
ciac'i sao novam:uto con
ceren; no dia 18 do correur i as 11 11 -.- .< la l
nh na sede desta asaomac' para to ;,i_- tr a di-
ta reuniao, qne funcci.nar.i com h
cios presentes, de conformi '. ido cox o arr. l'V
estatutos.
Secretaria da Associac" '
la de Pernambuc em 12 d l'ever ir
S. d. I!.;i i s Barrol .
secrctari.
Theatro de Variedades
COamHIHYRICO-COMICO-DRAMATICA
DIRIGIDA PELO ARTISTA
Penltimo espectculo da empreza
Salilo 13 (Ib
GRANDE NOVIDADEM!
PEL\ SEGUNDA VEZ N'ESTA CAPITAL E NO IMPERIO
subir a sceaa a eagragada opereta eui 2 actos e u:n quadro, cuja msica, do maestro
Casiraghi obteve o applauso de todo publico italiano
' A FESTA M ALBEIA
PRSONAGENS
Senhor GauJcneio Podest
D Geremia, padre-cura da
aldeia
Carolina, ana Bobrinha
Baptiata, cabo dea Bersaglier
Bepossi
Tirelli
Durand
Mi tone
Orlandini
Cecilia, criada .' i padtM .;ura
Brnard, ioeiro
iletti Gregorio, [naicipio
leus.
NMEROS DE MUSI-JAS. 1. Simphonia. 2- A Raaa (ean^o).- 3."
Kyriel (qu-irt tt ii. 4.'"' C:- > f>.0 Quintotto con coro. -6. Pre-
lu .:. i p I 7" Lenda. 8. 0 baijo. -9. O eatafita. 10. Aria-cmica.
11." Pr ; i. 12. A VA Kyrie.14. O deaej ina).
15. O sonho (ari ).16.a 17. C6ro final. 18. Danca campestre.
A b ir i ulula co i o ia, c ii 1 acto, em que
o actor Mi! tne la/, um t sre i .i 'i id ae n .caha.
.A. GASA XDD GAXWX^O
A empresa resolveu parar moraentaneamente com os seus trabalhos, para
abrir o theatro dapo is do carnaval, mandado contractar na corte novos artistas dign
d'esta Ilustre eapit.J. A empresa nao poup esforgos para se tornar digna dos senho-
res Pernambucanos. N'este ltimos espectculos, espera ver-so honrada com avul-
tada concurrencia.
Depoin eeCsacu!o lia veril treta para ipipuco
e bondo ila linlia Fernandro Vieira e .IfoKado.
Om bondw no lurgo to Palacio. O boa I (2a Magdalena s baver quan
(!< o eispecfacui araiiar depoiM do bor:trio do ultioio bond da compa
biat. que paisa na ra \'ova rsT. DB.
M\) se transfere o cspeelculo anda mesmo que chova
PROCOS DO COST11MR
PRINCIPIARA' S 8 1/2 HORAS.
ti
Arsenal de
i de compras resabe prop.stas no d
Guerra
1-'il) eorreats, at aa 11 borard m
- artigo* segaintes :
Panao aaol para farJamento depravas.
metros
lgodio em rama. k;logrammai
Alpaca pfti, metros
,ra branes eafi tada, metros
Panno alvadio Jara capotea, metros
Ruano aiiil para pntf de :
uio.r i-'
pira
1107.0
47,032
15.0
V
1110.
I se procuro ou nSo cumprir conforme po3sive|
: com as minhas mltiplas cbrigac.s. E' exacto
| que do aloyado do Hospicio, qu i agora se est
ando, so exalain emanacoes mephiticas qne
i principalmente em certas horas do dia tornam in-
tnpp rtavei a permaiieiieia em suas adjacencias,
in:t. se comecou a fazer o servico (alias
sempre reclamado, porque antes do lix> ] haviam
as emunaces provenientes da lama as mares va-
zias) como sustel-o se is'o nao melhora em nada
s

8.0
o aterro du V'iveiro do Muniz e
oando s vsntsgans d'este aterro
r, taoi nao s om
lixo mas inda
Imperial coeiedade
DOS
Artistas Mecli
Libera
es
Por"rdem do nosso irmao dir.et r,
todos os irmiios que se aham n 's (coa is d isa
dircitos reuniremse em assemblca g<-ral domin-
go 14 do corrate, pelas 10 borss da muihS, em
nossa sede, afim de tratar-se -i* approva^So das
contas do anno findo, e de ge eni is r-s
relatnos do directar e de bibiijtheci.-io do Lyc i
a seu earg>.
Secretaria da Imperial Soci'dsde dos Artisuis
Mechanicr's e Liberaes de Pcrnambaeo, co 4 de
fevereiro de 1886.O 2" secretario,
Jos Casto- 1 ft-tn.
1 a
Genebra 15 caixas ordem, 30 u D. Perreira
da Silva Ose C.
Leite condensado 10 caixas a Jos Joaquina Al-
ves & C. i
Louca 132 gigas ordem, 30 a Fernandes & Ir-
inau, 2') e 1 barrica a Souza Bastos, Amorim
ft C.
Liuha 10 caixoes a Manoel Joaquim Ribeiro 11
a Netto Campos t C, 21 a Francisco Lauri &
C, 14 a Antonio D. Carneiro Viauna, 1 a Maia it
Silva, 11 a Eugenio & Pereira, 4 ordem, 40 a
Nuces Ponseca & C.
Lona 1 fardo a Decio Rodrigues da Silva.
Materiaes para encanamentos d'agua 853 volu-
mes e pecas a Companhia do Beberbe.
Movis 8 caixoes a D. Carneiro Vianna, 2 or-
dem.
Mercaduras diversas 2 volantes a D. Carn iro
Vianna, 1 a Vianna Castro < V,. 1 :t M.uuel Joa-
quim Ribeiro & C, 2 a Nun"a Foasees ft c, 2 ..
Oiiveira Bastos it C, IS i ordea. i
Objffctos para gas 13 vilum 's e pec>s a empre<
za do gaz.
Oleo de linhaca 5 barris a J. A. da Silva San
to-, 10 ordem.
Oleado 1 caixa a Guiraaraes Irmo & C.
S lveira & C.
Pregos 21 barricas a A. D. Carneiro Vianoa.
Ps da ferro 10 feixes a W. Halliday & C.
s de barro 32 caixas ordi'm.
Presunto e touei.iho 5 '.aixas aos COnaigaata.
ros.
l'i ata da Iuia 10 saceos a Paiva Valente &
C, 15 a Fern mdes vt Iruiiio. 10 a D. Forreira da
Silva Ac C, 90 i oad
Papel 12 c,iix:s ordem, 21 a Nuiles Po
&C.
Dito para embrulho 73 fardos ordem.
Dito para imprassaV) 27 fardos a Manoel F. de
& Filho.
Provisoes 13 caixa* a Jos Joaquim AI ves &
., I a D. Ferreira da Silva 4 C.
It tratos 1 caixa ordem.
i 5 tnnbores a Vianna Castro & C.
Sardinhas 35 caixas a Domingos Ferreira da
Silva ft C.
Trapos 1 fardo a J. A. da Silva Santos.
TijjIjs de impar facas 50 caixas a Rosa &
Queiroz, 50 a Domingos Ferreira da Silva & C.
Tinta i: barricas a Eugenio & Vieira
Tecidus diversos 164 volumes ordem, 10 a Ber-
ii'-t t C. 98 a Machado & Pereira, 3 a Loureir?,
Maia d C, 31 a Narciso Maia & C., 2 a P. de
Azevedo & C, 28 a A. v*ieira C, 2 a Rodrigo
de Carvalho, 62 a Luiz A. Siqueira, 1 a Silveira
ft C 24 a Agostinho Santos C, 5 a Rodrigues
Lima & C.
Tintas 10 barricas ordem, 10 tambores a C.
C. da Costa Msreirs & C.
Club Infante
A commissaj, abaix< assiguala, encarroada
de ornar as ras de Christovao Colambo c Jar-
dim, pedem encarecidamente aos liirimn morado-
res das ditas ras, o obsequio de uil i jogarem
limas ou agua.
Arconio H th rio.
Manoel Fe v'ir i.
Joao Pereii a.
10
10
55 I
i-
81
511
472
.")
6
408,
58 25
9.62
68,38
3
la eaaa ejmme.cial, o praeo de cada artigo,
. numero a marea das aniMtras,
ira do 5 0 i1, no cas
recusar ntrato, beos corno as de que
: os arts. 87 o 88 'o r-galamento citado.
Secretaria do Ais nol da Gnerra de Pernambu-
ea, 4 de fevereiro de 1888. O seer' taro,
Jos Francisco 11 Machado.
Cambra Muuicipal
CopiaPrimeirodi-tneto fiscal da freguezia Ja
. a Vista, em 6 de f. er ro de 1886.I'lm. Sr.
n.97. -Lenda boje a noticia pafaeada ai Diario
de fernambuco sob a epigraphe do 'Aterro
- 11 ii. '. i li'- li. y cw v. 'tu tiu^j ataa
' com animt i.-acalguen ? S
. i n irna
ni le ie seo
Ditos ditos |
(tan las de 8 pura inferiorra
QravataS fie si
Lavas de sigo 13 < par >
l'.rai braaee, metros
Lenyos
Meias, p r s
.
ras
;-. nbo, n
.
. metros
Ganga c tcaroada, metros
ira encarnada enfestada, metros
Aiiiagcm, a.- *ros
la forro, metros
.i- i prrtos, pn
Previne-ae qne ni .- ;uiilim, ,. e ndlConhecerme\ucu-jn^ passei
:'s PWP0* '"' por aili. Creio ter em atteucao smente a V. S, e
19 de oatnlir. de a 11aj, Camarl Munic.; Cabe tomarme
, om duplcala, com t r- cauU3 reg dido conveniemer.te a Iludida pu-
Wieacao deixando do facl o tambem por meio da
unpreoaa por nao querer cocui pidcr sustentar po-
,J f Icmieas principalmente com anoymos. Deus
Guarde a V. S. -Illm. Eim. tir, t Mauoel Pran-
! cisco de Barros Reg. D. vereador commissario
! de polica, assignado.(O fiscal,; Francisco Anto-
nio D, CaoaUante.Confer B. Cavalcante.
uoa
di: taaer cess .r as reciamaci;' e isto
: o aterro -om arela da cerra, e
: elle f> lio do dia para a aoi-
te. '. eoatagio quo, diz. se espalo* pelas
ni..s do Ca lo ni D. Vital, Principe e At-
i i ou Hispo Cerdoso Aytas, que servem de
lerrei.-.i de criagai a catiras, carnciros, cabritos,
burregot o de s/uiidade c parcos someute elle
eos oibos do informante (t ilvez algam cna-
dor) porque se alga.- -a easas ras in-
tnimaes qu para pastarem sao re-
t i .1 i Pombal (ho: da nacao
con: dizeio b >5 um . para ilile se utilizareni) nao posso en a
istu obstar p >rqne desde que ^ao vagam oustan-
tem>nte as mas nem em terrenos destinados a pe-
quea lacoura c.-n sempre acontece nao podem
,-er apprehendid .s. Cria ni i ter culpa de nao
Eonhaeer a mais insignificante autoridade mas nao
i admittir que amcamente o para fazer effeito
W
Indcmiiisadora
A direceai da companhia de Seguros Inuemni-
sadora, tem a hon'-a de canvidar aos si-nhores ac-
cionistas reuuirem se no escriptorio da sesma
companhia, A i hora do dia 25 do corrente, afim
de Ih s serem apreentadas as contas das opera-
' fernambuco sob a epigraphe do Aterro do lar
t/o do Hospicio na qual o anonymo informante nao I efles do auno de 1885, o respectivo parecer da
canea de fazer publico o abandono em que diz commissio fisc.l, e pracder-t-, a elrifito da mes-
ai .--ca
Vidros 13 ;aixas a ordem, 4 a S tnme! P. Johns-
ton & C, 2 a B. D. Campos ft C.
Whiscky 50 caixas ordim.
Zreio 10 barricas ordera.
Carga de Lisboa
Amendoas 2 volumes a Doming- Perreira da
Silva & C.
Ceblas 125 caixas a Silva Guim traes 4 C, 50
a F. R. Pinto GuimaraVs.
Ferragens 2 caixas a Prenle Via uta iC.
Figos 1 caixa a D mingos Cruz & C.
Impressos 1 caixa a Andr Sant n, 1 a J. Mo-
rara & C.
Linha 2 caixas a Manoel J. Rib ir > 4 C.
Obras de palheta 1 caixa a Gj.imjs de M tttoa
Irmaos.
Pfl Ir .3 1 caixa a F. R. Pinto G i naries.
Foleunti 3 caixas a Sojza Basto A aoritn e C.
Btentea 1 caixa a Abrants & (J.
Vmli) 37 pipas e 15/5 a F. Ribeiro Pinto Gui-
BMriea 14 e 10/5 a Silva GuimarSes -k. C 47 e
15 5 a S uza Basto Amorim & C, 62, 20/5 e 20/10
va Valente & C, 18 e 10/5 a J. B. de Car-
valho, 36 e 20/5 a Fernandes da Costa % C, 7 e
36/5 a Alheiro Oiiveira 4 C, 8. 15/5 e 10/10 a A.
Maia da Silva, 6_'4 e 4/i0 a Mentes Lima 4 C ,
3/5 e 4/10 a Henrique Bernardes de Oiiveira, 2/4
a Bernardino Maia, 8/5 a J. A. M. Guimares, 2/5
a Miranda & Souza, 1/5 a R. J. G. da Luz, 10/5 e
10/10 a Antonio J. Ferreia Monteiro. 2 pipase 9
caixas A ordem, 1/5 o 1 < iix.i a Domingos Ferrei-
ra du Silva & C,2/S I c:ix: a J. Gone^lves
Ferreira. .
liar se esta freguezia qu- pela Illm* Cmara me ma. Ilecif-,
foi confiada nao poaao leixar de ratificar alguns j
pontos dh. mesma notici i, apenar de parecer me
isto desnecessario porque ninguem melhjr do que
V. S na qualidade de commissario de pocia sab-
10 de fevereiro de 85
Os dir fores,
Joaq-i'.n Alves da Fonseca.
Jos a Silva Loyo Jnior.
Antonio da Cunha Ferreira Bal tar.
(r. A. SchmWt 1 a JA> W. de E-dei-
ros.
31 roadorias diversas 2 volumea or-
! n, i Guerra ft Feni .i l-s, 2 a J. R-
giy
la J. H. Boxwdtl
Na barca portugu-za iVot7o silencio, carre-
gou :
Para o Porto, F. do Moraes 3 pipas coai 1,380
litros de agurdente.
= No brr,uo portug.ioz Tito, carregou :
Para o Porto, J. S Lyo 4 Filh. 6JO siejos
bo deiinhac^ barris a J. C. Lvwy !<-> 46,000klloa deaasusar maaeavado.
Ditis
AC,
Para Lisboa, Am iri-n Irmioa 4 C. 35 volumes
oom 2.2 il Kilos de assucar pranco.
Vapor inglcz Turnar, entrado dos portos
da Europa do dia 10 do correut o consig
n i to :i Ada nson Hotiwe & C, raanifes-
tou:
Alraiad m 20 barris ord
Armas 2 caixas a W- Halliday& C.
Azeito-ms 2 barra a Joaquim de Oiivei-
ra Mjutinbo.
Amostras 56 volumes a diversos.
Bagas 1 barrica a Antonio Pinto Lapa
4 C.
Cerveja 40 barricas a Saunders Brothers
& C.
Cha 21 grades ordem, 10 caixas a L.
A. Siqueira.
Ferregens 2 caixas a Oiiveira Bastos
&C.
Latas de folhas de flan Iros 6 caixas
ordera. Louca e outros artigos 16 caixas
a Sulzer & K"'clin. Livros urna caixa a
& C. Objejtis p:;ra teleg -pin 1
a Brasiliau Telegraah Companjr.
para eseriptori > 3 /aisis a Medeiros
l ;i B.-asilian Tetegraph Can.
Pregos 2 barricas orlen. Plantas 1
veame a G. DaddeweH. Provisor 20
volamae eideui. Photographias 1 caixa
Companhia d; Beb 'ribo. Papel 1 ciixs
a J, Pureel, 1 e 5 fardos a F. II Carla.
Qucijos 20 caix.'.s a Jos Joaquim Alves
& C, 24 a J. B. d? Carvalho, 7 a AUi aro
Oiiveira & C, 10 a Fern nica di Costa
& C, 12 ordem, 12 a Rosa & Queiroz,
22 a Paiv.* Valente & C., 10 a Soasa Bas-1 Sou :
tos amorim 4 C, 6 a Qnimariles Rocha Para Santos, J. J.-Moreira 900
^ p 54,000 kilos de assucar mascavado
,:'* T- r u i com 6,000 ditos de dito branco.
jabonetes 1 caixa a U. Libo. Para Bahu ARoriin IrinJo8 & C. 200 barricas
Tecidos diversos 198 volumo3 orde n, 'com 23,475 kilos de assucar branco.
1 a Nunes Fondea & C, 7 a Alves de = Na lancha Amizade. carregou :
Brito |C., 16 a Jesuino Alves Fernn-' Rl" s- MiS'J0'- A. F. da Silva 5,000
o, 2>a Mellado 4 Pereira, 10AgOS-| *\ !anclu D9llrari;llha, carregou :
tiulios Sincos 4 C, 2 a Andrale Lipes & Para Miragogy. A. P. d* Silva 5,000
C, 10 a Narciso, Maia & C, 44 a Luiz de sal. ,
A. de Siqueira,, 5 a Rodriga s Li na & C,
5 a Grjncalves Irmao 4 C, 11 a A. Viera
6 O.i 22 a Joaqui n Agostinho, 20 a L--
re .Maia 4C, 18 a Coins & Fernandes. ^cor
Vidros 16 volumes a Sulzer & Hoechhn, Pemambuco
1 a W. Vebster. Vinio 5/5 a M. J. A Ser,
Para o interior
No pitac.ii;> nacional Andaluza, carregou :
Para o Si i Qan le do S il, V. T. Cimbra 200
birricaa eooa 16,965 kilos de assucar branco.
- Na escuna noruega tns l .lfir'., carregou :
Para o Rio Grande do Sai, L. J. S. G.uimaraes
50 barricas com 5.401! kilos de assucar masca- .
vado e 'M diC is co 20...' 13 ditos de dito branca ;
V. da Stlveira 100 barricas com 11,620 kilos de
Manear maaeavado eSO rolnmcs com 25,850
ditos de dito brauci.
No vapor trancez Ville de Cear, eai
saceos com
e 100 di^os
I' tros
litros
VAPORES ESPERADOS
Ribeiro,
theus.
30/10 a Domingos Alves Ma-
OESPACHS DB EXPaTACAO
Em 10 de fevereiro de 1886
Ha\r o exterior
Na barca norneguense Vega, carregou :
Para o Bltico, Borstelmann & C. 595 fardos
com 110,650 kilos de algo I
No navio sueco Dygnt, carregou : ,
Para Hu!, O. J. de Lenus IOU.000 kilos de ca- {;"**
roco. de algodao. [Manos
Aconcag.ia
Afondego
Cear
Desterro
Advanee
Espirito Santo
Tagus
Tibor
Senegal
Bahia
La Piala
de Liverpool boje
do norte amanh.i
da Baha a 14
da Europa a 15
do sul a 15
do sul a 16
de Hamburgo a 20
do sul a 22
do norte a 22
da Europa a 24
de Trieste a 24
do sul a 25
do sul a 26
do sul a 29
Marco
de New-Port-Ncws a 5
do aul a 8
I

k
I
ILEfifWEl
J


Diario de Pernambuco--.-Scxta--feira 12 de Feverciro de 1886
-.

IRMANDADE
Senbor' Ion Jes.ii do Punmom da
inniriz do Corpo Manto
AVISO
Em nonie da a roga-se
todas aq ln 8eU3 P0'
dade o obsequio do ir ao nosso
irm2> tlwseureiro, rua do Bo-n Jess n. 08,
tes do que a actual ir> isa reg< s ficar
agradec.ln, como tambera p .ra evit :r duvidas fu-
turas.
Consigui 'la irmandade, aos 6 de fevereiro do
1886.-'1 i
11 i Correia Cardos.
Companhia de edificares
S&0 convid .aos' os suhsciptorcS doasa compa-
nhia para ama reuna >, qne devei cffoetuar-ne
no dia 15 do frrente, a 1 box da Urd, i ra do
(Operador n. 38, l" andar, nfim de se tratar de
negocio importante relativo i inpanhia.
Rccife, G d-- revi reiro de 18SG.
Caman. municipal
Despesas fcitas eom as follias da lbnpesa das
ruaa, pi das fre-
em IV Ira G o Kecife,
B -Vial k Grao* e
.-..-> d-j rJj*pci >, na nana da 1
:i G il '
a da
fregusia lv S. Pr. Pe Iro Goncalves
doV 151
dem idem da fregueaia de Sanio An-
tonio 159J28'
H6J190
dem l.G00
dem dem da freguezia d i G 104000
j 1 .: -1 d 2GI680
B. 8873360
Contado, o. da CUiaaaa San. Eteeife em
y de ei i de
O conta I
Joba* Hara de lotiza A. i
Club Ii>tcraaet**al de Begnia
De or I ir. | >, convido
ue 8t ; teSea de raa proprie-
ade a reunreiu na domingo
14 do c dia, (fia de se
tratar de :.
Recife, i I lo 1886.
Jcaqan Alvi a.
1 seen rano.
n!> Caos bornes
A- -ral
Por dliberaco Ibo administrativo
detta club e2o oonvi -como
aesmo, remiren) i'e, s
11 horas da mai ral, pa se
elegcrem fbnccionai
director de co >. : w. B*eife, 11 de fevereiro d
1886.
Compaahia Bra-Helra de Kavt-
gseo a Vapor
PORTOS DO SUL
vapor Pernambuco
Commandante o cajntao de fragata Pedio
H. lhiarte
E' esperado dos portas do
norte at o dia 12 de Feve-
reiro, e depois da demora
iudispensavcl, seguir para
os portas do sul.
m carga pa-
ra Hantos, Pelotas e Rio Gvaude d, Sul, frete m-
dico.
Para carga, passagens, cncommcndae e valores
racta-scca agencia
S. 46 RU DO COMMEBCIO N. 40
BOYAL IAILSTEAX PflST
COMPAQ
0 paquete Mondego
esper do
do sul no da 15 de-
corante, seguin lo
lepois da demora
aceanaria para
S. Vicente. Lisboa. Vigo e Son
thampton
Para passagens, frete*, etc., traeta-se core oe
CONSIGNATARIOS
Adamson Howic & C.
S-Bna doCooHuereio -3
PaciSc Sieam taigaon Company
STRAITS OP MAGELLAN LINE
Paquete Aconcagua
E' esperado da E'iro
o dia 15 do cor-
tcntr. c legaira para o
-ul depois da demera
'SRaSBSBBSSBSBCBMB^B'do cusame.
Para carga, passagens e encomraeiidas e (Cobci-
ro a frete tracta-se eom os
AGESTES
WJJson Sons & C.. I.mhed
14 RA DO COM5IKROIO X. 14
*ara
Brlgne D. Francisca
E' esperado uestes dias, engaja carga frete
mdico, para sabir eom toda a brevidade : trat
na ra do Mrquez de Olinda n. 6.
Hoje, 12, :U 10 1|2 horas em ponto, de vaco-
mecar o leilio de cofres, earteiras, movis e livros
ua ra de Bun Jess d. 43.
Ao meio da de boje, de 215 barricas coro:
farinba de trigo to'largo do Caes do Apollo.
De 21 barricas eom farinhade
trigo, descarregadas de bordo
do vapor "Maranhense^com
avaria t agaa salgada.
HOJE 12
Ao icCo dia
An meio dia
No Largo d > semieirenlo do Caes do Apollo
O agrnte Pinto, levar a leilio por conta c
risco de quetn perteace" i'.m uui ou mais lotes a
vontade tos compradores 215 barricas eom faii-
ha de trigo (.;'. .xentemente descarrega-
das do b:rdo do vap r \!aranhense existentes
do largo do Caes do Apollo.
Aluga-se casas a 8O0, no beeco dos Coe
Ihos, junto de b. Gcncalo : a tratar na ra da Im-
peratriz n. 56.
Aula mixta particuli.r de jnvtruccao prima
ra, Deodata Amelia Ferre:r da Siivj, ra Vi
dal de Negreiros n. 21.
Aluga-se a casa terrea da ruado Coronel Suas-
suna n. 240, coro bous commodos para familia e
grande quintal: tractar na ra 1. de Marco
n. 17, I. andar.
T
Leilio
De 103 volunvs do diveisa* bras, (BeekmrMM
franceres e portugr. es, Historia natural e di-
verpoo romances de difierentes aurores.
Hojc 12
No escriptorio do ageate Pin
roa do Bota-Jsos a. 1>
Por occasi-i do kil i de ama burra prora de fogo
e movis de casa de familia
Leilo
(Km costiuuaco)
N i armaai m da iua do Bom-J- sai o. 19
linitedSUes i Brasil iaiiS.S.C.
O vapor Advance
Le
Huj 12
= Ao Il'm. Hr. Dr. Autooio Filemon Gon^al-
ves Torres comprimenU a Livrana Parisiense.
Aluga-se a casa tirrsa n. 8 ra de Ria
cliuelln, coin i salas, 2 quartas, cosinha ira,
quintal e cacimba meloira ; a tratar na ra da
Madre de D.-us n. 31.
l'recisa-se de vendedores de taboleiros de
bolos, pagando-so ven-iagein, sendo do boas con-
ductas, e uina mulher de idade para lavar e co
siohar e de conducta r.fiaoc>da ; ua ra da Ma-
triz a B'a-Vista u. 3.
Precisa se de urna ama para comprar e co-
sinhar par- dnas pesso.is ; a tratar na ra do
Imperador n. 61, 2' andar.
Precisa se d-- urna ama pan comprar e co-
sinbar, rara duaa pesroas ; a tratar na ra do
Imperador n. 61, 2- andar.
Aluga se o sobrado n. 61 i ra nova de San-
ia R un) o andar temo do mesajo so
brado Tamb.m alnga-se o terreno murado que
fiea p^r fraz d> reterido sbralo, proprio para
offk-ina da ferreiro, earrorjas, etc., etc. : a tratar
DB roa do Mrquez do Oloila n. 16.
Na ra das Flores u. l'J, precisa-se de urna
criada que compre e cosinhe.
Permuta ee urna casa eom um pequeo sitio,
no Arraial, em um dos inelbores lugar, por qual-
qupr urna no Recife, fazendo qualqner negocio
iudepen;ent do valor, d se ou roc>'be-se ; a tra-
tar na Pracinha da Independencia m. 14 e 16.
AlugaV a casa terrea da ru i do Coronel
Suassuna n. 240, eom boas commodos para fami-
lia e grande quintal ; a tratar na ru i 1" de Mar-
co n. 17, 1- andar.
c
JOSEPH KRAUSE a "
Acabam de augmentar o sea j bem conhecido
importante estabelecimento roa Io
de marf o n. 6 eom mais
nm salo no Io andar luxnosamente pepar-
radoe prvido de nma exposi-
M

dos mais afamados fabricaste o
mando ineiro.
Convida, pois, as Exmas. familias, seos mug-
rosos amigos e fregnezes a visitaren
o seu estabelecimento, aOm de
apreciaren! a grandeza e bom gosto eom qne
nao obstante a grande
despeza, o adornaran., em honra
desta provincia.
AGHA-SE ABITO DAS 1 A'S 8 DA III

7\
Precisa-se de nm menino eom pratica de ta
verna ; trata se na ra do Caldeirtiro n. 39. ta-
V( 111
ierro
Estrada de
Recic taxan
do
i*
Festta de \. Francinr.i de I'aun >m
Caxaog, no domingo 1 I do cor-
rate.
lem dos tre s dataHelli, apediio de diver-
sas familias, a companbia expedir u n tr;in ex-
traoriiuario As 4 horas e 35 minuto:-, i i tarde, d i
Kecie, tocando somen'e as es tu coe ^ da ra do
So!, ra Formosa e officinas, onde se cobraran as
passagens. seguindo dahi ezpresso p ira Caxang,
d'ondo voltar para o Recife s 9/12, sendo ex-
presso at as offieinas.
Nl. Os billiet.es de asignaturas ni' terio va-
lor neste trem extraordinario.
Escriptorio da comninhia, 11 de f:\oreiro de
1SS6.O gerente,
______________________\V. W. Ostier________
Fabrica de liafao c tecdos de
algodo
Sao convidados es senhores accisairi.a reu-
nir-se em assembla geral ordinaria no dia 24 do
correute, ao ralo da Associaco Commarci il Be-
neBcente 1 hora da tarde. Recife. 9 de eve-
retro de 1886.
Mauoel Jlo de Amcrim,
Presidente.
Jos Adolpho de Olivera Lima,
Secretario.
Sociedade Alliaiini
Convido os socios comparecerem a uina sesso
de ins'ruecao, sexta-feira 12 do eorrente, que ter
ligar as 6 1/2 horas da tarde, em sos leda rna
i Imperador. Secretaria, 10 de tevereiro de
1886.-0 secretario,
Moltke.
E' esperado dos portos do
o dia 22 do eorrente,
depois da demora necessaria
seguir para
movis, vidroa, quadros, cofre.', fogoes. es-
pelhos, grade-, rinbo da caj e ostros obj-ctos.
A coi i cr do marteQo
Pe'o ;?g. i
Mollento SnpflMla
Leil
ao
Aluga-se a casa coin sota, toda calada e
pintada de doto, Bita ;t ru i da Pundican n. 8, em
Santo Amaro ; a tratar na ra do Mrquez ce
O'.incia D. 8, litliograpbia.
Aluga-se o armazem da ra do Mrquez de
Olinda n. 18 ; a tratar eom Par nte Viauna &
Compaabia
Precisa-se de urna mulher de meia idade,
para fazer companbia a urna familia, e prestar al-
gum re vivo me.liante paga rasoave), na Praca
doCondid'Eu n. 4, !. anhar. QBJ|
Praeiaa-se de uina ama que cosiuhe bem,
para casa de fumiliji ; a tratar na rua.da Impera-
triz n. 13, 2" andar.
Grande e bem montada oflic.ua de alfaiate
DE
PEDROZA
naranho, bar. Barbados, !
Thonaaz c Xewlork
para onde rccr.b carga e passa^eiros.
0 paquete Finance
Espnra-se de New-Port
Nev.s.at' o dia 12 de Mari; i,
o qual seguir depois da rie-
inora necessaria para a
Baha e Ifio de Janeiro
Para carga, passageos, enconrneadas e dinheiro
a frete, tracta-se eom o?
AGENTES
lenry Forster & C.
N. o*. RUA"DOUOMiit.KOJO N. 8
' andar
Da parto (1 > sobra 'o ra do Hospicio,
onde funecionou a Facul ale de Di-
reitu
extavfelra, 18 do corren A'8 11 horas em ponto
i No armazn ra do Imperador n. 22
^ O prepesto do agente Burlamsqa, levar lei-
lo a prfe do sobr..do cima mencionada, por
i mandado do Ilim. < Ex n. Be Dr. juiz do direito
privativo ce orpli.os, a nquerim nto da inventa-
riante D. Cntharina Eugenia de Carvalbo Paes de
j Andmde, bens deixados por seu marido Manoel
Pe i ira de Magalliaes. Os senhores pretendentcs
' desde j poderao ir examinar.
- Preci
Imperial n. 1.
de umi ama de leite : na ra
Leil
ao
MARTIMOS
ais
DampfsfhiHTahrls-Gcsellsc!iift
0 vapor Desterro
Espera se. de HAMBURGO,
via LISBOA, at o dia 20 do
eorrente, seguindo lepois da
demora necessaria para
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e encommendas, traeta-
tc eom os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C
V
RUADO VTGARON. 3
1' andar
511 1 Ul HLL.
Contpanhia Franceza de SaTe?s
co : Vapor
Linha quiuzcnal entre o Havre, Lis
ooa, Pernambuco, Bahia, Rio de Jane!
Santos
Steamer Tilla Se Macis
E' esperado da Europa n.t
o dia 82 d V vereiro, Be-
guindo depois da iniispe i-
a Bil
!n. Itl'., ': Janeiro
; e *l;int*.
Roga-sc aot
vapores d
dias a co:, ug
quer redan -ir i CW a volmno, q ., poi
ventara tenham seguido para os portos do sul.p.fia;
dse pod tempsas provideaeiai neeea
carias.
Expirado o referido pruso a compaabia nao se
responsabiii^H r>or extra-.
Recabe .mineadas e. naaaagcirea, pan>.
os quaes ti
Augusto F. de Oiiveira & .
COJiPA.VllIE DEM ni.SHAVl
KI3S H\I51TIM:N
LINIIA MENSAL
0 paquete Senegal
Commandante Morettm
E' esperado dos portos do
sul at o din 25 do eorrente,
seguindo, depois da demora
i do costume, para Bordeaux,
' tocando em
Dakar. Lisboa e Vigo
Leinbra-se aos Sis. passageiros de todas as
classes que ha lugares reservados para esta agen-
cia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se Ubattmrato de 15 / ere favor des fa-
milias eomposta de 4 p.sso-is to menos e que pa-
garem 4 pas.-agens inteiras.
Por exceptu os criados de familias que toma-
rem biihetes de proa, gosam tambem d'este abati-
mento.
Os vales postaes t te '.> at e dia 23 pagos
di contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: tracta-se eom o agente
4nguste Labille
9 RA DO COM HERCIO 9
Cooio^nhia SSahiana de navega
Cao a Vapor
Maod, Villa Nova, Pnelo, Araeaj,
Estancia e Bahia
0 vapor Sergipe
Commandante Meatos
E' esperado dos o>noe aci
0 da 14 do eorrente,
e regressar cara os ines-
mos, depois da demora do cos-
tume.
Par.- iarga,passagenv, encommendas edil
fret i acta-be na
7Ra do Vi'jario 7
kiomingos Idm Sallieus
I De trancas de cabello, eiihimentos, pastinhas,
[ cachos, cokes e pastinhas de cabellos crebpus e fri-
' zadot.
Sexta-feira 12 o eorrente
A'S 11 HORAS
Ageae Pinto
Iwi do Bom Jess n. 43
occasiSo do leilao de movis, jarros
para flores, copos e secretaria
Por
Leilao
De urna burra prova de fogo, de Milner urna se-
cretaria coin armario, 1 eadeira de bracos, 1
prensa de copiar cartas, jarros para flores e oatros
movis.
Sexta-feira 12 do eorrente
's 11 horas
Agente Pinto
Rna do Bom lesnis n. 43
Per occasio do leilao de trancas, cachos, cokes e
________ pastinhas de cnb-llo
Xa ruu Nova n, 0
piecisa-sc de urna ama para comprar e cosinhar,
asa de homem solteiro.
CASEJWIKAS INGLEZAS
A 2|800 e 8] o covado
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortlmento de easemiras ingle-
zas, de duas l-rguras, eom o padrSes mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato preco
le 2 800 e 3# o covado ; assim como se encarre-
gam de mandar faz'r eostumes de casemira a
30", sendo de paletot sacco, e 36/ de traque,
grande pech ncha : na luja dos barateiros da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Os barateiros da Boa-Vista vendem urna grande
porjao de brim pardo lona, por estar eom princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de 320
rs. o covado, grande pechincha ; na loja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Bordados a loo rs. a peca
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
bordaio, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em carto eom 50 pecas, surti-
das, por 5$, aproveitem a pechinch.i ; na loia da
esquina do beojo dos Ferreiros.
N. 41Ra' do Barao da VictoriaN 14
Neste b:n conheeido estab-locimento, se encontrar urn lindo e variado sor-
timento de pannos, easemiras, brius, camisas, punhos, collarinhos, meias, gravatas,
tudo importado das melhcres fabricas de Paris, Londres e Allemanhn; o para bem
ervirem aos sou amigas o freguezes, os proprietarios doste grande estabsecimentc
ten na direegao dos trabalhos da oflicina habis artistas, o que no curto espaco de
ris, preparan um terno l> ritii ls |i i fazenda.
Ra do Baro da Victoria n. 41
(PRECOS SEM COMPETENCI \)
i
Leilao
De 14 caixocs eom superiores bisnagas de diversas
qualidsdet.
Sexta frita, 12 do eorrente
i A'S 11 HORAS
No armazem da ra do Maiqi-ez de Olinda n. 18
O agente Giumo far leilao por conta e risco
de quem pertencer, de 14 caixoes eom superiores
bisnasgas.
Em um ou mais lotes a ontade dos Srs. com-
pradores.
Le'
IXs generse utencilioe existentes na taverna sita
ra do Dias Cardozo u. 94, antiga do Caldei-
rciro.
Sa!l>a As 11 horas
_ O agento Gusmao far l.-ii mr mandado do
Exin. Si-. Dr. juiz de direito do commercio, eom
asistencia do mesmo e a requerimento d Carlos
Vives Barbosa, dos gneros existentes na taverna
cima mencionada, pertenecnte no exoeuMdo Jos
Jacindio dos Sautcs.
42 RA
AGESTEN
DO COMMERHIO
Vende-se uma bareset de 80 saceos
aa ra Din
a trata
Porto c Lisboa
Segu eom brevidade para os portos cima o
arigue por uguez Tito ; para o resto da carga e
J.asageiro?, trata-se eom os consignatarios Jos
a ffilra E">o 4 Filho
Rojal Nail Steam Packel
Company
Heducgo de passagens
BilSictes especiaes of
ferecend facilidades
aos senhores viajantes
para visitar a cxposi-
fo colonial em Lon-
dres, de 1886.
Ida c volta de Per-
nambuco a Southamp-
ton, prlineira classe,
eom o prazo de 6 me-
zes libras sterlinas 36,
15, 0.
o
D nraa mobilia di Jacaranda :.. Luiz
-N>('*- ilo jarro', I
aros Ki-auvies de moldara dourado, 2 lantemaa e
idairaa, 1 guarda-vest Jos de 3
IS, 1 dito menor, 1 rica commoda de mogno,
a rrasoei o.., i ma.qoe-
too, l lava chapeo de
mesa elstica de 5 tahona, 1 m sa grande
tal, colucrca fi-
nas de metal, 2 na Bjnarni*
objectos de c'i
lisa contnuaco
1 Ir oro.
No 1" andar e m da rui do Impe-
rador n.
unda feir 16 do corrate
A's 11 horas
Por int : rio ngnnto
flttPDEuAfhSN.83
Mendon^a & C.a
Os proprietarios deste es'.abilecimento no in-
tuito de angariarem o maior numero possivel de
fregnezes, resolveren) modificar sensirelmente os
preces das fazendas.
Objectos para senhoras
Merinos pretos e de cores, setins e setiuetas
lisas e lavradi.s, lacos modernissimos, casacos pre-
to-, cortes de cachemir: bordados de seda, saias
bordadas, alpacas e las de cores, fustes brancos
e de cores, esprtilhos, meias de cores, cruas e
alves, belbutinas, cintos de coro, collarinhos e pu-
nhoj, fichs e out.os mu:os artigos.
Objectos para hmeos
ROUPA FOK MEDIDA
Camisas francezas, ceroulas, camisas de meia,
collariuhos, punhos, pb.struns, gravatas, manta:,
lencos, meias, easemiras pretas c de cores, brins
espeeiaes e outros artig03.
Tapetes, panos c colchas de crochet, cortinados
atoalhados e bramantes etc.
TINTURARA
SCCESSOR
2! Kua de Hlhias de Albuquerque 25
\ (AMIGARLA DAS FLORES)
Tinge e limpa coin a maior perfeicao toda a qualidaJe de estofo, e fazendas
em pegas ou em obras, chapeos de feltro ou de palha, tira o mofo das fazendas; todo o
trabalho reito por meio de machinismo aperfeicoado, at hoje conheeido.
Tintura prcta as tergas e sextas-feiras.
Tinta de cores e Iavagem todos os dias.
N*
Despedida
Jo Caraillo T. S. C. despede se de scus ami-
gos, offerecendo seus poucos prestimos na cidade
de S. Pedro do Rio Grande do Sul, para onde se-
gu como promotor publico.
Vcnezianas
Compra sr: de duas quatro venezianas de ma-
deira, eom eorrente* de metal, das modernas, eom
pouco uso ; no p.inaeiro andar n. 22, ra larga
do Rosario.
Verdadeiro cimento Snslcz
Marca Pyrtii
Vendem Fonseca IimZoa & C, ru- da Madre
i-- Dana n. i.
Arclaanjo Cbrlaiifntano de Ciou-
vela Cavalrante
A aeeretaria d i presidenoia, pretendeudo man-
dar celebrar urna missa pelo repouso eterno de
sen collega a amigo, Archanio Chrisplniano de
Qonvma Cvale nte, peda familia o amigos do
ni de assistir o acto, qu-: ter lu-
na stpi.i d le, s 8 horas da nvinha
firillWaHlilil aMlaBTDaaaanal
's*
na'*
AVISOS DIVERSOS
A'uga-se o ,sa n. 1 do pateo
8 da de n. 3 ra da Penan, o 1
la de n u de n. 18 ra
aa roa, o 1 da
o 1 da de n. 34
aio ; as terreas de ns. 41
i ra do R.n J -l roa do Arago, e a casa de n 35 A rni da
T yt > a frutar na ra do Hospici n. 3.
*
FUMCAO GERAL
4LLAN.PATERS0N & C
N. 44-Su t do Brnm-N. 44
JUNTO A E? TAfAO DOS BONDS
Tem para vender, por pre^ mdicos, as seguintes ferragens:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacoes de diversos tamanhos.
Rodaa de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de Lindo- modelos
Portas de fomalha.
Bancos de ferro eom serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de torca de 3, 4, 5, 6 e 8 cavalloa.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de pauadura
Rodas dagui, systema Leandro.
Encarregam-se de concertos, e assentamento de machinismo e executam qaalqax
rabalho eom perfeicAo e presteza


^
tf&a&miA uBm
D. Aquilina de Je.ni Paes
Meudonca e Mello
O capital-) Antonio Francitca de Mello, filhos,
pais, sobrinhos e cnteadns da finada D. Aquilina
de Jess Paes Meudonca e Mello, asradecem a
todos que oe dignara lf-var os restos mortaes 4
ultima morada, assim como eonviolam a todos 08
prente \ assistirem a missa do trige-
siai_' dia, a 15 do corrcn'o
o lia.
.:riz de S. Jos,
Amonio da Silva Hegu
Rodrigo da Silva Reg;, eseus filho?, Deocleeio
Fabio da Silva Re>;o, Manoel da Silva Reg. e
Virginia da Silva Reg convidan! a todos os seus
" amibos para assistirem a missa que
:am resar por a'ma do seu nunca esqaecido
tiin',' i Silva Reg, na m
de S. Jos, p raa da manha do dia 13 do
corren; :mo dia do eu passamento,
pelo que desde j se contessam agradecidos por
est acto de religiJo e cari lade.
ALBEHTO HENSCHEL & C.
52-RL4 DO B4RA0 DA VICTOBIA-52
O abaxo assignado tem a honra de participar ao respeitavel publico d'esfa
capital e do interior, quo reassumio a gerencia d'este grande e bem conceuado est&-
beljcimento, onde j por longos annos tem oceupado o mesmo lugar.
As Exmas. familias e pessoas que desojaren! hnralo eom suas encommendai
'.ncoutrarao alli os mais modernos e aperfeicoados trabalhos concernentes a aru
ohotographica e modicidade nos prty.
C. Barza,
Gerente.

Hfffil



6
Diario de Pe nambucoSexta-feira 12 de Fevereiro de 1886


i





Aloga-se barato
7 2. andar travesa do Campello n. 1
O.'armasem da roa do Bom Jess 47.
0 1. andar e loja da travessa do Carina n. 10.
k loja da roa do Calaboaeo n. 4.
A. casa da ra do Visconde de Goyanna a. 79.
A casa da ra da Ponte Velha n, 22. '
A eaaa da Baixa Verde n. 1 B Capunga
A tratar no Largo do Corpo Santo n. 19,1* aa-
iar.
Aloga-se
j sagundo andar da ra da Imperatris n. 24 ; a
sratar na agencia progressiva, praca de D. Pe
iro II n. 73.
Aluga-se
segando andar da casa ra Imperial n. 19,
tem muitos commodos e agua ; a tratar na ra
Duque de Caxias n. 92.
Aluga
-se
o segundo andar do predio n. 33, ra Duqur de
Caxias ; a tratar na rus do Apollo n. 36, arma
sem.
Aluga-se
sobrado de um andar e sotio com agua e gas,
quintal grande, sito ra dos Guararapes n. 90 ;
a casa terrea sita ra de Santa Rita n. 89, com
8 quartos, reedificada de novo, com agua ; a tra-
tar na ra de Domingos Jos Martins n. 50.
Akmm
Parecisa-se de urna para cozinha, pom que
turma em casa; a tratar ra do Marque de
Jlinda n. 6
Ama
Precisase de urna ama para lavar e engommar ;
as, ra da Uniao n. 47.
Ama
No Largo do Corpo Santo n. 19, 2. andar, pre-
cisa-sc de ama ama boa eos nheira, quedurma ero
casa e d pessoa que abone sua conducta.
Ama
Precisa-se de urna ama de meia idade
da Aurora n. 137.
Ama
Precisa se de urna ama que saiba lavar com
aita perfeico ; a tratar na ra de Pedro Alfon-
so n. 46 A.
Borracha para limas
Beceberam Rodrigues de Faria & C, e teem
para vender em seu srmszeai ra de Mariz e
Barros n. 11, esquina da ra do Amorira.
'osinheiro
Precisa-se de nm c sinheiro : a tratar na ra
de Paysand n. 19 (Passagein du Magdalena), ou
ra do Commcrcio a. 44.
Cosinheira
Precisa-se de urna cosinheira que engomnv
bem e ensaboe, e que nao durma fra, para casa
de pouca familia ; na praca do Conde d'u n. 30,
terceiro andar.
Cosinheiro
s rna do Vicario n. 17, se precisa de nm co
nnbeiro.
Noie. niquelina
Recebe coastaiitsmeutefla EuroDa
i !rfl sortimle ie ctosi 1-
n de lais moderno, encarrega-sB
mm fazem-sa vestidos.
Rna Primeiro de Marco n. 19
Junio Botina Maravflhosa
Prata
Comprase pa'acoes velhos hespanhoes e portu-
^cezea ; na ra Duque de axias n. 92.
Na >lli
O 8r. JoSo Cavalcante Mauricio Wanderley.
ilho do Exm. Sr. Baro de Tracunhaem, quein
ir ou mandar ra Duque de Caxias i>. 73, con
luir o negocio que nao ignora.
Advocados
Manoel Netto e Beveauto Lobi : ra Duque de
Caxias n. 75, entrada pelo pateo do Collegio.
Apolices geraes
Compram-se duas
de corito de ris; no 1.
andar d'esta tjpogra-
phia se indicar quem
compra.
Apolices provinciaes de 7 0)0
Compra-se com pequeo descont ; no caes de
Capibaribe n. 34.
Emprendo
Precisase de um que saiba tratar de varees.
prefereae portugus ; a contratar na ra do Mar-
ae* de Olinda n. 47, 1 andar, das 11 s 2 horas
da tarde.
Ao publico
Urna seo hora habilitada se ofierece leccionar
BTimeiras lettras e trabalhns de sgulha em colle
gios on em cacas particulares ; quem de seus
prestimos piecisar. pode dirigirse ra do Co-
ronel Suassuna n. 72.
Aes doentes dos ollios *
Cora certa em 48 horas das inflamacoes recen-
tea dos olbos, pi-to i-oiyrii preparado por Jos
Pedro Rodrigues da Silva.
Emnregase este poderoso cjyrio sempre com
grandes vantxgens. nas seguintes mo estias :
Opbtalmias agudup, purulentas e ehronicas,
coojuDCtivit" s, etc.. etc.
Deposito gcral na drogara de Paria Sobrinho
& C, ra d. MarqtRZ de Oli-ira n. 41. Para in-
formace dirigir-s* livraria Industri>l, ra
do Bario da Vict ra n. 7, ou residencia do
autor, roa daSatidad.- n. 4.
Superior vinho Fgociri"
Vende te em decimos e quintos ; na rna do
Cotnmercio n. 15.
Luz brilhante, sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINES
MITINS* BASTOS
Pernatnbueo
NUMERO TELEPHONICO: N' 33
Quem tem ?
Onra e prata : compra se ouro, prata e
oedras preciosas, por maior preco que em outra
jualquer parte ; no 1 andar n. 22 a ra larga do
Rosario, antiga dos Quarteis, das 10 horas s 2 da
urde, dias uteis.
Leonor Porto
Roa do Imperador o. I.
Primeiro andar
Contina a executar os mais difficeis
figurinos recebidos de Londres, Paria,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeico de costura, em bre-
vidade, modicidade em preeos e fino
gosto.
5:

Para advocado
A'.aga-se a sala da frente do Io andar da casa
i ra Duqu*- de Caxias n. 61 ; a Tatar na menina.
Maria ,tugu*ia Coimbra
1# anniversario
Antonio Jos Coimbra Guimares, Augusta
Candida Gomes Coimbra. Antonio Nuces Perreira
Coimbra c seus filhos. convidam a seus arentes e
amigos assistircm a urna missa que mandam re-
s:,r na matiiz de Santo Antonio qu&rta feira 17
do correte, s 8 horas da manha, por alma de
sua pranteada filba, esposa e mili, commemorando
assim o 1' anu ve satio do seu fallecimento. Por
esta prova de amizade, antecipain seu eterno re-
onh'-cimento.
ti < ti a ii jo brlkpinianu de (-mi
vela (aialriinii'
Maria Anatolia Soares Cavalcante, seus filhos,
irmos e eunh-.dop, agradecem a todas as pessoas
que acompanh-iram os restos m irtaes de seu pre-
sado muido, pai, irmao e cunhado ao cemiterio, e
esp-cialaiente aos senhores empregados da secre-
taria do governo, e convidam a todos atsistirem
a missa do stimo dia, que par alma do finado
ser resada na igreja da Soledade sabbado 13 do
corren te. s 7 1 'J horas da manha.
Maria Franciaea da Concclc
artlv
Manoel Monteiro Martina, sua filha, ennhado e
sogra agradecem do intimo d'alma todas as pes
soas qne se dignaram a -ompauhar sua ultima
motada os rest-s mortaes de sua presadissima
esposa, mai, filha e canhada, e de novo as convi-
dam para aisistir a missf> do stimo dia que man-
dam resar por alma da finada, na igreja da Ma-
dre de Deus, sabbado 13 do corrente, pelas 7 ho-
ras do dia.
Roa Augnata da MlUelra Main
Albino Narciso Maia manda resar musas na
matriz de Santo Antonio, s 8 horas do da 13 do
eorrente pela alma d" su presada e estremecida
esposa, 1* amiversano do seu fallecimento, con
vida aos seus amigo? e parentes para assistircm
a este acto de rehgio e caridude, e desde j
agradece do intimo do coracao quelles qne se
dignaren) assistir.______________________________
Francinca mela Pimentel
Mana Francisca Pimentel, :oio Alves Pimen-
tel, Manoel Alves PimecV-l e Jos Alves Pimen-
tel agradecen) do intimo d'alma s pessoas que so
dignaram acmpanhar .. sepultura os restos mor-
taes de sua filha e irml Francisca Amelia Pimen-
tel ; e de novo as convid -.m para as missas que
mandam celebrar ns. natria de Santo Antonio,
sexta-f-ir* 12 do corrente. s 7 horas da manha,
stimo dia do sea fallecimento ; e por mais este
acto de religiao. se eonessam desde j eterna-
mente gratos.
Por 45.000
Alaga-se a loja do sobrado ra de Lomas Va-
lentinas n. 60; a tratar na Livra^i Parisiense
o. 7 A-roa 1 deMarc
1 VENTUROSA
.os 4:000.1000
1:000*000
mmm mam
16-Rua do Gabug-16
O abaixo assignado vendeu dos seus
venturosos bilhetes garantidos os premios
seguintee: 1 inteiro -ova a sorte de 1005
no n. 3399 alerr de u-itros mais de 32(5,
16(J e 8^ da lotera a.
Convida-se aoa poasuidores a vir receber
sem descont algum.
Aeham-se vend, os venturosos bilbe
tes gar- ntidos da lotera n. 37a em beneficio
la Matria de Vicenc que 8e extrahr no
sabbado 13 do correte.
Preces
Integro 4 Meio 2000
Qnarto 1,J000
Mead* qnantidadr snperier
a l>t>: Inteiro 3*500
Me* i,J760
Qaartr ^785
Joaqun Pira da Silva.
C2
VINHO DEFRESINE
lNICO-NUTRITIVO
OOWI PEPTONA/f
Im"-PHOSPII0 0i3K.MUMES
Sendo o Vinho Defrean* d'um jotto delicioso, Ujt-
fcem -ymeo reoonatituiate otw-ol brnpWo.
E o mala p- soioao de todos os tcs/cos; sob a ssia
('fluencia, desvanecem-ae os accide ates febris, renasoe
o appetite, fort Emprega-Be com xito cor ~%a in .ppatenoia.os or
otmautoa rspidoa, conv.Hce; ca, molestias do
aatomago (Gastralgia. Gastritis e DysanMrte), o
Jebilldad-, > oi>-r e donsusrnoio.
fcste asi boiptuf rini. Autor 4a fs&srssBs,
toda as ^Jiarmacas
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway um remedio infallivel pata on males de pemas e do peito tambem pLja
as ferdas antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enfermi-
dades de peito n5o se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores nas glndulas e todas as molestias da pelle no teem semelhante e para os membros
contratados e juncturas recias, obra como por encanto.
Essaa medicinas sto preparadas smente no Esubelecimento do Professor Holloway,
78, HEW OXPOED 8TBEET (antes 533, Oxford 8treet, LONDEES,
E vendemsc em todas as pharmaci: s do universo.
W Os compradores slo convidados respe i tosan ente a examinar os rtulos de cada caca e Pote, se n&o teem a
direcsao, 533, Oxford Pt^tt, sao raUifica^oes.
INJECTION CADET
Cura certa em 3 das sem mitro medicamento
&AMI8 V, ituulevurd &<-nui. 9 JPAUI
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto da Franca. Pramio de Therapeutica
O emprego em medicina de Ferro Rabuteau baseado na Sciencia.
AsVerdadeiras Grageas de Perro Rabuteau sSo recommendadas nos casos de
Chlorose, Anemia, Pulidas Cores, Corrimentos, Debilidade, Esgotamento, Convalescencia,
Fraqtteza das criancas, Depauperamento e Alteraco do tangue em consequencia de
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4 6 grageas dor dia.
Nem Constipa(o nem Diarrhea, Assimilagao completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as criancas.
M21 Urna atolcacao detalhada acornean ha cada frasco.
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & Cia, de PARS, que se
encontr em casa dos Droguistas e Pharmaceuticos.
COLLARES ftOYER
leatro-asafnUeoa
M "t Jlare MUfOi d denuda*" ecatn u
00*i"VT7I-a
i ra /AChUTii i umeio 111 auafis
"Os COLLARES ROTEB^cuameada* iumais
I de 25 auass, aio os aicos ovia prdser -o
IresJmenUu creanoasoas COflVUl-SEb
' ajiidmmdo m> mtmmo Stmpo a dem*&>.
Para evitw as FalalfieQoOea a Ilttlln. fxij.<--r ,u eatt
?*?*
L3NIMENTO GENEAU
Para os Cavallos
I Emprsgvdo com ., maior xito nas cavalharicas renes de SS. MM. o J-ipera-.lor do Brazil, o Re da '
Belgioa, o Ral do Pazes-Baixos e o Re da Saxonia.
(Suppresacto do E DA QUEDAj'O PELLO
P esto precioso Top.co o unfeo que
' substiUicocaasUcoecuraradicaliiniiic
I em poneos dias as manqnelras, nov.is
'e antigs, as Tercedura, Contasoea.
\ Tnmore c Znchagdac1 das pernas.
1 EiparavSo Sobre-Caonai, Fraqnezn c Er,-
| rorrl'amento das pemas dos potros, etc., sem
' occasionar ncntmma ch'tga. nem Queda do peno
Imcsrno uuranlo o tratamjuti
35 tixoz de (xito
S EM
K. I "V A. L
Os resultados cxtr.-.ordinarios que tem '
obtldo lias diversa Aflecc6es do I
Peito. os Ctennos 3roncbiias,'
Blolestlar la Garyrautr., Ocotal- |
ma. etc., nr.o dio logar a coiicurrencia.
A cura ftst ti cota a mi em :t miutstos. sem '
aor e sem cortar, nem rt tpar o pello.
Deposito ea Paria : Phormicia GNEAU, F aa St-Honor. 275. e en t. 'u u rbaraacias.
iNCtMMNtNMO
EXPOSITION j UHIV" 1878 |
Mdaille d'Or^^CroiidCheTalierg
LIS FLUS HtWFS RCOHPWSES
AS
PERFUMARA especial
LACTEINAi
E. COUDRAY
Praconisada pelas Ctlsbrii'adei Meiliras de Psrit
PAR* TODAS AS MECESSIADES 00 TGUCA30R
PRODUCTOS E:PaCIAES
rtOll rte 1RR0Z nV LACTEINA para L: anquear a pellp
SAFO de LACTEINA para o toncador.
C8EHE ( P e SA3A0 de LACTlITA para a barba
POSADA de LACTEIHA para a brueu dos eaMloa
AGDA d.- LACTEIHA para o loucador.
t EO d LACTEINA na a embclhiar es cabellos.
E SEBCIA .1. LACTEI
P e AGDA E'Hi.rWCIOS de UCTtlIA.
CREIE LACTE.KA ch nuda setini da pelle.
LiCTElMIA pan branqurar a pelle.
ESTE3 ARTI60B AC AM-SE NA FABRICA
pars 13, rae d'Eigliien. 13 pars
Uepoaitot em t 0 CabHIereims da America.
Snarmiaades Secretes
fiLNORRKAGtAS
QONORRHEA8
AFLORES BRANCAS
CORRIMENTOS
.resentes cu mtigos sao curados em I
|yoccor dias em secreto, sem reg- j
!!sd nMn tis&as, sem cansar ue;& i
soleetar rgano digestiros, pelas |
a injeceo de
KAVA
DO D0TCR FOURNlt-R
PlilS. 88, Piuca da la.
CONTRAL
DoBoxoa, OrlpM, Bror-obltM.
: h i laaiuBsa do Fotto. c XAROPE a PAUTA, PSt- f
I toral t. MATE a DBLAJfaBEaOER la a* i
{Oeida nrta nriflaada por Uanbraa da
'dt MadMa* te tonca.
ta Ojia, Maraatm
***-
W "^ C; ''. !
~*^ aoiKn|S>:
%SH1H > ist-- '
Mtxlatmla

NA tXFSiCAO uNlVtRSAU
VINHO de CATILLON
da BLTCEMNA e QUINA
O mais poderoio Inico reconstituinle prescripto
[ DOicaaot de Dore* d'estomago. Langor, Anemia
Dlabetls, ConsumpoSo, Fafarea,
ConTalescenca. Reaultados dos partos, ale.
O mesmo rtnho com ferro. VINHC FERRUGINOSO DE
ICATIU0N regenerador por eicelleocta do tingue pobre
le devorado. Ette vinho aa tolerar o ferro por lodos
I o estomafo e nao ocuiiona prUao de rcatn,
fiSIS. 2i, ru Slnt-Vlnc*t-dt-nal. Sai Pirntmbvcat
rrano*'M.daaiWaa ,priac'fail'bmriii i

25|000
Aloga-se ama cesa terrea travossa do Prin-
cipe ; a chave se encontrar rna da Atraccao
numero 12. __________^^__^
Cosinheiro oneosinheira
Presisa-se de um bom cosinheiro ou urna
cosinheira ; a tratar n.. ra do Apollo n 20,
andar, das 10 horas da manha s 4 da tarde.
Declarado
Ficain transferidas para correr com a ultima
lotera de fevereiro as aceces entro amigos que
corriam com a primeira lotera do mesmo mez, a
qual comprebende os objectoe se^uiats : urna
machina de costura, um rulogio, um annel e tres
quartos das de cem.
Este collegio acha se aberto ra Velha n. 40,
e recebe alumnos internos, semi-internos e exter-
nos.O director,
Ovidi oves Manaya.
Viva a carnaval
Compra-se vestuarios noves e asados ; na ra
da Imperatriz n. 78.
Aliento
Contina a vender se assucar na refnacao sita
ra Vidal de Negreiros c. 93, sendo os prepos os
seguintes :
1. Sorte 4*800
2.' 3*800
_______3. ________________35500________
Borracha especial
para limas ; receben a mercearia de Goncalo Jos
da Gama, ra do Padre Floriano n. 41.
I I I
Compra-se e paga-
se mais do que em ou-
tra qurJquer parte bem
como
de qualquer qualidade.
IMa ra io Imperador
n. 32, loja de joias.
Julio Fuerstemberg.

n\ nm
\os4:000S00O
RILHKTG IRUVl'inO
*Jra^a da Independen
cia ns. .37e 39
Acham-ae a venda os fezes bilhetes
garantidos da 37a, parte da loterin a beneficit
da matriz de Vicencia, que se extrahr
no dia 13 de 'evereiro.
Pre?os
Bilhete inteiro 4^000
Meio 2-5000
Quarto 15000
m porfi de OOSOOO pat?
cima
BUhete inteiro 35500
Meio 15750
Quarto 875
utonio Augusto dos Sa**& Porto.
AOS 4:000*000
SILSIES CANUDOS
la Primeiro de Marco n. 23
O abaixo assignado tendo vendido nos
seas afortunados bilhetes garantidos 4
quartos n. 1218 com a sorte de 2009000,
alm de outras sortea de 325, 165 e 85, dt
oteria (36.a), que se acabou de extrahir.
C3nvida aoa posauidorea a virem receber
na couformidade do costurae sem deaconU
a (gura.
Acham-se venda os afortunados bi-
lhetes garantidos da 2.a parte das loteriaa
i beneficio da matriz de Vicencia (37.a),
que se extrahir sabbado, 13 do corrente.
PUCOS
Inteiro 45000
Meio 25000
Quarto 15000
Km quaatldade maior de loo*
Inttiro 35500
Meio 15750
Quarto 5875
Manoel Martins Finia.
mieom
te t:IIOOSOIl
n
Rna do Baro da Victoria n. 4>
e casas do costante
O abaixo assignado acaba de vender
en seus felizes bilhetes quatro quartos de
n. 3464 com a sorte 1:0005000 e di 'ersos
premios de 325000, 165000 e 85000.
O mesmo abaixo assignado convida 06
possuidores virem receber na conformi-
dade do costume, sem descont algum.
Aoham-se vend. os felizes bilhetes
garantidos da 2. parte das loteras a
que
leaeficio da matriz de Vicencia (37a)
se extrahir sabbado, 13 do corrente.
Preces
Inteiro 45000
Meio 25000
Quwto 15OOO
Baa por cao de 100*000 para
data
Inteiro 35500
Mo 15750
Qoaxto 5875
J0S0 Joaquim da Cotia Leit*.

? 4/
yV
s-
Extracto Composto
WHAAll'HAB,\Dal.3AS
Escrfulas c toas as Molestias
pru\pnipr.lcs dcllasepara
Dar Vigor ao Corpo
Purificarlo Sangue.
P--M-4 plol JCAYlRCA LnSM-, f-.tjr
Vinho S. Raphael
O bilbar commercinl ra Duque de Cxxias n
34, receb-u o importante vinho de 8. Raphael,
que vend- por m.-noi que em outra qualquer par-
te, em grosso e a ret:ilho.
Ao commercio
Os abaixo assiirnadoa participam que nao se
reapnsaoil'3am pir compra alguma f.-i'a em seu
nome, a nao aor p-r seu nico representante Joao
P. de Azevelo Valongueiro ou sua ord>-m por es
cripto. Recif.-, 5 de fevereiro da 1886.
Valongtleiro & C.________
Alujase
o grande sobrado n. 161 da na Imperial, caiado e
pintado ; a tratar na ra o Rang'-l n. 58.
Modada Fortuna
Poi vendido por esta casa o bilbete n. 21.046
com o premio de 40:000000 da lotera de Ala-
gas, assim como todas approximacoeg.
Para advocado
Aluga se a sala do V andar ra Duque de
Caxias n. 61, a tratar na luja.
Os abaixo asaignados, tendo adoptado e regis-
trado a ir arca industrial como do desenlio cima
ve corformidade com as prescripcoes das leis em
sigor diclarain ao publico e particularmente aos
teus numerosos fregueze?, que d'ora em diante
odos os productos que ahirem de sua botict le-
varao a dita marca como garanta de Ba origem
e legitima procedencia.
Pilulas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas pilulas, cuja preparacao puramente ve-
g ff>l. tem sido por mais de 20 annos aproveitadas
com os melhor-s resultados nas seguintes moles-
tia? : affi-'CCoes da pelle e do figado, syphilis,
bouboes, escrfulas, chagas inveteradas, erysipe-
las e gonorrbas
MODO DE SALAS
Como purgativas r tome-se de 3 > por dia,
bebendo-se apa di? cada dze um pouco d'agua
adocada, cha ou caldo.
Como reguladoras : time-se urna plala ao
jantar.
Estas pilulas de invencao dos pharmaceuticos
Almeida Andrade & Pilhos teem o veridictum dos
senhores mdicos prra sua melbor garanta, tor-
nando-se mais recommendaveis, por serem um se-
guro purgativo e de pouca dieta, pelo que poden
ser usadas em viagem. Acham-se venda na
drogara de Paria Sobrinho Se C, raa do Marques
de Diinda n 41.
Fados e nao palavras
Aos que se detejam tratar sem comprometter a
saude com preparados mineralgicos.
Nesta typographia e na ra Direita n. 43, 1.a
andar vende-se tinturas homeopatbicas para ino-
fensiva cura das seguiDt-'s molestias : asthmatico,
anda mesmo bronehitico: eiysipela, euxaquecss;
intermitentes (sem o emprego do fatal quinino);
tosse convulsa, falta de menstruacSo ; cmaras de
8sngue : estericos ou metnte ; dores de deotes ou
nevralgias, metrorragia; vermfugos, dentieSoe
convulsoes das criancas ; tudo manipulado de her-
vas do pais.
Assim como tratam se escrofulosos em qualquer
grao e gommatosos.
Ao eomiii ito e ao pu-
blieo
Antonio Muniz de Aaevodo Furtado participa
ao reepeitavel pubiico e com especialidade a) cor-
no commercial, que nesta d-.ta comprou ao 8r.
Jos T varrs Carneiro o seu estabelecimento de
molhads sito na traves3a do Po-nbal n.(16, livre
e des^mbaracado de qualquer onus. porm se al-
guem se julgar credir .lo referido estabelecimea-
to, apiesente-se no prsso de tres dias, a contar
da data deste. Recife, 11 de fevereiro de 86.
Antonio M. Azevcdo Purtaio.
PntDM^ riniftgu fli HniT-
As nicas infalliv^is e que nao repuirn-im aa
criancas. Chegou nova remessa, e vende-sc eai
casa de
Faria oSb honri& C.
f
Especialidade!!!
Licor puro de maracuj em lindas garrafas
proprias para tolet. Coinp'iCas de mangabas e
mangas, o que ha de mais perfeito em doce,
milito proprias para pres-nles.
Vende se no Largo de S. Pedro n. 4.
Bilhete perdido
Pede-se que nJo seja pago qualquer premio que
saia no bilhete a. 2474, quarto, da lotera n. 37,
pois foi perdido pelo bilbe
Antonio Joaquim Tgueiras.
Attengo
Aluga-se a casa do Largo do Contelhciro Joio
Alfredo n. 2 na Magdalena, serve para moradia a
tambem para, neg iu por ser bastante afuiiiai
aada pan hotel 4 tratar na raa da Iaaparatrh
i.5. ^^
que corre amanha,
teiro
(

\
4
i
>*
UEBlVEl
t-ii mu ~nT
......


Diario de PernambocoScita-fcira 12 de Fevereiro de IS86
Escola par cular




De ioatrucco primar!
Malino
34 Ra da Mat-iz du Boa-Vitta84
O abaixo as-ignado participa ao i 11 iletrado pu-
blico detta capital, que a rio sua escola partieolar
de instrucclo primaria para o ezo masculino,
ra da Matriz oa Boa-Vista n. 34, oi.de esmera
dmente se dedica ao enaiuo de seus alumnos.
O grao da escola consta : ler.escrever e contar,
desenlio linear, histor'a patria e nocet de trances.
Garante uto r.pido adiantamento emseus alum-
nos, pelo seu eyetema de ensini, oqual urna pa-
ciencia Ilimitada, um amor inviolavei e ama es-
merada dedicac&o ao ensino, fazendo com que os
seus decipulos abracem e amem de coracao as let-
tras, aos livros, e ao estudo, guiando os no cami-
nho da intelligencia, da honra e da dignidade,
afim de que v-anham a ser o futuro sustentculo
da patria, da religiao e da le, e um rerdadeiro
cidadao brasileiro
Espera, pois, merecer a confianza e a proteecao
do distincto povo pernambucano, e em particular
tem f robusta em toios os paij e autores de me-
ninos que queiram aproveitar um rpido adianta-
mento de seus fiihos e tutelados.
Com quanto ousada seja esta tentativa, todava
espera quo es seus ineansaveis esforcos, e os seus
puros deiejo, sejam coroados com a feliz appro-
vaeo de todos os fiihos do imperio da Santa Cruz.
Mensalidade2*000 pagos adiantados, no acto
da matricula.
Horario das 9horas da manha as 2 da (arde.
Recebe meninos internos e meio-pensiouistas
por mentalidades razoaveis o lecciona per casas
particulares a ambos os sexos.
Julio Meares de Azevedo
34RA DA MATRIZ DA BOA- VISTA34
(tueijos do reino
H: Chegou ama nova remessa destes bons c bara-
tos quBrpis a 3* 00 um ; rm casa de Charles
Plnym dt C., ra do Csmtiercio n. 24, Recite.
Tiras bordadas
A too, ISO, seo e too rs
Para o carnaval
S na nova luja n 32 A ma da mperatriz, se
vende um grande sortimento de bonitas tiras bor-
dadas, proprias para enfeites, sen in largas e es-
treitas, pelos baratissimos precos de 100,120, 160
e 200 rs., tendo dous metros cada peca, grandi
pechincha. Assim como um bom sortimento de
ganga amarclia, veries e encarnadas, qne se
vendem barato : na loja do Pereira da Silva,
ra da mperatriz n. 32.
Costunes de casemira
A SO e 35*
Na nova loja da ma da mperatriz n. 32, rece-
beu-se um grande sortimento de linissimas case-
miras inglezas ce cores claras c escuras, que se
venden or preco muito em conta, assim como das
mesmas se mandam fazer costuraos por medida,
sendo de paletot sacco a 3 000, e de fraque a
3?* ; assim como de superior fl mella ingleza de
cor azul escura, a 30* e 35*, e tamb.'m das mes-
mas fazendas se manda, fazi'r qualquer peca avul-
sa, grande pechincha ; na nova loja de Pereira
da Silva._______________________________
Sitios e casas para alu-
Camisas nacionaes
A OtooO. StOO e 3500
32 = Loja ra da mperatriz = 32
Vende-se ueste novo estabelecimento um gran-
de sortimento de caminas brancas, tanto de aber-
turas e punhos de lioho como de algodao, pelos
baratos precos de 2*500, 3* e 4*, sendo tazenda
muito melhor do qu- as que veem do estrangeiro e
muito mais bem fritas, por serem cortada por
um bom artista, especialmente caraiseiro, tambem
se manda fazer por encommendas, a vjntade dos
fregueses : na nova loja da ra da mperatriz n.
3.-, de Ferreira da Silva.
Ao32
Nova loja de fazendas
&* Ra da mperatriz = 3S
DE
FERREIRA DA SILVA
Neste novo estabelecimento encontrar o res-
peitavel publico um variado sortimento de fazen-
das de toduS as qualidades, que se vendem por
precos baratissimos, assim como um bom sorti-
mento de rcupas para homens, e tambem se man-
da fazer por encommendas, p r ter um bom mes-
tre altaiate e completo sortimento de pannos finos,
caaemiras e brins, etc
Moda 1886
Valentionne en ecorce d'arbre.
Primorosa escolha em vestidos com 20 metros de
12 ligeira, tecido ainda nao condecido aqu.
Cores e desenhos novissimas nos seguate* fa-
zendas de seda, la e algodao. Etamine, Surah, Se-
tim, Failles, Linn. Toile d'alsace, Cachemires.
Explendido sortimento
Em loques, luvas, espartilhos, lacos, lavahres,
meias, leneoes e muitos outroe artigos que se ven-
dem por precos sem competencia.

31-Raa da Impernirii 3
Loja de Pereira !a Silva
Neste estabelecimento vende-se as roupas abai-
xo mencionadas, que sao baratissimas.
Palitots pretos de gorgoro diagonaes e
acolchoados, sendo fazendas muito en-
corpadas, e forrados
Ditos de casemira preta, decordao, muito
bem feitos e forrados
Ditos de dita, fazenda muito melhor
Ditos de flanella azul, sendo inglesa ver-
dadeira, e forrados
Caifas de gorgoro preto, icolchoado,
sendo fazenda muito encjrpaaa
Ditos de caaemia de cores, sendo muito
bem feitas
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
muito bem feitas
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 24, 2300 e
Ceroulas de greguellas p :ra homens,
sendo muito bem feitas a 1 200 e
Colli tinhos de greguella muito bem feitos
Assim como um bom sortimento de lencos de
linho e de algodao, meias cruas c collarinhas, etc.
Isto na loja aa ra da mperatriz n. 32
7*000
10*000
12*000
12*000
5*500
6*500
8*000
3*000
1*600
1*000
gar-sc
Aluga-se o sitio do Abrigo, nos Arrumbados ou
Duartj Coelho, com grande sobrad .> para morada,
cocheira, casa para criado, 600 pts de coqueiros,
muitas outras fucteiras, oito viveiros, com pro-
porces conservar se vaccas para dar leite, e
muito prximo a urna e^tacac da via-frrea de
Olinda. Tambem aluga-se um grande sitio na
Torre, eom grande casa para morada, quartos
para erados, cocheira para carro, estribara, mui-
tas fructeiras e baixa para capim
Balanceador
Luiz de F. Marques encarrega-se de balances,
contrates e distratos sociaes, pjr precos modicis,
tanto nesta praca como no mato. Pode sei pro-
curado na ra do Barao de S. 15 rja n. 54. Tele-
phone i. 353. ________________^^
atteieio
Na rna larga do Rosario n. 13. vndese pasea-
ros de divrsas qualidades, cantadores, e por pre
eos commodos, e 20 volumes da Historia Univer-
sal, por Cesar Cantu. ______^^
PaiaeOes
Compram-se na ra liarae Barr -
ll, esquina da ra do Amontaarmnz
IGUARASS
N. 88:200
ODr. Francisro Xa-
vier Paes B arreto,
pela 4.a vez rogado a
vir ou mandar a ra do
Mrquez de Olinda n.
50, dar -uniprimento
ao numero cima.
Cosinheira
Precisa-se de urna boa cosinheira, qoe d co-
nhecimento de sua conducta ; a tratar na r,.a da
Aurora n. >7, andar terreo.
Vendedor
Precisa-se de um menino de 12 14 annos, para
vender quitanda, de boa conducta ; na ra do Co-
-onel Suassuua n. 161, 2- andar
Com urgencia
Precisa-se de urna ama que engomme con per-
teicSo ; na roa <1 > Cabug u. 11, 1- andar, esqui-
na da das Trincheiras.
Aula pratiea de eserip-
turapao mercantil
Ado'pho A. Uufde3 Alcoforado faz sciente aos
seus alumnos e i qu m iutoressar, que tendo re
gressado a sua residencia, na rna da Aurora n.
15, reabri a sua aNa, a qual funeciona as ter-
cas e sextas-feiras das 6 horas da tarde s 9 da
noite. __________' __________________
AguadeVidago
Em quartos e meias garrafas ; vudera Fari
obrinho C, ra do Mrquez de Olinda n.
1, depositnos.
VENDAS
l^amhas
Ven m barris e em quartolas, o mais
baratas do que em ou'ra qualquer parte ; na ra
de Pedr. Aff.no ns. 5 e 11.
Crande liquidaco
le pliNMO*
P Ra lo Baria dn Victoria 17
i:\poslfno universal
II i sea dos largos
a ZOO r*. o roiado
Na loja da ra da mperatriz n. 32, vendem se
riscadinhos proprios para roupas de meninos e
vestidos, pelo barato preco de 200 rs. o covado,
tendo quasi largura de chita francesa, e ass-m
como chibas brancas miudinhas, a* 200 rs. o cova
do, e ditas escuras a 240 rs., pechincha : na
loja do Pereira da Silva.
FuolPK, elinelas e lzinbaM a SOO
r*. o covailo
Na loja da ra da mperatriz n. 32, vende-se
um grande sertimento de fustes brancos a 500
rs. o covado, lazinhas lavradas de furta-cores,
f-zenda bonita para vestidos a 500 r*. o covado,
e setinetas lisas muito largas, teudo de todas as
cores, a 500 rs. i covado. pechincha : na loj.
do Pereira da Silva.
Merinos preloN a **<<> l&tiOO
Vende-se merinos pret is de duas l-.rguras para
vestidos n roupas para meninos a 15200 e 1*600
o covado, c sunerior setim preto para enfeites a
1*500, a^Bim como chitas pretas, tanto lisas como
de lavoures brancos, de 240 a' 320 rs. ; na nova
de Pereira da Silva ra da mperatriz nu-
mero 32.
Alsrodosiniso francs para leneoes
a MHtrs., i* e iSoo
Na loja da ra da mperatriz n. 32, vende-se
per ores algodozinhos francezes com 8, 9 e 10
Irnos de largura, proprios para lences de um
s panno, pelo barato preco de W0 rs. e 1*000 o
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*280, as
sim como superior bramante de quatro larguras
para leneoes, a 1*500 o metro, barato ; na loja
do Pereira da Silva.
Houpa para meninos
A l*. tSOO e A
Na nova loja da ra da mperatriz u. 32, se
vende um variado sortimento de vestuarios pro-
prios para meninos, sendo de palitosinbo e calci-
nita curta, feitos de brim pardo, a 4*000, ditos
de moleequim a 4*500 e ditos de gorgoro prto,
emitando casemira, a 6*, sao muito baratos ; na
loja do Pereira da Silva.
Fazendas brancas
SO* AO NUMESO
*o
lo
rna da mperatriz
Loja dot barateiro
Alheiro & C, ra da mperatriz n. 40, ven-
dem um bonito s-rtimento de todas cstns fazendas
abaixo mencionadas, sem oicpetencia de precos,
A SABEK :
AlgodaoPecas de algodaoziuho com 20
jardas, pe'os baratos precos de 3*800,
4|, 4*&<0, 4* HadapoloPec^s de madspolao com 24
jardas a 4*500, 5*. 6* at 12*000
Camisas de mtia com listras, pelo barato
preco de 800
Dias branets e cruas, de 1* at 1*800
Creguella franeeza, fazenda muito encor-
pada, propria para lene es, toalhas e
c roulas, vura 400 rs. e 500
Ceroulaa da me-ma, muito bem feitas,
a 1*200 e l*W0
Colletiuhoa i a mesma 800
Bramante francez de algodao, muito en-
corpada com 10 palmos de largura,
metro 1*280
Dito de linho inglcz, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e 2,5800
Atoaihaio adamascado para toalhas e
mesa, com 9 palmos de largura, metro 1J800
Cretones e chitas, claras e escuris, pa-
drees delicados, d 240 rs. at
Baptista, o que ha de mais dclicaJo no
increado, rs. 200
Todas estas fazendas baratissimas, na conhecida
loja de Alheiro ft C, esquina do becco
dos r'erreiros
Algodi- enfestado pa-
ra leneoes
A Oo r. e JOOO o metro
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
algodao p^ra leneoes de um s panno, com 9 pal-
mos de largura u 900 rs-, e dito com 10 palmos a
15000 o metro, assim com dito trancado para
toalhas de m> sa, eom 9 palmos ce largura a 1*200
o metro. Isto na Uja de Alheifo do becco dos Ferreiros.
M KM HOS PRETOS
A 1*209, 1*400, 1*6(0, U800 e 2* o covado
Alh<-iro & C, ra d-i mperatriz n. 40, ven-
dem muito bons merinos pretos pelo pre^o cima
dito. E' pechincha : na loja da esquina do bec-
co dos Ferreiros.
Epar(ilhos
A 5J00O
Na loja da ra da mperatriz n. 40 vende-se
muito bons espartilhos para senhoras, pelo preco
de 5*000, assim cerno um sortimento de roupas
de casimiras, brins, etc., isto na loja da esquina
o becco tios Ferreiros. i
Fazendas finas e modas
* t.=Ra do < nluiit t B
I Bastos t C.
(TELEPHONE 359)
Avisara as Exmas. famiias que receberam de
Pariz:
Lindissimos cortes para vestidos com toemos da
mais palpitante novidade como sejam: Etamine
com b< rdado a retroz, seda crua bordada a capri-
cho, Cachi mire com enfeites bardados a fil.
Liquida^
em contlnnaeio na ra larga do
Rosario n. "
Damio Lima & C, nao p dendo acabar o sen
grande sortimento de miudezas, em cansequencia
da cryse perqu passamos, continam por mais al-
gum temi a liquidar suas mercaduras, pelo que
do novo convidara ao publico e especialmente
Sxmas. familias, a quem pedem toda proteccao.
Admirem 1
Punhos e colarinhos bordados para sc-
n horas 2*200
Ditos lisos 1*800
Ditos de ceres 1*500
Lavas de seda de cores 2*500
Agua florida, 700 re. e 1*000
Bordados de 300 rs. 2*000
Bonitos lacos a 2*^00
Leques de 400 rs., 600 e 1*000
Meias para hornera 3*00<1
Ditas idem 3*000
Ditas de cores 4*0OC
Um par de fronhas de 1 byrintho 1 *5' 0
Urna toalha de labyrintho 25J e 30*000
Envesiveis, rs. 321-
Fitas, bicos, lencos, grvalas e outros muitos
artigos que estilo exposicao.
Ba larga do Rosarlo n. 3S
Damio Lima & C.
Bons dias
Mendonea Primo & C.
Vendem por precos sem
competencia
Las escocesas, padrees modernos a 400 reis o
covado.
Ditas mescladas e lavradas a 500 reis o dito.
Velbutinas de todas as cores, lisas e lavradas a
1*200 o diU
Fustes brancos com lindos desenhos a 400 e
500 res o dito.
Leneoes de bramante a 1*800.
Callarinhos modernos para homens a 500 reis.
Setins de tedas as cores, por precos baratissi-
mos
Merinos pretos e de cores para \ stido.
Mantilbas pretas.
Ficbs do diversas qualidades.
Cortes de cassamira para ssnhora, bordados de
seda, atoalhadot, espartilhos, tapetes avelludados,
panos de crochet, punhos para bomem e senhora,
meias de todas as qnalidades para homem e se-
nhora e eutros muitos artigos de moda.
Roa Onpne de Callas n.
Correias |
de sola ingles i, de bna e de borracha, de diver- j
sas larguras e grossuras ; vende-se barato na |
fundido Villana, ra do brum n. 54.
Vende-se a bem conhecida e afreguecada Phar-
macia Humanitaria, i ra do Bangel n. 48. le-
iCommenda-se pelo local, foa armaco eexcellente
i vslbame ; quem pretender, dirija-se mesma
1 pharmacia, oude achara com quem tratar.
WHISKY
BOYAL BLEND marca VlADO
Este excellente Whisky Escessez preferivt
ao cognac ou agurdente de canna, para fortifica
o corpo.
Vende-se a rctalho nes melberes armazens c
aiolhados.
Pede BOYAL BLEND marca VIADO cujo nc
me e emblema sao registrados para todo o Brazi
________BBOWNS or. C, agentes___________
Fastes de setlneta a ftOO rg, o
covado
Alheiro & C. ra da mperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortuiento de fustes brancos pelo
baratinho preco de 400 e 500 rs. o covado, assim
setinetas lisas, tendo de todas as cores a 500 rs. o
covado ; na loja da esquina do becco dos Fer-
reiros.
VENDE-SE
Doce de caj secco,
na ra de S. Jos n.
16.
SAO AS SEGUINTES PARA, ACABAR
S9-Rua Duque de Caxias-SJ)
Toaile de nice, lindas cores, lfl, 1*400 o co-
vado.
Damac de seda borada a 1* o dito.
Sedas bordadas, finas, a 1*800 e 2$ o dito.
Setim Ma-o de todas as cores, a 1* e 1*400 o
dito.
Dito dito preto, a 1*200, 1*500 e 2* o dito.
Cachemiras para vestidos, a 1* e 1*400 o dito.
Gorgurinas matizadas de todas as cores, a 400
e 500 rs. o dito.
Setinetas lavradas e lisas de todas as cores, a
500 e 560 rs. o dito.
Faile com lindas cores, a 460 e 640 rs. o dito.
Mirins pretos a 1*, 1*200, 1*400 e 2* o dito.
La de quadrinhos, cores lindas, a 700 rs. o dito.
Dita do todas as cores, a 400 e 560 rs. o dito.
Popelinas de seda a 300 e 320 rs. o dito.
Alpacas lisas, finas, a 360 e 460 rs. o dito.
Fustao de cores para menino, a 320 e ST0 rs. o
dito.
Casemirss pretas a 2* e 2*200 o dito.
Ditas de cores a 1*500 e 2* o dito.
Ditas ditas finas, inglezas, a 3*500 e 4* o dito.
Cortes de casemiras com toque de mofo, a 2*800
e 3*400.
Ditos de dita perfeitos, finas, a 6*500, 7*500 e
10*.
Damasco de la com 8 palmos de largura, a 2*
o covado.
Dito de algodao a 600 rs. o dito.
Dito branco bordado a 1*500 o metro.
Atoalhado de linho fino, a 1* o dito.
Cortes de cazeneta a 1*400, 1*800 e *.
Fechs de pellucia, 6* e 7* um.
Ditos arrendados, a 2*500, 3*500 e 4*500.
Ditos de seda, lindas cores, a 3* e 3*500.
Chales de casemira, a 3*500. 5*500 e 7*.
Ditos de algodao, a 1*, e 1*800.
Colchas de cores a 1*500 e 2*.
Ditas portuguezas (muito grandes) a 12* e 14*
Ditas de crochet a 10*, 12 e 15*.
Capellas com veo (para noivas) a 10* e 16*.
Enzovaes para balizado, a 10* e 14*.
Camisas para senhora, a 3*500 e 5*.
Saias idem idem, bordadas, a4i eg b*00. a
Toalhas de laberutho ricas (para baptiaado)
60* e 80*.
Cretones para vestidos, lindos padres, a 280,
360 e 440 rs. o covado.
Chitas claras, finas, a 240 e 280 rs. o dito.
A' rna Duque de Casta* n. 59
GarnBlro 1 CuAi & C.
TE
DO
CEARA
EXTRACTO NO DA 16 DE FEVEREIRO
INTRaNSFERIVEL
O po-ftadoT qtepos^titftdous vigsimos desta importante
loleria est habiitado a tirar^^000^000-
Os bilhetes acham-se a vendara Casa da Fortuna ra
Primeiro de Marco n. 23. v\
COME 16 BE FEVEREIRO DE 188&SEM FALTA.
i
DAS

CORRE D DA 46 DE FEVEREIRO

O portador que possuir um vigsimo desta importan-
te lotera est habilitado a tirar 10:006^)000
Os bilhetes aciam-se a' venda na Casa Feliz, praca de
Independencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 16 de Fevereiro de 1886, sem falta.

t





8
Diario de Penuunbuco-Sexta-teira 12 de Fcvereiro de 1886
<







a
UTTERATMl-____
OS FILHOS
DO
J'OK
c.tisau
r3E33IRA FAHT3
O Barao de Grandalr
' Continuando do n. 33 )
XV
WASTE OS DA GIlilA
Por fatalidade chegamos muito tar-
de, rnurmurou o velho sargento. Mestre.
se chegamos dous minutos mais cedo, eram
eus obedeciam-lhe e La Ghesnaye acha-
ra pateo vasio. Pelo sangue de Chris-
to ama grande desgraca Agora na-
da os poder suster. Omheco-os I ira
mais fcil tirar um osso a um cao Batana-
do ; era tempo perdido...
Quem sabe murraurou o penitente,
mas em voz to baxa, que Heitor nao o
ouvio. .
E' R'ynold, dzia o corapanheiro do
velho sargento. Oh 1 elle I tenho certe-
za de que ; reconhego-o. Saquear o pa-
lacio do embaucador! Oh 1 adivinho os
seus projeetos 1 R'ynold e aeu pai mata-
rao Marcos, esperando licarem por essa
forma senhores do fatal segredo !...
Maldgaol... Nada poder, e estar era
do inimigo... Lima palavra,
e son morto qui, como o
voltan(
ltou para dentro do pa-
presenga
um gesto,
era
quando me roubarara Aldah Mas Al-
dah AWah onde est ? Aonde o eon-
duziram ? Oh hei de sabol-o... ha de
sbelo...
E o penitenta observava o orador e o
auditorio.
Depois La Cbesnayc acabou de tallar e
as acclamagoes rebentaram de todas as
partes.
-. Vamo-nes decididamente, o negocio
est perdido; raurmurou o velho sargento.
Nao o julgo assim, respjndeu o seu
companheiro. +
'E agarrando m brago Je Heitor :
Vera, disse elle.
Afiutaram-se ambos.
Nesta parto da praga, que el les atraves-
savam, muito porto das casinholxs, o mui-
to affastado do c Mitro, rcinava completa
escuridSo.
O penitente e Heitor detona a correr
mas o longo capuz do primeiro diffieu to-
va lhe a respragao, c embaragava lhe os
movimectos.
Arrancando com um gesto forte o sacco
de la branca, atirou o para traz e ficou com
a cabega nua.
Urna velha sahia ueste momento do son
covil com urna can leia na :nao. A luz va-
cilante deu em eheio na cara do compa-
nheiro do velho sargento, e alumnu a x
pressiva phioionomia de Van llelmont, res-
plandecente entilo de audacia e de energ.co
ardor. ,
O carainho andado pelos dous homens
levou-os rectaguarda da columna dos gi-
riantes.
Van llelmont nelinon-se para Heitor e
deu lhe algumas ordens em voz baixa.
Comprehcndo! rourraurou o sargento.
Entao alerta 1 disse o sabiu, e d'aqui
a urna hora na ponte de S. Miguel, debai-
xo do ultimo arco.
L estarei.
Vai te.
Heitor meteu-se pela cseuri-Uo e dcsap-
pareceu
Van Helmont
teo dos Milagrea.
Estavam todos proraptos.
La Chesnaye ainda sobro o tonel, olhava
em redor de si aatisfeito e triumphante,
passando revista ao seu peque ezercito,
como um general, que se dispoe a dar ba-
Junto do toad, que servia de pedestal,
uro g pelo freio o cavall>
do enpito.
O nobre animal impaciente eacarrara no
chito espalhando em roda de si e a lama.
Estilo proinptos I bradou La Ches-
. flirigindo-se multidao.
Sim, sim, sim! exclamou esta com
eathusiasmo.
Entilo sigam-rae a alguma distancia,
porque preciso que eu chegue primeiro
ao palacio. N3o teem que esperar por aig-
nal ; logo que chegarem atirem-se aos cria-
dos, avancem sem medo O caminho oBt
tragado o a retirada agura em caso de pe-
rigo. Aos gritos que derem respondern!
os nossos. Corramos & fortuna! Est uito I
Est dito repetiram os giriantes cera
frenticos applausos.
La Chesuaye aaltou do tonel sobro a
sella e esposando o cavallo.
Para a frente 1 gritou. Matera, rou-
bem, esfaqueiem !
Ao saque 1 berrou a multidao.
() cavallo parti a galope.
A columna dos giriantes, sob as ordens
do coesre, moveu-se para se por era mar-
cha. A frente da columna chegava altu-
ra do tonel collocada entre as quatro lan-
ternas, e que tinha servido successivamen-
te de throno ao rei dos farroupilhas e de
tribuna f.o capitao La Chesnaye.
Avante I bradou > coesre vendo que
o capitao j tinha entrado no becco.
Avante 1 repetiram os giriante3.
Alto disse a voz poderosa de um
hornera que apparecia de repente sabr o
tonel.
Era Van Helmont que tinha corrido no
momento em que La Chesnaye passou un-
to d'elle sem o eonheccr, e que agora es-
tava superior, niultidao. A prraera fi-
a pelojnaye voltara-se para se certificar de que os
entes obedoeiam s suas ordens.
Vendo a columna iramovel e um homem
do habito branoo, que pareca estar fallan
do do alto do tonel, deixou escapar urna
exclamagilo surda, e sahio-lhe dos labios
horrivel bfasphemia.
O que significa isto f disse elle vol-
tando arrebatadamente o cavallo.
Em poucos instantes o nobre animal,
transpozo espagoquo'acabara do pereorr-r
o parou obedeconao ao freio, que achia
de esfuma, na altura da 'ribuna improvi-
sada.
O rosto de penitente eitava volt ido p ira
o capitao e sibre elle, como j dissemos,
ri -flectia a luz.
La Chesnaye deu um rugido de alegria
o de colera.
Van Helmont! exclamou elle cora
expresso- do triumphante feroeidade. E'
Satanaz quo to entrega as ni i alias mitos !
E' Deus que to entrega s minlias !
replicou Van Helmont.
E voltando-se para os giriantes :
Este hornera engana-os, disse desig-
nando La Ctiesnaye, nao o dovem seguir,
n:as a mim !
- A ti! berrou o capitao.
A ti I repeli o coesre espantado.
A mira 1 repetio Van Helmont cora
exprsalo tao magestosa que a turba-mul-
ta ficou pasmada.
XVI
TRES X OH
Helmont,
do3 girian
Emquauto Reynold e Van
ambos face a face, na presenga
tes indecisos e admirados, se deslavara
cora o olhar, e que se a travar entre os
dous canpe3es uiua luta forraidavcl, con-
tinuava a dansa no palacio de D. Pedro
de Toledo, e alli, mas no meio do baile,
tambera se preparava outra sema tao terri-
vel, tao exraordioaria corao a que se ia
ar no pateo dos Milagres, outra siena
que taires ainda tenha mais ligagao coa
os a::nteciraentos que estaraos narrando.
O leitor deva estar leiijbrado dn situa-
em oue deixamos cada um dos indi-
Os seus instinetos para as acgSes ms
eram os mosmos, e nao de ve isto causar
admiragilo, porque a educagao que seu pai
lhes dera fra toda dirigida para o crime,
isto tinha concorrido mais do quo outra
qualquer cousa para os tornar perfeitamen
te iguaes: s os genios que offereciara
singular differenga.
Por exemplo, Mercurio, hbil e sabio
ohimioo, medico erudito, possuia a brutali-
dade do philosopho stoieo. Sintia o maior
iroso pelos entes creados, prestando
8oraents att-ngilo ais raes
cujas proprieda les raateriaes podia analy-
sar.
A sua depravagSo moral ora devida com
certeza, mais natureza do quo eduea-
go do velio La Chesnaye.
A conipaixSo, os remnos, a genorosi-
dado erara sentiment03 que o seu coragto
n.lo conhecia.
Para elle, do na'.a valia a vida da um
homem. A existencia de outrera era un
obstculo ao seu minino desojo, roatava ou
mandava matar sera o menor escrpulo.
Tratava-se de) urna experien ia scienti-
fica, ncrificaca con a maior ialiff/r nga
urna existencia, anaiqoiUara-a como parti-
ra ura pedago do borracha bruto para o
langar no cadinho, afim do produzir a crys-
tilsaoio.
Escravo das suas p.ixoes, com o furor
do animal foroz e o ardor de um selvagem,
desde que estas so fazara sentir, desappa-
recia o sabio p-ira dar lugar ao bandido.
Mercurio tinha amado macamente Joan
na, a-'sobrinha dojardineiro de R>uen,
noiva de Oiraud, o que elle tornara a ba-
ronesa Catharina. .
Por uin lado o amor desta inulh^r, pelo
outro o amor da sseacu, e o amor do3
bens alheios, taes eram 03 tre3 grandes sen
prc-za digna de ser conquistada por um
cagador aborrecido o farto da caga fcil.
Sentir por da ess amor de cabega
rauito mais porigoso para aquella que o
inspira do que o amor do coracao, jurara
que ix filha do preboste havia de ser sua
victima.
R-ynold era de um carcter inteiramen-
te difiorentc. A manha, a audacia, a am-
i fria e tenaz, a crueldade, quando
lhe. poflia aproveit-ir. formavain o fundo do
seu caracti-r.
Sceptico absoluto, negando qualquer sen-
timent, quo nao tivesae una base mate-
rial, reuna agrande secura d'ahua, as pai-
xoes ardentes, um espirito elevado, urna
iraaginago insxgotavel, profunda suieneia,
viva inclinaeao para o luxo elegante, para
os prazeres do mundo, e um orgulho illi-
mittado.
Muito superior a seus irmilos, era o niho
predilecto do velho La Chesnaye, que ti
nha d'elle a maior confianga.
Mercurio e Humberto reconheciam em
parte esta superioridade de Reynold, o a
sua habili lade para dirigir qualquer intri-
ga era incontestavel.
Mercurio e.ontiira-llie o s -gredo da sua ,
paixao por Joanna, o tinha so dado bro,
porque fora Reynold que roubara a rapa-
riga .
Humbsrto quando se apiixou por Dia-
na, tambera tinha pedido conselhos e au-
xilio a seu rraSo, e R 'ynold, como sabe-
mos, tinha disposto hbilmente a peria da
pobre menina.
NeatM duas eircu ustancias, R-ynold
dio s servia seus irraos mas ainda a sua
propria causa e a de sau pai.
Tirando a noiva a Griraui, tinha obede-
cido a um sent liento de vnganga, que
lhe inspirara o polica do prebistado de
gao,
que
leira dos giriantes admirada u'esta ordem viduos reunidos as salas do erabaixador.
Diana impresionada pela singular ad-
vertencia doegypcio, cominovi la pelas suas
palavras, que Ine annuncia^ara um periga
suspenso sobre a sua cabega, tremendo ao
lembrar-se do que lhe dissera na vespera
o conda de Bcrnae, Diana vira com t rri-
vel ancedade approxiiiiar-se aqu.'llo que
ama va.
contradictoria parou levantando a cabega.
Anda o penitente I disse o coesre
cora colera. #l
Altol repetio Van Helmont.
Com ura milho de diabos I vociferou
o rei dos giriantes; cnforquein-me este ma-
roto e para a frente !
Alto! repito, disse pela terceira vez
Van Helmont, mas com tal expressao de
timentos, ou para melhordizer os tres pode Roen, quando La Chesnay se apresentou
rosos instinetos que domiuaVam Mercurio.
Poueo lhe importara tr. ter ttul's pomposas e ir correr as slas,
as tarantas e aa casas da derasai ISo na
compmhia dos graudes senhoras. Do quo
elle careca era de alguma ( xpedieSo aren-
perante o parlamento inculeando-se por
uoiea e ultimo Serdehro dos Bernac, c que
Graud, ern vio combateu esta pretengSo
com todas as fjrgas do seu espirito e da
sua memoria.
Entregando Diana a Humberto, cnchen
A 8emelhanga quo oxstia entre os tilhos
commindo e de ameaga, que os giriantes, Q,tSnaye ,,ra tJlo extraordinaria,
j coraraovidos pela scena, de que elle tora
o hroe a"tes da chegada e La Chesnaye,
olharam uns psra os outros hesitando.
O diabo murmuravam algumas vo-
zes.
Pois se o diabo que volto p ira o
inferna c nao se importe com os nossos
negocios exclamou o coesre.
- Apesar do meu poder ser illimitado,
respondsu Van Helmont, nao sou o diabo.
Pedro o Assassino cabio ha poueo aos meus
rus I O primeiro que dor um passo cabj
r como cabio Pedro o Assassino, mas em
lu?-ar de ser desm dado, d'esta vez ser
raorto. Vamos! Que n araaeal
A attitude, a expressao do rosto, o ges-
to cop.tribuiam para dar a Van Helmont
'urna apparen.ia singular capas de impre3-
sionar o povaro.
Cora meio corpo inclinado fra do tonel,
cora os magros bragos extendidos sobre a
cabegas dos giriantes, que pareca
gar com u.u perigo desconhecido^irai os
olhos embaeiados mas de olh.ir^Kcisivo e
fascinador, cora o h-ibito bran^f| qUe fazia
sobresahir a tez a-.:obreada^^0 seu rosto,
cora a fronte calva illuinjRada pelo reflexo
dos archotes e da3 nfimas pareca dota-
do de ura podeafftal.
Os grionj^ reeuaram dominados por (
um receyrsuperstpcioso.
tilo singular, que a filha do preboste de
Paris, assim como todas as pessoas da cor-
te, nunca tinha percebido que o mesoo
nonie e o raesmo titulo serriam a tres in-
individuos difTaront-s, que era Reynold,
era Mercurio, era Humberto, quo se apro
sentavam em publico, no palacio do re,
as salas do Chatelot, e nisto consista o
secreto p dr de La Chesoaye, segredo de
que Dinguem ainda tnlia desconfiado,' nem
mesmo Van Helmont.
Era nesta sem^lhinga, que o leitor j
advinhou, <' que nos tarabita j indicamos,
quo consista ;i forga dos tres r naos, que
lhes p-rmitta apparecerem em tres partes
mesraa hora, que dirHeultava as perse-
guigoes, facilitando-lhes o com-nettercra
iipunenie.Q. tO'JLQS W cri.njej^-'" *^-
ao titulo de Bernac, eram Rjy-
'd e Humberto que mais vezes se apro-
priavam deste njme com tanta audacia e
tanta habilidade roubados un pmveito
delles por seu pai.
Se, porem, a semelhanga do corpo, da
est tura, do andar entre 03 tres irraaos ; se
a das feigSes do rosto, da voz, da exprs
.sao do physionomia eram idnticas, a pon-
to do nao liaver nelles nenhum signal de
distinegito, e se tinham todos tres o mes-
mo traje, era imposrivel vista mais pene-
trante, ainda raesmo do proprio p*i, dif-
turosa, era o combate do homem contra a do do dor o coragilo do Sr. Aumont, ser-
natureza pira arranear aos productos da va o olio de S'-u pai, 'dio profundo, que
trra os seus segrodos e tornarse senhor o velho me3tre Budea ti ana ao preboste de
dos seus mysteriosos destinos. Era, final- Paris sem que seus tilhos soubessera a
mente, as meigaieea da corteza, desaa Ca causa.
tharina, i reatar profundamente materia- Depois tinha calculado que, ajuiando
lista, sem coragao ora alma, e que, tendo seus irmSoa, trabalbava para o futuro, e
nascido com os instinetos do pateo dos Mi- que chegado o momento, teria dircito de
lagres, achava-se no apogeu do seu destino exigir delles que trabalhassem em seu fa-
tornando-se a amante de um bandido. vor;
Assim, Mercurio aban lonava a maior Ora este momenti tinha chegado, e vi-
parte dis vezes os previlegios. que com- mos R'ynold, as ruinas dos Agostinhos,
portava o norae do conde de Berna?. impOr a Humberto o a Mercurio a coridi-
Quanto a Humberto, s) posania urna gao de r;conhee;re:n a sua supremaca,
dse do cynismo, que o tvrnava digno condigSes que estes titih m acetalo sem
igual de seu irmao, antera aos pracaitos diseado.
da philosophia de Epienro. O Irio era completo e formava um todo
Augmentando os instinetos p?rrarsos, perfeito. Era um verdadeiro feixe de v-
os peoaamentoa odiosos, com qua o tinha ios, composto por tres elementos diversos,
dotado a naturoza, o qua mestre Badea I eoofundindo-se todos tr.*s sob a raesraa ap-
havia desenvolvido com cuidado e infatiga- parencia.
Qj/uvdo ia voltar para o boceo, La Ches-1 rngalos um dos outros.
y
A FILHa DO SIMIBO
POR
/I
ontinuagfo
0
I
lo u. 33 )
I

Alguns horaens de boa vontado destaca-
ram-se de grupo, e o interno disse ao ou-
vido do amigo :
Palavra 1 creio que ella.
A mulher que atravessou o adro pelo
brago de ura cavalhero, e que julgamos
ver l em cima? pirguntou Meriadec.
Ah sim, verdade I o mesmo
vestido. A manta, o chapeo moda, tudo
ahi est, menos o vi azul, que, .era du
vida, deprendeu-se na queda.
E o cavalheiro que a acompanhava ?
cbjectou Meriodec.
Tiverara alguma scena violenta na
plataforma. Elle taires lhe dissesse que ia
romper com ella, e, em um accesso do des-
espero, ella saltea por cima do parapeto.
Eses saltos dao-se rpidamente, e o aman-
te nao tevo tempo de a reter. So elle ain-
da uo esta aqu, que o caminho longo
pela escala, a desgraga la tomou o mais
curto, mas dentro em piucos minutos ha-
veraos de ver chegar hornera todo choro
so, e assistireraoj a urna s.ena de desea-
pero.
-~ Nito tenho vontade de assstir a ella,
resmuneou Meradec. Basta este espect-
culo quo temos vista ueste momento.
Vais ficar vre delle. h vera a
pohcia, e a pidila no p la tardar ; esta-
mos a dous passos lo Hotel Dieu, acoaip i-
panharci o cjrpo, o fjrei depositar na sala
dos morios, depois voltare aqu, e entao,
se quizeres, podoreraos ir aneuaeialo a Ro-
sa Verdire. Ella nao pode ver a queda,
mas talviz abrase a grade ao par que vi
mos no momento em que passavam pelo
adro. Temos, pois, um excelleate pretexto
para vzer conhecimeoto com o anjo dos si-
nos.
Dous polieiaes e um cabo, que estavam
de servigo naquellas alturas, ehegavamsem
se apressar muito, e dous enfermeiros car-
regando urna cama porttil, sahiam do hos-
pital.
Adivnhaste, disse Meriadec. Eis o
amante que vea errendo a toda a pressa.
Essc rapaz que est gesticulando ail ?
Qual! Primeiramente, o amante nao pode
vir desse lado ; depois, tinha chapeo alto,
e o individuo que indicas traz um barrete
vermelho. E' simplesmente, um curioso que
vai metter-se cora os outros oasbaques.
O homem que sabia da ponte langada
sobro o pequeo br :go do Sena, pareca
trazer urna noticia, porque agitava os bra-
gos e gritara palavras que nao chegavam
ao, ouvidos dos dous amigos. Elle chegou
ao ajuutamento no mesmo raom rato que os
polieiaes e os portadores da padiola. Fui
acotovellando a todos ate -hegar primei-
ra fila e (iirgindo-se ao cabo :
Que fazem voces aqui ? disse elle
em voz off 'gante. A mulher est morta ;
voces no a podem salvar, e se fierrem ahi
a olhar para ella, o as3aiao escapa.
Corao, o assassino? ex -limaran em
coro Meriadec o Daubrac.
im, o so-lerad que a atirou do a'to
da torre.
Que -que est uzeado ah? pirgun-
tou o cabo.
Digo lhes que vi a cousa. Estava
pescando de linh na outra margem do rio,
i-, como o peixe nao p-gava, eu diverta-
os em olliar para Notre Dame e distingu
perfeitamente na plataforma um hornera e
urna mulher ; de repente, o hornera abai
xou-se, agarrou a mulher pelas pernas e
fl-a virar orna cumbalhota.
- Vo^ tem boa vista, resmimgou o
cabo.
Escellonte: e se vo C nilo rae quer
acre litar, venha commigo, elle nao tere
tempo de descer, havemos do cucontral-o
na escaladas torres.
O senhor tem razao, apoiou Daubrac.
Quando fosse um suicidio, conven interro-
gar qusra assistio a elle.
So nao quereui vir commigo, accres-
centou o homem do barrete verradho, re
ama reia, e eu s he do sogural-o.
Metta-so com os seus negocios,. Ei
sei o que dtvo fazer, c nao sei quem vo-
- Joao Fabreguette, artista pintor, rao-
rarior ra do Huubuite n. 19.
- E eu, accrescentou Daubrac, sou in-
est. o baro de Meriadec, e reoonheco-
remos perteitamente o homem, porque o
vimos atravessar a praga com esta mulher
pelo brago.
O cabo ainda hesiten, mas comprehen-
deu que a gente agglomerada em torno do
cadver ia dirigir-so em raassa para a en-
trada das torres e entendeu que era me
lhor tomar a dircegao do inovimento.
- Mandem levar o torpo o venham com-
migo, disse ello sua gente.
Os enfermeiros deitaram a morta na pa-
diola, e a levaram para o Hj'el Dieu. Os
basbaques entao disporsaram se ; una so-
guiram a padiola ; os outros acompanha-
ram o cabo, que marchava entre Meriadec
o Daubrac. Fabreguette p:e:edia o cor-
tejo. %
A chusma, feria, cortamente, invadido "
torre, so o cabo nSo tivi-.sse dexado de
planto na entrada os seus dous subordina
dos, dando lhes ordem do nito deiaar pav
sar seno os dous amigos e o pinta, que
subiramcora elle a Oseada de caracol pela
qual duas pessoas nito podiara passar jun-
t.s
Ciiegaram logo a urna grade junto
qual havia um corredor rauito curte, aberto
ua espessura da parede, que dava para o
aposento do guarda.
O cabo puxou a campaioha e a menina
R)3a appareeeu.
- Os senhores ouerora visitar as tor-
res ? porguntou ella em voz bran la, voz
qua fui direito ao coracao de Dora Meria-
dec.
- Nao disso que se trata, xplicou
bruscamente o cabo. Preciso fallar com
vel p'rseveranga, tiuha-se dotado cora to-
dos 08 vicios quj assolavain a poca em
que viva.
Corao nao admittia a sciencia como meio
de samar as sua* piixis, nao consagrara
ao estudo senSo o tempo ne-jessirie para
conseguir os seus tins.
Apaixonalo pelo j go, pel meza, pelo
vicio e pelas orgias ao toda a especie,
egosta em toda a accepgao da paaWa,
guando vesta o elegante traje de gentil-
hornero, quamio.temara noaie dos Bernac,
era para sajar as rendas uas tarbernas e
nos lugares frequentados pelas mancebos
nobres do costumes depravados, para ar
rastar o seu ttulo as ca-as de peor fama,
as espeluncas mais infames.
Tratava se de urna expidigio pergosa,
de um ataque mito armada, de um cora-
bate, um cerco, finalmente, de urna aven
tura, en que a forga bruta devia represen-
tar papl principal, corao n-j palacio do
duque Mercoeur, Mercurio punha-se fren
to da quadrlha e dava o exemplo de Va-
ler e de intrepidez.
Tratava-sc de um roubo, de noite, por
meio da astucia, tratava-se de espiar, de
fazer fallar alguera, de tomar indicaeSes
para qualquer golpe de raao, sondar aquel-
les que se podiam recrutar para precncher
alguma vaja as fileiras. Humberto des
envolva cora habilidade os seus conhoci-
meotos das tabernas, as suas relagSes com
o vagabundos.
Certo dia. on que nao estava bebado, Mas era precise combinar um vasto pa-
viu Diana diAumont sada de u;na i;rc-,no de rapia, er preciso zombar da poli-
ja, e na occasio era quo la entrar para ca, Iludir as vistas mais perspicazes, le-
uraa taberna. O seu coragao gangrenado [ var a cabo aa mais difficeis emprezas, era
e resequido nuuca tivera urna pulsagao R-ynold que olhava, ordenava, que torua-
mais forte, mas o seu espirito pervertido ; va as redeas do poder, a direegao da am-
at a raalvadez tinha pensado quo a casta | preza
e pura menina seria um fruoto novo, e era
Entao a senbora os vio ?
Mal. Meu pai, que est muito iucom
modado, tinha dexado a grade aberta, afim
Reynold, Humberto, Mercurio, os tres
homens mogos e fortes, e mestre Eulea, o
velho sabio de concepgSes poderosas, for-
uavam todos quatro esso espantoso colos-
so, que assolara a cidade, a corte c as pro-
vincias, et se monstro, irapossivel de apa-
nhar, que possuia os cem bragos de Brie
e as cabegas sempre rona8centes de hydra
do Lerna ; esse flagello devastador a que
nieguen poda escapar, que todos do3igna-
vam por um nico norae, cora tanta razao
temido, o do capitao La Chesnaye.
Como succele as grandes invasoes epi-
dmicas, quando so attribucm todas as
doengas, as mais pequeas indisposigfles,
ao germen da destruig3o, da mesma sorte
se attribuiam a La Chcsnaya todos os cri-
mes que se coraraettiam em Fraaga, todos
os roubos, todos os assaltos que assolavam
o reino.
Ratoeiros, rapiantes, salteadores e gi-
riantes, todos estes representantes da gran-
de industria da rapia operavam abrigados
sob o manto protector deste bera cochea-
do nome.
rissassinios, homicidios, roubos, ataques
as estradas, as ras, tudo isto era attri-
buido a La Chesnaye e como L i Ches-
naye nunca so achara, nnguera se lem-
brava de perseguir ou prender os autores
destes crimes. ,
Depois, faz-ndo alflfcas veze3 do gene-
roso, nos carap is, ulo, dando urna
bolsa com dinheiro a umiehefa de familia
arruinade e succumbindV miseria, soc-
correndo ura pobre diabo, 'Victima da jua-
tiga senhorl, respeitando ceriaWjieidales,
queiraando difforentes prsoes, ~m .tres r-
maos tinham adquirido pjpularidade entre
a populago crdula las provincias
Rep'.tiam-se mil narragoes phantastcaa
sobre este La Chesnaye, genio do^ bem
para uns, do mal para outros, e at che-
garam a attrbuir-lhe urna natureza sobre
humana.
Estas fbulas, hbilmente inventadas,
eram espalhadas de taverna em taverna,
de hospedarla em hospedara.
O medo, o reconhccimcnto elevavam em
redor deste nome urna barreira preserva
dora.
. Portante, La Chesnayj nao era real-
menta seniio um s e nico persoaagera,
composto por quatro existencias differen-
tes, como o corpo composto por quaio
principios diversos; a cabega, os membros,
o tronco e a alma.
A cabega, o cerebro, era R-ynold.
Os membros, o brago, que feria, as per-
nas que se raovem, Mercurio.
O tronco, seda das forgas de que care-
calo a cabiga e as pernas, Humberto.
Finalmente, a alma era mestre Eudes,
o velho La Chesnaye.
Ninguem no mundo, nem raosmo que
pe.tencesse quadrlha, desconnava da
existencia do terrivel quatuor. Repatimo-
lo : tolos julgavam que era um s homem.
Nunca fura visto senao um rosto.
Quando un dos irmss andava sem
mascara, os outros dous, e3tvessem aonde
estivesso nilo a atiravam, usavam della
dentro da ofBeiaa e no laboratorio.
Nunca se esqueciam desta precaugao, a
que devam urna parte do seu poder.
Van Helmont, que gnorava esta impor-
tante circurastanca do segredo de La
Chesnaye, Van Helmont nao acreditara
senao a existencia de um s individuo,
de R-ynold, que ora se apresentava corao
bandido ora como gentilhomem.
Depois das explicagoes, quo vimos de
dar, nao deve causar espanto que Diana
vendo avangar para ella o conde de Ber-
nac, se julgasse na presenga daquella que
vira na vespera noite e quo lhe revelara
a triste situagao era que se achava.
O 6eahor d'Aumont nao estava ao p de
sua filha. Cada vez mais cheio de cuida-
dos, approxiuiara-se de u n gru o forma-
do por Bassompire, de Guise c por ou-
tros muitos senhoros; o preboste procu-
ra, neste momento critico, contar os seus
amigos para fazer frente tempestade que
na corte so desencadeava contra a sua
administragao.
ma o sorauo pesado dos bebados. Sua fi-
lha estava era p cabeceira da cama.
Meriadec, Daubrac e o artista entrarara
de alo ter que incommo lar so, e cu acabo depois do cabo, que comegou assim :
seu pal.
Meu pai ? est doente.
- Ande ll eu sei o que aso Bebeu
de mais. Nao f.ij mal. Quito* fallar cora
elle. Abra I
A menina obodeeeu, e o cabo entrou no
quarto do pai Verdire. Os outros <:ooten-
t rain-s uo.n passar a grade ; o Daubrac
dUso sorrindo :
- A senhora passa bem ?
Rosa, que o encontrara mutas vezes no
adro, o raconheccu o responden, corando
um poueo :
Muito bem, obrgadi. Queira cxpli-
ear-rae. .
O qu* vemoi fazer na sua torre ?
E' muito simples : procuramos um cava-
lhero que passsou por aqu, aa vinto mi-
nutos, uiiu urna senhora.
Eu entrava quando ellej ehcgsrara.
temo do Hotel Deu. Meu amigo, que aqui Eu tinha ido ler^r meu trabalho.
de fechal-a. Por isso esse oaraio iro e a
senhora passaiam sem parar aqu. Paga-
rao quando desccrem.
Entilo, supp3e que elies ainda estilo
l em cima ?
Certamenie.
A senhora engaa se. A dama ni;o
est mais l. Ella irou-3e da torre dos
sinos ou alguera a atirou de l.
Ah! meu Deus I
Comprehende agora por que so pro
cara o cavalheiro !
Antes que Ro.'a, pulliJa do emogo, ti
vesse te.npo de respsnsler, o cabo appare-
eeu no corredor, maldizendo do guarda.
Eu tinha certeza disso, dista elle en
tre deutes, est bebado o animal I Eis ahi
um aujeto que furta o aeu ordenado 1 E'
pago para vigiar as torres o, quando a fi
llia est ausente, entra-sa aqui como era
um ino:nho e sahe-se do raesmo modo.
Peior para elle. Uci de dizer sso na mi-
nha parte.
Oh senhor, eu lhe pego.
Silencio disse ora meia voz Dau-
brac. Alguera vera desenlo.
Todos calara n-se o ocvlrara 30 dstncta-
raente no alto da escada passos do um ho-
mem de botinas finas o milito apressado.
O cabo tomou Rosa pelo brago e a em-
purrou para o quarto do guarda, fez signal
aos homens que tapassem a passagem e
collocou-se s um degro cima da grade.
Um inocente depois o homem que des
ca appareeeu o parou, vendo o.
Daubrac e Meriade: o reconliecerara ira-
mediatamente. Era o cavalheiro da dama
de veo azul. Tinha urna bella cabega, por
te elegante, ar lhor socieiade. Pareceu contrariado por
achar a escada obstruida, mas esperou pa-
cientemente quo o grupo se afastaaae para
deix d o p.issar. Mudou de attitude quan-
do o cabo gritou-lhe que chegasss.
E' comulgo que falla? perguntou
elle impertigaado-se orgulaosameute.
- Slra, com o Senhor, Tenho a dizer
lhe duas]palavra3. Venha commigo ao quar
;o do guarda.
O senhor toma-m por outro, sen du-
rida. Consinto em acompanhal o e ou-
ril-o, mas pego-lhe que acabemos com sso.
O cabo mostrou-lhe a catrad* do corre-
dor e fl o passar adiante.
O "-lho Verdire, deitado na cama, dor-
Foi o senhor que subi cora una mu-
lher?
O dfiseonhecido erapallideceu e replicou
seccaraente :
Qua lhe inporta?
Aqui os senhores o virara atravessar
o adro, d<* bragos dados. A menina os vio
passar pela escada,em frente porta do
seu aposento, onde estamos neste momento
E quando isso fosse verdade ?
Entilo, confessa ?
Confesso o que ? Com que direito me
int: rroga ?
Perguuto lhe, que fira levou essa mu
lher?
Ella j se foi.
- S ? Sem o senhor ?
Sim; se n.lo acredita, v ver l em
cima.
-- Oh nilo vale a pena. Sei onde elle
est, e vou leval-o l. Vercmo 3e o se-
nhor a reconhece.
Essas palavras, visivelc^ente, perturba-
rain o desconhneido.
Parece que est grao-jando corami-
gJ
disse elle era voz menos segura. Exijo
que se explique claramente.
Quo quer commigo?
Vai j sab r. Marche para a frente,
concluio o cabo, mostrando a escada ao ca-
valheiro, que respondeu :
Bem I codo forga. Mas declaro-
ihe que ha de pag>r caro o abuso quo pra-
tica da aua autoridad/). Para onda quer
levar-me ?
Para muito perto. Para o Hotel
Dieu.
Para o Hotel Dieu I exclamou o des-
conhecido. Acontecera aigum desestre a...
A essa senhora ? accrscentou o ca-
bo. E' verdade. Isso o ospanta ?
Um desastro gravo ?
Oaiato I bem sabe o que ha.
Sei tito poueo que lhe pego que me
leve j para junto dalla.
Tem tanta pressa assim ? Soceguo,
nao tardaremos a l ir. Passem adiante,
os senhores, o digara sos meus homons que
afastein o povo, aceres -entou o cabo, oi-i-
gin losa aos tres companheiros que o ti
nhara levado l.
E a Rosa Verdire :
Quanto senhora, ao sou pai perder
o lugar, isso ha de ensinal-o a nao deixar
aberta a grade da escada.
E3se excellente cabo dirficilraente quz
acreditar na denuncia do horera do bar-
rete vermelho, mas tinha comegado c es-
tava convencido de que tinha posto a mao
no assassino. Esperava mesmo, que essa
captura lhe valesse urna proniogad.
Meriadec e Daubrac nilo sabiara o que
devara pensar, mas Fabreguette triura-
phava.
Ein dizia elle, fiz bem em metter-me
nsto. Se nao fosse cu, este c?bo velho
ainda estara tagarellando ao lado do cada-
ver, e o a$sassino teria fgido ; mas. gra-
gas a raim, elle est seguro.
Eft bem certo disso? resmungou
Daubrac. Esse cavalheiro de todo parece
nao ter ar de scelerado.
Por que? porque e3t vestido ulti-
ma moda ? Isso nilo prova nada,
E nao parece muito assustado, apoiou
Meriadec.
E' audaz ; mas veremos quo cara faz
daqui a piuco quando estiver na presenga
da sua victima.
Pensa, entilo, que o deixarao assstir
confrontagSo.
Sem duvida cu sou a nica teste-
raunha ocular. A rainha presenga indis-
pensavel, disse o pintor impsrtigando-se.
Trocando em voz baixa essas palavras e
mais alguma3, ciiegaram porta da sabi-
da e Fabreguette eacarregou-so do trans-
mitir aos dous polieiaes, que estavam da
planto s ordens do seu superior. Ti-
nham chegado outros, porque a noticia do
trgico acontecimento tinha-so cspalhado
pela cit com a rapidez (lo raio, e o cora-
raissario do polica do bairro tinha sido
avisado por gante zelosa, dessa que sompre
apparece era occasio-s semelhantes.
Mas o ajuntameuto tinha engrossado: e
os agentes tiveram alguma diffimldade em
conter a chusma duraiito o trajete da ra
do Oloitre ao hospital. Crcava o homem
preso, que caminhava de cabega alta ao
lado do cabo. O denunciante e os dous
amigos seguam e, a despeito dos empur-
ros, o cortejo chegou ao Hotel Dieu sem
desaggregar-se.
O commissario cingiado a sua cinta, ea-
p.-rava em baixo do peristylo. Ordenou
aos polieiaes que vedass -m a entrada aoa
curiosos, depois de dexarem subir 03 qua-
tro interessados, e entrou em conferencia
com o cabo, que o poz so facto do nego-
cio.
(Continuarse ha.)
Typ. d} Diario rna Duque de Caxiai o. &'
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%
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