Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16873


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Full Text
ANNO LXI NUMERO 29
-
I
r


PARA A CAPITAL K IA ARKfti ONDE NlO SE PAGA PORTE
Por tres mezs adiantadoe ... 64000
Por seis ditos idem...... 125000
Por um anno idem..........'.'.'.'.'.'.. 244000
Cada numero avulso, do mesmo dia............ 0100.
SABBDO 6 DE MEMO DE 1886
PARA DGXTKO E FORA DA PROVOICIA
Por seis mezes adianudoa.
Por nove ditos idem......
Por um anno dem......
Cada numero avulso, de das anteriores.
130500
20*000
27c$000
AJ.J
DIARIO DE PERNAMDUGO
TELEGRAMAS
SES7I53 rABTICLA SO 5IASI0
BAHA, 5 de Fevereiro, s 12 horas e
30 minutos da tarde. (Recobido 1 hora
e 45 minuto, pelo cabo submarino).
Pelo 14.* distrieto deota provincia
rol *leito "'pillado eral, o Baro de
Villa da Barra (C).
A maloria da junta aparadora
do S." distrieto coaferlo diploma ao
conselhelro Francisco Prisco dettou.
aa paraico I- ob o fundamento de
ter navido protesto no rllenlo de
I mhiirann.
RIO DE JANEIRO, 5 de Fevereiro,
1 hora da tarde. (Recebido s 2 hora s e
20 minutos, pela linLa terrestre).
J
Pelo I. distrieto de Tainas Geraes
re eleito deputado i-rai. o Dr.
Eduardo Augusto Moatandon (L).
PARAHYBA, 5 de Fivereiro, s 12 bo-
da tarde. (Recebido s 3 horas, pela li
nha terrestre).
Pelo distrieto desla provincia
r> eleito deputado eral o Dr. Fran-
cisco de Paula Primo l.
INSTRCCiO POPULAR
Geographia geral
Extrahido
DA BIBLIOTIIECA DO POVO E DAS ESCOLAS
(Centimias'j)
ASIA
JA PAO
410:000 kilmetros quadrados.35.000:000 ha-
bitantes.88 habitante por kilmetro quadrado.
O Japao foi descoberto ein 1642 pelos portugue-
ses, que abi iutroiusiraui > chriatiaiauu. Perse-
guida deutro ein pooto a nova religio, o Japo
fechos todos os p .rtos aos estraugeiros, excepto
aos ehinezes, e, da Europa, s os bollandezes
conseguiram faculdadc de negociar com o Japao.
De 1854 a 1858 os japonezes couverteram-se s
modernas ideas cerainerciae, abrindo aoseuropeua
vario dos seas porto. ltimamente o Japao tem
entrado Urgamente no caaainho da civilizaco.
O Japao compoe-se de quatro Uhas grande e
de um grande numero de ilhas (a maior parte del-
tas volcnicas). O clima 6 salubre e temperado.
O solo, pouco frtil, bein agricuitado e produz
cereaes, arroz, cha, opio, tabaco, algodo, campho-
ra, laca, canhamo e especiaras. Creaco de bichos
do sed ; bois e javallos. Industria adiantoda,
eujos productos prineipaes sao tejidos de seda,
porcelanas, papel e casca de aaoreira, etc. Diz-
se que iinprensa conbecida no Japao desde 1206.
0 governo era absoluta, e exercido por doas im-
peradore o mikado ou soberano espiritual, e o
taicoin, ou soberano teoipora!. ltimamente o m-
kido concentrou us suas mos a direccao nica
do imperio e iniciou um governo verdaderamente
liberal e moderno.
Duas capitaes: Ydo, 1.5u0:00 habitantes ; au
tiga resideucia do imperador temporal. Siiako,
1.000.0 'O habitantes ; antiga reiidencia do impe-
rador espiritual.
ciDABBS pamciiABS : Osaka,200:000 habitantes.
Nangasaki, 5j:a> habitaste j foi por muito tem-
do o itt p -rto alieno aos estraugeiros.
v INDO CHINA
l.U03:OX) kilmetro quadrado. -25.000:000 ha-
bitante V habitantes por kilmetro quadrado.
A Indo China coinpreiiende sete estados :
imperio iuiM.vN500:0 0 kilmetros quadrado*.
4.0JO:O habitantes. -*J habitau.s por kilmetro
quadrado.O imperio irman vio a Inglaterra, no
comeco deste seculo, apoesar-ae de varias da suas
provincias, e entre ellas do A raean e do Pegu. Ca-
pital, Ava 50:000 habitantes. Cidade principal
Unv.'rap'ira, he ein ruinas, onde 3c v um dolo
teologal. O mm Birman una regio mon-
nhsae pouej orinecida, dividid* entre varios
pequeos principes tributarios ou subditos do im-
perio Birman.
impebio de annam530:000 kilmetros quadra-
do__15.000:000 habitantes i habitantes por
kilmetro quadrado.O imperio de Annam for-
mado do Tonkin e da Cocninchina i capital. Ru.
Cidade principaes : Kcho, Turn.
cocHiacHiRA fbancez. -61:000 kilmetros qua-
drados. 1 500:000 habitantes.24 habitantes por
kilmetro quadrado.Est sujeita Franca desde
1862. Cidades principaes ; Saigon, 1CO:000 ha-
bitante ; Bien nao ; Mitho.
cBODOE250:000 kilmetro quadrados
1.000:000 habitantes4 habitantes por kilmetro
quadrado. E' apenas urna parte do antigo estado
do nvano nome, desde 1863, sob o protectorado
da Franca. S'ioo conquisten -lbe a parte occiden -
tal; o Annam, parte oriental ,tornou se rancez.
gIio__495:i,00 kilmetros quadrados 7.000:000
habitante. -14 habitantes por kilmetro quadrado.
Capital, Bangkok, 4:000 habitantes. Antiga
capital, Sido, 00:000 habitantes,
nroo chisa-britannica. -145:000 kilmetros qua
dradoa2,0t0:000 habitantes.13 habitantes por
kilmetro quadrado.A provincias do norte do
Indo China ingleza compoem-se do Attan, do Ara
kan, do Pgu e do Tenasterin. Cidade principaes :
Rangn, Anherst, Arakan, Akyab. Merqhi, Pgu.
Os nglezes poaauem tambem : a ilhas de Otnga-
pura, de Poulo Pinang e Andaman
malacca DBPBiTOENTK-^.-OO kilmetro qua-
drado.-1.000:000 habitantes.^ habitante por
kilmetro quadrado.-Cidade principil : Malacea,
30;000 habitante.
1 (Confusa)
dio de Fernando de Noronha, par certi
volvendo ete requenmento.
Antonio Lina da Costa Wanderley.
com officio de boje aos Sis. inspector da .Thesou .
rana de Fazenda e director do Arsenal de Guerra.
Bernardino Gon^alves Salgado. Como requer.
Bernet & C Sim.
O mesmo.De se.
Clarinda Gruimare i Rib iro Machado. Inde-
ferido vista do resultado do inspecca:> medica.
Franklin Eust .quio Gomes.Deferido com offi-
cio de hoje ao Sr. brigadeiro commandante das
armas.
Horacio Barbato Accioli. Ao Sr. Dr. juiz de
direito das execucoes criminacs para tomar o pe-
dido na cousideraco que merecer.
Josu da Silva Barros.Informe o Sr. Dr. che-
fe de polica.
Jos Domingues da Costa. Informe o Sr. ins-
pector d:i Thesouraria de Fazenda.
Jos Felippe Santiago.dem.
Lau iano Cnrdeiro Alve Nunes.Deferido com
officio de hoje ao Sr. director do Arsenal de Guerra.
MajorManoel Joaquim Bello.Forneja-se.
Mara Antonia da Costa. Sim, por 2 mezes,
com ordenado.
Manoel Jos Mara. Informe o Sr. inspector
da Thesouraria de Fazenda.
Vicente Mara Rodrigues.dem.
Secretaria da presidencia, de Pernambu-
co, em 5 de Fevereiro de 1886.
O porteiro,
J. L. Viego*-
r t
jJr0pri*l>ai>e le JHaiwel -ftguera &e Jkria & filaos
ficarjJTe-
9.
Deferido
MK T1C1AL
Hcpariieo da Polica
Sec5lo2.a N. 113.Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 5 de Fevereiro de
1886. Illm. eExra. Sr. -Participo a V.
Exc. que oram hontero recolhidos na Casa
de Deteacao os seguintes individuos :
A' minha ordem, Jos Rufino de Bar-
ros e Francisco Teixeira de Farias, conhe-
cido por Chico Viuvo, o priuieiro por cri-
me de roubo e o segundo como cumplice
no mesmo crime, ficando ambos disposi-
0o do Dr. delegado do 2* distrieto da ca
pital.
A' ordem do subdelegado de Santo An-
tonie, Jos Francisco dos Santos, conhe-
cido por Caboclinho, por disturbios.
A' ordem do do 2o distrieto de S. Jos,
Ahilio Tavares de Souza, por disturbios.
A' ordem do do Io distrieto da Boa-
Vista, Francisco Ferreira da Cunha, por
disturbios.
Commuuicou-me o delegado do termo de
Santo Antao que no dia 26 do mez findo
remetiera ao juizo competente o inquerto
policial a que procedeu contra Carolina
Mara de Jess, presa em flagrante por ha
ver ferido gravemente ao individuo de no-
me Manoel Moror.
Pelo mesmo delegado foi tambem re-
mettido ao Dr. juiz municipal do terna o
inquerite a que por ordem dessa presiden-
cia procedeu relativamente ao espancamen-
to havido all na noite de 30 de Agosto do
anno findo e de que forana victimas o al-
teres Bellarmino dos Santos Bulcao Filho e
Ignacio Brasil.
De dito inquerto verifi;a-se terem sido
autores de tal crime o individuo .de nome
Joao Guilberme de Moraes e duas pracas
do destacamento que entao se achava all
estacioaado.
No dia 2 do corrente assumio o exerci-
cio da delegacia do referido termo de San-
to Antao, na qualidade de Io supplente, o
cidadao Chrystovao Dionisio de Queiroz
Barros.
Commuaicou-me o delegado do ter-
mo da Gloria do Goit, que na noite de 2
do corrente incendiara-se no lugar denomi-
nado Certezia urna pequea casa, onde
morava Idalina Mana da Conceico, que
soffre de desarranjo mental.
A pobre mulher dorma na occasiao,
tendo junto a si dous filhos, um dos quaes
com seis mezes apenas de idade, e o ou-
tro com dous annos; e quando despertou,
percebendo o perigo que ameajava, s oc-
correu lhe o pegamento de salvar-se, o
que conseguio, deixando porm, as duas
crancinhas a mcrc das chammas-
Aos gritos da infeliz acudiram algumas
pessoas, mas nao em tempo de salvarem
as crancinhas, que foram eocontradas car-
bonisadas.
O delegad t> mandou fazer a vistoria e
trata va de descubrir se o incidente fra
casual ou proposital.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. conselheiro Jos Fernandos da Costa
Pereira Jnior, muito digno presidente da
provincia. O chefe de poli da, Antonio
Domingo Pinto.
Co vera a-.\ Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 4 DE
l-'EVEEEIBO DE 1886
Anna Sennorinha Monteiro lessoa.Indeterido
vista do parecer.
Antonio da Chagsi Rodrigues Machado.In-
deferido ata do parecer da junta-
Antonio Pinto Lapa & Irmo.Sim.
Antonio Francia* Pereira Gitirana.Sim.
Thesonro P'ovlnolal
DESPACHOS DO DA 5 DE FEVEREIRO DE 1886
Antonio dos Santo Vieira, Dr. Cosme de S
Pereira Thomaz Jos das Neves.Ao Conten-
cioso para deferir o despacho da junta.
Maooel Morera Borgen Ucha, Eleuterie Vieira
Correia Senna u contas do thesoureiro das Obra
Publica. Haja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Fara Sobrinho Jt C.Aa Sr. Dr. administra-
dor do Consulado para cumprir o despacho da
junta.
Custodio Jos do Bego Aranjo Ao adminis-
trador pava attender.
Francisco de Paula de Jliveira Villas Boa e
Baro de Santa Crus.Ao Sr. contador para cum-
prir o despacho da junta.
Pedro Ramos Liieuthier. Faea-se as devidas
notas da portara de licenca.
Jos Livramento Volte ao Sr. contador.
B.lmiro Vllarim da Silva Cota.=Registre se
e tava-se ae devidas notas.
Ponto da Caa de DetencJo, Instituto Vacc-
nico e da Secretaria da Instrucco Publica.- Ao
Sr. pagador para os devidos fins.
John U. Boxwell.Entregue-ae pela porta.
Ordem Terceira de S. Francisco de Olinda.=-
Declare o Contencioso se j foi prestada a finca,
RETIFICAgAO
A petico de John U. Boxwell constante dos
despachos do dia 4 foi indeterida.
---------------^OSOg>---------------
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 3 DE FEVEREIRO
DE^1886
Procurador da Cmara Municipal do Recife e
Guilherraina Jeauina Ferreira.Informe a 1 sec-
Isaba4 Rayinuoda dos Santos Pinheiro. A 1*
seccAo para attender.
Manuel Joaquim da Rocha.Sim, de accordo
com'a inftfinuq3.o.
BaLtar Olivera Antonio dasChagas Rodrigues Machado.A Ia
seceo para' atteeder.
Manoelj J/aqum da Rocha.Sim, de accordo
com a infrmatelo.
. i i -
Com/*nhi* de Beberib^ e Mara Pulcheria 'le
Jess. 'nforme/a Ia aeceo.
Manoel Joaqun da Rocha, o mesmo e Machado
& Pereira.IuTorme a 2' seceo.
4ng'lo taphiicl & limaos.V 1* seceo para
procedfer de.acflDrdb com a le.
Juse Goin'eide AmoriniA l" seccio para pro-
ceder de apcordo lora a le.
'amara Municipal
DESPACHOS DOy>IA 4 DE FEVEREIRO
Pelo Rvmt'Sr. Padre Mello vereador
commissatio de edij^agdes:
Antou/f Djiart-- Carlciro Vianna, pedindo 1-
etmea pira mandar confortar a coberta da casa
n. 20 ra Bafo 'daaVJietoria, bem como para
depositar o cnjnlho .dorante esga obra na ra do
Caj, no fundo/da fcludid i cas.Pagos o im-
postes conc^d-ee du\ouformilade com as postu-
ras e parecer do.-eng^ibeiro.
Antonio Luiz-ujarpinteiro, para mandar eilificar
urna casa de taipt em sen terreno a travessa do
Rosarinbo. Na forma do parecer.
Joao Machado Evangelho, para mandar azer
urna casa de madira coberta de telhaa em seu ter
reno alugado, sito* a estrada velha de Santo Ama-
ro, confronte ao Cemitcro. Pagos os impostes,
concede-Be de co formidade com a posturas e pa-
recer do engenheiro.
Cominendador Manoel Jos Machado e Manoel
Joaquim Pereira, para mandarem fzer cornija,
parapeito, enternaras aguas elimpar toda a fren
te de seu predio n. 15 ra 1- de Marco.
dem.
Mauoel de Ponte Gomes, para mandar iete-
lhar e tomar algumas goteiras em seu predio si-
tos ras do Coronel Suassunade ns. 147 e 149.
Antonio Henrique 6 e 8, S. Joao n. 2 e 24 de
Maio n. 33, todas na freguezia de S. Jos Li-
mitando se ao que pede e dando scienc-i ao fiscal,
concede-se.
Manoel Candido de Miranda, para mandar ree-
dificar o seo predio de n. 112 a ra do Coronal
Suassuna, substituirlo as raa luirs que precisar a
coberta, transformando em jauella urna porta da
trente, limpaudo a ratania frente e caaalisando as
aguas, bem como reedificar > muro que deita para
ra do Caldeireiro e concertar a coberta de um
Siuarto que tem uo quintal e d.-pendencia da re-
erida casa Pago os imposto concede-se de
conformidade com as posturas e p&iecer do enge-
nheiro.
Olindina Candida de Almeida, replicando a-
tisfaaer a exigencia contida no parecer do enge-
nheiro, declarando que 52 o numero da casa si-
ta roa do Vscunde de Goyanna, de que trata a
sua inicial petico, qoe pretende concertar e cuja
licenca solicita.dem.
Secretaria da Cmara Municipal do Re
cife, 5 de Fevereiro de 1486.
O porteiro,
Leopoldino C. Ferreira da Silva.
DIARIO DE PERNAMBUCO
Caroeiro Souaa & C.A 1> seceo para os de-
Alexandre de Lacea. Ao Sr. director do presi-yj^Qgfi,,
Retrospeciu poutico o anno
de181&
LCont inu\aQBo)
IM1LATERRA
O ministerio nao poda continuar aps a con
Irariedade que linha soffrido na cmara. E' ver-
dade que a maioria a que deveu a derrota fdra
puramente occasional, constituir um todo con-
traditorio em que o pann'lli.sta acotovellava o tory
e o wctWMi, liberal at medulla, se associavu.
por amor barateza do whisky, ao fidalgo cam-
ponez, conservador dos ps at a cabeya e nica-
mente deseja dt ver com bom prego no mercado
a cevada e o lpulo dos seus dominios. Todava,
segundo as tradiges parlamentares, deve con-
siderar-sc um gabinete morto aquelle a quem o
parlamento recusa as leis orcamentrias.
O Sr. Gladstoue comprehendeu isso perfeita-
mente, e foi sem demora pedir rainha, que en-
tao esteva en Balmoral, a demisso collectiva do
ministerio. A soberana aceitou-a, e mandou cha-
mar o Mrquez de Salisbury. Duvidava-se de que
ochefe dos conservadores quizesse assumir as res-
ponsabilidades do governo com urna cmara ad-
versa, e quando vinham to perto as cleicOes, em
que nenbum ministerio na Inglaterra pode influir
de modo decisivo, ao" que parece. Supponha-se
que o honrado marquez lizesse o que, em IMS.
fea Lord Granville, o qual, chamado corte em caso
idntico, hmitou-se aaconselhar que se entregas-
se o poder a Lord Palmerstou. Tambera' potlia
dar-se, lembravam alguns, que o Sr. Glailstuiie.
a oedido da rainha, retirasse o seu pedido de de-
misso, desde que os adversarios se recuassein
obstinadamente a formar gabinete. Mas esta sup-
posigao era gratuita, atienta a longa experiencia
do notavel estadista, que, era 1873, recaben de
Disraeli una severa lieco nesse sentido. Derro-
tado na cmara quando se discuta a questo da
universidade irlaudcza, consentio o Sr. ladsto-
ne em prolongar a existencia de um gabinete
compromettido e lramilliado, por que o seu con-
trario nao quiz aceitar o poder. Pois bem : o re-
sultado foi que, dez mezes depois, as cleices de
1874 (lavara a Disraeli maioria tao avultada que
!he perraittio entao eucarregar-se do governo,
mas em bonissimas condices. 0 Sr. de Salisbu-
ry nao empregoua tacticadolinadomestre. Acliou
mais conforme aos interesses do seu partido, ou
impaciencia de alguns de seus correlifrioiiarius
raais ardentes B destemidos, nao desdenbar a of-
ferta que lhe I'aziara, sem se lemBrar que ella ln'in
oodia ser perfeito presente de gregos. Para os
liheraesa sabida do governo era, naquella occa-
siao, talvez um grande allivio e raais uraa proba-
bidade de bom xito na lucta cleitoral que ia
abrir-se d'ahi a cinco mezes. Na opposico. a
differenca de opinies dos lea. Cbamberlain c Dil-
ke,era ii'la,:o aos velhos ic*i7<, seus es,-colleyas
de ministerio, no seria por certo tao prejudicia1
aos destinos do partido como quando se manifes-
lava as aluras do poder.
Aceitando o governo, lord Salisbury (|iiiz que
se lhe garantissea tolerancia da maioria liberal
da i-amara dos comniaus, maioria que. senicom-
proamso previo,podia tornar de iodo impoesivel
a axiatencia do novo gabinete, o qnal, pelo menos,
desejava ter a certeza de poder dirigir 0 paiz at
ao fim da canipanha eleitoral. 0 Sr. Gladstone, a
principio, nao se julgou habilitado para faser, era
nome lio sen parlido. qualquer prOmSBa a bal
rsped" lnlriveio. pon'ra. a propria rainlia. e
pdeobt'-r do chele liberabas garantas exi^nia-
pelos conservadores. Estes diziam pelas suas
gazi^tas. durante os qoinze dias que duron a eri-
ge, i|ue praticavam ura acto de dedicaejao patrio-
tica, aceitando a successao dos seus* adversarios,
a dtimnom herriilnx do gabinete demissionario, e
que nao era. portanto. rauito, que a maioria dos
iiiinniuns desse por algmn lempo tregoa
liaixo partidaria, para ajudal-os a salvar o paiz
da- difliculdadesem ipie o anterior governo 0 li-
nha deixado. Este int novo. Nao lia situacaoque suba ipie deixe'de di-
zer da que cabio rauito raais do que Mafoma li<
sedo toucinhiv No enianlo. nao era realmente
acil a ansso que se impunhara os lories, sobre-
tudo debaixo do ponto de vista da poltica ex-
terna.
O Mrquez de Salisbuy cnamou para o novo ga-
liinete os hoinens inais nolaveis do seu partido, e
foram sSr- :
stafTbrd Northcote, nascidocni Ihih. (osWcon-
aTvador na cmara dos communs, desde que Dis-
raeli foi levado ao pariato cora o titulo de lord
Heai onseld ; H. S. Giflard, deputado de .aun
ceuton desde 1877: Michael Hicks-Beacli, nasci-
do em 1837. membro da cmara dos communs
desde 1884; Richard Assheton Cross, nascidoem
1823. uicinliin da cmara dos communs desde
lM.'iK. ministro do interior no penltimo ministe-
rio tory; Frederico Arthur Stanley, nascidoem
1841. irmo e herdeiro de lord Derby : jjtinha
sido ministro da guerra : Randolpb H. Spencer
Cburcbill, nascidoem 1849. lerceiro lilho do lina-
do Duque de Marlborough: representante de
Woodstock na cmara dos communs desde 1874 :
\V. H. Smilli. nascido era 182o. um dos grandes
lvreros de Londres, representante da cidade de
Westniiuster na cmara dos ciiinmuns, onde en-
trou depois de haver derrotado ao Ilustre John
Stuart Mili, seu competidor na eleigo ; (. F. Ha-
miltou. nascido em 1845, lerceiro lilho do pri-
meiro duque de Albercom : reprsenla na cma-
ra dos communs 0 condado de Middlessex: Y. J.
RoherfoVanners. naseMeen 1818. segando li-
lho do finado Duque de Rutland : membro da
cmara dos communs desde l8.*i" : H. H. M. Her-
bert, quarto Conde Carnarvon. nascido era 4831 :
foi ministro das colonias nos gabinetes Derby e
Beaconslield ; G. G. Hanly, primeiro Viscorale de
Cranbrook, membro da cmara alta desde 1878 i
Conde de Harrowby. nascido era 1831. ministro
da inslriicco publica no gabinete Beaconslield
par desde a morte de seu pai.'em 1882: Eduardo
Stanhope, nascido em 1884. representante de
Lincoln-shire na cmara dos communs. ex-sub-
secretero de estado dos negocios da India: Car-
los H. Gordon Lemot, sexto Duque de Richmond
e Gordon. Duque de Lennox. descendente de um
lilho bastardo de Carlos II : tem exercido diver-
sas iuneces publicas de alta importancia e a
rainha Victoria dedica-Ihe. segundo se diz. par-
ticular araisade.
0 marquez de Salisbury, como verdadeiro chite
e director supremo do seu partido, era natural-
mente indicado paraoceupar o lugar de primeiro
lord do thesouro: mas os orthodoxos do parla-
mentarismo inglez contestavam que o nobre titu-
lar podesse exercer essa alta dignidade concur-
rentemente com a de ministro dos negocios es-
trangeiros, ramo este de adminislraco que con-
stituu a principal especialidad!' do seu talento.
Parece que os precedentes autorisavam a sub-
tilissima dislincco dos argumentadores. (Juan-
do, em 1827, Canning foi chamado presidencia
do thesouro, em virtude da sbita doenga de lord
Liverpool, desejou conservar ao mesmo tempo o
Foreign-O/fice. frente do qual traba dado glo-
riosissimo impulso i causa da liberdade. Con-
sultou, porm, os legistas da coroa. e estes lhe
responderam que nao era licito accumular os dous
cargos, pelo que teve o grande Canning de aban-
donar o sen ministerio predilecto.
Segundo a tradico parlamentar bntanuica, a
posicao de primeiro lord do thesouro s corapa-
tivcl cora o lugar de guarda dos sellos privados
e com o de chanceller do thesouro ou ministr
da fazenda. l'itt. sir Robert l'eel e o Sr. Glads-
tone, por diversas vetes, exerceratn cumulativa-
mente essas funeces. Todava, o raais commuui
o primeiro lord do thesouro nao se encarregar
de nenhuma pasta, e contentar-se com a inspec-
cao suprema de todos os negocios territoriaes, na
qualidade de primeiro ministro.
Os taes orthodoxos chegavam a por em duvi-
da que o marquez de Salisbury podesse ser leg-
timamente a primeira figura do ministerio que
doria substituir o que o Sr. Gladstone presidio.
Alera de allegaren) os longos serricos prestados
por sir StalTord Northcote ao sen partido, diziam
que comquanto elle nao possuisse o talento,.a
energa e ardor do leader da segunda casa do
parlamento, linha sobre este a vautagein de ser
membro da cmara dos communs, e que a esta
cmara devia pertencer o primeiro ministro, con-
forme a pratica seguida desde o lempo de Ro-
bert l'eel. A esta segunda critica, principal-
mente, nao de crer que tivesse o marquez de Sa-
lisbnry ligado grande importancia, por isso que
a pratica invocada j baria sido transgredida por
Derby, Aberdecn, Russell c Beaconslield. os dous
ltimos por terem entrado para a cmara dos
lords ao mesmo tempo em que eram primeiros
ministros.
Alm disso. a vanlagem de posicao allribuida
a sir StalTord Northcote desappareceu, desde que
este, mal entrn para o novo gabinete, foi logo
elevado ao pariato sob o nome de lordldd%teig.
Promoven essa passagem oardente Sr. t^iur-
chilll'enfnnt terrible do conservalorisuio inglez,
que desejou licar <1* pai'ci't'ia cora seu amigo
Hiks-Heach na direcgo da cmara popular.
Segundo o costuuie na Inglaterra, os novos
ministros tiradas da casa dos communs foram
com l'acilidade reeleitos. Na maior parte dos
collegios, nein mesmo chegou a haver quem Ibes
dispntasse a victoria. A luta s foi raais demo-
rada em Woodstoik. circulo doSr. Randolpho
Cnnrcbill.
Kslc rainistroeslreiaule, por atarefado com os
negocios de sua pastaa das Indiasnao pode
loinar parte directa no pleito. Teve, porm, o
inais irresi-tivcl dos auxiliares era sua propria
esposa, americana de uasciiueulo. e que parece
baver-.-c inspirado no famoso exemplo da bella
duqueza Georgina de Devonsshire, essa inlelli
gente Bdalga aquem,ha umsecnlo, oseleitores
de Wistrainsterno poderara recusar a esplendi-
da victoria de Fox.
E' possivel que a inleressanlejady Churchill,
seguindo em tudo o seu modelo, nao se limite a
fazer eleicao. e chegue a escrever poesas, as i
que j as nao escreve para desenfado das luna-
da cabeda e completa felicidade de seu joven e
bem l'adado mando.
(Continua)
HtviSTA DIARIA
*>Kunilo ewcrulinloN -Ainanlia tem lu
gar o 2" escrutinio para deputados provinciaes
nos 5, 7 c 12 distrieto, e segunda-feira 8 do
corrente nos Io, 4o, 9o, 10 e 11 districtos.
Esses escrutinios devem correr:
l.o distrieto, entre os Srs. Drs. Antonio Gon^al
ves Ferreira e Jos Isidoro Martins Jnior.
4." distrieto, entre os Srs. conego Manoel Gon-
calves Soares de Amorim e Dr. Luz Goncalves
da Silva.
5 distrieto. entre os Srs. Drs. Augusto da Costa
Gomes e Manoel Henrique Cardim.
7." distrieto, entre os Srs. Drs. Loureuvo Au-
gusto de S4 Albuquerque, Ignacio de Barros Bar-
rete Jnior, Domingo Felippe de Souza L-.-a > e
Candido Dias.
9." distrieto, entra os Srs. Dr. Antonio Fran-
cisco Correia de Araujo e major Francisco Tibur-
eio P. de Mell .
10 distrieto, entre os Srs. Drs. Francisco de
Asss Kosa e Silva, e .idelino Antonio de Luna
Freir Jnior.
11 distrieto, entre os Srs. Drs. Maximiano Fran
eiscoDnarte, coronel Antonio Victor Correia, Dr.
Sophronio E. da Paa Portella e Dr. Amaro Fon-
seca .e Albuquerque.
12o distrieto, entre os Srs. Joo Alves Becerra
Cavalcante e capito Thomaz Ferreira Maciel Pi-
nheiro.
Aterro do largo do Hottpieio A'
proposito da communicacao que nos fizeram sobre
as immundcias do largo do Hospicio, e nos, por
desencargo de consciencia, inserimos na tolha de
ante-hontem, remetteram-nos mais as linhas abai-
xo, i que pela mestna razo damos pubhcidade.
Foram tantas c to repetidas as reclamarles
qu/-. nao ha muito, fizemos relativamente aos es-
r -rquilirnos da cidade e aos verdadeiros pantanos
nella existentes, e foram tao improficuas essas re-
clamacoes, alias baseadas no mais serio interosse
publico qual o da saude c hygiene, que afinal
candamos e nos quedamos como que indifferentes,
a6m de ver se o silencio consegua o que o cla-
mor nao po Jera obter.
Baldada esperanca As cousas permanecern!
no mesmo estado, ou, melb/jr, fora n-se aggravando
pelo abandono a que as votou a Ca oara Munici-
pal, e o resultado esse apontado as commun-
cucoes de ante-hontem e na Legrante, que repet
mos, publicamos por desencargo de consciencia e
satisficao do communic&nte, mas nao por que te-
uhamos confiunca na consecuvo do hura pedido,
pois aos olhos municipaes a mmundicia da cidad ,
a peste que se exhala dos esterquilinios ousa
mnima, e deminimis non eurat pretor.
Eis a communicacao :
Sr. redactor. Leudo na Revista do seu Dia-
rio urna reclamacao sob a epigrapho Aterro do
largo do Hospicio, vimos pedir a V. S. permisso
para ampliar essa noticia, que alias seria de
grande importancia para outra gente, em outro
tempo e outro paiz.
E' triste, mas forcoso confessar a pura ver-
dade que contin a communicacao de huutem, e. a
bem da humanidade, exigiremos, tantas vezes
i piantas nos forem possi veis, urna medida qualquer
psra se fazer remover essas immundiciaa que in-
feccionam directamente o ar que respiramos.
i Nao s a visiuuanya que soffre ; as ras de
S. Isabel, Riachuelo, e principalmente, a do Prin-
cipe e suas transversaes, sao de tal modo perfuma-
das por esse pestilente ar, que nao ha quem sup-
porte, sem aggravo de saude : mesmo dentro de
casa, mesmo com as portas fechadas a exhalaco
ptrida nosfuimina !
E' bem antigo esse esterquilinio defronte do
quartel do Hospicio e afiancamos que cada vez se
torna progressivo ou antes contagioso, porquanto,
em continuaco, no Campo-Verde, ras da Attra-
cao, do Bspo Cardoso Ayres ou cousa que o va ha,
actualmente, ha um graude terreiro de criaco,
mais hediondo pela immundicia ; ahi presenciam
todo o dias, peda ra, toda especie de aves do-
mesticas, rebinhos de carneiros, cabritos, vaccas
de leite e urna quantidade incrivel de porcos !
' S-ja-nos u^rdoado o incommodo desta publi-
car;o. para a qual confiamos na benevolencia de
V. S., que B estorcar a bem da saude publica.
Entretanto nao conhecemes aqu a mais in-
significante autoridade municipal, nao sabemos se
existe um fiscal : nunca passou por aqu !
Depois recorreremos primeira autoridade da
provincia, e possivel que ella se digne mandar
ver tnnta verdade, tanta vergonha
Pqute Para Este paquete nacional,
tendo sabido da Babia no dia i tarde deve tocar
hoje e u Macei, e amauha no porto do Becife, tm
viageui para o norte, seguindo no dia 8.
liuiiviTMario Fazem hoje-68 anno que
foi coroado no Bio de Janeiro e-re D. Joo VI,
de Portugal.
. Amaiili fazem 15 anno que fallecen a prin-
esa D. Leajioiduia, Duqueza d.^ Sax>, o 8 annos
que falicceu S. -'. o papa Po IX.
renta de >o**a Sentiora do Bom
PartoH je, s 7 horas da noite, ser hasteada
a bandeira da testa de Nossa Senhora. do Bom
Parto, que se venera na greja na igreja de S.
sebastio, em Oluda.
Amanh ter lugar a fet, que constar de
missa solemne 10 horas do dia,' e Te Deum s
7 horas da noite.
Theatro da Variedades A compa-
ngia de npera cmica que trabalha no theatro da
Variedades, da Nova Hamburgo, cante hoje pela
2* ves a lindissima opereta de Offembach A
Bella Helena.
Auxiliadora da Agricultura Esta
associaco deve reunir -se, o nieio dia de 10 do
corrente, em assemblea geral, para o fim de ele-
ger os membros do conselho administrativo e cie-
rnis funecenarios que teem de dirigil-a no cor-
rente au:
u-i reatli a Jnventudc Amanh esta
aesoeiaco faz a sua reuuio dansante do correte
mez, comee nido s 7 horas da noite.
Carnaval dewte annoOs moradores da
ra do Livramento preparam-se para festejar os
trez das do Carnaval, enfeitando para este fim
ra e com o intuito de acabarem com o pernicio-
so entiudo. Consta-nos que para trataremdos di-
tos festejos acham se nomeados os seguintes se-
nhores : Joo da Cunha Vasconcellos, Alfredo Sa,
Jos Francisco Dias, Caetano da Silva Presado,
Bernardino Maia, Manoel Cmara, Antonio da C-
Campos, Francisco Alves Machado, Alberto Ro-
drigues Brauco e Adolpho Paiva.
Resta que os demais moradores secundem os e*-
i o-i; is da commisso.
Fes i i vldade religiosa Agiauh cele-
brar se-ha na igreja de S. Goncalo a festa de
Nossa Senhora da Sade, constando de missa e
ladainha.
Incendio e mortesMandaram dlzer da
Glora do Goit que, uo dia 2 do corrente, no lu-
gar Cortezia, incendiou-se a casa de residencia de
Idalina Mana da Conceico, noite, e quando esta
dorma, tendo junto si dsus filhinho, um de 2
auno e outro de seia mezes de idade.
Ao despertar e vendo o perigo, a infeliz, que
soffre de desarranjo n en tal, tratou de salvar-se,
deixando as duas creancas merc das chammas;
mas por se gritar por soccorro, aecudrado entao
diversas pessoas, que todava nao chegaram
tempo de arrancar as creancinhas morte horro-
rosa de que pereceram.
A autoridade local tomn conhecimento do facto
e trata de averiguar se o inceadio foi ou nao ca-
sual.
Companhia Linio Cmico Drama
tina Representou-se ante-hontem no theatro
das Vari iades aBella Helena, linda prodcelo
lyrico-burlesca do notavel maestro OfFenbac.
Alm da boa interpretacao, dada pelos artistas,
que trabalharain, produzo magnifico effeito a mise
en S'xne, pela limpeza dos vestuarios e apparato
da peca.
O espectculo foi bem concorrido e em geral
agradou.
Exames preparatoriosEis o resulta-
do des exames feitos hontem na Faculdade de Di-
reito :
Rhetorica
Plenamente
Approvados
Geographia
Plenamente
Approvados
Repro vados
Nao compareceu
Bfaudem concertarJunto um dos
passeos da ponte da Magdalena existe um buraco
cuj-- largura tal que quem por cima deile pas-
sar e trepacar podera quebrar a perna. Convm,
antes que v aquillo a mais, que mandem fazer o
concert, que pequeo. Quanto mais tarde fize-
rem isso, peior sera.
Estrada de ferro do Caxaag Em
re la cao noticia que nos foi commuuicada e hon-
tem publicamos sob a epigraphe sapra, recebemse
a segunte carta do Sr. gerente da ferro-va de
Caxaug:
Trilhos Urbanos do Recife a Caxang.
(Head OfK.;c, 65, Moorgate Street, London, E. C.)
Recife, 5 de Fevereiro de 1886. -Sr. Redactor.
Com a epigraphe supra publicou V. S. na Re-
vista de seu conceituado Diario de hoje urna no-
ticia acerca do facto de haverem tres pessoas qua-
lificadas comprado bilhetes de ida e volta aa
cstacao da ra do Sol para o Caldeireiro, no dia
2 do corrente, nao tendo podido casas pessoas se-
guir no trem de 5 horas, do Recife, por falta de
lugares, dizendo o seu informante, conipdr-se o
dit i tr. ni de 4 ou 5 carros; pe'o que dirigiam-se
ao respectivo empregado fazendo-lhe ver que os
bilhetes nao lhe podiam aproveitar tendo como
resposta linguagem diversa d'aquella que haviam
usado, etc., etc.
Permita V. S. que eu rectifique a noticia,
dizendo-lhc que o trem que largou s 5 horas do
Recife, era composto de oito carro, cujo numero
foi augmentado com outro na estaco das Offic-
nas, e nao era de 4 ou 5, como se diz n'aquella
noticia.
Quanto ao facto de nao haverem essas pes-
soas recebido a importancia dos bilhetes compra-
do na estaco da ra do Sol, isso deu-se por nao
terem aquelles senhores querido esperar um pouco
em quanto se despacha va o trem em questo, re-
tirando-de e tirando os bilhetes, que foram apa-
nhados pelo empregado d estaco, qae os fez re-
colber ao archivo da Contadoria.
Ligo qu4 fui sabed r do facto de que setra-
ta, tratei de indagar quies eram as pessoas que
tinham deixado os bilhetes, para indemnisal-as da
importancia, o que eflec'ivamente teve lugar re-
cebendo um d'aquelles senhores a quantia de ...
25400, em quanto importa va os bilhetes.
Todos os empregades das estacoes tem ar-
dasa muito terminantes para indemnisar a impor-
tancia dos bilhetes vendidas caso os seus portado-
res nao possam seguir viagem no trem para o qual
foram vendidos os bilhetes.
Publicando estas linhas na sua Revista mui-
to obrigar ao de V. S., etc., etc. W. W. Ostter,
gerente.
Dinneiro O paquete Mandos levoa para:
Alagdas 5:0002000
Rio de Janeiro 2:000*000
Entradas de assucar e algodo
Vieram por mar e trra para o mercado do Recife
no mez de Janeiro :
Assucar
De 1886
1885
. 1884
1883
. 1882
-/<7odtio
De 1886
1885
1884
. 1883
> 1882
Bibliotneca Provincial. Frequenta-
r^m esta repartico duraute o 4. trimestre do
anno findo 1,264 leitores que consultaran! 1,333
obras i-m 1,526 volumes distribuidas pelas mate-
ria seguintes :
Jcrnaes e Revistas
Litteratura
Historia
Direito
Medicina
His'oria Natural
Philosoph a
Geographia
Lingistica
Matbeuiaticas
Eueyelopedia
Poltica
Religio
Physica e Chimca
Total U
Relaco das obras offerecidas a B
vncial durante os mases de Outukro, Norembro e
Desembro do corrente anno.
Pelo Sr. Alfredo Seraphico de Atis Carvalh
seguinte:
192.800 saceos.
300.530 .
364283
214.832
382.492
15.549 saccis.
19.126
14.742
18.519
17.242
Obras. volumes.
659 659
400 4u7
73 98
61 101
44 80
30 35
38 36
27 28
23 27
1S 18
17 17
6 10
1 5
5


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LW
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Diario de PernamhueoSabbado 6 de Fevereiro 1888
*> \




i

Oreamento da recita despee* do Imparto oara
o ejercicios de 1861-1862, 1864 -1865, 1806
1866 1866-1867, 1882-1883, 1S33-1884 e 1884
1885 Kio de Janeiro, 18601884, 8 volumes
brochados.
Bala neo da receita e deapesa do Imperio nos
xerciciM de 1859-1860,18611862, 1862-1863,
1875-1876, 1876=1877, 18771878, 18781879,
18791880 e 18801881. Rio de Janeiro, 1862
__1863, 9 voluine8 brochados.
Relatorios do Ministerio da Jastica don aunos
de 1854, 1855. 4857, 1858, 6, 1864 a 1866,
1867, 1874. 1877, 1879, 1880 e 1882. Si* de Ja-
neiro, 18541872, 1< volasaes tachado*.
dem do Ministerio d A(CicullBaBMloa*an>)3 de
1861 a 1868, -1877 a-1880, e 188i e 1883.. Rio da
Janeiro, 1861-4883, 22 volumes *Toch*\o.
dem do atioiate*io dos Ettrangairos dos anuas
de 1850 a 1852, 1854, 1856 a 1868, 1877, 1878.
1879, 1882 e 1883. H:o da Janeiro, 18501888,
25 volumes brochados.
dem do Ministerio da Marinha dos annoa de
1853, 1854, 1863 a 1868 1877 a 1879, 1882 e 1883.
Rio de Janeiro, 18531883, 15 volumes brocha-
dos.
Idotn do Ministerio da Fazenda dos anuos de
1854, 1855, 1856, 1862 a 1866, 1877 a 1880, 1882
e 1883. Rio de Janeiro, 18541883, 19 voluntes
brochados.
I km do Ministerio do Imperio dos atmos de
1854 a 1863, 1863, 1865 a 1867, 1874, 1877, 1879,
1880 e 1882. Eio de Janeiro, 1854-188J, 26 vo-,
lomes brochados.
dem do Ministerio da Gu*rra dos anuos d
1853, 1856 a 1867, 1877 a 1880, 188 a 1883. Rio
de Janeiro, 1853> 1883, 24 volumes brochados.
Relatorio apresentado ao Ministerio da Agri-
cultura em 27 de Marco de 1862 peb director da
Directora das Obras Publicas e Naegacao. M i-
noel da Can ha Galvao. tio d- Janeiro, 1862, 1
volunta bi ochado.
Pela Imprenta Nacional o .-.e^uiute :
Cmara dos Deputados. Discurso pronunciado
na sessao d8 de agosto de 1885 por Leopoldo Bu-
lhes. Rio de Janeiro, 1885, 1 folheto.
dem, idem pronunciado na sessao de 12 de 168^
pelo Dr. Joo Dantas Pilho. Rio de Janeiro, 1885,
1 folheto.
Mam, dem proferido na sessao de 25 de agosto
. de 1835 (apreseutaoio do gabinete 20 de Agosto)
pelo Dr. Campos Salles. Rio de Janeiro, 1885, l
folheto.
Bittencourt Sampaio. A Bella Sara das rcn
Uea de V' Hugo. Rio de Janeiro, 1885, 1 fo-
lh.to.
luii-ruat) do Imperial Coegi do Pedro II. Rio
Janeiro, 1885, 1 adieto.
Relatorio da Gaia Beneficente da Corporaco
Docente relativo ao anuo de 1884 1885 e apre-
sentado pelo presidente conselheiro Prnnklin Do-
ria. Ri> de Jan iro, 1885, 1 folheto.
Estrada de Perro D. Pedro II. CoUecco das
Urden de servico do trafega de ,1868. Rio de Jh
neiro, 1885, 1 volume brochada
Escripturacao meroutil, estudo theorico e pra
tico por Joao Baptiata da Silva S briuho. Rio de
Janeiro, t885, 1 v>luine brochado.
Revista do* cursos pratios < theoncos da Fa-
coldade do Rio de Jamiro. Rio de Janeiro, 1886,
1 volume aroebad .
Commisso de estudos da Estrada de Ferro do
Madeira a Memor. Rotatorio apreoeutado ao
Exm. conselheiro Ministro da Agricultura pelo -
genheiro abafa Julio Piuha*. Rio de Janeiro, 1885.
1 volnme brochado.
Mucio Teixfira Hugoniauas. Poesas de V Hu
5o. Tradusidas por poetas brasileros. Rio d<-
aueiro, 1885, 1 volume bromado
Collecclo 4as leis e decir m do Imperio do
Brasil de 1884. Rio de Janeiro, 1885, 2 volumes
brochados.
Pelo Sr. Dr F. C de Souaa Pinto :
Dr. F. C. de Souza Piuto. Discurso proferido
a'um sarao litterario no da 12 de setembro M
1855 Cear, 1885, 1 folheto.
Pe. Sr. Dr Adolpho Tacio da Costa Cirne : __
Accoes Sammarias. Disiertacao e proposicoes
aprti talo Faculdide Direito do Recife, para
e concurso a radeira da 6* seccao por AdolphoTa
ci da Costa Cirne. Recife 1885, 1 volume br.
Pela typographia do Jornal do Recife :
Relatorio da Associacao Gommercial Ben> ficn-
t- de Pernambuco lido em f essao da assembla
geral de 8 de agosto de 1885. Pernambuco 1885.
I vol ene.
Pela typopraphia do Diario de Pernambuco o se-
guiste :
Collegio Onre de Agosto. Cadernopnranttas d
alumno externo. Recife 1885. 1 vol. ene.
SessAo lif.erana em commemoracSo a 5* anni-
versaro doCotlegio--.OnEe de Agosto e4d inj-
tallaco solemne da sociedade do mesmo nome.
Pernambuco, 1885 1 folheto.
Pela typographia Industrial o seguinte:
Relatorio da Associacao Comme.cial Agrcola de
Pernambuco. Recife 1885, 1 folheto.
Crispacoes versos de Amaro Gom-'s da C. Ka-
bello Jnior. Recite, 1885 1 volheto.
Pelo 8r. A. H. B. de M.:
Cholera m rbus. MeJidas preventivas. Reminis-
cencia do Cholera em f eruambnco nos annos de
1855 a 1856 pelo Dr. Cosme de Sa Pereiro. Recife
1885 1 folheto.
Pela secretaria da presidencia desta provincia:
Coliec.ode Leis Provinciaes de Pernambuco do
aun o 1885. Recife 1885 I vol. bro.
Pelo Sr Henrique Tavares dos Santos.
Grua anuunciador ao viajante Luso Bra.-ileir .
Indicador offieial dos caminhos de ferro o da na
vega?ao de Lisboa 1883.
Pela Impreusa Nacional o teruiute:
'Ja iiar dos deputados. Discurso pronunciado a
seisio de 8 de agosto de 1885 peio deputad i
Adriano Pimentel. Rio de Janeiro 1885. 1 f ilhet.
dem proferido na sessao de 14 de setembro de
1885 (pro-rogativa do orcauvnu) p lo Dr.
pos Salles. Rio le Janeiro 188") 1 f Jheto.
Il-tii proferiJo na sessao d-- 15 de sete^nbro de
1885 sobro a prorogativa J i un; tacata par Sinin-
b Jnior. Rio do Janeiro 1885.
Idea proferido na sessao de 15 de toteabn) da
1885 soi're a prorogatitu do ornamento jor Pru-
dente He M ir >-. i: i de Janiro 1885, 1 t >lh t
Estraila de fen i Jo D. Pedro II. Horario d s :r. ns
das tatro-TWS convergentes a ferro via D '
II o outras. Rio de Janeiro 18S5 1 folheto.
Estatutos do Instituto l'hitologico Brasi'oi' .
Rin .i Janeiro I8i5, 1 folhe o.
Mei i crcul inte. Pircer aposentado c<>miiiis-
sa pnrmeotar di- inquento pdo Baro de Ciuahy
Rio d- Janeiro 188"), 1 folheto.
Estatutos da Companhia Engcnho Cen ral da
Puresa. approva-los pelo D-ereto n. 9489 de. 2-' de
I -i. Rio de Jane;rol885, 1 rolhct i.
Blpolieio I itemacioual de hygiene e educicio
em Londres. Trabalhos da commisso brasileira.
Rio Je Janeir. 1885, 1 folheto.
Estrada de Ferro .Pedro II. Colle^ca) d*s
oideus de servic< do trafego de 1886. Ro de Ja-
neiro ISS 1 folheto.
Rektono do do director da Fa.-uldadeda Mede-
eina Jo Rio de Janeir). 1885 1 f.lh-t>.
Esta'istica do Commer io Maritira i d> Bxazil do
excrcicio d- 1872 a 1873, 4* parte. Organ;- I
oaiaisaio dirigida pelo Dr. Sebastian Fer-
rer. S i .res. vd 6o, Rio de J.ioeirj 1886 1 vol
broc,
sot-reraria da sociedade de Geographia do
Rio de Janeiro,
i BjI. tim da soc eJar?e de Geographia 'o Rj de
de Janeiro. Tom-> Io n. 3. 3o trimestre. Ann o le
de 1885, Sio a> Janeiro 1885 1 f.lb.to
1 !. da '.'uara dos Deputados :
Annaes da Cun.ra dos Deputados da I
io Brasil d i aino d- 1885. Sejsao extra ir
ra. Rio de Janeiro 1885, 3 volms broc.
pelo Sr. Dr. Luiz Lirios Lima Wander
Libertadora Assuense. Diacniso e roesias re-
citadas no da 24 de 1885, por oecasiao de coro
a obra da red-mp^ao na ci lale
tall, 1885, If.lheto.
P.lo Sr, Man el Paulini d'AssumpcSo :
Licoea iutan i i por Mauoel|Paulino d"A -uir;,
cao. R:o de Janeiro 1885, 1 folt-t .
P lo Sr. Dr. Henrique A:gusto de Albuquer-
qoe Milet :
A demissao a bem do servico publico do Io pro-
motor publico, bacharl H A. A. Milet, pelo viee
presidente desembargador Luiz C. de Queiroz Bar
roe. Recife 1885, 1 tolheto.
Bu.i nppli'jn'iioA peasoa qnn nos fes a
oasamunicacSo, que boutem publicamos, referente
ferro- via do Caxangi, remetteu nos eom a de
claracao abaixo a quantia de 2 *.40f), qu" remette-
ines viova de Joao Vctor Jun >r, i ra do
Mai.
O Sr. gerente da Cora pan na do Caxangi se
dignou, em r*sp ista communcaeaoinserida por
Vv. 8s. em sea Revta de hoje, de mandar resti-
tuir a importancia das bilhetes ; reanncia-se esta
importancia em beneficio de qnalqoer pasasa ne-
cessitada juizo deate Diario, e aesiai -ae a
qaesto por fiada. Recife, 5 de Fevereiro de
1886.
Paulo
Pelo Sr. acadmico Paulo Pe eir :
Humoriimo. ColleccJo de poesas de
Pereira. P*mambuco18854 folheto.
Pela typographia Miranda :
Pontos de Arithmetica, segundo o novo pro
grarnina do governo. Pernambuco 18851 fo-
lheto.
Pelo Sr. J. J. Ransom o seguinte :
A nossa gente pequea, publcaoslo da Igreja
Metbodista Episcopal no Imperio do Brasil. No-
vembro de 1885. Rio de Janeiro1885i fo-
lheto.
4. Escola Doajiwcal. PaWieacao da Ifreja
Metbedista.EpiscoDai no Imperio do Brasil. Ne-
veotbca de 1885 Rio de Janeiro -1885-1 fo-
lheto.
A Pastoral do vigari geral de Marianna exa-
minada la do bom senso. Rio de Janeiro
1886-1 folheto.
Pelo Sr. Dr. Alfredo Moreir de Barros Oliwi-
ra Lina :
Faculdade de Direito do Rec fe. Dissertagio
e proposicoes apresentadas para o concurso vaga
de ente substituto da cadeira de theoria e pra-
tiea do processo civil, commercial e criminal, por
Alfredo Moreira de Barros Oliveira Lima. Re-
cife-1885 1 tolheto.
Pela aocrteri da Faculdade de Direito do Re-
cite o seguinte :
Dissertacao e thesea apresentadas a Faculdade
de Direito do Recife para o prximo coucurso
pelo r. Francisco Gomes Prente. Setembro de
1885. Pernambuco 185i folheto.
Fhysii-philia processual o momento histrico das
leis, estudo apresentado a Faculdade d Direito
do Recife para o concurso que deve realisar-se em
Selembro de 1885 por Arthur Orlando da Silva.
Rec fe1885 -1 folheto.
Faculdade de Direito do Recife Dssertaoioe
pr p iscoes apresentadas para o concurso vaga
de lente substituto da cadeira de theoria e pra-
tiea do processo civil, commercial e criminal, etc.,
por AltieJo \I'.ireir de Barros Ulveira Lima.
Recife-1885 -1 folheto.
Faculdade da Direito do Recife, Theses e dis-
sertacao para o concurso ao lugar de substituto
da cadeira de processo ci" il- Commercial e cricii-
nal, p >r Augusto C. Vaz de Oliveira. Recife
1886 1 fol raso.
Dissert.icao e proposicoes presentada* a Fa-
cul lade de Diieito do Recife, pelo Sr. Dr. Manoel
de Nascimento Machado Portella Jnior. Recife
-1885-1 folheto.
Pelo Sr. J. H B M. :
Discurso pronunciado na abertura da Biblio-
theua Provincial de Pernambuco no dia 25 de
Marco de JSiio, pelo padre Lima do Monte Car-
inelii Luna. Recife -18601 tolheto.
Pela typographia do Jornal do Recife :
Registro telegraphico de Silva Gumaraes &
C. P.inambueo18851 folheto.
Pela typogra, bia Industrial :
Genealoga da familia Leal, etc. Recife188a
1 vol. bii.ch.
Pe! Iuifircnss Nacional o seguinte :
Cmara dos Deputados. Discurso proferido na
naato & 3 de Agosto de 1885 por Frederioo Au-
gusto Borges. dem, idem proferido na sessao de
17 de Sdewbro de 1885 sobre as estradas de ferro
da Babia por Aristides Spiudola. Rio de Janeiro
18851 folheto.
Estatutos da Companbia de Fiaco e Tecidoo.
Pao Graude. Rio de Janeiro18851 folheto.
Estatutos da Associacao Beneficente Howe-
nagem ao conde de S. Salvador de Mattosinho.
Rio de Janeiro*.881 folueto.
Irmandade de Nossa Seuhora das Gracas de
Lages. Relatorio apresentado a 8 de S sembr
de 1885, pelo vice-provedor Dr. Joao Antonio de
Avllar. Recite1886 1 folheto.
Sessao legislativa de 1885. Discursos de Af-
fonso Celso JunUr. Rio de Janeiro18851 fo-
lheto.
Annaes da Cmara dos ~rs. deputad >s do s.nno
de 18852 e 3 volumes. Sessao ordinaria. Rio
de Janeiro 18852 vol. broch.
Pelo Sr. Dr. director da Secretaria da Cmara
dos Srs. depurados :
Aaaaes da Comara dos Srs. deputados do auno
de 1885. Sessao ordinaria. Rio de Janeiro -
18854 vo's. brocb.
A in-itraeco pablie ao Mxico -
Calcula-se que lia nessa repblica urnas 11,000 es-
colas primarias, s quaes assistem 600,001) alum-
nos.
Destas escol.s 9,236 esto sustentadas por fun-
dos da Fed'-racao. os estados ou os municipios
eom 470,000 assistentes.
A sociedade lancasteriana tem 39 escolas eom
5,000 estudantes.
As iiarochias eatholicas mantem urnas 1,000 es-
colas c.-ji 100,000 meninos.
As associacoes missoes protestantes tecm 260
aaeaaM cana 12,000 edncand'-.s.
A sflciaad^ catholica, 2d9 escolas eom 40,000
educandos.
Varios stabeleciraccitos fabris, 45 escolas eom
assistencia de 2,000.
Es.-ilas pirticularej ha na cidade do Mxico
231, s iiaam aosMOima 16.IXX) meninos.
Enos EsUdos urnas OOescolas coii 10,003 edu-
ca ndos
Calcula-se qoe existem na repblica do J2 im-
lbes 200,000 a 2,500,000 nesaoas que sabem 1er
e escrever.
\oiilaw Manllaria Extrabimos o El
Imparcial de Madrid, de 7 de Janeiro :
As partes sanitarias recebidas b mtcm di-
zem que e:n Aigecisas occorreram durante as ul-
I m m vi::te e piatro horas oito invasoes do chu
lera e don obit s, a que era Manilva e Monda,
povos'la provincia de Malaga, houve duas inva-
r-oes no primeiro e set i e um fallecido no segundo.
Em Huelva, s"in novidule.
Eo gobernador de Malaga sabio do Marbella
para. Ojn e Monda .
Lit'itnea iCli.ftuar-se-ho :
Moic :
Pelo agente St*pplc s 11 horas, na ra do
Imperador n. 22, de predios.
i'elo agente Alfreda tfitimares, ao mcio dia, eio
frent a > aroma lo Aunes, de rroz avariado.
Pelo agente. Gmmao, s 11 horas, na Praca da
Ind |i Aden.....n. 24 c 26, da armacao e diversos
'_'C:i r s abl exi'entes.
Pelo agente (iiurmao. s 11 horas, na ra do
ommerc.o n. 2, de movis e mais objectos.
Segunda-feira :
Pelo agente Stepple, ao meo dia era Goysnna,
ra do Padre Reinaldo n 11, de predios.
i'erea-feira :
Pelo 'viente PeMama, s 11 horas, na ra do Vi-
gario Tenjri n. 12, de predios.
lltemft* fnebres Serio celebradas :
Hoje :
A's 6 horas, na Peuha, por alma de D. Francis-
ca Cavalcante Paea Barret > Ransel; s 8 horas,
as ir.atrizes da Boa Vista e da Graca, por alma
de Joaquim Augusto Farreira Jac. bim; s 8 ho-
ras, -ia ma'riz Ja Boa-Vista, p .r alma, de Ani ui
hfuqsai do Nafcim^nto.
Seiinda-feira :
A"s 6 1/2 lloras, na capella do Casanga c ao
i sari nf le 8 Franeisc ', p -r alma de Antonio dos
Sant m C limbra ; s 7 1/2 horas, em S. Francisc i.
por alma e. Isabe1 M. C. das Neves; s 7 ho-
ras, 'o S Pedro 1) Recife, por alma do iuons.e-
nh r Josa Joaoaiim Camello de Andrade.
l'erea reir :
A's 8 horas, na matriz da Iioa V.sta, por alma
deGuJhe.rme Diwsiey.
Os bilhetes acham-se a venda na Casa Feli
praca da Independencia ns 37 e 39.
Lotera Kiiraordlnarta ao |*i-
rutica O 4o e ultimo sorteo das 4 e 5 series
desta importante lotera, Cajo maior prem:
150:000*000, ser extahida a 9 de AbriL
Bilhetes 4 venda na Casa da Fortuna a ia Io
de Marco n. 23.
Lotera lo loOs bilhetes da 3' parte da
195, do aovo plano, do premio de 100:0oo4000,
aaaam-se i venia na Casa F- lia. ra Primeiro
da.*arco.
jalo Ha>iaiii*ai Oo *. 4asr-O
desta, Mvrcad.j,, no dia 6 do orreal*,
FaJ o aaejuinte:
iHaWaraui :
2bbois,;*)eaaudo .jl.297 kilos.
l.8dfe;kilo* de \mv *:xis 21*720
12 tab(jlaros JW0 seis 2*400
5icarjra* de/aewha a,U00 ris 10/400
U ditas d truecas tvmna a 800
ris 3a3O0
7 Suinos a 200 ris 1400
Foram oceupados :
18 columnas a 600 ris 10*800
44 talhos de carne verde a 1*000 44(X>
20 ditos de ditos a 2a 40*000
43 aoinpartimenton de taiinlia e oa
midas 500 ris 21*500
64 ditos de leguraes a 400 ris 25*600
16 compartimentos de auino a 700
ris 11*200
15 ditos do tressuras a 600 ris 9*1 KX)
Dsv.n tur sido arrecalada ueste dia a
quantia Je
Precoa do dia:
Carne verde a 240 e 480 is o kilo
Suinos a 600 < 500 res idem.
Caiueiro a 800 e 1* ris idem.
Farinha de 320 n 440 ris a cuia
Milbo de 240 a 400 ris dem.
Feijao de 640 a 1*280 ris dea.-.
201*320
OpcrarAes cli-iirsjioa* F.ram pratica
das n-i hospital Pedro II no dia 4 do Rorreare
as seguintes :
Pelo Dr. Malaquias :
P s''i < mi i (> I i thermo eantaria reclamada por
pliyra 'Sis e en eros.
Lig dura da arteria humeral e de um ramo col-
lateral em aneurisma, diffuso consecutivo a feri-
mento na (aoC interna e inferior do braco di-
reito.
F. vasiame ito do aaao tibia pe'o proliptir, re-
clamado por necroao consecutiva a mi consolida -
alo de tr.ctura commmutiva.
Iucisao c raspagem da cclea de h uiatoma da
onJha dir"ifa.
Lotera da proTloela Terca-f ira 9,
de fevereiro, se extrabir a loterL n. 36, em beu-
fie n da Sa.ta Cisa de Miaerieordia Jo Re,.f,..
No consistorio da igreja de Nossa Sen hora da
Uonceicao dos Militares, se acharan expostas as
urnas e as eapberaa arrumadas em ordem nurae
Tica, aprecia?ao Jo publico.
Lotera io Ceara de *OOiOOO#000
A' 3 s ne d'esfa grande lotera, cujo maior pre-
mio de 250:000*000, se exteahir imprnterivel
mente amanh.T, 9 de Fevereia ao meio dia.
Os bilhetes acham-se 'vetda na Casa da For-
tuna, ra Primeiro de MarcoTi. 23.
Lotera de aceto tie OOiOOOOOO
A I ria, cujo pr-mio grande
de 20tfc000*)000, pelo novo plano, ser extra bida
impretervelmenta no da 9 de Fevereiro, as 11
horas.
Tribunal da ttelat^o
SESSAO ORDINARIA EM 5 DE FEVE-
REIRO DE 1886
PBRSIDENCIA DO EXM. SB. CONSELHEIRO
QINTINO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
As i., as do costume,'presentes os Srs. desem-
bargado! s em numero legal, foi aberta a sesea",
depois de lila e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados os fetos deram-se os
seguintes
JULGAHENTOS
ilabeas corpus
Pacientes .
Joo Ferreira da Silva. Maudou se ouvir o
juit substituti do fbdisarieto.
Jos Ignacio de O'ivera.Mandn se ouvir a.
autoriladc policial de Pod'Alho contra o voto do
Sr. desembargador Atves Ribeiro e Pires Ferrei-
ra que m.indou soltar o paciente.
Felisberto da Silva Lins, AlexauJre Manoel de
Souza e Antonio Joaquim Ramos. Maudou se
ouvir o juiz di direito do 2o districto.
Appellacoes crimes
De Villa BellaAppellante o juizo, appc'.lado
Manoel Roma i Ferreira dos Santos. Relator o
Sr. cwisiUi.ir Freitas Heuriques Mandou-sc a
novo jury, uoinimemeute
De CainaragibeAppellante D. Clara Joaquina
de Barros, app.Jlada a justica. Relator o or.
couselhe'ro Fieitas Uennquss. Mandou-se a no-
o jury, unnimemente.
De Villa BellaApp-liante o juizo, appellados
Balbiuo Gomes da Silva e outro. Relator o Sr.
desembargador M.utoiro de Andrade. .'b se
tomn co ihecimento da appellaeo, unnimemente.
De Villa BellaAppellante o promotor, appel-
lado Joo Carueiro da Silva Moreno. Relator o
Sr. desemb irgador Monteiro de Andrade.Deu-
se piovimeuto a appellaeo. unnimemente, para
se condeuiimr o reo uo medio do art. 195 2* parte
do coJigo criminal.
PA88AGENS
Do Sr. conselheiro Fre tas Henriquoe ao Sr.
ouaeiheiro Queiruz Barros :
AppelJavoes crimes
De Pao d'AlhoAppellante Manoel Pereira da
Silva, appellada a jusca.
De Ctinpua Graude Appellante; Emygdio
Alejandre da Silva e outro, iiapellada' a juatioa.
O Sr. conselheiro Araujo Jorge como procura-
dor da cora e prom itjr da justica deu parecer
nos seguintes feitos :
Conflicto de jurisiieco
Eutre os juizes de direito de orphos e da pro-
vedoria do Recife.
Do Sr. desembargador Buarque Lima ao Sr.
desembargador Toscano Banvto :
Appelaees civeis
De PalmaresAppellante Jos Felicio de Sou-
za Guido, appollado Gustavo Lesiaseno Furtado
de Mendonca.
Do Recife Appellante hachare! Manoel do
Nascimento Poutes, appellados conselheiro Arau-
jo Jorge e outi-is.
Embargos infriugentes
De PeJras de Fogo Embargantes hachareis
Joaquim Frauciseo Vier > de Mello e outro, em
bargados Manoel Vieira Bernardes Jnnior e ou-
troe.
Ao Sr. d> sembargador Pires Ferreira :
Appellaeo civel
e Mamauguape Appellante Sebastio, por
seu curador, appelia lo Joi> Mana de Sonsa Evan-
gelista.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andrade :
Appellaeo civel
Do Recite.Appeliaute D. Claudina Senhori-
nha Vieira de Carvalho, appellado Antonio Gon-
calves Pereira.
Dj Sr. a.' sembargador Monteiro de Andrade ao
Sr. deaemb-.rga lor Pires Gonif.lves :
Appellacoes crimes
De Assembla -Appellante o juizo, appellado
Francisco Alves de Oliveira.
De Gamellcira Appellante Antonio Rodrigues
de Fijueiredo Arueira, appellada ajustifa.
Do BrejoAppellante Antonio Aives de Lima,
appellada a justn,-,.
Do Brejo da Cruz Appellante o promotor, np-
peliad-i J^ao Joaquim Jos de Sant'Anca.
De Campia Grande Appellante Manoel Can-
dido Chaves, aprellaJa ajusticia.
Appellaeo commercial
De Jaboatao Appellante Antonio Luiz de
.Mello Marques, appellaJos Rodrigo Carvalho &
Couipan i .
1)^ Sr. desembargador Pires Goncalves ao Sr.
desembargador Alves Rioeiro :
Appallacoea crimes
Di Parahyba Appellaute Joo Francisco de
Oliveira, appellada a justica.
De Bom J ir limApptUaute o juizo, appellado
Gabriel Tbom Blbeiro.
Do Sr. desemb irgador Alves Ribeiro ao Sr.
conselheiro Fretas Henriquea :
Appellacoes Ciimes
De TraipApp liante Dr. Jos Ignacio Go
mes Fcrri-ira, uppeilaUa a Justica.
De Nazareth Appellaut': Manoel Marques Be-
zerra de Mendonca, appeilada a justica.
Conflicto de jurisdicr> Entre os jmzes d direito de orph s e o da
provedona do Reeifc.
DILIGENCIA3
Cora vista s partes :
Appellacoes civeis
D' Arela Api>ellante Autono Gomes de Andra-
de, appellado Francisco Antonio Casullo.
De Aiaf i do Monteiro Appellaute Manoel
C r leiro dos Sanio*, appellado Vicente Ferreira
da Costa, Jos Alexandre Ferreira Firmo i sua
inulher.
DISTKIBUH'UKS
Recursos eleitoraes
Ao Sr. conselh iro Frafctaa Henriques :
De Itamb=Recjr ente Francisco de Araujo
Lima, recorrido Antonio Tavares de Paula Mello.
Ao 2*r. aaaaaQsasro Araujo Jorge :
De Itanib R.-corrente Francisco de Araujo
Lima, recorrido Joaquim Vieira Mag-.lb.aes.
Ao 8r. coofee neiro Queiroz Barros :
De Itamb Recorrente Francisco de Araujo
Lima, recorrido Henrique Leoluio de Paiva.
\ Sr. desembargador Buarque Lima :
De IiambRecorrente Francisco de Araujo
Lima, recorrido Manoel Joaquim de AlOuquerqne
Lins.
Ao Sr. deaerabargador Toseano Barrete :
De Itamb Recorrente Frauciaoo de Araujo
Lima, recorrido Manoel Ptreira da Silva Wan-
derley.
Ao Sr. di sembnrgadtr Oliveira Maciel :
e ItambRecorrente Francisco de Araojo
Lima, recorrido Antonio Lourenco de Lima.
Ao Sr. desembargauor Pires Ferreira :
Do RecifeR coi reo te Joo Rodrigues Pinto,
recorrido o juizo do 2 districto.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrado :
De Pao d'Alho- R-eorreiite Fionano Carneiro
da Motta Silveira, rec rndo o juizo.
Ao Sr. desembargador Pires Goncalves :
De Pao d'AlhoBaos/rente Manoel Antonio de
Souaa Menezes, recorrido o juizo.
A Sr. desembargador Alves Ribeiro :
J>e Pao d'Alho-R-oirie.'ite Joo Baptiata de
Soasa Monteiro, recorrido o juizo.
R'-cursos rimes
,Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
Da Goyanna = Ree^nente > jus), i-acorrido
Kanciaco de Seuza ferreira Rabello.
. 4* Sr. desembaajador llaspano Baireto :
,,Da Nazareth =Reorjaute o juizo, racorrido
Joo Manoel da Silva.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel ; .
De PenedoRecorrente o juizo, recorrido Ma-
noel Torqnato dos Santos.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
De Areia -Recorrente o juizo, recorrido Knedi-
uo Ribeiro dos Santos.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
De Paulo Alfonso Recurrente o juizo, recorri-
do Manoel Joaquim de Souza.
Ao Sr. desembargador Pires Goncalves :
De AreiaRecorrente o juizo, recorridos Se-
bastio Pereira Frade e outros.
Ao Sr. des imbargador Alves Ribeiro :
De Pao d'Alh)Recorrente Lua de Franca de
Andrade Lima, recorrido o juizo.
Aggravo de petico
Ao Sr. desembargador To>cano Brrelo :
Do RecifeAggravante Coriolano de Amorim
Lima, aggravado Melchim Ambarg.
Appellacoes crimes
A Sr. desembargador Oliveira Maciel :
De OlindaAppellante Joaquim Chrysostomo
dos Santos, appellada a justica
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
De Bom Jardiin Appellante Joo Fernn les
de Aiaujo, appellada a justica.
Ao Sr. d-asmbargador Monteiro de Andrade :
De Palmares Appellante o juizo, appellado
Joo Mendes de Barros
Ai Sr. desembargad!* Prea Goncalves :
De Bom JardimAppcliautc Madbel Aut mo
do Bom-fim, appellada a justica.
Ao Sr. desembargados Alves Ribeiro :
De Nazareth Appelmnti' Joaquim Eulalio Go-
mei da Cunlii, appellala a justica.
Ao Sr. conselheiro Fretas Henriques :
Do Recife Appellaute o juizo, appellado Tho-
ni.iz Jos dos Res
Appellacoes caVeis
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
De Pao il'Alhii-AppeJaut- D. Lauriana de
Araujo B ltro, apellad> Joe do Reg Barros
Albnqueique.
Ao Sr. ai seinb irgador Pires Ferreira :
Di RecifeAppellaute a junta adminiatrativ*
da Santa Casa de Misericordia, appellado Joo
Anselmo .Marques.
Ao Sr. desembargado! Monteiro de
D) Recite- Appellante Eduardo
Burle, appellado Jos Antonio Pinti.
Encenou se a sessao a meia hjra i epois de
ineio dia.
A VI UO
Os reculaos oleitora-'s canstantes da nita do
Tribunal, se acbain distribuidos r.os respectivos
cartorios JepeiiJeiiti-s Jo p-eparo para julgament.
Os Srs. interessados devem procural-os para
iarein o andamento necessano.
Andrade :
Alexaudre
Entio quando o governo tiver recolhido e quei-
mado 150,000 contos dos 212,000 qne tem em cir-
culaco, dando aos bancos eai troca ttulos de 4
/,,, os 62,000 contos que restam ficam perdidos
as mos de quem ospossuir? Se nao ist>,
que quer dizer fita san curto legal eforcado ?
Com que curso fiear, quem receber mais este
papel ?
E' iito um imposto? Sobre qaem cahe elle?
Sobre quem m'-nos correr para vender sen papel
moedaaos bancos em embria-, quando o estive-
rem comprando para recolher I5'J,00Q ao The-
souro.
E ento ser urna corrida furiosa, cada qual of-
ferecendo o seu papel pela menor quantia possi-
vel em auro ou as notas do bancos queja as ti-
verem vmiuido, para nao se arriscarem a perder
todo.
Isto nao coacebivel aem praticavel; ama tal
disposice nao pode ser aceitavel nem ao menoat
para a discussao. No emranto essa urna das
bases do projecto, desse furioso plan de conver-
so do papel moeda em ouro, decretando que fi-
quem perdidos na mo de quem cahir a desgraca
62,000 contos.
Fara fazer-se a converso sobre a base de um
roub^passim inaudito, nao carecera de faaer o Es-
tado o sacrificio de ficar pagando perpetuamente
^09 bancoB 9,000 contos por anno. Bastava fazer
ama substituicuo de snas notas, u quando ella o
tinguse a 150,000 coatos, declarar oa restantes
sem curso legal e forcado Assun reduzido o pa-
pel do Thesouro a mais de um quarto de menos,
pouo faltara para se resUbelecer o redimen do
ouro. Bastara poia o Estado abrir um einpresti
mo de 50,000 contos mesmo ao juro de 6 '/, com
o descomo da differenca do valor do papel para o
do ouro ; o qncimando estes 50,000 teamos o r-
gimen do ouro s com o sacrificio de 3,000 ccbtfla
i.nnualmente e o roubo dos taes 62,000 contos.
Mas isto nao pode ser base, que esta disp mi-
cao nao pode ser approvada. Faltar portanto a
este artcioso edificio dos bancos, esta pedra an-
gular de seu fundamento. Nao na ver urna as-
sembla gral de douios ou de tantos e to gran-
des Iadroes, que mande o governo declarar aem
valor 62,000 contos de snas notas.
Que resta p >is ? como fie m estes bancos ?
Ficam era urna destas duas liypot beses :
Ou os 62,000 tontos nao resgatados pidos bancos
ficam em circnlago, ou o governo os rescatar
abriudo novo empre timo nesta quantia a 6 % e
uas mesmas condicoes dos 4 /o dos bancos, isto ,
eiti-a 6 % valendo
9 /, por ter de pagar os ju-
IHDlCAtJOES BTE1S
aaStoM
lonanlliirii) meilii o cirui.ii o d Dr.
Pedro de limiiviie sjutto Moseoio 6
rtiu da O doutor Moscozo d c-jnsultas todoa cw
lias uteis, das 7 s 10 horas da nauh..,
ste casuitorio otTcrmie a. oaaiiaoJid i
lo de poder cada c*oente ser ouvido e exa-
uinado, sem ser 'pnoenctado por outr.
De meio dia as 3 horas da tarde ser o
r. Mosuozo encontrado no torreao A pra
,a do Coi.unoreio, onde funuciona a uis-
pecyo de sade do porto. Para qualqucr
d'estes Jous pontos poiloi lo ur dirigidos
os chamados por carta as indicadas horas
Dr. Miguel T/imnu'lo mu lo i I a cnsul
torio e residencia para a ra da Imperatriz
o. 14, 1.? miar, o n d coasvJtasdas. 12
horas s 3 da tarde e recebe chamados a
bualquer hora. Especialidades partos, fe-
bres, syphilis e molestias do pulmao e co-
ralito.
Dr. Brrelo Sampaio d consultas do 1
s 4 horas da tarJe, ra do Brito da
Victoria n. 45, 2 andar, residencia ra
Jo Riachuelo n. 17, canto da ra do Pires.
Advocado
Henrique Milet. Ra do Imperador n.
2t, 1. andar. Encarrega-se de questSis
as comarcas prximas as linhas frreas.
Dr. Ferrer, ra do imperador n. 79,
1. andar.
Dr. Olioeira Escord, 2. promotor pu-
blico, tem Sisu esnriptorio de advogacu n
rua Primeiro de Marco n. 2.
Jos Bandeira de Mello advogado
rua do Imperador n 37.
Corte Real, rua do Rangel n. 55, Io
aiilar, esiriptorio e residencia.
,-j/o3o Frandxco \leixeira tem o seu es-
criptorio rua do Imperador u. 42, 1.a
ndar pode ser procurado em sua profis
sao, das 10 hora da tarde.
Husaikii de. iMMtullarlo
O Dr. Alrio avisa aos seus ^twstea
que mudou o s." i consultorio para a rua do \director que interinamente administra taes
Oaeimark a. 46, 1." andar. Consultas .obras, porque este integro fimecionario est
iodos os dias das 11 s 2 horas da tarde
ros em ouro, como paga-se juros de 4 /0 aos baa-
cos. E nao poder pagar de outro modo estas ju-
ros, visto qae todos os pagamentos passam a ser
feitos em ouro, visto que o projecto nem coaita em
alguma providencia para se fazerem todoa oh pa-
gamentos de dividas resultantes de contratos do
tempo do pape1 com o descont da differenca dos
val ires.
Ne.-te caso pois (o do resgate pelo emprestm
fe to pelo governo do papel moeda que anda
restar) neste caso ter o nsttdo de carregar om
' sacrifiuio de pa^ar mais de 3,720 e intos e como
em ouro .iilo coutos.
Nesta hypothese, o estado, .p.rtini pira ter
por meio de todo este artefacto bancario o seu re-
^irn-n monetario em ouro, ter de carregar cora o
sacrificio de 14,630 contos por anno. isto para
ter ou na intenco de ter ; porque o resa tado do
desventurado plano, ser a coutinnaco do papel
moeda depois do mais tremendo desastre que o
mundo tem visto, se por ventura esta vasta hin-
cara se chegar a organisar. Mas como isto
o que ser anda demonstrado, por ora o que te-
mos achado qu i da Ia hypothese resultar este
sacrificio de 14,640 contos por anno, isto ss o
governo reagatar por ra;io do emprea'.imo o papel
moeda que anda restar. Se porm ficar este > i
pe moeda ao lado do papel do banco, a 2* hyp
tbese, vamos a ver o que. ser.
S mimado o tal pipel m >eda que restar 6,0JJ
contos emissilo dos bancos112.500 contos isa
portam em 174,500 contos e asaim sfiuim retirad >s
da circulaci) ilos 212.IXH) contos do papel do go-
verno a quantia de 35,500 contos. Ora, no auno
pasaado o governo emittio 25,000 c mtos e j as li
bras sterliuas estavain a 124500, mais um tarfode
sea valor. A difi'ereneaportautode 10,500 contos,
cuasi n esta ret rada nao pode elevar o papel ao
valor das libras sterlioas, c assm dar em com-
pleta burla o tal artificio bancario, alm dos ou-
tros desastres de que tenho fallado.
E a differenca desta nica retir ida de 10.500
contos tanto mais insignificante para o fim pro-
posto, quanto de -emos notar que o nssso meio err
culante nlo s de 212 000 contos, que o papel
do governo em circalaco, por quanto ainda ba
20,00o contos do Banco do li-izil, esta horrivel
pepineir* que engorda os bemaveuturados da
trra, com os bocados da carne de xarque e do
bacalho arrannados da barca de milhoes de
pobres ; ha ainda mi! contos de ris dos bancos de
S. Paulo e do Maranho, paraalguus privil -giads
terem dinheiro barato a casta do suor do pobre e
da contriOuico do rico. Ha ainda as letras hy-
pothecarias de diversos bancos que correm aiu i*
como d.nheiro de mo em mo na importancia de
nao sei quantos mil contos, outra pepin"ira que
depreciando o papel, ainda tira do suor do povo
outra contriOuico para os feiizes da trra.
Asaim sendo o nosso meio circulante (papel) na1
importancia de milito mais J 233,000 contos, nao
pode a retirada de 37,003 contos traser o rgimen
do ouro.
Nao se objecte :on o exeraplo dos Estados-Uni-
dos, que teip estes bancos todos deemisso, exem-
plo que servio de arguinen'aclo eanddlo a com-
misso, por urna imittaco de macaco], qne imitta
sem saber da razo era da differenca dos casos.
No outro artigo nos oceuparemos dcste ponto.
Kecife, Fevereiro da 86.
Affonso d'Albuqverque Mello.
--------------^---------'*
A elei^i livre
Sob a epigrapie supra diz A Provincia
Je hontem, tratando das obras geraes e
da ponte Buarque do Macelo, que o es-
cndalo subi a tal ponto que corre que at
um bacharel alli recebe orno phosphoro e
anonymo a propina diaria d- cinco mil
ris.
Sen pretendencos defender ao digno
farolearla
Paria, Stbko <& C, drogustas poi
ittacado. Rua Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Mai>'>"' aVc Silva (Se O., depo
sitarios de tod^s as espeoialida Iss pharma
criutiAS, tintas, drogas, productos chimic
e medicamentos homoeop itii-os, rua do liar
quez de Olinda n ->.
errarla a Vapor
Serrara a vapor e oficina de carapina
de Francisco dos Santos Maeedo, caes di;
Capibari io n. 28. N'este grande estabele"
cimento, o primeiro da provincia n'ogto ge
ero, onipra-se e vende-sfl madoir
todas as quahda-lfs, serra-se modfiras tfe
conta all -i i, assim onrao sepripamm obras
de carapir.t por machina e por precos sera
competencia.
aa
PUBLICACES A PEDIDC
A ruina liiuiieeir,, e a m mt\
do paiz
XXI
O PBOJECTO DA COMMIS ,\o PARA A COSVKR-
SXO DO PAPEL-MOEDA EM ORO
6.
^O ponta mais ass.imbroso e absurdo do plano
di c 'inmiss-i para a conversa" do papel em norn,
Jesenvolvidn uesse projecto que ofierece Cama
ra dos Deputa tos de que f iziam parte seus inem-
bros, adispisico do (jo que determina que
quando organiaados bancos, cuj capital attiagir a
150,000 uo.ifos do no,so papel moeda convertidos
om noes-'S ttulos de 4 '/, o governo fica abrigado
a declara' sem curso legal nem forcado o pape l
moeda qu ainda exista.
E' pois a quantia de 62,000 contos qae o gover-
no ter e declarar sem surto legal nem forcado.
Isto nao se comprehende. E' o mais monstruo
so absurdo qne imaginar se posea.
cima dos botes da riaaaa falka dos libe-
raes, conjuramos a redacto deste jornal
para qu decline o nome doate bacharel
que recebe cinco mil ris diarios.
Se nao o z-r, porem, nao passar o
mesmo jora al de poste dos lazaros de to-
dos os terupos.
Por ora ficaremot aqui, aguardan lo a
respusta do orgao liberal.
Sabemos como a calumnia taz criar fal-
sa opinio. B tambera de tUdo quanto corre
como cevti), qne .
Por ora b;.st i.
de FVnarvrtf re 1886.
Um bacharel.
Ao publico
O a'oaixo aesignados, teado registrado e d
sitado as 8uns marcas industriaes e rtulos das
uas preparacoes na imita cominerciai do Rio de/
Janeiro de e inf rm'dade coi^ as prescripcoes das
leis do imperio do Brasil, d-claram e participun
aos interessaJos, que como mucos propietarios
tem dinit i xelnsivo de asar as toare-s indus-
triaos a rtulos r laciomdos com uianuf .ctura.
fabricavo e venda das 8 guin es prepara, o 'S ;
Agua de Florida de Murray e Lamn.
Touico Oriental.
Peitornl de Anacahuita.
Patthas Vermfugas de K- mp
Oleo de ligado de baialh'io de Lniunn & Kemt.
Emulso de ole i de ligado de bacalho com hy-
popbosphites, de I. imnam ( Kemp.
Salsaparrilha de Bristol.
Extracto duplo de aveleira mgica de Bristol, e
ungento de aveleira mgica de Bristol,
e qu*, p-rtanto, peregniro a todos os falsificado
res ou imitadores das d.tas marcas indastriaes e
rtulos, procurando que aejam castigados com toda
a severidade da lei.
Tambem acautelamos o publico contra todos
aquslles que intentam substituir as nossas prepa-
race cima mencionadas c >m artigos falsificad ;s
que levam rtulos ou marcas indastriaes qua imi-
tam as nossas.
Lanman & Kemp.
C, Heckinaon
Usinas de cobre, igt2 o hronze e de
im.
Golitzer Ufer n. 9 Berlira S. O.
Espeefalldade:
Construefo ile machi-
nas e apparelhos
para fabricas de aasucar, destillacoas e re-
finac3es com todos os aperfe^amentos
modernos.
INSTALLAQA DE:
Engenhos de assuear completos
Estabelecimento filial na Ha vana sob a
mesm a firma de C Heckmann.
Calle San Ignacio n. 17.
Inicos representantes
Haupt Gebru'der
EIO PE JANEIRO
Para informacSes dijijaiu sea
Polilinan &C
M to Cuino i. 10 -
Que enfermidade esta que
nos acominette ?
&'omoo ladiao que nos ataca noite,
e"a acommette nos s oceultas Os afiii-
g'dos d'esta doenja tc.n dores do puito, de
lados e algumas vezes, de -costas. Nao
quorem fallar, e sent.n necessidade de dor-
mir. PaaoAba-ae n bocea um sabor des-
aradavel princpalmente pela munha. Os
dentes cobrem-se de urna sepecie de mate-
ria viseeaa ; e o appetit i ilesapparece. O
pa-jiente sent como que um grande peso
no estimado, e, s vezes, urna sensacSo
de vazio n> mesmo orao. Na bocea do
estomago ha muita tr.iqueza; e a nutri-
co nlo produz ?atifa olbos empanam-se e as maos e os ps es-
friam, e tornam-s viscosos. Algura tem-
po depois principia urna toss-, Sueca no
cometjo, e, em s guida cora una expec-
torayao earerdiada. O lente queixa-se
de um oansaco intirminavel, e quando
proenra dormir um pouco, nenhum allivio
sent. Logo depois,, o enfermo tornase
bervoso e irrascivel, e o sea espirito nao
n se nao tristes presagios. Elle sent
vertigens una especie de tontura na ca-
ma quando se levanta sbitamente. Ha
prisao de ventre; a pello tornase secca e
quente alternativamente; o sangue acha-se
espe=so e inerte ; a cor do branco dos olhos
el'entfl ; e a urina qussi neahuma
'corada, dtixando um deposito no
O afligido muitas vezes obrigado
.. vomitar os alimentos que toma, e estes
vmitos deixamlho na bocea um gosto
urnas vezes amargo c outras vezes adoci-
cado. Este estado de cousas frequer.te-
mente seguido de palpitajSes do corajao.
Eafraqduee a vista do doente, e elle pare-
ce ver nodoas diante dos olhos, sentindo
um grande cancaco e debilidade, Estes
syraptoraas appareoem cada um por sua
vez. Dizcra que o terco da nossa pnpula-
cao soffre d'aquella enfermidade sob algu-
ma das snas formas. Indubitavelmente, os
mdicos seinpre se enganaram sobre a na-
tureza da ctala molestia. Alguns trataram-
n'a como atfecQao do ligado ; e outros como
doena dos rins ; mas nenhum tratamento
consegu) cural a, porque o remedio devia
ser susceptivel de obrar hormonisamentd so-
bre cada um d'aquellcs orgaos, e tambem
sobre o estomago. Nos casos de Dyspepsia
(sendo este o verdadeiro nome da enfermi-
dade) todos os i-itados orgos desordenara-
se ao mesmo tempo, e precisara de urna
medicina que possa obrar sobre todos elles
simultneamente. O Xarope Curativo de
Seigel produz urj offeito mgico em esta
classe de padecimentos dando um allivio
quasi immediato. O Medicamento vende-se
por todos os Pharmaceuticos e Boticarios
do inundo inteiro, e pelos Proprietarios, A.
J. White (Limited), 17, Farringdon Road,
Londres, E. C.j Inglaterra.
Depositarios na Provincia do Rn de Ja-
neiro : no Rio de Janeiro, Domingues Viei-
ra & C, Joao Luiz Alvez, Geo Sanville
C, Q. Francisco Leandro e Fonseca o Al-
ves, e era S. Simao de Manhuass, HoBa< io
de Rentus.
Depositarios na Provincia de Pernambu-
co : em Pernambuco, Bettencourt C,
Bartholoraeo & C-, G. Braz dos Santos &
C, e Ruuqu ivrol Irmaos ; em Bello Jar-
dim, Manoel de Siqueira Cavalcante Arco
Verde, e Manoel Cordeiro dos Santos Fi-
lho; em Independencia, Antonio Gomes
Barbosa Jnior; em Palmares, Antonio
Oardoao d'Aguiar ; e era Tacarat, Jos
Lou:enco da Silva.
Ao publico
A commisso tncarre;ada da festa de Nossa
Sentara do Monte, participa ao respeitavid publico
que -i sua festa t.-i lagar no dia 14 de Fevereiro
do corrente anno, com a decencia do costume, a
qu*l fara o seu pcngtaOMM n' din competente.
Prograniiiia
Da festa de .\ossn eoho^i do
Bom Part de Olinda
ahS. 6 do corrontf, s-"r hanlrudn a
bandeira da Bxoolm Senhor;i d.i **om
Parto na igrija de S. Sebastian, eiu Olin-
da, -* 7 horas da noue. to'anlo neata oc-
i a x il mte banda de msica inti-
tula la Oito de Dezembro.
No dia 7, domingo, s 5 horas da raa-
nhil, ser annunciada, por uma salva de
21 tiros, aos fiis, a r festa da
magros S na ra.
A's 10 horas comi'car t) acto religioso,
constinio da miasa cutala, (asaado-ae
ouvir ant pois a referida aaasioa e
sendo incumbido da orchestra o distincto
ur.itcsor Joao Ahvs ua Sil
Dr Tristao Henriques
Costa
Bu da Latalo n.
consultas das 11 s 2 horas.
Chamados a oualquer hora.
Telephone numero 51.

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r ntGinfi
--^a^alsssL----------




Diario.de Perniunbiw--Sabb*(o 6 de Fevereiro de 1886









1'
Palmares
Aos meas amigos pelitioos do 8 districto e es-
pecialmente aos de Palmarle, agradeco, com tola
effuso do mea sincero reeonhecimento, o concurro
ue disrieusaram a leico do Dr. Luiz Antonio
e And rada, candidato apresentfcdo a ultm* hora,
extra drena.
Enge.iho Poco, 4 de Fevereiro de 1886.
Auttriclino de Castro S Barreto.
8. districto
Est deputado o Dr. Luiz de Andrad* ; f0 elei-
topel* aforeos do traigo muito dedicados, sera
bafejo oficial, apegar de conservador .. Parabens
ao 8. districto pela acerUda escolha, parabeus
aos duzeutos e seis eleitores indepeadentea ; para
beus ao eleitorado de Palmares, que mostrou-se
altivo, dando desmentido solemne ao imbuste
calumnia...
Anda esta vea, o ei-chefe liberal, o mamador
em todos os partidos, o togado que, por felicidade da
comarca, j nao est, ficou misturado com og seus
mexerieot.
Palmares 1 de Fevereiro de 1886.
Um eleilor.
Agralemento
Manoel D*mingues da Silva, sua mu be r e fi
lhos agradeceui de coraco aos dignos raembros
das mesas regedoras das irmandade* das Almas
da matriz da Boa Vista c Senhora Sant'Ani>a da
igreja da Santa Cruz, as provas de consideraco
que tiveram, 'mandando suffragar a tima de seu
idolatrado filho, Adolpho Domingues da Silva, no
trigsima dia de sen falle ninento.
Retirando-ms para o Rio Grande do Sul, onde
vou residir, por que nao poaesse pessoalmeute
despedir-me do todos aquelles que sempre honra
ram-mc cora sui uraisade pedindo-lhes toda a des
culpa, peta presente o f ico, offereeendo-lhes all os
meus fracos servicos.
Recife, 4 de Fevereiro de 1886.
Fabio A. dos Reis e Silva.
Barreiros
Medico
O Dr. Costa Barros, medico operador e partei-
ro, recentemente estabelecido em Barr iros, offe-
rece os servicos de sua profisso nao s<5 aos habi-
tantes deste municipio, como aos de Rio Formoso,
Qamelleira, Agua Preta, Palmares e Maragogy.
Casa de Saudedo Dr.
Souto-tfaior
Acha-se abert a casa de saude do Dr.
Souto-Maior, situada ra de Paysand n.
5 (Passagem da Magdalena) com aeommo-
dacSes para doentes de todas M classes da
sociedade.
Os Srs. facultativos da provincia encou-
rarSo n.css.i modest a c .sa da saude as
condie3es favora^eis para o tratamento de
qualquer molestia cirurgica ou medica
para ahi poderlo ouviar os seus doentes,
medical os, conterenciarnom os mdicos de
sua eseolha etc. conforme se acha dispos
to no regulamcnto da raesma casa.
Apparelho telepbonico 398.
Conullorio medico-eirorglco
O Dr. Esteva i Cavalcante de Albuquerque con-
tinua a dar consulte medico cirurgicae, na ra
do Bom Jess n. 20, 1 andar, de meio dia s 4
horas da tarde. Paras? domis consulta e visi-
tas em sua residencia provisoria, ra da Aurora
n. 53, 1 andar.
Ng. telephonicos : do consultorie 95 e residencia
126.
Especialidades Partos, molestias de crean-
cas, d'utero e seus anuexos.
Medico e parteiro
Dl Joadnim Imihi
D consultas das 12 s 3 na ra do Ca-
bug q. 14 1.- andar Residencia tempo-
raria no Monteiro.
Dr. Cerpira Lie
n ;lt o
Tem o seu escriptori > a ra do Mrquez de
Olinda n. 53 das 12 :is 2 horas da t irde, e desta
hora em diante em sua residencia ra da San-
ta Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhoras e enancas.
OCULISTA
Dr. Brrelo Smpalo, medico culis
ex-chote de clnica do Dr. de Wecker, d congula
tas de 1 s 4 horas da tarde, na rna do Bar-
da Victoria n. 45, segundo ansiar, excepto nos do-
mingo e das sanctificados. Residenciara df
Riachuelo n. 17, canto da ras dos Pire*.
nao se apoiasie em algara eoie*. Ha
prisao de ventre; e a P-'ile paiea seta cau-
sa do calor ao fri. O sangtle, espesso* e
pesado, circula 8in regularidade. Em se-
guida, a nutricio paisa cora diffiuldade e
frequentemente rej citada, ora deixando
na boca um gosto agro e amargo, ora am
gosto adocicado. A eetes eyraptornas ad-
juntase quasi sempre as palpitaoSes, que
fazem suppor aos doentes que ellos soffroia
de nma molestia do coracao. Quando o
fim se acerca, o paciente nao pode reter
nutricio alguma, p rque a passagem dos
iatestinos ou cerrase completaiiento ou ao
menos est quasi cerrada.
M is, anda que esta enfermidade
tamente assustadora, os afligidos d'aquel-
les gymptoroas devem tomar animo, porque
de mil casos ha novecentos noventa e nove
nos quaes os enfermos nao tem cancro al-
gum scnSo simplesmente dyepepsia, doen-
ca que o verdadeiro systema de tratamen
to cura infallivelraente. O remedio maisse-
guro e mas eSaaz contra esta affncjSo
o Xarope Curatiro de Seigel, prepara
cao vegetal que vendem todos os pharrna-
ceutieo8 e boticarios do mundo inteiro e
e os seus pr prietarios, A. J. White, Li-
mited, 17, Farringdon Road, Londres, E.
C. Este Xarope destroe a causa do mal,
expulsando-a radicalmente da organisaeao
jihysica.
Depositarios na provinci i do Rio de Ja-
neiro, Domingues Vieira & C, Joao Lu:z
Alvez Geo Sanville e & G, (. Francisco
Leandro, e Fonsoca e Alves, e em San Si-
mSo de Manhuassu, Horacio de Rentas.
Depositar na provincia de Pernambu
cano, Bettencourt e & C, Bartholomeu &
C. J. C. Levy &C. Francisco M* da Sil-
vi 4 C. G. Braz dos Santos 4 C. e Rou-
quaorol Irmos; em Bello Jardim, Manoel
de Sigueira Cavalcante Arco Verde, e Ma-
noel Cordeiro dos Santos Fiiho ; em Inde-
pendencia, Antonio Gomes B >rboza Jr; em
Palmares, Antonio Cardoso d'Aguiar; e
em Tacaratu, Jos L->urenco da Silva.
EDITAES
Edital n. 9
O administrador do Consulado Provincial dan-
do cumprimento portara n. 467 expt dida pelo
Illm. Sr. Dr. inspector do Thesouro em 23 do cor-
rente, taz publico, para conhecimento dos propie-
tarios das casas sitas n-is localidades constantes
da relacio intra, que no e*pnto de 30 dias uteis
contados do 1" de Fevereiro prximo vindouro, se-
rao arrecadadas por esta repartidlo, independente
de multa, as importancias das annuidades e mais
servidos da Recife Drainage Company, correspon-
dentes ao 1 semestre do exercicio corrente de
18851886.
Gonsulado Provincial de Pernambuco, 26 de Ja-
neiro de 1886.
Francisco Amynthat de Carvalho.
*'
3
Oculista
Dr. Ferreira da Sdva, con-
sultas das 9 ao meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
Recife, 5 de Marco de 1885.
i 'na Hbil Operat>o 4e C hi-
rnrgia.
O embaixador Americano em Vienna,
Mr. Kasson, tem cemmunicado recente-
mente ao seu govorno urna descripeo
interessante da notavel operacao chirurgi a
praticada, ba pouco, pelo protessor Bil-
ro b, d'aquella cidade. Por certo, a cir-
cunstancia parece maravilhosa; mas
ver lade que a citada operacao tinha por
fim a remoyao de quasi a ter^a parte do
estomago humano. Exeeutou-se a operacao
e restabeleeeu-se o paeivate, sendo esta a
primeira ijez que urna tentativa de tal ge-
nt-ro Ucease ti lo bom icxito na historia do
mundo. Aquella facanha sci-ntifica ma-
nifeat.'U se cm certo caso de cancro do es-
tomago, doenca que geralaiente vai acorr-
panhada dos eeguintes symptomas :
O enfermo careoe quasi inteiramente de
appetite ; sentcm-s- como que mu peso so-
bre o estomago, e s vezes urna sensacSo
de razio no mesmo orgo, a qual cama
um mo estar indisivel; e uma especie de
materia gelatinosa accumula se junto ao
dentes, arompanhada de um gosto desa-
gradavel, principalmente pela manha. A
nutrisao, demorando-se no estomago, aug-
menta em vez de fazer desapparecer aquel-
la mo estar ; os olhos ticam rodeados de
um circulo livido, e o seu branco toma
uma cor amarellenta ; e as inaos e os ps
tornam-se viscosos, aehando se cobertos
de um suor fri. O doente sente-se sempre
caneado, e o somno nlo lhe d repouso.
Algura tempo depois, torna-se nervoso e ir
ritavel, e o is presagios. Quando se- levanta brusca-
ente de ama, pipilo hamztak, sent
rtigons, um espacia da tontora na cabe-
e aaa aeosaaie de syncope, e eainrta
Helar a que ae refere o edital
Mupra
Freguena de S. Frei Pedro Goncalve do Recife
Ra 8:
Mrquez de Olind, Boro Jess, Alves Cabral,
Couceico Rispo Sardinha, Torres, Thoin de Sou-
za, D. Mara de Sonsa. Vigario Tenorio, Barreto
le Menezes, Mariz < Barros, Burdos, Amorim,
Moeda, Tuyuty. Companhia Pernambucana, Ma-
dre de Deus. Domingos Jos Martius. Mscales,
Restanraco, D. Mara Cesar, Visconde de Itapa-
rica, FaroJ, Areal, S. Jorge, Vital de Oliveira,
Oaurarapes e Baro do Triumpho.
Pracaa :
Charco, Assembla e Pedro I.
Traveseas:
Vicario, Madre de Deas, Campello, Domingo,
Jos Martius, Corpo Santo, Antigo Porto, Bom
Jess, Areal, Fundicao, Occidente, Guararapes -
Prc* de Pedro L
Becco :
Ab eu, Largo, Pindoba, Noronha, Tapado
i aschoal.
Largos :
Alfandega, Corpo Santo e Assembla.
Caes:
Companhia, Brum e Apollo.
Santo Antonio
Ras :
Imperador, Primeiro de Marco, Duque de Ca-
las, Cabug, Bario ds Victoria, Trncheiras, La-
rangeiras, larga do Rosario, estreita do Rosario,
S. Fiancisco, Joo do Reg, I'ha do Carvalho, Ro-
da, Patos, Calabouco Velho, Santo Amaro, Ma-
thias de Albuquerque, Paz, Paulino Cmara, Fo-
ro, Livramento, Penba, Visconde de Inhama,
Pedro Affjn8o, Nova da Praia, Marclio Das, Vi-
raco, Lomas Valentinas, Coronel Suassuua, San-
ta Thereza, Vinte e Quatro de Maio, Palma, Mr-
quez .o Herval e Cadeia Nova.
Praca:
Pedro IL
Campo:
Princesa.
Caes:
Vinte e Doua de Novembro.
Traveseas:
Queimado, Cruzes, Mrquez do Recife, Bella,
Quaiteis, Calabouco, Expostos, Martina, r lores,
(Jarmo, Bomba, Livramento, Arsenal, 1* da Praia
2 da mesma, Calderero, S. Pedro, Virscio, Lo
bato, Falco, Pocinho e Concordia.
Largos :
Paraso, Carmo, Penha, S. Pedro e Practa.
Bicos :
Bella. Calabouco, Matriz, 1.*. 2. e 3." da C am
boa, Falco e 1. e 2.* da Cadeia Nova.
8. Joti
Ras :
Marclio Das, Lomas Valentinas, Coronel Suas
suna, S. Joo, Palma, Mrquez do Herval, 24 d
Maio, Dias Cardoso, Paaso da Patria, Padre No-
brega, Victoria, Cadeia Nova, Vidal de Negreiros,
Frei Henrique, Dique, Assumpco, Domingos
Theotonio, Padre Floriano, Christovo Cclombo,
Jardim, Forte, Antonio Henrique, Nogueira, Santa
Cecilia, Santa Rita, Nova de Sana Rita, 8. Jos,
Praia de Santa Rita, Pescadores, Ipyranga, Impe-
rial, Praia do Forte e Luiz de Mendonca.
Traveseas : \
Martyrios, Pdcinho, Ramos, Calderero, Gaz,
Matriz de 8, Jos, Forte, Prata, Serigado, Copia
res, Nova de Santa Rita, S. Jos, Praia do Psrte.
Peixoto e Lima.
Bccos:
Paula, Calderero, Gaz, Assumpcao, 1." de San
ta Rita Nova e Matriz de S. Jos.
Largos :
Forte ] Mercado.
Pa- Vista
Ras :
Imperatr. Conceicao, Visconde de Pelotas,
Tarabi, Visconde do Albuquerque, Aurora, Capi-
haribe, P.nte Velha, Conde da Boa Vista, Ria-
chuelo, Uuio, Saudad-', Sete de Setembro, Hos-
picio, Cmara, Rosario, Gervasio Pires, Atalho,
Sacego, Principe, Santa Cruz, S. Goncab, Co
Iho, Hospital Pedro II, Geueral Sera, Coronel
Lamenha, Alegra, Leo Coroado, Baro de S.
Borja, Soledade, Visconde de Goyanna e Attra-
co.
Traveseas :
Gervasio Pires, Colhos, Atalho, Barreiras, Ve-
ras, Quiabo, Joio Francisco, Mangueira, Cam-
pia e Palacio do Bispo.
Pracas :
Conde dEu e Santa Cruz.
Largo :
Campia.
iJcco:
Colho.
ir a pmea para ser arrematado por quein maior
preoo offerecer, um sobrado de dous andares n- 71
sito a rna do Visconde de Itaparica, com 3 portas
de frente ni andar terreo uma das quaes d entra-
da para os andares superiores, tendo a loja 2 galas
pequeais, 2 qattos, cosinha e quintal murado que
fui avallado por 5 cintos. E vai a prava em vir-
tude da earta rogatoria viada 4o juizo de direito
da comarca de Vi auna do Castalio, reino de Portu-
gal, para pagamento do imposto devido* a fazenla
provincial, de enjo predio sito ew-serhores D. Mara
da As*rimpcao Campos e Silva, maior e os menores
Manoel a Delfina, representados por seu tutor Ma-
noel Luiz Monteiro.
E para qu chegue ao conhecimento de todog
mandei passar o presente que ser publicado pela
imprensu e aluzado no lugar do costume.
Dado e ptseado nesta cidade do Recife, capital
da provincia de Peruaubuuo, aos 5 de Fevereiro
de 1886.
Eu, Manoel do Nascimento Pontea, cscrivo o
subscrevi.
Adelino Antonio de Luna Frt4n.
O Dr. Thoruaz Garcez Paranhos Monte-
negro, commundador da Imperial Ordem
da Rosa, juiz de direito da vara espe-
cial do comraercio desta cidade do Re-
cife, capital da provincia de Pernam-
buco, por Sua M^gestade Imperial e
Constitu :ional o Sr. D. Pedro II a queni
Deus guarde, etc.
Faco saber a is que o presente edital virem ou
delre noticia tiverem, que se acha designado o
dia 3 de abril prximo futuro, s 11 horas do dia,
na sala das audiencias, para ter lugar a reunio
dos credores da massa fallida do Antonio Fran-
cisco Corga afim de tratar-se do contracto de
unio e nomeaco de administradores na forma da
lei, visto ter sido o mesmo fallido condemnado no
grao medio do art. 263 do cod. cnm. e ter de pro-
seguir-se na parte commercial da fallencia, ci r-
toa o credores de que s ser admit ido por pro-
curador aquello que apresentar procuraco espe-
cial para o neto,-a qna! nJo poer ser confiada a
devedor do fallido e qun ser havido o credor que
nao comparecer como adherente as resolucoes que
tomara maiorta dos que eomparecerem.
E para que ebegue ao conhecimento de todos
mandei pasear este que ser arBxado no lugar
do costume e publicado pela imprensa de que ee
juntar certido aossutos.
Dado e paseado nesta cidade do Recite de Per-
nombuco, aos 3 liaa do mez de Dezembro do anno
de N.*so Senhor de 1885.
Eu, Jos Franklin de Alencar Lima, o subs-
crevi.
Thomaz Garcez Paranhos Montenegro.
O tenente coronel Francisco Goncalves
Toir-s, presidente da mesa musa elei-
com portio de ferro ao lado todo murado, e ora
arvoroe de frusto, por 30*000 mensaes, pert^n-
cente h Jos Vidal de Negreiros.
Casa no becco de S. Gonoalo n. 6, com porta e
janella de frente, 1 sala, 1 quarto e cosinha in-
terna, por 6000 mensaes, pertencente a Manoela
da Invenco de Santa Cruz.
ArmacSes
Armaco e bafeSo da phrmacia ra do Bario
da Victoria n. 51, sendo dita armaco de ama-
relio, envernizada, envidracada e com gradeamento
de ferro na frente, avaliados em 500JOOO, parten-
centes a Hermes de Souza Pceira.
Armaco de amarello, envidraeada e balco da
mesma madeira, existentes no egtabeleciruento
uua larga do Rogario n. 14, avahadog em 200*000,
ptrtencentes a Luiz Jos de Freitas.
Armaco e balco de louro pintados, 1 balanca
pequea, de concha, 1 temo de pesoe de kilos, 9
temos de medidas, tudo avallado em 80*000, exis-
tente ra larga do Rosario n. 31, pertencente a
Manoel da Paixo Ramos.
O Dr. Thomaz Garcez Paranhos Montene
gro, commendador da imperial ordem da
Rosa e juiz de direito especial do com
raercio desta cidade do Recife e seu ter
mo, capital da provincia do Pernambu
co, por S. M. imperial e constitucional o
Sr. D. Pedro II, a quem Deus guarde,
etc.
Edital xi. 8
toral da freguezia da Varzea.
Faz saber a todoi as Srs. leitores da mesma
freguezia que tfndo o Dr. juiz de direito presi-
dente da junta aparadora do 2o districto eleitoral,
designado o dia 16 de Fevereiro do corrente anno
para ter lagar a el-dco de um deputado Assem
bla Geral, em 2 escrutinio, devem os mesinos
Srs. eleitores comparecer s 9 horas da inauh.l do
referido dia no consistorio da matriz da mesma
freguezia, afim de darem <>s seus vot.s que devem
recahir nos Srs. Drs. Jos Marianno Carneiro da
Cunha e Theodoro Machado Freir Pereira di
Silva, munidos de seus competentes ttulos, eujos
votos devem'ser escriptos em papel branco ou an-
nillado com o seu competente rotulo (p ra depu-
tado Assembla Geral) fixado por toaos os la-
dos : assim como convido aoe Srs. Antonio Joa-
quim d. Gama, Lnuriano Rodrigues da Costa,
Joaquim Francisco Ribeiro e Antonio Joaqum
Cerreia de Ara-ojo, membios da mesa eleitoral ins-
talada em 14 de Jsn -jro findo, que tem de servir
na presente eleico de conformi.lade com a lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos os
interessados mandei faaer o presente edital que
ser afiixado porta da matriz d'esta freguezia,
sendo por mim assigi.ado.
Varzea, 1 de Fevereiro do 1886.
Eu, Jos Marcelino G mcalves Salgneiro, escri-
vo ie paz da mesma fregu- z a, o escrevL
'Francisco Goncalves Torres.
O Tenente coronel Francisco Goncalves
Torrea, presidente da mesa elitoral da
freguezia da Varzea.
Fas saber aos Srs. eleitores d'esta freguezia,
que tendo o Dr. juiz de direito presidente da junta
apuradora do 2 districto eleitoral designado o dia
17 do corrente mez, para ter lugar a eleicao de
um deputado Assembt# Provincial, que tem de
servir no biennio de 1886 a 1887 em 2 ercrutinio,
pelo 2" districto eleitoial devem os meamos Srs.
eleitores comparecer s 2 horas da manb, do re-
ferido dia, no consietorio da matriz da mesma
freguezia, afim de darem seos votos que devem
recahir nos Srs. Drs. Maximiano Lopes Machado e
Jos Zeferioo Ferreira Velloso, munidos de seus
competentes ttulos cojos votos devem ser escripto
em papel branco ou annillado fixado por todos os
lados com seu competente rotulo para (deputado
Assembla Provincial); assim como convido aos
Srs. Antonio Joaquim da da Gama, Laurianu Ro-
drigues da Costa, Joaquim Francisco Ribeiro e
Antonio Joaquim Correia de Araujo, membroe da
mesa instalada no da 29 de Dezembru de 1885, e
que tem de servir na presente el-ico, afim de com
parecerem no dia e hora cima indicado no consis-
torio da referida matriz.
Faco saber aos que o presente edital virem ou
delle noticia tiverem, que "por parto de Manoel
Ferreira Bartholo mo toi dirigida a petico do
tbeor seguinte:
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio do Recife. -Diz
Manoel Ferreira Bartholo, negociante matricula-
do desta praca, successor de Manoel Alves Ferrei-
ra & C, que ficaudo o finado Jos Francisco Ac.
cioli Lins a dever a este a quantia de 17:000*000
principal de tres letras j reunidas, alm dos ju-
ros, para garanta dos quaes p issr.t a eseriptara
de hvpotheca junta, sob n. 12, e como at hje os
herdeiros nao tenham pago, nesmo depois de esgo
tados o mcios conciliatorios, quer o supplicante
concilial os a juizo, afim de fallarem aos termos de
uma accao ordinaria: por Uso requer a V. S. que
te digne mandar citar para o alludido fim, e na
forma da lei aos referidos herdeiros, que sao: D.
Igoacia Francisca Accioli Lina, como meeira e tn
toura oe seu filho Ildefonso, de 7 annos de dade;
Dr. Francisco Santiago A. Lias, Jos Francisco
A. Lins, estes residentes no termo de Seiinhaem;
o major Antonio Peregrino Cavaleante d'Alou-
querque, em Palmares- capito Pedro Emiliano
da Silveira Les-a, como tutor da ore ha Mana, de
9 annos de dade, e como meeiro da herdeira j
fallecida, D. Maria da Conceicao Acciol Lessa,
sendo que actualmente ente est solt c reside no
engenho Algrete, em Agua Preta; Francisco Lins
Paes Barreto Jnior, casadd com D. Ignacia
Francisca Barretto Lius, em Ipojuca, e Dr. Anto-
nio Clementiao A. Lins, em lugar incerto e nao
sabido, docufaeiito u. 10, expediudo-se precatoiia
para onde ferem encontrados, e cartas de editos
quaoto ao ultimo, em face do document > junto, de-
vendo ter lugar a prepositura da aceito na audien-
cia era que tr aecusada a ultima citaco, de con-
formidade com o art. 71 do regulaaiento n. 737 de
25 de Novembro de 1850; declarndose as mes-
mas precatori-'S o dia, hora e lugar das audien-
cias desee juizo.
Outrosiin requer o supplicante a nomeaco de
um curador in Utem que represente os orphaos Ma-
ria e Ildefoaso. Ncstes termos pede a V. S. defe-
rimento. E. R. M.
Sellada legalmente com um* estampilha de 200
rs. inuthsada ra forma seguinte: Recife, 27 de
Novembro de 1885. Oadvogado, Frawitco Izido
ro Rodrigues da Costa.
Em cuja pesiete piafen o d pacho Jo tbeor se-
guite:
Distribuida como pede. Noueio curador lde
o Dr. H. Mil -t. R c>fe, 17 de Novemoro de 1885.
Montenegro.
E sendo dita petico distribuida ao escrivo Er-
nesto Machado Freir Pereira da Silva, este, por
forca do meu despacio, tiz passar o presen
te edital, o qual e sea theor chamo, cito e hei
por citado ao herdero ausente Dr. Antonio Oe-
mentino A. Lins, para que dentro do prazo de 30
dias comparec* ante este juizo para o fim allega-
do na petico transcripta.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o presente edital, que ser affixado
nos lagares do costume e publicado pela im-
prensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per
nambueo, aos 3,*le Dezembro de 1885.Subscrev
e assigno.Enasto Machada Freir Pereira dH
Silva.
De ordem do Sr. Dr. Administrador scientifico aos senhores contri-
buintes dos t'mpostos de industria e profisso comprehendidus as classes
ns 1,2, 6, 5,8,9, i2 e 16, d;i Tabella annexa a Lei do Orcamento vigen-
te, que se achara collectalos pela forma constantes das relacdes abako, e i
que nos termos do Art. 33 das InstrucgQes de 27 de Julbo de 1883,lhes fica
marcado o prazo de 15 dias improrogaveis, a contar da data da publicado
do presente, para apresentarem n'csta Repartido quaesquer reclama?oes oa
recurso para o Tbesouro Provincial, sob pena de nao serem mais attendidos
fra do referido prazo. 1 .* Secijo do Gonsulado Provincial de Pernam-
buco, <3 de Janeiro de 1885.
O Cbefe.
I. X.. C. de Banros Campello.
IMPOSTO DE IMHSTRh E PROFISSO
Lei n. i.s< Tabella a qne ae refere o s 35 do tn.t." da Lei a. i.Heo
Texa de res>art soi-s de coiwignariii'* e de rommissoes e eonaignaroee : '
Contribuintea
E para que chegue ao conhecimento de todos os
interessados, mandei faser o presente edital, que
ser affixado na porta da matriz docta freguezia,
sendo por mim aasignado.
Varzea, 1 de Fevereiro de 1886.
Eu, Jos Marcelino Goncalves Salgneiro, esen-
vao de paz da mesma freguezia, o escrevi.
Francisco Goncalves Torres.
Obras Publicas
De ordem do Illm. Sr. engenheiro chefe, faco
publico que, de conformidnde com a autorieaco do
Exm. Sr. conselheiro presidente da provincia, no
dia 13. ao meio dia, recebe-ee n'ee'a secretaria
propostas par a execuco de reparos urgentes na
ponte sobre o rio Una, em Palmares, oreados em
2:019*000.
0 orcamento e mais condicoes do contracto
cham se disposicao dos Srs. pretendentes para
sererr examinados.
Secretaria da ReparticSo das Obras Publicas, 5
de Fevereiro de 1886.
O seretario,
Joo Joaquim de Siqaeira Varej&o.
O Dr. Adeiins Antonio de Luna Freir,
offieial da imperial ordem da Rota ejuiz
de direito privativo de orph&ose ausentes
nesta comarc do Recife, e seu termo
em Pernambuco, por Sua Magestade Im-
perador o Sr. D. Pedio 11, a quem
Deus guarde.
Faco saber aoe que o presente edital virem ou sala, 4 quartos, eosiaba 2 qaeatosiazaeraeayfae
daUe noticie tiverem que do dia 9 do corrente mee k gua encanada, tanque e baabeiro, eotae ai
deyois da audiencia deate juizo, na respectivaeele 'temo, com 3 janeliaseer>eadaoitaoyquBtal grende
Juizo dos Feitos da Fazenda
Escrivo Torres Bandelra
No dia 26 do corrate, depois da audiencia, iro
praca, por venda oe predios abaixo declar.
por execuco da Fazenda Provincial.
Recife
Casa terrea ra de S. Jorg- n. 38, cejnerta e
janella de trente, -2 salas, 2 quartos, cfWaa in
terna, quintal e cacimba avaliada em jOO^OOO,
pertencente a irmandade de Santa Luzia do.Corpo
Santo.
f S. Jos
Casa terrea ra Imperial n. 255, com 3 portas
de frente, 3 metro e 5 ce itiraetme de vo, 9 me-
tros e 16 centmetros de fundo, 1 quarto, cosinha
interna, quintal murao, por 320*000. pertencente
a viuva de Matmas d* CoU Oliveira.
Poco
Casa terrea em Sant'Anna n. 15, com porta o
janella de frente, 4 metros e 60 ceutitnetroe de
largura, 12 mltags e 60 c-ntimetros de fundo, 2
quartos, sala de*jnnta'. cosinha interna, quintal
em hberto, avaliada em 100^000, pertencente a
Jos Mendes da Silva.
Giqui
34Casa terrea estrada do Giqui a Jaboatio
m 1 E, coai 3 metros 30 eentimerros de vo, 7
f etros e 20 oealmetros de fundo, 2 p.rtas de
reute, 2 salas, Oosinha interna, quintal em abento,
de taipa em soto foreiro avaliada em 80*000.
Casa n.. mesmo lugar n. 341 F, com porta e ja-
nella de frente, 1 janella no oit-, 2 salas, 1 quarto,
cosinha fora e quintal em aberto, avaliada em
12u000, ambas perteacentes a Jos Joaquim de
Castro e Silva.
Aiuguel
Recife '
Aiuguel meo&al do predio 4 rna de Domingos
Jos Martin n. 3*, sendo o andar terreo 12#UiO,
o 10 .ndar 200O e o 2<> 18*0 O, pertencente aoe
herdeiros de Joanna Maria da Trindade.
Ba-Vwta
Casa terrea 4 rna de Lata do Reg n. 25, com 2
janella de fr nte, 8 ditas e 2 portas no oitio, 8
Thomaz Garcez Paranhos Montenegro.
O Dr. Thomaz Garcez Paranhos Mmtenc
gro, commendador da imperial ordem da
Rosa, juiz de direito especial do commer-
cio desta cidade do Recife e seu termo,
capital da provincia de Pernambuco, por
S. M. o Imperador a quem Deus guar-
de, etc.
Faco saber aos que o presento edital vir d'elle noticia tiverem que se acha designado o dia
dezesete de Abril do anno futuro, ao meio dia, na
sala das audiencias, para ter Ingar a re uniao dos
credores da massa fallida de RabeHo t Sobrinho
] afim de tratarse da verificacio dos crditos, de
I liberar-se sobre a proposta de concordata (se fr
apresentada) ou formar-se contracto de onio, Ho-
rneando se administradores na forma da lei; fi-
cando coitos os credores de que s ser admittido
como procurador, aquelle que exhibir procuraco
especial para o acto, nao podendo ser esta confe-
rida a devedor de fallido; e ainda de que, preva-
lecer a reeolueao da maioria, que de ver repre-
sentar dous tercos do valor dos crditos, sojeitos
aos effeitos da concordata,- para assim ser va-
lida.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o presente edital que ser publica-
do pela imprensa e affixado no lugar do costume,
de que se juntar certido aos autos.
Dado e passado nesta cidade do Recite de Per
nambnco, aos 18 dias do mez de Dezembro de
1785. Eu Jos Franklin de Alenear Lima o
mi bt ere vi.
Thomaz Garcez Paranhos Montenegro.
O Dr. Thomaz Garcez Paranhos Montene-
gro, commendador da Imperial Orden da
Rosa ejuiz de direito da vara especial
do commercio, desta ,cidade do Recife, ca-
pital da provincia" ae Pernambuco, por
>ua Magestade o Imperador a qrttem Deut
guarde, etc., etc.
Favo saber aos que o presente edital virem ou
delle noticia tiverem, que se acha designado o dia
6 de Marco prximo futuro, ao ineio dia, na sala
das audiencias, para ter lugar a reunio dos ere- i
dores da massa fallida de Francisco Teixeira Bar- I
bosa, atm de tratar-se da verifica>;o dos crditos e
deliberar-se sobre a proposta de-concordata (se fr
a presentada), a formar-se o contrato de umo, no-
ando-se administradores na fono da le; fi-
cndo certos os credores que s ser admittido
por procurador, aquelle que exhibir procuraco es-
pecial para o acto, nao podendo ser estajeonferida
a devedor do fallido; e ainda de que, prevalecer
a resoluco da maioria, que dever re resentar
doas tercos do valor dos crditos sojeitos aos effei
tos da concordata para assim ser valida.
E para que chegue ao conhecimento de to-
dos, inauUei passar u presente edital que ser
publicado pela imprensa e affixado nos lagares
iio costume, de que se juntar < ertido aos au
tus.
Dado e passado nesta cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambuco, aos 5 dias do mez
de Novembro de 1885.
Vicente Machado Freir Pereira da Silva. Re-
cife, 8 de Outubro de 1885.
Eu, Jos Franklin de Alencar''Lima, escrivo, o
snbecrevo.
Thomat Garcez Paranhos Montenegro.
brante? dfc C........
Francisca de Albuquerque M. Cavalcante
Joaquim di; Silva SalgU"iral ....
Jos Daniel Pereira de Azevodo
Jovelino dos Santos e Silva ....
Joo de Meira Lins......
Joio Joaquim Alves de Albuquerque
Joaquim 1). Cmara......
Cicero Tercio Torres Tavares ....
Carvalho Souza & C......
Modesto Coelho do Reg.....
Domingos Torre s C......
Jovino Bandeira...... .
Miguel Jos Alves ... .
Jos Candido de Moraes.....
Manoel Lins Paes Barretto ....
Lopes Araujo .
Moreira & Irmos......
branles 4 C. ...
Bernardino da Silva Ramos ....
Joo Karboza Lima ...
Justo Teixeira & C.......
Joo Francisco T. Marques ....
Joo da Cunha Vasconeellos ....
Jos Dias Alves Quintal.....
Sebastin Manoel do Reg Barros .
Souza Pinheiro & C.......
Antonio do Carmo Ferreira.....
Fernando & Primo......
II rmaun Stolsemback.....
Jos Manoel Correia de Barros. ...
Joo Jos da Silva......
Baro da S ledade......
Joo Francisco Gomes de Amida
Manoel Cruz &t C. .....
Francisco Antonio de Brito 4 Filho.
Almeida Machado C.
Domingos Ferreira da Silva Maia de C.
Euzebio da Cunha Beltro.....
Fonseca Irmo & U.......
Francisco Guedes de Araujo ....
Gomes de Mattos & Irmos ....
d. Patenas & C.......
Jos Joa'juiin Moreira......
Jos de Vlacedo.......
Rodrigues de Parias & C.....
Rabello & Sobrinho......
S.'uza Moutinho o C......
Theodoro Just.......
Samuel P. Jonhnston Se. C.
Bern-t & C.
Joo Martins do Rio......
Jesuino Barroeo de Mello.....
Hermenegildo Joaquim de Oliveira Beauloim
Manoel Jos Alfonso......
Guinares & Permau......
Jos Paulo Botelho......
Jos Gomes de Oliveira Piedade
Antonio Juvvncio de Siqueira ....
Praucisco Izidoro Ribeiro de Carvalho .
oiquim Domingos da Costa ....
Antonio de Albuquerque Paes Barretto .
Costa & \'ede:ros.......
Joaquim Jos R drigues da Costa
Jos da Silva Alves......
Bernardino Gomes de Carvalho.
Ho.-tiniano C. de Moraes.....
Sebastin de Barros Barretto ....
Trajano da Costa Mello.....
Luiz de Oliveira Lima Jnior ....
Francisco G. Rodrigues Esteves
Antonio Ignacio do liego Medeiros Jnior
Pedro Ozorio de Cerqueira.....
Franeiseo Jos Jayme Galvo ....
Bezerra & Irme.......
Beato de Freitas Guimares ....
Manoel do N. Vieira da Cunha.
Viuva de Antonio Baptista Nogueira
Manoel Xavier Carneiro de Alouquerque
Fabricio Gomes de Andrade Lima .
Capitulino C. de Gusmo.....
Ladislao Gomes do Reg.....
Temporal & Filhos......
Jo > Vctor Alves Matheus & C. .
N. J. Lidaton.......
Moreira & Braga. .
Laurindo de Moraes Pinheiro ....
Nemeger Cibera 4t C......
Fernaudes da Costa & C......
tt. Drozina &C.......
Sulzer & Koecuklin......
Souza Nogueira & C-.....
W. M. Webesler.......
Alberto Vaz de Carvalho.....
Silva Guimares & C......
G. Laporte & C........
Vitello Ferreira & C......
Alves de Brito it ('.......
Orate Travasso & C......
Luiz Gonculves do Silva Pinto & C.
Jos da Silva Loyo \ Filhos ....
Cunha Irmo Se C.......
Sebastin Alfredo Alves.....
Manoel Ferreira Bartholo.....
Baro de Potrol^na......
Manoel Joaquim da Rocha.....
Leal & Irmos.......
Domingos Alves Matheus.....
Luiz Antonio Siqaeira.....
Augusto Frederieo de Oliveira & C.
Domingos Cruz 4 C.......
H. Nuesek 4 C........
Souza Basto Amorim & C.....
Baltar Irmos & C....., .
Francisco. Ribeiro Pinto Guimares.
H. Lendjrrin 4 C.......
Browns 4 C........
H. Burle 4 C.........
Pahlman se. C........
Wilson Sons 4........
W. W. RoMh'ard.........
Maia Pacheco & C.....
Matheus Austin Si C.......
Camely 4 C. ......
J. A. Tusin.........
Johnston Pater & C.......
Baltar Oliveira 4 C........
Pereira Carneiro 4 C.......
Borstelman & C........
Joo Gomes de Menezes Araujo .
Campos & C. .
Antni<> Guilhermino dos Santos .
Joaquim Antonio H. Cavalcante de Albuquerque
Correia 4 C.........
KKKOUKZIAS
RAS
Recife Bom-Jezus
Largo do C. Santo
S. Antonio Marclio Dias
Pedro Affonso
Sj Jos Coronel Suassuna
Vidal de Negreiros
Mrquez do Herval
Imperial

Antonio Pedro Affonso
Marclio Dias
Recife Largo do C. Santo
Visconde d'Itaparica
15 ,in-Jess
Madre de Deus
L. do Corpo Santo
S. Antonio Livramento
Pedro Affonso
Livramento
Pedro Affonso
Largo de Pedro II.
Penha
Duque de Caxias
Livramento
Larga do Rosario
Imperador
Largo do Carmo
Coronel -uassuna
Vidal de Negreiros
Mrquez de Olinda
Bom Jess
Vigario Tenerio
C* Pernambucana
Mrquez de Olinda
Bom Je-us
Madre de Deus
Trav. Madre de Deus
Baro do Triumpho
Amorim
Marauez de Olinda
Sao Jos
Recife
S. Antonio
Sao Jos
Boa-Vista
Recife
S. Antonio
ii
Recife
Madre de Deus
Maria e Barros
Bom Jess
Mrquez de Olinda
Corpo danto
D Bom Jess
Mrquez de Olinda
Pedro Affonso
o
Imperador
Estreita do Rogario
Imperial
Anrora
Amorim
Boin-Jesus
Visconde d'Itaparica
Corpo Santo
Vise nde d'Itaparica
Commercio
Mrquez de Olinda
Visconde d'Itaparica
Bom-Jesus
Vigario Tenorio

Commercio
Viseou le d'Itaparica
u
Bom-Jesus
Visconde d'Itaparica
Bom-Jesns
L. do Corpo Santo
Commercie
Livramento
Primeiro de Marco
L. do Corpo Santo
Amorim
Bom-Jesus
48
15
22
40
220
2
96
13
44
34
66
13
14
7
5
6
38
62
16
18
77
8
47
28
24
81
1
202
150
38
20
54
5
12
53
19
36
8
56
1 e3
45
25
13
14
5
11
56
22
17,
40
50
50
50
1
qUOTAS
2'
3
27
68
22
S. Antonio
Recife
Commercio
L. do Corpo Santo
Commercio
Imperador
a
Livramento
Corpo Santo
C> Pernambucana
Recife
Edital ii. 70
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector se faz pu-
blico que, por nao terem sido retiradas em tempo
e am. acarem currupcao, serio postas em praca no
trapiche Conceicao, s 11 horas do dia 9 do cor-
rente mea, por conta de Domingos da Silva Torres,
441 barricas, entre ellas multas quebradas, e um
caixo contendo farinha de trigo, das salvadas do
vapor aaericaoo Finance; mercadoria essa exa-
minada em 26 do mes prximo passado pelo Dr.
inspector da Saude Publica, e julgada nao preja
dicial sande publica.
3.> sesga* da Alfandega de Pernambuco, 5 de
Fevereiro de 1886.
0 chefe, Ctoer^B. de Melle.
Baro de Nazareth......
Theodoro Cbristianse. ......
Julio & Irmo .......
Ferreira Casco & Filho.....
Tavares de Mello Genro & C.....
Amorim Irmos C.......
Saundres Rrotbers 4 C......
Henry Fosters C.......
Machado Ar, i ereira......
Joo Florentino Cavalcante Jnior .
S. Antonio
Madre de Deus
Marqnea de Olinda
B
Commercio
Bom-Jezus
Mrquez de Cunda
Vigario Tenorio
Mrquez de Olinda
Commercio
T. da Madre de Deus
Bom-Jesus
T. da Madre de Deus
Bom-Jesus
Baro do Triumpho
Commercio

Mrquez de Olinda
Commercio
19
17
52
38
32
13
1
15
36
32
28
19
19
28
4
51
11
30
1
11
11
89
45
5
10
3
17
6
37
4
l-'
Recife
S. Antonio
B^a-Vista
Vigario Tenorio

Commercio
Vigari-i Tenorio
'iom-Jesus
Impera tor
Marcilio Das
Caes 22 de Novembro
Imperador
Bom-Jesus
Corpo Santo
Bjm-Jesus
Corpo Santo
Bom-Jesus
Corpo Santo
Commercio
Imperador
Sete de Setembro
18
35
48
3
B
75
40
12
19
6
1 .-.:;
34
1
4
ii
7
56
7
20
a
9-11
61
46
14
96
4e6
5-
7
10
14
40
18
5
2C M
20 .
--- a
1 a
6 *
3 *
38 i.
28
16
52
46 *
79 b
12 6
7
30
15 m
3 B
11
8
57 M
o
24A270
24S270
24*270
244270
24*270
243270
245270
24*270
24*1270
24*270
244270
36*405
36*405
36*405
36*405
36*405
oii405
36*405
36*405
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484540
484540
48*540
4845IO
484540
484540
48* W
484540
1214413
,40
434310.
m
7l'4810
724810
724810-
724810
724810
724810
724810
724810
724810
72*810.
724310
72*810
72*810
72*610
TOAOIA
72810
72*810
724810
72*810
72*810
72*810
72*810
72*810
121*413
1214413
72*810
72*8lO
7248O
72*810
72*810
72*810
72*810'
724810
72*810
72*810
72*810
97*080
97*080
97*080
97*080
97*1*0
97*080
97*080
97*080
97*080
97*080
97*080
97*080
97*080
97*080
974USO
97*'80
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97*080
974080
97*>80
97*080
974080
974080
97*080
97*080
97*080
974080
97*080
97*080
974080
974080
97*080
97*080
97*080
97*060
97*080
97*080
1214413
121*413
1214413
1214413
121*4-3
i 21*413
121*413
121*413
121*413
1. Secgao do Consolado Provincial de Pernambuco, 20 de Janeiro de 1886.
O* lanradorea.
Isidoro T.'Mattos Ferrtiro
Jos de Pinho Borges.







Diario de PernambucoSabb& do 6 de Fevcreiro de 1CS6
asme a. .=
Can! de Joro de nllaar. Tai de repartlcao .ftiOOOAooo :
Coatrl balate*
Antonio Joaquim Ribeiro .
Antonio Nones do Mello. -
Vicente F. Gomes Ribeiro.
Joao Mayer .
Antonio Pinheiro da Silva.
Jos Antonio dos Santos Cousseiro
Joao Goncalves de Souza Beiro. .
Antonio Augusto de Lemos A C.
Mattos i Campos.....
Augusto Kruss.....
O mesmo
FREGCEZIA6
S. Antonio
Boa-Vista
S. Antonio
Boa-Vista
S. Antonio
BLAS
Msrcio Das
Impera triz
Larga do Rosario
Joo do Reg
Imperatriz
Caes 22 de Novembro
Duque de Cazias
Joao do Reg
Imperador
Joao do Rt'go
Dr. Iv.i Miquilino
>
S
0. TOTAS
40 1>
53
10 2
1012
28
30-32
34
15
83
1820
;>
<;<
119*409
119*402
1794108
179*103
179*103
477#69
477*609
477*609
097*020
597*0-20
597*020
4:000*000
Claaae n. *. --Fabrica de cerveja. vinagre, vlnbon, genebra*. Ilcore) e
limonada aioisn .
Contribuate*
Eduardo de Barros t C. .
Cimento & C.....
Martins Viegas & C. .
Baptista & C.....
.Joaquim Goncalves Casco.
Joao Joaquim de Lima Bairo .
Joao do Amaral Raposo. .
J. Magalbes & C. .
Pinto &C......
Joo Al ves l)urall
Joo B. Lanat.....
Alfredo Foqueau ....
Eduardo Martins. .^ .
0 mesmo
Antonio Pinto Lapa & lrmo .
Joaquim Duarte Smoes & C. .
Lebre Freir & C.
Carlos Antonio Vanderlinden .
Pereira Pinto & C. .
Joo Mayer.....
Martins Viegas 4 C. .
Antonio Augusto de Lemos & C.
Augusto Kruss ....
FBEOCEIIAS
R-cife
S. Jos
Recife
S. Antonio
S. Jos
B-aVista
Recife
S. Antonio
Boa-Vista
Recife
S. Antonio
Vigario Tenorio
Largo d'Assembla
Madre de Deus
Guararapes
Thom de Souza
S. Joo
Vidal de egreiros
Bario do Triumpho
Marcilio Das
Largo da Praceta
Coronel Suassuna
Capibaribe
Bom-Jesus
Domingos J. Martins
Moida
Madre de Deus
Penha
Capibaribe
Moed-i
Jeo do Reg
>
1
l
QUOTAS
10
13
4
94
4
8
144
75
8
5
141
12 A
4
12
9
6
7
42
19
10-12
11
15
18-20 6
'
5<
89*896
8948(1!
89*896
89*890
89#896
89*896
134*829
134*829
134*829
134*829
179*772
1791772
179*772
179*772
179*772
179*772
209*558
269*668
269*668
869*684
449*447
4.000*000
1. Scelo do Consulado Provincial de Pernambuco, 19 de Janeiro de 1886.
Oa laacadores,
Izidoro T. de Mattos Ferreira.
Joaqnim T. de Lemos Duarte.
Jos de Pinho Borges.
^~--------------- '---------------------------------------1 Claaae n. i. lepoito de vender carvo de pedra ena trra ou aobre agua
Contribuales FREOOEZIAS BOAS . M > E 2 QCOTAS
Recife Brum Santa Rita 29 1:800*000 1:200*000

G:000*000
Claaae a. Fabrica de rap
Contribuate FBEGCBZIA BA N. 157 -c QOOTA
Menron AC........ Boa-Vista Visconde Goyanna 1:000*000
1:000*000
Claaae n. = Fabrica do Gaa
Contribuate FREGUEZIA BOA a o M > 3 QUOTA
Gazometro 2 2:000*000

2:000*000
Claaae m. 1*= Companblaa
Coa tribua te FBEOUEZIA BOA K. > QOOTA
Imperador 71 2.000*000
2.-000*000
Claaae m. .'. Caaio de veader piano*, naualeaa e laatrunai tolo mualcaea i
Contrlbulntea FBXGUEZIAS BOAS a. 13 54 13 7 55 : > B 1-o 3 4" > QUOTAS
.Bario da Victoria Imperatriz Imperador 90*908 9i '90b 181*816 272*726 363*643 1:000*000
Antonio Jos de Azevedo .... - Boa Vista

I.* SeccSo do Consulado Provincial de Pernarabuco, 20 de Janeiro de 1886.
Oa la adore.
Izidoro T. de Mattos Ferreira.
Joaquim T. de Lemos Duarte.
Jos de Pinho Borges
COHMERCIO
Bolsa commercial de Pernam
buco
Recife, 5 de fevereiro de 1886
Aa tres boraa da tarde
i
Cotacoes offidaes
Cambio sobre Londres, 90 d/v. 17 7/8 d. por!
I*0o0, do naneo.
Cambio aobre Paris, 90 d\v. 535 rs. o franco, do
banco.
P. J. Pinto,
Presidente.
Candido C. L. Alcof jrado,
Secretario.
rtfcNDIM&NTOS PLlCb
I ue fevereiro de 18o6
.^asusoaU 1 i 4
T fias de 5
HmaaUJOKiA"O. 1 4
84:616*519
19:35947B7
103:976J306
4:257*661
218*657
4:476*318
raov.- .-ia: 14 4 32:8961328

l-CIFB DBAWACFI----!>' 1 *
rfem de 5
3:489*94!
36:386*276
1:729*543
698,928

2:428*471
DESPACHOS l)EEXP()|>TACA0
Em 4 de fevereiro de 1886
Fara o exterior
No patacho ingles Francis John, carregou :
Para Liverpool, H. Lundgrin 6 C. 46 pelles de
carneiro.
No vspor francez Ville de Santoi, carre-
gou :
Para Havre, A. Labille 5,000 couro verdes
oom 105,000 kilos.
No patacho americano Ned White, carre-
gou :
Para New York, H. Porster 4 C. 800 saceos
com 60,000 kilos de assucar mascarado.
No patacho inglez Loyaslitt, carregou :
Para New-York, P. Carueiro com 45.698 kilos de assucar mascavado.
Na barca portngueza Pereira Borges, carre-
gou :
Para Lisboa, 8. Gumares & l 192 conros
salgados c-m 2,304 kilos.
Na barca portugoeza Lope/ Duarte, carre-
gou :
Para o Porto, S. Bastos Amorim & C. 400 cou
ros salgados com_4,80U kilos ; F. \. de Azev.do
50 sa tcos-con 3 750 kilos de assucar brinco o 5o
ditos com 3,750 ditos de dito mascavado.
Nabrca portugoeza Novo Silencio, cirro
gou :
a o Porto, M. J. da Canha Porto 177 saccis
com 4,436 kilos de algod".
No vapor franez Orenoqtie, carregou :
Para Montevideo, Amorim Irmos 4 C. 500
barricas com 58,260 kilos de assactr branco.
= So brigue portuguez Prazeres, carregou :
P.rs Montevideo, Amorim Irmos C. 6(0
barricas com 51,028 l/jfkiloa de atsu:. r branco.
Para o iaterior
No patacho nacional Lusitano, carregou :
Pitra o Rio Grande do Sul, F. A. de Azevedo
400 bar.icas com 31,000 kilos de assucar branco.
No patacho nacional Andaluza, carregou :
Para Pelotas, Maia 4 Rezende 2,000 pecas de
corda de embiriba.
No vapor nacional Manos, carregou :
Para o Rio de Janeiro, Bailar Irmos 4 C. 350
sarcos com 21,000 kilos de assucar. branco e 250
ditos i om 16,000 ditos de dito mascavado ; M N.
A. deAlmeida 1,800 coco* fructa.
Obras Publicas
I)r. ordein do Illui. Sr. i
publico que, de conformidad.; com a autorisaco
do Exm. Sr. conselheiro presidente da provincia
de 30 do mez findo, recebe-se nesta secretaria, no
da 13 do corrente ao meio dia, propostas para a
execufao das obras de reconstrucco das bombas de
Qui-iumdaa e de Carende, ambas na estrada Victo-
ri ; a primeira oreada rm 1:595*000 e a tegunda
em 916*600.
Us oicament 13 e mais coudicOes dos contractos
acham-se n'esta secretaria para serem examinadas
pelos Srs. pretendentos.
Secretario da Repnrticao das Obras Publicas, 5
do Fevereiro de 18S6. \
O secretario,
Jodo Joaquim de Siqueira Vartyo.
DECLMCES
anta Casa de Misericordia dr
Recife
Sa secretaria da Santa Cis* >< .Vi><. -ri^ordia do
Recife rronam-w por es n 6 trea an-
ana da Moeda a. .'), 240*001
[ ua lo Bom Jess n. 13, 1 andar o\ 0*000
i ein dem n 14, pavimento terreo e 1*
undar 600*000
dem idem n. 29, 1- andar 240*( 00
Ra dos Burgos n. 27 216*000
Ra do Vigario n. 22. 2- andar 240*000
Id.-m idem n. 22, 3 sudar 240*000
lina da Madre de Dens n. 10-A 200*000
Caes da Alfandcsra nrraazem n. 1 1:600*000
B eco do Abreu n. 2 ioja 48^000
Ra do Visconde de Itaparica n. 24,
pavimento terreo, 1* e 2o andar, por 1:600*000
Ra do Coronel Suassuna u. 94, loja 150*000
Ra da Detenco n. 3 (dentro do quadro)
mei'agua 844000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 15 de Janeiro de 1886.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza
S. R. J.
Soire bimenal em 7 de fevereiro de 86
A soire principiar s 7 horas da noite. Os
convites encontram se no poder do Sr. presidente
e os ingressjs na do Sr* thesourei o.
Deoeja-sa simplicidade as toilettes, e previne-
se que nao sao admissiveis aggregados.
Recife. 3 de fevereiro do 1886
O 1 secretario,
Joo Al farra.
Irmandadc de \ossa Senhora
da Luz
De ordem do nosso irmio juiz, convido a todos
os irmos compan cerem em nosso consistorio,
s 8 horas da manb de domingo, 7 do corrente,
para ouvirein a missa do Espirito ^antu, u s 9 ho-
ras reunirem-se em mesa geral, afim de elegerem
os funecionarios para a nova mesa regedora de
1886 a 1887.
Secretaria da irmandade de Nossa Senhora da
Luz, na igreja do Carmo, 4 de Fevereiro de 1886.
O secretario,
A. F. Mvreira.
Companhia Santa The-
reza
Dividendo
Paea-se o 14 dividendo da companhia, razio
de 6 C/0 ao anno, na ra do Imperador n. 73, 2
andar, e das 8 horas ao meio dia, a comecar no
dia 8 at o da 14, e dah em diante em qualquer
da til, dvs 8 horas s 10 da mauh. Kecife. 3
de fevereiro de 1886.
O gerente,
A. Pereira Simoes.
4 sodado Commercial Agrcola
de Pernanibuco
Tendo diversos Srs. associados requerido a di-
rectora desta Associaco urna reunio da assem-
bla geral (extraordinaria), autorisado pelo art.
18 das estatutos, de ordem do Sr. presidente con-
voco para o dia 8 de Fevereiro prximo s 11 ho
ras do dia, os Srs. associados para se reunirem
em assemlla geral afim de resolverem sobre o
objecto do reqoermento que motiva a mesma reu-
nio. Secretaria da Asscciaco Commercial Agr-
cola de Pernambuco, aos 30 de Janeiro de 1886.
I. de Barros Barreto,
Secretario.
Sociedade Allian^a
De ordem superior convido a todos os associa-
dos comparecerem a sesso que ter lagar te-
gunda-teira, 8 *o corrente, pelas 6 e 1/2 horas da
tade em sua sede ra do Imperador.
Secretaria, 4 de Fevereiro de 1886.
Moltlce,
Secretario.
Seminario de Olinda
Por ordem do Exm. Sr. governador do bispado,
faco saber aos Srs. seminaristas do corso de theo
lgico residentes na capital d'esta provincia, as
rreguezias suburbanas e onde houver transporte
por caminho de ferro, que perdero o direito de se
matricular por este annu, se at ao dia 15 do cor-
rente deixarem de recolher-se ao seminario ; e
bem assim perdero o mesmo direito os que resi-
r'irem as freguezias distantes e as outras pro-
vincias do bispado que o deixarem de faser at ao
fim do mez.
Olinda, 6 de Fevereiro de 1886.
Conego Marcolino P. do Amaral, reitor.
No vapor nacional tarinho Viteonde, car-
regou :
Para Babia, Amorim Irmos 4 ('. 86 saceos
com 6,700 kilos de assucar branco.
No vapor inglez Maranhense, carregou :
Para o Para, Amorim Irmos 4 C. 70 pipas
com 33,600 litros de agurdente ; J. Pater 4 C.
25 barris com 2,400 ditos de dito e 40 barricas
com 2,072 kilos de assucnr branco.
No hiate nacional Aurora 2, carretn :
Para Mossor, J. Paes de Olivcira 718 saceos
com fariaba de mandioca ; S. Nogaeira 4 C. 30
taceos com feijo.
Na barca? Mimosa, carrgou :
Para Maco, B. Oliveira 6c. C. 300 ssccos com
farinha de mandioca.
MOVIMENTO DO PORTO
Navio entrado no dia 5
Rio Grande do Snl25 dias, l|rar-mglez Indiana,
de 288 toneladas, capito I. L. Penniell, eqai-
pagein 9, em lastro ; ordem.
Navios sahidos no mesmo dia
Porto AlegrePatacho dinamarquez Argos, capi-
to H. Fino, carga assucar.
Maci escalasVapor nacional Mnndahu, com-
mamiaiitn Souza Lobo, cirpa varios gneros.
Guan I-gar Ijollaudez Werl.lust, capito G. G-
i'otyerry, em lastro.
MossorHiate nacional Aurora II, capito Ma-
noel Duarte da Silva, carga varios gneros.
VAPORES ESPERADOS
Delamber
Orenoque
VU de Santos
Para
Ville de Cear
Turnar
Aetor
Pernambuco
Mondego
Cear
Desterro
Espirito Sonto
Tagu*
Senegal
Baha
Im Plata
de Liverpool boje
da Europa hoje
do sul boje
do sul hoje
da Europa a 9
da Europa a 10
do Liverpool a 12
do norte a 13
do sul a 14
do sul a 16
de Hamburgo a 20
do norte a 22
da Europa a 24
do sal a 25
do sul a 26
do snl a 29
TflEATRO
SANTA ISABEL
SABBADO, 6 DE FEVEREIRO
A'S 8 HORAS DA ETOiTS
Bezone iliill car
PKOFESSOK F; LOYEK
(DI) Mil ITU\ HALL l.0.\DII.\)
PRESTIGITADOR, ESPIRITISTA E CMICO, tem a honra de annunciar
que ter o prazer de dar ;i sua
MUWILIIOSA SCEVi DE SALVO
O professor Lover tem ti.lo a honra de apparecer perante as notabilidades d3
Inglaterra o agora mosino aoh;v-se de volta de Urna viagen da Afriea, do Sul, mde
obtevo um succeaso aiiuiravel, cornparec;u io diante dos Srs. Bartho Frre, Sir H>:r-
cul"8 Robinson, Sir Charles Warren e dos principis offioiaes do governo > te, etc.
LEUGERDEMAIX EXTRAORDINARIO
MASKO AND FACES
LIVING MARIONETTES
DANQAS e CANqES IRNANDEZAS
DeSDPX^XTXSONrO
Dcixa de haver BONDS espeeiaes depois do espectculo como acha-se no pro-
grainina visto acabar elle em tempD para os bonds do borario.
Theatro de Variedades
Companhia Haitiana de navega-
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Babia
Marinho Visconde
Commandante J. J. Coelho
Segu impreterivel-
mente para oa portes
cima no dia 7 do cor-
rente, s 2 horas da
tarde. Recebe carga
'at ao meio dia do dia
de sabbado 6.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a fret 'i-actase na agencia
7liua do Vigario 7
Domingos Ahfts Matheos
CHARfiTRS "REUNS
Companhia Franceza de avega-
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos
stemer VilJ e de Cear
E' esperado da Euro-
pa at > dia 9 de Fe -
vereiro, seguindo de-
pois da iudispeusavel
demora para a Ba-
jllsia. Bi: .'riiciro < S atoa.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p 'los
vapores desta linha, apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga >i.i alvareng !-
qest reclamacilo concernente a volumes, qw por
ventura tenhain seguido paraospertofl do sul,afim
de se poderem dar a teinpo a providencias neces-
sarias.
Expirado o referido prase a companhia nio se
responsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas c passageims, para
os qnaes tem excedentes accomodacoes.
^ti m& zg> ^^ w& i
C0HPA\HIALVRIG0C0NI(:0DR\)I4TICA
DIRIGIDA PELO ARTISTA
XSQJXZ XVXXX,OD(NrDe
AI10I!afclMB, 6 flBFBmo flB 1886AMAHHK!
PELA SEGUNDA VEZ N'ESTA EPOCHA
Subir scena a OPERA CMICA em 3 arlo*, miisica do
maestro oniHBU :
ii yji i
Helena, rainlia de Sparta
Paride filho do rei Priano
Orate, filho do rei Agamenn
Euclides, dama de oouipanliia
de Helena
Lena
Partenope
Agamenn Rei dos R is
PERS0NA6ENS
Sprioger | Menelo,
]$ellegrandi Calcante
Du-and Jova
Achiil-,
rei de Sparta
, grande augure de
rei de Tiotida
Milone
Ajan, 1." re de Salaroine
A achilo passu
estaco de banhos.
A
Fiorav;inzo
< 'ympia I Ajacc, 2." rei dos Lorieno*
Da Silva Filomeno, criado do Cal-ante
Tirelli Euclitide, fVrreiro
Guardas, *f?ravo, pnvo, pngens.
en Sparta t.o 1." e 2." avto e no .'}. eiu Nauplia durante a
R^possi
omoletti
Orlandioi
Fritz.
Tirelli
Mulita
Espera-se dos portoe
do sul at o dia 6 de
Fevereiro, seguindo
depois da indispensa-
vel daera para o Ha-
vre
Os vapores desta companhia entram no porto
ancorando em frente ao caes da praca do Commer-
cio q sendo muito incommodo o embarque dos pas-
9ageiros no fundeadouro das paquetes transatln-
ticos, no Lamarao e demais devendo todos aportar
ao Havre, que o porto mais visinho de Paris,
fra de duvida que ha grande vantagem para quem
quizer ir Europa em aproveitar-se dos ditos va-
pores tanto mais quanto, alm de serem os precos
das passagens mais mdicos, as despezas do embar-
que aqui e as de transporto do Havre a Paris, sao
muito menores do que as que demandam as viagens
nos paquetes das outras linhas.
Conduzem medico a bordo, sao de marcha rapid-
p offerecem excellentes commodos e ptimo passaa
dio.
As pastagens podero ser tomadas uc uiteuiau.
Recebe encemmendas e passageiros para as
quaes tem excedentes accominoila^ocs.
Augusto F. de OiiveiraH.
AGENTEN
42 RIJA DO COMMEROIO -42
laoi a csan
t
un i bb rigor
V\*Y* *Y? ri'liH JL* vi JL_J liondN tluw lilil Fernandes \ i.-na e trocado.
Oa bonds no largo dd> ;Jacio. O Don la Hnsalena n havora quan-
do o esperlarnlo aciar lepoiw do llorarlo do iiiii.ua bunil dn cumpa
bla. que paaaa na na ><>: h lie 43 minulo*.
l\o se transiere o espectculo anda mesmo que chova
VUELCOS BO COSTLllE
PRINCIPIARA' S 8 1/2 HORAS.
Recife Dniinage
A companhia faz publico, para conhecimentn
dos interessados, que collocoi no inoz djjaaeiio
prximo findo, os apparelhos a'i liso de iara ioi: i
Freguezia da 1. ..- i
Ra do Mrquez de Olinda u. 11, appnreiuo u.
8,008, primeiro andar. !
Roa do Torres n. 14, apparelho n 8,009, luja, i
Freguezia de S. los
Ra de S. Joo n. 17, apparelho n. 5,649. OM ,
terrea.
Recife, 4 de fevereiro de lSS.
O gerente, i
J. Dowdey Jnior.
Melpomene Olhidemse
De ordem do Exm. Sr. pn -dente, convido a
todos os senhores socios para se reunirem na sede ,
social domingo 7 do cirrente, As 11 horas da ma-
nh:'i, para em sessSo de assemb'a geral delibe- '
rar-se sobre diversos assumptos. ,
Secretaria da Melpomene Olindenat1, em 5 de
fevereiro de 1886.-0 secretario,
Juvino Epiphani i da Cunha.
Goiopanhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelelda em 1855
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
Al 3 1 de dezembro de I8S4
Haritimos..... 1,110:0008000
Terrestres,. o!6:000$000
44-Ra do (ommerelo-
I^OMPANHIA
(mperial
REGIROS contra FO0
EST: 1803
Edificios e mercadoriai
Taxas baixas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
tls. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS & C.
N. Ra do Commercio N. 5
London and Brasilian Bank
Limited
Ra do Commercb n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
xas em Lisboa, ra dos Capellistus n 75 N-
Porto, ra dos Inglezeo.
SEGUROS
martimos contra fog I ii d e rn n i sa dora
Companhia Phenli Per-
nambucana
Ra do Commercio n. 38
$B8R0$
CONTRA FOGO
The Liverpool & London & Glob
insirrame compam
H.
Esta companhia est pagando a quarta distri-
buido da liqudaoSo do 3 deceanio, na razio de
3*000 por acco. Recife, 3 de fevereiro de 86.
MARTIMOS
C'CVril.m FOGO
Kortb Brilish & Mercantile
CAPITAL
t:000.000 de libras sterlinaa
AGENTES
Vdinson Howie & C.
RA DO COMMERCIO N.
(OHIMMllt I'L-R\iHH(CA\A
DE
Vavega^o costeira por vapor
Fernando de Noronha
0 vapor S. Francisco
Segu no dia 6 do
corrente, pelas 11 ho-
ras da manhit.
Recebe carga at o
ia 5, e passagens at
's 11 horas do dia di
sabida.
ESCRIPTORIO
Cae da Companhia Pernamb'ieana n. 12
Porto e Lisboa
Segu com brevidade para os portos cima o
brigue por uguez Tito ; psra o resto da carga e
passageiros, trata-se com o* consignatarios Jos
da Silva L070 & Filho.
Companhia Bra. ilelra de Xan-
Sicis.-t a Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Para
Commandante o Io tenente Carlos An-
tonio Gomes
E' esperado dos portos do su i
at o dia 6 de Fevereiro, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portos
do norte at Manos.
Para carga, passagens, encomraend valores
tracta-sena agencia
46Ra do Commercio46
N. 46 RA DO COMMERCIO X4
COHP.n'HI.I pebs.ihbTix
DE
.\avegaeo Costelra por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty e Cear
0 vapor Ipojuca
Segu no dia 6 de
Fevereiro, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o da 5.
Encommendas passagens e dinfaeiros a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
raen da Companhia Pertambn
eana n. IS
Roya Mail Sleam Packel
Company
Reducgo de passagens
Bilhetes especiaos of-
ferecendo facilidades
aos senhores viajantes
para visitar a expsi-
to colonial era Lon-
dres, de 1886.
Ida e volta de Per-
nambuco a Southamp-
ton, primeira classe,
com o prazo de 6 me-
zes libras sterlinas 36,
15, 0.
Bareaca
Vende-so urna barraca ; a tratar na ra Duque
de Cazias u. 63.
Bareaca
Vende-se urna bareaca de 300 ssccos ; a tratar
na ra Direita n. 82, loja.
Para
Brigue D. Francisca
E' esperado oestes dias, engaja carga frete
mdico, para sahir com toda a brevidade: 4 tratar
na ra do Mrquez de Olinda n. 6.
iiEtm
L
\
V

'


ffi
Diario de PeraambocoSabbado 6 de Fevereiro de 1886
______________________________________________________________________________________________.-----------------------------
o
LEILES
Leilo
De oni.i armacao nova de amarello, forrada e en -
vidracada, 21usrn-s panga*, 1 registro, 1 pren-
pa para copiar, 25 machinas novas do costur:.s
par lfaiate, de Singer e novo Progresso, tan-
to para p e mo, 3 pecas de oleados para mesa,
diversas miudezas, perfumaras e outros arti-
gos.
11 o je. G do correte
A's 11 horas
Na loja sita a praya da Independencia ns.
24 e 26.
O agente Gutmao far leilao da armaco e as
mercadorias cima mencionadas por couta e risco
de quem pertenecr.
eonservai. i acbarem livrea e desemba-
razada us :
Casa a ra de Lomas Valentinas n. 7,
com duas salas, tres quartos, coainha, quintal
com portiu e cacimba, rendendo 240JU00 an-
nuaes.
Casa terrea sita ra de Santa Therea o. 27,
com duas salai, dous quartos, cosinha, quintal
com porro e cosinba, rendendo 2224000 an-
nuaes.
Caaa terrea sita ra de Antonio Henriques n.
12, com duas grandes salas, dous quartos, co
siuha, grande quintal com cacimba e porto.
Tres casas terreas, completaaene novas, sita?
ra da Baixa Verde, na Grabas, de ns. 1 B, 1
C e 3, em terrenos proprios, rendendo cada urna
192^000 annuaes.
E urna dita sita ra do Nogueira n. 9, com duas
salas, lous quartos, aosinha e grande quintal
com c&cimba, rendendo 2704 annur.c;.
BANHOS M MR
Leilo
Bom Je-
solo pro-
Da casa terrea ra do Senhor
sus das Creoulaa n. 30, em
prio.
Sabbado, < do correte
A'S 11 HORAS
.Va ra do Imperador n. 22
O prepo-sto Stcppl li'galmente autorisado le-
var a leilao a casa terrea n. 30 ra do Senhor
Boin Jesus das CreouUs, om solo proprio. Os
pretendentes desde j poderao examinar a dita
casa, e para qualquer mformacao o mesmo agen-
te dar.
AVISOS DIVERSOS
Na ra -strelta do Rosario n. 10, tem para
veader mobilia de Jacaranda e de po-canga, por
precos con modos, assim como diversas pecas
avulsas.
i'illlll
De orna cata terrea n. 65 ra do Am-
paro cin Oiinda
Sabbado 8 do correte
As 11 horas
No armazem da rwi do Imperador N. 22
O preposto Stepplc levar a leila per mandado
e assistencia do film. 8 Exat. Sr. Dr.juiz especial
do commercio, d > Dr. corad >r Isel da inassa fal
lida de Antonio r"r nciaea Corga.
Os Srs. pretenden! j poderao ir exa-
minar a r. ftida casa.
ara
ic-
Leilo
Preeisa-se de urna ama para cosinhar, ps
casa de pouca jamilia ; na rna do BarSo da V
torta n. 57.
Aluga-se urna casa com sota, na Cruz das
Almas, frente dt sitio do fallecido Tasso, par-
familia pequea ; a tratar na ra Primciro de
Vlarco n. 2'. loja dejoins.
Precisa-se de duas mulheres de idade, que
fenhom hrnn enmportamento, para fazerem com-
panhia a duas euhoras casadas, dando se tude
que pre.isarem ; a tratar na ra dos Quarteis nu-
mero 6.
Aluga->e o 2- andar da eaa* n. 1 do pateo
do Terco, o 3- da de n. 3 ra da Penha, o 1-
da de n. 19 metsina rna, o l- da de u. 18 ra
Dirufa, o 1 da de n. 66 me.oa ma, o 1 da
de n 35 travessa de S. Jos, o 1' da de n. 34
ra estreita do Rosario ; as terreas de ns. 41
ra do R-ingsl, 26 ra Duque de Caxias. 1 do
p>;teo do Terco, 27 ra de Ln.-m-s Valentinas,
h ra di Arag5o, e a c-isa de n 3 h ra da
V'iraco ; a tratar na ra do Hospicio n. 3.
Sopes res costiime
zenda e muito bem prepaf
mar.
Para senhoras. .
Para homens. .
Para crianzas. .
Recebemos ultima mesuc
timento de diversos tecidos n
ex* 'ente fe-
iumo
81000
5J000
aiii grande sor
tos para ves'i-
apropiados para a pre
lB O
dos e inteirainente
sent estadio.
LOU
FANCISCO GUKGEL I AMA
i Maree i
7ES
11
&n.
EQUHA DA RA DUQUE DE
N. telephoieo l>8
O
u
CAXIAS
De um sobrado de 1 andar e tres casas
terrena
Sabbado, do correte
No armazem da ra do Imperador n. 22
A'S 11 HORAS
O preposto Stepplc legaltsente autorisado Jvara
a leilo o seguinte :
Um sobrado de 1 andar ra Hora de Santa
Rita n. 56.
Urna ssm larrea, lew n 58.
Urna ditu, Upui u. 60.
Urna diia, ra dos Patos n. .'i.
Todaa em b>m catado de e n-rrvsco e em tor
reno proprio menos a de o. 60, cujas casas silo de-
fronte da fWbrica de sabun, temiendo a l. 34500,
a 2. 22*000, a 3." 15000, a 4 12*000. Os pre-
tendentes desde j podem examinar os predios, e
qnalqner inLrmaco o mesmo agente dar.
Leilo
Da 41 saccas com arroz avariado c des-
carregados de bordo do Da vio Ingly
Paggi.
Sabbado do earreote
AO MEJP DA
POR INTERVENQAO DO AGENTE
AlMn GM)S
Em frente ao armazem do Sr. Annes
Aluga-se a casa com sota, toda calada e
pintada de novo, sita, ra da Fundicao n. 8, em
Santo Amaro ; a tratar na ra do Mrquez ce
Oiinda u. 8, lithograpbia.
Aluga-se o armazem da ra do Mrquez de
Oiinda n. 18 ; a tratar com Pare nte Vianna &
Companhia *
Aluga-se casas a 800H, no becco dos Coe
Ihos, junto de S. (ioncalo : a tratar na ra da Im
penarla n. 56.
= Os hachareis Antonio Justino de Souza e
Pedro AfFcnso de Mello mudaram o sen escripto-
rio para a ra Duque de Caxias n. 54, 1 andar
onde continan) a exercer a sua profissao de ad-
vogados.
En, absixo assignado declaro que vend a minha
taverna sita ra Imperial n. 151, ao Sr. Jo3o
Bento Rodrigues, livre e desembarazada at 31 de
Janeiro.
Joaquim Franciico Querido.
Precisa se de um socio com pjqueiio capital,
para r.m cstsbelecimento d inolliadis ; tambem
se faz negocio com a arinaco e ma>8 pertencas, a
qual eatA prompta para receber mercadoria ; a
tratar na ra do Cabug n. 1-C.
= Aluxa-se ou veude-se um pequeo sitio no
Eucanameato : a tratar em Tigipi n. 70, defron-
te do quartrl.
Em Goyanna
!\'a easa rna do Patfre Rei-
naldo n. ii
Segundafeira 8 do crvente
Dos predios pertencentes a massa fallida de
Antonio Francisco Corga
Ao meio dia
O preposto Stepple levar a leilo por mandado
do Sr. Dr.juiz de direito especial >- commercio
com assistedcia do Dr. curador fiscal da mesma
massa as seguintes casas :
Urna caaa terrea n. 11 ra do Padre Reinaldo
tendo a mesma urna arinac-io e mai< utencilios
para^taverna.
Urna dita ra do Rio, sem nnmero.
Urna dita A ra do Imperador n. 31.
Em Mamanguapa
Urna dita ra de S. Pedro n. 1.
Urna dita ra da Ponte n. 16.
Urna dita roa da Pedra.
lima dita ra do Rosario n. 3, com utencilios
na mesma casa.
Urna dita dita.
Urna dita dita n. 5.
Urna dita dita n. 7.
Urna dita dita n. 9.
Um engenho denominado Barra Leite Meirini.
Urna propriodade denominada Pregnica.
Os Srs. pretendentes desde j podem examinar
as ditas casas e para qu*lquer informacao o mes
ino dar em Goyanna.
LEILT
en citiMatfo
De mesas com tampo de pedra, redonda e quadra-
dae, mobilias, piano, camas, marquezoes, jarros,
quadros, louca, cerca de 20 caixes com cerraja
allemS, 20 ditas com pi-nenta em conserva, 15
ditas com ostras, 2 ditas com abyssintho, 10 di-
tas com licor, 15 di as com alagostinho e mui-
tos outros gneros que serao vendidos
Ao correr do martello
Segunda feira H do correte
A'S 11 HORAS
No Hotel Universo sito rna do Com-
mercio n. 2
POR INTERVENCAO DO AGENTE
= Precisa-se de um cosinheiro ; na ra do
Mirqucz de Oiinda n. 40.
Quem precisar do um criado copeiro muito
bom e riel, e que tambem trabalba em sitio, diri
ja se o Camioho-rsovo n. 128.
Vende-se a mel or taverna da estrada nova
de Afua-Fria, cora poucos fundos, propria para
principiante, e tem commodos para familia ; a
tratar na mesma n. 7.
Aluga so a casa terrea ja ra do Nogueira
n. 43, com 3 quartos e quintal grande ; a tratar
com o Pinheiro, rna Di'que de Caxias n. 66,
loja de miudezas.
ui Alosa s/o 2 andar d > oredio ra do Bom
Jess n. l"i, freguezia do Resife, limpa e forrada
a pirpel ; 1 tratar com o Pinheiro, na Duque
de Caxias n. 66, loja de mindezas. ______
Precisa-se urna ama pa.-a cosinhar, ra do
Visconde de Inbama n. G7.
O abaixo assignado declara a quem nteres-
sar pea que, deeta data em diante, nao sa res-
ponsabiiisa por debito algum, contrahido em seu
nome por quem qaer que seja,
Recife, 1 de Fevereiro de 1886.
Jos Monteiro Torres da Costa.
O Sr. Joao Joa da Silva Pereira deixou
de ser caixeiro dos abaixo assignado., com refina-
co ra do Visconde de Inbama n. 43, desde o
dia 31 de Janeiro dj corrente.
Francisco J. Leite & C.
Aula mixta particular de iustrucclo prima-
ria, Deodata Aaalia Ferreira da Silva, ra Vi
dal de Negreiros n. 21.
Alu^a se urna ama para cosinhar. comprar e
passar alguma roup* a ferro ; na ra do Livra
ment n. 24, Io andar. __________
= Ao Iirtn. Sr. Dr. Antonio Filemon Gongal-
ves Torrea comprimenta a Livrana Parisiense.
Alnga-se a casa terra n. 8 ra de Ra
chuelle, com 2 salas, 2 quartos, eosinha tra,'
quintal e cacimba meieira ; a tratar na ra da
Madre de Deus n. 34. ________________ __
Declarado
Ficain transferidas para correr com a ultima
lotera de fevereiro as aeces entre amigos que
corriam om a primeira lotera do mesmo mez, a
qual comprebende os objectos sejuiat' : urna
machina de coatura, nm relogio, um annel e tres
quartos das de cem.
Agua de Vidago
Em quartos c m"ias garrafas ; vendem Faria
Sobrinho 4 C, ra do Mrquez de Oiinda n.
41, depositarios.
Ama
P e?isa-sc de urna ama para c siuhar ;
do Visconda de Goyanna n. 141.
Gusmo
n
le ao
de movis, lwa, vidros, cspelhos e qua
d ros
Terca-feira. 9 do correte
Agente Pinto
O diario d'amanha dar os pormenores e a ca-
sa em que deve ter lugar dito leilao.___________
Importante leilo
de boas ca^as terreas
Terca feir 9 do correte
A's 11 horas em ponto
No armazom da ra do Vigario Tenorio
n. 12
O agente Pestaa, competentemente autorisa-
do, levar a leilao, por cunta e risco de quem per-
tencer, as boas casas terreas abaixo mencionadas,
as qnaes se recommeudam pelo sen bom estado de
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite ; no Cal-
driraro (arrabalde), terceiro sitio depois da es-
tacio.
Aplicesprovinciaesde70|0
descont ; u) caes de
Compra-s com peque-no
Capibaribc u. 34.
Superior yrio F gueira
Vende ti: em decimos e quinos
Commercio n. 15.
na ra do
Aos doenles dos olhos
Cura certa em 48 horas das inflanmc"''* recen-
tal dos olhos, pdo colyrio prepaiado jiur Jos
Pedro Rodrigues da Silva.
Kmprega-se tiste poder m empre com
tn-aniles vai PM :
Ophtalmias agudas, purulentas c ehronicas,
conjunctivites, ate, etc.
Deposito geral oa drogara de Faria Sobrinho
Ok. C, ra di. Mnrqu>-z de Olina n. 41. Para i-i-
formace dirigirse IrTTtri Industrial, ru>.
do BarS-j da Victoria n. 7, ou residencia d i
n. 4._________^^^^^^
Ao commercio
Barbosa & Santos, estabelecidos 4 ra Duque
d Caxias n. 103, participara que desde o ultimo
de dezembro do snno prximo passado o Sr. Joo
Ferreira dos Santos deixou de pertencer supra-
d ta firma social, retirando-se pago e satisfcito de
en capital e lncroi. Recife, 4 de fevereiro de
1896.
N. 44Ru i do Brum-N. 44
JUNTO A B^ fAPAO D(S B0NDS
To.ni para vender, por pro, modi(M)s, as seguintes l'erragens :
Taclias tur/liilas, batidas e caldeadas.
CrivayoVt de dnrorsoa tamanhos.
Rodas de espora, idein, ideii.
Ditas angalares, idem, idem.
Varandas de Ierro batido.
Ditas de dito t'nuJido, dft lindo.: utodeloa
Portas de fbrnalba.
Bancos de ferro com serra circular.
Grad';anie!itc> para jardim.
Vapores de for^a de 3, 4, 5, 6 e 8 cavalios.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se deconcertos, o assentamento de michiuis::iu e ejnehtam jiiaiuu-
rabalho com purfeiga < presteza
Os Crerebrtta Schnapp Aromtico* de Bchledam de TTdolpho Wolfe Klo fabrleados ato t^
de Ovad da prlmeirm quaJldmde, cuidadosamente escomida dos roelhores productos do distncto
mais afamados pela qualidade do pi, como tamban do fruelo do fragrant Enebro, e sao purificados por pro
cesto especial que expurga do espirito todas as partculas acres.
Como meio de evitar e corrigir os efleitos desagradareis e muitas vezes Dengosos produzidos no estomago a
nos intestinos por aguas estranhas, o que acontece aos viajantes e as pessoas nao acclimatadas, e
OS "SCHNAPPS'l-AROMTICOS.DE SCHIEDAM
cham-se absolutamente INFAXL1TEI8 e nos casos de HTDROPSIA, PEDRA, OBSTRTTC.
fjXO nos BIN8, MOLESTIA da BEXIGA, ESTBICTCKA, DYSPEPSIA e DEBIXI.
DADE GERAL sao recommendados com instancia pelos membros mais distinctos da profissao medical.
Sao preparados em garrafas de meio e de quarto, encaixotadas com o nome do abaixo assignado em cada
garrafa e com a marca da fabrica e urna fmc-almile da sua asignatura no etiqueta ou rotulo.
Vendern-se em todas su Pharmtcim LoJsm do Csunpo. Tem sido sugeitos analyse dos
chnicos os mais afamados e por ellesforam declarados ser o mais puro espirito jamis fabricado.
Tendo assim veraneado sua pureza e suas propriedades enviou-se amostras a dez mil mdicos, incluindo
todos os mais celebres clnicos dos Estados Unidos 4 fim de que elles a experimentassem.
Urna circular pecando urna rigorosa prora e urna infonnacao exacta do resultado, accompannavn cad?
amostra. Quatro mil dos^ clnicos mais eminentes dos Estados Unidos promptamente responderam. Sua
opinio do artigo era unnimemente favoraveL Talpreparaco, dtxiam elles, h muito que se faria absoluta-
mente necessana porque nemhuma confianca se poda depositar nos productos communs do commercio, todon
mais ou menos adulterados e or tanto inuteis para os propsitos mdicos. A cxcellenca peculiar e forca do
oleo do Enebro que um dos ingredientes principas* destes u Schnappr, "juntamente com o p*-ro alcohol
do-lhc na opinio dos mdicos notarcl superioridade sobre todos os estimulantes como diurtico, tnico
e restorarivo.
Esta Bebida Medicinal fabricada pelos proprietarios em seu engenho de disTlaco em Schedam, H el lauda,
exprejsamente para os usos medcinacs. 0
DD0LPH0 WOLTE'S SOR & CO., 9 BEAVER STREET,
HE W-Y0EK, 7^ A.
\Sl!))1l!RI
Aos 4:0008000
\
B
Ba do Karo da Victoria n. *>
e casas do costnme
O abaixo assignado acaba de vender
eai aeus felizea bilhetes quatro quartos de
n. 1304 com a surto 1:000,5000 e diversos
premios de 325000, 160000 e 8(5000.
O mesmo abaixo -ssignado convida os
possuidores virera receber na conformi-
lvie do costume, sem descont algum.
Acham-se venda os felizes bilhete
garantidos da 247. parte das loteras
leaeficio da Santa Casa do Misericordia
do Recife (361) qu s" extra'oir terca-
feira, 9 do corrente.
Precos
nteiro 40000
Meio 2,5000
Quarto 10000
Ga porco de 100*000 par
cima
nteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0875
JoSa Joaquim da Costa L'-He.
Compra-sc
trea grammaticaa francezaa de Halbont, comple-
tas o en bom es'ado ; na na da DtetKjao n. lt,
onfronte ao oitilo da oadeia.
Joaquim Carneiro Leo convida a seuj paren-
tea e amigos para assistirem aa cissas que manda
resarno dia 10, ^-> 7 hora da manha. na igreja
da Pmilia e na oap'lu do seu engenho Pao aaa-
11, .1, ;,nii< -ni) d) fallecimi'iit desea
pai i B r. : iz, pelo que se canfesaa desde
Antonio do* Sanio Coinibra
AfFonso Motira Terpiral convida aos parentea
tirein a urna missa qo rr.:
resal- na m .':i/. RM di I"
seu uu
bra, As 7 h^raa da manha do iih 8 do
Guilherme lowlty
Hara de Miranda Dowsley e s>'C8 filhos agr-;
decem todos os par.'iitea e amigos que se digna-
rain acompanhar os reatos mortaea de seu aempre
iresado esposo (iuilherme Dowaley, e de novo os
convidam par assistirem as iniaaas do stimo dia
do sOu tallecimento. que mandan reaar na matrii
da Boa Vista, as 8 horas d manbi do dia 9.
Pitillas purgativas e depurativas
de Campan))
Estas pilulas, cuja preparacSo pnramente ve-
g-'tal, tem sido por mais de 20 annos aproveitadas
com os melhonn resultados as seguintes moles-
tia- : affi*ce3ea da pelle e do figado, syphilis,
bonboe, escrfulas, chagas inveteradas, erysipe-
lis e gouorrhas
MODO DE USAL AS
Como purgativas: tome-se de 3 6 por dia,
bebendo-se aps de cada dze um pouco d'agua
adocada, cha ou caldo.
Como reguladoras : tome-se ama plala ao
jantar. .
Estas pilulas de invenco dos pharmaceuticos
Almeida Andrade & Filhos teem o veridictum dos
senhorea mdicos prra sua melbor garanta, tor-
nando-se mais recommendaveis, por serem um se-
guro purgativo e de pouca dieta, pelo que podem
ser usadas em viagem. Acham-se venda na
drogara de Faria Sobrinho 4 C, ra do Mrquez
de Ulir.da n 41.
(AMIMIOS D FERii
P0RTATBIS
DE
verhearen & de Jaeer
S K BRIXELLi
(lonstruotori's do melhor material para
;aminbo8 de ferro 'industriase. Fornecedo-
res dos Arsenaes e caminhos de ferro do
estado belga, do Governo colonial das In-
iias Neerlandesas, etc oto-, etc., etc.
Vas frreas portatels desmon-
taveis fixas, trilhos rio ferro e de ayo, por
precos inferiores aa de qualquer outro sys-
teina, sendo nuda duraveis e miis prati-
'08.
Pequeas locomotivas wago-
aot?s especiaos prra fabricas, exploracSes
igricolas, aterros, minas e engenhos de
dssucar.
Estabclccidas no centro de um paiz que
produz ferro e ayo n9 mais econmicas
Iconiiyoes, as officinas de Verharren & de
iig-:r, alm da sua situacSo em urna loc-
is onde a mo do obra barata, go-
s.';i da vantagnm de ter urna organisacSo
*eria e especial para a construeyao de ca-
mihos de ferro ao alcance do todos. Oe
s as preyos desafimu a qualquer concur-
rencia.
rara iuformayoes cirem-js'.ariciadas diri-
jain-se a
Theo. Just
2 LARGO DO CORPO SANTO 2.
Ramettem se catlogos Ilustrados qnem
pedir.
NA EXPOSICAO UNIVERSA
VINH0
CATILL0N
do OLTCERINA e QUINA
0 mai? poderoso tnico reeonstituinlo proscripto
nos casos de Dores d' estomago, Langor, Anemia
Diabetis, Consumpcao. Febres.
Convalescenca, Ziczultaos dos partos, et -.
O mesmo rlnho com ferro. VINHC FERMISINOSO 0E
CTiLLOK regenerador por excellencia do sangae pobre
S e descorado. Este vinho tas tolerar o ferro por todos
os estomago e uio oecasiooa prisio de cntre,
fSSIS, 21, rus Sa,ntVlncwit dt-Ptul. Isa flsn
rraoooM.daSilvao CA*QMprtiwptsi Phsnnadse.
NICO VINO QUINADO CUE OBTEVE ESTA
TINTURARA
OTTO SCHNEIDER
SCCESS0R
i! Ra de Mlhias de Albuquerque 25
(ARTIGARLA DAS FLORES)
, Tinge e limpa com a maior perfeiyao toda a qualidade de estofo, e firrminr
em peyas ou em obras, chapeos de feltro ou de palha, tira o mofo das fazendas t*Me o
trabalho reito por meio de machinisrao aperfeiyoado, at hoje conhecido.
Tintura preta as teryas e sextas-feiras.
Tinta de cores e lavagem todos os das.

^
^efisraw aj^.
ALBEKTO HENSCHEL & C.
52--RU4 DO B4R40 HA VICTORIA-32
O abaixo assignado tem a honra de participar ao respeitavel publico d'esta
capital e do interior, que reaasumio a gerencia d'este grande e bem conceituado sw
bel:ciTiento, onde j por longos anuos tem oceupado o mesmo lugar.
As Exmas. familias e pessoas que desejarem honral o com suas encommendaa,
eucontrarSo all os mais modernos e aperfei ;oados trabalhos concerneates a aru
photograpbica e modicidado nos preyoa.
C. Barza,
Gerente.

C 3* IW W TT JK
JOSEPH KRAUSE a c.
Aeabam de augmentar o sen j bem conhecido
importante estabelecimento rna Io
de marfo n. 6 com mais
nm saldo no 1 andar lnxnosamente pepar-
rado e prvido de urna exposi-
^#tkis deprata do Porte e dednflK
dos mais afamados fabrieiies do
mundo nteiro.
Convida, pois, as Exmas. familias, seus nume-
rosos amigos e freguezes a visitaren.
o seu estabelecimento, afim de
apreciarem a grandeza e bom gosto com qne
nao obstante a grande
despeza, o adornaram, em honra
desta provincia.
AGHHE ABERTO DAS 1 A'S 8 DA HOITE
CON WrMTB
4,
w

7
6
Grande e bem montada oflicina de aifaiate
DE
PEDROZA&C.
variado sor-
, gravatas,
o para bem
estabelecimento
N. 41Ra do Barao da VictoriaN 14
Neste bem conhecido estabelecimento, se encontrar um lido e
timento de pannos, casemiran, brins, camisas, pannos, coUaftnhos, me.a
tudo importado das melhores fabricas de Paris, Loadres e Allemanha ;
ervirem aos seus amigos e fraguases, os proprietarios deste grande t
tem na direccSo dos trabalhos da oficina habis artistas, e que no curto espayo de 24
horas, preparara um temo de roupa de qualquer fazenda.
Ra do Baro da Victoria n. 41
(PREQOS SEM COMPETENCIA)
Os proprietarios do muito
i
conhecido
estabelecimento denominado
MUSEU DE JOIVS
do Cabue n 4, communicsm ao respeita-el PUBLICO que eceberam um
.ortimento de oias das mais modernas e des mais apurado;, gostos, como tam-
bera reESo? de todas as qualidades. Avisara tambem que continuara a receber por
todos os vapores viudos da Europa, objectos novos e vendem por muito menos que em
OTtra,"",oetp,rtt,MIGLWOLPF&C.
sito a ra
N. 4RA DO
Comprase ouro e prata velba.
CABUGA-----N.
ma


6
Diario de PcniamtmnSabbado 6 de Fevereiro de 186
Aluga-se baralo
1 1.- I- andar travessa do Campello n. 1
O trma>em da roa do Bom Jess 47.
) 1> andar da traseaaa *? C** n> 10"
< loja da ra do Calabouco n. 4.
A oa da ra do Visconde e Goyanna u. 79.
4 ca da ra da Ponte Velas n, 92.
A eas* da Baixa Ver*- n. 1 B Capunga
AtraUrnoI*r#odoCorpo Santo n. JS, aa-
ar.
Aluga-se
i segundo andar da ra da Imperatria n. 24 ; a
atar na agencia progressiva, praca da D. Pe-
to II n. 7a
All
ga-se
segundo andar da casa ra Imperial n. 19,
tam muitos eomnoodos e ngua i a tratar na ra
Oaque de Caxias n. 92.
Pareciea-se de urna par cozinbe, pom que
larma em casa; a tratar ra do Marques de
bnda n.6_________________________________^^
t *r\/Y* k. ou e8crava> precisa se de
^C^wJLVJLmCa urna para casa de pequea
familia ; na ra Nova u. 15.
Ama
pn ciea-M d"1 urna ama para lavar e engommar ;
sa rma da Unio n. 47.
Ama
So Largo do Corpo Santo n. 19, 3. andar, pre-
eM-sc de urna ama boa cosnheira, que durma em
casa e d peasoa que abone sua conduela.
Ama
Precisa-se de urna para cosinbar, e de outra
para cuidar de meninos ; na ra da Imperatriz
a. 45. Io rudar. _______^^__
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite eom urgencia :
a tratar na ra do Kangel n. 11, Uverna._______
MAETUTS* BASTO.
Pernambuco
NUMERO TELEPHONICO I N" 33
Ao publico
Urna senhora habilitada se offerece lecciona r
primeiras lettras e trabalhos de aguiha em eolle-
gios ou em casas particulares ; qaem de seus
prestimos precisar, pode dirigirse ra do Co-
ronel Suassuna n. 12.__________________________
Aos Srs. de engenho
Um moc.. habilitado offerece-se para leccionar
primeiras lettras, principios de francez msica
em algum engeuh? : quem precisar dirjase
ra d. Imperatrit 78, loja, que achara com
quem tratar.__________________
Aviso
">
Borracha para limas
Receberam Rodrigues de Paria & C, e teem
para vender em sen armar.em a ra de Mariz e
Barros n. 11, esquina da ra do Amorim.
osinheiro
Precisa-se de "om c sinhsiro ; a tratar aa ra
de Paysand n. 19 (Passag-m da Magdalena), ou
rea do Commercio n. 44.
Cusuiheira
Precisa-se de uma cosiaueira que engoman-
Mas e ensaboe. e que nao durma fra, para casa
pouca familia ; na praca do Conde d'Eu n 30,
lerceiro andar_________________________________
Cosinheiro
Jfa ra do Vicario n. 17, se precisa de um co
aaheiro.____________________________
SulflTuaro lie Jilo""
Quem pretend ruma boa casa bem collocala
psde tratar no escriptorio de Bastos Se C. ao
sabir da Ompanhia Pernambucana.
Mme. Niquelina
bcbIib cansEtantBmeiitBda Euro
i raido sortinto le clecei
ias s clnwi seaaras, o
a de mais iota, eiare-se
ie eita-los, sola ultima ida,
issiitci fazem-sij ralis.
Achando-sej impreasas as poesas que deixou
o finado Luis Carlos de Araujo Pereira Palma,
logo ao genhorea assignantee dessa obra o faver
de mandarem procurar em minha residencia,
na de Motocolomb n. 26 (Afogadosl os exempla
res que ibes pertencem; ou deem suas ordeDS
para lh'os remetter pelo coi reio.
Paire Pedrosa.
Grande sorlimenlo
de peto* e
neceo* e
miMlldaw par
liquido*
Vende-se por prpc-i raaoavel ; na loja do Boa
sa, ra do Barao da Victoria a. 61.
1-

Roa Primeiro de Marco n. 19
tanto ; Botina HaravZlhosa
Prata
Compra se pa'aooea vclhos hespauhoes e portu
4*ezes ; na ra Duque de azias n. 92. ___
E' irapossivel
Haver gravaras de mais gosto do que as que
receberam Pedroza & C, ra do Barao da Vic-
toria n. 41.
Sao esplendidas
As cssemiras que receberam Pedroaa & O. a
ra do Bario da Victoria n. 41.
Ja au maioria absoluta e unnime pois todo*
dixem que as grvalas que receberam Pedroaa t
C. eo as mais bonitas que tem viudo ao mercado:
ruado Bario da Victoria n. 41.
Realmente sao bonitas
As casemiras de cores que receberam Pedroza
i C, ra do Barao da Victoria n. 41.
Nao se de ve ir
A testa da Saude sem se comprar uma das lin-
das gravatinhaa que receberam Pedroza & C, ra
do Barao da Victoria n 41.
1 Braco Exprt Ber
Da afamada fabrica
de cerveja de Bremen,
denominad S. Pau-
loacaba de chegar
pe ultimo vapor de
Hamburgt urna parti-
da desta excellentc
cerveja cujo rotulo traz
o rrtrato do grande e
immortal patriota Vis-
conde do Rio Branco.
Sao nicos agentes
desta marca em Per-
nambuco, os Srs. Gui-
mares & Perman.
Esta primeira partida
se acha venda na Po-
va ilanibnrgo e no ar-
maxem deSoarcs de
Amaral Irmos. ra da
Madre de Deus n. 22.
Para advocado
Aluga-se a sala da frente do Io andar da casa
roa Duque de Caziaa n. 61 ; a tratar na mesma.
%. -
0 Sr. Joao Cavaleante Manrie Waaderh-j,
lho do Exm. Sr. Barao dr Trananhaeam, queira
r ou mandar ra Duque de Caxias i.. ?, con
!nir o negocio que sao ignora. ____
Wi* Heiripe dellaida
Precisa-se fa lar : na ra do Coronel Suassuna
a. 204. i andar, ou quem !elle poder noticiar.
Advogades*
Mancel Netto e B^veouto Lobi ; ra Duqne de
Caaias a. 75, entrada pelo pateo do Collegio.
Paiacfles

Comprarn-se na ra Mariz e Barros n
11, esquina d* ra ro Amorimarmaaem
teinheiro oo cosinheira
PreJaafcc de um bom cosinheiro ou uma
eeainheira ; a tratar na ra do Apollo n. 20,
andar, das 10 hr.ras da mauha as 4 da tarde.
Declararn
Caata P.reira IrmaVia declaram ao commercio
desta praca e a uem interessar poasa, qu* desde
31 de dfipmbro e-zi u de fazer parte de cita fir-
ma o Sr, Jos da Costa Pereira. ficando o activo
psssivo a carg' do socio Joan da Costa Pereira,
continuando eom a mesma firma. Recife 1 de
fsvereiro de 86.
Jou da Costa Pereira.
Jos da Costa Pererra.
Este remedio precioso tem (rozado da accelta-
(3o publica durante cincoenta e sete annos, com-
ecando-se a sua manufactura c venda em 1827.
Sua popularidade e veada nunca forto to exten-
sas como ao presente; e isto, por si mesmo,
offerece a melhor prova da sua efficacia maravU-
hosa.
Nao hesitamos a dir que nao tem dciaadc
cm caso al^am de exuepar os vermes, quer en.
crean9as quer em adukos,jque se acharao aflic-
tos destes inimigos da vida humana.
Nao dei*amos de receber consaatemenie
dttestaooes de mdicos em favor da sua effica-
admiravel. A cansa do successo obtido por este
remedio, tem apparecido varias falsincaces, de
sorte que deve o comprador ter muito cuidado
examinando o nome inteiro, que devia ser
fie B, A. FiHNSTQC
PILUUS
Ferrucrinoaas
rJURUBEBA,
Apolices geraes
Compram-se duas
de cont de ris; no 1.
andar d esta typojrriw
phia se indcala quem
compra.
BARTH0L8MEO ft C
PharK PfuamlMiK.
Cur&o a
Anemia, Florea brw
Ita e tiiia;nn,
raita
BhUMadeaal
Elxgix o. aasatajuatt
BRONCHITE T^SSES', Catarros Pulmonares,
DEPLUXOS, Molestias do Peito, TSICA, Asmas
Luz brilhctiitB, s&m Fumo )^w**fi++*++++++++++4
OLEOMATICO
Hygienico e Econmico
PARA L&MPAR1NAS
CUBA RAPTDA K QB1TA PBLAf
Gottas Livoniennes
Otm CMM0S3TB < F*IA, Ar.CATXXO de \0ROEQA t. BAlSAlit te TQIO
Eate preparado, iall-vel para cu-ar rrdlcalmer.te todas as Molestias daa Vias
raaplrmtoaiaa, recommendudo polas KoUuiddJes niodicas como o anico efflcaa
o unioo medictTiento qus ai m do "So fz::r.r o et'.omago, o frtifloa, nconstitue disperta
o tppttit : duu gpttat pela miT.hi o tardo ba;'.am pira triu.nphar dos caso* mtii rebeldes.
DEVE-SE EXIGIR O SELLO OE OARAWTIA DO OOVE1UIO BMSSl
Depiti iriiciial: TROUETTE-PERRET, 165. na Saiit-AiUin, PARS
Bm ler>i'.tl>Hct> : Francisco M. da 811.VA A C", e as pr.Ticipaes PharniaciTS.
Mead Men
* FWusllegiB Ktra* se absrto i na Yelha n. 40,
e recebe stannoe internos, srai iaternoi e exter-
net.-O'BWeWr.
Ovidi :vea llanay*.
Quem tem ?
or* e praia : compra ae ouro, prata e
pedraa preciaas, por maior preco aue em outra
qua.quer parte ; no 1 andar n. 22 i ra larga do
ftosario, antiga do Quarteis, das 10 horas as 2 da
tarde, dias uteis.

II
FERRO GIRARD 1
Appiwrado pela Academia de Medloms de Pan.
ps* Junta Central de Jygiene pnbUca de
a
ft PftMaor Herard encarregado (k. Relaorio Academia iemoiatnv:
(M fcilmente oeceito pelos doenes, bem tolerado pela ttlomagc
restaura as (oreas e cura a chloroanemia; que o que distingue peH-
cuiarmeme este novo sai de ferro, que nao causa prisHo de ventre
a oombate, 0 elevndose a dase, bthn-se dejeocoes numer sos. a
BRRO GIRARD cura anemia, cwes paludas, smhras da eeto-
mago.empobrecimento do sanijue, fortifica os tempirame Uos Ireeos
rv.-oita o appetite 'gularixa as regras a oomoate a as**rllidade. li
2: pasito em Pacta, S, ra Vivienne e naa BnntipMi Crogarias e rtaraC!:
!
!
Fornecedor da Corte da ftussia
A BELLEZA ETERNA U PELLE Mida pilo m 4a
PERFUMARA-ORIZA
de L- LEGRAND. Fo
--------------! m
'CREMZ-ORIZA^
,.,., ^urdejjlij lejtj
?.
f^r^
ftta CREU'. ar.iv"
t Afaaawt ftLU
8 n-L A
rainriuicu nitcoc
e* hocidaoc
kimhiwi irt* Ittdt i
"-rn uatea l mto tisas.''
u uriu t tal rsiis.
ORIZA-LACT
LOftO EMULSIV*
BraDqiii'Utrafreacaapalla |
rasde.s.ipparacer as tardas.
ORIZA-vi.OUT
Sabio pe/a rrctlta do
vo.atvEiL.
0 mala uf r pan a palle.
essriza
Ptrfumet coa oa
rimtlhtzia lnt norai.
Adpudoi pala aio4a.
ORIZA-VELOUT
Pda FLOR1'ARROZ
adharenta i patli.
riiiaiiailii o afataaado
apawga.
imv as Tiuturaa vrr>ressiu*
Pti 'i Cb!lo&bnim.
m Y (i-"-" ifcn nico tiun f
<"'- i i-, f
5 F.*T-f C*fceUo. i Bart .
r

. s" U0>0
"* v v V *
COM ISTB LIQUIDO
iskrc>oLiTia-8B>CABBC>
mam ttaa nam denota
i*rnci(lo IllPLII
fiaaultado Immedlato
I Tas 1ihiTi nnilt ptmmaaMr*"
4 uda.
randa am cil da tada*
m moallaralna.
ORIZABOll>a Oleo potra, oai Oabelloa
OVBOGN^XA.H DAS rA^,SrFICA.QIlS UTrNmT^OtB A f,
ppepo^ito principal 207. ma Balnt-Honor. Paria.
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto de Franca. Premio de Therapeutioa
O empr'go *>m mprlirira rlp Ferro Rabuteau t bnppnrlo na Scipncin.
As Vardadeiras Grageas de Perro Rabuteau sao recommenda las nos casos de
CMorose, Anemia, Plidas Coree, Corrimentos, Debilidade, Esgotamento, Comxdesceneia,
Fraqueza das crirteos, Lepauperamenlo e AUeraco do sangue em consequeocia de
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4 6 grageas dor dia.
Nem Canstipaeoo nem DiarrhecL, Assimilafo completa.
Elixir de Perro Rabuteau recorrrmendado as pessoas trae nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor ao repastos.
Xarope da Ferro Rabuteau especialmente para as criancas.
I(jt Um* explicado definida acomoantnietda fraeem.
' o
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN ft C'*, da PARS, que se
encontr em casa dos Droguistas e Pharmaceuticos._______________

Dose ordinaria : /, i 3 (/reos.
I com o rotulo em 4 CORES, e a
_ I assiguura A. Bouvire em Unta etcarudi.
Em PAJUZ, Pharmacia IIBOT.
DEPSITOS EM TODAS AS PRINaPABS PHARMACIAS
CAIXNHAS AZUES
OPPRESS&O
Toase
UTaUflO-DtFLDX
-~n? #P'*fiA*ii.-7rr
u i.
Pelea tiCARi'.OS ESP1C
Vsplnr-e a umaca que penetra uo peito acalma o symptoma nervoso, facilita
a expectoraca e favonsa as funecoea dos orgaOs rcsiiiraior'.os.
Vaas esa afeas em tmmm e J BariC, ta, rus a<-U>are. eos Paria
DUfOtttanoitm JWiMianaaaa EMA.BIV- M. ates M'LVA *CS.^
iV\\\^>tWW#itXVaa^^
CREMEdeVOUGEOT
Especialidade de Cassis
C JUST1N DEVILLEBICHOT
PITN gMK) Franoa.
t MAdalha* na Ciposlpsat de :
tita USt. 1H0, 11(7 (Eiposlfi DilTerul)
DIJOH ti (Metalba ir Hoara), 11(3
LOITDRn, HklM 1158 BORDEAD* 1859, 1815
MOII 115 BESaRffll, TROTES 1113
i DepositartePernami>i;co :Frur*M.4a8II,VA AC1*
llaaalIHbMMaalaasaaaaasaaa^^
;
AS
I
fROODCTOS ERGi
ie ULYSSE ROY, eaianSSts U
imite PROUST, Siwr- & Ge:
Ensriisades Secretas!
fiUNOrtRKAGlAS
QONORRHEAS
FLORES BRANCA^
CORTSS3SEP3TOS
resentee o^ *nigos n5o curar
B^oncor dia3 om ecreto, aaa vagl- j
ines nana tisanas, sem cansar w i \
lOViaetar .:? orgaucp digest/os,
{ 9 injeceo de
Leonor Porto
Ra do Imperador n. 4L5
Primeiro andar
Contina a executar os mais difficeis
figurinos recebidoa de Londres, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeico de costura, em bre
vidade, modicidade em precos e fino
gosto.
:
H
Estancia
r n'in : innmeras
i innugueiras, ca-
si otiseiros, coquei -
utii.a muitas de va-
( andepropri^dade na
Estancia
Aluga-se, ou arrendase a grande propriedade
da Ebtancia cunhecida pelo Sitio Girao peitencen-
aos herdeiros dos finados Manoel Goncalves da
Silva e D. Clementina 'lhendora da Silva.
Esta importi.nt" pr prhdaae cujo fortellissi o
solo proprio. mediu mi a enorme rea de trra,
circuodada por imn e> e t.. a frente que mar-
gina o rio Cauibaribt! ku ia por um extenso
caes com am wman \< h> rio.
Um gramil-|i.nt."i i i!>- t n d pola
entrad para'> -ii' o '|ii"
ai vores rrnclrferax fu-
jueiros, jHCjni-ii'ni-. frnctK*|>a
ros, pitonibeir.i.-. abetraa,
riadas eapecu-s; iiius pandea viveiros de epa-
nbar peix' *, coa alpen-'r- cobertu para asaistir-se
pesca ; duaa grandes baixaa pro,.ria para plan-
ta cao de capim ; dnns psplen-1idoa jardins orna-
doa de figuras myfli'loi'-a-". diversas cacimbas
de agua p^tavel, asa dell bastate tunda, a boc-
ea de dimetro enorme ; bbm cusa com tanque
para banho e lavagem de roupa, uma casa com
grande deposito d'agua do Prata, e tanque para
banho, com torneiras, duchas, etc.
Uma naacente d'agua.
Uma casa para banbo no rio Capibaribe, e outra
I para latrica, construidas sobre o caes
Grande casa para creados, com cocheira, roupa
ria, estribara, etc.
ICasa para vaccas, carneiros, aves, etc.
A casa de vivenda edificada a margem do rio
Capibaribe, um magestoso sobrada de um andar
e mirante, tendo de frente nove anella com varan
das de ferro, e cinco em cada oitao.
As vascas accommodaces desta casa sio pro-
prias para numerosa familia, penso ou- hotel.
Perfeitamente localisada, perto da linha de
bonde, esta magnifica casa, fresca e confortavel, of-
ferece de suas janellas bello e variadissimo pano-
rama insaciave vitta.
0 pavimento terreo, alm de urna grande dis-
pensa, e diversas dependencias de segunda ordem,
conta 4 quartos e uma sala com dous gabinetes
independentes todo? com janellas.
No sobrado contam-se trez grandes salas de
frente, sala de jantar, trez saletas, dous quartos.
A parte anterior 6 formada por largo avaraudado
de tre faces guarnecidas de columnas.
O mirante tem trtz janellas de frente, um Salao,
um quarto, alm de pequeas dependencias de so
men"s importancias. r%- -
Faz tambem parte da prodriedade Girao um
pequeo sitio apenas separa to por uma cerca de
pitangueiras, tendo fructeiras, caes, cacimba, es-
tribara cocheira, tanque, galinheiro, e casa ter-
rea para vivenda com terraco na frente, 3 salas,
nma saleta e soto com um quarto.
Fazendo esta ligeira descripeo da propriedade
Girao para dar aos que lerem este annnncio nma
simples noticia do que ella tao convidados a vi-
sital-a os que a pretenderen).
A' tratar com Jos Antonio Pinto ra da Com-
panhia Pernambucana n. 6, sobrado.
Extracto Composto
SALSAPAj
de Ayer
Escrfulas c todas as Molestias ,
provenientes delias e para
Dar Vigor ao Corpo
Purificado Sangue.
fftwrUipela Dr -'C hif RlCU '. .-! .-,, ii J.
P-vlame enantloo i
de alodoo................alOOtraaoMf
Meci ?amla te Oogn- 100traaco
i "rf-imoaparatodooLlcor.js 100 ranov
.ciaileRhnmon1Ta'ia, oa 140 fra&nrw
200N
eco o.
300tr.
lo: -
D9 DOOTOR FOURNIER
S>ASIB, SO, Piso* ds le, Medaltw

. ,^ aaaa. 0.^.^1 Pdf A^- ajan*,**
%matU a %aK^ *mtmt< la esV^* V f'
, -".II JVj-rtfll.'/.'IC,.-
de iin kinmn e le casca LirDa naroa.
TNICO RECONSTITTJINTF
"Remedio soberano
COSTRA A
CHLOPnSE, ANCallA, CARIE 008 OSSOS,
AFF _S}6tS DAS VAS DIGESTIVAS,
OlARfHtaAS OHSONTCA8, RACHITiaMO,
ESCRFULAS, OEBILirMDE,
COMVAL.CSCCMCAS DE FEBRCa TVPHOIMA8
E DE SiaKESTIAt 0RA/E8, ETC.
Vida em grosso: aJ. B. Boaredon
um tss), uta.
DcsaStaa am ParnambOM -.
JaaOBT' >C. d. 8ZX.ViA.ft C
yi *mtml*a> pe**_______m f
|MlafflllWgII^IWgt
EXPOSITIOH ^^ UmVla1878
Heiiille d'Or^^'Croixd.riieTilier
LS PLUS HAU1ES RCOlPEHSf'.
AGUA DIViA
E. GOUDRAY
DITA ASUA DE SAUOE
Pneoaiuai para o tMudar, como conservando
eoasUnleaente as edres da mocade,
praserrando da acate e do cholera morsas.
Artigos Regomm en dados
PERFUMARA DE LACTEINA
IsSMWiitili pelu CtiarMafta latmt.
00TA8 CONCENTRADAS para o lenco.
0LE0C0ME para a belleza dos cabellai.
ESTES ARTIBOS .^AM-SE NA FABRICA
piRis 13. rni d'tngiiieB, 13 pars
pontos en todas as Perfumara, Piarmacias
e Cabellcreiros da America.
.........................
inionii Harqaea do \aninn ni
Candida Rabello da Silvt Marques e suas fi-
Ibas mandam resar misas n* matriz da Boa-
Vista, no da 6, s 8 horas da manh.p^la alma do
seu presado filho e irmio,A;.tonio Marques do Sae-
cimrnto, tricsimo dia d > seu passamento, e para
cujo acto religiofO, convidam os seus parentes e
amigos, bem como aos seus, prjtestando desde j
fiearem eternao enf" Os abaizo assignados, tendo adoptado e regis-
trado a marca industrial como do des^nho > cima
ve corformidade com as prescripcoes das leis em
sigor declaram ao publico e particnl-jrmente aos
teus numerosos freguezee, qae d'ora em diante
odos os productos qae ahirem de sua botica le-
varo a dita marca como garanta de sua origem
e legitima procedencia.
AOS^ioOOSOOO '
3ILHSIES 5AKAN1ID0S
Una Primeiro de Marco n. 3
0 abaixo assignado tendo vendido nos
seua afortunadoa bilhetes garantidoa 4
quartos n. 3141 com a sorte de 20010000,
alm de outras sortea de 325, 16)$ e 80, di
lotera (35.*), que se acabou de extrahir
onvida aos possuidores a virem recebe-
na conformidade do costume sem desconti
a (gura.
Acham-se venda os afortunados bi-
lhetes garantidos da 247.a parte das loteras
beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Recife, (30.a), que se extrahir terca-
feira, 9 do correte.
Inteiro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
Km quantldade maior de 100
Inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0875
Manoel Mar*.ins Finta.
U [ELIZ
4us4:000S000
BIJLUTe% W4fttl'IOO
t'raqa da independen
cia ns. 37e 39
Acha i u se a venda os fui es bilhetes
garantidos da 36a, parte da lotera a benefcii
da Santa Casa de Misericordia do Recife,
que se extrahir ao dia 9 de 'evereiro.
Precos
Bilhete inteiro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
*m por co de oojooo par
ciasa
Bilhete inteiro 30500
Meio 1*750
Qoarto 875
Antonio Augusto dos Sanf*e Porto.
l'ram i.a Catalcaiile Pae
Brrelo Kangel
Joo de Souza Rau^el Jun.or agradece a aens
parantes e amigoa que '.oinpanharain ao eemite-
rio saaliea os r-at'>s mortaes de sua presada mu-
lher Francisca iJavalcaute Paes Barreto Rangel,
< convida a indos para assistirem as missas da
stimo dia, nei t na i r ja de P. S.
aa Pi nii i deata i i I s 'i horas da mauai _do
dia G di correur-, t- por mais este acto de eligiio
confassa-se desde j eti-rnnny-it'- grato.
Juaquim .Sasuwio Ferrclra
J Mollina
Mara B. Mascareuhas Jacobina, seus rilhos,
netos, bisoetos e Carlos P de L mos ar.raeccm
do intimo d'alma s pesaois que se diguaram
acompanhar sepultura os reotos mortaes de sea
filho, irmo, pai, as e togrn, Joaquim Augt'sto
Ferreira Jacobina ; e de novo os convidam para
as musas |Ui- mandaji eelasvaraa matriz da Boa-
Vista e da Graca. s-ibbado 6 do corrente, s 8
horas da msnh:*_________________________________
3
Isabel C. tas Seiea
Joanna BaptisU Mara daa Nev* agradece s
pessoas que se dignaram aeompinhar ao cemite-
rio publico os resios mortaei de sua presada irmS,
e de novo convida A assistir^m a musa de stimo
dia, qae ser recada a 8 do corrente, s 7 lf ho-
ras da man ha, na ignji du convento do S. Fran-
cisco, pelo qii'1 r.nt sipa sen r e inheeimento.
D. Alexcindrna Bezerra Uaval-
cante
Anglica Xavier Oirneiro da Cunba e seus fi-
lhos Francisco Xavier Rodrigues Cimptll" Gra-
ciano Xavier Carneiro da Cunba, (ausentes) Joo
Xavier Carneiro da Cunh i. Antonio Xavir-r Car-
neiro Campello e sua mullir Rita C.t -io.ute
Campello, mandam celebrar uma missa pelo repou-
so eterno de sua sempre lem^ rada sobrinha a
prima D. Alejandrina Bezerra Cavaleante, s 8
horas da manha, no convento do Carmo, ssbbado
6 do corrente, stimo dia de seu passamentu, para
aoe convidam a seus parentes e amigos e aos da
finada, assisti-cm a este acto de religia R eari-
dade, pelo que se confessam desde j eternamente
gratos.__________________________________
Antonio daa Sanio totaabra
Aurelio dos Santos Coisibra, ana mulber e ,euo
filhos, tendo recebido de Portugal a noticia da
tallecimento de seu presado pai. sogro e av. An-
tonio dos Santos Coimbra, no dia 8 do mea p.issa-
do, convidam ans sens parentes e amigos para
assistirem as missas que, pe o eterno desrabas de
sua a>ma, mandam celebrar na seguud i-fira 8
do corrente, trigsimo da do sen passamento, na
capella do Caxang, s 6 1/2 horas da inu-iha, e
na igreja da veneravel ordem tereeira de 8. Fran-
eisce, s 8 horaa ; pelo que desde j se confessam
aeradecidos. __________________________^^^
PILLAS
JURUBEBA
BARTHOLOMEOtC*
Phtrm. Pernambuco
\Carao as Seiea, e todas as l*ebr*a |
Intermtttentea.
15 ANNOS DE SUCCESSO!
^2aci0ir a. asaignat-uray
rf*tvfcrr*^e_Jp
i de mmm & c.
8D111 BOI-JlIU 1.18
(ANTIGA DA CRUZ)
'asa de cofiimissoes
Grande e variado sortimento de amos
;ib e catlogos de produccSes da Allema-
ba, Franca, Inglatera, Austria, Hespaaha,
tana e Estado-Unidos.
N. B.InformacCes sobre macbiaismot
^ricolaa, ditas para engenho* centraea*
orabas, etc. para inceedioa a outras na
binas e utensilios
fiiD


.>

'
Diario de PcrnambucoSahhado 6 de Fevereiro de 1886
os 4:000^000
i

16-Rua do Cabag-16
O abaixo assignado vendea nos seas
venturosos bilhetes garantidos os premios
seguintes: 1 ioteiro com a sorte de 1006
no n. 3151 alem de outros mais de 32$,
16)5 e i!) da lotera n. 35.
Convida-se aos possuidores a vir receber
sem descont algum.
Acharase venda os venturosos bilhc
tes gan ntidos da lotera n. 36a em beneficio
da Santa Casa de Misericordia do Recife,
que se extrahr na terca feira 9 do cr-
rante.
Presos
Intero 40000
Meio 20000
Quarto 10000
weuilo qiiantldadc superior
a 14> 0:000
Inteiro 30500
1 Meio 1,5750
i' A_ Quarto 07 ->
Joaqun Pires da Silva
MUITA ATTENCO
i
Roubaram do cngenho Collegio, freguezia da
Luz, na m-drugad do dia 2 do crrente, tres ca-
vallos sellados e enfreiados, todos bons < bem an
dadores de bilxoa meio e bem gurdos ; sendo um
rodado e claro, outro mellado, de dinas e cauda
branca. Quem der noticia exacta delles ser bem
reeompensado no inesm engenho, ou na ra da
Cruz, 'scriptorio n. 1.
O facto d.u ge da maneira se seguinte :
A's 4 boras da manh sen-indo um empregado
estrondo ua estnbaria e mais tarde al ,-uns troi s
fbi verificar, mas ja achou a porta aberta, e nao
encontrando mais os cavallos chama pelos cria-
dos que todos seguirn) em per<>eguujo dos la-
dro. al o en,enho Velho. .l ao maetaecer do
dia viram muiros outros cavarlos ah Mi Casa de
um tal Pina, cargneiro do referido engenho.
Em vista iist mandou-ae um aviso ao subde-
legado, capito Jos Juviniano de Arruda Pinhei-
ro, pedindo qoe sem demora Ihe prestasse auxilio
para captaros os ladroes, j perseguidos pelo cla-
mor puii a tomaros cavallos, ficaedo de vigia
com toda a promptido.
Assim o tez o subdelegado da fregeesia, mas
sesdo 2 le^Urts de distancia s s 5 huas da tar-
do que pode chegar a forca, e effectuando logo
a prisa do tal Pina e um dos chefes da quadri-
lh>i, < nao achando inais os cavallos, disse o mea-
ron preso j haverem seguido para Pao d'Aibo.
Mas quel para Pao d'Alho ? Isso nao... elle
estilo sim refugiados as mattas do engenho onde
exi-!e um grande fcj de manjadouras e de ca-
vallos roubados, um vivero inedonbo !
E' um escndalo ra verdade, e admira muito
ain la baver quem proteja taes malfeitores.
Aqni fica-se, porm mais tarde dir-se ha o res-
to Recife, 3 de fevereiro de 1886. ^_^
Casa para alugar
Al: g*-* nma bija casa com inuitos loumious
para irraude familia, banbeiro, est caiada e pin-
tada de n>vo ; a tratar na ra a Imperatriz n.
64, loja do Cysne.
mfflai 800
Botoes bola, muito finos, dusia
Meias compridas, de cores, ara meninas,
urna 500
Ditas cruas, para homens, duzia S800
Ricos estojes com thesouras, um 2^000
Carreteis de linlia para machina, de todos
tm umeros, um, rs.
Liquidado
I i Praruda IndependenciaIB
Signal Bandexra encarnada com Ultras branca
80
tt-Baa
\ ttenco

Contina a vender se assucar na retnacio sita
X ra Vidal de Negreiros n. 93, sendo os precos os
seguintes :
1. Sorte 4*800
2. > 3*800
& 3*500
Ao commercio
Os abaixo assignados participam que nao se
respeuaabil'sam por compra alguma feita em sen
nomo, a nao ser p-r seu nico representante Joo
F. de Azevedo Valongueiro ou sua ordem por es
cripto. llecife, 5 de fevereiro da 1886.
Valoogueiro C.
Compra-se e paga-
se mais do que em ou
tra qur iquer parte bem
como
AO
da Inaperairlc St
Loja de Pereira da Silva
Neste estabelecimento vende-se as rcupts abai
xo mencionadas, que sao baratissimas.
Palitots pretos de gorgoro diagonaes e
acolchoados, sendo fazeudas muito en-
corpadas, e forrados *C00
Ditos de casemira preta, de cordo, muito
bem feitos e forrados 10/000
Ditos de dita, fazenda muito melhor 12*000
Ditos de flanella azul, s-'ndo ingleza ver-
dadeira, e forrados 12J000
Caifas de gorgoro preto, acolchoado,
sendo fazenda maito eneirpada 5500
Dito* de casemi.a de cores, sendo muito
bem feitas 6*500
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
muito bem feitas 8*000
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e 34000
Ceroulaa de greguella p-r.-i homens,
sendo muito bem feitas a 11 00 e 1 fiOO
Collitinhos de greguella muito bem feitos 1*000
Assim com- um bom sortimento de lencos de
linho e de algodo, meias cruas c collarinhes, etc.
Isto na loja aa ra da Imperi.triz n. 32
Riscados largos
a too ra. o covado
Na loja da ra da Impe*..triz n. 32, vendem se
riscadinhos proprios para roupas de meninos e
vestidos, pelo barato preco de 200 rs. b covado,
ten lo quasi largura de chita francesa, e ass m
como chitas brancas miudinbas, a 200 rs. o cova
do, e ditas escuras a 240 rs., pechincha : na
loja do Pereira da Silva.
Fuie. olinetan e lzinhaw a SO
ra. o covado
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-se
um grande sortimento de fustoes brancos a 500
rs. o covado, lzinhas lavradas de furta-cores,
fezenda bonita, para vestidos a 500 ra. o covado,
e setiuetas lisas muito largas, tendo de todas as
con s, a 500 rs. i covado. p< chincha : na loj
do Pereira da Silva.
Merino* preto a iSoo e l#oo
Vende-se merinos pretos de duas Nrguras para
vestidos c roupas para meninos a 14200 e 1*600
o covxdo, o sii'ienor setim Brete para enfeitst
14500, arsim como chitas pretas, tant i lisas tvino
de lavoures bramos, de 240 a* 320 rs. ; na nova
loja de fereira da Silva ru;-. da Im eratriz nu-
mero 32.
jll(odaozluho frailee* para lenre
a oo r.. lie i*oo
Na loja da ra da Impvratris n. 32, vende-se
superiores algodosinhos francezes com 8, 9 e 10
palmos de largura, proprios para lencoes de um
s panno, pelo barato pre$o de 900 rs e 14000 o
metro, e dito trancado pa a toalbas a 1*280, as
sim como superior bramante de quatro larguras
para lencoes. a 1.450t> o metro, barato ; na loja
do Pereira da Silva.
Hniijia par meninos
A I*. 1*500 e *
Na nova loja da ra da Imperatriz n. 32, se
vende um variado sortimento de vestuarios pro-
prios para meninos, sendo de palitosinho o'calci-
uha curta, feitos de brim pard,, a 4*000, ditos
de moleequim a 44500 e ditos de gorgoro prto,
emitand iimumili. a 6*, sao muito baratos ; na
loja do Pereira d> Silva.
Fazeudas brancas
&
de qualquer qualidade.
^a ra io Imperador
n. 32, loja de joias.
Julio Fuerstemberg.
YENDAS
Cabriole! e victoria
v'eudi.-se um cabriolet euma victoria em p>
teitu estado : a tratar na roa Doqoa de Cax:i
dudi'tii 47
Por todo pre^o
APredlecta
liquida para acabar por todo o preco Entre
muito-t objectos, como sejain : bm.)culos, estam-
pas, lis p:\ra bordar, perfumaras de todos os fa-
bricant-s. talagarcas, .ntreineios bordados, na
valh:s finissimas, pos de arroz, banhas, sabonetea,
etc., etc., nao deixa de roeacionar os seguintes
objeetos, o que tudo vende por quasi nada :
Ltvrox para missa, com c.ipaj de ni i ir
rola, um par 4*000
Costureiras de madreperola, u 4#000
Voltas de coral, finas, com c jlchete d pa
quet, urna 400
Pecas de galor-inho para enfeite de vesti-
do, urna 0
raa para unhas, nma
Fr se s de verdadeira agua de colonia, um 500
Caixas de superior papel amizade, uinr;
Ditas de nvelope* superiores, urna 808
Bolsas de perctle, muito finas, urna 1.500
Duzia de pacotes.de sabo em p, Uadsan,
nna, rs. 6fW
Collanunos modernos p:ra senhoran, un 600
Voltas d vidrilhos. muito finas, urna .5000
Laequ.s grandes, -de cor. s lindas e moder-
nas, um 400
Duzias de baleias, po'idas e fortes, urna 960
Pares de ligas om f xoe de ac, para
crianca, um 120
Grosas de botoes de madrepeola, finos,
para casacos, urna
Macos de mi^nardis^s para crochet, um, rs. 200
Trens completos (brinqnedo para criancas)
SO' AO NUMEO
lo roa da Imperatriz = 4o
Loja dos barataros
Alheiro & C, na da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas estns fazendas
abaixo mencionadas, sem competencia de presos,
A SABER:
AlgodoPecas de algodozinho com 20
jardas, pe'os baratos preeos de 34800,
4|, 4*500, 4*910, 5J, 54500 e 6f 600
MadapoloPecas de madapolo com 24
jardas a 44500, 54, 6* at 124000
Camisas de meia com listras, pelo barato
pre^o de 800
Dias branc >s e cruas, de 1* at 1*800
Creguella franceza, fazenda muito encor-,
pala, propria para lencoes, toalbas e
c-roulas, vara 400 rs. e 500
Ceroulaa da metma, muito bem feitas,
a 1*200 e 1*500
Colletiuhos '"a mesma 800
Bramante francez de algodo, muito en-
cjrpadd com 10 palmes de largura,
metro 1*280
Dito de linho inglez, de 4 largaras, me-
tro a 24500 e 20800
Atoaihaio adamascado para toalbas de
mesa, com 9 palmos de largara, metro 1(800
Cretones e chitas, claras e escuras, pa-
drees delicados, d 240 rs. at 400
Bautista, o que ha de mais delicado no
mercado, rs. 200
Tu-i as estas fazendas baratissimas, na conhecida
loja de Albairo & C, esquina do becco
dos ?erreiros
Algod" entestado pa-
ra lencoes
t woo rw. e lAOOO o metro
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
algodo p .ra lencoes de um s panno, com 9 pal-
mos de largura a 900 rs., e dito com 10 palmos a
1 000 o metr >, assim com.' dito trancado para
toalbas de m'sa, com 9 palmos ce largura a 1*200
o metro. Isto na leja de Alheiro (x. O, tsquina
do becco dos Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 1*200, 1*400, 1*61'0, 1-1800 e 24 o covado
Aili- ir i & C, ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem muito bons merinos pretos pelo preco cima
dito. E' pichincha : na loja da esq.i'. do bec-
co dos Ferreiros.
Espartilhos
A 5*000
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vende-se
muito bons espartdhos para senhora*, pelo preoo
de 5*000, assim c. mo um sortimento de roupas
de casimiras, brins, etc., isto na loja da esquina
do becco dos Ferreiros.
SAO AS SEGUINTES PARA, ACABAR
o9-Rua Duque de Caxias-39
Toaile de n S, 15400' o co-
vado.
Damac de seda bor aia > 14 o < Sedas bordadas, finas, a 148u0 e 24 o dito.
Setim Maj de todas as cores, a 14 e 14400 o
dito.
Dita dito pre.to, a 14200, 14500 e 24 o dito.
Cachemiras para vestidos, a 1* e 14400 o dito.
Q rgurinxs matizadas de todas as cores, a 400
c 500 rs. o dito.
S tine'as lavradas c lisas de todas as ccres, a
;,00e 660 rs. o dito.
Faile com lindas cores, a 460 e 640 rs. Mir ii pretos a 14, 14200, 1*400 e 24 i
La de ijii.drinhos. cores lindas a 700 rs. o dito.
Dita inas de seda a 300 320 rs o dito.
A'p-e s lisas, finas, a 360 e 460 rs. o dito.
Fusto de cores para menino, a 330 e 3<"0 *s- o
dito.
Casemiras pr-taa a 24 < 2*200 o dito.
Ditas de c r s a 14500 e 24 o dito.
Dit Jims finas, inglezas, a 34500 a 44 o dito.
Co tes de casemiras com toque de mofo, a 2*800
e 3*400.
Ditos de dita perfeitos, finas, a 6*500, 7*500 e
10*.
Damasco de IS eooi 8 palmos de largura, a H
o covado.
Dito de algodo a 600-rs. o dito.
Dito branco bordado a 14500 o metro.
Atoalhado de li.ho fino, a 1* o dito.
Cortes de cazeneta a 1*400, 1*800 e 2*.
Fechas de pellucia, 6* e 7* um.
Ditos arrendados, a 24500, 34500 e 44500.
Ditos de seda, lindas cores, a 34 e 3*500.
Chales de casemira, a 3*500. 5*500 e 7*.
Ditos de algodo, a 14, e 14800.
Colchas de cores a 1*500 e 2*.
Ditas portuguesas (muito grandes) a 12* e 14*.
Ditas de crochet a 10*, 12 e 15*.
Capellascom veo (para noivas) a 10* e 16*.
Enxovaes para batizado, a 10* e 14*.
Camisas para senhora, a 3*500 e 5*.
Saias idem idem, bordadas, a 4* e 5*500.
Toalhas de laberntho rieas (para baptisado) a
60* o 80*.
Cretones ara vestidos, lindos padroes, a 280,
360 e 440 rs.' o covado.
Chitas claras, finas, a 240 e 280 rs. o dito.
A' raa Duque le Caxlaa n. 8
Carnero fla Gnna & C.
Tavcrna
Vende-se a bem afreguezada taverna da estra-
da do Pombal n. 16, livre e desembarazada de
qualquer onus, tratar na mesma.
Palmares e Porto Calvo
das Alagoas
Vende-se um quarto do engenho Velho, em S.
Bernardo e mais trezentas bracas de trras entre
a mesma propriedade, e a denominada La Nova,
na districto Leopoldina, comarca de Porto Calvo :
a tratar com os administradores da inassa de Cor'
rea Marques, em Palmares.
Fazendas finas e modas
t A. Ra da Cskoi t B
V Butos t C
(TELEPHONE 359)
Avisam as Exmas. familias que receberam de
Paris:
Lindissimos cortes para vestidos com teeidbs da
mais i alpitante novidade como sejam: Etamine
com bordado a retroz, seda crua bordada a capri-
cho, Cachemire com enfeites bordados a fil.
Moda 1886
Valentionne en ecorce d'arbre.
Primoroia eseolha m vestidos l ligeira, tsaidu anda nao conheeido aqui.
Cores e deseuh s nuvissimas nos seguintes fa-
zendas di- seda, l e algodo. Etamine, Surah, Se-
tim, Failles, Linn. Toile d'alsace, Cachemires.
Explendido sortimento
Em leques, luvas. eipartilhos, lacos, lavalires,
meias, nces e inuitus outros artigos que se vsn-
dem por precos sem competencia.
Tainhas
Vendem se em barris e em quartolas, e mais
baratas do que em ou'ra qualquer parte ; na ra
de Pedro Alfonso ns. 5 e 11.
Ftisies de seloeta a SOO rs, o
covado
Alheiro ft O. ra da Inrperatrir n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de fustoes braneos pelo
haratinho preco de 400 e 500 rs. o covado, assim
setinetas lisa, tendo de todas as cores a 500 rs. o
covado ; na loja da esquina do b'cco dos Fer-
reiros.
Bon> dias
Mendonca Primo & V.
Vendem por preco sem
competencia
Lis escocesas, padroes modernos a 400 res o
covado.
Ditas mescladas e lavradas a 500 reis o dito.
Velbutinas de todas as cores, lisas e lavradas a
1*200 o dito.
Fustoes brancos com lindos desenhos a 400 e
500 reis a d to.
Lencoes de bramante a 14800.
Callarinhos modernos para homens a 500 reis.
Setir.8 de todas as efires, per presos baratsi-
mos
Merinos pretos e de cores para \ istido.
Mantilhas pretas.
Fich8 do diversas qualidades.
Cortes de cass-^mira para senhora, bordados de
seda, atoalhado, espartilbos, tapetes avelludados,
panos de crochet, puuhus para homem e senhora,
meias de todas as qnalidades para homem e se-
nhora e euiros ij.uif >s artigos de moda
Ra Dnpue de t axias n.
Correias
de sola inglezi, de loaa e de borracha, de dive/-
sas larguras e grossuras ; vende-se barato n
fundico Vllac, ra do hru a n. 54.
Vende-se
por biratissiuio preco 3 1/2 duzias de carrinh. -
de mi, o mais bem aperfeicoado e forte, como nao
ha em parte alguma, o que s avista pode justifi-
car o que fie dito ; para ver s tratar na ra do
Sol, armazens ns. 7 e 13.
fraude liquidado
de plame*
17 Ra lo Bu rao da Victoria 17
Expoftico universal
Liqudala"
en continuaco na ra larga do
Rosarlo o. a
Dsmio Lima & C, nao p.dendo acabar o asa
grande sortimento de miudezas, em cansequeneia
da eryse perqu passamos, cont'nam por mais al-
gum tem; o a liquidar suas mercadonas, pelo que
de novo convidam ao publico e especialmente
Exmas. familias, a quem pedem toda proteceo.
Admirem !
Punhos e colanohos bordados para se-
nhora s 2*200
Ditos lisos 1*800
Ditos d. cores 1*500
Lavas de seda de cores 2*600
Agua florida, 700 rr. e 1*600
Bordados 300 rs i 2*000
Bonito^ iscos a 24200
Leques de 400 rs., 6CU e 1*000
Meias para homem 34000
Ditas idem 3*000
Ditas de cores 44000
Um par de fronhas de labyrlntho 1*5(0
Urna toalha de labyrintho 25f e 30*000
Envesiveis, rs. 320
Fitas, bicos. lencos, gravatas e outros mnkos
artigos que estao "xpoeico.
Rus larga Damio Lima & C.
WHISKY
RWYAf. BLEN'D m;irca V1ADO
Esti ex' Whinky Kscesses preferive.
ao cognac ou gurdente de canna, para fortificar
o corpo.
Vende-se a retalho nob melheres armazens d
nolhados.
Pede ROY AL RLEND marca VIADO cujo w-
ine e eablem -.estrados para todo o Brazi
rfftOWNH LOTE
EXTRACTO NO D14 9 DE FEVEREIRO
INTR#* NSFERIVEL
O portador que possuir dous vigsimos desta importante
ria est habiitado a tirai 25:ooo$>ooo.
Os bilhetes acham-se a venda na Casa da Fortuna ra
Primeiro de Marco n. 23.
COME A 9 DE FEVEKEIRO DE 1886, SEM FALTA.
DAS
t

CORRE M OA 0 DE FEVEREIRO
O portador que possuir um vigsimo desta importan-
te lotera est habilitado a tirar 10:006$000
Os bilhetes acham-se a' venda na Gasa Feliz, praca da
Independencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 9 de Fevereiro de 1886, sem falta.
I iibSb"






8
Diario de PernambucoSabbu o 6 de Feverciro deJ886

)



LITTERAT1I&A
OS FILHQS
DO
DBA.XSrX3X0D(a
POB
S. C4?2S2U
TERGEIRA PART2
O Bario de randalr
C Continuado do n. 27)
IX
HEITOB
Un: formidavel rumor, entremeado de
gritos confusos, chegou, indo da parte de
fra, at Van Helmont, sempre tranquillo
VARIEDADES
A struggle for a kiss
Era ao cahir da tarde d'um d'esses lon-
gos dias da fagueira Primavera, a estaco
creadora, favorita das florea, que risonhas
brotsm seus primeiros fructos, por vezes
iniciadores do volumosas series; a formosa
estajao por si s attestante da munificen-
cia do Redemptor.
J ia, a essa hora, paluda e prestes a
extinguir-se a benfica luz diurna, pela
sur^ijo do crepsculo que obumbrava os
herisontes.
Alm, vinba deesgueirar so o vivificante
astro que nol-a projectava, .ae, marohaa-
do a sopitar no heraisph-'rio antpoda, dei-
xava, como facto comtiruante de, sua pas-
sagem, seu luminoso rasto, d'onde gerrai
nava a erysthroide, quie coecino-i orla,
que cingia, na eclptica, o mbito celeste :
quadro esplenduroso que raeus olhos avi-
dos e extticos miravam.
Pouco depois surgindo Phebe em sentido
e forte. Este rumor era causado pelos pa- diametralmente opposto quelle onde eclip-
risieoses, pelos policiaes, pelos soldados sara-se Phebo, mais formosa perspectiva, e
que tinhara corrido ao lugar do ainistro, e j de novo genero, se patenteou a meusolbares.
que faziam vaos esforcos para fazer parar I Luana appareoia toda faceira e ostentosa
os progressos ameajadoros do flagello. |de seu orbe no apogeo, decorado por urna
Van Helmont chegou escada, desceu aureola semillante, genita da reflejlo da
tres degraus, parou e
tornou a subir
preasa.
Ali tambem as chara mas elevavam asua
formidavel barreira.
O incendio devorava as ruinas da abba-
dia, como devorava a casa da ra das Es-
tufas Velhas; Van Helmont esta va preso
litteralmente entre dois fogos.
D'esta vez o perigo arrancou-lhe um
gesto de dcsanimacao, julgou se perdido _
sem recursos, como sejulgara salvo alguns que havia corrido, usentando-se, o Astro
instantes antea.
Com effeito, nenhuma saida era pratica-
vel; estavam todas invadidas pelo fogo, e,
coruscante luz, que projectava, espelhando
a irradiajao do igneo astro que a emittia,
cujos fulgores essencialtnente transluzia.
A noite surdia p>is lmpida, limpidissima
mesmo, com o seu astro na phasepan-
selence, e dir-se-ia quo Diana, abrindo
luta, luta infrene, com o Autcrata que
traja a3 raas do dia, queria, redimindo o
do captiveiro que o opprimia, perpetual-o,
descerrando a immensa cortina da noite
comojdissemos, a sala que communioa-
va com a ofiicina de Reynold nao traba
urna s janella, e o corredor que para ella
dava entrada era esclarecido pelo tecto.
Nao havia meio de bradar por soccorro,
nenhuma abertura parasair, nenhuma pro-
babilidade de salva j3o ...
A situacao era horrivel.
Omnipotente.
No entanto o que se me affigura, e que
tenho por mais certo, que Apollo, cava-
lheiro egontil como soe ser eo.u as damas,
mximo com Diana a quera o atava os la-
503 da fraternidade, nao s permittio ella
erguer urna ponta da cortina por traz da
qual obducto estava o dia, que pela fresta
entreaberta deslisou um pouco de seus ful-
gores, como patrocinando seus benemritos
intentos, secundou-a virilmente a sobrepu-
O facto de amianto podia proteger Van jar as trevas, cuja rumba a-iVoi Helmont contra os primeiros ataques do posa de Erebo, ficou immersa na lucidez
fogo; mas, apesar da virtude, que se at que jorrava de sua rbita,
tribua substancia mineral era muito bom Que de sublimidades d -sfructaram entao
chimico para -nao reconhecer os restrictos raeus olhares 1
limites d'esta propriedade e alem d'isto, EUes viam a empynca cpula, cuja ma-
sa o amianto o preservava do fogo, nao gestosa belleza deslumhra ao mortal que a
podia protgelo contra a asphixia, e esta tita, allumiada pelo fulgido clarao que es-
asphixia era inminente, porque o calor e pargia Lucina, aljofarando o potico o eu-
o fumo iam- se tornando iutoleraves. ehromo szul do tirmamento mariscado in-
O corredor e a sala fechada, aonde Mer- symetricaraente de mltiplos pontos lueife-
curio nao tinha espalhado producto algara ros, que despendiam ura fulgor transcen-
chimico, haviam de incendiar-se com mais dente.
vagar mas o fogo nao os pjdia poupar e EUes dweortiaaram mais hgeiras e dia-
era simplesmento ama prolorgajao de tor- phanas nuvens, quo com o seu tenue e sub-
mento sera raeio de salvacao. til veo tontavam, mas erabalde, cncobnr os
De todos os lados resoavam estelos as- esplendores clicos, quo as traspassavam,
sustadores; defronte d'elle estava urna pa-
rede a desabar, atraz um tecto a abater,
direita um sobrado a profundar-se, es-
querda urna torre destacando se inteira do
ngulo do edificio, que ornava.
De todas as partes elevavam-se das rui
ostentando sua magnificencia; outras ve
zes, porin, em sitio diverso, guindavam-
so l no horisontes, montanhas e monta-
nhas de nuvens compactas, niveas, lcteas,
talvez sobraoceiras ao monte Hercules, (1)
que, crueis, vingavam pula opacidade de
s de^fliasTpeios corredores j sua toallia, privarme dos primores da ar
.orriam turbilbij8 de fumo ; columnas de cada magoa,
fogo de Hnguas bifurcadas mordiam a pe-1 Era um pauorama d um esplendor inter-
dra, lambiam convulsivamente as paredes,
devoravam as tapessarias .. finalmente,
um chaos sera norae, terrivel, formidavel,
capaz do tornar louco o espirito mais forte,
de aniquilar a alma mais poderosa, de ma-
tar o coracjlo mais valente.
mino, a exlasiar todos que fruissem o de-
leite de contmplalo, o ver aquellas nu-
vens to lmpidas, que destacavam-se nota-
velmente do Empyreo como se fossera pla-
cas d'aljofar, imbutidas n'elle, pelos effei-
tos da nuance que determinava sua cor ce
Van Helmont tornaia-se rauito palliio; lestina, fundo de to raagis ra. tela era
com umolhar abrangia a sala c o corredor...'nosaa esphera, so r.produz.vel por talentos
Urna s tentativa de fgida era pratica- plsticos, par aos geniaes do Raphael ou do
vel Miguel Angelo.
Sera hesitar, o corajoso sabio metteu as Apoz, essas montanhas de nuvens, diffu-
maos eos ps nos buracos da parede ...-----------------
Estava pendente urna corda, agarrou-a ... Egt verificado 8er e9te monte, situa-
e reassumindo as suas forjas todas ganbou ^ .^ papua8a ou Nova.Quin, (Oceania)
o tecto envidrajado. |Q ponto mais culminante do globo, por
Os vidros estavam partidos; uns des-|(}aant0 tem 9.966 metros, ao passo que o
trados havia muito tempo, outros n'aquel- ^^ cspide do Himalaya, (Asia) apre-
la occasio pela aejao do fogo.
{Continuar-seha)
goado como tal, nao excede a 8.950 me
tros de altura.
838 pelo espaco ethereo, foram acoumu
lando-se e ascendendo rpidamente, pare-,
cendo, ou obedecer a um motor que as i n
pellia a assaltar o docel do nosso globo, ou,
de raaos dadas as trovas, tentar ic-en-
thronisar a rainha d'ellas a Noite -apea-
da do solio pela supremacia da sua antago-
nista, a La esmagando, pso-tacto,
Diana com seu peso, como o fra Ence-
lado poderoso titau, soterrado pelo
Etna, que sobre elle arremessara Jpiter o
Dos dos Deoses.
Observando esta luta da Noite com a
La, recordei-me da famosa luta, dos na<
menos famososlitanes quaudo, sobre
pondo montos montes, tontaram escalar
o Olympo, para sobre o thro.10 recolloc..i
Titn seu pae, expulso por Jpiter, entao
a'elle senhor.
Da mesmo modo que Jove, com os raios
de Vulcano, tul ninou quelles gigantes,
quo fijaram sotopostos nos montes que ag-
glomcraram, assim Diana, com os raios
dj Apollo, fendendo ijuellas nuvens, su-
perou a Noite que ti:ou sotoposta na
luzidia projeegao de seu fanal.
Pro8flguindo meus olhares s:u itenfrario
investigador na ingente capul, cupidos das
maravilhas da Creaco e de motivos a no-
vos assombros, depararam com o planeta
colosso Jpiter que cxhibia-Sif garboso
e bnlhanteraento ; em seguida avistaram
Venus a brilhunte Venus, a preuonisada,
rainha do Zodiaco pelo scintillante fulgor
que dimana de seu ncleo, tulgor tito in-
tenso que, as vezss, ou oscasiSes deter-
minadas, ella i.upS'j se, mesmo quanlo o
Sol no meridiano, aos olhos mis do esp:--
tador, mo grado a omnipotente luz do
Astro Rei, que nito vinga offuscal-a.
Quera alo conhecer a brilhante estrella
d'alva, ou matutina, aquella que refulg 1
quando rasga-se o veo das trevas o surge
a Aurora,; ou a fulgurante astrella Vesper,
ou da tarde, quo scintilla quando envolve-
so o dia no mant) U esjtiridao e surg! a
Noite t
M s a'ra eucontraram um planeta que
h viam j avistado e apz perdido o rumo
que tomara: era Mercurio que pouco
antes os extasiara ao contmplalo altivo e
realjador por entre a rubra luz crepuscu-
lar. Depois -Saturno t'oi o alvo de mi
nhas observares, o brilhante planeta que
repousa no amago do luminoso circulo que
o orla, sem que todava sua esphera tenha
ponto de contacto com aquslles atin-is, que
parece dever. a urna predilecjao do Creador,
phenom3no que por si s o notabili jara,
se nao fizesse jus, por outros r, speitos, a
nossa adrairayao.
Prcseguindo era sua marcha explorado
ra pelas regSas celestaes, meus olhos pes-
quizadores encontraran! quasi no zeuith,
ou ponto culiinanta de ndssa abobada ar-
chetypo, aquella humanitaria c utilitaria
constellacto, que, pilos seus sublimes rais-
teras, denuncia se diffundida do eroo e
ethereo cadnho do Supremo Architecto do
Orbe. Reporto me aquella constellacSo cu-
jas quatro estrellas artsticamente dispostas
em forma de cruz, syraboto sacrosanto pelo
martyrio do Salvador, demarcara no espa-
50 os outr js tantos pontos cardeaes do Cos-
mosNorte, Sul, Leste, Oeste -; constel-
laclo divina quo, funecionando como bus-
sola, guiava aos impertrritos navegado-
res dos primitivos tempos : a benemrita
constdlajoCruzeiro do Sid.
n
Reclinado sobro um enorme tauoleiro de
vicejantes trevos, brotados tEo visinhos
uns dos outros, modrados tao espessos e
to densos que cner^ava-o a rigidez do so-
lo com o nacido colchao de suns tenues e
mimosas folhas; reclinado sobre este leito
selecto, fofo qual o ninho de um colibr
macio qual o velludo de Utrecht que rca-
mava, o vrente vergel, onde me achava,
pleno de crotons exquisitos pola diversida-
de das cores de suas folhas e de flores deli-
cadas que recendiam subtis o leves fragan-
cias embalsamando os ares, desfructava eu
o surprehendente espectculo que t sntei
desvendar aos atiladoa-olhos do leitor, mas
que nao vinguei, pela pallidez das cores do
bosquejo, e demerito do delineador. De re-
pente, quasi n.o p de mim, ignoro d'onde
e como pro viuda, apparejeu a mulher naia
bella, mais formosa que j fitei e que ja-
mis meus olkos fitarao. Ella estava en- nha dos deuses, a ciosa, formosa e orguU3QUS labios collados aos meus... um beijo
vblta n'ura diaphano e tenue vu de gaze,
Lue gentil e cortezmente, nao occultando
a meus olhos sequiosos os primorea s a
ai desvendados, permitciome devassar o
talhe modeledo, airoso e esbelto, e a nivea
tez do oorpo; a estatura era encantadora,
um pouco cima da mediana; o seinblaat:
sorriJeute, era moldurado, d'aureola do vigo
d'uma rjente pubeeacia era venusto,
du linhas do urna perfectibilidade nica, cu
jas faces rubicundas, de urna opiderme
subtil88ma, lembravamduas rosas di sedo-
sai ptalas, magnificas presas a um sculo
de 11ra beija-flor; os csbellos cor de azevi-
che, lustrosos admiravelmente, eram do bas-
tos que, a funeciouar como vu, envolveran
todo o corpo, tilo longos que, duseanastra-
ilos, sollos ao zophyro, desceriara a oscu-
U o- pos ; os olhos negros como bano
eram expresssivos e vivos qual o ncleo de
urna estrella; o nariz era aquilino e do
urna correcco aprimorada; a bocea era
graciosissi.ua, rocen iente e breve, concha
tyria cujos rubidos labios, hiulcos, permit
tiara devassar o collar de perolas, thesouro
de inestimawl valia, que encerrav..; as
esp.iduas erara contorneadas e roliyas, co-
mo contorneados e rolicos eram os marm-
reos br.1508 o os delgados pulsos extre na-
dos por delicadas e nss-tinadasMnaos, mitos
anglicas, cujos dodos cautas eram ra los com diaphano a roseas unlias, un-
mente aparadas ; o eolio ampio e alt ro-
so era de urna raacieza e alvura alabastri
na; os seios de urna rigidez marmrea
FOLHETIH
MTHASSANDGM
POR
JULIO 7SOS
QUINTA PARTE
(ContinuacJo do n. 28>
III
A caos de Sidi laiBm
Venha! disse Ponta Pescada, toman-
do a mo de Sava.
la abrir a porta do quarto, quando cu
vio passos na galera. Ao mesmo tempo
algumas palavras pronunciadas era toro
imperioso.
Ponta Pescada reconheceu a voz de Sar-
cany; parou porta do quarto.'
E' elle !.... elle!____raurraurou a
menina. O senhor est perdido se for en-
contrado aqu !...
Elle nao me ha de encontrar res-
pondeu Ponta Pescada.
O gil rapaz deitou-se no chao ; e por
um desses moviraentos de acrbata, que
tinha tantas ezes executado as bar-
racas ambulantes, envolveu-se era um dos
tapetes estndidos no chao e rolou para um
i dos cantos mais escaros do quarto.
Nesse momento abrise a porta, Sar-
cany e Namir entrarara e a tornaram a fe-
char
rj^Bi tinha voltado para o seu lugar no
Por que v inha Sarcany procural-a a essa
hora ? Seria para de novo instar, afim da
vencer a sua recusa? Mas Sava tinha re-
adquirido forca. Sabia que Pedro estava
vivo e a esperava l fra!...
eram ao tacti suaves como vedado: dir-
se-hia dous pomos incanos de algu u di-
na onnia ; a cintura fl;xi^el e dolgadis contrastava ricamente com os epuln tos,
solidos 1* tora 11 los quadris, opulen-i so-
lidez e contornos quoirrepreliensiv.^s pro-
segua quer as coxas, quer nu pomas,
magistralmoate delineadas, eburn ^ mo-
delos t o tornozelo, cujo cinuito tenue,
como poderis) ser cingido palo annel que
origina dheso de u.ua ndex a un pol-
lex; os ps microscpicos erara raiaosissi-
raos, e incitariara jnveja at as pr.oprias
filhas do Celeste Imperio oue es fita>s n: ao
vel-os conjecturar-so -hia esteios deb i pira
suster a loagnificente estatua qu [S en-
cinavae
Como allianja de ibrmosas > s a
verdoso* milindres artstica e sy :i trica-
mente dispostos, quer por sua eompistora,
quer por sua obidiencia as est p ticas
theorias e o gormen fecundante de u a pri-
moroso ramalhete ; assim o enlace do cor-
rectas formal priraorados contornos, co-
roados no tope por ura rosto oblong) a pul-
chro, quer por sua compostura, qu r por
seu preito as csth.-ticas theorias a ger
men prolfico deste Archtypo do Bello.
III
Voltando a mira, j lvre da coramocao
que apoderara se do miaba psycho, nito so
pelo pasmo e assoiubro motivados pola re-
pentina apparicio do tal visao, como pela
inebriaco o allucina^o provocadas pela
contompla^o d'uraa tal Beldade, que ja-
mis vira, ergui- ne d'ura salto e encarai-
nhei-mo ao seu encontr. Ella permaneca
inmota no local oade eu avistara, como su
rcarraorea estatua fosse, apezor de, creio
de meus pas-
a deidade, a
ponto de poder tcala eom a mito, se a
tanto ousara, interroguei a.
Quem s visao sublime? Sers diva,
anjo fada ou raulher ? Nada rao rospon-
deu. S sent 9 favonio ameno, soprar por
entre as flores que me cercavara. Nito des-
animando continuei.
Sers a arch'-formosa filha do Co e da
Terra, a deusa e proto'ypo da belleza -
Venus, Cypria ou Aphordite -trindade em
que se incarna a esposa do Vulcano e raai
do Amor ? Havers baxado ao seio do tua
maa trra e vindo ao encontr do teu
formoso cacador, o gentil Adonis ? Ou
s-rs Diana a Delia, do nome de seu ber-
50, a preconsada deusa casta o havers,
aproveitando a noite, que oceulta as do-
bras de seu manto o teu amor, baixado do
Olympo a vistor teu querido pastor, o fe-
liz Endymion f
Anda o mesrao silencio o o mesrao mur-
murio 11
Sers talvez a deusa dos reinos ou rai-
lhosa Juno e andars na perseguido d'al-
guraas das dulciaeas de teu regio irmao-
esposo ? Ou acaso sers urna das filhas de
Mnenosyne e Jpiter, a deaditosa Thalia
urna das nove sublimes habitantes do Par-
naso, Helicn e outros o vagueies foragida
da vindicativa Juno a ospera que a turra,
a rogos tetts, tragete ?
Neuhuraa resposta! !
Prosegu era raiuhas apostrophes.
Acaso sers o famoso Palldio estatua
de Minerva ou Pallas1! Dcscerias agorado
Co sota destino a Troya, a heroica Troya,
ou j estars em caraioho da Italia, aco-n
pauhaudo o fugitivo E'ieav, o filho de Ve
us e Auchisesl
Ou porventura sers Pandora a estatua
animada por Vulcano, dotado com belleza
por Venus, cora saoedoria por Minerva,
110 u eloquencia por Mercurio, a favorita
dos deuses eratra ? Se assra acaso o
viogativo Deus do Oiympo reenviar-te-ia
a trra, mensageira cruel,conduzndo
nevos males a pobre Haminidade 'l Onde
a prfida oaixiuha ? Ou le o molerno Epl
metlieo? Serei eu, dizo oh raulher de bron-
ze, nJj vs que tormentas-rae com teu pro-
longado silencio ?
Falla dea, nito sejas dir, nao sejas ira
mane, conloe-te do. meu supplicio, pois
nito vs que raeus olhos e gastos, pois nao
ouves que minba eraogito e arflicjlo, quasi
a embargar-me a voz, revelam te a paixao j frur.sa tal espectculo em corapaohia de
voraz que r^ mea ooraojte ? Nao vs?
Nao ouves ? E's cga? E'a surda? Teu
ooraflo ser de marmore, cruel, ou sers
victi na da anaudia, inditosa ?
sinto... expressivssimo at... dira que
me trincavatn os labios... sinto urna dir
horrivol qua me faz expellir ura grito.. .
abro os olhos, pois dorma... que vi 1 !
oh desillusao I 1 oh raiva I vi sal-
tar de sobre mim urna macaca, o tjo his-
pido corpo fez me estremecer at a inedul-
la 1 1 e mais, levo as raaos aos labios que
effectivaraento estavam mordidos pelo hor-
ripilante quadromano 11
*

Concluindo eurapre me da? ao benvolo
leitor, urnas succiatas explicagSes, tenden-
tes a esclareccl-o sobro o final da meu so-
aho, pois como comprehendeu, havia eu
sido o ludibrio de um sonho.
Ellas sao partes originaes, e parte de-
vidas a collaboraclo do um amigo. Ei-las.
Recordo-me perfectamente que nessa tar-
de aps haver jantado um tanto lautamen-
te na casa onde resido em corapanhia des-
te raeu amigo -collaborador sahe para o
ardan (pois urna chcara a tal caa) dar
uns passeios, como dizem os anciSes pre-
catados, a fazer a digestSo. ^Lembro-mc
mais que deveriam ser 6 horas e raeia da
tarde, que j coraejava a extinguirse o
crepsculo e era visivo! a la era plenilu-
nio. Recordo-rae amia que entusiasma-
do por esso espectacuh sublime, conver-
sando eu cora este amigo dissertava sobre
o quanto deveria ser potico e aprazivel o
Sempre o silencio com seu mutismo a
respoflder-me.
Vacillei por momento se estara a bra-
cos cora urna phantasia ou cora uraa rea-
lidade, e aoabe perguntanlo a mira mesmo
M miaba alna divagadora no estara a
marchar atravez d'ura desses mundos de
maravilhas, d'um desses mundos ignotos
onde habitara o Sublime onde a materia nio vai, mas yai o espirito ?!!
No tivo evos este devaneiode raiutia alma.
alguraa filha de Eva, mas de certas pre-
dilectas, quo tragara bem patentes o cu-
nti do tavoritismo da Natura.
Depois lembra-me, aontinuou olle, o
meu amigo, a passear, pois o ragazzo, e
prudeatissirao era assurapto3 hygieuicos,
o eu asseatei-ma n'ura do3 bancos do jar-
di u. Ahi fo que adormec.
Godo agora miaha peana aquello meu ami-
go : Pouco depois de haveres seatado no
banco vi-te silonoso e recostado e disse de
mira para mira : F. est a dormir e isto aao
nada bom apoz as refeicoes, mxime como
a quo fizemos hoje, que, se fosseraos frades
pederamos dizer : jautaraos como o que
O raeu eu chamado a si pala ignescencia | 80,n03 e Qao como o que dizera estas ovo-
da paixao vitriolica quo o devorava, esta : |ia3 cie8g,irradaj do aprisco. Aps, ob-
pifou o plectro que vibrava miuh* lyra
diaendo : deixeraos o lyrismo tofo, passe-
inosao positivismo 3ohdo. Electrisad- entao,
atirei-rae de bracos aoertos a Deidade, se-
dente de cingil-a o arada raais de sugar de
seus labios rubidos o ambjosiaco nei do
amor que destillava a flux. Mas, oh decep
cao terrivel, apenas ciogi o vacuo! A
visito deslisanio-se de meus brajos, nio
Si como, sera que estes a tocassera, sur-
gi um pouco adiante e com voz altsona ex-
clamen : Inquiristcs a pouco quem eu era,
agora vou responder-te quem eu sou. En
sou a Imaginando, a Penelope do lalento.
Isolada, quasi, nos paiz s que oceupo, raais
vastos que os Ocanos, bxci a trra a
procura de mortaes dignos de cultival os.
Os campos sao ubrrimos, carecen! porera
do lavradores. quelles que j os ararara
dizora ser nullo o resultado: allegam pouca
sahida aos seus productos. Mo grado tudo,
interrorapi; eu te sigo,
cu, observar ser o objec vo
sos. Era chegando prximo
leva-rae coratigo.
Envolvido ao tapete, Ponta Pescada na-
da podia ver, mas ouvia tudo.
__ Sava, disse Sareauy, araanha de ma-
uh sahiremos desta casa e iremos pura
outra. Mas, nao quero sahir daqui sem
que voc tenha consentido no nosso casa-
mento, sem que elle se tenha celebrado.
Tudo est prompto e preciso j...
/ era agora, nem mais tarde I res-
pondeu a menina em tom Uto calmo, quan-
to resoluto.
-- Sava, tornou Sarcany, como nito que-
rendo onvir essa resposta, no ioteresse de
ambos nos, convm que o seu consenti-
raento seja eSpontaneo, no interesse de am-
bos nos, compreheude ?
__ Uao temo3 o nunca tiveooos interesse
commum !
Cuidado !... Quero lembrar-lhe que
voc deu o seu consentimento em Rag
sa. t
Por motivos que j nao existem !
Ouca-me, Sava, tornou Sarcany,cuja
calma apparonte mal disfarcava urna rri-
tacSo violente, a ultima vez que venho
pedir o seu consentimento...
__(uo recusarei emquanto tiver forca
para is >o 1
Pois bem, eu lhe tirara essa forca !
exclaraou Sarcany. NZo me exaspere!
Sim Namir saber aniquilar essa forca
de que voc se serve contra mira e, mo
grado seu, se for preciso. NSo me resis
te, Sava! O imam ahi est prompto para
celebrar o nosso casamento segundo os
usos deste trra que a minha! Portante,
acompanbe rae !
Sarcany caminhou para a menina, que
levantou-se e rocuou at o fundo do quarto.
Miseravel! exclamou ella.
Ha de acompanhar me 1... Ha de
acompanhar-me repetio Sarcany, que nEo
podia mais conter se.
- Nunca!
Ah I... cuidado !
E Sarcany tendo segurado a menina pela
braco, procura va com Namir arrastal-a at
a skifa onde Sidi Hazara e o imam o e8-
peravam.
Soccorro I____Scccorro I. gritou
Ssva. Soccorra-me, Pedro Bathory.
Pedro Bathory !... exclamou Sarca-
ny. Chamas ura morto para soccorrer-te !
Sellemos* no330 contricto, dame ura beijo.
E acorapanhando estas palavras cora accSes,
outra vjz tentei abracal-a. Nova desappan
gao e aova apparigito.
Ousodo mortal, replcou ella, por que
atreves te cingir-rae, inlo de en:oatro aos
raeus despjos ?
Pois nao sabes quo eu calma e discreta,
do accordo com a Razao e a Intelligencia,
sou urna sou utilissiraa ao passo
que louca, desmandada, p^sso laucar-ta
n'um pelago de visualidades, arrastar te a
desatiuos em infinidades, sou outra sou
perigosissiraa ? Que importa, retorqui-lhe
eu, dai-me ura beijo e, aps, se for de teu
agrado, desvair-me o cerebro.
Para que, replicou ella, para qua eervir-
te hia o meu bafejo se nito tens Intelligen
cia, o passaporte uni'-o me d entrada
em meus estados ?
Ah no me queres levar comtigo, disse
eu comraigo, pois bom, nao rae escapars
desta vez, e, rpido como o pensaraanto,
arreraessei-rae por sobre ella.
Obececado nada mais vi, apenas senti o
attrito de seu corpo ao meu ; depois, o
arfar de seu eolio arquejante ; em seguida,
Nito t.. E' un hornera vivo !... .
Soccora-me, Pedro !
Essa resposta irapressionou tanto a Bar
cany como o teria feito a appariyao da sua
victima. Mas, recuperou logo o sangue
fri. Pedro Bathory vivo !... Pedro que
ello proprio tinha farido,. cujo corpo vio
seguir para o cemitero de Ragusa !. .. Na
verdade, isso s podia ser um dito de lou-
ca e era possivel que Sava, no seu deses-
pero, tivesse perdido a razao.
Ponta Pescada tinha ouvido toda essa
conversa.
Dizendo a Sarcany que Pedro Bathory
estava vivo, com certeza Sava arriscava a
vida. Por isso, caso o miseravel quizesse
praticar alguma violencia, Ponte Pescada
estava prorapto para appareoer de faca e n
punho. Quera o julgasse capaz de hesitar
eor feril-o, nJto conhecera Ponta Pescada.
No foi neeessario chegar a esse extre
mo.
Sarcany retirou-se bruscamente levando
Namir comsigo. Fecharam a porta cha-
ve e foram resolver sobre a sorte da me-
nina.
Ponte Pescada desembaracou se do ta-
pete e reappareceu.
> Venha disse elle a Sava.
Como a fechadura da porta estava pre-
gada por dentro, desaparafusal-a com a
chave de parafuso do seu caivete, nao foi
difficil nem le vou muito tempo ao rapas.
Logo quo a porta abrio-se, Ponta Pes
cada precedondo a meuina, seguio ao lon-
go da galera junto parede do patee.
Soriara onze horas e raeia da noite.
Anda tiltrava alguraa Maridado pela janel-
las da skifa; por isso Ponta Pescada evi-
tou passar por essa sala para ir tomar, no
ngulo opposto, o corredor que dovia lo
val o ao priraeiro pateo da casa.
Chegando eatrada desse corredor, ara
bos seguiram por elle at o fim. Faltavam-
Ihe apenas alguns passos para chegar es-
cada do miseravel, quando Ponta Pescada
parou de repente e reteve Sava, cuja mito
nao tinha argado.
Tres homens passciavara nesse priraeiro
pateo em torno da bacia. Ura delles, era
Sidi Hazam, iava ordens aos outros dous.
Estes desappareccram logo pela esc ..da do
minarete, e o magadicra entrou para ura
dos quarts lateraes.
ser .ando raelbor, aotei que no dormas
e sim dorraitevas, porquanto Dalbueiavas
palavras iaapcrcebiveis, e este monologo
era seguido de gastes desordenados, o que
rae fez tirar por canclusito, ^uo soahavas, e
taca palabras e gestos erara filhas do tra-
balho era que es:ava tua iraaginacab.
Estive tentado, mais de urna vez, a ir
despertarte, mas lombrando-me de tuas
diarias lucubrases, entend por mais con-
sontaneo deixarte naquelle engao da
alma ledo e ceg quo a fortuna nao deixou
durar muito.
Agora sincerara-rato estou arrepeudido,
porque tcr-te-'.iias livrado da mordedura
da tal macaca.
Eu parcebi perfeitamente a "Formosa
(este o nomo da macaca) vir de casa
saltando, ohegar junto ao banco onde re-
pousavas e aps saltar para cima do ti.
la correr para desembaracar se de tal
animalejo quando pareceu-mo que desper-
tavas, pois vi-te erguer o corpo e ciogir
nervosamente contra teu peito o quadre
mano, parecendo como que esmagal a, o
que fel o soltar um grito agudo, deshabi-
tual mesmo, e entao ello deslisondo-se de
entre teus bracos correu espavorido para a
casa. Nesta occasiao despertastes. s Re-
tomo agora a penna, a minha enferrujada
penna, para despedir me, pois sinto que
desde muito sou, como se diz na corte,
um Lohengrin isto provincianamente,
ccete, confessando-rae reconhecido a todos
quelles que, malbaratando seu tempo, fi-
zeram-me o obsequio de sua leitura a este
insulso trabalho. A elles, pois, sao meus
sinceros vostos, deseo que nunca sejam
victima de um sonho que traga consequen-
cias tao funestas como trouxe o meu. Nao
conhego maior desdita que essa : aps uraa
improficua struggle for a Kiss
Ponta Pescada comprehenleu quo Sidi
Hazara tratava de vigiar as proximidades
da casa. Portante, no momento em que
elle e a menina chegassem ao terrajo, ha-
viam de achal-o o;cupado e guardado.
Entretanto, preciso correr o risco 1
disse Ponta Pescada.
Sim. .. preciso rospondeu Sava.
Entilo, atravesando a galera, chegaram
es:ada quo subiram com extrema pru-
den-ia.
Quando Ponta Pescada chegou ao pata-
mar superior parou.
No terrajo nito havia nenhura ruido, nem
misino o passo de urna sentinella.
Ponta Pescada abri a porta de vagar, o
seguido do Sava, esgueirou se encostado
s ameias.
De repente, do alto do minarete, um dos
homens de guarda deu ura grito. No mes-
mo momento, o outro saltava sobre Ponte
Pescada e Namir chegava ao terrajo, ao
passo que a gente de Sidi Hozara vinha
dos pateos interiores da casa.
Sava se deixaria prender de novo ?
Nao I... Se cahisse de novo n*s mao de
SBrcaoy esteva perdida 1 A isso ella prer
feria cera vezes a morte !
Assim, depois de encomraendar a alma
a Deus, a intrpida menina correu para o
parapeito c, sera hesitar, attrou se do alto
dottr.-ajo.
Ponta Pescada nao tevo tempo de inter-
vir; e empurran lo o horara que com elle
lutava, segurou a corda o em ura 3^gundo
esteva fra.
Sava!... Sava!... exclamou elle.
__A jui est a menina I... rospondeu-
lhe urna voz inuito conheeida. E nao tem
nada quebrado Achava-rae all a propo
sito para ...
Ura grito de furor, seguido de um ruido
gurdo cortou a phrase de Cabo Matifou.
Namir, em um acaosso de raiva, nito
quiz abandonar a preza que lhe escapava e
quasi atira-se do parapeito, como Sava se
havia atirado, cora o risco de magoar-se,
so dous brajos fortes nao a tivessem am-
parado na queda.
O Dr. Autkirtt, Pedro e Luigi tinham
se reunido a Cabo Matifou a Ponte Pesca-
da, que corriara na direejao do littoral.
Sava, comquanto desfallecida, nao pesa
va nos bracos do sea salvador.
Poucos momentos depois, Sarcany acora
panhado de uns vinte borneas armadas, sa
hio no encaljo dos fugitivos.
Quando essa quadrilha chegou peque-
a enseada onde estava o Elctrico, o dou-
tor j estava a bordo com 03 seus compa-
nheros, e com algumas voltas do hlice a
rpida embarcajo poz-se loDge.
Sava, tendo ficado s cora o dou'or e
Pedro Bathory, volteu a si. Soube entao
que era filha do conde Mathias Sandorf 1
Esteva nos brajos do pai I
IV
Aalktrtla
Quinze horas depois do deixar o littoral
da Tripolitania, o Elctrico II foi assigna-
lado pelos vigas do Antkirtte e tarde
fundeou no porto.
YJ fcil imaginar que recepjlo tiverara
o doutor o os seus valentes corapanheiros !
Entretanto, comquanto Sava estivesse
agora de perigo, resolveu-se guardar se-
gredo absoluto quanto aos la jos quo a liga
vam ao Dr. Antkirtt.
O conde Mathias Sandorf queria conti-
nuar desconhecido t a completa realisa-
jito da sua obro. Mas, bastava que Pe-
dro, que elle o.onsiderava como filho sen,
fosse novo de Sava Sandorf para que o
contentamente se man'fcs a o detodo3 osla
dos por domonstrajSes tveantes, tanto no
Stedthaus como na pequea cilade de Ar-
teoak.
Pode se tambem imiginar o qu: sentira
a Sra. Bathory, quando recebeu Sava de-
pois de tantas tribulajSes A menina ia
restabolncer-se promptemeato e p ira isso
bastariam alguns dias de felicidade.
Quanto a Pont* Pescada, era innegivel
que elle tinha arriscado a vi la. Ma co
rao achava tudo isso natural, nao houve
meio de inanifestar-lhe o menor reconhed-
racuto pelo menos por palavras. Pedro
Bathory o tinha abrajado cora cffusilo o o
Dr. Antkirtt o tinha olhado cora t2o bons
olhos quo elle no queria ...sajber de mais
nada. Segundo o seu eostawo attribuia
todo o mrito da aventura a Cabo Jati
fou.
E' a elle que davem agr loe. r ra-
detai elle. Foi ell* q iem fez tudo Se o
com um
specimer. do Bello nos paizes vastos da
raa^inajao, accordar-se sobresaltado pelos
effeitos d'uma proficua struggle for u
Kiss com um apecimen do Horrivel no ter-
reno mesquiaho da realidade.
Recife, Janeiro 31 de 1886.
E. P. Cascao.
meu Cabo nao tivesse revelado tanta des-
treza no exercicio da percha eu nao poderia
ter de um salto eatrado na casa do tratante
Sidi Hazam ; e Sava teria morrido da que-
da se o meu Cabo l nao estivesse para re-
cebel-a nos brajos.
Anda i I... anda l I... responda
Cabo Matifou, tu vais longe e a idea...
Cala-te, meu Cabo, replicava Ponta
Pescada. Que diabo eu nao tenho forja
bastante para carregar cumprimentos desse
calibre, ao passo que tu... Vamos tratar
do nosso.jardim !
E Cabo Matifou calava-se e voltava para
a sua bonita quinta e, finalmente, aceitava
as felicitajSes que lhe impunham, para
nao desagradar ao seu Pescadinha 1 >
Ficou, resolvido que o casamento de Pe-
dro Bathory com Sava Sandorf seria cele-
brado dentro em breve, no dia 9 de No-
verobro.
Depois de casado com Sava, Pedro tra-
tara de reconhecer os direitos de sua mu.
lher heranca do conde Mathias Sandorf
A carta da Sra. Torontbal nao deixava ne-
nhuma duvida sobre o nascimento da me-
nina, e, se fosse necessaria, obteriam do
banqueiro urna declaraj&o nessa conformi-
dade.
L.' es rasado dizer que essas provas se-
riara apresontadas em tempo, porque Sava
Sandorf anda nito tinha attingido a idade
mareada para o reconhecimento dos eos
direitos. Com effeito, a dahi a seis se ua-
n Al o disso, nesses quinze annos uraa
mu lanja poltica muito favoravel questSo
hngara, tinha modificado consideravelraen-
te a sita jito, especialmente no que se rafe-
lft lorabranjaquo podia ter deixado a
alguns homens de estado a empreza to
rpidamente abafada, e havia tanto tempo
caque-cid;-., do conde Mathias Sandorf.
A sorte do Hespanhol Carpena e do ban-
queiro Silas Toronthal s seria resolvida
depois que Sarcany so tivesse reunido aos
seus cumplices as casamatas de Antkirt-
te. Ento a obra de justga teria o sea
desfecho.
(Con ;
I
Typ. d> Diario -u* 0qu: de Cutas
42.
1


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